Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16818


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Full Text

AMO LII1I NOIEBO 122
PARA A CANTAL B UfilBP OSIE SIO MK PAtA PORTK
Por tres roetes adiantados............... -^f^P
Por sei ditos dem................ mjS
Por uro anno idem................- fwf
Cada numero avulso, do mesnio da............ 01UU
SOMJKGO 29 DE IAIO DE 1887
PARA DE9TRO K FORA DA PROVIMCIA
Por seis mezes adiantados..............
Por nove ditos idem................
Por um anno idem.................
Cada numero avulso, de das anteriores..........
13,5500
200000
270100
0100



i
<



Proprietafce te JHanoel f\$ncvcfa 7>e Jara 4 S\)o*

O &(*. loaeJa i'riaoe 1 C
de 1'arU, o* u-tmsoH agentes
exclusivos? de ano une Jas e pu-
blicavoa na fr'raaca e Ingla-
terra
TELEGRAMAS
RIO OB JANEIRO, 28 de Maio, s 4
horas da tardo. (it-scebido s 5 horas e
15 minutos, pelo cabo submarino).
Km eNo de boje fol approvado
em 3.a dlacnwwo ao Senado o proje-
ta de lei nobre o reltro civil.
A Cmara do Depoiado* nao fanc-
clonoa boje.
nznp s bbcu um
^speoial par o Diario)
PARS, 28 de Maio, de ruanha.
O Mr. Otarle* kumicr fol de novo
encarregado da formaco de um ne-
vo ministerio.
Ewpera-oe que o sabinef e ser con -
tltaldo umauti.i
ROMA, 28 de Maio.
Bstao em prerarailvo as grandes
manobras da esquadra italiana que
roram ltimamente annuncladas.
RIO DE JANEIRO. 28 de Maio, s 5
horas e 25 minutos s M. o Imperador cujo estado de
sade contina no mesmo. receben
boje em audiencia particular os
Eims). Mr*, ministros da Jastlca. da
guerra e da ma'inba.
Ko correr de um discurso que pro
nunclou boje no Senado o Exm. Mr.
Harn da Estancia criticou Uamen -
te os actos do actual presidente da
provincia de Sergipe.
VIENNA, 28 de Maio.
o candidato da Allemanna para o
principado da Bulgaria e o principe
de Nassau.
Agencia Havas filial em Pernambuuo,
28 de Maio de 1887.
NSTRCCIO POPULAR
E' um corpa molie. Nao soli.l j, liquido neos
gxzo3 medio entre o solido e o liquido.
Na sua compasico entrara os quatro elementos
inorgnicos carbono, ozygenio, bj drogenio e hzo-
te) que principalmente o coas'.ituera,e, alm del-
!es em proporcoes peqnenaaje variadas, o enzofre e
o pbospboro, algumas veses o silicio e o ferro.
As propriedades capitana e caractersticas do
protoplasraa sao a sua grande iustabilidade e a
inercia das auaa moieculas ; d ellas reaultam ca-
ses phenomenoa complexos de decomposigoes e re
composicoea auceusaivas, teuleutes a acquiao de
um equilibrio estavel, nunca realaado. Vamos
agora ver cerno, das propriedades phyaicas e chi-
nacas dos elementos iuorganicoa que o completo,
se dedueem lgica e naturalmente catas duas qua-
lidadea easenc'aes.
As propriedades dessaa aubstaucias elementares
componentes, dspoi das combinacoes, perdemse
para os nossoa sentidos, verdade, mas nito ficam
realmente destruidas. O principio da persistencia
da forga d z-noa que as propriedades di> cwnpostn
sao as resultantes das propriedades dos componen -
tes.
(Continua)
ARTE OFFICli
l
BIOLOGA
Kxtrahido)
DA BIBLlOTHfcCA DO POYO E DAS ESCOLAS
)
PBOT II. I- 114 Ol HIOIM. Wll 1
Da estudo dea organismos "i-ineoiar^s quer for-
mando par assoc:*co (a-gnrdo a rhearia cellular
de Schnwn, u qu i uoa referiir.aa) todos os seres
vivos, quer livies e iudividualisados, surgi a con -
cepea maravi'hjsa da biologa madern >, de urna
substancia primordial, albumi naide, amorpha e bo
mogenea, o bioplasma, como sede ultima a que se
reduzem todas os seres vivos. Na comeci deste
scalo o allemo Oken affirmava a existeacia de
urna substancia viva fundamental, pouto de par-
tida para todos os pheuoraena vits.es. a dea-Iba o
neme de gela ou substancia colloide primitiva.
Segundo Oken, essa substancia formava-8e espon-
tneamente no fundo dos mares, tomando a forma
de pequeaas vesieuas microscpicas, que aggre-
gando-se constituiam os animaos superiores.
A essas vesica as deu o nome de infusorios. Esta
tbeoria, sem bises experimentaes, foi muito com-
batida e por fim destruida par Erhenberg que pro-
vou que os infusorios tinham orgos distinctos e
perfectamente definidos, e concluio qna a gela de
Oken nao tiuba representaco real ua natureza.
Estava a ponto de desapparecer esta arrojada
bypotbese, quando o francs Oojardin demonstrou
a existencia de aeres.vivos, os protosoarios consti-
tuidos por urna substancia amorpha, gelatinosa e
homognea, sem nrganisaco alguma, e mais ou
menos granulosa, qoe denominou sarcodo.
A suOsisneia que Otan inventou, sem a ver,
existia devras. Desde eoto, demonstrou-se que
o contedo de todas as cellulas animaes era ama
substancia, tendo exactamente as meainas proprie
dados fundamcutaes que o sarcodo. Os botnicos
descobriram urna substancia anloga as cellulas
vegetaes.
Hago von Mobl deu-lhe o nome de protopUsma,
julgan lo-a difterente do sarcodo. Por fim, Mas
Scbultze descubri a identtdade entre as doae sab-
tandas, prevalecendo o uomi de protoplasma, re-
eentemente mu lado em bioplasma, com termo i-
iressivo para representar a idea brilhantemente
jrmu'ada p">r Huxl-'y, Ihe chaman base pbyaica
da vida.
E' d'elle qu"e nos vamos occopsr. Estudal-o-
hemos exactamenfe carao qaalqaer outro corpo chi-
mico, de que se distingue comtudo, porque a todo
o momento soflre variscoea. na na composicao.
Estudaremos a sua compoaieil) chimes, as f ricas
queapresenta, e es propriedades que o caracte-
rizan!, os iffeitos que sabr elle produeemaa aeces
da nuareza que o cerca, para ver se do cjujunco
desses factos se observa alguma coisa semelbante
ao que estamos costnajaijoi a apreciar 8oD p nome
de phenomenos vitaos.
Coverno da Provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DA 26 DE
MAIO DE 1887
Antonio de Souza Oveira.Roqueira The-
souraria de Fazenda.
Antonia i'.letana de Jess. Informe o Sr. com-
maudante da escola de aprendizea marinheiro9.
Antonio do armo Almeida.liequeira ao Mi-
nisterio da Mariuha.
Antonio Teizeira Pimentel.Concorra, quereu-
do, so proviinento em cadeira de magisterio nos
termoa da lei e da edital n. 778 do Io do corrate,
fublicado pela imprensa, da inspectora geral d*
nstraccao Publica.
Braz Joa da Silva.Nao ha qua providenciar,
por j ter sido posto o supplicante em libsrdad*-.
Fielden Brothers.Deferido com o offico desta
data ao Thesouro IVovincial.
Francisco Joaquim Pereiral lista.Deferido com
oificiu de boje ao Tbeaouro Provincial, liquidadas
as coutas do ex-tbesoureiro.
Francisco Avila de Mendonca.Em vista das
informacoes, indefendo.
Irmandade de S. Pedro dos Clrigos desta cua-
je.- -Deferida com o otfisio dcata data ao Thesou-
ro Provincial.
Jeronymo Theotonio da Silva Loureiro.Jun-
te-se ao requerimeoto anterior.
Bacbarel Joaqun Pedro Cavalcantc de Albu
querque.Sim.
O mesmo Sim, sem vencimenta algum.
T^nente-eoronel J-s Tavares Darnclla de
Araujo.Informe o Sr. collector geral do muni-
cipio ce Iguarass, teudo em vist3 as providen-
cias recommendadas em 24 de Fevcreiro.
Joo Pitta Viraea.Deferido por officfr, hoje
expedido l'tm-ira Muuicipal do Recite.
Jaaqnim Jos da Moura Certifique o que cons-
tar.
Jos da Silva.Informe o Sr. Dr. juiz de direi-
to das execucoes criminaes.
Jos Lopes dos Santos Luz.Nao depende de
approvHco de seus estatutos, para poder (anecio-
aar, a Sociedade de inatruccao e recreio, de que
representante o supplicante. E quanto aos ins-
trumentas de msica que pede, na existem as
condicoes que sup;e.
Alferes Luiz Bezerra doa Santos.Informe o
Sr. inspector da Thi-soararia de Fazenda.
Mana Jos liamos de Freitas.-A supplicante
j toi attendida, segundo consta de informacao do
brigadeiro cominan Jante das armas.
Marcolina Furtado da Silva Cabral.Sisa.
Marcoliuo Santiigo de Vasconcellos Leitao de
Alboqaerque.Informa o Rvd. director da Colo-
nia Orpbanologica Isabel.
Mara da Espirito Santo BJzerraObtenha
mandado de levantamento da autondade judicia-
na, provada sua qualidade hereditaria.
Rodrigo Carvalbo & C. Informe o Sr. director
do Arsenal de Guerra.
Sebastiao do R"g) Brros Barreto.Informe o
Sr, inspector da Tbesouraria de Fazenda.
Sebastiao Cyrillo Gomes PennaPasse par
tana.
Tboinaz Auton o Maciel Monteiro.Concedo
30 das com metade do ordenado.
27 -
Abaixo assigoados, negociantes estabeleciJos
nesta capital com loja de vender jaiasInforme
o Sr. inspector do Thesouro provincial.
Compaubia The Great Western of Brasil Rail-
way Limited.Informe o Sr. inspector do The-
souro Provincial.
Eugenio Laura Maciel Monteiro.D-se.
Henriquc de Meiidcnca Furtadu.a documen-
tos exhibidos uo provam o parentesco que o peti-
cionario allega existir, afim de cbter a dispensa
de que tracta o art. 17 do decieto n. 3,069 de 17
de Abril de 1863.
Jos Eleuterio de Az.:vedo.lofjrme eom ur-
gencia a Cmara Municipal do Recife.
Jos Igoacio de Oveira.Ser attendido op-
portunamente.
Joaquim Laura Pesaoa, Encam.nhe-se.
Manoel Clemniitino Carreia de Mella.Dirja-
se ao Tbeaouro Provincial, a quem cabe decidir
sobre o pagamento a que atlude o recrreme, de
accordo com o officia qu.: eipeco nesta data.
Dr. Manoel Juvenai Rodrigues da Silva e Can-
dida de Moraea Reg Barros.Sios. a contar dos
semestres nao liquidados.
Secretaria d< Presidencia de Pernam
buco, 2 de Maio de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
Ministerio do3 negocios da imperio.1> direc-
tora.--Rio de Janeiro, 31 de Marfa de 1887.
Illm. e Exm. Sr.--Sobre a materia de cilicio n. 5
de 5 do correute mez, declara a V. Exc. que nao
foi regalar o procediinento da cimara municipal
da cidade de Calbo, na sessdo do da 7 de Janei-
ro n 1 ti .o, cam referencia ao vereadar Manoel Ful-
gencio Alvea Pereira e ao immdiato Carlos Frei-
r de FigueireJo Marta. Sendo aquelle vereador
menos va'-ada que o outro v reador, seu canhado.
Gamillo da Cuuha Mella, devia elle, noa termos
do aviso o'eate ministerio n. 17. de 23 de Setem-
bro de 1882, limitar-sc a prestar juramento e logo
dep is deelarar-se impeaido.
Nao lhe era licito intervir nis elcices do pre-
sidente e do vicepresidente de cmara, subati-
taindo o cuubado que, allegando molestia, reti-
rou-se lago depois de juramentada, o muito menos
aceitar a uomeaco de presidente, cargo de dura
cao acnua, e que, par isso, nao pode ar regular-
mente desempeubado p>r um vereador cujo ejer-
cicio est subardinado i superveniencia de impe-
dimentos de outro vereador.
O immdiato Fgueireda Jiur a, embara f --.:
convocada na coaformid.ide do aviso de 17 de Jj-
ubo da 1880, para substituir am dos dous vero
dores cuahHdos, nao devia vr juramentado aa ses-
saa do di 7 de Janeiro, porquanto :
1. Esta sesio: destinada posse ds varea-
dores effectivos, e o immdiato nio perde essa
qualidade por ter de substituir um vereador, cui
impedimento permanente ;
" A reara esubelacda pelo aviso de IV de
Junho de 188U tem par uuico tundamenta, como
se v i cousul-, que o acompanhs, da sec^au
da? nego;'ipj do imperio do cootelbo de estado,
sanar a falta que so dara de funicionar a cma-
ra com um verendor de menos durante todo o
quatriennio, contra a ispasic&o do art. 22 5
da lei n. 3,029, de 9 de Janeiro de 1881, que mar
coa a taes corporacot s determniado numero de
meuibros ; e, pcis, a ausencia do immediata na
sesso de posso e seu comparecimento as ou'ras
sessoes procedimento que perfeitamente se adap-
ta ao intuito do citado aviso, panda-o da barmo lia
com os anteriores de 17 de Fevereiro de 1883. e
19 de Fevereiro e 11 de Mareo de 1884, que pro-
hibirn) a int>-rvenco de immedatos na sesso
de pose e na primeira ele$aa de presidente e de
vice-presidente da cmara.
3." A Jar-se ao aviso de 188G meta interpreta-
5o tteral, ent-.-ndenda-sa que o immediatc deve
ser juramentad na sesso de poase, viata daa
palavras do mesmo aviso coovocar-se lgo um
immediato. igaal procedimeota seria indspen-
savel nos casa3 de escusa, muianca de domicilio,
oum.rte de algum vereadar, parque ento tam-
bem ficaria incompleta a representado damuui-
oipio : mas a Ic-i nao manda chamar immediatas
u'cstes caaoa, salvo se nao ha numera para a sea-
sao da cmara, e entretanto fica esta carparaco
incompleta em quanto senao eiege o novo verea-
dor.
Pa.- estes fiidam'!nta3, cumpre qoe V. Exc.
man le voltar ao exercicia 0 vereador Camilla da
Cucha Mello, e faze.r uova^ cleiges de preaideute
e de vice presidente da cmara, naa quaea nao
poder ser votado o vareador Manoel Fulzencia
Alves Per^ira, nem intervir o immediato Carlos
Freir de Figueiredo Murta.
Diiua guarde a V. ExcBardo dt Marnori.
Sr. presidente da provincia de Miuei-Geraes.
Ministerio dos Negocios do Imperio.l* di-
rectora.Rio de Janeiro em 19 de Abril de
1887.
IUm. e Exm. -SrTransmittio-me V. Ezc. cam
o officio n. 830 de 19 do moa prximo passad >.
urna peticao de tres vereadore da Cmara Muni-
cipal da villa de Taquary, em que rejorrem pura
o governo do acto pelo qual V. Exc. aonuilou aa
elcices do preaideute e do vice-preaidente da
meama cmara, por ter nellas intervindo o imme-
diato em votos Jos Fialho de Vargas.
Em respas .a, cabe-me declarar a V. Exc. que
mantido o seu acto, vista dos seguintcg (actas,
occorridos as eleicoes unnulladas :
Io Terem-83 feito estas eleicoes. sem razo de
orden) legal, na sesso imicedista a de posse con-
tra o dispasto do art. 22, 5, in fine, Ja lei n.
3029 de 9 de Janeiro de 1S81:
2o Foi intervindo n'easas eleicoes o dito imm-
diato, indevdame.ute juramentado na sesso de
possu, e cujo voto i.iQuio no resultado, porque, eli-
minado elle, caria um dos vareadores uleitos pre-
sidente e vice presidente reunira apenas doua vo-
tos, numero que nao representa a maioria dos cinco
vareadores que concarreram sesso (aviso n. 11
de 11 de M.rc de 1884.) Segundo a doutrina de
vanas decisdes deste ministerio, os immedatos de
vereadoivs uo devem ser juramentados ua sessa
de posse da cmara, ainda quando tenham de ser
convocados em subslituico de algum vereador
permanentemente impedida naa terinas da art. 23
da lei de 1 de Outubro de 1828.
D'esta doutrina deriva-se a regra, estabolecida
as alludidas dechoes, de nao se dever admittir a
iutervenoo de immedatos na prmeira eleico do
presidente a do vice-presidente da cmara, porque
tal acto efl'ectua-se em seguida ao da posse dos
vereadorea effectivoa (avisos ns. 18 de 17 de Fe-
vereiro e 42 de 9 de Maio de 1833, e os recentes
avisos de 11 e 31 do mez prximo passad \ diri-
gidos um ao presidente da provincia do Rio de
Janeiro e outro ao da de Minaa-Geraes.) Nao
pode, conseguintamente, ter provimeuta o recurso
interpisto do acto desea presidencia, o que V.
Exc. tara constar aoa vereadorea recorrentes.
Deus guarde a V. Exc Bardo de Mamori.
Sr. presidente da provincia da Rio Grande do
Sal.
Ministerio dos Negocios do Imperio.1* di-
rectora.Rio de Janeiro em 19 de Abril de
1887.
Illm. e Exm. Sr.Pelo officio n. 18 de 30 do
mez prximo passado, ficou o governo intuir la de
ter V. Exc. declarado Cmara Mu icipal da
villa doCachoeiro de Itapemirim, cujo quatriennio
fiudou a 7 do Janeiro ultimo, que, & vista do art.
231 do decreto n. 8l-3 de 13 de Agosto de 1881,
devia continuar a servir at que fassem juramen-
tadas vareadores do actual quatriennio em numera
suficiente, para que padesse fauccionsf a nova
c*mara : deciso que V. Exe. proferio par Iho ter
aquella cmara communicado em officio de 16 do
referido mez, que nessa data juramentou doua doa
mencionados vereadores, julgaudo, por este tacto,
fiada a sua misso.
Deas guarde a V. Exc Bardo de Mamori.
Sr. presidente da provincia do Espirito Santo.
Repartlfo 2* sec5.M 494. Secretaria do Po-
lica de Pernarnbuco,* 28 de Maio de 1887.
IUm. a Exm. Sr. -Participo a V. Exc.
que hontem toi apenas reoolhido Casa d<:
Detenjo, orden: do Dr. delgado do Io
districto da capital, o individuo de nomo
Arthur Paiva Martina, preso em flagrante,
por crimo de estellionato.
Pelo subdelegado do districto de Alagoi-
nha, do termo de l'esqueira, foi preso o in-
dividuo da nome Jo2o Francisco de Barros,
como pronunjiado no ar{. 257 .11 cdigo
criminal, no termo de Garanhuoa.
Deus guarde a V. Exc. lra. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente* de Azevedo, muito
digno presidente da provincia.O chete
de polica, Antonio Domingos Pinto.
GoTerno do hispido
CIRCULAR
Palacio di Sol lad\ 2(i de VIai d-! 1837.
IUm. Revm. Sr.T-nda a Santa S canhe.ci-
mento de que alguna eatrang'iros viados da Ea-
ropa, onde deizum sa*. legitima consorte, can-
trahem deste imperio novo matrimonio, embara
millo e Ilcito, justificando peranre asearas epis-
copaee do Brasil o estado d" solteiro cim o de-
poimnnto falsa de seus patricias ; para prevenir a
repetico do execrando enme de poy^nnia^pro
veniente deases caoamontos nullo-, a mesma San
ta S, era data de 19 de F-:verero do earroute
anno, i.xpedia urna circular aoa xrna. e Ruvras.
Srs. bispas do Brasil, recommeadando-lhes que
exoara dos nubentes estraogeir^s documentos au-
thenticos do esudo da salteiro, pass.doa pela ca-
ris ecclesianica d dioceae. d'oae oiies viorain
par.i este imperio.
Em cumprimeato, pois, doata or.lcm superior
commuaico a V. Revma. p*ra es fias cnven:en-
tea, que oa eatraugeiros viudas para eata diocese
depois da puberdade, que prsttfuderera cantrabir
matrimonio acate bisjao, nao poderlo fazel-o,
aem qua primer > apresautem a este jniz > certi-
do de banbos corridos na firma da Uagfado Can-
cilio Tridensio-*, pasaada pela curia cpucipal taa
ta da dioceae da naturaliladc das coutraboates,
camo das outraa dioceaes, ooda se tenham elles
demarada maia de seis m -es.
At:e.ideudo-3>-, parm, necvgsidais de um
prasa rstoavel, para que oj nubentes ubtrnbam
lies documentos, a presente circular tvr pleno
vigor do Io da Satecnbra en diaate, deven 11 V.
R-vini. pablical-a, aem p;rda de tempa, em tres
das festivas estacla da miasa conventual, pira
inteiro conhecimento de todos os interessados.
Deus guarde a V. Re.vaii.IUm. e R-vm. Sr.
vigario da frguezia de.. Areadago Dr. Luiz
trancisco de rau/3, provisor e juiz dos casamen-
tos e das juacificacss.
Thesoaro Provincial
;>i5spachos do da i8 de mio'de 1887
JoSo bryaostoraoj de |Mc!lo Cabral.
R-gstra-se e facam-ae as notas-
Manoel Celestino Mendes da Silva.
Ao contador para as devidas nots, sendo
depois recplhido io Sr. thssoureiro, para
opportnnamente attenier.
Rodolpho Crespo, herdeiros de Manoel
Antonio Je Jess, Fran -isco de Hollanda
Cavalcanta, Aurelio dos Santas Coimbra,
Thoophilo Jos de Sauza e Jo3o Gome3 da
Co3ta.Infotme o Sr. contador,
Demetrio Acacio de Araujo Bastos.
Certifique-se.
Gomes A C. -Informe o Sr. Dr. admi-
nistrador do Consulado.
Manoel Soares Pinheiro. Informe o
contencioso.
Francelina .lves de Souza, Augusto Oj
taviano de Souza e coutas do collector de
Caruar. Haja vista o Sr. Dr. procura-
dor fiscal.
Francisco Oonjalves Torres. Sntre-
gue-se .'. quantia em deposito.
Consulado Provincial
DESPACHOS DO DA 25 DE MAIO DE 1887
Joaquim Alves e- o procurador dos fei-
tos. Iaform6 a 1* seccao.
26 -
Domingos Rodrigues de Andrade.Iu-
forme a Ia secjSo.
Ferreira Monteiro & CA' 1H seccao
para os devidoa fina.
Francisco Camello Pires Ferrara.Cer-
tifique-se o que constar.
27 -
Gabriel Rutniano Gorgouho e Francis-
ca Mara da Conceiyo.lufornie a Ia sec-
eso.
Joaquim Ferreira Nette e L. Lack &
Corris. Informe a 1* aeeco.
- 28
William M. Webster, o mesmo. A' 1*
sejgao para os devidos fias.
Anna Joaquina da Silva Freir. Intur-
me a 1' sac^So.
aconselham a nao empregar 8*no nj servica da
nacn is armas que por ella lhe foram confiadas.
E' niato que esto os briou de um exercito de ci-
dadas armados.
Accresce que ah est reunido o corno legisla-
tivp, qu por maitos dos seua manobras j tem ma
nifeatodo o desejo de cam a sua autoridade por
termo a esta queata em condicoes benrasas para
todos. Ninguem o recusar par arbitro. Agurr-
demos illn iaterpretaco sntheotiea de quanto
est rm litigio.
PERMMBUCG
INTERIOR
Militares
(Transcripto do Jornal do Commercio da corte)
Parece-nos que sm-nte m camprebenso da
qaesto alti-namente levantada por dous oiicaes
do exercito, havendo alias outroa exactamente no
mesmo caso, poda dar azo celeuma que se er-
gue em torno dessa m-sma questa, a ponto de
ineulcar-se que nao ella individual, mas de todo
o exercito que a fez sua. Theoricamente esta by-
potbese absurda ; o exercito nao tem orgos pe-
loa quaes manifest a sua vantade collectiva, a
nao ser por ineio de ura prouuneiamento pelas ar-
mas, extremo a que nunca veremos arrastado o
exercito brazileiro e que mesm > aquelles que usam
de oatra liagnagem dizem nao desejar. Nin-
gaem tem o direitj de faliar em nome do exer-
cito.
Praticament* tamb-'m a hy otbeae nao no8 pa-
rece verdadeira. lia uiuitoa otficiaes. j qu a
de officiaes se falla, qu^ d-'sapprovain o procedi-
mento dos seus irmos de armas, qaand) se arvo-
ram em representantes do exercito.
O ponto da quest-, que inf-uzm-um ftii tnms-
viai>. par muitos atalhas, parece-nos actualmente
ser um to -rnente.
Demos de barato ; admitamos que, revocada a
lui, ordnanos, prescripea disciplinar, ou como
milbor nome tenba, que ve.iava nos miiitares o li-
vre uso da imprensa, sem licenca previa, os om-
ciaes de que se trata ten perteiro direito a que se
apaguem os vesfig-as aa p?na que soffreram por
for?a delta. A que so redns actualmente a ques-
tso ? A este uniL-a pauto : os offi,;iaes entendem
que o governo deve mandar trancar aa notaa daa
censuras em que- incorreram ; o gpverua d-cinr.i
que est prompta i fasel o comtanto quu elles o
reqn-iram.
E' realmento por ta poue> que se falla da ar-
razar Tro a ? Mas fazein se intervir aqu os bros
e o pmid mor nio j daqoellea officiaes smente,
mas de todo o exercito que fez sua acau'a dcllcs.
Requerer, dizem, confessar a propria culpa, nao
se requer um direito. E' aqu qae, como ponde
ramos ao principio, nos ptrece estar a m compre-
hensa da questa.
B'querer ncm sequer synonimo de pedir ou s)
licitar ; roquerer na nossa phraseulogia official
indica o modo de commuoicaro-s do inferior pira
o superior, assim como deate para aquella se diz
crdeuar, exigir. Requeremas o nasso direito, e
ieto nao a na ordeca militar, camo meama na civil
e ceclesiastica ; taquemos, porm, na militar. Apa
certo numero de auuui de servido com f de. offi-
cio limpa, o offi.Miil tem direito perfeito ao habita
de Avis. Diape8a-o isto de requerer a effectivi-
dade do seu d'reita O officift! que por qualquer
eventualidade deixsu de perceber o sea sold,
tem direito p-rf ito a elle a todo o tempo DiS
pensa-o isto de requerer o seu pag-^meato ?
Bastam estes exemplos. S, paia, os officiaes
em queata, admittindo mesmo que tenham direita
perfeito a que Ihes aejam trancadas as notas, se-
riam dispensad-as de requerei-o ?
Evideotemente ha aqui m comprehenso da
questa, que oa inimigos da sit jac.Io, e meama das
uiatituico :a juradas, etao aproveitando com risco
de toruaiem impossvel tolo o governo que nao
seja 'un. dictadura ou anarchia militar. Nao, mil
vezes uo. At abi nao irtiatero o nosso exerci-
to, e aabem por qu ? Por iaso meama que o ocaso
axereito uo como elle dizem, um i-xercita de
janzaroa, mua de cidados armadas. Um exer-
cito asaim na se dexa d- aviar do caminho da
dever e da boura por um falao eagodo ; hi que
cario os seus bnoi, e um exercito capaz de dis
c-.'mir o que juato, camprchender que nem o ci-
dado militar, nem o cidada paiaaaa se avilta
requerendo o que 6 seu direito.
(irava que tsae a queata, cm vez de fut1.
camo se ios MtOiba, eserat na a pori.i sabr
a sua Je: su^rem, a le da aa propria exiatenca,
a diacipiiua S um ex-rcito d-- jausaros se dei-
xaalliciar par fallazca promesas de promaco e
outraa vantagons. L'm exercito de cidados ar-
m-ide?, como o uossa, tem.ci!iscicn.ia da hanrosa
mas tremenda res^onsaailida/ic que sobre elle
ps, coma guarda da int-.gridaJu da patria, e la
paz interna e aegurao? doa aeus c<>ucidadas.
Einjuanto tvermas a exercito que temos, a tran-
qullidsde publica uo correr perico ; elle reconhe-
cer que os seas amigos na sao us qae o querem
tornar instrumuaca de ruina paixoes, mas os que u
Assembli Provincial
33 SESSO EM 29 DE ABUIL DE 1887
PBBSIOBHCIA I>0 EXM. SB. DB. JOSK IIAH08L DK BARBOS
WAN 'EUIRT
{Conclitsao)
E' lido, apanda e tica sobre a mesa para asr op-
portuuamentu discutido o seguate reqaerimeato :
Constando que desmoronou-so o edificio em
constraeco na esta^o cent, al da estrada de
forro de Caruai, destinado ao almoxarifado, desde
a C-aberta at aa sapadas ; pedimos a S. Exc. o
Sr. presidente da provincia informacoes acerca
das causas que determiaaram case desmor.nit-
ment<> e os prejuizoa por elle causada, e bem M.--i:n
a quanto mautam aa despezas para a sut recons-
truefo e por conti de quem devm ser e!ln fei-
tas.
Outr03im, desejamai ser infarmalos se a actual
tarifa da estrada de ferro da proiongameata
idntica d<" Caruar ou, aa p?io contrario qual
a cauaa desa differeuja e quaes os mativos que a
determinaran!.
Finalmente ; se exacta qua o chele da esta-
co da Vi.: iria accendeu urna machina por sua
exclusiva competencia e dirigia-sc para a eataco
de Casca;el, conduzindo lenha e outras materiaes
para o uso de urna otaria de sua propriedade.
So caso afirmativo quaes as providencias to
madas.
S; R.
27 de Abril do 1887. Adama Lustasa. '-r-
reir Jacobina.
Continua em diseusso o requerimcija di iufor-
mac'jea do Sr. Ferreira Jacabiua.
O ir. (oocalves Ferreira (Nj de-
volveu o seu discurso).
Fies discuaao adiada pela hora.
Pa8sa-se
l-* P1RTE DA OBDEM DO DI l
Continaam em Oscuso as emendas fieroci .s
em 3a ao projecto n. 22 deste anua.
O Sr. Jone Marisa('.Sao de volveu seu iis-
curao.)
Fica a discuaso adiada ptla har.
Vm meaa, lido, apoiado e rejettado o ao
guiute rcqjerimeota :
Tem^a negocio urgeute :
Requeremos prcferencia para ser discutido a
prejecto u. 21 deate anuo (oxereicioa fiud is).
S. R.
Jos Mara.Btro de Itaplssumi Juven
ci Mariz.
Rejeitado o r queruneu'a de adiamento, c.n-
tina a diacusoo das emend-3 olereeilas cm 'a
ao projecto n. 34 da anna passado.
O Sr. tosa fime- Sr. presidente, j>'-
d a palavra pc'a segunda voz na discuaso das
emendas apresentadas ao projecto n. 34, para
externar aa raaoea que levam in a Votar contra a
emenda oflerecida ao 8o e que determina que o
proco do gaz Da exceder de 2lH) rs p ir mefr .
cubico.
Nao Sr. presidente, que eu julgue o preco da
gaz demasiadamente barato.
O meu receio outro, como hontem ti ve oceasio
de dizer : que o mximo do pre?> marcada pelo
projecto seja um obstculo concurrencia publica
que se pretende estabelecer para o contracto do
servico da illjminaco.
(lomo hontem ponderei, o servico realisada par
esse preca trar um onus pira a provincia de 106
rs. por noite dctfluminaco, o que me parece por
demais escaeso.
Sr. Ragoberto O que V*. Exc. deve de-
monstrar que ao envez do que disse o noore de-
putado Sr. Dr Rosa e Silva, a diflvrcnca vai
alin de 18 a 20 -.'..
O Sr. Costa (JamesVai alm.
Sr. presidente, o diminuto pr ea qua se quer fi-
zar para a iliuminacj publica dar em resultada
o affaatnmento da concurrencia, porquanto s*be
V. Exc. que o av'ultada capital que tem de ser
empregaHa n'uma empresa dessa ordem, precisa
encontrar remuncraca. Esa'i inconveniente, pa-
rm, seria disaipido sa o servico toase de 10 ho-
ras por noite, o que elevara muito o consuma do
gaz.
O 8r. Bogoiert: Esta razo na muito va-
liosa.
O Sr. Costa Gimas Eu na temo que o Exm.
presidente Ja provincia fosse, par ocoasio de la-
vrar um contracto qualqner, capaz de eampromet-
tei ou da tesar os ia'eresaes da provincia, porque
abano suramamente 03 crditos do S. Exe. Mas
o qae recem, como tfnha dito par diversas vezes,
que o diminuto p'efio marcado como mxima
seja ura bice concurrencia.
O Sr. R-sgucira Coata V. Exc. parte de ba-
sas que euppoa nfallivea.
O Sr. Rogaberto E' preciso demanatrar que
d Serene* nao aera do 20o/o.
O Sr. Coata (Jomea Sj a diminuici fasse de
20 Y. preg da gas a^na da 180 reia e ny de
156. '
(Apartes.)
Jamis n*sta casa advogaei cauri de indivi-
du:ilidadeag;ma, e acredita que n* haver aqui
um s deputada capaz de julgur iaso. Assim, oc-
clp^ada-mo do aasurapts, diacuti-ido-o, julgocuo!-
prir o mou dever.
Se, porm, ia eu dizenda, os nabre3 depataJoa
tivessem fizado um preca mas alte, os meus re-
celos desappareceriam, certo de qua o Sr. preai-
deute da provincia aceitara h propasta que esti-
raste em melhorea candicoca, qoe fosa-; miia van-
t-.joaa aoa latereases da provlnoa.
Sr. presidente, uma.das grandes questoes a ven-
tilar e que considero urna preliminar sinequa,^ a
refirenie quautidade do gaz que se gasta. C im-
pn-hende-se fcilmente que, desde que fasaa aug-
mentada o canaumo, es contractantes anfeririam
maiores vautagens e esta perspectiva facilitara a
oncurrencis. Mas, sendo pequeo o consuma do
gas e nao exc denda de 400:OJO metros cubic.s
p,r anno difficil se tarnar a propasta pela ausen-
cia do resultadas pr.ivaveis.
Se ailuiniaaea que se pretende agir f r ftita
cora gaz byir.igeneo carbanctado gastar cerca de
400.0JO metras cubicas, entretanto 3e tor de hy-
drogeua puro gastar'carca de 9J0.00) metros cu
bicis.
Se porm houvease urna companhia que usaase
do acbisto, o resultado ento seria inteiramcnto
diverso do que pretenle a asa inbli, isto : a
absoluta oegae&O da caneurrencia; pai que o sebistp
alm de produzr qum-.ldaJe quirupU d-jgiz, O
seu puder lumioauff" quatro vesea maia da q le
o do bydrogeo'o carbouiaadj ; de =orto que teria-
m.' urna dill'renja con Je 1 para ll>, c ueste
caso seria mpotlivel que urna companhia se pro-
puzeaae a Iluminar nm cidade, caso bauvease uaaa
clausula, porquanto ) dispendio s.nda diminuto,
anda qno se pagisse um prego duplo, nao Hara
resultado, partaoto tffaatarm a eopicurreoea.
Se entr*rm;a na apriciacu da cpif-al provavel
empregado n'uma compinhia d?ara ordem, e dopois
compararmos o iJrec- qua deve cuatar a Ilumina
cao, v-^remia qUW cata, aegondo o projecto, orcir
por 105 cantos, que as despezti de capital de1
6 o/* mportaio cm mais de 36:000^008. qun as
deapezas do mat-vial andarSo por 29 ou 30 con-
tos, e que c material deterir.rado ser de 8 con-
loa, a que dar um resultada tal que a inderanisa
ci paga pela provincia cao exceder o valor das
despezas feitus pela cmpimbi-..
E' certo que em outraa cidades, coma Paria, o
gaz hoje vendida ao particular a 30 cntimos o
metr> cubico, e aa governo a :5 cntimos; mis
devpmos notar que all o gaz fica barato, porque
os salarios nao ao elevadas, e as fabricas nao
eat i aobrecarregad is de impostes como sao aqui
as nossas.
Se porm. coma eu. j i hivi.i dit, o dispendio do
fl-iida ganoso fasae Uistante, cn'' : id > o receio
poderia affastar-se, porquanto da grande quanti-
dade da hydrogenio carbenetado poderia pneon-
trar-se licitantes pira ocantraeto.
Julgo ter jnatilieado o meu veta em rr-laco
emenda n. 8 p par into termina aqui. (Vluitc
bem, muito bem !)
O Sr. Barrosa Barreto JniorSr.
presidente, ainda na hi^-ia cu despertado da as-
sombro que mu causar i o discurso proferido hm-
U-in pelo ubre deputado pelo 5 districto, auter
daa emenlas n. 15 o 16. quando seu novamente
sorprehendido plo qua S. Exc. acaba de pro-
ferir.
Com effaito, o ii ,bre deputado que na seasao de
antehontem apresentava emendaa pira que o pre-
go da illuminago publica e particular foese redo-
zida a 210 ris par metra cubico...
O Sr. Costa (JomesEst engaado S. Ksc.
O Sr Barros Barreto JniorVou >dr a -roen-
a : (IS).
Kmend.i o 15 O preca da liuminaco publi-
ca nao ar superior ao que se paga na Corte do
ima^rio por servios idntico, e ser realisafo m
macla do paiz (papel fiienciari ) o b?m asrn o
da illuminaco particular. -Dr. Costa Gomes.
O servico da illuminaco pi?o na Corte, como
ali3 sabe ) n ibrfl dep-ltad a rszo do 210 res o
metro cubico o por coosequencia v V. Esc. que
cu nj estou engan ida.
Or, o nobra depurad-a que assignou esta emeu
da maaifestou se hont. m a modo porque a asaem
b'i ouvio.
(H-i um aparte do Sr. Casta Gomes).
(aera ac-itar a rxp'ic'i^ia do nobre deputado.
par isso que me refer tambein ft emenda n.
16.
Nesta emenda a nobre diputado diz : (le).
i Smonda n. 16. Va illuminaco particular se
usar i o bie a rgana! cim o appaielho de celac
cand e n preco deste nao exceder de 240 ris per
metro cubico Je gaz. Dr. r'osta Gomes.
Ora, o nobre diputada que na se.iso de ante-
hontem pronunciava-se por esta forma, mandava
mesa as emendas que acabei de 'r, foi o mesmo,
qua na seu discurso de hontem. impugnon forte
mente a cmendi n. 1, que marca o preco mximo
de 260; mu nao parque S. Exe. julguc esse preco
exessivu, mas aun porque o jalga ta diminuto,
ta reduzido qu- a ser esta imenda convertida em
lei torna-s imp:ssivel qualquer contracto ese
imposibilitar cancurr ncia !
Brlhan^mente refutado pelo nobre dpufadc
pe! 10 districto, a Sr. Ras i e Silva, S. Exe. lin-
go d-i corrigir as seas erros de calculo Jvem outra
vez ;i tribuna para p rsistir nellas !
O Sr. Coi-ta Gomes Os meus calculas nao esto
errados.
Um Sr, Deputado -E' precisa que V. Esc. pro-
ve qua cato errados 03 calculas do Sr. Costa Go-
in s
O r. Barras Sirre'a Junir r'ara mostrar o
o igaoo m qua lab ira o nobre deputado pelo 5*
districto nos uo preciaamoa nem de tomar o pre-
co la illuminaco publie que t'm as differen'es
cidades da Europa, nem tambein de prescutar o
preca parque ba d ficar aqui, cada metra cubico
de ruz basta somonte attender que o pire) con-
signado na emenda n. I menor do que o irsco
a.itu*! en 18 par cento.
" Sr. Costa GomesE' engam de V. Exc.
O Sr. B.rraa Barreto JniorSe engao mea,
ento engaa de anthmeticft. (\poiados.)
Sos pagamos acu-lmente 317 ris e vamos d
g^r 260 ris.
Eu pergunto em que propicio est 60 ris
para 317.
O S. Costa Gomes Vas V. Ex;. confunde a il-
luuiiuaco publica eom a illuminaco particular.
O Sr. B.rros Barreto JniorOra, pelo amor
de Deus... Segunda o contracto vigente us
pagamos 30 ris par hora de illuminaco publica.
Durante eaaa h>n tem de a r consumida 3 ps
e 51 centesiin is, de g.iz, o que qui r dizer que nos
p gamos 9 ris pelo p cubico.
Eata a base f. rrai-ia pir-i pagam-nt) da il-
luminaco particular entre na : 9 ria por p cu
bico.
O Sr. Costa Gomes d um aparte.
O Sr. Barros Barreto JuuiarO nobre o>*pata-
d ) t' nha paciencia faca o calculo e ha de chegar
necesariamente a> resulta 'o que chegui
O Sr. C>sta GomesJ fi o calculo. Se o no-
bre deputado quer cu .possu fornecel o.
') Sr. Barras Barreto JniorOra, se o metro
cubico igual a 35,3 pea cubic s. o'qne estou cer
to a nobre depu'ado nao coutestar, segue-se o
m tro cubico cuati 317 ria. Nada maia 3mples
urna pequen multiplieacito.
Paja o nobre deputado esta 3rap!ea operars
e ha de che?ar a mearna conclusa) qup pu chego.
OS'. Casta GomesNa i apoiado. Eu nao dos-
ao chegar a mesma concluso qua chega V. Exc,
O Sr. Barros Bair-to JniorO que facto
que na hoje oigamos 317 ris par p cubico de
gaz ; e agora aproveifo a occasi i para raspander
a um uparte do nobro deputado pelo 2* districto -
o Sr. Jos Mara.
S- Exe. disse que ads nao deviamoa comparar
a illuminaco publica do Recifecom a lumioaeSo
de P.ri* e de Landres.
O nibre deputido tero razo, e eu quaudo me
occup?i dasH materia, se falle en Londres e em
P.ris, foi pira mostrar que ap'zir do_ prego nfimo
poique se paga o gaz em Landres (50 ris o me-
tra 3) as compaiihias de Londres davam lucros de
11 inilho-s de libras sterlinas e a de Paria d&va a
moaicipalidade porque l a municipalidade tem
pirta uoa lucros da empresa, cerca de 4 rail con-
t a. "
Mas, d: ixemos de parte a Europa e /amos P3-
tudir eass servico aqui entra na.
Sr. presidente, o nobre deputado a qneua res-
pondo disse que se o numero de hars de Ilumina-
e fusse maior se a illuminaco daqui foaae igual
a il'uminaca. da corte isto se fjsso de 10 horas
por a juta, ceria pifeitamentJ re.zio a emenda de
xi^'ir o prega de 260 ris, porque senda o consu-
mo de gaz muito supinar paaera a empreza ven-
der o g-iz pir proco muito leduzto" '
E^te ar,ummta do nobre deputala nao deixa-
de tc'r sua^razo, mais afiaal de cantas levado ao
extrema c-.h" no absu.-ia como fcilmente si po-
der provar S Exc.
Q ler o n ibre eouta'lo sabir que differonca faz
o consumo da gaz de 50 aunas para ea?
Faz a ilifferenca da maia do dobra ; e a preva-
lecer o argumento do nobre depu'ada claro qae
se nos pigavam'is ha 2t) anuos 317 ria por metre
cubico de ga!, boje .So poieuioa abaorntasaeote
pagir sena) melade, isto la ia quantia muito
n.fjrior < conaigoad-i ia em-uda.
O nobre deputado recarra aoa bulanejtoa do
Thesouro, e ver que h* 20 aunaa passadoa nos
consumiamos giz na importancia de 64:0lH)O00,
e h >j na c msumimos na importancia de 120
.'0!0
V-se que ha urna differeuca d quasi o do-
o ,.
Quanto ao argimeut i de S. Sxs em qae is
BJBI
UEGfVEL


