Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16814


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Full Text

IO Lli-'iJDISIO 118
PJH A CAPITAL. 15 LI'GAIftC OTSBi: MA SB PA^A POT^
J?or tres mtsee .diaataJos............ 6500U
Por seia ditos (em......... ...... i-'000
Por ura anno ideai................. 23(5*300
Cada numero avulso, do mesrao da........ 100
**
':4.;::
00AM-1S4 25 DE Ulfl DS 1881
. PARA DENTRO K PORA DA PROVINCIA
Por seis mezes achantados. "............
Por nove ditos ideni. ...........>_>.
Por um anno dem.............." *'
Cada numero avuluo, de diaa anteriores.......,
130500
20^000
270100
01Ou
-..^



\


i f
A
Proprufcato i>* Mam igueira bt Jara 4 iilljos


-

O* Srs. Aos.l.> 2*rlo ? C
4e Par*?, s o a >saas a^eatas
cicla -ivos da animados e pu-
blica? ?s u Pfaaca e lagl *-
trra
TELESEMIAS
RIO DE JxYNEIiO, 21 de Mora, s 4
horas e 15 minutos da tarde, (rtecebido
s 6 hor.'iS e 35 minutos, pelo cabo subma-
rino) .
O Senado approvoa boje em >.' dls-
cuano a fl-.nrao da* forcas de mar.
Em se** de boje da Cmara doi
OeparadoN ral J'il'ga J oble rio de de-
llberaco. por 3 viioi contra 3>.
nm projecto de le do Sr. Domiojo
Jote \sin'lra Jngnnribe i-"il h o. reor-
lanluaadoo iraltalhr. libertando o*
escravon wob & condlc&o de servi-
rom durante o lempo de um qtila-
qaennio.
i meima Cnmara ewt dlncnfin lo
a roposta a Falla do Tbronc.
'oi aomeado conitul geral do Bra-
sil em Francfort o Sr. suii v de Son-
xa. sen;lo lemovldo o Sr. Pire tiar-
cla para Igual cargo em Barcelona.
-.7* f\< t* Atl'fi AifffiijsUA Al i
(Especial para o Diario)
PARS, 23 de Maio.
Cre se qm> o Sr. Clin re* Floqiiei,
prcwidtente da Cmara doa Deputa-
doi val ser encarrogadit da snlssfio
de f irniar am novo ministerio.
PARS, 24 de Maio.
rTenloa ne organiar um ministe-
rio sob a presidencia do Sr. Citarle*
Rouvler, mas cuta tentativa maiio-
rou.
Continuam as nezoelaettea para a
to mani de um novo gabinete.
ROMA, 24 de Maio.
Blcclom Ciaribaldi acaba de aer
eleito deputado por um dos dlslrl-
ctos de Roma.
LONDRES, 24 de Maio.
Urna convenci acaba de ser as
signada entre a Inglaterra a a Tur-
qua a respeito do K.jp-o.
Por esta coxis enea a Inglaterra
acceita a neutralisaco do canal
martimo de Sises e flion se o prase
de tres annos para a evacuaro do
Egyplo pelas (ropas Inglesas.
RIO DE JANEIRO. 24 de Maio, s 5
horas e 5 i iau'.os da tarde.
A faman is Deputados adoptou
para ser ilesc.sild.t em ordena do da
o proj-cto de ti sobre a organlsa-
at> do Irabalu livre apresentado
pelo depnla 1 > rfugnarlbc Filbo.
O Senario a>ptoToa o projecto de
lei sobre a Qmciio de Torcas de tr-
ra e mar apresentado pelo governo.
Forana nomearto* cnsules do Bra-
sil em Franrfn o Sr. Sully Sonsa e
em Barcelona o Sr. Pires Carda.
Agencia flavas filial em Pernambuuo,
24 de Maio da 1887.
quaes se aprec;a avel.cidalu inicial dos projo-
ctis, mediado o tempo que medea entre a sua
sabida da bocea de fogo o a passagem n'um alvo
collooado a 20 ou 30 uietroa para a frente desta.
Na astronoma e na meteorologa tem 'i electri
dade npplioae3i.s variadas.
Ni medicina frequente o seo emDrego ha al
gun3 anuos ; c e3se eraprego tende a esenvolver-
80 com as descobertas feitas nos ultimas temp ?.
0 raicrophono tere, por certo, um brilhante futu-
ro as investigac s da medicina e da cirurgia,
com dado prever pelos resaltados ja obtidos.
Fina'mentr-, a electricidade applicada a maitos
outr.'S fias, taca como a electro-typia, a galvano-
gravura, os despertadores e relogos elctricos, os
avisador s e relogios cleetrics, os avisadores au
tomatieos de incendios, os effeitos theatrars, etc.
Os estudos dos especialistas dirigem-83 princi-
palmente, na actualidade, para a soln^ao pratica
dos ious grandes problemas illuminaeao e movi-
iivnf s clecfric:s. E' certo que j se emprega a
electricidade como origem de lu e de m:vimento,
posto qui em p q'l'na escala ; mas o grande pro-
blema consiste na applicaco d'ess j agente pro-
duccSo da luz c do movimento. em grande, e era
condices da preferencia sobre os moics emprega-
d sat boj; abo ponto ds vista econmico, es-
pecialmente.
A snbstituicSo das machinas do vapor por mo
tures elctricos, e a di illuminacao a gas pela luz
elctrica, sorSocs matares acontecimentos scienti-
ficos do presente secuio ; e licito esperar que a
actual geracjlj chegari anda a ver operar-se a
prodigiosa maravilbi. Os j todoi 03 das nos e ramunienra mais um passo dalo
para a r; ai i jacio do giandc desidertum. As
lamp idas incandescentes de Edison j qnasi resol-
vern) um dos problemas propo3tos ; e as experi-
encias cotj es motores elctricos repjtem-se quoti-
dianamente, e >m progressivo bom xito.
A resoluco de :o importantes questois assigna-
lar nos fistos da sciencia ama era gloriosa e
contribuir cxtraordinaoieate para o descnvolvi-
mento das art s e industrias.
?ARTE OFFICli
NSTRDGCiO POPULAR
li
ELECTRICIDADE
{Extrahido)
DAS ESCOLAS E DA BIBLIOTHECA DO POYO
EPILOCO
CAPITULO XXII
DITERSAS APPLICACOE8 DA ELECTRICIDADE
(Conclusao)
Alem das differentes applica^is da electricida-
de, que deixamos mencionada, entras h aiada,
naVmenos curiosas, era menos imprtintes.
E:s ama breve relacao das mais notaveis :
0 antigo syiteraa de prodmir a explosio das
minas por meio denm rastilho de plvora, em com-
mnnicacio com a carga, h je aubitituido, com
vantag cu, pelo emprego da electricidade. A e.x-
plo3o dct. rmineda pela iifl -mu i;!) de am fio
ale platina, em qno passa nma conente bastante
nergica para prodnzir a iucand scencia desse
Onductor. E' esp1 cialmeuto noa torpedos e minas
sbmarinas que esta applicaco da electricidad;
8"^ toma de maio: importancia, pela quasi impis-'
aib'.lid de que hav ria em faael-os Dfl.mmar,
n'um momento dado, por cutro qua'qaer proceso.
No servido dos torpedos fixos, a lectricidade
por mnitoa entres titulas, poderoso auxiliar. Gra-
oas a ate agente reconh >e-m-ae, em trra quaes
as condi^os de flnctuacilo dos torpedos, e msmo
qn'.esas avarias qa2 n'-Tes ?e tenhsm manisf.s
tado.
A balstica tambrm de ve electricidade a solu-
fao de um problema importautissimo Refermo-
no! invenjo dos brouoscopos, spparelb :s peloa
Cioverno d.i Pro vi acia
DE3PACUOS DA PRESIDENCIA, DO DA 20
DE MAIO DE 1887
Vigario Augusto Franklia Moreira da
Silva Informe o Sr inspector do Ttio-
sourj Provin'.iil.
Antonio do Caraio Alraeida Informe
o S:\ inspector do Arsenal dcMiriuha.
Alf-res Antonio Cordeiro Cavaloantj.
Informe o Sr. jtiiz municipal do termo do
Brej..
Ernesto Mavhado Freir-J Pereira da Sil-
va.Sm.
Tenente-coronel Fraac3o Gjncalves.
Torres.Prejudicado.
Capltao Joo Correia da Cunha Ribeiro.
Remettilo ao Sr. oommandante suparior
da guarda nacional da comarca de Jaboa-
tlo para mandar passar a guia de que tra
ta o art. 45 do deor. n. 1,130 de 12 de
Margo dd 1853.
Alferes Jos Nicodemos Puntes. Rimet-
tido ao Sr. commandante superior da guar-
da nacional da comire de Jaboatilo para
mandar pas3ar aguia < que trata o art.
45 do decr. n. 45 de 12 de Margo ie 1853.
J j..qui;u Feraandes da Carvallio. In
foime o Sr. inspeotor da Tliesouraria de
Fasenda.
da 21
Bacbarcl Antonio Sergio de L;m.;.Jun-
to procurogSo.
Braz Jos da Silva.Informe o Sr.
. r. chefn de poeia.
Candido Thi-go da Cesta MeHo.Sitn,
pagos os direitos fscaes o procedidas as
deligenias do estylo.
Predcrico Ciiaves Jnior. Iuformo o
Sr. In?pector do hygieno
Jeronymo LeitSo da Costas Machado. -
Informe o Sr. provedor da Santa Casa de
Misericordias do Rjoife.
Bueharel Joao Agostinho Carneiro Be-
zerra Caval.-ante.lnf nmj o Sr. iospctor
da Tbesaur^ria do Fazjnda.
Bacbarel Laurino de Moracs Pinheiro.
Si o, sstisfeitos 03 direitos fineses e proce-
didas as deligen<:is do -*stylo.
Dia 23 -
Camilo Goveia de Andrale. Junte ao
requerimento anterior.
O mosmj. Como rerjaer.
Jos Francisco Ptreir Informe o Sr.
Dr. juiz de direito do 2. distrito crimi-
nal do Reeife.
Joaqun Marinho Borges.Informa o
Sr. Dr. juiz de direito da comarca de Tim-
baba.
Jos Ignacio de Oveira.Informo o
Sr. Dr. chef de Polica.
Sebastiilo Cordeiro R irnos. Informo o
Sr. juiz municipal do termo de Garuar.
Saeretaria da presidencia de Pernambu-
oo, 24 de Maio de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
Repart?o da Polica
2a seceso. N 431.-S.:cretaria de Po-
lica de Pcrnarabuo, 24 de M.iio de 1887.
Illm. e Exia. Sr. -Participo a V. Exc.
que foram hontem recolliidos Casi de
DetenjSo os seguintes individuos :
A' muha ordem, Manoel Jos do Nas-
cimento 38, Joaquim Jos da Rocha S..u-
t'Aona, Frederico Cabinda, Andr Fran-
ciso Nawirio, Jos Nogueira da Sil?a,
vin.loi de Fernando de Njronha, como sen
tencados.
A! ordem do Dr. delegado do 1* dtg
tricto da oapital, Aloino Victoriano d3
Santos e JoSo Pedro Ue Oveira, por efis-
tUrbks.
A' or.leaj do sub^l^gado i o R.cif*, Jos
NapoleSo Carneiro, Pedro Antonio si Ho-
ra, Serafim Francisco da Alrncida, Manjcl
Jos do Nascimento e Antonio Costa do3
Santos, por disturbios.
A' ordem do de Santo Antonio, Deme-
trio de tal, Joaquim Ignacio do Espirito-
Santo e Nicolao Matheus, por disturbios c
offensas. oral publica.
. A' orle do do 1 distrcto de S. Jos,
Isidoro Msrqnes* de Lima e JoSo Ramuco
Neporauoeno, por disturbios e uso de ar
mas defezas.
A' ordem do do 1- districto da Boa-Vis
ta, Jos de .Ibuquerque, Angelo Pagano,
Irincu d-s Cbagas Ferreira, Theophilo
Francisco do As.-ii, JoSo Firmino da Cruz
oH^lina Pereira da Silvo, por embrisguez
i offensas moral publica.
Ante hontem os l.-.droc3, por msio de ar
rombamento, penetraram em um dos ar-
mazens da fabrica de gaz o forgando a ga-
veta de urna mesa, conseguiram subtrahir
* quantia de 67$520, sendo 51(5020 cm
linhoiro de cobro e 6)J500 em seduUs,
.jem assim dous recibos em branco quo ar
ranoararo do respectivo talo, sob ns.
16,161 e 16,162, devidameuta rubricados
pelo gerente da m^sma fabrija.
O subdelegado do 1' distsicto do S. Jo-
s, toraou oonhecimonto do fcto, fez pro
ceder a competente vistoria e diligencia
deseobrir o autor ou autores do crime.
No lugar Serrioha, do termo da Gloria
do Goit, no dia 19 do cerrante, Jos Fe-
lippc de Anorim travando-3e de razSes
com Francisco Jo.lo dos Santos, dellas re-
sultou sabir o primeiro gravemente ferido
com quatro facadas.
BVncisco Jo.lo dos Santos foi preso em
flagrante
O sublelegado do 1" districto daquelle
termo prosegue nos termos da lei.
Deus guarde a V. Exe.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pe 1ro Viceotu de Azevedo, muito
digno presidente da provincia. O chele
de polica, Antonio Domingos Pinto.
Thesoaro Provincial
DESPACHOS DO DIA 23 DE MAIO DE 1887
Joaquim do Reg Barros.Ao Consula-
do para attender.
Manosl do Modeiros, Jos Domingues
Codeceirn, Antonio Ignacio do Reg Me
deiros, Joaquim de Azevedo Ruos, Felip-
pe Duarte Pereira e contas das 2* partes
das loteras da igreja da ConceicSodos Mi-
lagrt-8 e da matriz de Agua Preta das 3*
o 4* partes das matriz -s de Granito e de
Leopoldina e da 8a da igreja do S. Pidro.
- Haja vista o.Sr. Dr. procurador fiscal.
Arthur Machado Freir Pereira da Sil-
va.Fujam se as notas da portara do li
cenca.
Joaquim Ferreira Ramos Sobrinho, Deo-
dato Gonjalves Torres e commendador Jo-
s Candi lo do Moraes Certifiquc-se.
Paulino Wauderly Navarro Lins e Auna
Valeoga do R'go M^deiros. Satisfaja a
exigencia da contadori.
Coagulado Provincial
DE3PACH03 DO DIA 23 DE MAIO DE 1887
Josepba Thoaiasia de S. Rosa. Certi-
ique-8-'.
Jo-^o do R^go Barros e Manoel Fernn
des Velloso. A' 1.' seceso para attender.
- 24-
Manoel Alves Nuties, Joaquim Ansel-
mo de S. Auna e o procurador dos feitos.
Informe al.* secjSo.
Baltar IrmSos & C. e Joscpha Miria do
Espirito Santo. Cumpra.se.
Ant mi Luiz da Costa & C. Manoel Al-
ves da Silva Maig, JoSo Manoe Lopes
Braga, Jos Gomes de Oveira, Miguel
Ar^haojo do Souza Santos e Jos Bizerra
do Albuquerque. Sm.
Azjvedo Lages & C. Jos Mara 3oares
e Almeida & C. Indeferido em vista das
informac^es.
Victorino Marques da Fonseca e Mello
& Viann-i. A' 1.* seccao para os deviios
fias.
Custodio Jote Persira. Deferido de
aceordo com as iuforinac/JVs.
DIARIO _DE; PEB1AMBDCC
O Imposto obre o assucar e a
opiu'o do Cioverno
E' urna verdade incoutestavel c recouhecida
por todos, que a cultura da canoa, priacip) in-
dustria agrcola desta provincia est o ud m i.da
a este fatal dilemmaou tranaformar-se ou in .--
rer.
Industria alguma jamaia resisti uem resistir
a tai longo infortanic, como o que tem fl'jellidi
a cultura da canua uesta proviucia.
Durante algum tempo os agricultores lutavam
com a molestia da canoa, que devastan, u na larga
zona, importantsima pela f.rtiliJale do a: j solo
e adaptabilidade 4 cultnra da pnciosa gramnea.
Quando mal se acbavam apenas aliiviados desee
lio ruinoso contra-tempo e e=perauQosos 3e ani
inavam ante a espectativa de resasreimento dos
prejuizoa s.firido;, contundo com o augmento das
safras, eis quo novos males surg.m e ain Ja ma'B
Jifficeis do superar e vencer.
Os precos do aasucar baixirram tao cmsid ta-
vclmente, que nao compensam os gasto3 da pro-
dueco.
O poderosissimo auxilio qu' ais agrioultores
trouxe o estabeleciuieate de alguns eogenhos esn-
traea desf-sc desde que estas fabricas se feeha-
ram produsinda immcnsos prejuizos aos f^raece-
doruB J< canoas.
Para esnspenssr negatvassento estes ace8i-
vos desastres a apparico do e^oiera norbus, sa
rejrao do Frita occasionou urna alca cousiioravelj
no preco do xarqu, principal subsiafe-nca dos
trab vihadores esuvo#, fieaado assim anda maia
difficil a posicao dus agricultores.
O abolicionismo, qaal onda inqnebrantavel e
irresisvel, anteaja inundar a cada momento
solo agrcola com suaa aguas lustraes, e nada se
ba feito e preparado para depois do diluvie, o qoj
traz em continuo sobresalto os agricultor, s, que
vm impotentes e tem recursos rarearem dia'a dia
das largas deserco-.'s que a propaganda abolicio-
nista tem promovido.
Afinal a elevc3o do cambio, a fal;a de numera-
rio para as trausaeces mercantis e as medidaS)
que governos cstrangeiros tem tomado e projectam
estabelecer em proveito da prodcelo do assucar
noa respectivos paisas, fizeram cahir tanto o nosso
assucar, que por vezas tem hav.do difficuldades
em encontrar na praca compradores apesar do
nfimo pr^co.
Nao oxa6p 'ramoa.
As associacoes commerciaes e agrcolas, a im-
prensa e particularmente os iat-.r 'ss idos teem ex-
ternado a lastimavcl posicao do agricultor no
iotnito de dem^verem o nosso governo interpV
sua accao polerosa no sentido do minorar ao me
uoa o infortunio que, reeuhiudo pesalamente sobre
a nosaa prnuip il industria agrico a, attiuge tam-
bem as relaco.'s do coainercio.
Nao afogamos a opinio dos que pretendem
facer do governo o manda chuvj ou sol, como
vulgarmente se diz ; a intervenga o directa do Es-
tado na industria ordinariamente um mal, en-
tretanto somos forcados a reconheeer, quo t
mediante a int r venen; do nosso governo poder a
nosse agricultura ser attendida, quanto a certas
providencias que reclamara os nossos agriculto-
res.
Eutie estas providencias conta-se a da sup-
presso ou pelo menos diminuiclo do imposto
sobro o assu.-ar.
Pois bem, o relatcrio do ministro da Pazcnda,
ltimamente apresentado ao poder legislativo re
conbeee a legitimdade Jai rec'imiyois dos agri-
cultores.
Tratando dos recursos orcameatarioj, do dficit
do exercico crrente, dai osono nas a fazer re-
lativamente a obras publicas, assim se i xprim: o
governo :
Por outro lado acredita-se aoa recursos ines-
gutaveis do imposto pira tazer face a tolas as
exigencias, sem refleetir qie o imposto, quando
exagerado, opri como forca Uep:im:;ite sobre o
progresso e deseuvolvim^nto do pila. Na luta
da produefae, em igual Ja le de condico.^s, fiua
m;!li.r appirelbado o povo que paga menores
impostos. Na ordem poltica anda mais graves
pzdjra ser as eonsequeucias desta situago ; os
cidalos, vexados pelis tributos,;si levados a
detestar o regim.'u que Ibes encarece a vida e
ao qual attribuem 03 mil 3 que os oppnmem.
0> prmeiro caso no3 off.rejem exemplo neste
momento asqueixas dos proluctore3 e negician-
' tes de un dos importantes geno: o da nossa la-
voura. QunJi em geral as nactSoa estSo pro-
k tegendo com ae Jilas directas a proJuccS do
o assucar di beterrab 1 piddroao rival da caima
> de assucar, quando alguns paizes europsus es-
to mesmo all van lo notnvelmente os impistos
das suas colonias productoras di oanaa de at-
- aucar, presenciamos, como si nos fossen iujif
' fere tes, 03 sjffrimentos de urna grande indus-
tria do paiz, n5o a mais rica pelo valor, poroi
a mais geral, e jastamente aquella que se exor-
ce as provincias :n nos prosperas do Impori) !
E' que o dficit do ore tinento, o a necessidade
" de novos e aempre oreseeules impostos, nos
ten. impedido de supprimir ds vez aquellos que
mal temos podido parcamente allviar.
< O estado finaaeeiro do Imperio, qual tive a
' Loara d. expor-vos, aem dar motivo a appre-
> bensoes terroristas, exige comtudj a maor p.u-
dora^ao dos poderes pblicos em preasnga dos
tactos, que os algarismis pitenteiam, princi-
palmeuto advertindo-so que este auno consi-
deravelmente esvassa aproJueei do ar.igo
mais avulaJo da nossa exportaclo, e q>ie os
productores lutam com as diifiou: Jados e n'.-i-
rezas inherentea a qual juer traus'c) ecoaom-
ca, anda maia s.'nsives quanl> se trata de
substtuigao e reorgans'.ga> do trabulbo na-
cional.
Bem se v jlaramonte mauifestada a opiu'ao do
guverno acerca do imposto sobre o assucar.
O dficit do orgam;nt> imp.'ds a suopresio
deste imposto, e os agricultores deverio fica sa-
tisfeitos sa o goveruo entender, que nao precisa
de hocos o sfMpre cretcattet impostas.
Nao devem apezar dis;o desaamir os nossos
agricultores, pois se corto, que melianta a inter-
venjao do giveruo piltm facilm."ate conseguir
ao mecos a dminuioao do impisto, uio deixa dB
ser exacto, qu; a este r speito quem pronuncia a
ultima palavra a represeutsc-ao nacional.
Em quanto o corpo legslativo ni decidir a
pretenclo doa agricultores, parece nos que muito
ha anda a e3perar di patriotismo dos nossos re-
presentantes, cujos esforg.08 serio certtinento em-
pregados na coosecuglo deste desidertum, que
exprime; urna das mais urgmtes nccessidal;s da
lavoura do norte.
Aguardemos 03 factos.
Xijica ta Kiiom
Cura as seguintes concluimos a reienha das no-
licias qae nos foram trasUas pelos Vapores Vle
de Cear o Tagus.
BespanUs
O projecto de lei orgauica-militar est levan
tanda viva oppoaicao' ao parlamento. fcioSre os
membrosraais importautes da mairia, ha alguns
como os generaea Primo d<< Rivera, Martnez Cam-^
pos e V yler, que nao aceiUm o projecto. Sup-
pe-sc que este, por taea motivos, nao ch guj a
se discutido.
P,.rtto ptra Araujues a raioha regente com
ou fiih a, acomrunbada da duquesa de Moain1
de Us Torces, doa diiquea de Sexto e Medina Si-
doHia j cundes en tJilb*-', Ljpulve.ola e H irphi;
do medico da cmara Sr. Ledesmo; do diator aus-
traco Sr. ReJel; dos ajudauteac varios ebefes
do palacio.
Durante a sua permansncia no real sitio e
AraujUfS, foineceiam a guarda os a'.avardir.'S, o
es madro real, e o batalh.ao do cagtdores de Ma-
tiil.>.
Todos os domingos ir all o governo celebrar
conselnj sub a [ireaidencia de D. Cb.iatina.
Ha poucos iia, te ve larga conferencia com o
as fileiras dos trsbalha Joros escravos por cansa -Sr.Moreto representante de Inglaterra.
Em breva ue.n-ar sua aantidade para nuncio
em Madrid, monsenhor de Pitro, quo j foi accei-
to pelo governo hesp mhol.
O imperador JiIIi-m enviou ao sea ministro
plenipotenciario na corte di Madrid, principe de
liastebak ff, a grau-cruz da Aguia-Branca, urna
daB mais estimadas da Europa
Falleceu em Malaga o cnsul da Gran-Breta-
nba Mr. C F. Wiiecell.-
O mi listro da Austria procurou ultira imante o
Sr Moret para fallar-lbe em assumptos relaciona-
dos com o seu cargo ofiieial.
O meeting livre-cambista celebrJdo no
Tbeatro da Opera esteve brilhante, asssliodo
graade numeio de formasas d:.mas, homens da
poltica, do commercio da industria e da balsa. '
Presidio o ex ministro republicano D. Laurea
no Figuerola ; o fizeram uso da pa'avr.a os alus-
trados Srs. Corrizares, Ruiz do Castaeda, Pe-
dregal, e Gabriel Rodrguez, o deputado Cubauo
D. Rac Montoro, e o cathedratio da universi
dade Sr. Ai carato, sea do toivs muito app'au-
didos.
Effectuou sea funegao civico-religiosa, em hon-
ra das victimas de 2 de Maio de 1808 c?m a sua
costumada pompa e solemnidade.
Na cathidrn! foi colloeado um magnifico tmu-
lo com duas urnas funerarias, as quaes se liam
bsnm's de Daviz e Velarde, os Ilustres capi-
t-.-s de artilheria que u'aquelle dia memoravel de-
rain a sua vida pela patria.
Fdzi;im a guarda de honra ao tmulo soldados
artilheiros.
O padre D. Vicente Pardo pronuuciou urna no-
tavel orago fnebre, na qual e'ogiou o herosmo
de Daviz e Velurde e do povo madrileo.
Segnic-so depois a prociaso cvica at o Cam-
po da Loalda.Je, on le se ergue o Obelisco de 2 do
Maio, que encerra as tinzus dos mirtyiea d'a-
quelle dia e presid) ao cortejo o alcaide do Ma-
drid Sr. Abiscal, ladeado do director da artilhe-
ria e do capitao general da provincia, segu Jas doa
pirentes que aindam restam d'aquelies hroes.
Nos quatro lados do Obelisco h-.viam-se arma-
do altaros portates, em qu Idesde a madrugada,
se resavam missas, fuzendo a guarda du honra
cada um delles, contingHntes de artilheria.
A ebegada da procisso cantaram-se bil al .uos
repou3jS e as foreas da guarnigao deram as sal-
vas Ja ord.nang, terrainiudo assim e3te mages
toso acto.
Ao mesmo tempo, no antigo parque de Monteluu
onde morreram Daviz e Veiarde, realisava-se tes-
ta igual, verifieando-ae a funegao religiosa na
igreja das Mtravilbas, e cobrindo de coits o
Arco do Parque manchado ainda com o sangiic
d'aquelies valentes.
Q lasi a m.'m 1 hora, a mariuha e o exercito
dedieavam sulemues honra3 fnebres os raari-
nheiros mortos em Callao no anno de 186G, e aos
soldados fallecidos em 1374, quando o exercitu
ailvou Bilbao do aitio, que ihe haviam posto es
carlistas.
O illustrado padre Snchez, tSo conhecido por
scus discursos no Atheueo, profeiio a orago f-
nebre no pu de otEeiaes do exercito o da armada, exnlgando o
eu valor, e justificando aquellas campanbas.
Foi recebido pelt rainba regento o novo minis
Iro da Grecia em Madrid Sr. D. Nicols Delyani,
o qual dipas de entregar as suas eredenciaes a
D. Ciristiua, apresentou-lhe es addid.s militares
da legagao Srs. Basy e Embirico.
Cb:gtram p Madrid e esto installados em um
pa/.ho destinado xposgo das Filipinas, 43
individuos de ambos os sex >s, representantes das
ragas que povoam aquella parag-na.
D'entre os homens, ha uro esculptor naturalis-
aimo, que ex cotou durante a viagem em madeira
e burro es retratos do capitao e immediato do na-
vio ; este artista traz para fal ;r presente raiuha,
um excellentc busto de AtF.nso XII, trabalhado
em raarfim.
Reconhecendo o municipio de Btrc lona qni
de tolo o ponto impossivel inaugurar em S.'timbro
prximo a annune ada txpoego universal, resol-
vea por unanimidad! transferir a sua abertura
por 8 Jo Abril do 1838.
A inauguraeao da estatua do general P.-i n, que
se vai levantar na cidade di Bircelon:', rcalUar-
ae-ha no dia 26 do presente raez.
O municipio de Barcelona resdveu celebrar por
esta occasiao urna procisso cvica. T iinbe.n re-
solfeo c nvdar para as fastas a familia do Ilus-
tre general, o municipio d 1 R;us as corporagoes
da Cataluuha. Alm disso distribuir 100 p-sc-
113 por cada um dos voluntarios cataos que mili
taram na campinha da frica s oriens do heroa
dos Castillejos.
Um despicho do Mxico publicado pelos jor-
nae's de Nova-Yo k, di que se trocir.un carte,
do desuo entre o Sr. Becerra Armesto, minia'ro
do Uespanha naquella capital e o mexicano Sr.
Noriega. Acerescenta, poi6m, que 03 padrinhos
accomodaram satisfactoriamente o neg fio, s-m
ti-r sido uecessaria a int rvengao das armas.
Faileceu em Madrid a Srs. D. JulaK us San-
do'.-al, ta das Sras. C0r.de33a3 do Bvruay e de Fi
ca!ho a dos Srs. Carlos e A frsdo K.-ut.
A Sublime Porta incumb) o sen ministro em
Madrid de peJir explicigoes ao governo h-apanho
acerca do 6eu projecto de adquirir umi est->gao na
costi do Mr Verinelh), co sideraudo aemelhaaite
projecto ama vioUgo do territorio egyocio.
Frailen
Dentro om piuco o par muto r c mrgar os
seus trabalbos.
A' 8 de Maio deviso) verificar se as eleigoes do
conselho muuicipil de Paria. Sao as eleigoes fe:-
t*a pela le autiga, por ja j uo coa lo nao passou a
nova le Havia multas caud 1 itaris coi c itla
bairro.
Os quo propugnan) pola sutononoJa do governo
local vn ereseer todoi os dias as sua3 fileiras.
E coufiam nos m.-ios p icifie-os para conseguir a
realifago do seu pens iraeuto.
No ultimo con elho de ministros, em Franca,
tr-.ttiiio ;e di orgiraeuto, aiaent.oa-se em fazer
na despean uraa re lucgo da 12 milhoes, seal >
9 as despezas lo ministerio di guerra, 3 nas do
da fazenda e 20.1,00) fraucoi nta do interior.
OpresiJente do conseihi pirticipou que bivia
recebido Sehaebrb, e qae este fuuecioaario ser
transferido para outras fuoegies, daaJo-se-lne a
upiseutsgao no raez de Sotembro.
Na aesso de 10. o general Bouiang'r apre-
seutou cmara doa deputaJo3 o projecto de lei
pira o cnsaio da mobilisag) d: um crpo de
exercito n 1 prximo Oatubre.
O projecto foi enviado commif8.I1 do orgi-
mento. A cmara, a psdido do S'. Wi son, apoia-
do pelo presidvuto da comenisso do orgime do,
decidi iiicu*ir o projeet> do imposto sobre o asr
iucarant.s do pr.-joc-o militar.
R.a'iaaraJ se em Paria ornas c;nf raoela< no-
taveis que pjrmittm entrever os p'anas da fciau-
ga, em reltgo ao seu progr 'sso olonial.
O r. Maby, deputado pela ilit A*. Rua:>, em
nm coaierenea quo pronuneou ha das, aecusou
os protestaates frasicezes de" f-tvorecerem os pla-
nos mglaze8 qno tendsm a amosqninhar a Fi ai.gi
uo ultrumar, aobretudo em Ma Jtgaacor. S 'gando
as palavrasdo conf.'reir, 03 protestaates fraace-
zes, surficauJo a i J na~0'aal su* profiaMO
do f alliau-se cota os iagteses em tu lo que estes
tentam eoatw a naca, da Franca naa coloaue, e
at no coatinente.
O Sr. ilir.-ch, pistor protestante, levaatoua
lava, e na mesmt casa perante nuneroto auditori)
e sob a presidencia do auaador Prisa-eus?, orgtui-
aou umi conferencia, pira respmJer s saCttaSOJes
do Sr. M*hy.
O Sr. Presa .usa, aviado a seaslo, dtclarou qu
o protestantismo trances lora atacado apaixoual.a
o injust .mente, e que os protestantes fraucezea
exercritm sem provocacAo, o dir.to de legitima
defeza. Accre3centou que o Sr. Mahy empreheu
deuemtodo o paiz urna cimpjnhasy temtica,
para fazer oppo3gio ao tratado que foi aasignad..
entre o governo francez o a rainha das Hovas,
na esp'raagn de provocar um movimento de opi-
ni", qae leve a Franga a emprehendar a con-
quista de Madagascar.
Al aqui, nada eatranha o Si. Preaaeu3e ; o
que elle estranba que o S-. Mahy apresentasse
o ensejo ptra aecusar o protestantismo de sacri-
ficar a patria ao espirito da seita e collocar se ao
a-rvgo da poltica inglezi ; e acrese nta que
pJe J -afaz : a accu3ago com factos incontesta-
veis. E cilam ca aeguintes : o proprio partido
ropublieaur, todo o partido radical e alguns de-
putados e senadores da direita, haviam combssido
a (Xpanso colonial da Frang ; e nunca o' Sr.
Mahy aecusou domaos fr.ncesea, aquelles.que
preconisavam na oppoaigo o? principios da expan-
Iso colonial.
Depois. a iijustic 1 aiuda mais saliente, eon-
sider.'indo-se que, em assumptos co'onia*es, "s ele-
mentos protestantes uo sao asamiines nas cma-
ras fraucezas.
Na questo ::'e Truki-i e na votacao dos crditos
para a expedigio le Ma lagascar, necentuaram-se
essas divergencias, que tiram ao protestantismo
toda a probabilidade de urna couliao anti-patrio-
ss
Por fim a Sr. Pre33euse pz em evidencia 03
servio s dos protesteutts naa colonias francezas,
rtccrdou o pitriotismo do3 protaatantes na Alaa
cia-Lorena, e protest;u enrgicamente contra a;
:iccu8agocs do Sr. Mahy.
Fallaram no mesmo sentido var03 pastores pro
testantes, e o director das Missoes.
Eeti celebrado o convenio entre a Fringa a
a Inglaterra, delimitadlo a respectiva esphera de
aeco de cada urna destaa potencias na regio de
Ooxk e ceJenlo a Frauei Lengareta Ibjla-
terra.
O S Go"i!et oxpz eemmias) d. orgumento
es d'-si'j .s conciliadores do governo, e renovuo a
proposta de faz r treze milhoes de ec momias e de
examinar com ella se possivel augmeutar esta
verba.
Depo3 de se retiraren) os Srs. G;blet e D iu-
phin, a commisso declarou p>r 25 votos contra 5
que as economas pro.c3t.13 sao insufla-cientos, o
reaolveu convidar o governo a apresentar novas
prop'-stas.
Acamara dos deputados appr ;7ou a sobre tsxa
de 10 trancos por 100 kii .'grammas de assu ar de
toda a especie a de q i.alquer proe.'dencia.
Blgica
Falia-se muito do casamento da princeza C o-
m ntiua, filht do re dos belgas, com o principe
Alberto Vctor, filho mais velho do piiucipe de
Giles.
Acaba de ser aasignad 1 um convento impor-
tante entre a Fiauga e o E-tado Livre do Cmgo.
Por rase convenio autorisa-se a cotago na B isa
de Parz do novo empreatimo de 80 milhoes de
marcos, Sxam se 03 limites recprocos entre 03
dous estados, e acerescenta se um artigo que, lit-
teralm rnto taaduzid, estabeleee e seguiote :
No caio, de dit para dia menos provavel, em
ojuo o Eit.do Lv.-e res.Ivease alienar o 8eu ter
ritorio, poder o soberano do mrsm; estado ce-
del o B.lgica, 9em consulta previa da Franga.
Qu tildo, porra, a cesso se nao verifique em favor
dt B.lgica, permanece entilo o direito de prefe-
rencia em favor da Franga sobre qualquer outr*
potencia.
Inglaterra
C.n'iiiu.m na Gra-Bretanhi 03 preparativos
para o jubilen da rainhi Victoria, o qual, em com
inoinorago do quincuagsimo aaniversario do3eu
reinado, ao tem de cel brar com gran i i oonp.
d'aqui a nlgumas semanas.
A) dam-13 organisarim umi subicripgao em
favor da festa, que j subia ltimamente a 9j0
libras.
At commissoea orgmisadaa em todos 03 conda-
dos recolhein grao los sommas e preparan festas
populares.
Uiua parte dostas so Ernas lastina-se a e3mo!as
e bolas eos pibres.
No dia do anuivers rio sero inaugurados asyios
e bibliotheoas popularo?, que se devem a dona
tvos.
A corp>ragao muaicipal de Liverpool prepara
urna m nsag'm de felcitagao raioha, era que se
> seguate :
O reii.ado de vossa migestade comegou n03
p.imeiros anuos da vossa vida e comprehende um
periodo eternamente merooravid, nao s pala su
darag', mas tambera pela maneira sem exemplo
com que se Jilataram 03 limites do imperio e com
que se pr moveram c affirmaram as interesses do
p ivo.
N'sse graule capitulo da :io:si historia na
ei.iitl tvults vossa magostado, c agradecidos pro-
clamamos 33 prosperidades e beneficio que dima-
nan) sobre o reino, do puro o claro exemplo do
tbrono.
iVo ser ruidos s as i..'3ta3 e b ni as increc; urna
s,b rana que tem sido um molelo na observancia
J33 preceitos constita.-ionaes.
Nenbnm mintrcba da Earopa tom governado o
seu paiz com m lhor criterio, dedicag) e p-itrio-
tirno, lo quo a rainha de Ligia trra.
A q'iesto mxima qu- ora prenJe as attengoea
do mun lo poltico cm Inglaterra, a questo ir-
Ual z; eo ukmo incidente a pretendida ae-
cusigo parlamentar d) Times, por ter este dito
que o diputado Dillou menta.
Note-so que o 7Vmes 6 agora do partid) que sus-
tenta os pla'i 13 r pro33ivo3 contra a Irlanda e a
.'ste rc3peito esl ao lalo do gjvcrnj, apoiande
onergieameate tidas as le3 rerressivas. No de-
cursi desta cirapanh 1 o Times fez a reproducgSo
photogr-.iphici d' umi supp.sta carta do deputado
Parnell, om qae esteao desapprovava* o as-
stssinia de d.aj tunecionariospablioos na Irlanda.
Parnell desmenta a authenticidade daquelle do-
cumento, o o Tines provocou-o aqu ? Ihe iastau-
rasso o pr.cesso de falsificagao.
O desment lo toi geralmente aceito, e a o Time*
uniste cm qu; Parnell o devia praces3ar, quanda
certo que o proees30 levantara umitas outraa
q:ei'0'3 graves, e suielt.aria polmicas parigosas
acerca da o -i:iisa;S) das aaso3ao3es irlands 13
- das relayo j destas com as assoiitgcies ameri-
canas. *-
Prosegainlo na seu plano 3 Times asinos que
o deputido D.on eslava relacionado om os aa-
sassioos da Irliala. a mi.itia qualo rojeitava
esta solidi'iol ido Por isso que um mimbro da
r>verno, o que realmente eurioso, propoz qua a>
Times fjssochamado birra.
O govern, un todo caso, oppox-sa aceusajaa
do T'iaes, in i3 o qae realm.'uto i-xtrvor liaario,
e e u oe admirac'io a to i jj. quo o gov-rno se
promotifieeu a perseguir ofiiojintnte o Times
parante os tribauaes o a custear as desp-'sas *>
proeoaso.
E>ta propala do governo, alera da surpreza,
proJuio h liri l-*de, porque tola a gente sabe que
elle fdgi era ts aceasago's qu) o Times formula,
e mais tolguia -o tvosse as provaa.
O ebef do partid* govrnament.al o Sr Smilh.
o aopiuo publica cossilera estreitamente liga-
dos os Interesses do Sr. Smih a 03 do Ttmw :
a'.n de leader di mtiiria parlamentar, o Sr.
S/iith cUefa Je umi casi coisrasrckl da liyraria,
qu tuve o n .nopolio Ja txpa ligao Je qua.i todos
oj jamaos lonJnaos, o que cJnsid.rada oomo o
priaeipal distribuidor do Times.
Darue diseussao d-ste ineile.it', u,n deputa-
do irlaolez brinlou a miiora parlamentar coma
a.-gaiut* amcui.lade : Os aeubores saa.. um
sucia de cansUhas
Afijtl, nem a proposta do govtrno am aqaalls


