Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16816

Full Text
ufo Liiu nun m
PAR A CAPITAL E LIGARE OXWE 31AO E PACA PORTE
Por trea mezes adiantados.............. 6000
Por seis ditos idem. '........ ...... li'fJUOU
Por um auno idem................. 230000
Cada numero avulso, do mesnoo dia............ 01^0
SEITA-FEIfiA 2? DE MAIfl BE 1881
PARA DEXTRO E FORA DA PROTOC1A
Por seis meses adantadosi.............. 135(X
Por nove ditos idem................. 20^000
Por um auno idem................. 270100
Cada numero avulso, de dias anteriores........... 0100

Proprietafc* i>* J$tami*l Xtgunra It Jara & S\)os

O Srs. Aotsdle Srln?e C
de Pars, *;1 os n^sso* agentes
exclusivos Ib anmiaelos e pu-
blicacSas tta Franca e Ingla-
terra
TELEGRAMAS
,.


-
iSSTIgO Si 43SSCU 3T3
(Especial para o Diario)
PARS, 25 de Maio, tarde.
O Sr. Charle* Floqrnet aeceilou o
encarRO de conulllulr novo mlnlMe-
rlo e di* < qae Acara con* a pauta
do Interior e connerTar no* repe-
titos pollo* o* anllgOM ministros :
general Boalanger. i.o< i.rov. hit
ttielot e tranei
LONDRES, 25 de Maio.
\a corrida* d'Rpion qae realiza-
ran *< hoje o premio do DERBY fo i
(abo pelo -avallo Ingles MERRY
HUMPTON.
PARS, 26 de Maio, de manha.
Apenar de todo* a* en* e*rorco* o
Sr. Charle* Ploquet nao tendo con-
ejraldo rsanUar novo gabinete,
acaba de Informar ao presidente da
repabiica qne rennncla a ente bon-
rono mandato.
O Sr. fallo t.revy Ja conferencio!
de novo com o Sr. de Freyclnet.
PARS, 26 de Maio, de manhS.
O antlgo tbeatro da Opera Cmica
de Par* Col completamente dentrnl-
do por nru incendio nolte pa**ada
dorante o e*pectacnIo.
Tem-ne Infelizmente a lastimar al
xumas morte* e dlverna* pen*oa*fe-
ridaw.
PARS, 26 de
nha.
Uih, s 11 horas da ma-
O Sr de Freyclnet acceitoa a In-
cnmbencia de oranlnar am novo
ministerio
RIO DE JANEIRO. 26 de M.io, ts 4
horas e 15 minutos da tarde.
O Senado e*ta di*cutindo <-m ter-
celra leitara o projecto te le aobre
O recistro civil.
BQEN08-AYRES, 26 de Maio.
O ministro da fazenda anlflcon a
divida interna.
Agencia Havas filial era Pernarabuuo,
26 de Maio de 1887.
IHSTRUCClO POPULAR
BIOLOGA
(Exlrahido)
SVdESCOLAS E OA BIBLIOTHECA DO POVO
INTRODUCCAO
(Continuando)
Km todas as epoch, p-irin, grandes genios,
libertos de precouceitos (do qae temo um exera-
po noUvel as escola livres dos gregos) tenta-
ram aflirmar vagamente o materialismo e a trana-
formacao dos seres. O estado rudimentar dos
conhecimentob humanos uo lhes permittia esta-
beleccr racionalmente nem demonstrar a tbeoria
da evolngo, hoje bem conhectda pela designago
de transformismo.
lima longa serie de acquisige penosas e demo-
radas veio aplanando o caminho atravez dos secu-
los, para o sea completo e definitivo etabelecimen
to BCentifico.
arwin cita, no prefacio da sua obra, ama lista
de trinta e quatro nomes dos mais (lustres natu
ralistas que antes della tinbam, mais ou menos
lucidamente, afumado a doutrina da evolugo oa
descendencia dos organismos. Segaudo tiles a
materia orgnica, geraia, no seio da materia mi-
neral, veio desenvolvendo se, atravez de scalos
inoameraveis, desenrolando superficie da t rra
um enorme quauro de progresso e de movimento,
por veies insanguentadu pela lucta.
Os nomes illustres de Huff jn, Lamarck, Geoffroy
Saint-Hilaire, Bory Saint- Vincent, Bucb, Omalius
d'Halloy, em Franca,Oken, Goethe, Treviramns,
na Allemanha, esto incluida n'essa memoravel
lista. Mas, vencida na academia francesa pela
antiga doutrina das creagocs representadas por
Cuvier, a revolucionaria theoria da evolugo dos
aeres, to brilhantemente defendida por Geoffroy
Haiut-Hilaire, no tempo da grande revolucao, ficoa
ao abandono dorante perto de meio seculo. No
entretanto a sciencia humana caminhava e revira-
va os nimos para urna orden de ideas completa-
mente nova ; e no mando dos inorganismos dava-
ae ama revolucao enorme, emquanto no campo dos
seres vivos se conservava abertamente o sobrea-
turalismo supersticioso.
(CoiUtnuo.)
A inesma. Dirija-se a Thesouraria,
que est habilitada a efectuar o pagamen-
to reclamado.
Francisco Joaqun) Antunes. Interpo-
nha o seu reaiirsi por intermedio do Tbe-
souro Provincial, nos termos do art. 147
do regulamento de 2 de Julho de 1879.
Fielden Brothers.Nesta data dirijo me
ao Ministerio da Guerra a respeito do pa
gamento requerido.
Francisco Avila de Medeiros. Informe
o br. engenheiro chefe da Repartido das
Obras Publicas.
Bacbarel Helvecio de Carvalho Gomes
Guimaraes.Informe o Sr. inspector da
Thesouraria de Fazenda.
JoSo Gomes da Costa.laforme o Sr.
inspector do Tbesouro Provincial.
/anuario Ferreira de AssuropcjSo.In-
forme o Sr. inspector da Thesouraria de
Fazenda.
Jos Francisco de Paula.Informe o Sr.
engenheiro chefe da reparticao das Obras
Publicas.
Joao Fernandes Vianna. Sim.
Padre Manoe! Moreira da Gama. -
D se
CapitSo Manoel Alcntara cta Souza
Cous8eiro.Deferido com o offioio desta
data a Thesouraria de Fazenda,
Manoel Pereira Brando Jnior.Sim,
sem venciraentos.
Tenente Manoel dos Prazeres Barros
Monteiro. Reinettido ao Sr. corainan-ian-
te superior da guarda nacional da Escada
para mandar passar a guia de que trata o
art. 45 do decreto n. 1,130 de 12 de Mar-
co de 1853.
Maria Jos Ramos da Freitas. Entre
gue-se.
Rodriiro Gaio de Oliveira. Deferido
...
com o otficio desta data ao brigadeiro cora-
mandante das aruios.
Vioenti de Moraes Millo. -Sim, rae-
diante recibo.
Vicente Lopes Braga. Prove por qual-
quer dos rneios permittidos pelo decreto n
1,950 de 18/1, que roaior de 21 annos
de idade.
Secretaria da Presidencia de Pernam
buco, 26 de Maio de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
Kepartico da Polica
2. secraao.N. 488 Secretaria de Po-
lica de Pernainbuco, 26 de Maio de 1387.
Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que foram bontem recolhidos Casa de
Detenc2o os seguintes individuos :
A' minha ordem, Jos Eleuteno dos
Santos, conhecido por Sabia, Jos Fran-
cisco Barbosa e JoSo Pereira ila Silva,
vindos do termo de Gravat como crimi-
nosos pronunciados.
A' ordem do subdelegado da freguezia
do Re.ife, Manoel Paulino dos Santos, por
offenaas moral publica.
A' ordem do do 1. districto da (' raca,
Olympin Theodoro Rolrigue3 Pinto e Ma-
noel Materno da Silva, por crime de fe-
rimentcs.
Communicou-rae o subdelegado do 1.
districto da Boa-Vista, ter em data de
honteio teito remesaa ao Dr. juiz de di-
reito do 4. districto criminal do inquerito
policial procedido contra Candido Pereira
da Silva, conhecido por Candido Borbo-
lcta, por crime de feriraento na pessoa de
Jo2o Caetano Ferreira.
Partic pou-me o cidadSo Jos Joaquim
de Souza Lima, era officio datado de hoo-
tem, ter n'aquella data assumido o exorci-
cio do cargo de subdelegado do 2. distric-
to do Lort1, do termo de Muribeca, na
qualidade de 1." supplente.
Deua guarde a V. ExcIllm, e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente da provincia.O chefe
de polica, Antonio Domingos Pinte.
Thesonro Provincial
DESPACHOS DO PA 26 DE MAIO DE 1887
Manoel Gomes Pereira Guerra. Escrip-
ture se a divida.
Dr. Samuel dos Santos Pontual, Barao
de Frecheira e Pedro Celso Ucboa Caval-
cunti. Certifiqese.
Aatonio Ignacio do Reg Medeiros e
Manoel de Modeiros.Deferido, fazendo-
se a transferencia das apolices, que para
isso berilo exhibidas a contadoria.
Luiz Cosario do Reg.Haja vista o
Sr. Dr. procurador dos feitos.
Joaquim Tavares Neto e Domingos Ro-
drigues de Andrade. Informe o Sr. Dr.
administrador do Consulado.
Contas do major Jos Domiogues Code-
ceira, das 2.a4 partes das loteras da matriz
de Agua-Preta e da Conceic,ao dos Mila-
gres deMaranguape, das 3.a o 4.a das m.v
trizes de Granito e Leopoldina e da 8.a da
igreja de S. Pedro desta cidade e das col-
lectoras de Nazareth, Victoria e Caruar.
Approvadas.
Augusto Octaviano de Souza e Vicente
Nogueira Ramos.Informe o Sr. conta-
dor.
JARTE FFlClfl*
fcoTerno da Provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 26 DE
MAIO DE 1887
Companhia Pernarobucana. Informe o
Sr. inspector do Tbesouro Provincial.
INTERIOR
Immigraco no norte do Brasil
(Do Seis de Outubro)
Sobre este assumpto deu ha pouco es-
tampa a I.nmigraqaU), Ilustrado orgao da
Sociedade Central de Immigracjlo, urna
importante carta do digno representante
do Cear Dr. Jos Pompeu, enderecado
ao -Ilustrado senador Escragnolla Taunay.
E' urna voz que pleitea a causa dessa
parte do imperio, d'onde se ha desviado
a torrente da immigracSo ; porque tam-
bera todos os esforgos no sentic o de pro
ranvel-a smente tem considerado o sul
como o ponto nico de sua acyao.
Era todas as manifestares do impulso
iraraigr .torio se revela esse exclusivismo,
alias inconveniente e mesar) injusto.
Na propaganda que se ha feito na Eu-
ropa, diz o Dr. Jos Pompeu, se trata de
convencer de que o sul do imperio, por
suas condic5e8 oaturaes, principalmente,
por seu clima o mais possivel benfico
para os naturaes do velho continente, est
no caso de r.'ceber, comportar urna larga
corrente de ramigracao europea, e offere-
cer grandes vantagens e vastos recursos
aos que nelle vierera estabelecer se. E o
o norte tem sido posto margem, como se
fura urna regiao parte, condemnada pela
natureza, inaccessivel por sua posicSo,
incapaz de offerecer condijoes dj vi la a
immigrantes d'aquella procedencia, e con
seguntemente por sua vez privado de au-
ferir as vantagens, que ao sul tera a I viu-
do do grande e valioso contiugente de for
cas que Ihe ha trazido a corrente imrai-
gratoria p.ra es3a parte do imperio ex tu-
sivamente estabelecida.
Segundo pensa o illustra representante
do Cear, no orincipio poder-se hia talvez
explicar e at certo ponto justificar um se-
melhaote exclusirissimo. Mas hoje que o
nerte j gosa do beneficio de estradas de
ferro, boia que em extensSo limitada, nao
tea elle justificacJo algumn, nem ha con-
veniencia em sua continuayilo ; isto que
taes estradas collocaram o norte em outras
coodico.'S e Iho crearam necesaidades no-
vas que urgem por satsfacao.
Mas argumenta-se com o clima do norte
como obstculo ao encaminhameato para
ahi da corrente de inmigrantes. Este
preconceito, porm, que importa des
truir, porque nem para elle ha motivo ab-
soluto, era justo aos ioteressus geraes
do paiz, que o sul seja o ponto exclusivo
da inmigracao, e o norte fique del I a pri-
vado.
O clima do norte nao reppelle em abso-
luto a immigracSo europea. O norte tera
climas como o sul, como se encontra na
Europa, nos paizes mais favoravelraente
dotados pela natureza, e as serras tem-
perado, verdadeiramente delicioso, proprio
cultura do trigo e de todas as plantas
uteis do sul da Europa, segundo observa-
ran) e afBrraaram os Ilustrados engenhei-
ros Drs. Coutnho e Andr Rebouoas, este
tratando sobre a socca as provincias do
norte, o aquelle deserevendo Garanhuns e
outros pontos desta provincia j hoje ser-
vidos pela viaco metallica e onde era
agosto de 1873 observeu o engenheiro
Jos Privat a temperatura de 10a cent-
grados, quando por este raes rao temp) a
do Rio de Janeiro marca va 18 a 20 esn-
tigrados.
Em iguaes condices ha muios pont>s
as provincias do Cear, Rio Grande do
Norte, Parabyba e Babia, onde, se os dias
sao calidos, as noites ao inverso sao fras,
sendo que no Brejo de Areia, na Paraby-
ba, o referido engenheiro a 8 de Dezero-
bro de 1864 encontrou urna viracSo a
mais tria e sgradavel do que de Petro-
polis por esse tempo, de sorte que pare-
ceu-lbe estar era um dos dias do tira ou
principo do vero em Pariz, tendo-lhe di-
to um Belga que all resida, que o clima
s differia em ser muis se eco e nao to ri
gorosa no invern.
Ha com effeito, ama falsa idea acerca
do norte, nao s quanto ao seu clima,
como no que diz respeito naturoza de
seus terrenos. Na entretanto preciso
que essa idea ceda realidade das cou-
sas : preciso que a crenca, que della tem
resultado, se desvaneca era preaenja da
verdade, de que o norte susceptivel de
aclimar immigrantes e por consagrante to
apropriado como e sul de collocajo ao
emigrante.
O norte, como centro do Brasil, diz a
Immigra^ao, tem zonas peritamente ap
tas para receberem immigrantes pelas suas
condit.5es de clima e salubridade, pois o
Congo, es'ado moderno da frica, situado
aeima do trpico, tendo um clima mil ve-
zes mais ardente e muito mais insalubre
que a Brasil, brevemente sobresahir dos
sertSes africanos, cobertos de melhora-
mentos e progresso, levados para e'la pela
mo laboriosa do immigrante belga. No
entretanto o clima da Blgica differe mais
do Congo, do que o norte do Brasil do da
Franja.
J nao fallece ao norte felicidade de
commuuicacoes entre muitos pontos de
suas provincias, e esses pontos por sua
natureza se prestara a ser ncleos flores-
centes de immigrantes por suas condicSes
a isso apropriadas e favoraveis t-o desen-
volvimento das mais variadas culturas,
como se sabe e nSo improvisamol o. Vem
to pouco impossivel ahi a existencia do
europeu, que nesse meio pode viver per-
feitamente, desenvolver-se e constiluir-se
tronco de familia, cerno o atteatam os fac
tos.
E, pois, si os campos do norte aspiram
por povoamento e por trabalho intelligen
e perseverante que lhes fecunde a forca
productiva do solo, nSo silo tambem incon-
ciliaveis nem repugnara com a immigraco
europea, que raalisar essa aspiracao se-
r a solucao do estado precario do norte
do Brasil at boje tSo descurado.
Recite, 15 de Abril de 1887.
PERNAMBiee
4ssembl! Provincial
SE3SO EVt 27 DE ABRIL DE 1887
PRESIDENCIA I) > EXM. SK- Dli. JOS Ml.v HiL DE BARBOS
WANDEBI EV.
(Conclusao)
E' lido e entra em discuss) o parecer da com-
miss) de reJacca) sobre o prjjecto a. i deate
aouo.
OSr. Jo MaraPedi a palavra simples-
mente pira dizer casa que nao li o parecer da
commisso de redaccao a respeito di orcamento
provincia) ; ni me dci a este t.- .o ilii >, m-ea:n>
porque se tivesse tomada o encargo de czamioal o
e verificar que elle nao es'ava exacto, que a&o
tinha sido redigidj de accordo cooi o veacido. eu
me dispensara de mandar nc alh e de i r i ir
publicas as alferacoe8 havidas, pirque isto nad*
aproveitaria, nada adiantaria. A < n dist) V.
Exc. sabe que a redaccao foi h j publicada e em
tao pouco espn90 d^ t'jjpa nao era pissivel a ne-
nhum deputado estudal-a cotejar as emendas ap-
provadas com as rejeitaJas.
D.'mais, Sr. presidente, estou ouveueo deque
tudo isto urna farca. Eu nilo querro, pirtin'o,
que sob minha responsabilidade seja approvada a
reiaccao do projecto ; quer ella seja exacta, quer
nao s-ja, quer grja a expre3so da voidad-1, quer
sej. a expressao da mentira, a mesma colisa pir-
que, a Assembla Provincial de Pernam buco tem
procedido por tal f jruia que demonstra que s o
que vence a vontale da maioria.
Peitas estas consiieracoes, en sento-me, deixan-
do de accrescentar sobre o assumpto mais um i
palavra.
O ir. o seu discurso).
O Sr. Jo Mura (ceuJo pedido a palavra
em teapo)Sr. presidente, a Cmara Municipal
do Reciftt acha-se ci'rcada pir ami forca da ca-
vallaria, e no proprio recinto das scssojs est umi
for9* de gitardas-civieos e de soldados de polica
em numero pouco mais ou menos de cincoenta.
Nao sei porque razao est esse exercito ni
paco municipal; o certo que nao me consta que
baja para isso motivo.
O Sr. Juvsncio Mariz--E' pra fazer imperar a
ordem na sessoes.
O Sr. Jos Maria Ha cerca d um mez, desde
que pjr molestia foi obrlgado a retirar-se da ci-
dade o vice-presidente daquella corporacao, o
bourado Sr. coronel Cirbiniano de Aquiuo Ponse-
ca, teudj assumido a presidencia o vereador mais
votad), o homem atrabiliarii, que perturba a or-
dem em Bom Jardim, na phrase di Sr. Rogober-
to...
O Sr. Affoaso Lusto3aQ le nao liberal e por-
tauto insuspeito.
O Sr. Jos Maria...- que iisuepaito, diz V.
Exe. muito oem, porque conservador procurou
auarebisar aquella corporago procedeuio, Sr.
presidente, na cadeira presidencial d-; modo muito
peior do que V. Exe., que um energmeno nessa
cadeira. (Ssusac-V-
Cu nao encontr uojdiceionario da miaba lingua
um termo bistante energicj para bem qualificar o
procedimento desse inJividiio que pir um simples
accaso acba-se investido da presidencia da Ilus-
tre Cmara Municipal do Recife.
Na penltima sesso estiveram algamas pra;as
as immeJi.-ic.ju* do paco municipal.
Couiprebendeu-se log) a razao d .' ser diqulli
torca.
O proprio presidente di Cimira Municipal os-
tensivamente negoa contra a lei a palavra aos
camaristas libanes, querendo impor-s'. p?to terror,
am- acan Jo mesmo com a for(a publica, que estava
sua diaposicilo como atfirmou.
Na essa) segumts houve eutii) urna verdadeira
balburdia. Os liberaes levantaran protestos, e
alguns conservadores serios retiraram-se dizendo
que ua serveriam de instrumento dos seus corre-
ngooa. ios.
Esta sesso foi suspensa, e no dia seguate nao
tendo comparecido maioria couservadora por ha-
ver um illustra vereador, o Sr. Dr. Cosme de S
Pereira, declarado peremptoriamente que ui> t >-
miva parte nos trabalhos da Cmara.. .
O Sr. Goocalves FerreiraParque ? V Exe.
pode di ser a razo?
Sr. Jos MaraPoique disse qu aquillo nao
era serio-
O Sr. Qoncalves Ferreira -E elli declarou que
nao ia l sem garanta.
O Sr. Joo de OliveiraM is i mesma coas.
O Sr. Jos Maria... nesta occasio digo o
psesideate da Cmara Municipal fez com que se
retirassem os conservadores para nao baver ses
sao.
O Sr. Aftbnso LnstosaE quem devia pela ga-
ranta era a opposicao, que nao tinha a forca a
seu favor.
^Apoiados da opposicao).
O Sr. Gincalves Ferreira Mas a opposi^Jo
que estava faiendo a desorden).
O Sr. Jos Maria Nao exacto, uo ha tal;
a opposifao nao qae estava tazeadi a desordem,
os vereadores liberaes mantiveram a ordem.
A pertur'oaco da ordem veio do presidente da
cmara muuicipal que ao sentar se na cadeira de-
clarou que tinba forca aua disposi^o, que nao
careca dirigir offiuios ou mandar continuos re
quisital-a, porque um acceno a um seu amigo que
all se acnava era bastante para que a torea inva-
dase o pac,-) municipal.
O Sr. Joao de OliveiraUm vorcadorconserva-
dor levou dous cj.pangas.
O Sr. Jos Mana E' exacto : estiveram all
capangas armados que acompanharam vereadores
conservadores. O tacto tai denunciado ao dele
gado de piiica, |U se achava presente, mas de-
clarou quo uenk'ima provideuin toinava.
Hoje a cmara invadida por esta forma, antes
de comecar as suas sessoes, sem que ao menos bou-
vesse indicio de perturbacao da oide a.
Se o presidente da Cmara Municipal e os ve-
readares conservadores pretendan^ fazer tanta
cousa que devesse necessariamente excitar os ni-
mos populares, deviaui ter a pruiencia neceas-tra
para collocar as iuimediacoea da cmara naimais
do que a forij* necessana pira raanter a ordem,
caso est. fosse perturbada, porm nunca no re
cinto.
M8 antecipadamente, quando nao bava j-az >
e motivo algum, quando as sessoes anda nao ti-
nham comrcado, quando nao tinha bavido o menor
indicio de perturbacao da orJein, nao poda, digo
mal, elle pjdia, como pdc, porque nesta desgra
cada situaco,tudo possivel (poiados da oppi-
sico), ni i devia cercar o paco municipal, e anda
mais, encher o recinto das sessoes de torca publica
em numero tao elevado como este que acabo de
declarar.
O Sr, Affooeo LustosaE' um bom meio de so
impor opinio !
O Sr. Jos MariaO que pretende fazer o pre-
sidente da Cmara Municisal com esta forca ?
Querer porventura expellir os liberaes que alli
tem nssento, a que foram investidos pelos seus mu-
nicpes des&a delegaco ?
At onde, senhores, chegaremos nos, desde que
preseaceamos tactos desta ordem ?
Porventura ba exemplo oeata trra de ter sido
invadido o paco municipal pela forca publica ?
Pei.so que nao.
Entretaut desde loDga data agitam-se questoes
importante na Cimara Municipal, questoes que
tem exarcebado os nimos, e jamis observju
am facto desta uatureza.
No proprio dominio conservador, quando bavia
maioria na Cmara Municipal, no dominio liberal,
quando estes estavam em minora, as peadeucias
i eram reto: vi Jas pelos vereaiores, e quando qual>
quer duvida apparecia, aff'Ctava-se o regiment
ao presidenta da provincia.
Mas nunca procurou-se impor pelo meio da forca,
com) hoje, porqc desgrac lamente os horneas que
dingem a situacao, bastante desmoralisaios, ca-
reccm d) prestigio da forca publica para mantjr
os actos qie priticam, pnu'ipalmuato quando se
trata de um individuo orno o pro presidente da
Cmara M.i.iicipal, que fj perfeitamente descripto
pelo nobre deputado pelo 5 districto
Siubores, esse individuo em Bui Jar Jim anar-
chisa a comarca e na Cimara Municipal procura
anda dominar pelo terror.
Fr. i como nao tendo a torca uio.-al precisa
para se fnzer respeitar, procura impor-se pelo ter-
ror, usando da forca publica para garan'.ir as de-
c^oes da Cmara, segundo afbrmam os seus
amigos.
Mas, senhores, para garautir-se as decses da
Cmara Municipal, nao hara necessidade da
forca publica, porque as decisea da cmara foram
Simpre garantidas em qualquer douiiaio, sem que
entretanto fosse jamis necessaria essa providen-
cia desastrosa.
O r. Qoncalves FerreiraV. Exc. nao sabe que
em .ni i destas ultima* Sessoes, das galeras di-
versas pessoas procur^vam fallar ?
O Sr. Jos MariaNSo sei, Sr. presidente,
aue tivesse alguem das galeras procurado des
reapeitar as decisocs da Cmara Muuicipt1.
Eu all estive e isso nao vi.
Sei, porm, que um vereador supp.'entc da (li-
mara Municipal, tendo sido convidado p*ra fazer
numero, depos que compareceu o outra, mantvo-
se na cadeira de couformidade com a lei que a isso
o autorisava.
O Sr. (;ncalves FerreiraNao apoiado.
O Sr. Jos MinaIsto urna questilo contro-
vertida, obre a qual nao ha decisao definitiva, c
ao contrario, os ltimos avisos, um dos quaes do
Sr. Cjnseiheiro Ridolpho Dintas sobre h materia,
em sen! ido contrario ao qi: diz o nobre depu-
tal>.
O Sr. Goncalves Ferreira-O Sr. Leio Velloso
pansa de modo contrario.
O *?r. Jos MaiiaO ultimo aviso do Sr. Ito-
dolph) Dantas. Ahi declara-se que po foi pela
lei de 9 de Janeiro revogado o art da lei do I" do
Outubro que determina que o vereador supplente
que juramentado s se deve retirar quando es
tiver cjmpleto o numero de mmbros de que se
ciiapoi a Cam ira Mauicipa'.
Un >r. DiputadoV". Exu. pjJ: dizer-m: a
data desto av-so?
O Sr. Jos MariaNao posso hoje, mas com-
prometto-mc a apresental-a em outra occasi i.
Dada, porm, Sr. presidente, a bypothese de que
a (uesti) |n;j fosse controvertida, e que houvesse
disposicao clara sobre a materia, nio era isso raj-
tivo para que o piesidente da Cmara procura3se
fazer sahir um vere.dor q'-n se julgava em seu
direito, permmecendo alli.
S. S. convidando o vereador para se retirar u
estenio quereuJo obsdecer-lhe, devena fazer urna
consulta a administracio e esperar a resposta do
presidente da privincia, e eu estoa certo que umi
vez resolvida a quest>, esclarecido este ponto,
sobre o qual baviam duvidas, o ver dir nao vol-
taria Cmara Municipal, havia de abster-se, de
tomar pirte nos trabalhos de umi corporaco a
que nao tinha ilirt.it>. Nao havia, pirtaato, ne-
cessidade dessa >teatn,-T) ridicula de forca.
O Sr. Goncalves Ferreira -Mas a forja uo foi
s para isso.
O Sr. Jos MariaEutao dir-me ha o nobre de-
potado para o que foi ? O que eu vi foi o seguinte :
eataui) em discuss> urna questao, depois de ha-
verem tillado diversos Srs. vereadores, pedio a pa-
lavra o Sr. f, istello Bra ico. O Sr. presidente da
Cmara sem ter razSi para negar a palavra, fe' o
entretanto E' precia que os nobres deputado*
saibam : l na Cmara nao est ojo voga o sys
tema da rolha e aiula in:smi quani) esuvesse,
neohura Sr. vereador havia pedido o encerram-atj
da discuss).
Sendo assim, se qu&tro Srs. vereadores tinham
tido o direito de fallar, o mesmo direito assistia ao
Sr. Castello Urano > e aos demais vereadores.
O Sr. Gomes PrenteEu acho que us nao
te nos competencia para censurar os acfoj da C-
mara.
Um Sr. Diputado -Mu o nobre diptalo e3t
apenas relatando o facto.
O rfr. Jos Mara D sorte qu? na opinio ds
V. Ex:, o presidente psde mandar buscar orna
forja para fazer retirar os vereadores, perturbar
?s trab lb>s da Cmara e nos nada pidem 8 di -
zr, p-rque nao tera >s competencia para julgar dos
act03 dos v .-readores !
O Sr. G)iniM ParateNao disse isto.
O Sr. Jos MariaE' o que se pode concluir do
aparte que me d u V*. Exc.
Mas, dizia cu, Sr. presidente, o presidente da
Cmara Municipal, que ao abrir a sess depara-
ra em discusso a materia, ao me^mo tempo disse
que nao admittia debate sibre ella, convidaudo os
Srs. vereadores a dar os seus votos. Hiuve re-
clamacao, vivo* protestos e diversos Srs. verea-
dores atiirm iva n que precisavam externar as su s
o:iin").'. taito mais quanto jamis alli so havia es-
tado Ja (iiele in i.l;, alias.em questoes meaos im
portantes.
So, pois, diversos varead >res des^javim discutir
a materia, ao presidente da Cmara competa
abrir a discusso, deixar que cada qua1 se man-
festasse, antes de submettel-a a votos.
Effectivam"nte ess: presidente conedeu a pa-
lavra a alguns deputados, que della uaram, mas
J-'p .is de baveram fallado, reinando toda a ordem,
alguna vereadores, hiveado o Sr. Castellu Brauco
pedido tambem a pilavra, eose presidente que ex-
cede a V. Ere. declarou que nao consenta que a
diiousso se pro!on,' a palavra aquella illustre vereador que protestou
em phrases muitJ cordatas.
Houve fnt), Sr. presidente, um murmurio as
galeras, mas nao houve desacato, uo houve per-
turblo da ordem publica.
O Sr. Goncalves FerreiraHouve at insultos
i empregadds ao presidente.
O Sr. Jos Maiia Nao houve tal ; o qu: eu vi
toi um murmurio e oa protestos levantados do re-
cinto da Cmara echoaram as galeras dando-se
alli, o que sempre se d nesta casa; a sesso foi
levantada e u> houve miis nada do que isto ; eu
l estive presente e tambem diversos Srs. deputa-
dos, entre os quaes muitos conservadores.
Dada, porm, a bypothese de que tivesse havido
mais do que isto, urna verdadeira conflagraco,
leudo se passado este facto ha mais de 15 dias,
havia necessidade hoje desta oatentaco da forca,
drste apparato beilico ?
9.a Sr. DeputadoO presidente di Cunara
tem o direito de pedir providencias.
O Sr. Jos MariaNao te.-n o direito de zea-
der-se no pedido de providencias e menos o presi-
dente deve s-tisfazel-o em seas caprichos.
O Sr. Goocalves FerreiraAt me constou que
unr guarda municipal puchou de pma faca para
um vereador. '
O Sr. Jos MariaNao exacto isto. O Sr.
major Antuues, que eu reconhec?, um cidado
respeitavel, mas que amito exaltad), prorompeu
em urna verdadeira diatribe.
O Sr. Goncalves FerreiraL4 vai V. Ex:, jus-
tificar o procedimento do fiscal.
O Sr. Jos MariaNio vou tal : na occasio
em que ia o Sr. Autunea se retirando, vem en-
trando um fiscal, e aquelle disse que o fiscal tinha
vindo atacal o. O fiscal justificava e perante o
Sr. Antunes, dizia que nao tinha intencao de of-
feudel-o, e exaltado com) estava o Sr. Antunes,
entendeu que era umi aggressu. O homein da-
va Ihe expiicacao, na occasi> em que Jos Ma-
ri anuo chega e procara aplacar os anim)s. EU o
que se deu.
Eu nao censuro o proaedimento do presidente
da Cmara, delle tud) lcito esperar; o que d-
mira que o Sr. Pedro Vicente satisfaga p ;r esta
forma os caprichos desse presidente energmeno,
energum:uo digo mal, energmeno V. Exe.
O Sr. PresidenteO nobre deputado nao pode
me insultar, respeite me. (Grande tumulto, sus-
surro, a Sr. preiidente levanta a sesoo por 5 mi
utos).
Suspensa a seas) reaberta minut.s de-
pois.
Passa-se
1* PARTE DA ORDEM DO DIA
Entra em discusso a emenda n. 107 ao pn jeetc
n. 2 desta anno, cuja VOtaco cia empatada na
sesso anterior.
O Sr. Loiueiic. tle (Nio devolveu
seu -discurso).
Eucrrada a discusso e pjata a vutoa a emea -
da, rejeitada.
Entra em 1" discujso o projecto n. 41 deste
auno.
Ninguem pedindo a palavra, c pjsto a votos c
projecto, approvado.
O Sr, J !> Hara (pela ordem) requer dis-
pansa do intersticio para qua este projecto entre
em discusso na sesa) seguinte.
Posto a votos o requerimento, rejeitado.
Pasaa-se
2a PABTB 1)1 ORDEM DO DIA
O ir. havendo ni ordem i) dia um projecto de crdito,
questao importante o de nteres-e publico, 3eja el-
le dado de preferencia a outro qualquer para a
d3cusso.
O Sr. Presidenta declara que se vai proceder
votaco do project) n. 31, cuja discusso fi:ou en
crrala.
E' appnvad) >n 3* discusso o pr.ject) n. 31
iu 1S)'G.
A requerimeuta do Sr. Ferreira Jacobina pro
cede-36 VOtaco nominal das orneadas, que d o
S'guinte resultado:
N. 1, Ia parte: Votain a favor os Srs Qoncal-
ves Ferreira, Ferreira Velloso, J-) de S, Julio
do Barros. Visconde da Tabatnga, Herculano
Banleiri, logob-rto. Costa G i:n s, Diminguos da
Silva, Andr Das, Barros Birreto Jnior, Liou
renga de S, Coelho -le Moraes, Ueguoira Costa,
Ferreira Jaaobina, Affonso Lustosa, Rodrigues
P> to, Juvenci Maris, Risa e Silva, Sophronio
Port Ha, Augusto Frauklin, I*rixede3 Pitanga,
Gomas i'areuto e Bar.io de Caiar (24); e cou:ra.
os Srs. Jos Maria, Barao de Itapissum i, Soares
da Amorim, J. So de Oliveira, Luiz de Aadrada,
Coastantn^ de Albuquerque, Antou'o Vctor e
Joo Al vea (3).
Votam a favor da 2' parte da emenda n. 1, os
Srs. Goncalves Ferreira, Ferreira Vellos ', Joo
de S, Julio de Barro', Visconde de Tabatinga,
Herculaii) B mi-ira, Rog-berto, Costa Gomes,
DomingU"8 da Silva, Barros Baireto Jnior, Lou-
renco de ^, Coelh) de Moraes, Regu ira Costa,
Ferreira Jacobina, Alfonso Lustosa, Rodrigues
Porto, Juvencio Maris, Rosa e Silva, Sophronio
P.irtella, Augusto Frauklin, Prxedes Pitanga.
Gimes Pareat e Barao de Ca ara (23); e contra
os Srs Jos Mara, Barao de Itapissuma, Soares
de Amorim, AnJr Dias, Joo da Oliveira, Luiz
dn Andrala, Constantino de Albuquerque, Anto-
nio Vctor e Joi Alvt'3 (9).
Votam a favor Ja 3' parte da emenda n. 1, os
Srs. Goncalves Ferreira, Julio Maria do Reg
Barros, Vsonle de Tabatinga, Herculano Ban-
deira, Rigoberco, Domingu"s da Silva, Barros
Barreto Jnior, Cae.'h) de Moraes, Regneira Cos-
ta, Ferreira Jac ibina, Affonso L'istosa, Rodrigues
r*irt>. Juvencio Maris, Rosa e Silva, Augusto
Frauklin, Prax 'des Pitanga, G>mes Prente e Ba-
r> de Calar (18); c contra, os Srs. Jos Maria,
Ferreira Velloso, Joo de S, Bara: do Itapissu-
ma, Soares de Amorim, Costa Gimes, Andr Dias,
Joo de Oliveira, Luiz de Aadrada, Constantino
da Albuqu -rque, S >phro; i o P.rteU, Antonio Vc-
tor e Joo Alves (13).
Votam a favor da 4a pirte da cm'nda n. 1, e
-'rs. Gongalvea Ferreira, Reg Barros, Ferraira
Velloso, Joi de S, Ju!io de Buros, Viscoude
de Tabitioga, Soares de Amorim, Herculano Ban-
deira, R-gibert), Costa Gom"S, Domingues da
Silva, Barros Barreto Jnior, -.ourengo de S,
Cielho de Moraes, Hegueira C 'Sta, Ferreira Jaco-
bina, Affinso Listos, R)diigu"s Porto, Juvencio
Mari*, Risa e Silva, Siphrooio Porella, Augusto
Frauklin, P.ax'de3 P.'ts >ga, Gomes Parete e Ba-
rao de C liar (25); e contra, 03 Srs. Jos Mana,
Bario de Itapissuma, Andr Dias, Joo de Olivei-
ra, Lniz de Andrada, Constantino de Albuquer-
qte. Antonio Vctor e Jui Alvea (8).
Votam a favor da ementa n. 15, os Srs : Fer
reir Velloso, Birlo da Itapissma, Soares de
Am-.nm, Hesculaoo B tndtira, Rog.barto, Costa
Gomes, Barros Barreteo Jnior, Jo do Oliveira,
Affons Lustosa, Juvencio Mariz o Sophrouio
Portella, (11) ; e contra, os Srs. G mgalves Fer-
reira, R-go Barros, Jos Maria, J >;Xi de S, Ju-
lio d Barros, Vi onde da Tabatinga, D)mingue>
da Silva, Andi Das, L ureng de Si, Coelho de
Moraes, Liiz de Andrada, I i /eira Cista, Fer-
reira Jacobina, Ridrigues Porto, Ro- Constantino de Albuquerque, Aut.mio Victor, Au-
eusto FranklH, Prxedes Pitanga, Joo Alves,
Gomes Prente e Bari de Caiar, (22).^
Votam a favor da emiuda n. 5, os Srs. Joo
de S, Siares de Amorim, Herculano Bandeira,
ttogiharto, Barros B irreto luni >r, Coelho de Mo-
raes, Joo de Oiiveirn, Aff ;nso Lustosa, Jo= Ma-
ria, Siphronii Portella Ferreira Velloso, (11);
eontra, os Srs. G>a;alves Ferreira, R'go Bar-
roa, Jos Mana, Bario di Iiapiswna, Julio de
Barros, Visconde de Tabatinga, C 'Sta Gomes,
Druinmond, Andr Dias, Liureng de S, Luu
de Andrala, Regneira Cist*, F.-rr-ira Jacobina,
Rodrigues Porto, Risa e Silv C .usfantiao de
Albuquerqu-, Antonio Vctor. Augusto Frauklin.
Prxedes Pitsnga, Jo) Alves, G:mes Pa ente e
Bir) de Caiar, (22).
Votam n favor da 5a parte da emenda n. 1, os
Srs. Gongalves F. rreira. R go Barros, Ferreira
\Mloso. Joo d>. S, Vise ade de Tabatinga,
Herculano B in ieira, Rogiberto Dommgaes da
Sil 7.1, Ba-ras Birretfo Junir, Lonrango de S,
C elho de Moraes, Jo) de Oliveira, R-gneira
C s:.a, Verter* Jacobini, Affinso Lustoia, Ro-
drigue Corto. Risa e Silva. Siphromo rVi.tella,
ugusto Frauklin e Gomes Prente, (20; : e con-
tra, os Srs. Jos Mara, Baro de Itaoissuma, Ju-
lio de Barro3, Soarea de Amorim, Costa Gomes,
Andr Dias, Luis de Andrada, Juvencio Maris,
C Bstan-iuo d Albuquerqu^, Antonio Victor, Pr-
xedes Pitanga, Joo Alves e Barao de Caiar, (13).
Votara a favor da ti* parte da emenda n. 1, os
Srs. Go-igalves Ferreira, Reg Barros, rerreira
Vellos', Ju!'- de Birr-s, Herculano Bindeira,
Rngoberto, Domingues da Silva, Birros Barretto
Jnior, Coelho de Moraes, Rag .-ira C sta, Fer-
reira Jacobina, Affonso Lustosa, Rodrigues for-
t>, Juvencio taris, Risa e Silva. Loareugode
S, S .phronio Portella, Augusto Frankl-.n e Go-
mes Prente (19) ; e contra, os Srs. Jos Mana,
Bar> de Itapissuma. Soarea da Amorim, Viscon-
de de Tabatinga, Costa Gomes, Andr Das, Joo
de Olivnra, Luiz de Andrada, C mstautin de Al-
buquerque, .Antonio Vic.or, Prxedes PiUnga,
Joao Aves e Biro de C'iar, (13).
Votam a favor da 7 parte da eraonda 1, os
Srs Gongalves Fer-.ira, .Reg Barros, Ferreira
Vellos', Joo de S, Julio de Barros, Viaconde
de Taoatinga, Herculano Bandeira, Rogoberto,
Domingues da Silva, Barr s Barntto Jnior. Lou-
rengo do Si, Co-lho de Moraes, 'Regueira Costa,
Ferreira Jacobina, Affuuso Lustosa, Rodrigue
Porto, Ros e ^ilva, Augusto Fraok'n, PrK"
Pitanga, Gomea Prente e Baro de Caiar, (zl) i
e contra os Srs. Jos Maria, Baro de Itapissu-
' IfMR >