Diario de FernambucoDomingo 29 de Maio de 1887



ti an-l [ciloi ci.br> di}M*
uifiimiia n natiria/labua un trio.
6 Sr Costs G. aetPede ser.
4) Br. Barros Barreto Junr-Quero nobre de-
aftdt ber o que aemnteu nt- Kiode Janeiro r-
: ">e eu fsllc no Rio nao para cid paral a com
slfeilenas tim p*ra motutr o abate qoe a lim-
an i,ai do Rio teflitu do contiscto antigo para o
gas im 1879 on J880 cusa va no Rio da Ja-
aeiw 2f-9 lis, sciuala-nte cuta 210 lis lego
j*ve tu abate de 79 rie
Kntre e pgavsno 317 iia e devoxos pagar
.-sado a tneids i(J lia.
3a poitantt un.a d fh renca de 57 ria
la te mais a guete d.fltitccB e que no Rio
Je Jateiro pelo contralto antigo, fiudo este, oEs-
ietia cbrigtdoa indimninsr a opieaa iiicim-
aiia, e actualmente nao obligado a iato, pele
satrio ttm direiio a todas as obras e material
at impresa.,
9 br. Costa GemasNeste ponto V. Eic. at
e auxilia.
9 Br. Barro? Barreto JoniorOh stnnor...
S. presidente, ftm qu rer por modo algum pro-
Mu o debate ium aomptnhar a parte seienti
-ft do discurto do Dobre diputado ; en peco, en-
S Masivo se UKstra da sorte da futura cempanbia, a
ratidade de gar que pede fornecer urna tcnela-
i* carvao de pedra e o nobre depuiado te con-
-Mowra de que rao pode baver rectio de ser m
wtaivel tirmos gax a menos de 2f0 lis.
iitca eerto que o n< bie de.utudo, llustrado
tm* nao ignora : tm k.lo de tarvo de pedra,
jp*ias na moia 315 liin a de gaz, o que quer di-
aw, ama toi.tlada de carvao de pedra, projuz 315
vtj cbicos de gax.
C ir. Costa Gomes d um aparte.
O Br. Barres Barr.toJuuiorJ que o nobre
iijaada LSiste neste ponto, eu peco-lhe que teme
v ;iws e taca o calculo :
xnio Tlenu fino 2i0 m d
t>s*> aito supt ru r 330
Da> New Castle (chery coal) 308
j 342
all Coats 3'0
Va o ni bre depntado a media 314 m 3 te me
.ngam.-B 260 lis o metro cubico temos...
K'MU por touelada.
a eu nio posto dizrr ctm txactido o pnco
u> usa tonelada de carvao, mas creio qne h u.-
Sia e mais que lia p dei tustar,aqu coi P snaaco, ser vinte (U vmte e poicos mil ris.
iii. tei.hores, para que precisamos ios tazer
ealcules, se nos t'mos o exinijlo recente do
JD> in onCe, -o u ceDSi mo mai..r, o ca-
j, t. da titpnsa milito maior, s^be a mais de ti
m ontts de ris, e no Cm do coi tracto ciVqui a
tt aos eila t< m de p> rde'-o csmplctaim nte?
es n. bies diputados nao igouram ; pelo
a 29' do contracto da lurte no fin de 29
i o esti do t< ni din ito a tud material < bias
ii s>.. a cimpanhia ti m de perder
aira) n. .tOOcuiiti s, o que querdizer qu>- a coa-
, :, ii | r i ii o di <_ s-iiriiiixtiite urna amor-
li mais di 2i o nt 3.
,,. tcuri(nliH du Rio de Janeiro perde
,. mi nte 'i i outi < i ii r. tan'o
paz i. 210 -. api -r de tei et-Be pre-
anual de 2(0 cintos, acba vantagem em
: j ptz n 210 lis, c mu, br. proideMe, p>

a. a abate tal ooe !>! a cotcurr.ncia, am Jsio me an-mo .ntrefanto a lazer enrraa .-.
r^^Vn,o8e,ni:,dr;n.;do Z de a ^^^^^^^^^^t.
n c ar qu i os, ten u pr< cu ote
-. 'i: ; i I,: II. t : < DI :>l i ni
H gibirtEu (c : V. rJsc- que m'
i. n Di. Rjoa i m:\ que
i 'i' : 'i ..
Si B tr< a B rn tu JniorA a.nTereufiique
a |iciV ni e di 18
qiu o (.bre ceputado chama-me de n'vo
. un pto, Vi u t mal u.aio ciuro o meu
-j2K' ment.
ai lu;. mi nte C"m s rie por p cubico
j i. fl !(i ; | i. i \: da i i Ii i lilla,.| kSi mOi.
i n i 'o i. I-. r' ii 08 mu bale
i un i. jpi) ht; e, tutietai tun bre
r Ii'i icto i.i > 6 i esi ; bate [ or tal
i .. qui impissibilitai a concurren
Sr DtputadiE as difiert ucas de ean>bio?
- BairosBsi eto Jon*< iHda hypiihese
at lOiumi.-ui ii 25' 0esca< ti renca,
. ii u n in O putado i u ttm razio, por-
au ib i i'o i taso ella cen pctai o pr-juiu que
ubia pedera ter, se, p mulla, iisse es-
. a cli utula di revi ito.
i mz> iau de un capital do si is mi! contos,
Bn i 30 :-nnos, j nao xitttin mais para
esi no. ..
-: C 6ta O n'b Cimparc ubre diputado
Ee i ou:imi lo Rio, hu o que te cnseme
i el JunioiDiz o m bre de
ui o coi teo na ltte maior ; d as B.
::.( i m i.Si ped esn i heeer que.
idt' -ii iirnv.;\ :.;.;. Cae sio. S,
,u i 1 i ;;.'. : i >il u etica, ti ar na
i.iii nica ; i. p llanto, ti gondu tt piinei-
i.jt si ;i i 6i .-. dado que tina (innmstbncia
KBCixsi i 5" t h fr'nrbar o desinvi Iv monto,
\ .i c i <'- h m m t, nu fin; d 30 y rii.oe
it pipnbiai oi.pli da que t< n t lijei p r cen-
g i.atti u i: ti L: M ni f '.i ti r i ni i mi
:1i.. minos fluple, oai mein_i quetecon-
i i ;:; 11' :: i.: ii: u a di (]ui a aun (,0 da
ai i au i set Cer o 6 b itt poi be(te.
i ; ;.\ i i i o. ii i i ttiar c.'.i ndo : f li-n o
,.c,i J.-Gi i lc62 o de 18H a 1885, -
;-ji i un t O qu I a 11" s :i e> i.tLuo elv gaz,
o ni da, 'i i uj i adi.
Sr. Ret i ^>:) i! -m diier qoe um con
|. i:i In ji : i; .: i 260 lis muiti nais
i i tu m i ni i i ii j ii.- a, co qnfe o feti
.i i f a i2io o. ;C0.
Btnc* fcairel) JunrOra, Br. pnsi-
leiltr* i tti f ci i.siti ii ion- que, esttu lerto.
'.mm a Miiiuia oe c< n\encir o n< bre
.', j i ], 5o dibliuto, nao pofli t, ti da\iu,
. :: n n.te en tifa o a t, ] < iquanto ti ata-te de
gi co i lift. (i no n uito lim ditsi o
i.ttio ei !' pa !-i Lr. Reta e Si vi urna
ct 2 2:i itiaiio ; itjoii que v ti,ra
,- iiitooi .'" oittiicti, jiitandi no h' r,
-i i i \ i ii :. i n 111 a (ji i n i i' fii>. i fm
nSi ii sutbiigne tnm tutiruic;3i piroo-
a'.jin|la ;. i i.i iia ca pnvlcis, toisrdo-
: Ltiisco em unlitcto cuje jiiji ni i
C< f'a Gm is- Q no antes e:xi r ao pre-
l uta Ikiu di ce.
4 tr. B'* I ii' 'o Ji niciV< i' que o i o
IjllltOl pitll i;"i otioi < piiC'i. ^:a^.
lOliilll i i J l 'n i ii i U tiM t-o a loittza
,, 11 i it I i i n i ttiao. r oa p>< vm \-, oa-
ii uii-'a o i fu o ai oiiitiMti.taqie le bi
(_ Jli | I DI : i l.> I l o'u ,1H ti 11 \i l i' l p-
ir.ien i iii m i I i o pi t i o i d.iia i
B ila i Dt i l; ii'o a fe. 1 ic. 5 i s. (i no te
juili nteo de qn \nla jer i ln i id 'a
a rute, fcttn pnicuti aetobttcdoe
11 i ir ir mil o himi mti i i> a ptnbi
x.i b i]ii mi, mnirii qeeo ^ttlBisari duoi do juco pele qual C i I 11 01 nte !t 1MC0.
o tic lia d icO'8 os cut:it a tntre i i
,%% tv mtii, e lujar a (trias : r ptl 11 ;. t ; n -
aatsviltc ufa na'nia nuitos cncaot va
aa i.m ifin ta a i i p' m ; ais n, tetbo ii.
ttciiic. que i & sii dnim t autor su ii
Ae '.ii t a vm ai n ii ittn di r qui nao tal enet
-*j,j Laie tu, iinigtiai-Mt do j r i usit
alan iquilli qui livti ei dieidir tfta qnuo.
{man i pi >?i pene i u. a im cutn p. n-
te t qu t'i mes ina i))'i(i rettoai qur
Tea ar a tata, co que a jutnfici c,o Qe urna
UdCt qoe, t use. ja 1ci ntmea.
pitipiei uiifimii' oa Atunl i' a
,(.,rt di n. 7. jie i di qti n rnrpl uto i g 5*
lis en j' e'e o di.-i uttao. O n i u i n i i fe i i La. -
l'isi i te n p tul )lnir 8 ci Mcumia ; n.r i n-
Wbci b*e s oiipitiesi cute jiittitp"o irvoivi
va/ veict dnia hci i ri ina, qce te toitava im
r, f,. pi.eiinti S 4... t
l ei. I|i'*ci i stlirt veuda.
t, Br. B*ina liinu Jn nil' o*le lo. ara-
tli Miiitt : i i un i ei j. ne a qti tii, j
!c# e mire Cipttci ne coverte de qnitiie
i)iio ti lie c vi i o n .
Jj. ?r Jiiticii., i n i i n i oa n V i i.. 11.
av< tu itruib linn> I1" npciiiiattau-
tiB> itin ti rae iiiiM.ii miii cui i ctpinli
iBiain < o' i t i i ( i i., ii t i ti itii a (i i.-
niiniit i r g loe 3' Din.
i* pim i ie te inni a un niato II:
V <> i ti ai DS t, tt co e p vi|. gii, n i i oueiti
Oi ii r i "O1 '' n > 'nu l i l-i > ic lo )6i
ten tu i i en n tti Luis re Ai ciada
fie eiP' l'ionci a vnitt.n. |>it itn
rima W na -llu 't ritpt tai. t> ntcc qte ella
xii tula, fcieo < ciBliacti, d ruto acs btns a
:(3jnla Dtf que illa 8'ja tingada s eoaiceai
tta iiitt^ta e que iu lo ta pulcLoo, um
d ffon niimmte do ilustre signatario dessa emen
de, e contra a qal j tive occasio de manifestar-
me.
iMuite lim, mu ito bem).
O r. 4k rl (NV) devolveu o sea
discurso). ,.
Vis mesa, lido, apoiado e entra em discue-
sSo eenjonttamente o seguinte requerimento :
Reqn*iro o adiameato da discnsso por A
horasJos Maris ,
Ninguno pedindo a palavra e nao bavendo nu-
mero par votar-se, encerrada a diacnssao.
Adia-a, na forma do regiment, a 1. disn
do pn ieeto n. 29 deate anno. ._____
Sr. Preaideaite levanta a aesso designando a
seauinte crdem do da :
Pnmeira paite; contnuacio da antecedente e
2 dieinsso do prtjeoto n. 4i desteanno ; Segun-
da parte : oontinaacao da antncedente e mais : 1
discoseao do projecto n. 69 deste anno.
34 SESBO EM 30 DE ABRIL DE 1887
P8ES1DEKCIA DO EXH. SB. DB. JOS MAaOFX DE BAB-
BOS WAHDEBLBY
Summabjo : Cbsmada e abertura da seasao.
Leitma e approvacao da acta.Ex-
pedineteObtervacoea pela ordem
do Sr Jos Mana Discusso do
requerimento de iDermacoVs do Sr.
Ferreira Jacobina.Votacao e re-
gei vao do mesmo requerimento. L'is-
cusaao do requerimen lo de iotoi macao
do Sr. AfLnso Lustosa.Discur-
so e emenda do Sr. Sophronio Portel-
la.Discurso do Sr. Alfonso Lusto-
ga.1 parte da crdem do dia.Vn-
tacao das i mendas efferecidas em 3"
ao prejecto n. 22 deste auno. Dis-
cnsso d' projecto n. 41 deste anno
e discursos dos Brs. Costa Ribeiro e
Jos Maria.- Levauta se a sessao.
Ao meio dia, feua a chamada e verificando-se
ittanm pnsentts os Sis. JooAlves, Antonio
Vctor, R.,crigu. s Porto, Sopbnnio Portella, Vis-
tonae de Tabatinga, Barros WanderWy, Reg
Barros Barros Barretto Jnior, omnigues da
!i va, JiSo do liveia. JuvencioMria, Coelho de
Mi raes, R sa e Silva, H. reulano Bandeia, F'-r-
reira Jacobina, Affonso Lubt-a, Augubto Frank-
hn, Osla Girois, Andi Dias. Constantino d^
Albuqueique, Ferreira Vell< so, Baiao de Itipissu-
m, Frax.aes Pit.-.Pga, Guucaives cerreira, Gomes
Prente, JitMana. B.aies de Amorim. L urmcu
de t-, Joao de S, Julio de Barios, Kogobrrto,
e fiaio de Calar, o Sr. presidente diclara aberta
as'ssai.
i",i mpareei m di-rcis "b Srs. Costa Ribeiro, Ie-
gueira Costa, Luiz de Andraa, e Gaspar de
Diummond.
*>l!>.m os Srs. Amaral, Ratis e Silva e Sol nio
de Mello.
E' lida esemdibate approvada a acta da sesso
antecedente
O 8r. 1" secretario procede a leitura do se
uinte
EXPEDIEKTE
i'm i (lirio do eeoetario do gnverno communi-
que o Ezm Sr. I)r. prsidont da provincia
pn n gi u aio dia 10 di- Main pr-simo a actual
. IBSH iluta Aen u l) aIiiteiri la.
Cuno dn Br. depuiado Dr. Podro Gaud'ano do
I. r Silva, con n.uuicando oi p> der compure-
ti i i .-. .- o p id eiiti-.Inteirada.
In i ptt>vi de AndiBiZ ir de Alhiiquerque,
mhor dj enginho Jetsarol de Btrub qu' icndo a passagim ao ref-rido ingeuho para o
i-mi da Esoadt..A'comm-ssao de diviso civil
e eccler-iaotica.
Cuna di Baltar, Oliveirn & C, rejiiercndo a
en :u cao d. 84 .;i!l U que uo nr ia pagaram nn
fi i.oi ga do /u.^p. to co 1(0 rti poi eco do r-
tucar nu fazindanao fabricada na provincia.
A' ci mmisto di orcamento provincial.
Um abano assignados d-> aimazmnario a ex-
citi di ri de bfiucar red mai.de contra o nonos
lOOiis por saccu de fazeuda nao fabricada
na provincia, por n<< fornecar a fabrica df fiacSo
o t. oie'i s, Ii zonda suffieii nte para o consumoA'
ti n hjisto iir i n,aiii' uto pr viucial.
\'< m mesa lido e appr.vado o seguinte pare
1er :
> A cnmmisso deor{i mentf' provincial, aquem
'o presente a petitao na Cmara Municipal de
i'a mares, na qual n quer o payamnitude alugueis
oe cata paia cadeia o quart 1 na cidaie daqui-llo
in me. precisa para dar parecer sobre a mesina pe-
ticSo, que toja mvidoo Thesiuro Provincial.
Sala tas 11 mmibi i s, 30 ao Abril de lbbeUoe-
ho ce Miris.G mes P..rente.G ncaivcs Fer-
reira.
Vi m a mi h, to lides, spoiados e vao a mpri-
n ii oa si pi nt' t i r jocti s, que to dispensados de
| ublict e,iio i m a\ luto, a n qU' riuu nte dos Srs. G.
-i :n ra, Jt t- Mana e G elho J Mrraea :
Ifc87-PROJECTON. 72
A cromeii oe in,minto pr. vincial, fondo
im alliii\.c a d mMKlravo da insi.fficiencH do
incito vatado no 80 do art. 1- da Iti n. 1860
m vgor para r p> gaminto dea juros das spihees
ni.ittoas por ftrea da le n. 18h8, d- monstraco
i bta que Ibe fi i nao t'ida ltimamente pelo The-
ouro Picviieal, de parecer que se adopte o
si gninie prtji co d. bi.
A Asnublfa Legislativa Provincial de Per-
iii n I uio r< t' l\e :
Ailiu" oi.ieo. Fu o presidente da provincia
8
  • 1,6:!66*745 ao tO do art. 1- da lei n. l-60em
    v gi r.
    Bi vi pi m-sp as ditretieopf em ctntr rio.
    ~> a d.-t c-inmities, 30 de Abril de 1887
    ' It di Meraeb.(jemes Prenle.- Gol calves
    Ferrer-.
    1887PROJECTON. 73
    A i mu i.- ao de oicamnito pn vincial a quem
    (o pnsu.ie a pencSo di Dr. Estevo Cavalcante
    . e A tuquei que lia qual, itc'amaDdo o* otra a ool-
    |i ia oo tea uta u. 13 tita a na do Quiabo, tre-
    (.uisia da Poa-Vista ditta oidado, iclativo aos
    niiioiif finirteiiiB de 1878 a 1879 1879 a
    I80. n quer que tija ditj.i usado de p. guau uto
    U88 81 unid* di s oo apanilio da cimpanhia Re-
    i iii Drai; je, i en nn i quejes extreicia;
    Li i sioeai do que c ptticiinario pn v< u exube-
    8i Un Mi ci m ib o tum< nti s cimqu>- insumo
    a la p-liiai um i valor Ii laiivo aunual da dita
    .-in. ii ia M upe !oi o ce lit'i tanio astim que
    Iii|in CiDtulidi Piitiioial nloinou que a al-
    iinei btvict ia oo lela relativa ais referidos
    xi incu s ft i divida a equivoco eu proiis.todu
    i quilinc na inl>in.t^u pribiada ao respectivo
    i nvadoi ;
    C it-onaidi nsis que u-v do dispisitivo do
    mi. 17 oa ii 11 v>\ai do cntiscto da oompanhia
    Kmfe Dn ii.'ge a. tata ni qei s'a, allenfooBeo
    vii i ta'ivi. i bi isinla do pagamento das allu-
    nicas i ii e di oe.- ;
    t itdiaioi I i: n i,ti cu- tanto mais justo
    tiro; di na a all i t\ao alias pictada, do peti-
    i (i,siu ion lo ai \alir b cativo de tua referida
    tt > a i ii a sl'tisti ca tolli ta tuna < qual re-
    i : ii o. li in ii ; i i a ca pica da itei to d nti la
    10 elid ait. 17 O il.MVblo Co i-i nlralo da
    i.upiiliit Bnilc Diaiiisg' o nx qui nu exi-
    g inadi t)ti, ti eiiiigioi ni s ixi it-it os pi bte-
    i ii ii f. ci piten a n n mittao que te ad pte o
    eguinte projecto de lei :
    A An>nt ta L giblativa Previi.cial de Pernam-
    luti ittiHe :
    Ait. ii ti i' nuididi s do sppnlho ca ti ni tibia Beoile Dri-
    nago, iclativtt bts um -tus fnantincs de 1878
    a ifi'Jt 11-79 a It-'O a (tea n. 13 da ra do
    Qiiibb.-, Iiifun a da lia Vista dista cidade, per
    iinttni* 8i Ir. Etiivi C> valante deAlbuquer
    que, 8tsn i>m lidib co lias qie, gi sai su. pri
    ii ; n 11 i ca i> ii.i.o oo au. 17 co contracto
    ci. nijiil.li. Ritile Iisiiage, pastaiamaser
    n iiiioit per n a.s ti n tatta jitiiisua para
    itso.
    I-.'Mtin m 11 r-| it i o s em etntrario.
    Bala cas t- n n istfes 10 di- Alril ce 1887Coe-
    Ibo de MiiaebGinaves FerieiraGcmea Pa
    rente.
    Ir7- Pr-OJKTO- N U
    A Asemilla L>g>sbt.va Picv.ucisl de Per-
    nm buco itsolvi :
    A i. en to. fia a villa de Barreiros elivada
    i (t'ligii a Cl i'iaCi.
    Y i \ i u -se it i ijii (m i n ntrsrie.
    fc,ls cu miii ? rn Miei A tul di 2887Coc-
    ho ci M> ia> i Jt Si tli Oliviia.
    O fel. !> (pna cidin)Sr. pre
    ticmie, ngtioi o iitto ng nnito...
    O ti m no ti KV. E
    r is (Bi ii gin etli 7 !
    C It. Al ci Liw Aqoi rlr ba regiment.
    O m LcLinie ct cftDiga anua difunto
    regiment.
    O Sr. Jti Mari*... ea netso defunto regi
    a. nte ..
    O fir. LiartBce de SApoiado.
    no paia qae falla
    modo iu-^ possain ter o cu-
    ii mesa por
    O Sr. Jos Maria... as sostoes devem comecar
    4a 10 horas e verificando-se nao baver numero a
    esaa hora, deve-ae esperar at o meio dia. Fa-
    smdo-se novamente a chamada e nao bavendo nu-
    mero, declarar-se-ha qae nao pode baver sesso.
    (Apoiados).
    O relogio da casa est atrasado meia hora ; e a
    despeno da disposicSo expreesa do regiment V.
    Exc. ao meio da nao b nao mandn faser a cha-
    mada, como tambem nao declaren qae deixava de
    haver seseo boje.
    De sorte qne tmente 10 minutos depois de
    meia hora, iato 40 minutos depois da hora regi-
    mental no re gis da casa...
    O Sr. Alfonso Lattosa-0 que quer diser ama
    hora 10 minutos nos relogios comamos.
    O Sr. Jos Maria... urna hora e 10 minutos nos
    relcgioa communs, abrio-se a sesso.
    Ora, iato orna irregnlaridade, e me pareoe que
    asta aeaao nalla, qae oa trabalhos de noje nao
    teem o minimo valor.
    O Regiment no sen art. 55. diz :
    * As sesboes principiaro s 10 horas da manb
    e durarao 4, reguladas, pelo relogio do sali ; e
    sero successivas em todos oa dias qae nao forem
    domingos, das santos de guarda ou de festaa na-
    cionaes. Nos casos urgentes oa quando a Assem-
    bla julgar conveniente poder, a reqnerimeuto de
    algum deputado prorogar as horas das aeasoes
    diarias ou determinar que baja sesso nos dias
    i x-eptuado-, e mesmo noite, podeudo neste ulti-
    mo caso baver ou nao sesso de dia.
    Dia o art. 56:
    Dada a hora de principiar a sesso, o presi-
    dente, secretarios e deputados tomaro os seus as-
    sentos ; o Io secretario far a chamada, e o 2o es-
    cjever a lista nominal dos ausentes, dos presen-
    tes e dos que coroparecerem depois de abeita a
    sosei.i, a(qual ser inserida na acta *
    Diz no art. 57 :
    Achando se presentes deputados em numero
    de inetade emais um, o presidente abrir a sesso
    com estas formaes ptavras : abre-se a sesBJO.
    No art. 58 diz :
    Quando, frita a chamada, se nao se achar o
    numero de deputados necessarios pira clebrar-se
    a sesso, o presidente suspender at se verificar
    a reuui o do sobredito nunv-ro, convidando os do-
    putad, s present s a trabalharem as respectivas
    coinmissoes.
    E ai* agora ns art. 59 :
    o Be al o meio dia, nao coneorrerem mais de
    putados que preeue-han o numero, o presideute de-
    olararhoj- nao ha sesso.
    Mas, \ V. Exc, que o relogio do salo, que co-
    mo j disso est trazado meia hora, marca neste
    momento meio dia e 50 uiinuios, ha 10 minuto
    c'm^caram os nusscs trabalhos, logo, cuta carain
    40 m utos depois da hira regimental. (Apoia loa
    da opposico).
    V. Exc. m-m nenham Sr. deputado me contesta-
    r o tacto amanb o'l depois a avta ba de dizer queaonu-io
    da, f.-ita a chamado e verificando se haver nume-
    ro legal, abrio-se a sesso.
    Pergnnto a V. Exc: isti d-cnte? Dto se-
    rio .' Nao i-ito nao ,-rio,isto urna pbantasma-
    L'oria. ( \poiados da oppisicc). Para que Regi-
    ment? Porque a maioria desta Assembli Uiio
    rasga e=te Kogimiitoe decreta que a vnntade do
    preaideute quem dictar u li-i. que so tara u que
    elle q'iizer ?
    O ino'h i que V. Exc. venha aq'ii um dia s
    10, s 9 :i ^- 8 Ii rab di manila o abra a = s-.i i
    si-in nun.ro, n i-ela com i Ibe parecer TB-is con-
    V mi ufe le seu p.irtido, ui>s ao m -
    il S taca na C'i US-is el
    nb i da verdade.
    O S.-. Presidente V. Exc. ac as i
    ella o l'.irc r se para baver Bess V
    O .Sr. Jos Maria -Accasoa mesa por iii e-iiin-
    prir .i H gimento.
    0 hr. PresidenteEu pondero H) Sr. Deputf.do
    que no d mu.i litwral se abri a sesso at 1 Id
    r depois do neio dia.
    O Sr. Louienco do SMas isto nao proprio
    da mesa.
    U Sr. 'ndr DiasV. Exc. nao deve seguir es-
    ses proced' ntes.
    O Sr. Joo de OliveiraDepois isto ni.) ex-
    acto.
    O Sr. Rosa e Silva (Io secretario)E' exact-
    simo.
    O Sr. Jos Maria V. Exc. recorra aos Annaes
    ver que b-; iato exacto, os c inservad..ri s pro-
    fl gavam e centurvaam este c .-tumo; assisto-me
    ag. ra este din-ito.
    Se no dominio do partido liberal, se abria a
    sesso derioia de mi.; dia, o que euppouh > que uuii
    ca se dou (ri.-i.|, ou deu-su rara vez afllrmo a V.
    Esc, que o relogio d casa nao esta va atrasado,
    que nao te mandava piopositalveute atrazal-o.
    V. bos, V. Exc., quj anda m-sim quando no
    d< minio liberal se abrisse a sesto depois do meio
    dia, ba urna grande dien nca en're o proc-di
    mt-ute de eutao e o procdimonto de buje; pirque
    entio se atrasava o relogio e deolaravo-se ua acta
    a hora verdadeira e exacta em que se t'nha aberto
    a 8-8bo. A acta de eutao dizia a verdade e a acta
    de boje cootem a mcutira.
    0 Sr. PresidentePortn o facto era o mesmo.
    O Sr. Jos Maria Nao era o mesmo, nao se-
    hor.
    O Sr. JoSo de OliveiraMas a mesa est con-
    fessando o escndalo.
    O Sr. Jut MariaE depois que fosse o mesmo,
    V. Exc ni i se polo jusificar allegando factus
    idnticos commettidos p^r outrem.
    Entietanto, se isto succedia era quando nos es
    tav-.mos j m prorogacio muito adiantada, exce-
    dendo mais de un z ou dous mezes do praso log 1 ;
    e boje nao, porque nos ainda estamos no praso
    constitucional.
    Quero, portanto, tornar saliente que a sesso de
    h"je ioi aberta aos 40 minutos depois do meio da ;
    qur o relogio da casa est atrasado meia b ra, e
    qu- lis em vez de tcimmarmos os noss"S traba
    idus s 4 h iras havemos de ir at s 5 ho.as e
    meia.
    Feitas estas obaervacoei, pode a acta ennter as
    inexacticea que qu xer, porque o Sr. a- crotano
    'em a faca e o qu. iju na mo ; c.nta com a maio-
    ri, ist no seu direito.
    Eu po m cumpri o meu dever.
    Cintiua em diacuss" o nquerimento do Sr.
    Fi rreira Jacobina, pedindo mformxcoes ao go-
    vtrno sobre o naulr igio do vapor Baha.
    O Sr. Ferrer* Jacobina -Sr. presi
    dente, auti s do eutrar no di bate, duas palavras ao
    digno deputado pelo Io distncto pela benevolen-
    cia com que se dignou tratar-me, e a justica que
    fi z-me nos motivus que deierminaram a apresni-
    tao;ao do requerimiuto era em discussao.
    L'-n |u ol.i u.;e a casa que difiicilmoute se poderia
    ver poltica, quer na f.-rma, p rque fui redigido o
    requeiimento. quer na exhibeodos motivos justi-
    bcativi s do mermo requerimento.
    V. Exc. c mpi h. nde, Sr pn sidente, per taita-
    mente que ou nao vonho f zer nma o-oeura ao
    presidenti da pn vmcia tm n me de um partido,
    mas pedir infoimaeoes aceica das medidas que
    ai u inisirti,;tii cumpria tomar para evitar a repro-
    dui.au de (actos ci ni rielad nse qne iffl>giio a
    l.i.u i ii d-do, -i in Jibiinico denacionalidadc, sem
    distinrcao de cor p linca
    Perianto a materia contida no meu requer
    ment, nao deve ser olhada seno pelo prisma do
    iciten-sse publico, e nunca pelo prisma do partida
    tis ato.
    Eu, pois podoria diser com S. Exe., parodiando
    as auas i alatras : mas Justina e nonos poltica,
    d m a d ffereocado que tui sincero n'aqaelle mo-
    mento, ci mo seu neste, e c mo costumo a ser em
    todos os actos da micha vida.
    S. Exc., c bi ruado deputado pe o Io distncto,
    chele oa bancada oppnata, procurou dar-meiufor-
    mico-s acerca das medidas adoptadas, e desia vez
    coi.ai guio adiantar mais alguma ci usa, taz-nda
    ver que as actoridades estavam oceupadas, que al-
    guma cinta sr fez, nao por parte do presidente da
    provincia, mas p-r parte do capitn do porto, que
    db opin o de S. Exc. o mas ent-arregado de le-
    var a noticia ao gtverno geial, e que o Hr. presi
    di nti da pn vinoia tinha apenas a fiscalisaco su-
    pr ma sobre tdt>8 os teas subordinados.
    F- lisort-nte ji S. Ezc. confesaa a competencia
    desta kuinbn para apreciar os factus da admi-
    nisfracogeral.
    O Sr Gi i caves FerreiraEa nanea negaei
    essa ci mpetencia.
    O hr. Ktrinia JacobinaAssim, o nobre depo-
    tado la ton do jueiica 80 direito que fim esta s-
    bt u b pu idt de oa provintia o nperimenduite, nao
    n g> va tt n b' m a C' mpeti nt-ia que trm qnalquer
    um de i.a. membro desta asaembia, de iudagar
    quaea as piovidenoia que tonas dadas, se houve
    alguma talla, e quaes os retpi nsaveis, quaes
    aqu*lles que deixaram de cumpnr com o seo de-
    ver.
    O nobre depatado fea sentir qae a capitana do
    porto te havia dirigido ai Ministerio da llarinba.
    Mas uso nio qvrdiscr qae o presidente da pro
    viana titeas* inhibido o dirigirse per IW ves
    ao governo geral, narrando Ibe toda a ocenrrencia
    Eu, porm, estou informado, 8r. presidente, qae
    S. Exc. o Sr. presidente da proviucia nao fes com-
    munieacao alguma ao governo geral acerca do
    naaragio do vapor Baha, nem mesmo por occa-
    sio da abertura do crdito extraordinario para
    mandar enterrar os mortoa que ainda boiavam as
    aguas do oeeano. E' cousa evidente que o pre-
    sidente da provincia nao dea ama informaco cir-
    co nstanciada ao governo geral, nem mesmo pelo
    facto da abertura do crdito para o encerramiento
    dos mortos, conforme anda s evidencia das pala-
    vras do honrado deputado.
    0 8r. Goncalvea FerreiraEa nao affiraei se
    melhante cousa.
    O Sr. Ferreira JacobinaEu julgaei assim por-
    que V. Exc, quanao hontetn ae ocenpou desta
    materia, referindo o faeto da ae haver dirig io ao
    ministro da marinha o Mr. c-apitao do porto, nao
    disse qae S. Exc. o Sr. presidente da provincia
    havia levado a noticia ao eonhecimento do go-
    verno.
    O Sr. Goncalves FerreiraEu disse hontem que
    o presidente tinba secundado o capito do porto.
    J Sr. Ferreira JacobinaPois bem, entures, a
    cemmuoicacao dirigida a $. Exc. o Sr. ministro
    da manaba, de que era coaveniente destruir parte
    dos mastros do vapor Bahia, toi feita em comeco
    de Abril e ate boje ainda nada se fez.
    E' muito provavel que a communicaco datada
    de 4 nao chegasse ao sea destino seno no vapor
    de 13. (Apartes).
    O que estranh i, que sendo a noticia dirigida
    por nm orficial superior de nossa mannhi, j de-
    pois de terem ido tres vapores, nao se tivesse to-
    mado a distancia de longitude e latilude desse na-
    vio submergido.
    O Sr. Gomes Prente Nao to simples as
    m.
    O Sr. Ferreira JaeobinaE' cousa muito sim-
    ples, e se na i fosse simples, nao era possivel tazer
    se a navegar i; sao clculos que se taz.-m dia-
    riamente a bordo dos paquetes. Como, p na, pre-
    tender-se que bouve urna cimnuuicaQo no intui-
    to de se levar as noticias do naufragio todas as
    partes? Me parecj, pois, que a iembranQc diri-
    gida, ioi deficiente, e que S. Exc. o ministro da
    marinha, naturalmente nao poder providenciar
    no sent-io em qu me parece ser maij c invenien-
    te a i) -ni da liumanid .Jo, porque desde que niu
    est determinada a longitud.! e la'itude. d-sse na-
    vio "ubinergnio, pode dir-se muicas desgr>-cas
    Para, pina, o governo acaati llar outros naufra-
    gios, siria preciso fazer trans nittir para oestrau
    g-iro, para tola a pirte a noticia d- que o Vap ir
    Bahia: achava se submergido a tancus groa de
    lougnuJe e Ictituie, (iparti-s) afim de enllocar -s
    navegantes na p >aic;io de .onhecer oudo ost ao
    cert esse casco do navio.
    Nestas circu-nsta ici is, espero qu- o nubre de-
    putado, sem p-rda, icfl.ia p-rante a aduHuis'raca
    da provincia, corra pera nte aquelle g ueral ene
    galo d i capitana do porto e tuja com que s. Exc.
    tom a seno isto.
    i' que i co isto ceino granie favir,
    pesa si.bre o meu espirita co israute>n-iitH nnutra
    gios qae se I,o de lar, no caso d ni Ser :o to-
    ii i i ^ providenci is serias.
    - con licods, portanto, nio foi o des
    cintranalo. mas si.u o t-ii'nn ufo le u ov le-
    proJuzT-se scenas 'o c mino edoras, c m nei-
    la iiu" ba bem pouco tempo f11 os '
    Assim, esiiero qu>'S Exc. nio i \ i If reate
    a i -i- reclamo que fao;o.
    T alio Concluido,
    riuc ii-.i i i i ii-ois-ii, c posto a Win o reque
    riment i rejeirado
    Atf uso l/i-t sa, sobre ucgjcios ia estrai
    i rro iii I] ii ii ii .
    O Sr. Vitparanlo Portella Sr.
    .o pn-ventr a V. Eso. do que, subinJo
    a rubina, oio teuhi o intuitj d: objear ,i piss*
    gem do requerimiento em discussao.
    O Sr. J .a Mana V. Exc. v .c i por i lie '
    0 Sr. Sopiironi i Por ella S^-in duvida alguma
    e a' coro inuita satisf ic;io.
    O Sr. A ffnnso Gustosa Nao era de esperar ou-
    tra eousa de V. Esc.
    O -r. Sophrouio Portella Entrot into notei
    Sr. presidente, que, procurando O nobre deputado
    justificar o bcu roqueriineuto, alias derici. u e. ..
    O Sr. Affnnso Lustoaa V. Exc. demonstrar
    isto.
    O Sr. Soiihronio Portella... peio pequeno nu-
    ro de quesitos que eucerra, o fizesse do modo o
    mais acrimonioso e, por couseguintc inonve-
    uienf*.
    O Sr. Affinso Lusfosa Neste ponto nao peen
    liguas a V. Exc, uso de um direito igual ao do
    nobrr- deputado.
    O Sr. Supli-onio Portella--Nem cu digo o con-
    trario, ap. as lattimo que o nobre deputado use
    de phrases to violentas e, de ctrte, iuconvi-nieii-
    tes, n-fenndo-se a dous col legas seus, ambos meus
    amigos c ambos funeciouarina muito distinctos.
    O Sr. Alfo"so Lustosa V. Exc. nao com-
    petente para julgar da conveniencia ou inconve
    ni'-neiii do meu procodimt-nto.
    (fia ou'ro8 apartes.)
    O Sr. Presidente Attoncii quem teui a pa
    lavra o Sr. deputado Sophmnio PjrtelU.
    O Sr. Sophrndio Portella Diaia eu. Sr. presi-
    dente, que nao podia concordar cun o que di a
    ra o nobre di putad.., quando, procuran lu jiis'iti 'ar
    o sou requerimento de informa^oes, so refirira la i
    acremente a do-js distinctos euge. h-iros, seus col-
    legas, principalmente ao engenheiro ch. fe, e, br.
    presidente, fique certo V. Exc. d' que, se deca-
    rei Votar pe'n requerimento do nobre de uta I i, o
    fiz nio pela justificaf;o addusida por S. Exc,
    mas porque eutmds que a Assemblt, a prov u-
    cia e o paiz inteiro tem interesse em sab.-r di mo-
    do pelo qual sao e tem silo dirigidas as estradas
    du ferro do Prolongam-nto e de Caruar.
    r. presidente, o nobre deputado pelo 9' dis-
    tncto, que to solicito se mostra em saber do mo-
    do pelo qual o mu distiocto e honrado S\ Anti-
    das Glvo dirige o movimenti dessas duas estra-
    das, d via ter ido um pouce mais adunte, devia
    ter procurado tyndiear de tactos qu-, por ven-
    tura, se tetiham dado uo s.-mente sob a direccao
    actual, mas ainda 8ub a din ce;H i de outros che-
    fes ; o, Sr. presidente, creio poler affinnar a V .
    Exc. qu-, desde que m ate sentido app*recesse um
    requi-riuieuto do nobre d. puf-do, tina elle a ap-
    pr. vacio nao somenfe do S. Exc. e de seus ami-
    gos, mas de toda esta Assemb't.
    O Sr. Jos Maria Pois V. Exc faca o resto.
    O Sr Sophronio Portella E' precisamente o
    que venho fazer.
    Sr. presidente, compromett-me f votar pelo re-
    que. imouio do nobre deputado, urna v- z que os
    ties quesitos de que elle se cmnpe sejam emen-
    dad, a eu antes completados pelos seguiutes que
    passart-i a ler : ( )
    4 Emquanto importou o tonel dos P loes, no
    Prolongami uto, e em que condicoea toi construida
    essa ubra ;
    5 Quantas e que obras foram demolidas e
    reconstruidas, em todo ou parte na secii di
    Prnloiigamento pur se desmorunarem ou ameaca-
    rem mina ; e que provideucias ae tomaram a res
    pe.to ;
    6 Porque motivo deixaram de ser construi-
    dos os ueC'SSanos boeims, trenos 6 outras obras
    de isgoto e df teguraDca da linha, em nm trecho
    de cerca de dous kiloin-tros a m do tonel dos l'i-
    5 8 ua i seceo do Prolonga ment, motivando
    laso grandea despezas a fazer actu luiente pura
    reparareii.-se as cousequencias dessa f .It ;
    7*. Como explicado o ficto de ter sido des-
    eo bert i r-ci-nt. monte (na cerca de um m z) na
    amiga 2 sesso do Prolengamento uin deposito de
    c-rc de dez mil dnrmentcs; deso. bnm uio feto
    pelo actual oigi nlniu residente d'aquella estrada
    Dr. Paulin L pes da Cruz.
    O Sr. \ff uso LustosaIstd mais urna necu
    sacio au Sr. Ansales Galvo; aceito a emenda.
    (fiCO a plavra).
    Sr. ftjoptironl* Pos (ellaSr. presidente
    V. Exc. e a casa c mprehend perfeitamenta que
    na fados, por mim articuladla na emenda que
    upieaenti-i i- acabei de ler, sao todos cada um
    d lies mu tnn e importantes, para que dispen-
    sa m as iiilnimavoes que solicito, assim c nn que
    com este proetdiinerf'O nao Uve pur fim seno se-
    cundar as vistas e os intuitos do ni bre deputado,
    tuj i Vntu espero uo faltar para appr. vacan de
    seu requerimento emendado pela forma porque
    acabo d< fazer *
    Vi m mesa lida e apoiada e entra conjuneca-
    menfe em discussao a seguiun emenda :
    Emquanto importou o tnel dos Piloes, no
    Proloiiaam- uto. e em que ccudivocg fui construida
    essa brs ?
    Porque motivo deiaiam de ser construidos os
    neerssarios bo> iroi, drenas e outras obras de es-
    coto e de egaranca da linha, em um trecho de
    cerca de 2 knomttros aleas do tnel dos Pilo s na
    2* s< ctio do Pri-luDgHBJi-nto, muti< ando issogran-
    des despi sae a fater actualmente para repararem-
    N as oaseqaeneiBS dessa falta.
    Gomo explicado o facto de ter sido deseoberto
    recentemente (ba cerca de am mez) na antiga 2'
    seceso du Prulungamento am deposito de cerca de
    10 mil dormeotes ; descobrimento feito pela actu-
    al engenheiro residente daquella estrada, Dr.
    Paulino Lopes da Cruz ?8. R.3(J de.Abril de
    1887. Sophronio Portella.
    (Continua.)