i.
1 HTHUO I


MMMM^H
i' i^HI^BH^
Diario de ernftipbacl[uartafcira
o Timw fctsc chaado barra, Luir, princess'Besrrts e pricoepe Hnriqoe te
Battenberg.
que pretenda que
loisir. tiprcvadas.
Entendeu ae, noia, que aoa tribuna-s e nao o
pultBCO.d i em a- governo, a que* compete jul-
-ear os desmandes da impre-nsa.
- Eff.ctivtm.iMe, a sso di 3 3ei Maio, ni ca-
nora dos con Diuoe, havia eido urna das man tem-
pestuoaaa
* o:. t\
parlan nto paia um artigo que o Times publicara
na vp.-r, e ce que ae disiaqueo epuude^ pil-
Iod n citando, no seu discurso de 22 de Abril,
qua'lqner aelidaredade cemSheridan, dynami-
tista easussino, meutio cwiECiente e calculada
mente.
Sir Levis leu alguna oerioJoa daquelle artigo,
e pergunteu se elle* nao eonstituiam um crime de
leao-parlam. nto.
I)',bi i. celeum i e o escndalo.
O Times, procurando attenuar o eeu proced
ment, allud.o dep, is ao deputado Bronnon, que
obteve 500 libras de Rigw-y, porter e=te publi-
cado urna brechura, ein que Branos ert acensado
falsamente do f.niamsm?, e subteutou que Parnell
devia aeguir o rxcmplo de IJremion.
A analigi, porm. nao proeidenta, rigorosa-
mente fallando, visto que Paiuell, ebefe do parti-
do, egando categricamente r.o seio do parla-
mento as s*cusco os meica de desaffrcuta neinuadea par nquella
f">a. .
* O mas curioso que es artigs do limes, que
foram lidos no parlamento e que produzram a
maior impreseao no p iz, segundo aeBivera o pro-
prio Times, parece que por pouca gente foram ii
dos. Nio os leu o deputado D.lloo, uom a noaio-
ra des deputados, e fui neceasario rcimpiiinil os
para sercm, distr ibuid s pelos membros oo parla-
mento !
Com relaclo quest'o da Irl-.uda, proaeguiam
os d bates na cmara iogleza sobre a propoata da
alterscao da lfci criminal. O governo f rceja por
levar por diaute a tu obn., e o partido liberal,
por sua parte, ernpei.hHva os s-ua esferco-s [/ira
qua nao Eej ei do paiz o pr j et i govcrnanei.ial
porque o considera contrario liberdade e ao de
. coro da Inglaterra.
AqueaiiV ZViaer-PflrMeWcontiauiva p.ia a du
cutir-a no pn lamento.
O governo prete* que o incidente vi elusi-
vamente pan es tribunaes, c a opp.vicao sustenta
que o parlaaveato nio ; m smeute o diieit-, mas
o dever d" fazer por si nm iu liento sobre as ac-
cusi-ijes contra um dea si us membros.
O Ztandart acusa o g vern .< por tir,.r acs p II
nellistasa oeeas" de S' justificaren! ou deteclpa-
rcm ; e a Pall Mal OazHte Avian que os fina a
que mir-in es artigrs d Times sao prvvar qu
Parneil c oo sens adbeontis aio tao criminosos,
que seria indecon so crear na I: i..u !-. um parla-
mento de que elles fiz ssem part ; e portanto que
indecoroso tatnbem dar-lhe logar no parlamento
britannieo, onde a sua oz tem p r veres netav. I
preponderancia e prestigio.
Afiual, na etsao do dia 6, na Tmara d s Com
muns, foi approvada a uv ;a> pela quil o goveri o
nao considera as ailegae;oea d, Times e. mu vi-li.-
{o dos privilegios da C .mar.
A i-ha do Principe Eduardo, p as^stao in-
glezana America du Norte,que t>ia um parlamen
to rsnecial, votou un-,a een ara o bil da legisla-
rlo criminal para a Irlanda, i i ffirmou exp
mente as su*s .-yinpalhas pela caus* do lime-
rule.
Muitas culras sdbetoes impoi(antes km robus
tecido canta ympat bita dos patriotas irlande-
zes.
O bil cotrcivo du Irlyuda cempn heudc 1-18 ii-
thas, das quai s patsuram i pi lias 20dep is de r. s
seman-as do diacuaaS na L'xmara dos U mmuns,
devido isto a obttiuecio parlamentar feitu p I a
parntilistas com o apoio dos lioeraea gladatonia
n.s. ...
Supi Sc-ec ane e- :'i in minete nm< crisc te 11.
A Pa'l Mal Gaxette iz q; e se preparam GO
cellulas na pristo de Mi Ib: uk para cne^recrar es
deputados iilandeiea naci nanitas.
Inauguralam se ultim me: ministerio d. a negocios estrai geiros fPorpign Of-
fice) cana c carcter de e uferencias, trabalbos
muilo im ortaiitee, p rq'jautj e seu fim era iniciar
* a orimtira tin'ativa pratica para estabelecer re-
Is^ois aaaia ntmas ntie ta diversas par'ea do
imperio britanniej.
Aquella piiu.eira Coufereneia, a que se deu o
neme drimperial d repreaentantea colonaies*
cemj rehendia, entre os sena principal s m mbn s,
deltgados du Victoria, da Australia do mi I, do
Queenaland, da Australia Occidental, da N ...
Zelandia e do Canad. Foi rretidida pelo ministro
das eolonih?, Sir II. Hollsnd.
Abiio Bsetsaocc-m um diteurep dekrd Sasbu
iy, ihifc dogoviTin- ; o qui 1 d fini.> com maior
clareza o prep sito geral dos trabalbos da e nfe-
renci, disendo qup esta deveria pr cora a m i -
de rom dios, nos limites dn possiv-1, urna das prin
cipaes c; usas d.i d. b lidade do dominio inglet, a
desbiminafo das suaa pait^ s c as diatan'iaa i ni r-
mca que gipac-n a mi ti suaa princpaea
p-sseE.-oss.
Sir Hemy Hollaad entrn, paxfto, m maia am-
pios proin- ajorea e disse que a conferencia se de-
veria occu, !.r principalmente du dotar as eoloaia6
com urna e.rci.iii-a;.a militar e naval, que, Ibes
pun-.itiu na pr
anda ec-operar para a dtfeza e mmum da in pe-
rio.
>in obra, obs rvon o ministro das colonias, .
se pJe rea!isar de accordo; pr.suppoe otstabe-
lecimento, entre es diversos tcrritoriae ingles-a,
de reUi.5 a rostaes e telegraph as frrquentes e
- numerosas. E=te trabalbo ha de ter p t primeito
-ffeito a e"ecao, ein diversos p nt b, lo dcpoaitos
de c.irvao ortificadoa, i. s qnais t p sam abas-
tecer Est
par, ficarcmem ernd ';o.js d gnrsn'lr iffieasmen-
te os eomboica do commercio c;nti qualquer : g-
gre.;. lo.
Sir Henry Holla'nd, pusiar.do di pisa-
das qoesoes levantadas em divertaa louiae, .e
clarc-u que o governo da rain!: i < n;ii > a estod'.r
as qe se i fenm n va (aii c ^ Hebrjd ?, e
me>l fii uldadca nlativj.a :i S. mpt :e.;i ia-
cutidaa en; \Y ahingt n cmi os represeutai a
- Aemanha e dos Esfadce Unidos.
O Times acrete-u'a As delicadas qnef'des a
qnc audira 0 ministro, es divergencias eusc ta
das cutre Ca LJm i la Ame-
i 1 tivamente s peacariaa earr. i
. que exist m entre M Esta e du frica Central c
a col -l>o da Boa Espi ranea.
D-bhixo de ponto \isia mil.ta, parece, ^elo
qu. (tcontramos esariptp. que :. conferencia deque
ti t vm dni i fxar a sua att' : fo r.eate u:: mo
tcrritiiie, no qnal tancioca o governo ingli 2 e ns-
truir novisf. rtificoe8 cujo piar o ter subrr.it; ido
aos delegad--a.
i.', no ntanto, de sr-rper que rs delegados -
BSRte sijam cfaatnados a riibatti a que: tao oa
raco dus diversas paites d mpeno britaLui-
co. (u>ndo l.rd f>a:i. bi y jn'g.,r oi-p- rtuno.
Todava', enUndf (m geral a ;mpr>naa ingltza,
que e-a tiata'.h a 'a que l la ccnfedei aejio contribu-
ram, cm grande parte, pera a nalia(2o do pensa-
rr.entc que tim tor fim auf mi mar cueideruvel-
mente o poder poltico e nfiiitar da Inglaterra.
A cmara do communB dicutiu n'uma das n'ti-
assfEsocs ii me^ao relativa aisartigos d' bil.
acirea dn Ifgifcls^ao criminal i.a Irlanda. >&u
bcuvi incidente notavc-1.
Mr. Gladstcre fallando ha diaa r.tm bsrqurte,
' disse que nao acnditava na aecusavao fcila pilo
oerreapendente do Times entra Mr. Painell.
Date ter reeebido de Mr. Pamill, inmediata-
mente ab crime de Pl cenis-Pi ik, urna carta (ou
c-i b'da m term. s itcimeito de se retirar da \ida parlamentarse
Vr Gl> dstene julgar que esteprocedimtnto .cd.i
? ivir aos uteresses da Irlanda.
G'adstone vai ter um m> ment em Dublin.
U lerd maior e a muuieipalidade d'i quella cida
e abrirn urna fnbscr'pve', cijo producto des-
tinado a erigir um m fui. a Gladsti ne n'uma das
racaa publica oe Dublin .em recciibeeirointo
dos sen iy1 s que ti m f>i< atado cuEa rlaneiza.
Anda nao e^ta* decididos difimilivaniinte tedea
a detalbis pfp. a celtbia^ao da cenmonix do
jubileu ero 21 de Ju'ho, no cnti rrn c cortejo ser
firmado, apprcxiiradamente da mhnena, tegninte :
Contingente*- dos corpas de infantina i alasdtade Bu kingbam-Palace (palacio real) al
Abbadia.
A rainba tahir do paiacio, de tarde acempa-
abda de carrnagena qu t> guirSo a pasto at
Abbadia condusindo Cbanceller, presidete da
eamara dea deputBdts ; ca militar e civil de
8. M. ; altos funecionarn a do estado ; membroa daa
familias remantes da Kunpa, e familia real, cem
posta do principe e princesa de Wallea, duque e
Os r< preee ntantea das cortea eatiangeiras, irlo
tntccipedi mente para o lemplo -onde cccuparlo
oa lugares que lb
O art-t hispo de Cantcrluiy e altoa dignatarios-
rerebeiJoS. M. ftirada ta Abbadia.
Todas ca carrui gena reaea aero arguidaa de
um eequadii'a
A ci.rrv-r.gim de 8. M. ser sermpanbada por
um esquadiaode Field Officer's Guard of Houst
Fold Cavaliy, que levar o estandarte real.
Na Abbaoia a cnim>-nia durar una hora e o
cortejo regreesar fe guindo cuto trajete, que
a inda nao foi decidido.
foraai eucarregadis dea preporativea para esta
ceremonia lordChasobtrlam e Sir -pencer Pouaar-
bay-Faue. .
liectbeu se em Londres a noticia de tercrr sido
maasacradoa d> z pescadorea ingleses pe s indi
groas d i Nt.va Quin, qne depcis do aesaabinio se
ae'apideiam do navio que havia cenduxido as
victimas. .
Abri se j um inqueritc ptn desebnr oa as-
s sainos.
As ultimas noticias de Bi Ifor, Irlanda, disem que
a agitaco tema alli grar.dea proporoea. Uus
60:000 individuoe adberinm Trade'e Union, e
declarara ae era greve os operarios de todoa os
estabelecimentos.
A policia de Liverpool vigia r divamente o*
paaaoa de vari s individueasuspeitos de se corres
pv-udertm cem os dynr.miti:ti.s americanos Espe
ram-se priso a importantes.
As i.utiridades adueneiras estSo tambem exar-
c -inl.i a mais ligorosa v'gilaucia.
0 jury ccndi nna o editor Rid givray pagar
ao 8r. Breman 5 caosa da pubcacao d'um fdheto c:m accusie; nao provadas acerca da cimp!icidadedo Sr. tre-
n a ci m os dynamitislas irlandeses.
Segundo inti-rmacoi-s do Lubhn Express, corre
e, beato, nos circules -gladstciiiancs, deque Mr.
Parnell etestobrio o sutor d fac-ttm le da carta
publicada iccenteincnte pilo Times.
Um perito deetarcu qur tanto a carta coin-j a
essignatura en m obra de um falsario.
O Sr. Parnell, que est scru.miutc indisposlo
de Er.ude, no pid.i ESistir per ora as s'S.O-a ia
caiL.ra es cOTman; mas nao penaa d forma
alguma cm abandonai a direcoao dopaitido naci
naiista.
_Sir James Fe rgussrn, secretario poltico dos ne-
g. cios eetrangeiros, rep-ndento ao Sr. Jhn Dil-
Icn, deputa lo nacionalista, disse qus nada pode
ci.uiuiuntcar anda Cmara sobre a misso de sir
Henry Drum'n;ni W .-'ff, porque as negociaio b
com a Sublime Porta anda continuam ; imis que
informar a "amara do carcter e co resoltado
liYstaa uegcciac,iies, logo que sja wso compativl
com es interesses pblicos.
Em seguida \ anou-s<: um caloroso incidente a
proposito do novo artigo do Times, intitulado
FvrneUitmo e crime, aecusando o t r. John Dil
Ion de mentira.
O Sr. Thorr.z Luvis, debutado Rladatoniano
pr.-pos urna m cao dee'laranda qu-- o artigo do Ti-
mes urna VoLc,3o dos privilegios da Cmara.
O Sr. John Dllcn lachou director do Times, de
vil c cevarde mentiroso Appl .usos phrenetieos
da parne-lataa.
O r. Srnitli leueler da m> na propos o a-lia
ment da ditcu.-siio paro dar lempo a nfl x5o. <>s
irlandeses n jeitae> m o ndiaine-to e requereram
que o director d> Times fessn intima lo para c m-
r peraute C>maT8, e que urna coiiimiss.io
: querito du Cmara examinasec aa men'iraa
do Tirrus.
A e-amara apprcvcn per 213 votes contra 174 a
proporta de ada ment ta uoco Luvis, e maicou
a diBCtussio pira o da seguinte,
A Cmara dos Communt proeepuio na disensea
da prupostn do Sr. Luvis, rirclarando que o artigo
do Times violava es privilegies da Cmara. A
sai eetava eheia r muito girada.
O Sr. W lliam Hemy Sn itb deelorou quo o go
v mo rij/i'ou a mee;ao.
Os dejutadoa iriandczea prtestaram. O Sr.
Car: s T i mer, depu'ado nac-i nal do C-ik, ap.dou
;s ministres ele CanalbaB, Lindo por ist i chamad
erdem.
Sir Ei'ward Geerge Cha:k-, procurador gera
prop. sin cerne do governo urna emenda deca-
raido que c aitigo to Timps nao violara o
privilegies da Cmara. O '-r. GUdstone declarou
que, se esta emenda lor appn.vnda p.-la C- mira
tiiepr-p-r roma outra eim ail para ae nomear
urna c ii ir.i = .-i de n.ijUeiito, sobre a aecusae^o de
mi i.tiroao leita polo Times contra o Sr. John
D.ilon deputado de M. yo.
O jubileu da raioha Victoria ni\" aera tao
rici: em presentes como o de LeSe XIII
N>- entinto, devia receber urna c> leei de dia-
mantes e pedras preciosas cffereci^a por tod s 08
ri.jihf, acus vastalloe.
Esta colleccao, porem, dc-63npiteceu com o
0 Tosmania, que naufr. gou, come se sabe, uaa
cestas da Cersega.
Du fe que valia -24 mil>ioes de iranios tu cerca
de 9 mil coutos de ri, meda brazileira.
Italia
O rei e a rainba da Italia inauguraran! no l.
de Mi ce em Veneza u estatua d. Vic'or Uancel,
sendo muito acelaraados por toda a pojulac ve-
iic ziana.
O mini.-tro da gutrra a; n Eentou no dia 2
Carxr.ru des deputados, es pnjet-tes relativos
(cacao da orga-niaacSo militar e aos crditos
si: ordinarios pas compras de cavalloa e ronpaf-;
pe-Jio que a prj etes f ssem euvia4os immedia-
t n.eire espectiva cemmissao e dtelarados ur
gentes, e cenjuren a reiin.iEtio a nao perJer tesa
ae u'abi pof'iriam resultar cooseqoe-ncisa
:j que e'le dec-lin ria a respensabilidade.
As pie postar di u.in-.tiro foram iogo approva-
..3.
Os projictos militares apresentados IC-mara
i lo min-tro da guerra ven a resumir-se n'isto :
1 rmaco de i'4 rrg.mentes d' ai tubera de eampa-
i.ha cem es \ actiaes, tei.do cada um d'ae,ui e-m
d ante 8 bateras de G pegas ; ereaco de 8 novas
eo pii.hi.3 de artilbeiia de f rta!eza e de costa,
/.: de? um regiment de 9 bateras de inon
lanba, avgneita se e'uas n&vt.s cempanbias nos
legui-n'oj de eavalaiia, inti'uico em Ctsert
de urna fecola de eft'cuts inf. rea e afpiranteaa
ifficiaeE; e e-teiii,a. de urna eseela cendal le tiro
e de artilheria.
O m'niftrn pede um cred to extraordinario de 12
tn'iloes de libias para icnpas e 21 miiLoea para
caval i b.
O Mcnitcr de Boma de-;men'e rs boitos
de- r. coneiliatSo esttre c Quirin^l e o Vatiei no.
Segando tileprtmma de. Cairo pnlMkadn pelo
DiiyOhreni.il, e italjaneai vaiic>-rm de Mas
fi.ui h jMa se i-pod'inrem re-Keien, endee-icon-
t ir tm cupo ce .siderave) de tr'pus ibysi-
nias.
Ti i v use r t.tao urna balaba, cojos resultados
nao ni" i; i. iu ce nhecidos.
Cen.tune', dia-m te:. gjEnmpp de R. ma para o
ii 11 ir o je.ir.a que o peve-rro taliano re cebe u m
noticias de Maswoab e que vao partas para alli
uais ues bata oes.
O general Salet'a declarou o ble queio dr. cata
do mar Wrme.bo naa pr xiuvdades oc Massouab.
ene re ciiculi a pellines e ta ato < e que noti-
cias efficiaea neibiisadi Beriro, faxem suppcr
que o ge bii.ete aliemi aeelb necm certa fineza as
e s i.< neias da Iialia, a refput das ccmpenfi \oea
que itu p'tencia neceen* peine margena africa-
na co Meoitcnano. no caso em que viesEcm a
dar-EC ceita eveniualidi.de.
Ncta-so nenes cordiaiidade entre oa gabinetes
i'alii i.o, al'en h e auatriseo, d'cnde- secrnelue que
a trplice al nuca i- de nao est.-.r tao solida cerno
ao principio se scppunha.
taina
A :mprenfa eiuipi. ios unimos tempes, tem se
eccopado muito da pe ht.ea dt Le ae XIII, maa nem
todca ccncoidim no qne-ella e no que ella deve
ser.
A'gusMS folbas trem i. ffii v'dac-e emermpreben-
di r que < papa rio um scbtiano c*mo quaique r
cutre,. Ora o pipa e pentifieede urna leligio
e o elefe de i ma igie-ja, e lio ftus subditoa oa
qoe sebereu a urna i utra. O sen dever, pois
promovri. pota a retigiio e para a igieja todas
as coudieoes de exietei.ca, to favoravea, quanto
c. piimitum o n pe. e aa cireumstsncias. Niate
c> se p. is, e s mus e i veies ebtioem peifeita har
menta o m o.- seus inteiesses.
Quanto ais i a. a pe litiea dr Liae Xill a po
litiea de Po IX Osprecifses quediffenm.
Pie IX tiiiba aa fe-icio intransigente; Lean XIII
prelere a bifci.cuia i et meie s cenuiliatoiies. Qual
qve des (ysiinas j od ai r atento por todoa o
seetarie: cainti.llibiliot.de, icm pengo de diaai-
denciae functamentrea. A infallibiiidadi rifere-ae
ao degma e A moral, qce tio indi pendentes da po-
ltica.
Um minn.tr, a Stnta S obteve na AHrmanha
duquexa de Csnnaught. principe e pnnceza Uirw- vsnTbgtCB c, nsideiaveia1; maeBisasrcknio cosio-
Wan, princepes herdeircs da Pruisia, prmesa| m, p,d.r cem aa cenceetea qne fas. ^eie X1U
eonaeguio do parlamento allosnJo, isto de Bia-
maiek, urna le queda aos catbi lieos allcmiea
urna situagio, ai nao prospera, pelo menoa accei-
tavel. Mas, ae poasivcl que o papa nutra a
illuaio de que obter da Alleminha melbores con
dicoea de existencia, do que aa que ibe fas o gc-
verno italiano, o qoe maa qde provavel qua
Biamartk manteen o leu alliado do Vaticano n'um
catado de receio vago, maa proficuo para o impe-
rio. Bismarek cenhece e pratica babitualmente
este procesao de intimidado-a indirectas. a
Urna da8 razoes, que 'evaram o cbanceller all*
mi a um accordo com a igreja catholica, interes-
as p fundamente a poltica gera', e muito espt-
cialmi-tc a Franca. Bismarek finha dtj ha n.uitj
tempo qsw s entrara em aceordo com a Santa S,
quando a guerra ativesse eminente. Feito agora
o acc. rdo, focil Usar a illa^io. E' qje em pre-
senca do um coLflicto gravo no exterior, o cban-
celler procura desviar todos o embarazos, por
menos importantes quo sejam.
Qasnto a Leo XIII, evidente que, chegamlo
a um-accordo cem a Ailemanba, nao quiz tornar
ae hostil a Fr.-enc, E urna das pravas te r elle-
ha p.jeo renunciado as suaa relae.-6-s directa* com
a China, em favor da repblica franceza. O que
elle deplora por vezea, nao a existencia do gj
veno republicano aao elguna actos eieaae jutaroo,
0 que e muito Jiffjreute.
Essa diflerenc'i applica se tainbtm ao pr icedi-
in uto pontificio, mal apreciado por algunas f. ihes
com relami aos socialistas 'ia Europa as caval
hitos do trebalko na America.
Deve saber-si- que o papa, CJodemnaudo as sei
tas socialistas da Europa, e tolerando ce socialis-
tas americanos, nao procede contradictoriamente :
na Eure'pa,as celtas socialistas euvolvem no a -u
creio a ue gae;So do principio religioso, emqunto
nue os sjcialistas americanos procuram a reforma
das conditot-a econmicas do trabalhc, sem se cm-
baracarera rom a questio religiosa. O p.-oprio
clitfo dos cavalleiros do trabalho, o S". P wlej-ly,
catlico puro, seguudo affirmau e>s seus CJtit'r-
raoeos.
X c njuncto da poltica europea, nio ju'gimrs
ocie-so acecntuar n feigilo poltica iIj Vaticano,
muits.s vezea contravenida, e pincia Ve'res apre-
ciada a luz de um sia e imparcial criterio.
Italia
0 governo italiana qne h'-j- et insmaea
esqaerda, p-.r irao quo o Sr. Dopretis a"C-'tou o
papel de presidir o ministerio, em quo ella If.r-
geinjnte representada, acriba deapreseutar ao pir-
1 un' uto tlin pro'.ecto militar em que mu'to aog-
m -ntado o ex reite, e se p-epo; a appc^e^i'j d
b mmas imp rtantcs ao melhoiament) d- s cousas
militares.
O ministro da, guerra cmsid.tra urge.ete ea'es
pr-j 'ctos, c pede i eoaimisjao respectiva quo na-i
p.-rca empo iiigum no examc delle, pirque u'alii
poleria provir consequcnciaa, de qu- ello -ninijfr-
d-.'i'liaa a respias.io lilade. Eitas dispinv/O.-s J.i
aovo governo de Italia ci.us.r-m impresas.? em
; Iu a Europa, porque senda bem r-ab I).' desem-
penb'i com que aqvielle dhz .e tem d"iiical3 ao
aperfeicoamento d .-: .-titeM.o-'S militare, nao se
(-ij.-r.ve (po Hgora pausando o poder pira as
da esqaerda, sj apresent'iase utu proj.to
d.-st erdem.
O caso pirece mostrar que a Italia julga necea
serio preparar-ae contri tolas as aveiitaaiidades,
pois que arpiar de tudo qu- 8 ti in dito cm r-.-s
pe to a allianoa di AMemaeha da Austria cela
Italia, nio pode anda asaexurar-se ss exi=te ou
i.'n til -.lita. ? i, e dado que: exista quaes rs term b
i in que I i li mada. Est* resulacao do g vem>
italnno motra antes estar elle resolvido a t in. r
una poste;ao c'i.plet.am-.'iite independ' nte, reser
v iu o se prnl-1 para onde julgar m- Ihor o que .
pode faser em pl ua lib"rdnde, se estiver perf-i'a
mente .:> de t r a forca indisponsavel,
para corroborar i sua deliberado.
Na seSSo de 3 de Muio, o Sr. de Z>rb aiinun-
cicu n'i cmara dos de-putiui-,8 urna perguuta ao
goveroj i re* das occu pacaje de um ponto do lit-
torsl africano d mar Ve-rme-lho p la Hespanha.
O Sr. Dopretis deelaron que gincas as r I ;3
cord -aes e-m gabin te de Madrid podi* respon-
der inmediatamente a perguot* do r2r. de Z;rb :
s- bre a annuiiciada occnpacSo da costa africana
do mar VYrmelho pela Hesp.nha.
N5o se tracta 'i' um facto eonsumado ; trata-so
unicameute de pnje "tos que mo dizem resp il
a coiitas do Mar Veimclbo mas a cortos sitios
collocados fr* da n.isss esph'-ra de necio e dos
is in'cresses coloniaes.
A Reforma diz que preciso saber mmeduta-
mente,1 c primeiro que tudo, se o "onto do littiral
atr;eatio do mar Venneiho que a Hespanha cm-
pr u, est realmente fra daferrit rio pertene- uto
It.ilia ; te nao poli' adquirir im e rtauea mili-
tar ; e se a H' spanha trete, simplesmento de es-
tabelecer ali um dep .sito de car vao.
A Reforma es, era que a Italia nao ter de in-
tervir no ea.o, mas o incidente d. monstrar que a
Italia deve quaii'o autes ass 'litar qu-'l o sea pvo-
mmi n* frica.
A Tribuna du que no ministerio dos negocios
estrangeirsa aup:0'-se haver em tudo isto um
equivoco, poique nao existe neohum ponto para
oceupir ni lttoral africano do mar Vermelho.
A Italia expr.-SH-se n'>'8te?s termos : Xili
podemos queixar-noa des hepanhoes esperamos
ap"ii-.8 que el-s julguem em d-ver circundar de
mystcr-o o sen cstabeleeiavnto u'aqu.'llag para-
ge ns.
Sao por ora deiiluidaa de funJamentD oa pre-
jectos.
Ass'gura-se que os italianos emprehende ram
uma cimpinhia, no estio eontra os nnexins.
Todos os dias cato partnlo reforcos para Maa-
BUbb.
C rre que o governo pedi'4 a Inglaterra anto
risaci'i para fazer oaesar por Z-ilah (frica
Oriental) as tro o "a que a Italia destina guerra
contra a Abyssinia.
Ailemanba
Urna grande parte do pnblico que nio conbe;e
as deluugas inevitaveB cm todos os negocios di-
pU m iticoa, admira-se de qu. o incidente de Pagoy
sur Moaelle nao tivesae sido resolvido maa cedo.
E1 ne. essaiio sempre reagir contra esaaa im-
pres.-oes, que cousa aiguma justifica, a nio ser o
desojo universal de* ver teimu-.d* rpida e feliz-
mente .v uturas de tal naiun za deploraveis.
A AHrmanha, segundo a pnmeira declaraeao do
Sr. de Bistrank, quiz cingir-se ao terreno do
direito internacional, onde se echara de aceordo
coro a Franca, para colloc&r :: qn-stio no veroa-
deiio lugar e. ree^vel-a drpois.
E, c, m ff iti>, coiien ne nbuma autoriaava a sup
per o contrario, pr. va o < tempo que a lemauha
uprime-inquc c-armonieasae aa partea do
ii;qu- rio levantado pelos sens magistrados, e o
cuidado eom que se estudeu em Berlim o procesao
francs.
Eis, afina', o resudado dcstes trabalbos tio bem
c pru.'entornente encaminhr.dos r.sultado pacifico,
honroso e digno para ambas >a partes.
O Sr, Schnaes : (c mo soubemos pelo telegra-
pbo opportiinami nte) foi po^tn em liberdade e par-
lij p^rsi Pagny a 28 de Abril meianoitc
Oa j.'in-es de Paria c-..ngiatuiam-se pelo modo
hrrese como terminen o incidente; lo'ivi-m a
ordura e firmeaa do Sr. Fl. urena e concluem
que os franee zea devem redobrar dn vigilancia
afino de- evitaiem toda e qualquer surpreza.
O Sr. Sebieai'bel coi.tinuou a aua viace-m di-
rectamente sobre Paris, ende chegou a 30 sem
que no trajelo nccoirea.-e qualquer incidente.
A erdem de por em iberdad. o Sr. Scbnaebel,
assignada pelo juiz de insiiui-eso de Strasburgn,
elie g.u pritio de Saint, Gengout, em Mets, n
da 29 pelas oito horas da tarde.
O Br. Schnarbel foi detido na prisio at a par
tirii. do c n.lioio que sshe de Mi tz li mi ia nexte,
ondeas utoridadea alle-maa lbe fize-ram temar
uma carruogem de primeira elaase.
A Sra. Seluaib. i e acufilbo, que haviam eido
pievenidaa pelo tilegrapbo, aperavam-u'o na
gare de Pag y, em quanto ae disia aoa curiosos
que o Sr. Scbnaebei naovinha n'aqu' lie comboio
Os inspec or"s de pi licia, subordinados do Sr.
Schnaebe l apertaram-'bea miocomenihuaiHamo;
sua e.-pcaae filho snhiram para a carruagem pura
o ae> n p.-.nhar- m a Punt--Mou8son.
Aili achava se na gare toda a popularlo, por-
que a noticia bavia-se propalado com a rapidez
de um laatilho de plvora.
Aa autoridades, com o maye e a munieipalida-
de frente, e teguidoa de merme multidao, espe-
ra vam na platafoima a ebegada do trem, que foi
m mi ela com um grito immi nao de : Viva a Fran-
ca Viva Scbuaebei !
Fia iudioinptivel a commocao. Toda a gente
nina apenaras Diioa do commiaaario traucez.
ie ] os a Sra. Si bnae bel e aeu fiibo separaram
se dille ; o Sr. Sehnaebe l dingio-se dirctomen
te para Pars para conferenciar com os seus ebe
fes, e fszer-ibet a iiariaco do incidente de No-
veuot com todoa oa seue promenores.
Becucn-se a centar cousa alguma antas de ter
visto os se us chites, e declarou nicamente que
1887
a autoridadea allrmla tinham tido para com elle
todaa aa attenc&ea durante o aeu oaptiveiro.
O comboio parti para Frouar, en quanto
multido gritava mais uma vez .- Viva a Frauc* !
Em Frouard, o Sr. Schuaebel mudou de sosa-
boio. Na plataforma encontrn o Sr. Cathala,
commissario central em Noroay. Ambas ae abra-
earam.
Um operario, chamado Sourdeao, quo aeab..7a
de vender naa aldeias crcamvisinhas o retrato
do-8r. Schnaebel fct-lhe present do ultimo
exemplar que Ihe reatava. O Sr. Schnaebel acei-
tou com reconhecimento e aubio para uma car-
luageui aaiao.
Ch gau a Pariz s 7 horas da roanbi.
A QaMela de Cologne diz que o facto do ter
sido posto em liberdade o Sr. Schnaebel, nao quor
dizer que ceasem as perseguiyea jodiciaea dirigi-
d >s contra e:le pelo supremo tribuual do Iiiipzig.
Oa d.ciMentos encentrados emcasad'um alaaoia-
no chisnado Klein, perseguido por crime do alta
traigan, estabeleceu, segundo a opiniao da G zeta
a cuinplieulade da Sr. Schnaebel, e em raza;
deast cumplicidade quo elle ha de figurar como
contumaz no prosesso que brevemente se julgir
em Leipzig.
Diz a Gazela de Mets que o Sr. Stndf, o no-
vo sub-secretario do estado do governida Alaauia
L a na, vai tomar medidas muito rigo-osaa e die-
aalvertodjes aa aueieiades que recusam yataenati-
eamente adinittir allemes, tues como os casinos
franceses de Mu'.bo.se, Calmar, et:.
Fnlla-se ignulmeuti na espuUao do todos oa ca-
trangei'oa at daqucllea tujeitos ob.-igaco do
a.-r' ico militar, e perteneentes familias nota-
veis. Finalmente, diz-se que vao oprar graadea
mudainjss no pessoal supericr daadoiiaiatrae!.
Aa expulsoes continuis. O Dr. Trves, de
84 annoa de idade, que tioha i Jo a Vernan a Metz,
Com lieeaea pata i-.lli residir um auno afim de se
raetar da surdes, f.i expulso no prazo de 24 ho-
ras, sm que os ade rites disscsse.o n.zio por-
que.
Se'gur.d informae;oj3 envi-edis de Barliin ao
Jornal dos Debales, a approvac-lo unnime doa
ereditoB militares supplementares pela com nisao
do crcamento {: iil muito oo nmentada, e asae--"i-
ra 8'.' que aa commuHcae,o s C'ii&Jeuciacs do mi-
ais tro ela guerra produzram fond* impreiai >, e
que ji muito c nsideravel e. numero das pesaoaa
implicadas n-i coospiracao da Alsaci i.
. Nao obstante a. solucto satisfactoria do iu i-
dente 3cboabfl, a Frang est muito longo de
se miatrar tranqnilU e utn : gran lo agitacao con-
tina a abalar 03 espirita mais a el 'utes.
j oatro lado do Rheao, t tAutbem corto que
um grnelo 8 'pro guarreiro agita actualm -al
m'ius.18 armadts da Ule'minha. Vcvnn n- h le
trepas eonsideraveiis se notsrn cm vanos p .,
na regio dv trontfira espera-so a eiueentr .
de forcas, que cm tempo 11 innal, nunca jab
8;U3 aquartoll iincatis aenao pera evolcejo a :. ,.e-
quenas 't6'. re a.
Ain di.-s', fram o.denudes movimentis d
trapas para o p rilo estove1, era qu., do ordin 1-
nario, se d elescanco ao saldado, u* eapjctativa
das msnobras 1 out inao.
Assim, em pleno mes da Atalo, M ing 1 n '. -
ri o tneatro du important-s opc aeSos, exeeut 1 I is
per p n'oneiros rbenases (u. S, Cobltnx), o !.-
I bao de Hease- n. 31 (Cassel', o ba'albio Saxoni
n V (Dresdi) eo bataihi Wurteinbergucz 11
13 (lm).
O coronel Schreib r, da seecij geod- sica do es-
t-. -loaior, ter >. seu sargo execut.ir, na m sm.
eP -c'-, grande-s trabilhos tochuicoa as proviujus
rn-nauaa. Nonhuin-.tli: al pode .".usentar se, por
mais de-24 horw, do territorio alle'mlo. (J-'to.
rervicos ordinarios do cami 1I113 de ferro f r .m j i
suspensos, por ci-.isi da ae.-.u:n:n:ila(,-a 1 d I
emiteral da guerra, nos arre-lores de Mets 1
Srasburgo; e uma fabrica de ruborite, creda
ein II y lea reeentemontej reo b 11 ordern ele
spn mptar por dia d >ua mil k 1 gvamm s daqne le
:io explosivo *
It ina ao mesino tempo uma activid.ede bri
na direoio geral do reciutamc* to, na secretari .
das nsprecoes gera--s permanentes e no proprio
gabinete militar do nnp rad r.
N* Fringa taubeo nVi lia dejcinjo. O gene-
ral Boulanger tem desenvolvido u na aetividade
prodigiosa. II* poueo anda, f>z elle expedir uma
circular sos g.v rnadore militares de Pariz e
Lv.-n, cominandantes dos e-rpoa do ex rcito e g -
verei&dorea de pr.-^as e f.rte's, r> c mmendanlo o
mximo rigor ni admi.'aao del pesaoaa ostranbaa
uc cxercito a visitarem oa fitea e mais ebria .1
1 feza. Como s' v, a siluaco ainda bastante
tensa, e > menor pretext) podo scc.-ud r utni
coi flagrado medoi-ba.
Mlemanlift
Em alguna contris poli'ic 13 da Europ'i, affir-
m-i-s- que a solin,"io pacifica do incid nV; Schnae-
bel d' vida m grando paite a nttitude da Rus-
sia em favor da Franc, c que Bismaik '.
profundamente impreasion idj eom aquella tup-
past* intervenessV.
A Gazette de Moscow publica uma correspon-
dencia de Berlim in que encontrantes o seguinte
trecho : t
o A mobiscio e tolas as forcag o de todoa
os recursos militares da All -uiinha est sendo
elevada a um gr) que; parecera extraordinario
senio fose seriamente perigoso. Kntiii nao se
falla em comprehende-r entre oa defensor.ia di pa-
tria os quadrup des e aa aves eiistetut's na A'le-
uianha? as provincias do Rhcno eusin
grande quantidade de falco'S e gavio s para 1-
rcm caca aoa pombo3 eorreos.
Como aa communioaijo.'S por este citio sio rm
Pr. oca o objecto di maior socitude das au! ri-
dadea militaica, na Allemaaha estao muito cm
tentes com aquella noticia, pela qual 8" raootrim
muito orgulhosoa.
Tcm-ae ne nh.cido a tullida !o di sarvico de
cica para oa piquetes avancad :s c era maitaa lo-
calidades os b-.b'tante>8 oceupam se especialmente
em os adestrar para e3se servido; tencin* se
tambem empregar galos era reconhecim utos, es-
pi-nagcm, e Deas sabe ainda cm quo antros ser-
vicos.
Falla-so em recenscar e ibes passar re-vista.
Segundo parece veremos em breve o recen
Ecamentu militar e :\ mobilii-ayao caninas; d pois
veremos oa cara decoleires de unforrae e talwz
condecorados! Como se v, abrera-ae larguissi-
irios horisoutes para a civilis Aa folhaa alie mis lamentam e de smentem ca-
th. ge ricamente. o importuno boato de qne a Alle-
mai lia ia proclamar o estado de sitio na Ahucia
Lorena.
O impcra'or dirigi ao Papa uma carta, agra-
deeendo-lhe o baver contribuido para o restabele-
cimento da paz religiosa, .que augmenta a .-e,-a e
a unidade alterna Anima-Ee que n'essa earta o
imperador promette ao 'apa o apoio da influencia
allemi, afim de auxiliar, quando potivel, o pro-
gresan do caiholicismo.
A imprensa aguarda mais prrmenores a respei-
to d'esta carta, que so presta aoa maia ampios
commentarice.
.- umtiin IIu-sil
D'zem de Vienna ao Times que a persistencia
da Gaze'a da Aemanha do Norte cm viltsr a tra
tar deja fae-ioa qu prece deiam a oceupacao da
Bosnia e Hersegovina e st produzindo ci rta in-
quiet-.ciu fia Austria ; nio se sabe que fim pre-
ti nde conseguir o principe de Bisoeikempregan-
do uma poltica tendente a irritar pan-luvist>.s.
E' certu. peum, que a polmica da Gazeta da
AUemanha do Norte sobre a que alio da Bosnia
all c ma deada como iudicando o desejo do prin-
cipe de Biamaik de conservar a todo o custo a'
arnizade da Russia, e de Ihe sacrificar eventual-
meute a alliancu du Auatria.
Masera
A 5 de Maio effectuou-se a abcrldra do Reichs-
tag. O discurso da coia annuncia a apreseuta-
co do prejecto de tratado do commercic com a
Hespauha.
forma que em nada afiecta as couatrucedea pli
prefnndidi.de que fiea.
Foi dad 1 o habito de Christo ao Sr, Francisco
Paulo de Arnujo e Silva, addido a legucao brasi-
leira em Lisbt.
Um incid >nte desagradavel auccedido noa cor-
redores da cmara entre um Ilustre deputado e
um distincto e brioso oficial do exercito deu cau-
sa a uma pendencia efe honra, que se resolveu
antebontem demadrugada prximo de Quelus.
Oa doia contendores batere.m-e espada, fican-
do ferido no puubo o diatiucto oficial.
O duello prosegua, mas a bemorrhagia toman-
do ae .hndante, 03 padrinhia, por indicaciodos
mdicos, pozeram termo ao combate.
Consta que de uma prrte e de eura a-i deram
aa maiore8 provaa de bnoe de cava.heiriaan e que
findo o eotnbate, ao troearam as maia affectuosaa
explicacoea.
Oa eontendorea foram o te;nente coronel de lan-
cciros Bivar edeput*do Jos Caatello Branco, quo
tamb*m cirurgio mor di exercito.
Foram padnnhoa do priimoro os Sra. Trnnziu
par do reino, o conselheiro Joio Paes de Vascon-
cellos, major de cavallaria ; e do ag indo os Srs.
deputados Sjrp Pinto e Marsal Paobeco.
Oa mediceiB-que aasistirsm ao combate foram oa
Sra. Dra. Ciiha Belein o Agosinho Lucio da
Silva.
A Sra. 1). Adelina Cirdeiro d S uza P. reir de
Antojo Siqiien'ra Possn foi agraciada co.n o titulo
de baronesa de Paulo Cirdeini, aobriuha da falle-
cido capitaliata .loao Railo (Jord-iro.
Vi nscnh ir Aaliareie, delegado epist.ilico na In
dia, cncurregado de executar a concordata, re-
gresa-m a Ri na, sendo reeebido na estacle do c*-
miado di frito pelo monsonhor Jseobini secreta-
rio d.a Propaganda File, por monrenhor Cavug-
ns, e por urna depatacao do S'minari 1 Romano.
N'o dia iminedir.fo foi re "ebi-io pelo papa, com
qneno t;vn demor-.eta coufereneia.
Diz o Jornal do 'O/n-nerao.jiie vli sorenvi i-.laa
preo R'1 de Jaujiri algum ts garrafas daaaguas
medciuaes do Gerez, que, eeguodo paree, aao
muito indicadas no t.-afamento da do -ne.-i deque
9 tf o imperador.
So sao inageatads cbtiver m<:lhor-is eom ca'e
inolien-utej, consta que vira fazer 113. dos aguas
de Geres.
Sei* Magestida a Rainb. rente II.- puiln
fforeceu ao Sr. !>. Pe-aaBiaeo do Al neidn, -jo.len-
to de camp do e r^i, as insigni is da g.--cruz da
ir .'en militar daqu lio p.it.
Reaaio ha dois iu luatrial p irtugu isa.
Ocoupou-ae lemiralameuta lo isaumpto rtrati-
vo a expoaicio iuiuitrial, qu.*, cimi 6 sabido, a
mesrna as3 cinija 1 pro n ve, e> resolveu faz r, m
tapada da aju-Ja, e-:n Mato do ppocirai nao.
K-p -n :.' e^i! por t he in : fim ii con
clin I ,s 08 p.-njj s lo 1 |.( ..;., i -. ira imm lia
1 le ir o q i r.o p vr! sua c es-
tro* e,-"i 1
i : i) 8'i lia9 i : 1 --i' a rcai lene:
I Sr. cona li.-o \ntonii Au-'. ti .!.- \goiira
(eoci'-d e : ;- ,- ohia
Trat iu-r el I -.--, -. 1 < 1 <. n.
4(X0
4000
4J0O0
4J00O
43C00
3000
33000
3O0O
3000
r I '] i I : 10 1 l
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:.-. pr II
in v : i
., o : .
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I -i,
1 uto poi-i ra irte le? All 1
: ido % o- :-.. o :- ,. (|.rtri r> i j )-
mIi ii .'). !I li ;u 1 Jo iqir-n i ..- :
p -o I nte.
Ci 3-1 -i' .- ron a [<; ':,-. \ in > i'j
II i 1 eul 1, oa Sri. ;o-i 'El, -o ieu i [i Id* 1
o -ir.it 1. 1.
lO'-en -- --.i 1 loa peh tniui ''. /....' 1 !
! ".
P, r m rec ibi lea pe 1 ei inhi II. .
n e in p 1 co djssa le !', ... Iro -o u .jo
iii-s.'i 1 ia i'iaa Alt-.s \-. j ir r i .1.
Abr 1 e-ffe: tiv oe ita pn 1 -. j-i lo m rci-
Jorii3 a linb; de L.-bo. 1 T rr s VoJras, na
parte I le ti .;-' icji lo 0 ice
le as ib' e;o 1 du S bn-j re, Pe ro S
i 1 p..rtos, lua e e 1'
co ngregaca doa lentes logo depois de encerrada
a inactipcao dos caudidatoa e pasear a tomar
conhecimento daa habilitacea des meamos para
coneideral-ca ou nio devidamente inacriptea.
Neasa mesma eccatiio ca lentea a presen tario os
pontea para o concurso e aera nomeada uma com-
misai para escoiher dentre ca pentoa spresenta-
ctos os que devem er acceitos pela congre-
Eainaola-Por parte da aociedade C ncia-
Vo, rut a Imperatriz, foi noa remettida av
quant.a de 300 vas pobres. *^
Demos a seguinte arpcecao referida quan-
ta :
D. Niquelina S. do Albuquerqua Vidal
ra do Nogueira n. 12
D. Marianna Pires de Seuzi, ra das
Carrocas n. 32
D. Laura, ruado Manguen. 26
D. Maria Jonnna de Sonsa, ra do Pa-
dre Nobrega
D. Joaquina Domlba da S Iva Codho,
ra de Santa Cecilia n. 7
D. Maria Canoida Wauderley Autran,rua
do Mrquez do Hirval n. 137
D. Jonnna Franciaea Pires, ma de Pe-
dro Alonio n. 76
D. Mara Magdalena do Nascimnnto Pi-
re?, pateo do Terco n. 66
D. Harmelindi Sette, ra dt Viaconde
de Albuquer.-jue n. 64
VnparCearAO Exm. Sr. chefe de divi-
bo, insp-'ctor do Arsonal do Marinha recebeu do
capitao do p rto di provincia do C-ar coramuni-
c ejio telegraphica, part ipiodo achar-se cumplo-
t.m ote perdido o paquete Cear, que havia en-
calh lelo era Paraeor, trinla milhaa diitaute de
Fortaleza.
S iram-se aa malas, valorea, carga, passa-
ge ir a o tripolaej i .
Commuiiicou atela o capirao do porto, que o
sommandante do vapor americano Alliance deca-
;0u nio poJer esperar para ser potador das-ma-
las e paaaareros.
ei-aipe e llasoaM -Rncboaiis hontam
follns lie Arac j U e de Maeei at 2'. ,1o
cor rente.
I) ia nlflmia r.t'r .iiiin -a as aeguintes noticias :
X;.!; 'ci.ui va regol irmente a A^ mbla
L'gi I itiva rovi >'..
Po.- acto de 20 a presidencia da provincia
re i.-- r :
Ex e erar o bichare! 'a Vi lor Eli .a ie Rosa e
f,i vi, Jo cargo do i ispcctir d 'lio. iro ''roviu-
0 ;
Nomoin-, p 1 -i-.-. i30. pira o.: aargo o chefo
da 1" .- ,1 ir: ,, Th i-tro, i.-'i-'.-.ci3ci u'Al-
bu q-.erqu II >!l;iu l.i C, -.- cint-, o ebefe da 2
.11 '-1 I i' o: 1 VI '-quil 1 Cerqtieira,
p o "o : 1 1 '. o i" caer tarar I i io idol-
m.;s .1 Vi), e or.'i.eu p r acoesso, para
-' L" i-ii,-:r;o, Lopoldi-
111 ;'. rr-'Oi li 1 : a Iu XI : 1 .! non te por
,' '. '< ..' 1 0 .'
1 :.'.-.- p o a ') i:: lio or
t -. i o ii-'i:- o; :. ; d>m:'. 2 di 1 -i n. 727,do
17 : 1-1
1S76.
- II r.o 1 :.; -i o ,: !'. 11 sorr'nt o
o- -.i:- iin-ci l'.e lio Pereir* C.
' -. 1', 1, l'hi 18 >r C -oiiiu ,d Le ea Pe-
. : 1.
- > i :.-..,-. i .1. Vagis R il'w \y,
fli'll;l|.i 11 ,'5es.
''ir G >'j vui 1, do 18 Jo
c ri :. o ae. 1 1, :
- \ : ; 1 0 I I I-Ir-.CS, 0
ile 110:111 I! Q 1
I .': 'h in, 4 9 I la i ,j : mooscada, um
fin ni t -ei 01* !' -.- : o-- is '1 iraes,
.:.'-. cjiic-ita 1 lo ni 10 'IU ios 1!;-
!
, o e 1 -..-.i li ,-j .> o ;t -o i 11 ach t-se
a' ata : 1.:-. pin casi do 1 irmao Euit-iqu'o
Uiri 'i--. i.i-Je f>ran coa-uita-
E i p ib iea la 1 I -i n 11 j itiv i i
-..- 1 .',.-ommorol.^..-,na II -i:-, a qu,-- :'l" ,,'' Lu/ nvo, U ":Ul kIu"'' .pello do
ra.das p sciiri:.*, a-.tr.ta. ie n n ro o o n .. fer.^u O, que f i. pe invn p lus.onaes C5n-
lueoia e Noruega c .1 o .-..: I c r- ;" :t\{' srave visto ser imposaivel a extrae ,0
el 1 11 I 1 pee 1 tr 1 1 ruis.
' -i il : a 1 au ..-un coiihccimon'o do
anti ;-''}' ''"
1 irta d L'vro 15 'an-
CorrepoDdencia tf Diario de
l'ernambnco
PORTUGAL-Lisboa, li de Maio
(Condi'Bo)
S. Alteza a princesa D. Antonia irmi de El-
Ri'i qne tem estado em Portugal i nde melboi-nu
icuitu doa aens padecimentoa, partir no dia 18
para junto de aeu esposo e fiihoa.
O principe Leopoldo de Hehenzollern ja ae re-
tiren de Lial eW ba diaa.
Foram ja entregnea Compannia Real dos ca
minbos de ferro portugueses oa projectos comple-
tos dn tnel que deve partir do Roco aoa Arcoa
das A*uaa Livrea.
O grande tnel perfurado atraves das
mont-nbas da parte occidental da cidade, de
t filiados do rtigj 1
i-rica de Berne.
Batea d cura n! n fazem
eo.
Roalisam-ae no dia 29 .1) cirronte ai elei 5
uppieincutares le diputados por Ao .di 1, Va roo
d.- Canayezea r l mtalegre, etijjj circuios esta vara
vagos pela elevmjS) doa :r~. Jo-. Ij-iuiano do
Cistro e Barros Gimes ao pari et >.
Nn mcimi diaae procedtr a novo acto eleito-
ri! em V'ill -Chi, que pertence ao circu 1 del Aii-
j e coja priinein U-ieoio foi aunull-ida pe! 1 en-
mara dos deputad is.
Em diversos eons'Ihoa .'.ato ja formadaa m-
euissea fi iaea ela c mmissao central, pr.-sidida
pi-lo Sr. Corvo para a elevsca-) do un monume'n'ai
n u-i n il ao eminente est* lista Fontes Por. ira do
Me'lo.
No Port') o centro regen I .- >m >u s ibro si
pi-omuversvsubscripto u'aqu-illa cidade.
Em L ria igualmente.
Vai coneca- a pibhc:r-se a sobvori .,;.;) do Lis-'
boa quo j avultada e a ccmtnisso contra! vai
dirigir so a t)da a i-rprensa pedindo a sua coope-
rado .
Partirm par a Franca segu'ndo ei'ahi para
Macan, o Sr. Thomaz de Souza Usa, encarrega-
do de negociar um trtalo de comraereio e amisa-
de oom o c leste mrerio. e o Sr. Berna !o Pin le -
la, secreNrio da meama mieaao.
Suaa Exes. seguir) do Macau para Pe k'n, onde
1 tratado i-cr concluido eassignndn, sendo aeom-
piiihados d'i-bi p b Sr. tenento Ignacio Cabral
1 'ista Pessia, na qu*li1a-le de addido, o p;r
do's oterpn tes.
Depois de prolongadas e crnelissimoa s ffrm<*-n-
t.: tin m-se h tem a ^ra. I). Maria Lab l da Po-
nda oirvalho e G83 Pinto, sonh-ra dos maiselo-
vadoa .'ote-s de coracSo, muito estimada e querida
do tudos quo tiv. rim a honra A finada era viuva do Dr. Ji/o Ferrero Pinto,
que f ii presdate da relacio do Ga, e mi do Sr.
Eroeste. Jal: 1 ( Pi ito, directir das obras nu-
cas de Vi-oina do Castello e deputado da naejao.
Hontem e hoj.', pelas horas da noute foi sub-
meitido a um recunbecimeato ffir-it oayatema te-
le'graphico de Iu2ea fabricadas na 1 ffioioa pyr te-
chinica do estado, sconhecidas por systr-ma Ta-
vares.
Eate re'conhccimento ordenado pelo ministerio
da guerra, tenio logar a primeira experiencia
do Castello de Palinella para Santarem, e a fe-'
segunda do caste-llo de Palmea para o de S. Jor- j
ge, e-m Lisboa.
Prose^uem cem xito e regular concurrencia, no
no theatro de S. Ca 8 os concertos classicos, sub-
sidiados pela cmara municipal i'e Lisboa.
O circo equestre e acrobtico do coiyeeu findou
hontem os seus espectculos.
Heij cm D. Mara II a premiare do Sevro
Torelli de Cop tradm do, era verso pelos .Srs.
.Jaime VicUr e viaconde do Monsarraz.
L.
Ti-letrsmma -- S. rlxe. o presidenta da
provincia rcetbou ante-hontem s segu ote teie
gramma :
Deputado Maciel apresentou h-oje r- querimeiuo,
considerado cenaura, desconfianza ao governo pe-
la sulucao militir, obtendo governo a favor 62
vote, con ra 28.Cotegipe.
e-leiM da prenldetaciaPrr portara de
23 do corri-ute, foi naturaliaado o subdito portu-
gus Camillo Gouvea de Andrade.
Por portara de 21 do corrente, foi p-oroga-
da por trez meze-a, sem venciment08, a licen^a
c-nc-e-dida ltimamente a prufe^aora Argcmira
Guilheruina Feto^a Bree keneld.
DenunciaEm consequencia de nao tereno
aido campridaa' pele; juiz de direito da comarca do
Limoeiro, bacharel Antonio Ferreira ae Souza
Pitane; -, aa ordeua da presidencia da provincia,
relativamente aa dilgenciaa legaea e necesaariaa,
para o pavimento doa officios vsgos de escrivio
do jury e execHe,oeB criminaee e tabelliio do
tetrao d'aquella denominafo; foi eml7doeor-
renti- mes, aada a competente denuncia contra o
inesmo jais, pelo conselheir'i procurador da eora,
sobe rania e tascada nacional.
raenlrJade de nireilo No dia 30 do
corrente, ns 2 ho as da tarde, fineta ae o praso
de si-is niezet para a in-cnpe;io dos candidatos ao
cencarso para provim nto de um lugar de lente
1 ubstituto. vago por ter passado a cathedraticp o
Dr. Jos Hygioo Duarte Pereira.
Acham se j inscriptos cioco concidadies que
sao oa Sr. re. Manoel Cementino de Olive-ira
Escorel
rique Mil
Adolpho lc ua c^osia ejiroe.
No dia 30, a 2 horas da tarue, -reunir-se-na a | pregue noa termoa da le.
fact 1.
E' c 1.-. > rar 1 .1 n c 01 03 s-.'its Je-
vi r -.
ei t .01 .i inform ia loe.rca dn crio" p>r nm
pn -nte 11 e ,1 -11.! 1 c m lia aljions pssao-i8.
Paqnete isncl ie ano,Estepa-
|U te saino li .:tein i-. 2 biraa Ja tardo ela I5:.ba
para o 1 poitos lo 00
Deve cbeif.ir aqui >.-.:.'.olio.
s-;:e-it-:o municipal le ;:<>rn lapelm
lie,ah-ou-se aute-honte n ti 1 u-. e 1 foa ve-reado-
r s .-j eizoa de paz do municipio ic :i im- J ir li n,
.. resulte. !o o ae ruint :
Vcre 1'. i-''..
lo Dr. Man il II iri |ue Ce. leiro (L).
l" Manoel Chiyatovio da S Iv.i Pinto 1 ),
uJ (J numo li.n l) -. Li n 1 Aginar (I).
4o Urbano W.or; Carueiru da Cunta (C).
5o Dr. Manoel T rtuliao Travaasos de Arruda
(C).
6o J lio Fl reutino 'a Ounln Azoclo (J).
7" i vino Alvos i.- Freitaa (L),
8o II norio de Paria '! iciel (L|.
9" Dr. Justino da Motta S Iveit (L).
Sappleutes
Primo Xavier di F.mseca (11).
Francisco Pereira o Albuquerqua Mello (L).
Joo Manoel d Faria L it" (R).
MaUquiaa Primenio Beserra da Aguiar (R).
.Man t! Francisco do Albuquerque fiarros (L).
Jos everino do Arruda ('.!).
Juzca de p .z
Ia districto
Rog berto B*rb ao di v.i (R).
.1 i 1 L, pea I)-:; I L .
J ia Rosa Lesaa de Agii r (1).
Abiiio Aprigio : S >uz 1 '.irbos (L).
Immedi
Philomeno Norberto Ge mes de Moura (Ll.
Clernentino da atta Ribeiro (Lj.
H 01 rio do Paria Ma- i-l (L).
Joio Aristobulo Forre ra ela Silva (L).
2- dia:. icto
J aqum Goncslvcs da Costa Lima F !!\: (C).
Je s- Autoaio Svi.eros (C).
Antonio Gomes da Cos:s (R).
Filippe Gomos iinrboaa (L).
Immedi -i toa
Jefe Anfenlo Per. ira de Moraes (L).
Manoel Hqi orio Ferreira L:ma (L).
Jco Francisco fie Me l'o (L).
Francisco Ribeiro de L:ma Vasccncellos (L).
I j ornal, ,iue te publica e m Paris e ergio alli da
colonia brasilea
C ntm os assumptos, constantes do seguinte
summario :
Le Comto n'En. Brea.
Tlgrammea du 2. nvnl bu 5 mai.
Ei. he a dr parten t.
La province de Mioas-Geraes L. de La F.y-
Cbroe ique parisienne. Andren Desprez.
Li ttie do Rio de Janeiro.
Le eSystfme d'Immigrati 11 etde Ce^lonisation ao
Brasil (siiiti')-D. Luis.
Lettie de S I scbstncticn du Sam-Francisco.
Avia hu migr'ints.
^ oov'i-lies des provinces.
Rovue financiare,
Revue cornmercialo.D. Noel.
Muuvemeut martime.
PheiesrApbia alienanOs Srs. Alber-
to Heuscliell & C. preprictaiioa da ph.tographia
allemi, ra do Baiio da Victoria n. 52. conti-
nuam a executar os irn-.is aperfeicoados trabalhos
quer phutegrapbicos, quer em pintura, a oleo,
ac-handu-si" incumbido U'-a retratos a oleo o eonhe-
cido pmfer l'er.-iuuiid Piereck.
Consoladora bebidaE' incontestavel-
mi nte consolador um licor que, acabam de receber
de Birliui oa ora. Paulino de Oiiveira Maia, ra
do Imperador n. 28 e GoncaUea At C, ao caes 92
de Ne-vembro n 26
Pela amostra que recebemos que nos anima-
mos a dizer alguma e-usa sobre esse excedente
licor, que tio prepriamente foi denominado Con-
soladeir. Nao ha du vida : .consola, refrigera 1
provaVelmente, se nao tiver as cem virtudes da
anna ter. novrnta e nove o queja nopejaco.
A quem precisar de agrada vea conaolaejoce re-
con-sseiidainos o O nsoladcr.
Facada Jce Felppd de Amorim um
cioaejio que ttrha rixa velha eom Francisce
Joio eos ^antes e encontrando ae os dona no l-
ser Seirinha do termo da Gloria de Goit, no da
19 do com nte, f.ram a viaa de facto e de tai mo-
do serouv.ram que resulten, 8. hir o primer
y
JosAustrege-siloReedrigues Lim., Hen- co mquatro Wda gve^ ^
se por aa
competente
r
llEGlVH
1 MUTRADO
9


