Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16819


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Full Text
ASNO LIIII IDI1IBO 123
PARA A CAPITAL E LIABKI WIU WAO ME PA Por tres meaes adiantados............... *MQCK)
Por seis ditos idem.......... ...... oQiintin
Por am anno idem................. AlPO
Cada numero avulso, do mesmo dia............ *
TEUJi-FEIBA 31 DE IAI0 DE 1881


PARA DESTRO E PORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados. A........... 13j550G
Por nove ditos idem.......^......... 20,0000
Por um anno idem........-......... 27(JCOO
Cada numero avulso, de dias anteriores........... 10(J
1

*

.
Proprieirate >e JHaiwel ,tiirira fce iaria i S^os
TELEGRAMMAS
is?i:s pasticulab so subid
RIO DE JANEIRO, 30 de Maio, s 4
horas e 5 minutos da tarde. (Kecebido s
5 horas e 10 minutos, pelo cabo subma-
rino) .
A Cansara don Depntadoaapprovon
boje a projecto de reapoata a falla
do tbrono. endo rejelladaa dnaa
emendan que. a reapelto da qoeil&o
do elemento aervll. bavlam al do
apreseniadaa.
O Senado etn aeaao de boje ap-
provoa en debate o projecto de re-
pniia falla do tb roo.
Forana recondazidoa :
>o lujar de Juta municipal e de
orpba da comarca de Pombal na
provincia da Parahyba. o bacbarel
J.. Olymplo da Silva.
> de jii11 municipal e de orpbon
da comarca de Pltimb na meama
provincia, o bacbarel tintino de Aa-
ala Pereira da Rocha.
Pol nomeado juix municipal e de
oprbfio* da comarca de Pao doa Per-
roa, da provincia do Rio Grande do
Hurle o bacbarel Adolpbo tuimi
de i l.eliio.
Nuicidou-ae o Dr. em medicina i
(redo de Aqulno Ponaeca.
NSTRDCCO POPULAR

ffiMBI BA ASSSCIA SATAS
Especial para o Diario)
LISBOA, 28 de Maio, s 9 horas e 25
minutos da noite.
A Cmara doa Deputadoa na aea-
ao de boje adaptou urna moco de
conOanca ao miniaCcrlo e volou a
auapenao do deputado autor daaic-
.greaao para eom o ministro da ma-
rinba.
MONTEVIDEO, 28 de Maio.
6-jo*orno urucnayo eata en nego-
iaci'o com um ayndlcato de caaaa
bancarlaa Inglezaa para cantractar
amempreatlmo de vlnte mliiioeo de
pe-aoa que deten aer crapregadoi a
.cootemao da divida conaolidatfa.
VALPARAIZO, 28 de Maio.
l'na Incendio conalderavel causn
*ije grande* dauanoa a'eata eldade.
.LIMA, 28 de Maio.
-
(aundare* devidaa a asna aubida
j; rril de bidow w* rio devaatana urna
p arie do ais.
MXICO, 8 de Maio.
O e>lefann>r um appareeen aqni
ealea diaa.
CALCUTA', 26 de Maio.
\ m htc i -- i vi i'isk paaxou bonlen
aqu e fea cuuaalderavela eatrasoa.
410 DE JANESO, k9 de Maio.
A quarentet>aimpoatano Braall a
procedenciaa da Chile eata levan-
tada.
BRUXELLAS, 30 de Maio.
Aa r.BKTEs ronliuam com meamo
carcter, e cana a oaesma Intenalda-
de naa tainas de carvfio de Charle-
rol e Mona.
RIO DE JANEIRO. 30 de Maio, s 4
horas e 55 minutos da tarde.
O Senado em aua aesaAo de boje
votou reapoata a falla da tbrono
Na Cmara doa Oepatadoa o Sr. f-
fonao Penna pedio, quaea as medi-
das de garanta tomadaa pelo sover
no para com aa poaanldorea de bi-
taetea do ande latera da provincia
de Pernambuco, em vala da al toa-
eaa do tbesoarelro.
PARS, 30 de Msio.'
O novo ministerio anda naso se
acba constituida, aceeitaram en to-
mar parte na comblnacao ministe-
rial oa ra. Ploreoa. Falllrea, Spnl-
ler. o general ansaler m lee-al-
mlrante aur.
Agencia Hars SHaJ em Pernambuno,
0 de Maio de 1887.
BIOLOGA
(Extrahido)
OA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
O PROTOPItSHAOlBIOPLASIIi
(Continuaca o )
Urna das mais importantes propedades doa
corpos a mobilidade das moleeulas; e esse grao
de mobilidade vai directamente iffectar de modo
mais ou menos sensivel a mobilidade dos diversos
eomp-osios era que entra a substancia dada.
Assim aqu, doa quatro elementos componentes,
o carbonio solido ;*e os outros tres, hydrogenio,
ox) genio e aste sao gazosos.
Oa forma gazesa deates podemos concluir urna
relajao com a promptido relativa eom qie o pro-
toplasma treea os sens componentes, e com as trans
tormajoes de movimento que aoffre : s pnineiras
chama se deaenvol vi ment Jo protoplasma ; e aa
segundas funecoes. Ainda debaixo do ponto de
vista chimico, qualquer destea tres elementos com
ponentes gazosos tem sobre os outros poucas afi-
nidades e Je fraca iateuaidade ; assim o hydroge-
nio combina-se eso poucos elementos, e a su* ac
tividade chimica nao se raHuifesta dentro doa li
mites de temperatura dos corpos vivas ; a respei-
to do carbonio podemos afirmar tambem que s
temperaturas ordinarias completamente inerte, e
une-se com substancias, maior parte das quaes
teem urna fraca tendencia acoinbinar-se com elle;
esta indiferencia chimica revela-se ainda muito in-
tensamente no azote, que constitue o agente mais
importante das trantformajoes orgnicas. Nota-
se mais que ais quatro componentes a que aca-
bamos de nos referir, e em outros menos notaveis
e menea abundantes, de que tambem j fallamos,
ba urna tendencia a presentar frequentes vezes
modificacoes allotropicas, iato urna grande ap-
tido a tsmarem drfferentes estados.
Vemos o oiygeuio modificar-so em ozone ; o car-
bonio apreseata-se sob os diff-rentes aspectos de
diamante, grapbiteccarvo;o enxofre e ophospbo-
ro possuem modificajioes alotrpicas bem coubeci-
das ; o silicio e o ferro apresentam o isomerismo
D'iato se cooclue manifestamente o indicio de
urna n,va especie demobiliiade molecular,no com-
poato de taes elementosjinorgaoieos, apreaentando
essas manifeotajoes de allntropia, por isso que esta
considerada como urna mudanza no arraujo ou
disposijo ntima das molculas do corpa
Alin d'isso ba urna completa opposicao entre
estes quatro elementos, oppoaicao que tere para n?
um grande interease. Entre dous delles nota-se
nm contraste de actividades cbimicas, porque, ao
pasbo que o azote dotado de urna raude inercia,
cxygemo pelo contrario nm dos mais activos el 3
meotos de reaccao. C, entre um delies e os outros
tres, achamoa um contraste notavel debaixo do
ponto de vista da mobilidde molecular ; o carbo-
nio apresenta-se sempre no estado solido, emquan-
to os outros tres elementos sao gazosos.
Por urna parte, encontramos no carbonio, com
pletamente resistente fusao e volatilisaco, urna
coheso atmica maior que a denenhum outro ele-
mento conbecido, ao pasao que os outros tres apre-
aentam, pelo contrario, urna coheBo menor que a
de todos js outros corpoe elementares.
Mas, por outro lado, um coohecunento previo
vetn facilitar-nos a coacluso. Sabemos que as
unidades diaaimilhantes poJcm aer reparadas na a
fcilmente sob a aeco das forcaa que aobre ellaa
incidem to que as uuidades semelbantea ; aquellas
sao muito mais rpidamente dsaggregadas do
que estas. Vemos, p ir tanto desde j, donde de-
riva a grande instabilidadc da materia protoplus-
matica : destea dous coutrastes extremos, da
mobiltdada pbysica e da actividado chimica dos
elementos que a cunstituam.
Ainda outras consideracoes ven corroborar esta
opinio. E' assim que, observando a- comoinacoes
binarias dos quatro elementos, notamos, por exem-
plo noa de oxygenio, azote, e nos carbonetcs de
hydrogenio, urna gradaclo decresceote da mobli-
dade molecular, ao passo que os pesos molcula -
res crescem.
(Continua)
JARTE ITICUL
(oteroo da Provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 28 DE
MAIO DE 1887
Abaixo assignaioa, propietarios e resi-
dentes no povoado da cidade do Lirooeiro.
Informe o Sr. inspector geral da ins-
trueco publica.
Eduardo Monteiro da Moura'. Prejudi-
cado.
Francisco Pereira do Lago.D-se.
Francisco Avila oe lleudonga. Infor-
me o Sr. director da rep&rtico das Obras
Publicas.
'"Tenente Jos da Vera-Cruz Campos.
Informe o Sr. inspector geral da lostruc-
clo Publica.
Lourenco Justioiano Valentim do Nas-
cimento.Sim, median e reribo.
Paulina Marcelina de Almeida.Venha
por intermedio do inspe<: truc9o Publica e do respectivo delegado
litterano.
Secretaria da Presidencia de Pernara
buco, 30 de Maio de 1887.
. O porteiro,
F. Chacn.
RepariieSo da Polica
2* scelo.-i 500.Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 30 de Maio de 1887.
111 m. e Ezm. Sr. -Participo a V. Exc.
que torara reeolliirios Casa de DetencZo
os seguintes indi vid nos :
No dia 28 :
A' niinha ordem, Joao Candido de Deus
ou JoS i Candido Brilbante, coobecido por
JoSo Caboclo, vindo do termo de Bom Jar-
dim, como pronunciaoo em Quixeramobira,
da proviacia do Coar, Alanoel Barboza
do Lima, eomo alienado ale que tenha o
conveniente destino.
A' ordem do Dr. delegado do 1 distriu
to da capital, Francisco Bandalla da Cu-
nha, por disturbios.
A' ordem do subdelegado o Recite,
Eduardo Daniel Ferreira, por offensas
moral publica.
A' ordem do de Santo Autonio, Silves-
tre Ferreira, por disturbios.
A' ordem do de Bolero, Anastasio Rsy
mundo Guimaraes, por disturbios.
No dia 29 :
A' ordooj do Dft delegsdo de V ditri >
to da capital, Firmino Pereira, Joaquim
Jos Leopoldo, Jo5a Francisco Regs Gal-
v3o, Josepha Mara da Cooceiclo, Manoel
Floriano da Silva e Pedro Bezerra, por
disturbios.
A' ordem do subdelegado do Recife, Jor-
ge Estephanio, por embriaguez e distur-
bios.
A' ordem do do Io districto de S. Jos,
Jos Avelino dos Reis, por disturbios.
No lugar Salgadinbo, do 2o d-stricto da
Boa-Vista, no dia 27 do crrante, pelas
duas boras o meia da tarde, o individuo
de nome Jos Ricardo, condecido por Joo
Crioulo, deu urna facada em Roberto Fran
cisco ParJelha- conseguindo evadir-sc logo
aps a perpetracao do delicto.
O sub ielegado respectivo tomou conde-
cimento do facto, fez vistoriar o offendido
e proaegue as demais diligencias da leio
Ante-hontem pelas 7 boras da noite e no
lugar Giriquity, do 1* districto da Boa-
Vista, os individuos de nones Candido de
tal, Autonio de tal, ir-niio deste, e Riy-
mundo de tal, espancaram a Lourenco
Marques de Araujo Piabeiro, que ti :ou
gravemente ferido-
O subdelegado respectivo tomou conbe-
ciment do facto, para all se dirigi, man-
dou conduzir o offendido para o dospital,
onde fqi vistoriado e abri o competente
inquerito contra os criminosos, que conse-
guiram evadir-se.
No da 23 do correato e no lugar Masa-
gal, do termo de Palmares, o iudiviluo de
nome Caetano Corri de Carvalho, assRS-
sinou com diversas facadas a seu proprio
irmao Jos Correa Franci.
O criminoso foi preso aoi flagrante e so-
bre o facto abrise o competente inquerito,
que j te ve o conveniente destino.
Commuoicou-me o delegado do termo de
Garanduus, em offi do rfatado de 20 do cor-
rente, tet naqudla data, era companbia do
Dr. promotor publico da comarca, do es-
crvao e do respectivo carcereiro, feito a
visita na cadeia publica, onde enoontrou
20 presos, sendo 15 sentenciados e 5 pro
nuociados em diversos crimas. que nenhu
raa reclamaco fzeram.
Prticipou me o subdelegado do l" dis
tricto da Graca, ter em data de 27 do cor-
rento feito remessa ao Dr. juiz de direito
do 4' districto criminal, dos inqueritos po-
liciae3 procedidos contra Olympio Tdeodo-
ro Rodrigues' Pinto, Manoel Materno da
Silva e Maximino Cantalice Felisberto de
Araujo, por crirae de ferimentos graves.
Cr>mmunicou-me tambera o Dr. delegado
do 2" districto da capital ter em data de
ante-bontem feito remessa ao Dr. juiz de
direito do 5* districto criminal, do inque-
rito policial procedido acerca do espanca-
mento e f-rimento na pessoa de Jlo da
Silva Gomes, cliee do trafego da va fr-
rea de Caxaog, facto esta oocorrido em
Apipupos, na Doite de 26 para 27 de *.bril
ultimo.
Deus guarde a V. Exc.111 m. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicenta de Azevedo, muito
digno presidente da prorncia. 0 chele
de polica, Antonio Domingos Pinto.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 30 DE MAIO DE 1887
Eugenio Groetschel, Companbia Greut Western
of Brat.il Railway, Jos Adolpho de Oliveira Lima
e Thomaz Autouio Maciel Monteirj.Informe o
Sr. cantador.
T>-'lente coronel Augusto Octaviano de Souza
Eutrrgue-se a quantia em deposito.
Costa & C Informe o Dr. Administrador do
Consulado.
Uoutas do theajureiro das Obras Publicas e da
12a serie da lotera n. 24 dos ingenuos da Colonia
Isabel. -Examinem-ae.
Fieldu Brothers.Junte se coia das iuforarja-
Claodino Joaquim Peres, Coronel Feliciano Ct
valcanti da Cunta Reg e Ludgero Cavalcaati da
Cunha Vas:oncellosCertifiqese.
C>ntas das 4 e 7" partes da lotera da Santa
Cisa e JoSo Antonio de Almeida.Haja vista o
Sr. procurador fiscal. ,
Inspectora geral da I usrucea
Publica
OESPACHOS DO DIA 30 DE MAIO DE 1887
Josepha Augusta de Castro Fonseca. professora
public...Encaminhe-se
Francisco Carlos da Silva Fragoso, profeasor
publico.Com) requer.
Adolpho Silvino Baudel, profeasor publico.Eu-
caminhe-se.
Manoel Candido Fernandea Pires, prefesjor pu -
blico.Sim.
JoSo Lindelino Uornellas Cmara, proiessor
publico. Encaminhc se opportunamente.
Secretaria da instrucjSo publica de Per-
nmbuco, 30 de Maio de 1887.
O porteiro,
J. Augusto de Mello.
PERNMBUCO
Asseinbls Provincial
31 SESSO EM 0 DE ABRIL DE 1887
PRKSIDBNCIA DO EXM. SR. OB. JOS MANOEL DK BARBOS
WAHDBBLBT
(Conclusao)
O Mr. Aerolito Lati- Sr. presidente,
peco a V. Exc. que remetta-me a emenda apre-
sentada.
(E' satsfeito )
Sr. presi lente, com surpresa minba e provavel-
inente tambem dos o.eus collegas de bancada cu
vimos pela primeira vez um u.emr d clarar votar por um requerimento de informa-
cois sobre nm facto escandaloso que ae d n'u-n
dos ramo-i da administraei) publica.
Eu nao pretenda disentir asta entrar na essen-
cia intima disto que ae chama prolongamento d
estrada de ferro de S Francisco ; mas que o ao-
bre deputado convida me a isto offereceado nina
emenda ao reqoerimento que aprsente!, aceito o
convite de 8 Exc. e ratn convencido que sahir-
me-bei dosta vez como sempre costnmo, tratando
de quest-s que poden), ao de leve embota, envol -
vera nuuba dignidado pessoal.
Sr. presidente, nao quero fazer a minha apolo-
ga, mas son um desle engenh. iros que podem
iizer que, sptnr da relacoe de cortwi que ti-
ve como empreiteiro, nunca vi 7 em sua intimi-
da de.
O Sr. Jos Mara E' exacto.
Sr. Aftouso Luatosa O nobre deputado co-
mo que censurando s miaba adminstraca, qse,
alias, 6ra fiscalisada pjr chefe- do3 quaes gozei a
maior confian;* entre ellcs o Sr. Dr. Aristides
Galvo, longe de ferir-me cora a sua aecusaco
vem proporcionar me desejo para um-i defesa
cabal.
Diz o nobre deputado : i <:
Seuhores, fui le facto um dos pri muiros enge-
nheiros que, ao organisar-sa esta coramisso vie-
ram para ella. Fui encarregado dos trabalhos de
esploracao e locicao ; assisti dia a dia con-
struccao dessas estradas ; mas aquelle cempo nao
era o tempe de hoje e posso em meu auxilio iuv -
ar os tes'emunhos dos distinctos engenheiros cho-
fes Jos Ewli ink da Cmara, Monteiro de Barroa,
Eugenio de Mello e Francisco Callaca dos quaes
tenho as maiores pro vas de consideracio e de c"n-
fianca nos traoalhos de que fui encarregado.
O tunnel dos Pilos construido parte em rocha
molhada. Portanto, como tive occasiao de dizer
hoatem necessitava 6er revestida essa parte.
Mas eu nao era o responsavel directo por aquel-
la obra ; na qualidade de chefe de seccao fiscali
sei a, e mpugnei a materia prima que se ma apre-
sentava, que era o tijolo, porque entenda que
sendo construido o tnel em rocha molhada a pru-
dencia aconselhara que nao se empregasse o tijolo
mas a pedra cimentada.
Neste sentido devem existir documentos, se nao
foram subtrabi ios. porque hoje faz-se ludo.
Entretanto, fez-se o revestimeoto de tijolo ; e ha
tres para quatro annos que estas obras foram fel-
fas, e at hoje nao bouve incidente de especie al-
gima, a&o bouve o menor signa! de deformamento.
O que se deu foi o seguate. Com chefe de
seccSo, mandei por ordem do meu director que se
revstisse o dorso do arco do tunnel com urna ca
misa argamBPgada de cimento puro para dar lugar
ao escoamento das aguas. Efa camisa de ci-
mento nao foi convenientemente feita, verdade,
e d'ahi resultoii um certo deformamento, que mais
cedo ou mais tarde ha de produzir o desaoamento
do tunnel.
Mas o que exacto que ha 4 aunos que aquel-
le tunnel est inaugurado, que a locomotiva passa
por debaixo delle, e nao ha por ora receio ne-
nhum.
(Ha um aparte do Sr. Sopbronio Portel la).
Est engaado o uobre depitado ; as suas fon-
tes de informarlo nJo sao legitimas. E' urna
parte de 12 a 14 metroi ; e se o nobre deputado
techaico deve saber que os arco de ferro nao
basram para sustentar urna abobada de tijolo.
(Ha outro aparte do Sr. Sopbronio Portelln).
Nao ha japici.laie possivel. O nobre depu-
tado comprehende isto, e se nao coinprehende
porque nlo eotende da materia.
Com re.acj ao preco do tuuuel, nada mais f-
cil de demonstrar ; basta dizer que os precos es-
lao determinado por um coctracto assignado pe'u
governo e pelo erapre:eiro, que nao goata de raim,
porque eu entrei pibre pira a estrada de ferro e
sahi ainda mais pobre.
O Sr. Jos Mara E' exacto.
O Sr. AJT >nso Luatosa (Lendo) :
E' mais um essandalo.
Quera conhece n que sao es'rados de feTr*f abe
que proporco que os trabalbos vo camiubando
ha necessidade de tomarem-se certas medidas.
Eu fui o chefe da 2' seccao do prolongamento,
mas autecedeu-me u:u engeobefro cuja probidade
e conhecimeutos technicos ostao cima daquees
que boje dirigem aquelle survic, e s?rvem de
instrumento vil ao partido dominante.
(Apartes.)
A 2.' seccao do orolongame-ito urna seccao mo-
delo as suas obras, quer pela solidez, quer pela
parte eathetica.
E tanto isto urna verdade que o Sr. c. nselhei-
ro JoSo Alfredo denunciando no Senado que nos
nao eramos engenheiros da commisso, mas do en-
preitero, nomeou-se para este fim urna commissao
de sindican ;ia e do sea parecer nos temosa maior
e melhor provt a favor da nossa probidade e da
njssa dcneidade scientifica.
Dizer-ee que faltan).... que faltam boeiros,
isto urna verdadeira tolice ; e a foute que or-
naceu ao nobre deputado estas iufdrma'.os de ve
estar mais que envurgjiihada.
E eu siuto dizel-9, rinto ter de lavar a roupa
suja aqui nesta Assembls : porque se faltam al-
guos boeiros, que deram em resultado maior des-
pesa, posteriormente em cousequenca da sua taita,
eu nao tenho por iaso a menor respansabililade,
que cabe ao director, que o primein responsa-
vel, e aos cheles de aeceo auteriores a mim por-
que eu fui um continuador, uo fui o iniciador u'a-
quella'seccSo.
E isto deu em resultado cominetter-se maij um
escndale, qual o de cu iimr-se pira revolverem-
se t'-rras e gascarem-se ce;iteuas de contcis de ris
em luparej que na reali lado nSo precisavam abso-
lutamente do aterro, queja suppirtavam mais de
quatro invernos, e que nio ti ubi ni soffrido senil)
aquella depressao qoe natural nos terrenos de
barros veriacih >s, o que se d em toda3 as estradas
de f-rro.
Porque preciso que se saba que as estradas
de ferro depois de entregues ao trafego, por meaos
que os aterros soffram as oonseque.'ie'as das esta-
cSes invernosas, eilea teudem naturalmente a des-
ear.
O Sr. Jos MaraApoiado.
O Sr. A. Lustosa Porta-iT eu acceito esta
parte, porque ser mais urna prova da m direc-
co, da proteccao e do escndalo que se tem dado
e a que o Sr Dr. Aristide3 Galvo se sujeita ae-
ceitaudo as imposices as mais iniquas e injustas
que possivel e sacrificando o seu crdito da en-
genbeiro e os interesa s pblicos.
O .Sr. Andr DiasApoiado.
O Sr. Aftouso Lustosa (lendo)Isto realmen-
te muito engracado Temos aqu a questo Qui-
xada.
Eu como engenheiro chefe de seccao ive de re
ceber centenas e milbares de dormeutes.
Nao preciso dieer qual foi o meu escrpulo na
recepeo desses dermentes ; oque posso garantir
que no eaciiptoro existem oa existiam (porque
boje creioque se fez siaalephi,) documentos astig
nados pelo chefe de seccao, pelos engenheiros e
pelo empreiteiro (isto n"aqueile lempo era que as
coutas se faziam direitas, e o engenheiro era na
realidade um engenheiro e nao um esfria verrutna
(nao,) e examiuando-sd esses documentos se ver
que ha ama porco de mais de 20/o de dormeutet
recusados.
E' certo qua depois de ter deixado a seccao, ou
antes qundo sabio o p irtido da mederaco, da
economa, da regeuere.co. ..
Sr. Jos MariaMuito bm !
O Sr. Affonso Lostosa.. .e e eu entend que
pelo facto de ter a iberdade de pensar um pouco
mais livreraente nao me devia snjeitsr aos capri-
chos e a estas iuipoticoes indeceutes que infeliz-
mente alguna cullegaa meas se snjeitaram, fui de-
u itridi. e l ficaram mais de dez mil dormeutes
que deveriam aer tmpregados
^Pergunto : por que nao fcrm empregados esse
documentes quando anda bavia mais de 28 kilo-
metros em C"'.nstracc4o? Por que orduou-ie por
ordem superior ao empreiteiro qile nao recebesse
dormeutes seuao de inadeira que nao era de le,
que a experiencia tinha provado que nao podiam
resistir ao choque da loe emotiva e ao contacto 4n
trra ? Por que ah estilo estes dez mil dormen-
tes ? E' p-.rque a conveniencia assim o ex>gia.
Eu ni i tenho Visto a mnima responsabiudade,
ella cabe ao Sr. director da estrada de ferro que
nao cuoipno com o sea de ver, que ent-nde que os
diahwfos nablicos d^vern ssr erb*n^dos p la* elei-
enes dos nobres diputados, que julgam que isto de
estrada de ferro urna feitoria. .
O Sr. Jos MaraMuito bem!
O Sr. Affonso Luatosa... e que ni enge-
nheiros devemos ser mulos e obedientes como um
soldado e at commetter teda a sorte de indigni-
dades (Apoiados, muito bem da opposica.)
A respmsabiiidade po-unr > nlo cabj mim, por
quanto ainda l existiam 38 kilmetros de estrada
em construeelo.
E porque motivo nao foram aproveitadas estas
dormentes ?
Porque nao foram empregados ?
O Sr. PresidenteEu observo ao nobre dipu-
tado que a hora est fin Ja.
O Sr. Affjuso Lustosa O que verdade, Sr.
presidente, que eises dormentes aifta existem
e podiam perfeitimente ser applicadoi a construc-
cao.
Hijo poim procura-se-me atirar a responsabi-
lidade, mas se porveoturi for provocado, compro-
meti me a detar os pou:oi njs ii, comprometi-
me a coutar toda esta historia
Tenho concluido.
Fica a discusso adiada pela hira.
Passa-se
Ia PASTE DA OB3EM OO DIA
Co itiila a 2a JUcutsi das emendas offereci-
das ao prejecto n. 22 des'e anno.
OSr. Bodlrlguea Porto (pela ordem) re-
quer e a casa coucede, o eueerra neato da discus-
so.
Procedendo se votaco das emendas di ella o
segunte resultado :
Sao approvadas as de m. 80 a 85, 8i), 90, I2,
95, 96, 103, 106, 113, 113, 117 a 118, 119, 121 a
123, 125 ; 2a parte das de ns, 127, 1 .'9, l.tO, 132
a 131, 136 a 142; regalas as de ua. 19, 12) ;
Ia parte da de n. 107 e a de n. 123, e fica preju-
dicaeia a de u. 126.
Entra em 2" discusso o projecto n. 1 deste an-
uo (forca policial).
O Mr. i-eiiiaiies Ferreira (pela ord'm)
diz que, nao se acbaudo presente o relator da com-
missao que coufec:ionou o projecto cm dscuss',
vai apiejentar um requerimentj d* adiam-nto da
diseusso p.r 21 annos.
Vem m-sa, lido, apoiado e e:itr. em discus-
so com o projecf. o seguinte requerimeuto :
Requeiro o adiament i da discu3so do proec-
tn n. 41 por 24 horas.Goncalves Ferreira.
O Sr. Costa RibiroPeco a ptlavra
O Sr. PresidenteTem a palavra o nobre depu-
tado.
O Sr. CoNla Bibciro (>J1> devolveu o
seu discurso.)
Vem mesa, ida, apoiaia e entra em discus-
so cora o projjcto a seguinte emenda :
N. 1. Oa mjdicjs docorpo di poliaia, s-3 pas-
sarem a ser mdicos da polica, tero, o Io 3105
de ordenado, e o 2 250*0JJ m;u3ae3. Dr. Pi-
tanga.
O Sr. loa Hara Sr. piesidente. set-
vesse silo disp;n.ado o intersticio para este pro-
jecto, conforme eu requer, nao oecuparia agora a
tribuna, porque tinha todo o interesse em que es e
pr< jecto passasse com a mxima prstela, ufira de
que polessomos no praso constitucional ene rra:-
os n.ssos trabulhos.
'Jomo, pirm, pr.'positalmente os mbres depu-
tadoa, nao approvaro o meu requeiiment), pedm-
do a dispensa ao intersticio, c n j fim Je nao ter-
minar a discusso hoje, para que S. Exc. o Sr.
presidente da provincia tosse obrigad i dar urna
proroga^o e teud > cff -ctivaineute se dado eas-t
proroiogaco at o da 10 do ueu vinlouro, eu
sou f jrc-ido a oceupar a tribuna todas a) vezes a
qae tiver direito, afim Je que uo seja desle log)
encern.da a discusso deste projecto e fiqu-m mul-
to das em disponibilidad,' pira a piastgemde
projectis d-- conveuiencia dos uubres Jeputados
(Hi um aparte.)
Eu estou de accordo com o meu collega.
S Exc. disse uo achar conveuieute discutir-se
para uo obrigar ao presi lente dar urna prorogt-
co, afim de uo ha ver tempo para a passagem de
certos pri jectos.
(Apartes.)
Eu estou de pleno accordo com S. Exc.
Nao oceupana a tribuda sobre este projejto se
tivt-8se rntrado logo em discusso, afim de que a
sesso s i encerrasse no pras > c 'Ustitueonal; mas
como isto nao succedeuem virtule da tramla dos
nohres deputados e tendo sido prorogada a sesso
at o da 10, conveniente prolongar um pouco a
discusso, p irquo do cootrario li: .ri .ir muitos
dias em dsponibiliJale para a discusso Jaquelles
proi'.ctoa de queja fillei.
U n Sr. Deputa loV V. Exc. q e est era des-
accordo.
O Sr. Jos MariaEstamos de aeccordo.
Ambos queremos a meara i COOSa: ba apeaa3 a
diff reufa de que S. Exc, tendo chegad) tarde,
depois da leitura do expeliente, ignorava que ti-
vessoviodo portara de prorogacoes.
SJ a pr.rogaco tvesse sido de cinco dias i u
nao fallara, 3ndo, porm. de 10 hei de tallar
Tramoia contra tramoia a rainha divisa.
Ha apenas entre us urna Jiffe-enca : eu cora a
franqueza que me caraetersa, digo dest* tribuna
o que pretendo fazer e ineus adversarios oceultam
erapre os geus intuitos.
Ditas estas palavras eu deinonstrarei a razio
por que vou preeucher a hora, uo attendeudo ao
reqnermento de adiament o que se acha sobre a
mesa.
O Sr. deputado, leader da maioria, man loa o
ri-queriuR'Uto, nao pelo facto de se achar us nte
o relator da'joininuso, mas pirque sen lo adala
a discusso, nos teriamos de discutir durante o
teiupo da sesso os taes projectos.
(Apartes)
O anno passado em idnticas ondicoes, quero
dizer, acbaudo e o relalor da commissao de for-
ja publica auseute, nao ten lo podido comparecer
a sesso por motivo de forca maior, qual o faileci-
mento de seu venerando, eu requer o adiaraeutv
e a maioria n- pu.
Ora, se a maioria o anno passado, t*ado se da-
do a circunstancia de nao poder comparecer ses-
so o relator da commissao, nao teve essa ousi-
deracao para com o seu amigo com que hoje
quer ter ?
E' que ah ha alguma conveniencia.
Jsr. Goncalves FerreiraNao fui eu.
O Sr. Jos MaraMas foi o seu partido e V,
Exc. deve ser solidario com o sen partido.
Depois, Sr. presidente, eu nao falto a conside-
raco com o meo amigo, o Sr. Drummond, por-
quaulo nao tarei hoje ura discurso sobre poltica
propriamente dito.
Hei de fazel-o quando S. Exc. estiver presente
e poder dar-lhe respvjr.a; eu usarei desse cava-
Iheirismo a que tem direito meu h nrado adver-
sario. ,
Me oceuparei, por consequencia de qualquer as-
ciini, 11 ou iiiCr-mo de cousa neuhuma ; maulem-me
na triuuiia, ja su sabe, um fim anteo e exclusivo :
uo consentir que se encerr a diseusso u'este
projecto, para que nao tenha eu de tocar uina
grande pefa sotore outros projectos de interesse
particular que forem sub'net'idos diseusso. As-
sim tocare urna p -5* at torminar a Ia parte da
ordem do dia e comecarei outra na segunda.
D Sr. K goberto da uto* parte.
O Sr. Joa Maria O nobre deputado pelo 5o
Uistrieto, pede para que eu ni um passei por Bom
Jardnn; eu peco liceuc* a S. Exc para que me
dispense ti'Uto; nao posso ttender so seu pedido,
j porque seria isto discutir poltica e j porque o
noore deputado sabe fallir e esclarecer bem a
Assembla sobre os negocios de aua trra. Nlo
precisa de procurador o nobre deputado.
Eu d .'sejava, Sr. presidente, que V. Exc me
diksesse que tempo falta para terminar a Ia pirte
da ordem do da.
O Sr. PresidenteVinte minutos.
O Sr. Jos Maria Eu d'scordo de V. Exc.
Abrio-se a sesso 40 minutos depois do meio dia.
portanto. a hora do expediente termin?u 1 hora e
40 minuto, ; restara 3 horas para aa duas partes
da ordem do dia. Estas 3 horas, se divi era 1 m
duas partes; a Ia parte tem hora e meia: V. Exe.
accrescente 1 hora e 40 minutos urna hora e
meia e verificar que terminar a Ia parte s 3
horas e 10 minutos. V. Exc. faca a conta.
Eu, portanto, oceuparei a tribuna nesta discus-
so at essa hora, para recomecar na 2a parte, em
que draorar-me-bei at 4 horas e 40 ni utos.
A le de forca policial que ora vigora assim
eiucibita: (!).
E' preciso nota, que a le que actualmente vi-
gora j augraen'01 a torc publica existente at
entao. O partido conservador, como muito bem
disse o honrado deputado pelo Io districto, que me
precedeu na tribuna, augmentou logo que poude,
a lorca publica, pela razi de que ess- partido 30
pie goveroar apoiado na forja,o que devido ao
systeraa de arbitrio o violencia eonstantemente
p istos em pratiea por elle. D'ahi vem que o ptr-
ti lo conservador v se sem;ire obrigado, 4 apeaas
assume o poder a augmentar a forca. Effjctiva-
mente, foi o que se deu log > depois da ascencio
desse partido, e, como se isto nao fra bastante,
apreeenta-se hoje um projecto augmentan lo aiuda
a m san forca. Se tormos proi^ressivameute as-
sim, r. presidente, nao sei oude iremos parar, se
nao ttvennos a felicidade de ver subtituid.) o par-
tid 1 que ora se a 'ba as a neias do poder.
A forca foi elevada a 1,104 pravas, d'oude se
couclup que houve um accressirao de 134, e p^ra
se justificar este accrescimo, nao se querenli di-
zer que se grava os cofres pblicos com augraeato
de despeza, deiuz-se da forja puuliea 00 seus ven-
cimentos, reduzindo a 15140 a diaria das p.-acas
do corpo d 1 polica e a 120) a das da guarda ei-
vic 1, quando auteriormeute percebiam as prac^
de pilicia l300 as da guard-; cvica 1^50-'.
Diz-so que 1.140. que anda ficaro reduzdos a
li, porque os 140 sao para a msica e para o far-
damenio, ehegam p ra um soldad-, viver.
Um Sr. D 'putado Un ganhador as vezes nao
faz isso.
O Sr. Jos MariaO nobre deputado quei ora-
parar um soldado cem ura ganhador? Um g mh*-
lor qualquer percebe mais do qu'3 ist; por dia. E
que nao peree'oa ? Nao obrigado a and ir vesti-
do e calcado. ..
O Si. Costa GomesTalo iss a provincia l.
O Sr. Jos MinaNao exacto, o nobre depu-
tado est engaado. A provincia d farda, i-to,
sobrecasaco ou blusa, calcad 1 e boiiet, mas nao d
a camisa, o collelte, a mei s p a ceroula.
E o nobre deputado sabe que seria muito ex-
quisito (eu s vi cousa semelhante (uandoera me
nio, 110 iio Grande do N-wte, a trra de V. Exc
Sr. president-), que um sildado vestase tmente a
farda, o bonet e as botas que Ihe d o governo
(rs>), e audass! no meio di ra nestes trajes
(Risadas).
Um soldado, pelo trabalho que faz qootidiana-
mente, deve pelo menos vestir urna camisa tolos
os dias, para se lavar o eng> nm ir urna camisa
paga se 200 ra., j fiea rednzido o seu sold a
800 rs deste diuheiro ainda tem de tirar para a
lavagem e eogommado da calca, ineus e ceronlas,
e a quanto fica reduzido este sold para o pobre
soldado comer? E se este soldado cas ido ou
cousa que o pareja, como quas todos a> (riso),
como ha de pagar o sustento da mu'her e do3 fi-
ihos e o aluguel da casa ? Urgido pela necessida
de, ouibora nao seja dt sua ndole, tem de tornar-
se necessariamente ura calotciro, um salteador
E ent) ver-se-ha o espectculo, que infelizmente
uo raro entre :ii, d- um sol lulo eneontrar-ss
com o transente e dirigir-lhe a palavra por esta
forma : patr'', u;n uikel (Kisadas).
0 8r. K.gueira CostaApezar disto todos que
rem >er sol lados da polica. DA-se urna vagar
a .parecen) logo 50 pretendentes para ella.
O Sr. Jioa Mura I-so era 110 lempo em qae
giohavara mais.
O Sr. Regueira CistaE" agora.
O Sr Jos Maria Si a despeiti da pie3*gem
d*3te projecto, verificaren se que anda ha muito
empenho para ass-ntar praca ni polcis, 03 uissos
success >rea que dimmiam anda mais p->ra o an-
uo, afim de que sepissa chegir a un ponto que
uo appareca mais qu.-m queini ser soldado.
(Entra 110 recinl > o Sr. Gisp.r Drummond, e
senta-se na sua caleira).
Eu devo urna ciplicaco 10 nobre deputa lo.
Tendo entrado em diseusso o oroject 1 de torca
policial, o nobre d"put id 1 pelo Io district, leader
da maioria. mando msa um requeriminto de
adiamant) por achar-se V. Exj. ausente.
Na forma do regiment, foi est requeriin"uto
submeitido discusso conjunetamente com o pre-
jecto.
Usou da palavr por p no t.empo tempo o ns-
bre deputado, raeu Ilustre amigo ech*fo, o Sr. Cos-
ta Ribeiro
Em seguida vira tribuna e disse que discuti-
ra o projecto de torca p ilicial na ausencia de S.
Ene. pirque esrava ConveaeiJo deque o requer-
ment de >.diamen'0 nao tinha sido enviado
mes* eomo urna deferencia a V Ec, e aira come
urna tramoia (riso) afim de que todo o tempo da
sessi fosse desperdigado na passagem de certoa
pnjecttnbos, que V. Exc. deve couhecer.
E assim me manifestei, porque o anno passado
sendo V. Exc. o relator d-sta mesma commissao,
e tendo sido aubmettido a debate o mesmo prjecto
na ausencia de V. Exc, reinen que fosse adiada
a diseusso desde qu" V. Exc por motivo justis-
suno nao tinha comparecido, tndo, entretanto, se
comprometido na occasio em que cu fallara, a
responder a cousiderajoes feitas p r mim.
Sendo buje a asscmbia a mesma, n mo t'nle :
anno passado atlenddo a miioria ao meu re.que
rimento, este agora sendo appnvad) terla Oiltro
fim que nao aquelle que se presenta.
Tomei, pois, a palavra, u 1 para discutir poli-
tica, como me permittido 3 'nao pelo regiment,
ao menos pelos cstylus da cas, mas para e.icher
o ti'inpo, afim de que duraute eete egpaco nao en-
trera em diseusso projecto de interesse da maio-
ria, aguardando-me para discutir qws(Las polti-
cas quando V. Exc. estivease presente.
O Sr. Gaspar Drummond l'oie fazel-o.
O Sr. Jos Mana Nao tendo comejal com
pr benJe V. Exc. que agora haveria um verda
de.ro descouchtvo uu meu discurso. Depois te-
nho muito pou -o tcinpo p-ira fallar, porque d.iqu
a um quarto de hora terunua a l* parte d ordem
do dia.
O Sr. Gaspar Drummondr*ode aguardar pa
ra uutra occasi).
Sr. Jos MawaE' o que st"U dizendo. Em
out.-a occaBi quando fer sabmttid? o projeetc
i dicuss, V. Exe. estando presente, eu toma-
rei a pulavra padindo p-jmisso a V. Exc. para
ua forma dos eatyloa diar algumas palavras so-
bre poltica.
O Sr. Gaspir D.ummoud-Vas euto hoje V
Exc. nao disse palavra sobre poltica?
u Sr. Josi Maria Nao, seuhor ; eu apenas
impugnava o projecto, e poco licenc pai prose-
guir.
Nao acbo de griude conveniencia o augmento
da forja publica. N03 aciualmente temos maior
numero de prac-s do que tni'ia.nos. e nada justi-
Ich este novo augmenc:, luot miis quanto delle
resalta ser o soldado deaialcadsa nos seus venc-
m entos.
Effectivainonte, como dizia, c2o uomprcheado
como que, 1,140, que ficaram reduzdos a 1,000,
porque 140 sao para a msica e para o faldamen-
to podem ebegar para um soldad 1 manter-se.
. V. Ex?, saba qae a g varno s f-.-ruece binet,
obrccHsao e harinas Ctmisas, caljas, meiit,
nBlB
1