    KhviSTA DIARIA
    Circular Pela presidencia fui dirigida a
    segumte circular aos juizes de direito, promotores
    pblicos e Cmaras Municipaes :
    Palacio da presidencia de Pernambuco. en 26
    de Maio de 1887.
    Em beneficio da instruecao primaria convm
    que V. 8. me informe com a possivel solicitudo o
    3 -guinte:
    1 Quantas sao as escolas publicas, creadas e
    funecionaudo nessa..... e onde esto colloca-
    das?
    2 Essa collocaco das escolas a melhor ou
    convm que algumas, e quaes, sejam transferidas
    e para .nde ou supprimidas ?
    3- Quaes os professores e professoras, como
    cumprein seus deveres' e que adiantamento apre-
    seutam os alumnos ?
    4- Sao frequentadas as escolas ? Porque nu-
    mero de alumnos ?
    Confio que nao recusar a estes esclarecimen-
    tos.
    Deus guarde a V. S.Pedro Fcente de Azeve
    do
    FalleelmenfoHontem pela manh falle-
    ceu nesta cidade o bem conhecido negociante da
    cidade da ECada, Mauoel Luurenco dos Santos.
    Atrazws e deegostos que s^ffrera na vida eom-
    mercial e peimaneciam ha mais de anno, fize
    rao no perder a razio e a vida, que to uecessaria
    era sia familia, viava e seis fiihos, que ficam re
    duzido9 pobreza.
    Tinha o fallecido 42 annos de idade. Nasceudo
    em Portugal, abracara por sua patria a de seus
    fithos, que muito estrt meca.
    Dotado de um excellente carcter, era estimada
    por todos quautes o conheciam. .
    O seu Cfdaver foi honti-m i tarde sepultado no
    Cemiterio de Santo Amaro.
    A seus cimbados e especialmente ao Dr. Al-
    rceida Uunha, nusso ufatogavel compailo iro de
    trabalh s. apresentamos as nossas c.ind l-n.- as.
    (averno I BlMpaduNa Parts Odi-ial
    lamus publicidaio a mm circular de S. Exc.
    Kcvm. o bispo diocesano aas paroch 8 st3 bis
    ..ad), recoinmen lan i i certas p- vi leneias o is c i
    smenlos dos est ,'iros, Bm ;... evitarem-sc
    bigamias, couf nne orden iu S S, o piua.
    Earerramenlo ilo m^n llai'^tnnt
    \-. ignja de N isa Senbora da Peubi, os m i
    ; di is a,- rrar > pi ioi i= ex i -
    : i un z W uianno pelo m : i 'sruiute .
    i' : -tiiira, '1: o corrente, S. Kic. U Vina
    S-. bisp ii ... ir ;i- 7 h .rar. do 'i i
    celebrai : i ..' u
    mgusta padroe a Virjein Sentur i da Pe
    a ,-
    ais fi -,,-.-;
    ininuiilii i, ; I i un mu
    i ---.. .i i ,s o.. -. :l ii ..
    A' 11 m i_:r ja
    le Xossi i, S .,-. il vm..
    hriain ir i- ri une- qu
    "ni f r ni aproe u" i .:i : t lUinenl o .
    A' tirio, a 6 ti iras, tiara o s i -
    ii -, depois i-u. -..--=-!'. i o s -:.i Te D< un.
    \\ i 1 l. :: i i ; il S
    jtriji.inii :i -t icti o Ex n e li-.-ui Sr
    e na :):-: etn i i- .i-. Kx -. o o
    pr ivh i, .. il-cuinirj ida is i in .j e i)<.
    ciiei le pin iuu re ipectivas ti las,
    msica m >rcial lo 2 de linh i, I i-
    por'
    n::; stos i t- mplo, m i .3 pi .
    sen varia o irlo.
    Kila to Itiviiio K>r)irili Snnl-:
    K-..l'sa s- lujo a testa d < UiVluo Espirito Sinfu
    d i C llegui c in todo brilban.i m i
    Ai J 1/2 ii ras d i m id i_' ida haver misa i re-
    zada por intenciu le todos s irmios.
    A s 11 h ira entrar a ims* i so
    Ao Evaugelb ', depois q.ie a orch-stra tiver i xe-
    cutado urna bjmta sym ih >nia, far o p-in gyric i u
    undor sag ado comm ndador Manuel Moreira da
    Gama, vigario desta freguezia.
    A' noite 'era lugar urna ladanha cantada, sendo
    orador o pregador de Capelia Imperial Fr. Au-
    gusto da I nm aculad i Conceifo Alvos, terminando
    com a benc^io do Sanlis^imo Sacramento.
    Fnculdntte de liireilo\manhi as 2
    horas da tarde eucerra-se a inscripi;i> dos candi-
    datos ao concurso para pr-.-ench in-nio de um lug .r
    de lente substituto, vago por ter ptssad-j a Cathe-
    dratico o Dr. Jos Ilygino Duarte P reir.
    As duas hur.s reuuir-se ha a cougregacio o
    lid 13 logo depiis os nomes dos candidatos e apre
    sentados pe i L)r. secretario i s documeutosn spec
    ti vos, decidir pi.r mioria da votos em escrutinio
    secreto so eolio uo caso das dist'iSico.s dos esta-
    tutos e'o vigor.
    As habilitacoea dos candidatos consistem na
    apre enracio Jos dipl.'mis ou publicas formas
    Jestes, jusl Guando a iinpossbilidade da apres'ii-
    taco dos originaes, conidio de baptiaino e falha
    corrida do lugar de s-us domicilios.
    Se uo exaine dos documentos se suscitar .luviia
    a resp itj de algum, a c ngregaco, segundo a
    iiaturiza da duvi ia, poder ouvir o candidato que
    o tiver aoreseutado, para o que adiar, se t r ne
    cessari', a d c-isii por tres dias.
    Do jmzo da c ingregago poder recorrer para o
    giv.inn qualquer dos candidatos que se julgar
    prujudicadu, assim qiianto ao que f .r decidido i
    s u rospeito, como a respeito, d.is outros concur-
    rentes.
    Fuido o praso da nscripcui, nenhum cindidatn
    sei mais admittl 10.
    Ii -cinli.' tolas as habilitacoiis dos can.lidat s,
    cada lente cathedratico e substruto que es t Ver
    regeudo alguma aulaaoresentar namesini se-iso
    da '.-.'Ugregac >, een que isto tiver lugir, nove
    pontos pelo menos sobre cada materia da respectiva
    cadeira.
    Em seguida a congregacio nomcar urna com-
    m issiu de tres Untes catbcdraticos e duas substi
    t utos pata esco her, deutre os pontos apr sen-
    tadas, cinco 8. bre cada materia e f rinular os que
    deveriam apresontar os lentes que ni > tiverein com
    parecido a sesai ou se acbarem impedidos.
    Ni da segumte (rerca-feira) a cuninissio sub-
    m tt r congre^ai-ao os pontos que h uver esco
    Ihido e, appr. vados ou substituidos por esta, o
    Cxm. conselhero director marcu lia p ira a apre-
    senfMcao das tbes-s, c m o praso de uin iroz.
    Iinmediatam-nte o Dr. secretario otficiar ana
    c-iididat< s, rimeftejdo-lhes copia da lista dos
    pontos e declarandu-lhes odia em que devem *n-
    tngar as theses impressas em numero pelo menos
    de KM) exemplan-s.
    Estas thi-sesennst-irio de tres propositos d'entr-
    os pontos approvadus si bu- cada mat-ria das oa-
    deiraa da Pac-uidadH e de una diasert^jii aci rea
    de um ponto qualquer a eacolha do o.iu lolat
    liu're us que tiverem sido adoptadas pela con-
    gregacio.
    No da fixado os candidatos enfr. gario as theses
    sendo excluidos do coucurso os que deixarem de
    entr gal as e no mesmo dia o Dr. se.-retario
    d r a indos os candidatos as theses dos s-us
    competidiires
    Olio dias depois da apresentaco das thes emn eir o concurso pela discussao destas entre
    os ct ocurrentes.
    At b-iuti-m achavau se inscriptos os Drs O'i-
    veira Escorel, Jos AustregeS!lo, Joo Elysio Heu-
    rique vlile' e Ad 1. b C.uo.
    Ounata-nos que se inscrevero ainda os Drs-
    Mano. 1 r/ortella Jnior e Epitacio Pessoa.
    CollerlaSegundo os editars publicados em
    o utro lugar desta folka foram designados pai a
    fazer- m a collecta da d- cima e mais impustos pro-
    vi ociaes das nove freguezias deste municipio do
    Recife, es respectivos lae..dures, pela furma se
    guinte :
    Recite e S LonrencoPelinto do Reg Barros
    Pt-ssoa
    Santo Antonio e ^arzeaJoaquim T. de Lemos
    Duarte.
    8. Jos e AfogadosIzidoro T de M. Ferreira.
    Boa-Vista Antonia S d Reg Barros.
    Gract e PocoJus de Pmho Borges.
    ConcertFar i pane do programma do
    concert que e Sr Alberto Fnedenthal annuncia
    para a n ite de 1* de Juubo prximo nu salo du
    ibeatro Smta Isabel, as seguintis composises :
    Grande polonaise em la bemol, de Chopin; Mar-
    cha Tannbauser de Wagner-Lsst, Valse de Faust
    e Rbapeodia hngara n. 2 de Liszr, duas pbaota
    sias para a mo esquerda so, e Vem, pas arinh>
    mea de Friedentbai.
    Comit L.it(erarlo Aeademles -Km
    Ua dea salees do Gabinete Portagaea celebrar
    eeta eociedade no dia 4 de Junho, s 7 horas da
    noite, ama sesso litteraria, commemorativa do 1
    anuiversario da sua installaclo
    Ao convite que nos foi obsequiosamente feito
    para assistirmos a essa testa litteraria, muito
    agradecemos.
    . "* de Sanio Antonio A piedosa
    devoco do Moz de Maria, que durante o corrente
    mez tem sidu leita nesU matriz com loavavel lelo,
    tera o sea encerramento na prxima sexta-feira,
    cobrante 7^' ^ filho8 de Mri"' 8end
    X n!X ?vm- cooe80 Anaaias e orador ao
    evangelho o dist.ncto pregador conego Eusta-
    A's 5 horas da tarde haver ladainba solemne
    cantada pelos fiihos de Mara, bencio do SS. Sa-
    cramento, oceupando a tribuna aagrada o vigario
    da fregnezia commendador Qama.
    OlindaNo dia 1 de Junho, quarta-feira, se
    enceirasao os piedosos exercicios do mez Marian-
    no celebrados na groja do recolhimento de Nossa
    Senhora da Conceico.
    A'8 7 horas haver urna missa resada e commu-
    oho geral, s 10 horas comeear a festa, dirigir
    a orchestra o Sr. capito Fortuuato Jos de Sam-
    paio.
    Dous conhecidos e elequentes oradores oceupa-
    rao a tribuna sagrada, ao Evangelho o Rvm. co-
    nego thes-ureiro-mor da cath-dral Antonio Ma-
    noel da Assumpco e no Te-Deun o Rvm padre
    Sulio Maria do Reg Barros, acudo o celebrante o
    Rvm. conego chantre da S Jos Marques deCas-
    tilha.
    A's 5 horas da tarde ser conduzide at a ra
    Nova o iiudoriiuhj.de Nossa Senhora, pelas meni-
    nas, filhas de Maria, tjcandj nesta Oi-casio a in-
    signe msica do cerpo de polica, por obsequio do
    Sr. teuente-coronel commandaute Mauoel (oncal-
    ves Peroira Lima.
    Beunlies sociaeaUa hoje as segain-
    tes :
    Dos mdicos desta cidade, s 11 horas do dia,
    na inspeet ra de bygiene publica ra do Bario
    da ^ ictoria n. 32, at.n de tractar-se da fuudaeao
    de urna sociedade de beneficencia mutua.
    Da irmandade do Sautissimo Sacramento da
    Boa Vista, no consistorio da respectiva matriz, s
    ID li iras da manb, para em mesa geral elegerem
    a nova mora qne tem de administrar a irmandade
    uo anuo couipr..inissal do 15871888.
    D i irmandade u.; N, ssa Senhora da Luz, s
    I 1 h iras da tarde, n i igreja do Carmo, para a
    inaiigLir cao solrmue do retracto a oleo du es-jus
    oemteitor e actual procarador Autonio Francisca
    \I iieira, u i c nsistoriu da mesma irmand le
    Da irinmlide du Saiitisanno SacrameiitO de S.
    Jor d j Recife, s 10 horas da manh, ao respec-
    tivo consistorio, utiin de se proc-d r el cas da
    . mesa regadora par o auno prcxi.no fu-
    Jo Nuc o Ii creativo F miliar, em sessio or-
    liu -. s 5 Ii iras 'ar ie, u o cial.
    Tele^hono K* pi o uturo da li-
    nha el-ii'iu ii-a ultiiuaineiiM inaugurada eatre
    r.inz o Krnsollas. A iraii.-iuissio fii-se 'dar
    ne'it-, i ou( ri s angio uta
    i n i ... I X 1 i lev : (trCS
    - >' > ..'..'- ii.mador u resul-
    ' ui Din re ;i bolsa e ua n. ii,
    . -.: ..;.,. |ue i
    > I mee i o b ; .. m rar em accordo
    i-.-t ',-..- ;
    ' .' i i u: ...
    i o im
    -
    i'
    i i
    I'ra o : re
    u eJ c.isr.'i.i iuto-
    i II)
    \ IS di!
    -.- ma] iian re
    t'ei'x-iilntli do* iiiitiio is vnpurUa
    1 i ni, : i L n Ires, tr idnz o u ,
    -A lea di que
    i- po attingii a velocidads de quirenta ini-
    ilm por hora, u vol ici iu !. mu w i,or do que a
    ituineute, ouji'otii de di *cns;;l, nos
    ' .' I'3 ptlZ -9 uiar.ti-nOJ, I : .' rr.i o os
    \i. culos LJ iiJos. O prof : r i'nursiou 'i-atou
    fe de ite .....
    i ssivui. i' raciocmoi d'aqui les .uo susfentam
    tm ;iv I a Velo^id ide de qu irona .oilcs pur
    h ira, Ii seada na oxpi ri meia dos torpe los : mas
    ni i s seg ie q ic o que o possivel em pequea es-
    cala u i ji i m din 'nte -ni .--.ni |e, Seria neces-
    sario augmentar nii n-nt as diin u-'> s das
    p cas do lEOVlin-ntO, 'Gas tamil m a torga d. s ma-
    teriaes do que sio feitas, seio cointudo augmen-
    f-ir-lbos igualmente o peso, o que nij 6 praticavel.
    Tanto quanto podem is ver, o I inifo da veluc-idade
    dos vap.rea >i attingido presentemente no ')-r-
    gon e America, que podem vencer em mar calmo
    vinte iniihis por hora.
    TravCMNuraN de um rapazEm urna
    man i di mez passado ostav, parada perto da ea-
    toij d i Barra do Piraby, promp'a para fazer
    viagem, uina maoh na da estrada do ferro 1). Pe-
    dro II, quaudo um minino endiubrado, de nome
    V it i nu tirou-ae do seus cuidados, e emquanto o
    machinista foi au deposito busca >.z iic, tobe
    machina, meso na alavanca e a mat-luua comefou
    tHinlein a meier-se.
    Elle nio sabia fazel-a parar, salta frs c agora
    O Veris.
    A ni ich na sem machinista fem foguista, prin-
    c'pmu a and >r, o creando f rea proporcio que
    cumiuhava, atravessou a freguezia, metida se pela
    pin fe da estrada Je ferro lauta Isabel do Rio
    Pretn, que tem bitola larga, por causa d.-s carros
    lo canua para o engeuho centralattravssoo a
    poute com uina velocidadc vertign isa, e s parou
    qnando so Ibe ac>bou a bitola. metindose pelo
    inatto dentro, em direccj ao rio, onde nio se pre-
    cipitou i-m virtuJe de urna pequiua elevacio de
    torren i, que ibe tolheu 8 camiuho,
    O menino toi preso, mas. .
    Quantas desgrae^s poderla ter havido.
    ,% crine do nwuoar em la*aL-se
    no Jornal dos Economistas, da c te
    n O gnvernj bullaudez, conh coudo a conveaien-
    c-ia de inantiir a iudustna aseucareira om Java,
    submetiou s Cunaras Juus proj cto3 de le um
    conceden lo praso juros de 6 0 annuaes pnra 0
    pagamento das rendas du Estado e outr permit-
    tmdo o aJiantameuto de i nheiros aos productores
    de assucar.
    Na dita ilha, de 167.3 ,i 1886, h.uve a soguin-
    te prnducco :
    ANH S PXCOLS AXXOS i rcot3
    1." "> 8.286.680 is->i 4.6 ni. 780
    1876 S. 717.7' 6 1882 4 8 9.322
    1H77 4.048.574 1883 5.348.867
    1878 3.7OO.6M0 1"! 6.493.248
    1379 3 K43.470 1885 6.259.355
    laSO 3.591.404 1886
    O picol cuiresp nm a quasi ii" kilogrammas.
    Nio So p. 88U- anda o al jai ii-mo i xacto de
    ISm, que dov- roen ar i- 1 ."> lr>S4, pois
    fierain se iguaes piantaeoes e as d.ft'i reno-as de-
    pen l-iu r da maior ou im-n r riqmza lio caldo.
    il un as ecoo i" .8 qu i s pro luciores j4 sou-
    ber-iin realisar, o assucar que custava 8 o pico!
    pisto s b irdc fi.ou a 6. compr. hendendo se neete
    ureco para dinitos de expurtayao e outras Caxas
    600 .s .
    HireenirlR ta nhra Je connerva-
    ru do patrio*Boletim meteorolojiea do
    1 1 M-
    .1. ISS7
    i A.S
    dora.' B^SJ Barmetro a
    O"
    6 m 60 761-nlO
    9 7-y 761'"47
    12 1'8'4 76:44
    3 t. 27 B0n>|2
    2'i*-8 760'" '9
    o
    TtBso 3 "O
    do vapor a
    3
    a
    20,00 80
    19,71 70
    20,89 72
    19,39 70
    19,53 75
    temperatura mxima y,5.
    Dita mnima25,75.
    E va ouracio em 24 horas ao sol: 5,"2 ; som-
    bra : 3,"0.
    Chuva1,L
    Direcco du vento: SE e SSE alternados de
    meia i* it- at V e 55 minutos da tarde, com in-
    lenupci i de 32 minutos ESE ; E e ESE segni-
    ilamente at 1 hora c 21 miuufos; SE e SSh" al-
    terna ios at meia noite.
    Volojidade media do vento : 3,76 por segundo.
    Nebulosidade media: 0.44.
    . B lefim do porfo
    i i
    -5 a
    B. M.
    P. M.
    H. a.
    Di
    27 de Maio

    28 de Maio
    Horas
    153 di
    7-51
    149J
    tarde
    s
    manh
    Altara
    0,-59
    2.-23
    0,-
    ll^SIl^,