Diario de P^rambiico(taarta-^eira 25 de Maio de 1887

para

'

naparocb.a da B.a-Vista, a inscripc
.La jM-loefttu.4,1 no di. de Jonha
prximo, s 6 horas da tarde, ua sede da me. na
"maoMo pro% iuclal-A Recebcloria ee-
t proceJendo a arree idaclo tfa S semeatre da
exercicio corralo, livre de multa.
Igrfja lo Mi>ntiro-0 piodoio. ejerci-
cio do Mez de Uan dWa greja, encerrar se-ha
no dio SI do corrent-j com o acto do coraca i a
SmGstirai Virgem, ficani) transferida a respec-
tiva feU para o Domingo 5 de Juuh; vindouro,
que constar do uaissa cantada solame com sor-
mao e Te-Deum Ijiudamu uoite
Os lurapioM Es^ea prestrnosos m'moros
da grande contraria do o/to rM o a' an;
te-hontfa penetraran, pr maio do rro^
em um los armea.rai da cmpanh.a di gu a\.a
ddadeesuMrahiram d gaveta de urna earttnr
a quanti de Gi5><> em dlnhiro 4*'*1'
las o mais do..* recibas em b anca dos ns. Ib.bt
e 161-', rubri. ados pela gerente.
Caegad* ofucto aock;cn;od suWK
.do di 1 diatri-to do S Jos, procedeu es c ae
ilig.iucias recommeudadns na lo. e proco (tas-
cobrir i s industriosos. _. Fot.
Gremio Bec-rcat. F*ml ^7^
ocied* le .-l-s-u pa o, cargos da actual direc
t0^dS"oLjo:Gui!herme da Silva Monte.
Vice.prosidnto-J.s6 Castor de Araujo 800.1.
l.TcWurio-AatonioEaphael Al ve* da Costa.
9o ditCeodan de Aquma. #
Orader-Zacbanas Coma do Espirito-Saato-
Thesoureira-Francisco L. Olive;ra L..pea.
Fiscal -Lola O ..acal vos Agr.
ProcuradorFrancisco V. Alves da Fons:ea.
Directores do ms ; .
Alfredo Fumino Ja Casta Rioe.ro.
Cleodon de Aqutna.
Zicaarias Crrela do Eajirito-Santo.
Francisca Lucio deOliveira L *.
Francisco Valeriana Alve di rouscea.
Francisca Assis Ferreira Magalhes.
Jos Mauricio dos Santos.
Teuio o consocio Luz Agr podido seis mozos
deheencaporterido p-ra Pwqueira tratar da
sua sauio fai nomoid) P*ra subst.tu.l-o no cargo
de fiscal o Sr. I'h ad,luh. Vasconcelos.
Aclu se Ir rasfarida a s lo social para a ra do
Imperado- n. l'J ai. lar, onde havera eesaao do
asaerr.b geral anwoha s 6 horas emnda :ar-
Betue ilu lon Jo I^atla-Dc Paria rece-
bemos bontem o u. da Maio iosto impor.aate re-
vista.
E' este o seu rammaric :
I. La Crate d'Egmont et lea e:pignols cu
aeuni6. ijMlem-H*> M egaia
tMDa Socieda'de Philomitiea, ern aasaao oriina-
r.a, 10horas do di, n l*g *> XlTa ao
Dos aecioniatas da ferra-via d ^beiro ao
Bonito, ao raeio dio, n. lacr.ptorw da emp.er^
DoUSl Arcbeolog.aoeGcagr.pmeo Por-
aambuc.no, era StSsfto ord.naru, ah.ra do eos-
'"noli cr io l.fantil Nove de Ag sto, no respeo
Un** (laatala Aeaderaic) ahiraadocos-
'TsTreotorl* ca olr Ue Meria-
Co o poroBoletim meteorolgico do
li 3 i Maio da 1887 : ____________________
Hora*
6 m
9
12
3 t.
s 82
r^i
23 -5
26'
^910;
29*O
27* -t'
Barmetro
O
76l05
762"32
76L'"58
60'a9
760(>
Ttnalo
do vapor
19,65
21,47
21,43
21,07
23.03
8
'i
o
cq
91
82
71
7i
M
Temperatara maxim- 3j,0
Dita miaima23*,35.
Evaporacio em 21 horaSuo sol: 5,n2 ; som-
bra: 2,*4
C.uva-0,8 ^L
Direec&o do reato : SE demeia a. i' ale 12 horas
e 9 minutos da turd.*; 8SE at 2 horas e 32 miuu
Ds ; SE ate 5 horas; EE at meia noite.
Calmara durante 4 h.ras pela manbt.
Velooidado media do vento : 1^,03 por segundo.
Nebulosidade media: .17.
B detim do porto
i** CU 0 Di a 2 3 do Maio a 24 do M no II ras Altura
B. M. P. M. B. P. M. 10 47 da mamb 5 2 da tardd 11 1 5_17 minha 0,">3J 2,n>lG O.mjO 2,mlJ
h Po7n 4^M----jlXWbUal ojo : ii.pitlr Marl'itu. r-aa-iuw. i'w 11 horas, na ra da


Flandro. p>r Mllo. Marie Rousseau.
II. KgSna, simplehietoire isoite), parM.de
St.-Sylvrstre.
III. Etudca sur la Grce couttuipjraino spyn-
dion tricoupie, par M. Julos Blancard, prdesa ur
la Faeolt 1-s lettres do Maraeille.
IV. Varile,: 1 chalet-eden, pirMm?. laba-
ronue d'Ott nf-la. 2. Une ca'.ommo bistorique ;
ruti, p\r M. Cnarlea Bo-t.
V. Salo-, de 1-J87, p.r U. F. Senot.
VI. l'olitique ft diplomat.e. Bullctin mensuol
p.r M. lo eomte d.' Barral.
VII. Le Mondj Financier, par M. X.
VII. Tnitros, par M. A. d: Saint-Ueor-
ges.
IX. Livrfcs. Bcvaca
dees.
Ma3Jns recomnan
Maiqu-z doHirvaln. (i. da tanerna ani sita.
Velo agente liarlamaqui, s 11 horas, na ra
d> Iinp rador n. 22, de predios.^
Hntoao ftaoesire.Serio celebradas!
Hoje:
A's 7 h r s, na igr.j do Espirito San to, p.r
a!wa do Femando Th .mas da SU.-a ; .s 8 hora,
na matriz i Santo Ant)Q', pe ulmi de D. Au-
na da C nceicao B^sto3 de Carvalho ; s 5 bo as,
na igre,a do Pilar, p ia alm Uo Bogerio Ale
xan Ir da Fons.-ca Marque?.
i'aanagi'lro*!Ch.gados dos pirtos do sul
no v.ipor na-ioiial Jacuhype :
Dr. Jos Gomes Villar, Dr. T to C. Crrela Ce-
sar. Daniel Marques da Silva, Joaquira Sa'dautu,
Oiympia G ulart, Dr. Mnoel V. da Costa Barr s,
D. Mana -t Barro.* S ares, D. Anua Mara de
Jcjus, I). Francisca de Menezes, 2 rilhoa e 1 cria-
da, prucas do lie ha e 3 mulbi-res djs m smoa.
Iiinterla la provnola No dia, ..
do cjrrrutt;, i 4 horas di tarde, ;o ixtrahir
4 parte das lotera, em b-neficio dt nutriz
de Iiam'o, e, dj cousistorio da igieja d
N ,:M
Casiatertea m^rltimei* Etando : Seuhora da Uouccicao dos Militares.
pira as procedeni .8

N mesino coisisrorio ttaro exp.stas as ur-
do publico.
Molerla da corteA 204' loreria da coi-
to, pelo mvo pUn, cujo premio gran le de------
3'):U>>. 000 lora extrahida no dia .. do cor-
reute
Os bilho'es achatn-sc venda na prava da In-
di- > ndeucia ns. 37 e 3J.
Tamb-.ai aehamso venia na Cas* da For.
tan ra Primeiro do Marco u. 23, de Martina
acabad 13 as uuarenteoas. .
do Rio la Prata, o paquete Eq-uxteur tocara nos- jane a3 capturas a aprn
te port) no dn 19 d Juuho prximo viudouro, <-m
viagempara Lisb>a e Brdeos _
Traio-.Ua d ali.iaoato. Fui muito
apreei .da e:n Paria esta tragedia recitada em uin
Sala 1 a.-isticr .to : ,
por _- ,.: :_o abbade Peqii; Ach ki, m-ca
arabo, namorada da principe Euu ; principo buo ;
Uv, carrasco. .,
Lerautado o pumo. vs. o abotdo Peqn aos. nusa u.
ps d Aolik'., f*aenlo-lhe urna dectaraco de | Loierlii dali-o-Para-.i
amjr. O priucipi sor cido :
Abb cedez (i b c d .
abbad-* (com d-eprea-i)Effl \e t)
O principeTai Ackika. Elle aitrn Eno (4 b 1
k I ir. no).
O ibbado ioa immovel.
O principe (iirprea .)' e4 rtstc lp T r t.)
Voltaadi-se pra a port -Uve (u v).
Compir-ee o carrasco.
O principo apoitalhi o abbii'e far.lbo um
jignrcom a mo, dizeudo : Zd {>.)
Aerosttica militar.- Sol l, de Pa-
loteria dosta
provincia, p>-.to n >vo plano, cilio premio grande
4U:'.00iX>, ser extrahida nidia .. do cor-
rvute.
Bilhetes venda 11 Casa do Ouro, ra do Ba-
rio da Victoria n. 4-J Jo Joio Joaquim da Costa
Lcite.
Tambem ach.im-se venda na Casa a For-
tuna !i ra Primeiro do Margo u. 23, de Martina
Piusa iC
Iii>lerUdaprovlnda-A 4' parta ds
loterihS em boisolioio da mitriz da villa de Iiam-
b ser extrahida no da .. do corrate, a 4 bo
ras da tarde.
Os bilhet a garantido* acham-so venda na
Cat Fcl.a na pr,.va da Iulepeuleucia na. 37
1 e 39.
Tainb m acb un ao ven la na Casa da Fortuna
ra Primeiro de Marvo n. 23 do Martis F.u-
!za*.C. .
Lotera da Paratiylia EsU lotina cojo
premio graud- de 20.0 lOJJJO ser extrahida no
I Jia26 Jo eorrente s 3 horas da tarde.
Os bilhetes acham-so venda na Casa do Ouro
40 de Joi Joa
ris, noticin m 14 do Abril que a questao do din
gir es halos tioha feito nm pasao decisivo, so
eram exactas -:s iuformk.-ojs do Borlim. is'g.ia lo
ellas, com (dT.:to, o eorpo de. aerostat.ca militar
aoaba do construir um balo dingivel, 8Uji expe-
riencia f) d.s mais couoludontes. Ter s -hia cjn-
seguid guiar o b !ai untra o vento om t.-wai as
directo s, paral o, assioi como iazer evolu..- a em
um ponto dado.
O inventor deste bila aperfeic >a 11 e .1 n hr.
Welk r, originirii dai provincias rhoniuis, que : rua j) Bario da Victoria n-
tiara* v'ivi io at aqu como inacuinista n 1 Ae- qnjm rfa Costa Loite.
rica. Lolnrii. do Esnillo Santo -E.ta lote-
O govjrao .llemo inteiramente aatismno com r< .Q prJ f Q gr^njc 6J:0J00J0, ser extra-
o resaltado di reoetidas experiencias, iquino a h[u n d|H 28 uo c.rreute.
inven;> p*r> o imoerio p;lo preco de um m.iho Us Dilftl.ttg acham.se venda na Roda da Fot-
de markis .500:0,10/) pagis viaia e o pngamen- tunh & nw Lirga do R.J8ario u. 35.
to da renda de outro uiilhao durante corto numero Xombem ucb u se venda na Casa Feliz na

de anuos.
Conzreo de ebargiaTora lugar em
Paria, no mez de Aoril de 1883, .0 tercei.o esn-
gresao trances de cirurgia, sob a presidencia do
Dr. Veroeuil. .
p.T.atar-80-he : 1 do p.oeesso a seguir na re-
ndas causadas p>r armaa do logo naa cav Jadea
visceraes : 2o do valor da cu a radical dr.8 her-
nias, no ponto do vista da cura dehuiriva; 5o sup-
puracoM chroaieas da p'eira e eeu tr.lamento
(operacos de Lvetant e do Eitlander) Reinci-
dencia dos liejplasmbs operados ; estado aobre os
meiea da prophilaxia.
Matricula de eneravo*Resumo geral
dos esoiavos mitriculados ni municipi) de Agua
Petadtsta provincia.
Desde o ua3) do Marco do 18*G a 30 do Mar-
de 1887 matricularan! ae 155 escravos segundo
50
o art. 13 1
Sexo :
Mase, lino
Femenino
do regolaaiento :
piat,a d 1 I idep ndent ia ua. 37 e 3).
Loleriw da provincia ilo Paran
A 13 loteria desta provincia,pelo novo pla, cu
jo premio grande de 15:()00i>000, se extrahir
uo da 27 do M lio.
Billetes a viMida na Casa da Fortuna, a rua
Primeiro do Marco n. 23, de Martina Piusa & C.
1.1. .liu do I***A 15 parte d-ata
lotera, pe'o novo plauo, cuj
premie grande e
epcracSea, parto e' molealias do a-ohoras e
meninos. Ra ta Gloria n. 39.
lh. Barrjsto Sampaio <\ consultas de
rocio-dia a*3 boraa 110 1. andar da casa
,1 rua n Bar.\o da Victoria, n. 51. Rtwi-
d^noia rua Seto de Setombro n. 34, en-
trada pela rua d.\ Sndalo n. 25.
O Dr. Castro Jess tero o sea consul-
torio mlico, rua do Bom-.Iesas n. 23,
sobrado.
Dr. Oama Lobo mdico operador e p ir-
teiro, residencia ruado B. de S. Borjt n. 2G.
Consultorio: rua Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das 11 horas da manha s 2 da
Urde. Espec-ialidade : molestias e opera-
res dos orgiio genito-urinarios do hornero
e da mulior
Dr. Joaqaim Lmreiro moiioo e partro
Consultorio na rui do Cabug n. 14, 1.-
andir, de 12 s 2 da tardo ; resiiencia no
ifonteiro.
Dr. Manoel Argollo. R-sidotioia e con-
sultorio rua Duqu de C .xias n. 8o, 1
andar. Consultas das 11 horas s 2 da
tarde nos dias- ntois. Tel'phone n. 233.
Dr. Seve, medico, pjrteiro o operador,
rua Princeza Iinb-1 n. 7.
Consultorio omoBaiiatic
O Dr. Miguel Themudo, medioo ho-
moejpatico, te;n o seu consultorio, rua do
Bunio da Viitoria n. 7, | 1." andar, onde
d consultas diariamente das 12 s 3 ho-
ras. Cha nados por oscripto a qnaloaer
hora do dia ou ia noite.
O l>r. Bar-ui Sulmare
Pole ser procurado no esinptoro desta
Diario da? l horas da manha s 5 da
tarde, todos os diat.
Promotor puhlico
0 1 promotor publico, Dr Froitas
Henriou-s, mudou-ae da rua da Aurora
para a da Unido u. )
O Dr. Mi'tt imi loa s?u easriptorio de
advocacia para rua do Duque do Cuxias
n. 50, 1. andar.
{rogarla
Francisco Manod di tilia & C. dao-
iitaiios de todas as especialidades pharrn.
seuticis, tintas, drogas, productos ehimict
e aiedioamoatos honwsopatijos, rua do i.>r-
q'icE de linda u 23.
Drogara
Faria Sobrinho & C- drogaisti por attA-
eado, rua Mrquez de Oliada n. 40.
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e officina de cxrap'via
de Francisco dos Santos Macodo, caes
de Capibaribe 1. 23. N'oste grande esta
belecimcuto, o primeiro da provincia oeste
genero, compra-ac e vendo se madejras
de todas .s qualidades, serra-se raadeiras
de coala albeia, assitn como se prepararu
obras de carapina por machinas e por pro
co sem competencia Pcrnambuoo.
PtBLIi\(JOiSii'tiO
M
734
774
1558
oa
403
30i
99
54
S-.mma .. J8
Vlor lixado neo rpinhando as senes das ta-
Somma
lia:- :
Meu.r.-s de 30 annoa
Maiores de 30 aunos
Maiores de 4( a 50 sanos
Maiores de 50 55 ann03
Mi)-"ca do 55 a 60 .nuos
bella a :
Dos ui-norea do 33 annos
Dos maiore de 30 a 4 J ..naos
Dos maiores de 40 a 50 anuos
Doi in ii->res do 5'J a 55 aunos
Dos maiores de 55 a 'i') anuos
Sujmi
ati>do :
. Soltcir
Casad
Viuvo
Somra 1
Pritiiss; :
Agrcola
Artista
Jcrualeiro
SiSiTa'-iOO-)
278:400t0J
160:650*0)0
34:3001< -00
6.00>*OO
1,049:05 )0W
de 15:J0 )' 0, ser exirabila n> dia 25 do cor-
rtnte.
" Os bilhetes acham-se venda na Cas teliz
prava a Iudependeucia ns. 37 e 39.
Tambera acham se venda na Casa da Portu
ca rua Primeiro de Marc n. 23. Martin:
Vinaa S C, c na Esmeralda, rua Larga do Risa
rio n. 24.
Ccmlterio PublicoObituario do dia 3
de Mai-.i : _.,...
Mauoe1. l'.ru mhuco, 1 m-z, S. J >ai ; ictericia.
Felismina, P- ruambuco, 30 aunos, solteira, Boi-
Vibta ; O'.neri;
Jo.iquini Mara da Conceicao, Pornambueo, 70
anuos, solteira, B-Vista; >:eohrte,
Braz J-o Danige, Peruambuco, 50 amos, eol-
teiro, Bia Vist ; leeo cardiaca.
MaDOrl Jo= MattM, Pernambuco, 37 annos,
ao^teiro. Boa-Vista; bronebit-.
Jote Birbalho Q.iuteiro, Alngo.s, 78 annos,
poitoiro, Boa V;sia; !c ^o cardiaca.
Andi, frica, 90 tnuos, so'teiro, Boa-Vista ;
V Ovce.
Jo, Benedicta, Pemambuco, 23 anno>, toltei-
ro, Boa-Vista ; dianli...
Mme.viu", l'cruaubuco, 16 meses, S. J^s; ra
ihiti.m .
Un f>t >, Vni-imbue >, 15 ia-Vista.
Sibiua Francisca Ma ia da Conce co, Pernam-
uuor. solteira, Boa-Vista ; elcphmtia-
Exin. Sr. ministro dBraiwl, residente m Lsbia,
Je f izer a apresentHc". 1 e .0 lhi dos candidatos-
De diverso candidato'; qb8*concorreram. o Exui.
Sr. Eeit-eseolh.'u quatro, dtil) u.e a prefereu-
oi nao i polo rame a que nos submetteu, como
porque sabia qije cu tiuhi eotU-lado tolo o euraa
do Lyceu no eolfagiu .o que era dirac.or o Exm.
Sr. con3 Iheiro eff:ctiVo, D'. Tnomaz Cabral ioi
ros de A bargaria.
Nestas c radico js aa propoitas documentadas f >-
ram remettidas ao Ei:n. Sr. presidente do Per-
nainbuco, o quai ainda por sua vez deu ma. a pre
terencia.
Desanimado por ter sido preterido em ua con-
eur o (,i)i-qu nunca fui pilitiei militinto) para
delegad- da initrucoai publica ms ilbas, aceitei
com prazer a uomeaya > paca Periambu'o
Portaotoj v o Sr -articulista que a fbu-
la de I'ludruex ujre med7cu uomo appli-
cavol.
Na v^rJain nao m3 app'icive!, porqie tara
b-.-iu nao t -m app'icaco urna phrase da m-'iina fa
b.iliverinu stupore vulgi.
Sr. articulista, o educador moJota, ao sentido
lato, o h u. ia que iroluutariameute as ff rene
ao sacrificio, e at ao martyrio em bm'ficio da
humanidade inteira !
O educador .0 el) Joaus Christo !
Oxal que ao m'noj poieaso eu bjm compre-
bender Speneor, Frotbet, Garrett e nutrs !
Comtulo a par do minha inaufli^eacia reco
nhtciqu' em mim felizraeato ciiate u.na pequen 1
Ct-utelha do fogo dj Pr motheu, existe um des-jo
inundo ou talvcz mesmi vaidada de querer olio-
car- ne no primeiro plano em qualq ter prosso
hones'a, oflicioou arte que adoptar.
Q ia 8gnificico teiia a Es'ataa Ocenica, se
Cuiombo nao ti vase forea de voatale, firmz de
carhctcr !
Reatemos noasa questo.
Naque'laa propoatas exista a'g'ima Jiou ma-
m> intenoao oilmsiva nobre proviucii ou ;d 1-
lu-tralo coro) docente diGymuasio Pernambaca-
uo?
O Sr. articulista diz em alguna parilos que eu
atiro o escarneo fac: da Provincia porque acbo
conv, n;eute a existencia do um instituto agrco-
la, industrial e cimmorcial, Hiriniulo quj querj
reduzir o braseiro, o peruambaoano condiclo
di trabilhador le unxadi, e esso ignorante.
Q lauta JiijusMca feita 8 minhas intencSes.
:;or pi-dado nao me considere iugrato, pirque
talvcz 1 un;ci quviid*le que m< orgulho do pos-
1419
111
28
1558
1556
2
Soturna
Uomicilio
Ui bauos
Kuraes
Barnini
'56
2
Mm
15o8
X. i. Nao fez p.rte d* nova matriaajla dcst.-
municipio neiAuui ses*|e*ri'. ,,,,
Collectorii gral de Aga-Preo, Ut de. Maiu
de 1837.O *olletor, Man-el Verissimo do Ite-
gt Barros. _
Prorl.si *> raanmeato F<-rm
lidoa no da 22 do eorrente na matnx doa Aa -
idos os r guwtr :
Dsanio Autoaio da Silfa eos Casimir Mara
doCirmo.
Vicenta Ferreira da Silva com Jwepna ana
dOl veira.
b-co, 20
sea.
Joiio Luz Diogu, Portuj.l. 32 anuos, casado,
Bo.-Vista ; luoercnloa.
Au- ni Mana da Silva, Pernambuco, 30 annos,
sclieua, Bu-Vista ; luberc-uhs pulmonares.
Aatouio, Peruambuco, S. Jos ; asphixia.
J .rgc, K Agoatinh" Jos Pedro, Portugal, 40 iiunos, ca-
saa^ Bo-Vista ; taberculoa.
Mara Boediwa, Afuca, 7t anuos, viuva, S.
Ja ; anasarca.
Fraucarc An'onio da Silva Cavalcante, Per-
uambuco, '1'' aunos, casad), B>a-Vista ; seoili-
4-rttr.
AI-.xandHna Cavalcante de Aibuquerque, Per-
nambu.-o, 75 anuos, viuva, S. Jos; tJ--rculoa
pnliuouarcs.
lJalmiFranisca AlvtS d rumen, Pernan.-
boco, 31 annos, casada, S. Joae ; t*erculos pol-
asonrns.
M,ri, t d:as,'Sauto^Antonio ; ec'amfwia.
Gyiuu.tslo feraanibacan
Aj PUBLICO
Venho hoje cuinprir a prom-ssa feita em m'aha
pu'oiicavo do 19 do crente ; anteeipo-me, pirqne
teuho neci-asidade de refutar dua8 prop isico-s
ola itasiadas p;lo articulista Un pernambucano euv
seu artigo inserto no jornal A Vr .viacix.
Estasdoas propoaiv'', qao s.nent*. Lem pir
tm attrahir sobro mim o odio, sio : idxde ane
matucao de nraa inslit ticao de umi eiacac'io, e <
tnifdo de ofender unta c^rporacio il'.ustrada c al
umx provincia inteira !...
E-pero qu." o publico me conceder parda 1 de
abusar de sua bondad.', solicitando sua benevo'a
a'.t.nC'l" e eeu juizo imparcial.
A Falla dirigida pelo Exm. S-. presidente Ai
sembl* Leg'B'ativa Proviaeial era 2 de Marco lo
corrate, trataudo do Gymuisio Pernambuenno,
fez propalar boatos a tal respeito. Eutre catea
boatos e.irriam con maij iutcnsidade dous : a CX-
tineco do internato, em vista do existirem
u'essa 1 poca dousalumuos internos eratriblirttes ;
__e 1 reforma di rogiment) di instruceai teud
por fim meiborar sua organisaco de accordo com
a ecou imia.
A' primeiro ubjectava-se que era gravo desou-
munidade expellir 3 ) ou 40 aiumaos que na initi-
mitJ recebiam a alim ntacao, a instiucco c :i
educacao ; ao segundo off-reciam-se algumis dif-
ticuldadea pura serera satisfeitas as duis con-
dicSes.
E,t dous pontos toram p>r algumas vezes as-
suinoto de conversao cntie mim e algumas p-e-
aoaa de alto crdito O soeudide, a quem expus o
desijo de dar muior deeenvulvi:n-nto educacao
physiea e in'eeetual de unos al i.nuos, e as dilli-
cui Jadea de obter perfaita discipliua pw eaU3a da
inconveniente d3posci das divises da casa,
ond- exista o c Jlegia ; poia, apezar de j ter cou
sumido bastante dmbeiro em me horal-a, ainda et-
t looge de astisiaaer s exigencias disciplinares
que ininha fraca aptido julga de necessario cun
primento.
Animado pela appi-ovacio de alguna amigos
I (no sentido vulgar da palavra), apresentei-me ao
xin. Sr. pjesidente da proviucia, e en breves au
dienciaa indiquii minhas intencoea.
S. Exe. usando da dignidale e conacioncioso
criterio que o earacteriaam cimo adiciiiistiad.T
de ta nobre provincia, ordenou me qao apresen
tasse minbaspropjstaa p quer d.cumcutos que me abonaasem, afim de, to
madas inLrmaces, ser re, olvido o :jue f-sse do
maiores vanlngens para a proviucia e para a inHi-
uicai. _
Era cumpr.m->nlo desta ordem ofijrec. a h.
Exo. em carcter iut-iraineute particular, .du is
propo'stas da tbeor seguate :
Primera pffosta
Clausulas
Oessao gratuita do edificio polo tempo d> con-
tracto (abstracci Mea da entrada principal, ae-
cretaria, pirtar.a e fice do sal.ao pavimento ter
reo) ; e dos objectoi e raiveis perteuceutes ao
actual inf.ruat), ineluindo o museu, por cuja con
ser7caa o cortractaute e respoiaabilisa ;
Iseci) de imposto provincial c municipal ;
C asi do prot-ssor da aula primaria ;
Cjntracto, ao ni ui a por tres anuas, etc.
Vautngeus off.T.cidas
Instracca edon.c41 gratuitas em mea coil -
gio a vinte meninos p ,bre ;
Aceitaco d 18 alumnos eo itribuintcs, existe.it s
na occasiio sobas merans cond'cee.
Coimervacao do e lifici uiuilus e miuu.
Segunda prjposta
Cesso de todo o editicio, et*
As outras clausulas idnticas a da pnm na
ipicAcoEs _irm_
atea ico
O Dr. Ljdbo Hoscoso, de volt?, de eua
v.afaea ao Rao de Janeiro, aonntia o
xertaci de eua protiseio. Coneltuae das
10 a 12 horas da manha.
proposta.
Vantagena
AdmisoSo gratuiti de trinti alnmnoi p<,brei. _
A cada proposta eeguem algumas cbiervaco-"
das quaes o articulista deu um c neis > traot>arap'->.
Destas p'Opostas deduz ae a coutiouacao d;
Gvmaajeub'a forma de extermto, ou com in-
stituto de humanidades ou cono iustitULO agrie ,11
iodustrial e comrnercial eegundo as observv>o.
Eis o hiatorico fi-:l da qiest".
Pasemos 4 r. fotatae.
Nao tenho a trraloueada vaidade de querer ar-
rogar me oe foros de educador ondulo, nein .nes-
ra > ipoatolo da matituicao, considero me um fi-.eo
obreiro, nao s p irque me failecoj el meatos iii -
tellectuaea, mas porque, (ainda que os tivess ),
nunca oderia seuur-me uoOlymp ; poja s.b.e
mim pess 0 anathema dos mporudw do outro
mundo.
Retrogrudacao no seaulo do pogreaso !
^e os-leitores roe pTuii'-tom f .r,-i urna pequ-na
digr. io, DOtieiaia* W a m.neira porque fui
importado
Em 1872 ap .areccu nos joruaes de L.iboa um
e iit.l.convidaudo coiK:urfeutc* a u.a lugar oV >e
p tidor de Gymnas.o Pcruasbaeaao. -O t-im.
Sr. Luis Falippe L ito to: u etmrregado p.l>
B<*) Por sffl teaoi de materia, so b.jo dmif
preaeuteart.g, emmsJi>oder de.d; aeguuda-
EapecialdAdes' f,ra.

