Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16810


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Full Text
AMO Lilil
^iBmBHBHi^BB
PARA A CAPITAL E fXGARB* O.-DB X.O B PACA PORTE
Por tres mezes adiantados............... 6(5000
Por sois ditos dem.......... ....*.. i:>000
Por um auno idem.................. 230000
Cada numero avulso, do mesmo dia............ 100
KA--MBA 19 DE MAIO1 1881
PARA DESTRO E FORA DA PROVINCIA
Por seis mezes adiantados......*........
Por nove ditos idem................
Por um' anno idem................
Cada numero avulso, da dias anteriores..........
130500
200000
270COO
0100
Proprittafc bt Mmotl Jtgurira i>e Jara & Styos
n
\
i,


c
TELEGRAMMAS
::S71J0 ?A2TICLAS SO JIASID
RIO DE JANEIRO, 18 de Maio, s 4
horas e 20 minutos da tarde, (iteeebido
s 6 horas e 5 minutos, pelo cabo subma-
rino).
Hoje. na eamnra do Depalado* o
sr. conmelbeiro Samad IValIare
Hac UahiII, mlnlntro da juwtion.
reapondendo a o Ir. conelbelro
Franclnco .intime Saclel obre a
(|iictao militar, declama que u go-
verno e jnisa com a necearla
forra para manter a ordena e o mo-
cegr publico.
Declarou mal que .o mialaierio
tem nao o a conflanca da cora co-
mo inmbem a da matoria da Cma-
ra do* Sr. Diputado.
Fallecen o Dr. Sympbronlo Cou-
tinbo.
Especial para o Diario)
PARS, 17 de Maio, noite.
.4 Cmara don Deputado* tendo
adoptado por 31* voto! contra 143
a reaolnro da commloao de orea-
monto, o minlfUro* derana a toa
dPmUao conectiva.
BRUXELLAS, 17 de Maio, noite.
o operarlo* nainclroN das mina*)
de carian de Cb retle.
0*]crevlMt otiio n'um estado de
exaaperaco que faz recelar desor-
dena e violencias.
RIO DE JANEIRO. 18 de Maio.
i quareniena impona no Brasil as
procedencia do Bio da Prata esta
levantada e os navios admit ido a
livre pralica.
i carne secna ser admltiida II-
vremente a comecar tmente do 1.
de \gonto prximo.
PARI8, 18 de Maio.
O ministerio foi derrotado na C-
mara dos Deputados por urna malo-
ra de coailso componta de conser-
vadores e liberaes nao derados e por
J."> toto costra 25?. maioria que
tiniia repellido antes urna ordena do
dia ja acceita pelo xoverno.
RIO DE JANEIRO, 18 de Maio, s -4
horas e 5 minutos da tarde.
o Mr. Bario de Coleg pe, presiden-
do do conselbo. resp ondendo no Se-
nado a urna Interpellacao sobre a
queto mi i. r declarou ao Sr. Vis-
conde de Pelota que o gabinete nao
.e aenaor.tr o : oder sem submet-
teros tenerrn** complicados aeran-
te um conseiba re guerra.
&gin:ia la^as, _: ial sjd Pernambuoo,
18 do Maio 1**7.
USTROCClO POPULAR
JARTE OFFICIil



ELECTRIC1DADE
lExtrahi'io]
DAS ESCOLAS E OA 8IBLIOTHECA DO POVO
ELECTRO MlCieVETICO
i Continu ac o;
CAPITULO XX
I TM.EPH0NO DE BeLL MlCBOPHOHO DB HuOHE 8.
Os tclephouos sao pequeos apparelhos que ser-
v.ra para transmittir a voz humana a grandes dis-
tancias, sem alteraco do sea timbre e modulacao.
Os telephonos podem ser acsticos oa electro-
magnticos. E' dos segundos que vamo* oceupar-
nos.
Os telephonos electro-magnticos actualmente
usados, si) o resultado de longa serie de estuda,
principalmente devilos a distinctissimos pbysicos
ingleses ejamericanos. Oraham Mell, ElishaGray,
Edison, John Camaek, etc.. s&o os inventores e
perfeiejadores de to_ curioso instrumento. Nao
aberia n'um compendia elementarissimo, como
este, dar snecinta relacAo das transformaces por
que tem passado o telephono, desde a sna inven-
go.