*
**
Diario de fernambocoTcrfa-feira 31 de Maio de 1887
-
ceroula* e lencos, o governo nSo d. O soldado
casado ou amafiado.
Nestas crcomstancias, wmo que o soldado
tde manter-se, et mprando todos estes objectos
de que nao pode prescindir, regando lavgem e
engcn.mi.do de ronpa, pagando o aiugnel da casa
em que mera a fraila e ainda maia o sustento da
mulher e des filbos ? Qnal sera o resultado ?
E' que o toldado, acostado pela necessidade, por
maia b*m intencionado que seja, cemecar a pra
ticar actos menos dignos.
D'ahi os mantenedores da ordem, aqaellcs qne
esto encarregados de vigiar a propriedade alacia,
serio os primeiros a violal-a. (Apoiados.)
Um soldado da goarta civica que nctua'mente
percebe l.fHU, em vutude desta 'ei pastar a
perceber ljfcl'0 Ora, 8r. presidente, io uma
cousa impossivel. C( mo se pederao manter esees
pebres bemeus ? Ccm que recursos poderlo lies
pagar alugue) de cesa e alimentsc/c. ?
Um Sr. DeputaccE um trabalbadcr do campo
Bao vive ganbando muito menos ?
O Sr. Ju MarisAhi vem o nobre deputado
ccm o metmo argumento Porventura o trabalha-
dor de Diada, que ganba duas patacae, est as
condieoes do toldado de polica? Absolutamente
nao. Alm de outros recursos, o trabalbador de
eciada va para o eervico s 8 horas da macha
e volta s 5 da tarde, tem casa do grapa e i de
diepor da pesca ou da caca. Nao pode conse-
fnintementi- ser ei reparado ccm o soldado de po-
icia, alm de que cao ttm carencia de ai-dsr lim-
po, Dgcmmadc, etc.
O Sr B.gueira CestaO soldado tem quartel.
O Sr. Jet MariaE a ftmila mera no quar-
tel ?
O Sr. Kegucira Costa-Soldado n3o deve ter
familia.
O Sr. Jet MariaPelo que vejo o nobre depu-
tado quer que o toldado vire macaco, (kiso)
O fc>r. PresidentePrevino ao nobre deputado
que est presteB a dar a hora.
O Sr. Jet MaritAnda faltam 10 minutos.
A sestao cimtciu act 40 minutos depois de meio
dia, ais '.0 minutos depois de 1 hora, futrans
Da 1 paite da crcem de dia, fallam portanto 10
minutes para terminar a bcra.
Voltando, perm, Sr. presidente, ao ponto da
diEcussoem que estava. chamo a attiDc;oda As-
ee mbla para t irjustica consagrada no projecto
4Ui M discute, relativa reduegao dos venci
mcutts do si ldado do cerpo de polica e da guarda
cvica.
Assim, Sr. presidente, o soldado urgido pela
mcetsidade, desde que nao techa rueics de vida,
servir-se-ba da prcpiia farda para con metter at-
tiijtados que pe ve mura elle nao ecnjmetteria se
fosee be-m pag*.
E es nobres de putados foram tanto mais injus-
tos quanto, dimiuuindo o sold dos pobre sol-
dados, e maotiveratn os veucnnentos dos ofticiaes.
O ntbre deputado disse ainda ha peuco em aparte
qic boje era preciso muilos empenho para entrar
qualqutr individuo cerno soleado para o corpo de
polica.
Ptrguutu eu pir minha vez : nao exstem tam-
bim ts m> sinos tirp libes e anda maicres para a
nen.e: cao de efficiaes ? porque motivo sao inan-
tidos os vencimenti s distes "?
E' que es soldad s sao traeos e es (fliciaes sao
fortes e os nobres diputados to sempre fortes
para os fiacos e traces para es fortta.
Eu nao potso, Sr. presidente, dar o ir.eu voto
a este projecto. Os nebres deputados que d mi-
nucia es vene-intentos dos soldados, que mautim
es vencimmtes dos i ffieiae, cicam u.ais um ca-
pirc, um tcente, e ana alteres, o que ccncorie
para aggtax ar es cifres tublicis.
O Sr. Gaspar de Drnu.me.udAsseguro a V.
Exc. que nao augmento um nal.
O er. Jet Maria K V. Exc. nao crea mais 4
tfliciaes V Nu existe r.a misa emenda qne
manda is ntar do imposto de 5 % os mi eme s i fli-
ciaes ?
Todes os enipregndes pubiieos s ffrem uma im-
posicSc. na se us ve ncimentos de 5 '0 e os efficiaes
de polica e da guiida cvica nao.
Ao paseo que se dminue o toldo dos soldados,
c.isirvam se- es vencimente s dos ofriciaes e anda
se os quer sentar do imposte de 5 %
Pur ciutrqi;i ocia a tenmiesao de terc policial
nao visen o niterette publico apresinttndo este
piojeeto.
Que razuis de crdtm publica rnconrcu o uebre
diputado para augmentar a fortu ?
Por ventura a ixisteute nao sofficienti ?
Neis to teme s vivido no reinado de paz ?
A crdtm tem sido alterada, excepcao daquillo
que tucci dtu em Ticarat e que entretanto, fei
provocado pe-ios amigos de nebre deputado.
O Sr. PresidenteEst finca u hora.
O Sr. Jcs MarisS-. presidente, ainda falta
nn> micntosiobo, e depois V.Exc. deve ccmpri hen-
der que tu oo hei ce e'uxar ueu eEeurso assim
suspenso.
Veo nebre d> puu.do que nao pt de-justificar o
seu projecto.
O uobro t' putad" augmentau a foiea este snno,
amar lia augmentar de- ne\o c :sim te dos os
snnes (mquanto etiverem os censervadores no
peder i- finamei.t. bav moa de ter um excreito
para policiar a piovuie-ia
Feitas estas c. neideraeors nc intuito de impedir
que na 1* partefoste discutida utra materia que
nao aque'i 8 ttte fim destinada, cu termino, me
aguardando tara voltar r. tribuna quando for
tubmettid, a o^s-usta^ outro project.. se julgar conveniente c permittu agera V. Exc-. que
mande misa um reouer.ment pedii.do par ser
discutid de preferencia o projecto de ejercicios
findes que V. Exc. insiste im nao tubmetter dis-
CU88O.
Vtm mesa, lido, apoiado e, tem debate, re-
geitado e seguinte requerimento:
lim-s neg ci uig'Cte :Requerimos prefe-
rencia para a ciseustao do preje^-to n. 24 (t xer-
cicies fiudos)S. li.Jos Maria.Baro de
Itapisroma.
tassa-se
2q PAhTE DA OBDEH DO DIA
Contina r. 3' diseusto do prejecto n. 105 de
1886.
O Sr. Jiiao fie S (pela crdem) requer o
encerrame uto da disiustao.
O Hr. Jun Maria dizque o nquirimentc
nao i.de ser acceito em vista das dispeSe,oes do
decreto.
O Sr. Preeidenti O requerimento foi feito nos
termos do regiment.
Posto a votes o reqcerimiiito de encerrsmiuto,
approvado.
pr. cedendo-se voticao, apprcvado^i preje-
cto ccm as tmendas.
O Sr. Nuaren de Amorlm (pela crdem)
pede ao Sr. presidente que ce usuite casa se
C0CS>nte que seja destacada de-ese prejecto i.ma
emenda referente ao juizaeio de paz de Pindoba,
afim d formar' um provecto em teparado.
O Sr. tanunr de BrumBOBd (pela
Crdem)Julga mais conveniente que seja genera-
liaada a propesta do Sr. Sos rea de Amorim, e,
n'estaa cendisots, requer que sej-.m destatadas do
projecto todas as emendas, constituicdo cada uma
de per si uma resolncoj
Consultada a cas, approvado o requerimento.
E seiu debate approvado em 3' diteuseoo pro-
jecto n. 8 d.icte- anao.
Encerrou-se por ninguem baver pedido a pala-
vra, a di=cusso das emendas tfferecidas em 3* ao
projecto n. 34 do ann i passado, e a 1* do pr jecto
n. 55 deste seno, sendo adiada a Vutacao por falta
de num-r j.
Adia-ae a 1 discusso do projecto n. 55 deste
anno.
O Sr. Presidente levanta a seesao designando a
seguinte ordem do dia :1* parte : votacao das
emendas ao proj> cto n. 34 de 1886, diseusto
do projecto n. 23, 3 do de n. 24, mbos deste
ann e, i-ontintacao da antteedeote; 2" parte:
continuacao da actecedeote.
StviSTA DIARIA
Connulado ProvincialPor acto de 28
ioorreDte 8. Exc. o Sr. presidecte da proviocia.
diado cumprim nto ao dispoato no art. 9*, 1*, 2
e 3 da le n. 1840 de 30 de Abril, reorganicen o
Consulado Provincial ce nvertendo-o em Becebedo-
ria de rerdat provineiau.
O plano da reforma t bedecendo o dispoato na lei
3. 1867 e Inttrucete de 14 de Maio de 1886, por
orea daa qnaea foi deferida Alfandega a arre
cadacSo doa impostoa externes, attendeu acmente
aquella referente ac impostoa internos ; e neate
sentido prov eom as medidas neceasariaa a fisea-
liaaeio e cobranca doa ditos impostoa, simplifi-
cando qnanto possivel o respectivo expediente, e
reduaiedo o peaaoal a precisas proporcoea e a des-
mu na rasao da rednecia do metmo peaaoal.
Adoptando o tyatema daa eatacoea de srrecada-
(lo de rendas internas, creen o referido plano
Becebedoria Provincial para cobranca doa
impoetca internos no municipio da capital, s>b a
direceo immediata de um administrador, e divi-
dido o seu trabalho por duas seccoee servidaa pelo
mesmo numero de empregados incumbidos da fia-
calitaco e cobranca doa impostoa internos no
extincto Consulado Provincial; de sorte que a Re-
ce hedor i a fica aasim com um pessoal menor em
eete empregados do que tinha o Consolado, isto e,
extinguir am-ee um che fe de seccio, um primeiro,
um segundo, trea terceiroa eacripturarioe e um
lancador de que ae compunha a seceo de fiscali-
co e arreeadafio doa impostoa externos.
Desta organiaaco a deepeza com os ordenados
ser de M:C00#OO0, qoando pela at agora exis-
tente ascenda a 74:900*100. bavendo por conae-
guinte uma economia de 22:9l0*000 j e como a
arrecadacao da Becebedoria, na parte ie que an-
ferem os empregados poicantagem, regular por
800.000*< 00 no mnimo, sem contar a arrecada-
cao do ttrvico da Rtdft Draimage qne orea an
nualmente por cerca de 300:000*000, e de que
nao percebem porcentagem, a deapeza com a fis-
calsa$o e p. reepeo de renda pela nova eatacao
n5o ser superior a 9 % quando as collectonas
percebem 25 % da renda arrecadada.
Eioneraro de profeaaores prloia
rtoa.-Em 27" deste mea foi expedido pelo Exm.
Sr. presidente da provincia o seguinte acto:
4. Seccio.Palacio da Presidencia de Per-
nambnco em 27 de Maio de 1887. O preaidente
da provincia, tendo em viata o acto de 16 de Fe-
vereiro e efficio n. 130, de 6 do corrente, do ins-
pector giral da InstruccSo Publica, resolve exo-
nerar os profeasorea abaixo enumerados, ficando
suspenso o ei eino daa respectivas cadeiras at ser
ex^dido o acto em virtude do qual, para cumpri-
mentodo art. 9 2 da lei n. 1884, de 30 de Abril
algumas das referidas cadeiras sero supprimidas
ou consideradas mixtas e entras transferidas para
localidades onde melbor tuuccKnem.
Jos Ignscio de Albuquerque Trindade, da cadei
ra de Allianca em Nazaretb.
Luiz Paulino de Hollanda Valencja, da cadeira de
S. Bent> iro Caruar.
Leonardo Bezerra Peteoa Cavalcante, da caleira
de Hui que.
Francisco Fi reir Lima, da cadeira de Brejinho
de Fra de Tacarat.
Jos Francisco Cardoso Meirim, da cadeira do
Espirito Santo de Tacarat.
Eduardo Monteiro de Moura, da eadtira da liba
d'Assumpvo em Cabret.
Giso. 1 Eibein de Cattro Fetota. da cadeira de
Tabocas em Ouricury.
Francisco Moieira da Costa, da cadeira do Ex
em Our iury.
Canuto de Pe ntes Simos, da cadeira de Bella-
Vista do Ex i m (Jurieui y.
Antonio Luiz Peixi to de Barres, da cadeira de
Bella Vista de Granito em uncury.
Jeao Silverio de Alencar, da cadeira de Granito
em Ouricury.
Manetl Defino Mtdeiros Favilla, da cadeira de
Le poldma em >algueiro.
Se veriano Roc'r.gure C. de Macedo, da cadeira de
Petrolina.
Jes Francisio de Albuquerque Cavalcante, da
ctdeira de C>.bocio m Pt trotina.
Fri uciteo de Paula Fretas, da cadeira de Cara-
hybas e-;n Petrotina.
Bc-llarmino Ferr ira Padilha, da cadeira de Santa
Maria da. l< a-Vista.
Mi ria J.-iM-i; dina Emilia de Barros, da cadeira
c> Villa-Bella.
Ai i a Euresita de Barros e Silva, da cadeira de
su'gueiio.
Auna Francisca da O nceicSo Amariz, da cad- ira
de Cabr .
Maria Francisca da Pz i Cr.uha, da cadeira de
Li cpeldmii im SaljiUtiro.
Rita Amelia P me ntel. da cadeira de Ouricury.
Juv-ntina Florentina de Alencar, da cadeira de
Belia-Viata im Ouricury.
Jacintha (jai dida de Alentar, da cadeira de Gra
uno em Ouritnry.
Idaiina Ferrer de Merlo, da cadeira de Pasmado
em Iguari
Joam a Me reir da Costa, da cadeira de Lagoa
des Cavallos em Ourieuiy.
Pedro Vicent* de Asectdo
tumi ictMttf* l)Oll-iaei Por portara
da piescencia de 28 do ci rreute me z e prope sta do
Dr. che fe de polica de s'i foi exc nerado a pedido,
Alvaro Afronto de Oliveira do lugar de Io sup-
p.'ente do tabdelegado do 2 districto da Boa-
Vista ; cemti-do f aia tubstituil-o o actual 2 aup-
plente J' t Alves Bubosa.
laiultlaile de lltreiloReuni-te hon-
tt m a cipni.at.rio ca Untes para te-mar conheci
mete tas hbilitr.><5es des eonriidates, inscriptos
jara o eiccoreo ai oucciado e eujo prazo fiudou
l.ei.tim as 2 hcri.s ta tarde.
A ccrpiig>c.at ju'geu habilitadla te des os candi
date s stcripti s, ot bis. Dit. Olive ira Escore!, Jos
Auttrapi t-.i lltirqie Mile% Jeao Eiysio, Adol
pbt Cune t Mn.oei Perttlla Filbo.
Fe iam apieEei.tites pele 8 lentes es pentos para
o (cncuiso i-cimiata oir cenmietao emposta
dos lentes ccnai Iheiro Silve ra de Seuza, Drt. Cor-
rea ce Aiauje, J' se Hjgino, Barrea Guimaraes e
Meirapsiaetei Ibei dentre is poi.tot apreetntados,
et que im ni meio de tinco e sobre cada materia
dtvim fir cades tes candida tea, qne fcrrxularSo
tobre es rrisn-es as piopts;e,oee, que se propuse-
ii m r. dt tender.
Hej<, 11 11 helas do dia, reunir-sc-ba de
i \ a eengiipi to paia tenar c< nbte neuto do
Irabalbo da n n mifiio e- ;.pj ri\ar es pentcs.
< Inli (mis <.nne* Esta associayao
iimtaia noite ce 11 de Jui.ho prximo o 5o
aLnivertario ta ins al:ac;ao de tua bibliotbeca
runtieal c m i.na h stac Iliteraria im sua sede.
Aehi.motncs convidados pelo conseibo admi-
nittra':vodo club para tssistir a esta feeta, que
tuminoi ccm em br libante earo musical c dan-
tante, cerno Ce stuma [ rop rcitnar este club aoa
seus astee-iadoB e Ci nvidtdes
Agrateiemos a fineza do convite.
Sel* de Oolubro Publicou-se o n. 9 des-
te peridico, oigiio aa rssociat;o dos funeciona-
rii s provinciaes de Pernambuco.
t-eo pie bem i teripto e inttrestante.
Agi>dteemc8o exemplar que nos foi remettido.
Chop ir.
Jenaen.
Bendel.
Brabma.
Knllak.
Wagner-Liazt.
Friedenthal.
Lisxt.
Friedenthal.
Liact.
Farada- No lugai Salzadnbo do 2o distric-
to ca Boa-Vista e no dia 27 do cerrente, s 2 1/2
he ras da tanie o individuo de neme Jos Ricardo
ci iibecido por Jec Crieulo di u uma focada em
Bcbrto Francisco Parde-lba. eonsegundo evadir-
se lego a| a perpetrae;o do delicto.
O sul.deb gado respectivo tomou ccnl.ecim-nto
du faeto.
I)*l' unce me-iileNo dia 28 do corrente,
pelrs 7 hoiae da noite c ne lugar (iiriqui y do 1
dslricto da Bua-Vitta, os individuos de nome
(anaidti de tal, Antonio de tal, irmo d'este e
R.yrjur.do ds tal, espancaram a Loureoco Mar-
que dt Araujo Pinheiro que ficou gravemente fe
rido.
O respectivo subdelegado tefldo conhecimento
do fotte dirigi se para all, mandou conduzir o
efi'Doido paia o bespita), onde foi vis'.oriads,
abrii.do im seguida o respectivo inquerito coutra
es cr-minosos que ceneeguiram evadir-se.
FratricidioNo logar Masagal no t-rrn.
de Palman s, no dia i3 do torrente, Caelano Cor-
rea de Carvalbo, attatsicou com diversas tacadas
w seu i rin.io Jos Correia Franca.
Freso cm fl> granie o criminoso foi recolhido a
eateia c cor-Ira elle abric-se o ccmpettnte inque-
rito Que j leve o ccnviniente destino.
Iiii|in rllitiPelo tubdelegadodo Io dslric-
to Qa G.-ae,-. foi remettido a 28 do corrente ao Dr.
jniz de d reito do 4o districto criminal os inqueri-
los policials precedidos centra Oympio Theodo-
ro Rodrigues finio, Mane- I Materno da Silva e
M ; j n. ni Cantalrce lelitberto de Araujo, por
crines de ltrmenlos graves.
Na metma data o Dr. delegado do 2 districto
da cepita] itmetttu ac Dr. juic de direito do 5"
districto ermioal o inquerito policial procedido
sobre o espanesmento e te-rimen tos que soffreu
Jeao da Si.va Gomes, chefe do trafego da linha
ferrta do Ct zanga, facto tectrrido em Apipucos,
em 26 do andante.
Lanierna nica-Distribuio-se bontem
o n. 190 deeie p>ncaico livre e bcmarietco.
llera aireAnte bcnttm peas 6 1/2 horas da
tarde e na roa Imperial, "i* districto de S. Jos, o
bond n. 38 que desea de AfX.gadoa pelo ramal da
ra do Mrquez de Herval, eemagou o p direito
do teu conductor, chapa 25, de reme Jos Nuces,
qne faiteando da balaustrada, na occasio da co-
bianc*, cabio de aaatradamente aob aa rodaa do
vehculo.
O infeliz, logo apa o desastre foi recolhido a*
hcspitbl Pedro II onde lhe foi amputado oa cinco
dedoa do p etmagado,
Saao mu tira!Realiaar-ae ba amanbS
no espncoto taio do tbeatro de Santa Isabel um
eare musical, nico em o aeu genero neata capital,
dado pelo Sr. Alberto Friedenthal, pianista recen-
te mente che gado a eata capital e de quim dio aa
foihaa, que umea recebido, muito liaongeirai noti-
ciaa.
O piogramma eate, dividido em duas partea
1. Grande Polonaise em La,
bemol
2. a. Bercense
b. Valse postuma
c. O Moinho
d. La Flense
e. Danse hongroise
/. O Ati.que feroz
3. Marcha Tannhuser
4. a. Vem, passarinho meu
6-*deuB(p.raamoe8.
u. i querda s
d. Valso Faust
5. u. Paantaaia sobre Car-
men
6. IdeaHome, 6weet Ho-
me
6. Riiapsodic hongroise n. 2.
Com gara s 8 horas cm ponto.
DlatarlaloNo dia 28 do corrente e s 5 ho-
ras da tarde, na ra Larga do Rosario e no Res-
tau-ant Cbinez de Antonio Manoel da Silva, achaa-
do-se ah o cadete Maia, do 14 batalhao de iofan-
taria, seguido de mais 3 companbeiros sendoumdo
seu bataiha), outro da companhia de ca\aliario e
maia um paiaano, eate ultimo pedio um clice da
branca e aatisfeito, recusou-se aps saboreal a, ao
pagamento, pelo que nao esteve o vendedor o qual
observando-lbe o procedimento indigno teve a
resposta em supapos, pelo que foi chamado all o
delegado do 1- diesricto, ao qual resistiram os
cnesmos cadetes e paisano que s se entregaram a
priso quando Ibes chegaram uii reforco de linha
e outro de cavallaria mandado pelos seus respec-
tivos commandantes.
Foram presos a ordem do commandnte das al-
mas.
(nmpniUiia dramtica Realisou-se
aiite-hjiiteor. eontrme foi aanuuciado, o espect-
culo dedicado elass caixeiral, eubindo a scena o
Vt-lbo e muito conhecido drama dos costumes mili-
tares 29 ou honra e gloria.
O deeempenbo eorreu na forma do costume, sen-
do bastante aplaudido oa artistas encarregados dos
primeiros papis, os .ruaes foram chumados a scena
por diversas vezes.
Antes de cemecar o espectculo e em todos os
intervallos tocou no saldo do theatro uma banda
de msica.
Palmares- D'esta cidade recebemos o se-
guinte :
Como eslava anuuncado teve lugar no dia 21 do
andante o funeral mandado tazer pelo partido con-
servador desta localidade pelo, eterno deseando de
seu sempre lembrado chefe o teaente coronel Aus
trieslino de Castro S Bxrretto.
O acto eateve imponente, quer pela decorar i
do templo quer pelo immeiiso compai-ecimeato de
t migo polticos e particulares do finado.
0 p irtido conservador de Palmares, p is des-
empenhou se galhardamente da micsao que a si ti
nlia impoat > de r-eoder esse ultimo preito a memo-
ria do eidadS i prestante do amigo dedicado, tdo
cedo a si r abad., e a sua familia pe-la iuipl.iu--.bi-
lidade da morte .'... H.-nra poa a um partido,
q'e ap. zar de batido por todos oa lados pelos veo-
daveis do infortunio, trabido pela fortuna, aioda
teve vtaldade bastante par no manir dos tran-
ses por que p-issou com a perda de chefe tdo extre-
m leo, dai a rn-. m ria deste a prova mais evidente
do qnanto Ihemereceu em vida.
Am de cuitas pesseas nutaveis que seria en-
fadonho euum> rar, e-empareceram e assistiramau
acto os Drs Bardo de. A.-ac,-agy, Francisco de B ir-
ros de Lncerda Luiz de Audrada, Lyra, Deome-
iles Ceta, Fiel Graugeiro, Pathii-r, Ciaud'no de
Mello e cor niel A-.oliuario.
Uuia hora depois de falo o acto, reunio-se o
partido no Pacjo da Cmara Municipal e depois de
baver o Dr. Fiel Grangeiro expoato em breves pa-
lavras o fim da reunido, que consista na neceseida
>e em que estava o partido de or^anisar-seconsti-
tuindo a direceo, fiudou pedindo aos amigos pro
sentes que tratassem de substituir o chefe perdido
por qualquer dos amigos, que tivesse sempre
acou.paubado o partido em suas magoas, contrarie-
dades e deres.
Seguio-se com a palavra o Dr. Deomedes Costa,
que abundando em largas consideracoes sobre a
necessidade- que havia de unido, concordia e disci-
plina, que cm teu entender deveria ter ainda
inaieT de que no tempo do chefe perdido ; concluio
limbnndo acs amigos para oceupar um tal lugar
o nome do Dr. Fiel Grangeiro.
Poeta a proposta a votos foi aceita unan-memen-
te per todos que ai?m delles deram manifestacoes
signfinicativas de agrado ; porm, tendo o mesmo
Dr. declarado que s acceitava a incumbencia
de, na c^uadra diflit il porque passa o partido diri -
g-l-o, te :he desse m tres auxilires, foram para isso
propostos. e unnimemente acceitos os Srs. t-nen-
te Jodo Felii Pertira, Dr. Jos do Castro e Joo
Abilio de Barros.
A rtunido foi presidida pelo Dr Fiel Gra"geiro
f- ndo etmo secretario o Dr. Luiz de Andrada e o
tenenfe Jeao Flix Pereira, a ella e< mpaieceram
iniia de oitenta clctoree alm das adhesoes doa
que ndo pode ram comparecer mais que declararais
est rern pelo qiie se resolvesse.
De tudo se lavrou uma acta em que todos assig-
naram.
Oh preroN eorrenlea do ansacar
para o agrlculloreaVeio.hontem ao nos-
so escriptono uma terrmistao representando a di-
rectora da Asacci o Commercial Agrcola e pe-
dio-nos a publicando da tabella abaixo, acompanha-
da do con.mentaric respectivo, declarando-nos te-
rem sido essvs es presos do assucar para os agri-
cultores, durante o mez que hoje finda.
Satistazeudo ao pedido que nos feito pela di-
rectora de to distincta Associa^o, cumpre-nos
declarar que as cota^oes do gecero, diariamente
publicadas cm a nessa parte commercial, nes sao
fornecidies por negoeiantea deeta praca, que nos
merecem e continuad a merecer inteiro crdito.
Eis a tabella :
C TApAO DO A8SOCAB
(Mercadopara osogricultore)
Por 15 kilos
Braitco 3* superior
3a boa
3 regular
4 sorte
Somenoa superior
Mascavado purgado bom
Bruto
Retan C
2*1' 0 a 2*500
1*900 a 2*0(0
1*700 a 1*9*0
1*5(0 a 1*700
l*<0il a 1*50J
1*1 *90 a 1*100
*l00 a *900
O mxime dos precos desta tabella to somen
te para stucares que j sao raroa entrarem no
mercado, predominando o mnimo d'S precos para
os assucares que present mente entram no merca-
do por seren em geral de qualidades ms.
Examen de PropagadoraAnte bon-
tem encerraram-se as iuscripc,e3 para os exames
anuuaes que devetn come^ar no dia 3 do mez vin-
douro, s 6 boras da tarde, na sede da escola
ra do Ledo C>i6ado n. 4.
As commistck'S examinadoras acham-se assim
orgamsadas :
Curso preparatorio
Presidente, conselheiro Dr. Piuto Jnior; cora-
mitsarios, Dr. Portella Jnior, pela presidencia,
profeesor Moraes M. lio, pela Inetrucco Publica,
e pn feesor Augusto Wanderlcy, pelo conselho su
perior.
Primeira serie
Preaidente, Dr. Ptrgeutino Galvo; commissa-
ros, Dr. Portella Jnior e profeasorea Martiniano
e Augusto Wanderlty.
Segunda serie
Presidente, Dr. Virginio Marques Carneiro Ledo;
commissarios, Drs. Rodolpho Araujo, Fraoco de
S e Mar tina Jnior.
Terceira serie
Presidente, Dr. Pereira do Carmo; commiaaa-
rioa, Drs Pereira Magalhes, Moreira Dias e Ade-
liuo Junir.
^.Cidade de (lovaana-Recebemos hontem
a Gateta de 25 deate mea, da qual extrahimoa as
aeguintea noticias:
Hospital da MisericordiaAgsra que, pela
lei n 1877, a Santa Casa da Misericordia d'esta
cidade est aojeita a do Recife, nao s com rela-
cio a sua administracio, maia anda qnanto ao
patrimonio, de crer qne o immnndo hospital,
aonde oa mise raveis vo seSmeBte buscar pasaa-
porte para o outro mundo, paaae por nma grande
tranaformaco, afim de qne perca o carcter de
aenzala que tem presentemente.
Quem qnizer con -encer-ae do qne diaemoa re-
lativamente ao hospital da Miaerieordia, ou tiver
neceaaidade de um vomitorio, faca e sacrificio de
ir 4 Santa Casa.
Admira qne oa rendimentoe da Santa Casa
addicionadoa ao auxilio provincial (que nunca des-
preaam aa algibeiraa de bignem) nao ebeguem
para melhorar o hospital!
E' demaial subtrabe ie at o dinkeiro dea-
tinado a aoccorrer oa misera veis!
GoyanntnhaSao de aoaeo correapondenle
estas palavraa :
No da 15 degte mes, no lugar Jangadeira
deste districto, Antonio Floriano ferio com um
tiro de espingarda a Martiniano de tal.
Vamoa mal de polica.
Na noite de 17, o eabo Eduardo, comman-
dante do destacamento policial d'aqui, aurrou a
lefle o paiaano Vital Camundongo, por eate ter
dito que nao poda fazer aentinella n'aquella noite,
por achar se doente.
O subdelegado, em satisfaco ao alludido
cabo, mandou o paciente, todo contundido, fazer a
aentinella, aob ameaca de ir para o tronco ae des-
obedeceaae.
Contina a andar armado de taca e pistola,
alm do r, t ;, a todas as h>ras do dia e no aaeio
do povoado, o soldado Antonio Vieira Lagar-
tixa. a
Obras de Jallo Vene-Da importante
publicaco das obras de Julio Verne, que eat
sendo falta em Lisboa palo g. Divid Ooraaai, re-
ceberam oa Srs Soarea Quiataa r. C, proprieta-
noa da Livraria Corazzi ao largo do conselheiro
S tldauha Marinbo n. 4, antigo da matriz de Santo
Antonio, o 15 volume das Viagens Maravillosas,
intitulado A ilha mysteriosa, 2 parte O Abando-
nado.
Agradacemoa a offerta que nos fizeram os Srs.
Sjares Quiutaa & C., de um exemplar.
Paquetea do PaelfleeDos Sra. Wil-
sou, Sous & C. dignos agentes da Companhia dos
paquetes inglezes da linha do Pacifico, recebemos
hontem a seguinte corninuniancao :
< Como agentes dos piquetes inglezea da linha
do Pacfico, avisamos a Vv. Ss. que, segundo tele-
gramma por nos recebido do Rio de Janeiro, esto
suspensas as quarentenaa dos vapores procedentes
do Chile; em vista do que tocaro d'ora em diante
neste porto os noasos paquetes que vierem desta
procedencia.
I.merm do I.spirilt. Santo A Roda
da Fortuua, ra Larga do Roaario n. 36, vendeu
o bilhete n. 6396 desta lotera premiado com
60:00-1*000, assim como as approximacoes e o de
n. 3936 eom UO.000.
Retn to medicaA que se achava an
nunciada, verifcou-se hontem s 11 horas da ma-
cha no predio em que funecioua a inspectora de
hygene publica d'esta cidade, com previa autj-
risa^ao do Exm. Sr. presiente da provincia.
Estivcram presentes oa Drs. S Pereira, Itiy-
mundo Bandeira, Santa Rosi, Carneiro da Cunba,
Barros Carneiro, Alcebiades Velloso, ErmirijCou-
tinho, Joo Paulo, Lopes Pessoa, Jos Flix, Car-
neiro Ledo Curio, Barros Sobrinho, Matheus Vhz,
Cysneiro, Mase ireuhas, CielhoLeite, Finn i Xa-
vier, Fragoso, Silveira, Seraphim, Joai' Domin-
(;ui s, Themufo, Barreto Sampaio, Mello Gom-a,
Nereo, Joaquim Loureiro, Orqueira Liite e Use-
da, sendo o fim da reunido co stiturem uma 80
ciedade scientifca e da b -neficencia mutua.
Acclamado presidente o Dr. Alccbades Vellozo,
nomeou para secretarios os Urs. Curio e C-rqu-i-
ra Le i te.
Depois de longa discusso deliberou-se nomc-ir
urna conmisado de cinco aocioa para apreseuturem
o prejecfo de estatutos, recahindo a nomea^do so-
bre, oa Drs. Ennero Coutiaho. Riyn.undo Ban-
deira, Carneiro da Cuiiha, Co lho Leite c Matheas
V^z.
Tendo pedido recusa o Ur. Ermirio Couti iba
foi nomeado para aubiital-o o Dr. Joaquim L u-
reiro.
Em seguida foi deliberado unnimemente que
fossem c mvidados os pbarmaceuticos .eaideutes
n'esta ei lade para fazerem parte da sociedade,
podend i compareeeri-in na aegninte s asao, a qual
tvi lugar no prcximi domingo, :"> de Jnnho, s
11 lloras do da na sede da mesan inspectora,
ruado Birao-ta Victoria n. 32.
Club liitterario do CaboTeve lutrar
a eleivaj deate Club no dia 26 ilo corrente teudo o
rebultado seguinte :
PresidentePadre Manoel Pereira da Cruz.
1." setTi-tario Ciar-indo Hermeto Lins.
2." secretarioCrispo Corii Crespo.
Th.es mreiroJoaquim Dias da Si.va.
Bblijth-carioPi-ofessor Adolpho L. da Albu-
querque.
OradorDr. Lut Salazar da Veiga Pessoa.
C mmissao de .-yndicanciaCapitao Agricio
Luis, capitao Florentino Cavalcante de Albuquer-
que, capitao Joo Campello Lins.
liar.uraa eia puntea urbana*Lo-
se na Revista daEngtnharia :
O aecre8cmo de populando e de trafico as ci
Jadea modernas situadas inargem de ros, como
Londres, Pars; etc., tem exigido a construcedo de
poutes muito aproximadas, e o alargamento de
algumas antigs, que ligam as extremidades das
grandes arterias de communicaco. Os engenhei-
ros encarregados de planejar pontes neasas con-
dicSes devem ter muito em v8ta as exigencias do
trafego futuro afim de evi'ar deapeza e trabalhoa
posteriores de alargamento, que alm disto dea-
figeirain sempre mais ou menos a obra primitiva.
Em Pars, j se augmcutou a largura da poute
de Austerlits, que actualmente de 32 metro,
e trata -se de facer o mesmo pjnte da Concor-
dia, que j tambem insufciente para as ne
cessidadea da circulando. Esta ponte tem 150 me-
tros de compndo aobre 20 raetroa de largura, que
ser augmentada de mais 10 metros prr meio de
estrado) metallicos ajustados na obra : ctual, a
montante e jusante da ponte, ou accrescentau-
do-se as abobodas existentes, de moflo a'conser-
var o eixo da ponte na mesma poscao. como exige
a symetria e disposico doa edificioa cir; umvizi-
nhos.
A ponte da Concordia, uma das bellas pintes
do Sena, tem 100 annr s. foi come^ada em 1787
terminada em lb70, e ligase ella a lembranca
hstoriea de baver sido a sua parte superior
construida com pedras pmvenenientes da antiga
Bastilha. Os alicerces repousam sobre estacada,
e a ponte tem cinco arcos de vo desigual. O do
meio de 31 metros de abertura, os doua mine-
diatamenle lateraes de 27 metros, e os outros doua
de 26 metros. Os pilares tem tres metros de es
pessura.
O f iiiiii i-I mala extensoL-se na Re-
vista da Engenharia :
Uma obra de engenharia que levou um aeculo a
conatruir-se, i.ao pode deixar de 1 flerecer pontoa
iuteies8autis cm sua historia, e Ilustrar a marcha
dos acwiitt ciineiitos em to luogo espato de tempo.
Um exemplo desta especie o tunnel nao ha mul-
to acabado, e principiado ha mais de 100 annos.
Este tunnel cu ad to, como estrictemente deve
chamar se, est situado em Schemnitz, na Hun-
gra.
Sua construcedo foi decidida em 1792, coro o
fim de dar escoamento s aguas das minas de
Sebimnitz, para as partes mais baixas do valle.
A obra est agora completa, e segundo o Brau-
zeitung fur Urgarn, forma o mais long tunnel
do mundo, teudo 10,27 milhas de comprido, ou
cerca de uma milha mais do que o tnel de S.
Guthardo e duas e meia milhas mais do que o de
Mont-Cenis.
A altura de nove ps e de dec pollegadaa e a
largura, cinco ps e trez pollegadaa.
Eate tunnel, que levou tanto tempo a fazer-se
custou muito perto de um inilho esterliuo (10{
mil eontos) mais o dinheiro parece ter sido b- m
gasto ; pelo menos a preseote geraco nao tem
motivo de censurar ; porquanto a economia que
eata obra permittio realisar, dispensando o em
prego de apparelho8 para elevar a agua, sobe a
i 15,000 por auna, (150;000*'.00).
Ha outro ponto digno de u ticia. e qut, ei
temos aobre oa nossos antepassados vantagens em
applicavea meeliaucas, ti iham elles sobre n
a do preco do trabalho. O contracto orignal para
o tunnel de Schemnitz, feito em 1792, estabelecia
que a obra devia ficar prompta em trinta annos
e custaria 7, (70* por jarda corrente).
Durante onae anuos a obra foi feita por este
preco, porm a revolucdo tranceza fez alfar em
tal melida o cnsto do trabalho e materiaes, que
por trinta annos piuco adiantorj.
Noa du* annoa seguintes progre lio muito e de-
pois a obra parou por vate annoa at que a
agua ameac.u aubmergir aa minas completa-
meute.
Afinal o tunnel terminou-ae em 1878, custando
a ultima parte 22 por jarda (220*; ou maia de
trea veces o preso do contracto original.
A cal lele- As cabecaa calvas sdo um dos
mais ootaveis caractersticos da civilieacdo moder-
na, di* o Phrenologioal Journal. Deve-se, sem dn-
vida attrlbar esse pbenomeno actividade ner-
vosa do noaao tempo, porque especialmente noa
centroa de populaco onde o commercio e a cul-
tura inti llectual chegaro ao maia elevado grau de
presado, que elle ae manifesta. Metade, pelo me-
nos, doa homene de qaarenta annos, sao calvos, e
quanto s malhera aa mesma edade, poucaa ha-
vera que, deep jadas doa eabelloa poaticoa, poaaam
moatrar no cabello o que a Eacrptara chama a
tua gloria.
C-rtoB phyaielegiataa ebegam a afBrmarque nao
vem longe o tempo em qie oa iogleaea, oa trance-
zea, oa aMemee e oa americanos bao de qnasi to-
do* aer calvo*.
A queda doa cabello tem quaai sempre por or-
gem nma nutricio incompleta do follicnlo pilloso,
e ebsa anemia local pode ser devida a maitaa e va-
riadas canaaa. Em certos caaos, por exemplo, na
febre typhoide, produs-se sbitamente, e v-se de
um dia para o outro a calvicie manifestar-se; mas
ordinariamente aa papillas nervosas do couro ca-
belludo, cuja inaeco determinara esse defeito de
nutricio, recuperara a sua energa propria, e oa
cabelles reapparecem.
Certas doenota da pe le, podem egualraante, de-
terminar ama calvicie temporaria ou permanente-
mente. Em g-ral todo o que diainue a energa
constitucional de natnreza a fazer rarear oa ca-
bellos. Ve-ae maitaa vezes aa mulherea que ama-
mentam os filos encalvecerem mais ou men du-
rante o periodo de lacta^o, e bastar-lhes um pou
co de deacaoc-j, alguna tonicoa e uma alimentaco
fortificante para readqniirem os eabelloa per-
didos.
Nao parece, comtado, que a calvicie fa idade
aejt uecesaarlamente associada a um enfraqueci-
mento sensvel das forcas vitaes. Em mu tos ca-
sos, uma particularidade hereditaria, que appa-
rece entre os trinta e cinco e quarenta anaos, des-
envolvendo-se gradualmente; mas a causa directa
a insufficieucia de nutrico do couro cabelludo,
sempre a mesma.
Essa insuficiencia torna-se at nm certo ponto
constitucional de sorte que o bulbo pilloso ; caba
por se obliterar completamente ; 03 seus capillares-
desapparecero, o folliculpo nao marcado p^la
mais ligeira depresso no couro cabelludo, e jus-
tamente isso o que lhe d essa especie de lustro
to notavel, e qu* muita gente suppe ser arti-
ficial.
Admitte-ee geralmente que a calvicie ndo ap-
parece emquauto o couro cabelludo coutin uma
propor^o sufficiente de tecido gorduroso ; e assim
se explica o facto das mulheres nao perderem os
cabelles to cedo como os h mors.
Nos lados e na regido posteiior da cabeca, nos
pontos oude insidem os msculos ha mais tecido
gorduroso que 00 alto do crneo; por isso as cal-
vicies ordinarias sao todas no alto da cabeca.
Se as perdas de tecido ua eapessura do couro
cabelludo concorr.m para a calvicie, pode-se ad-
mttir que tudo o que tende a conservar-lhe a sua
conaiatt ncia normal, devo ajudar a salvar os ca-
bellos
Importa, pois, cuidar desse tecido quando d
Biguaes de doenca, tspeeialmeute da especie que
se manifesta pela formaedo sobre a epiderroe des-
eas pequenaa escamas anlogas semeas, e qui-
se eliaiii-iiu d.-mmumente caspa. Esse expoliafao
sempre fcil de atalhar e a precauco pode bastar
para conj'irar a queda dos cabellos, que deveria
quasi fatalmente seguir se-'he.
Coucluindo diremos que a queda do cabello o
resultado da uma doeuca, para a qu_l o melhor
meio de ilefesa a hygene rigorosa dr couro ca-
belludo, a limpesa cuidada da cabera, precet
que a maior parte da gente desatiende por falta
de te-iipo u algunscaSvS 1 xtraorlinarios, masquiei
sempre por ignorancia >iu elesleixo, me invenientes
que os enfermos ; ae lemb.-am de remediar quan-
do j larde.
febre per-
Olrecturta dai obran *e couaerva
cao leu porioiUoietim meteorologij'j di
iii _'J d Maio ue 1837 :
-iora- 1 ', T. HS0 Barom-tro a' Oo " 0 5 3
6 m. 9 \ 3 t. ; 35-8 27'3 -8'-l 276 26't 759m79j 18,11 7;i 18.11 760en82 18,76 i59m72 17,50 7iU".| 18.1 i 73 66 67 63 >>.<
Temperatura mxima .'8,75.
Dita mni 25*,50.
Evaporac;*.) mi 2i horasao sol: >>"',<> ; asom-
bra: 4,i.
Chuva- 0">,9.
Diiecvao do vento: SSE e SE alternados de
meia u.-itc a' -1 horas e 10 minutos da macha; Sh
at 10 horas e 16 miou'os; SE e SSE alternados
at meia noite.
Vtiojidade media do vento : 4ra,90 por segundo.
\ebulo8idade media: 0.47.
Boletim do porto
1! -su C Dia Horas 916 da marcha 356 da tarde 955 415 mauhd Altura
P. M. B. M. P. M. B. vi. 29 de Maio o m 30 de Maio 2,n>40 0.">89 2,n>23 0,ni97
li*ll Hoje:
Pelo agente Urito, s 11 horas, ra de Pedro
Alfonso n. 43, de predios e de uma obrigac;o de
te3 contos de ria.
Pelo agente Pestaa, s 11 horas, na ra do
Vigario n. 12, de predios e terreno.
Pe/o agente Modesto Baptista, s 10 horas,
ra f- de Marco n. 12, de roupa feitas.
Peo agente Alfredo Gumaraes, s 11 horas, na
ra do Bom-Jesus n. 49, de cha avariado.
Auitiiii.i :
Pelo agente Pestaa, s 11 horas, ra do Vie
gario n. 12, de predios.
Pelo agente Modesto Baptista, s 11 horas, na
ra Estreita do Rosario n. 24. de predio.
Pelo agente Martina, s 11 horas, na ra Au-
gusta n. 131, de movis diversos.
MiNa*i funebrea.Serao celebradas :
hoje :
A's 6 horas, na igreja da Penha, pela alma do
capitao Antonio de S Lfeito.
Amanh :
A's 8 horas, na Ordem 3* de fossa SeDhora do
('.armo, pela alma do ccmmendador Jos Pedro daa
Neves.
Quinta feira :
A's 8 horas, na igreja da Madre de Deus, pela
alma do commendador Jos Pedro das Neves.
Operario di urajeaFoi praticada no
hospital Pedro II, no da 30 do corrente, a se-
guiote :
Peio Dr. Malaquias;
Auiputaco por descrticulacao dos cinco dedos do
p direito p--lo proc sao de Lisfranc, indicada por
esmagameuto por biod.
Cana de DelencoMovimento dos pre-
sos da Casa de Detencao do Recife no dia 29 do
corrente :
Existiam 350; entraram 8; sabio 1; existem
357.
A saber :
Nacionaes 328 ; mulheres 7 ; estrangeiros 13;
escravos sectenciados 3 ; idem processados ;
dem de correeco 4.Total 357.
Arralados 325.
Bona 304 ; doentes 21.Total 325.
Movimeoio da enfermara.
Teve alta:
Jos Vieira de Paiva.
Lotera da provincia HOJE, 31
do corrente, s 4 horas da tarde, se extrahir
5a loteras, em beneficio da matriz de Itamb,
e, no cousistoro da igieja de Nossa Senhora da
Uonccico dos Militares.
No meemo coosisrorio estarlo expostas as ur-
ane as eapheras a apreciaco do publico.
Luiena da edrteA 204 loieria da cor-
te, pelo novo plano, cujo premio grande de-----
30:000*000 ser extrahida no dia .. do cor-
reate.
Os bilhetes acham-se venda na praca da In-
dependencia na. 37 e 39.
Tambem acham-se venda na Casa da For-
tana ra Primeiro de Marco n. 23, de Martins
Fiu*a & C.
Lotera dotlro-ParA lotera desta
provincia, pelo novo plano, cujo premio grande
120:000*000, ser extrahida no dia 4 de Ju-
nho.
Bilhetes venda na Casa do Ouro, ra do Ba-
ro da Victoria n. 40 de Joo Joaquim da Costa
Lena
Tambem acham-se venda na Casa da For-
tuna i ra Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Fiusa & C.
Lotera da provinciaA 5* lotera em
beneficio da matriz da villa de Itamb ser ex-
trahida hoje 31 do carrate, as 4 boras da tar-
de.
Os bilhetes garantidos acham-se venda na
Casa Felia na prca da Independencia na. 37
e 39.
Tambem acham-se 4 venda na Caaa da Fortuna
ma Primeiro de Mareo n. 83 de Mariis F.a-
aa&C.
Lotera da Parah y baEata loara cajo
premio grande de 20:000*000 aera extrahida no
dia 2 de Junho 's 3 horas da tarde.
Oa bilhetes acham-se venda na Casa do Ouro
ra do Bario da Victoria n- 40 de Jlo Joa-
qnim da Costa Leite.
Lotera do Espirito Santo-Esta lote-
ra cujo premio grande 60:000*000, ser extra-
hida no dia 3 do corrente.
Oa bilhetea acham-ae venda aa Roda da For-
tuna roa Larga do Rosario n. 36.
Tombem acham-se venda na Casa Feli* na
pra>a da Iodependeneia ns. 37 e 30.
Lotera da provincia do Paran
A 15 lotera desta provincia,pelo novo plano, cu-
jo premio grande de 15:000*000, se extrahir
ao dia .. de Maio.
Bilhotea a vonda aa Caaa da Fortuna, ra
Primeiro de Marco n. 23, de Martins Fiuza Se, C.
Lotera de lagoa A 17' parte desta
lotera, pelo novo plano, cujo premio grande
de 15:000*000, ser extrahida no dia .. do cor-
rente.
Os bilhetes acham-se venda na Cas Feliz
praca da Independeucia ns. 37 e 39.
Tambem acham-se venda na Casa da Fortu-
na ra Primeiro de MarcJ n. 23, Martins
Fiuza et C, e na Esmeralda, ra Larga do Rosa-
rio n. 24.
Cemiterio publico.Obituario do da 26
de Maio :
Jodo, Peruambuco, 6 mezes, S. Jos
ciciosa.
Maria Francisca, Cear, 29 annos, solteira, Boa
Vista ; dyarrha.
Floriano Jos de Almeida, Pernambuco, 29 an-
noa, solteira, Boa-Vista : tubrculos oulmona-
res.
Bento Rodrigues da Silva, Pernambuco, 59 an-
cos, aolteiro, Boa-Vista ; bronehite.
Francisco Caetano de Assia, Alagoas, 60 annos,
casaio, Boa-Vista ; tubereuus pulmonares.
Sabino, Marauhao, 5J annos, aolteiro, Boa-Vis-
ta : darrhea.
Maaoel, Pernambuco, horas, S. Jos; conges-
tao.
Beoto Francisco da Cunha, Pernambuco, 4<0 an-
nos, casado, Boa-Vista ; insuficiencia nitral.
Felippe, Pernambuco, licite; asphixia.
Manoel, Pernambuco, 11 mezes. Boa Vista;
COIlVUlsOdS .
Manoel, Pernambuco, 7 dias, draga ; espasmo.
luu cenca, Pernambuco, 35 annos, solteira, S.
Jos ; febre typbica.
Alina, Pernambuco, 2 ra-zes, Boa-Vista; eclam
psia.
J s, Pernambuco, 2 dias, Boa-Vista : hemor-
rhagia.
Albina Thereza Ja C:iieeic.ao, Parahyba, 25
ann-is, casada, Boa-Vista; taere ilos pulm -nares.
Vicente Ferreira le Arauj 1, Pernambuco, 46
ann >s, viuvo, Santo Antonia ; dyarrha.
Ciaudina Mana da U mceiuo, Pernambuco, 60
anii-s, solteira, Boa-VUta ; cacbexia palustre.
J rio Nepomuce no Alves, 40 annos, viuvo, Boa-
ir'ist 1 ; benberi.
! 3 Claudino ele Miranda, Pernambuco, 40
innos, 80 ir., Boa-Vista; insufficicncia mitral.
M.:i>;, Pernambuco, S das, Santo Amonio ,'
-ui).
Francisca des Chagas Moura, Pernambuco, 14
anuos, viuva, S. Jos ; scirrhose el ri_* 1 i >
iluria da Conc-iclo li dri^ues dos S.mt.?, Per-
-anibuco. 16 ann Bulteira, Boa Yt.i; conges-
t i ulmor.
E-meralJina, Pernambuco, 1 mez, S. -Jo : en-
tente.
AlcxinJnuoPereira dos Santos, Peraambaco.
33 i.-inos, casado, auto Antonio : tysica 2
.
J !.....' sta li-go Lima, Pernambuco, 45
.oiios, casado, Sent Aiitouio ; tubrculoa pulmo-
nares.
Ursulina, Pernambuco, 6 mezes, li a-\
convulaoes.
Auria, Pernambuco, 20 anuos, Afogados ; tu-
berculos pulmonares.
Maria Nicacia, 42 anuos, solteira, Graea : tu-
rereulose.
Joaquim Francisco de Lima, Pcrnambuei, 22
annos, aolteiro, Boa-Vista ; leaao cardiaca.
Mar a Severina, 40 anuos, solteira. l!oa-Vista ;
tubrculos puimouares.
Francisco das Cb gas liamos, Pernan.buc>. 64
;.nno3, casad 1, Boa-Viata ; dyarrha.
Manoel Lourenep dos Santos, Portugal, 43
annoa, casado, Gratja ; apoplexia cerebral.
Apollonio, Pernambuco, 3 mezes, Boa-Vista ;
dentieo.
Jos, P.rnambuo. 17 mezes, Boa-Vista : gas-
tro entenre.
Um feto, Pernambuco. S. .los, remettido pelo
sub lelegado.
Auna Ferreira d& Silva, 35 annoa, aoltriro.
Santo Antonio ; tubrculos pumonarei.
29
Amelia, Pernambuco, 5 annos, Boa-Vista ;
ly;.rrha.
Mariu S verina da Conceifu, Pernambuco, 25
anuos, solteira, Boa-Vista ; tubrculos pulmona-
res.
S iverino Paulo da Silva, 1'ernHrabuco, solteira,
Boa-Vista ; febre perniciosa.
Mnnoel, Pernambuco, 2 anuos, Graga ; pneu-
mona.
Mara, 4 horas, S. Jos ; letano dos recem-aas-
cidos.
Antonio S verino dos Santos, Pernambuco, 2
annos, aolteiro, Santo Autouio : tubrculos pul-
monares.
Manoel Pernambuco, Gratja ; couvulsies.
Um feto do sexo masculino, Pernambuco, Boa-
Vista, remettido pelo suudclegado.
Lm feto do si-xo femluin, Pernambuco, Boa-
Vista, remettido pe o subdelegado.
NDICACES TEIS
Medlcoa
O Dr. Lobo Moscoso, de volta <)e sua
viagem ao Rio de Janeiro, conntia no
oxercicio de sua profissilo. Consltuas das
10 s 12 horas da manha. Especialdides
eperacoes, parto e molestias de sen horas e
meninos. Ra eia Gloria n. 39.
Dr. Brrelo Snmpuio meio-dia s 3 horas no 1. andar da casa
a ra Baro da Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra Seta de Setembro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio medico, ra do Bom-Jesus n. 23,
sobrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
teiro, residencia ra do B. de S. Borja n. 26.
Consultorio : ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das 11 horas da manh3 s 2 da
tarde. Especialidade : molestias e opera-
coes dos orgaos genito-urinarios do hornera
e da mulher.
Dr. Joaqain Loureiro medico e parteiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1.-
andnr de 12 s 2 da tarde ; residencia no
Monteiro.
Dr. Manoel Argollo. Residencia e con-
sultorio ra Duque de Caxias n. 86, 1 *
andar. Consultas das 11 horas s .2 da
tarde nos dias uteis. Telephone n. 283.
Dr. Seve, medico, parteiro e operador,
ra Princeza Isabel n. 7.
Conanltorlo Homceopatlco
O Dr. Miguel Themudo, medico ho-
mceopatico, tem o seu consultorio ra do
Baro da Victoria n. 7,j 1.a andar, onde
d consultas diariamente das 12 s 3 ho-
ras. Chamados por eecripto a qualqner
hora do dia ou aa noite.
O Dr. Murro* Balniraea
Pode ser procurado no esonptoro deste
Diario daa 11 horas da manha s 5 da
Urde, todos oa dias.
Promator publico
O 1." promotor publico, Dr. Freitaa
Henriques, mudou-se da roa da Aurora
para a da Uniao n. 5.
0 Dr. Met mudou seu escriptorio da
u
r
IllGlitl