u.r a gratido.
Nao rebaixe o agricuit-ir, o industriado com
incrciante !
Na> m- ju'gne capaz ilc negar csse grindefac-
t) p.litic -social a necjsidade da instruacao'.
Eu, a > contrario, c nsidoro o agricultor o o in-
dustrial c mo aluv.iiieas poierosiasimas para a
Drosprridado de um paiz.
Com eff.ito todos 03 piiz s cultas canm b
uit resse, deseos rnm s, j 1 aniiliando-os pocnnia-
riameat-, j o. tabeleee ido esejias-
Couata me qu; na corte, Babia e Rio Grande do
Sul t-xistem algumas escolas nesU-a gneros-
AffiruiJ ainda que as c colas qus conbee, o
eusinamento mixto, isto existe .0 eatuda das
linguaa, c o das se encas para auxilio doi divir
s.'s ramos especiaos.
Parece-me, pjia, que o ?r. articulista j deve
estar convenoido p la historia do todis os terapia
d que nao f dea'umra ser agrioultor, eimm-'r-
ciaute, industrale artista; o 30 o u) cst e
quer coud-miir me, entS) tora do condemiar
lambona l Illm Sr. Dr. Jj> Barbaibi UchiCi-
vu'cinte por ju-t ^s ttulos distincto. p'raambuca-
110, rauito digno -p:.tor g -ral da instruccia pu-
blica e ncanssvul ooreiro da causa ui inatruocu,
pelas ido 13 qn-, expende a ta! reipaito na seu m g-
u fijo, priunroso e patritico rola:orio da 18t ni
p.jini 00.
D z ain ia o Sr artialista cm ou!r>s poriidos
que mis torno offjiisiva ao Gymnasio Pernambuii
uo, parqumto propouhi urna arrematadlo e pr-
tanlo usa domaoifesta (alta do con3Jeraeii para
eo ii o Ilustrado c irp> docente.
Outra iujistic- !
Qiom hver que da minhas propostaa pasa
concluir de bo i t, idi ou forra ia de arremata-
Si.?
Ora, seado a primeia p-oaosicao mil interpra-
traia, aeguos? que a s-gand, con3equencia da
primeira tambora o ser. .-
Ra I mente, considerando en a conservacao o
, x Miato, rv-conh-co suas vantigoas, que s) ex
.: i-i.amonte d viJas 1 :l!U3traci do sea carp
do ate, qu; b'm ba merecido a coaa-ici publi-
,-,,,, quai exuborautemeute demonstrada p.-la
i-.-.iiucr .-a f. n'o su -.eje oin o internato,)
O Sr. articulista termina seu artigo proaet-
teuio a ana'yso da disciplina e morahdaoc, tra-
lamento o euioregado, do I istituu Aeidemico.
'Coividj o Sr. articulista visitar nisaicas,
o si", a diz-r-ilie que em absoluto encentrar inu--
tas f ltas. raae em nferencia tenho a certeza do
que me far justica; porquaat ao eaontr.ii
aluran a rehollado* e de palia itoria em pu.iho
p.ra atacaren! o director, nao encontrar alumno
que fujt di eallegi-i para queixir-s.- de ... abu
s-ia da au'oridade, perante o alti pider, na en-
contrar o dir*ctjr fisendo mercanca do bo'.os
cora s:-us alunno', mas encontrar um director
que t m c.iuamid suaseonim as em tomir-s
uiil e agradavcl a sem aluatuos tia'oqaanto p)3-
ivel ad iinp>S3bi'ia n mo tcuetur.
ConfeSiO que fui p>r domis ealadot.bo, porm
asiim raofji necesario, porgue (eaciona nSi vo'-
lar imprenaa poia falta rao o teicpi e miuhai ti
naneas est) desconcertadas segn !o bffirra. o Sr.
nr'ieuti.ta.
R-cit -, 23 -5-37.
Joc Ferreira da Cruz Vieira.
C:is jmead civil obrigatorio
Os alheus do altruismo, este amor do prximo
s"ia o amor de Dous, para Iludir oa toloa e escar-
ne .-er d is almas pas, do todis os meios so sr-
vempira torear ridiculas aa causis mais saa'as e
espumar do smtim.'nto toda a idea pieiosa.
Nosta trra tao bem qualificada de macaeo<
pura a qual tildo o qua mira dos paises mais
ndiaotados so trani-pirta e o que bem mal e im-
pr'piiamate so anemeda, ui pjdiam por mais
tempo os alheu" abster-se de tentar a grande em-
preaH doCaaameuto civil obrigatoria.
Na> ee prohibe pela le projectada que, os que
d-8 j un co*ar se se casem ; mas exige-se que o
casamento seja preced Jo de um contracto de
man:: bia, celebrado ante a autoridade civil.
P rmitte-sis a cas-m ato depois do contracto do
manceba, ou aocie lade civil do procreacau; mas
n caKamento na< d a lei projectada o nome de
casain-'ato. imeuto para os atheus qae h 1 lau-
ta teinp> trabilbam pira introduxir nesta trra a
ana monstruosa profanaco, para elles, para a lei.
o casamento o coutracto do manceba ou concu-
bnato; ao casam uita ds fiis, instituido pw
Deus, a lei doa atheua chimaceremonia reli-
giosa.
E'a ir .sao e o escameo.
t> casaminto instituido par Dena ce.emania
religiosa ; ao contr cto de manceba chama se
casunenlo.
I' .1 gran le contr.binda que 03 atluus do al-
truisni) qi.-rem f.ser p.aaar: o pretexto a ne-
c.-ss.iaa; do attrahir par raU meio a oraigraca
:e a traogeroa, que so supp* ji nao lerem re'igi >
.iigu na, os qi.es pretenJein oa contrabandistas
d'alirmsini que rep.'il m aa n>ssas iasti.'uicoos
r li^i nas.
E' niuit.' amar aa estra.igeirismo; pretende-ie
saerfi.-ar sua im oigraei) as masas mais pelo
sis .reucaa, destr.iiulo *o e derrocaudo-se a pe-
Ira angul rilo edificio social.
A fuica a b*ae da siciedade c7il; a miri.l
desta grande so.ioiaie mele-ac pela Mioma da
o T-.I e polo gt> de sui purea 1, das familias qu
a cou-titueiD.
A moral do c.Ja f.mia e a pureza dessa m ;-
mi, niodi-se polo roap-ito que ella tributa D m ;
e t.ihi O priacipii do t.da a moral da fawilia, ae
0 ho.n-m o a inulh r que a fuudam nao recebera
.le Dous os cncargis U* aociedade domestica, a
(nafta beatificante di amor reciproca.
A gr adeza da unio da h -raem o da mulher
est uo pu lor reciproco, na fidelidado que ell-s se
1 romett'in- S^m o pulor uo haveria fiJelrdaie,
11,111 ni ni n g a mii.ima app.renoia delia; sem
sta tudae as m-idierca serian de todos mena, todos oa hiine.a de todas as muiherea.
-O que mantn o pulor, o que sustenta a filo
lidade e, no hornera, quanflo ella falta, o que
HUard resp ito, n simplesm ;n!e a promessa,
ui a iei penal qo? nuuca se executa ne.t.i
p uto; a diviudido q-ie sant.ficou a aulla, que
1 .lu.ra.n-nte sanlifiua, que sompre pn-3'ute 1
c lo. o. actos hura .o v ae aa .luir o que e d
nais santo na muima trenagresaao d^ miis 8)-
km.c compr.misso feito peralte Deus, ou antes
cJairaliiJ-J com Ello proprio.
A mulher casad* erttrem.'ce men t idi d
impu 11 cicla ; p;rque Deas vi o que ae passa p r
ni alma,.o que sent o sen coracao. A mulbor
Ja aissa ftligio, toda a que se presa e u) est
pervertida p Mna dontrioas do altrnismi, on polas
pratican dellae*sabidas, adora Virgen San'.a, e
eb'e senii n. rrt", eaaa td raci, urna guarida,
uuia armadura contra to !a deif airad t prejccu-
paeSo.
Para a mulher casada, o marida depois e
D.-us e di Virgem Santa, o objecto de mor amor
o m*:or r-apeito; de quaai idolatra; parqm foi
o eorapanheiro que Deu< Ihe concedeu, o seu con-
forto ni vida, o pa de seus tilhos de qua ella 8-
gloria, pela sin'id-tdu do laca em qio 03 canee-
be u .
E'paristoqua ella apresent 1 s-'u m,ril) sera
cirar, o parqua elle a sua metale, qi! Deua he
deu.
Se seu consorte ra> h-m-m. a mulbr casa-
da acha anda na aanidado do i ico que a prende
a elle, meioa de toda a resigo cari. A araco o
seu restae, a prudencia, a pac raen, a devotueo
e o am->r 1 sea ea oiah .
Se aba ilutum-ntc inpas3vel aupi.tal-a, a
mulher separa-80 pelos unios qu a moral acn-
seiba ou p rmitte, c nservan 1j se aunar* pura,
81 mpre honesta, porque as vista3 do D.-us, a d,-vo-
ta$o da S.int* Virgem pilen sor segura guarida
do pudor da mu'h-r beatificante.
E a vez disto vi agora um pai, leve pala ma
B su< at boj pdica ti hi e a e-itr.'gua aa juiz
dop'z para uuil-i a ira hora;ra em s.ici Jado de
procre.ieao, par um eoat.actj lavrad 1 e.a qu a.:
estipulara as obrigicoos das dous aoc js procrean-
r,-a e chame so casamenta a cate contracto do
manceba.
Ora, onda e3t o pulor ileati railhor que con-
tracta urna sociedado cora umhimcra eomaute pi-
ra tercm tilhaa? Ellos promettem f ou lealdaie :
ras o que lo acntme.to d'est 1 promessa. se
-lia alo assenta na amor, e se no amar de. D jj
nao so assenta o aso ir conjugal ?
Se f ilta mslituico da familia o p-iniipio do
m ir de Dous, onde est a santidide do lar, a
uiturulijide, a glora coui que a nm'h.T apresen-
ta o seu m .ir. J 1 e seus fi h >s ?
Se Dous 11 ida tora cora a sociodade que Ua
contr ib > crin corto hamera, o que pador center
ou reprimir, ou auffoaar, ou at imp-dir que nuuca
tunh 1 tilo principio qualqusr seatmouto do des-
henest 1 ;,ff ico ?
E qu r ao chamar a ist) cuam-ati, e quar-se
qua assira profanimsnte tolas 3e uui.n i forc !
ou antea se pr istitu im fare ?
A mulhar qae aprsente um til llamara coma
aeu muido eo h uera que apresentt tal mulher
orno sai eipaaa, s o tazara sera earar s: s j 1 se,
depravaram.
Naa pass; p-la raanti a'algu"in qua eu assim o
p.-n pdo eastuuio Jo tara-i >. E n qu |uir tem-
p >, ou os cancu'i. iad is por coutracto ce uu, eu
nao er'm em D.U3. S-c. u, niteod) Deus
presidido o acto que d va s r o ma: 1 santo i: sui
vida, parque son D.-us nao podo haVir f entre
hornera e .1 ullier, ebes se devora eavergoubar desta
falta se nao qui suis almas jesi' depravadas
rj : nao .:a em D us. na> s:nla pauvjl outro
fre 1, a variedad; d >s ffjicoo3, o uuiai estimu-
lo de .nc mine-itei e iaiiciavois apetitos.
Se pa i 1 casameati d-se talo' o q-n falta
aoeiedi.do douaeiciei p ir cai'racto civii, onde
maneeb. 1, pirq-ie se ha do chira ir a este neto, 1
esta siciedade, casamaita. o cerimmia religiosa
a) casamento instituido parD-is?
Sappauha ae q 11 hija ooce33idide dest- iuati-
tuico, isti da !egirim.cii ou legitm lado di
iniiicibii, par qua raeo ae Iba hade chimir ca-
aauaoato q-iauio do castra ato ua ia t un parque
nz) se nade obligar ais que so quarem cas ir,
a f izorem anu 'iraraeuta coi.'ra ata do manceba ou
do proitltuic ?
Por umi ra:o taa suai it : joraie 03 atli us
queroui depravar asacieJ.Jo; quaren que as fa-
milias honestas abram as su is portas, .16 ra ua-
tiaJa c:n seu lar s m ilh-res coaa qu:ra elles eo
amaacobid a par caatruat-, conluzilas pe'o seu
braca.
E o pro', x'.o ,)*r:i 3 atrabir immigraates !
E e'lo3 pa.s im aei.ij iiss 13 p'agu ev.lapira
o R > da Prati.
J h 1 l cisa nenro c vil ?
E ellas eachain a mais uii caber tiJt as nas-
eas c dados e viilas e ae oceupam no aommereio.
Nis no;si3 cilados e villas hi casa-neat 1 civil"?
fi pira ireuu plantar batatas, eaaua, lgida 1 e
Caf que caroeem de cas i(n rato civil ? p r ist)
preciso qu 1 sj nrostituam masas tarailias des lo
i sua fjiidaca, que aiadi mais se perrera u a -
ci. ido brasileira '?
E ni s preciso agralal-03 a eases ba, un-
migr.nlca cora estas pipiaba* c>m> a nos araiu-
cobir tamo-ra, sequsermia casar?
E porqua ?
Na) b ista que 03 q 13 qilizsrom se co uub n tn
par coutracto, aa jutguia isto necessario, pas a
11033a io. ree-bi pntadi igrnja os Casal JS se-
gundo quilqnr relgi-, .nula necessario, par.
.,8 atheus ai) ficirom desairosis, qua tolos n
outras qui crema*-e ternera s a ut, u 13 sujaite-
m03 a um acto t 1 inf >m pira toJlohim i.n que
er era D.us o vecera a sautidale d") lar?
Digira, respond ira os sab:os da altruismo qu-3
ocoessiJado hi de nos obrigarem a praticar esta
inf un 1, a n^ q io tem n uip lis as iiisti'.uices
religiosas que reguUm e canhsc.-m das caatraetos
raitrun rai n s ?
Rcifo, 15 ijMai.de 1887.
Ajjonso de Albuqnerqn. Melli .
to S.-, visarla Bajinuudo daCunlia
Pedroaa
Naa porlcmo3 fechar 08 olhos ante h injmticjas
qu?, a b:ra da caneenie/ica e do reqieilo, sai par
V. Rvdm*. pratiealas, as uoitas 1- mariano tes
tej .das aa matriz di tu 1 fieguezia.
Presencian io, a falta da docencia, do respailo
pira co n a relgi 1, p ir individuas que nao pre-
sara a sua dignidade, s >'ov os qu es nJo :-c es-
tenio o rigor da le qu.- V. Rviraa. tem imposte,
temos vista, muitaa pe33aa3 se-cm victimas, do
Iguoa deaieatos par pute da policii, e cuj pre-
seuc foi a li ex irida par V. Rvdmi, ach.nlo-se,
entretanto, os dosacualai na exeroicia do om di-
reito, qual o de vgarem suaa familias.
Para melhar con'ieci.nento basta apontarmos,
qua anda hi b^m paucos dias fai urna d.is victi
mas o Sr. M.noel J i. S nre, cidada proba e
hnrala, pelo simples inativo de se achar junto ao
borneo onde eat.avam suia filbas, sem, p um, im-
portar je a p)lcia cara 03 naraoradas que all se
achavam.
V. RvJmi que se tem moatradi taa re'oso e
curapriior de seus devores, nao devo tornar-Be in-
juoto, e cal.ar-sc anta factosde tal natureza o as
tornar-80 rispi ia para quem tem patate a aua re
puiacao e pr-cediinento.
Entendcmi3, qu-, eo no devotas e boas corista is,
o manto da orivilogio naa Je ve chegar at uns e
ostros nial Se a estes assist: o direi'o de re
galia, porque raza) aquellos uo gosarao della ?
Precisamos da po'eia s ament para manter a
ordera e uo par cmnn tt-r desacatos em peasaas
le cuja conducta V. Rvdraa. tem pleno eoaueci-
ment. .
Aa as o ceosuraiaaa p.-la privilegio qua all: ha,
com'ouein juiu-muire d-via V. JSvdma. usar do
ngar; V. tt/dma. ropartindo igualmente entre
tod)3 a j-iatea. nenhnina reclaniacaa ou Cfnsur.i
Criarais* e pioc-d.-ud-- como at ago a, da-nos
plauo direito de fasernws esta rntaiteatee o em
aara- da p-opri* ig- i o da juanea.
Alagados, 24 Jo Main de 1837.
A'guns pirodti'xno 1
_______--------sr?>S.1S30-------------------
Banci de crdito real
En masso arlig passalo deuunciarnos
aos llustria dir.etarea do Baoso de ore lito
roal os abuaas, que ai vaa dando por
ptrte dos ag-i-ultorea poaco escrupulosus
as liyjatiiiois que est a realisaodo com
este e-tabj!ti neat.1, lulinlas} a boa f
dos seus canvspi lentes, e servio lo-se
d lie c m a u n refuio oerto para sua
aomaia d -sfruatarom os capitaes alheios
eiiiprostidns na ra ior confianv, nao 8) os
aideado r ilquiii- avistadas garantas
con que s'.o rodalas ties hypo hecas, e
a f^lta n'ouir s be is; e p:di.ais bosjus
ligajj directores provid n:ias, afi.n deque
|Mt fictos nij m rpr'iuzi-u, lorabranio
algunas me lilas que de mo.nent) nos oc-
correrum, so'j p ni de ai tomar esto Sarta
beldciioeaio um. iustituifc'o ruinosa o in
f-nsa 4 taJasai da exieepaui-ntes.
Contiuu .r-. u .a f =jr maii alguna
carisidera<,o *, v-z qU! a TJ 8til' ,ne'
r c^ ser estad .da, e as provideu iis qua
reekmava uos a rea tomad*a p los dig
n s di.-.-ctores ioB.nco ao tijuiu ai*-
das, sem urna eoluso, e os abusos conti-
nu':u: era mwer escala.
E' um prinsipio universal nent-3 abraca-
do por todos os paises, qu^i as RSjoeiaoes
de q.ilquT naturea.*, qu; seja n, se refe
rfam aos saos principhs da moral e da
justict; ellas jala pilen prescindir de ter
as suas bases em taes priu-ipios.
As aso ajS s coramorcisea portanto
8ujcitaB a estes principios uiiivcrsaea,
nao podiiui, nea devtu monospr^sal-os,
teado aomeutn por guia ou faual os lu:ros
pecuniarios, pau: a import.ndo a 11 aturen
das trnsameos, ne:u que B-jum saajrifica-
doa os principias da uv.ji, e os direitos
de terceiro8 aiiunnlo por cnsequrjnoia,
e faz en Jo desenvrjlver a corrupgao e os
mas ssntim-ntas, contarato qui Ihes pro-
venha rnaior somraa de lucros. Nao, u.na
insrituigao, qu> assim procodesse, s^-ria in-
digna d> existir era urna soaieiule mo-
r*!sada, o do fz-r parte d'tira corpo
de ,".o:n ncrcio honesto.
Assiiu, po8, o B neo de ero ito rteal
(ujos diroctores, somos 03 prim iros afa-,
zer-lhaa astica [>l 1 maralilaJe a honasti-
dade qne os diatingua ), jaoiis devora
oanjentir, lepis ios factos, qua darmnei >-
nos, qu a sj constitue a servir del le coma
um abriga seguro, para trans c,0 imroo
raes, qiaes sito aertamen 1 as liyp ahe.aas .
que agricultores pouco escrupul asas l a fei-
to cam o proposito deliberado de calotear os
seus ez-corpon entes : nao, assi.n coma o
B .neo procura roleir-aad; talas as garan-
tas, q'i". julgi neceas irias p ra qae os S2U=
Jiriitaanai s'jnn depois contestados, na
deve, por falta de mais alguna providencia,
que nao Ihe pida pr judic'ar, consentir que
se jara lesados o* dreitos de terceiros, pr.-ju-
li a 1 ios js i ate rasaos alhaios, e emp lima-
dos c .pitias a Jquin-ios oauiio li.-i tunate
eom o labor da lougaa unios o com savera
ouonoriiia.
E asai.n iao en;antramos dffimitades
emaoadap.ir alguna da medidas que
lcinbr-.uios, porque o n ellas n"10 33 prejn-
diaam os diroitas do Bmai, uara os dos
hypit'Ciat'3; 33 oiubanc ap:an ai hy-
pothe .- .a Va-.i lu :nt is, transa :;o a estas,
qua o pr aria 3 1:0 aar auar de sui ios
titulla do 8. u ero lito 1 de sai moralidade
davo ser o primairo repellil-as, traacando
su.as partas aos agricultores pou:o zelosos
do seas ore Utos.
Cano to Io saben, quam vai luj hy-
p .thecar o sao. ong >ah 1 ou pr .dia na Ban-
ca, om r.'gr 1 [a.r.a obtr diaheiro para
pag.r debites aontrahidas, que nao os tam
palilo satLfuzT, aq-n pala ainniiide
1 sjuros o loriga pr.izo, qua offeroae o
B.uao, cont 1 pile;- satisfazer mais tarde
.ou pontu.lidaa. Portinto, uanhun dezir
haver par o hypotliaaaate, ati n do pro-
v,r a sai boa f apresmttr algara docu-
mento do seu dovelar ou corropandeate,
annuindo a tal tr.nsa.:5j; a at leva rae-
re :er Luvor-s da til mola honroso e bo-
n-sta d 1 proceder 5 hyp-thse.tr, p iraro,
para calatear c u na transa'Cl) taa vorgo-
nho'j qu horneas honrados tend a rae
or denunci, deven repllil sob pana
de se tisa.i'.iu e 3-. t ruarem cu-npl tes.
Fiail.i-n-.; ai 1 i :i .11 prorilen-ia lm-
bramos. qm Urab-m palria a-r alopiada
p-*lo Buico, qual a de mandar annunciar
pelos jora i-s es engenhos, qua so off;ro-
cemra hypotheca, t.fim de que om tempo
quom 8e julgir uffnlido en satis dircitos
os venha defender E nam por carta sapo-
lera all -gar quu tal medida, vai offmder o
pnnoipio io sigilla las transiaco a coai-
raeraiaes, porqua tal sigill deixi de exis-
tir des le que sa tem parcoirido todas as
repirticS s muniripies, provincia s e ga-
r..cs para s provar, qua" o pro lio que se
pretende liypothecar est livre e desemba-
ra^ .do.
Eo co-clusiia diramos, qua adaptada al-
guna'daa medidas qu? hmbramos, deverSo
costar 03 abusos, e garantidos par este
lado os tlir it >3 da classo dos correspon-
dentes, fiaando dcsaripoiio dos Ilustres
dirctores apreaial-as, ou tomarara outra
qualqu r providencia que julgurora mais
proveitosa, contanto que taca abusos nao
continuera. A moralidade e o cra.lita do
proprio Bmao assim o t-xigan.
2 M.ia -1S87.
Una victima.
Sociedad" Bcncficentc .inclia
\co, rua da Imperarlz
Convidados a assistir sesso magna de
fiiacSo, iniaiacS) e posso da nova adminis-
tracilo, qua esta sociada le celabrau em a .
noite de 21 do erreute, sutiafez-nas asss
a ordam e h .rmoaia, que reinaram em todo
o trabalha, e a cordiliiade e amabilidade,
que nos foram dispensadas, pelos illuatrea
a icios, que, cida qual, mais so esforc*va
para disputar u primasia da no3sa bem me-
recita gratido e alta oonaiderarjio.
Aa 3ula3 elegantemente decoradas e or-
nadas de ricas vasos com flores, realcando
tu!o com o brillan do grands numero de
luzes.
A curidade all foi o ponto conwrgente
da attaocaa do notavel auditorio que se
reuni.
A's exp rasas da sociedade, foram liber
tadas duas inf lizas, que gemiam sob o
paso da escravidao ; a ben' fi uoeia arre-
cadada, ditrante o anno social, foi dividida
eom as viuv.-.s neceaaittdaf dos rmSos fi-
oados, e o producto da biric, qu-a corren
no tinl da fesfa, enviada redacco do
Otario de Pernambuco para ser distribuido
pelas viuvaa desvalida que recorran, as
almas be'uf..3ej..s desta Capital.
Parab ns, pas, Sacie l-do Coucilaclo,
cuj-B dignos membroa silo ere dores de n
eomios o louvores p lo grao de progresso e
prosperilade que ella Be ha elevado.
Rcife, 23 de Maio de 13S7.
Um visitante.



Hospedes Ilustres
Villa da Lnperatriz, na Alagos, 14 de
Maio de 1887
Hoje, :s dez horas da manha, proee
dentes da capital, aqui chegar*ra em wa-
gn espacial da forro via-Alago .8 Rail-
w.iy passeio o Ex n. Sr. Dr. Jos Mo-
reira Alvea da Silv -, Ilustrado administra-
dor da proaeia, a.-ompanliado do sen dig-
no e Ilustra 8-cr t.rio l>r. Tneopbilo Leo-
pollo R.puso da Caiuacn, do Sr. major
Leodeg r Crie, de Oiiveua e descaes-
liuavel aobrii.b. Dr. Simuol BamvnJo
Cari, de Oa*eir.i, filho do insigue facul-
tativo Sr Bell.r.u.na Uoni d-. Oliveira,
pr-stii.aai befa lo parido ceas rvador,
da ci lade de Q>y aua 1, em Pernambuco.

f aiem ~]
sms


PJBJM
Diario de Pernaoibaco(Juarta-leira 25 de Maio de 1&7
Da estaba desta villa dirigi se S. Exo.
par a casa do domo digno vigario Auto-
nio da Purea e Vasoonceos, qae os rece-
beu oorn nquelU urbaninade que lhe ca-
tar al.
Momento depaig foi lhea serpilo ura
profuso alsnoso, no qual cstiveraai pream
tes rnuitos convivas.
Tivemo irnmensa satisfago de fL>aruos
credores das sy.npathias dos dous pernaii-
bucanos distindos e prestantes: Sr. rnajor
L9odegario Correa do Oliveira e D.\ Sa-
muel Bsmviado Coni de Oliveira.
O Exrn. Sr. Dr. Moreira Al yes regres
ou boje mesan para a capital, e co:n S.
Exc. seus digaos coaipanheiros de va-
gem.
Nos, alagoanos, faaemos ardentes c sin-
ceros votos para que o Exid. Sr. Di\ Mo-
reira Al ves jontiau3 a merecer do actual
ministerio de qu? digna deleglo, a mes-
ma^conliaoca, a tnesoia confinja ilizemos,
|T porque a parte sensata do partido conser-
vador cresta provin cia, applau Je e apoia
viramenta tSo oriteriosa quSo feliz udrni
nistraclo.
Au reooir.
tJuizo do Couitue co
NJo depende ds despacho do juiz, o g-
gravo que i'6r interpast) no c.irtoiio Jo es
crivao por termo nos autos. (Art. 10 do
Dcr. n. 5,467 de 12 de Novembro do
1873.)
Addenda :
Ncs caaos duvidosos, o eserivo nSo de-
ver tomar o aggravo se:n despacho fio
E caso duuidoso para a interposicao de
aggravo a decisSo pela qual o juiz do com-
raorcio julga-se competente para procc ssar
urna justifieaclo, meramente civil.
Re.ife, 25 de Maio de 18S7.
Cambyses.
Tribunal da Relami
O Dr. juiz de direito int'rino na prestando informales acarea do habeas-
corpas por mim requerido em favor de
meu filho, tornase echo das calumuias dos
interessados dizeudo que eu quiz vender
dito meu filho por um couto de iis e nao
quiz recebel-o, quanio elle me foi apre
s-ntado nesta eidaio.
Tudo isto inteiramont f .lsi ; nun.a
entrei em convengo para receber cousa
lguiia por meu filho, era jamis vi o de-
pois que fui obrigado a sabir de Goyanna.
O Dr. juiz dedir.it:> nt-rini deve tr
mais criterio as suas ass riTJ'S.
No Tribunal ser3o refutadas essas ea
lamnias.
Recife, 5 de Miio de 1837.
Domingos Son-entino.
ociedade lliiina altarla de Soc
corros e Beneflccncia
Esta sociedade fundada no povoado dos Reme-
dios, fregueaia de Afogados, procedeudo eleicao
para a directora que tem de reger no anno de
1887 a 1888, e ficu assiin composta ;
Presidente Francisco Horacio da Suva J-
nior.
Vice-preaidente Mainel G.mcalves da L'iz.
!. SecretarioJoo Hcnriquj de Oliveira (re -
eleifo).
2 DiitoManoel Francisco de Souza.
1." OradorVic nte Ferreira do Costa.
2. DitoAntonio Manoel da R surreico.
The6ourciroMauoel Chrisostoino de Liini (re-
eleito).
1 ProcurodorTbom Francisco das Chagas.
2. DitoFirmiuo Eustaquio d. Hira.
1 VigilanteJoo Baptista de Souza.
. DitoJoo Jote Ignacio.
Zelador Jos Marcolini de S.
Secretaria da Sociedade, 23 de Maio de 1887.
O secretario,
Jote Hinrique de Oliveira.
Constancia de Santa Rosa Triudade^.achani-j
se habilitada a leccionar prira iras lettrao, musi-
ta, piano e trabalbos de agu ha, ofierpec aos se-
nhorea pas de familia os sai presums mediante
ma mdica retribaigio ; a tractar'a rja de S.
Tnerezan. 17.

Progrukiioa da me Jlciua
II
A seieaci* nos diale-ro navas aununciaudo-
nos quj se i m fiiio nm grande e importante det-
c b.imeata u qae as insidiosas hio-.i guras e soffri-
in n'oi causados pelas molestias di garganta e dea
orgJos da rip'raclo, pod.'ai bit atalh idas ivm o
immedisto usa >lo Peitoral de Anacahuita, e i-to
com nina certeza e infahbilidade at Hgora disco
nbeoida ni pratica da m'di ina. A baso funda-
mental deste delicioso e riquissimo urop- coniste
do bilsamico suieo extrahido d'uaia arvore Mexi-
cana chamada Auacahuita, o nico especifico na-
tural at hoja conbecido'para as aftaeces pulmj-
n*res.
As esquinencias, os bronchites e a astbma, ce-
de?n sua sccao coai urna fdcilidade verd.ileira-
:in'ut.' assouibrosa. Fax dasspparecer a rouquido
dentro d^ poucas hor^s, e tjmsdo tempo e ho-
ras impede a poseibilidade da fysica.
Coito garanta contra as filsifi:.lcum, obsrve-
se b-aj que os noaies de Lanman & Kemp venhim
estampados ea Lttras traiispireutes no papel do
livriuho que serve de eiv olto:io a cada garrafa.
Eucontra se v ida em tod&s u pharmactaa -
drogaras.
Agentes em P.-rnambuco, H;nry Forster &
ra do Comaiercio n. 8.
Extcrnat
Franeais Anglals
19 Ra do Hospicio 10
L'erjseignein-nt comprend ;
Le portug.is, la lecturo, la calligrapbio,
l'arithmetiquo, 'liistoire Saite, la geogr.:-
phie, l'histoire, tous les travaux d'aiguill-,
le franjis et Tangais theorique ct prau
que.
Legocs particul eres de franjis el d'aa-
glais. On roeoit des Jj*2 pensiooniires.
Tonmc cook eicarr.n de angje (O
Um honrado negociante do C.-rro Pellado, niu:ii
cipio de Pelotas (Rio G.-aaJe do Sol), aehmd.-se
gravemente atacado de urna enf rmidade palmo
nar. tossindo cnstanieaiente e algumas vezi.s com
cscarros de sangue, vio sua 8..ule rreuperada com
o uso de alguns frascos d/ Peit bal dr Cambaba.
Esta maruvilhosa cura assira uttestada pelo
ex endrino, que boje zosa a mais uvejivel s le:
Illin. Sr. Jo. Alvares de Souza Soarcs.
V-Iotas.
< SofFrendo ba tres mu de umi tos.-o pertinaz
ctn e.-carros de sanjru?, com carcter de urna mo-
lestia pulmonar, e depiia d^ todo o mund) Hqui
julgar-i'ie p'rdilo, resolv t'mar o scu Rran le iv
medio Peitoral de Camina, e logo h to.-se foi de-
clinaud i, deixaulo de d-itar mus sangae, ks t.r-
cis foram revg raado se e h'je, gracis a Deas,
ncho-me perfcitimente curdi.
P le fazer u uso q'ie quizer desta miuns fran
ca declar.ico e crcia-mc, etc., etc.Antonio Ltdz
de Olioeira.
O referido mcdicaii.cnto Hcha se venda na
agencia a curco dos Srs. Francisco Ifunitel
da Ni! va C. ra Mrquez d'Oliuda n. ''i.
Frasco 2500, meia ducia 13 e duzia i
A agencia r>mette a quem pidir, condicSes Un-
pressas para as vendas por atacado.
i j ^|j ~ -
Dr. Ferrara da Silva, consultas
das 9 ao mcio dia. Residencia <
consultorio, n. 20 ru:i Larg.* do
Rosario.
do
O bacharel Julio'diTHello Filho tem o
sen escritorio 4o advocaoia ra Primei-
ro de Marco a. i, le- annar, ende pode
sor encontrado drs 10 horaa-da manhl s
3 da tarde
Medico
Dr. Silva FVrnira, ds volta de sua viag.m
Europ, com pratica nos hospitacs de Paria, Vi-
sima e Londres, onde dedicou-se a estu los de
p-jrt !, molestias de sentnras e da pello, efterece
M asna servicos mdicos ao respeitavel publico
.'. '.ti vipital e ora a'ella, p)1 nli 3!r procurad
no seu coiiBultori.ra da Cade
3 horas da arde, ou em su residencia tmpora
ria Ponte d'Uchdi 55.
Advogado c professor de linguas
O bacharel Eduardo Alfredo de Oliveira tem
abert) o seu es'.riptorio de aivogado ra Io de
Marco n. 4, onde tambera pode ser procurado para
lecciouar o inglex, fraacez e allemo, pratica e
tbcoricamentc, nos cjllegios e casas de familia.
Tambem para a commedidade dos cstudantes
e empregados do coramereio, rfsolveu abrir um
curso nocturno das ditas lir.guas. A tratar no
escriptorio cima referido.
Leonor Porto
Sitia do linperaJor u 45
Primeiro andar
Contina a executar os mais dif&cris
gurinos recebidos de Londres, Pari,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicuo de coatura, em bre-
vidade, moJieilade em precoz e fino
^OBtO.
Ur. Mello Gomes
Parteiro
Ra de Piulino Cmara (sntiga da Camb i do
Curmo) n 36, 1 Hadar.
Oud-4 pode ser procurado a qin'quer hora do
dia e da noite.
Especialidades; Febres, molestias das seuho
ras e d) pulmo. sypbilis e s ffrimcutoj da uro
thra.
Acode tambem a qui'quer chamado para lora
da capital.
Dr. Joao Paulo
MEDICO
Especialista em partos, molestias de sen horas e
de errinc*8, eoro pratica as principis cntTui-
dades e hospitacs de Paiis e de Vieana d'Austria.
faz todas as operacoes obsttricas e cirurgienr
concernentes as suas especialidades.
Consultorio e residencia na ra do B>iro .la
Victoria (antiga na Nova) n 18, 1- andar.
C .nsultaa das 12 s 3 hora? i tarde.
Tflepbone n. 467.
) MEDICO HO.VIEOPATHA
-

WM Liile
Hedico
Tem o sea eseriptorio ra Duque de Caxias
n. 74, das 12 as 2 horas da tarde, e desta hora _
em diante em sua residencia 4 raa da Santa 21E para que chegue ao conhcimeoto de todos
Cruan. 1. \fljf_ i_____
EspecialidadesaiDletias de eenhoras e crian
cas.Tolephone n. 326.
bil tcito como prevaa de servicos prestados ao
atado, humanid&de on sieocia, do quaes ce
Ibes passar recibo, todo de conformidade com os
arts. 36 e 37 dodec. n. 1256, de i8 do Abril de
1854 o 111 e seguintes dado n. 1568, de 21 de
j?evereiro de 1855.
i
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, cirdico ocu-
luta, cx-ehee de cliatce VVeeker, d eousultas lo aec ila ;is
3 horas da tarde, no l* sudar da casa
u. 51 ra do Baro da Victoria, ex-
cepto nos domingos e rfiaa sintihcados.
Residencia ra Seto de Setetnbro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
9
i)
i
h
Consultorio medico-
eirurgieo
O Dr Castro Jess, coutaudo mais de 12 ana -i
ie escrupulosa observncao, reabre cons al torio n-:a
ta cidade, ra do Bu.n Jess (antiga da Crai
n. 23, l.o andar.
lloras de consultas
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8.
as demais horas da noite sT encontrado i.
eitio traveasa dos Rfm?dio3 n. 7, primeiro por-
tao esquerda, alm 'o portSo io Dr. Cosme.
EDITiES
0 Dr. Jos Antonio Crrela, da iilv, ea-
valheiro da Or lem de CbrLto, juiz de
direito de t-rpuaese usoDtesdacomrre
de Olindn, per Sua M*gestade a quem
Deu8 guarde, etc.
Faca saber ros que o presente edital virem,
que a iequerlmnto do curador do espolio da fi
nada Eu,i!a da Cmcei^o Gomes, vai na di-i 26
do corrente, depois da audiencia, em haeta pub i- fonso Marinh i C>val ante, Jeronymo O'ympii Ca-
mindoa o mesaio Exm. Sr. conselheiro director
interino afiliar o presente qae ser publcalo as
f .Ibis desta cidade enas da corte.
Secretaria da Facullade de Direito do Recite,
29 de Novembro de 1886.O secretario, Jos flo-
uorio B. de Mcoezes.
2. directoraMinisteri. dos Negocios perio.Rio de Janeiro, 29 de Oatubro de 1886.
Decla-o a V. S. em reipocta :.o ssu ciHcio de 5 do
corrente, qae se deve proceder a concorso na c;n-
f jrmidade dos viguites estatutos para o proT-
ment dos lugurej do lentes subst tutos que s<
acharem vagos nesia Faculd^de e dos que vierem
a vagar.
Declaro, outrosim, a V. S. que deve considerar-
se valida a inscripcao dos candidatos que se t.i-
uham inscriptos para o co-icurso sar, annuniado por edital de 18 de Maio do anno
passado, e que.'ram concorrer no que se vai abrir.
Deus gmrdea V*. ;'.Baio de Mamai. Sr.
dir. ctor interino da Fsculdade ue Direito do Re-
cite.
Couforme.O s;creUrio, Jo; Houorio B. d
Menezes.
Secretan da Facaldudo de Direilo do R.cife.
20 de Maio di 1827.
O secntari i.
Jos Honorio ti. rf> Menezes.
3a *eccoSecretarlo da i>reOTt>-
cla de Peritntuliuc cm 91 de Maio
de SSS.
EDITAL
De ordein Jo Erin Sr. presidente dn provincia
e em observancia do disposto no >.rt. 167 do re-
gulamrnto annexo ao decreto n 9,4^0, de gS de
Abril de 1885, faco publico pura os devido? itlei-
toe, que ao rr.vimento dos ollicios de escrivao
privativo de oiphios i ausentes e do crime, p.r
di^tribuicao do termo de Naiareih. concor-
reram no prazo legal os Srs Affjnso de Hollanda
Albiquerque Haranhjto, Dtm.o L->pes i'er.ira
'Juinare?, Franeiso P-dro Cavalcante Uehoi,
Manoel Seve Filho, M.iuoel Martina da CunhaSea-
bra, Vctor Vicira de Mello, Ign-.cio Vieira de
Mello, bacbrd Alcxaadre Carreia de Castro, Af-
fiir as i xigencias egaes, ordenar por despacho
a inseripeao, a qual so effectuar pela aesignatura
do candidato e-a vro competente.
Art 6' Fiado o praso da inscripcao o inspector
geral remetter a lista dos inscriptos ao director
da Encola Normal, afm de all realisar-se o came
de habilitado.
Secretaria da lastrucco Publica de Pernam-
buc, 1 de Maiod; 1887.
O secretario,
Pergcutuo Saraiva de Araujo GalvSo.
- rslaCZo a que se eferk o bdital sdpba
Comarca Localidades
Masculino
Betblm.
Couro d'Anta.
Carn*hyba.
Pedra de Buiqn.
Bn-jSo de Santa Croa.
Santo Antonio.
S. Benedicto.
Campo Alegre.
QueiuiMdas.
O.ho d'Agua dos Bredos.
Serra Branca.
Cabrob.
i
Cubrob
B.-ejo
Flort-a
uiq'io
G r inhuiis
Buique
Panelias
Bom Conselho
Pan jilas
Cimbres
Ouricury
Cabrobo
B-cerros
Ouricniy
Brejo
I lem
Petr.li.a
Cimbres
Tacarat



Alerta
NOTFE
The nniersigned, ther mijestys consn!, has the
bonour to invile the British residenta iu Pcronm-
buco tnmeet al the tele.gr.ph suff quirters, ou
monlay th. 30 th inatant, a; 8 O' ciock p. in.,
to consider soheth r any steps should be takeu to
celbrate the Qieeus jubilee.
Peruainbaco May 2i 1887.
A. l\hen.
No, se cateude coto o agente de l.i'o f
Joaqun llasioiiano Petai o -alertatic
Jornal do Iiecije.
E v do retro.
Recife, 23 de Maio de 1887.
Joaquim Maximiano Pestaa.
\DYOG\DO
DR. CLODOALDO LOPES
RA ESTttEITA DO SOSAUIO N. i
)r. Balthazar da Sveira
Especialidadesfebres, molestias das
emucas, dos org.Ios rispiratorios e das
'en hora e.
Prestase a qualquer chamado para
for da capital.
riso
Todos os chamad das pharrnacia do Dr. Sabino, ra au
Bario da Victoria n. 43, onde se indicar
sua resi leasia.
i
1
II
1
I I


Dr. GoBlbo Lete
Hediro. parletro e operador
faytdencia ra Barao da Victoria n. 15, 1 an Consultorio ra Duque de Caxias u. 59.
D consultas das 11 horas da mau.l s 2 .1
tarde.
Atiende para os chamados a quilquer h >r
teiephone n. 449.