Os primeiros telephonos denomiuaram-se musi-
eaes, porque s podiam transmittir os sons da es-
cala. Hoje ha os Umbem fallantes, isto que
podem transmittir os sons articuladas da va hu-
mana.
O telephono de Bell consta de urna caiza de
madeira circular, fixa a um cabo da mesma sub-
stancia, dentro do qual ha nma barra de ac mag-
netisada : este magnete tem movimento no senti-
do hngiudinal, por meio de um parafuso conve-
ment mete disposto. A extreuidade do magnete
que fica dentro da caixa circular, entra n'uma pe-
quena bobina de fio finisaimo, enrolado em grande
. numero de voltas ; aa extremidades do fio da bo-
bina communicam com dous pressores collocados
exteriormente.
(Coshsav.)
l.ovrm) da Provincia
EXTEDIENTE DO DIA 9 DE ABBIL DB 1887
Acto :
O presidente da provincia, attendendo ao
que requeren o pharmaceutico do presidio de Fer-
nando de Noronha, Jas da Fonseca e Silva, re-
solve conceder-Ihe 30 dias de licen$, com os vi n-
cimentas a que tiver d'reita, para tratar de sna
saude, devendo o peticionario entrar no goso da
referida liceoca no prazo de 20 dias. Cooamuni-
cju-sc ao iiceuciado.
Officios :
Ao ministro brasilero em Londres.Teaho
a honra de transmittir a V. Exc. o bilancete d*
receita e despeza da estrada de ferro do Eecife
ao Limoeiro concernente ao mez de feveiro ultimo,
acompanhado do devido desenvohimento e de co-
pia da acta da scsso em que as cammisses do
governo procederara ao oxame das respectivas
contas. Reitero a V. Exc os protestos de minha
alta estima e consideraco.
Ao Sr. inspector geral da hygiene (crtej.
Recebi 10 tubos capiliares c mtendo lycipha
vacciniea enviados por V. Exc. com o offieio a que
respondo, de 30 de Marco ultimo.
Ao inspector da Th-souraria de Fazenda.
l'ara es fina convenientes communico a V. S. qu
o Exm. hispo diocesano a 3 de Marco fiado collou
no beneficio parochial de S. Lourenco da Matta
ao Revd. Fausto Freir de Carvalho, em vista da
carta de apresentaco de 17 de Julho do anno
paesado por permuta feita de acord com o go-
verno imperial.
Portaras :
0 Sr. gerente do Companhia Pemanibucana
fa?a transportar ao presidio de Fernando de No-
ronba para esta capital, par cnta do; pasees gra
tuitcs a que a provincia tem direito, o pharmaceu-
tico daquelle estabelecimento Jos da Fonseca
Silva e sua mulber.Commanicou-sa ao director
do presidio.
EXPEDIENTE DO SECBETAB10
Officios :
Ao inspector da Thesouraiia de Fazenda.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda remet-
ter a V. S. a inclusa rdem do Ministeria da Guer-
ra de 29 de Marco prximo passado.
Ao 1" secretario da Assembla Provincial.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda remet-
ter a V. Exc, em resposta ao seu officio de 16 de
Marco findo, n. 29, as informaco^s em original
prestadas pela Thesouraria de Fazenda e pelo
Thesoura Provincial, em officios de 28 do alladido
mez, e 2 da corrente ns. 190 e 541, a respeito de
douativos ao Iustitat Agrcola
Ao Dr. juiz de direito do 2o districto crimi-
nal.De ordem do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia commanico V. S. que no seu officio n.
163 de 4 do corrate mez protrio-se hjje o se-
guate despacho :
r Ao Sr. director do presidio de Fernando de
Norouha para satisfazer a requiaicao.
Ao Dr. jais de direito do Io districto cri-
minal do Recife.De ordem do Exm. Sr. presi -
dente da provincia communico a V. S. que no seu
officio de 6 do corrente proferio-se hoje o seguin-
te despacho :
Ao Sr. director do presidio de Fernando de
Noronha para providenciar quanto vinda dos
empregados e centenciados Je aae se tracta.
Ao iuspector do Thesouro Provincial. O
Exm. Sr. presidente da provincia manda remetter
a V. S., pra seu eonhecimento e fina convenien-
tes, copia dofficio de 28 de marco ultimo, diri-
gido ao mesmo Exm. Sr. pelo presideate do Banco
Industrial Mercantil do Rio de Janeiro, 'aecusau-
do o recebimento do officio de 21 de Dezembro,
acompanhado de ama letra de 17:087*612 para
pagamento dos juros do emprestimo deeta provin-
cia, relativos ao 2 semestre do anno prximo
findo.
