Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16811


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Full Text
L
J L
111 r-I 01B ifl .115
/



r* i A PITA!.. E LlAR* 0*E NAO se PAGA POH3FE
Por tres mezes abantados............ 600
Por seis ditos dera. .'............. aK
Por um anno dem................. rn
Cada numero avuleo, do raesmo dh............ *1U
DE
NAMBUGD
P^prieirate te tatwel -^urira te iarta & iUfp*

Os Srs. A meti o 'rlnee A C
de Parla, *fts os a o agente
exclusivos de annanelos e pu
blleacOes na Franca e Ingla-
terra
TELEGRNMAS
IS&VZgS PAMIWLAB 20 SZAB1C
RIO DE JANEIRO, 20 de Maio, s 4
horas e 5 minutos da tardo, (ttecebido
as 6 horas e 25 minutos, pelo cabo subua-
rin o).
Em e*o de boje, foi pelo Sena-
do approvada ama Indlcaco do Sr
conselbeiro Gaspar da Miivelra Mar-
tina para 'cine foMem trancadas as
nota*, que motlvaram os avisos do
ex-mlnlstro da gacrra. conselbeiro
Airredo nodrlgnes Fernandes Cha
VO* em reJacoa varios olllriaes do
exercito.
O Sr. conselbeiro Baro de Cotegl-
pe. presidente do conseibo declarou
acceltar a Indlcaco. contra a qnal
apenas seis votos se manifestaran!.
PARAHYBA, 20 do Maio, s 3 horas
e 15 minutos da tarde.
Chegoa boje aqu o vapor nacio-
nal IPOJUCA.
::-::: da assscia satas
(Espocial para o Diario)
RIO DE JANEIRO, 19 de Maio, s 2
horas e 20 minutos da tarde.
A noticia relativamente a demls-
so do II a rao de Coteglpe um boa-
to falso.
CEARA', 20 de Maio, s 12 horas e 45
minutos.
O paquete brazllelro CEARA' sabi-
do do Maranbo no da 19 do cr-
reme nimia nao cbegoa aqnl.
PARS, 20 de Maio.
A crlse ministerial prolonga se.
nao se pode prever o desenlace.
Agracia Havas, filial em Pernambuco,
20 de Maio de 1887.
NOTA DA AGENCIA
Teado-se espalhado boatos de demiaslo
do gabinete presidido pelo Ex-n. Sr. BarSo
de Ootegipe, a agencia d'esta pra;a tele-
graphou para a Corte pedindo inforraacSes ;
a resposta fui o telegramma publicado na
seccSo competente, cora data de 19 de Maio,
s 2 hor-is e 20 minutos da tarde.
INSTRDCCiO POPULAR
ELECTRIC1DADE
(Extrahid)
DAS ESCOLAS K 0\ BIBLIOTHECA DO POVO
ELECTRO Hlfc> ETICO
CAPITULO XX
O thixphoso de Bell Microphoso db Hoaass.
i Con t mu aco )
Dentro da parte superior da caixa du madeira
est om disco da folba do ferro, a polaco sobre um
annel de borracha e toado imbebido as paredes
da caiza o s"u bordo circular. O disco fica asaim
collocado n'am plano perpeudicular ao eizi do
mznete, e muito prozimo da eztremidade que sai
da bobina, mas nao tao prozimo que aa vibracoea
produiidas pela voz deem lugar a que se toquem.
A parte superior da caiza tem ama abertura
circular, a qual se adapta am boccal proprio para
receber a palavra.
Vejamos agora cerno funcciona o telephono. Ao
emittir s a vos no boccal, a lamina metallica vi-
bra, produzindo se na bobina urna correte de in-
dueco, que transmittida pelo fio a bobinado te-
lephono correspondente, attrahindo ubi a lamina e
pr.duzindo nella a mesma emisso de toz que
trunernittimos.
O telepbono, simples, como tudo quanto gran-
dioso, sublime por sua grande tran-cedencia e
multplices < f tos, nao tem complicados mecha-
nismo, e aa poucas pee, as de que se compoe no
demandara cuidadoso fabrico, poisainda que a
lamina vibrante ai-ja mais ou menos espessa, o
magnete mais cu menea poderoso, e o boccal mais
ou menos dotado de condicois acsticas,a vos
percebe se sempre com perfeita nitidez, assim
couio ot sous des instrumentos de vento. Para a
reHsaco do effeitos prodigiosos que observamos
no telepbono, cootribuem tres pbeoomenos pbysi-
cosacsticos, magnticos e eleetricoa : codas so-
noras no ar, ondas magnticas entre a lamina e o
magnete, e ondas elctricas no fio conductor. Sao
ests as tres causas que produzem es maiavilhosos
c(hitos do telepbono, e que nao sao mais de que
movimentos de gneros diversos, que reprodnzem
fielmente o timbre p a altura os sons emittido,
cota oma intensidade que varia segundo os meios
em que se propagara.
O telepbono, como tudo quanto corneja, tem de-
feitos, que os estados dos hemens de sciencia ten-
dera corrigir. Os principaes sao : nao poder effe-
ctuar-te a tranemistao a distancia superior a 460
kilmetros ; ser necetsarlo pplicar o ouvido ao
bocea) do receptor, para poder roolher os sons, e
demandar am silencio absoluto na estaco recep-
tor.
O microphooo de Hughes tarabem um appare-
lbo eztremamente simples, e pode ser considerado
como telepbono tranamissor. Amplia oa sons mais
tenu's, remediando asaim um dos defeitos do
telepbono. Consta o apparelho de urna base de
madeirn, em que se eleva verti..Imente, um prisma
da mesma substancia, a que esto .adaptados dona
cubos de carvo, dispostos paralelamente e a 4 cen
timetros um do outro.
as superficies destes cubos, que ficam em fren-
te urna da outra, ba dous pequeos sulcos, era que
entrara com bastante folga as eztremidadcs agu-
jadas de um lapis do carvo, mantendo-o em Doai-
co prximamente vertical. Os dous cubos sao
munidos de pressores. pelos quacs o apparelho com
munica com o circuito telepbonico, em que se in-
troduz urna pilha formada por dous elementos de
Leclauch.
' to grande a aenribilidade o micropbono,
que o ruido dos passos de urna motea sobre a base
do apparelho ouvido no telepbono como se foase
o dos pasaos de am eavallo ; a queda de um cabal-
lo sobre a mesma base, o roear de um fio do seda,
etc., sao igualmente recebidoa no telephono, ex-
traordinariamente ampliados.
As corabioacoca que tem sido feitaa entre o te-
lephono e o microphono, teem consideravelmente
remediado es inconvenientes do primeiro d'eates
apparelhos. Se nao indicamos os melhoramentos
realisados n'eate sentido, porque o progrmala
que adoptamos para o oosso trabalho apenas faz
referencia ao telephono de Graham Bill e ao mi-
crophono de Hughes : nem o espaco de qua dis-
pomos nos permittiria dar maior desenvolvimento
ao assumpto.
(Continua.)
?ARTE OFFlClil
Ministerio do Imperio
Por decreto de 10 :
Foi concedida a exoaeraco que pedio o senador
Antonio da Silva Prado, do cargo de ministro e
secretario de Estado dos Negocios da Agricultu -
ra, Commercio a Obras Publicas, sendo nomeado
para substitnil-o o deputado Rodrigo Antonio da
Silva ;
Passou a exercer o cargo de ministro e secre-
tario de Estado dos Negocios da Guerra, o sena-
dor Joaquim Delphino Ribeiro da Luz. sendo ex-
onerado do de ministro e secretario de Estado dos
Negocios da Justica;
Passou a exercer o cargo de ministro e secreta-
rio de Estado dos Negocios da Justina, o depu-
tado S imuel Wallace Mac-Dowed, sendo exonera-
do do de ministro e secretario de Estado dos Ne-
gocies da Marinha ;
Foi nomeado o deputado Carlos Frederico Cas-
trioto para o cargo de ministro a secretario de
Estado doa Negocios da Marinha.
Ministerio da Agricultura
Forano nomeados: o engenheiro Candido
Ferreira de Abren para o lugar de inspector inte-
rino ; para o de ajudinte Manoel Francisco Fer-
reira Corroa; e para o de escripturario Manoel
Leocadio daC>sta, pira a inspectora especial de
trras e colonisaeao do Paran.
Ministerio da Guerra
Foram claasificadoa no 6. batalho da in-
fantina o tenente Manoel Luis dos Sais e o alte-
res Luiz Paraguassu de Albuquerque que por
decreto de 5 do corren te rererteram 1.* classe
do exercito.
Foi trasferido para o 4o regiment da cavan-
lana o alteres da 3 da mesma arma Belarmino de
S;uza Franco.
Foram nomeados para o corpo de saade do
exercito: o Io cirurgio deste corpo De. AtabaSpa
Americano Franco para encarregar-se da enferma-
ra militar da cidade de Ouro-Preto, provincia de
Minas-Geraes c pira a Fabrica de Plvora da
Estrella o 2o cirurgio Or. Alfredo Paulo de Frei-
taa, como coadjuvante da enfermara a cargo do
2 cirurgio r. tutyehio Soledade, que all se
acba.
Fsi exonerado do cargo de quartel-mestre
do Aavlo dos Invlidos da Patria o alteres refor -
mado do exercito Jos Antonio de Birroa, que con-
tinuar no mesmo cstabeleeimento, contorne re-
queren .
O Ministerio da Guerra declarou presi-
dencia da provincia da Pernambuco, em resposta
ao ara officio n. 35, 4e 23 de Marco prximo pus
sado, que, com a distribuico do crdito de.....
15:00 > feta por aviso de 21 do dito mez, ru-
brica20. Despesas de carpos e quprteis, do
actual exercicie se acba a Tbesoararia de Fa-
zenda da mesma provincia habilitada a eV'Ctaar
o pagamento do quaotitatiuo para compra de ca-
valgaduras solicitadas pelo capito de engenbeiros
Gregorio. Thiumaturgo de Asevedo, encarregado
all das obrai militares.
Ministerio da *f ustiea
Em 7 do correte marcou-se o praso de seis
mezes ao desembargador nomeado para a Rela-
cao de Cujab Luiz de Albuquerque Martin a Pe-
reira para entrar em exercicio.
Ministerio da Fazenda
Communicau-se Thesouraria de Pernambuco,
qne o Tribunal do Thesouro, tendo presente o re-
curso de Ferreira Guimares & C interposto da
deciso da mesma Thesouraria confirmando a da
Recebedoria, que nao tomou conhecimeuto por jul-
gal-a perempta, da reclainaco que fizerara contra
o act desta ultima reparticao, baaeando-se, para
a cobranca do imposto de industria e profisao s,
no exercicio de 18811885, no aluguel de 2:200a
da lqja do predio n 86 da ra Duque di Caxias,
para onde mudaram, em Setembro de 1884, a sua
casa de negocio do ferragens, sita dita ra n. 95,
j lancada em l:20Cf, resolveu, relevando a pe
rempeo, visto nao constar quando terminou o
lancimento para a contagam do praso de 30 das,
marcado no art, 27 do regulamento de 15 de Julho
de 1874, devolver ( dita Thesouraria e recurso de
que se trata, afim de que tome coohecimento da
reclamadlo da recorrentes e resol va sobre ella
como julgar de jastica; recommendando Rece-
bedoria que faca publicar, no dia em que terminar
o lancamento doa impostos, o edital a que se refere
o citado art. 27, afim de ser contado desee dia o
referido prazo.
Ministerio da Mirlnha
Fci nomeado amanuense da reparticao do corpo
da fazenda da armada o Sr. Jos Joaquim Gaudie
Ferreira, que ex-.rcia o cargo de escrevente do
corpo de imperiaes marinheiros e estava addido ao
quarcel-gencral.
Foi nomeado o a Iferea do 1 regiment de
cavallaria Joo Thomaz Cantaaria para servir
como subalterno no batalhao de eagenheiros.
Foi nomeado capito do porto de Alagas o
Ia tenente Almiro Leandro da Silva Ribeiro.
Foi nomeado cemmandante da escola de
aprendizes marinheiros da Baha o 1 tenente
Leoncio Rosa, que exercia o cargo de capito do
porto da provincia das Alagas.
Foi exonerado do cargo de ajudante do Ar-
senal de Marinha da corto o capito-tenente Mi-
guel Antonio Pestaa e nomeado para substituil-o
o espito-teoeote Maooel Loureoco de Castro Ro
cha.
Foi nomeado commandante da caohooeira
Tranumdahy, o capito-tenente Miguel Antonio
Pestaa.
Foram reformados: capito de fragata Augusto
Mximo Baptlsta em capito de mar e guerra, o
capito-tenente Francisco Xavier Rodrigues Pi-
nbeiro em capito de fragata.
Passaram para a 2* classe os Srs. capito-te-
oeotc Uturique Fauato Bvlham e o 1 tenente Mi-
guel Joaquim de Jastro Sobrinho.
Teve ordem do passar do encouracaJo Aquida-
ban para o Solimdes o 2* tenente Firmino Htrcu
lao Ancora da Luz, qne vai destacado, afim de
praticar, para o laboratorio pyrotechnico, at o
fim do corrente anno.
Permittio-se ao imperial marinbeiro invalido,
Joo Gomes Bil, residir na provincia do Rio
Grande do Norte, percebando o sold e a impor-
tancia da raco pela respectiva thesouraria de
fazenda.
Foi transferido da 1 para a 2a oorapanhia de
artfices militares Alfredo Lopes de Amorim.
Rccotnmendou-se presidencia do Rio Grande
do Sul que mandasse orear as obras necessarias
na torre do pbarol do Itapoan.
Foram nomeados 2; cirurg'.oes desto corpo os
Srs. Drs. Alfonso Henriques de Castro Gomes, Ja-
cintho Claro Baptista dos Santos e Argemiro Al-
varo Bacellar Guimares, e 2 pharmaceutico do
mesmo corpo o pharmaceutico civil Joo Pontea
de Carvalho-
Determinou-se ao inspector do Arsenal da corte
que despedase os empreados extraordinarios.
COieRlOBA PROVLVCI4
LE N. 1887
Pedro Vicente de Azevedo, doutor em direito pela Faculdada de
S. Paulo, com neniad or da Imperial Oriem da Ra e da Raal Or-
dem Militar Portugueza de Nossa Sanhrra da C 'ncaico de Villa
Vicosa e presidente da provincia de Pernambuco :
Faco saber a todoa os seus habitantes, que a Assembla Legis-
lativa Provincial decretou e eu saoccionei a rcsolaco seguate :
Art. 1. Fica a Santa Casa do Misericordia de Goyannasu-
jeita desta cidade do Recife, qjer emquanto sua admimstraco
interna, quer quanto ao seu patrimonio.
Art. 3" Sero nella admittidos os doentes pobres at enumero
correspondente s suas accommodacoes, nao podendo o dispendio
com os seus estabelecimentos pios exceder s torcas do seu patri-
monio.
Art. 3. Ttr duas ou maisirms de caridade e um cape! 1.1o.
Art. 4. Revogam-se as disposicoes em contrario.
Mando,portanto, a todas as autoridades, a quera o conhecimeu-
to c execuco da presente resoluco pertencer, que a cumpram e
facam cumprir to iuteiramente como nella se contera.
O secretario da presidencia desta provincia a faca imprimir,
publicar c correr.
Palacio da presidencia da Pernambuco, 4 de Maio, de 1887,
.' '' da Independencia e do Imperio.
L. 8. Pedbo Vicente de Azevbdo.
Sel1 ada e publicada a presente resoluco nesta secretaria da
Presidencia de Pernambuco, aos 4 de Maio de 1887.
Pedro Francisao Crrela de Oliveira.
LE N. 1888
Pedro Vicente de Azevedo, doutor em direito pelo Faculdade de
S. Paulo, commendador da Imperial Ordem da Rosa e da Real Or-
dem Militar Portagueza de Nossa Seohora da Conceico lo Villa
Vicosa e presidente da provincia de Pernambuco :
Faco'saber a todos os seas habbitantes, que a Assembla Le-
gislativa Provincial decretou e eu sanecionei a resoluco seguinte :
Art. nico. Fcram prorogados por tres aunos os contractos de
dizimo de gado, feitos por diversos arrematantes, relevando-se-lhes
o pagamento do terceiro anno da prorogaco, cono indemnisaco
dos prejuizos que soffreram.
Revogadas as disposicSes em contrario.
Mando, portaato, a todas as autoridades, a quera o coohecimen-
to e execuco da presente reaoluco pertencer, que a cumpram e fa-
cam cumprir to inteiramente como neila se contm.
O secretario da Presidencia desta provincia a faja imprimir,
publicar e correr.
Palacio da Presidencia do Pernambuco, 7 do Maio de 1887, 6G>
da Independencia e do Imperio.
L. S. Pedbo Vicentb db Azevedo.
Sellada e publicada a presente resoluco nesta Secretaria da
Presidencia de Pernambuco, aos 7 de Maio de 1887.
Pedro Francisco Correia de Oliveira.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 18 DB
MAIO DE 1887
Adolpho Baptisti da Sra. Passe por-
tara designando o 2.- batalhSo do mesmo
servido para a elle sor aggregado o sup-
pcante.
Oompanhia de Trilhos Urbanos do Reci-
fe a Olinda. O documento, a que allu-
de o supplicante, foi com outros, remetti-
do, em original Assembla Provincial om
13 de Abril ultimo.
Eduardo Gadault. Rvncttido ao Sr.
regedor interino do Gymnasio Pernambu-
oano para attender ao peticionario expe
dindo s stacSas competentes as devidas
communicacSes quanto a rescisao do con-
tracto.
Major Jobo Bonifacio dos Santos Mergu
lbeo. Sim.
Manoel Fonseca de Medeiros Visto
estar fiado o contrasto, autorisado o sup-
plicante a deisar a cadeira em que serve
interinamente, mautido seo direito de pre-
ferencia, qnando venha a effectuar-se novo
contracto.
Manoel 'ereira Brandao Jnior. In-
forme o 3r. engenheiro chefo da reparti-
cao das Obras Publicas.
Tenente Rodolpho Xavier de Souza
Fonseoa. Passe portara concedendo a
licenja requeridla.
Salvina Barboza dos Santos. A' sup-
plicante nao juntou documento algum ao
requerimento a que allude.
SebastiSo Cor ieiro Ramos. Informe o
Sr. Dr. ebefe de polica.
Secretaria Aa Presidencia de.Pernam
buco, 20 de Maio de 1887.
O porteiro,
. F. Chacn.
Repartidlo da polica
2* seccJo.N 468.Secretaria de Po-
lica de Pernambueo, 20 de Maio de 1887.
Illm. o Exm. Sr. -Participo a V. Exc.
que foram recolhidos Casa de Deten-
gao os seguiates individuos ;
No dia 18:
A' micha ordem, Otn de Andrade ou
Othon Cicero de Andrade, transferido do
estado maior do 2 batalhao de infantaria
para a Casa de Detengao, a seu pedido;
Jos, escravo de D. Josepha, por distur-
bios.
A' ordem do subdelegado do Recife,
Candido Thomaz S offensas moral publica.
A' ordem do de Belm, Hermino Jos
Correia, como vagabundo e turbulento.
No dia 19 :
t minha ordem, Jos .Ignacio de Oli-
veira, viudo do termo de Goyanna, como
pronunciado nar provincia da Parahyba.
A' ordem do Dr. delegado do 2" dstric-
t> da capital, Jos Francisco de Souza,
por disturbios.
A' ordem do subdelegado do i distrc-
to da Boa Vista, Antonio Gualberto Gomes,
Jofc Antonio Soares, conhecido por Vea-
Azul e Benedicto Jos de Almeida Albu-
querque, por disturbios e uso de armas
defezB.
Na madrugada de hontem, no lugar S.
Anna, do Io districto do Pogo da Panella e
em casa de Jos Arthur de Paiva, os la-
dr5es, por meio de arrombamento que fi-
zeram na soleira da porta que d para o
quintal da mesma casa, furtaram 1 cartei
ra conteni 45 em sedulas, 1 relogio de
ouro para senhora o correnta do mesmo
metal, 1 machicn de costura, 1 paletot,
colete de casemira o 3 caigas da mesma
fazenda.
O subdelegado respectivo tomou conhe-
cimedto do facto, fez proceder a vistoria e
abri o competente inquerito, afim de des-
cobrir o autor ou autores do crme.
Communicou-me o alferes Paulino Anto-
nio de Souza Ayres, em officio de 16 do
corrate mez, ter em data de 11 tambem
deste mez, rea^su uiJo o exercicio do car-
go de delegado do termo de Canhotinho.
No lugar Agua-Branca do termo de
Quipap, no dia 15 do corrente, o indivi-
duo di nome Bellarmino Pereira da Silva,
armado de faca, assassinou a seu proprio
tio Joaquim Moreira da Silva, e ferio gra-
vemente a Manoel Jos da Silva e Jos
Mor eir da Silva.
O criminoso foi preso em flagrante o
contra elle se est procedeudo nos termos
da lei.
Communicou-rae o delegado do termo de
Pesquera em officio de 12 do corrente ter
na mesma datn se apresentado voluntaria-
mente ao Dr juiz municipal da comarca,
afim de ser julgado, o indivi luo de nome
H^rculano 'ereira dos Santos, pronuncia-
do aaquelle termo no art. 193, combinado
com o art. 34 do Cdigo Criminal.
Participou-me o eidado Herculano Fran-
celino Cavalcaute da Albuquerque, ter em
data de 16 do corrente reassumido o exer
cicio do cargo de delegado do termo de
Agua Preta na qualidade de Io supplente.
Anda em eflhio datado rie 26 de Abril
prximo findo oommunicou me o cidadSo
Braz Pereira de Souza, ter naquella data
assuuiido o ex< rcicio do cargo de delegado
do termo de Salgueiro como 31 supplente.
Dous guarde a V. Exc. Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente da provincia. O chele
de polica, Antonio Domingos Pinto.
Thesoaro Provndal
DESPACHOS DO DA 20 DE MAIO DE 1887
Fortunato Roberto GuimarSes e Pensjlvania
Augusta de C^rvalhc Moura.Certifi^ue-ae.
Ornar, do Dr. procurador dos feitos e Manoel
Gomes Pereira" Guerra.Iuforma o Sr. contador.
Bsltar Irmios 4 C. e Josepha Mara do Espiri-
to Santo.-Ao Sr. Dr. administrador do Consula-
do para cumprir o despacho da junta.
Joo Gomes Caldeira.Ao Consulado para at-
tender. '
Contas do collector de NaaarethHaja viata o
Sr. Dr. procurador fiscal.
OflHo do Dr. procurador dos feitos.Informe o
Contencioso.
Zicharias Barba'h-) de Mattes.Ao Contencio-
so para cumprir o despacho da junta .
Consolado Provincial
D8PACHOS DO DU 18 DE MAIO DE 1887
* Fraga Rocha fc O.A 1 seccio para os de vi-
des fios e quanto a irresponsibilidade por impos-
tos atrasados, dirijam-se os supplicantea ao The
souri Provincial. .... .
Antonio Soares Pinto. Deferido de aceordo
com a informoco.
D procurador dos f=it's, dem, dem. Informe
a 1* seceo.
Victorino Jos de S-Uaa.Informe a 1 seccao
acerca da explicac^j qne poasam ter aa diminui-
ooes da colleeta relativa ao predio em questo nos
ttercicioB do 1877 1878 e 1884 1885.
20
Jo5o Gomes Caldeira.A 1* seeclo para atton-
der.
Maria Amelia de Souza Cato. Informe a Ia
seccao.
Francisco Ignacio-de OliVi'a. Em vista das
informado *s nada ba que deferir.
Jos de Souza Braz.Deferido em vista das
mformacoes.
Angelo Raphael & CIndeferido cm vista das
informacoes e do facto de j achar-se em juico o
debito a que alludem os suppcantes.
DIARIO DE PERKAfflBOeO
RECIFE, 21 DE MAIO DE 1837
noticias do sul d Imperio
Pelo vapor francez Ville de Maranho, entrado
ante-hontem da corte, recebemos fjlhas de que ex-
trahimos as segointes noticias, alm das o fciaes,
publicadas na seceo respectiva.
Pacifico e Hiif da Prata
As folhas do Rio de Jar.eiro publicuram os se-
guintes telegrammas:
Valparaizo, 11 de Maio
As noticias recebidas do interior dizom que ha
grande secca em todo o territorio da repblica.
As colheitas acham se seriamente ameactdas.
Montevideo, 9 de Maio
Fallecen esta noite o general Francia.
Foram feitaa boje pjmpo3as exequias ao ge-
neral Batll?. Aesistirara a ellas representantes
de todos os corpos constituidos do Estada, e es
honras fnebres foram preftadas por destacamen-
tos de todos os corpo da guarnico.
O Dr. Julio Herrera y Obes pronunciou um clo-
quete discurso, lembrando as virtudes do falle-
cido e os servicos por ello prestados repblica.
Buenoi-Ayros, 9 de Maio
Foi hoje aberta pelo presidente da repblica,
Dr. Jurez Celmac, a sesso ordinaria do cougres-
so Argentino.
O presidente leu urna in?nsagem na qual lem-
bra os progressos realisados na repblica desde a
sua elevaco co poder no mes de Outubro de 1886
aperar da epidemia do cholera, que, ssm fazer
grandes estragos, perturbou entretantj o anda-
mento regular dos negocios.
Ac:rescentou alm disto que continuam com
toda a actividade os trabalhos encelados para me-
lhorar o porto de Buenoa-Ayres, trabalhos que de-
vem tornal-o o melhor da America do Sul; que
brevemente a estrada de Transandina reunir as
duas repblicas amigas, chilena e argeatiua, es-
treitando assim cada dia as suas relacoes.
Fallando da paz, que reina no interior e no ex-
terior, o presidente espera que ella continuar!!,
permittindo o livre desenvolvimsnto da prosper-
dade commercial da repablioa, que nao tardar
no caminho do progresso a tomar a vanguarda
dos Estados Sal-Americanos.
10 de Maio
Partiro brevemente para a Europa o transpor
te a vap;r Villarino e a frsg*ta-escola Argentim.
E' proravel que f.-.cam escala pelo Rio de Ja-
neiro, se as quarenteaas forem suprimidas.
O novo intendente municipal, Dr. Crespo,
oppoe se fjrtemene 4 ccnstrucc) do Boulevard ;
consta que ser adiada a reiJisaco deste projec-
to.
Bunos Ayres, 11 de Maio
Monjes, o autor do attentado contra os di .s do
ex-presidente da repblica, general D. Julio A.
Roca, foi condomnado a 10 annos de recluso na
penitenciaria.
A polica vai dando busca nis casas de jo-
go-
. Paulo
Datas at 11 de Maio:
Fallando a Caixa Econmica diz o Diario Po-
pular :
< Os pedidos de liquidac de deposito, desde
que tornou-se conhecido o novo regulamento at
hoje, representem approximadameote seiscent03 e
noventa contos (690:0O0C0O).
A theiouraria j tem fornecido para paga-
mentos a quantia de tresentos e trazo cont.s trin-
ta mil quinhentos e sessenta e quatro ris......
(313.0304561).
A gerencia tem marcado prazos longos para
a liquidado dos depsitos.
II- caderneta que e poder ser paga em da-
ta de 4 de Juh.i!
Parece que a caixa tuneciona irregularmente.
O regulamento vclh> est revogado ; do novo ain
da os empregadoa nao tiverain conh:cmento.
Na Bahia de Santos est orginisada urna
companhia de gatunagem. ltimamente tem-se
dado roubos e assaltos a pequeas embarcacoes,
sendo um dos ul timos o feito em um saveiro, oude
foram rcubadaa 17 saccas de caf.
Devidamento escoltado seguio para S. P?.u-
lo o reo Carli.a Lebeis que tentara evadir so da
cadeia do Jah.
Cirios Lebeis assassinou seu pai, o negociante
Felippe Lt-beis, com um tiro, crine pelo que foi
condemnado, como em tempo noticiamos.
- Fallecerain : na capital o engenheiro Jos
Parfirio L'tm e o negociante Joaquim Eduardo
f igueiredo Duarte, e cm Campias Antonio Mau-
ricio Ladeira.
Tambem na capital fallecer na noite da 9o ca-
pito do exercito reformado e major do corpo poli-
cial Antonio Rodrigues Velloso Pmenta.
O mje>r Pmenta, que fez parte das forcas le-
gaes e prestou bons servicos na provincia 'o Rio
Glrir.de do Sul, depois de re im ido, fixou sua re-
sidencia na capital de S. Paula, onde foi por mu-
tos annos dedicado auxiliar de diversos adminis-
tradores que i-II-j tnbam inteira confian^?.
Ainda na ulti.ua vagem de S. M. o impraler,
o major Pimenn, acompanhando o presidente da
provincia o ?r. Visconda da Parnabyba, desen-
volveu a maior Rctvidade, desempenhando com
zelo e solieitude as commsEJs de que foi incum-
bido.
Todos os que cooheciam o major Pimenta esti-
mavam-n'o pelas suas qualidadesebons seutimec-
tos.
Era condecorado com o habito de A"iz.
Depois do fallecimento de seu rino o Mrquez
de S. Vicente, era o major Pimenta o arrimo de
suas velhas irms.
Em Minas, em Tres Pontas, o capito Joo Fer-
reira da Silveira ; em S. Bento, o escrivo da bir-
reira Joaquim Severino de Paiva e Silva, e em S.
Scbastio da Pedra Branca, Antonio Jos Vianna.
Ro de Janeiro
Datas a' 12 de Maio.
Sobre a saude de 8. M. o imperador lemos no
Jornal do Commercio de 11 :
S. M. o imperador continuou a pasar bem de
ante hontem para hont-.m. Foi examinado pelos
rs, conaelheiro8 Torres Hornera e Ribe ro de Al-
meida, que conferenciaram com oa Srs. Bato da
Motta Maia e conselbeiro Albina de Alvarega.
Sua Magpstade sshio a passeio em carro com S.
M. a imperatri, principe D. Pedro, dama e sema-
narios, at perto da Mesa do Imperador, nao com-
pletando o passeio por ameacar chuva. Foram rc-
cebidos por Sua M.gestadecs Srs. presidente do
conselho e ministro do impero, durante poucotem
pr, e para ser ouvido sobre a reorganisa?5o do mi-
nist.rio. A*s 9 horas da noite recolheu-se Sua
Ylagestade aos eeus aposentos sem altera^ao ua
sua saude. *
o dia seguinte accresceutou:
S. M o imperador passou bem o dia de hon-
tem. Sabio a passeio, acoaipanbado Jos Srs. Ba-
ria da Motts. Maia e semanarios, e fot a p at o
camiuho Cockrane. Da volta ainda paaaeou pelo
jardim do palacete. Reoebeu o Sr. Bario de Sa-
boia. Mutos deputados e pessoaa, que toram saber
da saude de Sua Magestade inacreveram seus no-
mes no livro dos visitantes. At s 9 1/2 horas
contnuava o estado de saude de S. Magestade
sem alteraco.
O que de mais importante houve as seasoes
do Senado, comecamos a publicar na 8 pagina.
Por portara de 9 a mesa da Cmara dos De
putados incumbi ao conselheiro Dr. Jorge Do
dswortb de continuar a compilaco dos annaes ai
teriores a 1857, dos quaes faltam ainda os de 1833,
1835, 1836 e 1837 para terminar to importante
publicaco e completarse toda a historia de nossa
vida parlamentar, a contarda constituinte (1823).
O Sr. conselheiro Dodsworth nao recebe contri-
buifao algurr.a porrste trabalho, correndo a des-
peza emento com a impresao de conformidade
com o contracto em vigor e dentro da yerba vo-
tada no actual Tegmento.
O ilr. ministro da agricultura chamou para o
seu gabinete, na qualidade de auxiliar technico, o
engenheiro Manoel Pinto Torres Neves, que j
exercia este cargo junto ao Sr. conselheiro Anto-
nio Prado.
O Sr. ministro da justica declarou que o 1'
official da secietaria, Benedicto Antonio Bueno,
esntinua a servir o lugir de officia! de gabinete.
Espirito Manto
Datas at 8 de Maio.
Chegou no dia 4 capital & commissao techuica
que cateve fazendo os estudos do trecho fiual da
estrada de ferro da Victoria ao Rio Pardo, dirigi-
da pelo engenheiro Hermn Schiudler.
Concluidos os trabalhos de eseriptorio serj pre-
sentes presidencia da provincia, definitivamente
organisados, os planos relativos a esse trecho, que
de 70 k'o.r.etros.
Na forma do contracto da empresa, approvados
os planos, deve comec,ar o trabalho de construc?3o
dentro de 18 mezes.
No districto de Limoero, no Io do corrente,
pelas 6 horas da tarde, no lugar denominado
Uuio, deu-se um grave conflicto, no qual foi br-
baramente assassinado com 12 facadas Daniel de
tal, por Jos Vicente Pereira, conhecido porJos
Menino.
O subdelegado do districto procedeu a corpo de
delicio no cadver e abri inquerito policial, fi
cando, consta-nos, exhuberantemente provado pelo
depoimento das testemunhas, que a autora do de
licto cabe quelle celebre -Menino.
Consta que o criminoso evadi se logo apos o
crme, e que foi homisar se l para os lados do
Alto Guand.
No dia 23 do mez passndo, filleceu na fie-
guezi-i do Riacho, desta provincis, a n ai > antig*
moradora da localidad?, coobecida porseohora
Anna ; contava 110 annos de id*de.
Teve sempre perfeitas suas faculdades menta-:s
e trabalhava como urna mocafazia lenha, lavava
roupa e cuidava dos arraigos domsticos.
Deixou nmeros* descendencia, eutre ella al-
guns tataranetos.
Assembla Provincial
SESSOJEM 25 DE ABRIL DE 1887
PBESIDENCrA DO EXSI. SB. DB. JOSt MANOEL DB BAR-
BOS WANDEBLBY.
(Conclnsao)
O Sr. las Hurla (pela ordem)Sr. pre-
sidente, para que nao succeda araanh o que se
deu hoje, eu venho pedir ao nobre Sr. 2o secretario
quo preste muita attecco para o relogio da casa.
Marcava justamente um quarto de hora depois de
meio dia, o que quer dizer, tres quartos de hora
depois de meio dia em todos os demais relogios
desta cidade, quapdo foi aberta a sesso por V.
Exc, que ainda mais urna vez infringi o regimen-
t que 09 art. 55 bastante claro e expressivo.
Diz este artigo : (L).
O art. 58 diz tambem: (L).
E ainda o art. 59 assim se pronuncia: (L).
O que nos vemis, porm, todos 03 das? Nao s
V. Exc aqu nao se acba s 10 horas d manh,
para mandar proceder a chamada e convidar es
deputados presentes a so retirarein sala das com-
raiesoes afim de tiabilharem no expediente, nao
e, V. Ex:, assim nao procede, como nem siquer
oceupa essa cideira e manda proedeer a chamada
ao meio dia cm ponto.
O Sr. Loureoco de SO Sr. Baro de Muribe
ca, no t mpo em que foi presidente deata casa,
sempre comparecen aqu s 10 horas da manh,
O r. Joe Mariah.' verdade
Invaravelmento as aessoes comeenra aqu sem-
pre depois de meio dia, depois do meio da no re-
logio da casa, pjrque est atrazado meia hora ;
V. Exc. oceupa esta cideira depois de meio dia,
abre a sesso eempre um quarto de hora dopoif, e
no entretanto na acta nao se diz isto.
Se urna illegalidade comecarem as sessos de-
pois di meio dia.se sao nulbs os actos da A S'in-
bla comecando ella a funscionar depois de meio
dia, nao o facto de dizer a acta, que a sesso co-
m'. c '.11 a hora regiraent.il. que d o cunho de lega-
lidade a csses trabalbos por sua natureza nuiles.
Eu creio que ncnbum dos Srs. deputados, que .
acabaram de votar contra a minha emenda, que
ex'e-nava a veriide, prestar um juramcuto, se
sujcita' a negar a verdade conhecida, porqu ella
est no dominio do publico quo asaiste aos nossos
trabalhos.
Eu venho, Sr. presidente, prdir ao honrado de-
putado pelo 7o districto, que o:cupi diguimente .1
cadeira de 2o secretsrio, que f;i?i com que a acta
de mauh, por honra desta Assembla contenha a
verdade.
Eu espero qu- o Sr 2' secretario saber a n::nhl
manter na acta a v rdade c que V. Exc. concor
rer cora o seu esforco e presrigio para que is(o
succeda.
Sa V. Exc. permitte que um seu adversario po-
ltico, mas que apicci as qualidades particulases
de que V. Exc. c dotado; se V. Exc. admltte que
um deputado nesUs condieojs Ibe faca um pdido,
eu Ihe rogo qu.> nao eonsiuta que de hijo por diau-
te sa continu a mentir por esta forma, pois qi:e
isto ser pira ni ua a grande desmoralisaco.
Contiui em dscussi o reiiueriuiento do Sr.
Jos Maria, sobre neg ctos do Bom Jardim.
O Mr. Jos MaraJ demonstrei, Sr. pre-
sidente, ligeirainente, o que ia de anormal por Boin
Jardim; fiz ver qu? ss tinha desenvolvido, ou por
outra, que se tinha re.-omecado a serie de per?e-
gui^oes as ma3 aud.zts aos liberaes da comarca
de B;m Jardn c tambem aos conservadores qu;
se nao deitara na estrada para se deixarem eflEp%-
gar pelo carro de Apo'lo.
Eu esperava que lgnm Sr. deputado se ergues-
se para contebtar squillo que eu enunciara n'esta
casa, mas longo de assim suceder, assoraou tri-
ouna o nobre deputado joelo 5o distiicto o Sr. Ro-
goberto, e conoborou tudo o que eu disaea, pin.T
tando com cores as mais negras o quadro por mira
descripto. Era de esperar, por cousequsncia, que
desde que nao 10 da bancada liberal, mas at da
bancada conservadora, um dos mais Ilustres de-
putados se levantara para pr. fi gar os a'.tentados
eommettidos pela polica ou por ordem da polica
de Bom Jardim, algum d'essa me ma bancada se
ergueese para defender ca agentes polieiaes.
O Sr. RogobertoA polica apengs executa cr-
deu do candidato d> districto.
O Sr. Jos Maria E era de esperar isto, tanto
mais quanto, S. Exc. que honrou me, corroboran
do todas as minhas affirmativas, como eu j disse,
foi alm de mm.e cota a franqueza e independen
ca qne Ihe sao peculiares, denunciou que todos oa
actos de peiseguicio realsados pela polica de
Boa Jardim, enaaavara do Sr. Dr. Francisco do
Reg Barros de Lacerda,, a quera S. Exc. recc-