B-la r.oiumerelat
<.'OTACOE8 OFFICUE8 DA JUSTA DOS COH-
BECTOKE9
Red fe. 24 de Maio de 1881
Apolices da divida publica de 5 0,0, de 1-000*000
a 90 ca la urna.
"Jambio sobre Para, 30 d/v. com 1 0/0 de des-
canto.
Sa hora da Lolsa
Vende rain-se :
6 apolice da divida oublica de 1:000.
(I r-.'.:Ur-.'r,
Antonio Lcoxardo Rodrigues.
i) secretario,
Eduardo Dubeux.
Itocimente nanearlo
BECroTE, 24 DE MAIO DE 1887
Os bancos (London e Euglish) mantiveram an-
da hoje no ba cao a taxa de i 1/8 d. sobre Lon
dres-
O Internacional, que ha das fazia frana* eco os,
.ffixou boje tambem fflci linate sua tabella,
idntica a dos outros baucos, aos quaes acampa
.hou as traubaccoas.
Do London Bank :
obre Londres, 90 d/v 22 1/8 e vista 21 7/.
Sobre Pars, 90 d/v .430 e vista 431.
Sobre Hamburgo, 90 d/v 533 e i vieta 538.
Sobre Portugal, 90 d/v 241 c vista 243.
Sobre Italia, vista. 434
wib.- New-York, vista 2*290.
Do Engsh Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 22 1/8 e viata 21 7/8.
Sobre Paris, 90 d/v 430 e vista 431.
Sobre Italia, vista 434.
Sobre Hambnrgo, 90 d/v 32 e vista 537.
Sobre New-York, vista 2*290.
Sobre Lisboa e Porto, 90 d/v 214 e vista 243.
Sobre as principacs cidades de Portugal, i vista
248.
Sobre Ilha dos Acores, vista 251.
Sobre liba da Madeira, vista 248.
Entrada de autNucar e atgoduo
HEZ DE MAIO
ESIBADAS
a
<5
Barcacas..... 1 21
1 4 31
1 23
1 24
I 21
1 21
Vapores
Estrada de ferro de Ca
ruar .
Annaes ....
Estrada de trro de S.
Francisco .
Estrada de trro de Li-
mociro.....
28.542
3.698
2.510
31.310
1.740
67.860

1.809
2.751
40
5.327
2.069
1.464
Advocad >
(Foro civil e cccleslastieo)
Uacharcl Antonio d L -llis e Sonza
Pont'8.
Raado Imperador n, 37 1.' andar.
^ C Iic<; medico -ti runa
DO
Dr, Alfredo Gaspar
Sip;.'i i! !> 1 ..'.trcoi, mt'estiai do seuboras .
eriancas.
Residencia Ra da Impcrutrix n.[4, segund.
sndar.
para entrada da segunda prestaca^o das acco :s u'-
timamente emittidas pela companhia do usubioe.
O recolhiraeu'o de notas dilacfradab do The-
souro, faz-se ea thesourabia de fazenda, as te-
c.as e sextas-feira, das 10 s 12 horas da mauh.
As notas do Thesouro de 2*000 da 5. estampa,
5*000 da 7.* e 10*000 da 6.*, sero substituidas
na TIIESOUBARIA DE F.lZENDA at 0 fU) do mes de
Juuho com o descont de 2 0/0, o qual ser eleva-
do h 4 0/0 a contar do 1." de Julho a 30 de Se-
teinbro do corrente r.nuo.
ca por venda e arremutacao, h quera" inais der e
melhor 'an^o offerecer, os beris seguintes :
Urna casa terrea de taipa no lugar Porto da
Madeira, em Bbcrib-, cm bom catado, eoui 2
janellas e 1 porta de frente, 2 salas, 2 quartca,
eosinha fra, quintal com o fundo pira o rio
Lava-Tripa, avaliada em 300000.
Urna dita dita no mimo !ug. r, c utgua a pri-
meira, tambe-m com 2jmilas 1 porta te frente,
2 salas, 2 quartca, cosinba fra e quintal, c u,
o fundo para o ro L-.va-Tripa, avoliala em
150*000.
Um terreno no lugar Aguaxiuha em Reberibe,
ra Longitudinal n. 2, no sitio LaV.tTrip,
com 2 0 p-Imus de feiix e os fundes por mi;-
viz), avahado iin :01*u00.
E um terreno pequeo, contiguo ao m-'sino, ava-
hado em OiOOJ.
CiivJo. pois, os preteudenti-s ditos bens,
para comparecenm no dia e hora cima mencio
nados, tiiu de t r lugar a alludida airemi-
taciio.
E para que ch'gue ao conheciinentu de todos,
inaudii paaar o presente, que aei itaio t.i-
lupar do costume e publicado pela inprensa.
Dado e pastado nesta cidade de Oiiuda, aos 17
de Maio de 1887.
Eu, bacbarcl Francisco Lins Caldas, cacrivo
c subscievi.
Jos Antonio Crrela da Silva.
Facilidadv. de Direito
De o.dem do Exm. Sr. ccnselheiro d rector inte
ruo e de contorra dado com o art. 119 do Regula-
ment complementar, se lpete o tdital ndativo ao
ci. curso cuja inscrip^o sei encerrada s 2 homs
da tarde do dia 30 do corrente, por ser domingo
o da '9 na oue deveriu teiminar o praso jara u
referida inscripcao :
De ordem dj Exm Sr. conaelheiro director ute-
rino, de conformidade c;in o avia) do Aliuistei i i
d.i Imperio, n. 4655, de 29 de Oatubro ultime,
(ab-.ixj transcripta) fajo pubeo que fica mHrcad -
o praso de 6 inezes, contados da data deste, para
a inscripcao dos que prcteule.rein concorrer ao Iu
gHr de lente substituto desta Facuida ie, que fl-
acha vgo por ter p issado a cathedratico o Dr.
Jos Hygiuo Duarte l'i reir.
Pelo que, todos os prel-udentes ao dito lugar,
podero ^presentar se des le j4 nesta secretaria
pira assigimr teus uomea nu livro coiapeteut.-, o
que Ibes peitnittido fazer por procurador, se es-
i vnn a mais de 20 leguas desta cidade ou ti-
verem justo impedimento.
Dcvem, outrosim, apreseutar documentos que
mostrem sua qualidade de ei.1ad.io brasilero e que
eato no giso de seus dire.os c:v8 ep.Uticos,
isto certiao de biptistno, folha corrida no lugar
ile teus domicilios e mais o diploma de doutor ou
bacharel por urna das taculdades de direito do im-
perio, on publica forma justificando a impossibi-
lidade da apresentacao do origi.al, e na ineein'.
oceasio ped^ro entregar quarsquer_documentos
que julgaiem conveiii. ntea, ou como titulo d< ha-
valeai te de AOuqii'rqu Fr.iuciseo Pereira do
Ligo e An'ooio Qracind > de Ousmao L .bo. E l.-a
do mesmo prazo o Sr. Antonio de Burgos Pnce
de Len.
O secretario,
PeJio Francisco Correia de Oveira.
13.463

Mercado de ansurar e nlgodtio
EEC1FE, 24 DE MAIO DK 1887
Aatucar
Foi cotiio aos algarism.s teguiules :
3. baixo, por 15 kiles, de 2*000 a 2*100.
i regular, por 15 kilos, de 2*100 a 2*2-10.
3. boa, por 15 kilos, de 2*200, 2*300 e 2*400.
o.a superior, por 16 kilos, de 2*500 a 2*600.
Branco turbina pulverizado, por 15 kos, de 2*300
a 2*400.
KM, por 15 kilos, de 1*000 a 1*700.
iV8do, por 15 kilos, a 1200 a I* 00.
Uruto, por 15 kilos, de 1*100 a 1*200.
nes, por 1.) kilos, de 840 a 1*000. '
O mximo ou mnimo dos recos aao obtidos
^aforme o aortiincoaa,
Vapor francs Vllle do Cearn
Foi transferida para h je a sahiou Ueste vapoi
para os portos do sul.
Vapor dcapatbado
_ Vapor ingUz Frutera, sabido bou tem com des
tino a Liverpool, levou 4,400 saecas eo*n algodJo.
Carrcgaram Boxweli & C.
UividenduM
Estao sendo pagos os s. guines :
O 1. do BANCO DE C1IEDITO BEAL, ruzilo de 4*
por aeco ou 10 0/0 d3 valor realizado de cada
urna.
-O pagamento fiz-se na sie do banco, das lu
horas da munha s 4 horas da tarde doa das
uteis.
O 78." da coar.vNiiA do beiiebibe, na O'opirco
1. 5*000 por aefio ou 10 0,0.
Os iutert'sjados devem ir ao escriptorio da com-
panhia, das 10 horas da manh 1 da tarde, dia-
riamente a'. o uimo do corrente mez e ao le-
pan aos sabbados-
A 16. distribucylo das cau'ellas de juros cor
respondentes ao semestre findo em 31 de Dezem-
bro do anno passado, da eompanhia obeat wes
TEBX OP BBAZIL .1ILW.1V.
E' no escriptorio central da coaipinhis, das 10
horas s 3 da tarde, que se efieclua o pagamen'.o.
Memorial
A COJIPAXaiA DE E.-).F:CicO t'St f Z-'nJ; O TC-
colhimento da 7.' prestaco de seu capital social.
na razao de 10 0/0 do valor das respectivas ac-
edes, o qual devtr r.alizacrse at o di i 14 do me-
viudouro.
A'iod&o
Contiena a ser cotado a 6*8 K) por 15 ki es,
l Ptrauabncj e boas procedencias, < m trra
H j?, 25 do corrente, ao mcio dia, J.veui
se reuuir cm useii.b'a g-ral xtraordinaria os
accionistas da estbada de febeo do bibeibao ao
bonito para tratarein de assumpto de nter, ese so-
eat
A assembla geral tunecionar com qialqu r
I numero de accionistis que a tila ccmpa'-ieer.
Nu di. 6 de Juuho viadouro trmica o prazo
Paula da alfande^a
BfcM-NA HE 23 A 28 DE MAIO DE 1887
Assucar branco (kilo) 126
Asaucar mascavado (kilo) U66
Alcool (litro) IM
Arroz com casc (kilo) 65
Algodio (kilo) 3-0
Aasuear refinado (kilo) 145
Borracha (kilo) 1*26
Couros seceos salgados (kil) 500
Cuuros verdea (kiloi 270
L'kcii (kiloj 4()()
Cachaca (litro) i.T?
Caf bom (kilo) 4tiO
Caf restolho (kilo) 320
Carnauba (kilo) 306
Carjcos de alrodao (kilo) 014
Carrito de pedra de Cardif (toi.) 16000
Couios seceos erpichados (kilo) 585
Faruha de mandioca (litro) (50
Fumo restolho em rolo (kilo) 400
Fumo restolho em lata (kilo) 5-0
Fumi bom (kilo) 720
Fumo em folha ordinario (kilo) 400
(enebra (litro) 00
Me! (litro) 040
Milho (kilo) 040
Taboado6 de amarolio (duzia) 100*000
mporsufo
Vapor ingles Tugut, entrado dos portos da Eu
ropa, em23 do corrente e consignado u AJamson
flowie ai)., manif. stou :
Amostras 18 volomes a diversos.
Chapeo j 1 cuix io a Samarcos & C.
Calcados 1 cixja Albino Cruz *C.,1 Ma
noel da Cunta L bo, 1 a Nuues Fouseca & C.
Ferrugeos 1 caixa a Manoel d.i Cunhi Sa'-
danh'i.
Lvrtisl caxioa W. H. Bilton, 1 orlera.
Lona 1 f ir Jo a Hermana Lundgreu & C.
Manteiga 3 barris e 40 meios ditos ordem.
Mcrcadorias diversas 1 volume a A. D. Car
ne.-o Vianna, 1 a Companhia de B.beiibe, 1 or-
dem.
Objectos para escriptorio 1 caixa ordem.
Papol 2i fard. s ordem.
Iioupa 1 caixa ordem.
Tccidos diversos 31 volumes ordem, 4 Andra-
de Mua 4 C, 2 a Luz Antonio Siqucirs, 8 a
Gurrra & Etrnaudee, 2 a Bernardiuo Mala & C-,
i a A. M. Gumares. 4 a Joiquim Agostinho &
C-, 32 a Machado 4 Perera.
Vp;r nacional Jucuhype,eutrado da li-.liia e
eseal, em 21 do c.rren'e e consignado a Camp;-
uhia Pcrnambucana, mauifestou :
Algoi.107 eacess a Joaqnitn da Silva Car
Leiro.
Baniess vasias 735 a Pereira Pinto & C.
Couros salgados seceos 1.414 a Araoiiin Irmos
&C., 166 a Pohlinan Ac C.
MiudesHS 1 caixa oidem.
Pelles 14 atados a llermaun Lundgn-n -V C.
Residuos de secu. utea de algido 800 v.lumes
ordem.
Sola 1,950 meios ordem.
Exportaco
Bkcora, 23 de maio de 1887
Para o exterior
Na barca norngutnse P. Arlhur, carrega-
Psra Liverpwl, N. Cahu & C. 413 saceos com
30,975 kilo* de assucar mascavado.
No vjpor americano Finance, carregaram :
Para N.w-Yoik, A. Stein St C. 11,400 pelles
de cabra.
Na bar.'a portuguesa Allianca, carrega-
ram :
Para o Porto, J. 8. Loyo & Filho 2,000 saceos
com 150,(0.) kilos de assucar mascavado ; Maia &
Rezendc 144 couros sainados eom 1,283 kilos; M.
Carneiro 1 barrica eom 90 kilos de assucar branco
c 2 barra com 90 litros de agurdente.
Para o interior
No patacho allemo Cato, carregaram :
Pura o Rio Orando do Sul, j. S. L .yo te Filho
400 barricas com 30,000 kilos de assucar branco.
= No lugar norueguense Stabil, carregou :
Para o Rio Grande do Sul, S. G. Brito 10'J
barucas com 11.50.' kilos de asaucar branco.
__ No patacho nacioual Andaluza, earregou :
Para o Rio Grande do Sul, T. de Azevedo Soa-
sa 30 barricas em 85,000 kilos de a-.sucar bran-
co e 50 ditas com 6,220 ditos de dito mascavado.
= No vapor francez Ville de Cear, carrega-
ram :
Para Santos, H. Burle & C 1,700 saceos com
102,000 kilos de assucar branco e 2,303 dit s oom
138,i 0) ditos de dito mascavado
fura a Baha, T. de Moraes 30 saceos com
L500 kilos de cera de carnauba.
No vapor americano Allianca, carregaram :
Para o Rio de Janeiro, S. G. Biito 1.172 saceos
eom 87,900 kilos de aessusar branco ; T. de Aze-
vedo Souta 600 saceos com 36,000 kilos de assu
car branco.
__ No hiate nacional D(ui te Salce, earregou :
Para Aracaty, J. i. Moreira 2 barris com 180
litros de mol e 2 barricas com 120 kilos de assau-
ear branco.
__ Na baresca Lindo Paquete, earregou :
Para P. de Alagoas, F. H. da Silva Guimares
5,000 litios de sal.
\aviuk carita
Batea portugueza Alltango, Lisboa.
Barca uorueguense or, Havre.
Barca inglexa Prnce Arlhur, Liverpool.
Lugar f.oruegnense Stabil, Montevideo. .
Patacho nacicnal Mara Auguata, Montevideo.
Patacho iugles Katlileen, Estados-Unidos.
Patacho alinalo Calo, Rio Grande do Sul.
Vapor nacional Giqui, Rio Formoso.
Vapor nacional ilfandoAu, Macei sc!a.
Vapor inglex Neto, Bltico.
Vapar inglez Baskena Boy, Liverpool.
-Yavtoa 4 dentare
B.rca nicioual ifart'a Augelina, farello.
Concurso pitra o urottnienio ilecn-
deiras de entm. iirinittrio
De crd m ('o inspector giral da instruccii pu-
blico se faz saber a qu-in eonvier que em viittid-
de r'etenninagai do pros d::ite da provine a .ie 6
de D-ze nbro do anno passado, e para exeeiiva-
do disposto iiis aitigos 70 e s.'guin'ea di regula-
me.i o orguiieo da iustrucco p.ibli^a, ncb i--<
posto ein coiieors) n p-ovirneuto das cadeir^i.
CJnstant. s da ''. .cao ab.. xi pub icda, e das que
vi.'rein a vagar i.t a termiiiiyau d > cmeurs).
Pira iO achh-sa b rta mata seer< tarn :.
nseiipcilo d s candidatos a est-- pro"imnilo, eu
o pra>0 de O das u cuitar do 1* do corrente, v'o
servadas as seguintes disposivoea do rcgiuieu'O
dos concursos:
Art. Io Os pretenderles ao magia ter i >, que ni
tiverem as isenvO.s do regilamento orgnico da
ius rucc.o publica, devero submetter se a exiine
de hbil ...io para prova de eapacidade profias'o-
na!, nos tennis do presente rpgiinanto.
Art- 2o A in;cri|Ca> para este exama, deatio
do praso annunea.io o >r ediltl, requerer-se-h i
o nup.'Ctor g-ial, instruida a peticao eoic s di-
eumentcs conprobatiros doa requisitos legies, a
S'^ber :
1* Mai i'iilade legal.
^ 2" Morslidade, .;
j > la- u,i> ;e cul|.a
\rt. S O requectos do artigo antecedente d.--
Vero ser prjvad .- :
O d 1 por eertid.' de b.ptismo.
O do i por attestado do panocho ou de qnaes-
qu'-r autoridades do lu.;ar ende rei:dr o concur-
rente.
O do 3' pela ethibicao de folha corr la.
Art 4o Sai risp'iisaioa :
1* De e\hbr certidu d^ iludeos candida
tis que for.-ui ou houverem ai'o funecionarioo pu
blicos e o que hpreaeutarein a'gum titulo ou di-
ploma que irio obtenam sem a maiordade le^al.
2* De apresenUr folha corridaia que exhi-
birem atteatados de procediraento civil e iniral.
passados pe is cmaras municipaes, autoridades
judiciarias ; poli.-aes das le calidades em que ho
verem residido uos dous ltimos aouoe; os que
se achando no exerecio de cmpreno publico, exhi-
brem Bitestadoi do respectivo che te ; e as edu-
candas do collegio de orpbs e casa de expostos.
3' De exame de habili'aco es candidatos que
exbibirem :
I. Diploma conferido pela Escola Normal da
provincia ou de qualquer outro curso norn al pri-
mario do imperio.
II. Ttulos cm g ros scientifices pelasfacu'da
des do imperio.
III. Diploma c nferido p lo Gymnasio Pernam
bncano ou pelo imperial coilegio Pedro II.
Art. 5o O inspector geral, se o candidato satis-
Barca inglesa IleLne Isabel, bacalho.
Barca inglesa J. B. ., earvo.
lareoA nacional Mimosa, xarque.
Lugar alleiiii Gazelle, trigo.
Lugar inglez Maggie, Estados-Unidos.
Lugar nacional Marinho Vil, xarque.
Pataehj nacioual 6'. Bartholomeu, xirque.
Patacho noruegcnse Sif, varios gneros.
Patacho nacional jooen Correia, xarque.
Patacho naeonal Hival, xarque.
P.ta.ho nacional Andaluza, xarque.
Vap^r nacional Jacuhype, varios goneros.
Vapor uacional Ipujaca, Varios gneros.
Ilcudinicuto* pnblicos
UEZ DE MAIO
Alfan lega
.Mimoso.
S-ina Cruz de Sitios Novos.
S Vicente d Sv'rra do Vento.
Rio Joce.
Cxchoeira-d Rob.rto.
Nossa SJirfiora das Dures dePoio.
Volta.
F. minino
Jaique Pedra do Buiqua.
Brejo Santa Cruz.
Ingazeira Af >r .J03 de. Ingazelra.
Panillas Agua Branca.
Ouricury Serra Branca.
Garai.ln-ia Brejji de Santa Cruz.
Iogaxeira Cha o Estevas.
Cimbre.} Alagjiohas.
Ouricuiy Kx.
Timbauba Pindoba.
Mixta
Caruar Lug.-do.
Bnjo Riach) Doce.
Bom Conselho CiValbiiro.
B'iquc Santa Craz.
1'acar.u Taca.c.
Cimbres Pao de Assucar.
Caruar Calcado.
Tacara! Jatob.
Secretaria da IustrucSo Publica de Pe.-nsm-
buce, 1 de Maio de 1887.
O secretario,
Pcrgcntino Saraiva de Araajo Galv.-.
"' Edital n. 13
0 administrador do Consulado Provincial, dau-
do cimpriracnfo ao imc d'spoe a le u. 1860, faz
p lilico a queui uteressar possa, que uo espa5>
improio^avel de trinta das uteis, cuitados de 2
de Maio prximo, dir-se-ha principio nesta re-
particao a ..'0-iraiie.a, livro de multa, dos impostoa
seguintes, relativamente ao 2- Bemestre do exer-
cicio corrente de 1886-87.
3 0/0 sobre o gyro de cusas commerciaes a re-
retalho.
10 0,0 sobre f stabelccimento- fra da cidade.
12 0|0 sobre escriptonos de advogiJos, solicita-
dores, cartorios e cousult jros medios.
'.O 0[() sobre estabelecimentos da cidade
200* por escriptoros de descontos de letras.
1:0.O* por casa de ginintir bilnetcs.
1:000* pir casa de vender bdhetes de ouraa
provincias.
2*5.30 por tonelada de alvarcngas, canoas, etc.
201* por eseravo empregado em servico me-
chanico.
200 rs. por baralho de c irlas de jo^ar.
Imposto de reparticiocompreheaden o :
Parte 1
1 Casas de com i issoes de consignaees e de
commiaao.-s e consiitnacues.
2 Ditas uti depsitos de vender em grosso ear-
vo de peira em terr ou sobre agua.
Parte 2'
3 Lijas de vender joia3 somente, ou joas e re-
1 igios.
4 Ditas de vender relog03 somente.
5 Dit .8 de vender piauos, msicas e nstrU-
ii.entos musicaes.
Parte 3
6 Fabrica de rap Mvuron.
7 Ditas de sabo, '.clnica a que se acha na
fr> goezia de Afogados.
8 Ditas de cerveja, vinagre, vinhos, genebra,
licores e limonadas gazozas.
'.i Ditas de gaz.
10 Ditas agencias e depsitos de gaz.
Parte 4
11 Empiezas anonyinas ou agencias destss.
12 Companhia de Ueberibe.
13 Baocos, agencias iliaca c representantes doa
wesraos e casis hincaras.
14 Compauhias, agencias ou casas de seguro on
qualquer pessoa que uo carcter de agente de
companhias de seguro fizer coutrato desta natu-
reza ou promovel os, com exeepcao dos que teem
sede nesta provincia e contratarera o servico es-
pecial do art. 13 desta Ici.
15 Armazeua alfaudegados, de depsitos ou de
recolher.
16 Casas de jogo de bilhar.
Consulado Provincial de Pernambuco, 20 de
Abril de 1887.
F. A. de Carvalho Moura.
Renda geral
D 2 a 23
dem de 24
Renda provincial
De 2 a 23
[den de 24
539:411515
4t'.86J*12l
73:166'.619
4.815.822
580:302 636
78.282*141
De 2 a 23
dem de 24
De 2 a 23
dem de 24
De 2 a 23
Ide n dt 24
li'tcebedoria
'Consulado f.uvinciai
Recite rainage
653-583/077
27.8039i2
2:227/555
30:031.497
32:856*069
844*065
33.70 di 134
4:710*915
*
4:710,915
Kaiailoaro Publico
Foram abatidas nc Matadouro da Cabanga 95
reres para o consumo do dia 24 de Maio.
Sendo: 67 rexes pertencentea Oliveira Castro,
ft C, e 28 a diversos.
Mercado Bfuniclpal de 9. loai
O moviraento-deste Mercado no dia 21 de Maio
foi o seguinte:
Entraram :
40 bois pesando 6,232 kilos, se .do de Olivei-
ra Castro, 29 ditos de 1 qualidade e II
ditos particulares.
406 kiios de ptixe a 20 ris 8*120
78 cargas de fariuba a 200 ris 15*600
12 ditas de Iructas diversas a 300 rs. 3*600
8 taboleiros a 200 ris 1*600
16 Sainos a 200 ris 3*203
Foram oceupados :
23 columnas a 600 ris
22 compartimentos de arinha a
500 res.
21 ditos de comida a 500 ris
841/2 ditos do legumea a 400 ris
17 ditos de sumo a 700 ris
15*000
11*000
10*500
11 ditos de trcssuias a 600 ris 6*600
10 talhos a 2* 20*000
11 ditos a 1* 11*000
A Oliveira Castro & C.:
51 talhos a 1* -51*000
Oeve ter sido arrecadada neetcs di? 8
a quantiade 205*920
Rendimcnto dos das 1 a 23 4:626*880
Foi arrecadado liquido at hoje 4:832*800
Precos do dia :
Carne verde de 200 a 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 lis dem.
Sumos de 560 a 640 ris dem.
Kannlia de 200 a 24-I ris a euia.
Milho de 260 a 320 res dem.
Feijo de 640 a 1*000 dem.
Vapore* c navio* esperados)
VAPORES
Gold Halldo sul hoje.
Argentinade Hamburgo boje.
Bkan.enyde Trieste buje.
Merchant-de Liverpool boje.
Alliancade Nfw-P-rt-News hoje.
Sirgipedo tul hoje.
Mauosd<> sul a 27.
Arliudodo Rio Grande do Sul a 27.
Juuho
Ville de Maceido sul a 2.
Campiasdo sul a 2.
Cearense-de Ni w- York a ?.
Parado norte a 3.
Girn deda Europa a 4.
Ville de Babiado Havre a 5.
Pernambucodo sul a 6.
Ne- do sul a 6.
Tarnar -da Europa a 10.
Espirito Santodo norte a 13.
Mondegoda sul a 14.
Manosdo norte a 23.
Nevada Europa a 24.
Parado sul a 27.
Tiguedo sul a 29.
4
NAVIOS
Anne Mari.do Rio Grande do Su!.
Cbristiau Eliaabetbde Caidiff.
Elysado Porto.
Erutede Ilamburgo.
Golden Fleecede Terra Nova.
Guadianade Lisboa.
Katalinale Terra Nova.
Leanderde Terra Nova.
Lt-wis Eherman -de Baltimcre.
Meta Sopbiade Hamburgo.
Osseode Cardift.
Positivo-do Rio Grande do Sul.
Stanleyde Hamburgo.
Withelminede Hamburgo.
Movimento do poro
Navio entrado no dia 24
Rahia escala-7 1,2 das, vap*r nacional Ja-
cuh/pe, Je 332 toneladas, commandante Lou-
r^Jnstiuuno de Souza Lobo, ^P 30,
carga varios gneros ; a Companhia Peruam-
bucana ,.
Navio saludo no mesmo ata
Blticovapor ingles Frutera, commandante W.


luSwl I. ymones, carga a-godo



Diario de FeriamfeHeo ^ttarta-ieira 25 de Maio de 1887
^-


LASi


Aviso
() Lodon & Brasllian Bato k, li'mit a,
reefbe dinhiro e.tn cunta corrente amplia
coro 08 fura* de 2|0 .".o ann >, c-pit lis
de t m G mozes-Ju dio e D.z-sm
b,-o
Rc?b?. tambara dinhiro em deposito.
.u ;.vido previo de 30 di.13, ou fix a pra-
lo 3, 4, 6, 9 e 12 mezes, as t-xas d
juros, que forera cjovenioijaiaa entro *>
partea.
Asi- ufas j < xUte.-.t s, Troceado uros
per ifferctit ra xa, li m 8-*in alterado.
Recife, 21 de Maio '!> 1887.
W. li. Billn.
A eRpanha de cavalaria de
i ernBiboco
Ccipr*; dia 2 Je Jo iho vinaorna 17 eavallos
pira o tea .- rvico, os qaars devero t-.r a9 ae-
EBitce eudiyes ; mai-sos, tordo, que governcir
bom, can Ira. 43 de altura t i ai defrfto bysieo.
As essess que >s quiz-.-iem vend.'r dcveao
:t"b.;to
Ear de rosetas,
I i ; 1 eru,
u rofeiiJ din, a 11 horas o* im-
da lompatihi i, i.fiua de seren
"H S'.Btal-OI
U, no orearte!
examinad.'8. -
Qn.rtel do Campo das Princesas, 21 de llaiode
IM?.
Manoel Feliciano Lidis'.o dos Santos.
.\!f r.-s gente.
Clo ntsn
m
Tcndo sido mareada pura o (lia de Ju lio a
tfrecira r. gat. d admioitra'ivu cmvi'o a queui quixerse inscrever
par.-: est comparecer ui bJa do mesmo club,
todas as aoitetj (fas 7 a h ras, a contar de li j i
-" 31 do crrante mez, quinto d-unitivamente
tona de s r encerrada a referida iascripoSo
Secretaria d ('lab Literuacional de Regatas,
.-' I d !.j de 18S7 O 2- secre ario,
Pn:npi C. CasaiiOVa.
"IHiFlTulAGIOMr
DO
BRASIL
Capital
ideas rcalisa lo
20.COO:
S.o0:0r
Aes xa filial d'es-'e lia.- fraccionando r parara mente ra do Comraercio n. 38, sica,
vista ou a pras, contra os s-guia tea correrpm-
dentes no estrang ir- :
____ s/N. M. R .tbsehil & S ns.
... De Rvthechild Frfrcs.
Lmdrea.
Paris...........
rltnlbargo.......i
Berliai.:........(
Bn mente........'
Frankfart t Maiu)
Antuerpia ......
liorna..........."1
Genova .... .. I
Mapolee.........(
Miiii e mais 3 I '
cidades (le Ifa I
I..........)
'.!vir d.........
' trcelona.....
Cdiz..........
Malaga........
rarragnar.....
Valencia o i u'ra {
sidudoa c'.-i !!,- I
pauha c ithaa I
Canarias......!
Lisboa.........\
Purto e nwis ci-f
dales de Pjr-/
tugil e. ilb^s. -. )
liaeiiua-Ayres.... )
'ion*- vi It'o.....)
Movs Y..ik......
Dcutsehe B .. k.
:'. .:;.vi 'Auvers.
R.ini": Genrale e SUSS
Devoeai deN. S. di
CoiiccQio
Dj ordem da me6a r-g.dora, envido e. tjloe
og iraiSo iJmittidoa n ota devojo diS'Ic su:>
undacSo at o ann> Je 1S35, a aprosent-.rfcn suas
eartaa patentes ao iimao tliesnrelro, rua de
Santa Therc2a n. 5", das 1 Aa 0 boraa da tarde,
ej iJae, estado,
naturalidade e residencia, atiui e seiem Isucidh
no ivro de matricula geial di. roaos, e parii
este fi.n -st mareado o prasj j 30 Jias, Cinta-
dos da data da prc-ent-- pu'llicacito,
Consistorio da e^'.^Xa de N. S. da Conceico,
erecta no c invento de B. Princisoo do Becife, em
1 i de Aiaio de 1887.
3 C;Ciivao,
Octavian.^ Alv-s Monte-ro.
MOCliD tl-
Segrcdo imv Ordftai
De ordem -j iimao piesid'ii'e, convido a tolo-
!8 caros iim&os a c mprecereui mi &de social, ni
dia 27 du o rronte (sexta f na), afim de assist:-
re*n a aaesls da financas.
Sccre'aria, 24 de Maio d.' S.-:7.
O 8erreti-.ri->,
Juo Cesar Carioso Ayrea.
Soceddde Recreativa Juvenludc
Em 12 ifl JftlB
Scieiifico aos Sr2. secloa que os coiivite par
este si.ro pol.'m d.sde j er procu'alos e:n po-
der do Sr. vicc-pi?sidente, <: o ingussos em mao
do Sr. tli R3ur ir>.
S' en tan'i da S icieJa le Recreativa Juventude,
18 de Slaio de 1S87.
J- ic le Mediis,
2tf 8ecr,rario.
13815 Uji par de roaaW tes.
13819 Urn i elegi de ouro.
13825 Urna coreite p\tmfroU e 1 volta oaio
de lei.
13838 Uin relogio^ouro Jl l*i.
13816 Urn innel d.: ouro com om brilhante, 1 eor-
do 0 1 relogio de curo.
13S49 Urna pulsrira, 1 cordi/e 1 figa cura du
lei.
1S854 Urn relogio de ouro para senhora.
13851) Uui auael de curo com um brilhante.
1'S65 Um tranceliir. gr.'ssu curo de lei.
13891 Urna corre.:te e uied-iha para relogio ouro
de lei.
13894 Urna corrate e 1 relogio ouro de lei; uin:.
8 ilva prata baixa.
13895 Dob colheres pan topa e 12 ditas para
cb, prata baixi.
13897 Uina volta do troncclira com 6 teteias de
ouro, 1 medalha c 1 anael ouro de lei.
13899 Um par de rosetas de ouro c.m ious bri-
Ihantes grandes.
1.1908 Treta col be res para cb, prata biiii.
13903 Um cor io, 1 par de rosetas, 2 snneis do
ouro e4 eolbatca de prata para topa.
13944 Um correniao pan relogio, ouro de le .
13910 Um bio;he de turo com brilbauteg.
13918 Uoi par de brincos, 1 dito de rosetas, 1
volta de trancelim, 1 medalba, l aifiuete,
2 sonis e 2 botos ouro de lei.
13715 Ux anual de ouro, 1 pr de rosetas c.m
brilbantos, 1 cruz de ouro com topisio e
perolas e 1 p.ir de brincos ouro de lei.
Recife, 5 de Maio de 1887.
gerent'-,
Felino D. Feriara Coelho.
URiillOS
HaiBUffi-!
DaftipfscliiflTahrts-CeselIschal
O vapor Campias
&j
Banco Hypte.'ario de
Ep.ni e sois ;ig n-
C :i.
Bmco de P.^r'tigil
suse agencias.
i<.>!-rn>!' a cern extrnunliti..ria
S:\o cO'ivi'l.oi os Sra. accionistas d.t Compi-
ntiia de EiiS.-afao a reouirem-se no d'a 8 de
Junho pr.iximo totoro ao meio dia na sede da so-
eiedade, largo ae Pedro II u. 77 1" a:i-:i para,
ni aes-ti-bla gem riiteutirem < approvarem o
tihb.illio da cimmissao uomeala p-ra a reforma
dos estatutos.
A as'ea.bl.i t .-e julgari constituida c m a
pres-n; a:!C!'nislas ij-i representen dous t.-r
E'esptrado dos pon-
tos di sul at o dia 2
de Juuho e seguir d.'
pois da di-mora necoj-
aria para
Lisboa e Uaiuburgo
Pa-a pasagens, tracta-ao com os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C
RA DO COMMERCJO N. 3
1 andar
Eug'isb It.ink o thc Ri-
ver l'.afe. Liirited.
G. Aoisii k & C.
Compra >aues sobro quilquer praca do impe-
l e di estrangeiro.
R.-cebe dinheiro em cinta corrate Je movi-
to cciu jures a i.-.zao de 27 o aun i c por le-
"ras a razo ajaros c nvencionado.
O g-.....te,
Wiiliain Web.ter.
cus do capital 6:cial ni fjnna Jo art. !."> do
creta n. i.H.l 1- 30 de D zerribro do 1882.
Recife, 24 di Maio de 1887.
Cu.-tavo Anunes,
Director s:eretario.
d,-.
THEATRO
''A
Estrada li Farra Mira ao
Isssiiiblca ^cral c\traor,liaaria
Nao tend.i comparec du iik primoira i.em na se-
cunda reuniSo, numero suiiicienta de acci.nista,
id'd de. deliberaren sobre o assumpto pira qu-
oram convoca Jos, sito m viinute convidados >e
Srs. accionistas a c m^iarecerem no di.-. 25 di eor-
rente, ao meio dia. n i useriatoric desta Enprofa,
'. Praja de Pedro II, ti 73 1" and ir.
Em virttide do disposto no rf. li'i e S"1! S 1
Jecieton 8821 de 3 > !-Desen-b-a de 1882, se
declara jue a assembla geral funecionarft cem
jial^'.ier numero de i-.cciotiistas f'unio.
Recife, 18 de Maio dn 1887.
Jitau Silveira Carneiro da Cimba,
Seerrtario da Asseicblea Geial.
C'omi,->auiia
dos trilios urbanos do Recut: ?
Caxang
Aviso
Os senliores aaaignantea desta c.impauhia sai
regidos a tirar suas -s ignaturas o mais cedo que
(ir pMsiv 1, visto que ser cobra lo a passigem
'qoelles qu> n3o piasam mostrar o bilbete com
- tente.
V emisso dos bilbfes de assignaturr.s prin-
'ipiai nos trer ultimor dina u'tis de cada mez,
ndindi a 2a classo no prime'ro dia til do mez
seguintc.
O eseriptorio est fecbdo no d )min.-.s e dias
.- .i'ili ; .1 is e ns sabbiiog depiis de ^.30 da
tarde.
Boga se tambem s s-nbores passagriros de
nservar at o fim da viag.'in a jiart Ju bilbete
lo tirada pelo condoctor, sendo es:e considerado
. ".nica prova do pag tinento da paisagem.
Eseriptorio da companhia, 23 de Mato de 18S7.
A-' W. Stoneh w r Bird.
gerente
EKPREZ/t
SOARESDEMEDEIROS
Oiiinla-feira, 2S do Salo
i. RccNa
da companhia dramtica de que faz parte a I.
actriz ingenua brasileira
S>. Jaalina iflonclar
Alta novidade!
Grande succe so!
'Juica re presen t. (,-a i nesta pica, du drama de
arar.tle especaeul', de grandes t-ff. itos tcnicos
em 5 actos e 7 quadres aecrimmodado ao theatra
braaleiro p rKLI.VS DA KONSECA, e que nos
I theatros framez s bem com nos tbeafros da C--
te teiu feito grande tuccesso
OSESTIUNGIJIADORES
DE P.4RIS
.Ai ac ilo passa-se em Paris.
.i ci Deznnb.o de I8S1.
Na imprensa trances* eausou grande 6eiistcao
e prorpovi-u eacandali a apres ntaya i em secna da
MORGUE (oecrot-rio d.- Paris).
itiiilo-. los actos
1 Acto O reubo dos bnlbaut> s.
2 Dito A sOBpeita.
3 o DitoO necrot.rio.
4 DteO ispiode polica.
5 o DitoO collar da morta.
t> Dito Ot Estrangj'a-iercs.
7' DitoJuetic*.
Tvdu o sc-nari i apropriado e nteirameute no-
vo o do 1* acto c do 3- quadro que repreaeuta
A MORGUE
(NECROTERIO DE PARS)
EaecenacSo a eapricha peb artista ensaiador
Soares de Me lei: es.
A companbia t< ndo de iclirar s; bresemente
para a provincia do Cear, vai realis-r os BOUS l-
timos espectculos nesta capital.
TI
P
u
Eailisl Bul of Fi le Janeiro
mili
13158 Dois anmis",*l trinco c 3 botos, ouro de
^Jii ; 1 cor\>, 1 band 1 colber e quatm
r ^p'Hndori', prata baixa.
13159 U.aa vdta de trancero, 1
1 annel e 2 teteias, caro 1
ooro baix>.
13174 Dois casticacs, priado lei.
J3179 Un alfinetu, 1 >ar de brincos, 2 cor-o s, 1
cer-go em caro, riSra de lei.
13^02 U na poJseirH e 1 alfinete, ouro de !ei ; g
cajberes para cb, prata baixa.
13?04 Urna pulseira, 1 cruz, 1 figa e 2 anisis, ou-
ro de lei ; 1 volta c drda, curo baixe.
13206 Um aune! do ouru com pequeo brilbaute o
dona ditos de curo, curo de lei: 'um dedal,
onro baixo.
13222 Uraa salva e 8 colberes para sopa, prata
de lei.
1323 Um trancelim, 2 pares de brincos, 1 d.-to
de arg las c 3 aouois,"ouro dt le ; 1 mce-
(iiiht de o;:ru (mei.-. ) c.m argolla.
13237 Uun pulseira, 2 Ifinttes, 1 par de brincos,
1 tianoelim e 1 anr.el, curo de lei.
13^5; Urna (.olseira, 1 par de botos, our' de le;
6 medinhis de onro im uoi;s.
13252 Urna pulseira, 1 alfiuete, 1 par de r. .'as,
1 medalha, 1 b.to e 3 aunas, ouro de
lei.
I32GG Doze colh.res para cha de prata.
13275 l) :i3 kUietes, 2 pares de brincos, 1 dito de
rosetas, 1 dito de betes, 3 anueis e 1 figa,
ouro du lei.
13279 Um relogio, ouro de le.
13^94 U..i trancelim, ouro de le.
13303 Ut per de rosetas cera biilhaitse 1 an-
u i com dito,
13305 Uin ni gio, ouro de lei.
133'J9 U.n cordo e 1 cruz, ouro de lei.
13.'I { Uu rclogi", '.uro de lei.,
13313 Um tr.uc i u e I :; nel, ouro de lei.
13314 Urna pulseira, 1 a fia. t'-, 1 par de brincos fc
1 dito de rosetas, ouro d- la.
13)20 Um par de brnos,- 1 volta de c;rdo e 1
innel, curo (ie lei.
13325 Urna corr utee 1 medalha para rol gio de
fcnhora, 1 volta du um o, 1 par de pricoa
onro de U i.
18327 Um aifiuete de ouro pira retrato cem bri-
llante.
13331 Una cruz de ouro c m brbantee, 1 annei
com dita, 1 alfinete para manta, 1 dedal e
4 anin is ouro de lei.
13310 Um pirde recetas de ouro com brilhintcs
pequeuos, 2 unueis com ditos c 1 dito de
ouro.
13354 Duas salvas prata de lei.
13305 Um trancelim e 1 relogio pequen, ouro de
l [3389 Urna correcto p.ra relogio c 1 relogio, ouro
de lei.
133d3 Um par de brincia, 1 volta de trancelim, 1
medalha, 1 cruz e '?. aunis, curo de lei; 1
salve, 3 colheres para cha, 1 dita para sopa
C 1 fivella, de prata de lei.
13395 Um volta de ouro ara senhora.
133'.n; Urna pulseira do ouro com rubn, 1 a.fi- I
note, 1 par de rosetas e 2 chaves para re- I
logio, curo de lei, 2 collares (moda). 1 bo-
tilo, 1 rudogiu de ourv de lei.
I3J01 Cm re'ogio, ouio de lei.
134l!4 Um p.-.r d>' rosetas de ouro com 2 rubios c I
circuios de brilhantes, 3 b.tes de curo com
3 perolas, 1 relogio de euro, 1 eoircnte e
mrdalha pna relogio ouro de lei.
13405 Un par de rosetas de 0"rj com 2 brilhn-
tes, 1 c.ir.'Utee 1 relogio, ouro de lei.
134'l Um re igio, ouro de l--i.
13116 U.n aniiel de ouro c m 1 brilhante.
13417 Um par de rosetas c m brilhantes e 2 au- ;
neis can ditos.
13427 Urna pulseira, 1 broche, 1 cruz c 1 cordo,
ouro de lei.
13431 Um pnliteiro e 34 colheres para cha, de ,
pra ti.
13432 Dous pares de r b- fas de ouro com 4 bri- '
ih i.ti;3, 1 nnnel ci va 1 dito, 3 pares de
brinca, 1 cruz e 1 cordo, ouro de lei ; 2 j
salvas, 1 p.liteiro, 18 colheres para sopa, '
12 dita- para eh, 1 di'a para arres, prata
de lei.
13413 Dous bo'.s de ouro cim bhant-s.
13144 D. as trvneelins, ouro de lei; el eruafixo, I
onro baixo.
1 451 Urna con cute paro r> logio, ouro do lei.
13158 Um par de rotetas de ouro cem peque rs !
brilhantes, 2 pares de brincos, 2 ditos de
rosetas. 1 traacelim e 1 teteia, curo de le. :
134iiG U.n relogio, ouro de lei.
13472 Uji tran-elim, ouro de lei; el relogio de ,
oaro.
13494 Um tranceln c 1 cruz, oaro de lei.
13500 Dos anueis de ouru cem brilhantes, 1 vol-
ta de cure, 1 pulseira, 2 uiedalbas, 3 tran-
celins e 1 m.ediuhi do ouro com lico, ouro !
de lei.
13501 0 n relogio, oaro de lei.
13513 Urna pulseira, > trancelins c 1 figa, ouro de
Im; e i roseta de ouro com brilhante.
13511 Duas inoodaa de ouro do valor de lOj'.OO' t\ i i \ j
cada uma, em botoes, 2 ditas pequeas e 1 De8(le ik "cebe-se encorarnenebs pan
relogio de ouro. camarotes na
13518 Urna corre uta e sii.te para relogio, 1 vol-
ta de ouro, 1 par de brincos e 2 alfinetes,
ouro de lei.
Um cordo, 2 cruzes e 1 par de brincos,
our de lei.
Dni par de rosetas e 1 annel de ouro C3u
brilhantes, 1 corrate e medalha para er-
logio, ouro de le.
Um alfinete de euro cem brilhantes.
Um paliteiro e 13 colheres de prata di lei.
Um annel de ouru com brilhantes.
Um pir d-j rosetas de ouro com bii han tes.
13561 L'oia com-iite c medalhi para relogio, oaro
de lei.
135G4 Uma pulseira e 1 par de briacos, ouro de
lei.
13505 Uma pulseira, 2 voltas de trancelim e um
par de brincos, ouro de lei.
1308 Uin. volta de coido, 1 par de argollas, 1
fig* e 1 teteia, ouro de le.
13577 Um par de brincse l cordo, ouro de lei.
13583 Um pirde brincas, 2 ditos de rosetas e 1
cast .o, ouro do ki.
13597 Um par de brincos de ouro crav.jado de
briihiiitea.
Pulseira de ouro com rubias e perolas e 1
alfinete ouro tle lei.
Djus grampos de ouro, 1 agulheiro, 1 vol
ta de trancelim, 3 chaves, 1 dedal, um paa
s.uljr, 1 icodalb, 3 bobas de ouro, 1 cotn
.
DE.
.VavegacSo Costeira por Vapor
PORTOS DO SUL
Rio Forn<:Sfre Tamandar
O- tapor Siqui
Comandan te Lobo