>
9
Diario de i^crnanibocoScxta-feira 27 de Maio de 1887

ms, Scaies oV AboAd, Cesta Stnwr, Audi
Dias, Jcio de Oliveirs, Luis de Andrada, Juyen-
tio Mar C' nstantino de Albuquerque, Sophro-
nio Pcitella, Antcnio Vctor e Joo Alves, (12).
Votan) a fcvir da 9 parte da emenda n. 1. oa
Sis. G. malves Fernn., Reg Barros, Joo de Sa,
Julio de Bstrcs, Viacctde deTabatinga, Herulano
Bandeia, Rog'bertc, Costa Gomes, Domingues
aa Silva, B-ncu Barreto Jnior, Lourenco de S,
Cocino de Moraes. Regueira Costa, Ferreira Jace-
biDa. AfloDo Lustesa. Bodnguea P^rto, Juveneio
Mari, B08H e Silva. Sipbrcuio 1 orteila, Augusto
Fraiklm. Piasedes Pitanga, G. mes Pana e
Raraod. Caiai, (28); eetntra.os Sra. Jote Mara,
Barao de Itapssoma, Soarea de Amorim, Aadr
Das, Jeo de iiTeira, Luiz de AoJraaa, C na-
tantino de Albuquerque, Antonio Vctor e Joo
-Vives, (9).
Votan a favor da emenda n. 12, oa Srs. Kego
Barros. Goncalves Fe reas, LoureDCo de S, Ja
lio de Barrea, Yiscoad de Tabating, Hertulano
Bsndeirs, Rcgoberto, Coate Gomes, Dommgue
da >ilva, Barros Barretto Junir, Joo de S,
Coelho de Moraes, Joo de [Oliveira, Regueira
Costa, Ferreira Jacobina, Affonao Lustosa, Ke
drigu.a Perto, Juveneio Maris, Sopbrooio Por-
tella, Augusto Fnaklin, e Barao de Caiar, (22);
e contra, es Sra Jos Mara. Barao de Itapieeome,
Soarea de Amorim, Andr Dias, Luiz de Andra-
da, Constantino de Albuquerque, Antonio Vctor,
Prxedes PitaDga, Joo Alves e Gomes Paren-
Vutom a favor da emenda n. 6, os Srs. Goncal-
ves Ferreia, Reg Barres, Joo de S, Julio de
narros, Viseen de de Tabating, Soaies de Amo-
nto HereulaDO Bandeira, Rogoborto, Costa Go-
mes, L)e mingues da Silva, urna Barretto JuDior,
Coelho de Me Mes, R gea Costa, Ferreira Ja-
cobina. Aff nsoLnsioaa, Rodrigues Porte, Juven
io Maris, R sae Silva. Sophrtnio Portella, Au-
gusto Fruklin, Prax.des Pi-ang, Gomes P-
rente Bario de Calara e Loureoc de S, (24) ;
e centra, os Srs. Jet Mara, B.io de Ilapissu-
ita Anot Diap, J'3o de Oliveira, Lu z de A-
orada. Constantint de Al uquerque Antonio Vc-
tor e J lo Alves, (8).
Vot m a favir da emenda n. o. os f^rs. Uon-
ealves Fereira, Rege Barres, Joao de S, Julio
de llrr b, Soar.s le Amor.m, H-rculam. B^u-
deiix R gibertc, CistoGoiree, B.in-s Barretto
Jumcr, Leuierco de S, Regmia Costa, Fe-
rcia Jacobina, Afiuiso Lun sa. R. driguis
porte, Hoss e Silv Sophrcni. P.rt.lla e Augusto
Fiatkin,(17); etoixia, te Sis. Jet Mana, Ba-
rio de Iispistoms, Vieconde de. T.batinga, Au-
di Diaf C eiho de Mores, Jiiode O.iveira,
Jnvtntiu Maiit, Constantino de A buquerque,
Prxedes P.ianga, Joao Alves. G met P-r.nte
t Barao d<- Caiar, (12).
Y l| ti :. li.v r d:i tri liria n. !', '.
m_& Ferreira. Kego Barros. Jeo di
Brris. \ i de Ti.bat np. 11
; g. I rte, C sta Gcm' e, lian;
June i, C tilio de Mirare, Rtgneiri O
se cerno sna ittbictiva marca opreco de 260
re'fc .
O Sr. Rosa e 8lva {V secretario) declara que
o Ilustre depntado nao t. m rasao, qne a sua emea-
da era realmente a tois restrictiva, e per isso te-
ve preferencia na votacSo.
O Sr. Costa Gomes replica diiendo qne a emena
da preferida na votacio foi a que trata da illomt-
naco publica, mas que ha un* outra emenda su-
que se refere a illuminacio particular. E sabe-se
que na illwniacao publica nao se fiza a quao
por metro cubico, asa sun por cembnstor de gas.
O Sr. Hob e Slva (1* seeretane) observa qne
se *otc a emenda de nebro depntado, que era a
ais reslrieti, depcia a do Se Hesros Barreto,
que era a que se Ibe segaM, f segodo lugar a
emenda que faa.a qnaotia de260, o que tado
se fes coas a maior clareas.
Sr. Cosa Gomes eaieade qne a sua reclama-
cao marte paaeeden;n, asas a asesa resolver co-
mo entender.
O Sr. Job* alarla (pela ord>m)-Eo ped
a palav.a para commnnicar a V. Esc. que o relo-
gio da casa esta parado, ha amito tempo que est
no mesmo lugar o ponteiro e mareando a mesma
hora. Espero, pois, que V. Esc tome em cooside-
iarij esta minha reclamacilo.
Entra em 1 Ueoeeo projecto n. 40 deate
anno.
N3o havendo quem pediese a palavra encerra-
se a discusso, e sunmettido a votos o projecto,
approvado.
O Sr. Meares de Amorim (pela ordetr.)
requer e a casa ci.ncededipenea dointersticio pa
ra que este projecto entre cu: discusno na sesso
seguinte.
Entra em Ia discussao o projecto n. 51 de 188b.
O M loe alarla (Nao .evolveu o seu
discorao)
E' lido, epoiado, entra im discoesao e deisa de
votar-ee por falta de numero, o eeguinte requer
ment :
Riqueiro o adiameuto da discoesao por i
horae.Ji t Mara.
Adiase ns forma do regiment, a Ia discussao
do projecto n.49 deste anno.
O Sr. PreBidtnte levanta a eessao, designando
a siguite cidirn do dia : 1* parte : discussao
nica das emendas offerecidae em 3' discusto ao
prcjeito i). 22 deateanno; 2* parte: eoiriuuac
da i.uttt'idente e mais 1 diEcuse;' dos projectoe
i b. 35, 47 e 65, todos deete anno, e diseusso uuica
dt.s m.ndas offerecidas jictc n. 34 de 1886.
qne lora enneaerrido o vapor Baha, e se fizera es-
ta mesma ummunicacao is grandes cidades da
Europa e da America.F. Jacobina
Contina adiscussSo adiada do requerimento do
Sr. Feneira Jacobina, pedindo intormacd?a sobre
o desacato praticado na pessoa do cidadao Fortu
nato Pinheiro.
O Sr. Joe MaraSr. presidente, o facto
de que se oceupa o requerimento do meu nobre
amigo de tal importancia que nao poseo deixar
de vir tribuna.
E assim me expreeso, parque, preciso que V.
Exc saiba, esse requerimento se retere a um ci-
dadao com quem de loaga data nSo entretenh) re-
la edes.
Effeetsvamente nao me eatendocom o Sr. For-
tunato Pinheiro, nao mantemos relacoes de quah
dade aJgome, ao eentrario, este senhor nao perde
oecaeia de di menstrar qne me tem m vontade,
oceupaado-se soasare da minha pessoa no sen jer-
l'MMAUIO.
Sit. G'.ntal-
S", JuJ' de
rculi no Bau-
BarrettO
r. Aff n-
50 LoettfS, Rudr'guei P rt<, Juvencio Mana,
Reta e Suva, Sphnni< Poriel'. Augusto Fran-
k!n, Piastdes l'rat.ga, Baio d. Caiar e F r-
ri, Jmoiius, (21); e ctn-ra.ts Sr. Jos Mari,
Bsiao i>' Itipifttm Anoi Dii Jtao A.vts e
CoDlanlino de Ailuqueiqui; (5).
Vo-am : t \ ro in.mdau. 10.es Srs. J'Bfc
K gi I! ni.-. Baio di l-'i isoma, \ s-
eetdec Tabat nga, H-icu.li.rn B^ndeira, data
,,. | irtB ni'" Juhit.Co Iho de Moraes.
y Jeccl na, Aff ls< Lusi.t, Juvmcii Maria,
SoLbmii Puteila Prastces Pitanga e Baio at
[ ': i l 11 ; < untia, es Si* J. So de S, Julio
i Rigoh|ti, Je8< di Oliven**, R' gueira
Ccsia. Riiigut P itc, Rcsa S va, Constantino
ie A bvqm ique, Argusto Frhi k io, Gomes Pa-
lente e GoncalvcsFeireir. (12 i
Vi t ui a favor da 4J parte Ja em- oda n. 11, es
Srs. GoroniV'fi Ferreira, R'go Ban J i Ma-
ra, Joao ele S. Julio de Barros, Visconde de Ta-
bainga. HerculaKO Bandeira, R goberfo, Costa
Audi Da 11 rro> B i t'i Juniur, Coe-
lho de Mtnes. Lux de Andra Feneira Jati h na, Affonso Luat-.sa, Juveneio Ma-
ris Besa e Silva, Constantino de A buquerque,
Sophiono Poitella, Antonio Vctor, Piasedes Pi-
tanga, JcSo Alves, Gtt.es Prente, Barao de
Caiar e Soarea de Amorim (26) ; e contra, os
Srs. : BatSo de Papiatuma, Joo de Oliveira e
Antonio Vctor (3).
Voiam favor a 5a parte d; emenda n. 11,
os Srs. : J e Mura, Barj de Itapiasuma, Sja-
res de Amorim, Andr Dias, Joao de Uhveira,
Luiz de Andrada, Juveoco Maris, Const-mtioo de
\buqnerquc, Sophr nio Purtella, Antonior Vctor,
Prxedes Pitaiiga, Joo Alves e Barao de Caiar,
(13) ; e centra, os Sre. : G.-nealvcs Ferreira,
Seg Barros, Julio de Barros, Vieconde de Ti.bn-
tinga. IIereuIh;io Bandeira, Costa (}om>-s, Barros
Brrelo Jnior, Coelho de Moraes, Regueira Coa
ta, Fcrnira Jacobina, Aff. uso Lustosa, Rodrigues
Porto, Rjeb e Si va, Augusto F-at.klin e Gomes
Prente (15).
Votm a fivjrdi <>a pirfrt -I i .ienU n. 11, OS
Srs. : Jj Uiria, J rio d- S. Barao de llapis-
suma, Julio de Barres Vi. c nde de Tabatinga,
Sosres ce Am r m. Herenlai'O Bandeira, Rogo-
berto, Cetta Gimee, Andr Das, Joo do O ivei-
ra, Luis de Aorada, Ferreira Jacobina, Atl -uto
Lustres, Juveneio Maris Constintino de A'bu-
qcerpue, Ani.ni Vctor, Praxtdte Pit nga, Joo
AlveB e Baio de (Jaiai, (2") ; e contra, oa Srs.
SoueaKes Feneira, Reg Barres, Uarros Barrito
Junier, Coelho de Moraes, Regueira Costa, Rodri-
gues Poito. Rosa e Si.\a. So breni" P.rUlla, Au-
gusto Fu i klin e G mes Patente. (10).
Votan a favoi daemindan. 13, oe Srs. : Jet
Mara, J"o de Sa, tara* de Itapisuma. Julio de
Barros. Si arte de Ana non, Csta Genes, Li u-
renco de S J , ,]. ,. i na. Aff oso Lustcea, Sephnuo
Pcrtellae Bari di Ca ara (14; : e ec ntra, oa Srs.:
m Feneira, h. go Barros. V scoede di
Tabatinga, Heieu'ano Bandeira, Rigoberto, Au-
I ;. Bar i Barr to Jnior, Coeibo de Mo-
raes, Regueira Cesta, Rodrigues Porto, Riea e
Cntttnl i de A buquei-jue, Augusto
Fraik'in, Iri-sedts Pifarga, Gomti Partnte e
Joo A ves (16).
\otnr. o i.tta i i o endi n. 14. s Sis : G n-
talv^riii- ra, Rg B>rr de lliiii t. Vi ci ndi te Tabat.nga,H deira, Bar Bane" Jnior, L.uifnco de S,
Cte 1 o ile. Fui'' Jacobu a. Afir..' Lustca, Ro-
,t Ptrto, Jucncio Manz, 1 ta siiva,
Coi t'ai'.tim iluqutrcne. S [brenu P, rtella,
Augutio Fn i k in. prn.c< Piixnga, Gin.ee Pa-
nnie, e BarSo de Caiai, ("-2); e a favor, os
Sre : Jote M>r-, Citta (i mes, Actu Lias,
i Oliveira e J<8" Alvit(5".
V, ii n teu'ra a i m i ci n. 16, os Srs. i Gen-
^alvtt lemia. 1 g' Bu ros, Ju io ce Barres.
Viiemdi r- TibaMga, Htiiulam B-i.tir-. Bar
roe Barrt'o Jtnitr, 1. nico ce S, tull d
Moraes, begni ira Cota, Fercra Jnib it. R-
drigtit Pcito, Boia< Suva. C nsttntino de Al-
btqveiqui, Arpusti Fiai klir, P.MeOis Pitaiga,
Jci Ah ti G n i s 1 ; i-1 ti (i1) ; i a av r, os
'srs. : Jeao de S. Gsta G.nts, Ai.tu Diae,
Jco ce Olivtira, Luir ee Anulada, Juvmcio Ma-
ls t Baiaode Calila (7).
Vo. n> a li.vi r t a i ninca n. 17, es Srs. : Ji
Mara, J sot S Ji iie di Barut, ttst Genes.
Ane Diae. Jevincio M>riz. e Baiao de laai
(7) ; < colitis, tt Si*. : G- ici Kie Feneirs, Ri
go tiiies Viecird de Tibi-tga. Heriul>nc
Bi.i.ccii!'. Bairi t B rnto Ji oler. Ctiili. de Mo.
raes, Luis de Ai diada, furnia Jicibina, Re-
tuena Cofa. Bi ciigui s Porto, / ftot>to Liidiea,
1(> i S i\a, Li Ur. neo de Sa, Cu tt: ntiro de Al-
bucuiique. bepbrecio Pettlla, Angosto fn.ikim.
Plastees P'taLga. Jeso Alvea e (j n.i s iartnte
(19.
O Sr Joo de Hiten a (peta iran dis
que, 111.1I1 -Ib*- < n j e'imiiii ts'tuba a marina
da i d iit.a. i }oe Si ble ella vttar, stm una
espliei \ae qwaiqner.
Ar-t m. ces'ja a'gons ic'srecimert s si bre o
ski n fio. i f m de i,ue Ibe tija Oi-oo pitnuieiar-ee
sen lu c: mmto, aten ten Cu que muilis doa ecos
eolligas da bancada orjpcita ti m tsn Km etnt-s-
sado ignorancia da nraiira, que oso foi, alia,
disentida, em viriuOe de un. piecipitado encerra-
esento.
O Sr. Preeidmti Nao poesr ecesentir quedis-
euia-ee agir s mirria : o ifginn ato veda-o.
O Sr Joao de Oliveira declara que, un vista da
resolocio do Sr. presidite, abeter-ee-ba de vo-
tar.
O Sr. Coala Comea (pela rrdem) julga
qae ha equivoco na votacao das emendas, por-
quanto a tua iminda, que ee votos considerndo-
se s soais restrictiva nao o ,. visto ctmo ella res-
tringe nao ta> relaco a illuminscao particular,
as sin rm relacao i illuminat,ae publica.
A esnenda n. 16, que tim vista e que I, que
falla da illcminacao particular, esnaica o precode
>40 rs.; entretanto qae aquella que agora voten-
32 SESSAO EM 28 DE ABRIL DE 1887
PF.fcSlEEKCIA Di) EXM. SB. PB. JOSt MAN0EL DE HAHK0S
WAM 1 U.hV
Chanaia e abertura da si'Sto.
Leitura e ap,rovat;3o da acta.
Expediente. Ditcurs's dos Srs.
Jos Mara e F. Jacobina.Re-
queiimento deste ir. deputado.
Dl'CUStSo do ri quer'mento di' ui-
f iimsfOeS 1*0 B)i ion >r deputado.
Discurto do Sr. Joe Mara.Vo-
tafo e r-jeiedo do hhDD lequeri-
mn'i Disenss.1 de curro reque-
i ment di Sr F. Jacibina e dis-
curso do iDcso-o.Vctaco e rejei-
(:1o do requerimento 1" jarte da
rm di oa. Dn-cusso las emen-
das i Cencidas ern 3a a projecto
n. 22 dcste anno.Diecursot dos
Sis. R. Bar o:. P. Pitatgn, V. de
Tabal inga eJ Mara. 2 parte
da (idim oo dia.=- Discusto d*s
i mi noas cffiricidas eui 3 no pro-
jecto n. L'4 de lt86.Discursos
d. 8 Srs. C. Goncs, Ro-a e Silva
i- J Mana. Enei nato, uto da dis-
eii.-."1o.Levanta-se a sesso.
Ao meir-dia, feta a chamada e veiitieaiido-se
itiinm pn tenti s oa Srs. Ccelbo de Moraes, Ju-
lio de Barn s, Jco de S, Ralis e Silv*, Luiz de
Andrao, B>rict W'aiiderNy. Visconde de Taba-
t if.-^, R crigU'8 forte, Uerculano BanOei a, A.
Fiaikiin, GoneaiMs fmeira, Ferreira Velloso,
Ci i .-lamino de Albuquerque, O tta Gimes, Joo
A ves, Demiiiguis da Si va, Rogob-. rio, Joao de
Oliveia, Juveneio Maris, Pras.oes Pit.-.nga, F.r-
rena Jatcib-n, L. urtri<;o de S, Sopbroniu Por-
tel a, R ta o Silva c Barres Barretto Junier, o^t.
pn sidinte di clara aberta a si saie.
Ccmparecim d-j-ois ce Sra. Antonio Vctor, Soa-
iea de Amorim, Andr Das. Aff nso Lust ua,
G^mes Prente, Jos Maria, Costa Ribeiro, Bario
de Itnpissuma, Baio de Caiat, Regueira Costa,
Reg Barros e Drummend, f Itain os Srs. Ama
ral e Sol dio de Melle.
Li la, sein debate approvadi a acta i* it-sso
antecedente.
O Sr. 1" secretario procede a leitura do se
-uinte
EZFEOIENTK
Um parecer da respectiva commissao sobre a
r. din (,1o do pnjecto n. 12 deste auno e outro da
de i reamente provinc-al. pedindo iuf rmacoes so
bre o requerido pilo gerente da The North Bra-
til'an Sugsr Factories Limited .
S2i aiiibo8Bm di bate apprevados.
O Sr. Jos Marta(Nao devolveu seu dis-
curso).
O Sr. Ferreira JacohinaSr. presiden-
te, v> libo solicitar Ja casa alguna mementos oe
bi ni-voWncis, apn veitando me destaonponuuida
de para, em neme da bumanrdade, fazer um eela-
mo do recinto desta Attembla, no intuito do pre-
\- oirim-se giandes desgrat,as e numeroeas vcti-
mas, que a cada momeuto ai- me atiguia terem .u-
gar as preximidadi a desta eidade.
A caca talves reeorde-se de algumas palavras
(ih pir.ti ri por oicaeao do nautrseiu do vapor
.. Babia reclamanoo di S. Exc. o Sr. presiden
te da ; r. vineia medidas ifnear.es, provideucas ur
gentes .fim oe que o lugar pav.roeo simstro ficae-
tigualado oe med mdelevil, ifim do que te
lOIUS o ci i.beeida a ix'tteiieia alli de um eaaco
de vapor d- graud' s ciDlen^ols, evitando-se assim
atsattiee proVaveie, o abain amento de outros na
vil.- um i \api r lubmeigido ri;.s ondas, n'aqu< lie
piuti de icei no lao cenado pela ravegavo u.er-
vi me que ei m noa < m tso peito, i bstaudo-ee por
tese nudo a npiodue(o d^ detgrac,as talvez
maior s.
V. Exe. e 8 casa, Sr. presidente, nao podetn
igmiar (jui, c'i ciiiois bi ni p> uci s ui- s, jii das
\i| K> :ui (ido mci nados, censiderando-se
at mu dcilis ter miltgrttsmmte escapado de so-
t. Wii si bie ;.s uinat do vapor Baha .
V. Exc. 'iijnhii.de qu-, piel a luz do da,
mas it.til ao minnbeiio evitar o esc Iho. m>
tctulto inbiia. Mas, oefois vim as h ras da
r.iite, ese llevas ngim be i.btu'utan.euie oe
n.iiis de dttun ins.r a esteta stm cao do p-rgo.
Dmais, es r.sies d. r.avio que istu ao lome u'a-
gua j i (- m cieappuner e as piobabilidades d-
i \itii a eatat;i j.jn d minuio anda.
Nestss circunstancias, pis, Sr presidente
venhi, i m i : n e dos eei tineiti s de bumaniJade,
tollicirai ce- S. Exc. o Sr. pn tcente d pn vin
c-ia que te oigne de diser-nca te pi r vm'ura com
auiiiKU ai gov-iiii ge ral atxacta 6tu>co, a
lati'ude c li ng'iudeco iU^ar tm qoe foi tubou rgi-
de o vi ji h- fia sssim como ee S. Exc fes
iligai ao <(il(c ututo di s grsiid. s ceutios da
Eun (a e da Amtiita iste faote, afim de que p' b-
iim (f ntVigaOires enjutar o pengo que per
Miiii.ia s agualda u'tqueili- temo, cuja situa-
eao Ibes loi pi itiitamiutr determinada.
i Na v-1 bi n ntvt r a ditcu.-si havida, nao ve-
rbo apreciar mais o prt cediu ei.to do digno presi
dmte da provincia, vei.ho api ni s faser com que
rsta Attinba consiga que S. Exc. solicite do
gove no geral as nectesaiias pn -videncias para
que Oetapfaieca dalli o casco dette navi., na pa
t. que te i-t Hoque neete ponte urna boia ou outro
qi i.lquer tignai que tome coi hec:do eese ponto
do ocano tau lri qU'-utado.
E' possivtl que a nebn maicria se mol- ste erm-
nigi, pn-que ta mi i.ai acredite na cinceridade
em' que fall, ditendo que Lo a poltica que
oe ti urna o meu procedimento.
Se en titete Micioade de eatieter relae,oea
eimoeigno preeidente pneidente da provincia,
ii i-.bi-f.a feti nte pe u jo lego e immediata
mente; pciqye nao basta enterrar os mirtos, que
j taroe ii tm procurados, preciso tambem
acaule liar e pievenir novas detgrabas que porveu-
tui a se possa dar.
E nitto nao ta poltica. (Apoiadoe.) S. Exc.
n uito cecupado, varias questoes oceupam o seu
espirito, e estas pequeas cousas podem trazer re
tuliados deplcraveis e fataes.
Eu, pois, entindi qne devia faser um requeri-
mento que ora submetto apreciacao da Aasem-
bla afim do que ella o teme na consideraco que
merece.
Vm mees, lido e apoiado, ficando sobre a
mesa para ser oppcrtunamente disentido o seguin-
te reqaerimento :
Rt queiro que se pecsm a S. Ese. o Sr. presi-
dente da provincia inioimafoea sobie se commu-
nicara ao governo o lugar, lattiude e longitud eem
Mas nem por isso trevo Sear silencioso diante
de um desacato, de urna perseguicao como esta
feita sua pessoa.
Os espiritos elevados procedem assim : esque-
cem-se das inimisades particulares qu indo se tra-
ta de um assumpto desta natureza.
Nem or ser meu gratuito initniga o Se For-
tunato Pinheiro. ..
OSr. Ferreira JacobinaNao se trata da tes
soa, mas sm de um cidadao.
O Sr. Jos Mara... devo deisar de verberar
desta tribuna o procedimento da autoridade poli-
cial, que praticou a maior das arbitrariedades pro-
cuiando impedir que esse cidadao transitasse em
um carro da linha do Limoeiro. (Apoiados da op-
pjsico.)
Em que disoosicao de le se funda o delegado
de polica de S. LourenC/j da Matta para impedir
que quem quer que seja tramite naquella linha ?
lato que taz hoje esse delegado com o Sr. For-
tunato Pinheiro far amanh com qualquer de
nos : e eetabelecido o precedente, quando o m partido subir ao poder, o que, felizmente parece,
nao est multo funge, nao tem quu se queixur se
jualquer agente policial proceder contra algutn
membro do partido conservador do mesmo modo
perqu acaba de proceder essa autoridade.
E se os nobres deputadi.8 long-! de oppirem se
eontinnacao desses att>ntados. ao c ntrario os
justificam e encampam, dao-nos o direito de pro-
ceder do mesmo modo quando se der a revravolta.
O Sr. Andr Dias N5o ha cada como um di*
atraz do outro.
O Sr. Jos MariaO facto est no dominio pu-
blico, foi presenciado p ir todos os passageiros d
linha ao Limoeiro ; divers.is pessoas, e algumas
betn eo i cadas, individuos mesmo aheios polti-
ca narrarurn-nos o attentado.
U trem parou em S Lour n( da Matta; o Sr
Fortuua'o Pinheiro e uutri a nassngeros, como
seuiprc succede ; ao apear, m-se neasa necasao, e
~ tn que e le houvi sse dito urna t palavra, s-in
qui houvesse e mmettido a menor imprud neia,
si m que Be dingiass a aleuem, foi im pinudam- n
te accommettido pelo delegado d.. p.ncia, que o
iutimoii p-.ri nao mais transitar naque i le trem,
I ira lo mais passar por S Lourenf-i da Matta,
ameacando-o, e tel o-bia offndoli pbyaicameute
Be au f- Bte a intervencao do >r teueuteeoroii'l
Pedro Osorij de Ceiqueira.
V-em os nobres d> potados que uo ha aqu ('8-
jiinto politieo ; se b-JUVi ns'- nao vina eu defender
o Sr. Fortunato Pinh iro, e nem me manite-taria
|ior esta (orina com relacao ao Sr. Pedro Osorn
qne meu adversario politici e sm ouvida ne-
uhuina maior inimigj que o delegido de polica
q i u nao sei qnen e-ja
( Sr. Fortunato Pn.heiro port u-sa com a maior
mo i' raco, nao oppoz a menor resistencia, entrn
para o trem. onde nao conMuuou a si-r p> rs guido
pelo delegado de polica pola opp>sii,-ao qm- fiz-i
r:iJ> a esta au'oridade muitos pas ageiros.
No dia beguiute o mesmo facto e o mesmo ata-
que se repr.duzram cujis circu.ustaneias fjram
uarradas nesta easa,pelo^ iliustres deputa los pjlo
1 e 'J districtos. meu3 honrados amigjs, e at
hoj- nenhnma providencia foi dada.
O Sr. Costa Rib'iro- Espero que sejara dadas
O Sr. Jos Maria Nao contesto que o presi-
dente da provincia tives.se mandado informar a
autoridade policial, que eem duvda nenhuma, se
justificar negando o facto.
O Sr. Goncilves Ferreira Posso ainaucar a
V- Exc. queja se irru I. u informar.
O Sr. Josi Mana Ento V. Exc. coufessa o
fseto ?
O Sr. Goncalves Ferreira Alguma coasa do
facto.
O Sr. Jos MariaDes le que V. Ese. sabe que
o facto se deu, ae nao foi como se pintou nes'a
casa, foi de qualquer outro modo; desde que V.
Ex :. tab- que a autoridade policial exorbtou df
suas aftribuicoes, tanto assim que penetrou n'um
trem para ameacar e injuriar um cidadao pacifico,
como continua anda em exercicio ?
Nes'as condiioes quando o nobre deputado j
sabe do tacto, o presideute da provincia nao tinha
mais que mandar tnf rmar, devia pelo contrario,
mandar dtmittir immediatamente essa autoridade
p ir taccii8a c desordeira.
O Sr Goncalves Ferreira Mas se se provar
que o delegado nao foi o provocador, nao ser por-
ventura urna injusti<;a demittil-o?
O Sr. Jos ManaPor mais exaltado que seja
o Sr. Fortunato Pinheiro, estando em um trem,
as ;r..ximdadis de urna estaco. nao ira provo-
car um delegado de p lie-ia.
Um Sr. D-putadoAguardemos as informa-
(O-S.
O Sr. Ji i: MariaV V. Exc, Sr. presidenta,
eu nao poda deixar de pnfligar esse attentado
e justamente o que fac- n-ste momento.
Senhores, o que succedeu houtein ao Sr. Fortu
raro Piiih.-iro, p de eucceder h je a mim, pod.-
fu. ceder a qualquer pessoa por mais elevada que
teja.
E se o presidente da provincia tornar-se indif-
tcn nte a ette tacto, es nobres deputados nao esto
isentos de eoffrer idnticos desacatos, quando para
utros, os proscriptos de boje, raiar a aurora
(a regeuorago.
O Si*. Pr. sedes PtangaQue nao est loDge.
O Sr. Jo-s Marn Mae, Sr. presidente, para
que nao tenba de paasar pelo dissabor de justifi-
car factos d-sta natureza; para queiu nao seja
obligado a eafotcar me afim de ser mantida urna
autoridade. que de future proceda de igual nodo,
eu peco a V. Exc., que aerante o presidente da
provimia enve todos os erforcos para que seja
de r.utida do cargo que exerce essa autoridade po-
licial.
Se a despeito de ter-se denunciado e attentado,
i,ue iu p' sso c:i8ific r de pouco eommum, essa
hU'i ridade for mantida, nem os nobres deputados
tem o d ruto de xigir d- us a demissSo das au-
tondi.des liberacs que assim procedam, nem nos
ti mi s o dcvi r d. impedir que casas autoridades
ctmmettaui attentados ideiticos.
Ai contrario, firmar-te o precedente uo domi-
nio do partido e. nsorvador, as autoridades liberaos
ttm o dneito de at.car e injuriar os seus adver-
sarios, do nr-eetno modo que boje succede.
Para qu< isso techa um paradeiro, dgnem se
i s nobrt e deputados do dar o e xemplo, iazendo
e ti. que o presidente da provincia dtmitta quan-
to antee, como do seu dever, esse delegado Je
polica.
(Muito bem : muito bem.)
"Ningoem pi aindo a palavra, encerrada a dis-
cnasfo do requerimento, que, posto a votos, re-
geitado:
Ei.-tra em niscusslo o requerimento de informa-
coi s do Sr. F. rreira Jac bina.
\\ n a mesa, lidoapoiado e entra em discussao
o s< guite n quenmento :
R. queiro o adiameuto da discussao por 24
li ra.-Goncalves 'erreira.
O Mr. Ferreira Jaroblna-Eu venbo
> pinas diserque nao mepponbo ao requorime it
de adan ente, prece mrsmo que o seu autor, nao
querende dede }k ccndnnnir ao archivo esse re-
querimento como se tem f ito aos outros, muito
piovavel que queira esse espac para se entender
c. m o presidente, e diser nos quaes as providen-
cias tomadas e estimar ouvir o nobre deputado
dizer que o digno presidente da provincia j rea-
lison todas as n cadas no intuito de que o mundo
martimo tenba noticia da longitode e attitude em
que el o vapor submergido e que as desgracas
que (U antevi jo nao se realisaro.
Crea V. Exc quesera para mim de grande favor
i- me ficar fundo reconbeeinv oto se S. Esc o
presidente da provincia tiver tomado suas medidas
de maneira a evitar desgracas que se me affigu-
ram muito prximas.
Portanto'creio qoe nenhum dos coegas do lado
poltico a que pertetico tem raso ptra se opporas
rtqueiimento e sendo apa'rocinado pelo liader
provavel que elle seja approvado, e tennamos o
p-azer de ver 8. Exc dar-nos maiorea infor-
mscoes.
Encerrada a discussao e posto a votos o requeri-
mento de adiamento approvado.
Passa se
1.* PARTE DA OBDM DO DIA
Entram em discussao as emendas offerecidss em
3* discussao ao projecto n. 22 deste auno.(Orca-
mento provincial).
O Nr. Bes;o Barro(Nao devolveu seu
discurso).
O Sr. Prxedes PilancaSr. president
a materia bal ia sido discutida, e a assembla
estava sutBcicntemente habilitada para dar o seu
voto acerca da approvacao ou reprovaco.desse con-
tracto ; mas appellando o nobre deputado para o
meu testesBuuho crreme a obrigaco de vir diser
a assembla com me parece o modo de entender
de 8. Ese.
O Sr. Bago BarrosC o mais competente de
todos nos.
O Sr. Prxedes PtangaDi* S. Exc. que nao
ha coDsraeto.
E' 9 arimeiro ponto, e aa proeurarei Kevar se
exista asBtrmcto ou se desza de existr.
Em 1881, como declarou S. Exc, foi estabele-
cido um contracto....
O Sr. Reg BarrosFoi innovado.
O Sr. Prxedes Ptanga -lonov-clo quer dizer
novacao de contracto, ou factura de novo contra-
cto ; proroeaci > quer dizer continuaco ou con-
tiaaiaw ao sseeeso eontracto. ,
O Sr. Joao AlvesEst perfeitamente bem ex
plicado.
O Sr. Prxedes Ptanga Portanto nnovacao
ou renovaco do contracto que devia terminar em
Ouiubro de 1886.
Era Fevereiro de 1836 pedio o contractante
cmara que attendendo s razoesque allegou nessa
oo-casio Ihe fosae concedida a ptorogaco por 5
ano., s para que pod- ese continuar nao s no 1 -s.-m
penho das obrigacoes anteri r in-nt estabelecidas.
como naqjelias que fossera posteriormente deter-
minadas.
O Sr. Biirr s Barreto Jnior E a cmara tinha
competencia para isto.
O Sr Prxedes PitaogaEu perguut-i a V.
Exc. s a autoridade que piorega um contracto
tem semprc autorisacao para tato ?
E dire mais que S. Ese. e esta assembla por
qn.i.-i 10 anoos prorogaram contractos ;p:rante
a Thceouraria de Fazeuda.
O Sr. Barros Barreto JniorAbuso nis justi-
fica abuso.
O Sr. Prxedes PtangaE (sta assstnbl* aca-
ba de pr ircgar gora mesmo o contracto da arre-
caiia^So do dizimo.
O Sr. BarroB Barreto JniorQu.^ fem ;. as-ic-
n.tura de um Ilustre deputado que S. Exc. coahece
muito bem.
O Sr. Prxedes PtangaNao cstou na auesto
da cun] etencia, aprecio aquestj do facto.
O Sr. Barros Birreto JuniorE'a questo
principal.
O Sr. Paseles Pitanga\ prorogaco deu s?
O que quero pdrguutar ao il'Uotre de m i I ,
que jurisconsulto, se a falta da assign itura d i
o-.niracto estab'lece condicoea substanciaes pira
qae elle uo possa existir.
O Sr. B-irros Barr-tu Jun-or Sem davi I
O Sr. Prxedes PitiingaEu dire qu ni ; por
que to la a vez que duas partes convo.-ihi-n na-
uondicoes aceitas e esto concordes em prorog-T
contracto, e se declare prorogado a f-ilr.i d ,
natura do termo (pie a cnidicio subutiuc il lo
piga'neuto, iiii inutil'sa o contract i
O Sr. liarioa Barreto JniorDms partes, umi
das quaes ineompetente.
O Sr. Prax-des PitangaDuas pjrte?, urna
corno administrad n i .1 > inunieip i, e a utra o- im i
executora do contracto onvieram rin qu nste se-
ria proroeado na por cinco, mis por tr.-s aon >s.
O contracto, que nao se f.izia > ir escriptura. mas
i-m vista da resolocj tomada p r utoa coi i -ra-
co ..
O Sr. Reg BirrosIllegalmente.
O Sr. Prxedes PtangaPar* que est V. Exc.
a filiar tan'o ern illegahdade ? !
Esse contracto, dig>, qu-; nSe eonsistia e-n es-
criptura, mas em r-'stlugilo tomada pjr essa cor-
poiaojio d'-pendia da aporovaQic da presidencia
para que tivesse eff-etividade.
Portanto, o contracto ce j exisa o que foi
prorogado, continua a existir dependeudo ap mas
essa prorogaco da sanceao presidencial.
A Cmara uncarregou a urna Ilustre commisso
de que faz parte um distiocto couservador uriit
saliente nesta provincia, do apresentar as bases
da innovaco pan se pedir i suaapprovaca. Pas-
sou-3eo auno, e esta commisaSo nao du contada
sua incumbencia. E a Cunara que havia manda-
do continuar o cjutractan;e uo exercieio e goso
deesa prorogaco entendeu qje apenas faitava ao
contracta a approvacao presidencial.
O qurf vein fazr agora o contrastante Assein
b'i ? Vem pedir que Ihe d um contracto ou que
approve o que existe !
O que faz esta Ass-mb't, o que far S. Exc. o
Sr. presidente da provincia ?
O Sr. R-go BarrosPor qoe deixou passar um
anno sem fazel-o?
O Sr. Prxedes PitangaDesde que a Cmara
que acabou de exeicer o seu quatriennio, e a quem
competa solicitar da presidencia a approvacao
desse acto nao o fez, vem agora o peticionario di-
rigir o seu pndido a esta Assi-mbla.
O Sr Barros Barreto JniorEsse era o dever
da Cmara.
O Sr. Praxodes PitangaO dever d-i Cmara
o cumprimento das obngaces de que s- encarre-
g?u perante o municipio, Assim como se diz de
um homem se diz de urna eorp iractlo.
A ella cumpria v.-rdade, o dever de solicitar
da autoridade competente a approvacJ) do acto,
m-i desde que deixou de a fizer, e o lotereas-ido
v qu-* pariga o seu contracto um vez que a au-
toridade com quem contractava j nao exis e, vem
perante esta Assembla. que a corporac-i com-
petente, pedir a sua Banecao.
Nao vem pedir contracto, porque contracto elle
o tem. E nem esta Assembla pode suspender um
acto f.ito pela Cmara e j em execucao ba mais
de um anuo.
O Sr. Costa RibeiroEsta Assembla nao con-
tracta com ninguem ; auterisa ou approva con-
tractos ; se approvar ou regeitar o cjutracto, nao
tem outra attnbuico.
E a mesma ci.mmisao.de que V. Exc relator,
em vez de apresentai urna emenda prohibitiva das
funecoes da Cmara, deveria dizer se o contracto
baseava-se era direito, em razo, se podia ser ae
ceito ou nao, por quantc nao era cerceando um di-
reito conferido por urna le que rege urna corpora-
co, que V. Exc. deveria provar que tiveese lugar
esse contracto. Era pelo contrario declarando qu-
elle nao deve ser approvado, porque falta-Ibe taes
e taes condicoes, nao satisfaz as necessidades pu
blicas, nesee caso, a Cmara tomara a imaiativa
de verificar se as razos que dava Assembla para
a nao approvacao do contracto, prosegua ou na,
ae podam ser remediados os inconvenientes apun-
tados pela nobre commieso, e nesse caso depois
de satiefeitas todas as exigencias, existindo as
meemas duvidas, submettei-o ao conheeimento do
presidente da provincia, e finalm-uN a Cmara
tomara a medida de abandonar o contracto e fazer
o se'vico cu administrativamente ou por arrerha-
tacao.
Est portanto provad' que o eontracto existe,
que foi mantido prurogado, faltando Ihe apenas
a sanceao da autoridade competent"
E justamente isso o que vem fazer o petieio
u ;rio perante eeta assembla, eio pedir que ap
prove-se o contrseto feito em F-vereiro do anno
passado m cujo goso elle est j por mais de um
anuo.
Nao te trata da conveniencia do contracto, nao
e porque ^esta assembla nao tem competencia
para dizer que acamara cnnfractou inconveniente-
mente, p rque essa attribuicio de sua autonoma
como porqu- nao f.i com este fim que o peticiona-
rio veio a esta Assembla.
O Sr. Reg Barres -O fim do petci inario, nao
quero saber.
O Sr. Prxedes PitangaV. Exc. tem obriga-
co de saber, porque receben a peticae na qual
elle vem pedir a approvacao de eeu contracto.
E a res posta pelo caso que. se faz a porgunta.
Desde que V. Exc. nao respondeu assim, nao tem
raeo o seu aparte.
V. Exc. devia diser: o contracto nSo merece
approv-cao por essa oa aquella razo; istoo que
competa a comnissao.
Portento, Sr. presideute, ditas estas palavras,
deiso que a assembla resolva a questo como me-
Ihor le apruver.
O Hr. Visconde de Tabatinga(Nao
devolveu o sou discurso). ,
O Mr. Jom Hara(Nao devolveu o seu
discurso).
Passa-se a
2 PABTB DA OBDBM DO DIA
Vem a mesa lido um requerimento do Sr. Jos
Maria, pedindo preferencia para ser discutido o
projecto n. 23 deste anno.
O Sr. presidente declara nao poder acceitar o
requerimento, porque o projecto a que se refere o
nobre deputado nao est aa ordem do dia.
O r. Jos Mara (pela ordem)Julgo, Sr.
prasid -nte, que V. Exe. labora em engao. Lsm
bro-me da que est projecto foi subaettido dis-
cussao e adiado
O Sr. PresidenteV. Exc talves confunda o
projecto de n. 23 eom o de n. 24.
O Sr. Jos MaraE' verdade : foi engao meu.
Eu quero referir me ao projecto que dis respeito
divida de exercicios lindes e que tem, se bem
me record, o n. 21.
Neste caso, p co a V. Exc. que devolva-mo o
requerimento afim da corrigil-o.
Vem mesa, lido e apoiado o seguate reque-
rimento, que, posto a votos regeitado.
Tenho negieio urgente. Requeiro preferen
cia para a discussao do projecto n. 24.Jos Ma-
ris.Bario de Itapiasuma.Joo de Oliveira.
Continuam em discussao as emendas offerecidaa
em 3 discussao ao ptefsjeto n. 34 do anno pas-
sado.
O Sr. Coala fiasse-Sr. Presidente, entre
as emendas que foram votadas hnreos destaca-se
urna ao 8o que diz o seguinte: (I).
Esta emenda por demais restriera, ao meu ver,
uo preco do gaz, ha de ter um effeito inteiramente
contrario do le tem em vista a assembla, isto :
marcar bases para um contracto que possa ser es-
equivel.
Notar V. Exc. e a assembla que o precJ de
2tO ria por um metro cubico de gaz, que ser
tambm o preco pelo qnal vira a provincia a pa-
gar a illuminaco da idade, nimiamente peque
uo, at nullo, e de certo nenhuma companhia se
animar a concorrer.
O prr^o de 260 reis p >r metro cubico de gaz
pago p.ilos cofres provioeia-'s para a illuminaco
publica dar em resultado a cifra do 156 ris por
por nntite em cada bieo.
Uin Sr. Deputado.Em urna noite por esse pre-
co muito har o.
O Sr. Costa GomesNao obstante o diminuto
preco por que hoje se pode obter o gaz correut.-,
nenhuma companhia no Braail at hoje, que mo
conste, tem-se proposto a fazer a illuminaco
por esse preco.
O .Se. Rosa e SuvaCiro a clausula da rever-
bSo p ra o Eitado de todo o material e obras da
empresa no m de 30 aunos.
0 Sr. Costa Gomes0 preco de 156 ru por
bicodegiz lar n'.; un i uote excessivatneute
barato, priaetp lmente quando ts-ji de ai r pa_-o em
tno la d > pas.
Diz o n I) l'puti'fu |U-j ni Rio de Janeiro o
I r ;) d- 210 ri-.
Masno'eou bre lpatelo que no Rio de Ja-
neiro .- pi ec -0 ria p ir 10 h iras de illumi-
naco, o que eli v ir o eonsurn d i gaz -.: mn ine-
tro C'bic-J p r n .'fe, e ai-u dtiraut-1 i horas is
bic -s uo o :. i n.tis i -i 0 lin s cbicos,
i quu dar a mita do 152 ris ijui Ijs p te.
L' n r Denntai jGast'i tamb m menos giz.
OSr Cst i Gomes Mas V". Exe. deve atteu I r
p ['leu i cu 3'iin i gis .....-1 ii .- ni :ur-
.
a .ir '2i Bii ite it C d) Ru .1 Ja-
oir ist i p ." 210 ris, ti un
- in i' i i io por b e. > e.n
el -va e n tumo a mil u li-
mita vmi i_-.- o p ir : .
I o :: li; '. pilO :
i ii i i mu i p (| len -. che .-
I -l 1 '>! ": r.l ;;;.' lpeuaa por lllll >.
\l 111 .
.. -i i e p i- un Jesp'ii i..
qu.i-iJ>> e r i kss in'j i. esqu-ii-.-nd t n o-- -
i.i i i isa p > i io.M i n I. ii-- civ
\ i : : : \' l !' t i g i" -rio <-i i r u nu-
Uuii o i lior-u!'.
u na actual 1(5 tem a un i me Ik li
horas i illumin -., \ i. que fi ex i siv n' :i-' f-
lieie-ri; : pirque si lur-inte n norts es
n -H horas de i lumin.-icj, '".-1 i'- as noit.-s
de i-lu- .'iii -s ii o m uos lii:-.- : :- sorte que a
tan i- faz e-re servir;) presen temen t
qu -.o lo sus mita que hav -r i lu i apaga e illumina-
co, ( i. mi terem is us de p ir n- v n i i>ivern i
ib desta e.dade, ras a mo calcamentos,
.u mesmo sem cacameuto, c mpletam *i'e s es-
ejra-, c n i j i y- : n i', ntr .r eui un upa-
se ir, hurmetieuneiite fechado '-u.le ni peuetris-
s claridadc alguma.
ne 1-0 .' 1. tu t '
i - . o d : ! i
: . i U 11 ', i '\ i -
rn b i
1 -. 1 ,d t :
i - I; 1 ) i
Jo-i
1 i v -ir iEu ilju testeinunho
O s
disto.
O Sr. Giste GomesE eu tambem, porque sen-
do um p-'queuo e modesto eliuijo u-sta eidade,
(nao apoiados) tenho de p'-rcorr :i- as ruis :i-> es-
curas pnr.i attender a algum chamado; u outras
vetes tenho deis .do de attend-T, como esta noite,
tm qu-- tive chamado s 10 horas.
O Sr. Jo; de OliveiraE polica V. Exc. en-
contrn ?
O Sr. Costa G mes -Nao pude attenJer ao cha-
mado por c^usa da eseurido, o-omjdisse; boje-
pela mauh que fui fazer essa visita.
Portanto, Sr. presidente, entendo que o despen-
di de ijt)0 litros cbicos por noite nao animar as
compauhias a proprem-s- a este servico, e d'ahi
teremos o qu queramos prrv--nira prorogaco
d contracto actual. (N) apoudos).
Eu, Sr. presidente, uo bou immigo da compa-
nhia, nem de qualquer outra cninpauhia. O que
desojo e o 'jue tenh segundo me pareo-e, pratica-
do, desde que e.itrei oeata casa, sempre em be-
aeficio do servico publico Posso ter errado, mas
so erro, s-mpie de boa f suppondo atteoder ao
inti'resse publico, portante i-ntendo que o prey,)
de 2>>0 ruis p r morro cubic-. de gas, consumido
pela illumuueo publica, em cuja proporco 0 i?o-
verno tem de pagar, diminuo de tal modo os pro-
vent>8 da c.onpauhia que neuhum capitalista
mesmo nosar t^zer o servigo.
V. Exc. si.be que umi e i enda, posto que ven
cida, que tive oeeasi i de mandar o que pedia a
que iliuiniiac,-:io fosse de 10 horas por n- te e que
se cobrasse 210 ris. estava em relaco com e aei -
v;?o que se faz na corte.
O servic da e te, posto que em muito maior
escala, ti-m a este ie?peitoa grande -autagem qun
os nobres deputados eonlucem perfeitaim uto.
Quanto 21 parte desea mesma emenda, que diz
para os eatabe eeineutos de eai'dade um abate de
30 '/o, anda tras os merinos inconvenientes en-
contrados no principio da emenda. Este ab>ite
i--.i '.zir-i o pr. C' do gaz a ISi ris por metro cu-
bico. S. Exc sabe que um preco muito peque-
no e trar em resuitaao a falta de concurreucia.
Se na corte do imperio o caz pode ser foruecido
por 210 ris per metro cubico, calculando-ce 10
horas de illnminucn durante a noite, cada bico
regulandj 10 velas stearinas, verdade que l se
poder produzir o gaz m-sea grande proporci'o,
porque os apparelhi s sao muito glandes, acba-se
collocado n'um local muito pnprio, como S. Dio-
t;o e aqu j nit i se d o mesmo. Alli a illumina-
co estabelecida no cen-ro da cidad- com tubos
conductores muito aperf. ic- presso que s(ja duda no gazometro uo trar
como entre nos .-s mesmos iuconvenientes, o des-
perdicio do gaz ser sempre menor.
Eu portanto, Sr. presidente, voto contra essa
emenda, por me parecer que ella uo est no caso
absolntuinente de eer aceita por esta asa<-mbla.
Com relaco illuminaco particular, apres- n-
te tambem urna emenda, que f.d rejoitada. Nes-
sa minha emenda, cuja apologa eu nao posso
mais tazer, porque matiria vencida, eu preten-
da estabelecer que todo o caz fosae qoeimado.
que todo o oxydo carbnico que houvesse de ser
conduido foate ntilisado e nao eipaIhado na at-
mospbera, bem como o gaz ethyenu.
Um Sr. deputad De que modo V. Exc. con-
seguira isto ?
O Sr. Costa Gomes Adoptando os bicos de
Argand. Estes bicos nao sao conhecdos aqui,
mas eu nao posso t-xp.icar porque trata-se de ma-
teria vencida.
S porem V. Exc, Sr. presidente, consente que
eu a urna explicayo muito ligeira, ap- zar de j
ter i-ido regeitada a minha emenda, tal-o-hei.
Os bicos de Argand to im forma de coia.
Elles sao cobert. s por urna chamiu que tambem
pela sua fo. ma tem a vantagem de reduzir todo o
bydrogcno. Nos bie. s fundidos porem nao acontece
a menrnt cousa. Eis o motivo porque julguei eu
na minha emenda fazer adoptar de preferencia os
bicos dn Argand.
Depois, Sr. presidente, nao se verifica o mesmo
phenomeno, estabelecnio se um parallelo entre a
illuminaco publica ea illuminaco particular, na
illuminaco das ras, aioda que a evap raco do
acido carbonieo seja m grande escala, nao pre-
judica, porque espalha-ae perfeitamente as cor-
reles atbmospbencas.
O mesmo poiciri nao acontece em urna salla,
onde a athmosphera confirmada e este gaz des-
preodeudo se pode produzir grandes males, nao
ti, como j dase, pela eecasses da athmosphera,
como pelo deaprendimeato do acido e do oxydo
carbouico.
Eis a raso porque dei a explicaco sobre a
emenda que a casa regeitou.
En anda insistir! um peuco sobre o local para
o estabelecimento dos gasmetros que o governo
entender conveniente fazer como diz a emenda.
Eu bavia apresentado urna emenda que na tive
occasio de justificar em que pedia que fosse con-
siderada como circumstaucia prefereocial para a
aceitaco da concurrencia, o maior dimetro dos
tubos eooduetores e a razo j disse ba pouce :
quanto maur tor o dimetro dos tuboe.m ncr ser
o attrito que soffre o fluido eu, sua carreira e por-
tanto com a grnde distsneia que haver para os
gasmetros, ter em resaltado na presso de 47
milmetros, um dispendio de gaz muito pequeo o
que tudo ser em beneficio do particular.
Sr. presidente para se ver a diffWenca que ha
en:re as emendas approvadas hontem e o contra-
cto existente, eu dire oue no contracto actual nos
pagamos 2j res por dia em cada combur-tor, no-
tando-ae que o combustor de hoje, arde 6 horas
por noite, e oas emendas que foram apresentadas
gas so pagar na razo de 156 res, importando
isto que se for extrahido o gaz da bulha... e se a
companhia pretende extrahil-o do schisto boghead
pod.-r deseer essa cifra 10 rs.
Comprehende V. Exc. que sena impossivel a
urna companhia fazer illuminaco de urna eidade
por 10 reis o bico durauto a noite.
(Trocam se diversos apartes).
As notas sao do Thesouro, sao notas pedidas
pela eommisso de orcamento, a cornmisso pedio
a soinma de 151 eontos, o que d 225 rs. por um
bieo durante a illuminaco noite.
Um Sr. Deputado Est incluida a dirlerenfa
de eambio.
O Sr. Costa GomesSe uo me refer a dille-
renca do cambio, porque outra enenda que foi
approvada diz que o pagamento ser feito em moe-
da dn paiz.
O Sr. Barros Barreto Jnior di um aparte.
OSr. Coate Gomes Se, pjrm. como eu pedia
n ama emenda que a illuminaco publica du'rasse
10 horas e se ella fosse votada e o preco fosse o
da inen.a n. 8, teamos em resultado qu^ se pa-
gara por noite nao l'o rs. mas sm -_'iil) rs. em
m>eda do paiz, o qne sena de vantagem o ir ter-
mos uro.* llum.inao.ai cnupleta e perfeita.
Qiant) mt nsida le da luz. Sr. presidente, eu
nao facj grandes censuras, porquanto a aonda
d 11 diz ('( .-
Isso cu ri sp ii I mais ou men lo meu pedido
d< ii"' ii tr i o i lieos i'1 i"v i.-i i.
S eu p !i que a chair.ma dos combust 'res da
illuminaco publ.ca f sse medida por ala foi
por ter o-dido q-ie i bico fosse fun li I >. pois a ser
li perfiiiti, a medid i de 12 ccntrimetros renhu-
ma van tai; m erara, porqu- ni i dara a medida
de 10 velas <\ le equi\ ile n pou o mais ou .'-nos a
una lampada Crcel, d.s oue gastara 12 grammas
p .r i ira.
S f jsse f.icil a um guirN da lluminnca) n:
iir i n o n pi >t ...i ila I icos
de gaz, pir cort) qu eu ni > m- ooeupii deste
;!-: i, rn .-. CO i. S. .' s fis-
; i no i in 'i til i.'s 11 'pria-
i i en -- .ii n dos gu ". i
il
iiim ih -.
' '.r i o i
i. i i : i que a ii unma
ib-i .-i ni I' i '. 12 rnisi in
; o 11 ,i .. -ol! 'grande
lar.
i.
i .
so a i-ten ta li na
e >
| Ji.'i \ iri i l? r i ;; n ,
. '''.' implo
i I i I I I : V I 1 1
i .' n i i ..- S. Et -.
..-, i acre ir -. os >Jiv i a y f i loto-
,i r.-ir.i que o to los I i de
q i-i /. o -ni une i-i
. '. i o pbot >:in't i mi a lo
maio t ..;. i i ir i ... .
mu foi p 11' un i i Wh 'ars'one.
i o VidriaE : n -
I) i ti i ti.-sSi... 0 i'a | i i
sen. i>i.-. io |u exis h u.n pertenee
, ia i)n i :m i ; UO
z -o tr i l.'sfa eidiiii-'
Como i .'i.z ;. -o i.... .,-,: n i-jii., la
Id! o i n i it mi itr i -o .. i'i -, le qu uer :n-
i :. qu'j fo-.- inda ia uu i em pi tetro
achro u itico, e i nao pro iri i -. cku ul i d i m i li-
itii de ext i i para lo da eb non .
Sr. pres dente, juigando ter nao ex lies
o assuinp.o de que me oceupei.....
Divers is Sra. Deputa losP.rf>tamente.
0 Sr. Costa Gomea .. mas, dito algo i cou-
sa sobre as em-ndas em liseu-so, seiilo-n i lecla-
i-i.n \j i]ue vo o contrx a tunen la qu lix prefo
do gaz, acc-itando, poi-.n, a emenda que marca a
inte isi 11 :e da luz, naj obstante sabir 'jo o ser-
yio ifoit p r este modo am! i uo ::: tiafa-
ctorio.
(ilu *o bL'm).
O Hr. Huta *il-ft -(Nao devolveu o seu
discurso).
O Hr. Jos MaraXi. de olveu o seu
discurs 't.
Vem mesa, lid >, apoiado e entra em discos-
sao eoiijnnctamenie com ai rm o t.-guinte
r-querimeito deixando de votar-se por falta de
numero ;
> Uequeiro o adiamen' i da discussao coi' 21
horas. Jos Maria.Juveneio Maris.
fc.' encerrada a dis&usso por tilta de numero.
O Sr. Presideute levan i a aesso lesignando a
seguinte ordem do dia :
Primera parte : continuaco da antecedente ;
ser/nn la parta : I. discussao dos projectos ns. 23
e 8. 2.* do le n. 40, todos dcste auno, 3.1 do de
n. 23 de lSi e continuaco da anrecedenrp.
HtiSTA BIARI

