Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16813


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Full Text
BBBSSSSSSSSa
UNO LI JOiafiO 111

'
t
l
1
lS-
PARA A CAPITAL E LlIsSAat*! 031>B SAO B PACA PORTfg
Por tres roeae* adiantados............... 6(5000
Por seis ditos idein.......... ...... < 120000
Por um anno idem................... 23)5000
Cada numero valso, do mesnao da. ..,....... i5100
tnunasnsia
i
--FEISA 24 DE MAIO DE
PARA DESTRO B PORA OA PROTIMCIA
Por seis mezea adiantados.....-. .......'
Por nove ditos idem............'..!.'
Por um anno idem. ,..............
Cada numero avulso, de dias anteriores..........

13,5500
200000
' 27(5100
#100
DE
NAMBUGO

+>


Proprkfcate ht JSL&noel tgurira t>t arta iilljo*
O* Srs. Atuedo l'riase t& C
do Parla*, eu" i os u moi agentes
exclusivos de anuunctos e p u-
blicacd'Qs na Franca e Iagl s-
trra
TELEGRAMAS
ssavic; IIG?Uh SO SZABZO
RIO OE JANEIRO, 23 de Maio, s 4
horas e 15 minutos da tarde, (ttecebido
as G horas, pelo cabo subnarino).
Xa Crnnara dos Depniailos. mu -
s&o de boje, o Sr. conselbelro Fran-
cisco .* tunes Naclel. apresen ion un
requerimento pedindo copla do acio
do Ministerio Ja Guerra, em vlrlade
do qu&l foram mandadas (ranear as
olas dos ofllciaes militares.
Approrado um requerlmento de
urgencia para continuar a dlscusso
da materia, encerrou-se depois de
orarem os Srs. Antones Maciel, Ba-
rio de Coteglpe. Looreneo de Albo
querque. Colbo Rodrigues e Al ves
de A rao jo.
Tendo o governo relio questo de
conflanra. e procedendo se a vota-
ra o nominal, rol o requerimento re-
Jeitado por 69 votas contra as.
Propaz a questao de conflanca por
parte do gaveras o Sr. Colbo Rodri-
gues.
Alm dos Deputados que compSe m
a opposlco e a dissldencla. j co-
abecldos. volaram contra o governo
os Srs Vielra da Silva. Alencar Ara-
rlpe. Alvaro Caminba. Bernardo de
MeadoncaSobrlabo. MorelradeMen-
donca. Souca Campos. Ferreira Vian -
na. Andrade Figoeira. Ha^eondes Fl-
goelra e Miranda Rlbelro Sobrinbo.
(Especial para o Diario)
BRUXELLAS, 21 de Maio.
As Gvssqoedeclararam-se ltima-
mente entre os operarlos das minas
de carode Cbarlerol tem augmen-
tado em grandes proporro es e Ja at-
tlnglram o circulo de Mons.
Continua sea recelar serlas desor-
den,, visto o estado de Irrltaco dos
grevlstas.
PARS, 21 de Maio.
SS. AA. o Conde e a Condessa d'Eu
acabam de delxar esta capital, vol-
tando para o Brasil por via de Lis-
boa onde devem embarcar no pa-
quete francs GIRONDE da compa-
nbla clon Mi-ssagerles Marltlmes.
PARS, 22 e Maio.
I m tratado usando as bases de
urna aeco commum relativamente
a extradlcc de criminosos acaba
de ser concluido entre a Franca e a
Repblica do Mxico.
FORTALEZA 23 do Maio, s 9 horas
da manha.
Parece Imposslvel desencalbar o
paquete CEAR'.
O paquete ESPIRITO SANTO rol bon -
tem para prestar sooeorros ao CEARA'
e J voltou aqu coa as malas e pas-
sagelrosque devlamseguir pelo pa-
quete americano ALLIANQA mas este
vapor sabio sem os levar.
LISBOA, 23 de Maio, s 3 horas o 35
minutos da tarde.
SS. A A. o Conde e a Condessa d'Eu
J partlram para o Rio de Janeiro a
bordo do paquete trance* GIRONDE da
companbla dos Hessagerles Marltl-
mes.
RIO DE JANEIRO, 23 de Maio, s 4
horas e 45 minutos da tarde.
INSTRUGCO POPULAR
ELECTRIC1DADE
(ExtraMdo)
DAS ESCOLAS E OA BIBLIOTHECA DO POVO
METEOROS ELCTRICOS
CAPITULO XXI
Electricidde atmosphebica. Electricidade habi-
tual DO AB E DA8 NOVES \ SAS CAUSAS. RELM-
PAGO, TBOVO, BAIO J CHOQUE, BAIO ; CHOQUE BEFLE-
XO PARA BAIO. UBOBA POLAB.
(Continuaco)
D-se o nome de choque reflexo recomposcao
instantnea do fluid) accumulado sobre superficie
do solo, por effeito da influencia da olectrcidsde
de urna ni vem. Esta recomposicao tfiectua-se no
momento de cahir o raio, e tio intensa que po le
fulminar, a distancia, qualquer animal.
Com o fim de proteger os edificios contra os des
traidores tffeitos do raio, defeadem se com para
raios, que sao bastes uietallicas, terminadas em
ponta por um lado, e communicando, pelo outro,
com o solo por mcio de um conductor continuo.
Os para-raios sao collocados na parte maia eleva-
da dos edificios que proteger.
A su i piotecco realiza-se pelo cxgotamento da
electricidade accumulada pela parte supi rior do
edificio a qual vai recompondo lentamente a da nu-
vem; quando, porm,a quantidadade fluiJocxisten-
te na nu vem & ti > grande que o fluido contrario que
as escapa pelo pra-raios nao suficiente para o
neutralisar, a descarga c-ffectua-se, mas neste caso,
entre a n neme a pouta do para-ra03, seguindo a
faisca por este e pelo conductor, at ao solo. O
pra-raios deve estar intimamente ligado com os
corpos metallico8 de grande superficie que n'elle
se cout^nham.
As auroras polares sao meteoros luminosos que
se observan) junto dos polos da trra, e com mais
frequencia junto do polo norte : segundo o polo
em que se aprsente o meteoro, assim se denomina
aurora boreal e aurora austral.
Do tratado de meteorologa por Bacqueral n-
trabimos a seguinte descripcio de urna aurora bo-
real observada em Bassekop, na Laponia norue-
gueza, a 70 graos de latitude.
Entre as quitro e as oito horas da tarde, o ne-
voeiro que ordinariamente cobie a parte norte de
Bassekop. comees a colorir-se na parte supuricr.
A coloracio tornase, pouco a pouco, regular e for-
ma um arco, de um amarello paludo, que tem as
extremidades voltadas para aterra e a parte mais
alta no meridiano magntico.
< Bklo depressa comecara a aparecer nns ricos,
escuros, que dividem regularmente a parte lami-
nosa do arco : formam-se raios luminosos, que se
alongam e retrahem, ora lenta ora instantneamen-
te, augmentando e diminuido de brilho. As ex-
tremidades destes raios mostrara uma'luz viviasima
e formam um arco mais ou menos regular. A ex-
tensa) dos raios variavel, mas todos convergem \
para o mesmo "ponto do co, correspondente ao
prolongamento do polo boreal da agulha de incli
naci ; algamas vezes estes raioa chegam a tocar-
se no ponto para que convegem, e afiguram-se ao
observador como parte de urna immensa cpala lu-
minosa.
O arco continua a sabir para o zenitb, apre-
sentando no sea brilho um movimento ondulatorio'
As vezes ama das saas extremidades eleva-se
cima do borisonte, oa mesmo ambas. Ento as
corvas tornam-se mais pronunciadas e mais nu-
merosas ; o arco nao mais do que urna grande
fita de raios luminosos, que se unem e se afastam
em muitas partes, formando graciosas curvas, se
dobram sobre si mesmas, cffereeendo vista o qua
se chama corda boreal.
O brilho dos raios, variando sbitamente do
uteDjidade, attinge o das estrellas de primeira
grandeza ; os raio dardejam com rapidez, as car-
vas formam-se edesenrolam-se como aaondulacoes
de urna serpente. Depois, comeC/ain a colorir-se
oa raioa : a base torna-se vermelha, o centro ver-
de, e a cor amarello claro continua a predominar
no extremo superior. Pouco a pouco, o brilho vai
diminuindo, corea vio desapparecendo, e o meteoro
extingue-se...
Por aqui ficamos. E n'isto ciphramos o que re-
lativamente a Meteoros elctricos entendemos de-
ver dizer no presente volme.
(Continua.)
ARTE OFFICIAl
repelllda por l votos contra SS
urna nooro de censara ao ministe-
rio apresentada pelo conselbelro
Francisco Antunes Maciel sobre a
soluco da qnesto militar, o Sr. Ba
rao de Coteglpe. presidente do con-
seibo, falln explicando a conducta
do governo
Agencia Hars" filial em Pernambuao,
23 de Maio de 1887.
Repartleo da 'olida
2*seccao.N 478.Secretaria de Po-
lica de Pernainbuco, 23 de Maio de 1887.
Illin. e Exm. Sr. -Participo a V. Exc.
que foram recolhidos Casi de Deten-
cao os seguiates indiv'daos :
No di 21 ;
A' ordein do Dr. Delegado do 1 districto da
capital, C >aue Beringuel de Soasa e Braailiano
Santiago tTelippe, por disturbios^
A' urdem do subdelegado do Recife, Eutropio
Tassiano da Fonaeca Barroso, por disturbios.
No dia 22 :
A' ordem do subdelegado do Reeif.-, Jos de
Sant'Anna, por embriaguez e disturbios.
A' ordem do do 1' districto de S. Jos, Fran-
cisco Jos de Olveira, por crime de turto.
A' orden do do 1- districto da B^a-Vista, Jos
Penba e Antonio da Silva, este como alienado,
at que tenha o conveniente d stine, e aquelle
por embriagues e disturbios.
A' ordem do do 2- districto, Joo Bezerra de
Arauj conhecido por Jcio Magro, por distur-
bios.
Entre as estacos de Parnamerim e Jaqaeira,
da via-terrea do Cixang, ao amanhecer o dia de
hontem, foi encontrado nurto dentro de um ria-
cho que alli existe, o individuo de nome Laiz Fer-
reira do Espirito-Santo, conheci o por Laiz Car-
neiro, solteiro, de 42 annos de idade.
Das diligencias procedidos pelo reapectivo sub-
delegado, verificou-se que esae individuo era dado
ao vicio da embriaguez, pelo que de presumir
que nesse estado trope^asse e cahiaae naquelle
riacho, onde foi encontrar a morte.
D.-u-sj sepultura ao cadver no cemiterio do
Arraial.
Communicoa-me o subdelegado d- Pesqueira
em officio de 15 do correte, que no dia 13 tam-
bera deste mez, apresentou-ae voluntariamente e
foi recolhido cadeia do referido termo, o crimi-
noso Antonio tialustiano das Neves, alli pronun-
ciado no art 193 combinado cem o art. 34 do c-
digo criminal.
No logar Cabe?a de Boi, do termo de Gravat,
no dia 17 de mes prximo findo, o individuo de
nome Antonio S jares de Lima, armado de urna
faca de pona ferio gravemente com cinco faca-
das a Jos Ferreira da Silva, sendo preso em fla-
grante.
Abrio-ae o competente inqnerito sobre o facto.
Anda no dia 18 daqoelle mes, o subdelegado
do 1' districto do referido termo, prenden o indi-
viduo de nome Braz Lniz Ferreira, como pronun-
ciado no termo de Bsenos, em crime de ferimen-
tos graves.
No engenho Pimentel, do termo do Cabo, no
dia 16 do corrate, o individua de ame Bento
Nanea Pcasos, ferio gravemente a Manoel Atbai-
de de Medeiros, sendo preso em seguida.
Abrio-se o competente inqnerito sobre este
facto que j teve o dettino co-ivesiente.
Participou-me o subdelegodo do districto de
Beberibe ter, em data de 21 feito remessa ao
juizo competente dos inqueritoa policiaca proc -
didos contra o iniividuo cnhacid) por Manoel
Mestre e outros, polos ferim?ntas praticado3 na
pessea d) eserivl) daquel'a sublclegaoia, alteres
Flix Ferreira da Silva.
Deus guarde a V. Exclllm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicenta de Azevedo, muito
digno presidente da provincia. O chete
de polica, Antonio Domingos Pinto.
DIARIO DE PERHAMbUCO
Xotlcias da Europa
Procedente da Europa chegou ante hontem A
tarde o vapor franc.z Ville do Cear, que foi por
tador da mala que devia ter vindo pelo Nile e
que s agora recebemos, trazeu Jo aa noticias que
em seguida publcanos, alin das que constam da
carta do nosso correspondente de Lisboa, sob a
rubrica Interior, b.*m como das trazidas pelo pa-
quete inglez Tagus, hontem ebegado.
Hespanba
A 30 do Abril, o ministro da guerra leu a c-
mara dos deputados um despacho que d noticia
de urna victoria das tropis hespanholas sobre oa
rebeldes do archipelago da Galo, perto das Phi-
lippinas oa rebeldes foram completamente derro-
tados, perdendo toda a sua arti'baria.
A cmara votou unnimemente felicitacoes ao
exercito.
O imperador da Allemanha dirigi um tele
gramma rainha r gente de H:apanha, conce-
bido nos termos mais carinbpsos, agradecendo-lhe
em nome do exercito allera > o brinde do retrato
do Affinso XII ao regiment de que o rei de Hes-
panba foi coronel honorario.
O imperador diz no seu telegramma que o exer-
cito allemo recebeu com grande prazer esta lem-
branca-
Falleceu victima de ama febre perniciosa o an-
tigo e distincto jornalista, D. Benigno Joaquim
Martinez, correspondente de varios peridicos
portngueze3, o um doa bomens, que com maioren-
thuaiaamo se tinha dedicado nobre tarefa de es-
treitar os lacos de aff^ctos entre Portugal e Hes-
panba.
De actividade extraordinaria, do honradez im-
polluta, de instruucao vasta, amigo de seus ami-
gos e carinhoso pai de familia, Benigno Joaquim
Martinez, deixa com a sua morte um grande va-
cuo a prehencher.
No dia 15 de Agosto deste anno deve inaugurar-
se em Cdiz urna expoaic&o martima nacional,
iniciada e levada a cabo pela deputaco provin-
cial, protegida pelo governo beapanbol, e auxilia-
da pela municipalidado daqaella cidade e pelas
das mais povoacea da respectiva provincia. Se-
rio admittidaa na exposico todas aa industrias
hespanholas, que tenham alguma relaeo com a
construccao e armamento de navios de todas as
classes, com a navegacao e com a pesca.
Tambem sero admittidoa navioa de construc-
cao estrangeira, mas que naveguem com bandeira
bespanhola.
A exposico dividir-se-ha em duas grandes
secedes :exposico fluctaante,exposicio en
trra firme.
A primeira estabelecer se-h^ na baha de Ci-
dis e a segunda nos terrenos prximos, onde se
levantarlo o palacio daexposico, galeras, cam-
po de experiencia, sa'So deconcettos e conferen
cias.
A expedicSo hespanhola, dirigida pelo enge-
nheiro Cervero, que recentemente fez urna travessia
de parte do grandejdeserto, fes varias descobertas
interessantes que dames em seguida.
Um grande numero de attitudes escrnpulosa-
samente determinadas demonstra a impossibilidade
do mar interior.
A aridez d deserto n2o tSo grande como ge
ramente se er.
Ha vegetaco n> Sehara. E' possivel tortiliaar
dar >ida aquellas immensas regiots pedregosas,
aeccas, desprovidas de arvoredo, pobres e faltas de
aguas superficiaes, porm abundantes d'aguas sub-
terrneas.
Em Barcelona celebraram-se ltimamente as
jchs rtaral* can\ solemuidaJe do coatame, as9ia-
tindo autoridades, Iiterattos catalAes, valencia-
nos, aragoneses e provencaes.
Aproveitando esta occasio, o jornal Li Arth
de Sam Martin, org2o regionalista muito accen-
tnado, fes urna tiragem especial de cerca de.....
80:000 exemplares, para aerem distribuidos gra-
tuitamente em todos os sitios pblicos, e expedidos
para toda a Cataleinh'a.
N'sse numero figurara artigos sssigoados por
Fern8, Narciso 'toca, Falguera, C'aremant, Al-
mirall, Gurqui e outros nomes de cscriptores conhe-
cidos ptlai suas defesas do regionalismo e at por
certa tendencia separatista.
No mesmo numero figura tambem urna mensa-
gem dirigida a Parnell, felicitando-o em nome do
jornal e anaunciando-ibe a messa d'um lbum com
milhares de aasignataras de pessoas que desejam
a liberdade e a independencia de que a.Cataleinha
n'outro tempo gozou.
A mensagem, depois de manifestar sympathia a
Irlanda, termina affirmando o desejo de que oa ir-
landezeajpoasam o mais prompto possivel.devolver
semelhante obsequio.
A resposta a esta carta nao est asaignada por
Parnell, mas subscreveu-a em sen nome Eduard
O'Sikeley.
N'esta resposta diz-se que quando chegou a
carta, presidia Parnell ao grande meetings daLiga
Agraria, e foi aaudada com phreneticaa acclami-
^oes. *
Depois falla largamente dos auffrimentos da
Irlanda. Da Cataleinha na Falla. Apenas ao
terminar responde ao grito do gode save Ireland
com o de Deus torne independente a trra Ca-
ula !
A cousa fez barulho em Barcelona e deve ser
por alguna dias objecto de varios commentarios.
No dia 3 do corrente resolveu-se per meio das
armas, nos brredores de Madrid, nma pendencia de
honra entre doua militares, ficaudo um delles gra-
vemente ferido.
A Heapanha vai reformar a sua lei do imposto
do sello e emprehendidos os sellos postaes cujo
preco tanto para a peniosula, como para as colonias
ser naturalmente redozido.
J su t;m reunido a commissaoparlametar encar-
regada de darjparecer sobre a respectiva proposta.
Progridem com grande-rapidez os trabalhoa
Eara a exposigqo das Philipphas, que deve cele-
rar-se.no palacio do Retiro quaai completament
transformado.
Est se arranjaudo um formoBO lago, onde se
esperam animaes smphbios das i Ibas Philippinas,
bem como plantea aquaticas d'aquella regio;
urna estufa monumental para plantas e flores; o
pavillao para os productos qae cultiva, naquelle
vasto arebipelago, a companhia de tabacos das
Philippinas); ama pequea offiYn* para que ope-
rarios indgenas ; e vanas habitacea pequenaa de
madeira destinadas algnmss familias daqnellas
ilhas, vindas expressamente para darem a conhe-
cer seus trabalhos e cccnpaces habitoacs, e at o
modo de navegar peles rios as ligeiras em-
barcaoes de que se servem, e que para es3e fim
tran m de Maurila e Lugar.
Semelhante exposicio de muitisaima impor-
tancia, como fcilmente so prev. Sao muito va-
riadas e muito ricas as colleccSes, que se esperara
d .quellas paragena : assim em productos naturaes
como das artes e das industrias, que em muitos
ramos cooatituem poderosos elementos, os quaes
bem cultivados, podem chegar a ser verdadeiro
thesuro.
Apenas a menina D. Emilia Villacampo
chegou a Malilla e vio o modo quasi cruel como
tratara alli seu infeliz pie, gravemente enfermo
esereveu aoa deputadoa da maiona republicana,
participando-lhe, erogando-Ibes oievomao cinbe-
cimento do Sr. Sagasta.
O illuatre presidente do conselho, logo que re-
cebeu d'aquelles deputados as nformacoea neces-
sarias, prometteu attender s instancias da meni-
na Villacampo, em tudo quanto tivessem de
justase
Nio se pode duvidar, que esta menina o aojo
da guarda de seu pae.
Acabam de aer recebidas carta8, da Vieb, que
asseguram que os habitantes daquella povoaco
insultaran horrivelmente o seu prelado, ^faltando
a todas aa conaideracoea devidas ao aea carcter.
Franca
Teve a desejada solacio pacifica o celebre inci-
dente da fronteira allema.
Scbnaebel tai posto em liberdade, no saboaio
ultimo.
O governo allemio prescindi dereconbecer que
a prisio se tivesse feito em territorio trances, ou
ae tivesse armado urna cilada a o agente francez,
e entendeu aimplesmente quo o convite quj foi feito
pelo commisBario allemio ao commissario francez
constitua um salvo conducto. D'eata forma o go-
verno allemio dspensou-se de apreciar as questoes
do facto, a que sa baviam cingido os funcionarios
encarregados do inqnerito.
E assim termiuou de urna forma satisfactoria
para todo3 o incidente que por alguna das poz
em sobre-salto a poltica internacional.
O Journal de la Meurthe d conta d'uma entre-
vista que M. Crawford, do Daily News, teve com
Scbnaebel no bufete datare de Metz, na occasiio
em qne este ultimo tomava um bock, esperando o
comboyo.
Crawford uarrou succintamente a Schnaebel os
incidentes occorridoa durante o seu captiveiro.
SchnaeOel nao tinha podido lr jornal algum du
rante a sua permanencia forcada em Metz. Tinha
na occasiio corasigo o Metzer Zeitung.
Neste momento, approximou-se nm reprter d'um
allemio que Schnaebel acolhen framente, mas
com delicadeza. D pois delle ter partido, Schnae-
bel referi qu tinha sido muito bem tratado pelos
allemiea ; a sua cellula era grande e baviam-lhe
concedido mediante urna contribuidlo quo mandas-
se vir o comer de um restauraat.
O juiz enearregado de instruir o proceaso disse-
Ihe muitas vezes que, se se provasse a volacio do
territorio, seria immediatamente posto em liberda
de.
Fui capturado em territorio francez, disse
Schnaebel ; posso jural-o quantas vezes quizerem.
Consta ma que os lavradores diziam o contrario.
Eu insist porm, as minhas declaracoes porque
eram a pura verdade. Mas, no meu entender, a
minha melbor defeza foi a carta do Sr. Gautsch, (o
funccionario allemio que me preparoa oguet opeas)
o qual provava a minba bja f e demonstrava que
eu fra a urna entrevista solicitada por motivo de
aervico, portanto irrecusavel.
O Sr. Schnaebel foi mettido no segred) logo
no dia em que foi preso, por isso ignorava todos
os incidentes que se Ihe seguiram. Provava-o urna
carta que o esereveu sua esposa, que s fcri ex-
pedida depois de lida palas autoridades alieinaes e
que terminava assim :
Espero que este caso nio tenha feito muita
bulha..
O Sr. Schnaebel ha de sem duvida ter ficado
admiradissimo quando soube qae a Europa toda
fallava delle havia dez diaa.
At no fundo da Hungra se tem fallado d'elle.
Um jornal de provincia hngaro diz que o commis-
sario francez tem urna irmi em Debreerin. Esta
scuhora chama-a' Aona Mara Schnaebel e d
licoes de liagua francez a.
A Franee, accedeado ao pedido do Sr. Sch-
naebel para nao dar seguimento subscripcao
aberta com o fim de lhe s.-r cffirecda urna cruz
de brilhantes, declara encerrada a sobicripcSo e
anDuncia que as quantias ja subscriptas vio ser
entregues sociedade de Soccorros Mutuos de Al-
sacia Lorena.
O embaixador da Ailemanba deve regressar
amauhi Paria.
O Sr. Herbette conferenciou hontem com o Sr.
Flourena, e teve hoje larga conferencia com os
Sr8. Grvy o Goblet. Voltar pira Berlina deu-
tro de 15 diaa.
Ura jornal francez, a Lteme, escreve a respei-
to do incidente de Pagny :
O verdadeiro motivo da prisio dj commissa-
rio de Pagny talvez muito simples. Ua d'estas
dias chegou a Alsacia Lorena o general Walder-
see, o braco direito de Molke e o seu successor
eventual ; vinha inspeccionar as f.-onteiras. Por
esea occasiio devia enviar a Franca urna nuvem
de espi.'S que fossam inspeccionar aa linbas fran
cezia e voltaasem em seguida a Metz com as suas
iuformaci'S.
Ora a uoica gara da frontera onde os comboios
sio bastante frequeutados por viajantes allemies
para que alguna officiaes disfarcados poiessem
passar sem grande risco da ssrem reconhecidos,
a de Pagny. Mas alli achava-se o commissario
Schnaebel, que nao deixtria pissir n?nhum.
E' portanto possivel que quizessem desembara-
car ae d'elle por alguna dias, desorganisar o ser-
vido da vigilancia em Pagny, e aproveitar isso
para lanc/ar em Franca urna multidao de espioes
que deviam completar alm da fron'.eira de via
gem de inspeccio do general.
A casa editora Kugllmann, de Pars, acaba de
por a venda La Franee Martyre, do Sr. Jales
Lormins. Diz o F.garo que una exposicio
severa e imparcial, das violencias commettidas
pelos invasores em 18/0. Livro para meditar e
conversar.
Segundj uformaces enva lis do Brrlim ao
Journal des Debate, a approvaclo ananims dos
crditos militares aupplament res pela commissio
do orcamento all muito coinin:utada, c assegu-
ra-se qua as comraunicayoea confidenciaes do mi-
nistro di guerra produzram tunda iiaprs.s.Ij, e
que j muito conbideravel o numero das pessoas
implicadas na conspirajao da_ Alsacia.
A maioria dos jornaes rassos deopiuiio que o
desfecho do incidente Scauaebele nio exclue a
poasibildade de novaa camplic&ces.
(Ji:am os comm?ntaros da imprensa.alleml, se-
gundo os quaes, o governo francez deveria impe-
dir os seus funecionarios da coinmetterem actos
pouco em harmona coai as relacoes de boa visi-
nbanca.
O Nouueau Temps faz notar qaa os funeciona-
rios francezes deven, abster-se da animpr ocr
qualquer medodir-cto os manejos snti-allemies
ni Alsacia Lorena ; mas o qne senio pode, toda-
va exigir, que entreguem aos allemiei os pa-
triotas franceses cojas opinies constituem para
aquelle um acto de alta triijao.
Nenhux goveruo francez poderia proceler d'ea-
se modo ; o allemo, corntudo, deseja-o, esperan-
do assim desanimar os pitriotas alsacianos-lo-
renos.
A trance receben do Sr. Sehaabel a seguinte
carta, publicando em seguida os paragraphos qua
tambem transcrevemos :
Pars 1 de Maio da 1387.
Sr. director.Estou o maia possivel comino-
vido com a idea generosa que teve de abrir em
minba honra urna subscripcio para me ser offe-
reeida orna crus da Legiio de Hoira, e agrade-
colhe do fundo do coracio esse teatemunho de
sympathia, asaim como a todaa aa pessoas que j
responderaua ou tencionem responder ao seu con-
vite.
Maa, desejando eu continuar a ser sempre
o que tenho sido, o servidor obscuro do meu pais,
venho supplicar lhe qae nio d seguimento a ease
projecto.
Digne-se, Sr. director, aceitar a homenagem
da minha grande co-isideracio a vivo reconheci-
mento (Assignado)G. Schnaebel.
'iesta-nos inclinar-nos perante a vontade que
exprime o commissario da Pagoy-sur-Moselle, diz
a Franee. Est encerrada a noa'sa subscripcio,
porque continual-a seria alterar-lhe o carcter.
O modo porque os aossos leitore c amigos corres-
pondern: ao nosso convite, baata para mostrar
que urna palavra patritica encontra sempre echo
no nosso paiz.
< Ramettemos aa sominas recebidas Socieda-
de da Soccorros-Mutuos dos Alaaciancs-lorenos.
Julgnmos corresponder assim aos santimentos dos
subscriptores, a que agradecemos vivamente o
tercm querido associar-ae nossa manifestarlo a
favor de urna victima do dever.
Na recep$o diplomtica, no dia 4 de Maio,
do ministro dos negocios cstrang ros, o coudo de
Munster embaixador da All mauha em Paris, con-
gratule^-se com o Sr. Flourens por voltar a Fran-
ca depois da acalmada a enroca > produzida pelo
incidente de Paguy o manifestou a convicfio de
que as relacoes entre os dous paizes hio de con-
tinuar a aer da8 maia corteses.
O Sr. Flourens respondeu affirmaudo os senti-
mentis pacficos qne nunca teea cessado de ins-
pirar o governo da repblica.
; otaiio -Vnldos
O New-York Times jalga dever acreditar, de-
pois de numerosos indicios, que a fraccao mais
adiantada do partido nacionalista irlandez, nos
Esta dos-Unidos, sa prepara para commetter um*
nova serie de attentades por meio de dyoamite em
Inglaterra, durante ai testas do jubileu da rai-
nha.
O Afcu; York Times pede ao governador do esta-
do de Ntw-York qne promulgue o bil approvado
pala legislatura local com o fim de impedir a re-
messa clandestina de materias explosivas para o
continente: E' esta a primeira medida a tomar,
diz o jornal americano, para punir as conspirares
contra urna afio amiga.
Dizem de New Yoik que o Sr. Patrick Egan,
patriota irlandez, communicou ltimamente a umi
commissio composta de fuuccionarios e notaveis
americanos varias cartas antigs asaignadaa por
Pigotti, e a commissio verificou que estas cartas
e a carta do Times, attribuida ao Sr. Parnell, pro-
veen da mesoia lettra.
EXTERIOR
Correspondencia do Diario de
Pernambuco
PORTUGAL-Lisboa, 7 de Maio
Depois do algumas pequeas escara-nucas par-
lamentaba, encetou-aa a diacua^io da resposta ao
discurso da co: da, aabando-se inscriptos os mais
notaveis oradores da opposcio. Abri os debates
o Sr. Jos Dias Ferreira.
Na primeira pirte do seu discurso fl reteou em
liuguagem quasi sempre amena mas irnica sobre
diversos assnmptos, carregando a mi no atten-
tado constitucional da dictadura, sendo para no-
tar que em as duas nicas vezea que foi ministro
o Ilustre ex-chefe do ex-partdo constitaiote exer-
ceu amplamente a dictadura. Estes telhados de
vidro que teem maia ou menos os nossoa polticos
de primeira plana, pelo facto de tercio sido poder,
tra-lbea o prestigio moral s censuras. Na se-
gunda parte da sua, alias nitural oracio parla-
mentar, o 8c. Jos Dias Ferreira oceupou-ss ma-
gistralmante da qaestio da concordata com a Saa-
ta-S.
Responde-lha o Sr. Barros Gomc3, ministro dna
n-gocioB estraugeiros e com grande telicidade,
segundo assaveram es critios ministeriaes.
O Sr. Barros Gomes estuda muito e reveste os
seus discursos de grande forca de argumenta;io.
E' portanto um curioso duello oratorio este, em
que dois vultos da tribuna portuguesa se eatio
batendo. Qaasi todo o corpo diplomtico tero as-
sistio, as tribunas reservadas, a estas ultimas
sessoes da cmara dos deputados.
Na cmara dos*pare3 tambam dever ser inte-
ressante a discussio da resposta ao discurso da
cori 8obretudo na parte que diz reapsito con-
cordata.
Ante-hontem chegiu a Lisboa o Sr. arcebispo
resignatario de Braga, D. Joio Chryaostomo
Amorim Passoa, de cuja interessante raejiioria
sobre o real padroado do Oriente. O erudito pre-
lado tomar parta n'es3a discussio, segundo ouvi.
A cmara municipal de Lisboa abrir den-
tro em pouco om coucuho publica para adjudi-
carlo da illuminacio da cidada e casas particula-
res. O concurso ser aberto por um anno, sendo
as propostas enviadas em euvolucro lacrado e sob
a caucio de cem cont9s du ris (fortes) que ser
elevada ao duplo, por occasiio da assignatura do
coutracto definitivo.
Segando o projeetc do caderno da encargos, o
preco do gas (que actualmente de 55 rts p r
metro cubiao) dever ser reduzido para 03 parti-
culares a 45 res e para os usos municipaes a 30
ris por matro cubico.
03 concessionarios devem dar pirticpaclo ao
municipio dos sjus lucros, na razio de 15 por
cento.
Os pos tos photometricos, appare'li ; e installa-
coes deverio ser entregues pelos adjudicatorio3,
que ficam submettidoa a urna serie uterminav.-
de multas e penalidades.
Alm da companhia actual parece que haver
tambem propostas de duas empresas estrangeira".
A actual tem sempre distribuido aas accionistas
dividendos magnificas, tendo sido o ultimo 23 por
cent 1.
Cintinuam as censuras da imprensa oppi-
sicionista ao projecto da rt-formidt pinta gera;
das altan legas.
J comecou a cobrar-so em todas as alfandegas
do continente e ilhas o imposto especial de 2 por
ceo.to para as ob:as dos melhoramantoa do porto
de Lisboa.
O Ilustre deputada pelo Porto o distincto pu-
blicista Olveira Martins, apresentou ba dias urna
proposta de lei qua diz reapeito a situacao agri
cola do piiz. O Sr. Olivrira Mirtina csteve para
fazer parte do actnal gabinete, se foase svante o
projecto de desligar do ministeri) das obras pu-
blicas os negocios da agricultura, deadobramen-
to que nio se itTactuou todava. No projecto goi
que8tio trata-se de um conjuncto de provideocias
admiafstratvaa ou de interease material, taes co-
mo a creacjSo do crdito rural, o arrestaraento dos
terrenos incultos, o saneamento dos pantanos, ar-
borisac5es, regnamantagia para a transmissio daJ
propriedade rustica, etc.
Nio est amito em uso ao parlamento portugui s
o dar-se andamento as propostas da iniciativa do
algum oa siguas membros das cmaras; mas
de crer que, em vista da situacio especial do au-
tor desta a qa: ene estou referiaho, a cmara se
occape della de accordo com o governo.
Urna grve dos tripulantes e arraea das
fragatas qna se empregam no Tejo pira a carga
e descarga dos navios, prolongsn-sa por alguns
dias durante os qaaes o coramercio teria saffrido
bastante se o governo nio tivessa procedido com a
maior energa. Cento e tantas prscis de marinha
gem dos navios de guerra foram immodatamente
destacadas para ti ipularem fragatas, em servico
di alfandega, mediante urna gratifiaaco diaria,
relativamente convidativa. A descarga de navios
por atracacio fui permittida, tomadas as medidas
convenientes de fiscalisaco, naa poote3 do arse-
nal da marinha, da altangega e da companhia
dos caminos de ferro portugueses. Entretanto os
fragateiros iam em grande pandega para Cintra e
os seos representante* diacutiam com os donos das
fragatas as suas exigencias, que nio eram asas
modestas.
idas como visBem que elles ficariam de peior
partido sa teimasaera, porque os donoa das fra-
gataa ratavam j rcsolvidos a reerutar novas cara
pauhua em Aveiro e na outra-banda (do Tejo), o
accordo fez-sa, mediante um rasoavel augmente
de salarios e a grve > acabou sem incidentes
desagradaveis. Um ou entro greviata mais alcoo-
sado, excedeu-se c pagou na Boa-Hora emboa
moeda sonante os seus desmandos.
No dia 4 do corrente parti de Lisboa S. A.
o principe Leopoldo de Hohenzollern seguindo
para Madrid onda conta demorar-sa poucos dias
antea que v para a Allemanha.
Sua esposa, a scuhora infanta D. Antonia tem-
se dado tao bem u-.ste regresso aos ares patrios,
que cedeu instancia d'el-Rei seu irmao e anda
permanecer por algum tempo em Lisboa.
S. A. est tffectivamente melhor dos seas pa-
decimentos, gracas docura do nosso clima.
Coquelin, o priin iro commediante do nmndc.
no seu genero, que tinha ido ao Porto dar'algu-
mas recatas, voltou a Lisboa, onde deu mais qua-
tro.' Ante-bontem foi a repres?ntacio de daape-
dida definitiva, sendo muito obsequiado.
A aenhora duqueza da Bragacca, D. Amelia,
ja tem retado no theatro. A primeira vez que
S. A. Real sabio, desde que ma, diriga-se ao
venerando templo dos Jeronymos onda com o fi
lbinho esteve dando grecas a Deus pelo bom su.
cesso.
Dentre de algumas semanas S. A Real 3 pria
cipe D. Carlos a sua esposa rao viajar, deven lo
demorar-se cm Inglaterra em companhia dos ira.
condes de Paris alguns dias. as festasdoju-
bileu da rainha Victoria S. A. Real representar
seu augusto pai.
A recente morte de D. Benigno Martinez,
advogado c escriptor hespanhol, causou grande
inagoa era Portugal.
Em todos os jornaes vieram, esta semana, arti-
gos biographicos c referencias saudosas ao estima-
vel jornalista castelhano, que por tantas vezes e
em tio dfficeis conjecturas demonatrou a sua
entranhada sympathia pelos portuguezes.
Era de urna actividade prodigiosa. Sem de--
curar as lides da advogaeia, collaborava simult-
neamente para alguns jornaes portuguezes, hes-
pauhees, francezes, americanos e at ingleses.
Se nao era um talento notabiiissimo, D. Benigno
Martinez tinha muito bem senso pratico e a sua
dedicscio por tudo quanto nosso, rarissima em'
eatrangeiro, havia-nos captivado de um modc
singular. Seu filho, o ja distincto advogado ma-
drileo D. Fructos Martinez y Lombreras dirigi
urna circular, em sentidos termos, a todas as pes-
soas de Portugal com quem seu fallecido pai esla-
va relacionado, protestando-lhc8 o seu ali'.'cto e
promettendo, com o dever de quem respeita e
adopta plenamente oa seutimentos paternos como
seus proprios, a mesura cordealidade e dedicagao
com que o fallecido eaeriptor ae havia sempre con-
sagrada a aervir-no3 e a engrandecer-noa.
Foi agraciada com o titulo de Baronesa de
Paulo Cordeiro a Sra. D. Adelaide Cordeiro de
Souza Pereira de Araujo Scquera Pesaos, cobri-
nha do fallecido e abastado capitalista Joao Paulo
Cordeiro e viuva do Sr. Olympio Pessoa, oflLia!
do exercito.
Foi j decretada a expropriacio dos terrenos
e predios oeceesarios para a conatruc(io da
grande estacio central de caminho 1 da ferro, que
vai estabelecer-se junto do Roci. Como sabi-
do, o praso para as obras de 32 mezea, que j
comecaram a correr, e a companhia tinha neces-
sidada de eSectuar as diligencias previas de ex-
propriacio antes de 25 de maio, para nio perder
um semestre de tempo.
O projecto definitivo do grande tu.iel deve ser
apresentado conJderaci) da junta consultiva
ua prxima semana, e por seo de esperar que oa
trabalhoa c.mecem do lado das Aguas Livres e
nos pocos intermedios, anda no corrente mez de
Maio.
A estacio ser urna obra colloseal. A uave
central ter o dobro da largura da estacio de
Santa Apollonia, cojas dimensOes ja sao avanU-
jadas. Nessa nave sarao assentes seis linhaa fr-
reas, em dous grupos de fres, para o embarque de
passageiros, com tres caee, um ao meio e doia aas
lados. O caes do meio ter dez metros de largu-
ra. A'm deasaa linhas e cas, haver as conve-
nientes lnhas da reaguardo, e caes de carga e
descarga para aa m-.rcadoriaa da grande veloci-
dade.
No topo d'aejuellaB linhis haver urna graud :
plataforma, sobra a qual abrirlo a d.'fiarentes
salas de espera. Cada um dos grupos da linhaa
terminar em tres placas giratorias, para os com-
b yos poderem dar a volta, sera necessidade de
mudarem a posicio da machina, como suceede em
Santa Apollonia. As linhaa Convergem para um
tuuel com duas vas. E8sa tune! dar serventa,
para a Iraba de Cascaes, pa u a linha de Cmtra,
para a liuha da Tarrea e tambem par 1 as linhas
de Norte e Leste pjr meio do rama! da circum-
vallar;!). Para tornar mais cumraodo esta-st-
v?o, a companhia pensa em asseutar dupla via
nessa ramal.
A grande estacio central fieir com a fachada
da eutrada em frente ao theatro da D. Maria II,
oceupando todo aquella lado do Largo de Camoes.
O macsso de casas, do lado occidental da ra
do Principe, que vai desde o prolongamento da
da linha dos cafs Martinbo e Suisso at a entra-
da da Avenida da Liberdade nao exproprado
pela companhia. A expropriacio abrauge, porm,
os terrenos, que ficam na rectaguarda dessis casas
e urna larga facha, desde o c im-'^o da Avenida
at calcada da Gloria. Calcula-ae em mas de
500,000 metros cbicos o volume de trras, qie
d'alii teem de ser tirada8 p ra asseutaineuto da
grande estadio central e su- dependencias.
E' provavel qaa este volaran do trras s ja
aproveitado para aa obras do porto ou aea prob.i-
gamento at Belui.
A fachada da estacio reauar dez metros nc
actul alinharaento. Seria praferivel se reauasse
at o alinhamaato da Avenida ; mas impsssivel
fazel-o, porque nio ficaria espaco auffiaiente para
os servicos da estacio. Nestas ciraura3tancias,
conviria qua a cmara municipal expropriassa a
mesma facha de dez metros ua casara at o pria
cipio d Avenida.
Surge, porm, ima difiieuldide. A cmara nio
nada em abundancia, e tem pcndon.eo cutras ex-
propriacoes, tambeai muito uecessaria3 pava o e n-
bellesamenta da capital.
Esta difliauldado torna-se maior, por outra con-
sideracio. O monumento aos ReatauradoreB est
no eizo da Avenida e da ra do Principe, de
esta ra recuar dez metros do lado occidental,
tem da recuar espaco igual do lado criental, para
se manter a harmona da perspeetiva. Ora, 03
predios alli sao de um valor elevado. L certa. .
porm, que estas expropriacoes nao poderao dei-
xar de fascr se, lago que a cmara esteja de safo-
gadi de fiuancas. A entrada para '.venida, que
j hoja acanhada, tornar-se-ha mais acanhada
ainda, como grande movimento, que a estaca?
central ha de alli attrahir.
Para regular a eireaUci.' na raa do Principa e
largo de Cames, queja hoja embaracos com o
grande numero da carruagans, carras Ripert e
carros amerio^nos qua por alli circnlam ser
iispeasavel faser aquelle alargamento,
in-
b talvez
estreitar o recinto interior da Socio, fazenio re-
cuar o alinhamauto do arvoredo para deixar maio-
espaco livre aos vehculos de toda a especie.
Neste sentido, faz um bom servia a companhia
dea caminhos de ferro portuguezes prestanlo-se *
recuar desde j des metros no alinhameuto da
na estaco,,facilitandoaasim para o futuro aquella
solujio, qu? Bem isso se tornara impossivel.