Diario de Praaml>ociH--rcrfa--icira l r uaiu ue irw
KM.
advocada para ra do Duque do Caxias
n. 50, 1." aadar.
Orogarl
Francisco Manoel da Silva & C. dapo.
sitarioa de toda as especialidades pharmi.
ceuticAS, tintas, drogas, productos chimicw
e medicamentos hommopaticoa, ra do Mar-
ques de Olinda n 23.
trocara
Faria Sobrinho & C> droguista por atta-
cado, rua Mrquez de Olinda n. 40.
Herrarla a Vapor
Serrara a vapor e officina de carapina
de Francisco dos Santos Maocdo, caes
de Capibaribe o. 23. N'este grande esta-
beiecimento, o primeiro da provincia neste
genero, compra-se e vendo se madeiras
de todas as qualidades, serra-se raadeiras
de conta alheia, assim como se preparam
obras de carapina por machinas e por pre-
50 sem competencia Pernambuco.
iaferior ao valor do ris em ouro, porque se d
tna de mil ris em paoel por mil ris em eur>.
Assim todos os contractos desde a depreciacao
do papel, sao teitos, nio segundo o valor do redi
em ooro mas segundo o real em papel. Desde
ento quando se contrahe nm debito de cem mil
ou de um onde contos de ris, eoteude-se que
de papel, e se viesse s ser pago em ouro segundo
o valor da lei, com os OOIOOD, com o cooto ou d
contos de ris que o devedor paga.se, pagara
MOiOOa um como e sWM doze contos de
r,8 s-no mais, segundo a var.edade dos valore,
do temo, to variaveis pelo nome vo do real que
constitu o nosso padro monetario.
D'ahi resulta qu-, seud* o nosso meio reante
ouro com o tal nome de ris, us devedores vira)
a ser enforcados pagando muito mais do que de-
vex O remedio porm na. alterar o nosso cha-
mado padreo monetario, uutn-mtando o valor da
oitava do ouro com maior quantidade de urna cousa
que nao existe nem abstractamente, que no ura
nome: porque a calamidade continuar a ser a
mesina, como nao pode deixar de ser desde que nao
temos padro monetario, pois nao pode ser padrao
l'llBLICiCOES A PEDIDO
O padro monetario
Ha algn annos que me ocoupo da transcen-
dente questo monetaria, j por uui pequeo hvro
que publiquei, j por diversos artigo-: neste Diario.
Mas diffieilinente se l na corte o que as provin-
cias do norto se escreve, por isto se trata da re -
forra do padro monetario sobre a mesoia base do
real ou dos ris, o qu a causa da fl 'Ctuacao de
todos os valores, como tantas vezes temos demons-
trado, sem critica, nem coatestac), se ba er.-o.
sem aceitaco e propaganda se verdadeira a
doutrina.
Como se pretende reformar agora este padrao
com o mesmo vicio de suaorigem,03 ris,donde
nos provm os maiores transtoruoa. ec.nomicos
nao ha remedio seno vfr ainda imprensa com
bater este vicio to radical como pernicioso.
A rcsp'ito do sentido, oa idea que se tem desse
nosso padro monetario, ha um grande equivoco
em que quasi todo o mundo labora, e me retiro
mesmo aos homens da ciencia. Pensa-se que te-
mos podrc monetario e o nio o tem >s ; donde re-
sulta a inconstancia e variabilidade de todos os
valores, muguein podendo saber o que p.issue, o
que deve ou do que eredor, porque na. ha urna
medida de valor que sirva de unidade e termo de
comparaco para tod is os valores ou o valor de
todos os objectJS. O propioSr. Belisario poe esta
idea muito patente nss poucas seguirte palavras
de sen relatorio:
o Nao me occuparei em desenvolver mais esta
these, lembrand.i-vos anda a opinio hoje corrente
sobre o valor do ouro, de molo que o padro da
lei de 1846 de 1 O > l por oitava de 22 quilates,
nao corresponde realidade, o ouro vale efeotiva-
mente mais, circunstancia esta tainbem digna de
attenco.
l'jr abi se v cora, o nosso padro, credo pela
lei de 46 de 4<)00 por oitava de ouro ; mas
tamb-m se v que o ouro effeetivaiiiente vale mais.
Mais o que V
Mais ris.
E o que ris 'i
E' o plural do real.
E o quo o real ?
Pola lei c 41. a (jiiatro vezes milsima parte
de umi oitava de ouro Je 22 quilates.
Se o real a qu.tro vez-s milsima parte de
urna oitivade ouro, co.n. que o o irj vale mais
de 4'JO0 por oitava
Nao se coub'ce nada na natureza quo se cham '
real, seu. umi certa e dete'minada pareella da
oitava de ouro.
Logo o nome rea' o Jesigostivo de tai parcella
de ouro.
Logo como pode essa parcella valer mais do qu?
i que indica o s< u no'ne, ou do que ella inesmaV
Se esse nome B'gu fi asse >.utra cousa, qu-lquer
OUtro valor, potera ser mal ap.Jicado qualifleando
e3sa parcela de or i, po ler-se-hl achal-o mal
applicado, e dizer-s- que o OJro vale mais.
Mas se o r-al s designa essa pirjella do ouro,
como que o oui- vale maie ?
Mas o que? mus real.
Mas se oreal e ajuelli pireella de ouro e mais
nada, como qu >iqu lia parcella de ouro que se
chama real val mus que real ?
D'ahi resulta que uo temos p idrao de valor ;
por isto vivemos na maior inconstanciae incerteza
soffrendo todo o genero de desastres, sem poder
contar com o qu i te jo >s, sem saber o qne nos de-
ven), e o que pdor anda, o que horroroso,
sendo muitas ve es obrigados a pagar mais e
muito mais do que devem.s, p >rque em todos os
contractos nos obrigamos a patrar tantos r s e o
valor distes r.s varia com a Varieade do cambio,
seja qual for o padro monetario determinado por
lei, sobre a base do real, urna vez queo real nao
cousa alguina, algutn oojecto da naturez*.
E os desastres que este simu aero do p i ir)
monetario produzein uo se aguardam pura quando
for metlico o nosso mi circuame, os -1 :es S.
Exc. trata de prevenir fazendo que o o .ro valha
mais ris.
Se ris fosse alguma cusa qu? val- se traba-
lho, alguma quantidade de prata om que se pu-
desse comprar o ouro, poder-se-bia dizer qoe o
ouro vale miis ris, istu certo peso de ouro
maior peso de prata.
Mi se ris ni nada que se posaa trocar pe)
ouro, mas s nente a quantidade de ouro a que se
quizer chamar ris, com) que pode o ouco valer
mais ou meuos ris ?
As desgracas nao sao, pois, soiente para quan-
do o nossj meio circulante for metlico, ellas o
sao constantes com as grandes e p.-quenas osci-
la^ea do cainiio, ou fnzeuuo eredor perder
grande parte do que Ihe dev m, uu, o que a
grande desgraca, obrigaado o devedor a pagar
muito mais do que d--ve. todo por causa dos taes
ris de nosso cuamalo padri. -njncario, on se d
ao ouro o vailor de H>><) por oitava ou o valor d>-
4, ou 5, ou 6, ou 10, ou 20 JO, porqoa os ris nao
sendo cousa alguma que se troque pelo ouro, nem
cousa alguma que existo n natureza, tanto im-
porta que a lei diga que urna oitava de ouro vale
mil, como um m.iht de ris, como se di:ses?fc
qne vale 10U, cu .OUO, ou um milb2o de estrellas.
S pode ser '7 jo, padro de valor, urna certa
quantidad* da materia, coja forma tenha costado
certa quantidade do trabalbo, como um grao ou
um litro de cevada, urna liara de pao, urna libra
de eobre, urna oitava de prata ou de ouro ou pla-
tina ; porque toioando-se para typo ou padro de
valor qualquer dessas unidades deesas materias,
como to las ellas tem certo valor, porque a sua
p-sio custou certo trabalbo, pode se trocar qual-
quer dellas por todas as outrai cousas, dan lo-se
maior ou menor quan'idade dessas unidade por
maior ou meuor quantidade de qualquer das outras
causas que custaram trabalbo.
Ora se urna pequea quautidade de qualquer
destas materias, cuja forma eustou trabalbo, to-
mada por termo de nnidade pode ser padro de
valor e o padro p>rtanto da syttema monetario,
e entre ellas o ouro, o mema corruptiva! e o de
m nos variaVt-I valjr, se s pode ser padro de va-
lor um 1 certa quintidade de materia de qualquer
modo tiabalbada que se troque pelas outraa, como
que se vi buscar um nomo qae nem de cousa
ficticia ou imaginaria, um uunae que apenas mn
som articulado sem sigubear cousa algumareal
para dar o val r do ouro e diaer se que elle vale
tuais ou menos ris se o real nada ?
Se o real alguma cousa, certa qrtantidade,
on quantidade certa de ouro.
Se certa quantidade de ouro, como que eesa
quantidade Val* mais ou menos de real.
Logo o real nam cousa.
E se outra couaa o que essa outra cousa cha-
madareal?
Logo, ou nao nada oa s pode ser certa quan-
tidade de ouro.
Se certa quantidadeado ouro, esa* quan-
tidadeade ouro n 1 v.ib menos do que essa
mesan quautidadeu)0 uoro, porque ella o
typo, o padro de Valor, p-ds que o padro meue-
tario o padrJ de to los os valores.
L.go, a ndm, nao pode dizer qoe o ooro vale
mais on menos rei8, pois que os res disignam urna
quantidade certa d prpno ouro.
D'ani resulta que o execuco dos contractos
dever-se hia faaer o* pagamento 0010 quauti-
dade de aun qne o nme real designa. Mas a de-
pr*ci-"-" da moda papel com o eurao forcado
b: ou tod a (jertubaoo.
O papel depreewaU) nio se tros na quantidade
de ris que nelle se iMomvw par outros Untos ris
em onrs.
DiMrtt a dapieciaco da moda todos os contrae
tos, toda as compras e vendas se tem feito, nao
pelo valor do* ris do onro, mas pelo valor dos ris
do papel, que desde ento tem sido mais oa meaos
.. padru _
de valar urna palavra sem siguificaca. de cousa
;il ruin ,
Porque ha de ser o padrao da moela a oitava
do ouro valuado tantos oa quantosres?
Sj ris nao nada, nao vem olle, serondo de
base do padro monetario, traz?r smente a con
fuzo e a incerteza de todos os valores ?
Se o padr. ha de ser a oitava do ouro com o
valor de tantos ris ou tantas estrellas, ou tantos
suspiros, ou tantas ondas, que tudo ah quer dizer
nada, porque nada ha de ser o padro simples
mente a oitava de ouro ?
E para tornar a unidade mais limitada porque
nao ha de ser a gramma do ouro ?
Ento o remedio para os devedores nao serem |
enforcados quando o meio circulante por metlico,
muito simples ; basta que a lei decrete :
Todas as dividas contrahidas ate eata data,
sero pagas contando se a gramma de ouro pelo
valor de tanto (> valor medio que tioha durante
a b.aixa do cambioon de 20).
Tomada a gramma do ouro para padro mone- !
tario, ella pode ser dividida em cntimos, e o nos-1
so vintem contm quasi exactamente 20 cntimos
de urna gramma do ouro.
E aquelle remedio nao deve ser soment2 parii
quando o meio circulante for metlico.
E" necessario urgente acudir, j ha grande ca-
lamidad';; a clava que est esmagindo os deve-
dor-'S.
Vende-se o assucar, e algodao e o caf, pela
mesma quantidade de ouro ou o cambio esteja al -1
to ou baixi; mas com o cambio alto > agricultor
rebebe menos diubeiro ca pipal, 8 vai coro este
diuheiro quP vale mais ouro pagar divida contra-
hida quando a mesa quantidade de dinheir va-
lia menos ouro, isto vai pigar mjito mais do
que deve, L.go a lei deve tambam dizer :
Todos os pasamentos sero fetos na razo do
cambio a 20
Do contrario a calamidade h.rrorosa e ah, e
no n:rte principalmente, os clamorea vo sendo
cada dia maiores.
Tudo isto se evita para o futuro se for mudado
o nosso padro monetario, uo dando maior valor
nouiual, de rci3, estrellas, suspiros ou ondas ao ou
r, mas simplesmente para certa quantidade de
ouro, designada ou p'lo peso, ou por qualquer no-
me, como d- Luiz, Podro, B-lisario, bago, ou co-
m. melhor soar ao ouvido, enn tanto que este no-
m-. se ^ue a um certo peso do ouro, oitava 01
grammi, 'ijue sirva 011 seja o >ermo da unidade do
systeau mmetario, obr.gitirii de toJoa os con-
tractos sob p-na do nullidade.
Sendo a gramma porexemp'o ea3etermo deuni- (
dade, quando eu coutrahir um debit 1 d-; cem
gramma, esteja o cambio alto ou b.iso, agora ou
uo temp. d. pagamento, acmpre cem grammas
de o.-.ro que teuho de pagar.
Se pago e:n pap-l, e este est depreciado, da
rei mais papel ->ela minha divida.
Se contraio quando o p'p-l est depreciado e j
vtnbo a pagar quando elle' tem subido de valor,
n) pagodeinais porque, a granua urna cousa
cerra, n. cio os ris, que uadi seudo, nenbura '
valor pode fizar.
Send) feito todos o coatrastos, compras O ven 1
das iioa annateus, lojas e mercado3 p-laagram
mas a as fraccoes, conserva-se a p>rmauen:ii
dos valorea s alterad is pela abundancia ou fal-
ta dos gneros, e nunca pir essas flituacoead.
cambio t) violentas que trazem to gran le per-
tur baco, porque a maior parte dellas vem da
questo d.j ris. ,
Sendo o fy3tema sobro a base da gramma de
ouro, quem vai ao banco comprar um saque d ao
banqu-iro tanta3 grammas de ouro por outras tan-
tas na Europa, e mais o lucro da operaco, no que,
relativamente pouco oseilla a variedide.
S; o papel Jo g.vern es' deprecalo, nao s
o banco como em tola a parte esa: papel tem me-
nos valor ; mas isto nao influe no preco nem no
v 1-r drVtodas a3 couaas, pois o valor determi-
nado, m-di do pMa gramma de ouro.
S:haout.o remed 1 fa des-e poique nao o
:!i"l V
Com a conservaeao d 13 taes ris por certo nao
ae pode salvar o paz desta calamitosa desgraca.
Hi tantos ann.s que preg este ssrmo, j em
ivro j em muitos artigos jornalisticos, e nin-
guem ouve, nem para propagar se achim b.m,
nem para criticar soaehiua erro.
Mas aqui interesse serio do paiz nao se discute,
salvo quand alguem tem no negocio interesse
privado.
2c) do Mabde, 1887.
Affonso de Albuquerqite Mella.
R icife
Catende
A o publico
Deparando em um artigo publicado no Dia-
rio d'um dia deste maz, o qual tratava de di-
versos asaumpto, e tambsm fallava em mea nome
e do mui h>urado juiz de paz deste diatrieto, o Sr.
Paulino Antonio Paes dsLima dizeado que eu erm
um pobre hotnem e quasi analphabeto, pois pare-
ce-me que a pobreza nao defeito e craio que nao
podemos ser todos ricos, esta falicidade desejarei
ao meu contendor quam talves naseen no seio da
riqueza.
Q lanto ao ser analphabeto deixo este ponto a
apre;iaco do publico para julgar quem de n3
dois tem maior grao de instruccio.
Julgo que deve ser meu invejoso contendor, que
est mordendo as uuhas por nao ter alean ;ado o
cargo que pretenda, por iaso lancou mo da pea-
na para vomitar suas iras sobre quem nao o pro
curou e nem o procura.
Se elle entende que aahi fora dos limites da lei,
porque nao lancou mo dos recursos que Ihes es-
t) facultados ?!
Saib* qne tudo qoanto escreveu foi urna serie
de calumnias e falsidadeo e se elle quer ser acre-
ditado, bote abaixo a capa do anony no e asaum-
ma a responsabilidado do que escreveu.
rs. edactorea, son um pjbre pai de familia e
nao teuho diuheiro para gastar na imprensa, ve-
nho apenas dar urna satistaco ao publico sensa-
to e nao pretendo voltar, porque as mmbas pos-
sea nao 1 rmitt -m.
Catende. 27 de Maio de 1887.
Joo Manee) de Parias,
escrivo de paz.
lima pagina em bolo
80b esta epigraphe e em nm artigo que publi-
camos em o Diario do domingo prximo pas-
sado, escaparam-nos os seguales erroa que pas-
eamos a corrigir, para evitar duvidas e destruir
juizos temerarios :
Onde se l ouvidas, l-i-seouvid ,3.
Onde se l Ih'as, li-seih'os.
Sylla.
Nova matricula
Pode-so providencias aos Exms. Srs. mi-
nistros da fazenda e da agricultura, e cha-
ma'ae a attenco dos abolicionistas, espe-
cialmente dos da corte, para o modo es
caudaloso por que se fez a nova matricula
dos e8cravos na oollectoria da uidade de
Areia, proincia da Parabyba do Norte, e
provavelmeote etn muitas outras collacto-
rias deata. e de outras provincias f resul-
tando figuraren! como escravos alguns in-
dividuos que foram libertados ha muito
tempo ; outrss, cujos senbores primitivos
os matrieularam pelo simples facto de pos-
sRirea as ma ri -ulas antigs, para aVore-
ceram aos possuidores illegaes, quera ha-
viam vendido por meios criminosos ; in-
nmeros, que sao livres por outras nulida-
des das matriculas, que nao foram fsitas
com as formalidades legaes.
Consta que a maior parte das relajo -s
apresentadas ao coilector desta cidade foi
assignada por procuradores improvisados,
com s-'ienjia do coilector.
Se a le estabeleaen regras para a ma-
tricula e desde que nao tiver silo ella fei-
ta debaixo dessas regras evidentemente
nulU. sem valor legal e por conseguinte li-
vres as pessoas ne.ilt incluidas, como pre-
oeituam os decretos ue 1 de D;znnbro de
l71 e 15 de Novembro de 13/9, avisos
de 4 de Juaho de 1876 e 31 de Margo de
1830, decreto n. 19 de 11 de Juoho de
1879, pag. 463 ; decreto n. 21 de 1880,
pag, 424 ; decreto de 1384, ns. 34 e 35,
pags. 215, 216 e 220; ordena ns. 378 e
394 de 19 de Julho de 1880 2 de Agos-
to do mesmo anno ; e ltimamente a doci-
sao inserta na Provincia n. 100 de^ 6 de
Maio deste anno, pag. 2a, columna 5* epi-
graphe Njva matricula.
Venham as providencias em nome da
justica.
Areia, 17 de Maio de 1837.
M. S.
A innrniHiita Peltoral
81
D-" cajas virtudes especificas tantos annuncios
appareceram em todos os jornaes, urna composi-
co de veg. taes peitoraes e nao contm nenhum
adstringente venenoso ou mortalmente narctico.
E' oreparada em f.-ma de um xarope delicioso,
etc., e um podoroso e effiaz remedio para a irri-
taco dos pulmo-s, anginas, catharro, tosae, cons-
tipacoes, rouquido, affeec -s catarrhaes, esear-
ros de sangue, e todas as innumeraveis molestias
que affectam os org.s da respiraco.
Como oaeantia contra as falsieacoes, obsrve-
se bem que os nomes de Lanman & Kemp venham
estampados em Uttras transparentes no papel do
livrinho que serve de euvoltorio a cada garrafa.
Encentra se venda em todas as pharmacias e
drogaras.
Agentes em Pernambuco, Henry Forster & C,
rua do Commercio n. 8.
Pliotographia
fi irmina da Casta, proprietaria da photogra-
phia, sita rua do Baro da Vietsria n. 12, 2o an-
dar, des-jaud) dar o maior impuls. possiv 1 a ar-
te phot-jgraphica, e couhecendo que para iaso era
necjsaario, attenta extenco do respeetivo tra-
balh abrir urna outra photographia, alm da ac-
tual, nao tem p.upad. despezas e esforr;)3 para
real'saca, desse desidertum, e por isso preparen
no predi, n. 7 da rua 1." de Marc. (aotiga do
C-espi) o aovo estabalecimento phot-gre-phico,
300 o tituloiMiotograptiia Mnilema.
I) .nd conhecimeuto ao pubico desse outro ea-
tabelecimento, qut dever abrir-se no Io de Ju-
nho prximo vindouro, espera que o seu concurso
torne-se cada vez maior, afin de dar maior ani-
iBajo e estimulo quelles que, como a proprieta-
ria das mencionadas photographias, pretendem o
enarandecimento las artes em seu paiz.
O publico pm-nainbucano, portanto, convidado
a 7.sitar aa ditas photographias. e o fazendo po-
der conhecer da perf ci com que sao alli exe-
catados oa trabalhos concernentea arte photo-
graphica, e com ?erteia nao ser or falta de bom
acolhimento, lhaneza de trato e cayalheirismo por
parte do respectivo peas ial, que deixar de conti-
nuar a didpensar-lhe o seu valiosissimo auxilio e
concurso.
Com a aequisicao que tez de machinas as mais
aperteicoadas e com o preparo a capricho dos ala-
Uers se. acham as referidas phothographias, em
coudicoes de satisfaz jr completamente as exigen-
cias do publico, qoer em relaco a retratos de to-
dos 03 tamanhos, inclusive o natural, como vis-
tas, de edificios pblicos, pracas, ras e arrabal-
des desta cidade, algumas das quaea vistas se
acham alli expostas venda.
Iucumbe-se de execuf.ar qualquer trabalbo pho-
tographico fra mesmo dos estabeleeimentos, me
diante ub pre?o rasoavel.
Para dar completa execuco a todos esses tra-
balhos tem cada urna das ph itographias citadas
nmpsasoal techinico habilitadissim, fazendo par-
te do da photographia da rua do Baro da Victo-
ria n. 12 o photographoFlosculo de Magalhei,
e do da photographia Moderna os photograph is L).
J i.iqiiiui Canelas de Castro e Manoet I Inocencio
Menna da C.sta, todos artistas j bastante co-
nhecidos do publico pernambucano.
Terreno no 4rraial
Resposta
O abaixo assigaado, bom conheoido nes-
ta provincia, ondo nasceu, responde ao an-
nuncio anonymo que publicaran! o Diario
e o Jornal de 15 do cprrante.
Qne a cerca de que trata o annuncio,
foi apenas ractificada em linlia recta, em
Fevereiro do anno passado, em vista do
vizinho nico com quem divide. E que
nunca teve costurae de se locupletar da-
quillo que nao lhe pertence, e que tem
seus ttulos bem legaes. E assim, a pes-
soa que se julgar prejudicada tambem te-
r seue documentos, que trate de seus di-
reitos ; chame pessoas habilitadas para pro
ceder a medij.nos torren, que ha ven-
do qualquer duvida ou engao, n5o tem o
menor escrpulo em reparar.
O que nao tea temp) e diuheiro para
tratar de polmicas e aonuncios em jor-
naes por cousa to comisinha ; pois fique
certo o Sr. anonymo que isso nao me com-
plicar a venda do sitio que possuo com to-
da legalidade.
Rufino Manod da Cruz Cousseiro.
|)r. Balihaiar da Silveira m
Especiali dadesfebres, molestias das ,
enancas, dos orgos respiratorios e das \i
senboras.
Presta-se a qualquer chamado para
fon da capital.
H
11"
AMHO
Todos os chamados devem ser dirigi-
dos pharmacia do Dr. Sabino, rua da
Baro da Victoria n. 43, onde se indicar
sua residencia.
}{
}{
Medico
Dr. Silva Ferreira, de volt de sua viagem
Europa, com pratica nos hospitaes de Paris, Vi-
enna e Londres, onde dedicou-se a estados de
partos, molestias de senboras e da pelle, offerece
os secs servicos mdicos ao respeitavel publico
delta capital e ora d'ella, pod-ni ser proeurado
no sen consultoriorua da Cadeia n. 53, de 1 As
3hora8da Carde, on em sua residencia tempora-
ria Punte d'Ucha 55.
Leonor Parto
Rua doliupcradar a. 13
Primeiro andar
Contina a exeantar os mais difficeis
fgurinos rocebidos da Londrw, Patria,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeioaode costara, em bre-
vdade, modicidade em precoz e fino
g osto.
Itiirnmenio importante (S)
Dia a dia vai augmentando o consumo do Pci-
toral de Cambar, o remedio soberano para as mo-
lestias do peito e que to brilhantea provas j tem
dad. da sua grande eficacia.
U jornalismo de quasi todo o Imperio nao tem
deixado de elogiar este excedente preparado ; a
seiencia conaagrou-o eloquentemente, por meio de
attestados valiosos, firmados p.r illustres apost-
los da medicina; o povo, essa grande forca que
representa a voz de Deus, tem prestado as mais
eloquente* provas de reconhecim -nto pelos benefi-
cios prestados humaniladc pelo Peitoral de
Cambar.
E assim devia ser; porque nada mais digno dos
elogios da imprensa, da conaagraco da seiencia e
da gratido popular, do que aquillo que se destina
cura das eif-rmidades que maisafHgem e maior
mal eausam humanidade.
Acabamos de lr nos tres mais importantes e
conceituados jornaes da corte, o Jornal do Com-
mereio, Pai e Gaieta de Noticias, urna eloquente
prpva do que levamos dito, prosa que vem juntar-
se s muitas que j teem sido publicadas.
O Ezm. Sr. Baro de Aveliar Rezende, impor-
tante fazendeiro, proprietario da fazenda de Mat-
to-Dentro, na estrada de ferro Leopoldina (esta-
can de Santa Isabel), que liga o Kio de Janeiro
provincia de Minas Geraes, dirigi-se, pela im-
prensa, ao descobridor e preparador do Petora
de Cambar, nos termos mais liaongeiros, que cou-
stitue um valioso e importante docu liento, cuja
leitura recommendamos a todos quanto se nteres
sam pelo bem estar da humanidade.
Eis o documento :
lllui. Sr. Jos Alvares de Souza Soares.
Atacado de urna forte rouquido, e sem ter tido
alivio algum com o uso de m.iitos medicamen-
tos receitados, experimentei o seu xarope, Pfi-
toral de Camuar. u em poucos das a molestia
o cedeu completamente.
Depois d'este facto tenho aconselhado a di-
versas pessoas o seu remedio, e todas teem lo-
0 grado os melhores resultados. Queira, pois, re-
o ceber miuhas sinceras felicitacoea.
Burdo de Aveliar Rezende.
Fazenda do Matto-Dentro,estaco de Santa Iaa-
bel, estrad 1 de ferro Leopoldina, 18 de Janeiro
de 1887. .
O referido preparado vende-se na agencia
cargo dos Srs. l'ranrUro Hanoel da Sil-
va & C. na Mrquez de Olinda n. 23.
Frasco 25U0, meia duzia 13 o duza 21.
A agencia euvia a quem pedir, condic33 im-
preseas para as vendas por atacado.
Dr. Carpir Lie
veoico
Tem o seu escriptorio rua Duque de Caxias
u. 74, das 12 s 2 horas da tarde, e desta hora
em diante em sua resideucia rua da Santa
Cruz n. 1.
Especialidadesmolestias de senhoras e crian
cae.Tolephone n. 326.
' *~~ ~~
Idvogado
O bacharel Julio de Mello Filho tem o
seu escriptorio de advocada rua Primei-
ro de Marco n. i, Io anaar, onde pide
*er encontrado drs 10 horas da manh s
3 da tarde
Dr. Joo Paulo l
HBDICO
Especialista em partos, molestias de senhoras e
de enancas, com pratica as principaes enterni-
dades e hospitaes de Paris e de Vieona d'Austria.
faz todas as operacoes obsttricas e cirurgicae
concernentes us su aa especialidades.
Consultorio o residencia na rua do Baro da
Victoria (antiga rua Nova) n. 18, 1- andar.
Consultas das 12 s 3 horas ii tarde.
Telepbone n. 467.
Advogado e professor de linguas
O bacharel Eduardo Alfredo de Oveira tem
abrt. o seu escriptorio de advogado rua Io de
Marco n. 4, onde tambem pode ser procurado para
leccionar o inglez, fr-.ueez e allemo, pratica e
theoricamente, nos collegios e casas de familia.
Tambem para a commedidade dos estudantes
e empregados do commercio, resolveu abrir um
curso nocturno das ditas linguas. A tratar no
escriptorio cima referido.
EDITAES
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, medico ocu-
litta, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio dia s
3 horas da tarde, no l." andar da casa
n. 51 rua do Baro da Victoria, ex-
cepto nos domingos e das santificados.
Kesidencia rua Sete de Setembro n.
34. Entrada pela rua da Saudade n. 25.
Advocad
(Foro civil e ecclcsiastIeoy
Bacharel Antonio d i Lellis e Sonza
Pon tes.
Ruado Imperador n. 37 1.- andar.
r. Mello Gomes
Partero
Rua de Paulino Cmara (antiga da Carabea do
Carmo) n. 36, Io andar.
Onde pode ser procurado a qualquer hora do
dia e da noite.
Especialidades ; Febres, molestias das senho
rus e do pulmao, syphilis e sofi'rimentos da ure-
thra.
Acode tambem a qualquer chamado para fra
da capital.
( Quista '
Dr. Ferreira da Silva, consultas
das 9 so meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 rua Larga do
Rosario.
\HVOG\DO
Dli. CLODOALDO LOPES
RUA ESTBEITA DO ROSARIO N. 4
Dr. Coel l)
Medico, paitelra e operador
tendencia rua Baro da Victoria n. 15, 1- andar
Consultorio rua Duque de Caxias n. 59.
D consultas das 11 horas da manh s 2 ds
tarde.
Attende para os chamados a qualquer hor
tolephone n. 449.
Clialcamedico-clrnrca
DO
Dr, Alfredo Gaspar
EspesialidalePartos, m.lestits de saihotai e
eriancas.
Residencia Rua da Imperatriz n.|4, segundo
andar.
Consultorio medico*
cimrgico
O Dr Castro Jess, contando mais de 12 aonot
ie escrupulosa obaervaco, reabre consaltorio ns
ta cidade, rua do Bom Jess (antiga da Crn
n. 23, 1. andar.
Horas de consultad*
De dia : das 11 s 2 da taade.
De noite : das 1 4 e.
as dentis horas da noite ser encontrado nc
sitio traveasa dos Remedio n. 7, primeiro por-
to esquerda, alm lo poro do Dr. Cosme.
O Dr. Thmaz Cfarcez Prannos Montene-
gro, commendador da imperial ordem da
Rosa, juiz de direito especial do commer-
cio desta cidade da Recife e seu termo,
capital da provincia de Pernambuco, por
S. M. o Imperador a quem Deas guar-
de, etc.
Faz saber aos que o presente edital virem oa
delle noticia tiverem. que pir este juizo de direito
especial do commereio, pandea uns autos de exe-
cuco de sentenca entre partes exequsntes Andra-
de Lopes & C. e execatado Antonio Ploriano 1' -
reir Lima, e te.id o se fsito p-uhora em diuheiro
pertencente ao executado, foi em audiencia do dia
26. pelo solicitador Frederico Chaves, aecusada a
mesma penhora, com se v do requerimento se-
gu nte :
Aos 26 de Maio ds 1887, em audiencia do Dr.
juiz de direito esp -ciul do commercio, pedo solici-
tador Frederico Coaves foi aceusada a peob.ra
feita em diubeiro p irtencente a Antonio Fioriaco
Pereira L-mis, e requereu qie ficassem assigna-
dos os 6 das da lei. e deu aos ere-lores ineertos,
passando-oe editaes, o que fji deferido pelo juiz,
precedido o progo do sstylo, do que fiz este.
Eu, Eneas do Reg Barros Falco, escrivo in-
terino.
E' o que se continha em di'.) requerimeoo aqui
copiado, em seguida via-se a peuhora seguinte:
Aos 21 das do mez de Maio de 1887, na Tbe-
souraria de Fazenda desta provincia, onde foram
viudos os officiaes de justica abaixo asignados,
em cumprimente desta c rta precatoria, petico
annexa s inf.rmaco -a e cumpra-se do Sr. inspec-
tor, fiz -raos peahora em mo do respectivo thesou-
reiro nterin 1, naquaatia de l:0X))0), que o de-
vedor Antonio Flonano Pereira de Lemos tem de
hav r da mesma fazeuda nacional aquella quantia
como deposito de cau^o e como fimea do lugar
de eollecor de rendas geraes da Gloria do Groit,
pelo queja fra por este mes no juizo sequestrado
para seguranca e garanta desta execuco, e ficou
ella depositada a cargo do respecrivo thesour^iro
interino, com) tudo onsta das informado es e lau-
camento feito no livro competente de dita reparti-
co, e pura cunstar fiz mos o presente, que assig
natno3.
Eu, Albino de Jess Bandeira, offisinl do juiz >.
Recife, 21 de Maio de 18S7.iVibiiu, offi-ia. do
juizo, Jos Juaqu.m Piuto Martuio, uie.al do
juizo.
Certificamos que depois do lancamena) feito
pelo empregado c.mpitente 103 livros da referida
repartico, intimamos ao th-soureiro interino da
fazniia nacional para n> entregar ao execu'.ado
quantia algum 1 do diuheiro peuhorado sem ordem
deste mesm. juizo, tou entendid.
Recife, 21 de Maio de 1887.OffieJal do juizo,
Albino de Jess Biudeira, Jos Joaquim Porto
Martius. u.ii.-i il do ju z..
Em verJade do requorim-?n?o aqu copiado, o
respectivo escriv. tez pissar o presente edital.
pelo qual e seu the >r ch un to 1 js os credores au-
sentes do ejecutado, para ailegarem seus direito) I
e justica.
E para que cheque ai conhecim'nt. le tolos
manJju pausar o preseuC^ edital, que sera publi-
cado pela imprensa o affixilj uo lugir do coa-
turne.
Dado e passado nesta cidale d. Recife, aes 28
de Maio de 1887.
Sobscrevo e as^igu.. li eif-, 23 Je Maio i-
1887. O escrivo interino, Ivi -ao do lieo Barro-;
Falco.
T'uomaz Qarcez Paran'ios Montene-jro.
O Di1. Joaquim Correia de Oveira Andra-
de, juiz de dir;ito privativo de orbaos
e ausentes nesta comarca do R'.-it-, por
S. M. Inperial o Cons itucional o Sr.
D. Pedro II, a quem Djus guarde, ele. .
Faz saber ao qu o presente edita! virem ou !
delle tiverem ntida, r|iie ni dia 11 de Junhi do
correute anno, dep lis do pre-uehilas as tormili- ;
dales da lei e do estylo ir praea a quem m lis
der, prestaud > fiauca idnea, o arrendameuto por
3 annos do siti) dnuniuadi Gr'. aituadini
freguezia da B i-Vist i, com porto ds mid ira na
entrada, todo murad., com diversas IVujreiras,
urna biixa de capim, um viveiro de apanhir p-i-
xe, um grande caz de tijol > e cal com escada de
pedra e cal, dous jardius c im cntenos para t i-
res, urna casa de banho, tambem de tijolo e el i
coberta de t--lhas com tanque de marmore, borabt
de ferro, urna naso nte d'agua, coeleir estriba-
ra pira dez cavallos, um pequ'uo terrado sobre
columnas de tijolo e cal coberto de telhas, sitio,
cuja casa de viveuda de soorado de um andar
com seto e mirante e tem 98 palmos de frente e
49 de fundo, 9 portas com varandas de ferro na
trente e 5 em cada ni to, 3 salas, 1 sal o par-,
jantar, 4 -juaros, coziuba fra o 1 quartu externo
ao poeate, 3 quartos externos ao nascente, sendo
circulada de tijolo e cal, 1 sala e 1 quartu no so-
to, 3 mellas em cada mirante, 2 salas, 1 saleta
e 10 quartos no pavimento terreo; ann-xo a este
sitio rica um outro, murado no lado do poente, ape
as separado do outro sitio por u na cerca de es
pinho, com frueteiras cae3, estribara, cocheira,
cacimba e lauque, qilart;3 para criad>s, galiubei-
ro, casa terrea para vivenda com sota), teirac.
na frente, 3 salas, 1 saleta, 1 quarto no soto.
E vai praca o arrendameuto do alludido sitio
a requerimento do commendador Jo6 Aotonio
Pinto, inventariante dos bens de sua finada sogra
. Clemeutini Teodora da Silva, e de conformids-
de com a upiuio do Dr curador geral e de todos
os interessadj3
E para constar mandei passar o presente, que
ser publicado pela imprensa e aluzado uo lugar
do cos'.ume.
Dado e passado neat cidade do R.-cife, aos 25
de Maio de 1887.
Eu, Olavo Antonio Ferreira, escriv i, o sub-
screvi.
Joaquim Correia de Oveira Andrade.
decreto n. 9,420 citado e aviso do Ministerio, ds
Justica de 29 de Julho de 1884.
E para que ebegue a noticia a todos mandn;
pastar o presente edi'al qus ser affixado nos la-
gares do costme desta villa e da de S. Jos do
Egvpto, remetiendo se copia a presidencia da
provincia que mandar publicar peda imprensa.
Dado e pascado nesta villa, d -s Abogados de
ingaieira ais 5 d Maio ie 18S7.Eu, Miguel de
Queiroa Amarai, esariv que o eaerrvi. Arge-
miro M irtiuian i da Cunha Qalvo.Est confor-
me.O escrivo, Miguel de Qjiiroz Amarai.
O r. Manoel da Silva Reg offi ial da
Imperial Ordem da Rosa e juiz de direi-
to da provedoria de capellas e residuos
n9Sta comiroa do Rife de, Pernambuco,
por S. M. o Imperador quem Deu
guarde etc.
Faca saber a todos quautos interessar possa que
tica ab Tto o concurso p.r espado de 60 dias
citar desta data, para provimento do cfEeio de
prom.tor de cap-lias e residuos e de curador ge-
ral de ausentes, desta counrca, creado pela lei
provincial n. 1319 de 4 de Fevereiro de 1879,
vago por nao ter o serventuario vitalicio Dr, Joo
de S e A.buquerque entrado em exercicio no
praso que lhe foi marcado, em data de 28 de
Marco ultimo, tudo de conformidade com o Decre-
te n. 9,420 de 28 de Abril de 188". ; devendo den-
tro desse praso os pretendentes ao mencionado
officio apre^eutarem eeus rejuerimentos, acompa-
uhados dos doeum-'ut>s exigidos.
E para que chegue ao culi-cimento de tod*
mandei passar este edital que ser affixado na
porta das audieocias publicas e publicado pela
imorensa.
Dade e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 26 dias do mez de Maio do nns do
nascimeato de Nosso Senhor Jess Chrsto de
1887.
Eu, Luiz da Veiga Pcs3oa, escrivo, aubscrevo
e assigno.
Mi noel da Silva Reg.
Certifico que est, sendo nos logares do eos turne
atusad is os editaes constantes deste traalado.
Recife, 26 de Maio do 1887.U porteiro, Fran-
cisco Manoel de Almeida.
Facilidad de Direito
De o.-dein do Exm. Sr. cnselheiro director inte
rio e de contorm'dade com o art. 1 !9 do Regula-
m-nto complementar, se repee o edital relativo ao
coucurso cuja iuscrip^ao sei encerrada 3 2 horas
da tarde do dia 30 do correte, por ser domingo
o dia 29 em qne deveria terminar o praso para a
referida inscripeo :
De ordem d> Exm. Sr. conselheiro director inte-
rino, de conformidade com o avis. do Miuisterio
d) Imperio, n. 4655, de 29 de Ourubro ultimo,
(abaixo transcripto) faco publico que tica marcado
o oras, de 6 mezes, contados da data deste, para
a iuscripcao dos que pretenderem concorrer ao lu-
gar de lente substituto d-.-sta Faculdaie, que se
acba vag > por ter passado a Catbedraico o Dr.
Jos Hy.ri.io Duarfe Pereira.
Pelo que, todos 03 pretendentes ao dito lugar
pniero apresentar se desde j nesta secretaria
pira assignar .seis nune- no livr.i competente, o
que Ibes pemittido fazer por procurador, oe es-
tiverem a mais de 20 leguas deata cidade ou ti-
verem justo imp -diment..
Ocvem, outrisun, apresentar documentos que
m .s'rem sua qualidadede cidado brasileiro e que
esli. uo gis. de seus direics civis e politicos.
isto certido de b iptiamo, folha corr la n. lugar
de seus domicilios e mais o diploma de doutor ou
bacharel por umi das facuidades de direito do iin-
peno, ou publica turma justificando a impissibi-
lidade da apresentaco do origi ial, e na mesma
oceasio pidero entregar quaesquer documentos
que julgarcn convenientes, ou como titulo de ha-
bilitaco com prevas Je servicos prestados ao
esta humanidade ou a sieucia, djs quaes ae
lli -s i issar r -cibo, to ^ de conformidade com os
.i e 37 di e. n. 1236, do 28 de Abril Je
1834 e 111 <- seguintes do d-- n. 1568, de 21 de
Pevereiro de 1855.
E para que chegue ao conh' cimento de todos
m ludou o mesmo Exm. Se. conselheir i director
interino affixar o presente que ser publicado as
folhi3 desta cidade cuas da corte.
Sccetaria da FacaMade de Direito do ii ti .
29 de Novembro de 1886.O secretario, Jos 11
uorio B. de M iiezes.
2." directoraMinisterio dos Negocioavdo Im-
p-rio.Rio de Janeiro, 29 de Outubro de 188 i
Deca-o a V. S. em respis ta ao seu offieie de 5 do
orrente, que se deve proceder a concurso ua con-
f.rmidade dos vigentes estatutos para o provi-
m uto dos lugares de lentes subst tulos que se
aeharem vagos nessa Faeuldade e dos que vierem
a vagar.
Declaro, outrosim, a V. S. que deve considerar-
se valida a iuacnpv) d)3 candidatoa que se te -
nham iuscriptos para o concurso quo nao se reall-
sar, annuueiado por edital de 1S de Maio do anno
passado, e queiraui concorrer no que se vai abrir.
Deus gnarde a V. S.Baio de Mamor.Sr.
directir interino da Faeuldade nc Direito do Re-
cite.
Conforme.O secretario, Jos Honorio B. d
Menezes.
Secretaria da Faeuldade de Direito do Recife,
20 de Maio de 1887.
O secretan i.
Jos Honorio B. de Menezes.
DECLAMOES
5necttoSecretaria da prenitleu-
cia de Pernambuco em 2) de M -In
de i hs
fur i sta secretaria se faz publico, de contormi
dade com o art. 157 do regulamsuto annexo uo
decreto n. 9,420, de 28 de Abril de 1885, o edital
abaixo transcripto pondo em concurso com o pra
zo dt 60 dias, os oticios de 1 tabelli." do publi-
co, judicial e notas e escrivo de orphos, capel-
las e residuos e 2o tabellio do publiso, judicial e
notas e escrivo do crime, civel e execuco rs ci-
veis, e 08 de partidor e contador e partidor e dis-
tribuidor do termo de S. Jos do Egypto.
Pedro Francisc. C irreia de Oveira.
EDITAL
O Dr. Argemiro Martiniau. da Cuuba Gal vo
juiz in-iinfipal e de orphos dos termos reuni-
dos de Afogados de Iugazeira, provincia de
Pernambuco, por 8. M. I. e C. o Sr. D. Pedro
II a quem Deus guarde, etc.
Faz saber as que o presento edital virem, ou
d'elle noticia tiverem, que nao se tendo habilite-
do na forma do regulamento auuexo ao decreto n.
9,420, de 28 de Abril de 1885, us cidados Manoel
Joaquim de Souza eco e Antonio de Queiroz
Lim\, pretenderes aos otficioa de 1 tabellio do
publico, judicial e notas e escrivo de orphos, ca-
pellas e residuos do termo de S. Jos do Egypto.
conforme o declarou o aviso do Ministerio da Jus-
tica de 16 de Dezembro ultimo, se acbain nova-
mente em coucurso com o prazo de 60 dias, a
contar d'esta data, nao s oe referidos offieius do
lo tabellio do publico, judicial e notas e escrivo
de orpbaos, capellas e residuos, como os de 2" ta-
fo dlies do publico, judicial e notas e escrivo de
crime, civel e execucea civeia, e os de partidor
e contador e partidor e distribuidor do mesmo
municipio, aos quaes nao appareceu preteudente
algum nos primeiros c mcursos e que foram crea-
dos quelles, pelo decreto de 30 de Janeiro de
1834, e estes pela lei provincial n. 504, de 29 de
Maio de 1864, que assim determinan! :
A regencia permanente, e nome do Imperador
o Sr. D. Pedro II. Ha por bem determinar em am-
pliaco ao decreto do Io de Marco do anno passa
do, que em cada urna das villas referidas lujara
dou tabellies do pub'.ico, judicial e notas, sur
viada o Io de escrivo de orphos e dos residuos
e capellae ; e o 2o do escrivo das execucoes ci-
veis e crimes (dc-creto de 1834; Art. 1. Ficam
creados em t.dos oa termos da provincia dous lu-
gares de partidores, nm dos quaei acoumular as
fuaccs de distribuidor, nos termos em que bou-
ver distribuico e o outro as de contador, salvo
o direito adquirido pelos actuaes propietarios.
(Lei pzovincial o. 504.)
Os pretendentes deverio apresentar no referido
prazo suas peticoes instruidas nos termos do art.
14 Io do decreto n. 817 de 30 de Agosto de 1851,
combinado com o art. 3o do decreto;n. 4,668 de 5
de Janeiro de 1871, 11 do decreto n. 8,276 de 16)
de Oucuhro de 1881, 8,52(1 de 13 de Maio de 1882,
O admmiitrador do Consulado Provincial,na
forma do regulamento de 4 de Junho de 1879, faz
publico a quem interessar possa, que, no praso
improrogsvel de 30 dias uteis coutados do 1- de
Juoho prximo, dar-se ha eouieco nesta reparti-
co a cobraoca, livre de multa, dos impostes de
dcima urbana e 25 % sobre a renda dos bena de
raiz pertencentes corporaces de mo morta re-
lativos ao 2- semestre do exrcieio de 188687.
C.nsnlado Provincial do Pernambuco 27 de
Maio de 1887.
Francisco A. de Carvalho Moura.
__ O abaixo assignado lancador do Consulado
Provincial avisa a quem ut'.-ressar possa que vai
proceder aos lancameotos da dcima e dos diver-
sos irapostos proviuciaes para o prximo exercicio
de 1S87 88, as freguezias de S. Frei Pedro Gon-
9alves do R-cife c S. Lourenco da Matta.
Outro sim, dar comeco ao seu trabalho no dia
30 Jo correte percorrendo nesta semana as so-
quintes russ: Mrquez de Olinda, Bom Jess,
Commercio e Largo do Corpo Santo ; pede, pois,
aea resoectivoa inquilmos o contiibuintea para te-
rem de'prompto os seus recibos afim de, sem vis-
ta delles, effectuar a collecti ; no coso em contra
rio arbitrar comolbe autorisa o egulamentodesta
repartico.
1" Seccau do Consulado Provincial 28 de Mai.
de 1887.
O lancador,
Felinto do Reg Barros Pessoa.
__O abiixo assignado, teudo sido designado
por portara desta data expedida pelo Dr. admi-
nistrador, para proceder a codllecta da decima ur-
bana e os mais impostos referentes ao exercicio de
1887 -88, as freguezias de S Jos e Afogados,
previoe aos interessados que, segundo a determi-
naco expressa no regulamento de 4 do Julho de
1879, devero opportuaemente exhibir quasquer
documentos concernentes regnlaridade do ser-
vico da collecta, cuja execuco dar principio pe-
las segnin.es ras: Marcilio Das, Lomas Valen-
tinas e Coronel Suassuna.
1 S*ceo do Consulado Provincia! 27 de Maio
de 1887.
O lancador,
Izidoro T. de Mattos Ferreira.
Tendo sido designado por portara do Illm.
Sr. Dr. administrador desta repartico, para pro-
ceder, as treguezias de Santo Antonio e da Var-
zea, eolleeta dos diversos impostos provineiaes
relativo ao exercicio corrente de 1887^a 1888, as-
sim o declaro aos respectivos cantribuintes aue, na
f.rma do reguUmeto de 4 de Julho de 1879, deve
rao instruir as- redamacoes verbaes que fiserem
em vista de documentos comprobatorias.
Darei principio ao trabalho de qne me acho in-
cumbido no l* de Junho do corrente anno pelas
ras do Imperador, Primeiro de Marco e Caes
Vinte Dous de Novembro, pertencentes a primeira
d'aquellas freguezias.
1 seceo do Consulado Provincial, 28 de otaie
da 1887- ^.
O Mead*,
Joaquim Tranquilino de Lmo> Awrtfc
mmBHI
* Mmmio