    \w
    Diario de P^ruaminroDomingo 29 de Mato de 1887
    3

    L,ell*m Etfectuar-sc-aio:
    Amarrha : ,
    Pelo agente BrMo, as 10 1/2 horas, a ra de
    Bao Joo o. n, A arma** mais pertraaas abi
    existen tes-
    Tere-feira :
    Peto ooene rifo, As 11 horas, ra de Pedro
    Affonso n. 43, de predio! e de urna obrigaca- de
    seis cootoe d re.
    Pelo agente Pestaa, as 11 horas, na ra do
    Vigario n. 12, de predios e terread.
    Quarta feira :
    PeZo agente Pestaa, as 11 horas, ra do Vi-
    gario n. 12, de preJios.
    Pelo agente Modesto Baptista, as 11 hars, n
    ra Estrena do R sano u 24 de predio.
    Pelo agente MarUns. s 11 horas, na ra Au
    gustan. 131, de inv >!>. feUre.-ario celebradas i
    Amanb :
    jo premio grande de 15:0001000, se extrabira
    ao dia .. de M*io. _
    H:lhie. rta O, d. Fortuna, a ra
    Pnme.ro de Marco n. 23, de ***** *W C.
    Pieria de ti-* 17' P^J;81?
    lotera, pelo novo plano, p-mic grande
    de {5:000*000, ser extrahida na da .. do cor-
    "K bilbetei bi-H venda na Casa Felis
    Draea ua Iodepeudeuc'a ns. l e 33.
    Tbo aehau.se venda na Cas-id.iltato
    n ra Primeiro de Marca o M, Martia,
    "u* 4 C, o na Esmeralda, ra Larga do Rasa-
    rio n. 24.
    INDICARES UTEIS
    D. M*no<-la Gailberinina de Paiva.
    Terca-feira: ,
    A's t horas, na e;eji da Penha, pela alma do
    Capit> Antonio de Si Lsitaa.
    Quarta-feira : .
    A's S hars, na Ordena 3' de Hossa S mhwa do
    Carmo, pela alma da cammandadar Jas 1 eJra aas
    "'elro. -- Coegado. da sal no vapor
    brasilero o M-mos : ..
    JosBento N.gue.ra JuQ'r,r'HA!beV1.def? "
    veira Ramas, D. Vicencia F. Breksoteld, Gui-
    lherme F. BreknMd e2 irmaos, Dionisio(xj*
    calves Maia, Massullo Michelli, Eluardo R. P.
    de Mello, Jos Padresa C. Vul-s Baas e sua se-
    nhora,D. Ar^em ra Faltosa, Richard Astbon, Al-
    fredo da Cuuhi Bueno, Ernesto de Albuqaerque,
    Evaristo A. Ponseca Leire, Maria da Conceicio,
    Antonio Rodrigues do Prado. 2 pracae de iinha,
    Joao Pedro d03 S-intoa, D. Ricarda Paiva Mar-
    tina c 1 filho, Anselma A. Ferreira Sobnnho e
    suasenh.ra, Augusto Urzel, G. M. Freitas, Ro-
    driga Ribeiro, Jos Pinto de Moura, Manoel C.
    do Nasciojento, Roberto Sehuonan, Dr. Francisca
    da Casta Ramos, Francisco Liincga, L-ureuc-
    Bezerra da Cauda Cavalcante, Em.lia Oly npia
    deSant'Anna, Manael do Espirito Santo e Alfre-
    do A. Faria.
    Sahidos paaa os partos do narte na vapar
    nacional faitus : ..... n,-
    Antonio de B .rros. Augusto Miguel de Olive
    ra, e 1 criado, Adolnho .1 >a da C ista, Hmrique
    Soares de Albuquerqu-, Jos Joaquim de Almai-
    da, l'ischcai Marcica, Ainstinbo Rodrigues de
    Souza, 1- tenente Jos M. A'genm S. Cn-fller,
    Arthur Dallas, s Idado d.' liuha Jos Falippa da
    Cruz, Dr. Manoel J .s Mnlet Bistos, Dr. Sal-
    viano Correia de Oiiveira Andrade, Jos de Bnto
    Manso, Alfredo .1 s Garea, Uev Da Lieey War
    dlaw, Belmiro di Arauj > Cesar, G. W. Nieollz,
    Joao Caucio F. 14. M .nteiro e M Guim ires.
    Cbegaaor d :s partos do sul uo vapar nacio-
    nal Sarqipe :
    Sibiao Brandao, Manoel Ferreira e Ajripiuo
    Jas Martina.
    peraodew cirurs;lcaForana pratica-
    das do hospital Pedro II, no dia 28 do corrente, as
    aeguintps:
    Pela Dr. Berardo:
    Extraccao de catarata seuil dura pelo proceso
    de Wocker.
    Tarsorrhaphia em ambas os olhos, indicada por
    trichiasis.
    Pelo Dr. Pontual :
    Postbatomia pela therma cauterio, indicada por
    phimo.-is e cancros venenos.
    Na hospital do convento de S. Bento m
    Oiinda, foram praticadas pela Dr. Maduro as se-
    guiut 's operag s :
    Excisao pelo thermo cauterio de papilomas do
    anus.
    Postho'omia pela pro-'esso de Rieord, indicada
    por pbimasis.
    Casa de lieteocoMovimento dos pre-
    ses da Casa de Detenco da Recife no dia 27 do
    corrente :
    Existiam 358; entrou 1; sahiram II ; existen)
    348.
    A saber :
    Nacionaes 320 ; mullieres < ; estrangeiros 12;
    escravos sentenciados 3 ; dem proce3sada8 ;
    idem de correcci > 4.Total 348.
    Arraco'idos 32..
    Bona 302 ; doeutes 23 Tatal 32">
    Moviinento da enterraaria.
    Teve alta:
    Josu Jos de Sant'Anna.
    Fallecen :
    Vicente Ferreira de Arauj.), couhecido por Mel de
    Pao.
    Loiciia do Etpirilo Manto Lis os
    nameros di 2 parte da Ia lotera, em beneficio
    da iustruccao primiria, extrahida em 28 le Maia :
    63% 60:('0 <|000
    9215 10:0005000
    4486 6:0005000
    3992 4:00J000
    5814 2:00)5000
    110 1:0035000
    5730 1:000*UO
    E3tao premiados eom 5005 :
    3936 631 8667 936G
    Eifao premiadas com 21105 :
    893 2207 2746 3740 3765 4209 6218 9030
    9920 9922
    Estao premiados com '005 :
    439 726 1039 1404 1548 2162 2177 2598 3949
    4031 4U4 4112 48la 4930 5167 5451 6753
    6765 6907 7586 7614 9118
    Approximacoea
    Mdicos
    O Dr. Lobo Moscuso, do volta de saa
    riagem ao Rio de Janeiro, conntia no
    oxercicio de sua profissao. Conaltuas das
    10 s 12 horas da maoha. Especialdades
    eperagoes, parto e molestias de senhoras e
    meninos. Ra da Gtaria n. 39.
    Dr. Brrelo Sampaio d consultas de
    meio-dia s 3 horas no 1. andar da casa
    a ra n Bario da Victoria, n. 51. Resi
    denoia ra Sete de Setembro _n. 34, en-
    trada pela ra da Saudade n. 25.
    O Dr. Castro Jess tein o seu consul-
    torio me lico, ra do Bom-Jesus n. 23,
    obrado.
    Dr. Gama Lobo medico operador e par-
    teiro, residencia ra do B. de S. Borja n. 26.
    Consultorio : ra Larga do Rosario n. 24 A.
    Consultas das i 1 horas da manha s 2 da
    tarde. Especialidade : molestias e opera-
    res dos orgSos genito-urinarios do hornern
    e da mulher.
    Dr. Joaqun Loureiro medico e partero
    Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1.-
    and-\r, de 12 s 2 da tarde ; residencia no
    Monteiro.
    Dr. Manoel Argollo. Residencia e con-
    sultorio ra Duque de Caxias n. 86, 1
    andar. Consultas das 11 horas s 2 da
    tarde nos dias uteis. Telsphone n. 283.
    Dr. Seve, med so, parteiro e operador,
    ra Princeza Isabel n. 7.
    Connullorlo Homodopallco
    O Dr. Miguel Themudo, medico ho-
    mceapatico, tem o seu consultorio ra do
    Barao da Victoria n. 1,\ l.aniar, onde
    d consultas diariamente das 12 s 3 ho-
    ras. Chamados por escripto a qualquar
    hora do dia ou na noite.
    O lr. Marro Calmare
    Pode ser procurado no es ;riptoro deste
    Diario das 11 horas da manha s "
    tarde, todos os dias.
    Promator publico
    O 1." promotor publico. Dr
    Henriqu-s, mudou se da ra da
    para a da Uiiio n. 5
    O Dr. Milet mudou s-u esjriptorio de
    advocada para ra do Duque de Caxias
    n. 50, 1. andar.
    Drogara
    Francisco Manoel da titila & u-. urao.
    utas-ios de todas as espeoialidaass pharm
    jeuticas, tintas, drogas, productos chimice
    a medicamentos homaeopaticos, ra do Mr-
    quez le Oiinda n 23.
    Drogara
    Faria Sobrinho & C- droguista por atU-
    oadj, ruu Mrquez de Oiinda n. 40.
    (errarla a Vapor
    errara a vapor e officina de carapma
    de Francisco dos Santos M acedo, caes
    de Capibaribe n. 23. 'este grande esta
    belecimento, o priraeiro da provincia neste
    genero, compra-se e vendase madeiras
    de todas as qualidades, Berra-so raadeiras
    de conta alheia, assim como se preparara
    obras de carapina por machinas e por pre-
    go sem competencia Pernambuco.
    tomasse conUs quelle thesoureiro, para aa ca-
    nbeeer do estado da grande lotera, isto a im-
    (.-ortancia exacta dos bilhetos rendidos ou par
    veader.e, neste caso, onde depositado, para re-
    solver a posaibiiidade da extraccl', para compre-
    ende-se que sea nao poda ter lugar sem eatarem
    vendidos.os bilhetea.
    Foi quando, o Thesouro aceitando as contas
    que Ihe qui* prestar o thesoureiro, verificuu
    existir :
    Em bilhetee viudos do Rio de
    Janeim e aqu expoatos venda
    Em bilhetes encontrados na the-
    souraria
    Iiem que dcclarou se acharem
    em diversas agencias
    E'n orden e tettras a recebar,
    que nao de^larou de quem
    D'pisitaias uo B meo do Brasil
    proveniente de vondas nt..ri >res
    Dinheiro aburado em depasito
    na Thesourana
    Em bnhetes na agencia geral do
    Rio de Janeiro
    382:2005030
    5:2755000
    237:6435100
    156:5765 J00
    536:8515003
    232:6875900
    2,448:7675000
    5 da
    Freitas
    Aurora
    4,000:1,005003
    Ora. nestas condicoes, tornou se imprescindi-
    vel a entrada para o Tneaiuro, de prompto, ao
    menos da quaotia de 232:6875900 em dinheiro
    na thesouraria da lotera coataron as declaracoes
    do proprio thesaureiro.
    Po, par esta quaotia, que intimado o th-sau-
    reiro para recolhel-a, n) o tez nem na mus pa
    quena pareell, allegando apenas que a tinha gas-
    to por coota dacommssa que Ihs vina a perten-
    cer ae extrahise a lotera.
    Deste seu procedim-nto fo cousequentia a re
    quisicSo da pristi, se juestro de bens e o mais que
    ao Thesouro pir^c-u dever fazer par forca de le,
    mas que a Provincia assegura ser atroz persegu-
    oao movida por odio partidario.
    Entre estes acouteeimuntos, portanto, e o tpica
    da Provincia que traeserevemos, vai grande dis-
    tancia.
    Nao houve intimacao ao thesoureiro pira reco-
    lar a lotera em24h.ras, nem se pretendeu h-
    quidal-a antes daextr.cca.. Os factos sao ou-
    tros O recolhm-nto ordenado, no mteresse dos
    nortadorea de bilhetes, fo o do producto desses
    bilhetes, fo do dinheiro em poder do thesoureiro :
    e quanto liquidaca da lotera, caus-qu3ucia
    da naa extracao, nao se faz em horas, nem em
    dias, mas em mezes, conforma as disposicoes le-
    gulamcnwres e outras que padero ser tomadas
    tratando-se de uma lotera excepcional.
    Se, pois, estas oceurreocas serviram de moda
    contraro V rdade pira um dos undamsntos do
    julgado do mais elevado Tribunal juiiciario,
    bom que saa meamo ae cooheca, p)ia nao poda
    ter sido s^nao par equivoco devido a umi leitura
    frita, talvez, s pressas, trataudo-se d: um cas)
    de alcaice d thesoureiro, provemure mais de
    odio partidari do qua de algum desdido de quena
    nao est sujeito ao cdigo enmind orna deposi-
    tario vitalicio e titulado de dinheiras alheias
    rOMMUNICAOS
    6395 1:0)05003
    6397 1:0005000
    9214 6005000
    9216 50-5003
    4485 3O05OOO
    4487 3005000
    3991 200500e
    8993 2005000
    5813 1455000
    5315 145#'KK)
    Os nmeros 6301 a 6490 excepto o da sorte
    grande esto preiadoa cam 505-
    Os nmeros 9201 a 9300 excepto o da inmedia-
    ta estao pi eiia i j com 205.
    Todos oa nmeros terminados em 6 oxeepto o
    da sorte grande estao premiados com 205.
    A segjiote loteri t corra na da 3 de Junho
    impreterivelmente.
    I.oti-ria da provincia -Terca-feira 31
    do corrente, s 4 horas da tarde, se extrahir
    5> loteras, em beneficio da matriz de Itamb,
    e, na consistorio da igreja de Nossa Senbora da
    Concci^o dos Militares.
    No mesmo consisrorio estarlo expostas as ar-
    ae as espheras a aprecacaa do publico.
    L.olerla da rdrteA 204a lotera da cor-
    te, pelo novo plano, cujo premio grande de....
    30:0004000 ser extrahida no dia .. do cor-
    rente.
    Os bilbetes acham-se venda na prava da In-
    dependencia ns. 37 e 39.
    Tambem acham-se venda na Casa da For-
    tuna ra Primeare de Marco n. 23, de Martin*
    Fnza & C.
    Lotera doGro-ParA lotera desta
    provincia, pelo novo plano, cujo premio grande
    120:0005000, ser extrahida no da 4 de Ju
    nho.
    Bilhetes venda na Casa do Ouro, ra do Ba-
    rao da Victoria n. 40 de Joao Joaqnim da Costa
    Le;te
    Tambem acham-se venda na Casa da For-
    tuna ra Primeiro de Marco n. 23, de Martins
    Fiuza & C.
    Lotera da provincia A 5* lotera em
    beneficio da matriz da villa de Itamb ser ex-
    trahida no dia 31 do corrate, s 4 horas da Ur-
    de.
    Os bilhetes garantidos acham-se venda na
    Casa Feliz na pr&ca da Independencia us. 37
    a 39.
    Tambem achara ee venda na Casa da Fortuna
    ra Primeiro de Marco n. 23 de M&rtis F.u-
    i&C.
    Lotera da ParahybaEsU lo:eria cajo
    premio grande de 20:fW050J0 ser extrahida no
    dia 2de Junho 's 3 horas da tarde.
    Os bilhetes acham-se venda na Casa do Ouro
    i ra o Bario da Victoria n- 40 de JoSo Joa-
    qnim ^a r'aata Le te.
    I. i.-rla do plrfto-Sasato Esta lote-
    ra cojo premio grande 60:0005000, ser extra-
    hida no dia .. do corrente.
    Os bilhetes acham-se venda na Boda da For-
    tuna roa Larga do Rosario n. 86.
    Tombem acbam se venda aa Ca* Flix oa
    prafa da Independenria na. 97 r 30.
    Lotera da provincia do Parama-
    A 15* lotera desta provincia.pelo novo plano, cu-
    granlo os verdes m*res bravios da patria
    da Iracema: alva e candida como o vea
    purissimo de venturosa doaaella que vai
    junto ao altar recebir o essolbido do seu
    corao. Fot nos primeiros dias da infan-
    cia; mas qaindo o amor come^m a ia-
    in'oal-a com suas fragiias, as iacas ae lhe
    enrube-jeram : neaea i la le ella cre-icia oo-
    culta aos olbarea muanos l bent no
    interno da gruta de (1. tsemany, onde o
    Natzareno Diviao, no arlor de sai ora(2),
    deirando cahir sobn as sus. petaUi o
    suor de sua agonia tingo-a daquelle rosea
    purpureo de que se orgulh im suas irmas,
    a quen escolheram os homnas de prefe-
    rencia, para embriagar m se de aromas
    em seus saloes douraios, e at junto a ara
    de Deus.
    Ah se lhe fosse p:r:nittilo biasanar,
    quanto naa fijariam maguadas aquellas
    ingratas 1 Mas porque calar as suas glo-
    rias ?
    Ouvi, amavel leitora, o elogio de Eglao
    tina ; ella inesma vai contarvol-a:
    < Foi'o'um dos ulti nos dias daestagla
    rig irosissim 4, dissa miaha mai, cantan io a
    minha historia, fui um ds altinm dias da
    estayilo rigorosissi na, quaado aiada eras
    bota), que se dsu o ficta que ta vou nir-
    rar.
    < Djspresada crespa eu sobre am pj.
    nhssco esquecido eatra as margsas do
    G*ve.
    Pobre e humille pastoriaha, como
    nos, descoahejida acaso ahi se chava,
    quando do cea vibrou uma apparicaj.
    Oh como era lida eformosa a visa)
    sobrenatural! branca e singlla, como essas
    flarinhas da aldeia no dia de sua primeira
    communhao, o seu rosta refulga do mais
    augusto esplendor; sobre as suas vestes
    purissimas, que deslumbrava n de alvur i,
    cingia-lhe 03 fllancos um facha qui diras
    a mais cirulea aesga do armamento.
    a Mas ella ao desaer do Impido, sabes
    onde vea pois-r as suas plantas mimosas?
    Foi sobre a miaba verle e tinue histe, e o
    seu bello joanete pisou bam junto do bo-
    taozinho, que depus em ti rosa tomou-se.
    o E eu contemplei esttico aquellas pos
    mimosos, que mais pireciam da g4lante
    menina, do que da airosa donzella.
    Nao ealcavaoi n>8 sandalias de prata
    sobre meias de ouro, nara ornavam lhe
    aquellas gemmas preciosas qua aformosaa-
    ""~ ram a heroiaa de Bethulia, no campa de
    Uma pagina em bolo Holophemes.
    A Era Nova um peridico acadmica cahida f ge Q3 anjQ3 fos3em
    dos bicos das peuna8 de tsamuel Martins, Nilo > ._
    Pecanha c outros. certeza nSo os tenam tao
    Naaceu cheia de vida, a gorducha e interesaante licados.
    crancinha-, creada cam toda o mimo apenas del- a QnJo espaciosos sao 03 pi daquall'3
    xou de ga-inhar e comecou a palavriar apapagaia-, va llaain g evangelisam O
    damente, prouunciou logo una nomesinhos que nao I ^ i
    devam caber naquella boquinha de raoranga ou- nem
    vidas, talvez, de sua ama deleite que Ih aa eusiuou E era a paz que ella viaha trazar a
    para provocar o risa do pap e da mama, que por f trra.
    cousa nenhuma lhe uegariam a graea que aquillo E eu, contiauou a rosaira, deixai Cl-
    produzia nos seus basbaqueamentos paternos, antes ,. -m^a-a 3 A, P,
    Lio contrario ap.iavam e apoavam com mo.ta | carme por aquelles mimosos pe, da airo-
    nso aquellas innocen inhas palavras. I sa rainha do cea; e de jubilo me enchii
    Asam creaeeu... I qual lympha cristalina rogada pala aza
    Sempre satisteita nos seus maU comeaohos ca- I cmljda ^ pudibunda grca.
    ' Sim, que para mim era una delicia
    o acaraiar da suave e macia cutis daquel-
    les sagrados pi qu esmagaram a servia
    do dragila infernal.
    E sob a pressaa da Soberana Rasa
    dos lios des ibrocharam-ta as ptalas ro-
    PLBLiatMS A PEIDO
    corpreos, com
    formesos e de-
    desvaiioa.
    A'nda um menino v, porm uma menina !...
    nm menino custa maia a chegar a homem, urna
    ni 'un i. poim, faz-se mulher, como um balaa em
    flor. Era preciso pois um correctivo, mas looge
    ettava ella de reoebel-o das mos do8 aeua proge-
    nitores.
    Babeas corpus Turres
    A Provincia noticiando a conceasodeste habeos-
    corpus, em aesao de 27, do Tribunal da Relacao,
    diz o segunte :
    A intimaea ao thesoureiro para recolhr a
    < latera dentro de 21 horas, sob pena de prisaa,
    foi um acto arbitrario, contrario ao regulamento
    em vigor, qua determina o moda porque p le
    a ter lugar esse reeolhmento ; assim como exor-
    hitante foi o acta do presidente da provincia
    mandando liquidar a latera antes de expirar o
    a pris i marcado para a sua extraccao.
    < Foram estes os fu ordem de /taoea.s-corpiw, pelo qual foi annullada
    o procedimento criminal intentada contra o the-
    aourcro, que nao est sujeito ao rgimen do
    eodigo criminal, ate.
    Como este ponto de facto, preciaa 4e uma re-
    ctificaco. Se a Relaeo aaalu. o entendeu, jul-
    gou sohe falsa cansa ; a informaram mJ, ou na
    examinau attemamente o assumpto.
    O que se deu e consta de pecas otficiaes couaa
    differente.
    A grande lotera de quatro mil contos devia ser
    extrahida a 15 de Dexembro do auno prximo pas-
    sado.
    O thesoureiro, porm allegando motiv ponde-
    roso, obteve adiamento para 14 de Maio deste an-
    uo, como consta do segunte deapacbo da presi-
    dencia da provincia de 14 do referido mea de
    Oesembro :
    Sim, nos termos do art. 11 do regulamento
    de 4 de Novembro findo, ficando o thesoureiro
    obrigado a depositar no Thesouro Provincial,
    ou no Banco do Brasil, visto estar na corte a
    raaior parto do dinheiro apurado, em conta da
    provincia, na conformidade do art. 7 do regu-
    lamento de 27 da Abril de 1834 a importancia
    des bilhetes vendidos e dos que se forem veu-
    . dendo at a epoch da extraccao, deendo a pr-
    " mcir.a entrada, da quantia ora existente e da
    o que enta existir, ser feta impreterivelmente
    at 30 do corrente mes, o as outras igualmente
    no dia 30 de cada mez, prestando o thesoureiro
    immediatamente em seguida contas do estado
    da lotera, cuja veracidade ser fiscalisada nos
    termos das instrucces vigentes e das que, em
    relacao s loteriaa, serla expedidaa por e-te go-
    verno, tudo sob as penas legaea ou regulamen-
    tares;
    Este adiamento ser definitivamente ultimo e
    nico.
    Os bilhetes nao vendidos ficaro por conta do
    thesoureiro, sem responsabilidade alguma da
    provincia (art. 8 do Beg.) O caso de nao ex-
    " traccao da lotera importa para o thesoureiro a
    obrgac&o de restituir os respectivos valorea aos
    portadores dos bilhet-s, a peda de todas aa
    vantagens e liquidaca da lotera, como pre-
    ceituain o arta. 15 a 17 do citado Regulamento
    de 4 de Novembro findo.
    Em sea cumprmento, o thesoureiro limitoa-se
    a fazer, por intermedio de sua agencia da corte,
    aa seguiutes entradas no Banco do Brasil:
    Em 8 de Janeiro 390.851*610
    Km 5 de Fevereiro 82:000iO Em 1 de Marco 50-^t)v>*U0
    Em 6 de Abril 64:000*000
    536:861*640
    Sendo esta somma insofficiente para poder se
    effeetuar a extraccao da lotera, e mi tendo o
    thesoureiro entrado anda para os cofres do The-
    souro com a importancia de n n bilbeto, ao me-
    nos, dos vendidos sra thesouraria oa outras agen-
    cias, nao obstante o despacho de 14 de Oesembro
    e o u-t, 7 do Begnlameato de 27 de Abril de 1854
    qne expressamextte eatatae : Be por aualquer
    < circumstancia nao ti ver corrido a lotera no dia
    n anniiucado, fieari.o thesonreiro ohrgado a de-
    positar logo aa caso, torta da thesouraria pro-
    < vincial todo o diooeiro que tirar em son poder,
    para havel o depois qne oarrerem as rodas,
    o presidente da provincia, mandn que o Thesouro
    cscanchada no balaustre de uma jan'-lla ou a saltar
    de uma pedreira. E, entretanto, tila anda acha-
    va muto essa adiniracaa e mastrava-3e de veras
    enfadada.
    I'assau escola.
    Ahi j uo era maia a caaa paterna : o negocio
    tornou se mais serio.
    Entre as collegas ella fazia boa figura, iotelli-
    gencia nao lhe faltava, mas pelo seu genio
    que uao estavain. Chamavam-na mal educada e
    ella aiuda mais altiva se inostrava, at que um
    dia a me6tra reprehendeo-a : a menina chorau, as
    outras mangaran) e ella bebeu depreaaa dua8 la-
    grimas que Ibe caham pela faca e drigindo-ae a
    coi legas : o que viram, eu sou a meama !
    Forte genio.
    Entretanto, achamoa que aa colleguiuhaa nao
    devam ser tSo duras para a pequeneninha : dei-
    xal-a, ella lia de chegar maturidade e entaa por
    ai corrigir oa seua erroa.
    O que achamoa, eu couaciencia, que deixem-na
    em paz, nao bonita esaa discussao entre calle-
    gas.
    Sylia.
    itl\Uios da primavera
    I
    Urna menina diziaui ellcs, quand) a viam 8a |as que embora singellas, mereceram o
    o seu beneico sorriso.
    *
    _
    Calara-se a roseira.
    E as rochas Massabieles at entio de-
    sertas e silenciosas, viram aggregarein se-
    lhe em redor multid3;s de rom uros, qua
    de tolos os ngulos da trra viahain pre-
    senciar a estupenda maravilha.
    Ao concerno de milhoas de vozes que
    echoaram pelas quebradas dos montes,
    confundinlosa com o crepitar das aguas
    que se despenhavam pelas casatas, espi-
    danando-se om torrentes rumorosas, jun-
    taram se 03 dous que a natureza, a scian
    cia e as artes tem de rico e precioso em
    honra da Rainha do Co.
    *
    Um dia, era o da Paschoa das Rasas
    (ou de Pentecosts, como lha chama a lin-
    guagem lithurgica) ao abrir a vidraja da
    janella que do minha cmara d para um
    vergel inculto e selvtico, vi um aojo, qua
    batendo as azas para o co, levava em
    um ajatate de ouro a humilde Eglantina'
    e aendo-me dado perscrutar os sagrados
    do empyrio vi-o depol-a aos ps d'Aquella,
    a cujas glorias consagraram os horneas o
    culto de um mez do preces e cnticos,
    ornnndo-lhe o altar das Aires mais lindas
    da primavera, e esquecendo se da pobre
    rosa silvestre.
    Tambem a pastorinha roida de saulades
    pea ausencia da flor, symbolo e compa-
    nhaira de seus brincos campezinos, em um
    xtasis inexprimivel exhalou o suspiro, e
    acompanhando a amiga, l foi risonha o
    prasenteira para o co, onde n'um abrago
    eterno confundiraui Eglantina e
    Bernardette.
    As ras en contradanza
    Nao ha dnvida que Pernambuco retrograda e as
    anas principase iustituicoes deamoronam-se.
    Lemos nos jornaes diarios deata capital, que
    sob proposta do vereador Tito Livio Saarea, fra
    resolvido pela Cmara Municipal que as ras das
    Larangeiras e Trinohciraae a travesaa do
    Olho do Boi,paasassem denominar-se a Ia do
    Dr. Joa Marianna, a 2 de Epaminondas de
    Mello, e a 3 do eommeadador Joaquun Filippe.
    Qual o oielhoramento, qual avantagm paraea-
    te infeliz municipio, com semelhante coutradanca
    de denorainaces de ras V
    Ndo ha duvida, retrogadamos.
    Em lugar da municipalidade do Sr. Tito Livio
    (que nao o Romano de que trata a historia) ,
    cuidar seriamente dos interesses dos municipes,
    pratica oa factos descriptos na mpreosa e muda
    denominacoes de ras, para tornar celebres alguns
    individuos, que sao v daJeiras uullidades.
    Porque razo o Sr. Tito (Tribuno), nio mandou
    antes gravar em marinare os nomes de seua ami-
    gos e correligionarios, e escrever aa respectivas
    biographiaa, onde com as phrases banaes da li
    sonja se queimasae alerum incens p6 lre aos seus
    preatimosissimos correligionarios?
    As ras desta capital vivem mmundas ; o ca-
    pim cresce no calamento deforma talqueeate
    desappareceodo, fax-nos lembrar das boaa pasta-
    gena existentes cm algum sertio.
    Os porco?, as cabrss vagoeiam, eocommodan-
    do 08 transentes, e revJvendo os charcos, dea-
    envolvendo os miasmas de outros tantos focos de
    infeceo existentes no municipio.
    O mereado publico, oa cemiterios, esto aceta-
    dos que caasa nojo a quem nelles tiver oeeasiao
    de entrar. ....
    Nada disso merecen a attencaa da maiona li-
    beral da municipalidade, que limita-so, oa a faser
    explosio de suas vingancas e odio, ou a condem-
    nar as pobresinhas das ras a supportar uma con.
    tradanca em seus nomes, sympathicos e historeos
    e qne datavara de seculo.
    Nao ha que contestar ; caminhamos como ca
    EaLANTINA
    Nasceu margim dos bosques, na ola-
    reir das florestas virentes; porberjo tove
    os fraguedos dos silvados e os jargaes es-
    pinhosos: e por companheiras dos brincos
    infantis as humildes boninas do valle, que
    a embalaram ao canto spero e mono-
    tono das cigarras da matta e dos grillos
    oceultos entre os juncaes do corrego vi-
    ainho.
    Daserdada dos carinhos e desvelos do
    hbil jardineiro, amauentou-a o orvalho
    da manha, o nutrio-a o mel trazido das
    oolraeias palas borboletas doudejantes.
    Aquecida pelos raios candentes do sol,
    cresceu e se poz moga, sem que uma s
    vez acarinhassem-na os rseos dedos da
    maozinha ealuvada de elegante donzella.
    E o que poderia esperar a humilde e
    obscura pomacea, ae lhe falta o macio e
    brando avelutinado de sua irma, a rainha
    dos vergeis, se nao lhe adorna profuso de
    ropagens cheias de ricos e de t'olhas que
    dao garbo a essaa deidades que nos sal3es
    das magnates conquistam culto e lisonja
    dos peralvilhns tdalgos e cortezSos ?
    Qual moreninha das selvas sao sim-
    ples as suas vestes, singellas suas anaguas.
    Al a niao rudo e calosa da camponeaa
    desdeohou-se de a colher, e nem mesmo
    ousou desabrochar sobre as suas ptalas
    um sculo de seus slabios.
    Ai! quanto triste para a pobre rosa
    silvestre o nSo ter um olhar que a contem
    pie, nem haver um corajao na trra que
    por ella palpite de amor
    Apenas o caminbeiro que tarde paasft,
    e a v triste e despresada beira do ca-
    minho : boa noite, diz lhe, suppondo ser
    ella algum* aquellas mestas c-mpanbeiras
    dos cyprestes, que l na roanaao d9 ex-
    tinct i8 dao o adeus da despedida na hora
    fnebre em que o coveiro lanca o primeiro
    punhado de areia sobre o corpo lvido e
    inanimado do ente querido que condul-
    anos t & ultima morada.
    Ah? s a8in quem nSo tem mai nem
    pai !
    Entretanto a Eglantina, como as suas
    irmas ditosas e ingratas, nSo tem motivos
    para receber este desprezo.
    Houve um teaspo em que foi alva ; mais
    alva do que a vela da jangadinha que pela
    primera vez galga o dorso do ocano, sin-
    poro iinbu:*aa e deans 1* s-us fallocim ata
    cam) um tributo da venera;$o e respaito avia s>*as
    seivgas valioiininas e cama estmalo aos fin-
    d auras.
    Haja, lorm??! !!... vemaa, raoarem se
    ases aom's, pira lar ro pyfer"aeia a n>m nuiliiaJei, uuicamaate cm> uinnm'oi vai-
    dude e a) orgulho da entes qe d^veiiam ha mul-
    to acbirem-ae segregtdas da s-eieJade.
    Pibree iufeit provincia! brc) d: tautas il-
    losfr ico-'S, quanto te r-biixim os teus Sinos de-
    genaraios ? t !
    Perguntamas ao Sr. Titi Uvtf, qua!8t4>os aer-
    vicoj presta lis esta trra o^lo Sr. camnanla-
    dar J aaqu'm Falippe e Joa M iri inao ?
    Som>s p rnambucan >8 e canbeceunsa ambos
    de tacto; *gu*rd*in)s qi pir si ou por
    outrem, exhiba-se na impr-nsa pira teroccaaii
    de ouvir una a'gamn verdades.
    A n i i.i'ic i de denunin lela da umi ra sem-
    pre prejuiicial ao publio, aas pr ip-ietanas e es-
    pecialmente aa Sica, que lutim om j;rtule3 d.f
    ficul la lea par causa dessas contrada ic-u.
    Ficamaa na estacada.
    Maio1837.
    Diga-se a veriadi
    Os infelizes que par este Diario tim procurado
    ma'sintr o probilosa caractar da li'" n vi^irio
    de \(igidos sao dignas da pena e campaixaa.
    T) conliecido, ta orrecta, tam su) o a.'ace-
    dimsnto do digna vigario, qua precis^m 03 seui
    raros d saletas lauc >r mi) da iuvirdil is pira
    te- m uiativoj de quaixaa iufuilalis cintradle.
    Nl> ha na freguesia, qnam nio esteja satisfei-
    ti83ima com o 8'U digno paatar e s se rtiaisin
    os qua qiierem,m.43 ula eoaaaguem, faxer d* igra-
    ja ponto de e itrevistas ou imi) di realisar iaii
    aas ousaias contra a mar4l e as baas castumis.
    Paraet*a qui o digio vicario uai, nain po-
    de, nem (leve ser bam, pois ni sua qiiliiada da
    ministro da igreja tam > dever d: esnsurar, im-
    pedir e punir aemalhaates actos offaasivoj di re-
    ligian e di casa di D us.
    Qieicem se os i-ifetizes da infaliciiale de seas
    mos actos, orriiam-sa e j o irreprehinsivel pro-
    cedimento do v girio de Atbalas uaa ih;s pira-
    cara mus, com> at aqu, ex'iorbitaa'.e e contra-
    ria aa carcter da qaa et elle revesti i >.
    O amigo da verd'id..
    CiuTerencias abolicionistas
    A quinta conferencia realisar-8e-h4 na domingo,
    29 do corrente, ao maio dia. na tbaa'.ro de Vari^-
    dad-'s, aento orador o Dr. Farnanla la Jastro P.
    Barreta, que tara ir para anumof.J do sau discur
    aoO rei, a liuouraea escnivtd-i)
    Seguir ae-ha a parte recreativa ni forma da
    coatume preeucbida por distmetos artistas, qu;
    della se incumbam graciasamaate.
    As cam.niso-s raaeb'.ram <)s donativos qi; a
    generosidad-i publica quizer otfarecar eai baaeficio
    doa eacravisadoa.
    O Io aecretaro,
    B. Carueire.
    Terreno mi Arraial
    Resjutsl i
    O abiixo assigaalo, bam couhe;iio n's-
    ta proviujia, oado nasceu, responde ao aa-
    nuncio anonymo que publiaara.u o Dlxrio
    e o Jornal de 15 do crrante.
    Qna a carea da que trata o annuacio,
    fui apaaas ractili-a 14 e;n liuia recta, em
    Fevereiro do anao passado, c em vist. da
    vzinlio un ao com quam divida. E que
    nunca tova costuma da se losupfotar da-
    quillo que nao lha pertoa;e, e qua tam
    seus ttulos bem lagaes. E assim, a p;s-
    soa que se julgir prejulicala tambam ti-
    ra seua do:umaut)s, que trata da seus retos ; chame passoas hibditadas para pro-
    ceder a medicarnos terrenas, qua havaa-
    do qualquer duvida ou eagaua, nao tam o
    meaor escrpulo em reparar.
    O qua nao tem tamp> e dinheiro pira
    tratar da polem :as e aanunaios em j >r-
    aaes par cousa tao uom.sinha ; pois li |i:
    certo o Sr. aaonyno qua issa n"ti ma com-
    plicar a vaoda do sitio qua pjssuacjin to-
    da legaldada.
    Rufino Mmod da Cruz Cjusseiro.
    Aos i.'vius. *rs. presidente ds
    proTiaca e lliuisiro ha.
    lia cerca de dous mazas aahan-sa eu
    grande perigo as vidas das passoas qua
    navegam para o n3rte desta cidale, por
    causa da exis'.eocia do casco e mistrearaao
    do vapor Baha, afuudado no camiahj, jus-
    tamente saguido por todas as enbarca^oas
    que transportam cargas e passagairos paro,
    o norte do imparo.
    Chamamos para isso a attenjao das au-
    toridades supra, atim de, por intermedio
    de Ss. Eses., livrarem sa do parigo a qm
    se acham ameagadas as proprielade3 e vi-
    das preciosas, que coastantemente viajam
    por aquella lugar.
    Muelos navegantes.
    imi palavraquellcs que peadecent
    de ivica
    A expectoracao de mucosidades, toase fatigadora
    e continuada, pulso precipitado e pulmoes iuflim
    madaa, ao syniptomaa deafavoraveia; porm nem
    por Bao devea deaesperar, ae'p^r acaso depositar-
    les toda a voasa cauiuca no pulmanico o miis
    poderoso e admiravel entre todos 03 mais coaheci-
    dos, isto o Peitoral de Anacahuita. Em milhares
    de casos semelbante8, os enfermos se restabelece-
    rao e adquirir:! a sua sade. Usai, pois, o maia
    breve que vos seja possivel, e anda mesmo embi-
    ra que a enfermidade j tenha feito terriveia pro-
    gressos, camtndo isso nlo tenhaia medo que j aeja
    demaaiado tarde para unardes deste grande e im-
    pagavel remedio, o restaurador da vida e sile.
    Coko OABAST1A contra as falsificacoes, obsrve-
    se bem que oa nomes de Lanman & Kemp venham
    estampadas em lettras transparentes na papel do
    livrinho que serve de envoltorio a cada garrafa.
    Encentra se venda em todas aa pharmacias 6
    drogaras.
    Agentes em Pernambuco, Henry Forater & C,
    ra do Commercio n. 8.
    Reunlo mediea
    Os abaixo assigoados t n a honra de
    convidar a todos os seus collegas da pro-
    vincia de Peroambuco para reunirem-ae no
    domingo, 29 do corrente, s 11 horas da
    manh na inspeetoria de Hygiene Publiaa
    ra do Barao da Victoria n. 32, afim
    de tratar-se da fundagao de uma soceda-
    de de Beneficencia Muua.
    Recife, 26 de Maio de 1837.
    Dr. Cosme de S Pendra.
    Dr. Ermirio C. Coitnbo.
    Dr. Malaquias A Goo^alves.
    Dr. J. S. de Santa Rasa.
    Dr. A. de S. Carneiro da Cunha.
    Dr, M. C. de Barros Carneiro.
    Uma nuvem escara encobre a
    luz do sol 4a nossa e&istencai
    A' incerteza da vida junta-se o mysterio
    tenebroso da morte Em quanto que, po-
    uma parte, esse primeiro grito infantil que
    nos annuncia aue outro ser acabado unir-se
    nossa especi, inspira uma alegra profun-
    da, por outra parte trememos de espanto no
    ouvir o bater borrivel das asas do anjo ex-
    darminador l A voz omnipotente da in
    fluencia suprema que governa o universo
    iecretou nosso destino, a sentenca fatal foi
    rangueijo, sempre para trax. _____ Kn..M pronunciada e todos os homens estao con-
    Antieamente collocavam-se ss nomes de horneas, j""*""""
    celebres e distinctos as sciencias, as Wstcris demnados a morrer !
    Sem duvida alguma, a morte cese-
    vel. Nao po lemos, porm, retarda!*!*
    E' esta ama que tao que seria de uma te-
    portanck incalcula /el, anda se tratasse hl
    mente de ganbar uma hora de vida, |k:
    animados d'esse sentm^uto sublime que aa
    chama instincto, esta nos sempre resolffaS
    a dar b italha com um valor in lomava! m
    nosso inimigo mortal em favor io glarma^
    privilegio da existencia Aquello sedsv
    manto a voz espontaaaa da natureza, **
    nosso dever consista em obedecer. 5?-
    mos, pois, a ver; passvel retardare
    morte ? In lubitavelmen'e o pois que *
    maulo est sujeito a cartas leis, e qtit.a
    as estula coavenae se que n'ellas se oa-
    prehao le a dita paasibili lade.
    Os qua so a^him dota os do valor
    uiza naeessarios pira se cobriram cox 1
    esau lo qua a prapria natureza Ihes prep*r-
    cioaa para cst; effito, pilara rapdlirc*
    ataques iacen liosos do inimigo da vida i
    qua as facultades vitaos va paaao a ps-t
    co em decadencia em ana volhiae ma-iau,
    e ditosa, e at qua o anno da luz sa kes
    aprasanta com aspacto risoaLo e sea
    ror, para os conluzir, como n'ama v;<
    dalioioaa, a essa ragi.l r isplaadacenta nt
    brilha mais aleo das travas do sepuleive.
    O destruidor tom i diversas formas, rt-.
    d a preferen.ua a da um inimig) mora! qst
    devori actualmcutc as partos Pitaes da t
    cela la mo lerna. Mirtyrisou j e naar.
    tyrisa ain.la quasi todos os habitantes de4
    paiz.
    Que inimigo ost ? Quar o leiter 4*r
    bar se c tamb-m victima di cruelda&
    desta tyrauoo? Pergunta a si propru 1:
    atonfiantado por algum dos symptomir
    que vamas enumerar: doras de cabjjfi.
    das costas e das espaduas; falta da ape-
    nte ; acaumulaciio do uma lama vi
    espessa e pegajosa em roda das gengvase
    dos deates, si?ntinlo-so siinultaneanz&Hi
    um sabor desagradavel, especialmente ee.*
    manha; tristeza 1 descabimanto acoirns
    nhados de somnol iaia ; um: s vezes a fA-
    sasiio de uma carga pesad no estomaga,
    e outras, debilida les na bo ca do m"-m
    orgao, nao h.:v-cad 'iafaca alguma ss
    tomar alimento^ ispaeto trisianlio e aSt
    amarollanU aos ol oso dan raaos e do ps ; uma toase seces
    aa principio, acomp ihada, porm, d'
    de uma expectoraba^ da ciar esver-1
    oausiyo consttnte ser qua o sorano pa*e^t
    proporcionar descanco algum; euervaci:,
    irrita9S0 o mos presentmentos; deliqoiffl
    o vertigans ao levantar-sede repinte: ja-
    sao da veutre ; esta io seeco, e vea-as, <-;
    dente, da cutis ; condicao espessa e ea;-
    botada Jo sangu escassez e cor mc'ax
    tinta da urina, que deposita um sedimerii
    depois de pe'maaecer par algn tempo ss
    repouso; devolucao frequeute do alimet.c
    urnas vezas com gasto aculo, e outras rt
    zes algum tanto doce; palpitaeo do es:<-
    (ao ; manabas apparentes ms olhos; et:
    tavel prostraco e debilidade do paciente.
    Talos estas symptoinas costumam
    sentarse por seu turno. Acredita-se rj-.L
    quasi urna tarca parta da nossa pop I
    est affectada da dita enfermidade evo. i*.
    guma das suas variadas formas Coart
    regra geral, os mdicos sa equivocan: t
    resp >ito da naturez'. desta duenda, c.
    verdaieiro nome dyspepaia ou indigei-
    to; enfermi lade qua se cura iufaliivc.
    manta por maio do Xarope Curativo *
    Mai Sdigal. Esta medicamento tem ob&t
    em arabos os hemispherios uma reputa^w
    ustilicada incontastavelmente por se*
    grandes virtuilsas. Vende-se om todas ta
    bonicas, e pharmacias c na casa dos \,:
    prietarios, A J. Whit, (Limited), 35, Fie
    ringdou Road, Loudres, E. C, Inglatern
    A Imprenta < u peitoral de Cana
    liara (I)
    D'entre as muitas apreeiavea que este im.o
    tante me iieam-.'uto tem continuamente mereci,
    do j r lalisinnde quasi todo o imperio, offerec^-*
    agora ao publico a opiuia insnspeit de um liri
    trado orgao qu-! v a luz da publicidade na et
    dedo Rio-r ndedoSul.
    fiil-a:
    Sabemos de um aathmatica, diz o Artisi 1, 01
    regularmente, uma vez par mez, era accommeK.'.<
    da ataques que o inutilisavam p>r aiguns .t
    Entretnnt", un esp ico 'le oito mezes qua tem ees
    d> do Peitoral de Cambar do Sr. Jos AJvarar
    de Souza Soares, o seu estado de saie nao ta
    continuado a so'rer os rudes golpes daquelle H-
    commedativa en ermidade.
    Escrevendo estas I inhas, o fazemos na cres^it
    de que prestamos um aorvico bumanidade sc&f-
    dora.
    Apontamos-lhe o Peitoral de Cambar, e*.
    nao contando na 3ua prepara?ao cousa algum* bc-
    civa, tem produzido curas admiraveis.
    Dr, CBriira Ltih
    MEDICO
    Tem o seu escriptorio ra Duque de Caria,
    n. 74, das 12 s 2 horas da tarde, e desta fcan
    em diante em sua residencia ra da Satt
    Cruz n. 1.
    Especialidadesmolestias de senhoras e erke
    Qas.Tolephone n. 326.
    Oculista
    Dr. Barreto Sampaio, medico ocu-
    litta, ex-chofe de clnica do Dr. de
    Wecker, d consultas de meio dia s
    3 horas da tarde, no 1.a andar da casa
    n. 51 ra do Baro da Victoria, ex-
    cepto nos domingos e dias santiheados.
    Residencia ra Sote de Setembro -
    34. Eutrada pela ra da Saudade n.;
    ex- / 1
    idos. 1 i
    ro n. >3
    1.25. < I
    Medico
    Dr. Silva Ferreira, de volta de sua viagese
    Europa, com pratica nos hospitaes de Pars, Vi-
    enna e Londres, onde dedicou-se a estudos <
    partos, molestias de senhoras e da pelle, orlare
    as seus servicos mdicos ao respeitavcl pubu
    desta capital e ora d'ella, pdenlo ser proeurac
    no seu consultoriora da Cadeia n. 53, de l a
    3 horas da tar le, ou em sua residencia tempora-
    ria Ponte d'Ucha 55.
    MEDICO HO.UEOPATHA
    Dr. Ballhazar da SUveira
    Especiali dadesfebres, molestias das
    eriancas, dos orgos respiratorios e das
    enhoras.
    Preeta-ao a qnalquer chamado para
    for a da capital.
    AVISO
    Todos fs chamados devem ser dirigi-
    dos pharmacia do Dr. Sabino, ra da
    Barao da Victoria n. 43, onde se indicar
    ua residencia.
    I 1HNH l
    **
    V-


    Mario de reranibHcoDomingo 29 de Maio de 1387
    EDITAES

    O Dr. Manoel da Silva Reg offioial da
    Imperial Ordem da Rosa e juia de direi-
    to da provedoria de capellas e residuos
    nesta comarca do Raeife de Pernambuco,
    por S. M. o Imperador quem Deus
    guarde etc.
    Fago saber a todos qaantos iuteresoar possa qae
    tica absrto o coucursa por espado de 60 dias
    conUr desta dita, para provimeota do cfficio de
    promotor de capailas e residuos e de carador ge-
    'a! de ausentes, desta comarca, creado pela li
    provincial n. 1319 de 4 de Feyereiro de 1879,
    vago por nao ter o serventuario vitalicio Dr. Joa
    Je 8a e Albuqoerque entrado euo exercicio no
    praso que Ihe tul marcado, cua data de 28 de
    Marco ultimo, tudo de contormidade com o Decre-
    te n. 9,420 de 28 de Abril de 188 > ; devendo dea-
    tro desse praso oa pretendentes ao mencionado
    officio apre;eatarem eeus requeriinentos, acouopa-
    nbados dos documentos exigidos.
    E para que chegue ao canhecimento de todos
    ' mandei passar este edital que ser anisado na
    porta das audie-iOiai publicas e publicado pela
    unpreasa.
    Dada e passado nesta cidade do Recite de fer-
    nmbu-;o, aoa 26 dias do mea de Maio do -nu do
    Nasso Seuhar Jess Obriato de
    escrivo, subscrevo
    nascimcnto de
    1887.
    Eu, Luis da Veiga Pessoa
    e assigo...
    Manoel da tilva Reg.
    Certifico que est a sendo nos logsres do costuma
    affixad is os editaes constantes desto traslado.
    Recife, 26 de Maio de 1887.O porteira, Fraa.-'
    cisco M aniel de Almeida._________
    ODr. Thomaz Garcez Paranhos Montenegro,
    commendadorda Imperial Ordem da Rosa,
    juiz de direito especial do commercio desta
    cidaie do Rec'\fe, capital da provincia de
    Pernambuco, por tiui Magestade Impe-
    rial e Constitucional, o Sr. D. Pedro II,
    a qaem Deus guarde, etc.
    Faca saber aos que o presente edital virem ou
    i'el.e uoticia tiveretn, que por parteada Rodrigo
    WTa'-hs & C, ij f'oi dirigida a prtico do the.r
    saguintu :
    Peticia. Illro. Exm. Sr. Dr. juiz de direito es-
    oecial do commercio. 11 idrigo Carvalbo & C,
    ommTCiautea nesta prac, aeudo credures de Jos
    Vntonii Alves de Britta, da quaatia de 2:792*099;
    de Antonia L>urenc> Alves, de 2:00 IJOK); de
    Jos Fraaio Je Muiros A'ao'aa, de 1:916OOJ ;
    de Joaquim Bandeira da Silva, de 613O0), e de
    Jas lgjacio Mout.-iro G, do 1:254*000, cons-
    tantes das seis letraa a i trra juntas e mais juras f
    nelUa eatipi'aloa, euj .s tilu' >s est) a prescr.-v?r
    se, ven as auaplicantc prote^t-arein pela in'.eiru.j-
    ','io da preseripeo, e requroao a V. Exc. que se
    digne de mandar tomar pr termo o seu protesto,
    sendo citadas 03 supplicalos p*r elitaea, ua forma
    da le, vla"> acturem-se ausentes 0111 lugares u->
    sabidos, diguaoda se anda V. Exc. de desigutr
    da e hora para oa sujpl;caat-'3 justificaren! o al-
    legada, entregan iu-ae-lhe as 1 :ttraa.
    Seites term >s eaper 1 receber morco Rec-fe, 2J
    de Mal. de 1887.O j .licita Ir, Migu.-l A-ch Fernaudes Vianna.
    Esta va sellada na ruv: iiu el.
    E' o que se cancinha ein dita petica aqui copia-
    da, ni qual den-se o les u -h i d 1 :ii r seguinte :
    Deapacho D s'ribu i:: 'Vno pedeio, desi-
    gnando o esenvu din. Recif 25 de Maio de
    1887 Montenegro.
    E' o que se cintiuhi etn dito despacho aqui o-
    piado, c em viitudc da mesmo tora feita a distribu
    Distribuico.= V Ernesto Silva.Oliveira. De-
    pois via-se o termo c'e protesto do theor seguio'e :
    Termo de prott-sto.Aoa 25 de Vlaia de 1837,
    m mu cartoria, peante miui e as testerauuhas
    infra aseignaaas comparecern] Rodrigo Carvalhi
    4 Ci por seu procurado.- Miguel Arcbanjo Fer-
    nandos Viaona, e por este fai dito que reduzia a
    termo o protesto constante da peticao re'.r que
    offerecia coma prte d-ste, o qae depoia de lidio
    aesigna. Do que fiz -ate. En, Eneas do Iie^o
    Barros Faleao, < seriva interino. Miguel Arcbao-
    jo Frruandes Vianna, Antonio Barbjsa Cordeiro,
    'ranciseo Manoel d.- Alm-iJa Jnior.
    E mais se nao continh ein dito tormo de pro-
    testo aqui copiad'.', depois .da te que t.'odo os jus-
    tificantes produido auas testemunbas, que depoze
    ram acerca d> all.gid., ; o respectiv cerivio fa-
    zendo sellar e pr-'parar os autos, m-" oa fez conclu-
    ios, oue nestes via-se senteuti seguinte:
    S viteuca. Vistos.II ;i poi justificada o dedu-
    zido na peticao de folb-'.s e mando que sejam rs
    devedures intimados par uJitaes couj u protesta de
    olbas para ia errupcaa da pnscrp?O dos titulos
    de falhas a fjlbas. Cusas ex-ctiosa. K-cife. 26
    de Maio de 1887. -Tbom iz G ircea Paraubos Mon-
    tenegro.
    E o que se cmtinh* em dita sen'enc, em vir
    :udeda mesma o respectivo serivo tez passar o
    presente edital pido uu >l o -eu theor chimo os jus
    tifieadea afim de allegitrem u que fur a bem aireao e justicn.
    E para que chage ao conhecim -nt'> de todo-
    manlei pasaar o prrseute edital que era pubii
    do pe'a impreiisn.
    Dido e ptssado uesU cidade do Recite, aos 26
    iMaio de 1887.
    Subscrevo e aigno. Recife, 27 de Maio de
    1887.
    O escrivo interino, Eneas do Reg Barros Fal-
    ca).
    Ihymaz Garcez Paranhos Montenegro.
    o dia 29 em qae deveria terminar o praso para
    referida inscripeo :
    De ordem do Exm. Sr. conselheiro director inte-
    rino, de conformidade com o aviso do Ministerio
    do Imperio, n. 4635, de 29 de Outubro ultimo,
    (abaixo transcripto) faco publico que fica marcada
    o praao de 6 meses, coudos da data deate, para
    a inscripcao dos que pretenderen) concorrer ao la-
    gar de lente substituto desta Facoldade, qae se
    aeba vago por ter passado a catbedratico o Dr.
    Jos Hygioo Duarte i'ereira.
    Pelo que, todos os preliudentes ao dito lugar
    podero (presentar se desde j nesta secretaria
    pira assignar ceus uomes no livro competente, o
    que Ibes petmittido faser por procurador, se es-
    tiverem a mais de 20 leguas desta cidade ou ti-
    verem justo impedimento.
    Devem, outrusim, aptesentar documentos que
    maatrem sua qualidadede cidadao brasileiro e que
    eslo no gasa de seas direwoe civis e paliticas,
    isto certido de b iptismo, falba corrida no lugar
    de seus domicilios e mais o diploma de doutor ou
    bacharel por ama das fatuidades de direito do im-
    perio, ou publica forma justificando a imposaibi-
    lidade da apresentaco do original, c na mesma
    occasio pederao entregar quaesquer documentos
    que julgaiem canveoienles, ou como titulo de ha-
    bilitaco como prevaa de servicos prestados ao
    estado, humanidade ou siencia, doa q:iaes se
    Ibes p^ssar recibo, tudo de conformidade com oa
    arta. 36 e 37 dodec. n. 1286, de 28 de Abril de
    1854 e 111 o seguintes do do n. 1568, de 21 de
    Fevereiro de 1855.
    E para que chegue ao couhi cimetto de too ..s
    m .iidau o mestoo Exm. Sr canselheira director
    interino affixar o presente que ser publicada naa
    !. Ihis desta cidade enas da corte.
    Scc.-etaria da Faculdade de Dirtito do Recite,
    29 de Novembro de 1886.O secretario, Jos Ho
    corio B. de Meueres.
    2.* dirtetoria.Ministerio dos Negocias do I.11-
    p'rio.Rio de Janeiro, 29 de Outubro de 1386
    Deca :o a V. 8. em rospotta ao seu cfficia ae 5 do
    carrente, que se deve proceder a caucuraa na con-
    furuiidade dos vigentes estatutos para o provi-
    11 uto dos lujares d-- lentes subat tutos que se
    ucbarem vagos nessa Faculdade e dos que vierem
    a vagar.
    Declaro, outroaim, a V. S. qae deve considerar-
    se valida a inscripta. Jas candidatos queso to-
    uham inscriptos para o concurso qu' nao se reali
    sar, annun :iado por edital de 18 de Maio d > auno
    passado, e queiram concorrer no que se vai abrir.
    Deus gnarde a V. .Baia de Maaior.Sr.
    director interino da Faculdade ne Direito do Re-
    cile.
    Conforme.O secretario, Jos Hiuorio B. de
    Mcnezes.
    Secretaria da Faculdsde de Direito do R-cife,
    20 de Maio di 1837.
    O secretan >,
    Jos Honorio 6. d. Mentzes
    Faculdade de Direito
    De ordem do Exm. Sr. conselheiro director inte
    rio e de conformidade com o art. 119 do Segula-
    .n -nto complementar, se repete o edital relativo ao
    concursa cuja inscripvaa sert encerrad* s 2 horas
    da tarde do dia 30 do correte, par ser daminga
    COMMERCIO
    n;!.i:<.!t iiiti.%*
    Ser vico da Agencia Havas
    UVERPOOL, 27 de Maio.
    ASSUCAR:Transarres poucoani
    van. preron iualleradott.
    O de Pernambuco n. 9, vndese
    11/3 por qulola;.
    ALGODAO:Calmo, prero* astea -
    tndon.
    O FAIR de Pernambuco vende me
    a .' 11,'IG d. por libra.
    Veniias do dia 81OOO fardo.
    NEVV-YORK, 27 de Maio.
    ASUCAR:taimo, preroni uoK-.i
    cadoM.
    O FAIR REFIN1NG de Pernambuco
    ende ne a 1 1/9 cent, por libra.
    Agencia Havas, filial aai Pernatau 1 ,
    23 ia Maio de 187.
    B slMi '0m1nrrrl.1I
    C->TA95eS OFF1CIAE8 DA JUNTA DOS COK-
    EECTOBES
    Rees'/e, 28 de Mato de 1887
    Cambio sobre o Rio de Janeiro, 15 d(v. com 1/2 0(0
    de descont.
    Otmiir sobre Para, 30 d/v. core 1 0/0 de des-
    canto.
    BE&MOES
    U administrador du Cjnsuiadu Provincial,m
    forma uo regulameuto 'le 4 de Junh 1 de 1879, taz
    publico a qntm interessar posra, que, no praso
    unprorogavel d- .'i I dias uten contad ia d> 1- de
    Junho prux'ina, .lr-se ha cornac nesta repart-
    ca 1 a cobra ac, livre de multa, do nnpist -i le
    lee .na arbaai e 2") % sobre a rendados beus de
    rais perteocentes corporaco^s de m.o morra re
    la'iOS ao 2" semestre d rx rcieio de 188687.
    C'iisuhli l'roviuuial lo l'eruim'oaoo 27 de
    Miiado 1887.
    Francisco A de Carvaino Moura.
    O abaixo oi.'qu-i laucadjr do Consulado
    Provincial avisa a queui intereasar possa qae vai
    p uceder aos Uncamuiiiua da dcima e ojs impooto proviuciaea para o proxim) exeicivio
    d-- 1S87 85. nis fregoezias den Frri Podr 'i a-
    calves do Rrcife e Laurenco da Matea.
    Outro siiu, dar ComeCo ^.u sea trab-.Ui) uo dia
    30 Jo eorreute p _-uint s ras: Marques de Olinda, Ba.n Jess,
    Commercio e Lirg do C'CpO 8autu ; p^de_ pjis,
    aoa respectivos iiliuilmoi e CuUtiibuiates para te-
    rem de proinylu no a.-^ua recibas fiin de. seui vis-
    ta dellos, 1 leetuar a eullect ; 110 cuso i-m cjut.ro
    rio arbiirar caau I lia autora 1 a legulaio futa d -: -.
    repartiejo.
    1 8ecy&o do Consulado Provincial 28 de Maio
    de 1887.
    O laucad r,
    Feliuto da Reg B.rr.s lVo<..
    O abaixo assigoido, tenda s;d ; designa I
    por p irtaria aesa da'a expedida p.l > !>.-. udin -
    nistrador, para proceder a colllecta da di-tima ur-
    bana e os mais impostas reterentes au exercicio de
    1887-88, nis tregjezias de 8 Jas e Afogadu,
    previne ac iuteressadoe qu-, segunda deieruai
    n .i:io xprrasa no regulainento de 4 Je Ja'.ha d.i
    1879, deveraa oppjrtuuenr-nte exhibir quajquer
    ducum:nt <* cor.ce.-nentes regnUridado do ser-
    vio > da coilecta, cuja execuc iu data principio p
    las segnin.es ras : Marciliu D.as, L mas Vulen-
    tinas e Coronel Siiassuua.
    I* Seccio do Causulado Provincial 27 de Maio
    de 1887.
    O lancador,
    Izidorc T. de Matto. Forreira.
    Tenda sido designado por portara du II.m.
    Sr. De. a lmimstrador deata repHrtico, p..ra pro*
    ceder, uas treguezias lie Santo Antonio e da Var-
    sea, i collecta dos diversos impostos prjvn -i u
    relativo ao exercicio corrente de 1887 a 1888, as-
    sim o declaro aos respectivos cantribuintes aue, na
    farma do regulameto de 4 de Julho de 1879, deve
    rao instruir as reclamacoes verbaes que fzerem
    em vista de documentos comprobatorios.
    Dtrei principio ao trabalho de que me acho in-
    cumbido no 1* de Junho do correte auno pelas
    ras da Imperador, Primeiro de .Ha co e Caes
    Vinte Daos de Novembro, pertenaentes a primaira
    d'aquellas reguexias.
    a taxi de 21 3/4 d. sobre Londres, que boutem
    havia-n adoptado.
    O Internacional tambera, por sua vex. affixou
    boje no balcao taxa idntica, em lugar da de 21
    5/8. mantida hontem.
    Entretanto, ao passa que o Interniciooal ctl'.--
    recia saccar sobre Ljndras a 21 7/i d, o Londun
    e o Englisb Bank se propunbam saccar a 22 d.
    As tabellas afiliadas foram as s.'guiutos :
    Do I.nru.NAci.i.vAL :
    90 ijo vista
    1 scelo do Consulado Provincial, 28 de Maio
    de 1887.
    O lancador,
    Joaquim Tranquilino de Loaos Duarte.
    Sendo designado por portara do Illm. Sr. Dr
    sdministrador desta repartica para proceder
    collecta dos diversos impostos provinciaes da pr-
    ximo exercicio de 1887 a 1888, na fregaezia da
    Boa Vista, darei comeco ao dito trabalho no 1 de
    Juehu prximo futuro pelas roas da Imperatriz,
    Praca da Cande d'Eu e Cuucoicao.
    Previno portanto aos contribumtea, paos, que ex-
    bibam na occasio do lancamento oa seas recibos
    oa contractos, afim de evitarem reclamacoes fu-
    turas.
    1* seccao do Consulado Provincial, 28 de Maio
    de 1887.
    O lancador,
    Antonio S. Mego Barros.
    O abaixo assignado tendo sido designado
    por portara de 27 do corrate, expedida pelo Sr.
    Dr. administrador desta reparticao, para fazer a
    collecta da decima urbana e mais impostos refe-
    rentes ao exercicio de 1887 a 1888, as freguezias
    de Nossa Senhora da 6ra(a e Poca, que dar
    principio no 1 de Junho, previne aos Sra. iuquili-
    uo e danos de cstabelecimentos, para que os mea-
    mos tenbam seus recibo* devidamente legalisados
    para exbibil-oa no acto da collecta, sob pena de
    sereno arbitrados de conformidade com o 2o do
    art. 25 da regulamenta de 4 de Julho d- 1879.
    1 seecao do Consulado Provincial, 28 de Maio
    de 1887.
    O lancador,
    Jos de Piano Barges.
    Segunda pra$a
    De ordem de Illm. Sr. Dr. inspector se faz pu-
    blico que s 11 huras do dia 1- de mes de Junho
    viudouro, sero vendidas em praca, no trapiche
    Jauceicao, 16 caixas, marca PI&C, na. 86/101,
    conten do 3,232 kilos de papel para embrulbo, vio-
    las de Hamburgo no vapor allemo Uruguay, ea-
    trad) em Abril do corrente anuo, abandonadas
    nos direitos por Foaseca Irmos & C.
    - 3- aceco da Alfandega de Pernambuco, 28 de
    Maio de 1887.- O chefe,
    Cicero B. de Mello.
    3a prapa
    (>e oriem do Illm. Sr. Dr. inspector se faz pu-
    blico, que as 11 horas do da 1- do mez de Juuho
    viuiuiiro, serio vendidas em praca, no trapiche
    CoucticV), as mercadorias seguintes :
    Armazetc n 3
    Uta caixa, marca triangulo, R e W em cima e
    T un baixo, couteudu catlogos, obras impressas
    em orna cor, pasando liqaida 46 kilos, viuda de
    \' w-Yoik uo vapor americauo Finalice, entrado
    i :n 27 de Fevereiro do corrente aun., abandona-
    da !.os direitos por Adamson Howie 4 C.
    Arcazem n. 4
    Urna caixa, marca CGN n. 3,115, cantendo 130
    k lus. i'i-.a lujadla de etiquetas de mais de duus
    cues, viuda de Hamburgo uo vapor acmo Pa
    ranagu, entrado em 15 idem dem, abandonada
    -o- uir.itos por Amaro de Barros Corris.
    Um.- caixa, marca AO&C n. 14,117, couf.enJo
    k l^s >o cartazos de urna cor, vinda do Havre
    u v.t'or fraucez Ville de Pernambuco, entraao
    em '.i i i ici-a de Marca idem, abandonada aos di-
    por Alheir.!, Oliveira a. C.
    Ar.nazem n. 6
    Um i caixa, ni. ic a BruWJs 4 C, em numero,
    c aleudo 1|2 kilos de aluianakj ou fjlhii.bas de
    Juus corer, viuda de Southampton no vapor u-
    Kles Mondego, entrado em 11 de Navemhro do anno
    pxssaao, abandonada aos direitos por Browas &
    >.', impaubia.
    Ter:eira seccao da Alfaniega de Pernambuco,
    em 26 de Maio de 1887.O chefe,
    Cicero B. de Mello.
    Thesouraria de Fa-
    zenda