k
Vinle v f|iii>iri> '( nini Esl
ivel foi sol in'.i.-.."... nesta eidade
ciativa do Monte Po dos Vi luu Patria,
con a representarn a thi Santa "I, de
um drama, escrip'o pelo Dr. Corto Ko.l.
minado Tributo de Sangue.
A concurrencia ao ihe i tro foi immen o
desimpenho- do drama i sem ei thu
Milito contribuio parn abrilhan'ir testa o
tropho levantado no sala > do theatro e onde se
achavam as bandtiras do 30* e 42* batalbucs da
voluntarios.
E?t..s bandeiras for^m tn nsportadas do edificio
em que fuucciona o Instituto Aroheologie; para o
salu do theatro com toda solemuidade.
Lima brigada ci myosta do :! batalhio de infan-
tana e da companhia de csTallarui, acompanbov
as bandeiras, aend > Bandada pelo Capto gracin-
.io de Gusmo Lobo, que pronuneiou daa v. ran-
das de sua residencia, ra do Cabug, um elo-
qoente discurs i, aualogo testa.
Em outra seceo dimos publicidad
iri-urso a que n s i :
Ante de honra do 2o batalho de infantaria acompa-
nhou as bandeiras que do the itr i forano, r. c m lo-
zidas a i I.i-riruto Archeologico.
ADoltcoPolo Revm. conego Antonio Do-
minguee di- Vuscenc los Arago foram lio. rtados
di us bbci iv s, que pissu'a.
<)= esf-rcos de S. Exc. obispo diocesano vo
predusmdo o desejado ffeifo em i.o abo-
li:, uismo.
O meritorio acto do conego Arago nao precisa
de ene mo?, recomraenda-se por si mesmo.
As lilas libertacoes tivoram por fim ddnonstra-
co de h- menaeem ai jubile-u sacerdotal do santo
padr- L' o XIII.
(lutada humanaNo dia 24 do correte,
na igr ja de .esa S-uhora do Rosario, da pare-
chin d. S uto Antonio, es Dr. J s 1,-aquim de
S uza e Auguoto da Costa Gomes, i rocederam
com sssisteiicia do Dr. Delegado do 1- distrete
de capital, xaine na oseada encontra la no sitio
do finado Mancei Antonio de J sus, no lugar Ro-
m-dios, -. 2- districto de Afogad. s.
Declararam os peritos que a oseada perfsncia a
es|io 1 to humano, porm incompleto por falta-
r. m alguus'ossos e imporfeita por estn ia outros
ptrtilos e sem aa suas epiphyses; que os ossos
eitavain despojados de suas partes moiles, seceos,
de (r preta e incrustados de materias calcreas
o ni istrav-.m sor de individuo do sexo masculino,
de crea de 40 anucs de idade e enterrado um
periodo de tempo antigo.
Declararam anda que nao pooiam responder
com mais preoiso, por ihes faltarem para o com-
pleto eseme do facto, os commemorativos, o conhe-
eimento do lugar e a ..atures*, do terreno em que
se acbava a ossada, e por isso nao pod.am decla-
rar qual a raca do individuo, e se houve enme.
O subdelegado da Magdalena, prosegue as
diligencias.para descobr.mento da verdade.
l>iimesis.-llaiil Joaquim de Sant An-
o conbecido por Bacalh; e que ha pouco cum-
prio em Fernando urna pana por enme de tuorte,
encontrando se aote-hontem, s 9 horas da noite,
na Boa-Viagem, com Zeferino EvangelisU d Oli-
veira, de quem era iuimgo, ferio a este traicoai-