man ae rernaJUDucolcr^a-reir 31 de Maio de I*JS7
__Sendo designado por portara do Ilim. 8r. Dr
administrador desta reparticio para proceder a
coMecta dos diversos imposto provlnciaes do pr-
ximo exercicio de 1887 a 1888, na fregu! da
Boa Vista, darei comeco ao dito trabalho no 1 de
Juaho prximo futuro pelaa roa da Imperatrii,
Praca do Conde d'Eu e Cooceiclo.
Previno portante aos contribuintes, psra que i-
hibam na oocasiio do lancamento os seas recibos
on contractos, afim de eritarem reclamacoes fu-
1 scelo do Consalado Provincial, 28 de Maio
d i887- r> i A
O lancador,
Antonio S. Reg Marro.
O abaizo aasignado tendo sido designado
por portarla de 27 do correte, expedida pelo Sr.
Dr. administrador desta reparticio, para farer a
rollecta da decima urbana e mais impostos refe-
centea ao exercicio de 1887 a 1888, as freguezias
no eoasa Senhora da Graca e Poco, que dar
de Nipiono Io de Junho, previne aos Srs. ioquili-
Prioc donos de estabelecimentos, para que os mea-
mos tenbam sem recibo? devidamente legalsados
para exhibil-os no acto da col:ecU, sob pena de
serem arbitrados de conformidade com o % 2 do
art. 25 do regulamento de 4 fie Julho de 1879.
1 scelo do Consulado Provincial, 28 de Maio
de 1887.
O lancador,
Jos de Piho Borges._____
Eflglis M i1 lo Janeiro
Lilei
Capital do Banco....... 1.00O.OC0
Capital realissdo. ....... & 500,000
Fundo de reserva....... 200,000
A cantar desta data e at ulterior reso-
lac3<>, conceder-se-ha juros de dous por
cento ao anno, sobre os salios de dinbeiro
deposita In em canta corrente de movimen-
to no mesmo Banco.
Receb'-s^ tacaban dinheiro em deposito
a juros por prio los determinados, oa su
jeito ao avisa ptvio de trinta das para ser
retira lo, me liante as cndilo* -s d. que se
dir cnbeiimento aos i iteressados.
P rnamcuco, 23 de Maio de 1887.
\Unry K, Gregory,
Gerente.
Coiupanhia de edificado
Communica-se aos Srs. accionistas, que por de-
liberacao da directora, fui resolvido o recolhimento
da 7* prestacio, do capital socal na rszo de 10
por ceoto do valor das respectivas acedes, a qual
devera realisar-se at o dia 14 de Junho prximo
futuro na sede da companhia ao largo de Pedro II
n. 77.
Recife 14 de Maio de 1887.
Gustavo Antunes,
Director secretario.
Consulado de Portugal
em Pernambuco
Por este consulado se fax publico, que tendo
fallecido ab-iotestado o subdit portuguez Doroia-
gos Francisco Ferreira, foi o seu espolio arreen-
dado em conformidade com o que dispoe o decreto
n. 855 de 8 de Novembro de 1851, actualm-ute
em vigor.
Consulaio de Portugal jo Pernambuco, 27 de
Maio de 1887.
Agripino Rodrigues Nogaoira Lima,
Chanciller interino.
Aviso
Santa Casa de Misericordia do
Recife
Na secretaria da Santa Casa arrenda-ae os se-
2uinfes predios :
Rus d> Bom Jess n. 13, 3- andar.
dem dem n. 44. I- andar e loja.
dem do Vigario Thenori > u. 22, 1 sudar.
Id- m id'm n. 25. sobrado.
i lea do Maiquez de Olinda n. 53, 3- andar.
Ide-n do Apollo u. 24. I' an:ar.
Ije i da Mo.la n. 45
Ipiin iiem n. 47.
dem dem n 49.
dem idem n. 37.
dem da Lingoeta 14. 1' a.i.i.
Becco do AWreu n. 2, 2- andar.
Secretaria da Santa Casa di: Misercordu d >
Recife, 25 de a o de 1857
O escrivo intriao,
Francisco G.unes Castellaa.
Companhia do Beberibe
Previne-se aos seubcres soberp'ores das c
coca da ultima emlssa -. le o praso para o pisa-
meuto da segunda prestacio termina no dia 6 do
mes prximo vindouro Fecif 21 de Maio de
1887. O director secrttario,
Jos Eustaquio Ferreira Jacobioa.
Coaapanii>..
dos Irilhos urbanos i lee..!
Caxang
Aviso
Os senhores essignantes desta c.impauhi sa.'
rop.doa a tirar suas assignaturas o mais cedo que
for possvel, visto que ser cobrado a passagem
d'aquelles que nao possara mostrar o bilhete com
ptente.
A emissao dos billetes de assignaturas prin-
cipiar nos trer ultimo'' das u'eis de ead iccz,
find indo a 2 classe no prime'ro dia til do mez
aeguiotc.
O escriptorio est fechido no* dominaos c dias
santificados e n^s sabbados depois de 2.30 J.
tarde.
Riga-se tambem acs srnhores passageiros de
conservar at o fim da viagero a parta do bilhete
uao tirada pelo conductor, sendo es"e considerado
a nica prova do pagamento da passagem.
Escriptorir. da empanhia, 23 d Maio d- 1887.
A. W. SronebtWT Bird.
gerente
O London dt Brasilian Bank, limitad,
recebe dinheiro em conta corrente simples
com os juros de 2 *( ao anno, capitalisa
dos de 6 em 6 mezesJunho e Dezem
bro.
Receba tambem dinheiro em deposito,
com aviso previo de 30 dias, oa fizo a pra-
zi de 3, 4, 6, 9 e 12 mezes, as tazas de
juros, que forera canvencionadas entre as
partes.
As cintas j existentes, vencondo juros
por difiereutes tazas, ficam sem alterajao.
Rocifc, 24 de Maio de 1887.
W. H. Bilton.
Aasembla seral eztraordiaarla
Sao convidados os Srs. accionistas da Compa
nbia de EdificacSo a rennirem-se no da 8 de
Junho praximo fntnsa ao meio dia na sede da so
ciedade, largo de Pedro II u. 77 1 anda para,
em assembla geral diteutirem c approvarem o
trabalho da coinmissao nomeada para a retorma
dos estatutos.
A assembla s e julgar constituida com a
pres^nca de accionistas que representem dous ter-
cos do capital social na forma do art. 65 do de-
creto n. 8,821 de 30 de Oecembro de 1882.
Recife, 24 de Maio de 1887.
Gustavo Antunes,
Director secretario.
DO
BRASIL
Capital
io.ooo.ooo.
dem reallsado S,000:004
A caixa filial d'es'e B'.no funecionaodo'tcni-
p irariamente ra do Commercio n. 38, saca,
vista ou a praz>, contra os seguate! correspon
deir8 no cstranjeir.1 :
Tendo sido marcada para o d-a 5 de Ju'iho a
terceira regat d'Steelub, de orden do Conselho
administrativo convido a quera quizer inscrever
j par- est comparecer na sede do mesmo cih,
tuda as uoite3, daa 7 s horas, a contar de huj-
a: 31 d> corrente mez. quanto definitivameute
t*:m de 9 t encerrada a referida inscrtpcSo
Secretaria do Clob Iutcraacional de R-'gatss.
23 d.- Vlai de 1887 2- secre'ario,
IJompj C. Caaauova.
Companhia do Beberibe
Couvida-se ros Srs. accionistas a virein receber
.i 78 tivideudo na pr porco d.: 500(l p:)r acca i
ou 10 por cen'o cuj pagamento se effectuai n'ea-
te escripro'io das 10 li r:i3 da manhi a 1 hora da
tarde, diariamente at -> ultimo d'csre mez e a i
rlepois a.>d sabbados.
Escriptorio da C >'npanhia do lleberibe, 14 d.-
Maio d.- 1887.
Jos Eustaqui i Ferreira Jacobina,
Director s-cretiirio.
COMMERCIO
B 'sa -'5uert:a[
t^oTAyKS OFPICIAES DA JUNTA DOS CO-
UECTOKES
Recife 30 cLt Maio de 1881
Arjolices jeraes de 5 0/0, valor de 1:UOO000, a
950^000 cada urna,
.'arabio sobre Londres. 5W djv. 1 78 d. por 1,
do biuco.
Sa hora da wtba
Veudtraia-sc :
apolices geraei de 1:0004.
(i presioentt,
Anlnuio Leonardo Rodrigues.
1' secretario,
Eduardo Dutteux.
UltloTA COH1IERCI1L
a emana de 23 a ZH le Mala de
Cambio sobre o Rio de JaneiroSe negociou a
55 d/v com 1/2 0/o de descorno.
Cambio sobre a B bia Na ta coostou.
Cambio sobre Santos dem.
Cambio i-obrt- o Rio Grande do 8ulVudeo-se
Baquen di 6(T o/v cuto J ,'o de descont.
Cambio s ibre o Para Consiou venda a 30 d/
boib 1 /o d" deswiit-).
Cambio sobreLoudres 90 d/v 22 1/8 21 3/4
d/s por l i do Banco.
Cambio sjb/" Pars OrEcial nada coustou.
Cambio sobre Hamburg i Uem.
Cbinbio s.bre?ort3 90 d/v 139 /o do premio
particnUr. ^
Cambio sobro Montevideo Nada cousta cffi
-ialmente.
Cambio sobr Buenos AyresNada consta ofi-
cialmente.
Apolices da divida pablica de 5 A> Valor de
1:000J VMldi la a 9904,
Dita provincial de 7 % u:t'n: a ctc/i
do par.
Companhia .Segu. Iiidemniaadura, Phenix, S -
^aro Aufithrite, Pernambucana, Fia^o e Teci
Jos. Beberibe,Snnta Th:icz Oiuda a Beberibe.
aua coastou offici.il, portu mantera asc.ta-
.;es anteriores.
D..occuto de ettras.9 -/,, ao aun .
CieneroN nai-ioi ae
AgurdenteAs vendastorara de 504 apipa.
Alcool dem idem de 1C05, a pi: Assucar rutraram 35 237Veudss, branco de
4500 a 24300, smenos db 14300 a 14400, mas
i i de 14000 14-'O0, bruto de 90:' 14000
-etnra.- de 700 a 800 rs.
Ai^ da Eutraraic4,147 saccaa I leu de
74200 a 74000 oj 15 k I01 pelaa de 1 sorte do ser-
:1o.
Arroz em eaaca O retalho c de 44 a 44200'o
.reo.
Caf Etrarhin 75 saceos que so retalha de
124 a 154500 03 15 kilos com lu /o-
Ceblas di R ) Grande i) sioi dem entrada,
1 erca de 3,500 ristras quando nao se abri o reta-
Ibo.
Cera de Carnaubaim aiieracao, continuamos
a cota- em lotes klos.
Couro.4 ttalgid.'b seceos Jo:.ia:oo nojiinalraente
-. 580 n. o k lo
Couros verdeaCotamos a 330 rs. o kilo.
Cerveja nacional Nao ha alierac', coutio Jam
?8 preces de G4 a djzia de 1/2 e 54 a de 1/1.
Parraba de mandioca Este artigo continua
ib'isticeulu 25200 e 245 JO o saceo.
Pumo As vendas forsm, conforme a jualidt-
de, de 144 a 214 oa 15 k:l. s.
nina de rasfilioea Sem alteraco. Reta.
A -W a 220 ) e 25500 os 15 kilos.
Graixad Rio Grande doSul A 44500 os 15
k'los nominalmente.
G rdara do Rio da Pi-ataSem chegada.
G'.-nebra nacionalContinua a regular os pro-
jos de 348 ) a 945OO conforme a qualidade.
MelC 'tamm nominalmente a454 a pipa.
Milno Continua o -etalho de 60 a 65 rs. o
k;io.
Pelles eortida Coutinuam sem a'ter 191I0, es
ptecoa de 504 a 804 o cento.
dem em cabello Sabio para 1125 o cento as
a--- caora.
Sal do Ass e Mossor Sem entrada esta se-
mana, o retalbo d 14 alqueire.
Sebo cuadoContinuamos a cotar' a 545C0 os
15 kilos nominalmentCf
Tapioca Se,r: chegada, u retalhi de 35 a
35200 o 15 kilos liquido.
Velas staaiinas io dioOretalho de 310 rs.
o masso com 10 <>/,,.
dem idem da provinciaR-talha as a 280 rs.
o m:i-.- liquido.
Vinagre do RioO r 'talho de 8.3 a 10)5 a
pipa.
Vinbo do RioNao ba.
Xirque j Rio Grande do Sul D.'positi
44,000 arrobas o retalho de 64200 a 740X) os
< 15 kilos.
tieiiero* elrangeiroM
Alfazeina R-;ta!ha-ae de 85 a 84500 os 15 kiLs
l com 10 Vi-
Arroz da IndiaRetalha-se a 25450 a 24500 0,
. 15 kilos com 10 %.
AlpisteRetalha-se de 45800 a 55 os 15 kilos
com 10 ".'..
Azeite de oliveira em barraSeno alteraca 1. o
, retalho de 354X) o gal> com 10 /0.
Dito de dita em latas Sem alteradlo, o reta-
lho de 154000 pir lata om 10 %
Baca.h4o Deposito 10, 00 barricas, que se
i retalha de 195500 a 204000 cada urna.
llauha de porcoO retalho de 400 a 420 rs. a
ibra com 10 /
Batatas portugueza* O retalho de 44 a 1/2
caixa.
Ditas InglezasNao ha no mercado.
BreuO retalho de 144 a 154 a barrica 011
iorme a qualidade.
Carvao de pedraSem alterado, o retalho de
144 a 165 conforme a qualidade.
CanellaO retalho da 14500 o kilo.
Ceblas O retalho de 144 a caixa.
Cervejas O rct.Uu de 65 a 105 conforme a
procedencia.
CementoContinuamos s cotar de 55000 a 84
conforme os fabricautes > peso.
Cominhos') retalho de 175 a 175500 os 15
kilos.
Cravoda IndiaO retalho de2800 kilo.
Parinha de trigoDeposito 9,000 barricas, que
se retalha de 174.00 a 185 a barrica pela ame.i-
cana e 224 a 244 Triestre.
Feijao M ir jado supprido, o reUlhi de 65
a 94 conforme a qoaiidade.
Garratoes vasi.aNio ha altoracao, vode-se
por 14 de 5 giloes e 450 dfl um galSo.;
Doces em ca Ja Contini o retalho di 70.1 a
750 rg. a lata.
Farello do Rio da PraadnUni o retalh d.-
i 00 a 44200 o s.eco.
Dito de LisboaContina o realb. di 1 j 0
458 0) sacco.
Genebra-Ret^Iha-se de 35200 a 145500 con
forme a qualidade e procedencia.
Herv doce Retalha-s a 175500 os 15 kiljs.
K<*rofene Deposito 12,1)00 caixas que se reta-
lha de 35200 a 34300 a lata liquido.
Looca injleza ordinariaSra alteracao o retaib"
de 805 al004 o gigo.
Massa de tom.te Retaiha-se de 750 a S01 r.
a libra conforme a qualidade.
"anteiga cm barrioConti.-iua o retalh) de 750
a 780 rs. para a velha e 800 rs. para a nova.
Dita em latas Cinliuuao latalbo de 14200 a
15350 a libra.
Maesas italianas O r ralh 1 continua de 54 a
755 0 a caixa.
Oleo d linhacaContinua o retalho de 700 a
15700 ogalo eui barril.
Passas cjtnmuusNlo ha no Surca lo.
Ditas finas--Continua o retalh 1 a 115 a caixa.
Papel de embrulb;Couti ua o retalho de. 500
a 15500 eonf rme a qualidade e prncedencia.
Piraeuta da IndiaContinua o ret.'.llu de ... .
14450 a 14500 o kilo.
Plvora iogleza Cjutinua o rotalho de 205
o barril.
Queij 18O retalho pelos fre3C03 24700 a....
24803 um.
Sal estrangeiroSem entrada.
Sardi.;h.iContinua o retalho de 3") I a 320 rs
o 1/4.
ouciebo de Lieb
os 15 k.l a.
Dito americanoContinua 0 retalho de 1050)0
os 15 kdoe.
Velas stearinas dem de 300 a 900 rs. o
tnass-i.
Vinagre de LisboaR-talha-s
a pipa.
Vmho do Lisboa dem de 2154 .1 2304 a pipa.
Dito francezN'j ha.
Dito Figueir, Retalha-se de 2254 a 2404 a
P'P*- ...
iX -.r>.jue do Rio da PrataSem existencia.
Vavlinenio banearl 1
sbcife, 3 J oa maio de 1887 r .
O bancas mantiveranj boje no balcao a tlia de
Lm.ires.......
P..ris.........
HaL".)UrgO.....
Beriim........
1 13 r. mente......
Frankfurt s/ Muin}
Antuerpia.......
Roma...........
Genova.........
aples.........
Miio e ui.ii6 340
cidades de Ita
lia...........
Madrd..........
liare-lona......
Cdiz...........
Malaga.........
Tarragunr......
Valencia e outras I
-idades da Hes
Jpauha e ilhas
C .liaras......
Litba.........1
l'.irto e mais c-1
dades de Por-1
tugal e ilhas. .. 1
Biieiof-Ayrc8 ...
tfonti video......
No. a York......
S/-N. M. R.thschil & S>ns.
De Rothschild Frr, 1.
Deutsche Bank.
' Baoque d'Anvers.
" Banc Genrale e suas
agencias.
Banco Hypoteeario de
Espaa o suas agen-
cias.
Banco de Poitu;
suas agencias.
Eog'ish Bank of tbc Bi-
ver Pate. Limited.
G. Amsirk & C.
Compra saques sobre quilquer pra^a Jo impe-
rio e do estraugeiro.
Recebe dinheiro em cauta correte de inuvi-
inento fora jur"s a tazilo de 2% *o auno e por 1c-
tra^ a :razo a juros conveucio:idos.
O gerente,
William M Web.-ter.
21 3 4 d. sobre Londres e as relativas sebre as
demais prunas.
Kizeram transaccoes a 21 7/8 d.
As I..IH -lliciaes, portauto, fu ara estas :
O IxTBRlIiCIOBAI. :
10 djo vista
Lmdres....... 213/1
Pars........ 437
liaba........
Hamburga...... 541
r\,rtual...... 244
New York......
Do LOHDON IJANh :
0Od/o
Londres....... 213/4
Pana........ 437
Italia........
Hamburc;o...... 541
Portugal...... 244
New-York......
Do Eaar.isH Bank :
_>; i '
441
441
546
246
253:0
vista
21 1/2
411
441
546
'246
24320
90 d/v vUia
Londres....... 21 3/4 21 1/2
Paris........ 437 441
Italia........ 441
Hamburgo...... 541 546
Lisboa e Porto..... 244 246
Principaes cidades de Portu-
gal........ 251
liba dos Acores .... 254
Ilha da Madeira .... 251
NVw-York...... 24320
Mercado de murar e algodao
asciFs, 30 DE MAIO DE 1887
Assucar
Para o agricultor, regulara os prec >', p ir 15
kilos, ao algarismos seguintes :
3. regular..... 25000 a 251 '0
3 boa....... 25200 a 25300
3 superior..... 25400 a 25500
Brauco turbina pulvorisado 25200 a 24300
Smenos...... 1540O a 14500
Masca vado..... 14100 a 14200
Bruto....... 4960 a 15000
Rotamos ...... 5700 a 4800
O mximo uu mnimo des precos tac obtidoe
o foime o sortiment.
Al^odd't
Xi i bou ve ven .**.
Cota-se nominal a 700 por 15 kilos, o de
Pernambuco e boas procedencias, em trra.
Estirada** de inorar e algodu
KEZ DB MAIO
Concarao para o provintento deea-
deiras de ensino primario
De ordem do inspector geral da instrueco pu-
blico se fas saber a quem convior que em virtude
de determinacao do presidente da provincia de 6
de Deseabro do anno passado, e para execuc,o
do disposto nos artigos 70 e seguintes do regula-
mento orgnico da instruccio publica, acha-se
posto em concurso o provimento das cadeiras
constantes da relaco abaiao publicada, e das que
v ierem a vagar at a terminaco do coBcurao.
Para isso acha-se aberta nesta secretaria a
inscripeo des candidatos a este provimento, com
o praso de 40 dias a contar do 1* do corrente, ob-
servadas as seguintes dispasicoes do regiment
dos concursos:
Art. 1 Os pretendeutes ao magisteiio, que nao
tiverem as isences do regulamento orgnico da
ins ruccio publica, devero sobmetter se a exame
de habilitacao para prova de capacidade profias^o-
nal, uos termos do presente regiment.
Art- 2o A nscripsSo para este exame, dentro
do praso annunciado por edital, requerer-se-ha
ao inspector geral, instruida a peticao com 'S do-
cumentos* comprobatorios dos requisitos legaes, a
saber :
1 Maioridade legal.
| 2" Moralidade, e
| 3" Isenc.lo Je culpa
Art. 3o Os requesitos do artigo antecedente de
verSo ser provados :
O do Io por ceida.- de baptismo.
O do 2* por attestadj doparocho ou de quacs-
quer autoridades do lu.'ar onde rci'dir o concur-
rente.
O do 3* pela exhibicao de folha corrila.
Art 4o Sao dispensados :
1 De exhibir certidio di ilade os candida
tos que forem ou bouverera si^o tuuccionarion pu
blicos a oj que apreseut^rem algura titulo on oi-
ploma que nao obteriam sem a maioridade legal.
| 2* De apresentar tolha corridaos que exhi-
birem attestados de procedimento civil e moral,
pissadoa pelas cmaras municipaes, autoridades
iudiciarias e policiaes das lecalidaaescm que ho i.
vercm residido uos dous ltimos anuos; os que
se achando no exercicio de empreo publico, exbi-
birem attestados do respectivo chete ; e as edu-
caudas do collegio de orphas e casa de expostos.
3 De exame de habilitacao os candidatos que
extiibirem :
I. Diploma conferido pela Escola Normal da
provincia ou de qualqucr outro curso norn al pri-
mario do imperio.
II. Titules c') gr os scientifiecs pelasfacu'da
des do imperio.
III. Diploma conferido pelo Gyranusio Pernam-
bucauo ou pelo imperial collegio Pedro II.
Art. 5o 0 inspector geral, se o candidato satis-
fizer as exigencias legaes, ordenar por despacho
a inscripeo, a qual se efectuar pela assignatura
do candidato em lvro competente.
Art. 6' Fiudo o praso da inscripeo o inspector
geral remetiera a lista dos inscriptos ao dir. ctor
da Evcola Normal, afim de alii rcalisur-se u exame
de babilitaco.
Secreta; i., rfa Insrrncciio Publica de Pernam-
buo, 1 de Maio de 1887.
secretario,
Pergentino Saraiva de*Ar*uji Galvo.
HLLAVAO A HUE SE REFERE O EDITAL SL'riIA
Comarcas Localidades
Masculino
Cabrob Bethlm.
Biejo Couro d'Anta.
Flores Carnnhyba.
Buique Pedra de Buique
G iraubuus Br.jo de .Santa C.'UE.
Buique Santo Autouio.
Pinclus S. Benedicto.
BlU) CoilSelhj CaOipj Alegre.
Panellas ij-in, :
Cimbres Q:ho rTArU* ^a Uredos.
Ouricuiy Serra Branca.
Cabrobo Cabrob.
Bezerros Mimoso
Ouricuiy Siuta Cruz de Sitios Novos.
Brejo S Vicente da Serra do Vento.
I lera Rio Doce.
!' tr iinik Cacbocir* do Roberto.
-Continua o retalho de 94
de 1505 a 1704
ENTRADAS
Baic-eas.....
Vapores.....
Esrcttda de ferro de Ca
ruar .
Aniraaes ....
Estrada de Ierro de S.
Francisca .
Estraa de trro de. Li-
moeiro.......
a
28
28
28
30
26
27