i
aBBBrSBM
2
Diario db erDambucoTerfa-ltira 24 de Maio e 1887
Do que fio export. tff.Be que estas obras sft>
?eidadeiramente grandiosa e que ellaa bao de oou-
ccrrer poderosamente, com as demaia que esto
projectadaa, pasa- > txaueformscao completa de
Lisboa. ,
A verdade w altencao da grande maioria
da populaco de Lisboa tem-ae eccupado i m com-
mentar estes projeeWa, que dentro em pouco prra-
cipiaro a ser execuUdo, mereceudo lhe medio-
cre nttresse as peripecias e incidentes parlamen-
tarea ___
De palavriado audao* tcrtoatarnaa.
LISBOA13 M
Um incidente purlaarnta occaaaido na asi
de 7 d'eite mez (aneam!.). javdeu em resoltado *
sabida de um dos rsaaistroada cora e osa* seria
de debates acal oradcs, preossapaada vivatssHite
opinio do paia.
Eia o casu: o depatado Sr. Feraeira da AL-
meida, que Io tenenta da asmad a fas poete oV
maioria prcgreatiata, tina* stito n'aquelln sesso
varias conaideraeoea destavoraveia ao estado actual
da disciplina, a proposito de as tiros dados de
quite ooutra as sentinellas do arsenal de marinha
por uns grumetes ebrios, trazendo tambem para
a tila das suas censuras o ficto de se terem dado
cencaa a varks tfficiaea da armada que nao as
haviam requerido pelaa viaa competentes.
O miaiatro da inaxiuba e ultramar, Sr. Iieun
que do Macedo respondeu serenamente s apre-
cisco.a d> Sr. Ferreira de Almeida. Dtga-sa a
verdade, o tom d'esta discusao, comquanto nao
tuasem. doa raaos corda es, nao ultrapasaara, toda-
va, oa limites adinittido as discuaso-a parlamen
tarea.
Lago qee a esto fo encerrada o Sr. Henrique
de Macada dirigi se para a carteira onde o Sr.
Fesreisn de Almeida estava anda arruinan lo os
seus papis e disae-ioe que uo tioha inedo de
axocacsa wm alli era l tora. Responden-i be o
dapulado nao sai que pbrases a que o ministro re-
darguio oora vivaeidade.
Ento o Sr. Francisco ds Almeida ulcou a mi
para o Sr. H-nnque de Macedo e deu-1 he ama bo-
fetada. Muitcs d< putados uo tiuham feito reparo
n'aqaella altercaco extra-parlameatar e im j
aahindo da sala Jas sestoea.
O que ambos disserain apeuaa o ouviram as pea-
aoas maia prximas a algucs mumbrus do corpo
diplonaatico que catavui aiuda na respectiva tri-
buua.~
Oa outros ministros conversavam anda na sua
bancada cum alguna deputados, quando se sentio
grande rtbolico. Via-se ento o Sr. Henrique de
Macedo agarrado por alguna deputados t> o Sr.
Ferreira de de Almeida agarrado por outros. Es-
tando ja encerrada a esso e nao catando j na
sala o presidente da cainaia, o ministro da guerra
(Sr. Viacoade de S. Jauuaric) correu para o grupo
brad.-indo prendam aquello hornera e fazando
diligeueia para prender o deputado que etbofeteara
O seu collog da inarinh ., esquucend9-ee n'um mo-
mento de hallacinaco que, sendo elle oficial da
armada, o Sr. Henrique de Mactdo era o seu chele
oais elevado en hierarebia.
Iuterpozerara se varios deputados, impedndo o
ministro da gu- rra de avanzar para o Sr. Ferreira
de Almnda, afim de evitaren! novo couflicto. Foi
ento que o Sr. d- putado Fuachini, no meio do tu-
multo oceasioitadu por qnelle incidente deu o brac/o
ao Sr. Ferreira de Almeida, retirando-o da aala.
Qoando se manda va oidem guarda do pilacio
das ertes para prender o Sr. Ferreira de Almeida
j este hara a-hilo do edificio.
Immidiatamtnte foi cxuedidn rrdem ao comman-
daute gTal Ha armada para qv.e lixesse perseguir
aem perda de tempo aquella olficial e o prenderse
a qualquer ora e onde o encoutrasae. Oa minis-
tro reuniratn-se em conselho no gabinete de pre-
sidente da cmara e d'alli foi expedida urna ordem
ao cimmissario de policia para que posase toda a
forc* policii'l em perseguicao do delraquente e
realieasae a captura d'elle a qualquer bora entre-
gando-o depois ao cooimandaut" geral da armada.
As folhas ministeriaes de d. mingo, aceentuaram
11 ni que a irr.uium lade pn lamentar cessa na
casos de flagrante detieto a que Corresponda pepa
mxima, e que tod.s estes actos da perseguido ao
delinqu nte rara consecutivos, nao pod>:ndu baver
duvidas a respeito d classificaeo do facto crimi-
noso, visto baver sido praticado por um official da
armada contra pessoa do ministro da marinba.
A polica foi logo em perseguicjlu do Sr. Ferrei-
ra de Almeidn, nao o encontrando iro h se akvji, ao largo de S. Paulo.
Um grupo de agHutes da policia vio-o subir a
ra larga de S. K que e cjrreu sobre elle che.gan
do ainda a deitar-lha a mo. O Sr. Ferreira de
Alrrcida des casa d'aquella rus, fjebando precipitadamentd a
porti. A policia ento fez cerco casa, dispondo-
ac a esperar pelo nsseer do sol para arrumbar a
porta a cflectuar a priso.
Puuco depoie, dois amigos do Sr. Ferreira dn Al-
meida forain procurar a ministro ao reina, pedin-
di-lhe que in-indassa retirar a polica o.,is que o
Sr. Firreira de Almeida se entregara ao i-.fficial
de marinba que fo;se cncarregado de o prender.
Assim se fea.
Teado apparec do o Sr. Lopes Baaho, que an-
dava precuranco o Sr. Ferreira de Almi ida por
ordem di comraaudaute gertl da armada, dirigi-
se casa onde estava rebolludo este ofiioUI, sendo
Ibe pr< mptaniente aberta a porta, e eutre^ando-se
o Sr. Fereira de Almeia priso,
O preso f >i couduzdo n'uma carruagem ao quar-
tei dos n arinbeiros militares e d'alli n'um escaler
a bordo do ecuracado Fusco da Gama.
Consta qui o depuiado Ferreira de Alineidaser
mudado do coui-arado para o quartel de marinhei-
ros, contiouaudo aob priso, visto que pelo seu es-
tado de sade u > poda eootinuar a bordo.
O < flicio que o Sr. Fcrreir.i de Almeida dirigi
ao presidente da Cmara dos Deputados protestan-
do contra a sua priao as'siai c ncluido :
illm e Exm. Sr.Teubo a honra de commn/ii-
ear a V. Exc. que son impedido de comparecer
gesso de amai.ha. pirque s 12 h-.rae da noife de
sabbado fui preso c cjidnziclo ao courado Vasco :
a Gama.
Como cidado e deputado da nc,ao portugue-
za, do pleno g6so d> todi s os dreitos e garau: ias
que as Itis m? coucedrm, protesto perante V* Exo.
e perante a amara contra a violaeSo dos rti-
cos da Carta (/nistitucioiial e seus additamen-
fos.
Nao tendo reagido ooutra a forja a que sera-
nameuie me snbmetti, cabe-me agora o dever de
appellar para os m-us direiros cuja salvaguarda
entrego a V Exe. e os deputados da naco por
tugueza, porque n'ette m ment em mim sa mcar-
na um princpio lber! (Hendido e urna garanta
par amen'ar menospri sadH,da qpal alias deptndem
hje o m< u norae, a ininha carreira e o iueu fu-
tur".
Deus guarde a V. Exc. Bordo do Fjco dalia
roa, im carr.ara de (flieial, a Ilm. e Exm. Sr. presidenta da Cxmara dos
^re. Deputados. (>) Jos Btnto Ferreira de Al-
meida, deputado ocio circulo n. d
Iiua^ineui a sensn^) Ctce. immedii.t'.mete se dividi a opinAo. Os
ministerial s consideravam muito constitu ;n nal a
captura do Sr. Ferreira de A'neida. np' z r de ser
deputado da naco, vendo n'lle np as um i fficial
da armada que pz u. s violentas no miois'ro da
w iinba e ailegum que hs imniuuidades parlamon-
faieB tem por exceijo o fligraute delicio, r .pe-
sar da priso e ier efTci-tnado seis horas epcis
d'tquelle d< ploravel coi flieo ra Cmara, i utendem
que ^endo a | ersegmco fei'a iu mediatamente, a
captura por aquel!" modo f I- galissima.
As oph sires, e muita gente que nao milita em
nenhum dos paridos, esto anda convencidas,
aps tantos e to poifiadi.s debates na tribuna e
a imprensa, que bouve um attentado o syatema
reprt' ntativo, cap'urando-se am deputado sem
licenea a respectiva ci niara, e taz-odo lbe um.
processo commum segando ts cdigos militares e
perante os tribunaes mi'itar- s ; que nao h uve
motivo para icfrmgr aquellas immunidadis que
aesiatim aosrepresentantes da nayo, por issa que
o delicto de que se trata nao dos que di vem ser
punidos com a mxima pena, pois nao bouve pre-
meditacn, nem a aggresto ao seu superior foi
feta debaixo (d'aimas nem m actu s de servido
militar propriamente dito ; que na pendencia fi-
gurn o Sr Ferreira ce Almeida como deputa-
do e o Sr. Henrique de Mc do como ministro. O
fundtment da argum-ntac.,0 para es adversarios
do governo tim sido o c-di^o penal militar, sem
M recurdarem, paim, qu eese cdigo est nica-
mente em vigor para o exercito de torra, e que
para a armada regoiam ainda (!) os artigos de
guerra de 1799, muito nait draconianos, e perau-
te o que elles'dispoem, a ifFensa do Sr. ferreira
de Almeida ao seu ministro deve ser punida com
a pena capital.
Disse-se, pela imprensa e nao o vi desmentido,
que o Sr. presidente do conselbo (Jos Luciano de
Castro) lega depois do ineii.ente mandara acn
selbar ao Sr. Ferreira de Almeida que se evadiste
par* fra do reino ; mas o facto que o Sr. Fer-
o Sr ELaoriqua de
ao. Sa. ministro
medidas
reir de A'me! tarou evadirse. O ejue elle nao quera era ser
agarrado por policas oivis. Como militar brioso
entregar-se-hia logo que visse nm official da ana
patente cu de patenta superior para o prender.
Na sesso de 9 (segunla-feira) leu-e na c-
mara dos deputados um officio do Sr. presidente
do conseibo de ministro, cossmaoicando que 8. M.
el rei se dignara aceitar a demiseo que o Sr. con-
selheiro Henrique de Macedo Iba pedir, do cargo
d* aiautro da marin* ultramar, Borneando
lipas a nuil i ---------'" o ?r. miuist.ro
dossa{eci(a>asMrassjBros, Henrique d*Barros -
^-----ataaais offiexa do Sr. aVrsera de M-
meaKque aatasxafcn traa-aripta.
Fiaafa ai lartua, Si. Jote Lucrano de Las***
preeiente da conaalbo, enntaeou oa motWoS do rae
l:nd*a peasnai que levs
Macea a- at a ana d
da narinha aaaoaioo sa aogeveano-
que este julgou necesaarias para desaggravar a
disciplina e manter o prestigio do poder, sacrifi-
cando a6sim os KM sentimeiitos pessoaes s mais
elevadas conveniencias publicas ; maa, cumprido
esse indeclinavel lever de eua posico, o Sr. Hen-
rique de Macedo imistio obstinadamente, em se
retirar do po*w, aUegaodo ai*m- i otoa.soti-
vea de cva heroa o esevupulo pessoal que-nao
quera, paz forma alguma afluir, < u parecer que
influa no andamento e deciao do processo instau-
rado centra um official da armada.
O Sr. Lopo Vaz declarou em seu nome a em li-
me dos seu* amigos da opposco regeneradora
que deplorando vivamente o incidente occarrido
deso* da encerrada a sesso dd sabbado, e res-
peitaudo profundamente os honrados escrpulos
da Sr. Henrique de Macedo, tiuha duas perguuUs
a formular ao governo:
1.a Em que lei ou em que complexo de Ieis se
fundara o governo para mandar prendero Sr. Fer-
reira de Almeida;
2. Qual foi a autoridad* administrativa que
assigoouo mandado de priso?
Comeca aqu o diecusso jurdica.
recebe de todos os seus correligionarios as provas
da maior dedicaco a adheso da que o cercara
pelo p:estigia inherente sua alta posiclo.
O que me alegrou, pois, foi eu dar ocoasio ao
oobre deputado, quando o Sr. presidente da pro-
vincia nlo era aecusado, de vir defendel-o a de
manifestar a aira dedieacio e xelo pela a'minis-
traco. Seja S. Ert feliz por iste.
Emquanto S. Exc. outras vezes declarou que
deixana passar as accusaySes, agora em que no
uaeu reqaerimento nao ha aecusaco, S. Sxc. vem
defender o Sr. presidente da provincia! Fas
osnito bcut o i.obaa deputado.
Das ouaras rasxn A. Esc nao sa levantou, per-
ajts nao poda osataaalr as- accusar^jea que se fa-
ssaan, agaaa qissr nao b i aceaaaco S. Exc. d s
sajkprovuijBdaaicsjfjai mauifesta a sua adheso.a
S. ic. o a>. paesideate da proviucia.
laao louivo por isa o nobaa deputado,'maa aaho
que asta u i aaa diaat'. O Sr, r'edro Vicente di-
i je 8> a lioioistragia m contento do nobna deputa-
do e db sen partido. O que importa o sacrificio
da liberdado do cidado para quem nao v.eio aqu
gover'nar conforme o exigera os interesaos da pro-
vincia ? Basta que governe canformo o recia -
mam os interesses do partido conservador.
P-iis S. Exc. nao dirige esta assembla conforme
oa- iiiciiaaars- de seu- partido ? Portete, o-qtM se
segu que a liberdade do mu partido ha do ser
sacrificada.
Mas tem raso S. Exc. Ha muito que descon-
fio que os-partidos polticos neate paiz s fazem
juatica ara seua, recalcaudo a liberdade dos ad-
versarios.
E nesse sentido S. Exc. tom toda a raza, por-
que sabe que este o principio da anarebia.
O Sr. Qoncalves Ferrara d um aparte.
O Sr. Ferreira JacobinaApulcho de Castro foi
ainda victima do rgimen anarchiooda autiridade
Eu nao eatava na corte ueste temp, mas mu pa-
recen que o sacrificio de Apulcho de Castro foi mo-
tivado pela homenagera das autoridades a urna au-
'oridade maior.
O quo se fez com Apulcho d* Castro na capital
do imperio, o rnesmo que 3e procura fazer aqu
eoui o cidado Fortunato Pinheiro. Elle foi insul-
O Sr. presidente do conselbo respondendo ao
leader da opposico e aspas as dsposicoes legaes tado, amcaoswlo, quando tranaitava p icifacamente,
em que o governo se fdndra para tomar urna cob o direito que tem. qualquer cidado, por um
que o g
provideucia enrgica que deeaggravasse a disci-
plina militar e a digndade do poder to prosu-
damente i.nendidas.
Kedarguio-lhe ainda o Sr. Lopo Vas, contestan-
do que houvess i fl .gr;.ote delicto.
Replicou lhe o Sr. Bero, ministro d istica,, mmistracao da provincia tenha sciencia ueste fae-
'" nao' t0> Para Ia0 e"e ua'J 3i reprodus*, p.)rqu? so- este
delegado procede assim com Fortunato Pinheiro,
delegado reves'ido do toda a auroridad? legal.
Eutretaato est cidado nidahavia feito, uemuuia
injuria havia dirigido u quero crcr mesma quo nem
coohecia csse delegado de polica.
E', p>is, conveniente, Sr. presdante, que a ad-
suterlsada a pagar o que deve de castas a Luiz
Cordeiro de Benevides.Reg Barros.
N. 131. Ao art. lo ._Cmara Municipal de
Pi d'Alho.Ao n. 11, diga-se : sendo 500J')00
para pagamento da divida de Manoel Olavo do
Reg Barros, arrematante da ponte do riacho Cus-
sabTReg Barros.
N. 131. Fiea a Cmara Municipal da Victoria
autorisada a pagar o que estiver a dever de cus-
tas a Marcelino Jos Mara de Almeida.Rodri-
gne Porto.
N. 136. Fiea a Cmara Municipal da cidade de
Dunda, autorisada a pagar o que estiver a dever
a Uompanhia de Santa Therssa do fornecinviinto
de agaa a lisRatis e Silva-.
HtviSTA DIARIA
provando qae os artiiia da guerra de 1799
sao legislaco absiiuta, mas leg* acao vgeate, a
onica applicavel armada, a nica que ae ap-
plica todos os das nos tribunaes de mannba
Depois do discurso do miuiatro da justica, o
Sr. Julio de Vilbbna (regeneraior) apreseitou
urna mosao de respeito as iminunidada parlamen-
tares, repetindo aa conaideraeoea formuladas pelo
Sr. Lopo Vaz.
D Sr. Francisco de Cainpis (progr.-asista) apre-
sentou e susteotou a seguinte uwco de ordem :
n A Cmara, satiefeita com as > xplica<;Ooa do
goveruo, sobre u lain^ntavel iucid depois de encerrada a ultima sesso, e que aos
tribuuaea cumpre apreciare juigar Iibcrrimainen-
te reapeilando oa esciupuios do es-ministro d
marinba, o Sr. Henrique,de Macedo, por cuj ca-
rcter COBtiaoa proteaaando a maia alli coasiJera-
r;o, e maut-iido a sua plena confi-ii.ca no goserno
paoaa a ordena do da .
O Sr. Fusca i ui ( ra: enera ior) renovando a
questo dos mmunidades parlamentares, Lmonlou
que o governo nao tivt-sse aeoeitado um accorJo
i|tte a opposivo lhe propozera antes ie se abrir a
aeeei.
Parece que este aeecrdo, a que o governo nao
adh* rio, era s' r poeto em liberdade durante al-
gumaa b' ras o i fficial de mannha de que se trata,
pedir-se Cmara doa deputados autorisada >
para o prender e proseguir o processo e n que o
reo seria julgado pela C imari coiiscitoiia cin tri-
buna). Se o aceordo foste acceito, a opposico
uo dira p.iiavr-i sobre o caso.
Repito: o ministerio nao acceifou :
sr. Jos Lucauo deu a este respeito francas
explicacoes, dizeudo que nao foi neceito o accordo
porque o iroveruo j nao se respeita com a auto-
ridade legal neceasaria para so'tar o preso.
Esta m.-tma resposta fra communieada pelo
Sr. Birros Q.xnes, ministro dos estrangeiros, ao
Sr. L pi Vaz.
Julgada a materia discutida, em v\tac.o nomi-
nal, foi votada a mrfo do Sr. Francisco de Cam-
pos.
A mojo teve t um voto contra e 83 a favor.
A minora retirara-se da sala, tendo declarado por
bocea do Sr. Julio de Vithena que protesta va con-
tra a deesa i da maioria.
O Sr. Das Ferreira, que ticra na sala, voju
contra a rnoco.
E' intil entrar nos promen'res de todas as ten-
tativas que ha ti' 8 cu qu tro sessoes se tem feito
p r parte da maioria para rec mecar a questo e
renovar argumentos ja resp ndidos.
O Sr. Henrique de Macedo receben da opposi-
co e da maioria lisongeir i bemenagem ao seu
oorreeto procedimento. S. Exc. esteve no seu
ministerio para se despedir de todos os emprega-
dos.
D Sr. Barros Gomes j tomn pnfg daquellu
pasta.
D Sr. Ferreira de Almeida fo muit) visitado a
oordo do Vasco da Gama at que foi cr l m
para fiear in-otnmunicavel.
Esio utficia. f>izia 40 annes no proprio da em
que se deu o Coi flicto.
N'uuia reuuio da maioria quo bouve anle-bon-
t m, fizersm te importantes declaracoes por parte
do governo e da maioria, i-m ordem a mostrar que
sao infundados es bonUs de cnse ministerial, bem
e.mo os que indicavmo a pioxima habida do Sr.
vieeonde de S. Jaiiuario, lia pasta d Guerra.
Iudigita-se o Sr. Antonio Ennes para a pasta
di marinha e uilrauar.
Asseiubli Provincial
3C SESSO Em 26 de ABBIL DE 18i7
PIll-SIDESCI.V TO ESM SB. DB. Jl 8 MANOEL 1>E UABROS
WAKDF.RLEV
(C incluso)
O Sr. toeealiea Ferreira(So de-
volveu seu ditcnrso).
O Mr. < o sin Itiluiro (N.io df volveu seu
diseuixj)
O Mr. l-'eneira Jaenbinu Sr. presiden-
te, V. Exc. e inultos dos nobres deputad.s satcm
que eu .un. a fui p ntor (riso)...
O Sr. Piaxtdes PitangaDe*mhr> regular-
me!.te.
O Sr. Ferreira Jacobina. .. e muito menos qu.
soubesbe fazer a con b.uaoo de corea para coio-
rir quadro a'gum.
O Sr. Prxedes PitangaIsto fsz qua'quer cu
rioso de pintura.
0 Sr. Ferreira JacobinaSeria bastante, feliz
se manijando cim puio delicado, e mo firme u
pincel eu pi deesc di seiih-r es qnadros que me
viessi m imHgina^o, ou que fi asi m a repercua-
sSo do intimo da miuh'alma, p.rque ntstc cas > te
ria de apr tentar as ireprto. oes dolorosas que sin-
to vista dos factoa que testcmuoh >, e de outros
de que teuho noticia todos os das.
lufelizm-nte para u uobre deputado tarubi m foi
S. Exc. injusto daodo-me qualidades que nao tm-
nbo e predicados que desij-ra possuir, mas que
me fal.ain absolutamente. (Nao apofadvs).
Eu ui proeuraiei colorir de forma alguna as
considere,dea juslificat vas do met requ> iiui.-nto,
pelo c-outraiin, diese ci m a maior franqueza: uo
quero ser poltico, esqueco me dessa qua'idade-
tmente para \8>- seo Sr. presidente da provincia
tomando ecnhecimeuto d>see facto dava providen-
cias, visto que o si u del. gado nao se ct-ntentou em
praticl o a i rimeira ves, mas repetio-o, < amea-
ta continuar at que o eidado victima do attenta-
do, ou abandone a sua familia naque-lies srrtoes,
ou tem per forja de ser esbordoado.
O hr Viaconae de TabatingaNa terceira vez
mettem lhe o pi. (Ris ).
O Sr. Ferreira JacobinaQoands tractei do
facto, eu cete qie sabia que o meu reqaerimento
nao seria approvado, maa que ao menos esperava
que a discus-o aqu suscitada, chegaria ao co-
nhecimento de V. Exc, ainda le tiveise urna vi-
da de rceluso, (aparte do Sr Guncal ves Ferreira)
porque sempre algum amigo lbe havia de dizer o
que aqai se pasaa.
O Sr. Joo de OliveraSalvo se es amigos tem
intetesse em cccuitar-lhe a verdade.
O Sr. Ferreira JacobinaMas agora, pelo apar
te do oobre diputado peio 1* distrieto, fico saben
do que S. Exe. na tem urna vida i ecloaa, maa ao
contrario est em contacto immerjiato com toda a
populacio do sen partido nesta provincia. S. Exc.
amanb peder proceier de igual modo com qiai-
quer um outio.
.0 rubro deputado pelo 1 diatricto, que aiuda
K. 137. Obi Jo couber: dentro- do praso <>B tres
mexee s> otmtar do 1* do novo osercicio, a C-
mara Municipal do Rec'fe formaiaei pesturas papa
e jecuco a> disposto no 1 db are 6t> s> Im db>
, Ia de OuMwo de 1828 qu eacao approvadna- de-
fimtivHiaJi pelo presideate da provinefa.<
de Drummond.Regneira Costa.Rogoberto.
N. 138. Ao artigo additivo s disposifoes ge-
raes:
Art. A' Cmara Municipal do Recife, no prazo
de tres meses, a datar la publicaco da presente
reaolucjto regular o servici de criado confeccio-
bjbbj sjbjsj gBjsajBj aa preoB* posturas.
Por criado de servir entendu-se toda peesna
de con Jieo livre que mediante salario conveccio-
nado tiver ou quizer ter oceupacj de moco da
hotel, hospedan -. ou casa de pasto, coaiuhoiro, c.o-
peiro, coebeiro, hoitelo, de ama de leite, ama
sacca, engommadeira ou costureira e em geral o
de qualquer servico domestico.G. de Drummond.
Uegueira Costa.Rogoberto.
X. 139. Onde couber. A Cmara Municipal do
Rio Formoso pagar de preferencia integralmente
a qualqa r outra custa a importancia de 30000o
que est a dever ao tenante Jos Ignacio dos San-
toa de cusUs cm que foi condemnada pelo Tri-
bunal da li-laco.(i. de Diiuninond.
N. 140. Additivo as dispjsi^oes geraea. A Ca
ni ira Municipal do Recife dentro do prazo de tres
mezes a contar da publicaco da presente resolu-
qSo e de aceordo coa o 2' art. 66 da lei de 1
de Ou ubre de 1828, designar local fra do pe-i-
m> tro da ci aie onde sejt depositado e ineaoc-
rado o xo da cidade.
1. Para este fiua a Cmara Muncp-il podar
despender i.t a quantia da J0:iJ'JC.i contractaudo
o servivo por meio de concurrencia publica, com
quera niela >res vantagens offarecer a com appro-
vacj do presidente da provinciaG. de Drum-
mond. Regueri Costa.Rogoberto.
N. 141. Ao 4 do art. 1. Eleve-so a vorb do
n. 6 de 50 a 10010JJ a poiceutagera do u. 10 de
10 /, a 15 /4.Reg.i Barros.
N. 112. Fiea a Cmara Municipal di Gloria d'
Pratlcante ao Crrelo Realisou-se
nos das 18^19, 20 e 21 do crrante o concurso,
que estava annunciado para provimento de qaa-
tro lugascB do pratichutes do Correio
Inscreveram-se 55 candidatos, foram approva-
dos 9 e reprovados 37, nao comparecerem 2 e nao
coocluiram as provas 7.
Foram nomeados praticantes por portara de
boje do Sr. administrador do Correio os quatro
primeiro classificados :
1' Luiz Cavalcante Lacerda da Almeida.
2- Jos Candido Fonaeca de Sfadeiros.
ha pouco hmrou-me com o sen aparte, v -io fazer j Go.ta autorisada a pagar de preferencia ao cscri-
v. Autouio Borges 150$ do que lhe deve da cm
tas.Sopronlo Portella.
N. 143 Fiea a Cmara Municipal de OlinJa
.'ititorisada a oagar a Cooipanhia Santa Theresi u
quantia da 773'00 proveuii nto do abaatecimento
d'agua e luz cudea daquila eidade, tiraudo-se
esta quauti i da verba fie 'Onceroa do pt Ji ,
obras e calearatn'osDr. Joo da S.
N 144. Substituam-sc as palivrasa oootrac-
tar com a pottoa a quera convier, at o final
periodo pelas seguintes : a caitractar en concur-
rencia publica com quera rae!borc3 Vantsgena ot
feecar o go o do reudim-.nto do mercado publi <
de S. Joj, medante as condieoea s^gnintes :F
Jacobina.
N. 145. O contractauto que melhores vanfa-
g. na ifferecer obrigado deutro do preso de 60
das, contados do da da assignatura do contrac-
to, a apreseutar aquitaeo do debito da Cmara ao
Banco do Brasil, raquanto nao ir entregue essa
quitaoo o coutr icto uo ter efteito. Ferreira
Jacobina.
N. 146. Quo ser o coatractanta obrigado a
garantir a quitaco do Banco, sob pena de per
der a importancia de 5:0j0-&030, que ssi obri-
;ado a apre8antar a recolh r ao cofro municipal
n i acto da deliboracao do coatracto.Ferreira Ja-
cobina.
revivar urna ques'ao de to ios es diaa. Porque
hjuterxt coa eramos censurado! p>r um facto dea
agrada vel, procura S Cxc. justificar tactos raros,
oonlemnaveis, qu rendo c -ino qiu trocar urna
norma de C'uiuota para 0 seu part lo, baseao b-a
IM)i abusos.
O --'r. Goncalves FerreiraV. Exc. est enga-
ado. O qua eu iisae foi que cases factoa que eu
sou o priaioiro a couJaujiiar e a laetiasar, eram fi
Ihos d* uosji orgauisaco.
O Sr. Ferreira Jacob.naAlnJu lio.tem o no
bre leputado aecusava o meu partido olugtim^va
a existencia de f.ctos criminosos, de um facto oe-
oorrido ua tate, e aqu entretanto ai. autorida-
des loiauvam providenciaj e os deiinquentes erara
-punidos. Hj" ni vemos oa ubus >8 se reprodu-
z'nJo, mas c ntinua o exereicio da autoridadecri-
roin sn, sera quesotfam a mnima represso, dan-
do-se lln-.-i a. sno dn-ito a que prosiga nos des-
mandos, uas violencias o as arbitrariedades. Foi
para isto que en chame i a attenQ2od.ii nobres de-
putados lembrauda-lliaa o facto da priso do juiz
municipal por una autoridad? subdterua, por ura
subdelegado q ie apesar de seuielhaute delicto con-
tinua uo eseroicio.
Ura Sr. D. putadoSocim effaito essa autorida-
de livease prendido ao juiz municipal, nao pola-
ria co itmuar uo etoroicio.
O Sr. Gomes PrenlaO cr. Gaspar da Drum-
mond esplicou aso perfeiurannte bem.
O Sr. Ferreira JacobinaO Sr. Dr. Gaspar de
Druminoud explica umita cousa ciraengenboe
arre. Agrada quiai serapro, raaa uo convence,
principalmente quando detenda urna m causa, urna
causa perdida. S. Exc. cffectivamento dispa de
graudes recursos intellectuaes, mas os aeus recur
sus uo cbegain ao ponto le obscurecer a \erdade.
T:iibo argumentado, Sr. presidente, com factoa ;
raostr-i que o delgalo da harmona com o preai-
deute da Cmara, ara I i uo ha muito tempo, iou-
ti'isaram a eleifo de Pauellaa. Refer o tacto de
Bom-Jardiui em que o delegado fas circulares em
si u norae para o pleito eleitoral.
Mas o uobre deputado procura relembrar um
facto pasando em meu diatricto. Se S. Exe. effae-
tiv.raonic rrfere-ee ao mu distrieto, essa facto
uo pode ser sruo o da Grota Funda, f.c-t > gra-
vissimo que amqutlou a existencia o a fortuna do
urna familia inteira. Eu fui o primeiro a coudem
nar e a pedir a punico dos caipados nesse nego-
cio. Entretanto S. Exe. nafa det) tem feito.
(Aooatos).
Sr. presidente, quero mostrar a minha Jocilida-
de. Qu.nid i fallai pela priraera ves disse que fo!-
gava ser boje o da do S. Pedro Ratis, santo de
minha devoco.
ijuero, pois, dar urna prova do minha docilda-
de, concordan io com o nobre defensor do adminis-
trador da provincia. Ass.m acredito que S. Exc.
sija um hornera de cstudos c de probidude, mas
p-nso que no meu requerimento, nem durante toda
esta diecusso, eu puz era duvida a iutelligencia
da S. Exc, o seu amor ao eatudo e a sua honradez.
Su digo quo S. Exc. tudo isso, mas que nao joga
com todos esses recursos, do intel'.igencia, de illiia-
tr.co e de probidade, se nao era proveito Je seu
partido. Ore, quauto seria raulbor que S. Exc.
dotado de to raros predicados ae lembrasse que
nos outros tambem somos cidados e que perante a
lei ha igualdade da direitoa.
En sinto que S Exc. nu deesc ainda prova da
sua mteiresa de carcter, poiquauto ainda nao vi
S. Exc. tomar urna providencia qualquer ni sen-
tido de nos tianqaillisar, no sentido de mostrar
que s 'em por nofma de conducta a just ca e o
dircito.
S. Exe. ainda nao nos co.tirmou de modo algum
que esee o seu intuito e o seu mais ardentc de-
t jo. S. Exe. tem despresado as aecnsacoes que
aqu se tem feito sobre fsetos narrados pela im-
prensa e que esto por esse motivo no dominio pu-
blico, dando a sim lugnr a que fictos muito mais
gravas se repivriuiarn todos os dina. J disae aos
nobrrs deputados a repito anda : justificando o
requerimento que apresmte, uo teubo o menor
dest-jo de molestar o presidente da provincia.
Aproveitndo a occasio para tecer-lbe sus e!o-
gios. Se S. Exc. nao me tivease attribuido penea
mento3 c considchcoes que eu nao z, certamente
ou estara longe de oceupar e abusar a b nevla
.-.ilei.^o d.j mena cdl.gas, mas desde que S. Exc.
uo- atiribue o que en nao z suppondo mesmo que
era meu intuito negar dotes que S. Exc. tem, mas
que nem sempre pe ao servico o dedicaco com
quo deve-sempre cumprir seus deveres, Certameute
eu nao tera levantado pela segunda vez a voz e o
fac de mueira to ligeira c delicada a juatifica-
cao do ri quero-.e uto, porque est: va na esparanca
qu S. Exc. vendo que nu se tinha molestado ao
senbor to altamente enllocado e a quem ;.if.g .m
i cercam de todo o prestigio, talvez nao fizes-
sem que*tau que o requ rimeuta passasse, porque
S. Exc. teve occasio de b-m c.nhecer o facto e o
que verd na que o facto, nao ma foi narrado
por Fortunato Piun iro, mais F. Piuheiru nao
t> m relnioea intima commigo, nem como redactor
de gazetas, nem ctimo potico, e eu t viso em
Fortunat' Pinheiro um cidado que fui vctima da
violencia de Orna autoridade rain motivo plausivel,
e qne essa autoridade nao pode continuar no exer-
eicio do commando da forca publica.
Sr. pie "Meu re, eu deslava para o meu paiz
meiioa licenea e mais garantas aos dir-itos de
liberdade e se nao fra esse o sentimento que te
nbo, certamente dira a Fortunato Pinheiro; re-
eigne-se at que o despitismo leve de rojo e faca
a r acao
V .sesMuito bem, muito bem.
Tendo dado a hora, fiea a discuisao adiada.
Passa-se
1* PARTS DA0BOEM DO DA
Contina em 3' discusso o projecto n. 22 deste
anuo (ornamento munioip*!).
Mr. Uodriajue* Porto (pela ordem) re
qaer e a casa c oeede eucerrain-nto da disousao.
Sao lidas, spoiadas e entrara em discusso con-
juntamente com o projecto as seguintes emendas
ao art. 8o:
N. 132. Cmara Monieipal de S. Bento.Ao
52 do art. Ia. Depois do n. 20, accrescente se:
AXJ^OO ao eaerivc do jury, aem ter direito a re-
cUmaco, deauzda eaea quantia do n. 18 do mesmo
.Rodrigues Porto.Regueira Costa.
N. 133. Fiea Cmara Municipal do Recife
N. 147. Qae ser obrigada a minda- pintar no
menos de 2 em 2 anuos. Qua a Cmara ter fis-
cal'sacSo no edificio e o mol i pirque se executara
is pos nras.Ferreira Jacobina.
N. 148. Ao aferidor da Cmara Municipal do
Recife : em vez de 1:400*000, diga-ae : 1:400/
de ordenado e 400/000' da gratificaco.Autouio
Vict.r.
Encerrada a diacuasao e posto a vot s, appro-
vHjdo o Artigo 3 com as emendas de us. 79 a 85,
89, 90, 92, 95, 96, 103, 106, 113, 115 a 117, 119,
121 a 123, 125 a 130, 132 a 134, 136 a 142.
;;Io r 'geitadis aa emendas deus. 87, 88, 91, 93,
94, 97 a 10, 101,106 a 112, 114,118, 124 e 148.
Fiea empatada a emenda de u. 107, retirada, a
pedido do Sr. F. Jacobina, a de n. 147, e preju-
oicadas aa de na. 86, 105, 120, 131, 135, 143 a
145.
Procedeudo-se, a requerimento do Sr. Rodri-
gues Porto, votacao nominal da emeuda n. 79,
d ella o seguin'e resultado : manifeatam-ee a fa-
vor us Srs. : Drummond, Costa R'beiro, K-go
Barros, Julio de Barros, Costa Gomes, Dommgues
da Silva, Barros Barreti Jnior, Lourenco de S,
C elho da Moraes, Joo de Oiive-ra, Luiz de An
drada, Regu ira Costa, Ferreira Jacobino, Alfon-
so Lustns, Rodrigues Porto, Juvenc.o Maris,
Rosa e Silva. Constantino de Albuquorjn.'. 8o-
pbrenio Portella, Antonio Vctor, Ae gusto Fan-
klin, J'o Aives e Baro de Caiar, (23) ; a con-
tra, os Srs. : Joo de S, Viscoude de Tabatingt,
Soares de Amonm, Ratis e Silva, Prxedes 1 itau-
ga e Gomes Perente (6).
Procedeado-sa, a requerimento do Sr. Barros
Barr to Jnior, a votacSo nominal da emenda n
126,d ella o segunte resultado : manifestara se a
favor os Srs.; Drummond, Costa Ribeiro,- Joo
da S, Julio de Barros, Vieeonde de Tabatinga,
Soares de Amorim, Rogob.-rto, Dominguea da
Silva, Ratis e Silva, Lourenco de S, Luiz de
Andrada, Regueira Costa, Affraso Lustosa, Ju
venci Maris, Constantino de Albuquerque, An-
tonio Vctor, Prxedes Pitanga, Joo Alvsal-
mea Prente c Baro de Caiar, (20) ; e contra os
Srs. : Reg Barros, Costa Gomes, Barros Barreto
Jnior, Coelho de Moraes, Joo de Olivera, Fer-
reira Jacobina, Rodrigues Porto, Rosa e Silva
Sophrooio Porteilae Augusto Frangi (10).
Passa-se
2a PABIB DA ORDEM DO BU
Contina a 3" diacuseo do projecto n. 34 de
1886.
Vem mesa, sao lidas, apoiadas e entrara em
di scusso a. m o t r jacto aa eegaintos emendas :
N. 12. Des e que o praso do contracto for su-
pe i ior a 20 annos, a provincia nao aera, fndoelle,
obrigada a ndemnisacao alguma. -Barros Barre-
to Jnior.
X. 13. Os combastores da illnmraaco das ras
ardero com chamma clara de 12 centmetros de
elevaco n N. 14. A ilumiuaco publica ser de 10 horas
por noite, i m tedas as eetaces do auno.Dr.
Costa Gomes.
a*. 15. O pr j.co da illuminaco publica nao ser
superipr ao que se paga na edite do imperio p r
servico idntico, e ser rcalisado em moeda do
pas (pape Ifidrnciario) e bem assim o da illumiaa-
c.i phrticular.Di. Costa Gomes.
N. 16. Na illnmraaco particular se usar o bi-
co Argaud com o apparelho de celactand e o pre-
on deste nao excedei de 240 res por metro cu
biao de gas Dr. Costa Gomes.
N. 17. Sern circumstancias preferenciaea na
concurrencia para o servico de illuminaco pu-
blica e particular da cidade do Recife as teguia-
tes:
a) o uiaior dimetro doa tubos conductores do
gas e a maior distancia doa gasmetros.
b) a obteoco da materia do paiz.
c) i s soccorros a< inati ueco a publicas proviuciaes
d) o maior numero Ja empregad s eobreirosna-
ciouaea ou provinciaes.Dr. Costa Gomes.
Ninguem mais pedindo a palavra encerrada a
discusso.
Procedendo-se chamada e reconhecendo-se nao
ha ver numero para votar-se, fiea adiada a vo-
taco do proj 'Cto.
Entra em 3* discaaso o projecto n. 105 do an-
nu paasado.
O Sr. Loureaco de S(Nao devolveuo
seu diecur.-o.)
Fisa a diacuasao adiada pela boro.
O Sr. presidente levanta a sesso, designando a
segrate ordem do dia :
1* parte : discusso d emenda n. 107 ao pro-
jecio n. 22 deste auno a conuouaoo da antece-
dente ; 2* parte: continuaco da antecedente a
mais Ia discusso dos projectos na. 49 e 55 e 3a
dos dos de ns. 8 e 13, todos deste anno.
3- Biaoor Oadaolt t'oaseca de Medeiroa.
4- Firmino Antonio de Sousa Viunm.
Servirara como examinadurea os Srs. Drs Jos
jBiniz Barreto, Eacquiel Franco da S e Slvsrio
Farnanies da Araujo Jorga Filho.
BalQllia de Tsayauy E' boje o 2V> anni-
versario do mais ioaportaota feito d*armas na
America do Sul, que sob o commando do general
Mauoel Luis Oaorio, depoia Marques do Herval,
ferio-ae nos campos de Tuyuty.
Tranacrovendo a honrosa referencia feita ao
brig.ideiro Jos Clarndo da Queiros, ento Io te-
nent--, palo jaracbat Herraes da Foaseo*, que
como major commandoa o 2o batalho da artilhe-
ria Jurante a acc), juatamia ac bmvores que
raereceu os noseoa comprfmeatos a 8. Exc. com
um dos dignos representantes dos muitos hroes
daquelle dia.
A ordem do dia do commandante em chefa do
exercito em operaco;s contra o governo do Para-
guay, n. 158 de 28 de Juoho de 1866, diz :.. ..
devo dizer que a 3a batera destacan urna boc-
ca de'togo >o anudo do 1 tente Jos Clarra-
do de Queiroz, que encorporada, primeiro ar-
tubera db exercit) oriental, qoc bata as bate-
ras paraguayas, seguio depois pira a frente
era pera-guico do inimigo, quo retirava, c
qiiaud seus aforeos por esae lado foram dia-
pensados, tornou poaico cm frante ao 30 c.-rpo
de voluntarios para responder ao canboneiro de
oito ou des b-occaa do togo iniraigaa que se cru-
si.vim de diversos poutos : esta bocea de fogo
a lireu uin doa tir>j8 la artilberia inimiga vi-
* vo fogo de fuz.l iri.i, eol' tnsate Jos Clarin-
do de Queiroz nai dearar6aeu ura in):n:ut) doa
l.'oa da bravo queja c uqustra.
Pago urna divida de gratidi do !iafalh>,
recoramendaodo os capitaa Joaqutra Xavier
de Oliveira Pina niel, Bernarda J. Vaaques e i"
tenenta Jos Clarind) de Queir 'z, que iio es-
" pleiiliJ monta acreditar n o batallio, o ie
quer que tivesseni da combater.
I^reja ii\ augelli aA Divraria Lipo.la
e.viou-uos duas paqueuaa brocharas, cont-ndo
una o Santo Evaogelbo, Begundo S. Vareo?, Ira-
luce io de Antonio Pareira a Figneiredo, o a ou-
tra dit eraos cantieoa.
Agradecidos.
l'dinc Pi.ayaojia-^Eito patacho da
.i, sabido no li 20 t; Abril l> porto do
Cear, am la -.i' [oiv ebegar aqu pO." caua
correu'es .j i i in ir e vi >i c rairiri i4.
C'oast i .i .h i.-s agora ^ l> irdi j ir u -. c isl i
Pir.uiy'oi, a a-.p-ia de viracl que o tragt a
dcst mi.
Coiopaoiaia dranacttloa No thoatro
Saut. Labal : p.eaeutou-sc iiosabbal ie doiai i
o dramaUrna desordtm no alto mar- -que agril-
lan geraluMtnte.
EnconintJo noria. Entre as estacoca
r.: l'aru luiein u a Jaqueira Ji via-ferrea i C-
x ug4, ao arainhecer d.' da 'la bontetn, foi encon-
trado iiiorto Jcn'ro d :i.n riaeh j i' all xiate <
mdividno de nona Luis PerreirJ d Espirito-San-
to, con he ai do por Luz Carueiro, aoltairo, de i
auu do 111 '.
Das diligencias a qua proceden o ie.*paetivo
sublclegido, verificou, qua esse individuu era da-
lo .o vicn da embriagues, pelo que de presu-
mir, qucach.o !> i embriagado, cabase n aqueile
riacho, oul foi encontrar a mona.
Deu-aa sepultura ao cadver no cemiterio do
Arraial.
Becoiheu n i\ prlsjaso. Oommunieoa o
delegado to ter.no da Peaqueira, qus uo da 13 Ji
correte, apresentuu sa voluntariamente a foi re-
colhiJo acadeia doraferdo termo o criminoso Au-
touio Salustiuio das N-vaa, al.i pronunciado no
art. 193, combinado :o:o o art. 34 do Codig- C'i-
minal.
l'iMiiut 41'cheologico c Ceogra-
pltic ernuiIucano'-Raunio-8e em sea-
sio ordiuaria no da 12 do corrente sob a presi-
dencia do Exm Sr. conselhairo Piuto Jnior.
A' uina hora da tarde, msenles os Srs. Dra.
Cicero Peregrino, Baptista Regueira, Io secreta-
rio, Lop a Machado, Ignacio da Barroa, J. o A
de Freitaa e Jos Hygino. Augusto Cesar, Augus-
to Costa e major Uodeccira, 2o secretario, fo
aborta a ses.-o e a acta da anti cendente ida e
approvada.
O Sr. Dr. 1 secretario mencionou o segun-
te:
Peina resp.ctivoa hcrleroa por iutermedo do
consocio major Cratra, a espada qua pertenceu ao
brigadeiro Joae Mara Idelfonao Jacorae da Vega
Paaaoa de Mello.
Petas redac.;B, diversos jornaes deata e de cu-
traa provincias.
Foi lido um officio asignado pelos Srs. Dr. Jo-
s Joaqoim Alvesde Albuqu.rque, Harraenegi do
Netto de Az^reJo Coutinho e Juvoucio Aurehauo
da Cunhi Cesar, aviliando a rapoitaucia dos ma-
nusarpioa trazido3 da Hollanda pelo coueocio Dr
Joo Hygino, ua importancia te 29:083500, ba-
sianJo-se para isto nos seguiotss da ios : EJicao
de 1,0/0 examulares verificando se qua cada li-
vro coutera 720 laudas, que cada lauda tem 28 Ii-
nba' de cumprim-uto e 32 letras do largura, que,
reduzi.los composco em typo, corpo 10, e em
paginas de 5' liuhas, sob O letras de largura, d
"i formas da 8 pagin 8. ao proco da 355L0J, in-
clusive o papel e impresso itnp rta em 945000,
calculando sa o numero tital das formas que po-
dem dar os mantinicriptoa examinados, que sao
31 forjas, approxidameute, prefaz a quantia de
29:085 .
Nao se acha comprehondido no calculo cima o
proco Ma encadernucao ou brochara da cada exe tu-
piar, e bem assim a tradneco rcapectiva-
I'assan I j-sa ordem do dia c nao podendo tra-
tar-se do orcamento de 1887 a 1888 por nao t r
sido anda reinettido pela respectiva conmisso,
foi deliberado qu- so remettesae ao Dr. 1 secre-
tario copia do parecer doa impreasorea 8obre a
deapesa provavel doa mauuacriptoa colhidos oo
archivo da HoUanda, atim de, ser annexa peti-
r;o que o mesmo Iastituto, reaolvea ungir a as
iemb a ger I legislativa, pediudo de urna s vez,
tu por partes, urna aubvencao para auxiliar aquel-
la imprcas'.
E' appr vada urna proposta do Dr. Jos Hygino
e major Codeceira ped ido autkrisaco ao Insti-
to para promoverem entre os socios que quizes-
sem, uina subacnpvo para comprar para a bi-
bliotheca do lusntuto urna edico do Barleaua,
colorida e em mui o boro, estado, que Ihes fra
offerreida por 10.
E' lida e r> mettida comm;sso de Historia
composta dos Sra. Dra. Pinto Jnior, Lipes Ma-
chado e Alfredo de Freitas a segunte propostu :
Proponho que o Instituto manda"' tirar urna
copia dos manuscriptos seguintes existentes na
Bibkotheea Pr .vincial:
Diversas ordans de 1666 a 1678, 5 volumes
(falta o 3).
Registro de ordena reaes deade 1683, 50 vnlu
mes (taltam o 4- eo 28).12 de Maio de 1887.
Cicero Pereg.ino.
E' ainda propoato e approvado para socio cor-
respondente o Dr. Miguel Joaquim de Alrreida
Castro.
E na .a mais havendo a tratar-ae foi levantada
a loaaioi
Furto de um eoDo club allemo Cen-
cordia havia desapparecido um cao, bonito animal
e de rsca, que honteat foi encontrado na freguezia
do Recife e em poder de Fraucisco Antonio Daar-
te, qne procurava vndelo.
Interrogado acerca da proveniencia do cao fes
declaracoes ootradictorias e afina! foi obrgado a
restituir e animal; sendo detido pelo subdelegado,
que depois de averiguar o facto, solton-o apesar
de ter reconheeido ser Duarte o ladro do cao.
>T"nVU? *ir* A"" Sob
o tituloO Brasil a o pr. jacto de uniao aduaneira
amerieata, acaba de publicar era Paris o Sr. Ga-
briel Feroa, da casa Amed Princa & C, um in-
teresaaote l.vro, caja hitmm maita ae recommen-
da ao. commercio.
Agradecemos a ofivrta que nos fiseram de um
exnmplar.
aarapo-aTrates>isidade Como fora an-
nunciado realiacij-se ante-hontem o eBp. ctaculo
que o Orupo Praternidadc promoven em favor da
matricula aaademica de um nosso comprovinciano.
Foram levados scena o drama : Cora, a fiha
de Agar, do Sr. Ribeiro da Silva, e a scena cmi-
ca : A Macaca do Sr. Goncalves Jnior, e a co-
media do Sr. Ribeiro da Silva : Quem o alheio
veste na praoav o despe .
Todo o espectculo correu sa'isfaetoriamente,
sendo chamados scena e applaudidoa os mocos
qu se incumbirn! do desempenho c o Sr. Ri-
bairo da Silva e (Joncalves Jnior.
Nos interval.es fallarain 03 Srs. acadmicos Mi-
guel Tinoco, Ovidio Filho o Maael de Sousa, que
recitarara duaa lindaa poesas, sendo todoa muito
applaudidoa.
Kra Movst E' este o titulo de urna nova
folha acadmica, que ae publicar tres vezes par
raez, redgida por habis mocos que frequeut im a
nosaa Faculdade de Direito.
so, Alcibiades Pecaulu, Joao Pereira, Marcos Dol-
sani, Brito Inglese iljiiJio Souto.
Agradecemos a reines3a de um exemplar do pri-
meiro numero qua obsequiosamente aoi foi leita "e
di'3"jamoa aos javena coin-gis aa u.aiorea proape-
ridades.
I Mimas novic'atloM em puilicncoea
A hvraria Lombaerta 4 C. da corte rcmetteu-
ii 5 o ultimo boletim n. 23 das ultimas novidadea,
publicadas era Paria, e q.;e .. ene intram as prin-
c es vrariaa testa cidade.
Agradecemos.
Eta^truc-co PublicaAchic publicado
o programlo, de pont s qua team da 3 ivir no con-
eurao para provimnto da diversia cadeiraa deen-
sino primario.
Palo Ilustrado inspector da [n trcelo Publica
!o i s ubaequiosam le rcmattido uoi txcraplar,
o ; muit. o ;:.l lecemos.
Espectculo era Ueneflcio Josab-
bi io 2 o c rrente, deve ter lugar no Tieatro de
S o.) '.i'- .-lio, o qu pr >mavd p.ri coucluso de
tu .se da Propagadora
i. !! V com a i 'pros ataco Jaa lindas pe-
: S ititi di n Tnbulac'oea
is 'im e 'ii Unta.
li' ; i -ficiada no falta a prc-
i : i justo i'o do sen especta-
u!o.
O criiiiv^ d<' %%'auders*iltDeste roman-
ee bistur i i a pub car rm fascculos o
I:.....tta Monteiro Pesaos,
, :. h o. fascculo.
Agrad C
;> Tributo ile mangue.'o.^-ra-uos para
publicar o segunte :
n E' este o titulo de ura drama militar em ura
prolog i, qu a c seta quadroa por Joo Bap-
cisl IV eo.' -i .i.
Elenco :
Primeiro taladro
Ao Paraguay Ao Paraguay!
A sceui passa-sa na largo da matriz de Gcyaa-
ai. O povo ahi reunido tosteja o embarque doa
voluntarios da patiia, c qne deve tlVctuar-se n'a-
qu ile din. Vcom elles para o Recife. O povo en-
toa O coro :
A tirara pura
Ji 11 a !r inaluz !
Eia uatura
Co'a luz !
Tu lo alagria
Tudo c amor !
Que surge o dia
Gioria ao Senhor !
Os tres irmos Silvas, Joo, cadete do 9 bata-
lho de iufautaria, Jos, guaida-mariulia e Pedro,
o voluutano da pitria, despeJara-aa de seua ptiac-
patricios.
Pedro, ao deapedir-ao do Lucinda de Gouveia,
sua amada, qua jura esperal-o, a reir, at seu
ragiesao do Paraguay, rctribue-lhe cora igual ju-
ramento. Os pareutas de Lucinda, que constante-
mente se oppoem uo seu enlace cera Pedro, teem
um representante, Roberto de Gouveia, jue fran-
camente diz iha ne estar elle em posico de aspi-
rar a mo de urna Gouveia. Pedro orgulhando-sc
cora o uobru titulo do voluutano da patria, e con-
victo de qua neate imperio o horacm nobita-ae
pelas lettraa ou pelas armas, orotnatte nobilitar-se
uoa campos do Paraguay. Alli uo campo da pug-
iib, onde os ttulos da nobreza seescrevem nao com
tinta preta ou azul, mas com tinta rubra, como
s. ser o aan/Ue, que nos corre nas veas ha de le-
var a etl'e.to o seu iuteuto, e quando voltar cober-
to de honras, e com o corpo chera de cicatrizea,
depor aos ps da eleita do seu coraco o que hou-
ver ganbo, comtauto que poasa dar lhe o norae de
esposa. Roberto aceita o coin roraiaaa.
O povo a 03 voluntarios, que team id; ouvir a
raiaaa da despedida, que foi di.a polo vigario, en- '
trara em scena entoando o coro :
Voluntarios da patria
Eia avante! .SI archa i !
Ao troar dos c nhes
Vosaas filas 1 1 1 i!
O delegado da polica despede-3e do3 volunta-
rios cora um enthusiaatico raproviao. Oa volunta-
rios e povo destilara pira o embarque, eutoaudo o
coro :
Eia avante, gueireiros,
Para a frente marchar!
i nos campoa da guerra
IJc Datna sal Vi-r .'
/erimeniofi. No lugar Cab-ca de B>i do
termo de ravat, uo da 17 do raez findo, o indi-
viduo de nome Antonio Soares de Lima, armado
da urna taca de ponta ferio gravemente com cinco
facadas a Jos Ferreira da Silva, sendo preso em
flagrante.
Abriu-ae o competente inquerito sobre o facto.
No engeuho Pimentel, do termo do Cabo, no
dia 16 do corrente o individuo de nome Bento Nu
nea Pe8soa ferio gravemente a Manoel Atbayde
de Med< iros, sendo preso em seguida.
Fez- ae inquerito que j teve o conveniente dea-
tina.
Foi preso.-No dia 18 do mes- findo o sub-
delegado do 1 diatricto do termo de Gravat,
praud u a Bras Luis Ferreira, pronunciado no ter-
mo de Beserms, por crime de teriraentoa graves.
InajueriloaO subdelegado do distrieto de
Beberibe em data de 21 do corrente fes remeaaa
ao juis competente dos inqueritos polieiaes proce-
didos contra o individuo coahecido por lonoel
Mastre e outros pelos ferimentos praticados na
pessoa do eacrivo d'aquella subdelegada, alteres
Flix Ferreira Oa Silva.
Quadro segundo
8raco braco, arca arca !
A scena pasaa-sa bordo da corveta Partiahy-
ba, ua batalha naval de Riachuelo.
Ahi se acba de guaruico o 9o batalbo de in-
fantaria, com posto na sua maior totalidade de per-
oarabucanos.
O teue.ita corone] Gaimares, o capito Pedro
AlTraso. os dous g yanueaaea Jos, guarda-mari-
uha e Joi, cadete, ahi 8e achara
Pedro Aff uso suecumbe como um here, o oa
dous irmos teem acisiao de praticarera durante
a abordagera do l'arnahyba por tres vapores pa-
raguayos, actos de bravura.
G.roiudo, commanddute da Parnahyba por en-
tre enthuaiasticaa acclamaroj3 celebra a victoria
ganba ao immige.
Terccirc qimdro
A victorir nuaaa !
A acraa pasaa-sa nns campos da Tuyuty.
Comeca o quadro com a exhibico de ama eacola
da recrutas, em que um voluntario goyannonae,
lypi gaiato, cora quem j ha relagoes travadas no
primeiro quadro. Este typo que entre seus patri-
cios canhecido por- Nequiuho, pretnetto amarrar
o Lpez, e trazel-o preso pilas cordas para Goy-
anua.
Fera-se o combata.
Durante elle apparece o legendario Osorio, que
nesaa batolha rara rtalisou-ae. Pedro, o volunta-
rio, combate as ordens de Oaorio, e ferido, por-
tando se cora honra e bravura.
Neate quadro prova-se, que os paraguayos ba-
tiam-se como leoes, e que os seua priaioueiroa erara
por nos tratados como irmoa.
Finda-ae o quadro louvando Oaorio ao exercito
pela bravura, que foi exhibida por todo durante
o oomiate, e recebaudo oa dous estandartes toma-
doa ao iuimigo pelo alferes Rodrigan Garca, e
cabo Bernarl.no Fereira, este do 1 de infantana
e aquella do 4 batalbo da meamai arma
Por occaao de hiuvar eatea dous peloa serv-
eos relevantea, que bao prealado Osono victonade
e acclamado pe o exercito, envindo-se por todo o
acampameuto resoar o hymuo da victoria.
Quarto quadro
Viva o estandarte brasileiro
A scena epi escuta a praca de Assumpco, onde
ex ate e palacio de Lopes.