Segu no dia 26 de
Maio, polas 4 ho-
ras da manh.
Recebe carga at o
a 25.
Encommend.-is, passagens c diuheiros a frote
at a 4 horas da tarde do di-i 25.
ESCK^TORIO
raes da Compaahia Pcras-a^a
caoa a. 8 3
Couipaahla Bahlaaa de nivela
eao a Vapor
Macei, Villa Nova, Ireuedo, Aracaj,
Estancia e Bahia
O vapor Sergipe
Ccmmandante Pedro Vigna
E' esperado dos nortop aci
ma at o dia 29 de Maio,
e regressar ,'tira os mes-
mos, depoisdaderrora do eos-
turne.
Carga, passageus, encommcnd-is c dinhei-
ro a frefr, trata-se na
AO ENCA
7'Ra do Vigaric7
Dominas Altes flatheiis
rOWPAXHgE des nE^mitiiT
BBJ ll.lflBTIHS:^
LINIIA MENSAL
0 paquete Gironde
CoTirnandante Miniar
Espera-se da Eu
ropa at o dia 3 d.
Junho, seguin
do depois da de
^og gpi.iG.ra do eosturn-
^*-!*^m*3~*U*^ para Bueaos-Ay
res, tocaado na
llalli a. Itio de faneSro e lenle
vdeo
Lembra-se eo3 senhores papsageiros de tuda
as classes que ba lugares reservados para :st
agencia, qae pode.m tomar em qaalqcer tempo.
Pre.-ine-sc aos seuhores reeebedores de merca
dorias que s seattender as reclamaces por fa^
tas aos rolames que forem reconnecidas na ocea
sio^da descarga, assim como dtv
48 h iras a c .ntur do dia da descarga das alvar u
gas fazerem qualqtier reclamacao conctrnente a
volumes que poverntura t- i.h .m scguiJo para es
portos do ui, afim de podr-ao dar a tempo as
providouias necesesrias.
Para carga, passagens, eucommendas 9 dinh( ir
a rete: tracta-sc com o
AGENTE
iugasle Labiile
JJ RA DO COMMERCIO ?
COMP.tVlIIA"lSK.\ 1 lf 9LC V^A
DE
^avegaco costeara por vapor
r-OHTOS O .SUL
Agente Pinto
Ni casa do Cmiiibi Novo u. 90, entre bs ea-
t; .; s -da SJlidadc e Camiuho Novo.
Os concorreules qee tomarem o frein das 9 e 4
seiSo psssagem gratis.
O leillo principiar Ac 10 1|2 biras.
Agente Pestaa
Le'Io
De um terreno da Estrada Nava do C ixang,
com 271 palmos de frente e 184 de fundo.
Umt parte da casa n. 25 mesraa estr8darccrtii
d2 palmos d.. vao < .66 de fundo pertrncentes a es-
p.li de M.no.d de Je.us Jorii Caldeira.
O agento Pestaa auforisado por mandido do
Exm. br. Dr. juit de rrphaos, e c m assistencia.
do mismo, vender um teneno e a parte da csj
cima mencinalos.
Sexta feir, 2 9 d corrate
A'fi 11 horas
No armazem ra do Vigario n. 12
Leilao definitivo
Agite Pestaua*
Do una parte da casa terrea sita ra
do Beaiea n 2 (Passagem da Magi*l5-
a ), perteneente ao espolio de Iguacio ck:
S Lop-^s Fernandos.
Sexta felra 33 do corrate
A'a 11 horas
No armazem ra do Vigario lenorio
n. 12
O agente Pestaa, autorisxdo pelo Esm.-Sr.
Dr. juiz de- orpbe.8, ve.ider no dia e hora cima
menciojados, com assistenc a do msico s-.-nhsr, a
parte da casa terrea da raa do Bemfici n. 2.

#

Do bons
movis e espelhos, etc.
Agente Brito
Para
Boyal MailStaa PKttOn pauy
Vapor (-xlfaordinario
O vapor Ni/e
De 3,039 'ondadas de registro
S;.lili do porto do Rio
de Janeiro no dia 1 de
Junio prximo coin es
cala para Bahia e- Per-
I natnbuo, seguiodo depois de pouea domo
ra com malas e passageiros para
Macei, Penedo e Aracaj
O vapor Mandahu
Sogue no dia 27 o.
Maio, s 5 horas da
tarde.
Recebe carga at (
Enejinmendas, passagens e diabeirus frete a?<
4a 3 horas da tarde do dia 27.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Companhia Perr.ambucana
n. 12
O agente cima, autaUado p---!o Illm. Sr. Ma-
noel Joca da Silva Mergulhao, que retiren se para
fra da provincia, levar a leilao o saguiate : 1
importante mobilia do mtgno, Cjm sola, 1 ardi-'
mira, 2 consolos com podra, 2 eadeiras de brscoa
e 16 de guarnicao, 1 cspJho ova', 1 cama france-
sa de Jacaranda, 1 dita ce amarelle, 1 bidet, 1
^Itoilet, 1 lavatorio eom podra, 1 sof, 12 c.dcirus
de junco, quasi novas. 1 sof e 12 eadeiras de
amarello, 4 eadeiras do balando de junco, 3 sprc-
gnicadriraa de junco e i o carga, 1 commaaa, 1
raeia e;mmoda, 1 cabido de columna, 1 quarti-
uheira, 1 mesa elstica, 1 guarda- loucu, 1 guarda-
comida, 1 aparador de cailo, 1 marquesa-. 1 e?-
cr- taria, 1 marquesa, 1 mesa com estante, 1 relo-
gio de parede, jarros, tape-tes, candil iros, bande-
jas, lautemae, copos, clces, facas,colheres, lenca
para almoco e jantar, trem de esinba e algumas
^.bras de ouro de Li e brilhantes.
Sexta-feira, 91 do correte
As 10 1|2 horas
Ra da Princeza Isabel n. 12
LISBOA E SOUTHAMPTOIN
13520
13521
13522
135 3
135 .'4
13540
13598
130'II
Bouds para
eos.
e at ulterior reso-
juros de dous por
Capital do Binso 1.000,000
Capital realibdo & 503,000
Puado de reserva i 200,000
A contar desta (Lta
lea,), conceder-se-ha
tent ao anno, sobre ns sal 'os de dinhein
epositado em cont corrate de toovirncn
- to mesm Bmco.
Pernamcaco, 23 de Maio de 1887.
Menry K, Gregory,
O rente. '
Companhia do Bcberibe
Couvid-se aos Srs. neciomstas a virera nceber
e 78 lividendo na pr.^porclo de 51010 por aegao
ou 10 por cen*o cuj i pagamento se i ff-c*uai u'es-
< ri-riproiio das 10 titiras da manh a 1 hora da
"crde, diariamente at o ultimo d'este mez, e ao
depois aos sabbadns.
Eseriptorio da C itnpanbia do Bebeiibe, 14 de
Isla i 887.
J t Eustaquio Ferreira Jacobina,
Director secretario.
Coiiipanliia do Beberibe
Previne-so aos senhores subscrip'ores das ac
..a da ultima emias mo o praao para o paga-
mento da segunda prestuco termina no dia 6 do
mez ptoximo vindouro, Pecif-, 21 de Maio de
1887. O director secretario,
J t Eustaquio Perreiri Jacobina.
tedas as lianas e trem ate Apipu-
PrincipforA *> S liorna.
Monte de Soccorro de
Pernambuco
LEILAO DE Jf'IAS
De oidem do cousclho fiscal taco publico que o
I .'o de i lias d-se eitabjleci.'neatu, snuunc ado
para o dia 21 do correte, fica transferido para cf-
fectoar-se no dia 15 de junho, por nao coavir ex-
por venda agrande numero de cntelas aiuda
tulo resgatadas ; podi u I. oa -Srs. inten ss i loa res-
gafar ou riformar at a vsppia do lelio as res-
pectivas ce.ut. las, abaixo descriptas.
Oj i hjectos estaio a cxposicSo tres dias >.ti! .'.
121U7 Um aune! de oaro c.m 1 bri liante oscuro,
3 ditos com ditos, 1 pulseira com ditos, 1
c i rcmo de euro, 1 corrento e medalha da
(u-o cora platina, 1 gargaotiiha, 1 pulseira,
2 brochts, 2 pares de brincos i ) i elogio,
onro de lei.
12525 Urna era de oaro com bri.hantcs e 1 volta
do trance'im, ouro de le.
13I0J Um par de bnneos de onro, era vejado de
urhaiiti s o di inuiit- s, 1 pulseira, 1 br che
e 1 par de roteas, aro d> lei.
13110 Uma ciuz de ouro cjtn bri fiantes e 2 pui-
seirus, onro de le.
13111 Urna putseira de curo com brilhantes e 1
crrente para relogio, ouru de lei.
13112 Utoa pul.oira ouro de lei, Cinteado bri-
lhantes.
13128. Duas voltas de trancelim I um aifiuete, co-
ro de lei.
15143 Um alfinete, 1 pir de briacos c 3 snneis,
euro de le.
13143 Uma crrente de ouro para rc'ogio e 1
relugio de' ouro de lei.
13116 Um relogio, ooro de lei.
13150 Ums p-.ilseira de oaro com pc-lras.
AGENCIA
lina do roniitiercio u. 3
1 andar
Adamson Howie ^ C.
AGESTES
""CIIARGEIBS BESS
Companhia Franceza de \aveea
cao a Vapor
Linha qainzenal entre o H*vre, Lis-
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
O vapor Ville de Bahia
Com mandante Scbiro
E' esperado da Europa
at o dia 6 de Junho, se
guindo depois da indkpen
savel demora para a Ra-
uta, i> ele ilanclrii
C Nautoa.
Roga-se aoe Srs. importadores de carga p'lui
vapores desta liuhn,queiram apresentar dentro de 6
dias & contar do da descarga das alvareng.. -,;-. ;.-
quer reclamaoSo cor.cernoute a volumes, que po-
e 3 respiendorcs.'ouri de lei ; um paliteiro, v-ntu i tenhain seguido para os portos do sul.afim
do se poderem dar a tempo as providencias neces-
.irii.s. t
Expirado o referido praso a companhiloa n se
reaponsabilisa por extravos.
Para carga, patsagens, eucommendas e dinhein
a frite: trata-se com o
AGEISTK
- O de mjvei?, tapetes, canlieiroa a gaz csi-
bonico, 1ouq<;, ciystaes e mais objectos de casa
de familia aanuuciado p.ra quiata feira 26 deve
er lagar na casa do Camiaho-Novo u. 90, para
en le partir a 9.45 um trem que dar pastag m
gratis ais concurrentes.
Sexta feira '.'7, o de duas burras prova de
o='o, carteiras, repartimento de eseriptorio, mo-
vis e mais objectos existentes no l* p.nlar do
sobrado da ra do B.m Jeaua n. 43.
Leilao
Em contQuag.o
De fazi nas, miadcaas, chapeos e chnpelliuas
eadeiras de junco, cognac, resmas de papel almae-
80, 1 toilet, 1 machina de coatura, 1 banheiro,
clices, jarros, candieiros e maitos artigos diver-
sos para liquidar.
Quarta feira 25 do corrente
A'8 11 horas
>a raa Primeiro de Marco n. 12.
.tgeutc Modesto Baptlsta
2- Leilao
Leilao
14 c-lhares, 3 respIeadore3, 2 dedaee, 1 cruz
e 1 pi-quenu peQa de prata.
13 01 Um r< logro ouro de lei.
136'>5 Uma pulseira, 1 trancelim, 1 cordo, 3 an-
u is e 3 boles onro de lei.
13609 Dous aune de oaro com peqaenos brilhan-
t.a e 1 broche ooru de lei.
13623 Um pai du rosetas de oaro era vejadas de
briluaotes.
13637 Urna chapa de oaro (condecoraco) crave-
jada de biilhantes e diamantes e 3 botos
rom ditos.
13613 Um cordo e 1 ernz ooro di lei, G c.lherca
prata baixa.
13G45 Uraa volta de ouro, 1 m -o.Jhi. 1 trance-
lim e um lelogij pisa senhora, turo de
lei.
13650 Urna salva, 6 Colheres para .-opa, 20 ditas
para cha, 3 ditas para tirar topa, arroz e
assu.'ar, (.-rala baixa.
13651 Um* v ilta ouro de iei, para scohora.
13 i04 b'ui pulseira ouro de Iri.
13678 Dous in-.cis com bili-.ates.
13686 Um par de r s -tas e-ra dous Rrilhanfes, 2
aunis com ditos,l par do brincos, 1 annel,
2 pocas de brincse 1 caito ouro de le.
13695 Uma crtente e medalha para role gio cur
de lei.
3697 Uma cruz de ouro c:m brilhantes.
13707 Duas medalhas e 1 anael cem diamante,
onro de lei.
137()-> Duas pulseiras, 1 tranceln. 1 par de bria-
cos, 1 dito de arg .-s e 2 aunis de ouru
de lei.
13712 Urna volta do oaro, 1 dita traacelim, 1 par
de brinco.', 1 medalha, 1 emblema do Es-
piri j Santo, oaro de le.
13723 Um annel de earo com um brilhaote.
13724 Uia relogio oaro de lei.
13741 Um annel de coro con brilhaote.
13777 Urna medalha de curo com um brilhaate, 1
par de briacos c ui dito.
13783 Um par de brincos ouro de lei, 1 salva e 1
paliteiro prata baixa.
13789 Urna corrate dupla com medalha para re-
logio e 2 botes oaro do lei.
13802 Uma crreme dupla cem medalha para ro
- logio, euro de lri.
13 05 Uoi pequeo trancelim com chave, 2 bo'es,,
e 2 -aiieid curo de lei. '
13809 Quatro bo'uues de ouro o 1 annel confuido
brilhmtc.
0
Com man dan tu Panclivre
Ef-ei .se drs portos do sul
at odia 2 de Junho segan-
do d.-poia de indispensavel
d mua olIS%'ItB, tocando
em LISBOA lnvend nu-
mero s'iffia nte de pussa.-ei
r03 de. 1 classe.
O VAPOR ENTRARA' DENTRO DO
PORTO
Conduz medico a bordo, de marcha rpida e
ofierece ucellentes commodbs e ptimo passadio.
As pasfiagen? podero 6Cr tomadas de anteuiao.
Recete c-.rga, ener.uimendas e passageiros p ra
os qases trm exctllcnte-s aceommodiisoe3.
Para carga, paisag as, eiicoinmeodas e dinhi ro
a frete : trata se com o
AGENTE
Aii^csle, Labie
9 RA DO COA!MERCK)-9
Companhia fiira.lelra de JVave-
picoa Vapor
I'ORTOS DO NORTE
0 vapor Manos
Commandante 1' tenente Ouilkerme Wad-
dington
E' esperado dos portos do sul
at o dia 26 da Maio, e
seguir depois da demora iu
dispensavel^ para os porto
do "airte at Manos.
Para carga, passagens cncoromendas e valore*-
tracta-sena agencia
PRAA DO CORPO SANTO N. 9
Quarta feira 93 do correute
A's 11 horas
Na ra 1- de Margo n. 12
O gente Mudesti Baptiata por mandado e com
assistoncia do Exm. Sr. Dr. juiz de orbaos e aa
aeates, a requenmonto do testameateiro e inven-
tarjante do spoli-j d i fiuadu Maniel de Moura
Estcves, fai leilao dj tres tcrrens, 2 casas de
faipi. sitas na estrada do Arraial, pertcacente-
ao mesmo eep lio.
O mesmo agoate dar as informales, direc-
s r.s.
Leilao
Da armacao, gneros e pertencas da ta-
verna da ra do Mrquez de Herval n.
73.
Etpolio de Domingos Francisco Ferreu a
Quarta feira 2b do correv{e
A's 11 horas em ponto
O agente Martius far leilao por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz de or hos e ansentes e eom
saa aasisteaeia do estabelecimento de molhados
perteneente ao espolio do mb uto psrtuguez Do-
mingas Francisc Feneira.
Agente BurJamaqui
Leilao
Da casa terrea sita ra da Aroisade sob
n. 38 na Capuaga, fr-guezia do Nossa
Senhora da Graca.
Iiiara fe a 5 do corrate
A'a 11 horas
No armazem ra do Imperador n. 22
y O agente cima p;r al vara e essufcneia do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito do civel, levara a
leilao a casa cima a reqoeriinento do Joaquina
Mattiniana Pe reir de Azevedo Regia.
Oe Srs. pretiudentca desde j podero ir exa-
minar.
ao
De 160 saceos com f ijo mulatinho. de Lisboa.
Qaiata feira 26 do crrente
A's 11 horas
No trapiche do Sr. Aun s, defronte da
Alfandega.
/.guille Molesto Bejl-
De dividas na importancia do 13:G59t30,
sendo 8:767^700 em letras c :8910840
era conta de livro
Espolio do coronel Jos Antao de Souza
MagalhSes
Sexta-feira 27 do corre te
A's 11 horas
M'o armazcitii da ra do loipera
dor n. 16
O agente Martius, autorisado por alvar do
Exm. ,-r'r. Dr. juiz de direito do civel, far leito
pela segunda vez, com aesis'rncia d; mesmo juiz,
das dividas activas do espjlio do coronel Joe Aa-
Io de>Souza Magalhes.
Podem ser examnalas as letras c a relucSo das
dividas em poder do mesmo age ite.
Leilao
ieilo
De movis, 2 lustres de crystal, arandda3
Uma mobilia de Jacaranda, l relogio, 2 eaearra-
derae, 4 pea para piano, 1 tapete aveludade, 3
t..petes de porta, 1 transparente, 1 tipcte de la, 4
ca tic/es e mangle, 4 jarros, 5 quadres, 3 etagers,
5 panuis de crochet, 2 almofadaa, 1 lbum de ina-
ircperola, 1 t ipete forro de sala e esteira f.-rro de
quarts, louca, vidro e < ryetaes.
Uma mesa elstica, spparadores, 2 fructeiras,
eadeiras de balaneo, 1 apparador, eadeiras de
junco, mesas e trem de cosinha.
Uma cuna franceza, l ne6a do cama, 1 lava-
tarib, 1 colxo, 1 costureira, .1 cama de ferro, 1
inarquezo, 3 qui.droe, 1 cama de Jacaranda, 3 rau
quinas de Costara, 2 eadeiras do balanco, 1 ca-
deira de b-aeo, 1 rew.lver e muitcs outras obj.c-
tos do casa do familia.
Quinta feira, 8 do corrente
De uma burra (cofre) e uma pratileira pra
pupeis
Sexta-feira 27 de Maio
A's 11 horas
O agente Piato levar a Ieilo, a requerimeato
de Manoel Je Oliveira Fonseca, e por despacho
do Um. Sr. Dr juiz do coamereio, uma burra e
pratileira, arrestados a J io Car rere era necaoque
lie uiii.'iu a firma S Leito & Coimbra, existen-
tes na ra do Bom Jo us n. 43, onde haver um
out.-o leilao de movis, f.izcnJas, ferrageas e m:u-
dezas.
Grande e variado
Leilao
De fazendas, miudezar, fermgens, movis,
vinhos, livros, psdras mar.-uore, papel,
candieiros gaz, arandellas e muilos ou-
tros arligos, que sero vendidos
lo eorrer to mai-iello
Duas caixas cora mhiiposa, 2 pecas de pel'ucia
de cores, '24 duzas de lentos de linho fiaos e 2
casacas de panno preto.
Liabas, cabecadas, loros, rabichos, bridea, pa-
pel pautado, papel ferro de sala, papel para ira-
preaao e typographia.
Doas pianos, seodo am de meia cauda e outro
de armario, t-randellas de bronze e mangas aval-
tas, rrb'gios de parede e de mesa, jarros e vasos
para fl ires, machinas de costara do mesa e de
mo, berecs, cemmodas, mesas redondas, eadeiras
de junco, qnadros, diversas canias de ferro, cabi-
des, cobeitas de metal, lancas pretas e douralas
filtros, taboletas e pratileiras.
Cinco feges de ferro, sendo 1 completamente
novo e nielado, barris com pregas, alavancaa e
tiem do eczinha.
Repartimeiitos para eseriptorio, caixas de ma-
deira, carteiras para mesa para duas pesseas, 2
burras prova de fogo, machiua para espiar cartas
e para impar facas e pastas.
Candieiros gaz carbnico c kerosene, de Crya-
tal e do bronze, araudella^ e pendentes, rcvelvers
e espingardas.
Caixas com cognac, vinho do Porto, rhuro,
champagne, bitter, caixas com latas de milho em
conseiva.
Uma caixa com livres cirorgicos, inultos c d ffe-
reutes livros.
Pedras grandes p-.ra mesas e eonso!?s e muitos
utroa bjectos, que estaro patente ao exame dos
ceucurcntcs.
Sexta-feira 27 do correnfe
Na ra do Bom Jess n, 43
O agente Pinto tcndo de aladar seu eseriptorio
da ra do Bcm Je^us para o armaz-jm da ra do
Mrquez de 'linda u. 52, Uvar a Ieilo, por
c nta c risco de quem pertencer, e sem reserva
de proco, todos os objectes existentes em seu
deposito, alguos dos qua-s desde 1860.
A entrega cffectuar-se-ha em 24 horas.
O leiio principiar s 10 horas em ponto por
gerem muitos os lotee.



AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a SUU) no becco dos Coe-
hos, junto de S. Goncallo : a tratar na ra ds
Imperatriz n. 56.___________________
Na Passagem da Magdalena, entrada para
u Remedio, aluga so pelo tompo que se. eonyen-
ciouar, um sitio cem boa casa. nsitas fructeiras,
viveiro, baixa de capia, etc. : a tratar na ra do
Imperador n. 14, 1 andar._____ _____
Precisa-se alugar urna casa grande prxima
da cidade eom commodos para hotel, sendu prefe-
rida na ra do Paysandu' (Chora Meninos). Para
ifurrriac.J3 ra do Imperador o. 26.
__ Precisa se de criades para vender taboleiro ;
na rus da Matris da Boa-Vista n. 3._____________
__ Pr.-cisa-sc de uma cosinheira pf ru caea de
fsmilia, que sej de boa coalucta ; na ra do
Imperador n. 78, 3- and".
r UEBlVEL




May i1 I "i -
-"Ignorando se a -aerada da tanhafes :ibix.>
tclarado3 s* Ib i regs *< ir" B '"?0 da. Al~
r ndea u. ?, muiea, negocios de sai u'e-
Xd* 1'- ir Je M*l!o.
Jos Tavares Uarn ira.
Le '.-. H :rb,sa.
If/MBtel Rodrigues de Mattoa.____________
== Aluga-a* ai'faH3 torreas n. 4 i rus de An-
tonio Heurique, ouir'. r i A cougninho, en. 122
Coronel Sun.utu, out'ora HorU3 ; r. tra.ar tim
Pinheiro rua-da IV. n. 42._______________
__ Precisa se d* Ufra cosiuheira part cusa da
familia, que durm n casa ; a tratar na ra do
Batao da Vi torio n 3'.', l<-ja
= LUGA-SE a case, da ra do Marques do
H-rval n 150 ; trSTa-ae i. ra da Iroperatrix u.
lt, seguud i andar. o
"^ Ttaanaes-. se atavirna da ma d< Apollo u.
13 ; a tsatar na acema.___________
_ Alup-. 3' o 2- andar do obra-lo n 7 na
Paasagem, com agua, bastantes omm >d,os e coro-
nacdo.pr.co ; a tratar no mecm>, eem L nreiro &
Con paohia. ^__________..,__________
AMA DE
Prccisa-se de urna quo techa bom e
abundante bita; i tratar tn ra Duque
de C*x98 n. 42, 3. andar.
Precisa-se de ma ama p.--ra lavar e en
gomraor em casa de familia : ni ra do
Riachiu-l) n. 13 se dir.
PEDIDO
V 52:1 ao rs
J.s Antonio de Albuquerque Pe3roa p. de ao
Sr. Jo- Barrete Para de Mol-, o favo- d- pagar
a impjrtaneia d sua letra v ncid ; Vmc sa-
be que taaban* datroequ -n pagar sos meas ere.
dores. An-iseicasi rr.uito perto da do Sr.
sen sonro Jos Ignacio Av marco-lbe o p:..:o
de 8 dia.s para este pagamento.
Reeife, 24 de Maio de 1887.
Jos Antonio do Albnqurrque Ptfdroxa

ma leite
Prccis;--r.e rio urr.i ins d-- life \ a tratar na
ruado -is^ende de Inln ma, antiga Rangrl, n.
25, 2- sudor.
.Por 225
Alii"-se a c >'i n 26 la ru-i de S. Jjo, com
bons enromo I-s, bom quntale ettfi limpa ; a tra-
tar na ru* Duque Je C xias n. 8 >, loja.

ICTl^O
Una persa que se ri tira d 1 provincia te;n ps-
ra Tender nina casa e un sitio no lugar Encana
ment, frrguexia -i. c>, tendo a cas ti 2 pal ib
de frente e 40 de fundo. 2 quartos, c sinha, 2
jmilas doc'So, porta ej-.neila de trente, cainda
e pintad, len lo o sitio sena palmos c frente e
600 de fundo, com ex"c!l>nres arvoredoa fiuctife-
ros, c ici-nb 1 ei ni o t ma a su t 11 cercad >, !i
cando o tundo pira a ra d .~. Joo ; qncm fe
tender, dirija-se aonresmo logar a tratar como
dona, ou >:. do Vi, ..- .1 (' ;. yanna n 111.
Aiuga-sc
ama casa cms-', edificada '.moderna, com
eeommodacao pira fam)ii>i, s'tio peqnen, entic
as du&s estacoja J. q mii e T .111 irineira.
(lint
Urna casa nova em fr. .te d> Sr. Th.m, prep. la
para pequea familia, entr Jnqueira o'Tamar-
neira ; a tratar ;:a ru* Piiniire d; M-tcj a. 25,
loja d-' jolas.
OPETTORALdb
Do Dr. Ayer.
As en'
aiita e '
1.1 : :.; [o ifl i .- *, CU1-.:.
nienteMtrataOomorcni ,'
j progresno pode ser ei ora fatal.
' :. >. lado* ni*
, ... i'.i-.lis,
. fie !',:!:.,:. IV
.. MgsfifaiBiliae
0 Peitoral do G_eja do Dr. Ayer
em c.i'a pata o -
peni .' nm
tar fri.-.s co:>fe perder tcnino l""| S,S
\~ .fft.-a. ..' .'iivi.l. ':-' crfeniii-
radoarstom

remedio eui duvlds algn o ri
v no Dh. Avbb.
ii'iriii IDO ." : 1
DR. .7. C. AYER k CA.,
I,owell, Mass., E. V. -\.
A.' venda naa prlaclpaa ptitnnaclas
Al
Os abaixo assi'irnadoi icientiEcain ao crr.iner-
cio on a que n iuteraesar possa que mi>Tavelmente,
em 19 do coirente, disf-olveiam a tocirdade que
tinham no eatab.leci aento de seceos e molh dos
mi do Cinselbein Perette n. 48, s-.b a ras*o de
Paulo Ribnro & C, retirndote o socj Antonio
de Soura Duartc Perreira pi?) e sa'isfi i'o de sen
capital e lucros bWnl.) o activo e pajsivo a cargo
da Paul 1 Luis Alves Rib-iro, de coufonnid.de
cora o balauco que precederm pira a dissolujao.
Rccif-, 23 de Maio do 1887
Antonia de !*on*j Duarfe Perreira.
'aiilu Liiiz AKes Rib >ro.
~AVISO~
Cun:ertam se muc!iin s de costura de
qualquer f-ibricant, bombas e toda e qaal-
quer qaaliUde de rnachiuus m>vidas a va-
por, ou ess, c!c.
PRESOS SEM COMPETENCIA
39-Bbi id Bom-Jasas- 39
Animal fur'ado
Furtsrsin do cercado do enyerbo Santa Lu a
cu Contra acude, termo d- (imcileira, cstas-lo
de RiD'irao, urna g>a mellada, sera ferro, boa de
P'iS8o e biix'ira, etta^prenh; c ainda d le te,
p is deix u a en;; ; qncm pprehender o leval-a
on dernotic'as certas no referido engecb) s r
bom recompensado. O furto dea-ee mi noite de
11 para 12 do corrente. Etgenho Sania Lusia,
11 de Maio do 1887.
Aleila !!!
Qual st do tr Sera o Iraugo !
\'i!li :. falla.
O gillo P!'d rum
iro
Prcii=a-=e de me cuixeiro c'c !2 : 14 a unos le
idade, e.-ni pratica de taverna e qu re :i i. i d
sua conducta : tu ra dns Princbeiriis n 23.
Ao publico
Jjaqu n: i beiro Luiii.no, n: n dor no Pe i -.
'd- dlatrieto lie A! g d, no lugar roa io Fcg>,
declara i > lo prest nte, ;'.i nao Jjaquim Jote de
Castro, c n m tem casus o'l.etii.i c :i\ i dt-ve
nada, pottanto, \ im;) -toj do .lee ir.-.'s a' :: .i
deste.

I'ar.
Pastas de higo lai ;
Engenlio
iitraiiitt'
ni iu.i do Kang 1 u 53.
para
ar
arre-

O Goiabeirc, d'agna, rr.oente c corre ite, meA
lego distante -t Jahoatai, con t> rr;i3 para sa-
frej.r 2.G0O pues ffo assttcar, e boa cusa d- \i-
venda ; a tratar n-.\ ru.i di Iraperatris n. 4.1, se-
gun'i andar.
As>i:tcnt
*
Candida FirrriSa.T.vnn a de Mello madon-se
para a rua da ConC' ieAo n. 39. r. sta-ee a cha-
mad- a pra dentro e foca da cidade aquaijuer
hora
Aisla \ trsicul r
Aul. partieulai mixta, rua da Cooeeicli
mero 39.
Ama
Para todo serv'V de urna fami'ia de d:as pea
soas, precisa-( riu uica ama m j:'gerada ; na rua
do Uangvl n. 53.
Deposito
Vende-s* um uep<>Bi'o sito a rua I opcriitl n.
163, urna arma^Ao tnd^ n.va, mui'o boa, o aid
gnel da casa 8f'0 m \> u os fundos ; a
Casa siiffi -ii-iru para miii1!^ : :u !j nui'oim
conta :i la r t qui'qu' r pn.eipiantt : quiin
pretender dirj i ( u m.nm o.ra tratar, e fe Ihr-
dir os tnifnv p"i tao ic ve .de
inir da iM-ssrsca
excellente
A toJIrla Acaba de cnegar nova p messa des'e
\iulio de misa, que ee ten:' r-c mmoidavel p
si r com s .nte a vide o deu ; V ndeta Justo T
xeira i C. Successoree, A rua da Pcnba n. 8.
Engenho Conceicao Ve-
Iba de Ipojuca
Tavaies de Mel' ,
Genro & C repetindo
o procedimeno que ti-
veram o anuo passado
por es le Diario, pro-
tes*am contra toda e
qualquer transac^o
que o Sr. tenente-co-
ironel Francisco Ma-
noel de Si(|ueira Ca-
va lea nte, faga re ativa-
mente, s partes que
possue no engenho
Cncei Ipojuca, ou de urna
hyptheca, celebrada
quando eslava ven
cido o seu debito para
com os protestantes,
que ha inris de anho o
esta o demandando ju-
dicialmente,
li" pe timos este an-
nuneio para que nin-
'r g"iiem se chame igno-
rancia.
SllliaO mOBiana lllgleza Recife, 18 de Maio
de 1887
avars de iell
Vende-si om silbjo de mon?ar;a inglesa com
p uc i u*o e con t..dos os arreo s, p r metade de
ten valor
n. 5.
tractar na ru s da M ;re I" D.us
Vinh da Mourisca
Proprio para mesa
i' vm de Pedro !>o n. 22
Romano & C.
Gen: n, & C.
i>C-
PAST1LHAS
De AHUEya tiMIML
Grande
Phar.ida central
Ron ilnlmpe ntf.tr o .'{H
Jus Pitliciten liutene'.i!:', hntigo pl.armaceu
tico da rh rina.ia trai.cese iiia (i > Baro da
Vietorin ". 25, vi*< a een air u-os o freeu'zcs,
que aeaiba na pbaurricia ciiib, o:ide esperaH
C ntinu..r a ir !< e r
ilepositin >.ib i m bl 11- t
C'i:liire;a ni' felizmente
ha'h rrotesSioruica,
ttencao
Grandes Pecliirchas
Cizacns b r l-;d s fiuissimrs para se-
iiboraB a 55fX>
1^ misas bordadas pura cenlioras 45(X)
S i".s borrhdas o que ha de boro a 4/501
L-.ns fin.-:* para vestidos m.dcrivis a M ris
o cavado na rua do aque Loj'i do Triiiini)!!
Bastos & C
Eogenhf Dons \m\m
\os 3.000S
i
Praga da Independe?)
ca ns. 37 e IYJ
Ach.To se A venda os l'eaes bhvt>
garant los da *>* toteria t buDefiuM da
matiiz '! Itstnb, qno ex'nli.r quanio
for ant:u i. preci m
E lotiiro 247*90
A retalliO
l-.tcir,, 31096
A>-J.:r.w Au-jur.t.' ri-'H m.'O' Fort-
%M MaLERET
.waiijjiriij.; las ruar.
nt fntsiftcacoet,
exigir a lint a doii.r.-i.tor.ftunipads
cm e-ida t/uucnsoi'iu
mf DE T85* OS SYSTEWS
MEIAS. F-AP.A VARIXIS
h psr{e
praso de
fim
A cerrpanhia do Reberihe ai renda
agrcola do engenho 1> .-js Iruo., por
neis aun- s, s.b ascond'co a p>ra cs3 fim esfa-
b-'ecida, e tftm e paeKKfwiHrs n ..i;'m cxamii.ar
cato eierinrori .
As prripe.i'as t-'ij aj e Hiitadaa em carta fe-
ebtda o- dia 3o Xa ri *i (ii alertas na pre&en
C i lis pr itciideuti b. i ni s gui la ao reeeiimcof.i
das u.< <"-.
Rette, 17 de Mai. d- 1S87.
Jo Kmfi.qai |, r.c'r-i .l-:co"bms,
Si i-rotai ki.
T!5