rH


rCSf *
Diario de P^rnambuc^iScxta-feira 27 de Maio de 1887
3



\
ramento eom urna faca no ante-nre. esquerdo e
mi correspondente, sendo preso en flagrante de-
"o subdelegado da Hoa-V.agem tomando conhe-
cimento do facto, remetteu aterido ao Dr.delegado
do 1 districto, que o aiaadou vwtonar pelos Drs.
Souza c CosU Gsmes, que declararam leves os fe
rimentos.
Parlo de eco Ante-hontem o subde-
legad do Beeife, Usaente Saatos Neves foi procu-
rado pelos Srs. Artbui CosU & C, e receben
queixa contra um carroceiro, que, incumbido de
carrejar diveisos faidos d; sa:cos de estopa, fu-
tara 28 saceos, tirando um ou di us de cada larda
Das diligenciis a que mandou proceder o te-
nente.Jantoi utas conseguio-se a prsio do car-
roceiro, que ennfessando o turto e in licando o lu-
gar ''m qm se achavam os ate jos, f .rain estes res-
tituidos aos Srs. Arthur Coat. i C
Chama-se o carroceiro Angelo Mor-ira.
Resala Para o da 5 de Juob> prximo
acha s marcad a terceira regata do Club luter-
naciom.l de Regatas, que se relisar na bac > do
Gazom ''i'/.
O d t'iiuo Club tem en sua secretaria aberra a
inscnpclo at 31 do correte para os que quise-
rem (acorrer a ata regata.
Tbenoararia de Faenda-Esta reoar-
tico declara que as notas do The-oun de 20 da 5 estampa. 53 da 7' e 10 da ti erii) substi
tuidaa at o fim ao urz de Juobo vndonro com o
descont de 2 /, o quul aeri elevado a 4 %, a
coutar de 1 de Julhj a 30 de Siembro do cor-
nata anuo, na forma do diapasto no art. 13 da ici
n. 333 de 18S6.
Horledade phllomallca Funccionou
ho.iien ''m sesao ordinaria.
Foi ida e approvada, com urna etnpnda do Sr
Martina Ribeir >, a acra da sesso antecedente.
Foi approvado o balaucete geral do thesoureiro
feito p '1 a Sr. Ag apito Maciel, Jos da Cuatro e
Fraoklin Gamsiro.
E:q seguida foi discutido o jury histrico sobre
o peraouagem Pedro I, seud) promitor ad hoc o
Sr. Agapito Maciel e advo beiro, sendo o reo absolvido.
lilcur de geoipapa Obsequiaram-n'os
com urna amostra de uui licor espocial, extrahido
da fructa do genipapeiro e fabricado com extrema
perfeicio.
E' transparente, adocicado e conserva o gosto
e sabor da fructa de que extrabido, o que turna-
0 summiuiente agrada vel ao paladar.
Este licor era vendido u i caf Ruy m la actual-
mente o ven li 11 no estab lecimento dos Srs.
Alheiro, Odveira at C ra da Imperatriz es
quina da ra 7 de Setemu o.
Bcunien ?".viae lia luje a segjinte :
Da icicdada Segredo e Amir Ordoia, na s-
de social, para teasaj de fiuaucas.
Ama-iba :
Da L>ja Cao. Couciliaci, nara aeaaao mag-
na de posse, iuiciacio e iiacio, s 1 horaa da
noitu
DkS accionistas da fabiica de ficio e tecidos,
s Loras da tarde, uo edificio da Associacio
Comuieicial, pira apreciar os ornamentos da njva
faoriL-.i e antorisar o c mtracto.
Btm Jar Jim'a data de 24 escreve-noa
o noaso ccrrespoapeottj
O protnettido devida, e perianto venh), hjje,
deseuipeubar-un dar-lhc noticia desea trra depois das tleicoes de
vareaJjres e juiz -s de paz, que tora marcada para
23 do crrante, por ni) ter sidj ell&feita na poca
legal.
Teve ugar o proeesso eleitoral honteui aem
lucid it nigua c a contanto dos dous par-
tidos.
Pjde-80 .iiz :r que uo actj eleitoral nao houve
visluinurc, sequer de compresaao OJ vuleujia de
parte a parte : procedern, 03 partidos com a mais
plen:. liberdade na escolh* Jos cidadajs, e aa au-
tOridadea yuirdaramcimpleta neitralidade e ab-
sten,-w n> pleito, deixando aos meamos par'idos
franca o livre manifeataco do direito de votar; e
para cate resultad i, coavoi dizel-o, muito con-
correu terem os polticos tnelujr coinpreheudid > a
sua misso o direito, CUJJ exercicio nao carece.n
da Qoaccj n da fnule, mas siin do respeito reci-
proco e d i o!) idiencia le, que a tjdjs d gara-
na sutiioicute.
As duas frac{5es em que se achava dividido o
parti lo conservador desta localidade, pondo dj
lado p iquenos reseutimeiitoaefecli.ind j os olhos ao
pasa-Jo, qu: nao deve inaia voitar, e no iateresae
do putido uiiiiau-s; no da 18 deste e em com
pleta harinjuia que uo deve aer quebrada, orga-
nisar >in toa chipa na qual foram todua atteudi-
dos, si-.-n haver motivo para desconteutamento.
De outro lado os liberaba na maior discipliua e
accorJo Szeram outro tanto.
Os couser^'idjres elegeram cinca vereidores, os
1", 2* e 3" juiz s de paz, em cal i um dos dous
distri.1 o-, e os libeiaes tizeram qilalrj vereadorea
e o 4" juiz de paz e respectivos buppleutes em
Cada districto.
Aqui ch-gou :i"te houtem uoite e regressou
hoai-m para essa ciiaJe o Dr. Pedro B ltro, de-
pntado geral por este uistiieto.
Consta que S. Exc. viuha assiatir eleicao, e
muito receioao de desordena, por afbrmicods, alus
infundadas, que Ihe deram, maa que encoutrendo-
se com a paz e tranqmlidaie, tve de eontessar a
desnecesaidade de urna viagem iacommoda a que
os seus amibos o obrigtram
O estafeta que d'ah parti a 18 do aadaute,
aqui cbegiu a 21, aem a mita, que vinba para esta
comarca, e u.'u aab: dir explicaba) da taita, que
eutreuuto se tem prestado diversos coinmen-
tariss.
da dizemque a corresponlencia toi subtrabida
quanlo o portador deseancava ou dorma em ca-
minho, e ou'ros peuaao que, comj o estafeta fosae
despachado Da necasiao em que o eram outros de
differoutes localidades, de ctj* que por euaii >
(o que muito natural,) a mala pira esta cidade
tivesse destino diverso.
O que fr, saber-ae-ba maia tarde, pois que
frente da adminiatraco dos crrelos est o muito
digno e zeloao adminiatrar>or, o Sr. Affjnao do
Reg Barros, em cujas providencias muito deve-se
confiar.
Depsis do jury, que deve abrir-se no dia 30 pr-
ximo viudouro, lbe escreverei dando noticia do
que occorrer.
Por agora t o que ha : a comarca est em
perfeito socego.
I'ergnnias tnnoluvela Ha piuco tempo
um jornal luglez couvidava os seus lei:ores a di-
rigir-lhe questoes que podesse por a concurso, uo
louvavel intento da augmentar a tiragem txe.-cen
do a sagacidade nacional. Este generoso appello
produzio o seu effeito, e a mais bizarra colieccio
de pro'ilemaa nao tardou em enciier a caixa da
correspondencia do j irnal. Entre estas questoes,
diz o jornal dando conta aos eleitores doa primei-
ros resultados do concurso, ha algumaa que foram
submettidas a arbitros nomeados para ease tffei-
to ; mas ha outros que nem Salomao ikiii Caglros
tro se rncarregariam de aa resolver. Eafas, por
exemplo :
Quantas arvores teem tido derrubadas du-
rante a vida de Gladstone ?
Qual o nomo do maia autigo habitante de
Pekin ?
Q'lautas pedras exiatem as ruasdeLin-
dres?
Qjiiitoa gato* h uj ral o de quat.o Diiis
em tomo de Chariug-CrosV
Podeia dizer-me o numero exacto de fmpre-
gados que d'um moineuto pa'a o outro estar) en
treuea una miioa da juatic i ?
Se os id ortos forera aujetios a eretaacio, po-
dero ressuacitar ?
Qual a protundura max-ma do Icito de
arei'i do grande deserto d- Sahara ?
Emquanto avaliaes os vidros das janellaa
que ha em L mdrea ?
Qu .1 toi o pnmeiro sapateiro de Guilhermc
O c o |ins ador ?
Qual o grao de parentesco entre Gladstone
e Abel ou Caim?
Quautaa pessoas honestas ha em Lirijr.a V
* Quan as pedras formo lancadas por cre-tncaa
na ribeira de Hyde-Paik?
Qual f*i o preco do rwtmeiro capo d cerve
ja vendido em Iuglatt-rra?
Explicar a origeia do mtl.
Com) se cbamava o pnmeiro hota-m que
constnio o primeiro bote con remos?
Qnantos ingleses de noms Saajitfc uasueri.m
depi. de 1718?
Onde eato oa usaos do fallecida geiMtral
Gord in, o hroe da Kitoom?
Q lem era a Uvadeira da av de Podco P-
lalos?
Qu. m iavento* os alfiact^s ?
Um oulr i Icitor pargunla : Quem fez a prnaei-
ra i aiaa ? a aecresceata seriaaiente :
E' ama quatio muito simples, mas duvido qse
a reapondara.
larmente ssber a daU do fim Jo muodo. Muirs
outras praoceupam-se sobretodo em conhecer um
remedia para as numerosas doencos dos bebs. Um
hornera diz en verso : Ql o n da maia
bjlla, quo vive neste torro rodeado por mar ?
qual o do mais bravo que, ou aas ondas ou em tr-
ra finno detenie a rtobre baade-ra ingleza ?
Urna outra pegunta : Qiauas vea: teve
Julio Cesar dores de d*ites ? Um puautas.sta
deseja saber se a iotencio presente de lord R*u
dolph Chu.chile deixar creseer a barba, e quau
Ma Cibellis exiatem na cabeca de Gladstone.
Um mando quera eonhscer o mei) de eonveu-
cer a mulher dequmlo tiuha raza. Urna s -
nhira conteoUva-< em p>asuir o signa! secre-
to dos frane-macons. Una ou:ra o motivo
porque o fat) de h.mjn se abaloi di eaquerla
para a direita e o da mulher da direita pira ses-
querda. Emfim, am correspondente propo
s-guinte pr bleraa : Soffrem as enguias qaan-
do e eaf;lam vivas '? A questo iuter.-ssante
prasegue, porque, urna ves eatolalaa, as enguias
nao parecem imp^rtar-se muito com o qua s.ffre
rain ; nao do, em todo o caso, neuhum B?nal de
agit ic i', o que n >s faz pensar quo a suppreaso
da sua p.ille nao iuluio em cousa alguina no seu
modi de Ber. Resn'ta que se poiem eotolar, frigir
e comer enguias vivas sen w expormos i vin-
dicas da sociedade protectjra doa ,auimaei.
Eite asiumptj tem, pelo uihu s, um ment em
Londres, aecresceutareuios ni: o de vir a propo-
sito c de ser de in na f icil esta lo do que os out os
Sabe-se que a agua dada aos desgranados cokieys
por urna companhia da City est lit eralmente in-
festada de engatas vivas, d-i que algumaa attin
gem oomprim-nto de 18 pjllegadaa. Neajaa cou-
dicoea n> se poder resolver o problmi?
O Contra fraacenN'i aociedale i: Geo-
graphia de Paria, c;in assiatancia di S'U preii-
dente, oS'-. de L aaepa, realisoo, hi das, o prin-
cipe Alb.-rto de Monaco urai conf;rencia, dando
cunta das expri-n-ias acerca las corlantes do
Mlantlto, teitas a borJo da sui escum Au
donnha.
En seguida M. D;cuz"s, eapitio d- regimen-
t 12 de cacadorores, fes un iutereasanlissima
des-Tipeao dodng fr*n>*z, qas elle acabilde
percorrercom M. d- Urzza.
Narrou com um graude humonsmo, os costu-
nias daque'les povos, que estudou iquuj jsamente
dnriote quatro anojs.
Diz elle que se divertem all alguns maridos,
com agrada Vil passatenpo, a picare a pistar
a cores o peito de suaa mulheres.
1'aiz bem original este, a darmos crdito ao que
diz o Ilustre coofereute, na sua descripcido
posto de Dii, ni C largura.
Grande numero de hippopotamos esbarra a
cada momento om as canoas dos selvgens e a
tiros de espingardas que preciso abrir pas-
sa^em.
Maia a< longo, os elephintes abrigim-ss i
sombra das grande arvores que bordam o rio.
Os caimo s fluctuain sup-rdcie da aga, cumo
tronco de arvores e baudoa de gazellas to
gem espantadas euvinio os cantos dos passa-
geiros.
Xala e a critica. O artigo de Z la em
resposta critica da sua ultima pe-'a, a Renata,
motivou urna replica de Sarcey, em que este tem
vel critico diz que o uutor do Assomir eat doudo
van ido, e que preciso na > o excitar, pirjue, os
di ios assim sao perigosos.
E' de c-rto oor isto, que o Eoaem*nt ch'gid)
boje, noticia que se falla em Pana u'un duelio
espadi entre Z ila e Sarcey
Albert Millaud, u> Fgaro, ji Jea om) re 'si-
do o tal duello, com a veri-, e a inali'.'ia que todos
Ih reconb-icem. U artig em qu^ello deacreve o
encon'ro e delicioso. Urna das test-nnu ihas por
parte de Sarcey, Sarah B 'rnhardtque irouia .'
cliaioada a toda a pressa d i America.
O duello comee i t>:ia troc ds lunetas dos om-
batjntes, e, como Z)^a nao leva ausp morios para
o campo, S ircey obrigado a tirar os seus, o que
d em resultado estar em cerouias quaudo a luta
termina.
O omoate o qu ha do m ii patus > uo ge-
ner '.
MiHaud d.'3cruve-6 assim :
A' primeira inveatila, Sarcey ataou vigoro-
samente, segurando aeinpre as calcas, que ainea-
cavam largal-o sem r.'CUrao; da aua parte. Z)la,
prudente com urna aerpen'.e, recuava pira evitar
a ponta ameacadora da duriniana do gande cri-
tico. Quanto s teatemunh.is e aos eapectadores
d'eate drama iinpoueute, aeguiam os movunentos
dos d)us cainnei) :s, segundo os dictamei dis res-
pectivas sy.np libias.
Iiiveat.n lo sempre e cada um de s u lado. Sar
cey acabou por sahir do bosque pela puta de
N.-uiliy. cutretauto que Zola sabia pela porta de
Pai.-v. cada um seguido das suaa testemunhaa e
dos amigos particulares.
A'a 3 borag, aem ter parado um instante, Sar-
cey dava com as castas na parede da catbedrai de
Blois, ao DossO qu: Z .la la de encontr a> moni
nento commemorativo da batalba de Bapaume,
em Pas de Calaia. Aa ultimas notieiaa do-nos Z)
la em Cala>as. cneostado a urna dama, e Sarcey,
9om ceasar de esgrimir, banbaudo os Calcanbarea
na onda azul do Mediterrneo
Deagracadamente, nocair.iuhi, cihiram-lbe as
caleia Perieu-a! o que ter. o i .1 r jiiiitainoifte
ao griode ciitico n.n poooo is .iii^ea'.id i muta
autoridade.
Mi'laud brinca, mas quera a ".be aa ainia tere
mos de participar aos l> itorea q tacto de uin do-
sastre, uo Iliterario, m is aliy.-ico, ua peaaoa, e
n< as obras dos dous eaciiptorea francezes.
Quem sabe se o veutre de Z da, turado pelo sa-
br de Sarcey, mu dar anda aos chrooistas dos
j iroa^s parisienses maior numero de paginas do
qin 7. ila lhea d.-u com o VeiUre de Pari: ou se
urna das enorraisaimas orelhas de Sarcey nao se
desapegar da sua fronte para fijar no campo da
honra, como exemplo e aviso a futuro, crticos e
dramaturgos intransigentes!
Om anilarilhuDUada* celebridades do
sport pedestre, Mr. Formal Wrias, explicou em
Paria, perante urna commiaai militar, a utilidade
e applicaco do aeu raetbodo no exercito francs,
as grandes m trenas.
S-m admittir, cora) o marecbal de Saxe, que to-
do o segredo iu guerra eat uas peruas mu
to cerN que com a veloeidale na marcha fez ga-
nhar muilas victorias : verlade demonstrada, por
exomplo, pelo exercito turco, bastantes ves-ia vic-
torioso, apezar da sua ordinaria interioridade de
armamento. E' certo que Napileo nunca tez au
dar o seu exercito maia de 36 kilmetros por da
(e este limite cora meia diviao apenas). H-jeos
generaes mais xigentes e pedera 24 kilmetros
Nao deveinoa, p-irm, esquecer que o soldado vai
agora carregado Com mais de 20 kilogrammas.
Na antigmdade, as cor-idas a p estav.im era
grande voga, e, como aabid, couitituiam apar-
te principal d i programma doa jogos olympicos.
Osp.etai gr'"go8 celebrara n oa coi redores cele-
bres, como Acaules e Lidas, cojos passos nao dei
xavam signal algum na arela. Ari do aparfei-
c melo des meios de locomoco, e anda boje era
*!guns paites, oa auiarilhoa tem a maior impor-
tancia. Na idadr media, diz Mr. K rlus, havia fa
mihas de fuados corred .res, cujos servicoaeram
disputados p dos n >bre^ S i > cooli-ei ias de foi s.
aos noasud das, a* pr.,en doo aulirilbia rabes
lns saia d i Nubla
s5o, com effeito, a marcha rpida e a marcha pro-
longada. Pie meslo dizer-se que ha um certo
antag mismo entre estes dois gen iros de marcha.
Os camp--s que nadara os traj -ctos mais exten-
sos nao sao nunca os que andam tnaia depressa.
O spirt pedestre entre todos s sports
aquelle em que menos importancia tem a disiosi-
c) individual, e em que mais sobresala a neces-
sidade da elucaco. E' preciso, primeiro do que
rudo, eliuiiaar do corpa a gordura, afira de que o
syatema muscular se possa de-euvolver sam diffi-
culdade, u'um organismo alliviado de todo o peso
iuutil. A alimeutaco do andarilhi dever, por
tanto, ser azotada e muito nutritiva deatro de ura
pequeo volumo ; ousistir de carnes em sangue
ovos crus, muito piun pao e quasi nenhuma be-
bida. Addicionam-be aquelle rgimen os purgan-
tes, os banh ,% de vapor e friccoes.
Por ultimo, o corred >r pratica o exercicio de-
baixo de todas as suas firmas e hab.tua-se a
pou-jo e pon > as marchas forcadas. Antes das
corridas, necessita tomar excitantes, com caf,
chcolate'ou caidi.
audarilho deve evitar o respirar pela bocea,
oude metter urna pequea podra.
Pela educaba i progressissiva, o pedestrian
chega a pouco e pouco a desenvolver iulli:ieute-
menteos pulmoes, pira que o jogo destes orgis,
muito augmentado, estoja era relac) com o enor-
me dcsenvoivimento dos raoviiueutoa circulantes,
-ata forma, as palpitaco a do c iraco sao pouco
sensivei* e consegue se evitar as c /ng.stoes nos
diversos or;ia esseneiaes
Muitissimis con iiees influem evidentemente
na velocidade de duraco da marcha : o rith no
to tumboi ou da corueta, a forma do clcalo, o
teiti i d) fato, etc.. tudo, pir assirc dizer, tem
un i n-[ iu-ia. Oeinaia, cada andarilhi tera, neate
p)iito, os seus hbitos particulares, como cada te-
nor, po- exemplo. ura degredo especial para con-
servar a voz pura. Porn, o que nao se pie dei-
xar de recoram-judar ao fortinen que applt-
que fl mella sobre todo o tronco, e que vista um
fato ligeiro e sem u-nuuma stricture como di -
'. 'm os inglezes ; sapatos de la o sem taces e
sera prgos, untad is internamente om un corpa
gorduroso. Duraute a marcha, finalmente, c in-
veniente immibilisar o mus pisuvel o peito, ti
xando oa cotoveilos junto ao corpa e fecbaudo as
miii. Esta pisico impjie evident-,ra;nte as
poutaias uas c istas, devidas, sem duvida, as con-
trac^oes repetid is do diapbragma.
O andar para ajuveutude um exercicio activo
que tod)B os bygieniatas rec imme iam, porque
desenvolve o peito, estimula a cireulacSo e aug
meufa as forjas nutritivas. Como disse Uousseau
chega al a avivar as deas. E' eminentein;u'e
preventivo da anemia, da dispepsya, da tsica a
de todas as doeacas que resultara da falta de
equilibrio na economa animal. A marcha exag-
gerada tem sempre (ogui m.'daglia ba il suo river-
i") inconvenientes taraiubos com i as viatagens.
Os aularilbis est) expistos a morrer de repente
por syacop-j, causaei ou fadigi. Os excassos mus
cu1-tres produzem eff:ccivara inte, no organismo,
alteracSda ehimicas protuuda, q-ie enveueuam o
ciraco e alteram a eompjsic) normal do sangue.
Foi assim quJ auccurabiram os hjr is de Mar-
tbon e Friburnd.
Os .andan.hos esto sujettos a umitas doencis,
cuj i gnesis fac! determinar : as berui-a. a as
tb ni, escirros de Sangue, migresa exaggiradi,
atteuco :S agudas causadas pelo resfriara-uto d i
suor e pelas intemperies meteoncas (rheumitis-
mo articular, brouchites, pueuraoaia). Urna das
prossoes ma s insalubres a de distribuid ires ou
canteiros ruraes, e por isso mesn> talvez que
D-ja mni Jh mais mil retribuidla. Essa desgra
cada ciasae uo pade seguir os conselbas da hy-
gieue ua alimeutaco, U) vestuario, etc.recom-
raeudadoa a)3 Post men u de nobre estrp--. E
ainia meos poiem U3ar baaos e friccoes, to
iniispensavei8 aquellas cuj protiss) raauuai
est nos ps .
l Eoje :
Pelo agente tepple, s 11 hir ig, ra do Ira-
pera ior u. 2, de predios.
Pelo agente Br.to, s 10 1/ horas, ra da
Pnuceza Isabel n. 12, de movis i nportautea e
l)ucas.
Pelo agente Pestaa, s 11 horas, ua ra do
Vigirio u. 12, de ura terreuo e predios.
Pelo agente Pinto, s 10 horas, ra d) B ira
Jess n. 43, de urna ourra de ferro, fazcudas, iniu-
dezas e ferragena.
Pelo agente Martins, ks 11 horas, na ra do
Imperador n. 16, de dividas.
MliaM fnebre.ero celebradas ;
Araauh :
A's 8 Inris, na matriz da Boa Vista, p.-la alma
de D. Roaalia Mara Martina ; i 7 1/2 horas, na
ordem Ja do Carmo, pela de O. Gunherm.ua doa
Passos Figueiroa.
Seguuda-feira :
A's 1 horas, ni igreja da Penha, pela alma de
O. Alexandrina Cavalcante de Albuqnerque; s
S h iras, i>a igreja de Belm, pela de 1). Cieraeucia
Breuil; s G horas, na ig-eja de S. Jos, pela de
D. Miuoela Guilberrana de Paiva.
J !*"^' *. IelenMovUnento doa pre I Basto-, eommendador Laws Machado, Beltro
w d* 8* Detenco do Recite ao dia 25 do Jnior Hermino da Figuefredo, o dr. commen-
1 dador presidente declarou berta a sesso desig-
nando para servir de secretario o Sr. deputado
isireciuria da* obras de connerva
cao dos portnBoletim meteorolgico do
n i 25 de Maiode 1887 .-
doras - o 3 -O Barmetro a 0 Teaso do vapor B a ai a o
t m. 23-9 761">35 19,81 89
y 27'8 76250 19,39 70
\ a9o8 76J"42 21.49 68
3 t. 28'3 760'67 19,90 68
t 26'8 760">98 19.53 75
*, poim, em Iogtatcrra, priucipaimente, que
as corridas a pe ae acbain boj i maia ti ireaceutes :
constantein-nte se orgaaisam era Landres luctaa
entre caraproes (pedestraya) ou audarilhos de pro
fisa&n If Oa eorredorea gregos, romanos e persas andavam
em cada vintee quatro horas, te.-m medio, duz.n-
toa mil pasaos. Noa nosaos diaa, B.i'unt, foi em
cinco diaa de Pars a Gdhebra, percorreudo a p
qninb utos quarenta e s-ia k'lom-troa. O capto
Baracly audava rail railbaa em mil horas ; Hae-
ral, aeasenta mhas em seis hars e quarenta e
quatro minuta; Souudera, dezeaaeis kilmetros em
hora e inea e trinta e quatro em tuea horaa; To-
roased, cento aeaaeutae am ki| m tros em doze
horas. NcStes ultim '8 temp >s, tallou-se muito no
tamOKO capit) W'estou, que podia andar oitonta
kilmetros por da, durante cera das s-guidos.
Pjis bem, Westou toi vencido por um yanke
giganta, chamado O'ueary, queaudou qmuhentas
t vate milbas em seis das e psrdeu oito libras de
pato.
En Italia, alguna olfijiaes do axercito teem ul-
cimamsnte feto grandes marchas. Era Franca nao
eat muito em voga o i sport pedestre, que e
apparece no Hyppudromo e em algmnas testas pu-
blicas, com a den .uunacio de homem locomolivi.
huine.n Vapor.'hornera relmpago ote
Em ii.na de.>aa ueciaiea, um d'eaaea liomeos
pbaaoiaenoa *, como lbe chama o Dr. Goyo Uau-
0-3, percirreu n'uma hora e cinco minutos viole
e otaca kilmetros de pista. Milne Edwards diz
que a maior velocidade dos andanios de que tem
oooKeiUeato e de nove limeros p >r segn lo, sus-
Temperatura mxima30,25.
Dita mnima23,75.
Evaporaco em 24 horas ao sol: 5,6 ; aom-
bra: 2,7
Chuva2,a>l.
Direcc > do vento: ESE de meia uoitr at 8 horas
e 1 minuto da raauh ; E at 10 horas c 12 minu-
tos ; ESE e SE alternados at 12 horas e 8 minu-
tos da tarde ; SE at meia noite.
Calmara durante 4 horas pela manh.
Velocidade media do vento : lm,93 por segundo.
Nebulosidade media: 0.39.
Boletim do porto
Eiiatiam 360 ; entraram 7; sahiram 7 ; existem
358.
A saber :
Nacioaaes 326 ; mulheres 10 ; estrangeiros 11:
escravos sentenciados 3 ; idem processados S
idem de curreccSo 6.Total 358.
Arracoidos 325
Boas 307 ; doentes 18.TaUi 325.
Movimeuto da enfermara.
Tiveram baixa :
Jos Vicente de P+'va.
Jos J'Tonymo dos Santos.
Jos Cauto da Silva.
Emygdio da Costa Mello.
Lotera da Paralsyba A 3. lotera
que devia ser extrahida houtem, sabe-se por te-
legrarama do reapectivo thesoureiro, quo foi ;raus-
ferida para quuta-faira prxima.
I. .1.-. iu da provincia No dia, ..
do corrente, s 4 horas da tarde, se extrahir
4 parte das loteras, em beneficio da matriz
de Itam'a, e, no consistorio da igieja de Noasa
S.nihora da Cooecico dos Militares.
No meamo cousisrorio estarlo expostas aa ur-
aue as esplieras a apreciac) do publico.
dolera la norteA 204* lotera da cor-
te, pela novo p .a>, cujo premio grande uo____
3!):!>.))000 ser extrahida no dia .. do car-
rente.
Oa bilhetes achatn-se venda na praca da In-
deo-adeuda ns. 37 e 39.
Tambera acbum-sc venia na Casa da For-
Uaa ra Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Fiuza & C.
Lotera dotUrao-Par&A lotera desta
provincia, pelo novo plauo, cujo pramio grande
40:1100*000, ser extrahida no dia .. do cor-
rente.
^ Bilhetos veuda na Casa do Ouro, ra do Ba-
ro da Victoria n. 40 de Joo Joaquim da Costa
Leite,
Tarabem achim-so veuda na Casa da For-
'uia ma !Jriuuiro de Marco u. 23, de Martins
Fmza & C .
laulerla da proindaA 4a parte das
loteras em benfico da matriz da villa de Itara-
b ser extrahida no dia .. d) correte, s 4 ho-
raa da tarde.
Oa bilhetes garautidos achara-se venda na
Casi Feliz ua pr,.ca da Independencia us. 37
e 39.
Tamb ira achara se venda na Casa da Fortuna
ra Primeiro de Marco n. 23 de Martis F.u-
za & C.
Lotera da ParahjbaEst i lo n'.-i cujo
premio grande de 20:0 H)0J0 ser extrahida ao
diu .. do correute i's 3 horas da tarde.
Os bilhetes acham-se venda na Casa do Ouro
i ruada u.".> da Victoria n- 40 de Jola Joa-
qmm da Costt Leite.
kauteria do E.aplrito Manto Esta lote-
ra cujo premio graude >J:0J00J0, ser extra-
hida n i dia 28 do orreute.
Os bilhetes acuam-sc venda ua Roda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Torabera acharase veuda ni C isa Feliz na
pra(a di Iidependeueia ns. 37 e 3).
i.iiiriia da provincia do Paran
A ll11 ioteria desta provincia,pelo n)vo plano, cu-
jo premi i graude de 15:0d0000, ae extrahir
no dia 27 de .Maio.
B:!htes a von i i na Casa da Fortuna, ra
Pnmeiro de Marco n. 23, de Martina Fiuaa lie C.
Iiitleria de tlasnasA 17" parte d-sta
lotera, pelo novo piano, cujo premie grande c
de i.iiOuO ) )0, aera extrahida no dia.. do cor-
rente.
Os bilhof-'s acham-9'! venda na Can Feliz
praca Ja ludepenJeucia ns. 37 e 39.
Tambera acham-se venda na Casa di Fortu
na ra Primeira ue Marco u. 23, Martin i
Pinza 4 C, e na Esmeralda, ra Larga do Risa-
no ii. 24.
Cemitero PublicoObituario do dia 20
de Mato :
Anna da Concecilo Bast03 Carvalho, Pernara
buco, 32 anuos, casada, Boa-Vista ; h'raorrbagia
puerperal.
Mauoel Francisca di Rosario, Pernarabao, 18
anuos, Bolteiro, Graca ; dyarrha.
Joo, Pernambuco, 6 mezes. Boa Vista; eclatn-
pbia.
Ad li-h i. Pernambuco, 3 das, S. Jos ; espasmo.
L liosa, Peruarabuco, 3 meses, Recite; ente-
rite.
Rogerio Alexanire da Fonsaca Marques, Per-
nambii. .. 30 anuos, silteiro, Recife ; eynhese he-
ptica.
Jos, Peruambuco, 86 annas, solteiro, Bi-Vis-
ta ; velhice.
Cathariaa Francisca Rosa, frica, 80 annos,
solteira, Bda-Viata ; cacbexia seuil.
Antonio. Peruarabuco, 3 mezes, Bi-Vista ;
eoterite.
Jorge Fr>inc3co da Costa, Pernambuco, 47 an-
nos, solteiro, Bi Vista: tuberculose.
Antnnio Feiciauo Rodriguea Sette, Pernambu-
co, 27 annos, solteiro, Bi-Vista ; delirium tre-
mis.
Ciaudino Silvestre de Albuqnerque, Pernambu-
co, 36 annos, solteiro, S Jof; leso cardiaca.
- 24
Eufrasin, Pernambuco, 4 dias, S. Jos ; tetauo
dos recin-uascdos.
Olinto Bastos, no imp;dimento do Dr. Julio Gui-
marSes.
Lida, foi approvada a acta da sesao anterior a
fez-se a leitura do seguinte:
Su-Bomn
Oicio :
De 14 do corrate, da junta dos correctores
desta praca enviando o boletim das cotacoa offi-
ciaea de 9 a 14 do poeaente rtaa.Para o archivo.
De 4 do preaoate mez, da jan:a coraraercial de
S. Salvador, communicando estar na presidencia
della o deputado mais antigo em conaequencia de
tir tomado assento na cmara temporaria o pre-
sidente eff ctivo.Aacuse-se a recepeo e archi-
ve-se.
Diarios offijiaes de ns. 119 a 127. Archi-
vem-se.
Foram diatribuidos rubrica OS ssguiutes
livros :
Diario de Leal c$ Irmao, dito de Souza Fradi
que & O, copiador de Francisco de Azevedo & C
dous ditos de Pereira Carneiro & C, um dita e um
diario do Banco Internacional do Brasil neata
praca.
O Sr. d. potado mais antigo Olinto Bastos, na
dia 16 do coi-.eute deterjo a petico de Eduardo
Herdman, director e legiiim) procurador do Ban-
co Internacional da Brasil, orleando o archivu-
meuto des estatuto3 e mais documentos do mesrao
Banco, afira de cstabeleeer urna caixa final uesta
praca e que essa peti<;j tosse aprsenla i a esta
meretiasiraa junta.Scientc.
Petcoes :
De Lorega & C, para que fac parte do regis-
tro do sua marca denominada^Amor- a publica-
sa que tizeram i>o Diario de Pernamb ico ua qnl
vera a figura de cupido, aendo archivado o in 'sin i
iario. Satisf'it i o parecer, regiatre-se.
Oe R .Jrigues Saraiva & C-, Dir se dir baxi
no registro da ooiueaclidi aeu ex-cixein An-
tonio Pereira de Figueired) T miada. J au a
baixa pedida.
D; Azevedo 4 C., para qu'sa lhea certique
se torara registradas as marcas apresentaias sob
ns. 1 a 4, e se tiveram baixa e era que data.
Certifique-se.
U)s meamos alleganlo nao estar oncluida a
justificaeaa exigida por esta jiuta, eprotistailo
apreseutala com breviiade. sobriestauios-' na
deciso da ponieucia quo tem cora Mamel Luiz
dos Santos Juaior at aquella apreseatacto.
Aliado.
De Porto & Santiago, pe linio que se archive
o diatrato aocial que celeoraram pelo qjal fie i de
poss do acti /o e passv> o ex-iuio Mtuoel Jos
d)3 Santos Porto e ex mera lo de qnl qu ; res
ponsabilidale o ez-SOCio Antinio Jos Felippo
SantiagoHila via'.a o Dr. fiscal
De Maooel Jos dos Sautos 1 orto, ex-soeio di
firm Porto 4 Santiago, puraque se Ihe tra.isfira
o livro di .rio era braiuo, qu fra sellad) e ru-
bricado pira a dita firma.D-so vista o 1).-. ris-
cal.
De Mmael Lins Carneiro de Albuquerque, su'b-
mettendo a registro o coatracta que celebrara
com Jetuiu. Egyptiico de Lima e Maura, para o
negocio de pbarmua.Vista ao D.\ fiscal.
Allegacos apresrutadaa peliadvogalo de Sin-
tos & C. ua pretencao de registro e baixa da mar-
ca de Azevedo C. Aliado.
Nada mais haveud a despichar foi ciu.'rrail
a sesso s 11 horaa e 1/4 ia minh.
Alcides FsIcSo tinha, porm, urna qnatidaik
que mais o exaltava aos meus olhas, e, que, re
ccriaodo-a, faco-o como um preito rendido i sua
memoria : era a veneracao iucalculave1, o amor
iudisivel que tinha sua respeitavel e veneranda
mi.
Estas linhassa um desafoga para o mea cora-
cSo ferido pelo vacuo inmenso, pelo immenso cla-
ro que deixou no numero dos meus amigo*, o man
companbeiro iaseparavel, o mcu camarada predi-
lecta
NI) tendo outro meio de render preito de sau
dade memoria inolvidavel do emigo, faoo-o por
este modo, euviando ao mesmo terapo os meas
sentidos pezames inc nsoiawel ma do amigo
morto, ao seu digno cunhado o Sr. Dr. Barros Cas-
*"' t f? ,1ueriJa8 irmos Carlos, Argemiro e
Annibal Falco.
Recite, 26 da Maio de 1887.
Jote Polycarpo Carneiro Lina.
Ao Blevin. F.',!ik'mm aaymun
do da Cu a ha Pedrosa
Em resposta ao que diz V. Revma. na
Dii.rio tie hoje t em no me da verlade e
da propria igreja, vimos contestal-o
Diz V. Re/raa. qu^ os alguns paro
ehianos sao certamente alguos despei
tados por havereu tncontraio b rreira a
certas liberdudes.
Perguatamos a V. Revm. qae.n tetn o
direito de vigiar familia : ser o chafe ou
ser o parodio ? Parece nos que a polica
nada tem que so ntervir no recinto de
um templo, a nao ser a pedido -ia autori
dado supuriora da igreja.
E mais, qual u razao de V. Rjvma. di
zer que uao distingue o ri.'o do pobre, o
sabio do ignorant.5 'i quanlo a i.ccusaclc
que llie fizemos, toi e.n o Sr. vigario con
sentir que polica uzease retirar aspes
sois que s.; achavam n:is arcadas, pertc
de sjas familias.
Portante, diante dos fados que aa tem
dudo, o de onfor ni lade oom a defeza de
V. Revma., so olligi nos o seguate: oa
o Sr suo delegado representa o papl de
paro.-ho, ou V. Rivtua. nao tem autono
mia precisa para exercer *a respectivas
fundi >s, traalas dentro das rbitas de
suas attribuic3os.
Aonselharaos ao Sr. vigirio qm eii
primeira lugir procure tratar bm os sjus
parojhianos, p>is assim mala a regra de
eivilidade; nao, como fez em sua pratica
de honttn, noite, tasando o alguas
parojhianos a de infelizes.
Ljtivamosa Deus ter diante dcstas i'i
felizes ovelbas, am feliz pastor.
Afogalos, l't) d i Maio le ISSi.
Os infeliz*s
INDICARES TEIS
Hediroit
O Dr. Lobo Moscoso, de volt- de sua
viagem ao Rio de Janeiro, eonntia ou
oxercieio de sua profissao. Consltuas das
l s 12 horas da mnoha. Especiald-dcs
eperaioes, parto e molestias da s-nboras
meninos. Ra da Gljria n. 39.
Dr. Barreta ampaio d consultas de
meio-dia s 3 horas no 1." andar da caa
a ra BarO da Victoria, n. 51. R<;si
drmcia ra Sete de Setembro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
O Dr. Castro Jess tera o seu consul-
torio medico, raa do Bom-Jesus n. ''i,
sotirado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
teiro, residencia ru do B. de S. Borja n. 26.
Consultorio : ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das 11 horas da raanha s 2 da
tarde. Especialidade : molestias e opera-
coes dos orgos genito-urinarios do homem
e da mulher
Dr. Joaa'm Loureiro medico e partro
Cousultorio na ra do Cabug n. 14, 1.-
andir, de 12 s 2 da tarde ; residencia no
Monteiro.
Dr. Manoel Argollo. Residencia o con-
sultorio ra Duque de Casias u. 86, 1
andar. Consultas das 11 horas s 2 da
Despedida
P.irlin !o hoje para a provincia do Para,
venlio por est* meio despedir-me Jos met;
amigos, p diado Ihes desculpa de nao c
haver fcito pessoiil u-.'nte e offercicendo Ihes
os meus iasignitijaots prestimos na cida-
de do Santariu, onde voa exercer os car
gos de juiz municipal e de orphaos.
Deixo encarregido dos meus n"gicios
n'esta cidade o mcu parti ular atnig) Dr
Jos Vicente Meir i de Vaseoncellos.
Rcife, 26 do ilai) d 1887.
Saluiano Crrela de O. Andrade.
Martimans, Pernambuco, 18 annos, solteira. Boa- tarde nos dias uteis. Telephone n. 283.
8 t = S a. J Di. Hras Altura
B. M. P. M. R. vi. P. M. 25 de Maio h a 26 de Maio m m 1223 da tarda 6-25 > > 013 m.anha 645 0,"42 2,>38 0,61 2,36
m grande numero de s-mboras d;sej particu I wuCda durante dois minutos. Cou.aa distincta
Oneraces ciruritiranPoram pratica-
das no hospital Pedro II, no dia 26 do correte, as
seguiutes :
Pelo Dr. Estevo :
Extirpacao de dous kistos sero-s.-baeecs do cou-
ro cabelludo.
Exf.irpac'i de chumbo groas) ua regulo iufr.i
orbitario direita.
Pelo Dr. M.alaquias ;
L'gadura in tv-co de ramos da arteria iotra es-
oipui.ir por ferimnto de faca.
l,(liTia de IIareiPor tciegramma re-
cebido pela Casa Feliz, sabe so que, na 16.*
lotera extrahida em 25 de Maio tora o premia
dos os seguintes nmeros :
5.910 15:000*000
803 5:000*000
11.057 2:0001000
849 1-000*000
2 789 500*000
5.934 500*OjO
Premios de *Oi
748 1.128 1.500 7.204 10.252 12.612
Premio) de loo*
355 59) 1.048 1.189 2.780 2.979
5.503 7.407 8.618 10.74011.670 11.748
12.246 13.057 13.237 14.356 14.412 15.831
Approxlmacoes
5.909 400*000
5.911 400*000
802 300*000
804 800*000
11056 200*000
11.058 200*000
848 120*000
850 120J0JO
Os nmeros 5.901 a 6.0.0 esto premiad>s com
20*000 excepto o premio de 15:000*;
Os mi eros 801a 900esto premiadas com
10* excepto o premio de 5:000* .
Tolos nmeros wrMinados toOcl esto pre-
m ados com 5*.
Vista ; tubercul >a pulmonares.
Mana da Paxo, Pernambuco, 60 annos. casa-
da. Boa-Vista ; esmagameuto por bond.
Mauoel Joaqum de Mendonca, Parahyba, 30 an-
nos, solteira, Boa Vista ; febre perniciosa.
Francisca Joaquina da3 Gbagas, Parahyba, 42
annos, viuva, Ba-Viata ; tubercuUs pulmona-
res.
Antonio Rodrigues dos Santos, Alagas, 22 an-
nos, 8oItoiro, Bi-Vista; ascite.
Arsenia Mara da Conceico, Rio Grande do
Norte, 20 anuos, solteira, Recite ; tubrculos pul-
monares.
Joao Eduardo da Costa Monteiro, Pernambuco,
25 anuos, solteiro, Boa-Vista ; gangrena fulmi-
nante.
Mano-1, Pernambuco, 23 dias, Santo Antonio ;
tetauo traumtico.
Silvana Mara do Rosario, Pernambuco, 80 an-
uos, solteira, Bi-Vista ; cachexia paludosa.
Philotnena, Pernambuco, 8 mezes, S. Jos; bron-
cbo pneuuiunico.
Aruulpho, Pernambuco, 2 mezes, J. Jos ; gass
tro t-uterite.
Joao Antonio Lopes Coaves,, Pernambuco, 19
annos, solteiro, Bi-V'sta ; erysipella.
Mauoela Guilhurmiua de Paiva, Pernambuco,
40 anuos, casada, S. Jos ; tubrculos pulmona-
res.
Ize.iui-'l, P.rnumbuco, 45 dias, S Jos; spina.
Aiitmii.1 de Si Leitao, Pernambuco, 50 annos,
,'iuv. Santo Antouio : anasarca.
Um tito, Pernambuco ; S. Jos;
Um deseouheciic, Gra(;a ; dyarrha.
25
Auna, Peruambuco, 10 mezes, Boa-Vista ; la-
ryugite.
Q ddino. Pcru'.mbuco, 7 annos, Boa-Vista: ane-
mia.
Hi'rculano !? de Scnna, Pernambuco, 20 annos,
solteiro, Bi-Vista; tuberculose.
Joa A11' .; i .I.' Aimi-i ia. Rio Grande do Nor-
te, 32 anuos, solteiro, Boa-Vista; leso car-
diaca.
M>ria Eugenia Francisca Xavier dos Santos,
Pernambuco, 7j anuos, solteira, Boa-Vista; dyar-
rha.
Jojo Evangelista da Silva, Pernambuco, 35
annop, solteir.', Boa-Vista ; infeceo urinosa.
Albina, Afica, 60 annos, solteira, Boa-Vista;
entero colite
AiiiialUcluiii de Otiveira, Pernambuco, 66 an-
uos, viuva, Afopados; apoplexia cerebral.
'oo Correa dus Santos, frica, 70 anuos, ea-
saao, Boa Vista; aneurisma.
Manoel do Nascinrcnto Pires, Penambuco, 26
anuo, solteiro, S. Jos ; tubrculos pulmona-
res.
Antonio Amr-ric) Gomes da Silva, Pernambuco,
29 aunos. cafado, Graca: tubrculos pulmona-
res.
CHR0N1CA JUBICIARIA
* unta coMiuicrclal da cidade do
neelfe
ACTA DA SESSO EM 0 DE MAIO DE
1887
hus dp.mc a no U.LX. aa. commehoado rrosio oo-
MKS DE MiaANDA LEAL
Dr. Seve, medieo, parteiro e operador,
ra Princeza Isabd n. 7.
CoiiMUltoriu lomii'iiiialii'n
O Dr. Miguel Themudo, medieo ho-
mceopatico, tem o aeu consultorio ra do
Barao da Victoria n. 7,1 andar, onde
d consultas diariamente das 12 s 3 ho-
ras. Chafados por escripc-j a qualquer
hora do dia ou aa noite.
O Or. iiiirrim Colmare
Pode ser procurado no essriptoro deste
Diario da? 11 horas da manh 3 5 da
tarde, todos os dias.
Promaler publico
O 1. promotor publico. Dr. Freitas
Henriques, mudou-se da ra da Aurora
para a da Unio n. 5
O Dr. Milet raudou seu es3riptorio de
advocada para ra do Duque de Caxias
n. 50, 1. andar.
Orosarln
Francisco Manoel da uva (fe C d^oo'
ntJU'ios de todas as espocialidaaes pharmi.
eauticas, tintas, drogas, productos chimio
emedicamentos Lomusopafi'OS, ma do M;.r.
quez de Olinda n 23.
Dragarla
Faria Sobri/ilio & C- droguista por atu-
endo, ra Mrquez de Olinda n. 40.
Serrarla a Vapor
Serrana a vapor e officina de carapinu
de Fraucisco dos Santos Macodo, caes
de Capibaribe n. 23. N'este grande esta
belecimento, o primeiro da provincia neste
genero, compra-se e vendo se madeiras
de todas as quali iades, serra-se madeirae
de conta alheia, assim como se preparam
obras de carapina por machinas e por pre
50 sem competencia Pernambuco.
Errata)
Na publica9ao sob esta epigraphe incerts.
no Diario de quarta-feira deram-se os se-
guintes erros :
Lmha 44breves audiencias em lugar
de breve audien Ja.
Linha 'JO -aposto lo da instituigao em
lugar de apostlo da instruccao.
Reuaio medica
Os abiixo assiguados t.u a honra de
convidar a todos os seus collegas da pro-
vinci.i de Pernambuco para reunirem-se nc
domingo, 20 do correte, s 11 horas ds
manh nainapectoril de Hygiene Publica
ra do Barao da Victoria n. 32, afirc
de tratar-se da funlagaj de urna socieda
de de Beneficencia Mufua.
Recifo, 26 de Maio de 18S7.
Dr. Cosme d'i S Pereira.
Dr. Erinirio C. Ooitinho.
Dr. Alalaquias A. Gon^al^es.
Dr. J. S. de Santa Rosa.
Dr. A. de S. Carneiro da Cunha.
Dr M. C. de Barros Carneiro.
Academia de Dlrelto
Ensiboar a cabeja do asno perdei
sabao, diz o adagio.
Gastar palavras nom Snmw dot amule
ios perder tempodiscutir descer
muito I
A Sumu basta dizer se : .0 asno por
mais que queira ser cavallo ssmpre ser
asno.
Acautelai vos mogos da Faculdadec
Samu est hydrophobo -Bolas de Zicha-
rias no biclio-
Bodiao.
di
PtBLICACOES A PEDIDO
Alcides Falco
S urna exist.-ncia u.-SHbrocbH, dsse alguen,
[rHZ-ndo a muruiuroaa revoadn de loiras esperan-
cas, e desapparece sem tela intu realiaadii, em-
murchfee deixnd saudad>re, espatbanio pesares.
O n me que encima estas liuhas sem duvida,
a sonfirmaco exacta e incombativei da verdade
que vimos de recordar
Quem ha que, tendo conhucdo qaelle que uo
anudo cbamoj-so Atadrs Falcao, nao enta um
saudade pungente ao inarbrr-SH do espirito mais
vivas, do coracao maia frasco e generoso, da al-
ma mais desainbicii aa e mais accessivel i dores
e amargaras albeias.
Aquelle que, con sjaimlaro deataa linbaa,
tiverasa a felicitiade de disfructar a au 1 inisude e
aprecia! o aa inrirm-iasla franca e Aeapreoccupadti
e expansiva, qav ra a uata sonante e caractersti-
ca principal de aeu genio alsgre ; podein diaer
Secretario interino o Sr. Joaquim Olinto Bastos. _
A's 10 horas da manh declarou-s* abertaajqui vanados eram os r^oarsos de seu espi ito
s-ssa-o estundo presentes os Srs. deputados Oliato culta.
Programma
iestn do viuo Espirito
^iaatif do 4 olleaio
No sabbado, 23 do corrent*, ser an
nunciada por urna s.lv.i de 21 tiros e urna
banda de msica marcial a testa do Divi
no Espirito Sanro.
No do.-ningo. 29, s 4 1|2 horas da ma
drugada ha ver misan tezada por intencac
de todos os iranios.
A's 11 loros enirii a missa solemne.
Ao Evangdh'i, depois qu- a orchestra
tivsr ex-cutido urna bonita aymphonia,
fat o paaegirico o eioquento orador sagra-
do com.nendadur Minoel -Morcira da Ga-
ma, vigario desta fngueziu.
A' uoite ter lugar Uiua lalaiuha can-
tada, s-irido o pregsdor da Capella Imps-
rial Fr. Augusto da Iinmaculada Conceicac
Alves, tarminaulo com a b ip;,") do San-
tissimo Sacramento.
Convido, portanto, a todos os nossos ir
naos pra, enoorporados, asaistirem os re-
feridos actos.
Consistorio da irmandade do Divino Es-
pirito Santo do Recife, 26 do Maio de
18S7.
O escrivo,
Julio Ferreira da Costa Porto.
Medico
Dr. Silva FVrrera, de volta de aua viagem
Ekirops, com pratica nos hospitaes de Pars, Vi-
.juna e Londres, orte dedicou-ae a eetudoi de
partos, molestias de senhoras e da pelle, ofterece
os secs servicos mdicos ao respeiuv I cnklicu
desta capital ora uVlla, pod- n i > s^r p-ocurado
no seu consultoriora da Cadea 11. 53, de 1 As
3 horas da arde, ou esa sua residencia tesnjyor*-
r* Ponte d'Uefaa 55.
'

f man 1


Diario de Pernambne~Scxta-leira 27 de Maio de 1387
Como e*i Vme. da ua loase 1
Esta pergunta feita diariamente com benfica
solicitude milharea de pessoas e do rintanto mui-
to melhor seria se os pergantantes indicassem o
meio de conseguir um allivio immediato e seguro,
recommendando aoa seas amigas enfermos, o Pei-
toral de Anacanuita, parque ainda mesmo e embo
ra que o doente houvesse estado soffrendo durante
aemhas inteiraa de urna toase violenta ou de urna
constipaco fo.-tisaim, este soberano remedio pa-
ra todas as enfermidado pulmonares; oa alimaa
e corara dentro do curto espado de 24 boras.
Os nativos d Mxico conheciam perteitami'ute
as extraordinarias virtudes uiedicnaes da arvore
da qual se extrah esta maravilhos* preparaco e
era o seo grande remedio favorito em todas as en
feriiidades da gargauta c dos pululos.
O Peitoral de Anacahuita, nao tem seu igual
entre todos os pulmonicos da materia medica e por
iaso pie slhe chamar com toda propriedade e
razio, o nico remedio digno do nome.
Como oaraktu contra as faIsificaco>s, observe-
se bem que os noaies de Lanman & Kemp veuham
estampados em l-ttras transparentes na papel do
livrinbo que serve de envoltorio a cada garrafa.
Ene ntra se ven la em todaa as pharinacias t
drogaras.
Agentes em Pornambuco, Henry Forster c L.,
ra do Oominercio n. 8.
Dr. Carpir Lie
MEDICO
Tem o sen eacriptorio a roa Duque de Carias
n. 74, das 12 2 horas da tarde, e deata hora
em diante em sua residencia ra da Santa
Cruz n. 1.
Especialidadesmolestias de aenhoras e crian
jas.Tolepbone n. 326.
Constancia de Santa Rosa Trindadc, achando-
se habilitada a leccionar prim iras lettraa, msi-
ca, pia io i trabalhos de agulha, oflerece aos se-
ahorea p*s de familia o seus prestimos mediante
urna moiiei re'nbuiclo ; a t.ricUr a ra de S.
Tnerezan. 17.
NOTI^E
The uuiersign.'d, ther majestys cjosuI, bas the
aouour to invile the Britiah rssidenta in Pornim
buco tn meet at the telegraph stiff quirtera, ou
monlsy th. 30 fh- instant, at. 8 O' dock p. ui.,
to consider soheth r auy steps should be takiU to
eelebr.te the Qieeus jubilee
Pernambaco May 24 1887.
A. Cohn.
PODEMOS ASSEGURAR 1.2)
lofeizmeate bem commuiu, nesU pro-
vineia, urna molestia t-rrivel, conhecida
pelos nomes d< lyslca, Consumi Doen.
gi do peito, etc.
Nao pretendemos sffirmar que o Peito.
ral de Cambar cur--' todas a fysicas, por-
que at boje tem sido impossivel curar a
tysica, quando chegada ao ultimo parilo;
porm, podemos assegurar que todos os do-
entes que usarem do Peitoral de Cambar
m primeiro e segundo periodo, logo achs-
rao, com toda a cirt-z*, gra-.de allivio
e depois a sui cura completa, por meio de
um tratamento prolongado e persisteute
O Peit.ral de Cambar nao limita a
sua accao benfica, s doencas de peite :
cura, tamb-m, muitos defluxos, bronchites
e tosis que, as mais das veZ'S, quando
despresadas sao a causa desaffjcyocs pul-
monares.
O Peitoral da Cambar acha-se a venda
na agencia a cargo dos Sr3. Francisc >
Manoel da Silva & C. ru* Mrquez de
Olinda n 23.
Frasco 2^500, tneia duata 13000 e du-
zia 245000.
A agencia enva quien pedir condicoiis
impressas para** vendas por atacado.
Dr. Ferreira da Silva, consultas
das 9 ao meio da. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
DR. CLODOALDO LOPES
RDA ESTRKITA DO ROSARIO H. 4

