Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16817


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Full Text
IHMMBMMI
iim LIII IOIEBO ]fl'



'

1
PARA A CAPITAL E LKJIRK O.^f SIO K PAA POKTK
Portres mezes adiantados............... 6)5000
Por seis dito idcm.......... ...... Il-'tJOOO
Por um anno dem................. 23(5000
Cada numero a vulgo, do mes-no da............ 5100
SABBADO 28 DE MAIO DE 1887
PARA I>EVI KO FOIU DA PROIIICJ4
Por seis mezes adiantados..............
Por novo ditos dem...............
Por um anno idem. .............."."'." i
Cada numero avulso, da dias anteriores.........
130500
200000
270100
0100




Proptietort te JHatwel giirira he aria & 31)05
O ira. iaiBie ?rlne C
de Parla. 5- 04 ana* agente
exclusivos de miala* e pu -
blloacdes na Firanc e Ingla-
terra
TELEGEMMAS

aviso ?a8ticul*3 so siasic
RIO DE JANEIRO, 21 Je Maio, s 3
horas e 55 minutos da tarde. (Kecebido
s 5 horas e 30 minutos, pelo cabo subma-
rino) .
Honre boje e rasan do parlamento.
Foi approvado cm 9.a diMcnnao no
Senado o projeclo de lei obre o re-
giatro civil.
A Cmara don Meputadow cuta din-
colindo a repota Falla do Tbro-
no.
(Especial para o Diario)
BDA-PESTH, 26 de Maio.
O encerramealo do Reichstag; liun-
ani leve lugar boje.
menaagem real agradece aoa
memoro do Reicb ntag o concarro
qae premaram ao soveriio e men-
ciona an boan relacdes do Imperio
aulro-hungaro com a* poienclaa ea-
trangelraa.
PARrS, 2*1 de Maio, de madrugada.
Mr. de Freycinel nao fui mal* felia
na neganda tentativa para organina -
cao de um novo mlnUlerloeJavUon
Mr. Jale t.r<'\ presidente da rep-
blica que renunclava a minao da
qual Me tinna encarregado.
PARS, 27 de Maio, de madrugada.
Setenta e cinco cada rerenj (oram
retiradON da ruina* do tbealro da
Opera Gomica Incendiado durante a
penltima noite.
Penaa-ae que ba anda mala algu-
mas victiman'
RIO DE JANEIRO. 27 de Maio, s 6
horas e 5 minutos da tarde.
O Senado votou o art. I. do proje-
cto de lei aobre o reglatro civil.
A Cmara do Reputado* comecou
a dincuNNdo do projecto de le sobre
admlnifttraco municipal.
Agencia Havas filial em Pernambuuo,
27 de Maio de 1887.
SOTA DA AGENCIA
No telagraniiv* <'e hontero datado de
Buenos-Ayres i!jvf se ler:0 ministro da
fazenda vai uniiicar a divida interna.
IHSTRCCiO POPULAR
vestigacoes do grande naturalista inglez, mareado
por assim dizer o metbodo ou norma a seguir no
estudo dos ergauiamos. surgem de tod ,s oa la ios
bastantes trabalbis. Huxley e Gaudry accumu-
lam prnvas e factos em favor da tbeeria : Hae-
ckel, o majs Ilustre dos darwlnistas modernos, di-
rige as suas atte:iy> "s para a origem da vida e
refere todos os aeres a urna substancia primordial
(o pretoplasma), que, segundo Haeckel, derivara
iminediatamente das substancias mineraes.
Todoa os corpo* ficariam assim ligadoa em urna
extensa ca^eia evolutiva.
A esta vasta theoria, que abrange o d.:r\v'nismo
deu o sabio profeasor da uuivraidade de lena o
nomo de m-mismo. Sobre estas bases diversas as-
sentou a Biologa o seu campo vastissimo, estu-
dando oa ilj! .I' ser c do prodcelo dos mov
mentos vitaes. Procurar qual seja a easencia ou
de qualquer outro movimento, um assurapto com-
pletamente fra dos dominios da seiencia.
(Qmtinua.)
BIOLOGA
(Extrahid)
SVOESCOLAS B OA BIBLIOTHECA DO POVO
INTRODUCgO
( Continua;do)
Claudio Bernard edifica a Phyosiologia e u (firma
que no 8eio dos organsm >s os movimentos pbysi-
eos e cbimicoa actuara do meamo modo que no
mando mineral ; demonstra a dependencia neces-
saria entre os pbenomenos e as anas causis i inme-
diatas.
O microscopio revela a Sehawa que todoa oa or-
ganismos sao construidos p t pequeos elementos
globulares de materia viva, a qne chama cellulaa.
Tempos depiis, Paateur, revelando os segredos
da* fermentares, desccbre a existencia dos peque-
ninoi bacterios ou organismos rudimentarea, reco-
nhecidos hoja como causa terrivel de molestias
epidmicas.
Bertbelot, o grande cbimico francs, consegue
obter n'um laboratorio algatnas das substancias
orgnicas constitutivas dos organismos.
Estava corta/Ja a ultima barreira entre 02 seres
vivos e oa corpoa mineraes.
Nao ba poia urna cbimica propria para una e
outras para os outros ; nao ba ama substancia es-
pecial para os corpjs vivos. Sob o impulso dos
denominados philosophoa da natnreza, cria se a
Morphologia, seiencia destinada a estudar as for-
mas doa aeres vivos ; a Einbryolcgia, para obser-
var o primeiro deaenvolvimento do vulo ; a Pa-
leontologa, para determinar a sequencia das fir-
mas viva* atravez das epocbas geolgicas. O po-
sitivismo aBBenhoreara-se dos espritos e consti-
tua a norma dirigente da seiencia.
Appareceu ento, em 1859, o livro de Darwin
A orgem das especies,em que, com admiravel
lucidez, ae eipoe a notavel lucta pela vida, trava-
da por toJos ca aeras pela couservaco propria e da
especie, dando lugar a urna seleccao natural, ou
escolha em que ficam vencedores aquelles que es-
tiverem mais b-m dotqdoi para a lucta no momen-
to dado, levando a materia orgnica de trans-
formadlo em transformaco, desde o mais rudimen-
tar organismo at ao bomem, collocado na parta
aupericr da cadeia. Posta deste modo a queatO,
magiatraIntente demonstrada pelas pacientes in-
?ARTE OFflCiat
ministerio da Fazenda
Foi nomeado offi -ial de descarga da al-
fandega de Corumb Joaquim Jorge Nu-
nes.
Foi nomeado praticante da thesouraria
do Amazonas, Justino de Oliveira Costa.
Ministerio da CUierra
Foi exonerado do comaauj.it ua orta.eza
da Bertioga o alfares honorario do exercito
Joaquim Antonio do Matfos, contarme pe-
dio.
Foi nomeado para exeroer o cargo de
secretario do 5' batalhito de infantaria, o
alferes Rayroundo Penaforte de Araujo,
visto ter sido chamado o effectivo corte,
pelo ministerio da guerra.
O alferes Daniel Ferreira Vaz Jnior,
que se acha aggregado arma de infanti-
na, foi novamente julgado incapaz do ser-
vijo do exercito.
Foi trancada a matricula com que fre-
quentava as aulas dj curso preparatorio
annexo escola militar da corte, o soldado
do respectivo corpo de alannos Jos Theo-
philo Cavalcante Paranagu, conforme re-
quereu.
Foi transferido para a escola mlitar da
corte a matricula com que estuda na da
proviacia do Rio Grande do Sul o alferes
Antonio Freir de Carvalho.
Feram transferidos : do 6 batalhao de
infantaria para o 3' da mesma arma, o te-
nente Manuel Luiz doa R:is Correia ; e do
2- regiment de cavallaria, o alferes do 1'
corpo da mesma arma, Fortunato Lemos do
Prado.
Tiverara baixa : do corpo de imueriaes
marinheiros Antonio Maria de Souza Vei-
ga, por molestia que o irapossibilita do
servijo da armada ; e o soltado do bata-
lhao naval Manael Francisco do Espirito-
Santo, que compl^tou o tempo legal e nao
quer continuar no servico.
Foi nomeado temporariamente comman-
dante do corpo policial do Amazonas, o ca-
p tao do 2- batalhao de artilharia a p An-
tonio Tertuliano da Silva Mello.
Mandou-se inspeccionar novamente de
saude pela junta militar o capito do corpo
de estado-maior d6 artilharia Marciano Au-
gusto Botelho de Magalbues.
Foi nomea !o secretario do 3- regiment
de cavallaria o alferes Joo Manoelde Cam-
pos o bouza.
A8suraio o lugar decapellao-mr interino
do corpo ecelesiasti :o do exercito o capel-
lo-major padre Cassiaao Coriolano Colo-
nia, que o exercer emquanto durar a eu-
ferroidade do capello tenente-corouel co-
neg Antonio Augusto do Audrade e Sil
va.
Foi nomeado commandante do corpo po-
licial permanente de S. Paulo o capitao de
cav: llaria Francisco de Castro de Canto e
Mello.
Foi trancada a m itricula com que fre-
quentava a escola de tiro do Campo-Gran-
de ao alferes do 17' batalhao de infantaria
Alipio Justiniano Cesar Jacobina.
Foi approvada a nomeacao que o com-
maudo das armas de Pernambuco fez do
alferes do estado-maior de 2* classe, Jos
Elisiario dos Santos que all se acha sua
disposicao, para exercer interinamente o
cargo de secretario do mesmo commando.
Apresentaram-se repartico de ajudan
te-general o capiao do corpo de engenhei-
ros, Roberto Trorr-powdky Leito de Al-
meida, por ter sido nomeado instructor de
1' classe da escola militar da corte ; e o
2* cirurgiSo do corpo de saude do oxer-
cito, Dr. Hermenegildo Lopes Campos, que
veio do Rio Grande do Sul e segu para o
Amazonas.
Forana concedidos cinco mezes de Ucen-
9a ao tenente do 8' batalhao de infantaria
Miguel TraDa8Sos da Costa, para tratar de
sua saude.
Foi approvado o acto pelo qual o presi-
dente da provincia do Paran conceden li
cenca por dous mezes ao I* cadete-sargen-
to ao 2- corpo de cavallaria, Carlos Servu-
lo Machado, para tratar de sua saude.
Foi approvado o acto pelo qual o presi-
dente da provincia do Para cooc.ideu li-
cenca por 3 mezes ao tenente adjunto di-
rectora do arsenal de guerra, all existen
te., Francisco Jos Cardoso, para tratar
de negocios do seu interesse.
Foram trancadas as ma riculas com que
frequentam as aulas da et>.ola militar <1
corte os soldados particulares Osuno da Cu-
nta Telles o R.ymundo Vi"ira de Almei-
da, e os soldados Alvaro Braconnot e Jos
Pedro de Farias Firmino, todos do corpo
de alumnos da mesma escola, conforme re-
quereram.
Ministerio da Mtrinha
Foi demittido, a seu peaido do corpo de
officiaes marinheiros o guardiSo Joaquim
Forreira de Paula, que estava embarcado
na canhoneira Lamego.
Foi nomaado escrevento do mesmo cor
po Arthur Herculano de Aimeida.
Foi demittido, a seu pedido, de machi-
nista de 4a classe do corpo de machinistas
da armada Jos Piracicaba de Moraea Re-
g-
Mandou se trancar dos assentamentos do
1* tenente Jos Nunes Belfort Guimariles
a nota de prisao, visto ter-se justificado o
mesmo offiuiai.
Tiveram ordem de embarcar : no cru-
zador Parnahyba, os machinistas. de 2'
classe Florencio Ribeiro da Silva, o de 3a
Clemente Lopes de Aimeida e o de 4a ex-
tranumerario Antonio de Castro Medina ;
no cruzador Trajano, o 1* tenente Joo
Ximenes de Gouveia Cabral ; e, na floti-
lha do Amazonas, o machinista de 4a clas-
se extranumerario Antonio Lisboa da Cos-
ta.
Tiveram ordem de desembarcar : do cru-
zador Imperial Marinhtiro, o escrevente
Henrique imeo Estellita e das torp^dei-
ras, o 1' tenente Joao Ximenes de Gou-
veia Cabral.
Te ve baixa d? batalhao naval, por inca-
paz do servigo, o 1" sargento Alfredo Gon-
yalves de Souza.
Foram recolhidos ao asylo de invlidos
da patria os imperiaes marinheiros : 2*
strgento Jos Guilherme Lisboa ; de Ia
classe Manoel Francisco da Silva, Hilario
da Guarda, Antonio Terceir, Antonio
Ferreira de Araujo e Ezequiel Antonio
Pi : de 2' Manoel do Garrao; de 3a Ray-
mundo Jacintho Furtado, Joo Jacintho de
Saot'Anna e Joao Pirety.
Tiveram baixa do corpo de imperiaes
marinheiros as seguintes pracas : de 3a
clisse Joao Candido Gomes, Joao Gongalo
e Manoirl Jos da Rosa ; grumetes Antonio
Gongalves Minervino Deodato, Raymundo
Joaquim Lama burgo, Antonio Ortoga e
Jos de Oliveira Lima.
Destacou para o quartel-general, por or-
dem (i > commandante do corpo de impe-
riaes marinheiros, o escrevente Arthur
Herculano do Aimeida.
Reparticao da Po Hela
2* secgao.N 49XSecretaria de Po-
lica de Pernambuco, 27 de Maio de 1H87.
Illm. e Exm. Sr. -Participo a V. Exc.
que toram hontem recolhidos Casade De-
tencao os seguintes individuo :
A' minha ordem. Antonio Nuzareth e
Jos Bazilio de Sant'Anna. este como cri-
minoso sentenciado e aquelie como deser
tor da cimpaohia de aprendiz marinhei-
ros.
A' ordem do Dr. delegado do 2' distric-
da capital, Bartholomeu Bispo de Paula e
Manoel Emiliano de Araujo, como vaga-
bundos e turbulentos.
A' ordmn do subdelegado do Recife,
Angelo Moreira, por crime de furto.
A' ordem do de Santo Antonio, Anto-
nio Goncalves Torres, Arcelino Jos Mar-
ques Barbosa e Claudino Francisco dos
Santos, por disturbios.
A' ordem do do 1* districto de S. Jos,
Olyropio Baptista Cavalcante e Pedro Ce-
lestino, por disturbios.
A' ordem de da Boa-Viagem, Man>el
Joaquim de Sant'Anna, conhecido por Ma-
noel Bacalho, preso em fi.grant-, por
crime de ferimentos.
Communicou-me o administrador da
Casa de DetencSo ter hoja pelas 10 1[2
horas da manha fallecido de diarrha, na
enfermara daquelle est.ibelecimento o de-
tento Vicente Ferreira de Araujo, conhe
cido por Mel de Pao.
Deus guarde a V. Exc.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pcro Vicenta de Azevedo, muito
digno presidente da provincia.O chele
de polica, Antonio Domingos Pinto.
DIARIO DE PERfiABIBCO
RECIFE, 28 DE MAIO DE 1887
Voliriis do Nal
O paquete nac oual .Vanaos foi portad jr das se-
guintes noticias alm das ctljiaes publicadas na
seccao respe tiva e das cartas dos nossos corres-
pondentes da corte e dn Micei, insertas sob a ru-
brica Interior.
Paciflco e Rio da Prasa
Folhas de Santiago e Valpiraiso at 29 do mez
paasado, Buenos Ayr l 12 e Montevideo 13 do cor-
rente.
Aps debate tempestuso, a reforma do rgimen
to interno da cmara dos deputadoa do Cbila foi
votada na scsao de 7 do corrente.
O presidente da cmara, Orrego Cuco, provecou
um accordu entre a maiona e minora que consul-
taudo tolos os interesses, traduzio-ae em um con-
tra projeclo que foi a loptado aem discusaao e un-
nimemente.
O contra projecto deuin inteiramente a salvo
os direitoa de lib -rdade de diacussao parlamentar
e circnmscreveu a reforma em tornar miiscxp-
dito o debate das leis de renovacSo anuu 11, tuca
como as de orcamentos, fixacao das forcas de mar
e trra e contnbuicoes a cuja opportuna approva-
c3o st vinculada a regularidad da administra-
cao.
S> da 9 -fFj-.'tuau se a abertura do coogresso
legislativo argeutino, lendo o presidente da rep-
blica urna meusagem que a iinprensa estava apre-
ciando. La Nacin dn que est escripia com serie-
dade e sobriodade, cipe idaapUosiveis e contem
erros e lacunas uotaveis.
T*T. irniuou o processo contra Moujus, autor do
atteutad i c otra o general Boca." O juis condem-
uj'i-o a 10 uuiios de presidio.
Numerosa mullidlo acompanhoa Torquato de
Alvear ao retirar-se para a sua residenca parti-
cular, depeis de ter feito entrega ao seu auccessor
da intendencia municipal de Baenos-Ayres.
O juiz do civel, Or Basualdo, impz ao Dr. Jua
rez (Jelman, presidente da repblica, a malta de
50 p-sos por nao ter feito, dentro do przo legal,
a iuacnpco no registro civil do sen tilbo Julio
Jorge.
Foi depositada no Banco de Lsndres o Bio da
Prata, dispoaicJo do geverno da repblica Ori-
ental do Uruguay, a quantia de 1,100.00J pesos
do emprestiino coutrahido com Bariog Brotbera.
Falleceu, na idade de 77 annoa, o veterano do
exercito oriental general L'urengo Batle, que foi
presidente da repblica e era por todos considera-
do como bomem honrado, cidadao probo e poltico
bem intencionado.
Tainbem faileceu em Monte vi d > o general Fran-
cia.
Segundo o censo organiaado recentemente na re-
partii^So de estatisca do Paraguay, tem a repbli-
ca 2&3.781 habitantes.
O Jornal do Commercio da corte publicou os
sr-gaintes telegrammas :
Montevideo, 16 de Maio.
A iraprensa e o commercio prote3tam contra a
fixico do dia 1 de vlaio para principi.rem a cor-
rer os tres mezes, depoia dos quacs serao admitti-
daa no Brasil as carnes exportadas desta rep-
blica.
Os jornaes acolhem favorivelmente as n )-
m-'aco3 de cheles piliticos, que foram foi'as hon-
tem.
Buenos-Ayres, 16 de Maio.
Foi inaugurado boje o hospital fundado pela co-
lonia francesa nesta capital, para recebar os doen-
tes pertencentes a essa nacioualidade.
A testa de inaugura;ao foi esplendida e foram
muito admiradas as accommodactoes do hospital,
teitas e nforme todos os preceitos da medicina e
bygiene moderna. Assistiram festa. alm dj
ministro da Franr; c dos principies representau
tea da sociedade francez, diversos ministro estrau
geirod e grande numero de altos funeciouarios do
governo.
Deu-se um principio de incendio na aliando
a ; felizmente o fo^o foi extincto autea de timar
incremento. Oa estragos sao insignificantes.
Montevideo, 17 de Maio.
O estado de saude do Sr. Duque da Licignano,
miuistrj de Italia nesta repblica, aprca -uta seu-
siveis melhoras.
Oa fundos uruguayanos esto 3ubindo.
A situaco poltica e financeira vai ra Cho-
rando cada dia.
As juntas do commercio francesa e italiana
dirigiram ao Sr. Eduard Lebey, director geral
da agencia Hzvas, e aos seus respectivos minis-
tros, telegrammas nos quaes certiticam o perfeito
estado sanitario da repblica, e enumeram as me-
didas tomadas pelo actual governo, que deram cm
resultado o 'equilibrio do ornamento e um gran ie
melboramonto no estado financeiro e econmico da
repblica.
Buenos-Ayres, 17 de Maio.
Houvc um encontr de trena em Magdalena
perecendo 5 pesaoas c Scanio muitas feridas.
O Sr. Liscauo, commandante do vapor Mu
ratura, que perdeu se as costas Oa Patugonia, vai
ser submettido a conaelbo de guerra.
O intendente municipal, Dr. Torquato de
Alvear. foi definitivamente substituido pelo Dr.
Crespo.
Telegramma noticiando a conslnsao das qua-
rentcnas no Brazil foi bem reesbido.
Moutevid), 18 de Maio.
A suppresso das nuareutenas foi acJhida com
especial agrado ; porem o commercio protesta con
tra a fixaco da data para admissao das carnes, e
espera que o governo brazileiro far justica s
auas rcblamacoes.
Buenos-Ayres, 18 de Maio.
O ministro da fazenda, Dr. Wencesl i> Pacha-
co, trata da vender a diversas comptnhias linhas
de railwivs, qeu tornauvse onerosas ao thesouro
publico.
Montevideo, 19 de Maio.
O senado adoptou definitivamente o projecto de
creacao de um B inco Nacioual Uruguayo, apre-
aentada pelo advogado Baus, c um syadicatj de
banqueiros argentinos.
Buenos-Ayrea, 19 de Maio.
O governo estuda usi projecto de colonias ind-
genas as margeos do Bio Sogro.
Valparaizo, 19 de Maio.
_ A secca que reina ha algum tempo era todo o
territorio da repblica c imprjmetteu seriamente
as colheitas.
Fcram sentidos alguns abaloa as regioa
de C ipiapo, porm os estragos cauaa loa por este
terremoto foram de pouca importancia.
Rio tirando do Sul
Datas at 12 do Maio.
A'odia 5 tiuham sido retrad)sda caxa cc>-
nomica mais de 400 OODlOO'J e estavam j com i
cout da juros prompta para ser pig* depois Jo
respectivo procesao mais de 300 cadernitas.
Aoconselhi administrntivo da caita dirig) o
viee-presidente da provincia o siguite otlicio :
C immunico a Vv. Si., para oa lina convenien-
tes, que o Sr. ministro dos negocios da fazenda, em
telegramma datado de hontem (7), declara que o
novo regulamento para as caixas econmicas so
nao est em vigjr aqui, na parte relativa auue-
xne> Thesouraria de Fazenda e mudanga
da aimioiatracio ; tudo o rama devo eer execu-
tado.
Pelo Dr. Antonio Jos Pint), juiz de direito da
comarca d.> Kio-Grrande, foi pronunciado naa ar-
tigos 135 5- e 159 do codig-i criminal o Dr. Jos
L imelino Ue Druiumond, juiz municipal de Jos
do Norte, e expedido o respectivo man Jad > d
priso ; sendo-lbe, entretanto, arbitrada a fi-iue i
emCOOiOOO.
X prouuncia fj motivada pelo proersao da rea
pouaabilidade a que reapjndeu o mesmo doutor,
por denuncia do Dr. promotor publico da co-
marca.
O D.-. Limelino requereu fiansa.
Do estado maior do 6o batalhio de infantaria,
em L'ruguayana, tvadio-se na noite de 7 do passa-
do o alferes d mesmo corpo Jos Mara de Oii
veira Ouimares, que se aehava sujeito a couse-
lh) de guerra, em conseqnencia d'i um desfalque
de veneimento de officiaes e pragaa no mez de S;-
tembro du anno findj, seuio elle cutao quartel-
mestre.
Ha toda presampcao de quo pasbaasepara o Ea-
tado Oriental do Uruguay.
Achavam-ae no Livramento os generaes Sra.
Baro de Itaquy o Joao Francisco Meima irreto,
que vo fazer ptrto do couselho de iuveatiffa^o a
que deve responder o brigadeiro Isidoro Faruan-
des de Oliveira.
A Raido d a seguinte noticia :
Fui flanqueada ao transito publico no dia 20
do passado a parte da estrada de trro que liga os
povos da repblica visinha desde a ponte do Ara-
peby at villa ii Santa Kosa.
Est, pois, obviada a grande difficuldade do
Salto do no Uruguay naa graudes biixas das aguas
e facilidad! o transportes pela viaferrea as oc-
casioes necessarias. >
Consta ao Cimmercial, da Cruz-Alta, que no
termo de S. Martinho, no lugar deuominado Tres
Arvores, houve cojflicto ent.e o subdelegado di
polica d'aquello diatricto e pesaoaado povo, ten Jo
auhido gravemente feridos cinco cidados.
So Ouabij (gua.-da brasileira), du o Inde-
ptndentc, de Bag, dera-se um lameutavel aconte-
ciinento que occasionou a morte de urna praca.
Djus joveus soldadus muito amigos, estavam brm
cando de espada, e um dcllea deu um prauchaco
uo outro.
tate atir.i-ili: um pontaiso, e cj:n tanta des-
grana que furou-ine a barriga, poudo-lhe os intea-
tinos de frn,.expirand i momentis depois. Sea ua-
marada que cBmmettsa o bo nieidio som querer,
accotuinodou a victima em urna cas* e apresentou-
sc ao commandante da guarda, a qaom uarrou a
oceurreucia.
Este iufeliz ch iraa-se Fausto Al ves. e dizem
aer um moco.
liealiaou-ae um t viagem de experirncio do va-
por Honorio Bicalo, auliga canhoneira Araguary
que tora bi tempos m-remauda em leilao.
O casco do navio estava em perfeito estado do
onservafio Teudo entrado uo dique e sido viato-
toriado, reeonhoceu-so que o leu es'aio de segu -
ranea nada deixava a des^jtr, nao s quanto ao
sen syatema de conserve cao, como ao bom estado
das madeiras.
Kffectiva ente a Araguary, pasasndo ao poder
do seu actual proprieta no, nao s'jffreu o menor re
paro no casco.
A machina a mesma tambem e a mesma igual-
mente a maatreaco.
Sendo drstinado ao servico de conduccao de car-
gas, o Honorio Bitalho soffreu diversas alteracoea
noa seus compartimentos, islo construceao de
dous e6pacosos poroes que podem receber urna
grande quantidade de carga.
Fezse tambem o passadico, de cima do qual o
commandante dirige o vapor e transmitte suas or-
dena tripalaco.
O convez foi todo calafetado e fizeram-se ainda
outra3 obras que tornarao eata embarcago perfei-
tameote apta ao fin a que se destina.
O Honorio Bicalho foi armado a lgar-escuna
e, na opuiio dos entendidos, de forma a nada ibe
faltar.
A viagem de erporiencia deu 03 melhores resul-
tados.
Em Jaguanlo, na noite de 29 do passado, no lu-
gar denominado Costa do Arroio G;ande, onde re-
sida um tal Toribio, foi barbara e covardemente
a8sassinado o official de justica Joaquim Boavcn-
tura Machado, por seu collega Joao Gaham, que,
na occasio em quo praficou tao hediondo crime,
ae achava completamente embriagado e eui igual
estado a sua iufeliz victima.
Machado apresentava cinco ferimentos de arma
branca, sendo todoa trai^oeiramente recebidoa pe-
las costas, o que prova a covardia e infamia do as-
sassino.
Falleceram : em Cacapava, Joaquim Gomes Lia-
boa ; em D. Pedrito, o angenheiro Scoto e Agri-
pino de Abreu Fialbo, e no Livramenta, o capiao
honorario do exercito Diarte Rolim, Justino Tei-
x.ura, o italiano Garlos Cantou e D. Definr. Soa-
res Pereira.
H. Paulo
Ditas at 19 de Maio :
Assumio hontem (li) a gerencia do Banco Mer-
cantil de Santoa na capital o Sr. Ernesto Steidel.
O presidente da provineia p'rm'ttio que seja
aberto ao trafigo, provisoriamente, o trecho da li
nha frrea Ytuaua entre Piracicaba e J0S0 Al-
fredo.
X) da 14, un estacio do Loma, linha Pan-
lists, o hespanhol Jjii: l^arvalhido, depoia de nove
horas da noite, escrevia cm sua casa de negocio,
que j se achava fechada. Ncssa occasio rec.-beu
um tiro disparado do buraco da echadura, e cabio
morto, tao certeira fia a pontaria. Antes, s 3
horas da tarde do mesmo aia, o portuguez Manoel
Alves Das, ex-socio de Carvalhido, dera-lhe um
tiro que nao acertara. Antes ainda deste tiro er-
rado j Manoel Dias espancara Carvalhido. Iudi-
gitamno autor do crime.
O Diario do Rio Claro recebeu em 18 o se-
guate telegramma do Jab :
Celestino de tal fji hoje assassinado por urna
mulher que deu na victima oito lacadas.
Foram capturados em S. Jja do Rio Pardo os
r)3 Alexandre Joio Damaseeno e Antonio Kibeiro
Soares, pronunciados em Cabo-Verde. Minas Ge-
raes, nquelle por tentativa de morte e este por ho-
micidio, cujas capturas foram efi-'ctuadas pelo de-
legado de Cisa Branca, em virtude da requisicao
do respectivo chefe de polica dirigida ao d'esta
provincia.
Fa'leoeu no Rio Claro o lavrador Joo Martina
de Ajuiar e em Taubat Antonio Margal dos San-
tos.
Falleceu na noite de 13, na cidade de Lorena,
o Dr. Mauoel Jos da Costa Franca, quo foi alli
fazendeiro e advogado. Intelligente, leal e probo,
soube conquistar pelo conjuucto de suas bellas
quaiades moraes e por seu trato extremamen-
te ameno a gerai estima de que sempre gosou.
nao s uo lugar de sua resi ieucia, como uo vi-
zinho municipio de Ouaratiuguet, de onde era
lilh) e onde era descaocam 03 seus restos mor-
taes.
Ulnas Cernea
Datas st 19 de Maio.
No da 8 do corrento Angelina de Souza do NaS-
cimento e Maria Olaudomira da Cruz, resioeutes
na Pont' Alta, foram alli aggredidaa por Luiz, sua
mi Mathr.'e e mais dous individuos que as capan
caram cruelmente, resudando das pancadas a fra-
ctura do braco de Angelina, mulher pobre e des-
prote^ida, que veio pedir a protoccSo do Sr. tenen-
te Ribas, a.ftualmeute no exercicio da vara de de-
legado de polica desta cidade.
Fez-se o acto de corpo de delicto e as infelizes
mulheres f iram recolhidas Santa Cas 1 de Mise-
ricordia, onde submetteram-se ao conveniente ira-
lamento.
Foi assassinado no Carmo do Rio-Claro o
sargento Mauoel Baptista, ua occasio em que ef-
fectuava a pris da dous celebres criminosos, uco
doa quaes chaina-se Eugenio Jos Pimenta, pro-
nunciado em quatro procesaos e mohecido ladrSo
de auimaes.
Eugenio est lecalhdo cade.i de Alfenas.
O infeliz sargento Manoel Baptista esteva des
tacado nesta cidade e era muito dedicado ao ser-
vico da p ilieia, no qual revclou sempre multa iu
telgencia e zelo.
Falleceram : na freguezia i> Mach idinhi, o
Capiao Manoel de Paiva e Silva Buena; no Pa-
trocinio. Jos Lionario Antunes de Faria ; na
Campanha, D. Leonor de Souza Mell-i NottO, *
na Ligoa Dourada, D. Deolinda da Silva e Al -
meida.
Rio de Janeiro
Datas at 20 de Maio.
Sobra S. M mercio a seguintes noticias :
Di 17:
Sua Mage3tade, acompanhado dos Srs. Batoja
da Motta Mua e de Itapagipe, passeou hjntem em
carro e a p at as proximidades da Vista Ca-
neza, sahindo do pala.:e ao meio dia e vcl-
tando s 2 horas. Muitas pessas assigoaram-
se uo livro respectivo. \' vista das melhoras
ob'.idas por Sua .vlagesude na Tijuca, consta que
se prolongar a iua perman.ncia uesta localidade.
A'a 8 horas da noite -ui Magastada c .ntiuu.iva a
pasaar bem.
Di 18:
> Sua Magestade contiui a passar bem, e nao
tem tido aeceaaos tebris. Passeiou hontem de
carro e a p, acompanhado doa Sr. Bardes de Ita-
pagipe e Motta Mu* ; sahindo do palacio s 11
horas da maub e recolh'en-.'o-ge s 2 1/2 da
tarde.
Foi Solida, Floresta do Estudo,
e visitju a Cascata Diamantina, Jescaocaudo
junto gruta Paulo e Virginia. Deu um
paasio, tambem a p, pelos tarreaos do Sr. Li.t:
gruber. O Sr. cnnselheiro Albino de Alvareuna
tara estidj no palacio. O Sr. Barao de Ibituru-
na visitou Sia Magestade. As pestot! que t-Ji
ido visitar Sua .Mag-atade cont'nuam a cscrever
seos nomea no livro respectivo.
De 19:
S M. cootini B.tn alteraco em sua saude.
H nitod, ac npaubaJo dos Srn baro^s Motta Maia
e de It.apig p foi em carro al a mesa do impe
rad ir, pasjeianlo fara.V-m a p.
Esteva no palacete com Sa. Ma. o priucipe D
Augusto que regressou da Iiha Gran le.
De 20 :
S. M. o imperador, com os Srs. VisconiFMe
Paranagu e Baro da Motta Maia, paaaeiou houtom
da carro e a p indo at poBte da Uochoeira.
Dd.volta recebeu os Sr. baroes de Cotegipe e Ma-
mor. S. M. a imperatriz recebeu diversas j-es-
soas que foram saber da saudo do augusto enfermo.
Visitaram S. M. 03 Srs V*iscooie d Souza Foutes
e Torres tomem, e este depois de ll o visto con-
ferencien com os Srs. BRro de Motta Maia e con
selheiro Albino de Alvarcnga.
Eia o resumo des trabalho* do parlamento.
Dia 16:
No senado foram eleitos : presidente, o Sr. Can
aanso de Sinimb; Io vice-presidente, o Sr. Cruz
Machado; 2o vice-preeidente, o Sr. Nunes G'.n-
(alves.
O Sr, Baro Cotegipe (presidente do conseibo)
deu 1 xplicac s a respeito da recomposi^o do ga-
binete.
Em seguida oraram sobre o assumpto os Srs.
Antonio Prado, explicando a sua retiida, D'ntas,
Baro de Cotegipe, Affunso Celso e Silveira Mar-
tins, encerrundo se a diseusso s 3 1/4 da tarde.
Sa cmara dos deputados. depois da leitura do
expediente, o Sr. Aimeida Nogueira lundamenton
e enviou mesa urna represcntaeo da AsBcmbla
Proviucial de S3. Paulo, pedindo augmento da
deputaco da provincia.
Fi ram eleit.as as codoissocs de administracao
provincial e municipal, agricultura, exmrnercio e
obras publicas, instrueeocg e ncgccics ecclesias
ticos, saude publica, diplomacia e redaeco.
Da 17 :
No senado o Sr. Lima Duartc requeren que sr-
scubesse do governo em que data foram expedidas
ordens para que ge proceda, na provincia deMinas-
Geraes, eleco do di potado que tm de preeu
cher a vaga deixada pelo ^r. ccnse.'hciro Cai.dido
de Oliveira.
O Sr. Baro de Mamor (moistro do imperio)
declarou que es=as trdeus j 'stavi.ni expedidas, e
o nobre senaaior, autor do rtquerimento, retirru-o
Foi approvado o parecer que concede lieenca a.
Sr. senador Jur.queira para deixar de ctmpurccer
seeso deste anno
Continuou a 2* discussao da prope-sta de fixacao
de foryas de trra paia lfc87 a 1888. Orcu o Sr.
Avila.
Na cmara des ceputadee. depois da leitura da
acta e do expediente, o Sr. Silva Tavarrs tiatoi:
de negocios da provincia do Rii Grande do Sul.
Foi approvado o parecer da etmrcisso especia'
mandando nao proseguir a dinuneia npres ntadn
centra o Sr. Carneiro da R. cba, quando oaimstro
da agricultura, depois de regeitado o requeriment;
de iidiamon-o do Sr. Coelho Rodrigues.
Rejeitado o requerrtento de adismento do Sr.
Affnso Celso Jnior, contnuon a 3a discusto do
pnjecto de reforma da administrago local i:as
provincias, orando is Srs. Maeie!, ministro da
agricultura, Ferreira Vianna, ministro do impero
e Affouso Pviina.
Dia 18 :
So senado, depois da lcituja do expediente c
Sr. Hcnrique d'Avila justificou um requerimfnto.
que foi approvado, pedindo diversas iiiformajo-a
sbie negocios do ministerio da guerra.
Em seguida eutrou em 21 discussao o art. 1" do
projecto de risueo das fv reas de trra para o exer-
cicio de 18871888 e craram os Srs. Viscende de
Pelotas, duas vezes, Baro de Cotegipe, tres, Can-
dido de Oliveira, Viruto de Meceires e Saraiva.
Encerrada a discussao foi approvsdo o art. 1-
e bem assim, sem'discusso. o art 2o, ccmaiu.cn
da da cmara dos Srs. drputadea.
Encerrcu-se tamben a diseusso do art. 3o e
seus paragraphos, cuja vetaco fieou adiada per
falta de numero.
Sa cmara dos deputad"3, depois da leitura da
acta e do expediente, o Sr. Maciel pedio a opima..
do governo em relaco aomauifeat j bu dias publi-
cado per dous militares de elevada patente, res-
pondendo os Sr. Mac-D..wel (ministro da justica.
Proseguio a dis-ziisso do projecto ce adminis-
traeo local as provincias, o-ando o Sr. Bulhoes
Carvalbo.
A'e 2 1/2 foi discutida a inteipelaco dirigida
ao Sr. Ministro da agricultura em relaco s irre-
gularidades batidas na ultima matricula de osera
ves em Campos.
Uraram os Srs Aflons Celso Jnnicr, Ridrig--
^ilva (ministro da agricultu-u), e Thomaz Coelho.
L'in.a no Jornal du Commercio del7 a se-
guite noticia :
Nohavendo tempo na ultima sesso do-su-
premo tribunal de justica para o segundo julga
ment do precesso de responsabilidadc contra o
drsembargador Julio Barbosa de Vasconccllos,
ficou aquclle transferido para a seguinte eeaso de
18 du corrente mez, s ll heras da minli: sendo
votos impedidas legalmente es Exma. miustros
Magalhes Castro, Buodeira Duarte, Gouva e
Sampaio, e por suspeico que juraram es Exma
cuiisiheircs Baro do Jary, Tavares Bastos e
Aquino e Castro : portanto s esto as condicoea
de poderctn ju'gar os Exn.s. juizei Ba.bosade Ai-
meida, Mariam, Audrade Pint-i, Freitas Henri-
ques, Silva Guimares, Brito Guerra e Faria. "
Rabia
Datas i.t 24 de Maio :
A companbia de zarzuelas dava espectcu-
lo* iyricoi cm agrado geral.
Sob o titulo 0 Dous de Julho, diz o Jornal d
Noticias :
O Sr. Baro deS. Thiago, presidente da di-
reoei dos fes''jos d> da Dous de Julho no pre-
sente anno, reroetteu cmara muuieipal a quan-
tia de 4'JO0 0 para os ditos festejos o dispensou-
se de tomar parte activa na realisaco dos u.cs-
inoa, eaperaodo da cmara casa patritica in ^m-
bencia.
A cmara, dep-.sitando aquella quautis noa
cofres municip-.es, responden i.o pod-r aceitar o
encargo ou vista do- servcoa urgente! de que ae
cha acarefada.
Est >, p-'ia, bem arriscados 03 veteranoa de
o? 1 te-em desta vez a devida couimemoraco do3
aeus fai tos.
E' de crer entretanto qu", para honra nossa.
os deuiais cidad's que empoem a direc;o da
tradicional f-sta uo resiguaro o seu encargo.
Aphotographia esrabeiecida ra Carlos Go-
mes foi uo dia 16 a 4 1' horas da tarde theatro
de urna sena de saDgue, na qual figurn como
victima o Sr. Mauoel Jos Simos Vianna. pro-
pnetario da me^ma photograpbia.
Anto.11 1 Ferreira de Amono, criado do Sr.
Vianna, exiga a 7va torca que cate Ibe pag.asse
p^ssagem para Seigipe, sua provincia natal, visto
ter sido deap dido do servio do fer. \ 1 .n .;t.
Dizendo Ihe o Sr. Vianna que n'aquella occa-
ai) i\a pidia dar-llie dinheiro, promettendo, po-
rem, dd-o a 17, Amorun, depois de insultar o
sen patro, aggridio-o cm una taca de p->nta que
sacu do seio repentinamente e que de vesper*
havia afiado, e tez-Iba eom ella tres ferimeutos,
um no alto a Cao-c.a, eutru n'um bra^j, e o ter-
ceiro no lado esquerdo sobre ama das coatellas.
O assaasino pe:seguido por varias pesaoas do
povique aouliram a^a gritos de soceooro, foi
preso pelo suoJeie^'adj do S. PeJro. quo por alli
passa-Va un occasio. Eata autjrid.ade, cm eujo
poder se acln o lustrum nto d, crime, proedeu
a corpo do dyncto no uffendido e abri inqoerito
sobre o facto. d) qual ha diversas tealemualiaa de
vista.
O Sr. Vianna acha so em astado g'ave. em con-
sequencit do ultimo f. rmenlo que a..ffivu.
Em sessj d,' 21 conr< geo da Faculda-
de de MaU.ciua tomou coubocimeuto do toiegra a-
su do miuio.ro do imperio qii" mandava proceder
a nova eeica\i para a coinuiasi jugadora do con-
curso do preparador ' nominal, e rt-couhcctnJu ilieglmenta onalitui-
da a que for.-i anteriormente apurada.
A uiaioi U da coagregacio, em numero de djte
batea, declarou pir escripto nao to:n .r parte na
v.itavo, e represeucar oo givcau im erial eoatra
o auto que motivou aquella convo: ,(.).
Aasignaram a deciaracao oa prof'essores conse-
lheiros Freitas. Demetrio, Rosendo, Baro delta
poan o Drs. V.rgitio, Pacifico, Cout; Victorino,
1
w


