Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16812


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Full Text
UI ninJ ee 115
PARA A CAPITAL E LrCiAREN OBK SAO' SE PAC4 POSO
Por tres rnezes adiaotadcs............ O0O
Por seis ditos ide*m.....-..... ....... 120000
Por un anno dem.....,........... 236000
Cada numero avulso, do mesuro dia..........* *10
SOMSGO 11 DE Milfl Di 1881
PARA DESTRO B PORA DA PROVIC14
Por seis mezas adiantados..............
Por nove ditos idein. ...*,..,......... ,
Por um anno idem. '.............
Cada numero avulso, de diaa anteriores..........
130500
200000
27,5000
dioo


proptiefrafce te JElattotl Jtjneira he Jara & ftyo*
-
Os ir*. Ataols 'rlaae C
e Parla, sA os u jos agentes
exclu -i vos de ana uncios e pu
blioacS^s na Pranca e taglu-
terra
TELEGRAMAS
33:50 r^iicLaE so subid
RIO DE JANEIRO, 21 de Maio, s 3
horas e 5 minutos da tarde. (Recebido
i 4 1(2 horas, pelo cabo submarino).
Foi noiui'ndnjui/ de dlreito da co-
ntar de i.urns na provincia do
Cear o bacbarel Antonio Pinto de
emlonra.
Fol nomeado pra o lagar de conti-
nuo da Faculdade de Dlreito de Per-
nnntbuco Manoel Preaclllano da Sil-
va Braga.
(trapecial para o Diario)
CEARA', 20 de Maio, s 5 horas e 5
minutos.
O paquete branllelro CEARA' inca
bou na cosa entre Paracur e Pl-
raquara.
RIO DE JANEIRO, 20 de Maio. De-
morado.
O coronel do prime! ro regiment
de Infantera declarou-ae contra a
qnest&o militar.
PARS, 20 de Maio.
O Conaelho d'.Mado admUlio o re-
curso apreoentado pelo principe Mu-
ral a respeito da Mua expulno do
territoriofrancez. mas repelllo ore-
carao para o menino flm apresenta-
do pelos principes d'Orlean.
PARS, 20 de Maio.
Mr. Julo Qrevy presidente da re-
pnbiica conflou ao Sr. de Preyelnet
a salaso de constituir um novo ga-
binete.
* maior parte dos Jornaes estran-
gelros se preoecupa se o general
oulanger pertencera ao novo mi-
nisterio.
RIO DE JANEIRO, 21 de Maio.
0 Sr. Or. Torres Homem acaba de
er aomeado medico do Paco Impe-
rial.
PARS, 21 ne Maio.
O sr de Freyclnet Inform ou ao ebe-
e d'Estatlo qne todos os seus estor-
bos tendo sido infructferos renun -
clava a nilssiio de formar um novo
slnlsierl >.
CEARA' i i Maio, s 5 horas e 35
minutos da t r! .
O paquete CEARA' contina a estar
na meama posico em que encalbou.
na ponta de Paracnru'.
At agora nadase tem perdido.
Ocaplto espera aproveltar a ma-
r alta de amanb para safar-se.
julga-se entretanto que a sltuac&o
perlKosa.
Agencia Havas filial em Pernambuuo,
21 de Maio de 1887.
lHSTRCaO POPULAR


j
ELECTRIC1DADE
(Extrahido)
DAS ESCOLAS E DA BIBLIOTHECA DO POVO
(Cont xnuaeo)
MF.THOROM EfiECTBICOS
CAPITULO XXI
Elctricid\de atmospubkica. Electbicidads habi-
tual DO AB E DAS SO VEN ; BOAS CAUSAS. RbLAM-
rAOO, TSOvIo, RA'.O ; CHOQUE, BAIO ', CHOQS BEFLE-
ZO PXBA BAIO. AuBORA POLAR.
A analoga dos efieitos dos condensadores e das
troveadas toi estabelecida e indicada, por Frank'in
a'oma memoria publicada em 1749. Das primei-
ras experiencias de Franklin, e das que se Ihe se-
guirn), coucluio se que na atemosphera e as no-
vena ba sempre electricidade ; qaando nao ha n-
veos, a electricidade da atmoaphera poaitiva,
tendo negativa a do solo; a electricidade das nu-
vena poaitiva em algamaa e negativa n'oatras.
A influencia que entre si ezercem oa fluidos das
novena, da atmosobera e do solo, d origem aos
phenomenos conhecidos geralmente por meteoros
elctricos.
A vegetaoo e a evoporacao sao, entre ontras,
sa causas principaea da electricidade da atmosphe-
ra. Alguna pbysicoa teem attribaida tambem o
ara deseevolvimento ao coutacto da parte liqui-
da com a parte solida da tern, outros desigual
dutriDoico de calrico naa difterentes carnadas
da atmosphers.
As nnvens que so iormam as regies superio-
res, pela eondensacao dos vapores da trra, acbam-
M eltctriadu positivamente ; as que vem formar
coutacto com o solo electrsam-sc negativamente,
e conservara o 11 lido negativo ainda que depois
se elcvi ni.
A influencia elctrica de duaa novena a certa
distancia faz com que se acuraulem, nos pontos
em que mais se approzimam, ca fluidos de nome
contrario, e abi se mantenham em tenso. (lau-
do a resistencia do ar intermedio vencida pela
tenea, realizase a recomposicao sbita, atravez
do ar, produzindo-se urna grande faisca, a um1
grande abalo vibratorio da atmoaphera. A faisea
o relaup .gi, e o eatrondo produsido pela vibra-
cao do ar o trovo. A descarga tambem pode
fazer-se entre urna nuvem carrega-la de electri
dade e a trra : neste caso, a recomposicao dos
fluidos tem lugar de igual modo, quaudo a resis
tencia do ar vencida pela teosao, e a faisca de-
nomina-be raio.
A distancia a que nos acbamos do ponto em que
estes phenomenos se manifestam, faz-nos parecer
que o trovo nao se preduz simultneamente com
o relmpago, mas depois dest*, em consecuencia
da difieren;.i das velocidades da luz e do som.
Effectivamente, sendo a primeira de uns........
300.003:000 metros por segundo, e a ultima de 340
metros por igual unidade de tempa, devenios ser
impressionados pelo relmpago muito antea de po
dennos comecar a cuviro ruido do trovo.
Os efieitos do raio sao idnticos aoa das aiseaa
das bateras elcctricas, mas extraordinariamente
mais intensos : destroe os corpos mos conducto-
res, funde todos ntetaes, inflamara os corpos com-
bustiveis. etc.
(Continua.)
MRTE OFFIClAi._
Ministerio da f astica
Foi nomeado desembargador da relaclo
de Goyaz o juiz de direito Francisco Ma-
noel Paraizo Gavalcante.
Foi nomeado para o termo de Campos,
na provincia do Rio de Janeiro, o bacba-
rel Pedro Paulo Carneiro de Almeida Pe-
reira.
Foi removido, a pedido, o juiz de direi-
to Arnpbilophio Botelho Freir de Carva-
lho, da vara civel da comarca da capital
da provincia da Bahia para a commercial
da mesma comarca.
Ministerio da Harinha
Por portara de 10 do crrante foi dis
pensado do cargo de official de gabinete
do Sr. ministro da marinha o capitSo l-
ente Joao Carlos da Fontoura Pereira
Pinto.
Por portara de 14 foi nomeado official
de gabinete do Sr. conselheiro Castrioto,
ministro da marinha, o director de seccSo
da secretaria, Carlos Americo dos Rtis,
continuando no mesmo gabinete o Sr. Luiz
Gomes Pereira Jnior.
Tiveram ordem de embarcar : na ca-
nhoneira Affonso Celso, o 2o tenente Al-
fredo Monteiro Peixoto, e, na canhoneira
Ouarany, o Io enfermeiro Solino Bento de
Aquina.
Yaera nhoneica trarip, o 2o tenente AlfredoJ
Modteiso Peixoto e o machinista de 3a"
classe Firmino Jlo de MagalhSes ; da en-
courayado Solimdes, o de igual classe Cle-
mente Lopes de Almeida ; do encouraga-
do Aquidaban, os de 4* classe Antonio de
Castro Medeiros e Jos Ignacio da Silva ;
do encouracado Sete de Sttembro, o ma-
chinista de 4* classe Manoel Telles de Me-
nezes e Antonio Lisboa da Costa ; do en-
couragado Javary, o machinista de 2a clas-
se Jos de Mattos e o praticante Amelio
Bernardino da Silva e da canhoneira Bra-
cunot, o praticante Jos Gomes Barreto
Jnior.
Foram alistados na escola de aprendizes
marinheiros, os menores Paulino Pereira
Pinto e Antonio Manoel.
Ministerio da Ouerra
Foi transferido para o 3o batalhao de
infantaria o alferes do 11 da me3tna arma
Felippe Benicio de Castro e. Silva.
Concedeu-se licenca ao capi3o de esta-
do-maior de artilharia Arthur de Moraes
Pereira para continuar por mais seis mezes
a praticar no laboratorio Pyrotechnico do
Campinbo.
Ficou sam effeito a desigaaga^ que fez
o conselheiro cirurgio-mr do exercto, do
alferes pharmaceutco do corpo de saude do
exercito Fortunato Raymundo de Oliveira,
em servigo do hospital militar, para encarre-
gar-se da pharmacia do arsenal de guerra
da corte, e do pharmaceutico tambem al-
feres do dito corpo Dr. Fernando Ferreira
Barreto p ra substituil-o naquelle hospital,
visto ter desistido da licenga que lhe foi
concedida.o pharmaceutico que se achava
nr citada pbaroiacia Jlo Biptiata da Mot-
ta de Azevedo Correa, sendo entretanto
approvada a proposta aprosentada pelo
mesmo cirurgiilo-mr do pharmaceutico
contratado Arthur Carlos Pinheiro para
servir provisoriamente no meamo hospital,
devendo-se publicar em ordem do dia a
dita desistencia.
O Sr. ministro da guerra mandou lou-
var em ordem do dia da repirt'clo do aju-
dante-general os cirurgiSes do corpo de
saude do exercito Drs. Jayme Alvares
Guimaraes e Alfredo Paulo de Freitas,
pelo moflo porque desempenheram, na pro-
vincia de Matto-Grosso, a commissSo de
que foram incumb ios pelo ministerio do
imperio, por occas&o da epidemia do cho-
lera- morbus naquella provincia, conforme
aclicitou o mesmo ministerio em aviso n.
1,634 de 9 do corrente.
Foi exonerado a seo ped io do lugar de
comprador e despenseiro do hospit.,1 mili-
tar do Andaraby Francisco Gomes Guima-
rSes e nomeado para substituil-o Antonio
da Silva Oliveira.
Ordenou e ministerio da guerra que a
presidencia da provincia do Piauhy expe-
ga ordem para que o major do 5o batalhao
de infantaria Joao Luiz TaVares, que se
acha disposicjlo da mesma presidencia, se
recolija provincia do Maraaho, nfm de
alli respolcr a conselho de investigac3ea
e depois no da guerra como foi determina-
do cm portara de 4 de Abril.
Governo da Provincia
EXTEOIEKTE DO DIA 12' DB ABRIL DB 1337
Actos :
O presidenta da provincia, atienden do ao
que representou e propjz o secretario da provin-
cia, reaolve nomear E loardo Eugeniano Dantas
Barroca para o cargo de 3o oQieial da 4* aeccao
da S :cretaria da presidencia duraote o tempo da
licenca concedida ao fuucciouario effaativo, perce-
bendo a gritificiclj qos a 63ta deiza de ser abo-
nada.
O presidente da provincia, attendeodo ao
que requereu Jos Oitirana, 3 ctBcial da Screta
ria da Presidencia e t. ndo em vista o attestado
medico exhibido, resolve cjnceder-lhe, a cont .r de
9 do corrente. tres mezes de licenca com orde-
nado para tratar da sua saode onde lhe convier.
O presidente da provincia, attendendo ao que
requereu Manco Jeronymo da Costa Ucboa, guar-
da da illuminaco publica do Recite, e tendo em
vista a deciso da presidencia de 15 de Marca de
1881, e lei n. 1658 de 6 de Junho de 1882, que
consideram o mesmo guarda empregado publico ;
attendendo a que o peticionario provou mpossibi-
lidade pbysica de se conservar no emprego por
molestia adquiridas em tempo de seu ezercicio,
nos termos do art. 1 1 da lei n. 276 de 7 de
Abril de 1851, tendo mais de 25 anuos de servicos
contados na conformidade do art. 2 da lei n.
1,114 de 17 de Junho de 1873 : resolve aposenta!-
o com o ordenado que lhe competir, de accordo
com a informacao do Thescuco Provincial, de 5 de
Marco lindo, sob n. 480. C-unmdnicou-sa ao
Thssouro Provincial.
Oficios :
Ao presidente da directora do Banco do
Brasil no Rio de Januir-. Rog> a V. Exc. n-
formar-me quanto, at 31 de Marco ultimo, tem
sido depositado nesse Banco, por ordem do tbe-
soureiro da grande lotera em beneficio da Colonia
Orpbanalogica Izabel, em conta desta provincia,
c ordem de quem est csse deposito, pois nao
convin que desse Banco sejara retiradas as quan-
tias depositadas e que ainda se depositarem pela
mesma conta, sem .utorisacao czpressa desta pre-
sidencia.
Ao inspector da Theaouraria de Paaenda.
Com a intormacao junta por copia do engenbeiro
das obras militares, de 9 do corrente, sob n. 121,
tiansmitto a V. S. para os devidos fins, as notas,
do gaz consumido no Arsenal de Guerra durante
o mez de Marca prximo passado. Communicou-
se ao director do Arsenal de Querr.
Ao procurador fiscal do Thesouro Provincial.
Estando expiessas as collecces de leis pro-
vinciaes, as disposicoes em vigor sobre apostn-
tadorias dos empregados em geral, bem como as
relativas a justificacoes de servicos depois de cer-
co tempo, de modo a ja se tornar difficil a consul-
ta para applicacao aos casos oceurrentes, tanto
mais attendendo-se que leis ha que depois de re-
yogadas sao restabelecidas, no todo ou em parte,
o que augmenta a confuBo, resol vi encarregtr a
Vmc. de, revendo toda a legislacao provincial,
bem como .os respectivos regulamentos, actos ou
instroccoes de governo compilar e coordenar o
quanto presentemente vigorar a respeito, com in-
dicacao de seu andamento, para o fim de su oo-
nbecer de prompto a legislacao provincial naste
asumpto de aposentadorias e justificafdes.
E c ir. i no desempenho desta commissao ter
Vmc. de melhor apreciar as lacunas ou irregula-
ridades que por ventura czistam em taes disposi-
edes, podfer supprir o que fr regulamentar, di-
oesdo ieeo mesmo, e lembrar medidas que devam
ser tomadas pela Assembla Legislativa, que se
acha fonecionando.
E' um servioo este de utilidade, que Vmc. pres
tara provincia, facilitando o exame de embrega-
dos que em requerimentos de igual natureaa sao
por lei obrigados a emittir parecer.
Ao inspector do Tbesouro Provincial.Sir-
va-se de informar-me o que reara a ser extrahido
de loteras ou series a cargo do theseoreiro espe-
cial daa de emancipacao e Colonia Orphaoologica
Isabel, segundo as ultimas Cincesaoea ; seeatio sen-
do pagos os 15 /, de beneficio geral a que se re-
fere a circular do Ministerio da Farenda de 7 de
Feverciro deste anno; e o estado das coutas do
tbesoureiro, se estilo prestadas ou por prestar, nes-
te caso, pr que motivo, e naquelle, se devi Jamen-
te aceitas e julgadas boas.
Com a extraecao da ultima lotera ou serie coa-
sentida, Vmc. far cesssr toda e qualquer nova
extraecao que nao esteja de accordo com plano
precisamente approvado por acto desta presiden-
cia, nos termos da legislacao provincial, ordena,
instroccoes ou decises provinciaes do Ministerio
da Fazenda, em tudo quanto possa ser applica-
vel.
Ao mesmo. Sirva-Be Vmc. de informarme
Suanto, at 31 de Marco oltimo, foi depositado no
aneo do Brazil em conta da provincia, por ordem
do thesoureiro da grande lotera em beneficio da
Colonia Orphanologica Isabel, e se essa quantia
est disposico do governo para nao ser retirada
do banco sem ordem expressa.
Outrosim, convem dizar igualmente o estado da
referida lotera, e se nesse Thesouro fez directa-
o thvscureiro tntrala d importancia de bilhetes
aqu vendidos.
Ao director do Arsenal de Guerra.Recom-
mendo a Vmc, em soluco aoa seus officioe de 31
de Marco findo e 9 do corrente rae*, sob ns. 985 e
1008, que taca entregar ao ommandante do cor-
po de polica o calcado que se acha em depasito
nesse Arsenal, fornecide por Diogo Augusto d,s
Reis, restituindo ao inspector do Tbesouro Pro-
vincial a amostra que servio para o exame do mes
mr. calcado.Communicou se ao Dr. ebefe de po-
lica e ao inspector do Thesouro Provincial.
Ao gerente da Companhia Pernambucaua.
Declaro a Vmc. que nesta data autorisei par te-
legrainuia o Exm. presidente da provincia do Cea-
r, confirme solicitou, a conceder passage.is gra-
tuitas, do porto da Fortaleza ao deBta cidade, a
Francibca Tbereza de Jess e 5 filbos menores.
Portaras :
O Sr. agente da cempanbia brasileira de na
vegacSo a vapor taca transportar corte, por con-
ta do ministerio da marinha no vapor Para o of-
ficial de fazenda Joao Leopoldo Gondim e sua se
nbora D. Maria Nogueira Broumaun Gondim.
Communicou se'ao inspector do Arsenal de Mari
ha.
O Sr. gerente da Companhia Pernambuca-
na de navegaco a vapor mande conceder pasoa-
gtcn de r, poi conta das gratuitas a que o go-
vernp km direito at o presidio de fernaado de
Norouha a Mara Tibsrtina de Cerqueira Bello,
mulher do sentenciado Candido Antonio de Cer-
queira Bello.Communiaou-se ao director do pre-
sidio.
O Sr. gerente da Sompaabia PernambuCaaa
mande concede' paasngens de r, par conta daa
gratuitas a que o governo tem direito do porto de
Maeci ao desta cidade a Annibal Casado Lima
e sua mulher.
EXPEDIENTE DO DB. SBCBETABIO
OfEcios:
Ao l secretario da assembla legislativa
provincial De ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia transmiti a V. Exc. afim de que so dig-
ne de submetter consideradlo dessa assembla,
o incluso tfBcio, cm ori i cal, da Cmara Munici-
pal de Munbeca, relativo concessao de um au-
xilio para compra de urna caaa pare suas se.aoss
e que aitva tapibem para cadea.
A j mesmo.De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia transmits a V. Exc para os
fi i3 convenientes, o b.lanco da receita e despesa
do exercicio de 1335 a 1886 e orcameoto para o de
1887 a 1888 da Cmara Municipal de Goyanna.
Ao mesmo.O 30 do artig) Io da le n.
1,860, ainda em cxecucla marcan o crdito de...
2:5000^0 para a obra de repinas da pante sobre
o ro Pirapama no engenba Junqueira.
Tendo sido arrematada por Gercino Parenta de
Oliveira Firmo e na sendo levada a effeit) toi
rescindido o contracto.
Por essa occasia organisou a repartidlo daa
obras publicas um novo o reame ata para rucons-
truceo na importancia de 7:500030 visto t?r se
verificado o estado de deterioradla da ponto :
sendo a obra contractada com Francisco Can-
dido de Medeiros o qual nao deu comeco a ella
dentro da praso marcado pelo que foi rescendide
o contracto com imposieao do multa, cm 23 de
Marco findo.
Tornando-se de urgente necessidade que sejam
levados a effeito os reparos de que se trata ora
oreados em3:2.oO visto que aos referidos ?:500
a repartico competente addicionou 10 "[ allegau
do tercm si Jo baixos os precos do orcameoto pri-
mitivo, sendo insuficiente a verba de que trata o
citada 30 da lei n. 1,860, o Exm. Sr. presidente
da provincia manda submetter o assompto a de
liberacSo dessa Assembla afim de resolver como
for conveniente.
Aa mesmoDa ordem do Exm. Sr. presi-
dente di provincia transmiti a V. Exc. para os
fins convenientes o bataneo e orcaments organi-
sado pela cmara municipal de uncury, de quem
se*eqoisiifU a remessa dos documentos que de-
viam acompaubar ao referido balanco.
Outrosim, transmiti a V. Exc. copia doofficio
de 11 de Marco fiado em que a mesma cmara
pede approvacao do cdigo de postoras que tai
envalo a esaa Assembla em o anno pa3sado e a
creaco dos lagares de advogado e porteiro.
ao presidente e vareadores da cmara mu-
nicipal de Muribca.De ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia comoiunico a Vs. Ss qoe em
seo otliuio de 17 de Marco findo, profero-ae boje
o segointe despacho .
Ao Sr. Dr. chefe do polica para providen-
ciar .
Aa Dr. juiz de direito da comarca de Ouricu-
ryDe ordem do Exm. Sr. presidente da provin-
cia communico a V. S. que em seu oilioio de 16
de Marco findo, proferio-se hoje o seguiute des-
pacho :
Ao Sr. Dr. chefe de polica para seu conhaci
ment .
Ao Di-, promotor publico da comarca de
Cimbres.De ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia communico aV. S. em additamento ao
meu cilicio do 4 do corrente mez que no recurso
interposto por essa promotoria em 20 de Janeiro
ultimo, foi proferida o seguinte despacho :
Dou provimento nos termos do art. 101 da lei
de 3 de Dezembro de 1341, aos dous presentes re
enrsos, para qne sejam incluidos na lista geral de
jurados do t rao de Cimbres, uo s os 63 cida-
daos a que el lea se referem, como ainda mais 19
que o juiz de direito pro.-a se acharem as mes-
mas coudice, ao todo 117, visto nao ser legal a
excluaao dos meamos feita pela maioria da junta
remisora, sob o fundamento nico de nao terem se
qualificado eleitores.
Sao impncedentes as razos em que se firma o
juiz de direito da comarca para sustentar o acta
da junta, em face das disposicoesexpressas do art.
29 da citad lei de 1841, 229 e 233 do reglamen-
to n. 120 de 31 de Janeiro de 1842.
A falta de incluso no alistameuto de eleitores
(lei de 9 de Janeiro de 1881, art. 6- 4- e art. 3
n. 2), nao importa perda nem snspenso dos di-
reitos polticos (arta. 7 e 8 da Constituicao) eomo
parece suppar o juiz de direito, embora prive o
cidadao de ser admittido a votar por falta de titu-
lo ( 18 do art. 15 da lei), podenda alias ser vo-
tado com as qualidades de eleitor (art. 10 com-
binado com o art. 2- da lei e 91 da Couatituicao ;
e art. 84 do respectivo regulamento de 13 de
Agost ).
Demais, nem no facto de votar e ser votad, se
cemprehende todo o goso de direitos polticos, os
quaes nao se restringem a estas funecoes nica-
mente, mas a todo o poder de nter .vucao, directa
ou indirecta, mais ou menea ampia no governo do
estado, como seja a oceupacp de cargos polti-
cos, do-jos civitatesem geral (8 Vicente, di-
reito poblico 654 e 655).
A reviso dejorados feita pela jonta, se corrige
erros, abasos ou equvocos, que por ventura exis-
tan) do qualifijaedes anteriores, nem por isso pode
exorbitar da lettra e do espirito da lei, creando
direito novo e deixando de applicar o que existe
e deveaer observado. Commouicoo-seao Dr.joia
de direito da comarca.
Repartico da Polica
2.a secc3o.N. 475Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 21 de Maio de 1887.
Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que foram hontem recolhidos Casa de
OetencSo os seguintes individuos :
A' ordem do Dr. delegado do 1. dia-
tricto da capital, Jos Ferreira de Souza e
Manoel da Costa Francisco das Chagas, por
disturbios.
A' ordem do sublelegid do Recite, Pe-
dro SimSo da Silva, por disturbios.
A' ordem do de Santo Antonio, Jos da
Silva Torres, por disturbios.
A' ordem do do 1. districto de S. Jos,
Manoel Severo do Rosario, por disturbios.
Commuoicou-ine o subelegado do 1.
d8tricto da Boa Vista, ter n'esta dada feito
remessa ao Dr. uiz de direito do 4. dis
ticto criminal do inquerito policial proce-
dido contra Manoel Augusto Vieira. co-
nhecido por Manoel de Abel, por ter teri-
do gravemente a Francelino dos Santos
Araujo, conhecido por Franja Cap3o.
Deus guarde a V. ExcIllm, e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente a provincia.O chefe
de polica, Antonio Domingos Pinto.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO DIA 21 DE MAIO DE 1837
Dr. Maaoel Barbosa de Araujo, Jos
Ribeiro Capistrano, Maaoel Marques de
Amorira, Nicnw da Silva Griamo e Vic-
torino Da-mingos Alvo* Maia.Informe o
Sr. contador.
Viuva de Se aphim de Senna Jorge.
Ao nontannoeo para cumprir o despacho
da junta.
Francisco DamiSo Cavbante Peaaoa.
Sati faga a exigenaia da contadoria.
Lui Paulino de Hillanda Valenca.
Facam-s3 as nota da portara de licenca
Manoel Fernandes Velloso.Ao Consu-
lado para attender.
Pedro Marques de Albuquerque Gaval-
cante. -Ao Sr. Dr. procarador fisssl para
attender, naa havendo inconveniente.
Raymundo Bernardo Lassare. Segundo
as informaySes, do exercioio de 188586
por diante nSo houve collecta do auppli-
cante, que s est obrigado pelas anterio-
res, ainda porque do attestado se eviden-
cia que somente do anno do 1884 acabara
com a fabrica de vinagra a que refere.
DIARIO DE PE
RECIFE, 22 DE MAIO DE 1887
noticias do Sul
Pelo vapor inglez Financc recebemos bontem do
sul as seguiutes notici&s, ulm das officiaes, qoe
publicamos na seccao competente e das da corte,
sob a rubrica Interior.
Paclflco e Bto da Prata
Datas de Santiago, do Chile, at 23 do mez pas-
sado, Buenos-Ayres 7 e Montevida 8 do ce
rente.
Foi desmentida a noticia de ter apparecido o
cholera-morbus era Panam.
Segando noticias do Per, continuava n'aqoelle
paiz a agitacao palitica, com grave damno do seu
commercio e da sua industria>
A imprensa da Bolivia mostrava se favorauel
construeg! j de urna via-ferrea que, partindo de La
Paz, atravesse a provincia argentina de Jujuy, a
encostrar em Tucoman as vias-ferrsas argentinas.
A cmara dos deputados chilena estava discu-
tiado, de preferencia a tudo, a reforma do seu re-
giment interno. Os soneervadores oceupavam se
com questoes accidentaes.
Na Repblica Argentina, o diario portenho La
Nacin, o estado geral dos negocios nao apresen-
tava symptomas desfavoraveis, com excepcao da
depreciacSo continuava do meio circulante, par
causa menor quantidade de ouro existente e da
especolaco qoe cada dia tomava minores e mais
peiigosas proporcoes.
Ha menor quantidade de ouro, accresceuta o
diario argentino, porque o Brazil, qoe eos com-
prava a ooro as nossas carnes, nao o faz agora,
diminoindo por esta causa a somma dispcnivel
inactiva com que concava-mos para o pagamento
dos nossas saldos com o exterior.
O ministro da goerra nome ou o coronel Basch
fiscal ad hoc no nquerito aberto para esclareci-
mento da verdae no tocante s denuncias de La
Prensa, de actos'deshumanos praticados por for-
cas nacionacs contra os indios do Chaco.
O supremo tribunal de Justina condemn:u o
chefe de polica de San Juan a um mez de prsao,
por abusos commettidos durante as uleices, m: n-
danda prender a varios cidados para collocal-os
na impossibilidade de votarcm.
O losen volvimento da dyphteria com carcter
epidmico e o numero crescido de victimas que
fazia diariamente preocenpava seriamente a atten-
co publica em Bueno- Ayres.
governo da repblica Oriental coulractou com
a casa Baring Brothers, de Landres, por inter-
medio do banco inglez do Rio da Prata, um em-
prstito de 1.100.000 pesos, afim de psg \r o em-
prestimo de 600.000 pesos que tez ao governo o
commercio da praca de Montevida e occorrer a
despezas previstas no orcamento
O senado occopou-se com a questao Joaquim
Santos, resolvendo, depois de algura debate, que o
fiscal do crime aecusasse as publicaees da folha
El Dia.
Esta solue-a foi mal recebida pela opiniSo.
Consta va que o fiscal do crime ia declarar-se
incompetente, por nao cabar no caso acelo pu-
blica.
El Dia reproduzio as narrai5es de Paso Hondo,
que contera graves aecusacoes contra Joaquim
Santos, doclarando que o processo que se instau-
rasse contra a folba dara occasio prova de que
o dito senador um malfeitor vulgar, que nao
pode permanecer no senado.
As folhaa da corte publicaram oa seguintes
tolegrammas :
Buenos-Ayres, 12 de Maio :
Falla-se na construccao de om novo theatro.
O governador da provincia de Boenos-Ayres.
D. Mximo Pm, declarou .que estada os meios de
sopprimir a pasta do obras publicas da provincia.
Montevideo, 1,3 de Maio :
Os jornaes officiaes annunciam a mudanea de
diversos ebefes polticos.
13 de Maio (8 h. e 40 m. da noite) :
A camraissaa do senado, eucarregado da exame
do projecto de lei, j votado pela cmara dos de-
putados, aceitando a i Serta feita por divertos ban-
qoelros argentino;, para a fondacao de un. banco
nacional uruguayo, fez hoje publicar o seu rela-
toro, iuteiramente favoravel proposta.
Amanb o projecto ser discutido em primeira
leitura. opinio geral que eer definitivamente
approvado pelo senado, e que o pader executivo
promulgar immediatamcnte a le concedendo a
creacaa do banc -.
Buenos-Ayres, 13 de Maio:
Urna epidemia de typho manifestou-so na pro-
vincia de Corrientes.
) Baneo Nacional decidi dobrar o seu ca-
pital, sem augmentar a emissa das suas acedes.
Montevideo, 14 de Maio :
Consta que o governo entaboku begoclacoes
cem o governo brazileiro a respeito do conflicto
que se deu ltimamente entre forcas criontaes e
brazileiras na fronteira do Rio Grande do Sul.
Buenos Ayi e.-, 14 de Maio :
As glandes manobras militares efectuadas pelas
tropas qoe formam a goarnica'da capital e dos
seus arrabaldes continuara cora grando suceesso.
Melhorou a situacao financeira ; -o premio do
ouro deseon a 31 /0, eora tendencia a baixar ainda
mais.
O estado sanitario continuando perfeito, es-
pera-ae qoe ca. breve crssarao as medidas sani-
tarias ordenadas nos partos do Brazil contr as
procedencias do Rio da Prata.
O commercio e a imprensa tem dirigido repe-
tidas representaeoes aa governo sobre .este as-
sumpto.
Montevideo, 15 de Maio :
Effectuaram se hoje as mudanzas ar.nunciadas
no pessoal dos ebefes polticos dos departamentos
O governo acaba de fa*er as seguintes nomea-
ces:
O filho do general Battle, foi nomeado chefe po-
ltico do departamento ie Minas.
O Sr. Liao Arroyo, chefe poltico do departa-
mento da R.i'-h-i.
O Sr. Urfobiy, chefe poltico do departamento
de Trintay-Trs.
O 8r. Ricardo Tajes, chefe poltica do departa-
mento de Paisaada..
O Sr. Rufino Domnguez, chefe poltico do de-
partamento de Florida.
Acha-se gravemente doente o Sr. ministro da
Italia.
O senado votou em primeira leitora, o projecto
j approvado pela enmara des depotados, auto-
risando a creaclo de um banco nacional, tal qual
fui pruposto por um syndicatc de banqneires ar-
gentinos.
Buenos-Ayres, 15 de Maio:
O presidente do supremo tribunal apresentou a
sua demissSo.
Effeetuou se boj-) o meeting de protesto contra a
demisso do intendente municipal Dr. Torquato
de Alvear.
Tomou parte nesta demonstracao urna multidao
inmensa. Foram pronunciados nomorosos dis-
cursos, correndd tudo na melhor ordem.
Ble Clrande do Sal
OaUs at 7 de Mai?:
A alfandega de Porto Alegre renden no mez de
Abril 310:372*920. .
A mesa de rendas eral e provincial e o im-
posto da barra de S: (Joncnlo, em Pelotas, reo-
deram no meamo m 183:763*830.
Falleceiam jna capital: D. Jajefina Mauel,
mi do Dr. Joao Pereira Mauel Sobrinho e o the-
soureiro da polica apasentado Joaquim Balbinc
Cordeiro, na Cruz Alta Julio Affonso de Azam-
buja; em Santa Victoria Fairane; em Jagoaro,
D. Joeta Dias Rodrigues e em Pelotas D. Ma-
noela Adelaide Moreira de Figoeiredo Mascar:
nhas.
Paran
Datas at 7 de Maio :
Realisou-se no dia 1 do corrente a inaugu
raco do novo tunnel da estrada de ferro no kilo-
metro 65.
A's 11 horas da maub parti o trem da cstaco
desta capital, conrluzindo os Srs. Dr. chefe de p:
licifl, F. Fontana, Dr. Trajano e sua Exma. fami-
lia, Alfredo Munhz, inspector da Theaouraria de
Fazenda, teneute ccroni-1 Pereira Jnior commen-
dau tedo 3 regimentos representantes da impren-
sa, de outras oleases e a banda o msica do 3'
regiment.
Chegando ao Ypiranga parou o trem afim de re-
ceber o Sr. Dr presidente da provincia o Sr. Beau-
fort director da estrada, Dr. Ottoni engenhtiro
fiscal e o pessoal tecbnico da rompauhia que alli
se achavam aguardando-o.
Proseguindo o trem aos patriticos sons do hyic-
no nacional e de acclams^ocs enthusiasticas, atra
vessou o tnel s 2 1/2 horas da tarde.
O Sr. Dr. presidente da provincia, declarando
achar-se inaugurado o novo tnel saudou o pes-
soal tschneo da Companhia.
Em seguida o director da estrada de fero con-
vidou a S. Exc, aos convidados e mais pessoas
presentes tcmarem orna delicada taca de Cham-
pagne.
Dorante o festim trocaram-se animados brindes
que foram calorosamente applaudidos.
s. Paulo
Datas at 15 de Maio :
Le se no Diario de Sanios :
A Companhia Sorocabana, em -o poco que es-
tava abrindo aa eatacao do Cerquilbo, a poucaprc-
fundidade, encoutrou urna vea de carvo de pedra
de excellente qualidade.
A amostra que vimos c de huiha magnifica, e
referem-nos que o Dr. Luiz Felippe, engenbeiro
gelogo e memoro da commissao g' ographica da
provincia, julga superior o carvo ao doarroio des
Patos na provincia do Rio Grande.
S. S. pretende estuder no lugar a veia da jazida
carbonfera,e o commendador Mayrink vai, segun-
do nos informara, exploral-a cuidadosamente.
Em Itatiba bou ve grande festa, em regosije
por ter sido assignado o contracto para a construc-
cao da va frrea quf vai ligar aquelle municipio
A grande arteria de estradas de ferro que percor-
rem a provincia.
Parti para o Rio Grande do Sul o desrm-
bargador Dabney de Avellar Brotero, ltimamen-
te ncmeado para a relaca > de Porto Alegre.
Foi nomeado chefe de estaco da estrada de
ferro ingleza na capital o Sr. Joao Chrispim Cor-
roa Vasques.
Em sua fazenda, no municipio de Sorocaba,
foi o Sr. Bento de Oliveira Lacerda mordido em
urna daa maos por urna cobra eatcavel.
O Sr. Lacerda matou a cobra, mas logo fieou
quasi cgo e expirou antes de passado 24 hora'.
A Companhia Pauliata. de vias frreas e flu-
viaes, no trimestre de Janeiro a Marco, recebeu
820:127*560 e despendru 298:403*20 sendo o sal-
do de 521:724*540.
Em Santos foi lavrado entre a Cmara Mu-
nicipal e os Srs. Dr. Eboli e Mutbias CoBta um
contracto para assentamento de linhas de bonds
cm diversas ras da cidade e arrabaldes.
Falleceu no dia 11, no hospicio dos alienados da
capital, onde se achava cm tratamento, o fazendei-
ro do municipio de Campias, Antonio de Anuda
Camargo ; em Vtu, o Dr. Patrizio Kiliam, natnial
da Irlanda e na capital D. Thereza Leocadia Mar-
tina.
Mina-. I.i'riics
Datas at 15 de Maio :
Na estaeao de S. Manoel, estrada de ferro Leo-
poldina, a dous kilmetros da estaco doram-Be
tres assassinatos em um momento. Foi assim o
caso : So dia 1 do corrente, dous individuos di-
rigiram-se casa de um tal Fr.ncisco M-irtins com
a intenco de liquidaren! urna questa de proprie-
dade servil, e abi travram tremenda uta de que
resultou a morte de todos os tres contendores.
Martina morreu como um Curiaeio : vio os seus
dous adveraarioa cahirem no campo da peleja.
Ajustadas de modo to exocto aa cootas, coube
autoridade apenas o corpa de delicto.
Em telegramma expelido pelo Sr. Dr. chefe
de polica d-. ita pn.viuda foi ordenado ao Sr.
delegado de Catagunzes, que seguisse para o Rio
Branco afio de rranfer a ordem, gravemente al-
terada naquella cdide. A casa de um cidac'ao
respeitavcl daquelle lugar, o Sr. Dr. Arthur, toi
assaltada pela p)pulac3o atirante, que obrigeu-o
a refugiar-se, deps de quebrar-lho os movis e
de outras tropelas, sobre pretexto de que aquelle
doutor fra o causador do apparecimento da va-
rila al'i. O delegado de polica daquella cidade
tambera su refugiara. Pura o theafro do conflicto
seguio o Sr. capito Das Coelha no dia 12 do cor-
rente. ..
__ Falleceu na cidade de lomfira o alferes Joao
Job de Salles, que t.uaou parte activa no raovi-
ment de 1842.
Falleceu no dia 11, no municipio de Pomba o
tenente-coronel Daniel da Rocha Ferreira, que se
tomou muito canhecdo pelo fumo denominado Di-
niel. .
Toda a sua vida distribuio beneficios pelos ne-
cessitados e por issu a sua marte foi sentidia-
aima.
O tenentc-earonel Daniel, chefe de familia ej-
emplar, dcixa lili)os, e entre cates o Dr. Martinho
da Rocha, e morreo pobre, leu lo tido alias oppor-
portouidades para ajuntar fortuna.
Riu de Jaueiro
Datas at 16 de Maio,
Sobre S. M. o Imperador encontramos ao Jornal
do Commercio as segu otea noticias :
Do dia 13 : _
S. M. o Imperador contina a pasaar b.'m. O
appetite vai augmentando, e S. M. alimenta-se
melhor. Hontem foi passekr at Viata-Chineza
acompanhado pelo prncipe D. Pedro, conselheiro
Olegario e Baro da Motta Maia. Oj volta anda
passeion no jardm do palacete. Recebeu os mi-
nistros da agricultura e da marinha que foram
apresentar-se-lhe, durando a conferencia pouc
tempo ; muitas pesadas apresentaram-se no pala-
cete a visitar Sua Mageatade, nao sendo porm
reeebidas pela angosto enfermo, par ter sida veda-
do, pelo medico assistente, fallar a Sua Magesta-
de. Os visitantes aasignararn eeos uomea no livro
respectivo. Tambem visitn Sua Magestade
conselheiro Albino de Alvarenga.
Al s 10 horas da noite nao apresentava o
augusto enfermo alteracoes era sua sade. >
Dj dia U: ,_ u
Sua Magastade pasaou bem o da a, hontem.
Foi de carro at Floresta, acompauhado dos Srs.
Barao da Motta-Maia e conselheiro Olegario. Ahi
passeion a pe um kilmetro, descansando na cas-
cata Gabriella. t-.ua Mageatade sahie s 11 horas
da manhS e voltou s 2 1/2 da tarde. No passeio
Floresta foi tambem acompanhado palo Sr. Ba-
rio de Escragnolle.
No dia 15 : \,
Sua Magestade contina a passar bem, sendo
lisoogeiro o seu estado ; nao passeiuu h .ntem por
causa do mo tempo : conversou no sali at de-
pais de 9 horas da noite com o prncipe D. Pe-
dro e seaanarios. As pessas que o procurara tao
smente assignam seos nomes no livro como con
determinado. Sabe-ae qoe S. A. a pnnceza impe-
rial parte definitivamente no dia 80 do corrente
de Bordeo para esta corte.