r..
o:
a.
B4
O Remedio mofs efficoi e
Seguro que se tern e/esecter/o ote
toje para expt'///- as Lon trigas-
R001AVWIL HIERES
9i
C5
9.
de assflcar
Criada
Pre-cisa-ie d-- uii.a ciada jue su iba engommar
e enb nr Dcm, dando fia tur di' v-'i.-. 'ii-jdiictc ; a
tratar n-. rua ii.) Pro,r'ta-i n. 7. na Sol lude.
Caixeir
Na iu^ da ''alma n 37 prwlsa-ee de um ci--
xeiro t-uin pralie.. de aiolliaiKs i- q-ie Ce fiador
sua c ir.dicrii.
fiecio
Apparellintt econmicos p (ra o cozimen-
ti e cura. Proprio p-ira engeolioa peque-
nos, s'-ndo nio(iic> era pre^o c eff
feclvo coi epcmci.
i udu-80 ajunti>r sos engentina existentes
do systcia velii", mr-llr-rand. inuito a
quadade do Maucar.e augucnran lo a
qosrtidade.
Or'ERAg.lo MIJITO SIMPLES
TJz'naa gjand-s i.u engcnlioa centr^es,
na :lii:iis!iid a) rtoi; al, sySt*n moder-
no. l'lantuB cort pl>ti.B ou macliiins'no
3'p 'IVld'i.
EapeeitiuayS s e ii.f r nitM t> c<>8>
15!OTirS '
f)-RA DW CoM.Mh fCIO 5
lakufh
M,3[MK'ira
O propriti r ita t^veriia na M.gllen., de
f.onit- ': m! > ii i -I-, Ii tv p moles-"
tia, v.iiieo'i permuta por ontia netra cidad--, a
n)''tip:i t.-veiiia :" a lr..l.r ni m "rii *.
Penlen-se
E se midlcftr'fito Je nn>a eflleacis r cii.hcc.ida
no hvrib ri e uutrxs mil aie.s em q.'ic pivd .mina a
hy.lropi-SM, H-BH-st nio'lic-nlo em sua pr> para
es t, i (,--.:* a nina iiov-. ti'i.-ii'a de tan dii-tinefo
medie darla cidade, 8 neo (]':' iO:n- o'e o abiiio
assignado es'A habilitado P-ra p.i painl-c de modo
* Hrlborar Ihe o g'-jio < eh ir.-, wm todava alte
rar Hu a< proprieitad 8 m"tieunentoa, que sc
conjervair. c m a ini-tn i aetivilado, te n> inaic-r
em vista dj ordo por que ello lu.'erado p>-lj
et-mago.
I meo tJff>ni>o
Na pharmucia Cne-tv1"1'! ^ ,l|s do Marques Je
Oli m II lil.
Bi'eica Hr frlt>
?
',
CURA CERTA '
'le todas s AfeoQea pulmonares
I i
CAPSULAS \v
'REOSOTADAsYg
: fdoDr.FOIJilinSUH
f" \ tralca Fr:n:i<-aa
-,--' V;\\ "* P n V?
Todos aqucJks que sofeem
|Jo peito, devem experimentar
jar Capsulas do Dr. Fournier.
FRANCISCO M. Ha SILVA & O.
I p n 11 i ni lil11 !'
25 $000
Urna pesera que t nlm 2504000 depotitado, pctdeu-o*, < roga n qnem s achon a
restituida i, iis o prej licado p >jre o n5o de
prestar coijtn'. tao daas seda'as de O.'iS e urna
de bOOOO ; pede este prende facer do conscien-
cia, a gratifica .euercaamenta ua :ua de H ras
numera 3G.
rCcr;aocf* ::. iras /.-::;i:;v
!1M, B2S!"; s PanBr2lB
OBZTASa pos to:dc3
OS lSXCOS, para i Sig e IE !
tavoiaa e Ingloriosas, Uyitiiep-.
0? " ir.ttc.-,tsla, Calmbraa c!? ootc-
raoro, Vomtt:r, Con-s-alesces-
oaa lentas, ele.
Deposita f-rel : 3. VIVIEN
60, Boul4 to Btraabourg, cm Parla
e a rooA as paaRXACug
Fiiz^ s m
(;?!Alip:l-S ) r pi i quena la ni' ioi la e'o 1" ndar di na do Vm-
c. ndo de I ajsric^, an iga do Ap lio u f53. No
mesmo precisa-a; do > m moiiino .r. fazer om
pras c um"\ prcta p >i osmbar p ru du.is peaaoas
d -se rcupa r b -> (i ni nado.
'LtoenciafiovBla 'inspectora Ger&l
de Ejgin de Imperio do BvazlL
XAROPEp REINVILLIER
J ^y Laureado pela Academia de Medioiaa i
^* "^-Sro o. Cva/oe/ro tfa Leg/ao fe Honra ^^rt^O&^
O Fhosphato de cu 6 a substancia mineral mus aounaant-- do organismo e toda ves eme sua
quanUdade normal diminu.-, rcsuiu urna al-ccau orgnica grave
Mals de cinco mil curas, a :nr parte jiw.U'.'eala peios Pn-fijjsores e Mlicos das Facu'.dades
orto oDUuas ltimamente c fizero conl ejuc o X'iropc te iJe Heinvillier fosse classlcado
como o espocifieo u.i\> seguro costra a Tislca pulmonar-. Upo ohito ehronic, anemia,
XtacbMamo, Sebllidud do Organismo. 0 Tarop do ICferi,;,. adinlDis'TaQO
diariamente as cr'aii^-as facilita a dcnlic3o c o cresclineuto oes mes e aiuas de lelte torna <
le"} oaelhor; Impede a -arie e queda dos denles tao fre(uentea desos da prenUez.
Dsr"o: Pharmacia VinSIQUE, O, Plaoe d la Magaalslne,
Ein Pernambuco: FR.1N* M. rfo SILVA & C*,a u principie* larmacat
PAUS1U
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ALBERT
S.2--Rua
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do larao d?
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Este acreditado eslabd -eiir.erit> ph t-'gr..piiic > participa :io r speitavel publico,
que contiot a ex-M-utar os mnia aperfoiynailua trab ioa pelo systeraa maia moderno e
mais Apreciado. Aclia-ae habilitado a saiUf-zer as iu is diffi bs .-.:- n i ,s, quer em
trabalhos ph Al n de Bfua trabalhia plio'graphic s (]i! sai :> r i<>int3 conbo-idos en?arre-
ga-se tambtm do r.-lrataa a ole) p;;-. o qu< j ce a Iu 'a:r- na 'i- vel'a de ua va-
gem a Vienna d'Austria, onlo visitn as principies g i 'i r-xi pi it>r Fer.linand
Pieretk, bastante coubeci lo p -l p'.ic'o (o scus ir.:b 1 -\ desl- 187', qniodo aqu
esteve em noasa casa c ultimam nte o auno pssp. i >.
P-ra sutisIV.zc-r em gta! a todos que L n r..i :n o n so ct.'i, le inento com
su:s eacommendai participa quo s!;i do3 r-tratcs, s-j 1 eji;:l (0. o f-y-terca, t.imbam
recebe cncoram t.is para qialqu-r ist. ou p -.y-iagoin, qu r pb itograplii as, quer pin-
tadas a oleo, 3-n !o o onoarregt'io deit.a ulti.n.is o mui
Telks Junr.
Rogase s Exrna?..f.imilias e maia p ss>ns o o'j.s ou'
viaitas nosso est-.bel .-ci-iunti, on le s^mpr.) exWte n a 1 tn..i ii
que execut-inoi c ode t.injbe.ei os snliorrs vi i; i t s m <*>.
-]'. -i lo [i lys-.gista o br.
1 1! 1 i onr .! n com sua3
'. X,) -: ;'. 1 I S trabalhOS
'. r'i; 1 nezi ni ira -to,
{De C0DF.lt!A a TOLU)
O Xarope Zed emprega-se contra as
Irritables do 'Peilo, Tos; dos Tisos, Tosst
to>wulsa\CoqitUiclt),'Broiici'iles,Consiiia^ttf
Catantes c Insomnios tersistenlis.
PAaiS. 27, res D" uot. a r.i ra.-.awouf
raaFSEvSS'J^E^BBHEia
Mauoc9 de .%H!e:*c? ."'3;i; 1 mu; v rfeario
Auna Va rejo i\ I ^r. i 11.1 n tendo re mandar resar
ijma miss por alma de .' 11 nimpre tr.brado espi-
go, Mime 1 de Almeida M-i^nlhacj, i 1 lia 2"; do
Ccrr-nt", aa 7 'A hora! '! mu ha matriz da
Gr. ca. 2o ttuniV'TB ri -, c nvi la boj 3 ns prenles
e amig'S pa' sssi-liiem eg?o i.cto ril'gso, para
que >i- COnf ssn agradeeida.
perf i(,S> nes trabalhos e mo.ii.i iadj n s presos.
C, Barza,
GERENTE.
38!oa h Imperador38
Tendo passado
pro;tiptjil3 ) as in 1.0
P'-r tuca co
3 111 'die
raple-l
pnr.i
1 s-
lidade c especialidades plinnui-ceutieas dos piinvir.a l'.ibri an es.
mntala 1 sntisfazer com
111 t s de prim ira qua-
T-^i1
<.i r"""v:"" 52
^lalaaj
Esto sasniCAMEiTO de ma rusto agradaveJ. adoptada .
tais de AO anzoc pelos mclhoiea Uedlcos de Parlz, cura o DePuxui, GHie, Jj>k,
* da ..TK-te. Calvm m-iiwvtue-, imi.-^*
a 5ap>
kraj Victoria v-. ;*
r.M.ta*e* ^g,
i^a. vlt- ha *?,vV &w^i>
joni rrn.nte oxltf ha
A'-upa-se o Io anlar do soiisa-lo n. 27 rua e'o
Imperador, pintado de n .vo c com ana ; a tratar
na na do Doqne de Cnjias n. 47.
Sanlaval mmfa
MAPPA MURAL
DO
Imperio do irazil
Ali!_*>: so umi biacaja por prec-a commodo,
naes'-alii nova d, Caxmg, ficando entre as
esl Z-.n.i i e a i!; benis; o tratar no si-
liodi viuvi lo .^r V'al.nea, na i csuaa estrada,
cu no eteriptori > deste Diario,
.tnnn da (nreirao Bnlii de
Can ni ti i
Jote Augusto Alvar*s de Oniva-h) c s-u3 filhns
menores, anda mal drrp r"a I i; il i "*-r,-ive! cho-
que que i-s eab-nrtgio ii -i ni.i.s ii funda .i -r, rou-
andu-lhiS 111 in'piiadain'-ii'e preciosa exis-
filela do fii-i c-.r'i.iiofa eev s-i i:.a \eem por
esto no-i i oit publ'c.i ti t- -unho d- ea gratido
h tjdos i s un p'i c p ren'is que Bcumpaubaram
os restos motea ea fin (I, a !u.*::r de st n rc-
pous-'i, cp'dirIluB tambe' n que 8- dignem a'tistir
as miasaa do setiin) di que so re.i-.-.in na igreja
matiiz de Santo Antonio, ni 4| 2 do correte,
s 8 Ii rst o, m mi,".
F<-riiniK';> 'B'li Anti.ii Tnumaa d Suva J-nor, tendo rice-
bido a infausta noveia da norte do sru presado
irmao Fciiatid'! Tin m>z da bilea, na povovao de
Dibed uro. jo de a todos os s-u- amibos e conbe
(cid8, a.-iim en.i o ,lo finad.-,a, ag-i-lnm as n-.is-aa
qll" p r sen l-.-i.i.au mninla re.-ar i^a igr.ja dj Di-
vino Ks, rito Smii'i no du 20 di u rn-nte, s 7
Ii r.i i .ia BmnhJr, it'S 'no dr n n p-B8!iin uto ;
pelo qn- miteeip. SU*, i torna jfiatirtao a t-dos os
que c.rop. ei-iitm a> ai- aet.i de lelij-'ai e cari-
oado
fT" -matt>Z&iZ3?l?rttZ^^^rWttWmm
AtclI<. V
Ou l'i.Tin na Paleto, AV. el.l Y.
c i, Argein r V .le i fila Be: h
CA ( O-oa-e) Ivu-iil 8 Y Ioi ,
E DOS
I-sad^s lmi!r>phcs
POR LEVASSER
Acaba de -hogar a esti capital < acli.i so
exposto venia n i
I.ivrorin *J. I^itpe.tce ti' C.
O esplendido e nocissimn Mappado Iinpirio,
medindo 2a30XJa30. di no n d inuitas outras
claras e preciosas inforrrs,o-s, oa litni'ea dis pao-
vnolas, os estados vismli a o scus respectivas li-
mites, tudoMii earact) res inniro apparcntCJ e visi-
Vi'is a Icnga diitunci^, o que o torna indispi nsa-
V-I ;ls casas de edncaeao
PRESOS
Montado em panno com fortes guarn',o -s de
madei.'a
(Vale a pena icr a preciad e para is'o iia cm
exposto na livraria cima )
CHOCOLATE com SANTON'NA
::FALL". EL para destruir as L0NBB1GAS
Este Vernilfugo l recommead
[ M i sabor agrada el e c.-as-rra-io iodefmiila.
Exigir a asignatura ,
LrarU.Pii"COLMEI-d'AAGE. raPa-i-i-V-t* rRA^W.^-SllVAtC"!
M
TONINA
.UI-UJIU'jaS y* .
ieLdado pelo (j/ fffUi
lodeSnida. >/ ity,
atura ; / \y
& MARTI
ro-nictdorfde Sua Hajctada a \tlrh* i* Inghterrt,
do Cnrcito > fn arjaaai bntair.lo*.
iJrTAIXA brilhwte LIQUIDA
GRAIXAsaPASTiUNCTUOSA
OLEO para ABBEZ0S
U;o3*ete!sarn )anaawafiB|Ml csure I
)M tasas as turnia-.
--- v^J Ja3
1BPE<71AL!I!rrt
tarro enromo da sxiga,
v/tT!-..i.1 do canal de sira,
/goissitas ta orotst,
i-t.eotMS'icfa da (trian,
f.nib ns tirina, ote.
'''i-'}. -;-.-- -cnutico-Chimlce.
. ..
>,.-.
cursan, 19- PARS
. y-i.^^*.-j.-1
.Va rua di: U> a i n.
criadas e em c-i iado.
triados
13, piccisa-se de duas
DKPOSITO OEHAl. EM UOIICRSB:
*, 7/f-//i fnlbor, 7
IB rc-^aaaa: FAJt- H. ti limfcC.
pf a i sfc^
cmr
0 c MLi.O
mSTANTAMEA p-"- barba.
* ma ndrp, Sv-n prep3f>;lr
fea lavsgem
l F 11.1 IOI,
ROSADA ptr> dar m c
orjDcoi
sua Gor primlfili
HWi!t.-r;I tm Pars: E'IS'jilOa, *7, roa Tiri-ioe, PiJUt
b f- urna eantelli pcfercenri; afonnii Ma-r-lhaes
da 8ilva, di Si m'- "oce rr l'.,!i'8 : pede-se
aa pe-os (| io a ach .r, de levar rua l*.r*;a do
Rosa i i ii. 8
Candi"
Cimprs-? om gr.ndc ou pajera rof',*': i "
ua htfa *j K ^rf < n I.
SftRevtfS H tmsps
C miir-n-fe gVfelKiat ep qet n..s quaiatiiU-taa :
na dr.:|ar:a eb.- Kn iicoco W -la Silva (a C, roa
do Margan z d O in <. n 2-1
TRA>PASSA SE
nm importan-e et tu im nt i de rnilludoe no
me h ir local que hit na fr-poi-iia de H..uto An-
t.n'o, b ia arm 1-,-io,''ffu'"*ee r d. 8 as vaniagens :
q'i.m pre-en-tor, nt^ifHva Ti,rre. inforun.
as
i-, Carina Pal-
r, A'imb.il F-'-
-.i rt Paleas,
Svlvia Kaleai UaBWtl a Jai. lie I'..iros CiSSal,
m irua I t enol i 'o do > I.- F.leo. fallecido
a \ d i C8*fi i t n'- a' i ( I .!'. no i-f s'i-in-se pr i
liind ni 'uto r oloc'.lm a-- pB{r>8
que es acon'pa:h:ii:i'n no di1 roa, nanea p- rqire
no:iii. ir de pnfSir, a lli-a i-n';o :-o caridoto
obsi'('ii () ati-tir a >8 s:lf -\i'<- ) 7" d.u que
iirind. m eel* b: r n ii a'r / i S .r-i Aotonic, 8
7 1|"' I" r. p .\ ii I-..-I-:t d., .Ii vj il i r. n
JMlM
v^-KlatsC
GE5Tri8 B-CFICEi-J
Vjspspaifts, 0:--tmigi s, Armmia,
Parda tfd AppnLte, Vmitos, Djarrhas,
Bsbift .<' as Cratfca
ara* sitauna k 3ap.o> -r:-.)
TOMICO-DICF3TIVO
cor. Quina, Co'Hr- t l'cpshiz
Adoptado em todos or, Hospitaes
McOALHA: KA5 BMStf&SC
ARIS, r I imi'i.H, t ea todas x PhanaiciM.
TcrrcHO im Arraya I
T-ndo Fido arnmielada a renda do ein terreno
rua da Harmona. n"i Air y-.l, peittncenle a
Kufino rua Coueeiio, previae t^ n uei- intores-
sar que a cerca ltimamente feita r-o f ;id e do
raesmo terreno invadi os des viz'nh s.
Trilla pula
I N A LTKR.W'EL
K
fOlJtl .nicativ
i'H VRM iCl v CESrBArL
:j*i lui J.i Iu p'iador 38
l'-riiamlinr
.
((rutilo V" t- l.ftioa
Cein'i.itoia i r J I ni." d- I. iiu s-rilt ir-
llitoa, oSrn.h e i* o- i.h '*-.. n i.ii i r- sr mifS.8
p r lina do s (i no a .lo* riu ki, I l '. inilhi Prn-,
d- L rn *. ni n.u-r to.it-. \"r..'n, pe) i 8 bo
rB d m.-iilil de qo: -i 'a :r 2*i 1 rw i inte, tri-
g'siin i da do so l,,l i-i.ii- ii-- te iirulim sil
parci.t s e ams-ii- para w 'r'-.i-n ,-r.. rfe
religtfii e c.rd.l p ti i-.u ti,-, in nm rr.nn ente
gr-i.
f
[FRANGiPANN!
O50ponax.Psld.iura
Oariaalaa, ? Qaraala
Vnie-it em ttxiai
tu Perfumar**

Sirve pra cjcriprnfi:i,-a 1 mercantil e d 3 0U 4
copias d;j urna ve',
AMA"
Xa Pi*.. va d'Kti w. M 2o andar,
precisa-si de ma co-
zinlieira para ensa de
pequea f.miiia.
AMA
P.ceisc-fC de urna ama para eosinhar em ca
de pcaia taml'ia ; na rua Augusta o. 274.
T UECtVEL
1


trio
*.
-~-
Aluga sfc barato
flan VisconHe do Itaprca n. t$ mi.
' fina Ccr.nel Suasanna n. 111, quarto.
rretk-w na r do Uomm.-rcu u. 5, 1 anir
criptorio deSilv (inlmuraea C.___________
Ama
Precia-a r> un tm> para o serco da urna
Caa de p.tict f.milia ; na mi Nova n.14, e-
---,----,
gando audur.
Advog-ado
xilli

Precias-ee de ama a para, casa de pequea
familia ; a trazar na roa do Pyaand n. 19, Pu-
O bacharel Antonio Ribeiro de AUjuqucrquu 'gtm da Magdalena
Mtranhio trm saa banca de aivccf.eia na pr-.ca I
de Pedro 2o h. 75, no meamo c.criptoria do Dr.
Mar.oel Ni to Baudeira.
I
NiDhiga ingiera
Ten. para tender rm latas cim meio kU cada
un 7 Ora. Aot< do Duarte, ra da Un-ao
n. 54 e Arihur G.ncalvra Mhc. a, roa da Au-
rora n. 85. ccnlrcutsndo-ec com a eetavao Oe
Ama
Precisa-so de una cma para lavar e engommur;
na roa Piimeiro de Marco n. 16.
Ama
linda.

Ooa casa
AlB(ta-BC r sobrado n. 07 i ru-. do Brtholcm i>,
catante a estCIo de C-rur, cem botantes
oodo8ebavi.ta; a tratar na ra largado
Rorio u. 34, pbarmacia.____________________
Xarope de eambcir guaco c bal-
samo de Tull
reparado pelo pliarrr.aceutico
Bitei.c nit
Precisa-se de nmi ama que cotinhe o engomte
para marido e rnuih-r si ui filbos, e que durma em
casa : a tratar na ra di Conquista n. 29, ou ra
o imcrim n. 6.
Precisa-so de urna ma de bea conducta para
casa de pouca familia, que compre, Buiba cosinhar
e durma em casa ; na ra do Maraes de Olinda
n. 48, 2- andar.
de 12 a 15 annos,
na Casa Foite, a
Precisa-se de urna maiina
crianza ;
i
Ji s Francisco
. | para andar com urna
E' oro p.-.deroo prejarado pora todn fia kfivc- ra Eeal n. 20.
edea dos orgaos respatarioa, como cutan ho pul-
monar, asttima, coqu nia, tisiea, etc.. etc.
Cada frasco 1*000 No la.-go do Corpo 8anto n. 19 2o andar preci-
Deposito na Pharmaeia CentTxl, ra do Impera- ga 8e de um>>. ba coainheira qne durma em casa.
Ama para cosinhar
dorn. 38. Pirntrntiuco.
Attcndite
Ama de leite
Prfcisa-St de urna na ra do ILrtas n. 118.
Jote Samuel Botelho, o bera coubeeido fabri-
cante de bouqurts parn caa^uienlcs e ouf roa acto?, |
e capellas m ituarks de pe.petaus, tauto de til-
rea naturses corno unificin"-. c flVreci'-ee ores-i
pfitarel publico pira 6<-r pro lirado na ra Nov?,
foja d8 miudeiBS n. 20, e a ra da Cadeia do
Recite, loja do lelldro n. 43, prometiendo t.do o
asseio e prinipti 'o no seu trnbalbc.
Scmenies c c?rrap;to
Crmpra-sc na librica Apollo rna do Hospicio
numero 79.
(Hado
Prrciea-se de um criado : a atar na ra
Paysand n. 19. Passag< m da Magdalena.
CS
Prccisa-se de um- eoai"heira pera casa de fa-
milia e quf leja de boa conducta ; na ra do Im-
rador n. 73, 3- andar.

apnoga
Aluga-se a casa t rrea n. 40, ra da Ainira-
de, est cncertada e ealud;. ; atr.tar nn rna
velha de Si ota Mita, sobrado n. 14, da' 8 horas i.o
meio din, c das 4 >!s t h :as da tarde.
cognac
Snperior
Marca Gioigi's Seguir &C, garantido legit:-
mo, de vinhos am mistura algu a : venda nos
principaba esti.beiecmeutes do militad s de
G. Laporte & C.
Rna do Imperador n. 46, primeiro andar.
SUSPENSORIO MILLERET
Elstico, sem Cordoes
Para evitar as ContrafacBea
Exigir <* nutren do Inventor imprimida
em cada suspensorio.
Jleia para lar tem
Dfcp -i TtclBt clsticos algodo e seda.
MttlERET,
FUNDAS MILLERET
A Cilla Milleret reeommenda as
tuai l-'iinilax anatmica* i
uai Furnia inrtmireim, pmr
conter as hernias e quebraduras as nuii.
diMeeis.
CITCRIS PiRi 4 BARBJG1 E 0 DMMG0.
LE OONIDKC, Successor, 49, ra J.-J. Rousseau, PARS
DEPSITOS EM TODAS AS PRINCIPAES PHARMAC1AS
,
.
20-Rual. delarfo (j ntn ao Loivre)20
os precos
Bramante de liolio, tora 10 palmos, a 1(5900, o melro.'
Bramautcs de ;>lgorl8o, com 4 1 rguras, 800 rs., 1)5000 o 15100, o netro.
MftdfpolSes, a 30800, 40500, .jluOO, 50500 e 60000, a pega.
Ditos a:a< ricino, com 24 jardas, a 7^800 o 80000, a pega..
Algv3 Creone os.uros, cores fixas, a '20 e 360 ra., o eovado.
Ditos claros, liados pa IrS^s, a 230, 300 e 320 rs., o eovado.
"Perc 1 s Ditos de cores cscur-is a 200 ra c eoj.de.
Zephjreade core a 160, 180, 200 ; 210 rs., o cova-io ; rruito largos.
Si- metas, de c6res, a 320, 3*30, 400 e 440 rs., o eovado.
Creps de < ores, pera a-.-abar, a 360, o eovado
Batistas de <6res, muito 1 rga>, a 160, 240, e 280 rs., o eovado.
Cambra .a brancas bordadas, a 50500, a pe9a com 8 1/2 varas.
Ditas, em retalhos, a 700 rs a vara.
Alpaj; s cii eres, lisas, de prec de 600 rs., o eovado, por 280 rs., o eovado.
Sf.rgelinB de todas as core?, da rcelhor qualidade, a 240 rs o eovado.
Clirts fin s prra c< berta, a 280 o 320 rs., o eovado.
Gangi.s muitu finas, com Jiu ios desenh^s, a 80 e 300 rs., o eovado.
Ksg'uio pardo, para t stios e vestaarios de crianzas,' a 380 rs., o eovado.
Pao da Costa, de listras, a 10100, o eovado.
- Dito dito, de quadros, a 10O, o i ovado.
Brin9 de cores para Chicas, a 40 rs., o eovado.
Diti.s de linbo de dos, a 10500, 10800 e 20200, a vera.
Dito Caseruiras de cores, para eostumes, a 10800, o eovado.
Ditas em rtes pan calcas, com listras do .ia, a 60000 e 100000, um.
Cobertas forradas, com dous pannos, a 30000, urna.
Irayes de linbo e algodao, a 20000 e 30000, um.
Cortinados de cambraia bordada, a 60 (10 e 80000, o par.
Cii^mbr^s para hornera, a 50000 e 60000, um.
To lnas f laudas para rosto, a 30500 e 50000, a duzia.
Ditas grandes, para banhs, a 105JU, urna.
Eap .i ulnos tinos de todos os nmeros, para Senhora, a 50OOO, um.
Bailados e ontn meios bordados ile 50^? a 20000, a peya.
Fi I.s, de linho, rndalos, a 20001; e 205,0, um.
Ditos, d l, felpudos, a 50000, um. ,
Lencos bran.-o, a 10200, a duzia.
Daos de (Kguiao de nho, a 40500, a duzla.
Mi-ua'de lores, lisas, para hoiuens, a 40800, a duzia.
L>it .s (' fio de Es'ossia, cruas, p.-.ra I o o* ns, a 110000, a duzia.
Dita ditfcs, rendarlas p rn meninos de 6 raezes aeiioa, a 500 rs.,
o par.
a 100000 e
Ditus de la, de < Ores, p*ra homens, a 10200, o par.
Ditas de algodao, ie cores, com listras, muito finns para senhora,
140000, a c'uzia.
Camisas de 18, sem punho e sem collarinbos, por b-rato pretjo.
Coote d i^nella com mangas e sem ellas, di diff-rentes presos.
Custumes de banho de mar, para senhora, a 100000 um.
Ditos de dito, para homens, a 80000, um.
Ditos de tiito, para meninos, a 50000, um.
Zapatos para o mesmo fin de differentes tamanhos.
Grande s rtiroehto de ariigos para "homens, sendo: do camisas de linho, ditas
da meras, gravtms, punhos, cillarinhos, ceroulas e rouitos outros que lombraremos na
prestnya u'aqmll.s que se diguarem visitar o nosso estab. lecimento.
4' ra Primeiro de Marco n. 26
*U^Sr^ DO LOU VHE
Teephone n .38
' AMAR AL & C.
Chiorose, Anemia Catnarro pulmonar, Bronchite cronica,
Cttharro a Bexiga, Phtislca, Tosse convulsa, Dyspepsia, PalK.ez.
Ptaos semina$s, Catharras antigrs e complicados, etc.
SomtoTard Snala, T, a VaJUX, e aaa wrfvsirtm n
Tricofero de Barry
Garanto-3fl qnefiiz as
ost aerescer o oabeilo ai nda "
M mus calvos, cura a
^tinha e a caspa: o remove
todas as impurezas do cas-
s n rr.beca. Boeitira-
roente impee o cabollo
de cabir ou de embranquo-
f9r, e infalvclmente o
vi oro e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada Begnnda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E' o nico perfume no raun.
do que tcm aapprovayaoofficia'. di
nra Governo. Tem dnas; vezea
mais fragrancia qnsqnalqupr ontra
eduraodobro-do tempo. E'muito
mais rica, suave u deliciosa. E'
muito mais fina e delicada. E'
mais per-r.vwBt e agi-adavel no
i lenco. 2 i '** "^ezas mais refres-
| canto no banco nc cuarto do
iloenie. E' especifico contra a
frouxid.lo e debilidade. Cura as
dores de cabera, os cansacos e os
dc-.-.maios.
arope fle Vida Se Reuter No. i,
iJITBS DB SAI-O. TJKPOIS DE SAL-(.
Cura positiva e radical de todas as formas de
lecrofulas, Syphilis, Feridas Escrofulosa*.
AfTec^Ses, Cutneas e aa do Couro Cabel-
ludo com perda do Cabello, e de todas as do-
^nyas do Sp.ngue, Figado, e Eins. Garantes
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangos
restaura e renova o systema inteiro. at "
Sabao Curativo de Reuter
Para o Banho, Toilette, Crian-
8as e para a cura das moles-
as da pe le de todas as especies
m em todos os periodos.
Approvados o nu'oris.dos pal* isp
ria geral de hygionnc Deposito em Pernambtieo easa de
Francisco Minoel da Silva & C.
Tnico de imilsiiiba
Composlo cos quiaa e gljce-
rina
CONTRA A-i CASPAS
22 = Kua Larga do Rosario = 22
Pcitorfl 1 de Tambar
()
PREgOS
as pgrni-iiis : frusco i;350O, ]|2!uzia 13 e
duzia i'40-'K).
Na8 sub agmeiss : frasco 25800, 1|2 dnzia
150000 e dnzia 28Q '.
Agentes e depositari i geraes em toda a pro
vincia- Franei-co M. da Silva At C, ra do
Marques de Olinds n. ?.u.
Eiigenio
Arrend-i-se o HMWtho M'ssah'ba, urna legoa
distante da ciduda de Ji.boatao, c outrn da esta-
ciio ce S. Tj~>uree(0, cora ntensas trras croatas.
Tambera se vende ou retalha^e tade dos compradores, todos com ngua correte
na frente ; a tratar di ra Primeiro de Marco,
loja n. 17.
Criado
Precisa-se de um qae saiba Icr e durma cm ca-
sa : a tratar a ra da Madre de Deus n. 5 aruis-
zem ou C.jpo Santo n. 19 2o andar.
= Vende-se o ta'ab'.Ii.cin.ento da ra de S.
Jto n. 5, tem poucos fundos, e a" vem.e por seu
done estar d- ente ; a tratar no misino.
TamaDcos do porto
para hornero o rabera, o que se podo des mais a|.ert'-ie ;i Jo.
Sementvs muito novas
de hortalic s e ftins
Selias
Amores perteitos
Pecas Mendos & C.
Ra rslieita -lo Rosario u. 9, junto a igreja
iivramento & 0.
vendem cimento port'and, marea Rjbins, de 1
qualidade ; no caes do Apollo o. 45.
Vende-se na ph.imacia d.
Barao da Victoria n. 43.
ii
Dr. Sabino, rna do
Cofres de fe ro
Carlos Sinden re-
ceben, em consigna-
c,o, cofres de ferro
prova de fogo. A ssim
como cha preto de su-
perior qualidade, e
vende por presos mais
barato que outro qual-
quer.
48-Rna do Barao da Vclora-48
Grande sortimento
Fogos
DE
t- sorles
paraos festejos os noites de Siuto Antonio, 8.
Joo e S. f edio.
Dltia moo
Vede-P por prtfus muuo rasoaveii e mase
grande diffVreRC. em- porcao.
I. Kua SOYAX. BLEND marca ViADO
Ssc!S8-.:a fin .:
canna^ pt% rortifics
bi Iberas rmateB
se
Esto exeellente VVbiak;
*o cqjnae ouaguardcn^oi
> oorpb.
Venderse a retalho nos
nolhados.
Pede ROYAL BLEND marea VIA DO cujo u
} e emblema slo registrados para todo o Brari
1JKOWNS St C, agentes
"" "" "............ i ii a
Cabriolets
Vende se dous cabriolets, sendo um descoben
8 outro ceberto, em perteito estado, para um ot
doai cavalles; tratar i, rna Duque de Caxiai
" A' Florida
Rna Dnque de Casias r. ir.
Chuma te a attenco r>.us Exmas. familias par
os primos seRiintes :
Cintos a 1000. ,
Luvaa de pellica por 2f500.
Luvas de seda cor granada a 2*, 500 e di
o par.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs, n. 5 a 400 rs.
metro.
Albuns de 1500, 3, 3, at 8*.
Ramea de florea finas a 14500.
Luvas de Escossia pera menina, lisrs e bordt
das, a800e l o par.
Pora-retn.ri, a 500 rs., l, 1/500 e 2.
Peutea de uikel a 600 rs., 700 c 800 rs. nm.
Anquinhas de 21, 2/5CO e 3S urna.
Plisss de '2 a 3 ordens a 400, 500 e 600 rs
Espartilbo Boa Figura a 4*500.'
dem La Figurine a 5*000.
Pentes para coco com inscripeo.
Encbovaes para batizadas a 8, 9, e l'<*000
1 eaixa de papel e 100 envelopes por 800 ri
Capt'lia e veus para noivas
Suspend ros americanos a 2*500
L5 para bordar a 2*800 a libra
MSo de pipel de cores a 00 ris
[PILTTLAS DIGESTIVAS DE PANCREATINi]
de DEFRE8NE
rharmaceutico de i' Classe, Foi-neccdor des Hespitaes de Parts
, uL5anCTGatn* empregada nos iiospitaes de Paris, o mais poderoso
digeslno, qua se conheca, visto como tem a propriedado de dfterir e
tornar assimilaveis nao somente a carne e os corpos gorduroses, mas
| tamnem o pao, o amido e as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, altera.
i ausencia de sueco gstrico, inflaimacao, ou ulcerar-Oes do 'ornado Off^
ido intestino, 3 a 5 pilulas de Paacreatina de Deresae depois dto-tP
mida, sempre alcangam os melhores resultados o swj j.or ;soO pro--rnui3&
|peIos mdicos contra as seguintes affeccOes:
I Falta de appetite.
'Ms digestees.
Vmitos. .
Flatulencia estomacal.
Anemia. \ Gastralgias.
Diarrhea. i loeracoes cr-ucevocas
Dysenteria. j Enfermidates do figado,
Gastrites. \ Eramagrecimento.
Somnolenciadepoisij,comer,svcmito3q';iacoiipaiiham r. ra\:ez
PAKCREATINA BEFRESNE em frasquin'ios cenia dosc d( he-pS'
raduzinhas depois da comida. 9
Em casa de DEFRESNS autor da Peptona, PARS, c :m U -iaJffl
-rffiJTW

"
A REVOLUCAO
.
rs
Lija do Stiuza
Estojos para crochet a
Bico de cores 2, 5, e \
de largura a 3*000, 4*000 e 5*000 n peca
Lrques transparentes a 3*000
Id Lindos Broxes a 3*000 1*0."0 e 500 ris
Loques para menina a 200 ris.
Lituta para machina s 800 ris a duzia, (CI5K,
Bordadas com deis dedos de largura 60-' ris.
3 dedos 800 ris, 4 dedos 1*00.
Garrafa i'agua Florida 800 rs.
Leques com borlota a 800 rs.
Bcs branc s pera s*titta, cretone e chita pa-
ra correr babados a 1*000, a 1*50'J a pe^a com
10 varas, barato.!
Albuns de chagrero, velitdo e verbotina para
50 e 60 retratos a 6*, 7* e 8,000.
Mcias de Escossia para senhoras, a '*500 o par.
Lencos de linho cm lindas caizas,
Bico das Ilhas rr.uito fino proprio para toalba3
e saias.
dem japones proprio para alva9 e roqueta e
toalhaB de altar.
dem branc-os com 5 dci'os de largura, a 3*000
a p>sa com 10 varas.
(laizas com sortea de jogo de mgica proprios
para salao, a 5*000.
Sabonetes de dvversea qnaliaades.
Bolsas de couro pura menina de escola.
Oollurinho de linho a i< 0 ris um.
Grande pcrliinctaa em eNpairtilbo
de lintio a 3SOOO. titu.
BARBOSA & SA0NT8
0 48 i Ra Duque de Caxas
Tendorecebidodirectamente um completo sortimento defiendas
-

NOVIfllADES
Na loja das Listras A/ues
A' rna Unqnede Casias n. Ot
Telepkone 211
LEQUES TRANSPARENTES Aza de Mrs-
es ultima m'da, o que ha de mais lido a 2*0 0
2*5 Oe 3*000.
LAS de quadrinhos fszenda escura lindas cores
a 36(1 ra.
SETINETrtS de listras c quadrinhes de eres
a 320 rs..
FUSTAO branco a 360 e 400 rs.
CORTES de vestidos brancos fazonda de qua-
drinh s como orgaudy a 5*000.
CAMBRAIA de ralpi.-o b bordada a 800 rs., cm
pcc 6*000.
SETINETA japonrza fazen.la do listras largas
com lindas cores a 4l0 rs.
MADAPLAO americano igual ao camiseiro a
6*000.
BRAMANTE de qnatro larguras a 900 ra.
CHITAS Inas percaies cr
CRETONES franeesea ultima n-jvidade cores
seguras a 320 t 360 rs.
SARGEMM fraticez qualquer cor a 240 rs.1
MERINOS enfestados'tudaa ae ores a. 800 rs.
RENDA b< sp>.nh. la creta urna guaraico para
vestido a 3000 e 4*000.
BICCO de tres e matizados a 4*500 a peca.
LUVAS de 'eda pretns e de todas as edres a
9JQ 0 e 2*500.
RENDA DA CHINA fazenda branca aberta a
200 ris.
CORTES r E VESTIDOS BORDADOS cor de
creme com matiz a 9*000.
LEQUES DE FANTZIA de cores e para
meio luto a 51 0 ris.
BALEIAS TARA VESTIDOS raelhor qualida
de a 3(10 ris a duzia.
ESPARTILHOS. coursca a 4*C00, 5*) 00
6*000.
LENCOS brancos finos a 1*500 e 2*000 a du-
zia.
BORDADOS e rntremoics tapados, tranparen-
tes, e de fustao, todo o preco.
MEIAS para senhora, para hom?m e meninos,
tedo o prCO.
FICHUS de seda ccr de creme e pretos a
2*500.
MANTILHAS bespauholas ultima novidade a
4*000
E cutraa militas fazendi a i-ovb que as Ezmas.
Srsa. poderao ver na lija on mandar ver aa amos-
tras que se dio sem peuhor na- 1-oja dm
Itlatraa zoes- de
Jos Augusto Das
Recubeu a Exposiao
Rosario n. 38.
Central, ra larga do
Vende-se
o bem afreguezado hot?l,-sito traves?a do Arse-
nal de Guerra n. 13, com pequeo capital j a
tratar no meerao.
Terreno
Vende-se um terreno confronte a estaeao do
Principe, estrada de Joo de Batros, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundos, e Coto alicerces
para 3 casas; tratar na rna d'Apollo n. 30, pri-
i TO andar._________________
Cimento iiaienic orllaml. marea
Bobina Lonilon tfc .\irihreeid
Kenl
Vendem Livramento 6 C, no caes do Apollo
numero 45.________ |
"" Farinha baraia
A 1 *600 o sacco
Vende-se sacco de farioha de mandioca a ....
1<6('0 ; as ca. s da Companbia P^rnambncana n.
4, trapiche Babosa. ______
Vende-se
na ra de Hortaa n. 17, codob finoa a 3*000 a
doria.
Cobrado a venderse
Vende-se o cobrado n. 87 rna da Aurora, em
fr-nte a ponte d- Santa Isabel ; qnem pretender,
pode entender-se com o corrector l'edro Jos Pin-
to, na prac do Cominero!".______________
, ikaoiiim
nomus,_
*#** OI.CRY Unde-u em tais i tvt
que vendem por prcf-os que admiram
ZjiwUu cachemiras bordadfs a sia, a 700 rs., eovado.
Linn com siilpicoa, fazenda muito larga, a 600 rs., eovado. ,
L3s com lislrinbas, novidade, a 560 rs., eovado.
Ditas com quadrinhos, a 400 rs., eovado.
Lindas alpacas do cores, a 320 rs., cavado.
Ricas pecas de etimin, ruodernissimj, a 1050")0, peca.
Cambraia bordada, a 55500 e 60500, peca.
Ricas gaarnic88 da vilodilbo, brdalas a veJrilho, a 6^500, urna.
Lindos dama t, 320 rs., eovado.
Gorgorin s do listrinhaa, a 320 rs., eov;do.
Fusici:s de -ores, a 320 e 400 rs eovado.
Dito bf*nco, u 400, 4-tO, 500 e 640 is., co.-ado.
Linhos escocezes. a 200 e 240 rs., covaio.
L3 eseo ezaSj a 120 rs eovado.
Setinetas i-i.-.s, a 320 rs., eovado.
Vc-ludilLos, lisos c Javrados, a 1^000 e 15200, eovado.
Ditos bardados a retroz de sda, a l)S00, -ovado.
Cortes d-: cschemfra para vestido, gosto escocez, a 20^003.
Toilcts para h.ptisados, a 95000 o 125000, um..
R-nda do Jap3o, novidade, a 200 rs-, eovado.
Cortes de l'u.-tao para coliete, a 15000, um.
Camisas para senhora, a 3C5000 c 485000, duzia.
Cortina-Ios hordados, a 65500, 75000 e 950'5>, pr.r.
Espartilhos de courafa, finos, a 45000, 55000, .65000 e 7-5500, um
Colchas de tores, a 25000, 45800, 55500 e (i.-SOl 0, urna.
Lencos de esguiao, a.25000, 2,5400, 25800 e 45000, duzi;:.
Fichs de retroz dm palmas de sed?, a 15000 e 15500, um.
M.-ias pan s nh-)ra, a 35000, 450C0, 5550.1, 0000 at 155000, a duzia.
Ditas par., h in m, a 25400, 2:00, 35000, 45000, 55500 e 75000, duzia.
Grande sortimento de raadapoloes e algo-oes, hrins do cores e bran?os, caso-
miras p-etas o de cores, cheyiote e muitos outros artigos de phantaeia.
SO NA REV0LU(JA0
4 8E U D D Q DE G AI Ii S--4 8
Ilenrique da Silva llorera
VINHOgilbertSEGUIN
Approvado cela Academia de Medicina de Franja
MAIS DE SESSENTA ANNOS DE EXPERIENCIA
Vinho de urna efficacla incontestavel como Antiperiodico para cortar aa Febres,
e como Fortificante as.Convaleseenfan, Itebilidade do Sangue,
Falta fie Menntruarao, Inappeteneia, Iigest6e difficis,
Enfermidade nervosas. Debilidade*
Pharmacia O. SEGUIN, 378, ra Saint-Honor, PARS
Deposilanos em 'ernUmbuco : FRAN- M. da SILVA e C.
Lotera da Provincia
S ni lircvcmeiite annunciado o dia que
dere ser extrahida a 4.a parte da lotera era
beneficio da matriz de Itamb, no consistorio
da i$"eja deNossa Senhora da Conccifo dos
Militares, onde se aeharo expostas as ornas
c as esplieras arrumadas en? ordem numrica
a apreciado do publico.