*>
Biario dt fernambueoSabbado 28 de Maio de 1887
*
hik, Aiexandre Cerquers, Sntcs Pereira e


Ib test2o de 1, o meamo curpe docente tinha
MioltWo por 1* votos contra 1, lo eleger com
aiio jolgadirapara o concurao ao lugar de pre-
jini-i dopbyeioiogia.
^0/ este acto a congiegaclo da Faculdade pro-
lutoa contra o aviso do ministro, que annollou o
5Bfiro concurso para aquelle lugar, allegando
mafficienc>a das provas.
__ Tinbam defendido iheaes na Faealdade de
Jfedicina e recobido o grao de doutor os Srs. Ku-
aftsasio Jos da Cunta, Emigdio Beserra Mon-
.Mtgro e Fernando L sboa Continho.
AllKOM
aroticaa deata provincia coustam da carta do
mmm correspondente sob a rubrica Interior.
INTERIOR

rrespoMdencIa do Diarlo de
Pernambuco
DE JANEIRO-Corte, 19 de Maio
de 1887
5As oselbora* que o Imperador vai oe
Iht-ndo. Duvidas e onjecturas res-
peito.Discuaso no Senado sobre a
questo militar. Discursos dos Sns.
Dantas, Cotegipe, Affouso Celso e Sil-
v Coutinuaco as duas seguintes sea
aes.Discursos dos Srs Afila, Pelo-
tas, Cotegipe, Candido de Oliveira, Vi-
riato e Saraiva.Encerramento da dis
cusso e votace do projecto de torcas
de trra.Discusso da refirma muni-
cipal na Cmara dos DepuradosQues-
to de preferencia.-Discurso do Sr.
Ferreira Vianna Interpretado do Sr.
Celso Jnior sobre matr enla de esera-
vos em Campos e resposta do Sr. minis-
tro da agricultura.Duas palavras para
terminar,
vtalinuam a pregredir as melhoras do Impera-
mi.4e diariamente luz 1-ugoa patseioa a carro
tsft entre o meio dia e s 2 1/2 h>ras da tarde,
t*!e> da ,mbra o do fresoo das estradas e ca-
sitoa que cortam 83 perfumadas d restas e res
!a^i a Tijuea.
Tada as uianbas dio conta os jornaes dos lu-
ili por Soa Mageetate percoiridoa, do ponto en)
job encanca c das horas que gasta nos trajectos
pa&c.
Sao obstante, ha ainda duvidosos acerca das
jttiiaaraa do Imperador, chegando se a dizer que
.-itt ae acha eequestrado para que o publico nao
ler conbtcimento exacto do s.-u estadio;
i que a prohibir de receber visitas, imposta
ysiw assisti-ntes, nao tem outrc tiro.
Ka L'tmara dos Deputadi s o Sr. Cfclso Jnior e
a iVaido o Sr. Plelas alludiram u tal aequestro,
aaMllf porque anda nao f i marcado dia e hora
yaca 8aa Mugestade rectber a icputago que o tem
ie felicitar pelas su as melhoras, este porque a re
jtei:tfccao dos militi.res anda na. recebtnde
Su Muges'ade a t luejao que II-a eepTim.
S jqui diiei desde j que esse pnuto foi hjr.tem
BPJdado pelo Sr. Coteijip*- < m resposta ao mesmo
Sr. Pvrotas.
tbido, diss" B. Exe, qne ba Mgistade
iaperndor ha quasi tres mises fofl' e i m sua
sx&t. e os n ices lecommenJam, si nao sbsten-
ula iie trhbalbos, ao menos de appli?ar se
a *.te orne Sua Msgestade rostumava fnzel-o.
Ut lii-si r)< 11 !>(.' s ec ijv. isa^ois e de tratar de as-
BiB'pI'S que pestam fletar o seu ispirito.
Magestade n n b:a a tedia; e se a um
K.t-.ai si o c ficii rcci ber numerosas e a ntinua-
..- iiin fatigar-te, quantc rna8 u um
ztr iicepecs cantaiia talvez maio reparo
-v se i.s previdencias ueenselhadas peles me-
io te ti misia m geraes.
", entretanto, certo que ainda depois deseas
xmidtnciaE, Sua Ma:cstade tim reetbido algu-
i j, mire as quars blguns tnade*re- ;
i.i> je recusara, p'Hante. a neeber o nebro te-
mtr se mandaste pedir un.a audn rea.
O Sr. Vifftnde de ParanaguJ cirtifiquei
itsb B'>mo ao iitbie senador.
ti 3r. Baro do Celcgipe deijaiia ao criterio
B tibie etnader altmoer que O'abi nao resul-
Jai geravavSo dos paaecimentts de Sua Mages-
- >fqaeetial-o. to.-ia urna tranao do ministerio.
e o Imperador rao estivetse rapaz de re-
jc'.mi ats ifliima ao m bre smadi r que Sua Mu-
'Mxt | oe pi rft lamente d< liberar si bre os
i senador do 1 iat hy, que urna das peseoa6
,3t sais lidi.m c n. o Imperador,
a i' >7 Viieonde de PaianagK Apoiado, e
lilfm eertifiquei isio muinc ao ntbie te
ai;i; pelo Rio-Grande.
- O Sr. Visctnde Oe Pel tac Km particular.
Cl Sr. Viecmde de ParaiiaguE agora o
aje publico.
' f> Sr. Vircende de PelotatE' de grande
li jtm si bi r te aislo, e a ti dos praz etta do
i*8.
Or. Biio ce Tolegipe est eerto disso, per
ae i gt m mfcit do que o orad r ftz juttir ai t
t*i:-a- iti s Oo i obre senadi r, qutr e< mo bi m< n
utremo particular, para cimuaMa-
i. t ]u pi rador.
i gac fut i-ta n siloatSo do mpinule, (
i-'jifrio !i ba na lonstituito ( s meiis dr < \ ifi
^t Jai! S te C b'ta nei eu dos ni ge c ios do Es-
BZ.
Etffra que i ao fque refluido resquicio de
;:ilie( istado Oo 8. Mi lujeiador; mas
m susout { 11 nula ios i tupa-te o n ei n n odi
i iiiiliis qumdo dcenle. pi i materia ce n-zao
i't kcib [lalicir te < >aJi?tj.io i ai te i.igfci a nulir uui lula a
>r>Hlenos t< ttbn tu adir.
S>> tilines ji (icim rae snteeipsr.de- as
i4i;>>> (>fct, uta ina css quats t ja j Jll pic.
- lid < i'urtte tts dis mt-%M t' <(i.(t i ti Co D( SiLtce, i i.de foi l< Dgt
111; ii -1 i (ilii.oa b (,1-itiai militar ou-
aai lies oibe. Iin.-tt caco o (,ue if pitvi na
ir.
K> Mtte de oa ]6, iifi i ct-oiie. tpiz a olei-
V* }'si aii j, tuco el) '< c Si Si n 1 queeiai 1 "
VHi-inMiiiK. lom t Si t Hitiiici |ii iiur.iiti a Suici (iih.ii
Msentele e.i li cna tit] um 11, no < n (i iivi 11 i > j li i ( t t. i miiti 1(iiiiiii<( u i t 11 al. J11 a i u
rjirni Dille iinu'eesi en I. \ a e. i 11 ti-
ln Ci t 1 ej ni e e t. e l t(iM i ei. 111 fn qte si
mi ii es ene iii.e um j 11 t n 11 .ni s i >| n-
!t*,i' i. i.t : M i c i) i til t< te t Sit. tei tci le t qiie
j a ie i n
le i bi. Tirtai 11 n tmeu a initisti\a de
Jtlsiiiiii i lili i en c u' n tenue, cnluiice
^x i:t ;iiil in t 'iiliiieeit tt Liinte
. iiiiimli ce eeitelte. (lie lie eimtj
. i ti
jevii f
MlMtfi 11 n ji e ii 111 ] 11.
I I 1) ( e l tle 1 11 li 1 I I i I l I t OiMfUI.lt (D-
Din) s lien ci |ii t eme eei't.t.|ii-
'n ] i, c ] ii i ee e i 111, inn einc
lili li evi iiD lioioe itetlai Dilnti i
tt > .i i n in i eilim pelen lete lela ;
ttii ni) j i> i ii ( 111 11 i e e leiiii e i n
ae e ii mi. a u \ti 11.11:11 ni i-h i.
tiii 1 1 n ii ciit|)iiei'i t leiiblis
Htt 11 nuil >iMt eiieii iez ini itfct.
** Jm i' june ute < 101 ni. eiLt urde
|l j } Teltilte ti lua tif lt<(]<> ftf atee
lm t 111. c fi. Ci f >p 1) ti mi i' qii ja ttlii
1* ( 1 liu I te 11111 i) (tlC a l'(iuit\i
i;iii.I Dt ijii 111 (< lisio ciDie (,ui si
lll-ieiee J)l I C'IUUti, H'l Ul i(Ullil
* pifi 1111 e n 11 litiiee.t jtilioit ti tjposi
jic. IiDiIiCI 8 LIltti.1 I Di 11 II (.' e I lt
latinee 1 1 n, i'res tt ttos pi n n ns jedio
detei |t ti ti. lel'Ut ti8 cuil tbe tt ellt
H 1I111" >' 11 ni en qte n. uli, i oitli
tacttci 1 elit Fe le tt a
Pfttiide a tiau ttrsr este sttirtt, leu VSiies
tiettit ce citiinit ce 11I11 iirtdir jele Bit
Citice. n ) 111111 o 1 titeo ce ctiipiii s Jt xti-
it, qti I;i i,n tuu ct linio, e depcit.
ttiLiii 1 ai e 1 t. 11; 1 i.u di Miit.i, lii juaa
jtvstiiii lalhil ene pii.'i) r (i'fit cini m
r to ti Bu le ttie,i s tt ni rt n ni iilnqte
(> tut c te pin 1, jti eili n 11 n 1 j ikiiIhi-
iitfi tui' |iinilni n t Lile tle que auig-
aca rio c giaeial Dedo.
>i t -sen tai iqti in uiiftto leu mido di
teinti o Si tuigi)e : 11 iitinu que m sil.
! jui rii >ie d 1 te iiii n j li itt mifl 1 ii ntt
kiiuii ti uitelli. ,eit le eimt|ii
111 ti iiih l> tu 1 ti 11 11 } la ti n -
in tut tt pii niit qie na uit ti
ao. E como o Xarto Oficial da hontem j o pu
bucen intesgralmente a*tu pode o Diario de Per-
nambuco transcrevel-o.
Dare sonn nte as seguintes palavras com que
8. Exe. termnon, respondendo ao 8r. Dantas :
O ministerio nao se considera em crise nem
esteve, por este tacto; o ministerio, tanto quanto
poda julgar, nao reoeia perturbacio algum na
ordem publica; o ministerio tem confianca na tor-
ca publica; o ministerio ha de manter-se no seu
posto, como j* deciarou na cmara doa deputado,
emquanto fixwr a canfiang da cor* a o apoio do
conpe legialativo.; nao ha da ser por demonstra-
toes, nem-por remor qe alie se retirar.
* Fetaaestaaetjclapacoes, procedam como en.-
tenehr.m. IWo nho palavraa, qoe exprimam o
meu pexarpor txwa-occnrrenoiaa; aao as provo-
quei. E' meu devar maater o posto emquaoto Ueus
me ter vid o forjas.
A acentua^o e energa com. qne roram proferi-
das estas palavraatdepow da declueaflo d.i qan
Bem que os cfEciaes reprehendidos requeressem.
nao Ihes senam trancadas as notas em snas fi
de officio, al que outra ministro quo viesae o fi-
zesse ; caosaram impresso.
O Sr. Affjnso Celso que se seguio com a pula
yra, procurou, com a hbilidde que lhe con he-
cida, encaminhar a ^uesto pelo lado poltico,
mostrando que o Sr. presidente do oonselho nao
tem o direito de negar no parlainanto, especial-
mente cmara temporaria, esclarecimentos com-
pletos sobre as causas determinativas da retirada
do ex-ministro da guerra ; afirn de que a mesma
cmara possa ajuisar do mrito das medidas pro
postas e recusados e poderouscienciosamente jul-
gar entre o ministro demissionario e os que nca-
ram e podar assim prestar o seu apiio a estes.
Aoalyaandoo proeedimento do governo na qu s-
tao verteate, notando erros e indicando mi-sm3 a
solucao que lhe parece mais conveniente, que e
mandar trancar as notas, teve o Sr. Affouso Cli-
so o cuidado de deixar patente a suaconJemnacao
ao manitesto dos Srs. Pelotas e Deodoro, ao passo
que mostrou defender o primeiro di censura que
lhe fez o Sr. Cotegipe, duendo que este nao enten-
der as pi.lavras daquelle.
Kefenndo se ceelaracao do Sr. Cotegipe de
que- nao cedera a prcsso que se tem querido fa-
zer para francamente das notas, sbservou elle:
a Disse o nobre presidente do cooelbj : o go-
verno nao pode, nao dtve ceder a prselo do exer-
cio(*)-
Sem duvida que nao pode, nem ueve ceder a
preeso do exercito ; n. sse dia deixar de ser go-
verno e este paiz estara sob a dictadura militar
(apoiados.) Mas onde esta a pressao do exerci-
to?
Manifestaran! se, eerto, alguns officUes,
mas oss'S por mais prestigiosos qu-' sejtin ni
eonstituem oexi rcita (Apoiados da opposico )
Pois o nobre presidente do consellu nao diss
ha poucc que desemhece ao njbru VieCjnde de
Pelotas e ao br vo murechal Deodoro c direito le
nllarem em neme do exerci'of Cjmr-, pois, quer
agora imputar ao exercito um protesto, que est.i
apenas firmado pelo seus no nes?
u Pea ento, porque um effioial lembrou-se d
diz' rque a eiuestiio seiia levada a lodos os la-renos,
e 1 utro escreveu que os poderes puOlicos na, me
reciam confian;, restando como nico recur.-o 1
dyiiiimito, seeue-se que- t jdo o exercito pensado
11.1 .- n moloV !
Nao; nao se falle em pressSo do exercito;
ella i.j existe, era pode existir. Reil .m^-s
vivas, instantes, energicis de alguna ttii.-iaes u
que at boje o orador coub'Ce. u
Mus adianto aceri scentou ainda o Sr. Affjnso
Celso :
Pelo que toca a forma das reclamado s feitas
por alguts militares, indubitavelmente sao con-
trarias disciplina militar. >s proprios Ilustres
signatarios do protesto, que ha ti es das foi publi
cado, estao disso conveucidis (apoiados); e quan
do lane/aram mao desse mei bem sabiam que, na
lorn,a das leis, toriam Je responder peante seus
li g'.illli S JI1ZC8.
" Faca, p rtaiito, o governo cumprir a le a es
te n epeitei; ellos nao Ibe ho de <>ppr, segura-
mente, ni i:l.i 11.ii rebistencii; cumpriro o seu dc-
ver sujoitando-se s c neequencias do acto que
pratoaiam. em e'ofeza da sua olasse. u
Ao Sr. A11' uso Ceiso tubstituo na tribuna o Sr
Sllviira Martins, qne foi quem sobre a questao
ust uteiu a verdadeira doutrina, e as suas eensu-
ia.- :.1 governo. destoando das dos ~r-. Dantas e
Aff uso Celso, tram pela fraqueza c n quo en
tuide que aquelle t'm procedido; pois que o que
diz o art. 147 da tonstituioao, que a fi rea mi-
litar etseutialnifiite tbediente e jamis se pde-
la 11unir sem que Ibe s ja ordenado pela autori-
oade legitima; entietaito, defendendo se a/o
radoutimas opptslas, d m risco das instituicoes
e mi ni srn zu Ots e'trporaeo s polticas. 1) zi-m
que 0 01 ador uceberente, mas a verdade que
o luir em mais t-i huente diste imperio ; disse e
repele : o f.-oder o poder, e quando deixn de
tel-c, abdica. Em cadas cirtumstaiicias e acei
tes tutos pniitipios, o governo deixat de o ser,
,ai> ir atsquaiteis bueear opinoes para a admi
iiitiaeo publica. Sustenta que a questo tom u
vnlte em tua pie vitcia dope is que ts militaies vi-
1 n qte o oeh gaelo di goverro era o piimeiro a
tgiral-a. e o gcvuii: oeDtervava-sefrace !
Quii,di o naieilnl l.'eedoio loi noneado presi-
1,111,1 nadir i,io joeuhieia, prognosticou
mi iiutcto fciuitiui), e o gtve m^ nao o quiz
OUVr.
O Sr. Silveira Martins, cerno e bem de ver,
aebtu uctt.ii'. azma para cal.ir desapiedadamen
te tobie 1 gi m tal Dei di 10, nao 1 e contentando de
nadar ton tute da sua admiuisirac^o no K10
GifcnJe, n.t ruordtndo tt um facto oceorrido
.I 1 un I eiitmilite, em 1ST8, e ignorado do pu-
blico
Seb o minitteiio de 5 de Janeiro, fendo presi-
dente da pitviitia o Sr. Adolphode Barros, acba-
vateaquelli' gireral intuu b do de inspeccionar
e s ce ipe s Oh guanjitao e tal fi 1 urna questo por
tile levantada, 01 m ocen.manrantedas armas, que
t. Msiquiz 00 Iliival. ministn da guerra e amigo
do g. neiai Duden, sendo iuformado do occorn-
de pelo piesidente, 1 xpedio-lbe um ti legrt.mma
dizendo que se o inspeiltr insistase preudesse-o
tua 11 di me o remettette para a erte. Foi os-
le o n 1 io de por ti imo que tto e oonter o cita-
oe e 1 ti al Letdtio, diste o Sr. Silveira Mar-
tins,
iu ftube da cccuirencia, al o ponto de ser le
vaca ao ee .liieniito Co governo, mas ign. rava
orje 1 Maiqni z de II ivalhouvesse eortadj a ques-
lo poi tquelle me do.
>ii 0.11 1?. n'it lito em discustao as fore/as de
tena, loi e Sr Aviila (jui m (ceupi u te da a sesso
ii u 1 o. 1 itu.ito Oe desmituiada extensao, pata
nestitr Cmo te deve en'ecder a disciplina mili-
tr. e n o o ge \i ino tem errado e dado mal direc-
ta- e,uuto. e cerno os mililaies tem razu re-
1 il i(. iu. 1 1 u.i do seu direito e dos seus
bl es.
Hi nt< m, peim, foi qne a discusso toinou-se
n ais inte 1 t.-i 1 i. e o debate ttve um alcance, p r
tu-te dato ima especie de torneio entre os Srs.
(tupiie e lelttas, fallando este duas votes, e
aquelle lies.
T: u 11 n fez a sua estia o Sr. Candido de
('ne.it. qoe tiplieacdoc motivoe fin. dos seus
Mti t, 1 1 -pi n. da questo, sustentou que o govrr-
ne lie l.ava leito bis spplieaoo dilles, pus uo
1i m co caso. Abunden, perm, n.s ideas do
Si. Aflinto CiIso, tndimnando o dominio da es-
|ta, en la timlem nao queira. sujeilar-se
ptiDttuncia de gi Mines fraecs.
- L' (ca do tuvica, disse elle, qne nenhuma
Isttt tim o diieite de levantar-se centra o gover-
te ] i (tota de irjutlit feila a algum des m n-
tica cesta ciaste. Quscto ao manifest dos
Cent (.ii.'iiit 1 e o ) 1 lie 1 (11 \ar, mas acha que
0 1 tu 1 o ti m tioc'liaco tai r> primmdo as mui-
le i,:e,Ci t '.te tem lavido e deixando de correr
iiit ;u 1 n ttit.
>"< nee jtftivel dsr o muo da sesso de
1 1 'iu uja in 1 utai.i .a pede tu aquilatada pelo
t.guiLie ditturio do br Saiaive, depois do qoal
1 'i 1 n n naislentieu 8 palavia e a discusso ficou
enterrada
O Sr. Fsiaiva diz qne obrigsdo pelo patrio-
lue iu ii Irii gir a ligia que te imiuiera de
1 so citittir s tii nai mi.rai : mas os di us ulti-
nes Citeuites cao a n tdioa oa giavidade da ei-
iiisvic.
ho te trseta n.ait de caber quito tem razo;
8 ti't ;"/ tela e eclleetda no pe nto de honra,
pi r (tile de gtvemo e pela dos militares. Nao
tvuaneio de tolvtr (stifica e benros^meote o
tufilt? Seria lea ute detgite,a que depois
ce Itvuim tido ti peitdas Iti tas difSeoldadea
rimes* tttipitltcis en. nifts hitteii, iiutito
taz I de dar ao n 1 ede o iiitte 1 n o pc. ou d
pretio de feca sin sd pas deuutt r um gover-
no, () O Pr. presidirte do censtlho nao diste:
piettio 00 trtreifo. Befeiio-te pnttio que ae
i qte te jetsa fti.i txstia lotfa. d.tte duioi-|{liri quefl<) HlflB BCM ncito.
entre militares urna luta sangrenta que a todos
deve repugnar.
Por isso, pade ao nobre nresideate do e>aselho,
pede ho n jbro Visconde de Pelotas que, medtenlo
oa ponderosa respoosabilidade que sobre Si. Excs.
pesa, procurem. ou pir si ou pir s 'us amigos, cha-
gar a um resultado final sem quebra de forej 1 mo-
ral da dignidade do governo, qu i o parlamento
deve zelar e da honra e disciplina do exercito que
os legisladores tnnb.'m deaejam manter intac-
tas.
Smdo hoje dia santificado e nao tend eu sabi-
do de oaaa, uaasei nada de novo que possa aqu
aecre-seentar.
Os j irnaes daattt-manhi dizem que o ministerio
ueunio-sa> honi<"Tn,pm conferencia na secretaria de
'oatraiignns desda 8 horaa a' 11 da noite, e qus
ansa-i esuirerencifc asiiatinm os Srs. Paulino e
Jo:. Altredo.
(J l'aim era artigo ardente e calculado, acia que
nio ha para o ministerio outra solacio se nao sub-
metter-se ou demittir-se ; e que a noticia que
ultima hora correu, d < que alguns senadores libe-
raos ei'uoan um meio decoroso le solver a crise,
pireee rabulice digna de espirito parlamentar e
constitucional do systema que possuimos.
E' posiivel que as folhas de amiuhii, de que
ser portador o .Mandos, adinntem nlguin* unticia.
P 1- idiii uo i iigo as colisas ti 1 feias cooio o Paiz
que quem est procuraudo incenliar os nimos,
pinta.
Que o Sr. Pelotas deve hoje estar arrependido
posto nao o coufesse da encamisada em que
o metteram, ou elle mesmo metteu-se por gosto
id.-.ido 'iie, a crer.
A condemnaijlo do sen proeedimento palos seus
proprios correligionarios, quando elle appallando
para o parlameuto, contava achar ah apoi >e mi i
de suppor, seao, nio appilUnaleve ter-lhe
doido.
Na cmara dos .-opjt-ilis est.4 em discusso a
reforma municipil, survinlo de base parado debate
o prejecto apreentalo pelo Sr. Paulino em L864,
uo qual apresentou o Sr. Lou*enco de Albuquer
que L-om i em;n In substitutiva, na s'sso pi6iada,
um eutro projecto do Sr. Ferreira Vianna de
1884.
De qje se tem tratado por ora da questo de
prefereii'-u, sobre a qual j se pnnuuciou o mes-
mo Sr. Ferreira Viaana, justifieanlo o seu pr je
cto. Outros oradores tem tomado parte no debate ;
o governo prefere o projaeto do Sr. Paulino, ao
q-jal ter de prop.ir emendas.
Tam^em Jnoutio-ae hontem urna intirpellacl>
do Sr. Celso Jnior ao Sr. ministro di agricultura,
para que este declare sa "iovalilas as matricu'afl
de escravos futas em Cimpoa cim assignaturas
de pr-curadores e nao dos senh)i"s. por ter o ol-
lector declarado que a le o permtela.
O Sr. Ridrigo Si v c in-n-iuiciu as informujoea
qu.- tem receido, e com > ainda filtam outras,
apr se it ir a questo *m conferencia ministerial
pira ento res-ilver. ') Sr. Thimaz Coelho aus-
cent u a legaliiile das matriculas.
Antea de terminar, duts palavras sobre cousa
muit.il diversa.
Ao ler nes' n ;n nt >, qu 111! ia :i3errar asti,
a minha missiva .11 29 do pisaalo, pib cada no
l)> ir le 8 do correte, vio me l.-mbrtiiga o
qu* ainda ha poucei disia o Sr. Pin'ieiro Cnagas,
p r lhe terem estrop-'adu uina phr-ise os composi-
' tos do Pniz, f .Iba de que elle olUboraior em
Lisboa, de onde remette il rassantas artig is. O
illuafre escriptor portugus, senti )o por que ten 1
dito que Fontes Pe-ira de Mel'oque foi im
ehfa politieie presidente 1) cini-lh ein in 1
elle fai min stro -f i figura grandiosa na poltica
de P it itral, sahie impresso, em molo chulo
que f o /i/urdo grandioso, ..i-o^uala as torturas
a qu.- fatalmente coademnado um esenptor
que nao re suas pravas, e que por mais b beis
que S'-jain os oomp sitores e revis rea d s escrip-
tos alhi'ios nao se o 1 le evitar erros que deafi; 1-
ram completum nte o pensamento d> oscripcor ;
atropellain a sua grammatca e annullam um ef-
ftos que eil- esperava arrancar da um det-mi-
nado arranj de o.irases, m eote que mostra as
vaotag^ns de 11 ea b >a calligraphia >.
Si tal o remi.ii 1, o man mil c sera cura, pois
pessima a minha calligraphia.
Mas ainda assim os s^nhores revisores poliam
poupar me parte das torturas a que sou cond-m-
nado em quasi todas as minhis cartas, lvieon-
tram-se ah trechos d'-sconuex is e sem sentido, qu
6e me fossem npresentadoa isoladamentu, jurara
nao terem sido escriptos por mim. P>ra esses o
mais ligeiro cuidado seria Instante para os evi-
tar.
Na carta de que fail i foram crueis para eomgo
os senhores compositores e revisores Entre ou-
tros, citrei como exemplo o trecho em qua refe-
rindu-rae menoj.i que de mim fiz"ra o Sr. Dr
Pitonga, a quem agrad-co a explica^o que
tambem acabo de lereu disse :
Quem quer qua seja o correspondente, desde
qne elle nao se abriga ao anonymtto para melhor
Hender ou injuriar a alguein, n-m para turtar se
responsalidade que pessa advir-lhe. etc.
Eis o que s-ihn impresso :
Quem que sujo a correspondente, desde que
elle se obriga, etc, nem pira preZar-se a respoo-
sabilidade, ote .
Tanto no que segu, como no que antecede ha
cousas nesse gjsto!
Alagoas
Maceio, 25 de Maio de 1887.
Esta provincia que est sob adminiatravo do
Exm. Sr. I ir. Jos Moreira A ves da S Iva pasaa
por urna crise poltica, tornanJo-se ingov-rnavel
dentro em piuco, se tiver pr> gresso o systema
d" desbarmouia iniciado com a asueuso do parti-
do conservador.
As exigencias imp->ssveisdiga-se a verdade
da familia que aqu domina n'uma pon;o leste
partid', hiije senaiv gem dos mulos p rque era pasaa esta provincia, di-
gna de melbor serte.
Nao ba preoident que sirva ao grupo que t-m
por e-befe um senador. A familia MenJonca sem
nenhuma duvida respeitavel, governa aqu o par-
tido conservador pro domo sua E' a o!i
garchia e o parentesc 1 ceitando os fructos melho-
ri s da arvore p Juica, cnij se esta foase proprie-
dade paitieular.
Ante as mipesicoes e descomposturas pelo Or-
be (f Iba que tem desodo ao est-rquilinio pela
pinna do Dr. J'e Ang lo), pref rir m renrarem-
so os digu> s adm nistradmes Amphilopbio a Ge-
ii.iiiian ,preferiram muito bem para nao servi-
rem oe maniveilas familia Mendonca.
Tocou a sorteao Exm. Sr. Dr. Moreira Alve.,
um pernainhucano dos mais distinctos.
Veii' 8 Exe. c-m o prestigio que o cercava e
dep. is de nina estreia iuvijavol no Rio Grande
do Norte ; magnificas fiestas tizeram em honra de
S. Exe. s qua> s c nc.-rna O partllo appaitnte-
mente unido.
Travou-se a luta porm dentro de piucotempo.
O senador Jacintho ixigio do presidente as de
mistos do fiscal das intuas, o Sr Juo Alberto e
do delegado o Dr. Oiticiea.
Teve urna recusa formal, fundando-a o Exm.
Dr. Moreira Alves, uo principio de justieia que
fallava a S. Exe. mais alto que o odio dos Men-
d 1.vas : eram dois conaerv*lores e ptimos