l
Oculista
Dr. Brrelo Sampaio, medico ocn-
liita, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consulta* de meio dia s
3 horaa da tarde, no 1." andar da casa
n. 51 ra do Baro da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dias santificados.
Residencia ra Sete de Setembro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
Advocado
O bacharel Julio de Mello Filho tem o
seu escriptorio de advocada ra Primei-
ro de Marco n. 1, Io annar, onde pode
ser encontrado drs 10 boras da inanha s
3 da tarde
9*
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Bailazar da Silveira
Especialidadesfebres, molestias das
eriancas, dos orgaos respiratorios e das
enhoras.
Presta-se a qualquer chamado para
fon da capital.
4 VISO
I
II
II
Consultorio medico-
cirargico
O Dr. Castro Jess, contando mais de 12 annot
ie escrupulosa observaco, reabre consultorio Dea-
ta cidad, roa do Bom Jess (antiga da Cru>
n. 23, l. andar.
llora de consultas
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8.
as demais horaa da noite aera encontrado oc
fitio travessa doa Remedios n. 7, primeiro por-
tao eaquerda, alm lo porco do Dr. Cosme.
EDITES
Todos fs chamados devem ser dirigi-
dos pharmacia do Dr. Sabino, rus da
bar da Victoria n. 43, oude se indicar
aua residen z\ a .
Dt.
tledlco. parn'ir e Aperador
Haudencia ra Bario da Victoria n. 15, 1- andar
Consultorio ra Duque de Caxias a. 59.
D consultas 'las 11 hor^a 'la mann a 2 d<
Urde.
Attende para os chamados a qualquer h r
telephone u. 449.
Clinicamedlco clrnrca
DO
Dr, Alfredo Gaspar
,poeialid*iet?mtu*, mustias ie ieuboiai e
eriancas.
Residencia Ra da Imperutris n.,4, segundo
andar.
I
Advogado e professor de linguas
O bacharel Eduardo Alfredo de Oliveira t'-ui
aberto o seu esi-nprorio de advogalo ra Io de
Marco n. 4, onde tambera pode serprourado para
leccionar o inglet, francez e allemJo, pratica e
tbricamente, nos coUegios e casaa de familia.
Tambera para a commedidade uos estudaute
e empregadoa do commercio, resolveu abrir um
curao nocturno das ditas linguas. A tratar no
: escripturio cima reft-riio.
Leonor Porto
Una do Imperador a 45
Primeiro andar
Contiua a ezecutr os mais difficeia
figurinas r-'cebidja de I^ondrea, Paria,
Liaboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicaode costura, em bre-
Ividadc, moiiciiaJe em precoz e fino
[ g osto.
Advocad
(Foro el vil e codala* tico
Bacharel Antonio d; L-llia e Sonsa
Ponte s.
Ruado Imperador n. 37 1.' andar.
Dr. Mello Gomes
Parteiro
Ra de Paulino Cmara (antiga da Camb* do
Curra-11 n 36, 1 andar.
Onde pode ter procurado a qualquer hora do
dia e da noite.
Especialidades ; Fehri-s. nv-lesfias das senho
ras e do pulmiio. ty-iiins e svffriraentos da ure
thra.
Acode tambera a qualquer chamado para lora
da capital.
Dr. Joo Paulo
MEDICO
Especialista em partos, molestiaa de aenhoraa c
1 de criaucaa, com praticu naa principaes enterui-
dades e hospitacs de Pars e de Vienna d'Austria.
faz todas as operacoes obatetricaa e cirurgicar
concernentea as suaa especialidades.
Consultorio e residencia na ra do Bar) da
Victoria (autiga ra Nova) u. 18, 1" andar.
Consultas das V s 3 hor;ia -Ib tarde.
Telepbone n. 467.
COMMERCIO
B<-t;> oiunirrt'kal
COTA96K8 OFFICIAE8 DA JUNTA DOS COH-
KECTORES
Recife.. 26 de Maio de 1887
Algodo de Maco de 1 sorte, 7000 por 15 kilos,
bontem.
Dito de dito mediano, 6 por 15 kilos, bontem.
D.to de dito de 2* sorte, 55000 por 15 kilos,
hontem.
(i presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
L secretario,
Eduardo Dubeuz.
H uiinieuio bancario
RBCIFB, i 6 DB MAIO DE 1887
>>s bancos sbriram boje o marcado de cambio
- tn a taza de 21 5/3 d. sobre Londres.
Apelar disso, porm, davara a 21 3/4 e a 2 ho-
ras e 30 minutos da tarde substituirn) a tai:
oficial pela de 21 1/2 d conforme as tabellas se
quintes :
Do Internacional:
Sobre Londres. 90 d/v 21 1/2 e vista 21 1 4
Sob'e Pars, 90 d/v 442 o 4 vista 446.
Sobre Italia, vista 446
Sobre Hamburg', 90 d/v 517 e vista 5)3.
Sobre Purtugal, 90 d/v 247 e vista 249.
Sobre New York, e vista 2*350.
Do Ijondon Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 21 1/2 e vista 21 1/4.
Sobre Pars, 90 d/v 442 e vista 456.
Sobre Italia, vista 446.
Sobre Hamburgo, 90 d/v 547 e visa 552.
Uobre Porttnral, 90 d/v 147 e vista 149.
Sobre New-York, vista 2J350.
Do Englh Bank:
Sobre Londres, 90 d/v 21 1/2 e visto 21 1/4.
Sobre Pars, 90 d/v 442 e vista 446.
Scbre Italia, vista 446.
Sobre Hamburgo, 90 d/v f 47 e vista 553.
Scbre Lisboa e Porto, 90 d/v 247 e vista 249.
Sobre New-York, vista 2*350.
Sobre as principaes cidades de Portugal, vista
254.
.Sobr liba dos Acores, vista 257.
Sobre lina da MaUeira, vista 254.
Mercado de asaocar e al(odo
BBCIPB, 26 DB MAIO DB 1887
Asiuoar
s precos, pagos so agricultor, mantiveram ee
;ios algariatDt's aeguintes :
i.' regalar, p >r 15 kob, de 2*000 a 2*100.
3. boa, por 15 kilos, de 2*200 a 2*300.
3.* superior, por 15 kilos, de 2*400 a 2*500.
Branco turbina polveriaado, por 15 kilos, de 2*200
a 2*300.
Smenos, par 15 kilos, de 1*400 a 1*500.
iuscavado, por 15 kilos, a 1*100 a 1*200.

Bruto, por 15 kilos, de 960 a 1*000.
Rtame 6, por 15 kilos, de 700 a 800.
O mximo ou minimo dos preces sao obtidos
conforme o sortiinento.
Algodu
Foi cotado o de Peruambuco e boas proceden-
cias, em trra, a 7*000 por 15 kilos.
Entrada* de asacar e alumino
HEZ DB MAIO
ESIBADAS
Barcacas.....
Vapores.....
Estrada de ferro de Ca
ruar.....
Animaes.....
Estrada de ierro de S.
Francisco .
Estrada de ferro de Li-
moeiro.....
O Dr. Manoel da Silva Reg otti -ial da
Imperial Ordem da Rosa e juiz de direi-
to da provedoria de capellas o residuos
tiesta comirca do R-jjife de Pernambuco,
por S. M. o Imperador quern Ddi:s
guarde etc.
Paco saber a todos quanlos interessar possa que
fioa ubirto o concurso por espi-.c) de 60 dias
contar desta data, para provimento do cfficio de
promotor de cap-lias e residuos e de curador ge-
ral de ausentes, desta comarca, creada.pela lei
provincial n. 1319 de 4 de Fevoreiro de 1879,
vago por nao ter o aerventaario vitalicio Dr. Joo
de S e A'.buquerque entrado em exercicio no
praao que ihe foi marcado, em data de 28 de
Marco ultimo, tudo de conformidade com o Deere
te n. 9,420 de 28 de Abril de 188o ; devendo den-
tro desae praso os preteud antes ao mencionado
officio apresenturem aeus requerimeutos, acompa-
ubail.is doa documentos ezigido9.
E para que chegue ao ouhecimento de todos
mandei paaaar cate edital que aera artizado na
porta das audiencias publicas e publicado p :1a
imprensa.
Dude e passado nest cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 26 dias do mez de Maio do mu 1
nascimento de Nosso Seuhor Jess Christo de
1887.
Eu, Luiz da Veiga Pessoa, escrivo, subscrevo
e assigno.
Manoel da iUva Reg.
Certifico que estao eendo nos logares do costume
artizados os editaea constauti's deste traslado
Kecife, 26 de Maio de 1887.O porteiro, Fran-
cisco Manoel de Almeida.
Concurao para o provlmenio dees
deiras de cnini. primario
De ordem do inspector geral da inatrucc) pu-
blico se faz saber a quem convicr que em virtud**
de Heterminaco do presidente da provincia de 6
de l)-zenbro do anno pasaad j, e para ezecuco
do disposto nos artigos 70 e aeguintes do regla-
melo org-iuico da instrueco publica, acha-se
posto em concurso o provimento das cadeiraa
constantes da relacao abaixo pub'icada, e das que
viercm a vagar atea termiuacao do coi-curso.
Para isso acha-se a'oerta nesta secretaria a
nscripcao doa candidatos a esto provimento, com
o pravo de 40 dias a contar do 1* do corrente, ob-
servadas aa aeguintea dispoaicoea do regiment
dos concursos :
Art. 1 Os pretende.ites ao magisterio, que nao
tiverem aa isentoes do regulameoto orgnico da
iris rucc-lo publica, devero subraetter-se a ezame
de habilitaciVo para prova de capacidade profissio-
ual. nos termas do preseute regiment.
Art. 2o A inscripco para este ezame, dentro
do priso annunciado por edita!, requerer-se-ha
ao inspector g-tal, instruida a peticilo cora -s do-
cumentos comprobatorios dos requisitos legaes, a
saber :
8 1" Maioridade legal.
| 2 Moralidade, e
g 3 Isencao de culpa
Art. 3o s reqoesitos do artigo antcc<*dentc de-
vero Ber provados :
O do Io por certid.' de baptismo.
U do 2' por ai testad o do parocho ou de quaes-
quer autoridades do lu renf.-'.
O do 3' pela eitoibicao de foiha corr la.
Art 4 Sao disprusados :
1 De eihibir certido de iJadeoa candida-
t -s que forea ou houverem ai-'o funecionarios pu
o.icos e oj que xpresentarein algum titulo ou di-
ploma que nao obteriam sem a maioridade le 2* De apreaentar folha corridaoa que ezbi-
birem atteatados de procedimento civil e moral,
passados pelas cmaras municipaes, autoridades
in iiciariaa e policiaes das lccalidaaesem que bo
vereui residido uos dous ltimos anuos; os que
se achando no rzercicio de empreo publico, exhi-
birem attestados do respectivo ebete ; cas edu-
can.las do eollegiode orph* casa de expoatos.
3J De ezaoie de habiii'acilo cu eandidatoa que
exhibirem :
I. Diploma conferido pela Encola Normal da
provincia ou de qualquer outro curso nuru al pri-
mario do ira, rio.
II. rilo is em graos scientificos pelas'acu'da
des rio imperio.
III. Diploma conferido p'lo Gvmnasio Pernain-
bucauo ou pelo imperial collegio Pedro II.
Art. 5 O inspector geral, se o caudidatu satis-
fizer as exigencias legaes, ordenar por despacho
a iuseripcao, a qual ae etTectuar pela uaeigutura
do candidato em livro competente.
Art. 6' Findo o praso da inacripcao o inspector
geral remetlei a lista dos iusenpros ao director
da E.-cjU Normal, afi.n de alli realiaar-ae o ezame
>!e babilitaco.
Secretaria da Instrueco Publica de Pernam-
baco, 1 de Maio de 1887.
O secretario,
Pergentino Saraiva de Araujo Qalvo.
BELACIO A QUE SB REFEBB O BD1TAL SUPHA
Comarcas Localidades
Masculino
Cabrob Bethlm.
Brejo Couro d'Anta.
Florea Carnahyba.
Baique Pedra de Buique
Qaraobuna Brejlo de Santa Cruz.
Buique Santo Antonio.
Paueaa S. Benedicto.
Bom Conaelho Campo Alegre.
Panellas Queimadas.
Cimbrea Oibo d'Agua dos Bredoa.
Onricury Serra Branca.
Cabrob Cabrob.
Beserroa Mimoso.
Ouricury Santa Cruz de Sitios Novos.
Brejo S Vicente da Serra do Vento.
Uem Rio Doce.
Petrolina Cachoeira do Roberto.
Cimbres Nosaa Soubora das Dores de Poco.
Tacarat Volta.
F. minino
Baique Pedra do Buique.
Breju Santa Cruz.
Iagazeira Afogado3 de Ingazeira.
Panellas Agaa Branca.
Ouricury Serra Branca.
Garanhuoa Brejo de Santa Cruz.
Iogazeira Cha do Estevo.
Cimbrea Alagoiahaa.
Ouricury Fx.
TimbauDa Pindoba.
Mixta
Caruar L-ig'do.
Brejo lii.ieb DoCC.
Bom Couaelho Cavalbeiro.
I lique Santa Craz.
Tacarat Tacaic.
Cimbrea Pao de Aasacar.
Caruar Calcado.
Tacarat Jatob.
Secretaria da Instrueco Publica de Pernim-
buco, 1 de Maio de 1887.
O secretario.
Pergentino Saraiva de Araajo Gilvas.
15.192
o idendoa
Estao sendo pagos oa seguinles :
O I." do bahco de obdito beab, razo de 4*
por aeco ou 10 0/0 do valor realizado de cada
urna.
i) pagamento f.iz-se na sede do banco, das 10
horas da cuanta s 4 boras da tarde dos das
atis,
O 78. da cobpamhia do bebebibe, na p'oporco
de 5*000 por acco ou 10 0/0.
Oa nteres, ados devem ir ao escriptorio Ja com-
panhia, das 10 boras da manh 1 da tarde, dia-
riamente at o uitimo do correte mez e ao de-
poia a-oo aabbadoa
A 16.* distribuico das cau'eilas de juros cor
rcapondentea ao semeatre findo em 31 de Deseen-
bre do anno pasaado, da companhia obbat we8
TEBH 0F BBAZIL BAILWAr.
E' no escriptorio central da companhia, das 10
horas s 3 da Urde, que aa etfeclua o pagamento.
Memorial
Amaiiha, s 2 horas da tarde, devem reunir se
no edificio da Associaco Commercial Benefieeute
os accionistas da fabrica de fiacao b tbcidoj,
afim de apieciarem oa orcamentos da nova fabrica
e autoriaarem o referido contracto.
A companhia de edific.icao est fazendo o re
cnlhimento da 1 < prestacao de seu capital social,
na razio de 10 0/0 do valor das respectivas ac-
edes, o qual dever realizar-se at o dia 14 do mez
vindonro.
No dia 6 de Junho viadouro termina o praso
para entrada da segunda prestacao das accoes l-
timamente emittidaa pela companhia do urbkbibe
O recolhiraeiito de notas dilacfbadas do The-
souro, faz-se na thbsodbabia de fazenda, as ter-
cas e aextas-feira, daa 10 s 12 huras da cnanlia.
As notas do Thesouro de 2*0(X) da 5.> estampa,
5*000 da 7.' e 10*000 da 6.*, sero substituidas
na xhesodbabia de rAZENOA at o fien do mee de
Junho com o descont de 2 0/0, o qual aera eleva-
do a 4 0/0 a contar do 1." de Julbo a 30 de Se-
tembro do corrente .nno.
Paula da Alfandega
StM.NA DE 23 A 28 DE MAIO DB 1837
Assucar branco (kilo) 126
Assucar mascavado (kilo) 066
Alcool (litro) 218
Arroz com casca (kilo) 65
Alsrodo '(kilo) 386
AsBuear refinado (k:!o) 145
Jorraeua (kilo) 1*26
Couroa seceos salgados (kilo) 500
Couros verdes (kilo) 270
Cacao (kilo) 400
Cachaca (litro) 077
Caf bom (kilo) 460
Cafrestolho (kilo) 320
Carnauba (kilo) 366
Car^coa de alrmdo (kilo) 014
CarvJode pedra de Cardifl (toi.) 16*000
Couroa seceos et pichados (kilo) 585
Farinha de mandioca (litro) <>50
Fumo restolho em rolo (kilo) 400
Fumo restolho em lata (kilo) 5H0
Fuan bom (kilo) 720
Fumo em folha ordinario (kilo) 400
Ocnebra (litro) 200
Mel (litro) 040
Milho (kilo) 040
Taboados de am-.rttllo (duzia) 100*000
linporlavo
Hiate nacional Deus te Ouie, entrado
de Maco em 25 do corrente e consigna
do a Bartbolomeu Lourenco, tnanifestou :
Algodao 20 -saccas a Maia & Rezende, 2
a Gomes de Mattos IrmUos.
Chapeos 12 pacotes ao Visconde de Ita-
qui do Norte.
Cera de carnauba 65 saC03 a Maia &
Rezende.
Esteiras de pallia de carnba 85 pa-
cotes a Joao Ramos, 30 a Costa Lima
Sal 384 alqueires ao consignatario.
Vellas do cera de carnauba 21 oaisas a
Comes de Muttos Irmaos.
Botcnra, 25 de maio de 1887
Para o exterior
bar.* portuguesa AlUanca, carrega-
Faculdade de Direito
De ordem do Exm. Sr. conselbeiro director inte
rio e de conformidade com o art. 119 do Regula-
tnento complementar, ae repite o i di tal relativo ao
concurso cuja inscripvo aera encerrada s 2 horas
da tarde do dia 30 do correte, por ser domingo
o dia 29 em que deveria terminar o praso para a
referida inacripcao :
De ordem do Exm. Sr. conselbeiro director inte-
rino, de conformidade com o aviso do Ministerio
do Imperio, n. 4655, de 29 de Ou'ubro ultimo,
(abaixo tranacripto) faco publieo que tica marcad <
o oraan de 6 mezes, coutadoa da data dote, para
a inacripcao doa que pr- ten lerein eoncoirer mi lu
gar de Unte substituto desta Facuidaie, quj -
acba vago por ter passado a catbedratico o Dr.
Jos Hygino Duxrte Pereira.
Pelo que, todoa os pretendentea ao dito lugar
podero mpresentar ee desde j nesta secretaria
pira assiguar seus nomes no livro competente, o
que lhea permittido fazer por procurad ir, se es-
tiverem a mais de 20 leguas deeia erlade ou ti-
verem justo impedimento.
Devem, outrosim, apreaentar documentos que
mostrem aua qualidadede cidado brasileiro e que
estn no g)8o de seus direicos civis e polticos,
isto certido de biptismo, folha corrida no lugar
de seus domicilios e mais o diploma de doutor ou
bacharel por urna daa facilidades de direito do im-
perio, ou puolica turma justificando a impossibi-
lidade da apresenraco do origital, e na mesma
oceasio p dero entregar qiai s |U-r d comentus
que julgaiem convenientes, ou como titalo de ha-
bilitacio como prevas de tervivos prestados ao
estado, humauidade ou A aiencia, d )8 q laea oe
dies paasar recibo, tudo de conformidade eom o-
arts. 36 e 37 dod-c. n. 1286, de 28 de Abril de
1854 e 111 e segu utea do do n. 1568, de 21 de
r'evereiro de 1H55.
E para que chegue ao conh. cimento de tolos
ni .n ion o mesmo Exm. Sr couselheir > director
interino ulfixar o presente que ser publicado naa
i d b as deata cidade e naa da corte.
Suc.-etaria da Faculdade de Direito do Recite,
29 de Novembro de 1886.O secretario, Joe H >
i.uriu B. de Miuezce.
2.a directora Ministerio dos Negocios do Ira-
p-rio.Rio de Janeiro, 29 de Outubro de 1886.
Deca "o a V. S- em n-sp ata no seu ciBcio de 5 do
corrente, que ae deve proceder a coucurao ua eun-
foruiidade doa vigeutea estatutos para o provi-
ment doa lugares da lentes subst tatos que se
acharem vagoa nessa Faculdade e doa que vierem
a vagar.
Declaro, outrosim, a V. S. que deve considerar-
se, valida a inacripcao doa candidatos que se te-
nliara iuacriptoa para o coucurao que nao se re*h
sar, aiiuuu nado por edital de 18 de Maio do auno
paaaado, e queraui cuucorrer no que ae vai abrir.
Deua guarde a V. ?'.Baio de Mamoi.Sr.
director interino da Faculdade nc Direito do Re-
cite.
Conforme.O secretario, Jos Honorio B. de
Menezes.
Secretaria da Faculdade de Direito do Recife,
20 de Maio de 1887.
O secretar! >.
Jos Honorio b. d. Menetes.
DECLARACOES
N-Na
ratn :
Para o Porto, J. ti. Loyo & Filbo 800 saceos
com 60,00) kilos de a ..ucar branco : Costa tic.
Medeins 8 aaccaa com 699 kilos de ulgouo ; A.
Taborda 273 coaros salgados com 3,276 kilos; J .
M. Carvalho Miranda 2 bariis com 110 litros de
agurdente.
No patacho nacional Audaz, carregatam :
Para Montevideo, Amor i m Irmaos & C. 250
barricas com 2.-I.439 kilos de assucar branco e 100
ditas com 41,893 ditos de dito mascavado.
Para o interior
No vapor americano AUianfa, carregaram :
Para o Uio de Janeiro, Costa & Fernaudes
10,000 cocos, fructa ; S. G. Bnto 25 barricas com
1,875 kilos de aassucar branco ; Manoel doa San-
tos 60 cains caju'ubeba.
= Ni biate nacional D. Antonia, carregaram:
Para Mossot, II. Forater iC. j barricas com
514 kilos de Hssucar branco ; J. Bernarde 2
barricas com 18J kilos de assucar refiuado.
No vapir nacional Manan, carregaram :
Para Manos, H Oliveira 40 barria com 3,810
litros de agurdente ; Amorim Irmaos & C 40
barra com 3,840 litros de agurdente ; A. F. doa
Santos 7 voluntes com preparados mediciones.
Para o Para, A. F. dos Santos 4 volumes com
preparados medicinis ; Amorim Irmaos & C. 40
pipas com 19,200 litros de agurdente e 2 K) bar-
ricas com 13,118 kilos de assucar branco ; Eduar-
do Barbosa 292 barricas com 15,464 kilos de assu-
car branco.
Para o Cear, T. de Azevedo Souza 155 bir-
ricaa com 10,90 kilos de assucar branco.
Navioa a carga
Estao sendo descachados os seguintes :
Barca portuguesa Alltanca, assucar, para Lisboa
e Porto.
Barca noruegoenoe or, algodo, para o Havre.
Barca inglesa Prince Arthur, assucar e algodo,
para Liverpool.
Barca nacional liara Angelina, assucar, parao
lii.) Grande d-i Sal.
Lugar nrueguense Stabil, assucar, para o Ru
.rande do Sul.
Lugar ingles VLaggie, assuca, para os Estadoa-
IJoidos.
Patacho nacional Mara Augusta, assucar, para
Montevideo.
Patacho ingles Katldeen, assucar, para os Esta-
dos-Unidos.
Patacho nacional Audaz, assucar, para Monte-
video.
P i tacho nacional Andaluza, assucar e outros ai ti
gos, para e Rio Grande do Sul.
Vapor nacional Manos, diversos artigos, para os
portos do norte.
Vapor nacional Mandahu, varios gneros, para
Macei e escala.
Vapor ingles Neto, algodo, para o Bltico.
Vapor ioglea Cearewe ( chegar), algodo, para
Liverpool.
Navioa a deacarsa
Barca njruegueose Stanley, Torios gneros.
Barca inglesa fltate Isabel, bacalho.
Barca inglesa J. B. D., carvo.
Parca nacional Mimosa, xarque.
L.-ar allemo Oazelle, trie >.
Lugar nacional Marinho VII, xarque.
Pataeho nacional S. Bartnblomeu, urque.
Fabrica de flafo e leeidos de
Pernamboco
Sao convidados os senhores accionistas a com
paiecorem no dia 28 do corrente, s 2 horas da
tarde, no edificio da Associicao Commercial Be-
neficente, para asrecrir oa orcamentos da nova
fabrica e autorisar o referido contrato. Recife,
25 de Maio de 1887.
Manoel Joao de Amorim,
Presidente da asse nbia ireral.
Jos Adolpbo de Oliveira Licaa,
1 secretario
Thesouraria de Fa-
zenda
O conseibo para foroecimento de vveres, forra-
geus e ferragens aos corpoa deata guaruico e
enfermara militar, recebe propostas no dia 6 de
Junho prximo futuro, s 10 horaa da cnaoh, no
quart 1 general do coraraindo da& armas, ouie
funeciona o mesmo conselhn, para coutractar o
fornecimento de gneros aliuoen'.icios s predas d i
guaruico, forragons e ferragens para a ca vallada
durante o semestre de Juiho a 11 zmor. viu-
douro.
Arroz, kilogramm i.
Assucar branco refinado, ie l' qualidile, dem.
Assucar refiuado de 2a dita, dem.
Assucar mascavado refinado, de 3' dita, idim.
Azeite doce de Lisboa, litro.
AI f ala, ki i uiiiiia.
Uacalhao, idera.
H.ttatns ingltzas, i itm.
Caf em grao, i Jera.
Carne de poico, idem.
Carne de vacca, idem.
Carne secca do Rio Grande, idem.
Cb verde da India, idem.
Ca da India preto, dem.
Cevadinha, idem.
Cravoa, cento.
Chocolate, kilogramma.
Capi n, idem.
Farinha de Ia q^alidade, lit,o.
Farinha de 2a dita, idem.
Feijo preto, id.-m.
Feji malatinh i, dem.
Fructas, urna.
Parello, kilegramraa
Ferradura, uumero.
L\'ih i. acli.s.
Macarro, kilogramoia.
Maicena, idem
Manteiga iugleza do Ia qualidade, idem
Mnrraelada, iciem.
Mhe, idem.
Pao, dem.
Sal, idem.
Toncinh) de Minas, k'k^rainma.
I'-mperos e Verd'Taa, raco.
Vioho de L'sbo, litro.
Vinbo do Porto, dem.
Vinagre tinto, idem
Livagein de roupi pissad* a ferro peca, u.na
Agurdente, litro.
Aletria, k'logr.iinm i.
Am-ixis pa-isala-, dem.
Araruta, Idem.
Bise uto de araruta. idem.
Caf ni ido. iiit in.
Figos pastado*, idtm.
Frang s. lira.
(lllllllia. JIM.
Passas, kilogramma.
Tapioca, idem.
Carvao vegetal, sacco.
Diti kick, k lograrama,
SabAo ommum, ideui.
Vassouras de piassava (grandes), duzia.
Pafel pautado fiunv, resina.
Dt> rr .la-b iri f lili.
Prunas de f 1' rry, caixa.
Gamma arabtci, fraaco.
Tinta prea, garrafa.
Ctuc-asdc madeira, duzia.
Lap a preto de Faber n. 1, idem.
Bauba de porco americana, kdogramma.
Carne de carneiro, dem.
Gomoada em lata, id.'m.
Ovos, um.
Vmho brasco, liir >.
Vinigre de L:sboa. idem.
Velas de r.a, kilogrammi.
Pheosphoros americanos, groan.
Sanguexugas pela ap.ilicaco de, urna.
Medicamentos para cavalhada, numero.
Enterro por cavallo, um.
Condicks
1 T.doa os seueroa aero de Ia qualidade, e
os furaecedoresdever.io satisfazer oa pedidos den-
tro dos prazos marcados nos respectivos contrac-
tos, eutregindo os mestnos gneros nos quartcia
ou fortalezas e enfermaras, e depositarlo ua The-
souraria de Fazenda urna quantia, como cauco
que sera arbitrada polo conselho de forneci -
oaento*
2" As propostas devero couter a declaracao
exprese de aujeitar-se o p-oponeote a multa de
5 |o da importancia a que ra miaron os vveres
ou artigos que fori-m acentos, se deixarem de
comparecer para assiguar o respectivo contracto,
dentro do prazo que for u.tifioade p:La jor-
naee.
3 S poder concorrer aos fornecimentos os
Patacho norueg acuse if, varios gneros.
Patacho nacional joven Correia, xarque.
Patacho nacional itival, xarque.
Vap >r uacional Jacuhypt, varios geueros.
Vapor uacioual Ipojuca, varios gneros.
Headimentos pblicos
MEZ DK MAIO
ALfaniega
Renda geral
Oe 2 a 25
dem de 26
622:659,8316
30:960802
------- 653.620JI18
Renda provin.'ial :
De 2 a 25
l de o de 26
81:438*864
3:725 i 432
85.164*296
De 2 a 25
dem de 26
Oe 2 a 25
Idon de 26
Oe 2 a 25
Idera da 26
Hecebedoria
'Consulado r.uowciat
Recite Drainage
i38 784*414
31:444084
1:393*838
32:837^922
34:83H924
1:74 4658
36.580*582
:7l0i915
87/45^
4:798*367
Mferrado Municipal de S. J" O movimento deste Mercado no dia 26 de Maio
foi o seguate:
Entraram :
44 bois pesando 7,633 kos, seudo de Olivei-
ra Castro, 32 ditos de 1' qualidade e 12
ditos part calares.
737 kilos de peixe a 20 res 14*740
40 cargas de farinha a 200 ris 3*000
20 ditas de fructas diversas a 300 rs. 6*000
11 taboleiros a 200 ris 2*200
13 Sumos a 200 ris 2*600
Foram oceupados :
241/2 columnas a 600 ris 14*700
22 compartimentos de farinha a
500 ris.
21 ditos de comida a 500 ris
86 ditos de legumes a 400 ris
17 ditot Je suioo a 700 ris
10 ditos de tressaras a 600 ris
11*000
10*500
34*400
ll*90t
6*000
20*000
10*090
10 taihos a 2*
10 ditos a 1*
A Oliveira Castro a C.:
54 taihos a 1J 54*000
Deve tr sido arrecadada uestes dias
a quantia de 206*040
Rendimcnto dos dias 1 a 25 5:049*320
Foi arrecadado liquido at hoje 5:255*360
candidato que te habilitaren) na forma do 8't. 18
do decreto n. 7,085 de 6 de Marco oe 1880.
4' Da, falta de fiel cumprimento de qualquer
das abrigacoes contrabidas, os fornecedores nea-
ro sujeitos a psgar o valor do genero registrado
ou nao recebido em tempo.
5a Os concurrentes to obrigadss a apresentar
as amostras doj gneros ou artigos que forem jal-
gados preciaos pelo conaelho.
6' Aa propoetaa aero apreaenUdas em dupl-
cala at aa 11 horas do referido dia 6 de Junho
em qae all sero abortas e apuradas em presen-
cai dosi p-oponentes, aendo que na mesma ocea-
sio se acceitaro propostaa para a venda de es-
trume dos acimaes da companhia de cavallaria.
7a F.ualmeuto es fornecedoroa que requererem
retasan de aeu ontracto, e forem attendidos,
6cam auj.itos a multa de 10 lo sobre o total da
fornecimento do semestre anterior.
Toesouraria de P.-rnambuco, 20 de Maio v
1887
O secretario,
Lutz Emygdio Pinheiro da Cmara.
Recife Drainage
Relojao dos coucertos feitos nos apparelhos
uo mez de Abril do corrente anuo, d"a
conformidade con o art. 10 do contraL'-
to e S 2o do art. 15 do- reirularaento de
12 de Janeiro de 1872.
Recife
Mrquez de Olinda n. 30 3*080
Dita n. 38 4*40)
Dita n. 40 7*660
Bom Jess o. 10 25640
Dita n 22 73290
uta n. 24 2*640
Dita n. 56 3*0b0
Dita n. 1 12*320
Largo do C irpo Santo n. 19 2 640
Thorai' de Souza n. 2 12*320
Dita n. 12 22840
Vigario Tae.-.orio n. 12 2*610
Ditan. 3 2*320
Dita n. 19 2*640
Travessa da Madre de Deus n. o 3*960
Amorim u. 22 2*610
Dita n. 36 2*640
Lita n. 15 2*640
Dita n. 39 15*960
Moeda n. 19 2*640
C.impacihia l'ernunbucaua n. 18 2 640
Madre de Deus u. 22 2*640
Domingos Jos Martina n. 52 2*640
Dita n. 70 2*640
Dita n. 78 -.'610
Dita n. 80 4*010
Dita n. 128 10*100
Dita u. 13(i 5 280
Dita n. loti 5*660
Travessa para oC >rpo Santo u, 22 82S0
Mascatea u. 4 2*640
D. Mana C sar u. 6 5*720
>ita n. 20 2 64*
Dta n. 21 2*640
Viacoude de Icaparica u. 30 2*640
Dita u. 5 2*970
I'haro! n. *6 2*640
S Jorge n. 6 105320
ita u. 10 30H0
Dita n. 74 55440
Dita n 143 21*100
Guararapes u. 32 55280
Dita ii. 64 2*640
Bario do Triumpho n. 71 2*640
i. >a_-1 da Aasembia appareiho publico 4^460
Santo Autonio
imperador n. 54 16*560
Hita n. 1 25640
Ditan. 19 5*930
Dita n 55 25640
Caes 22 de Novembro n. 30 4*460
1 de Marco n. 13 3*960
Duque de Caxias n. 14 2*610
Dita n. 16 6*140
Dita n 50 2*610
Dita u. 56 35960
Dita ii. 55 3*080
Cubug n. 12 45160
Dita n. 18 2*610
ita n. 3 64S20
Dita n. 7 65740
Dita u. 11 4*40)
B iro d Victoria n. 37 25040
Dita n. 39 3*960
Dita n. 55 2*640
Trinchciras n. 15 2*640
Larangeiras u. 21 5*920
Tiavessa das Cruzes n. 2 2 '140
Dita ii. 12 25610
Largo do Paraizo n. 8 6*820
Da n. 12 2*640
Larga do Rosario o. 18 5 440
Dita n. 44 4i60
Dita u. 48 4S160
Dita ii. 17 2*640
tCstreita do Rosario n. 6 45360
Dita u. 33 2*640
Dita n. 45 2*640
S Francisco n. 28 2*640
Dita u. 25 25640
Dita n. 43 2*640
Joo do Reg n. 94 6*220
[Iba do Carvalho n. 33 2*640
Dita n. 39 5*380
li..da n. 28 2*120
Dita n. 46 2*640
Buceo do Calab'Uco n. 40 3*960
Travessa doa Expostoa n. 4 42*040
Precos do dia :
Carue verde de 24'J a 400 ris o kilo.
Carueiro de 720 a 800 ris idem.
Sumos de 560 a 640 rea idem.
Farinha de 200 a 24'J ris a cuia.
Milho de 260 a 320 ris idem.
Feijo de 640 a 1*000 idem.
Haiadiiuro Pnblico
71
Foram abatidas ul Matadouro da Cabanga
rezes para o couaumo do dia 27 de Maio.
Sendo: 50 rezes pertencente a Oliveira Castro,
v C, e 21 a diversos.
Vapores e navios esperados
Gold Halldo sui hoje.
Argentinade Hamburgo hoje.
Bkamenyde Trieste hoje.
Merchant-de Liverpool hoje.
Scrgipedo eul boje.
Manosde. sul bj'.
Arliudodo Rio Grande do Sul boje.
Junho
Ville de Maceido sul a 2.
Campiasdo sul a 2.
Cearense -de New-York a 2.
Parado norte a 3.
Girondeda Europa a 4.
Ville de Bahiado Havre a 5.
Peruambucodo sul a 6.
Niie -do sul a 6.
Tamar -da Europa a 10.
Espirito Santodo norte a
Mondegodo sul a 14.
Mauosdo norte a 23.
Nevada Europa a 24.
Parado sul a 27.
T.gusdo sul a 29.
13.
NAVIOS
Anne Mariodo Rio Grande do Sul.
Cbnstian Elisabethde Cirdiff.
Elysado Porto.
Erutede Hamburgo.
Goiden Fleecede Terra Nova.
Guadianade Liaboa.
Katalinale Terra Novu.
Leanderde Terra Nova.
Lewis Eherman -de Baltiinore.
Moviineno do porto
Navio entrado no dia 2o
Adelaide (Australia)-88 dias, galera m-
gleza Barassa, de 967 toneladas, cap.tao
A. F. Walkier, equipagem 38, carga
varios gneros; ordem. Arribada por
falta de vveres.
Navios sonidos no mesmo da
Rio Grande do Norte Hiate nac.onsl Cor-
reio do Natal, mestre Joao Guades de
Mour-i, carga varios gneros.
Rio Formoso e TarnandarVapor nacio-
nal Qiqui, em lastro.
v