! Belleza Hygiena. Saude
Mar-i rotfistrad
ULTIM KnviIMDE PREPARAD CONFORME OS PR0CESS6S 5CIEHTIFIC0S OS MAIS APERFEigOADOS
.#
^
v
?^
*
s>
>v
^^#V

^
f*

Prodactos
SUPERIORES
E
raofflMflailos
jff ?' *" or e
AJON, Perfumista, 62, B'deStrasbourg, PARS
fBapMittrios n Pcnambuco : FAS" AMLTifcC* B AS principa es Casas DF. perpumabiaS_
*++**+*+******IH'IHWi**t*'
,++++*
60:000$000

Em beneficio da Instruccao Publica da provincia
Esta lotera dividida em 5 partes
Extracto "i I." parte da 1.a lotera
Sabbado, 11 do corrente
Bilhetes venda na Casa Feliz prapa da
Independencia ns. 36 e 37; Casa da Fortuna,
ra 1. de Mar^p n. 23; Eoda da Fortuna, ra
Larga do Eosario n. 36.
filia
i


Diario de PernambofeH-^uarta-eira 25 de Maio de Tib
*~ *-----------------------------------------------------------------------------------* ______-_____

ASSEMBLEA RA


-
CVM1RA O DBPUT*1**
SESSlO EM 13 DE MAIO DE 1837
F*E$IDESCIA DO SR. GOMES DE CASTRO.
O S. Mide! ti.vsu como so nlo se
bouvesse aprontado cmara o minuta-
rio porqaa o ^ presidente do consolho
nlo'fez m.is do ftt* presentar os Ilus-
tres cavaltteiro3 quo silo lo sobra conheei-
dos e qua j harfam coramunioado caroa
ra a possa de suas pastas.
Nli cr$f parm, qm a exbibicTi do mi-
nisterio amsr i dora restringir so apre-
seutsglo das rpsctios aVrabro3 sua
ma'nfii, Bara-oom olla aa tornarara solida
rios, sfd qui as ciusia da tolos os pheno
menos, do3 quaes reaultaram as traaafor
roac3;.o gabinete srjara tambein exhibi-
das, ara qus a opposiclo possa dar sua
.opinio a respto e o paiz julgar a todos
' Diado a pi-iioeira vez que tev> a honra
de te-sebero Sr. presidenta do coaselho,
notoa singular procadimsnto da S. Ex:
de guardar silencio sobro diversas quea-
to--s impor;antas ; duran!.: cas* se3sli o
msrae syaeraa foi segu lo em relaolo a
emprestimos contraa tos no e3trangeiro;
agora, que tanto ss diz sobra as causas da
r.trala do Sr. ministro :1a guerra, o go
v.rno prefere quo al* deputado for.u3 a
sua con vi ocio, a dizar com franqueza
quaes foram as causas qus deter inararo
a retir ia do nobra depu'-a lo o Sr. Alfredo
Chaves do rrinisterio.
Enenda qu> a poltica do sagrlo tal-
vea a-Ja anua do syatem i absoluto ; mas
quo nao pola sor arma do systoraa coas'.:
tuoional reprosentativo : o quo o paiz saba
o ouvio fo'. o nobro ex ministro da guerra
declarar:-* Enqianto estiver nesto lu-
gar, a le ha do sor curoprida ; no da om
quo n~o paier mrator o prestigio o o de-
coro do cargo le mratro, eu o dcixr-i
mas, S. Esc oscosa-sa por su 702 ie
vr diz'r so foi ora cumprimento dessa so-
lemne promess.a quo .biadonou o minists-
rio. Poda S. Exc. conservar-so no go-
verno ? Parece'qu 080, segundo a dla
racao quo fez.
Mus, se nao era decoroso para o n
Em toli a qusstlo quo prsduzii a ret-
rada do nobro ex-raioistro da guerra, %s
hesitacS -a do governo mostrara quo nao p
ite resol vela ; raandou transferir do varios
pontos ofiiae*; o actual Sr. ministro da
guerra declarou n> aeaado que essas traa-j
formlas alo ram bastante para'corri
gr oertos otB.iaos quo tiaham toinsdo uros
posielo mais emineata.
Rssponds a ua aparte de S Ex:, que
diste qus transfera porque nao podia per-
raittir. Nao pola sor esta a aliuguagam do
go/orno n'um pa;z orginisaio como o
tjrasil.
O Sr. Birlo ds Cst-gip'- (proslanto do
coaalho] : -Demisslo da coro aun lo, nli
1 pos'o.
O Sr. Mraiel obsorv<\ que] a transfe-
rencia no polo 3er oastig>, visto qjp os
Srs. ministros aeab.iro de ser tran-feridos
de u as p-.ra as outrai pastas.
Nao saba qu A a causa da retirada do
nobrs depata lo o S.-. Allroi Ch .7J3 do
niaistori); mas ha una ntcrp'.lUclo a
resp-ito, so o illujlra presdante Jo conso-
-X.__




S;o ininii?t::io aprt!3?rldn-so cimarfkehegaraaTa^-i ouvilos do nobre deputado
fj para corrosponlfl- nea eatylos, de res-' serio desfeitos luz da fsouasao que ter
paito pelo corpo lgststivo: n.\oporqu> re- jugar; tenham pacienoia os nebros deputa
jonheoesse ne?esulalo pjtiea de vir po- dos, preciso ver onde os assuroptos lea
ex-iEoistro da guerra conservar o s:u la
g;;r no gabiuetc, era decoroso conserw-se
o ministerio qu t>i solidario coao S. Ex.*.?
Parece que n>.
- Se alguna iueorroccSo Vai o ora;ir
conumotter, a culpa sua ; o quo consta
que o nobro ex .ninistro da guerra na> era
a figura priooip.l durante o movi.TO.ento
quotr..uKe iaqui ti a SO'iedaie bras'iein ;
masera nobra prosi ionio do coasal'ao
quo dirig suai orlons ou censeluo aos
funocionaroa que estavaai t sti las m?.-
nif:stt(;o a quo o govorno con3dara7a cri-
minosas.
Julg>, pois, qu> a coaloranagJi do ea-
tSo ministro da guerra a coa lean 15S0
do todo o miaisterio. (Apoiados da ra!::o
na.)
Estilo o pas aoo3tu-n.ido a coas: to-
rar estas reorganisac.5 s como de siropes
ensoeaacXo, o governo julg-. que nai 00-
casiai Qoavaoioat'3 pora un enoontro en
tro oppocto o gov no; :na; o orador as-
Biga\li a irr-gulari Hda com quo o givor-
no v -. disor qi1. est reorganizado, som
dizrporquo sahio do scu seio o nobro
exminii'.-o Ja ga?rra.
Em nomo di cmaro, rein/idoa ossj di-
reito, poiind) a S. Ex: que desonle os
sas cansa?, porjuo tilvoz tal sejam ellas,
que & opp0323i aa reca' aceit.il-as.
Ma S. Ex:- s forte pelo silencio ; o
que resta a todos que t n altos ntoresses
ligados ess-is cansas, seuo odiriti de
discutir ? R-almonte, a consoquon:ii nao
agraUvel para ningaam, porqu-. a da-
cusaS una valvuli quo n5 polo sor in-
tercept^da.
Nao bese o ministerio, as actuaes
ircamstjn'-ias, correspondo ao quo o paz
espra ; questSos oncandecentes enehem o
goverr.o dealt.s terr rs; asaule do che-
fe do Estado concorre para a infolioidalc
do govorao, porquo est desacorapanhado
"dessa alta exporiencia qaa poderia concor-
rer para a solaceo de quostSes
r:ssa:n a vida noional.
qu1* inte-
ho recun aa su^s explicaoss.
Lmenta faz:r ap:uas esta reclaaiacSo
cm nomo da appisiyilo, quo nao possa es-
tir em inteira liberdale para exponder a
sua opiniao porque roprosmta urna opinilo
oolloctiva ; senSo foraro corrspoad-r alta
missSoqae Iba foi confila livre da3 peias
L-ai quo so v envolv lo, taris do fazor con-
si.lerac3'3 pelas qaiea provovarii a honra-
da mioria a roapeito dessas oonsas a quo
aao so quiz referir o nobro presidnto do
conseibo; oeceasario quo o paiz saiba sa
ha da parte da mlioria intara adhosao ao
ministerio.
Q aatos aos Ilustres cavalheiros que
t'ormaro o gabinate, sa> tolos distiaotos e
aptoj para as rosp^tivas funoco:3; por
sao a oppo3e>o diz iponaa qus esto mi
rio sahio da,s trovas, porqus nilo ple
aisignal ;r as-causas quo o constituira-n ;
so o tsisterio talo raca3a a govorna qua-
si fra da ooostituigSo, pnz\ aoa co* quo
sobra ella nao sa dosoavolvam tormentas
ta.tior.es lo quo aquellas q io t a coamo-
vido e abatido o pz.
O Sr. B.r ? de Cotcg-ps (pro-
sdente do coaselho) j sabia quo o roioia
tario nao agradarla ao nibro deputado ;
desi9 a sua orgaaisacSo prins'tira que S.
Ex;, fez una oppo3{So desabrida ao mi-
nisterio ; repeta agr que o gabinete nas-
e;*u as trovis e vive na3 irevas; mas
q.uea as pro vas que induziram o nobre
deputalo a avaacar a sui proposigio um
pouoo siagul ir ?
O Sr. M.eiel: -A recusa de V. Ex>.
O S.-. Birao do Cotegipi (presidente do
consslhoj v quo o nobr- deputado apenas
apontou um fact qus ple, nSo justifisar,
!us servir de prot.xto a esta accusaglo
id S. Ex:, e foi o nJt) dizor o orador as
rasSes porquo d&ixou do fazer parto do
ministerio o Sr. oonaolheiro Alfredo C'aa-
ves.
Enbora se dig, ?>r &:cSo, quo o que
s- p.asa n'uim caara con3ler*-se como
o5o sondo ou-'d> pola ou'ra, davo o nobra
deputado leaabrar-sa do qie foi interpslla-
loo govsrno no sanado s)bra cssu cau-
sas o que deolarou, quinto eri posaivel
lo.'lirar, o qu bvj motivis a retirada
io honrado ex ministro da guorra.
R f'.-inlo-ss o nobrj deputado a essa
qU'St.lo en Jan 1 ac-ito quo havia dado cau-
=a a rotirada do n>bra exrninistro da
guerra, foi S Ex-, o p-i neiro a retonho
oer qu o poda oro iniaterio divergir do aeu
oo'Ieg ni opportuaidade de crMs modi-
la, mas tambos dever reconheoor a ino-
portuoi lad* de querer que se declare qua^s
eran ?.s molidas.
S rij um dessrrvijo publico sa acaso o
governo/decl rasse actos que nao se pra-
tioiram e quo tal vez nSo possam ser pra-
ticados; depois de pratioados pode-
rlo ser censurados ou elogiados ; mas
al entSo, entende que o ministerio nSo
poda tratar delles, ap-zar de incorrer as
censaras do n->bre deputado.
N"t> acha a occasiSo apropriada pora en-
tr..r em ouros ponto3 era quo de leve to-
jo i o nobro deputado ; ha interpellaj&o e
ha oatras oooqbS s '"m quo essas questS^s
poon ser trtalas e aao so recusar a dis-
i-ttl ,s.
dir apoio; porqut, ssgualo declrou,-em
bora o ministerio soffressa algun Tniifi-
osjao, nao tinha mu lado de poltica, nom
os ministros quo saliiram viahaoi collocar-
ae em opposicSo ; de mais : emquanto ex-
iste o presidenta do coaselho, existo a si
tuajao ; as raudancas que po-doro oooorror
durints a vida dos miaistar'oj n.ls palero
influir na politica do gabinete.
Folg da ver quo o nobre depurado est
de ac :ordo no fundo com o ministerio.
O Sr. M.ciol diz quo no sab ero quo.
O Sr. Alfonso Pona* : Nos precisamos
expcajS'S completas.
O Sr. B.tXo de Cot gipo (prosidenta do
conseibo) refere se s acjusigoes quo o no-,
bre deputa lo dase quo o ministerio tevb
om relajlo a essa quostSo da que f.llou ; o
qm quor defondor-so desdo j de qut
tu lo so dove a si, nto p ie declinar a sua
responsabiliJale ero n:ahum dos seus
oollegas; mas porquo citou o aobra depu-
tado o nene do orador?
O Sr. BCaeiel: Porquo,V. Ex?, o
presidoate do coosdho.
O Sr. B iro de Cotegip; presi lento do
conseibo) entonde que eaoquaoto o proi
dente do cons?lho existir, existe a sita
cSo, existe a mesroa poli'ioa; roas quroto
r^sponsabili lado, todos os ministros a
t o.
Rafornlo-so ao qus dissa a respoito a
impronsa, porguata qual o acto quo ds-
monstrasse que o presidt-nte do conselho
inimigo da classe militar ou de qualquer
classa do soielalo? E' urna ac:us.ico
quo nSo 8abs como qualfijar.
Voz-s:-- Nao foi externada na tbunt.
O Sr. Barao de Gotegipa (presilonto do
conselho) na quaii la le de conervador,
a-ria essa aecusuja) mais injusta, porque
esso p rulo, pilA sua ndole, s qur uro
exaroito qua defonda a psz interna e ex-
terna.
S isto se d pelos principios do orador,
polo qui diz respoito a vantag'O*, o exor-
cito deve ao partido conservador 03 melbo-
ramcatos que t a silo possivol dar-lhe.
Responda a apirtes da mianria, quo eu
to os nobr.03 d-putados nio oonoordam
coro tA aecusagao.
Q lauto aos act03 quo o governo tem
praticado ero relelo a es3i quastao, elle a
nilo deixirao de ser explioados e o aobro
deputado ha de ver quo o ronistio tem
p roce lid 0 de modo digno do louvor, em
voz de coo.3ura.
Pergunta qual a accu3acSo real feita
polo nobra deputado, quo o ministerio nao
poda arcar com aa dirB:uldadea ; o orador
declra quo o gabinete nlo deseja aroar
con dimcalalesj mis qu'.ha de achar com
ellas emquanto seu dever o exigir; o no
bre deputa lo, que j foi ministro, sabe
que aquello que oceupa essa posig&o o aa-
su no a rosponsabilidaie de urna situicHo,
n> se retira senlo por causas muitajus
tas e do conforroidade oom 03 iateros3es
pblicos.
Por conseguioto, som tar a esperanja
do apiio dos nobros daputados da minora,
ontinuar a sustontarse, emquanto tiver
o apsio da maiora e confi m 1 da corda.
Oomprebende que os nobres deputa los
continuero a bator brecha no gabinete,
mas so lhe3 acenarero com o poder talvez
o recuse a. (Trocim se aportes.)
Gomo nXo tem caprichos, nJo podo fa-
zer a experiencia; mas entenlo quo a ad-
ministraySo dos nobr?s deputados seria an-
da mas fat 1 aop^iz do quo os nobres de-
putados preaurotro sor a aloaiaistraco
coas rvadora.
(Apoiados e n5o apoialo3 )
Rospondo a apartes, qus o homem
mais tolerante ; mas respondendo por urna
8tua$lo, alo deva ne n p le ouvir accu
sacS'S do certa ordsoo, se;u faaar o paral-
l-lo do que existo e do que exista.
Nlo sabe o que os nobres diputados di-
rlo mais: pore a a dedcelo quo tirou e
que louva do dsmrso do nobre deputado
quo a oocasilo nlo foi rauito bom aeoolhi-
da para esto debate, mas leixa p tente
quo o ministerio nlo tems a discusslo dos
seu3 actos, ao contraria, esses boatos qu-o

J0SLAR0NZ4


'O .
JACQHS-b FLOT V. PEDItO M\EL
ffCIIS.t P1HTE
O ARISHO
( .. ,: ;;:,;" i ii n 117'.
VIII
' Foi tul quanto elle podo dizor. F.as:
moQo, to petspi :az, to na iz, tioou ti.ui-
do e sem sabor fallar, en vista da f:li i-
dade que ous lli eon:edia.
A ;viu) a pou-o a embrigaez do pri-
nj'iri) momento ceden o logar a um senti-
mon'i iais bi ido, ran3 racional da su;
Bittm^lo rec'proci. Juliano quiz explicar-
se cu^R'ji-'tariJont Disc .1 B-rt'ia:
Ou;\-rae. Eu talvez acabo de com-
metter B-na fal' 1. Nan a devia ter-lhfl fai-
lado nt'sso amor, nw.-i eu stav-?. anda de-
b.ixi d 1 presa 1 I" umaidasorobria. Pa-
ree m qu- ara perigo, am grande pongo
a ranaca, reas tranquillss^se, eu aqni es-
toa p r.i pr ver o conjralo ; poco Ihe ^ue
.1 f-onrinya ora mi:u.
U-.n p-n o assustada ao.n e6sa est'i, .
n- nii r ex :\ilou :
Quo qur izer coos iso Jul-no?
Ba quo perig 1 f-.lL *
E!ij sonio e tranquilizan lo a :
1 u/o perig-i rs a "'-U-. E' apenss aprovisl) dn uvu-i
d sgi -., qtl p le ser dissipa 1. N". > iii
quero Jeix r era duvida a esso respetto,
aoinhr. qurr I ti'1 ap-nas do proj
q1 o a sen r,'spV.-> nutra uu homem qu.
b-sc mhec
EU* estrjmeeou e imtinetivamento pro-
dn'ci u mu nome :
O "r. St*pban Rouvnl alo assra ?
Ei: r 'spoa I ; ..m-.nativaTiente.
A ron-'eraa entlo continan sobro es3e
p( .
A oonina eont.a a Darroally a repul-
s.1 > invonoiv 1 qu soatia polo boroem de
negocio.
E.oulli nar-p-ignaojia que, por seu
la !o, M.xirnili.-.n-, hgo a principia senia
por ello c da confian;*, muito limitada,
que la > traba concedido depois. Mas ella
fallou nessa repugianAia senlo culpan-
- a si, relocabrindo 03 servicos que o
banqueiro tinha prestado, primeiramente
ao pai, d^'p-sis ao iraolo ; que era gra9as
.0 seu dinheiro que poleram eropenbar se
ni queslito, sustntala 1 afnal conseguir o
resultado desej ido.
Emquanto flL ooativa essas diversas
poripocias, Jult >oo aaaiva a cabera co-
mo homem ma! ionvenoido, ou antes como
hornero 1 quero rada n:va attestaclo con-
firuoava na ms sonjecturas. Pareca pe-
sar tnentalnaen'.a as prob1bilidados que o
R
llVl
garanta
ao seu
ni 1 :hivelism
plaoo.
Quindo Bertba talou-e, ello tornou, co
roo falUndo de si p:.ra si :
E' isso mes n 1 O fogo hbil. Que
arriscara vilo atu:' de eoutas? O uegicio
era corto Opriaepil agent da emprezi
era Laronsa. Comprebendo qae L^ronaa
"stej 1 na Ansti K'\ coota, era ulti-
ma an.:Iys-: poderar-ss d;;3 despojos de
urna vez s ? Talvez, Jeaombaragando-se
de Maximiliano.
Como dia ? interrompcH B-rtha as-
- tst da.
O idoj -: :om a miior oalma :
Ua na a E' apenas urna das mil
DsicS'a qao Bise;ns%o mru espirito.
Go u cect-zn, .-).". tem fun lamonto. An-
da qu R i? -;-, alo peieria fa-
. \- -. C n M:r:-z. ..*j ha na la de cora-
mam entre R>i". o Lirans*.
Bocttia, po" u, e=:;-j impresjionala e
inaisfio
O osen De :; sea Deus! E 31 i-
xi-nil'..as ainU est 11! Orno a;is:il-of
E' sarda Oar^aill/j tinha feto
intefiorm'nte .1 mosm refl xfo.
II is. di.s: elle rin io^ tulo isto nlo
passade urna toliae. O que verlade
qu1 eu aioio esse ."?r. R>u/al, porquo elle
aspira uno, Bortha. Nlo
Sai oeo2 porqu-; hei de associar dous entes
cabimento^ sem prejudioar o teropo.
Naia mais-tem a dzor ar pele porms-
a?t para, a nlo appareqer algum f*c*o
que da?a ser explicado pelo goverao, lo
tomar mais a paiavra nesta debate.
O Sr Alf etlo Chaves liz quo s>
nlo fra o dever de obedecer s pr*ticis
parlamentaros, qua impSa.n ao roin3tro
damisaianario a obrigaclo, palo menos, de
oofirmar tulo quinto por pirtodogo-
Vjrno tenha sido diti sobn os motivos da
sua ra tirada, desobrigila se consilerava
do tomar a pdivra d.-p >s da3 expli;ac3:a
quo aoabou da dar o nobre preaidoats do
conselho.
Assi n, deaompenhar se ha nicamente
desto dever, reservando para oecaslo op
portuaa e eximo e a disousal) doa ac t03
qus praticra no ministerio, a otos quo fo
raro todos de ioioialiv'a sua, psrqio desde
que es3i iniciativa Ihe faltass, conforme
declarou uroa voz, deixiria o gabinete.
_ A divergoncia quo doterminoa o seu pe-
dido de exoneraos*) do cargo de ministro
da guerra quo exorcicia no
20 de Agosto, dsu sa da roaaeira porque
acabou do s-r exposta cmara.
O ponto a qus havia chegado a chama-
da quostlo militir convenceu o orador de
qua era urgouto e rapr s-iadivel o oropro-
go do cartas me'idas de represslo que'pro-
poz, e que nli foraro aceit-.s por terom
so'13 collegas de g.binte entonlido quo
ellas nlo eraro opoortuaas. Ntas con-
dicSaa, nlo pdenlo assunir a respoasabi
filada das ooourranoia3 qus por f.-.lti da
iuim.-di.ita app!i:ar;a.> dossas msdJaol po-
diam dar-33 no ministerio da guerra, jul-
gou do seu dovor insistir pela sua exono-
racu).
Aoabou o nobra presi lento do conaolho
do declarar qu3 traanlo sa oponas do una
quostlo do opportuaidada, nlo podi o go
verno expnr quaos as roodidis quo foraro
polo orador propo3tas, porqu: tero noces-
dada de reservar-so o direito da applisar
essas medidas quando Iba paraoer convo
oieota o opportuoo.
Entonde quo esta doclaraclo do obofe
lo gabiaota traes a norma de conducta
qus de ve seguir noste debite, e pois nao
se ref;rir ogira a essi8 modias desda
que o governo julga inopportuna a sua ap
plicaclo, bam como a sua pubiiUde. E'
este o seu procadiroanto na actual conjun
oturi, e saria igual so os motivo da sua
retirada pulessom por qualquer forma af-
foctar a marcha geral da adroinistrajlo pu-
blica.
S.Io 33ta3 as inforroaQos que entonleu
dever dar cmara, mas pola considera
c!o que ella lho meracs do que pola no-
ees3 lada qus suta do justifi:ar o seu si
lencio, alias justificado depois da3 dnolara-
c3:s do nobre pr;aidente do con3olho.
La monta a impoasibili Ula ero quo se
vio collicado de nlo continuar a prestir o
scu concuo ao actud gsvorn; mas con
sola-o a di de vor aberto espaco a qu'm
molhor qua o orador, servir ao piiz e ao
partido consorvalor.
O Sr. tffonso Celso Jnior
lembra, como o seu collega Sr. Maciel lom-
brou, a praxo de viram os govarnos, logo
quo Boffre n quilquor mudifi-saclo ero seu
peasoil, dar imroediataroenta ao parlamen-
to conta dos motivo3 da reoomposiglo de
sua existencia
Entretanto o actual governo nlo cumprio
essa formali la la, qus nl> la mora cor-
tezia para com a cmara e o paiz, mas um
dever mpo3to pslas praticis constitucio-
naos representativas.
Ob3orva quo o actual gibinote, niei^n
do a sua vla coro" uroa raaiorii intrants;
gonte, trancou a discusslo da l :i de roei s
e em aoguida cale su o direito da interpe-
laclo, exiroinlo-ae a dar ao parlmonto os
esd'ireoisantos qua sa lho axigiam. E ago
ra, a proposito da retirada do Sr. Alfredo
Ghaves do cargo do ministro da guerra,
faz com quo este senhor represante um
triste papel. (Coutestac -s.)
O nobre ex-ministro sendo intarpellado a
respeito da sua retirada do gabinete, le
governo. Entrofsnto, ra if.mi so esta pa
Uyra e nioguom roaponlo.
Voz's: -Gapitulou.
O Sr. Affjua
*
vantou-se para.dwlarar que'n*da podia di- Mrnbri ^^ ha dua9 t33g
zar eroqaanto_nlo foasoouvidaa p-davra do un?carnnf! o dir\t> doa ra,t.^8 da.
to perfoitaroente disaemolhantes e, sobre
tudo, to bm separados por tda a conve-
xilade de um merodiano. Nlo tratemos,
pois, deas33 hypothssoa riliculas e limite
rao nos ao porigo do moroe-ito. Por si j
bastante eonsiderave!, porqu j o illustru
fiaaneeiro wai insistir na sua candidatura
sua mo a ao seu coraclo. Eu deixo Ihe
o dote, Bertha, mas realauo o coraclo.
T\-r um o outro, responden alegra-
menta a menina.
Daixaram-so entilo arrastar poli sedc-
elo da sua conversa intima. O mundo, com
03 scus cuidados o as su.s- tristezas, apa-
gou-so para ellos. Nlo vram senlo um
ao outro e fi:aram assim em uro contera-
plagio ineff.vel o esqueoeram o dia segra-
te sua felisidade presente.
De rep.-nt?, foram desprtalos do seu
sonho pela mais pungente das realidades.
Ah l miaba senhora, diaso urna voz
grave psrt d i sala, p>co daaculpa de
ntrr sem me fazer annun ar.
Tomados de espanto, nenhum dos dou3
reconheceu o interlomlor.
A sala esUva nsergulhada em urna es
curillo quo deixava antas advinhar do
qus entrever os objeatos que a raobi'ia-
am. Com mais razio anda era' impoas-
vel discernir as fei^ a da urna visita to
ioeiparada. A voz, a eotons(3o poderiam
revelar o nomo a a idontidado do psraoaa
gcm. Mis, alm de estarem Irago do sup
por qae elle estava nessa mo aeato na casa
da rus de Boulainvillicr.i, nem Juliano ero
Bertba tioham a porspicacia oecessaria
pr.ra explicar case app irecimento inespo-
rado.
A menina toj a prmir. a recobrar o
seu saoguo fro, e inlicando u na cadtira
o rocem-ohegado :
. Quoira sentar-s?, diaso ella. A s**U
est tSi oscura, quo vou raaii lar v|r lu-
zes.
Sahio, cjro eff;i-o, deixaudo Juaso s
om a visita.
Oa dous liomens coiiprirneutararo-se cor-
rectamente
Darmniliy nlo julgou dever sahir do aeu
lugar, no paaso que o ?eu vizinho raetti-.-aa
quasi ostensivi-uanto na pirts mais escura
di sala e ia sentar sa a una mesa Barre-
gada de livros, cajas folliia coroejMU a vi-
rar distrahi.Iament .
Entro eliea reiaou us silencio de gelo.
30 Celso Jmiiir z qu: nan
ca 83 vio maior menoscabo sos direitos da
da naci. Aioda'hoja nesta apparato de
eproaantaglo da ministros o nobre
dent do consdho nada disss quo pti
satisfaser a cmara ero w piiz Doa c-x
ploagr.a... quo nada expli:am. Palavras
vagi3 qus em nila ori-ontaro o espirito pu-
blico.
Qual o motivo que det:r ain:u a retira-
dada do Sr. Alfiodo Chavos do miaisterio?
O nobro pro3deate do esas .-lho, sando ia-
terp^llalo a respeito, declarou no senado
qu dara as raz-s justilloitivas dessa ac-
to quindo se disjutissa o prajecto de forjas
do trra (Gontoatajlo do Sr. presidenta
do cun3elho).
S. Ex. pro.mett'u dar explioac3:s na
occasilo opnortuna, o at boj i ni la dase.
|uo m-.-lhor occasiSo do qu: a aetud ? Pa-
ra quando guarda o nobra presidente do
coasdh) essas explicaj.-a ?
A priacipm attribuia se a retirada do
Sr. Alfredo' Chavea a haver a coroa re-
cusado a sua acqaios3oncia s medidas
enorgica3 propo3tas por aquella nobre ex-
ministro com rolaclo ao exercito. Giroulou
tambo n o boato do qus o motivo era diver-
gencia dada entro S. Ex:, e os seu3 colla-
gis do ministerio.
H>J3 o nobn mmislrs juatifio u a sui
rstirala com divergencia havida no miais-
terio a re3poito da opportuoidale das ma-
d'das p E' chegala a oecaslo da cmara sab r
quaca slo casas rae lilas, para verificir
quoro: ae o nobro ex ministro apporado
is do prorapto, se o governo adiando-as.
Porgunta so o g ibinet-s acha regalar quo
um hom:ro da tempera do Sr. B-nto L:s-
boa nlo so pndessa sustentar como pro3-
doats da provincia do Rio-Gran la do Su',
e se ent n Is que deva continuar a roaaf :r
a poltica de erras quo tora observado para
coro as provincias de Alagoas e Sergipa.
' Por ultimo pergunta o qua S. Exc. pen-
s.a epretssdo tazar a respoito da qu".st!o
militar, de qus S. Esc. tanto pareca ar-
racear-sa.
O nobre presi lente do con3slho limita-
se a dizer qua nlo esta a occasilo op-
portuaa p .ra tratar desta quetlo. Eutra-
tanto affi- aa que ella foi provacada pela
governo (contest 158:s) qus arbitrariamen-
te att.mtou contra 03 brios de uroa classe
distincta da naci, considerando coras pe-
na aquillo que o alo era.
Entretanto, o governo, depois de haver
ostimul.do 03 brio3 militires, diauta das
exigencias dos otfi.-iacs offenlidos em seus
direit03, sujoita-30 a um arbitramento do
consdho militar, seu subdterns, e vendo
que o laudo dava-o como transgressor da
lai, porsevorou oa sus t3raosia e coraogou
lura guerra contra os militares. Prohibi
minifesrieo's publicas o ellascoatiauaram;
amo 150a fechar a escola militar e ella con-
tinua aberra. E ofi u, collscou-sa em urna
triste posijlo.
Mostra so infen3o ao militarismo, ao r-
gimen da espada; mas ne3ta triste emer-
gencia em qua v o exercit > provocado po-
lo governo, a sua conscien^ia ergue uro
brado da sy apath'u pelos militares oppri
raidos ; e paraphrasennlo un orador ce-
lebr:, diz que, se tivessa a hoor.i do vea
lir uraa farda como t-ro a honra da sentar-
ao em uroa das cadeiris da cmara, em-
quanto nlo fosse dada satisfaca comple-
ta ao oxcr to, ou ao menoa emquanto nlo
foassro ravogalos os avisos incon3titucio-
nae8, podil a hia ssmpr, e mais c mais.
(Applausos n*a galeriaa. Susaurro.)
O 9r. Buis de Coteglpe (presi-
denta do coas din) protesta contra a pro-
vocajlo quo o nobra deputa lo acaba de
f .zer. (Gonteataclo do Sr. Affooso Calss
Jnior-) E' urna provocaglo, porque ao
mesroo teropo quo S Ex:, lastima a pos3-
bili ada do advonto de uroa dictadura mi-
litar, coasa quo nlo pode dar-se, aconse
lha ao exercito que poraiata em deaob-de-
aer a ordens do governo. Cont-?stac3ss
do Sr- Aff inso Cslso Jnior.)
a
t'o o do re-as- B~3 pala imprenss, que urna
quostlo d* principios ; o a quoatlo -de re-
wog.r 03 actos do gov-rno, anteriormente
exped Jos.
Ora, desie quo a primeira foi reaalvila,
nlo por arbitramento, mas por consulta ao
mente o
quo palera ter a quesllo cmge-
r.l 00 tocante qi'llj qm julga so ser o
direito de todo o cida.llo braailero.
A lespeito da escuridlo crescento, Ju
limo polo varias vez'3 sorprender um
olhar obliquo da visita, fixo nello. Infeliz-
mente foi-lhe impossivel ligar um nomo a
essas fei^S s, qoe a escuridlo da sal-, pa-
reca velar. Todava, eompoz o rosto, nlo
querenlo qua nclle sa podosse 1er a sor-
preza.
Parecia-lhe, coro eff-ito, resonheser va-
gamente o vulto entrevisto. A mesma voz,
cujas inflix3;a gutturaes e estrangeiras o
i nproaaionaram, dispertiva nella confusa-
mente um mundo da reoord3co3.
Afinal abrio-se a pir'a da sala. Urna
criada entrou, precedendo a Sra. Francs
a B-rtha. Tinha aquella as mos dous
candelabros.
Una luz viva inundou a sala, allu sai in-
do o rosto do persoaag'.m que se tinha 1*
vantado e co o o sorriso nos labios foi ao
encontr da Sra. Francs.
Uua oxclamajlo pirtio, ainult*noaraen-
te, doa labios da viuva e de Bertba.
Mais sanhor do si, Darmailly soaba fi
car calado.
O homooi, que apparoseu assim em ple-
no luz, era bam coahoeilo doa tres.
Era Steph:fli R."ival, o banquoira.
Gomprahenlo,u logo qua a aui prosenja
tinha produzilo perturbacao.
Nao me e8perava, m;nha cara 8e-
uhora. E' verdado quo a miaba carta ain
da nlo anuunciava a miaba' cargada. Sa-
lii do H.vra dou3 das antea do qua espe-
rava.
Tudofl tiaham voltalo um poico a si.
Riuval corapralienda que era observado
e, couat singular, pela priusoin vea, esso
homem impassivel sentio am mi estar sin-
gular sob oa olhires qua o cu8deravai
cora urna curioaidade qu seatia stf-lha
hostil.
Fingi prazer e alegra.
tstou seando osiflto b-m diaposto,
creaaida, miaha seabira, iasa olts a tter
iba : nlo digo mais basita. A senhora
sompre foi rauito b-II .
Esso cumprimento quoimi raup-, nlo
foi do agraio da raooin. Ella corou..
Nonbuma mulhor repella um elogij.
Mas, nessa occasilo parta de um ho-
maro quo iills aborreoia e, comquanto lha
tosso dirigido ero fae daquslla a quera
amaya, a menina julgou deseobrir nelle
P58*1", oonsalho militar, "cessou absolutam
l8^e interossa qua potera ter a quesllo
r.I no tocante qillo qus julga so
direito do todo o cida.llo brasileiro.
Parsoe quo por esta forma os espiraos
deviara fie r sa'isfeitos. M.s nlo j praten-
de-se qua ao governo cumpra revogir os
actos peios quio3 foram admo3tadoa os
ofli:ia?3. Sa estes actos foasem pratica-
dos por msio de pres3.1o, entlo sim, o
govarno capitula/a. M .a a quostlo toda
pesso!, lo dous ofH:iie3. (Apoiados e
u,j apoiados.)
So estes offijiacs julgaro qua por equida-
de deva-se trancar as notas'que foram fei
tas p>r consoquracia d->s advertoncias qu'O *
ellos soffreram, porque nlo o requarem f
Nita quo os actos do govarno slo mal
interpretados pdi opposicli ; mas declara
quo nlo tem roceio da miaitestar franca-
menta a sua opinilo
Emprim'iro lug-ir obvorva qus o cons"-
iho militar nlo davo ae a pole dar aenten
cas ao governo; nlo pole dizor que o go-
verno prooeleu contra a lai. Allegase quo
o governo deva retirar as notas. Mas o gc-
verao ospor.iva que os offi iaea o reque-
ras sro em termo3 legses. Diz-so aiada :
urna eonseqaonoia. O oralor con',est:i, por
qu: o faoto em si enoerra uro precedente
qu: ninguero podar approvar. Nls have-
ria governo posaivel se 33 visss obrigido a
retirar notas individuaos.
A proposito cita o examplo de alguas of-
ficiaes da uro regiment francez qua fo-
ram demittidoa p :1o simples facto de te-
re.n protoat ido contra una se/era repre-
liaaslo qus llios fra inflingida. D.-.naia, as
nossas leis militaras prohibios qus sa fa-
51ro manifestcoas contra 03 superiores,
porqus de outro molo, so hoja protestam
oa offi iaea contri actoa pratisados pela
seu gmeral, araanhl os soldadas podem
usar do mearoo direito para con os offi-
eiaes.
Affirroa quo o giverao nli tero nem po-
do ter nenhuma provenjlo contra o exer-
cito ; a lastima qua os polticos, ou antes
os intaressados no transtorna da ordam pu-
blica, v terreno qua podo tornarse perigoso.
Nao receia nenhum conflicto militar : 0
que receia qua o espirito railt ir, por esta
torna, venha a tornarse un perigo para
a futuro do paiz.
E fiqus certa o nobro deputado de qua
o orador, n!j sendi absolutamente inimigo
da classe militar, ha de reprovar sempre
estas manifestacoas o estes protestos que
tandam a con3:-guir a revogaclo de qual-
qu:r lai.
O Sr. Aff como os sous collegas do opposigao, e me
nosprezo do governo pelas prat'caa parla-
mentares, deix indo da dar na occa8ao op-
poituna as axplicigo a qus a cmara tem
o direito do ouvir a respeito da raodifica-
clo operada no actud gabinete.
B'.lda de elementos para poder aquila-
tar dos actos quo dotcrmraarain easa me-
difioaclo, nlo poda aopposiglo eroittir jui-
20 a resp-ito, porqu rato o nobra presiden-
ta do conselho limitan se a dizer o qua j
todos sabiaro pela leitura doa jornaes que
deram noticia do ficto, isto que entra-
rana para a gibinete uns e sahrum outros.
Mostra a voraatiblidale do governo na
quostlo militar, am que anda sobresaltado
desda o anno passado, em consequoacia
das manifasta93ss contra o seu acto as di-
versas provincias do imperio.
Le o que disss o Jornal do Cotnmercio,
ua notieia dada sobra a retrala do Sr. Al-
fredo Ghave3 do ministerio, e f z varias
pergunta3 ao gsvorno a respeito da criae
miniateri 1 o dos motivo3 quo a datermina-
raro.
(Gontinus).
ci de protacglo altiva, uraa tomada de pos-
se.
Ella respon leu ao elogio por um olhar e
um sorriso de desd 1.
Depois, dando voz a3 ioflsxSss mais
irenioas que p le :
. Parece-me quo o senhor mesmo, Sr.
Rouval, aproveitou quonti po33vel coro
ua vi gem. O senhor tem ar de um ho-
mem qua consoguo tudo quanto qu^r.
Os o'hos de Stephan despediram chis
p.s, mas estas apagsram-sa logo, e pas-
sanlo a urna ordeno do quc3t33 mais ba-
naes, indagiu di quo havia acontecido du-
rante os dezoito Diosas decorrdos, pedio
noticias do todos, inforroou-se particular-
mente, e coro mostras de muito interesas,
da viagem de Maximiliano, applaudio o
seu suocesso, depois, com quasi indifl" ron-
i,a, parguatou :
E... neasa viagem nlo te ve nenhu-
ma sorpresa ?
D .rmailly proatou attenjlo. Umo re-
flrlo atravassou-Ihe amento.
Oh Porquo porguntou sao ? Davo
saber algum a causa. Elle nlo conhecia
Laronsa melbor do que outra qualquer pes
80.0 ?
Djso momento em diant: conecatrou
toda a sua attencl no homem de nego-
cio.
A Sra. Franoea responden :
Sorpresas Oh I tevo muitas e das
mais estranhas seguramente. Q irado ti-
ver terop, Sr. Riuval, hc de cootar-lhe
tudo isso pir miudo.
E eu a ouvirei do rauito b a vonta-
do, mioha senhor -, raplicou o braqueiro
com a maior candara.
Juliano cstrwuecou.
De-iiidamonte, ess: homem de
umita fore/i 1 ponsou tile.
IX
Stephan R uval tinhi cb'ga !o de ma-
oba.
Comprehende-se quo o seu pri neiro cui-
ido fossa ehai'jar o seu represeptinto.
G lanas acudi l>go, e a conversa come
v-ou :
Entlo, perguatou o banqueiro, como
correr ira as cousss por c ?
- Muiti bom, mou caro, muito bem.
cdade, e quinto s suas r6messas, essas
a8saram como cartas pelo correo.
A alfandega nlo desoor.fiou ? Nlo ha
nenhuma suspoita ?
Suspeit'.s Como poderiam tl r.s ?
pgamos oa dircitis indispaoaaveis. Quan-
to aoa cutroa, aos qua se referen! ao quan-
tum di raercadoria, bast va qua as nos-
sas declarado a fossero aceitas, sem verifi-
carlo.
E ell'S o foram, nlo assim ?
Sera dnvida, temos amigos na prsga.
Aiala hontem custou-rae a ficar serio quan-
do fui comprimentado por um doa nossos
horaens, diafarca lo em inspector de pri-
meira classe. Quando digo disfargado, en-
grao ma ; nlo um disfarco ; o homem
real lente inspootor.
Rouval osfregou aa mo3, O seu rosto
expondio-se.
Ah 1 Clanos, mou amigo, muito Iba
levo. Voc um homem da truz. Eu mes-
iuo nlo faria mplhor.
Eu o creio. Eu fiz disto uro officio-
Nlo para me g-bar, mas vom -.5o poda-
ra substituir me, meu bo n Jo...
Chitan! nterromp-ra Stephan. As
pirodes polora ter ouvidos, e eu desconfi
st ia mioha sombra. Antea d-s irnos
mais longe cora as nossas confidencias, meu
caro o honrado caixa, dexc-me pedir l'ie
uraa tabella das nossas diversas opera-
5 oes.
__ Nada mais fcil, raspan! :-u o hespa-
nhol.
S^hio e voltou logo, trazrado em baix*
do brajo um reg3tro volunoso, que pos,
sorrindo, em cima da mesa.
Aqu est 1 registro dos nossos tra-
balhos. Ah l o anuo passado nlo-iot nao,
talvez poiesao aer melhtor. Infelizmente
j nlo somos to a venturosos como ou-
tr'ora. Estamos fiaando velh-'.s, nao ?
e com a idade vera a pru lencia.
.R .uval deu urna risada, o bateado ami-
ga vel oen'e no hombro do socio :
Falla por ti, Gomes, dissa elle gra-
cejan lo.
Oh I oh 1 parece-rae quo es o primei-
roa-esquecer as recoraroendis3:s quo fi-
zaste ha ponco, replicou Pacheco.
O banqueiro estreaieceu.
(Continwrss-ha.)
i
amava, a men.ua juigou uascour.r pw --.-., ,, "-"- "T ,.J ,. uiari0 rlU4 avl de C.ii n. 42.
urna como attensi doninadora, urna espe- As nossas cobrances reahaam-se coro tel- lyp.ao viano ra 4


.7-


(
noaiiH 1
*


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