tnn 11 nai ns ; honestos e iotelli^entes.
Fti o tcque de rebate O presidente nao se sab
mettia; ert precise leval o ao desgostn, ao de-
sespero para rotiiar-m n'o, e ueste sentido forau
dadas nniens terminantes.
O primeiro que se I. T.ntou contra o seu sup
or fui o inspector da Iostruceo Publica, Dr.
Dieguea Jnior.
J est no dominio do publico essa questo. O
Dr Moinra Alvos com a energa que o earacten-
sa exooeron ao emprrgado que nao soub- ou nao
quis ti mpreh' nder os seus deveres.
Foi moneado o Dr. Daro Cavalcante do Reg e
Albnqueique para o lugar vago de inspect. r da
IuBirncco Publica, que vai exercendo a agrado
de t..d s
A outra fr ocao conservad) ra que tem par or
gao O A aguas peridico muito bem escripio e
mpiesao e por ch. fe o Dr. J. Pontea de Miran-
da, ex depotado gem, e um dos m. Ib .res talentos
desta provine a, tuautem si- as sympathias de to-
dos, sendo auiiliada peloa liberaos que na assem
bla nao tem negado apuio ao Dr. Moreira Alvea
A in.prensa cem eieepeo do Orbe > apoia a
actual administrado.
A assem blea por greve dos eoMervadorea
do aenador tem deixado de tuuccionar, nao impor-
tando o pcjuiio que a pruvincia val tendo. Nos
p neos diaa de aetsfto .i ae tratou de a^cusar e
injuriar ao presid-nte.
Maa oa faotos tuo valor sufiiciente para provar
qne o Dr. Moreira Alves no pooco tempo de su
aOmiuittraco, tem ben. ficiado o quanto p asi
vel a provincia qoe to acertadamente dirige
lateado governo son e de accordo com a poltica
do ministerio de que i delegado.
Acto de 6 de Abril: ap vovou o regulamento
para creados, confeccionado palo Dr. Oiticiea, xa-
loso chsfe de polica nterlao.
Acto de 10 do correnta : expidi o regularcentc
da Asylo de Loueos, inaugurado no dia 22.
Acto de 12 do correte : approvou o regulainan-
to do Aeylo de Mmdieidade, anda nao inaugu-
rado.
Acto da 21 d i Marco : aposentou o porteiro do
Consulado da Jaragu pir ter o lampo da le e ha-
ver requerido; deu accesso ao guarda mais anti-
go d'aquella repartieo.
Acto de 20 do crrante: ora sou por aceesso a
diversos empreados doTesoura Provincial ; sup-
primio lugar de 4- escripi.urario nos termos da
lein. 727 da 17 de Maio de 187J, dando se urna
ee m un a de 1:2 I la.
Nao tem aatonsado d;8pla.i aguiaa frra das
aur.1113 e-las pir le.
Paraictmittir o Dr. Salvador Ojias Itisa e Sil-
va de iriapecto- ti Thssouro Pr-iwinciali fiinilonj-
s S. Boe. o Dr_ Moreira no s?uinta que foi pu-
blicado no diario oficial (Diario das Alagoas)
de 24 :
O Dr. Salvador E i >s Risa e Silva foi damit-
tidodo c&rgp J inspector do thisouro proviuc 1
pir hiyer decahido da confianca da admiuistracao
pelos seguintes principas* motivos :
Havar rotfradb d* c illaet pr priedades suas.
sujeitas em face da lai deeiina urbana, Jando
oara isso ordem verbal aos seus subalternos en-
carresados desso sarvico.
Havar legado a tizanla provincia:, fasend.o
lavrar escriptura da compra da urna propriedade
por prevo excessivamaute menor do que o seu jus-
to val-ir e sendo elle mesm o alquirente.
Estar asss desmoralisadi em sua repartilo.
onde a principio se impox aos sus subalt-Tnospor
ne.io de um rigir sem noma, tirnandi-se depois
froux 1 o s"n energia para cnter abasos.
Tratar mal as partes qua tinham negocios na
reparticSo, da sirte qua d'ver3is nag ^iant^s j
sa haviam abttido da cinc >rr^r ais f irnaciraantn
pblicos, tal ara o modo desattensioso arrogante
qua para c .m .l!-'i mantinha o Dr. Salva lor >.
Os Mcndancas nlo ten pouroado ai Dr. Moreira
Alvas os maiores ataques, prneipilmanta por ser
nomsado nara o lu ,'ar qu exarcoa o D.\ Salvador
o S-. fan -n'-'-coro 1 -I Francisco de HilUadv que
conta 23 tonos de sjrvijo a repart.ai o mui-
tissim intellie^nte.
L'iams ainda o Diario 11 Alagla :
lusosctir dith-'S'iuro provincial.S. Exe. o
Sr. presidenta ra provincia n nnao-i, pera ns t v
"ase caro o Sr. ten'nte-cor niel Francisco da II li-
laila por serum enpregado antig, habiltalo e
zeloso no cumpri n mtii de seus deveres, vnbir
seja libsral, porque nao sa trata da um Inzer q 1 575 ,j p) n|n
ioi^raoreXrCd0 ^ CJ,relS,,aarw dl Hd |3i0PJrt.l?uaZ-s, 1.S0.0JJ hlls.nili
Para praenchi'nanti las vagis qu', p
motivo, se abriram. tiveram aecaaso s emprega-
dos quo eitavam em eoudiuo's 1e m?reed o
Assim pricelanlo, o alminis'ralor di nrovin-
cia den umt prova in oncuasi J qu" sa nio prei-
da a s liim-sdeuiia politicagam mpoisival qie
sequarpir forc* nnp'antir nesta priviueia, e
roelisJu umi ecmoma de mais 4a um cinto le
ris por anu. siippri'U'u lo o lu^ar de '-" escrip-
ia rario que ficou vago.
Ease p-oc'fiiniito da S. E.i:. sa nal ;ra!a
a meia dutia 1: sabaiM mistas culta I 's, i!
ple deixar de ser aoplaildil' pir tilos 'n-
mena 8ensitos da qua'qu Esta ul'i'oo acto il) presdante la Drov iliia
conquiatou applausos k-riis > rqu' nuito u .-
pith'a 11 i o L)r. Salva I ir.
O Guttenberi; f'llii imparcial, noticiando a
i'xineraci do inspector do thssouro, disai : Fea
bem V. Rxe. (o nesi lent ). E' para mi, le tal
porte o acto que van le pra'ioa'-, tai imprtente
a proveitoso ao bem de tolos qua d'aqu > inlei-
tunis da todas asculptu paasadas, proa utas o
futuras.
II1 cirioas qua p >rlem un inii vidui 1 ira a 1 o
pr-*; como h* boas obra3 que sao lustre! a todos
os pacea 1 :s.
Btanlo em confligraco 1 eoma*ca 'l: Ata ai a
pal gen o auliz e rnrb llanto d.o eipit Aluieida
Braga, firagiio da jus'itfi, p>rter sido coniem
ntdi, com passaior de miela fa'sa, o delgalo
d> termo, capito Fra;jisc> Biltencourt, ao em
vez de procurar captralo, disp'nsava aqu lia
criminiso e os seus asae rlaa una protacejo publi-
ca a ostensiva, ni s d-oxtnlo-o tranquillo em
aeuong'nb Tiumat, mas inda tolerando) seus
cpenlas, qua armados, paiseiavam impune-
mente.
Por lactoa to graves, sob propoata do Dr. chs-
fe de polica interino, o presidente demitcio essa
autori iade.
Este acto f ii o motivo simulado pira que o co-
ronel Ap ilinario, representante na assembii pro-
vincial do 3- dislreto, abandmaasa r seu posto
em favor da presidencia, no qje foi acompanhado
pelo Rvd. Soares (celebre pela sua in-oiistaucia)
indo os dois reunirem-si ao Sr Jacintho Filho e
ao Sr. Sobral (um segundo tomo do famoso Far
raz de gaiata memoria na asseinbla da Pernam-
buco).
O senador ebefe tem ltimamente enviad tele-
gra ninas da c irte daudo a demisso do Dr.
Moreira Alves.
A phantasia do nobre ileidoueja aula a crear-
lhe ir>iragen8. seria preciso qua S. Exe. podes-
se primairo romper as trev*s que eiieb-m o h iri-
sonte do s>'U partido nes:a provincia ; seria preci-
so que S. Exe. toas: um poltico cnaio de prest-
g o e forca...
J l vo os t-mpos da faca e bic ilh 1
A provincia das Alagoas j comela de arder-
se a altura de urna provincia mdep.'ndente c
adi-ntada.
A adiinistrae;ao actual sem nenhura elogio
gratuitotam se tornado digna do aproe; de to-
dos oa alagoanos, aera distincco de cor pol-
tica ,
Em outraa missivas Ihes noticiare! o nosao ino-
vimento litterari", coinmercial e artstico se es
ta merecer a subida honra da urna columna no
importante > Diaiij de Pernambuco.
opada.
Anda .1 immigraci uo \orlc
do Brasil
deu estampa na B ilgica o cavalhftiro
Max. Grobel, no seu jornal La Semaine
Industrielle, um importante artigo em con
testaejo victoriosa qu-slles improcadentas
assertos com referansia ao Brasil. Do
mesmo artigo, pois, vamos reproJuzir alguas
tpicos que mais acsantuam a impruden-
cia da iatencao consular, para scieacia dos
nossos leitores e comprovagao de que os
intuitos do Prata para com o imperio ao
terreno da im nigracili nSo so outros qua
os do Sul com referen ao Norte.
a A alluao directamente feita ao
Brasil; mas parguutamos em que o clima
do Paran e do Rio Grande do Sul diff.re
do da Confederago Argantina ? No Para
n cultiva sa nao s a canoa de aaauuar,
como us careaes da Europa ; o alm disso
nos im mensos plaaaltos a tomperatura a
vazes ma3 fria qua na Ripublica Argen-
tina.
t Sa o Brasil nao fossa aproprialo
colonisMco, n coatar-sa-liiam uelle cerca
de cmcoant* colonias de toda naturezi,
aaalo que algumas dallaa tein do 2 a
17,000 liabitantas, qaa pissuom at.....
25,000 cabecas de gado, ao passo que a
colonia piamonteza Val leas, no Rosae-io
Oriental com mais de 25 anecia da exis-
tencia, apaas consta de 2,0J0 habitantes
a s tum 3,500 cabeejas de galo.
Nao inteogiio nossa depreciir a
Confadaracao Argontina, mas atacan losa
ao Brasil, respondernos co n os factos.
Na pr-ifioeia de S. Paulo, a colonia
le Sinta Veri liana conta qureota e nova
familias a'lamas e italianas. Destas ulti-
tuis, oito qua >q tres aunos tinha aecu-
mulado 40,0JJ f.ancos, daixiram a mes-
ma colonia e f.iruu ji ir 1 a Cjufaleracii ;
a dapiis lahavreu >bi dispin ti i > tilas
as suas aconoin as, tivram de s iltcitar a
sua reiotegraco ua colonia, sanio attan
lilispelo ruso <.:tivo propriitario.
a En ooailas'e), ni 3'sil ha cria de
r. :o
qua cm S. Piuli existam un? f)J.O)0 i', i-
llanos... Smpirtodo Ro d? Jan-iro
ch-gt'0 aunuilajQta i 1 _'J 1 ),U>. emi-
grantes*
Aiiiu :ii!.iv.-i, O lito sobre fu
ter :i
iis portu
(Do Seis d: Oatubro)
Na direcc3o, que no iitip"rio se tem
dado im migraa o at hoj, facto reco-
nhecido ter-8e attendido somente ao Sul
com abandono completo do Norteo.
Hoje mesmo que o trabalho passa poi
urna transformayo radical, boje mesmo
que o elemento servil cede ovolujlo do
.buli'-ionismo, todos os esforcos cautiauam
a convergir no sentido do eni'aminhaioen-
to da ianijgr,.cao para as provincias do
Sul.
E o Norte, onde a industria agrcola
a fonte prin n'pal de sua riqueza, on le o
cliraa tambero se nio opp3e i omigra
$3o, onde com verdale nSo falle :em con-
di(,3is para eolio.tacao de immigrantes,
contina a ser abandonado como nteado
de ruim padrastro, e deixado aos proprios
recursos, que nenhuns sao em fronte da
libertaySo dos escravos e fal.a absoluta da
organisauao do tr. b llio por medidas apro-
prud8 que tornem obrigatorio o traoa-
Iho, e tinneiu e garaotam as relajas do
proprietario e do operario respectivamente
ao mesmo trabalho.
Ora, quaoio sa d esso phenomeno de
n onfossavel egosmo n'uma porclo do
meamo imperio, cuja iutegri la le se n 1
as-.gura on tactos deas ordem, nSo
muito e nem de admirar, que, com ende-
rezo ao Brasil no exterior procura o con -
sul ngmtiuo em Verviers derivar a im-
uigrayao, que se dirige para o Sul do im-
p-rio, no sentido dos campos do Prata,
Uruguay e P cifi'-o; porque sSo imp*o
prioa aos europeu todo o* paites tropicaes
da Amcrici, no diz-r do mencionado con
sul em um relat tro sobre a emigrarlo
para O Prata, conf-itando anda essa affir
mayao oom o acert de qu* nos paites tro-
picaes i impossivel constituir FAMILIAS
TROaTOO,. QUE roKMAM A8 SOCU5DADB8 WS
CUHUAS B mtUZB8.
A eato reapoito, segando a immifrafao, I tinccJ -s geographioas.
nUiai, troncos 6 \< < .ara talvc
cu,;:! 1 vi': 1 : (^ itral A as )
.;i-'s, quo .1-i.;ibrii-.i n o ir sil, to I :'-
n-ira-c i.. 1 o ...-' Niasistan m .li-
tiga lo.'iU il S. L io' lo, :i 1 lti Oa 1
i*. 1' Sil, is iiatos es allamo.is,
dantas -ios pri'ilaiiios olais ito.' ?
' A p iptil i;"i ) do Brasil nv.i ida 11
1-S1S em 3,020,000, a fulmente !
12,6i0,000.
. carta a sj nio hiihi. o Br
sil uo oei e u sut ..-is .1 i 1. oe 1.' Je x
.IjiI-1 d entra os outros pi/ss da A uari 1
do Sul .uau'futa a r sni. lo ficto '
na raco mu 11 lar ao omisa, senil 1 o Chili,
a R'pub;i'i Argantin e o Uruguay como
aprpiiiioj .1 cIiois.ili a nao tropicaes
exprossao da qaa :ios sirvios d accorlu
c 1 n o seu -o-utor propri 1, u ua. v: qua s opl'smeuta t: o >s
coahe-i aauts la paizes int rtrop .. ps.
Son duvida foram correctamente inter-
pretad s as aliusoas e oa subentend los do
relatorio, que leva a devida refutadlo
Mas a aso bastara de nonatrar, acerase u
ta o uavalh-iro Gbal, qua si certas ra-
gelas do Brasil, en raza 1 io olina tropi-
cal, nao convm colonisagao eurpi,
outras ha da un nansa xtansio, cujo clima
salto e temperado, cujo sol frtil, cuj
situiglo raso i.;'.iv.i ne.it 1 ao o-;eau>, se
prostam tanto quinto a Rjpublica Argen-
tina ao estabalaeimento definitivo e ao des
an'olvmjnto prospero dos emigrantes da
Europa.
tiste conceito preciso sobre a materia e
qui exprima a realidade dos factos sa
justa parf-itamente s conili^oes do Sui
e Norte do imperio sob a relaco da ini-
niigrayao.
Nao se qieira o Sul substituir Confe-
derago Argentina em suas relajias com
o Norte nesse ra no de servido, que inte
ressa a toda ommissao brasileira. Nao
queira sequ;strar em provaito exclusivo
sua correnta immigratoria, fomentando e
mais amplan lo a tais a idea qua do nina
com referencia s condi^Saa de vida na
regio do Norte.
Dzemos falsa idea, por qua outra quali
ficaco nao poda ter o argumento tirado
da posic&o astronmica do Norte do Bra-
sil ; o qual, no dizer do Sr. Brao Hornem
d Moilo em saus Subsidios para aorgani
sa^ao da carta physica do Brasil, apezar
de ser atravessaelo pelo equadur, em qu*si
cinco graos, com todo o equador thermtco
ou a huha de mior calor, assim designa
da na saieucia, nao panetra em p-111:0 al-
gum do territorio do imperio, manten lo-s o
sempra na p->rte mais boreal da America
do Sal, aos dez e doza hros do Iatitude
Norte.
E tanto assim, que, ancrescenta o
B-ro, a poueo mais de um grao de Iati-
tude Sul, o clima do A'iiazonas amano a
temperado como attesta ^gasaiz, alias
acostumalo ao clima da Sussa e da Ame
rica do Norte. Na sorra da Ibiapaba, no
Cear, aos tr'8 graos, gozam-se todas as
magniticencias de um clima suave e pu
rissnuoj como nos refere o padre Antonio
Vieira j e na de Baturit, que tive occa-
aio de visitar em ld65, o viajante depu-
rando um clima em toda a parte fresco e
amem8simo, santa-se transportado s re-
g i -s mais risouhas da zona temperada,
na obstante estar all apenas tres gr is
Je latituie Sul. Niplanalt. da Garanhuns,
m Pernambuco, oit graos ao Sul do equa-
lor, sente-se fri noite em qualquer
estaba eucontrando-se ah mesmo clima
d> oeste de P*uio a do Sul de Minas,
como veritieou o Sr. eoganhairo Silva Oou-
tnhi, visitando ambas as regio* s.
E falsa ainda a i lea, qorque effectiva-
mente o clima do Norte sendok quasi uni
forme, em geral mui salubre, sendo que
si no litoral o calor molerado pala brisa
constante, as sorras pela elevacao do Bolo
e pureza do ar nota-se que nao cede a de
muitos pases da Europa e por conseguin-
te nao torna-se refractaria existencia
los filhoa dalli nesta parte do imperio,
como se tem deixado crer, ao ponto de fir-
mar o ennoeito de ser o Norte impossivel de
attrahir a iminigracSo por sen clima.
- No entretanto, nao devera deixar de ser
voto cincero de todo brasileiro amante de
sua patria, como se expressa o Sr. Dr
Jos Prap''u, qne oeste aasuropto, como
em qualquer ouiro, nao tenbam lugar dis-
PERNAMBUCO
Assembi rrovincial
33 8E88O EM 29 DE ABRIL DE 1887
PBBsioaacia do bxm. as. db. jos um de babeo*
tmnat
Sumkabio : Chamada e abertura da sessao.=
Leitura e approvaea da acta.Ex-
pediente. -Obaervaejoea dos Sra. 5a-
tia e Silva o Jos Maria. -Discursd
do 8r. Affonao Luatoaa a apreaen-
tacao de um reqneritnento. Dis-
ensgo do requerirnento de inorma-
Coeado Sr. Ferreira Jacobina. la
parte d ordem do da. DiscnasSo
das emendas offerecidas em 3 ao
proj-cto n. 22 deste anuo. Dacur-
ao do Sr. Jos Maria. Diseusaao
das emendas offareeidas em 3* ao
projecto o. 34 de 188 Discuraos
doa Sra. CoataGomes, Barros Bar-
reto Jnior a Jos Maria. Adia-
mentoda 1* eliacunao do projecto n.
19 deste auno.Levanta se ases-
sao
Ao moio da, feita a chamada e verificndose
eatarem presentea os Srs. Antonio Vctor, Ratis e
Silva, Sophronio Portella, Luis de Andrala, Con-
atatino de Albuquerque, Visconde da Tabiting,
Joi Alvos, Doeninefues da Silva, Barroa Wander-
ley, Herculano Baodeira, R idrigues Porto, Gomes
Prente, Costa G .me8, R-gueira Costa, Augusto
* ranklio, Goncalves Farr-irn. Prxedes Pitanga.
Barros Barreto Jnior, Coelh de Moraes, Jos
Mana e Druoirnoud 0 Sr. preaidento declara aber-
ta a aessao.
Compareeem depois os Sra. Soares da Amirim,
Sarao de Itimasuma, Reg Barro., Juvsneio Ma-
na, Affouso Ltjstoaa, ferreira Jacobina. Ferreira
Velloso, Andr On*, BirS ie Caiar, li-obarto,
Joao da Oliveira, J,a, da S, Julio de Barroa,
Oos'a Kibair. e Rosa e Si va.
Faltam 113 Srs. Araaral, Lourenco de S e So-
lo'ii i ela Mello.
^ 'iL lida e s 'iu debite approvada a acta da ses-
so antecedente.
O Sr. l'saaretario praeele leitura lo se-
cuiuta
EXPEDIENTE
Um officio do secr. tar.o do giverno remett.'ndo
loiuroaem original di inspector do Thesonro Pro-
viaeial eontendo a dema.istraca'i da insuffieieneia
11 crdito da 66:96Gi/45 relativamente ao ,- aga-
m-'nto d juroi Je apaliees. a' commisailo Jde or-
c .'i. -nt 1 provincial.
Outrj il o da l?:-r.,!i\-ba envan Jo nina eollcccla'
i is l-.'s e regulam ntoa pr mu i m 1-sXG.
111 re' 1.
' lid, julira-lo objeto le delib. raeJo e vai a
:in 1 mii' o ae.^'jinte i'.- njee) :
N 1!. \ o in i ii,ao d c ,us'itaii;:11 o p-ide-
r-i aqn>m t :i apre antada -.. poticao le I raneiseo
Xiviar Periera, e-n |'i paje privileg o 1 r 21
111:1 is par-i 1 ''...,'! re it>, .naata provincia, de
1:1- ibi ua l'j t"cid i de se la e dan 1 b m
1 n isenc) d-" to los na 1::. .- '.-i p: vui -ia- s e
nuu cipa turante mesmo p ido; iittonden-
lni expinto -i' :..-.-ir. l patic'io ; -, e.naide-
' .11 lo 1 ia i uo i:]---, vi -. lana pro-
iin 1 a cruje; lo d......::.!i locnneiitn do gene-
ro de que sa trata, nao c lu^ineuto .i
- riiroi'ire .1 ii isma p iviucia,
' '" |> 'i -i 1 i' i '.--:i l'.'S'J.' I .-.1 Cazar baxar o
pr .;' das ni rcadori idas do
' '"'i-i laraii I; ainda 1 'jtab lo imentoa
:; 'i :- '. i 1 : n 1 ; irte da popu-
ia-.-a '. me 1; ir indo asaitn o 1 tta lo m r e as ojn-
preo 'i'i'is da lassa op"i aria ;
Uonsi lernndo tamb-m qua ta^s eataielecimea-
tos mi 1 polein absolutamente progrcdir on .en
iniciament 3001 aa concis-io'a de cerl la vires
por Darte da autori Jad- iiublici ;
Uoosdarand 1 qua os favorea pedid is pelo peti-
cionario nao gravam os cofres provinciaea, 1; eiue
ao contrario o outros tantos raaios da posterior-
mente in "llorar o estado finaucairo di provincia ;
Considerando finalmante, que o requ-rido peio
peticionario nao off-.id direito de tare iros, nem
un 1 isco aluina legislativa :
i' do parecer que se adopte o seguate projecto
da lei :
A Assemblea Legislativa Provincial J Par-
narn meo. resol ve :
Art. 1" Fiea o presdante da provincia auto-
risa lo a eonC'-dar a Francisco Xavier Ferreira,
ou a quem me llores vantagana offereoer, privile-
gio pi.r 15 auais par montar nesta provincia urna
fabrica de teci ios de sedas e damase is da accordo
com os ystemaa mais aparfee;oado8 na Europa.
^ 1" Ao contractautu piJer ser aouceJda
iseueao de mpostos prnvuciaes e municipaas du-
rante o periodo do privilegio.
5' 2." O contractante se obrigar a receber gra-
tuitamente na fabrica viuta m-uores a quem sus-
tentar far eiisinar a arte Je tecelao ou outra
qualquer da accordo com o Sin industrial do esta-
belccimeofo.
Art. 2o Ficam rav.-gidas as dsposie;oes em
contrario.
Sala das comroiasea, etn _'9 de Abril de 1887.
Gine8 Prente. Regueira Costa. Luiz de
Audrada.
O Sr. Baln o Mil va (p'la ordem)Sr. pra-
sidcnie, venbo tr.buna faier urna reelamaejSo
entra a desordeno, que se nota na publicacio doa
debitas desta casa.
N) Diario de b je ven publicados trabalhos da
s's-ao de 18 de Marfo,
Nesta sassao figura filianJo o Sr. Jos Maria
em primeiro lugr, at qoe chegando ao meu d8-
ourso voj 1 que foi clie comedido pr mnn e aca-
bado pelo Sr. Io secretario.
E porque, Sr. presidente, isao nao possa conti-
nuar assno, ou venh 1 reclamar a V. Exe que pro-
videncie da modo qu a essa servicj Beja feit re-
gularmente, do cuati ario ir pasa ts.lunaea urna
couaa qu ninguem comprebende.
N ate sentid esp ro que V. Exe. dar ns pro-
vi leucias necessarias.
O Sr. PresidenteA reclnmagai do nobre de-
putado ser ornada na devida coasiderac, Lo.
O *r alon Hara (peia ordem) -Sr. presi-
dente, venbo tainbem p >r minha vaz rocUm.r con-
tra a publicecao dos debitas desta casa, fei'.i pe-
la nn.ironsa i Diario de Pernambuco.
Alm da deinera que se d sempre nossa publi-
ca c 1, auccede q e nao faz rost publicar os dis-
our8 is aqu proferidos. Emprestam-sa aos orado-
res mui'a cousa qua ellas nao Jisseram e a raro o
o discurso oen que nao veuba dispar-efes postoa
na bocea dos S.-a. d -putad .s. Rc-oiibee.0 que na
sou oradur, reconhei;o qoe commeito maltas faltas,
quando oceupo a tribuna, mas ao monos quando
discuto procuro nao dizer disparates, asnidra
gruesa.
I.ivariavelmente, porm, oa meua discursos vena
eivados de err >a, de disparates, de sorte que te-
i.lii por vezas tido v ntade de nao maudar as no-
t-ea tachigi-iphieaa para a typ.igraph'a. Oa dia-
ouraoa que a fi. hnente taonigrapbsdos e alm
disto or ct .3 pelos Sra. epur .d s, urna ves
enviados typngraphia do Diario de Pernambuco,
onde cr.-i 1 que nao ha revisor* s, traiinfonnam-se
ain urna sena de grosais asneiraa, omprestando-
aa aos oradores palavras qua el les nunca proteri-
ram. Nao mando ractificagoas, j parque nao te-
nho tempo, j porque receio quo a emauda sena
peior do qu- o soneto ; receio que sueca Ja o mes-
mo que auccedeu em Lidba.
Daiidi-ae urna noticia com relaejio Rainha,
compoxeram Tainha. No da seguiute ractifiea-
ram doate mojo : em vez de Tainha lea-ae Bai-
uba.
Assim, Sr. presidente, 8empra preferivel dei-
xar-se ficar oa erroa rypographicoa a inunda!-"
ractificar, pirque quasi aempre a emenda sabe
peior do que o soneto.
Maa, Sr. presidente, alm das faltas, dos inna-
m ros erroa typograpbicoa, auccede que ha urna
granie di m ira na pubhcaco. Segundo cstou
informado pr peeaoa comoetentc, aei que existe
na typographia 14 ou 16 seasea e entretanto a
mpreza do Diario de Pernambuco vai faaendo
eaaa pub'icae^tj em doaea doaeinethcaa. O Otan*
tem 8 paginas, ee ha de encher eataa 8 paginas
com artigue de conveniencia poltica, eena melbor
que pnblicaaae os trabalhoa da Aaeembla, por-
que para iaao recebe dinheiro doa cofrea pabh-
Ha um grande atraro e V. Exe. bem v que
contracto 11*0 executado naca. Nilo a-i isto.
Na legialatara paaaada, eu fallei neata casa pa-
ra qoe ae eliminaeae do contracto para a publi-
ciedlo doa d batea orna clauanla qoe exiatia e ain-
da exiate, probibindo o Diario de Pernumbnco in-
juriar os deputadoa provinciaea e aaaim me man-
tes tei porque entenda nio ae de va coarctar a li-
berdade da i m prea a. A clausula, p >rm, foi
conservada, maa o Diario de Permmbuco na*
t
HEBfVEl