Ao Dr. pr -motor publico da comarca de Cim-
bres.Se ordem do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia commanico a V. S, que teve o convenien-
te destino a certidao de exercicio que tcompanhou
o sea officio da 1 do corrente mee.
Ao director do Arseoal de Guerra.S. Exc.
o Sr. presidente da provincia manda declarar a
V. S., para seu eonhecimento e devidoB fins, que,
no requerimento de Joo Rodrigues de Moura,
sobre que versam as informacds dessa directora,
de 23 de M>rcj findo e 6 do corrente, sob ns.
972 e 1006 proferio o guite deipacho :
Sustenho a rejeicAo do Arsenal, em vista das
iniormacocs.
EXPEDIEKTE DO DIA 11 DE ABRIL DB 1887
Actos :
O presidente da provincia resolve, nos ter-
mos das leis provinciaes em vigor sobre as loteras
ordinarias da provincia e de accordo com os avi-
sos do ministerio da fazenda, de 31 de Abril e 27
ds Julho de 1885 e circular de 7 de Fevereiro ul-
timo na parte en que applicavel, approvar o
seguinte plmo de loteras apiesentado pelo res-
pectivo thesoureir-) :
1 premio de 5:0000'JO
1 dito de l:000000
1 dito de 200*000
4 ditos de 100* 400*000
6 ditos de 50* 300*000
11 ditos de 30* 330*000
99 dit s de 15* pira a cente-
na do 1 pre.-aio 1:485*000
80 dit s de 6* para as ter-
minacoes dos dous ultimaa
tlgarismoi do Io premio 480*000
799 ditos de 3* para o alga-
ri-ma nico da terminacho
do 1* premio^ 2:397*000
2 approximaces de 102*
para o premio 204*000
1.004 premies no valor de
15 0|0 (circular do ministeri* da
fazenda de 7 de Paren ira
de 1837)
7 0|0 (lei n. 1,470 de 16 de Ju-
nhode 1879, artigo 11)
Sello e impasto adlic ooal
10 00 para as d spezas c com-
roisso do thesoureiro (of-
flcio dcsta data)
11:796*000
2:880*000
1:344*000
1:26^*000
1:920*000
19:200*000
8.000 bilhets
Os premios superiores a 200*000 estilo eujeitoa
ao imposto de 15 0|0.
Os 10 0(0 destinados deap-zas e comaissao do
thesoureiro eatao sujeitas tambera a 2 OO de im-
posto (lei n 1,860 de 11 de Agosto de 1885 artigo
2 19 e59, em vigor ex-vi da lei n. 1883 de 20
de Dezembro de 1886). Remetteu-se copu ao
inspector da Thesouraria de Fazenda e ao Dr.
chefe de polica.
__O presidente da provincia tendo ouvido a
dedoccSo se seos direito por parte dos Interes-
sados na questo suscitada em juzo sobre a ar-
recadacio do espolio do subdito portugus Anto-
nio Carreia de Vaconcellos sendo ocooul de Sua
Magestade Fidclissima de Portugal e o procura-
dor de um dea herdeiros ds V .aconcell 3, como
consta dos documentos annezoe, c inteira.).> de to-
do o occorrido quanto a esta objecto, recouhece :
1* que tendo fallecido a 6 de Janeiro -.este an-
no, nesta cidade, Antonio Corris de Vasconcelos
subdito portugu'z, sem testamento, nao deixaado
eoDJuge sobrevivente nem berdeiros reconhecida-
mente t: s, presentes aos qnes conforme o direito
perteocesse fiesr em posee a cabera de chssI para
proceder a inventario e r!ar partilha, dea-se co-
rnejo a p.rrecadacao do espolio, perante o juis de
direito de ausentes, com assistencia do foneciona-
rio consular, nos termos do decreto n.