S
i
JO
'3

Para Lisboa :
2 barricas cora assucar branco.
502 sacc.is cora dito nascavado
1 dito cun caf
1,197 couros salgados.
Para u Porto :
80: saceos com assucar brauco.
1 barrica com dito dito.
4,00J saceos co.n dito raascavado.
227 saccas com algouo.
417 couros salgados J
2 caixas com aguardeute.
2 uncoretas cora dit..
I barril de quinto com dita.
Cor.-cgarain diversos.
Ulvldendoa
Estao sendo pagos os seguintes :
O 1 do Banco de Ckedito Real, razao de 44
p:r accao ou 10 0/0 do valor realizado dcada
urna.
O pagamento faz-se na sie do banco, das 10
horas da inauh as i horas da larde dos das
uteis.
O 78 da Compamhia do Beberibe, ua p-opjrco
ir 54000 por aeco ou 10 0/0.
Os interessados devem ir ao escriptorio da com-
panhia, das 10 horas da man ha 1 da tarde, dia-
riamente at o uitimo do corrente mez e ao de-
pois aos sabbados
A 16. distribuicao das can'ellas de juros cor
respondentes ao semestre fiudo em 31 de Dezem-
bro do anno passado, da companhia Great Wes
tebb of Bbazil Railwat.
' no escriptorio central da companhia, das 10
horas s 3 da tarde, que se effectua o pagamento.
Memorial
A CoHFAiraiA de Edificacao est fasendo o re
eolhi ment da 7.* prostaco de seu capital social,
na razio de 10 0/0 do valor das respectivas ac-
yoes, o qual dever realizar-se at o dia 14 do mez
vindouro.
No dia 8 de Junho vindouro termina o_ prazo
para eutrada da segunda prestacio das accoes l-
timamente emittidas pela Companhia do Bkbeeibe.
O recolhimento de Notas Dilacrbadas do The-
souro, faz-so na Thssodbabia' de Fazenda, as ter-
Qas e sextas-fera, das 10 As 12 horas da mauha.
As notas do Thesouro de 25000 da 5. estampa,
55000 da 7." e 105000 da 6., sero substituidas
na Thesoubabia de Fazbitda at o fira do mes de
Junho com o descont de 2 0/0, o qual ser eleva-
do a 4 0/0 a contar do 1. de Julho a 30 de Se-
zembro do corrente anno.
Cimbres Nossa Souhora das Dores de Poeao.
Tacarat i* Volta.
Feminino
Buique Pedra do Buique.
Brejo Santa Cruz.
Iogaseira Afagados de Ingaseira.
Pancllas Agua Branca.
Ouricury Serra Branca.
Garanhuas Brejao de Santa Crus.
Ingaseira Cha do Estevo.
Cimbres Alagoiohas.
Oaricury Ex.
Timbauba Pindoba.
Mixta
Ca ruar Lagedo.
Brejo Riaeho Doce.
Bom Couselho Cavaltuiro.
Buique Santa Craz.
IVearat Tacaic.
Cimbres Pao de Assdcar.
Ca ruar Calcado.
Tacarat Jatob.
Secretaria da Instruccio Publica de Pernam
boco, 1 de Maio de 1887.
O secretario,
Pergentino Saraiva do Arajj > Gilvas.
%;iula asa de Misericordia do
Recife
Por esta secretaria sd chamados os prenles ou
protectores da menor Sophia, filha legitima de
Jos Pedra Ribero c Joanna Xavier de M..raes
Pessoa, para, at o diu 10 de Jur.no ppruximo,
spresental-a no collegio daa orpbs, afim de ah
ser adraitiida, visto ser a primeira inscripta no
respeetivo quadro.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 25 de Maio de 1887.
O escrivo interino,
Prancisco G-mes Castellao.
Monte de Soeeorro de
Pernambueo
LEILAO DE JOIAS
De or.letn do conselho fiscal lapo publico que o
leilao de j lias deste estabelecimento, annunciado
para o dia 24 do correte, fiea transferido para cf-
fectuar-se no dia 15 de junbo, por nao couvir ex-
por Venda o grande numero de cautelas aiuda
uo resgatadas ; pdenlo os Srs. interessados res-
gafar ou n-fjrra.ir at a v.spea do leilao as res-
pectivas cautelas, abaixo dcscriptas.
Oa nhjectos pstaro exposico tres dias antes.
12107 Um aunel de ouru cm 1 bri.haute nscuru,
3 ditos c ni ditos, 1 pulseira com ditos, 1
correntao de ouro, 1 corrente e medulha de
ouro cora platina, 1 garg^ntilha, 1 pulseira,
2 broches, 2 pares do brincos e 1 i elogio,
ouro de lei.
12525 Urna crin de ouro com briihautes e 1 volta
de traiie-'itn, Ouro de le.
13100 Um par de irnic.s de ouro, cravejado de
brilbanti'Ke Ji-mant-s, 1 pulseira, 1 br che
e 1 par de rosetas, uro d> lei.
13110 Uuii cruz de ouru Clin bri hantes e 2 pili-
seiras, ouro 'le le.
13111 U.ri'i pu-seira de cn.o coiu briihautes c 1
corrente para relogie, ouro ae lei.
13112 Urna pnleira ouro Ihanti's.
1312-4 Uuas Voltas de trance!im e um slfi.iete, u-
ri de lei.
13143 Um aifinete. 1 par de brincos e 3 anneis,
i-iro de le.
13143 Urna corrente de ouro para relogio c 1
re .go de ouro de lei.
13116 Un lelcgi", curo de iei.
1315) U pulseira de. ouro cora pedns.
1315S Uoi> auueis, 1 brinco e 3 botoea, ouro de
lei: 1 cor i, 1 band.ir, 1 colhur c quatro
resplandores, prata baixa.
13159 Una v;lta de ivaucelun, 1 par de roz&tS,
1 annel e 2 releas, curo de le ; 1 ciuz,
turo baix <
13174 1>;'S casticars, pra'a de lei.
3179 Um a fin-
cor-v'So 'ni
, ar de brincos, 2 cor Jo
i, uro de le.
Para Liv-rpool, J. Pater & C. 397 tuecas com
2) 336 kilos de algo io.
So vapor ingles Nelo, carregaram :
Para o Bltico, Borstelmanu A C. 1,550 fardes
com 803,896 kilos de nlgodao.
No lugar ioglea Ataggie, carregou :
Pan New Yoik, Rjiolpio Pessoa 1,100 sancos
com 82,500 kilos de assucar mascavado.
Na barca noruegaense Nr, carregou .
Para o Havre, A. de L.'inoa Araujo 565 saccas
com 47,293 kilos de aigodao.
No vapor francez Ville de Macei, carre
gou :
Para o Havre, A. Labille 2,954 couros salga-
dos com 62,031 kilos.
No lugar portugus Hersiba, carregaram:
Para o Porto, P. Pinto & O. 500 saceos com
37,500 kilos de assucar mascavado ; A. C. da Sil-
va 500 couros salgados core 6.0J9 kilos ; B. Oli-
veira &C. 159 couros ejpichados com 1,113 kilos.
No patacho nacional Audaz, carregou :
Para Montevideo, F. de Moraes 15 barris cem
2,250 litros de mcl.
Para o interior
No vaper nacional Mandos, carregaram :
Para o Para, Baltar Irindos & C. 10 barricas
com 600 kilos de graixa.
Para Manos, F. A de Az-vcdo 20 volumes
cora 550 k'los de assucar retinado.
Na barcaca Nazinha, carregaram :
Para Mamanguape, P. Alves & C. 6 barricas
com 360 kilos d; assucar refinado.
13202
13204
13206
13222
13223
13237
13250
13252
13266
13275
13279
13294
13303
13305
133o9
13311
13313
13314
13320
13325
13327
13331
13340
13354
13365
13389
13393
13395
13396
13401
13404
13405
13406
13416
3417
134^7
13431
13432
13413
13441
I 1451
13-158
13466
Urna pulseira e 1 slfinete, ouro de lei; $
coiheres para cha, prata baixa.
Urna pulseira, 1 cruz, 1 figa e 2 anneis, ou-
ro de lei; 1 volta e cerdo, ouro baixe.
Um annel de ouro com pequeo brilbaute o
dous ditos de ouro, ouro de lei; um dedal,
ouro baixo.
Uma_salva e 8 coiheres para sSpa, prata
Um tranceln., 2 pares de brincos, 1 dito
LSTE"" e 3 ?aa6i*>~ de le; 1 moe-
dinna de ouro (nei i com argolla.
Urna pulcra, 2 alfinetes, 1 par de brincos,
4 trancehm e 1 ,nnel, ouro de lei. '
Doze colb^res para cha de prata
. -Ifinetes, 2 pares de brincos, 1 dito de
rosetas, 1 dito de bot, 3 anneis e 1 fi
ouro de le. 6 '
Jm relogio, ouro de lei.
Um trancelm, ouro de le.
Um par de rosetas com briihautes e 1 an-
nel com dito,
Um relugio, ouro de lei.
Um. corono e 1 crui, ouro de le.
Um relogio, ouro de lei.
Wra tramceliui e I a mel, ouro de lei.
Urna pulseira, 1 alfinete, 1-par de brincos e
1 dito de rosetas, ouro de le.
Um par de bricos, 1 volta de cordo e 1
annel, ouro de lei.
Urna corrente e 1 inedalha para relogio o'e
teubora, 1 volta de ouro, 1 par do pricos
ouro de le.
U.n alfinete de ouro para retrato cem bri-
I bante.
U na cruz de ouro con brilhantes, 1 anuel
com dito, l alfinete para manta, 1 dedal e
4 anneis ouro de lei.
Um par de rosetas de ouro com brilhantes
pequeos; 2 anneis com ditos e 1 dito de
ouro.
Duas salvas prata de lei.
Um tranceliin e 1 relogio pequeo, ouro dt
le.
ma crrente para relogio e 1 relogio, ouro
dp lei.
Bm par de brincos, 1 volta de tranceln), 1
inedalba, 1 cruz e 2 anneis, ouro de lei ; 1
salve, 3 coiheres para cha, 1 dita para sopa
e 1 fivella, re. prata de lei.
Urna volta de ouro para senhora.
Urna pulseira de ouro com rubins, 1 alfi-
nete, 1 par de rosetas e 2 chaves para re-
logio, ouro de lei, 2 collares (meda), 1 bo-
tan, 1 relogio de ouro de lei.
Un re'ogio, cuiode lei.
Um p.ir de rosetas de ouro com 2 rubios e.
irculo8 de brilhantes, 3 botoes de ouro com
3 ^.erlas, 1 relogio de ouro, 1 correte e
inednlha para relogio ouro de lei.
Un par de rotetas de O'iro com 2 brilhan-
tes, i corrente e 1 relogio. ouro de le.
Un relogio, ouro de lei.
Uin annel de ouro com 1 brilhante.
Um par de rosetas com brilhantes e 2 an
neis cem ditos.
U orno d I- i.
Um niliteiio e 34 coiheres pura cha, ie
prati.
Dous pares de rosetas de ouro com 4 bri-
lhantes, 1 anuel com 1 dito, 3 pares de
brincos, 1 cruz e 1 cordao, ouro de ki ; 2
salvas, 1 pallteiro, 18 coiheres para sopa,
12 ditas para cha, 1 dita para arroz, prata
de lei.
Dous botoes de oino cora b'ilhant'S.
Di us trnacelins, our de lei; e 1 crueitixo,
ouro buixo.
U na ponente para relogio, ouro de lei.
Um par de rotetas de ouro com peque os
brnhaotes, 2 sures de briucos, ditos de
rosetas, 1 trancelim e 1 teteia, ouro de le.
Un relogio, ouro de lei.
38.747
4.503
2.998
42.266
2.437
90.951
2.637
2.71
40
6.687
2.794
2.382
17.511
l'retanieniii
Foi tff.ctuado o do lugar iugltz Eoa Lynch,
para carregar aqu, com destino aos Estados-Uni-
dor, assucar a 15/.
\iio fJcMpMt-hadoM
Patachj nacional Audat, sabido houtem, taran
para Montevideo a carga saguiute :
1,980 barricas com assucar branco.
350/2 dit- com dito dito.
350/4 ditas c m dito dito.
10 ditas com dito mascavado.
15 bariii com mel.
Carregzram Amorira Irmaos & C.
Lugar mglez Maggie, sahido antehoutem, com
destmo a New-York, levou 4,300 caceos com as-
sucar mascavado. ^
Carregaram Jos da Silva L"yo A Filho.
Barca portuguesa Allianca, sahlo h>ntera, le-
vando a carga segrate :
(anta da .aifanilega
Sfcl NA Di 30 I>B MAIO i 4 DE JTJKUO PE 1887
Assucar brauco (kiio)
Assucar mascavado (kilo)
Aicool (litro)
Arroz com caaca (kilo)
Algodo (kilo;
Assucar refinado (kilo)
Borracna (kilo)
Couros seceos salgados (kilo)
Couros verdes (kilo!
Cacao (kilo)
Cachad- (litro)
Cat bom (kilo)
Cafrestolho (kilo)
(Jarnaba (kilo)
Car eos de alrodo (kilo)
arvao de pedra de Cardift (toa.)
Conros seceos et pichados (kilo)
Farinha de mandioca (litro)
Fumo Te8tolho em rolo (kilo)
Fumo restolho era lata (kilo)
Fumi bom (kilo) ,
Fumo em folha ordinario (kilo)
Wenebra (litro)
Me! (litro)
Mituo (kilo)
Taboados de amarello (dula)
126
066
218
65
400
145
1/066
500
270
400
077
460
320
366
014
16/000
585
35
400
6^0
720
400
200
040
040
100*000
\.i! iii carga
Estao sendo desoachatios os seguintps :
Barca inglesa J. B. D., carocas de algoilo, pa-
ra Liverpool.
Barca uorueguense or, algodo, para o Havre.
Barca inglesa Prince Arthur, assucar e algodao,
para Liverpool.
Barca nacional Mara Angelina, assocar, para o
Rio Grande d> Bal,
Lugar portuguez Mersili, couros e outros arti-
gos, psra Lisboa e Porto.
Patacho noruegaense 6"t/, assucar, para Santos.
Patacho nacional Mara Augusta, assucar, para
Montevideo.
Patacho nacional Andaluza, assucar e outros rti-
cos, para o Rio Grande do Sul.
L^ar inglez Eva Linch, assucar, para os Esta-
dos Unidos.
Vapor francez Ville de Macei ( chegai), assu-
car e couros, para o Havre.
Vapor ingles Neto, a'godo, para o Bltico.
Vapor inglez Cearene (i chegar), algoiao, para
Liverpool.
Xmwiom ;i fieMcarem
Barca norueguense Utanley, vorios gneros.
Parca nacional Mimosa, xarque.
Lugar allemo Gazelle, trigo.
Lar nacional Marinho VII, xirque.
Pataeho nacional Bartholomeu, urque.
Patacho naciouai joven Correia, xarque.
Patacho naeonal Rival, xarque.
Vapir nacional Sergipt, varios gneros.
Vapor inglez lAercliant, vanos gneros.
Vapor nacional Januhype, varios gcueros.
Vapor nacional Ipojuca, varios gneros.
tercctilu .'milpai le J.i<-
U movmiento deste Mercado uta dias 29 e 30 de
Maio fui o ae^iiiiu :
Knirarain -.
8 i bois pjaauJo 13,874 kilos, sendo de Olivei-
ra Castro, 61 ditos de 1 qualidade e 25
ditos particulares.
354 kilos do petxo a 20 ris
130 cargas de farinha a 200 ris
25 ditas de fructas diversas a 300 rs.
14 taboleiros a 200 ris
37 Sumos a 200 ris
Forain oucupados :
49 columnas a 600 ris
44 compartimentos de farinha a
500 ris.
33 ditos de comida a 500 ris
175 ditos de legumes a 400 ris
36 ditos de suiuo a 700 ris
20 ditos de tressuras a 600 ris
20 talhos a 24
20 ditos al/
A Oliveira Castro & C.:
108 talhns a 1/
>eve ter sido arrecadada ne8t.es dis
a quanlia de
708O
26/000
7/500
2/600
7/400
29/400
22/000
19/000
70/OtO
25/200
12/000
40/000
20/000
108/OO
396/380
5:683/628
6:080/000
Renditnento dos dias 1 a 28
Foi arrecadado liquido at heje
Precos do dia :
Carne verde de 28) a 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris dem.
Sumos de 560 a 640 ris idem.
familia de 200 a 240 ris a cu a
Milho de 26) a 320 ris idem.
Feijo de 640 a 1/000 idem.
Natadouro Publico
Foram abatidas no Matadouro da Cabanga 92
rezes para o consumo do dia 31 de Maio.
Sendo : 67 rezes pertencente a Oliveira Castro,
St C, e 25 a diversos.
Rendimentos pblicos
UEZ DE MAIO
Al/aniega
luiportaco
Hiate nacional D. Julia entrado de. Mossor em
30 de Mam, e consignado a Bartholomeu Louren-
eu, mantestou ;
Algodo 406 saceos a Luiz Antonio de Se-
IjUell-H.
Sil 180 alqueiresao consignatario.
Exportaco
aacira, 28 de maio db 1887
Pora o exterior
- to vapor ingle Ceannse, carregaram :
Renda geral
D- 2 a 28
dem e 30
Renda provincial
De 2 a 28
dem de 30

714:753^013
24:407/381
96.095/718
2.716498
739.16 U394
99.012tll6
i.e 2 a 28
dem ne 30
Do 2 a 28
ld"in de 30
Ide n de 30
Reeebedoria
misuladc r.uvndM
Reciit rainaye
833-172/610
33:089 i
2:505
35:8444863
41.5135194
6:115/856
47:629/050
5:129/380
552/434
5:681/814
Vapores egaavIoaZeaperadoa
VAPORES
Junho
Ville de Maceido sul a 2.
Campiasdo sul a 2.
Cearensede New-York a 2.
ParaJo norte a 3.
Arliudodo Rio Grande do Sul a 4.
Girondeda Europa a 4.
Aconcaguada Europa a 5.
Mrquez de Caxias do sul a 5.
Ville de Babiado Havre a 6.
Ni!e do sul a 6
Pernamoucodo sul a 7.
Oratorde Liverpool a 9.
Tmnar -da Europa a 10.
A lianeado sul a 11.
Espirito Santodo norte a 13.
Advanee2c New-Port-News a 14.
Moudegodo sul a 14.
Equateurdo sul a 19.
Cearde Hamburgo a 21.
Sebiyde Fiume a 22.
inosdo nort a 23.
~Nevada Europa a 24.
Pardo sul a 27.
Tjgusdo sul a 29.
NAVIOS
Armidade Londres
Anne Mariedo Rio Grande do Sul.
Cbnstian Elisabethde Cudiff.
Camoesdo Porto.
Elysaco Porto.
Erutede Hamburpo.
Golden Fleecede Terra Nova.
Guadianade Lisboa.
Katalinale Terra Nova.
Uovitticnto do porto
Navio sahido no dia 29
New YrkLog inglez Maggie, capitao G. H.
Peicy, carga assucar.
Navio entrado no dia 60
Mosior-10 dias, hyate nacional D. Julia, da 80
toneladas, mestro Laurentino F. da Cota, equi-
pagem 5, carga sal; a Bartholomeu Lourencc.
Navios sahidos no mesmo dia
Porto e Lisboa-Barea portugueza AUwW,
pitao F. G. Tarda, caiga vano., genero
Mnntividj-Patacho nacional o.capitao i
tbur da Silva Moreira. carga assucar.
Observagao
gsSK d" Lamarao'^9- Londres a galera
ngS,r com a o'--.n cuga q.etrtaxe aa
Australia.
[
1
I
V
. 1



\
Diario de PeiHambncoTcrfa-fcira 31 de Maio de 18S7
i relogio de |
/
13472 Um trancelim, ouro de le;
onro.
13494 Uin tran^elioi e 1 crui, ouro de lei.
13500 uUb aunis de ouro com brilbantes, 1 vol-
ta de ouro, 1 pulseira, 2 medalhas, 3 tran-
celins e 1 moediuh de ouro cono. lco, ouro
de lei.
13501 Bm relogio, ouro de le.
13513 Uin* pulseira, 2 trancelins e 1 figa, ouro de
lei; e i roseta de ouro com brilbante.
13511 Duas inoedas de ouro do valor de lOfOOO
cada urna, em batoes, 2 ditas pequeas e 1
relogio de ouro.
13518 Urna corrente e siote para relogio, 1 vol-
U de ouro. 1 par de brincos e 2 altinetes,
nar, de lei.
13520 U* cordao, 2 eruzes e 1 par de brincos,
ourj di- lei.
135.1 Wm par de rosetas o 1 annel de ouro cim
brilliantes, 1 correte o medilha para er-
login, curo de le;.
13522 Uin alfinete de ouro com brilhautes.
13523 Utn pabteiro e 13 colberes de prata de le.
13524 U>n annel de ouro com brilhantes.
13546 Un pr d- rosetas de ouro com biilhantes.
13561 Una corrale e medalhi para relogio, ouro
. lei.
13564 Una pulseira e 1 par de brincos, ouro de
lei.
13565 Uinri pulscir*. 2 voltas de trancelim e uin
par de brincos, <>ur.- do lei.
13561} Um volt de corda), I par de argollas. 1
fig* e 1 teteia, mire de le.
13577 U'o par de brincos e l coi-dio, ouro de lei.
13583 Um parda brincos, 2 ditos de rosetas e 1
east'.n, onro d- lei.
135J7 Um par ie brioeoa de ouro crav-jado de
o: h .iite- -
13593 Pulseira de ouro com rubina e perolas e 1
alfinete ouro ie lei.
13601 Dous grampos de ouro, 1 agulheiro, 1 vol
ta de Irancelim, 3 chaves, 1 dedal, um p&s-
ssdir, 1 inedalba, 3 bol as de onro, 1 cori
c 3 resplandores, curo de lei ; um paliteiri,
14 c-Ilures, 3 resplend.ree, 2 dedaee, | cruz
# 1 p"<|uena peca de prata.
13601 Um p logio ouro de lei.
13605 Urna pnlseim, 1 trancelim. 1 Cordao, o an-
us e 3 botoes ouro de le
1 1),os anneis de ouro cora pequeos brilbnn-
t-s e 1 broche ouro de le.
1362S Vm par d- rosetas de onro cravrjadas de
brilbante*.
1363" Una chapa de ouro (condes-raco) crave-
ada de. biilhantes e diamantes e 3 botos
'- ni ditos.
13613 Um cordao e 1 cruz ouro de lei, 6 colherce
prata baixa.
13645 Uraa v >lta de oum, 1 medalha, 1 trance-
lim e um lelogio pata senhora, curo de
lei.
13650 U.na salva. 6 edlicres para si>a, 20 ditas
par* cha, 3 ditos para tirar sopa, arroz e
assucar, prai* baixa.
13651 Urna v dta ouro d lei, para seuhora.
I3' 61 Um* pulseira ouro de lei. .
13678 Dous Kn- 136S6 Uun par de rosetas com dmis brilhantes, 2
aunis com ditos,! par de brincos, 1 annel,
2 pecas de brincse 1 Cblt&o uuro de le.
13695 Uma corrente c uicdalba pira re, g;i curo
de lei.
13637 Um* cruz de ouro ein brilhan'es.
13707 Duas medallias e 1 annel c.in diamante,
i-uro de lei. '
13703 Ds pulseiras, 1 trancelim. 1 par de brin- j
eos. 1 dlt-i de argo'oes e 2 anneis de ouro
de lei. "\)Jii'ANHlA
13712 Urna volt a de uuro, 1 dita trnncelim, 1 par -'
de brinc >-, 1 uiedalha, 1 i'mb'eica do E- i
piri:o Santo, ouro de le'.
1372'i Um anuel de nuro com um brilbante.
13724 Um relogio ouio de lei.
13741 Um annel di- curo cor. brilhant.-.
13777 Urna uiedalha de ouro com uin hrilbuiite, 1
p*r de brincos c ui dito.
13783 Um par de brinc s ouro re lei, 1 silva e 1
palit-lro prata baiza.
13789 Um.i e-rr-n'e dupla com 'i.edalha para re-
logio e 2 hoto s ouro 1.3602 Urna corrente dupla c^m incdalba para re
"g < i-ro de 1 .
13;0J Um pequeo tr meelim c nu ishav, 2 b-o Oes
e 2 anneis ouro Je lei.
13So'J Qiiatr. botoes de ouro e 1 annel contondo
bnlhantes.
13815 U.n par de rosetas de ourn com brilhan-
tes
13819 Um relogio de ouro.
13825 Uma corrente pra rilogi > e 1 volta ouro
de lei.
13838 Um relogio ouro de lei.
13846 Um annel d ouro com um brilhante, 1 cor-
do e 1 relogio de ouro
13849 Una pulseira, 1 cordao'e 1 gp ouro de
le.
j;>854 Um re 'gio de ouro para seuhora.
13859 Um annl de ouro com um brilbante.
13865 Um trancelim prosso ouro de lei.
13891 Uma correute e med>.lha para relogio ouro
de lei.
13894 Uma corrente e 1 relogio ouro de lei; urna
salva prata baixa.
13895 Doze colheres pan topa e 12 ditas para
cha, prata baixa.
13897 Urna volta de trancelim com 6 teteias de
ouro, 1 medalha e 1 anutl ouro de lei.
13899 Um par de rosetas de ouro com dous bri-
1. -.mes grandes.
1.1903 Tr.ze colberes para cha, prata baixa.
13909 Um cordao, 1 par de rosetas, 2 anneis de
(.uro e4 colberes de prata para topa.
13944 Um correntao para relogio, ouro de le .
13916 Um brochj de ouro com brilhantes.
1391S Um par de brincos, 1 diio de rosetas, 1
volta de trancelim, 1 medalba, l tlfinete,
2 anneia e 2 botoes ouro de lei.
13715 Un aiinl de onro, 1 par de rosetas cem
brilhantes, 1 cruz de ouro com topasio e
perc'lns e 1 par de brincos ouro de lei.
Kecife, 5 de Maio de 1887.
gerente.
Felino D Ferreirn Coelho.
(-oiiipanhia de Seguros
martimos e terrestres
Estabelclda em !.
CAPITAL 1,000:000$
SINISTROS PAGOS
lie 31 de dezembro de 1884
tiarilinios..... .,110:000^000
Terrestres,. 3i6:000$000
41-Bua do ( ommereio -
SEGUROS"
MARTIMOS contra fogo
Companhia Phenix
nambncana
Ruado Comirjercio u.
Per-
Lotena do Diabo Opereta phantastica em tre
actos.
Estrella de um PrincipeOpereta em 3 actos.
Msica de Patenghi.
O Secuto que vemOpereta pbantaatiea em 3 ac-
tos e 10 quadros. Msica da Amedei.
Vasco da GamaOde-symphonica. Msica de
Georges Biset.
As scenss para estas operetas foratn pintadas
xpressamente pelos distinctos e nota veis sceno-
Kraphos :
Dr. Carneiro Villela.
Cezare Keccantine, (iovanui Zucarelli, d theatro Scala de Milo.
Angelo Foutano, do theatro Real de Torino.
Allexandro Bassaui, do theatro Real Teatro Apol
lo de Roma.
Commendador Tito Giovauni. do theatro Prgola
de Florenca.
Fornecedores i
Vis'.iaristaVicinelli, de Milao.
Attreszis C-rbelIa e Birragbi, de Milo.
MaglierieBerii, de Milao.
PerruchiereSavio, de Milo.
Calzoler-aMaw>'eroffet; de Milao.
O secretario,
Carlos Reposs.