nisiii


Ufe
'
/


Mario de PernaiubocoSexte-fcira 27 de Maio de 1887
19JM0
2*640
17*330
4'>250
14*190
2t40
2*840
26/190
2**40
2/640
9/460
2/640
2/640
15/260
11/530
14/740
39/450
9*900
2/640
2/640
4/360
18/240
2/640
4/620
2/640
2/640
213120
2/640
3/960
2*640
4/620
5/92U
6/780
2/640
2/640
25640
2*610
7/'>20
3/630
2/610
7/810
2/640
31/390
2/610
8/930
12/320
3/960
8/580
2/610
2/610
Dita n. 28
Travessa da Matriz o. 8
Paz n. 7
Paulino C-imara o. 3
Dita o. 23
Travesa da Bomba n. 2
Pogo n 4
Dita d. 43
Travess do Livramento n. 4
Dita n. 6
Peora u. 13
Vitc-ii le de Inhauma n. 46
Dita u 48
Dita u. 62
Pedro Arfosj n. 33
Dita n. 59
Travesea do Arsenal n. b
Nova da Praia n. 32
Marcitio Das n. 40
DiU d. 31
Diu n 39
Largo de 8. Pedro u 4
Lomas Valentinas n. 30 (
Dita a. 42
Dita ii. 13
Coronel Suassuua u. 70
Dita n 35
Santa Thersza n. 5
Travessa 1> Pouciuho n 10
Vate Qiatro de Maio n. 11
Palma ti. 4
Dita a. 71
Mrquez do Herval u. 45
Dita n. 53
Palaeio da Presidencia
J. Jote
Marcilio Dias n. 120
Lomas Valentinas n. 86
Dita u. 21
Dita n. 23
Cor nel Suassuua n 86
Dita ii 102
Dita n. 144
Dita u. 296
Dita n. 95
Dita u. 119
Dita n. 179
D.ta u 181
Dita n. 187
Halo u. 128
Dita n. 35
Mrquez do Herval n. 96
Dias Cardoso n. 12
Dita n. 5
Dita n. 15
Passo da Patria n. 14
Padre Nobrega n. 48
Dita n. 87
Vidal de Negrei-os u 84
Dita u. 118
Dita ii. 166
Dita n. 168
Dita n. 3
Dita o. 89
Dita o. 93
D imingos Theotonio n. 44
D:fa n' 60
DiU ii. 62
Dita ii. 23
Padre Floriano d. 74
Dita n. 53
D.ta ii. 69
Travessa do Serig.'i-in 13
Cbristovo .\ -i .:i,i) i n 3
Dita n. 15
Forte D. 52
Sauta Cecilia n. 12
Santa Kita u. 4
Diu ii. 24
Dita n. 3 >
Dita n. 54
1'ita n. 88
D.U u. 13
DiU n. 37
S. Jos ii 19
Travessa de S. Jo; n 13
Travessa do Lima n. 7
Fortaleza das Cinco Pintas
Apparelbo publico do largo do Mrcalo
Boa-Vista
luiperatriz n. 8
Dita u. 30
Dita u. 38
Dita II. 41
Dita n. 88
DiU ij. 5
Dita n. 39
Dita n. 41
D.ta n. 5
Dita n. 55
Praca 'lo C' n.le d'En u. 11
Viecoude de Albnquerque u. 2J
Dita n. 141
Aur ira n. 3
Dita n. 31
D.ta ii. 41
Ponte V*lha n. 36
Dita d. 100
Dita n. 112
Dita n. 118
Dita n. 25
Dita n. 119
Praca da Santa Cruz n. 4
Conde da B ja-Vista n. 4
Dita n. 21
Riachuelo n. 36
DitM n. 31
Dita n. 49
Saudade n. 12
Sete de Setembro a. 4
Hospicio n. 18
Dita u. r
Dita n. 27
Dita n. 65
Dita n. 0.1
Gervasio Pires o. 27
Dita n. 45
Dita n. 8
Travessa de Gervasio Pires n. 19
A-alho n. 9
Principe n. 2
Cielitos n. 1
H ,spital Pedro II o. 2
Coronel Lameuba a. 16
Travessa de Jo> Francisco n. 18
Bario de S. Borj i d. 6 A
Dita u. 3
Tiaves.-ado Palacio do Bispo D. 12
Visconde dr Guyauua n. 44
Ditan. i
Dita n. 143
Recite, 18 de Maio de 1887.
J2. Hrotherhood,
Gerente interino.
Club Carlos Gomes
Sarao
Este club dar no da 11 de Junho viudouro o
seu sarao, com o qual aolemnisa o -i auniv. r.-ario
da creacao dj sua bibliotheca musical. Os senho-
res socios psdem procurar na mi do S:. thesou-
retro os si-us biihetes, > contar do lia 27 do cur-
raste era diante, das 7 s 8 1|2 Mu da uoite,
na sede do club.
Secretaria do Club Carlos Gomes, <-m 26 de
Maio de 1887.O l secretario,
P. C, Casanova,
Aviso
O London d Brasilian Ban<-k, limited,
recebe dinheiro eai conta corrent-3 simples
com os juros de 2|0 m> anno, eapitalisa-
dos da 6 em 6 mezes Juabo e Dezem-
bro.
R>ceb tnoibno dinheiro eto deposito,
curo aviso previo de 30 dias, ou fixo a pra-
zi do 3, 4, 6, 9 a 12 mezas, as tasas do
juros, que forera cjnveaoioDadas entre as
partes.
As c< nas j existentes, vencendo juros
por diferentes taxas, fi :am sera alteraclo.
Recife, 24 de Maio de 1*87.
W. H. Bilton.
Santa Casa de misericordia do
lleeife
Na secretaria da Smta Casa arrenda-sc os se-
guintcs predios :
Ra do Bom Jess n. 13, 3- apdar.
dem dem n. 44, 1- andar e loja.
dem do Vigario Thenorio n 22, 1* Endar.
dem idem n. 25. sobrado.
Iiem doMarqU'Z de Oiinda n. 53, 3" andar.
Lie i' do Apollo ii. 24, 1- amar.
I le ii da Moda n. 45
Ipem idem n. 47.
dem idem n. 4 '.
dem idem n. 37.
dem da Ling">eta n. 14, 1' andar.
Becco do Abreu n. 2, 2- andar.
Secretaria da Santa Casa de Misereordia do
Recife, 25 de Maio de 1887.
O escrivo iiitrino,
Fr.-.neisco Gi'in-s Castell i.
THEATRO
Tendo sido marcada para o da 5 de Juiho a
t' rceira regat-i Vst:* club, de orden do Cjnselbo
administrativo onvido a qnem quii-er ge inscrever
para est-, comparecer n i s Je do mesmo club,
todas as noites, das 7 As 9 h'.ras, a contar de boje.
at 31 do corrente mez, quauto definitivamente
ten de s^-r encerrada a referida inscripeo
Secretaria do Club luternaciunal de Regatas,
23 de Maio de 1837.O 2- secretario,
Pompeo C. Casanova.
BASCO IWfflfflACMAL
DO
BRASIL
Manta Casa de Misericordia do
Recife
Por esta secretaria sao chamados os parentes oa
protectores da menor Sophia, filha legitima de
Jos P^dro Ribeiro c J .anua Xiv:tr de Maraes
Pessoa, nara, at o lia 10 de Ja ti i pproximo,
apresental-a no collegio das orpha>, afim de ahi
ser admittida, visto ser a priuieira inscripta no
respectivo quadro.
Secretaria da Sama Casa de Misericordia do
Recite, 25 de Maio de 1887.
O escrivo interino,
Prancisco Gomes Castellao.
Capital
Itieui rcaUsa'.io
'0.000:000 3
$,000:OOU
A caixa filial d'ese Banco funecionando tem-
porariamente na do Cominercio u. 38, saca,
vista ou a prazi, cuntr* oa s-tgaures correspon-
dentes no estran^-ir^ :
Liudres......... /N. M. Bithtchil & S ni.
Pars........... De K .ilipbild Frrcs.
?*060 H.mburgo
11/HOli
2i i 10
12/320
6/900
3/960
4H20
3/96
2/640
3/03-.)
6/1 JO
2/610
11/320
2/eio
2/640
2/640
3/960
3/680
7/460
5/420
2/610
19/550
7/9*0
2/640
2/640|
4/620
22*760
2/610,
12/980 !
10/100
3/140
2/640
15/160
3/0S0
2/640 |
9/460
8/560
2/640
3/960 I
2/640 |
5/260 i
4/600
4/..80
2/640
6/020
9/WK) |
3/340 ,
2/610 !
3/960
2/8401
57/530|
3/080 I
3/960 j
2/610
3/080
7/560!
3/080!
4/560
fg.......j
Deutscne Bank.
Banque d'Anvers.
Banc Genrale
ugenrias.
e suas
Berlim
Bn mt-nte. .
Prank'urt e/ Main)
Antuerpia.......
Roma...........
Genova......
aples.........
Mii'i i o mais 340
cidades de Ita
lia.........
Madr.d..........
Barcelona......
Cdiz..........,
Malaga.........
Tarragona......
Valencia e outras(
cidades da Hes i
panba e ilbas I
Canarias......i
Lisboa.........\
Porto e irais ci- f
dades de Por-/
tugal e ilbas... I
Buenos-Ayr--a----- )
Montevideo......)
Nova York......
Compra saques sobre qualquer
rio e do estrangeiro.
Recebe dinheiro em cunta correte de movi-
tnento com juros a^iazao de 2% i-.o anno e por le-
tras a trazo a juros convenCiunadOK.
O gerente,
William M Webcter.
Thesouraria de Fa-
zenda
Substituicio de notas
Para c.nhecime-ito do puhlicose declara que as
notas do Thesouro de 2/000 da 5a estampa, 5/
da 7 e 10 da 6* Ferio substituidas iis'a rep.ir-
tiyao h( q grn do icez de Jnnho vindouro eom o
drsconto de 2 0/0, o qual ser elevado a 4 0/0, a
contar oo 1" de Julbo a 30 d Set'mbro do cor-
reute i.noo, na forma do diaposto no art. 13 da
le n. 3313 de 1S86.
Thesournrii de Patnda de P ruambuco, 5
Maio de 1887 O secretario.
Luiz Emygdio P. -la Cmara.
Banco Hipotecario de
Espaa e suas agen-
das.
Banco de Portugal e
suas agencias.
Eg ish l.n.k of the Ri-
ver Pate. Limited.
G Amsick & C.
praca do impe-
Socedade Hecrealiva Jiivenlmle
Mar bimestral
Em 12 fle Jnotio
Scientifico aos Sis. socios que is convites pura
este sarao podem desde j ser procurados em po-
der do Sr. vice-presideute, e os iogre3sos em mo
do Sr. thesourelio.
Secretaria da S>ciedade Recreativa Juvcntude,
18 de Maio du 1887.
Jos de Mediis,
2 secretario.
Conipanliia do Bcbcribe
Previne-se aoB senhores subscrip'ores das ac
Voes da ultima emissao, juc o praso para o paga-
mento da segunda prestaco termina no dia 6 do
ai-t prximo vindouro Pecifi', 21 de Maio de
1887. O director secretario,
Jos Eustaquio Feneira Jacobina.
IRMASDADE-
no
SS. Sacramento de S. Jos' do
Recife
De orden da mesa regedora desta veneravel ir-
mandade, de accordo com o nosso compromisso,
convido a todos os irmios pira no dia 29 do cor-
rente, s 10 horas da rcanb, comparecerem no
nosso consistorio, afim de se prooder a tleico da
uov< mesa regedora pirB o anno prximo futuro.
Recite, 25 de Maio de 1887.
V. Cunta Sobrinho,
Escrivo.
SOCEDADE
Segredo Amor Ordai
De erdem do irmo presidente, convido a todos
s caros iimaoa a comparecerem na sede social, no
dia 27 do correte (sexla-fcira), aSm de assisti-
reui a se.-j.ii de finaocas.
Secretaria, 24 de Maio de 1887.
O secretario,
Julio Cesar Cardoso Ayres.
THEATRO
Sabbado. 3* do corrente
Espectculo ern beneficio da alumna
da Propagadora
Hercilia Gra^a
honrado com a presenca do Exm. Sr. conselhei-
ro presidente da provincia
Terminada a ouvertura pela orehestra, repre-
seutar-se-lia a iuteressante comedia em 3 actos,
intitulada
A Saitia do Pa Caricioso
Finalisar o esoeetaulo com a representaba-.! da
muito chi-tosa comedia em 1 acte>, ornada de mu-
feas
Tribuanlo c Ventura
Principiar as 8112 horas.
Urna banda de msica marcial generosamente
eedida pelo Exm. Sr. prsidente tocar nos inter-
vallos.
O pequeco resto dos biihetes estar na bilheteria
do theatro no dia do espectculo.
A beneficiaba agradece cordialmeote s pessas
que se dignaran) acceitur biihetes para S' u espe-
ctculo.
'. OHPAMIIE DEA MEMMAtiB
RE ?I 1CKITIHKM
LINHA MENSAL
0 paquete Gironde
Coro mandante Minier
Espera-se da Eu
ropa at o dia 3 de
Junho, seguin
do depois da de
mora de costumt
para Buenos-Ay-
res, tocando na
Baha, Rio de Janeiro e Monte
video
Lembra-sa ao3 senhores passageiros de todat
as classes que ba lugares reservados para est-.
agencia, que podem tomar ern qualqoer tempo.
Previne-se aos senhores recebedores de merca
dorias que s seattender as reclamacoes por fal-
tas nos volumes que forem reconhecidas na occa
siao^da descarga, assiin eomo devitiio dentro de
48 hjras a contar do dia da descarga das alvaren-
gas fazerem qualquer reclamnctn concernente a
volumes que poverntura tenham seguido para os
portas do sul, afim de pvl..r-e .(;tr a tompj as
provideni ias necessarias.
Para carga, passagens. encomai 'iidas 9 dinhetr
i rete: tracta-se com o
AGENTE
iignsie Labille
9 RA DOCOvUIKRCIO ?
Leilo
De uraa burra (cofre) e ama pratileira para
papen
Sexta-feir 27 de Maio
A's 11 horas
O agente Pinto levar a leilo, a requeriiceuto
de Manoel Je Oliveira Fonseca, e por despacho
do lilm. Sr. Dr juis do con.mercio, urna burra e
pratileira, arrestau^s u Joo Carrereen) accoqne
lhe moeu a firma S Leitao & Coimbra, existen-
tes na ra do Bom Jess n. 43, onde haver um
outro leilo de movis, fazendas, ferragens e miu-
dezas.
Grande e variado
Leilo
AwMPinblA eeral extraordinaria
Sao ronvifliOoi os Srs. accionistas da Compa -
nha de Edificac.ii a reunirem-se no da 8 de
Jm:li < praximo futuro ao meu da na sede da so-
cedade, largo oe Pedro Un. 77 1" anda para,
em assembla eeral dkcutirem e approvarem o
trabalho da c.i'jiuji&tao uomeu a p tru a retorma
dos estatutos.
A assembla e se julgar constituida c m a
presenca de accionistas que representem dous ter-
cos do capitul social na forma do art. 65 do de-
creto n. 1821 de 30 de D-sembr de 1882.
Recite, 24 de Maio de 1887.
Gustavo Antunes,
Director secretario.
SAHUMOS
llnied States k Brasil M- S. 8. fj
0
< r;K.\tH||tlA\t
DE
.Vavesaco cowte.ru por vapor
r-RTOS DO SUL
Macei, Penedo e Aracaj
0 vapor Mandahu
Segu no dia '21 at
Maio, s 5 horas da
tarde.
Recebe carga at <
da 26.
Encjmmeudas, passagens e dinbeiros frete at
is 3 horas da tarde do dia 27.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Com-panhia Pemambucana
n. 12
E' esperado dos portos di
sul ate o dia 11 de Junho
depois da demora necessaria
seguir para
de
Confanli>;i
Ree,."
f.t'V. (los tfilhos.urbanos
2 64' *\
Caxang
Aviso
Os senhores iiHsignantes deeta c >inpanhin sao
rogados a tirar suas aSr-ignH'u-'as o mais ced.i que
tur pussivi'l, visto que ser cobrado a passsgem
d'aquelles que nao possam mostrar o bilhete com-
petente.
A emiseo dos biihetes de assigu-ituras prn-
cipiar nos trer ultimor. das u'eis de cada mez,
find-.ndj a 2' claese no prime1.o dia ur.il do mez
egniite.
O ese iptorio est fechido no d imiur,s e dias
santificados e n s sabbados dep is de 2.30 da
tarde.
11 60
4fi660
18* 00
23640
2 4630
2640
3960
2640
3<)40
680
5020
264 i
254740
4*460
15540
70f>.
2J640
189O0
304700
35560
6*100
3960
2*610
27*640
2*640
3*960
C-.rrendo pir es'e consulado nos tormos do ae-
creto n. 855 de 25 de Novembro de 1851, a liqui-
lacao dos espoli-s dos sublitos pTtoguezes Ma-
Boel Lopes Ribeiro, iSeraphim Marques de Olivei-
ra e J >6 Pinto de Souzt", sSo convdados oa cre-
djres dos mesm-is espolios a legalisar seus crdi-
tos perante o juiz) d'ausentes.
Oecorridos 30 di^is deets data, proceder-se-ba
ao pagamento d. s crditos legalisaloa, pr intei-
ro, no cas> do activo ebegar pata pagamento in-
fesral. no eusu c ntrario proceder se ba ao res
peetivu iat< i i no referido juizo : ficando sem di
reito contra tal pagamento ou rateb, os que nao
reclamarem dentro do dito praz i.
Consulado de Portugal em Pernambaco, 26 de
M.io de 1887.
Agripino Rodrigues N.gueirs Lima,
Cbsncelf.r interino.
R>ga so taintiem a(8 s. ub.rcs passageiros de
conservar at o tim da viagem a part do bilbete
nao tirada pelo conductor, sendo es.e considerado
a nica prova do pagamento d-: passagem.
Escriptorio da cimpanhia, 23 de Maio de 1887.
A. W. Sti.nhew r Bird.
gerente
W Bil tf i i JaiBin
Lilili
Capital do Ban:o....... l.OOO.O'O
Capital realisado......... 500,000
Fundo de reserva....... 200,000
A contar desta data e at ulterior reso-
I115S0, conceder-se-ha juros de dous por
cento ao anno, sobre os sal ios de dinheiro
depositado em conta corrente de movimen-
to no mesmo Banco.
Recebe-se Umbe 11 dinheiro em deposito
a uros p ir p'iioios determinados, ou su-
jeitu ao aviso pivio de triot.i das para ser
retirado, rae ii inte as eondieS'8 de quo se
dir c inheiimento aos i teressados.
Peruatncuio, 23 de Maio de 1887.
Heiiry K, Oregory,
Gerente.
Companhia do Beberibe
Couvida-se aos Srs. accionistas a virem nceber
o 78 tividendo na proporcio de 5*f>J0 por accao
ou 10 por cea'ocuj > pagamento se effectuai n'es-
te escriprorio das 10 horas da manha a 1 hora da
tarde, diariamente at o ultimo d'este mez, e ao
depois aos sabbados.
Escriptorio da Companhia do Beberibe, 14 de
Maio de 1887.
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina,
Director secretario.
A Gl.\ do Sop.\ *rch.\
do Un/.
E3IPREZA.
SARES DEMEDEIROS
Sabliaiio. 28 do corrente
9.a Recita
da companhia dramtica de que faz parle a i.
actriz ingenua brasileira
ID. Jaolina iflanclar
Representar-se-ha pela primeira vez nesta po-
ca tragedia em 5 actos, do immortal po- ta, es-
criptor e diplmala brasileiri o Exm. Sr. Domin-
gos J. G. de Magalhe8, Visconde de Aragu-.y,
intitulada :
ao
Sob.-. I,oJm Cap.. i :onclllacfio
val.*, da ra do Cabnff
De oidem do Resp.-. Ir.-. Ven.-, sao emvidados
todos os Ilr.-. desta Off.\, e bem assim os de ou
trg, para a sess.-. magn.'. de poss.-. inic.-. e fil.-,
que se realzar no aabb.do 28 do corrente, < 7
horas da noite. Os MM.-. avulsos que nao tive-
rem recebido convite especial, considercm-se taro-
bem convidados.
Recife, 25 de Maio de 1887.
Fre Caneca 17. .
Sccret.-
O diffieil papel de ANTONIO JOS o protago-
nista ser desempenbado pelo artista dramtico
Soarem de Hedelron c o de MARI ANSA
pela distincta actriz O. Isolnn Mondar.
Os outms pap-'is acbam-se eonfaad'.s: o de Frei
Gil ao actor Mximo, o de Conde du Enceira ao
Sr. Afl'inso de Oliveira. o de criado ao Sr. Borges,
e o de Lucia Sra. D. Amelia da Silva.
Terminara o espectaeul > com o iuteressante
despropsito do notavel escripror comediograph)
portuguez Eduardo Garrido, intitulado:
OS TIU\T\ BOTOES
Em que toma narte n actriz D. Isolina Mondar
e os artistas Aff-.niso Oliveira e Mximo.
Haraaho, Para. Barbados, \
Thomaz e \ew Vork
t'aracarca, passagena.e ic mnendia ;d:nheir
frere, triK'-ta-sn com o
AGENTES
O vapor Advance
Espera-se de S -v >r
News, at odia 14 e Junho
o qual eguir-i epi! d-
demora uec *ai i pa
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, e encommendaa tracta-
le com os
AGENTES
Henry instar A d.
N 8 RIJA' \j>-> (.OMMERCIO -
/ anda
Pacic Siea.n Navigation Company
STRAITS OF MAQELLAN LINE
Paquete Aconcagua
E' esperado da Euro
pa at o dia 5 de
Junbo, e seguir de-
pois da demora do eos
'turne para Valparaso
eom escala por
Baha. Rio de laaeiro e Monte
video
Para carga, passagens, eucommeudas e din-
heiro a frete tract te com os
Wllson Sons & C, Limited
N. 14 RA DOCOMMERCIO -N. 14
DainpfschiflTahrts-GeselIschan
0 vapor Campias
Bnods para todas
COS.
Principiar
as linhas e trem at Apipu-
Hora.
Atten^o
Na prxima semana
FEST4 ARTSTICA DA ACTHIZ
B. Isolina Mondar
Breveroeole
Espectculo em que ton.a parto o sympa-
thico e popular actor
com o concurso da companhia dramtica que
actualmente funeciona neste theatro
Representar-se o drama de cosumes militares,
do praoteado dramaturgo portugus JO.- RO-
MANO :
29
ou
IIIKi I
O programtna ser cirenmstanciadamente an-
nuncia em avulsos e nos jornaes d<# dia.
Brevemente
E' esperado dos po -
tos d i Mil at o dia 2
de Junho e seguir d;
pois da demora neces-
saria para
Lisboa e Uamburgo
Para pasagens. traeta-se com os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
RA DO COMMERCIO N. S
1' anidar
i PacUsi
Vapor extraordinario
O vapor Nile
De 3,039 'oneladas de registro
S*hr do porto do Rio
de Janeiro no dia 1 de
Junho prximo cotn es-
cala para Babia e Per-
uambu-'o, segniodo depois de pouca demo
ra com malas a passageiros para
LISBOA E SOTHA3IPTOJN
Oesde j recbese emiommendas paff
camarotes na
AGENCIA
Roa do < oiuuiee-fio n. 3
1 andar
AdamsonHowie AC,
AGESTES
CHARfiEliRS Bl'SIS
Companhia^Frauceza de Navega-
r a Vapor
Linha quinzenal entre o H>7re, Lis-
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
0 vapor Ville de Bahia
Commandanto Sebiro
E' esperado da Europa
at o dia 6 de Junho, se-
gnindo depois da indiopen
savel demora< para a Ba-
lita. i:i; de Janeiro
e Khitln*.
Roga-se aos Srs. impoitaeres de carga pelos
vapores desta linba,queiram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng.. |..a!-
quer rcclamco concernente a volumes, qud po-
rentu a tenham seguido para os portos do sul.arirt
de se poderein dar a tempo as providencias neces-
sarias.
Expirado o referido pr.ise a companhioa n se
responsabilisa por extravos.
Para carga, paesagens, encoinm^nias e dinheiro
a frite: trata-se cum o
AGENT
0 yapor 1 le Maci
Commandante Pancbvre
Espea-jse dos partos do sul
at odia 2 de Junho segain-
do depois de indispensavel
d-mora olltVIlE. tocindo
em LISBOA havendo nu-
mero suflkit'nte de passa.ei
ros de 1" classe.
O VAPOR ENTRARA' DENTRO DO
PORTO
Conduz medico a bordo, de marcha rpida e
oerece excedentes cummodos e ptimo passadio.
As passagens podero ser tomadus de antemo.
Recebe carga, encommendas e passageiros p.ra
os qai.es tein excellent-s accommodacoee.
Para carga, paisagens, encommendas e dinheiro
a frete : trata se com o
AGENTE
ugnsle Labiiie
9 RA DU COMMhlRCIO9
De Lzendas, miudezas-, ferrngens, movis,
vinhos, livros, psdraa marmore, papel,
candieiros gaz, araudellas e muitos ou-
tros artigos, que serito vendidos
Ao eorrer do niartello
Duas caixas com mariposa, 2 pecas do pellucia
de cores, 24 duzas de lencos de linho fines e 2
casacas de panno preto.
Linhas, cabezadas, loros, rabichos, bridoes, pa-
pel pautado, papel forro de sala, pspel para im-
preeso e typjgraphia.
Dous piauoe, sendo um de meia cauda e outro
de armario, arsndellas de bronze e mangas avul-
sas, relegios de parede e de mesa, jarros e vasos
para fl >r--e, machinas de costura de mesa e de
mo, berens, cummodns, mesas redondas, cadeiras
de junco, quadros, diversas camas de ferro, cabi-
des, cobertas de metal, lancas pritas e douraias
filtros, taboletas e pratileiras.
Cinco fogoes de ferro, s.-ndo 1 comple'amcnte
novo e nielado, barris com pregue, siavaucas e
trem de cozinha.
Repartimentos para escriptorio, caixas do ma-
deira, carteiras para mesa para duas pessoas, 2
burras prova de foo, machina para copiar cartas
e para impar facas e pastas.
C'indieiros gaz carbnico e kerosene, de crys-
tal e de broDze, arandella-- e pendentes, revolver
e espingardas.
Caixas ciin cognac, viuho do Pjrto, rhum,
champagne, bitter, caixas com latas de railh) em
conserva.
L'ma caixa com livrcs eirurgicos, muitos e die-
rentos livros.
IPedras graudcs para mesas e consoles e muitcs
i-utrus t-bjectos, que estaro patente ao exame dos
concurentes.
, Sexta-feira 21 do correnle
Na ra do Bom Jess n, 43
O agente Pinto tendo de mudor sen escriptorio
da ra do Bom Jecus para o armazcm da ra do
Mrquez de .Muida n. 52, levar a leilo, por
con'a e risco de quem perfencer, e sem reserva
de preco, todos os objectos existentes em seu
deposito, alguns dos qua-s desde 18t0.
A entrega eff.'ctuar-si'-lia em 21 horas.
O leilu principiar s 10 horas eui pouto por
serem muitos os lutes.
Asente Pestaa
Leio
LEiLf
Sexta feira 27, o de duas burras prova de
loo, carteiras, repartiraeuto de escriptorio, mo-
vis e mais objectos existentes no 1 andar do
sobrado da ra do Bim-Jess n. 43.
Agilite Pestaa
Do urna parte da casa terrea sita ra
do Bemfca n 2 (Passagem da Magdale-
na), pertencente ao espolio de Ignacio de
S Lopes Feroandes.
Kexta fcira 9? do corrente
A's 11 horas
No armazem ra do Vigario Tenorio
n. 12
O agente Pestaa, autoris^do p-lo Exm. Sr.
Dr. juiz de orph 'S, vender n i dia e hora cima
mencionados, com assistenc a do mesmo senhor, a
parte da casa terrea da ra do Bemfica n. 2.
De um terreno da Estrada Nova de ('.ixang,
com 271 palmos de frente e 181 de fundo.
Urna parte da casa n. 25 mesma estrada, com
32 palmos de vo e Gb' de fundo pertencentes ao es-
polio de Monoel de Jess Jordj Caldeira.
O agente Pestaa uutorisado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz de orphos, e cun assisteacia
do mesmo, vender um teen > e a parte da casa
cima mencionados.
Scxta-felra, 8 3 d correute
A's 11 lioras
No armazem ra do Vigario n. 12
I Huno feilao
Sexta j'eir 27 do corrente
A's 11 11 boras
No armazem da ra do Imperador n. 22
O agente Stepple, por mandado e assistencia
do Exm. Sr. Dr. juiz de direito da provedoria de
capellas e residuos, levar u leilo a requerimeno
to do testamenteiro do espolio de Anna Buzik as
casas seguintes a liba do Carvalho antiga ra
Bella ns. 20, 22 21, e 2b\
Para qualquer iotormaeao o mesmo agente
dar.
A-g-ente Pestaa
Leilo
De duas partes da casa sita ra de Luiz
do Reg n. 21
0 agente l'estaua, autorisado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz de orphos e com assistencia
do metmi, vender no dia e nota cima mencio-
nados as partes da casa j referidas, pertencentes
ao inventario de Manoel P> reir Lemos.
Nabbado 9 9 do corrente
A's 11 horas
No armazn) da ra do Vigario n. 12
Companhia ssahlana de navega-
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Araca.
Estancia e Bahia
0 vapor Sergipe
Ccmmandante Pedro Vigna
E' esperado dos noriop aci
ma at o dia 29 de Maio,
e regressar para os mes-
moa, depoisdadcirora docoe-
tume.
Para carga, passagens, encommendas e dinhei-
ro a frete, trata-se n*
AGENCIA
7lina do Vigario7
Domingos Alves Malheos
De bons movis e cspelbos, etc.
Agente Brito
O agente cima, autorisado pelo Illm. Sr. Ma-
noel Jos da Silva Mergulho, que retirou-se para
fra da provincia, levar a leilo o saguinte : J
importante mobilia de mogno, com sof, 1 jardi-
neira, 2 consolos eom pedra, 2 eadeiras de bracos
e 16 do guarmeo, 1 espelbo ova', 1 cama france-
za de Jacaranda, 1 dita de amarello, 1 bidet, 1
toilet, 1 lavatorio com pedra, 1 sof, 12 cadeiras
de junco, qu:.si novas. 1 sof e 12 eadeiras de
amarello, 4 eadeiras de balanco de junco, 3 rsprc-
guieadi iras de junco e p> carga, 1 eommoaa, 1
meia coramoda, i cabide de columna, 1 quarti-
nbeira, 1 mesa elstica, 1 guarda-louca, 1 guarda-
comida, 1 aparador de caix *, 1 raarquesao. 1 se-
cretaria, 1 marquesa, 1 mesa com estante, 1 relo-
gio de parede, jarros, tapetes, candieiros, bande-
jas, lanternas, copos, cliceB. facas ,colheres, louca
para almoco e jantar, trem de cosmha e a!g urnas
obras de miro de le e brilhantes.
Seita-felra, 99 do corrente
As 10 1[2 horas
Ra da Priaccza Isabel n. 12
2- Lcao
De dividas ua importancia de 13:659$600,
sendo 8:767^760 em letras e 4:8910840
era conta de H Espolio do coronel Jos Antao de Souza
Magalhaes
Sexta-feira 27 do corrente
A's 11 horas
.\o armazem da ra do Impera-
dor n. itt
O agente Martina, autorisado por alvar do
Exm. f-r. Dr. juiz de dir pela segunda vez, com assistencia do mesmo juiz,
das dividas activas do espolio do coronel Jos Aa-
tao de Souza Magalhaes.
Podem ser examinadas as letras e a relaco das
dividas em poder do mesuio age .t.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 8<)M) no becco dos Coe-
hos, junto de S. Goufatlo : a tratar na ra da
Imperatriz n. 5ti.
Precisa-se alugar urna casa gran le prxima
da cidade eom commodos para hotel, sendo prefe-
rida na ra do Paysandu' (Chora Meninos) Para
ni' inniie">? ra do Imperador n. 2G.
Precisa-se de urna cosinheira pira casa ce
familia, que seja de boa conducta ; ua ra do "
Imperador n. 73, 3- andar.
Precisa-se de urna cosinheira pars casa de
familia, que durma sin casa ; a tratar na ra do
Baio da Victoria n. 39, luja.
= Traspassa se a taverna da ra do Apollo n.
13 : a tratar na mesma.
Aluga-se o 2- andar do sobrado n 7 na
Passagem, com agua, bastantes commodos e corc-
mudo prveo ; a tratar no mesmo, com L .ureiro &
Con pauhia.
O vigsimo n. 401559, da lotera de.....
2,000:000*., pertence a Sra. D. Amia, que mo-
radora na travessa do Itaposo, de sociedade com
urna senhora viuva. A pessoa que dell'. eslava
incumbida, tendo-o perdido, suppoe que salva
por eate mcio sua responsabilidade.
Veude-ae o hetel da ra de Mariz e Barros
bem afreguezado, por ter de retirar-se o s-'u pro-
prietariu; quem jreti-nder diiija-se ao mtito
hotel n. 5, que encontrar eom quem tratar.
AMA DE LBITE
urna que ten ha bem e
, tr.ictar na ra Duque
de Cixias n. 42, 3. andar.
Precisa-se de
abundante leite
Precisa-se de urna ama para lavar e en-
gomroar em casa de familia : na ra do
Riachuelo n. lo se dir.
Ciialo
Precisase de um criado, preferindo-se um rce-
niuo ; no largo do Corpo Santo n. 11, 2- sndar.
Antn o Joaqaim Ribeiro
Rogase a este senhor o favor de fallar a Jos
Francisco Carneirn, morador na ra do Baro di
Victoria o. 48, e caso nao o p;ssa fazer, se digne
de indiccr sua residencia, ou lngar c huras em
que possa sei procurado^_______ ____________
Ama
Precisa-se de urna ama que cosinhe, lave e en-
gfiuime, para tres pesaoas ; a tratar n> irg do
Charco n. 21.
r~iB
Hn
i