9
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fcruambncoDomingo 22
Do da 16 : .
. Nio apresenta nenhuma novidade o esnao de
jbc de S. M o Imperador.
. Houve mise hsatem na capclla-do palacio,
celebrada t co coofjiJlerculano Brito, e a qurat-
tiitiram SS. MM, inp<"", os seus semanario,
Tiaccnde de Paranagu, e BaiSes de Itapagipc e
da Motta Mai. O rk. ministro da guerra viaitou
Sna Magestade.
. Multas pesias de elevada poiiC*o social fo-
ram informarse bootem da eade da Saa Magaa-
tade,,n>aa attenta rtccmmendaflio do medico
assistente, nao sendo adraittidas a fallar ecm e>
augusta enfermo, esersrreram oa sena ucraea aa I
Tro competente.
Por causa do raUi tem auple Sua Magesta
de passeiar hontem.
O eonselbeiro Albino do Alvamuga eat no
Jacio.
_ No da 12, no Senado, depota da Isitura do
expediente, o Sr. Crus Machado, 2 vice-presiden
te, leu um officio em que se communicava o falle-
cimiento do Sr. Conde-de Baepeudy, presidente da
aeuna Cmara ; e, em breve allocucio, recordou
oa serviecs do Ilustre finado.
O Sr.Correia, abundando as mesmas Ideas, re-
quereu verbalmente que, como demonstrado de
ientimento, se lancasse na acta um voto de pesar,
e m lcvaniasse a sesto, sendo nameada ama coin-
misaao p na acompanhar o sahiaeiito. Pedio inaia
que oesem convidados os Sea. senadores a tomar
lata par & das. Este requerimento fui approvado,
declarando Sr. pre&ideute, que quanto ao luto,
esta va c-rto de que os Srs. senadores attenderiam
ao convite do seu honrado collega.
Na Cmara dos Deputados, depois da leitura
das actas e do expediento, foi suspensa a sessao
tai sigua I de pez..r pelo fallecimento do Sr. Conde
de Baeptody, pionuueiaiido discursos es Sra. Go-
aies de Castro e Pereira da Silva. O Sr. Affonso
Oleo Juuior requeran designayo de da hora
para iuterpcil.tr o Sr. ministro da agricultura so
bre iiTcgulaiidades di ultima matricula de eacra
vas :in Campos.
__ Xo Senado nao boave sessao no dia 13 por
taita da numero legad para deliberar.
- Ni Cmara dos Deputados, depois do expe-
dient-, compareceu o ministerio. Depois de (er o
Sr.Uarao de Cotegip-, presidente do coosalho, dado
as raso s da reorgauiaiica ministerial, oraratn c8
Srs Maci.l, Alfredo Chaves, Aol.so Celso Jnior,
Alfonso rYuna e Ooelho Rodrigues, que requeren
o eocer tinento da diseuss&o. Entrando em 3' dis-
custiii o projeefa de refirma municipal, o Sr. Af-
fonso Celse Junijr apreseuiou um requermeuto de
adismeuto. Or u o Sr. Il.-unque Sallas, ficaudo a
discusso adiada pela hora.
__No dia 14, no Senado, no momento em juo o
Sr. presidenta d.-clnrou que passava-se ordemdo
ais, o 8r. Franco de S propoz e vence so que se
jOjpande.se a sessao, por urna hora ou at que
ampare cesso o Sr. presidente do conseiho, para
dar ssexpli acoea relativas reqrgamsaci'i do ga-
biiiB'i-. Continuando a sessao, fiudj o pruzo marca-
do o Sr. ministro da guerra ccmjaunicou que o Sr.
presidente do conseibo, teodo sabido de casa para
o Senado, teve em caminba um ligein incoraraodo
que o obrigo 1 a voltar para o isa. 0 Sr-. Franco de
Si propoz ento, e o Senado esolveu, que se le-
vantassea cesto, a2in do quo o Sr. presidente do
conselho posea un Boguiida-teira dar as explica-
c5es espradas.
__ NaCaiunra dos Deputados u3.0 houve sessao
por falta de numero legai psra deliberar.
Sb da l> reonio-ae o Conseiho Superior da
Saie Publica, na Secretaria de Estado doj N. go-
coe do Imperio, s;> a presidencia d> Sr. miu.stro
Bario de M.moi, que, brindo a ses?c, dase ha-
vtr eeavoeado u aesMelho p-.iao consultar sobre a
proposta do fc'r. inspector gerai da sado dos por-
to, bascada nos aegoiatea telegramuias dos mi-
nUtros bfLEilciros uhs re.pubcus di Chile, Ar,,oi.-
tina e do Uruguay :
D* Chile de !i de Maio. Ha C .lias, s;ra cafo
algum do cholera.
Da Bvpublica Argentina de 4 de Maio.Desde
18 de Abril sem caso dech lora.
Da Repblica Oriental de 4 de MaioU- sde 2G
da Fevereiro naj ba choUra.
Em seguida o r. piesidente leu a proposiu :
Const indo cfficialmciitd a exlinccao completa
da epidemia do ch dera-morbus uas republicis Ar-
gentina e do Uruguay, parecendo-me que nenhum
aiotivo de ordi-m sauta-ia subaisU' para a inanu-
tencao do rgimen que.renteoario applieado s \ v>
eedenciaa platina*-, tenho a honra de propr : Io,
qoe sejam declaradoo iinipos os po.tos argentinos
8 arpguhy s; 2, que ac admttam em livre prati*
ea m.s Jo imperio ua casbarcavoea sabidas daquel-
les pjrtos d poda do di i 1 do crrante^; b, qui se-
ja esta a data inicial do praao de 3 inezes marcado
pedo goverao imperial par a introduecao d>s ge-
if r de que fr-ata o aviso d 3 de N veinbro pro-
xun p8sado.
Posta em discusso, o Sr. liaro de Ibi uruua,
ioaprctor gcral de hygiene publica, ii u a pro-
aotCa, conaordundo todos os d. m.-Js u.enib.os do
0b6elb> presentes.
OSr. aiii-i;tro do imperio isae que a ayprova-
oao da proposta, inuio regularmente feita pelo Sr.
aMpsetr geral dos partos ia ser levada ao conh--
eimeuto do eoase b> do ministros para deliberar c
qu^. eonaeojuentementei aceita eila, seriam diapen-
ssuios o cordo sanitario uas fronteras da provin-
cia do liu Gani. d> Su) e outra^ precances sa-
aitarias.
O Sr. Bar3o e abjia prop z ij'.ie fo3ac iueerido
aa acta di B.-aafts uin voto de louvor e de r.co-
nbecimeut-i aoa Sra ministro do imperio e Dr.Nu-
bo de Andra.ie, inspector g?ral dos portoe, pelas
acertadas medidus turnadas para impedir a intro-
dueeo do chlera morbus di Imp rio, voto que fj
aaaaimemeute approvado.
Aciiatir ni sessao inuit a negociantes da trte
j*s teem tranaacoes coui o Rio da Prata.
No dia 14 partir para Valparaso,no paque-
te iagltz Colop.xi, o liarao ae Aguiar de Audra-
de,'arbitro dai re lamai,ea feitas ao Chile po:
prejalaoadeguena.
A parca inglea-t J. G Babe, que partir coui
iivre pratica ila liba Grande, no dia 12 do cor-
rente, cin d(-;:ino a este poit iucendioa-se a
vinte e tantas m>lhas daquetta 1 li.. O na\o e o
earrgamcnto que erada alfafc, ficaram quasi to-
talmente deatiuides. A Uipolacao, que te compu-
aba de l h mena, foi salva pela barca americana
Clara J-aton e recolfcida liba Grande.
Gracas as bi as providiccias dadas pelo Dr.
Silva Maltes, 1D delegado de polica, j foi preso
Jos Napolitauo, que roaboU 10:100 em libras
esterlinas a seu pareute Nicolao Mega, em cuja
tasa estava hospedado.
Depois de praticado o roub 1 o ghtuio eujbar-
eou pera Belm ; o Dr. Silva .Mato.", que aadou
activamente fua pista. mxnduU deus agentes i>0
3en enculco c- estts o rendci m uaquella
localidaiii, encontrando cm poder delle o dinbeiio
joobado.
Eis o que diz o Jornal do Commercio de 23
safen o falircimento do Conde de Ba-.peniy :
A'c 8 horas cia manha de hcnlem, 12, lalieceu,
aa ruado Vist-cnde d. Maranguapen. 11,nu merma
_ cssa c na meema sala em que uascerr. a 22 de
Msio de 1812, este reBpeituvel cidade, que du-
' rante qu .si mei. secuto representara a provincia
do Rio de Janeiro na bsscmblca provincial e ua
geral.
Brat Carneiro Nogueira Ja Costa e Glama, fi-
Iho primognito > Marqi z de Baependy, desti-
nado carreira militar, a.s ntoa praca no Io re-
giment, de cavallaria do exercitoem i&J), sendo
reconhecid" Io cadete; mas d'.n baixa em 1826, e
em 1830 abracm a vida agrcola, no municipio de
Yalenca, onde desde entilo tivesempre residencia
s seu? estabelecimentos ruraes.
Nao contava anda seis anuos de idade qoan-
do, em atttticao aos servicos de eiu progenitor, foi
agraciado e> m a c: mm-i.da da ordem de Cbr.sto,
reinfnd.. o Sr. D. Joao VI. Moco ta real canuta
em 1820, fidalgo cavalbeiro em 1821, moco fidalgo
som excrcieio em 1822, teve o titulo de viscoude e
honras de grandeza em 12 de Outui.ro de 1828, t
gentiibomem d imperial cmara mi 2 de Drzem-
bro de 1830. Era grande dignitario da ordem da
Kosa e gia-cruz da de Cbnsto de Portugal e foi
elevado a conde em 2 de Dezejobro de 1858.}
Por c-spaco de 65 annos prestou servicos pa
tria. Em 1832, organisando-se a-guarda nacio-
oal, foi nomeado fenenie-c>ronel do batalbo de
Tlenla, e prc movido em 1833 a coronel chefe da
legiao que comprehcndia aqneile municipio e os
de Vass-oaras e Parabyba do Sul.
Eleito em 2o Ingar vereador da cmara do seo
municipio, em 1832, presidio-a dorante quasi todo
KBse quatri' nii'-o. tendo sido ele to sen presidente
nos qoatrieanios de 183740, 1849-52 e 1853
1857.
Por muitas veres de 1837 a 1868 foi eleito
gi de pas das freguezias de Nossa Scchora da
loria oa Santa Tberesa, nao deixando nunca [de
ser ah eieitor por voto popular desde 1833, exeep
to ao qaatriennio de 1884.
Mimbro da Assembla Legislativa Piovineial
bu legielf torea 2, 3, 4 e 5, de 1888 a 1845, e
na T de 1848. a 1849, foi Etu vtco-prcsidentecm
1842; e pnsdtnte as testte de 1844,1845a
18 49- Aa
Por seis vezes adminstrou a provincia ao
Rio de JsBeir... cerno seu Io vicepresidente, em
1840 e 1841, 1849,1853, 1858 e 1859
. Foi eleito dtputalo Assembla Geral nae
legislaturas 5* de 1842-45, 8- de 1859 -52, 9 de
de 185356, 10- d: 1857-60, 11' de lS61-b4,
14 de 186972 e vice-presidente da Cmara na
sesean de 1853 e presidente as sessea de 1854
ata 1860 c ds> 1*70*1871.
. Em 1864 fez parte da lista trpbee em que
fi aacolhida senador o cosselheiro Bosebio de
Queiaea- e por eaalB imperial de 15 da Maio d
1872foi'nouead sanador ; prest* jmament
tomoa assento a desse mea Ootstpou a ca-
de ira qoe bavU skk do Marqae de baoto Amaro,
do padre Diogo Aatonii Wij o do Vuconda da
I'HaMflftbY _
. V:e-prafidsja do Sesead, aa eeeso>e de
1877, 1878, 1882, 1883 e 1884, 1 vica-presidente
na de 1885, foi eleito presidente na de 1886, e
anda no dia 4 do ccr/ente reeleito quasi unni-
memente para esse elevado cargo.
Presidio aiprovincia de Pernambuco de de
Agosto de 1868 a 5 de Novembro de 1869, e era
presidente do Imperial Instituto Frasaioesjee da
Agricultura.'
Dorante tao looga carreira o Conde de bae-
pendy distiuguio-se pela nobreza de seu carcter,
inexcidivel, dedicaeao causa publica, firmeza de
seus principios, moderacao e prudeneia que nuuca
eessaram de in. cto, justiee:ro e desiuteressado. A' amsade e
eoufianca de seos correligionarios o Ilustre fina-
do soabe sempre alliar o rrspeito e a coneideracao
deseas advei-sarios polticos.
INTERIOR
Correspondencia do Diario de
Pernambuco
RIO DE JANEIUO Corte, 15 de M-io
do 1887
Somuabio:Melh ras exprimentadas pelo impe-
rador, na Tijuca.Novo r- gim> n segu
d) pelo augusto enfermo, e vantigens
etelle eolhidae.Annuneio do regresao
da princeza imperial. Apresentac' do
gabin- te na camefTs'dos deputados.Ex
plicacoes sobre a sabida do Sr. Alfredo
Cliavts. Un manifest ao pir'amtnlo
e a nac.no, pelos Srs. Pelotea e Deodoro.
tos, nio sendo o menor delles a consulta feita
pelo geverno ao supremo oonselbe militar.
O Pai* de hontem publica um manifest ao
parlamento e a naco ; asignado pelea Srs.
Viscondo de Pelotas e Deodoro, em qas estes ca-
valheiros, tomando por pretexto aa recentes de-
olaraeea ministeriaes no senado, faiem o hist-
rico da questo, expoem o seu modo de pensar,
considerando o procedimento do governo coino
offensivo dos direitoa e dignidades militares,"e
deplorara qoe a molestia do Imperador, que in-
quieta toda a naci, nao lhes permitte invocar di-
rectamente o chafe do Estado, tanto mais sabendo
oexercita que o Imperador nenhuma responsabi-
lidade e< asxitucionai tem.
Os Srs. Pellas Deodoro conhecem, disem, a
>ibuencta parausada, a immensa aut ridads
moaal do saasusteha) sobre asus ministros mais ia-
degssideneassabr ea seo* eouselbeiros mais a
teces), e ola Iba (asteen oceasio a como sata d
exateal aa cota Kstiase^a discrico : mas elle*
zelosos pelos das de sua mageetade, s"io defi los,
neste momento, pelo temor de arriscar a sua pre-
ciosa saude, talvez at a sua existencia, pendo em
contribuicio a actividad*, quando a mediesiaa in-
dica o repouso e o povo anecia pelo seu tstabe-
lecimento.
seaa ssaaauBStaueiaa uo reata ana sigaaSn
rioe do manifest, concluem elle, aeu-i recor-
rer para a opiniao do pa.it que desde principio
esposou a cansa que idntica sua, enderezar
ao parlamento esto derradeiro appello e protes-
tar que hao de manter-se no p 5to de resistencia
illegalidade, e que o do dever delles signata-
rios, do qual nada oe arredar, emquanto o dires-
to pos.ergaio nao receber a sua aatisfacao plena.
Hao de ser consequentes, como quem nao conhe-
ce o caminbo por onde ae rec i sem honra.
O mesui' / aiz be je, em artigo editorial to pa-
recido na forma e tslylo com esee mauifsto que
pareeeui ambos ser da misma penna, considsra. a
aituaeaj muito grave, nao ; pelo sigilo quo guar-
da o governo, de modo que se na pode saber
quaes as suas intenco -a ante a nova lace da ques-
to creada pelo mauitesto dos dous altos re pro
sentantes (?) do exercito, como principalmente
pelo sequestro sanitario do Augusto Persona-
gem que era a cabeca visivel do governo, nao te
lodeudo scqusr appellar para a saa tradicional
sabedoiia, rxrque csl invisivel : a razao supre-
ma nao funecioua.
Para aquelle jo'nal a brusca o inesperada
suspensao da sessao do senado, por motivo da au-
seueia do Sr. Cotegipe, lariiam;nte justificada,
deu luga.- a que a e>m.>e;ao causada pelo manifest
augmentasse de inteusidade Mais ad'ante ali-.--
I,np7r7anc^da b eSie d x-umeato, ida o/'asa qae a impresaio causada no
pelo iW-Debate que se espera no sena- I"1"10 Pubieo- Pe' clt*do manifest, foi pro-
do ainanlia.A reuuaei c dotSr.JAnirade ; ""*?,''
eatdenfc! da! b*<* modos a-i ver e de dizer, para -,,rtdusir
iff-ito ao t nge. Nao honre tal emccSo ; o que
ha, na verdad.-, curiosdade em v.ir o qe'ie sa-
bir do debate que ae vai. travar no sead.*, piin-
eipalmeite por esperar-sa q*ie o -r. Avda, qu-
vai pr-se a lado do Sr. Polutas, h.\ de ser cau-
batido pelo Sr. Silveira Ala tina, t'ei um tor
neo intereseantj e uao tardar.
Muifos c mn.entarios t> in merecido a reuon-
ci9, ca antea, oa motivos allegados ,iloS.". Aa-
drade Fi^u ira p-ii-a nao aeeeitai o car^o' de pre
Bidente d.. c-mara" para que fia eleito ; isto :
nao teu estado de s.iude, como tambeui por
que- i a presente seaso tem outros deveres a cun
Figneira cadena de pres
comara.Come'nt-erios raspeito. A
vaga de.iada no senado pelo onde d-
Unependy.Acenmmoduclodce liberaes
ir.iu iroH ac rea da ch ipa senatoria!
A lei do n vo pedral monetaria.
Na forma d> cosame comecarei p-lo estad > de
sau le do imperador, que, s-gundo :is inform cues
liaras c.lbidas < : ub icadaa p -ia iinprt ns ., cjo-
lina ameihorar com a permanencia de sua mag e
tade na Tijuca, e depoia que es mdicos nasisten-
tes constguinem do augusto enfermo hbater s de
rtceb'r as pesso-s que o v;'o visitar e de entregar-
se a leituras, e.u oceupar s com os negocios.
Ag.ra, al. m dos alt*s dignit.nos da imperial Pr.
cmara, apenas recibido o nvniotro q'ie
n- ...I dAn^i. mnl.. Ha iir.nnr i w.w.w.
< ei honrado deputido pelo 12. diafricto do Rio
de Janeiro, .lizein, ua cos'uma des-mpoubal- s,
abstendo-se di seu direito de critica e oppjsicao,
\'':n neatas pilavias um prcgianuna de op o-
vai levar 'aigt-m papel dcp.-n ente da imperial Bicioaista : esees outroa dercree sdo oa da tribuna.
asignatura, ou para pe SBoaiioeijt* p. r si e p ir
parte dos collegas infirmar si da sau le d' su 110 i-
gett ide.
Neseas visitas que teem lugar regularmente duas
vezes per semana, revise m-se os ministros, inda ora
um ora oulro, e ahsteem-;c quanto possiv.-l de pren
der
ne
uittuij ante actos a quo nao pissa prestar ah -
sao. embira pratic.dos por g.vcrncs do s;-u par-
tido.
ebuva
a p,
menos qu ntcg do dia.
A* noite entretem-te em conversa famiar no
salao commum, com os seus semanarios o o prin-
cipe D. Pedro, a' a hora em que o medico uclia
conveniente que elle se recolha aos teusopesentos
Com esse rgimen e nffastando-oc das preoccu
iBCo.-s do governo acham os mdicos da iinpTtal
cmara que sua inage stade vai-se nr.nd m'.iito
bem. tanto mais qu- Ihetem voltad i o apetite, que
.jilo tiuba d'antes; e as pess ias'que se Ib-e apro-
xiruam re^onhecom ques o seu aspecto geral
muito melhor.
Conforme teiegn-mmas ltimamente recebidos,
deve a prineeza imperial, que se achava ltima-
mente em Londres, ebegado hentema Pariz.de onde
su dirigir a Bordeaux afim de tomar all o pa-
quete do dia 20, no qual tenciona regressar ao
Brasil.
Diz-se, rras snn cunbo oflicial, qn-1 sua altez".
esperada psra .SFumira regencia, e pode cntao
o imperador ft.zcr a vingiin a Europa, de que s
tem fallad '.
Com a abeitura das cambias j comeoou-se a
sentir a animac^C poltica que acompauha es tra-
balhos do pai lamento.
A ;j r-s-til el" do iniuisteno recrpunisado na
caiii ira dos d putadee, na sessao de 13, foi oeca-
slai pr.ra o primiir encontr da cpp.scle) do
ramo templario com o geverno.
Os motives da retirada do Sr. Alfr. do Chav.-s,
ainda lo tenhecidos, fore.m a bafe do dbale, < m
que', por concun-itancia, foi interreirada a qucto
militar, aventada dia. ant.-s no senade, pelo Sr
Pelota, mas que i ao foi adianto per nao ter havdo
sessao all nos das si-guintes.
Foi.pis, na cauiera que, conjunetarrente com
a recrgani-:.co minialerfa'
foi discutida a dita
questo em rrimeiro lugar, apenas isi ..uas ge
ere i o
O facto puro c si nplea Ja reauaoia di presi-
dencia da Cmara nao significa, cm) bi tem dito,
recosa por sui parte de exercer esse cargo, tolo
de confianc't, de collaijrar com o governo na
directo e marcha quo deve ser imprimida mes
ni ; Cmara.
Quem c uheco o Sr. Andrad-' Pigueira, avalia
bu. quo aquella cadena era para elle um verda-
deiro leito de Procatl .. All nao podiam accom-
modar-se o teu temp-erimento, o seu gosto pelas
ciutroyersias da t.ibuna a que costumava levar
quaoi qu diariamente a eontnbuico do seu eatu
do e ce nbccim -nto qu-1 pojsuu das materias su-
jeitas ao debate, u sobretudo o zelo com que elle
procura salvar da triuuua e perante o pas a sua
coherencia uas ques'.oes sibre que j tain emitti
do i pinio.
O silencio e quietnco qu> era obri^ado a guar-
dar na cadeira presidencial, sem podar sequr
erguer um protesto quando ouWa aventarehi-sc
eioutriuas, proferireen-se CODCeitOS quo excitavam-
Ihe os ii'TVu, puuhan-n'o cm urna pesioo diffioil
qu o-lle nio poda mauter ,) r mais tciupo, acui
considerar mesmo o prejuiao real para a sua saa
de, pelos deveres arduos do sargo.
Tudo isto, p tui, nao que,- diz que urna vez
atirado ao caminbo da critrea c da censura, e es-
timulado p las replicas, o Sr. Audrade Figueira
posea c oincr-se e nao trausp nba os limites,
que se devem respeitar por conveniencia da
poltica. A proximacleieao enateirial em q e
elle d' ve entrar na cnapa dos conservadores para
piceiiclri:.. :i'o da vaga deixada pe'o Conde de
|{oe,.-ndy, nao ser motivo para que elle con te-
uba-se : nao eal uo seu carcter recuar por con-
veniencias de tal ordem.
Vj aqu devo oiset que ainda nao est feita, que
coberto dos maiorea baldSesj. disse qae dar-
Ihe pancada era enxovalhar-se. E tel-o ao seu
lado emo senador do imperio o qae ser r
_ ltimamente manifeston-se em um pequeo
ciroulo de negociantes da nossa praca a opinio
de que o nosso padrao monetario devia ser modi
ficado, no sentido de dar-se i. oitava de ouro valor
inferior ao de 27 dinheiros esterlinos. Se hoave
quem spoiasse tal opinio, houve tambrin quem a
combatesse, qualificanda a le que fizesse tal alte-
raco, que baria geral depreciacao em todos os
valores, de lei do calote.
Entretanto, nao sem alguma admiraco que
vejo o Sr. Balisario no relatotioqoaaeaba de apre-
seatar s casaaras. fazer referencia a essa dea,
sem a repellir, parecendo affagal a e cbamando
para ella a. atteocao do corpo legislativo, a qnem
ser submettida depois do ctala asaque se aehav
no conseUSe de Estado.
TerminsMda o captulo eos oe tratado oseiocir-
euiaufe, saasarva S. Exc. safisriado as ao vslor da
moeda :
Nao deixarcia, por certo, de considerar as
pertarbaces e sacrificios de ordena diversas, que
n'ama sitnacao econmica, regida por um padrao
monetario de facto abaixo do legal pode trazer ta-
manha e repentina elevacaVj da medida dos valo-
re ao reataBalt-'aeT-se etreorseo metBlliea.
Nao me oceuparei em desenvolver m >is esta
tbese, lembrando-vos ainda a opinio boje corren-
te sobre o valor do ouro, de modo que o pidro da
lei de 1816, de 44 por oitava de 22 quilates, nao
corresponde rcalidade, o ouro vale efectivamen-
te mais, circumstanoia est* lamben digna de at-
tenco.
Estas questS s serao, por certo, competente-
mente explanadas pela seec&o do couselho de es-
tada h que me refer.
' Nao concluirei sem mais ama ves dizer v s
qae, seja qual for a modificaco que as cii enmatan
cas possam exigir nos meios de aleancarmos o
desidertum, no'devemos perdel o de vista, nem
demorar por muito tempo a satsfaco de urna das
iie.-eaaidades mais imperiosas das nossas financas
a estabilidad.; do meio circuanlo pela co:iver-
sao da moeda-papel cm moed i m.tallica.
(O Pan)
Dos illis'res generaes qie firm. :n o manifest
que abaixo inserimo;', reu.bemoi a neees-aria au-
torisaco para pablical o.
Na i careemos sotictar a attencao do p :iz e do
governo para esa notave'l documeato.
intuicSo, pela alta imparcialidade de seu cargo,
ama immensa reserva de autoridade moral, de in-
ri icncia persuasiva sobre o animo de sens minis-
tros mais independentes, dos seus consefheiros
mais austeros, e nio Iba faitam occasiss cerno
est de exercel-a, com bemfazeja diseripoo, em
prove.o da jastica, da liberdade e da lei. De-
temnos, porm, neste momento, o aelo pelos das
de Sua Magestade, o temor de arriscar a ana pre-
ciosa saude, talvea at a sua existencia,! pondo em
contribuicio a actividad*, qundo a medicina in-
dica o repouo e o pjvo anceia pelo sen restabe-
lecunento.
Nio obstante nio seriamos leaes ao principe
honrado e patriota qu; reiua-sobre n.', se pac-
toassemos com o vilipendio de ama posico, qae
nos ludibria, arrancndonos a dignidade de cda
daes armados, para nio nos dexar mais que a
subservieneia de janizaros.
Nao nos resta, pois, senao recorrer para a opi-
nio do paiz, que desda o principio esposou a nos
sa causa, idntica delle, enderecar ao parla-
mento este derradeiro appello e protestar que. ba-
vemos de manter-nos no posto da resistencia il-
legalidade, que o do nosso dever, do qual nada
nos arredar, emquanto o direito postergado nao
receber a sua aatisfacao plena.
fiavemos de sar conseqaente-s, como quem nio
coubece o asteioho por onde se recaa sera bou-
ra.
Pt'sconde de Pelotas.
Manoel Deodtro da Fonseca
Hontem, Sr. presidente, apresentei o requeri-
meuto ora em discussio debaixo da mais contrU-
tadora impressin, certo mesmo de que o Sr pre-
sidente da provincia nio tinha ainda noticia do
facto de que nelle se trata.
Mas nao tendo tdo a opportunidade de apre-
ciar a materia do requerimento, nem tendo elle
Udo publicidade, longe de recuarem os autores do
facto criminoso e nio o repetirem, eis que deu se
hoje a mesma acea e talvea com maior vio-
lencia.
O cidadio Fortnalo Pnhero por motives nar.
femare.*, familia est fra da &? *
?ZJl2n~ i'- Pois, brisada a
transitar na estracia de ferro do Limoero.
Mas sem que tivesse havdo
a menor provoca-
M--
neralidades, sem nada adiantar-ae, por t r o Sr. e eaiba, ea chapa. O Srs Pereira da Silva e
Andraie tigueira sao candidatos certos. Oque
parece que anda nao est decidido se o tercero
Cetigip- declarado'que agnardava-se para occa-
siao mais cpportuuu, em que promettia disculil-o
cm a de vida largueza.
A oppe'itunidade que S. Exc. cuarda offere
recer-te-hn ir.vavclment" amanh uo EtDado, na
continuacio da discussio dss f.rcas de trra, m
que y 8r. Cofgipe j se aeha inscripto com a
palavra pira esp nder ao Sr. P.leti b, o que j
nao ft-z por acbr-s<- esle doente, e naoler compa-
recido ao senado u qusrta-feira.
Na quinta fiira foi suspensa a sessao em smbas
p esanari B y r etiusa do f-.iiecimento do conde de
Baeptudy, piesidente do senado e ex presidente
em mais d tados ...
Na sexta-- ira, nao houve ea: a no senado e (
ua Cmara den o Sr presidente do eonsclho conta
da modifici.caoodo gabinete.
Era, porlanto, bontem eabbado que oufro tanto
devia lie fssT no Binado, onde tambera se aeha
cm discussio a le de forcas de trra, o que i-ffe-
rice a piecisa rpportunidade.
A aeseio, por.m, ficu inutiiisada, por ter o Sr.
Cotegipe. em CBminho para o senado, sentdo-se
iiiccmm.fiado e voltado para csTs, do que por
carta u> u parte ao Sr Kibeiro Ja Luz, paia que
communicacsu ao senado o motivo da sua au-
s ncia.
Fazcude-o, o Pr. Ribeiro da Lus pedio ao mes
mo tempo o adismiuto das cxplicaioes sobre a
iterganistco mroistcrial, p:ov cadas pelo Sr.
Fiauc.1 de fia. Ecte c.ucordou com o adiaateul ,
li-mbranco ir.esmo que se levantnsse a sesada, para
na si gnu le. tenaaO;..iih;~.com a presru^a do