Diario de Peraambae>---SaMMuto 28 de Mato de 1887

obedece a easa impoaicao e intrioge-a todos os
Pos vexes o Diario refare-se os membros des-
ta casa por modo contrario ao qm d.spoe o seu
contracto. ...
Era para que os redactores nao f mera obnga-
doa a infringir es clausula prohibitiva do coa-
tracto qu uiaud i a emenda. Ella nao foi appro
vada, permanece a disposieao, irns como su alo
existime, porque o Diario nao a cumpre.
Eu nao fallo por mu, porque, como ji disse n o
eatro di, nio me importa com o que diga, porven
tara, a raen respeito a imprensa, ma com relaeio
a outros. L'inbro-me, por exemplo, que nio ha
muito tempo o Diario rfarindo-se ao Sr. Bario de
Itapissutna, usou de phrases offensivas e lujurio-
sas.
O Sr. Bario de ItapissumaEu respond com o
desprezo.
O Sr. Jos Maria -Eu nao reclamo quando por
Teutura o Diario se retere a uiim, mas nio posso
deixar de reclamar d- sd que elle se retara ao Sr.
Bario de Itapissuma e a outros deputados da op-
posicio, pjrquo as-.im infringe o sea contracto.
O Diario de Pernambueo uo leve ser urna folba
oposicionista, urna folba onservadora. Sen Jo o
diario oficial da Assembla Pnvincial, uo tem
que distiuguir entre deputado o deputado: quer
aeja liberal, quer conservador, um cnembro da
Assembla de que orgi aquella foi ha.
Peco, portanto, a V. Exc. que providencie n:.
sentido de nio eooUnoar rasa folh* a assun proce-
der, de nao preterir os trabalhosda Assembla por
annuucios de manteiga, que eu eei que rendem
muito, e para que huja maia cuidaao na revisao
das provas. Creio que V. Ex -poie e deve assim
proceder.
OSr. PresidenteO nobre deputado ser attea
dido.
O Sr. ir.nio IjUitoH a.Apesar, Sr. pre-
sidente, dj firme proposito em que me ach va de
nao apreseatar uesta Assembla proj-ctos ou re-
querimentos, por ver que tud) baldado. ..
O Sr. J .s Mariap dado.
O Sr. Alfonso Lustesa... resolv me hoje a
assuinir -.tti'uic divi rsa.
Sr. presidente, V. Esc. P tola a cidade do R;-
cife conbeaem os duaatiuis. os desmandos cora-
metli 1 ) diariamente e denon -iad is p 'las folhas
diarias di capital com relaeio aoj trabadnos de
estrada de fo-ro deeta provincia. II. dous dias
apenas, ora sorpresa geral, urna obra, que acaba-
va de ree--ber a obert.a, desm )*onou-se-
A m nhi presenca na tribuna tem por fim ju<-
titicar um rer apesar de estar onvincid) da qu \ por luais con
ddente q'ie sejam aa razos adduzdas p ir rpim
em justificaca do mesmo, elle nSo passar, poia
este o propisit) da mai ri, que eatende assim
defender a -dministraci), euibora os abasos coa-
tinuein, com manifest prejuizi dos interesses p-
blicos.
Sr. presidente, os trabalhis da fisealisacao da
estrada de terrj si feitos, com a casa deve sa-
ber, p.r urna commisso fiscil de engenheins eob
a direccio do Sr. Aristides Gal vi transfuga de
hontein e fi-l instrumento de Vv Excs., e que,
coma j tive occasiio de dizer, para a nomeica i
de lagares de certa importaucia dispensa o ciu-
enrs > de habilitaco *S technicas paro ceder aim-
O --r. Joio do. OliveiraS pode ser isso.
O 8r. Affjnso Lastosa4 Ouirofaeto.
E' pjgsivel que em estradas de ferro sata ma-
china alguma sem requisicio ou das autoridades
superiores da provincia ou do director?
Entreunto, nos vemos que este buso tem che
gado a ta". anoto que o chefe da estacio da Vieto-
ri
accendeu urna ma
c
a, segundo dizem os jora-tes, e vos publica,
aceendeu urna machina n'am domiug) por ana ex-
luaiva deliberacio, foi a Caaaavel. e encheu-a de ramento, depoia entoar-sa-ha o sol,
enha e outros mtente* par* u*8 P"Po e fiodar-ae-ha com a bancao do S
Ora, isto serio?
O Sr. Gomes PrenteO facto nio verda-
d-iro j j
O Sr. Afonso LustosaTanto verdadeiro que
o chefe damtacio fii demittido.
O Sr. Gomes Prente- Pois informaramme
exactamente o contra! io disto.
O Sr. Affjnso Lustosa3em, nio foi deroittidj
elle, mas foi o chefe da outra estacio, o filho, e
V. Exc. aba que o pao quebra pelo lado mais
fraco.
Hi um gran ie abuso de accenderem-se as ma-
chinas de trens, a que os engenheiros chamam
trens ticultativos.
Eu poderia citar mhares e railhares de exem-
plos, mas ticarei apenas ueste.
Ha bem pono terapo o nobre deputado p-lo-W
districto, o Sr. Dr. Alcoforado, tendo de percorrer
o districto, ou antes tendo de tratar de um neg
ci importaute que parecia-lhe fugir, usou do re-
curso do Sr. Saldauba p:oporeionar-lhe um trem
facultativo.
O Sr. Gomes PrenteTambsm nio exacto
isto.
O Sr. Affinso Luatisa Eu s= fosse chefe dessa
estrada nao usara dos trens facultativos, assumi-
ria a resp^nsabilidade do acto- Tentn este de-
leito : g.isto de jugar c un as cartas ua mao, quero
que se d s cou as'o nome verdadeiro.
Uitt Sr. Deputado V. Exc. j usou desta
phras.
O Sr. Alfonso Lnsto3iNio usei, prove-o o no-
bre depu'.ado.
Outro Sr DeputadoMas eostnma.
0 Sr. Affinso ListosaEatlo vdu apreseatar
outro ficto. Ser tainbem costura* morar o ebete
do trafego a oireuta e tantos kilmetros de distan-
' i ^s""M^ss"s"sMasijasiiss
aos fiis convenientemente preparados a sagrada
commuohio, e em seguida entrar a missa solem-
ne orehestra com asistencia de S. Exc. Rvma.
A's 11 horas do mesmo dia e na mesma igrrja
de Nossa rienbora da Penha, S. Exc. Rvma abri-
r o chrisma e chrismar as creanoss que para
tal fim forem apresen'adas e tambem aos adultos
purificados precedentemente p-la confisso,
A tarde, s 6 horas, entrar o serrado do encer-
solemu- Te-Deum,
autissimo Sa-
cramento, '.in-undo nesta acto o Exm. e Rvm.
Sr. bispo.
Nesse dia a ransioa marcial do 2* 1 : linba, to-
car porta di uiagestoso templo, lindas petas
de seu variado repertorio.
BeneflcioRealisa-se hoje o da alumna da
Propagadora Hercilia Graca, uo Theatro de Santo
Antonio, tomaudo parte na representacio os artis-
tas Rosa M-.nh nci, Manocl Manhonca, Vieira
Villas e sita senh >ra o Felisinina C uara.
As8i8tir o espectculo S. Exc. o Sr. presidente
do provincia e alm de nina banda marcial, all
tocar tambera a banda da Siciedada 11 de Marco,
em obsequio a beneficiada.
Vapsr TrenlPor telegramma dirigido a
respectiva agencia sabe se que o vapor Trent sa-
bido d'aqui no dia 14 do corrate com escala por
8. Vicente chegou Lisha hontem (26) 43 10
horas da manhi
Coaipanhia dramtica No Thatro
Santa Isab-I represeuta-se hoje o coohecidj e
sprerrindo drama in'itulalo O Poa e a Tnquisi
$ao, e a comedia Tri.ita Boloea.
turno trrlit'iiloslcn e cour-
pnic Pi'rnnmbiii'anoS'sso extra irdi-
nana de 21 de .Vl^io de 1887.
Presidencia do Exrn. Sr. conselheiro Pinto Ju
Therapeutiea e formulario Tratameuto das in-
flammaces eesamatosas e das dormites anlogas,
pag. 238Tratamento das frieiras, pag. pag. 238
Solacio de bi-iodureto de mnreario, pag. 238 -
Solucao de sublimado, pag. 239Liquido antis-
ptico para collyrios, pag. 239=Excipiente antis-
ptico para nmadas, pag. 249-Cjilyno de Coca-
na, pag 240.
Agradecemos.
Bennles MhM-Ha hoje as segiin
tes :
Da Lija Cap. Co iciliaca >. nara s-ssao ma-
nadeposse, iniciacii e filiacio, s 7 hora* d\
noitu
Dos accionistas da fabrica d^ fici i e fcidos
s i horas da tarde, no edifico da Ass.ciacli
Commercial, para apreciar os orcamentos da nova
fabrica e aatorisar o aootraato,
llr"Olorla dan obris de rnnarris
csio don portnBoletim meteorolgico dr
dia 26 d Maio de 1887 :
plesuier.te a pedid 8 dos nobres deputadus.
N;I> comprehend'i que um edificio, qu- acaba do
receber a eobeita, desabe, nao ser por descuido
e negligencia dos fiscaes. (Apartes).
O que ha sobre o tnel doi Piloas, no prolonga
ment, j;t que son obrigalo a responder ao aparte,
eu Jirel i V". Exc: ese tnel fj construido parte
em rocha viva, p vestid i na parte de rocha inolha.ia. Este resvesti-
mente, p-ir urna determinacio d ) tntao director,
Sr. Goiu-s Calaba, toi feito de tij i 1 >s e na > de al
venara ordinaria, como opinaran) os directores e
Baeaes At trabilho. st> consta do archivo da 2a
seccii, da qu*l fu: o inaia humilla director (Nao
apoia i is).
Contra a minln opinilo fez-sa a abobada. O
raveslimento u cun'sa q ie davia-se fazer, como
era natural, cen umi camal d- eimaot), nl fu
feito em o indico a, com espesura eescoameucn
sufeiente para as aguas, ('nm n in/ern i alguos
tij > 1 >-> comecaram a ceder. Disto pr .vinha, como
;ia di escriptono para pider subir a mais larga
escala o abuso do uso dos trens facultativos como
se d actualmente ?
O Sr. G.mealves PerreiraEu nao sm capaz de
afiirraar que nao exacto o que V. Exc. est di-
zendo, mas posso asaegurar a V. Exc. que os jor-
uses censuraram nqai o ficto de se ter concedido
ao Sr. Dr Uiysses Vimna.por ecosiio de eleicao,
um tren n*aas Condicoas.
O Sr. rtffonso LustosaMas anda quando isto
fosse exact ; se os n ibres deputados censurar-m o
facto, porque o praticam hoje e ontinuapi em
larga escala?
(Apoialos da opp^sicio).
O Sr Barris Barreto JniorE porque o nobre
deputado o censura hoje ?
A' 1 hora da tarde, presentes os Srs. Drs. Ci
cero Peregrino, Lipes Macha 11, Castro Liureiro,
Portella Pilho. D. Juan riusson, Augus'o Costa,
Augusto Cesar, msjores Manoel Heraclito e Go-
deceira, substituindo o 1 secretario que nio com-
parecen, foi aberta a sessio.
O Sr. Aagusto Costa, oceupando a cadera de
2o secret irio, leu a acta da antecedente que foi
apnrovada, e o Sr. Io socretano mencionou :
Um officio da Associaca Commercial Agrcola,
offertando um exemplai do seu relatori do anno
prximo fin do, lido em sessao de 30 de MarcD ul-
tima.
Pelas respectivas redaccoas jornses desta e de
ou'ras provincias.
Pind o exp'iiente, o Sr. presidente declarou
que tend) a sociedade VI inte Po dos Officiaes
fl norarios di Ererciti de celebrar a festa ani-
versaria comraemorativa da batalha de 24 de
Maio, no dia 24 do orrente, Iba peiira, por inter-
medio de nm i commisso dos Srs. tenentes Anto-
uio Joaqun Machado, Silverid Pernandes de
Araujo Jorge o alferes Anthonio Arthur Moreira
de Mendouca, que. obtivesse de Instituto as ban-
deiraa hrasdeiras que se ucha.n recolhidas ao seu
s
loras U Barmetro a
||& 0o
6 m. 230-1 7614i
9 26'7 76205
12 28"9 76l>8
3 t. 28'6 760>44
6 274 7604^)
5
Teasio do vapor 09
9
m
18,61 89
20,82 78
21.07 71
20,24 69
21.01 77
Temperatura mxima 'J^OO.
Dita minma23,00
Evaporafio em 2i horas ao sol: 5,7 ; aom-
bra: 2,-7.
Chavanulla.
Direccio do vento: SE demeia i -it? at 2 horas
a 24 minutos da manha; rf at 9 hiras c 11 minu-
tos da manha; SE e SSE alternados at meia
uoite.
Valocidade media do vento : 2,t7 por segundo.
Nebulnsidade media: 0.48.
Boletim do porto
O Sr. Gaspar de Drummond Apoiado. Se musen, e que figuraran) fente dos corpos de vo-
praticaram assim, como hoje censurara?
O Sr. Aff)H3) Lustosa Vou fazer ama ultima
consideracao.
Cun j disse, fol^i
de reonheeer no Sr. Dr.
Aristides Galvi i um engenheiro hbil e intelli-
sente. mas julgi tamb-'m que S. S. acbi-se am>r-
dacado p;las imposicas dos nobres deputa ios,
deixanlo.se levar somante palo sentimento parti-
dario a ponto de sacrificar a sua posicio de en
genheiro. (Apartes.)
Com p'ova disto voi citar nm tacto.
Os nohrea deputados nii 'u profisaionao?, mas
silo honens praticos, e estas questo-s de estrads
de ferro chegam para todos.
Qiandi um director anuuncia pelos jiruaes e
onvida o p-osid-nte da provincia e o publico pa-
ra a inauguracio de um tre-'ho de estrada de fer-
ro, o que se deve su)p)r ? Naturalmente qu
esse trecho se acha as con licites de ser entre-
gan > o trafeg i, nao a^siin ? (Apoiados.)
Pois b"m, depois de atiuunciar-se com toda a
pompa a inauguracio (e at lembro-me deque
por eS4 oecasiao o empreiteiro das obras o Sr.
Dr. Gutierres alfoiriou um escravo), depois de
t-. H c-nsiderado esse trecho as condicea de
ser entregue ai traf-'go, chauoii-se novamente
o nobre deputado deve saber wm certa deforma- | concurrentes para nvdhorar a linha! (Oh !)
ia iinm.'Jiata
Cao ni are, cuja consecuencia unm.'Jiata era o
desm lonimento do tnel.
O Sr. Aristides Gal vi) foi anda imorevidente;
nao i va eutis o proce lioie.no que o dever aeon-
selb iva, deian lo de t 'mar as providencias que a
situaci) impuuhs.
Mas o caso que referi-ine m omeco ( diffe-
rente. As obras en questao s.lo jroj iCtadae pela
coormisa;":. i directora, coioposta dos engenheiro*
fiseaes, e e :i: jecto oujeit) approVCO do
directj:-. A' i 'o que o Sr Dr. Anatid-s (ialvio
nio prestara a sua asn'guatura a um projecto d i
qual nao teuba co.iheciment i iut.iro. a menos que
proaed no i aquelle presidente que assiguava
todo Sem Ir (Apartes).
Mas a aptiilao do Sr. Aristides Gilvi est pe-
da pelos nobres lepatados, | ij. mu vez de um eu -
gaoh.'iro, t">z -m dalle um instrumento poltico.
Aiuda ma>s, seuhircs, de admirar o dejaba-
ment d'aquella obra, quin lo, alen do eu.; nheiro
em ehefe, exista a pr d i engaubeiro fiscal, >i n i ira
mensidade de empegados, quero dizer> eloito-
res, que g-inham diariamente de4sj a 0
O Sr. Gencalves PerreiraEotra estes existen)
libera.s c conservadores.
O Sr. Attoiso LustosaNao senhoi: Vv. Ex;s.
sao tai crueis que esigem do Sr. Aristides (Jalvo
a dernisso le um pobre fiscal que, por ventura,
pronuncie o n una da um liberal.
O Sr. (Jonealves Ferreira O prolongamento
est ebeio de liberaos,
O Sr. Affjns i Lustosa=Estou promptoa pri-
var o contrario V. Ex:.; maa isto oo vem ao
easo. Sejun embira liberaes oa fiscaes, certo
qae llca contratar&m oa servicos com Vv. Ezcs.
Mas o que faci quo o armasen) desabou, pro-
dusinlo piejuizo superior a 20 contoa. Pcrgunto:
por conta de quera corre esaa pr.juizo, do Estado
ou d innpreiteiro ? O empreiieir nao tem a me-
sr rcsosusabili lale pelo acontec meato, poia exe-
cutou a obrn de acord com o projecto e com o
respectivo fiscal.
Eu iii son, senh)res, advogado da empreiteiro,
pois, como sabids, quaudo engenheiro fiscal da-
que i luihi, inandei dcmolir oirs que nao se
achacara n_s condicoes do contracto.
Se, no caso vertente, trta-sc de defeito do pro-
jecto, tna a culpa recihe sobra o Sr. Aristides
Galvo.
O Sr. Bsrros Brrelo Jun'or Nao pode o inci-
dente ser dtvido a um erro ue execucao ?
OSr. Affjnsj Luatosa Esta hypo:hese gra-
tuita, des le que havia um cu^eubeiro encarregado
da fiscala u. >
Agir, um outro p>nt. de que tratarei no re-
qu*'riinauro, isto a raza > porque a tarifa Uo pro-
luugain uto differeute da tarifa da "Strada de
Cantar.
Senh res, eata diversidade d tarifa i nao se ex-
pli.s. Se a directora a mesma, se a estrada de
Carum luid mais do que a conlmunco do pro-
|ouauiento, como sio ditlerenlea b tarifas ?
Os habitantes u'aquella oun do sul, que infeliz-
meut tem por donatario un dos nobres depulu-
do, ilaquulles que tem por prep >sto um euergu-
sneu i,para usar de uina expresri quaj foi uqin
COiriemnada o Sr. Dr. Saldauhu, que quer facer
da poltica profisso...
OSr Gaspar Drummcnd E' as* carcter muito
distuicto p^ra f.z-T da poltica prufi-so.
OSr. AS mso LustosaS >u o primeiro, senho-
ie, a faz. r no Sr. Dr. Saldauba'oigo euioizel-,
o iiihos elevado conc-itc, como homem pariiculnr
como indiligencia ; mas o Sr. Dr. Saldauba esi
saviado a Vv. Eics.de auxiliar, no que diz les-
pei'o a pretencOKS polticas.
Um Sr. Deputado d um aparte.
fc' o '4ue hio de fazer com o Sr. Saldanh .
Elle ha de ser vctima raaa cedo ou raais tarde
deus couces.-oes indecentes a que ee tem pres-
tad i. (Nao apoiados.)
Em todo o caso a elle cab; a reponsabli
darle.
E perguiio : como que elle sendo i chefe do
Oafegn lera cumprido o decreto do ministerio da
ag iculiura n. 9667 de 16 de Pecereir que m d. nao e reduzr o nOal Como alterar a ta-
rif ?
Porque que desJi: 16 de Pevcreiro at hoje
nf, e alt-'iam as tntiias e cont ssawa as niejinis
ssmm 'trada de ferro du proloiiijamento de S.
tf -1 H.tjue tem tantas mais elevadas ?
A.- ...io entrare agora, aem cho quo prnpri .
aoceasia para apreciar os d-frltos que contm na
tarifta, itrauhar-ae apenas o faci de ter-se
desde 16 de Eevereiro por ordem do ministro da
agricultura mili lad > proceder a um exame ness.is
Untas, e ellas vigorarem na estrada de ferro Ue
C*ru ir e nao uo proluugamento at.
Sera porvuntura porque o donatario da trra nao
sjaer?
I
lito s-rio? I) Insum, ou or. Aristi-
Ses Gal vio ii.11 dase a ve.dade convidaudj o
Exm. Sr. presilente da privincia o publico
nara a inaugurar; 1> d; -m rr.oh que julgava em
c u) licas de ser dado a> trafjgi, ou S. S nao se
imoorta, nio toma ist) absolutamente a> ^no.
E ta.st i ist) um verdade que ajp-llo aqui
para o ra-'u nobra amg) n Sr Juvenci) Mariz,
qu-- vijando p^ra o Cascavel vio que o prm iro
tun-1 cstav.i con a abbala ti) biixa que a parte
superiir do carro de pisaageiros recava por elle.
(Signal nflinnativo do Sr. Juvencio Maris.)
o Sr. '.i'guaira CostaOaixe-me explicar.
O Sr. A t .nio Lustosa Para isto nio ha er-
plic-teo s-*n; > a incuria.
O Sr. R-gera C)3taIsto devido chami-
n do freio que liuba altura de mus.
0 Sr. Aff.us Lustosa Mas urna cousa que
se deV'' prever : o engenheiro ni i tem o direito
de dizer que nio con lleca a altura das chamins
dos carros. (Apoiadis e.apartes.)
Eu sei, Sr. presidente, que por mais raaio que
t'vesse, p)r mais cabalmente que demoustrasse
a iucnria e a negligencia dos erapregadjs e o dis-
perdici e o esbui]amento dos dinheiroa publios,
tudo isto nada Valeria peran'e o prop'Sito syste-
matlCO dos nobres deputados em rejetarera todo
e qualquer requerimento que parta desta banca-
da (apoialos da uppisieSo); eu, porm, cumpre o
ineu dever, e cun i.sti (ico muito aatisfa|(o.
(Muito bem Muito born !)
(Contina.)
icios Ua prettilenctaEm \ do coi-
rente mez f'rain promulgadas as seguintes reso-
lui;oe.- :
N. 1897.Ornamento municipal.
ri. 18^8.Autoiiaa a abertera de crdito para
occorrer wa pigameotos lie dividas de exereicos
6 irlos.
N. 1899.An'orisa a expedicio do regula-
uiento j)^ra rx o .:>r*iica d'J im osto de gyro.
I'jr portara de 26 do crrante forsm noinea-
doa, de ac. Grao com c art. 2" 2" da lei n. 163(J
dj 18S2, pira servirem de commissarios txamiua-
dore?, p ir pal ti da presidencia, nos exatues que
ao tem de t etnar ua Escola Normal da Socie-
dade Propagadora da Instruccio Publica Dr.
Man iel do Naecimeni.- Machado Kortella Pilho,
bacliirel UoJoipho Albuqucrquc Araujo e Joa-
qulra E vuo Perenal. Magalliaes.
Caaacrrlo l'ara ni* de Juoho prximo e
no aalo do iheatro Stnla Isabel prepara o Sr
Abert.o F.iodeutbal um concert, cujo programma
era iiiisiei orn Ule publicado.
Cana le Uelcncii.Seste estabeleci-
uf-uto t .il c- ii lio it.-in u 10 1/2 b ras da mauhi
e ua respectiva enfermara o deteuto Vicente
Psrreira de Araujo, coubecido por Mel de pao e
^ue estava sendo procesaado em Jtboato.
Para o nttifraicoM u.i Kisbia Do
Sr. Ignacio J ja Aruu.ha Filbo, de. Villa-Bella,
rrc-buio. h .ntein a qunela de 2*5000, para Soc-
eorro doa nufragos do vipir Baha. Entrega-
moa lonfe.n mesmo dua quantia ao Sr. Gurgel
io Aiurai, a fim de I lie dar o couveuieute des
lino.
Paquete braiiiotr Dos portos do sul
cliegou iinii.ein o oaqnete nacional Manos e boje
li.rde .'Cgue para us do nerle.
A respectiva mala fechar se-ha s 2 horas da
t.rle,
Abuliruo Mais duas escravisad&s foram
dccar.diS nvres pelo Sr. Beato do H-irr s Feij,
prop.rietnrio ri'sideute na'cidadc doCaho, sem con-
Uicao alguma
As libertas chamam-se Josepba, de 45 anoos de
idade e Maria de 19.
O acto de i ccoiiieei nento da liberdade das duas
efcravisadas datado de 9 do corrente.
Habrat Crpiso O Supremo Tribunal da
K-lic.,io couced'-u iioniein ordem d- HabeasCorpus
plena ao tenenii coronel Francisco Goocnlvea
Torres contra u jnal havia mandado de priado ex-
pedido pelo juiz do 2 districto cr.miual.
v iinrmii eou r. a oncessaoda ordem de Habeos
Corpus oa e.eecm'i .rgadores eousetbriro Delfiuo
Ca.aleante, Oll>eira Macicl c Tavarcs de VttSCn-
cellwo.
Koserramenlo do mes Nsrlanno
N igreja de Nosst Senhora da Penha, os missio-
uarios capucbuhos encerrarau os piedosos exer-
uieios du mes Mnriauno pelo modo seguinte :
Tef^a-faira 31 du corrate, S. Exc. Rvma. o
Sr. bispo diocesano se dignar s 7 horas do dia
celebrar o sacrificio da santa nuasa no altar da
augusta padroeira a virgem senhora da Penha
com o acompanbamento do orgio, e distribuir
lii'itaiios da patria na guerra contra o Paraguay,
fira de eerem expostas durante a fes'a, no sali
de b i>'a do theatn Santa Isabel, onde ser le-
vantad) nm tropho de armas, devendo as mes-
mas bandeiras seren recebdaa no Instituto e
conduzidas para aquella theatro por urna guarda
de h nra com toda a p unp.
A crescent >u o Sr. presi lente que ni) polendo
por si e resolver c-rea de um t i edido. nem
mesmo submettel o era rigor decisao do Insti-
tuto, urna vez que pelos estatutos dest.associa
ci', prohibida a sshiJa de qualqu t objecto per-
teucento o seu museu com tu lo entrava em di-
vida e por isso sabmetria o assumpt>, cim> Ib-
campria, decisio do Iistituti, em vista de ter
sd) convidado pda mes.oa cimn;ssao o Institu-
to para fazer-se representar naque U fasta.
O S-. Dr. Cicero Peregrino, ibteud > a pilavra
declarou que n'nhum iuconveniante Ihepar'cia
haver em figurarem naquella festa, duas das ban-
deiras que se aeh.m em melh r .atado, p>riss>
que a terceira est comp'etam-'iite estragada,
desde que urna coinmissi i do Instituto as acom-
panbe, asslsta atlo o acto, e finio elle volte
com ella e as recolh. ao musen.
Sendo esta udieaci) approvada, for.im desig-
na 1 .-s pira comporem a commisso s Srs. Dra.
Lop"3 Machado, Castro Loar-dro, major Codecei-
ra, Augusto Cesar, Augusto Costa, ficunlo a m"sa
HUtor8 funacioua 0 lustituto, na noite dajuell.; dia.
Nada mais haveudo a tractar-se fo levaita la
a sessio.
i'in er attcnilitloa Recebemos
hontem o seguinte buhte postal de Beln :
o Pedim.H a Vs. S. que por sua acreditada fo-
Iba chamam atteu^i) das autoridades ufim de se
augmeutaro destacara mto daqt. porque t temos
urna praet de po'ieiae esta o que pote faaer ?
Os ladro'S csti) se pondo un actividade e as-
saltaud) as casas uo Esoinheiro e Belem a se nio
tiver isso um paradeiro iie iioa para o terap) en
que arrombavam as paredes para roo bar.
*|tte bellas bocea0 Sr. A. J. Azevedo
acoa de publicar Wiisa desta titulo, escripta
para piano por E. VVaidteufel.
Agradecemos a offerta que ros faz da um exem-
plar.
* s
aa a
^S Dia
a. J
B. M. 26 de Maio
r". M. O
i. . 27 de Maio
>. M. 0
II iras
1251 da larda
716 .
1 1 inin'i.i
732
Altur
0."'45
(Vl)6
2, "31
.n> itniuRecebemos huiteni a Gazeta de escravos senteuciados 3 ; dem procsenlos i
hoje :
Pelo agente Modesto Baptista, s 11 horas,
ruado Crespo n. 12, da f.zenlas, miada xas, leu-
cas, chapis, etc.
Segunda-feira :
Pelo agente Brltto. s 10 12 horas, ra de
Sio Joio o. 17, di arrosca) e mais periencasaln
existentes*
Terca-feira :
Pelo agente Brito, s 11 horas, rui de Pedro
Affonso u. 43, de predios e de ni. obridic- de
seis contos de ris.
Hit-na-* fuelireM.Serio celebradas .
Hoje:
A's 8 horas, ni matriz da Boa Vista, p la alma
de D. Itosalia Mana Martina ; ; i 7 1/2 horas, ua
ordem 3a do Cinn). p.-ls du D GuiUarmina dja
Passos Pigueroa.
Segunda-fcra :
A's i horas, na igreja da Peuha, pela aluvi de
D. Alexandrina Cavaluante de Albuqnerqu- ; -
8 hiras, ua igreja de Belm, pala de U. C'emen-ia
Breuil ; 3 6 horas, na lg-eju de S. Jote, pela J-
D. Manoela Giilhermina le Paiva.
I'a-isaselro-a Cbegado de Liverp ol na
vapor ingles Merchante :
James Eduardo.
Sabidos para o sul no vapr nacin >l M m-
di.li :
Pirmino Guimares, Virgilio Alves de Carva-
iho, A. Ganii Neto e Jos Alv-a d >s Sm- i-.
Howpilal PoriusuezO inovimento las
enfermaras deste hospital na semana tiuda foi o
seguinte :
Existiam em tratamento...... 20
Entraram daraute a semana. 6
>y,
Lotera ao rao-ParaA lotera desta
provincia, pelo novo plano, cajo premio grande
40:(MX>iiOOO, ser extrahida no dia 4 de Jn-
nho.
Bilhetos venda na Casa do Ooro, ra do Ba-
rio da Victoria n. 40 de Joao Joaquim da Costa
Le te.
Tambem ach.im-se venda na Casa da Por-
tnna ra Primeiro de Mareo n. 23, de Martina
Piusa & C.
filatera da provinciaA 4a parte das
loteras em beneficio da matriz da villa de Itam-
b ser extrahida oodia .. do correte, s 4 ho-
ras da tarde.
Os bilhet s garantidos acbsm-se venda na
CasiJ?elir ii i or..ca da Independencia us. 37
e 39.
Tambem acham ee venda na Casa da Fortuna
rna Primeiro de Marco n. 23 de Martis F.u-
za& C.
joteria da ParahvbaEsta lobera cujo
premio grande de 20:0:X)ji0J0 ser extrahida no
da 2 de Junho 's 3 horas da tarde.
Os burieles acham-se venda na Casa do Ouro
ruado Bario da Victoria n- 40 de Joio Joa-
qnim da Costa Leite.
..olern do Eaplr Uo Santo -Esta lote-
ra cujo premio grande 60:000000, srr extra-
hida no da 28 do correte.
Os bilhetea acham-se venda na Roda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Tombem acham se venda na Cssa Feliz na
prar,a da Indep-radenea ns. 37 e 80.
liOteria da provincia dat Paran
A 15a lotera desta provncia,pelo novo plaiu, cu
jo premio grande de 15:000^000, se extrahir
no dia .. de Maio.
B:lhtes a vonda na Casa da Fortuni., rna
Primeiro de Marco n. 23, de Martina Fiuza A C.
Litleria de lagoa*A 17a parte d-st-i
lot-ria, pelo novo plano, cujo premie grande
de {5:00040T0, ser exrrabida n> dia .. do cor-
rfnte.
Os bilhetea acham-se venda na Cas Feliz
praca da lo lependeucia ns. 37 e 39.
Tambem acham-se venda na Casa da Forfu
na ra Primeiro de Marco n. 23, Martin,
Pinta 4 C, e na Esmeralda, ra Larga do Ris:
rio n. 24.
De TimbuoaRecorreutc o juizo,
Jos Z ferino Alves de Mello.
Ao Sr. desembareador Pires Goncalves ;
DeTimbubaReccrrente Manoel p irsiaa ti
Silva Pereir.., recorrido o juizo.
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
De Ti raba ba -Reeorrente o juis), reeamiatar
Jo^ Eli^s Jorrsia de Mello.
Ao Sr desembargadorTa vares de VascoaceBear.
De Ti-nbaba\\ c rrrente o juizo, reescRak
Felmpa Aranba Montenegro.
Recursos crimes
Ao Sr. desembirgador Delfino Cavalcanis .
De Ouricui y -lt-corrente o promotor puWnt
recorridos Raymuuio Florencio de Aleacar es>-
tros.
Ao Sr. desembargador Olrera Maciel:
Da Atalaia tecorreote o juiso, recorrida e *-
envi Jos Manrillo de Mello Correia.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
I) l MaceiRecurrente o juiao, recorrido i Pereira Maia e Aprigio Justiniaao GrdsMtefc
Mello.
Appellaces crimes
AoSr. desembargador Alves Ribeiro :
De ItambAppellante o juizo, appellado Xa
noel Jos Biptista Filho.
.-io Sr. desembargador Tavmvs de Vasconcetke:
De GoyannaAppellante Joaquim Bsuibus
Nunes da Petaba, appellada a jusfica.
Ao Sr. conselheiro Queiros Barros :
Da Villa do O'Appellante o juizo, appe&at
Joio Seraphim doa Santos.
A) Sr, desembargador Baarqae Lima ;
Dj PilarAppellante Jos Soares (a -jasca.
appellada a juatica.
Ao Sr. dert-mbargador Toscano Barretj :
Dj PilarApp liante o juizo, app;|!ad) Mur.-
Joaquim AlexrniJre.
Encerruu-se a sessao s 2 bsras o 45 rniavtot
da tarde.
imiWGOES A PEDIDO
CHRONICA JUOICURIA
Sahiram curados.........
3
21
26
Continua de semana o Sr. mjrdomo Diogo Au-
gusto dos Res.
Casa ale lietencasoMovmento dos pre
sos da Casa de Deteujo do Recifa no dia 26 do
correte :
Existiam 353 ; entraraui 12; sahiran 11 ; exis-
tem 359.
A saber :
Nacionaes 332 ; mulheres 7 ; estraogeiros II ;
Goyanna Sob o titulo Goyaninnka d ella a seguinte no-
ticia .-
No dia 10 do corrente, o individuo por nome
Florencio, que com outras peasoaa estava em certo
ponto daquella localiJade, alvejando espingardas,
ierm, involuotariameote, ao tomar posn;) para
fase" puntara ao alvo, o infeliz inou) Var-
timanno que c un aquelle seu co na p. nheiro conver-
savii robre quai a melhor ou peior das armas dos
que se acbavau presentes.
O fncto C nif'rme tica narrado e a-gundo retc-
riu o pai davictnna, M iU)d Pairo paree uos pro-
ducto do acaso, w
fuizo da imprentaAcerca do merec-
ment artstico do ^r. Albi-rto Kri--.iei.tli.il, exi-
mio pianista, de presente nesta cidade, assun se
prnuuciou a bnprenaa do Para :
Diario de Belem (6 de Maio).
Nos que gozamoa a telicidade de ouvir Ku-
bou-:eiu e Sunt-Saens, as primeiras notnbilid-ues
vooderoas no piano, c mfessamoa que es jornaes
estraugatros teceud.i unnimes elogios a Vlberto
Friedeutbal, fazem urna expreasao simples Ua ver-
dade.
Para traduzir a impressi" que na causou o
CLiiccrto de ante bonten!, para urmilestarmos o
uosso juizo sobra ea.se prodigio d.. aire aeode-nos
simples ..ente a palavra :Sublime 14 de Maio.
0 Sr. Frideuthal u primeiro concertista que nos
tem visitado. 0 bnlhautismu da sua execucao
o a gy.nuastica qua 0--uian lam as pecas de L szt
e Cb-.pin, que apr.-seu-uubastaran! para accla-
mal-o grande pianista. ItJ de Ma o : Priedeu-
thiil, -a olhos meto cerrados u a fronte erguid
como qua leudo ua un. i.luia as phrases que pro-
ounciava o teclado, p.aaava SoOre aquellas laby-
nnthos da ititficulUnJea eom a doce placidez .Us
som .ras, sem eoutiaccoes, ete estjri;o, sera U-
diga ao passo que pir urna tuca inag.iet.icit na
emocoes da alma lo --.rtista ,ain-ae e^palhar,
pelo sssombro, e pe. entlusiaanii as phiaiono
uomias dos que o ouviam u. tiu.l da cada trecho
a palavra nica era aaua orav-i qieu appl audiH. o
0 Diario de No'iciat, AlOrt. Ff.eJei.uinl na sua arte um genio
e podemos garantir, o mus dislinolo pianista que
tem viudo ao Para.
ToJ.s as p-ajas que ella ex-cntou agradaram
sobre tuaiieira, tomando se alvo dos intls (rene-
geos applaUSOa :Carmetn, P .asaruill i- meU, L)-
sadtos, comp sices suas
Imprema da Corle Rcccbcm. s hn-
tetu :
Appellacao criminal o. 9J89 (injurias impres-
s-i!-) julgada no Tribunal da Kaiacao da Corte,
sen.lo 1." appellante .. Dr. .1 -aionn Joa de C-r-
valho Falho e 2 o Sernp.i.ni -loi- Alvea, amh's ai
paliados, e juiz elator o uea-inbirga or M aaioel
Vieira Tala
1 .'nao .Medica, tasciculo .", archi/o internacio-
nal de scieocias medicas, publcalo nelo Dr. Viei-
ra de Mallo, sendo este o sunnnario :
Clioiaa oph'bnlujilogic*Note sur un cas de
bleseureide I'obU avi:-j s.cti-n emlete du muscle
droil infrieur, par M. la Dr. Vaaj or de Brito, pag.
193 Da tuberuulos- ocular, pe. Sr. Dr. J. C. de
Bitteucourt, pag. 198.
Cdnica padriaticaD -s a>ttooliques dans la th
rapeutiquo infaiili par M. la f. G'emaute Ker-
reira, pag. 212.
Hygieue tberap-utiaaD.regiinenalimnntarnas
mulrotias febns, pelo rsr. Dr. Duj irdin-Beuun-tz,
pag. 216.
Madicina pratica Erprago da electricidade
para restituir glndula msraraaria suas fun'i,a.-3
da lactaflio, o lo Sr. Dr. U. Pierrop, pag. 29.
Renata critiuuDr. Machado Portella, Diagnos
tico e tratamento dos abee.-s s fros ossifluentes e
nao osa.flaentei, por J.iyme Silvado.
dem de correecio 4.Total 859.
Arracoados 323.
Bous 301 ; doentes 22.Total 323
Movimcnto da entertuaria.
Te ve baixa :
Jos Ignacio de Oliveira.
Kora lotera do t>ro-PatrO plano
o seguinte :
1 premio de
l .
Tribunal da Itel.-icfio
SESSAO ORDINARIA EM 27 DE MAIO
DE 1887
PRB8IDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO
QUIJTIKO DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's liona do costume, presentes os Srs. de3em
hurgadores em nume o lega!, foi aberta a sessio,
depois de ii.i i e approvad i a acta da antecedente.
Distribuidos o pas-a.los oa feitos deram-se os
seguiutes
JOLGAMENTOS
Habeas Corpus
Pacientes .
Teiieute-corone! Prancise Giicilvas Torres.
C)nca)eu-se a ordam de htb.-as co.-pus pena,
cmfra oa votos d>s Srs. desembirgidor-as Ta vares
de Vascoocellos, Oliveira Maciel e Dellin) Ca'rjl-
cante.
Domingos Sorreotino era favor lj sen ii...i Ri
phael. 'icju adiad).
Recurso eleitoral
De J in.niiras Reeorrente Man el Rbaro da
Silva, i- corrido o juui. Relator o Sr. desem-
barga, lor Oliveira Maciel.Neg j-se provmanto,
unnimemente.
llc-'iti:ie'i
Appellacao crime
Da Pao d'AlboAppellante Ignacio L-ipoo
d-i Albuquerque Maranhi), appellada ajustica.
Relator o Sr. desembargador 'rea Perreira.
Aunullou-se oprocessi s mindoa-ia instaurar no.
v), contra o vot i do Sr. onsalli vr i Qieiroz ltr-
ios. I-cretandi-sa a raspjsa')ili lil -i > Io aun
pleut .11 j >iz municipal J), Francisco di li'_-i
e. n'r i os v itos los Sra. las rmbargal ir->a TaVaras
ae VaS3cncelli s e M mt 'iro de Anlra le
PASSAGEXS
Do Sr. conselheiro Queiros Barros ao Sr. des-
etnbargador Buarque Lima :
Appellacao cvel
Do lie-fe \p.weilantes s Santas Casas de Mi-
f ici-rna de Liaboi e Li-iuda repr.-s-utadas palo
cnsul de Portugal, sppellado o co a n a la ;r .Mi-
guel ,,iS Alves.
)o Sr. desembargado:- Buarque Lima ao Sr.
desembargador Toscano Barreto .-
Appellacoes crimes
Jo Pianc -Aopellante Jo: Th m >teo Ridr-
gues, apoellaia a justiei.
De OaranhuasAppellants o juizo, appell.-idi
Manoel Francisco Xavier.
lo
o juizo, appellad,:
o juizo, appellad.
I
1
1
3
6
lii
lo
120:0;(UOO>
30:0!IO'00
12:liO')Hl
6:(KK)OO
3:Di;;)
1:51)04001
6HO31KW
3i>J501O
para a dez ma do 1'-
premio, a 150*0()
10 premio 1 para a dezen?. do 2o
premio, u 9()000
100 premios para a centn do
1 premio, a 90JO-0
10) premios pura a centena do
2 premio, a 6')4000
200 premies par todos os n-
meros eujos 2 ltimos alga-
riamos sejam iguaes aos do
1 premio, a 60*000
20) premioa idem idera idem do
2" premio, u 60t00
1.800 premios para todos oc n-
meros cujo ultimo altraris-
mo 8cja igual ao do pre-
mio, a 30*5000
1.800 premios, dem dem do 2
premio, a 304000
2 approxima<;oes do t pre-
mio, a 1:5004000
2 ditas do 2 idem a 600 001
2 dita do 3-i tema 1604011)
'Potal 4 250 premios.
Os iium-ios premiad is p'11 tennnaci) de 2
al/ariamos nio terio dtreito teruiinacio s; o
pies.
Esta lotera compista da 20.00) bilhetes
245 00, divididas em tngeaimts de 800 ris cala
um. Os pmnios sio paijoa inte^ralraente at sei*
mazes depois da respectiva extraccio. Os bi'h--
tes rotos, inutilisa ios, ou que Contenhatn na tace
qualquer declaracio estianha a seu tbeor. 0:1 s-*.n
taiio de forma a nio se poder conferir, uio serio
pagos, nem se atteuder as r.cla ncoes p ir per-
dap, subtraccio ou qualquer outra causa alle-
gad.
As extraci,oja sio f--ita3 em edificio pnblio, fia-
causadas e presididas por autoridades norneadas
pelo governo provincial-
ExtraC(,-io intransferivel Belm do Para.
Os b Ihetes acham-se venda desde j na Caa
do Ouro, ra do bario da Victoria u. 48, casa
de Joi) Joaquim da Costa Lite, a mi Pnuii iro
de Marco n. 23, Casa da Fortuna, do Martina
Fiusa & C, caja extraccio ter lugar itnprtrt. rivel-
mente no Oa 4 de Junh 1.
I,i.loan da provincia No dia, ..
do corrente, s 4 horas da Urde, se ex'rahir a
4" parta das lotcria-a, era beneficio da raatru
de Itamb, e, no consistorio du igaeja de Noaa.
Seubora da Coticcieao dos Militares.
No mesmo cousieroro estario expostas as ur
aue as espheras a MprecUyi" d) publico.
aUoteria ta i-drieA J01* loreria da coi
te, pelo novo plano, cujo premio grande ue------
30:01)0*000 ser extrahida no dia .. do or
rente.
Os bilhetes acham-se venda na prava da In-
dependencia na. 37 e 39.
Tambem acham-se venia na Casa da K-v .
tana ra Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Fiasa & C.
D G yannaAppellante Mancel Perreira
X cimento, appellada a jus'ca.
Do .Sr. desembargador Toscano Barreto ao Sr.
leseuibargador Delfiuo Cavalcante :
Appellacoea crimes
Do Limoeiro Appellauta o juizo, aopallalo
Seraphim Goues da Silva.
De Calmares Appellante
Armimo Joaquim da l'ai.
De BarreirosAppellante
Antonio Mar.anno da Silva.
Di Sr. desembargador Delfino Cavalcaute ao
r. d-iieuibargador Oliveira Maciel :
Appellacoes crimes
Da Parahyb)\ppellante o juizo, appellado
M.iitiuho Francisco Pereira.
Da TaquaretiogaAppellante Joaquim Anto-
u 1 de Melio, ap.ellada a juatica.
\)> RecifeAppellante o juizo, appsllado Joi-
quim Pereira da Silva.
O Sr. desembargador Delfino Cavalcante com
nromotor da justica ad hoc deu parecer na
Appellacio civel
Do RacifeA^peaiaotu Joaquim Monteiro Gue-
dea Goodim, appellada Virginio IInaci de Frei-
tas.
Dj Sr. desembargador Oliveira Micicl ao Sr.
desembargador Pires Ferreira :
Appellacoes criraea
Da OuricuryAppellante Autoaio Jos de Ma-
ya riies, appellada a justica.
Da Alaga do MonteiroAppellante o juizo,
appellado Antonio da Silva Campos.
D AtalaiaAppellau'e o juizo, appailado M
noel, caervo do Capitao Simplicio.
Appeliagio civel
De Porto Jalvo -Appellauta o juizo, appellado
Constantino Gomes Ferreira, senhor do escravo
Vutonto.
Appellacio commercial
De PalmaresAppellante Clodoaldn de Barros
r'tanco, appellaios Narciso Maia & I)
O Sr. desembargador Pires Gouealves como pr.;.
curador da cora e promotor da justica deu pa-
r. car uos seguiitea-fritos :
Appellacoes crimes
Do Buiqua Appellante o juizj, app-liado
ilc.orio Aulr de Moura.
Do Rio PormosoAppellante o promotor pu-
l ), appellado Joio Luiz da Silva.
Dj. EscalaAppellante o juizo, appellado Fio-
ran Jos dos Santos.
De Aguas BailasAppellante o juizo, appella-
do Siuii.. jo Antonio da Silva.
Do Sr. desetnbirgador Alves Ribeiro ao Sr
desembargador '.'avares de Vusconcellos :
Appellacoes Crimea
De IguaraasAppellante o juizo, appellado
Marco'iinj J.< Coutinho.
Da VictoriaAppellante o ju:z), appol lados
Amaro da Costa Soares e outros,
DILIGENCIAS
C >ra vista ao Sr. desembargador promotor da
justica as seguintes
Appellacoas crimes
Do LimoeiroAppellante o promotor publico,
appellado M moel Alexaudre da Mello.
D; Nuzareth Appellante o juizo, appellado
Hmo.io Francisco de lauli.
Com vista s parte? :
Appellacoes civeis
DoRecd'Anpeliante Mafhiaa Lopes di C s
'.a Maia, appellado Antonio Caseairo da 'Jouvaia.
Do CaboVppellaiata Francisco Manuel de Si-
quera Cavalcante, appellado o Bario de Araripa
Da Parshyba Appellantcs Antonio P.-reira
Vinagre u sua m.ilher, appellada D. Mana Un-
b.dina I", .-aleante de Albuquer |uc.
distribdicOes
Recursos eleitcraes
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel :
De Porto CalvoReeorrente Anfmio Cioddo
das Neves, recorrido o juizo.
Ao Sr. deaembargaaor Pires Ferreira :
De Porto CalvoRecrreme Jcs dos Santos
filva, r'corrido o jutsva.
Ao Sr. desenbargador Monteiro de Andrade :
Banco de crdito real
C >ui esta epi raphe lomos no Diario de aabbiia
21 d. corrente mez, um artigo em que -c atir* .
face de lian respoitavel elasse1 dos agriealtt
reso mais vil iusulto.
O seu autor, que 31 acob-rta co:n o titulo p-ix
pjso dVictima, um fiel representante
ciasse den imiaadais correspondentes, -cuj ce
dacia t-'01 sa erg nio i p m'o de sa atrever a prc
hibirqi-i .. agricultores oroprietaroB lanceas a&t-.
de suas propredades para s-itisfizerem ai cae
mais palpitantes necessdades.
Entretanto, n.di mus natural, da parte ;
agric-ilfor-.'s, desda que os.nuito aonrad>s Se*
correspoudenres, esjeciilanlo cor. a erise raed
ulia qu 1109 ass ; rb -.. t -,. 1-, Ih as ;> rl
p ns de h iv-t a gtiiancio* 1 u^ur a de avaros
os limitas la f .-1 emb ises la .1 saltea lores.
Por detnais ferino s rule to o gslpe arrete*
sad> contra tio imp.rante ciasse, para que o dei
xassemos pasar desap/rcebd-., consentala s
fosse c rrer mundo sem 1 mais leve protest 1.
O tul articulista, que, sein.'ihiute gralht da
fbula, ae eio'nei m muito, aeinpre diga) de
commiseraclole victima, a a quera talver nee
lli.r ass n'-asse a tuoici -i: lg>z, > sem invito
algumi um dos mu : j qu im eval) os ?.f
lizes agricultores desta paiz ultima extreicin-
le, n g ai lo-lhea todos o.j tn -ios da sase itarea -
des -uvolver. tn a u iusiri-i de que tiram ss rce.ji
de Subsistencia; una dos q 1 no t -mp 1 das fieeX!
gordas nao s fartuva de loaupletar-se com o frac-
t> do trabaihi insuiio des seus ommittoatee;-
um, finalmente, d s muiros qua apresen: 1
como cr d-res, bain daduziu.as a averiguadas si
cousas, ni. p tasan 1 le mui ruim devedor.
Em ipoio desl 1 11 issa assercao,oii ser frad
proposito ri i.-n'.- aq 11 o ui_- algores ouvimos ta-
tar respailo da um ex-corraspndente d-sa
praca :
T-11I.1 certo iiur da cu-i-.h) padf 11 a er
indiviluj qua lhj examnasse u.nas cintas, dtr
quites Iha raau lava um lebit) da 17 a IH oatst
de res pira aun u s--u eorrespmlente, depaiatte
b-'m Sinmn 1 e aveiiguado tudo, perguntju o o
coi r -1 )n I nata uo agricalt ir n qu unos anaosert.
elle ommittu.it; -laq :cl-i casa 5 ao que esta re<
poudeii :
11 1 Vill -ifliios -1
O s n.'i 1-, em iii-n dir-ito, tornou-lhs a 1
co: ie- 1 : i .-i--, nada d-'V.:; pelo contuir'O, o aec
aorrespon I it que he v n a restar anda algv
m 1 cousa.
, I-o c muit 1 eloquentc !
Es; .r t 1 Sr Vic'ima longe le ser um d'afuc'ne)
muito honra ios :orrespondeui,cs E.itretauto aprt
saiita--e h je o 111 nltaneiro eux ivalhando uiaa ttc-
bre e h varada -liase!... E' muita audacia
eymsm 1 !
An la mais : Q 1er o Sr. Victima urna pro*.
me nen-- 1. bsenda em cifras e em dados oS
U na pro va que veuhi em soceorro de stzc.
honradez e s'ncerida'le? Nada m.ts simples
V. j 1 as c->r 11,0e.s 1 tli riaes do m -rcado de assac:
e algodio, d.a prac'a do Recife.
Ahi se diz que es precia p-igos aos agricultores
firam .a seguiutes 2U U, 2100, 2,5200, 2J30,
2100, 2500, 2'500 ; sendo o mais baixo pre^a
2-M), pira o asnear bruno maia oriuario
smenoslo'OO, 15700: mascivado -T&26A
13C0.
Nada lia mais barato e que menos campele c
trabadlo usaun di agricultor.
En'retant), Sr. co.reaomlente Victima, nen
mesmo esse miser.-ivel pr-co dio os seus eollegai
aos a.-riciilt rs. seus coinmittetites. As coatat
de venda que Ibes rem -ttetn e que por e existeut
csoalhadaa pura qu m quizer verificar, trazese
apenas os p.eaj s de 170 e I0 o brano me-
lhor ; llil). l'IO o somenos idem; lffJft a
110' ; luasc-ivadj bom.
Qiianto ao relame... nem bom fallar.
Neuhuma, pois, das vossas contas confera coa
os prer; .3 da praaj-a ; o que dizeis a isto?
Quem que menta : a praca do Racife, em snac
cotacoes orficia=B, quaud) diz que paga ao agri-
cut r 2O0J por 15 kdos da assucar branc, dt
maia baixa qualidade, cu o honrado correspon-
dente Victima, que recebando do comprador a
conta com a pea s e precos a passa para a snx
co-ala impressa ( custa do committentel, tiraodc
em cada 15 kilos 2, 3 e 4 tosias?
Qu m Sr. Victima,o caloteiro. o salteador
o pobre agricultor que esmon-ja, que lucta horri-
veiuieiit-. pas*- mai, sujeita-sa todas as priva-
coea, ho t ral) .ib 111 ns rude e ingrato, ou o coi ras-
pn'mate, qu-, recebando mediante urna porceata
gem convenciouada o produca da tantas fadigaae
sacncio, Innpo bem preparado e zelado, corar.
si ni 1 bastassej o iiaixi pr. co do mercado, anda
tira Jo truct 1 do trabalh 1 alheio 2, 3 e 4 tostjet
era Caila arr.b 1, 1 ira deste m do tornar o e:masit-
lenle d.veJ 1 ? !...
E' ueste caso, Sr. Vid ma, quem vem a ser t
verdad ira victnn-i : o correspondeute que enrt
queco, "U o Hiicult ir que padece?. .
Srs. Mg.-CiUlores, alerta !
A luva do ilasafio acab. Je ser arremessada t
vossa fsC--.
Cliiuiae a c-n'-.a --sa-a curr spoulentes e pro-
cedei aualyse u.inuciosa dos vossoa negocios eoar.
elii-s '- sle primeiro dia em que com elles lOi
relaCOllastes.
Pazei-o en'io veris que nada Ibes deveig.
Ten !ea e o vwi-.s raaos os corpos de delictot doc
ta-s hnralos correspondentes; sao essas contal
iinpress-is que elles vos form-cein, as uu:es deveis
cmt'ro't-i- eom as cotacoes i,fficiaes da praca do
Recife.
Obngai essas honradaz victimas indicar, desde
o primeiro di, o annazem em que venderam c
voss'-a assuciirea, seu lo por sua vez, coagidos c
armazenarioa (oa que forem homen3 de oem bao
de fasel-o) a apresontarem os seus livroa em juizo:
e veris n'i que nio fostes defraudados ao no
preco, mas t.mb tn nn peso, sendo vos alm de ea-
bulliad >s do que vos pertcnee, tachades de cafe
teirot! !
Proh dolor!
Esta b-nii co-ihecid o plano os actuues Srs
coriespoii-ient-B : pretexto da crise querem ee-
.mer IrulM de birhas enxulat.
Ueei.a-m ce abatinadamente a tirnecer um rea,
um ceitil-eir. dinheiro a-s agricultores, para o etv
taio..le*u..t propredades, e querem entretanto re-
cebar os aiSaUaiafOB para ukiis ai larga se Utera
rir.: e ||Umi 'o -i ugneu'rer, em o ultimo lance do
lleseap r->, pr.ciita a-m U11.1. inatituicao banearis
l-'vanlar oapitaes pira cditiunar os seus traba-
Ih'-a, na qu- nai apreaeutam "8 zang8, chamados
coaaMajaaaadenfes touiro cheios de ti, a gritare:
sois (lote.nis.! depois de haverem reduaide
niuitos d'eases cnloteiros raisers !!..
Strrib.Ie dioere'.
Nalo uos ri* a menor duvida que os Srs. coc-
resj>idrtiit-iiU rx correspondentes pretende* ej
na tp-iaalsres a trabalhern ptra ellea,que ae