ftk<
liarlo de fernambucoSabbado 21 de
sf



nfcectu cerno ciwioifc-
EultiodVquella miaerav.l Turqsia i ** V. isxe.
Vio que tendo delta* em dlscuseio o reqoenmeD-
r te, nii-cuem pedia atJare elle a pabma, de forte
oe n?ci ariamente ra rfce.iad. a discusso
' ge eu Se me resolvesse a tomar nowmeltt a pa-
lavra rara lora saaeato este factos.
Ok Srs. Jlo Alaes e Costa Gub O Sr. Jote Mark-Oa ata Jao Alvo, e Cesta
Goales acaban, de declarar q<* votaro pelo re-
queri, nto, possivel que es. aaeteda, mas
,eus vctoi nao aera hart.aU. para, tatato v.a-
cer, reunido, o da pBjoenmsigBefi;aa)*em>u*-
" Diz cTnobre depaaaao pato 12 diatrfato vm
xardade: o di.-tri't. tea tBeaaVputadoa seBaerva-
deres, o dstricto per eoaxasquenca_!m-
mente representado Beata ca* pelo partido asnaer-
va-ior-,fs-a ama *ccuacae>*ai>tis, ama aeeaasco
seria, a aecueacio uo frita, exclowvamf ate pela,
bancada liberal, ma primfaAneate por a doB
mais illuatres mrmbro da bancada eooeervadora,
e nenbum dos deputados desse districto, nenhuna,
dos membroada maioris, impngnaa requenmento!
A censequencia lgica, como eu j diss*, aera a sua
kpprovuciu. Mas esto facto oao se dar, porque
seria urna cusa normal e n3 vivemos nesta casa,
como e.a tado paia* aa, actual aituacio, ao rgimen
da anormalidade.
O aobre deputado Sr. Ragoberto leu cartas de
amigos seus que so wostram aterrorisadoa pela
presea), palas ameacaa partidas das autondadta
poKeiaes.
O aobre deputade. leu uan carta firmada pelo
delegado-de policia em que, cabalando ostensiva
mente cm favor da gavera, tffeudia rectamente
a dignidade de S. Eic. Ao n.bre deputado chama
elle-especulador......
O Sr. BogobertoQueren !o emprestarme sjaa-
lidades que Ihe pert.-ueem : elle que vive eusta
doSr. Francisco Licerda, chama de especulador a
mim, que a-mpre viv minha custa.
O Sr. Jos Mara......quando na expresso de
S. Ese, elle o veid'deiro especulador, parque
vive, como o liebre depurado vein de dizer, a ex-
pensas do Sr. Francisco Laecrda.
O Sr. 11 'g .hartoEpeeuladar elle que vive
cuaU doSr Laeerda, serviiido-Uu do instrumento
como meio de vida ; especulador i lie que vive
COata alheia.
O Sr. J' s Mara ra-u requerimento ser
regeitado, Sr. presidente, m.u ha de ficar consig
nado nos annafs deta cas i que houve uai dele-
gado de policia em Bam Jardim:accusadj aqui de
especulador por nm du jjtado pertencentc ban-
cada conservadora, que declinen a rasa porque
assim o qualifics, affirraando quu essa autondade
vive eusta do Sr. Francisco da Lacerda, dona-
tario daqu.lla capitana.
O Sr. RogobertoE cu nunca vivi cuita de
ninguem, eui poltica, cerno na vida particular, c,
ao Cintran-, tenh) tilo para da- aas outroe.
O r. C-st GimesO nobr< d< | '> o nao po-
den', provee que o Sr Nicolao vivo custa do Sr.
Licerda.
O Sr. RcgoberteElle to:n vuite e duas qnes-
tOJS io foro, deve s onze mil virgens c precisa
uffagsrqiiellesenhjr a qacm quer explorar.
O Sr. sV Maria V Exe. Sr. presidente se
eu podara pintar ama aotoridade policial mas
oeaaiotatiBada do que vem de f .z r o n-bre depu-
ta o.
E' del. gado de polica nm individuo que nao
tem ond cshir morto ( quemantem vi-tc e-tantas
questoas no foro.
O Sr. C sta Gomes E elle 6 senhor de eog nh i.
O Sr. J i. lanaEntretanto, ehefe local e
gasta dinbeiro queiidquire pola forma por qn- o
uobre deputado acaba de aununeiar.
O Sr. Costa (JomesU n bre deputado nao po-
de; provar isto.
O Sr. KagobertoCmvido V. Exc. a coi.ee-
tar : prhoeiro, que elle nao deve ; cm segundo
lug&r, que nao tem esas qu< stoea no ro.
O Sr. Presidente Queui tem a pi.lavra o Sr
de i otado J's Haria.
OS.-. J- Mari:i Nao me iuccmmcdam, Sr
presidente, estes apartes, aprecij-os muito.
Mi rro na trmu quaudo tenho que tallar cerno
um reali j ), Et-m 6er o uiiu dEturso intercall do de
apartes; aocontrano, osp.rtts animam-Ke, do-
me vida e constitutra para mim um yerdadeiro
estimulante.
Mas, dizia eu. o Potado-de Bom Jftrdim anor
malissimo. Estao em p rigo as vi as e a liberda-
de nao [ dos libera's como de conservado)es. O
delegado de polica all um enhor de barago e
cutello, desde que tem carta branca do Sr. Fran-
cisco de Laeerda, czar caricato do Boui-Jardm.
E', como j dase onobre ''eputado, um homcn
inculto, de iuteigencia ucauhada. Nao ver-
da ric V
O Sr. RogibertoS'o duvila, ello nsm s.tb
e:cr vr.
O Sr. Jos MaraUm subdel gi'o qaa m-.l
sabe nssiguar s u n>me I.naginu V. Exc, Sr.
presidente, qoal eciA >. aotta d'aquel c> pivos en-
tregaes i nm h-m-'m deata catadura. Um homem
:nelHa r-r. Rogoberto E' um individuo que lucra na
pr^porQAo das loucur-.a que comraette para sgra-
dar o patrao-Bii".
O Sr. Jos MariaAnda musmo que seja insti-
- ri:iv.' a > gu-.n desvario, nV, Be exi
de certa ao ponto de commetter lucur-.s i'ieseom-
mjuaes, Maa, um himem u'eatas cdhccs e,
anda maia, qn i lucra, como ciba de ::ffirmar o
hon'aJ l uttido, tanto mas quanto m.ilor somma
de |jucike= pratca, porque cada vea tem mais
j rc, verno c maior quantiu de di-
i.h- : d pe pitrJo...
(iii irversoa apartes.)
Imagine V. Etc., Sr. presidente, a sorte defgra-
doa lita i!.-
territorio
ftMaiairo, \v lo que agregada da eem-
m'.i'iii. nano nal, lesd queVma feitdVia, cm>
eram sntigaai' t'c. todas as provincias do Brasil .'
: t, ni..ii' r. dente, porqnaoto o que
tc-jbo dito bastante pira d-:.m .i.-.-.r que a co-
marca de i! ni I rdim contin* h e.iar fra da
le, o [n^. c neces ariv. que so tome quanto antee
ca. pr.v :
O Sr o"-ib-rt V ; .r.i que s-^ appr t'l
el icio.
O Sr. Jos MarisPrincipalmente pgora qao se
approxmaa tk-ivao municipal...
O Sr. Kugob : >n le so devem e.-perar aco-
sas cruea,
OSr. Jos Maris. -. m smo plaque p-.ssivel
qua ncm semprc as c u ;. corram d-ste m->do.
V. Ssa. aaba qu ', por mais paciente qu.! se sej
B paciencia aeesg-'t.i, e ningutni pode prever o
que suceder ein Bom Jardim d ;iilo-se um I
borJameuto.
Al h j^ aquel!' s f .vos tm-se mantido coto
urna prudencia que chega at a cobarda ; mis
possivcl que o excfs^o das perse^uicca...
O Sr. toExcite os orio3.
O Ar. Jo Mari ... excite, como muito brm
da o nobre deputa.'.o, os brios nao s de S. Exc
Corito ^Lnr:'Cso ue. c utar t-.nto rmi e3ta subs^r
viei*".; .
i)s pobres ecutados encontrara na histeria da
-humiiidaie multes exemplos destsa, que sao ver-
dadeiroS eneiua r.'n' -.
E nem eu -oreciso remontar-rae aos factos -a
hiatofta, basta qae eu ai ive a memoria dos u.-bres
deputa lea para q que ha poneos das se deu nesta
Csa.
Os directores da'bancada conservadora abusa-
ran! por domis di prudencia, da condescendencia
doa se.us amigos, despresau o-os, tratando-os de
rtato, nao at'en-lendo s suas observ noes, obri^
gsndo-is emfim a votar por toda e qualqner ma"
teria sem Hutecipadameute se combinarem, d.-
E aio csaaiai im dar besa aaiatar cona
lhos ios nobres deputadoa ; Se. Exce, voltcm uovj
ponco raaio, deixem eaae exeeaso de partidaria-
Bto que es leva aV loucux; tn.nsporiem-ac do
mundo ideal ao mondo da realidadc mederem um
pjuco o ten enthueiatmo, porque aa conaaa nao ae
levan com tanta dureaa ; attendam e tsnham um
piuco mais de considerarn para Vtm o Sr. Kogo-
berte, que est ae tnebendo de ratao, porque no
da em que o sacco ae encher e o copo nao com-
portar mais urna gota, talvea ae d um traoabor-
daBXBU. e Bcaa s*Be se eaae tranaboadament
coa do lUo (aatatsariaierra doBoaa Jaidioa,
V rasando nanaa feliaca a saa bab.tata, que te
at baje vivie sal a viroa frrea de ca despus
eadw B*:qnelles infeiisea qu? tem a d
viver, i bi b ar n'auuella porco do

sorte que esses dOfiUados s.' tomaram stus verd. -
deiroa instrum utos ; e o que foi que succedeu ?
Todos nos o pres nciamos.
Um betio da, -quaudo menos se eaperava, um
grupo de deputadoa rebellou-se contra o seu senhor
e dea-lhe urna lico de mestre.
O Sr. Ccata RibeiroOnde foi isto ? Aqui ?
O Sr. Joa-Maria l-oi nata casa.
O Sr Costa RibeiroE V. Exc. diz iato assim,
e ninguem reclama ? !
O Sr. Jos Maria E' porque iato a pura ver-
dade.
Eatavam acostumados a dar a palavra do or-
dena e a aerem obedecidos ; nm bello dia deram a
Salavra de ordem e foram des ibedecidos. (Riso )
que ae dea neata e-asa nao maia do que o re-
lazo do que ae d em toda a parte do mundo,_ do
que ae tem dado constantemente desde que o mundo
mando.
Bcm-Jardim, etabora eacravisado a um senhor
desptico, pode n'um momento dado revtltar-ae, e
oa uoorea deputadoa devem piever quaee podem
sefas coasequeBcias ; depois o&o veuham dixer
qae nio peoaaram pendam, porque nem lempre oa atiependidoa lo
oa que a* aalvam.
(Maato heaa la *B#Bsicao4
Sr. Ce*la ornea-Sr. pre a plvra bo para wspoade ao datenos d*
nobraa departadoaea Srs. Jo Masa o Bogoberto,
porqtae nao aia*>ecu a*b*ittpaa isio ..
O *. Jos Mara E' im>destia ef. Exe.
O Sr. Coata Gcmea... mas someate para jos
tincar o meu voto oeste requerimento.
Eu entendo, Sr. presidente, que depoia do re-
querimento do Sr. Jos Maria em que dia que no
Bom Jai m tem se dado gravea oceurrencias por
eauaa de ebali* eleitocaea, e depei* qaa o meu
nobre amigo o Sr. Rogoberto coufirmou efS;s fic-
tos referindo-se a documentoa que S. Exe. consi-
dera autbenticos, nao posso deixar de votar por
este requerimento ; poique estas cartas anda que
fossem huthenticas, os factes nellss expostos nao
cao verdadeiros.
O Sr. RogobertoMas cono V. Exc. o afirma
previamente ?
O Sr. C ata Gomes Eu chegare la.
Quauto cait* atsgnada pelo Sr. Nicolao, nao
aho inconveniente algum en que urna auto-ida
de policial, que chefe-local de urna parcialidade
qualquer, se poasa dirigir um seu amigo cleitor
aolicitaado que v.oba urna.
O Sr. RgobrtoDiigindo chufas e insultan-
do I ...
O Sr Costa G meslata um acto legitimo e
muita natural, que p r'euce a qualquer cidadao.
Se porventura o delegado ti vase diUd-> a car-
ta, dando aaiin a eut uder que p:o;edia na qualf-
dade de autoridade policial, rataa, sem duvids,
incarso as penas impostas pela lei.
O Sr. Jos MaraE' o caso.
O Sr. Cesta Gomes- Mas elle .apenas chama os
seu3 na-iiges e l*mbra aos elei'ores que eUes nao
devem (Oifiar, nao devem entregar a eleicao a
certos individuos, cojos n< mes elle u3o citt, nem
no do nobie deputado pois elle falla smente coma
umig. poltico e nao como autoridade policial
O Sr. Aflnao LusfcsaEe just.m nteosya
tema adoptado por Vv. Exea.
Na3 estradis de ferro o Sr. Saldanba fi at
eircu'aies.
O Sr. Costa G.u-esMas como dizia, Sr. ;
dente, qusndo o capito Dujite chama c seus
amigos a p stos c l-mbra Ibes o facto de nao cou-
G.r>m em certos lypos; quando assim se pronun
cia, no fe pJe concluir dahi que na ex resaao
typos se itfira ao meu migo o Bogoberto.
S. Exo. nao tem carcter algum de yp. d i rao-
dj que se poi-a dxcr que aquella carta se refere
sua peaaoa.
E' verdade qu ei typico todoa nos tomos
1Q is ta ; s -mos typos.
O Sr. Jo. Xana Vem tudo a d..r no mean i.
V. Exc qu8m st agora faiendo umi distinc
ijiio subtil.
O Sr. Coata G .mesQu .nto .s prsoes .le elel-
toi -, teoh) a diaer que mo ignoro este facto,
como muito b m pode ser elle inventado par urna
ifjrcumstancia qualquer para pro!uz:r ff iti
E justamente por causa deate tacto, Sr. pro-
atdeote, que eu sou levado a votar p-lo requer
m -uto de aobre deputado, na convieco de que a.*
autorid-idea de Bom Jardnn esto ille^a-', e por-
tunto nao temer i a informacjlo.
Se eu p 'nsasse de modo contrario, se juL-isse
qne as autoridades de B;m Jaidim eram ra ate crimiuoaas, so eu fosse um poltico cuitado
enio Votara ontra o r queriinento para que ns
laformacjoca nao viessein a esta cas ; pira que
mo se polcase descobrir a verdad'.
O Sr. R'gi'nerto Contesto a V. E;c. ueste
panto e nao me pode provar o contrario.
O Sr. .'.st-i G .meaQuanto a divida particu-
lar do Sr. capito finarte, .'nt^ndo que ella oSo
uV v i ser trazida o terreno da-debi.te-
Se na verdi.de ess- cidadSo deve, muito ao "*r.
Dr. J^aeirda, se j deveu ao Sr. R .goberto, isso
sao peruculares e nos nula temas que ver cm e'-
les.
O Sr. R g bro -Tratei desse panto cm virtu-
de delle me chamar especulador.
O Sr. OosU GomesA iufloenci malfica que
diz o nobre deputado ter exercido o Dr Laeerda
no distriet >, eu nao co'rtieeo.
V'j pelo contrario o Dr. Laeerda proceder sem
pre como um hnneiri de c&r&e/ao pura e honestj.
O Sr. R.'gobitoPara V. Exc.
O Sr. Costa GomesPar inim o para tedas que
tem tido relacoJS com elle.
IVupo pois que o Sr. Dr. Lacerd* estando mui-
to aeima d. s censuras qu- se ihe fazem, nao d^ve
tomal-aa em eotaideracalo.
Eis ai razies que t-'nho, Sr. presidente, para
votir i m lavor da requer aiento da nobre depu-
tado, ..li.ii d poder ni ati ir que a.autoridades de
Bom Jard:m l i leem tullui lo no plvito que tem
de se ferir cm Maia proxniio futuro, assim com
tunbein que o delegado de polica nao tem caba-
lado na eleiieio, mas e m Duarte, que 1- eup
pl nte e poda proceder como qualquer homem
particul-.r.
Teuha concluido.
E' eucerrada a diacussSo.
O Sr, Jni ?}aria(p'l* crd-mRequsr o
i '. i mbla i i. 1 nominal.
Submettido a rotscio o leqaerimento de iafor-
r.jioe-", r jetado.
Faesa-se
1 parte da ordein do dia
i i 3 discusyaa do projecto to. 22 desU;
..un. re .. ..' i aonicipil).
V na a esa, sao lid a, apoiadaa e entram em
coijanctamettte com o projecto ns sc-
g'unte.; em odas :
N. 118. A. n. lt 1- En lugar de i:OX> le
OadVnado diga se 1:200. O mais como est.Ra-
lis e Silva.
N. 110. Pica a c mira municipal de Cimbres
i leaerivio ioardo Antuncs do Aibuquerqoe
MelloRadrigues Porto.
N. 1 0 .-".i.- Hienda n. 14. Depois da palavra
. aense, acrese nte-ae da 1* secado. O mais
e-uio est. Vigari.v Augusto Fra. kdn.
N. l'Jl A cmara municipal de S. Bento fiea-l
BBt dro Goncalves de Siuza Sophrenio Portella.
N. 122. Sitb-im'-ula | 46 N. 5. Id- m do cervent-'! do cemjterio 3'i5*.
Sopbr dio Portella.
N. li'3. Fiea a cmara municipal de Cibrob
au torisaoa a ftaiiar a Antonio Jote do Audrade a
quant.a Je 8004 que ihe deve de custas.- -Reg
IJ .nos
N. Ii!!. Sub-emenda a emenda n. 88. Em lu-
gar Je 25 diga-;-e 15lie^o Barros.
N. 125 A) art. 1- 2- u. 8 Em vez de 600*
dga-se 8u0>, como na lei vigente.Games Pa
reate, >
N. 126 A'emendan. 79 acerescente-se : s
ta dispisicao nao t. r e ito duran.e a prorcga^So
do actual contracto, que fica approvado. liatis e
Silva.
N. 127. Additivo. Fica approvado o contracto
celebrado entre a cmara municipal de G-yanua
e o c mili u Ja r Ivo Antonio de Andrade Luna
com a seguate modificsco :
Na clausula li' onde -e l 10 *|o diga-se 9 1.\
na clausula 12* aocrescente ae : devendo fazer
part-- deesa commissaVa o engenheiio provincial do
diatricto com a audiencia do director daa obras
por-licas.Reg Barros.Rodrigues Porto.
N. 128. A emenda n. 81 accresceut--e : fican-
d i o contracto depenleute da appruvafio da As-
eombla. C sti Ribeiro.
N. 19. Aoart. 1- | 1- Ctmiterio n. 4 De-
pois da palavraguarda accresceute-ae : que
p ssar a denominar-se coadjuvante.Costa Ri
beiro.
N. 130. A cmara municipal da Victoria fica
autoridad. A c. ntractar com Theodomiro Chrisco-
vao do Naacmento Val, is, ou com quem meihoreo
vanwgeaa off-recer. urna casa de mereado naquel-
la cida-ie, mediante aa aeguintea cond(dea :
1 O custo do cdi6eio nao ser inferior a dea
contos de rea;
2* O contractante aubmetter a approvaeio da
cmara a planta do edificio antea de comecar oa
respectivos trabalhos;
3* Ao contractante pertano*r2o metade de to-
dos oa impostos cobrados no mesmo mercado pelo
temp i mximo de 12 annos, fiado o qual entregara
o edificio em perfeito atado de conser vacia, per-
ebenda ama iinlfBiacao nunca superior a ma-
tada do valor do mesmo ;
4a Os impostos do mercado durante oa doze an-
n s de contracto sement poderSo aer rrecada-
doa por arremataeao em pra^a publica, arrnun-
ciada com antecedencia do trinta das, por editaes
e pela imprenaa. Scphronio Portella.Ratia e
Silva.
N. 181. Sub-pmeoda a de n. 114. Depois da
palavraamanuenses accreacente-aee do ad-
junto da aeccao do afericOea. Ferrera Vel-
keo.
O Sr. llalla e SllwaSr. preaidente, na
Bcseo do Batanerteos j embora muito adiantada,
fari obrigBd 4 ir tribuna para justificar va-
rias emendas, qae .aaandci ao orcamento munici
pi que hja ecBtii.a discutirse.
Entre. jBBsaa emeadas atandei a de n. 91 ao
| S- do art. 2-, oaaenda aappreasiva do artigo
qua detenanas uur impeato sobre os ordenados
dr aaaprsyadao aaMcoa. Entao, 8r. prradeote,
eo aaaatref que ese imposto ora iajorto, absurdo
e inconstitucional e isto porque o ordenado dos
empregd'.s pblicos nao materia tributavel.
Mostrei tambem que elle era injuato, porque,
proporco que o governo dava com a mi direita
um ordenad.', tirava-o com a maa esquerda ;
moaUei aiada qae ease imposto iucouatUuoial,
porque, determinando o % 15, art. 179 da cousti-
tuicao que todo o cidado deve concorrer na pro
porcao doa seos hav. rea para as despezas do Es-
tado, nao esto iseq obrgados os ordenados dos
empregados pblicos, porque esses ordenados nao
sao havere3.
Os ordenados dos empregados pblicos nao con-
stitu m h a veres ; porque nao sao propriedades,
pos8easdeat riqueaaa prorenientea de commereo,
de pr fifS'ia, ou h-raa(ss, que industrias ; o que
proprinmente se chama bavi-ros, mas sin urna re-
mumeracAo que Ibe d a pr viueia ou o munici-
pio para que preste taes e taes servcos, e n'iato
d-ae um quasicontracto, porque a provincia
ou o municipio dia ao empregado publico : eu
vos dou tanto para que iaeaes taes e taes ser-
vicos.
Dsdo quo o empregado accetta o emprego,
abrigado prestar estes eervicos e isto constitue
um quasicontracto, ao menos uaaim define o S'.
Ferrera Bargee, e ess dautriua est em perfeito
aecrdo com a dautriua do cdigo civil francez
que o consagra no art. 1371. lostre aiud, Sr
presidente, que e o imposto lancado so'are o orde-
nado des empregados publicas inconstitucional,
por que determiuaudo a conatituioai quo nenhum
eidaa pode isenptar-se de contribuir com seus
haveies pira a despzi da E tado, e nao as me
padendo negar que o pigameuta dos ordenadas
dos empregadaa pblicos sej:i desposa e euiaa
mpor sabr despez i para pagamen:o de deapeza,
> qu i i.a se coraprehende a-'guc se quo o imposto
i.biuido. Moatrei, fina meut que o crdeuado
do empregado publico urna Cousa privilegiada,
OOUaa to sagrada que as leis parmguezas, qu
uiula vigoram quauto isto, c raeama as patrias
o protcg m. e o po.m k salvo do penharas, cm
bargos, e hypotbicaa, anda mesma para pga-
me, lo de dividas.
V'u V. Ese. e a casa qu-t o kncar-se impos-
to so'are o i rdenado do emprega i publica, alm
de. ser ii justo e absurdo, urna videncia ao di-
ii de propriidade, c tin-.linei.te urna infiact
c.io da touotituico, cm cuja guarda est esta
A mbla obriga la v iar.
Paasare s outrus emendiis quo nao ti ve tera-
pa d: i'.iacutir na acaaSo oe mtcliont'in So
ellas a lie n. !)2 i m que se niz : ("j :
C-c,> que, ae.nl) o objecto delia urna divida,
nao precisa ele jaatficaoao.
A de n. 93 liz : (l) :
'.< i.: ..!. te trat u -listo, na 2' discusso deate
ore in nto eu moatrei a saciedad^, a necesaid .de
do auxili.r de eDgi'ubeiro, para a bam desempe
iio do aeivico municipal mas como a casa en-
teudeu que no devia aeccitar essa emenda, cu i
reproduz>debaixo d sta coudicio -que s ja man-
tillo, cem seus v. ucimcutos, o auxiliar do enge-
ii i i r- at vagar o logar. Parece que nieto na i
v*i piejuieo fclgiim; Cmara Municipal.
O engenheiro nao est isempto do adoeeer e nc
caso du estar d cute por dous ou tres das o qu-
se ha de faxer ? Parulyar o servio ? Nao cer-
tamente. (Apartes).
O carpina nao (de supprir a falta do rnge
nb-iro perqu ap da bu pioliss e por itso que o lugar de auxi-
li.i de engenheiro iudisueuaavcl, e de grauie
uecessidade. ( .p.rtes).
<) engenheiro tem habilitares espeeiaes, esco-
Ihem se para esses lugares hrmens completamente
habilitiid'.8 ; e por i;so que a lei prescieve que
f posta ter para elle nomeada individuo, qua
s.-ja titulado aer alguma daa Eseolas do pas em
materiaa inathematic .s
A emenda n. 94 determina que, em lugar de
220 que i. crmmisio de orfamento municipal
marca para a publici) do expediente, editaes
de alistamento eVitoral, etc., da Oamaia da Vic-
toria, diga--e 40 que foi scupre a vcrb desti-
nada paia este BurviC'.
O Sr. Reg BarroaMi s a Cmara pedio 2 O.
0 S.- Bata e SilvaMas ha um contracto para
B realreaoaio diste trabaiua mediante a quautia de
4" O ; e, se existe tal c infracto c so a remecida
verba f.i sempre de 4 eg. ra 1
Entretanto, a Assctrib i far o que entender
conven'"iite.
Emenda n. 95: ( ).
Nio pee) augmento de desp-sa, mas que consi-
gne uquiiio que a le vigente concede.
A lei vigente duo, esenvo da juiy da Victoria
80.l. e eu nao vejo razao para tir.rein-se-lhe
agr 209J : se Ihe a misma qunDtia que se
iva, porque nio ha razao que justifique e
corte que s. propia \
O meu -ys'he.T.a a esto respeito restabelecer a
lei vigenf-i e neste sentida teuhi c ufeecionado s
miubis emendae, e ccmmetteria um.( injusftci, e
na pr >pazeese tambem urna emenda a respeito da
verba d i qoe trato.
O Sr. Viseonle de TabatingaO systbena de
V. Exc. conservador.
O -r. Iiati3 c S.Iva^E'; eu sou conserva-
dor.
Depoia di atas emendas, Sr. presidente, apresen
...a ootra, que tem o n. 104, que de summa
impartaneia o para a qual chamo a itten^ia da
Casa.
A Cmara Muaicipal da Recife, pela r.ystbema
aatoriBa I i a pagar o que estivet a dever de CUS- que val pondo em rx-cucio para amortisar o seu
debito par com e Banco do Braxil, nao se lib-rta-
r u'ell-' em menos de dar anuos.
0 rr. R g.i B'.rros'mem vinte.
r. Ratia e Siva Teuho o calculo feto e o
n-bn; deputido pie examiual-o (ifferccendo-o)
regularmente, pagando 50 contos p r exerci
ci.. .
O -Sr. R-'ga Birr '5Eila nunca pagna aso.
O Sr. Ratis e yilvaMas deve pagar; existe
le qne o di t : .ni i I
O Sr. Rgo BarrosMas entre o que deve ser o
o que ha. difierencu.
O Sr. Ratis e SilvaA Cmara que exocuto a
iei, i'tiiupra o seu dever.
M ia dizia eu, regularmcnt pagando a Cmara
Municipal do Recite 50 contos anuualmente, ella
danta ficar deshonorada em 10 anuos, pirque vai-ss
abatendo o que ee d e vao-ae contaulo os juros
do capital que fica.
Mas, desde que for aceita a emenda por mim
i ff recida, que o projecto n. 62 do anno paasado,
couceb.do as termos que vou ler, a Cmara ee
lio rtar desse grande peso em oito ann .s...
O Sr. Gomes PrenteIssa da grande vanta-
gam.
O Sr. Ratia e Silva ficando ainda para a
Cmara um saldo de 70:309^729, que seran) des-
pendaos pela Cmara, ae acaso esta aoluco fosse
operada e.n dez aunas, dando-ae cincoenta coutos
annuaes para a aoluco desse debito. Approvado,
parin o pnj.'Cto quo offereco como .emenda, bas
tara) oito aunos para ficar a Cmara desubrfgada
de seu compromisso, aecusando ainda um saldo de
setenta e tantos contcs de ris, como se v do cal-
culo que offereco.
Agora, note V. Exe, Sr. presidente, e note a
Aasembla entras vantagens que d'ahi resultara.
Antes, porm, de refer-as, vou ler o projecto, que
est concebido n ia aeguintea termes : (l).
O Sr. Gomes Prente -Ectregaudo-se o merca-
do a u.n particular ?
0 Sr. Bats a Silva -Sien, senhor.
O Sr. Gomes PrenteDeus me livre.
O Sr. Ratis e 8lvaOuca-me V. Exe, nao res-
ponda assim a priori; isto nio tem nada de ex-
traordinai io. (L).
O Sr. Gomes farenteVoja V. Exc. que o ne-
gocio tito bom que um particular obriga-ae at
a pagar a divida do Bunco.
O Sr. Ratia e SilvaE' urna proposta que ae fax
para quem,quizer: urna concurrencia, que se abre
para quem conrier, para quem apreaeotar a qui-
tacao do Baoeo do Braiil em favor da Cmara
Municipal do Recife.
O Sr. Gotnea PrenteMaa quem desempa-
ta ? *
O Sr. Ratis e Iva-O desemsatador nomsado
contento das parts.
O Sr. Gomes PrenteE se elles nao eaucarda-
rem com o deaempatador cemo ha de eer iato?
O 8r. Ratis o Silva0 nobre depatada mande
emenda prevenindo ieto; se nao basta obrigar o
projecto a se conformarem com a decisao do deaem-
patador.
O Sr. Gomes PrenteNao; eu vote contra.
O Sr. Ratis e Silva Eu aceito alguma emenda
que o nobre deputado queira apreaeotar.
O 8r. Gomes PrenteEu quero que complete
a sua obra.
O Sr. Ratis e SilvaNao tenho a prcaompco
ou velleidada de suppr que o mea trnbalbo est
perfeito, mas pareceu-me qae dss'e modo fieava a
Cmara garantida, e livre 4* eeorma divida, qua
aobre ella pesa. (Le).
Eis aqu.
O Sr. Gomes PrenteMas qual a vatagem
do contractante ?
O Sr. Ratia e SilvaE eu o que tenha com as
vantagens delle ?
O Sr. Gomes PrenteEntrega-lhe o mercado*
O Sr. Ratis e Silva Debaixo destas condi-
O Sr. Gom.s PrentePara elle alugar a quem
quixer.
0 Sr. Ratis e Silva Nao; para elle usufruir
por tempa de 8 ann"s.
O 8f. G mes PrenteIssa um verdadeiro
monopolio como o das carnes verdes.
O Sr. IVitis e SilvaIsto um trabalbo tosco,
urna obra que eBt cem a lavragem do machado,
os nobres deputadoa agora aplain.n o.
O Sr. Gumea PrenteIsto nao pode vir na or-
namento municipal, materia de um projecto.
O Sr. Rafia e SilvasT.-nbo de mandar urna
emenda completando o projeto.
Continua x ler.
As despezas com os empregados mantam a....
15:585, quantia que j fica de economa para a
cmara muuicip .1.
O Sr. Gomes Parante Mas elles c utiouam em-
pregadaa pblicos?
O Sr. Ratis e SilvaO edministrador de mer-
cado contina a ser empregado camo fiscal da c-
mara municipal.
OS.-.Gcmes PrenteE sea cmara quizer
dimittil-o pie?
O Sr. Ratia a SilvaPor que nao ?
i'o le dcmitil o a nomeiar outro.
( Trocam-se diversas apartes).
Agora vcjaui aa nobre deputadoa ainda outrr.
coa mia qu" se faz.
O mercado ds S. Jas oatume pintar-se de
deas e i ii dcua anuos, e a pintura delle imjorta em
8:0)0*.
Ora, so se piut ir camo costumo de duus em doua
aanos, f-MoB na fim de oito anuos, lima ccnomia
le 32:00 > para a cmara municipal.
Depoia ha maia a despez* da agua e do g iz qu -
o mercado consume, e tudo ist> redunda em van-
tagens o ecouomiiia pira a cmara municipal.
0 Sr. Gomes ParateCrn o respeito quo Ihe
devo permita ene que disa que cate projecto foi
ama i.. inteli que V. Exc. teve.
O Sr. Ri'tis e S ivaPaeiegea. Ea e I i b .
aatiafeita commigo mesmo por ojie en ten la que
urna id u lmente vantaj isa p.ra a camar i mu-
iMcipai; se esta assmeli nao :. acha convenien-
te i-eiyeitc-a.
Eu eumpo o meu dever.
Sr. paesidente, estou eaneado, c o que tinha i-
uzi.r para juaiificar as minlia- emendas ji fijou
dito, e assim termino aqui.
Vote a asscmb a como entender.
(Muito bem ; muito b'm)
o Sr. Res narros-(Naa devolveu o sea
ctiseursi )
O f*v. P. PilanacM Eu nao tencaiinv.
tomara palavra no present debate, por ^ue se... lo
sendo presidente da cmara municipal, nSo quera
que so 'tissesae que tratava de queatao prj djmo
mea, mas na encontrando na direegaa di leparti-
aao, le qu-' me ponha entrave a mareba regular
de seua tr.ibalhos, desejo que esta aasembla firme
bem sua approviigj > no modo de regular as leis
que dt-vem dttermeuur as fuucvSes daquella car-
pora sao.
O meu collega e amigo, relator da commisao,
aprc-ntou urna emenda mandando que o aervica
do matadouro si-ja feto por arrematacai.
Eataudoem mos de S. Exe. a p?tcao do arre
matante da servido, e tendo S. Exc. seicncit de
q.io scudo urna quustSo de proroga^Jo de contrac-
to com o actual s rvidor, parece que S. Exe. devia
apre3eutar urn projecto em d.f.rimento daquella
petiofto, no casi contrsria, apresent.ndo a emenda
di-va motivar o porque deis n de respoud.-r ou de
apresentar a esta asaemb a oa motives quo o de-
moverara a nao deferir petya que veio a esta
aasembla.
Ouseja o acto da csm-ira municipal legal ou il-
legal, a.prorogacSo do contracto o individua t m o
direito de posse que est no goso desse contracto.
Para que ele seja esbulhado iinim. i.atam nti.
em vista desta dispesivo, sera preciso que S Exe.
apreciando a petiejava que essa contractante tr \ix -
ra a assembla, disseese a razio por quo elle nao
poda ser uttendido.
Se o proeediinento da cmara muaicipal que de-
fereo requerimento daquella contractante, nio se-
senta em rasa-a que deve ser aceita ou ippiovada,
par i-ata assembla, o uobre relator da cemmi-alo
devia ter moatrado porque S Exc. deve sbr q"e
que n est no goa > de um contracto, e que vem pe-
dir a assembta sua approv8caa,'nio deixa paasar
case c i.tracto sem perante os tribunaes do paiz
pedir a eua manuttnco e provocar contra a c-
mara, urna qu'Sto de ordem.
D'ahi resultar que ou os tribunaes do paiz en-
tendem que el e tinha direito a ser manutenido no
seu c ntracto ou nao.
S : entendeos est a cmara com nova questSo
e ordena o pagamento ou indemnisaca d" valer
pedido pelo peticionario.
Se a ilustre commissilo rstulanda a pretencio
do contractante do matadouro, entendeu que elle
nao tinha razao, em vez de apresentar um i emea>
da. simpleamciite mandando qua o servico do ma-
tad-uro seja foito por arremataeao, deveria moti-
var o parque nao aceitava ou cao defera a peti-
io do contraetaote
Da emenda se de luz dous males : o prinwtra.
a rc8tric(,'So da ac^ao da Cmara em vista da lei
da 1 de Outubro de 1828. A Cmara- Municipal,
por forcea da su a lei, p le ou levtr a pracn os ser-
vicias dos diferentes ramas de sua adminiatraco
ou fazel-ca par admiaistraeo se far mais conve-
niente, lato da lei de 1828, e esta omenda res
tringe a lei. Perguuto eu: a lei de 1828 quo re-
gula o modo de dirigir a Cmara Municipal p le*-
ser restringida p-r urna disposigao provincial?
Crcio qae na. Quando a Cmara viesse a esta
A mbla, cara urna proposta pcudo parmsso
para fazer por contracto este s'rvica, a Assem-
bla poderla d.-liberar, porque isto o qu i diz
o mesmo art. 44, padendo faser p r cantracto, so-
licitando doa paderes competentes a davida appro-
vaco^ e como se eatende que isto poleria ter
lugar e uo por urna determiuacao da Assembla
qu '. na i me parece competente para restringir as
dispesceies de leis geraes.
Eu crcio que ouvi ler urna sub-emnda mrn-
dando qne isto se conceda quando estiver fin Ja o
prazo d'esse eantractoJ
Esta ideia, parece mais acoitavel, parqoe res-
nc.fa o direito, deveria partir antes da commissao,
que se nadera firmar o,os docementos que se achara
en seu poder e raconhecer se o contracto tinha
sido feito com aa prescripcoes legaes. No emfanto,
este ponto, que de alta imp rrancia para 8ilv.tr
a adminatrafo da ('amara Municipal das diffi-
culdades que Ihe podem advir, deve fiear bem fir-
mado ; porquanto, se o cantracto houver de ser
interrompido por urna determnaoslo di ata Assem-
bla, deve esta desde ja contar que ter de entrar
em nova lucia com aquelles que se acham na di
reccao deste ser viejo, pois que elle obrigou se, por
fore/i de um contracto, a faser obras afin de con-
tinuar a gizal-o, e viria naturalmente reclamar
urna iademnisacao da Cmara, para o que propor
Ihe i* urna accao, ficando a Cmara mais urna vea
obrigada a pagar iuderansacoes por servidos nao
realisados.
Assim, firmei bem este ponto para tornar nota-
vet a forma porque esta Assembla deve resalver
a questo.
Se ficasse a cargo da Cmara o estado do direito
que assiste ao peticionario para posteriormente
pedir a presidencia que houvease de aceitar o con-
tracto depoia de firmadas bem as bases, estou con
vencido que 8. Exc. nao negara a su approvaeio
a esta prorogaco, desde que aa coudiooes estatui-
das no contracto eativesaem Dem descriptaa e
acentuadas. Entretanto, a Aasembla resolver
como melhor Ihe jarecer.
O Sr. Gomes PrenteMaa V. Ese. vota contra
a emenda e a ub emenda ?
O Sr. Prxedes Pitanga Votarei contra a
emenda n. 79, se nao Ihe for addicionada a sub-
emenda que, cieio, nio fai publicada.
O Sr. Reg BarroaEnto a emenda intil.
O Sr. Prxedes PitangaSe esta emenda pus-*
ear, votarei pela sub emenda ; maa, ae nio pssaar,
ficar a cargo da Cmara regular o servico e pe-
dir ao poder competente a approvaeio do contracta.
Assim a commissao devia pedir Cmara oa es-
clarecimentoa neceaaaros para emittir aeu pare
cer em um projecto, qua devia aer apreeentado
como emenda, regulando o servico da Cmara.
O Sr. Rosa e SilvaMas a commissao opinou
pela concurrencia, que p-incipio de adminiatra-
Co.
O Sr. Praxedaa PitangaMaa nSo dase nada
sobre a prorogaco do contracto; e, deede qae o
individuo j tem nm contracto, por forca do um.
prorogaco que Ihe toi conferida em Fevereiro do
anno passado e j est no goso deasa prorogaelo,
como cercear o seu druito?
A commissao s podero invocar como argumen
to para a suspenao desse contracto o facto do nao
ter o contractante cumprdo taes o taes obrigaces
ou onus que Ihe foram impostos Mas a commis-
sao que nada da a esse respeito o que faz ? Manda
por em arremataeao e servico, sem, entretanto,
explicar que j ha um contracto iniciado ha um
anno e dar as raxea pelas quaes deve ello er
interrumpido.
Dosae procedimento resaltar sem duvida urna
lucia com a eorporaco que ter neaessariamente
de pagar urna indemnisaedo, eomo tem acantecdo
a respeito de outros contracto..
Desde que a ccminisso assim nao proceden ,
rtecessario, Sr. presidente qua esta Assembl* s
convenga que a emenda da commissao nao tem ra-
saa de ser, parque restringe a aeca da le qua re-
gula a materia e porque oceulta o facto da sis-
tencia da prorogaco de um contracto.
Tratarei fainlai n da conveniencia ou na do
eontraeto do mercado.
O cantracto do mercado, se tivesae sida regu'a-
do por um peajeoU completo, seria do certa forra i
aciifavel, p .rquanto, infelizmente, cata parte da
administri.co d* Cmara Muaicipal nfte tem cor-
rido com a regularidade q-ie era de esperar.
A Cmara Municipal, desejanda datar este mu-
nicipio com um edificio que recoman-'iidassa aquel
la eorporaco < erante os seus municip?a, proco-
rau estab-lecer um plana de mercado a o m;do do
raaliaar o valor neo'ssario para a sus coaatruc^a.
Quir urna quer outr i ceoea pirti i do bamilde ora-
dor quer o plana par. a construccaa da mercado
a r o mola de realisar o emprestim> con a Banco
:o Brasil, assim com) o Bseio de amortisar o debi-
to enntrahido, fora trabalbo porq ii muito oancar-
ri e o meu UeMtrs amg i o Sr D.-. Ign ici > Joaquim
el o come desejoso de ligar o >-\i ame nm
ir.iu.ih) de ta! BStureza, tai o ra ieanoro entre a
(Jamara Municipal o o Biuco. Foi por s u a ai
que a Cmara consega io do !1 inca t > Brasil < m-
jr.'stiraa necessariapara a con'traeci do a^.ci
d i. A elle 81 d ve q.l-.si i XC astV .:..-..'-. ej ; -.-
vien, o a divida estara paga, ae Exj. couti-
iiu .sae na BCcC laaaia 4 C ..a-a. t ii I i ;> ;r ce n-
panbeiroa aqa liea aa-? co'labararam .i canatruc
gao do mcsmi tr b ilho.
M is al Uso isa nao ae mi -' "i. o a C.mi-
ra d ixouvebfrvra teveiia a brigac-i cpn i i
.. :-i I risii c i .o i v il'T i
p .o io me I lia ..- s-n f*n1 > ct i