r^Wfiia '

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Diario de P^rnan*ci>~Tei^ifcira 24 de Maio de 1887
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E' odmam qae o exereito braaileiro ocsup*
O pavo paraguayo trajeado de gala festeja este
di*.
Os tres irmos 8ilv*a depois de dous anooc e
meses t-m a fdiiidide de acbarein sa reumd.s.
Todos tres hSo ganbado posto* e condeoracoes
por aua bravura e heaoecidade.
Nequinho tambera ah apoareee, mas infelizmen-
te marcaud. paaao, pirque ainda simple sol-
dado, como iniciara a campanha. Ainia acb*-se
acabruuhfido sob o peso da outro sentimento.
Prometer* a-nairar o L i|ws, e uo encauu disem
que esto futir par* a Bolivia U-sesperancado
poreato lado, e como a an i raisso l amarrar ehe
tem m meu te um outro pr j ct>.
A baudeira, qua da aires rl ictuara n ) torrcao
do palacio da Lipes f a derribada por umi bala
do um nosso encouracadj, mis una outia nova abi
aeach*.
Ao tomar couta Jesse palacio uai batalhio n>sso
fas b*ix*r aque'la baudeira, e erguer o nosso pa-
vilho, que Se desdara as auras paraguayas
^m An .himm nacional, e da acclamjco
lucoja
do
sam do .byaino uaciu-ial,
povo.
Quadro quinto
Marte do tyranno
O acenaria representa o ulumo acamp*nnoto de
Lopes as proximidades de Aiuidaban. Lapes
ah ests. Faz urna rpida reseuha de suas Uerro-
taa succe38va5, o studa oa ana crueldade n,n vasto cantono A alH sao
est debuxada em s. u rosto. Aiuda nao be cne-
gou a parte offioial da sua vanguarda, que est em
Tuquaras. Lynch pioenM aocegal-o man Jando
um ajudatite de orden saber das uovidadea A
consclho de Lynch manda elle, que sjm extermi-
nados os piucas prisioneros, e presos paraguayas,
que existen em seu acaupameuto. Esta ordein
na se ftenJ: ca.n sua mi.que elle u> manda
matar, nao porque nao queira vel-a morta, u-as
para ainda prolon,rar-lhe o mar yria ? Mania
buscal-a. Eli vem e lauca se s"U3 ps padin-
do-lhe, que a mande aliv ar das ferros, que Ihe
martyrisam Hquelles bracos, que o embalaran na
pequea E le rpelie-a, e manda, que os acida-
dos a leve.ii llesquiu com ordein Oe tus;l*l-a im-
mediatamente El a urroja-se-dic aos ps e pe-
de lhe p-rdio!
Mas a palavra perdao qu ima-lh; os labios !
Perdo s pedern os criminosas, e olla o nao !
Bevo'.ta-ae, e er^rue se. Mostra se sobrnnceira ao
brbaro filho, e como mi, diz ella ; abencoa-o
antes da camiuliar para junto da algo. Acea
para os soldados para aahireo, mas neste instantt
os aoldadoa brasiluiros irrompem par tado o actm
pamento.
L>pes vendo-ae perdido atira-6e sobre o pri-
meiro cavallo, que lhe ea: mi \ e f>ge. Nes-
tes ltimos instantca ainda jara viugar-se mais
tarde e parodiando um r ingiez derrotado excla-
ma : minha repblica por um cavallo.
Pedro o volunfario frente djs soldadas brasi-
leiros apnaiaai Lynch, que ae cobie com o estan-
darte ioglez ; e huerta dos ferros a mli de Lap-s.
Esta ouvinda a vti de Lopes i morto ajoelba se
e pede Deus perdao para L pis, porqua smpre
era seu filio 1
O general Cmara entra era acea acompaaha -
do de diversos ofliciaea, e oj felicita pela couclusia
da guerra. No'.leia. a marre da tyranna.
Em acea entra uia pidila cam o corpo de
Lopes cob' rto par urna bandeira paraguaya. Ca
mar compuiigida por aqu"lle espectacula declara,
que ontra era a inteocao da Brasil, mas seo lo va
riadas e impreviatas s p Tipeciaa de ama guerra,
aceitava o facta como nm arta consmalo e con-
vida o exercito expedicionaria regrsssar pira a
patria. A nossa hoarosa tarcfi, diz elle, eat
finda, e agara brademos aa Brasil Aos nassos
patrioa laiea !
O eiarcito par entre vivas e entlmsiast'Cia ac-
c'amacaes victoria o vencedor de Aqaidaban.
Qtadro sexto
R'grefso nos patrias lares
A acea passa-s1: no Arsenal de Vlarioha do Re-
cife por occa83o do deseurbariue da 53' corpa de
valantari is da pitria.
Entre o pova, qui:an--ioaam'"nte espera o deaem-
barque, estSi os piis d-- Pcdra o voluntaria, seus
irmos Joao e_Ja*6, qaa eom licenca j o precede
ram na viuda para Pernambuco, e bem asaim Ka-
b_rto e sua ria Lucinda.
Roberto vem esp.rar P'dro, porque este tem
cumprido sua palavri. N)bilit Peiro des'mbirca ? par tid)S recibido com
alegra. D p 3ta ao ps de L icinda os ttulos
ganhos cam o seu saugue.
Hesta oecasiaa tamo;in desembirca Nequioh),
qae perante to ios justifica osa procedimeuto.
Vem casadocim urna lida parfeguay^aita. Pro-
mettea amarrar o Lopea, raaa nSa o tendo conae-
gui lo amarrou pe'os lacas do hymineu aquella
paruguayar.ta, qu po_- desde loga sab a proteceo
do publico peruamaucano.
Deaembirca o bitalbao, qu i recebiJo palo povo
com grande en'.huaiasma. O presidente da pro-
vincia dj ento dirige-lhe uina eloqoeute sau-
dacao.
Um dos n>3sis distinctos poetas que n'aqu'll
poca faria em toda a parte acintilar os dates de
aua intellig'nca recita ama arrebatadora e eathu-
aiastica paesia.
O batalhio receba a voz de apreseut-ir a.-rn^a, e
quando o faz surge a apotheoee.
Sao apresentados 8. M. o imperado !). Pe-
dro II, voluntario da patria, que parti para a aul
e assistio a fndicao de Uraguayana, Osoro, fiel
representante do exercito, c Tamsndar, da mari-
nha.
O hym 10 da victoria entaa entoldo pelo
povo.
Jornal ale HileiaRissbemaade Lis-
boa o numero 9 desta revista de publieacao qiin-
zeaal, cuja summario o seguinte:
BoletimOs congreesis mjiicos A. P. Gav-
lam
Clnica Cirurgica D Aferentes procesaos cirur-
gicos de tratamento das hepatites suppuradas.
Damingos de Groes e Vasconcelos.
Trabalhas originaeaQuando c coma se deve
preserever a cateiua. Henry Huehard.
Sacedade Medica dos Hospitaes de Paris.
Tnerap:utica geral da syidrlis. Tiatamento ci-
rargieo laringites taberculasa, S. de S4 Valle
Sociedada de Cirar^ia de ParisDesiofeecb
des instrumentos cirargicoa Limites da matriz
da unba e applicacio a uuba iacaruada. Sarco-
mas vaacularea malignos. S. de J Valle.
Soci'ddio Imperio R;al da ViennaNovo Ira
tamento dos exud idis plenreti .es. Rescelo do
iniestino Experienci'S sobre a circi'acao cere-
bral. Tubrculos: coojunctiva'. V:aj kilirea
sua cirurgia.
Socedade Clnica de LondresPneumothorax.
Exciaao do recto, ferida da Peritooe Dr. Sea-
kins.
Produ :!03 novos Polygonum hydropiperoides.
Lycopos Aletris farinosa.
NecrologaO profesa G is3eline A. G.
Tberapentica'Jontnbuco para o estada d>
traame:;'> das dispepsias. !>.. I'avia.
Formulario.
Noticiario.
Iuformacosa ateia.
VictoriaDesaa cidado recebemos o Lidador
e o Meteoro que udiantam as seguiotes noticias :
Ni luit- de 15 do corrnte, no lngar Casca
1, diatricto de Gravat, Mauoel Franeiaco as-
sasainou com 6 facadaa a Joaquiin Moreira.
O aasaasiua e a victi'na eram campanheirni de
casa ; MMO uiesm i da haviam pass-iai* e bebi-
do juntos, o qc provav eatarem de boaa rea
o6es.
A' noite porem, ouviram-ee gritos de : ai qu
me matiram. Ao chegarem l ji o malvado ba-
ria evadido-se.
Tem apparecido nesta cidade um as maed^a
de lSOX) filsas, aemelhantea ta de pra'aa deste
valor.
Vimos urna dellas a verificamoa, qua apezar de
mil teitas padem pasaar perfeitamsnte eoma ver-
dadeira entre 08 incautos. Ellas sao fa^ri-
cadas com um metal que os parece nikel e teem
os meamos diseres das verdadeiras, inclusive h
carda imperial, e sao firmadas com adata da 1858.
Sirva i-!0 de aviao ao publico.
Presidio de FeraandoDo nosso cor
re'pon lente deste presidio recebemos com data de
20 do correte o seguate :
No da 10 do correute anoorou no parto da Sn-
to Antonio d'eata ilba o vap >r Giqtn, fraseada a
s u bordo o Sr Joaquim Pinto o Alnaeila Ju
ni.r e Jote d Fonaeca e Silva, aquella eacrivao <
este pbarmaceutico do presidio; e bem asam um
" res, < -aimaniaudo o destacamento qaa veio
aco-r: .aar a 92 presos.
i ^5'inbrqae teve lagar ni da seguate, 17,
t 7 lloras da raanhj poneo mua oa m< nos.
So presidio nada tem oceorrid i que merec* es
peial menco.
O estado sanitario melaorm eoasidetavelmeote
e a terrivel beribri, rae eslava aseolando esta
ilha, quasi que teude a desapparecer.
A lavoura, devido a irregulardade do tempo,
ate anuo ponca productiva
No da l. da Maio deu comeeo na igrej* d este
preai o a solemuiaacSi do mes Marianuo eaiar$in-
d> se o Rvdm. capellOo padre Avelmo par dar a
esta festividade a pompa que ella exige ; e diatri
buiodo todas as noates, ao povo qae^se aglomera
na igieji, um eontingente de conselhoa aalutarea
chimanda-o aa caninEo da ordem e do tom.
No da 25 do mes pasaado, trigsimo da do pas-
aara-nto de Antonia forren L*pa, urna das vieti-
mw di naufragio do vapor Baha, foi mindada re-
ear, par um am'ga do finado e em beneficio de aua
alma, urna mise ciin requien e memento.
St da 14 deate, anoiv^rsario do pasaaxento do
Exm. Sr. Dr. Correia de Araujo, foi resala igu^l-
raeute urna miasa com requien e memento por alma
da illuatre e sempre chorado morto.
O Sr. capito Joaquim Agripino Furtado c'e
Mendonea, director do presidio inaadira preparar
a igreja para ease fin, armando-a de preto e en-
gindo um cenotapbio inxgestoeo.
Concorreram a este actn fnebre, a convite do
Sr. director, todos os ofiiiaes da gaarnieSa, todos
os empregadoa d> presidio e grande parte de s;n
teneiados.
Haje aerue pira essa capital o vapor Oiqui, le-
vando a seu b.-do o Sr. alteros Manteiro e aua fa-
milia e alguna a-ntenciados.
Beauldes ncilaet II i haje as segjin
tea :
Do Club Uepablicauo Acadmico, em aua sh
ra ho Imperador n. 41, etn assembia geral,
para tractar-se de aaaomptoa importantes
D* Fraternidade Dramtica, rui largado
Rasarlo n. 10, "2* andar, para disautir os seas es-
tatutis.
Ainanh :
Daa accionistas da ferro-via da Ribeiro 80
B mito, aomeio dia, ni eaerip'orio da Empres.
Asxiaaaiiaio -\J se u'am jornal de Lisboa :
Na Repibca Argentina deu-sa. ha dias, um
triste acantecimento e quo deu eaus a a'lucina-
caa de que um ifeiiz pa foi accomm.ttiio.
O Dr. Saudoval, um moco de muito talento e
j4 distincto medico, foi chamada para tratar urna
crianca ataeida do cholera. Erapregou todas oa
m-i.s que a 8C-ncia lh^ indicava para salvir a
criaaca, mas tados foram improficuos e ella fal-
lece u.
Da mesma docn^a faram em seguid* atacados
tre3 irmo > da fallecida, que, entregues aos cui-
dados co mesuio medico em breve tam'aem buj-
cu-nbirun.
O pai das crancis, alluciualo p ir tantos e tSi
cruciautes golpes, fntrou em casa da Dr. Sando-
val e disae-ln bruscam ^ote :
Voc matoi os meu3 quatros fiihis, pois
vai receberpar cada um, urna bila da idju re
volver.
E, mal tiuha acabado de pronunciar estas pa
lavras, puxou de um revolver, e sen que o medio
tivesse tempo de se defender, desfechou-o quatro
vezes.
O infeliz D;. Sanival marrea quasi instan
taneamente.
Esponico De-ve iuaugarar-ae a 1 de Ca-
tabro desre iiano, na cidade da Paran, capital da
provincia de Entre-Rioa (oaefederacao Argentina)
um a expasicao regimental de prolil\-to3 de indas-
tria e agricultura ; de machinas e utensis da la-
voura, de qualquer procedencia ; p, fina!meute,
de animaea de criacaa da origem estrangeira.
l'niverwidade de Parla Segundo
ons'.a dorelatorio ultimamanta aprfiaeatada ho
ministra da instruccaa pe i proteos r Ernesto Li-
visse, ba matriculados nesta uaiversidade 3,80o
estulautea de direito, 3,70 I do medicina, 1,8 0-de
pharmacia, lOO uo curso de I t' Talara, 500 no de
sciencias. 35 no de thealogia pr .testante.
Cnminerclo americana- Segau-lo as
estatisticas officia-s, oa Eatadaa Unidos im orta-
nui em 188t, 44 074,000 dollars (88.158;05O) de
cf, contra 44.387,0X) dallara (19.771:000*) em
1885. A importacao de caiitchuc bruto foi de
14 180.0*0 dollars (2 *;360:0M)) em 1886, coatra
9,r.97,()O0 dollars (19 394:J0) em 1883
E^tes pr > lucios i-ntram nos Estados Uoiloa li-
vres de direitoa o sao aa maior p irte provenientes
da Brasil.
No mesma consisrorio estarlo expoatta sis nr -
aos aa espheras a apreciaeSo do publico.
Lotera da norteA 304* loterii da ef)r-
te, pelo aovo plano, yo premio grande 4 de-----
3O:(HX)i0O0 ser extrahida no da .. do cov-
rente
Oa bilheres acbara-se venda na praoa da In-
dependencia na. 37 e 39.
Tambcm acham-se venda na Ch8h da For.
tina ra Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Fiaxa & C.
Lotera do Orao-ParaA loteria deata
provincia, p?lo novo plano, cojo premio grande
40:tt00OJ, ser extrahida Ba dia .. do cor-
rente.
Bilhotos venda na Casa do Ouro, rus do Ba-
rio da Vict >ria n. 40 de Joao Joaquim da Costa
Leite
advooacia para ra do Duqtw de Casia proravel que igaal ou approximado saldo
n. 50, I. andar.
Drogara
Franeiaco Motoetl do. Sim & C, dapo-
sitai'ios de todas -as espocialidanea pharm^
oeutic&B; tintas, frogas, prodoctos chimk -
e naedicaniontos hoiaosoia i' j quea do Olindit n 23.
Drogara
Faria Sobrinho & (7. drogaisU por stta-
cado, ra Mrquez do Olioda n. 40
Serrarla a Va :
Serrara a vapor e officina de carapina
de Francisco dos Sautoa Mac do, caes
de Capibaribc a. 23. N'este grjnde esta
Tambem acham-se venda na Casa da For- beleciwcnto, o primeiro da provincia ueste
genero, compra-Be e vendo so madeiras
de todas as qualidades, serra-se madeiras
de conta alheia, assira como se preparan)
obras de carapina por machinas e por pro-
co sem competencia Pernambu:o.
Directora das obran de toniena
c:i itns porto*Boletim raetearoloic^ do
li i 22 de Maio de 1887 :
lora
- 1 a- o
2 ? -o
1 *
5 o t-j
J
H
i:i> -9
Barmetro a
O
i ra. J3-9
9 26'1
12 28>8
3 t. 28'9
B 27-l
Ttaaao
do vapoi