de Novembro de 1851, em vigor entre
Portugal por forca dts aotas de 19 e 20 de Maio
de 1884, trocadas entre as daas nacoes, que cons
tituiram aquelle decreto rgimen provisorio d-is
attribuicoes dos fanccionarias consulares (aviso
circular n. 29 de 1884) ;
Entretanto
2" concluida a arrcoadajio e e ao iniciar-se o
inventario Joa bans, em vez de ser effactuada a
entrega ao cnsul conforme o despacha da jais, de
15 de Janeiro, eu3citaramse qaestes que o em-
bara^aram, ai que a 26, Jos Corro i de Vas-
concellos, au?ente, dizendo e pai do fillecido, re-
queren por procurador, que cessas?e a nterven-
caa do cnsul e fosse-lhe entregue a heranca, o
que foi deferida por despacho de 14 de Fevereiro,
revogado mais tarde por outro de 22, por concor
dar o juiz de ausentes com melhor interpretasSo
do decreto de 1851, dada pelo ministerio de es-
trangeiros, por telegramma de 18, confirmando
posteriormente em aviso de 25 do mesmo mez de
Fevereiro.
Estara, desf forma tudo terminado e ero seus
termos regulares, porm ;
3o aggravando o procurador de Vasconcellos
pai, dcste ultimo despacho para a Relacio, este
Tribunal por accordo de 4 de Marco, tomando
dello eonhecimento, deu provimento para que o
juiz de ausentes se considerasse incompetente
para proseguir na arrecadacSo do espolio, estan-
do presente por procuracSo berdeiros pai do fal-
lecido Antonio Carreia de Vasconcellos, mandan-
d pura isto prevalecer o despacho de 14 de Fe-
vereiro, emquanto nao fosse revigado por meio de
enbargos, manifestand -30 coatra o telegramma
do ministerio de estrangeiros que considerou inr
tervencao indebita em quoatao pendente do pade-
judiciario.
Mas, attendendo,
Que nao se trata de invadir a competencia do
poder judiciario, e sim de fizar a verdadeira in-
telligencia do decreta n. 855, de 8 de Novembro
de 1881, que redusido, presentemente na confor-
midade das notas de 19 e 20 de Maio de 1884,
a um tratado internacional de amizade, ficoo su-
jeto ao executivo quanto deterrainaco do modo
pelo qual deve ser entendido e executido, por isso
que sendo feitura deste poder (consttuQo, artigo
102, 8o) a sua interprctacao tem forca obrigito
ra, complemento ou parte das mesmas conven-
jo es ;
Que, sem contestar a interpretaco doutrinal de
quem applica a lei, cocotudo nao possivel per-
mittir que aquelle que, na phrase de Savigny (di-
reito romano, 1 volume) ap- iris reconstrue o
pensameato contido na lei, tenha a faculdade de,
como no caso presente, modificar e mesmo alte-
rar a le ou tratado de uutro poder, violando a
harmona que deve f.xistir entre ambos;
Que a attribuico de expedir decretos, iuatruc-
coes e regula mentos adeqaados boa execucao das
leis do executivo, convindo notar que sendo a le
geral, a m<>sma para todos, irrparta que seja exe-
catada uniformemente, e esta uniformidade n>
existira se o modo da execujao fosse deixado
intelligencia dos executores (Constituiea art. 102,
12, annotaco Autrsn);
Que pretender-se que a exigencia legal de her
deiro reconkecidamente tal, presente na trra, a
quem por direito pertenja ficar de posse e cabeca
de casal para proceder a inventario e dar parti-
lha, posai ser eupprida par procarador, mesmo es-
tando o berdeiro em paiz estrangeiro, e fl all
tendo recebido noticia do fallecimento do intesta-
do, se nSo perfeita iunovacSo do decreto de f851
pelo menos urna comprehenso varavel, que nem
por todos adoptada, como consta do proprH) foro
em qne ella se suscitou e est provado dos anne-
xos que acompaobaram o arrasoado do cnsul por
tuguez ;
Que nestas condices, nao devia, nem podalo
executivo c?mo autor do tratado cuja applieacao
aos casas compete ao juiz de ausentes, deixar de
dar instruccoe e firmar a inteligencia que cum-
pre seja igual, sempre a mesma e aceita por tocs
es tribuaaes;
Que Anakncnte, nao ae taata propriamente de
urna le de ordem judiciaria, d compeencia ex-
clusiva dos tribunaes civis, cm que a sua indepen-
dencia e soberana nao encontra outros correctivos
que nao sejam os da propria lei, mas de um de-
creto que, redusido a tratado de arrisade, como fi-
cou dito, entre duas nacoes, passou por isso, alm
da esphera do direito privado simplesmeute, ei-
trando nos dominios ao direito publico, poltico e
internacional;
Por todas estas coosideracoes, pois, o presidente
da provincia res administrativo este negocio em conflicto com o ju-
diciario para que se couhi\". definitivamente se
pie ir a tanto o poder deste, a pretexto de inter-
Dretar, quanlo nterveui na execucao de tratados,
e mana que cum o officio de 22 de Marjo, do con
selheiro presidente do Tribunal da Relacao e todot<
oa mais papis referentes, se faja subir copia deste
acto Secretaria d'Estado dos Negocios da Justi-
9a, com a possivel brevidade.