I
OMPIMIIA D M.l HOS
\0RTIIEK\
de Londres e tberdeen
roisiro floAnceir* (nezvmbro IH*|
MRITMS
(litieii Sutes & Brasil 8. S. 8. C
o nw kWkm
Capital oubsciipto Fundos accumularlo3 iti'ceita annual i Dj premios contra fugo De premios sobre vidas De juros 3.000.000 3.134,34 577,330 191,000 132,000
O AGESTE, Jokn H- Boxvxll ki tim COUHClO H. ai;i- \tiH
AGESTE
Migue! Jos Altes
N. 7RA DO BOM JESS -N 7
siiiiro morlimok lerr^wlreM
Nestes ltimos a nica cemp^-nhia n^-.-ta praca
^ue concede >.> Srs. segur n g isempco de paga-
mente de i:. ni i m cada stimo amo, o que
equivale as deseonto annual de cerca de 15 por
ceuto em favor dos segundos.
i. uoa i& llraslliao lauk
Limited
lian .1o Commercio a. 32
>;icca por todos os vapores sobra a..- t.
sis do mesnjo bauco em Portugal, sendo
e o Lisboa, ra dos CapelHstas c. 7 No
r*iro, ra daj Iuglozes.
E' esperado dos portns de
sr.l at o da 11 de Junho
dcpo8 da demora necessari
seguir para
Haraaho, Para. Barbados. *
I liorna/ e Mew-Vork
P.aracarga, passagens.ericn n-n 1 n .dinheir
. firer.e, tracta-se com ji
O vapor Advance
spera-se de N.-..-f ,r .
News, at o dia 11 e Junho
o qual eguir uepois d-
demora necsiin pia
Baha e Rio de Janeiro
passugens, e encommendas tracta-
AGENTES
Benry fjrstcr 4 C.
Para carga
ie com os
N.8 RA
-> LOMMERCIO -
J aida
] Al P E R i A
- s:i -ros contka :';u;t>
EST: 18('3
Edificios e mercadoria-
Taxas baixac
Frnmpto pagamento de prej titee
CAPITAL
rts. lU.OOO.-OJilOOy
Agentes
JROVVNS fe O.
N. "> Jtuti THEATRO
Aviso
Sabbado, 4 de Junho
BENEFICIO DA ACTRIZ
B* Isoiina Mondar
Theatro Santa Isabel
i'acic Sieam \a vi^ilion Companv
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Aconcagua
' esperado da Euro
pa at o dia 5 de
Junho, e seguir de-
pois da demorado eos
turne para Valparaso
com escala por
llalli.?. Rio de Janeiro e nonio
video
Para carga, passagens, encommendas e din-
beiro a frete tract- AGENTES
IVI.Mn Moas A ( .. l.liiiH.'.l
N. 14__RUA DO COMMERCIO N 14
Compauhia Bahlana de navega
eao a Vpor
Macei, Villa Nova, tcuedo, Aracaj,
Estancia a Babia
O vapor Sergipe
Ccmmandante Pedro Vigna
egue impreterivi'l-
inente para os pi-rtos
cima no dia 1 de
Junho, as 4 horas da
tarde. Recebe carg&
nicamente at ao 1[2
Boyal Hall St am Packet (muy
Vapor extraordinario
O vapor Nile
De 3,039 fondadas de registro
Sahir do porto do Rio
de Janeiro no dia 1 de
Junho prximo com es
cala para Babia e Per-
nambuco, seguiodo depois de pouc-i demo
ra com malas e passngeiros para
LISBOA E SOUTHAMPTOJN
Desde j recebe-se encommendas par
camarotes na
AGENCIA
Ra do commercio n. 3
1 andar
A damson Howie di C.
AGENTES
^R(B^REllS
Companhia Franceza de Xavega
eSo a Vapor
Linha quinzenal entre o H,jvre, Lis
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
0 vapor Tille de Bahia
Comroandanto Sebire
E' esperado da Europa
at o dia 6 de Junho, se-
guindo depois da indi^pen '
savel demora para a Ra-
bia. Rio de Janeiro
e Kituios.
Roga-sc aos Srs. importadores de carga p !ot
vapores dcsta linha.qucirain apresentar dentro de 6
lias a contar do da descarga das a!v:ireng. i ti-
quer reelamacSa concernente a voluntes, que po-
vrntui tenharu seguido p^ra os portos do sul,afin
de se podemn dar a tempo as providencias neces-
iarias.
Expirado o referido praso a companhiiea n se
responsabilisa por extravos.
Para carga, passugens, encaminen las e dinheirt'
i fntc: trata-se com o
AGENTE
0 yapor Tille le Macei
Commandante Panchvre
Espeiuiae di.s portos do sul
at o dia 2 de Junho eeg lin-
do depois de indijpiHisavt'l
d mora oll4VRE, tocando
em l.lill(l.l li.ivend i nu-
mero s'jfficiinfi: de passa.ei
ros di' Ia cUss?.
O VAPOR EN'TRARA' DENTRO DO
PORTO
Conduz medico a bordo, de marcha rpida t
ofterece excellcntcs commodos e ptimo passadio.
As passagens pdenlo ser toinadi.s de antemao.
Recebe carga, encommendas c pnssageiros p ra
os qaaes tem cxcellentes accomn.odaces.
Para carga, paisagcns, encommendas e dinheiro
a frete : trata so com o
AGENTE
Augusta Labile
9 RA DO COM M b: RUI O
2 leilo
Agente Britto
De urna obrigaco da quantia de 6' 000 assg-
nada rjor Mauncl do Nascimento Vieira da Cunba
e pertenceute ao espolio de U. Mara do Caimo
Vieira da Cunba.
O agente cima m.mdado Jo IUm. Eim. S'.
Dr. juiz de direito de urpbos e ausentes e a re-
quenment do IUm. Dr. curador geral de ausentes
em sua presenc, levar a leilo a ref. rida obriza
cao de divid.
Etn r-ontinua^o
Vender os seguintes preJus :
Uma casa terrea rna do Visciui** de A'.bu-
querque n. 110; a casa terrea a ra de D. Mara
Cesar n. 31; a casa terrea ra dos Quararapes
o. 53; a casa terrea travessa di Sr. Bom Jess
n. 2 e outros ma-t.
Terca-felra 31 do eorrenle
A' na de Pedro Affonso n. 43
Ao meio dia
Ultimo leilo
A's 10 horas em ponto
De camisas e calva.- para hoaem,camisas esiiis
bordis para seobors, uch;, Lmcos de liubo, col-
chas, neias de cores para ho.ii- m, creti ne borda-
dos, costumes d-i CHSemira para inermo, 3 Can-
dieiros, jarres, talberes, clices, machinas para
caf, sorveteiras, scrrss, 1 banhtiro, biqueiras pa-
ra sapatos e fitas e >utOs artigos ao conrr do
uiartello por ter-se a entreg-.r as chaves do ar-
maztm hoje.
vo, 3 jarros, 1 vestimenta completa psra padre e
um livro para missa.
3o qtisrto
Uma cama, 1 gnarda-nupa, 1 meia ecmmodo. 1
marqueso estreito, 1 lavatorio e commuda, 1
guarnic'i'de porcelana doarada, 1 candipro para
gaz carbnico (novdad).
4 quarto
Um divn de junco, 1 toilet de junco com pedra
e espclho, 2 quadros, 2 jarro, 1 machina de cos-
tura, nova, de Sinc-'r, para muo.
Sala de jantar
Um guarda l.iuc/4, 1 in,pnante mesa de ama-
relio com 8 taboas, 2 aparadores de nogueira, 1
mo'oilia de junco, 4 rjpadrot, 2 vasos com plantas,
3 sanefas de Jacaranda, 1 relogio de bronce dou-
rado, apparelhos para ulmocu e jantar, copos, gar-
rafas, clices, licoreiro, galheteiroj 1 faqueiro de
electro-plate de Christifl-, colberes, facas, mschi
na de caf, urna de electro pate para agua, bu
les e muitos outros objecin de electro pate.
Corredor
Divfrsos barris com reteos, vksos com b o-
nias, 2 ps de cedros e outras plantas, 1 reparti-
mento de amarello para escriptorio, 1 mesa de
ferro com 1 jarra Ccm torneira.
O agente Guarni, autonsado por uma Ilustre
familia, que rttia fe para u Ki i de Jaueiro, fr
leilo de tedos os objectos cima mencionados, os
qii'ts ettao em perfett estado de conservare
Leilo
m s
Agente Modesto Bplish
Em continuado
5 caixas com mate em pacotea, resmas de papel
almajo, caitas com cognac e caixas com maiscna
e relogios.
Hoje, 31 de n ai o
Na rua 1- de Marco n. 12
Leilo
Do movis e 1 oitanie
Sendo :
Urna mobilia de amarillo, cama frnciza, mar-
quezous, marquezas, cabides de eliminas, 1 lav.n
lorio, caudieiros de gaz, relogio de partde, jar-
ros, mesa de j intar, elstica, cadeiras avulsas,
aparadores, baucas, 1 oitante, 1 espada para ofli-
cial de marinba, 3 sanefas deuradas e outros
inuitos movis de uma familia que tr retuou desta
cidade.
Quarta-feira 1 de Junho
A's 11 boras
Na casi n. 131 da ra Augusta
O agente Martins far i leilo dos movis exis-
tentes na referida casa, ao correr do inartelio.
DE
A saber:
Uma mebilia de junco preto com tampos de oe-
dn;, 2 cadeiras ue bi.'mico, I pianj forte de fl.
Herfy, 1 cadeira de piano, 1 mobilia com 1 sof, 2
cousolos, 2 cideira de bracos e 12 de guarnir?,
casticaes o mangas, ta: efe de sof e B de porta,
1 e.-pelbo ova! dourad>, J jarros para fl >re?, e es-
carradeiraa.
Urna mobilin de amarello.
Uma cama fmneeza, 1 commoda, 1 cabido tor-
neado, 1 lavatorio, 1 guurn'c", G cadeiras de
junco, 1 estante para livtos, 1 marquesa', 1 mesa
elstica, 1 gnarda-louga, aparadores, 12 ca-
deiras de guara cao, 1-ticas, vidros, 1 mesa com
ps torneados, 1 sof, 1 relogio e muitos outros
movis.
Iiijnir foirn. % de Junbo
Ra do Visoonde de Albuquerque a. 7
O Dr. Francisco Correia Lima Sobrinho, t' ndo
de seguir parado Pura, com tu i familia, far leilo,
por interveoco do agente Pinto, dos movis e
mais objcctr.ii existentes em cesa de sua residencia
ra do Visconde de Albuquerque u 7 (outr'ora
ra da Matriz da lija-Vista).
PRINCIPIARA' AS 1 1/2 I/ORAt
Leilo
Lj
rregamenlo,
DO
Leilo
da
-9
dia do dia 1.
Para carga, passagens,
ro a frete, trata-He na
AGENCIA
encommendas e dinhei-
7Ra
DoniinR'S
do Vigario7
Alves Malliinis
I-
ani
!)a!ii[ifscliillTahrls-(ieseliseha(l
0 vapor Campias
rv"i
Z ZJ3

S 'i

c
fe
1
*
7.
es
ae
o
>JTt

-
6
9 A
'> -
i.
T
Prolungamenlo il> estrada de fer-
ro de Pernambuco e estrada de
ferro do Recifc ataruaiii.
De ordem do Illm. Sr. director eog nh.iro chefe
se faz publico que, C comecar de 15 da Junhi pr-
ximo futuro vigorar uesta estrada de ferio a se-
guinte disposico :
Os passageiros que viajirem sem bilhete, 03 que
excederem o traject a que tiverem direico, e oa
que vi. i.i -m em classe superior indicada em
seus bilh tes, paganlo a pas.-iagem ou a diflferenca
-.'avilas, com um augm'nt de 30 "/, sobre o res
pectivos precos da tabella, recbenlo do conductor !
trem um bilhete supplemen ar com indicafo '
ra imp.rttncia paga Esse bilbete ficar em po-
der d j passageiro at ser restituido aa estaco de
u destilo.
Secreta-lia do papl'iiiramento da estrada de
f.-rro d Kvaifu a S. Fr-uaisc-j e estrada de Ga-
ruara.
O s.cretario,
Vlunoci Juveneio de Saboipa.
xa
liilh-ttts.
fiOOO
acham-se
Pluym & C.
venda as casas de J. Krause e Ch.
ONTM FOM
The Liverpool & London & (lobe
INSURANCE COMPANV
GOMPMHA DE SEGUROS
COXTRA FOCO
toril! Brltisb k Hercantile
CAPITAL
l:OOO.OOo de lbras sterlloa
AGENTES
Adomson Howie & C.
COMPANHIA LYRICA ITALIANA
DE OPERACOMiGJk
e \iprezaN A.GHE L
Direcfo- -MILOSE
Brevemente estra
Repertorio
Viagem a La Opereta burlesca em 3 actos c 12
quadros. Eztrahida do romance do memo ne-
me, de Ju'io Verne. Msica de Offeubach
O-) Sobrinhos do Capito GrantNovela em 4 ac-
tos e 18 i-i ..Iri .-.
D. Juanita Opereta em 3 uctos. Msica 4e
Suppe.
Paride o ElenaOpereta mythologica em 3 actos
e 5 quadr s. Msica de Ofi'eiibacb.
BoccacioOpereta em 3 netos e 4 quadros. Mu
sica de Suppe.
Orpheo nos Infernos Opereta phaatastfca em 4
actos e 7 quadros. Musca de Offeubach.
MascotteOpereta em 3 actos. Msica de Au
dran.
Os Dous Socios (ou os dous cavalhciros de indus-
tria)Opereta burlesca em 3 actos e 6 quadros.
GiroflOinfliOpereta em 3 actoa. Msica de
C. Lecocq.
Madama AngotOpereta em 3 actoe. Msica de
kecoeq.
tarentaMelodrama rcmantico em 4 actos. Mu-
sica de Gioiza.
Nin:cheComedia-opereta em 3 actos. Msica de
B ullard.
Madame BjuifaeeOpereta em 3 a-jtos. Musita
de Lacome.
Kducandas dr SorrentoOpcra-buffa era 3 actos.
Msica de U-ighio.
Le AmazoiiOpereta-builcsoa em 2 actos. M-
sica de Suppe.
SiebaOp*ra bailo em 4 actos e 8 quadros. Mu -
sica de Monaco.
8ino3 de CornevilleOpereta en 3 actos e 4 qua-
dros. Msica de Planqnet.
E' esperado dos pon-
tos dj sul at o dia 2
de Junho e seguir d
pois da demora nece-
saria para
Lisboa e Hamburgo
Para pasagens. tracta-se com os
CONSIGNATARIOS
Borstelinann & C.
RA DO COMMERCIO N. S
/ andar
Crapatwaia Ura acoa Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor Para
Commandante Antonio Ferretea da Silva ;
E' esperado dos ...rtos do
norte at o dia 3 de Junho
e depois da demora indis-
pensavel, seguir para os
p~-t/>8 do sul.
Recebe tamuem carga para Santos, Santa (a-
tharina, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande d)
Sul, frete modic .
Para carga, passgens, encommendas e valoree
trata-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTN 9.
i Olll'WHIi: Dl* 9ENM.%i^-
ii;'< hi.ikitiiif^
lin11a mensal
O paquete Gironde
Commandante Minier
Espera-se da Eu
ropa at o dia 3 dt
Junho, seguin
do depois da de
mera do custumt
para Buenos- Ay-
res, tocando na
Bahia, Rio de faneiro e Manir
?Ideo
Lembru-se aos senhores passageir.is de todar
as elasses que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo.
Previne se aos senhores recebedorca de merca
dorias que s se atteuder as reclainnces por fal-
tas nos volumes que forem reconbecidas na occa
sio*da descarga, assim como devero dentro de
48 h gas fazerem qualquer reclamacao concernente a
volumes que poverntura tenh.in seguido para os
portos do sul, afim de poder-se dar a tempo as
providencias uecessarias.
Para carga, passagens. encoinm--ndas } dinheir
a frete: tracta-se com o
AGENTE
ungiste Labille
9 RA. DO COMMERCIO ?
Quartafeira 1 de Junho
A's 11 11 horas
Na ra Estreita do Rosario n. 21
Da casa terrea n. S da ra do Rjoario
Ba-Vista,
O agente Modesto Baptista, por mmdado di
Enin Sr. Dr. juiz da provedoria e a requerimento
do invrntnriante dos b ns da finada D Josepha
de F..ria Rap.so, far leilo da casa cimo, e dar '
as imformucos precisas.
Em continua^ao
Vender tsm 'ein as metales das cafas n. lf) da
ra do Carnario e n. 2 da ra d > Alegra, fregu-1
zib da Boa Vista.
vapor Bahia e f-c-u c
estado e ]ug.:f eiu que s>^ acba
liiinf.t e!r;a :io de liinho
A's 11 horan
Xo saldo da As-.ociaijCio Commercial Bene-
ficente
O agente Gui. autonsado | or mandado do
Eim. Sr. Dr. jais de direito cf pe. i 1 d commcr-
cio, e a requerimento do Dr. curador de ausentes,
no proci sso de ratificarlo de protesto meritimo e
abandono do vapor Bahia, p r parte da coanpa
nl'.ia de paquetes brzileiros a vap-.r, far leilo
com assistencia do mesmo juiz, do referido vapor
e scu carregamento no 1 ur::i en, que se acba.
_0_ l/fcIJJlir9U&______
Alug.-se casas a 8^000 un boceo dos C e
hos, unto de S
iuipcratriz n. 5S.
..'.<) : u tratar at; rus dn
LElLFi
PORTOS DO NORTE
O vapor Pernambuco
Commandante o capitao de fragata Pedio
Hyppolito Duarte
E' esperado dos portos do sul
at o dia 6 de Junbo, e
/'v\'\ $h seguir depois da demora in
dispensavel, para os porto*
do norte at Mancos.
Para carga, passagcuit euiwinmendaa e valere:
tracta-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
COMPAfiJft PEBSIAMl'C*i*
DE
^avega^o Costeira oor %'ap:r
PORTOS DO NORTE
Parahi/ba, Natal, Macan, Mossor, Ara-
caty e Cear
0 vapor Ipojua
Commandante Costa
Segu no dia 6 do
Junho, s 5 horit
da tarde. Receba
carga at o dia 4
Encommendas passagens e dinbeiros a frete at
s 3 horas da tai de do dia da sahida.
ft ESCRIPTORIO
Cae da Companhia Pemamhueana
Ti. 12
Qtiintafeira, 2 deve ter lugar o leilo de mo-
vis, lou(as e vidros da casa em que morou o Sr.
Dr. Francisca Correia Lima Sobrinho, a ra do
Viscende de Albii.iueraup n. 7.
2- Leilo
De predios
Agente Britto
O agente cima, a inundado do Illm. Esm* Sr.
Or. juiz de direito de orphos e ausentes, e a re-
querimento do tutor d s menores, filhos do finado
Angelo II. da Silva, levar a leili as 4/25 partes
da casa terrea sita na reguezia do Poc-< n. 9.
Em coatiniiacio
vender mais a casa sita ra Augusta i:. 268,
eom uma port e duas jauellas de frente, anas sa-
las, tres quarton, coziuha fra, quintal murado
com porto para a ra do Ouro, terreno proprio.
Ra Pedro Affonso n. 43
Terga-feira 31 do cirrente
A's f 1 horas
Agente Pestaa
Lelao
Dos bens pertencentes aos inventarios e
espelios abaixo declarados, que por
ordem do Ex n. Sr. Dr juiz de crpliaos,
serao vendidos a quem m lis d r.
Terea IVira 31 do corrente
A's li horas
No armazem ra do Vigario Tenorio
n. 12
Um terreno na Estrada Nova de Caxang, com
2 Um purto na casa terrea, sita mcBm. estra-
da n. 25, com 32 palmos de vao e 66 de fundo,
pericltenles ao ecpolio de Manuel Jess de Jor
do Caideira.
Duas partes na casa terrea, sita ra de L'iiz
do Reg n. 27. pertencentes ao inventario de Ma-
noel Per ra Limos.
Uma dita na casa terrea, sita ra do Bsol-
fica n. 2 (Passagem da Magdalena), pertencen-
tes ao espolia de Ignacio de SA L 'p-^a Feruandes.
Oe cha avariado
Hoj 31 de Maio
AS 11 UORAS
No armazem da ra do Bom Jess 49
POR INTEKVENAO DO AGENTE
Alfredo Guimares
Agente Pestaa
Leilo
De um.i imp rtinte e encllente, casa terrea,
com seto, porto de ferro, j*rdui a lado, gran-
de quintal arb r sudo, sita estrada do Giqui
n. 81, dita infama es rada n. 87, pertenceute ao
inventario de Francisca Romana Moreira da
Costa.
(|uar(a le ira. 1 de Inulto
A's 11 horas
No armazem ra do Vigario Tenorio
n. 12
O agente l'estana, autorisado pelo Exm. Sr.
Dr. juiz de orpbos, com assistencia do mesmo,
e a requerimento do inventariantc Bentj Manoel
Carlos de Mello, vender a exceilente casa sem
sotes, tendo 3 portas de frente, porto de ferro
ao lado, jardim, 3 salas, 2 quartos, cosinha, gran-
de quintal arborisado, tendo tumbem no pavi
ment superior 2 galas e 1 quarto.
Uma dita sita mesma estrada n. 87, com pe-
queos cemmodos.
Grande leilo
De bons movis, piaa, porcelana, crys-
taes, um esqueleto articular, completo
para estudo de anatoma, livros de me-
dicina, direito e litter..tura, plantas e
uma vacca tourina.
tilinta feira, 2 de .inulto
A's "10 1|2 hora
No sobrado de ra da Aurora n. 81, onde
reside o Exm. Sr, conselheiro Freitas
Henriques
A sabar:
Sala de entrada
Uma mobilia de junco completa e. in tampo de
pedra, 2 cadeiras de junco com assento de panne,
1 mesa de charo, 1 dita quadrada forrada, 1
meta tosca, 2 grandes estantes ie amarello envi-
dragada, 2 cortinados de estopa bordados, 1 re-
postero, 3 tancas, 4 quadros grandes, 2 ditos
ovis dourad 'B, 4 jarros, 1 porta cartoe?, 2 escar-
radeiras de vidro, 1 botica aloptica com vidros
com remedios, 1 estante com tubos de experimen-
ta^o, 3 copos, ciudros qualrados, 1 pulverisr-
dor de Re?hadsur, 2 dicionarios d> Chernoviz, me-
dicina e cirurgia, 2 ditos de Ni meyer pathMugia,
3 ditos dicionsrios de medicina popular por Lnug
govel, 2 ditos de cirurgia em inglez, 2 ditos Fau-
uers trtalo de medicina ingleza, 1 pharmacopea
ingleza, dita britanniea. vocabulario medito e cirur-
gico, pbisiologia de K'jss fe Duval e muitos outr^ s
livros de me-Jicinn, direito e litteratura e 1 espin-
garda surda.
Primeiro quurto
Uma grande mesa fjrrada, 1 fk'-iro cont um es
qnelrto articular, 1 cabeca phenologicA, 6 cadei-
ras de junco, 2 cadeiras d brac;) com rosca (june )
1 relogio cm termometrj e barmetro, 2 quadros,
1 campa eletrica c 1 tinteiro.
Segundo quarto
Uma cesa para operario, 4 cadeiras de junco,
1 cab de e [ mocho.
2 sal a
Uita meza grande de amarello, 1 aparador, 1
sof de Jacaranda, 1 jarro vidmdo, 1 machina de
espremer fructas. 1 machina psra capsular garra-
fas, 1 deposito de ebre e 'Stauho gradalo para
750 htros, 2 tachos de cobre, 1 |jlo de ac Or.
me, 1 baca para buiho, 1 baUnca grande com
pezos, 1 ditn pequea, regadores, 2 venezianas, 1
escad. thesoura e ferramenfa para jardim, trem
decosmha, oclin, per ras, pertences e 1 carro de
mao.
Primeiro andar
Salla de visita
Uma importante mobilia de m gno massico 65
tuiada, com 12 cadeiras de guarmeo 4 ditas de
bracos, 1 sola, 2 dunk-rques com espelhos, 1 jar-
dineira, 1 espellio grande oval, 3 sanefas douradas,
3 cortinados de jamase >, 1 importante pan) de-
Gareau, 1 par do vasos grandes de Bocarat, 1
grande rel gio de parede, 5 pares de quadros
grandes, 2 par de jarros, 1 par de amforas de
vidro, 2 esear" leiras, 2 candelabros com ps de
metal, 1 forro de tsteirss, tapa.es pura sof.'. e
portas.
1 quarto
Urna cama francesa, 1 colxo, 1 guarda-vestidos
d-i carvalbc, 1 toilet, lmesa de eabeceirade cama,
1 cabida de junco, 2 quadros e 1 tap?te para
Precisa-se : uin mciiian com pratica de
m Iha los : na ra de Hortis n. 17.
Prec8H-3e de uma cosinhcira ptu casa de
fsmili, que seja do boa conducta ; ua ra do
Imperador n. 78 3- andnr.
Prccisa-sc de uma cosiulieira pari> casa d
tamia, que, durma am cusa ; a tratar na ra do
Baio da Victoria n. 3H, luja,
= Tiaspassa se a taverua da iuu do Apollo u.
13 : a tratar na mesina-
Aluga se o 2- andar do sobrado n 1 na
Passagem, com agua, bastantes commodos e com-
modo preco ; a tratar uo mesmo, com L ureiro &
Cou panhiii.
Precisa-se alugar uma casa pranJe proiima
da cidade com commodos para hotel, sendo prefe-
rida na ra do Paysandu' (Chora Meninos). Para
nformacoiis ra do Imperador n. 20.
Isabel Iguacia de Gusmio Vilella, viuva do
commendador Joao Valeutim Vilella, decKra ao
publico que nao poasue i scravor, que felizmente
est curada radicalmente de semelhautc molestia,
a qual anda mesmo ns mos do mais intelligcn
te e carideso medico, torna se sempre rebelde e
t uos deixsm as vezes quando nos arrancis a
vida com mil dores.
= Aluga ee duas casxs e sido no povoada da
Torre, ambas por 25:0 mensais. Vende-se
laraugciras cravo, ditas da china, sapotiscires e
roscira". a prec) d; i;0') rs. a 1000 : na ra Pri-
meiro de Marco n. 14, ou caes 22 de Novembro
numero 42.
- Na nica taverua do povoado Arrumbados,
precisa se de um m.'nino para caixeiro, com prati-
ca ou sem ella.
AMA DE LBITE
Prccisa-se de uma qu? tenha bom e
abundante leite ; tractar na ra Duque
de C.xiflS n. 42, 3. andar.
Prccisa-se de urna ama para lavar e en-
gommar em casa de familia: na ra do
Riachuelo n. 13 se dir.
XAROPE
VINHO^JURUBEBA
BARTKOLCMEO 8 C
pharm. Pernambuco
Cucos preparado de JURUBFJ3A rc-
commendados pelos Mdicos contri as
Soencas do Bstomao, ri-mo E- r,o
c Intestinos, Ferda do Appetite.etc.
15 Aniiosde bom xito!
EXIGIR A ASSIGNATUR/..
Piiulas pnrgaiivas e depurativas
de Campanba
Estas piluias, cuj: preparaco puramente ve]
Setal, tecm sido por mais de 20annos aproreitadas
Jom os melbores resultados as seguintes moles-
ias : affecces da pdle e do ligado, sypbilis, bou
boes, escrfulas, chasis inveteradas, erysipclas e
iouorrhas.
Modo tit- nual-a
Como purgativas: tome-se de 3 a 6 por dia, i e-
3endo-se aps cada dso um pouco d'agaa aeca-
ia, cha ou caldo.
Como regttladonis teme-se un piiula aojarH'."
Estas piiulas, de. invencao dos pbarmaceutic -
Atmeida Andrade & Filhos, tecm veridtcunt dos
jrs. mdicos para sua melbcr garanta, tornande-
je mais recommendaveis, por serem um seguro
ourgutivo e de pouca dieta, pelo que podem ser
isadas em viagem.
ACHAM-SE A' VEVDA
drosaria de Farla Sobrlubo A
^l BCA DO MRQUEZ DE OLI5DA 41
cama
Um-i imporBuc eommeda de Jacaranda
rico tantuirio, *1 cadeii a para oruco,
d' uradas. 3 lindui ta
2o quarto
com
3 cadeiras
ordad b l'ui alta n'e- '
P** CLERY

vende-se sm toda i s't*
r lUGiVEl


I
II
Diario de PmuuntaM---Tcr<(*~-feira 3i d Maio de 1887
OPEITORALdeCEREJA
Do Dr. Ayer.
As eme e i'.it.i<- il jar
garita e tlus pulllios. -n*(iin:ll iaiiiL'lil*'
se. tcmlo por principio base.
resultado, nao Bao i tli. de enrar le pi
trato ,-..ni o remedio coiirenienH
o ptogresso |*>de ser engai oso e tf< mora ral u.
Ob KeaMadoc Toase. d8o reciprocamente o
multado de I-ariiiKili*, AMhina, liionchiua,
AflVe^o PuluMmar e a Tsica.
Todas as familia, i icrli {nsdevemter
0 Peitoral de Cereja do Dr. Ayer
em casa para o usar eui caso de necessidade. A
perda de un sddia, pode cni muitos c iso acearre-
Ur serias consecuencias. Portante nfio >e deve
perder lempo precioso, experisaentaudo remedios
,1 Bi acia duvidoea. emquanto que a enfermi-
,l.i,i,-, ijrsteuia e se arraiga protunda-
ent&oqaese necessita toniariieaseinstante.
lio mais o rto activo eui sen effeiti
remedio i acm iluvida algmuu o I'kitobai de
,i,i Int. a Kit.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYER k CA.,
Lowell. Mass., E. I'. A.
A' ven Falsi:racOe
Para evitar falsificacics com referencia ao co-
nheeido PEITORAL DE CAMBABA, deve exi
gir-se este preparado com a firma do atutorAr-
vares de S. Soares em rotulo circulando aro-
lha do frasco e a marca da fabrica nos luvolcorios,
(rulada pelo nome dos agentes e depuzitarios
geraes em Pemao:buco Francisco Manoel da
Silva &. C,, & ra do Mrquez de Olinda u. 23
lian liana
PAKA TINGIR A
barba e os cabellos
Esta tintura tinge a barba e os cabellos ins-
tantneamente, dando-Ibes uin i bonita cor
e natural, inofensivo o seu uso simples e
rpido.
Wndc-se na BOTICA FRANCEZA E DRO-
GARA de Ruiiqueyrol Freres, suceessorcii de A
CAORS, ra do Born-Jesus fant'ga da Cru2
n .."
Candi
n
Compra-se em grande
ra larca do Rosario n
ou pequea por^ao ; na
DAY& MARTIN
fo-necedora de Sua tajeatad -,aJrht d nglttm,
do fisrcito e "i U.rlnkk briunrlot.
GflAIXA BRILHANTE LIQUIDA
GRAIXA-PasuUNCTUOSA
OLZO para ABBEZOS
EUdcrausMuirlo ten; rci i>[i
s tolas n lliriMs.
DEPOSITO OERAL KM LOIIDRII I
, Hlgh Il.iWorn, 97
m rrMH : mif M 1*
Tnico
Oriental.
Fabrico de assucar
Apparelbob econmicos para o cozimen-
ta e cura. Proprio para engenhos peque-
os, sendo mdico em preco e ef-
fectlvo em operaco.
rode-se ajuntar aos engenhos existentes
do systema velho, melhorando muito a
qualidade do assucar c augmentando a
quactidade.
OPERAgAO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou engenhos centraes,
maihinismo aperfeigoaio, systema moder-
no. Plantas completas ou machinismo
separado.
Especiricac.o'es e informales com
Browns c<
5-RUA DO OOMMERCIO-5
AVISO ~
Os fogos de artificios preparados na an-
tiga fabrica da viuva Rufino proprios para
as noites de Santo Antonio e S. Joao, ven-
dem-se nicamente no caes Vinte Dous de
Novembro, armazem da Bola Amarella
n. 36, pelos presos da fabrica ; neste ar-
niiizem llavera venda lindos craveiros,
pistolas de todas cores e tamanhos, rodas
simples e singelas, foguetinhos, estreli-
nhas, etc., etc.
Semenies e carapato
Compra-so na fabrica Apollo ra do Hospicio
numero 7'.

TNICO FEBRFUGO REGENERADOR
VINHOdoStorJOHANNO
DO
DOUTOR'
Quina, Coca, Extracto de Carne e Hypophosphito
Kecommendao-no nos casos que necessitao tnicos para reconstituir e rerenerar
o organismo arrumado por molestias, excessos. natureza do clima, Anemia, Chiorosis.
Amenorrbea, Cachala, riuxo braneo, que tanto arrulnao a saude das mulheres.
Pobrera de Sangue, Fraquera eral, Sebllldade, etc.
H. VIViaN, Drosrulta, 60, Boulevard le Strasboure, em PAEIS

0
i i:
Aluga-se o 1" andar do sobrado n. 27 ra do
Imperador, pintado de nnvo e com agua ; a tratar
na ra do Duque de Canas n. 47. ,
"PEDIDO"
V 9*9:1 O rs.
Jos Antonio de Albuquerque Pedroza pede ao
Sr. Jos Barrero Paes de Mello, o favor de pagar
a importancia de sua letra j vencida ; Vmc. sa-
be que tambem devo e quero pagar aos meus ere-
dores. A noasa casa inuitj perto da do Sr.
seu sogro Jos Ignacio Avila, marco-lbe o prazo
de 8 dias para este pagamento.
Recife, 24 de Maio de 1887.
Jos Antonio de Albuquerque Pedroza.
Jalroph
Manipoeira
Esse medicamento de urna cffieacia r>conbeuida
: no beriberi e outras molestias em que predomina a
hydropesia, ac!ia-ae modificido em sua prepara- I
co, .'rucas a urna nova formula de um distincto '
medico de^!.. eidade, s-ndo que jmente o abaixo
assiguado tni habiiilado para preparal-c de modo
i melhorar !he o gosto e eheiro, sem foiivia alte
i conservara com a mesma actividade, se nao maior
em vista de mc est-mago.
laico lepoNito
Na phaiuiacia Conoei(<>, ra do Mrquez de
Olinda n. 61.
Beierra de Mello
CAJIRLBEBA
PRAPERADO YINHOSO DEPURATIVO
HPPBOfDO PBLl JUNTA DE HGEIfi PUBLICA DA SURTE
Antorisado por decreto imperial de 20 de Junho de 1885
Composcio de Firmino Candido de Figueiredo
EMPBKGADO COM A MAIOB EFKICACIA NO EDEU.MATISMO
DE QUALQUEB TATEEZA, EM TODAS AS MOLESTIAS DA PELLE, AS
LECORKHAS OU FLOEES BRANCAS, NA ASTUMA
bronchites (molestias das vas respiratorias), nos soffrimentos
OCCASIONADOS PELA IMPUREZA DO SANGCE E FINALMENTE
AS DIFFERENTES FORMaS DA SYPHILIS
Propag-adorA. P da Cunha
As importantes curas, que este importante mediearaento tem produziao, attes-
tadas por pessoas de elevada psito social, fazem com quo de toda part-; seja elle
procurado, como o raelhor e mais enrgico depurativo do sangue.
Depurar o sangue, como cndilo de urna circulado benfica e efficaz, eis em
que consiste principalmente o meio mais seguro do conservar a sa ie o de curar as
molestias que a impureza do sangue occasiona.
O Cajrubba, pela sua aegao tnica e enrgicah ente .iepurativa, d medica-
mento quo actualmente pode couseguir esse resulta io sem prejudicar uem alterar as
func^oes do estomago o dos intestinos, porque n?io contm substancias nocivas, apesar
do vigor depurativo dos productos que conslituem a base principal d'este medicamento.
As muitas curas que tem feito, estao comprovndas pelo tetemunho dos dis-
tinctos e conliecidos cavalleiros que firmam os attestados, qu- esti jornal tem publica-
do em sua seceio ineditorial
Deposito
a Apoilo, ra Hospicio 70
iD3e3aaNr^.xwx]eTjrca
A' venda em minias t>-:ai nia< i j-% nrazil e do >! raiig-iro
XAROPEd reinvsllker
i q^ Laureado pela Academia de Medicina ^^
^^.Jjy-v dvalhfiro di Legio 1e Honra rX*^3^^
^'HATOd.CAL GrS^^^^
O Phospbato de ca a substancia mineral m*ia aounaantn do organismo e toda ve qme stia
quantldade normal diminue resulta urna ateccSo or-anica ra^e.
Mais de cinco mil curas, a mor parte (mUl/cada pelos fr,lfeisorcs e Mdicos das Faculdades
rorao oDtlaas ultimamectc- e Ozerao com que o Xjrope do it' Keinvtllier fos=e classiicado
como o especifico mais seguro coocra a Tsica pulmonar. Broachlte cnronlea, anemia,
Uacbltiamo, Debilidadc do Organismo. O Xaropc do W MteiKcitucr admiDiS'raao
diariamente as cr'anras facilita a denticao e o cresclmento :na m.ies e amas de lelte torna c
lelie toelhor; impede a 'jarle e queda dos denles tao frequentei desos Ja prenliea.