-
761"70!
762">72
76l">73
J5989
760 "38,
19,96:
22,43'
31,071
21,07
1.70
91
M
71
71
73
Temperatura mxima3j,25.
Dita mnima23*,75.
Evaporacao em 24 horas ac sol : 4,nl8 ; som-
bra : 2,-4
Chuva l,aj.
Uirec^a do vento : SE demeia n .it' at 8 horas
e 30 minutos da manb ; S at 9 horas e 50 mi-
natas ; SE at meia noite.
Veloidadc media do vente : l1"^ par segando.
Nebulosidade media: 0.28
Boletim do porto
Pra mar oa baixa. mar Dia 22 de Maio 23 de Maio Horas Altura
15. M. P. M. fi. M. P. II. 955 da m iinha 4"22 da tarda 10-22 446 > manb 0,">45 2, 17 0,n>31 2,i2
Proclaman de canamentOM Foram
lidas nos dias 19 e 22 do correte ir. -z na matriz
da Boa Vista, os seguintes :
rienrique Pereira de Oliveira cam Francisca
Lacia da Annuociecao.
Be edicto Francisca das Coagaa cam Joanna
Martina da Costa.
Carlos Bitelha Pereira com Justina Leopoldina
de S ma-
jlo Baptista de Olivara com Maria Francisca
da Annunciac).
lll Aa>nElf jctuar-se-hio :
Loje :
Peto agente Pinto, s 10 1/2 horas, ru de
A"0!tiubo B.zerra n. 4, de movis e mais ob-
jectos.
Amanh :
Pelo oyente Martina, s 11 horas, na ra da
Marquaz do Herval n. 73, da taberna ahi sita.
Peto agente Burlamaqui, s 11 hars, na roa
da Imperador n. 22, de predios.
Misas fnebre.-Serito celebradas:
Hoje :
A'a 7 horas, na matriz da Boa-Vista, por alma
de Manoel Tavarea de Aquino ; s 8 h ras, na
mesma matriz, par alma do teoente-coronel Aua-
triclmio de Castro S Barreto; s 8 horas, na
igteja do Girino, por alma do Dr. Gaspar de
Orummond.
Amaub :
A'a 7 hor s, na igrej do Espirito 8anto, pir
alma de Fernando Thiinaz da Silva ; s 8 horas,
na matriz de Santo Antiuii, p >r alma de D. Au-
na da Conceicio Bastos de Carvalho ; s 5 horas,
na igro,a do Pilar, p la alma de Rogerio Ale
xandrn da Fonseca Marques.
Pavaaselroa -'Jhegad-.a da Europa no va-
por ingles lagos :
A. Jos d k Costa, Maroelibo da Costa Diniz,
Jos Cabral, Maria Teixrira, Jos Teixeira.
Francisco Nones, Jos Rodrigues, Henry II.m-
pshire' Narciso Nogaeira, Jos Moreira da Costa,
Jos de Arauja, Ventara Quimares, Joo Na-
gueira, Januario Andrade, Jos de Qliveira, Do-
mingos Noguera, A. Ridriguea Pinto, JoSo Luis
da Costa, r'troaulo Cela, Wm. Cairena, Manoel
Kortella, Franck Martin, W. William, Richd
Webster.
Sabidos paraosul no mesma vapgr.:
Jos Dominguea Maia, Francisco 0;as Fer-
naodes, Miguel Soares, Manaal Tavano uoite,
Viesnc.a Cupertina da Silva, Niedlee, 2 libas e
e 1 criado,
Sahidas para o Para no vapor americano
Fi nance :
Eduardo Herdaan, Antonio Rogelio ouveia
Frekd.
Chegado da Europa no vapor francs Ville
de ear :
Kiug Greorg s.
Liiierlo da pros-lacla No dia,
do esrrente, s 4 horas da tarde, se extrahir a
4* parte daa loteras, em beneficio da matriz
da Itasab, e, no consistorio da igreja de Nossa
Senbora da Conccicao dos Militares.
tana roa Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Fiuza & G.
Lotera da provinciaA parte das
lateras em beneficio da matriz da villa de Itam-
b ser extrahida no dia .. do corrate, s 4 ho -
ras da tarde.
Os bilhetes garantidos acham-se venda na
Casa Felis na pr.oa da Indepeadeucia ns'. 37
e 39.
Tambem acbam ee venda na Casa da Fortuna
roa Primeiro de Mareo n. 23 de Martis F.u-
za& C.
Lotera da Parayba Esta loteria cujo
premio graude de 20.0 X)000 ser extrahida no
dia 26 do correntu ''a 3 horas da tarde.
Os bilhetes acham-se venda na Casa do Ouro
i ra do Baro da Victoria u- 40 de Joo Joa-
qnim da Costa Leite.
Lotera do Espirito Santo-Eita lote-
ra cujo pre.oio grande 60:000OJO, ser extra-
hida n> dia 28 do correte.
Os bilhetes acham-se venda na Roda da For-
tunb ra Larga do Rosario n. 36.
Tombem acbanse venda na Casa Felis na
praca da Independeneia ns. 37 e 3).
Lotera da provincia do Paran
A 13* loteria desta provincia,pelo novo plana, cu
jo premio grande de 15:000^000, se extrahir
no dia 24 de Maio.
B:lhtes a vonda na Casa da Fortuna, ra
Primeiro de Marco n. 23, de Martns Finia & C.
Lolerla de AlagoattA 16a parte desta
loteria, pelo novo plano, cuja premie grande
de 15:00010 )0, fiera extrahida do dia 25 do cor-
rente.
Os bilhetes acham-se venda na Casa Feliz
praca da Independeucia ns. 37 e 39.
Tambem acham-se venda na Casa da Fortu
na ra Primeiro de Marca nd 23, de Martin
fiuza 4 C., e na Esmeralda, ra Larga do Rasa
rio n. 24.
Casia de DetencftoMovimento dos pre
sos da Casa de Detenco do Recife no dia 22 do
corrente :
Eiistiam 343; entrararo 5; sahio 1 ; existem
317.
A saber :
Nacionae3 312 raulberes 7 ; estrar.geiros 12;
escravos sentenciados 3 ; dem proco isados i ;
idem de correceo 11.Total 347.
Arracoados 314
Baa 236 ; doenfes 18.Total 314
Movimento da enfermara.
Na houve alteraco.
Cemiterlo PublicoObituario do dia 21
e Maio :
Joaquim Pernimbao, 11 raezes, S. Jos ; en-
tero colite.
Mara, Pern.vnbuco, 3 meses, Bia-Vista ; gas-
tro entente.
Dimiana Mara da C'aceic), Pernambuco, 70
annos, solteira, Boa-Vista; riieum.iti.ini.
Miguel, Pernambuco, 8.meze3, boa-Vista ; con-
vuloes.
Antonio de Soaza, Pernambuco, 70 annos, sol-
teiro, Boa-Vista ; diarrha.
Alcides Falcao, Pernambuco, 29 annos, salteiro,
Santo Antonio ; asyatolia.
Joo Jos Nepomuceno, Pernambuco, 40 annas,
caaado, Gra^a; tubercaloae.
Manoel de Fre tas Liga, Pernambuco, 32 anuos,
casado, Varzea ; enterite aguda.
Apua Joaquina da Conceico, Pernambuco, 30
aunoa, solteira, S. Jos ; aneurisma.
22
COMUNICADOS
Una explicaban oeeessafa
Nao posso deixar passar sem recticago o que
a meu respeito se disse sob este titulo no Jemal
do Recife de hontem.
Nao assegurci tor o Sr. Almeida solicitado o
accordo, que poz termo questao, que tinlia
comtnigo no fOro desla cidade.
0 que aflirmci c continuo a tffirmar que esse
aecrdo nao foi por mitn solicitado e que s re-
alisou-se em altenco a intervengo ao amigo
commum. a que referi se a puWicacfio do Jor-
nal.
Nunca recorr a pessoa alguma para aicaugar
o quer que fosse do Sr. Almeida.
Orna nica vez me entend com o amigo com- aDn3' a eo-nphu sOo tenha quen lo ven
tenha paseado para o auno sjub3qu;nte ; e
portaoto esses sillos pouco infltern par
maia oa p?,ra menos oa importan :a do ira-
posto que devia ser arraeadado : tanto as
sim que j nos anno3 procedentes a sub
vencao indirecta moDtara em 35:000^000,
equivalentes a 350 mil sacaos, quanio a fa-
brica n3o produzia tanto panno.
Se se confrontar a importancia da is-n-
co do imposto eom a produ ?co desta fa
brica, veremos que se npre a exportacao
da mesma foi maior do qus a produocao.
Faoto extraordinario que nao deve passar
desapercebido, e que cumpre a que a Com-
petir averiguar, nao s para qm os cofres
provinclaes sejam indemnisados, como para
que a prorogagao do Ilegal privilegio soja
competente e ostensivamente oassada. Di
zemos ostensivamente porq'to le fact > nlo
existe nem podia existir tal privilegio,
como em sabsequentus artigas havenos de
provar com os respectivos fact03 e leis do
paiz.
2. Nao tila publico e notorio que todo
o panno d'esta tabri a tenlia silo vendida
aos armiizenarios do assa :ar, como diz a
directora. Ao contrario sabmo3 qu1* uoui
tos logist-is e consignatarios ae assucar
tambem o compravam em quinto a quali
dade e pregos regalavam com os das pro-
vincias visinhas. Palos livros da compa-
nhia se poder verificir quaes sejam, d'elles
se inquirir o que fSr a be-a da verdaAe.
E' passivel, por d, que n'estes ultinM
A pnS>Lico
A proposito deum artigo publicado ufc
esta epigrapbe no aia.i\ero de ante-hontem
deste jornal, plo Sr. major Estevao Jas
B'erraz, manifestando sua satsfaySo por
achar-se restabeln-jido da grave molestia
que o accommetteu ltimamente, eumpro
um devor de l-al iad<3 ducl^rando que na
posso naturalm nte aceitar decora grado
en :0!DJ3 a minha pessoa, quando sao estes
feitos de cnvolta com censuras a um col-
lega.
Recife, 23 de Maio do 1887.
Dr Joo Paulo.
Alerta
Nao 3e cntendo com o agente de leilo^e
Joaqui n Maximiano Pestaa alerta do
Jornal do Recife.
E v de retro.
Recife, 23 de Maio de 1887.
Joaquim Maximiano Pestaa.
mura e para o fin nico de declarar le que se
liana equivocado, pensando que cu acceitava a
a proposta (le aecrdo. que por parte do Sr. Al-
meida se acliou autorisado a fazer-me!
Nem antes, nem depois desta occasilo fallei-
llie sobre publicaco de follielos-
Algucm, que me vota estrella amizade, sabou-
do algures uessa projeclada publicago c eu-
tendendo prestar-me ura servigo, procurou spon-
te sua o amigo commum e fallou-lhe a este res-
peito, do que s tive conliecimento posterior-
mente.
O Sr.j Dr. Co-reia de Araujo. meu advogado,
nao recebeu pedido nem recomniendacSo minha
para accordar-se co:n o Sr. Almeida, nem autos
nem depois de iniciada a aeco, nem antes nem
depois de julgada esta.
Se depois de interposla a appellarfto e quando
j se acnava prompto o traslado dos aulos. o meu
advogado procurou o Sr. Almeida para effectuar
o accordo, fel-o por pediuo do amigo commum
e por consideraco a este-
N io pretendo voltar a imprensa sobre este as-
sumpto, nem acceito outra contestacao ao que
deixo aflirmado que nao seja a que porventura
faca o amigo commum.
Recife, 23 de Maio de 1887.
Barros Guhmres
der o pinao senao aos accionistas amigos,
armazenarios exportadores, para approvci
tarem o isencao do imposto do 100 rs. por
saeeo, ou 53 por metro, eq'ivalent*
20 %, sobra o custo na fabrica I
Imposto enormj, quj niio obstantj vae
passaod'i desapsfoebid >; e o com>aeroio e
a agricultura upportanlo ? a gomar, des-
cralo da jas tica e z'lo da nossos repre-
sentantes, in diados orno estavam a favor
dos aocimistas d'esta fabril, qu^ pira us
illulir alega vara prooincialismo o do
prejuiz), quando 03 balincis da eonpi-
panbia mostrara lu tos avultados; emo-
la
berios om alguns anuos, para cortos ou de-
terminados t s ; mas apparec3ndo era oa-
tros. Prepara(es ac.ipresii%ei.s apsnas
t u, j- i 1 .le orjiuarj estao em v >ri por alzum tempo. no-
Sabemos que a directora da Assoca- roi a m% p.0|.,ogaco geraCnte de ^wa %-
\o (lisiiiK to corpo eomasereial
A commissilo do M>nte Pi dos Voiun
tarios da Patria enearregada dos fest jj3
pelo 21 anniversario da bit.lha Je Tuyu-
ty, contando com o patriotismo do distine-
to corpo coramercial deeta cidade por tin-
tas e innmeras vezes revelado durante a
guerra com o Paraguay, anima-se 1 pedir
lhe queira fechar seus estabeleaimentos no
dia 24 do corrente, das 4 horas da t'de
em dianto, hora era quo comee*m 03 feste-
is con 3 tras laJacao 'das banleiras, do
Instituto Ar.hsolgi;o para o Santa Isa-
bal. P
Contando cora a aquiescencia ao seu
pe i to, des lo j a coramissao apresenta ao
tistin:to corpo coramercial os seus agrade-
cimeatos.
Roife, 22 de Maio de 1887-
Geroacio dos Santos Teixeira.
vatonio Joaquim Mtehado.
J5o Paulo da Rosa Oesse.
Antonio Arthur Mireira de Mandonga.
Silveiio F. de Araujo Jorge Flho.
H.-nriqu: Cdcilio Barreto de Almeida.

. .-.
Guilhermina dos Pasaos Figueiri, Pc-rnambu-
co, 68 anms, viuva, S. Jos; bepatite.
Cyrillo Joaquim Alves, Pernambuco, 40 anu)8,
viuvo, Boa-Vista; tubrculos pulmonares,
Jos Caadido, Afica, 70 annos, solitiro, Boa
Vista; entente.
Carlota Maria da Conceico, Pernambuco, 40
anuos, aoltfira, Boa-Viata; diarrha.
Mara do liosario, Pernambuco, 50 annos, sol-
teira, Boa-Vista ; diarrha.
Luis Pellerim, Franca, 40 anuos, ignora-se o
estado, Recite ; coogesto cerebral.
Anatilde, Pernaabuco, 1 anno, -Boa-Vista ;
atbnpsia.
Alderico, Pernambuco, 5 dias, Bot-Vista; gas-
PUBLKMOES A PEiDO
O privilegio em beacflcio di f i
brlca da Slasdaleaa
N> obstante faltar nos a diraetoria des
ta fabri.a com a confirmric.ilo da offert;;
feita pelo denodado accionista, que e n sua
defza niauiou lici, iremos proseguido
at que n cornmissao de syadicantia, que
lombramos e Li aceita, ssja nomeada, o
Tuesouro Provinci.il inlemnisado das de-
fraudacS 3 dos dirritos os contrabandistas
i punidos, a prorogaco do privilegio revoga
da, e, fin .lraenti', a morolidade publica
desagravada, e a industria honesta rehabi
litada.
Neste intuito j algaraa cousa consegu
mos. Nao se exporta "ma3 algoJao babia-
no como sendo de Pernambuco I E o que
mais admiravel : Esto suspensas as
vendas do panno da Magdalena, apeztr do
deposito existente no armazem do Bora Ji
sus.
Por que ?
Ignoramos : mas conjecturaraos qui seja
tro enterite. por se baver j neste anno exportado maior
Gruilhermino, escravo, Pernambuco, 25 annos, i quantidade de panno to que a produzida
solteiro, S. Jos; tubrculos pulmonares. u fabrica 83ndo ora do te(ner a]
Ignacio Lins de Mello, Pernambuco. oo annos, .. j-
viuvo, Santo Antonio; cacbexia senil. fiscaiisayao e syndioan^ia, cuidara no
Mana, Pernambuco, 70 dias, Santo Antonio ; equilibrio, psra evitar multas, descrdito e
gastro entente. revogac2o.
Amaro, Pernambuco, 2 meses, Boa-Vista ; ( Entretanto 03 directores, estrangeiros ti-
8PUmfeto do sexo feminino, Pernambuco, Boa I moratos v2o se retiran Jo para fra da pro.-
Vsts. vincia e do Imperio, (que coincidencia I I)
Delfia Maria Braga, Pernambueo, 63 annos, 0 os supplente3 seguiodo o mesmo cami-
vuvar Boa-Vista; cacbexia palustre
Ananias, Peruambuco, 6 meses, Boa-Vista ;
g istr euteri.e.
Maria, Pernambuco, 2 meses, Graca ; spasmo.
Mara, Pemambueo, Santo Antonio ; ao nas-
cer.
Bonifacio, Pernambueo, 7 dias, S. Jos ; spaeino.
INDICARES TE1S
Medico*
O Dr. Lobo Moscoso, de volta de Ba
viagem ao Rio de Janeiro, conntia ne
oxercicio de sua profssao. Consltuas das
10 s 12 boras da manhi. Especialdades
eperayoes, parto e molestias de s-o horas e
meninos. Ra da Gloria n. 39.
Dr. Barreto Sampaio d consultas de
meio-dia s 3 horas no 1. andar' da caea
a Eira I Barao da Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra Sete de Setembro n. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
O Dr. Castro Jetus tem o seu consul-
torio medico, ra do Bom-Jesus n. 23,
sobrado.
Dr. Oama Lobo modioo operador e par
toiro, residencia raa do S. Borj* n. 26.
Consultorio : raa Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das II horas da man ha s 2 da
tarde. Especialidad* : molestias e ppera-
yfes dos orgios genito-urinarios do hornea
e da mulher-
Dr. Joaquim Loureiro raedieo e partero
Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1.-
and-ir, de 12 s 2 da Urde ; residencia no
Monteiro.
Dr. Manoel Argollo. R-sidencia e con-
sultorio ra Duque de Caxias n. 86, 1 *
andar. Consultas das 11 horas s 2 da
tarde nos dias uteis. Telephone n. 283.
Dn Seve, medico, parteiro e operador,
ra Princeza Isabl a. 7.
(nnultario HomoBopsUico
O Dr. Miguel Themudo, medieo bo-
mceopatico, tem o seu consultorio raa do
Bario da Victoria n. 1, \ 1 andar, onde
d consultas diariamente das 12 s 3 ho
ras. Cnaraados por escripto a qualquer
hora do dia ou ua noite.
sr. Barra* (ialmarnes
Pode ser procurado no esoriptoro deste
Diario das 11 boras da man ha s 5 da
tarde, todot os dia.
Prnmalor publico
O 1. promotor publico, Dr Freitas
Henriques, mudou-se da ra da Aurora
para a da Unilo n. 5
O Dr. Milet mndoa sea esoriptorio de
nho ou esq;iiv~ndo-se deixanioa directo-
ra incompleta, e a bomb as raaos....
digamos antes, nos ps do director naci
nal permanente : no que echamos que tem
razao, 03 supplentes, segundo o rifo :
que:n as armeu, as desar.i;e.
O que nio acharaos razoavel segundo
ouviraos, andar ura uffial da justica de
Herodes para Pilatos e deste para Caifaz,
em pro ura de directores supplentes, ro-
querimento de ura credor, sam poder en-
contral-os,
Dissemos aciraa estrangeiros, nao por
antipatiza, porque temos tanto de cosmo-
polita como de patriota ; mas para mos-
trar que esta eompanhia tida e to prote
gida como nacional, est longo de o ser ;
porquanto conp3e-8e de mais de dous ter
eos de accionistas estrangeiros, cono sao
tambem dous tercos de seus directores.
Dito isto, como entre parenthesis, va-
mos analysar, como proraettemos, as ex-
pIsuTfjB 1 dadas pela .tireotoria ou por um
director, o pare a competente ordem, divi-
diremos nos cinco pontos seguintes :
t 1.' Que tomamos isoiadam- nte a fabri-
cacao do a. p. sem inquirir o deposito
que tinha a fabrica no anno anterior:
H*88m como o que existia era po 1er do3 ar-
mazenarios do assue r.
2 Que publico e notorio ser lodo o
panno vendido aos sobrdaos arraazeua
rios.
c 'd.'J Que pelos livros da comparaba a se-
r fcil no fisco ou qualquer corarais-
roissao fiscal, verificar o contrabando de-
nunciado, para ser regularmente cebrada
sua importancia. .
t 4 Que o panno da fabrica bem co-
nhecido, e assim de fcil verificasao aos
que sao incumbidos da arrocadacao do im-
posto provincial.
5." Que tratemos antes de verificar se
favores idnticos sao ou foram dispensados
esta industria em ontras provincias.
Assin coordenadas as explich^fes da-
das pela directora da fabrica, vamos con
testal-as, esperando fcilmente pulven-
sal as ; at mesmo porque alguraas sao con
traproduentes.
1." Nao tomamos slidamente a fabri
cacao do a. p. ; rerino-nps denuncia
dada por X fundada provavelmente em
dados estatistieoe forneeiios pelo Consu-
lado oa Tftesouro Provincial.
h.' b m possivel que na exportacao do
nltimo anno e&tja incluido e Bailo em de-
posito do a-no anterior ; mat tambem
que
cao Coramercial Bmeficente, reciamou era
tempo contra a cre.icio 3 eonsorvaeao deste
imposto, como injusto e prcjulieial in-
dustria fabril e agrcola; m 13 nao f>i at
tendida, pola iuflueneia e raan?jos da di-
rectora o accionistas da corapanhii que
para mclhor seguranca fizeram se depois
elegir tambera directores da refer ia Asso-
ciajao, que por esto meio deixtndo de
renovar suas reoiaraaco se, cahio a quosto
no abysrao do esqueeiraento, d'oode pre-
tender >s tiral-a.
Aceeitunos, porra, a confissao da di-
lectora para provar; nao s que os precos
exiguos nos dopositos d'esta fabrica, in-
cluindo os 20 /0 do rapo to, sao tao ex-
cessivos, relativamente infer >r qualidade
do panno, que nao oncoDtra comprador;s
para c insumo da proviucii ; como que
ao mesmo tirapo muito procurado para i\
exportacao I Provavelnente por que de
mistura ora o das provincias Visinhas vao
os compradores e exportidires obtendo
isoncS) do impost: para dupla quantidade ;
assira passando matado por contrabando !
3. Assim como na 2.a parte aeoeitaraos
a confissao da directora ; ?ssira concorla
mos, no exarae dos livros da compaohia,
eomo um dos meios de verificar se houve
ou nao contrabando : comtanto quo o exa
me principie Da data da coneessao: para
que 83 nao pretexte como j disserara,
quo a exportacao tara sido maior do quo a
prodcelo, por causa do saldo que passou
do uliim precedente anno.
4.a O panno d'esta fabrica, na verla
de bem conhecid.i quando ainda era peis;
ao menos pela estampa : mas nao assim
quando em saccoa cheios de assucar;
porque a estampa desappareco, c o panno
toma mais corpo com e buraidade. Nem
esta precisa, pirque algurnas fabricas
visinhas tambera sabera confeccionar pan-
no inteirarnente igual ao da Magdalena
5. A direc'oria allegando que idnticos
favores sao ou foram dispensados a esta
industria era outras provincias, cumpre
provar sua asseveraco. O emprego da
palavra foram indicio de que aa algaraa
cousa se fez n'este sentido, foi opportuna-
mente abolido ; assim como der; ser em
nossa provincia, quindo nossos legislado-
res tomaren conhecimento da inconvenien-
cia do imposto e abusos coramettidos.
Podemos, porra, asseverar, publico e
notorio, que maior parte das eraprezas
privilegiadas ou subvencionadas, nenhura
progresso tem feito no Brasil; principal-
mente porque n'ellas impera a iacuria de
par com o esbaojamento, sendo a impor-
tancia da subveocao bastante para pingues
dividendos aos accionistas; como por ex'-ra-
pio n't-sta fabrica da Magdalena, qae per-
cebendo no a. p. 37:500 cSo indirecta, fez com esta um dividendo
de 30 cintos aos accionistas e guardou o
restante para fundo de reserva, deixaudo
os lucros regulares, 53 con tos, pira des
pezas, e futuros dividendos.
Em nosso subsequente artigo mostrare
mos o pr igresso que a industria textil t"tn
feita as provincias do Imperio em que nao
ha fabrica privilegiada, desde 1874, quan-
do a da Magdalena foi. inaugurada; ao
passo que esta se nao vae em decadencia,
nada tem p ogredido.
Depois trataremos da legalidade e con-
veniencia dos direitos differenciaes de urna
para outra provincia.
E temos ainda mnito quo dizr e reve-
lar s^m pressa alguraa ; porque achando-
se encerrada a sessSo de nossa digna As-
sembla Proviucial, a nefanda prorogacao
de privilegio, e os direitos differenejaes,
nao podem por eraqu^nt ser ostensiva-
mente revogadas: salvo se nossos toaras
escriptos chegassem aos poderes geraes, e
esti-s se dignassem providenciar
Recife, 22 de Mai* de 1^87.
T.
A familia de Alci les Palean, agradece aos ami-
gos as inequvocas proras de affdico recebids
por jecasio do fallecimiento Oeste.
Apresenta tambero eus protestos de recoaheci-
mento nao s a mprensa diaria dasta capital, qae
he dirigi psdavras de conforto, como ao Illm.
t. Dr. Mello Gome, pela solieitade, esforcos e
dedie>icao que exerceu junto ao leto do enfermo.
R cfe, 23 de Maio-de 1887.
ra, e em oreve passa; emqui'ito qus um grande
antidoto por excclleucia i-m 1 o Pei'oral de Ana
cahuita, a um constante c perpetuo beneficio pu-
blico, uai ve.dadeiro-ibeouro inesgotarel. Pie-
-: asseverar como um axiona incontestavel, que
qualquer elasse de tisse, eonstipicao oo citarrbo,
as alliva e'c-ira msdiaati o s;u uso dentro di es-
pac 1 de poneos dias e s vezes deotro em pou.-as
horas. Oj bronebitei declarados iucurave:s pelos
m d co', se aliiviam e as v >sea so caram em urna
semana, eom esta preciosa e exceilente preparado
veg.-tal, a melbjr e a mais ezeetlente de todas
quantas andain en voa.
R-ibuste 11 vi'orisa os orgaos la r- spiracao, fas
eioellir todas as morosidades o a pblegma: cura
a a-th na cbronlca; n'uina p .lavra nao b\ a:m
existo um s caso de dosarranjj ou molestia dos
orgaos ou da g ir anta, qu-i 11S0 sejam curadis lo-
gi prinieira ion e gerahn ^nte fieam purminen-
tcmente curados.
Como OABAsriA cintra as f ilsificaco :a, obsrve-
se bem que os no.nes de Lanman Se. Kemp venharc
estampados e.n 1 .tiras transparentes no papel do
uvriiibj que serve de envoltorio a cida garrafa.
Euc ntra se venia em todas as pharmacias e
drogaras.
Agentes em P-rnambuco. Henry Forster 4t C
ra uo Oommeicij n 8.
Dscomenlo importante (5)
);a a da vai alime 1I.11111 o consumo do Pe'-
toral de Cambar, o remedio 3oberani pra as mo-
lestias do poto e que tao brilhantes prov-is j-i tem
dad 1 da sua grande elficacia.
u ornalismo de quasi todo o Imperio nao tem
deixado de elogiar este exceilente preparado ; a
scieucia consagrou-o eloqu-'utemente, por mcio de
attestados valilos, firmados pir llastres apost-
los da medicina; o povo, e39a grande torca que
representa a voz de Deus, -tem prestado as maie
eloqueutea provas de recoiiheeimento pelos benefi-
cios prestados humaniiade pelo Peitoral de
Cambar.
E assim devia ser; porque nada mais digno dos
elogios da imprensa, da cousagraco da scieucia e
da gratidao popular, do que aqullo que se destina
cura das enfrmiiades que maisaffl'gem e maior
mal causam humandade.
Acabamos de lr nos tres mais importantes e
conceituados jornaes da corte, o Jornal do Com-
mereio, Pai* e Gazeta de Noticias, urna eloquente
prova do que levamos dito, prova que vem juntar-
se s muitas que j teem sido publicadas.
O Exm. Sr. Baro de Aveliar Retend, impor
tante tazendeiro, proprietario da fazenda de Mat-
to-Dentro, na estrada de ferro Leopoldina (esta-
fa) de Santa Isabel), que liga o-Kio de Janeiro
provincia de Minas Geraes, dirigi se, pela im-
prnnsa, ao descobridor e preparador do Peitoral
de Cambar, nos termos mais lisongeiros, que con-
stitue um valioso e importante docunentc, cuja
leitura reeommendamoa a todos quanto se interes-
asen pelo bem estar da humandade.
Eis o documento :
o Illm. Sr. Jos Alvares de Soaza Soares.
Atacado de ama forte roaquido, e sem ter tido
a livio algum com o uso de muitos medicamen-
tos receitados, experimentei o seu xarope, Pfi-
toral de Cambara1, e em poneos dias a molestia
cedeu completamente.
Depois d'es'.e facto tenho aconselhado a di-
versas pessoas o seu remedio, e todas teem lo-
grado os melhores resultados. Qaeira, pois, re-
ceber miuhas sinceras felicitncoes.
i Barao de Aveliar Betende.
Fazenda do Matto Dentro, estacao de Santa Isa-
be', estrad 1 de ferro Leopoldina, 18 de Janeiro
. de 1887. *
O referido preparado vende-se na agencia
cargo dos Srs. Francisco Mnnoel das Sil-
va A Ct rua Mrquez de Olinda n. 23.
Fraseo 32500, meia duzia i3 e duza 244-
A agencia enva a quem pedir, condicoes im
pressis para as vendas por atacado.
Vl>VO.\\>0
DR. CLODOALDO LOPES
BA ESTREITA DO ROSARIO S. 4
Advocad
(Foro civil c eeciesiastleo
Bacharel Antonio d 1 Lellis e Sonza
Pont(S.
Ruado Imperador n. 37 /. andar.
Dr. Ferr-ii'i da Silva, consultas
das 9 ao mcio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 rua Larga do
Rosario.

Extcrnat
19
Franeais Anglals
19 Rua do Hospicio
L'enseigneraent compren 1 :
Le portugis, la lecture, la calligraphie,
rarthmetique, 1'histoire Sainte, la geogra-
phie, 1'histoire, tous les travaux d'aiguille.
le franjis et 'anglas theorique et prati-
qaa. .
Lecons particnlires de francais et d'an-
glais. On recoit des ]j2 pensionnaires.


JSX


_______
i
j^B
Diario de PernambacoTcrya-lcira 24 de Maio de SS7

rv

Ra do Bario da Victoria n.
11, 9 andar
A proprietaria desteestabelecmentoj bastan
te coohec.do pelos tr.balhos all exeeatodos com
mestria e bom gosto, como tambem pela lhanesa e
cavalheirismo que coatoma-se dispensar aquellos
que dignam-se de honral-o com a sua visita e
eoafianca, previne ao publico que, cono a acquisi-
Cao qufesde machinas asmis aperfeicoadas,
est oa'ino estabelccimento em condicoes de
tirar retratos inaUeraveis por procos inferiores
aos dos que teem ltimamente vmdos dos Esta-
dos-Unidos, e assim que um retrato de meio ta-
manho natural tira-se pelo custo da 15*000.
O atolier, modificado e reformado como acaba
de ser, tornou-se o mais perfeito posaivel para dis-
tribuic&O de lux, de modo que pie-se trabalhar
sempre, com bom ou mo tempo, de 9 horas da
manha s 6 da Urdo.
Aesaaa circum Uncas aecresce ser o pessoal
technico habilitadsimo e de!le fazer parto o pho-
tographo heepanhol D. Joaquina Canelas de Cas-
tro que trabalhou nos melhores estabeteciraentos,
desse genero, em difidentes paisas da Europa, o
a respeito de quem j os diversos joroaes desta
provincia trataram. .
Do que fio dito v-se que est o referido esta-
belecimento em condicoes de executar com pericia
quaesquer trabalhos de photographa.
Alli encontrar-se-ha sempre expostas i venda
grande numero de vistas d galguas edificios
pblicos, pracas, raas desta cidado e seus arra-
bal des.
Fabrica Amor
Lorega & C, successores do JoSo Gon-
galves o Hespanbol, estabelecido com fa
brica do cigarros ra Lirga do RoZario
a. 8, chamara a attengSo do respeitavl
publico o especialmente dos seas fregaezes
para as soguintes marcas do cigarras de
sua fabrica : Paulo e Virginia, Amor, D.
Emilio Castellar, Especiaos, Vamorados ti-
nos, ditos grossos, Goyaz desdados, Tres
Coras, ditos desdados barrigudos, Linho
e Goyaz aromticos.
Os cigarros cujas marcas acabamos do ci-
tar sao fabricados com os melhores furaos
Goyaz e Rio Novo o por iaso, como tam-
bera pelo esmer.) e cuidado da manipula-
dos torpam-so sem competencia nesta pro-
vincia.
O crdito que pela excellencia dos seus
productos ha sempre a Fabrica Anin
a"ti'a do Hespanbol, gozado entre os Srs.
conaumidores de tabacos a mais solida ga-
ranta da justa faiDa dos cigarros de nossa
fabrioa.
Esperamos, pois, dos Srs. consumidores
urna visita ao nosso citado estabeleci-
mento.
Recife, 10 de Maio de 1887.
Telephone n. 453
Leonor Porto
lina do Imperador ni.
Primeiro andar
Contina a executar os mais difficeia
figurinos recebidos de Londres, Paris,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicilode costura, em bre-
vidade, modicidad^ em precoz e fino
^osto.
idvogado
O bacharel Julio de Mello Filho tero o
seu e8criptorio de advocada ra Primei-
ro de Marco n. 4, Io annar, onde pode
ser encontrado drs 10 horas da manha s
3 da tarde


r. Mello Gomes
Parteiro -
Roa de Paulino Cmara (antiga da Camba do
Carmo) n 36, 1 andar.
Onde pode ser procurado a qualquer hora do
dia e da noite.
Especialidades; Febres, molestias das seuho
ras e d) pul mi. ayphilis e sjffrimentos da* ure-
thra.
Acode tambem a qualquer chamado para fra
da capital.
Dr. Joilo Paulo
SIEDICO
Especialista em partos, molestias de senhoras e
de criancas, com pratica as principaes entern-
dades e hospitacs de Paris e de Vieona d'Austria,
fas todas 'as operacoes obsttricas e cirurgicas
concernentes as suas especialidades.
Cousultorio e residencia na ra do Bario da
Victoria (antiga ra Nova) n. 18, 1 andar.
Consultas das 12 s 3 horas J tarde.
Telephone n. 467.
MEDICO HOMEOPATHA ) j
u l)r. Balthazar da Si i ve ira \\
i
ii
Especiali dadesfebres, molestias das
enancas, dos orgSos respiratorios e das
senhoras.
Presta-se a qualquer chumado para
fon da capital.
itin
Todos fs chamadas devem ser dirig*
dos pharmacia do Dr. Sabino, ra da
Baro da Victoria n. 43, onde se indicar
sua ri'8i lenca.
H
!.'
i
HedicOt parteiro e aperador
Ritidencia ra Bardo da Victoria n. 15, 1- andar
Consultorio ra Duque de Caxias n. 59.
D consultas das 11 horas da manha s 2 d?
tarde.
Attende para os chamados a qualquer hor-
telephone n. 449.
Dr. Gemir Lsie
Tero o seu escriptorio ra Duque de Caxias
o. 74, das 12 s 2 horas da tarde, o desta hora
em diante em sua residencia rus, da Santa
Cruz n. 1.
EspecialidadesMolestias de seiiboras e crian
cas.Tolephone i. 326.
Oculista
Medico
Dr. Silva Ferreira, da volta de sua viagem
Europa, com pratica uos hospitaes de Paris, Vi-
enna e Londres, onde dedicou-se a estuios do
partos, molestias de senhoras e da, pelle, ofterece
os seus fervicos mdicos ao respeitavcl publico
desta capital e ora d'ella, pul nli ser procurad >
no seu consultoriora'da C;'.dea n. 53, de 1 As
3 horas da tarde, ou em sua residencia tempora-
ria Ponte d'Ucha 55.
Advogado c professor de linguas
' O bacharel Eduardo Alfredo de Oliveira tem
aberto o seu escriptorio de advogado ra 1 de
Marca n. 4, onde tambem podo ser procurado pra
ieccionar o ingles, fr-mciz e alleinao, pratica e
theoricameute, uos collegios e casas de familia.
Tambem para a commedidade dos estuduntes
e empregados do commercio, resolvcu abrir um
curso nocturno das ditas linguas. A tratar no
escriptorio cima referido.
MIERCiQ