Sr pn eidente do ctDeelhe, depe is de dadas as ex
piicacoVs, pseear-se orcen do dia. O senado
asim resoiveu, e t i.ir.anb, se houver sisso,
tira lugar a esperada discusto, que peme ttn ter
interescante.
Do debat bavido na cmara dao c.nta os jur-
tw
O Diorto de Pernambueo o transcrever inte
gralmente em suas couu.ua.-, e per isso recusado
dsr tquio rtsumo dille. C mtudo aire que das
cjpl:c..io.s dadas, tanto pelo Sr. president.. do
coneelho cerno pelo Sr. Alfredo Chaves, apias
ficme s sabei.do qae a divergencia que molivon a
retirada do ii-miiiistro da guerra Verseo tmente
sobre a oppcrtunidadc aas med as indicadas por
elle. Quaee essas medidas, disse o Sr. CV-tegipe
que nao ttm o dever de declarar, por que, si nao
toram applicaclas tuio, podiam sel-o anda, e se-
ria diservico dar conhecimento dellas ao pub ico:
em cases taes. qu*ndo se t.m de proceder segun-
do os fados occ. trentes, o governo nao pfe ir ao
pailsmento declarar qne providencias tem de to-
mar ou dexar de temar.
A doutriua parece correcta, mas a oppoeico
nio se conforma cem tila e acha qae o governo
asa de mysterics cm negocio em que deve haver
a mxima franqueza perante o pas.
Seja c. mo for, a questo militar comees novas*
mente a ter agitada e com teico maa irritadiua,
porque a oppuncao as cmaras parece querer
servir-se dedla como arena de guerra, sem lem-
brar-se que ella nascen dos celeoies avisos da Sr.
Cundido de Oiiveira ; e dah se tem camiubado,
por um e outro ladov de* desacertus em desseer-
ser O Sr. F.rr. ira Vianna, que ainda nio per 1 eu
o habito de philosophar contra o Imperador, oa
o Sr. Aifredo Chaves. E' mais provavel que seja
aqneile o preferido pelo Sr. Paulino, att-ntnn os
grandes e sungos tervicos por elle prestados ao
pi.rtido Das calamitosas quadras de ostracismo
Por fallar em ele i cao senatorial, tenho a dizer
ibes que as difficuldadea qae surgiram era Minas,
e de que j de-i noticia, acabam de ser removidas
a contento de todos, segundo se diz, e at mesmo
do Sr. Afiiiiso C quem passou pelas f roa candnas.
Nao sendo possivcl aos que procuravam chegar
a um eccido, para por esta vez ficar a chapa or-
ganiaada peos liberaes, viato que cada dia che-
gavum de virios pontea da provincia adhesoes
ahspa do directoro, tomou o Sr. Penido a resolu-
(onao sei se por propriu insp>rnco ou se insi-
nuad!de oirigir-se em cartaque fez publicar
nos jornacsao Sr. L.fayette, o chefe recooboci-
do, declarando que diante da attitude assumi-
d. por muitos dos correl gionarios na provincin,
em j rmal e franca opposic&o chapa organisada
pelos leyitimos ckefes do partido, cumpria um de-
v.r de paitidario leal cfferecindo aos senadores
liberaes mineiros a desistencia de sua candidatu-
ra, como j tinba feto em 1844, para conseguir se
a concordia e unio de todos, como se fas mister
pura o triumpho do partido. *
Trafaudo ligeirameute o sen auto biograpbco
para mistrir o dir to que tiuba a ser candidato,
C nelnio pedindo ao Sr. Latuyette que upresen-
tatev a sua carta aos outros senadores liberaes
m nonos e aos & mpanhoiros de chapa.
Passados alguns das, vieram os citados cinco
Si iiud ressendo o Sr. Alfonso Celso sempre em
pruuciro lugarcommunicar, em um abaixo as
signado hcs seus correligionarios de Min-.s que,
tendo es Srs Drr. Penido e Pe.icio dos Santos
d. s.siido de suas candidaturas na prxima eleic'.o
senatorial, fieava sem tt' ito a combinacao que
n eui.n.endaram aos tuffiagios do partido li-
beral.
lato feito, abi andam agera uns articulistas of
ficosos a lsoDgear o Sr Affonso Celso, que deve
sentir-te ufano e orguihoao por ser chefe do
um tal partido, que nio desmente as tradicSes
daquelles que derrotaram um amustio do primeirs
reinado, negaudo-lhe a reeleicio. >
Os cinco cidadios, diz cm delles, qu6 dirigem
a poltica li,eial ent Minas acabam de mostrar-se
dif-u-.a filhos desse torrio cheio de tradicoes glo-
riosas.
i Ao Sr. conselbero Aftonso Celso cabem em
pnmeiro lugar as honras da grande ovacio que
Minas vai fazer democracia, elegeudo tres sena-
dores liberaes.
O procedimento de S. Exc. nada tem de dea-
airoso -, se capitulo.o, nio foi dianto do individuo,
mas diante do partido lbetal. diante da heroica
provincia que se orgulha de tel-o por fiho.
Nio facp comosentarios ; mas acredito, como to-
dos os qo scompaobaram a polmica Celso (& Al
vim, que o Sr. Affonso Celso nio aceitar as hon-
ras que ihe querem dar se entrar na lista trplice
e for e&cclhido o hofcera de quem, depois de ter
Ao lame-uto iittf o
As reoent'-s ej.selaracoes ministeriaes no Senado
trazcm a questo mi';ar a um". crise, que' impro -
terivelmente exiga soiucia defiu tiva, immediati
o uiveraa da qua a ultima trauformaci) do ga-
binete parece querer impor-ihe.
S'iseit'.da pelo arbitrio de admiuisirocaj no
aco oppressivo que mando-i i-epreh 'nder cm or-
dem de>dsa um etjiu', por se hivur d-f'niido
com iaenoSo, pela impreusa, do arz'iicoes com
que o ferira a palavra de um deputado, dir -ac-
hia entender pira um fim ii que todos appl iu i i
mos, quando og>verno sujeitoo a controversia
levantada pelo seu erro aojuizo do su nv:ni c j.-
sclho militar.
Deixando o c imioho normal de c insulta a in-
s"lh) de Es'.id >, em cujo seio umi seccao esp cial
conbeee dos motivosooncernentei guerra, e sub-
mcttunlo os p mos debatidos aprecaco da um
tribunal que eiuaua cm su> maiorta das nossis fi
leiras, o ministerio aparentara confiar sem res iva
ua eoiiseieuci. leal (o e-xeruite, e pelu e njiyo a
extra rlinarina dessee appello efierecer amis am-
pia satisfacio ao direito ifl'-niido.
Oriunda desea corp-.r ico respaitave1, a sen tea-
c i foi qual so esperava da sua couipecuncia, da sua
independencia, da sua firmeza, denogaudo raza i
no ex-miuistro da guerra, proclaman lotj que a fa-
euldade d.; defeza pela raprensa, son a saacciu
das leis penaeej du direito com mu i. a todos os
ciclada s, c qu.j desse direito uo 6 licito privar
os ofiieiaea do exercito sem offeus da conatituicio
do imperio.
Subicreven lo es3a decisao, que provocira, psls
deelaraioao forra el de que com ella se conformara
o governo induzo o paiz a crer que a pendencia
estava fiada, e que ao desasi nbr na coulisso
do desacert se siguina algica da ropaiaco,
que o erro confessado lhe ii.timiva.
Nao qu2, pirm. a ministerio dar esc oxomplo
de respeito a si propro, aos seus actos solemuc9.
::) seus cooipromissos olriciaes ; e pelos publicis-
tas que erara notoriamente, em certas folhas os
iuterpretes directos do gabinete, so tez s ib r qu i
as notas de ecusurs acs oiciaes nao se retira
ri.iin, emqusuto e.-.fej o nao requeressem. Como
so autoridad: que de pibliui reeonhece haver
tesado a lei n'uma especie determinada e correc-
ta, uo tocaaee por nobreza, pir decoro, por jus-
tca estricta, por encargo especiaide suas funeco 's
o dever de reintegral-a, corno anda se as victi-
mas da prepotencia fossem mais interessadas nes-
sa restituiyo do quo a propria iegalidade exauto-
rada.
Humilhaco tal era ina Imisjivel aos n ossos
brioa. O .governo seutio, na reprovacao geral
que acolheu a sua iucongrueacia ; u o sacrificio
do ministro da guerra, exonerado peles seu-; coi
legas, veio outra vez persuadir a naca i de que o
gabne'e voltava i3irsda legal, tirando franca-
mente do seu aeto a coos-quencia inevita'e.
Mas os mezes correram em vio : a mo'esi
Imperador, sobresaltando profuudaineute os brasi-
I. nos, veio por em todos os animoso receio de ag-
gravar pelaa agitacoes de um conflicto, aiuda que
moral, o melindroso estado de sua anude, at que,
ua cmara dos senadores, em sessio de 9 do cor-
rete, o ministro interino da guerra, promovido a
- ff ctivo no dia seguiute, de^enganou a todas as
esperancas, declarando que o ministerio nio se
considerava ligado pelo aresto do supremo con-
seiho apezar de Ihr haver dado o seu beneplcito,
que as censuras infligidas aoa officiaes eram jus-
ta punicio de intraccoes disciplinares e que o
consolh de guerra requerido com insistencia por
um desees officiaes em desaggravo de sua te de
olliei i, maculada pelo goveru nu ici iii seria
concedido, porque autonsal-o equivala o mesmo
que sujeitar o ministro, com o peticionario, al-
fada do tribunal militar.
Principios taes, inauditos at agor, zariam da
boa fama dos officiaes brasileiros simples prop; ie-
da c ao goveruo, sem haver miis honra de mili-
tar, que podesse deaffrontur-se de urna nodoa iui-
mencida, quando a parcialidade de um iniudatro
d i ib iu ase ii.fl g'r-ib; mancha e recusar-lha o
desaggravo judicial.
Sob taes theoras jurdicas nao ha exercito, nem
pode ha ver patria ; porque a primeira condicio
da patria o pundonor dos defensores profiasio-
naes de tua honra.
O que se ag.ta, portanto, nao urna questio de
classe : o avitsmento do exercito envolvera a so
ciedade e dara triste medida di carcter naci
nal.
Nio tambera v il-.-idade de predominio militar
o que n s move ; a consciencia publica tem cer-
teza de que o exercito brasileiro a mais estavel
-eguranca da pas, da legalidade, da orgauisaco
civil du Estado. Seja qual for a posico a que as
cireu-natalicias nos levera, segurane^t iiidividual, a
tranquillidade onblica, as lustituicoss conutitucio-
naes, as tradicoes livros da naci encoutrar i
sempre no exercito um baluarte ihexpuguavel c
em cada peitode soldado urna alma de cidadio
Mas a jurisprudencia do governo exclae da lei
o ex. rcito ; e desa proscripco, iutoiei v .-i por-
quo euvolve a nossa vergonua, forc i que haja
leearso.
Para onde ?
A recomposicao porque-acaba de passar o ga-
binete, chamando- effeciividade ba pasta da
guena o autor das declara,o -s emphaticas de 9
tiesto mez, imprimi as governo a mais accentua-
eU fe i ci de hostil i dadeu>s bros militares. Ella
evidencia que, longe de m pirar se a destitaicao
io ex-ministro desea secretaria de Estado no pen
sameu'o de rejeitar o mimsteri..- a solidariedade
de collab irador aas medidas do reaeco contra o
exercito, longe disso, o qae te tichaem mente era
buscar um reactor mais innexive: e redobrar nella,
torna a peremptona, recusando em substancia e
absolutamente o que at ento se inculcara con-
cedido apenas sob a coiico de aoquiescencia
nossa a urna caprichosa formalidade. Assim veio
acabar na sorpresa de um desafio poltica de
tortuosa vacilaco, qae desde o anuo passado Ilu-
de a nos e ao paiz.
Deploramos que a doenoa inquietadora de Saa
Magestade nos apermitta invoear directamente
o chefe do Estada. Sabo o exercito que o imp ra-
dor nenhuma responsabilidade constitucional tem.
E'-lbe grato saber que, nos abusos de qoe se tra-
ta nio lhe cabe nenhuma responsabilidade real.
Mae, em toda a parle, ainda nos paisas onde ex -m-
plarmeote se pratica a monarebia parlamentar, o
soberano, se cerno entre nos, um levado espiri-
to, tesa sempre em si pala sua sabsdoria, pela ana
experiencia acenmatada,petasoperioridadedeaia
AsseBibli Provincial
30 SESSAO EM 26 DE ABRIL DE 1887
PRESIDENCIA DO EXM. SB. DR. JOS MANOEL DE BAR-
BOS WANDEKLET
Sumhabio :Chamada 0 abertura da ses:o. Lei-
tura e approvaco da acta. Expe-
diente.lieqaenmenti e discurso do
Sr. Ferreira Jicobna___Discursos
dos Sra O-oncalvea Baareira, Co3t ti-
b.iro e Ferreira Jacobina.1 parte
da ordem do dia : -,' diacus.-ao d ,
proje-to n. 22 det- ai.no.Appro-
vaco d um requermeuto de encer-
ramento do Sr. Rodrigue, Porto. -
fio do projecto a das eineadae.
2" pirte da ordem do dia : 3 dia
cuss do prjjeeto u. 34 de 1886.
Leitara o apoiuuxato de emendas.
Encerramento i diseuasa e ada
men:o da votarlo.3 dscass) d i
proj-eton. 10.') de 1886.Discurso
d' Sr. Lonrenoo de Si.Encerra-
mento da sestao.
A) msio dia f-ita a chami.da, e Vrificiud
eatat l ites os Sra. :. iti S.v 5j r 3 I
Ainorim, i. Antonio Ven-, la,
i, Luizdo Andrad., J ai do 0 iveira, Vis
1 : T in "i, o h -n > Por! II i. i Al-
> ', '' t m :i_.. 's da Silva I j ....., ..
ocio M.iriz. i.-ro.i lan- fu ,luni Pr xe
I M irai .-. U i= 'J in -, Comes Paren: -. t\ i .
J.eobiri. Lour.-i:-,-o Je f: Julio : H.iri i.
preside.ito abr.i .. seaso.
Com pan p is ns Srs. :-'.r) lin e. Drum-
mond, Costa lb-eiro, R-jgjoira C ista, .'..i siLus-
tos-i, Roj.. o Silva i i i- do
Faltamos a. Bi de Itipiasami A-m.-a',
II rc-u a-i i Banl Ira, Ferrem V lioso, A-i.l.
Di .s, Jos Mi: i i e Soiouio de Mello.
i'^ lid i i; b en i vp l.i a acl '..
antee d
0 Sr. Io secretario prucic I icur :
g.llltB
ESPEDIENTE
Unap'tiej ; >r. Eitevo Cavaleaate de Al-
buquerque, propiietario da ineia-agua n. li no
b !ceo do Qu ab > da freguezia da J i i-Vi : i, re-
quo.-eado que se dec.'ari nio eitar suje gemento de annudades do apparo'ho di Comp
nhia Reejifii Draiu iga.-V cominisai i de o'cameuto
provincial,
Oatrade Marcelino Joo Mara do Almeid,
qiiorenlj qua se instan na loi do orciiceufo mu-
nicipal a quiutia !; 2:3073460 que lbe deva a
caraira municipal da Victoria, d>t m iiidado.i de
eustasjudiciae?.a' commissio di oream^nto pro-
vim-ial.
E' lido c sera debule approvadj o .eguinte pa-
recer :
A commisao do ordenados, para esnittr juizo
seguro 3obrc a petiejao do profesaor pibiieo do
Cru>.iigy, Antonio de Menez-es Cysneiro Banieira
do Mello, qas solicita desta asierabl es veuci-
mentoa coi-repondentes segunda enlraiicia como
diz succeder com a respectiva professira publica',
de parecer q iu a resp-ito seja ouvido o Dr.
inspector da I istruccao Pablioa por intermedio da
presidencia da provincia.
Sala das comraissoes, 26 de Abril de 1887.
Goncalves Ferreira.Viacondo do Tabatinga.
E' lido. julgudo ubjecto de deliberaco c vai a
imjrirair o aeguintc projecto :
N. 63. A Assembla Legislativa Provinc-id de
Pernambuco resolve :
Art. nico. M.'tade da quantia de que trata a
lei ii. 1597 de 1881 em sou 9, pertencer ao
pagador do Thjsouro Provincial.
Revogam-se as disposicoes era contrai io.
Em 26 de Abril de 1887.G-oncalvea Ferreira.
C elho de Moraes.
Vera a mesa, lido, apjiado c entra em discus-
so o seguiute tequerimento :
o R'quciro que pelos canacs co.-ipeteufc3 se ob-
teuh do presidente a seguate inforraacio :
Se tem scieneia de que o redactor Fortunato Pi-
nheirofoi insulta lo pelo delegado de polica de
S. Loarenc) da Matta por occasiao de ir aquella
localidade, ou por all pass.:r.Ferreira Jaco-
bina.
O Sr. Ferrelro. lacublnaSr. presiden-
te, h j que s-' commemora o dia de um granl:
sautoque, cuata de sacrificios e de profundos mar-
tjiios, pasaou a figurar rio catalogo citholico apos-
tlico romano, S. Pedro liatis, s.i bem me record,
come as circumstancias me collocam inesmi vis
vis do nosso distiucto collega coubecido pelos
mesmo n'mes, cnfeaso a V. Exe. qun enro nes-
t: discusso com a maior traaquillidade de espiri
to e sera o menor intento de asedume de forma,
sem lerabrar-me mesmo de uso pensamento politi
co qae posea molestar nobre maiora, embora
traga o anioio um pnueo perturbado com a discus-
so do bontem, hora do expediente, pela qual a
aasemb.'a vio que o nosso distiocto collega tem se-
rias appreheusoes sobro um faeto tenebroso que
te.m de rec-ihr prximamente sobre a sua pes-
so i.
Da maneira que se por um lado me auim a dis
cutir actualn ente com tranquillidade, por oufro
lado uina novem escura vera perturbar-me o cepi
to pela idea funesta que dentro em piuco ter de
assaltar-nos pelo risco da vida deste Ilustre cI-
lega.
E o que me admira qua emquanto o nobre de-
putado no recinto desta casa narrou por urna foi-
m : t triste as appreheusoiis qne tem das des-
granas que v imminentes, por outro lado S. Exc
tora plena c -nfianc-i de quo o digno presidente da
proviucia evitar os males que antev, e como que
j os experimenta.
Eu i quizera ter a ingenuidade do njbro de-
putado do 5' districto para acreditar as pajavras
e promesaas do digno preaidente da provincia. -
O Sr. Rogoberto. Exc. nao ha de punir an-
tecip idamente.
O Sr. Jacobina0 nobre presidente da provin-
cia, a quem cabj a responsabiiidada do que tiver
de succeder, estando certo dos factos, que j se
iipresentara, deve cntecipar as providencias e nao
espeiur que ebegue a opportunidade para punir o
crirae.
U.n Sr.. deputadoNio precisa dar providen-
cia ueuhiima, porque por ora nio ba crimes
O Sr. Viscoude de TabatingAntes prevenir
do que punir.
O Sr Ferreira JicobnaPergantar-me-hio os
nobre.-! deputados : o que tem tudo isto com o re-
quenminto qae se acha em discusso? Tem todo
o cabimento, porque coaprehende-se que 08 tac-
tos se revelam de modo a traaerem-noa a convic-
cio de que S. Exe. nio cara dos ateresses da pro-
veca que lhe foi confiada.
O Sr. Gaspar rumraond A V. Exc. at lhe
casta a dizer isto !
O Sr. Ferreira Jacobina E' defeito do meu
org-o e do meu espirito ; mas acredite o nobre
deputado que ni) porque eu uo sinta em de-
masa o que estou disendo.
Se tivesse a facilidade da pala7ra e a eleva-
cio de espirito de nubre deputado, osrtamante
a. Exc. no encontrara esta falta- que agora
nota da minha parte ; mas cada um cumpre com
o seu dever mauitestaodo como pode o ten juizo e
aprecindolos factos que ss dio.
Cao, sem que da ana bicca parti.se a menor na-
lavra, o bagar o trem estaca de S. Lourenco
da Matta, a ageredido por modos violentos e co-
nur,.-d".u*,"M No d-elegsdo de pohcia d'alli
Theohndo Cavalcanti.
O Sr. Costa Ribeiro Delegado e alferes de
polica.
, Esfe facto condemnavel se passou s horas cla-
ras, de 9 para s 10 horas da m*n!ii, visto como
elle havia partido no trem que sabe do liecife s
8 e 45.
E, Sr. presidente, a esse passageiro, que de
modo inoffensivo transita pela eatra ia frrea o
delegado de S. L-eurenco, nao e o coore de inju-
rias, como at procura arraucal-o d'alli para es-
bordoal-o fora do trem.
Pela ntervenco de diversos passageiros que ee
indignaran) com semelhante procedimento, uo se
eonsuraou hiutem este fco atentatorio, e, gran-
de seria o- oonneet, ge porventor elle* delegado
tivesse levado a effeito o seu utento de entrar
paraesbjrdoar o cidado dentro do mesmo wagn,
porque urna das testemunhas que me nar.ou o
facto, disse-m! que eatav* de tal raido incommo-
dado, que ostaa de tal modo indiguado nua te-
ri a neeceasidade de entrar no coi.g ato.
Nao contente cotn isto cssa delegado, com qnem
nunca o Cidadio Fortunato Pinheiro trocara ima
f.alavra, nem tinha a mnima iiidisposie hoje
repete-si a seena ainda com mais violencia e com
maiores ameacaa.
Un Sr. DeputadoCom cff-iitj !
O Sr. Ferreira JacobinaV, pois, V. Exc, Sr.
presidente, que h ni ni o faeto tuve lagar e hoje
ama repioducco, repr Iu ca) que mos ira o per-
veraidaio do t I. _'ilo .i .i. Lureuco, o seu ca-
ro.-' r violento r arbitrario co-rtra uai boaiern
iuoffnsivo, c que tera o direito de transitar as
estradas de ferro, como n .s d rr.dagem.
Pirtan-o provavel que o Sr. Pedro Vicente nao
procura indagar d ase tacto praticado poa i-n sr>u
Jelegado, p r um s.-u subordin. lo que tambem
offieial e:e polica. S i essa mtorid ede mjstra-ss
ei i.e uta o arbitran com i del. -1 lo, a ponto de
ni i !_;>' r a l'.beriade dos eid..doa que viajam
nes ec'tr las (i ferj ; so demoustra um carcter
pe v rao, bem ]> lera pr. ceder e'.o me.-mo modo
ua q i ii:;e de couiiuandaure ia torca encarre-
; -. i ei u: inul ,- o i I ui publico..
- : p '!i6J, Sr pr sidcc, qu lia i s trata da
.. >. eiia-lao Futuuaio i'inbciie, desacata-
da i r e.-a: in livi o -. m i aira trata se de qual-
i-iauil i que fein o me.-nn direito de trans-
ua vi rea i
O ...';.. m :..
O ir. i' rrcira lacobinaEu nio digo que se
: ata le V. xc, pirque o o 'si I nto da Asaem-
u n ..' : ..; > iu p rl intes i .ii-ntes
S!;l i'.o poder M a bem poss-
ci! qi in a a ..! .Tj'i-'r "-.io cid idas esse
'-. ig r inaultoa iguies.e pasa
I i 11 I e i i vi i r 'produziuio, ou para
qu : EiJ. tea de moatra' que ho-
n ii us :i:n .me da jetstica do que da poltica,
a.::e i i !o io | onto c uive de ite tomur-se quai-
qurr piovid uti mais qaauto trata-86de
um -iCti altara ute cunlemna
l'enso u :i sita udannistracio j deve ea ter
ciencia d-tste, faeti porgue aiuda hoatem esta-
ra .: i anti sala un deu agontcs da a.iinnistracio
ivers .'.' i s i '':' pinto.
Qi tambe i icrediMr qu( o de egado uo
: un' negoci i de mota propriu e que foi
a isto levado instigado p r qualquer circunstancia'.
.S.j i p rm como for o seu p.ncedimeuto alta-
... o e ndemnavel e merece seria r.-presso.
Se t.t;<.i desla or.i en co;iti;uam a reproduzir-
se, e in ehend-! V. Ese. Sr. presidente, que des-
appareco a trauquilida le d : espirito c a liberdade
do transito, desde que as autoridades vo atacar
ii s trena es p.ssagenos que al i e achara e que
era ao m-uos tera como ponto terminal o auxilio
da propria autoi-idade superior.
O cidada Fortunato i'mbciro tinha por ventu-
ra feito. qmlqucr offensa a qaem qier quo seja?
Anda mesmo quando tivesse tere cora que direito
o delegado ataca o trem p?ra querer d'alli arran-
ca! o e etebordoal -o ?
Acaso ba lei neste ;iz qae permita mentados
desta ord rr; ?
O Sr. Gomes Prente.Motivo usbirvloimeuto ?
O 8r. Ferreira JacobinaHiuve injuria e por
pait- de un delegado.
O Sr. Gunes PrenteEs' bi m ; en pensei que
o nobre deputado houvcsee dito que tinha bavido
esbordonn.nto.
O Sr. Ferreira JacobiniActa o nobre deputa-
do que pouco ? l'ois s aqui a polica prende
douo born-as porque diecntein um con outro, quan-
to maia um delegado que ataca um trem para in-
juriar um passsgeito, amescando-o de eabordoal-o ?
Pens, Sr. presidente, qne isto o resultado da
impiuidade dos factos que. se teem dada :qu
mesmo na cidade.
E' cous notoria a sabir!* que as autoridades
p'liciaes sao aa primeiras qu fi^tir un era todos
estos acto-. E' assim que cu vejo que se inuti-
l:si a eleicao de Panellai o auno passado por par-
te da autoridade, por um accordo entro o delega jo
du polica e o presidente da Caraira -Municipal, e
ni > s : fez cousa nenhum i.
Vejo que em Bom-Jardim s" reproduz o mesmo
facto con todas as circunstancias aggravantcs.
Por outro lado vejo o &ubrelegado preudeodo o
juiz municipal uo momento em que elle vai votar
praeurando irsar iiihal-o en mattas qu.; n nc .
existirn at que passasse a hora da eleieio.
Uai Sr. Depn'adoDiz 'm que elle fez isto por
gracejo.
O Sr. Ferreira JacobinaN.Io admira, portan-
to, que o delegado de S. Lourenc, dispondo de
todos csses antecedentes, suba a um trem, iujurie
a um cidadio quo all transita pacificamente; nio
admira, Sr. prcsident que esta autoridade ameace
esbordoar a um cidadio inerme sera urna razo
justificavel, sem um i causa determinado.
Um delegado queassira procede, preafando-se a
ser instrumento da vontade de quera quer quo
aej i; se assim procede sem um motivo de ordem
publica, mas somonte para sit'af.vs t a caprichos
de tercero, nao eat aba dutaraentc no caso de
continuar a ser o -nHUteuedor da tranquilidade
e dos direitoa d is ci i la os.
Iofelizaj-inte, depois (ne se inaugurou a presente
siiuacae, quasi todos os das na como que assis-
tiraosa reproduefo lessps factos lastma/eis fa-
ctos que deviam terdesspparee do em virtude dos
n.asoa foros de civilisade.
Ncatsa eondioSea portanto, Sr. presidente, eu
estou certd que a honrada m lioria uao rejeitar
este requeriraento corno tem feito ora todas os
out*ns, porque elle nao absolutamente ama ar-
ma poltica, nem to pouco um pretex'o de oppo- .
sico. A oceurrencia que vsoho de narrar peran-
te eata Ilustrada Assembli, foi publica e noto-
r;a, provocoa a iudignaoao de mui'os pasaageiros
e precia ser tomada ua ebvida cousid cragao.
Sendo as um p.-nso que a more maiora nao far
desta vez cora est i requermento o que tem feito
cora tantos outros pela circomstancia de partirecn
di bancada liberal.
Eu anda acredito qua S. Exc. nao saib3, mas
por isto quo taco o requerimento, elle ha de sa-
ber parque a discusso publica, c S. Exe. ha
de ter um amigo, embora sua vida de ermitio, que
leve am'icia d'esses fictos attentatorios da li-
berdade e vida do cidada.
O Sr. GoncalvcB FerreiraAt isto motive
de ceus-ira, o sabir poueo.
O Sr. Ferreira Jieobina Nao diss? tal ; eu di-
go que se elle viva retirado.
Um Sr. D putadoE esse cidadio que soffreu
esse desacato, nao foi queixar-se ?
O Sr. Ferreira JacobinaPois se a nossa voi
n'-ate recinto, uo ouvida, quauto mais a qaeixa
desse cieiado. (Apartes).
Portanto, Sr. presiden te, eu sei que aguarda ao
requermeuto, a sorte que todoi tem tido, S. xc.
parin, ..em par isto deixar de ter notiea do fac-
to, o como provavel que elle se vi rapetmdo,
parque anda boj i o delegado disso que o cidadio
Fortunato Piuhoiro nio ba da ter o desaforo de
transitar n'aqueiia estrada. V. Exc. eomprehau-
de que esse pai de familia que tem sua aenhora
gravemente doente, nio pode dexar de transitar
na estrada, logo o conflicto esti eminente. Eu,
pas, estou convencido de que esse delegado, co-
*