IHBia novidude de fogos
e sones
Offereee-se aos amadores, para os featejos das
noites de Santo Antonio, S. Joo e 8. Pedro, um
completo sortimento deetes artigos, que veude-se
por precos muito raioaveis, e faz-se grande diffe-
renc em porcSo ; na ra do Rangel n. e ra
estreita do iiisario n. 23. '
DO ENCASdo ESTOMAGO
OIGESTOES D-FFICEIS
Vyspepsi.is, Gastralgias, Anemia,
Perdr, de Appntite, Vmitos, Diarrhea,
DeblUaade das Cri-infas
CURA SEOV.HA RAI'MA PELO
TNICO-DIGESTIVO
cotr Quina, Coett Pepsina
Adoptado em todcs or. Hospiaes
MtDALHAO AS EXPOQOES
PARS, r k Bruyere,?4, e em todas as Pharmaciis.
Per 22|
Aluga-se a casa n. 2t da ra de i. Joao, com
bone commodoa, bom quintal e est limpa ; a tra-
tar na ra Duque de Crnias n. 80, loja.
coriTf* tuo ao
MOLESTIAS IAS URINARIAS
? 'ICULMI.TrB
.: da terso ctronico da sxiga,
s^ritataa do canal da uretra
Molestias da prstata,
'iGOWcia aa rif?:
.i reia na urina, etc.
^AMN. Psrmaceutico-Chlnitt,
Tanque
Vndese um tanque de pedra
gueza) ; na estrada de Joao de Barrea u. {.
(CMnfria portu-
D HLLilL
INSTANTNEA pira \ barba.
fj an fidro, *tm pr;^i,ic -
in luvagem.
DE FILLIOi
ROSABA para dar aos cabellar
brmocoi
saa Cor pr.mif.lva
9K'U{t!! m PiriB' ?IUIOL, 17, ruj Tiv o:?, ?itt
Em
Dor!to: Pharmacia
Pernamtuco: Ftt.-
vrBENQr, 8, Pl-ice de la Magaeleine
W. dn SILVA & C", n princiotes Pharmacias
PAJUZ.
Orors]
Attendite
Jos Samuel Botelho, o bem conheeido fabri-
canle de bouqnets pfii* casamentos e outros actos,
e capel las raortuaria* de pe.petuaa, tanto de flo-
res naturaes camo artificiaes. offerece-se ao res-
pfita^l ptiblico para sur procurado na ra Nova,
leja, de miu.de/aa n. U. e > a ra da Cadeia do
Recife, loja de salleiro n. 43, prometteodo todo o
Htseio c promptidao po seu trabalbo.
Miguel L. R. (l Fonspca
38Pra$a do loDiiuerciooS
PESQEIRA
N'este estabeleci-
mento encontrar o
publico em ge ral, um
completo sortimento
de medicamentos, dro-
gas, productos chi-
micos, especialidades
pharmaceuticas naci-
naes e estrangeiras,
leos, vernizes, tintas
Ut? lUUdiB dS LOrCha I)iri" multado) de preferencia ao miIho e outros larelbs
ceis e mais artigos
para pintura.
O proprietario des-
ta importante pharmd-
cia responsabilisa-se
pela boa qualidade
dos medicamentos e
drogas de que *st
pro vida, e bem assim
pela presteza e asseio
com ,que sero aviadas
as receitas dos Illms.
Srs. J)rs. mdicos, que
precisaren! de seus
servidos pharmaceuti-
cos n esta eidade.
a 40(1 rs. a arroba
Cb.g u a prmeira rameaoa do precioso iarello
de cai.fi de algodSo, ornis barato de todos os
alimento pira animats de raca cavallar, vuejum
suino, etc. O caroco de algodao depois de ex-
trahida a casca e todo o oleo, o mais rico ali-
mento qjie se pode dar aos anim es para M larta-
lectr engordar coto admiravel rapidez.
Nos Estados-Unido da America do Norte o na
glaterra elle entalegado (com o mais eliz re-
ltado) de preferencia ao milbo e outros fa
que sao muio mais ero e nao sao de tanta sus-
tancia.
.4 Iralar un Hecifr l.ariio (lo tur
pii Sanlu. 1" andar
Tinta prela
INALTERAVEL

PH4.KMACIA CENTRAL
s Ra de Imperador 38
Pernambuco
Serve para escripturafao mercantil e d tres ou
quatro copias de nma v z
Fardas
Tibnrrio de Olvelrn C.
tm panno azul i upeoiat e proprio para fardareen-
to militar, e dispe de artistas habilitados para
este fim
Em sua casa de atraate
______A' roa dolMarqoez de Olinda n. 51.
PHARMACIA FARNCEZA
[ HE
FERREIRA 111MA0 C.
25BA D Blll DA HCIMIA-2S
N'este estabelecimento bem conheeido,
encontrar o respeita^el publico, um com-
pleto sortimento de medicamentos, drogas,
productos chimicos, especialidades pharma-
ceuticas nacionaes e estrangeiras, leos, ver-
nizes, pinceis, artigos proprios para photo-
graphia, pyrotechnia, etc., etc, tudo recebido
directamente dos mais acreditados fabrican-
tes da Europa e America.
Garante-se a qualidade de tudo que fr
comprado n'este estabelecimento, quer em
grosso, quer em reialho, aim de bem ser-
vir aos que lhe dispensarem sua confianza.
ra do Bordo da Victoria
VERMIFUGECOLME
CHOCOLATE com SANTONINA
1NFALLIYEL para destruir as LOMBRIGAS ,
tslc Vermfugo e recommendado [*lo (^ U\^
\ ss j sabor agradavel e consem{o indeoida. J"/ -f'
Exigir a assignatura : J Vj
J,Pii"COlMET-d'AAOE.'''rnnbifo FRAS'-M f' BBBfBBa^a^BBaBBBBBBBBBiaBaBBBBBBMBBBBBBBBIHHianrjKVKYaiV*
fontaras de eabf$a ou encha-
quecas
Ese te.rivel soffiimcn'o curas.' fazendo se
ui ) diariamente, no deitar-s", de nina duas pi-
lul-is anti dyspepticas e regiiladoris do v nt."f,
prepai^das por
Bnrlliolooaeu tV C. Kurrcuioreii
34 Ra larga d) Ri.sario 3i
Pero.mbnco
Plianiiacia
dalo
Precisa-se de um rapaz
Santo n. 27.
na travessi de '
\ovo porto do cana
Hu il.i Mrquez do Herval n. '{",
Em virtude da grande quautidade de c,:: \
que tem ebegado para este pirtu, o propriel
d ti, reaolveu baixar para >>M rs, a barrica,
frete ser o menos pDssivel ; o co:id'Jc:or do car-
vao que uo fntreuar o t \lo qii i acompanha cada
barrica, d direito ao consumid ir na:
frete. p.o,irietano do mesini apressa-su era
declarar que nao que r fornece c ir vio p,-l; foi
ma conveniente, e ni'm se eutende com t! le ts mu
dancas para dentro e -;i .i--sr i i-i '. Lde,
com urna intitulada empreza do Sr. Joo I
ves, pcis quem deve ser procurado p>n
porque este capiz de maiores ni ireh?-i
mentes]
riiosiiioRos
Deutsche Quodlibel
Sao os melhores
que tecm vindo a
este mercado, que
tornam-se recommen-
da veis tanto pela boa
qualidade, como por
virem colorados em
caixinhas de phanta-
sia e com cromos 7a-
riados.
Vende-se por pro-
cos mdicos. Tnicos
depositarios Francis-
co Lauria & C. ra
Vendc-senoescrip-jeo Bom Jesns n. 61.
VINHOgilbertSEGUIN
Aj?prvido pela. Academia de XAediclna, de Franja
AIS DE SES3ENTA ANNOS DE EXPERIENCIA
Vinho de ama efficacia incontestavel como Antiperiodico para cortar as febreg,
e como Fortificante as Convoleseenfos, Mtebitidode do Sangue,
Falta ttm Menttrrta^o, Inappeteneue, lHgeaten difflcei,
Mnfertnitlatle nervosa, Itvbiliilne.
Pharmacia G. SEOUIN. 378, ra Saint-Honor, PARS
Depostanos em Perti/mitwco : FRAN M. da SILVA. C.
torio da Empreza do
Gaz latas com tres
caadas de Tar (al-
eatro) a 1600 rs.,
promptas e soldadas.
Faz-se grande re-
dcelo no prego do
mesmo para as en-
commendas de quan-
tidades maiores, a
tratar ra do Im-
perador n. 29.
Vende-se ahi tam-
bem coke (carvo) em
saceos avulsos.
35-Praga io Cflamercin35
Atiene
Pede-as a no asusta da compauh draataaMav
aue esta no Santa laahel, o faror de i ruA dft
Madre de Deas n. 3, para tratar davuikwgacia.
(iimuieiKlaifur Joo frru aun
Nees
A mesa resdora da veneravel orden rereeira
d N, S. do Carme, grata memoria do sen falle-
cido irmao, coramendador Jos Pedro das Nevos,
pelea relevantes servk; js que preetou a uem dos
interesis desta ordem, maudam alebrar missa e
memento por alma do meamo, qnarta-feira 1 de
Junho, trigsimo da de sea ralleeimento ; para
caj veto convida a todos os irmaos, bem conro
a8 prenles e amigos do mesmo finado a compa-
iteerem na igiejs da nossa ordem, s 8 horas da
manhS do referido da.
Caplio Rtoala dft* aVeMsUt
Xa terca-feira .'il da Maio se resari na igreja
dohoapioio dos miesionarios de N. 8. da Fenha,
as 6 horas da manb, nma missa telo eterno r*-
pouso da alma, do que em rida, era capitao Anto-
nio da Si Leito ; pera asietancia> da qaal con>-
vidaa aa cxpirmies- a amicoe do msaaan finado.
PHARMACIA CENTRAL
38Kua do Imperador38
Tendo passada pnr uma completa reforma acha-se montada a saiefazer
procrpidlo aa i*irli('^H?e ro-nlicas, tonda para essn lira tn lidade e especialidades pBafBiadwatfswa) dos primeiros fabricantes.
SARCtPE \
i Emnreuados com tAatd -iHo i .-"-i cskm y-\
l{>Lhisica e as moleatie tabercaUrar,}
,'enflftnn3 unieamene c fi*sc*i '/..i.v-.-.
ttv.1 ooii"> nome do dosMor Cauar.aBa, LiOJue
a slira L
Bob a influencia dos lypophoavtiitofl a|
tosse dniniK, o appetit>! augmenta, a for-'
jas ton > ^ vir, os suops nocturnos cetfsSo, |
cora
qua
^SUSPENSORIO MILLERET FUNDAS MILLERET^
Elaatloo, nm Cordoe
Para evitar as CootrafacSoa
Exigir a marta do Inventor imprimida
em coda mapenviri.
WfiiH tmra Iiki'IM
Tecidoi plasuecs algodia e s*da.
.1 Catl >I1III M i wniint ai
sua, runda* anatmica* e
na. Fundas inviirtveis, par
eonler ai hernia e ouebradurm as rnau
HfficeU.
ciimiNB ttKk h botriga e s oanuo
MBjLEIUCT, LE aOmDBO, Succesaor. 49, rom M. Rooaeeiau, PAMS
DEPSITOS EM TODAS AS PRINCIPAES PHARMACIAS
diT.usadOk
f
! e o dr-.-r i goza de ura bem estar i
O* 0r<;--3pkosphitoe (ne Itfttm a marca
de 'abrios da p*an*3<:ta 9WA8X
ft, r>w Castiaone. Prriz, So o an
Cfct rer-onheci')*:* e recommcrtdadc* fcioi
X>' CHUlCILL ;ntlor da. Ae$r,obertai
i' sua;. prepriedades curaiivA. j
Prei; | rsmifavn "l SffavfMM Pnarvncat.
Ama
XAROPEdeBLAYN
I ViCtMil
i aasadavei.
radavei, adootads oom saode e>
de Pars, cura os efluxu, r*>,
> da saris*, daa Vaas arlaai'Sa 4a
rasada aatM ha
- Toaar,
aartmiilamr
tlra*0
Precisarse de urna- ama para aaaa de pouca fa
milis, que compre, saiba cosinhar e durma em
cwsa ; na roa do Mrquez de Olinda n. 48, se-
gundo andar. ^^^^_^^_^^_^______
Ama para cosinhar
Precisa-se de uma ama : na ra da Imperatriz
n. 23, 1 andar.
Ama
Lauria & C. ra da
Imperatrizn. '!, Cos
ta Lima & C. ra do
Amorim n. 35.
Scm dieta esen. moditi-
ca^ocs de costiimes
Laboratorio central, ra do Viconde El
Rio-Branco n. 14
Esquina da ra do Regente ,Rio de,
Janeiro
Especficos preparados pelo phar
niaceuico Eugenio Marques
de llollanda
Approvados pelas juntas de hygiene da C
Repblicas do Prata e academia de industria d<
Paria.
Elixir de imbiribina
Restabelece os dyspeptieos, facilita as diges-
toes e promove as ejeccoes diflicies.
Vinlio de ananaz ferruginoso o quinado
Para os chloro-anemicos, dcbella a hj pncinw
intertropical, rtconstitue os hydropkos e borib*
ricos.
Xarope de flor de arueira e mutamba
Muito recommeDdado na bronchite, na bemop
tyse e as tosses agudas ou chronicas.
Oleo de testudus ferruginoso e cascas "
laranjas amargas
E' o primeiro reparador da fraqueza do os-
nismo, na fysica.
Pilulaa ante-periodicas, preparadas ;on
pvrerina, quina e jaborandy
Cura rndiealmente as febres intermitientes, re-
mitientes e perniciosas,
Vinho de jurubeba simples e tambem fer
ruginos, preparados em vinho de caj
Efficaze8 as inflammafoes do figado e ba?:
gudas ou ebronieas.
Vinho tnico de capilaria e quina
Applicado as coavaleseencaa das parturiente,
retico antefebril.
Francisco lanoel da Silva & C.
RUA MRQUEZ DE OLINDA-
Precisa-se de ama ama ;
d'Eu n. 5, loja de sapateiro,
cisa.
na #raca do Ccae
se dird quem pre-
Cemmendador *o Podro daa
le
Trigsimo dia
Antonio Pedro das Heves convida os seus p-
rente, e amigos para aasaUrem as tnissas qoe pac
alma de seo lanado pai, ODmiaendadsr Jos Poda
das Neves, manda celebrar na igreja da Madre de
Deus, s 8 horas da manha de qainta-feira 2 de
Junho.
Precisa-se de um pr.tico ; a tratar na ra lar-
ga do Bcsario n. 34.
Atten^o
Preciaa-se arrendar uma propriedade de trras,
com casa de vivenda, estribara, casa de farinha,
ditas para moradores e mais bemfeitorias, coa
acude ou abundancia d'aguw eorrente, mm "ereade
para vaceas de leite e auimaes, ou proporooes par*
isto. e para tida agricaltnra de a, milho,
fetjo e algodao, e que nao rliate 'ie utn p>voado
com feira, quande muito do umi legoa, ter.io al--
gnuia estavao de camiubo de feno uesta mesma
distancia, nao importuudo ser o lugar acatiugado,
com tantc qu^ esteja uns condicoesn cima exigidas,
e que as bemfeitorias estejain em p.'rfeito estado
de couservacao e limpesa : quem tiver an innci;
para ser procurado eexaminar-se. Nao se escolbe
comarca ; preferindo-se a da Victoria.
Caixeiro
Precisase de um caixeiro wn pratica de seeeca
e m libados, de 12 a 14 annos, c de conduct;: afan-
cada : na ra de Bemfiii n. 4, iunto ;. pontrf
grande,
Sortes para S. Antonio,
S. Joao e S, ^edro
Explendido sortimento, viudo de Berln,
PreCOi sem coinpet.ncia, s n faDrica
Vendme ra Uo Bario da Victoria n. 39.
Venham ver para acreditar.

i uma i


Diario de PernaiiftaicnTerfa-feira 31 de Maio de 1887

.
I

\
Aluga-se barato
Rna Viscode de Itapario* n. 43, armazem.
* Ba Coronel Suuuna n. 141, qaarto.
Ra de Santo Amaro n. 14, loja
Ba do Corredor do Biepo n. 18,
rratk-M na ra do Coiomereio n. 5, 1* andar
riptorio de Silva (luirnsraei & C.
Aluga-se
mi casa cntn sotao, edificada a moderna, con
iceommodacSo para familia, sitio pequeo, entre
k duaa eatacoes Jaqueira e Tamarineira.
OlTBA
Urna casa nova em frente do Sr. Thom, propiu
pan pequea familia, entre Jaqueira e Tamari-
aeira ; a tratar na ra Primeiro de Mareo o. 25,
teja de joias.___________________________.
AMA
Precisa-se de ama ama para cosinhir em
de poaca familia ; na ra Augusta n. 274,
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinbar e raaii
ervicos dou-esticos de urna casa de pequea fa-
milia ; a tratar na estrada do Rosarinho, sitio n.
5, casa amarella.
Alusra-sc
a tasa terrea i ra do Hospicio n. 70 ; a tratar
na mesma ra n. 81.
Alusra-se
a casa sita Pcnte de Ueha n. 35, com accom-
BOdacoes para familia regolar, sitio, agua do
Beberibe e gaz carbnico ; para ver e tratar, na
Precisa-se de orna urna para cosinbar em casa
de pouea familia ; na ra de Marcilio Oiaa nu-
mero 26.
Ama
Precisase de urna ama para cosinbar, que seja
de meia dade ; na ra Duque de Casias n. 2.
sesma casa.
Aluga-se
0 | andar d predio n. 21 ra do Bario da
Victoria, e a loja do predio n. 11 ra de Mar-
ailio Dias ; a tratar na ra do Vigario n. 31, pri-
meiro andar. __________________^^
Jarope de cambar guaco e bal-
samo de Tol
reparado pelo pbarmaceotico
Bittencourt
E' um poderoso preparado para todas as affec-
;5es dos orgaos respiatorios, como catarrho pul-
monar, astbma, coqueluche, bronchite, paeumo
ais, tisiea, etc., etc.
Cada frasco 1<000
Deposito na Pharmacia Central, ra do Impera-
dor n. 38 Peni a m buco.
Semenles le carrapato
Ccmpra-se grandes e pequeas quantidades :
aa drogara de Fn ncisco M. da Silva z C, ra
a Mrquez de Olinla n. 23.
triado
Preciea-se de um criado : a atar na ra d
Paysand n. 19, Passagem da Magdalena.
AMIA
Na Prapa do Conde
Id'Eu n. 7 2o andar,
precisa-se de urna co-
zinbeira para casa de
pequea familia.
Engenho para arren-
I dar
Jos Francisco I O Goiabeira, d'agua, moentc e corrate, meia
] legoa distante de Jaboatao, com trras para sa-
; frejar 2,000 pes do assucar, e boa casa de vi-
venda ; a tratar na ra da Imperatriz n. 49, se-
j gundo andar.
I Phanacia central
Ra do Imperador n. 38
Jos Francisco Bittencourt, antigo pharmaceu
tico da pharmacia francesa ra do Barao da
Victoria u. 25, avisa a seus amigos e fregueses,
que se acba na pharmacia cima, onde espera
continuar a merecer a confianca que felizmente
depositaram em seus trabalhos protessionaes.
Tricofero de Barry
Garntese quefae as
eer ecrescer o oabello anda
ob mais calvos, onra a
inha e a caspa e remova
todas aa impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir oude embranque-
cer, e infallivelmento o
tnrna eapesso, macio, lus-
tioao e abundante.
wrm
*/AU^
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E' o nico perfume no mun-
do que tem a approvwj&o officin'. de
un Governa Tem duas vezes
tu ais fragrancia que qualquer ou t ni
e dura o dobro do tempo. E'muito
mais rica, suave e deliciosa. E'
niuito mais na e delicada. E'
mais permanente e agradarel na
lenco. atlas vezas mais refres-
cante no banno e no quarte do
doente. E' espccifioo contra a
frouxido e debilidade. Cura aa
dores de cabeca, os cansacos e os
desmaios.
Xarope ie Viia Je nter So.
20Roa l. dearjo (j mto ao Louvre)--20
os precos
Bramante de linho, com 10 palmos, a 1(5900, o metro.
Bramantes de al<*odiJo, com 4 larguras, a 800 rs., 1#000 e 1(5100, o metro.
Madapotes, a 3*800, 4*500, 55000, 5,5500 e 65000, a pega.
Ditos americanos, com 24 jardas, a 75800 e 85000, a pega.
Algoooes, a 30000, 45000, 45500, 55000 e 55500, a peca.
Cretones escuros, cores fixas, a 320 e 360 rs., o aovado.
Ditos claros, liados padroes, a 280, 300 e 320 rs., o covado.
Percales de cures, fazenda superior, a 240 rs., o covado.
Ditos de cores escuras, a 20 rs., o covade.
Zephyres de core?, a 160, 180, 200 e 240 rs., o covado ; muito largos.
Setinetas, de cores, a 320, 360, 400 e 440 rs., o covado.
Creps de cores, para acabar, a 360, o covado
Batistes de cores, muito largas, a 160, 240, e 280 rs., o covado.
Catnbraias brancas bordadas, a 55500, a pega com 8 1/2 varas.
Ditas, em retalbos, a 700 rs a vara.
Alpacas d> cores, lisas, de preco de 600 rs., o ce/vado, porrJrJO rs., o covado.
Sargelins de todas as cores, da melbor qualidade, a 240 rs^/o covado.
Chitas tinas para coberta, a 280 e 320 rs., o covado.
Gangas muito finas, com lindos desenhos, a 280 e 300 rs., o covado.
Esgui&o pardo, para vestidos e vestuarios de eriancas, a 380 rs., o covado.
Pao da Costa, de listras, a 15100, o covado.
Dito dito, de qnadros, a 15100, o covado.
Brins de cores para calcas, a 240 rs., o covarlo.
Ditos de linho de corea, a 15500, 15800 e 25200, a vara.
Dito de dito branco n. 6, a 25400, a vera.
Casemiras de cores, para costumes, a 15800, o covado.
Ditas em cortes para caigas, com listras de tela, a 65000 e 105000, um.
Cobertas forradas, com dous pannos, a 35000, urna.
Lences de linho e algodao, a 25000 e 35000, um.
Cortinados de cambraia bordada, a 65500 e 85000, o par.
Chambres para horaem, a 55000 e 65000, um. *.
Toalhas felpudas para rosto, a 35500 e 55000, a duzia.
Ditas grandes, para banhos, a 15530, urna.
spartilhos finos de todos os nmeros, para senhora, a 5-jOOO, um.
Babados e entremeios bordados de 503 a 25000, a pega.
Fiehs, de linho, rndalos, a 25000 e 25510, um.
Ditos, di la, felpudos, a 55000, um.
Lengos brancos, a 15200, a duzia.
Ditos de esguio de linho, a 45500, a duzia.
Meias de cores, lisas, para homens, a 45800, a duzia.
Ditas de fio de Eseossia, cruas, para Lomeas, a 115000, a duzia.
Ditas ditas, rendadas para meninos de 6 roezes cima, a 500 rs., o par.
Ditas de 13, de cores, para homens, a 15200, o par.
Ditas de algodao, de cores, com listras, muito finas para senhora, a 105000 e
144000, a c*uzia.
Camisas de la, sem punho e sem collarinhos, por b-rato prego.
Golletes de flanella com mangas e sem ellas, di diferentes pregos.
Costumes de banbo de mar, para senhora, a 105000 um
Ditos de dito, para homens, a 85000, um.
Ditos de dito, para meninos, a 55000, um.
Sanatos para o mesmo Hm de differentes tamanhos.
Grande sortimento de amigos para homenB, sendo: de camisas de linho, ditas
le meias, gravatas, punbos, collarinhos, ceroulas e muitos outros que lembraremos na
preienca d'aquelles que se dignarem visitar o nosso estabelecimento.
A' ra Primeiro de Marco n. 20
Telephone n 1*8
AMARAL & C.
Lotera da Provincia
Tcr? a feira 31 do cor rente se extrahir
a 5/ lotera em beneficio da matriz de [tamb,
lo consistorio da i^reja de Nossa Senhora da
Concefyo dos Militares, onde se acharan c\-
pos'.s as urnas e as espheras arrumadas en?
trdem numrica apreciado do publico.
ANTES DE rSAL-0. DEPOIS DE C SAL-0.
Cura positiva e radical de todas as formas de
sscrofnlaa, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
AffecoSes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo oom perda do Cabello, e de todas as do-
eneas da Singue, Fi gado, e Bins. Garantes
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangus
restaura e reno va o systema inteiro. 0 ;
Sabao Curativo de Reuer
Para o Banho, Toilette, Crian-
8as e para a cura das moles-
as da pella de todas as especias
am todos os periodos.
Approvt.d.3 n 1 utorisados pela inspecto
ria geral de hygierine Deposito -;u Pcrnambueo casa de
Francisco Mnnocl da Silva & C.
TRASPASSASE
um importante t'tittbelei-imento de in Ibadoa no
melhor local que ba na fr< guezia de Santo An-
tonio, boa armaco, offerece todas as v&ritagens :
quem pretender, na fabrica Tigre informa.
Eiseihr Dous Irmos
o
A coropanbia do Reberibe arrenda a parte
agrcola do engenho D >us Irmaos, por praso de
seis annos, sob as condigoes p*ra esa; fim esta-
belecida, e que os pretendentes podem examinar
nesto escriptorij.
As propostas sera apresentadas rra carta fe-
chada no dia 30 ao raeio dia, a abertas na presen-
ta dos pretendo) tes, ems>guda ao receaimento
das meamarf.
Rccife, 17 de Maio do 1887.
Jos Eustaquio Perreira Jacobina,
Secretario.
hV
commercio
O abiixo tendo vendido o scu de molbado sito ra do Sol n. 24. da cidade de
linda, ao Sr Antonio Rodrigues Tavares, livre
e desunbaracado de quulquer cnus, convida a
quem se julgar credor a apresentar suas contas,
no prazo de tres das, a coutar da data presente*,
ficando o comprador sem responsabilidade algu-
nas, depois de findo o pn,zo.
Olinda, 27 de Maio de 1887.
Joaquim -M reir G)elbo.
VENDAS
Vende.se o hotel da ra de Mariz e Barros
bem afreguezado, por ter de retirar-se o seu pro-
prietario; qu>m ret nder dirija-se ao mesmo
hotel n. 5, que encontrar com quem tratar.
Vende-se urna taberna no Peres, 3o distrie
to da trrguezia de AfogadoB, bem afreguezada e
de pequeo capital, e bem assiin a casa n. 218
em que ecoupa o referido negocio, tendo bons com-
modos para familia; a causa da venda se dir ao
comprador.
Cofres de fe ro
Carlos Sinden re-
ceben, em consig-na-
c,o, cofres de ferro
prova de fog-o. A ssim
como cha preto de su-
perior qualidade, e
vende por presos mais
barato que outro qual-
quer.
48- Itna do Baro da \ictoria--48
Cobrado a vender-se
Vende-se o (obrado n. 87 ra da Aurora, em
frente a ponte d. Santa Isabel ; qu.-m pretender,
pode entender-se com o 'orrector Pedro Jos Pin-
to, na praca do Con mereio.
Terreno
Vende-se nm terreno confronte a estacio do
Principe, estrada de Jco de Batros, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundo, e com alicerces
para 3 casas; tratar na ra d'Apollo n. 30, pri
ero andar.
Manhiga iDg^za
Tem pata vender em latas c ama a 7(0rs. Art( nio Duarte, ra da Unio
n. 54 e Ar'bur G ncalves Macis, rna da Au-
rora b. 86, con(rtntndo-se com a ettacao de
linda.
Tnico de mulamba
Comporto con quina e glyce-
rlna
CONTRA As CA8PA8
_= Roa Larga do Rosario 28
Vende-se
M armae/o de ama re lo, envidracada ; a tratar
na na do Marques de Olinda n. 30.
WHISKY
BOYAL BLBND marca VtAJX)
Esteezeellente Whisky Bscasse r .jnvt
to cognac on aguarden* de canna, para rortfica
j carpo.
Vende-se a retalho ao tu lOorea armaieu.
nolhadoa.
Pede BOYAL BLEND marca VIADO cojo 00
ne e emblema sao registrados para todo o Braat
BROWN8 & C, agentes
SATJDB PARA TODOS-
UNGENTO HOLLOWAY
Cabriolets
Vende-se dous cabriolets, sendo um deseoberu
e outro coberto, em perfeito estado, para nm od
dous cavalios; a tratar ra Duque de Caxiat
4 A' Flord^T
Ra Duque de Caxlas n lo
Chama ee a attPncao das Exmas. familias par
oa procos seguintes :
Ciatos a 1*000.
Luvas de pellica por 2*500.
Lavas de seda cor granada a 2i, 2*500 e 3#
o par.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs., n. 5 a 400 rs. e
metro.
Albuns de 1*500, 2*, 3*, at 8*.
Ramos de flores finas a 1*500.
Luvas de Escossia para menina, lisas e borda
das, a 800 e 1* o par.
Porta-retrat a 500 r%, 1*, 1*500 e 2*.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Anquinhas de 2*, 2*500 e 3* urna.
Plisss de 2 a 3 ordene a 400, 500 e 600 ra,
Espartilbo Boa Figura a 4*500.
dem La Figurine a 5*000.
Pentes para coco com iuecripcio.
Enchovaea para batizados a 8, 9, e 12*000
1 caixa de papel e 100 envelopes por 800 ri
Capella e veus para noivas
Suspensorios americanos a 2*500
La para bordar a 2*800 a libra
Miio de papel de cores a 200 ris
Estojos para crochet a 18000 rs.
Bico de cores 2, 3, e 4 dedos
de largura a 3*000, 4*000 e 5*000 a peca
Leques transparentes a 3*000
dem preto a 2*000
Lindos Broxes a 3*000 1*000 e 500 ris
Leques para menina a 200 ris.
Linha para machina a 800 ris a duzia, (CBK)
Bordados com dois dedos de largura 60o ris,
3 dedos 800 ris, 4 dedos 1 *200.
Garrafa d'agua Florida 800 rs.
Leques com borlota a 800 rs.
Bicos brancas para S'tinta, cretone e chita pa-
ra correr babados a 1*000, a 1*500 a peca com
10 varas, barato.!
Albuns de chagrero, veludo e verbotina para
50 e 60 retratos a 6*, 7* e 8*000.
Meias de Escossia para senhoras, a 1*500 o par.
Lencos de linho em lindas caixis,
Bico das libas muito fino proprio para toalhas
e saias.
dem japonez proprio para alvas e roqueta e
toalhas de altar.
dem brancos com 5 dedos de largura, a 3*000
a p< Va com 10 varas.
Caixas com sortes de jogo de mgica proprios
para ealu, a 5*000.
Sabonetes de deversas qualiaades.
Bolsas de couro para menina de eseola.
Oollarioho de linho a 300 ris um.
i.inndr perhlneha em eparlilboN
de linho a 3&000. um.
BAKBOtiA & SAONTS
N0V1DADES
Na loja das Listras Azues
A' ra Duque de Casias 0.6I
Telephone 211
LEQUES TRANSPARENTES Aza de Mos-
ca ultima moda, o que ha de mais lindo a 2*0^0
2*5f0 e 3*000.
LAS de quadrinhos tazenda escura lindas cores
a 360 rs.
SETINETAS de listras e quadrinhos de cores
a 320 rs..
FUSTAO branco a 360 e 400 rs.
CORTES de vestidos brancos fazenda de qua-
drinhos como organdy a 5*000.
CAMBRAIA de salpico e bordada a 800 rs., em
peca 6*000.
SETINETA japoneza faaenda de listras largas
com lindas cores a 4> 0 rs.
MADAPLAO americano igual ao camiseiro a
6*000.
BRAMANTE de quatro larguras a 900 rs.
CHITAS finas percales cr--s seguras a 240 rs.
CRETONES francezes ultima novidade cores
seguras a 320 e 360 rs.
SARGEL1M francez qualquer cor a 240 rs.
MERINOS enfestados todas as cores a 800 rs.
RENDA be9panhola preta urna guarnicao para
vestido a 3*000 e 4*000.
BICCO de eres e matizados a 4*500 a peca.
LUVAS de eda pretas e de todas as cores a
2*0 0 e 2*500.
RENDA DA CHINA fazenda branca aberta a
200 ris.
CORTES DE VESTIDOS BORDADOS cor de
creme com matiz a 9*000.
LEQUES DE FANTAZIA de cores e para
meto luto a 500 ris.
BALEIAS PARA VESTIDOS melhor qualida-
de a 300 ris a duzia.
ESPARTILHOS couraca a 4*000, 5*0 00
6*000.
LENCOS brancos finos a 1*500 e 2*000 a du-
zia.
BORDADOS e entremeios tapados, tranparen-
tes, e de iustao, todo o preco.
MEIAS para senhora, para homem e meninos,
todo o preco.
FICHS de seda ccr de creme e pretos a
2*500.
MANTILHAS hespanholas ultima novidade a
4*0o0
E outras rouitas fazendas uovas que as Exmas.
Sras. poderao ver na loja ou mandar ver as amos-
tras que se ciao sem penhor na Loja da*
IilMtra* Azuea-.de
Jos Augusto Oas
Grande sortimento
Fogos
DE
e sortes
paraos festejos das noites de Santo Antonio, S.
Joo e S. Pedro.
Ultima MiMo
Vende-se por precos muito rasoaveis e faz-se
grande differenca em porco.
ui.Kun.io liar da Victoria 61
Loja do Souza
i
Receben a ExpoaicSo Central, ra larga do
Rosario n. 38.
Cimento patente Portland. marca
' Bomas i.oii'ion A Morlnfeeld
faene
' Vendem Livramento & C, no cae* do Apollo
numero 45._______________________________
Vinho da Iourisca
A delicia da poca
Acaba de ebegar nova remessa deste excellente
vinbo de mesa, que se torna recommeudavel por
ser com gante a vide o dea ; vendem Judo Tei-
xeira & C. Succeseres, roa da Penha n. 8.
Livraiucto &C.
vendem cimente port'and, marca Robins, de 1*
qualidade ; no cae do Apollo n. 46.
Vende-te na ph.rmacia do Dr. Sabino, 4 ruado
Barao da Victoria n. 43.
f
IIEB.VEL
fcH
O Ungento de Holloway um remedio nfalUvel para os males d nemas e do peito t tamben pura
as leridas antigs ehagas e ulceras, E famoso para a gota e o rheumatUmo e para todas as enfermi-
dadea de peito ni se reconhece egual
Para 08 mates de argaMa, bronohtes resfr/amentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membro I
contrahidos e juncturas recias, obra -orno por encanto.
Cssas mtdicaa ito preparadat jmenle do Estabelecimento do Professor Hollwav,
78, KEW OXTOBD 8TEEET (ante* 683, Oxford Street), LONLM,
E vendemse em tedas as phannacM do universo.
Hr Os cempnuloKS slo convidados respeitoMineote a examinar os rotlos de cada oaixa e Pote, se Dio tttm a I
ceao, 533. Oxford Street. sioaaUincaooe.
A REVOLUfAO
0 48 a Ba Duque de Caxas
Tendo recebido directamente um completo sortimento de fazendas
que vendem por presos que admiran.
Lindas cachemiras bordadas a seda, a 700 rs., covado.
Linn com salpicos, fazenda muito larga, a 600 rs., covado.
Lils com listrinhas, novidade, a 560 rs., covado.
Ditas com quadrinhos, a 400 rs., covado.
Lindas alpacas de cores, a 320 rs., covado.
Ricas pecas de etamine, tuodernissimo, a 10#000, peca.
Cambraia bordada, a 5(5500 o 6(5500, peca.
Ricas guarnigSes cb viludilbo, bordadas a vedrilho, a 6;J500, urna.
Lindos dama-se, 320 rs., covado.
Gorgorinas de listrinhas, a 320 rs., covado.
Fust5es de cores, a 320 e 400 rs covado.
Dito branco, a 400, 440, 500 e 640 is., colado.
Linhos escocezes, a 200 e 240 rs., covado.
L2s escocezas, a 120 rs., covado.
Setinetas finas, a 320 rs., covado.
Veludilhos, lisos e lavrados, a 1,5000 e 1,5200, covado.
Ditos bordados a retroz de seda, a 10800, oovado.
Cortes de cachemira para vestido, gost.o escocez, a 20#000.
Toilet3 para baptisados, a 9,5000 e 12|000, um.
Rt-nda do JapSo, novidade, a 200 rs., covado.
Cortes de fustao para cohete, a 15000, um.
Camisas para senhora, a 3<000 e 48^000, duzia.
Cortinados bordados, a 60500, 7000 e 95000, par.
Espartilhos de couraca, finos, a 450"0, 55000, (5,5000 e 7o500, um.
Colchas de cores, a 2<50OO, 40800, 50500 e 60000, urna.
Lencos de esguiao, a 20000, 20400, 20800 e 40000, duzia.
Fichs de retroz com palmas de seda, a 10000 e 10500, um.
Meias para s^nh-.ra, a 30000, 400 0, 50500, (50000 at 100000, a duzia.
Ditas par.i hnm.ni, a 20400, 20:00, 30000. 40000, 50500 e 70000, duzia.
Grande sortimento de raadapolSes e algo.oes, brins de cores e brancos, case-
miras pretas e da cores, ch^viote e muitos outros rticos do phantasia.
S NA REVOLUfAO
48RO i DUQUE DE GAXIAS48
Ilenrique da Silva Horcira
ADMI.NISTRACiO :
PAR? 8,Boi:levard Montmartra, PARIZ
PA8TTLHAS DIGESTIVAS fabricadas em
Vlchy com os &'. extrahvios das Ponte. Sao
de gosto agradvel e a sna accao frta con-
itra a A :ia e as VigestSes dif/keil.
| SAES DE VICHV PARA BANHOS. Um rolo para um Lanno, para ai pessoas que nao podeaalr aVtoay.
P*ra evitar cu tmttacSu exigir em todos o productos a
TVIA-RCA. X>A. OOMP DE VICHY
Perj ontam. PfV^aclM f m.m arhio-e n cni- da HABTSMEVDY LABILLE, t. no !"
8ULZER A H orrow >'. *15 -ja Ja Criu.
u
de Marco n. 6.
Participan] ao respeitavel publico que, tendo augmentado sea
estabelecimento de JOIAS com mais urna seci5o, no pavimento terreo,
com especialidades em artigog de ELECTR< >-PLATE, convidam as
Exmas. familias e seus numerosos freguezes para visitar seu estabele-
cimento, onde eni ontrario um rquissimo sortimento de joias de ouro e
prata, pproias, brilhantes e outras pedrs preciosas, e relogios de ouro,
pr-ta e nikel.
Os artiges que recebem directamente por todos os vapor sao
ex lutados pelos mais afamados especialistas e fabricantes da Europa e
Sstados-Unidos.
A par daB joias de subido valor acbarao urna grande variedade
le objectos de ouro, prata e electro pate, proprios para presentes de
pasamentos, baptisados e anniversaries.
Nem em relacSo ao pre;o, e nem qualidade, os objectos cima
mencionados, encontrarao concurrencia n'esta praya.
v*^
Elixir, Pe
DORES oeorj
POB MEIO DO MPBOO DOS *^ /W^-
e Pasta dentifricios ^S f
DOS *
RR. PP. BENEDICTINOS
da Abbadia de SOTJLAC (Gironde)
DOM MAGDELONNE, Prior
2 MEE-A-LH-A-S X)E OTJItO
InjielU. 1881 Lomirti 1 fi.-t
ts mata elevadas recompensas.
INVENTADO f O "9 O
so amo I 9 # W nm
a O uso quotidlano do Elixir
Dentlf rlcio dos RS. PP. Be-
nedictinos, com do-e de algu-
na- gottas com agua, prevem
e cura a carie dos denfes, eni-J
branqueceos.fortalecendoc tor-l
naudo as genglvas perfeita-l
mente sadias. I
Prestamos um verdadeiro
servlco.assignalando ao? nossos
leitores esto antlgo e utUSsimo
Sreparado, o tnelhor eura-
Itto e o unieo preservativo contra as
Affeee&eM dentarias.
Casada fundada em 1807
PUHNiniLI
Iflamaa^S Pelo Prior
O i O PlirreBOURSAOD
Mi
Gral: SEGUIN DEAUX
Agente i
Aohz-te M todtsai bou ttrtumarits, Pharmaoin
a Droftriu.