B sIma cot inercia l
COTACOK8 OPFICIAK8 DA JUSTA DOS C03-
BECTORES
Recife 23 de Maio de 1887
Nao houve cota cao.
O presiucute,
Antonio L.oaardo Rodrigues.
O secretario,
Eduardo Dubeux.
REVISTA COHJIEKCI.IL
Da weman Uc n, n'il de Malo de
*
Cambio sobre o Rio de Janeiro60 d/v com 2
".' de descont.
Cambio sebre a Babia N 'gociou se s^qne a
8 d/v ao par.
Cambio sobre Santos e 8. Paulo Negociou se
60 d/v com 2 / 90 d/v com 3 / de descont.
Crabio eobr o Rio OrauJe do SulNegociou
se a 90 d/v com 3 /0 90 d/v com 3 /0 de des-
i-ontc.
Cambio sjbre o Pr Negociou-se o squo u
15 d/t 1/3 /. 30 d/ 1 0/ 6'J a] 3 /o e 90 d/ 3
*/ de descont.
Cambio sobre LondresSe fez a 90 d/v 22 1/2
d/v e 22 sendo a ultima cot cao 22 1/2 d/ por l
do Banco.
Cambio sibr? Paris Sd f ;z a vista 42 i rs. o
iranco a ultima cotacao a 451 rs. o f. mo do
Banco.
Cambio sobre Himburgj Ndda cmistou ofi-
cialmente, a ultima cotacaa a 90 d/v 333 rs. o R.
II do Banco-
Cambio sobre Pjrtugal e Lisboa90 d/ 241 '.
de premio do Banco.
Cambio sobre PortoNada constou otiicialmen-
tu.
Cambio sobre Montevideo Nada caasU iffi
fulmente.
^Cambio sobr Buenos AyresNada consta offi -
t-ialmente.
Apolices da divida publica de [6 %, ditas prj-
vincial de 7 0, Compaobias Segur Iudemnisado-
ra, Phenix, Samuro Ai.lbrite, Pernambucana,
PiacSo e Tecidos, Btberibe, Sm.U Thiiexa, Oin
>la a Bi-:beribe, Banco de Crdito Real, L'ttras
tiypothec^riaa du B iuco de Crdito Real, descont
ctitras Nao co.iata alteracj da) antiriores
:>ces.
i*ero* nado uea
AgurdenteA' vendasforam de .r>0J a pi^a.
Alcool dem dem lir ICOi, a pifa.
Assucar ulrtr^m 61.410Venda, brinco de
-A700 a 2*500, sumen, de 1*400 a UftW, mat.
ido dr lilOO a liiOO, bruto d; 1*000, r.-taoi
s. frouxo.
AlgodoEntraran)12,031 sai-cas Ucm
otamos a 61800 c 15 kilos. *
Arroz em casca''o^::;. eein alterac-lo, fes-se
vendas a 3*8 Oo.retalh-j tic i a 4100 o sacco.
CafEtrar-m 2,038 sachas que s-: retnlha de ',
11 a 14*000 os 15'kilos com 10 /o. '
Dr. Barreto Sampaio, medico ocu-
lista, ex-chefe du clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de rneio dia s
3 hoi-is da tarde, no 1. andar da casa
n. 51 ra do BarSo da Victoria, ex-
cepto nos domingos e das santificados.
Rcaidencia ra Sote de Setombro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
)
i!
Clnica mcdlco-cfrurcra
DO
Dr, Alfredo Gaspar
SipajUliJiloPjrtJi, m iiestias dj a^uhjias e
enancas.
Residencia Ra da Impurutriz n.;4, segund-
andar.
Cnsul, o rio medico-
cirurgico
O Dr Castro Jess, contando mais de 12 anuor
ie escrupulosa observacao, reabre consjltorio nes
ta cidade, ra do Bom Jess (antiga da Cru:
n. 23, 1." andar.
lloras de consultas
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8.
as domis horas da n<)ite ser enc-intrado n<
itio travessa dos Remedios n. 7, prim 'iro por-
to esquerda, alm lo porcio do Dr. Cosme
concurso cuja inscripto ser encerrada s 2 horas
da tarde do dia 30 do correte, por ser domingo
o dia 29 em que deveria terminar o praso para a
referida inscripcao :
De ordem do Exm. Sr. conselheiro director inte-
rino, de conformidade com o aviso do Ministerio
do Imperio, n. 4655, de 29 de Outubro ultimo,
(absixo transcripto) faoo publir-o que ca marcado
o praso de 6 meses, contados da data deste, para
a inscripcao dos que pretenderem concorrer ao lu-
gar de lente substituto desta Faculdade, que se
acha vago por ter passado a cathedratico o Dr.
Jos Hygino Duarte Pereira.
Pelo que, todos os pretendentea ao dito lugar,
pdero a presentar se desde j nesta secretaria
pira assignar eeus uomes no livro competente, o
que Ibes permittido fazer por procurador, se cs-
tiveem a mais de 20 leguas desta cidade ou ti-
vereui justo impedimento.
Dcvem, outrosim, apresentar documentos que
mostrem sua qualidade de cidadjo brasileiro c que
eslo no goss de seas direi>os civis e polticos,
isto certido de baptismo, folba corrida no lugar
do seus domicilios e mais o diploma de doutor ou
bacharel por urna das faculdades de direito do im-
perio, ou publica forma justificando a impossibi-
lidade da apreaentaeo do original, e na mesma
oteasiaj pedero entregar quaesquer documentos
qae julgarem convenientes, ou como titulo de ha-
bilitaco como prevaa de servicos prestados ao
estado, .humanidade ou sieocia, dos quaes se
Ibes paS8ar recibo, tudo de conformidade com os
arts. 36 e 37 dodec. n. 1236, de 28 de Abril de
1854 e 111 e seguintes do do n. 1568, de 21 de
Fevereiro de 1855.
E para que chegue ao conhecimeoto de tolos
mandn o mesmo Exm. Sr. conselheiro director
interino affixar o presente que ser publicado as
folhas desta cidade enas da corte.
Secretaria da Faculdade de Direito do Recite,
29 do Novembro de 1886.O secretario, Jos Ho-
norio B. de Menezes.
2.* directora.Ministerio dos Negocios do Im-
perio.Rio de Janeiro, 29 de Outubro de 1886
Deca -o a V. S. em resposta ao seu cfficio de 5 do
corrente, que se deve proceder a concurso na con-
fjrmidade dos vigentes estatutos para o provi-
mento dos lugares de lentes subst tutos que se
acharem vagos ntssa Faculd*de~e dos que vicrem
a vagar.
Declaro, outrosim, a V. S. que deve considerar-
se valida a inscripto dos candidatos que se tc-
nhum inscriptos para o concurso que nao se reali
sar, annun liado por edita! de 18 de Maio do anno
passado, e queiram concorrer no que se vai abrir.
Deus guarde a V. i'.Bar a: de Mamor.Sr.
din ctor interino da Faculdade ce Direito do Re-
cite.
Conforme.O secretario, Jos Hjnorio 1!. uV I Buique
Menezes. iGaranhuns
Secretaria da Faculdade de Direito do Rcife, Buique
20 de Maio de 1887. iPanelias
ins rnecao publica, devero submetter se a exame
de habilitarlo para prova de capacidade profiasio-
nal, nos termas do presente regiment/
Art 2 A inscripcao para este exame, dentro
do praso annonciado por edita!, requerer-se-ha
ao inspector geral, instruida a peticao com es do-
cumentos comprobatorios dos requisitos legaes, a
saber:
8 lo Maioridade legal.
2o Moralidade, e
3 Ismcao de culpa
Art. 3" Os requesitos do artigo antecedente do-
vero ser provados :
O do Io por certidSo de baptismo.
O do 2* por attestado do parocho ou de quaes-
quer autoridades do lugar onde res'dir o concur-
rente.
O do 3* pela exhibilo de folha corr la.
Art. 4 Sao dispensados :
1 De exhibir certido de iladeoa candida-
t>s que forem ou houverem si''o fanecion irioa pu
bheos eos que upresentarem aigum t.tulo ou di-
ploma que no obteriam sem a maioridade legal.
2* De aprosentar folha corridaos que exhi-
birem attestados de procedimento civil e m iral,
paaaadoa pelas cmaras muuicipaes, autoridades
judiciarias e policaes das localidades em que ho.i-
verem residido nos dous ltimos anuos; os que
se achando no exercicio de empreo publico, exhi-
birem attestados do respectivo chefe ; e as edu-
candas do collegio de orphas o casa de expostos.
3a De exame de babilitaco os candidatos que
exhibirem :
I. Diploma conferido pela Escola Normal da
provincia ou de qualquer outro curso noru al pri-
mario do imperio.
II. Ttulos em g ros scientificos pelasfacu'.da-
des do imperio.
III. Diploma conferido pelo Qymnasio Pernam-
bucano ou.pelo imperial Culli'gij 1' !ro II.
Art. 5o O inspector geral, se o candidato satis-
fir.er as exigencias legaes, ordenar por despacho
a iuscripcao, a qual se cffectuar pela assignatura
do candidato em livro competente.
Art. 6* Findo o praso da inscripcao o inspector
geral reinetter a lista dos inscriptos ao director
da Encola Normal, afim de alli rcalisar-se o exame
de habilitaco.
Secretaria da Instruccao Publica de Pernain
buco, 1 de Maio de 1887.
O secretario,
Pergentino Saraiva de Araujj Galvo.
BELACO A QUE SB REFERE O EDITAL SLI'HA
Comarcas
DECLARARES
Miile'FurTO 3 Ritiera %
Bonito
Asssmbla geral extraordinaria
Nao tendo comparecido na prmeira besa na se-
gunda reuniSo, numero sufEcients de accionistas,
afin de deliberarem sobre o assumpto para qu:?
foram convocados, sao nevameute convidados .s
Srs. accionistas a comparecerem no dia 25 do cor-
rente, ao meo dia. no escriptorio desta Empresa,
Praca de Pedro II, n. 73 1 andar.
Em virtude do disposto no art. 65 e seus do
ecieto n 8821 de 30 de Dezembro de 1882, se
declara que a assembla geral funecicnar com
qualquer numero de accionistas qni Camparccer
rcunio.
Recife, 18 do Maio de 1887.
Ja) Silveira Carneiro da Cunha,
Secretario da Assembla Geral.
Cabrob
Brejo
Flores
O secretari >,
Jos Honorio b. di Menexes.
EDITAES
Faculdade de Direito
De ordem do Exm. Sr. conselheiro director inte
rio e de con torm: darle com o art. 119 do Regula-
ment complementar, se tepete o edita! relativo ao
Ceblas do Rio Grande do Sul Sem entrada.
Cera de CarnaubaContinuamos a cotar em lo-
tes de 3*800 a 6J os 15 k'l.s.
Couros salgados seceosFez-se vendas 3.0 rs.
o kilo.
Coaros verdesCotamos a 330 rs. o kilo.
Cerveja nacional Nao ha alterac>, os precos
pela embarricada sil, 6* a djzia de 1/2 e 51 a
de 1/1.
^Fannba de mandioca Este artigo continua
abaatecendo o mercado, cotamus 22O0 e 25'J0
o sacco.
Fumo As vendas constara que sao conforme
a lualidtde.
Goinina de mandioca Sem alterara >. Reta.
Iha-se a 220J e 2500 os 15 kilos.
Graixa do Rio Grande do Sul A 4J500 os 15
kilos.
Gordara dj Rio da PrataSem chegada.
^Genebra nacionalContinua a regular os pre-
cos de 38)t a 95O0 conforme a quslidade
MelCmtinua a cotacao U- 4 i pjr pip. ( mnulmente).
Milbj Continua o retalho de 60 a 70 rs. o
kilo.
Pelles cortil .3Coutinuam as cotafoes de 50i
8'l o cento.
dem em cabello Subi para 110.
Sal d i Asse Mosa.ir Tem sido regulares as
entradas, o retalho I o alqueire.
.Sebo cuadoCotamos a 55Q0 os 15 k;lo?.
Tapioca Sem chegada, o retalho de 3 a
310O lquido.
Velas stearinig do ioO retalho de 310 rs.
o muso (liquido).
dem idem da provinciaRetalbi-se a 280 rs.
o masso liquido.
Vinagre do RioO retalho de 8. i a 10 ) a
pipa.
Viobo do Riobranco O retalho de 110J a
lfO< a pipi.
Xir.jii.- > Rio Graude do Sul Deposito
5b,000 arrobas o retalho do 6/400 a 7*200 os
15 kilos.
Cnenlo e*trangeiru*
AlfazemaRet*lhi-ae de 8J a 8*500 os 15 kilos
com 10 '/o-
Arroz da IndiaRHalba-ae a 2*600 os 15 kiloa
com 10 /0.
AlpisteRetalha se de 4*800 a 5* os 15 kilos
Axeite de oliveira em barris O retalho Ja
3*400 o galio com 10 >/. ?
Dito de dita em latasO retalho de 15*000
p r lata.
Bacalho Deposito 15,000 barricas, que se
rc-Ulha do 19*000 a 19*500 cada urna.
B tuba de porcoO retalho c de 400 a 410 rs. a
libra com 10 '/,.
Batatas portngnezasO retalho de 5*.
Ditas IiiglensNao ha no mercada
Br u O retalho de 14* a 15* a barrica en-
forme a quadaae.
Carva> de p-dr.Sem a itera 9I0, o retalho de
11* a 16 conforme a qoaldade.
CanelluO retalho i di 1*500 o kilo.
Ceblas O retalho do 16* a 16*500 a caixa.
O vejas O ret ilbo de 6* a 10* conforme a
procedencia.
CementoCoutinuamos ( cotar de 5*5C0 a 8*
conforme os fabricantes e peso.
O cidadao Joaquim Antonio Correia de
Vasaoncellos, Io supplente do juiz mu-
nicipal do ter no de Altinho, por S. M.
Imperial a quem D Faz sabor a todos que interbssar possi,
que tendo sido installado hijo o foro civil
dcste termo, tica designado para (iia de
atinencias as segundas feiras, e caso es'.e
dia seja santificado ou feriado sel-o ha no
dia seguinte til; as audiencias Berilo
p-'V'i da Cmara Municipal desta villa.
K para que chegue no coohecimento
todos, ser este atizado nos lugares
costutne e publi.-a l > pela imprens*-
Villa do Altinho, 11 do Maio de 1336.
Eu Pedro Alves da Costa Cout'>, escriva,
e8crevi.
C. de Vaaconcdlot.
Alfandeg t de Pernainbaco
De ordem do Illm. Sr. Dr. las rector e em vir-
ude da portara da Thesouraria de Fazenda, oob
n. 37, desta data, se faz publico aos S s. nego-
ciantes que tm pilvora no paiol da Ioiberib ira,
que rata Alfandega reetberpropesta para o f r-
n cimento de 216 kilos e 360 gmmm'S de plvora
gro88a propria para canhiio, destinada ao serv9 >
da fortaleza do Brura.
Os Srs. psoponentos deverT apresentar suas
propostas assigaadas, fechadas e acompmhadas
das respectivas amostras, s 11 lioias da manha
do dia 23 do corrente.
3* seceo, 20 de Maio de 1887.
O chefe,
__________ Cicero B. de Mello.
ConcufMO para o proiImenlo deca-
rteiras de ensino primario
De crd- m do inspector geral da instruccao pu-
b'ico -e faz saber a quem convier que em virtud-1
de 'eterminaco do presidente da provincia de 6
de D ze nbro do anno pasaai ., e para execuca)
do disposto nos artigos 70 e seguiutes do regula-
ine'iio orginieo da instruccao publica, acha-se
posto em concurso o pro vi ment das cadeira
constantes da reUcao abaixo pub'icadt, e das que
vierem a vagar atea terminacho do coucurs).
Para isso acha-se a'.v rta nesta sccr>taria a
'nscripco des candidatos a esto pro"iirtcuto, com
o pravo de 40 das a contar do 1* do correte, ob-
servadas as atguintea disposices do regiment
dos concursos:
Art. 1 Os pretende.itep ao magisterio, que nu
liverem as sences do regtilamento orgniiico da
Cominhos'J retalho do 17* a 17*500 os 15
kilos.
Cravoda ludaO retalho de 2/800 o kilo.
Pr.iiuhade trigo Depo3to 9,000 barricas, que
se retalha de 17* a 17*500 a barrica pela ameri-
cana e 22* a 25* Triestre.
FeijoMircado supprilo contnu* o retalho
de 6* a 9* conforme a procedencia.
OnrralOja vasios\io ha alteraba), vende-se
de 450 ot 1* conforma a capacidade.
I) ices em caldaO retalho do 70 J a 750 rs. a
lata.
Farello do Ro da PraUO retalh) de 4* )00
a 4*200 o sacco.
D-to de Lisboa 0 retalbo de 4*530 a 4*8 0
0 sacco.
Genebra-0 etalho de 3*703 a 14* conforme
a qualidade.
Herv doce Retalha-se a 17*500 os 15 kilos-
K-roiene DeDosito 15,000 caixas que se reta-J
Iba de 3*20; a 3*300 liquido a lata.
I. uca iiijjl^za ordinariaSom ulteraco o retalho
ue 80* alOO* o gige.
Maasa de tomate Retalha-se de 750 a 800 rs.
a libra conforme a qualidade.
Vanteiga em barris Sem altera cao, o retalho
de 750 a 800 rs. conforme a qualidade.
Dita em latas Sem alterario, o ratalho de
1,5 00 a 1*350.
Massas italianas O retalbo continua de 5* a
70 0 a caixa conforme a qualidade.
Oleo de linbacaO retalho de 1*700 o galio
e.u barril.
Paseas comuiunsNio ha no mercado.
i'itas finasO retalho de 11* a caixa.
Papel de embrulhoP retalbo de 500 a------
1 aJ'W confirme a qualidade e procedencia
l'iraeuta da India O retalho de 1*450 a____
1*500 o kdo com 10 %
Plvora inglezaContinua o retalho de 20*
o barril.
QaeijjsO retalho de 2*500 a 2*70J fronxo
um.
SalSem entrada nem existencia.
Sardiohas'em altrnelo o retalho dc 3JJ 3
320 rs. o 1/4.
Toucicho de Lisboa O retalho de 9*000 os
15 kilos.
Dito americano O retalho da 10*0 0 os 15
kilos.
2Velas eteariaasdem de 300 a 900 rs. o
masso.
Vinagre de Lisboa dem de 163* a 175* a
pipa.
Vinho de Lisboa dem de 225* a 240* a pipa.
Dito francsdem a 25>* a di;a.
Dito Figueiradem de 210* a 260* a dita.
Xarque do Rio da Prata Anda sem existen
cia.
tfuvlmento bancario
RBCIFE, V3 DE MAIO DB 1887
Os bancos u:autiveram boje no bilc.Xo a tai i
do 2 1/8 d sobre LinJrca.
Vigoraram, portanto, ofBcia!meute a9 tab !::is
segaiu'.es :
Do Ixtndon Bank :
Sobre Loudres, 90 d/v 22 1/8 e vista 21 7/8.
obre Pars, 90 d/v 430 e vista 431.
Localidades
Masculino
Bethlm.
Couro d'Auta.
Cnrnshyba.
Pedra de Buique.
BrejSo de Santa Cruz.
Santo Antonio.
S. Benedicto.
Bom Conselho Campo Alegre.
Panellas Queimndas.
Cimbres Oiho d'Agua dos Bredos.
Onricury Serra Branca.
Cabrob Cabrob.
B.'zerros Mimoso.
Ouricuiy Santa Cruz de Sitios Novos.
Brejo S Vicente da S^rra do Vento.
I iem Rio Doce.
Petrolina Cachocira do Roberto.
Cimbres Nossa Scubora das Dore3 de Povao.
Tacarat Volta.
y minino
Buique Pedra do Buique.
Brejo Santa Ci'PZ.
Ingazeira Afogados de Iogazeira.
Panellas Agua Branca.
Oancury Serra Branca.
Garanhuns Brejo de Sauta Cruz.
Ingazeira Cha do Eatevo.
Cimbreo Alagoinhas.
Ouricury Ex.
Timbauba Pindoba.
Mixta
Caruar Lag--do.
Br--j.o Kiarh i Doce.
Bom Couselho Cavalhiiro.
B-iique Sant i Craz.
Tacarat Tacaic.
Cimbres Pao de Assucar.
Caruar Calcado.
Tacarat Jatob.
Secretaria da Ins-ruccao Publica de Pcrn-.m
buco, 1 de Maio de 1887.
O secretario,
Pergentino Saraiva do A'aajo Galvas.
t" *ecoSecretarla da presiden-
cia de Pernambueo em 91 de Malo
de 188*.
EDITAL
De ordem do Exm Sr. presidente da provincia
e em observancia do disposto no hrt. 167 do re-
gulamento annexo ao decreto n 9,40, de gS de
Abril de 1885, faco publico para os devidos tffei-
tos, quo ao* provimento dos officios de escrivito
privativo de orpbilos c ausentes e do crime, por
diatribuico do termo de Nazareth. concor-
reram no prazo legal os Srs Affonao de Hollanda
Albuquerque Maraubn, Dnmiao Lopes Pen-ira
'iuimarer, 'Francisco P-:dro Cavalcante Uubdt,
Manoe! Seve Filbo, Manoel Martiusda CunhaSea-
bra, Vctor Vieira de Mello, Iguacio Vera de
Mello, bacharel A'cxandre Correia de Castro, Al-
fonso Mariuho Cvaleaute, Jeronymo Olympio Ch-
valcanto do Altuqurrqu Fraucisco Pereira do
Ligue An'onioGracindode Gusmo Lobo E fra
do mesino praso o Sr. Antonio de Burgos Pnce
de Len.
O secretario,
Pedro Francisco Correia de Oliveira.
S )bre Uaraburgo, 90 d/v 533 e vista 538.
Sobre Portugal, 90 d/v 241 e viata 243
S (4 .bre New-York, vista 2*290.
Oo English Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 22 1/8 c a-vista 21 7/8.
Sobre Paris, 90 d/v 430 e vista 434.
Sobre Italia, vista 434.
Sobre Hamburgo, 90 d/v f 32 e vista 537.
Sobre New-York, vista 2*290
Sobre Lisboa e Porto, 90 d/v 244 e vista 243.
Sobre as principaes cidades de Portugal, vista
248.
Sobre Ilha dos Acores, vista 251.
Sobre liba da Madeira, vista 248.
tercade de aMncnr e nlKudo
RECIFE, 23 DE 1IAI0 DB 1887
Assucar
O precos, pagos aos agricultores, foram estes :
S.s baixo, por 15 kilos, de 2*0 1. regular, por 15 kilos, de 2*100 a 2*200.
3* boa, por 15 kilos, de 2*200, 2*300 e 2*400.
3." superior, por 15 kilos, de 2*500 a 2*600.
Branco turbina pulverisado, por 15 kilos, de 2*300
a 2*400.
Somenos, por 15 kilos, de 1*600 a 1*700.
Mascavado, por 15 kilos, a 1*200 a 1*300.
Bruto, por 15 kilos, de 1*100 a 1*200.
Retamos, por 15 kilos, de 840 a 1*000.
O mximo ou mnimo dos precos 82o obtidns
E-nfefOM o sortimento.
Algod&o
Contina a ser cotado a 6*800 por 15 kilos, o
de Pernambueo e boas procedencias, em trra
Entrada* de aooucar e alxodo
HEZ DB MAIO
C'OtSS .ucilila:.
dos trillis urbanos do lu,:
Caxang
Avise
Os sciihores lis-situantes desta c inpanuio sil)
rogados a tirar suas .asignaturas o mais cedo que
for possivel, visto que ser cobrad i a passagern
d'quelles que nao poaaam mostrar o bilbetc cjin
ptente.
A emisso dos bilhetes de assignaturas prin-
cipala nos trer ultmoc dias uteis de cada mez,
Sudando a 2* cUsse no primeiro dia til do mez
seguiute.
O escriptorio est fechado nos domingos e dias
santificados e na sabbidjs dep >ia de 2.30 da
tarde.
Rjga-ee tambem hcb senhores pasaageir's de
conservar at o fiji da viagem a pirte do bilhete
nao tirada pelo conductor, sendo es:e considerado
a nnica prova do pagamento di passagern.
Escriptorio d compauhia, 23 de Maio de 1837.
A. W. Stoneh-w r Bird.
gerente
B S of 126 Jansira
LiiM
C-pital do Bino 1.000,000
Capital realUadj X. 500,000
Fundo de reserva ii 00,000
A contar desta data o at ulterior reso-
lucjilo, oonceder-se-ha juros do dous por
corito ao anno, sobro os saltos d dinheiro
deposita lo cm canta corrente de oovimca-
tO do IQCSlllO Banco.
Peroamcaco, 23 de Maio de 1887.
{[enrij K, Gregory,
G-r^-nte.
Thesouraria de Fa-
zenda
De ordem d) Iilin. Sr. inspector se fas publico,
que pelo presente e lital, sao iutimados ocx-ol-
lec'or dan rendas -reraes do municipio do Bom
Coii8elho, Francisco Antonio lavues e sen fiador
Jote Fernn ios Tenorio de Luna, para que dentro
doprazi il; trinU das, a partir deata data, e
sob as peuas da lei. recolherem aos cofres desta
repaitic'o a quantia de 2:162 610, importancia
do aL'ance e respectivos juros da mora, verifi.-ado
us contis d*> gesta i do mesmo x-collictor, con
cernentes aos semeair- de Julho a Dezemb.-o d
188.0. c Janeiro a Junho de 1836, 1885-1886, e Julho a eiembro tambem de 1886,
exereieio de 18bi-187, e do Io de Janeiro a 18
de Fevereiro do corrente anno deste ultiujo exer-
cicio.
Thesouraria de Fazcnda de Pernambuio, 23 de
Maio de 1887. O secretario,
L. I'.nb. iro da Cmara.
0 London & Brasi-
iian Bank, Limited, re-
cebe dinheiro em conta
corrente com juros de
ao anuo.
Thesouro Provincial
De ordem do Illm. Sr inspector, faco publico
que oo dia 24 do corrente, pagam-se as classes de
ymnasio a Escola-Normal relativamente aos
vencimeatos de Marco prximo findo.
Pagadoria do Thesouro Provincial de Pernam-
bueo, em 23 de Maio de 1887.
O escrivSo,
_______________Silvino Antonio Rodrigues.
F
Da ordem do Illm. Sr. inspector faco publico,
que persmte a seseas da junta receb?m se propos-
tas no da 26 do corrente at as 11 horas da ma-
lina para o foruecim sarios ao al liOxarifado do presidio de Fernando
de Norouba.
A relacao de tacs artigos acha se nesti secre-
taria e ser fornecida aos propoDentes.
Thesouraria de Pernambueo. 21 de Maio de
1887.
O secretario,
Lviiz Emygdio P- da Cmara.
lompanhia do iieboribe
Couvida-se aos Srs. accionistas a virem receber
o 78 dividendo na proporcao de 5000 por accao
ou 10 por ceB*o coja pagamento se effectuat nVa-
te esciiprorio das 10 horas da manha a 1 hora da
tarde, diariamente at o ultimo d'este mez, e ao
depos aos sabbados.
tscriptorio da Companhia do Beberibo, 14 de
Maio do 1887.
Jos Eustaquio Ferrera Jacobina,
Director secretario.
A' companhia de cavallaria de
. ernambuco
Compra no dia 2 de Juuho vindouro 17 cavallos
para o seu aervico, os quaes deverao ter as se-
guintes condicoes : mansos, eordos, que governem
betn, com lm. 48 de altura e sem defeito physico.
As i essoas que os quizerem vend?r deverao
apresental-os uo refeiilo dia, s 11 horas da rr.a-
nha, no quarttl da compaubi.i, afim de eerem
examinados.
Quartel uo Campo das Princesas, 21 do Maio de
1887.
Manoel Feliciano Lidislo dos Santos.
Alfercs agente.
UO
DO
BRASIL
Capital
dem i'calisiiilo
30.000:000$
8.000:000*
A caixa filial d'esle Binco funecionando tem-
porariamente ra do Commercio n. 38, saca,
vista ou a prazi, eon'ri oa Signantes eorrespon-
d.'ntcs no cstranji ir j :
Lmdres......... ,'N. M. I .thaehil & S.ns.
Paris...........
Harcbuego.......>
Bcrlim..........I
Bre-mente........
Fraokfirt s/ Main I
Antuerpia.......
Roma...........
Genova.........
aples.........
Miiao e mais 340
cidades de Ita
la...........
Madr.d..........
Barcelona.......
Cdiz...........
Malaga.........
Tarragona......
Valencia e oufras
cidades da Hes
panha e ilhas
Canarias......
Lisboa.........
Porto e mais ci-
dades de Por-
tugal e ilhas. ..
Buenos-Ayres....
.Montevideo......
Nova York......
De Rotlischild Frr.s.
Deutsrue Bank.
Banque 'Aavers.
Banc Genrale e snas
agencias.
Banco Hypoteaiio de
Espaa e suas agen-
cias.
Banco de Portu;
suas agencias.
,1 c
ENTRADAS
!5arcacS.....
Vapores.....
Estrada de ferro do Ca
ruar .....
Arninaea.....
tetrada de ferro de S.
Francisco .
Entrada da ferro de Li-
moeiro.....
n
o

s
1 4 21
1 21
1 21
1 23
l 20
1 20
28.542
3.698
2.436
31.340'
1.597
67.613
1.809
2.751
40
5.327
'por franco* Vllle Ue toar
Se hoje, s 5 horas da Urde, para oa por tos do
su!.
Vaporea e navio deapacnadoa
Escuna nacional Evora, ssbio antehontem para
o Rio Grande do Sul, com a carga seguirte :
125 saceos com assucar branco.
650 barricas com dito dito.
250/2 ditas com dito dito.
50/3 ditas com dito dito.
50/4 ditas en. dito dito.
79 pipas com agurdente.
Car.egaran diversis.
Vapor americano Finance, sahi.;o antehontem,
levou a carga seguiute :
Para Maanbao -
50 barricas com assucar branco.
45/2 ditas com dit i dito.
40 caixas com 1,120 kilos de oleo de ricino.
5 barricas cot 30; k os de cola.
Para o Para :
1,006/2 barricas co.-n assucar branco.
870 4 ditas com dito dito.
20/3 ditas com dito dito.
1,000 caixas com eabo.
100 fardos com xarque.
60 pipas com aguard-nte.
2 caixas com 60 kilos de doce
Para New-York :
130,678 cuurinhob.
16 barricas coa) 1,1-0 kilos de borracha.
Cirregaram diversos.
O vapor ingles Tagus, sahio bontem para os
portos do sul, rec .lenlo uqui apenas 20 caixas
co-n mangas (frticta) para o Rio de Janeiro c
10.000 teos e 20 caixas corr abacaxis para Bue-
nos-Ayies.
Car.-egaram diversos.
UtvidendoH
Estao sendo pagos os seguintes :
O 1. do BANCO DE CRDITO BBAL, l'azao de 45
por accao ou 10 0/0 do valor realisado de cada
urna. ,
O pagamento faz-se na sle do banco, das 10
horas da manha s 4 boras da tarde dos das
uteis.

O 73." da coupaniiia do uebebibe, na p'opjrco
le 5A0O0 por necio ou 10 0/0.
Os interessados devem ir ao esenptoro da com-
panhia, das 10 horas da u.aulia 1 da tarde, dia-
riamente at o ultimo do correte mez e ao de-
pos aos sabbados
' A 16.* distribuico das cau'ellas de juros cor-
respondentes ao semestre findo em 31 de Dezerr-
bro do anno passado, da companhia obeat wes
TEBN OF BBAZ'L BAILWAf.
E' no escriptorio central da companhia, das 10
boras s 3 da tari-', que se effec'.ua o pagamento.
Memorial
A comfauhia db EDiFiCicXo est azeudo o re
colhimento da 7.a prestado de seu capital social,
na razo de 10 0/0 do valor das respectivae ac-
ces, o qual dever realizar-se at o dia 14 do me
vindouro.
Amanh, 25 do corrente, ao meo da, d. vem
se reunir em assembli grral extraordinaria os
accionistas da estbada de febbo do ribeirao ao
Eugliah Bank of the Ri-
ver Pate. Limited.
G. Amsirk & C.
Compra taques sobre qualquer praca do impe-
rio e do estrangeiro.
Recebe dinheiro em conta corrente de movi-
mento e por letras a prazo.
Catuuiando das arma
Para satisfazar urna requisito do Exin.
Sr. ajudaute-genera', S. Exc o Sr. briga-
deiro comrn ndante das armas, maoda con-
vidar os Srs officiaes honorarios do exer-
cito, residentes nesta provincia a coinpare-
cerein nesto quartel-general para darem
seus nomes, alim de serum fcitas as devi-
das alteraos -a no Almanack Militar.
Secretaria do commando das armas/ 18
de Maio de 1887.
Oalferes Jos Elisiario dos Santos. S3-
cretario interino.
bonito para trataren) de assumpto de interepae so-
cial.
A assembla geral tuneconar com qualquer
numero de accionistas que a ella comparecer.
o dia 6 de J-inb i vindouro termina o_ prazo
para entrada da segunda prestacao das accoes l-
timamente emittidas pela cojipanuia do bebebide.
O reeolbiiaento de cotas dilacbbadas do The-
souro, faz-so na thesoubabia de fazekda, as ter-
cas e sextas-feira, das 10 s 12 horas da manha.
As notas do Thesouro de 25000 da 5.a estampa,
5J000 da 7.a e 10()00 da 6.a, serao substituidas
na thesoubabia de tazenda at o fim do mes de
Juuho com o descont de 2 0/0, o qual ser eleva-
do a 4 0/0 a contar do 1. de Julho a 30 de Se-
tembro do corrente t.nuo.
Pauta da Alfandega
LlI-SA DE 23 A 28 DE MAIO DE 1887
Assucar branco (kilo)
Assucar mascavado (kilo)
Alcool (litro)
Arroz com casca (kilo)
Algodao (kilo)
Assucar refinado (kilo)
Borracha (kilo)
Couros seceos salgados (kilc)
Couros verdes (kilo!
Cacao (kilo)
Cachaca (litro)
Caf bom (kilo)
Cafrestolho (kilo)
Carnaoa (kilo)
Crneos de alrodao (kilo)
Carvo de pedra de Carditl (toa.)
Couroa seceos etpichados (kilo)
Farinba de mandioca (litro)
Fumo restclho em rulo (kilo)
Fumo restolho em lata (kilo)
I-'um-i booo (kilo)
Fumo em folha ordinario (kilo)
Gcnchra (litro)
Mol (litro)
Milbo (kilo)
Taboadoa de amarello (duzia)
126
066
218
65
386
145
1/26
500
270
400
077
460
320
366
014
16000
585
50
400
530
720
400
200
040
040
10O00
linporta$o
Vapcr francs Vdle de Cear, entrado do Havre
e L'sboa ca 22 do corrente e consignado a Au-
gusto Labille. manifest-i : /
Carga do HaV.e
Amostras '0 voluov-s a diversos.
rame 1 caixa a Dr. Jos Pereira da hilva.
Acua min-ral 11 caixas a Rouquayrol r reres.
Botoes 1 caixa a Nones Fonseca O-
Batatas 1E0 caixas a Haiva Valente t, .
Conservas 27 caixas -" p, & c
Cerveja 6 fardos com F,Qyn *
Camisas 1 caixa a J. pause & U
SS^^a^to^jtsUiaJC.,
2 Set l Adolpho & Ferto, 1 a Carvalho Ir-
mCaixts de msica 1 csixa ordem.
Crystaes 1 caixa a Augusto Reg & U





.
)


Diaria de PernambricoTerya-feira 24 de MaiQ de 1887 **
Dcvofo dcN. S.d:i
Concei^o
D ordem da me*a rrgedora, convido a tolo
o irmios admittidos nesta devoco desde sua
fundacio at o auno de 1885, a apresentarem suas
cartas patentes ao irmo thesonreiro, ra de
Santa Thereza n. 58, dai 4 s 6 horas da tarde,
_;ui todo os csciareeimentos de idade, estado,
naturalidade e residencia, afioi de seren tuneados
no vro de matricula geral dos irmos, e para
este fim est marcado o praso de 30 dias, conta-
dos da data da presente puolicaco,
O osistorio- da devoco de N. 8. da Convieii.o,
erecta no convento de S. Francisco do Recif'-, em
13 de Maio de 1887.
O escrivSo,
Octavian Alvrs Monteiro.
A. F. C.
r
THEATRO
SANTA ISABEL
Terca-feira, 24 de Ma!o de 1887
ESPECIADLO 2 Um GALA
eni regosijo do 21. anniversario da batallia campal de
laurnea. don Empreftado do
Conmerelo em Pernambnco
Cooamunico aos seiih nei socios que a co?sa sede
aeha-se andad para a raa do Imperador n. 31,
nrimeiro andar.
" Recite, 21 de Maio de 1887.
Ildefonso de rVitas Pinheiro,
2- secretario.
Greal Wes'ern of Brasil Bailwaj
Pelo presente sao envidados os Srs. accionis-
tas desta companhia a virem receber no escripto-
no central, na estacSo do Brum, das 10 horas s.3
da trdr, a decima-sesta distribuicilo das cautelas
" de uros correspondentes ao semestre findo em 31
de Dexeirbro de 1886
R<-cifet 20 de Maio de 1S87
Jasen Rigby,
Superintendente.
Companhia do Bebcribe
Previne-se aos senhores subscriptores das se
CC3 da ultima miss', le o pn.so para o paga
mfr.tn ii : neguii'la prestacaj termina no dia 6 do
Di' rux:m- vindouro Fecif 21 de Maio de
16:7.-U director secretario,
Jrs Eustaquio Ferreira Jacobina.
THEATRO
11 lUil
EMPREZA
SO ARES DE ft
Quinla-felra, 26 do Maio
i. Recita
ila companhia dramtica de que faz parle a 1.a
actriz ingenua brasileira
ID. Jsoliua Jtlonclar
Alta uovidade!
Grande succe sso f
nica representaco nesta poca, do drama de
grande espectculo, de grandes eff tos scenicos
i m 5 actos e 7 quadros accoraraodado ao thcatro
brasilero parELIAS DA FONSECA, e que nos
tbeatros franceses bem com > nos theatros d i cor-
te tem feito grande successo
GANHA CONTRA 03 PARAGUAYOS
pelo exerclto braMilelro nob o co mina mi o do legendario
GENERAL OZORIO
Espectculo honrado com a presenca dos Exma. Srs. r. Presidente da Pro-
vincia, General Commandante das Armas e Dr. Chefa de-Polieia.
O Monte Pi dos Voluntarios da Patria com o auxilio dos Ilustres raembros do
corpo scenico do
n mxm
far representar-so o drama militar, de grande aparat >, em 1 prologo, 4 actos e 7
quadros, da conroosicio do Sr. Dr. JoSo B. Pinheiro Corte Real, denominado
TEIBUTQ DS SANGUE
composto exprossamente para sor exhibido n'cste dia.
1. quadr-0-AO PARAGUAY 1
GCAYO (Em Goyanna)
2. quadro-BRAgo BRACO
ARCA I (Em Riachuelo.)
3. quadroA victoria NOSSA! (Em
Tuytuy.)
AO para- 4. quadro VIVA o ESTANDARTE
sileiro (Em Assumpcao.)
ARCA 5. quadroM0RTE DO TYRANNO 1
Aquidaban.)
6. quadro REGRESNO AOS PATRIOS LA-
RES (No Redfe )
BRA-
(Em
7. quadroAPOTEOSE A GUERRA
D. ii. L ip z, mi de Lpez.
Gn General Cmara
Piesidtmte do Pernambuco
Tcnente-coron"l Gui narres, commandante
do 9." batalhao.
C:pitao-tenente Garando, commaniante
da corveta Parnaliybi.
D. Solano Lop z, presidente do Paraguay.
Mm\ Lyncli, favorita de L^pez.
Cnpitao Pe iro Alfonso, cffl;ial do 9." bata-
lhao.
Nequinho, voluntario da Patria.
Tenente Instructor.
Carma da Silva, comissario da P.irnahylia-
Ro Irigucs da Silv- alferes do 4.- batalhao
de iotaotaria.
Bernardino Ferreira cabo do 1.- de infan
taris.
Um capit2o paraguay i.
Um oflkial paraguayo.
Um medie?.
DE PARS
1.- tenenti Chaves, oflkial da Pamahyba. | Um homem do poVj brasileiro.
14 LYRICA TALiANA
OE OPERA COM;CA
EMPREZANA GHEL
Directo- MILONE
Brevemente estrea
Repertorio
Viagem a La Opereta burlesca em 3. actos e 12
quadros. Extrahida do romance do mesmo no-
me, de Julio Vernc. Msica de Offeubacb
Os Sobrinhosdo Caplto GrantNovela em 4 ac
tos e 18 quadros.
D. Juanita Opereta em 3 actos. Msica de
Suppe.
Paride e ElenaOpereta mythologica etn 3 actos
e 5 quadrt 6. Msica de Offeubacb.
BoccacioOpereta em 3 actos e 4 quadros. Mu
sica de Suppe.
Orpbeo nos Infernos Opereta phaotastica em 4
actos e 7 quadros. Msica de Off;nbaeh
MascotteOpereta em 3 actjs. Msica de An
dran.
Os Dus Socios (oo os dous cavalheiros de indus-
tria)Opereta burlesca em 3 actos e 6 quadros.
Giren" !-6iroflOpereta em 3 actos. Msica de
C. Lecocq.
Madame AngotOpereta em 3 actos. Msica de
Lecocq.
NarentaMelodrama rcmantico cm 4 actos. M-
sica de Qiorza.
Nin:eheComedia-opereta cm 3 actos. Msica de
Boullard.
Madame BjuifaceOperota cm 3 actos. Musua
de Lacome.
Educandas de SorrentoOpera-bufia em 3 actos.
Msica de Usighio.
Le AmazonaOpereta-burlesca em 2 actos. Mu-
sida de Suppe.
SiebaOpira-bailo em 4 actos e 8 quadros. M*:
sica de Marenco.
Sinos de CornevilleOpereta em 3 actos c 4 qua-
dros. Msica de Pianquet
Lotera do D.abo Opereta phan'.astica em tres
actos.
Estrella de um PrincipaOpereta em 3 actos.
Msica de Petengbi.
O Seclo que vemOpereta pbantaatica em 3 ac-
tos e 10 quadros. Msica de Amedei.
Vasco da GamaOde-symphonica. Msica de
Georges Biiet.
As scenas para estas operetas foram pintadas
xpressameote pelos distinctos e notaveis sceno-
(?raphos:
Dr. Carneiro Villela.
Cezare Reccantine, do tbeatro Fenice de Veneza.
(iovimni Zucarelli, d i thcatro Scala de Milo.
Angelo Fontano, do theatro Real de Tormo.
Allezandro Bazzani, di theatro Real Teatro Apol-
lo de Roma.
Commendador Tito Giovanni. do theatro Prgola
Je Floreces.
I'orneceduros :
VistiaristaVicinelli, de Milao.
Attresxis-C)rbella e Birraghi, de Milo.
MaglierieBtrti, de Milo.
PerrucbiereSavio, de Milo.
Calzoler'aMawveroffer; de Milo.
O secretario,
Carlos Repossi.
CilARGEIRS BEliPlIfr
i ompaobla Frauceza de Navega
r- eSo a Tapor
Linha quinzenal entre o H-^vre, Li
boa, Pernambuco, Bahia, Rio e Janeiro e
Santos
0 yapT 7ille ds Haced
Commandante Panohvre
Espei'ijsi" djs portos do sul
at o dia 2 de Junho seg in-
do depoia de indispensavel
d mira o HAVRE, tocando
em LIMIOA havendo nu-
mero suffieitnte de pasaa. ei
ros de 1> clasae.
O VAPOR ENTRARA' DENTRO DO
PORTO
Conduz medico a bordo, de marcha rpida e
ofterece excellentes'commodos e ptimo passadio.
As passagens podero ser tomadas de antemo.
Recebe c^rga, enccmmendas e passageiros p ra
os qaaes ino excellei:trsaccommodacoes.
Para earga, paisagcns, encommendas e dinheiro
a frete : trata se com o
AGENTE
Augusta Labille
9- RA DO COMMERCIO-9
A tso martimo
W. K rff, capito do igar aikmo Gazelle, ar
ribado a este porto com agua aberta, precisa
c regamento, coiMistindo em 337 toneladas de trigo
em grao, e para csse fim recebe propostas em
cartas fechadas at ao meio dia do dia 24 do cor-
rente mea, no consulado do Imperio Germnico
nesta cidade.
Re c i fe, 20 de Maio de 1887.