p ii -
Mu'iici i.; -i
doa diversos compartimentos, segando a preferen-^
ca e o valor que elles teem, a um grao superior
aquello pelo qual dio renda a Cmara.
Realmente parece admiravel que em urna peque-
a casa haj* pontos preferiveis, m8s ara facto
verdadeiro : ha no Marcado Public) comparti-
mentos, cojo valor se tem elevado cifra de.....
1:.0', ao passo que outros, umitas veies con-
fronte, nao exesdem de 20( *. Ou por eua ollo-
caco, ou por suas fregueziss. o que verdade
que dentro do mesmo mercado ha compartimentos
qua teem o valor quadrupla em reiaco a todos da
mesma natureaa. Prtanlo, parecendo-me que o
projecto nio attendeu bem a condic>,s de ama
arremataeao, de modo a produzir e resultado de-
sejado, collocar a Cmara Municipal em dilficul-
dade. Se porventura isso fosse f-ito era um pro-
jecto regular, muito discutido, poderla produzir
um bom resultado, porque o coutractante poderia
tambem entrar em um conchivo e tirar vanta-
gens do seu contracto. Mas pelo modo porque
et, sem attender-se s cundic-s da policia, sem
estudar-so devidaraent? as dvisoes do Mercado,
pens que nao ser muito prudente aceitar essa
medida. Maa entr. tanto devo dizer con toda a
franqueza : discjo que desta Assembla saia para
a Cmara Municipal urna disposica legislativa
que nao a panha em diflieuldadea no modo do di-
rigir o anno que me toca como presideute que sou
dessa corporae). D -sejo que a mimic pi receba
da Cmara os beneficios a qne tem direita, pira
i .-si preciso que a municipalidade nao encontr
embarazos na execeeo da lei.
Acerca de outras emendas, na necessito maia
entrar em apreciares.
O nobre deputado entendeu, est em sua boa
intensas, que os fuacc-anarios devem ser pagos
com urna certa igualdbde. Para isso houvc um
pequeo acciescirao. Eu uo quero fazer opposi-
cio a esse pequeo accreacimo, pirque cou da-
quelles que pensam quo quanto maia bem ramu-
nerado o fuaecionana, mais direita se tem de
exigir de suas habiliracoes. Partanto deixo ao
crterio da casa votar coma bem lbe aprouver.
Eu meamo reservo para mim o direito l; votar
c uno me parecer.
Tendo dada a hora, su limito-mc a estas consi-
deracS's, e deixo qus a Assembla reaclva tomo
melhor entender.
Pica a diseuaso adiada p la hora.
P .ss.i-se a
2.* PAUTE DA OllDKM DO DIA
Entra em 3.J diseussaa o projecto n. ol do auno
p.caada.
Vem uKs-T, sita lid-is, apiiadis e entrara eui
dieeussSo eoBJeaotam uve can o pr jacto ua se-
gaintes emendas :
- <. 1. A) art. 1 I. Sibst taa-s: pelo sa-
guino .-
D mtra de sois mezoa i coatar '. d.iti de ti
. f-irs; ha a avali cao de i", i- ans.cao das
ob la actual enp.--.-za do .-;..-, it .-; t-rraas la
iuIi 13 Jo caii'rt i I 2 i i >r 1856,
ta-.ulao prusle-nt da p'-aviue a para esse
so h |ui ea! -i n :> -..!0 i do c mi r
io to o p .- i ... .. ,; ni i-.-, ga lo, c n i f-.uv
Ou. lt miiii i.b>.i i trabillioa i -
A a Va I ;] r .i-uilia-l-t c i ici para
i c oh "c- r qu I u.- : nviuic i de
i i d t rain .'i. que a ron ; ,
ea-I-i toase ex
m i o dci ta vidi i n ur. i u Ca i... .
I z.
Bu ) i.n._::::U :i!n i i p .-.-.' ;. la Caraira
em 7 de Jauciro -io corra i'e anuo tiz baixir -en:
p 11 u i d'.-f-. nuin in 11 queni t" ssn r. e
a um cofre especial a reuda liqui la da mercal',
o in i que i se lio ntr i<*s t .; as qu ni
tas arrecadadas i cu i hs Srs. r'ereir.i Cirnjro'
4 C, e pas a ass gur.-u-qu i'.e I iii ro at o al ti-
ra i de Ma re i all reeolheu-se un- ilme ite o v. I >.
arrecadado.
M ia c ima i iems, para que a Cmara pas -
sa cb'gar a su t uJcrauisaco completa precisa
ua'uralu nte de tempo superior a or,i snnos, oor
quanto o mercado ainda misara calculando seu
val ir nao d lquida > qa lti superior a 60 e
e b-in v a Aasomb.i que ; Cunara Municipal
r- c Iheodo 5 contos asan i :a coaoa indemoia v't i
i- -. laiti do Banca d> Brasil f r-ni fioi 1
anuas reco hido 200 e ..ti.i, e sen lo o seu debito
sup -riar a 300: OU '5 nao poier como r.e:umub
lo )Uroa pa^ir dentro do quatrieuio.
S' podesse contraetar cera fidelidade, mant;nda
o regimem neceasario para que o mrcalo pr-'stis-
se a> inuuieipio oa seivi^oaa que est .brizada,
poderia canseg iir :':;. l-oem um tempa menor ;
pirque estou convencida, e j ti ve me-emo a ess
respeito noticia de que o Banca do Brasil receb ira
o seu capital com peqneao jures, urna vez que fos-
se paga Integralmente paiquanto j tem re.---- i i
de aros quasi q^e igual quautia .lo eraprestimo.
lilas nem o p.-. jecto est concebido de maueia a
resaalvsr o direito dos municip.-s.
O Sr. Gimes Prente Andado.
OSr. Praxades PitangaPois que sn Jo de sua
insttuico que se rp.Hnteiiha um certo num"ro de
h >3 para serem de prtfvrencia alugadas aquel
les que nao fazem pa.te deata corapanhia ou qu
ae chama criadores, o prajecto naa ressalva essa
obrinaeo, e o particular que coutratasse nao ha-
va de querer aceitar um contracto com a ob-iga-
(,-i de deixir, na forma da regulament -, 20 taltios
para scrcm ou nao oceupaioa pelos marcliantes
que nio perteiicesscra ompanhia, querer de cer
ta alugar a sea modo, ernbora nao podesse alterar
a tabella do3 valores.
Portento, j ro v que ha aqu urna Iacuna no
t :vel na sua organiaacao, Iacuna que tere de fren-
te a lei que rege o estabelccimento.
Depois, cama nos s-ibemos, a polica --o mercad
fea por empregados que esto si itos especi!
mente aceio da cmara. Poleria f cam ira cao-
tractar o servico do mercada reservando pira ?.i o
direito de pxercer a mesma palicia quo exercla
quando elle estava seb sua urisdccSo ?
ti' pasaivel que a cmara entendesse qu; assim
padia fizel o ; mas par ventura quererla o con-
tractante aceitar um eontraeto em qao h.ium onua
to pesado, qual o d fazer a palicia do mercada
p>r int-'rmedio da cmara municipal, sem inge-
rencia activa seuo na arrecadaca dos impostos
pelas tabellas estab 'lecidaa oelo r"?ulameuta que
iling. aquella reparrnjo ? L' provavcl qtiB> nao.
Desde que um contracto se firma, a polica date
estar debaiso da^uelle que tama a si o cantracto ;
e urna vez qun esta polica nio paasa sr dirigida
sua vontade ter, o contractante de estar cons-
tiut- ment-3 em lucta com a cmara Municipal, ora
exiginda qua taes o taes empregados s-jam aabsti-.
tuid03 ondemittidos, porque nao Ihe preetam obe-
diencia, oa na cumpram a seu modo as erdens
qua recebem, ora porque o encarregado da policia
Jo mercado na querendo sujeitar-se s ordens do
canfraefante, a ouem na pode por forga da re-
gulamenta prestar obediencia, ter de estabelccur-
aa urna nova lucta, quo naturalmente dar lagar
a resciao do contracto, o de certo com prejuizo da
cmara.
Se houvraae quem se quixesse encarregar de n
demaiear o Banco pira ser paga sement com a
arreca-lacaio dos impastos que carreSiem em annas
cterminados. -..
O Sr. Gomes Prente Apoiado.
O Sr. Prxedes Pitanga... sem intervr no
modo de dirigir o mercado, bem ; ento nao era o
arrematante da m-rcado, maa dos impastos. Este
eatabelecida a arremataeao na > teria mais do que
a exercer o direito de ha7er nao s a occnpaco
das lugares, como tamnem a renda doa talhos.
O Sr. G>mes Prente Ainda assim ha va seu
inc inveniente.
O Sr Prxedes Pitanga Sim, mas eete seria
eineate com o arrematante do contracto.
Nesse estrtinto a cmara municipal na en-
contrar quem guaira, tomar a si o encarga de iu-
demnisar e Banco da Brasil de umi quantia to
crescida, porque seguramente o capital empregado
na dar grandes vantagens dentro dos oito
annos.
A cmara palo calcula por mim feito pagar em
oito aunas o debito que tem com o Banco da Bra-
sil na importancia de 419:'KW^COJ, a qu ficar
reduzido eom o accresc'ima de juros, desde que o
Baneo do B asil de 6 em 6 meses capitalise os ju-
ros, levando-os conta de capital erecbendocon-
jun itamente juros de juros.
Mas eu tambem estabeleci com a casa Pereira
Carneiro & C o dtr< ito de levar juros ao eapital
que se recolbeu, de maneara que o capital amorti-
sado nao vence mais juros, e por esta forma nao
ter dentro do semestre de acc-umular juros, por
isso que o dinbeira p-.ga adiantado tamben tem o
mesmo direito do vencimento.
Creio, portanto, que o projecto que puderia dar
um bom resultado se tosse concebido de forma
determinada a acautelar o direito da Cmara ca
fiacalisac,o que deve ter dentro do Mercado, afim
de que o municipio colba as vantagxna que devem
advir dessa estabeleci meato, nio pode ser aceito,
porquanto o eontractaute querer naturalmente
ter o direito de elevar particularmente o preco
c obras
I
intr i, -. i i ..-.-.; .-; i .- -i
.".:' >: a tcri-ii' '..:'. i da
lu .' ; > c liteH -i'.
\ j ...',:.). -,'-:')/.. -;,.
i luc I >s, : |i:..- e i..- i ni / ". u-
i 1.1 :iu I 1 p e : r, -i .4f-| I,', | ,;n-
. '.'.vi-Vilc irinc -.. ud E'i-oaa
:i ii lo o p'''' le.i'e i!, provincia autorisido ti
. ir i o rdito n -.-s-. iri i p ira oocc .rr r reapec-
iv.i despeas, polen li p c-ogar o prazo fr
:i -.
Ao S :" E n !ugir ;':i:C):) 1 .::- 25:0)05.
A-a S 'i1' En lu r de etTaetatr 'lita inlemuist-
c.i.Gi-I' ni' s diga-sa: dev u 1) a ul-tmnisa-
eitci lugar : necor-lo con a clausula 13 do
atrete actual ficando o material e obrufi la
ici 1 c o irczi liy ;i caiJ .. & pt .'. i at qu
. -'ej ir ;.- i la ii i i le nn s .;.i >
a ta i a reep tiva importancia
A> S '"''' Acore3cen;e-8e : nao pad^nl
pe > menos ieao-
I _'iJJ rs o metra cubi io de gaz,
.s; ler
faz- ndo-se ama
r-laeii de mu .JU -'. para os estab-aleeimentos
. ciri lade e b iie eu -ta e md irti;6 -a publ
A> 9* Acer seeuta-se : Se tr mais conve-
nicntc.
Ao 11. Sab3titaa-.e pelo seguinte : Ai .-
si I I rain m-t i lu i nquival-nte a de dez
le espermneete dis quaqueimam 7 grammas
e 80 aentigr .ram 13 por hora, c:: re p in lentes a 120
gri ia ingleses.
Ai 13. Accreaeent"-3e : para 03 fi-is ju I
ros, o que nao impsd-j a empresa ter a sua direc-
C0 em qualquer outra ci-laie.
Ao 14. Substitua-ae pelo eeguinte : O con-
tractaute a r abrigad i a cell e.-r e canstruir a
sua custa, u n ou mais gasmetros, se houver ne-
c.itiiile, nos tugare' qua o presil-n'.a da pro-
vincia designar e a intr. duzr todo-, os m^lhara-
iocut.s de fabrico, medica) a illumiiiaeo que du-
rante o piazo do contrac'o se for- ra tescobrindo,
i:ji vez ..doptilia .:'. .<'; ': do imper -, ou em al-
guma capital da Eur pa.Cunes Par nte.Dr.
Pitangt. '' -r.- ira Jacobina.Ill o Silva,
Barros Barrete JniorReg Barroa.Qoncalves
Ferrera.
N. 2. 0 pagamento di illiiminacl] publica c
pirticular a r feito em moeda Ja piiz. sem atten-
eaa oacillaci) da cambio.Jacobina.R.-sa o
Silva.
N. 3 Onle cauber. ') pagamento da Paulina-
ci particular ser feto em a.a."di to prz o o da
publica se. metade na mesma mae la e metade em
..uro. Barras Brrelo Jnior.
N. 4. O pagamento, quer da illiiTiiunca pu-
blic i, quer da partic llar, s>r feito )) % e.-n papel
8 50 ,'o em 0'}\- i, -.-; a ) COut '. b i .
li --i H irros.
N'. 5. O preco do gaz u" a 238
(lazentos e trinta c oro ri.-} o metra cubico.
15 irros B irrero Juai -r.
X. 6. Oil eouber. P.ra as rlespez-s cara a
fabricacao do servja de ill m'uacla o contrac
cancorrori aonnalmente cam a quantia de 3:
que serio recolhidas ao Thesouri Pro incial,
Barros Barrera Janiar.S sa e S Iva.
N. 7. Ao 5. Sapprima-ae. Barros Barreta
Jnior.
N. 8. Ao 3 O depasito a que so refere o
3' nio ser retralo pela contractante srna fiudo
o cantracto eervindo de canca para os pagan n-
t is le multa c fiel eumnrinento das clausulas.
Barros H irrato Jnior.
N'. 9. 13, subsiitua-so pela seguiut-: A eon-
tract'ute ser obrigada a ter na proi iucia um re-
presentante com pieuis e Ilimitados p ideres para
tratare definitivamente resalver as questoesquese
euscitarem qu r cara o governo, quer cem os par-
ticulares, ficando anjeitos talos seua actos as leis
regalamentos e a jurisdicco dos tribunaea iu-
diciarios oa admnietratvoa da p:-.z. -Ilarr-sBar-
,- -: j Jnior.
N. 10. 15, acrchente se o aegointc: de-
vondo arg misar o Si rvlCO da fisCalisucSo de modo
a p der s r ; sta urna realidade.Barros Barreto
Jnior.
N. 11. Aa substitutivo n. 2 redigido conforme o
vencido.
O preca da g*z nao exceder de 300 rs. o metro
cubico, se for de 6 horas a illuminnco ; se, po-
rm, farem augmentadas as hars aquello prec
ser de 27n rs.
A intensidade da luz ser equivalente a de 10
velas de espermac.-te, das que qoeimam 720 gram-
nia.i por hora.
O pagameuto do gaz se far em curo ao cambio
de 7 d por l'KX).
O contractante poder organisar campaulu'a, a
qual ficar subrogada era todos os direitos e obri-
gaces da eontraeto.
O contractante ter preferencia para substuir
o actual syatemo de illumin ic i por outro qual-
quer syat-ma novo ou pelo elctrico, csso seja re-
conhecida a convenimeia da substituieo.
O coutractante, fiudo o privilegio, ter direito de
indemntsac i do inat rial e obras se nao fr reno-
vado o contractoLuiz de Andrada.
O Sr. Jom Hara(Sa devolveu aeu dis-
curso).
Vem mesa, lido, apoiada e entra em discus-
so conjunjtameute cora o projecto o seguate re-
qu i im>'nto:
Requeiro o adiamento da discusso por 24 ho-
ras, at aerem as emendas boje apreaeutadas im-
pressas no jornal da casa.Gomes Prente.
Encerrada a discusso e posto a votos o reque-
rimento, approvado.
Entra em V discusso o projecto n. 21 deste
"Teem mesa, sio lidas, apoiadas, e entrara em
discusso eom as pegnintes emendas:
N\ 1. Apresento como emenda o prajecto n. oU
deste anno Dr. Pitaaga. -,
N 2 Igual favor por um anno a Antonio Joa-
quim da SMveira Carvalho para tractar de sua

-




1
nflH



Diario de Pirnambuco--Sabbado 21 de Maio de 1887




sauia onde Ihe convtnr. Vigario Augusto Re-
gueira Costa. ,
N 3 Igu-.l fvcr profcssora de Coi de Cs-
poeira, Argeurir* Feitosa Brekentsld, 6 mezes
com ordenado. Ferreira Jacobii.a.
N. 4. As lieencas sera concedidas soar-nte
coui ordenado.Vigario Augusto Fraukliu.
N. 5- li'J* favor i profesaora da rui Imperial,
Marcolina Portado Suato Maior, com ordenad)
Gom a Prente.
N. 6- igual favor por um ar.no a Jof Augus-
to de JMl'', Joaquim J-.s Pereira, empringados da
Iostruccio Pubiic ; a a'fer-s da gu'irdi civica
f Joo da ilveira Tivora, e a pr< fessora dj Enea-
namoiit i, ea- rVmtaerim.Ratis e Silva.
N. 7. Igual favor p,r 6 metes ao secretaria do governo, Joaquim Francisco Pues
Barreto.Jnvcncio Mara.
N. 8. Igual favor por a:n anuo mais com orde-
nado ao professor Gaspar Regueira Costa.Gas-
par de Drnoiinond.
N. 9. Igual favor, uu>is pir u o uno ora or-
denado, professora publi-s. de Rio Furmoso.-r-
Scphronio Portcila.
O 8r. Jos liarla(Sao devJvcu seu di-
curso).
O Mr. Julio d BurroSr. presidenta
nao me parecern conducentes o argumentos
apreeen'ados pelo m u liacuicto collega, deputa-
do pelo 2o diatricto, que at.bi de tu; preceder na
tribuna. Confeccionando o parecer oraemdis-
cuaai'. baseei-me em uiua ki reconheeida pe o
nabre depoUdo, reconheeida por toda esta asaem-
bla; ba ei-me, Sr presidente, na lei na neces
sidade. Um caso especia!, orno o de que se
tracta, um cuso todo especial, foi o que me iiiiu-
io a assi^uar u prcj co. ii ai m, Sr, pr-sid li-
te, q>; a le vigente determina que as heneas ec-
jam concedidas rnente com ordenad.*; sei q le a
lei assira i statuio.
Xao faltando, perm, competencia assembla
pira joueeder e.-aae f>. vor cm um caso extraordi-
nario, em um caso todo excepcional, por e3ae ino-
tivo, como j disee, nao besitei em assignar o pa-
recer c.u riiscus.o, nj sendo a isto levado por
cooside ugo i.a de outra especie.
O Sr. Jos Mara -N-ra cu diss isto.
O Sr. Ju io de B-.rrosO nobre deputalo diss-,
O que nao me eseapou, que aqui nesta casa, como
que so impunliam asignaturas para a passagem
rpida de certas medidas. Afianco a S. Exc. que
este projecto pardo apenas do minba boa venta-
de, baseando-ine no cumpriinento de in.u dever e
ni justica.
Declaro a S. Es.'. '|iic nao fui instado por peg-
aos alguma "ara apre.-entar o proj'Cto ora snjeto
a debate. Proced de rainha livre e espontanea
vontido. sabendo que era um favor maior do que
aquelles que tein sido conced lo i em casos idn-
ticos, mas em todo caso um favirque esta As-, m
bla pie coueeder porque i de sui compe-
tencia.
O Sr. Jor Maris Plc, mas nao deve.
O Sr. Julio de BarrosEm ea?03 excepcionaes,
como aquelle Je que ao trata, preciso que esta
Assembica t-n!ii ama certa coniescen leticia em
favor daquellea qu? sempra se mostrou zeloso no
cumpriinento de seas deveres, interessaado-se pe- I
lo descuvolvimento d? sua repartcao.
t-'reio que i ai ubi iieuh'ima iqjusticae que por-
tauto esta Asa .-rabi i ; l; praear una acto de
sua^ exclusiva competencia.
Entretanto nao faca) questao e esta casa le
resolver do modo que julgar ma's accrta-lo em sua
abadana.
Ped a palavra sjicnte pira sa'var a respon-
sabliiade de miaba astigaatara e da de raeu i
companhiir.', que citameat toi levado pilo mis-
mo mov< I.
Com: ji liz notar formulando rste parecer, ba- I
8eamo-nos na lei da necssidalfi. lii universal e'
imperioj que ni s ffij eontestaco e q'ie est
acmi de todas as lea.
Qjando se trata de utn serveauaria doente e
que tein prstalo aervifos a causa publica, pens
que est em condiec-s de merecer noi fa7or des-
la aatureza, em desb)-ira para aqielles qu
Carlos de M >re Gomes Ferreira.
Or Deodiro U. CjcIbj Cataoho.
Deaietrio de Ga-ima i 0 .elbo.
Jos Defio da Silva Cirvalhj.
faulo de Al bu [cerque Gams.
AfFogadoe
Mann 1 Marques de Amorim.
Jsquim Javaleaate Barreto
Peca
Joi Augusta de Miranda.
Jote Vlaria Ferr-ira da Co3'a
Jo? Adolpho de Oliveira Lima.
nua lrooliuira\*B-cebemos urna mon>-
gruphia do municipio d* cidade di S. Paulo, es-
lulo admininrativj do Dr. Joi Mendes Je AI-
meida Jnior, pn-sidnte da cmara municipal da
meama eidale ao tctnpo em qe publieou o seu
bonito trabalho, que de ineontestavel merilo e
de grande proveito aos que desejaiem couhecer a
historia do municipio da cidade da S. Paul).
ttec betnos tambem um livro de 497 paginas
coto o tituloAlgumas notas genealgicas-Livro
de Fami i, escriptopelo Dr. Joo Mandes de Al-
meida e dividido em duas partes, sendo urna pro-
priaueute histrica e outra genealgica.
Coatm luformsfoes curiosas acerca do deseo
brim nto d > Brasil, diviso das 8Us torras o es-
pecialmente acerca das capitanas de S. Vicente
e do Maranbao.
A p-rta geuiulogica trata de racas em geni e
especi .Imenta dos indgena! do Brasil e da fami
liaMandes de Alinei U.
E' de grande importancia o livro do Dr.
Hdodrl.
Agradecemos os dU3 mimos, que obsequiosa-
mente nos ebegar un a mos.
Honroao- O Rvm. commendador Filippe
I?j.icio da Ponseca Galva), da Parabybi do or
te, tomando em consideraeao o oelido de seu .re-
alo ua ultima pastoral, libertos quinta fera ul-
tima todos os 8 -us eecravos era horaenagem au
jubileu sacerdotal do S. Padre EeSo XII.
E' um acto merecedor de todos 03 elogios, que
muito honra ao caridoso sacerdote e eaperatnos
ser dentro em poaco imitado por outros seus ir-
mios de classe.
I.milernn MaricaDistribuio-se hontem
o n. 18j d'ste peridico livre e humorstico.
Ladree*. Os ladroes durante a madrugada
de aate tiootem, assaltaram a casa de Jos Ar-
thur de Paiva, no lugar Sant'Auaa da fregneaia
do Poco da Pan el lo.
Arrombiram a soteira da porta que d para o
qii'ii' .1 e eut.aud) furtar3m urna carteira era que
bsvia 45 cas dulas; um relogio de ouro para
senho.a, com crrante do m-smo metal, urna ma
china de costura, um palitot, om eollete e tres cal
(as de casimira.
A noticia trata de descobrir o criarnos} ou cri-
E' justamente a hypotheso de que se
minosos.
ANMOciaco Commcrcial Aercola
Em reuniao de hontem esta associaoSo clegeu para
vico-presidente o Sr. Sebastian Mauoel do Reg
Barros e para tbesoureiro o Sr. commendador Mi-
guel Jof Alvc8, em substituic) dosSra. coronel
Augurio Octavia oo de Souzu e Gregorio Maia,
qu: nao aceicaram aquellos caraos para os quaes
tinli un sido escolbidcs anteriormeate.
Vapor do mu esta pr ced-ncia ehe)u
unte-hjntem o vapor fraucez Vdie de Mara/iho.
la coropauhia Cbtrguera K^anis e hontem seguio
para a Europs.
As niitieias de que foi portaior vi i em outr
lugar publicadas.
.MUNsin-iio c lVriiniMil-i Rraven.
No da 15 do correute : ni lugar AgUl Urin:i
do termo da <4 lipipi, B iT.r.n n Pareira da Sil-
va, armado c om urna faca as 3 n i iou sea propno ti
Joaquim Moreiri da Silva o ferio gravemente a
Manuel Jos d* Silva e Jos Vioreira da ilva.
Foi preso em flagrante delicto o criminoao c
esA sendo inquerido.
Para er julKailo.N i da 12 do corren
te pros-Titou-sa ai Dr. juiz municipal de Pes-
qu ir i, ufi u de ser julgaio, UercnlanoPeretrt dos
Santos, prenunciado alli no art. 193, combinado
com o art. 34 do Cod. Crim.
Confcrencin'Jomo fi anuunciada reali-
sou se nu da 19 do correute, 11 horas da ma
oha, per ante os Srs. Drs. presiden'.e honorario do
Ciub, inspector da Iuatrucoli Publica e diversos,
convidadas a 4' conferencia do Club Litterio Ay-
| venientes, reiteren Sua Magestade aquella sen ea-
pontaueo offereeim*nto, com o qual sigoificoa, por
miis um acto, o patriotieo iaterease que dedica ao
progreaso dasaeiencias no Brasil.
Prulecco eloa cano* sobaatlMN
Por decreto n. 9,749 de 6 do corrate foi manda-
da cimprir e observar a declaraeie interpretativa
dos arts. 2" e 4 da coavencilo internacional de 14
do Marco de 1884, relativa pratcelo dos cabos
submarinos, teodo sido firmada em Pariz a mesma
daclaraeao a l de Desembro ultiim peloa plenipo-
tenciarios di! partea contraetaate*.
SSo eale :-s termos da sbredita interpret'icao
que foi awxatda, em nome do Brazil, pelo Sr.
BarSo le Irrn I:
T.ndo-s? fcuaeitads duvidas sobre o sentido
_da palavraVoluntariamenteinserida na srt. 2
"da convenci de 14 de Marco de 1884, fiea enten-
dido qae a dispisicao de re.spons.bilidade penal
mencionada u' dito artigo nao se appca aos ca-
sos de rompimento ou estrago necasionados acci-
dental ou necesariamente durante o trabalho de
r.-p racSo de um cab', quando se tem tomado to-
las as prec incoes tendentes h evitar-esse rompi-
mento ou estrago.
Fica igualmente entend Jo que o art. 4 da con-
venci nao teve outro fira nem deve ter ontro et-
feito eeno encarregar os tribnica competentes
de cada paiz de resolver, de conformidade con
saas leis e segundo as circumtanci :a, a qaestai
da respoa3ablid tde civii do proprietario de um
cabo que, pela colloeacao ou reparar) desse ca-
bo, causa o rompimento ou estrago do outro cab?,
b in como us couaequencias desja reponsabilida-
de, a reconhecer-se que ella existe.
Em virtnde da referid convenci, que houve
por firn resguardar as valio&03 cabadaes empenha-
dos na telegraphia submarina, tomar tn as aitns
partes contractantes o compromisso de solicitar
dos seus pa.lamentos as providencias ou lea que
se fizerem nec^ssartKS punielo 'os especiaes de
lictos e observancia d8 regras fixadas pela so-
bredita convenjao. Varias nicoea leu-s j d^s-
empenhado dette compromisso.
Ceutro da luduwtrla e do Comner
co do tKiurarAo pres dente e m-iis mera-
bros da directora desta assiciacio, expedio o Mi-
nisterio da Agricultura, em 9, o aviso do th-'or
seguinte :
Nio permittindo a estreitez i do tempo que o
professor Frederieo Haaricio Draeoert, a quem su
referi essa directoria por offijio de 25 de Abril
ultimo, possa enejar a Demorara oppirtuuamente
para assistir ao assentamento das bateras da dif-
fasjj no en^euho oeatraJ Non Pare l, nem s ex-
periencias que alli so aohavam projectadas para
o crrante uiez, autonso a mesma directorii a in-
f >rinar-se da importancia do auxilio de que care-
cer aquelle proreuor, dalo qtie, apezar da pre-
indicada circainstancia, desoje dirigir-se Guya
Extirpaclo de tim kisto sebceo dajjlandna
partida e prolnndamente eollocao.
nirerturla da* obran de coierva
cao dos. portnBoletim meteorolgico do
lia 19 de Maio de 4887:
Horas
C
I
U
3
6
t.