ibTki .


lint
2 de Malo de 188

.
nbecido como homem valente, 6 moito provavel
qao repita o nao 80 uraa como maltas outras vaos,
at que ara di* o eaborde ou complete talve u
aasassinato do infeliz Fortunato Piobeiro que n-
correu no scu desagrado.
Eu termino e espero que nonhum dos mediaros
da maioria, contentara a aaseveeacAo do facto de
Jae trata rae rcquerimento, porque ella "verda-
eiro, o eu nao teria duvtda, para corroborar o
que veobo do dizer apontar testemunhas que as-
sstram ao facto de'hontem e de hrje.
{Continua).
i Isabelas bandeiras dos corpas de Tohnttsrioa da
patria desta provincia ns. 11, 80 e 53.
Un guarda de honra acompanhar essas sa-
gradas reliquias, que n'aquelle sali serao enllo-
cadas em ura rico tropbo de amor.
A's 8 1/2 horas da ute camecar a ropresen-
taco de noo noro drma militar e de grande apa-
rato denominado O Tributo de Sangue producto do
Sr. Dr. Corto Real, que .-xpressamente o cscreveu
para tal solemnidad". .
Oj distinctos membros do corpo seenico do L.n-
(jrrsso Dramtico Hccedendo ao pedido do Monte-
po generosamente se prestarao ao deseropecho do
ue nos iaformam, estar montado, o en-
HtviSTA DIARII
Jos Bernardo Monteiro e Silva, Genesio de
Arantes Paes Barreto.
Directora das-obras le conserva
cito dos porto*Boletim meteorolgico de
1ia 20 d>; Maio de 1887 i
Telegraoima-v Bxe. o Sr. presidente re-
cebeu o seguiute t.-legramma :
Rio -J luirs e 5 minut.s di manha.
Questao militar rt-aolvida a aatafaco de to-
dos, dnpjis de uina m co approvada n> cenado.
Ministerio contiui no seu posto.Bario de Lo-
tegipt.
nabo- O ladro'3 ponetraram ni casan.
211 da rua do Marques do Herval bontem pela
madrugada, arjinbnlo uina jaaella e carrega-
ram div raas per-as de roop', relogios e oulrjs
objectos.
Morara nes i casa uas mocos estudsote, que
dermiam no sj lo em quanfo os ladrocs no andar
terreo faziam o mrv'co, como dizera ni giria ra-
pinoaratica. ,
Vapor do niDesta procidencia chegou
houtem o paquete americano hinance, e Kontera
mesmo segsio para os Estad >s Unidos e escala.
As noticias lo que foi portad ir vo era outras
SCces publicadas.
Para se curarA 18 do corr. n'e entrou
no hospital 'edro II, o pardo Ignacio Pereira da
Cunba, do 25 aunos de ida le, viado de S. Liaras
co para ser curado de ferimeiito, prodozido por
urna facida no pei'o es o -r i >.
Da vstoria a" que se procedeu, verificou-sa ser
leve o f riment'.
Sociedad** dos empresailos do
eommr.rcio de PernasnlmcoEmout.o
lugar publicarais o aunun.no des;a nsjocacao, no
qual fas constir aos seos associados a nova sJe
da mesma sr-ciedado.
Fallecimepto -Al hora da madrugad* de
hontem, suecumbio do urna afieocao cardiaca, o
bem conb-cido tachygrapho Alcidej Falcao.
Tinha o fiuudo apenas 29 anuos do idade c era
natural desta provincia.
O seu corpo o; bmtcm tarde dado sepultu-
ra no cemiterio publico de Sinti Amaro.
Aj irmaos do final.) apreseutamos 03 nossoa
esta
a
;j tnoilhos pirla-
pezames. .
Retrato a oleo Ach* se em expos-.cao na
galera do Sr. Heuscbel, ra d) Baro da Vic-
toria, o retrato a oleo que a irraandad- de Nossa
Seohjra da Luz erecta na igr.ja do Carmo man-
dou tirar para ser inaugralo no respectivo con-
sistorio, domingo, 29 Jo corrente, s 4 horas ;la
tarde, como pr-va de seu iveoiheeimento ao ir-
motxjuiz b.rafeitor o'Sr. Aotoaio Franchco
Mowira,pebsr,lovantes servicos prestados por
elle a meara i irraandale.
retrtalo entre ai ij servisia tc-n o dj na-
ve* alforrisdo >5rai cu; escrava (en nine da ir-
mandade), n) aia da testa da padreeira, 2 de Fc-
veieiro deate aun). ...
A execuc; i i trabalho, qe perf !t3Simo, toi
confiado ao artista nacional Sr. Vera Cruz.
Provincia da Paratiyba Rscabemos
hontem o Diario da Parabyba > alcaneanlo a 19
do corrente e dj qual cxir,.lnrnos as segniutes no-
ticias :
Por portara do presidente da provincia, data-
da de (i, fo.-am suspensos do exercicio de seus
empre^os, o adrainiatraior dos cirreio.i, o conta-
dor c o carta'ro e miniados responsabilisir pilas
faltas encontradas 'aquella r-parti .ao.
Na avancida idade 'le TI anuos tallaceu no
dia 29 do passado, na villa de Cabaceiras, c majir
Jos Beruar.liuo Lraeira, pii do Sr. Jovin> Li-
mera Dino.
O finado ra ieflaeneia liberal da localidale e
l- suppleate dojuiz ra-inic;pal.
Embarqae C m destino acorte embarcou
ante-bou ti in no vapor allemao Lisboa o Dr. Joe
Bsrnardo (jaivao Alcoforado Pilh, depatau i -
ral por esta provin-ia.
Vai S. Et'. oiuir pir
mentares.
Boa vingem.
Fol restitnltlo Per mteo sublelegadodo
Ricife foi entregue ao respec'ivo dono um pali-
tot de suemira por Joio oncalvea da Luz, qu>.-
o furton da casa do dono, oude penetron a pre-
texto de alis^r.r ura quarto.
A llnstruco Dista revista de Portugal
e do Brasil, :* qu- direclor naquelle reino o
o8r. Mariano Pina e gerente o Sr. David Coraz-
zi, recebemos hontem do R'j de Janeiro, r^met',;-
do pelo Sr. Jes de Mllo, o numero de O deste
mez.
Sao primorosas as gravuras e est bem esenpto.
A Eslacdo Deste excellente jornal .....in-
das parisie'ii's. dedicado s s-nhoras brasioirs ;
recebemos hontem da corte o numero do 15 deste
mez.
^"Alm de muitas e finas gravuras e es' .moas in-
tercaladas no texto, o numero de que > amos no-
ticia traz um figurino colorido e urna estampa de
moldes e bordados.
Enfermarla de Mariana -Portelegram-
ma datado de hontem e rec-ibido *r. pelo chefe.de
divisao Jos Manoel Picanea da C;sta, consta ter
sido nomeado interinamente atedie] da enfermara
do Arsenal de Marmha desta proviocia o 1 te-
nente Dr. Man .el Gomos de Argolo^ Ferrio, em
subetituicio ao cirurgiao de de divisao Dr. Tristilo
Henrique Costa, que pelo governo imperial toi
chamado a corte do imperio a servido publico.
Hontem mesmo o nomeado assumio o exercicio
aeu cargo.
O inoculoRecebemos o n. 18 desta peri-
dico litterario e homoristico, hbilmente red'gido
pelo Sr. Olympio de S--ixas Borges.
Obrigados.
ocieJn-.lt* Pnilomatiea Fanccionou
esta socidade na qainta-feira s >b a presidencia
do Sr. D Oliutho Victer.
Foi lida e spprovada a aeta da sesso antece-
cedente esm urna emenda do Sr. Jos de Castro.
Em seguida forana lidie e aporsvadas as ehro-
n-caa semanaes pl.-s Srs. Fr nklu;Gameiro e
Martins liibeiro.
Foi disertada a ;h-seHa iim direit de ne-
cessidHdc?pelos *rs Agaaito M.eiel, FraDklin
G'ineiro e Jos da Castro.
'icou desigado o dia 2i do carresta para ter
lugar urna sesso extraordinaria-
rapo PraternidaJe E' boj que ce
realta n tbeatrn Saat-i Antonio a fiesta dramti-
ca promovida pelo Grupo 'raterni'Jade, como j
noticiamoa< cuj programma vai n'catra ecco
desta fo'ha
O ^m a ue d-stinado esse espectculo, por
demais digno do apoio de todis.
Sititacfis oreanuntarlaL"raos no Paz
f olha da Corte, de 20 do torrente, o seguiuto :
Na pr"p >sta de Iri do orcam-nto apresimtada
hontem a cmara dos deputados pelo Sr. susistro
da fazeuia. a reoasM para a prximo exercicio de
1888 oreada em 134.295:10f5 e a des pesa fixada
em 141.491:9085119. O dficit orcameutario pois
de 7.000 :OO0JI.
No exercicio de 1835-1886 a rece.it foi de------
124 328:807*55!) e a despeza de 149 774:459*300,
deixando o dficit de inais de 25.0 OJ.
Nesse mesmo ezereicto de 1885 1886 teve o the-
souro estes recursos extraordinarios :
Emprestimo externo 2.662:738556
Emissao do aooliees de 5 -i. 47 309:437*184
Emisso de moedas de niek-l 321.O0J00J
D:Eerenca da receita e despe-
za do fundo de eraancipacao 90:402135
Saldo de depsitos 3.451-093*780
Esses rtesrSOS foram aoplicadoB par* tazer face
1- ao defic de 25 446:241*750, a pagamento das
apolicesde 6 -|. reclamado pelos possuidores....
6.468:2')*; ao rescate de lettraa do thesouro...
11 376:'O0 ao suppriraento do dficit de 1884-
1885. 12.112:338*621.
No sen T'-latorio diz o Sr. ministro da fazenda
que, atteniendo as circumstaacias desta praca.
em:fira ppe!-mj-.-da por couta da auforisscao de
zoJJ:0;:0*, tendo emprestado a> Banco do Bra-
sil ata 30 de Marco a q nao ta do 2.0)0:000' .
Honle Pin dos Voluntarios da Pa-
triaEta aucirdade, como j tivemos a ocsio
da d-' -r.r, festeja no dia 24 do corrente o 21
an. ^iro da batalha fenda nos campos do
Tnyoij contra f-s paraguayos.
(sera arvorado as vareadas do sobrado, sede
do Monte Pi, o estandarte srasileiro, saudado
por meia salva real.
a's 5 horas da tarle desse dia ama eommissJo
de officiaes ir sede do Institato Areheolog jo
donde trasladar para o sali do theatro d Santa
di ama,
saiado capricho.
Consta nos, que tem havido grande procura, e
eneommenda de bilhet^s, o que nao de estranhar
desde que se trata da ommemoracao assas hon
roso para o nosso Brasil, e mormente para eat-
provincia, que tanto sacrificio de vidas fez naquell
camoanha.
As msicas dos batalhoes, 2o e 14, e bem a do
eorpo de polieia e do arsenal de guerra tocaro
alti rnadameate no salo do theatre, onde se con-
serva rao em exposico es gloriosos estandartes
pernambucanos, que no dia segrate tarde serao
re ouduzKlos ao Instituto Archeolagi;o.
O jardim do Largo de'Palacio e o theatro esta-
rio illumiuado3 durante noite do eepecta-
culo.
ucmi sao de divida de laxas Eita-
tuio a segunda le de 28 de Setcmbro que, a quem
ib-rtar ou tiver libertado, a titulo gratuito, algum
escravo, ficar remittida qualqoer divida prove-
niente de impostas rfereute3 ao mesmo escravo.
A esto respeita diz o seguinte o Jornal do tom-
mercio da corte : ...
. Segundo estamos informado?, ser concedida
ual teminso, por analoga de argumenta, aos ae
nhores doa escravoa ebegados aos 60 aaoos, quan-
do desistirem dos servicos a que estes sao obriga-
dos com tanto que exhib.m prova idnea d aquel-
la renuncia e nqueiram a sobrediU remissao, ao
mesmo modo pelo qual ae procede nos casos da
alfirria gratuita.
Esta d cisito do Sr. ministro da fazenda cnsul -
ta evidentemeate o espiri'o da le, devendo inflar
para augmentar o nu.n'ro d." tais renuncias. Ke-
gis'ramol a com tanto maior prazer quanto tive-
mos occaso di indicar, ha tmpos, a convenien-
cia de scmelhante interpretacao, que sem duvida
concorrer Dar completar neata parte o intuito
da le.. >
Kwiatistlca da popularn escrav
lloran
6
9
12
3
6
m
3S2
o ao
23->-8
26'-8
28J7
28'1
26'-9
Barmetro a
O"
76l32
762f62
762ail8
?6047
760'"97
TeaaSo
do vapor
19,96
21,81
21,07
20,05
20.33
T3
n
INDICARES TEIS
91
32
71
70
7
Temperatura mxima29,50.
Dita mnima23,75.
Evaporacio em 24 horas ac sol: 4,">3 : som-
bra: 2,7.
ChuvaO,"^.
Direcco do vento : SE de meia ..il." at.7 horaa
e 29 minutos da manha ; SSE com ioterrupcao
de 57 minutos 8, at 10 horas e 43 minutos ; SE
at meia noite.
Velocidade media do vento : 211,03 por segunl
ebulosidadc media: 0.54
Boletim do porto
Pra mar
ou
baixa mar
B. M.
P. M.
B. H.
P. M.
Da
20de Maio
21 de Maio
Horas
845 da mamb
310 da tarde
9-20 .
315 manb
Altura
0,">58
2,n34
0,">55
2,28
c:aM ue UeteucaoJaoviuttuto uos pre-
ses da Caaa de Deteoco do Recite no dia 2) do
corrente :
Exi8tiam358 ; entraram 18; sahiram 13 ; exis-
tem 36i.
A saber :
Nacionacs 313 ; mulberes 7 ; estrangeiros 12;
escravos sentenciados 3 ; dem processados ;
dem de correcca > 26.Total 363.
Arrajoados 319.
Bo.ia 2)9 ; doentes 2)Total 319
Movimeuto da enfermara.
Teve baixa .-
A's presidencias das provincias (com excepeo Emygdo Joaquim da Silva,
das do Amazonas e Cear, onde n-lo existem es- 'r-veram alta :
crav.s nem libertos arrolados) foi expedido pelo
Ministerio da Agricultura, a 9 do correte, o se-
guinte aviso-eircul ir.
Illm. e Exm. Sr Rjiterc V. Exc. as suas
ordena para qu; de nenhum modo sej* excedido o
iinororogavel praso marcado no $j 4 do art. 13 do
regulameuto n. 9,517 de 14 de hovcinbro de 1885
para organisacao do re .umo, segundo os modelos
appousos ao mesmo regulanento, das relaQOJS da
matricula d>s esdavise do arrolamento dos liber-
tos sexagenarios de3Sa provincia, nao sendo efifec
tuada a remesan a este ministerio antes q!ie h.jam
aid-o olligid >s o liados rehtivos a todoi os mu-
meipios.
Providenciar outrosird V. Etc. para que
sejam orgaciaa los quadros geraes nos quaea se
recapitulem, ai f irrai dos sopranuncionados ino
dclos, os dado3 r-dativos s diversas circumscrip
cues raiioicipai-s dessa provincia, referindo-se um
dos quadros aos escravos rcmatricutados c outro
aos libertos a'ro'ados.
D.-us guarde a V Exc .1. d Silva Pra-
do.
Prornradorla da coroa- A' presiden
ca da provincia do Para exp dio o Ministerio da
Justica o seguinte avieo, datado de 10 do cor-
ren'e :
llira. e Exm. Sr. Com referencia consul-
ta constante do telegramma de 30 do mz findo,
dtCiaroaV. Exc. que a designacao do juiz de
dirto p sencia i- impedimento de de3<*mbargadore3, impor-
ta ao designado a obrigaci de exerc-r a cargo
c>moonus da substituejo, nos termos do art. 7o
do decreto n. 5,618 de 2 de Maio de 1875, e que,
recusndose este a exercer as respectivas funeges
o motivo allegado para a recusa o exelue uecessa-
riameote de ontiuuar com exercicio da joriadicoao
pii-na no tribunal.
Deas guarde a V. Exe. Joaquim Delftno
Ribeiro da Iaix.
liiramento de Jnls de paz Pelo Mi-
nisterio do Imp-rio foi expedido a 10 do correte
o seguinte aviao ao presidente da provincia (
Rio do Janeiro :
I.lin. e Exm. Sr.Em reaposta ao orBeio de
2 do corrente mez, declaro a V. Exc. qu ; preva-
lece o juramento (restado pelo juiz de paz do
districo de Mirtceraa parante a cmara muuiti-
pal de Sants Antonio de Padua na sessilo de posse
em 24 de Janeiro, nao obstante o aviso de 11 de
Marco ultino, qne consideron nudos os actos da
meso'.a cmara praticados u'aquella .essao ; por
quanto, conforme j declarou, entre outros, o aviso
n. 140 de 23 de Abril de 1851, o juramento um
aeto de religiosdade que nio recebe 6ua viriude
da pessoa ou corporago que o toma.
Deus guarde a V. Exc. Bardo de Ha-
mor, o
Operacftes elrarjtlcasForam pratiea-
das no hospital Pedro II, no dia 20 do corrente, as
sezuiutes :
Pelo Dr. Malaquias ;
PuncAo de um hydrocelo que continha 7,500
grammas d<- liquido.
Pelo Dr. Pontual :
Amputacao por desarticularlo da phalauge do
dedo inimmo, indicada p>r nccr>se da mesma.
A'8horasdanoite entrouneste noap'tal, Juvi-
no Jos, trabalbadordaestrada deferro do Limoei-
ro, vindo d'alli co > mAuecquerda esmagada e u
ante-braco direito tambera esmagado, comparece-
ram os Ors. Malaquias, Suva Ferreira e Maduro,
e o dentista Numa Pompilio, sendo necessarias as
amputacoes doa dons ante bracos, foram ellas pra-
ticadas pelo Dr. Malaquias ; o ante braco esquer
do no terco inferior pelo mothodo circular e o an-
te-braco direito pola desarticulacao deste com o
braco pelo methodo a dous retalhos.
No da 21 foram praticadas as seguiutes :
Pelo Dr. Berardo:
Extraeco de catarata senil dura pelo procesao
de Wet-ker, a retalbo linear la cornea.
Duas pupiliaa artificiaos indicadas por ataphilo-
ma incompleto.
IjelloeEtfec'uar-se-hio:
Ama; ll;i :
Pelo agente Br\lo, s 11 horas, na ra de
Pedro Affmso n. 43, de predios.
Terya-feira :
Peo agente finio, s 10 1/2 horas, ra de
Agostinho B.-zerra n. 4, de movis e mais ob-
jectos.
Quarta-feira :
Pelo agente Martin, s 11 horas, na ra da
Mrquez do Herval n. 73, da taberna ahi sita.
Pelo agente Burlamaqui, s il horas, na ra
do Imperad ir n 22, de predios.
Hisaa* Cuneare*.Sero celebradas :
Amanh :
A's 8 horas, na greja do Girino, por alma do
t ;oente-eoron I Austric-lmo de Castro S Barreto
e do Dr. Gaspar da Drummond ; s 8 hiras, as
ma'rices da Boa-Vista e da ConceJcA? de Naza-
r-th, p>r a'raa do Dr. Symphronio Cesar Oouti-
nho ; s8 horas, na or Jem teretira de S. Francis-
co, por alma de Jacintos Duarte de Oliveira.
Terca-feira :
A's 7 horas, na matriz da Boa Vista, por alma
de Manoel Tavares de Aquino ; s 8 horas, na
mesma matriz, por alma do teuente-coronel Aus-
tricliuio de Castro Si Barreto; s 8 horas, oa
igreja do Carmo, por alma do Dr. Gaspar de
Drummond.
Quarta-feira :
A's 7 hir-s, na igreja do Espirito Santo, por
alma de Fernaddo Thomas da Silva ; s 8 horas,
na matriz de Santo Antonio, pir alma de D. Ao-
na da ConceicAo Bastoa de Carvalho.
^Passasrelros Cbegalos do norte no yapor
-m rieano Finanoe :
Or, H. V. Pederneiras.
Dr. Alfredo Silveira de Sousa.
Em transito 15.
Chegados do norte no vaper nacional Ipo-
juea :
Manoel Muaiz Vieira e 1 trho, Antonio F. Bor-
ges, I (alio Al ves da Oliveira, Manoel Liberalino
ilivera, Fellppe Nery Liago, Joa Paulino de
iiveir, Beuicio Alves de Souaa e Ant mo Vi-
cente da Silva.
Sahilot para o aul no vapor alle-to Litsa-
Um:
Dt. Jos Bernardo Alcoforado Jnior e 1 cria-
do, Francisco Goncalves Netto e Joaquim Da
Cclbo.
Sabidos para o aorte no vapor nacional Ja-
gtmibt : IHbW
wmm
Jos Francisco de Lima.
Francisco de Paula Santos.
Joo Francisco de Souza.
Lotera do Espirito Sanls Eis os
nmeros da Ia parte da 1* ljteria em beneficio
da instruccilo primaria, extrahida em 21 le VIai > :
7417 60:(0'000
8420 10:000*00:)
5596 6:000*000
7333 4:00J<000
6394 2:001*000
2197 1:103*000
4302 1:000*|J00
Esto premiados com 500* :
18J3 3015 4526 9665
Eito premiad-.s cera 2005 :
111 1459 2408 3897 5420 681S 7233
7781 8031 8107
Esto premiados com '00* :
Mdicos
O Dr. Lobo Motcoto, de volt de aua
viagem ao Rio de Janeiro, conri.tia no
oxercicio de sua profieejo. Consltuaa^das
l^s 12 horas da manha. Espccialdudes
eperacSes, parto e molestias 9a s-nhoras e
meninos. Ra da Gloria n. 39.
Dr. Barreto Sampaio meio-dia s 3 hor*s no 1. amar da casa
a ra n Barilo ;ia V; -tonr, n. 51. Reai-
doncia ra Seto de S "embro n. 34, en-
trada pela ra da Sauda'o n. 2%
O Dr. Castro Jasus em o seu consul-
torio mlico, ra do Bom-Jesus n. 23,
sobrado.
Dr. Gama Lobo mdico operador e par-
teiro, reside acia ra do S. Borji n. 26.
Consultorio: ra Larga (lo Rosario n. 24 A.
Consultas das l horas da manha s 2 da
tarde. Especialidade : molestias e opera-
res dos orgaos genito-urinarios do homem
e da mulher-
Dr. Joaqairn L>ureiro medijo e partiiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1.-
and^r, de 12 s 2 da tardo; residencia no
Monteiro.
Dr. Manoel Argollo. Residencia e con-
sultorio ra Duqu de Casias n. 8d, 1
andar. Consultas das 11 horas s 2 da
tarde nos das uteia. Telephono n. 283.
Dr. Seve, medi-o, parteiro e operador,
ra Princesa Isab-d a. 7.
Consultorio Uomeeouatico
O Dr. Miguel Themudo, medico ho-
mceopatico, tem o seu consultorio ra do
Barilo da Victoria n. 7, 1. andar, onde
d consultas diariamente das 12 s 3 ho-
ras. Chamados por eaoripto a qualquer
hora do ciia ou >a noite.
O Or. Barros CSnimares
Pode ser procurado no essriptoro duste
Diario da? II horas da manha s 5 da
tarde, todos os dias.
Pi-oiaator publico
O 1." promotor publico. Dr. Freitas
Henriqus, mudou-se da ra da Aurora
para a da Uniao n. 5.
siatcnte, soaVemos do cor.icao; ns mais do que ..
outroj... cntende-me? deliciosa, a essa regiio rc-spiandeceiite qae
Prevaleco-m da opportunida le e emquaota na brilha mais arm das trevas do sepulchro
o pono taser peseoalmente, p ,ra n-radecer aos O destruidor toma di*enu formas, mw
meus companheiros d'armae, amigos o ffeicoados, Ai a nr*fM;. o A. i
em numero maior de 200 pwaoas. ,,ue me visitaram J* pniferencia a de ura mimigo moral gue
durante o^ tempo que estv doente, as proras de (levora actualmente as partos vitaes da*SO-
eonadersoao e amiaade que me diapeaaaram. ciedado moderna. Martyr30u j emar-
A'8. Exc. o Sr. gener.i Jos Clarindo de ros, digao commandantedas nrma; ao mu ch de batalhiw o Illm. Sr. corse! Jos Tbomxz G?-
z Gon-
calves ; e ao Illm. Sr. comm^ndador Dr. Gregorio
Thiumaturgo de Azevedo, nao tenho como ajrra-
decer-lhes as attencoss, cuidados e desvel'oa a
mime minha familia, justificando a amisadeque
votam ao v-lho camsrad, que sempre ser um
amigo reconbecido.
No Sr. tenente Jos Joaquim de Aguisrreco-
nheco um companh<:iro prestmoao e dedicado por-
que, acompanhando-me m meu trauaportc de casa
para a fortaleza do Brnra, prestou-me asaignala-
d08 aervicos, alm de suas constantes visitas do
que j un lis esqtu'cerei.
Ao 'llm. Sr. major Juatino Rj IrigUCB da Silvci -
ra, e a ana Exma. familia, commandanto da refe-
rida fortaleza, para onde me transfer aconsslho
de meu medico o Sr. Dr Joo Paulo, egrad co as
atti-ncoes e cuidados que me diipensaram, e a mi
nha familia, durante o tempo que 14 permanec.
Ao Sr. tenente jndante da mesmt foitaleza,
Flavio Jos dos Sats3, e a aua Eiraa. familia,
agradi-C) igualmente o iotcrosre que m uiifesta
vam pela minha sauJe.
Nao posso esquecer os bjua sTvigos quo pres-
tou-me o Sr. cadete Joao da Kjjaa Carvalho, em
toda minha molestia, ao desamparando me siquer
um s momento.
A todos, finalmente, que ra dispenaaram favo-
res e cudalos, dovo o meu corac1, e dirijo um
amplixj de amsade.
Raeife, 20 de Maio de 1887.
Es/evao Jos Ftrraz.
Ao Illm. Sf. Dr. Barretlo Sampa o
O Dr. Milet muiou siu es;riporij de
advocacia para ra do Duque de Caxias
n. 50, 1. andar.
1 rosar la
Francisco Manoel da Soa iitarios de todas as espocialidaaes pharjit
j;utio.as, tintas, drogas, productos cliimi'-s
e medicamentos bomceopaticos, na do Mar-
ques de Olinda n 23.
Drogara
Faria Sobrinho & C. droguista por atta-
215 301 361 504 546 U22 2870 2838 3036 3393 ca(j0 rua Mrquez de Olinda n 40.
3934 4*8 4694 4986 5763 592o 6112 6129 .^ Vftpt(r
Approximacoea
7416 1:030<'03
7418 1:000*000
8419 500*000
8421 50'>*00a
5585 300*000
5ft7 300*000
7382 200*00e
7384 2('0*00
6393 145*000
6395 145*000
Os nmeros 7401 a 7500 excepto o da sorte
grand estao preiLialos com 50*.
Os nmeros 8401 a 8500 excepto o da immedia-
ta eto pie-niados com 20*.
Tvdos os nmeros t-.'rmiuados m 7 excepto o
da sorte grande estilo pr^m'ados com 20*.
A segointe loteri i corra no dia 28 de Maio
mpretiTvelmente.
CiOteria do ParaEis os premios da 7'
lotera do Grao-Para extrahida em 21 lo cor-
rente :
9056 40:000*000
8652 5:000*000
1046 2:000*000
15418' 1:000*000
Estilo premiados cora 500* os dous nmeros
que ae aeguem :
3:8 18631
Estilo premiados cem 20)* :
272 3028 C666 16865 17413
Estao premiados com 100* :
1457 1528 4652 5636 6278 6434 7114 18026
18232 18386 19932
Approximacoea
9055 400*000
9057 400*000
8651 50*000
8653 50*000
1045 30*000
1047 30*000
O sumaros de 9001 a 9100 ealo premiados
com 40* excepto da sorte grande.
Os nmeros de 8601 a 8700 esto premiados
com i'O* excepto o da sorte de eontos.
Todas as centenas terminadas em 56 esto pre
miadas cora 10* inclusive a da sorte grande.
Todos os num-ros terminados em 6 natao pre-
miados com 5* inclusive o da sorte grande.
A 8a lotera ser extrahida brevemente.
Lotera da provincia No dia, ..
do corrente, s 4 horas da tarde, se extrahir
4a parte daa loteras, em beneficio da matriz
de Itamb, e, no consistorio da igieja de Nossa
Seubora da UonecicAo dos Militares.
No mesmo consisrorio estarlo expostas aa ar-
ana aa eapberas a apr. eiaca> do publico.
Ijoteria da corteA 204 loerit da cor-
te, pelo novo plano, cujo premio grande do....
30:00j000 ser extrahida no da., do cor-
rate.
Os bilhetes acbam-se venda aa praca da In-
dependencia ns. 37 e 39.
Tambem acbam-se venia na Casa da Foi-
tana rua Primeiro de Margo u. 23, de Martina
Fiuxa & C.
Loleria doGrAo-PsrAA lotera desta
provincia, pelo novo plano, cujo premio grande
40:000*000, ser extrahida no dia .. do cor-
rente.
Bilhotos venda as Casa do Ouro, rua do Ba-
rio da Victoria n. 40 de Joo Joaquim da Costa
Le te.
Tambem ach.irn-se venda na Casa da For-
tuna rua Primeiro de M&rco n. 23, de Martins
Fiuza & C
Lotera da provinciaA 4a paite das
loterins em beneficio da matriz da villa de Itair.-
b ser extrahida ao da .. do corrente, s 4 ho-
ras da tarde.
Os bilbet- a garantidos acharase venda na
Casa Felis oa pr..ca da Indep?odeucia us. 37
e 39.
Tambem achara se venda na Casa da Fortuna
rua Primeiro de MaryO n. 23 de Martis F.u-
za& C.
Lotera da ParabybaEsta lotera cujo
premio grande de 20:000*000 ser extrahida no
dia 26 do corrente 's3 horas da tarde.
Oa bilhetes acbam-se venda na Casa do Ouro
rua do Baro da Victoria n- 40 de J0S0 Joa
qnim da Costa Leite.
Lotera do Espirito-Santo-Esta lote-
ra cujo premio grande 60:000*000, ser extra-
hida no dia 28 do eorreate.
Os bilhetes acham-se venda na Roda da For-
tuna rua Larga do Rosario n. 36.
Tombem acbam se veuda na Casa Feliz na
prar,a da Iudepeudeni ia na. 37 e 3).
Latera da provincia do Paran
A 13 loteria desta provincia,pelo novo plano, cu
jo premio grande de 15:000*000, se extrahir
no dia .. de Maio.
U:lbtes a vonda aa Casa da Fortuna, rua
Primeiro de Marco n. 23, de Martins Fusa & C.
Loleria de tlagsa*A 16a parte d-?sta
lotera, pelo novo plano, cujo premie grande
de 45:O0o*OJO, ser extrahida do dia 25 do cor-
rente.
Os bilhetes aehasi-sc venda na Casa Feliz
praca aa Independencia us. 37 e 39.
Tambem acbam-se venda na Caaa da Fortu
na roa Primeiro de Margo nd 23, do Martin
Piusa A C, e na Esmeralda, rua Larga do Rosa-
rio n. 24.
Serrara a vapor e ojficina da campia
de Francisco dos Santos Macsdo, caes
de Capibaribe o. 23. N'este grande esta
belecimeato, o priaciro da provincia neste
genero, compra-se a vendo se madeiras
do todas as qualidades, serra-sa madeiras
de eonta albeia, assi.n como se preparara
obras de carapina por machina' o pjr pre
50 sem competencia Pernambujo.
D spindo a huaiildo rospagea* daiii3uifijiencia,
venho do airo da imprenta dar um p.iblico e so-
lemne teitemunho a.<\ acryajlidi gratid) ao mu-
to'illuitraio e eximii ojculista o Hm Sr. Dr.
Barretto Sampaio palia servicia qie pro3tou me,
tratando a minha fi'hi C>nstanya d umi terri-
v.l molestia da oihos que, gracas sua inexie-
divel pericia na arte, qa; fo dig lamente profes-
as, foi deb liada con ama peraoioq ta-ilo ella j
ia p -1 lea i 1 a 'speranea d 1 roittb t-s i.
Esta cata mais un b.-. si 1 u: \ .-na jara o
nome do tai Ilustrado rajlici qie fz da sua
santa profiaaaj um trerdaxoiro apstol .dj, nao re-
cusando uuuca o roJuraos Ja sxa arco e privile
giada intelligencia no pobre, a quem o iufortanio,
como complemento da sai obra d: devistaco.
procura roubar-lh^ a luz dos olhii.
Desculpe-m-: o Llm. Sr. Dr. larrat o Simpiio
ae com a publicar;!) -ieitas iinhn oeiii a"sua
modestia.
Ri-cif.-, 21 de Mu) de 1SS7.
Antonio Ribeiro do Nagcimtnlo.
Catarata
O professor jibilaii Lib-rato Tlburtioo de
Miranda Macel da Rocn Pitta, fezopjraci) no
olho direito no di 1 19 do'correte, c>n rai't.) fo.
Mz r.'sjitaJo, devili isto a p-ri.-ia e mistrii do
distiueto medico opera 1 ir o Illa. Sr Or. Barretto
Sarapaio. Deixou de f,z-r operaolo niolboes-
querdo por a catarata ni) est.r raidura.
Est era trata nento na cisa de siul- do dis
tin;-o inoii -o opjrai >r.
Olinla, 21 do Maio Je 1837.
Ao publico
Venho cumprir um dever de gratioao e reeo-
nhecimento pessou do Ilustrad) medico, o Illm.
tir. Dr. J< j Paulo da Silva Irito.
Tendo sido convidado este hbil facultativo, e
comparecido urna conferencia que promov em
face do gravissimo estado de raiuba saude, que
cala vtz mais se compromettia durante 30 dias
que estivo sob 03 cuidadoa de outro mlico ; exa-
minou-ine, e diaguostictu porberi-beria mo-
lestia que eu soffru, e nao do coracao, como atlii-
mava o meu medico assistenle, que n'este sentido
me estava tratanio, eml.ra tivesse sido con-
testado por alguns distinctos m-dieos, que tambera
me examinaram anteriormente a conferencia, e
opinaram com o Sr. Dr. Joo Paulo, do qae resul-
tou fiear o meu medico assUtente. quasi solado
no vasto campo da acienca !
N'esta estado de desespero em qU3 rae vi, e mi-
nha familia, a qual nunca teve u dnsolai-o de
ouvir doa Ubica de meu medico assiateute urna
palavra de anmar;o. ao contrario, responda a
I qualquer pergunta que se Ihe fazia aobre o meu
I mo .-ata lo de saJe, com o riso de desdem, ao
passo, quo a diversas psasoas dava o meu estado
como caso per Jiro ; t m ju couta do mira o Sr. Dr.
Juo Paulo, quando justamente eu me achava mais
morto do que vivo! f...
E to inspirado so bouve o Sr. Dr. Joo Paulo
ne meu tratamiento, firmado sempre no seu diag-
nostico, que en menos de uui mez me fez conva-
lecer, e asaim, ir ao Altar de Deus dar gracas
pelo restabsleeimento da aade do um pai de fa-
milia que, por um capricho mal entendido, ia sendo
victima do erro, deixaudo este mundo de perfidias
e de miserias humanas !...
Grato, pois, como me confesso ao Sr. Dr. Joo
Paulo, faco votos para que seja elle -nuito feliz, e
que tt nha muitas occasioss de salvar a outro pai
de familia, nos casos idnticos ao em que me achei,
onde o Sr. Dr. Joo Paulo revelou bastante pro-
ficiencia.
Si o Sr. Dr. Juo Paulo nao tivesse j bem fir-
mado o seu nome, como medico, o tratamento
minha pessoa dar-lhe-hia urna corda de loaros.
E eu, que tanta confianza tinha no meu medico
aststente, pelo que o convdei, de preferencia a
outros, para tratar-me, sem cogitar, porm qne
mais tarde elle dissesse a minha familia, e diante
de seus csllc-gas da conferencia vim tratal-o por
um comprazer
Verdad." que desde o momento que onvi d'elle
urna chorota lamenlaedo por nao ter, ao certo, no-
ticias p:sitivas de um sen dedicado amigo; e de
tal forma manifestado esse sentimento, que me fez
ter a indiscripeo de perguntar-lhe : doutor esse
seu amigo deiiou algum compromiso entregue aos
seus cuidados? ao que resp.ndru; nao: aiui-
plesmente por amisadc... o man espirito, cou-
fc8ao, fieou inquieto, e o meu cerebro, lutando com
o effeito des calmantes, dava-me a ideia terrvel de
que a minha inortc estava proguosticaia, vaga no
14 batalho p<-ra a'gaem encartar-se, como sem
pre foi o sonho dourado do meu medico aasstente
que, oor nao ter podido aso alcancar em terapia
idos, declara hoja nao aer ma-.s p.iitico, nem quer
mais fallar no scu ex cbi-fe poltico, por quem era
capaz de botar os bofes pela bocea...
Dem, porm, esereve o eerto por liabas tortas I-
Anula desta vez houve erro de calculo...
H'>je, entretanti, o meu medico assistente, ven
cido na luta da scienci, eesm-igido com a solemne
prova de seu erro, diz a quem queira ouvir :
lastimo os dias de vida que ha de ter o meu ex-
doente.
Oh nao sabia que o meu medico sssisteDte ti-
vesse tanto poder, ai para dar sentencias de morte,
sem lembrar-se que csa-i pod.-r s pertence quem
O fea errar para minha salvaco !!
Naj declamo : os tactos justificam o que acabo
de dizer.
O meu medico assistente, nao lembrou-se siquer
da ailudida eoufereneia, como era de seu dever,
attento o grave estado de minha sande : ella foi
lembrada por minha familia, inspirada prla Divi-
na Providencia porque, *e a de xasae para m->s
tarde, uo aei o* que aeiia d m-.m !
Nao me conaidere, meu medico assistente, ingra-
to, como o t-mfei'o; bj exoessivamente reco-
nhecido a tolos que me fazsra favores ; mas nao
posso supoortar pacificamente o seu piuco caso
vida de um pai de tara-la, h quera S. 8 para pro
vir melbor a supposta molestia do coracao que eu
soffritty uo dispensen* de pintir, a alguns de seus
collegas, com 11 -gras cores os quadros de minha
vida iutima 11
Este proee 1 ment incorrecta, fu o raeio que o
meu medico assistente eaolheu para aagmentar a
afliccio ao sfBicto. Todos nos, meu medio as-
Despedida
Eduardo GaJaul, retiranlo-se para Eu-opa e
n) pdenlo d -spedir-se pessoalmcnt' de todos
seus amigos o faz pir meio deate e peJe-lbes dea-
culpa por esa falta ifferecenlo Ibis os s.iua exiguos
prestimos ouie quer quo a sorte o colfojar.
Agradec; iguaim;ute as posteas ,;uo em seu
trabillio artiatico coafiaram em si e o houraram,
especialmente as Ernas, familias, qae o procura-
rara como professor de seus riihos.
Por esta occasi) scientiti.-a ao publico que dei-
xa por seus procurad iros neata cidado o Scs. De.
Antonio Witruvio Plato Bandoira e Accijii de
Vascjicello3 e Emilio Belel.
\' academia
Mocidade Paz hoje espectculo abolicionista
o Grupo-Fratern'ihde era favor da matricula de
um vosso collega, que muito V03 merece e honra.
Ao S. Antonio, portauto !
Dispensae o vosso apoto ao moco pobre, mas
rico de talento !
Um acadmico.
1 arvore da sade
II!
Com a mesma certeza com que o veneno do upas
da Batav.a mata, o balsmico aucco d'uma arvore
do Mxico, chamada Anacahuta cura. O muito
afamado Peitoral de Anacahuita, composto e ela-
boradamente preparado por ete maravilboso es-
pecifico vegetal.
Neobuma tosa.*, catarrho ou enfermilade doa
bronchioa, podera resistir aua suave e benfica
iiifluencia. Fortalece de tal modo os oreaos da
reapiraco, que em poucaa horas deaapparece a in-
mi oacAo, que impeda sua aeco salutar. O all-
vio ufallivrl e i nmediato. A irritacio e uflara-
raaco dos palmes queja princpiavam presen-
tar urna certa tendencia ulceracao se abate e
modifica para desle logo ; e sua operaco maravi-
Ihosa os cura e reatitue o s"u vigor e elasticidade
primitivos.
Na ana delicada e elaborada compoaico nao en-
tra acido prussico, antimonio nem nenhum dos
a*- ntes deleterios que de ordinario ae encont.am
nesaes xaropes e peitoraes feitos de fructas, e que
quasi sempre produsem tao fafa.-s e funestas con-
sequenciaa.
Como oabantu contra as falsifieaeoes. obsrve-
se bem que os no.oes de Lanman Se Kemp veubam
estampados em I .ttraa transparentes no papel do
livrinbo que serve de envoltorio a cada garrafa.
Ene utra se venda em todas aa pharmaciaa e
drogaras.
Agentes em Pernambuco, Henry Forster & C,
rua o Commercio n. 8.
Una niivciu escara encobre a
luz do sol a nossa existencai
A' incerteza da vida juntase o mysterio
tenebroso da morte Era quanto que, po-
uma parte, esse primeiro grito infantil quo
nos annuncia aue outro ser acabado unirse
nossa especi, inspira urna alegra profun
a, por outra parte trememos de espanto no
ouvir o bater horrivel das azas do anjo ex-
d.-rrainador I A voz omnipotente da in
fluencia suprema que governa o universo
decretou nosso destino, a sentenca fatal foi
pronunciada e todos es horaens estilo con-
demnados a morrer !
Sem duvida algum."., a morte inevita-
vcl. NSo polemos, porm, retrdala?
E' esta urna questao qua seria de urna ira
portancia incalcula?el, anda se tratasse s-
mente de ganhar urna hora de vida, pois,
animados d'esso sentimento sublime que se
chama instincto, estamos sempre resolutos
a dar batalha com ura valor indomavel ao
nosso inimigo mortal em favor do glorioso
privilegio da existencia Aquelle senti-
mento a voz espontanea da natureza, e o
nosso dever consiste em obedecer. Va-
mos, pois,
a ver; possivel retardar a
morte ? Indubitavelmente o pois que o
mundo est sujeito a certas leis, e quem
as estuda coavenoe se que n'ellas se cora-
prehende a dita possibilidade.
Os que se aeham dota 03 do valor e
juizo necessarios para se cobrirem cora o
escudo que a propria natureza lhes propor-
ciona para este effeto, podero repellir os
ataques incendiosos do" iniraigo da vida, at
que as faculdades vitaes vao podco 3 pou-
co em decadencia em ama velhice madura
e ditosa, e at que o anno da luz sa lhes-
aprsente com aspecto risonho e sem ter-
ror, para os conduzir, como n'uma visSo
Que iniroigo ber se taraban' victima da crueldad
deste tyranno ? Pergunte a si propria ge
atormantado por algum do symptomac
que varaos enumerar: dOres de cabeja,
das costas e das espaduas; falta de appV
te; accuraulacao de urna lama viscosa,
espessa e pegajosa cm roda das gengivan
dos dentes, sentindo-sa simultneamente
um sabor desagradavel, especialmente pala
manht; tristeza -1 dcscahimento acotnaa-
nhados de somnol eia ; urr: s vezes a sen-
sagao de urna caiga pesada no estomago,
e outras, debilida les na be ca do mesmo
org?w, nao luvend sr sfac;: > algaras en
tomar alimer!- :spjcto trfonho e .cor
amarellent dos oli os ; estade fro e pega-
joso daa tuuos e do ps ; urna tosse secca
ao principio, acomp \hada, porm, jpsit
de urna t-xpec'oraja: de cor esverdeada-
cans'ago constante sei que o sorauo pareca
proporcionar descanso algum; eaervacSo,
irrtaso e mos present montos; deliquios
e vertigens ao levantar-so de repente ; pri-
sao de ventre; esta io secco, e veces, ar-
dento, da cutis ; coud9ao espessa c em
botada do sangue, escassez e cor rauite
tinta da urina, que deposita um sedimento
depois de pe-maneoer por algum tempo em
repouso; devolujilo frequento do alimento,
urnas vezes com gosto acido, e outr.is ve-
zes algum tanto doce; palpitadlo do cora-
cao; manchas apparentes nos olhos; e no-
tavel prostraQao e debilidde do paciente.
Todos estes symptoinas costumam apre-
sentar-se por seu turno Acrediti-se que
quasi urna tarja parta da esossu popolacai
est affectada da dita enfermidado em al-
guma das suas variadas formas Como
regra geral, os mdicos sa oquivoiara a
respeito da natarez 1 desta doenca, cujo
verda leiro nom.i dyspepsia ou iodige3-
tao; enfermilado quo so cura infalhvel-
uente por meio do Xarope Curativo da
Mi Seigol. Este medicamento tem obtido
em ambos os hemispherios urna reputaca6
justificada incontjstavelmsnte por suas
grandes virtudes. Vende-so em todas as
bonicas, e pharraa-as e 11 -. casa dos pro-
prietarios, A J. Wliit, (Limited), 35, F.ir,
ringdoii Road, Londres, E. C, Inglaterra.
mM lariiiii costa
llua do Uta-u da Victoria n.
II. 9- andar
A pioprief- na deste e3fabele;ime;ito, j bastas-
te conhecido pelos trsoulhos all (-xecutadoa cora
meatria e bom gosto, como tambem pela Ibaneza e
cavalherismo que costuma-se dispensar quelies
que dignam-:e de honral-o com a sua visita e
onfianci. previne ao publu-o que, com 8 ii;qii3i-
co que fez le machinas m mais apoifeieoadas,
? ota u iq'siui estabelcciment'i era condicoea de
tirar retratos inalleraveis pir procos inferiores
ao3 dos que teem ultimament' viudos dos Esta-
i.'-Unidcs, e iissim qa um ret'-.to i'.e meio ta-
msnho natural tira-se pelo eusto i- 13.4)00.
U ateiier, modificado e reformado como acaba
de ser, tornou-se o mais lerfeito possivel para dis-
tribuifo de luz, de mojo quj pie se trabalhar
sempr,-, c nn bom ou m 1 tempo, do 9 horaa ds
iu mili s i) da tarde.
<\ escita cireomitaocias acrese: ser o pessoal
t'.-chnicohabilitadissmo o delle fazer pirte o pbo-
tographo hecpanuol D. Joaquim CauUa de Cas-
tro que trabalhou n .3 melhores estabelecimentos,
Josse genero, era dfferentea paizss da Europa, -e
a re3peito de quem j os diversos jornaes dssta
provincia tratiram.
Do que fica dito v-so que est o referida esta-
belecimento em couicoes de execut.arcom perici.
quaesquer trabalhos de photographi 1.
Alli encontrar-se-ha sempre erpostais vend :
grande numero de vistas d- alguna eaifieioe
pblicos, pracas, roas desta cidade e seus arra-
baldes.
A impreusa o peitoral iS Cam-
bar (I)
D'entre as muitas apreciav's que este impor
tante medicamento tem continuamente merecido
do j roalisrao de quasi todo o imperio, offereemoa
agora ao publico a opima) ioaaspeita de um Ilus-
trado orglo que v a luz da poblicidade na cida-
de do Rio-Gr nde do Sul.
fiil-a:
Subcmoa de 11ra asthmatico, diz o Artiet -, qut
regularmente, urna vez piruiii, era accommettido
de tuques que o mutilisavam por a guus das.
Entretanto, no espico de oir.o mezes que tem usa-
do do Peitoral de Cambar do r. Jos Alvares
de Souza Soarcs, o seu esta lo de a continuado a soffrer 03 rudes golpes daquella in-
commodativa en'crmidade.
Escrevendo estas linbas, o fazemos na crenc*
de que prestamos um sarvica humanidade aoffre-
dora.
Apontamoa-lbe o Peitoral de Cambar, que
nao contendo na aun prepararlo cousa alguma no-
civa, tem produzdo curas diniraveis. *
Fabrica Amor
Lorega C.j auccessores de J0S0 Gon-
galvcs o Hespanhol, estabelecido com fa-
brica de cigarros rua Larga do RoZario
n. 8, chamara a attencao do respeitave
publico e especialmente dos seus freguezes
para as seguiutes marcas de cigarros de
sua fabrica : Paulo e Virginia, Amor, D.
Emilio Castellar, Espejiaes, 'araorados fi-
nos, ditos grossis, G-oyaz desfiados, Tres
CorSas, ditos desdados bu-rigudos, Linho
e Goyaz aromstici.8.
Os cig.rros cujas marcas acabamos de ci-
tar silo fabricados coin 03 melhores fumos
Goyaz e Rio Novo o por sao, como tam-
bem p lo esmero e cuidado da manipula-
dos tornarase sem co upetensia nesta pro
vincia.
O crdito que pula txcellencia dos seus
productos ha sempre a Fabrica Amor*
titila do Hespanhol, gozado entre os Srs.
consumidores de tabicse a mais solida ga
rantia da justa fama dos cigarros de nossa
fabrica.
Esperamos, pois, dos Srs. consumidores
urna visita ao nosso citado estabeleci-
mento.
Recife, 10 de ftUio de 1887.
Telephone n. 453




Advocado
(Foro civil e ccclcsiastIco>
Bacharel Antonio d Lsllis e Sana*
Pon ti s.
Ruado Imperador n, 37 !. andar.
Dr. FeT^iia da Silva, consultas
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. '0 rua Larga do
Rosario.
mam >