LEbE
=a S3*; Ueira de JVave
^aeoa Vapor
Compasi
PORTOS DO'SUL
0 vapor Cear
Commandante o 1.' tenente Guilherme Pa-
checo
E' esperado dos sitos do
norte at o di 25 de ,\Iao
e depois da demora indis-
pensavel, seguir pnraos
p<">s do sul. (Inclusive o
da Victsria).
Recebe tambem carga para Santos, Santa Ca-
tharma, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande d)
Sul, frete codie .
Para carga, paasgens, encommendas e valores
trata-se na agencia
PORTOS DO NORTE
0 vapor Manos
Commandante 1- tenente Guilherme Wad-
dington
E' esperado dos portos do sul
ateo dia 26 de Maio, e
seguir depois da demora in
dispensavel, para os portot
do norte at Manos.
,.r Hoj* 24, deve ter lugar o leilo de urna mo-
bilia de junco, movis, louca, crystaes, espelhos,
quadros e mais objectos no sobrado da ra 28 de
Junho d. 4, entrada pela ra do major Agostinho
[ Bezerra, freguezia de Santo-Antonio.
O de movis, tapetes, candieiros a gaz car-
bnico, louca, crystaes e mais objectos de casa
du familia annunciudo para quinta feira 26 deve
ter lugar na casa do Caminhu-Novo n. 90, para
onde partir s 9.45 um trem que dar jassagem
gratis aos concurrentes.
Sexta feira 27, o de duas burras prova de
loo, carteiras, repartimento de escriptorio, mo-
vis e mais objectos existentes na 1 andar do
sobrado da ra do Bom-Jess n. 43.
Leilao
Agente Brito
Mobilia, tecretaria, estantes, cominodap, guarda-
comida, guarda louca, fiteiros, lavatorios, cadeiras
avulsas de amarello e jacarand,,2 cadeiras de
balaceo de j meo, 1 lustro de vidro para gaz car-
bnico, camas, marqueEos, berco3, aparadores,
cabides, mesas, loucae, vidros, fazendas, miudezss
e moitos outros artigos.
No armazem ra de Pedro Afibnso n 43
Terca feira, -4 do correte
As 10 1[2 horas
Leilao
MARITMOS
Paes de
A aecSo pas8:-se em Pars.
p-ct-D-'stmbro de 18S1.
Na imprensa tranceza causou grande sensaco
e promoveu escndalo a apresentaco em scena da
MOSGUE (necroterio de- Pars).
lidilus dos actos
1 Acto-O roubo dos brilhatitea.
2 Dito A suspeita.
3o DitoO necrat.rio.
4 DitoO espio de polica.
5 DitoO collar da rnorta.
t.0 DitoO. Estrangula lores.
7 0 Dito Jut-tic-i.
Todo O scenario r
vo o do 1* acto e do 3a quadro que representa
A MORGUE
(NECROTEKIO DE PARS)
E'jscenac^io a capricho pclj artista ensaader
Soarus de Medeiios.
A compauhia tendo de retirar se brevemente
para a provincia do Cear, vi n-alisar os seus l-
timos espectculos uestn capital.
Bonds para todas as linhas e trem at Apipu-
cos.
I'rlnclpiar n 8 horas.
Delegado de polica de G iyanna.
Manoel da Silva (
Alaria da Silva (
Pedro da Silva, voluntario da patria
Joiio da Silva, clete do 9.' batalhao.
Jus da Sil'3, guarda roarinha.
Rjberto e Giuvcia, filalgo de Goyanna,
e irmilo de
Lucinda de Gouveia, n>iva do
Pedro o voluntario.
Musical
Um homem co povo paraguayo.
Um poeta.
Ajuiantes da ordens de Ozorio.
Ajudante de ordens de Lpez
Olli iaes do 9.' bataliiilo de iufantaria, do
11.- e 53 de voluntarios da patria.
OfB^iae3 da corveta Pamahyba.
Sollados dos excrcitos brazileiros, e para-
guayos, a da inuinli.i de ambas as na-
, 8, e bem ussirn de cavallaria.
United Siales & Brasil M- S. & C
0
povo8, etc
A acea passa s no Brasil, e Paraguyo. O tres combates principaes d iquel
la conpanha, e que foram Riaehuslo, Tuyuty, e Aquidaban sSo exhibidos etn s.:ena, o
bem a;sim a entrada do exwjito veojedor om AssumpcSi.
As msica do 2.- o 14 bitalhlo le infantjria, do co.-pi de polica, e do Arse-
Htaal de Guerra to^-arau altemadarneuti durante os interv.illoa dos actos no salo do
theatro, onde em rico tropli > de armas estar j e.n exposico as bandeiras, que na
guerra do Paraguay iuram sustentadas por entre chuvas de metralha palos valerosos
corpos de voluntarios p'rnaiubucanos. 1
O Monte Pi dos Voluntarios da Patri* nilo teu so poupido a despesas, e nem
os Lustres uiembros do corpo secnico do Congress> Or>os festa C3t"j na aliura do anniversario honroso, quq tsn di sj eoiuimmorar. O pro-
Todo o ei-imrio apropriadj e inteirameate no- I ,ju,;t) liquido do esp cta-uh s:n bonefi ;io doi cofres d > ra's no Mmta Pi.
Principiar s 8 1[2 horas da noite.
Trens, e bonds para todas as linhas findo o espectculo.
Os bilhetes devem ser procralos em poder do S Arantes, e no dia do es-
pectculo na bilhfteria dn theitro.
Gtlcidod 1 caixo Nuues Fonseca & C 1 a
Ang lo Raphael & 'J.. 2 a Ferreira B.rbosa i C,
1 a Albmo Cruz & C-, 1 a Prente Vianna 4 V ,
1 a H. Nuesch & C, ditos de Celtro 58 caixoea a
Paiva Oliveira & C,
Couros 1 ca'xao a A g l> Riphael & C, 1 u Al-
bn i Cruz -M C, 1 a F. liamoi da Silva, 1 a W.
H.-iilid-iy, ditos c outras inereadorias 5i caixoea A.
D. Carneiri Vianna.
D.ogas H voluint!* n R uqnayiol Frcres, 3 a
ll-irines do Souza IVier & C
Ejp^lh s 1 caix i a Maia Bjbrintn A C-, 1 a Nu-
iles Fonseca & C.
Fuuij 2 cax'ia a Ferreira & C.
Ferragcns 3 volumes a Albino Silva 4 C, 1 a
Ferreira GuimirSej C
Farinhn 1 volum- aH. Nuesch At C.
<} so 8 o ricas oriem
Gmvat'id 1 caixi oriem.
Instrumento de cirrurgia 1 caixa a Mauoel & C
Joias 1 ciix* a Augusto R-go & C.
Lxa 1 caixa a Albino Silva & C
Limalba 7 caixis a Francisco Manoel da Silva
&. C.
Loques 2 caix i a Gomes de Mat.tos lamis
Louca 1 caixa a L do M. Piuh iro, 58 barricas
a F. A. da Silva Freir.
Ltdrilho 1 caixa a Lurin lo de M. Pinheiro.
Livrra 1 caixio a Jo Nogueirn de Souz, 3 a
Jo' > W. d- Medeiros.
Manliiga 25 barris e 50 1/2 dt'S a Soai03 de
imaral Irmos 60 e 50 a Th?odoro C iristianseu,
110 c 19 i iorJm, 36 e 125 ai consienataro, 31
i |Q a Paiv Valcnto & C, 10 e 20 a J. B de
Cirvulho, 10 e 10 a J. P. da Costa, 15 e 15 a Do-
mingos Fesreira da Silv* & C, 28 ca'ias a Aroo-
rrn Irm;s & C, 10 a C.rvalbo 4 C, 15 a Fran-
cisco Gueles de Araujo, 29 ordem, 13 a Souza
Basta Amoiim &L C.
Mere dorias diversas 2 volumns a J.o W. de
oledeiros, 1 a Guiuiiroi Irmos 4 C, 3 a Fran-
cisco Liuria Se C, 5 a Nunca Fonseca 4 C., 2
Jo) Basto, l a Az-vejo & C 2 a Eng*-nio Gon-
eajvts Cajcao, 1 a Mauoel Joaqoim Ribeiro & C,
1 Francuco G. do Amaral & Irmos, 1 a Jos
Ferreira \ C, 1 a J A da Motta G umares, 8 a
R. de D uzina c* C 3 a Prente Viunna 4 C, 1
ord.-ui, 4 Guimarei Carioso 4 C.
xMalas t faixoa Joio U to.
Oojcct para chapeos de sol 3 caixes a Leite
B istos &t C-
Pap 1 1 caix i a F.rrcira Guimares 4 C, 2
ord-in 15firJo3 a C >sta L'in1 4 C.
IV. to n irias 1 cnix-t OJilon Doarte Irinis, 2
a Mano Joaquia Ribeiro 4 C
I'.-I!,m .ara liivus 1 voluine a G. Ijiprt A: .
Proles I c.ixi a Angelo Raphael & C
|'- u 1 raizad a Albino Jote da Silva.
i'r. g i _' bancas a G mes e Matto* Irmos.
Q ieij i.0 raizas a Ant-'iii > J- Soares 4 C ,
1! a Djmiiigos Ferreira ia Silva 66 C 10 a Car
ralbo ft C, 12 a Goncalve K.sa Feruandes,
16 a Roirg s de Faria 4 C, 20 a -ouz* Basto
Amorira 4 C 13 a Paulo Jes* Alves & C 10 a
Fernandeu da Costa 4 C, 7 ordim, 22 a S un-
drc Brotlires 4 C, 20 a Jos Joaquim Alvos i C
10 tinas a R. de Druzina 4 C, la Paulino d'O.i
veira Maia, 1 ordem, 5 ?aiz ta ares Rocha C.
aiti casi de Mirtiela no
Na secretaria seguiutes predios :
Ra >lo li.nn Jetna n. 12, loja e 1 andar.
K upa 1 caixa a BarthilomO 4 C, la Grata
liano dos Santos Vital.
Tenaos diversos i volumes a Beruct & C, la
R "Irig) de Carvalh ''., 1 An--j Ra^hat-I &
C, 1 a Manuel da Canha L >'.> : 1 i 'i .nc lives
Irm&o C 1 a Machado 4 Peieira, 1 a D. P.
Wild & C, 2 a An Irade L yes iC.,1 a A Ibino
Cruz 4 C-, la Francisco Rm s da Silva 6 a L'.iiz
Antonio de S-mihi ira, 1 a Joauuim A_r 'ttmli.-, 1 a
.1. Basto, 4 trdem. ',4 ,a A. Vieira, a C, 1 a
Rudrigca L-ma 4 C, la Cramer Fry 4 C.
Tinta 15 bar cas a Fnnas Sob'iuho 4 C, 2 a
Ferreira Quinoir & C
Vidros 1 caxoa Francisco Maua-1 da Silva
4C
Villas 8 caixas a Ramos & C.
Carga de Lisbot
Azrite d'oliveira 5) caixas Sjuzi Basto Arr.arim
4 C, 50 a Francisco Ribei.-n Piuto Guimara 8 4
C., 4 ord- ro, 6 a J. F. da C ata.
Agua de Vi ligo 5 caixas a Gaiaiares & Vh-
leuta
Albos 40 cin-..stras a C sta L ma 4 C.
B.i* 1 barrica a .1. B llv I" .t v i.h ., 1 ordem,
4 a Pinto 4 C 2 a G me a Maia 4 C, 1 a Mar-
t as Vi' gas 6 C.
K .tatas 2'HI/2 caixas ao consignatario, 21 or-
dem, 20 a J B. de C rvlh ., 10 a Siq nira Ferraz
4 C, 25 a C rvalho V 25 a Jos K. Liiu .40,
10 a Juc da Silv P.-reira. 'J a Jv&j Per ndea
.le' A'mcJda, 100 a Domingos Ferreira de Silva
& C, 180 a Cu ha IrinVis Az C, 50 a G oclves
Rosa Se. Fema-idi 8, 30 a Paiva Valenta-.
Cbela* 20 caix 8 a Caries Alves Barbosa. 25 u
Curvalho & C, 50 a Doin-ngos Ferreira da Silva
4 C 20 ord>m, 50 a -. uimarilcs R a GoHcsuaV 4 Vlente.
C nservas 4 cusas oriem. .
Carite de porco 1 caisa a Jm da Silva Sal-
gusiral, 6 a Cunha I mos Az C.
Crvada 5 barricas a Siq cira Ferraz 4 C.
Ei vadore 5 saceos a D mingo* Ferreira da
Silva 4 C-
Farelio 150 jhccos a P.iva Vnlmte 4 C.
Griio de bico 1 sacco a Gui.nars 4 Valeutc.
L'vros 1 caiso a Joaquim da Silva S Igueiral,
Passaa 4 eaix-is a Guimares Rocha 4 C.
Rolhas 3 siceos da Amar.) Irui s, 1 a J.i-
quim Frlippe & Agui.u.
Trig i 5 bar cas rdm.
Tounlio 25 barri .') c .ns'gnatari-, 5 a"Jos
Fernn r 8 Lima 4 C
Vinagre 2 pipas e 10/ a Francisco Ribe'ro
Piuto Uuimar3-s 4 C 5 e 25/5 a Balur limaos
4 C.
V^aho 3 pip* a J. F. da d?^. 10 e 10/5 a
Francisco lt. Uoimarea 4 C, 2 e 15/J a Butar
Irma 4 C, 30/:, c 1- /10 a Cunhi In s O,
30 5 a Soura jiast > Amorim 4 C, 5 o e 4/10 a
A bin.. Cruz x C, 10/10 a Gomes de Mattos Ir-
mi, 2/10 a J s Va* d Gaterres, 2/5 a Stlazar
Az C, 5/10 a C-istodio J.e Loareiro, 3/10 a Joa- [
quim da Silva SalgueiM, 50/5 ordem, 50 caixas '
Alb rto Roirigue* Branco.
15.rea racional Mura Angelina, eu'rada de
Montevideo em 22 do crreme e consignada a
Joi da Silva Liy> At Fihi, maufeatou :
c*._..u. o lili-, ..a^ AHn.: vnn._.: *
Idein idem n. 13, 'i- e 3- andares.
Idea do Vigaiio Tnenorio n. 22, 1- andar.
Id m do Marques de Olinda n. 53, 3- andar.
dem do Apollo n. 24, 1 andar.
dem da Madre de Deus n. 580.
dem idem n 10.
dem da Moda n. 45.
dem idem n. 47.
Pare lio 3.700 sacco* aos consignatarios Barca noraegaense
Kipor(;seio
UsCIFK, 21 DE MAIO DE 1887
Para o exterior
No vapor ingles A'eto, carregaram :
Para o Bltico, Borstelmann & C. 1,000 fardos
com r.i.SS kilos de algodo.
No vapor ingles Batkena Bay, carregoa :
r*ara Liverpool, J. H. Boxwell 800 sacras com
61.771 kilos de algodo.
No vp,r ingi'z Ceannse, carregaram :
Para Liverpool, J. Pater 4 C. 208 eaccas com
17,ii'8 kilos de algodo.
No vapor ingles Fructera, carregou :
P^ra Liverpool, J H. Boxwell o>K) saccis com
46,056 kilos oe algodo.
Na barca noru-gutnse P. Arthur, carrega-
ra-.c :
Para Liverpool, J. H. Boxwell 1,5:0) saccas com
91,634 kilos de algodo; N. Cahu 4 C. 830 sac-
cas coia 72,407 kilos de a!god>.
Na barca noroegueose Nr, carregou :
Para o Havre, A. de Araujo Santos 2,0 i3 sac-
cas com 171,201 kilos de aiodo.
No vap >r americano Finance, carregaram :
P*ra N'.w-York, H. Nuesch & C. 5,950 pelles
de cabra ; C. Rabello 4 C. 16 barricas cora 1,120
kiloi de borracha.
Na bar.-a portuguesa Allianga, carrega-
ram :
Para Lisboa, S. G. Brito 387 couros salgados
com 4,614 kiloj ; J. S. Loyo 4 Filho 500 saceos
com 37,500 kilos de assucar mascavado.
h No vapir ingles Tagut, carregou :
llira Bueuos-Ayies, L. A. da Costa 10,000
tiOj, f. neta.
Para o interior
N i p itacho altemo Calo, carregaram :
Kara o Rio Gran le d> Sul, j. S Liyo & Filho
575 barricus com 50,!I4S kilos de aiauear branco.
Na escuna nacnnal Evora, curegaraia:
Para o Rio Gramle do Sul, Miia & liezcn J-j
5,500 abanos de eirnaba ; j. M. Dias 100 burri -
cas com 7,625 kilos de acucar branco.
= N) vipor frincez Ville de Cear, carrega-
ram :
Pura Sautis, A. Labille 5 pipas com 2,403 li-
tros de agurdente, 40'J saceos com 24,000 kilos
do assucar branco e 60) dit s com 36.001 ditos de
dito matea' a 1o ; S. Guimares com 16,0-0 k o de assu.ar mascavado e 600
ditos cim 24,C0J ditos de dito branco.
No vapor americano Finance, canvgou :
Para o i'.i, J. S da Costa Moreira 20 barricas
com 963 k los d; assucar branco.
= No vapor nacioual Jagitaribe, carregou :
Para o C-:ar, F. A. de Azevedo 50 saceos rom
3,750 kilos de assucar branco
H hiate nasioaal Dnn te Salve, carr>"ga-
i am :
Para Aracaty, Maia i lti-zende 10J b^rrizas
com 10,000 kilos ie sebo.
Na bireaca rlor do l'asso, carregou :
Para Mamauguapc. A. R. Branco 5 barricas
com 250 kilos i assucar branco.
*avio* A carga
Barca portuguesa AUianco, Lisboa.
Barca noraeguense or, Havre.
Espera-se de N / !' v
News, at o dia 24 e Maio
o qual eguira Jepo'a d-
demora neo :;ar i i p i a
Baha, Rio de laneiroe Mantos
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
com os
AGENTES
llenry onhr & C.
N. 8 RA DO OMMERCIO -
/. anda
DampfschinTabrts-GeselIschal)
0 vapor Campias
E' esperado dos po.-
tos do sul at odia 2
de Junho e seguir d ;
pois da demora necej-
'garia para
Lisboa e Hamburgo
Para pasagen*, tracta-se com os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
RA DO COMMERCO N. S
1* andar
Barca ingiera Prinee Arthur, Liverpool.
Lugar norueguense Stabil, Montevideo.
Patacho nacional Marta Augusta, Montevideo
Patacho ingles Kathleen, Estados-Unidos.
Patacho alleraa Cato, Rio Grande do Sal."
Vapor nacin.ial Mandaha, Mace t escala.
Vapor ingles Frutera, Bltico.
Vapor ingles Neto, Bltico.
Vapor inglez Batkena Bay, Liverpool.
\aito a tieMcarga
Barca nacional .Mara Augelina, farol lo.
Barca inglesa Hel ne Isabel, bacalho.
B .rea inglesa J. B. D., carvSo.
Parea nacional Mimosa, urque.
I,_;ar allemo Gazelle.. trigi.
Lgir iuglez iaggie, Estados-Unidos.
Lugar nacional Marinho Vil, urque.
Pataeho nacional S. Bartholomeu, xarq'ie.
Patacho norueg'.ense Sif, varios genero.
Patacho nacional joven Correia, xarque.
Patacho nacional Rival, xarque.
Patacho nacional Andaluza, xarque.
Vapor nacional Ipojuca, varios gneros.
Olnbelro
O vapor nacional Ipojuca tronxe do norte para :
Rodrigues Lima & C. 7:100431
Gomis de Mattos Irma s 2:009/360
Maia at Rezendo 2:0004000
Costa Lima 4 C 1:100/010
Franciico Goncalves Torrej 500/000
O vapor nacioual Jayuaribe levou para :
VI se or 23:0)0/000
Parahyba 2:000/000
UacAo 500/(00
O vap ir inglez Tagvs trouxe pan :
English Bank ..t Rio de Janeiro 1.000
O irejino V',p;r levou para :
Bah.a 54:798/460
Rio de Janeiro (-ra bilhetca de lo-
tera) 2:000/000
Keadiuiento! pblicos
y., z oe UAIO
Alfandega
Renda geral :
L) 2 a 21 49'3:G72635
dem oe 23 42 768880
-------------- 539:441/515
Renda provincial :
De 2 a 21 05.870.S6 i3
(deai de i *> 7 595976
--------------- 73.166 '619
Para carga, pasBagens encommendas e valere
tracta-se na agencia
PRAQA DOCORPOSANTO N. 9
(OUIMMIit l'/IIWllUUtM
DE
Karegaco costeira por Tapor
fORTOS DO SUL
Macei, Penede e Araeaj
0 vapor Mandahu
Segu no dia 27 at
Maio, s 5 horas da
tarde.
Recebe carga at e
_ dia 26.
Encommendas, passagens e dinheiros frete at
as 3 horas da tarde do dia 27
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Psrnambueana
n. 12
De urna mobilia de janeo preto com 1 sof 2 con-
soles, 2 cadeiras de bracos, e 12 de guarnico,
2 cadeiras de balance, l mesa jaraineira, 1
espelho oval, 4 quadros, 1 candieuo-de caz, 4
jarros, 1 tapete de sof, 6 de porta e 4 escar-
radeiras.
Umai
1
Vapor extraordinario
O vapor Nile
De 3,039 'oneladas de registro
Sabir do porto do Rio
de Janeiro do dia 1 de
Junho prximo com es-
cala para Babia e Per-
nambuco, seguio/Jo depois de pouca domo
ra com malas e passageiros para
LISBOA E SOUTHA3IPTOW
Desde j recebe-se encommendas pan
camarotes na
AGENCIA
Ra do Commercio u. 3
1 andar
A damson Howie & C.
AGENTES
Urna cama fjanceza, 1 guarda-vestidos, lcabidc
1 toilet, l marquezo, 1 puarnico, 1 tapete de
cama, 1 cabide de pare de, 1 mesa com gaveta e 1
espelho.
Urna meza elstica, 2 aparodores tojneados, 1
quartinheira, 6 cadeiras de juueo, l cadeira es-
priguicad;ira, 1 apparelho pura jantar, dito para
cha, copos, clices coinpiteiras, quartnhas, tr de cosinha, 1 mesa de louro, 1 candieiro gar, 2
jarros e outros movis.
Ter?a feira 94 do correte
A gente Pinto
No sobrado da ra do coronel Agosticho
Bezerra n. 14
(Oilao da matriz de S. Antonio)
PRINCIPIARA' A'S 10 1/2 HORAS
Leilo
De 160 saceos com f ijao mulatinhc. r"e Lisboa.
Qninta-feira 26 do crrente
A's 11 horas
No trapiche do Sr. Ann. s, defronte da
Alfandega.
Pile Modesto Baptisl.
Leilo
. Em continuac,o
De fazendas, miudeas, hapis e chapellinas
cadeiras de junco, cognac, resmas de papel almas-
so, 1 toilet, 1 machina de costur, 1 banheiro,
clices, jarros, candieiros e muitos artigos diver-
sos para liquidar.
Quarta feira 25 do crvente
A's 11 horas
Na ra Primeiro de Marco n. 12.
Agente Modesto Baptlsta
Leil
i e2 a 21
I ceno .e 21
Oe 2 a 21
1J p de 22
Recebeduria
'nns 6r2-9('8/134
27:219.945
583 9.7
27:803 942
30.911t607
1:884/172
^2:825/779
e 2 a 21
Ide n de 22
Recite Drainage
8:956/795
781/410
4:741205
ao
Quarta feira a5 do correte
A's 11 horas
Na ra 1- de Marco n. 12
O agente Modest) Baptista por mandado e cora
assistencia do Ezm. Sr. Dr. juiz de orpbos e au-
sentes, a requrrimento do testamntelo e inven-
tariante do espolio do finado Maniel de Moura
stcve8, far leilao de tres terrenos, i casas de
taipa,sitas na estrada do Arrainl, perteucente-
ao mesmo espolio.
O mesmo agente dar as informacoes, preci-
sas.
Herrado Municipal de S. Jo*
O movimento dcste Mercado u.a dias 22 e 23 de
Maio foi o seriante :
Entraram :
81 bois pesando 13,0^6 kilos, aer.do de Olivei-
ra Castro, 55 duos de 1* qualidade e 26
ditos particulares.
685 kilos de peize a 20 ris 13/700
68 cargas de fariuha a 200 ris 13/600
13 ditas de fructas diversas a 300 rs. 3/900
13 ta'ooleiros a 200 ris 2/600
29 Sumos a 200 ris 5/800
Foram oceupados :
49 columnas a 600 ris 29/400
44 compartimentos de farinha a
500 ris. 22/000
41 ditos de comida a 500 ris 20/500
1681 /2 ditos de legmues a 400 ris 674400
84 ditos de sumo a 700 ris 23/8X
22 ditos de treaauras a 6<0 ris 13/200
20 talhos a 2/ 40/000
19 ditos a 1/ 19/090
A Oliveira Castro 4 C.:
108 talhos a 1/ 108*000
Deve ter sido arrecadnda nee'ia di&s
a quuutia Rendim nto dos dias 1 a 20 4:243/980
Poi arrecadado liquido tt boje 4:626/880
r'recoB do dia :
Carne verdn de 28J a 400 res o kilo.
(Jarueire de 70 a 80i) ris idem.
Baiaoa de 56 a 610 rib idem.
r nriulia de 200 a 2M ris a cuia.
Milho de 26 > a ti ris idnm.
t'eijo de 640 a 1000 dem.
Maiaduoro I'utiilco
Foram abatidas u- tatadouro da Cabanga 95
rezes para o cousuidc do dia 24 de Maio.
Sendo: 67 rezes pertencentea Oliveira C^str,
.\: C, e 28 u diversr*.
Vapore* c navio* e*perado*
Qold H .11do snl boje.
Argentinad Hamburgo h.je.
Bkan.e-iy^de Trieste h->je.
Merchantd Liverpool boje.
Ceardo norte hi je.
Alliancade N w-P.rt-News h je
Manosdi. sul a 2?.
Arlindodo Rio Grande do Sal a 27.
Junho
Ville de Maceido snl a 2.
Campiaslo sul a 2.
Parado norte a 3.
Girondeda Europa a 4.
Pernambucodo 8ul a 6.
Nile do sul a 6.
Ville de Babiado Havre a 7.
Tamarda Europa a 10
Mondegodo sul a 14.
Nevada Europa a 24.
Tigusdo sul a 29.
Anne Marirdo Kio Grande do Sul.
Cbristian Elisabethde C Elysado Porto.
Erutede Hamburc-o.
Golden Fleecede Terra Nova.
Guadianade Lisboa.
Katalinaie Terra Nova.
Leanderde Terra Nova.
Lewis Ebcrman -de Baltimore.
Meta Sophiade Hamburgo.
Oseeode Cardifi.
Positivodo Rio Grande do Sul.
Stanliyde Haniburgo.
Withelmincde Hambureo.
AIOTlineuto du porto
Navios entrados no dia 22
Havre e escala20 (lias, vapor francs
Ville dd Cear- de 1699 toneladas, com-
mandante J. Siinonet, rquipagem 42,
carga varios gneros; a Augusto La-
bille.
Montevideo35 dias, barca nacional Ala-
ria Angelina, de 225 toneladas, capitio
Manoel J Moris, equipagim 10, car-
ga furello ; a Loyo & Filhos.
Navios saludos no mesmo dia
Now-York e escalaVapor americano Fi
nance, vominandaate E. C Baker, car>
ga varios gner.'s.
Rio Gran le uo SulEscuna nacional Evo-
ra, capitSo Antonio Nuues da Campos,
carga assucar.
Navios entrados no dia 23
Fermndo de Noronha 50 horai, vapor
nacional Qiqui, de 222 tonrlulas, com
mandante Juaquira Jos Esteves Jnior,
( quipagein 24, em lstro; i Companhia
Pernambucana.
Southampti n o cic.ii14 das, vapor in-
glez 'Iagus, de 1962 toneladas, comman-
dante Wm Geliii 8, equipagem 107,
carga varios gneros ; adtrcson Hi.wio
AC.
Navio lahido no mesmo dia
Buenos-Ayrt-s e escala V:'.por inglez Ta-
gui, cono mandante Wm. Gellies, carga
varios geros.
H