IPILULAS DIGESTIVAS DE PANCREATINAj
de
Pharmaceutico de i" Ciaste, Fornecedor dos Hospitaes de Pars
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Paris, o mais poderoso]
digestivo, que se conheca, visto como tom a proprledade de digerir ei
tornar assimilaveis nao somonte a carne e os corpos gordurosos, mas|
tambem o pao, o amido e as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteraran, oul
ausencia de sueco gstrico, inflammagao, ou ulcerac5es do estomago, oul
do intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Defresne depois da co-j
mida,*6empre alcangam os melhores resultados e sao por isso prescriptasl
pelos mdicos contra as seguintes afleccOes:
I Falta de appetite.
'Ms digestes.
' Vmitos.
Flatulencia estomacal.
Gastralgias.
Ulcerages cancerosas.
Enfermidades do ligado.
Emmagrecimento.
Anemia.
Diarrhea.
Dysenteria.
. Gastri'.es.
Somnolencia depois de ooner.e vmitos qo acompanham a gravidez t
PANCREATINA DEFRESNE em frasquinhos com a dose de 3 a a cdhe-J
radazinhas depois da comida.
Em casa de DEFRESNE autor da Peptona, PARS, e em toe;; ai Pharmariul
-


8
Diario de PcrnambocoTerfa-feira 31 de Maio de 18S7
iSSEHBLEA GERAL
SESSA EM 17 DE MAIO DE 1887
PBESIDBSCIA DO SB. CANSANSlO DE SINIMB
i ConclmSo)
O Sr. AvilaOccupando-se ootn a neoes-
sdade da reorgaisacao do exercito, expSe
largamente o orador as suas deas Bobre o
assumpto, mostrando que as chamadas ma-
nobras militares, e que nao sao mais do que
ejercicios gyrauasticos, nao se depara aos
officiaes a instrucco de que blo mister; e
a reorganizado que deseja vai de mudar
de systema Nao aguardar mais as dis-
cussoes das leis annuaes, porem, imitando
nisto o procedimento do honrado senador
n.ln Paran durante o' domiuio dos libe-
as
pelo .
raes, occupar a primeira parte das sessoa.
com o assumpto a qua se referi, e' que
certamcnte um dos que mais interesso
ao paz.
Fica a discusso adiada pela hora.
SESSAO EM 18 DE MAIO DE 1837
BEESIDENCIA DO SR. CANSANSAO DE 81-
NLMBU'
O sr. Hcnrlque d'Avila vai offe-
recer um roqoeiimeuto, que nao jusiifica-
r, salvo se o nobre ministro la guerra ou
o senado o exigir (l) :
a Requeiro que por intermedio do !
ministro da guerra se peca ao governo
seguinies informacSes :
< Ia Qual o dficit que se tem dad na
verba do orcaroento da guerra destinada
ao corpo escoUr, na escola militar da cor-
te, nos tres ltimos annos, e qual o nume
ro de alumnos que nesses tres ltimos an-
nos tem permanecido matriculados nos res-
pectivos cursos at o Sin de cada anno.
j 2.a Copia do3 pareceres da comraisso
de proraocoes, dadas desde Outubro de
1836 at esta data.
o 3." Copia do pareeer do Sr. ajudante-
general relativamente reclamado taita
pelo coronel Fran isco Raphael de Mello
Reg coatra o principio de antiguidade que
regau a prornocao de 31 de Outubro de
1885.
j 4.a Copia do projecto de orgaaisacao
militar elaborado pelo consellieiro Alt'reio
Chaves, na qualidade de raiaiatroda guer-
ra, o dos pareceres que sobre elle deram
os varios generaes que foram ouvidos a
ees; respeito, inclusive do apressatado pelo
Sr. ujudanto general do exercito. >
A esta leitura apenas acrecentar um
pedido ao nobre miaistro, e que venharo
estas informales co-n r. maior
possivel.
Posto o requeriracuo a votos,
e s-ro debato approvado.
ORDEM DO DA
exame da questao militar; observando que
o estado de incerteza e de susto em que
se tcha o pas, mais se aggrava de da
para da, sem que para aclmalo bastera
as declara';?: s miniStorfes ; v se forjado
a roropor o silencio que se ha ia' imposto
e vir tambem, intorvindo nesta questao,
perguntar ao governo onde estilo os prin-
cipios de orden que erara o caractoristiuu
do partido conservador, rie est aquella
noco de tranquilizado pubfic. que consti-
tua a sua grande forja quando m oppo
sico ?
Lembra-se que ten o assuoiido o gober-
n o n >bre senador pala Babia (a Sr. Dan
tas), danlo-se alguns movimeutos proprios
das grandes cidades, os sentmentos con-
servadores sobresaltara m-se e o nobre se-
nador pelo Rio de Janeiro, uestes a partir
para a Europa, iuterpclluu o governo a tira
seno abstengan absoluta de trabalhos, ao I de saber se este poda gar,.ahf-tbe e sua
"lenos de applitar-se a elle como Sua Ma- [familia seguranca de vida. Lembra-se que
De ve resposta aos diseursos do nobre
presidente do consolho e do nobre senador
pelo Rio Grande do Sul que fallou aote-
hontem ; pede permsslo para nao o fazer
agora ; est anda enfermo, e com diffi-
culdade que se conserva na tribuna; pede
pois, desjulpa aos nobres senadores.
O Sr. Buo de Cotegipe (pro-
si dealo" do conselho) deve prompta respos-
ta a dous dos pontos em que o nobre se-
nador tocou.
O primeiro que o presidente do con-
selho nao deu pou ;a importancio publi-
caco do manifest assi^ndo^or S. Exc.
Alliaoca que deu lhe toda a importancia
que merc.ee ; considerou-o um documento
de grande alcance e de ni uta gravilade.
Quanto ao segundo, s'do que S. M.
o Imperador ha quasi tres mezes sofFre em
sua saude, e os mdicos recommendam,
brevidado
r.poiado
Prosegue em 2' diseussito o
art. Io
da
as
de
proposta do poder exccuiivo iixando
forjas de terrr para o anno financeiro
18871888.
O Hv. Viscoude de Pelotas sa-
be bem o que lhe iropSi o dever, e por
isso que vera agora tribuna.
Os actos discricionarios do nobr; ex- mi-
nistro di guerra feriram o exercito em
seus direitos c bros; e as rcente deca
racoas rainis ;acs irouxerain esta ques
to a um Cliso que exige proinot sj!u-
cSo, diversa da que parece querer dar-Ihe
o governo.
Nao ten b i miai na conrianca na : a
parcialidade do goverao; nao po:lenio,
ncm deveudo abmdonar a causa de seus
aaraaradas; nao sendo possivel recorrer ao
Chee da nr.gao, s restava o app.li; ao
parlamento. Foi que o ora ior c o seu
collega z i.; n. O nobre presi lente do
conselho n.o deu importancia a esse
jeto...
O rfr. Ca, de Co'egipe : Muita.
O Sr. Viscan lo de Pelotas nota que s:
est presenciando um facto muito singol .r.
Quando se aai-uaoi.Vi que o Imperador
estava doente, SuiM.g-stadj ullava a
tolos: hoje, quaadosj faz sber que^o
Imperador p^ssa perfeitara-n-.e bem, ola
sao aimittios a tallar loe os jue pro-;u
rara ter C3sa honra. Parece que o I-npe
rador est s'ques
trado ; isto
ve,
oparlia:n*0 oi> ple ticar ialfe-
renti) dianto do ficto to estraor iinart .s
gestade eostumava fasel-o. Recommen-
dam ainda que Sua Magestade abstenha-se
de longas conversables e de tr itar do as-
sumptos quo pissam afectjr o sea espi-
rito.
Sua Magostada recebia a todos ; e sa a
am homem slo licito recebar numerosas
e continuadas visitas sem fatigar-se, quan-
mais a um doentc.
Fazer excepjoss causara talvez mais
reparo do que se as providencias aconse-
lhadas pelos mf dicos nao se tornassem ga-
raes.
E', entretanto, certo que ainia depois
dessas providencias, Sua Mrgestade tem
recebido algumas pessoas, entre as quaea
alguns senadores ; nao se recusara, por-
tanto, a receber o uobre senador se man-
dasse pedir a audiencia...
O Sr. Visconde de Paranagu :J
certifiquei isso mestno ao nobre senador.
O Sr. Bar*) do Cotegipe deixaria ao
criterio do nobre senador attender a que
d'ahi niio resultava aggravajlo dos pade-
cimentos de Saa Migestade.
Sequestral-o, seria urna traico do mi-
nisterio.
S sa o Imperador nao estivesse capaz
de resolver, ma cfSrJia ao nobre sena-
dor que Sua Magestade pode perfectamen-
te deliberar sobr i os negocios pblicos,
como pode dar t'tenunho o nobre sena-
dor pelo Piauhy, rue urna das pessoas
que mais lidam com Imperador.
O Sr. Visconde de Paranagu: -Apoia-
do, e anda hontcm certifiquei isto mesrao
ao nobre senador pelo Rio-Graode.
O Sr. Visconde de Pelotas
ticular.
O Sr. Viscan \o
agora o taco em pubii
O Sr. Visconde de Pelotas : -E' de
grande vantagera saber-sa disto; e a todos
praz esta declarago.
O Sr. Bar3o do Cotegipe est certo
d'issi, porque ningucm mais do que o ora-
dor faz ustica aos sentimentcs do nobre
senador, quer como homem poltico, quer
zomo particular, para com Sua Magesta-
de o imperador.
S: nSo fosse essa a situacao do imperan-
te, o ministerio tioha na Constituicao os
meios de evitar que faltasse cabega ili-
rccyao dos n-"-g.tcios do Estado.
Espera que n5o restando resquicio de
duvida sobre o estado de S. M. o I upe-
raJor ; mas assini como aos particulares
poupa-se o neommedo de visitas quando
acontes, por re3orii de razo deve assm
prsticar-se com Sua Magestade, que en-
tretanto nao se negar a receber com toda
a benevl-nc a ao nobre snador.
Foi p*ra fazer esta declarajao, e porque
as 3U-.s pdavras bao de chegar a todos os
ngulos do Imperio, que toraou estes rao-
Tirntos ao S?na lo. (Vluto bem !)
O Sr. BarSo de Mamor (ministro do
imp rio) : O testenrinho do nobre sena-
lor pela Piau! y da maior importancia, a
t id os os rr-speito.
O *r. f :aodido de Ollvelra esta
va no propf ito de abster-re, ao menos por
algum ten.;* >, ie tomi.r parte nos debates
lo Senado : ha p meo chegado a esta au-
gusta cambra quera, na lic5o dos chefe3
polticos, recolher elementos para nella
desempenhar devidamente 03 arduos deve
res que cargo pupoe. Mas quasi no-
minalmente chamado discusso pelos no-
br-s ministros que sa tem empenhado no
-Em par-
de Paranagu : E
o.
por motivo de arruacas propoz-se atolo de
dcsconfianca ao governo, que deu lugar a
una crise.
Hoje no sao as pequeas vaias de am-
pos desconhecidos que sobresaltara, a socie-
dad j ; nao mais a rovolucSo partindo de
cima que pode amedrootar aquello nobra
senador; ha um estudo excepcional da so-
ciedade, que sa tem r,tprnado duradouro,
que se prolonga,' p| colpa do governo.
Como iniciou-se esta questao militar que
tanto vexa todos os espiritos ordinarios ?
Ezistiam os artigos de guerra, o rogu
lamento do 1875, llegalmente promulgado
pela situado conservadora. Existiam os
avisos de 1884 e 1886, em os quaes nao
vendo os militares sui dignidade offendida,
nao se sobresaltaram com a doutrina n'elles
consignada.
Porque surgi entao a quest3o militar ?
Porque levantou se tenaz critica em torno
desses avisos, que na opinio dos folicula-
res governistas, foram a centelha que sus-
ceptibilisou a dignidade do exercito? Por-
que o governo quiz dar-Ibes significaeo
que nao tinha; quiz applical-os a urna es-
pecie de que elles nao haviam cogitado ;
ao p.isso que o governo, ultrapassando as
sira as raas da legalidad?, tem com sua
franqueza prolonga lo urna crise que asau
mi o estado agudo.
O militar nao deixa do ser cidadSo;
mas por sua propria vontade sujeita-se
restri c3o de sua liberdade ; desde o mo-
mento em que jura defender a bandeira
nacional elle cerceia, restriuge parte desses
direitos que todos os mais brasileiros po
deno, em nomo da Cunstituicao, x-rcer
livremente. E' por isso que nao assiste
ao militar o direito de discutir pela impren-
sa os assumptos referentes vida militar,
s ralagoas de camarada para caraarada,
de inferior para superior.
Dsso foi que cogiton o regulamento de
1875, como j haviam cogitado os artigos
de guerra e a Constituidlo. E isso que
estava regulado pelos avisos de 1859, de
1884 a de 1886. Mas o que fez o gover-
no ? Sera curar da maneira poique o aviso
de 1884 foi expedido, sem estudar sua ap
plicabililade especie, a proposita de urna
dscusso entre um deputado a um official
superior do exercito, deu qualle aviso la-
titude qua nao tinha.
Como oi promulgado o aviso de 1884 ?
Um paquete francez, o Gironds, forcou as
ordens do governo a respeito de quaren-
tena dos navios provenientes de portos in-
festados pelo cholera ; por desidia ou des-
cuido dos empregados militares da forta-
leza do Santa Cruz, o paquete, ao ama-
nhecer, estava ancorado no port do Ro
de Janeiro.
mstros procurem defender-se com avisos
que nao sao leis; que o governo podia re-
vogar, se os julgava prejudiciaes ; mas que
entretanto insiste em considerar como a
causa ;da crise actual, que por sua fra-
queza elle niio souba remover.
Feitas as reprehendes aos dous offiniaes,
o eonirito de classe levantou-se, bem ou
:r,*tqp&li direito ou sem direito, e vio. nisso
u ^| violaco da Constituicao. T.' p-
pUude 688-8 movimentos qua nao consi le-
ra ligaos e j condemnou na Cmara dos
De'putados ; mas n3o pode deixar do re
conhecer que havia n'elles um sentimento
riobre.
A discussao pela imprensa um dos di-
reitos do cidadSo brasileiro ; restringindo-o
do modo porque o fez o nobre ex-ministro
da guerra, resultou d'ahi urna posijo ex-
cepcional para o militar, nao as suas re-
UjJjs para com seus chefes e camaradas,
nao no* actos de servico publieo, mas na
sua vida particular, na defeza da propria
dignidade. E' por isso que o nobre espi-
rito de classo levantou se e apparaceram
as reuniSes dos officiaes dos corpos de to-
das as guarnidas. O governo via frente
desse movimento, com a maior publicidad?,
sen delegado da maior confianca o
iUiiiijjl
imposive,
7
I, nao as
JOSELAROf
POR
JACQUKS DI FLOT E PEDRO MAEL
T K a C K I 1* PARTE
O ABYStfO
X
i)
a.
\l-
i mesmo "toro, o i'..rao despedio se do seu 10-
1 tcrlocutor, l:z< alo, > perfar-lhe a mao :
i'. la de fazer
i sira, meu e;iro arr
Corita co:t.aiigo, respondeu Rouval.
E quando a visita sahio o banquetro res
moneou entre iontes :
- Um p Udioo I Ella quer um paladi-
no H de ae.r bam servida. Reservo lhe
um verdad iro ualadiuo, bem modesto.
S.I
Ko dia murcdo, o Sr. d'Isaac e suas fi-
Ihas foram cas de Rouval.
R;uval cumprira a promessa
A Sra Fra-. i, Bertha e Juliano Dar
mailly assistiam j jant;r.
Darmai'Iy 'ioba nelle particular Qte-
r.'ss'.
Aquell- jamar era um.doa seus meios
O mnjor d'aquella praca do guerra na
se limiton a explicar o facto ao governo :
travou debate pela imprensa com o cora-
mandante do paquete, e repetidas vezes
ah discutio ura assumpto melindroso e tolo
de competencia militar. O xjudante-gtne-
ral pedio providencias ao governo, qua as
deu declarando que a nenhum militar li
cito, sem licenca de seus chefes, discutir
pela imprensa questoas militares, como era
aquella. Tratava se, pois, le ama especia
d'-tiui la, de um caso previsto pelas leis mi-
litares. (L o aviso.)
Mas nao faz carga ao ministerio pela er-
rnea applicagao que deu a este aviso. O
que nao p le tolerar que os nobres mi-
commandsete das armas e 1. vice-presi-
deate da provincia do Rio Grande do Sul
O que fez ? No dia em que foi censurada
na Cmara dos Deputados a singular atti
tude desse delegado do governo, declarou
o nobre ex-ministro da guerra e depois re-
petio o nobre presidente do conselho, qua
o governo ainda tinha nelle a mesma con-
fiianca.
3e em tempo 9 governo tivesse chama
do ordem aquelle official general, seu
delegado nos mais elevados cargos, a ques-
to desappareceria, e entao poderia deli-
berar com toda calma. Mas o que fez o go-
verno ?
Conservou o seu delegado, e s o deme-
tiu quando os acontecimentos tinham che-
gado a tal ponto que era quasi impossivel
poder contel-os. E estando aberto o par
lamento, a quem podia levar a questo,
no o fez e foi consultar o conselho supre
mo iiiilitar Eis a origem de todas as va
cillac3es e incertezas em que o governo se
tem mantido vai para sete mezes I
Realmente oo se pode comprehender
como depois deste primeiro acto de fraque
za, o governo no tirasse della ao menos,
as consequencias que era forjado a tirar,
isto restabelecer o direito anterior a re-
tirar as reprehens5es dadas em ordem do
dia do exercito.
Longe de assim proceder, entrou o go-
verno na senda das pequeas vingan^is
que tem mantido e azedadoa qiitst) ; co-
raegaram as transferencias de corpos, as
demissSes a bem do servico ; e, ainda mais,
o governo alimentou pela imprensa discus-
saj ardent?, vivaz, custa dos cofres pu
blicos. Assim foi a opinio agitada, foram
estimulados movimentos que podiam ser
contidos, ao passo que revelara sua fra-
queza deixando que ficassem impunes fac-
tos criminosos. A liberdade de membros da
representaco nacional foi cerceada por
urna representaco de militares; o nobre
senador pelo Maranhi e o orador, apre-
ciando a questo militar sob o ponto da
vista legal, oceuparam-sa com ella, nao
daado razSo aos militares, era ao gover-
no, antes procurando encaminhar esta pela
estrada do devr. Grande numero de offi-
ciaes levantaram-sa em arruaa3 em torno
desses dous membros do parlamento, e o
governo permittio qua elles fossam ataca
dos no exercicio de sus funcc5os.
Ainda mais : o governo tinha e tam por
si o regulamento disciplinar de 1875,
entretaat consenta nes3a reunio que
teve lugar no theatro Recreio Dramtico,
presidida por un offi dal general, que pou
co antes havia exercido lugar de sua ira-
mediata confimj, e na qual foram vota-
das mocSes, verdadeiras ameacas ao pro
prio governo ; nao tomou providenciass, nao
pz obstculo *lgum e deixou que ellas
fos8era lavadas s maaos do chafa do Es-
tado.
Agora, os dou3 prin paes chefes de todo
este movimento, pelo seu prestigio e alto
posto que oceupam no exercito, publicarara
um manifest que contrario s regras de
disciplina, e o overno cruza os bracos,
declarando quepo le garantir a ordem pu-
blica. Nao com transferencias, nem com
meios excusos qua a questSo pode ser re-
sol vida.
E depois de todo isto, vem o nobre pre-
sidente do conaelho declarar que o gover-
no est no seu posto da honra, e que se
os militares tem boora, ao governo tam-
bem assiste o direito de manter sua digai-
dade. S. Exc. chegou ao extremo de coa-
siderar como cartel de desafio, o que nao
passava de uooa reclamajo, pungente,
smjira do comraum, mas que palo go-
verno devia ser racebida como aquillo que
na verdade era e nunca como espada ao
peitos do governo.
O nobre presidente do conselho raspn-
deu pela tranquillidade publica; mas a
questao est em p, continua, e nao se
sabe, anta tantas incertezas, tantas vacila-
c5es, ante essa poltica que ora avanca
ora recua, o qua pode resultar da anma-
la situayo qua aflige a sociedade.
E preciso que o governo cumpra o seu
dever; mais vale prevenir em tempo do
que ter de prevenir ; entretanto, a attitu-
de do nobre presidente do conselho a de
quem espera os acontecimentos, para ap-
plicar a le contra os quo a infringirem.
Este nao o direito, nem o dever do go-
verno. Venha ao parlamento pedir as pro-
videncias de qua precisar, afira le que
cesse esta situaco e se restabe.leca a dis
ciplioa do exercito, e o governo, deaassom-
brado, possa oceupar-se d >s graves as-
sumptos que devem ser objecto da prasen
te sesso legislativa.
Os dias passam-se, e a situaco a
mesma que era antes da abertura do par-
lamento, aggravada pelo cartel de desafio
do nobro presidente do conselho em res
posta ao manifest, que o orador nao pode
approvar, dos doas illustres generaes.
Pede ao governo qua declare se pie
responder pela tranqujldade publija, se
nao depende do parlamento alguma pro-
videncia que resolva por urna vez esta
questao ardente, que chegou ao periolo
agudissimo.
O rgimen la espada o miis intolera-
vel; contra elle, o orador est certo, pro-
testara os proprios signatarios do m ni
festo.
O Sr. Visconde de Pelotas : Ninguom
o quer.
O Sr. Candido de Oliveira : A nossa
sociedade nao se adapta aos pronuncia
mentos ; mas tambem no pie adaptar
se permanencia de governos fracos, e
prolongarlo de urna situajo em que o go-
verno tem abandonado as normas que po
diam resolver a questao.
O governo que aacrificoii o ex miaistro
da guerra s exigencias da cla3e militar;
que consentio as reunioa3 de offi :aes nes-
ta capital, presididas por officiaes de alta
patente; que deixou transitar impressos
manifestos que sao desvos das regras da
disciplina militar, nao pie garantir esta
disciplina, que a basa mais estavel do
-- N." > pretenda o birao '-asa! as bre-
it ?
O s^nbor sabe que e?per*mos a voi-
ti de Tregaeropan 'Jasar lice, mubo.ri
amigo.
Ki' u:r^ om partido, nao asr.i u'.'
O1 A rail r a verdade, pouca for-
tuna, por muita honrablidada. Todcs
homens do mar, da pai a filiio, de io a so-
brnh. Elle jim rapaz qua tem futuro e
ha de ir. muito longe.
Sim, *i. .f qua ouvi fallar nelle, e
ainda nltii.iameiit
!.) vraat Quando ?
- \ r :! u o cobate com pira-
ta>s, alcores na (mia
Vejo que o senhor est bem informa-
do. Trativase rta captura de um certo
i.. aOS*i uai b ai ti lo da peior especia.
Jo", por um capricho, nao quiz mndalo
enfor.ar. Atirou o simplesmente ao mar.
Rouval neou >ri.>. Mudou de conver
sa.
E a ra nina Rna-? (^ual o sea
o ?
- Oh :
bjado
de itorroxcOes.
Alen dtsso, o o^rqueiro tinha arrtfc
bem as c rasas. *
Nenhum dos convidados conheeia ainda
f.s maravillias de principesco palacete onde
mora va o terr *il ageoM da negocios.
All: i ..ti passo e-icontrava-se u ua sor
preza.
Dosembarcao o carro, e d-pos de
baverem trao entrada aooouivel a
carrus, desceris ima especie de escada
de honra, i udt oram recebidos por qua-
tro la !aios ie lio azul agaloada de prata.
Subir^m ata* ea ada Je dous laooes, illu-
rainada por coloitaes candelabrosj de bron-
za. Relusia i :-.:', tos em tolos o pata-
mare, os qua :iim luz brilhante
dos lustras.
E3p'sso; i i... tapetes de Smyrna e
Agr abafav. :v imof dos passos.
No primen., aoi ..-. entrava-sa em um
vestbulo jo. > m1*m :^rro4/le ma ieira em-
raoldnrava'r telai ios mestres, e cujas
bortarM eran: : ..-;.adas por pesadas ta-
petaras.
Ue um Ulo kD i-b-m os salo.-a, tras a
ri >; dj outro i sal: i? jaotar, verdadeiro
na singular.
r>'tJHO'io le ii, taina, cuj >s trawest-
l'Isaa rindo. Ranat>. ^,ha8,-*-a||.lha Ella s desposarrtinHl,., ;.o, jujo fogo Renais
S".nc-t, cojos movis d* ;n -ama poca, 're
um paladino.
i)-pois de mais algumas palavras co
lemoraram o. i- hos castalios feudaes.
Em cima de urna mesa quadrad*, a que
muitas taboas davam enormes propor^Sas,
estavam s vistas primores de luxo to io
telligente quanto original. Nao se comia
em baixella ordinaria. Gustosos vnhos,
quaes rubis e top&zios brilhavam dentro do
crystal facaado da BoUema e de Bacca-
rat. Jtm porcelana de Svres, do ousto de
cinco francos cada peca, servia-se a sobre-
mesa. As f-icas, de ago de Exham a de
Santo Eatevo, tinbam cabos de chifres
authenticos de antilspes da India ou da
frica. A tolha da rasa -era de linho
adamascado das fabricas de Naypoor, e os
guardanapos das do Norte. Em summa^n-
contrava-se all urna mistura de tolos os
gostos, de todos os estylos, que a um tampo
davam testeuunho de hbil desordem e fa-
bulosa riqueza.
as salas, essa desordem proposital at
tingia proporyo" :s pbantasticas.
Havia cadeir.is estofadas de velludo de
Utracht e de couro de Cordova ; divans
forrados de cachemira e de seda da Chi-
na, tapatas quadrados, dos quaes o menor
devera ter custado mil rupias, ou um con-
t da ris.
as paredes, forradas de cima a baixo
pelos mais preciosos a mais raros tecidos.
estavam pendur.'dos ramas de vea los, pro
zas ioteras de elephantes, com z^gaias, to-
raak.vrk, krss, boomerangs, luachad;-
nhas do pedra, pharminx da Z -landia, tyra-
panos da Caledouia, ovoa do avasiruz co
loriJos de modo extravagante e* misciras
japoiiezas ou tonguzas.
Nj meio da sala viam-sa cadeiras singu
lares, lurabs voltados ou crzalos, mar-
roquim tecdo engradado. Alguoias tinham
formas desounhecidas. Um esquifa do mu
mia, -.oca tod a certeza trazido do Egyp-
to, formava Rauii leiti. Bistava calcar
a lampa para coavertel o cu urna chtiise
ongue.
Rouval, ao entrar na primeira sala, dun
do o brayo Sra. Fran, otf.'recera s
senboras cadairas 'da junco, ruproduzidas
dos desanhos syriaeflF^
Tomou-83 caf eul "cascas de ostras de
perola3 esmaltadas por dentro a com p
de ouro. ,,
A bilha de leite era urna concha de ce-
phalopode-porcelana Urna torooira coa
rgimen da ordem e da paz.
E' fra de duvida que pela resoluyo da
consulta do conselho supremo militar, o
uso de liberdade da imprens aou garan-
tido aos officiaes do exercito ; portanto,
como dissa o nobre presidenta do conselho,
a questao s so agita por nao ter o gover-
no mandado trancar as notas aos dous
officiaes : mas sa assim, onde est o
prestigio do goverao ? Porque no tem po-
dido conter esses desvos que se 3uceedem?
E' fora de duvida qna nenhuma classo
tem o direito de se levantar contra o go-
verno por causa da injustica, feita a alguns
dos membros desa classe, porqno iss<>
sedco, revolujo. Nenhum magistrado,
nenhum official de marinha, sa julga offen-
dido pelo que o nobre presidente do conso-
disse dos nossos juizes a do estado da
nossa armada. Outro tanto nao aconteceu
era relacao ao exercito ; a attitu le deste
foi outra: as manifeataco33 surgirara em
:oda parte, e ltimamente, o ultimando
como deputados da classa militar, dous il-
lustres generaes rapuzeram ao governo
este ultimtum, a que elle responde nao
como infloxivel applicador da le, nao
como mantenedor da tranquillidale publi-
ca e primeiro responsavel por ella, mas
como un hornera que tem bros, e que re-
pelle a afFronta com affroata. Esto nao
o papal do goverao, esta nao a sua mis-
sao.
O nobro presidente do conselho nega-se
tenazmente a dar as raz3;s da sahjda do
nobra ex ministro da guerra : mais um
desvio das normas constitucionaes, que
ser levado conta de S Exc. Em these
os objactos de deliberacSo do governo nao
devem ?ntecipadamenta ser revelados ao
parlamento; mas quando em consequencia
dessa delibertaco surge ama-ris e ministe-
rial, compre ao governo trazar ao parla-
mento todos os motivos dessa crise. Entre-
tanto o nobre presidente do conselho raan-
tm um silencio de que nada poder ti
ralo. O orador v nisto mais urna conse-
quencia da poltica de vacillacS s e ioeer-
tozas quo tem caracterisado o procedimen-
to do governo na questao militar : ameaca,
reprehende, demitte, mas nao manda pro-
cessar ninguem. Faz transferencias que
devem ser dictadas palo ;servico publico,
e diz que sao castigos inflingidos como se
o militar que elle assim castiga por motivo
de indisciplina, nao fosse servir ou com-
mandar outro corpo em que a disciplina
igualmente essencial.
Sa assim, se estas sao as leis milita-
res ento o governo 'tem obrigaco, j e
j, de tomar providencias para que urna
legislarlo se estabeleca, no sontido do re-
primir taes abusos. Cumpre nao s preve-
nir 03 casos futuros, como sobretudo res-
tabelecer a ordem, e acabar com a poltica
de vaciilao"e3 do actual gabinete.
Tem concluido. (Muito bem 1 Muito
bem |)
O Sr. llanto de Cotegipe (pre-
sidente do dnselbo) em granie parte est
em desaccordo com o nobre senador no
juizo que forma da cartas demonstrac,oi3 a
acf03 praticados em reuniSes, ou por mili-
tares iadividamente. No que nao concorda
em attribuir ao governo culpa qua em
grande parte cabe a S. Exc.: no que nao
concorda em que o nobre senador sup-
primiudo circurastancias, taxa o governo
de por fraqueza ti r contribuido para ag-
gravar a questao, quando ao cootrario
obrou com toda a discrip5o c prudencia.
Ramontou S Exc. origem da questao,
pretendendo mostrar que o governo havia
applicado o aviso expelido palo nobre se-
nador, sem o coraprahen ler, e danlo-lhe
alcance que nao tem. Desejaria que S.
Exc. lesse tambem o aviso que se seguio,
expedido pelo nobre ministro da guerra,
o Sr. conselheiro Caraargo, mandando por
em execujo nao s aquelles assigaados
pelo nobre senador, como outros anterior-
mente expodidos por outroi ministros.
A applcaco do aviso do Sr. conselhei-
ro Oamargo ao Coronel Cunha Mattos uo
foi pela poiemica com um deputado ; mas
porqua ella envolva servico militar de que
fra encarregado aquelle official, e a res-
peito do qual deu-se conhacimento c-
mara dos deputados.
Tendo silo o coronel Cunha Mattos in
cumbido pelo governo do inspeccionar a
forca militar existente no Piauhy, o juiz
competente, do modo porque elle havia
procedido era o ministro da guerra. Nessa
occasio o nobre ex-ministro da guerra
tomou a palavra para responder ao depu-
tado e mostrar que aquolle official nao era
cnlpado, e defendel-o jde ter praticado ac-
tos que o governo considorava degnos de
approvaco.
Nao houve, peis, reprehenso ou priso
pelo facto do coronel Cunha Mattos dis-
cutir pela imprensa como um deputado, de
modo muito inconveniente da ambas as
partes.
Sa o goverao devia int rv pelas de-
monstrocSes collectivas dos officiaes contra
o nobre senador, por isso que iam contra
o direito do deputado, nao podia censurar
por ter procedido como diz que o ministro
prooedeu para com outro deputado. O fac-
to nSo estava comprehendido na letra do
cdigo criminal, e o nobre senador o po
der verificar.
J expoz longamente as phases da
questao, sendo o procadiraento do gover-
no acoimado de fraco. Do juizo do nobre
senador appella para a navao.
9!
urna mola er.genhosa deixava correr von-
tade, sob a presso de um boto, a aroma
tica bebida de ura dente de elephante par-
furado e cavado, gracas ao prodigioso tra-
balho de algum joalheiro berno ou n p.i.
Nao era sem vivo sentimento de orgu-
Ibo que Stephan uiostrava aos seus convi-
vas aquella moniSo de riquezas, aquella
prodigiosa mise en scene de opulencia digna
de qualquer cont dasMil e urna noites
E como Darmailly, silencioso, contem-
plasse, procurando esquivarse actraira-
clo crescante que tudo lhe causava; e co-
mo Bertha e Alice nao podessem conter as
exclamabas de seu ingenuo a sincero ex-
tase : e como o Sr. d'Isaac, mais discreto,
nao manifestasse as suas apreciajoes seuao
por meio de breves interjeic5es, Rouval,
teve um asoomo, urna deseas revelacas do
enfatuado, as quaes, se n3o contradizem o
gosto mtural, s5o pelo meoo3, confissao
de um orgulho se ai imites.
- Pois 4 verdade I disse elle, emquan
to a sua voz tiaha vibrarles particulares
da alegra, isto tudo custou tres milhSes.
Certo, naquelle momento, quem quer que
soubesse, por araestrada lisonja, tocar na
corda seosiv-l daquella coracha entumecido
de vaidade, teria tido alguina probabihda-
de da vl o abrir-sa qual um livro, ou,
quando menos, de ganharlha as syrapa-. renta ; nao ha trra quem nao ma pague
ibiss. Stephan s tioha aqualle ponto vul
nerval, o que elle masmo ignora va.
Darmailly arriscou-se a fazer-lhe um
comprmanlo disfaryado.
E foi o senhor, Sr. Rouval, o senhor
s, quam accuraulou todos esses thesou-
ros ?
_ u s, verdade, raeu caro senhor;
ou raelhor, disse elle com u no especia de
condescendencia, eu e esta bom Clanos/
meu velho cmara la, que muito me aju
dou.
--" Es', por n, bom earto de que nao
ha ex*gero d- sua parte quando diz tres
miffi5;s ?
iste palacio por tudo t em tudo, u na
pagina da u u cont de fa las.
fim falta a fda, nfelizmeute I dis-
i o banqueiro, suspirando, byponrits-
nento.
Ora So oente do si depeada man
dor vir a fada. As fadas sao mulheres, e
eu ap-sto em como nenhuma dellas se fa-
r rogar pora vir habitar templo como
este.
Stephan deixava-se levar
Aquelles elogios o erabalavam como se
tora urna msica.
Nao pie esquivar se a um olhar e a ura
sorriso para o joven advogado.
Este terminou com mais um comprimen-
to.
Em verdade, Sr. Rouval, nao ha tao
parfeito amador, to intelligante originalis-
ta que nao tivesse ciu-nes da possuir outro
temelhante Oade, pois, obtove tudo is-
to ?
Ora respondeu o bonqueiro a rir ;
onde tudo se encontra, nos paizes onda a
natureza produz todas essas cousas.
Para esse fin mister qu6 tenha viaja-
do muito.
Rouval nao pie reprimir certo frmito,
olas o semblante de Juliano exprima to
bem representado admirativa estupefaeco,
qua o bnqueiro no lbe divisou a mais te
nue sonbra.
E' verdade, meu caro senhor, res-
pondeu. Tal e qual como diz; tenha via-
jado muito. Nao ha ponto da rosa, dos
ventos que nao me haja soprado urna cor
~s/
IllGlVH i
um tributo.
Nesta caso, porventura possua o se-
nhor um imperio ?
Di novo o olhar de Rouval sondou a
physoaomia do joven advogado ; pela se-
gunda vez a acuidaia daquee olhar es-
barrou na impassivel serenidade daquelias
feicois.
Foi com alguna s ecura e altivez qu-
respondeu ;
-- Meu caro, d2o tanho a sua idade, e
ha muito lempo trabalho, da mou pai nao
tendo recebido mus do que a raiaha esfbe-
ia e estes dous brajis. Antes de mira,
Clanos havia aberto o camiaho. Ambos
fundamos a casa Rouval, e se o homem, ti
lha de suas obras, tem o direito da orgu-
Ihar se dioso, Cehoos e eu temos esse di-
reito na mais larga escala.
Isto foi dito com certa n-breza que im-
pressiouou os assistentas.
E, de novo, Darmailly, dissa in \>t
h
(Continii'a)
Decididamente esta homem de mui-
ta forca.
Percorreram vagarosamente todos os pon-
tos e viram todas as curiosidades da pri-
meira sala.
Depois, passaram para a segunda, em
forma da bibliotheca, com movis da ricas
molduras, taes como porta-candieiros, ban-
cos, eadeiras de laca, de junco e bamb'.
Dalli passaram para a terceira sala, ver
dadeiro jardim de invern, cujas paredes
de vidro eram tapetadas de arbustos dos
paizes quentes, tratados com incessantes
cuidados.
Depois voltaram para o salo.
A pedido de Rouval, a Sra. Francs, ex
celleute cultora da msica, sentou-se a um
esplendido piano de cauda, e Renata, acce-
dendo a igual convite, cantou com voz
magnifica.
Escolhera um trecho de moderna parti-
tura.
A msica exalgava a sua maravilhosa
belleza.
O seu porte de raiuha desenhava-se
luz, largamente diffusa do3 lustres. Seu
eolio, que arfava com o canto, punha en
relevo todas as riquezas do seu busto da
estatua.
Sentado ero um sof, a meio encuberto
por um abano de palha, Stephan devora-
va-a cora os olhos.
E Darmailly, attento em acompanhar to-
das as modificado .-a daquella physioaomia
myoteriosa, ne p le deixar de estremecer
aterrorisado vista do desejo intenso da
medonha concupiscencia que pode ler na
qualla ardeuta olhar.
De sbito a sua attengo dirigi se para
outro ponto.
Justamente por cima da cabeca do Roa-
val, presa por ura cordel de seda, estava
pendurada na tapetara da parede urna ar-
ma, urna pequea faca de cabo da chifro.
Porque razao aquelle objecto, na appa-
rencia insignificante, fixau, prmaira vm-
ta, a obsor vacuo do jo en advjgado i Ha
aitraccSes nexpficaveis, e que, todava, SO
explicam sem penetrar-se Ihes a causa, pe-
los fictos subsequentas, dos quaes parecem
ter sido um presagio.
(CjnUinwj.)
Tyi Jj Jiario ru Uaqua /

i

V.
'


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