iario de Pernambaco-^Domingo 22 de Maio de 1387

-
Externa!
Franjis Anglals
19 Ra do Hospicio 19
L'ooBeigaement comprund *
Ls portugua, 1 lectura, Ja calligrapbie,
l'arithmetique, l'histoira Saiote, la geogra-
phie, l'histoire, toua lee travaax d aiguille,
le franyais et 1'aDglais th^oriqao et prati-
Leconi."particulire8 de franjis et d an-
crlalg. Oa reoit des Jr2
Leonor Porto
11 na do Imperador n 4a
Primeiro andar
Contina a executar oa muid diceis
figurinoa reoebidoa de Londres, Pars,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeiclo de costura, em bre-
Ividade, moiicidado em preooi e fino
g esto.
Advogado
O bcharel Julio de Mello Filho tena o
sea escriptorio de advocara raa Primei-
ro de Margo a. i, Io annar, onde pota
ser encontrado drs 10 horas da manbS s
3 da tarde
YIWOGVttO
DR. CLODOALDO LOPES
BA ESTEEITA DO HOSAEIO H. 4
Medico
Dr. Silva Ferreira, de volta de sua viag'm
Europ, com pratiea nos bospitaes de Paris, Vi-
enna e Londres, onde dedcou-se a estudos de
partos, molestias de senhoras e da pelle, offerece
os seus servicos medicas ao respeitavol publico
desta capital e ora d'ella, pod=nl> ssr procurad j
no seu consultoriora da Cadeia n. 53, de 1 as
3 horas da tarde, ou em su residencia tmpora
ria Ponte d'Uch* 55.
Dr. Mello Gomes
Parleiro
Ra de Paulino Cmara (antiga da Camb* do
Carmo) n 36, Io andar.
Onde pode ser procurado a qualquer hora do
da e da noite.
Especialidades ; Febres, molestias das senho
ras e dj pulmo, syphilis e soffrimentos da ure
tbra.
Acode tambem a qualquer chamado para (ora
da capital.
Dr. Joo Paulo
HEDICO
Especialista em partos, molestias de senhoras c
de criancas, com pratiea as principaes euterui-
dades e bospitaes de Pars e de Vieana d'Austria,
fas todas as operacoes obsttricas e cirurgicas
concernen tes as suas especialidades.
Consultorio e residencia na ra do Bario da
Victoria (antiga ra Nova) n. 18, 1 andar.
Consultas das 12 as 3 horas da tarde.
Telephone n. 467,
Advogado e professor de linguas
O bacharel Eduardo Alfredo de Oliveira tem
aberto o seu es; riptorio de advogado ra Io de
Marco n. 4, onde tambem pode ser procurado para
lecciooar o ingles, francs e allemao, pratiea e
tbeoricamente, nos collegioa e casas de familia.
Tambem para a commedidade dos estudantes
e empregados do commereio, resolveu abrir um
curso nocturno das ditas linguas. A tratar no
escriptorio cima referido.
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Ballhazar da Silvcira
Especialidadesfebres, molestias das
enancas, dos crgitos respiratorios c das
senhoras.
Prestase a qualquer chamado para
for* da capital.
AVISO
w
I
TELEGRAHHAS
Servico da Agencia Havas
LIVERPOOL, 20 de Maio.
ASSUCAR :Mercado calmo, preco
aualentadosj.
O de Perotaboco n. 9. vendene a
13 por qulutal.
ALGODO:Mercado ponen activo,
prero nutienindo*.
O FAIS de Peruambuco vende He
a 5 iik; a. por libra.
Vendan do da siOOO fardos.
NEW-YORK, 20 de Maio.
ASSUCAR:Mercado caloso, preco
atenladoa.
O FAIR REFIN1NG de Pernambuco
ende se 4 ? I u cent, por libra.
Agencia Havas, filial em Pernambiw,
21 de Maio de 187.
Mercado do tilo de J .neiro
ULTIMA DATA 14 DE MAIO DE 188?
COTACOES OFHCIAES DA JUNTA DOS
CORRETORES
cambioSobre Londres, 23 d. a 90 d/v., banca -
rio.
Sobre Franca, 413 rs a 90 d/v., banca
rio.
Sobre II neburgo, 511 rs por marco, 90'
d/v., bancario.
Todos ns chamadla devem ser dirig- (
dos pharmacia do Dr. Sabino, ra da j
| Baro da Victoria n. 43, oude se indicar )
| | sua roaidencia ti
* | s
Medico, parleiro e operador
lttdencia ra Bardo da Victoria n. 15, 1- andar
Consultorio ra Duque de Carias n. 59.
D consultas daa 11 horas da munua s 2 3
urde.
Attendc para os chamados a qualquer hr>
telephone n. 449.
Dr. espira Me
HEDICO
Tem o seu escriptorio ra Duque de Casias
u. 74, das 12 s 2 horas da tarde, e desta hora
em diante em sua residencia ra da Santa
Crus n. 1.
EspecialidadesMolestias de senhoras e crian
jas.Tolephonc n. 326.
Oculista
Dr. Barreto Sampaio, mdico ocn- '
Hita, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de .aeio dia as
3 horas da tarde, no 1. andar da casa
n. 51 ra do Bario da Victoria, ex-
cepto nos domingos e dias s inthcados.
Residencia ra Seto de Setembro n.
34. Entrada pela ra da Sau.l .le u. 25.
CJinicamedlco-cirurca
DO
Dr, Alfredo Gaspar
'pjcia'.iJtiaPartoi, m i'.eatias d-! senlnrai e
criancas.
Residencia Ra da Imperntriz n.^4, segunda
indar.
Consultorio medico*
cirnrgico
O Dr Castro Jess, contando mais de 12 annot
de escrupulosa observacao, reabre consultorio nes-
ta cidade, ra do Bom Jess (antiga da Crui
o. 23, l.o andar.
Horas de consultas
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : das 7 s 8.
as demais horas da noite ser encontrado m.
sitio travessa dos Remedios n. 7, primeiro por-
fo esquerdu, alm lo porco do Dr. Cosme.
EDITAES
Caf
Existencia 181,000 saccas
Entrad is no dia 13 7,0 K
Eatrada8 em Santos 5,000
Estado Jo mercado Firme.
Cambio s^bre Londres, particular 23 1/2
Frete por vapor 30 c. e 5 0/)
Precos :
1. regular, 7*750 p>r 10 k lo ,
desposas e frete por vapor 20 c. p>r Ib.
2. boa, 7*'0>por 10kilos, d;s-
pezis e frete por vapor 19 c. por 1 .
(Expedido tard")
RIO DB J1WKIBO
Vendas para os Estados-Uiidos
durante a s mmi 38,003 saccis
Vendas para a Europa e outros
p lites durante a semina 49>OO0
Embarques durante a semana
para os Estados-Unidor, em
navio de vel 2,000
Embarques durante a e mina
para a Europ* e ma paizes 34,000
Frete para os EiUdos-uidoj 3) c e 5 '/o
por vapor Fre.e para os Estados
Uuidosvela 15 shill.
Vapor carga para os Eitad.'S
Curdos 2
SANTOS
Existencia de manh 100,000 saccas
Entradas durante a s -maua 43 000 *
Vendas para es Estados-Unidos
durante a semana 3,000 >
Vendas para a Europa durante a
seman 19,000
Embarques pira osEitados-Uji-
dos durante a. semana 16,000 *
Embarques para a Europa du-
rante a semana 51,000
Estado do mercado Firmissuno.
Prcco do good average 790>
Z' NeccftoSecretarla da preMlden
ca de Peruambuco em 91 de Malo
de 1SSY.
EDITAL
De ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
e em observancia do disposto no art. 167 do re-
glamento annexo ao decreto n. 9,40, de 23 de
Abril de 1885, faca publico para os drvidas t-ffVi-
tisquc aos priivimentos dos officios de escrivo
privativo de orphlos o ausentes e do crima por
dstribnico, coneorrersm nj prazo legal os Srs
Affinso de Hollanda Albiquerqua Matanhao,
DamiSc Lopes Pereira Quimarile, Francisco P-;-
dro Cavaleante Ucba, Manoel Seve Filhr, Mm-
noel Martins da Cunha Seabra, Vctor Vieir. le
Mello, Igrncio Viei-a de Mello, bacharel AUx.in-
dre Correi'a de Crasto, Affonso Marinho Cavalcan
tf, Jeronymj Oiympio Cavaleante de Albuquer,
que, Francisco Pereira do Lago e Antonio Gra-
cindo deGuemSo L'bo. E fura do meemo p.-aso
o Sr. Antonio de Burgos Ponce de L:on.
O secretario,
Pedro Francisco Correia de Oliveira.
ta praea
De ordem do Llm. Sr. Dr. inspector se f ,z pu-
blico que 3 11 horas do dia 25 docorrentd mus
ser vendida em praca no trapiche ConceicSo
uilh caixa marca Browas & C, sem numvo, via-
da de SouthamDton no vapor ingles Mondego, en-
trado em 11 de Novembro do anno passado, con-
tendo 17 1/2 kilos dd alman.ki ou folhinhas de
duas lores, abandonadas aos direitos por Browas
& C.
3* scela da Alfandoga de Pernambjco 21 do
Maio de 1887.O chefe, Cicero B. de Mello.
Facudade de Direito
De ordem do Exm. Sr. conselheiro director inte-
rino e de contorm mento complementar, se repee o edital relativo ao
concurso enja inscripeSo ser encerrada s 2 horas
da Urde do dia 30 do corrente, por ser domingo
o da 29 em que deveria terminar o praso para
referiia ioscripcSo : -
De ordem do Exm. Sr. conselheiro director inte-
rino, de conformidade com o aviso do Ministerio
do Imperio, n. 4655, de 29 de Outubro ultimo,
(abaixo transcripto) faco publico que fica marcado
o praso de 6 meses, contsdos da data deste, para
a inaeripcJo dos que pretenderem concorrer ao lu-
gar de leute substituto desta Facnldaie, que se
acba vago por ter passado a catbedratieo o Dr.
Jos Hygino Duarte Pereira.
Pelo que, todos os pretendentes ao dito lugar,
podero spreecntar-se dese ja nesta secretaria
p;r-. assignar seus uomes no livro competente, o
que Ihes permittido fazer p-ir procurador, se es-
tiverem a mais d>; 20 leguas desta cidado ou t-
verem justo impedimento.
Dovem, outrosim, Hpreseutar documentos que
mostrem sua qualidade de cidadio brasileiro e que
eai&o no gisj de seus direiios civis e polticos,
isto certiao de biptismo, fjlha corrida no lugar
3." boa, por 15 kilos, de 2*200, 2*300 e 2400.
3* superior, por 15 kilos, de 2500 a 2600.
Braueo turbina pulverisado, por 15 kilos, de 2*300
a 2*400.
Snenos, por 15 kilos, de 1*603 a 1*700.
M .senado, por 15 kilos, a 1*200 a 1*300.
Bruto, por 15 kilos, de 1*100 a 1*200.
Retaces, por la kilos, de 840 a 1*000.
O mximo uu mnimo aos rrecos so obtidns
nforme o s..>rtiiieuto.
Algodn
Fui cotado o de Pernambuco e boas proceden-
cias, em trra, a 6*8> p.r 15 kilos.
Entrada de aunucar e algodao
MES DB MAIO
de seus domicilios e mais o diploma de dootor ou
bacharel por urna das faculdades de direito do im-
perio, ou publica forma justificando a impossibi-
lidade da apresentacio do origi-ial, e na mesma
occasio pcder2o entregar quaesquer documentos
que julgarem convenientes, ou como titulo de ha-
bilitaco como prevas de servicos prestados ao
estado, humanidade ou siencia, dos quaes se
Ibes passar recibo, tudo de conformidade com os
arts. 36 e 37 dodec. n. 1286, de 28 de Abril de
1854 e 111 e seguintes do do n. 1568, de 21 de
Fevereiro de 1855.
'E para que ebegue ao conhiCia.ento de tolos
mandn o mesmo Exm. Sr. conselheiro director
interino sffixar o presente que ser publicado as
f Ihas desta cidade e as da corte.
Secretaria da Facudade de Direito do Recite,
29 de Novembro de 1886.O secretario, Jos fl.
norio B. de Menezes.
2. directora.Ministerio dos Negocios do Im-
perio.Rio de Janeiro, 29 de Outubro de 1886
Decla.'O a V. S. em resposta ao seu cfEcio de 5 do
corrente, que se deve proceder a concurso na con-
formidade dos vigentes estatutos para o provi-
ment dos lugares de lentes subst tuto3 que se
acharem vagos nessa Facudade c dos que vierem
a vagar.
Declaro, outrosim, a V. 8. que deve considerar-
se valida a insenpeo dos candidatos que se te -
nham inscriptos para o concurso que nao sereali-
sar, annunliado por edital de 18 de Maio do anuo
passado, e queiram concorrer no que se vai abrir.
Deus gnarde a V. .Bario do Mamor.Sr.
director interino da Facudade ne Direito do Re-
cite.
" :.:'( :m -O secretario, Jos Honorio B. de
Jl.nezes.
SecrciHri* ria PtcuUade de Direito do R cife,
20 de Maio de 1867.
O secf tarta,
Jos Honorio a'. Menetes
Edital n. 86
Alfandega de Pernambuco
De ordem do Illm. Sr. Dr. Inspector e em vir-
tude da portara da Thesouraria de Fazenda, sob
o. 37, desta dala, se fas publico aos S:s. nego-
ciantes que Im plvora nopaiol da Lnberib ira,
que esta Alfandega receberproptsta para o f r-
necimento de 216 kilos e 360 gr&mm-s de plvora
grossa propi'a para canho, destinada ao servico
da fortalcsa do Brum.
Os Sre. psoponentcs deverao apresentar suas
propostas assignsdas, fechadas c acompanhdas
das respectivas amostras, s 11 horas da manh
do dia 23 do corrente.
3* seceo, 20 de Maio de 18,87.
O chefe,
Cicero B. de Mello.
Concurso para o prorimento deca-
Ueiras de ensina primarlo
De ordem do inspector geni da instrncia pu-
blico Ee faz saber a quem convicr que em virtude
de determnaci) do pres dente da provincia de 6
de D.zejibro do anno pastad), e para cx^cucao
do dispesto nos artigos 70 c seguintes dj ro^uia-
nento orgnico da instruccao publica, acha--.e
posto em concorso provimento das cadeias
constantes da n-Ucao abaixo pub'ie ida, c das que
vierem a vagar atea terminacho do concursi.
Para isso acha-se abirta nc-sta secretaria a
inscrpcao des cxndidatos a eete provimeiito, otn
o praso de 40 dias a cantar do 1* do corrente, ob-
servadas as seguintes disposicoes do regiment
dos concursos:
Art. Io Os prctende.ites ao magisteiio, que na i
tiverem as isenc^s do rcgalamonto orgnnico da
ins ruceiio publica, devero iiubmetter-se a ex ame
de habililacao para preva de capacdade prufidso-
nal, nos termas do presente regimento-
Art- 2o A nseripcilo para este exam*, deati o
do praso annunoiado por edital, requerer-se-ha
ao inspector g ral, instruida a peticao com ? s do-
cumentes comprobatorios dos requisitos lega>.s, a
saber:
5 Io Maioridade legal.
| 2 Moralidade, e
| 3 Isenclo de culpa
Art. 3 Os requcsitos do artigo antecedente de-
vero ser provados :
O do 1 por certidc de baptismo.
O do 2' por atiesta Jo do parodio oa de quaes-
quer autoridades do lu3rar onde revdir o concur-
rente.
O do 3'pela exhibilo de folha corrida.
Art 4o Sao dspjnsados :
1 De exhibir certido d'. iiadeos candda-
tis que forem ou houverem si^o funecionarios pu
blicos e 03 que apresentirem a'gum t'.tulo ou di-
ploma que nao obteriam sem a maioridade legal.
2 De apresentar folhi corridaos que exbi-
birem attestados de procedmento civil e moral,
pussados pelas cmaras municipaes, autoridades
judicarias e policiaes das localidaaesem que ho >
verem residido nos dous ltimos snnos; os que
so achando no exercicio de empreo publico, exb-
birem attestados do respectivo chefe ; e as edu-
candas do collegio de orpbs c casa de expostos
35 De examo de habilitacSo os candidatos que
exhibirem :
I. Diploma conferido pela Encola Normal da
provincia ou de qualquer outro curso norn al pri-
mario do im. crio.
II. Ttulos em graos seiintifiios pelas facu'da -
des do imperio.
III. Diploma conferido pelo Gymmsio Pernain-
bucano ou pelo iicp 'rial collegio Pedro II.
Art. 5o O inspector geral, se o candidato satis-
fizer as exigencias iegaes, orlenar por despacho
a iuscripco, a quul se cffectuar pela aasignatura
do candidato c-n liv.-o competente.
Art. 6' Fiudo o prasj da uacripcilo o inspector
geral remetiera a lista dos inscriptos ao director
da E.-col.a Normal, afi n de all realisar-se o exame
de habilitiicao.
Secretaria ria Ins-trnrcao Publica de Pernam-
buco, 1 de Maio de 1887.
O secr Iario,
Pergentino Saraiva de Arauj Galvao.
IIKLACO A QCB S:: REFERE O EOITAL SCPBA
Comarcas Loe lidadis
Masculino
Cabro!, Bethlm.
Brejj Couro d'Anfa.
Flores Can- hyha.
Buiquc Pedra de Buique.
Garanhuns >.'jT> A .Santa Cruz.
Buique \ Santo Antonio.
Panellas S. B.nelicto.
Gora Conselho Cioipo Alegre.
!' .i-.'llas Queimadas.
Cimbres 0 bo d'Agui dos Brcdoa.
Ouricury Cabrob Serra Branca.
Cabrob.
B zorros Mimoso
Ouricury Sinta Cruz de Sitio9 Novos.
Brejo S Vicente da S rra do Vento.
Ilom Rio Dj;e
Petr.'Hna C ichocira Cimbres NissaSi!; ra das Dores de PocS;.
T.icaral Vo'ta.
F- minino
oique Pe.lra do Buique.
Brejo SaUtlI C:\Xl.
[ugazeira Afoi'Joj d; Igaseira.
Panillas A.-.; i !: .:. ..
Ojnuury Sena Branca.
Glaranh ra Brejii dd Santa Crut.
[ngazeira Cha do Esteva).
Junbres Alagoiahas.
'luricmy Ei.
r.uib.iuoa Pindobi.
Mixta
^ariiar L.g-do.
lir.'j, Riaeh, Doce.
Bqm Conselho Cavalheiro.
Buique Santa Craz.
Tacarat Tacaic.
Cimbres Pao de Assacar.
Caruar Calfado.
Tacarat Jatob.
Secretaria da Iostruecio Publica de Pernam-
buco, 1 de Maio de 1887.
O secretario,
Pergentino Saraiva do Araajo Galvas.
BECURACOES
del Uruguay en Pernambuco
Para conocimiento de los interesados trancribo
la upta que S E. el Si*>r Ministro Plenipoten-
ciario de la Repblica dirijio al Consulaio Ge-
neral :
Petropolis, 2 Marzos 1887. Se>r Cnsul Ge-
neral.El Gobierno de la Repblica ha dispuesto
con fecha 28 de Eaero ultimo que todos los indivi-
duos que han desertado del Ejercito quedan dadas
las bajas pudiendo regressar a 11 Repblica cuando
lo juzguen conveniente en la seguridad de que no
sern molestados de maneira ulguma. Lo que
comunico a V. S. para seu conocimiento e dems
efecti'S, debecdo V. S. trasmitir la referida dispo-
sicin a todos los Agentes Consulares ele su depen-
dencia y recomendarla especialmente a los i'. Mi-
sles y V. Cnsules de las provincias de Rio
Grande de ur y Santa Catalina, para que le den
publicidad en sus respectivas localidades. Saludo
a V. S. atentamente.Vasqyes Sagastumc. I
A. S. S. el Sen r D. Erico A. Peni, Cnsul'Ge-
neral de la Repblica. Oriental del Uruguay en el
Brazil Dios guarde a V. S. in. finos.
Consulado d: la Repblica Oriental del U.u-
gusy en Pernambuco, 16 Mayo 187.
Jos da Silva Layo Jnior,
Cnsul.
mu ao
Asssnibla geral extraordinaria
Nio tendo comparecido na primera i.em na se-
gunda reunio, numero sufBciente de accionistas,
afim de deliberaren sobre o assumpto para que
jlforam convocados, sao novamento convidados os
Sis. accionistas a coinparecerem no dia 25 do cor-
rente, ao mi dia, no escriptorio desta E-nprea,
A Pra{a de Pedro II, n. 73 Io andar.
Em virtude do disposto no art. 6) c seus do
ecieto n 8821 de 3) de Dezembro de 1882, se
declara que a asseuibla geral funecionar com
qualquer numero de accionistas qul camparecer
reunio.
Recite, 18 do Maio de 1887.
Joilo Silveira Carneiro da Cunha,
Secretario da Assemblca Gsral.
poucE8Gcraes de 1:000 913 000
Ditas 942*000
Ditas 945*000
accoss-Banco Commtrcial 218/000
Banco Internacional 82*00fJ
Dito 81*000
Dito 81*500
Dito (para 20) 82*000
Dito (para 31 de Julho) toa
premio de 3*000
C. Carruagens Fluminenses 170J000
C de S. Argos Fluminense 5270X)
C. de Sesnros Atalaia 10*500
'EbemlbesE. F. Antonio de Pa-
dua 203*000
E F. Sorecaban i 63 1/2 /.
i-eirs htp.Banco do Brasil 99 1/2 7
B. C. Real do Brasil, 5 /. 90*750
B. C. Real de S Paulo 85 "/o
OENEB08 Cof
Por 10 k logrammas :
Lavado Nominal.
Superior e fino Nominal.
I. boa Nominal.
1. regular 7*490 a 7*626
1.* ordinaria 7*283 a 7*421
' b;a ' 7* >13 a 7*217
2/' ordinaria 6*261 a 6*877
Por 10 kilogrammas:
Lavado 7*350 a 8*8)0
Superior e fino Nominal.
1. boa Nominal.
1." regular 7*630 a 7*760
1.* ordinaria 7*420 a 7*560
2 boa 7*03) a 7290
2. ordinan i 6*510 a 6*380
Capitana Nomipal
Eicolba 5*720 a 5*990
? metesEitados Ujdos(Norte) 15/ e 5 o/.
O presidenteJ. J. da Fianca Jnior.
O secretarioJ. A. Pereira do Carvalho.
MERCADA DE CAFE'
Y.a d oposito no dia 13, tarda 177,273
N3o bouve vendas ni da 13.
Durante a semana finda v. r.deram-se 85,176
18 que inclu?m 26,390 de boje.
C tu-se por 10 k^'oo :
L'lv"*d0 B 7Z3.'0 a 9*850
Superior e fino N UUnal.
" 00* Nominal.
1 regular 7*630 a 7*760
1 ordntria 7*420 a 7*560
' J 7*')g0 a 7*23;)
,rdiaana 6*540 a 6*880
",$m deposito bf je Urde, 155,00) saccas.
TELEORAMftfS
DI A880CU;0 COMXBCUL PABA SS1VV RK
xpecto em 14 de Maio de 1887, de manha)
B *I*a coiuiueicial
i'OTAgOKS OFFICIAE8 DA JUSTA D08 COK-
HECTUUES
Red fe 21 de Maio de 1887
Acedes da companhia do Beberibe do valor de
100* a 150* cada urna
ambio sobre o iiio de Janeiro, 60 div. com 2 0|0
de descont, houtem.
Cambio sobre Pelotas, 90 dT. com 3 0(0 de des-
cont, hontem.
'J*mnio si ore Santos, 90 d/v. com 3 0|0 de des-
cont, bontom.
Jamis sobre Para, 90 d/v. con; 3 0/0 de des-
canto, hontem.
Dito sobre dito, 60 d/v. jom 2 ) de de.-coau.,
hje.
S'a hora da iiolsa
Vend ram-se :
82 aeces da Companhia do Beberibe.
Jffereceram Vend.r Comprar
63 accoes da Companhia do Be-
beribe 155* (50*
(i presiaunte,
Anlouio Lcoxurdo Rodrigues.
O ac^retarto,
Eduardo Dubeux.
.Hntlmento bauoario
BC1FE, 21 DE MAIO DB 1387
O bancos estabeleceraio boje a tuxa de 22 1/8
d. sobre Londres e cin pri.profo para as demais
pracas.
As tabellas, po: tanto, q ie vigoraran] foram ca-
tas :
Do London Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 22 1/8 e visto. 21 7/8.
obre Pars, 90 d/v 430 e vista 431.
Sobre fiamburgo, 90 d/v 533 e vista 533
Sobre Portugal, 9Jd/v 241 e vista 243
Sobre Italia, vista 434.
Sobre New-York, vista 2*293.
Do English Bank :
Sobro Londres, 90 d/v 22 1/8 e viata 21 7/3
Sobre Paris, 90 d/v 430 e vista 431.
Sobre Italia, vista 434
Sobic Hauburgo, 93 J/v 32 e vist- 537
S bre New-York, vista 2*290
Sobre Li8'ja e Porto, 90 d/v 244 e vista 243.
Sobre as principaes ciiades de Portugal, vista
248.
Sobre liba dos Acores, vista 251.
Sooic liba da Madeira, vista 248.
errado de asnoear c algodao
BECIPE, 21 DB MAIO DE 1887
Arucar
O procos, pagos a* agricultor, foram estes :
3. barxo, por 15 kihs, de2*0<)0 a V*100.
3> regulas, por 15 kilos, de2*100 a 2*2)0.
Barca? "S.....
Vapores.....
Estrada de Ierro de C
ruar .....
Animaes.....
Estr.id* de Ierro de S.
Francisco .
Eatraia de ferro de Li-
moero.....
1 20
1 20
1 20
l 21
1 18
1 18
i.
g
4
i
!
25-737
3.435
2.361
31.340
1.534
61.410
1.63B
1.674
40
5.311
2.C69
724
11.454
Fremnen io
F-i fchalo o do lugar inglez Maggie, paia car
regar aqu, c-m destiuo aoa Estados-Uuido?, Be-
sucar a 19/.
Mala
A do vapor americano Finance, que segu para
New York, com escala por M-ranbo, Par, Bar-
bados e S. Thomaz, fecha hoje ao meio dia
Vaporea dsupaeimdo
Vapor allemao Usiabon, sabio boaterr, levando
a carga seguinte :
Para Rio de Janeiro :
500 saccas com algodao. ,
Para Santos :
1,600 saceos com assucar branco.
903 ditos com dito masca vado.
100 pipas com agurdente.
Cai.egaram di\eis*9.
Vapor nacional Jaguanle, seguio hontem para
pu portos do sul coa a carga seguinte :
Para Natal:
8 saceos com fio.
2 barric is com geuebra.
8 ciixas com velas.
5 ditas com sabSo
4 ditas esm cera.
Para o Cear :
50 saceos com assucar braneo.
1 barril com oleo.
Para Camossim :
5 barricas com assucar brancu.
6 ditas com cerveja.
20J caixas com sabio.
2 ditas com cera.
3 ditas com velas.
2 atados cnn ditas.
Carrrgatam diversos.
Iliv!il<-ii(l.w
Eitao sendo pagos os sf-guiutes :
O 1. dOBAKCO DE CI1BDITO BEAL, razo d 4*
por aeco ou 10 0/0 do valor realizado de cada
urna.
O pagamento faz-se na s le do banco, das 10
horas da manh s 4 horas da tarde dos das
litis.
O 78." da compashia do beberiob, na p'opiicj
ie. 5*000 por accio ou 10 0,0.
Os interesiadoa devem ir ao es uiptorio da com-
panhia, das 10 horas da manha 1 da tarde, dia-
riamente, at o uitiaiJ di c-rru.ite mez e no le-
pois aoasabbados: .
A 16.* Jstribuielo das cuurellas dejaras eOf
responden tes ao semestre findo em 31 de Dezem-
bro do auno passado, da comyauhia obeat ives
TERB OF RSlZ'L BAILWAV.
E' n > escriptorio ceutral da companhia, das 10
horas s 3 d tarde, que ao t fLclua o pigau.eno
Ilomurial
A compahhia db BDinciCAO est fsscndo o re
eolaimeuto da 7.a prestacao de seu capital social.
na ramio de lp 0/0' do valor das respectivas ac-
i.oes, o qual dever r .alizar--e at o dia 14 do me/,
vindouru.
O rccolbimento de notas dilackbada9 do The-
souro, faz-so na tbesoubabia de fazenda, as ter-
cas e sextas-ftiru, das 10 s 12 Doras da inaub-i.
As notas do Thesouro de 2*000 da 5.a cstaispa,
5*000 da 7. e 10*000 da 6", serao substituidas
na THESOOBABIA DE tazeda at o .n do mee de
Junho com o descont de 2 0/0, o qual ser eleva-
do a 4 0/0 a contar do 1. de Julho a 30 de Se-
tembro do corrente r.mio.
Na prxima quartafeira. 25, ao meio dia, de-
vem se reunir em assembli c ral extraordinaria
os accionistas da estrada de febro do bideibao ao
bonito para tratarem de assumpto de interme so-
cial.
A assembla geral tunecionar com qualquer
numero de acciouistis que a clia comparecer.
Pauta da 4iraiiilea
kMAHA 0E 23 A 28 Di; UA10 DE 1SS7
Assucar braueo (kilo) 126
Assucar mascavado (kilo) 066
Alcool (litro) 218
Arroz enm casc (kilo) 65
Algodao (kilo) 386
Assucar refinado (kilo) 145
Borracha (kilo) 1*266
Ciuroa eeecos salgados (kih) 500
Couros verdes (kilo) 270
Cacao (kilo) 40
Cachaca (litro) 07
Caf bom (kilo) 46
C.f rrstolho (kilo) 320
Carnauba (kilo) 366
Car-eos de alf odio (kilo) 014
Carvao de pedra de Crdift (to i.) 16*000
Couroa seceos espichados (kilo) 585
Farinha de mandioca (litro) '50
Fumo reatolho in rolo (kilo) 400
Fumo reatolho em lata (kilo) 5 ;0
Fuon bom (kilo) 720
Fumo em folba ordinario (kilo) 400
(cnebra (litro) 200
Mel (litro) 040
Miiho (kilo) 040
Taboados de amirsilo (duila) 100UO0
Iiupor(a(;lo
Vaoor americano Finance, entrado do Rio de
Janeiro e escala ein 21 do corrente e consignada a
Ileuiv Forster t C, manifestou :
Amostras 5 velumes a diversos.
Caf 383 saceos ordem, 60 a Jos Antonio Al-
ves, 60 a Joi Fernaude8 de Almcida, 72 a Costa
& Medeiros, ICO a Soares do Anaral Irmoa, 80 a
Ferreira Rodrigues & C, 103 a Paiva Valente o
C, 163 i. Sonsa Basto Amorim & C, 100 a Manoel
di-s Cantes Araojo,ll a Domingos Crn* & J.
' Fare lo 200 saceos ordem.
Fumo 150 volumea ordem, 5 a Jos Asteara
d08 S-JUtcB.
Mercadorias diversas 3 volumes a Alendes &
Pereirtt.
Panno de algodao 50 fardos a Cramer Frey
te C.-
Saceos 21 volumes a Alendes & Pereira.
S bo 20 barricas a Joaquim da Silva Carva-
lho.
Vapor nacional Ipojuca, entrado dos portos do
norte, na mesma data, e consignado a Companhia
P. mambucana, rranifestou :
Algodao 1383 saccas a ordem, 164 a Borstel-
mann ce C.
Borracha 16 barricas a J. Krause. RenJ.. geral
Cera de carnauba 35 saceos ordem. L) 2 a lO
Couros salgados seceos 57 ordem, 3 a J. dem de 2
K ause. i
tourinhoa 1 fardo ao mesmo, 50 orlem.
Vellas 8 caixaa a Joaquim Fehppe z Aguiar.
Export.H'o
BKCira, 20 DE MAIO DE 1887
Para o exterior
No vapor inglez Fruclera, earregou :
Para Liverpool, J. H. Boxwell 6u0 saccas com
42,2*8 kos de algodao.
No vapor ingles oVtO, carregaram :
Para o Bltico, Bortelmann & C. 600 fardes
ron 93,591 kilos de algodao.
- No v^pir americano Finance, carregaram :
Para Niw-York, Abe Stein 5c C. 49,266 coari-
ih'8 de cabra ; H. Stolzenbaeh 45,462 courinbos
d cabra.
No vapor allemo lassabon carregaram :
Para Haraburgo, H. Nuescb & C. 13 saceos
com 6,l0 kilos de cera de carnauba 9 524 couros
salgados com 5,498 kilos ; Pohiman & C. 2,015
eouj-oa salgados com 24,180 kilo ; Aba Stein 4z
0 324 couros salgados com 3,888 kilos.
fura o Mtlrior
No patacho nacional Andaluza, earrega-'
ram :
Para o Rio (iraude do Sul, Auoorim Iinuioj o
C- 60 pipas coai c',.JO litros de guardei.t;.
N > p ''H -ho ail.-:no Cato, carregaram :
Para o i- i (irn a di Sul, J. S. L>yo -V Filho
70J barricas con T.i S"j3 kilos de assacar branca.
= Nj Vapor francs VUle de Cear, carr^gou :
/'ara o Kij do Janeiro, J. P. Boteliio 130 pipas
-oin (52,40) litros de agurdente.
- Nj vapor nacional P. do Grao Para, carre-
gou ;
Para Babia, Marceiiuo Cunha 100 barricas com
11,655 kilos do assucar branco
No vapor americano Finance carregaram :
Para Maranbi, J Fontellea barricas com 300
kilos de cola e 40 caixas com 1,120 kilos de oleo
de ricino.
P*ra o Pai, P. AIvks & C. 220 barricas com
9,620 kilos d: assucar branco ; M. J. Alves 6
barricas com 40) kilos de assucar refinado, 2 cai-
xas com 'oO kilos de doce e 750 saceos com 36.0O
kilos de mi.li i ; F. A. de Azevedo 400 barricas
com 26,060 kilos de assucar branco ; Rodolpho
Pessoa 300 barricas com 22,897 kilos de assucar
branco ; J. P. Botelbo 10 pipas com 4,800 litros
de agurdente ; Amorim Irmaos & C. 50 pipas
com 24.00) litros de agurdente ; P. C. de Alean
tara 350 barricas co:n 22,889 kilas de assucar
branco ; F. A. de Azevedo 40J volumes com
24,520 kilos de assi.car branco ; V. da Silveira
100 barricas com 8,170 kilos di assucar hranco ;
A. R. da Costa 50 barricas com 2,771 kilos de
assucar refiuado f 2)0 saceos din 7,000 kilos de
milho.
== No vapor nacional Jaguaribe, carregaram :
Para Camossim, E. C. Beltrao Se. Irmo 5 bar
ricas com 521 kilos de assucar branco.
No biate uaeioial Dtui te Salce, carrega-
ram :
Para Aracaty, E. C. Beltrao & Irmo 5 saceos
com 375 kilos de assucar branco.
>'awo & carga
Barca norueguense or, Havre.
Barca iugleza Prince Arthur, Liverpool.
Escuna nacional Evora, Rio Grande do Sul.
Lugar oorueguense Hbil, Montevideo.
Patacho nacional Alaria Augusta, .Montevideo.
Patacho ingles Kathleen, Estados-Unidos.
Patacho alternas Cato, Rio Grande do Sul.
Vapor nacional Mandahu, .Macelo i escala.
Vapor ingles Frutera, Bltico.
Vapor inglez Neto, Bltico.
Vapor inglez Baskena Bay, Liverpool.
,\a\ion dencarga
Barca portuguesa Allianga, varios gener.s.
B .rea iugleza Heltne Isabel, bacalbo.
Barca ingleza J. B. D., carvo.
Barca nacional limosa, xarque.
I.ii,-ar allemo Gazelle, trigo.
Lugar ing'ez Maggie, Estados-Uuidos.
Litigar nacional Marinho VII, xarque.
Pataeho nacioual 6'. Bartholomeu, xarque.
Patacho norueg'nense Sif, varios gneros.
Patacho nacional joven Correia, xarque.
Patacho uuciou.il Rival, xarque.
Patacho nacional Andaluza, Xarque.
Vapor nacional Ipojuca, varios gneros.
Dinbciro
O vapor americano Finance trouxe do sul para :
Augusto Octavian.) de Souza 15:0 0*000
Mauoel Teixeira & O 2.0'X)*000
neudsiieatos pblicos
HEZ DE MAIO
Alf aniega
A. F.C.
Aanoclacao don Empregadox do
Coinmercio em Pernambuco
Comuiunico ais senhoies socios que a nossa sede
acha-se mudada para a ra do Imperador n. 31,
primeiro andar.
Recite, 21 de Maio de 1887.
Ildefonso de Freitas Piuheiro,
2- secretario.
465:110729
31:361*906
Renda provincial
De 2 a 20
dem de 21
-------- 496:672635
81.287*055
4:583.588
----------------- 65.870 S643
2 a 20
tem ee 21
De 2 a 20
Id-im da 21
c 2 a 20
Ide a '>'- 21
Rectb'dona
'n.iiladt, i'.uM.'iai
Recite Drainage
562-54^27t
3:-i9836
3:270;103
27:219945
28:653*779
2:252*407
309064186
3:729/875
262*341
3:992/216
fc.
Mercado tSuiiicipal de > Som&
O movimento deste Mercado uo dia 21 da Maio
foi o seguinte :
Entraran. :
40 bois pesando 6,035 kilos, sendo de Olivei-
ra Castro, 27 ditos de 1 qualidade 1 di-
tos de 2a dita e 12 ditos particulares.
762 kilos de peixe a 20 ris 15*240
76 cargas de farinha a 200 ris 15*200
12 ditas de fructas diversas a 300 rs. 3*600
10 taboleiros a 200 ris 2*000
22 Sumos a 200 ris 4*400
Foram oceupadoa :
21 columnas a 600 ris 14490
22 compartimeutos de farinha a
500 ris. 11*000
21 ditos de comida a 500 ris 10*500
84 ditos de legumes a 400 ris 34*400
17 ditos de suiuo a 700 ris 11*900
11 ditos de tres8u;as a 600 ris 6*600
10 talhos a 2* 20*000
9 ditos a 1* 9*090
A Oliveira Castro & C.:
54 talhos a 1* 51*000
Deve ter sido arrecaduda neeUs dita
a quuntiade 212*240
iiendiineuto dos dias 1 a 20 4:031*740
Foi arrecadado liquido at hoje 4:213980
Precus do dia :
Carne verde de 28'J a 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Sumos de 560 a 640 ris idem.
farinha de 200 a 24 I ris a cuia.
Milho de 26) a 320 ris idem.
Feijo de 640 a 1*000 idem.
Hafadoaro Publico
Foram abatidas uo Matadouro da Cabanga 113
rezes para o consumo do dia 22 de Maio.
Sendo: 84 retes pertencentea Oliveira C'stro,
fe C, e29a diversos.
Vaporen e navloN esperados
YAPO BES
Gold Halldo sul hoje.
Argentinade Hamburgo hoje.
Bkao,enyde Trieste hoje.
Finincedj sul hoje.
Ville do Ceardo Havre hoje
Merchantde Liverpool amanba.
Ceardo norte amanh.
TagU3da Europa a 24.
Ailiancade Ncw-Pcrt-News a 24.
Manosd<> sul a 27.
Arlindodo Rio Grande do Sul a 27.
Junho
Ville de Macei do sul a 2.
Campiasdo sul a 2.
Parado norte a 3.
Girondeda Europa a 4.
Pernamoucodo sul a 6.
Ni!edo sul a 6.
Tamar da Europa a 10-
Mondegodo sul a 14.
Nevada Europa a 24.
Tagusdo sul a 29.
Anne Mariedo Rio Grande do Sul.
Christian Elisabethde Cardiff.
Elysado Porto.
Erutede Hainburgo.,
Golden Fleecede Terra Nova.
GuadianaJe Lisboa.
Katalina le Terra Nova.
Leander 5e Terra Nova.
LewisEherman-de Baltimore.
Meta Sophiade Hamburgo.
Osseode Cardifl.
Positivo do R o Grande do Sul.
Sr Wheiuiinede Hamburgo.
floviuicnfo do porto
Navios entrados no dia 21
Rio .ie Janeiro cescaa5 dias, vspor amricao.
Finance, di 1,919 toneladas, commandant ..
C. Baker, rquipsgem 62, carga varios gneros ;
a Henry Forster & C. .
Cear e.icala-9 dia., vapor nacional Ipojuca,
de 360 toneladas, e.muwndanto Francisco A!-
vsdaCista, equipagem 30, carga vanos g-
neros ; a Jompanhi a Pernambacana
Navios sakidos no mesmo da
Santos e escalaVapor allemao Lsabon, cem-
mandante P. C. Holm, coiga varios eneros.
Cear e escalaVapor nacional Saguanbe, com-
mandante Antonio Maria Fercira B.ptuts,
carga varios genero?.