i


Diario de PeroambucoSabbado 28 de Maio de I3S7
oon3srvein perpetuamente debtixo do sea dominio,
como seres subservientea, qua sejam eu> fim ver-
dadeiros serroa da gleba, sem autonoma propra,
sem aeco, sein direito nem raio !
Tanto isto verd.ide que negando Ihes oa cor-
respondent-s o ndispeusavel para a continuaci)
dos seus trabalb-s, ein tao critica sitaacio, exi-
gen), n'estcs temps difficea, prompto pagamento
o que, diaem elles, Ihes deeo oa agncalt.res.
Ist > tem levado estes a se valerem do Banco. L :-
yantando o capital, apreaenta-se o agricultor o
corresp mdento para saldar suis coutas; e ent.o
a Victima, que ja taato tein sug lo do coinimt
tente, ponto de tornal-o ds credor, devedor,
diz-lbe sobranceiramonta : Nao reo -bemoa le'.irn
do Banco; salvo so fr eom o abita dn 8 ou 10
por cento; e isto ib..uj por muito favor.
En suman, para liquidaimos, receberei pela
cotacao do mercado da praca.
Ora, v-ae por aqui quepirt roer'oer pajam-nto
integral do ciloteiro, o correspondente Victima
nao trepida em depreciar o titulo valioso de un.
imp-rtmte iaititui'.-io baneara, obstiuinio-se
em 8 rocebel-o pelo presa da praca.
E iin tanto quando vende o asaucar do caloteiro,
nao cioge-se ao pr.ci da praca, o qual entSo
como si nao existase; pois as cotaeoes, corno ji
tcou dito, est > em cojipleto desaceordo c in as
contal iuipressas de auaa casas coaiincrcijes.
V-so. oois, em nltnna aualyse que o tal preco
i pruc uj aproveita a) agricultor c s ao Srs
Victimas.
Nao obstante ser isto to escandaloso, e tacto
que algunp-oprietarios inais coodeaceu lentes se
tem suj-ialo to dcscouimunal exigencia; e
aquelle* que, miis avisado, reeusam-oc, sao co-
bartof de baldo-s.
E contiuuaro os agricultores de boa f se
prestaran a seraulhitut-i extorsi, depos de ha-
v r-m bypothecad suas proorieiades por muito
m-ii n da metale do scu valor?
Importara isao annuir a esse psrpetuo predo-
minio que q'irem A forca manter oa or. espon-
deot-'S sobre os agricultores.
Mas temos f que tal n > ha d acontecer.
Desafiamos os Srs. correspm lentes que con-
videin as diversas aasociacij's cominerciaes da
praoa a se reunirem, que ua por nossa vez con-
vocaren >s oa agricultores para ni praca publica
oxibirem suas eootaa.
Si o preces n'ellaa presentados conferirein com
oa das c tacos' cfleUea, nos seremos mentiroaoa e
caloteiro*, como rin, der-ae o con-
trario, seris vos uns i-yuicos e bandidas.
Ah fica o repto.
Ag. ra u >s resta saber si o o Banco de Cr-
dito R-al se presta ser instrumento, isto i ser
corrector, procurador ou cobrador doa taes corros-
poudeutes Victimas, para enti lhe dizer-nus com
essa franqueza ruae do mmtanhec:mentales,
:llnd8tes as vosaas credenciaes, seuhores do Banco
de Kredito K 1 !
Sj asann procedcrd's fareis o paoel secund iiio
de coinpirsas entre easa ciasse, que. com raras e
honrosas excepco-a, sa constituio de hi muito o
rl i.-e'l o acouto da agricultura!...
Sj nao fosse abusar da b uievolencial d> leitor,
liam'S uin pouo mais aliante a p.-rgintarU-moj
ao tai V ctim (un duvida da ignoranci i) si a
iiypitheei no li.iiuo de Crdito Real importa a
prda oa proprieiade?
Poic d ficar esta, aasim c.imo outras quea oca
para i bjecto de ontros artlgos.
23 j.'iltiodc 18S7.
Um victima das Victimas.
O privilegio em beneficio da fa
brlca da .Magdalena i*j
vi
E' extraor liuario, relativamente ao piiz em qu
uaic-mos e vivemos, o progreaao que a industria
textil ha feito ms provinciaa do eul, co.onrehen-
dida u Bahia, u-istea ultimis dize annoe, ko passo
qae em PeruainOueo o malfada o, permanece esta
industria agrilboaia p-.lo voraz privilegio injevi-
do, immereeido c iucmxideradain-'ntd prrog.do
pela Assembla Provincial cun a sam-cao do pre-
sidente da proviucia, na rpica dos favi>rs
ap.'aar .les ja h mestidade, philantropia c avauci-
da idade.
Dcaie o seclo passado qus oa coIoujs portu-
^uezes aqui a intro luzram, oa sec^) lgido iri,
sunelbHnca da B?ira e Mioho, onde em casa
de cada lavrador remediado existe um >'U mais
r-iarea em qU) as matrouas 'ece-n o liuhj ou la.
;) Vejara oa artigm n > Diarios na. 92 100,
106, 105,108, 109, UO 117.
fiados na roca ou rol polas lbas e criadas.
Iuiustria que apesar do privilegio da Magdalena
continua a ser explorada naa comarcas do interior,
como attestam os productos expostoa 4 venda as
feiras da Victoria, Gravata, Limoeiro e outras, em
lecidoa muito superiores aos que sio produzidos
pela fabrica privilegiada: como sio o saceos
chamados de dous fi >a e as redes em que repouaa-
UjOS.
No principio do actpal, de 1826 a 29, foi aqui
mmtada a grande fabrica do beuemerito patriota
Gervazio l'ires Perrer, carcter illioad', esa-
preheujodor e perseverante, como diz a historia e
attcetam os pouc >s contemporneos que lhe sobre-
vivera. .Mas, iufelizme;ite, cedo pagou o tributo
devido naturez.i.
A?i su* m irte, recouHrodo seus berieiroi que
nao podiam empetir com o panno manuj-icture.do
na lr-Brotanha, resolveram desmjntar dita fa-
brica, "como fizeram, veuienlo o vap ir ^C. Sti.w
C, fiaudena p.ra a fabrica Ciuceiciu na Ba-
ha, e as teares 4 um Industtiai do Limoeiro, onde
tal vez sejam ainda alguna encontrados.
Por esae mesmo tempo fundou-se no Rio de
Jaueiro a fabrica do Santo Aleixo, qua apa grau-
de dilfieuldada e interrupcoes, por idntico moti-
vo, reamimia-se, reatabeleceu-ae, vive e progride
actualmente em competencia com outras recnte-
mente montadas e cm grande escala, como as das
Cimpaubias Brasil Industrial e Carioca, cada
una das quaea trabalna com 40) teares e 1 mi-
Iheiro de ope.-arios.
Incluidas estas existe actualmente no Brnsil,
segundo vimos publicado na Provincia de 15 do
eorrente, 62 fabricas, sendo :
15 na Corte e provincia'do Rio de Janeiro
13 nade S. P>ulo
\4 oa de Minas Geraes
12 na Bahia
1 em Pernambuco 1
o "Utras uo Mara-ihio e Ciar, Aligla, Sergipo
e Paran, Rio Grande do sal e Goyaz.
Todas em proap ridade, com xepcao do al^u-
mas privilegiadas que comeyauam muito sobre-
curregadtis com as bonificagoes, questoes contra a
livre concurrencia, erros da aprendiza^em a in-
habilidade da admiuistraco.
Poudo de paita as sobreditas fabri a e ootras
da mesma grandeza, cooio a de Tolo os rautoa
na B'hia, que es to muito loag do comparaba i
ej.u a mesquinha daMaglalcua, va n >s cbamir a
a'leucao de 1103803 leitores para a mediana P. tr i
pilitana, a reapeit) da qual vimoa pouco pub i-
calo um artigo uo Paz de 5 do torrente mez.
Trbala a dita fabrica c>in cerca de 2 JO tjarea
e 4J0 e tantos operario) pila mai ir parte inulhe
res e meninos ; ato: eim michiusm > e peasoal
quadruplo, do que vemos montado na Vlagda-
'ena : maz em do quadruplo, produzio o decuplo
coma all se v, uaimportaneia de 93:S'Jl aapassolein disparates de tal ordem 1
Mercado ilo ai,, ile J miro
LLIIMA DATA -18 DE MAIO DE 1887
COTACEi OFrICUES DA JUNTA DOS
CORRETORES
APO-.icESGeraes de 1:000 9M#00.i
Ditas 945*000
Ditas .! 630< razo de '.' l.'i 11 '
Provinciues (Rio) 9J0OKJ
Accoaa -Binco do Brasil 258 )00
Banco Iutcrnn^ional (para
31 de Julh ) com premio de 20 >J
C. Arihitectonica 8">U0J
C. C-.ms do Jardiui Bot-
nico I28O00
Carrib- Uib de Ni'he-oby l500)
Sociedade Gaz do Rio 55030
C. de Tecidos Petropoli-
tana 20!)OO)
C. de S. Lealdade 140l0
C. Docaa Pedro II U64u0J
tue.xruKES E F. Sumcabsua 63 /,
le reas uyp.B. C Real do Brazil,
5 o;0 yojooo
presidenteJ. J. da F.anr/a Jnior.
O secretarioJ. A. Pereira de Carvalbo.
que no m sino :>eriodo a fabrica da .ila^dilem apc
nas produzio 9'i:87(; s 'gando vera .s publicado ni
re'atono apr. sentado pea actual directora em 31
de Dezembro ultimo, quan I o compara lo c ira aquel-
la deveri-i produzir 2l8:!i0JS WJ se a qualidade
do pauuo nao fojse tai iuferior, e oa preoos to
reducidos.
Paila.o-noa dad>s para descobrir ou'na inativjs
para lao enorme dideienca, em viata de um rea-
torio ti'io exiguo e inc nnpleto, como foi este uiti
ino, sera que a respectiva cj nmissj fiscal fe lein-
urasse de entrar nesta apreciaci, iiprcscatando
re atorij propiiameute scu, de eouforinida le ejm o
art. 14 da le que rege aa sociedad -s auonymas.
l'elo CoU'rario oco.n nisoario perpetuo p-eferio eo
piar ainda com pequea va'iae> o uuterior pare
cer, com a desacreditada ehapaajmoa le pare-
cer que se li um voto de louvor directorio.
Porque ?
Que fez elle de extraordinario qua raereca lou-
vor ?
lato ac uo diaae, ueui po lia ser dito, porque a
coramiaso nada fiacaiisou ; upeii-s acboo qu o
balarlo apresentado pela directo ia couena coui
o origiual, que alias Oeui po lia estar errado ein
nlgumae das di/ersas aeCep.tS em qu esta pa-
lavra podo ser tomada. Nada disai- reiativain-o
le a fabnca que a principal parte d. aelivo da
i'. .uipauhia : porque uo visiioo uem nina t vez.
apezar de estar montada nos limites da eidade !
Se esta fabrica n > foase privilegiada e a C an-
panhia subvencionada, nada tiotiuuioa qu ver con
is'o ; n! d< sde vors, a provincia espeeialmeii e represntala pe
la sua imprensa, temo direKo de fiseilisir su
coudueta, a din de que o diuheiro dos cjutii luiu
tes uo seja malbaratado.
Um privilegio to viciado ein sua origen), com
j disseinos ujs precedentes artigoa nao ple prj
Do Lokoon liA^K :
Londres ....
Pars.....
Italia.....
ilamburgo .
Portugal
New-York .
_'o Excusa Bank :
duzir eff'itoa legaes ; tanto miis quando a Com-
paubia uSo renovoa o cantracto, riAm soube cum-
prir o ionario. Ser assumpto para um artigo ebpe-
-cial.
Aasim como esta Companhia nao tem at agora
podido fater valer sea preteasi privilegio para
com es eoncurreutes das comarcas do interior,
asaim nao poda relativamente a outrosconcurren-
tes que deaejam fandar ama maior fabrica noa
limites desta eidade.
Mas por causa de duvilas, e para evit>r ques-
toes, bjm seria que a projjctada fabrica ou fa-
bricas di livre concurrencia, sejam edificadas em
outras comarcas, como oor exemplo, em Jaboato
ou Cabo, prximas do Recae.
era ser talvez precia i ir to longe. Ouvi-
moi que alguus accionistas eaf idadoa com o rao
re-u'tadoe antipath:a di pror^grarao do prioile
gio eato diapiatoa abrir inj da mes na, uo fc
per patriotismo ou provincialismo, orno para ex-
periinentarem raelhor sjrre com o rgimen da livre
concurrencia ; e neste caso a nova fabrica poda-
ra ser montada aqu mesmo no reciutoda eidade :
o qua naoacouaelhamoa por causa de moitos in-
convenientes, que nao vean a propjsito referir.
Nos jornaes da corta temos visto que o Governo
Imperial tem seinpre indeferido as petieo-s pira
prorogacao de privilegio, requeridas pelos propnoi
inventtrea ; quanto raaia sa requeridaa foaaera
peloa exploradores de industria j introdutida e
cj ili cida A tanto ninguem anda su atreven
sena j a Companhia da Magdalena !
Tainbem o cona^ihode estado tem por diversas
v'ezjs revogalo por inconstitucioaaea, privilegios
conferidos por asaemb' is provinciaea, e ainda ha
i ii -o ouvimja que em urna collecco de Minas.
Havemos de examinar isto com icais vagar,
para opportunatneote publicarmos.
Tem is esperado que a directora desta Cnpa-
nhia venha afolla como cavalheiros, bem enten-
dido -correctamente Mas em vo.
Julgamoa por isao de unsso dever previnil-a,
} lo. uo obstante aeu abaudoni, revelia ou des-
prez), iremos proaeguiudo ; porque tamos cou-
scieucia de estar prestauio um servico provin-
cia e talvez que ao piiz ; assim como que uossos
rtigos. bem como os do benemrito X n> uiare-
eem o d'sprezo a que a directora da altiva C- panhia parece votal-os.
Rocife, 27 de Mao de 1886.
% fachada da tistaco Central da
Estrada de Ferro de Cariiir
Qux fez o projecto da estacao ?
Q i^m Mitorii vj a coustruccao de semelhante
edificio, t como se estraga os dinbeiroa do estad)
W d/o vista
21 3/1 21 1/2
437 441
441
541 546
244 40
232U
00 dio cuta
MERCADJ i'ECaPE'
ilin deposito no illa 17, tarde
C'tM-ae por 10 k.ios :
21 3/1 21 1/2
407 441
411
541 M6
-244 24t;
['lucipaes cidades de Purtu-
g"'........ 251
Iitia dos Acores .... 254
liba da Madeira .... 251
New-Yoik...... 23_0
'.. ,\ ..:)
Superior fiuo
i.' ooa
' emular
! ordinaria
2 b -a
2 crdmar:a
Ui'i'i-uiiii de Murar nlaudiiu
HEC1FK, 27 DE MAIO OE 1887
Assucar
Os piejos deste artigo, pagoa no agricultor, re
gulam aos algansmis abaixi, pu- 15 kilos:
3. regular..... 20J0 u 2l :0
3. boa....... 22IKJ a 2*300
3* superior..... 2400 a 2*500
141,071'Braaco turbiua pulvenaado Z200 a 2*30n
Smenos...... 1/40J a 1*500
Mascavado..... UlIM a 1*200
Bruto....... *960 a 1*(KJU
Retames...... *70J a *S (U
O mximo ou miuirao doa presos sao obtidns
eooforrae o sorti monto.
k comrais8o do governo, que tem a obrigaco
le fiscalisar ae obras do estado, como cunente
que se faca de um edificio grande um inonto de
contras^nao e se esponhi ao ridiculo es obras do
governo Pois possivl qua se tolere cm ven-
do a fachada principal, feiU de tijolos o pedraa
ero cim i de arcos de ferro ? .'
Oo le se vio isto ? Cantaras em cima de nrco
de ferro o frro mais atrevido que al h je uio-
guem conhecia !
Sao estes os clamirea que por toda a part ou-
vimog dos critcoa abalisadoa, doa zeladores dos
crditos do paiz, e dos conhecedirea o profunda-
dos na arte
Mas vejarnos, por or, qual a culpa do autor
ou da comm8so do governo. u quem compete tir-
ncer o projecto ao erapreiteri, autorisar c^fisca-
lirar a obra; a fachada principal da estv^' "ie-
de P6 50 de extensa i, dividida em um corpo cen
tral, dooa membros symetricoa e duaa azas latc-
raea ; tem dous pavimentos, sendo o terreo des-
uado no servico dos paasag-iros, e o tuperior
distribuido em duas partes distinctas, e destiuada
mna Adminiatraco ea outra Cuiaervac) da
Estrada. Estes dous ramos de servico so fe t is
no n'smo edificio, p >rm sem confusa) de c.nn-
p.rtnneiito3, Bt-m atrop-llo de trahalhj qu t dos
emo erados qner das partea que procuran seus
iiivressei. Pois natural que o edificio repre-
sente essa separac) real, nao no eacripto dos re-
poteir-s, mas na estructura e na forma externa
exoresao verdadeira do que out.n.
N) corpo central ha uini roaacei, tend aos la-
dos dona pavilhoea salientes, que serven, ao mes-
an tem 00 de contrafortes da grande rco, que
nielo 8 80 da orda ; entre estes pavllio a h c ir-
respondendo a tola a rocaees. h" um t for-
mado df vigas de ferro Zort, e -ustentado por
um irrande arcojde ferro forjad i e ilecorad t.
A cornija que separa os dous pavimentos con-
torna todo o edificio, e na parte do terrac), feita
de cantara, material o mais proprio para rece-
ber as vigas do terraco o ss aoiiar conveniente-
mente sobre o grande arco de fe ro. calculado e
submettido prova de compresso.
Cada um Uestes materiaea tem sua formi espe-
cial e patente a tolo o mundo, e o autir do pro-
jecto, na coaviccilo de aatiafazer o fira a que se
destina o edificio, nao tratou de oecultar nem fin
gir pao o que de pedra, e ferro o que do barro.
Exigir boje que se empregue exclusivamente
certos materiaes na eonstrucco do qualquer edi
ficio, e pensar que isto aej rejra ou cundir;Xu ea-
senciil da urte, um verdadeira extravagancia
do e-pirito o maia acaubado.
Nio aos crticos da trra, mas sira a um publico
que eatuda e procura raelhorar, ua eiUui ih todas
as obras de grandea mestres, architeet)8 e enge-
nh-roa modernos, que fazeio progredir i eonstiuc-
cao justa e racional, de uccordn com o scciilo, enn
a civiii3ai,-i i, com os costura-s e raeijs de que
dispoem.
D'entre estas obras, () nos honra aqui inserir
alguns fragmentos i^ue dizem respeito ao typo sa
blime de um edificio absolutamente preferido pelos
uossos crticos e entendedora da arte :
Acceitur que se pode attiugir a belleza pela
mentira urna herezia era qu-sti d'arte que
< os gregos teram repel.idos. Ora, a nossa ur-
chitectura, (da Franya) propriamente dita rao-
numental, e urna mentira perpjtua.
Habitaalinente, nos edificios toda a forma ap-
prente uutil e serve apenas de orna nen to ;
todo o meio necesaario cuidadosamente disai-
inuiado tob urna appareucia multas vezes can-
ti'aria a cate meio ..
Ejtea pilares, que ju;gaea fetos de alvenara
uiaabica.-vo caixas Ue tijolos revestidas de catu-
que encerrando columuaa de ferro fundido. Esta
abobada, cuja estructura presenta urna obra de
pedra, urna carcasaa de ferragena, coberta de
srgamassa de gesso.
Estas ordena de columnas raonumentaes, nada
sustentara, atraz dellas que eoto estabeleci-
dos os verdadeiros pintos de apoio.
Nao necesitamos mais ; at aqui foi um genio
que t-screveu, e o tempo que marcha seinpre mos-
trar mais evidentemente quanta verdade ignorara
os uossos crticos. Apenas repetimos qua a belle-
za tem um dominio raaia largo ; a etprcsso ver-
dadeira e i'scolhida, devida uo elemento mateiial
de qne diapoe da ueceaaida le physiea ou mora! a
que deve satistuzer, e foi ueste pensamento que a
illustrada directora da commiaao approvou o pro-
jecto definitivo que se acha em execuco.
i: JllSIO
PedeseaoSr. inspector da Instrucco Publica
o favor de nornear urna professofa para a pasea-
gem de Mana Farinha, psis a cadeira est vaga e
muitos pas de familia soffrem por seus filbos.
Viril Fraacsco l C, Ferrosa
A commiaao encarregada do mez Maranno na
matriz de Affogados, j conhsce o articulista que
escrevao oh dous artigoa nos Diarios de 25 t 27 do
correte, realmente elle infeliz, por isao pede-ae
a todas as devotas um Padre Nisao e urna Ave
Mara em teneolo dos nfolizea das arcadas. Bem-
aventurido os pobres de espritus. Elle nao
cimprehendeu o que o noaso vicario diz, em res-
posta ao aeu primeiro e imuiundo artigo o publico
que o leu nao preciso nada mais aceressen'armos.
Adcus nfdlizes nao mais vottaremos na senda
de teu caminbo ; agora nao Va8 blasphcraar.
Affogados, 27 de Maio de 1887.
A commisat).
'
J. N. L.
rol
Um pedreiro da obra.
(*) Violletle Djc. Eut-. sur larchif. 2o
1876.
Conferencias aboiiclonistas
A quinta conferencia realisar se hi no domingo,
29 do correte, ao meio di, no th-atro de Varie-
dades, sendo orador o Dr. Femando de 'lastro p.
Barreto. que tomar para aisumpto do scu discur
soO ret, a Luoura ea escravido
Seguir se-ha a parte recreativa na forma do
coslume preenchda por distiuctos artistas, que
drlla se iucumbera graciosamente.
As comm8es receberam os donativos qan
Crtuerosidade publica quizer offerecer em beneficio
dos escravisados.
O 1 secretaro,
B. Carneire.
Err.tt a
. No discurso do capilo L-bo, hontera publicada
na oitava pagina, der in j os seguinies nngan s
de eomposico. Disenso, discurso, phalange de
brazdeiro), phalange de bravos, renhio-ne ento
urna luca... augmente se a palavr* titnica,
constituidos constituidas, innercavam ennevoa-
vam e paraguayo pnrugunyos.
O vigarlO Francivco Rirmnnilii da
< mili.i l'i'ilrniii an< I uf.-li.- a co
nu lo de boje.
Os Alguna parochianos ou Infeliz s cono
se assignara no Diario de boje, urna vez quej
acertarais com o meu nuine, subacrevam n capitu
lo de accuaHcao que me fazi n >i Voltera napren-
sa qne tero renp ista curta certa.
Att.igados, 27 de Mau de 18 >7.
Vinario Pedr>8i.
7/3O a 9*850
Nomiual.
Nominal.
7*630 a 7*760
7*420 a 7*560
7*080 a 7*23o
6*540 a 6*oos0
TEEEGRAMMA
OA ASSOCiAV'.'o COMMEECIAL PARA NE1V-V.UK
( ij-.eiiJo cm 1K de Maio de 1887, de manh.l)
Caf
148,000 saccas
6,0 X)
9,000
220 W .
Firme.
22 1/2
30 c. e 5 0/ i
CX.staiMM
Entrad -i uo da 17
Entrad** c-n S>iit.js
V uo.u ^ara o> Eat.-dos-Ujidos
.-.ir oo mercado
...iii.'n i bre Emires, particular
Frute pjr Vapjr
Pr S :
: r.-guUr, 7*i0 por 10 k.lo ,
..-"....- frea por vapor
2. j.s., 7* 0 por 10 kilos, des-
p .: ii e frtte p)r vapor
es
193/16cpirlb.
183/16 jpjc I;
s.. ->jsia-rciai
.. ,ih OFFICIACS DA JUNTA DOS COU-
tECTOKK
lieafe, 26 de Maio de 1887
sobre LendreB. 90 dv. 21 34 d. por 1*,
-:.cj.
_ (i presioeut-.
Antonio Leonardo Rodrigaes.
u seeretano,
Eduardo Dubeux.
tmenlo biincorio
KKC1FE, 27 DE MAIO UB 1S87
<'. bul-.., ioe0 pela raanh snbstituiram a t'i-
i.. u -i 1/2 u. souie Londres, com que bontem
feel.arara, pela as 21 5/8 d.
A'.. 2 horas la tarde o Londin e o Englsb Bank
.rara nu b-.lco a taxa de 21 3/4, no que nao
toi -ni acotcpanhkdos pJo Internacional, que cou-
m iv u > .ua tabella de 21 5,8, dando, poim, a
vista
21 3/8
443
443
550
248
2*340
Alqod&o
Pela manfla etL-tuarara-se algumas venias a
7*200 por 15 kilos, o de i. sorre do serto, pre-
co que tarde baixou para 7*0JJ cm vista da
firmeza do cambio.
Entrada de asmucar e
MEZ DS MAIO
llKUUdil
!?-irc*ca.....I 26
Vapores.....|l 26
Estrada de ferro de Ca I
ruar .....
Auimaes ....
Estrada de ierro de S.
Francisco ....
Estrada de trro de Li- j
raueiro.....1 25
l 26
1 27
1 25
5/2 barricas com aa.-uesr brauco.
Para Aracaj :
309 fardos n 40 amarrados com xarque.
Para Villa Nova :
10 fardes com xarque.
Car.egaram diversos.
OividenduN
Est i sendo pagos os seguintes :
0 1 do Banco de Cbedito Real, raza) de 4*
pnr aeco ou 10 0/0 do valor realizado de cada
urna.
O pagamento fiz-se na sede do banco, das 10
horas da manh s 4 horas da tarde dos das
uteis.
O 78 da Companuia do Bebehibe, na o'opirc.o
i' 5*000 por aeco ou 10 0/0.
O uteressados devein ir ao esenptorio da cora-
panlini. das 10 horas da manh 1 da tarde, dia-
riamente at o uitimo do correute mez e ao de-
poia aoa aabbados-
A 16.a distribuico das cau'ellas de juros cor
respondentes ao semestre fiudo em 31 de Dezem-
bro do anno passado, da com^aiihia Gbeat Wes
TEBN 0F BBAZIL KaILWAV.
E' no eacriptorio central da conipmhia, das 10
horas ;'u 3 da tarde, que sa effec.ua o pagamento
Pedimos >ios nossos irmis para que do d min-
go, 29 do correte, pelas 2 huras da tarde, reu-
n-.in-si no caes do Ramos, fim d' encorp'>rados
e com a f.hilarmoiiica de Marihei^a frente, as
siatir-nos a inauguraci i do retrato do grande Sio-
reir. Nao de vera passar desape'rcebido 03 ser
vicios p te mdespendilo eom ella ; que ae avalia era mais
de doze inhames !
Dar a guarda de honra a compaohia Massan-
uana, e exaltar em urna oraco fnebre, as qua
lidades do retratado, n uusso I. LuliC que como
orador nconlestave'ineure digno dn ser aprecia-
do. Bceve se retratar ouirj I. para que ua re-
tratos ehetru-ui at o a...
Esp rain is que nao falein ^ grande festa.
Oa retra ados.
A lywlcn cireuncluwit
ate
Nao s se curar radicalmente mediante o uso
do Peitoral de Anacahuita, t idoa os casos ordina-
rios de tosse chrouica, bronch-tea, catanho-i, as-
thraa.atc; mas si:n fmbem meain quaudoa rai-
'estia h ija uff:ctado s'i unent.e o> orglos da rea-
piraeo, seua progre-soa polein ae atalharp-lo
espac) de anuos iuteiros, e a applieaet) do rinj-
dio pro; o v; oiar um u'livio matautan^o c io leo
nifo. Nao lia n-ceadade de auri nor reeeio relativamente ais sena etfeit > mesmo
duraute 08 penlos rana avanzados de dcoili
dade.
Na sua elaborad t e.iuip03;C*0 nao entra opio
! era acido prussico, nem antimom i, nem nroihuma
outra droga uauseabu:) la, e aira to ^m nte
I cainpojta e preparada da extraeco doa suecos de
arvore balsmica do M-\ic, a qui.1 posaue s pro
] priedaies as ma3 adrairuveis e curativas, -. as
suas curas si re n.-icuie maravlbosaa.
Como garanta c utra as falsiiieaeo". obsrve-
se bem que os no;nes de Miimaii -t Kemp venhara
estampad is ein I ittr.is trauSj^ireiitea iij pap-l do
livrinho que serve de nvol'ono a cada garrofa.
Ene ntra se Venda em todas as pllannacias e
dioganas.
Ageutea em P rnainboco, llenry Forstcr ii C
ra uo Com ocicio u d.
lmiorl:iiil<- ilrrlarArn (l)
As virtudes do PEITORAL D CAMBARA'
de J. Alvares d S. SJiires, be Pelotas (Rio Gran-
de do ull vaiituj iSaODHilte empreado e.n todas
as molestiaj o appirelho respiratorio, n* sao
h je postas em dnVida por muitoS illostres tdioa
da ecienci...
O hbil mlico S Dr. Ctr.oa Mircluil, de S
Gabriel, escreveu ha p>ucoo eeguiute ao autor
do pr- parado :
O tei lampe permu. de cambara' tem me
Ie;io multa falta, eorque quaai nunca o ene nitro
uo aeu deposito u'a.jui. Tenho-a aconselll ido ua
iniuli cllnici c o He tenho tirad i res:,Irados
.ie iurtaute.- o-, tralauleuto das molestias bronco-
pulmona'cs.
Oui'as declaraces impnrtantissimas de mul-
los distintos mdicos, eoinproi-am valiosamente as
virtudes de to precioso medicamento.
O leitor pode.-A aprecal-as uo opuacu! i que
aeompanha cada traeCo e qae vende ai na aiien
cia n car^o dos Srs. Francisco Manuel da tloa
& Ca ra Mrquez de Oliu la u. 2o.
Na barcaca enJlOra da Greca, carrega
rain :
Para i'arahyba, M. dos Santos 3 caixas ca ju-
ra baba ; A. Pues Barreta 4 barricas com 48; kilos
de asaucar branco.
= No cter Colimbo, carregaram :
Para o Natal, P. Al ves & O. 43 barricas com
2,580 kiioa ue asaucar refinado.
Va ni a carsa
Estao sendo despachados os seguiutes :
Barca ingleza J. B. D., caroC'S de aigoio, pa
ra Lverpo il.
Fumo 93 voluints ordein, 40 a Ventura Pon-ira I Barca portugueza AlUanca, astucar, para Lisboa
Peiiua, 6 a Joaquim de Olivera Miia. e Porto.
I nrressoa 8 eaixaa Entrada de Ferro de S. Barca norueguensc or, alg ido, para o Havre.
Francisco. Horca ingleza Prince Arlkur, aaaucar e algodo,
I/uha 1 caixo a Alfredo Lipes & C para Liverpool.
L'Vr >B 1 callao a J i> W. de Medeiros, 2 Jos Barca incional Miria Angelina, asaucar, para o
Nogueira de Sodbi Rio Oraiide do Sol.
Malas 7 volumes ordem. Lgir iuglez Maygie, asauca, para 03 Estados-
Menadoiia6 diversas 14 volumea ao Estaciona- Uuidoa.
rio do Telegrapho, 34 a Capitana do Porto. i Patacho naCToPal Mara Augusta, asaucar, para
mes & Pereira, 50 a Joaquim Ferreira de Car-
va.'hj & C, 100 a II dtar Olivera & C, 230 ordem.
lili a Mendea L na 4t C, 50 i Joi Junquiui da
i'. s' Pinto, 50 a Guinea de Mitt.: luna .-. 25 a
U'iiingoa Antunea Pereira Braga.
Chaphua 1 caixt a A lolpbo & Perras, 1 F. R.
da Silva.
Ceblas 70 -accos u Siundera Brolhera r C.
CogiiHC 6 c-aixaau Paulino de O.ivcira Maja, 6
\j 'pea Alb'ire & C.
Cerv.ja 30 ca xas a Augusto L.bile, (reexpor-
laySo.)
Farello 3t0 saceos a Oomes z Pe eir.
Frasco 2*J00, meia dazia ,13*000 e dazia 24*
A agencia enva a quem pedir condicoes im-
pre8as para as vendus por atacado.
Programla
da festa do Divino Espirito
Sant do folledlo
No sabbado, 28 ao meio da, ser an-
nuociada por maa salva de 21 tiros e tima
banda de msica marcial a testa do Divi-
no Espirito anto.
No domingo, 29, s 4 1.2 horas da ma-
drugada haver raissa rezada por intenc3o
de todos os roaos.
A's 11 horas entrar a missa solemne.
Ao EvaDge.lho, depois quo a orebestra
tiver executado urna bonita symphonia
fai o panegrico o eloquenta orador sagra-
do commeodador Manoel Moreira da Ga-
ma, viga rio desta freguezia.
A' noite ter lugar urna ladainha can-
tada, sendo o pregsdor da (Japella Iinpj-
rial Fr. Augusto da Iinmacula ia Conceicao
Alves, tTuiinan-lo coai a bencSo do San-
tissiiuo Sacramento.
Convido, portanto, a todos os nossos ir-
u>o8 para, eiuorp;r idos, assistirem os re-
feridos actos.
Consistorio da incandade do Divino Es-
pirito Santo do Recife, 26 de Maio de
18S7.
O escriv2o,
Julio Ferreira da Coat Porto.
Reunlo medica
Os abaixo assignados tui i honra de
convidar a todos os seus collegas da pro-
vincia de Peruarabuco para reunirem-so no
domingo, 29 do correte, s 11 horas da
manli ua inspectora de Hygiene Publica
ra do Barao da Victoria n 32, atira
de tratar-sc da fanlag.ao de mua socieda-
do de Beneficencia Mulua.
Recife, 2U de Maio de 1837.
Dr. Cosme do S Pereira.
Dr Ermirio C. Coitinbo.
Dr. Mulaquiaa A. Gongalves.
Dr. J. S. dn Santa Rosa.
Dr. A. ii'. S. Csrneiro da Cunha.
Dr .\1. C. de Barros Carneiro.
Academia de l>li*eIto
LnsiOoar a cabeca do asuo perder
.moao, diz o adagio.
Crasur palavra.s e.O'ii Samu doi amule-
tos c per ler tempodiscutir desccr
muito I
A Sumuc bosta dizer-ae :o sao por
ni'iin que qtteira ser cavallo ssmpre ser
asno.
Acauteli.i-vos moyos da Fa-juldade o
S.inu <-et hydropliobo Bolas de Ztcha-
rias DO bicho-
Bodiiio.
Uespediija
Pariindo Iirje pira a provincia do Para,
ve.lio p *r este meio despedir-me dos tneus
amigos, p'idindo ltia desculpa de nao o
liaver t't-ito pegsol neute e otferecendo IIic
os meus iosiguificautea prestimos na eida-
de le Santarm, onde voa exercer os car-
gos de juiz a>UQcipal e de crphaos.
Deixo encarreg.ido dos meus negocios
n'esta eidade o meu part-ular ainig} Dr.
Jos Vicente Mera de Vasconcelos.
Recife, 26 de Maio de 1387.
alviano Correia de O. Andrade.
L ipes
Hurle
H je,
Memorial
s 2 horas da tarde, devem reunir ae
Panno dealgodo zi> tardos a Andrail
i C. H a A bino Ain rim i C, I J a H.
& C, a Joo Rjdrigue- de Moura.
A'aruue 10J lardos a L'iirein;' Bastos 6t Maia.
I"':") a Ssundrea lirolbers ^C. 600 a Pereira Car-
ueiro & C, 153 a Maia & Keseude.
VuiHgie iO barns ordem.
Viuho 26 oarris ordem
Carga da B hia
Charutos 7 eiiixis ordem, 1
no edificio da Asa .cacao Commercial Beneficente j[lllC| Antonio P reir,
os accionistas da Fabkica de FiacZo a Tkcidoi, chapog l3 exoes a Antonio
afim de apreciaren oa orcamentoa da nova lubrica ^ y:)v-#
T
Just, 1 a
Carneiro
-1 /l Aa '..b.-llas affixadas uio i 0 SrEllSACIoSAL : csU 00 d/o 216/8 439 514 246
i'..... i.n.ourg.. 1 rln^al . * #
Mala
Fecha boje, s 3 1/2 horas da tarde, a que leva
para os porios do notto o vapor uacioual Mandos.
I'rrlaui'iilu
Foi techado o da barca ingles J. B. I)., para
carreg&r aqui. com destino a Li\e.'po,l, estucos
de algodo a 2/ e 5 0/0.
Vapor e navio dessacbadoa
Lugar iKirueguense Stabil, deve sabir hoje para
O Rio Grande do Sul, com a cargt segunle :
l.&OJ barricas con aasuear branco.
40/2 dita3 com dito dito.
400/4 ditas e.n. dito dito.
403 ditas com dito mascavado.
Carregou Francisco Ribero Puto Guimares.
Vapor nacional Mand.hu, sahiic h;u!ea, le-
vou :
Para Maee i'i :
60 fardos com xarque.
Para Penedo :
e auturisarem o referido contracto.
A Companhia de Edifica^Xo estA fazendo o re
colhimento da 1 prestacao de aeu capital social.
na razio de 10 0/0 do valor das respectivas ac-
edes, o qual devtr r-'alizar-se at odia 14 do mez
viudouro.
No da 6 de Junho vindouro termina o praso
part eo'rada da t..-gnnrla p-esUcJo das aeces ul-
: nu .^iLi.le em..Klus pela Companuia oo kukbibe.
O recolbimeuto de Notas Dilackbadas do The-
souro, faz-se na Tbksoobabia de Fazmda, uaa ter-
cas e sextas-feira, das 10 s 12 horas da inauha.
A notas do Thesouro de 2'")'X) da 5.a estampa,
'.i.U da 7.* e lii jiK 0 da 6 '. serio substituidas
na TiitsoDBABia de Fazbnda at o ti ri do mel de
Junho eom o descont de 2 0/0, o quil ser eleva-
do a 4 0/0 a contar do 1. Ue JulUo a 30 do >e-
tembro do correute r.nno.
Pauta da Aifantfesa
SLM NA DK 23 28 DE MAIO DK 1387
Asaucar brauco (kilo) 126
Assucar mascavado (kilo) U66
Alcool (litro) 218
Arroz com casca (kilo) 65
Algodo (kilo) 386
Assucar refinado (kilo) 145
Borracha (kilo) U26 '
Couros seceos salgados (kilo) 5(10
Couros verdes (kilo) 270
Cacao (kilo) 400
Cachaca (litro) U77
Caf boin (kilo) 460
Caf restolb.0 (kilo) 30
Carnauba (kilo) 366
Car .vos de alrodao (kilo) 014
Carvo de pedra de Cardiil (toi.) M;0<;0
Coa ros seceos er pichados (kilo) 585
Farinha de mandioca (litro) 050
Fumo restolho em rolo (kilo) 400
Fumo restolho em lata (kilo) 5 ' Fum-i bom (kilo) 720
Fumo em folha urdioario (kilo) 400
Genebra (litro) 200
Me! (litro) 040
Mllbo \A\o) 010
Taboauos de amsrello (du&a) lOOoO
Ferraugens 36 volumes a 0.'inundo Pug & C.
Fio 22 saceos a Baltar Iruios 6 C.
Pauuo de algodo 10 lardos a L liz Antonio
Sequera, 6 a A. Vi 'ira & C, 6 a Agostiuho Siu
un a C. 6 a Cruiner Frey u. C, 10 A ordem. 5 a
C .rlns Sindeu.
Pelles 101 lardos ordem.
Kiport.-.i.o
aeiFB, 25 DE MAIO DE 1887
Para o exterior
Na barca noru-gutnse P. Arthur, carrega-
raii: :
Para Liverpool, P. Carneiro & C. 2,054 sacos
com 151,050 kilos de assucar mascavado.
No lugar ingles Maggie, carregaram :
Montevideo.
Patacho iuglez Kathleen, assucar, para oj Esta-
dos-Unidos.
Pntach i mcioau! .lwiaz, asaucar, para Muite-
vdeo.
P.itacbo nacional Andaluza, asaucar e outros arti
g03, para a Rio Grande do Sul.
Vapor nacional Mandos, diversos urtigjs, para os
portos do norte.
Vapor ingiez Neto, a godo, para o Balnco.
Vapor iuglez (trense (\ chegir), algoJo, para
Liverpool.
Vavlii a deocur.ii
Barca norueguenae Mantel/, vorioa gneros.
Bareu ingleza Betune Isabel, bacalho.
Karca nacional Mimosa, xarque.
Clisar allemo Gazelle, trigo.
Lugar nacional Marinlio Vil, xarque.
Pstaeho nacional i'. Bartholometi, xarque.
Patacho norueg-iense Mf, varios genero.
Patacho nacioual oocen Correia, xarque.
Patacho nacional Rival, xarque.
Vapor ingiez Uercliant, vanos gneros.
Vap ir nacional Jacuhype, varios gvneroa.
Vapor uacioual Ipojuca, vario8 genero;.
Ulnbelro
O vapor nacional Mandos truuxe do aul para :
r.n'i ariin :
44 bois pesando 4,997 kilos, sendo de Olive-
ra Castro, 23 dos de 1 qualdade e 1L
dit08 particulares.
1362 kilos ae peixe a 20 res 29240
82 cargas de farinha a 200 ris 16400
10 ditas de frnetas diversas a 300 rs. 3000
7 taboleiros a 200 res 1400
6 Sumas a 200 ris 1200
Poram oceupados :
241/2 columnas a 600 ris 14700
22 compartimentos de farinha a
500 ris. 11 000
21 ditos do comida a 500 ris 10()0
85 ditos do legumes a 400 ris 34O0O
17 ditos de suino a 700 ris 11900
10 ditos de tressuras a 600 ris 6030
10 talhos a -Ji 2000
7 ditos a 1 7000
A Olivera Castro & C.:
54 (albos a 1
Jive ter sido arrecadada uestes das
a quauua de
Euglish Bank of Rio de Jaueiro
Amcim Inuaos & C.
Par. NewYo.k. J. >. L yj & Filho 1,200 Martius Fiuza C.
luaporta$o
Vapsr nacional Mandos, entrado dos piros do
sul em 27 do crrente e consignado au Viscou-
d< de Itaq'ii do No. te, manir stou :
Carga do Rio de J uieiro
Caf 60 sieeos a Casta 4 ileae os, 50 a Go- de dito mascavado.
saceos com a0,000 kilos de aasuear mascavado.
__ a oar.-a portuguesa AUianca, carrega-
ram :
Para Lisboa, M. Amorim 2 8^ccoa com <0 kilos
de aasuear mascavado e 1 dito com 57 ditos de
caf.
Para o Porto, S. B. Amorim & C. 200 3accas
eom 15.153 kilos de ulgouo.
No pitacho nacioual Andaluza, carrega-
ram :
Pra Artigas, Amorim IrmSos & C. 10 pipas
com 4,600 litros de gurdente.-
Para o interior
__ Na, barca nacioual Mara Angelina, carre-
garam :
Par. o Ro Grande do Sul, J. S- Loyo 4 Filbo
l.OiK) barricas com 105,316 kilos ue assucar
bronco.
. No pataiho nacional Andaluza, carrega-
ram :
Para o Rio Grande-do Sul, Amorim Irru 's & C.
12 saccas com 1,029 kloa de algodo, 125 saceos
com 9,375 kilos de a.socar mascavado, 475 ditos
e .'5J barricas com 58.6J9 1|2 ditos de dito branco.
__ No vapor nacional Mandahu, carregaram :
Para Penedo, P. Alves c C. 5 barricas com
300 kilos de assucar retinado.
No vapor nacional Mando*, carregaram :
Para o Para, P. Alves oz C. 30 saccoa com 1,800
k los de assucar brauco, 10 pipas e 50 barris com
it.OOO litros de agurdente ; J. A. Pinto 523 bar-
ricas com 23,968 kilos de assucar branco ; Baltar
limaos & C. 150 volumea com 11,013 kilos de
H,.iioo.r branco ; A. R. da Costa 5 barricas com
472 kilos de assucar branco ; P. Moreira da Silva
100 saceos com 6,OJ0 kilos de milho.
a No hate nacional D. Antonia, carregaram:
Para Mossoi, P. Alves & C. 7 barricas com
i 423 kilos de assucar branco e 1 dita com 110 ditos
Henrique Burle & C
Fraiiciacj Gonvalves Torres
Gomes Maia & C.
Bcruardiuo Lopes Alhero
Anfouio Augusto dos Santos Porto
Fernandes Os Iruiu
O vapor nacional Maudalttl' levou para :
Macei 29:384*000
70:000*000
10:0034000
7:000000
5:600#0 JO
4:0004000
3:5934000
2:O(.O4<.00
2:0004000
1:6934020
K< lidian uto dus das 1 a 26
Foi arrecadado liquido Kt boje
.-'rev-is do da :
Carne verde de 240 a 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris dem.
Somos de 560 a 640 rea idem.
rariuba de 200 a 24 I >-is a cuia.
Milho de 260 a 320 ris dem.
Fejao de 640 a 14000 dem.
54OO0
2204340
5:2554260
5:47560O
fleadiineotos pblicos
MEZ DB MAIO
Alfanieya
Renda geral
Ue 2 a 25
dem ue 26
Reuda r-ruvuieial
De 2 a 25
dem de 26
653:62!lll8
31:451 a 775
85:164*296
3.83.")786
685.071/893
89.O0O4OS2
De 2 a 25
Id -ni ue 26
<2a 25
"fde'Ji d 26
'maulado r.u^indoi
Recite Draiaage
7740714975
36.5954601
1:2824167
37:8774768
4:783349
18843^0
4:966/669
errado Municipal de Jone
U movimento deste Mercado uo da 27 de Maio
1 foi o sejuiute :
Maiadouro Publico
F. ram abatidas nu tfatadouro da Cabanga S
rezes para o consumo do dia 28 de Mao.
.Seudo : 63 rezes pevtencente a Olivera Castro,
>c C, e 22 a diversos.
Vapores c navios esperados
VAPOB1J8
Gold Halldo sul hoje.
Argentinade Hamburgo hoje.
Bkauenyde Tiies'^3 huje.
Sergipedo mi hoje.
Arhudodo Rio Grande do Sul hoje.
Junho
Ville de Maccid) sul a 2.
Campiasdo sul a 2.
Ceareose-de Ntw-York a 2.
Para lo norte a 3.
Girondeda Europa a 4.
Ville de Babiadn Havre a 5.
Pernainoiicodo'sul a 6.
Nie do sul a 6.
Tamar -da Europa a 10.
Espirito Santodo norte a 13.
Mondegodo sul a 14.
Manosdo norte a 23.
Nevada Europa a 24.
Purado sul a 27.
Tgis-dj aul a 29.
NAVIOS
Anne Mricdo Ro Grande do Sul.
Cbnstiau Elisabethie C rdifF. .22
Elysado Porto.
Eru'ede Hambureo.
Golden Fleccede Terra Nova.
Guadianade Lisboa.
Hovimento do porto
Navios entrados no dia 21
Liverpool o escala -21 diaa, vapor ingiez Mer-
chant de 835 toneladas, commindante J. D.
Pila, equipagem 27, earg vanos gneros a Sa-
muel Jobnaton 4C
Rio de Jnr.ero e escala-S 1,2 din, v*por nacio-
nal Manaes, de 1 90 ton lada?, WWMS*.
te Guilherme Waddingtiu equip.gem 0 _,, earba
varios gem-roa ; ao V.conde Ifaqui do Aorte.
Joaquim J. Martin-, equ.psgem 24, em tasti* ,
a CuuiPHnbi Pernambucana.
Navio sahido no mesmo da
Aracaj-Vapor nacionnl Mandahu comman-
d.?M Jotqaim Jos Est-ves Jnior, carga va-
rios gi eros.