    t) co iselbo para faruecimento de vivarea, f0''ra-
    ijens e ferragens aos carpas desta guarnicu a
    nt. riniria militar, receba prap)ia na da 6 de
    luntio ,) ximo fu'.uro, s 1>) huras da ma:iha, no
    ja .rt. 1 geu'Ta! da cjnimuidu da-: armas, unde
    f.inccioua o mesmo cuuse h para eontractar "
    i.Tin cnenlo de gneros aiitueii icios s prucas d ,
    Ua.-incau, forrjg -n* e f-rme-'n pi~ r.ai'a'larla
    durante a seuiestie ae Ju.Uo a 1) .mora v.,,-
    .; turo.
    A'T"z, k:l'gramma.
    Aiseor brauco rsfinado, di Ia qualidaie, idem.
    Assue&r refinado de 2a dita, idem.
    ASiicar mascavado refinado, de 3a dit3, id Axe>t d'cc de Lisboa, litro.
    A f.ifa, kilagramma.
    li->ralhao, idem.
    Ba'atag iugli zas, i iim.
    V.nii in grao, i km.
    CiriiH ne porco, dem.
    C.ni- de vacea, idem.
    Carne secea do Kio Grande, idem.
    C"4 verde da ludia, iaem.
    Cn da ludia preto, dem.
    Cevadinba, idem.
    Cravos, centu.
    Chocolate, kilogramma.
    Capi n, idem.
    Karniba de Ia qnalidade, lit.o.
    Parlaba de 2a dita, idem.
    Ke'jio preto, dem.
    Feij> mulatinbo, idem.
    K ru tas, urna.
    farelio, kiltgramma
    Perradura, numera.
    Liihi, acha.
    Mscarrao, kilogramjaa.
    Mai.eua, idem.
    Manteiga inglesa de ,1a qnalidade, idem.
    Marmelada, idem.
    Milho, idem.
    Po, idem.
    Sal, idem.
    Toucinha de Minas, kilogramma.
    Temperos e verderas, racao.
    Vinho de Lisboa, litro
    Vinno do Porto, idee
    Vinagre tinto, idem.
    Lavagem de ronpa pass&da a ferro peca, ama
    Agurdente, litro.
    Aletra, kilogramma.
    Ameixas passadas, idem.
    Araruta, idem.
    Biscaata de araruta, idem.
    Caf incido, idem.
    Figos paseados, idem.
    Franges, um.
    Gallioba, ama.
    Passas, kilogramma.
    Tapioca, idem.
    Carvo vegetal, sacco.
    Dito kack, kdogramma,
    Sabio commum, dem.
    Vaasouraa de piassava (grandes), dusia.
    Papel pautado Sume, resma.
    Dito mata-borra i, Iba.
    Pennas de ac Perry, caixa.
    Gomma arbica, frasco.
    Tinta preta, garrafa
    Caetas de madeira, duzia.
    Lapes preto de Faber n. 1, idem.
    Banba de porco americana, k'logramma.
    Carne de caroeiro, idem.
    Goiabada em lata, idem.
    Ovos, um.
    Vinho brauco, litra.
    Vinagre de Lisboa, idem.
    Velas de cera, kilogramma.
    I'hrosphorua americanos, grosa.
    Saneuexugas pela applicacao de, urna.
    Medicamentos para eavshada, numero.
    Enterro por cavallo, um.
    Condigoes
    Ia Tudos os geoeros serao de Ia qaalidade, e
    os farnecedores deverao satisfazer os pedidos den-
    tro dos prnzus marei.dus nos respectivos contrac-
    tos, entregando os uicsm.s gneros nos quarteia
    ou fortalezas e enfermaras, e depositario na Tba
    souraria de Paseada urna quantia, como caucao
    que sera arbitrada pelo conaelha de torneci -
    ment'
    2* As propostas deverao conter a declame! '
    expressa de sujeitar-ee o propouejte a multa de
    5 |^da importancia a que montarem os vveres I
    ou artigas que forera aeceitos, se deixsrem de !
    comparecer para assiguar o respectivo-contracto,
    dentro do prazo que far notifioade pslaa jor-
    naes.
    3a S poder concorrer aos farnecimentos os
    andidatas que se habilitarcm na fima do a't. 18
    do decreto n. 7,085 de 6 de Marco -e 1880.
    4* Da falta de fiel cumprimeuto de qualquer
    das abrigseoea coutrabidas, oa farnecedore8 Sca-
    ro sujeitos a pagar o valor do geaero registrado
    ou nu reeebido fin tempo.
    5a 9s caucarreutes au obrigados a apresent..r
    as amostras do generas uu artigas que farem ju-
    gados precisos pelo conselho.
    t' As propostaa sero apresentadas ra dupli-
    cata at as 11 horas do ref, lila dia 6 d.1 Jui.h
    em que r.lli sero abert-s e apuradas em prrsen-
    ca dos p-oponentes, sendo que na mesma o.v -
    si) se acceitaro propostaa para a venda de es-
    trnme dos ai/imaes da cooipannia de cavalli.ria
    7a Finalmente (8 forneeedoros que requererem
    a rescisao de sen ontracto, e forem attendidos,
    cain auj.ilos a multa de 10 0|O sobre o total do
    f,.rneeimentu da semestre anterior.
    Tnesouraria de P.rnambueo, 20 de Maio de
    1887
    O s"cretario,
    Liuz Kmygdio finhero da Cmara.
    muivoiD:
    DO
    SS. Sacramento da Boa
    Visto
    De ordem do irmo juis, slo convidados todos
    os irmos desta veneravel irmandade a compare
    cerem ao consistorio oesta matris as 10 horas da
    manb do dia 9 do corrente, para em mesa pe-
    ral elegerem a nova mesa que tem de administrar
    esta irmandade no anno compromiasal de 1887
    1888
    Consistorio da irmandade do SS. Sacramento da
    matriz da Boa-Vista, em 26 de Maio de 1887.
    Jos A. F. a C*sta,
    Escrivo.
    GlllcioTallIiT
    Tendo sido marcada para o da 5 de Juoho a
    ti-rceira regata deste club, de ordem do cooselbo
    administrativo convido a qaem quizer se inscrever
    para estn, comparecer na sede do mesmo club,
    todas as noites, das 7 s 9 horas, a contar de hoje
    at 31 do corrente mez, quanto definitivamente
    tem de ser encerrada a referida inscripcao
    Secretaria do Clab Internacional de Regatas,
    23 d. Maio de 18870 2- secretario,
    Pomp) C. Casanova.
    Gonipauhia do Beberibe
    Couvida-se aos Srs. accionistas a virem 'ceber
    o 78 dividendo na proporcao de 5000 por accao
    ou 10 per cen'o cuj i pagamento se tffeetuat nVs-
    te escriproria das 10 liaras da inanha a 1 hora da
    tarde, diariamente at o ultimo d'estc mez, e ao
    depois aos eabbados.
    Kscriptorio da Companhia do Beberibe, 14 de
    Maio de 1887.
    Jos Eustaquio Ferreira Jacobina,
    Director secretario.
    Consulado de Portugal
    em Pernambuco
    Por este consalado se far publico, qae tendo
    fallecido ab-intestado o subdito portgnez Domin-
    gos Francisco Ferreira, foi o seu espolio arrece-
    dado em conformidade com o que dispoe o decreto
    n. 85o de 8 de Novembro de 1851, actualmeute
    em vigor.
    Consolado de Portugal em Pernambuco, 27 de
    Maio de 1887.
    Agripiuo Rodrigues Nogueira Lima,
    Chanciller interino.
    Companhia do Beberibe
    Previoe-ae aoa senhores subscriptores das ac
    C<5ea da ultima cmisso, jue o praao para o paga-
    mento da segunda preetaco termina no dia 6 do
    mez prximo vindouro Pecife, 21 de Maio de
    1887. O director secretario,
    Jos Eustaquio Ferreira Jacobina.
    AdSPmllla ^-cr;il exlniuiii'i:ir:>
    Sao convidados os Srs. accianistaa da Campa
    nha de Edica^o a reuuirem-se no d:a >i de
    Juuho praximo talara au meu da na sede da so-
    ciedade, larca ae Pedro II n. 77 1" anda para,
    em assembla geral diieutirem e approvarem o
    trabalho da cammisso nomeaia para a reforma
    dos estatutos.
    A asaembls c .-e julgar constituida com a
    presenca de accionistas qae representem dous ter-
    (jos do capital social na forma do art 65 do de-
    creta n. a'.SJl ae 30 de D*ze;.
    Recite, 1 de M>uo de. 1887.
    Gustavo Antuocs,
    D rector secretario.
    dos Iri
    Ilios urbanos j
    Caxang
    R
    Tliesouraria de Fa-
    zenda
    li >i:a se mmbem
    De ordem do Illm Sr. inspector se faz publico,
    que pelo presente edital, sai intimados oex-cl-
    lector das rendas ireraes da muuicip.o da Bom
    Causeluo, Fraueisco Autouio lavares e ;eu fiador
    ilut Fernaudes Teuariu de Luna, para que dentro I conservar ata o tim da
    do praza da trinta das, u partir desta data, e
    fluli as penas da lei, recolhaiem aoa cofres desta
    repartidlo a quantia de 2:162.610. imp rtaucia
    oo aleance e respectivas juras da moni, verificado
    una ContnS d gesta du mesmo i x-eollectar, con-
    cemeutes aos stmestrrs de Juiliu a ezou.bo d
    !88.*>, e Janeiro aJuuh> de 1836, ixercicia de
    18r!5-18P6, e Jalho a eis-mbru tambem de 1886,
    exercicio d-; 183tt-18-'7, e da Io de. Janeira a 16
    de Kdvercira da corrente Mino deste ultima ixcr-
    eiein.
    Thesourana de Fazenda de Peruambuco, 23 do
    Vlaiu de 1887. O secretario,
    L. E. Piuh: ira la Cmara.
    Avisa
    Os seuhorea HPsiguaiites desta cmpachia sai
    rogados tirar uas assignaturas u mais ceda que
    tur pussiv' I, visto que s^r cobrada a passagem
    i a'nqueea ,un nao possatn mostrar o bilhete com
    plenle.
    A emisao iioa bilhetes de assiguaturus prin-
    cipala lias trrr ntiu..... dina uteia de eada mez,
    ; Sndamla n 2a elusse no priine'ro dia til do mez
    : seguinte.
    <) seripforio enfii f,*chadu noa daineas e dias
    i gaut.itieados c n a sibbados depois de '.o'J da
    ! tarde.
    lis sinliores p;t39ag<-ir.s de
    viagem a parce
    do bilhete
    nao tu da pelo conductor, sendo ese cuusideruJo
    a nica prava do pa^aineuto da pasSagem.
    Esciiptoriu da Coliipniliia, 3 de Maio d..' 1887.
    A. W. Stouch. wr Bird.
    gerente
    Club Carlos Gomes
    Sarao
    Este club dar no da 11 de Junho viudouro o
    seu sarao, com : qual aolemmsa o auniversario
    da ereuc) d" sua bibotheca musical. Os eeuh i-
    r,s socios p*dem procurar na mo do Sr. thesou-
    reiro os s>'U8 biihet.es, contar du dia 27 do cor-
    s 8 1 _' liaras da noite.
    rente em dint<-
    na sede do club.
    Secretaria do Club Carlos Gomes,
    Maio de 18S7. O Io secretarlo,
    P. C, Casanova,
    cm 26 de
    Aviso
    Alaod&'j
    ilouve baje offertas de 7000 por 15 kilos para
    o de Ia surte do serto ; os vendedores, portn,
    na se conformaram con e prec/> o florecido, espe-
    rando sem duvida que o producto melhore de pa-
    a i cao.
    i.ntruiias de atsmucar e lgodan
    MEZ DE MAIO
    Londres .
    Pars.....
    Italia.....
    Hamburgo .
    Portugal
    NeW-Yark .
    Lo Losjon Bank :
    213/4
    437
    541
    244
    21 1/2
    441
    441
    546
    246
    23J0
    90 d/o vista
    (i presidente,
    Antonio Leonardo Rodrigues.
    U secretario,
    Eduardo Dubeux.
    Moilmento banrarlo
    Bacn, 'ib db maio di 1887
    Os bancos ingleses miativerso boje no bslcio
    Londres....... 21 3/1
    fans........ 437
    Italia........
    tlauburga...... 541
    Pui'toxat...... 844
    New-York......
    Do EsoLisa Bank :
    90d/c
    Londres....... 21 3/4
    Paria........ 437
    Italia........
    Ilambuigo...... 541
    Lisboa e Porto..... 214
    Priiicip.es cidades de Purtu-
    "'........
    liba das Acores ....
    liba da Madeira ....
    Scw-York......
    21 1/2
    4,1
    441
    546
    246
    2/320
    vista
    811/2
    441
    44
    546
    246
    251
    251
    251
    23.'0
    rfarcacas.....1 27
    Vapores.....il a 27
    airada de ferro de Ca
    ruar -|l 27
    Auimaes 1 28
    estrada de ierro de S.
    Fraueiscj I 25
    ^traa de trro de Li-
    o iro.....1 26
    1 i 1 1 ,2 1 8 -2> es ^ X
    38.339 2.637 2.861
    4.43a 2.9J8 40 6.667
    42.266 2.7J4
    2.381 2.300
    90.483 17.299
    EnHis But of l se Janeiro
    Lilil
    Capital do Banco....... 1 000,00
    Capital realisado. ....... 500,000
    Fundo de reserva....... 200,000
    A contar desta data al ulterior reso-
    lui;ao, ouneder-se-ha juras de dous por
    ceuto ao auno, sobre os salios de dinheiro
    lepositalo em cjuU corrente de inovimen-
    to no uicoino B.'oco.
    Recebe-sa tambe n dinheiro era deposita
    a juros por parilos det^rminadoa, ou su-
    jeito ao aviso previa de trinta das para ser ijuros, qu foretu canvoncioDadas entre aa
    retirado, aiediante as condicS'S de que se partes.
    Correndo por e3*e coueuludo uoa t' rmos da de-
    creto n. 855 de 25 de Novembro de 1851, a liqui-
    daco doa espoliva dos aubiitua pTtuguezea Ma-
    ooel Lopes Ribeiro, Seraphim Marques de Olivei-
    ra e J ,s Piuto de Suz>, sao convidados oa ere-
    dores doa meamos eapolioa a legaliaar aeus crdi-
    tos perante o juizo d'auaentea.
    Dec jrridoa 30 dias detta data, proceder-ae-ha
    ao i.agameuto dos creditoa legaliaaaoa, pr intei-
    ro, no casa do activa clugarpaia pagamento in-
    tegral, e no casoc ntrario proceder se ha ao rea
    pectiva rateia no referido juizo : fieanda sem di-
    reito contra tal pagamento ou n,teia, os que naa
    reclamaren) dentro do dito praza.
    Cumulado de Portugal ein Peruambuco, 26 de
    Maio de 1887.
    Agrip'na Rodrigues Nogueira Lima,
    Chancelh-r interino.
    "IfflCOTiEIAGISML
    DO
    BRASIL
    C;i|i(a! 20,000:000,4
    liSetu rcali:iiIo K.OOO:000
    A caixa filial d'e3 o Banco fanecionando tea>-
    porarumeiite roa iit Commercio a. 3S, aaca, ,
    vial uu a praz), contri o soguiutea corretpon-
    d--ufes no estrangeir>i:
    L.ndres......... s/X. M. Bithsehil & Sons.
    P.ris........... De Rothsehild Prrcs.
    Hamburgo.......i
    Ber.im..........
    Un mente........
    Praokfurt t Main]
    Antuerpia.......
    Roma...........
    Genova.........
    aples.........
    Milito e mal a 340 j
    cidades de l'a
    ha...........
    Madrd..........
    Bare-lona.......i
    Cdiz...........1
    Malaga.........f
    Tari agun;'......'
    Valencia e oulras
    idadea da Hea I
    .^"panha e ilhaa j
    Canal ias......'
    Lisboa.........\
    Porto e mais ci-f
    dadea oe Pur /
    togal e illi:,s. .. )
    IJueuOb-Ayrea.. )
    Montevideo......)
    Nova York.
    Deutsche Baok.
    Banque 'Anvers.
    Banca General e
    ageuei .;-.
    auas
    Banco
    Espaa
    cias.
    lypoteeario de
    e suaa agen-
    liin-.M de Portugal o
    auao ageuciaa.
    O London & Brasilian Banek, liraited,
    recebe dinheiro ca conta corrento simples
    com os juros de2|0 p.o anno, capitalisa-
    dos de 6 em G mezes Ju dio e Dezem-
    bro.
    Rc-:ba tambem dinheiro em deposito.
    Cun aviso previo de 30 das, ou fixo a pra-
    zo de 3, 4, 6, 9 e 12 mezes, as tasas de
    retirado, asediante as condicS'S de que
    dar onbecimento nos i itjressados.
    Pernamcuco, 23 de Maio de 1887.
    ilenry K, Gregory,
    Gerente.
    Mercado de assocar e alsod&o
    secifb, 28 oa maio oa 1887
    Atsucar
    Os predas, pagos so agricultor, eoniinuam a re-
    gular, p ir 15 kilos, aos aigarismos seguintes :
    3. regular..... 2*000 a 2*1.rt
    3.a boa....... 2*200 a 2*30
    3.a superior..... 2*400 a 2*500
    Branco turbina palverisado 2*200 a 2*301)
    Smenos...... 1*400 a 1*500
    Mascavado..... 1*100 a 1*200
    Broto....... *960 a 1*000
    Relames ...... *700 a *800
    O mximo ou mnimo dos precos sao obtidos
    oaforine o s-rtimeato.
    Astsociacao Cuxaxucrcial
    Eitrou le semina o director William Hlliday
    Vapor e nato dospacbados
    Patacho iuglez KatMeen, sahio honterr- para
    New-Yoik, com um carregameato ae 4,6'JO sac-
    c a com assucar mascavado.
    Carregaram Heury Porster & C.
    Vapor nacional Mandos, sabida bontem para 03
    portos d i norte, levou o Seguinte :
    Para Ma'anhao '
    i caixas com calcado nacional.
    6 ditas com 146 1/2 kilos de rap.
    Pra o Para :
    30 saceos com assucar branco.
    5 barricas com dito dito.
    939/2 dita i com dito dito.
    747/4 ditas com dito dito.
    250 barriquiuhas com dito dito.
    10J saceos com milho.
    325 fardos com xarqae.
    65 pipas com agurdente.
    50 barris de quinto com dita.
    20 caixas cum cajurubeba.
    2 ditas coin pomada de jurubeba.
    4 ditas com calcado nacional.
    Para Mauos;
    30/2 barricas com assucar braaco.
    50,4 ditas com dito dito.
    10 latas com dito dito.
    40 barris com agurdente.
    80/5 ditos com dita.
    40 latas om oleo de ricino.
    12 caixas co>n cajurubeba.
    I dita com pomada de jurubeba.
    3.010 ljalos de alvenaris.
    3,000 telbae.
    Dividendos!
    Estao sendo pagos os seguintes :
    O 1. do Banco de Chedito Real, razao de 4*
    por accao ou 10 0/0 da valor realizado de cada
    urna.
    O pagamento faz-so na sede do banco, das 10
    horaa da manh a 4 horas da tarde doa diaa
    uteia.
    O 78. da Companhia do Bebebibe, na p-oporeo
    de 5*000 por accao ou 10 0/0.
    Oa interesados devem ir ao escriptorio dacom-
    pauhia, daa 10 horaa da manh 1 da tarde, dia-
    riamente at o ultimo da carrete mez e ao de-
    pois aos sabbados-
    A 16.a distribuiclo das cau'ellas de juros cor
    reapondentes ao semestre findo em 31 de Dezera-
    bro do anno pasaado, da companhia Great Wes
    tebn or-BaAzu. Railwav.
    E' no eacriptorio ceutral da companhia, das 10
    horas s 3 da tarde, que se effeclua o pagamento.
    Memorial
    A Companuia de Edificacao est fasendo o re
    eolhimento da 7,-< preatacao de sea capital social,
    na razao de 10 0/0 do valor das respectivas ac-
    ece, o qual dever realizar-ae at o dia 14 do mez
    viudouro.
    No dia 6 de Junho viodoaro termina o_ prazo
    para eutrada da segunda prestacao das accoes l-
    timamente emittidas pela Companuia do Bbbbbibe.
    O recolhimento de Notas Dilacebadas do The-
    aouro, faz-se ca Thbsoubabia db Pazsnda, uas ter-
    cas e sextas-feira, das 10 s 12 horas da mauh.
    As uotas do Thesouro de 2*000 da 5.a estampa,
    5*000 da 7.a e 10*000 da 6.a, serio substituidas
    na TassouBABiA de Fazbnda at o fina do mes de
    Junho com o descont de 2 0/0, o qual ser eleva-
    do a 4 0/0 a contar do 1." de Julho a 30 de Se-
    tembro do corrente ?,nno.
    Pauta da alfaadeca
    SMaNA DB 30 DB MAtO A 4 DS JONH0 DB 1887
    Assucar braaco (kilo) 126
    partes.
    As centas j existentes, vencendo juros
    por differeutes taxas, lija ni sem alterado.
    Recife, 24 de Maio de 1887.
    W. H. Bilton.
    (kilo)
    Assucar mascavado (kilo)
    Alcool (litro)
    Arroz cnin casca (kilo)
    Algodo (kilo)
    Assucar refiaado (kilo)
    Borracha (kilo)
    Couroa seceos salgados
    Cuuros verdes (kilo)
    Cacao (kilo)
    Cachaca (litro)
    Caf bom (kilo)
    Caf restolho (kilo)
    Carnauba (kilo)
    Carocas de alfodo (kilo)
    Carvo de pedra de Cardift (toi.)
    Couroa seceos empichadas (kilo)
    Farinha de mandioca (litro)
    Fumo restolho em rolo (kilo)
    Fama restolho ein lata (kilo)
    Funn booa (kilo)
    Fumo em folha ordinario (kilo)
    Cienebra (litro)
    Mel (litro)
    .Milha (kilo)
    Taboadoa de am*rella (duzia)
    Importa^o
    066
    218
    ti.")
    400
    145
    1*066
    500
    270
    400
    077
    460
    320
    366
    014
    16*000
    585
    35
    400
    5-iO
    720
    400
    200
    040
    040
    100*000
    Eng'.iah Bank ot the Ri-
    vor Pate. Limited.
    G. Amairk & C.
    Campra taquea sobre qualquer praca do impe-
    rio do eatrangeiro.
    Recebe diuheira em canta correte de movi-
    uieuto com jurfs a lazao de 2% Ko anno e por le-
    tras a praza a juros convenciouados.
    O gerente,
    William M Webster.
    Manta Casa de Misericordia do
    Recife
    Sa secretaria da Santa Caaa arreuda-ae os ac-
    guintea predios :
    Ra di Bom Jeaus n. 13, 3~ andar.
    dem dem n. 44, 1- andar e leja.
    dem do Vigario Theuono u. 22, 1- sudar.
    dem idem u. 25, sobrado.
    Ilem do Marques de Olinda n. 53, 3- andar.
    dem do Apollo n. 24. andar.
    I le n da Moda n. 45.
    Ipem idem n. 47.
    dem idem n 4H.
    dem idem n. 37.
    dem da Lingueta n. 14, 1' audar.
    Becco do Abreu n. 2, 2- andar.
    Secretaria da Santa Casa de Misercordia do
    Recife, 25 de Maio de 1887.
    O escrivo intrino,
    Francisco Gomes Castellaa.
    V'ap.r iogles Merchant, entrado de Liverpaol e
    Lisboa em 27 do corrate e consignado a J. fater,
    maaitestou :
    Carga de Liverpool
    Alvaiade 10 barricas a Jos T. Carneiro.
    Arroz 500 aaccas ordpm, 100 a Paiva Valente
    ic C 50 a Fernaudes ce Irmos, 125 a Domingas
    it C., 25 a Silva .Marques C, 50 a Gomes & Pe-
    reir, 5'J a Damingues Alves Matheua, 50 a Do-
    mingos Ferreira da Silva & C.
    Alpiste 10 saccas a Paiva Valente & C.
    Aineixaa 4 caixaa a Carvalbo & C.
    Amostras 5 volumes a diveraos.
    Ac> 3 volumea a amue P. Johastou & C, 4 a
    VV. Halliday & C
    Agua miueral 20 caixas ordem.
    Arcos de ferro 193 feixes a Vianna Castro & C,
    216 a Vctor Neesen.
    Batatas 50 gigas a Torres & Irmos.
    Barriiha bO tambores ordem.
    Cha 34 grades i ordem, 5 a Joaquim Felippe
    & Aguiar, 3 a Paiva Valeute & C.
    Catlogos 1 caixa o A. B. Fugmam.
    Correates de ferro 2 [barricas a W. llallida^
    & C 11 ordem.
    Chamba de muaico 42 barris a Samuel P.
    Johoston, & C, 2 a Ferreira Guimares & C, 30
    aHNuesch*. C.
    Couroa 1 caixo a W. Halliday ic C.
    Cerveja 25 barricas a Domingos Alves Matheua,
    15 a Domingos Ferreira da Silva & C, 15 a Fer-
    naudes & Irmos, 30 a Carvalbo & C.
    Cartas para jogar 1 caixa a Fraueisco Lauria
    & C.
    Cidra 15 caixas a Joaquim Felippe & Aguiar.
    Camisas 2 caixas a A. B. Fugmam. -
    Calcados 1 caixo a Thomaz de Carvalbo & C.
    Cobre 3!) volumes a Miguel Izabella.
    Cilindros 3 caixas a ordem.
    Droga3 6 volumes a Francisco Manoel da Silva
    & C 3 a Faria Sobrinbo & C,
    Enxadas 24 barricas a Prente Viaona & C,
    39 a Ferreira Guimares & C, 35 a Gomes de
    Mattos Irmos.
    Estanho 1 barrica a Miguel Itabella.
    Enxafre 50 birricaa a Samuel P. Johnaton & C.
    Est. pa 1 fardo a Francisco Bottlho de Andrade.
    Feltroa 4 raloa a N. J- Lidatoae.
    Fio 4 fardua a Gomes de Manos Irmos.
    Ferragena 8 volumes a Prente Vianna & C.,
    27 a Vianna Castro & C, 2 a Angelo Raphael
    Halliday &. C, 49 a Miranda He. Soasa, 9 a Albiuo
    Silva & C 25 a Ferreira Guimares & C, 3 or-
    dem, 5 a Rfia A Santos, 1 a Antonia dos Santos
    Oliveira, 19 aoa Hsrdeiros do Bowmam, 13 a Go-
    mes de Mattos Irmos, 1 a Vctor Neesen.
    Folhas de ferro 50 a Ferreira Guimares & C,
    30 a liis & Santos.
    Farinha de milho 224 caixas a Saundres Brc-
    thres & C. ^
    Fogareiroa 80 a Samuel P. Johnaton & C, 100 a
    Autouio doa Santos Oliveira.
    Folha de Flandrea 31 caixas a Sinn! P. Jo-
    honaton & C, 10 a W. Halliday & C, 5) a Fer-
    reira Guimarea ic C, 20 a Miranda Alves & C.
    Geuebra 3) caixas ordem
    Louea 20 gigoa a Gam-'a & Pereira, 50 a Fer-
    uandea & Irmos, 55 e 88 barricas ordem, 6 a
    Manoel de Araujo Veiga & C
    Lecces de chumba 10 ralos a Prente Vianna
    & C
    Lona 3 fardos ordem, 1 a Albino Silva & C ,
    1 a Antonia doa Santos Oliveira, 1 a Gomes de
    Mattos Irmos.
    Linha 21 caixoes ordem, 11 a Maia & Silva,
    16 a Maaoel C -Jaco & L\, 31 a H. Naesch & C, 2
    a Prente Vianna & C
    Mercadorias diversas 1 volume a Manoel J.
    Ribeiro & C, 2 a Aueust Clark, 1 a Manoel da
    Canha Lobo, 3 a C>mpanhia de Fiacao e lecidos,
    2 a Francisca Lauria & C. M
    Meias 1 caixo a Francisco di Azevedo U
    Materiaes para eacaoamentos d agua- OS vo a-
    mes e ecas a Companhia de Beberibe. Uuos
    par. teCrapho 4 volumes a Great Western o
    Brasil Ra'fway Company. Ditos para litograplua,
    2 SS fngtsT'caixas a Gooca.ves Rosa ft Fcr-
    aa'ades, 2 aSDomiago. Ferreira da Silva o.
    Machinismo 8 vslumes e pe^as ordem, 3 a,
    Cardoso & Irmos.
    BBBaaatk
    ^
    L-Ml


    4


    Diario de PernambucoDoaiinso 29 de Maio de 1887

    i
    *
    fSanta Casa de Misericordia do
    Hecafe
    Por esta secretaria sao chamados os prente ou
    PariJe e EienaOpereta myibologica eta 3 actos
    e 5 qnadr s. Msica de ffeubneb.
    BoccacioOpereta em 3 actos e 4 quadros. Mu
    sica de Suppe.
    protectores da menor Sopbia, filha legitima de Ornhe nos IufVruos OoereU phuntastica em 4
    do Maraes *_.___7..o.l Msica de Offeubaeb.
    Jos P-dre Ribeiro Joanna Xavier
    Pessoa, para, at o Jiu 10 de Juuho ppruximo,
    apresental-a no collegio das orpbs, afiw de abi
    ser adioittid, visto ser a primeira inscripta no
    respectivo quadro.
    Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
    Recile, 25 de Maio de 1887.
    0 escrivio interino,
    Francisco Gomes Castellao.
    THEATRO
    .i actos.
    Msica de An
    3 actos. Msica de
    Msica de
    Mu-
    fismciicdo eii
    lnlir.ulo i Amt CittXf
    HOJE
    Domingo, 211 do correte
    Representar-ie-ha o drama
    I
    O papel de MAKIA sor;': dVseinpeohado pela
    distincta actriz O. Ioollna Honclar, o : 29
    pelo aetor Atfjnso Oliveira ; o de sargen'o Pla-
    cido pelo actor A. Crmbra co J BATATCDO
    pelo actor

    LOA
    ;
    Tojiam pirte linimento os artistas da compa-
    -hia dramtica, qu^ actualmente trabalba n'este
    tbeatro.
    acto* e 7 quadros
    MascotteOpereta em
    Os D.'us Socios (oo os dous cavalheiroa de indus-
    tri)Opereta burlesca em 3 actos e 6 quadros.
    Oiro.-Gircfl iOpereta em '
    C. Lecocq.
    Madama AngotOpereta em 3 actos.
    Lecocq.
    NareutaMrlodiama romautico em 4 actos.
    tica de Giorza.
    Nin'cheComedia-opereta em 3 actos. Msica de
    Biullard.
    Mada oe BouifiteOper.ta em 3 altos. Musita
    de Lacome.
    Educandas de SorrentoOpera-bufia >m 3 actos.
    Msica de Usigbio.
    Le AmazonaOpereta-burlesca em 2 actos. Mu-
    sica de Suppe.
    SiebaOpera- bailo em 4 aetos e 8 quadros. Mu
    sica de Marineo.
    Sinos de CcrnevilleOpereta cae 3 actos e 4 qua-
    dros. Msica de Pianquet.
    Lotera do Diaba Opereta pbautastiea em tres
    actos.
    Estrella de um PiiacipeOpereta em 3 actos.
    Musica de Peteughi.
    O Seculo que vrinOpereta pbantaetica tm 3 ac-
    tob e 10 quadros. Musica de. Amedei.
    Vasco da GamaOJe-oympbonica. Msica de
    (Jeorges Biset.
    As scenas par estas operetas forano piutadKS
    xpnssaineate pelos distiuctos e notav-is Bceno-
    i^raphos :
    Dr. Carneiro Villela.
    Cesare K-ccantinfl, do tbeatro Fenice de Vneta.
    Giovanni Zucarelii, d tbratro Scala de Milo.
    Angelo Pootano, dotheatro Real de Torillo.
    Aliexaudro Bazzani, do thi-atro Real Teatro ipol-
    lo de Roma.
    Comu-ndador Tito Giovauoi. do iheatro Prgola
    Je Plore c, i.
    Poraecedorea:
    VisliaristaVieinelli, d Muo.
    Atrezsia Cabella e Birragbi, de Milo.
    MaglierieBrrii, de Milo.
    PerrachiereSavie, de Milo.
    CalzoleraMawveroffer; de Milo.
    O secretario,
    Carlos Bepossi.
    Ka te- espectculo principiar s
    e t'*rmiuar s i) liaras da noite.
    h lioras
    Atcen^o
    THEATRO
    Til
    I'itcik para ;!: recita
    Camarotes d- 1 e 2* ordem H, dito* de :',-' 65,
    ditos de 4' 3. Cadeiras de l* classe 2*500 diaa
    Je 2" c galenas .J.. PU'6j9 1. Pa'a0 50) rs.
    A-* <; iio.-at da lardea
    Aviso
    Sabbado, 4 de Junho
    BEXEFIj 10 DA ACTRIZ
    B* Isolma Mondar
    Tliealro Sania Isabel
    ^v^
    >-i
    ja
    es
    ^=
    ^
    r-r-1

    >A
    t
    *
    (-1
    fe

    r
    s.
    r.
    es
    C9
    e
    =
    e
    *
    r.
    Iloje! Ilojc! Hoje!
    Esplendido espectculo !
    BKXEFICIO DO CONTRA EEGKA
    CorbQano de Barros
    Pubir scena pela 1 : vez n'esla estaco o
    drama em 5 act08, original iancez de O'Enneiy
    A. Burpebis. e-raiinenM app'audido em todis th'Htr.s de Franca, Portugal e Brezil
    0 Medico das Crianca
    : i< >cEi A<'C0 p-iss-se em Franca
    L)ENOMINA(,''J 1>0S AuTOS
    1." O encontr !
    2." O roub da crian;.
    3 O Medico e a filha.
    i O Duello I
    i." Xcm p.ra mim uem puhor.
    No cscriptorio se en-
    contraro sempre, as
    amostras dos produc-
    tos da fabrica a vapor
    do Taquary. tend sem-
    pre yenda: tijoibs
    massiros de ai venara,
    ditos para ladrilhos,
    diversos formatos, te-
    Ibas romanas, trance-
    zas, de capote com en-
    caixe, de crista; canos
    c curvas de diversts
    dimetros, ornatos va-
    riados e tijolos fui-
    dos de diversos forma-
    tos.
    Para vendas e en-
    cometidas, no cscripto-
    rio central.
    Boyal Mail Sun Pat Gflipy
    Vapor extraordinario
    O vapor Nile
    De 3,039 '(meladas de registro
    Sahir do porto do Rio
    de Janeiro no dia 1 de
    Junho prximo com es-
    cala para Babia e Per-
    nambu.'o, 8eguiudo depoia de pouca demo
    ra coro malas e passageiros para
    LISBOA E SOUTHA3IPTOJN
    Desde j recebe-se en"o:i)raenda8 parr
    camarotes na
    AGENCIA
    Ra d Commercio n. 3
    1 andar
    AdamsonHowie a^C.
    CHAIN.FI RS REtNIS
    Companhla Francexa de navega-
    cao a Vapor
    Linha quinzenal entre o IIavre, Lis-
    boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
    Santos
    0 vapor Ville de Bahia
    Commandant Sebire
    48 horas a contardo dia da descarga das alvar n
    gas fazerem ijualquer reclamago conctrneute a
    volumes que poverntura tenbam seguido para os
    portos do sul, afim de poder-se dar a tempo as
    providencias necessarias.
    Para carga, passagens, encommendas edinber
    frete: tracta-sc com o
    AGENTE
    Aiigoslc Labille
    t RA DO COMMERCIO ?
    Leilo

    Quinta-feira, 2 deve ter lugar o leilo de mo-
    vis, loucas e vidros da casa em que morn o Sr.
    Dr. Francisco Correia Lima Sobrinho, a ra do
    Visconde de Albu<|iierque n. 7.
    Quarta feira 1 de Junho
    A's 11 11 horas
    Na ra Estreita do Rosario n. 2i
    Da casa terrea u. 8 da ra d, liuoario da
    Boa-Vista,
    O agente Modesto Baptista, por mandado d
    Eim. Sr. Dr. juiz da provedoria e a requerimento
    do inventariante dos b ns da finada D. Jcsepba
    de Paria Rap.iso, far le.lio da enea aciaia, e dar
    as mfirmacs precisas.
    Em contiauaQo
    Vender tambem as metades das catas n. 15 a
    ru do Camarao e n. 2 da ra da Alegra, fregue-
    zit da Boa Vista.
    M.
    r
    )S
    Jlnued Slates 4 Brasil M- S. S. C
    0 nw AlUaici
    /K. .' esperado dos portos de
    ftu nal at o dia 11 de Juubo
    LlU-y depois da demora necessaria
    jmjpjjYjK seguir para
    llarauho, Para. II:ir(ados, *
    Thouiax c Xcw-York
    Para carga, passap'ia, .
    fres, tracta-se con ;i
    vi ni n-'i\ 1 is ; dmheir
    vapor
    vanee
    Lspera-se de t
    Sews, at o dia 11
    o qual ecura
    demora nec ;,) i1' <
    e Juabo
    ) Paru carga
    e com os
    N. 8
    Terminar
    cmica
    o espectculo cun a
    OLHO VIVO!
    Principiar as 8 horas.
    cbistosa scena
    Bulla e o de Jandro
    passagens, e ene nmendas trac.ta-
    AGENTES
    llenrv urster & C.
    - RIJA M uOiMERCIO -
    / anda)
    E' esperado da Europa
    at o dia ti de Junbo, se-
    guindo depois da indinpen
    savel demora para a Ba-
    hia. Hlo de Janeiro
    e Mantn.
    Roga-sc aos Srs. iirsportaCcres de earga p 'ios
    vapores dcata linha,oueirau apresentar dentro de 6
    iias a contar do da descarga das alvarangi. |i:a!-
    quer reclamr.cao concernente a volumes, que po-
    reatnihtenhain seguido para os parto do e'..aiiu.
    de se podorc'.u dar .i tempo as pi evidencian ucecs-
    sariaa.
    Expirado o referido p; ase a companbilca a se
    'csponsabilisa por extravos.
    Para carga, passagens, encommendas e dinheirc
    , frite: trata-se com o
    0 yapor lie Se Maceio
    Comraandate Panchvre
    Espci'ijse dos portos do sul
    at odia 2 de Junho teg'iin-
    do depois de indispeosavel
    d mora o HAVRE, tocando
    em I.ISItil \ Ii.ivit. i i nu-
    mero suificicnte de passa.ei
    ro de Ia class".
    O VAPOR ENTRARA' DENTRO DO
    PORTO
    Conduz mlico a burdu, de inarclia rpida e
    oflerece excelliutts cemmodos c cp'iino passadio.
    A passagins pdenlo ser tomiidi.s de auteinao.
    Recebe carga, encommendas e passageiros p.ra
    os qaaej tem excellent s accomrnodaces.
    Para carga, parsagiis, eucommi.'ndas c diubeiro
    a frete : trata se com o
    AGENTE
    Augusl
    9 RA DO COMMERCIO-9
    Leilo
    Agente Brito
    De urna importante armaca de nmarello, enver-
    nisada e envi Iracaia com b Icio de volta. uten-
    silios e gneros do cstabrlecimcnto de molbadoj
    sito rna de S. Joao n 17, em um e lote ou re-
    talbadumeute vontade dos Srs. licitantes.
    Segunda-feira 3 do corrente
    As 10 1|2 horas
    Ra de S. Joao n. 17
    Ag-ente
    Pestaa
    Leilo
    2- Leilo
    De predios
    Labille