O presidente da provincia, de contormidade
com a proposta da Dr. chefe de polica, em officio
n. 339, de 9 do corrente, resolve nomear para o lu-
gar de 1" supplente do subdelegado do Io districto
do termo de Oaricury o cidadio Themistcclea Oc-
taviano Granja, em substituidlo de Francisco de
Paula Vieira de Castro, que nao accitou a nomea-
clo.
Outrosim, resolve exonerar Jos MartiiiS d'O-
veira e Temotbeo Clementino Delmoudes, dos car-
gos de 2o e 3 suppleutes do subdelegado do dis-
tricto de Serra Branca, do termo de Oaricury, e
nomear para substituil-os os cididaos Raymnndo
da Costa Lima e Fr.-.noiscu C-rreiu de Andrade.
O presidente da provincia, resolve nt.mear
Luis Francisco de Paula Cavalcante de A'buquer-
que Laceria para o lugar de 3o auv/piente do juiz
municipal e de orphos do termo de GoyanDa, em
subatituicao da Dr. Luduvico Correia de Oiiveira
Andrade, que uo socitou o respectivo titulo uo
praso legal.
Aos nomeados fica marcada o prazo de um mez
para prestar o juramento do estylo.Cjmmuui-
coa-se Thesouraria de Fazenda e ao Dr. juiz de
direito da comarca ae Goyanna.
O presidente da provincia, tendo em vista o
expedido nos officios do brigaaeiro eommandante
das armas e do inspector interino da Thesouraiia
de Fazenda, de 2 do c:rrente e de hoje, ns. 180 e
218, resolve abrir sob sna responsabilidade, nos
termos do decreto n. 2,884, do 1 de Fevereiro fie
1862, um crdito da importancia de 2*896 ver-
baDiv-rsas despesas e eveotuaesdo Ministerio
da Guerra, exercicio de 18861887, afim de oc-
correr ao pagam- uto das diarias dos sentenciados
da fortaleza do Bruna, relativa* a segunda quinz .-
na de Marco ultimo. Remetten-se copia ao ins-
pector interino da Thesouraria de Fazen la.
O presidente da provincia, de confarmidade
com a proposta do Dr. chete de polica, em cfficio
n 336, de 9 do corrate mez, resolve nomear Tra-
jano Evaristo Ferro Castello Branco. para o la-
gar de 2 supplente do delegado du Io districto do
termo da Bscada, em subatituicao de Antonio Cam
pello de Albuqaerque, ltimamente naneado dele-
irado do eitado trros.
Officios;
Ao brigadeiro comm ndante das armas. Se-
gundo consta de telegramma do Ministerio da
Guerra, de 9 do corrente, foi par decreta do dia
auterior perdoado de penna de gales perpetuas o
sentenciado militar Manoel Ferreira de Souza.
O que declaro a w. Exc para sen eonhecimen-
to e devidos fins.Coamunicou-3e ao director do
presidio de Fernando de N ronba.
Ao mesmo. De accordo com a Judeselo
feita por V. Exc. cm ifficio de 6 do corrente de-
signei o major Antonio Villela de Castro Tavares
para presidit a commisso composta do judante
am empregado de ra-
866, dea
o Brasil ed'J Arsenal de Guerra a de
senda, a qual dever rcuuir-se no dito Arsenal no
dia 16 do corrente, s 11 horas da manha afim
de dar em consumo na forma das disposicoes em
vigor, diversos artigas remettidos do presidio de
Fernando de Noronha.
O que declaro a V. Exc. para seu eonbeci
ment.Commuoicou-se ao director do Arsenal de
Guerra e a Thesouraria de Fazenda.