Diario de PcrnambucoDomingo 22 de Maio de 1887
/
i -
.
V
Thnsmiia liFza
D crdam dolllm- Sr. inspector fac> publico,
que peraute a sessae da jonta receb.m ee propos-
tas no dia 26 do corrente at as 11 horas da ina-
nh para o fornecimmto de algnns artigos neces-
sarios a> al .oxirifado do presidio de Fernando
de Noroaha.
A reluci de taes artigos acha se nesta soere-
taria e ser fornecida aos propouentes.
Thesouraria de Pernambuo, 21 de Maio de
1887.
O secretario,
., Lua Emyglio P. da Cmara.
Compatihia do Beberibe
Previne-so aos sniores subacrip'ores das ac
co.' da ultima emiss5\ ^ue o praso para o p*ga
ment da segunda prostacJo termina no dia 6 do
mea prximo vmdouro Fecif 21 de Maio de
1887.'-O director secretario,
Jut Eustaquio F.rreir-i Jacobina.
Comi g*ral
Malas a expedirse hoje
Pelo vapor norte americano Finanee, esta ai-
zsinistracao expede malas p.ira os portos dj Mar-
Dho, Para, Barbados, B. Thoniaa e New-York,
recebendo impresjos e ohjecos a registrar at 11
noraa do dia, e cartas ordinarias at 12 horas ou
12 1/2 com porte duplo
. Administraco dos correios de Peraambu 22
de Maio de 1887.O administrador,
Alfonso do Reg Barre.
Domingo, 22 do corrate, ai mcio dia a An-
tro de Variedades ter logar a 4 deesas confe-
rencias, sendo orador o Dr. Francisco Phaslante
da Cimara Lima.
A oarte reerritiva na f:ma do costumi- s-r
prehe'nchida p-r distinct s artistus qu- deila se
incumb ui graei smente.
as rntradas exteriores as commissoes reeube-
r9 donativos cm beneficio dos escravisados.
O 1 secretario,
B. Carneiro.
fireat Wes'en of Brasil Railway
Pelo presente sao convidados os Srs. accionis-
ta.-: dcsta companhia a virem receber no eseripto-
rio central, na estacao do Brum, da-. 10 horas s 3
da t. d" juros correspondentes ao semestre finio em 31
de Deaembro de 1886
Recife, 20 de Maio de 1587
Ja son Rigby,
Superintendente.
Thesouraria de Fa-
zenda
SOC1EDADE
BesseOrente Cuuciiiacu do vale da
ra da Imperan-la
De ordem do irmo presidente, convido a todos
os oossos irmos a campa recerem na sede social
no dia 21 do crrante, s 7 horas da noite, afiui de
aesistirem a sess&o magna1 de iniciaco e posse
Secretaria, 19 de Maio de 1887.
Jos C. Maciel da Silva.
THEATRO
0 London & Brasi-
lia Bank, Limited, re-
cebe dinheiro era conta
corrente cora juros do
2 a o anuo.
Companhia do Beberibe
Convida-se aos Srs. accionistas a virem receber
o 'i 8 i vi deudo ua proporco de 5/0'X) por aceo
ou 10 psr ceB'o cuj i pagamento se effectuai nVs-
t' escriprorij das 10 luras da m&nh a 1 hora da
tarjf. diariamente at u ultimo d"es!e mez, e ao
lepois aos sabbudos.
Eseriptirio da C >mpiuliia do Beberibe, 14 de
Maio de 1887.
. Jos Eustaqui j Ferreira Jacobina,
Director secretario.
4 Cfipanba de cavallaria de
i-ernambuco
Compra no dia 2 de Junho viudour > 17 cavados
pira o sen servico, os quaes deverao ter as ee-
gniutes condicoes : mansos, cordoa, que governem
bem, coin lm. 48 de altura e aem deleito physico.
As ; cs8oa8 que es qnizrcm vend.-r deverao
apnsental-os uo refeiido dia, s 11 horas da ma-
aba, noquaittl da compaubia, afin de serem
examinados.
Qoartel no Caupo das Princesas, 21 de Maio de
1887.
Manoel Feliciano Lidisio dos Sintos.
_________Alfcrro agente.
S. Gonc-alo de Amarantho da capella de
S.nto Amaro dea Sdinas
A commisaSo promot ra da f s!a do patriaren*
S. (.ucalo, anda voin implorar aoscoracoda mag-
nnimos dos fi is, afim de satisfazen in o obulo
p odo, para com a mabr brevi iade c pompa fa-
lereui a referida festa.
Santo Amiro das Salinas, 21 de Maio de 1887.
O 1 secretario,
Pedru Antuues Ferreira.
c ;mum indo das armas
Para satisfazar Urna requisic&o do Exra.
Sr. ajudautegeoera', S. Exc. o Sr. briga-
d?iro coram ndante da8 nnms, manda coa
vitiar oa Srs officiaea honorarua do exer-
cito, rcsiderjtca nesta proviacia a corapare-
cerem nesln qnarttl-general para darera
seus noaiea, ffiu de serrn feitaa as devi-
sas alterado s no Alinanaik Militar.
Secretaria do commando das anuas, 18
de Maio de 1887.
Oalfere8 Jos Elisiario dos Santos, se-
cretario interino.
Dcvofo de N. S. da
Conccieio
Da ordem da mesa rrgedora, convido a tolos
06 irmo8 admittidos n<-sta devo;ao desde sua
tjndaco at o auno de 1885, a a presen Uretn suas
"artas putentes ao irmo tbcsiiueiro, ra de
Santa nereza n. 58, das 4 s 6 horas da tarde,
*m todos os csciarecimeBtos de idade, rstado,
uatalidade e residencia, atiui e serem lancados
no livro de matricula geral dos irmos, e para
este fim os da data da presente puSlicacao,
Cousistorio da devoco de N. S. da Oonceicao,
recia no convento de S. Francisco do Recifi-. em
i i d Maio de 1887.
O cecrivo,
__________________Octaviano Alves Monteiro.
iajco nnDUfloiu.
DO
BRASIL
Capital 3 0,000:000;.
dem rcallsatio 8,000:0004
A eaixa filial d.'es e Bmco funecionando teni
pH-anamer.tc ra do Commarcio n. 38, s ica.
vista ou a iraz), contra os 8 rguintes correspjn-
liatts ne estrsngcira :
landres......... s/N. M. R>thschil 4 S .ns.
"sris........... De Boshsi-hild Fren.-.
H:imburgo.......^
Berlim..........| p. ., ,
Brcm-nte........> DeutiChc B.i.k.
Frankfurt t Main \
Antuerpia....... Banque a'Anvers.
Em.........
Genova ......
aples.........\ Bans Gene
Miiao o mais 340^ agenci:!.
ci 'adea de Ita
lia..........
M.idr.d..........
r!arc-"loiia.......
Cdiz...........
Malaga.....;. .. I Baneo Hyp tejan ) de
Tarragou/......I E*pana e suas agen-
Valencia e outras/ cia.
:idadca da Hes i
panba e ilhas 1
Cawiu......
Lisboa.........
Porto e mai. ci-l Uanco de Portugal e
dades de P.r-? suaa agencias.
tugil c ilbas. .. J
Baeiio-Ayr.>s... ) Engsh Bank of tbe Bi-
Hoatm-Vo.....) ver P.tP. Li.nite !.
Nova Y Compra taques sobre qnit^ucr prao-i do impe-
rio e do estrangeiro.
R cebe dinheiri ora coata ccr.-tute de movi-
inc.t j a p'/r Ietra9 a orazo.
SucicUde Recrealivis Juvealude
Sarao biniesiMl
tm 12 de Jq
cittiieo aos Sr. socios que os convites para
este srko polem desde j ser procaradoscm po-
der do Sr. viec-presi iente, e os iugressos cm isj
do 8r. thcsoureiro.
S.-'cn taria da S-'eieJaJe Recreativa Juycntude,
18 de M^io de 1887.
e le Medida,
2o secretario.
sasasasasasaBHHBBBBBHBBssiiiiiiiiiiVBH
O coaselho para fornecimento de vveres, forra-
geos e ferragens aos corpos desta guarniclo e
cnfirmaria militar, recebe propostas no dia 6 de
Junbo prximo futuro, s 10 horas da mar.b3, no
quart 1 genral do e/inmindo daj armas, oaie
faneciona o mesmo conselh<, para contractar o
fornecimento de gin guaruicilo, forr.ig/iii e forragen? para a eavallada
durante o semestre de Julho a D zembro vin-
douro.
Arroz, k'legramm i.
A-iuear brauco refinado, de 1* qualidle, idem.
Assao.r r. fijado de 2 dita, dem
Assiicir masotvado refinado, di* 8 dita, dem.
Azetc doce de Lisboa, litio.
Alfaf-i, kilogramma.
liaca.'h-o, id-1.
Uafatas iglt z!;, i ; ut.
Caf em grao, idem.
Carne de porco, idem.
Carne de vacca, idem.
Cruc secca do Bu Grande, idea.
CM verde da ludia, idem.
Cu da India preto, idem.
Cevadinba, idem.
Cravos, cento.
Chocolate, kilogramoii.
C*[i n, idem.
Kaiinha de I' qjalidade, lit o.
F.irinha de 2a dita, idem.
Feijio preto, idem.
F.'iji i mulatinho, idem.
Pructas, urna.
Farello, kilt gramma
Ferraduia, uumero.
L uha, acha.
Macarrao, kilogramna.
Mai. ena, idem
Manteiga inglesa de Ia qualidade, idem.
Marmelada, idem.
Mli.-. idem.
Pao, idem.
Sil, idem.
Toiicinh) de Minas, kilegramma.
fVuiperoa e verd-raa, racio.
Vinlio de Li^bo^, litro.
Viuho do Porto, dem.
Vinagre tinto, idem.
L'ivhgem de roup* passada a ferro poca, urna
Agurdente, litro.
Aletria, klegramm'!.
Ameixas passadas, idem.
Araruta, idem.
Bife ut> de araruta, idem.
Caf m.iido, idtui.
Fig.'s passad )f, idem.
Fi*ng:s, um.
Gillinha, urna.
Paesas, ktlogramma.
Tapioca, idim.
Carvao vegetal, sacco.
Dito kiek, k legrair.ma,
Sabo commum, idem.
Vassouras de piassava (grandes), duzia.
1'.(i-l pautado fiume, resina.
Dito m>.ta-borro, f Iha.
Peonas de ajo P.rry, caixa.
Gomma arbica, frasco.
Tinta preta, garrafa.
Cxiiaade madeira, duzia.
Laprs preto de Faber n. 1, idem.
Bauha de porco americana, k logramma.
Carne de carneiro, id>m.
Uoiabada em lata, Idem.
Ovos, um.
Vmbo braaco, lilr'.
Vinagre de L'sboa. idem.
Velas de (era, kilogrammi.
rhrosphoroa americanos, grosa.
Smguexugas pela applicaco de, urna.
Medicamentos para cavalbada, numrro.
Enterro por eavallo, um.
CondigSes y
fjl Tudos os gneros ser > de Ia qualidade, e
os f ^mecedores di-er.lo satiefazer os p>*dido3 den-
tro dos pracos marc. dos nos respectivos contrac-
tos. entr ou fortalezas e enfermaras, e depositario na The
nour.-.i ia de F< ze ..la urna quautia, como cau^o
que seta arbitrada palo conseibo de forneci-
ment'
2a As pr>.postas deverao center a declarac.li
expresaa de sujeiiar-se o propoi.e ite a multa de
5 ,o da iipjrtancia a que moatarem os vveres
ou artigos que fon m aec-itos. se deixtrem de
comparecer para assignar o respectivo contracto,
d-nfro do prazo que for notifioade p?Ios jor-
niiee.
3a S poder C.ju.'.rrer aos f^ruccimeutos os
candidat s que se habilitaren) na forma do a't. 18
do decreto n 7,085 de 6 de Marco -e 1S80.
4* Di falta de fiel cuinprimeuto de qualquer
das fcbrig iuo sujcitoa a p-g^r o valor do genero registrado
ou mSm recebido em lempo.
EMPREZA
SOARESDEMEDEIROS
MOJE
Dooiingo, 22 do corrente
\S T UCtlVVS
.. Recita
da companhia dramtica de que faz parte a 1.a
actriz ingenua brasileira
ID. Jsolma Mondax
Granic aconlcciaienlo tlieatral!
Segunda e ultima representaba> da p?ca mar-
tima de esplendido successo, de assumpto portu-
gus, escripta expreasam nte para ser representa-
da nos tbeatros do Brasil, maravilhosa compoeicao
em 5 actos, ornada de cances, danc-is populares
Djuro, musie-is originaos, ete., intitulada:
i mi mmm
NO
ALTO MAR
THEATRO
SANTA ISABEL
Terea-feira, 24 de Ma'o de 1887
ESPECIADLO SU GPiUSE CALA
em regosijii do 21 anniversario da batalhi campal de
5a 0 contu lentes 'ilo'obrigidiis a apresen'ir
as amustias do i gneros ou artigos que forern jal-
gados precisos pelo couselho.
6' As propostas Berilo upresentadas cm dupli-
oata a' as l horas do rer-iiij dia 6d.' Junh>
em que all eero abert:s e apuradas em presen-
9a dos p-oponenteB, sendo que na mesma o^ca-
sio se acceitaro propostas para a venda de es-
trnme dos ai'imaes da companhia de cavalh.ria.
7a FnialmentJ is forneeedoros que requercrem
a ri'ecisit'i de son cntracto, e fjrem attend.dos,
lio: 111 si;j itoi a inulta de 10 |a sobre o tot-.l do
f. rnecimento do semestre anterior.
T:ieaou.-aria dd Prn-imbui, 20 ie M.'odc
1857
O secretario,
J.utz Emygdio Pinhe.ro da Cantara.
Celestial contraria da
S ntissima Trindade
De ordem do irmito provdor, convido a todos
03 car asimos irmos nit) cotnprchendilos no final
i) i.rt. 12 do njesj co promisso a comparecerern
em lioso) eoasi-.torio s 10 hjras da manha do da
22 do corrente, para ouvirmos a missa votiva do
Esp'iico Santo, eem seguida proceder se a eie9ao
da n' v mes regedjra do auno compromisaal e
lb87.
C/r.iitorio da celestial c i.fraria da Santissma
liinJ.iie, 16 de Maio de 1887.
O seeretirio,
JoS) Jaciotho Guedei de Laeerda.
Saali Casi de Misericoeii
Na secretaria da Santa Casa ar.eniam se os
seguales predios :
Ra do Bim Jess n. 12, luj-i c 1 andar.
liem idem n. 13, 2- e 3- andares.
de ji oo Vigai i., Tdenono n. 2t, 1 andar.
1 i m do Mrquez de Onda n. 53, ? andar.
Idea do a pullo ii. 24, 1- andar.
Mein da Madre de Deus n. 20.
idi'm n 10.
1 i m da Moda n. 45.
I i ni idem n. 47.
1 j m idem n. 4'J.
I lem d is Bjias n. 18, jibrado de dous andares
e lojt.
Kua ia Aurora n. 37. 2- andar.
dem da De: ncao (I otro do qualr;) duas
casas.
i 'lanos dos actos
i. Acto -Levantar o ferro.
2." DitoNo alto mar.
3o DitoO teatumento falso.
4.o DitoQucimada viva.
5. DitoO vingador.
O f acto passa-se na Povoa do Varzm.
O 2o no alto mar, a bordo do brigue Esvtranca
O 30 na Povoa. ***
O 4 na ra de Santo II tefou* <, n<> Porto.
O 5 no mar, a bordo do vapor Nep'uno.
T-.)do o acenario do 2o e ltimos actos
novo e pintado expressatnsnte para esta
p 5.1.
A acea do 2o act 1, com incendio a bordo, re-
volta de mirinheiros, cxplosS) de polvo.a, naufra-
gio e subuiers) do brigue, de effeito aurprehen-
deute e conititue e por si
Una maravllha de nachlnisnio
A msica original do pranteado maestro AL-
VABENGA e eusaiada pelo regente d'este thea-
tro o babilissimo professor Sr. Antonio Martins.
Todo o machinismo est ejecutado segundo os
desenbos do excellente mestre carpinteiro Joaquim
Bicardo Guimaraes, Io director do movimento dos
tlu..tros do Bio de Janeiro.
Os seensrios qne apresentam, bem como oa dous
navios que se veem uo correr do drama, foram
pintados pelo uotavel scenographo da empreza o
distincto pintor JOQUIM BOBGES, auxiliado
pelo actor BIBEIBO COSTA.
A desorden, no alto mar
b.seia-Si em factos verdadeiros, taes como cm pa-
voroso incendio que houve no Porto em 1876, e um
crime commettido a bordo de um navio que segua
para o Sio de Jantiro, crime de qne anda ae re-
corda com horror a populacao do Brasil.
Eata peca quando representada na corte, occa-
pou por largo tempo a attenco da imprensa flu-
mininse e mereceu da colonia portagueza, lison-
geiro aeolhmento, pelas re:ordac6ea da patria que
'he suggcre, bem como populacao brasileira que
est tola ao facto da desastrosa historia.
O erp?ctacuIo principiar s 7 horas em
potto c acabar s 10 e meia
GANHA CONTRA 03 PARAGUAYOS
pelo exercllo braatlelru aob o commasdo do legendario
GENERAL OZORIO
Espectculo honrado com a presenja do3 Exma. Sra. Lr. Presidente da Pro-
vincia, General Commandante das Armas e Dr. Cbcfa de Polioia.
O Monte Pi dos Voluntarios da Patria com o auxilio dos Ilustres membros do
corpo scenico do
emo wmm
far representar-so o drama militar, de grande aparato, em 1 prologo, 4 actos o 7
quadros, da compoaigao do Sr. Dr. Joao B. Pinheiro Corte Real, denominado
TRIBUTO DE SAN6UE
(L ndon dr SraslHao Sank
Limited
Kua do Conmiercia n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca-
sas do mesmo banco em Portugal, sondo
e-a Lisboa, ra dos Capeistas c. (. No
Porto, ra dos Jnglezea,
CONTRA rW-
lie Liverpool & London i t!ok'
INSURANCE COiHPAM
lili
lmted Sates & Brasil H 8.8. C
O vapor Mliaaca
composto expr-ssamente para ser exhibido n'este dia.
1. quadro-AO PARAGUAY 1
guato I (Em Goyanna)
2. quadro-BBACO bka<;o
AUCA I (Em Riachuelo.)
3. quadro A victoria e nossa
Tuytuy.)
ao para- 4. quadro viva o estandarte bba-
b\ r;i-se de Me,v-iur'
News, at o dia 24 ie Maio
o qual eguir.i Jepots da
demora neeeeaari i para
Baha, Rio de rfauclio e Santos
Para carga, passagens, e enconumendas tracta-
a com os
AGENTES
Henrv hntor & C.
N. 8 RA DO
i.-
LOMMERCIO -
anda
sileiro (Em Assampcao.)
! arca 5. quadromorte do tyranno 1 (Em
Aquidaban.)
(Em 6. quadro-REGRES>0 A05 PATRIOS la-
res (No Recife )
7. quadroapotheose a guerra
3P^DaSOD(NrJLGrK3(NrS
I D. B. Lip^z, mai de Lpez.
Nequnho, voluntario da Patria.
Tenente Instructor.
Correia da Silva, comissario daP.rnahyba"
Rodrigues da Silvx, alferes do 4.* batalhio
de infantaria.
Bernardino Ferreira cabj do !. de infan
General Ozorio
General Cmara
Presidente de Pcrnambuco
Tenente-coronel Guimaraes, commandant;
do 9.' batalhSo.
CapitSo-tenente Garoindo, coramanlante
da corveta Parnabyb^.
D. Solano Lpez, presidente do Paraguay.) taria.
Mm-i. Lyncli, favorita de Lipez. jUmcapito paraguaya.
Capito Pedro Affouso, cffl;ial do 9." bata-jUm offieial paraguayo.
lho. i Um medie?.
!. tenenta Chaves, offieial da Parnabyba. Um homem do povj brasileiro
boa.
A empreza agradece a actrix Apolonia Silva a
maneira attenciosi com que se tem prestado a au-
xiliur as representui.0 s desta companhia, tomando
parte nos espectculos c encarregando se de pa-
pis sera o tempo indispensavel para o necessario
catado.
A pitrte de. Luisa no drama Alio Mar, fai msis
um obai-quio que a empreza grava como gentileza
da bond.sa actris.
Soares de Medsiros.
Delegado de polica de G yanna.
Manoel da Silva ( n
, C.-1 ) Paes de
Mana da Silva (
Pedro da Silva, voluntario da patria
Joao da Silva, ca lets do 9.' batailiao.
Jos da Sila, guarda raarinha.
Roberto le Gouvcia, fi lalgo de Goyanna,
e irmJio de
Lucinda de Gouvei^, miva de
Pedro o voluntario.
COMPANHIA iU\U
OE OPERA COM'
TaLUNA
CA
EiipaEZANA.GHEL
llirccfilo- IL\i:
Brevemente estrea
Repertorio
Viagem a Loa Opereta burlesca em 3 actos e 12
quadrof. Extmhida do romance do mesmo no-
me, d" Julio Verne. Msica de Offeubncb.
Oj Sobriuhosdo Cspito GrantNovela eji 4 ac-
tes e 18 quadros.
D. Juanita Operett em 3 actos. Msica de
Suppe.
Pande e ElenaOpereta mytholo>;c:i c:n 3 xctia
e 5 quadr s. Mnaiea de Otfenbach.
BoccacioOpereta em 3 actos e 4 quadros. Mu
sica de Suppe.
Orpheo nos Iuf rnos Ooereta phnntH8t'ca cm 4
actor e 7 quadros. Mujica de O'juba h
Mase tteOpereta em 3 actos. Msica de An
dr'.n.
O D lis Socios (:n os dous cavalheiros de indus-
tri-)Opereti burlesca em 3 actos u 6 quadros.
Gr C Lee eq.
Madaine AngotOpereta m 3 actos. Musiea de
fcecoeq.
NarentaMelodrama rcmantico em 4 hetos. Mu-
sica de Giorza.
Nm;cbedmedia-oprcta em 3 actos. Muicu de
Boullard.
Mac'a ne B -nifaceOptrcta em 3 actos. Musita
de Lacome;
Educandas de SorrentoOpera-buffa em 3 tetar.
Msica de Usigho
Le AmazoncOpereta-bm lesea ora 2 actos. Mu-
sica de Suppe.
SicbaOp< ra oailo cm 4 acti s < 8 quadros. Ma
sica de M .r<-neo
Sinos d C\ rnr.villeOpereta re 3 ac'os e 4 qu-i-
droe. Mnsi.a de P.anquet.
Lotera do D.abo Opereta phantastica em tres
netos
Eetiea de ux PiioeipeOpereta em 3 actos.
Musiea de Petenghi.
O Secnlo^quc vemOpereta phantastica em 3 ac-
to- e 10 quadros. Music-i d: Amedei.
Vasco di (JamaO'le symphonica. Musiea de
Georges I'izet.
As scen.s para estas operetas foram pintads
scrcEFsm! ;te pels distinefos e n:tavei9 sceno-
raphrs:
LV. Carteiro VilleU.
Oezare Kcvinline, d) thei'r.. Fenice de Vcni-za.
Giovanni Z'icarelli, d th'atro Scala de Milac.
Angelo Pantano, do tbeatro Real de Torno.
Aexandro Baazin, d > thatro Reai Teatro Apol-
lo de B^m-..
Ci-mmendndor Tito Oiinim'. d; ihcitri Pugola
Je Fl'.rerc I.
Forneceilorei i
VistsristaVieiuellt, de Milo.
Attrezzis -C rbella e Birraghi, de Mili).
MaglierieBtrti, de MilAc.
PerrncbiereSavio, de Milao.
CiJzol?r'aMswveroffer; dt Mi'o.
O secretario,
Carlos Repossi.
Un homem do povo paraguayo.
Un poeta.
Ajulantes de orden3 de Ozono.
Ajumante de ordens de Lpez
Ofi iaes do 9.- batalLao de infantaria, do
11.- e 53 de voluntarios da patria.
Ofi iaes da corveta Parnabyba.
Soldados dos exercitos brazeiros, e para-
guayos, 9 da mumii i de ambas as oa-
(,3 8, e bem assim de cavallaria.
Msicas, povo8, etc
A scena passa 83 no Brasil, e Paraguyo. O tres combates prineipaes diquel
la co.npanlia, e que foram Raohujlo, Tuyuty, e Aquidaban saj exhibidos em scena, e
bem acsira a entrada do exerjito ven :edor em AasumpgS).
As msicas do 2.- e 14 bitallilo le infaitma, do co.-p) de polica, e do Arse-
nal de Guerra tocaro alternadamente durante os intervaloa dos autos no salo do
theatro, onde em rico trophi de armas estarao em expisicao as bandeiras, que na
guerra do Paraguay foram sustentadas por entre chuvas de metralha pelos valerosos
corpos de voluntarios pernambucanos.
O Monte Fio dos Voluntarios da Patria n.V) te u se pnipi lo a d^spesis, e ncm
os Ilustres membros do corpo scenico do Congress> i-mtico a esfarcos para que a
festa estej.i na abura do anniversario honrosj, que ton da si comn'morar. O pro-
ducto liquido do esp :ta:u' > ) a:nori:;j doi cofres da roes no Mmte Pi.
Priacipiar s 8 l( horas da noite.
Trens, e bonds para todas as lindas fiado o espectculo.
Os bilhetes devem ser procurados em poder do S Arantes, e no dia do es-
pectculo na bilheteria do theatro.
CHARGEIRS REUIS
< oiiijfiah; Franceza de Mavega
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o H.vre, Lis^
Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
O yajor lillo fleMaci
Commandante Panchvre
Espei'ijse dos portos do tul
at odia 2 de Junho segjin-
da depois de indispensavel
d.mora oUiVRE, toesndo
em LISBOA havendj nu-
mero aufficii-ntc do paBsa.ci
ros de 1 classe.
O VAPOR ENTRARA' DENTRO DO
PORTO
Conduz medico a bordo, de marcha rpida e
ofterece excellentes cammodo3 e ptimo passadio.
As passagen9 poderao ser tomadi.8 de antemao.
Recebe carga, encommendas c pp.ssageiros p ra
os qaaes ten cxcclleutes accommodacoes.
Para carga, pttsag.'ns, encommendas e dinhfiro
a frete : trata -so com o
AGENTE
Augusta Labilic
9 RA DO C0MMERCI0-9
flflhi
iiilSCB
Dampfschinahrts-Oesellschdlt
O vapor Campias
E' esperado dos po
tos di sul at o dia 2
de Junho e seguir d
pas da demora nece;-
saria para
THEATRO
SiTO iMIfl
Grande festa artstica e abolicionista
DO
Acadmico Ribclro da Silva
Promovida pelo
GRl'O FIUTEKMIUDE
DOMINGO, 22 DO CORRENTE
A's 8 h Tas da noite d.po's de umi brilhantc
ouvertura pela orcbestia subir scena o appara-
teso drama de propaganda abolicionista em 4 ac-
tos, original de RIBEIRO DA SILVA, denomi-
nado
G'Ra, A FILM DE AGAR
S?gur-se-ha pelo festejado acior LYRA que es-
pontneamente se offereceu para mais abrilhanUr
eata testa, urna nova e mterrssante scena cmica
do bpu repertoiio, levada scena pela primeira
vea, origina! de Joi Goncalves, intitulada
A Macaca
Dar fim afcespectacub a chistosa comedia de
RIBEBO DA SILVA .
Quem o alheio veste na pra^a
o despe
O trupo Pratcrnitlade re.pn sentado pela
cummiss&o abaix assignada, dfdiea estM festa ao
Ilustrada CORr-'O ACADMICO E AOS ABO-
LICIONISTAS desta capital
Em um des inti-rvallos a comxisSo ir aos efi-
osaxotea ngradecer as Ex:nas familias o seu hon-
roso e Vi.lio;j concurso a esta espontanea esta.
O reato dos billetes estira ua bilhetcria do thea-
tro no dia do espectculo.
A C'mmisSo,
Joo F. de SouzaJunicr.
Aitoi.io de ouzi Kibeiro.
Alfredo H. da Malta. (
Arseuio G. Borges.
Antonio M. Soares.
pOMPANHIA
PERIA
DE
E<;rnos contra FOJ.it
EST: 1803
Edificios e mercadoriat
Taxas baixas
Prompto pagamento de prejuitot
CAPITAL
fls. 16,000:000*000
genies
BROWNS & C.
N. Kiui do CommercioN. 5
coii*i\iiia na HEGunon
NORTHERN
de Londres < berdeen
p.iirao Oanncelra (lieaembro 1885)
Usboa e Ilamburgo
Para pasagens. tracta-se com os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
RA DO COMMERCO N. 5
1' andar
Vtempamla lirasllelra de Xave
-.loa Vapor
PORTOS DO SUL
O vapor Cear
Commandante o 1.' tenente Guilherme Pa-
checo
E' esperado dos furtos do
norte at o dia 25 de Maio
e depois da demora indis-
pensavel, seguir para o
p.r-tns do sul. (Inclusive o
da Victsria).
Recebe tambem carga para Santos, Santa Ch-
tbarina, Pelotas, Forta Alegre e Rio Grande d>
Sul, frete modic .
Para carga, passgens, encommendas e valores
trata-se na agencia
PORTOS DO NORTE
O vapor Manos
Commandante tenente Guilherme Wad-
dingion
E' esperado dos portos do sul
at o dia 2G de Maio, e
KV seguir depois da demora iu
[fy' dispcnsavel, para os port-
norte at Manos.

Capital oubsciiptc a 3.000,000
Fundos accumulad 03 3.134,348
Recetla annualt
D premios contra foeo 577,330
De premios sobre vidas 191,000
De juros 132,000
o AGENTE,
John H- Boxsell
H11U0 CO.UHEMCIO \. 801 a;viib
GOMPANHA DE SHGUEOS
COXTRl FOiO
Nrth Brilish lereanlile
CAPITAL
%: (le libras sterliua
A G E N 1 E t
AdomsonlIowic&C.
iomjiaohid de Seguros
MARTIMOS E TERRTSTRfiS
KstabelcJda era !**
CAPITAL 1,000:000^
SINISTROS PAGOS
li 31 rfc dezembro de Itmt
Haritinios..... J,ilt:OO^O00
crreslres,. 3I6:00$000
11 -Kua do < ominerelo
tlAlUTI3IOS CONTRA FOGt
Companhia Phenls Per-
namfoncana
i!::r.no Commcruio n 8
dem da Lingoeti n. 11, l* andar,
dem da Guu u. i.'5.
Becco do Abren n 2, "2" andar. ,
N. 7
AGESTE
igael Jos Atoes
-RA DO BOM JESS -N
Para carga, pasBgcus encoiWBH&daa -. '. -
tracta-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
>! t Mil I'EUMHKICAX A
DE
%'avegaco coste!ra por vapor
r*ORTOS DO SUL
Hacei, Penede e Aracaj
O vapor Mandahu
Segu no dia 27 at
Maio, s 5 horas da
tarde.
Kcccbe carga at o
dia 26.
Encommendas, passagens e diubeiros frete at<
is 3 horas da tarde do dia 27.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Coni]tanhia Pevrnmbncana
n. 12
Vapor extraordinario
O vapor Nile
De 3,039 toneladas de registro
Rio
1 de
MeituroN naarlilru ierre*res
Neates ultimse a nuica ccmp.mhia nesta praca
que concede 803 Srs. segnradra iaraipco de paga-
mento de premio em cada setimo^anno, o qo
equivale a c;"5onto de cerca de 15 por cento e
f-tvor dos segurados.
Sahr do porto do
da Jaueiro no dia
Junho prximo com es
cal para Rabia e Per-
narabu'O, wguiodo cicpiis de pouei demo
ra com malas c paesageims para-
LISBOA E SOTHA^IPTOIN
Desdo j roeebo-8fl en.'omrnendss pars
camarotes na
AGENCIA
Rna do 'ommercin n. 3
1 andar
damson Howle & C.
AGESTES
:a


ario
rraamMic.-> Domingo 22
de
Hato de-1887

RW4LMAILSTE41 PACKET
COMPANY
O paquete Tagus
Baha, Rio
video e
w
E' esperado daEuropa no di
23 do corrente, seguinds
depois da demora necessaa
apara
de Janeiro Monte
Buenos Ayres
Para passagens, rretes,, etc. tracta-se cem o
Consignatarios
Adanisoii If owie & C.
N. 3 RA DO OOMMERCIO N. 3
l andar
x\viso martimo
W. Korff, capitao do lugar allemao Gazelle, ar
ribado a este perto cern agaa aberta, precisa
contractar a descarga e aimaienagem de sea car-
regamento, consistindo em 337 toneladas de trigo
em grao, e para esse tim recebe prepostas em
cartas techadas at ao mrio diado dia 24 do cor-
rete mez, no consulado do Imperio Germnico
nesta cidade.
Recife, 20 de Maio de 1887.
Ignorando-se a morada dos senhores abaixo
declarados se Ibes roga m teta o largo da Al-
fandega n. 7, armaaem, negocios de seos inte*
reases :
Andr Avetino Pereira de Mello.
Jos Tarares Carneiro.
Lsodegeiio de S'ouz Barb -ss.
Manocl Rodrigues de Mattos.
Precisa-se de oriades para vender Uboleiro ;
oa na da Matriz da B-Vista n. 3.
PrtCsa-se de urna cosinheira pira casa de
fsmilia, que seja de boa conducta ; na ra do
Imperador n. 73, 3 aladar.____________________
= Aluga-se aa casas terreas n. 4 ra de An-
tonio Henrique, oulr'ora conguinbo, e n. 122
Coronel Suassuna, outr'ra Hortas ; a tra.ar cem
Pinheiro ra da Pa n. 4*2.____________________
Alagase orna rsfrava, que engomma per-
feitamente, cose e coainha ; na ra Vinte e Qua-
tro de .M .10 n. 24.
Precisa-se de una cosintasira pan casa da
familia, que darma om easa ; a tratar na ra do
Bai So da Victoria n. 3i>, luja.
Vende-se deus ap(.artlbos completos de ba-
nbos de duchas e chuvisco : t.atar e velos na
roa da Aurora n. 137, das 9 horas da macha as
4 da tarde.

DE
.
Agente Brlto
O agente cima, a mandado do Illm. e Exm.
Sr. Dr. jan de direito de orphos e ausentes, e
a requerimenio do tutor dos menores filhos do fi-
nado Angelo H da Silva, levar a leilo as 4/25
partes da casa terrea sita na fregtiez>a do Peco
n. f.
Em continua^o
vender mais a casaierrea sita ra Augusta
n. 268, cooa 1 porta e 2 jauell.s de trente, 2 sa-
las e 3 qaartos, coainha fora, quintal murado com
porto para a ra da Onro, terreno proprio.
Kua de Pedro Alonso n. 43
Segunda-feira 23 do corrente
As 11 horas
AMA
Leilo
Precisa-se de urna aaia para lavar e en-
gorrjm&r em casa de familia : na ra do
Riachuelo n. 13 so dir.
Jalroph
3Iauipoc.ru
Esse aa<'dcaasrato de una cfiicaeia r coi.ueoda
oo beriberi e outras molestias ero que predomina a
bydropesla, scha-se modificado em sua pnpara-
c3o, iracas a una nova formula de um distincto
medico desta cidade, sendo que someate o abaixo
assignado est habilitado para preparal-c de modo
a melhorar lhe o gosto e cheiro, sem todava alte
rar-lbe as propriedadss medicamentosas, que se
conservam com a mesms actividade, ee nio maier
em vista do modo por que elle tolerado peh
estomago.
f iiico deposito
Na pharniacja Conccicao, ra u, Mrquez de
Olinda n. 61.
Bezerrn de Helio
Semeotcs k carrapato
Compra-se grandes e pequeras quantidades :
na drogara de Fri nciseo M. da Silva i C., roa
do Marques de Olinia n 23
Terreno no Arrayal
Tendo sido annunciada a venda de um terreno
ra da Harmona, no Arr vi.!, port .cente a
sar que a cerca ltimamente feita no3
uiesruo terreno invadi os dos vizinho*.
fundas do
EM CONTINUAyAO
1) > mobilia, mesas elstica, 1 piano novo, urna
cadeira para piano, camas francesas, marquozes,
charutos da Babia de diversas marcas, fumo ca- ,
poral, 1 cofre ingles, 1 dito francez, diversas qua- ^L^SSiESflSI!. *JL"e a.L"-".?.
Iidades de bebidas c muitos outres objictos que
sero vendidos sem limites,
Segunda-feira 23 do corrente
A's 11 horas
No armozem da ra do Mrquez de Olinda
n. 1!)
Por inttrvepco do agente
Gusmo
De urna mobilia de junco preto com 1 eof 2 con-
soles, 2 cadei;as de b.-Hcos, e 12 de MaraifXo,
2 cadeiras de balanc', 1 mesa jardimia, 1
espelho oval, 4 quadros, 1 candiciro de gas, 4
jarros, 1 ttpete de sof, t de porta e 4 escur-
re deiras.
Urna cama fianceza, 1 guarda-vestidos, 1 cabide
1 toilet, 1 marque2ao, 1 puamieo, 1 tapete de
cama, 1 cabide de par. i 1 mesa com gaveta c 1
espelho.
Urna meza elastics, 2 aparod^res torneados, 1
qnartinheira, t cadeiras de junco, 1 cadeira es-
priguicadeira, 1 apparelho para jantar, dito para
cha, copos, clices con-.p teiras, quartinbas, tr de cosinha, 1 mesa deiouio, 1 candieiro gas, 2
jarros e outros movis.
Te rea feir 94 do trrenle
Agente Pinto
No sobrado da ra do coronel Agoatioho
Bezeira n. 14
(Oitdo da matriz de S. Antonio)
PRINCIPIARA' A'S 10 1/2 HORAS
iiC*
Da armado, gneros e pertentjas da in-
verna da ra o Mrquez 73.
Espolio de Domingos Francisco Ferreita
Quartafeira 2b do corrente
A's 11 horas em ponto
O agente Martins far leilo por mandado do
Ezm. Sr. Dr. juiz de orphos e ausentes e com
sua assistencia do estf.belecimenti de molhados
pertencente ao espolio do subdito psrtngues Do
minges Francisc i Perieira.
Agente BurJamaqui
Leilo
Db casa terrea sita ra da Amisade sob
n. 38 na Capungx, freguezia de Nossa
Senhora da Graga.
Qnarta feirn 95 do corrente
A's 11 horas
No armazem ra do Imperador n. 22
O agente cima por alvar e assistencia do
Eim. Sr. Dr. juiz de direito do civel, levara a
leilo a casa cima a requerimento de Joaquina
Martiniana Pereira de Azevedo Regia.
Os Srs. pretendentes desde j podeto ir exa-
minar.
CASA DA FOBTNA
Aos 5:000$000
III heles garantidos
23 RA PRIMEIRO DE MARCO 23
Da 18a parte da 4a loteria da provincia
venderam Martins Fiuza & C os seguin
tes premios garantidos .*
3488 f>:GOOl
1814 200;5
3564 10
6226 lOOd
3950 50#
4456 50^
44G1 50-5
194 305
947 306
3485 305
3837 30
5080 30$
Acham-se venda os Efortunrdos bi-
Ihetes garantidos da 4* parte da 5a lote-
.a de Itaub, que se extrahir quando
se annunciar.
O EXTB- OOIP03TO DE
Salfii parrilha
do-Dr. Ayer,
E' um altera ',< > ztlrp <-otii.i ta-
mente .!a tj .<:;'vi l'crt'*litnrH, o us
affecyi.s mu ^uiiladc COI .<-s enfenuidmies
coiitrifi -i .i:ul*s pelo mercurio. Ao
rocsi:.' ., i vita! ::i c enriquece o sangra corn-
il. : luio nina r...;ao 6acda-! ao organiaitto e
icju.enesccuJ'i o systema iat>)' o. .'^.agiam:
Medecina Regeneradora,
rompostR com .1 vcr-JiIeira r-al^nparrili.i lluiulurii, d .- ,:i:\o-'' i'<>: o 1 'ie tVrro, e
ontros tngre i potencia e Tirtudes
cur.itiv;^, cuilailosa e scieiitjfieiimenle preparados.
A formula 6 geralinte anbeOM* da profisso
medica, e os 1 'io a Salsa-
PARBILH.V x> Da ...1 i: como 11111
Remedio Absoluto
para as ciifciiiii.i.Ies occasionadas pelo estado
vicioso d<> sanpuc.
Ukt'i ciiik inlnulo ao pro niais alio pracricavcl,
niuHo niai que qi:lqncr outa pre)iaracito da su..
jlanc, .po pretendo p^oporonar jnacs etTcitos. c
p..r Inr.r.) a m-'dcchia ii.ts barata, asum como a
mellior para puiirtcar o sangue.
1-KEPAItAllO PffiLO
DR. J. C. AYER e CA.,
i.owell, Mass., E. U. A.
A' venda nne prlueipaee pliarruacias e drogaras.
C3aixeiro
Precisa se de uhi caueiro de 12 a 16 anno?, com
pratica de molhad.is e de conducta affiancada ; a
tratar na ruar de Paysand n. 23.
Titila preta
INALTERAVEL

(OHHIAItiTIV
PHARMACIA CENTRAL
38 Ra Jo Imperador 38
iVrnambui'o
Serve para eseriptara(3o mercantil e d 3 cu 4
copias de urna ver,
^VISO
Conoertam se machinas de costura de
qualquer fabricante, bombas o toda e qual-
quer qualidade de machinas movidas a va-
por, ou gaz, etc.
PRESOS SEM COMPETENCIA
38-8B ilfl ijom-Jesas-39
Animal furtado
Furtaram do cercado do engenho Santa Lutia
cu Contra-acude, termo de Gamolleira, estaco
de Rib'iro, urna goa mellada, sem ferro, boa de
pnsso e baixeira, ettk preuhe e anda d leite,
pois dcixou a cria ; quem a apprehender e lvala
ou der noticias certas no referido engenho, ser
bem recompensado. O furto deu-se na noite de
11 para 12 do corrente. Engenho Santa Luzia,
14 de Maio de 1887.
!
que
PREgOS
inttiro 30!" 00
1 terSo 10000
I.' |M>r cima
1 inteiro 20700
1 terso 900
para
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro com pratica de hotel,
ra de Santo Amaro n. 40, dando fiador de sua
conducta.
Atteicio
Leilo
De movis, 2 lustres de crystal, aranddaa
Urna mobilia de jacrand. t relogio, 2 escarra-
deiras, 4 pea para piano, 1 tapete avtlndado, 3
tapetes de porta, 1 tiunsp'.ieut- 1 tpetc de la, 4
ca tieses e marg-s, 4 jarres, 5 quadros, 3 etagers,
5 pannos de crccbtrt, 2 almcfadas, 1 albnm de wa-
drepercls, 1 tipete forro de sala e esleir f-rro de
quartos.
Urna mesa Hasties, apparadores, 2 fnict- iras.
cadeiras de btilinco, 1 apparador, cadeiras de
junco, meses e 'rem de cosinha.
Lina cama fraaceza, 1 meca de cama, 1 lava
taric, 1 cclxc, 1 coeturt ira e muitos outros objfc-
tos de caa de familia.
Quartafeira. i. do corrente
A's 11 horas
Agente Pinto
Pede-se nos lllms. Srs. Josquim X'ivier Carnei-
ro de Laierda e Manoel Xavier Carneiro da Uu-
nha, o favor de apparecerem ra da Concordia,
boje Mrquez do Herval n. 12.
ATKINSON
PERFUMARA INGLEZA
fifamid* ha nais de um eculo; excede tedas
as o a traspelo mu perfume delirado e exquisito.
rtr.Z MlDVI.IIAS di Ouro
PARIZ lira. CALCTTA 1884
peiaextra-fint exfelleticudesuaqaalidade.
ICUl DE COUl DE ATXIHSOK
m oro pinrel pelo *ea perfume c sua
Coo.-enlra;So. Excede todos os proluctos
simihres vendid. ol> o tnesmo Dome.
SBHETE OU UIWR WIMS6I K ATXINSIH
fcste vabnocte univers.il e superior a indos
os outros pela modo de limpnra p^li<*
loqoe lhe commuDica.Ie eiolleote
perfume p prolongado uso.
Wfi-tt f b Ciu s to. i f^iaitrs (ribnciitii
J. E. ATKINSON
24, Od Bond Street, Londres.
kMareadeFabnea Urna "Rosa branca"
sobre orna Lyri de Ouro. **
V.11I10 da fourisca
A delicia da paca
Acaba de c-hegar nova remessa deste ezcellcnte
vinho de mesa, que te terna recomme idavel por
ser com sante a vide o deu ; vendem Justo Tei-
xeira & C. Successoreg, ra da Penha n. 8.
Slliiio montara iDgleza
Vendesj um silho de moniaria inglesa com
pouco uso e com todos os arreios, por metade de
seu valor: a tractar na ra da Madre de Deus
n. 5.___________
Vinho da ttourisca
Proprio para mesa
i* ra de Pedro Ivo n. 22
Romano & C.
EngeDho toiiceicao Ve-
Iba de Ipojuca
Tavaies de Melle,
Genro & C, repetindo
o procedimento que ti-
veram o anno passado
por este Diario, pro-
tes*am contra toda e
qualquer transaccjio
que o Sr. tenente-co-
ronel Francisco Ma-
noel de Siqueira Ca-
valcante, faga re ativa-
mente, s partes que
possue no eng-enho
Cnceigo Ve i ha de
Ipojuca, ou de urna
hypotheea, celebrada
quando j esta va ven
cido o seu debito para
com os protestantes,
que ha oais de anuo o
esto demandando ju-
dicialmente.
Repetimos este an-
nuncio para que nin-
g-uem se chame igno-
rancia.
Recife, 18 de Maio
de 1887
lavar de MU Genro, & C.
^Caixeiro
Precisa-ee de um etuxeiro da 14 a 16 anno de
idade, que tenha a'guma pratica de molhados ; a
tratar na ra Vid I de Negreiros n. 23.
Precisa-Be de urna rua de h. a conducta pnja
casa de posea familia, que compre, saiba cosinbar
S durma em casa ; na ra do Marques de Olinda
n. 48, 5- andar.