HEGtVEL i


;

>

I
Diario de PernambucoSabbado 2s de Maio de 1887
JOTFE
Tb'e undersigoed, fber majcstys cnsul, has the
honour to avile the British residents n P, rn*m
Ouco tnineet at the telogriph t*ff quarters, ou
mouday ib. 30 ih* inslaat, af 8 O' dock p. u..,
ro eottoider sobeth r noy s-ops should be takiu to
celbrate the Que.ua jubilee.
Pernambuco May 24 1887
A. Ceben.
Dr. Joo Paulo
MEDICO
Especialista era partos, molestias de senhoras e
de enancas, eom pratiea as principaes entern-
dadt'8 e hospitae.s de Pars e de Vieo.na d'Aujtri*,
faz todas as opersecs obsttricas e cirurgieas
coneernentes as suas e.speciadadea.
Consultorio o residencia na ra do ar) da
Vicioria (aotiga ra Nova) u. 18, audar.
Consulta das 12 s 3 bor:- Ib Urde.
Telcphoae u. 467.
ED1TAES
O Dr. Manoel da Silva Reg oHi >- -Ja
Imperial Ordem da Rosa e uiz de nirei-
to da provedoria de capellas e residuos
nesta comarca do Rvif'e di fernambuco,
por S. M. o Imperador qu?m Deus
guarde ele.
Paco saber a todos quantos interessar pos-i que
fies :.b/rto o coucurso p >r esp.ci de (J'J diia
contar desta dita, para provimenu do cffieio de
ir i itor de cap-lias ral de ausentes, dota comarca, creado pela lei ]
pro vinel i> I n. 131'J de 4 de Pevereiro da 187'J,)
-._ yir uo ter o serveutuario vitalici > Dr. Joao
praso qn- Ihe fui mareado, era data di- ^8 de
Marc ultimo, tuda de conformidade com o Decre-
te D. 9,4:0 de 28 de Abril de 1885 ; deveudo deo-
tro d;:s3'' prafeO oa pretendentes aa DJGuofiiuJn
ofHcrj apresootarein tena re (ueriuieutos, aeiuiui-
libados dos documentos exigido).
E para que chegue ao conh-cimento de todas
inaudei pitaar esto eJital que ser aflix>ido na
porta das audiencias publicas e publicado pela
iinprensa
Dado e pass>>do nest cidade do Reeife do Per-
nambuco, aos 20 das d> inex de Maio di un- dn
nascimento de Nosso Seubjr Jess Chricto de
i--:.
Eu, Luiz da Veiga P.issoa, escrivao, subscrevo
e ass'gno.
Manoel da Silva Reg.
Certifico que estila beodo nos 1 igarea do costume
aluzados os editaes constantes desee tr.isla io
Reeife, 26 de Maio le 1887. O porteiro, Fraj-
e seo Manoel "! Alineada.
i Vinagre tinto, i ern.
j Lavagem de reupa passadu a ferro p i;a, ama
Agurdente, litro.
Aletria, k' gramin.i.
Ame-xas passadas, idetn.
Ararufa, dem. *
Bise .uto de araruta. idem.
Caf muido, idem.
Eigos pasaudos, idem.
Frangaa, um.
(Jalliub*. urna.
Passae, kilogriimma.
Tapioca, idem.
Carvo vegetal, sacco.
Dito kack, kdegraiama,
Sabio commum, idem.
V.ir.souras de piassava (grandes), duza.
P.fel pautado fiurne, resma.
Oilo ic -ta-borra i, f loa.
Pi-ooas de ac P.rry, caixa.
( mua arabio, fraseo.
Tinta preta, gamita.
Ciiiiaa de madeira, dalia.
Lapes preto de Faber u. 1, id>m.
rtuoba de p-rco amcricum, klogramma.
Carne de caroeiro, dem.
ioiabHda em lata, Idem.
Ovus, um.
Viniio braceo, lilr '.
V:iBgrt?/de Lisbja, idein.
21 VISO
O London d Iirasilian Banck, limited,
recebe dinheiro em conta eorrente simples
com os juros de 2 |0 ?,o anno, capitalisa-
dos de 6 cu 6 mesesJuuho e Dezem-
bro.
Reosba taiub^m dinheirj ern deposito.
Com aviso previ de 3 diaa, ou fixo a pra-
zo de 3, 4, 6, 9 e 12 mezes, as taxas da
juros, que forem conveacioDadas entre as
partes.
As ci nas j existeotes, vencendo juros
por differei.tts tazos, ficiam sem alterado.
Reeife, 24 de Maio de 1887.
W. II. Bilton.
i^aculdad^dcDircito
rbrosphoros americanos, gresa.
S innex:igas pela ap:)licac;L. de, uma.
Medicamentos para cavalbada, numero.
Enterro por cavallo, um.
CondifSet
1 T-dos os ceneros scrii de Ia quslidade, e
os foroecedores dever.o satibfase os pedido* den-
tro dos prazos inarc.dos ms respectivos contrac-
tos, entri'gmdo s mestnos gneros nos quartej
ou fortalesas e enfeimanas, e depositario na Tbe-
souraria de Fazenda uir.a quautia, coma eauc.lo
que sera arbitrada pelo c-nselbo de fjrneci-
inento*
2a As propostas deverao con'er a declarn9a>
expressb de aujpitar-se propouCute a mult-i de
y n ou artigiis que tonm aeceitci. se deixarem de
comparecer para assigiw o respectivo contracto.,
dentro do praso que for notifijade peina jor-
naen.
3' S poder c.ineorrer aos forueciment s ns
candidatos que e habilitarem na forma dea^t. 18
dn lecret i u. 7,08:" de 6 de Mary,o e 1880.
41 O. faltada fiel cumpnmento de quu'quer
das abrigaces cootrabidas, os fornec-dores fiea-
ian BUJeitoa a pagar o valor do geBero registrado
ou nai recebido ein tempo.
j-1 Ds cumnrreotes tao obrigados a apresentur
na amostras doi gneros ou artigos que forem jul-
gados precios pelo conselbo.
6' As propostas serao aposentadas em dup-
cata ai s 11 li iras do referido dia Od- Junlin
em que aili serio abert ca dos p"opooent"8, sendo que na mesma occa-
siao se acceitaro pri postas para a venda de es-
truine dos aiMUMies da companhia de cavalh.ria.
7" Finalments is forueeedoros que requererem
i r -eisiio de seu ontraeto, e fjrem ttendidos,
Di.'am suj-iroi a multa de 10 (0 sobre o total do
f. riiecimento dd semeatre anterior.
Triesj'.i.aria de Pcrnarabuco, 20 de Maio de
18^7
O secretario,
I.hiz Kmygdio l'iitlie-ro da Cmara.
Tendo sido marcada para o da 5 de Jnsbo a
terceira regata deste club, de ordem da conselbo
adiniuistrativj ouvido a quem quizerse inscrever
para est-, comparecer na sede do mesmo club,
todas as noites, das 7 s 9 horas, a contar de hoje
al 31 do crreme mez, quanto definitivamente
tein de ser eueerrada a referida necrpe,ao.
Secretaria do ('lab Internacional de Re
23 d-4 Maio de 1887.O 2- secretario,
Pomp.* C. Cusanova.
BANCO ITIIOMAL
DO
BRASIL
i'gatas,
Capital
Irieiu realsalo
30.000:000:
Santa Casa de Misericordia do
Keelfe
Na secretaria da Santa Casa srrenda-ae os se-
guintes predios :
Ra dj Bom Jesos n. 13, 3- andar,
dem dem n. 44, 1- dudar e icja.
Idom do Vigario Tbeuono u. 22, 1 andar,
dem ideo n. 25. sobrado,
dem do Mrquez de Olmda n. 53, 3- andar.
dem do Apollu n. 24, t' andar.
Ie -i da .M. 'U n. 45
Ipem i iem n. 47.
Iiim idem u. 4a.
dem idem n. 37.
dem da Lingi-cta n. 14, 1* andar.
Becco do Abren n. 2, 2- andar.
Secretaria da Santa Casa de Miscreordia do
Reeife, 25 de Ma/o de 1887.
O escrivao intrino,
Fr.mcisco Gtomes Castellaa.
Na ata Casa de Misericordia do
Recate
Por csts secretaria 8;io chamados os parentcs ou
protectores da menor Sophia, filha legitima de
Jos P-:dro Rib'iro c Joauua Xavier ue M raes
Pessoa, para, at o diu 10 do Juuha pproximo,
apresental-a na collegio das orpha, afim de ahi
ser adinittida, visto ser a primeira inscripta no
respectivo quadro.
Secretaria da Santa Casa de. Misericordia do
Recite, 25 de Maio de 1887.
O escrivao interino,
Prancisco (iomes Castellao.
Companha do Bcberibe
^PrevD-se aos senbores substrip'ores dss ac
cues da ultima emiasSo, jue o praso para o paja
ment da segunda prestacao termina no dia 6 do
mez prximo vindouro Fccif-, 21 de Maio de
1887. O director secretario.
___________Jos Eustoqui^rVrreira Jacobina.
THEATRO
Sabbado. 9H do cor.ente
Espectculo em beneficio da alumna
da Propagad Or;i
Hewilia Gra;a
hinrado com a presenca do Exm. Sr. conselhci-
ro presidente da provincia
Termin seutarse-ha a iuteressaote comedia em 3 actos,
intitulada
Hamnrg-SoBfiamerlaiiiscB
OainpsciiinTalirls-fieseiisclian
0 vapor Campias
E'esperado dos po-
tos do sul at o dia 2
de Juuho e seguir di-
pois da demora neee;-
siria para
Lisboa e Blamburgo
pasagen-i. tracta-se com os
CONSIQxN'ATARIS
Borstelmann & C.
BA DO OOHMERCfO N. S
1' anclar
A Sai
,000:000
A caixa filial d'es'e Banco fuuccionwndo tem-
porariamente roa do Commercio n. 38, saca,
vista cu a prazi, contri os soguiutes correspon-
dentes no estrang"ir* :
Londres......... tX. M. Rithschil & Sjiis.
^;;;i
Fabrica de liaban e tecidos de
Pernamhuco
Sa i convidados os senbores accionistas a com-
paiecer'm no dia 28 do eorrente. as 2 horas da
tarde, noedincii da Associtco Cumincrcial Be-
nefieente, para /.crec .r os ornamentos da nova
fabrica e auf irisa' o ref.-rido contrato. Reeife,
25 de Maio de 1887.
Manoel Joao de Amorim,
Presidente da as6e-nbla geral.
Jos Adolpbo de Oliveira Liaa,
J secretario
Ds o..lein do Exm. Sr. eonsellieiro director in'e
riuo e Je eontonnidade com o art. 119 do Reeula-
inenti complementar, se repee o idital relativo a i
CJLCUrSi elija inscripta} sei encerrada -< 1 horas
da tar ie o i:ia L!t em aue deveria termiuar o prasu para a
referida inseripcio :
De ordem di Enn Sr. conselhciro director inte-
.i.'io. de confjnnidade eom o avia i do Ministerio
I) Imperio, n. 4655. de 29 de Ourubro ultimo,
(abaixo tianscriptu) fa^o publi<-o que tica marcad.
o praso de t mezes, contados da data deste, para
a inacripcao dos que prrteu lerein eoncorrer o lo
iZnr d: lente substituto dest.a F lemda le, quj s'
.-.cha vago por ter pisando a catnedratico o Dr.
Jos Hyt'ioo Duarie I', reir.
Pelo que, todos os prelmdeutes ao dito lugar
pdenlo iipresentar se des !: j nest secretaria
Pira assignar feas unnes no livro competente, o
que bes peimittido f.-.zer pjr procurador, se es-
tiveec ii a mais de 20 leguas desra cidade ou ti- '
verem justo impediment.-.
Dovem, outrosim, apresentar documentos que
inoatreui s la qualidadede cidadao brateiro e que
cala.' no g isa de seus direi.os c:vs e polticos,
isto ern i:to de biptisino, follia corrida nu logar
de seus domicilios e inais o diploma de doutor ou
bacharel pjr um das facilidades de direito do im- 11ue
peno, ou puDlica forma justificando a impossibi- 'ecio
lulade da apreseutaeao do ongi iul, e na mesma
OCCasiio podero entregar quarsquer documentos ,,of^ Fernandes Teuorio de Luna, para que dentro !
que julgarem euoveuientes, ou como titaio de ha-' do praz i de triota das, a partir desra data, e
bitayao como prevas de servidos prestados ao 8b 'J penas da lei. recolherem aos cofres deefa i
estado, hu-naiiidade ou a siencia, djs q-ians e I repatticilo a quantia de 2:102/610. importancia |
Ibes nassar recibo, tudo de conformidade com o< ao aleauee e respectivos juros da mora, verifieado I
arts. 36 e 37 dodec. n 1236, de 38 de Abril de "as con tas v gesto do mesmo ixcollector. con- i
1854 e 111 e seguintes do d u. 156S, de 21 de cernenfes aos semestres de Julho u Dezemb:o d
Fevereiro de 1855\ 1885, e Janeiro a Junha de 1886, exercicio de
i'^E para que chegue ao conli- cimento de todos 1885-1886. < Julho u ezembro tambem de 1886, \
ni.nioii o mesmo Exm. Sr conselhxir.i director exercicio de 18aB-18i7, e do Io de Janeiro a 18
interino affiar o presente qu seiii publica i.i as I de r'avereiro do corrento anuo deate ultimo ixer-
fihas desta cidade enas da corte. ; ciclo
Sej. etaria da Faculdade de Direito do Recite, i iies jurara de Fazenda de Pernambuco, 23 de
2'J de N'ovembro de 1886.O secretario, Jos II. ; Maio de 1887. secretario,
Para___
Hamburgo. .
li 1 II! .
Bnmente...
Frankfurt 8/ Main '
Antuerpia.......
Roma. ..
Genova.
aples.........\ '
Miiao e mais 340/
cidades de la
lia...........
Madrid..........
Barcelona.......
Cdiz...........
Malaga.........
Tarragone......
Valencia e ouiras(
cidades da Hes l
_l_ pe.uha e i Ibas 1
Canarias......!
Lisboa.........\
Porto e mais ci-f
dades de Por-/
tuga! e i. h -.s. .. I
Buenos-Ayres.... )
Montevideo......)
Nova York____;.
De Rothschild Frcrrs.
Deutscne Bauk.
Bauque d'Anvers.
IRMAXDAE
DO
SS. Sacramento de S. Jos' do
Reeife
De ordem da mesa regedora desta veneravel ir-
mandade, de accordo com o nosso compromisso,
convido a todos os rmeos pira no dia 29 do cor-
rente, s 10 horas da manhil. comparecerem no
nosso cousistoiio, afim de se proceder a tlr-icao da
nova mesa regadora para o anno prximo futuro.
Recite, 25 de Maio de 1887.
V. Cunba Sobrinho,
Escrivao.
Edificado
Banct Genrale
agencias.
e 8US8
Banco Hyp.ite?ario
Espaa a suas
cas.
de
agrn-
Banco de Portugal e
suas agencias.
.tMMemttla ueral extraordinaria
bao convidados os Srs. accionistas da Coropa-
nhja de Edificar;ao a rennirem-se no da 8 de
Juuho praxituo tuturo ao meia dia na sede da so-
ciedade, lar^o oe Pedro II n. 77 Io anda para,
em sssembla geral diteutirem e approvarem o
trabalho da commisso uomeada para a reforma
dos estatutos.
A assembld s se julgara constituida com a
presenca de auciouistaa que represeutem dous ter-
cos do capital social na forma do art. 65 do de-
creio n. 8,821 de 30 de D'sembro de 1832.
Recite, 24 de Maio de 1887.
Gustavo Antones,
Director secretario.
Finalisar o eaoectaeulo com a representacao da
muito chistosa comedia em 1 acto, ornada de m-
sicas
Tribuanlo c Ventura
Principiar as 8 1!2 horas.
Urna banda de msica marcial nemorosamente
eedida pelo Exm. Sr. prsidente tocar nos inter-
vallos.
O pequer-o resto dos bilhetes estar ua bilheteria
do tbeatro no dia do espectaculu.
A beneficiada agradece cordialmeute 3 pessas
que se dignaram acceitar bilhetes para seu espe-
ctculo.
iBMiiifflUS
United Siales & Brasil H.
0
8.8. C
x4 61/. do Sup.\ 'treh.'.
do
ao
Tliesouraria de Fa-
zenda
De ordem do Illm. Sr. inspector se faz publico,
pelo presente eiital, sao intimados o ex-cnl-
ir das rendas ceraes do muuicipio do Bom
Couaeliiu, Frauci-co Antonio lavares e eu fiador
Englsh Bank of the Ri-
ver Pate. Limited.
G. Amsick & C.
Compra caques sobre quilquer pruca do impe-
rio e do estrungeiro.
Recebe dinbeiro em conta correute de mov-
ment cem jures a^iazao de 2% o anno e por te-
tina a prazo a juros conveuciouadoe.
O gerente,
___________________William M Web.-tcr.
Club Carlos Gomes
Warn
Este club dar no da 11 de Junho vindouro o
seu sarn, com o qual solemmsa o 5' anniversario
da ereac i d- sua bibliotheca musical. Os senbo-
res socios psdem procurar na ino do Sr. thesou-
reiro os seus bilbetes, .- contar do da 27 do cor-
rente em diante, das 7 s 8 1|2 horas da uoitc,
na sede do club.
Secretaria do Club Carlos Gome?, em 26 de
Maio de 1887.O Io secretario,
P. C, Casanova,
s.ii.-. I.oj; Cap.-. Conciliacao
val*, da run d Cabuza
De oidem do Resp Ir.-. Ven.*, sao cinvidados
todos os IIr desta Off.*., e bem assiin os de ou-
tras, para a sess.-. magu.-. de pose.*, inic.-. e fil.-,
que se realisar no sabb.do 28 do correte, s 7
horas da noite. Os MM.\ avulsos que nao tive-
rem recebido convite especial, considerem-se tam-
bem convidados.
Reeife. 25 de Maio de 1S87.
Fre Caneca 17. .
Sccret.
THEATRO
E' esperado dos portes de
sul at o dia 11 de Junho
depois da demora necessaria
seguir para
Haranho, Para. Barbados, s
Thoiuaz e.\e Vork
Paracarga, passageua,e ic ni.....in dmheir
* froto, tracta-se com oj
OIIPrVNIIlE I2> HE9Avt-
RIE HAKITI9IKN
LINEA MNSAL
paquete Gironde
Conimandantc Minicr
Espera-30 da Eu-
ropa at o da 3 de
Junho, seguin
do depois da de-
mera do costume
para Buenos-Ay-
res, tocando na
Baha, Rio de Saneiro e Sonic
video
Lembia-so ao3 senhores paasageiros de tuin:
as claases que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qualqaer tumpo.
Previne-se aos senhores recebedores de merca-
dorias que s seattender as reclamaces por fal-
tas nos volumes que forem ruconheeidas na occa
siao^da descarga, -issiui eoino deverao dentro de
48 horas a contar do dia da descarga das al varen-
gas fazerem qualquer reclamaoSo concernente a
volumea que p.verijtura teullam seguido para 03
portes do sul, atim de poder-so dar a tempo as
providencias necessarias.
Para carga, passagens, encommendas e dinbeirn
* "rete: tracra-se com o
AGENTE
iugusie Labiifie
RA DO COMMERCIO 5-
;CL
i.orio li. de Menezes.
2.a directoraMinisterio dos Neocio8 do Im-
perio. Rio de Janeiro, 21) de Oiitubro de 1886
Deca o a V. S. em n'spicta ao seu cilicio de 5 do
eorrente, que se deve proceder a concurso na con-
formidade dos vigeutes estatuios para 6 pro vi-
ment dos lugares de lentes saOst tutos que se
achaiem vagos uussa Faculdade e dos que vierem
a vagar.
Dciaro. outrosim, a V. S. que deve considerar-
se valida a iuscripco dos candidatos que se te -
nliam uiscriptos para o concurso que nao se reali
sar, :tuuun:iado por edital de 18 de Maio do auno
passado, e queirain concorrer no que se vai abrir.
Dcuj gn.r.ie a V. .Baiai de Mamor.Sr.
irict-ar interino da Faculdade no Direito do Re-
cite.
Conforme.O secretario, Jos Honorio B. de
Menezes.
Secretan i da Faculdade de Direito do Recite,
20 de Maio de 1887.
O secretan i,
Jos Honorio li. U Aenetes.
DECLARACOES
Thesouraria de Fa-
zenda
0 conselbo para fornecimento deviveres, forra-
gens e ferragens aos coros desta guarnic.o e
enfermara militar, receb." propjatas uo dia 6 de
Junho prximo futuro, s 10 horas da manha, no
;i 1 general do c mimando dae armas, onde
tdocciona o mesmo conseih >, para centractar o
ternecimento-de gneros aiiiuen'icios s prucasdi
gaarniejbt, forrag-riis e ferragens para a cavalada
dnranti) o semestre de Juitu a I) zembro vin-
douro.
Arroz, kil gramma.
AsMlOar braneo refinado, de 1* qualidale, idem.
Assucar refinado de 2a dita, idem
Assncir mascavado refinado., de 3a dita, idem.
Azene doce de Lisboa, litro.
Alfafa, kil igramma.
Bacalhao, idem.
Hatatas inelzas, i Iem.
Caf em grao, idem.
Carne de poico, idem.
Garu de vacca, idem.
Carne secca do Rio Grande, idem.
i Ib verde da India, idem.
Cha da India preto, idem.
'ievadinha, idem.
Oravos, centi'.
Chocolate, kilogramma.
'.a; i n, idem.
Karinha de i* q^alidade, lit'O.
-'armba de 2' dita, idem.
Fe.jao preto, dem.
FejSo mulatiuho, dem,
"rucias, urna.
Frelio, kilegramma.
Ferrada: a, numero.
"> iiha, acha.
M-.cirr,1o, kilogramaia.
M -. ena, idem
Mahteigit iugleza de 1 qnalidade, idem.
Mar. rociada, ideal.
Su :., ideui.
P> njem.
SaJ/idem.
i-icinho de Minas, kilegramma.
Vniperos o vtrdra, raco.
Vfuho de Lisbo, litro
Muo do Porto, idee.
L. E. Pinheiro da Cmara.
Consulado de Portugal
em Pcrnambuco
Por este consulado se faz publico, que ten lo
fallecido ab-intertado o subdito portueuez Domin-
gci8 Francisco Ferreira. foi o seu espolio arree::-
dadn em t-nnf ^rinidade com O que dispoe o decreto
ii. 855 de 8 de Novembro de 1851, actualmi ute
em vigor.
Cnsul: to de Portugal em Pernambuco, 27 de
Mio de 1887.
Agripino Rodrigues Nogu- ira Lima,
(Jbane-ller imeiino.
Corr$io g$ral
Malas a expedirse hoje
Pelo vapor Manot, es'a administracuo expede
malas para os portos d i iiiirte, recebendo imurts-
309 e olijectos a registrar at i horas da laroe, e
cartas ordinarias at 3 horas ou 3 1/2 com porte
dupl' .
Admmistracao dos corrcios de Pernambu o, 28
de Maio de 1887.O administrador,
Affotuo do Reg Barre.
IRADAe
DO
SS. Sacramento da Boa
Vista

De ordem do irm-lo juiz, sao eonvidados todos
os irma -s detta veneravel irmandade a compare
cerem no consistorio uesta matriz as 10 h ras da
manlia do Ja i9 do eorrente, ara em nvsa L-e-
ral elegereu a uova mesa que tem de administrar
rsfa irmandatle no anuo comproniissal de 1887
1888
Co sistorio da irroandade do SS. Sacramento da
matriz da Boa-Vista, em 26 de Maio de 1887.
Jos A. F ua C ata,
Escrivao.
C'O icis.tlHt;,
dos Irilhos urbanos da Re
Caxang
Aviso
Os senhores assignantes desta companhia sao
rogados a tirar suas assignaturas o mais cedo que
tor possivi-l, visto que ser cobrado a pasasgem
o'aquelles que nao possam iii'isUm o bilhete com-
petente.
A emissao dos bilhetes de assignaturss prin-
cipala nos trer ultimor. das uteis de cada mez,
findando a 2a classe no priine'ro dia til do mez
segtiintn.
O eseriptorio est fechido no domingos e das
santificados e ii-s sabbados depois de z.30 da
tarde.
Roga-so tambem acs smhores paasageiros de
conservar at o fim da viagem a parte do bilhete
nao tirada pelo conductor, sendo es:e considerado
; a nica prova do pagamento da passagem.
Eseriptorio da companhia, 23 de Maio de 1887.
A. W. Stonehtwer Bird.
gerente
Eu1i8& Ufof" 1 flJali
j Lilil
Capital do Banco....... 1.000,0:0
Capital realisado......... 500,000
Fundo de reserva....... 200,000
A contar desta data e at ulterior reso-
lu^ao, conceder-se-ha juros de dous por
cerno ao anno, sobre ns saltos de dinheiro
depositado era conta eorrente de toovimen-
to no inesuio Banco.
Recebe-sn tainbsin dinheiro ern deposito
a juros por p-rio-ios determinados, ou su-
jpitu ao aviso pivio de trinta das para ser
retirado, mediante as r-ondic^O'S dt". que se
dir coutieciruento aos i ^teressados.
lili I
E3IPREZA
SOARES DE_MEDEIROS
Sabbado, 28 do eorrente
or
Ad
vanee
spcra-se de S > - News, at o dia 14 k Junho
o qual eguira lop i: d-
demora neess iri pua
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, e ene rmiiendas tracta-
ie cora os
AGENTES
Hcnrv hrster & C.
8 RIJA" Ijt) COMMERCIO -
] anda*
N.
da
9.a RecMa
companlmt draiualica de que
faz parle a Ia
actriz ingenua brasileira
lrmaiidude de N. S. da
Luz
S.ji( eaperial
Teodo de ser solemnemente inaugurado em nos-
so consistorio o retrato a oleo do nosso distmeto
irmao ex juiz bemfeitor e aetoal procurador geral
o Sr. Antonio Francisco vioreira, por ordem do
irraao jmz, convido a todos os irmaoi a oompare-
cerem na igreja do i armo no domingo 29 do c >r-
rente, as 3 1|2 horas da tarde, para cora suas
presencag abnlhantarem mais esta trate de gra-
tid&o iuconteitavelinente merecida.
Si cretaria da irmandade de N. S. da Luz, 27
de Msio de 1887.O secretario,
Salsiauo Cuiz dn Siqueira.
Companhia do Beberibe
Couvida-se aos Srs. accionistas a virem receber
o 78 ividendo na proporcao de 5/000 pir aceo
ou 10 por een'o cujo pagamento se effectuat n'es-
te iscriprorio das 10 h iras da manha a 1 bora da
tarde, diariamente at o ultimo d'es'e mez, e ao
depois aos sabbados.
tseiiptorio da Cimpanhia do Beberibe, 14 d?
Maio ti 1887.
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina,
Director secretario.
H). Jsolim ittonclar
Representar-se-ha pela primeira vez nesta po-
ca a tragedia em 5 actos, do immortal poeta, es-
criptor e diplmala brasileir.) o Exm. Sr. Domin-
gos J. G. de Magalbes, Visconde de Araguaya,
intitulada :
'
rnamcuco, 23 de Maio de 1887.
llenry K, Gregory,
ti r-nte.
CoESDlasIo 8 Peitngalem Pernam-
Corrondo por es*e consuludo nos termos do de-
creto n. 855 de 25 de Novembro de 1851, a liqui-
daco ilos espoli-s dos subiitos prtugueres Ma-
ooel Lopes Ribeiro, Seraphim Marques de Olivei-
ra e Jos Pinto de Sons, sao convidados ps ere-
dores dos meamos espolios a legalisar seus eredi
tos perante o juiz.) d'auseotes.
Decorridos 30 rtias desta dita, proceder-se-ha
ao pagamento dos crditos legalisados, por iulei-
ro, no caso do activo chegar para pagamento in-
tegral, e no cuso c ntrariu proceder.se ba ao res
peetivo rateio no referido juiso : ficando sem di-
reito contra Sal pagamento ou rateio, os que niio
reclamarem dentro do dito prazo.
Consulado de PorUgal em Pernambuco, 2(5 de
Maio de 1887.
Agrip'oo RoJrigues Nogoeira Lima,
Chancellar interiuo.
O difficil papel de ANTONIO JOS o protago-
nista ser desempenhado pelo artista dramtico
vares de Ne-Jeiros e o de MARIANNA
pela distincta actriz lollitn Mondar.
Os outros psp-is acham-se cooados: o do Frei
Gil ao actor Mximo, o de Conde de Enceira ao
Sr. At inso de Oliveira. o de criado ao Sr. Borges,
e o de Lucia Sra. D. Amelia da Silva.
Terminar o espectculo com o interessante
despropsito do notavel escripfor comediographo
portuguez Eduardo Garrido, intitulado:
OS TBIM4 BOTOES
Em que toma parte a actriz D. Isolina Moncla.-
e os artistas Affonso Olivira e Mximo.
Bonds para todas as linbas.
Principiar m H luirs.
Atten^o
Na prxima semana
FEST4 ARTSTICA DA ACTRIZ
B. Isoina Monolar
Brevemente
UK UICA SSF3E5ESIACA0
.A. ^SXX^O
Espectculo em que toma parte o sympa-
thio e popular actor
fi?-;Y'ri:
U J ii x
com o concurso da companhia dramtica que
actualmente funcciona nesta tbeatro
Representar-ae o drama de costumes militares,
do pranteado dramaturgo portuguez JO>E RO-
MANO:
O programma ser circurastanciadamente an-
uuncia em avulsos e nos iaraaa* d dia.
Brevemente
Pacic Steam Navigation Companv
STRAITS OF MAGELLAN LINE
Paquete Aconcagua
-Jt^-. E' esperado da Euro
pa at o dia 5 de
Junho, e seguir de-
pois da demora do cos-
tume para Valparai o
com escala por
Baha. Rio de Janeiro e Monte
video
Para carga, passagens, encommendas e din-
heiro a frete tracta-se com os
Wilson Mons A .. Limited
X. 14 RA DO COMMERCIO -N 14
l
Vapor extraordinario
O vapor Ni/e
De 3,039 'oneladas de registro
Sahir do porto do Rio
de Janeiro no dia 1 de
Junho prximo com es-
cala para Babia e Per-
nambuoo, seguiodo depois de pouea demo
ra com malas c passageiros para
LISBOA E SOUTHA3IPTOIV
Desde j recebe-se encommendas parr
camarotes na
AGENCIA
Ra do Coniinee'cio n. 3
1 andar
A damson Howie 4& C.
IARI.HKS REUNS
Companhia Franceza de navega-
eo a Vapor
Linha quinzenal entre o HQvre, Lis-
boa, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Santos
0 vapor Ville de Baha
Cotnman'iante tebire
E' esperado da Europa
at o da 6 de Junho, se-
guindo depois da mdiipen
Bavel demora para a B-
iiiii. Klv c KanKM.
Hoga-se aos Srs. unportaUnrea de carga p-'ius
vapores desta linha,uuciram apresentar dentro de t
das a coutar do da descarga das alvarang. ..
quer reclamac^o concernente a votantes, que po-
veuto. a tenbam seguido paraos portos do sul.aliu.
de se poderera dar a tempo as providencias neces-
sarias.
Expirado o referido praso a companbiJoa n ce
responsabilisa por extravos.
Para carga, passagens, encommendas e dinheirc
a fn t": trata-se com o
0 yapor Tille o Hacei
Commandante Panchtre
Espei'iise dos portos do sul
at odia 2 de Junho seg'.in-
do depois de indispensavel
d mora oDIVRB, tocando
em LISBOA havendo nu-
mero suficiente de passa. ei
ros de Ia clnsae.
OVAPO;', ENTRARA' DENTRO DO
PORTO
Conduz neiieo a bordo, de marcha rpida e
oSerece excellentes commodos e ptimo passadjo.
As passagens podero ser tomadi.8 de antemao.
Recebe carga, encommendas e pHSS^geiros p^ra
os qaaes tem exceller.tes acommo'Jacoes.
Para carga, patsagens, eucoimnendas e dinheiro
a frete : trata se com o
AGENTE
Augusta Labilie
9- RA DO COMMERCIO-9
Companhia litahlana de navega
eao a Vapor
Macei, Villa Nova, Peuedo, Aracaj,
Estancia e Babia
0 vapor Sergipe
Ccmmandante Pedro Vigna
E' esperado dos nortos ci-
ma ate o dia 29 de Maio,
e regressar para os mes-
mos, depois dudemora docos-
tume.
Para carga, pritsagens, encommendas e a:..r i-
ro a frete, trata-se na
AGENCIA
7ua do Vigario7
igos Alves Matheus
Hoje '28 continua o n
alcaides comecad.: iioiitnn
vendido ao correr do innrteHn.
ciite Piuto o leil;
sendo (pie tudo
o ce
ser
Quinta-feira, deve ter lugar olenao de mo-
vis, louca8 e vidro.1 da casa em que morou o Sr.
Dr. Franc.se> Correia Lima Sobrinho. a ra do
Visconde de Albuqucrque n. 7.
Pestaa
Leilo
g*ente
Luiz
De duas partes da casa sita ra de
do Reg n. 27
O agente |>, stana, autorisado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz de orphaos e com assistencia
do mesm", vender no dia e hora cima mencio-
nados as partes da casa j referidas, perteucentes
ao inventario de Manoel Pereira Lemos.
Sabbado *M do eorrente
A's 11 horas
No armazom da ra do Viirario n. 12
Agente Pinto
Leilo
De chapeos para domen?, depositas de vidrj
para candieiro a gaz, pianos, quadros, candieiros
para gaz carbnico, e kerosene, relogios, papel,
bandas, machinas de Costura, vinlios e muitos ou
tros a-tigo> entre es quaes muitos slcaidea.
Em continvia^o
Hoje 28 de Maio
O agente Piuto nao tendo podido expor em lei-
lo de hontein todo' rs objeelos existentes em seu
deposito ra do Bom Jess n. 43, continuar
hojeo leilo comecado hontera, sendo que tuds ser
vendido ao correr do martello por ter de mudar-
se at o dia 31 do eorrente para o armazera da
ra do Mrquez de Oiinda n.52.
Em continuado
Na ra 1- de Margo n.
HOJE
12
28 r!o corrate
A's 12 horas
De fazendas, miudezas, louc, grande quan'.i-
dade de jarros lindo?, Iljres, Jehapos. cliapelinas,
candieiros, albuns, relogios, cadeiras, 1 bauheira,
biiueiras para 3apaios e outros nticos.
Na misma occasio vender tambem
4 caixas eom cognac, 300 resmas de papel al-
maco pautad), VO caix^is com inaguesia e 5 caixaa
em mate em pucotes.
E tambem
(^A.i metades das CHsaa n. 15 da ra de Camaio
e n 2 da ra do Mangue, freguezia da Boa-Vista.
Agente )\ s.U'sli Baptist
Leilo
Agente Brito
Ue urna imponante arinacao de amarello, eover-
nisada e envifracada com bilco'.de volfa. uten-
silios e gneros do estabplecimento de molhados
sito ra de S. Joao n 17, em um t lote oa re-
talbadamente fontade do? Srs. licitantes.
Scgunda-feira 3V do eorrente
As 10 1|2 horas
Ra de S. Joo n. 17
2- Leilo
De predios
Agente Britto
O agente cima, a mandado do Illm. Exm. Sr.
Jr. juiz do direito de orpbaos e ausentes, e a n-
qaerimeuro do tutor dos menores, tilhos do finado
Angelo H. da Silva, levar a leilai as 4/25 partes
da cusa terrea sita na freguezia do Poco n. i).
Em contlnuacio
vender mais a osm sita ra Augusta n. 2Gc>,
som urna porta e duas janellas de frente, duas s>-. -
las, tres quarto?, coziuha fra, quintal murai o
com porto para a ra do Our^, terreno proprio.
liua Pedro Affonso n. 43
Ter<;a-ftira 31 do c irrente
A' 11 horas
r
MUTJ l
*-
nssm
"


IB^mii^^H^HH


Diario e ForoamiiuroSdbbado 28 4c Mai de 1887
2 leilo
Agente Britto
De ama obrigxca. da qnautia de (>' 000 assig-
nada por Manuel do Nascimento VMn da Cuoba
e pertencente ao espolio de O. Mari doCa:mo
Yiera d>i Cunha.
O agente cima n mindado Jo Iilm. Exm. S'.
r. juiz de direito de orpbios e ausc otea e a re-
quenmente do Illm. Dr. carador geral de nuseotes
em sua presenca, levar a leilo a referid obriga
cao de divida.
Em nontinuaQao
Vender os segnintes predios :
Urna casa terrea ra do Viseando do Albu-
querque n. 110; a casa terrea a ra do D. Hara
Cesar n. 31; a casa terrea ra dos Guararpes
n. 53 ; a casa terrea travessa do Sr. Bom Jess
a. 2 e outros mais.
Terca feira 31 do corrate
A' ra de Pedro Affonso n. 43
Ao meio da
Leilo
DE
** O
A saber:
Urna mebila de junco preto com tirapos de pe-
dra, 2 cadeiras de balance, 1 piano forte de II.
Herty, 1 cadeira de piano, 1 mobilia com 1 sof, 2
consolos, 2 cadeira? do bracos e 12 de guarnicaV,
casticaes e mangas, 1 ta ete de ota e 6 de porta,
i espelho ova) dourado, 4 jarros para fbres, e es-
carradeiras.
Urna mobili'i de amarello.
Urna cama francesa, 1 ccmmodH, 1 cabide tor-
neado, 1 lavatorio, 1 guarnio, 6 cadeiras de
junco, 1 estante para lvroe, 1 marquesa >, 1 mesa
elstica. 1 guarda-louca, 2 aparadores, 12 Ca-
deiras de guaroicao, louca, vidros, 1 mesa cora
ps turneados, 1 sof, 1 relogio e muitos outros
movis.
luid folra. s le Junho
Ra do Visconde de Albuquerq'ic n. 7
O Dr. Francisco Concia Lima sobrinbo, t. ndo
de seguir para o Pura, com tu-i familia, far 1- iiS i,
por intervenido do agento Pinto, dos movis e
inuis ibjectis existentes em cj a de sua r. sidmcia
ra do Visconde de Albuquerque. n 7 (outi'ora
ra da Matriz da Boa-Vis'.).
PRINCIPIABA1 A'S 10 1/2 HORAS
-^v e jl s
Leiiiio
Do
vapor Baha e ?eu cr-rregamento, no
estado e Jug.-if em que 89 acha
4|uint:i-fcEra 3O de fiiiili
A'a 11 horas
No saino da Asa ciacao Commercial Bene-
fcente
O agente Gusn.a", autinsado ror mandado do
Exu>. Sr. Dr. juz de direito espoci-1 do coinner
ci, e a reqoerimento do Dr. cuiaJor de ausente s,
no processo de ratificado de protesto meritimo e
abimd.no do vapor Pahii, p r pr"e da comp
nbia de uaouetes britzileiros a v;;p, r, far leilo
com assisteuciu >io mesmo juiz, do referido vapor
e seu cirregnmciito no lugar em que se ach.
VISOS DIVERSOS
Aiuga-se casas a Hci.t no hecco d.-.a I i
Ihos, junto d S. Uoncailo : >> rutar a i
Imperatriz n.
Precisa-se alugar ama casa granJe prxima
da cidade com coraiood -.-s par h >'-'. sendo prefe-
rida na ra do P.iysandu' (Ch ira Meninos). Para
infbrmftcoes ra d. [mp-rador n. Lu"
PreCSn-se lie -jur uoslnheira p> ru casa de
familia, que w-j de bo;. con neta ; na ru i do
Imperador ii. (3 31 andi-r.
Precisa-su de nina cosioheita par casa di
familia, que durma .1:11 cksh ; .1 tratar bu ra rio
Baiao da Victoria n 3\ luja
O EXTRACTO COMPOSTO DE
Salsaparrilha
do Dr. Ayer,
E'um altsnSro Uln sfltau q>- tlrpa completa-
mente .lo interna Ba sroONi Hereditaria, e as
affeccocs que tat lnilaue eoi B iifenmd.eles
eonUgious, M OW P*1" m'rouno. Ao
lempo vitalisa e emqoeoe <> tangae com-
ronnicaiHlo urna acedo '. 91 ao orgamtaroo e
rejuveneisceiHio o systema tocata*). Esta grande
Medecina Regeneradora,
e emnpoata con a WTdail pwrrha Homlni-Hs. dos Iodo ile KotBlo e (te t 1 1 ro..
outros ingre.liei.1 il- e virtudes
earatiras, eul "r lirado.
A formla Bssio
medica. mi Un k :; vi.~a-
PABBILn \ Iki l)K A". KK
Remedio Absoluto
rara ns enfenuldadca occasionadaa pelo estada
do Kingne. ., ,
1 "Micentrado no gr.-io :nai< alto prcticael,
nuiit" nwlsqne qnalqner ontrn preiniefto
sKmi qo pretende propo-'l*"r (fiTO relti s, e
i- por tanto a meilceiai maia barata, hskiu como H
melhor ira parlflear > sangne.
I-SEI'AH Vl"> 11 '
DR. -T. C. AYEE i CA.,
T,owelI, >l:>ss. E. IX. A.
A* venia as prlncinaeR phannacli 11 ilr
Vinho da Moiuisea
A dellrla da p Acaba de chegiir nova remessa deste excedente
vinho de mesa, que ee ti rn r< crame idavel por
ser com sunte a vide o deu ; vpndem Justo Tei-
xeira & C. Successorcs, ra da Penha n^8.
Pharmacia cealral
Rlia da Impe ailor 11 3S
Jos Francisco Bittencourt, antigo pharmaceu
tico da phirmacia francesa ra do Barao da
Victoria u. 25, avisa aseas ningos e freguezes,
que pe acba na pbarmacia hcuih, oude espera
continuar a merecer a Confianca qu'- felizmente
depositaran m s< us trnbnlh '3 -, rotessionaea.
Caoell
Compra-sc em grande ou pequea ror,ai ; na
ra lurga dn Rosario n I.
Saulaval monda
Aluga-se urna boa cafa por prre > ccmraodo,
na es'rada nova d> Cniinca, fic.nd > entre as
esfacoes do Zumbi e a dr, bmd* : H rraiar no si-
tio da viuva do Sr. Valenca, na iresma estrada,
ou no escriptorio deste I)i ni
TRASPASSASE
ntn importante estabelecimento de mi hados no
melhor local que ba na freguezia de Santo An-
tonio, boa armagao, r.ffereee todas :. vantagens :
qutm pretender, na fabrica Tigre informa.
Sto^f
.apunta
Aluga-se a casa t -rea 11. 40, ra da Amisa
de, est concertada e caiada ; a tratar na ra
veha de Santa ruta, sobrado n. 14, das 8 horas ao
meio da, e das 4 s 6 htas da tarde.
de assocar
Apparelhc econmicos pr.ra o cozimen-
te e cura. Proprio para engenhos peque-
os, sendo mdico em preeo c cf
feeivo em operaeo.
rod se ajunter aos engenhos existentes
do systema velho, melliomnclo muito a
quadade do assuuar c augr-.ientando a
quATtidade.
OPERACO MUITO SLMPLES
Uzinas grandes ou engenho3 centrties,
m;i;hinsrao aperfcijoalo, systema moder-
no. Plantas complotiib ou raacliinismo
separado.
Esperitioao;oes e inforraa^of 6 com
Btrowcs '.
5-RA DO OOMMERCIO-5
triados
Sa 1 ua da l'r.ao n.
criadas p \itn criado
13, preeisa-se de duas
= Traspassa se ataverua da na do A,
IH a tratar ua meaua.
Aiuga se o J' andar rio sobrado n 7 ..
Passiigein, cora agua, bastantes Csimm idos e c >n -
medo preco ; a tratar no ine-in i, m L un rro *
Con pai ;
O vigsimo n 4'> >.".".', da li/trri* de.....
2,(KO:OiO5, poten, o S1.1. I). A na, que rao
radoi'u na trave sa do 11., .- de s-iciedadu c 11
urna senbora viura. A pcScOa que mil- ectaVa
incumbida, tendou peroid-, suppoe ijue salva
por este meio ^u^ resp nsai ;ii
Isabel Ignxcia de i.o-n." Vilelia. viuva
coraoieudador ,1 Va rulim Vil' lia, declara ao
publico que nao po.-suo iscra\o, que trlismer.te
est curada radicalmente de semelbaute molisti,
a qual aiuda m tino ns luios dn ina^- inteMigen
te e cariiiso n.eic ., 'o-.:, se s inpre rebelde e
e nos di-ixmn S vez-s iiin.tidj w ; rranc. m ::
vida com mil d:iu:.
Veude-se ama ts\erna 110 Peres, distiic
to d' Iregnezia de Afogados, beui i.tregu de pequeuo capital, e bem assiin a casa n. 2'S
em que cceupa o referido uegyci >, tendo bons ci.ir.-
modos para familia ; a causa da renda se dir ao
comprador.
Precisa-se de um menino ctm pratica de
molhaJos : ua ra de Horti.8 n. 17.
\
Ferruginosas
/JRUBEBA
BAtTHOLOMEO a C
Pn^rm. Pernambu
Mr5o '. Anemia, Flores i' -nca,
Falta de Mei^trui'pfio,
r oili Ferrcno no Arrayal
Tudo sido anuunciada a venda de um terreno
ra da Harmona, no Arr. ya), pertencente a
Rufino ruz Couceiro, previne se a qne'11 interes-
sar que a cerca ltimamente feita 1103 fondos do
mesmo terreno invadi os dos visinbog.
AVISO
Us tusos de artificios preparados na an-
tiga fabri'.-a 11a viuva Rufino proprios para
as noites deir-se nicamente no caes Vinto Dous d
Novetflbro, nrmazein da Bola Araarella
n. 3(3, p'-lrs precos da fabrica ; neste ar-
Oi.zem llavera i venda lindos craveiros,
todas cores e tatu-uihos, rodas
Bingelas, foguetinhos, es'reli-
pistol .s de
Bimples e
nhas, etc., etc.
H
Precisa-se de mn caixero de 12 a 14 annos de
idade, com pratica de taverna e que o fi :djr de
sua conducta ; na ra das [\rincheirh8 n. 23.
^citnral de cambar
Ager.tes e dp' ?tHrios geraes n< sta provincia
FRANCISCO .\. DA SILVA & C.
No ..rmnz'in de drr.gai i ra do Mrquez de
Omda n. 23.
Prvcoa : Frasco 2*580, 1/2 dnzia
18000 e duzia 24(H>0
.i5tr 22S
; snemei
'^.Exigir a assignatura,
Aluga-so casa 11 2ii Ja ra de S. Joio, com
1 b- ns cemmodos, bom quintal e est limpu ; a tra-
tar 11a ra Du.|ue de CaiiaS 11. 8 loja.
AMA DE LHITE
Prciisa-se de una quo tenha bem e
abundante leit- ; traitar na ra Duque
de C-xias n. 42, andar.
Preeisa-se 'ie tima ama para lavar e en-
gommar em casa de famiha : na ra do
R'aclmel > n. 13 se dir.
Allencao
Pede-se a um srtlsta d companlna dramtica
Sue est no Santa leabel, o tvor de ir ruad
ladre de Den* n 3, pura ti atar de um negocio.
mana
P'ecsa-se de uir. pr tic> ; a tratar na nis lar-
ga do Rosaiio 11. 34.
fVhea-M
a cssa siti Pi lite de U> hdi 11 35, com accoin-
modacoes p-.ra fiunlia repiar, S>*i HKUa dj
Bebeiibe e gas earbonieo : para ver e tratar, na
mesuia casa.
Ao eoaitnwrcitt e a que ni
inlercssar possa
O^ hbaixo assignadoK decT rain que comprarim
:\.i Sr J e.uuim Lopes Teixeia o s. 11 rstabeleci-
ii.cnto. ..e mo lindos s^t mi strcifa di Ri.sario
n. 1S. vre e di suihjirBC di e tod.) e >|ualquer
di-'lt Krcif.'. J' o- Maio d- !<>',.
Douihdo r'ouiee C.
Kngenho pa a arren-
dar j
O (.iiibeirs, a'<.L''", tr.OCOte e correte, mei ^
lgoa d'Btante d- Jb o-ta 1, com toras para sa-
frejnr 2.(00 pSes itc atsaesr. boa cusa de vi-
venda ; tratar na ru i d-i Imperatriz n. 4'J, se-
trundo andar.
~imti Jo mih
Aluga-se Dor pnvo muito eomraodo a um e-
queua familia o s. tai do Io ndar da ra ilu Vis
e nde de Iiauarica, antiga do Apello 11. 53 No
mesmo precisa-se de uin menino pura faser com
pras e un preta para cosmliar pi.ra duas pessoas
d se rcupa e bim ordenado.
15 i eniieiSM e e Esos C; imqu aBar;ES.
TNICO RECOWSTITXJIHTK
Remedio soberana
1"NVKA
CHlORC't. *nCMU.C\fllE O'iS osr _3.
TtFE-:c3s ds vs u-:--:F-.; 1 ;,
(riilo
Pncisa-se de um criado : ti atar na ra d
Pavsaud n. 1!*. Hassagim da Magdalena.
Aluga-se o Io i.n Jar do oiiirado n. 27 ra c'o
Impender, pintado de novo e cora agua ; a tratar
na ra do Duque de Cax'as c. 47.
nomism
'LERY Vame-se em toda a nartn
:c
Precisa se de um ciiado, prefeiii.do-se um me-
niuo ; no largo do Crpo Santo n 11, 2- sndar.
Antn o Joaqota Kibeiro
Rogase a este sei.b>.r o favor de far a Jts
Francisco Carneiro, morador na ra do li.irao di
Victoria n. 48, e cuso ni) o p ssa f-izer, se digne
de indidr sua residencia, ou loar c hi.ras em
que pissa sei procurado. ______________
PEDIDO
X. 3 53:B60 rs.
Jt.s Antonio de Albuqnerque Pedroza pede ao
Sr. Jote Brrelo Pues de M-ll n favor d- pagar
a importancia de sua letra jA vmeida ; Vmc. sa-
be quetHmbem devo e qii'ro pagar aos meus cre-
der s. A n'St casa n uii 1 perto da do Sr.
sen fcosro Jos Ignacio Avila, uiarco-lhe o prazo
de 8 dias iihi'h eote pagamento.
Recite, 21 de .VIio ue 18S7.
Jos Autonio de Alliuqu' iqiio Pedroza.
-o .
OM.i
s :