Ao mesmo Sirva-se V. Exc. de expedir
su.13 ordena para que hojeas 4 horas da tarde se
ache postada em frente ao predio da ra do Ale-
eritn n. 4, a forca precisa afim de fazer as hon-
ras fnebres ao capito da guarda nacional Ge-
raido Correia Lima.
Ao inspector interino da Thesouraria de Fa-
zenda.Communico a V. S. para os fins conve-
nientes que o juiz de direito da comarca de Ga-
ranbuns, bacharel Jooquim Cordeiro Coelho Cin-
tra, em 4 do corrente reassumo o exercicio de seu
cargo.
Ao mesmoCommunico a V- S. para os fina
convenientes, que o 2' juiz substituto da comarca
desta capital bacharel Francisco Odilon Tavares
Lima reassumo hoje o exercicio de eeu cargo.
Ao mesmo Communico a V. S. paraos fins
convenientes que o juiz municipal e de orphaos de
Garanhuns bacharel Bernardino MaranbZo, em 4
do corrente, resssumio o exercicio de seu cargo
deixando o de juiz de direito interino da comarca
di mesmo termo.
Ao mesmoCommunico a V. S. para os fins
convenientes que em 4 do coirente mez o bacha-
rel Julio Tenorio de Albuqaerque deixouo exer-
cicio do cargo de juiz municipal e de orphaos do
termo do Bonito por haver terminado o respectivo
quatriennio.
Ao mesmoDeclaro a V. S. para 03 devi-
dos fins que por aviso do Ministerio da Agricul-
tura, C.mmercioe Obras Publicas de 31 de Mar
90 findo, sab n. 17 foi pprovado o acto de 14 pe-
lo qual esta presidencia conceden 30 dias d- li-
cenca ;,em vencimentos a Symphronio de Moura
Barros, telegraphista de Ia classe do prolonga-
mento da estrada de ferro do Reeie ao S. Fran-
cisco para tratar de sua saude.Cammunicou se
ao engenhe:ro chefe do pralongamento da estrada
de ferro do Recife ao S. Francisco.
Ao inspector do Thesouro ProvincialAcom-
panba a este um plano appro"ad > para as lote-
ras ordinarias da provincia, ao qual Vmc. far
dar execucao pelo respectivo thesoureiro, desde
que este tenha prestado o legalisado a competen-
te fianca.
Como ver do mesmo plano, est elle de accor-
do :om a legislaco provincial e ordena do Minis-
terio da Fazenda.
O beneficio de 7 |0 e nao de 5 [o como pare-
ceu a Vmc, do qual a le periaitte tirar 1 3[4 de
gratificarlo p ira os examinadores, o que, entre-
tanto Vmc. evitar fazendo que este servico se
faca as horas do expediente.
Tratndose de loteras de pequeo valor, cuja
verificacSo e tomada de contas sendo fauil nao
exige esse accrescmo de despezas em desvauta-
gem dos oeneficiados, e sahente em proveito de
eropreg dos do thesouro j remunerados.
As leis ns. 4.8 de 13 de Juuho de 18J? e n.
452 de 21 de Junho de 1858 art. 39 fixaram <-in
12 [o o beneficio das loterias, livre de qualquer
impasto ou deapesa. O art. 11 da lei n. 1,470 de
16 de Juuho de 1879 reduzio a 7 [<> esse bene-
ficio.
Quanto a commisso percebida at agora pelos
empregados do thesouro pelo exame das contas
prestadas pelo thesoureiro, a que faz referencia o
rt. 27 do regulamento de de Julho de 1879,
expedido logo depois de sauccionada a dita lei n.
1,870 e em vista da lei u. 1,354 de 6 de Marco de
1879, que autorisou o presidente da provincia a
reformar as repartices de fazenda, nao pode ser
outra senSo aquella de que trata a lei o. 1,470
de 16 de Junho de 1879, art. 11.
Nem faca duvida a Vmc. encontrar este artigo
do lei entre as dsposicSes g^eraes do orcamento,
para com ieso supper q#e, nao obstante aun de'er-
iniaa^io, expvessa, deva vigorar somente na parte
que reduzio de 12 % Pra 7 "/> beneficio, e nao
quanto a porecntagem dos examinadores, elevada
a 2 /. pelo art 62 da lei n. 1141 de 8 de Junho de
1874, que disposifo permanente do orcamento,
e tirada do benefic, segundo a lei n 364 de 8 de
Maio de 1855, art. 44, entre as disposicoes geraes.