    3I
    Bilhete*.........
    a^-ham-se venda as
    t'.uym & C.
    .M3 di
    *000
    J. Krause e Ch.
    COMPANHI LYR1C& ITALIANA
    GE OPERA COMiM
    E MPREZA ?J A.GHEL
    IILONE
    Brevemente estra
    Repertorio
    Viagem a La Opereta burlesca fin 3 actos e
    quadros. Extrahda do romance do inesmo no-
    me, de Julio Verne. Musica de Offenbach.
    )i Sobrinhos do Capito GrantNovela en 4 ac-
    tos e 18 quadros.
    D. Juanita Opereta em 3 actos. Musica de
    Bf pe.
    COMPANHI DE EDIFICAO
    Oescriptorio (Testa
    companhia a cha- se
    uiiccionando no largo
    de Pedro II, n. 77, 1.
    amia .
    Imcumbe-se median-
    te contrato < a paga-
    mento em prestafoes,
    de construyes e re-
    construefocs de pre-
    dios, cujosprojectos e
    121ornamentos sejam ou
    nao confeccionados
    pela companhia.
    Movis 5 caixoes a Silva & Pernanles.
    Objectos para eacripiono J caixas ao Dr. Hy-
    polito H. Pederueiris. O.Coa para gil 7 volumes
    i Empresa.
    I'edras de t'ogo I banica a Reis & autos.
    r Pregos 11 volunes a Ferreira Guimares & U,
    .'>) ordem, 1 a Fcrnandes da Cjsta 4 C-. 4 a
    Bou & Santos.
    Pimenta 5 saceos a Gon^alves Roa & Fernan-
    dee, 20 a remandes & Irmaus.
    Presunto e toucinho 6 caixas a Saundres Bro-
    tberi & C.
    Phospboros 2 caixoes a Domingos Cruz & C-. 20
    V orduir.
    Provisojo 5 caixas a Carvalho & C.
    Tecido divcrsosG volumes a Guerra & Fernn-
    des, 201 ordem, 40 a Gauoalves Irmios & C, 8
    .4 arcisj Miia & (.', "> a Rjdrigo de Uarvalho, 4
    a Liurcirj jlaia & C, li a BcruarJinO M-n.i & C,
    10 a Rodrigue* Lma & C, 4 a FeruaQd-a Silva
    t C, 5 a .-\lvos de Brito ie C, 102 a Macbado &
    Pere>ra, <> a Andrade Lipes C-, 'J a Francisco
    de Aieved ii C, 2 a Agjstiuba S incoa & 1 a
    Cramer r'rey & C, 1 a Franc seo L iuria 4 C 9
    a D. P. Wlld A C, 44 a Luiz Autonio Sequei a,
    > a BerneN & C 1U a Albino Amorim < C 2 a
    Fexrjir* Gi;m*re8 c C 8a Lmreiro Maia c
    U, 1 a Mainel da Cnub L.bi, 4 a Couto Santo
    & C. 3t> a U.iiito JarJiuj i C, i a oouzaNogueira
    &c
    Taita de ferro 6 a Cirdoso 4 Irmaos, 15 a Al-
    ian Pat^rson & C., 4 aos rierdeiros do Bowmauu.
    Tinta 1 caix-j. te Albino Silva &, C.
    Vidros .'I ba.ncaa ordem, 1 a Silva Fernandes
    i C 1 Paria Ssbrinhj 4 G
    Viubo 2J caixas a Augasto Freaerico de Oii-
    veira.
    Zinco 6 volumes ordem.
    Carga de Lisboa
    Aceite da oliveira 30 caixas ordom, 20 a Cu-
    aba l.-moa i C.
    Agu do Vidago 2 casas a Manuel Moreira do
    touza.
    Batatas 150 tneas caixas a Paiva, Valente 4
    C, 101 a Silva Guimares & C, 68 a Domingos
    Ferreira da Silva 4 C
    Cebolaa 59 caixas a Guimares 4 Valeute, 50 a
    D oiningiB Ferreira da Silva 4 C.
    Ctia 2 caixas a Antonio A. Marques Guima-
    res.
    Cal 50 barric-.8 a Tavares de Mello, Genro 4 C.
    Cera 3 barrida a Silva Guimares ce C.
    Liuguifas 2 caixas a Domingos Ferreira da Sil-
    va 4 C.
    Ltuga 3 caixas a Jote Comes Gauches.
    Livros 2 caixos a G. Laport 4 C, 1 a Andr
    Snntos, l a Joao Walfrido de Med-'iros, 2 a W.
    G. Porter.
    Ofrjectog de cortici e palhiuha 3 caixaa a Jote
    Gom'.s Ganchei.
    PaciGc Steam ^avigaon Company
    STRAITS OF MAGELLAN LINE
    Paquete Aconcagua
    E' esperado da Euro-
    pa at o dia 5 de
    Junbc, e seguir de-
    pois da demora do eos
    turne para Valparaso
    com escala por
    Bahia. Kio de Janeiro e Monte
    video
    ParacaiL'a. pasaagena, encomniendas e din-
    heiro a fretJ tracta -e i-om os
    AGEoNTES
    %ViI.M>n Houh A < .. L.lml N. 14 RA DO COMMERCIO N 14
    Companhia Uahiana de navega-
    cao a Vapor
    Macei, Villa Nova, Peuedo, Aracaj,
    Estancia e Bahia
    0 vapor Sergipe
    Gcmmandante Pedro Vigna
    Segu imprcterivel-
    uente para os pTtos
    cima no dia 1 de
    Junho, as 4 horas da
    tarde. Recebe carga
    nicamente at ao \\
    dia do dia 1.
    Para carga, passagens, encommendas e dinbei-
    ro a frute, trata-se na
    7Ra do Vigario7
    Domingos Alves Mallieus
    1!
    aDipschilMils-GeselIschaft
    0 vapor Campias
    E' esperado dos pon-
    tos do sul at o dia 2
    de Junho e seguir de
    pos da demora neceo-
    iaria para
    Lisboa e llambnrgo
    Pa-a pasagens, tracta-se com os
    CONSIGNATARIOS
    Borstehnann & C.
    RA DO COMMERCIO N. 5
    / andar
    Ag-ente Britto
    O agente cima, a mandado do Illm. Exm. Sr.
    Jr. juiz de direito de orphos e ausentes, e a re-
    querimento do tutor d^a menores, filhos do finado
    Angelo II. da Silva, levar a leili as 1/25 parte:
    da casa terrea sita na reguezia do Poco n. 'J.
    l'Jm continuarlo
    vender mais a casa sita ra Augusta n. 68,
    com urna porta e duas jauellas de tiente, duas sa-
    las, tres quartos, coziuba ra, quintal murado
    cora porto para a ra do Ouro, terreno proprio.
    Ra Pedro Ajfonso n. 43
    Terca-feira 31 do correte
    A's II horas
    Agente Pestaa
    Leio
    Dos b>Tis U'rti-nccrjtis aos inventarios o
    espolies abaixo declarados, que por
    ordem 'lo Exui. Sr. Dr juiz de orphos.
    seriio vendidos a quein mais d r.
    Terca fcira 81 do correle
    A's 11 horas
    No armazem ra do Vigario Tenorio
    n. 12
    _Uui terreno na Estrada Nova de Caxangi, com
    271 palmos de frente lb4 de fundo
    Urna porte :)>. casa lerrea, sita mesra. estra-
    da n. 2">. com 32 palmoi de vj e titi de fundo,
    pertenecntes ao c-polio de Manuel Jess de Jor
    do Caideira.
    Duas partes na casa terrea, sita ra de l.'iiz
    do liego n. 27. pirtencentes ao inventario de Ma-
    noel Pen-ira Limos.
    Lua dita na casa terrea, sita ra do Heni-
    fica n. 2 ( Passa{;ein da Magdalena), pertenecn-
    tes ao espoli j de Ignacio <1-- Sa I. >p*8 1'"rnandes.
    De urna importante e excedente Cusa terrea,
    com setaj, porto de ferro, jar Jim ai lado, gran-
    de quinta] arbsrisado, sita & estrada do Qiqui
    n. 81, dita A intsuia estrada n. 87, pertencente ao
    inventario de Francisca Romana Mureira da
    Costa.
    Cuarta feira. 1 de liinho
    A's 11 horas
    No armazem ra do Vigario 'lenori i
    n. 12
    O agente Pestaa, autorisado pelo Exm. Sr.
    Dr. juia de orplio^, com assi.iteoeia do mesm-r.
    e a requeriueatu do invi-utunantc liento Manoi'!
    Carlos de Mello, vender a excellente casa ecm
    sot.i, teudo o porta de frente, porto de ferro
    a;, lado, irdim, 3 salas, 2 quartos, cosinha, gran-
    de quintal arborisadn, rendo tambem no pav
    ment superior "-' salas < 1 quarto.
    Urna dita sir i mesma estrada o. *T, com pe-
    queos cemmodos.
    Leilo
    DE
    :%* ovni
    A saber:
    Urna mebilia de junco prcto com tampos de po-
    dra, 2 cadeirus e balango, I piano forte de H .
    II ity, 1 cadeii-a de piano, 1 mobilia com 1 sof, 2
    consolos, 2 cadeirae de bracos e 12 de guarnie-,
    caaticaea e mangas, 1 ta ete de sof e ti de porta.
    1 eopelho ova) dourado, 4 jarros para flores, c ;-
    carradeiraa.
    l.'mamobiiiH de amar<-llo.
    Urna cama frauceza, 1 commod, 1 cabide tor-
    neado, 1 lavadrio, 1 guarnif'o, lo cadeiras de
    junco, 1 estante para livros, 1 marquez), 1 mesa
    X
    ' apara
    12 ,-..-
    elstica. 1 guardit-louca,
    Idiiras de guarpico, Lufa?,vidros, 1 mesa
    i ps torneados, 1 sof, 1 relogio e muitos outros
    movis.
    (|iiinl fuini, 3 de Junliu
    Una do Visconde de Albuqucrquc n. 7
    O Dr. Francisco Correia Lima bobriulio. tc-nao
    de seguir para o Para, com tu i lamilla, far lei!;'; ,
    I por interveuyo '^ agente Pinto, dos movr3 e
    mais cbjectng existentes em casa de sua rtsident .
    ra do Viscoude de Albuquerque u. 7 (outi'or .
    ra da Matriz da Boa-Vista).
    PRINCIPIARA' A'S 10 /,<_> IIORAU
    Leilo
    Do
    c.rngamento,
    i j
    2 leilo
    gente Britto
    < o1!%^iiei: !:= nc.'f'MAt.f
    icih n auiini"*
    LINHA MENSAL
    0 paquete Gironde
    Cora mandante Minier
    Espera-se da Eu
    ropa at o dia 3 de
    Junbc, seguin
    do depois da de
    mera do eos tu un
    para Buenos-Ay-
    res, tocando na
    Baha, Rio de Janeiro e nenie
    video
    Leinbia-e-e. aos senhores ;assageiros de todar
    as ciasses que ha lugares reservados para tsti
    agencia, que podem tomar em qualqner tempo.
    Previne-se aos senhores recebedores de mere
    dorias que s se attender as reelamacoes por fal-
    ' tas un volumes que forem recnnbecidas na occa
    sio^da descarga, assim como devrro dentro de
    Retratos 1 caixa a Adolpho de Castro Netto
    Vasconcrllus, 1 a Sal Marques doa Santos.
    Semeutes 1 caixa a Antonio A. Marques Gui-
    mares.
    Toueinbu 6 bar s a Domingos Ferreira da Sil-
    va S C.
    Viubo 20 pipa, 20/10 a Pereira Carneiro & C,
    15. 30/5 e 40/10 a ouza Basto, Amonen & C.,30/5
    a Silva Guimares os C 15/5 e 15/10 e 30 caixas
    a Domingos Alves Matheds, 20/5 a Jos F. de Fi-
    gueiiedo, 8/4 a Autouio Runos da Silva, 6/4 e
    4/10 a Meudes Lima t C, 7/5 ao Dr. Li. Feij de
    Mello, 8/lU a Luiz A orantes de Figueiredo, 1/5 a
    Henrique Bernardes ae Oliveira.
    Vapor nacional Sergipe, cht-godo da Bahia e es-
    cala in 28 do csrrente e con^iguado a Djiningos
    Alves Matbeus, miuifestou :
    Algodo 40 saccas a Mendes Lima & C.
    Arroz de casca 10o saces a Doningos Alves
    Matheus.
    Barricas vasias2S atados ao mes no.
    Carocos do algodo 70 saceos a Jo^ de Si L-
    :ao.
    Couros salgados 9eccos OS a II. Luudgren C,
    1!>8 a II. Nu-sch 6t C-
    Pedras dj amolar 109 a Miranda k Sousa ICO
    a Maia & li'zenJe.
    Ptllea 7.1 tardos a II. Stolzenbach & C 2 s. H.
    Nucscb Si C
    Sola 55 tolos a Ferreira Rolrgues t C, 137
    meioa a II Nuesch & C.
    Tamancos 4 fardos a H. Nueaeh 3tC,4. Soa-
    res do Amaral limaos.
    KiMOrlavo
    BECIFl, 27 DB MAIO DE 1887
    Para o exterior
    Na barca noru-'guense P. Arlhur,' carrega-
    iac :
    Para Liverpool, P. Carneiro & C. 200 saceos
    com 15,00i kilos de assucar mascavada : J. H.
    Boxwelt 1,000 saceos com 75,000 kilos d-j assucar
    mas cavado.
    No lugar inglex Maguie, earregaram :
    Par lWYoik, J. s. L .yo & Filbo 2,003
    saceos od, 150,000 kilos de assucar mascavado.
    Na barea portuguesa A'lianca, earrega-
    ram :
    Para o Porto, J, Pedrosa 2 caixas com )4 litros
    de agurdente e 2 barricas com 10) kilos de assu-
    ca- branco.
    Para Lisb a, P. Carneiro & C. 810 couros sal-
    gados com 9,720 kilos.
    No lugar portugus Henia, earregaram:
    Para Lisboa, Amonm Irmios & C. 1,524 couros
    salgado com 13,71t> kilos.
    Para o Porto, A-norim Irmos & C. 60 couros
    eipicbadoa coa 420 kiba.
    No patacho nacional Audaz, earregaram:
    Para M mtevido, Amorim Irmos & C. 120
    barricaa com 14,364 kilos de assucar branec.
    Para o interior
    No patacho norueguense Sif, carregou :
    Para Santos, Carlos Burle 900 saceos com
    54 000 kilos de assucar branco e 70o ditos com
    42,000 ditos de dito miscavaoo.
    No vapor nacioual Manda/tu, carregou :
    Para Villa Nova, J. A. C. Vianna 10J saceos
    com tarinha d: mandioca.
    No vap.T nacional Manaes, earregaram :
    Para Mauoo, H. Burle 10 barricas com 650
    kilos de assucar ro-fiiado e 15 barris com 1,410
    litros de agurdente ; F. A. de Azevedo tiO volu-
    mes com 3,80J kilos de as.ucar branco ; P. Pinto
    & C. 23 barris com 2,4'X) litros de agurdente ;
    J. de Aloujueique 3,i)0J tijolos e 3,000 telbas de
    oarro.
    i'araoPar, M. J. Alves G barricas com 393
    kilos de a-suc.ir refinado ; Baltar Irmo3 & C. 5
    pipas com 2,00 litros de sgaaideute ; V. T.
    Co.mhra 4'.J0 barricas com 30.860 kos de assucar
    brauco ; M. Alves Senua & O 10 barricas com 673
    kilos de assucar refinado ; V. da Silveira 150
    barr icas com 8,140 kilos de assucar branco ; F.
    A. de Aztvedo 250 barricas com 18.50J kilos de
    assucar branco ; P. Pinto 6t C. 10 pipas eom
    4,800 litros de agurdente.
    Para MarMiho, J. Martins Das 6 caixas com
    146 1|2 kilos de rap.
    Para o Cear, A. F. dos Sintos 1 caixa com
    medicamentos.
    = No biate nacional D. Aatoitia, earregaram:
    Para Mossor, A. Oliveira & C. 2 caixas com
    80 kilos de doce.
    Navio a carao
    Esto sendo desoachados os seguintPS :
    Barca inglesa J. B. D., caro?oe de algodo, pa-
    ra Liverpool.
    Barca portuguesa AlUanco, assucar, para Lisboa
    e Porto.
    Barca noru?guense or, algodo, para o Havre._
    Barca inglexa Prince Arthur, assucar e algodo,
    para Liverpool.
    Barca nacional Mara Angelina, assocar, para o
    Rio Grande do Sul.
    Lugar portuRuez Mertiliu, couros e outros arti-
    gos, para L'sboa e Porto.
    Lugar ingles iaggie, assucar, para os Estados-
    Unidos.
    Patacho noruegaense Si/, assucar, para Santos.
    Patacho nacional Alaria Augusta, assucar, para
    Montevideo.
    Ps'acho nacional Audaz, assucar, para Monte-
    video.
    Patacho nacional Andaluza, assucar e outros arti-
    goj, para o Rio Grande do Sul.
    Vapor ingles Neto, a'godao, para o Bltico.
    Vapor ingles Cearense ( chegar), algodo, para
    Liverpool.
    \avlo & descarga
    Barca norueguense Stanley, vorios gneros.
    \ Parea uacional Mimosa, xarque.
    , Lugar allemo Gazelle, trigo,
    i Lugar nacional Marinho Vil, xarque.
    Pataeho nacional S. Bartholomeu, xarque.
    Patacho nacioual joven Correia, xarque.
    Patacho nacional Rival, xarque.
    Vapor nacioi -.. Sergipe, varios gneros.
    Vapor ingles llerchant, vanos gneros.
    Vapor nacional Jacuhype, varios g.fueros.
    Vapor nacional Ipojuca, varios gneros.
    ItlIllK-il'O
    O vspor nacional Sergipe trouxe paia :
    Faria Sobrinho & C. 400*000
    Joo Ferreira F Oliveira HDOOJ
    O vapor nacional Mandos levou para :
    ,rahyba 9:8u0*00tl
    1
    Cear
    21:50Oi0tJ
    llendimentos puulicos
    MES VB MAIO
    A Ifaniega
    Renda gura!
    O.- 2 a 27
    dem de 28
    Renda rn-ovuicial
    De 2 a 27
    dem de 28
    6S5:07U893
    29.68U120
    ------- 71i.753013
    De uina obrigaco da quautia de 6 000 assig-
    nada por Manoel do Nascimento Vieira da Cunha
    e pertencente ao espolio do D. Mura do Carmu
    Vieira da Cunha.
    O gente cima a m mdado Jo Illm. Exm. Sr.
    Dr. juiz de direito de orphos e ausentes e a re-
    querimente do Illm. Dr. curador geral de ausentes
    em sua presenca, levar a leilo a referida obriga
    va" de divida.
    Em
    vapor Bahia e ?eu
    estado e lugar era que se acha
    Quinta -te ira SO de lunho
    A's 1 i horas
    Xo saldo da Asmciarao Commercial Ben
    tcente
    i O acente Gusiiio, autv,rifado por mandado co
    Kxm. Sr. I)/, juiz de direito especial do commer-
    cio, e a requeriinento do Dr. curador de ausenti ,
    no processo de ratificaco de protesto uisritiino e
    abandono do vapor Hithia, por paruj da compa
    nhia de paquetes brazilciros a vapor, far leilo
    com assistencia do mesmo juiz, do referido vapor
    e seu carregaineoto no lugar em que se acha.
    r-Qitinuac.ao
    Vender os seguintes predios :
    Urna casa torrea ra do Visconde do Albu-
    querque n. 110; a casa terrea a ra de D. Mara
    Cesar n. 31; a casa lerrea ra dos Guararapes
    n. 53 ; a casa terrea travessa do Sr. Bom Jess
    n. 2 e outros >oais.
    Terea-feira 31 do rorrele
    -4' ra de Pedro Affonso n. 43
    Ao meio dia
    Leilo
    De movis e 1 oitanie
    endo :
    Urna,mobilia de amarillo, cama frnecza. mar-
    quezoes, marquezas, cabides de columnas, 1 lavu-
    torio, candieiros de gaz, relogio de parede, jar-
    ros, mesa de jintar, elstica, cadeiras avulsas,
    aparadores, bancas, 1 oitante, l espada para olfi-
    Cial de inarinhu, 3 snelas domadas e outros
    muitos movis de urna familia que se retirou desta
    cidade.
    Quarta-feira 1 de Junho
    A's 11 horas
    Na casa u. 131 da ra Augusta
    O agente Maitius far leilo dos movis exis-
    tentes na icferida casa, ao correr do martelio.
    I'rofessora lina profvssora habili-
    tada se prope a ensinar na casa particular uesta
    cidade ou arrabaldcs, portugus, arithmetica e
    todos os pontos de agulha e utitras ren Jas ; nCE-
    ta typograplua ee dir.
    Aluga-se casas a *00 no becco dos Coe
    hos, junto de S. tonvallo : a tratar na ra O
    luiperatriz n. ti.
    Precisa-se de
    m ,I ha los : na ra di
    mu menino ecm
    Hurtas u. 17.
    pratica de
    de *. J
    uu da 26 de Maio
    Hercauo Humelnul
    O movimento deste Mercado
    foi o seguinte :
    Eutraram :
    39 bois pesando 6,152 kilos, sendo de Olivei-
    ra Castro, 27 ditos de Ia qualidade e 12
    ditos particulares.
    426 kilos de peixe a 20 ris 8/520
    105 cargas de fariuba a 200 ris 21 000
    13 ditas de fructas diversas a 300 rs. 3900
    10 taboleiros a 200 ris 2*000
    27 Sumos a 200 ris 5*400
    Foram oceupados :
    241/2 columnas a 600 ris 14*700
    22 compartimentos de arinha a
    500 ris. 11*000
    22 ditos de comida a 00 ris 11*000
    791/2 ditos do legumes a 400 ris 31*800
    18 ditos de suino a 700 ris 12*600
    10 ditos de tressutas a 600 ris 6*000
    10 talhoa a 2* 20*000
    6 ditos a 1* 6*000
    A Oliveira Castro & C.:
    54 talhos al*
    Ucve ter sido arrecadada neetts dhs
    a quautia de
    Precisa-se de urna cosinheira pera casa de
    familia, que seja de boa conducta ; na ra do
    Imperador n. 73, 3~ andar.
    Piecisa-se de urna cosinheira par casa d<*
    familia, que durma .un casa ; a tratar na ra do
    Baio da Victoria n. 39, leja.
    i = Traapassa se a taverna da ra do Apollo n.
    I.'< : a tratar ua mesma.
    Aluga-se o 2- andar do sobrado n 7 na
    * Passagem, com agua, bastantes commodos e con.
    I modo preco ; a tratar no inetmo, com Loureiro A;
    Companhia.
    0 vigsimo n. 404559, "da lotera de.....
    2,000:000*, pertence a Sra. D. Aona, que mo-
    radora na traversa do Raposo, de sociedade com
    urna si-nhora viuva. A pessea que delle. estava
    incumbida, tendo-o perdido, suppc que salva
    por este meio sua respousabilidade.
    Ville de Bahiado Havre a 6.
    N:'e do su! a 6.
    l'ernamDucodo su! a 7.
    Oratorde Liverpool a 9.
    Tamar -da Europa a 10.
    Allancado sul a 11.
    Espirito Sautodo uorte a 13.
    Advanccde New-Port-News a 14.
    Mondegodo sul a 14.
    Equateurdo sul a 19.
    Cearde Hamburgo a 21.
    Z:cbtyde Fiumea 22.
    Manosdo norte a 23.
    Nevada Europa a 24.
    Parado sol a 27.
    T>gusdo sul a 29.
    :>4*ooo
    27920
    5:475*700
    i
    5:683*420
    89.000 iOS
    7.095636
    96.095*718
    Iteoebedoria
    De 2 a 27
    dem ue 28
    De 2 a 27
    Id*a> d 28
    no 2 a 27
    Ide o u. 28
    810-848,4731
    33:039i802
    2:S05*066
    Dnnsuladc fsujinciai
    Reeije Drainage
    35:844686S
    37:877*768
    3:603*685
    41.481*453
    4:966*669
    1*4*452
    5:161*121
    Keudmento dos dias 1 a 27
    Foi arrecadado liquido at hoje
    frenos do dia :
    Carne verde de 320 a 400 ris o kilo.
    Carneiro de 1Q a 800 ris idem.
    Sumos de 56') a 640 ria idem.
    'anuha de 20J a 24 ) ris a cuia
    Milbo de 40 a 320 ris idem.
    Feijo de 640 a 1*000 idem.
    Haiailonro Publico
    Foram abatidas no Matadouro da Cabanga S5
    rezes para o consumo do dia 28 de Maio.
    Sendo: 63 rezes pertencente a Oliveira Castro,
    ft C, e 22 a gversos.
    Vapores e navios esperado)
    VAPORES
    Gold Hall > sul boje.
    Argentina le Hamburgo hoje.
    Bkamenyde Trieste hoje.
    Junho
    Ville de-Maceido sul a 2.
    Campiasdo sul a 2.
    Cearense-de New-York a 2.
    Parado norte a 3.
    Arliudodo Rio Grande do Sul a 4.
    Girondeda Earopa a 4.
    Aconcaguada Europa a 5.
    Marques de Csxasdo sul a 5.
    Ancuado Londres.
    Antie Mariedo Rio Grande do Sul.
    Christian Elisabethde Cardiff.
    Camoesdo P"rto.
    Elysado Porto.
    Erutede Hamburgo.
    Golden Fleecede Terra Nova.
    Guadiauade Lisboa.
    Kataiinale Terra Nova.
    Leanderde Terra Nova.
    Lewia Ehermande Baltimore.
    M.riulio IX do Rio Grande do Sul.
    Meta Sophide Hamburgo.
    Osseode Cardifi.
    Positivo-do Rio Granie do Sul.
    Reform do tio Grande do Sul.
    Whelminede Hamburgo.
    /..rosdo Rio de Janeiro.
    Noviuicnlo do porto
    Navio entrado no dia 28
    Bahia e es3ala-ll dias, vapar nacional Sergipe,
    de 411 toneladas, commandante Pedro Vicmas,
    equipagem 27, carga var03 gneros ; a Domin-
    gos Alve Mutbeus.
    Navios sahidos no mesmo dia
    Terra-NovaBarca iugleza Helen habel, capital
    John F. Olsen, em lastro.
    Terra-NovaLugar inglez Dora, capito Richard
    May, em lastro.
    New-YorkPatacho inglez Kathleen, capito John
    G. Cook, carga assucar.
    MontevideoLugar norueguense Stabel, capitn
    N. H. Lithoe, carga assucar.
    Mossor Hyste nvctonsl D. Antonia, mestre
    Victalino da Rocha Picado, carga varios gene-
    ros.
    Manos e escala -Vapor nacional Manos, com-
    mandante Gul'hcrcne
    rios geros.
    Wadlingtr.n, carga va-

    rTlBlVH i



    '
    o
    Diario Precisa-se alagar ubi a frrande prxima
    da cidade com comroodos para hotel, sendo prefe-
    rida na ra do Payaandu" (Chora Meninos). Para
    informacoes ra do Imperador n. 26.
    Isabel Ignaeia de Gusmio Vilella, viuva do
    commendador Joo Valentim Vilelra, declara ao
    publico que nao posaue escravoe, que tVlismente
    est curada radicalmente de semelhaote molestia,
    a qual aiuda mesmo uaa mios Jo mais mtelligen
    te e caridcso medico, torna se sempre rebelde e
    s nos deixam as veses quando nos arrancam a
    vida com mil dores.
    __ Vende-se uroa tuerua no Peres, 3o distric
    to da treguesia de Afosados, bem afreguezada e
    de pequeuo capital, e bein ass'in a casa n. 218
    em que occupa o referido n>'gocij, tendo bons com-
    modos para familia ; a causa da venda se dir ao
    comprador. _______^__
    AM& DE LEITE
    Preeisa-se de urna que tenha boro e
    abundante leite ; tractar na ra Duque
    de Cxias n. 42, 3. andar.
    Precisase de urna ama para lavar e en-
    gommar em casa de familia : na ra do
    Riachuelo n. 13 se dir.
    E
    DE
    .Mfcniel L R. da Foospea
    35-Prafa do Conimercio-oo
    ,PESQUEIRA
    N'este estabeleci-
    menlo encontrar o
    publico em geral, mu
    completo sortimento
    de medicamentos, dro-
    gas, productos chi-
    micos, especialidades
    pharmaceuticas naci -
    naes e estrangeiras,
    leos, vernizes, tintas
    de todas as cores, pill-
    eis e ni ais artigos
    para pintura.
    O proprietario des-
    ta importante pharma.-
    cia responsabilisa-se
    pela boa qual i da de
    dos medicamentos e
    drogas de que est
    pro\ida, e bem assiin
    pela presteza e asseio
    com que sero aviadas
    as receitas dos Tllms.
    Srs. Drs. mdicos, que
    precisare ni de seus
    servidos phar macen ti-
    cos n esta cidade.
    As Pilulas Catharticas
    Do Dr. Ayer.
    A exMrieDeia-io tem"", appciulo !is Pilulas rio
    T'r Awr.t dailn SBpl ivael.......n -LlJ-T-l mu- Ha......s de aarwtt sanos
    aneeataa Mlialaobtivr*ninin popularW i
    renal, qw nenhuina ontra mededna pnrgpl
    MHdo rivalisar. .
    \s Pilulas no I>k. Avkr, pnrgam completa-
    mente oventre com suavidaale, eMimnlan c or-
    tifleam os orados digestivos e n
    As Pilulas do Dr. Ayer
    ruran Indigetlo p Impedimento, e eritam militas
    F.-ria e a airado fttai -. eutermidades, motivadas
    i*>r aquellas desordena.
    I'nra ;# flornc-n .1" Ral T.nii=.
    ,-uioa syuptomais sao :i Eafarmidades da vile.
    Ardor e Pee no BMamMOi Nausea, Males.
    I)..r.- d. -abi-rn. Hlito Ftido, Febre BUlot
    < olica. Drea do i*i:.....-i s|>acluas,
    I nrtiaroe Hydropic;i. etc.. nada a. alUvla
    com s<.-iiir:inca e proinpti.lo como as 1 it.ft ->s DO
    Di;. AYER; as quass o di grande utilidade no
    curativo du Hemorrholda*.
    ( oino reinedio dosnestico nao tem egual.
    PREPARADAS PELO
    r>R. T. C. AYER e CA.,
    Lowell, Mass., H. U. A.
    A" venda mw priiicipaea ahannscias e drogarl M
    Vinlio da lourisca
    A eilria da p&ca
    Acaba de chegar uova remesen desle excellente
    vinho de mesa, que se torna ncommendavel por
    ser com sante a vide o deu ; vendem Justo Tei-
    xeira i C. Successores, ra da Penba n. 8.__
    Phanacia central
    Ra do Imperador n. :s
    Jos Francisco Bittencourt, antigo pbarmaceu-
    tico da pbirmacia franceza ra do Bario da
    Victoria u. 25, avisa a seus amigos e freguezes,
    que se acba na pbarmacia cima, onde espera
    continuar a merecer aconfianca que felizmente
    depositarain ein seus trabalhos proteasionaes.
    Canell"
    Compra-se em grande ou pequea por>,o ; na
    ra larga do Rosario n i.
    traspassa-se'
    um importante estabelecimento de molbados no
    melhor local que ba na freguezia de Santo An-
    tonio, boa armacao, offerece todas as vaatagens :
    quem pretender, na fabrica Tigre informa.
    J-''/-'^ .
    ^ 'X*
    Gal
    Precisa-se de um eaiieiro de 12 a 14 anuos de
    idade, com pratica de Uverna e qne d iadsr de
    aua conducta ; na ra das frioer-eiras n. 23.
    Wr

    &

    P.

    y\c>'
    \*
    v
    -<;
    (laronj,a
    Alnga-se a casa terrea u. 40, ra da Amiza-
    de, est concertada e caiada ; a tratar na ra
    velha de Santa rtita, sobrado n. 14, das 8 horas ao
    meio da. e das 4 As t h ras da tarde.
    Fabrico de asurcar
    Apparelbob econmicos para o cozimen-
    te e cura. Proprio para engenhos peque-
    dos, sendo modlct* em preco o el
    ItM-ilvo em operaco.
    fode-se ajuntar aos engenhos existentes
    do systema velho, melborando muito a
    quadade do assucar e augmentando a
    quantidade.
    OPERACO MUITO SIMPLES
    Uzinas grandes ou engenhos centraes,
    majhiniatno aperfeigoaio, systema moder-
    no. Plantas completas ou machinismo
    separado.
    EspecilicaQoes e inforrna9oes com
    llrowns C
    5-RUA DO COMMERCIO-5
    Terreno no Arrayal
    Tendo sido annunciada a venda de um terreno
    ra da Harmona, no Arn yal, pertencente a
    Rufino l'ruz Couceiro, previne se a quem interes-
    sar que a cerca ltimamente feita nos fundos do
    iceumo terreno invadi os dos vizinhoa.
    triados
    Na ra da Unio n. 13, precisa-se de duas
    criadas e um criado.