IHHB 1





tfiario ile PwwaiilHico.. Terftt-leira 24 de Maio de 1SS7
Leilo
D armadlo, gneros e pertenga da ta-
verna da ra do Mrquez de Herval n.
73.
Espolio de Domingos Francisco Ferreia
Quakafeira 2b do correrte
A's 11 horas em ponto
agente Martina frr leilo por mandado do
Exm Sr. Ur. juiz de orpboa e ausentes e com
,ua asistencia do estabeleciinento de molhados
perttecfite ao espolio do subdito pertuguts Do
Binges Frai^c^enejra._________,
"Agente Burlamaqui
Leilo
D casa terrea sita ra da Aroisade sob
n. 38 na Capunga, freguezia de Nosaa
Senhora da Graga.
Qiiarta feira S .corrente
A's 11 horas
No armazem ra do Imperador *. 22
O agente cima pur alvar e ass.a'encia do
Exai. Sr. Dr. juiz de dirto do civel, levara a
leilo a casa cima a requenmento de Joaquina
Martiniana Pereira de Azevedo Eegis.
O Srs. pretendenteB desde j poderao r exa
miuar.____________________________
Leilo
De movis, 2 lustres do crystal, arandelas
Urna mobilia de Jacaranda, 1 relogio, 2 escarra-
deiras, 4 pea opara piauo, 1 tapete aveludado,
tapetes de porte, 1 tranapmeut', 1 tpete de la, 4
ca tieses e mangan, 4 jarros, o quadros, 3 etagers,
5 psnms de crochet, 2 slmofadas, 1 lbum de uia-
dreperola, 1 tapete forro de sala e esleir f rro de
quarUs, iouc.i, vidro e Urna mesa elstica, apparadores, 2 fructtiras,
cadeiras de balaneo, 1 aj-parader, cadeiras de
junco, mesas e tretn de cosinba.
uia cama fr.mceza, 1 ineba de cama, 1 lava
tario, 1 colxao, 1 costureira, 1 cama de ferro, 1
marquezao, 3 quadros, 1 cama de Jacaranda, 3 ma
quinas de costara, 2 cadeiras de balanco, 1 ca-
deira de braco, 1 rew.lver e muitos outros objeo-
tos de caaa de familia.
iuiuta IcSia. do correte
Agente Pinto
Na casa do Caminho Novo n. 90, entre as es-
tacos da Solidade e Caminho Novo.
O concorrentea que tomarem o trein dai
terao paasageu ratis.
O leilo pnucipiar c 10 1|2 horas.
9 : 45
Aluga-se casas a 8!K.U DO beceo dos Coe
Ibos, junto de S. Goucallo : a tratar na ra d>
mperatriz n. 5S. ________^___________
Na Pasaagem da Magdalena, entrada pe.ra
o Remedio, alnga se pelo lempo que se conven-
cionar, um sitio com boa casa, maitas frueteiras,
viveiro, baixa de capim, etc. : a tratar na ra du
Imperador n. 14, 1" andar.
l'iecisa-se alugar ua casa grmiie prxima
da cidude com com rao dos para hjtei, sendo prete-
rida na ra do Paysandu' (Chora Meninos) Para
informac-'a ra do Imperador n. 2G.
IgDOrando-se a morada doa Benhores abaixo
declarados s' Ibes r^ga de irem ao largo da Al-
fandega n. 1, armazem, negotios de seus iue-
resses :
Andr Avelino Pereira do Mello.
Jos Tavares Carmiro.
L<-degaiio de i-ouzs Barbosa.
Manccl Rodrigues de Mattos.
Precisa-se de criad; s para vender tabol< :iro ;
na ra da Matriz da Boa-Vista n. 3.
Pr.eisn-se de urna cosinbeira pira casa de
familia, que seju de boa conducta ; na ra do
Imperador u. 73, 3- andar.
= Aluga-se as tasas terreas n. 4 ra de An-
tonia Henrique, oulr'ora .'.couguinbo, e n. 122
Coronel Suascuna, outr'ora HorlU3 ; a tra.ar com
Fiuheiro ra da Fa- n. 42.
Alaga-se urna rscrava, qoe eng mmi per-
feitamente, coze e cuaiuha ; na ra Viute e Qja-
tro de Mio n. 24.
Precisa-se de uum crsinbeir.i pars casa da
familia, que durma om casa ; a tratar na ra do
Ba:o da Victoria n. 3;', loja.
= Vende-se o istabikcn-euto da ra de S"
Jco u. 5, tem poneos fundos, e so vence por seu
done estar doente ; a tratar no momo.
= ALUGA-hE a casa d iuu do Mrquez do
Herval n 150 ; traa so na ra da Imperatriz n.
16, segundo andar. 9
= Traspases te a tavtrna da tua do Apollo n.
13 ; a tratar na mesina.
AMA DE LHITE
Precisa-se de uma que tenha bom e
abundante l.'te ; traotar na ra Duque
de C.xias n. 42, 3 andar.
AMA
Precisa-se de uma ama para lavar e en
gomraar em casa de familia : na ra do
Riachuelo n. 13 se dir.
\ ma
Precisa-sc de nma menina
para andar com uma enanca
ra Real n. 20.
de 12 a 15 annos,
na Caa Foite,
Na ra da Unio
criadas e um criado.
triados
n. 13, precisa-ee de duas
Santal morada
Aluga-se uma boa cata por preco commodo,
na estrada nova do Caxing, ficando entre as
estaques do Zumbi e a do bonds ; a tratar no si-
tio da viuva do Sr. Valenca, na u.esma estrada,
ou no e6criptoro deste Diario,
Terreno no Arraya.
Tendo sido annunciada a venda de um terreno
ra da Harmona, uj Arr y I, pertencente a
Rufino !"ruz Couceiro, previne se a quem interes-
t-ir que a cerca ltimamente feira nos fundos do
rnesma terreno invadi os dos vinnhos.
As Pilulas Catliarticas
Do Dr. Ayer.
A experiencia do tempo. ar.pllcado linM
l>r Arar, tem dailo approvano com os reuHJ obtii ten BMnui.. i NM XfiSSS
que estas Pilulas ..ht.veram Dina iK.pnlanila ui 1
vors.il, que nenhum: c.ots-a medeeinn purgaHW lem
wMiido rivalisar. .
\s Pili-las no Tm. Avfii. paM completa-
mente o ventre cmi snartdxki. .tnmilain for-
tificam os orgi digeslivo e atoirailatlvos.
As Pilias' do Dr. Ayer
enram '"|U1I>ii t impeJimento. c evitam innita
feria e a miado fata, oiiieriinili.li'.-. mOUTadal
ir aquellas desordei.s. ... .
I'ara s iloencas do Estomago. Plgaao e Bins,
cuios svmptoinas sao as Enferinidrides da l'elle.
Ardor'e Peso no Isioiihilo, Naon, Kalea,
llores de Oabeca. Halko Ftido, lebre Biliosa
.- Clica, Dores do estomago coatn? e eapadnas,
Iiu-lmvSre Ilydi o|>lca<. etc., nada as allirta
com yi eiiran'a e prompti lo comi 11.1 las >
Rji. ,11:; as quaea ao de grande utilidade 110
enratrrodas Heinorrholda.
Como remedia domestico nfio t. ir egu.il.
PKEPABADAS PELO
DR. J. C. AYEE k CA.,
Lowell, Mass., E. U. A.
A' venda as princlpaei pliarmai ;a= e dro
iu
cenmertio
Os abaixo assignadoj scientificam ao commer-
ci ou a queu interessar possa que amiftavelmente,
em 19 do coirente, dissolveram a sociedade que
tinham no estabeleci nento de seceos e molb*dos
ra do Conselheiro Perette n. 48, sob a razao de
Paulo Ribeiro & C, retirando ee o socio Antonio
de Soura Duarte Ferreira pago c satisfeito de seu
capital e lucros ficando o activo e passivo a cargo
di Paulo Luis Alves Ribero, de conformidade
com o balance qne procederam para a dissolucao.
Recife, 23 de Maio de J887.
Antonio de ijouxa Duartt |Perreira.
Paulo Luiz Alves Rib-'iro.
AVISO
Concertara-se machinas de costura de
qualquer fabricante, bombas e toda e qual-
quer qualidade de machinas movidas a va-
por, ou gaz, etc.
PRECOS SEM COMPETENCIA
39-Bm lie Bflm-Jesns-39
Animal furtado
Furtarara do aereado do engenbo Santa iuiia
ou Contra-acude, termo de (Jamalleira, es.tar;5o
de Ribtiro, uma gja mellada, sem ferro, boa de
passo e baixeira, est prenhe e ainda d leite,
ois deixoo a cria ; qnem a apprebender e leva!-a
ou der noticias certas no referido engenbo, ser
bem recompensado. O furto deu-se na noite de
11 para 12 de corrente. Engenbo Santa Luzia,
14 de Maio d.- 1887.
Vinlio da Mourisea
A fellcla da poca
Acaba de chegar nova remessa deste excellente
vinho de mesa, que se torna rtommeidavel por
ser com sante a vid o deu ; vepdem Justo Tei-
xeira de C. Succetsares, i ma da Penha n. 8.
Sillto neniara ingleza
Tnico
Oriental.
Eogenho Conceicao Ve-
llia de Ipojuca
Tavaies de Mellf,
Genro & C, repetindo
o proeedimento que ti-
veram o anno passado
por este Diario, pro-
testara contra toda e
qualquer transacqo
que 4* Sr. tenente-co-
ronel Francisco Ma-
noel de Siqueira Ca-
valcante, faga re ativa
mente, s partes que
possue no engenho
Cncei^o Velha de
Ipojuca, ou de urna
hjpotheca, celebrada
quando j esta va ven
cido o seu debito para
com os protestantes,
que ha niais de anno o
esto demandando ju-
dicialmente.
Repetimos este an-
nuncio para que nin-
g*uem se chame igno-
rancia 4
Recife, 18 de Maio
rieza com j i OO^
pouco uso e com todos 01 arreos, par nietade de (Jg Jqo/
seu valor: a tractar na ra da Madre de Deus
a. 5.
Vinho da Mourisca
Proprio para mesa
i ra de Pedro Ivo n. 22
Romano & C.
Arrenda-se o eogenho Mussabiba, uma legoa
distante da cidade de Jaboaiao, c outra da eta-
cao de S. I Taaabem se vende ou retalba-se em sitios von
ade dos comarudoref, todos com agua correte
na frente ; a tratar aa roa Primeiio de Marco,
loja n. 17.
riiar i acia central
Ra do Imaemdor n. 38
Jos Francisca. ^i|tBt*urt, antigu pbarmaeeu
tico da pharmacia francesa ra do Baro da
Victoria a. 25, avisa a seus amigos e freguezes,
que se seba na pburmacia cima, oude espera
continuar a merecer a confianza que felizmente
depositaram em ecus trabalhis protessionaes.
Attencao
Grandes Pechirchas
Cazacos bordsdes fiuiasimos para se-
nboras a .">500
r.'imisas bordadas para senhoras a 4000
Saias bordadas o que ha de bom a 4 J500
Lns finas para vestidos modernas a 3',0 ris
o covado na ra da Duque de Caxias n. 49.
Loja do Triuinph
Bastos & C
Engenhc Dous Irma: s
A coropanhia do Beberibe xrrenda parte
agrcola do eogenho I) >ns Innos, por prvto de
seis anuos, sob as condic.'S pira ess: fim esta-
blecida, e que os pretenden!, a pjdem examinar
uesto escripturi).
As propostas seraj apie-entivlns m carta fe-
chada ne dia 30 ao meio da, abertas na presen
C dci pretenden tes, em s-guida ao receiime.it>
das mesmas.
Recife, 17 de Maio do 1887.
Jos Eustaqui i Perreira Jacobina,
Secretario.
Escola rconoinico-mu-
sical
Na travessa da roa das Flores n. 3, scha-se
aberta uma aula de msica com o titulo cima,
constando de rudimentos musicaes e instrumentos
de qnalquer natureza ; trata se na meim aula,
das 4 i) da ucite. Tiitnbem no mesmo estabe-
leeimento ensini-se a 1er, escrever e contar ; por-
luiiez, latim, francer, getgmpbia e rbetonca :
trata-se As mesmas horas cima.
Tavars de Mello Genro, & C.
*<*
PASTILHAS
Oe ANGELtM&MENTRUZ
aa
W2
BS
t?a
ea


i
V
Criada
Precisa-ee de uma criada que saiba engommar
e eosabear bem, dando fiador de ana conducta ; a
tratar na ra do Procrees n. 7, na Sotcdade.
O Remidi man efficaz
Seguro que se tem descoterto ate
hoje para axpe'Hr as on trigas-
ROQlAYItOL FREIIES
Apparelli a econmicos para o cozimeo-
te e cura. Proprio para -agenlios peque-
os, sendo uiodicu era pre^o e ef
lectivo em eperacio.
Pode-se a juntar so* engenhos existentes
do systeaa volho, melhorando muito a
quadado do assu>:ar e augmentan lo a
quar.tidado.
OPERAgO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou cttgeuhos oentraes,
ina:hinis no. Plantas competas ou machinismo
separado.
EspeciticrtCOes e iiit'or.Da<,3 CUBi
Browns '.
5^-RUA DO C'()MMtliCIO-5 '
CONTRA
Deflux-a. Grlppe, BronohlM
IrritacSaa doPalto,oXAKOPEaPA8'
JeatAF>DEL.ANGKlNIER-4i) de nma efflaaoia certa J
e Tarificada pnrateiulii-uedn A&Ml.mia ilMi 'tlcinaaFranca. 1
Sam 0Ao, Morphina ncm Cod.ina -tie sem rcoeio s |
orlanou nffailadaii de Tpaaa ou Coifuctuche.
PABIS, ra WivUnne, til, l\U
em todas aa PHAnaucus
Jacifitlio Duarlc de Ol*tiro
Manoel de liveira Amori'Q, Lauriaco Jote de
Oliveira (ausentes), Aurelio dos Santos Coimbra e
suq mulher Mara de Oliveira Coimbra e seus fi-
Ibcs, KgratJeeem s p ssous que se digoaram de
acompanbar ao c miterio de fanto Amaro os res-
tos mortaes de seu es2o, cuohado < lio, Jucinthj
Duarte de Oliveira, e de novo convidam aos seus
pareutes e amigos, e do finado, para assistirem as
inissas di aetiuio dia, que por :..i almi mandam
celebrar na igreja da vencravel ordetn terceira de
S, Francisco, na terca-feir* 24 do corr. nte, s 8
horas da manb ; e p ir esaa aeto de caridsde c
religiao, desde j se eonfessam gr itoa.
jaraa?.-sja2a^;jti'-n .-.. -i:..:. ,s*j
t
tteoncl&do pela Inspectora eral e ffyglne do Imperio do BtaxO.
es do Estmago, Dyspept
Anemia, Febrt
Ireixxio ^**^laC V: W -*" 'm lIodalla
Aa 16,900 ir. ~~'*i4a^B M d CURO
em LAROCHE Pharmaceutico ifc PARS, VIENNE, NICE, etc.
O Quina-Laroche nao i um qualquer preparado, porim a resultado de irabalhos qu
frangerao ao se* tutor ms mais altas recompensas do Estado. O mesmo ferruginoso,
tr. 22 a i, raa Brauot, a aaa Fbarmaclaa.
-

>
Dr. Svmjtlironio t'eiur (jiiiiiiho
O tenente coronel Antonio Aurehauo Lopes
Coutinho, Dr. Ermirio Curiaho c seus timaos,
doloxisainente aorpren iid.is pela infausta noticia
do falleeimento de seu preptdi.'ainn filh.', irmoe I
verdadeiro smigo, Dr. Symphronio Ccutiiiho, na
corte do imperio, rogam n.m seus p-tieutes e ami-
gos o curid isi obsequio de assiutiieoj as missae
que, pelo eterno repOUSO de sua alma, mandam
resar ns m.itrizes da Boa-Vista desta ciJ-ide e dc-
N S. da Conceic&o de NuzaresJ, s 8 horas da
munh do da 24 do crlente, eeii.no do su pas-
samentr.
*Bff' 'V'-'W-Br '~'">''~
Dr. f>as|iii' il< U'iie/'f Vascon-
celluN Drituioud
1 anui ver; ario
Rosa Ejiia !a Fouaeca Oliveira rranda resar
uma missa p^raluia do seu sciiipru leuibrado com-
padre Dr. Oaspar de Menez?s Vasconcellos Dru-
mond. bo da 21 do corrente, s S horas da toa-
uh3, no convento do 'araio desta cidide, 1- an-
uiversario de seu fll-eim.'nt'. era oque convida
os parentco do fioati > c os teas amigos a assisti-
rem a este acto de religiao. ,

do
Tenente roronel auMlricli
CaMlro H ttrre(o
Mara de Castro S Barrete, sena filhos, n.ras,
gejrus o netos, convidem aos seus prenles e
amigos do seu finado esposo, pi, sogro e av, o
tenente-coronel Austrielino de Castro. S Barretj,
para assistirem uma missa que m-ndum reaaJ pelo
descanc de sua alma do dia 24 do corrente, ter-
ca-feira, na igr.ja do convento de N. S. do Car-
ato, s 8 horas d'i manila, trigsimo dia de. seu
pats .inen'u, e desde j antecipxm seus agradeci-
inent' s
DE
ALBERTO HENSCHELL & C.
:2ltui do lianio ila VicUrla-52
Este acreditrido estabelecimenta photogr.iphico participa .:o respeitavel publico,
que contina a execufar os mais apurfeicoados trabalhos pelo sy'stem :uaia moderno e
mais apreciado. Acha-se habilitado a satisfazer as m-is diffi-eia exigencias, quer em
trabalhos photogropliicos, qu-r em pintura a ole'.
Alm d-; seus trabalhos phoiograpliico que sao por in i. u!,e i los cuiarre-
ga-se tambem de retratos a oleo para o que. j se a ha entra nos de, volta .i sua via-
gem a Vienna d'Austria, onde visitou as principaesg l-ri-s, o exioii-i pi-i! r F n inand
Piercck, bastante conli.'cHo peU perfeiyao de seus irb 1 lesli 1877, qu-uido aqui
esteva em ^os3a casa o ultimmiute o anno p-ssalo.
Para satisfazer em geral a todos que honrarem o no so e-.tabele .j nto com
suos eQcommendas participa que s-lra dos retratos, seja qual for o syatema, tambem
recebe cncomraendas para qualquer vista ou piiysagcru, quer photographieas, tjuer pin-
tadas a oleo, sendo o encarregado deatas ultimas o mui conhu i lo paysagista o Sr.
Telles Jnior.
Rogase s Exraa?. familias e mais pessoas o obsequio i\ honrarem con suas
visitas nesso estbeleciinento, oude sempre existe urna magnifica expisiuao dos trabalhos
que executainoj e onde tambera os seuliores vieita'it s en^oi t rao 1 : nesa no tri;to,
perfeijao nos trabalhos o modicidadj us precns.
Barza,
GERENTE.
J
H
;:
38Sua do Imperador'
t
Hanoel de Alinciilu .nag.dhes
S* aunivirsario
Anna Varcjo Magnlbaes tendo de mandar rusar
uma missa por alma de seu sempre lembrade espi-
eo, Manoel de Almeida Magalhes, no dia 25 do
corrate, s 7 '/j horas da maoh na matriz da
Graca, 2" anniverairiu, convida aos s.'us parentes
e amig is para assistirem esee neto relig- so, para
que se confessa agradeeii'i.
Dr. Ciaspar de llriimuiond
Gaspar de Drinmond e eeu3 irmis mandam
celebrar missas por alma de sen presado pai o
Dr. Gaspar de Drummond, na igreja do Carmo,
s 8 horas da manh do dia 24 di corrente, l-
anniversariodi pasaamen'o; e para asis til-aa sao
convidados os rarent' a e amie- s Tendo passado por uma completa reforma achase montada a satisfazer
promptidao as indicaco.s medicas, tendo para esse tim medicamntos de primeira
lidade ei especialidades pharraaceuticas dos primeiros fabriaan'es.
Sobrado a vender-sei
Veude-se o sobrado n. 87 ra da Aurora, em .
frente a ponte de Santa Isabel ; qu-.m pretender, '
pode entender-ae co.n o eorrecWr r"edro Joa Fin i
to, na praca do Commerel.'.
com
qua-
Precisa-se de um caixeiro de 14 a 1G annos de
idade, que tenha alguuia pratica de molhados : a
tratar na ma Vidal c. Negreiros u. 23.
Candi
o
Cempra-se em grande ou pequea por,a ; na
ra larga do Rosario n. 1.
Superior cognac
Marca Goorges Seguin&C, garantido legiti-
mo, de vinhos a-rn mistura algu a : venda nos
principaea estabelecimentos de m-olhados de
G. Laporte & (!.
Ra do Imperador r. 4*i, primeiro andar.
Uma pesaoa que tinlia 2504000 em sen poder
depositados, per deu-os, e roga a quem as achou a
.restituicSo, pois o prejudicado pj'orc o nao pode
presiar contas, sao duaa sedulas de 100 o uma
de 5O400 ; pede este grande faver de conscien-
cia, e gratifica (. ene rotamente na ma de Hurtas
numero 315.
Perdeu-se
m
Aluga-se por pri'co muito commodo a um pe-
quena familia o s>ta> do Io andar da ra do Via-
conde de I'apanca, anrga do Apollo n. 53. No
mesmo preciaa-se de um menino para fazer com-
pras e umt preta para costnhar para duas pessaas
d-se roupa bom c ui nado.
Tenenlc-ciiriiiiel Ausli .. in. de
Ci tro ife W Brrelo
Ernesto Arcelino de Barros Franco, Marcicnilla
de Castro b Brrelo e Marciotiillo de Barros
Franco convidam a seue p .rutes e amigos ao
caridoso obsequio de aa9isiireui na matris da Boa-
vista ama misaa no trigsimo dia do falleeimento
de seu cuif>ado, irmao e tic. o teuente-coronel
Austrielino de Castio de S Barreta, s 8 horas
do da 24 do corrente.
uma eautella pertencente a Fernando MagalhSet
da Silva, do Monte Soccono n 13,128 ; pede-se
" pessoas qae a achar, de levar ra largado
Rosario n. 8.
J-
!W.%
SEWPBE til I
Capun;
Aluga-ae a casa t rrea n. 40, ra da Amiza-
de, eat concertaia e caiada ; a tratar na ra
velba de Santa Bita, sobrado n. 14, das 8 horas ao
meio dia, e das 4 4a 6 h ras da tarde.
Aluga-se o Io anlar do sobrado n.27 ra do
Imperad r, pintado de novo e com agua ; a tratar
na ra do Duque de Cax>as n. 47.
HAPPA MORAL
DO
Imperio do Brazil

Caixeir.1
Na ina da Palma n. 37. precaa-se de um cai-
zeiro com pratica de aiolhados e que d fiador
sua conducta.
O propntxrio da taverna na Magdalena, de
fronte da cataclo dos boods, abrigado por moles-
tia, vende ou permuta por outra nesta cidade, a
mesma Uverna ; a tratar na meima.
Jiropli
>lanipocira
Esae medicamento de uma effieaeia r eonbee.ida
no beriberi e outrae inob-sias em que predomina a
hydrope8a, acba*se modificido em sua prepara
cao, ;rac8 a orna nova formula de um distiucto
medico desta cidade, a-n.io que romete o abajan
aasignado est habilitado para prepaial-c demudo
a melhorar lhe o goalo e ch' iro, eein todava alte
rar-lhe aa propriedad .- medicamentosas, que ae
conaervam eom a mcem aelividade, se nao maior
em vista do medo por que elle tolerado peb
eat'mago.
Cuco aeponito
Na pharmacia Conci-ica ., i ra do Marque de
Olitida n > 1
Hezerra de Mello
Semenles <>e carrapato
Corapra-ae grandea e pequenne quantidadea :
na drogara de Fn ncisco M. da Silva de C ma
do Marques de Orn da n 23
TRASPASSASE
nm importante eatabelecimento de molhados no
raelhor local que ha na freguezia de Santo An-
tonio, boa armaco, offereee todaa aa vantagens :
quem pretender, na fabrica Tigre informa.
Auna da iomeifao Bnt"n de
Cartlho
Jos Augusto Alvares de Carvadh e seus filhos
iiienores. anda mal despertado; do terrivel cho-
que que os aubmergio na mais profunda dor, rou-
baudo-lhi-a tSo inopinadameu'e a preciesa exis-
tencia de sua carbonosa esposa e mi, veem por
eate meio dar publico tiaternunho do sua gratido
a todos oa reatos raorfes d- fin di ao lu^ar de sen re-
pouin. epjdir-lhea tainbem que a-, dignen) aisiatir
as miaaaa do sttiui) di-, que se roalisam na igreja
matriz de Santo Antonio, india 25 do corrente,
s 8 h -a da manha.
Vanoei Tararea (le Aquino
Gerciuo Tavares do Aquiu) e sua irwa Mara
Feli.-mina, convidam a aeua parentes e amigos e
aoa de aeu fallecido pai, Vlmioel T^varea d:! Aqui
no, para ouvirem urna Mtea qn" mandam resar
pela alma do mesmo, na matriz da Boa-Vista, s
7 horas da manh d i dia i4 do corrente, Io anni-
versaria de seu pnssamenf o, p-.-lo que ac coii.'easa-
rao eternamente at-r-dieid ia.
AlCldeN Falco
Guilhermina Falcao, Alfrtdo Falco, Carlos Fal-
eo, Argemiro Falcao e aua seuhora, Aunibal Fal-
cao i lUoeute) Euclidea Falca-, Alberto Falcao,
Sylvia Falcao Caaaal e Jo) de Barroa Caaaal,
mi', irmca e cuuhado de AlciJea Falcao, fallecido
a 21 do corrente n\ st< cidade, munif. stam-se pro
fundamente agradecidos a>a paientes e amigos
que os acompanharam no doloros) transe porque
acabam do pasear, e Ibes aolic tam o caridoso
obseqni i do aasistir ais auffragios de 7- da que
mandnm celebrar ni matriz O Santo Antonio, s
7 1|2 horas da manh do dia 27 do corrente.
E DOS
I sla POR LEVASSEUR
Acaba de chegar a esta capital e acha-se
exposto venda n i
Livrnria ti. l.ami le A C.
O esplendido o novissimo Mappa do Imperio,
medindo 2m30X2m20. dando alen demuitas outraa
claraa e preciosas informa^es, os limites das pjo-
vinciaa, oa eatados vsinhoa e aeus reapectivaa li-
mitea, tudoem earacterea muito apparentes e viai-
vcia a lcnga dintaucia, o que o torna iodispenaa-
vol s casas de educacao.
PRESOS
Montado em panno com fortes guarnieres de
madeira
95000
(Vale a peiia aer apreciado e para isto ha nm
exposto na livraria cima )
t
(in-iilio l'ii-io de l.euios
Vende-se noeserip-
torio da Empreza do
Gaz latas com tres
caadas de Tar (al-
-atro) a 1^600 rs.,
Ccinineudadjr Joto Pnrlo de L-mos, seus ir- r.rrl nfa c /J w'lIH'lll'lfi
moa, sobrir.hns e cuuhudiij, u.andam resar misa is IIi UIIIIJI-CIO C oVILl<*vJ-CXO
por Ima de seu irmao, t:o e euohado Camillo Pin- '
to de L :mes, na nutrs da BjH-Vist, pelos 8 ho
ras da Ba de quarla-r'eira 25 d.i corrente, tri-
gesiin i dii da sou falleaimeiibi o convidam ais
parnt- a e ami^oi par t RSfdttirea) eati' acto de
p lo que fieum suinmamente

'! vf
Fernando Thoniai ua Silva
Antonio Thomaz da Silva Jnior, tendo rece-
bido a infausta noticia da inoiie de seu presado
irmai Fernando Tboinas di Silva, na povosco de
Bebedouro, pede a todos os aeus amigos e conbe
cidos, aesim como do fiuado. aseistirem aa miaias
que por aua teneSo manda rei>ar ua'igrrja do Di-
viuo Espirito San, no dia 25 do eorreute, s 7
horai da manha, trig-'^mo de aeu pisaumento ;
pelo qne antecipa aua eterna giatido a todos os
que ci.mpaieeerera a eate acto de religiao e cari-
dada.
religieo e gartdad
grai' a.
Cub Castell dOuro
Convido aos prenles e amigoi do nosso queri-
do e sempre lembrado c.nso.i) R>gsrio Alexandre
da Foneeca Maiques, para assistirem aa missas
que u and-iin celebrar nt igreja da Pilar, a 5
horas da manb do dia 2 do corren"e, aatimo dia
de aeu paasamente, e desde j se confeaaam gratoa
a aquullea que assistirem a esse aeto de religiao.
O secretario,
Al.-ida MutH-a.
Faz-se grande re-
duego no prec,o do
mesmo para as en-
com me nd as de qnan-
tidades maiores, a
tratar ra do Im-
perador n. 29.
Vende se ahi tam-
bem coke (carvao) em
saceos avulsos.

r-iiiGift


Diario de PernainbncoTerfa-fera 24 de Maio de 1887
Aluga-.se barato
Raa Visconde do Itaparic* a. 4-1, armaaem.
' fu* Coronel Soaasaoa n. 141, quarto.
rrti-se na na de Conirneicio n. o, 1 andar
riptorio de Silva druimarae & G.__________
Ama
Precita se de urna t.ma na fabrica Phenix raa
de Joo do Reg n. 15 ; a tratar na anal,
Advog-ado
O baeharel Antonio Ribeiro de Albuquerque
Msranhao tero sua banca de advocacia na prca
de Pedro 2 n. 75, no mesmo eseripterio do Dr.
Manoei N> tto Baudeira.
Ama
Precisa-so de orna ama para o servico de urna
casa de ponca familia ; aa ra Nova n. M, se-
gando andar. ^^^^^^^^^___^_^____
Manhiga inglcz
Ten. para ftnder cm latas ecm meio kile cada
__.n.. Anrnin Duarte. ra da Umao
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de peqaena
familia ; a tratar na ra do Paysaad n. 19, Phs-
siigcm da Magdalena.
Ama
)
orna a T(Ore. Aotr nio Duarte, ra
n. 54 e Arlhur GoncalvfS Macaes, run da Au-
rora n. 85, confrontando-se com a estacao de
Olinda. __^_______

casa
Alaga-se < sobrado n. 67 A rot do Bartholcm. o,
confronte' n estacio de C-iroar, com bastantes
eemn>odos e bja vista ; h tratar na ra larga do
Rosario u. 31. pbarinitci. _____________
Sirope de cambar, guaco e bal-
samo de Toli
reparado pelo pharmaceutico Jos Francisco
BRtetMom-t
E' um p..iicroo preparado para todas as affec-
jes dos orgos re&pii a torios, como catarrho pul-
monar, astoroa, coqueluche, brunchite, penme-
na, tisiea, > te, etc.
Cada fraseo 1/.000
Deposito un Pbnrmacia Central, roa do Impera-
dor n. 38 Ptrnambuco.
pplrttcnditc
Jos Samut I Betel bo, o bem conheeido fabri-
cante de boiiqu-ts par* casrimentos eoutros actos,
e capailas m >rtuaria do p-, petuas, tanto de o-
res naturaes ear^o ariein''?. peitavel publiej p ra ser procurada na ra Nova,
foja de mindesas n. 20, e i a ra da Cadeia do
Beeirt', loja de selleiro n. 43, prometteudo todo o
asseio e promptido no sen trabalbc.
Precisa-se de ama ama para lavar e engommar;
na roa Primeiro de Marco n. 16,
Ama
Precisa-se de urna ama que cosinhe e engomme
para marido e mulher sem filbos, e que duerna em
casa : a tratar na ra da Conquista n. 29, ou ra
do linorim n. 6.
Precisa-se de urna ma de bea conducta para
casa de poaca familia, que compre, saiba cosinhar
t durma em casa ; na ra do Marques de Olinda
n. 48, 2- andar.
Ama para cosinhar
No largo do>Corpo Santo n. 19 2o andar preci-
sa-se de urna boa cosiobeira que durma em casa.
Ama deleite
Preeisa-se de urna ama de ieite com urgencia
a tratar na ra da Siledade n. 14.
Ama de leite
Precisa-se du uiaa na ra de Hurtas n. 118.
Tricofero de Barry
Garante-s qne faz as-
cet ecrescer o caballo un da
aoa atis calvos, cura a
inha e a caspa e remore
todas as impurezas do cas-
so da cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cahir ou de einbranque-
rer, e infallivelmente o
Vwna espeaso, macio, lns-
ti oso e abundante.
VAMkA
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original risada pelo inventor em
1829. E' o nico perfume no mun-
do qne tem a approvacao oficia! da
um Governo. Tem' duas vezes
mais fragrancia qne qualqner outra
ednraodobro do tenipo. E'mnito
mais rica, suave o deliciosa. E'
amito mais fina e delicada. E'
mais permanente e agradavel no
lenco. 3 (loas rezas mais refres-
cante no banno ao c-uarte do
doente. E' especifico contra a
frouxidao e debilidade. Cora as
' dores de cabera, os cansados e os
I denmaios.
Xarope ie Villa Je Renter lo. I


Avi
i re
Precisase de um criado : a atar na ra d
Paysaud n. 19, Passag. ra da Magdalena.
SO
un
Fnncitc i Goncalvea Ketto embarca para o Rio
dft Janeiro, r^.-ur.dir. ca 8r. 0car FaJk' i-
en e Jos Duarte da Silva Ps.p-.uia. Reeif-*, 20
de Maio d.- 1887.
Precisa-se de um cosiebeira para casa de fa-
mili > e qu s>ja do boa ecniucta ; na ra do Im-
rad'T n 73, 3~ andar.
Seinenies e arraplo
Criado
Ccmpra-te na f.ibrica A
namero 79.
Prfciea-S'' de um qae saiba 1er e durma em ca-
a rna do Hospicio su : a tratar a ra da Madre de Deus n. 5 arras-
2>m ou C'jipo Saut) n. 19 2 andar.
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
TE8 DE USiL-0 DEPOIS DE Vilr-a.
Cora positiva e radical de todas as formas de
?scrofulas, Syphilis, Feridas Escrofulosa*,
AffeccSes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas as do-
encas do Bengne, Figado, e Rins. Garante-so
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangua
restaura e reno va o systema inteiro. '
Sabao Curativo de Reuter
As PHula purlfco o Sanue, corrigem todas as desordems de Estomago b
dos intestinos.
Fcrtalecerr. a saude das constitucoes delicadas, e sao d'um valer incrivel paratoda= as enfermidades |
peculiares ao seo feminino em todas as edades. Para rs meninos assnn como tambero para as
pessoas de idade avm;ada a sua dVicac e ncontestaveL
i
>
^ssas medicinas sSo preparadas smente no Estabelecimento do Professor Hollowav,
78, NEW OXFC&B STEEET (antes 533, Oxford Street), LONDEES,
l E vendemse em lodas as pharmacias dr universo. '
Ifiv Os compradores sao envidados respetosamente a examinar os rtulos de cada caixa e Pote se n&o teem a 1
1^ direccao. 533, Oxford Slreet, sao felsificacoes.
60:(I00$000
Em beneficio da laslrocco Publica da provincia
Esta lotera drviclida em 5 partes
Extracto da l* parle da i.a lotera
Sabbado, 21 do corrente
Bilhetes venda na Casa Feliz praca d
Independencia ns. 36 e 97; Casa da Fortuna,
ra 1, de Marco n. 23; Boda da Fortuna, ra
Larga do cosario n. 36.
Para o Banho, Toilette, Cnan
Sas e para a cura das moles-
as da pelle de todas as especies
em todos os periodosr
Approvados atortaidoa >' < laso
ria geral re I ygi une i Ri Janeiro.
Deposito Pera ^ de
Franc8c;> MBooI dn Sirvn & C.
Tnico (I. Jiiulamba
Comporto cniu quina e gl.vce-
rlua
CONTRA A; CASPAS
22 = Ra Larga do Rosario = 22
Peitoral de Cambara
(5)
PBEQ08
as agencias : frasco 'ibOO, l[2duzia 134 e
duzia '4000.
us sub agencias : frasco 2800, 1|2 duzia
15000 e duzia /8000.
Agentes e depositarios geraes em toda a pro
vincia-Francisco M. da Silva &C, ra do
Mrquez de Olinda n. ??.
Tonluras de cabra ou cacha-
qtieeas
Ese terrivel .soffiimcnto curase fazendo-se
uso dnriarorntc, ao deitar-s, de una s duas pi-
IuIhs anti dy^pepticas e reguladoras do vtntre,
preparadas por
liarihulonii'ii A C. KoccetROre*
34 Ra larga do Rosario 31
PernHmbueo
Prso de .enlre
A cura deesa molestia que tantos incocimodos
causa, obrern-se muito simpl.emente tomaudo-se
por algumus noites urna ou duas pilulas andi-dis-
pepricas e rfgularloras do venrre, preparadas por
Barlholomeu A < Huceemfote
34Ra larga do Rosario84
Pernarnbucj.
He
i.EVrtLiiS
----- ...... IK^HOIHWIL > TMl---------------------
I sjtra-se a fia ~r+ (pie penetr* no ello acalma o ayinptoma aervoao, tacliii
' a azpectcrd(a e laporia* as funecoes dos orgaOs res; ir~ior!o.
tsm Matala em e S. Baric. i9, -* p~*.*%*rt. osa -_t <
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cada urna letra de urna c6r altrente e w aellf UBla,' 05 UtrlMliJI.
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Vende se dous eabriolets, sendo um descoberu
a outro coberto, em perfeito estado, para um on
doos cavallos; tratar ra Duque de Caziac
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daa, a 800 e 14 o par.
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Anquinhas de 24, 24500 e 34 urna.
Plisss de 2 a 3 ordens a 400, 500 e 600 rs.
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Capilla e veus para noivas
Suspensorios americanos a 24500
La para bordar a 2800 a libra
Mo de pnpel de cores a 200 ria
Eslojos para crochet a .$000 rs
Bico de cores 2, 3, e 4 dedos
de largura a 34000, 44000 e 54000 a peca
Leques transparentes a 34000
dem preto a 24000
Lindos Broxes a 34000 140.10 e 500 ris
Leques para menina a 200 ris.
Licha para machina a 800 ris a duzia, (CB Kj
Bordados com duis dedos de largura 600 ris.
3 dedos 800 ris, 4 dedos ] 400. '
Garrafa d'agua Florida 800 rs.
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ra correr babados a 14000, a 1450;) a peca com
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Tendo recebido direclamenie um completo sortimento de fazendas
qne vendeni por presos que admraui
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Linn com sslpicos, fazonda muito lrga, a 600 rs., covado.
L3s com listrinhas, noviiadc, a 500 rs., covado.
Ditas cora quadrinhos, a 400 ri., t ovado.
Lindas alpacas de cores, a 320 rs., covado.
Ricas peyas de etnminr-, n.0 I.-ruissiinj, 10^1010, p?ja.
Cambraia borlada, a 5)J500 e G500, peya.
Ricas guarnic3e8 di viladilbo, brdalas a vedrilho, a 6^500. u-i .
Lindos dama s, 320 rs., covacio.
Gorgorinas de listrinhas, a 320 rs., covado.
Fusloes de cores, a 320 e 400 rs ovado.
Dito brinco, a 400, 440, f>00 e rJ40 is ce --ado.
Linhos cscocezes, .-. 200 240 rs., con
C1V.1i:
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Seiinetas ri : <, o 320
Veludil o,, j .- s e laviv i
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'J5000 o rJMni i
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vestido a 3000 e 4*000.
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cremo com matiz a 9*000.
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mfio luto a 500 ris.
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6*000.
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zia.
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tes, e de tustSo, todo o preco.
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todo o prgee.
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2*500.
MANTILHAS tespanholas ultima novidade a
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E i.utras rouitos fazendes Dovas que as Exmas.
SruB. podero ver na loja ou mandar ver as amos-
tas que se ao sem peuhor na- l.oja das
l.islras t/.iif de
Jos Augusto Das
Cocheira venda
Vende-se urna eocbeira bem localisida e afre
guezada, ou admitte-se um socio que entre com
capital e que posea ariministral-a, faz-se qualquer
negocio i.as condiedes ezpostas, ca razio de o
dono precisar rater umii viugen ; a tratar na ra
Duque de Cazias n. 47.
Renda do Japao, noviaue, n 2u0 is covacio.
Cortes de fustao para cllete, a 1^000. um.
Camisas para senhora, a 3C000 e 4S000, duzia.
Cortinados bordados, a (J.500, 7^000 e 90" p r.
Espartilhos de couraca, fios, a 4000, 50i', "-5.0U a 750O,
Colchas de cures, a 2000, 4800, 5500 e rj000. urna.
Lencos de esgniSo, a 2000, 2^400, 2800 < 4000, duzia.
Fichs de retroz com palmas de seda, a 1^000 e 1500, um.
Meias para senhora, a 3000, 4(50^0, 5^500, G5000 at l000, a duzia.
Ditas par., hom -m, a 2^400, 2i00, 3000, 4000, 5fi>500 e 7(XX), duzia.
Grande sortimento do raadapoloes e algodoes, brins de cores e brancos, case-
miras p etas e da cores, cheviote e amitos outros artigos de phantasi.i.
S NA REVOLfA0
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pela Academia Nacional
Ordenados nos Hospitaes de Franca, America, Inglaterra, Russia, etc., etc.
Administrar so*^ forma mui facile agradavel todos os elementos curativos do oleo evitando
assim o chelro ^ sabor nauseosos (reste; alem d'lsso esta preciosa preparacao tem urna
superioridade incontestavel sobre o Oleo porque pode per usada durante os grandes calores
cm quanto o uso dacruelle tmpossvel. tal o eminente servico prestado pelo Doutor
vi visar; a experienoiA tom conllrmado o bom xito d'estc producto.
Exigir firma do Inventor B. vivzxar em duas cores ao redor do gargalo de cada
garrafa com o Sello da L'nlo dos Fabricantes.
PlRI.s SO, Boiileiard de Strasbourg, SO P.il/Ts
Lotera da Provincia
Sfr brevemente anniinciado o da que
dc-rc ser extrahida a 4.a parte da lotera em
beneficio da matriz de Itanib, no consistorio
da igreja dcNossa Senhora da Conccfo dos
Militares, onde se acharan expostas as urnas
c as espheras arrumadas ero ordem numrica
aprecia pao do publico.
Wim
Recebeu A Exposico Central, ra larga do
Rosario n.~38
Vende se
o bem Hfreguezado hoti'l, aito rraveasa do Arse-
nal de Guerra n. 13, com pequeo capital ; a
tratar no meemo.
Terreno
ultima wMi
V^nde-BP por prtcos muito rasoaveis e u-se
grande difft-rciica em porco;
1, Ruado Barho da Vlrlorla I
Loja do Souza
Vende-se um terreno confronte a estacao do
Principe, estrada de JoSo de Batros, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundos, e c >m alicerces
pra 3 rasas; tratar na raa d'Apollo n. 30, pri
ciro andar.
Omento patente runmi, mar
Robn i..<>n.i<>ii A \irinr teart
Vendem Livramento & C no cae do Apollo
numero 45.
Farinh barata
A 1*600 o saceo
Vende-se eaceo de farinba de mandioca a ....
lfritaj ; a* caes da Companhia Pernambucaaa n.
4, trapiche Barbosa.
Vende-se
na raa de Hortas n. 17, copos finos a 3*000
dusia.
ELIXIR &VINH0
Dige stivo s
TROUETTE-PERRET
de PAPAINA (Pepsina vegetal)
sao os mais poderosos digestivos conhecidos at agora, para combater as
AFFECQESDO ESTOMAGO: GASTRITES, GASTRALGIAS
DIARREU3, VMITOS, PFSO NO ESTOMAGO, MA DIGESTAO, ETC., ETC.
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venda as principaes Pbarmacias e Drogaras.
Venda em grosso em Pars :TROUETTE-PERET, bouletard Voltaire,i6i
tote se ixlfir StU* n OPM Depsitos em PernamUtco : FRAN M. da SILVA e C e as principaes pharmacias.
VERDADEIRO
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rilIS, I, na Meu* de m&enta annos de succem lem pr*o i tntcarn
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TUTABO HOIII A OIICIH DO CATAJMO |MTUIT|
tfmtum m PtmamtMp Pr- ILU Uti A I
H! 3
1
FEBRES C0HT AGIOS AS
'luxet 09 PEiTO H0LESTIAS umalhertt i* crismas
t