Jacli tito lisiarte de Ollvelra
Manoel de Uiivi ira Amori'q, Lsuria,,o Jos de
Oliveira (ausenta), Au,- lio Jos Santos Coimbra e
sua inuiher Maria de Oliveira Coimbra e aeus ti-
lhcs, ugradeeem s p bjob que se dignarara d.'
acompi.uhar ao a miterio de Santo Amaro o n.s-
Us moitMB de mu ira a cunhado e tio, Jacii.rh i
Duarte de Oliycia, o de novo couvidam acs seu*
paremos e amigoj. e do finado, para aasisnrein s
m68as dj stimo dia, que por loa ulma mandara
celebrar na igreja da ven r- vel ordcui tirceiii de
S. Franciso, na Lrca-feir.i '24 do cmate, s 8
horas da manba ; e por esee acto de caridade c
religiSo, desde j se confe3sam gratos.
t
Dr. Sympbroolo Cesar Coutinbo
O tenente coronel Antonio Aureliano Lopes
Coutinho. Dr. Ermirio Coutinho c 6eos irma s,
dolorrsameote sorprendidos pela infausta noticia
do fallecimento de seu presadiaaiino filho, irm3o e
verdadeiro amigo, Dr. Symphronio Coutinho, na
coite do imperiu, rogim toe seua patentes e .imi-
gos o caridoso obsequio de asaistiiem as miss s
que, pelo eterno repouso de sua alma, maudam
resar as matrizes da Boa-Vista desta cidide e de
N. S. da Conceieo de Nssarcth, 3 8 horas da
manba do dia 24 do corrate, stimo do s. ti pas-
Bamento.
Dr.
ii'iii'.i' vaMeon-
Drunond
Gaopar Uc
cellos
1" snniversario
Rosa Emilia da Fonseca Oliveira manda resar
urna missa por alma 3o sen sempre lembrado com-
padre Dr. Uaspnr de .Meuuz: 3 Vaseoncellns Dru-
mond. lo dia 21 do corrente, s 8 horas da ma.
nh3, no convento do Car no desta cidide, an-
r.iveraario de seu fallecimento. para oque convida
es parentes do finado e os leus amigos a assisti-
rem a est acto de religio.
1 l^iliswt:
Aos 5:000^000
BILHETES GARANTIDOS
16-Ria m Catinga-16
Acham-se v?nda os s^us venturosos bi-
Ihetes garant los da 19 p!.rt da 5 loteria da
provincia qu ser t-xtrahida quando for
anoun-iad.
Presos
Um ictiro 3(5000
Um tertjo ItJOOO
Um poi?o de fiOOVJlosOpara
cim.i
Um inteiro 2$700
Um tei(o 900
Joaquim Pites da Silva.
Boi "negocia
O propntari'i da taverna na Mg Liona, de-
fronte da tstacio dos bonds, obligado por moles-
tia, v'ndeou permuta por outra nesta cuide, a
mesma taverna ; a tmtar na mi'smu.
TRASPASSA-SE-
um importante estabeleeimento dn molhados no
melhor local que ha na fr> gurzin de Santo An-
tonio, boa armado, offerece todas as vantagens :
quem pretender, nk fabrica Tigre inform.
lueiii quer comprar
porcos?
No Pocj da Paneila ha grande qn- r.tid uJe dea-
tes animae*, diz-m pertencer ao fiscal u beus res-
pectivos guardas; quem quizer comprar algum,
prcture saber aii qnrm planta, que 03 encontrar
fazendo destruiciJes, ou euto uas calcadas da
matriz, ou nos terracos das casas onde dormem,
nao drve custar caro um destea biebinhos, porque
quem oa cria nao quem r.s sustenta, e sc-ndo,
como prohibido te'-os so't s, de suppor que
sejam ellfs do fiscai. ('niprnn.
hm a
A 1 "i < > 1 0 o aai
Vrnde-se o:.CCO de tarinl) 1 l ....
lti'O; n caos da Companhia P^ruainbucaaa n.
4, trspich Barbosa.
na raa
duziu.
Venae-se
de Hortas n. 17, copos finos a 35000 a
Criado
Prcci&a-se c um q w
su : a tratar .1 ra da Ma iro
zemou Coipo Saotj 11. I) _' .
: iui avt em ci-
I i), us 11. ."1 a: .11-
Tenenie-roronel tuNlrirliuo ile
Canlro S titulo
.Varia de Castro S B^rreto, seus filhis, n -ras,
ge iros o netos, couviditn aos s.us prenles e
amigos do seu finado esposo, pai, sogro e av, o
teneut :-coronel Austriclino de Castro S Barreta,
para aasistireuj urna missa que mandam resal pelo
ileseincj de sua alma m dia 24 lo corrent?, ter-
ca feira, ua igr.ja do convento de N. S. do Car-
ino, s 8 horas da manha, trigsimo dia de a< u
passi.mento, e desde j nntecip.m teas agradeci-
mentrs.
ma paivi msn
No !a.-o do Corpj Santo n. V.) 2" a '.-.r preci-
sa-se de umii b. a cosinheira que lu :n < 1
do ao nor.to
a bella alvura vapo-
roso que .'ez a reputacSo
das Bellezas da AntiauidaCe.
PAMAF2EU A Cta
Pars, ra Rochechoutrt, 70.
i Oepo-irios-mfecnan.fiuco : FraCM. JaS:^t^A *C".A

PASTILHAS
De AN6ELIM & MENTRUZ
AVISOS DIVERSOS
ProfeMNont Urna profesora hbil -
tada se prope a ensinar im casa particular nesta
cidade on rrabaldis, portugus, aritbmetiea c
todos os pontos de agulha e outras f rendas ; nes-
ta typographia se dir.
Aluga-se casas a 8*0,0 no boceo dos Ge
thos, junto de t- one.i'lo : tratar ou ra d
Imperatris n. 56.
Na l'assageui da Magdalroa, entrada pata
o Remedio, slutra se pelo temD'' que se conven
ciouar, um sitio cem boa casa, maitas fructeiras,
viveiro, baixa de capim, etc. : a tratar na ra do
Imperador a. 14, 1* andar.
Precisa-se alugar urna casa prende prxima
da cidade com commodos para hotel, sendo prefe-
rida na ma do Paysand' (Chora Meninos). Para
inforroacoes ra do Imperador n. 26.
Peitora 1 de Cambar
(5)
PREQOS
as agencias : frasco 2/500, Ii2 duzia J3i t
dnsia 24*000.
Ns sub agencias : frasco 2800, li2 duzia
15*000 e duzia 8/000.
Agentes e depositarios geraes em tidaapn
vincia Francisco M. da Silva & C, ra do
Mrquez de Olinda n. 23
'FriCi>l ni 'OS
i'luir acia eeulral
Ra do Imperador n. :is
Jos Francisco liitteucourt, antigo pbarmaceu
tico da pharmacia francesa ra do Barao da
Victoria a. 25, avias a seus amigos efreguizes,
que se a cha na pnatmacia cima, onde espera
continusr a merecer a confianca qun felizmente
depositaratn em seus trabalhos protessionaes.
Attencao
Grandes Pcch ir chas
Cszacos bordadi s finissimos para se-
nboras a 5500
Camisas bordadas para seuhoras a 45O0
Suias bordadas o que ha de bom a 4*500
Lans finas para vestidos modernas a 360 ris
0 covado na ra do D. que de l'.aiias n. 49.
Lojii do Triumpii"
Bastos & C.
s
SS
es
Si
>
sa
a
Camilla Uaiima de Parlas
Cmiuto Sergio de Farius c seus filh s mandam
celebrar miseas na igreja lo Paris?, s 7 horas
da mxnbl de 2 do corrente, Io snnivesario do
passaiii. nt) de SU.i p:es.da ispisa i r.i, Camilla
Mbxim. de Fhiias e logam a teus parentes e
amiirofl e earidow abseonia de Mpsstir a ellas.
Manoel le Almelda Hagaihes
io anniversm: o
Auna VarejSo Magniha.' tundo de mandar resar
urna missa por alma ti,' suu empre lembradj espe-
so, Manoel de Almeida Magalbaes, no dia 25 do
corr nte, a 7 '2 horas da nianh na matriz ^f.
Graja, 2 auniversario, convida aos seus parentes
e amigos para aeeistirem esse acto religioso, para
que se confrssa Heradefid.

"^fe^J
I
i O Vhr..oi'.',-, af.da Mae,bc..'AdMt
yrc.pri.lacle* curativa* dc Hypopios-
IphUoa no trataracnto da* tisn 9iilmonv,|
te>n a honra .!e participar aos
medicor, .'fe os ui ieda Hyp'pl: t,i\%uiu>.~,
recoDbaoUjoB c Howne^HtYt* por etts
sao os jue >repa: rcaceuix). !. ra Custigi.ont-, Par...
Oe Xaropes de Hyptphoaphitcs de
Sodn, (..'al c Ferro v:ndea-he em frasco?
Iquadraio U>., > c nonx lo V.' Oborchll!
*ao vlefro, ra assifiuatura ao envcJtorio >
Jna tira <\q papel encarnado ^ue cobre a roa c. i
i Cada f'aaoc verdadei o 1,-vs. alem 'eto a J
osare* i; fabrica da Vhaias-^a 0wana.t
Vammm-m m sstbc Pl*-m ta.
Dgenhr Dos Irmflcs
A crirpanhia do Rebenbe r-irenda a pirte
agricola do engenho D >us Ira.jr-, por praso de
seis ann s, sob as c mcoVs para essj fim esta-
belecida, e que os piettndeutcs pidem txaminar
r.esto escriptori).
As prepostas seii apie^eotndas tm carta fe-
ehfcda no dia 30 ao meio dia, o bertas na presen-
cades pretendentes, cm s. gui.la ao rece limCto
das mesmus.
Recife, 17 de Maio do 1887.
Jos Eustsqoi Perreira Jacobina,
Secretario.
i
Escola 'ciinomico-mii-
sical
Na trsvessa da ra das Flores n. 3, scha-sc
aberta urna aula de msica cem o titulo cima,
constando de rudimentos inu.-icaes e instrumentos
de qualquer nntureza ; trata se na mesma aula,
das 4 a da njite. T-mbc in no mesmo estabe-
Ircirnento CDsiai-fe a 1er, escrever e contar ; por-
tugus, laliin, francer, gecgmpliia eihttonca;
tratase s mesmas horas cima.
Criada
Precisa-te de urna criada que saiba engommar
e ensabear bem, dando fiador de sua conducto ; a
tratar na ra do Pro^resso n. 7, na riolcdade.
0 Remedio man effieat e K
SS Seguro que se tem descoberto ate 4
fr hoj* para axpe'lir ai ion trigas. >*
ROOIAYKOL FRERES
Fabrico de assucar
Apparelhoa Rconomi'.'-os p:>ra o coziraen-
ta e cura. Proprio para engenhos peque-
nos, simio ni odio em preco o ef-
feetlvo em peraeo.
Pode se a juntar aos engenhos exist'iites
do systema velho, melliorando muito a
quadade da assuesr e augmentando a
quantidade.
OPERA9O MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou engenboa centraes,
ma :liinis'iio nperfeicoaio, Bystcma moder-
no. Plantas completas ou machinisd:o
separado.
Espeirrnac8*a wini
Rrowns I*.
5-RUA DO COJIMERCIO-5
Di*. Gaspar de llruiumond
Gaspar de Dnnmond e Beus nina ,3 mandam
celebrar missas por alma de seu presado pai o
Dr. Gaspar da Drummond, na igreja do Carm,
s 8 horas da manha dj dia 24 d> corrente, l."
anniversario du passameno; n para as*istil-as sao
convidados os par>'iit"R e amii: s '!' finado.
Asina da ConrelcSo isumcn le
(anajlio
Jos Augusto Alvares de Carvallio e aeus filhos
menores, anda mal despertados do tcrrivel cho-
que que os subrocrgio na mais profunda dor, rou-
baudj-lhs tao nopiihdumente n pieciosa exis-
tencia de ua ca :.hosa esposa e mili, \eem por
este meio dar publico t> strmunho de sua gratido
a todo3 ts am'gos e parentes que ucotnpacharam
os restos mortaes da finada ao lugar de sen re-
pouso, epedr-lhs tambem qne ss dignem assistir
as missaa do stimo ili^, qui^ se icalisi.m na igreja
matriz de Sai.to Antonio, 110 da 25 do corrente,
as 8 h-iras da manha.
Uanoel Tava/i-s de Iquino
Gercino Tavarcs d.' Aquino e sua irm Maria
Fe^iriHina, couvidam a seus parentes e amigos e
aos de seu fallecida pai, VUuorl Tav^.res du Aqui-
no, para ouvirera urna musa que mandam resar
pela alma do mesmo, na matiiz da Boa-Vista, s
7 horas da maiibii d 1 ma ;4 versario de S'- :i .-;-H1.C-.'.-i, > :o que se confessa-
rao eternamente aerad, eidop.
Tenenle-roronel ustririino de
Ci slro de Wa Brrelo
Ernesto Arcelino de Barros Franco, Marcionilla
de Castro S Barreto e Marcionillo de Barros
l'crnau.'o Thomas ta Silva
Antonio Tbomaz da Silva Jnior, tendo rtce-
bido a infausta noticia da inerte de sen presado
irmao Fernando Thomaz da Silva, na povoaco de
Bebcdouro, pede a todos os sous amigos e conhe-
cid s, assim como do finado,& assistircm as missas
Franco convidara a seus p trentes e amigos ao que por sua tencio manila resar na igreja dj Di-
caridoso obsequio de assistirem na matriz da Boa- vino Espirito Santo, no dia 2h do ejrrente, s 7
vista nma missa no trigsimo dia do fallecimento horas da manha, triges'ino de spu pnssamento ;
de seu cunhado, irmo e ti", o teoente-coro;:el pelo que antecipa sua eterna gratidu a tados OS
Austricliuo de Castro de S Barrer 1, s 8 horas qo compatecerem a este acto de religiSo e cari-
do da 24 do corrente. dade.
a
Caixeiro
Na 10a da Palma n. 87, precisa-se de um cai-
xeiro com pratica de molhados e que d fiador
sua conducta.
DE FIL.L.IOL Di FILi.lOt
ai8TANTANEAl.ini barba, j ROSADA un d>r iMcabaU
#4 obi ^:dro. lem preparante branco*
m li.ij-n. i ana Cor prlmlUvb
lH>tigeril tn Parla' X'XX.z.IOZ,, 47, na nrirro, Tltt
% etmooib^ca ; FBAM-* M. Aa SUV* nO
Tonturas de cabfja ou encha-
Ese terrivel sefliimm'o curase fazendo-ee
uso diariamente, ao deitar-e, de urna a duas p-
talas anti disppticas e reguladoras do i< ntre,
prepuredas por
Bai-inotonieu A ('. Sueceores
34 Kua larga d > K.-.-ai :'o 34
Ptrnaubnco
Priso do vcnlrc
A cura desea molestia que tanfs incommodos
causa, b'em-se tiit' a m; l-smene tomando-se
por algumas noites urna cu duas pillas andi-dis-
pepticbs e reguladoras do v. ntrp, preparadas por
Barliiolomeu *& c. Macrerores
34Kua larga do K saric34
Pen ambuce.
MfjatTI
0MIS,_
administraqAo :
PAR?, 8,Bonlevard Montmartre, PARIZ
FASTILHAS DIGESTIVAS fabrlcada en.
Vichy com os Saes extrahidos dasFontes. SSo
de gosto agrada vel e a ;a arco ra con-1
tra a Azta e as Digestoes dif/lceii.
I SaES DE VICHY PASA BaNHOS. Um rolo para um Lanho, para as pessoas que nao poden Ir a Vaco.
Para evitar as tmitaedet exigir em todos os productos a
XVXARCA. X>A. COIWP. DE VICHY
aa Pltalurto cima arho-a m casas i HARISMErjY LABIIXE, I, ua a COI
SULZER A KOECH' Sl.35. raa da Cnu.
sTsVsaBHHsflnrsVMni
M^IVa^>#a>>V>^|V^a^^^^A^^VSrVV<^>>^A^VVVV^aa^^A^^^^
Vende-se em toda a oarts
VINHO MARIAHI
DE COCA DO PER
O vinho mabiaki que fol experimentado nos hospitaes de Parlz,
proscripto diariamente com xito para combater a Anemia, Calorse,
X>!jestes ms, Molestias das vlaa respiratorias c Eolraquecl-
mento do orgao vocal.
Om Medico* reoommendam-no ds Pctaoai fi-acas e delicada*, exhausta pela mcUttia.
ao Vel/ros e Criaiicn?.
E' o Reparador dai Perturba?en dtgesUvaa
o POBTIPICANTB por EXCBLI.ENOZA
O VINHO MARIANI BE ENCONTHA EM CASA DE
Ss,-. MAUAHI, Pb"Parlz, 41,teulerard HtnsfQan; New-Tork, 19,lut,>(*,S'rsst
Em Pernambuco : Francisco WL da silva V C".
>^^|^^>^V^^*^s>AA^^^>\V>>^^^*>^>^VVV>^/^aVr]
PH0SPHAT0 de CAL CEUTI10S0
fie E. LEE0Y, Puaraaceco de f Ciasse, 2, raa DaDoon, pars
OSTEOGKXEO jara o DsHSTolTsut a seaticu iu Wuieai, cutis s lukitime i stoUi *
Becommendsmos este Xarope a,s Mdicos e aos Doenles. de um ^'^o^SeatSci
. laco fcil e mil vezes superior a todos os xaropesde lacto-riosplialo ln*^ados Dtia eapec-
lacio. Todoso?ao ^a^^^oP^aj, Ca. .KS^-^
VINHO PHll^PHTAnO DE LEROV Reparador por excellencia
Depositarios em Pemambueo : FBAN' M. da SILVA e c ._


I jMB 1


iario de Pcrna
rnaiubuco-
- Domingo 22 de Maio de 1887
-
:




na Coronel Suasaua o. 141, quarto.
TraU-se na roa do awawfeio o. 5, 1 andar
eriptorio de Silva QuimarSe & C."__________
4lu!?a-se
a leja d. 24 da ra da Impearii por 30J, com
eemmodoa para familia e oficina: a tratar na ra
do Coroenl SuoBsaaa n. 204. ^^^
&V5
|Ahip -se
cata ne Torre ra do Hospicio .
tratar na mesma rna n. 81. ________
70; a
Precita ee de urna un* na fbrica Ph.-Dix i roa
de Joo do Reg n. 15 ; a tratar na fagina. ___
Ama
Precia-se de urna ama para o aervico de urna
casa de ponca fraila ; na ra Nora n. 14, se-
gundo andar. ___________^_____
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de peqaena
familia ; a tratar na roa de Paysaodu n. 19, Pas-
sagem da, Magdalena.
Ama
Advocado
O bacharel Antonio R.beiro de Albuquerque
Maranhao tem sua banca de advocee na prac
do Pedro 2 n. 7o, no niesmo escriptor.o do Ur.
Maooel Nttto Baudeira.__________________
Manhiga Dglwa
Tem para vender em latas com meio Mecada
Hmaa7(0r8. Antcnio Duarte rna da Un.Jo
n. 64 e Arthur G^ncalvos Macaes, ra da Au-
rora n. 85, conrontndo-se com a estacSo de
Olinda. ^____
Preciss-se de urna ama para lavar e engommar;
na ruaPrimeiro desan. 16. _______
Ama
Boa casa
Aluga-se c sobrado n. 67 ru' do Barttaolomeu,
confronte a estacao de Ciruar, com bastantes
comrrodos e boa vista ; tratar na ra largado
Rosario n. 34, pharmatia.______________
Xarope de cambar., guaco e bal
sanio de Toli
reparado pelo pbarmac< utico Jos Francisco;
BitleuCjurt
E' uro pDderoso preparado para todas as aff-c- ,
cocs dos oreaos respiatorios, como catarrho pul-
monar, asthma, coqueluche, bronehite, pieumo-
dh tisiea. itCj, etc.
" Cada Irasco 1 000
Deposito na Pharmae'a Central, na do Impera- .
doru. 38 Piruamoucu.
Precisa-se de nma ama que cosinhe e engomte
para marido e nwlher sem filboi, e que durma em
casa : a tratar na ra da Conquista n. 29, ou ra
do Amorim n. 6.
Ama deleite
Preeisa-se de nma ama de leite com urgencia ;
a tratar na ra da S^ledade n. 14. ____________
Ama de leite
Preeisa-se de urna na ra de Hortas n. 118.
uiado
e um criado :
Precisa-se d
Paysand n. 19. Paesag- m
a atar na ra d
da Magdalena.
Piecisa-se de nm* cosinheira para casa de fa-
milia e qu sej de boa conducta ; na rna do Im-
rador n. 73, 3- andar.
i
Precisa-se r!c um inmno que tcDba pratica de
molliados ; no pateo de S. Pedro n. 10.
3*" Attenditc
Jos Samiu 1 Botelbo, o bem conl.eeido fabri-
cante de booqaeta par. easamentos eoutros acto,
e eapella mortHarras de pe.petna, tamo derla-
res notnraes c3<..o arlificiaee, effereoe-se ao res-
peitavel publico p-ra e.r procurado na ra Nova,
loja de miudewis n. 20, e i a na da Cadeia do
Recif.-, loj i de s:l!cro n. 43, promettendo todo o
asseio e pr >o ptido no scu trabalhe.
Aviso
Francisco Goncalves Netto embarca para o Rio
de Janeiro. Procuradores os Sre. Oear Falk^i-
sen e Jos Duarte da Silva Papsola. Recife, 20
de Maio do 1887.____________________________
Sementes e empalo
Compra-te na fabrica Apollo roa do Hospicio
numero 79.
Molestias Nervosas
Capsulas do Doutor Clin
Laureado da Fasuldade-di Medicina de Pars. Premio Uontyon
As Capsulas do Doutor CLIN ao Bromureto de Camphora empregao-se
as Molestias, as de Cerebro e contra as affeecoes segintes:
Asthma, Insomnia, Palpitares do Coracao, Epilepsia, Hallucinaco,
Tonteiras, Hemicrania, Aeccoes das viaj urinarias et para calmar toda
especie de excitacao.
na Urna explicado detalliada aoompanha cada Fraseo.
Exigir as Verdadeiras Capsulas ao Bromureto de Camphora de CLIN & C'S
de PARS, que se encontrlo em casa dos Droguistas et Pharmaceuticos.
da

1U i
Achaiine expostos venda os bilheles
lotera das Alabas
asroevo 3PDj^^.a
Sorte grande
J5:Q0O*O0O
DIVIDIDOS EM DECIMOS
as casas da Fortuna, ra 1, de Margo
23.
Casa Feliz, pra^a da Independencia
ns. 37 e 39 e na ra larga do Rosario
n. 24 A.
O dia da extracto ser a 25.
n.
r
V
<*.
PIVER em
TLXxaioo Ixwetn tot
11'-
nm
fii-\
ac,
UGQOALFACE!
0 melhor dos Sabes de loucaor
<*,
'<*
Imitacet
lvltar as
Omootitos as principies Per*mmiarias. Pharve^.uu CabeLerairoe lia Aaaac***
- a^lS uunta De Or
|4>aP Elixir, P e Pasta dentifricios
RR. PP. BENEDICTINOS
da Abbadia de SOLAC (Cirunde)
DOM MAGUELONNE, Prior
3 MEDALHAS DE OTJEO
Brnielljs 1S80 Londres 18H
A* maia elevada* reeampeuaaa.
xo *ho I i# O WirrBOURSAUD
O uso quotidiano do Blixir
Sentifrldo Ah RU. PP. Be-
nedictino*, com doce de algu-
nas goitas com agua, prevom
e cura a carie dos denlo*, em-
hraiuccb,foi -talecendoe tor-|
naudo as gengivae pereita-l
meiite sadias.
< Prestamos um verdaileira
servico,as.--ignalando aof nossos
leltorcs este litigo i* ullllsslmo
ureiarado, o ntelhr curo-
tiro e o titileo prenervatlvo contra
Affeeee* *emtmi !>. >
Caftaaa tuooad em 1S07 ____
SS?8EGUINI-SSKI
Aoha-ie $m todas i boa Pirfumtrlat, Phsrmacltt
e Drottrltt.
as
Tricofero de Barry
Qarante-se qnefaz as
cer rasoer ocabelloaindjt
aoa mais calvos, cora a
tinhn e a caspa e remove
todas os impurezas do cas-
co a cabeca. Positiva-
mente impee o cabello
de cabir ou de embranqno-
rer, e infallivelmente o
airns espesso, macio, lus-
ti oso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original osada pelo inventor em
1829. 'o onico perfume no mon-
do qne tem a approvac&o oficial da
um Govemo. Tem duas vezes
raais fragrancia quequalqoer outra
c dora o dobro do tempo. E'm-.iito
mais rica, suave e deliciosa. E'
muito mais fina e delicada. E1
mais permanente e agradavel no
lenco. n.ras vezas mais refres-
cante no banho> e no cuarto do
doente. E' especifico contra a
frouxidao e debilidade. Cura as
dores de cnbe9a, os cansacos e os
deamaios.
arope fle Vida Je Reuter So.
alRBSDK U8I/-0 DBFOIS DET7aiIy-.
Cura positiva e radical de todas as formas de
acrofulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
AlfeccSes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas as do-
Kacaa do Bpngue, Figado, e Eins. Oarante-so
qne purifica, enriquece e vitalisa o Sango*
restaura e reno va o systema inteiro. a) -
Sabao Curativo de Reuter
Para o Banho, Toilette, Crian
Sas e para a cura das moles-
as da pelle de todas as especias
em todos os periodos.
Appro^ id u ;.rii.'l.,a ;. insp
ria geral I ygi une Ri Janeiro.
Deposito mx i>-.:. ilju.i -.a de
Franciscu -I ooe! da Silva & C.
Toiiic de niulaiiiba
Comporto com quina e gljce
com juina
rina
CONTRA AS CASPAS
22 = Rna Larga do Rosario >
22
YENDAS
TaniaHcos do porto
para homem e s^uhira. o que se pode desi-jarde
mais aperfeir;oado.
Sementes muito novas
de hortalizas e ft)res
Sel tai
Amores perteitos
Pocas Mondes & C.
Ruu estieita ;!o Rosario n. 9, juuto a igreja
IJvramcnto & C.
vendem cimento port'and, marca Rcbins, de Ia
qualidade ; uo caes do Apollo u. 45.
Vende-se na ph i ir.sici.
Bario da Victoria a. 43.
d Dr. Sabini?, ra do
Cofres de fe ro
Carlos Sinden re-
cebe, em eonsigna-
c,o, cofres de ferro
prova de fog*o. Assini
como cha preto de su-
perior qualidade, e
vende por presos mais
barato que outro qual-
quer.
48- Ra fio BarSo da Yctora--48
Grande sortimento

Fogos f sortes
paraos festejos das noitcs de Sinto Antonio, 8.
Joo e S. Pedro.
Ultima mmh
Vende-t* por pn cus muito raaoiiveis e fat-ee
grande differenCH em porco.
i. i.ua ii Baro da Victoria
Loja do Souza
Receben EiposicSo
Rosario u. 38.
Central, ra larga do
Vende se
o bem afreguezado hotel, sito i truveesa do Arie-
nal de Guerra- d. 13, com pequeo capital ; a
tratar no mesmo.
Terreno
WHlPCV
RO)TAL BLEND im V1A<=,
Uete ezcelk uta )\1iiaky Eae^iasa <-
. cognac ou . j corpo.
Vende-se m rctaibo uos a. iiiures urmaem>
nolbadoa.
Pede BOYAL BLEND marca VIADO cajn,
lie e emblema bo registrados para todo o Brasil
BKOWNS. & C, agentes
Cabriolets
Vende-se dous cabriolte, sendo um deacoberu
e outro coberto, em perfeito estado, para um on
dous cavalloa; a tratar ra Duque de Caziat
4' A' Florida
Rna i>uqHc de Caxlas o. lOt
Chama-ce a attenco (".as Exmas. familias par
oe prucos seguintea :
Cintos a 1*000.
Luvas de pellica por 2*500.
Luvas de seda cor granada a 2, 2*500 e 3*
o par.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs n 5 a 400 ra. (
metro. .
Alburia de 1*500, 2*, 3*, at 8*.
Ramea de flores finas a 1*500.
Luras de Escossia pera menina, lisas e borda
das, a 800 e 1* o par.
Porta-setrato a 500 r., 1*, 1*500 e 2*.
.entes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Anquinhas de 2*, 2*500 e 3* urna.
Plisss de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 ra
Espartilho Boa Figura a 4*500.
dem La Figurina a 5*000.
Pentes para coc6 com inacripcio.
Enchovaes para batisados a 8, 9, e 12*000
1 eaiza de papel c 100 cnvelopes por 800 ri
Capella e veus para noivas
Suspensorios americanos a 2*500
La para bordar a 2800 a libra
Mo de pipel de cores a 200 ris
Estojos para crochet a .8000 rs
Bico de cores 2, 3, e 4 dedos
de largura a 3*000, 4*000 e 5*000 & peca
Lcques transparentes a 3*000
dem preto a 2*000
Lindos Brozes a 3*000 1*0U0 e 500 ris
Leques para menina a 200 ris.
Licha para machioa a 800 ris a dazn, (CBK)
Bordadm com doig dedos de largura 600 ris.
3 dedos 800 ris, 4 dedos 1*200.
Garrafa i'agua Florida 800 rs.
Leques com borlota a 800 rs.
Bicos branca pura s'tinta, cretona e chita pa-
ra correr babadoa a 1*000, a 1*503 a peca eom
10 varas, barato.!
Albirns de chagrero, veludo c vurbotina para
50 e 60 retratos a 6*, 7* e 8/000.
Meias de Esccsia para senhoras, a 500 o par.
Lencos de linhi em lindas calzas,
Bico dd3 libas muito fiu proprio para toalbas
e saias.
dem japonez proprio para alvaa e requets e
toalbas de altar.
dem braneos com 5 dedos de largura, a 3*000
a prca com 10 varas.
Caixas com sortea de jogo de mgica proprios
para salan, a 5*000.
Jabonetes de deversas qualidades.
Bolsas de courc para menina de eseola.
Oollarinho de linhoa 300 ris um.
Grande perhincha em espartlIhoM
de lilil a 3SOOO. nm.
BAHBOSA & SAONTS

A REVOLIIAO
0 48 a Ra Duque de Caxas
Tendo recebido directamente un completo sortimento de fzendas
que-vcndeni por presos que admiran
Lindas cachemiras bordadas a seda, a 700 rs., covado.
Linn com salpicos, fazenda muito larga, a 600 rs., covado.
Lita cora lislrinhas, noviiade, a 560 rs., covado.
Ditas cora quadrinhos, a 400 rs.,. corado.
Lindas alpacas de cores, a 320 rs., covado.
Ricas pegas de etamine, mo lernissimj, a 10^030, peca.
CiiinbraJa bordada, a 5^500 e 65500, pega.
Ricas guarni(3es da viludilho, brdalas a vedrilho, a 6.^500, ama.
Liados dama s, 320 rs., covado.
Gorgorinas de liatrinhaa, a 320 rs., covado.
Fust8*s de cores, a 320 e 400 rs cavado.
Dito branco, a 400, 440, 500 e 640 is., co/ado.
Linlios escocezes, v 200 e 240 rs., covado.
L58 escojezas, a 120 rs., covado.
Setinetas faas, a 320 rs., covado.
Veludilb.03, lisos e lavrados, a 1^000 e 1)5200, covado.
Ditos bordados a retroz de seia, a 1)5800, covado.
Cortes de cachemira para vestido, gosto escocez, a 20$000.
Toilets para baptisados, a 9^000 e 120000, um.
Renda do JapSo, novidade, a 200 rs., covado.
Cortes de fustSo para oollete, a 10000, um.
Camisas para senhora, a 3C0OOO e 480000, duzia.
Cortinados bordados, a 60500, 70000 e 90000, par.
Esparthos de couraga, finos, a 40000, 50000, 60000 o 70500,
Colchas de cores, a 20000, 40800, 50500 e 60000, urna.
Lencos de esguiHo, a 20000, 20400, 20800 e 40000, duzia.
Fichs de retroz cora palmas de sel, a 10000 e 10500, um.
Meias para senhora, a 30000, 40000, 50500, 60000 at 150000,
Ditas par* honnm, a 20400, 20^00, 30000, 40000, 50500 e 70000, dua.
Grande sortimento de rradapolSes e algodoes, brins de cores e braneos, case
miras pretas e de cores, ch"vote e muitos outros artigo* de phantasia.
SO M REV0LUA0
4 8S 0 A DUQUE DE C AIIA S4 8
Henrique da Silva Morera
.<;>.

um.
a duzia.

Lotera da-Provincia
N0VIUADES
Na loja das Lislras Azues
A' rna Duque de cavias u. i
Telephone 211
LEQUES TRANSPARENTES .Aza de Mos-
ca ultima mida, o que ha de maia lido a 2J0C0
2/S510 e 30()0.
LAS de quadriohos fazeuda escura lindas cores
a 3B0 rs.
SETINETAS de liatras e quadrinhos de coros
a 320 rs.%
FIISTAO branco a 360 e 400 rs.
CORTES de vestidos braneos faacuda de qua-
driuri h como organdy a 50OO.
CAMBRAIA de salpico e bordada a 800 rs., em
pee 6*000.
SETINETA japonexa lateada de lietras largas
com lidas cores a 400 rs.
MADAPOLO americano igual ao camiseiro a
6*000.
BRAMANTE de quatro larguras a 900 rs.
CHITAS Tinas percales cra seguras a 240 rs.
CRETONES frasese! ultima nividadc cores
seguras a 320 e 360 rs.
SARGEL1M francez qualquer cor a 240 ra.1
MERINOS entestados todas as cores a 800 rs.
RENDA hespanhola preta urna guarnico para
vestido a 3*000 e 4*000.
BICCO de eres e matizados a 4*500 a peca.
LUVAS de seda pretus e de tedas as cores a
2*0 t e. 2*500.
RENDA DA CHINA fazenda branca aberta a
200 ris.
CORTES r-E VESTIDOS BORDADOS cor de
reme com nritiz a 9*000.
LEQUES DE FANTAZIA de cores e para
meio luto a 500 ris.
BALEIAS PARA VESTIDOS melhor qualida
de a 300 ris a duzia.
E8PARTILHOS couraca a 4*C00, 5*000
6*000.
LENCOS braneos finos a 1*500 e 2*000 a du-
zia.
BORDADOS e entremetes tapados, tranparen-
tes, e de f ustao, todo o preco.
MEIAS para senhera, para homem e meninos,
todo o preyo.
FICHS de seda ccr de reme 8 pretos a
2*500. ., ,
MANTILHAS hespanholas ultima novidade a
4*000
E outras muitas fazendas novas que as Eimas.
Srs. poderao ver na loja ou mandar ver as amos-
tras que se dao sem penhor na-Loja das
IiiHtra* Asnea-de
Jos Augusto Oas
S'H' &rcv2:r2!fc iir.:c:ad v da que
dere ser extrahida a 4.a parte da lotera em
beneficio da itiatriz de Kamb. no consistorio
da igreja deNossa Senhora da Coneefo dos
Militares, onde se aeharo expostas as urnas
c as espheras arrumadas en? ordem numrica
apreciado do publico.
Vende-se um torreno confronte a estaco do
Principe, estrada de Jo5o de Batros, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundo3, e com alicerces
para 3 casas; tratar na rna d'Apolla'n. 30, pri-
eiro andar._____________________
(imcnio patente l'orttand, marre
llosln* 1.,-nrlon & Koriareeid
Keat
-Vendem Livramento C, no cae* do Apollo
numero 45.
Pian
Vende-se um bem piano ; a tratar na ra do
Vis onde de Inbaina, *ntiga ra do Rngel n. lt,
pHneir j andar.
Cocheira venda
Vende-se urna cocheira bem loealisada e afre-
guezada, ou admitte-se um socio que entre com
capital e qu< posea administral-a, faz-se qualquer
negocio as condivoes xpostas, em razao de o
dono precisar tarer umn viageai ; a tratar na ra
Duque de Cazias n. 47.
Vende-se
o deposito sito ra do Coronel
com pouecs fundos1
Suassuna n. 180,
PH0SPHATINA
Falires
AIIMENTAgiOA RACIONAL
Mes, Crirteos, Amas,
Conoalescentes.
Este alimento, de un sabor agradavel, precise
sobretudo :
Para as Mes, durante a gravidez;
Para as Crianzas, na occasio de desniamal-as;
Para as Velhos e Convalescentes.
A PHOSPHATIHA constitue o verdadeiro alimente
"das Crianijas alimentadas no seio ou na mamadeira. Nenhurna
Fcula, Conserva ou Pos ditos de alimentaco para a infancia,
pode competir-lhe.
E a administrado fcil do Phosphato de Calcmm, que fortifica as
Criancas durarte o eeu crescimento.
FA&XZ, 6, Ave&ue Victoria, 6, PARS
IHtesitirlM w Pc-nimbuco : FRAN- t da SILVA fc C".
0:0005000
Em beneficio da lestruccao Publica da provincia
Esta latera dividida em 5 partes
Extracto da Ia parle da .a lolera
Sabbado, 21 do corrente
Bilhetes venda na Casa Feliz pra Independencia ns. 36 e 37; Casa da Fortuna,
ra J. de Marpo n. 23; Roda da Fortuna, ra
Larga do Losario n. 36.