    35--
    --35
    ::::::::
    Pliotographia
    Hermina da Casta, proprietaria da photogra-
    phia, sita ra do Barao da Vietsria n. 12, 2* an-
    dar, desojando dar o maior impulso possiV'-l a ar-
    te photcgraphica, e conbecendo que para isee era
    necessario, attenta exteneo do respectivo tra
    balbo, abrir ama jutra pbctograpbia, alm da ac-
    tual, nac tem poupado despezas e esforfos para
    realisacao desse desidertum, e por isso preparen
    no predio n. 7 da ra 1." de Mar^o (antiga do
    Crespo) o novo estabelecimento photographico,
    sob o titulePbotograpbia Moderna.
    Dando conhecimento ao publico desse outro es-
    tabelecimento, que dever abrir-se no Io de Ju-
    nho prximo vindoaro, espera que o seu concurso
    torne-se cada vez maior, afim de dar maior ani-
    macao e estimulo aquellos que, como a proprieta-
    ria das mencionadas pbntographias, pretenden) o
    engrandecimento das artes em sea pas.
    O publico peinambucano, portanto, convidado
    a visitar as ditas pbotographias. e o faaenio po-
    der conhecer da perfeicao eom que sao alli exe-
    C'Jtados os trabalbos concernentes arte photo
    grapbica, e com certeza nao ser DOr falta de bom
    acolbimento, lbaneza de trato e cavalheirismo por
    parte do respectivo pessoal, que deixar de conti-
    nuar a digpensar-lbe o seu vaiiosissimo auxilio
    concurso.
    Com a acquisicao que t> s de machinas as mais
    aperfeicoadas e com o preparo a capricho dos ala-
    liers se acham as referidas pholbogTaphias, em
    condices de satistaz?r completamente as exigen
    cas do publico, quer em relacSo a retratos de to-
    dos os taannos, inclusive c natural, como A vis-
    tas, de edificics pblicos, pracis, ras e arrabal-
    des desta cidade, algumas das qaaes vistas se
    acham alli expostas venda.
    Incumbe-se de execuf ar qualquer trabaHro pho-
    tographico fra mismo dos estabelecimentos, me
    diante um preco rasoaveL
    Para dar completa eiceuclo a todos esses tra-
    balbos tem cada urna das phntographias citadas
    nm pessoal tecbimeo habilitadissimo, fazendo par-
    te do da pbotograpbia da ra do Baro da Victo-
    ria n. 12 o photegraphoFloscnio de Magalbae],
    e do da photographw Moderna os photojrrapb'.s L).
    Joaquim Canelas de Castro e Manoel Iauocencio
    Menna da Costa, todos artistas j batante co-
    nhecidoi do publico peruambucano.
    Farslio 'j caroco fle algoaao
    a 400 rs. a arroba
    ~ Cbegou a primeira remessa do precioso farello
    de caroco de algodio, o mi barato de todos os
    alimentos para animaes de raoa cavallar. vaceum
    suino, etc. O carteo de algodo depoia de ex-
    trabida a casca e todo o oleo, o mais rico ali-
    mento que se pode dar aos aoimaea para os forta-
    lecer e engordar com admiravel rapidez.
    Noa Estados- Uoidos da America do Norte e na
    Inglaterra elle eatpiagado (com o man relia re-
    sultado) de preferencia ao milbo e oatros farelbs
    que sio muto nmis caro e nao sao de tanta sus-
    tancia.
    A tratar no elfo Uno do Car-
    po Manto. 1 andar
    Ao eoninicrcio e a quem
    interessar possa
    Os abaixo assignados declaram que compraram
    ao Sr. J. aquim Lopes Teixeira o seu estabeleci-
    mento de molbados sito A ra estreita do Rosario
    n. 18, livre e dcsembaracdo de todo e qualquer
    debito. Recife, it de Maio de 1887.
    Dourado Fontes & C.
    Engenho para arren-
    dar
    O lioiabeira, d agua, moente e corrente, meia
    lefoa distante de Jaboata >, com trras para sa-
    frejar 2,000 piea de assucar, e boa casa de vi-
    venda ; a tratar na ra da Imperatriz n. 49, se-
    gundo andar.
    Alnga-se por preco muito commodo a um pe-
    quea familia o soto do 1 andar da ra do Vis-
    ende de Itaparica, antiga do Apollo n. 53. No
    mesmo precisa-se de um menino para faeer com-
    pras e um preta para cosinbsr para duas pessoas
    d-se roupa e bom crdenado.
    AVISO
    Os fugos do artificios preparados na an-
    tiga fabrica da viuva Rufino proprios para
    as noites de Santo Antonio e S. Jo2o, ven-
    dem-3e nicamente no caes Vinte Dous do
    Novembro, arraazem da Bola Atuarella
    n. 30, pelos presos da fabrica ; neste ar-
    rotizem haver venda lindos craveiros,
    pistolas de todas cores e tamanhos, rodas
    simples c singelas, foguetinhos, estreli-
    nhas, etc., etc.
    Ciialo
    Precisa-se de um ciiado, preferindo-so um me-
    nino ; no largo do Corpo Sanio n. 11, 2- andar. ,
    Per- 221
    Aluga-se a casa n. 26 da ra de S. Joao, com
    bons commodos, bom quintal e est Iimpa ; a tra-
    tar na ra Duque de Cixias n. 80, loja.
    Aluga-se o 1 andar do sobrado n.27 ra do
    Imperador, pintado de novo e com agua ; a tratar
    na ra do Duque de Canas n. 47.'j______________
    PEDIDO"
    X. 3 .Vi: a (4 rs.
    Jos Antonio de Albuquerque Pedroza pede ao
    Sr. Jos Barreto Pacs de Mello, o favor de pagar
    a importancia de aua letra j vencida ; Vmc. sa-
    be que tambem devo e quero pagar aos meus ere-
    dores. A nessa casa muito perto da do Sr.
    seu sogro Jos Ignacio Avila, marco-lbe o prazo
    de 8 diaa para este pagamento.
    Recife, 24 de Maio de 1887.
    Jos Antonio de Albuquerque Pedroza.
    U commercio
    O abnixo tendo vendido o seu tstabelecimonto
    de moihado sito ra do Sol d. 24. da cidade de
    Olinda, ao Sr. Antonio Rodrigues Tavares, livre
    e desembarazado de qualquer onUs, convida a
    qutin se julgar credor a presentar suas cuntas,
    no prazo de tres di as, a contar da data presente,
    ficando o comprador seco responsabilidade algu-
    ma, depois de lindo o prsco.
    Olinda, 27 de Maio de 1887.
    Joaquim Moreira Coelho.
    MMOlMMMolleH
    UNIV 1878
    CroiXi-CheTalier!
    EXP0SIQA0
    Hedaille d'Or
    US PLUS HAUTBS RCOMPMiet
    Nova Crcacao
    PRIMAVERA!
    * E.COUORAY
    Inventor da
    PERFDMnRIi ESPECIAL de LACTEHA
    Tao apreciado do alio mundo.
    Sahonete........ PRIMAVERA f
    Oleo............'PRIMAVERA
    Agua de Toucador PRIMAVERA
    Essencia........ PRIMAVERA
    P de Arroa.... PRIMAVERA
    FABflIOA E 0EP0SIT0 !
    pars 13. Ru d'Enghien, 13 pars
    Acba-se i nada em totas as'pi iaei[s Perfamariw
    PHARMACIA CENTRAL
    3S--Rn do Imperador38
    Tendo pas8ado por urna completa reforma acha-se montada a satisfazer coa
    prornptid2o as indicarles medicas, tendo para esse tiro medicamentos de primeira te
    lidade e especialidades pharmaceuticas dos primeiros fabricantes.
    Precisa-se de urna ama para cosinhar em casa
    de punca familia ; na ra de Marcilio Oas nu-
    mero 26.
    Um boin queijo hollaii-
    dez
    E\I CASA DE
    lu
    RECIPE
    0.
    Assucar retinado
    Vende-se na refinscao d.i ra do Coronel Suas-
    suna n. 7, em arrobas por prec> commods, e em
    kilos, Ia sorte a 240 rs., i* a 200 rs. e 2a a 160.
    " Telepbono=-.'i48
    Ama
    Precisa-se de urna ama par* cosinhar, que seja
    de meia idade ; na ra Da |ue ile Casias n. 2.
    Vende-se
    urna armacao de amarello, envidracada ; a tratar
    na rna ^o Vuroni H-' OImiiI- n. Hll.
    O. Hanoella '.niiix-rmiuu d<*
    Palta
    Manoel Gom"S de Paiv e seus filhoa agrade-
    cem do iutim d'alma a todas as pessoas que de
    tSo boa Vi ntade se dignaran) acompauhar a sua
    ultima morada os restos m ntues de saa extremo-
    sa esposa e ni;i, D. Manoella Uuilhermina de
    Paiva ; especialmente agradeceui A digna irnian-
    dade do Senbor Bom JebUJ dos Afflictos, pela fr
    m que dt to boa vi ntade su prestaram ; e de
    novamente os convidara, e a todos os pareut-s,
    para assistirem as missas do stimo dia, que lerao
    lugar na igreja de S. Jos de Riba-mar, pelas >
    horas da manba de segunda-feira 30 do corrento,
    pelo que desde j se confi-ssam gratos por este
    acto de relifciao.
    VINHO e GRAGEAS doIor V1VIEN
    Sztracto natural de Fijado de Bacalhao
    PREMIADO COM MEDALHAS DE OURO E PRATA
    pela -A.Cci.cl.em.ia N"acioxj.al
    Ordenados nos Hospitaes de Franga, America, Inglaterra, Russia, etc., etc.
    Administrar so1' forma rnui fucile agradavcl texios os elementos curativos do oleo evitando
    asslm o cheiro ^ sabor nauseosos (Teste; alem d'isso osla preciosa preparacao lem nina
    superioriMade inconlestavel sobre o Oleo porque pode ser usada durante os grandes calores
    em rinanto o uso daquelle impossivel, tal o eminente servico piolado pelo Ooutor
    vrviENi a experiencia tem confirmado o bom xito d'esle producto.
    Exigir a firma do Inventor H. viviii em duas cores ao redor do gargalo de cad
    garrafa com o Sello o L'nio dos Fabricantes.
    r.tltls SO, Boiilevard de. StraHbourg, SO F.'.HIS
    CAJURUBEBA
    PRAPERADO VINHOSO DEPURATIVO
    APPROVAO JUNTA DE HYGISDE PUBLICA DA GOli
    Autorisado por decreto imperial de 20 de Jnnho k 1883
    Composcio de Firmiiio Candido de Figueiredi
    EUPKEGADO COM A MAIOR EFFICACIA NO EHEUMATISMO
    DE QUALQUER TATOREZA, EM TODAS A8 MOLESTIAS DA PELLE, AS
    LEUCORRHAS OU FLORES BRANCAS, NA A8THMA
    BBONCH1TES (iiio!csli;is tas vias re^piralnria*). nos sofkrimi
    OCCASION'A DOS PELA IMPCREZA Do SANGCE E FINALMENTE
    AS DIFFERENTES FORMaS DA SYPIIILIS
    PropagadorA. P da Ciinlia
    As importantes curas, que esto importante medicamento lera proeliziio
    tadas por pessoas de elevada posicSo social, fazem com que de toda parte s ja
    procurado, como o melhor e mais enrgico depurativo do amigue.
    Depurar o sangue, como eondiyao de urna circularlo benfica o efficaz, tii
    que consiste priocipaluente o meio mais sfguro do conservar a sanie o de CU
    molestias que a impureza do sangue occasiona.
    O Cajrubba, pela sua acc3o tnica i enrgicamente depurativa, c ra
    ment que actualmente pode conseguir esse resulta 1 sera prejudicar neiu altei
    func^Ces do estomago e dos intestinos, porque nao contm substancias nociva
    do vigor depurativo dos productos que constituem a base priacipul d'este m.*dicam<
    As militas curas que tem l'eito, estSo coinprovadas pelo testemuuho dos
    tinctos e conhecidos cavalleiros que firraain os attestados, que este jornal tem pufei/e
    do em sua seceo ineditorial
    Deposito central, Fabrica Apollo, roa Hospicio 7!)
    A' tonda em uaiaiiaw p?tartaacirM tlu Braxil e lu eU'HKeiro
    SO
    Grenae Sinaon
    POS DE ARROZ SIMN
    Saboneta Crerc Simn
    preparados com plyccrina, para a toilette diana, contra
    as influencias perniciosas la atmospliera .nadar ao
    rostro : Frescun, Mocidade e Macieza.
    FRUSTRAL AS NUMEROSAS IHITAQOlS. "Sfi
    J. SIMN, 36, Ru de Provence, PARS >-*
    PRINCIPAES PHARMACIAS, PERFUMERAS ET L0JA3 DE CABAILEREIROS. f
    J chegaram
    Tacos para bilhar.
    SoIhs para tacos.
    Vidroi ptra coimormn.
    Chaves para afinar pianon.
    Molduras para qaadros.
    Carrinbos para criancs.
    Colleccoee de occarinai.
    Realejos e calongaa.
    Na ioja de musiera e instrumentos, do Azevedo,
    Ra Nova n. 13
    Para evitar falsificares com referencia ao co
    onecido PEITORAL DE CAMBABA, deve exi
    gir-se este preparado com a firma do anctorAr-
    vares de 8. Soares en rotlo circulando a ro-
    Iba do frasco c a marca da fabrica nos involtorios,
    .rulada pelo n .me dos agentes e depozitarios
    geraes em Pemambuco Francisco Manoi 1 da
    Silva & C, ra do Mrquez de Olinda n. 23
    Vcnde-sc
    o deposit sito ra do Coronel Soassana n. 180,
    com poucris fundos.
    Nenenles e arrpalo
    Compra-Ee na fabrica Apollo & roa do Hospicio
    numero 79.
    Caxero
    Na ra da Palma n. 37. precia-se de nm cai-
    xeiro com pratica de molbados e que d fiador
    sua conducta.
    Mi lili
    PARA TINOIR A
    barba e os cabellos
    tintura tinge a barbn e o cabellos ins-
    tantneamente, daudo-lbes una bonita cor
    natural, inofensivo o sea oso simples e
    rpido.
    Vendc-se na BOTICA FRANCEZA E DRO-
    GARA de Ronqoeyrol Frere, successores de A.
    CAORS, ra do Bom-Jeras (antiga da Qrus
    o. 4?.
    Criado
    Precisase de um que saja fiel ; aa raa da Im-
    peratm n. 86, 3 andar.
    Jalroph
    Manipoeira
    Esse medicamento de urna eficacia rrconhevida
    no beriberi e outras molestias era que predomiua a
    bydropesia, acba-se modificado em sua prepara-
    cao, 'iracas a urna nova formula de um distincto
    medico desta cidade, sendo que somente o abaixo
    assignado est habilitado para preparal-o de modo
    a melhorar lbe o gosto e cheiro, sem todavia alte-
    rar-lbe as propriedades medicamentosas, que se
    conservam com a mesma actividade, se nao maior
    em vista do modo por que elle tolerado pelo
    estsmago.
    I'nico lepoMllo
    Na pbarmacia bnceicao, roa do Marques de
    Olinda o. 61.
    Becerra de Mello
    ATKINSON
    PERFUMARA ingleza
    Jatead* ba mata de um seclo; excede loda*
    as ontrasprlo sen parame delicado e rxquiaiU.
    TiEZ Mhdalhab d* Ooo
    PARIZ 1873. CALCUTTA 184
    pela ixlp-fin eicellencia de uj qualidade.
    Perfume* moj'-rnos de A'Jfiaioll
    PAGRiCA & CYMBIDiUM
    de raro e peculiar p.'rfiim'' o^qQ-tc lendo sido
    registrados pr intermedio
    de eus lovenlorcr. ou Ajrewadeatef,.
    AOUA DE COLONIA OE ATKIN60rf
    aem rival pelo seo perfume r saconcenlra;;ao.
    Excede todas os productos similares veodidoa
    sob o mesuro nome
    AGUA FLORIDA DE ATKINSON
    delicado perfume para o lenc distillado da
    urna rscolha exquisita.
    hcMlra-Mea Ciu ii lo oioiNtOimt'S eribricaatei
    J. C. ATKINSON
    24, Od Bond Street. Londres.
    Marca de Fabnca Urna "Rosa branca A
    sobre urna Lyra de Ouro."
    Alexandrina Cavaleanle de
    11 baque!-que
    Anna Alejandrina Cavalcunte de Albuquerque,
    Joo FrancitCD de Hollauda Civalcunte, Joaquim
    Francisco de Holl.tnda Cavalcante (ausentes),
    Mara Alexandrina Cavalcante Amorim, Antoniu
    Leonardo de M>>nezes Amorim, Francisco Pedro
    Boulitreaux, Zulmira Cavalcante da Albuquerque
    Boulitreaux, alteres Rodolphc Cavalcante da Sil-
    ve Peesos, agradecem ordialmeute aos seus pa-
    rantes e amigos que se dignaram acompanhar ao
    cemiterio publico os restos morfaes de su* presa-
    dissima mi, sogra, tia e av, 1). Alexandrina Ca-
    valcante de A bnquerque, e de novo os convidara
    assistirem as missas que, pelo e'erno descanco
    da mesma finada, mandara resar na igreja da
    Penba, no dia 30 do correte, as 7 horas da ma-
    nh, stimo dia do seu pasearaeute.
    Clemencia Breull
    Henrique Breuil e sua mulher mandam cele-
    brar ama nnssa por alma de sua presada rai e
    sogra, na igrei* de Belem (Eacruzilhada), no dia
    30 do corrente", s 8 horas da manba, aniversa-
    rio do seu fallecile uto, t convidam os seus amibos
    para assistirem a est acto de rel'g'ao.
    PraaciNco tuionln da Wilva
    cna alame
    Maria Rita da Silva Cavalcante. Francisco de
    Assis da Silva Cavalennte, Cordulina Amalia Ca-
    valcante Lira, Drlpbina Mnrgarida Cavalcante
    Toledo, Zulroira Aoteria da Silva Cavalcante,
    Francisca Auna da Silva Civalcante, Antonio
    Caudido Guimaries da Silva e sua esposa Fran-
    cisca Juveatina Guimares da Silva e netos, anda
    sob u mais dolorusa luipreesao, agradecem o ca-
    ridoso obsequio de todos qua acouipanbaram ao
    cemit e saudeso esposo, pai, sogro e avo, Francisco Au-
    tonio da Silva Cavuleante, e pedera s mesmas
    pessoas e aos parentes e amigas do finado, para
    que se dignen) de assistir as missas que mandam
    resar pelo eterno reaouso de sua alma, tegunda-
    feira 30 de Maio, s 7 bor.is da manhi, na matriz
    da Boa-Vista, stimo dia do seu pt-ssamento ; pelo
    que se confeseam desde j eternamente agraie-
    cidos. ___
    PHARMACIA FARNGEZA
    DE
    FERREHA lltMVO t
    85MA D Bil DI VIIMU-S
    N'este estabelecimento bem eonhecida
    encontrar o respeita\el publico, um com-
    pleto sortimento de medicamentos, droga*,
    productos chimicos, especialidades pharma-
    ceuticas nacionaes e estrangeiras, leos, ver
    nizes, pinceis, artigos proprios para pholo-
    graphia, pjrotechnia, etc., etc., tudo recebido
    directamente dos mais acreditados fabrican
    tes da Europa e America.
    Garante-se a qualidade de tudo que or
    comprado n'este estabelecimento, quer em
    grosso, quer em retalho, afim de bem ser-
    vir aos que lbe dispensarem sua confianca,
    25trua do Bardo da Victoria2-)
    llliina mn idade de fogos
    e sor.es
    OfFerace-se aos amadores, para os festejos das
    noites de Santo Autinio, S. Joao e S. Pedro, um
    completo sortimento destes artigas, qur vende-se
    por precos muito razoaveis, e faa-se grande diffe-
    renc* eai poroso ; na ra do Rangel n. 2, e ra
    estreita do Rosario n. 23.
    Allenfao
    Fard
    HnMMntto-.PARIt, i, Boulntrd Uontmtrtr.
    OHANDE-GRILUE.-.^ffKcoih-mphaticii.iloaa-
    gai la Tas ili^es 11 ra, ;bstruccoe*ao finad oe (loba r;o
    obatmeeofs viaceraes.eoacrscoM calculosas da bils.
    HOPITAa.. A Beecejdaa t.ij digeatiraa incomoio-
    dM do lomar, Sigctts diOcil, loappalsaeia,
    fflralgia< il.'iepsia.
    C&UMTINS .AlTeccdMidotrias,daiigairsiaa,
    coDcySes das ourinas, gota, diabcla*. al^umnuru.
    HaUTEUVE Airecccsiios r:a. dt htiigaj rsias
    soncreces da.- ounn.is gola, duoetss, aionmiaaria.
    EXUA-SE 0 BOIE FUSTE U CAPSULA
    lat Hmmmico, ai Aguai da Fontea da Vicj,
    nm aov.aada, a< \li u en casia de
    BimBIfOT LABILLE, 9. roa o Oolanar-
    a SSUEI a KOiXHXm, as. raa a Craa.
    (.uniuii'iiuatliir Jt- ri-uin aun
    >'-.
    A mesa regedora da ventravel ordem terceira
    ds N. S. do Carmo, grata memoria do seu talle-
    cido irmo, commendador Jos Pedro das Neves,
    pelos relevantes sarvioc* que prestou a bem dos
    interesses desta ordetn, mnodam o labrar miisa e
    memento por alma do mesmo, quarta-feira 1 de
    Jucho, trigsimo dia de seu fallecimento ; para
    cujo acto convida a todos os rmaos, bem como
    aos parentes e amigos do meamo finado a compa-
    rseerem na igieja da nossa ordrui, s 8 horas da
    uiKnh do referido dia.
    SSacw-* atssa*SMv man ng '"" '"-^'^l
    C apiato Antonio de Sai l.eitiio
    Na terca feira 31 de Msio se resar na Igreja
    do hospicio dos misslonarlos de N. 8. da Penha,
    s 6 boraa da manhi, ama missa pelo eterno re-
    poaso da altas, do que em vid, era capito Anto-
    nia da S Leito ; para assistancia da qual con-
    vidam se os parentes e amigos do mesmo Uado.
    as
    Tabarcio de Olivelrn & C.
    tm panno azul rspecial e proprio para fardamen-
    to militar, e dispoe de artistas habilitados para
    este fim
    Em sua casa de aifaiate
    A' ra do Mrquez de Olinda n. 61.
    Accocs entre amigos
    As de um piano e um santuario corr ra irnpre
    tervtlmente com a 6* lotsria Ja provineis, que
    sera exsrahida no dia 31 deste mee, a qual foi'
    adjptada. como Se niiuiic ou Dos Diarios da 12 e
    13, por forca do desappareeimento inesperado!
    das loteras da Colonia Isabel. Ricife, 28 ds
    Malo de 1887.
    Pede-se a nm artista da companhia dramatis.
    que est no Santa Isab-I, o favor de ir i rua<&
    .Vladre de Deus n 3, rara tratar de um negocio.
    Precisa-sa de um pn.tico ; a tratar na ra a
    ra do R' sario n. 34.
    Sitio
    k
    Aluga se excellentv. morada, cora casa pan
    lamilia ; toda caiada e pintada de novo, arvoredaa
    etc., ra de S. Miguel n. 99, tm Afogados, pecta
    dos bonds.
    Aluga-se a casa grande ra de S. Jorge ci.
    26 (Recite), perto da estt;ao do Limoeiro.
    Aluga-se a casa pequen.\ ra de S. Francisca
    n. 1 : a tratar na ra Je Santa Thereza n. 38.
    4luga-se
    0 1 andar do predio n. 21 raa do Baro ds
    1 ietora, e a loja do predio n. 11 i roa de M*r-
    cio Diaa ; a tratar na raa do Yigwio a. 31, pri-
    melro andar.
    Tinta preta
    INALTERAVEL

    COMlItJXICATIVa
    PHABMACIA CENTRAL
    38 Ra do Imperador 38
    Pernsaimbaro
    Seria par* esoripturacao mercantil d frai
    quatro copias de urna va
    nSvB
    1
    ^



    I
    /
    i

    !)
    \
    Mari de FemarobneDomingo 29 de Maio de 1887
    Aluga-se barato
    Xm Viaconde de Itaparica n. 43, armazem.
    Zm Coronel Suaseana n. 141, quarto.
    |M de Santo Amaro n. 14, luja
    Kaa do C TraU-w na ra do Commercio n. b, 1* andar
    ptorio de Silva Ouimaraca & C.______^^^^
    Alujase
    m eaaa com sotio, edificada a moderna, con
    aoBMimodacao para familia, sitio pequeo, entre
    aa axa estaeoes Jaqueira e Tamarineira.
    OIT14
    Uaea easa nova em frente do Sr. Thom, propua
    pa pequea familia, entre Jaqueira e Taman-
    aira ; a tratar na ra Primeiro de Marco d. 5,
    laja e joiaa._____________________________
    Ama
    Preciaa-ae de urna ana para o aervico de ama
    eaaa de p.iuca familia : aa ra Nova n. 14, se-
    gundo andar. ^_^^^___^______________
    Ama
    Precisa-se de urna ama para casa de peqaena
    familia ; a tratar na ra do Paysand n. 19, Pas-
    as gem da Magdalena. ________^_ _______
    Ama
    Altura-se
    l tasa terrea ra do Hospicio n. 70 ; a tratar
    sesma ra n. 81.
    \Iii;i-sc
    a eaaa sita Ponte de Ueba n. 35, com accom-
    _dacoes para familia regular, sitio, agua do
    Bekeribe e gas carbnico ; para ver e tratar, na
    metan eaaa.____________________________________
    MaiNga ingha
    Tem pura vender em latas com meio kilo cada
    naaTiOrs. Antcnio Duarte, ra da Unio
    a. 54e Arthur G ncalves Macaos, ra da Au-
    rora n. 85, confrontando-se com a estac,ao de
    inda.________________________________
    Xarope de cambar guaco c bal-
    samo de Tull
    MBrado pelo pharrcaceutieo Jos Francisco
    liitiencuurt
    ~ an> poderoso preparado paTa todas ss affee- 1
    j5e dos orgiios reapiat-irios, como cutarrho pul- ;
    cs,sr, astbina, coqui luche, bronebite, paeuinc
    *.. Sisiea, etc., etc.
    Cada fraseo 11000
    Aposito na Puarmana Central, ra do Imjera-
    C. i n. 38 I', riiambuco. i
    Semen les Ccmpra-se praodes e pequeas quantidadea : I
    t regaria di Pn neisco M. i!h Silv i C ra
    ** Marques di liula n. -:.
    Preciaa-ae de ama ama para lavar e engommar;
    na ra Primeiro de Marco n. 16,
    AMA
    Preciaa-ae de ama ama para coainhar em casa
    de ponca familia ; na ra Augusta n. 274,
    Ama
    Precisa-se de urna a'os de boa conducta, para
    casa de familia de duas pessoas, e que durma em
    cusa ; a tratar na Capunga, ra de Joaquim Na-
    buco n. 10.
    Ama
    Precisa-se de ama ama que cosinhe, lave e en-
    gsmme, para tres pessoas : a tratar no larga do
    Charco n. 21.
    Ama
    Preeisa-se de urna ama para cosinbar e mr.ie
    servicos doaesticos de urna cafa de pequea fa-
    milia ; a tratar na estrada do Rosarinho, sitio n.
    5, casa amarella.___________________^^^^^^^
    Ama de lcite
    Prerisa-se de urna na ra de Hortas n. 118.
    Tricofero de Barry
    Oarante-aa que faz nas-
    oerecrescer ocftbello anda
    >.oa mais calvos, cura a
    linha e a oaspa e remove
    todas as impurezas do cas-
    co da cabeca. Positiva-
    mente impede o cabello
    de cahiroude embranque-
    rer, e infallivelmente o
    toma espesso, macio, lus-
    troso e abundante.
    //iUUX.
    Agua Florida de Barry
    Preparada segonda a frmala
    original usada pelo inventor em
    1829. E' o nico perfume no mon-
    do que tem a approvaclo officia! de
    urn Governo. Tem duas vezes
    mais fragrancia que qualquer ontra
    eduraodobrodotempo. E'mnito
    mais rica, suave e deliciosa. E'
    nniito mais fina e delicada. E'
    mais permanente e agradavel na
    lenco, a i-i_ rezas mais refres-
    cante no banao e no quarte do
    doente. E' especifico contra a
    fronxidSo e debilidade. Cura as
    dores de cabeca, os cansacos e os
    desmaios.
    larope le Vida e Setter No.
    WHISKY
    KOYAL BLEND marca VlADO
    Este excellente Whisky Escasees < .em*
    %o cognac ou agurdenle de canoa, para iortifiu.
    i oorpo.
    Vende-se a retalho nos tu inores armasen
    nolhadoa.
    Pede BOYAL BLEND marca VIADOcajn
    me e emblema sao registrados para todo o Brajri.
    BKOWNS & C, agentes
    Cabriolets
    riaiio
    viea-se de um criado : a atar na ra d
    Trysand n. 19. Passagnn da Mapddena.
    Animal furtado
    Furfaram do cercado do engenho Santa Luzia
    ou Contra-acude, termo de Gamelleira, estacao
    de KiO'irao, urna goa mellada, sem ferro, boa de
    pnsso e baixeira, est prenhe e ainda d leite,
    p is deizon a cria ; quem a apprehender e le val-a
    ou der noticias crias no referido engenho, ser
    bem recompensado. O furto deu-se na noite de
    11 para 12 do coi-rente Engenho Santa Luzia,
    1 1 de Maio de 1887.
    Tnico de iimlaniba
    l. o Hipo* lo cum .nina e slycc-
    cum |iiiaa e
    ria
    CONTRA As CASPAS
    22 = Kua Larga do Rosario =
    22

    I
    '.
    U uiyiviiixiyiir ju i itiLii
    20Hua l. de Jlarjo (j intu ao Louvre)20
    ffirem os precos
    Bramante de linlio, com 10 palmos, a 1(5900, o metro.
    Bramantes de .|>roilao, com 4 I rguras, a 800 rs., 1(5000 e 1^100, o metro.
    iladapolors, a 3,5800, 4t5OO, 5r5uOO, :i-v")(M) e 65000, a pega.
    Ditos americanos, com 24 jar.ias, a 78i.HJ o 8ij()0, a pega.
    AlgooC-s. a i ,5000, 40OO, 4d00, 5^000 e 55500, a pega.
    Creones escuros, cores fixas, a 320 e 360 rs., o covado.
    Ditos claros, lindos palrSes, a 280, 300 e 320 rs., o covado.
    Percales de cores, faZeuda superior, a 240 rs., o covado.
    Ditos de cores escuras a 200 rs o cosi.de.
    Zephyjes de core a 160, 180, 200 e 240 rs., o covado; muito largos.
    Setinetas, de cores, a 320, 3o0, 400 e 440 rs., o covado.
    Creps de cores, para acabar, a 3li0, o covado
    Batistes df cores, muito largas, a l(iO, 240, e 280 rs., o covado.
    Cambraias brancas bordadas, a 5(5500, a peya com 8 1/2 varas.
    Ditas, em retalhos, a 700 rs a vara.
    Alpa :kb di cores, lisas, de prego de 600 rs., o covado, por 280 rs., o covado.
    Sargelins de todas as cores, da roelhor qualidade, a 240 rs o covado.
    Chitas toi-8 para coberta, a 280 o 320 rs., o covad.
    Gang-s muito tinas, com lindos desenos, a 280 e 300 rs., o covado.
    Ksguiao pardo, para vestidos e vestuarios de criangas, a 380 rs., o covado.
    Pao da Costa, de listras, a 1)5100, o covado.
    Dito d'io, de quadros, a 1(5400, o covado.
    Brins de cores para caigas, a 240 rs., o covado.
    Ditos de lioho de .ores, a ltfOO, 15800 e 2*200, a vara.
    Dito de dito branco n. 6, a 25400, a vera.
    Ca8emira6 de cores, para costumes, a 15800, o covado.
    Ditas em rtes para caigas, coro listras de > ia, a 65000 e 105000, um.
    Cuberas forradas, com dous pannos, a -iOO I. urna.
    L-nges de linho e algodSo, a 25000 e 3*000, um.
    Cortinados de cambraia bordada, a 65500 e 5000, o par.
    Chambres para homem, a 5*000 e 6*000, um.
    Toalhas frlpudas para rosto, a 35500 e 55000, a duzia.
    Ditas grandes, para banhus, a 1*.iJ >, urna.
    Espartiliios finos de todos os nmeros, para senhora, a 550OO, am.
    Babadas e entremeios bordados de 50 a 25UOO, a pega.
    Fi luis, de linho, rndalos, a 2*001 e 255l0, um.
    Ditos, d la, felpudos, a 5*000, um.
    Lengos bramos, a l&'MO, a duzia.
    Ditos de esguiao de linho, a 45500, a duzia.
    M-ias de Diti8 de fio de Es-ossia, cruas, para ho nens, a 115'300, a duzia.
    Dit-s ditas, rendadas p Ditas de la, de cores, para bornens, a 15^00, o par.
    Ditas de algedao, de cores, com listras, muito finas para senhora, a 105000 e
    145000, a c'uzia.
    Camisas de 13, sem punho e sera collarinhos, por b rato prego.
    Colletes de flinella com mangas e sera ellas, di diff-rentes pregOB.
    Costumes Ditos de dito, para houiens, a 8*000, um.
    Ditos de dito, para meninos, a 5*000, um.
    Sapatos para o roesmo tira de diflvrentes tamanbos.
    Grande s rtiraento de ariigos para homens, sendo: de camisas de linho, ditas
    im aieias, gravatas, punhos, ci llarinhos, ceroulas e muitos outros que lembraremos na
    jrwenga u'aquelbs que se diguarem visitar o nosso estabdecimento.
    A' ra Primeiro de Marco 11.20
    Teephone n i:8
    AMARAL & C.
    ,1
    Lotera da Provincia
    Tcrfa fcira 31 docorrentc se extrahir
    a 5/lotera em beneficio da matriz de I tamb,
    10 consistorio da i^eja de Nossa Senhora da
    Con -jcfo dos (Militares, onde se aeharao ex-
    ipostas as ornas c asespheras arrumadas en?
    trdem numrica apreciado do publico.
    wmn
    grtS O TTSAI^O. SKFOI8 DE USAL-.
    Cura positiva e radical de todas as formas de
    Bcrofulas, Syphilis, Feridas Escrofulosa?,
    Affec^oes, Cutneas e as do Couro Cabel-
    ludo com perda do Cabello, e de todas at do-
    eneas do Bpngue, Figado, e Rins. Garante-se
    que puriea, enriquece e vitalisa o Sangne
    a restaura e reno va o systema inteiro. 0 1
    Sabao Curativo de Reuter
    Para o Banho, Toilette, Crian.
    cas e para a cura das moles-
    as da pelle de tod&s as especie
    * em todos os periodos.
    Appr . ni r -d ,,.. nsp'cto
    ria ger ! I V M K) Janeiro.
    Deposi rii H . de
    Pran. M da Si '. !. &C
    Engento' Dous Irinans
    A coa panhia do Heberibe arren:ia a parte
    Hgricula dj enfreoho D >as Irmos, por praso de
    seis anu<-8, aub aa c indi^u-'S para e99 t ta esta-
    belecida, e que os preteudentes p J'-rn examinar
    uesto eaeriptori >.
    Aa prnpostas serao apreaentadas em carta fe-
    chada ii" din 30 ao mcio dii, a abertaa na preaen-
    ca di s pretendeutes, cm s guida ao 'receoimeuto
    das mesmas.
    Recife, 17 dp Maio do 1887.
    Jos Kuataquiu Perreira Jacobina,
    Secretario.
    f^" Attcnditc
    Jos Samuel B> telho, o bera conheeido fabri-
    cante de bouquets par casiimeutos e outros actos,
    e cap-lUa m irtuarma de pe, petuxa, tanto de Mo-
    res naturaps cuno arliriciaea. cfi'erece-se ao res-
    pe ira re publico para s< r procurado na ra Nova,
    loja de miudezas 11. 20, e a ra da Cadeia do
    Rcife, loja de seeiro n. 43. prouiettendo todo o
    asaeio e primptioao no seu t-obulh .
    7111/1
    Na Praya do Conde
    d'Eu n. 7 2o anAr,
    precisa-sc de urna co-
    zinheira para cusa de
    pequea frmiiiu.
    VENDAS
    Vende-se o horel d* ra de Mariz e Barros
    bem afrPtiue3ad*>, por ter de retirtir-ae o s-u pro-
    prietarin ; qu< m ret- nder dirija-ee ao mesmo
    hotel n. 5, que encntrala com quem tratar.
    Vende-sp na ph-.inr.aeia do r. Sabino, ruado
    Barao da Vi -lona n 43.
    Cofres de fe ro
    Carlos Sintlen re-
    ceben, em consi*na-
    o, cofres de ferro
    prova de fog"o. Assirn
    como cha preto de su-
    perior qualidade, e
    vende por presos mais
    barato que outro qual-
    quer.
    48- Kua do Rara da Yctorf 1-48
    _________________________________
    l.ivrkamni(o iV C.
    VPnOem oiment port'and, marra Bobina, de 1
    qiixli'-H'le ; 11 '-h. h do Apollo o. 45.
    Ciiik'iiim |iH>roie I'iiiiiikiiI. niHrt'0
    iioinns i.oiiioii A Xuribfeeid
    _eul
    Vendem Livrameuiu at C, no caes do Apollo
    numeio 45.
    Terreno
    Vende-ae um t.rreno confronte a eatacSo do
    Hnne pe, entrada de Jniio de BHtroe, com 90 pal-
    moa de frente e bastantes fuudos, e c >m alieerces
    pnra 3 rmu{ tratar na ru d'Apollo n. 30, pri
    eiro andar.
    Cobrado a vender-se
    Vende-ae o tobrado n 87 i ra da Aurora, em
    h"nte a ponte d<- Snta Isabel ; quem pretender,
    pode riitenrier-ne rom o corrector Pedro Jos Fin-
    ta, prv do Coinaaercio.
    Vende-ae dous cabriolets, sendo um deacoberU
    e ostro coberto, em perfeito estado, para um oo
    dona cavallos; tratar ra Duque da Caziai
    'A' Florida
    Hua Duque de Caxlas u 101
    Chanta-se a attenco daa Exmas. familias par
    os precoa seguiotes :
    Ciatos a U000.
    Luvaa de pellica por 2500.
    Lavas de seda cor granada a 24, 2*500 e 'i
    o par.
    Fitas de velludo n. 9 a 600 rs., n. 5 a 400 re. c
    metro.
    Albuns de 14500, 2i, 34, at 84.
    Ramos de flores finas a 14500.
    Lavas de Escossia pera menina, lisas e borda
    das, a 800 e 14 o par.
    Porta-retrate, a 500 rs., 14, 14500 e 24.
    Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
    Anquinhas de 24, 24500 e 34 urna.
    Plisss de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 ra.
    Espartilbo Boa Figura a 44500.
    dem La Figurine a 54000.
    Pentes para coco com inacripcao.
    Encbovaes para batizados a 8, 9, e 124000
    1 eaiza de papel e 100 envelopes por 800 ri
    Capelia e veus para noivas
    8uspencnrios americanos a 24500
    La para bordar a 2*800 a libra
    Mao de pupel de cores a '200 ris
    Estojos para crochet a .$000 rs
    Bico de cores 2, 3, e 4 dedos
    de largura a 3<>00, 44000 e 54000 & peca
    Leques transparentes a 34000
    dem preto a 24000
    Lindos Broxes a 34000 140(10 e 500 ris
    Leques para menina a 200 ris.
    Lii:ha para machina a 800 ris a duzia, (CBK,
    Bordados com diis dedos de largura 6ou ris,
    3 dedos 80b ris, 4 dedos 1400.
    Garrafa {Tagua Florida 800 rs.
    Leques com borlota a 800 rs.
    Bicoj branc a pura a tela, cretone c chita pa-
    ra correr btbidos a 14000, a 1450) a peca com
    10 varas, barato. !
    Albuns de chagrero, velado e verbotina para
    50 e 60 retratos a 74 e 8; 000.
    Meias de Escossia para aeiihorna, a 3 4500 o par.
    Lenco* de linh i em lindas caixxs,
    Bico das libas muito fino proprio para toalhas
    e saias.
    dem japones proprio para alvas e requets e
    toalhaa de altar.
    dem biancot. com 5 deiios de lurgura, a 34000
    a peca com 10 varas.
    (.'aixas com surtes de jogo de mgica proprios
    para sal.<, a 54000.
    Sabonetes de d- ver?as qualinados.
    Bolsas de Courc pura menina de escola,
    ('ollariuho de linho a il Olis um.
    brande pe*ltlntia vui espart illioi
    de linho a ;i SMiO. um.
    BARBOSA & SAONTS
    Na loja das Lislras A/ues
    A* ra Duque de C'axias n.61
    Tcltphone 211
    LEQUES TRANSPARENTES Aza de Mos-,
    fai, ultima m- da. o que ha de mais lindo a 20 II
    245 0 o 34000.
    LAS de quadrinbos tazenda escura lidas cores
    a 360 rs.
    SETINETaS de listras e quadriuhos de cores
    a 320 rs.
    FIISTAO branco a 360 e 400 rs.
    CORTES de vestidos brancas tazenda de qua-
    driuhos como organrly a 54000.
    CAMBRAIA de salpico e bordada a 800 rs., em
    pee 64000.
    SETI nETA japoneza iazen.la de listras largas
    com lindas c'ps a 41 0 rs.
    MADAPLA americano igual ao camiseiro a
    64000.
    BRAMANTE de quatro larguras a 900 rs.
    CHITAS finas percales cr> s seguras a 240 rs.
    CRETON'ES fr-ncezes ultima njvidade cores
    seguras a 320 e 360 ia.
    SARGE^.l.M Irancez qna'quer cor a 240 ra.
    MERINUs enfestados todas as cores a 800 rs.
    RENDA hespanh'la preta urna guarnicao para
    vestido a 3.000 ; 44000.
    BIC;u de ion-a e matizados a 44500 a pega.
    LUVAS de -eda pretas e de todas as cores a
    940 0 e 24500.
    RENDA DA CHINA fazenda branca aberta a
    200 ris.
    CURTES "E VESTIDOS BORDADOS cor de
    creme com mitiz a 90o0.
    LEQUES DE FaNTAZIA de cores e para
    meio lulo a 500 ris.
    BALE1AS PARA VESTIDOS melhor qualida-
    de a 3>i() ria a duzia.
    ESPARIILHOS coura?a a 44GO0, 540 00
    640OO.
    LENgOS brancos finos a 14500 e 24000 a du-
    zia.
    BORDADOS e entremeics tapados, tranparen-
    tes, e de lueto, todo o prec-o.
    MEIAS para senhora, para homem e meninos,
    todo o p'ecc.
    FICHUS de seda ccr de creme e pretos a |
    24500.
    MANTILIJAS hespauholas ultima novidade a
    4*0 i0
    E nutras muitas fazend> s 1 ovas que as Exmas.
    Srns. poderio ver na lija ou mandar ver aa ames-
    tias que se ao sem (.euhor na Luja dan
    LiNlraM Axuea de
    grageas de Ferro Rabuteau
    Lurwdo d Intituto d Franca. Pnmio da Therapeutica
    O emprego em medicina de Ferro Rabuteau baseado na Sciencia.
    As Verdadeiras Grageas de Ferro Rabuteau sao recommendadas nos casos de
    Ctorote, Anemia, Paidu Core,Cormentos,Debilidade,Esgotamento, Convalescencia,
    hraqueza das enancas, Depauperamento e Alteracao do sangue em consecuencia de
    fatigas vtgillias e excessos de toda a natureza. Tomar 4 & 6 grageas dor dia.
    Nent Constipacao nem Diarrhea, Assimilaco completa.
    Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as pessoas que nao podem engulir
    engulir as grageas. Um calix de licor aos repastos.
    Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as enancas.
    Hit Urna axplicatio data/hada aoompanha cada frano.
    Exigir o Yerdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & Cia, de PARS, que m
    __ ______ encontr em eaaa dos Droguistas e Pharmaceuticos.

    A REY0LUCA0
    0 48 a Ra Duque de Cavias
    Tendo recebido directamente um completo sortimento de fazendas
    que vendem por presos que adiuiram
    Lindas cachemiras bordadas a 6da, a 700 rs., covado.
    Linn com salpicos, fazenda muito larga, a fjOO rs., covado.
    Lis com listrinhas, novidade, a 560 rs., covado.
    Ditas com quadrinbos, a 400 rs., covado.
    Lindas alpacas de cores, a -320 rs., covado
    Ricas pegas de etamine, ruoderDissimj, a IOjJOOO, pe$a.
    Cambraia bordada, a 5)5500 o 6(5500, poya.
    Ricas guarnieres d; viludilbo, brdalas a vedrilbo, a 6-5500, urna.
    Lindos dama s, 320 rs., covado.
    Gorgorinas de listrinhas, a 320 rs., covado.
    Fu8i5s de rores. a 320 e 400 rs cavado.
    Dito branco, a 400, 440, 500 e 640 is., colado.
    Linhos escocez?s: a 200 e 240 rs., colado.
    Lila esco ezas, a 120 rs., covado.
    Setinetas finas, s 320 rs., covado.
    Veludilhos, lisos e lavrados, a 1,0000 > 15200, covado.
    Ditos bordados a retroz de seda, a 1S00, .ovado.
    Cortes de cachemira para vestido, gostii pscocpz, a 21
    Toilets para baptisados, a 9<5O00 o 12^000, uro.
    R-nda do Japiio, novidade, a 200 rs o.vado.
    Cortes de fustSo pira collete, a 1^000 um.
    Camisas para B.-uhora, a 3''000 e 4-'JH0, uzia.
    Cortinados bordados, a 6(5500, 7f>'>> 950'n, p Espariilhos de couraca, finos, a 4(50''0, 5^000, (5000 e 7<>5()0, um.
    Colchas de cores, a 25000, 4f580tl, 5.->."v I e 15501 0 urna.
    Lenyos de esguiao, a 25000, 25400, 25S0 "ll. 'Inzia.
    Fichs de retroz com palmas de g-d, 1 v 1 K) e 15500, um.
    M-ias pan s nh ra, a 35'XK), 450 0, 55500, 65000 at 155000, a duzia.
    Ditas par houi ua, a 25400, 25-00, 350U0, 45000, 55500 o 75000, duzia.
    Grande sortimento te madapoloes e algores, brins de i-ores e braucos, case-
    miras petas e da ci es, ch-viote e muit>)s outros artiffo^ ile phantasia.
    SO XA REVOLUTO
    48-R0a D 0 Q H DE t A X IA S4 8
    llinrique da Silva Morcir
    GRAGEAS
    de Copa/ifba, Cufaeoa
    Raianhia e Ferro, Bismutho \
    ileatrio, Terebepthina. I'
    FORTN.
    INJECCAO
    Hyglenica e t'reservadora
    sem causar
    accidente algum.
    Ai GRAGEAS a*o**a :orSo as primeiras que obtiveram a apprnvacSo da Acodtmim
    de wmltcina (1830J .'. ptaram-se uoa Hospitales. Curam as molestias secreta*,
    mais rebelde -'u fatigar os estmagos criis delicados.
    A INJECCAO FORTIH sempre recomniend.-iHa como o complemento da medicaeio.
    Uecsvittas m FrrttamaNM i FRAK M. da SILVA C, e naa principas* Pnarm3U-
    **+, -yaw_y i#C" *.
    ^A^ajMa^d^sa^
    k
    de Marco n. (5.
    Parti- ipam ao respeitavel publi''i qu", tendo augmentado sen
    estabeleeimento do JOIAS com mais um- BPi^an, no pavimento terreo,
    com especialidades em artigos de ELECTR' )-PLATE, convidara as
    Exinos. f a i u i I i h s c seus numerosos fregtiezes para visitsr seu estabele-
    cimeiro, onde i-u ontraro um riquissimo sorti nento de oas de curo e
    pr tn, per. i s, bn!!;..ntes e outras pedrs preciosas, e n-logios de ouro
    pr.ita e nikel.
    Os artices que recebem directamente por todos os vapor sao
    ex-'-litados pelos m-iis afamados especialii-tis e fabricantes da Europa e
    Estados-Unidos.
    A pr das i as de subido valor aeharao urna grande variedade
    le objccti>8 de our, prata e electro pate, priprius para presentes de
    basamentos, b; ptis-nlos e ^aniversarios.
    Nem em relayio ao prejo, e aem qualidade, os objectos cima
    mencionados, eneontraro concurrencia n'esta praci.
    Em casa de todos os Pertumistas e Cabelleu-eiras
    da Franga e do Extrangeiro
    J.s Auguslo
    mas
    Grande sortimento
    Fog
    DE
    os c surtes
    para os festejos ilns noites de S>nto Antonio, 8.
    Joo e S. I'priro.
    lili iritfi
    Vende-se por pn^' muito laeoaveis e fas-se
    (fraude differeiiQH em poican.
    61, Kua .! iiaiiio da Vlrloria O
    Loj;i do Su liza
    Wim grafles
    Reeebeu a Exposico Ceutral, ra larga do
    Rosario n 38.
    ^* "O A T9TB O T?iia
    de tglrd* tahrrnz especial
    raaPA8DO COM BISMUTHO
    Perfumista
    F-A.ieiS, Rixa de la Pabr-, 9, F AJRIS
    SAUDE PARA TODOS.
    PILULAS HOLLOWAY
    Ab Piluls purificao o Sangue, wrrigem toda as deaordems de Estomago a
    aos intestinos.
    Fcrta'ecere a saurle dis constitupoes delicadas, e sao d'am valor iacrvel para todas as enfermidadea
    peculiares ao seno feminino era todas as edades. Para os menino* as. im como lambem para at
    pessoas de dae avancada a saa efteaoia e taoontestaveL
    3sias medicinas slo prepantdas mele me EsdiIm
    Ms do Prafritnr Hollowav,
    78, NEW OXFOitn STBEET (aatai MS, Ozfor Street), L0MDRE8,
    E vendese em todu as ptuuaadac a> naivena.
    I ," Os compradores slo convidado reifeitoumente a ecaaaar ts tJmUt te ads caixa e Pe 3 r*W I
    directa*. S31 Oxford Street, a aHemici-

    - asi1 I %*. >
    APPROVAgO DA ACADEMIA UE MEDICINA DE PARS
    O quinium Labarraque um Vinho eminentemente tnico et febrfugo desanaalo aubtiimir todas a
    oatraa preparaci">es de quina.
    O quinium Labarraque contem todos os principios activos dos vnho6 mais generoso*.
    O quinium Labarraque prescripto com vantaem aos convalescenr.es de doeocas graves, as parturienta e
    i todas as pes-as fracas ou debilitadas por urna febre lenta.
    Tomado com aa verdadeiras pilulas de Valiet, sao rpidos effeito que produ nos caaos de ettartw*, mt-
    ia, cores paludas.
    Em razao da efficecia do Quinium Labarraque, preferivel jf/* C^_? _e^'-
    O em copo de licor, np fim da refeico e as pilulas de Valiet antes. _505&_f ySjfowaflW-raT tC^Ci
    Sa.
    Vende-ie na mor parte das pharmacias sobe a asignatura :
    Fabricacao e atacado : Casa L. FRERE
    10. nao
    ,W
    ' jnnun