Por e:ts mesmas leis citadas sera fallar em
tantas outras \ Vmc. que nos ornamentos provin-
ciaes nao se encontrara diatinecoes entre disposi-
coes permaneqtes e geraes, nao ba um tysiema
uniforme por parte do legislador, sobre um a outra
epigraphe terasido indistinctamente introduzidas
nos orcamentos nao poucas disposicoes que nao se
referindo propriamente receita e despezi, nem
sendo de ezecucao annua precisamente se consi-
derara em vigor emquanto nao sa revogadas, por
estatuiris preceitos ou regras novaa sobre servico
publico de natureza diversa da ornamentaria.
De modo que, na sao as epigraphes dos Capitu-
les da lei que do as suas di3paaieoes o carcter
de permanentes, aoonaej e transitorias, mas o
objecto de que se oceupam, e assim tem sido
em outros casas mesmo por ei>se thesouro, e regu-
lamento entendido.
E' certaminteisto defeito aa confeccSo das leis ;
mas defeito ou nao, o interprete incompetente
para corrgil-o, porquanto s dbe compete aceitar
as leis taos quaes foraua piomuglada, respeitando-
as e dando Ibes execucao.
O citado art. 44 da lei n. 364 de 8 de Miio de
1885 foi que primeiro marcou aos empregados do
thesoaro urna gratificacSo de um terco pir ceuto,
calculado sobre o capital das loterias pelo exame
das contas do thesaur'iro fra das horas do expe
deute, e deduzda da porcontagem do benefi-
ciado.
O art. 39 tambera j citado, da lei n. 452 de 21
de Junho de 1858, conservando os 12 /0 do bene-
ficio, elevou a commisso dos examinadores a meio
por cento, dando o modo de distribuico.
Urna disposioio transitori dao;cameuto, transi-
toria pela epigraphe, art. 46 da lei n. 510 de 18
de Juuho de 1861, por sua vez, tornou de ura
cuto aquella comm'.saao.
Em 1874, o art. 62 referido, da lei n. 1141 de 8
de Junho fiuu em d jus por eento senvlhante com-
misso, que assim foi seudo elevada at que a
mencionada lei, tainbem dj orcamento, n. 1470 de
16 de Junho de 1979, art. U. reduzio a */|i sendo
esta a ultima conhecida, para applicaclo nos casos
em que o exame das lateras nao se pudcssi fazer
em horas do expediente, como cima fiaou-lhe
rrcommendado.
E' tmbern essa mesma lei a que marea- impor-
tancia do beneficio.
E isto nao por Jaita de lei naterior, etpeal ou
permanente, que firmaste 6 valor superior u por-
que j tivessem havido planos approvades cm taes
condices, naturalmente com iuformacao desse
thesouro, conforma a opinio da contadoria, que
Vmc fez propria em seu .officio n. 549 de 9 de
corren e, mas porque a lei mais moderna revoga
as mais aurigas, referentes a 'gual assnmpta.
Quanto a porcentagem do thesoureiro das lote
rus, ooiaprehendidas as despezas de eztraccSo, fi-
vo-a em 10 %, p >sto nao teuha Vmc. me indicado
a lei ou ordem que a determinou, attendendo a
referencia que a igual poreentagem fas o 50 do
art. fj2 |da lei n. 1860 de 11 de Agosto de
1885, que o orcamento vigente ex vi da lei n.
1883 de 20 de Desembro de 1886, quanda marca
o imposto de 3 / sobre aquella remuneracn,
sem atteufo a portara de 5 de Julho de 1861
expedida em cumprimento a 1 da art. 22 da le
n. 511 de 18 de Junho do mesmo anno, que auto-
risavao mximo e o mnimo de taes porcentagens.
A gratificaco de 80*000 ao delegado de polica
da capi al que presidir a extraccao contina a ser
deduzida da poreentagem do thesoureiro, nos ter-
mos da lei n. 978 de 25 de Abril de 1871 e porta-
ra de 27 de Agosto de 1883.
E finalme -te, por ata forma sao observados
os avisos do Ministerio da Fazenda de 30 de Abril
e 27 de Julho de 1885, dirigidos a esta presidencia
e mais a circular ultima de 7 de Fevereiro, urnas
quanto ao beneficio provincial e porcentagens do
thesoareiro, sendo aquelle de menos e este de
mais do fizado na circular por forca da disposicao
expressa de leis provinciaes em vigor, neste officio
indicado.