PEROLAS DO D" CLERTAN
Approvada* pela Acadeisiia de Medicina de Parto-
s
i
^
* PF.ROl^AS DE TKREB!r*ITIX ^ acalmam em alguns minutos as enxaquecas, as MAIS
VIOLENtIs DORf DETCABECA. e DOENC S DO FIGADO. Si a dose de trer ou quatro perolas
nao produzir eHecto dentro de alguns instantes intil sera
continuar. Cadra vidro contem irinta perolas. Para ter o pro-
ducto bem preparado e etticaz, convem exigir a assignatura do: j>
A8 PEROLAS DTTHER sao o remedio, por excelleneia, das pessiS
ervosas sujeitas as sufocares, caimbras destomago e aos desmatos. as quaes
dtvem ter sempre mo este precioso medicamento. Exigir a assignatura :
AS PEROLAS DE QUEWINA conteem cada urna dez centigrammas (dois graos) de sulfato de quinina JHITO.
Por ise efficac-a dellas certa nos casos de feblVB alera do que na causara repu-
gnancia, nem fasrio e engolem-ae fcilmente. As perolas de quinina conservam-se
Indefinitamente em eatragarem-ae. E indispensavel exigir a signatura:
t veade a varjo na mor arta daa Pharmaclaa.
19, rae Jacob, em Paria,

Fabeao> e atacado, Casa L. FEEBE

r
< II


1



de FcrBfimbocoDo
ASSEMBLEA GERAL
enado
SESSlO EM 8 1>E MAIO DE 18S7
PRESIDENCIA DO EXM. SE. MACHADO, 2-
VICE PRESIDENTE
Forqas de trra
O Sr. Ribero da Luz: -Vamos a esta
questao. ... i
O ministre da guerra demit'.io o coronel
Candido Jo. da Costo, do commanlo do
-lo r.^jiraeoto da artilhari, reraovondo o
para% i batalbao. estacioiisdo na cidade
deij:i:u, capital da provin :ia de Pa.
Disse o honrado senadorfoi ura a.-to
injusto e violi nto.
Um official p#de coraraan dar aui corpo
estacionado no lugar A o nlo ser o pro-
prio para commandar esto ou outro corpo
no lugar B. Podo um offieial ter commetti-
do fiUa qua o inhabiliten! de continuar no

commando de um reg monto ou baUlhlo o
poder continuar no coraraando da outro
corpo, en lugar diverso.
O S. Visconde de Pelotas d um aparte.
O Sr, Ribeiro da Luz : -Bem, vou em
poueas palavras dar a razio por quo re-
mov este official do coraroando do Io re-
giment de artilharia para o 4o hatalhlo
da mesma arma, na provincia do Para.
O digno coraman hnte das anuas de S.
Pedro do Su!, cojo espirito dissiplinador
njuguein pode contestar, dirigi me carta,
expondo o iucinveniente da continuar a
commaodar o Io regiment 'le art lbaria o
coronel Candido Jote da Costa, o por essa
occasila remotteu-me um artigo publicado
no jornal Federado, da cidade de Porto
Alegf.
VorHer ao se-iado o referido artigo (.e) :
o Revisti militar -Na uoilo do 3 deste
mez efectuou-*o, no theatro da soeiedade
Harmona GrJbrielenaiB, urna reunido dos
officiaes da gairniclo d S. Gabriel.
( Seguindo em resumo a descripglo que
fez da reunilo o nosso colega do Zig Z g,
eis o que nella se passou :
Tomou a presidencia o Sr. coronal
Candido Jos da Costa, tando a s :u lado
os Srs. major Dr Dantas, capitites Panto
j>e Julilo Tavares o tente Dr. Ildefon-
so, membros da commisslo exoeutiva no
meada na primeira reunilo, e tambara o
Sr. major Casifio Magno.
" O Sr. coronel C mdido Jos da Costa
expoz qual era o motivo da leuniao ; tra-
tou da moglo votida pelos militares da
corte e que deu origem retirada do mi-
ministro da gueira, Sr. Alfredo Chares,
que, como se sabe, chegou a exigir a pri-
sco daquelle general, o quo Ihe foi negado
pelo imperador, pilo que o referido minis
tro, sentindo so exautorado, pedio a d :-
missao. que Ihe foi concedida. Desde que
era dover dos militares adherirera aquella
moglo e apoiarem o procedimento que teve
na corte o general Deodoro o o dos offi-
ciaes quo o aeompanharara, mostrndose
solidarios com o que por elles foi feito;
que acabava de recebor coramuoieaglo da
capit urna moglo nesse sentido, a qual lho foi
rcmetida e estava sobre a mesa. E terroi-
nou pedindo que os Srs. officiaes presentes
se pronunciassem a respeito.
Travou-se entao larga discusslo, opi-
nando alguns officiaes que se adherisse s
mogSes apprev^das pelos militares da corte
o os desta capital, e outros, nlo concor-
dando com os termo em que ellas foram
redigidas, queriam quo sirnplesmeote se
dirgisse urna moglo ao general Deodoro
pela altitude que teve e continua a ter na
questao militar, sendo esta proposta apre-
sentada pelo Dr. Ildefonso de Moraes
Castro.
Usando da palavra o Sr. Dr. Dantas
disse :
Que nlo fazia questao dos termos
por que se devo manifestar a solidariedade
dos militares e o apoio ao general Deodoro,
que se collocou frente da questlo, sacri-
ficando tal vez o seu futuro militar. Que
a:ha que os militares devera se conservar
firmes no posto que ha mez?s foram cha-
mados a oceupar- Queacha que 03 offioiaes
da iort<*, dirigindo-ae ao hipcrador, nao
procederam legalmcntc, mas que precede-
rn! razoavelmente.
a Que o Imperador o nico poder real
neste Imperio.
t Para quem deveriam, p)is, appellar o
militares? Para o parlamento 'i Mas o par-
lamento j se manifestou as uuas casas e
o exercito-vio de que forma. Para o go
verno ? Mas o governo o ministerio que
apoiou o ministro da guerra na sua ridicu-
la pretencao de abster os bros do excre-
to. Para um novo partido que suba ao
poder ? Mas isso seria absurdo, porque
esse partido seria o continuador dos actos
praticados.
Nostas condicoes, s podiara appellar
para a dynamite ou para o Imperador
Qual a opinilo do exercito ? Nao 33be
qu 1 a opiniao do exercito a casa res-
peito, e por isso acba que os militares da
eorte fizeram bera em appellar para S. Ma-
gostado, quese quizer, pode tudo reme-
diar e, portanto, entende que elles proce-
deram razoavelmente.
c Submettida votaglo a proposta do
Sr. Dr. Ildefonso, foi por m*tioria r'jeita-
da..
Diga-me o Ilustre general poiia eu
conservar este cora mandante, que reuni
todos os cffieiaes sem ser para objecto de
servigo, sem ser para exceuglo de urna or-
dem do governo 7 Poda eu conservar .>
major ? Nao quero 1er ao Senado, mas
confio ao nobre senador a ordem do qae publieou o ex-commandante ao passar
o commando. -
O Sr. Vissonde Pelotas : Eu a conhe-
fO.
0,Sr. Ribciro da Luz : Estoa serto
^e V. Exc.', como general distincto que
do nos30 exercito, n3o pode arprovar o
procedimento do ex-commandante e do seu
imraediato. A aliuida ordem do lia p>r
si justifica o acto que pratiquei.
Confesso ao nobre senador por S. Pedro
do Rio Grande do Sul que, si eu, como mi-
nistro da guerra, nao estivease mettiio era
um circulo do ferro creado pela legisiajio,
uio removera, demitta do commando
S. Exo. sabe que temos tantos corpas
quantos sao "g coronis ; qua si um coro-
nel comraandando certo corpo mostra ia-
.^tidso, incapacidade, a nica providencia
tomar a reraojo para outro ; n2o se
ihe tira o ooaoiando. A accSo adminis-
trativa do ministro podo exercer-se desem-
birisadamente^m bom da dissipliua e eu-
boriiuaeX<^"quan.lo ejt sujeito a esto cir-
culo da ferro ? Eu- para o caso fiz o que a
loi permittia. NSo recorr a outros raeioa
ptr tard do que se trafava. Di s > o nobre sena-
dorcoaeastes uu offijial d infantaria
para-co.rfmandar interinamente o 1 regi-
ment de art lharia, o que foi un erro da
irregulari 1 -
Sr. presidente, jifoi nomo.iJo novocom-
mandanta para esse regiment. O official
a que H r>fer.o o nobre sonador fi>i no-
meado pelo commliniante di armas, at
que chegasso o no.neado pelo governo im-
perial. Couata-rae que official muito dis-
tincto e Jisciplial.
S. Exc. sabe quo tanda coucorrido
reuniao todos os officiaes do regiment ne-
nhum deveiia tomar o commando.
O Sr. Viscondo da Pelotas: Pois nao
estao estao reunidos no commando? Qual
a risao per quo nenhum delles poda co n
mandar i Estava n em raolujto ?
O Sr. Ribeiro da Luz: NSo estiva u ;
mas p-.lo facto de torera tomado parte na
jcuniao, nen'ium delles dovia comn^niar o
corpo.
E' o qua me emupre dizor en rasposta
ao honrado amador p la provincia do Rio
Grande do Sul.
O Sr. Vlrlato de Hedeiros : -
Sr. presidente, nao pretenda tomar pnt
nesta discu3sS> ; desejava deixal-a a car
go do membros importantes do Saudo, co-
mo o honrado sanador p la provincia do
Rio Grande, que se asha presente, o outro
nosso hnralo collega pela raesma provin-
cia, que nlo est na casa, afim de que f ;s-
sem os primeiros,-si nao os nicos a trata
rera da questao.
Infelizmente, porm, o segundo desses
uossos illustre3 collegas n3o est present',
a eu sou obrigido, por cumprimento de
promessa que Ihe fiz, a secundal-o cm tu
do que diz respeito a esto aasu opto.
Sr. presidente, a qusstao militar, pir
m^is que digam nao RX'atir, existe, e cada
vez raais forte. Ella funda-se simpl.'S
meata nisto : Ten ou uio os militares o
direito de se defender pela imprensa, quan-
do atacad s, st-ja por quera forera? Ahi
est a le das bis, q'n a Constituicao,
que d-lhea 0880 direito, sujoitanio-os s
consaquencias, quando, pdo seu acto, fo-
rera feridas outraa leis.
Pergunto ainia : Pode essa discusso,
que permittida pela Constituigao, ter lu
gar era todos os sentidos? Nlo, senhorea ;
n3o poda dar-se entra 3upariores, porque
isso prohib lo expressaramte por todas
as leis militares conhecilas, quer neste,
quer era outro3 p iizc3. E' inpossivel dis-
cutir entre militares, porque nao ha ne
nhura que nao seja superior a outre ; aia-
da que aasentem praga no raesrao dia o te-
nham a mes na idada, um superior a ou-
tro, pois basta para isso qua a praga saja
aberta em primiiro lugar. Assira pois, nao
possivel que na classe militar baja dous
boraena iguces era jerarsbia : ura infe-
rior e outro superior.
O que, pois, se de va dtarrainar o que
o bom senso est mostrando : prohibir-
se a discu8sao entre superiores e inferiores
da classe militar, porque na discussao, s
vezes, se ofende, o satra 3uparior e infe-
rior nao pode haver otfensa.
Mas, pergunto anda : Esta mesma dou-
trina da ve sor observada, quando so trata
da dscu882o entre ura militar e outro indi-
viduo que nao pertenco claase e o ata-
ca ? nao poder, nese caao, o militar of-
fendido defender so pela raprensa? Isto
simplesmente absurdo, porque se*oppSa di-
rectamente Ocmstituicao do Irapario.
Como, pois, houve ministro que dissesse
que o militar no psdia fazel-o, por quo a
isso sa oppuuham os decretos, quando na
sabemos que ha decre os que, como ojuiz
de paz da roga, revogara a ConstituigSo do
Imperio ? E, sin5o, vou lar urna disposi-
gSo quo parece incrivel tenba sahido da
Assernbla Geral o sido sanecionada pelo
poder moderador. R-firo-me ao art. 1*
o decreto a- 5354 de 3 de Margo de
1375.
Diz 09' i dsse -.rugo (l) :
Tolas ?.s faltas provistas no presento
ragularaento.
Ora, i o Senado que, por esta forma,
nSo' possivel qae un honen deixe de
rommetl r ftltaa. Porn oio para aqui,
e o qua s? :'^!- iinla i nais horroroso
< 2." Todas as faltas aqui nao previs-
tas, era elassieadas cono crimes as leis
psnaes militare'!, commettidaa contra os
preceitos da s ibordinag3o e regras do ser-
vgo estabeiacidas nos r^gulamentos espa-
ciaes e nis datermjuagSas da autoridade
superior competente.
Ora, aenhores, sujeitar o militar s leia
existentes e anda aquellas por tazer...
de m&is Que se puna o militar porque
nao curepre a le existente, v ; mas que
se puna porque .ieixou de curaprir leis que
estSo ainda na cica do ministro, in-
corapr-hensivol I Assi"1, o militar que for
miase fardado nao est conforme da
ciplina militar e vai preso.
O nobre ministro ondemnou a reuniSo
militar, mis nao a poda conderanar.
O Sr. Ribeiro da Luz :V. Exc. parte
de um principio falso : suppSe que o mi-
litar est as condigoee de outroa cidadaos,
quando elle te.n ordenanga diversa.
O Sr. VirLato da Medeiros : J disse
qua Elo'stava; mas V. Exc e alguns
outros ministros da Guerra entendem que
o militar ama massa sera vida, que pode
ser pisada.
\\0 Sr. Ribeiro da'Luz :-NSo ha tal
O Sr. Viriato de Medeiros:Mas V
Exe. v que, peio regularaento, o militar
est rajeito s leis existentes,e ainda s
que estao na cabega do ministro 1
O Sr. Ribeiro da Luz:Nao isso ; o
ministro nSo a nica autoridade que jul-
O Sr. Viriato do Medairoa : Isto cou-
sa que cenhura homom pode supportar ; e
se neste paiz houvasec militares que so su-
jeitasse n a um reglamento desta ordem,
eu diria que eram indignos de fazer parte
do exercito brasil c-iro !
E nem allegue V Ex;., como defe8a,
o racto de nao s ter at agora fallado
contra isto. O que c qua pode fazer o
militar ? Elle uio lycsra decreta as leis ;
a cmara ger^i; o governo expede os
decretos que quer ; mas quando vem a ex-
ecugao, entao quo vem a repulsa, e bera
fundada, porque queriam fazer cousas que
erara contra a digudade do homem.
Nao tfondemnemoB, portanto, os milita-

elles nesta questao l n razo, e razSo
da tobra ; quom andou mal foi o governo
Vamos ver os outros pontos.
V. Ex:., fall indo do illustre tenante
coronel Mi lureira, de quem me honro de
ser amig, dissa qua esse militar pediu por
du'aa vezes con3elho de guerra, isto porque
foi punido diseiplinarraenta Nao sei si o
pediu duas vezes ; de urna aei, que fui a
gora ; raaj nao sd s tambara o p8diu quan
do o nobre senador pelo Maraahlo era mi-
nistro da Gu'rra.
O Sr. Fraooo do S : -Nao pedia.
O Sr. Viriato de Modciroa : Nao pe-
diu entSo, uas pediu agora, e fez muito
bem.
O tenante coronel Miiurein pediu con
seibo de guerra para que ? O tenenta co-
ronel Ma luruira, tratando se de urna ques
til > pela qual tora accu3ado, foi iiupron-
sa e nao offmdcu absolutamente a nin
guem. Dizia olla : Eu nunca fui indisci-
plinado, nunca desrespeitoi o meu superior,
o Sr. ajudanto general do exarcito ; o que
fiz f;i no aceitar urna ordem de ura aju
danta do mes rao ajudante-general.
O teneote- coronel Ma lureira procrou
e npregar ura meio que em toda parta
emprega !o por todos os militaros : supp5a
que o ministro fez urna injustiga e quer
raostrar-lhe qua nao errou nem procrou
fazer couaa algnraa que fossa contra o ac
to de seu superior ; por isso pediu conse-
lho da guerra.
O Sr. Ribeiro da Luz: -Por falta dis-
ciplinar ?
O Sr. Viriato de Medeiros: Entilo
qutes eo as penas quo o nobre Ministro
cnteade que podera ser infringidas ao mi
litar) aom que eita poasa recorrer pira o.
conselho Ja .guerra ?
E' preciso por os pontos nos ii e deixar-
mos e3ta aYguraontagJo pela rama.
O Sr. Ribeiro da Luz: Ha transgreB-
socs o delietos que s3o pun:dos disciplinar
mente.
O Sr. Viriato de Medeiros : V. Exc
quo anda serapre com esta regularaento em
maos, de ve saber qua o ministro nao pode
reprehenler publicamente ura official, nem
ura superior o inferior ; s o pode fazer na
roda de seua iguaes ou de seus superiores.
Mas o que t n feito os nobres minis-
tros ? Trn miniado esaes avisos para a
imprensa, como qua dizenio: Veja,u este
official quo nSo mereca nada. Assim o pro-
curara matar moralmente.
O Sr. Franco da S d un aparte.
O Sr. Viriato de Medeiros : NSo quero
tornar a queatJlo passoal; mas pago per-
mis 3o p^ra fazer a seguinte observigilo :
Sera duvida V. Exc, ainda que repro-
ben lesse em ordera do dia, nSo tornara
e3sa reprebenso publica : deixal-a-hia fi-
car na ordem do dia.
O Sr. Franco de S : As ordena do dia
sao publicadas.
O Sr. Viriato de Meloro3 : -S para o
exercito. Eu, no caso do nobre ministro,
t'.ria isso reservadamente. Mas o que f -z
o ajuianta general? Consiiero-o muito
distincto, e raconbeco que tera prestado
muitos servigos ; mas ura horaera de 87
aoooa, e j nlo serve para aquello cargo,
quo nao abandona por causa de uus mogos
que sao muito dignos, ma3 que tra ciurae
de seua auperores.
Um Sr. Ssnador : -E' um homem mui-
to distincto. .
O Sr. Viriato de Medeiros : E' muito
diatncto, raaa o raelhor quo pole fazar
pedir a sua deraisslo; muito notavel pa-
BJBJ
flaiaM
SHH^HIBJBIH

5*
O Sr.iRibciro da Luz:E ns Ordenar.
qasJ
O Sr. Vtrato da Medeiros : Dizem a
mearaa couaa ; officiaes por B s r2o cons-
tituera forga armada. Offioiaes de todas
as elasaes e maia toldados, isto que cons
ttue forga armada. E' prcoiso nao con-
fundir.
O Sr. Ribaro da Luz: V. Exc.
foi -militar ?
O Sr. Viriato de Medeiros : J
O Sr Ribr-iro da Luz: Entao foi in-
surbordinado (Riso.)
O Sr. Viriato do Medeiros : Nunca
fui inaurbordinado. Voja corao injuato
.linda cora quera nao maia militar Si
eu fo3se ainda militar, V. Exc. era capaz
de mandar-me fuzilar (Riso.)
O Sr. R beiro da Luz : E' quo n'a-
qiielle tempe V. Exc. nSo tinha esaas
idis.
O Sr. Viriato de Medeiros : -Techo o
habito de Aviz, quo vala p r attestado do
boa conducta como c.pido durante 20
annos, e estou certo de que inuita gente
los seus servigos, ura hmam debam;
mis j eat muito velbo; tera o defeito da
velhice, quo peior de to-da a raoieslraa,
- e fallo por mira.
J ae v quo sobre este ponto a falta
de outrem, e sinto dizel-o, porqu* retiro
mo a ura horaara distincto, ao Sr. Alfroio
Chavea, de quera sou, n5o digo amigo, mas
camarada. Parece que, corao fui militar e
elle ministro da guerra, ainda sou seu ca-
marada.
Ora, o militar quo, vendo so offmdiio
em seus direitos, padia ura conselho de
guerra, nlo poda o nobra ex ministro dei-
xtr de lb'o con;oder, a no querer insistir
no erro, proseguir no rau carainho. O no-
bre ex-ministro, qua conheco perfetaraen-
ts o pundonor militar, no podia deixar de
noraear esse conselho, porque o militar nlo
ia censurar o ministro, mas mostrar que
nao pr^ticara a falta qua Ihe era attribui-
da. Mas o que fizeram os directores do
ministro da guerra? Nao deram resposta
alguma; do sorte que o tenente coronel Ma-
dureira nlo sabe o que fazer. Pediu con-
selho de guerra, e nao lh'o deram. Ao me-
nos, o nobre ministro podia dizer : Nao
caso de conselho de guerra. Di to se de-
prthenderia que o militar nSo tinha com-
raettido falta em cuja apreciagao o conseibo
de guerra tiveasse do entrar. J era um des-
pacho ; o o nobre ministro nlo podia de-
centemente negar Ihe isso.
Agora vamos a outro ponto que ton le-
vantado um celeuma enormereunido de
militares.
Senhorea, ha tantas hypotheaea em que
a prehibicao Bimplesmente risivel, em
que nao se pode tratar do assurapto cora
seriedade I
Vou presentar um caso. Ha urna re-
vista a que os officiaes comparecom farda-
dos e de espada cinta, promptos para
brigar ; mas sahera dalli cinco, seis, oito,
dez, e entra era ura botequira para tomar
caf; cis aqui urna rauniao militar 1 Deve
ser punida I
At trouxerara (isto incrivel 1) para
justificar a prohibigao das reuni*es milita-
res, um celebre alvar, que tive a pachor
ra de copiar, mas que nSo tenho aqui ago-
ra; hei de trazel o em outra occasiao. Es-
so celebre alvar um em que El-Rei de
Portugal manda va prohibir a reunido de
mais de tres pessoas qua tivea8em praga em
sen exercito, porque eram ladiSes que es-
tavam na tronteira de Portugal e ^ Hespa-
nha a fazerem contrabandos, a ajudarem
roubos !
Eis a magnifica applioagao que quize-
ram f.zer oa ministros da guerra. I
Prohibir a renni2o de militaros. por-
que ? Qual a le, meamo militar, que pro-
hibe isto ? S. Exo. nao capaz de moa-
trar ; o regulamento diaciplinar nao pro-
hibe esaas reuniSea. Como pois, que se
quer fazer ura crime aos militares que se
reunem ?
O Sr. Ribeiro da Luz : E a Coneti-
tuigao ?
O Sr. Viriato de Medeiroa : -A Cona-
tituiclo dizforqm armada e forga arma-
da nao a reunido de 10 oa 15 officiaes.
Pedio
nlo cap;iz de apresentar attestado seme-
Iharato.
O Sr. Ribeiro da Luz: E' bom attes-
tado. Honra muito a V. Exc.
O Sr. Viriato do Medeiros : Houve
serapre da rainha parte a nnior subirdina-
glo, ma3 nao subordinacSo miseravel, co-
mo entendem aquelles que querem fazer
dos militares apenas mas;a inerte para pi
sal-a, apenas instrumento para tuas pai-
xrjes. Assim eu nunca seria militar; e,
como eu notava a tendencia qua para isso
havia da parte da certas autoridades supe-
riores, nlo houve meio do continuar, por-
que felizmente nlo tenho inuita propenslo
p*ra tal subordinaglo.
Faltc-mo tomar em consideraglo o qua
V. Exc. disse a respeito do Sr. Cunha
Mattos.
Este brioso militar foi atcalo de modo
qua nlo sei si pos30. dizer brutal por um
Sr. deputado que nlo tenho a honra de
conhecer.
O Sr. Ribeiro da Luz : Nunca appro-
vei iaso.
O Sr. Viriato de Medeiros : Pois en
to sejsra lgicos ; quera nlo npprova eaae
procedimento do deputrdo deve declarar
inmediatamente : i O Sr. deputado nlo
diz a verdado, o senhor taita a seua devo
res do homem de bem. Mas o quo acon-
teceu ? O miniatro disae ao official: V
para a cadeia.
O Sr. Ribeiro da Luz : O aviso do
Sr. Candido da Oliveira acabou com toia
o qualquer discusslo pela imprensa.
O Sr. Visconde de Pe itas : Referin-
do-se ao aviso do Sr. Reg Barros.
O Sr. Ribeiro da Luz : Estabeleceu
a censura previa.
O Sr. Dantas: Nlo ha tal, e pro
oiso saber o motivo porque foi expedido o
aviso.
O Sr. Ribeiro da Luz : Prohibir qua
militares discutissam com paisanos ?
O Sr. Dantas : Nlo, senhor ; appro-
var um acto do ajudante general relativo a
militares entre si.
O Sr. Viriato de Medeiros : Mas
quando o Sr. coronel Cunha Mattos foi ata-
cado d'aquella raancira atroz, ferindo se
o illustre official em tudo quanto pode ha-
ver de mais melindroso no pundonor de um
militar, o entlo Sr. ministro da guerra nao
lavrou nenhum protesto.
O Sr. Ribeiro da Luz : Podio a pala-
vra para fazel-o.
O Sr. Viriato de Medeiros : Podia ter
pedido a palavra para aecusar.
O Sr. Ribeiro da Lnz : Nao,, smhor.
O Sr. Viriato dp Medeiros: Quera o
diz? Diz V. Ba>. agora ; roas elle de-
vera ter decUupdo, na mearaa occasiao,
pelo menos estas palavraa ; Nlo apoia
do ; o Sr. deputado nlo tera razio,
a palavra para que ?
O Sr. Ribeiro da Luz : Era para esse
fim.
O Sr. Viriato de Medeiros :
o diz e eu o creio
O Sr. Ribeiro da Luz : Elle o disso
o anno pasaado, aqui e na outra Cmara.
O Sr. Viriato de Medeiros : --E' nego-
cio post factutn.
O Sr. Visconde de Pelotas: Elle disse
que era para defender ?
O Sr. "Ribeiro da Luz : Elle o disse.
O Sr. Luiz Feiippe : O facto qu
nlo houve palavra em defeza.
O Sr. Ribeiro da Luz: Desde que
elle tinha approvado a commi3slo.. .
O Sr. Viriato de Medeiros : As inju
rias langadas sobre o coronel Cunha Mat
tos foram taes que, se nlo se defendesse
como o fez, eu que me honro com aua ami
sade, nlo quereria que elle ma tocasse com
um dedo.
O Sr. Visconde de Pelotas: Sera
pr-'ciso dispir-lhe a farda.
O Sr. Viri to de Medeiros :'- A mesma
eousa se pode dizer d'aquelles que tm sof-
frdo dos proprios ministros.
Senhores, nlo nos devemos esquecer
(estou dizendo isto aos mestres) que nao
a forga que d o direito, mas a forga que
o sustenta; sem a forga nlo vale o direito ;
e, sendo assim, para que desmoralizar essa
forga, que nos diaa maia apertadoa dos go-
vernos, e especialmente do nosso governo
monarchico representativo, a nica de
todas as garantas ? Nlo desmoralizamos
o exercito, que salva-guarda das institui-
gres e o sustentculo dos interesses reaes
do paiz. .
O Sr. Lelo Velloso : As nossas ins
titui'cSes nlo so apoiam s na forga : quem
aa sustenta a opinilo nacional.
O Sr. Viriato de Medeiros : Sem du-
vida, n3 somos legialadorea e fazemoa a
le; mas quem d effectividade applica-
5I0 da lei a forga...
O Sr. LeJo Velloso : Mas aa inatitui-
g3e8 nlo eatlo mera da forga. (Apoia-
dos.)
O Sr. Viriato de Medeiroa : -Nlo digo
isto ; o que digo qua nlo ao deve desaso
raliaar o exercito, que um dos grandes
sustentculos das instituigSes ; e do modo
por que se procedeu parece que querem
kzer delle um exercito de eacravos.
O Sr. Visconde de Pelotas:-Apoiado.
O Sr. Viriato de Medeiros :-Isto o
que nlo quero ; quero que se respeite na
forga ama das garantas das nossas insti-
tuigSes.
O Sr. Lelo Velloso : -Foi creada para
1880.
O Sr. Viriato de Medeiros : Foi crea-
da para isso ; maB, em vista doa actos pra-
ticados pelo governo, parece que este a
quer deamoralUar, governar com capri-
cho, e uti governo que se preza nlo faz
tal.
O Sr. Ribeiro da Luz : Nlo tim havi-
do capricho.
O Sr. Viriato de Medeiros : -Tera pro-
cedido caprichosamente.
Q Sr. L'lo Velloso:A questlo ver
si verdadeira a doutrina, e appliquera-
na.
O Sr. Viriato de Medeiros : E' o que
gua estou dizendo ; mas declaro com toda
franqueza ao honrado ministro que o que
so tem feito nlo proprio de governo,
Sr- presidente, vou findar, porque estou
cansado e nlo trouxe as notas que para
esta discusslo tinha toreado.
Muito poderla a>nda dwer sobre os acto,
do governo nesta queBtlo; por exeroplo,
sobra o cmselho da guerra.
O nobre ministro po'eiia, doferindo o
requer monto em qua um dos officiaes pe-
dio conselho de guaira, aproveitar o cnsa-
jo para ver ao elle tinha oomraettida um
crime, ou sa devia 'rancar-lhe as notas.
O Sr. Ribeiro da Luz: Ainda nao tive
requerimento.
O Sr. Viriato de Medeiros : -Mas V.
Exc. nlo teve os dirigidos ao seu anteces-
sor, que nlo os despachou ?
O Sr. Ribeiro da Luz : Esses tiveram
despacho.
O Sr. Viriato de Medeiros : -Nlo o ti-
veram.
O Sr. Luiz Feiippe : Devem estar na
secretaria.
O Sr. Viriato de M-deiros : Qual foi
o despacho do njbre ex ministro da guer-
ra ? Foi mandal es archivar.
O Sr. Sr. Ribeiro da Luz:--E' ura dos
meios qua o ministro tem para indeerir.
O Sr. Viriato de Medeiros :Mas isto
nlo soluglo.
O Sr. Ribeiro da Luz:Faga elle um
outro requerimento, quo immediatamente
ihe dar.i despacho.
O Sr. Viriato do Medeiros:V. Exc.
nlo aproveitou o ensejo ; o por isto que
digo que quer governar com capricho ; nlo
o faga ; nlo vai bera com tdprocedi-nento.
Isto parece brincadeira e nlo arto de go-
verno, repito...
O Sr. Riboiro da Luz : -Nlo quero tal.
O Sr. Viriato de Medeiros : ... e
por isto que, com actos assim desngrada-
veis para aquelles que nlo fazem o direi-
to, mas que o sustentara, o governo os
desmoralisa. A opinilo vale muito, mas
ephemera e muitas vezes levada por
meia dnzia de atrabiliarios. A forga por-
tanto, urna das garantios das instituigoes,
principalmente nos tempos de anarchia em
que se ; cha o paiz.
Proceda dest'arta o nobra ministro, o
ensejo para que este official, respondendo
a ura conselho de gu rra possa trancar as
notas, to desagradaveis como injustas,
lcngadas em urna fe de officio, e ndubita-
velmente ha de S. Exc. ver como desip-
parscer a todo o conflicto.
Tenho concluido.
O Sr. Franeo de S diz 'que o
nobre senador pela provincia do Rio de
Janeiro j intrpellou o nobre presidente
do conselho sobre os motivos que determi-
naran! a sanida do nobre ex-mnistro da
guerra, o Sr. conaelheiro Alfredo Ch vea.
O honrado presidente do con-elho julgou
inopport na l occasilo e indicou o presen-
te debate cono o ma3 adequado para taes
explicagSes. Nlo podo, portante, a oppo-
9S.. deixar que ae encesre esta discueelo
sem lembrar ao uofcre presidente do conse-
H10 o cumprimento de aua palavra para es-
clarecimento da parte poltica da questlo,
chamando outfcsim o honrado ministro in
terino da guerra para a parte doutrnal e
sua appli agio.
Erro3 successivos do gabinete engendra-
rain as actuaes diffieuldades. No nter vallo
das sessoos legislativas muitos artigos se
publicaran!, escriptos por inspirrglo 1:0
Ihor o a mais convinhavel aos interesses da
disciplina si a doutrina antiga, si a que
adoptou o goverao; mas o que lgico lbe
parece quo urna vez. adoptada a opinilo
do Conselho Supremo Militar, nlo hesite
reais o gubinete em tirar della os seus co-
rollarios, acquiescendo s recUmag5cs que
o honrado ministro interino da guerra tem
deix.do ule boj3 sem EolugRo.
A indecislo o que mais tem prejuii-
cado esta questlo, e l"sde o principio in-
sinou no espirito do exercito as duvid is de
que o proprio governo nlo se acluva ex-
treme. O governo, hesitando, ti dardo
azo s perturbag5?8 contra as quaes, de-
po8, j tinha perdido p^rte de sua forga
moral.
Quando o governo tinto cedeu, qua na
duvidou em aubmetter sa decislo de urna
corporaglo que Ihe subordinada, nlo se
compreheode que esteja agora fazendo
constituir o seu ponto de honra ni exigen-
cia de ura requerimento p.ra que sejara
trancadas as notas de reprehoaslo de um
official. Nlo se coaduna a maleabilidade
do outro dia cora a ?ctual teimosia com
relaglo questao de forma, qurado a ou-
tra direetamsuto entenda cora 03 princi-
pios.
Hoje poderia a questao terminar com
urna palavra do governo ; raas este nao
a quer proferir, mtendendo talvez qua com
isso alienara a sua dignilade.. Engaa-
se, porm : no ponto a qua chegarara as
cousas, j nlo deva fazer questlo do me-
lindre governaraental.
Termina reiterando as sua3 ibterrnga-
goe3 ao nobra presidenta do consdho o ao
honrado ministro interino di guerra. (Mui-
to bem.)
A discusslo ficou adiada pel hora.
onge de aclararen! o as-
, apenas aerviram para maia exa-
governo; porem, .&
.au rapto.
cerbar os nimos, alias j rouito irritados.
Nlo basta, pois a discusslo que houve pela
imprensa; e o parlamento tem o direio
de nao ignorar os motivos que provocaram
a retirada de ura dos membros do gabi-
nete
Nos artigos que fazia publicar, o gover-
no constantantemente fallava de insubor
dinaglo e indisciplina ; mas porque nlo os
puni? E' doutrina consagrada no cdigo
criminal que to criminoso o subalterno
que nlo cumpre o seu dever como o supe
rior que o nlo faz entrar na trilha de suas
obrig-gSaa. O governo, portanto, se houva
insubordinaglo e nlo a puni, to culpa-
do, sinlo mais, como os militares que de-
linquan!.
O marechal Deodoro presidio, no Rio
Grande do Sul, a reuoi3es nlo daseme-
lhantes daquella que sob sua presidencia
se celabrou nesta capital.
Entra-auto, ao passo que o governo nlo
achou regulares aquellas, nesta vio peri-
go para a ordem publica que nlo hesitou
em exonerar o mesmo marechal do cargo
de quartel-mestre general.
Na imprensa proclamou o ministerio que
era ojuiz nico da opoortunidade da ap-
plicagao das penas em que os militar s in-
correram. Este principio perigoso; e
muito de receiar que, ai encontrar imi-
tadores, deixe impunes muitas faltas, com
detrimento da coherencia, que sa deve en-
contrar em todos os actos do governo.
Todos os ministros foram solidarios nos
actos do gabinete relativos questlo mi-
litar ; e sabido que o nobr<: presidente do
conselho a si chamou a atfenglo desses
negocios, como que deixando nam sobra o
seu honrado collega. Como, pois, explicar
a inopinada divergencia, que induzio e no-
bre preai 'ente do conselho a sacrificar o
seu collega? E' o que S. Exc. deve dizer
ao parlamento e ao paiz.
Quanto parte doutrnal, bom seria qne
o nobre ministro da guerra interino deela-
rasse si oa nlo apf Iraa/ral as factos ao-
teroreu a doutrina do Cortielbo Supremo
Militar, aceita palo governo, e que boje
vigora em virtode de urna resoluglo im-
periul, que tem forga de deoreto.
A doutrina que vigorava nlo era dispo-
siglo legislativa. Cifra va se n'ama serie
da avisos, actos puramente ministeriaes,
que qualquer miniatro poderia- revogar,
Isto aerve para demonstrar que os actos do
gabinete actual nlo foram, como^ se pre
tendeu inculcar, consequenciaa obrigatoriaa
de actos anteriores. Si adoptaran a doc-
trina que encontraran! em vigor, foi por
que a aoharam correcta.
Nio qaer o orador discutir qual a me-
SESSAO DE 11 DE MaIO DE 1337.
ORDEM DO DIA
Continua a 2* discusslo adiada do art.
1.* da proposta fixando as forgas de trra
para o anno finaneeiro de 1837-1338.
O Sr. Baro de Gotegtpe nlo
pode propor o adiaraento desta discusslo,
porque o 3r. presidente diz que isto con-
tra o regiment ; parece-lhe, comtudo, con-
veniente que ella nlo centinue : &lm de
pchar-se ausenta o Sr. Viseon le de Pelo-
tas, que a iniciou o a quem o orador de-
seja responder aceres ce que o ministerio,
recomposta, tera de apresentar-so araanhj
s cmaras, afira de dar as explicares do
costume.
Assim,julga que, tratndose de caso
muito especial, o Sr. presidente pode da
mota proprio consultar o senado para que
se suspenda a sessio ; ci qua ato nlo
contra o regiment.
O Sr. Presidenta nlo tomar, por si,
decislo ; lguma ; o sanado resolver. Real-
mento o caso excepcional.
O Sr- Crrela pensa que, sem i-flen-
sa do regiment, tudo se pode resolver
cora a hpprovagao do um requerimento
para que se suspenda a sessio.
O Sr. A f fon o Celsa nlo sa oppe
suspenslo da sessio.
Desda que o nobre presidente do conselho
declara nlo poder boje aprasentar s c-
maras os novo3 collegas, naturalmente por
nao ter ainda assenlado o programraa que
vai seguir, conforma aos bons estilos par-
lamentares iuterromperera se os trab .lhos.
Quer apenas as3ignnlar a diferenga do
precadiraento da mesa : em uma da3 ses-
s&ee passadaa, o a proposito de um inci-
dente que nlo tinha precedentes, requere
o orador que se consultas3e o senado so-
bre questl) de ordem : o illustre presiden-
te nlo dmittio o requeriraento.
Hoje, d-sa tambera ura facto sera pre-
cedentes, o chefe do gabinete formula re-
querimento idntico ao seu, e o honrado
presidente do senado promptamente o ai-
mitte.
Ha, pois, dous posos, e duas medidas,
una para a opposiglo, e outras para o go-
verno.
O orador nlo se quexa ; antes felicita
ao nobre presidente do senado pelos senti-
mentos ministerialistas, do que vai se mos-
trando possuido, to acendrados qua o la-
vam considerar motivo Je regozijo publico
a recoraposiglo do gabinete (rizadas.)
O Sr. Presidente recorda como se pas-
saram 03 factos a que o nobre senador al-
ludio. Contra dsposiglo clara e expressa
do art. 131 do regiment, requereu ae pela
segunda vez, na mesma discusslo, o adia-
mento da materia; por isso nlo o aceitou.
Anteriormente havia se proposto a inver-
slo da ordem do dia, facto inteirameate
novo no senado. Hoje o caso muito di-
verso : por motivo muito excepcional pc-
de-se a suspenslo da sesalo, mediante re-
querimento verbal, que o regiment admit-
te na hypothese. Assim, co pode deixar
de consultar o senado.
O Sr. Godoy faz algumss cbservrgoes.
O Sr. Presidentb consulta o senado sa
deve suspender a sessio.
Resolve se afirmativamente.
SESSA EM 12 DE MAIO DE 1837
PRESIDENCIA DO SR. CRDZ MACHADO, 2" Vl-
GE-PRESIDENTE
O Sr. Presidente : Meas senho-
res, cora o coraglo ferido que vou com-
munioar-vos a participaglo que acaba de
me ser feta pelo Sr. Dr. Manoel Jacintho
Nogueira da Gama.
Minha mli a Sra. condessa de Bae-
pendy eucarrega-me de comraunicar a V.
Exc, para que leve ao conhecimento do
Senado, que falleceu hoje o Conde de Bae-
pendy, presidente dessa augusta cmara e
meu honrado pai.s
Senhores, esta coramunicaclo, interpreto
bem os sentimentos do Senado, enebeu-
nos de tristezas. (Apoiados geraes.)
O Conde de Baeperfdy comegou sua car-
reir illustre desde o priinero reinado, com
o titulo de visconde. Representou em di-
vrs legislaturas a provincia do Rio da
Janeiro, na Cmara dos Deputadoa, da
qual fui presidente. Presidio a mesma
provincia e a de Pernambuco.
Era 1872 tomou a3aento no Senado, do
qual cepoia foi vicepresidente. -
Distingui se sompre pela amenidade i
seu trato, pela lealdade de seu carcter e
i- -..JMtaAl xeriiDlur com que 8e dedi-
(Apoiados ge-
pela solicitude exeroplu
oava aos negocios pblicos
"a'bu memoria nos ser a todoa sempra
grata.
(Contina).
Typ. do Diario raa Duque de Carias n. t.
r
i


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