30-4
26"-8
28'0
277
26*4
Barmetro
f
TfBsao
o vapor
76l09
76}ngJ
761 "27
759*87
<60"1H
I
19,35
21,63
211; i
19,87
20.79
o
TJ
a
a
s
SI
9!
81
77
71
Si
Temperatura taaxiina 29,0.
Dita mnima23V25.
Evaporaco em 24 horas ac sol: 4,"il ; som-
bra: 2,-2.
Ohuva-12,m7
Dirccclo do vento : SE de meia aaitr at 3 horas
e 44 minutos da manha ; SSE at 5 horas e 23
m-nutos ; E atA 7 horas e 28 minutos ; SE, com
ioterrupcao de 30 minutoa ESE, at meia noite.
Calmara durante 1 hjra e 30 miuutoa pela ma
dragada.
Velocidade media do vento : 1">,52 por segando.
Nebulosidade media: 0.72
Boletim do porto
Pra mar ou baixa mar DU Horas Altura
B. M. P. M. B. *. P. M. 19 da Maio 20 de Maio 824 da mamila 252 da tarde 8-57 315 :n iiiii'i 0,"i65 225 0.n6.i 2,^25
iKdjctuar-ae-nio:
enneed
trata.
O Sr. J.s Mara Tem direita a urna liceuca
com ordenado tmente.
O Sr. Julio de Barros Mas trata-sc de um caso ,
especial o me parece que a Aaaeoobla pie fazer rei ** ',i-
c com muita justic. i. Dada a oalavra ao illuatradoconferenciador Ar-
Depois, Sr. preiident eu baseei-me nos prece- I 'bunio Vieira, diasertou sobre o ponto de sua con
dentes desea casa, porque coneessoea identic'aa tem j ^reacia Educacio e in
sido faitas em anuos auteriorea pelo corp i legig- dijferatgt en re ellas
lativo. F >i concedida a palavra Estna. Sra. D. Her-
E se a Aasembla tem este poder, nao commette I ctiul ^raca. O orador da cas* agradeceu aos con-
inslrnc'lo; semHhanga e
urna falta, nad pratica urna injustica, nio exorbita
de attribaices, npprovando o projecto que disen-
timos e que tauta mpugnacao mereceu do nobre
deputalo pelo -i" districfo.
Um Sr. d.putadoA licenca par 6 mezes ou
por 1 auno ?
O S.\ Julio de BarrosPor 6 mezes e com todos
os venciiueutos.
Repito : baseei-me nos precedentes desta cisa
para proceder do molo porque o fiz. Nao quero
especificar o nomo dos agraciados, porra sei se-
vidados.
Iirrejii de Santa Rita de Cansa.
O co.nelQo administrativo da contraria desta igre-
ja rcsoivcu t.-anif-nr a fasta de sua PaUroeira pi-
ra o da 19 Je Junho vinlouro, a qual ser prece-
dida de noveuas. Ama iha, polas 9 horas do dia,
haver misaa com assistencia da companhia de
ineoori-s do Ars ntl de Guerra.
Ilorle repentinaNo Matadouro Publico
da G'banga achava-se hoatem pelas 9hjraa da
mauh, estelando urna rez, cujo servico achava-se
gundj estou informado de que em legis aturas paa- ba'JO annoa o magarefe Claadioo Silve8tre.de
sadas esta Asscmnla j tem concedido liceueas i Albuquerque quando notaram os compaubeir s
eom tolos os venciraentos. Sendo aesai parece \ 1ue ,a e"e cahiuio, correram a segural i, mas j
que os autores do projeotu nao praticara do modo i era cadver. ,
algum um acto da iujuatica, apresentan. o-o a esta | ^ m-dico do estab leeimento reconheceu ser a
Assembla. Conseguintemente, Sr. presidente, esta moree resultado de lesio cardiaca.
Assarabla de certo, apreciar o parecer por inira Immediatamente o administrsdor levou o facto
formulado e dar sobre ce o veredictun que bera ao conhecimeoto do ir. vereador commissario e ao
Ihe aiorcuver.
Tanho concluido.
O He. aupar de ItriiniraonJ (Ni
devolveu seu diocurse).
Vem mesa, lid', npoiad o entra em discus-
so conjunctaueote cum o prujecto o s guinte rc-
quermento:
Requeiro o adiamenlo da discussao do pro-
jecto por 21 horas. Jos Mara.
Nao bavendo numero para votar-se, procede-se
chamada, sendo encerrada a diacusao.
E' adala, na fo ma do regiment, a 3' dlscuB-
sao do projecto n. 105 da 188o.
O Sr. preaidente levanta a sesso, designando a
seguinte ordem do dia : 1> parta : continuacao da
antecedente ; 2a parte : 1 discussao do projecto
n. 43, 2* doa de na. 4 e 5. todos deste auno, 3' do
de n. 74 de 1886 e continuacao da antecedente.
BtiViSTA DIARIA
Cmara Munici|>ul ilu Brete ..u
18 do correute toi designado o da 7 de Jullio vin
douro para a e eieoo de ara vereador da Cmara
Mnriicipal do Recite, ern subatituicao de Antouio
da Silva Ramos Neves, que fnlleccu.
Tribunal do jury do ReciteProce-
den se hontem ao sorteio dos 48 jurados que tem
de servir na 3'sc-&ao do jury no crreme anuo
convoca a para o dio 23 de Junho recabando
nos seguintes cidadoa :
Recua
Jos "-alvador Pereira Braga.
J03? Ferreira da Silva.
Thom Gomes Vieira Lima.
Sauto Antonio
Affjnso Henrique Rodrigues da Silva.
Joio do Reg Pacb-cu.
Jos An elo Pereira.
Dr. Jos Viceute Me ra de Vasco iceiloa.
Bellarmino Alvea Arxa.
Mano -I Januirio do Arru la.
Joaquim Luiz Crrela de O.iveira.
Josquim Venancio Calddira.
S. Jos
Joaquim Joa de Aguiar.
Salvador C. D Cavaleante de Albuquerque.
Frauciaco de Paula Albuquerque Maranhio.
oLeovilgido Padilha.
Joaquim Gomes de Si.
Jeatuino Rodrigues Cardoso.
B ;a-Viet
Gregorio Targino Aceioli.
Jo lo de Aquino Fonseea.
Juvino C aar Paes Barreto.
Dr. Virginio M. Cameiro Leo.
Dr, Mith'us Vaz de Oiveira.
Manoel da Silva Guimarea.
Joio Demetrio Paruandes Viaoaa.
Jo C-ea o J Silva,
Dr. Gabriel Ildefonso das Neves Cardoso.
Mauoel do Naacim-uto Silva Bastos Filho.
Aausto Pinto de Lemos.
Dr. Rodol.iho de Paula Lopes.
Francisco Viguato de Aiauj >.
Dr. M ci G -mes Viegas.
Jos cciipiim Pe eir.
Hermenegildo Marcelino de Miranda.
Commendador Joa Caudido de Moraes.
Vicente Machado Freir Pereira da Silva.
Domingos Henrique Matra.
Dr. Ermirio Cesar Coutmho.
flraen
Leonel Augusto Pereira.
sub legado do diatricto que p >r sua vez tomn
coiihecunento do factu.
Vapor Ceara Pela respectiva agencia
tui-DM enviado o seguale telegramma, cuja pu-
blicacio explicar o publicado na sessao compe-
tente :
Fortaleza 20, s 5 horas da tarde.
Vapor Cear escullalo Paracui do aqui
trinta milbas, c. mmandante espera safar, marea
vivas 22.
c lu Aboliclonlnta D. Jun A esfor-
908 dos cidadoa Jos Candido da Silva Pessoa e
Jos de Moraea Guedes Alcoforado, fundou se,
houtem, no sali da b>bliotheca do Instituto Lit
terario Olindenae' ama soeiedade abolicionista que
foi denominada Club Abolicionista D. Jos com o
fira d ', pelos tneioa legaes, emanciparem o muni-
cipio de Olindn do elen.ento servil.
Esta id i foi unnimemente applauiida pelo
grande concurso de cidadoa que alli comparece-
rn!, uotando se entre elle algucoas senhoraa.
Congrenito don antronomonUebaixo
da presidencia do ministro dos negocios estranzei-
ros, e na nata principal do observatorio de Parir,
abrio-s- o congresso int"rnacioual dos astrnomos
convocado por iniciativa do Sr. almirante Mou
chez, eminente director daqu -lie estabelecimento,
pura concert uniforma a pela appcaco de inatrum-utos de ty
pi idntico, levantar a carta phot igraphica do
co. Alm dos inembres da cominia.-ao fraaceza,
em numero de 21, aebaram se presentes primei-
ra conferencia 37 astrnomos delegados por diver-
sos g vera, s, e entre ellos os Srs. L Crnla, direc-
tor do observatorio do Rio de Janeiro, e Boa if, di-
rector do observatorio de La Plata Contaram-e:
entre 03 astrnomos preseutes as maia notaveL
suramidades da astronoma, representando a mor
pirta d .s observatorios dos doua hemispherioa.
Calcula-s qae o namero de estrellas registra
das pela aova carta exceder de muito o algaria-
mo de 20 m Ihoea, attendendo que este nltimo a1
garismo foi presumido p ir Wliara Herschall nao
laboriosas investigacees a que se dedicou eom e
seu tm '3i t-lescepio, o qaal, entretanto, alcanfa
va to boieute >.s estrellas de 15* grandeza, ao
pasao que objetivas actuaes alean?im as de 16* e
at as de 17* grandeza,
O catalogo uiais rico de estrellas, at agora co-
nhecido, o de Argelander, publicado em 1862, e
contera pouco mais de SOO.O'IO estrellas, nao indo
alm das de 10' grandeza. Comparando ama das
placas obtidas no observatorio de Pariz pelos ir-
ruios Heory com a parte correspondente da carta
de Argelander, achou Struve qae a superficie de
qu a tro graos quebrados na referida placa contera
5,000 estrellas, ai pasao qae apenas 170 cata > re-
gistradas eu igual superficie na carta de Arge-
lander.
A Academia das Sciencias de Pariz que tomn
a seu patrocinio a colosaal empresa, considera qu.-
a pr jactada carta c- leste ser a-os olhoa dos as-
trnomos futuros, o monumento scieotifico raais
considemvel e oais faca .do em lescobrimentos
que lelo' sido legados sciencia pelos aeculoa
passados.
A este respeito j ti vemos ocessio de noti
ciar, dia o Jornal do Commercio da corte, que, mu
to antas de manifestar-sa a idea da reuniao do
congresso, havia 8. M. o imperador ofterecido ao
Sr. L. Cruls os muios ueeesaarios 4 acquisicao dos
apparelh s que habilirassem o observatorio do Rio
de Jaoeiro a applicar o methodo Henry. Trac-
tando-se agora de empregar em todos os observa
torios instrumentos aaitormea e de custo mais ele-
vado do que aquellet qae a principio pareciam en
na Ing'cza c >m o fi-n de estular M resultados ob-
ti los duquclla8 ou de outras exporienciaa, obri-
ganlo-se, no caao affirmotivo, a dar cont 1 a este
ministerio do fructo das observacoes em rolatorio
minucioso, no qual dever considerar, aleo da
pircntagein saecharina por aquelle methodo ex-
trahido da canna, a natureza das melhores varie-
dades desta gr.m ii-.i cultivadas na referida
Guy.ma, os aperfeicoameutos introduzdoa ua cul-
tura, e tudo o tnais que interessar a este rano de
industiia agrcola.
D'us guirde a Vv. S.<.4 di Si'oa Prado
Sao louvaveia, diz o Jornal do CjOmwrc'n da
corte, todos os esforcos com qtw o gowno dili-
gencia promover a applieacio uo B.-.zil do 111c-
llior methilo didiffin'. A realiza rom se, cern
pira desejar, as esperaofas fundadas nesta me-
thodo, a industria ussucaroira nao tarlar a ad-
quirir entre 113 extraordinaria importancia. E'
u difFusao que, combinida com a cultura seientifi-
ca da beterraba, tem logrado tornar tio aprecia-
do este tubrculo como factor d: riqueza saecha-
rina. Applicada na caona de assucar, conseguir
sera duvida resultados ineomparav^.is nos que
reera sido obtidos da b terrabi. Nm ser necea-
Bario encarecer o fructos ccoiomico3 desta ba:n
encaminhada revolugo industrial. A este res-
peito bastar c msi lerar que, anda qinula a
rea da canna da asen -ir ai 1 augmentaste de um
bectaro no Brazil, bastara a utiliaacao da riqueza
qu imperf.-itos methodos h"jc estarilisam, pira
que a industria saecharina so achasse as cm
ces d: affVontar sem desalent toda a sorte de
competencia.
ilemeiM de nenenteRemetter1-.1n.3e
Ja crt: presidencii da provincia de S. Piulo,
eom destinj camira municipal do Itapetininga,
um caixote e doos saceos contend sementes -las
variedades de algodoeiro denominadas Hyland,
Herbceo, Setim o S. Paulo, b.-m como de outra
de denomiuacao dcsconhecida, c da variedades de
arroz Gilden-ricu e Iguape.
As municipalidades dos districtos agrcolas,
diz aaupracitada tolha, prestario bom servico di
ligenciaudo iutroduzr nos seua municipios emen-
tes de p'un as uteis, Siji para fomentar cnlturas
n ivas a que se in.strem apropriadas as condico -a
do solo, seja para renovar as setnenteiras das cul-
turas organiaadas. Kata reoovacio, cuiJadosa-
inente feita, passa por ser exeellen'.e raei >, nio s
de avigorar as plantacoea, tornando as mais pro-
ductivas, mas anda de preaei val-as das pragaa
que mui frequentemente acco nmeltem 03 vegetaea
riundoa de setnmtes colbidas no meara i s o.
Nao ba inuitos das, ao oceupar-nos da cul-
tura do trigo na provincia do Rio Grande do Sul,
alludimos ao parecer de pessoa competente, a qual
eaten le que o milho do Rio da Prata leva priraa-
zia ao de muitas zonaa do Brazil, na qualidde e
no preco, por ser alli inveterada pratica a reoova-
cio aim-ial da sement, ao pisso que entre 113
a lantagao actual que comm im neute ofForece as
sementes com que ter de funiar-se a plantacio
futura. A igual motivo uttribue se em parte o
declinio da cultura do trigo eui zonas diqaelia
provincia, as quaea o vegetal, aps looga serie
de reproduccoea, fe i accommettido da praga vul-
garmente conhecida pela denominacao da ierra-
gem as cercanas de Coriciba, onde outr'ora
tanto fl oresceu o trigo, parece ter occorrdo facto
idntico. Em todo o caso, sendo tio pouco cus-
tosa a reno vaca o das sementeiras, ser til expe-
rimntala.
As municipalidades fariam bem concorrendo
para generalisar esta pratica.
Navio que ne desarma -L-se na Re-
vista de Engenbana .
Construio-ae ltimamente nos eataleiro3 de
Saint-Denis um navio a hlice que se denomina o
.-alma destinado a navegacio do A'to Congo.
O que particularmente destingue esto navio, que
ella se p le desarmar todo. C mpoe-se 850 pecas
pesando cada ama de 25 a 30 kilogrammas no
mximo e que os negros podero fcilmente trans-
portar as costas at Brazzaville, de Viv, onde
numerosos rpidos, sobre um trajecto da raas de
500 kilmetros, impelera completamente a nave
gavio aos navios europeas que oouerem subir o
Congo at ao porto de Banana.
O Alima completamente desmontado, ar
transportado do Hvre a Banana, a deata a Vivi
pelos navios ordinarios A:li ser entregue a 850
negros, que se encarragaro de faier ebegar as
saas dili rentes partea ao sea destiao.
EeU siagutar construccao exigi longos estudot
e trabalfioe especiaes. O Alima mede 15.5'J
metros de comprimeuti ; carrega seis toneladas ;
e cala em media 90 centmetros e sua velociiade
noimal da 20 ls.1 metros por hira.
A calJeira, ae um novo genero, poderscr aque-
tida com lenlia, uuico eombuativel que se t-ncon-
era no Congo. A machina de aao, ferro e bron-
ze ; o seu pes 1 de 9J) kilogrammas e desenvol-
ver urna forca d; IOO c ivallos-vapor.
U Sr. de rrazza destina o > Alima ao trans-
porte do material e das m -rea lorias necossanas
ao estabelecimento de estacoas commerciaes uaa
margena do Congo, lia do igualmente ser.-ir-s-
de lie para levar aos indgenas do centro da Afi i-
M aa quiuquilbanaa que ae podem trocar por ou
ro em p e por peilea de valor. Finalmente, neete
pas, em qae grandes ex ten-o n Je territorio de
um riqueza extrema ainda aao deaconheeidas, aa
rxploracoea tornar-aa bao posaiveis e ho de dar.
sem duvida n-ubuoaa. resultados vantujosos .
Beunlee sosiaesUa hoje as segoin-
tes :
Da soeiedade b-neficente Conciliacao, s 7 tu-
ras da noite, em sua sede ra da Iinperatriz, em
sesso magna da iniciavao o posae.
Do Instituto Archeolgico e Geographico Per-
nambucano, hora do costume, em sesso extraor-
dinaria.
Do Club Litterario Ayres Gama, no lugar e ho-
ra do costuuie, em sesso ordinaria.
azellnhaDistribua se hoctem o n. 5
'de. te peridico. Est bem redigd 1
Operacde cirurclc-aForam pratica
das uo hospital Pedro 11, no da 18 do correute, ae
seguiutes :
Pelo Dr. Malaquias ;
Talha periueal bilateral peio proeesso de Nela-
ton, redamada por clenlo vesica!.
tielia*
Boje
Pe/o agente Modesto Bapiiita, s 11 horas,
ra 1 de Marco n. 12, de taznd is e roupas.
PeZo agente Pestaa, s 11 horas, na ra do
Vigario Tenorio n. 1?, de uji expolio o predio .
Pelo ajenie Brito, s 11 horas, ra de Pedro
Alfonso u. 43, de predios.
PeZo agente Pinto, s 2 horas, na ra da U.iiao
o. 15, de plantas, Sores c palm:iras.
Segnnda-feira :
PeZo agente Brito, a 11 horas, na ra do
Pedro Alfonso n 43, de predios.
Terva-faira :
PeZo agente Pinto, a 10 [2 horas, ru de
Agostinbo B -ierra n. 4, de movis e mais ob-
jectos.
*flta faaebs-e. -Serio celebradas:
Hoje :
A's 7 horas, na Ordem Tereeira de 8. Francisco,
pn alma do Viscoale de Monte-Sao.
Terca-feira :
A's 8 horas, na igreja do Carmo, p >r a'm do
t aente-coron 1 Austrielino de Ctatro S4 Barreto
e do Dr. Gaapir do Drumnond ; s 8 horas, as
matrices da Boa-Vista c da Coooicao d Nii-
ralb, pr a'ma d> Dr. Sympbronio Cesar Coat-
nho; a8 horas, na orlem tercrira de S. Francia-
c>, por a'm. de Jaeintho Jirte Je Oliveira.
Painajjeiro Cnegados dos portJ3 do sul
no vapor trancez Viltds Afaranho :
Manoel Villa o7i, Mano-I Tavates L i;-, Ma-
ra G. de Toledo, OJoriao Je Oliveira, Mirtina
Miranda.
Sahi ios par-, a Europa no meara) vapor :
Carlos Smtoa Silva e sua senbora, Manoel Joio
13 ornes da Amorim, sua ac-ubora e 3 fijhoa, Anto-
nio Joio Gomes da Amorim, Jos Gonja'vjs Ca-
saca Vianna, E luardo Galuit, Hirmuiu Ne
ineyr, Jamdlo Cahri, Julio Purstemberg, Sabia
tio Antonio Aceioli L'us Wanderley, sua senho-
'ra e 1 fiiha.-i'ressiano de Barro Wanderley c sua
senil ora, Gistav II tyui, Mu oel de Oliveira Maia.
Sahi i 13 para o aul no vapor nacional Prin
c:pe do Grao Para :
EupSroziua Mana Je Oliveira, cadete Lidis-
lo Jos Pixot), Manoel Farroira da C'Sta.
Cana de DetencoMovimento doa pre-
sea da Casa de Detencao do Recifa no dia 19 do
corrate :
Eiistiam 353 ; entraram 5; ex3tem 353.
A saber :
Os bilbetes acham-sc vende, lia Casa Falaz
praca da Independencia us. 37 e 39.
Tambem aeham se i venda na Casa da Porta
na ra Prmeiro ale Marco nd 23, de'Martiu;
Fiuza 4 C, e na Esmeralda, run Larga do Risa-
rio n. 24.
Cenaiserio PattUeo Obituario do dia tS
le Maio :
Jaeintho Duarte da O.iveira. Peraambuco. 33
annos, solteiro, rarzea ; bepatite.
Manee', Peraambuco, 2 m .zea, S Jos; gastro
enterite.
Ilerculano Ignaci 1 de Carvalho Mendract, Rio
Granie do Norte, 75 annos, viuvo, Boa Viesa :
anemia.
Victor, Pernambuco, 2 mezes, Sauto Antonio ;
athapsia.
Chatariua Mara dos Prazeres, Peruambuc >, 100
anuos, viuva, Boa-Vista; spasmo.
19
Manoel Das Tobas, Pernambuco, 42 aunos,
casad, Graca ; tubereuloa pnlraenares.
Mara, Pernambuco, 11 meaes, Gr^ca ; dyar-
rh 1. -
Mara, Pernambuco, 4 naos, Boa-Vista ; tu-
tano.
JoS5, Pernamouco, 6 dias, Boa-Vista ; invia-
biliiade.
Adelaida Mara da Conceicio, P.rnambuco, 19
annos, soiteira, Bi-Vista; tubrculos pulmo-
nares.
Jos Francisco Alvos, Parahy'oa. 34 annos, ca-
sado, I3oi-Vista; leao cardiaca.
Valerio Gomes doa Santos, Peraambuco. 58 au-
nos, solteiro, S. Jo ; broncho pneumona.
Joo Antoni) dos Sintos. Pernambuco, 43 au
nos, casado. Santo Antonio; tubrculos pulmo-
nares.
Hara, Pernambuco, 1 anuo, Bi-Vista; febre
typhoda.
Laura, Pernambuco, 4 anuos, Santo Antonio;
ruche tismo.
Joaquina Coelho de Castro, Pernambuco, 38 an-
nos, Doiteira, Varzea; mflunacio entestiual.
Julia Joaquina de Onveira Costa, Pernambuco,
44 aunoa, casada. Santo Antonio ; tubercuiooc.
Manoel Beato de Jess, Greca ; bsriberi.
Anna Maria, Pernarabuce, 60 anuos, casaea,
Santo Antmio: remettido pelo delegado.
Un feto, Pernambuco, Santo Antonio; remet-
tido pelo dele ;ado.
Do Sr. desejnrbirgad.jr Al ves Riberro ao
desembargador t!avares de Vaaconcellos :
Appeliacao crime
De GaranijunaAppellaufo LoSgero Aotonio
Bazio, appeilada a Jaetiea.
D1U01N-GIA8
C 'ni vista as Sr. derembargador promotor da
justica
Appeelag cf imc
Do Buiejue Ap.. liante ojaizo, appellado Ho-
norio A-odi de Monre.
Eueerrou-ae a eeesao a 2 htras da tarde.
COMMUNICADOS
Pelo Dr. Pontaal
N'acionaes 320; mulheres 8 ; esfranzeiros 12;
escraroa senteuciadoa 3 ; idem procesados i ;
dem de correccSo 13.Total 358.
Arrae,oados 318.
Bous 233 ; doeotes 2 1. Total 318
Nao houve alteracao na eufermaria.
IjiXeria da l*arnlilnBis os nmeros
da 21 lotera da Parabyba em beneficio da Igreja
matriz e Santa Crsa da Misericordia extrabida
em 20 de Maio.
4115 2'o-:000000
1413 2:000*000
4295 1:O0Os?0j0
Estao premiados com 5)3/S :
1 )53 2836
Estio premiados cora 200 :
2104 4183 5572 7982
Estao premiados com 100s5 :
903 1489 2233 2522 3,28 3164 3131 3il9
5J54 5276 5755 9091
Estio premiados com 50* :
1709 2H44 3301 3907 4178 4603 4969 5331
5408 5S05 5844 5947 6171 6561 7690 8070
8100 8255 9521_ 9559
Approximaves
4114 125*000
4116 125*030
1442 10U*000
1444 100*0J0
4294 40*00
4296 40*030
Oj nmeros de 4101 a 420) esto premalo
com 15* ixcepto o da sorte grander
Os nmeros de 1401 a 1500 estao premiados
com 10*exdepto o da 2:000*.
Todos os nmeros terminados em 5 estio pre
miados com 5* excepto o da sorte grande.
A seguate lotera ser extrabida breve-
monte.
liOterla da provincia No dia, ..
do crrente, 3 4 horas da tarde, se extrabir
i1 parte das loteras, em beneficio da matriz
de Itamb, e, nj consistorio dn igreja de Moas
Senhora da Couccicao dos Militares.
No mesmo consisrorio estarlo erp os tas as ar-
ae as espheras a spreciacii do publico.
tioteria da carieA 204 loter da cor-
te, pelo novo plano, cujo premio grande do....
30:0004000 aera extrabida no dia .. do cor-
rente.
Oa bilhetes achara-se venda na praca da In-
dependencia na. 37 e 39.
Tambem acbam-se venda na Casa da For-
tuna ra Prmeiro de Marco n. 23, de Martina
Finza & C.
Lotera do Grao-Para A lotera deata
oroviucia, pelo novo plano, cujo premio grande
40:1:00*000, aera extrahida no dia 21 do cor-
rente.
Bilhetoa venda ua Casa do Ouro, ra do Ba-
rio da Victoria n. 40 de Joio Joaquim da Costa
Le te.
Tambem acham-ao venda na Casa da For-
tuna ra Prmeiro de Marco n. 23, de Martina
Piuza & C -
Lotera da provincia A 4a parte das
loteras em beneficio da matriz da villa de Itam-
b ser extrahida no dia .. do corrate, s 4 ho
ras da tarde.
Os bilhet 3 garantidos acham-as venda na
Caaa Feliz na prva da Independencia us. 37
e 39.
Tambera aeham ee venda na Casa da Fortuna
ra Prmeiro de Mar^o n. 23 de Martia F.u-
sa& C.
Lotera da ParahynaEsta lotera caj
premio grande de 20:f>H)*0JO ser extrahida no
dia .. do corrente s 3 horas da tarde.
Os bilhetes acham-ae venda na Caaa do Ouro
ra do Baro da Victoria n- 40 de Joio Joa
qnim da Costa Leite.
.^Lotera do Espirito Santo -Esta lote-
ra cujo premio grande 60:000*OJO, ser extra-
hida m dia 21 do crrente.
Oa bilhetes acham-e a venda aa Roda da For-
tuna roa Larga do Rosario n. 36.
Tambem acbam-se veuda na Casa Feliz na
prava da Independencia ns. 37 e 3).
Lotera dn provincia do Paran
A 13 lotera desta provincia,pelo novo plano, cu
jo premio grande de 15:000*000, ae extrahir
uo dia .. de Maio.
Bilhetes a vonda na Casa da Fortuna, ra
Prmeiro de Marco n. 23, de Martina Fiuaa & C.
Loleria de AlafoanA 16* parte deata
lotera, pelo novo plano, cuja premie grande
I de 15:000*000, ser extrahida do dia 25 do cor-
CHROHiCA JUDIflARlA
Trlbuaal da Rciaoo
SESSO ORDINARIA EM 20 DE MAIO
DE 1887
PBESIDESCIA DO EXU. SB. COXSELHEIRO
QUIN'TINO DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
As horas do costura?, presentes os Srs. desem
bargaioresera nume.-o legal, foi aberta a seasa-o,
dopois de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuido* e pia-aloj os fetos deram-se os
seguales
JDLGAMENTOS
flaneas Corpus
Paciente .
Tenenta-coronl Francisco Griwcalvas Tone:.
-Toucedeu-se a ord.-m para se mandar ouvir o
inapect r do Thesouro Provincial a o Dr juiz de
dirrto Jo 2' diatricto criminal, contra o voto do
Sr. desembarga 1m Tavarea de Vascoacelloa
Retursoa eleitoraes
Le G iran au* '.te; orreute Joa Joaqum da
Silva, recorr lo o jurzo. R-lator a Sr. d-sem
barga i ir Delfino O lyalciute. Negou-se provi-
neuto, uuanimemeute.
Di Goy.unaiecirreate Silvmo :om-s di Al-
buquerque, recorr Jo o jaita. Relator o Sr. dea-
erab.rgador Pirca Gonotlves.-Em diligencia.
Aggravos de peticio
Do RieifeAggravaite Rolopho Peaaoi, ag-
g.-avalo Liu.eutmo Pires d- Oavalhj. Relator o
Sr. desembargador Oliveira Miciel. Aljuntosos
desembargalorees Pir-s Perrsin e conse
Bar o. Negou-ae provimeuto,
Uma expca^o uecessaria
N^ste Diario e no Jornal do Reti/e de hontem
foi pu olicado aob o titulo O Dr. Ferrer um pe-
queo artigo (in que se l :
evido a iatervt-ncao deum amigo commum
aeeordou-se (o Se. A. do Carino Almeidi-) com o
sen cont-nlor que receben qtuntia muito inf rior
a que cobrava.
Son lu o contendor de que aqu ae trata.
Paia evitar quaesquer duvidaa preeiso que se
aiba e fique bem patate o aeguiute :
Nio foipoTmimeo!ict.idaaia!erveue.Iod'aque
le amigo commum para o aecrl -, qu foi de vi lo a
esta mesma intcrvincao.
O aciu.Jo foi aceito e realas-.Jo nao por .mira,
mas sim p lo mcu Jesinteressado advogaio, De.
Correiada Araojo, a quera desie o inicio da aeco
dei illimitadoa poderes, inclusive o de paaa.-ir qui-
tcao a: aun recebar cousa alguma, ee asaim eu-
tendease.
Bem sa v, qae nenhiiini importancia poda ter,
ao meaos qi tuto a mim, circuoistancia de aer
ou nao r lativimente malo inferior a qui-ntia me-
diante a qaal euttndm o meu advogado acceder
ao amigo commum o acceitar o acirJo.
Reeife, 20 Je Maio .1 1837.
Barros Guimaraes.

PUBLIiCOES A PEDIDO
Srs.
Iheiro Qiciroz
unnimemente.
Uo Recito A jgra van to Francolino Carnelro
fe Licerla, aggravado Froi Jos de Saata Juila
Botelbo. Relator o Sr. desembargador Moateiro
de AnJrade. Adjuntos es Srs. desembarga Joros
I'oicauo Barroto e Bjarque Lima. N-.-g).i-se
p ovimento, unnimemente.
^ Do RecleAggravaute Joaquim Jos Alves
Guiraaries, aggravado Antonio J. Moreira de Sam-
paio. Relator o .3r. desembargador Tavares de
Vascoacelloa. adjuntos oa Srs. desembarcado-
res Oliveira M iciei e Delfi.19 CiValc inte.D ju-
80 provimeuto, unnimemente.
Denuncia
Dj Joa B inicuo do Amiral, Pedro Celestino
de aouza Pimea:el outro, coutra o bichare!
relesphoro Gomes de Arauj >, jjiz de diroito u-
terino de 1,'aarass. R-lator o Sr. deaembargi-
dor -ires Goncalves. Aljuntoa os Srs. deaem-
bargadorea Pires Ferreira e Alves Ribeiro.Jui-
gou-s: improc d,-n-.e a denuncia, uuaoimara mte,
com uma advertencia ao juiz de conformidade
com o art. 339 do Cid. do Proeesao.
Appellacoes criraea
Do Bonito- Appellante Joio Martina de Olivei-
ra, appsllada a jaetiea. Relator o Sr. desera
bargador Buarque Lima.Mandou se a novo ju-
ry, unnimemente.
De S. Jos do EgypViAppellante o promotor
publico, appellado Pe 1ro Vieira da Silva. R:la-
tor o Sr. desembargador Buariau Ltma. Man-
ja so a novo jury, unnimemente
Dj R.-citeAppellante o juizo, appellado Ji,a
Antonio de Mara. Relator o Sr. deaembargador
Buarque Lima. Maudou-ae a novo jury, unni-
memente.
Dj Auas Bel asAppellante Luiz Gom -s da
Silva, appeilada a justica. Relator o Sr. deaem-
bargador Buarq-ie Lima.Deu-se provmento a
appenacio, unanimsmeute, para se impr a peaa
legal.
De CorreotesAppeilante Bellarmino Correia
de Moura, appeilada a justica. Relator n Sr.
desembargador Toseano Barreto.Confirm:u se
a sentenca, unnimemente.
Do ingaAppellante Joa Alves Barbosa, ap-
peilada a justica. Relator o Sr. desembargador
Toseano Barreto.Deu-se provmeato a appella-
cc-, uua umemeute, para se impdr ao reo a peaa
I-gal.
PASSAGENS
A morta do inaxaninho Nhoz nho. filio d3 hon-
rado agricultor Joaquim Minoel diMoiti ilveira,
no 30. dia ds seu fillecimento.
Nio vai do lodo o h 1:1111! a sepultura :
Sobreviv! i cruel devastasao,
O espirito immortal, aossencia pura.
O perfuma gentil da tu-cago.
A rosa murclia e c\-. mas o perfume
Se evap ira u 1 ''-par,! i;iii lo, azul,
A pureza qun em si ella resutne
E' palancada pelo vento sul.
Assim la meiga creancinlia o esp'rilo
s ido s reno i regia > dos cus.
A gozr la da paz do inlinito.
.1' som'jra :m a /!$ 1 do etarao de Dem.
A 111 irle, u crua ruorte nao se qucu
Ao pranto augusto du extremosos pas ;
E vai. terrive, o,uasi sempre lda,
Ceifando vidas, promovendo ais.
E'mister nao chorar. 0 lenitivo-
Aesse golpe tcrrivel e cruol
Existe i isiguaijilo sentir mui vivo,
Mensageira da paz, doce e liel.
Os cinco ann >s q ie viveu Nliaiub ,
etieio de encantos, de innocencia c amor.
Formam, risonhis, sideral caminlio
Ao llirono exeelso do imuoi-ial Senlior.
Robre seu tmulo, pequenino e bi-llo.
Hluminado por gentil luar,
O pobre vate, cum fiel disvello,
Vem suas Sores uuto enllocar.
B. C.
FtTtLIUtE!
A s que me juoto ; aniquilo !
Onde penetro ; perturbo !
Entrci na Caraira Municipal; desmoralisci-a
Entrei na prim-ira Provincia (jornal); matei-a
asphyxiei-o
esbindalhe-a !
tiz de uma grundc
Juotei-mo no co amrelo
Juitei me a d ino.-raeii
Entrei no abolicionismo
idi, pilhagem !
Liguei-oae a Epaminondas; cahio !
Liguei me a Nabuco ; easangu, ntei-o !
Ti ve eiixa no correio ; suicidou-se !
Tive caira ao prolongimento ; fu^io !
Tive caixi na theaouraria ; preso !
Tive caixa na lotera ; em criae !
Qnantas victimas no caminho de minbas glo-
rna t '
B
'tente.
Do Sr. conselheiro Queiroz Barros ao Sr. dea-
embargador Buarque Lima :
Appellacao crime
Appellante o juizo, appellado Joao Alvea dos
[-Santos.
Appellacao commcrcial
Da 'damaiiguapeAppellan'es Joa Pernandes
Ferreira i C, appeilada D. Mana Uomea da Sil-
veira.
Do Sr. desembargador Buarque Lima ao Sr.
desembargador Toacano Barreto :
Appellacao crime
De Bezerros Appellante o juizo, appellado
Antonio Marinbo da Silva.
Do Sr. desembargador Toseano Barreto ao Sr.
lesembargador Delfino Cavalcante :
AppeliacSo civel
De Garanhans Appellante Aotoaio Pereira da
Silva, appellado Antonio Veuaueio Pereira Ma-
celo.
Do Sr. desembargador Deifiao Cavalcaate ao
Sr. dembargador Oliveira Maci-1 :
Appellacoes civeis
Do Roeifrf Apped inte o procurador aeal da
faz -o ia, appellado Antonio do Nascimento Diaa
de Moraes.
De Palmares Appellante 1 'lodoaido de Barroa
Franco, appelladoa M'arciso Maia de C.
Do Sr. desembargador Prea Ferreira ao Sr.
desembargador Honteiro de Andride :
Appellacao crale
Do CaboAppeilaute o juizo, app.-liado Anto-
nio Lourenco, vulgo Cirrog-io.
Do Sr. desembargador Mu iteiro de Aodrade ao
Sr. desembargador Alv.a l'tibeiro :
Appellacea criraes
De Nazareth -Appellante Be.-n.riino de Ar-
ruda Sean i Filho, aopellada a Justina.
Di Palmeira dos IudioaAppellants o juizo,
appellalo Joi Bernardo Correia.
O Sr. desembargador Pires Goncalves como pro-
curador da corda e promotor da justica iateriuo
deu parecer nos segrales teitos :
Appellacao civel
Do ReeifeApp-liante Jos Soares do Amara I,
app Hados .os herieiros de Fraaciico do Reg
Puntes
Appellacoes ciimes
Do Pao de AssucarAppeilaute o juizo, ap-
pellado Clemeutiuo Pereira da Silva.
Do Kio Pormoso- Appeliaate Francisco Jos
di Nascimento, appslUia a justica.
Banco de Crdito Real
Quando tratou-se do estabelecer nesta capital
um banco rural e bypothecario. tomos dos que
applaudiratn to grandiosa iia, e julgamos que o
commercio e especialmente a a^riculfura iriam tes-
pirur alguma cousa, una vez que algum is das con-
di,o -s julgadas impreseiodiveis e indispeaaaveis
para o melhoram uto da uossa agricultura, como
juros mdicos, e a longos praaoa, iam ser pr-
henchidaa com a fundaco de um estabelecimento
baicario de tal ordem.
Sim, debatia-se na imprensa, discutia-se em
qualquer asaociacoio, aprogoava-se por toda parte,
que os juros elevados de 18 e 21 por % com que
os correspondentes sobrecarregavam os nosso
agricultores, e as reformas continuadas de suas
le Ir as, erara as causas maia poderosis doa aeus
rmbaracis. Com a funiacao portanto de um es-
tabelecimento bancaric, q-ie viesae libertar 01
agricultorea da usura dos correspondentes, era de
presumir que os agricultores que cstivessem em
debito com os aeus correspondentes, fcilmente re-
correran] ai banco, e tirando os capitaes de que
precisas34-m. depois de dadas aa garantas exig
das saldar iam 03 se 10 dbitos CO n 08 seus ex cor
res pon lentes.
stavamos por tarifo bi>m longe de pensar que
urna instituicao creada sob to f lizes auspicios,
era vez de servir d bem pa-a o c, n.uiercio, e agri-
cultura, vie se servir de mal para uma classe de
comerciantes, qual a dos correspondentes, que
n raelh ir boi fornoceram os seiu capitaes ad-
quirid s com o labor de longos annos e com a
mai tevera economa agricultura ; stavamos
bem longe de suipor quo to til estabelecimen-
to viease indirectameut: servir de refugio a agri-
cultores pouco eserup liosos, que para al:i vo
afH nodo liy.oihecarem os seua eogenboa,afimde
prejudicarcra os seus ex-correspondentes .'
Sim, a experiencia j vai demonstrando por
fictos repetido), que agricultores vo appareceudo
que illadindo a boa f dos seus correspoodeute,
ou excorrespondeates, com prom^ssas de que vao '
hypotheear sea. enge ihoa para pagar-Ib, s, afim
de nao Ibes causari-m o menor catorvo, que depois
de rt-alisada a hypoth ca, e embolsadas as lettras
bypothecariiis, poem-se ao freseo, como se coatoma
dizer fcando os e rresp a lentes Caloteados, B?m
ter de que lancem mito prra o s-n pagameoto, vis-
to o engeuho ser o un ico bem de valor que po;-
auiam.
E' contra semelhantes abusos qa9 levantamos
um o .lo de in 1,gii .9i 1, e cbamam >s a atteuco
doa honrados directores e gerente do Banco Rural
da Crdito Real
Sim, nao peaaivel qn- ama inalituico des-
tinada a fina to louvaveis se constitna, sem
qii'-a, r, na b loa te iuexougiiavel, onde se vio
refugiar ag. cultores pouc escrupulosos para dea-
fructar oa capitaes alheioa. o scarnecerem da boa
f doa ex-correspoudeutes illudidos.
Os honra ios administradores do B.nco de Cr-
dito Real ni drvem coucoTer nem mesmo indi-
rectamente pira prej 1 li -irem uma classa de com-
merciantcs, que Ibes devo merecer alguma consi-
deraros.', qual a dos correspondentes ; somoj 03
prim iio3 a fas-r ihes ju.tifa.
Denuncian Jo taes abusoe, que se vo dand-, te-
mos em vista pedir aos honrados administradores
de tSo til estaoeleciinento alguma providencia,
afim de gue el les nio se reproduzam ; e asiinlem-
H




...
bramos que nao a realisesa kyppthecas com agri-
cultor*, sern quo provem esjar ate conta saldas
com os seus el-correspondente, ou algn docu-
mento assigoado por elle annaindo ;a hypotneca, e
ficando em depMito no Mamo naneo 4 :sua dospo-
aicao a importancia do debito, qu o bypotbecaBte
esrcr dever, paganaVnbora o correapoodente
urna retrbuico por semattunte trsbalho, ou eni-
fim outra qualquer providencit qu3 os honrados
airectoresjulgarem mw proveitosa.
Em caso neuhum porcra d-ve-se consentir e fa-
cilitad os abusos que se vio dando, e sim extrpal-
os aob pina de animar se e estimular-se o calote,
roonstituir-se o Banco de Crdito Roal uaia insi-
tuici ruinosa, e intensa a clatse dos correspon
"dentes. ,. ,. ,. .
Confiado* nos caracteres distinctos que dirigem
o Banco de Crdito Real esperamos que providen-
cias enrgicas sero tomadas no sentido de nossu
reolamacao.
Maio, 20, 1887.
,c7nta victima.
Tribunal da Helas? a>
At hoje as autoridades policiaes e judicianas de
Goyannano deram o menor cumplimento as or-
dos do venerando Tribunal, acerca do habeos
corpus concedido ao meao: Raphael, filha de Do-
mingos Sorrentino.
Sao decorridos vinte e tantos das !
Pedimos providencias ao Exin. presidente do
Tribunal.
Recife. 21 de Maio do 1887.
Um indignado.

O major Attonmi Leal, Ignotus e a*
sociedades anonyma* existentes
ueoia provincia.
Coraparec.3 aiada uma vez na arena pr
nalistica.
Trata-se de questo que affecta a trra
qae me foi bcrcji e a certas individuali-
dades-
Ignotus conhecido. Eu, pelo menos, te-
uho o visto figurar na lista dos passageiros
para a Europa e nos bonds de Santo Amaro.
Dizem-rne qm pessimista. Naoduvido.
Aiostumdo s praticas inglezas acha
tudo ruim no Brasil.
Mas vive nelle e La amitos annos.
Nao entendo.
' Uma especie de Odio, quer governar o
co e a trra. Nao fundn mas o mode-
rador do mundo. Antes por pai do tempo
do que por Ignotus deva ser tiJo e havido.
Nao tolerj aemelhantes no vi Jados.
Assitp nao tem appcacSo os seguintes
palavras da Epstola de S. Paulo : haere-
ticum kominem post imam et secundam cor-
reptionem devito.
Coosiderarei, portanto, as consideracdes
sobre as nossas sociedades anonymas. Hei
de chamar o Lima, o riino's, o Ferrer (nao
o gordo, truculento) e mais uns conhecidos
de Ignotua.
Nao cont .va com essa agora.
Pretenda ir por toio este mez a Ca-
chamlue e aproveitar a opportunidade para
dar uns consellns ao Pelotas e. fico l
Ora... son t8cravo do elevar.
(Continua)
Major A. Aff'onso Leal.
19-5 87.
Le-se no Frogres Medical :
O ilnbo de extracto de Osado de
liaralliMo. de l lieiner. presta 03 maiores
servicos:
Aos individuos exhaustos pelongas secr:-
coes mrbidas.
Aos antigos rheumalicos privados de appc-
tite. _,.
Aos gotosos inveterados que nao digerem
mais.
As criancas debilitadas pela denticao.
Aos adolescentes cujo crescimento fatiga.
Aos adultos cujo trabalho ou prascr exhausta.
Todos achara neale medicamento um licor
agv.d.ivel, juntando a um poder regenerador ln
d'cutivel, um gostd de naturesa tal, que satisfaz
aos paladares mais estragados.
Nao seria por emais recommendar aos nos-
sos leitores .o. emp'rego deste excedente medica
ment.
GOHHERGIO
Observ-aees para oa Jatllcloso
aio
De todos os orglos pertencentes ao oorp hu-
mano, os pulmocs sao os mais delicados e de uma
naturesa summamente frgil. O menor accesso
de tusse es irrita e infl tmma; e quando para logo
nao se atalhe o mal, produz no fim umac mpleta
ulceraca > na sua substancia que as consom iutei-
ramentc e api de si aeaneta a morte. Estas ter-
riveis consequ.-ucias podem se fcilmente evitar
em todos os casos, usando se em tempo do Pello
ral de Anacahuita, xarope delicioso preparado do
sueco balsmico do uma arvore do Mxico chama-
daAnacahuita, o qual allivia e fiz desapparecer
dentro tm poocas horas a tosse a mais violenta e
inveterada.
Acba-se perfeitamente livre e isento de acido
prussico, contido geralmnte em lodos os mais pe-
toraes ou xaropes feitos de fructas acres ; nem to
pouco coatm partcula alguma de actimouio de
que aquellos igualmente se acham impregnados.
O seu uso est se tornando universal e os mdi-
cos os mais eminentes lhe concedem sua plena ap-
provaca como remedio seguro e t fficaz contra as
tosses, catarihos, bronchites, asthma, es|uiuencas
e dores de garganta.
Cono oabakha contra as falsificacSes, obsrve-
se bem que os nomes de Lanman & Kemp veuh un
estampados em httras transparentes no papel do
livrinbo que serve de envoltorio a cada garrafa.
Ene ntra se 4 venda em todas as pharmacias e
drogaras.
Agentes em Pornambuco, Henry Forster & C,
ra ao Oomaiercio n. 8.
Importante declaracae (S)
As virtudes do PEITORAL DE OAMBARV
de J. Alvares de S. Suares, de Pelotas (Rio Gran-
de do Sul) vantajosamonte empregdo ein todas
as molestias do apparelho respiratorio, n sao
h je postas em duvidu por muitos illustres fi-hos
da sciencia.
O babil medico Sr. Dr Crios Marchaud, de S
Gabriel, escrvcu ha piuco o seguate ao antor
do preparado :
O sen xarope peitoral db cabbaea' tem-me
feto multa falta, porque quasi nunca o encontr
no seu deposito d'aqui. Tenho-a acnselhado na
minha clnica e com elle tenho tirado resultados
importantes no tratamduto das molestias bronco-
pulmonares.
Outras declamcojs importautissimas de mu-
tos distintos mdicos, comprovam valiosamente as
virtudes de to precioso medicamento.
O leitor poder aprecial-as no opsculo que
acompauha cada frase) e qua vende s) na agen-
cia a cargo dos Srs. Francisco Manoel da Silva
& L' ra Mrquez de Oiioda n. 23.
Frasco 2J500, meia duzia 13J0OO e duzia 245
A agencia enva a quem padir condicojs im-
pressas para as vendas por a lacado.
Diario de PcrnambiicoSabbado 21 de Maio de
3* stccAo da A'fandega do Pernambuco, 20 de
Maio de 1887.O ebefe, Cicero B. de Mtllo.
4a pra?u
De ordem do Iilm. 8r. Dr. inspector se fas pu-
blico que 4s H horas do da 24 do corrent mes
serao vendidas em praca no trapiche Conceico
2b vergas e 8 atados de ac, pesando liquido 678
kilos.
3 Becco da Alfaodoga de Pernambuco 20 de
Maio de 1887. Ochefe, Cicero B. de x Mello.