Sii
10
Aluga se exclbntn morada, com casa para
familia; toda ralada e pinlnda de novo, arveredos,
etc., ra de S Miguel B. i1!), u Alocados, perre
dos b-jnds.
Aluga-te a caca grande ru de S. Jorge n.
26 (bVeitr). fiMn da eath^io do Linio ir.
Amga-M.' a ofu pequen v a ru de S Krmieiseo
n. 1 : atrafHr mi rnn de Sxnta Th^ieza 11. 38.
TiiHa \)Tn
IKALT E R A V E L
OHalAi: I.TIV
PHARMACIA CENiltAL
3 Roa do Imperador 38
Prrnnmtiuro
'i
Serve para escripturacao tnetcantil e d trrs en
quatro edpfaa de 'nata v. z
J chegarmn
Tatos ,.rh buhar.
Solas pura tacos.
Vidms pira rcmorims.
Chaves para -finar pianos.
Mulduraa parn quadroa.
Cariiohos para crii.ncae.
CoHe.-ej. s de "eoiiiiH!-.
Rc>il-jo- e >- lunia.
Na 1 ja d* u e Ht-t^oirtKtitos, do.Azi vedo,
i; 1 N iv n. I.J
Criadia fo!
Pr'*v*.-sr 'i- mu r'tido X ^UH ejvM*iolal : ;i T.alar im iO7f%Vn. i). 3.
Ven de-si?
oriepoi: -' > nm o Cor m I SaaMana 11. 180,
com pone' 1 fundo.
C'inpr.-te na lubrica Apollo ft ru do Hospicio
iiainero 79.
. \t
coBiroercio
Caixcir
Na ina da Palma n. 37, precisa-se de um cai-
xero com pratic de uiolhado e que d fiador
sua conduela.
:.!^ XO t.....1 vei.dido ncn fV be.'eeimento
de u ilmu 1 .i>i na dn s-l n. 24. da infinite de
Olinda. Sr Autopio R'"ir.gDe> Tavares, i'vre
> des. mh> niehau re qulqner < lilis, convida a
qu-in s julgai ii'iioi i h preseiit* r Miase mas,
n prasu de ir-s dn. contar da dat 1 tsente,
fieando 11 con.pr^'i. r sein ieponabnidaile a'gu
ion. depi is il- iiflo pri z .
Oiinua, 27 de Wai joH.|iiim Morcri Coelho.
Jairopli
Mattipocira
E.-se medicara'uto de mnn eficacia r coiihenida
110 beriberi e nutras snf*Wia <*ftrfli predomina a
bydropesia, fia-e moitiliei-io em H pr-pata-
cao, :rucas a urna 110V formula il- nln distineto
medico desta cidade, s-nd-i qne 'Oi:i ule o aballo
assijrinido esta liabiiiiado Dar* {> paial-*. demudo
a 111- lh..rar llie u RnSlO e eh-ir-, m-Bi to1via alte
rar-lhe as proprn-dd s ni- lu--i:n-'iitoi-as, que s--
conservain c m inenn- acfivid.ide, M) mi matul
em vistn do :< il.i ;mr que C elle tolerdo p"l i
es-t-magii.
('uro tei) N pli-iriniu-iH <;,.iic.-it,:*n-, 'a um do Marques J*
Dh-.-l 11 II.
eterra il- *!>
Attcnditc
Jos. >nniU'i B< lefbo, o bem cioiheeido fabri-
cante deiwaquets par- casamenta nnuiros acto*,
e captUs mortmiride de pv.peinas, tanto de do-
res naturaes caoio ariitcia^f. 1 fferece-se ao res-
pfitavel ptJblicu para tur pfMtrrada n ra Nova,
Uja de miudcaas 11. 20, e a rita da Cadeia do
Recife, loja de selleiro u. 43, prometreudo todo o
saseio e pmnptMao no seu trabaIbc.
IHA DE HONRA
[il>
0 InJI CHEVRIER
4 -UutnleeUAo pelo AIcatrAo,
*umco btlu.Ti.co, o Qua muito
augm$tt t* proprioanei do
o/to.
0 OLEO de FIGADO
BE UCSUO FERhbGINOSO
i a ur.lca onpancio oi/ permita
ulminiilnr o ferro um pro-
tuar PntJo de Veatre, nem
locommoo.
MPOSITO gcral HHS
21, mi do FnV-ostaurtR. 21
^^LCCTr\I^
'HEurn.

DIPLOMA DE BOltA]
SECUTADO roa TOBAS AS
Cele cridados Medicas!
DA Kll/.SCA B DA (UROA
SI
MOLESTIAS DO PE1T0.
affeccOes ESCROFULOSS I
CHLOROSIS,
ANEMIA, DEBILIDADE,
TSICA PULMONAR,
BRONCHITES, RACHITISHO
Vinho de Coca
UCKNCIAD06 en:.\ tNSl'KCTOniA DE IIYGIF.NE 110 IMI'F.RIO DO BRAZIU
^G1UPHIA Alify
DE
ALE1T0 IIENSOIEL & C.
.
2!!ii do i.;!r!0 da Vicloria-52
Este acreditado estabeleeimenti pli tographico participa no rfspeitavel publico,
que contina -; executar ns m-is ap-'-.''--igoados trabalhoa pelo systema uais moderno e
mais apreciado. Acha-sc linbitalo ;i salisfazer as rn:>is diffi cis exigen'jins, quer em
trabulhos pbotogrophicos, quer em pintura a ole".
Alm de seus trabalhos phmograpbicos que sao o;r demais conhecidos erjearre-
ga-se tanib'in de retratos a olno [vira o que j ce a lia entro nos de volca d<* sua va-
gem a Viennn n'Aiistria, on le vi-.it :i na principacs g>ljri.s, o eximio pintor Fi-rdinaad
Piere k, bisfant.1 conh-cilo i p-rfoigo de seus trabalhos, desde 1877, quundo aqu
esteve em nossa casa e ultiiin-m i tu o .nno passaio.
Para satisf:-zer <-in g"ral a todos que honraren! o no'so e-tabele -iinento com
suas enco ti'-nas iar:li;i- quo i.ii dos retratos, s'ja qual tur o systema, tambero
iJqu'ir vista ou piysagom, quer pbotographi.-as, quer pin-
'-1 ;.s ultimas o mu couheoido paysngista o Sr
m.ia p'ssoas o obsequia de lioor.irem com suas
ibe
en ioni'ui'ii i .-i
ido
encarrej i i >
tadas a oleo, s ti t-j
Tellea Jutii- r.
Koga-sn s Exionp. fnn...
visites dosso rstiliel-iciiiitnti, ou I tupre existe u:m magnifica exposigo dos trabalhos
que executiit!o< e onde t.uiibem os s-nhores vi.-itant-'S en-ontraro lli.tieza no tr
perfeigao nos trabalhos e i n.; i i i i 1 nos preyns.
C, Barza,
GERENTE.
Criado
Precisa se de um que si ja fiel ; na ra dt Im-
peratriz n. 86. 2 endar.
<^BB. ^^
Precisa-se de urna urna para cosnliar em casa
de ponea familia : nH ra du Marcilio Dias nu-
mero 26.
Um bom queijo bollan-
dez
E\I CASA DE
Mis Ploym&G.
_________Ri:ciri;________
Assucar refinado
Vende-se na refinaeao da rna do Coronel Suas-
suna n. 7, em arrobas por preQo commodo, e ent
kilos, Ia orte a 'Mil rs., 'J a 200 rs. e 3 a 160.
Telepboue=348
Ama
Precisa-se de urna am\ para cosinhar, que sejs,
de meia idade ; un ra Duque de Caxias u. 2.
,*&.
I. MniioeS ta 1.i:i:nrm;iia de
Palva
Manocl Gomes de Paivi e srus llbos agrade
cen do iutimj d'alma a loii-.a as pessoas que da
tao boa v- ntade se di^narain ao inpanhar a sua
ultima morada .s restos imita es te b!ia extremo-
sa esposa e mai, D. .Vlunuelia (iui hermina da
l'aivii : especialmente agradecen) digna iriaan-
dade Uo Senbor Boa) Jeim dos Affl'Ctos, pela fr-
m que de taj b ia v. ntade s prestaram ; e de
novnmc-nte os convidam. eatodis is parentes,
para :;.-.ii3trem as mi">as do Betn i da, que terao
lugar na igreja -i" S Jm- de Riba mar, pidas 6
hjr.-ib- da mauba du a. guirla-fe.ira 30 do correuto,
p- u que desde j se conf. sssm gratos por este
neto de ri I un o.
MammmmmmBBRtSBmMaaM^stUkwmkwmm
FILULAS
PURGATIVAS
doD'
FILULAS de cEztncto do Mxir Tnico Jknti-Caturhal
PAUL GAGE
Phar"de l'clase, U'em Medicina de laFacnltide de Pai
SICO PF.OrRlETAHIO D'ESTS MEDICAMEIIO
PARS. 0. rus da Srenelle-St-Germain, PiRlS
& PilulAB
| !::rtn' ii pri*pn*
rGuillie,
ilion i< 'i c inu
rutgiul -'
DE* vmUU as r>-:SIi!C'.'u:........LEGTIMAS P1LGL4S GDILLI preparadas por PAUL UAto.
:l-]m;m.- s nti / FRAN ifl. ua SILVA e C.
.alpsandrictn Catalcanfe de
Albnquerquc
Auna Vlrzaiidrnni C-v>.lci.ure -le Aiboquerqne,
Jo3o Pranoiic > de II i'luii la ('.ivaleint.-, Joaqun
Francisco ce II II nd Cavalcante (ausentes),
Mana Al xandrnu Cavalctnt-i Amirini, Antjuio
Le nardo e Men zea Ain rnn, Francisco Pedro
Bouitreau.t, Zulir.ra Cavn'cantii de Albuquerque
Boulitrea.ix, alfeiea Runo pi C.ivalcuute ^a Sil-
va Pessoi., agrade ir; c r-lialmenfe aos seus pa-
rentes i Iigos que .-' rnaram acompanbac ao
ccnuterio publico os rist-'o ;n irtaes de sua presa-
diaiina ini, B1 gra, tia >t .'. U. llrxandrina Ca-
vslcai-.tu -i-- A buqu ru" e de : ovo .s convidam
assistircm missss tpie, pilo e erno descanco
da iresma finndit, unue'a-n ri*sar na igreja da
Penha, no dia "0 >l crreme, ^ 7 horas da tna-
uhl, stimo dia do eeu passamentc.
CIVIVIMiCln BrlMlil
Ilcniiqui Biemi su., mulbc-r mandam cele-
brar ama liussa pjr alma -le sua p'C--ada mai e:
sogra, ua igrej ue Belein (Eucruzlhada), uo dia
.'.'0 o correnti-, s 8 horas fia manba, anniversa-
rio do seu fallecimento, e convidan os seus amibos
para assistirem a i-stn m-to de rebgiao.
Em beneficio k Siislrucca Publica da provincia
Esta lotera e dividida em 5 partes
Exlraccao da 1" parte da 1.a loleria
Sabbado, 8 do corren te
Bilhetes venda na Casa Feliz praca da
Independencia ns. 36 e ->7; Casa da Fortuna,
ra I. de Marco n. 23; Roda da Fortuna, ra
Larga do Rosario n. 36.
Mella
PERFUMARA
par;
Segredo da Ju ventado
LAFERRIRE
PARIZ
Segredo da Juventude
OLEO LAFERRIRE
Para o* Cabctlj<.
ESSENCIAS DIVERSAS
AGUA LAFERRIRE
POS LAFERRIRE
Para /.-fu. ^Tf-ffljfiUP"^ "" L"
PRODUCTOS HYGIENICOS para conservar a Belleza do Rosto e do Corpo.
mkm, rilA''-.M ri p'T.v\.- r-e na* prnripae Pcrfnm.-iH.is 13 Cil^ll.-reros
llajnr Hiu-i:- s Amonio
ITninb.irtin
Mara Anglica Tnn.b-rim, Emi iano Ernesto
do Mello Tamuoriin, >u-i n.ulber e lilhos, Henri-
que Ewbank de Mi lio T. mi, r in, c 1 vidam aspes-
s na de sua Jimi3.de e do luad do e to ini'jur Migutl Am nio de Mello Tambo-
riin, para MStiatir-111 i.s missas que mnndamcele-
brur 1111 igreja da jaiitn Cruz, Babbado 28 do cor-
rente, p-las 8 horas d>. 111 -.nlii, 31!" dia djseu paa-
sxu.ento, e pelo que aniecipam os seus agradeci-
mcuios. _____
A
-.
. de ^Hia SSI&L
(18 33. LES.0Y, Ffiariaacaulicq de F Classs, 2, rna Daucon, PARS
UO id. imL4J.i.\SS/ ii. i iuuiiu"" .--v, -, ...---------, --------
OSTROdEXJ.O para > BjniTulrlBcaU a fliatif iu Criaocas. cMtM o Racnit.-un: i SolKtla oi OBU.
ReccrainiBstiHis este Xarope a s Mdicos e aos Doentes. de um sabor agradavel, de asslml-
laeiio f.-cll e mil vow- superior a lodoso xaroposde lacio-pliospliaio ivcntadosDolaeepecu-
icau ToUos sao cidos ao nosso mo o SU-s-liato de Cal Gelatinoso cao o e
VINHO PHSPHATADO DE LEROV r^S^S!"
cerna, Cowmmpeo, Bro chite chronicajisica, Fraqucza orgnica, Convatezoencas tfifBoatt.
l>.-....si-.-n-io em Peenembw. : FRAN- M. il-i SILVA < O*.
VaSMSMBSMSSS
l'rnnelKrii Amonio da Wilva
C ;i <-ai: Ir
Maria Rita da 8lv (^.valcante. Francisco de
Assis da Silva Cavaleanle, Cordulma Amalia Ca-
valcante Lima, Dclpliii-ii Muigarda Cavalcante
Toledo, Zulmini Asteiii d Silva Lovalcante.,
francisca Amia da f>ilva C--v!cante, Antonio
, Ciudido Guimsraes da Silva e 6iia esposa Fran-
j cisca Juvnntina Gumariles d* Silva e eros, anda
sob h msis do'orni-i. nr p-e.-.-ao, af;r;iu'ecem oca-
ndeso ob3ii|ino oV lodos qu,- ncuupnnharam ao
ceini- rio os natos ii-orim'r io sen imio presado
<: vniidi so rsp>so, ():-;, eogrn e av, Francisco Au-
tonio dn n Ivn fav-ii.-nti., e pede ni s mesinas
jessoas e : que se digneon do nssisln s iiiissus t|ue mandam
icsar p' Ij eterno ri-|i u.-o de sna iIihb, segunda-
liirn 30 de Maio, a 7 hor-s da in.inlia. ua matrix
da Boa-Vista, stimo di* .:> .-cu jji.ts^inento ; pelo
que secoiifessara ditdo j eteriiaiamie agiafc-
CldiH.
ile Sarco n.
I'arti ipni ai> r-8piavel publii:.. qu-, tendo augmentado sen
*-bt>-li I-iu-tito "i.. JOIAS com R18 Ulll. SOCrao, Uo (.uvimeiito terreo,
....... 4totl4iM e-. .nt-n .fe ELECTRu-PLrVTE, *"
Ex -.*. e.^iliH- eeu i.ii...r"8'is freguesa pr vi.-ir.r k.-h -atai-elt!-
imi i-, -n-le .1.. i-iitiar"... um n^uissiiuo anr'i.nenio de. a* -le .uro e
pr.ti., j.f I !>, l.r..^iite e iMItm pedr-a |,recios.H, < r.logio .le ..uro.
urvta t.'lc- I.
(J, arti-:s qu "-eli-m directamente por toii.-s o* vap^r slfl
x- -nta.ioH p. I-a m-ia f <: K-'>8 9specialit=is e abricaiitea da Kuf-pa e
gstsAidi-Unidoa.
A ur .ii.s J>*t do mhido vhlor ailiarao urna grsnde vartedade
le objict-.s de otiro, prata < cl-mr pate, pruprios pita presentes do
.asatnrntcs, b. plisados e .-nniveraaries.
Nern em rclaytlo a pr.yo, o neiu qualidade, os objectos aciisu
mencionados, enoontrarao concurrencia n'esta pra9a. .
;uiir>rrminsi do- Paftftoai
s/iun.-iron
Mara Joserbina d>- Qu.-iri.gH nanifesta-se pro-
fond-mente t-gradrei-t .. t. dos i.s cavalleiroi que
se diguaiain acomparb- r ao cemiti-io publico os
restos mirlaos ce su id.''inm lis, Guilher-
mina dos r'assoa Fipoei.a ; e de novo roga aos
iiicmos e a tod:is n nvssoas de ^u amizade 0
earidosu ob=equi'i dn i3?i!-trem s inissas que
msnda lesnr no Bel mu du. n- igr-ja da veneravel
ordein lerceira de Crino, As 7 l|* b ras da ma-
ulla de SKboado 28 do > r- ule, .- HUtoeipa a sua
tema grat'dio a foii < que c ii-pniecercm a este
a< to de rel'gtr' e coii.l>le.
.....jaaamm
Uooalin Mrl Mrli
Antoni. Jm M.rt,,,. m-guM.a.1 mais pT-
fanda do, pelo inf,...to p.^nu. ..lo Ce su. exOe-
1,00 mii, Rosal- AI-.., M.t.^, "*'*,**
uiisans na m-'ri aa Ho-..\.st-, pelas 8 horas da
m.nha de 8nbbado 28 J corr. nte, ttigeaimo da
de seu ps*meuto ; convida ao< seus amigos
assistir a .st ac:o de i elidido e ca idade, pela
que se confesa ete rniinentegrato^^^^^^^^

1 HUTHAOO


(HMMMHH
H^MMMMM


i
>-
Diario de Penmmbuct-- Sabbado 28 de Maio de IS87
BRavais
combate
COM
eicacia
Aluga~sc barato
Bu Viacoade da Itaparica u. 43, armasen.
Ra Coronel Suassuua n. 141, quarto.
Raa de Santo Amaro n. 14, loja
Roa do Crredor do Bispo n. 18,
Tratb-M na ra do Cownv-reio n. &, 1 andar
oriptori de Silva (Juimaraca C. _______
Juta
ana caa M sotao, edificada a moderna, com
aecommodaco para familia, sitio pequeo, entie
as duaa estacoea Jaqueira e Tamarineira.
(H IB a
Urna casa nova em frente do Sr. Thom, propna
para pequea familia, entr; Jaqueira e Taman-
aeira ; a tratar na ra Priiieiro de Marco o. 25,
lejadejoiag. ^________
Ama
Precisa-se de urna ama para o servico de urna
casa de pouca familia ; na ra Nova n. 14, se-
guudo andar.
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de peqaena
familia ; a tratar na ra do Pajsand n. 19, Pas-
sagem da Magdalena.
Ama
Precisa-se de urna ama para lavar e eagommar;
na ra Primeiro de Marco n. 16.
Alus-a-se
a casa terrea 4 ra do Hospicio n. 70 ; a tratar
aa mesma ra u. 81.
Maohiga ioglcza
Tem para vender em latas com meio kil cada
maa7(0rs. A'itcnio Duarle, ra da Umo
n. 54 e Arthur G.nCMlves Majaes, ra da Au-
rora n. 85, conlronti.ndo-sc com & estacio de
linda.________________________________________
Xarope de cambar guaco e bal
s;imo de Tol
reparado pelo pharmaecutico Jos Francisco
Bitteucuuit
E' um p.deroso prrparacio para todas ss flfiVc-
eoes dos orgoa rcspii aterios, como cutarrho pul-
onar, astbina, coqtn luche, bronebite, paeumo
ala, tisiea, etc., etc.
Cada frasco 1*000
Deposito na Pbarmacia Central, ra do Impera-
dor n. iS PeroamDaco.
Semen les k carrapato
Compra-s grandes e pcqiiem.s quuntidades : I
aa drogara de Fn ncieco M. i Suva c C, ra j
io Mrquez d>- Olio la n. 23.
Animal furtado
Furtaram do cercadr do ntrenbo Sania Luzia
Contra-acuda, termo de (j loielleira, cstacao
de Kio-irao, urna g >a mellada. Bem firro. bou de
passo e baiz''ira, tl prenb" e aiuda a i ite,
pjis dtixou a cria ; quetn a sppreben !er p li
ou der noticias certas no referido engenho s-'r
bem recompensado. O furto deu-?e na noite de
11 para 12 do corrente. Eg:nho Santa Luzia,
44 de Maio de 1887.
Ama
Precisa-se de urna menina de 12 a 15 anuos,
para andar com urna enanca ; na Caa Foite,
ra Real n. 20.
AMA
Precisa-se de urna ama para cosinhar em casa
de posea familia ; na ra Augusta n. 274.
Ama
Precisa-se de urna ana de boa conducta, para
casa de familia de duas pessoas, o que durma em
casa ; a tratar na Capuoga, ra de Joaquim Na-
baeo n. 10.
Ama
Prccisa-se de urna ama que cosinhe, lave e en-
gemme. para tres pessoas ; a tratar na large do
Charco n. 21.
Tricofero de Barry
Garntese que faz nas-
cerecrescer o cabello anda
ios mais calvos, cora a
cinha e a caspa e removo
todas os impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente impee o cabello
do cahir on de embranqno-
rei, e infallivelmente o
ferna espesso, macio, lus-
ti oso e abundante.
ANEMIA, CHL0R0SIS CORES PALUDAS
Acconselhadocom ptimo xito spessas fracas o atontadaspredispostas ao empotrecimento do sangr. ".Te
comise de oito adoze gottas cada refeigo. ^rumorosas imitaces. Exigir a firma B. BRAVAIS
_______________imprimida vormeliA. Deposito na mor parte das Pharmacias.
WHISKY
ROYAL BLEND marca V1ADO
Bate excellente Whisky Escosse .eriv
io cognac ou aguarden* de canna, para fortifica
) corpo.
Vende-se a retalho nos n ihores armaaen
nolhados.
Pede BOYAL BLEND marca VIADO cojo n,
one e emblema sao registrados para todo o Braat
_____ BROWNS x C, apentes
Cabriolets
rmjs*
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E' o nico perfume no man-
do que tem a approva^ilo oficial da
ara Governo. Tem duas vezes
mais fragrancia qnoqnalqner outra
ednraodobro do tempo. E'muito
mais rica, suave o deliciosa. F.'
umita mais fina e delicada. E'
mais permanente e agradavel no
lenc.o. 2 loas rezas mais refres-
canto no banno ce onart do
lente. E' especifico contra a
frouxidao e debilidade. Cura as
dores de cabeca, os cansacos e os
^ desmaios.
Xarope Je Yifla Se Eenter So. i
Vende-se dons cabriolets, sendo um descoberu
e outro coberto, em perfeito estado, para um ou
ioos cavallos; tratar ra Duque de Caxia
n. 47. *
Ama
Precisa-se de urna que cosinbe bem[: na ra
da I'i.peratriz n. 86, 2* andar.
Ama
Precea-8e de urna ama para cosinhar e mr.is.
servicos deu-esticos de urna casa de pequea fa- ,
milia ; a tratar na estrada do Kosarinbo, sitio n. !
5, ca*n am-iri'l.
Ama de lcite
Preeisu-se de urna na ra de Hurtas n. 118.
JTTES DK rsAI-O. BPOIS DB SAL-O.
Cura positiva e radical de todas as formasde
lecrofulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
AflecfSes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perda do Cabello, e de todas as do-
eneas do isengac, Figado, e Bins. Garante-sa
que parifica, enriquece e vitalisa o Sangue
e restaura e renova o systema inteiro. 0
Sabao Cnrativo de Reter
A^ Florida
Ra Duque de Caiias a. to
Chama se a attenco das Exmas. familias par
os procos secuiutes :
Ciatos a 10O0.
Luvas de pellica por 24500.
Lavas de seda cor granada a 2t, HJ500 e 3i
o par.
Fitas de velludo a. 9 a 600 rs, n. 5 a 400 rs. c
metro.
Albuns de 1500, 21, 3*, ate 8*.
Bamcs de flores finas a 1)1500.
Luvas de E9cossia ptra menina, lisas e bord
das, a 800 e 1 o par.
Porta-retrato a 500 rv, 14, 1*500 e 2*.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Anquinhas de 2*, 2*500 e 3* urna.
Plisses de 2 a 3 ordens a 400, 500 e 600 rs
Espartilho Boa Figura a 4*500.
dem La Figurine & 5*000.
Pentea para coe com inscripcSo.
Enchovaes para batizados a 8, 9, e 12*000
1 caixa de papel e 100 envelopes per 800 ri
Capilla e veus para noivas
Suspensorios americanos a 2*500
La para bordar a 2*800 a libra
Mo de ptpel de cores a 200 ris
Estojos para crochet a i$000 rs
Bico de cores 2, 3, e 4 dedos
A LA REINE DES FLE'JRS
Ramalbetes Hoyos
L T. Pivem PARS
Mascotte
PERFUME PORTE-BONHEUR
Extracto de Corylopsis do Japoj
PERFUMES EXQUISITOS :
Bouquet Zamora Anona du Bengale
Cydon-a de Chine
Stephania d'Australie
Helflotrope blanc Gardenia
Bouquet da l'AmifciV/hitc Rcso c Kezanlik Polytlor oriental I
Brise de Nice Bouquet 6e Reino des Prs, etc.
ESENCIAS CONCENRAOAsIr QUALIDADE EXTRA
>;
M
^spoaitoi as principaes Perfumaras, Pharuiacias e CabeU
-..reros u*"
\ ni a deleite
Precisa-te de urna ama de ljitc ; a tratar na
ra iio cisoonde de Inbama, antiga Bangc-1, n.
23, 2- i udhr.
20 -Ra \, de Marco (j mtn ao Louvre)- 20
Adimirem os precos
Bramante de linho, cora 10 palmos, a l$'JO0, o metro.
Bramautos de j.ldao, com 4 1-rguras, a 800 rs., 1)5000 e 1J100, o metro.
MadapulSes, a 3800, 4^000, 5-5000, 5*500 e 63000, a peca.
Ditos annricanos, com 24 jardas, a 7^800 e 80000, a peya.
Algoooes, a 30000, 40000, 4,57)00, 50000 e 50500, a pega.
Cretones oscuros, i-Ores fixas, a 320 e 360 rs., o eovado.
Ditos claros, luidos pa lr5es, a 280, 300 e 320 rs., o cov:sdo.
Percalas de cores, faZsoda superior, a 240 rs., o eovado.
Ditos de cures escuras 200 rs o co?.de.
Z phyres df core-, a 160, 180, 200 e 240 rs., o eovado ; muito largos.
-Setietas, de cures, a 320, 3o0, 400 e 440 rs., o eovado.
Creps de cores, para acabar, a 360, o eovado
Batistes de cores, rauito largas, a 160, 240, e 280 rs., o eovado.
Cambraia8 brancas bordadas, a 50500, a peja com 8 1/2 varas.
Diiiis, em ret.ilb.os, a 700 rs a var*.
Alpacas d. cores, lisas, de prey/i de 600 rs., o eovado, por 280 rs., o eovado.
Sargelins de todas as cores, Ha raelhir qualidade, a 240 rs o eovado.
Chitas iin Gangis muito finas, cou linios desmhos, a 280 e 300 rs., o eovado.
Esguio pardo, para vestidos e vestuarios de crianzas, a 380 rs., o eovado.
Pao da Costa, de litras, a 10100, o eovado.
Dito dito, de quadros, a 10100, o eovado.
Brins de cores para calcas, a 240 rs., o eovado.
Ditos de linho de coses, a 105OO, 10800 e 20200, a vra.
Dito de dito branco n. 6, a 20100, a vera.
Casemiras de coi es, para costumes, a 10800, o eovado.
Ditas em cortes para caigas, couj lisras de c'a, a 60000 e 100000, am.
Cobertas forradas, com dous pannos, a 30000, urna.
]>n5Je8 de linho e algodao, a 20000 e 3000, um.
Cortinados de cambraia bordarla, a 60)00 e 80000, o par.
Chambres para hornero, a 50000 e 60000, uro.
Toninas felpudas para rosto, i 30500 e 50000, a duzia.
Ditas granies, para banh-.s, a 105JJ, urna.
Espartilhus tinos de todos os nmeros, para spnhora. a 50000, um.
Babadcs e entreaieios bordados de 50'* a 20000, a peca.
Fieba, de linho, renda i >8, a 20001 e 205.0, ura.
Ditos, d la, felpudos, a 5000, um.
Lengos bran-os, a 10^00, a duzia.
Ditos de esguio de liobo, a 40500, a duzia.
ll-das de tres, lisas, para homeos, a 40800, a duzia.
Dit is de fio de Es ossia, eruas, para ho uens, a 110'KX), a duzia.
Dit*8 ditas, rendadas p^ra meniucs de 6 mezes cima, a 500 rs., o par.
Ditas de la, de cores, pnra boinens, a 10200, o par.
Ditas de algedo, de cores, com lietras, muito fiuas para senhora, a 100000 e
14#000, a Cuzia.
Camisas de IS, s?m punho e sem collarinhos, por b rato preco.
Colletes de fl .nella com mangase sem ellas, d-. diflf-rentes precos.
Costumps de banho de mar, para senhora, a 100000 um
Ditos de dito, para hmeos, a 80000, um.
Ditos de oito, para meninos, a 50000, u-o.
Sapatos para o roesmo tm de differeotes tamanhos.
Grande s rtimento d ariigos para hou.eos, sendo: de camisas de linho, ditas
ie roeias, gravatas, puuhos, cdlarinhos, ceroulas e rouitos outros que lembraremos na
presenea (l'aquellrs que se diguarem visitar o nosso estabclecimento.
V ra Primeiro de Marco i). 20
Te ephune n IS
Para o Banho, Toilette, Crian-
8as e para a cura das moles-
as da pelle de todas as especies
em todos os periodos.
Approvados e autorisad'.s pela inspecto-
ria geral de hygienne do Rio de Janeiro.
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco M.-moe! da Silva & C.
Tnico de miilaniia
C'oiipo-o com quina e glyce-
rina
CONTBA A< CASPAS
22 = Eua Larga do Botario = 22
Eneuio
de largura a 3*1 >00, 4000 e bOOO s peca
Lpques transparentes a 3000
dem preto a 2000
Lindos Broxes a 3000 1()J0 e 500 ris
Leques para menina a 200 ris.
Lii:h:i para machina a 800 ris a duzia, (CBK.
Bordados com duis dedos de largura 60o ris.
3 de4os 80W ris, 4 dedos 1 >()0.
Garrafa d'agua Florida 800 rs.
Leques com borlofa a 800 rs.
Bic>3 brane s para s-fineta, eretoue e chita pa-
ra correr b'ibados a 100, a l50) a p 10 varas, barato.!
Albuns de chagrera, veludo e verbotina para
50 e 60 retrntos a 6, ? e 8*000.
Meias de Escossia para senborns, a 1 500 o par.
Lencos de linho em lindas caizas,
Bico das lillas mullo fino proprio para toalhas
e saias.
dem japonez proprio para al vas e requets e
toalhas de altar.
dem braocos com 5 dedos de largura, a 31000
a peca com 10 varas.
Caizas com s-irtes de jog;o de mgica proprios
para salau, a 54000.
Sabonetes de deversas qualidades.
Bolsas dp couro para menina de escola.
Oollarinho de linho a it>0 ris um.
brande pertiincha em eipartillio*
de linho a SSOOO. am.
BARBOSA & SAONTS
A REVOLUfAO
0 48 a Ra Duque de Cavias
Tendo recekldo directamente um completo sortimenlo de fizendas
que vendem por presos que adiuiraoi
Lin-ias cachemiras bordadas a seda, a 7(J0 rs., cov,-.do.
Arrenda-se o engenho Mnssabiba, urna legoa
distante da cidade de Jiboat, e outr>i da esta-
(ao ae S. L-un-eeo. com ezlensas trras e matas.
T.-imbf m 8" vende ou retalba-se em si03 von-
'ade dos compradores, todos ci-.m gua correntt
na fente ; a tiatar na ra Primeiio de Mar^o,
loja n. 17.
Engenhr Dous Irmili s
A ei-mpanhia do Reberibe airon-'a a parte
agricjla do engeuho D ms Iroio?, por praso de
eeisauu.-s, sob as condico--s pira ess .- fim esta-
belecida, e que os preteudentrs p dem ezaminar
nesto escriptorij.
As prapostas eeraj apre^entadas em carta fe-
chada u*> din 30 ao meio di>:, o aberras na presen-
ca des preteudeutes, eiu s guida ao receoimeuto
das mesinas.
Recife, 17 de Maio do 1887.
Joe Eustaqiii-j Perreira Jacobina,
Ser rotarin.
%^l la
Va Prav'A ^ Conde
d'Eu n. 7 2o and r,
precisa-sc de urna co-
zinheira para c sa de
pequea ftinilia.
VENDAS
Vende-se o hotel d>i ra de Mariz e Barros
bem afreguetado, por ter de retirr-se od pro-
prietario; qn>m ret. nder dirija-se uo mesmo
botel n. 5, que i nc ntrar com quem tratar.
AMARAL & C.
GOTTA, E.HEUMATISMO, DORES
SoLugo do Doutor Clin
Laureado da Ftculdidt da Medicina da Pars. Prtmio Hontyon.
i
A Verdadeira Solomo CLIN ao Salicylato da Soda emprega-ae para curar:
I i AffecgSes Rheumatismae ogudaa e ckronieoa, o Rheumatismo gottoso,
ar Dores articulares e 'Aniculares, e todas as vezes que neeesaarto calmar os
soirrimentos occasionad'/S por estas molestias.
A Verdadeira Solucao CLIN o melhor remedio contra o Rhenmatlamo,
a Ootta e as Doree.
US Umi axalieacio detalhada aecmpanha aada frasco.
V Erigir a Verdadeira Solnc&o de CLIN 4 C, de PARS, ees m
ao doa Drogvitta* Pkarmaeeutieot.
Linn com salpicos, fazenda muito larga, a 600 rs., eovado.
Las com hV.rinhas, novMade, a 5G0 rs., eovado.
Ditas com qu^.drinho8, a 400 rs., eovado.
Lindas alpacas de cores, a 320 rs., eovado
Ricas pecus de etaimne, njodernissimo, ti 1050 V, peca.
Cambraia borlada, a 5590 e 6-5500, peca.
Ri-as gn irniyl s d. viludilho, b-.rdalas a vehilii < 6-5500, htju.
Lindos (iaina t, 320 rs., cavado.
Gorgoriu .s da listrinhas, a 320 rs., eovado.
Fusi5s vie Ores, a 320 e 400 rs, ovado.
Uito bran.:o, 400, 440, 500 e 640 is., colado.
Linhos eseocezs, a 200 e 240 rs., eovado.
L esc-o "zs, a 120 rs., eovado.
S'-iinetas fi :.s, a 320 rs., eovado.
V- ludilno-, lisos e lavrados, a l^OCK) e 1^200, eovado.
Ditos bardados a retroz de s a, a 1$S00, 'ovado.
Cortes de esc! emira para v-;?,tido, gosto eseot-ez, a 205000.
Toilets para baptisados, a H>000 e 125000, um.
linda do Japao, novidade, a 200 rs., eovado.
Cortes de fu.-tao para collete, a 15"00, um.
Camisas pra sruhora, a 30^000 e 4S5000, duzia.
Oortinados bordados, a 65500, 75000 e 950'M, p^r.
Espartilhos de couraga, finos, a 45000, 55000, 65000 e 75500, um
Colchas de cor.s, a 25000, 45800, 55500 e 650<'0. urna.
L-ncos de esguio, a 25000, 25400, 25800 e 45000, duzia.
Fichs de retroz com palmas de si-la, a 15000 e 15500, um.
M-ias para s-n!i .ra, a 35000, 450 % 55500, 65000 at 155000, a duzia.
Ditas para hom m, a 25400, 2;y00, 35000, 45000, 55500 e 75000, duzia.
Grande sor ti ment de madapoles e algoHoes, brins de cores e brancos, case-
miras p-etas e de cores, clieyiote e muitos outros artigeos de phantasia.
S NA RBVOlifAO
48B0 DQH DE CAIIAS--48
Henrique da Suva Moroira
ms -xas
"^9aVK.iyji.T3ysrmffxx^
OLLARES fiOYER
igni
t <
DMm
Vende-se na ph iii.aeia du Dr. babiuo, ruado
BarSo da Vi -lona n 43.
Cofres de fe ro
Carlos Sinden re-
cebeu, em con^i^,na-
prova de fogo, Assiin
como cha preto de su-
perior qualidade, e'
vende por precos mais
barato que outro qual-
quer.
48- Ra do Baro lia Vi tari t-48
Mis ms
Rect?b*u a Eipomcao Central, a ra larga do
Rosario o 88 ^^^^__^^__ _________ I
Livramento & i\ \
vendem cimento port'aod, marra Robioa, de 1*
qaalidade ; no cava do Apollo u. 45.
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Na foja das Listras 4/ues
A" na Unqnc de Caxias n. tt I
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tras que se do sem peuhor ua L.j<* da
LIxIiho Aiue* de
lstro-KxgnaUc
Mvtt tai+mOJ it denii{tt" Matra u
GK>BTVHa7X.CIOE;a
i tm rioun i MmjM m uuifis
Os COLLARES ITQI^mMh k* mais
de 20 annoa, aiu os uiicoaque pretaer'o
realmeaU ai creuou *m OO VULSES
' judmttdo ato m$asm tampo a Para vitar ar FalatUosoAae f> aa ImtcavAaa. Mija-*e {#
'smiran t>-.. tatmMatintm nana ta fabrica irntr**** eo variaOtvv
***W*^iMliJM6im10Mt.WMMicrta..'ia6 *^*ifajUe**JaK**s
Lotera da Provincia
S r hreyemente annunciado o dia que
dere ser extrahida a 4.a parte da lotera em
beneficio da matriz de Itamb, no consistorio
da igreja dcNossa Senhora da Conceco dos
| Militares, onde se acharo expostas as urnas
c as espheras arrumadas em ordem numrica
Jts Augusto Das
Grande sortimenlo
Fogfls
DE
c serles
para os fesfejos das noites de
J.iu e S. Pedro.
S.nto Antonio, S.
lia noriflaio
Vende-se por pri 5 s muito rasoaveis e faz sj
grande diff-renca em por^o.
I, kna do Bario da Victoria 1
Lojji do Soiiza
Terreno
Vende-se um terreno confronte a estacio do
Princ pe, estrada de Joao de Batroa, com 90 pal*
mos de frente e baataites fnndos, e om alieerces
para 3 easas; 4 tratar oa rn d'Apollo n. 80, pri-
cifo andar
Cimeniu paienie i'ortianri, marea
Robinia Loni'on \iirifeeia
Keal
Vendem Livramento 01 C, no cae do Apollo
natnem 45.____________________
bobrado a vender-se
Vende-te o sobrado n 87 i roa da Anrora, em
frente a ponte de Santa Isabel ; quem pretender,
ide entender-te com o orrector Pedro Jote Pin
te, na praea do Commerclo.
ORIZA LflCTE CREME ORIZA -"OflIZA VELOUTE
aos Consummidores
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PARS 207, Ra Saint-Honor, 207 PARS
OS PRODUCTOS OA PERFUMARA ORIZA L.LEGRAND
devetn aett hu-ve nao e favor publico :
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Q apparencia exterior tiestas irnitacdes sendo idntica aos Verdm-
^ dviroM fro precaver contra este commercio illicito e considerar como ^T
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vendido por casas pouco honradas. j^f^
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> tan iiannim adoptado por todos oa Mdicos da :
CMoresis, '
iZVZZ, ?^mi^^h^Sc%a^c1aT^M?&
\txia, Macroflai, MacMtitmo, ilwwfil
Hra, coirre
n.
1 ta Gfcrtht-im