    8
    Diario de Pernambtico-~-Dning 29 de Maio de 1887'
    ASSEMBLEA GERAL
    Este acto do governa na tona juati fiea cega ; no pode ser a do auiomato, que
    renac
    SESSAO EM 16 DE MAIO DE 1837
    PRESIDENCIA DO SR. CANSANS.VO DE SINIM-
    B', 1- VICE PRESIDENTE
    (Continuagao)
    Nao ; embon proteste o nobre pr^silen-
    te do eonselho an euergia, que mantera o
    seu posto, o paiz nao pode estar trauqud-
    lo, em vista dcstea precedentes, e r/-zo
    sobeja tem para reeeiar que a questa nSo
    aeja conduzida a uma solujao salificto-
    ria.
    Sent o orador dizc-l o ; mas est cos-
    tumado a fallar cora tola a franqueza.
    Mas expliquen se, intimou Exc.
    opposigo liberal digam o que pensara so-
    bru a questao, e canviiando o orador e
    seus correligionarios a pronunciar.jm-so so-
    bre ella, e espe ialraente sobre a ultima
    phase em que entrou.
    Bea pudera, seguindo os exemplos que
    Iba deram, na seasao passada, j nobre pre-
    sidente do eonsalho e seus amigos, deeli
    nar do convite.
    Mais de urna vez inquiridos sobre as me-
    didas que do preferencia deveriam ser
    adoptadas para satisfago de neeessidades
    publicas, j que impugnavam as sugeri-
    das palo governo ou seus sustentadores,
    Ss. Esas, respondiam cara um tom de su-
    perioridad^, em que ressurabrava um certo
    sarcasmo : -opposicioaistas nao temos que
    indicar solutas para os negocios ocaur-
    rentes ; quando tormos governo achal-os-
    hemos ; nossa misso liraiU se criticar e
    oombater
    <) Sr. Dantas : Diziam : os aenhor-.s
    que se arranjem !
    O Sr. Affansa Celso na se inspirar o
    orador em t^es precedentes, que serapre
    censurou, e no seu humilde conceito, pou-
    co consentaneos com a ndole do ^systerna
    representativo.
    Poderao lies alguma vez convir aos in-
    teresses partidarios, mas, com certeza, era
    occasioes graves nao consultara os do paz.
    Expender, portante, com toda a fran-
    queza o seu pensausento, nao em nomo da
    opposigo do senado, que nao tem autori-
    zada para representar (nao apoiadosda op
    posicao), mas sob sua respoasabilidade in-
    dividual, posto convencido de que todos os
    seus amigas com assanto no Senado estao
    de accordo no modo di encarar a situa-
    O que doseja o governo saber ? O ca
    tninbo a seguir para tirarse dessa situago
    melindrosa e arriscada, no tanto no pre-
    sente, porque o carcter e honrosos prece-
    dentes das pessoas neila immediatamente
    interessados, nao permittem receiar nenbu-
    ma violencia, mas no futuro de.it'" paiz,
    que felizes ale hoja no conhecem o rgi-
    men da dictadura militar, nem p rmitta
    Deus, que jamis conhegam. (Apoiados )
    go o provocoa a phase em que ora se acha
    a questSo.
    NSo, disse o nobre presidente do conss-
    Ibo, o governo no pode, nem deve ceder
    pressao do exereito.
    Sm duvida que nao p le nem devo ce-
    der presso do exereito ; nesse di dei-
    xaria de ser governo, e este paiz estara
    sob a dictadura militar. (Apoiados.)
    Mas onde est a presso Oode e como o exereito raanifestau r
    Manifestaran* se, certo, algans offi-
    ciaes, mas esses por m-.3 prestigiosos que
    sejaan no constituera o ex-rcito (Apoia-
    dos da opposigo.)
    Po8 o nobre presidente do conselho pSo
    disse ba pauco que desconheae ao nobre
    Visconde de Pelotas o ao bravo marechal
    Deodoro o direito do fallarem em nome do
    exereito ? Como, pois, quer agora imputar
    ao exereito ura protesto, que est apena*
    firmado pe'os seus noras ?
    Pois ento, porque um offi.ial lmbrau-
    sa de dzer que a quest\> sera levada a
    todos os terrenos, e outro cscreveu quo os
    poderes publieos nao mert-ciam connanja,
    restando como unieo re:urso a dynaraite,
    segu se que todo o exereito pensa do raes-
    ui modo ? !
    Nao ; nao 6e falle em pressao do
    exereito; ella nao nao existe, nem pode
    existir. Riclaraacoes vivas, instantes, enr-
    gicas do alguns officiaes o que at boje o
    orador conhece.
    O governo perdera o seu prestigio, se
    mandasse canillar as notas, independen
    temente de requeriraento do3 interessados,
    observou aicda S. Exc.
    Mas, perda de prestigio porque r
    Nunca um governo fortifica-se tanto pc-
    rante a opiniao publica, como quando se
    apressa em r*par a iojustica praticada e
    eorrigir o erro comraettido. (Apoiados da
    opposigo.
    Perservar nelles c que o compromet'- e
    prejudica.
    A reprehensao foi ordenada em virtude
    de um acto que o govereo acreditou Ilegal,
    mas de cuja illegalidado, depois dnvidou, e
    tanto quo consultou o primeiro tribunal do
    paiz.
    O tribunal opinou que o acto era legiti-
    mo, era o exorcicio de um direito iocon-
    testavel; era mister que a reprehensao
    desde logo dasapparecesse. (Apoiados.)
    Mas, por que o nao requerem ? Nao sa-
    ba o crauor dos motivos por que o nao fa-
    zem ; cogita quaes sejam, e acha que real-
    mente nunca se deve pedir como fa^or a
    revogacao de urna pena imposta contra a
    lei.
    A exigencia do requer raen o um ca-
    pricho, e o governo nao deve, nao pode ter
    caprichos, mustrando-se seropre inatceseivfd
    a paisaes. Devo ser sempre calmo como
    a lei de que o primeiro executor. (Apoia-
    dos.; #
    Os avisos em que fundou o honrado ex-
    Pois bem, esse caminho a todos est ca- ministro da guerra, para ordenar a repre-
    rameote indicando a mais ligeira reflexao hecsao, nSo so fortam intelligencia que
    sobre a mareha dos acontecimentos, e a lo- has quer dar o governo ; o que elles pro-
    que nao podem ser hibiram foi dis3Ussao pela imprensa entra
    governo, que suppi-so militares, cu sobre objicto de sorvioo mi-
    ea e a coherencia
    postergadas pc.o g
    ser arazSo suprema.
    Em verdade, encarada a chamada ques-
    tao militrr em seu fundo, deixado8 de lado
    incidentes sera duvida lamentaveis, .Tas
    que a nao alterara, em que consiste ello, o
    que a cocstitue ?
    Consiste em uma reclamaao dirigida
    aos poderes pblicos por varios officiaes
    do exereito, que se julgam feridos em seus
    direitos e ^prerogativas.
    On>, diante de uma reclama^ao qual-
    quer, o qu^ incumbe aos poderes co
    tentes para reso!vel-a, ni esphera goverr.a-
    mental ?
    Estadal a detida e imparoialmente en
    seus fandamentoa c na sua forma, C30J re-
    ferencia ao s u o'ujecto e fias, c ao rn > io
    como tiver chegado ao seu conli^i menta .
    So a r;claraa5ao for justa, Be tiver p*
    si a lei e o direito, a forma, erobora irre-
    gular nao deve, nem pode prjudical-a, par
    que o goveroo delibera o :-g eom urna li
    bardado que nao tom o poder judiarlo,
    adstncto como regras de proiesso pi
    viamente C3tabelecidas. (Apoiados di op
    posicao.)
    " Para oa agentes supremos da govcrna^Jo
    publica a forma d* uma reclamacao se-
    cundaria e nSo pie servir de embar;:
    que prompta e plena ju3tica se faja quem
    a tiver. (Apoiados da oppnsicao.1
    Que a reclamacao dos militares c .lista, ,
    uSo ha duvidal o, assim como nao o coa-
    testavel a inconveniencia de alguns dos
    meios empr g?dos para fazol-a efectiva.
    (Apaiados.)
    Ascasado par um ..m vibro da cmara dos
    litar.
    E quando tivease samelhante alcance,
    nao podiam prevalecer contra as garantas
    que a constituijSo ontorga a todo o cida-
    d.to.
    Inquestionavelmente, o parecer do con-
    selho supremo militar nao tem forga obri-
    gntoria, como nao tem o de nenbum dos
    demais orgaos da consulta a que pode soc-
    correr-se a admioistr^jio publica.
    Mas, em primeiro lugar o governo, como
    j ponderou, conformou-se com esse pare-
    cer ; e sobr6 eile baseou-se uma resolucao
    imperial qu; vale como seoten^ i, e toda a
    tenca deve ser executada.
    Eoj segundo lugar, e ainda queno exis-
    tiese tal resolucao, nSo monos forcado es
    t..r.i q fo^erno p6r em pratica asuadou-
    trina, porquanto reconhece ser razoavel e
    justa.
    As declaraco', ou melhor -as insinua-
    ^ijs por vez.s f-itas nesta doutrina o na
    da cmara <\*. qua os olfieiaes reprehendi-
    dos, obterao o caneellamento das notas, lo
    ga que o reqaeir.im, importam a confi3sao
    it que i-ss s notas nao deviam ter sido lan-
    gadas as respectivas t de offieio.
    Fal o-ba o g?vcrno por favor ? Nao ; o
    tilo soient-: p..r-iu? respeitar um direito.
    Sendo assim, a urgencia do requTimen-
    t.i nio r-:z r l. -n is -apri^hosa, como j
    superior f
    do
    Srs. deputtdos, un offi-i 1
    exereito veio impreusa justificar se, sem
    para isso t^r pedido lieonga ao miuistra da
    guerra. Foi por isso reprehendido.
    Quasi simultneamente, e sem ter tam-
    bera pedido autorisacao, o commandant
    da escola da tiro do Rio Grande no Sul,
    def.;nde-s-3 pilos j iroaes da arguicSss que
    Iba foram dirigidas, e igualmente renr -
    hendido.
    Ambos, 3-ja dito do passagetn, sao dos
    mais dim itos officiaes do exereito br^ai
    leiro. (Apoiado.)
    Jul^uiido imoierceida a renrchcnslo a
    e m..l do piiz quando o capricho rei-
    na uas alturas gv-rnaraentaes, onde so-
    mentedevem iofluir a molera^So e a jus-
    tica. Apoiados.
    Do que tem dito, conelue se claramente
    qual o mo io de peaaar do orador, para ti-
    rar se o govereo das diffijuldades em que
    se ve : mande cancellar, idependentemen-
    t da requerimento, as notas de reprehen-
    sao. (Apoiados.)
    Pelo que toe. a forma das reclamacois
    faltas par algo: a militares, indubitavelmen-
    te sao contrarias disciplina militar.
    s proprios ilustres signatarios do pro
    testesto, que ha tr-s dias foi publicado, es-
    i3o dissa convenyiias (apoiados^; e quan
    do lanyaram te So d esse rucio bem sabiam
    que, na i.i.a dfls leis militares, teriam de
    responder parante 3^u? legtimos juizes.
    Faca, portamo, o gaverno camprir a ai
    repre
    o era indubit'.velmente, como .-.ttentoria dos ft P3e r,.gpet0 ; e[|cs ng0 n,8 b2o de op
    direitos de cid id.ao, que nao perde nio- p-rj seguramente, henhama resistencia;
    gera por vestir urna farda militar, contri eua,prra, 0 seu devor, sojeitvndo se s con-
    ella reelamaram os interessados. soquencias do acto que prticrani, em de-
    Na i eudo attendidos, a su i eausa ca no iez;t a S1|:. c| ,., '
    3r natural, i abracada por alguna cama- ... t>..
    , r i> q 3fi Viscondj aa Pelotas: Apoiado.
    rai^s -r i^ O Sr. Al). !sj observa quo estas
    En vista da manif stacao, consultou o 50- ,. .*
    ,. .... meditas serao ei!m'.ontes, ?.::ie>iita-o, para
    vrn > ao cao -llio supremo militar saii. .: .' r.
    -.,..., -r 1 o aetual estad., u cousas ; mas au bas-
    nteilieer.ea dja .visos, em virtode iios ,
    , tarao se nuize: aos evitara reproiuccao d'i
    quaes manlara r^prehonder os racsmo3 ot- ., r
    2 tactos s le : do luturo.
    nciaP8. r. i
    rara i?so e neeessario que quanto antes
    Feita a consulta, o orador na? se ger^ ac tr it,. ,. r,: } ._ ,. _r
    da palavra arbitramento, ai.la qua llie pa- (apt)aci,,;, P.r ,-.;., v\
    res* rauito D8!n Mbida, por" que cora ella (llkm a ,nn,im ,= rreitoa o deveres doj
    esuKiriaiis^rD-se 03 nobres ininstros, sds ^^ pril5as .-;,, pret ; cdigo que se
    sem rta&n ;-: va a consulta a -rednavurn \ip]re t;a._; j," .: ,.;., d^ioinantes, qu seja
    todos, qu procurando em boa f esrlare- jjg5 ja am ,,,., ;,.a[0 ,, da um exer-
    eer sa con: na lases' experiencia dos v--ieit., de c-idada
    lh a ; a -s, memb^M io tribuna!, a ,, promalgaiHo o eodigo s-ja exeeutado
    vc-rno eonformar-M hia com a sin d^wJo.jioflaxivel e rg san ate castra todos,
    e, portano, ordenara desde logo qua MjOTtrao bnonlda -o! lado, eoaao contra o
    notas loasen ean >-tadas bvs MSt^aaontos ; ,n:vb jt:70 g..n.-r,:. para qUe mantenha se
    disciplina lo ex-.r-*it->. primeira eondi-
    |cJO para que seja, o que "Jeve ser, garan
    lena no seio da aacisdjM
    cdigo
    militar
    claramente se estaba-
    dos ofHiaes repr^hendid ><, se 3Ssa
    sSo oiffavi',:e-: -
    Assim, porm, nao acot-wea. .;. ,, t, tfJ, or
    O Banwlbo a'cprtnio wrt?nde que osof j^ poiad.'-
    rieaea uo tiii-wa abusada, vin-Jo de! a- Assim com; diasiplfoa o primeiro
    der-se pela imprensa, sem permiasla do lr.qUs:0 de un exereito regular, a obedien-
    0 todava a reprebenso do foi ?a a 8Ua bag9 egseacai.
    .
    Essa obdieari*, porm, nSo pode ser
    obedece a um impulso mechanico ; nao po-
    de obrigar o soldado ou o offiaial a com-
    mettar um criase ou uma aeco que o des-
    doure.
    Obediencia passiva, obedien ;a de machi-
    na, disse bem o Ilustrado seu 1 ir p l hia, apoiando-se pa autoridad i..*, -tu
    do duque de Broglie, uma pilavr *a
    de sentido. (Apoa,dos.)
    Podia o nobre senador accrescenta1*, as-
    pirando se ainde as memorias, que re
    centemente publi :ou esse Ilustre hornera
    de estado, que elle applaudio como acto de
    civismo a desobediencia do sargsnto Mar-
    cier, quando Ihe deram a ordern da arran
    car da sua ce.deira, na representa^ao nacio-
    nal, o celebre deputado Mouvel. (Apoia-
    dos).
    A constituido no exige qua o exereito
    seja passivamente obediente; mas sim
    essencialmente eumpridor de ordens legaes.
    Exercitos passivamente obedientes exis
    tirara nos tempos idos ; a actualiade nao
    oa comporta. (Apoiados l
    Oa exercitos passivamente obedientes
    nao s3o defensores da nacao, mas guardas
    pretorianos, e faeilisento conv?rtem-3e em
    instrumentos de g'lpes da estado como o
    de 2 de Dezembro em Franca^ (Apoia-
    dos.)
    Os que se corapSara de cidadSos, que
    tm consciencia de seus direito3 o deveres,
    conquistara victorias eomo os de Sedan !
    O nobre presidente do conselho citou, na
    cmara temporaria, um precedente da his-
    toria militar, que entendou aproveitar-lhe :
    foi um tacto oceorrido na primeira exppli-
    ^ao contra Constantino, na Algeria.
    O nobre presidente do ci-nselho engaa-
    se : o precedente n.o lhe apraveita. O ge-
    neral em ehefe da expediga inserio om or
    dem do dia palavras offensivas ao officiaes
    de um corpa : ellos reelamaram contra a
    offensa que assim lhes era irrogada, e a or-
    dern do dia foi modificada.
    Como, porm, aquella censura refera se
    a uma falta militar, forara submetudos a
    processo e destituidos os culpados do3 seus
    postos.
    Isto, sim, regular; outra cousa no
    aconselha ao governo; faca justica a quera
    a ella tem jus, reconhefia e respeite o di-
    reito conculcado o puna as faltas eoraraet-
    tidas. (Apoiados;.
    Referio-se o nobre presidente do conse-
    lho a opposicionistas que intentam fazer da
    questo m litar ariete para derrubar o go-
    verno.
    Protesta o orador em nome da oppo&i-
    cao liberal; ella jamis brandir taea ar-
    mas, e nem aspira ao geverno, as cir-
    cunstancias actuaes.
    Nesta emergencia s o aceitara como
    um sacrificio patritico, se a causa publica
    correase perigo, e nao houvesso na aitua
    c5o um haraem com animo de aceitar a
    beranca do nobre presidento do conselho.
    O que a opposigao liberal quer que se
    respeite o direito de todos; o que ella jul-
    ha inadmissivcl e obsurdo que ao cida-
    dao, porque veste uma farda, se pretenda
    privar do sagrado direito de defender a
    sua reputaco, os seus brios ou preroga-
    tivas.
    Nada mais I (Apoiados )
    O Sv. Milvelra Martin* toma a
    palavra para mostrar a razio com qua ao
    nobre presidente do conselho deu ura apar-
    te, opinando qua toda a culpa, nesta ques-
    tSo, provinha do governo.
    N'este assumpto nao ha distinguir paiti-
    dos. O exereito no liberal, nem con
    servador ; nacional (Apoiados.) Como
    elemento social por sua natureza, gover-
    namental. (Apoiados.)
    No art. 147 da Coustitucao est que a
    torya militar essencialmente obediente e
    amis poder reuuir-38 sem ordem das le-
    gitimas autoridades. Entretanto defendera-
    se agora doutrinas oppostas cora risco instituijtJes e menospreso das corporales
    polticas. (Apoiados.)
    Logo que o marcchal Deodoro foi no-
    meado presidente da provincia do Rio-
    Grande do Sul e commandant' das armas,
    o orador que j conhacia o papel que esse
    offcial desempenhra ao organisar uma di
    viso de observagao da fronteira, previo
    quo ia administrar mal a provincia, e ae-
    8m com effeito foi. O Rio Grande, que
    estava em boas condic,5ea financeiras, hoje
    se acha, como nutras provincias, enm as
    suas finanzas, comprometidas, em uonse-
    queneia do esbanjamento dos dinheiros au-
    torisado pelo Sr. Deodoro. O Supremo
    Tribunal de Justig absclveu o por nao
    achar intenco criminosa; mas esta sen-
    tenca, at certo poni, conderana o gavor-
    no que nomeou Ul presidente.
    O orador prognosticou que o governo
    seria obrigado a demittir o marechal Deo-
    doro, a nao s de presidente da provincia,
    mas de commandante das armas e at de
    quartel-mestro general. O nobre presi-
    dente do conselho defendia-o 1 Hoje est
    convencido de que o orador dizia a ver-
    dade.
    Na provincia do Rio Gran le. um ele-
    mento unieo tinha o governo para resistir
    s demasas da tropa de linba, e era a
    guarda nacional, a milicia cvica. Mas que
    fez o governo ? Loage da aprovptar essa
    cooperaglo, acquiesceu com as exigmeias
    partidarias do marechal Deodoro, e derait-
    tio os commaodantes superiores da guarda
    nacionil, por seren libernes 1
    O marechal Deodoro, na provincia, vio
    sa afinal solado ; elle niesraa queixava-se
    do isolaraeuto em que o tinham cdlocado.
    Ch"gado, porm, a esta corte foi presidir
    una reuniao irregular, e, cerno outr'ora os
    baroes inglezes que na ponta das espadas
    apresentaram a Miaga Carta no Jeo Sam
    Terra, os militares alli reunidos fizeram in
    timac,oe8 ao goverao do paiz E em fren-
    te disto o governo cruz u os br*co3 Quei-
    xe-se, poia, principalmente de fi
    O orador nao quer fazer confrontes ;
    letrbra, porm, que, no temp> em que foi
    ministro da guerra, Marqu?z do Herval, o
    marcchxl Deodoro, entilo brigadero, proce-
    deu irregularmonte como inspector do cor
    pos ; e sobre represeutaeaa do presidente
    da provincia, o finado marques dedarou
    que, se o brigadeiro mal pr.lase, f.issu
    logo preso o remettido para a corte. As
    c-msas aquietaran) 8'*, e a autaridado na-
    rihum abalo soffreu.
    O que se passa nao pode ser approvado
    por quam 8-.-ja addicto nlo s s institui-
    tJcs como' aos principioj liberaes. Se
    passar o precedente de utn nnisteria der-
    ' rubado pelas ameajas da firya, os minis-
    tros d'ora em diante devera fazer sa nos
    quarteis. (Apoiados ) Estaramos entao
    no caso do'Egypto. Hontem, ven lo o
    carro do nobre presidente do conselho
    porta do Wotei, dot Estrangeiros, o orador
    entrou em duvida so S. Exa. all teria ido
    j para conferenciir com o ministra da In-
    glaterra. (Risadas.)
    A reorganisajao do exereito um ne-
    ceesidale pela qual o orador tem sempre
    id amado ; e admiravel que s agora o
    erno reconhoga a procedencia desta re-
    (.-Irtma^ao.
    Infelizmente o honrado presidenta do
    conseibo quera para o governo ci; diffi-
    culdades, maiores que as emergant.es.
    Quando teve la sahir o nobre ministro da
    guerra, o nobre presidente do conselho ef-
    fectuau uma troca de pastas, que duplica-
    ra m os embarajos. Agora as difficulda-
    des eram duas, e por outras transferencias
    o honrado presidente do conselho f'-l-as
    quatra !
    Dos ministros nevos o da agricultura,
    representante de S. Paula, onde exerce
    tradicional influeacia, poder ser para o go-
    verno um elemento de forca; mas quanto
    ao nobre ministro da marinba, o honrado
    presidente do conseibo no ouvio os con-
    selbos das suas intelzes experiencias, em
    pastas militares. A nica desculpa do
    honrado presidente do conselha ser que -
    quem nao tem cito, caca com o gato. (Hi-
    Uridade.)
    Em todo caso, se a poltica do gabinete
    contina a mesraa, no seu papel de oppo-
    sicionista continuar o orador, e assim pug
    nando pelos interesses da sua provincia, a
    qual em 20 mezes de dominio conservador,
    tem tido 7 presidentes, o que quer dizer
    que cm termo medio cada administr'.ya
    tem durado menos de tres mezes.
    Concluindo, e para melhor fazer sentir o
    modo porque pelo governo tem sido trata
    da cssa provincia, declara que alli se tem
    demittdo es bons e nomendo gente ruim ;
    e por isso um dos antigos enthusiastas
    desta situaQilo j disse, ali3 com urna ge-
    neralsajo em que o orador no acompa-
    nha, que no Rio Grande s 3e tem despa-
    chado ineptos, bebados o ladroes !
    SESSAOEM 17 DE MAIO DE 1887
    PRESIDENCIA DO SR. CASSANSAO DE SINIMB
    Prosegue a 2.a discusso adiada do art.
    1. da proposta do poder executivo, fixan-
    do as forcas de trra para o armo tnaneei
    ro de 1887 -1838-
    O >*r. Avila conaidera gravissima a
    stuajao; j o era no fim da sessao passada ;
    mas a gravidade tem augmentado le for-
    ma tal que, com o manifest qua ha pouco
    foi publicado por dous distuctos generaes,
    o paiz chegou extrema anciedade.
    O nobre presidente do conselho auda
    nao deixou de ser o mesmo homem que so
    tem fito notar desde o principio da ques-
    to militar.
    No dia da publicaco do manifest, sa-
    hio de casa para vir ao senado, mas reco-
    lheu-sa logo sua residencia. O senado
    suspendeu a sessao afim do esparar as ex-
    plicares de S. Exc, que veio hontem
    tribuna, mas sera dar era uma palavra a
    respeito do verdadeiro objecto da disaus-
    so. Foi necessario que o nobre senador
    pela Babia o forcasse a tomar de novo a
    palavra para dar as explieasoes que o caso
    exiga; mas o nobre presidenta do conse
    Iho houve-sa de raaneira qua deixou as
    cousas no mesmo ponto em que estavam,
    isto fieou tudo aa duvida, no rnyateno :
    a nica cousa que sobresahio, fai qu3 o ga-
    verno desdo qua surgi esta que3to per-
    suado-so que tiuha contra s a maior par-
    ta do exereito estacionado no Rio-Grande
    do Sul, e convenceu-se de quo nao tinha
    lor5a para fazel-o entrar no caminho de
    seus deveres: u'ahi resultou quo o governo
    recuou, transigi.
    Dir o orador seu modo de pensar sobro
    a situaca e a questao militar.
    O nobra presdeme do conselho deu co-.
    mo entendeu explicaces a respeito da reor-
    ganisajao ministerial, que no tem .irapor
    tancia alguma senao no tocante pasta
    da guerra; as uutras no mudavaru o phy-
    sionomia >1o governo.
    Mas com relaco pasta da guerra a
    reorgauisacao tem grande siguifiaacao, por
    que importa o eonhecimento do modo de
    executar o plano de campanha : o governo
    abandonou a guerra directa; aoptou a
    guerra de recursos, e o proposito de ver
    se reduz o exereito a fomo.
    A todos causou adrairaco a effectvida-
    de do nobre ministro na pasta da guerra.
    S. Exc. no oceultava qua erara immensas
    e invenciveis as difficuldades desta pasta,
    deixando entrever que prefera abandonar
    o governo antes do que ticar cora ella effac-
    tivamente. Mas, por fim, o nobre minis-
    tro, que o, mais partidario do todos os
    merabros do gabinete, sorprendeu a todos
    ace'tando a effeetividado desta pasta.
    Indagando a causa dest \ evolujao con-
    veneeu^a de que o nobre ministro, na pra
    tica de tres mezes de servicos na interini-
    dade de ministro da guerra, pjrsuadio-se
    de que dispunha dos .nais ap3rfe9oados
    meios de guerra inclusive o torpedo, e,
    certo da victoria, deixou-se fi:ar.
    O nobre presidente do conselho depoisde
    perder excellentes occasioes de explicar por
    que estava cora a pasta da guerra o Sr. can-
    Iheiro Ribeiro da Luz, o nao o Sr. conselhei-
    ro Alfredo Chaves, ainda hontem tornou a
    negar-se a dar esses explicaeos ; as que
    apresentou no foram absolutamente satis-
    factorias. A questo interessa a honra e
    vida do gabinete e o paiz tem o direito de
    saber, com preaisao e clareza, quaes foram
    as medidas de rigor propostas pelo nobra
    ex-ministro, cuja opportunidade nao fai
    reoonhecida, mas que o governo ainda po-
    der applicar.
    Er.tende que o primeiro dever do go-
    verno, abert .s as cmaras, era apresentar
    c publicar todos os documentos r latidos
    questo militar a expr com a maior fran-
    queza o seu estada. Mas o nobre presi-
    dente do conselho ainda no deixou d.-
    mostrar-se receioso, fugindo desta questao,
    sempre que a p le evitar. Assim o'or.-
    dor protesta i:o perder ocoasio de provo-
    car o g >v>-rno a dar a ultima palavra, a
    aposentar o ultimo documento a respeitj
    dest*. assumpto.
    Consta que o nobre ministro da guerra
    reuni os eomman iantes dos corpas..
    O Sr. Ribeiro da Luz (ministro da guer-
    ra); No verdade; no os reun nem
    om minha casa, nem na secretara de ca-
    tado.
    O Sr. ArlU aceita a declarajo com
    ho, como o nobre ministro da guerra, no
    tm occaltado o recoio de que este debate
    seja pernicioso. No pode o orador compre
    hender que tal recejo seja sincero ; se fos-
    se, os nobres ministros no so atirariam
    aos entrelinhados do Jornal do Commercio
    nos termos em que o tm foito.
    No se limitou o governo a isso. O no-
    bre ex-ministro da guerra abri tenebrosa
    perseguco contra os ofBeiaes que mais se
    tinham tornado salientes na questa. Ora,
    o governo que tem receios, no procade
    assim, nao persegue, no provoca.
    O receio do governo tem por nica cau-
    sa a certeza do que no pode dar explica-
    rles precisas o satisfactorias.
    O nobre ministro da guerra empr'gouos
    maiores esforcos para mostrar que o gover
    no nao estava obrigado a retirar as censu-
    ras feitas a dous officiaes da exereito, am-
    bara so canformasse cora a consulta do
    conselho supremo militar. O nobre presi-
    dente do conselho abundou as raesmas
    ideas ; ponderou que no fez consulta, que
    apenas commetteu ao conselho o encargo
    de regular certos pontos de disciplina.
    Nesta questo eurapre distinguir o pont
    constitucional e o ponto disciplinar. Quan-
    to ao primeiro o governo no podia nem
    devia consultar o conselho supremo militar,
    a quem falta va competencia para isso ; ti-
    nha ao seu dispr a seccao da eonselho de
    Estado.
    Quanto ao segundo ponto, podia cnsul
    tar o conselho supremo militar? Pen30 qua
    no ; o conselho tem faoccSes de tribunal,
    e par lei est marcado o caminho que as
    questocs tem de levar para chegar at l.
    E porventura o conseibo supremo acei-
    tou a incumbencia do governo, formulou
    algura regulamento que solvosse as duvi-
    das do governo? No: limitou-se a opi-
    nar que o ponto sobre que foi consultado
    est resol vida rala con3titu5o.
    Para ouvir ato, o governo no precisa-
    va reerrer ao conselho supremo ; bast.tva
    que 3e servis3e do aviso de 15 de Novem-
    bro de 1859, o qual o orador le. V se
    desta aviso quo o conselho de Estada opi-
    nou, e com elle o governo, que quando os
    os militares usara da impransa ecn relaco
    a paisanos, s esta su jeitos s leis e ao
    foro commura, e ora nada offendera a dis
    ciplina militar. Estava, pois, resolvido
    desda 1859 o ponto constitucional.
    Este aviso nao d ao governo comp?ton
    cia para alguma punir o militar por uso da
    imprensa em suas qu3stues cora paisanos :
    o caso estava sujeita s leis coramuo3 a to-
    dos os cidadSos ; no padia tomar o carc-
    ter de offensa disciplina militar.
    No pode aceitar os dados que o nobre
    presidenta do conselho offeroeeu para o
    histrico desta questo : eiles so incom-
    pletos, desfigurados, e contradictorios. E,
    providenciar no sentido de dar amplemen-
    to ao acto do governo, quaad ouvio o coa
    selno supremo militar e conformon se com
    o seu parecer.
    Ao contrario iisso, porem, vo-se com
    sorpreza qua o nobre ministro comeyoa a
    praticar actoa em que bavia postargaco
    de legtimos atareases do exereito
    Tornou o commandante do 9.a baU.lho
    de infantaria qu-Vjja aohava na Babia, o
    tran8terio-o para Gayas. O eommindant
    do regiment de artilharia, qua sa achara
    em S. Gabriel, tevo de. ampara o Pira, e,
    o qua mais S. Exc. fl*b substituir pir
    um majar de nfantaria. Um distincto mi-
    litar, quo se acha va co mnandando um be
    talho na cidade do Rio-Grande, teve or-
    dem de seguir, nao obstante pedir pouco
    te-upa de aspar.-, em uonsequencia de se
    achar om sua senhora prestes a dar luz
    urna criaaca. (OentesaySs do Sr. ministro
    da guerra.)
    honrad) ministro, finalmente, veio ao
    senado declarar que no retirara as notas
    do reprehensao de alguns officiaes, (Con-
    test.-.coes do Sr. ministro ) Se o honrado
    ministra no o disse, deu-o pelo meno3 a
    entender, e o nobre presideut do conse-
    lho no duvidou tornar explcita esta de-
    claraban. O orador impugna este modo de
    encarar ;> questao. Na poca em que os
    militares foram reprehendidos, vigoravarn
    disposiQo's, cuj constitucin diada era
    duvidosa. O governo aeeitou a interpreta-
    co que deu par ineoostitucionaea sem''-
    lhantes disposieoes ; fazen io o, obrigau se
    ipso facto a retirar aquellas notas, pois
    que a ninguem se reprehende pelo que
    pratica dentro da constituido e das leis.
    O governo, paim, nao se nreoecupa
    nuito cura a lgica. O a^to da trans
    cia do militar de S. Gabriel fui uu- casti-
    go ; mas Dar que 'i Por que ello adherir
    s reunioea qua o mesmo governo declarou
    inotl'eusivas e pacificas. E em que coasis-
    tio o castigo ? Em mandar o offieial para
    outro corpo, em que ella, se fosae iadisci-
    plioado, iria introduzir a indisciplina.
    O nobre ministra frequeuteranl'.- ;-.pjia
    os seus actos em ura regulamento nao me-
    nos inconstitucional do que os avisos cuja
    doutrina foi rectificada pela consulta do
    conselho supremo militar de Justina; E!
    um regulamento qua classitiaa delictos, e
    aiDoe penas. Si 03 avisos caroeeram de
    interpretaco que salvassc as disposigots
    coustitucionaea, no mesmo caso se acha o
    regulamento em que o nobre ministro tem
    apoiado os seus actos.
    pois,
    tem o orador necessidade do remontar
    prazer.
    Mas tanto o
    origem da questo.
    O governo, sem lei qua a isso
    sasse, antes violando a constituica, man-
    dou eensurar dous officiaes superiores do
    exereito, pelo faoto do terera recorrido
    imprensa afim de defenderera so de aecu-
    5033 que lhe3 forara feitas na cmara dos
    deputados.
    O coronel Cunha Mattos, logo quo teve
    noticia dessa acto do governo, protestou
    contra elle. O commandante das crinas,
    marechal Deadoro, nao s autoriaou o te-
    tenente-eoronel Madureira a reclamar con-
    tra o acto do gaverae, coma eonsentio que
    os officiaes das guarnigois da differentes
    pontos da provincia se reunissera para
    prestar sua adhesao ao offieial injustamen-
    te punido.
    Fez mais o Ilustre marechal : unido ao
    Sr. general Visconde de Pelotas, fez da
    questo uma questo do exereito; e foi to
    leal que immediatamente escroveu ao no-
    bre presidente do conselho declarando que
    no via criminalidade alguma no tenente-
    eoronel Madureira; qua entandia que esse
    offieial no podia ter sida 'censurado ; que
    por isso o autorisara a protestar; e que
    hava levantado a questo altura do ques-
    to do exereito.
    No senado o nobre ex-rainistro da guer-
    ra no negau a existencia desta offieio ,
    di98e, entretanto, quo o governo continua-
    va a depositar toda a sua contianga no
    marechal Daodoro, certo de que as reunioas
    militares eram pacificas e legaes.
    lista a primeira phase da questo.
    Encerradas as cmaras o nobra presi-
    denta do eonselho aperoebeu-se de qua as
    cousas no estavam no estado lisongeiro
    que se augurara ao governo ; e anda-hon-
    dera observou que s vezes dara-se faetos
    que tudo assoberbam : 3te confassou
    que reconheoeu ento quo no dispuaha de
    meios do otfrigar aquella parta do exerei-
    to a submetter-se s decisoas do governo.
    Foi nessa occasiao que o nobro presiden-
    te do conselho escroveu ao marechal Deo-
    doro a carta de que hontem deu conheci-
    meute ao senado, e na qual assestou todas
    as suas bateras de seduego, a ver se mo-
    va o Ilustre general.
    Rccuou ento o nobro prasidents do eon-
    selho, e submetteu tudo ao caoselho supre-
    mo militar. Este procedimiento apasiguou
    os nimos, quasi que voltou a contianga do
    exereito ao governo. Aguardou calmo a
    solugo confiando que o governo completa-
    ra o seu acto; que revogando os avi-
    sos, retirasse timbera a3 censuras feitas aos
    dous officiaes. O nobre ex-rainistro da
    cuerra recebau as adhesoe a fidic-it.acoes
    que lhe levarara os militares, e ao mesmo
    tempo enternou a cornucopia das praraes
    sas aos officiaes amigos. Desalassificaii pro
    mocSes feitas na sitaco vnteaior, afim da
    promover um amiga ; suspeudau a lei de
    promogoes para promover officiaes, sem
    que houvesse vagas, e 33ra merecimento
    legal para serem promovidos par raereci-
    mento. Ao mesmo tempo abri persegui-
    gao contra os officiaes remissos.
    O exereito sorprendido .comraoveu-se
    Pela segunda vez o gaverno recuou, certa
    de que no dispunha do meios da imuGr a
    sua vontade, mas j sa tinha adiantado
    tanta que nSo teva remedio senao sacrifi-
    car o nobra ministro da guerra, para evi-
    tar urna derrota campal, e foi chamado pa-
    ra a int-- riuilade da pasta da guerra o mi-
    nistro da aspecto mais pacifico do gabani-
    caa.
    O appareciraento do nobre ministro da
    i natos com interina da guerr>, symbali-
    sando b-inoeira de paz, applacau os ani-
    mas. S. Exc. a todos raceb.'U paterndraen
    te. visitou os quarteis, provou o rancho
    ios soltados; cara estas o outros actos, o
    oontian-
    Ralativambnte questao dos conselhos
    de guerra, declarau S. Exc. que se con-
    tentara com mandar archivar 03 requeri-
    mientos, dos officiaes, que par aquella meto
    proeuravara sentar de pecha a sua honra
    militar. E' tambora um meio de despacho,
    o autori-1 dissa S. Exc Singular e pessimo racio !
    Nii) se pode levar rnais longo o despreso
    dos bros dos defensores da patria.
    Todos os dias sa ve que, era pairando
    qualquer duvida sobre a reputagao de um
    offieial, poda este requ^rer conselho de
    guerra, afim da tirar a limpa a questao so-
    bre que Ues duvidas versao. No casa ver-
    tente no era somenta uma duvida, ou
    boato, era nma accU3agao do governo que
    offendia a boa reputagao dos officiaes ; e
    comtudo o nobre ministro Ibes uega o di-
    reito de se iustiearem perante um conse-
    lho de guerra.
    exereito eneheu-se de esperanga
    nobre presidento do conse- do que o nobre ministro no deixaria de
    O nobre ministro, para proceder contra
    os officiaes nao precisa de mais do que a
    leitura das fallas, o assim foi que vaia ao
    senado 1er o artigo da Federaciio, dos quaes
    tirou argumento para remover um com-
    mandante de corpo. ((Jontestago do Sr.
    ministro.) Deste modo comprehenda se que
    as mo3 do ministro esteja a boa tama
    dos offi -iaes, e at a sua fortuna, pois que
    uma rernogo do Rio Grande do Sal para
    o Para quanto basta para empobrecer
    um militar.
    Estas alternativas da rigor injusto o do
    mais triste desalent constituem feico ca-
    racterstica da questo militar. Assim,
    que o honrado presidenta do conselho, ata-
    da hontem, leu uma certa em que che-
    gou a pedir ao marchal Daodoro liceuga
    para namear lhe successar na administra-
    go do Rio Grande do Sul, o ao terminar
    o seu discurso langou um desafio ao exer-
    eito, oppondo ao valor militar a sua cora-
    gera cvica! Nao se pode compreheoder
    que seja governo quem publicamente con-
    fessa a sua impotencia; porm ainda me-
    nos incemprehensvel que o injusto rigor
    parta dos raesraos que fazera tal confisso.
    Passaudo a tratar do desligamento de
    alguns alumnos da escola militar, faz sen-
    tir que os desligados forara todos recepg2o
    do Sr. marechal Daodoro (coatestcito).
    Deste moio procurase incutirno espirito
    da mocidade o temor e a subservienca.
    Procurou o honrado ministro justificar o
    seu acto allegando que nada mais fez do
    qua respeitar a lei, eliminando os estu-
    dantes que acerescio ao numero legal. Se
    assim foi, devia S. Exc ir buscar os eli-
    rainandos entre os qua ainda estudavam
    preparatorios, ou entre os mas estudan-
    tes. Os alumnos de pr;p;.ratorios adquiri-
    rio nos corpas pratica, que de grande uti-
    lidade lhes poderia serna vida militar. Ao
    em vez disto, o honrado ministro faz a sua
    eolheita entre os bans alumnos, entre
    aquellos que pela congregago tinham sida
    aponalos para praseguirom o cursa. Na
    espirito destes jovens repercutir dolorosa-
    raante no s a injustiga de que foram
    victimas, como a desanimadora convieg
    de qua em nosso paiz o govorao neu'uuma
    importancia liga as habilitagoas profissio-
    naes. A razo de ecanomia, invocada por
    S. Exc. no pode W serio valar: trata-so
    de quantia relativamente pequeua, c raui-
    to mais do que isto gasta o gaverno com
    os entrelinhados que o defenriem.
    Com a elirainacao doaestu iantes da es-
    cala militar coin-ida o estada ntellectual
    :U nossa offidalidade. Hi nella mogas que
    deseJHin illustrar-sa ; mas tambara nao tal-
    tm officiaes adeptos do amiga .-^gi nen,
    veli.os, sem ambigs, naca aatinulas- ^ao
    estes os qu > maw aeeitam as thaorias que
    fzem do militar um autamato : e nestas
    uonuicSds do exereito que a goveroo vst
    feril o'na sua parte intelligentc e esperan-
    gasa I
    (Conlmw'ii)
    ___________\ _____________,___________
    I'yp. Uj Otario raa Uaqao Uo O ixics n. t.
    WKeT '
    ! IHfHMo
    l


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