Externat
Franjis Anglals
19 Ra do Hospicio 19
L'enseigaemcnt comprend :
L3 portugis, la lccture,.la cillgraphie,
1'arithmetique, l'histoire Sainte, la geogra-
phie, l'histoire, tous lea travaux d'aiguille,
le franjis et l'aaglaia theorique et prati
que.
Lecons particulires de franjis ct d'an-
gla8. Oa recoit des 1["2 pensioun lires.
EDITIS
O Dr. Joaqum Correa de Oliveira Andra
de, juiz de dir-iito do orpliaos e ausenten
da comarca do Recifd c seu tormo, em Per
nambuco, por S. M. o I aperador o Sr.
D. Pedro II.
Faco saber que tendo-se arrecadado p:r este
juiso o espolio do finaio liberta Ignacio Luiz de
Herrado do Bio de Janeiro
ULTIMA DATA 11 DB MAIO DB 1887
COTACOES OFHCIAES DA JUNTA DOS
CORBETOUES
cambioSobre Lcndres, 23 d. a 90 d/v particu-
lar.
Dito, 22 3/4 d., a 90 d/v., bancano.
Sobre Franca, 420 rs a 90 d/v., banea-
rio.
APoucES-Gerues de 1:000* 916*00J
Ditas 9454000
Ditas de 500* 4 razio de 950*000
Emp Nac. de 1868 l:O0*0OJ

accobs-Banco Interuacional (para
*2*')00
30 de Junhc) com premio de
Dtto (para 31 de Julho) com
premio de
C- de Segaros AUlaia
C. Brazileira e N^vegaso
C. Carna Urbanos
C. Carris de S. C-ristovao
Carris Urb. de Nitherohy
DEBESTCBEsC de Naveg. Ferry
leibas hyp.B. C. Real do Brasil,
5 0/0
Dito
B. Predial
O presidenteJ. J. da Fianca Jnior.
O secretarioJ. A. Perera de Carvalho.
3*000
10*000
275*00
235*00
250*00)
18*000
90 0/0
91*000
90*500
68 0/J
Sobre New-York, 4 vista 300.
Sobre Lisboa e Porto, 90 d/v 212 e 4 vista 241.
Sobre as principues cidades de Portugal, vista
249.
Sobre liba dos Acores, 4 vista 252.
Sobre lina da MaUeira, 4 vista 249.
Mercado de aunucar c alKodo
BECIFE, 23 ob maio de 1S3(
Astucar
Os precos foram estes :
3.> baixo, por 15 kiKs, de 2*0(0 a 2*100.
3.* regalar, por 15 kilos, de2*100 a i-M.
i.' boa, por 15 kilos, de 2*200, 2*300 e 2* 100.
3 > superior, por 15 kilos, de 2*500 a 2*600.
lirauco turbiua pulverisado, por 15 kilos, de 2*300
a 2*400.
Smenos, por 15 kilos, de 1*600 a 1*700.
Masca vado, por 15 kilos, a 1*200 a 1*100.
Bruto, por 15 kilos, de 1*100 a 1*200.
Retantes, por 15 kilos, de 840 a 1*000.
O mximo ou mnimo dos rovos sao obtidos
o informa O /.rliMioutj.
Abjoddj
O de Per nambuco e boas procedencias, em tr-
ra, toi boje colado a 6*S0'J por 15 kilos.
Entrada* de assucar e algodo
MBZ DE MAIO
Moura, por nao ter deixado testamento nem her-
deiros conhecdos presentes: sao chamados oa le-
gtimos succetsores 4 heranja para se habilitarem
na foro da le.
E pan que chegue ao conhecimento dos inte-
ressados, mandei pasear este edital que ser pu-
b icado pela imprensa e affixado no logar do cos-
tme.
Dado e paseado nesti cidade do Recifo aos 10
de Maio de 1887.
Eu Francisco de Siquora Cavalcante, escrivo
o aubscrevi.
Joaqum Corres de Oliveira Andrade.
O Dr. Joaquim da Costa Ribeiro, juiz de
direito do civel desta cidade do Becije e
sen termo, capital da provincia de Per-
nambuco, por S, M. imperial e constitu
cional, o Sr. D. Pedro II, a quem Deus
guarde, etc.
Foco saber aos que o presente edital virem ou
delle noticia tiverem, que a requerimento de Fer-
nandos da Costa & C. na execucSo por custas
que moveu contra Antonio Jos Ferreira e seu
filho menor de igual uome, ser arrematado na
audiencia do dia 21 do corrente, no lugar o horas
do costume e com o abate da 5.* parte, o bem
eegninte pjnhorado e avaliado na mesma execu
cao pela quantia de 2:500*000 :
Um sobrado de dona andares c soto, edificado
em terreno que'presumem ser foreiro, na ra da
Moeda n. 23, fieguezia de S. Fre Pedro Gon
calves, com 4 metros e 45 centmetros de largura
e 13 metros e 80 ceatimetros de cumpriraento,
eompondo-se o andar terreo, que tem tres portas
de trente servindo ama de entra la para os anda>
res superiores, de um grande salo oceupado por
uma venda, com quintal pequeo e cercado de
madeira; o 1. andar que tem duas portas de
frente com varandas de f.rro, duas sa'as, um
quarto e cosinha interna ; o 2." andar, que tem
duas janellas de frente, duas salas e dous quar-
tos; e o soto em aberto de um salo para co-
sinha e sala para jantar; em man estado de con
servarn, servin lo de base pra a presente arre-
in.tacto a quantia de 2:000*00).
Dudo e passado nesta cidade do Recife eos 18
dias do mez de Maio de 1887.
Subscrevo e assigno.
Reeife, 18 de Maio de 1887,-0 escrivo, Tbo-
maz Ferreira Maciel Pinheiro.
Joaquim da Costa Ribeiro,
O ciiadao Joaquim Antonio Correia de
Vasconcellos Io supplente de juiz muni
cipal do termo de Alnho, por S. M. I.
a quem Djus guarde, etc.
Faz saber a todos que interessar pogsa que tendo
sido instalado boj'! o foro civil deste termo, 5ca
d signado para da de audiencias ordinarias as
s-'guudas feiras e caso este dia s. ja santificado ou
feriado sel-o ha no dia segunite til ; as audieu
cas seio id paco da Cmara Municipal desta
villa.
E para que chegue ao conhecimento de todos
ser este affixado nos lugares do costum? e publi-
cado pela imprensa.
Villa de Altinho 11 de Maio de 18 7.
Eu Pedro Alves da Costa Couto, escrivo o
escrevi.
C. de Vasconcellos
Ia pra^a
De ordem do Illm. Sr. 1) inipcctor se faz pu-
blico que s 11 horas do dia 24 d> correntu m t,
s.'ro veadidas em praca kno trapiche Conccic.)
as seguintes mercadoras :
Armazcm n. 3
Urna caixa marca K WTem baix> e diamante
no centro, co itendo catlogos obras iaipressas em
urna cor, pesando liquido 46 kilos, viuda de Nt w
York uo vapor americano Finance, entrado cin 2V
de Fovereiro do corrente amo, abandonada aos
drcitis .or Adamson H/tvie & C.
Arrnizm u. 4
U;ni caixa marca C G N u. 3145, contendo 13)
kilos, peso liquido, de tt'quetas de m lis de d>ias
core?, viada d Uainburgo no vapjr al lera:! > Pa
ranaga, entrado em 15 idem dem, abandiiiad^t
aos uireitos por Amaro de Barros Correia.
Urna caixa marca A O S C. n. 1417, con' 2 k los do cartazos de urna cor, viada do Hivre
no vapor francez Ville de Pernambuco, entrado em
9 d i.irz de Marc;, idem, abandonada aos di re nos
pjr Albt'iro, Oiiveira & C.
Faculdadc de Direito
_ De ordem do Exm. Sr. conselheiro director inte
I rio e de contormidade com o art. 1 c9 do Regula-
ment complementar, se repete o edital relativo ao
concurso cuja oscrip\o ser encerrada s 2 horas
da tarde do dia 30 do corrente, por ser domingo
o dia 29 f m que deveria terminar o praso para k
referida inscripeo :
De ordem do Exm. Sr. conselheiro director inte-
rino, de contormidade com o aviso do Ministerio
do Imperio, n. 4655, de 29 de Outubro ultimo,
(abaixo transcripto) faco publico que tica marcado
o praso de 6 mezes, contados da data deste, para
a inscripclo dos que pretenderen) concorrer ao lu
gar de lente substituto desta Faculdaie, que se
acha vago por ter passado a cathedratico u Dr.
Jos Hygiuo Duarte l'treira.
Pelo que, todos os preti ndentes ao dito lagar,
podero presentarse desde j nesta secretaria
para assignar teus uomes no livro compatente, o
que lhes pcimttido fazer por procurador, se es-
tiverem a mais d<; 20 leguas desta cidade ou ti-
verem justo impedimento.
Devem, outrosim, npresentar documentos que
mostrem sua qualidade de cidadlo brasileiro e que
esto uo gisj de seus direi;os civ.s e polticos,
isto certido de b iptisrao, fjlha corrida no lugar
de seus domicilios e mais o diploma de doator ou
bacharel por ama das faculdades de direito do im-
perio, ou publica forma justificando a impossibi-
idade da apresentaco do origial, e na mesma
occasio p;diro entregar quaesquer documentos
que julgarem convenientes, ou como titulo de ha-
bilitaco como prevas de servicos prestados ao
estado, humanidade on sencia, dos quaes ce
lhes passar recibo, tudo de conformdade com os
arts. 36 c 37 dodec. n. 1286, de 28 de Abril de
1854 e 111 e seguiutes do do n. 1568, de 21 de
Fevereiro de 1855.
*E para que chegue ao conhecimento de tolos
maniou o mesmo Exm. Sr. conselheiro director
interino sffixar o presente que ser publicado as
fjlhas desta cidade enas da corte.
Secretaria da Faculdade de Direito do Recite,
29 de Novembro de 1886.O secretario, Jos fl<
norio B. de Mineze?.
2. directora.Ministerio dos Negocios do Im-
perio.Rio de Janeiro, 29 de Outubro de 1886
Conipanhia do Beberibe
Convida-se aos Srs. accionistas a virem receber
o 78 dividendo na proporcao de 5*000 por ac^o
ou 10 por cen'o cujo pagamento se efiectuat n'es-
te escriprorio das 10 horas da manb a 1 hora da
tarde, diariamente at o ultimo d'este mez, e ao
depois aos sabbados.
Escriptorio da Companhia do Beberibe, 14 de
Maio de 1887.
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina,
Director secretario.
Cooaulado de la Bepablica Oriental
del Uruguay en Pernambuco
Para conocimiento de los interesados trancrib1
la nota que 8 E. el S Sir Ministro Plenipoten-
ciario de la Repblica dirijio al Consulado Ge-
neral :
Petropolis,2 Marzos 1887. Sel r Cnsul Ge-
neral.El Gobierno de la Repblica ha dispuesto
con fecha 28 de Enero ultimo que todos los indivi-
duos que han desertado del Ejercito quedan dadas
las baja8 pudiendo regressar a la Repblica cuando
lo juzguen conveniente en la seguridad de que no
sern molestados da maneira ulgama. Lo que
comunico a V. S. para seu conocimiento e damas
efectos, debeudo V. S. trasmitir la referida dispo-
sicin a todos los Agentes Confulares de su depen-
dencia y recomendarla especialmente a los >n-
suies y V. Consoles de h.s provincias de Rio
Grande de Sur y Santa Catalina, para que le don
publicidad en sus respectivas localidades. Saludo
a V. S. atentamente.Vasqses Sagastumc.
A. S. S. el Sti r D. Enco A. Pii, Cnsul Ge-
neral de la R' publica Oriental del Uruguay en el
Brazil. Dios guarde a V. S. m. ruis.
Consulado d: la Repblica Oriental del Uru-
guay eu Ptxuumbuc'i, 16 Mayo 1S87.
Jjs da Silva Loyo Jnior,
Cnsul.
35
Estrada da Ferro liloiris ao
.Isssmbla geral extraordiuaria
Nao tendo comparecido na primeira i.em na se-
gunda reuuiiio, numero euBcieuto de accionistas,
ifi.n d-- d^libeiarm sobre o assumpto para que
foram convocados, sao u. vamouto cenvidarios
.'
MERCADO DE CAFE'
173.3J6 saccas
Em d psito no dia 10. tarde
Cotava-se por 10 k-los :
Lavado
Superior e fino
1.* boa
1. regular
1. ordiornaria
2 boa
2.'' ordinaria
7/420 a 9/190
Nominal.
Nominal.
7/420 a 7/560
7/20 a 7/360
6/880 a 7/Oo
6/330 a 6/670
TELEGRAMMA
DA AS80CIAC,'0 COMKEBCIAI. PABA KEW-Y-RK
(Expedido em 11 de Maio de 1887, de man ha)
Caf
Existencia 177,000 saccas
Entrad* no dia 10 6,0 X) .
Entradas em Santos 8,000 .
O.udas para os Estados-U ii los 16,000 >
Estado Je mercado Firme.
Cambio sjbre Londres, particular 22 3/4
/"rete por vapor 30 c, e 5 0/0
Precos :
1 regular, 7/600 por 10 kilo ,
desposas e fretc por vapor
2.' boa, 7/150 por 10 kilos, dcs-
pezas e frete por vapor
ESraADAS

19 C por Ib.
18 e. por 1 .
B lisa f*! ttiuierciu
C'OTAgJKS OFF1CIAES DA JUNTA DOS COK-
BECTOBE8
Recife 20 de Maio de 1887
Cambio sobre a Bahia, 8 d(v. ao par, no dia 18
do corrente.
O residente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretario,
Eduardo Dubeux.
Moi intento -fcaucarlo
SKIFE, i.0 0E J.VIO DE iSSl
Os bancas abriram h j-.- o m-rcado de canbio
cosa a taxa de 22 1.4 d. sobre Londres, esUbele-
e nio depois do 11 turas a de i d., coufoiuie as
i .b.llaa seguintes :
Do L/iudon Bank :
>^bre Londres, J d/v 22 e visU2l 3/1.
re Pars, 90 d/v -133 e vistb 437.
a >bre Hamburg.i, 'JO d/v 536 e A vista 541.
- obre Partagal, 90 d/v 241 o vista 245.
-i ibre Italia, visia 436.
- bre Ncw-York, viau 2/300.
[}j English Bank:
: -bre Londres, 90 d/v 22 e vista 21 3/4.
Sobre Paris, 90 d/v 432 e vista 436.
Sobre Italia, vista 436.
sobre Hamburgo, 90 d/v 36 e t vista 541.
Barcacas.....
Vapores.....
Estrada de ferro de C*
ruar .....
Animaes.....
Estrada de ferro de S.
Francisco .
Estrada de ferro de Li-
mociro .
<5 1 i ^3 -*
1 18 1 18 23.820
1 18 1 18 3.419 2.120
l 17 28.99.1
1 17 1.526
69.884

:
=
56
1.502
1.207
40
4.179
2. COI
706
horas da manh s 4 horas da tarde dos das
uteis.
O 73." da coiiPAitmA do bebbbibb, na propircAo
le 5/000 por acelo ou 10 0/0.
Os intercalados devem ir p eseriptorio da com-
panhia, das 10 horas da inauh 1 da tarde, dia-
riamente at o ultimo do correute mez e ao ie-
pois sos sabbados
U -norial
A companhia DE EDiFiCACo est fazendo o re-
cnlbiinento d 7 J prestacu de seu capital social,
na rnzo de 10 0.' i do valor das respectivas ac-
coes, o qual dever r.alzat-ie at o dia 14 do mez
vindouro.
Amanh3,'20 do corrente, reunem-se em assem-
bln'geral, na respectiva sle, os assoeialos aa
associavo commercial AOBicoLA, para tr.itarein de
vssurapuis que se referem aos iuteresses sociaes.
O recolhiraeuto de notas dilacpbadas do Tbe-
souro, faz-se na thbsoubabia db paznda, as tet-
C8 e sextas-feira, das 10 s 12 horas da manh:l.
As notas do Thesouro de 2/000 da 5. estampa,
5/000 da 7.a e 10/OCO da 6., sero substituidas
na THESODBABIA de fazbsda at o d do mes de
Juubo com o descomo de 2 0/0, o qual ser eleva-
do a 4 0/0 a contar do 1." de Julho u 30 do Se-
lembao do corrente r.nuo.
Na prxima qaarta-fera, 25, ao meo dia, de-
vem se reuair em assembt ger&l xraordinana
os accionistas da kstbaoa de febho do bibeibao ao
benito para traturem de assumpto de iutcrePse so-
cial.
A asscmbla geral tuuccionar com qualqu.r
numero de accionistas quo a ella compadecer.
_ es
Declaro a V. S. em resposta ao seu cfficio de 5 do'Srs. accionistas a oomparecerem no din 25 d i eor-
corrente, que se deve proceder a concurso na con- rente, ao meio dia, no escriptorio desta E nj-reta,
fjrmidade dos vigentes estatutos para o provi Praca de Pedro II, n 73 l8 audar.
ment dos lugares de lentes subst tutos que se
acbarem vagos nessa Faculdide e dos qae viercm
a vagar.
Declaro, outrosim, a V. S. qae deve cousideror-
so valida a inscripeo dos candidatos que se te-
uham inscriptos para o concurso qua nao se res 11
sar, annuu :i.do por edital de 18 de Maio do auno
passado, e quelram concorrer no que se vai abrir.
Deus guarde a V. ?'.Bai> de Mamor.Sr.
director interino da Faculdade ne Direito do Re-
cite.
Conforme.O secretario, Jos Hjnorio B. de
Menezes.
Secretaria da Faculdade de Direito do R eife,
20 de Maiodel8i7.
O secretari i,
Jos Honorio B. de Menezes.
Eai virtuele do disposto no art. 63 e seus do
lecieton 8821 de 3 ) de Desembro de 1882, se
declara que a asscmbla gcral fuuccion ir com
q'ialquer numero de accionistas gal campareccr
rvuDo.
Recif.-, 18 "o Maio Je 1837.
JoIj Silvcir Cirneiro d: Cunhu,
Secretario da Asse.-nblea Geral.
DECURACES
ICO 6
i-
C
Sabbadc, 21 do e rrcote, hora do esfume,
llavera sesso extraordinaria.
Secretaria do Instituto Archeologico e Geogra-
phico Pernarbucano, 17 de Maio de.1887.
B.iptista Ue^ueirn,
1" secretario.
9.635
Vapore despachado*
Vapor trances Ville de Maranhao, sabido hen-
tem. levando para o Havre 1.015 sacias cem al-
godo.
Carregou Th. Christiansen.
Vapor austraco Szcchnye, sahio hjntem, coa-
duziudo a seguinte cirga :
Para Rio de Janeiro :
1,000 saceos com assucar branco. ,
1,700 saccas com algodo.
Para Sautoa :
1,750 saceos com assucar branco.
1,130 ditos com dito miscavalc.
SO/2 barricas com dito refioado.
95 pipas com agurdente.
Car.-fg*ram diversos.
Vpi_r inglez Mar'.ner, sabio atotehontem, le-
vando 700 saccas com algoJl para Liverp.o!.
C&rregaram rtiversos.
Vapor nacional Principe do Grao-Para, sabio
bontem para os portos de sua escala, conduzindo a
carga seguintf :
Para Macti :
165 fardos com urque.
Para Peoedo:
120 firdes com xarqne.
25 caixas com velas.
Para Aracaj :
161 fardos era xarque.
30 saceos com fejfu.
Para Baha :
100 sacc s com assucar branco.
150 barricas com d.to dito.
ar.-earan di.eis:s.
fi IdeudON
Ectao sen i i pagos os seguintes :
O 1." do banco de cubdito beal, raza) de 4/
por necio ou 10 0/0 do valor realizado de cada
uma. |
O pagamento fi-se na sede do banco, das 10
Pauta da Alfaudega
SLVKA DE 16 a 21 DE MAIO DE 1887
Assucar branco (kilo)
Assucar mascavado (kilj)
Aleool (litro)
Arrus a>m c:asc> (k lo)
Ao-ao (kibj
Assucar refinado (kilo)
Borracha (kilo)
Coaros seceos salgados (kilo)
Couros verdes (kilo)
Cacao (kilo)
Cachaca (litro)
Caf bom (kilo)
Caf restolho (kilo)
Carnauba (kilo)
Car seos de alfodo (kilo)
Carvo de pe Ira de Cardifi (to i.)
Couros seceos et pichados (kilo)
Fariuha de mandioca (litro)
Fumo restolhj em rolo (kilo)
Fumo restolho em lata (kilo)
Fura* boa (kilo)
Gcnebra (litro)
Mel (litro)
Milho (kilo)
Taboados ae amirello (luiia)
126
066
218
65
3&J
145
1/266
500
270
400
07
46
320
366
014
16000
5S5
cflO
400
5 0
720
200
040
040
oo/yj
EiuporCavo
Hiate na onal Dais te guarde, entrado de Um
scr em 19 do corrente, consignado a Bartho.'oin :u
Loureoc) manifestou '
Sal 500 alqueir-.s ao consignatario.
Plh>bo*.e nacional Sao Borlholome*, entrado
de Pelotas t m 0 do correnta e consignado a Bar-
tholameu Lourencf, manif-istou :
Graixa em bexigas 12,470 k los.
Sebo 100 b.rucas.
X.rquu 180,000 k los a Miia & Rezende.
Brigue escuna norueguense S'f, entrado de Ge-
nova, em 20 do corrente e consignado II Burle
te C, manifestou :
Amostras 2 volumes ordem.
Alpiste 6 SKeosa Antonio Jos Soares & C ,
10 crdem, 20 a Guimares Kocba A C.
Aceite-30 caixas ordem, 5 a Gu maraes Ro-
cha 6t C. **
Coniinhos 5 saceos crdem.
Dcesl caixa a Maacol Lopes Vjeira.
Drogas 3, volumes ordem :. ,
Enxofre 100 c tixas A ordem.
Licon e 10 caixas orde u.
Marmore 4u caixas ao Rvd. padre Cactauo de
Mcssina.
Mssas alimenticias 1,410 eai^s ordem, 2j" a
Manoel Lopes Vieira.
Oleo ra -diciual 12 caixas a Franesco Manoel da
Silva & C.
Papel 15 fardos ordem, 1) a Guinares Ro-
ch* & C.
P.anes 5 caixocs a H. Vogcley.
Taboas de marmore 267 ori- m.
Vermouth 12caixas a Manoel Lipes Vieira.
Vuili.i 1 barril a) Rvd. p-idre Cae tao de Mes-
ana, 12 caixas a Manoel L >-a Vieira, le 7 gar
rafo.-s a Guisepp Sapor.'ti.
Vinagre 1 grrulaj ao mcsiri).
Hiate nacional Adelina do A -jos entrado de
Macau, em 19 do correute e cousig lado a Manoel
Joaquim Pessoa, manifestou :
A godo 300 saccas a Gomes de Mattos Irmos.
Cera de carnauba 28 sacejs aii mesni-'S.
Sal 12.8'HJ liuos ao consignatario.
lliate nacional Rainha dos Anjus, entrado de
Macau, em 20 do eorrente e consgnalo a Mmocl
Joaquim Pessoa manifestou :
Algo sao 194 saceos a Gomes de Mattos Irma je.
2 saceos i urdera.
Sal 189,20 litrss ao consignatario.
Exportla
BK01PB, 8 DE MAIO DB 1887
Para o exterior
No vapor inglez Pruc'era, carregou :
Para Liverpool, J. U. BoxwjII 9j0 saccas com
7J.212 kilos de algodo.
N > vapor ingles Uaskena Bay, carregou :
Para Liverpool, J. H. Boxwell 500 saccas com
37.80. kilos de algodo.
'r~t No vap ir americano Finance, carregou :
Para N\w-Yoik, F. Galvo 30,000 couriuh-s
de cabra.
o No vapor francs PtJ'e de Miranhao, earre-
garam :
Tara o Havre, H. Burle & C. 50 pelles de
cabra.
Para Paris, A. Reg & C. 2,800 g.aos de ouro
e 2,800 ditos dj prata, vclhos.
No vapor allemo Lissabon. earregaram :
Para Hamburgo, 8. P. Jchuston & C. 96 cou-
ros salgados com 11,592 kilos ; Pohlman & C.
2,300 couros salgados com 27,600 kilos.
Para o interior
Na escuna nac mal Eoora, earregaram :
Para o Rio Grande do Sul, Maia & Rexondi
50 barricas com 5,280 kilos de asquear branco.
= No lugar uoi'deg.iuuse Stabil, carregou :
Para o Rio Grande do Sul, S. G. Bri 40'
barricas com 48.00. kilos de assucar mascavado c
400(2 ditas com 25,000 ditos de dito branco
__ Uo vapor allemo Lissabon, earregaram :
Para Sant,s, F. A. de Azevedo 600 ssccos com
86,000 kilos de assucar branco e 400 dit03 com
24 000 ditos de dito mascavado ; Baltar Irraos &
O. 500 saceos com 30,000 kilo* de assucar branco,
1,000 dit.s com 60,000 ditos de dito mascavado e
25 pipas com 12,000 litros da a;u irdente.
Pura o Rio de Janeiro, 11. Burle & C. 500 sac-
cas com 38,515 kilos de algodo ; J. J. Moreira
100 caixas com 1,800 kilos de oleo de ricino.
Para Sautos, P. Pinto Jt C 23 pipas e 110 bar-
ris com 2i,600 litros de agurdeme.
No vapor anjericauo Jr i nance carregou :
ParaoPai, P> Moreira da Silva 500 saceos
cjui 30,0'.'0 kilos de milh .
Nj vapor nacional P. do Grao Para, carre-
gou ;
Para Bahia, F. A. de Asevedo 50 barricas com
8,120 kiloa de assucar branco
Na barcada D- Sinh, earregaram :
Pura o Natal, P. Alves & C. 10 barricas om
608 kilos do assucar brauco.
NOC bdi de
BViieflt-cnto Concliiucao do vale da
ra da lu;crnlrie
De ordem do rrnao prcsideote, couvdo a todos
os no^sos irma is a eomp.p cerern na sede social
no dia 21 do corrente, s 7 horas da noite, a fim de
assis'.rem a sesso magna de uiciaco e posse
Secrct.ria, 19 de Maio de 1887.
Jos C. Maciel da Silva.
Caiun indo das armas
Para satisfaz .r una requisicao do Exm.
Sr. BJadane-g-nera', S. Exc. o Sr. briga-
dero comrn ni inte das anus, mamla con
viiiar os S.s < fciaes lijmrarhs do excr-
cito, rci i'-ntes nesta provincia a coiuparc-
cerem nesto quartel-general para darem
seus nom'-s, ti de s rem fet das blterai'd'-s no Aliuanaik Militar.
Secretaria do commando das armas, 18
de Muio de 1887.
Oalferes Jos Elisiario dos Santos, s^-
cretario interiuo.
Wan-.a nacional Mimosa, xarque.
Barca norueguenac or, varios g meros.
Lugar allemo Gazelle, triga.
Lgir iuglez Mr/y', baealho.
Lar nacional Marinho VII, xarque.
Patacho nacional 6'. Bartholomeu, xirque.
Patacho norueg-.ciise Si/, varios gneros.
Patacho nacional joven Correia, xarque.
Patacho nacional Rival, xarque.
Patacho nacioual Andaluza, xarque.
neadluioatos publico
MBZ DB MAIO
Alfanlega
Renda geru!
De 2 a 18
dem de 20
Senda provincial
De 2 a 18
dem de 20
438:7 8 850
26:32U87J
56.576*193
4.710 562
465:1I0729
61:287:. 055
e 2 a 18
dem ue 20
De 2 a 17
dem de 0
Oo 2 a 18
Ide-n de 20
liecebedoria
'onsitladb t'.vjin~Uu
526-397J784
21:334 .'069
2:6.5767
23:47836
28.037405
616*371
Uecile Drainage
28:653^779
8:72/875
3:729;875
Mercado Municipal de done
O mo\ m nto deste Mercado ucs diss 19 c 20 d
Maio foi o seguinte :
Entraram :
68 bois pesando 10,541 kilos, sendo de Oiivei-
ra Castro, 46 ditos de Ia qualidade e 2 di-
tos de 2* dita e 20 ditos partieulares.
1010 kilos de peixe a 20 ris 20800
79 cargas de furinha a 200 ris 15/800
20 ditas de fructas diversas a 300 rs. 6000
14 taboleiros a 200 rcis 2*800
28 Suinos a 200 ris 5*600
Foram oceupades :
48 columnas a 600 ris 28*800
41 compartimentos de farinba a
500 ris. 22*000
37 ditos de comida a 500 ris 18*500
164 ditos de legumes a 400 ris 65600
33 ditos de sul no a 700 ris 23* M.
22 ditos de tressuras a 6C0 ris 13*200
2) talhos a 2* 40*000
14 ditos a 1* 11*0J0
A Oiiveira Castro & C.:
IOS talhos a 1*
Deve ter sido arrecadada net'r/s dUs
a quantia do
Devofo deN. S.da
Conceico
Ds ordem da mesa regedora, convido a todos
os irmos admittidos nesta devoco desde sua
fundaco at o anno de 1885, a apresentarem suas
cartas patentes ao irmo thesoureiro, ra de
Santa Thereza n. 58, das 4 s 6 horas da tarde,
com todos os esciarecimeBtos de idade, estado,
naturahdade e residencia, atiui de serem laucados
no livro de matrcula geral dos irmos, e para
este fim st marcado o praso de 30 dias, conta-
dos da data da presente publicacao,
Consistorio da devoco de N. S.' da Oonceico,
erecta no convento de S. Francisco do Recife ein
13 de Maio de 1887. '
O escrivo,
Octaviano Alvos Monteiro.
DO
BRASIL
Capital
Idem rcaiisailo
'0,000:000
S,OO0:O00#
" A caixa filial d'es:e Banco funecionaado tem-
porariamente ra do Coramercio n. 38, saca,
vista ou a prazo, contra os sjguintes correspon-
dentes no estran'fir* :
Lindrcs......
Paris.........
Hncburgo.....
Berlim........
Bremente......
Frankfurt s/ Main)
Antuerpia.......'
Roma...........
Genova.........
aples.........
Miio e mais 340
cidades de Ita
lia............
Madrid..........
Barcelona.......
Cdiz...........
Malaga.........
Tarragonp......
Valencia e outras/
.dudes da lies \
panba e ilhasl
C'Haras......I
Lisboa..........\
Porto e mais ci- (
dados de P..r-r
tugal e Ibas... )
Buenos-Ayres.... )
Montevideo......)
Nova Yi.rk......
s/N. M. R.thschil & Sons.
' Do Rothschild Frrcs. ,
Deutsche Bank.
Bauque d'Anvers.
Banei Genrale c
agencias.
S.lt.3
Banco Hypotecario de
Espaa e suas agen-
cias.
Bonco de Portu:
suas agencias.
-.1 e
R-
Engsh Bank of tho
ver P.ate. Limited.
G. Arasirk & C.
Compra ^aqnes sobre qu Oq-ier prao'i do impe-
rio c do estrangeiro.
Rjcebe dinheiro cm conta correute de movi-
mento e pr.r letras a praso.
Companhia de edifcalo
C-minunica-se aos Srs. accionistas, que por Tle-
liberac) da directora, fui resolvido o recolhimento
da 7* prestaco, do capital social na razo de 10
j;;- cento do valor das respectivas accocs, a qual
dever realisar-se at o dia 14 de Junbo prximo
futuro na sede da ccmpmhia ao largo de Pedrj II
n. 77.
R-cfe 14 de Maio de 1887.
Gustavo Antunes,
Director secretario.
Socedade Recreativa Juventude
Sart'i Eiimcslr.il
Ei 12 de Jngbo ds 1831
Scientifico aos Srs. socios que os convites para
este sarao podem desde j ser procurados em po-
der do Sr. vicc-presidente, e os ingressos em mo
do Sr. thesoureiro.
Secretaria da Si>cielade Recreativa Juventude,
18 de Maio do 1887.
Jos de Mediis,
2 secretario.
lOi^OOC
384*200
3:647*540
Rawloa a carita
Escuna nacional Svora, Ro Grande do Sul.
Lugar norueguense Stabil, Montevideo.
Patacho nacional Maria Augusta, Montevideo.
Caracho iog'es Kathleen, Estad os-Unidos.
Caracho allem Calo, Ro Grande do Sul.
Vapor iuglcs Frutera, Bltico.
Vapor ingles Neto, Balieo.
Vapor iuglez Batkena Bay, Liverpool.
>vio A decari(a
Birea inglesa Hel^ne Isabel, baealho.
Batea inglesa J. B. D., carvo.
4:011*740
Liendmcnto dos dias 1 a 18
Foi arrecadado lquido at'hoje
Precos do dia :
Carne verde de 280 a 400 r6 o kilo.
Carnero de 720 a 80J ris dem.
Suinos de 560 a 610 ris idem.
t'ariuha de 16 J a 24') >-ia a cuia.
Milho de 26) a WO ris idem.
Peijo de 640 a 1*000 idem.
Matadouro Publico
Foram abatidas no Matadouro da Cabanga 91
reces para o consumo n dia 21 de Maio.
Sendo: 67 rezes pertencentea Oiiveira C str.',
St C, e 24 a diversos.
Vapore e navioespralo
vlroass
Gold Halldo sul hoje.
Argentinade Hamburgo hoja.
Bkaaeayde Trtes'.e buje.
Financedo sul hoje.
Ville di Ceardo Havre hoje
Mercbant do Liverpool a 23.
Ceardo norte a 23.
Taguada Europa a 23.
Alliancade N- w-P.rt-News a 24.
Manosdi. sul a 27.
Arludodo Rio Grande do Sul a 27.
Junho
Ville de Maeoido sul a 2
CampiasJo sul a 2.
Parado norto a 3.
Girondeda Europa a 4.
Pernambucodo sul a 6.
Nile do sul a 6
Tamar -da Europa a 10.
Mondego do sul a 14.
Nevada Europa a 24.
T.gusdo sul a 2.
navios
Amandade Hamburgo.
Apotheker Dirsende Santos.
Ameliado Rio Grande do Sul.
Albanade Cardiff.
Anno Catharineda Bahia.
Anue Charlottedo Ro Grande do Sul.
Bernardus Godelewua do Rio Grande do Sol.
Carolinado Rio Grande do Sul.
Diudado Rio Grande do Sul.
Enjettado Rio Grande do Sul.
Erutede Hamburgo.
Elysado Porto.
Favortede Santos.
Guadianade Lisboa.
Jolanthede Santos.
Julietado Ro Grande do Sul.
KataJnale Terra Nova.
Marco Polodo Rio de Janeiro.
Met Sophiade Hamburgo.
Malpode Brunswick.
Marendo Ri > Grande do Sul.
Nordsoende Liverpool.
Nautilusdo Rio de Janeiro.
Our Anniede Buenos-Ayres.
Premierdo Rio de Janeiro.
Hovimcuto do porto
Navios entrados no dia 19
Genova53 dias, patacho norueguense Sif.
de 186 toneladas, capto Julien Olsen, equipa-
gem 8, ca 5a varios gneros ; a H. Burle & C.
Santos e escala6 dias, vapor francs Ville de
Maranbo, de 1775 toneladas, comraaiidante
Breaut, equipagcm 45, carga varios gneros ; a
Augusto Labille.
Mossor11 das, hiate nacional Dus te Guar-
de, mestre Jos Antcnio de Meira, equipa-
gem 5,-carga sal: a Bartholomeu Lourenco.
Maco6 das, hiate nacional Adelina dos An-
jos, de 85 toneladas, mestre Manoel Francisco
Monteiro, equpagem 5, csrga varios gneros;
a Manoel Jos da Cunh Porto. *
Diamante-35 dias. ligar allemo, Gxzdle de
226 toneladas, captao W. K "-rf, equipagem S,
carga trigo em grao; ordem. (Arribado con
agua abeita).
Rio do Janeiro14 dias, barca n r'eguense
Prince-Artliur, d.- 990 t neladae, capito E.
H. Morck. equipagem 15, em lastro de pedra ; a
J. H. Boxwell & C.
Navio sahido no mesmo dia
ParahybaVapor inglez Mariner de 917 to-
neladas, commandante John Black, carga varios
gneros.
Navio entrado no dia 20
Pelotas-.45 dias, palhabote nacional S. Far-
th. lomea, de 150 toneladas, capito Manoel Ma-
rio Mercante, equipagem 7 ; carga xarque o
gorduras a Bartholom-u Liurenco.
Navios sahidos no mesmo da -
Smtcs e escala- Vapor austraco 'Jf^fj
comraaodantc G. L. Z.mbeaV, carga vaiu. ce-
Rio Grande do Norte-Lugar inglez Sklla, cap-
to Roben M.sbel, cm lastro "*, ..
Havre e escalaVapor francs Ville de Mara-
nbo eommandante Breanti, carga vanes ge-
Ba'hVe escala- Vapor nacional Principe do
Grao Para, commsndante Jos Fernandes lei-
xeira, carga varios gneros.

*



HHH IIB
de PernarabucoSabbado
21 de
Maio de 1887

I .


r
Celestial contraria da
Santissima Trindade
De ordem do rmao praveior, convido a todos
os carissimos, iruios nao co:oprehendidos no final
do srt. 12 do nosso copromieso u comparecer)
fia nosso eorjsi>torio a 10 h>rn8 da lu.uibil do din
H do corrente, para ouvirmos a inissi votiva do
Espritu Sautr, c era seguida procederse a eleico
1887.
CinsUtorio da celestial c.nfraria da Santissima
1 rinda te, 16 de Maio de 1887.
O secr. tar,
____oa J'ciiitho Guedes de La?erda.
i
Na secretaria da Santa Caca arendam se o
'ce predio :
.'li i rio Bjrn Jetus n. 12, l.)ja e 3 andar.
11ra dem a. 13, % e 3- n .n-s.
do ^'igaio Thencro n 2.'. 1- andar.
fi i i.'o Jlarq"iez de Oliada u. "i, 3- andar.
. d apollo n. 24, 1* andar.
1 fea :- Madre de Deas n. 20.
Jcm nli m n 10.
dem da Mo la n. 45.
M idtin ideai n. 49.
dem da Boias n. 18, cobrado de dous andares
ji.
Kua da Aurora o. 37. 2- an i
dem d* Detencia (dentro do quain) duas
esas.
Damngo, 22 do corrate, ao mwo da no thea
tro de Variedades tera lugar a 4 deesas confe-
rencias, sendo orador o Dr. Francisca Phaelante
da Cmara Limo.
A parte recreativa na forma do costume s r
preheuchida par distincteB artistas qua della se
incosabcoi graeijs:ineute.
Xas entradas exteriores as commissoes receba-
rla donativos em beneficio dos cscravisados.
O 1- secretario,
m B. Carneiro.
fireal Wes'crnof Brasil Railway
Pelo presente cao envidados es Srs. accionis-
tas dcsta companhia a virem receber no esenpto-
rio central, na estaca do Bruro, das 10 horas s 3
da tirde, a decima-sexta 'dis'ribuicao da cautelas
de juros correspondentes ao semestre fiado em 31
de D>seir,bro de 1886.
Rerife,, 20 de Maio de 1587
Jason liigby,
Superintendente.
Thesouraria de Fa-
zenda
O conselbo para fomecimeno de vveres, forra-
gaos e ferra*.;ns aoa corpos desta guaruico e
taferntar militar, recebe prjpia'as no dia 6 de
Juuba prximo futuro, s 10 boras da manh, no
QOsrt 1 general do caminando das armas, one
tunecioua o m sino consejo, para contractar o
omecinaenfo de gmiros alinatncios s precasd
guamici >, forr.ig.iis e ferrageos para a cavallada
durante o semestre de Julho a D zembro viu-
douro.
Arroz, kilagrainm1.
Assucar branca refinado, do 1* qualidale, idem.
Assucar refinado de 2 dita, i Jem.
Aucir mascasado refinido, de 3 dita, dem.
Aseite doce do Lisboa, litro.
Alfafa, ki! grainona.
. rjacslh -.o, idem.
lla"a?;;s iugl< z'j, i !-. in.
Caf <; n grao, idem.
C "rne de vacca, dem.
Caras cecea do Ri> Grande, dem.
Cha verde da ludia, idem.
Cl da I;i lia preto, ideo).
Cevadinbi, id ai.
Uravos, cent-i.
Chocolate, kilagramrna.
Cap n, idem.
Fariuha de Ia q.lalidade, litro.
Parioha de 2J dita, idem.
Fcijao preto, id> m.
Feja mulstinho, idem.
Pruetas, urna.
Farello, kilcgramma
Forraduia, numero.
'.. iba, ach.
Macarro, ki gramooa.
Mauena, idem
.Muiiteiga inglesa de Ia qualidade, idem.
Marmelada, dem.
ili'b', idem.
P.io, idem.
Sal, idem.
Teuciiibo de Minas, kilcgrainini.
Temperos e verduras, r.eo.
Vinho d') Lisboa, litro.
Vinho do Porto, dem.
Vinagre tn'o, dem
Livagern de roupa ptsstda a ferro peca, ama
Agurdente, litro.
Alctria, kilogrammi.
Aratias pagadas, i km.
Araruta, idem.
Bise .uto de araruta. idem.
Caf u do, idem.
Fig.'g passadas, idem.
F.-iige8, um.
Gallinba, urna.
Pssas, kilogramma.
Tapioca, idem.
Carvilo vegetal, sacco.
Dte koik k li'graifina,
Sabio commum, dem.
Vaesour.is de piassava (^ran le), duzia.
Pajel pautado Sume, resina.
Dito m.ta-borrii, f,(ha.
Fsnnas de a^o Perry, oaix*.
1 omina arable i, fraseo.
Tinta preta, garrufa.
'! Lapes preto de Fabcr n. i, idem.
Bauha de pirco americana, k logrammi.
Carne de carneiro, id m.
Goiabada em lata, Idem.
Ovos, um.
Vniio branco, lilr i.
Vinagre de L'sboa, i.Iem.
V'elas de l.a, kih>grair.mi.
rbrosphoros americanos, prosa.
Singuexugas pela apolicava uV, urna.
Medicamentos para cavalbada, numero.
Enterro por cavallo, um.
Condp5s
rI Todos os gneros serio de 1 qnali lade, c
es ornceJires d< ver.'o satisfazer os p'didoi den-
tro dos praz.s marcr.dos nos respectivos contrac-
tos, entrig indo os mes mos gneros nos quarteis
ou fortalezas c enfermarlas, e depositario ua The
souraria de Fazenda urna quautia, como caucao
que sera arbitrada pelo conseibo de forneci -
ment-
2* As pr..postas deverao ernter a declara^i
expressk de gujeitar-se c propoi.cnto a malta de
5 ,o da importancia a que montaren! os.viveres
n artigos que forem acceitoc, se dexarcm de
comparecer para assignar o respectivo contracto,
dentro do prazo que for notifioade pelos jor-
naee.
3 S poder concorrer aos fornecimentos o
eandidat s que e habilitarem na forma do 't. 18
do decreto n. 7,085 de 6 de Marca e 1890.
4* ))a falta de fiel cumprimento de qualqtier
das abriga^oes contrabiaas, os fornecedores fica
rio njeitos a psgar o valor do geaero registrado
ou nao recebido em tempa.
y> Os concurrentes lio obrig.dos a apresentar
as amostras doi gneros ou artigos que forem jul-
irados precisos pelo couselha.
6" As propotas serio apresentadas r-m dupli-
cata a:6 as 11 h iras do refrilo da 6 de Juoho
em que all serio abert.s e apuradas ct> preaeii-
ca dos p-.'ponent-s, sendo que na mBma occ*-
siio se acceitaro propostas para a venda do es-
t.-mne d- s ai'imaes da companbia de cavalL.ria.
7a I", .almento is foruccedoros que requererem
a reccisio de sen ontracto, e firem attend^dos,
coara suj itos a multa de 10 0,o sobre o total do
fi. rnecimento do semestre anterior.
Tnesjuraria de P.rnsmbjj), i'O de Maio de
1887
O secretario,
Taiiz Emygdio PiJie^ro da Cmara.
THEATRO
SANTA ISABEL
Terca-feira, 24 de Ma'o de 1887
ESPECIADLO EM&BAUDE&4L
cid pegosiji do II* analversario da batalha campal de

GANHA CONTRA OS PARAGUAYOS
pelo exercllo braMileiro siob o comainudo do leajenilarlo
GENERAL OZORIO
Oaem o alheio veste na pra$a
o despe
O rapo Pratcruldae repre sentado" pela
commissio abaixo aseigada, dedica esta festa ao
illustrado CORPO ACADMICO E AO ABO-
LICIONISTAS desta capital
Em um dos intcrvallos a comms-ao ir aos ca-
marotes agradecer s Exmas familias o ceu hon-
roso e valioso concurso a esta espontanea festa.
O resto dos bilhetes estar na bilhetera do thea-
tro no dia do espectculo. -
A commieeio,
Joo F. de Souza Jnior.
Antonio de Souza Kibeiro.
Alfredo H. da Matta.
Arseuia G. Borges.
Antonio M. Soares.
Espectculo horfraclo com a preserva dos Estas. Srs. i r. Presidente da Pro
General Commandante das Armas e Dr. Chcfd de Polica.
O Monte Pi dos Voluntarios da Patria com o auxilio dos Ilustres membros do
corpo scenico do
viucia
TCO
far representarse o drama militar, de grande aparat', em 1 prologo, 4 actos e 7
quadros, da composiejio do Sr. Dr. Jo2o B. Pinheiro Corto Real, denominado
TRIBUTO DE SANGUE
composto expr -ssarjieutc para sor exhibido n cate dia.
I
AUCA A
1. quadro-AO PARAGUAY I AO PARA-
GUAYO I (Em Goyacm)
2." quadro bija^o braco
auca (Em Riachuelo.)
o. quadro-A VICTORIi S0SSA! (Em
Tuyttiy.)
(Em
4. quadroviva o estandarte bra-
SILEIBO (Era Assurapcao.)
5. quadro MORTE DO TYRANHO
Aquidaban.)
6. quadro regresno aos patrios la-
res (No Reeifo )
A GUEBRV
7." quadroAP.1THEOSE
DPDDB.SOD(NrJK.C3r.D0(NrS
D. B. L>p z, ma de Lpez.
General Ozono
General Cmara
Presidcuta de Pernarabuco
Tenente coronel Guimaries, coramandant
do 9.* batalho.
CapitSo-tensnte Garoiudo, comman iante
da corveta Parnaliyb. Bernardino r'erreira
D. Solano Lpez, presidente do Paraguay, j taria.
Mm\ Ljnoli, favorita do Lpez. |Uincapitlo parnguayi.
CapitSo Pedro Affjnso, cffljial do 9.' bata-; Um official paraguayo.
Jh^o. iUm medio.
I.- tenent^ Chaves, official da Parnahyba. Um hornera do poVo brasileiro.