8
?iario de PcrnambacoTerga-eira 24 de Maio de
ASSEMBLEA GERAL
i:


IEX1DO
SES3A EM 12 DE MAIO DE 1337
i a
PRESIDENCIA DO SR. CROZ MACHADO, VI-
CE-PRESIDENTE
(Conelusdo)
O Sr. Crrela (eomniovido) : -Sr.
pfeaidenta, a morto que ltimamente tanto
nos tem ferido o coragao, separando n03
par.i serapre de eorapanheiroa que tao fun-
das saudades deixara o, acaba de arreba-
tar .".quella qua, pela respetabilidad, pela
imparcialidad*, pela oieracJo de seu ca-
rcter, mereceu ser colocado na eminente
cadeira da prudente desta augusta cma-
ra, onde dignamente representava os re-
presentantes vitalicios da nagao, o Conde
de Boependy, Ilustre senador pela provra-
' cia do Rio de Janeiro, a qual agora se co-
bre de luto.
Como so urna longa carreira qual a que
V. Exc. tao eloquentementa rocordou, as-
signalada por servigib raemoraveis na ad-
ministraso municipal, na adranistragSo de
provincias, e, em maia largos horizontes,
na r presentago nacional, na elevada po-
Bgu tie presidente da Cmara dos Depu
tados e do Senado; como se uraa langa
carreira; nobilitada por servico', qua alm
de se estenderem sobre o pas, aproveita-
vam a prest>03a classe dos 1 ivradores, da
qual o Sr. coade era um ios membros mais
conspicuos, e a que sa dedicou como pre-
sidente do Instituto Fluminense de Agri-
cultura; como so tSo inv. javel carreira de-
ve6se ter remate condigno, o nosso saudo-
so collega retirou sa pola dorradeira vez
desta oasa logo dopos de o terem amigos
e adversarios polticos recollocado na cadei-
ra presdanlas!, cercado da estima e da
confianga geral. (Apoiados geraes )
O Sr. Castro Carreira : Multo mereci-
damente
O Sr. Correia : -Tendo em considera-
gao os relevantes servigos prestados em
mais de meio secuto pelo benemrito cida-
dao, o Senado creio, deve lie solemne
manifestac^o de aprego.
Como consequencia das sentidas pala-
vras de V. Exc tenho a honra da pro poi-
que, om testemunho di viva magua pelo
lallecimento do nosso prauteado collega, se
lance na acta um voto de profundo pezar,
se levanto a seasao de hoja, e se nomeie
urna commissJo para acompanliar ao ultimo
jazigo os seus restos mortacs.
Aceres.entarei, pois, que so trata do
fdllecimento do presidente do Senado, que
V. Exc. convida os r.ossos colleg-is para
tomar luto por cito dias. (Muito bem, mu
to bem.)
O Sr. Presidente : Vou por a votos as
tres primciris partes do requerioiento do
nobre senador ; quanto ultima (a que
diz respeito ao luto) es nobres senadores
ouviram o pedido e estou certo qua o at
tenderlo.
Sao nomeados para a deputacao 03 Srs.
Paulino de Souza, Candido de Oliveira,
Bir os Barreto, LeSo Velloso e Meira de
VaBConcellos.
do presidente dft consolho, para que d ex-
plioacSes sobre to importante ponto.'
Espera que bb lhe relevar que ioter-
rompa a ordem do dia, pira que uSo pia-
se o precedente, e possa o nobre rainistro-
cumprir C3te dever.
O Sr. BarSo de Manure (minis-
tro do imperio) acredita quo o senado ar
a justiga do conveacer-S9 que, o nobr.'pre-
sidente do conselho no est presante,
quo motivo gravo o inhibi de compare-
cer.
O Sr. Ignacio Martina: -M.s manlou
alguma participlo?
O Sr. Bario de Mamor (ministro do
imperio) : Anda nSo sei qual a rallo da
ausencia do nobre presidenta do con3elho ;
mas estou prompto para dar exp!ica3e3
que foram pedidas.
O Sr. Franco de S: Nao seria me-
lhor requerer a suspensito da sess3o?
O Sr. BarSo da Mamor (ministro do
imperio) : O Sr. presidente decidir se se
deve attender ao requerimanto do nobre
senador polo MaranhSo, para suspender-sa
a sesso.
O Sr. Presidente: Nao dos estylos
suspender so a sessao ne3tes caso3 ; entre
tauto, peco ao nobre senador que precise
os termos lo adiamen'.o.
O Sr. Franco de S : At a eb"gada
do Sr. presi 'ente !o -ons lho.
Vozes : E' preciso requer
cripto.
O Sr Franco de S : -Pelo regiment
baota requerimanto verbal ; j tamos um
preciso requeriraento es
SESSO EM 14 DE MAIO DE I8$7
PRESIDENCIA DO SR. CASSANSAO DE SI-
N-IMB' (1. VICE-PRESIDENTE
Entra em discussao o parecer da cora-
missSo de constituicSo concodendo lcenga
ao Sr. senador Junqueira.
O Sr. Franeo de S (pola ordem)
observa que tem sido costutne invariavel,
por occasiao das recomposig5es miuisteria-
es, serem dadas, por parte do governo, ao
aenado e cmara dos deputados, explica-
cues sobre Tacto t3o importante. Hontem
foram dadas essas explcag3es na cmara
dos Sr3. deputados, o todos esparavara
que o raesmo se fizasse hoje no sealo.
Entretanto o nobre presideate do conselho
nao compareceu, e seus collegas de raini3
terio que estilo- presentes fiaara mudos e
quedo3, i ido se j psssar ordem do dia.
E' facto anormal, sobretudo as graves cir-
cutnstar.cias em quo nos acharaos, e para
co at desconsiderag3o para com o sanado,
(Apoiados).
Lavnta-ae, portanto, para pedir ao Sr.
presidente qua cousinta que interrogue o
nobra ministro do imperio que, tratando-sa
de assumpto poltico, dar f*zer as veses
precedente nesta sessao.
Urna Vi.z : E se o nobre prosi lente do
conselbo nSo vi:r ?
O Sr. Bir2o de Mamor: -Se o Sr.
presidente do conselbo nao puder vir, eu
darei as cxplicayo;s. O ministerio nao fo
ge. ao curaprmento do s?u dever.
O Sr. Ignacio Martina : -E' preciso fi
xar o prazo do adiament.
O Sr. Franco de S : Por ama hora.
O Sr. Presidente : -O 3enhores que ap
provam o requerimeuto verbal do nobre se
nador pelo Maralo, para se interromper
a sessao por um hora, oji at a ebegada
10 Sr. pre d nte vantar-se
E' approvado o requerimeuto do 3r
Franco de S, e suspende-se a sessrlo ai
11 hora3 e 45 minutos.
Quarenta e cinco minutos depo3 do meo
dia continua a scsslo.
O *r. Rlbelro di Luz (ministro
da guerra): -O S.-. presidente do consdho
havia hontem combinado com os seus col
legas do ministerio qui viria boje dar n
razao por quo se tiuha retirado do minis-
terio o Ilustre Sr. conselheiro Alfredo Cha-
ves. Era este dever determinadado pela
longa pratica do nosso pirlaraanto, ao qual
S Exe nSo desejavaeximir sa. Occor
reu, porem, um incommodo ligeiro que o
nobre presidenta do conselbo sofTreu, e
communi.oa en carta qua o orador tam
era seu poder.
Nestas circumstancias, pede ao Ilustre
senador pelo M-.ranhlo e ao Benado qua
concorde no adiamento desta discussSo pa
ra despo3 d'amanbi (segunda teira); ou
para quando o nobre presidente do canse
lho puder comparecer ao senado; nao on-
xerganlo nisto o ilustra senador, nem
qualquor menubro da ca, monospreso nos
direitos e prerogativas do senado, qua o
ministerio sabe solar e respeitar como lhe
curapre.
O Sr. Franco de S smente estranhou
que o nobre presidente do conselbo nao ti
V6333 desda logo feito ao senado cornmuni
cao quo fez depois de ter sido suspensa
a sessao. Mas em vista do incommodo de
S. Ex., tacto quo toJo3 lamentara, est
da pleno aceorli o er que todo o senado
(apoiados garaos), com o pedido que fez o
nobre ministro da guorra: o proprio orador
o faria sa S. Ex;, nao tivesse prevenido
O Sr. Ribeiro da Luz (ministro da guer-
r<) dz que da^pdavras proferidas pelo no-
bre senador poder-se-ha inferir que o nobre
presidente do consolho foi descuidoso em
nao fosar desde logo coraraunicacSo ao so-
sanado. Pondera a S Exc. quo, segundo
segundo est informado o nobre presidente
do conselbo s>hio do casa com destino ao
i em caminb) sobreveio o ocommo
O Sr. Presi lenta : Passvso oriem do
dia v
O Sr. Fraaeo.de Sil er que oSr.
presidenta nllo intarprctou exactamente o
pansa nento do nobre ministro da guerra ;
o orador, pdo menos, enteniea qua S.
Exc desajava qua so levanta3so a se3s3o
afi n do que depo3 do am>.nh1 compare-
c?s3 o hnralo presidente do conselbo pi
ra dar expcojSes qua sito nocessarias,
sara as qmes entanda quo o sonalo.nSa
poda passar discussao ite matoriu secun
1 rias.
A situacSo grave, n2o s pda racon-
posiya > ministerial, m -a alada por outros
factos qua se leo dado e sao n(torios. Eo
tea I-, portinto, quo o lanado uo polo
dexar da exigir, aates da tu lo, quo so
faja ouvir a palavra da S. Ex:, o honra-
do presidente do conselbo, sobre a orga-
nsaco do^miasterio o sobre a nova crise,
que p'trece nooateataT 1. (Apoialos.)
O Sr. i'rcaidonta n3o pansa como o no-
bra 8 nador. (Apoiados.) Ci qua o adia-
ra nto foi at qua compareoesse o honrado
presidente do conselho para dar as expli-
cares que o nobre senador julga indispen-
veis ; -ra, cono ha outras miterias na or-
den do dia, que nllo tora a importancia
do assumpto do que pretenda oceuparee
o nobra senador, er qua o sanado podia
adiantar esses 'trabaihos.
O Sr. Franco de S (pela ordem) v se
forc ido a requar qua sa lavante a sessao
at qua se possa ouvir o nobre presidente
do conselho, que naturalmente depiis de
ainanhS estar reatabelecilo, visto declarar
o nobre ministro da guerra quo o incom-
modo de S. Ex;, ligeiro.
O Sr. President;: RntSo lenha o no-
bre senador a bondade de apresantar o seu
requerimento.
O Sr. Franco de S, o faz verbalraente,
come o regiment parmitte e se fez em
urna das ultimas sessoes.
Posto a votos o requerimento do nobre
senador, approvado.
O Sr. Presidenta declara
a:!i:udo presenta o Sr. ministro da agri
cultura ser opp-rtuoamante maread) dia
a hora.
E' l lo, apoiado e approvado sera deba-
te o seguate requerimentj:
R;queiros) solicite do giverno pelo
ministerio da agricultura, commorcio e obras
publiaas a seguiote aforraaguo :
Qul a dospeza que se faz actudmen-
te com opessotl eneorragilo di g,i irla a
c>3ervag;to do rajtari^l de, extiueta cm-
raissSo de deaobstru;ga3 do Parnahyba, m
provincia d> Piauhy.
Sala das sessSis, 12 da Mab dj 1337.
Affmso Peina.
ca-
FOLHETM
JOS LARONZA
POR
JACQS D FLOT E PEDRO >UEL
TERCEIB.l PASTE
O 4BVSMO
(Continuacao do n. 114)
VII

Urna suspeita terrivel passou pela mente
,do joven advogado.
Tea lhe acontecido alguma desgracia ?
pensou elle. .
E, cheio de impaciencia, nao esperjou
mais nada, entrou em um coup e. mandn
<]ue o levasse immediatamente prefetu
ra de polica.
J l oncontrou urna queixa partida da
casa de Jacsb.
As pesquizas comegaram sem demora.
Doas das depois, Juliano foi avisado de
que um cadayer, quo pareca corraspoader
signaes indicados por elle, traba sido
tirado do Sena, depois de ficar tre3 ou qua
To dias na agua.
O mogo foi Morgue.
Ali ;38param-se toias as suas duvi-
Nesse c.rpo tumefaoto, de rosto desco-
civel, esmagado e desfigurado como es-
rava por ferimentos horriveis, Juliano Dar-
mailly nSo hesitou ura momento em reco-
nbecer os despojos do infeliz Jacob. Sa-
um crime ou um suiei;io ? A jasga
nao ousou pronunciarse.
Os fsriientos.no rosto, podiam ser ex-
na
do que o ourigou a voltar para casa ; foi
este o motivo qua o privn da enviar ha
10 .s tempo esta pariic'pago.
C til til l DS OEPU1MDOS
SESSO EM 12 DE MAIO DE 1887.
PRESDENCIA D SR. GOMES DE CASTRO
O Sr- Vff :us > Celso Iiinior diz
que na sessao de 6 de Maio dirigi alguraas
perguntas ao governo relativamente a re-
composigSo ministerial, as quias lloarara
sera resposta, tando sa allegado a ausen-
cia dos nobres ministros. Entretanto, da
acta desse dia v ter comparecido sessao
o Sr. Mc-D .Wall, entilo ministro da ma-
rinha.
No er qua, acb\nlo sj praaanta o no-
bre ministro, 3. Exc. bj ratirassa para
dexar de responder interpellagao qu3 si-
bia o orador tinha da Jirigir-lho. L'or esta
razo julga haver equivoco na acta dando
como presente o nobra ministro da raa-
rinha.
Julga tambera ter havido ura erro typo-
grapbico na insereno do un requerimento
seu no Diario Official. Exige, portanto,
que a acta seja rectificada nestas dou3
pontos.
O Sr. Coelho Rodrigues (!. secretario),
observa qua no dia G compareceu o nobra
ex-moi8tro da raarinha hora regimental,
mas tendo de apresentar urna propo3ta do
poder exacutivo l hora da tarda, com-
munieou mesa, depois de aborta a ses-
sao, quo se retirara para volt ir raais tar-
de a cumprr o sau daver. Foi naste inter-
vallo que o nobra deputado fez a sua re-
clamago, o quo explica a ausencia do no-
bra ministro uc.ssa occasiao.
Quanto ao erro a que allude o nobra de
putado na transcripgao de um requerimen-
to de S. Exc. vni dar as providencias para
que seja corrgido.
Vo mesa o sao lidas as seguintas in-
tarpellagSes :
< Requeiro quo sa marque dia e hora
para dirigir ao Sr. ministro da agricultnra,
couaraercio e obras publicas as seguintes
interpellagrjes: .
1.* Tam conhecimento o governo de que
as relagoes para a nova matricula da es-
cravos, encerrada a 30 do Marg> ultimo,
foram assigaadas, no municipio de Cam
pos, por pessoas incompetente:!.
2.1 Qual a stuag2o jurdica dos indivi-
duos assim liegamente dados matrcula,
em face da lei era vigor.
< rala das sessScs, 12 de Maio de 1887.
Ajfonao Cdso Jnior.
plica.l .'mi provenientes da queda sobre
alguai pdr da ponte, ou como de "idas aos
p-ixes.
Os medios legistis nao poderam basear-
sa em nenhu.a indicio preciso.
Quanto a Juliano, o seu pansamento ioi
iogo ao fundo de3sa aeontecimento inexpli
cado.
Vio distoetamente o crime, a mo de um
culpado, interessado no desapparecimento
dessa testerounba iacomaioda, que araanh
poda conv- rter se em aecusador.
Com effeito, d3se o mogo de ai para
si, sa elle pgora comegam a assassinar,
preciso asautelar-rae.
Retirou se com o espirito confuso por
esBa audacia aterradora dos criminosos.
Dessa data em diante, Darmailly ficou con
vencido da qua a grande casa Rouval &
C, era ara antro de bandidos. Agora era
necessario proceder com muita cautela e
sobretudo n3o descobrir o sea jogo. Cora
effeito, na pesso3 de Jacob acabava de per
der o auxiliar mais precioso com que podia
contar.
O jadea desapparecia lavando para o
tmulo, :om a melhor pnrta do segredo qua
conhecia, a prova .da culpabilidade dos
seus Dmigo8, essas letras de cambio, que
s por si constituan) um Iibello, Juliano,
assnstado, bem o comprebendeu.
Entr-tanto, o migo eslava demasiada-
mente adiantao na carreira de descobartas
que oiieria percorrer, para renunciar lu-
ta.
Em prasenga do cadver do pobre ade-
lo, o seu orgulbo ravoltou se, e elle como
exortando-8e tacitameutaaparsaverar, mur-
ro urou :
No, nlo deixarei esse crime impune.
ser
Esta assassinato vai, sem duvid
tar-se lista de deltctos, que devera
innmeros, na historia dos i-aadidos que
proiaro. Di hoja em dianta ostou s ; en-
tretanto devo pod- concluir a trela que
raa i rapaz.
E, pa:.a crear auimo, evocoa a raagam
adorada de Bertba, da Brtha qua tinha
vieto na vespera e qua pela primeira vea,
na adoravel candara dos seas dezasete aa-
nos, traba corado, quando apertoa lhe a
mo, acompanhando este parto encanta-
OSr. ornes de t stro
mora a triste noticia de haver fallec lo
hjeo Cania da B.epraiy, senador poli
provincia do Rio do Janeiro e presidente
do senado; o acre lita traduzir fielmente
os sentiraeatos da cmara dos 3.-s. dipu-
tados nffirraando qua e3ta noticia desper
toa em todps o raais profua lo p.ezar. (Apoia-
dos geraes.) "
Rconhecia naqu-lla distincto servidor
do Estado um hornera de~bam(muitos apoia
do?), qua coniagrou sua baga vida hora
e ao dever. (ipoudos.)
O orador folga ora dar tast3inunho da
maneira nob'a o elvala pir que aquelle
distincto ciiadSo dirigi em tempo os tra--
balhos da cmara, iiroegao era que sa re-
velou, a por do perfeito eonhecelor das'
praxes eonstitucionaes representativas,[um
hornera da raa3 tina educigSo, um cava-
lh-iro distincto, qua angariava assympv-
thias da tolos quintos o coihacia o. (Mu-
tos apoiados.)
Julga qua a diraara paga um tributo de
saudade memoria daquello venerando
anciSo levantando a sessSo de hoja (apoia-
dos geraes), dando assim urna prova de
que a morto nao apaga da sua mamona
os bons servigos por ello prestados pa-
tria. (Apoiados, muito bem).
Q Sr. Pereira da Silva ora nomo
da doputagao do corte e da provincia do
Rio de Janeiro agradece ao Sr. presidente
a maneira solemne porque S. Exc. com-
municou cmara a dolorosa noticia do
fallecimiento de uradis repr isontntas des-
ta provincia.
Associanlo se dor qu<-> S. Exc. acaba
de manifestar, dor que neces3ariamante
deva sor partilbada por toda a caraira
(apoiados geraes), pe perda do Ilustrado
senador c presidenta do senado Conde de
Baapendy, que tambera foi por muito tem-
po presidenta da cmara dos deputados,
tendo so mostrado, durante toda a sua
longa vida poltica, cidadao distincto o pa
trota desinteressado, ao mesrao tempo que
como particular era o Ilustre finado o syra-
boto do todas as virtudes (apoiados) ; o
orador, era additamento proposta da
mesa, julga do seu dever pedir tarabem
que a cmara para raais accentuar o seu
pasar por esta infausto aeontecimento, de-
legue de seu seio urna comrassao para
acompanhar o cadver d) finado ultima
morada. (Muito bem.)
Sendo submettiia votaglo a proposti
do Sr. presidente, pira que so levante a
sessSo, unnimemente approvada.
E' igualmente app ovada a propiata do
Sr. Pereira da Silva, e o Sr, pre3dente
nomeia para a eommisso que tam de
acompanhar o sahimento 03 Srs. Lacerda
Werna k, Ferreira Viaona, Coelba de Al-
raeid, Perara da Sva e Fernandos de
Oliveira.
SESSO EM 13 DS MAIO DE 1837
PRESIDESCIA DO SR. GOMES DE < ASFRO
Sao los, apoiados e sera debata appro-
vadoB os seguintoj requeriraentos do Sr.
Marcondes Figueira :
Requeiro qua por nterrasdio do mi-
nisterio da justiga p gam-so ao govorno as
seguintes informagSas :
I. Quantos juizea de dreito existara
era disponibilidade por nao Ibes haver sido
designada coraarc? Des le quando deixa-
rara de t r comarcas ?
2." Desdo quando acha-sa cora liceo-
ga o juiz da direito da ooraarca do Caval-
canti, om (loyaz ? O ministro da justiga
quintas veaes a porquantos mesas tem
dado licenga a essa juiz.
a Riqueiro que se requsite do ministe-
rio do imperio um exemplar do relatorio
que nao 3' lido pelo prrs lenta da Goyas, Dr. lYiiz
Slrcrio Alves Cruz, no acto da instlla-
gSo da assemb-a proviacinl de G yaz, no
anno prximo pasalo
Requeiro qua por intermedio do mi-
nistro o 8ocretirio do3 negocios d agricul-
tura se pegira ao governo as seguales in-
formac3es :
1.* Rsoebeu do presidenta de Goyaz
informag5js ofBciaes sobra as correras e de
predag3js dos selvagans das -fazendas si-
tuadas as proximidades da villa do Rio-
Verde e da cidade de Goyaz ?
2. Se reeabeu, quo providencias to-
mou para ac.utdar as vi lis e proprela-
des dos habitantes dessa parto da provin
cia ?
Sao li os o apoiados os aeguintos roque-
rimautos do Sr. Aflfonso Celso Jnior :
a Requeiro qua porratermedio do miis
torio la agricultura 8a solicitara informa-
g5:s do governo sobre as gravc3 irreguli-
riladel occorridas na construcglo 4o ra-
mal de Ouro-Pieto e denunciadas no orgS'i
do goverao proncial de Minas-Geraes.
A 3eu3.io fica adiada por ter pedido
a palavra o Sr. Al naida Nogueira.
Raqueiro qua por intermedio do mi-
nisterio da justiga so solicitan do governo
inform!g5e3 :erca" do conflicto occorrido
na mina de D. Abb.ido, muoicipio do Mei.
Ponte, provincia de Goyaz.
A .iis rassao fica adiada por ter pedido
a palavra o Sr. Tarquinio do Souzt.
S.vo lidos apoiado3 e approvados sem
debate os seguintes re-querimento3 do raes-
mo dcputido :
Requeiro que por intermedio do minis-
terio da garra se solicite do governo ama
lista completa das transferencias dos oS-
ciaes do i-xaroito effetuias desde Julbo de
1836 at a presante dita, bam como nfor-
raagS'j dos motivos qua a determinaran!.
ic Raqueiro por intermedio do ministerio
da fazen la sa solicite do governo copia do
contrato e da quaesquer outro3 documen-
tos melilota 03 quaos foi aceita a propos-
ta do B meo Ioternacional cono represou
taute do varios bmqueiro3 (-strangeiros, da
abrir na Europa ao 00330 goverao u n cr-
dito do dous milh3a3 de libras.
O Sr. Colbo Ro :rigues (i secretario)
requ
dor de ura longo olhar e de um sorriso ra-
diante. En So' firmou a sua resolugo.
Anda quando tivesse de suecumbir, cora
batera at morte o seu odioso rival.
VIII
Entretanto, o tempo corra. A seguada
reforma concedida pela casa R raval ao Sr.
d'Iaaac tinha-se vencido e elle devia ter
feito face a ella porqua escreveu filhs,
dizendo que n3o tivesse mais receto porque
todo o motivo de preoecupago tinha desap-
parecido. Por um momento Renata du-
vidou dessa brusca hbertago. Mas como
as cartas do barao chegavam s empra alegres
e calmas, com Rouval nao Iheo tinha escri-
pto, como nao tinha racebido nenhuma vi
sita do he.-panhol Caanos, a menina aca-
bou rendando se evidencia. Era certo
. qua nada amaagava, iramediatamante, nem
a honra nam a aeguranga do Sr. d'Isaac.
O tempo corroborou essa oerteza. Passou
outro trimestre, durante o qual o funcio-
nario, que se tinha tornado exampiar, foi
a Pariz s tres vezas, limitando-so a urna
visita de algunas horas s suas filbaa e
aos seus amigos.
A Sra. Fraats foi do numero desses
privilegiados, na ultima passagem do Sr.
d'Isaac.
Justamente, nes3o momento, a casa da
ra de Boulanvilliers estava alegre.
Nessa mesma manbS, a bella vuva e a
sua papilla Bartha tinham racebido uraa
longa carta de Maximiliano.
Essa carta annuaciava a volta do joven
medico prximamente. Tiuha, com effei-
to, dizia ella, realsado a maior parte des-
sa fortuna phantastica, obtendo gaoho de
causa nos tribuoaos inglezes contra as pre-
ten^3:s muito suspeitas do seu competidor
Lewis Jubb. Quatro milbres anda esta
vara em jogo e o irmao da Bartha nao oc
cultava qua representavam a parta mais
difBeil de realisar, tendo o riquisaimo in-
gle z eomplioado a sua raclamago heran
ga Rocb tomando possa das propriedades
quo coostituiara esse remftnescente. O que
havia de mais curise aessa pleito singa
lar era qua os dous riraes nunca sa ti-
nham visto.
Dizia Maximiliano, terminando a sua mis-
siva :
Quanto mais rae adianto menos com-
prehendo o papel singular que esse perso
pagara raysterioso representa em todo este
uegocio. Nao poseo conseguir vl-o, en
tranto, encontro-o-em os tribanaes, p-eran-
te todas a3 jursdiog53S a que recorro, sob
a forma de papel sellado, da opposiolo, de
apresentagSo de ttulos. Este como o
bandido Loronza, cuja presenga ninguem
pode por era duuda. Anda hontem en-
contrei uraa pessoa era quera j lbe fallei
deraas, e qua pareca destinada a repre
sentar p ra commigo o papel de demonio
familiar. Eu, porm, nSo ouso queixar-
me, porque essa encontr serapre raa tem
sido vantajoso.
Ao ouvir eBse nomo, Laronza, alguem
estremeceu, uraa testemunha que, entra-
tanto nao pareca prestar muita attenglo a
essa leitura. Juliano Darmailly, cora e-
feto, assiatia muito fortuitamente, sera du-
vda, s.eoa da alegra provocada pelas
cartas de Maximiliano.
O mogo encontrava a dez mil leguas de
de distaueia o parsoaagam que durante os
ltimos tempes elle tinha cansado da pro
curar em Pars, desejando explicar a si
mesrao essa' morte sbita.
E' claro que a familia de Issac teve o
seu quiuhao das confidencios e das espe-
rances.
Bartha toraou Renata e tica, parta e
exps lhe com singelaza, os seus projactos
de futuro e de felicidade. .
Finalmente a Sra. Francs, nao sera cer
to erabarago, annuaciou que o Sr. Stephan
Rouval tinha-lhe escripto do Havre annuu-
ciando que estara era Pariz dentro em
doas dias.
Dessa vez Juliano tevo de confesBar que
tinha seguido caminho errado. Se Laron-
za estava na Australia, so Rouval aiada
nSo estava em Pariz, era preciso attrbuir
a morte do adlo a outra causa que nao
aquella que suppnnha at entilo.
Entro tanto o mogo contiauoa a suspeitar,
rasolvido a examinar rigorosa e imparcal-
menta as euas descoafiangas. Um faeto
importante, posto que de apparencia or
mal, corroborou as suas suspeitas e ao mea
er a invengo da ordem do dia da
araanh, para quo depois da primeira hora
continu a eleigSo das cotnraissoas da c-
mara
Consultada a cmara, resolva afn.-m.ati-
varaente.
O Sr. Vieira dl Sllra julg inter-
pretar os sentiraentos da cmara, propon-
do que sa lanco na acta ura voto de pezar
pelo passaraento do desarab-gador Frau
cisco de Sorra Carneiro, qua toi mombro
da cmara as legislaturas da 1857 e 1864.
Posta a votos a proposta do nobre depu
tado. unnimemente approvada.
O Sr' Alfonso Celso funiar le
a nota n. 16 do regiment da cimira, bora
eomo o art. 107, qu! dizem que at o dia
6 de Maio deverao ser apresentadas as
propostas pora a fixogao das forgas da tr-
ra e da mar e at o dia 8 a proposta para
a tixagao ia desp-zi geral do imp'rio e
orgaraeato dareceita;do coatrario, o Sr.
presidenta annunciar que se vai officiar
ao governo exiga do a sua raraessa.
Nao lhe consta que na secretaria da c-
mara s: achara essas propostas ; apaas
sabe que ha ura officio do Sr. ministro da
fazenla, de 30 do crrante, pediudo dia e
hora para f>presentar a sua propoata ; mas
hoie 18 e nada ha a respeito, o que pro-
va a ill'-galidade do procediraento do nobra
ministro da faaenda e a inadvertencia da
mesa.
Sabe que nao eaba ao Sr. pre3deute da
cmara repoosabilidade alguma no facto,
porque posteriormente que S. Exc. oc
cupou a sua cadeira.
O Sr. Presidenta responda que o Io se-
cretario vai tomar a palavra e explicar o
procedim nto da mesa
O Sr. cocino Rodrigues (l* se
cretario) dizqve o dia 8 da Maio foi domin-
go e quo a cmara nao fundcionou do dia
9.
Lera n-se em tempo os orficios dos no-
bres ministros pediado da e hora para
apresentarem sais propostas, o que foi
msreado pela mesa ; se nao poderam cura-
prir esse dever, a culpa da cmara e
nao dos ministros
O 9r. Too Penldo pede a p; -
-ra para apresentar un requerimento, que
l, para que por intermedio d >' minis-
teo do imperio sa pega ao governo copia
dos 'oeumeratos que inotivaram a demisso
do colleetor da Juiz de Fora, major Anto-
nio Caetano Radriguas Horta.
Julgiva que, decorrilo mais de uta anuo
depois da aseengao do partido conserva-
dor, e.tava passida a poca d is raac',(5.s
brntaes qu; :n smbralo tolo o pas e
na provincia da'Minia, mais do que em
outra pnw ida do iraperi.. (CratastacSos
do Sr. Soares.)
Descnvolvo a sa proposig'So, apresen-
tanto varas consid eragBes sobra ,11 p--rse-
guigSo qua t n soffrido diversos emprega-
los liberaos da provincia do Minas, bam
cono o profossoralo publieo, sendo coates
tado pdo Sr- Culos Peixoto.
Tratmlo do funccionjrio a que se refa-
re o seu requerimento, o orador afSrraa
quo o Sr ministro da faaenda deraittia
aquelle collector, qua servil ha 20 anuos
a aprasimento de tolos os seju superiores,
por flsas informases e sera maular ou-
vil-o.
Advert'o de que s ach esgotala a
hora do expedienta, o orador consegue da
cmara dez mnut03 de urgencia para 1er
um topi;a do rehtorio do nobra deputado
o Sr. conselheiro Tneo loro Machado, a
respoito da probidada do collector Rodri-
gues Horta.
O Sr. Tneodoro Machado : -E' tao
honrado, como ninguara mais o pola sar.
O Sr. Joao Ponido depois da outras ob-
sarvayoas, manda mesa o s;u requer-
menta, que lido a apoiido filando alala
a discussao por ter pedido a palavra o Sr
Carlos Peixoto.
O Sr. Lacerda Werueck (pela
ordem) p.irtecipa quo 1 coraraisso um ,
da pela mesa para sahimento do Sr. Con-
de de Baependy cumprio sua doloresa
raissao, o deu 03 pezames a familia do fi-
nado.
O Sr. Presi leo.e :A caraira fi'i n-
teirada.
O Sr. .lifonso Penna reclama o
curaprmento do regiment, tni rcligo ao
parecer la comraisso quo nao tomou co
nbeciraento di (enuncia dada contra o
Sr. Carneiro da Rocha, ex-rainistro da
agricultura, e qua devia ser votada na se3-
so seguate aquella era que a discussc
ficara encerrada era Outubro do anno fi:i-
do ; a votigo desso parecer n3o pie ser
adiada, para que n3o continua debaixo da
presso de uraa denuncia o cidado que
oceupou a alta posigio de midistro de Es-
tado.
O Sr. Presidente : A reclamagao do
n.ibre deputado ha de ser tomada eoi cou-
siderago, logo que a cmara esteja consti-
tuida-
Achando-sa ni sala immediata o Sr.
ministro da marinha, qua vara 1er o res-
pectivo rdatorio, iatroluzido no salSo
cora as formalidades do estylo e colloca-se
ao la lo esqu'lo do Sr. presilenta.
Terminada a leitura, retira-so S. Ex?,
cora as raajraa3 formalidades.
A' 1 hora o 10 minutos compareceu o
ministerio.
O Sr. Baro de Coteglpe (presi
dente do conselho) observa que em coa
saquencia da retirada do Sr. conselheiro
Alfredo Chaves, ento ministro da guerra,
e de tarem tomado assento no senado 03
Srs. ministro da tazeoda o da agricultura,
tornou-sa necessario completar-se e reorgv
nisar se o ministerio; pelas comra'unica-
goos feitas s cmaras, conhecem os nobres
deputados os nevos merabro3 que se digia-
ram prestar a sua coadjuvagSo ao governo.
Est certo da que, nSo sendo desconhe-
cidos os novos collegas, nSo daixarao de
corresponder ao conceito de que geralman-
ta gozara ; aos collegas que se retiraram
acorapanha a estima do governo o a mais
leal amizade e particularmeate a gratl3o
do orador pelos servigos que prestarara ao
Estado e pela hermonia em que serapre
viverara.
Parecelbe e3cusado declarar que a po-
ltica do goverao nlo soffreu a menor al-
terago, e confia quo a augusta cmara
coutinuar a prestar-lba o mesrao spoio
com qua sempre o tem distinguido.
mo terapo a sua resolugo da proseguir na
luta.
Quando a familia d'Isaac retirou sa, Ju
lianou ficou inopinadamente a sos cora Bar-
tha.
At essa momento ella tinha-sa & batido
de qualquer indicio exterior que podesso
revelar menina a affegSo profunda e in-
abalavel qua lhe linha votado. Mas nessa
noite, foi de algura modo sorprendido pe-
las circurastancias e nSo p61e evitar qua o
olhar lirapido e puro daquella a quem ama-
va o sondasse at o fundo do coragSo.
Bertha, cora effeito, nao poda engaar-
se quanto ao sentido desse mutismo respei-
toso, mais eloquente do que as declaragres
mais ardentes.
Havia muito que ella sentia-se amada
por esse rapagSo -alegra, que a todas as
objurgatorias da Sra. Francs s oppunba
ditos espontneos e cheios de gracejos ma-
liciosos.
Demais, nessa materia, o coracao antes
adivinha do que'comprehende. Sem sabor
porque, Bertha tambera senta por Juliano
alguma couaa cuja natureza indefiaivel fa
zi* lbe subir o sangua s faces, agitando
impetuosamente o peito.
Ficarara, pois, os dous a sos e sem que
nada lhes tizesse prever urna confidencia
mutua, acharam-se, naturalmente, na v
das coofissSes reeiprocaa.
Bartha, foi a primeira a fallar, de cabe-
ga baixa, nao ousaodo levantar os olhos.
Realmente, Sr. Juliano, disse ella,
comego a acreditar que a minha presenga
o aborrece.
A sua presenga exclamou o mogo.
Que lhe faz pensar assim ?
Ella sarrio e voltando-se com um pouco
de coquetismo :
E' que quando eu estou presente, to-
da a sua alegra diasipa-se, evapora se co-
mo um perfume precioso que mo profana
t.,cou
Elle murmurou em tos baixa, os que
sabia do intimo da alma :
Nao se engaa, minha senhora. Quan-
do a senh. ra est presente eu nSo acho na-
da que dizer.
Ah I Entilo, por que ?
Por ,'que ? Oh 1 muito simples.
(Continua).
Cora os outros eu s tenho que despender
aqullo que um hornera que est um pou-
co satsfeito comsigo, pode gastar, como
eu. Ao passo que, quando a seuhora est
presente...
Quando eu es'ou presente ?...
Elle passou a mao pelos ulhos. *
Quando a senhora est presente, o
coragSo qua toma a palavra por sua ves e
como eu lbo ordeno que se cale, ella vn-
ga-se sobre o espirito que tambara fica mu-
do.
Bertha sento-se deliciosamente commo-
vida, ao ouvir pela primeira vez essa liu-
guagem desconhecida.
Ak I E por que impoe silencio a esse
pobre coragSo ?
Juiiano nao ousou encaral-a. Murmu-
rou :
Porque ella diria tolices. E, olbe,
minha senhora Quar que ella seja pru-
dente ? NSo o interrogue.
Muito corada, muito confusa, a meni-
na oo quz ficar ah. Insisti com um ri-
so bonito :
Ab I pelo contrario, quero interro-
gal-o, quero fazer esse corago silencioso,
dizer tolices. Vamo3 l, por qua se cala ?
E, com a maior innocencia, paz a mSo-
snha no hombro de Darmolly, apoiando o
gesto e as palavras com um olhar de in-
terrogagSo.
Juliano estremeceu. Tomou a m2o que
Bertha n3o retirou e, respondendo aoj>lhar
e caricia:
Calo me, porque a amo, minha se-
nhora. Perd3-me.
Bertba nem por um momento lembrou-
se de perdoar. Inclnou a cabega e em
tom cheo de ternura e com lagrimas nos
olhos disse : T ,.
Oh I eu sei que me amas, Juliano,
sei ha muito tempo. Mas, nSo me diz lu-
do. Sei tambera que, so nlo m o diz, e
porque pobra e eu sou rica, ou pelo rae-
nos hei de sl-o. Nao assim?
Ella cobrio de hejos a mao delicada.
Oh 1 Bertha l Bertha 1 minha queri-
da I .
(Conrtauar-se-Aa)
Typ. do Diario ra Duque de Carisa n. 42.


r
1


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