MMMBMHMH
8
Diario de PcrnsmbncoSabbado 28 de Maio de 1887
ASSEIBLE1 GERAL
cargo, da alta confianga, de ajudante-gene- .dos hnralos inembroa da opposigSo Es
i i ___?._ o /M\inint>n na sari"* a Ar.tiinr i patai
8GKADO
SESSA EM 16 DE MAIO DE 1887
PRESIDENCIA DO SR. CANSANSAO DE SIXIMBU*
1. V1CE-PBESIDESTE
Corrido o esarutino para a eleigo de
presidente, foram reeoliiidas 48 sedlas
sendo duas em branca e sahe eleito o Sr.
Cansansao de Siuimb por 43 votos.
Tendo fieado vago o cargo de 1. vice-
presidente, eorrendo o escrutinio sabe eleito
para este cargo o Sr. Cruz Machado coto
31 votos.
Para a vaga do cargo de 2." vice pre-
sidente corre o escrutinio e sahe eleto o
Sr. Nunes Gongalves p.r 36 votos.
REORGANISACAO MINISTERIAL
O Sr. Baro de Cotegipe (preai-
dente do conselho) diz que o Sena io deu-
lhe prova de consideragao, que muitj agr
deco, suspendendo a ultima sessao cora o
fim de ouvir explieagSes a respeito da re-
cente rao-ganisago ministerial. Esta de-
sejo nao pdese referir retirada do no-
bre ex-coioiatro da guorra, porquanto a tal
respaito as explicacoes j toro dadas no
Senado pelo orador antes de o seren na
outra cmara, e foram all repetidas nos
meemos termos. E' um ponto, portanto,
que est liquidado.
Quanto a mudanga das pastas nada tem
a dizer senao o que disse na outra cmara,
iato que a poltica do ministerio contina
sem alteracao alguma.
Se, porm, a demora da discussao teve
por fim provocar outras expli'-..c-'S que o
nobre senador pelo Maranhao deseje, ou
outros nobres senadores, o orador aqui
est disposigao de Ss- Excs. para res-
ponder conforma suas fracas forjas.
O Sr. Antonio Prado considera
de seu dever dar ao Senado a expUcayo
da sua retirada do gabinete.
Noraeado sanador, apresantou ao nobre
presidente do conselho o pedido de sua de-
misso, porque a sua entrada para o Se-
nado collocra o ministerio em situago
pouco parlamentar. S. Exc aceedendo a
este pedido, obteve de. S. M. o Imperador
a exonerago do orador, do cargo de minis-
tro das obras publicas.
Nenhum outro motivo deter ainou o pro-
cedimento que teve: o como sanador con-
tina a prestar todo seu apoio ao gabi-
nete.
O Sr. Maulas entende que as poucaa
palavras do aobre presidente do conselho
nao podera nem satisfazer io Seusio, nem
corresponder ao que se ot passando na
capital do Imperio, e naturalmente em to-
dos os potitos d.sta quj se communicam
pelo telegr ipho.
S. Esa. limitou-se a tao pouco que, a
nao querer privar o Sado do que parece
ser seu direito saber, besitou em tomar a
iniciativa sobre u:n ponto delicado e ciffi-
cil, mas que urge Ber declarado, .-.preciado
e discutido petas representantes da nago.
Disse o nobre presidente do conselho que
j bavia dado so Senado, ;.nte> >ie (tur a
Cmara des Diputados, os motivas da re-
tirada do a.bro ex-miaistro da guerra,
mas S. Exc. esqueeeu-se de que Ues ido
tivos nao foram dados. O qua se sabe
que houve divergencia entre CFnohra ex
ministro e os suus collegas de gabinete :
que a retirada da 3. Exc. foi devida a
divergencias, facto que uinguem pi e i
duvida; o que o paiz ainda ignir* em
que onsiatiraro ellas, porque at o mo-
mento da sabida do nobre ex-ministro da
ral do txercito
Quer isto dizer que houve serios moti
vos para divergencia. O geverno recusou-
se a mandar caacellar as reprehensSes a
offi-iaes do osercito, porque haviam recor-
rido imprensa para defenlerera se da ac-
cusagoos graves, que julgaram injustas
Sa o proprio governo, no augoda ques-
tao, abri anta vlvula, coasu'.tou o consu-
lto supremo militar, e eonformou-se cora o
narecer doste; a quasta assuma maior
imoortancia deste qu-> o governo, conside-
rando, com o conselho supremo, inmnsti-
tucionaes os avisos em que sa fundaram as
roprehensias, oattetanto raanteve-as, dri-
zando subsistir na f da offio d' quillas
officiaes a nadoa que elles ontendara devar
ser apagada.
Desde que o governo ouvio o conselho
supremo militar o conformou-se com o pa-
recer desta, estava na obrigiga de com-
pletar o s"u actq; tudo o que nli fr isto
e niautar urna quasto que a todos tanto
preoecupa o cujas conseqa.ancias ni) se
u le presontameate metlir.
Esta questao at o presenta nao tomou
tego uartidaria; os representantes libe
raes tcm-se abstido, ou se tm intarvindo
para enjaminha la pelo terreno le^al e
constitucional. Pena e que o governo nao
tenha sabido aproveitar esta boa vontade
de lodos, e por fatalidada que todos di-pla-
rm trouxesse as cousas s conjuncturas
extremas o dificeis em que so achara.
!-!' necessario qua o g'iverno se tarne
mais claro, que diga como encara os ulti
oos acontecimeatos : sa se acha prepara-
do para maater-se no terreno que se col-
locou ; ou se vai iniciar nov3 politica em
ordeui a fazer desapparecer este estado da
cousas.
Quer o priocipio de autoridada salvo, a
disciplina militar em toda a exteosao, i
obodiencia militar mantida, mas qua obe-
diencia esta ? A o'oedianeia pasaiv/, 1
nao. Nioguem a tem, ninguam a deve ter,
nem o escravo! A obediencia ha de conci-
liar-sa com a le, com o conjuncto de pre-
caitos e regras qua constituem a discipli-
na. O militar que os infringe, incorre as
penas de direito.
Mas se o priprio governo, esqueciio de
80U3 deveres, elle, o depositario por excel-
encia do respaito lei, a garanta de to-
dos os dircitos, afasta-so de qualquer for-
ma desse o deveres, nao pode escapar cen-
sura: a obedieacia acaba onde camega a
iilegalidade.
Porque guardar mysteno sobre 03 mo-
tivos da retirada do nobre ex-miaistro da
guerra? Pertsncem ao dominio publico:
todos ten o direito de sabe-las ; at por-
que j sa disse que as divergencias nasoe-
ra:-a de querer o nobre ex ministro medidas
de rigor, enrgicas, que o ministerio entou-
deu nao s^rem opportunas. Ora, o qua re-
sulta disto? qu todo o ministerio enteo-
deu que cumpria t>mar oppartunam-?nte
\x- lidas de r.-preasao : mas qua o uabra
ex ministro da guerra, mais impaciente,
quera toma las immediat.mente, dabi a
divergencia qu-> determinou retirada de
um ministro. Mas o nobre presidente do
coaseiho dedarou na outra cmara que es-
sas medidas ainda poderia e tomadas. t
Tudo isto, portanto, e ao governo tem
c dever do quebrar o iiupoa silencio que
guardado, de ser franco e de vir buscar
no -i> do parlamento e na nagaa a forga
que Ins vai faltando, para conservarse
frente da administraco.
Em um paiz de publiciiade e de reapon
sabili !ado o governo nao pola vivar de
o-uerra era constante qua a poiitija por roysterio. Diga o uobre presidente do con-
sulho em ame do governe: varos prati-
car taes e taes medidas; estamos armados
da todos os meios, apliados ni direito e na
lei, para tirar a nacjlo da tristissima cm-
juntura em que ella se v : faga isto, e das
consuquencias sera) responsaveis, aquel-
es que ulo coahccem as circumstancias,
ou que conhecando as, nSolhe querem dar
remedio. E' cscusado dizer que o primeiro
chamado a dar remedio a difficuldades
que encranos o governo do paiz. E,
pois delle espera as explicacois que sao
indispensaveis.
O Sr Baro de Cteglpe (presi
dente do conselho) ja sabia que o debate
nao recahiria sobra a organisajSo minis-
teri;.l : ignorando, im, qual o campo
que se lie offer^cia para a discussao, teva
de aguardar s perguntas e manif^stagSes
sas npinioes, nao saba o orador sa estilo
concordes cora as do nobre senador que
acaba de manifestar seu modo de pensar.
Para de urna vez deixar bam verificado
qual a opiniao do governo a rospeito da
exigencia de declarar as causas da sua di-
vergencia com o nobre ex-ministro da guer
ra, dir qua alm dos deveres que o nobre
sanador apontou, o governo tem outros de
qii'i exclusivo juiz, e dos quaes nap se
afastar, por entender qua assim o exig?
o interessa publico-
Todo o ministerio esteva serapre da ac-
corJo oa3 medidas tomadas palo nobra ex-
ministro da guerra, at a occaaio em que
sa deu aquella divergencia: Tirem portan-
to as consequancias que quizaren), da fal
t* da deol-iraco dos motivos dessa diver-
gencia ; nao se affastar da reserva qun
impz, por entender ser isto do seu dever.
Medidas administrativas, que ainda podiam
ser applicadas ou nao, medidas que o go
verno considerou inopportunas, nao sao
taes que pjssao inspirar essa especie de
raceio que o nobra senador como que ra
velau, dando-lhes tal importancia, como se
deixassem a espada de ^Damoeles penden-
te da cabrado exercito. Tal n2o ha.
Nao convem cousiderar esta qnestSo,
como o nobre senador, destacando 8?us
priacipios, da sua ultima phase. Tci, por
tauto, do remontar ao coaioco da questo-
Convm que a naca saiba bem, qual tem
sida o procedimanto do governo quanto a
este assumpto : nem precipitado, nem im-
prudente, sempro sensato e moderado,
De urna pequea sement brota urna ar-
vore frondosa. E' o queso d com esta que
se tem desenvolvido, na opiniao de uns,
como o nobre senador do Maranhao, pelas
hesitacilo o fraqueza do governo, segundo
outros pela .imprudencia e prc-cipitacao
deste. De ambas as assercoes se defender
o governo.
Ter rauitas vezes de raferir-sa ao na-
bre sanador pelo Rio-Gradde do Sul. Es-
pera de S. Exc. que, na discussao em re-
lacao sua pessoa, nao cnxcrgue senao o
dever rigoroso que corre ao orador de jus-
tificar-se e ao ministerio de qua faz parte
Alguma cousa tara da dizer, nio ao no-
bre senador, Sr. Visconde de Pelotas, mas
ao marechal do exercito Visconde da Pe-
lotas ; e por ter de fazer alguns reparos
que lhe pede desculpa.
Sa a questao chegou ao ponto em que se
acha, o causador foi o nobre Vissonde de
Pelotas.
O Sr. SilveiraMartins : Foi o governo.
O Sr. BarSa de Cotegipe observs que ha
dous modos de pensar : uns fazem carga
ao governando, enxergando fraqueza em
seu procedimento, outros porque o consi-
derara perseguidor.
Quando o nobre ex-ministro da guerra
S. Exc. seguida noo negocios de sua pasta,
principalmente uo tocanta questao mili-
tar, nao era somante do nobra ex-ministro,
mas de todo u gabinatc, inteiramente soli-
dario em tudo quanto foi feita.
J ao terminar a sessao passada tram
raves os acontecimentos no Rio Grande
do Sul. As .uaut''3ta<;5es militares, us
actos de divergencia entre o c-x-presidente,
commauiaute das armas d'aquella provin-
cia e o niaisterio erara notorios; a todos
pareca de nacessidade providencias enor-
gicas.
Deu-se ;. exoncrayao do presidente c
commandante das armasr e recoiheu-se elle
a corte. E' sabido o qua e passou ; a3
manifestacojs publicas que se dorara, e
como as cousas caminharam at o ponto de
sor o benemrito general exonerado do
dirigi urna advertencia, ou reprehensao
ao coronel Cunha Mattos, o nobre senador
(a Sr. Visaonde de Pelotas) entendendo ser
injusto o procedimento do governo, na ses
sao de 2 de Agosto do anno passado usou
de expressoes -.s quaes inculcassam que a
ofiensa feita a um militar devia entender-
se feita a todo o exercito.
N sessao de 17 de Agosto o nobra se-
nador pronunciou outro discurso, em que
sustenlou que todo offiaial offeniido devia
d'S-'ggravar-se, sem lhe importar que as
leis o vedassem.
Pessoa de tanto prestigio, um senador,
a primeira patente do exorcito, dizendo
que a reprahensSo ou prisao disciplinar de
todo o exercito ; declarando que pouco so
imparta com o que enteudessem dever fa-
zer os outros militares : justifica o orador
de ter ha pouco observado que urna s
sement tinha praduzido nao s arvore
frondosa, como toda estu floresta.
Eatretanto a opinSo do nobre senador
a respaito do estado do exercito, j tinha
sido manifestada na tribuna por diversas
vezes
FOLH
JOS LARONZA
POR
JACQUES D FLOT E PEDRO M&EL
TKKCEIBA PAUTE
O SISMO
(mtinuaeao do n. 120j
X
Olhe, patrao, iisse Lombardo, se
quer ver os -.-amaradas, a oc rasiao bo,.
lloje ha grande reuniio.
O banqueiro hesitou un momento, de-
pois, resolvendo-se
Na sessSo de 27 de Maio, S. Exo. as-
sigualou, com grande energa, o mo esta-
do da disciplina do exercito ; e como pro-
va destes assertos, S. Exc. citou factos,
e entre elles que em 1384 existiam prisas
7,526 pragas do exercito, em um effactivo
de 13,500 pragas, figurando neste numero
54 offijise. E concluiu S. Exc.-essa
parta do seu discurso neste3 termos (l) :
Urga que o parlamento, par medida3
enrgicas, tira o nosso exoraito do estado
d-.ploravel em qua sa acha.
E ou nao esta a orijrafc, o principio e
deaenvolvimento da qutao ? O coronel
Cunha Mattos n3o;^prcurou nem p*br meio
da imprensa, nem de outra forma ir contra
o acto do gaverno: obedeceu, e a questao
quasi que fieou n?3se ponto. Com as pala
vras do nobre Baador foi dado o mota
conforma o qual dovia-so proseguir; como-
jaram os militares a congregar-se afira de
representaren) contra as disposicss disci-
plinares at entilo existentes, por entende-
rera que estas os privavam de direitos qua
linham como cidados.
O telegrapho trabalhou da corte pira
as provincias; e como por elle manda ca
da qual dizr o que quer, logo alvoroca-
ram-se os nimos
O governo procurou dar spluco calma
e racional questao, mandando ouvir o
conselho supremo militar sobre a interpre-
pretacao dos avisos. Disto se tem feito ca-
pitulo de accu8ac2o ; entendendo so que
o gabinete sa sujeite a um arbitramento,
e at a urna santenca. Nado mais falso.
Sa o governo nSo consultou a sec;o de
mariuha e guerra do conselho de estado,
foi para revestir o estudo da questao de
toda imparcialidada possivel aos ollios dos
militares mais exaltados, qua no trepida-
ran) em acoiniar de parcial qualquer opiniao
proveniente de paisanos ou casacas. Fi-
que, pois, firmada que nao houve arbitra-
mento nem sentenga mas apenas intruecoes
insuspaitamenta meditadas, e com as quaes
o governo seconformou.
Eatretanto, n> Rio Grande do Sul j
tinha havido reunio militares autorisadas
pelo preeidente da provincia e comman-
dante das armas. O prestigio da auto-
ridade de que so achava revestido o pri-
meiro funeciouario civil e militar da pro-
vincia, fez cora que adherissem s ideas ex
temadas em taas reuuiSes muitas passoas,
esperangadas urnas, pois que a provincia
acompanhasse o movimento.
Sr. Silveira Martins:A provincia
nao.
O Sr. Baro de Cotegipe (presidente do
conselho) aceita e agradece o aparte. O
que quer assignalar o grande numero de
adhesSes explicado pelo facto de ser o mo-
vimento autorisado pelo commandante das
armas.
O marechal Deodoro inspirava ao go
verno a mais plena confianga. No sonado
o orador convictamente o defendeu quan
do por parta da opposico o aecusavara de
promover movimentos salivosos. Muito
confiando no criterio e n^deracSo do de
lagado do governo, o orador endorecou ao
marechal Deodoro urna carta confidencial,
a cuja leitura procede, compellido pelas
circumstancias, e na qual fazia ver ao
mesuio marechal os inconvenientes e peri
gos de um exercito deliberante, e por isso
raesmo incompativel cem a liberdade ci-
vil da uagao.
Em resposta o marechal persisti as
suas ideas ; e n'outra carta que lhe ende-
rocou o orador fez entao sentir que a di-
vergencia eatra o governo e seu delegado
era tilo profunia que nao poiia o general
continuar como presidente de provincia o
commandante das armas. Isto nao sigaiti-
cava quebra de relacoes pessoaes entre o
presidente do oonselho e o marechal ex-
presidente de provincia, mas com desgosto
assigaaia o orador que nao teve a honra de
ser visitado pelo Sr. marechal, quando S.
Exc. voltou a esta corte.
Aqui ch^gado, fe i S. Exc. o objecto de
manifestacjaes publicas, e presidio urna reu-
nio em que se adomptaram alvitres irre-
gulares, como foi o da se enderezar urna
representajo a S. M. o Imperador, com
postergaco dos tramites legaes. Estar-
preaentacao, dizara, foi entregue a S. Ma-
gostado ; o orador nao tem disso certeza ;
mas o que assegura que nao ficaria um
momento no governo se tivesse de ver
amesquinhada a digoidade do ministerio de
que faz parte.
publico, assoalhando se aue ha crise mi-1.
i t-v i i I po oxercer tao imprtante aircK
material. Donde ba de vir a crise? quer _____t ru_. ,:j-*-
r 1 apres^ntanio o nobre presta
se tazar do ex-r jito ariete contra c gover *
desmoralisar
vem a
guia-
Pois bem. Va^os l. liso
proposito.
E dirigi se luz smistr: qua lhe
va os paesos.
O Sr. a'iqMc estav3 em Pariz, havia al-
guns dias.
Depois da sua entrevista iora o minis-
tro, o funecionario publico tinha sa coa-
servato quasi coustantemeoja no seu pos- tor l}lJ 0iaitthf ,:..nheaido pAx m<
to Pretenda levar comsigo Aiice e Ra- rida(io e pt&bl**, que so tinhara
naW para Niza, desrjand risstpar as ulti-
mas nti8p^itas que nodessem pairar sobre
elle.
A presMioa dss meninas ao lido do seu
pai devia contribuir para esse resultado.
Sabe-s qu<> a inspeacao das financas,
quanto a funecionarios tao altamente i'ollo-
cades, i m gcrul, pura formalidade.
Aim diss.->, os agentes do tsco, grandes o
pequeos, gozam em Franca de merecida
cjnsiderago.
Portanto, nada mais fcil do que urna
dissimulacSo da receita, e o trabalho, loa-
go e minucioso, de verificagao, diffiailmen
i te conseguira provar a fraude, se fraude
houvesse.
No caso vertente, sem ser o qua so cha-
ma um homom deshonesto, o Sr. d'Isaac
tinha reeorrido a essa subterfugio, cheio
de consequenaias desastros.-s.
Para pagar os anzentos mil. francos de
Rouval, elle ainha, <-omo anteriormente, to-
mado emprestado ao cofre. Urna ou duas
perdas Ao jogo tinham augmentado a som
ma de mais de metade. Ora, regularmen-
t!, o uuccionario, mesrao com o recurso
j da amortisacao pelo abandono dos seus ven-
cimentos, nao podia fazer semelhante era-
pres imo. Era una primeira irregulari
Atira de a encobrr, o Sr. d'Isaac apro-
veitoa urna licenja concedida ao seu se
?retario gral para vBar elle raesmo as ta-
bellas dos seas subordinados. O cofre ac-
cusava, pas, u-na falta na receita, o que
era causa normal, e o funcaionarie disse de
si para si que ao primeiro prigo elle pro-
videnciara por meio de um expediente
qualquer. justificando um erro supposto.
O Sr. d'Isaac oSo ignora va que .o peri
go era esse. Mas nao conhecia iniaigog,
e nao acreditava que os tivesse.
Ora, elle tinha um, temivel, o Sr. Ms:*
nier, um quinquaganario, qua a b-lleza de
Renata enlouqueceu, e que, repellido qua-
tro adas antea, tanto pelo pi como pela
tilha, nutria um despjo imm?oso de vin
ganca.
Es^e Monnier era irmao de um inspea-
a 8e7'-.-
probi.;:>. que sa tinham tornado
proveroiaes.
J par duas vezes es3e juiz inexoravul
tinha demittido collectortfa estonteados ;
urna teraeira vez tinria levado o proaessu
at o jury, u conseguido que o culpado ios
se condemna-io a d?z nnnos de pnsao.
Monnier inspector, Mpnnier o colloe-
tor, erara nona e carnej Um nao pensara,
nj faava, nlo amava, ou, para ser mais
exacto, nao oiiav* senSo pelo (.utro. Ora,
no caso vertente, e collectorr' muito pru-
dente, e, alm disso, envargoubado elle
Depois disso saba-se qua foi publicado o
manifest firmado pelo Sr. marechal Dao-
doro o pelo honrado sonador do Rio Gran-
de Sul. Nao diminue a gravidade do do-
cumento, assim pela redaejao e principio
qua nalla se sustentam, como pelas res-
psitaveis norae3 que o lirmaram. Por isso
mesrao o itistin --to popular assim o cara-
prehendeu, e tem-sa inquietado o espirito
no constituido? querem aesmorausar os
poderes pblicos pala iotimidacao ?
O orador pede que lh\> digam com
franqueza como quera nada teme. Saba
qua pouco tem da vida, e assim como
os honrados signatarios do manifest nao
sabara o camiaho por onda se recua sem
honra, o orador tamb'm nao o cunhece.
Assim como ha um pundonor militar, tam
bem existe a coragera coragem cvica (mu
to bem).
Diz se no manifest que o direito nao 8?
requer; um erro : palo contrario, tam-
bera se deve requerer o qui sa suppre de
dirsito, nem ha affronta em requere-o. O
que dap'.oravel qua nesse docuaoento o
honrado senador pela provincia do Rio
Grande tivesse aquilatado act's do gover-
no de modo injusto e spero pela impren
sa, quando da sua cadeira de senador po-
deria fazel-o com mais autoridade.
Em resumo: o governo nao se conside-
ra era crise; nao recis nenhuma pertur-
bado da ordera ; plenamente confia na
forca publica ; e, emquanto tiver o apoio
do corpa legislativo e a confianga da co-
ra o ministerio sabermanter-se no seu
pasto. (Muito bem, muito bem).
'; O Sr. Afffonso Celso diz que o
discurso da nobre presidente do conselho
dividi sa em trea partes distinctas.
Na primeira voltou S. Exc. s cxplica-
coes sobre a recomposic.ao ministerial ;
Na segunda oceupou-sa da questao de-
nominada militar ;
Na terceira finalmente, interpellou a op-
posico libar..l acerca dessa mesma qu;s-
to.
Comprehenle-se que a simples audicao
de tao looga oracao, intermediada da lei-
tura de documentos, e diante das poucas
nota3 qua conseguio tomar, nlo pode o ora-
dor acoaapanhar sua S. Exc. ponto par
ponto, em todas a3 observacoes que ad-
duzio.
Considerar, pois, per summa capitu o
triplico intuito que trouxa a tribuna o il-
lustre chefe do gabinete.
Seria grande ingenuidade sua, esperar
que S. Exc. dissesse, a respeito da reor-
ganisacao do ministerio, mais alguma cou-
sa do que o senado ouvio, raproducco
das declaracoes incomplatis feitas na ou-
tra cmara.
Coatumava a affirmar um sensdor de
saudosa memoria que nem 10 juntas de
bois o demovoriam de quelquer proposito
urna vez deliberado.
O nobre presidente do conselho da
mesma fora, offereae igual resistencia.
Ha, porm, urna differenja ; e Sr. Baro
de Cotegipe nao estaca, nao immobilisa-se,
quando querem puxar por si. Parece
querer caminhar mas caminha de lado, de
esguelha, voltando sempre ao ponto em
que se collocou, e fatigando os que sup-
poara poder arrastal-o.
S. Exc. declarou terminantarnanta que
nao revelara quaes as medidas, a raspaito
da cuja opportuuidade divergi o gabinete
do nobre ex-ministro da guerra.
E' nutil, pois, insistir nisto, e nem pe-
de orador mais ampias informacoas.
Quer apenas, em noma dos bons prin-
cip'os do systeina representativo protestar
contra a attitudo que assim assuma o nobre
presidente do conselho.
S. Exc. nao tam o diraito de negar ao
parlamento, e especialmente cmara tem-
poraria, esclarecimentos comptetos sobre
as causas determinativas da retirada do
honrado ministro demissionario.
O gabinete nao pode viver sem o apoio
da cmara, o para poder prestal o ou re-
cusal o conscientemente, a cmara deve
julgar o procedimento do ministro que sa-
bio e dos collegas que" fiaarara ; deve
apreciar quem tinha razio ; quera raelhor
consultava o interessa publico, se elle
querendo desde logo empregar, relativa-
mente questao mditar, medidas de re-
presso, ou o resto do gabinete adiando-as.
Deve ainda mais conhecer da que natu-
reza era n essas medidas, que ainda nao
foram postas era pratica, mas padam ainda
sel o, segundo disse o nobre presidente do
conselho, para resolver se merecem ou
nao o seu aasentimento. (Apoiados.)
selho as indispensaveis
(Apoiados.)
O procedimento do ex-presidente do
conselho, pois, nao correctp j as reservas
a que se soscorre nao sao permittidas.
Contra ellas protesta vivamente,
.^segurando que explanara a questao
militar de modo dispensarse de discu-
til-a novamente, S. Exc. expol-a desde o
sau inicio, eom o visivel tira de responsabi-
lisar ao Ilustre senador pelo Rio Grande
do Sul, urna das glorias do nosso exarcito
pelos acontecimentos qua sSo notorios e
nenhum brasileiro deixar de lamentar.
O nebre sanador que nao saba manejar
s a espad>, mas tambara a palavra que
tao fcil e concentuosa responder lhe-ha
satisfactoriamente.
O Sr. Visconde de Pelotas :Responde-
rei.
O Sr. Alfonso Celso pede lieenca para
desde j fazer, era seu lugar, um reparo
argumentajao do honrado presidente do
conselho a este respeito.
S. Exc. entende que o Ilustrado gene-
ral provocau todas as manifestayoes milita-
res de que o paiz tem noticia, e que todos
devem sentir, proclamando que urna repre-
hensao nflmgiuda a qualquer offiaial do
exarcito, era urna offensa a toda a classe.
O nobre Visaoade de Pelotas nao avan-
501 semelhante proposicito ; o que dissa
foi cousa intaframente diversa, isto e, que
urna reprehensao injustamente dada a um
offidal do exercito, fia dos casos em que
alio autora a, urna offensa a toda a
classe. (Apoiados.)
E disse urna verdade, e podia anda di-
zer mais, asseverando que a violaco das
prerogativas, a conculcacao dos drritos
da mais humilde praca da pret do exerci-
mesrao da vinganca baixa qua ia oxercer,
preferio nao proceder directamente. C la
nos, muito a proposito, tnha-o encontrado.
O subalterno, pois, s tinha qua escolher a
ocaasio para atacar o Baro d'Isaac. E'
de suDpr que a denuncia j eslava dada,,
porque no mesroo dia em que chegou o col-
ector garal, qua tinha avisado o ministro
da sua sahida, recebui em carta fechada
aviso para ter as suas contas disposi-
cao do Sr. Monnier, inspector, dentro de
um mez.
O negocio era grave, mas a difficuldade
podia ser evitada
Bastaria explicar o erro por um simples
desaccordo entre o livro caixa e o dinhei-
ro.
Esse desaccordo seria rpidamente justi
ticado pala presenga dos trezentos mil fran
eos nao indicados na receita.
Ora, o Sr. d'Isaac nao tinha nem podia
ha ver os trezentos mil francos.
Era, pois, simultneamente, a miseria o
a vergooha. que vergouha a da de-
missao pira e simples, pelo meaos ; a do
jury e das gales, na peior bypothese.
baro ticou fulminado.
Renata nao devia ignorar este ultimo
golpo desfachado pela fortuna, mais terri-
vel do que os precedentes.
Quando ella vio o desesparo do pai, in-
terrogan o e arrancou-lha br.ndamenta a
seu segrdo, e, louca de desespero, foi
confia! o Sra. Francs.
Ifelizmente, a viuva nada podia fazer.
Danuailly estava no mesrao caso. Alm
du estar Jacob morto, as joins ainda esta-
vam empenhadas. quanto aos celebres
diamantes, nem pensar nelles se poiia.
Ninguera adiantaria sobre elles mais do
que a trc parto da somraa de que o Sr.
d'Isaac precisava.
A esta s reatava um recurso : o mev>-
tavel pe lito de eroprestimo casa Rou-
val.
Por maior que fossa a sua repugnancia a
recorrer -do novo a esta ho nem, cuja iu-
fluencia nefasta sentia, baro submettau-
se. A uecessidade era imperiosa e o oiogia
como gargalbeira.
O thesouriro geral, pois, foi ao esefip-
torio da avenida de Wagram e pedio para
fallar coro Rouval.
Fizaram o esperar.
Essa visita nao era prevista. A rede in
fernal estava bem armada.
Quando entregaran) o carto do barao,
Stephan estava conversando com o sau
representante. Deu um grito de alegra.
^.final chegou-se I
Sim, disse gravemente Clanos, o
diabo o est ajudando, patro.
Quando ontrou na sala, onde d'Isaac,
um pouco humilhado, j se impacientaba, o
banqueiro teve para a sua victima um sor-
riso dos mais araaveis.
Ah Sr. baro, que sorprez* 3gra-
davel I Como esto as Sras. suas filhas ?
Ha muito tempa que nao teoho a honra de
as ver.
Mnhas filhas vilo bem, muito obri-
gado, raspn deu seccamente o funeciona-
rio.
E qual o bom vento que o traz
Mo vento que deve diz^r, meu
cara Rouval. Ainda venho recorrer sua
bondade.
Estou s suas ordena.
O baro hasitou um piuco.
E' que a somma um pouco avul-
tada. Flizraente, accrescentou elle, com
um sorriso forjado, o senhor condece o ho-
rnera, tanto como amigo, como credor.
Estou ouvindo, disse Stephan.
O Sr. d'Isa-c fes das traquezas forgas.
Preciso de trezentos mil francos I
Esperava logo urna resposta do banquei-
ro, hombros euooloidos ou rno alegreinan
te estendida em signal da acquiescencia.
As-.i n nao acoateceu.
Riuval cocou o queixo e passou'a mo
varias vezas pelas so'cas corapnlas.
- Trezentos mil franaos I Tem razo,
a somm.a^ importante.
E com hesitas* calculada :
O sanhor precisa delles de urna ves ?
O Sr. d'Isaac estava gallido como a mor-
te.
Nao provia que a ultima hora surgisse
um obstaculq.
Replicou, pois, com certa impaciencia :
E como deserapanhar-se a cmara de
tao melindrosos devares, e ao mesroo tera-
Sem duvida; eu nao teria viudo pro-
cural-o se assiro nao fosse.
Rouval raeditoa ainda algun3 segundos.
E' verdade, disse elle, teria sido mais
fcil ti ral os do seu cofre.
O baro estremeceu. Este homom sa-
ber alguma cousa? Ter alguraa suspei-
ta Qual? A phraso fai pronunciada mui-
to naturalmente. O Sr. d'Isaac nao quiz
ver nella senao aqulo que ella pareca
contar. Fingi soc*go.
Som duvida Comprehende que o
meu cofre pode fornecer-ma esse dinhoiro,
coratanto que estoja serapre dispanivl.
Mas eu nao tenho direito e arem disso eu
nao cusaria retirar tamanha quantia por
muito tempo.
Ah 1 Ento precisa da quantia por
muito tempo ?
O baro tentou sorrir.
Meu caro, um emprestimo serapre
feito por muito tempo, des le que nao pa
go seno no seu vencimanto. O meu cofre
precisa ser pago dentro de vinte e qua tro
horas, ao passo que urna divida pagavel
em tres ou seis mezes nao pode ser exig
vel seno quand sa vence.
O banqueiro, calado, deu alguns passos
pela sala.
O Sr. d'Isaac irapacientou se cara isso
Ento,. meu caro, nao possivel o
que lhe paco ? Sa nao diga logo e eu
ma dirig'rei a outro.
Stephan julgou dever protestar.
Oh meu bom amigo Isso que est
dizando nao serio. Creio que ni lhe
dissenao. O senhor tara rauita pressa.
S quero tempo para r nadir, mais nada.
E' que nos tambera, neste mez, nao temos
andado falgauos-
Ah I perguntou o bara eom inters
ss, acaso soffrerara prejuizos ?
Essa palavra sempre tem grande alean
ce para um homem de dioheiro. Confessar
pr:juizos correr o risco de despertar sus-
paitas e por consequancia compromattor o
crdito. -r.
Rouval, que era muito hbil, protesten :
Prejuizos! Ah sao nao.
E aa-arescentou eom um sorriso de com-
inisaracao :
to ou da arnada, urna offensa a tolos os
cidados brasileiros, porque importa ras-
gar a lei sob cuja egide amparam-se.
(Apoiados.)
Mas seja ou nao responsavel o Sr. Vis-
conde de Pelotas pelo que tem acontecido,
ao que vem isto para a questao tao clara-
mente exposta pelo Ilustrado senador o
Sr. Dantas ?
O distincto senador pala Bahia inquiri
do governo, se s^ntia-se com forgas para
arcar com as difliculdades qU8 o ccrcam,
e sabir da situago difficil em que se en-
contra.
O nobre presidente do conselho Iludi a
parganta embora historiasse a questao
desde o seu principio.
Mas nao era disso que se tratava, e
sim de saber so o governo dispoe dos ele-
mentos nacessarios para prover de remedio
a um estado de cousas auormal e prenb
de pergos.
E com razao inquirio-o, porque ao que
so sabe, e pelo que ainda no je communi-
cou ao Senado o nobre presidente do con-
selho, o ministerio est fraquissimo, nao
tem o vigir e o prestigia preciso para a
alta posico em qua se acha.
Cora effeito quera ao ouvir S. Ex a. lr a
a primeira confidencial, que dirigi ao
marechal Deodoro, nao sa encheu de pas-
mo ao refla-tir, que desapprovando formal-
mente o seu proae liraento, dianto das re-
uuios militares que tiverara lugar no Rio
Grande do Sul ; todava nao so aniraou
exoneral-o imroediatamenta ? I
A conalusao lgica, forgosa, indeclina-
vel dessa primeira confidencial, deveria ser
a communicagao de que o marechal estava
exonerado ; sa o ministerio tivesse a tor-
ga, sam a qual nao pode viver nenhum
gov=rno !
Quem nao vio tambara a solemne con-
fisso da maior fraquaza, n 1 axtraoha
communicagao que faz o nobre presidente
do conselho de ignerar at hoja se, com
eff uto, os militares levaram augusta pre-
senga do chefe do Estado urna representa-
gao contra o governo, sam que essa com-
municagao transitisse pelos canaes indica-
dos na lei ? !
Pois o nobre presidenta do conselho re-
conhece e declara qua se o facto fora ve-
ridiao nao poderia conservar o poder dig-
namente por um momento sequer, e conti-
nuou no poder, sem preoecupar-se de inda-
gar si ella effeetvaraente se dra O que
prova sto senao fraqueaa ?
(Contina)
Meu caro, a casa Rouval nao o the-
souro. Mas, felizmente, segura, tem
bom capital, imraoveis solidos e eraprega-
dos fiis.
Foi um golpa qua attingio o barao, que
empallideceu.
Nao, continuou o banqueiro, a casa
Rouval asta cima de prejuizos. Com um
movimento raensal do dez milhoas, estamos
cima dessas bagatel'as. Quando fallei ha
pouco de erapanhas para esta mez, refera-
me immobiliaagao de certOJ capitaes, que
desnjaria esdvessem deserabaragados, quan-
do nao fosse seno para podar servilo.
O barao suspirou ; depois, voltando
carga :
Ento, isso lhe difficil, para nao
dizer impossivel.
Diffiail, sim. Mas d'ahi ao impossi-
vel a distancia grande. Quando precisa
de3se dinheiro ?
O mais cedo possivel.
O que qaer dizer approximadamen-
te?...
Dez dias, ao mais tardar.
Bam. Pego-iho apenas cinco dias pa-
ra reflactir. Farei o que for humanamente
possivel.
Eato, nao tem certeza? interrogou
d'Isaac afllicto.
A gente nunca tem certeza do qua
poda haver de um dia para outro, meo c8'
ro amigo, respoudeu sentenciosamente o
manipulador de negocios.
O que raa est dizendo nao muito
tranquilizador. Nao importa. Esperare!
os cinco dias! Devo voltar?
Fagacou3a melhor. Sr. baro, tenho
a honra da convidal-o para jflntar commi-
go nesse da, b?m como s senhoras suas
filhas. Cont tambero com a Sra. b ranees,
seu sobrinas e a menina Arband.
_ Ac ito; responden o funov.onano sem
sa fazer rog-r. ,
A conversa p.-ssou para assumptos ba-
11396 j i D 1
Como hornero do boa socieoade, Kouvat
indagou com interesse dos pr'jectos do ba-
rao a respeito de anas filhas.
1
(Continu'a) _
Typ. do Diario ra Daqoe de Uaiias a. 42.
IllGlVIl
1


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