Nequinho, voluntario da ratrti.
Teneoto Instructor.
(Jerr'ia da Silva, comissario daP..rnahyl>a.
Rodrigues da Silv.", alferes do 4.* batalhSo
de iutaotaria.
cabj do 1.- de infan-
Paes do-
Delegado de polica de G yanna.
Mano^l da Silva (
Mara da -ilva (
Pedro da Silva, voluntario da patria
Joao da Silva,-clete do 9.* batalho.
Jot da SU", guirda marinln.
Rjberto ie Gouveia, fi lalg de Goyanna,
e inno de
Lucinda do Gjuveia, n.'iva do
Pedro o voluntario.
Un hornera ' ta poeta.
i Ajudantos de ordens de 0oro.
Aju Jante de ordens de Lipez
Oifi iaes do 9.- batalhilo de infantaria, do
11.* e 53 do voluntarios da patria.
Offijiaes da corveta Parnahyb*.
boldad.is ios exercitos brazileiros, e para-
gU'yis, a da nirinha de ambas as na-
Monte de Soccorro de
Pernambuco
LEILAO DE JOIAS
Este estabelecimento far leilo no dia 24 do
correte,] por intermedio do agento Martina, em
sua sede, rn- do Bom Jess n. 32 s 11 horBS
da manb, dos objectos que nao forem resgatados
at a vespera, constante das seguntes cautelas ;
vencidas de Fevereiro a Maio do anno fiada, a di-
nheiro de coDtado.
Os objectos estaro exposico tres das antes.
12107 Um annel de ouro com 1 brilhante escuro,
3 ditos com ditos, 1 pulseira com ditos, 1
corrento de ouro, 1 corrente e medalha de
ouro com platina, 1 gargaotilha, 1 pulseira,
2 broches, 2 pares de brincos e 1 i elogio,
ouro de lei.
12412 Urna eorrente dupla com medalha para re-
logio, ouro de lei.
12525 Urna cr's de ouro com briibantes e I volta
de trancelim, ouro de le.
12672 Um par de rojetas com brbantes, 1 dito
com ditos, 1 dito com dito e diamantes, 1
dito c m brilbantes e rubim.
13109 Uro par de brincos de ouro, era vejado *de
brilbantes e diamantes, 1 pulseira, 1 br. che
e 1 par de rosetas, ouro da le.
13110 Urna erns de ouro com briihantes e 2 pul-
seiras, ouro de lei.
13111 Urna pulseira de ouro com briihantes e 1
corrente para relogio, ouro de lei.
13112 Urna puleeira ouro de lei, contendo bri-
lbantes.
13116 Urna corrente dupla com medalln para re-
logio, ouro de lei.
13128 Duas voltas de trancelim e um alfinete, ou-
ro de lei.
13143 Um alfiuete, 1 pw de brincos e 3 annes,
ouro de le.
13144 Urna corrente o medalha para relogio, ouro
de lei.
13143 Uma corrente de ouro para re'ogio e J.
relogio de ouro de lei.
13146 Um relogio, ouro de lei.
13151 Um cordao, 1 medalha, 1 alfioc'e c 1 cruz,
ouro de lei.
13150 Urna pulseira de ouro com pedras.
13158 Doia anneis, 1 brinco e 3 botoes, ouro de
lei; 1 corda, 1 bandeira, 1 colher e quatro
resplandores, prata baixa.
13159 Uuia volta de trancelim, 1 par de roxtas,
1 annel e 2 teteas, ouro de lei ; 1 erux,
ouro baxo.
13174 ois castcaes, prata de lei.
13179 Um alfinete, 1 par de brincos, i carioca, 1
corscao em ouro, onro de le.
13188 Urna pulseira de ouro e 1 par de brincos
com brilbantes pequeos e diamantes, 2
corren tes, 2 medalhas e 1 since para relo-
eio, ouro de lei ; 2 relogios de ouro.
13.02 Ujia pulseira e 1 alfinete, ouro de Jei; 9
coiheres para cha, prata baixa.
13204 Urna pulseira, 1 cruz, 1 figa e 2 anneis, ou-
ro de lei; 1 volta c cerdo, ouro baixo.
13206 Um annel de ouro com pequeo brilhaute o
dous ditos de ouro, ouro de lei : um dedal,
ouro baixo.
13222 Urna salva e 8 colberes para copa, prata
de lei.
cravejados de domantes; 1 salva, 1 p*ii-
teiro* 13 coiheres para cha, prata de le
13423 Urna pulseira, 1 broche e 1 par de .brincos
de coro com briihantes.
13424 Uto annel de ouro com brilhante, 1 dito
com rabim e circulo de briihantes.
13427 Um pulseira, 1 broche, 1 cruz e 1 cordo,
ouro de lei.
13431 Um paliteiro o 34 coiheres para cha, de
prata.
13432 Dous pares de ros-tas de ouro cou 4 bri-
ihantes, 1 annel com 1 dito, 3 pares de
brincos, 1 cruz e 1 cordao, ouro de lei 2
salvas, 1 p..liteiro, 18 coiheres para sopa,
12 ditas para cb, 1 dita para arroz, prata
de lei.
13435 Um relogio de ouro para senhora.
13436 Dezoito coiheres para cb, pruta de le.
12413 Dous botoes de ouro com b'ilhantes.
13444 De us trancelms, ouro de lei; e 1 crucifixo,
ouro baixo.
13451 Urna crtente para relogio, ouro de lei.
13458 Um par de rosetas de ouro com peque os
briihantes, 2 pares de brincos, 2 ditos de
rosetas, 1 trancelim e 1 tetea, ouro do le.
13466 U.n relogio, ouro de lei.
13472 U ih trancelim, ouro de le; el relogio de
ouro.
13475 Urna fivella de ouro com briihantes, 1 cor-
rente e 1 relogio, ouro de lei.
13184 Uin alfinete de ouro com brilbantes, 1 tran-
celim, 1 fivella, 1 moeda de ouro com Upo
1 redoma, 2 pecas de pulseiras, urna meda-
lha, 5 pecas de ouro psra cinteo, 1 par de
argollas e 1 annel, ouro de lei; crucifixo,
ouro baxo ; 1 salva, prata de lei ; 12 co-
iheres para sopa c 18 ditas para cha, prata
baixa. '
13488 Tres botoes de ouro cara brilhante, 1 par
de rosetas com ditas, 1 anuel com dito e
diamautes, inais 1 dito com 1 dito, 4 mae-
dinhas em botoes.
13494 Um trancelim e 1 cruz, ouro de ei.
13500 Dous anneis de ouro com briihantes, 1 vol-
ta de ouro, 1 pulseira, 2 medalhas, 3 tran-
celms e 1 maedinh* de ouro com lsco. ouro
de lei.
13501 W:n relogio, ouro de lei.
13513 Urna pulseira, 2 trancelins e 1 figa, ouro de
lei; e roseta de ouro com brilhante.
13514 Duas moedas de ouro do valor de 10/000
cada urna, em botoes, 2 ditas pequeas eil
relogio de ouro.
13518 Urna corrente e sinte para relogio, 1 vol-
ta de ouro, 1 par de brincos e 2 a'lfinetes,
ouro de lei.
13519 Um par de brincos, 1 dito de rosetas, 1 vol-
ta de trancelim, 1 cruz, curo do lei : 1 ro-
lheira de prata.
13520 Um cordo, 2 cruzes e 1 par de brincos,
ouro de lei.
13521 8m par de rosetas e 1 annel de ouro com
briihantes, 1 corrente e medaiba para re-
logio, ouro de lei.
13522 Uin alfiuete de curo com briihantes.
13523 Um paliteiro e 13 coiheres de prata d le.
13524 Um annel de ouro com brilbantes.
13546 Um par de rosetas de ouro com biilhautes
13561 Urna corrente e medalhi para relocio, ouro
de lei.
13909 Um cordo, I par de rosetas, 2 anneis .g
ouro e 4 coibsjres d* prata para topa.
13944 Um corr.'ufopara rcoifio, oaro de lei.
13916 Um broche de ouro com brillantes.
13918 Um par de buscos, 1 dito de rositas, 1
volta do tranotlm, 1 medaiba, 1 tlfiacte,
2 anneis e 2toio ouro de le.
13715 Do annel da onro, 1 pw de rosetas com
briihantes, 1 croz de ouro com topaso e
perolas el par de brincos ouro do lei.
Recife, 5 de Maio de 1887.
O gerente,
Felino D. Ferreirn Coelko,
"i
i,
COMI'AXUB
11
PER\AHSVC.vt
DE
ttavegaco Costclra cor % anar
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macxi,*Monw6, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
I > vapor Jag-uaribe
Commandante Baptista
Segu no dia 21 do
Maio, s 5 boras
da tarde. Recebe
aarga at o da 20.
rSncommendas passagens e dinheiros a frete at
s 3 horas da taide do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Pemambucaia
n. 12
Dmicd States & Brasil M- S. g. C
0
spera-se de M: n I .:
News, at o dia 24 e Maio
o qual eguir aepa's di
demora nec?S3ari i p u
Bahfa, Rio de Janeiro e Sanios
Para carga, passagens, e encommendae tracta-
w com os
0 paquete Finance
E' esperado dos portos da
sul at o dia 21 de Maio
depois da demora necessuna
segurpara
Haranho, Para. Barbados, *
to s, o bera assira de cavailaru.
Msicas, povos, etc
A scena passa s? no Brasil, e P.iraguyo. Os tres combates principaes daquel
. t. i m i -j l i.-l- i 13223 Um trancelim, 2 pares de brincos, 1 djto
la co upanha, e que forara Kiaibuelo, luyuty, e Aquidaban s3o exhibidos era scena, e : de argollas e 3 anneis,-ouro de le; I moe--
bera a-.sirn a entrada do exeraito vencedor em AssumpfH). dinba de ouro (ineia ) com argolla.
As msicas do 2.- o 14 bitalhito de iafaitma, do co.p de piliaia, e do Arse- i ia237 Urna pulseira, 2 alfinetes, 1 par de brincos,
nal de Guerra tocaran alternadamente durante os intervalos dos actos no salo do L I1T,rance,,im e 1-"nneJ{ ?"de ,ei- ,
, i j t u j 13250 Urna pulseira, 1 par de bolo 38, our de le:
tneatro, onde em rico trophe de armas estarao era expositjao as banaeiras, que na 6 m-ediuh*s de ouro tm botec.
guerra do Paraguay forara sustentadas por entre chuvas de metralha pelos valerosos1 13252 Urna puUeira, 1 alfinete, 1 par de rojetas,
corpos de voluntarios p:rnambucanos. medalha, 1 boto e 3 anneis, ouro de
13266 Doze colberes para cha de prata.
O Monte l'io dos Voluntarios da Patria rio tera sa poupvio a deapssat, e nem
... '., -J-f r\*" C AO*uu juzk cu tuerca iiura cua ue prara.
os liustrcs membros do corpo scenico do Oongressi Draraatico a estorcos para que a 113275 D.us alfinetes, 2 pares de brincos, 1 dito de
fe3ta est"ji n* aliura do auniveraario hooroso, qui tara da 8) corara' norar. O pro- rosetas, 1 dito de botoes, 3 anneis e 1 figa,
ductj liquido do esp-cta.u'j en bsnofi-io do* cofres dj raes no r
Principiar s 8 1 [i he
Mrata Po.
loras da noite.
Trens, c bonds para todas as liohas fiado o espectculo.
Os bilhetes devora sor procralos
poctaculo na bilh^tiria do thektro.
THEATRO
EMPREZA^
SOARES DE MEDEIROS
Sabbado, 21 do corrente
4.a Recita
da companbia dramtica de que faz parte a 1.a
actriz ingenua brasilcira
ID. Jaalina iHond^r
Grande acontecimenlo llieatral!
I'rlmcira reprsentaeo da prca insri-
tima de esplendido successo, de hssumpto portu-
gucs, ecripta ezpressaminte para ser representa-
da nos theatros do Brasil, maravilbosa composicao
em 5 actos, ornada de cancoec, danens populurcs
do D-juro, musicic origiuaes, etc., intitulada:
IMV DESORDEH
NO
ALLOMAR
era poder do Sr. Arautes, e no dia do es-
voroso iucendioque houve no Porto em 1876, e um
crime commcttiio a bordo de um navio queteguia
para o Sio de Janeiro, crme de que sinda se re-
cord* com horror a p^pulacilo do Brasil.
Esa peca quando representada na corte, oceu-
pou por largo tempo a attenca > da imprensa flu-
minense e inerrceu da colonia portuguesa, lieon-
geiro acolhimeoto, pelas reaordaedes da patria que
lhe cuggere, bem como populaco brusileira que
est toda ao facto da desastrosa historia.
ouro de lei.
: 13279 Um relogio, ouro de le.
13291 Um trancelim, ouro de lei.
i 13303 Um par de resetas com brilhaitrs e 1 an-
nel com dito,
13305 Um relogio, ouro de lei.
13309 Uui cordo e 1 crua, ouro de lei.
13310 Urna salva, prata de lei.
13311 Um relogio, ouro de lei.)
13313 Um trancelioi e 1 annel, onro de lei.
13314 Urna pulseira, 1 alfinete, 1 par de brincos e
1 dito de rosetas, ouro de le.
13320 Um par de bricoa, 1 volta de cordo e 1
annci, ouro de lei.
13325 Urna corrente e 1 medaiba para relagio de
senhora, 1 volta de ouro, 1 par de pricos
ouro de lid.
13327 Um alfinete de ouro para retrato cem bri-
Recebem se
culo.
Atten^o
\manlia! Domingo!
AMAMIA
Ml HESORIO
NO
ALTO MAR
Grande festa artstica e abolicionista
DO
.Icadeinlco Rlbclro da Silva
Promovida pelo'
i-;ia riciTPivi
'0
Ttulos dos actos
1 Acto Levantar o ferro.
2." DitaNo alio io*r.
3 lii'o O testamento falco.
4 DitoQueimada viva.
5o DitoO vingador.
O Io acto pica-se na Povoa do Vorzim.
O 2o no alto mar, a b^rdu do brigue Esperanza
O 3 na Povoa.
O 4o na ra de Santo II 1-fanso, ni Porto.
O 5 no mar, a bordo do v p.-r tepfuno.
T->do o seenario do 2o e ltimos actos
novo e pintado expressamente p ira esta
peg-.
A scena do 2o acfc', com incendio a bardo, re-
volta de mirinheiros, cxplosa de palvo.a, naufra-
gio e subnerea do brigue, de effet snrp.-ehen-
dente e conititue t p>r si
i 1111 uaravliha de maehlulsmo
A rniisiea VARE SQ A e ensalada pelo regente li'usfe tbea-
'ro o h.iblisoiuio piofcssor b'r. Auroiia MartlM.
Toda o mchiuiiino est cxpcota lo secundos
deaenbos do excellente mestre carpiieiro Joaquim
Ricardo Guinaulc?, Io director do im-vimniro dos
b -atrae do Uio de Janeiro.
Os scenarios qne presentam, bem como os dous
n.vios que ce veem no corr. r do drama, 1 um
pintados pelo notayel sefnogrspho da emprez* o
distucto pintor JOiQUtVl BORGES. auxiliado
pelo actor KIUEIRO COaTA.
0 drama no alto mar ,,
! /jUar fim ao espectculo a chistosa comedia de
basea-j? em faetos vcrdadeirosftaes como so pa- 'RIBERO DA SILVA
" Ihante.
cncommendas para este especta- j 13331 Urna crux de ouro "com briihantes, 1 annel
com dito, 1 alfinete para manta, 1 dedal e
4 anneis ouro de lei.
13333 Urna pulseira, 1 alfinete, 1 par de rosetas
de euro, cravejadas de parolas, i volta de
onro e 1 medalha e 2 trancelins, ouro de
lei.
13340 Um par de rosetas de ouro com briihantes
pequeos. 2 anneis com ditos e 1 dito de
ouro.
13352 Um annel de onro com brilhante.
lo353 Um dito do onro. com ditos.
Mesnada e ultima n-precntacao do gran- }**54 O "Iva prata de le
de drama J Iw l,aHB pu'sciras, I volta de ouro e 1 crus,
ouro de lei.
13361 Um brecha de ouro com perolas, 2 voltas
de trancelim, 1 emblema da Senhora da
Canceico e medalha, ouro de le.
13365 Um trancelim e 1 relogio pequeo, ouro de
lei.
13379 Um par de rosetas de onro com briihantes.
13380 Urna caixa de ouro de lei para rap.
13389 Urna corrente psra relogio e 1 relogio, ouro
de le.
13392 Urna pulseira, 1 alfinete, 2 pares de brin-
cos, 1 loneto, 1 tiancilim c 2 annes, ouro
de lei; 1 gargantilha, 1 pulseira, 1 alfiuete,
ouro buizo.
13393 Um par de brincos, 1 volta de trancelim, 1
mt-dalba, 1 cruz e :' anneis, ouro de lei; 1
salve, 3 colberes para cha,' 1 dita para sopa
e 1 fivella, de prata de lei.
13394 lima volta de trancelim, 2 pares de brin
eos, 1 dito de argolit >, e 1 dito de roief.as,
curo de le.
13395 Um* volta de ouro para senhora.
13396 Urna pulseira de ouro com rubn?, 1 alfi-
nete, 1 par de rosetas e 2 chaves para re
logo, ouro de lei, 2 collares (moda), 1 bo
tiio, 1 relogio de ouro de lei.
13401 Um relogio, ouio de lei.
13402 Um* corrente e sinete e 1 trancelim, ouro
de lei; 1 crreme, ouro baixi, l relog:o
inro de !ei.
13104 Um par df rosetas de ouro com 2 rubias e
crculos de brilbantes, .3 botoes de ouro com
3 perolas, 1 relogio de curo, 1 corrate e
medalha para relogio ouro de lei.
13405 Un par de rueetas de o"ro com 2 brilb ra-
tee, 1 cerrante e 1 relogio, ouro de lei.
13406 Um relogio, ouro de li i.
13107 Um par de cactic. es pruta do le.
14409 D us anneis de ouro ecm 2 brilhante, 1
dito com esmeralda e p' quenos brilbantes,
3 trnncrlins, 2 cordoes, l pulseira de rca,ui-
fifes, 2 pares de b-lo-as, l CHU c 1 annel,
ouro de le: 1 par de rosetas e 1 crz cura
vejnd -s de diamantes.
13409 Um par de roetus do cuso com prro.:as e
-ubius e 1 medalha, ouro de le.
13410 Um annel de ouro cem 1 brilbant.'.
13411 Um jarro e baca de pral', 1 salrtf pr.ti de
w
13416 Uin annel de ou*e com 1 rjrilhante.
13417 Umpajr d rosetas com briihantes e 2 an-
neis cem'ditos.
13122 Uma pulseira, 1 par de brincos e 1 ero,
13562 Urna vtlta de trancelim ouro baixa rt'lo
gio, ouro de lei.
13564 Urna pulseira e 1 par de brincos, ouro de
lei.
13565 Urna pulseira, 2 voltas de trancelim e um
par de brincos, ouro de lei.
13588 Urna volta de cordao, 1 par de argollas, 1
figa e 1 teteia, ouro de lei.
13677 Um par de brincos e l cordo, ouro de le.
1357 Um annel de ouro com briihantes.
13383 m par de brincas, 2 ditos de rosetas e 1
casfclo, ouro de lei.
13597 Um par de brincos de ouro cravejado de
briihantes.
13598 Pulseira de ouro com rubras e perolas e 1
alfinete ouro de lei.
13601 Dous grampos de ouro, 1 agulheiro, 1 vol
U de trancelim, 3 chaves, 1 dedal, um pas-
sador, l medalh, 3 bollas de ouro, 1 coia
e 3 resplendores, oura de lei; um paliteiro
14 coiheres, 3 resplendores, 2 dedaes, i cruz
e 1 pequea peca de prata.
13604 Um relogio ourc de Jei.
13605 Urna pulseira, 1 trancelim, 1 cordo, 3 an-
neis e 3 boto.a ouro de lei.
13609 Dous anneis de ouro com pequeos brilhan- {
tes e 1 broche ouro de lei.
1362S Um par de rosetas de ouro cravejadas de
briihantes.
13637 Urna chapa de ouro (eondeeoracao) crave-
jada de brilbantes e diamantes e 3 boles
cem ditos.
13613 Um cordo e 1 cruz ouro de lei, 6 colberes
prata baixa.
13645 Urna volta de ouro, 1 medalb* 1 trance-
lim e um relogij pasa senhora, ouro de
lei.
13650 Una salva, 6 coiheres para opa, 20 ditas
para eh, 3 ditas para tirar topa, arroz e
assucar, prata baixa.
13652 Quatro castcaes, 1 prato e tesoura, prati
de lei, 1 vaso prata baixa.
13651 Urna volta onro de lei, para senhora.
13664 Um pulseira ouro de lei.
13678 Dous tillis com brillantes.
13679 Um annel de ouro com briihantes.
13686 Um par de rosetas com dous orilbantes 2
anneis com ditos,l par de brincos, 1 annel,
2 pecas de brincos o 1 carto ouro de le.
13695 Urna correte e medalha para rel< gio ouro
de lei.
13697 Urna cruz de ouro erm briihantes.
13707 Duas medalhis e 1 annel com diamante
ouro de lei.
13703 Daas pulseiras, 1 trancelim. 1 par de brin-
cos, 1 dito de argooas e 2 anneis de ouro
de lei.
Thomaz e \e\v-York
Para carga, passagens,eic iunrada3 adinhein
frete, tracta-se com os
AGENTES
Hcnry Forster & C.
t. 8 RIJA DO LOMMERCIO -
/. andat
GHARGEIRS REUNS
Companhia Fraaceza de Navega-
cao a Vapor
Linha quinzenal entre o H.Q7re, Lis-
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
0
Aviso Este e pctacu!o principiar s
hars em ponto e acabar s 10 e meia.
frefos os do costme
Bonds para todas as lii.has e trem at Apipu-
SOf.
THEATRO-
: DOMINGO, 22 DO CORRENTE
A'sbha;:a ra noite depois de iimt brilhante
ouvetura pela orebestra subir scena o appara-
teso drama de propaganda abolicionista em 4 ac-
tos, original de KIBEIRO DA SILVA, denomi-
nado
. GO'A, A FlIflA DH A6AB
Srguir-se-ba pelo feat. j id i ac:or LA 1.4 que es-
pontneamente se ofivrcccu pira mus abrilhantur
eita testa, uoia n. va e inerissaute scena cmica
do seu repertorio, levada ecena pela prim- ira
vez, original de Joo Goncalves, intitulada
A Macaca
13712 Urna volta de ouro, I dita trancelim, 1 par
de brinco.', I medalha, 1 emblema do Es-
Eirl'x) Santo, ouro de le.
'm annel do ouro com um brilhante.
13724 Um relogio ouro de lei.
13741 Um annel de ouro con brilhante.
13763 Um relogio ouro de lei.
13777 Urna medalha de ouro com um brilhante, 1
par de brincos cam dita.
13783 Um par de brincas ouro de lei, 1 salva e 1
paliteiro prata baixa.
13789 Urna carrete dupla com medaiba para re-
logio e 2 boto-8 ouro de lei.
13791 Um alfinete de ouro c-m brilbantes e 1 re
logo ouro de lei.
13802 Urna corrente dupla com med.ilha para re
lega, ouro de lri.
13 05 Um pequeo trancelim cam chave, 2 botoes
e 2 aunis ouro de lei.
13S08 Urna pulseira ouro-de lei.
13809 Quatro botoes de ouro e 1^ annel eontendo
brilbantes.
de ouro com brilb an-
13815 Uai par ae rosetai
tes.
13819 Um relogio de ouro.
13821 Urna volta de trancelim, 1 medalha e 2 pa-
res d brincos ouro de lei.
13825 Urna corrate para rriogia e 1 volta ouro
de lei.
13838 Um relogio curo de lei.
13816 Um annel do ouro com um brilhante, 1 cor-
do e 1 relogio de ouro.
13819 Urna pulseira, 1 cordo'e 1 figa oura de
Ki.
13854 Um relogio de ouro para senhora.
1385! Um ann-1 Je curo com um brilhante.
13803 Um trancelim graseo ouro de lei.
13866 Um cordo, 1 alfinete e 1 par de rosetas
ouro de lei.
13867 Um traucelim, 2 voltas de ito, 2 pares de
rosetas o 1 annel ouro de lei; duas moedi-
nhas, collares.
13868 Urna corrento, para re-logi', 1 relogio de
ouro e 1 figa de prata.
13876 Um par de rosetas de ouro era biloante?,
1 medalho da ouro com ditos e 2 pulseiras
ouro de lei.
13878 Dous trancelins com cete ouro de lei.
13883 Um par du rosetas de ouro com brilbantes,
1 rus com ditos, 1 fio de perolas, 1 salva,
1 paliteiro, 2 csstic'.es pequeos e 13 co-
iheres de prata.
13384 Urna carrete dupla com med-lha para re-
logio oiiro de Ki.
13891 Urna corrente e medalha para relogio ouro
de lei.
13894 Urna corrente e 1 relogio oura de le; nina
salva prata baixa.
13S95 Doze coiheres para topa e 12 ditas para
cb, prata baila.
13897 Um* volta de trancelim com 6 teteas de
ouro, 1 medalha e 1 annel ouro de lei.
13899 Um par de rosetas de ouro om dous bri-
lbantes grandes.
1.1903 Treze colberes para cb, prata baixa.
13907 Duas pulseiras* 1 volta de curo de lei.
Commandante Panchvro
Espei'ijse dos partos do sul
at odia 2 de Juoho segun-
do depois de in iispcusuvel
d mora oBIVRE, tocando
cm LISBOA bavendo nu-
mero sufficicnte de passa. ei
ros de 1 classe.
O VAPOR ENTRARA' DENTRO DO
PORTO
Condus medico a bordo, de marcha rpida e
ofierece exceIlentcs'~commodos e ptimo passadio.
As passagens podero ser tomadi.s de anteino.
ecebe carga, eocommendas e passageiros pra
os qaaes tem excellentes accommodacoee.
Para carga, patsagens, encommendase dnheiro
a frete : trata-se com o
0 vapor ViUe de Cear
Commandante Simon"t
E' esperado da Europa
at o dia 21 de Maio, se-
gumdo depois da indispen-
savel demora para a B-
tala. Rio de Janeiro
e Manite.
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta linha,quciram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvarengn.. qaal*
quer reclamaco concernente a volumes, que po-
vi-ntuihtenham seguido para os portos do sul.afim
de se poderem dar a tempo as providencias necee-
cariaa.
Expirado o referido prace a companhiaoa n
re-sponsabilisa por extravos.
Para carga, passagens, cncommendas e dnheiro
a frete: trata-se com o
AGENTE
Augusto Labilie
9- RA DO COMMEROIO-9
se
DaiuprschinTahrts-GeselIscbat
0 vapor Campias

E' esperado dos par-
tos da sul at o dia 2
de Junho e seguir do-
pois da demora necea-
saria para
Lisboa e llamburgo
Para pasagens, tracta-se com os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
RA DO COMMERCO N. S
1' andar

Guilherme Pa-
C*|tfiabia rasilelra de Javc-
gaeoa Vapor
PORTOS DO SUL -
0 vapor Cear
Commandante o l.'tcnente
checo
E' esperado dos cortos do
norte at o dia 25 de Valo
e depois da demora indis-
pensavel, seguir para es
p<--tn8 do sul. (Inclusive o
da Victsria).
Recebe tambera carga para Santos, Sauta t'a-
tharna, Pelotas, Porta Alegre e Rio frande Ja
Sul, frote modic .
Para carga, passgens, cncommendas e valor 8
tratarse na agencia
PRACA DO CORPO SANTN 9.
PORTOS DO NORTE
0 vapor Manos
Commandante P tenente Guilherme Wad-
dington
E' esperado dos portos do sul
at o dia 26 de Maio, e
seguir depois da demora in
IJS/ dispensavel, para os portos
, do norte at Mancos.
Para carga, passagens encoromendas e valorea
tratta-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTO N. 9
*.


Diario e rrattntacir--8iibbado 2 i de Maio de 1887
m.
hnliil St w Pacet Coi?
Vapor extraordinario
OvctjxorNi/e
De 3,039 toneladas de registro
Subir do porto do Rio
, de Janeiro no dia 1 de
Junio prximo coin es-
'cala para Babia e Per-
narobu.'O, seguindo depuis de pouc* demo
r con malas c passageicos para
LISBOA E SOUTHAMPTOJN
Desde j recebe-se encommendas par
camarotes na
* AGENCIA
Ra do oiumercli n. 3
1 andar
AdamsonHowie tC.
AGENTES
K0V4L MIL SIX4I PCMT
COIIOT
0 paquete Ta$us
E' esperado da Europa no di
23 do corren te, seguindo
depois da demora necessaa
ria para
Baha, Rio de Janeiro Monte
video e Buenos .tjrres
Para passagens, fretes,, etc. tractase com os
Consignatarios
Adanison lowic &C.
N. 3- RA DO COMMERCIO N. 3
1* andar
COMP4MII t PEMAWeSJCAXA
DE
Mavegaco t-os.elra por vapor
fORTOS DO SUL
Macei, Penedo e Aracaj.
O vapor Mandahu
Segu no dia 27 de
Maio, s 5 horas da
tarde.
Recebe carga at c
dia 26.
Eocammendas, passagens e dinbeiros frete at
is 3 horas da tarde do dia 27.
E3CRIPTORIO
Ao Caes da Compankia Perrximbucana
n. 12

3leilo

Wabbado 2 I do correte
A's 11 lloras
Na ra 1- de Margo n. 12
O agente Modesto Bapista por mandado e cora
.asistencia do Exm. Sr. Or. juiz ie orphos e eu
gentes, a requeriraento do testamenteiro e inven-
tariante do capolo d > finado M .niel de Moura
Esteves, far leilao de tres terrenos, casas, sitas
na estra do Arraial, peitenc-ntej ai rae3mo es-
polio.
O mesmo agento sas.
Leilao
En continuaro
Na ra Primeiro de Marco n. 12
Sabbado 8 I do corrente
A's 11 horas
De faz ndas. taes como : camisa* para homc-ns,
calcas de brim, lencos de seda e de linho, camisas
de meia, collarinhos e punho, camisas esaias para
senhora, espartilhos, luvis de seda, fich?, borda-
dos, enres de vestid), fronhi, grvalas, mema
para homcm e 9euhora, cobertores, colchas, cha-
peo, e chapelinas, miudeza, briDqoedos para me-
ninos, caodiens. jarros, albun-, e mlros multes
ai figos.
Leilao
De planta, fl >res, crotn* e palme-ira
- wojws
A's 2 horas du tarde
Agente Pinto
Itua da Inio n 15
Leilao
DS
Agente Br Ho
O agente cima, a mandad/ do IHm. e Exm.
Sr. Dr. juis de direito de orphoa c ausentes, e
a requeriinenio do tutor d(8 menores filhos do fi-
nado Angeh H da Silva, l. vara e. leilao as 4/25
partes da caea terrea sita na freguezia do Poco
n. 9.
Em continuaro
vender mais a casa terrea sita ra Augusta
r.. 268. com 1 porta c 2 juell ib de trente, 2 sa-
las e 3 quartos, cosinha fora, quintal murado coa
portio para a ra d Ouro, terreno proprio.
Iiua de Pedro Alonso n. 43
Segunda-feira 23 do cor rente
\'s 11 horas
De urna mobilia de janeo preto com 1 sof 2 con-
so'cs, 2 cadei:as de b.acos, e 12 de guarnicao,
2 cadeiras de balance, 1 mesa jardincira, 1
espelbo oval, 4 quadros, 1 c*ndeiro de gaz, 4
jarros, 1 tapete de sof, 6 do porta e 4 esear-
m deiras
Urna cama fjsnceza, 1 guarda-ves-.do3, 1 cabide
1 toilet, l marquezo, 1 guarnicao,*1 tapete de
cama, 1 cabide de parede, 1 mesa com gaveta e 1
tspelbo.
Urna meza elstica, 2 aparodoraa torneados, 1
quartinheira, 6 cadeiras de junco, 1 cadeira es-
priguicadeira, 1 apparelho para jantar, dito para
cha, copos, cauces compiteiras. qnartiuhas, trem
de cosinha, 1 mesa de louro, 1 ctodieiro gaz, 2
jarro* e outros movis.
Terca feira 2i do corr* ale
No sobrado
Ag-ente Pinto
d ra do coronel
Bezeira n. 1 i
Agostinbo
(Oilao da matriz de S. Antonio)
PRINCIPIARA' A'S 10 1/2 HORAS
Jafropb
Manipoeira
Esse medicamento de urna eficacia r<~confaecida
no beriberi e outrns molestias em que predomina a
hydropssia, ncha-ee mortificado em sua prepara-
cao, 'Tracas a nina nova formula de uin distincto
medico desta cidade, srnrfo que tmente o abaizo
asaignado est habilitado para prepatal-c de modo
a melhorar Ihe o gosto e eheiro, sem todava alte
rar-lhe as propriedad;s medicamentosas, que se
conservam com a mesma actividade, se nao maior
em vista do modo por que elle tolerado pelo
estemagei.
Huleo depotilSo
Na pharmacia Conc^icSi), ra do Marqnez de
lioda n. 61.
Bezerra de Mello
Attcnditc
Jos Samuel Botelho, o bem conhecido fabri-
cante de bouquets rara casamentos e outros actos,
e capallus mortuariHS de pc.petuas, tanto de fio-
res naturaes caoao artifieiaes. cfFerece-se ao res-
ptitavel publico para ser procurado na ra Nova,
leja de miu lesna n. 20, e i a ra da Cadeia do
Recife, loja de eelleiro n. 43, prometiendo todo o
asseio c promptidao no seu tmbalhc.
Leilao
Do
vapor Bahia e eeu crregimento, no
estado e lugar em que sa cha
Quinta-felra 30 de Jnnlio
A's 11 horas
No salao da Aswciactio Commercial Bene-
fcente
O agente Gusu.ao, autrisado per mandado do
Exm. Sr. D>. juiz de direito espucUl do commer-
cio, e a requerimeoto do r. curaaor de ausentes,
no processo de ratificarlo de protesto meritirao e
Hbandcno do vapor Bahia, p'.r parle da compa
nhia de paquetes brasileiros a vapor, far leilao
com assistencia do mea too juiz, do referido vapor
e eu Carregamento no lugar em que se acha.
Cimento patente l'ortlnntl, marea
Robn Lnnilon & XorifeeUI
Kent
Vendem Livramento C, no cae? do Apollo
numeio 45.
Terreno
Vende-se um terreno confronte a estaca > do
Principe, estrada de JoSo de Batros, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundos, e com alicerces
para 3 casas; tratar na rna d'Apol'.o n. 30, pri-
er'ro andar.
Scmciil's lie carrapalo
Compra-se grandes e pequeas quantidades :
na drogara de Fn ucisco M. da Silva C, ra
do Mrquez de Olinla a 23.
Aviso

Agcnt
e Pestaa
Leilao
De urna parte da casa terrea, sita ra de
Beinfca n. 2, pertencente ao espolio de
Ignacio de S Lopes Fernandes.
Sabbado 21 do correte
No armazem ra do Vigario n. 12
O agente Pestaa autorisado pelo Exm. Sr. Dr.
juiz de orpha. s vender no dia e hora cima men-
cionados, com assistencia do meemo senhor, a perte
da casa terrea, sita ra de Bemfica n. 2,
Agente Pestaa
Leilao
Da um bah rom roupa, um sacco com
roupa, o uida uo!a de ua pezo de Bue-
nos-Ayres pertencente ao espolio de Pe-
dro Ratis de Barros.
*ahbado ti do correte
A'S 11 horas
. No armazem ra do Vijgtrio n- 12
O agente Pestaa autorisado p. lo Exm. Sr. Dr.
juiz de orpha. s, e c -m assistencia. do mesmo, ven-
der no dia e hora acimu ra-nci* nadoa a qaem m.i-
dei, um bah com roup, um saccp cou roupa, i
urna nota de um pezo de Bucuce-Ayres
AVISOS DIVERSOS
Alngu-se casas a 8000 no hecco dos Coe
' s, junto de S. Goncallo : a tratar na ra di
'mperatriz n. 56.
Na Paasagem da Magdalena, entrada para
o Remedio, alaga se pelo tcuiD-> qne se conven-
i ionar, na sitio com boa cusa, msitas fructeiras,
viveiro, baixa de epim, etc. : :i tratar na ra do
Imperador n. 14, 1* andar.
Precisa-se de urna cosinlv ira part casa da
familia, que darma ain casa ; a tratar na ra do
Bai So da Victoria n. 39, loja.
Ignorando se a morada da senhores abaixo
declarados s Ibes roga de irem ao largo da Al-
fandega n- 7, armasem, negocios de sena iate-
reisea :
Aliar Avelino Pereira de Mello.
Jos Tarares Cameiro.
Leodegaiio de Sonsa Barbosa.
Manuel Rodrigues de Mattos.
Preeisa-se de criad.a pura vender taboleiro ;
na rus da Matriz da Boa-Vista n. 3.
Francisco Goncilves Netto embarca para o Rio
de Janeiro. Procuradores os Srr. Osear Flk"i-
sen e Jos Duarto da Silva Papoula. Recifr, 20
de Maio de 1887.
Senieiues e empalo
Cempra-ee na fabrica Apollo ra do Hospicio
numero 79.
Leilao
De no piano novo do fabricante Hoclling &
Spangenbprg, diversn caixas com superiores cha-
rutos da Bhia, de div. rsas marcas, f'ino caporal,
mesas novas elsticas de 4 e 8 lab as, camas, mar-
Jueoa, apparadores, prt-i.cas par copiar, qna-
ros, cadeiras n ivas de junco brancas e prefas,
jarros, candieiros, v'nho, cognac e muitOB outros
objectos.
Sabbado. 21 do corrente
A's 11 hora s
No armazem da ra do Mrquez de OUnda
n. 19
POR INTEKVENCO DO AGENTE
(insinu
Ag-e
Leilao
De predios
nte lritto
O agente cima, a mandado do Iilra. Exm.' Sr
Dr. juiz de direito de orphus e ausentes, e a re-
queria-eoto d Illin. Sr. Or. curador geral de au-
sentes vender em leilao a casa terrea sita rna
de Santa Cecilia n. 9, pertencente no espolio do
finado Ignacio Luiz d Moarra.
Km eontinuaeio
vender mais a casa terrea sita ra do Ntseea
te n. 24, eo v 1 porU e janella, 2 aulas, 3 qunrtos
cosinha fra, caciaba, quintal murado, em terreno
proorio.
Urna casa terrea com 1 porta, 2 janellas, 2 sa-
las, 5 quartos, cosinha fra, quintal at ao mar,
sita em Olioda no pa'eo dos Milagrea a 9.
Ra de Pedro Alfonso o. 43
Sabbado 21 de Maio
A's 11 horas
Precisa-se de urna cosinheira pira casa de
familia, qne aeja de boa conducta ; na ra do
Imperador n. 73, 3' andar.
= Precisa-se de ama ama para o servico de
urna f pessoa ; a tratar na travesea do Duque
de Caxias n. 9, entrada pua i ua larga do Rosario,
segundo andar.
= Aluga-se as casas terreas n. 4 ra de An-
tonio Henrique, onlr'ora j*couguinho, en. 122
Coronel Saassana, ontr'ora Hcrtas ; a tra.- r cem
Pinbeiro roa da l'a n. 42.
Alaga-se ama t sera va, que engon.ma per-
fetameate, cose e cosinha ; na ra Vinte e Q ja-
tro de M.io n. 24.
Vende-se dona appar nos completos dba-
nnos du has e clin vi seo ; a tratar e ve!-os na ra
da Aurora n. 137, das 9 horas da manha s 4 da
tarde.
A companhadeeavalaria de
Pernaiuliiifo
Compra no dia 2 de Jaaho vindouro 17 cavados
para o sen servico, os quaes devero ter as se-
guintes condicoes : mansos, gordos, que governem
bem, com lm. 48 de slturu e sem defeito pbysieo.
As pessoas qne es quzrem veoder deverao
apresental-oa no referido i'ia, s 11 horas da ma-
nb, ao qnartel da comp inhia, afim de serem
exminados<
Quartel no Campo das Princezas, 21 de Maio de
187.
Manee) Feliciano Lidsio dos Santos.
Al' r s agente.
GASA DA FORTUNA
As 5:000|000
BI hetes garantidos
23 RA PRIM KIRO DE MAR^O 23
Da 18 parte da 4* lotera da provincia
venderam Martina Pinza & C. os seguin
tes premios garantidos :
3488 5:0005
1814 2000
3564 10U&
6226 100
3950 505
4456 605
4461 505
194' 305
947 305
3485 305
3837 305
5080 305
Acbam-se venda os afortunados bi-
Ihetes garantidos da 4* parte da 5a lote-
ra de Itaixb, que se cztrabir quando
se annunciar.
PREgOS
1 int-iro 35'*00
1 teryo 15000
Es poreio de lon^ooo para
cima
1 inteiro 25700
1 tergo 900
MOLESTIAS
ira
0 Eem
CON'.
E' UHl .;1. 1 .
pck> conl > esi-
tos, Qraxtibo coi um to para
as fe .,!.-. i-as de-
ven n na origeni n um veneno miasmtico
qne penetra po san^ Itera
o ligado e mol taaseada
febres conliccitlas por Toro-arias %
Quatrenarias, Internas, da ,.:: rio,
Malignas, Intarmittentep. Remit-
teate
o :.
vence fis> -v-t'-ii'.-i.
N5o onl :a qnii inte al-
gnm mineral; 6 seguro '' InoSbnslvo, e
nnilo iw din .
-..:: KVO I .
DR. .1. C. AYF.Il B GA,,
Lowttll, Mass., E. ir. A.
A' venda as principaes pharmaciaa e
r}rogarlas.
(^aixeiro
Precisa se ele um caixeiro d- 12 !'! annos, com
pratica de nrihad e de conducta hili aneada ; a
tratar na ra re Pi ysand n 23.
*-
Tinta preta
INALTERAVEL
F,
rOMHUKIC.aTIVk
PHARMACIA CENTRAL
38 Hu do Irrperador 38 (
Peruambuco
Serve para cseriplurao mercantil e d 3 en 4
copias de urna vez,
AVISO-
Concertam se machinas de costura de
qualqurr fabrirant, bombas e toda e qual-
quer qualidade do maehinas movidas a va-
por, oh gaz, etc.
PREgOS SEM COMPETENCIA
39-Sm lio pm-Jesfls-39
Animal furtado
Furtaram do cercado do enperho Santa Lucia
on Contra-acude, termo de Gamcllera, estajo
de Uio'irilo, urna goa mellada, sem farro, boa de
passo e baixeira, est preuhe e aida u leite,
P'.is dtixou a cria ; quem a apprehender e leva! a
ou der noticias certas no referido engecho ser
bem recompensado. O furto deu-se na noite de
11 para 12 do corrente. Engenho Santa Luzia
14 de Maio de 1887.
lPreeisa-se de uib cosinheira pra casa ele fa-
mi \m que 8^3 do boa conducta ; na rna do lm
radir n 73, 3- andar.
AS
Enfermidadas Secretas
BLENORRHAG1AS
GONORRHEAS
FLORES BRANCAS
CQRRIMENTOS
recentes ou antigos so curados em I
poucos dias em segredo, sem rgi-
men nem tisanas, sem cncer nem
molestar os orgaos aigestivos, pelas
PIL.ULAS
einjecgo de
KAVA
DO DOUTOR F08KIER
Caia Pttv.la Un gravade Ka-a, &caiuvu
P1LULAS, 5 FR. IlUF.CfO, 4 TR.
PATUS, as, Placa de la Madeleine
Iffedalha de ODRO.Piris 18851

5 J
^ BRDEOS (FRANC*) *^
-O Depsitos em todas as tunds da Comestibles. 0>
^aaaaaaaaaaaaaaa
Nao tem cffoitajuridico a venda peTojuizo dos
ausentes da casa n. 9 da roa de tuM Cecia, do
espolio d? Ignacio Luiz da Maura. O fallecido
outro de igual none, o propr:> tario, alias usu-
fructuario, resid na provincia do Para o quan-
do-fallecido passa a dita casa a l; .nt Ctsa de
Miseiicordia do Porto.