i


m



tt
Diario de PcraamlHico- Sexta-, cira 27 t Maio d 1887
Alim-se
a casa wU 4 hoate de Ucha n. 35, coca uccom-
Miodsros para familia regular, sitio, agua do
Beberibe e gaa carbnico ; para ver e tratar, na
aneaia casa. ____________
Sitio
Aluga e escolente morad, com casa para
familia ; toda caiada e pintada de novo, arvoredos,
etc., raa de 8. Miguel n. 99, < m Afogados, pertc
dos boods.
Aluga-se a casa grande ra de S. Jorge n.
26 (Recite), perto da estacao do Limneiro.
Aluga-se a casa peqoen.s ra de S Francisco
a. 1 ; a tratar na ra de Santa Thereza n. 38.
9-~
Tinta preta
INALTERAVEL
i
comii Mi't'rn
PHARMACIA CENTRAL
38 Ra do Imperador 38
l'rrnamliiii'u
Serve para escripturacan mercantil e d tres cu
quatro copias de nrr.a vez
J chcgaram
Tacoa para bilhar.
Solas para tacos.
Vidros para cosmorma.
Chaves para afinar pianos.
Molduras para quadrcs.
Carrinhos para criancas.
Collec(;oes de occarinas.
Realejos e calungas.
Na irja de musiera e instrumentos, do Azevedo,
Ra Nova n. 13
Criado fiel
Precisa-se de um criado que compre e d fiador
sua couducta : a tratar na ra Nova n. 13.
Vende-se
o deposit) sito ra do Coron Suassana n. 180,
com poucos fundos.
'
Veadc-se noeserip-
torio da Empreza do
Gaz latas com tres
caadas de Tar (al-
catro) a 1|600 rs.,
promptas e soldadas.
Faz-se grande re
duc^o no precio do
niesmo para as en-
coimnendas de qnan-
tidades maiores, a
tratar a ra do Im-
perador n. 29.
Vende se ahi tam-
bem coke (carvao) em
saceos avu! sos.
0 Remedio o k. Ayer
(X)' : :<":::.
Uwicn f ; ''' -
peio ci nherimento ]
tos, Gaicurnoo co a > t i (iio eefta para
as lebres malignas. Estaa desordena de-
vom :: sna origen :; un vea o
qoe penetra no saarcne pelo* | .altera
> Agido niotiv a r :,..-..._ -. a de
t- ; i-oiiin :ih ; ir T< retaras e
Quatrenarias, I' de Fr-io,
Intes vcS :> Eeimt-
__
n .. :i ru !>o I;'-:. Av: ti i'.isa o
: !l. :. ..!. ii -': 'm>-
ti q linina ni ;:t iustr lente ::1-
mr. :' i.-il: segara c u i "ivo. u
... ..;. usa -
i tKPAIt.\DO
... J. C. AYE R i- O A.,
Lowell, Mass., B. ". A.
a' venda as principaes pliarrnacias c
rlroguri i
AVISO
Concertara se machn as de costura de
qualquT fabricante, bombas e toda e qaal-
quer qualidade de machinas movidas a va-
por, ou gaz, etc.
PREQ08 SEM COMPETENCIA
39-Rna ii Bom-Jssflg-39
Animal furtado
Furtaram do cercado do engenho fSsuta Luzia
on Contra-acude, tormo de Gamelleira, estacao
de Ribairao, urna ^ .a mellad, sem { rro, boa de
pesso e buixoira, evt prenh'' ain la u leite,
pois deixou a cria ; quein a apprehciid,er e lvala
ou der noticias certas no referido cngeuho. ser
bem recompensado. O furto deu-se na noite de
11 para 12 do corrente. Egenbo Santa Luzia,
14 de Maio de 1887.
CUIDADO COM
AS FALSIFICACOES!
Z^niU' (C / O LENf/O O TOUCADOB
0
E O BANHO.
V
,a|iuna
Aluga te casa terrea n. 40. A ra da Amira
de, est c,ncertada e caiada ; a tratar na ra
velha de Santa Kita, sobrado u. 14, das 8 horas ao
meio da, e das 4 As 6 b tas da tarde.
de assucar
l. Manoella .niiberiulna le
! a
> uooel Gomes de Piv e seus filhos agradi -
Cem do intima d alma a loits as p tao bo:i V' ntidc dijmanifii HC<>inpaiihar sua
ultima morada os resto. nuitAsa ce swa extremo-
sa esposa e inai, 1). Manoella (ui'herminu de
Paiva : especiaiuiente airradcttn A digna rutan-
dad do Senhor Bom Jesu* dos Afflictos, pela fr
m que dt tao boa v. nt.-.de se prestaram ; e de
nevamente os convidam. e a todos os parenfs,
para assisfiretn as missas do stimo dia, que tero
lugar 111 igreja de t>. Jus de Iiilvi-m ir, pilas 6
horas da loHuh de seguuda-leira 80 do currentc,
pelo que desde j se coofessam gratos por 'ale
acto de i>lit3 .
Alejandrina Cainlreiiic de
tlllt IjIMI lllll
Anua Alexaudrina CiVnlc.nte de Albuqnerqne,
Joo Prancio de Hollanda Civalcante, Joaquim
Francisco de Holl-.nda CaVnlcaute (ausentes).
Mana Alcxandrinu Cavalcante Ainnrim, Antonio
Leonardo de M-nt-zea Atnoritn. Francisco Pedro
Boulitreaux, Zulmira Cvallan de Albuqoerque
Boiihtreaux, alferes Rodolpbi- Ctvalcante da Sil-
va Pessoa, gradecem e irdialmente aos seuspa-
reotes e mii;<)s que re dignaram acompanbar ao
ceiiiil-rij publico oi i'StoB mirt'ies de M preaa-
dissima mili. aer*a, iih av. D. Alfxandrina Ch-
Taleante de A buqn-iqu', e de novo $ enmdia
B9sistirein as rrii.s>.n que, pe i prno il-sci;ec
da mesn;i finadn, mnti<.'M*n r^MT na igrejn il:i
Petrha, no din 20 eini.ii'e, : 7 horas nba, stimo diu > spu paW'iiW.
Vinho da ^laurisea
* delicia la iir.ra
Acaba de v-hegar nova remessa dc-ste excellcnte
vinbo de mesa, que se torne r> comme idavel por
ser com sante a vide u den ; vendern Justo Tei-
xeira & C Successjies, ra da i .-.ha n. 8.
Pharacia central
Ra doliopeadnr n. 3H
Jos Francisco Bittencourf, antigo pharmactu
tico da phHrmacia fraucez<-. ra d,> Barao da
Victori-i o. 25, avisa a seus uu.'igos e freguezes,
quu se acba na pbarmacia cima, onde espera
continuar a merecer a confianca que felizmente
depositarain em seus trabalh '3 rrotessionaes.
Apparelhot) econmicos para o cozimen-
te e cura. Proprio para engenhos peque-
os, sendo mdico em prec* a ef-
fectfvo en operaco.
r'ode-se ajuntar aos engenlios existentes
do systv:.:.i velho, inclhoraado muito a
qui.dadc do assucnr e augmentando a
qaactuiarie.
OPERAgO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou i'tigenhos Contraes,
ma:hin8ino apertei^oa-io, systema moder-
no. Plantas completas ou machiniamo
separado.
Especificares e informuySes enm
Itrowns v
5-RUA DO COMMERGIO-5
Terreno n Arrayal
Tend) si.i'j annnneiada a >enda de nm terreno
ra da lli-rmonia. na Arr. yl, perteneento a
Rufino ruz Couceiio, previoe se a quem interes-
sar que a cerca ltimamente feiti. nos fondos do
mesiQO terreno invadi os dos visinbos. t
jlK El2p,Pe Pasta dentifrioios ^^.
BENEDICTINOS
da AJB3A.IDIA. de SOULAC (Gironde)
DORf' JSAGUELONNE, Prior
8 Mt&Otka* de duro : Bruxellas 1880 Londres 884
MAIS ELEVADAS RECOMPENSAS
INVENTADO C.T&'
NO a:mo
NOVO
i THERHOMETRO MEDICO
de Lon BLOGH
(parviLEauooi
\Systema extra-ttensiveH
Qu nSo experimanta variado iq"
doTida a con Lr. i era o do vidro.
U-b
73
Pelo Prior
Tierra SOVSSAOD
c O aag aotidiano do Elixir Bentifricio
dos Rl i'P. Benedictinos, com dose de
.i!inr.;i s<- .,s c.uu ajrua, prevem e cura a cara
dos deates, euibranqueeeoe, fortalecendo e tor-
nandu vas pcrteiUmenta lidias.
<: Prestamos mu verdadeiro servido, assipna-
lando au;- .. bbos leitores este antiro utilis-
unoprepaK i!o. o melhor curativoeo nico
preservativo contra as AieccSes den-
tarias, u
CiJIM PDSilDA U 1817
Agente Geral :
S E G UIN BaBeoHRn^irxs
Achase em todu s ftoas Parfumtrias, Pharmaeiis e Drogariaa.
ttioptaOo pela Acautmia de Uediclnt 6% Part
i 22 do seplembro da 1SSS.
TMht M >aia! tutruenut truea
minlia Aisigaatora:
Acha-eo n&B principaes Casu d Instromoatoi
de Cirurga.
bada en Grosso: 18, rna
*&&&} !
en FARIZ
Deposito em PeruimbuM :
FRAN~ M. da SILVA & O
e as principaes Pbarmaoias.
0 rr.jis S,rniJizs, o :< -
INDiePENSAVE.*,1i '
USADO NO
- EScaz doi REPULSIVOS
mfTT.1 ,rbtt o aos VIAJJLWVM 8
-OO 1 TEIRO
A Come GOIjJLOT pede aos S.--. ..:-__ jompradoraa (roe exija
)EiO PaPE* lGOLLOT
Aluga-se o 1 andar do sobrado n.27 ra do
: Imperador, pintado di1 n >vo e com agua ; a tratar
i na ra do Duque de Cunas n. 47.i".
Ass tent^
mi
Candida Firininu Tavares de Millo rr,udoj-se
. para a ra da Conceicao n. 39. i resta-sc a iba-
mades para dentro < fra da cidade a qual (uer
I hora.
Canei
Compra-se em grande ou pequea por,iio ; na
ra larga do Rosario n 1.
Attenco
Urna pesso que se retira da provincia tero pa-
ra vender urna casa e um aitio no lugnr Encana
ment, freituezia da Puco, tendo a casi 2 palmos
de frente e 40 de fundo, 2 quartos, c.'sinba, 1i
janellas nooitao, porta ejanella de trente, caiada
e pintada, 'entu o sitio st-ni pilmes de frente e
600 de fuin >. eim ex'-ellen'es m vi fdos fructfe-
ros, c^eiaio com ptima agua, tuflj cercado, fi-
cando o noao para a ra d- S. Joao ; quem pre
ten'lc. dirii^-se o M.-mu inorar a tratar come
don i, ou a : u* do Viseonde de Goyaiina n 111.
VINHO deJURUBBBA
BARTHOLCMEO 8 Ca
phann. Perno
CnlCOS preparados de JURTJBEBA rc-
comnicndados pelos Mdicos contra as
Doenq.'.s do Estomago, Fijado Baco
e Intestinos, Perda do Appetite,< le.
i 5 Anuos de bom xito!
EXIGi:; A ASSIGNATUR/..
Aula | irlicul r
Aul particular mixia, ra da ConceifSo nu-
mero 39.
~VIS(F
Os f"gos de artificios preparados na an-
tiga abriua da viuva Rufino proprios para
as noites do Sinto Ant mi e S. Joao, ven-
dem-t; anicnuenle no caes Vintu Dous d
Novembro, nrmazem da Bola Amarelia
fabric
a ; neste ar-
u. 36, pelos pregos da
raazeir haver /elHa lindos craveiros,
pistolas de todas cores e tumanhos, rodas
simples e sing. !aa, fguetinhos, estreli-
nhas, etc., ete.
25!
U
Umap-ta.a ^t..- i nlia 25rU000 i m seu poder
depotitdot, peideu-09, e ruga a quem i s achou a
reatltac pois o prejodicado pobre e nao pode
prestar entita, tao de U0X* ; pece -ste grnod latir de conscien-
cia, e gratifica f eni-rosamente na roa de Uortas
nuni'-r i 86.
rs
Precisa-se < nin caixeir.i de 12 14 anuos de
idde, com pratica .^ Inverna e que d fiadr de
sua conducta : n rn da Princhcnas n. 23.
Saudaval :i:-.-.i! :
Aluga-se urna bwcsia por pre&o commodo,
na estrada nova d.i C^s-ingA, ficando entre as
tstac,'o-s (i.i ZcaiWi < a de b. nl ; !ratar no si-
tio da viuva tu M- Valenfa. na n esma estrada,
ou no esoripor i ^f Dihiio.
TRASPASSA-SE
nm importan'*, estabelei-inieiito de molhados no
melhor local que ha na freguezia de Santo An-
tonio, boa armac^tc, offerece t.id>-.s as vautagens :
quem pretender, na fabrica Titrre informa.
Harrlson Line of Stea-
mers
Pede se reeeb-dore das eaisaa marca ca OS
MN&C,
consignad.s a M. Northinann & C, descarrega
das do vapor mgi.z sriner a virem com ur-
gencia tratar de igaumpto concerneute as mes-
raas eaixas, com o ager.te desaa companhia, a ra
do Commer'*!'! n. 15.
Recif 25 de Maio de 1837-
Pcitor.il de cambar
Agentes e drp'-sitariKS peines nrsta provincia
FEANClbCO Y,. I)X SILVA & C.
No armaz'in de droga ra 'lo Mrquez de
Olindan. 23.
Precos: Praen S4580, 1 2 duza
lS>0il dii 240(K'
ALBERTO
S'i-IfUil (lo
IIENSCHEL & C.
Bro da VictoriaS
Este acreditado esiabeleciment > phr.tographico participa ao r'speitavel publico,
que contina ezecular ca mus ape.rfeicoados tra'nalhos pelo systema mais loilerno e
ma8 apreciado. Aellas- habilitado a salisfazer as tnais diffi -eis exigencias, quer em
trabalho* photi'grophicos, quer em pintura a olen.
Al-r de seus trabalhos phoiographicos que sao per iemais conhecidos oncarro-
ga-se tambetn de retratos a oleo para o qvn j ce a -Itu 'ntr-; nos de vnlta d- sua va
gem a Vicua n'AusIria, -m l visitou as principaesgaleris, o eximio pintor F-rdinand
Piereck, basianto <;ouiieci o pe i purfeiyao de seus trabalhos, desde 1877, quaudo aqui
esteve ero nossa casa e ultimam-ute o anuo passa ^o.
Para satisl'.-eer em g-ral a todos que honrare ni o no-so estabele imento com
su8 e.icoinmendas participa que alm dos retratos, s'ja qual fr o tijrstema, tamuein
receba cnoo.urneniaa para q talqu t vistu ou p-sy
tadas a nleo, sendo o encarregado destas ultuu
Telles Juni.r.
Roga-so s Exma?. familias e tnais p'SS
visitas nosso estal>el-'i'ti< uto, onde semprc existe
qun exeeut'.ino-i e on t umbem os seohores vifi'ant'S
pcrfci\;5o nos trabalhjs e raodk'iiade n,is preyos.
C. Barza,
GERENTE.
ALVELOZ
CONSERVADO LIQUIDO SEM AL.TERAR-SE
O AL VELOZ, planta da fainilii das eiiphorbia-
cas, que habita 9s uossjs sertoes, boj-a reconhe-
cido cumo uin verdadeiro especifico para destruir
as epitheliomas ou cincrodes, facilitando a reno-
vajao dos teeidoa atacados, e trszeudo afiaal uina
cura complot, sem outro tratamento que a appli-
jcagao tpica d suasciva (vugi rmento fee) corno
. caustico.
San numerosos os casos de cura, alguna dos
' quaes j levad'.s a" coiilieciuicnfo da publico, em
diversas publicaf>s, pelos iilustradea clnicos
desta capital o no estraneetro, os Srs. Drs. Alci-
i biades Velloso e landeira, e ptimos resultados,
tatnbem foiam obtidos Das ferida e as ulceras
chronicas de carcter svplnliticas.
DEPOSITO GERAL
Pharmacia c Drogara de Bartho-
loiueii X C. Successores
'i, Ra L.ig^do Rosario Pernambuco
qut-r phutographi'as,
o mu -onlieeido
|ii'r pin-
o 8r.
as obsequio de itonr..rciu com suas
ira-i inaguitca expsito dos trabalhos
en .'outrarao lhaiieza no tracto.

. .:.:_ .......i ..
-i '--''"'.' '-''";/ <"n Mn"*"pn- ir-p
--5 "o... oAu -i*J > t ull lU...^;o \, iilii
mtePQUST,

Ger
.Pr 2U
Aluga-se cas
bons cummoi'-i>. h
tar na ra Duque d
ii 20 da na d.i S. Joao, com
m ipi uihI h est lunpa ; a tra-
C'X-." n. 8 luja.
yrmna enanUsouoaVlnbca ou
3 B^tsa.................osi00fi6i
'.-:ncir *j .esencia isCogn" oj 100 irasco
";rfua;cO!,oratod'>toa2jcora, ja 100 frascoo
.-.tv-iolaiie&tGinoacleira'ia. oe IdOfnuoa
Depositarios em I*~i-t!nintoicco
OOar.
ac ir
60:000^000
triados
Na ra da Uniao
ciiadas e un, criado.
18.
precisa-se de duas
(lemenrin R'caajll
Henriquc Bieml < >iw n..ili.-r maudam cele-
brar una missa por alma d- sua i'e-ada mai e
aogr, na igreja de Bek-m (Eucruzlhada), no da
30 corren!., &t 8 horas da manhil, anuiversa-
rio do seu fall> eiuienio, e convidam > eeus amibos
Dar a-iNlirem a -si' neto de rr|iflnin.
Frnnciaro Antonio da Silva
Caialranle
Alaria Rita da Svh C.'avalcanti\ Francisco de
Assis da Silva Cmvalmmte, ('..rdulina Ana ia Ca-
valcante Lih. Dclpliina Mu^arida Cavaleante
Toledo, Zulmira Asteri ii~ Silva L'Valeaute,
Francisca Anna da Sile Civalcante, Antonio
Candido Guimaraes da Silva o sua espesa Fran-
cisca Juveotin Guimanieo da Silva e netos, anda
sob a mais dolorosa iuipredso, agradecem o ca-
ridoso obsequiu i| toi.ii ijii cemif-rions nstos iroriaea 10 sen milito presado
e salid, so capoto, pai, >-ogr.j i; av, Francisco Au-
tomo da Silva CaValeaute, e pedein s mesmas
pessoaa B >-Oi pNrcnfOS e nung s que si-' diiiein de itaMtUr as uscas que mandam
resnr pel.i eterno repmiaa co sna !>, segunda-
feira 30 da .Mam, i* 7 i.i.i- da uixuha, na matriz
da Boa-\ ista, s-iiiimi ilii OO i-eti pkSdamento i P-Io
qne M (Onlc-cam dvotle j -temam. n'e agra'e-
cidns.
Eni beneficio da luslrucco Publica da provincia
Esta lotera dividida em 5 partes
Evlraccao da 1.a parte da \.m lotera
Sabbado, 28 do corrente
Bilhetes venda na Casa Feliz praca da i
Independencia ns. 36 e 37; Casa da Fortuna,
ra !. de Marco n. 23; Roda da Fortuna, ra
Larga do Rosario n. 36.
j Ama
Prrcisa-se d.~ uina ana para coc intuir e mais
servicos don.esticos de uina cara de pequen* fa-
milia ; a tratar na estrada do Roearinho, sitio n.
5, ea- t amarella.
m
"0 Medalha de Ouro na Ex,>oti(.So universal 1878 "
-# GOROLOS t'RANpA)
-t( Depsitos e.-n todas as lend is de Comestibles. #-
Hajor Misai-i tnini le ii<-it<
Tamboril
Mara Angelxa Tnml rnn, Emitmio Ernesto
de Mell Tare Tm, sna uiulher filhos, enri-
que EwhHtk (1- M'll-iTnmb'Tim, c videro mh pe.-
aoas Oe una nmisade e do finad>>|tt:ii minio, iM>-
do e tio uinjor .Viiauel Anr>no de Melio 'l'i-uiho-
rim, para asciatir.m na iiss que mandam c la-
brar na igri-iH da Santa Crm, sabbado 'J8 do cr-
rente, pilas 8 huras da an<.nbV, .^ dia do sen pas
amento, e pelo que iitecipam os eu agradec
Brutos.
Ao commmio c a quem
interessar possa
Oa abaixo aaiignad-i declaran que conipraram
ao Sr. J aaum Lopes Teixeira o sen rttabeleci-
mento de mohados sito ru (atreita do Rosario
n. 18, iivrc d. somlwraC' d >- todo e qoalquer
debito, ltcie, ti d- Mh-.i de 1887.
Douiado Fontes 4 C.
PEDIDO
.v::n; rs
\v
coiiimercio
c
Criado
el
Pieris-" d-- uui que s> ja
peratriE n. N, o eaxnar.
na raa j Im-
Ama
Pveeiaa-e ir un. qne coinbe brm : na raa
Ida Imperatnz n. 8 (.iilltiermina !< Pn l'i:;neii Mari i Jcsepliina de Queir.ign n.ain erta-se pro-
fundamente j-gradrodn h ti-dos en cavalleiroi que
se dignaram acompanbar ao cemiteri publico 01
restos iiniia's oe gua ida'rada lia, Guilher-
mina dos Parvo Pigueiia ; e de novo r >ya aos
meamos e a todas as ptssoas de sua amizade o
caridoso obequi de sivtirem as missas que
manda resnr uo n-tirn di, n icrfja da veneravel
ordem terceira do Crum, *a 7 1(2 h ras da ma-
nh de rabiado 2H 4o ctr*r< ir, ( auCecipa a sua
eterna gral'daj a rodar que c inparecenu a este
acto de religieo e cari i*o<\
ltolin Mario llarli--.
Antonia Jo Mortins, oiergulhadu oh mais pro
huida d.>r pelo infausto passa.i, -uto de aaa extre-
moea mai, KowIih Mara Maiti.is, manda celebrar
ujisji.s n in.'i -7. ih rtoH-Virta, polas 8 horas da
manda de eabba Id 8 .11 amuUlf, trigsimo dia
de seu passMiieuto ; c-m.vidn ao- eos amigos a
Kssistir a ste acto dei.-lii;ia> e catidade, pelo
que ae i'wifr.-i ix n.iwme gr^to
Ji f Aiit.annire Albuqueiqii
Sr. Jote Barrero P*.-s d JI-li
a importancia d- roa n-tra i,': i
be qu' Ninb''in vn dnrs A in i cata
seu socio Jos Iifiia.-i
de 8 das pava ere '^.-ainen'o.
Recite, 'i ...' i oe \mi.
Jiw Atit'-niu Oe Ainuou
baixo tendo vendido o seu rt^beleeim^nto
de militado sito ra do (sol n. 24, da cidade de
Olindx, o Sr. Antonio Rodrigues Tavares, l'vre
e des>ml>i.rHCado de quilquer mus, convida a
p*jr>r aos mena ere- qium se julgar credor a apresuntar suas cintas,
o ui > p.'rto da do Sr. prazo de tres difcs, a contar da data presente,
Avia;, iiiMic.i-lhe o pinto ficaud o comprador sem re.-poosabin.!ade algo
Peiioaa pede no
, o favor de p-tghr
reda ; Vine, sa-
.(,...-
Bik, d>-pos de ti. lo o prbZ^
O ira, 27 d Mai de 1887.
Joaquim Xavier Coelho.
Scmenli's Compra-se .'"le e pequeas quantidades :
na rir tar r"r- lo.uco '! '' Silva & C, ra
do Mruiie)i '' "ijn >-a n. -'^
fmmi Mol.
Aluga-se 3or prego muito commodo a uia pe-
quea familia o Bula i do 1 andar da ra do Vis-
ci nde de I-ayniio.-i. antiga do Apjllo n. 53. No
meso.o preeiea-ae de un menino pora fazer com-
pras e mi pret. p-ira eosiob-.r pra duas pessoas
d-se roupa b.an r<3- nado.
licenciado pela Inspectora Bel u de Kygine do Imperio do Brszll
PREMIO NACIONAL
taiBfiQO*
Grande Medalha de O URO

Encerrando todos os principios das 3 quina
APERITIVO, TNICO e FEBRFUGO
Agradabilissimo e dte superioridade pro-
bada sobre tixios os preparados de quina,
contra a DepressAo de FoRgAS, as Af-
fecces del Estomago, as Febres Re-
beldes, etc.

Omesmo FERRUGINOSO
Recommendado eMtra o Depatjperamento
do Sasgue, a Chloro ANEMIA, e as
consecuencias do parto, etc.
Paria. 22, roa Drouot e as principaes Pharmaciaa do Mundo.
i
UfGlVfl
i
-'


[Diario de PernaiiAuco-- Scxta-feira 27 de Maio de IS87
Aluease barato
Bu Viseonde de Itaparie* *\ amaaem.
C Coread S.aana a 141, quarto.
Ra dr S.nto Anwro n. 14, loj
Ra do Corredor do Bitpo n. M,
Ama
fVatfc-wo*
ra do Commercio n. 5, 1' andar
criptorio
de SiIth rtuimrae & C.
Alngra-se
moa casa com sotao, edificada a moderna, com
accommotlugo para familia, sitio pequeo, entre
as dua.8 estacoe Jaqaeira e Tamarineira.
OUTRft
Urna casa nova en frente da Sr. Tbocn. proptia
pas pequea familia, entre Jnqneira e Tamari-
aeira ; a trate r na rna Primeire de Marco d. 25,
toja de joias. ________________^_
Precwi-se de urna aa para o erveo de urna
eaaa de pouca familia ; na ra Nova a. 14, ae-
gundj andar.__________________________
Ama
Precisa-se de urna ama para eaaa da peqaena
familia ; a tratar na ra do Payasada a. 19, Paa-
sagem da Magdalena. '
Ama
Alusra-se
a casa terrea rna do Hospicio n.
aa mesma ra n. 81.
70 ; a tratar
Advog-ado
Precisa-sede urna ama para lavar e engommar;
na rna Primeiro de Marco n. 16,
Ama
Precisa-se de urna menina
para andar com urna enanca
ra Real n. 20.
de 12 a 15 annos,
na Casa Foite,
Ana
O bacharel Antonio Ribeiro de Albnquerqu*
MaranhSo tem 8ua banca de advocacia na praca
de Pedro 2o n. 75, no mesmo escriptorio do Dr.
Manoel Nttto Baudeira.
Manhiga iugka
Tem psra vender em latea com meio kilo cada
ama a 7(0 re. Aotrnio Duarte, ra da Unio
n. 54 e Arthur Gncalves Macaes, ra da Au-
rora n. 85. conlrontando-se com a eBtaciio de
linda. _________^_____________
Par* alfaiaie-a
Pastas de algodao ; na ra do Rangol n. 53.
Para todo servijo de uma familia de duas pea-
soas, precisase de urna ama morigerada; na_rua
do Rangel n. 53.
AMA
Precisa-se de uma ama para cosinbar em caea
de pouca famia ; na ra Augusta n. 274.
Ama
Xarope de cambar guaco c bal-
same de Tull
reparado pelo pharmaeeutico Jos Francisco
Bitteucourt
E' uro'pid-rofo preparado para todes sa aff.-c- | 25, 2- undrr.
edes dos orgaos respiratorios, como cutan lio pul- .
monar, asthraa, coqueluche, bronebite, p reuni- !
nia, tisiea, etc., etc.
Cada frasco lOOO
Deposito na Pharmacia Central, ra do Im pera-
di.-n. 38 I'i rnamDuco.
Precisa-se de uma ann da boa conducta, para
casa de familia de duas pessoas, e que durma em
caea ; a tratar na Capunga, ra de Joaquim Na-
buco n. 10._____________________________-.-'S
Ama de leite
Precisa-se de urna na ra de Hurtas n. 118.
Ama deleite
Precisa-te de uma uma de l?ite ; a tratar na
ruado isconde de Inhama, antiga Rangel, n.
Tricofero de Barry
Garante-se que faz nas-
oer e crescer o cabello anda
sos mais calvos, cura a
.inha e a caspa e remove
'..odas as impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente imperte o cabello
de caliir ou de embranque-
re, e infallivelmente o
birnt espeaso, macio, lus-
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventar em
1829. E' o nico perfume no inun-
do que tem a approvacio officia! de
ara Governo. Tem duas vezes
mais fragrancia que qualqner outra
eduraodobrodotempo. E'milito
mais rica, suave e deliciosa. E"
inuito mais fina e delicada. E'
mais permanente e agradavel na
i lenco. SS tilas T^zas mais refres-
| cante no banno e no cuarto do
doente. E' especifico contra a
frouxidao e debilidade. Cura as
dores de cabeca, os cansacos e os
I denmaios.
Xarope ie Vida le Beuter Si
(rindo
Precisa-se de um criado : a atar na ra d
Paysand n. 19. Passagim da Magdalena.
Ao publico
Joaquim R beiro Lurinno, m> n-dor no Peres,
3- districto de Afg.d.e, uu lugar ra jo Fugo,
declara pe > I reec'nte, que nao J inquin Jote de
Castro, e n rn tem casas cjll-otadas e nao deve
nada, portauto, de impostes de dcimas a'c a data
deste.
Scnieiues e e?rrapato
Crmpra-se na fabrica Apollo a ra do Hospicio
numero 79._________________^__^_
Caixeiro
Na ra da Palma n. 37. precisa-ee de um cai-
xeiro com pratic de tnolhados e que d fiador
eua conducta.
TOMS
CimSBWEFL*
s.erira-5': f'jai'
aaaaaaeai jar--
- RjLJBiS
-qoe penetra no Ktti torna 5roao, IScDSts
>/# expectora?/) e Mvorlsa as iinccoeo aos orgaos resiiimortos.
mki rr.3 -umo m ir p J une, a Uaare.sa Persa
npwtartotem *V?rywbe :..SV.fl.gV 33-..* s*ta C**
TES DE TJBAIr-O DXPOIS DE VSiIr-X
Cura positiva e radical de todas aB formas de
escrfulas, Syphilis, Feridas Escrofulosa,
AffeccSes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perda do Cabello, e de todas as do-
encasdoBengue, Figado, e Bins. Garnnte-M
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangue
restaura e renova o systema inteiro. 0 .
Sabao Curativo de Reuter


20--Ra.. delato (jrol a Louvre)20
Adimirem os precos
Bramante de linho, cora 10 palmos, a lj$9 Bramantes de algodao, mu 4 1 rguras, a 800 rs., 1)5000 e l5l00, o metro.
M:.rl:ipoKJ>-s, 35800, 45500, 5-5UOO, 55500 e 65000, a peSa.
Ditos aioiricnioi, com 24 jar-las, a 75800 e 85000, a pega.
AlgorSes, a :'500O, 45000, 45500, 55000 o. 55500, a peca.
Cietones escuros, cores fixas. a 320 e 360 rs., o covado.
Ditos claros, liados pairoes, a 280, 300 e 320 rs., o covado.
Percalas de cores, fazenda superior, a 240 rs., o aovado.
Ditos de cores escuras, a 200 rs o co?;>de.
Z-phyresde cref, a 160, 180, 200 e 240 rs., o covado; muito largos.
Sutinetas, de cores, a 320, 3oO, 400 e 440 rs., o covado.
Creps de cores, para acabar, a 360, o covado
Batistes dr cores, muito largas, a 160, 240, e 280 rs., o covado.
ambraia8 brancas bordadas, a 55500, a peja com 8 1/2 varas.
Ditas, em retalbos, a 700 rs a varn.
Alpa :s i cores, lisas, de preco de 600 rs., o cavado, por 280 rs., o covado.
Sargelins de todas as cores, da melhor qualidade, a 240 rs o covado.
Chitas fini-s psra coberta, a 280 e 320 rs., o covado.
Gao^s muito finas, com lindos desenhoa, a 280 e 300 rs., o covado.
Ksguiao pardo, para vestidos e vestuarios de enancas, a 380 rs., o covado.
Pao da Costa, de listras, a 15100, o covado.
Dito d;to, de quadros, a 15*00, o covado.
Brin* do cores para caigas, a 240 rs., o covado.
Dit.,s de liuho de cores, a 15500, 15800 o 25200, a vara.
Dito de dito branro n. 6, a 25400, a vsra.
Cas- ,-niras de c es, para costumes, a 15800, o covado.
Ditas em trtes para caigas, com listras de f!a, a 65000 e 105000, um.
Cobertas forradas, com dous pannos, a 35000, uma.
L-ngies de linho e algodao, a 25000 e 35000, um.
Cortinados de cambraia bordada, a 65500 e 85000, o par.
Chambres p*ra homem, a 55000 e 65000, um.
To.-lhas felpudas para rosto, a 35500 e 55000, a duzia.
Ditas grandes, para banbjs, a 155J'J, urna.
K |i -rtiu s tinos de todos os nmeros, para senhora, a 55000, um.
Babados e cntreaieios bordados >ie 503 a 25000, a peja.
Fi bus, de linho, rndalos, a 25000 e 2551 0, um.
Ditos, d la, felpudos, a 55000, um.
Lencos bn.nos, a 15^00, a duzia.
Ditos de esguio de Jinbo, a 45500, a duzia.
M i..s de lores, lisas, para horuens, a 45800, a duzia.
Dito d fio de Es ossia, cruas, para homens, a 15000, a duzia.
Dit s iitiis, rendadas para menines de 6 raezes cima, a 500 rs.,
Ditas do la, de cores, para bomens, a 15200, o par.
Ditas de algodao, de cores, com listras, muito finas para senhora,
145000, a i'uzia.
Camisas de la, s^m punho e sera collarinhos, por b rato prego.
Colletes de ti .nella com inang-is e sem ellas, di diff'rentes pregos.
Costumes Ditos da dito, para horaens, a 85000, um.
Ditos de dito, para meninos, a 55000, um.
eiapatiis para o rat sino tim de differentes tamanhos.
Grande s rtimento de artigos para honiens, sendo : de camisas de linho, ditas
ie meias, gravaUs, puubos, collarinhos, ceroulas e muitos outros que lembraremos na
presenga o'equelhs que se dignarem visitar o nosso estab^lecimento.
A' ra Primeiro de Marco d. 20
Teepbone n 158
AMARAL &
Para o Banho, Toilette, Crian
8as e para a cura das moles-
as da pelle de. todas as especie
m em todos os periodos.
Approvadns e utorisad' 8 pela inspecto-
ria geriil de liygienne do Rio de Janeiro.
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco M:inoel da Silva & C-
Tnico de niulamba
Compo-o com qnita e glyce-
rua
CONTRA AS CASPAS
22 = Ra Larga do Rosario = 22
WHISKY
ROYAL BLEND marea VlADO
Este excellente Whisky Escasse r -eriv*
o eognac ou aguarde^ de casna, para iortific
j corpo.
Veode-se a retalho uoa w Ibores anaaaeiu
nolhados.
Pede BOYAL BLEND marca nADOcajn
me e emblema sao registrados para todo o Brasa
___________BROWN8 &, C, agente__________
Cabriolis
Vende-se dous cabrioleta, sendo um deacobert
e ostro eoberto, em perfeito estado, para um ou
dous cavallos; 4 tratar a ra Duque de Caxiat
" A7 Florida
Rna Duque de Caifas n. loa
Chama se a attPneao tas Ezmas. familias par
os procos eecuintes :
Ciatos a 1000.
Lavas de pellica por 2*500.
Lavas de seda cor granada a 24, 2*500 e 3J
o par.
Pitas de velludo n. 9 a 600 rs n. 5 a 400 rs. c
metro.
Albuns de 1*500, 2*, 3*. ate 8*.
Ramea de flores finas a 1*500.
Luvas de Eacos8H ptra menina, lisis e borda
dns, a 800 e 1* o par.
Porta-retrato a 500 n., 1*, 1*500 e 2*.
Pentes de aikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Acqainhas de 2*, 2*500 e 3* uma.
Plisss de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 rs.
Espartilho Boa Figura a 4*500.
dem La Pigurine a 5*000.
Pentes para coco com inscripen.
Enchovaes para batizados a 8, 9, e 15*000
1 eaixa de papel e 100 envelopes por 800 ri
Capella e veus para noivas
Suspensorios americanos a 2*500
L para bordar a 2*800 a libra
Mo de pipel de corea a 200 ris
Estojos para croch! a i$000 rs
Bico de cores 2, 3, e 4 dedos
de largura a 3*000, 4*000 e 5*000 a peca
Leques transparentes a 3*000
dem {.reto a 2*000
Lindos Broxes a 3*000 1*0;0 e 500 ris
Leques para menina a 2 Linh-i para machina 800 ris a duzia, (CBK;
Bordados com diis dedos de largura 60U ris.
3 dedos 800 ris, 4 dedos 1 *200.
Garrafa j*agaa Florida 800 ra.
Leques com borlota a 800 rs.
Bicos branc s pra S'tinta, cretone e chita pa-
ra correr babados a 1*000, a 1*500 a peca com
10 varas, barato.!
Albuns de ulmgrem, vetado e rerbotina para
50 e 60 retratos a 6*, 7* e 8000.
Meias de Escoaeia para geiiborus, a ?500 opnr.
Lencos de linh> em lindas caixns,
Bico das libas muito fino proprio para toalhas
e saias.
dem japnnez proprio para alva4 e roqnets e
toalhas de airar.
dem braneus com'5 dedos de largura, a 3*000
a peca com 10 varas.
Caicas eom sortes ie jogo de mgica proprios
para saliu, a 5*00l).
Sabonetes de dr versas qualinades.
Bolsas de courc pura menina de escola.
Oollarinho de linhoa M 0 ris um.
iirsmir perhlncna em enpartilboM
de linho a 3fiOtO. um.
BAHB6A& SAONTS
De todas as fazendas existentes na antiga casa de
Vl\\VAllt> D\C1]XH\
Os segninles artigos comprovam a realidade em vista dos seas prefs
Cortes de fustao para coletea, a 1,$000, 1>200 e 1^800 !
dem de casemira de cores, a 2,5000, 2^500 e 35000!
Casemiras pretas e flanellas, a 800 rs-, 1^000 e 1^200 o covado, uma largura
dem diagones, a 2^000, 2#200 o dito I duas larguras.
Brinn de puro linho, de cSres, a 800 rs. e 1#000 metro 1
dem idem, branco n. 6, a 10500 o dito I
Las de todas as qualidades para vastidos, a 200 e 240 rs. o covado em reta-
lho para acabar.
Cachemiras idem, a 400 e 500 rs., o dito !
Setios de cores, a 600 e 800 rs. o dito !
Fust3e8 branco e de cores, a 250 e 320 rs. o dito I
Meias alvas p .ra meninas, a 20500 a duzia I
Camisas iogiezas, finas, a 3r#090 a dita !
dem franeezaa, branca e de i ores, a 24^000 a dita '
Guardinapns grandes e de linho, a 35500 a dita I
CerouUs bordadas, de 205010 ^para acabar) a 125000 c 155000 a dita I
Espartilhos, de 85000 e 105000 (vonde-se a 45000 e 55000 I
Madapolao americano, a 65000, p;as de 20 jardas I
Esguines para casaeos, a 45 Cambraias bra icas bordadas, a 55000 e 55500 a pega !
Grande sortimento de chapeos para seohora, a 45000 e 50000 I para liquidar;
Fichs e capas da 12, a 20000, 40000 um !
Bramantes de linho puro, de 30000 (para acabar) a 20000 o metro I
Setinetas, a 280 rs de todas as cores.
Pannos para mesas, atoalhads bran'os, algudo?s, e finalmente liquidara-se
odas as fazendas por menos 40 /t dd seu valor as que tstiverem abertas as pecas.
Antiga casa
DE
C MEKO DA CUMA
59Ra Duque de Caxias59

Engenta
o par.
a 100000 e
c.

ELIXIR
de
1.
(Dl0t*ti~ <

MOLESTIAS do ESTOMAGO e dos INTESTINOS
i *m m succesM montrvU i MMriorMida desU niseamento pm citar xjtttts a fiiar digarir. I
DYSPEPSIA i VMITOS j, DY3NTERIA
T ACIDEZ DO ESTOMAGO
T
CLICAS T ACIDEZ DO ESTOMAGO T DIARRHKA
^ t.u r Ihnr r. r., u.ttl in iit-- Mirm l'rmm,..t >n/ra,lu.,n,.1^
Ph". 9. roa Le Palatier. fciMlUrios M Pernambuco : FRAN- M. da SILVA f.
Arrend:i-8e o mp-iilio Mnssahibs, nina legoa
distante da eidade de J>iboato, e nutra da esta-
Cao ce S. Ijiureec.o, com extensas trras e matas.
Tnmbf m se vende ou retulba-se em sitios von-
'adt dos cmpr:idores", todos eom r.g-.ia enrrent
na fente ; a t:atar n>i ra Primeiro de Marco,
loja n. 17.
Engento Dous Irniios
A cornpanhia do Hebenbe iirrenda a parte
agricola do engei.ho IJtus Irinaos, por praso de
seis anor.s, sob as condicoee para ess:! fim esta-
belecida, e que os preteadentes pjdem examinar
nesto cscriptori >.
As propostaa serao proientadas em carta fe-
chada o- da 30 ao meio dia, < abertas na presen-
ca dis pretendeutes, c-ms-guida ao receoiment
das tnesmHS.
Recife, 17 de Maio do 1887.
Jos Eustaquio Perreira Jacobina,
Secretario.
Engcnlio
para
dar
airen-
O .'- .. ti' oer.te e corr^ .i*, ineia
U i. tu'-.... > letras | ain 8-
firejnr 2UUU paes de k boa casa d vi-
vend: ; ;i tratxr ni rna "I i Imperatris n. 45). se-
(tun.' .ndir
% m /%
Na Fra^a do Conde
d'Eu n. 7 2o and?r,
precisa-se de urna co-
zinheira para casa de
pequea fnnilia.
YENDAS
Vende-se na pb-.iir.acia du Ur. babino, ra do
Bario da Vi -loria n. t3.
Cofres de fe ro
Carlos Sinden re-
ceben, em consigna-
c,o, cofres de ferro
provadefogo. Assim
como cha preto de su-
perior qualidade, e
vende por presos mais
barato que outro qual-
quer.
W- lina do Baro da Vclor i-S
Cobrado a vender-se
Vende-se o eobradu n. 87 i ra da Aurora, em
frente a ponte d.- Santa Ibel ; quen pretender,
pide entender-se com o "orrector Kedro Jos Pin-
to, na praca do Cnuimerclo.
Deposito
Vende-se um oep 153, orna armaco tnd nova, mut'o boa, o alu
guel da eaa t $000. tem puados fondos ; a
isa sgflk'ieate para familia ; tndo muito em
cunta a favor de qualqner principiante : quem
pretender dirija te ao ni' sino para tratar, e se Ibe
dir os motivos per que se vende.
NOVItlADES
l\a laja das Listras Ames
A' ra Dnqncde Caxias n. 61
Telephone 211
LEQUES TRANSPARENTES -Aza de Mos-
ca ultima moda, o que ba de mais liado a 20< 0
2*5'p e 3*1)00.
LAS de quadrinhos fazenda escura licdus cores
a 3BO rs.
SETINETAS de listras e quadrinhos de cores
a 320 rs.
FUSTAO branca a 3G0 e 400 rs.
CORTES de vestidos branca fazenda de qua-
drinhos como organdy a 5*000.
CAMBRAIA de salpico e bordada a 800 rs., em
peca G 000.
SETINETA japoneza fazenda de listras largas
com lindas cores a 4(<0 rs.
MADAPOLAO americano igual ao camiseiro a
6*000.
BRAMANTE de quatro larguras a 900 rs.
CHITAS finas percales ei-s seguras a 240 rs.
CRETONES frsneezes ultima mvidade cores
segums a 320 e 360 rs.
SARGEL1M trances qualqner cor a 240 rs.1
MERINOS enfestados todas hs cores a 800 re.
RENDA hespnnh"la preta uma guaraicao para
vestido a 3000 e 4*000.
BICCU de cores e matizados a 4*500 a peca.
LUVAS de -eda pretas e de todas as cores a
2*0 0 e 2*500.
RENDA DA CHINA fazenda branca aberta a
200 ris.
CORTES !" creme com niitiz a 9*(WI0.
LEQUES DE F A NT AZI A de cores e para
meio luto a 500 ris.
BALEIAS PARA VESTIDOS raelhor qualida
de a 3 ESPARTILHOS couraca a 4*C00, 5*0 00
6*( 100.
LENCOS brancos finos a 1*500 e 2*000 a du-
zia.
BORDADOS e entremeics tapados, tranparen-
tes, e de tusto, todo o preco.
MEIAS para seuhora, para homem e meninos,
todo o preco.
FICHS de seda ccr de creme e pretos a
2*500.
MANTILHAS hespanholas ultima novidade a
4*0iX)
E outras muitns fazendi s povms que as Exmas.
Spb. podero ver na loja ou mandar ver as sites-
tas que se oo sem peuhor na Luja das
Lintra* Aiues de
.1 s Augusto 0is
A REVOLUfAO
0 48 a Ra Duque de Cavias
Tcndo recebido directamente um completo sortimento de f-izendas
que vendem por presos q^ie admiram
Linias cache miras bordadas a seda, a 700 rs., cov.,do.
Linn com slpicos, fazenda muito larga, a 000 rs., covado.
Las com listrinhas, novidade, a 560 rs., covado.
Ditas cora qm drinhos, a 400 rs., covado.
Lindas alpacas de cores, a 320 rs., covadr-.
Ricas pecr.s 'le etsmine, niodernissitnj, a 100Xi, pecia.
Cambraia borlada, a 500 e 6^500, peca.
Ri as guarnicSea d; viludilho, bordadas a vedrillio, a 61500, uma.
Lindos oarus >i, 320 rs., covado.
Gorgorns8 ila listrinlias, a 320 rs., covado.
FustO's ci' cores, a ''0 e 400 rs ovado.
Dito branco, a 400, 440, 500 c 640 is., co--ado.
Linhos escocezea, a 200 e 240 rs., covado.
Ls esco ezas, a 120 rs., covado.
Setinetas fi ns, 320 rs covado.
Veludilhos, lisos e lavrados, a 15000 e 10200, covado.
Ditos bordados a retroz de s la, a l^OO, ovado.
Cortes de c;.c^eraira para vestido, gosto escocez, a 205000.
Toilets para brisados, a 95000 e 325000, uro.
R n Cortes 'ie fustn pra collete, a 15000, um.
CaoisfcS p ii nh'.ra, ?. 3'"Ot1 a 4-'5,-*,J0, duzia.
Oortinados b-rdadns, a 65500, 75000 e 950011, p-
Espartiliios couraca, fins, a 40000, 55000, 65000 e 75500, um
CuIcSihs Lenyos Fichs de retroz cim palmas de sed, a 15000 e 15500, um.
Meias dit* s-nh-.r'-., a 3^000, 450"0, 55500, 65000 at 155000, n duzi...
Ditas par., hom-m, a 25400, 25s00, 35000, 45000, 55500 e 75000, duzia.
Grande sortun* uto da raadapolSes e algouoes, brins de cores e brancos, case-
miras p-etas a de c, es, cb'viote e muitos outros artigos de phantasia.
SO NA REVOIiUCAO
48-Bi DUQUE DE GAXIAS48
Henrique da Silva lloreira
Grande sortimento
DE
Fogos e sortes
para os festejos dns noif.s de S.nto Antonio, S.
Joo e S. Cedro.
Eli
Vende-se por pnesmuiro rasoaveis e faz-se
grande diflvrenfa em porcao.
I.kuailn Rniiiii da Victoria Al
Luja do Souza
Vende-se
o bem fregupzado bot !, sito 4 travesea do Arse-
omI de Guerra n. 13, com pequt-no capital ; a
tratar no meemo.
Terreno
Vende-se nm terrino confronte a estacao do
Princ'ne, estnida de Joo de B-itros, com 90 pal-
mos d frente e bastantes fundos, e e im alicercea
pnra 3 i*saa; tratar na ru d'Apollo n. 30, pri-
ciro andar.
Clmenln paienie oriin.i.i, marca
Rubina loii"" iXoribfeeid
Cent
Vendem Livramento t C, no caes do Apollo
numero 45.
Receben 4 Exposico Ceutral, ra larga do
Roaario D. 38.
IJvraraento & C.
vendem cimento port'and, marca Sobins,
joalidade ; no caea do Apollo o. 45.
de 1
mf^^^^^^^^^^^^>^>*^t*i*^*^^^^^i*t^^i*i*^^^^^i**>^*<^0^i*^^^^f>0^iM
BRONCHITES, TOSSES, Catarros Pulmonares,
DEFLUXOS, Molestias do Peito, TSICA, Asmas
CUBA HAP1DA E CERTA PELAS
Gottas Liyoniennes
tjr.otjjettje: -perret
Com CREOSOTE de FAIA, ALCATRO de XORUEOA e BALSAMO de TOL
Este preparado, infallivel para curar radicalmente todas a? Molestias das Vas
respiratorias, rocommendado pelas Notabilidades medicas como o nico efficaz.
o nico medicamento que alem de nSo fatigar o estomago, o fortifica, reconstitue e desperta
o appetite : duas gottas pela manhi e i tarde bastam para triumphar dos casos mais rebeldes.
DEVE-SE EXIGIR O SELLO DA PNliO POS FABRICANTES.
Deposito principal: TROUETTE-PERRET, 264, boaleV Voltairo. PARS
Depsitos em Pernambuco : FRAN~ M. da SILVA e C* e as prlncipaes pharmaclas.
Lotera da Provincia
Sr brevemente annuneiado o dia que
dere ser extrahida a 4.a parte da lotera em
beneficio da matriz de It-amb. no consistorio
da S"eja deNossa Senhora da Conceifo dos
Militares, onde se acharan expostas as urnas
c as espheras arrumadas em ordem numrica
a aprecia fio do publico.
^^ V "? V V V **
GOnAS REGENERADORAS
do Doutor SAMUEL. THOMPSON
m. coru mal ioespandu s i deridu a este PRECIOSO MEDI-
CAMENTO, reparador por eicelleocia e todas as pard! eiperiroeotadn
pelo organimo conieqiieiiusi a EXCES80S de PRAZERES.
M-T-- Ootta* dio igor aos orjaoj sean dos dous exos : curio lafallirelmente Haas aa anecotn
eataiaadu E8O0TAKEHT0, tM> orno Impotaaoia, Eapermatorrha. Perda Mmnaea, te.
O Fiasco : 8 **riicoa (em Franeja.)
T*4o hM fue uto iroutir 1 tare* fle Fabrica ngittrtda e i aMit<"
dejr Mr rlprnrtnnmenta recusado
re raarf**

Pharmacia *>BXTW, rma ochechooart. SS.
Depositarlos a+anambuco FRAN M. da SILVA *f>.________
vs^>j^v>^>>^fs.^*?'-J^--^v-v^' i;
.