AMA
Pracisa-se de urna ama- para lavar e en-
geiminar em cssa de familia : na ra do
Riachuelo n. 13 se dir.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro coo> pratiea de'.hotel,
ra de Santo Amaro n. 4 >, dando fiador de eua
condneta.
Allein'iio
Pede-se aos lllms. Srt. Joaquim Xavier Camei-
ro de Lacerda e Man el Xavier Carneiro da Cu-
nta, o favor de appareeertm ra da Concordia,
hoje Marqnez do Uerval n. 12. \
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de 14 16 annos de
dade, qUe tenba algnma pratica de molbados ; a
tratar na roa Vid I de Negreiros u. 23.
CORACAO
Asma, Catarro
OTJEA OBETA
COU O EHFRKOO DOS
lOranulos Anlimoniaes
D PAPIL! AUD
lleliurli timil 4a Academia ti Midlcina H hrta.
Apsrovados sala lista I Hyflua do Braxtt.
Devi-sa exigir sobra cada Frasco oa nonm da
B. M0US1TIES, 3c L. FAFILLAT7D
l'i eoaiTO ubHAL .
Pharmacia GIGOR, 25, nt Cffailliers. PiRB
lm Pertiatnbvcn : FR" I. da SttTi l ?>
Vinlio da ^lourisca
A delicia da cpaica
Acaba de chegur nova remesa des'e excellente
vinbo de mesa, que se trrna ncommeidavel por
ser com sante a vide o'den ; vendem Justo Tei-
xeira & C. Successeres, ra da Penha n. 8.
Silliilo momara ingleza
Vende-sa um silho de montara inglesa com
pouco uso e com todos os arreics, por metade de
sen vslor: a tractar na ra da Maire de Deus
n. 5.
Vinlio da Mourisca
Proprio para mesa
i' roa de Pedro Iva ... 22
Romano & C.
VUionile ilt* HHle-So
Heniique Leite Pexeira Jardiin coovida aos seus
aml^ot pare assiatirem a urna missa qua manda
celebrar na Ordem Terceira de S. Francisco, sab-
bado, 21 do corrente as 8 horas da maulla, trig-
simo dia do passamento da eeu presado paio Vis-
conde Monte Sao..
Agradece d. .-de j as.peseras que concorrerem
a esse acto de raridade e relieiao.
Vende se
o bem afregueado botal, sito travessa do Arse-
nal de Onerra n. 13, com peqn.-no capital ; a
tratar no ir.esmo.
Aviso martimo
W. KortT, capitio do lugar allemo Gatelle, ar
ribado a este porto c-m agua aberta, precisa
c ntractar a descarga e aimazeuagem de seu car-
regamento, consistiudo em 387 t meladas de trigo
em grao, e para rase m recebe prepostas em
cart i t. chulas ateo dia24 do corrente mee, no
consulado do Imperio Germnico nesta cidade.
Recife, 20 de Maio de i|87.
O baiio asonado inan3acei''hrar nma missa
natna triz da B".-Vista, s 7 h irss da manha de
sexta (ira 21 do corrente, rea alma de sua res-
peitavel e veoeranda ti a, L). Joaquina Bernarda
Severiana Quinteiro, trigsimo dia de sen passa-
mento, pela prestimoardado d^ seu pitrao e
Bevm.Sr. Dr padre J ror.ymo Thom da Silva,
o para ease acto convida es patentes da mesma e
petaoas da amiade della e bem assim aos seus ;
espirando que se presten) a c~mparecer, por
quanto urna ptova de caridade e reiigulo, fican-
do por isso eternamente arrat. Recife, 17 de
Maio de 1887
Mutmel PneBn< Qnint-iro.
Pian acia central
Roa (Ifllnipe.ailnr n 3t
Jos Francisco Bitteneourt, antigo pharmaceu
tico da pharmacia francesa ra do Baro da
Victoria u. 25, avisa a seus amigos e fregui zes,
qne se acha na pharmacia cima, onde espera
continuar a merecer a confanca que felizmente
depositaran) em seus trabalhos protessionacs.
Atten$io
Grandes Pechirchas
Cazacos bcriadrs finissimos para sc-
nhoras a 55500
Camisas bordadas para senhoras a 4500
Saias bordadas o que ha de bom a 450')
Lana finas para vestidos modernas a 360 ris
covado na ra do Duqne de (.'axias n. 49.
Loja do Triuniplr
Bastos & C
Gngcnhc Dous \n\ws
A companhia do Bebenbe arrenda a parte
agrcola do engenho D jus Irmos, por praso de
seis anus, s belecida, e que ns p;etendeutrs pidem examinar
nesto cscriptori).
As propostas geri) apre^entadas em carta fe-
chada o dia 30 ao mcio dia, a abortas na presen -
ca dos pretendeutes, em s guida ao recetiimento
das mesnsas.
Recife, 17 de Maio do 1887.
Jos Eustaquio Perreira Jacobina,
Secretario.
Escola rconomico-mu-
sical
Na travessa da ra das Flores n. 3, acha-se
aborta urna aula de msica com o titulo cima,
constando de rudimentos musicaes e instrumentos
de qualquer natureza ; trata se na mesmi aula,
das 4 '.* da naite. Tambem do mesmo estabe-
leciroento ensini-se a 1er, escrever e contar ; por-
tugus, latir, francez, geegrapbi* e rhetonca :
trata-se s mesmas horas cima.
Criada
Precisa-se de nma criada que si.ba engommar
e eneab-jar bem, dando fiador da sua conducta ; a
tratar na ra do Pro^resso n. 7, na Solcdade.
Caixeiro
Na la da Palma n. 37. precisa-so de um cai-
xeiro com pratica de snolhados e que d fiador
sua cer.ducts.
Precisa-se de um men uo que tenha pratica de
molhados ; no pateo de S. P> dro n. 10.
Cosinheira
"Precsa-se de nma cosinheira para casa- de fa
milia, que sej* de boa conducta. ; na ra do lm
perador n. 73. terciro andar.
Engenho Goneeica Ye-
lda de Ipojnea
Tavaies de Mel' ,
Genro& C,repelindo
o procedimentoque ti-
veram o anno passado
por este Diario, pro-
tes*am contra toda e
qnal quer tra nsacgo
qne o Sr. tenente-co-
ronel Francisco Ma-
noel de Siuneira Ca-
valcante, fa^a re ativa*
mente, s partes qne
possne no engenho
Cncei^o Velha de
Ipojuca, on de nma
hypotheca, celebrada
uando j esta va ven
_ culo o sen debito para
com os protesiantes,
que ha mais de anno o
esto demandando ju-
dicialmente.
K pe timos este an-
nuncio para que nin-
g*uem se chame igno-
rancia.
Recife, 18 de Maio
de 1887
Tavars de Mello fiemo, & C.
m
"O Medalba de Oaoro na Expsito univaaval 1873 O"
.
x\visjr em terap
Perdeu-se
Entre os bairros de Santo Aatonio e Reeife,
perdeu-se urna eras de ouro com seto brilhantes.
em um pequeo embrulho ; quem a achar e quio
zer entrenar leja u. 90 da ru%, Duque de Ca-
xias, receber de gratifiioao o valor da mesma
cruz.
Fabrico de assucar
Apparelbns econmicos pnra o cozimen-
ts e cura. Proprio para engenhos peque-
nos, s-ndo mdico eni pE*eco e ef-
fcetivo ciu operaco.
rode-se ajontar aos ingonlios existentes
do systerua velho, mi-lhc-rando muito a
qualidado do assucar e
qoactidade.
OPERAgO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou ongenbos contraes,
ma;hin8rao aperfeie-oa io, systoma moder-
no. Plantas completas ou ruachinismo
separado.
E8pecilieac;o:'s e informaces-com
Bowus :.
5-RUA DO COMMERCIO-5
augmentan Jo a
BkbOBttU
NO MAIS,
LLRY Vende-se em toda a oarie
Jacintho Sinario do Otivelra
Mi.niei de Oliveira Amori'i, Liuriaoo Jos de
Oveira (ausentes), Aurelio Santas C.umh.a e
sun mirher Mara ile Oliveira Counbra e sena fi-
Ih.s, agradecem i bsohs que se dignaran de
acouipanhar ao c miterio de Santo Amaro os res-
tos inortaes de sen iraSo, cunhado t i, Jieiutb.3
Duartc de Oliveira, c de novo convidam aos seus
parentes e amig-13. e di finad', pan assistirem as
missas el) stimo dia, qne p t jua alma maudam
celebrar na igreja da ven ravel ordem terceira de
S. Franciso, na ter?a-feiri 24 do corr nte, s 8
horas da manha; c ir esse acto de caridade fl
relieiao, desde j se confe*sam gratos
Hr. Wytaiiliruiiio Cesnr Coutiailio
O teen te-coronel Antn.o Aureliam Lopes
Coutiuho, Dr. Errnirio C.utiuho e seus irmaos,
dolorrsameote soiprenlidos pela infausta noticia
do fallecmento de seu presadissimo filh', irmao e
verdadeiro amigo, Dr. Syoiphronio Coutiuho, na
<:te do imperio, rogam h is seus parentes c ami-
gos o earidoso obseqiij de assistliem as missas
que, pelo eterno repouso de sua alma, maudam
resar as matrizes da Boa-Vista desta cuide e de
N. S. da Conceicaa ele Nazareth, s 8 horas da
manha do da 24 do corrente, stimo do siu pas-
samento.
GASA PILI?
Aos :i:000$000
i3ra ca ns. 37 e 39
Acham se venda os feliaes bilhetea
garantidos da ^ toteria a beneficio da
matriz de Itamb, que se extrahir quando
t'or annuciada.
PREQOS
Era porc3o
Inteiro 2^700
A retalho
Inteiro 30000
Antonio Augusto dns imtty Porto.
Dr. Gaspar de Meneze* Ya ccllOM li iiniiiin!
1 anniversario
liosa Emilia da Fonseca Oliveira manda resar
urna missa por alma de seu sempre lembrado com-
padre Dr. liaspar de Menezvs Vasconcellos Dru-
mond. to dia 21 do corrente, s 8 horas da ma-
nh, no convento do Carino desta cidide, 1- an-
niversario de seu faII cimento, pura oque convida
os parentes do finado e os 5cus amigos a assiati-
rem a este acto de relgio.


PASTII/HAS
De AKGELIM & MENTRUZ
es
so
5
sa
rs
ea
O Remedio mais efficti
Seguro que se tem descoberto ate
hoje para axpe'tir os ion trigos.
ROQIAYKOL FRERES
Ti
as
S=
sz

sz

5
Tenenle loriinii UNtricIiuo de
CaMtro KA Jlurrol
Maiia de Castro S Barrero, seus filhos, naras,
ge.iros e netos, convidam aos seus parentes e
amigos do seu finado esposo, pai, sogro e av, o
tenente-coronel Austriclino de Castro S Barreto,
para assistirem urna missa que mandan) r sai pelo
ileacaiie> de sua alma no dia 24 Jo correte, ter-
Sa-feira, na igrt ja do convento de N. S.-do Car-
mo, s 8 horas da manha, trigsimo dia de sen
passamento, e desde j antecipaui seas agradec-
mentes.
l< noel Da Toledo
Dclfina Margarida Cavalcante de T..'do e seu
filho Manoel M. Diaa de Tole i j, PraneitC) Anto-
nio da Silva Cavalcante c sun mulher Mara Kita
da Silva Cavalcante, filhos <: uetos, ferdos do
mais dolf-roso sentimenle, agradecem corHalmea-
te a todos que se cgm ram miterio publico o seu idolatrado esposo, pai, gen-
ro, cuubado e tio ; e de novo os convidam para
assistirem urna missa por alma de Manoel Dias
To'do, qne mandam resar na matriz da Greca, s
7 horas ao dia 5 do corrente, s timo da do seu
passamento.
Vndese um bom piano ; a tratar ns ra do
Vis .onde de Inhama, antiga mi do Rangel n. 18,
prime ir > andar.
~deTfCTAS,
Temizes, Almecaja
para Vidreiros deseja um Agente. Exigem-se
referencias.
Escrever -D 22 "WA 3S 2j
Saa r OTlnce, a* 16S. AWTffEBPIA (Beltrlo^
IMPORTANTE FABRICA
Canilla axtuia c l'arla*
Canuto Sergio de Faiias e seus filh'8 mandam
celebrar missas na igreja lo Paraizc, s 7 horas
da manha de 21 do c rrente, Io annivesario do
pssEamento de sua presada esposa e m', Camilla
Mi-xiin, de Farias e rogam a teus parentes e
amiirns n oaiidoto ahaequio de wsait.tir a ella.___
Manoel de Almelda Wagalhes
annivtrsario
Anna Varejo Maglhaes tendo de reandar resar
urna missa por alma de sau fempre lembrado espe-
so Manoel de Almeida Magalhaes, no da 2o do
co-nnte, s 7'/ noras Aa mlll'llM matriz da
Grasa, 2 anniversario, convida aos seus parentes
e amigos para assistirem esge acto relgieso, para
que ee confessa agradecida. .......
4


O FERRO
BMAIS
Aa peaaaa Anmicas bu-
iraqoacidam por un empobre-
cimento do sangue, a quem o
medico aconselha o f.mprego
do ierro, supportio sem co-
aacoalgumas 60TTS CONCENTRMS
de FERRO BRAVAIS. <*
preferencia a quaeaquer ou-
troa preparado /en ugiaoaoa.
0 FERRO
BRAVAIS
Diario de Pernambuco---Sabbado 21 de Maio de 1$87
nio produz caimbraa, aant
, c&naaconoestomago,nemdlar-
rbea, neja constipacMo. Nao
teja sabor algxua, nem chairo,
a nao communica chairo nem-
bam .agua,nemaovinho,nem
a qualquer liquido cora que
peda aer tomado. NUNCA
ENNEGRECEOS DENTKS.
0 FERRO
BRAVAIS
Ai Crea palliaJaa, atTeicSo
tXo comtaun entre aa moeaano
memento da formacto, a Ane-
mia, a Chlorotia, annuncia-
doraa da mor parta daa affei-
coam ehrnicae.sSocombatidaa
cota a mador atacada palo
emprago regalar do
BRAVAIS.
0 FERRO
BRAVAIS
Aluga-se barato
Kua V sconde de Itaparica n. 43, araiazem.
na Corcnel Suaaauna n. 141, quarto.
rraU.-8e na ru* do Commercio n. 5, Io andar
ariptorio de Silva (iuimaraea & C.
Alua-se
Ama
Precisa ee de ama Bina na fabrica Phenix roa
de Joo do Reg n. 15 ; a trataros meama._____
Ama
a leja n. 24 dn roa da Impetatii* por 30/, cora
commodos para faa>iiia e cffieina : a tralar na roa
do Coroenl Suossuna n. 204.
Precisa.se de orna ama para o servido de urna
casa de pouca familia ; na ra Nova n. 14, se-
gando andar. ________
Tricofero de Barry
Kmtitua oa sangue a
eolorttcao que paileu
pela malestiti.
NUMEROSAS IVilTACOES
Kxlgfr a Amia
Imprimida vermellia
Deposita ia ai: parte du ii".
''
Ama
t
-
Alusa
urna casa n Torre ra
tratar na mrsira ra n. 81.
se
do Hospicio n. 70
Advogado
O bacharel Antonio Ribeiro de Albuquerqne
Maranhao t do Pedro 2" n. 75, no ciesmo eecriptorio do Dr.
Mutocl Ni tto Baudeira._______^__________^
Manhiga iogleza
Tem para vender cm latas cem meio kilo cada
orna a 7i Ora. Antcnio Duarte, ra da Umo
n. 54 e Arihnr Gwcalvcs M.-tc b, ra da Au-
rora n. 85, conrcnthndo-se com a estacao do
Olinda. ___________
Boa casa .
Aluga-BO c sobrado n. G7 rus do Bartholompu,
confronte a estacao el", C.ruar, cem bastantes
comrr-odos eb>a viata ; -i tratar na ra larga do
Rosario n. 31, pnarroac-ia. __
Precisa-se de urna ama para casa de peqaena
familia ; a tratar na ra do Paveando, n. 19, Ps-
sugem da Magdalena.
Ama
Precisa-se de urna ama para lavar e engemmar;
na roa Primeiro de Marco n. 16,
- Qarante-se que faz as-
cerecrescer o cabello anda
aos mais calvos, cura a
tinha e a caspa e remove
todas as impurezas do cas-
co a cabeco. Positiva-
mente impede o cabello
da cahir ou de embranquo-
rer, e infallivelmente o
tima espesso, mocio, la
t. oso e abundante.
Ama
Precisa-Ee de prna ama para cosiobar c com-
prar : no pateo do Carmo n. 2, 1 andar.
Ama
Precisa-se de urna ama para cosiohar e ensa-
boar ; na ra da Ponte Velha n. 16.
Xarope de camba? guaco e bal-
samo de Tol
ieparado ptlo phaimaeiutico Jos Francisco
Bittencoart
E' utn poderoso pre; :iru !o para todas f>a affVc-
cocs dos crgso9 rcepiatorios, como catan lio pul-
monar, aatlrtba, eoqu lache, br Debite, p:eumo
ia, tsica, etc., etc.
Cadafi taco lfOOO
Deposito na Pharmacia Central, ra du Impera-
d'.-ii. 33 P. rnaini-.ucc.
Ama
Precisa-so de urna ama que eosinhe e engomme
para marido e mulht'r > in tillioj, e que durma em
casa : a tratar na ra da Conquista n. 29, oo roa
do Amorim n. fS.
Ama de le le
Preeisa-se de urna ama da leite com urgencia ;
a tratar un ra du S iledade n. 14.
Ama de leite
Precisa-se de urna na ra de H >rtas n. 118.
P. eeis-i-se de urna
Alecrim n. 63.
Ana de leite
sma de leite ;
na roa do
Agua Florida de Bany
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E' o nico perfume no mun-
do que tem a approvaco oficial da
um Governo. Tem duas vezes
mais fragrancia que qualquer ontra
e dura o dobro do tempo. E' muito
mais rico, suave u deliciosa. E'
muito mais fina e delicada. E'
mais permanente e agradavel no
Ien90. g' nuafc^ezas mais refres-
cante no banho e ce cuarto do
doente. E' especifico contra a
frouxido e debilidade. Cura as
dores de cabeco, os cansaooa e os
de:;maios.
arope le. Vifla Je Senter No. I
WHISKY
ROYAL BLEND marca V1ADO
^Eate excei lente Whisky Eecesses .- .eriv
io cognac ou agurdenle de canna, para ortfic
t corpo.
Vende-s a retalho nos tu Iberes armasen
co'hadoa.
Pede ROYAL BLEND marca VIADOcujod/,
se e emblema sao registrados para todo o Braat
BROWNS l C, agentes
Cabriolis
Vndese doas cabriolets, sendo um descoberu
e entro coberto, em perfeito estado, para um ou
uous cavallos; a tratar roa Duque de Caxiar
n. 47.
i
i
(riado
Precisase de um criado : a atar na ra d
Paysand n. 19, Passagem da Magdalena.
Terrcrso no Arraya.
mena familia una solea t 'pendente do 1 Tendo sido aniiuneioda a venda de um terreno
andar, aa roa do Vise; ud.' le I ipariea u. G3, an-: ra da Harmona, n> Arr yl, pertenetnta a
'tiga do Apollo, n,i mea i.o precia* so de urna prtta Rufino r'ruz Couceiro, previne se a quen interes-
de moia idade que si ja fie!, pare vender na ra sar que a cerca ltimamente futa noa fundes do
d6se bom cici.uado. mesmj terreno invadi os dos vismh:?.
fregiwzia do Recife
Alluga-sc por precio muito commodo, nma pe-
t


-
PHARMACIA FA8VCEZA
HE
IBMAO tt c.
, asuna b Bil m vicmii-
NVste esta beleciment bem. conhecido,
encontrar o respeitaTel publico, um com-
pleto sortiment de medicamentos, drogas.
productos di?micos, especialidades pharma-
ceuticas nacionaes e estrangeiras, leos, ver-
nizes, pinceis, artigos proprios para photo-
graphia, pyrotechnia, etc., etc, ludo recebido|
directamente dos mais acreditados fabrican-
tes da Europa e America.
Garntese a qualidade de tudo que fr
comprado n'ste estabelecimento, quer em
grosso, quer em re^alho, afim de bem ser-
vir aos que Ihe dispensarem sua confianca.
i rita do Sardo da Victoria
?.TTES DE USAI/-. DrPOIS DB USAlr-*.
Cura positiva e radical de todas as formas de
scrofulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
AffeccSes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e do todas as do-
ancas do Hengue, Figado, e Rins. Garante-sa
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangue
a restaura e reno va o s yst orna inteiro. a> 1
Sabao Curativo de Reuer
Para o Banho, Toilette, Crian
Sss e para a cura das moles-
as da pelle de todas as especies
em todos os periodos.
Approvadoa a autorisidos pil-i iuspecto
ria gcral do Iiygicnne do Rio de Janeiro.
Deposito em Pernambuco casa de
Francisco Manoel da Silva & C.
Tnica de mulamba
Compo 22
com qnhta
rio
CONTRA AS CASPAS
' Ra Larga do Rosario
22
A' Florida
Ra Buque de Casias n. toa
Chama-se a attencao cas Exmas. familias par
os precos seguintes :
Ciatos a 1000.
Luvas de pellica por 2*500.
Luvas de seda cor grasada a 2, a500 e 34
o par.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs, n. f> a 400 rs. c
metro.
Albuns de 1*500, 2f, 3f, at 8*.
Raines de flores finas a 14500.
Layas de Escclsia ptra menina, Haas e borda
das, 800 e 1* ... par.
Porta-rctrat!, a 500 rv, l, 1*500 o 2*.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Anquinbas de 2*, 2*500 e 3* urna.
Plisse de 2 a 3 nrd-jns a 400, 500 e 600 n.
Espartilbo Boa Figura a 4*500.
dem La Figurine a 5*000.
Pentea para coco com inscripcao.
Enchovaes para batizados a 8, 9, e 1J*000
1 caixa de papel e 100 envelopes por 800 ri
Cap lia e veus para noivas
Suspensorios am>-ricaiirs a 2*500
La para bordar a 2*800 a libra
Mao de pipel de cores a 200 ris
Estojos para crochet a .$000 rs
Bico de cores 2, 3, e 4 dedos
de largura a 3*000, 1*000 c 5*000 a peca
Laques transparentes a 3*000
Idom preto a 2*000
Lindos Broxes a 3*000 1*0'0 e 500 ris
Leques para menina a 200 ris.
Linha para machina a 800 icis a duzia, (C!K
Bordados coin deis dedos de largura 600 ris
3 dedos 80& ris, 4 dedos 1*200.
Garrafa i'agua Florida 800 rs.
Leques com borlofa a 800 rs.
BicMS branca psra B'.tinta, cretone e cbiia pa-
ra correr babarlos a 1*000, a l*50j a peca com
10 varas, barato.!
Albuns do chagrero, veludo c verbotina para
50 e C0 retratos a 6*, 7* e 8000.
Meias de Escsoia para scnboras, a *500 o par.
Loncoa de linho em lindas ciiixss,
Bico das IJias muito fina proprio para toalbas .
e saias. "
dem japones proprio para alvaa e roqueta e !
toallins de altar.
dem bran'Me coro 6 dedos de largura, a 3*000
a peca com 10 varas.
Cuixas com sortes de jogo de mgica proprios i
para salo, a 5*000.
Sabonetes do diversas qualiadcs.
Bolsas de courc para menina de escola.
Oollarinho de linho a > 0 ris uui.
Grande neciiincna em eMpartlIIenN
le llnbo a 3O0O. m.
BAHBOtA & tAONTS
De tedas as fazendas-existentes na anliga casa de
Os seguintes arligos comprova :: a realidade em vista dos sens mm
Cortes de fustao para coletea, a 10000, 10200 e 10800!
dem de caseruira de cores, a 20000, 20500 e 30000 !
Caseunras pretaa e flanellas, a 800 rs-, 10000 e 10200 o covado, urna largar
dem diagones, a 20000, 20200 o dito I daas largaras.
Brio de puro linho, de cores, a 800 rs. e 10000 metro !
dem idem, branco n. 6, a 10500 o dito I
Las de todas as quaiidades para vestidos, a 200 e 240 rs. o covado em
Iho para acabar.
Cachemiras idem, a 400 e 500 rs., o dito !
Setins de cores, a 600 e 800 rs. o dito !
FustSes branco e de cores, a 250 e 320 rs. o dito I
Meias alvas pura meninas, a 205OO,a duzia I
Camisas ioglezas, finas, a 360090 a dita!
dem francezas, branca e de cores, a 24?$000 a dita'
Guardanapos grandes e de linbo, a 30500 a dita I
Ceroulas bordadas, de 200000 (para acabar) a 120000 e 150000 a dita I
Espartilhos, de 80000 e 1O0OPO (vndese) a 40000 e 50000 !
Madapolo americano, a 60000, pegas de 20 jardas I
Esguines para casacos, a 40000 a dita do ditas 1


Cambraias braicas bordadas,, a 50000 e 50500 a pee;* !
500001 psra liquidar.
Grandi sortimento de c'uapos para seoliora, a 40000
Fichs e capas de la, a 20000, 40000 um !
Bramantes de linho puro, de 30000 (para acabar) a 20000 o metro I
Setinetas, a 280 rs de todas as cores.
Pannos para mesas, atoalhados branco?, algudSzs, e finalmente iquidam-aa
odas os fazendas por menos 40 / dd seu valor as que tstiverem abertas as pecas.
Antiga casa
DE
CMNEM M CUNHA
59la Duque de CaviasSO
BOGO, Pharmaceutieo, ru Castigllone, PARS
OLEO FIGADO BACALHAO H00G
Sem eheiro nem gosto dos leos de Figado de Bacalha o ordinarios.
Este Oleo natural e puro de urna eQcacidade certa, contra as Molestias do Pelto, I
a Tsica, Bronchltl, Constlpao&es, Tosses cnrnlcas, Tumores glandnlarlos; I
c tamben ctTicaz para fortlfloar as Crianoas fracas c delicadas.
Deve-se exigir o nome de HOSO, e de mais o certificado do Sr lesueur, Chefe ios
Trabalhot c/iimicos 4a Pacul&aie e Medicina de Pariz, que vai lmpresso no rotulo colado |
cm Cadra vldra triangular. O OlEOieHOCG vende-se em todas as princlpaes Pharmaclas.
ATIBO. JBctJa-te na rotulo o mello a*ul do Governo France*.
Lotera da Provincia
VEBAS
Vende-se cm prelo com todas r.s pert.-ncaa
para urna typograpnni, e bastantes typos de di- i
versos nmeros ; a tratar na ra Direita n. 40. '
primt iro andar. j
Vende-se um piano f.irte, de tres cordas", em'
muito bom esti.do ; a tratar na ra da Iaipera-
triz, casa di Sr. Tn-sse n. 70, ou ra Direita nu-
mero 40.
Tamancos do porto
para hornero e seabera
mais aperfeic -a.o
o que ee pode
N0VIOADES
\a foja das Lislras i?ues
.-%' rna Unque de C'axlas n. 61
Telepkone 211
LAS de onadrinhos fnzenda escura lindas cores
a 360 rt.
SETINETAS de Uatraa e quadriuhos de cores
a 320 rs.,
FUSTAO Lranoo a 360 e 400 rs.
CORTES de vestidos brancos tasenda de qua-
I drinh a como orpandy a 5000.
CAMBBAIA de eaipioo e bordada a 800 rs., em
deBrde) peca 6*000.
BETINETAjaponeza lazen.la de li tr
Sr brevemente amnt-.eiadf o dia que
deve ser extrahida a 4.a parte da It.teriaem
beneficio da matriz de It-ainfti, no consistorio
da ig~eja deJossa Scnhora da ioncrifo dos
Militares, onde se aeliarao expostas as urnas
e as esplieras arrumadas em ordem numrica
a aprcciayo do publico.
Sement^s muito noyas'(
largas
carmsciro a
de hortilc:s e fl ires
S lias
Amorfs perteitos
Pocas Mende3 & C.
Ra ealieita Jo Rosario n. 9, jauto a igreja
Livra ment & C.
vondem cimenta port'and,. marca Robins, de Ia
qualidade ; rio cupb do Apollo n. 45.
Yende-se
a armneo da tiVPrna da rna de S. Joo n. 17,
com es gneros ou sem e'les, pi-a ficar ou aahir
da casa, corno coivi t ao comprador ; a tratar na
mesma.
Miti iiieoptio
MARCA DE FABRICA

0t!



VINHO
DO
Dr Gabanes
KIN-CrVBANES
Vende-se r.n ph imacia d'j
BarSo da Victoria n. 43.
Dr. Sabino, ra do
rV "rUT
VWDD'UBWESIKiSHCMJUitSIWUCrirPHflSHrtTtOfCMAUK
ETMFtRW10UIlTlTRF.nAi;r:aitCtirOP.HCtSA"ERES
t/ enerr-lc
j t':ttvos
NOTA. Pa.- criar ,u contnsoio-s, 6 se dte
tccenir >s grnras qui tr'-rem incrustidat m ridru
as palarras : Vinho do D' Cabanes. Pan, e
sobre os rtulos, tiras de papel fjue envolrem
gargjlo a a marcj do ftbrie
a asignatura do D"
sanes e o sello de ga
da Uniio dos Fabric-
aras de papel que enmlrem o
tBa^fciJU

i
O Vlnno do Jr Cabanas, suimettido
a ao aa Acade.i.ia de Medicina de
Ptris. fi P conhecido como um tnico
enrgico ;jor ajtoerrar os principios constl-
do Singue e da Carne), cnie da ao
sangue forra, tngor e energa.
tu' \v Troussean, Onrard e ?el-
pean, profe^sort'S ua Faculdadc de Medicina
de Parla, o re eitam todos os dias com o
meihor esltp as miheres enfraguecidas por
excessos de toda especie, trabalho, prazera,
nensCruacao, edaile critica e atiianientacao
prolongada. E" extremamente officaz contra
o Faitio, Ms digettdet, Dispepsias, Gastritis,
ToUuras e Vertiatmt
Da resultado- mar' I cas de Anemia. C/ilorose, Pauperismo do sangue, Etttrx-
UAadedas muflieres, Flores brancas, perdas ttmiaetes, impotencia prematura, Emmagrectnunto
peral. Tsica pulmonar, Febres tercas, Xntermtttentes, Palustres, Xndemieaa e
Epidmicas.
O Vinno do 3r Caban?s, pela energa de sua acciio cordial, desenrolve as forcas, activa a
circulacao do sangue e i.iUltO rccomuicndavel para as convalescencas.
Paz caasar oa vmitos to frciuentes durante a gravidez, augmenta a seerecao alo leite noa
nuln/es e ilextraoi-dinaiio vigor as criancinlias'te mana^grecas a influencia dos seas prin-
cipios tnicos, e soberano uo^" caaos de Diabetes, AITercao da r.iedulla, Hysteria, Epilepsia,
Bachittsnio e em gcral, cm todos os casos em que e preciso recorrer um tnico poderoso, que
d vigor e restaure as farras dos ioentes.
Como aperitivo substitue com grande vantagem es lquidos perniciosos como absintho,
rermoutb, etc. i? un preservativo apreciado petos viajantes e marinhoiros, como anti-eplde-
mico e antidoto da febre amarella. Vomito e outras Molestias tropicaes.
Deposito eral: TBOETTE-PEBBET, 204. fcoiIeTard Volir. PARS
Depsitos cm Pernambuco : fran m. da silva e o e as prtncipaes pharmacias^

PHARMACIA CENTRAL
38Kua o Imperador38
Teado passado por urna completa reforma acba-ae montada-a aatiafaser
roroptidilo aa iadica^Sea medicaa, tendo para esa* fira medicamentos de primeira
jjdade e especialidadea pharroaceuticaa dos primeiroa fabricantes.
com
qua-
frfres de le ro
Carlos Sinden re-
ceben, em consig-na-
^o, cofres de ferro
prova de fogo. Assim
como cha preto de su-
perior qualidade, e
vende por presos mais
barato que outro qual-
quer.
48- Ra do BarAo ds Vclori-48
sortimento
DE
Fogos c snrtes
MADAPOLO americano igual so
; esooo.
BRAMANTE de quatro larguras a 900 rs.
CHITAS finas percales crrs seguras a 240 rs".
CRETONES frHBneaea ultima nividade cores
segurHS a 320 e 360 rs.
SARGKIAM irancez qualquer cor a 240 rs.?
MERINOS enfestados todas as cores a 800 rs.
RENDA hespanbola preta umi guarni^Jo para
vestido a 3000 e 4^000.
BICOO de cores e matizndoa a 4J500 a peoa.
LUVAS de -eda pretas c de todas as cores a
?0 0 e 2*500.
LEQUES TRANSPARENTES Ata de Mos-
ca* ultima mida, o que ha de mais lido a 2*0.0
fi*50O e 3*000.
RENDA DA CHINA fazenda branca aberta a
200 ris.
CORTES DB VESTIDOS BORDADOS cor de
creme com mitiz 9*000.
LEQUES DE FANTAZIA de cores e para
meio luto a 5C0 ris.
BALEIAS f ARA VESTIDOS raelhor qualida-
de a 300 rea a duzia.
ESPARTILHOS couraca 4*000, 5 *0CO
6(KX). -
LENCOS brancos finps a 1*500 c 2*000 a du-
z.rt.
BORDADOS e entremetes tapados, tranparen-
tes, e de fustao, todo o preQo. #
MEIAS para srnliora, para homem e meninos,
ti do o pi?ce..
FICHS de seda ccr de creme e pretos a
2*500.
MANTILIIAS feespauholas ultima novidade a
4*0 JO
E outras muitas fuzend^s .^ovs qu as Exmas.
Srns. podero ver na ieja ou mandar ver as amos-
tras qno se dio sem feuher na LJa tSan
IitMtraia Ime de
Jfs Augusto i)m
Cocheira valida
Vende-se urna eocbeira bem localisada e afre-
^^^^ZrT^JZ^rnei l. de Marco n. 23; Roda da Fortuna, ra
negocio as condicoe expostas, em razo de o'
dono precisar tarer um.'i vigeu- ; a tratar na ra
Duque de Caxias n. 47.
Em beneficio da Instniccao Publica -da provincia
Esta lotera dividida em 5 partes
Extracto da 1.a parte da Ia lolera
Sabbado, i do corrente
Bilhetes venda na Casa Feliz praca da
Independencia ns. 36 e 37; Casa da Fortuna,
ra l. de Marco n. 23; J
Larga do K osario n. 36.

paraos fes'ejos ds noites de
Joo e S. I'edro.
Ultima
Si oto Antonio, H.
iveis e fas-se
Vende-se por pr.coa muito
grande differenca em porcan.
l.Knad Baro da Vctor 1 O
_____ Loja do Souza___
IlFflHB ENilB""
Recebeu a Exposicao Cntrl, ra larga do
Rosario n. 38.
Yende-se
o deposito sito roa do Coronel Saaaanna n. 180,
eom ponera fundos*
.
ALGATRO DE GUTOT
GOUMON BE GUYOT
O Aleatri ale Gujmt serr para preparar nma agOa de alcakraO, muito efflcaz e agradavel aos
mais delicados estmagos. Purifica o sangue, augmenta o apetite, levanta a9 forcas e e efcaz em todas as
doencas dos pulmos, catarrhos da bexigoa e affeccos das mucosas. -t-
O Alealro de uyet foi eiperimentado com vantagem real, nos pnncipaes nospitaes de Franca,
da Blgica e Espanba. a w a a-*. k*0o
Durante os calores e em tempo epidmico nma bebida hygtenica e preservadora. lm so ndrt> oasta
para preparar doze litros d'uma bebida salutarissima.
O Aicatro ale Uuyot \l ifll vi l< O vendido em vidros traze
ao rotulo e cora tref cores a assignatura :
Venda a vareja aa mar parte daa Pharnaaclaa. Fabrir'Xaa
ailaaaLFHKRK
1, raa Jaer Parle.


8
Diario
i
ASSEMBLEA GERAL,
.- Senado
SESSO M% DE MAIO DE 1837
PRESIDENCIA DO MCE. SB. JIACHADO, 2'
YICE PKESlPENTfc
i>'(,rc oii.h.uou a 2* diseussao adiada da pro-
sodia ;> Poder Exeeutivo, emendada pala
(Jamara dos Diputados, fixando es forgas
de t tim par. o anno tintnetiro de 18-37
1S--S.
O S-, antas:A importancia des-
ta prop'osta te I, que o Senado nao carece
qua si lha oiga qual a conveniencia de
achar-se presente D.to souaente o raiiiioteno,
como especialmente o minstro da guerra.
Eat presente, verdade, o ministro d*
guerra -merino ; mas tamben corto que
as decan.cSea ultimas do Sr. presidente do
conselho confirroarara aquilla que j esta
va na conaciencia do to los -que o gabine-
te trata de recompor-se, de completar se, e
de esperar que a interinidade da guerra
cesao, ocupando a p<.sta o ministro effec-
tivo.
Abrirse, portanto, a diaeusaao nestaa
cor-digo" s, nao me par. ce roveitoso ao
servigo, nem mesmo conveniente ao gabi-
nete.
ET urna lei de coufiauga essa era cuj >
discussao'vanras entrar; urna lei que in- _
tereesa grandemente ao exercito ; ha aun-,,
tas qucs;oes gravea a apurar, a liquidar
no debate da proposta ; logo, nao parece
de bom conseibo adLr a discussao da mes-
la proposta at que o mi.isterio se com-
plete ; e isto nao pode tardar desde que
ouvimos o honrado presidenta do conaelho
dizer que em poucos dias a criso estara
resolvida.
O Sr. Affonso Celso : -Apoiado. iNem
ba relatorioa.
O Sr. Dantas: Srvo-me da palavra
crise porque re.'.Imcnte o ministerio est
em crise. Ella ser resolvida, nao ponho
em duvida ; mas existe.
Com csses motivos, que nao carceem de
inais desenvolvimento, si o Sanado concor-
da pedirei o adiameato da discussao da pro-
posta de lei que lixi as forgas d" terra. .
OSr. Ignacio Martins :-At que baja
ministro da guerra.
O Sr. Aanio Celso : -E venhara rula-
tonca.
O Sr. Dantos : -.. direi raesmo qua se
complete o ministerio, porque facto noto-
rio a crise ministerial
O Sr. Alfonso Celso : -Como uavemes
de discutir urna lei de forjas sera relato
rio ?
O Sr. Correia : Essa proposta devia
ter sido votada na seseao passala ; sus
foctiEsna, portanto, deve r-gularse pelo
relatorio apreseuado naqu<-lla sessao.
O Sr. Dantas : Creio que o noftre pre-
sidente do conselho adhere ao adiameato
que proponl.'O.
O Sr. Escragnolle Taunay : -O ministro
interino sabe mais dos negocios da pasta do
que aquelle qu~ entrar hoje ou amr.nhii.
O Sr. Dantas : Mas o ministro que en
trar deve ter opic oes, e quem vai exc-
cuar a lei. ministro interino pode res-
ponder por actos propriameno S9US ; mas
o ministro que entrar responder pela ad
miniatrico gcral da guerra.
Depois, a recomposicio ministerial un
acto politieo que pele augmentar ou dimi-
nuir a coufi.raga que o rainisteria inspira a
seus correligionarios.
Tudo isso, pois, parece-me que justifica
o adiamento.
O Sr. Presidente : Estou eserupulisan-
do em aceitar o requeriraento do pobre se-
nador, e invoco o proprio auxilio de S.
Exe. Diz o art. 131 do regiment (len-
do) : Nao perraittido reproduzir na mes
ma discussao 03 adiaroentos propostos, an-
da que em termes ou para tins iftertntes,
salvo concluida a discussao de todo o pro
O Sr. Affjnw Celso :-*oi adiada.
OSr. Correia :- Tanto oomecou a ser
disentida qio fo a liada ; c contrario
Tj listamente.
Mas emfim isto urna questao de or-
dem ; V. Exc. rsolvel-a-ba.
O Sr. Affonso OIso : -E' milhor entre-
gar a quesillo imparcialidade do Sr. pre-
sidente.
Sr. Presidente : A masa nao disla-
te, mas V. Ex a. merece-rae tan'a conside-
ragao, assiro como todos os n:eus coil- gas,
qua darei a r:zao do roau proaedimento.
A letra clara do regiment dispensa iti
teipretacSo.
A discussao foi a liada sexta feira da se-
mana paseada para hoja.
O regiment nao admitte outro adiamen-
to, .inda para fim differcDte : portanto nao
te;n lugar o que agora se offerece.
. Ouv que a diacussaa nao fo adiada,
parque nao foi coraecada. Discussao aber-
ta discussS.. comegada ; nao preciso que
se tenha fallado. Desle que o presidente
declara que est em dis.'ussao uu projecto
tic lei, a discussao est harta.
O Sr. Bario de Cotegipe (presidente do
conseibo) : Apoiado.
O Sr. Correia : E tanto quo o senador
que propoe o adiamento perde sua ves de
fallar.
O Sr. Presi lente : E' como interpreto
o regiment. Dos zas aos nobres senadores ; mas respeto an-
s de tudo a lei que ms collocou aqu.
Contini a discussao. (Pausa.)
bi nao ba quem queira a palavra, nos
termos-do r-gimento vou decl.rar encerra-
da a discuss). (P;.usa.) Nao havendo...
O Sr. Vis-ronde de Pelotas : Peco a pa-
lavra.
OSr. Presidente: -Tem a palavra o
aobro senador.
Pro3eguo, portnt->, a discussao do arti-
go 1.
O S. Yiscoadc de Pelotas :
i'.' scropre com grande aeanhamento que
veuho tribuna. Sei que discuto m-d (nao
apridos), desagradando indubitavelmente
aos bonrudoo coll-gaa que rae dispensara o
favor de ouvir-me.. .
O Sr. Viscondv de P.Tanagu : Ao
contrain. (Apoiades.)
O Sr. V:scande de Pclolaa : ... e por
isto oceuparci pelo menor tempo. poasivel a
tribuna.
Dia:utin'o-S' a lix-.cao de forcas de ter-
ra, t-.'r>ho o deverde o.cupar-me com aad-
rainisracao do ex ministro da guerra do ga-
binete de 20 de Ago.'to.
O honrado ex ministro comraetteu, du-
rante a sua administroslo, desacertoa e in-
ju^ticas que nao po so deixar de condem-
nar.
Censurando a S. Exc, nao espero que o
seu digno successor repare os erras por S.
Exc eornmetti.ias.
D-U motivo Sr. presi.!ente, questao
militar tero honrado ex-ministro da guer-
ra msndado reprehender em ordem do dia
do ex rcito o tenente-coronel codraand&nte
da escola d- tiro do Rio Pardo, por ter esto
respondido pela imprensa ao que contra
elle e'issera um digno representante da na-
jao.
O nobre ex-ministro nilo tomou a esto
respci'o providencia l?g"l, nem por esta
occasio, nem quando tora reprehendido e
at preso o coronel Cuuba Mattos, por ha-
ver respond 0 a uai membro da Cmara
dos Diptalos, carao j foi aqui discutido.
Era vista dess.i r-prehensSo, inflingida
no ten'iite-coron.l Madureira, a raaior par-
te dos offi iaes do exercito levou-lho por
esta o:ca35o paUvras de consideracao e de
sentimrnto pelo que soffria o sfu bom ca-
marada.
O honrado ex ministro reconheceu qu
tinha nro'uzido n. impress3o no exerci
to o seu acta, e foi psdir o parecer do
Conseibo Suprema militar sobro tal as
sumpto. Os v. Ibos e respeitaveis gene-
raes, niembns daqucll: tribunal, responde
O Sr. Ribeiro d<\
cireumstancias.. .
O Sr. Visponde de
Lus : Dadas certas
1M tas : Dad.s
jecto, para ser este sujeto a exame de^al- ;|9 QS l-ffi' a8 do.exercito tinham
" discussao e -
guma das commisroes. Ora, a
a mesma o o adi:unent^ que o nobre sena
ior prop5- reproducio do adiamento ap-
provado s?xta teira. pp-llo para V. Ex-.
mesra,\
OSr. Dantas :-Queira V. Exc. roan-
dar-me o regiment. (O orador satis
feito.)
Diz o artigo que nao permittido re pro-
duzirnam8rn\ diseussao 03 a amentos
propostos.
OSr. Affons Celso: Mas arada nao
heuve discussao.
M O Sr. Presidente : -O regiment foi to
explcito que previo o caso do termos ou
tos differentes. _,
, O Sr. Dantas :Acbo que vaie a ren*
firmarmos um precedente sobre isto, por-
que nSo tenho nerihum jmpenho em que
seja ou nao adiada a discussao ; parece-
me que melhor adiaj-a.
O Sr. Presidente : A-bo tio clara a le-
tra do regiment. .
O Sr. Dantas : E' ampies mente para
es .I recer o ponto e fitm>rmos "o prece-
dente.
A discuss a nao corapcou ainla e, antes
de comejsda podemos pela ordem adoptar
providencias que conduzat a materia a
um terreno onde a diseussSo se possa dar
mais proveitosamente. (Apoiados.)
A' assiio que um proj'icto adiado hoje
contndose que amanba tetemos sobre elle
esclarecinientos eom os quacs possamosdia-
cutil-o, mas estes eselarecimentos nao che
gam, e subsiste o motivo do adiamento.
O honrado ministro interino da guern.
pedio o adiamento da discussSo, porque
nao podia estar presente a ella ; hoje o
que acontece ? Antes de coraecar a discus
sSo da materia oacorre urna circumstancia
a raen ver rauito poderosa a de -nao ca-
tar completo ministerio e nao estar com a
pasta da guerra o ministro eff-)ctivo|; logo
a mesma razao devo produzir a mesraa dis-
pusicao.
Entao nao havia a presenca do ministro
in'erino; roas boje o Sanado pode enten-
der que naa bastante a presooca do li-
o interino; que tambem necessario
o ministerio esteja completo.
Esta proposta nao simplesmente de fi
XcZo d torcas ; igualmente urna lei poli
ti ja, urna lei de confiar ca. Tudo iato p
influir no animo do Senado.
A letra do regiment, bona fide. ..
O Sr. Presidente : E' o que digo.
O Sr. Dantas : ... de certo aquillo
quz V. Exc. disse. Mas preciso ver a
sua interprtaselo, o seu espirito. Nos es-
tamos preparando para discutir esta ma-
teria ; inda nao principiamos f discutil a.
o din ito, qu at Ibes era garantido pela
constitnicao politi.-a do Imperio, de discu-
tir p-da iraore .sa, auj it03 a penas rapos
tas pela i i, em vista dos abusos que com
mettessem.
O honrado rx ministro deva ser conse-
quente
Ten do ae ta !o css? parecer, cora o qual
bavia s-! confinado e chefe do estado, ti-
nha por ob'ig.s3o mandar tranoar a nota
que motivara o su aviso em relasao ao of-
fi.i-1 a quem alludj.
Aasim, P#pn) nao aconteceu, perdu-
rando j os erfeifo3 desso acto condemna-
do j.
O hanrado rx ministro da guerra, Sr.
presidente, intolerante como se mostrou,
contiuuou na senda que j havia trilbado,
demittindo o corjnel Jas Smelo de Oli-
v,-ira, commandante da Escola Militar de
Porte-Al;g?e, official de muito mereci-nen-
to, oheia de S3rvi$03, sem que este hou-
vesse dado o minimo motivo para essa de-
mis3ao. Pareca, p->rm que havia um ou-
tro fim, um outro motivo, e este era dar
aquelle lugar ao offi nal que tinha servido
no su gabinete.
Criio que ainda de 8. Exc. o acto que
tranafero o co-on! eoraraandante do 1* re-
giment de artilbaria, assim como o raa-
ior-.
O Sr. Ribeir"' da Luz (ministro interino
da'gu-rr .) : E' meu.
O Sr. Viseonde e Pdlotai: O nobre
iMntra interino da guerra, que pareca
tip marsuto, tomn se tambem de furor.
Assirn que, sem motivo justifieavel, trans-
ferio d i l.o regiment de artilharia o coro-
nel que ocomroandava, o seu majore ainda
outros officiaes de outros corpos. Porm
o qu singular a innovasao de S. Exc,
qua pode dar resultados de3agradaveis,
porque trar com certeza a anarchia, a
desordem no exeriito. S. Exc. tevo a fe-
liz lembranc de nomear para comraandar
este regimiento de artilharia a cavallo um
major cte iriian'aria !
O Sr. Affonso Celso : Naturalmente
porque nilo hara na ex-reito offiaiaes su-
periores de artilharia.
O Sr. Viseonde de Pelotas: Este re-
giment tinha sapitaes: G/eralmeote o que
acontece em iguaes cireumstancias que,
privado" o coram&ndante do cerpo do seu
commando, o lia immediato toma o eom-
raan io ; assim, dvia assumir aquelle com-
mando o capitao mais antigo.
Assim que estou teniendo ver qu*l-
quer dia dest s a nomeacao de algum offi-
eial de cava'i iria-para cararaandar o bata-
lh2o de engenbeiras.
certas cireumstancias?!
O Sr. Affonso Celso : Dadas certas
cireumstancias, o capellao podo comraan-
dar. (Risos.)
O Sr. Viseonde de Pelotas : Era pre-
ciso pro ver que nao havia offi iaes de ar-
tilharia para cora ni andar, quo nao havia
capitaes para tomar o commando do corf o.
E', Sr. presidente, um pou :o dcsanima-
dor este estado de cousa na a Imirjistraclra
da 'Guerra, sobetuda quauelo nos lerabra-
raofl do que beni dirigirn! os negocios
d'csta pasta estadistas da altura do um Jo:
11 ente, Manoel Fjzardo, Bellegarde,
Gxias e muitos outr, s. Hoja a reprrti-
Sao da Guerra tem estado entregue a rajos
completamente inexpeientes, qm t a feito
ao^exercto o ml de que ello se resente.
Inquestijnavclmente o mal de que soffre o
exercito devdo a ncapacidade de alguns
ministros da guerra.
O Sr Ribairo da Luz: -E' bem V.
Ex : mencionar os nomea.
O Sr. VUconde de Pelot is: -Ob isto
um pouco odioso.
OS:. Ribe iro da Luz : Si odioso,
que V. Exc. diga que ha homens incapa-
zes, autoriza a estabelecer o parallelo
O Sr. Viseonde de Pelot s : Acabo
do mencionar o honrado ex ministro da
guerra.
O Sr. B rao de Cotegipo (presidente do
coostlbo : -Esse ninguem dir que era
incapaz.
O Sr. Viseonde do Pelotas: Para a
psta da guerra ? Tanto era incapaz, que
estou apontando seus rrros, suas injusticas.
O Sr. Ribeiro da Luz : V. Exc es
pere pela resposta e pelas explicacpaa,
porque o nobre senador n'csta questao nao
podo ser juiz.
O Sr. Viseonde de Pelotas : Porque ?
O Sr. R beiro da Luz : Porque nesta
questilo V Exc. tem sido parte; eu o
averbo de suspeito.
O Sr. Visconda de Pelotas : Sem du-
vida alguma, e honro-me rauito de ter to-
mado parte nesta questao.
O Sr. Ribeiro da Luz :Entao V. Exc.
nao qualifique de ineapazes quelles que
t n opiniao o ntraria sua.
O Sr. Viaoonde de Pelotas : Nao a
opiniao de V. Exc. que aceita para con-
demnar-me.
O Sr. Ribeiro da Luz: Estou prorapto
a discutir os meu3 actos o quero mostrar a
rainha incapaeidade diante de V. Exc.
O Sr. Viseonde de Pelotas : Eu nesta
ques'ilo nao vi senao a roa vontade, a pro-
vencao com que era olhado o exercito...
O Sr. Barao de Cotegipo ; Ob isto
na"o...
O Sr. Ribeiro da Luz :Ninguem tem
preven$ao contra o exercito; se houvesse
prevoslo, os poderes pblicos tratariam
da suppressao do exercito.
O Sr. Viseonde de Pelotas: Eu desa-
fi) a V. Exc. para que o fasa. J aqui
urna vez amea^iram suspender o sold.
O Sr. Ribeiro da Luz : Eu, nao.
O Sr. BarS > de Cotegipe : Suspender
o solio era peior do que supprimir.
,0 Sr. Visoonde de Pelotas : Pareeia,
dizia eu, que havia prevensao contra o
exercito.. .
O Sr. Ribeiro da Luz: Nao ha, asse-
guro a V. Exc.
O Sr. Viseonde de Pelotas pelos
actos que acabo de mencionar, porque estas
demBsoes sem motivos justificados, pela
transferencia dada a offi iaes, do sul para
o norte, sem razao que as explique e JU3-
tifi jue, nao'se pode concluir outra cousa.
O Sr. Ribeiro da Luz: V. Exc es-
pere as explicases.
O Sr. Viseonde de Pelitas : Reservo
me, Sr. presidente, para continuar a discu-
tir os negocios da guerra depois de ouvir
a resposta que me for dada pelo honrado
ministro interino, ou para quando so dis
cutir a futura fixasaa de fiabas ; e trmi-
no pedindo aos meus honrados collegas que
me desculpem ter-lhes roubado algum tem-
po. (Muito bem 1)
O Sr. Ribeiro da Luz : Sr.
presidente, em contava que a discussao so
bre o projecto de fixasao do forsas de ter-
ra tomasse hoja direcsao diversa d'aquella
que lhe deu o meu honrado collega, sena-
dor pela provincia de S. Ptdro do Rio
Grande do Sul, um dos mais distinctos ga-
neraes do exercito brasileiro.
O Sr. Nunes Gonsalves : Apoiado.
O Sr. Ribeiro da Luz: Eu contava
que encetasse & discussao o honrado sena-
dor pela mesma provincia, que infeliz-
mente nilo se acha na casa ..
O Sr. Dantas : Por incommodado.
O Sr. Ribeiro da Luz: ... por in
comandado, sem duvida.
O Sr. Dantas: Tenho d'elle urna car
ta para fazer chegar ao conhecimento da
casa.
O Sr. Ribeiro da Luz : Assim, tenho
de tratar de assumpto do que -nao preten-
da oceupar me hoje, e sim quando falbsso
pela segunda vez.
O honrado senador, porm, que acaba
de usar da palavra, me obriga a desviar-
me inteiramente do plano que tinha con
cebido.
Comecou o Sr senador dzendo qua o
ex-ministro da guerra tinha-se leito nota
vel por injustisas qua praticira, e, se nao
me engao, por perseguisSes a officiaes do
exercito. Para comprovar semelhante as
sersao disse S. Exc. que o nobre ex-mi-
nistro mandara reprehenler o tenente-co-
ronel Madureira, tendo j feito o raesmo
com relasao ao coronel Cunha Mattos; que,
reclamando ess'S officiaes, e sendo ouvido
o Conselho Sup emo Militar, pelo Ministe-
rio da Guerra, este nao maadou trancaras
notas das advertencias e reprehensSas fei-
tas quelles cffi.'iaes.
Sr. presidente, antes de outras.conside-
rasSes, pergunto ao honrado general em
que dispo8s5es de le militrr se funda S.
Exc para censurar o nobre ex-ministro
da guerra por nao ter mandado trancar
estis notas?
OSr. Viseonde de Pelotas :. Desde
que os officiaes estavam justificados, e de-
cidido que tinham direito de discutir pela
imprensa, pareca um acto natural do m-
nirtro da guerra mandar trancar as notas.
O Sr. Ribeiro da Luz: Desejo que
S. Exc me responda em que leis se fun-
da para censurar o ministro da guerra por
nSo ter mandado trancar essas notas.
O Sr. Affonso Celso: Na lei mais an-
0 Sr. Ribeiro da Luz : Dosejo saber
qual a lei eserjpta ]ua obriga o ministro a
trancar notas.
O Sr. Affonso Celso : Era consequan-
cia lgica.
O Sr. Dclamare: -r E inmediata.
O Sr. Ribeiro da' Luz: Eu tratare!
desse assumpto : mas sou obligado a una
digressSo desde que ouvi dizer-se aqui que
o ministro da guerra tinha lecorrilo a uuj
arbitramento para a questao militar. Essas
.palavras j tinham silo por rain ouvidas
do honrado sanador pela provincia do Ri>
do Janeiro, que nao se acha presenta.
Senhores, o governo nunca recorreu a
arbitramento, nem era possivcl quo o fi-
zesse. (Apoiados)
O Sr. Dantas: Mis consulou e con
formou-se.
O Sr. Rib iro da Luz: Consuhou
como consulta em muitas oufras queatttes.
O Sr. Dantas : E conformotf-so.
O Sr. Ribeiro da Luz : Por ventura o
governo quando consulta 8'. de servso militar ao Conselho Supremo,
recorre a arbitramento
O Sr. Correia : Nao.
O Sr. Ribeiro da Luz : Vai suj -itar-se.
a u;n arbitramento ? Nao, vai podtr es-
elarecimentos c infirma;o .'S a quam tem
competencia para dalas.- Quando o go
verno consulta ou subraette mesmo doci-
sEo aua urna das seoyo :s do Conselho de
Estado, vai suj-tar-se a arbitramento ?
Nao, vai recorrer a fante insuspeita de ia-
formayoos e esclarejmentos pira dar de-
cisao acertada.
O Sr. Affonso Celso: Antes de delibe-
rar e quando nao ha reelaraasao.
O Sr. Ribeiro da Luz : Sonhore?, tra-
temos desse assumpto com a calma o pru-
dencia que elle exige.
O honrado senador pela provincia do
Rio Grande do Sul, quo conhece os artigos
de guerra, deve saber que art. 8o prohi-
be disputas entro offi .-iaes, assim como que,
por serem omissos e incompletos, t a da-
do lug^r a qua o Conselho Supremo Mili-
tar inuit s vezes procure julgar as questSes
pela razao, pelo bom sensi.
Resentia-se a noasa legislaste militar da
falta do ura regulamento disciplinar, que
dstinguis3e as transgressSes, as fallas dis
ciplinares dos Crimea qu3 o militar p le
commetter.
Era 1875, o honr.ndo conselheiro Sr
Junqueira, ministro da guerra, publiaou o
regulamento disciplinar organizado por urna
commissao de offiaiaes distinctos, contra o
qual nunca rae constou que reclamassem
os dignos offiaiaes generaes do exercito.
O Sr. Virato de Medeiroa : Nunca p
de ser executado.
O Sr. Ribeiro da Luz: -Sarapro foi exe-
cutada ; nunca reclaraaram, nao houve ura
i6 protesto...
O S. Viriato de Medeiroa : -Nunca ex-
ecutaram nem podiara executal-o.
O Sr. Ribeiro da Luz: -... o que
certo que, publiaado esse regulamento
disciplinar, foi geralmente aaeito, sem pro-
testo e sera reclamasSes, tanto por parte
do exercito como das cmaras, onde so po-
da, por urna lei, doejarar do nenhumeffai-
to semelhante reglame ato.
Nelle vn mencinalas as transgressoas,
as pequeas ftltas que u na pr*sa do ex-
ercito, simples soldado ou offi iial,Jpossa
commetter ; estilo estabelecidas as penas e
desigualas as autoridades que podem ad-
ministrativamente impol-as com os compe-
tentes recursos.
O coronel Cunha Mattos praticou urna
falta disciplinar ora artigo que publicou
pela imprsnro da corte. Em consequen
cia disto o ex ministro da guerra o man-
dou reprehender e, so bam raa record,
recolher preso ao estado maior por 48 ho
ras.
O Sr. Viseonde de Pelotas d um aparto.
O Sr. Ribeiro da Luz:-V. Exc. me
ousa
Depois o tenente-oaronel Madureira pra-
ticou outra transgressao igual e o exrainis
tro da guerra o maniou tambem repreben
der.
O Sr. Viseonde de Pelotas : Mas qual
foi?
O .Sr. Ribeiro da Luz : -V. Exc. on
c'.-me, nao tome o recado porta da ra.
Ora, vamos ver, Sr. presidente, si hou
ve ou nao fundamento legal para a irapo
sigilo dessai pena disciplinar.
Vejamos qual a legialago vigente sobre
esse assumpto.
Temos em primeiro lugar o aviso de 4
de Outubra de 1859. Esse aviso disp3a qua
quaesquor disputas pela imprensa entre mi-
litares ou sobre objecto de servigo sao pro
hibidas e devem ser reprimidas.
O Sr. Dantas: E' bom 1er
O Sr. Ribeiro d Luz:Lerei textual-
mente para satisfazer ao nobre sonador
pela Babia () :
a Aaontecendo que alguns offiaaes do
exercito, eaquecidos dos deveres que lhes
silo impostes pelas leis e regulamentoa mi
litares, apresentara-ae muitas vezes pela
iroprensa, ora censurando seus superiores,
ora discutindo objetos de sorvice militar ;
e nSo podendo resultar de semelhante pro-
codimento senao onfraquecimento da disci-
plina, e reapeito que mutuamente devem
so os membros de tilo distincta corporasao;
disciplina e respailo sem to que a forga ar-
mada nao corresponder ao nobre fim de
su* c'reasao : cumpre que V. Exc faca
constar, em ordem do dia, qua tornar-se-
ha digno da mais severa censura, indepen-
dentemente das penas da lei, toda a praga
do exTcito, qualquer que saja a sua cate-
gora, que recorrer imprensa para pro-
vocar confTctos e dasrespeitar a seus su-
periores, devendo os militares, qua sejul-
garem offandiios em seus diretos, repre-
sentar, pelos tramites legaes, ao governo
imperial, que a nenhu n faltar com a de
vida Justina.
Deue guarde a V. Esc. -Sebastiao
do R'go Barros. -Sr. Birao de Suruhy.
Portanto, pala legislas^ vigente nao po-
da o militar esorever contra seas suparo-
res
Ura Sr. Sanador : Contra seus cama-
radas.
O Sr. Ribeiro da Luz: Contra seus
camaradas e superiores nao podia escrever
segundo este aviso da 1859.
A doutrina deste aviso, Sr. presidenta,
perdurou muitos annos e contra ella nunca
se reclamou, ao contrario encontram-s i na
legislasao muitos avisos lembrando a dou-
trua do de 1859 e recommendando a sua
la provincia de M1oasGera.es e meu com-
provinciano, expodiu uaa outro qoe vai
muito alen dqueile.
Este avia", da finta insuspeita para o
cobre sanadar por S. Pe 1ro do Sul, o
que passo a Ior (le, :
r Ministerio dos Negocios da Guerra.
Rio de Janeiro, 26 de Daaambro de 1834.
lira, e Exm. Sr.Fica npprovada a de-
clincSo f'ita e-n ordem do Jia guarni
Sao, om vrtude de d terninagao verbal
deste ministerio, prohibido a qualquer of
fi.ial do exarcito .alimentar discussao pel-i
imprensa, ainda raes na qua sej i para jus-
tifiaar-se da alguma a-cusaglo meaos jus
t, sem previa liaanS' do mesmo ministerio:
a qu-a corainunico a V. Exc par\ os de-
vidos effeitoa.Daus guarda a V Exc
Candido Luiz Maria do Olivaira. Sr.
conselheiro ajuJante-general
Esta aviso, repito, foi muito alera do de
1859, eatabaleceu a censura previa, c eu,
quanlo f,llei aqui no anno passado sobre
esta questao, queixoi me do nobre senaior
pela proviniia do S. Podro do Rio Grande
do Sul por nao ter-sa pronunciado enrgi-
camente contra a sua doutrina, que at
tntateria dos direitos do exeraito.
O Sr. Viseonde da Pelotas: -Aaeitei
esta doutrina, quo nao est cm contradic-
Sao com o que digo. (Ha outra3 apartes )
O Sr. Ribeiro da L iz : O avisa do Sr.
conaedhoiro Reg Barros prahibiu disputas
pela mareosa entra officiaes do exarcito o
por motivo de servio publico ; mas o no-
bre senador por Minas prohibe at a dis-
cussao pela inprensa com quar qua sej a
sera licenga do Ministro da Guerra.
Un Sr. Sanador: E' doutrini coa-
nexa
O Sr. Biro da Cotegipe: -Aceite a-
quello intclligancia, sen5o elle aiada vai
raais longe.
O Sr. R'.bairo da Luz : Portanto esta
vara era vigor estes avisos, quando houve
a transgressilo, a quo alludi, do Sr. coro-
ronel Cunha Mattos, que, defaodendo-se
da censuras que lha tinham silo faifas par
ura incralyo da caraira temporaria, usau
de palavras que parecern! do desrespeito
ao ministro da guerra.
O Sr. Viseonde da Pelotas d un a-
parte.
O Sr. Ribeiro da Luz : Estou expon-
do o facto. Perioa-mo o nobre sanador
eu rao queixa de s r V. Exc injusto pa-
para cora o moa Ilustro ex-allega miis
tro da guerra. Coisulte o nobra senador
os Anilles a ver qua elle peliu a palavra
para defender o coronel Cuaba Mattos, a
nao o fez por t-r-se esgotado a hora, fican
do adiada a discussao para o dia seguinte.
Coma so diz qua o ministro da guerra
deixou ndefeso o coronel Cunha Mattos,
quando aecusado por motivo de servigo que
elle bavia deserapenhado cora approvagao
sua ?
tiga de qualquer cdigo escripto a lei da execugao ; e em certa poca^ at. um hoa-1
coherencia e da loeica.- 'rado ministro da guerra, hoja senador pe-
0 Sr. conselheiro Alfrado Chaves, fil-
iando, nesta casa e na outra, declarou que
havia pedido a p -.1 .vr* para semelhante
dio
Bem I Estava prohib io pela legislagSo
vigente qua os offiaiaes pudessem discutir
pela imprensa ..
O Sr. Vis onde de Pelotas: Nau esta-
va tal, protesto. Estava prohibido discutirem
cora seus superiores.
O Sr. Ribairo da Luz :... com snus su-
periores, aqui est o aviso.
O Sr. Viseonde de Pelotas ; Tenho-o.
O Sr. Ribeiro da Luz : E' do qua es-
tou tratando.
Estava em vigor esta Ieg'alagao quandotl
derara-sa essas transgressoas, e o ministro
guerra, do conforraidado cora o regula-
mento disciplinar, raandou alvertir ou re-
prehender os dous offi:ae8. Forara injus-
tas esses actos do ministro da guorra ?
O Sr. Viriato da Medeiroa : Forara.
O Sr. Ribeiro da Luz : Si forara injus-
tos, cabia a esses officiaes recorrerein; o re
gulamento disciplinar estabelece o recurso.
O Sr. Viriato de Medeitos : E' ura re-
glame, to contrario a tudo quanta ba de
honesto e de bora, at contrario Consti-
tuigo ; un regulamento draconiano.
OSr. Ribeiro da Luz: Perda-rae o
honrado senador quo lbe faga urna obser
vaglo : como qualifica S. Exa membro
do Senado, o regulamento disciplinar por
esse modo, e ainla nao propoz sua ravoga-
Sao ?
O Sr. Viriato de Modeiros : -Vou pro-
por, porque s nente agora que ti ve co-
nheciraento delle, e das applicasoss que se
tem querido fazer.
O Sr. Ribeiro da Luz :Mas, erquan-
to nao for revogado cumpre que 33 o exe-
cute. Carao ia ou diz ralo, cabia a esses
offi aiaes recorrerem para o ministro da
guerra...
O Sa. Barao de Catogipa: -Aquelle re-
gulamento s serve para 03 soldados T
O Sr. Viriato de Meieiros : Nao, se-
nhor.
O Sr, Ribeiro da Luz : ... e nenhum
delles interpoz esse recurso.
O Sr. yiriato de Medeir03 :Muito bam
fizaram, porque o tenente-coronel Madu-
reira tr3S vezes pedio conielho de goarra
e nao teve deferimento.
O Sr. Ribeiro da Luz: Vou a essa
questao. O tenente-coronel Madureira di-
rigi dous requerimentos ao ministerio da
guerra : em um pedia conselho de guerra
para justificar se do urna reprehenaao que
lha fora infligida peto ministro da guerra,
qua era entilo o honrado sanador pala pro-
vincia do Maranhao, que ma honra com
sua attengSo j /em outro, pedio tambem
conselho de guerra para justifiaar-sa da
falta ou transgressao que ha,via dado mo-
tivo reprehenaao infligida por outro mi
nistro da guerra, o Sr. Alfredo Chives.
Foi legal esse proceimento ? Vamos en
trar nessa questao.
O regulamento disciplinar, como dissa,
estabelece os recursos. Desde que o mi-
nistro da guerra ou qualquer autoridado
militar pune, administrativamente, urna
transgressao isciplinar, nao ha recurso
pata o conselho de guerra. O conselho de
guerra para ulgar os crimes commetti-
dos pelos militares e qua podem ser enea-
besados nos artigos da guerra e nao para
julgar as pequeas faltas, as transgressoe3
disciplinares, porque estas sao punidas ad-
ministrativamente palo capitao de compa-
nbia, eoraraandante do corpo, las armas,
ajudante-gf neral e palo ministro da guerra.
O Sr. Viseonde de Pelotas d um aparte.
O Sr. Ribeiro da Lus: V. Exc. ousa
o que estou dizeudo ; fallo com plena con-
viegao. -
Eu disse, Sr. presidente, quando corae-
cei o meu dsaj|30 quo na-> me tinha pre-
parado para esf i discuss, mas para ou-
tra, do contraria tria vin-lo para aqui
cora da amentos qua ha vi ara do convencer
ao Ilustra senador, digno membro do Su-
premo Tribunal Militar, de quo a doutrina
qua alli se observa a qua estou cx^onda
ao Senado.
O Sr. Viseonde do Patota*: H* de sor
diffi.'il.
O Sr. Rb:ira da Liz : Ten ss dado
innmeros faotos de puaigao de transgres-
s3.'3 discipli largs, monaionadas na r<*ula-
meato de 1875 o de recurso para os cqn-
sllns de guerra e destas p,ra o conselho
Supra.no MUit.r d3 Justiga. Trato os
conselhos de guerra corno esta tribunal
uniformemente t o declarado qua nao se
Considerara competentes para ju'gar faltas
a transgre8s5;a disaiplinaras.
E qua tribuaal ma;3 competente para
emittir opiniaa sobre esta assumpto, do
qua o Supremo Canselha Militar da Justi-
ga, quer p .las su is deciso :s que constituam
arastos, quar pela r#speitabilidada de seus
raembros o pelo conh cimento qua tana da
tei ?
Portante, a doutrina Baguiia iavariavel-
meate pelos consalhoa do guerra e pelo
Sapramo Conselho Militar que as trans-
gressoes de disaiplina tem foro aparta ;
saojul.vla3 ad niaiatrativamoate do iuf-
rior pora o suparior.
O ministro a quara cabo imp6r estas pa-
aa3 verdade qu nao tara superior ; mai
tem a Secretaria de Marinha c Guerra, da
Con3elho de Estado, raesmo o Cansalho
Supremo Militar, para consultar; ple,
pois, haver recurso do acta do ministro
para elle raesmo, como acontece era outros
casos, e ser provilo o r^pactivo recurso.
Disse o honrado sanador que aquellea
Ilustres officiaes padiram conselho de
guerra.
Pergunto a S. Exc, mambro do Conse-
lho Militar, desse elevado tribuna!, si o
ministro la guarra comraettessa o erro de
sujaitar o seu acto de impojigao de panas
disciplinares ao conhecimento da un con-
selho da guerra o do Suprema Conselho
Militar de Justiga, a quem ia este tribunal
julgar ?
O Sr. Barao de Cotegipa : Apoiado.
O Sr. Ribeiro da Luz : Nao cont o
nobre senador que o actual ministro da
guerra commetta samelhante erro, quae3-
quer que sej ara as consequeneias.
O Sr. Viriato de Modeiros : M:>,s elle
julgou aos senhores todis I
O Sr. Ribeiro da Luz : Quando ?
O Sr. Viriato de Modeiros : Quando
deu o pareaar que os senhores aceitaram.
O Sr. Ribeiro da Luz : -Deu o seu
parecer sobre e3ta questao coma tea dado
em otttras, na qualidade de urna corpora-
gao consultiva, eouposta da velhos gana-
raes, de horaens que, pela idade. polos
sarvigos e pela illustragao.. .
O Sr. Viriato do Medeiros : Pois o
conselho do guerra nao o nico compe-
tente para julgar dos crimes o das faltas
dos militares ?
O Sr. Ribeiro da Luz: -... constituam
urna proveitosa fonte do informago^s e de
esclarecimen'os para guiar o governo em
decisoas quo tenha de dar.
Pergunta o nobre senador pelo Cear si
o conselho do guarra nao o nico compe-
tente para julgar tolas o quaesquer faltas
corainettilas p?lo3 militaras ; e diz aqui,
raeia voz, o honrado senalor p la provin-
cia da Matto-Grosso, qua o conselho de
guerra o nico qua tem essa competen-
cia.
Senhores, temo3 legislasao militar que
vigora entre nos. Ha os artigos de guar-
ra, tale se acham mencionados os crimes
que devera ser julgados pelos tribunaes
miltare3 e o regulamento de 1875, regula-
mento cuja legalidado nao se polo contes-
tar o que est era vigor ha doza annos.
S ha na vida militar transgressS :a dis
ciplinares e crimas ; si pela legislasao ha
penalidades e juizea para julgarem a que!
las, diversos dos qua t a da julgar oa cri-
mes, como possivel, imposta urna pena
disciplinar, por autoridade administrativa,
que haja recurso para o conaelho de
guerra ?
Quando o recurso fosse do acto do mi-
nistro era esta quem ia ser submottMo ao
conselho da guerra.
Sr. presidente, limitme a estas obser-
vaso ;s porque nao vira preparado, hoje,
para esta discussSo.
Vou tratar agora de um facto para o
qual o honrado sanador chamou a atteagaa
do senado, qualificando-o de desptico e
violentoqual o da remosto do eoraraan-
dante do 7o regiment de artilharia, esta-
cionado em S. Gabriel, na pro/incia de S.
Pedro do Sul, e qua ora ao me3rao tempo
commaniante da guamigSo.
O Sr. Viseonde de Pelotas: A minha
qualiflaagao nao foi essa, foi de injusto 9
dasacerta'do.
O Sr. Ribairo da Luz: -Bem, saja as-
sim. O hoarado senador que dirigio-mc
esta censura j foi mioistrj da guerra, se
tem, com toda a justiga, nina alta patenta
militar. Contesta S. Exc. ao ministro da
guerra o direito do nomaar o demittir li-
vreraente 03 coramandantos do3 corpos?
OSr. Viseonde de Pelotas:Nao con-
testo.
O Sr. Ribeiro da Luz: -Si nao coatesta
nao deve irrogar censura ao ministro da
guerra sem conhecer dos motivos que elle
teve para removor o eoraraandante de um
corpo para outro.
O Sr. Viseonde de Pelotas : Censurei
porque esse acto nao teve fuadamento.
O Sr. Ribeiro da Luz :Perdoo-me o
honrado senador ; S. Exc. qualifica actos
do governo sem oonhecel-os; ou nao um
direito do ministro da guerra nomear e di-
raittir livremente ura commandante de cor-
pa ?
OSr. Viseando de Pelotas: -Quando
ha razao.
O Sr. Ribeiro da Luz : E' um. direito-
O Sr. Viseonde de Pelotas : -Da que
n3o dave abusar.
O Sr. Ribeiro da Luz : -Si S-. *
nao sabe dos motivos qua teve o ministro
da guerra pera demittir o commandante e
o major. do Io regiment de artilharia,
para que me censura t
Peca exija S Exc. do ministro da guer-
ra os motivos que o levaram a remover de
Gabriel para o Norte o commandante desse
OOTOO.
(Continua)____
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1 Trp. do Diario ru* Daqau de Caas n. 42.
I IHNH
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