%
8
m
Diario de PcrnambcoSexta--ieira 27 de Maio de 1887
UTTERATb,
i
B He royale fut l'oacaaion de ftes aux. veuve est morte, Lilian aussi u y a p*a
qaelles Mr. Mortimer le pere de Luan ne d'annes; elle est arriva la fin de la vie

La Mouche
Si 4' aa8 I' honneur de m' appaler
Georges Sand, Ouia, Henri Greville ou
M38 Brandon je pourrais saos doute trou-
ver dans mon suja et offrir au lecteur quel-
qae beau romn en deux volumes.
Mais une pauvre Mouche ne peut pr-
aenter que des petits tableaux dont 1'uniqae
mrite est d'tre vrais, copies d'apres na-
turas
O'etait Londres en 1847, c'est deja
un9 visillo histoiro ; dans un sulon modes-
te mais tenu airee une proprat bollan lai-
se trois (lames sont assises ; les deux plus
ages Ellen et Mary Elliott l-s mairesses
de la maison sont d<-.ux dt-moiselles da 2o
a 30 ans, de physionome sympathiques
mais sans grande beaut. Ce sont les
soeurs d'un rodecin en reputation, vieux
gargon rempli de coeur et d'esprit, dont
elle tiennent la maison depuis la roorf de
leur n-re. La troisi ne persooue est un^
jeune fe.ume d'une rare beaut, des yeux
bleus profonds aves d' admirables cho-
veux ooirs, le tres beau type Irlandais.
Elle parait un peu plus de vmgt ans: elle
port le bandeau des veuves anglaisos et
l'on voit sur son charraant visage les tra-
ces d'une profonde melancolie : son sou-
rise, aimable comme son regard, rentarme
' Jes larmea. Au milieu de la salle se trou
Vg Un th anglais e'est dir outre le th,
des-Sandwiches au jambn rt'Yoik, des ga
teaux sucres ou sales, des conserves et
coufi'-ures de tous genres et enfin au mi-
lieu de la table dans une grande coupe de
cristal un 1 rifle (Bagatelle) dont j'offre ci
dessous la reeette a mes aimablea leetrices.
On attend videmment quelqua invit ; en
effet, Uadis qu'en ma qualit de Moucho
par consequer.t de gourmande je goutais a
la o ene du Trine une dame entra prece-
des d'une charmante enant de sept ou
huit aus qui s'elanga dans les br.s des
deux binnes demoiselhs avec une tendres-
se iodiquant une amiti dj ancienne.
En AngUterre l'on a la bonne habitude
(que ja voudrais voir plus rpandue au
Brsil) de toujours prsenter les personnes
les unes aux autres. Dans la presenta-
ron qui se fit une cbose me frappa, c'est
qu'au lieu de prseuter la jeune femme a la
nouvelle arriva comme Mine, ou Mlle.
telle Ellen, l'aine des deux soeurs la
presenta en ees termes Notre chre cou-
sine Lilian.
La Docteur arriva ii son tour; i'on prit
le th et la soira se passa a taire de la
musique et ii causer; on parla un pau do
tout et cola sans dir an seul mot eoutre
le proohain, ce qui est plu3 faelle qu'on a
le croit gnraloment, il ne faut qu'e.
prendre l'habitude. En mouche observatri-
ce que jo suis je remarquai que Liantout
en rpondant avec grae lorsqu'on si adres-
sai' elle parlait le moins possible; elle
me produisit l'effet de quelqu'un doat l'es-
prit'ou le coeur est plus loiu. Je sus bion-
tOt que j'avais devine juste. L'aroie des
deux aimables soeurs, qui est mon aroie
aussi et ma collaboratrice, presssntant quel
que mystre, elle aussi, ne fit malg son
intirait dans la familia ancana question
bien que Lilian lui inspit la plu3 .
patbique intrt. Peu de jours asios elle
eut la visite de son amie Ellen qui lui dit
que sa cousine devant passer tout l'biver
avec sa soeur et elle elle vensit, sachant
pouvoir ompter sur sa diacrtion, lui n-
conter qu'elle etait la position aussi :ran-
ge que douloureuse de aette jeuna te:n::je
qui u'etail en ralit ui tille, ni femma, ni
veuvo.
Lilianayantperdu sa mere ti* jaune, .i
vait seule avec son prre, grave raagis-
trat, qui tout en adorant sa tiile avait peu
de temps lui consacrer. L'entant natu-
. rellement gaie avait vu aa gaiet assora-
brie par tout ce qui l'entourait depuis san
entre dAns la vie. Una vieille maison trop
grande pour tra confortable, un vieux
pre plong dans ses dossiers, ne vjtrtw
serviteurs et en fin queiques vie-illes paren
?es bonnes mais froides et erraonieuses.
L'entant grandit et a dix sppt ans c'etait
la plus bolle jeune tille de la ville qu'elle
habitait. Le passaga d'ua prinj^e la t..-
en
put so dispanser d'assister ni de menor sa
Elle.
Ce tut la qu'elle recontra le colonel
Baaufortqui trente cinq ans tait l'un des
plus baaux et das plus brillants offijiers de
l'arme Anglaisa. Lilian lui inspira bien-
tt une incontrolable passion, il demanda
sa maia et bien que Mr. Mortimer eut pr-
fr que sa filie pou*t au magiatrat il ne
sut paa rsiter a ses prires et ceda, igno-
rant quil conoentait au malheur de l'enfant
pour laquello il eut donn aa vie 1 Le
mariage eut lieu, et poadant deux annes
deux lgers nuages seulement vinrent as-
sombrir le ciel de Lilian. Elle regmttait
de n'avoir pas d'enfant et remarquait par-
fois ebez son mari des mamante da triste
proeuupation qui semblaient eraporter au
loin sa pensa. Mais ils taient de peu
da dura et sa tendresse restait la mme !
que pouvait elle demander de plus? La
troisine anrie, eile pardit son vieux pere
qui mourut cartain d'avoir aBsar li bo-
nheur de sa filie bian ainaa 1 Tre3 -ittris
te par la mort de ce pere, de cet ami tou-
jours si ban pour elle, la jeuna famme ne
sortait presqua pas de chez elle. Un ma-
tin on lui anoonca qu'une dame qui sem-
blait trangre et aeeooopagoa de quatre
enfants demandait avec instante a lui par
ler et le domestique ajouta que la dame
paraissait bien triste! Lilian dont li bien
veillanje et la eharit taient sans bornes,
commanda d'introduira 1'etrangre ; elle
se trouva im prsence d'une famme d'une
trentaina d'annes d'una physi->nomie in-
teressante et distin^ua mais pala et se
souteuant a p^ioe. Lilian san3 savoir
pourqui sa sentit le coeur sarr et prouva
le prossantim?at de qualqu'affreux ma-
lher.
C'est vous Madarae qui tes Mme.
Beaufort? demanda l'trangera.
Et vous Madame, dit Lilian, oserA-je-vous
dein.n Jer votra nom et en quoi ja puis vous
servir ? il s'agit saus doita de qu alqua de-
mande adresser mon mari ?
Je suis la cousine de Mr. Beaufort,
Madame, et plut Dian pour nous tous
qua je na me sois pas trompee. Je le
eroyais retenu ici par des liens inavouables
mais en vous voyant ja ne puis douter que
vous ne vous croyiez sa famme.. Eu ce
moment terrible le c.ilonel entra et l'aine
des enfants, une tillette d'une disaine
d'anoces 'lanca vers lui en s'criant :
Papa! mon eiipr papa'... Lilian jeta un
cri, elle avait tout compris !. La colonel
onze ans auparavant, officier dans 1 Inda, y
avait pous una de sas cousines; apre
quehjuos anues d'une unin paisible il fut
oavoy en Ecosse avec la prasque certitude
de rotourner bientt dan3 linde oii il lais-
sa sa famme et ses quatre enfants. II cri-
vit d'abord rgu! remant mais une fois
que au passion pour Lilian lui eut fait fou-
ler aux pieds et son honneur et las devrios
les plus sacres il cessa peu peu de don-
ner da sea nouvelles. Ce fut alors que d-
vore d'inquitude sa femme se d ai a a
venir le eberchr en Europe avec S33 <'n
fans... qu'eussiez vou3 fait cliro lectri-
ce a la place de Lilian ? Moi, j'euase fait
I comme elle, j'aurais rendu un mari, un pere,
a una famme, de* enfans innocente. Sana
doute eile aurait pu se plaindre, plaider et
faira eondamnerle mirrable bigamo! Mais
elle savait qu Dien seul appartient la
vangeance et ne se oroyait pas le droit de
pu:iir cinq innocente pour la faute d'un
eoupable. Elle trouva que c'tait assez
d'une victime! vou3 diraije qu'clla faillit
mourir ; pendi'at longtamps elle fut en dan-
g?r; ls soins et la jeunesse aidant elle se
reprit a la vie mais toute joie tait k ja-
mis teinta daa son coeur. A ceux qui
veulent savoir la fia je dirai qu'il y a
longtamps que cetta triste historie est ar
ri.i el qua les hros n'existent plus. Le
colon-l est mort ayant lui aussi dsappris
la sounre ; ses remorda ont d tre grands
et abrger si vie : il a cherch sans doute
a las calraer n bian levant ses enfante.
Apra la mort du colonel, Lilian a deroau-
ri adopter le plus jeune til de celui
qu'eila avait aim et Mme. Beaufort qui
* vnrait pour avoir pargn la honte
ses onfaats y eonsentit sans peine. La
avec la conseie'nse du devuir accompli.
. 's enfante restant encora sana doute
c'eat poarquoi j'ai d changar les noma
dea par8onnagas do cetta hiatoira aussi real-,
le qu'elle est triste.
Flt.
Recette du Trilla
Couper en tran:lies un gateau spongieux
gataau de aavore ou autra ; ajouter des
raiaios seca ou fraia saln le gout ou la sai-
son ; veraer une bouteille ou une 1/2 bou-
toille de Porto, ou de Xri. Sur le ga-
teau imbb de via versar une crne froi-
de paiasa faita de jaunes d'ceufs et de lait.
On paut si l'on vent y ajouter les blanca
d'mufs bien battus en neige. La mouche
qui s'y connait vous engaga a easayer.
7 I?T^
O SEGREDO DE DANIEL
POR
.TULES DB GASTYNE
-(*)-
Segunda parte
{Continuadlo)
XX
Quando a earruagem desapparecea, o
nosso hroe encheu-se de coragem.
Clara estava s. Era o momento.
Era preciso acabar com aquillo.
Dirigise para a porta pequea, tocou
a campanhia e entrou.
Atravessou o pateo, dirigise para a
entrada, e vio a creada de Clara na sala
de jantar, onde ajudava os outros criados
a tirar a mesa.
Tinhara acaba lo de jantar.
O velho fez um 3gnal criada, qua se
approximou:
Desejava fallar a menina Clara, dis-
ae elle com voz trmula.
A criada olbou para elle rauito admira-
da.
Esta noite 'i
Esta noite, se fr possivfl Queira
ter a hondada de ir prevenil a.
A criada abanou acabega.
Parece-me que intil, disse ella.
A menina est um pouco fatigada esta
noite. Subiu agora masmo para o aeu
quarto. ..
Diga-lho, pego-lhe, que tenho a maior
necessidade de a ver.
A aada fez um gesto de indifferenca
Vou 8erapre dar o seu recado, disse
ella e desappareaeu.
O velho tcou diaote da porta espera.
Os outros criados continuaram a tirar a
mesa. Via-os pela janella andar de um
lado para outro, na sala Iluminada. Ouvia
exclaraacoes, gargalhadas, que Ihe pare
eiam extraordinarias n'aqaella casa to
triste.
A porta abriu se afinal.
A criada apparecau.
Suba, senhor, disse ella.
O quarto da Clara estava aberto a a mo-
ca esparava-o na porta. Logo que o viu,
faz signal a criada para que a deixasse ;
depois, quando ella se afftstou, Clara in
terrogou-o com o olhar, com um olhar to
eloquenta, to triste que elle senta as la-
grimas aubiremlhe aoa olhoa.
N3o ha maia eaparanga, minha senho
ra, disse elle.
E a voz trema lhe por tal'forma, esta-
va to commovido, tao triste, que a moQa
fez um mov ment para correr para elle.
Teve medo que elle estvesse ndiaposto.
Por seu lado, soltou um grito de angustia
e oa olhos escureceram-se-lbe.
Entnu vivamente para o qusrto e fel-o
entrar depois della.
Ahi iodicou lhe ama cadeira, na qu .1
ella deixou-se cahir, exhausto, sera forgas.
Ell;i in!errogou-a immediatamente .
Vio-o?
O velho abanou negativamente a cabe-
ca ;
Teve'notiein8 auaa ?
JOS LA RONZA
POR
JACQS DU FLOT V. PEKO M-lEL
!; II 1 K I II t P1BTE
O ABVK.HO
( Cuuuuagia : j o. 'J.'
IX
Os oilni da Stephan brilbara d.
Raspnieu en voz ur ia :
Talvvz s'j^ isso verdade. Eili tac
baila Qiando ma lembro della, meu san-
gue f-rv-, q5o vejo claro.
Eato tenho razao. A ao que o teu
jo9"o irTTscsdo. A moei altiva. T->!-
Vfz uesconfie dos leus sentiiu-.otos. Eu.
todo o caso ella nao os comparta, fija eerto
disso.
P le st. Se eu nao a possuir per
bem, hi Je str por ma.
r- laso nao certo. Nao si do ua;u as
mulheres d"3sa templa.
Qual! e Rouval deu uraa risada. Te-
nbo doma io outia.i.
N como esta.
Quando ella vir o pai m nosso po-
der, a'desi.oora publica, a vergonha man
cbando o uornu da sua familia. .
- Acreditas que tila ba d9 preferir a
deshonra p'ssoal '
Pou.o importa que alia prefira, com-
tanto que se sujeite.
Clanos ficen '-alado um momento.
Bem, dase ella, easa a tua opiniao :
eu dio auguro oada de bom.
E'a pessimista, Qomea. Mas, dza-
toe (epressa o que sabes do baro.
Oh d:sse o outro, quas com pezar,
cousa muito grave. Antes, elle devia ao
crfire. Hoja elle furta.
Hen Que ests dizenio ?
Oigo que eile furta do cofre. Se o
Sr. d Isaac pagou-nos, gracas caixa de-
partamental, porque erapregou um pro-
casso assaz hbil. Oissimu'.ou a reo.eita do
uI'.t.o semestre.
Tens razao, disse Rouval. Isso
i;-iis do que grave. O homem incorre em
na la menos rio que ua pena de gales. Ha
lsidaacao de do jumentos publicoa. Mas
orno sabes isso ?
Por um eoilector do s~u departamen-
to, raspondeu'C-lanos, um Sr. Monnier,
i i ten ara il'.o copia dos documentos
que tille autrtra e faz visar na thesouraria
gerai.
E pode se ?omprar esse Sr. Mon-
nier '.'
N'.d.i ha mais fcil. E' inimigo pos
soal do Sr. d Isaac, que reausou lhe a ralo
da tlna. H"je est em Pars.
Elle vender as duplica tas ?
- Est feito. J ns comprei,
ian deu im rugido de alegra.
Pacheco, mea amigo, quero dar-te
umaDrac). i.-i uro genio. Agora, Rena-
ta miaba.
O hespanboi dea uguns passos na sala,
'i?po .-. ]'y i I ::': do cu opll.- -, de
bracos Brazados :
Ouve, diese-tba elle, tanho-te servido
afnente ; estou proTipto para apoiar to
dos es taus projaetos e ajudar-te com to
las as minhas forjas, mas, pela primeira
vez, pee3 unQ salario.
Um salario Porque essa palavra,
Grootta Nfio pecas nada. Tira o que
quizeras. A ip:i!e do que meu per-
tence-tf.
Amas mui;o a esa- Ren:.ta d'Isaac ?
Nao ti-o jue b naa ; mas eu a de-
sejo.
Bem I Pjj o me importa Mas nao
h.'. oprehondeste, ha poaeo. NSo a
U4 tortana qua pa;o. H je, j aou bhs-
tauta rico. Quero que me conaedas a vida
de u". homem.
Nlo oouiirehenio A vida de um
hooem ?...
' -* Sim, .. < Mtximdiaoo Arbaad.
:i)uval estrnmea'u.
Elle balbuciou :
- Tive !
Com um ar t2o triite, t5o desanimado,
que ella levantou os olhos para o cea,
oom um movimento de angustia.
E trahiu me I abaudonou-me j nao
me ama..
O dr.aconhecido disse vivamente :
NSo pos8o dzer aso minba senhora,
nao teaho razias para o dzer...
Pacolhe, disse ella com violencia,
quo n3o me oaeulte nada. NSo oceca-
siSto de procurar enganar-me. Est ven-
do quanto aiffro... Quesoube? Jorge
nSo morreu... nao lhe aconteoeu desgra-
na alguma... Partiu por sua livro von-
tade, abandonndome minba triste sor-
te.
Todas aa apparencias o dz9ro, mi-
nha senhora..
Ella murmurou :
Meu. Dus !
Lavou em Beguida a raao ao coragao e
o nosso herj viu a cabena vacil!ar-lbe nos
hombros.
Fez um gesto de um medo horrivel.
Ju!gou-a morta.
Deixou-se cahir de joelhos, pegou-lhe
as mos o apertou-as entre as suas.
E soltava gritos inarticulados, gritoa que
elle mesma nao coraprnhendia, que lhe sa
biam dos labios ao acaso.
Clara, Clara, minha filha 1 volta a ti!
Nao querro que morras Hei de salvar-
te 1 hei do salvar-te.
Foi sorprendido naquella postara e na-
quella emojao pelos criados, qua correram
attrahidos p la bulha.
E olhava para elles com um ar desva
rado, e os criados nao estavam menos ad-
mirados que elle.
Levantou se.
A menina! balbuciou elle. A menina,
aehou-se mal.
J nao sabia o que fazia nem o que
dizia.
Lia nos rostos dos criados todo o pisrao
que devam causar as suas raeneiras sin-
gulares.
Clara continuava sem sentidos, branca
como as reodas que a rodeavara.
Elle gritou fora de si.
E' preciso salval-a. Ajulem-me!
A criada j tinha corrido a buscar saes
e vinagre.
E sentou-se ao lado da menina, dando-
lha osseus cuidados.
Ella tinha recuado.
Conservava-se a poucos passos, apaler-
mado, estupido, a olhar, com preces ma-
cbinaes na garganta.
O vento levantara-se bruscamente.
Urna briza tres ja entrava pelo quarto.
Ao lona ouvia-33 o reboar surdo do
trovSo.
Um relmpago entrou pelo quarto illu-
minou tudo, fazendo o rosto da Clara pa-
recer mais lvido.
O nosso amigo j n5o sabia o que bavia
de fazer, nem dzer.
Padeca por tal forma que o suor corra-
Ihe por todo o corpo.
Nao va, nao ouvia mais nada. Ha via se
esquacido de que oa criados olhavam para
elle, obaervavam-n'o.
Para ella s axistia Clara, Chra inani-
mada.
Quando afinal se mexeu, quando abriu
os olhos, elle soltou um grito de alegra a
estn ieu os bragas para sua filha.
-Minha filha! minna filha, balbuciou
elle, viva 1
Depois, notando o pasmo dos criados,
que o rodeavam, disse-lhes :
Tem sido tao, boa para mim! Amo-a
como se fosse minha filha.
Clara ficou um momento como que ator-
doada, depois a razio foi vollando pouco
a pouco. Laitbrava se I
Mandou retirar os criados.
Deixem nos, disse ella.
-5-
E' impossivel! Porque esse capri
cho ?
Nao um capricho. Offareceste-ma
metade da tua fortuna. Ora, se tu querea
a morte do joven doutor para que o aeu
quinhao se junte ao dote da irma.. Oh I
nao o naguas. E' assim. Ora, eu amo
Carmen. Quero que ella seja feliz e hon-
rada. Ella bella como umarainha a pu-
ra como um anjo. Quero que ella seja es-
posa do doutor.
Rouval tinha se sentado, com a cabega
baixa oceulta entre as raSos.
Afinal levantou-se e rindo :
E' um desejo singular, meu bom Co-
mes I E' original a alm disso respeitavel.
Concedo. Nao hilo de matar o genro da
tua esculla. Mas ests certo de que tua ti
Iba o ha de amar ?
Estou plenamente persuadido disso.
E elle amar a Carmen ?
Pacheco levantou orgulbosamente a ca-
beja :
EntSo pansas que alguem pode ver
urna menina como Carmen, sam ti jar apai-
xonado por ella ?
E' verdade, murmurou sardamente o
banqueiro.
- N2o me reapondeste, insisti o hes-
panhol. Annues ao meu pedido ?
Assim
preci8o, meu caro,
d38e
Rouval co.n um sorriso constrangido. E
para quando o noivado ?
Logo que oa interessados se encon-
traren).
Nesae caso, sejara felizes. Espero
quo me has de convidar para padrinho da
noiva.
E bruscamente :
Mas, anda nao chegmos a isso. Por
emquanto preciso .asestar as nossas ba-
teras contra o bar2o d'Isaac. Quero qne
Renata seja minha neatea quinze diaa, den-
tro de um mez, quando muito
Farei o que poder, respoodeu Cola-
nos. Ma, tenho mos presan timen t03.
Acho que desta vez nSo vais bem.
E os dous homens separaram se.
J vimos que aessa mesma noite, Roa-
val foi visitar a 3ra. Francs.
Quando sahio deasa casa hospitaleira, o
baoqu-iro deu largas ao seu mo humor.
Nao podia engaar se, tinha sido recebi-
do com frieza, inquiri de si mesrao qual
Ha muito que lha havia dado todo o
meu cora cao !
O ddscoubecido fez um gesto da furor
involuntario.
Miseravel I
Agora, j d2o ha felicidade para
mim sobre a trra !. .
O nosso amigo affagava a mo qua ella
lhe abajjdonou. ..
Ha do esquecel-o, disse elle.
Ella abanou a cabeca.
Nunca ; nunca, bam o sinto... Da
mais nao cstl a minha vida acabada d'ora
avante? Nao vou casar com um homam
que nao amo, que me odioso ? Se po-
desse ao menos passar o resto dos meus
das s, na solidSo, a miaha d5r seria me
nos viva..e a vida parecer-me hia menos
horrivel... E agora j n5o posso escapar
a este ultimo sacrificio.
Elle ouvia-a como corajSodespedagado
a estremeceu bruscamente.
Essa-ultimo desgosto, pelo menos
posso evital-o.
Clara levantou os olhos para elle.
O senhor?
Eu...
-- Pode impedir que eu me cas3 com o
Sr. Rou&ta^?
Posso.
Oh 1 abengo il-o-hej !
Sou capaz de daifa vi a para evi-
tar-lho urna lagrima.
Mas por que I Que ihe fiz'eu ?
Nao roe salvou?
Essa razio jtno disse, mas ha mais
alguma cousa que me quer esconder.
Nao! nada, juro lhe !
Essa dedicacao, esse amor, que pare-
ce dedicar-me...
Elle levantou se de repante.
O entarnaeimento apoderava-se dalle.
- Nao, nao, disse elle, nao imagine o
que nSa ha.
Entlo, proseguiu ella, irapade o meu
casamento com o Sr. Raustan?
Juro !
Camo ?
- E' o meu segredo A leus, e cont
coramigo.
l'egou-lhe na mao anda urna vez, bai-
jou-a e sahiu rpidamente.
Como na sua primeira entrevista, sen-
ta qua nao pedera domiuar-se.
Quando ebegou ao jardim, faz um gesto
de energa.
Sim I exclamou elle, hei de slvala I
custe o que custar I De mais aeu amal
dijoaria samelbante casamento.
(Continua.)
Renio se entao urna luta, impetuosa
mesmo; a igual as maitas de que tanto se
orgulham de terem tido a Franga, a Ingla-
terra, a Ritssia e outros paizes estrangei-
ros e agguerridoa, e nao tardou 'para que,
ao prego subidssimo de urna enorme mor-
tandade toda mutilada e cnsanguentada,
estes mesraos estardartea dasfraldados aos
quatro ventos tivessem di"o como que sor-
rindo em sua mudez eloquente vencen o
Brasil I...........
O inimigo, que a\o conhaeia o que era
abuegaglo patritica, que o2o sentia bran-
dir-ihe as tibrae do crago peles trium-
phos de sua patria, porque s se deixava
impulaionar para as pelejas sangrentas pelo
lgeiro areno de um chefe despota, vend-
se vencido pela sua impericia bellica e con-
fundido pela sua derrota inevitairel, reti-
rou ae desordenadamente para os seus es-
condrijos, deixando no chao da morte
grande numero da infelizes victimas sacri-
ficadas pela sua mesma audacia !.......
E' verdade que ao lado dess -a martyres
instrumentos do despotismo, dess paludas
tiguraa do infortunio, muitos de nossos l-
maos de classe all estavam, como elles,
com a dcscor da merte no semblante, em-
oeirados palo batalhar incessauto do exer-
cito em operacSes a tintos com o seu pro-
prio e preciosissimo sangua. Mas que
em seus paitos se nlo pulsava mais o sa-
crosanto amor pelas glorias patrias, em
seus corpos j exanimes jazia anda intac-
to o receptculo depositario das maia ge-
nerosas impressSas do patriotismo.
Pcrnambuuauos ; j o disse urna vez na
tribuna publica e crepito agora a guer-
ra do Paraguay foi urna verdadera pedra
de toque do herosmo braslero o ; pos
foi all naquellas pargens inhspitas, na
quellas iuvas fiorestas que os voluntarios
esses filhos dilectos de Marte, quaes ou-
tros Napoloes modernos nunca trapida-
parigo,
raro, na hora ouproma do
a ingentes
Todos se afastaram, admralos.
O velho foi tomar o seu lugar aos ps
della.
Perds-ina, d3ae ella, o medo que
lhecauaei... E' to horrivel! E padego
tanto I
Amava-o entao rauito ?
poda ser a causa dessa frieza inesperada e
nao a encontrou.
A ausencia de urna causa parecu lhe
ser a prova de qua se illudia, quanto na-
tureza da reserva que lha testemunharam.
Vinha de looga. Havia muito que n3o o
tinham visto ; alm disso nun.a foi muito
sympathico Sra. Francs e a Bertha.
Quanto a Darmailly elle estaVa longa de
suppor que fosse um adversario o sobretu-
do um adversario interessado.
O banqueiro tomou pela grande ra de
Passy, muito solitaria a essa hora. Era
ama bella noite, mas fra.
Quando chegou altura do Trocadero,
deu-lhe na cabega desear o Sena na drec-
go de Point du Jour.
Ao approximar-se da ilha dos Cysnes,
passou por urna especie de operario, trajan-
do blusa branca a bonet.
Urna voz rouca arrancou-o da3 suas re
flexdea.
Boa noite, patrSo, disse a voz.
Rouval estremecen.
Voltou-se rpidamente e, como a ra es-
tava deserta, foi direito ao homem, que nao
o evitou, e com um movimento brusco ti-
roa lhe o bonet.
O outro deu urna risada de ebria.
Eis ahi um modo como qualquer ou-
tro de corresponder a um cumprimento,
Sr. Stephan Rouval.
O banqueiro reconheceu o seu interlocu-
tor.
Ah I E's tu, Lombardo ? Que fazes
aqui a esta hora ?
NSo o que o senhor est fazendo
evidentemente. Estou passeando ao luar.
Rouval rio por sua vez da impudencia
do tratante.
E s te falta a la, nao assim ?
Lombardo tornou com a mesma alegra
sinistra :
Ella havia de borrecer-ma bem a
esta hora. Nao tenho ama moeda no bol-
so a espero qua alguma alma caridosa me
empreste um par de luizea, 80 por vinte a
quatro hor?a.
O banqueiro aorrio desdenhosamente.
Entao assassnas pur dous luizea ?
Ora, raplicou o bandido, a gente pre-
cisa vivar a nao perder o habito. E de-
pois, o ferro ata radio ha rauito te rapo.
O ferro T Entao jogas a faca ?
Iis< uso pronunciad pelo capitao
Antonio .rarino de inuiiiu l.oho.
na tarde do da 91 do corre-
te, por occamo de terem trasla-
dada* do Instituto Arcbeologico e
t.coKrnpliicu l'er.iauluicnno para
o tneatro de Santa Isabel, as dan-
deiras dos batalb&es de volunta-
rlos ns. 30 e 53
Briosa phalanga de brasileiros benem-
ritos da patria !^Eu nao podia e nem de-
via tornarme iniifferente a passagem des-
tes gloriosos estandartes por esta nossa hu-
milde habitagao, porque elles traduzem
para mim e para vos as mais gratas recor-
dagoas de um passado ainda de 21 annos,
e no qual o sangue a a vida dos volunta-
rios, do nosso exarcito a da nossa armada
stiveram to mare do acaso pela pos
sessao inmediata da rsonha deusa da vic-
toria.
Foi ao alvorecer de 24 do Maio de 1866
quando as hordas adversarias do tyranno
Lpez, estendidas em linha de batalha, ar-
remessaram nos acampamentos paludosos
deTuyuty, na repblica do Paraguay, a
luva fataissima do desafio.
Voluntarios a exarcito ergueram-se de
mpeto como um s hornera com um ni-
co pensamentoo de vencer ou raorrar e
foram precipites ao encontr do inimigo
ouaadissimo
e onde
comraettiraentos
a rai commuma patria
Stephan disse isso cora urna araeaga la-
tente na voz.
Isso intimidou um pouco o tratante, que
o deixou perceber.
Perda, desculpe, patro. Eu nao
rebaixo o ofGaio, aocegue. Depois que
perdi a primeira teteia to tolamente j
tenho outra que minha.
Vejamoa a ferramenta nova.
Lombardo tirou do bolso da caiga urna
faca nova, de cabo de buxo.
A despeito da esourido o ago brilhou.
- Nao m, disse Stephan em tom de
amador. E sabes te servir bam della ?
O outro respondeu cynica, quas inso-
lentemente :
Quer experimentar ?
Rouval era ura homem de truz. Rio
desdenhosamente.
Experimenta, mas previno-te : Ests
vendo o Sena, all, nao assim ? Se nao
acertares, eu te levo para l de cabega pa-
ra baixo^e conservo-ta na agua at nao pia-
res mais.
Lombardo abaixou a cabega humiibado.
Nao, disse ella. Nada disso. O se-
nhor capaz da o fazer, com os diabos I
E por um orgulho tao estranho quanto
ignobil accresceatou :
Olhe, patro, quer ver, pois beta,
olhe para aquella arvore sua esquerda.
Rouval olhou para a ar"ore indicada.
O bandido tinha posto a faca na mo
com a ponta para dentro como fizara os
hespanhes.
Balangon um pouco o punbo a a arma
foi enterrar-se um centmetro no tronco de
um castanbeiro.
Haim 1 disse elle voltandd-se com or-
gulho.
Stephan encolheu os hombros.
Nao s forte Isso nem serve para
sangrar um coelho. Olha! v como a
cousa se faz.
Recuou.
A distancia era quasi o dobro. A faca
parti, descrevQu urna curva e com um rui-
do secoo foi plantar-so na arvore.
Lombardo, admirado, teve alguma diffi-
culdade em arrancal a. Metade da lamina
que era de seis pollegadts de cumprimen
to, tinha desapparecido.
O senhor i deforga disse elle olhan-
do para o banqueiro com olbos arregala-
dos.
ero desoll'ronta
ultrajada, jamis foram desmentidos,
quer ao atroar estrondoso das mais gros-
sas artilharias, quer ao fuzilar estridente
das mais temerarias infantarias, tornndo-
se assim cada um delles um guerreiro a
cada guerreiro um here !
Que o digaro, em sua linguagem muda
e edificante estas duas reliquias peraam-
bucanas, j tao dilaceradas, nao tanto pela
acgo do tempo, mas principalmente por-
que, servndo de guia e estimulo aos com-
bateutes, estavam constituidos em um alvo
sobre e qual as balas crivavam dispersan-
do em todo o ambiente as suas pedrarias,
e onde a fumaga e a poaira os ennervavam
desmerecendo as suas cores, e em cujo re-
gago o pigmeu e o gigante, o soldado a o
general, em um s grito de guerra, pro-
clamaran! bem altoViva o Brasil !
Sea longo, e at mesrao enfadonho, 8e-
nhorea, enumerar nesto momento todas as
peripecias occasionadas na memoravel ba-
talha de 24 de Maio de 1866, quando ao
raiar do sol naquella nesga de trra ameri-
cana, o valor braslero esmagou sob seus
ps a tyrannia e o fanatismo paraguayo !...
Bs:a, portanto, que as bunrosas tradic-
goes deste dia sejam glorificadas como o
es to sendo este anno e scrao em outros,
e que a iniciativa desta festa nacional cai-
ba sempra aos voluntarios, como de direito
i lies cabe e eu o desejo.
Viva S. Magestade o Imperador!
Vivam os voluntarios da patria '
Vivam o exercto a a armada brasilei-
ros !
Vivam as autoridades constituidas
Viva o povo pernambucano '
Recife, 24 de Maio de 1887.
A. G. de Gusmao Lobo.
Rouval poz lbe a mo no hombro e le-
vou-o para o lado de Point du Jour.
Nao fallemos maia nisso. Como pre-
cisas de dous luizes, elles aqui eato. Nao
quero que te exponhas estpidamente. Tu
gastas muito diuh<:iro.
Nao tanto assim, patro Porque
diz iseo ?
Porque devias ter recebido a tua sol-
dada ha poucos dias.
Oh se falla do negocio do judeu,
nao por nada, mas o velho nao foi gene-
roso. A cousa nao pareceu muito do seu
agrado.
Stephan iterrompeu-o :
Sim, j sei. Vamos adante. Quan-
to deu ella ?
Oh ande l nao foi muito. S
dez luizes.
O banqueiro murmurou em voz baixa :
Sim, confesso que nao foi muito. Eu
lhe darei o dobro. Mas conta-ma como a
couaa se fez.
- No/oi muito fcil. Foi preciso ir bus-
car o velho animal. Elle por si nunca teria
vindo at e. Seguimol-o durante seis dias.
Afinal come elle nao se resolva, o grande
Schutz inventou un ardil. Foi procurar
e propoz vender-lhe trras em Billancourt
e de Issy com oitenta por cento do lucro.
O judeu engulio a sea. Schutz marcou a
estagao de Grenelle para alli o encontrar.
Levou-o, conversando at o viaducto, a
alli, quando paasava um trem, atiraraol-o
por cima do parapeito. Ninguem vio. Dona
diaa depo8 o pescaram. O pobre diabo
nao estava longe. Fi ou preso ao fundo
de um bote de lavadeiras. Nem um sig-
nal de violencia. Tinha bebido de mais. E
como lhe deixamos a earteira.. .
Rouval estremeceu. *
Dexaram-lhe a earleira ?
Recebemos essa ordem. A polica
nao desconfioa de nada. Enterraram-o co-
mo um simples maahabeu. Por ah poda
Sosegar.
Nessa momento os homens estavam em
baixo do primeiro arco do viaducto. Em
frente brilhava ama luz iraca, as proxi-
midades da porta da Saint Cloud, anda ia-
visivel.
(Coninuar-*e-fio)

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Typ. do Diario ra l>uqU9 de Caries n. t.