Ao mesmo.Remeti a Vmc. para os fins
convenientes espa do telegramma que hoje me di-
rigi o ajuda te do procurado das teitos da fa-
zenda provincial do Cabo participando ter sido
rouoada a callectaria.
Ao eommandante do corpo de polica.Ao
Dr. chefe Je polica mande Vmc. apresentar h ao meio dia urna escolta de oito precas afim de ir
buscar no termo de Palmares para Casa de De-
tericSo sete criminosos.Commuuicou-se so Dr.
chefe de polica.
Ao teneate coronel Pedro Secundino Barbosa
da Silva, presideate do cont-elho de qualificacao
da guarda nacional da camarca da Victoria.
Pelo Dr. chefe de polica segundo consta do
officio de 6 do corrente sob n. 332 foram expedi-
das as precisas ordens uo sentido df serein pre-
sentadas pelas autoridades competentes as listas
de que trata o officio de Vmc datado de 30 de
Marco findo.
O que lh'o commuuico para seu eonhecimento e
devidos fins.
Ao director do Arsenal de Guerra.Em
aviso de 30 de Marco findo declarou-me o Exm.
Sr. ministro da gueira haver na mesma data ex-
pedido ordem para que sejam transferidos para o
4 batalbo de artilharia a p os soldados da com-
panhia de operarios miltaics dtsse Arsenal, Fran-
cisco Marques e Lupecino Ludgero Rodrigues,
visto acharem-se comprehenddos no disposto no
art. 267 do regulamento de 19 deOutubro de 1872.
O que faco constar a Vmc. para os devidos fins
e cm 8o!ucao ao officio n. 930 de 9 do mez prximo
passado.
Ao capito Jos Canuto Santiago Rainos,
presidente do conseiho de qualific ico da guarda
nacional das enmarcas de Barreiros e Palmares.
Constando de informaco do Dr. chefe de polica,
de 6 do corrente, sob n, 333, terem sido expeuidas
as uecessarias ordens, t.fim de que, pelas autori-
dades competentes, sejam apresentadas as listas
de que trata o officio de Vmc, datado de 28 de
Marco findo ; assim lh'o communico para seu eo-
nhecimento e devidos fins.
Ao engenheiro encarregado das obras geraes
Em additainento ao meu officio de 4 do carrete,
chamo a atteneolo de Vmc. para o valor do orca-
mento da obra de reparos e pintura da ponte da
t a-V sta ao qual se refere a propasta do enge
nbeiro Autonio Carlos de Arruda Beltro e que
segundo o seu officio n. 16, de 22 de Marco ultimo,
nao ezcede a oito contos de res, importancia da
verba distribuida pela ordem do Thesouro Nacio-
nal, sob n. 246, de 23 de Novembro do anno pas-
sado, para reparos de pontea ; cuja verba fica por
este rnodo absorvda com os concertas de urna 90
quaudo alias semelhante quantia tera sido applica
da nos anuos anteriores aos concertos e pintura
das puntes da Boa-Vista, Pedro II e Sete ie Se-
tembro.
Cumpre, pois, que Vmc. informando a respeito
ice enve o mencionado orcamento aguardando so
lucola desta presidencia.
Ao gerente da Companhia Pernambucana de
Navegaco a Vapor.Providencie Voic. para que
a viagem do vapor Giqui ao presidio de Fernan-
da de Noronha seja transferida pura o dia 15 du
corrente, ao meio da.Fizeram-se as devidas
1:001 un lie-i., o-'a.
Portarias :
O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco sirva se de mandar trans-
portar gratuitamente, ep\ carro de 1 classe, da
estacas das Cinco Pontas a de Una, o bicharel
Severo Pires, providenciando igualmente aobre a
volta do mesmo opportunamente.
O Sr. superintendente da estrada de f rro ds
Recife ao S. Francisco srva-se de mandar trans-
portar gratuitamente, da estaco das Cinco Pontaa
a dos Prazerea, em carro de 3' classe, a praca
addida do 14 batalbo de infantaria, Raymundo
de Souza Lima, providenciando igualmente sobre
a volta do mesmo para esta capital, com direito a
bagagem.
O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recife ao S. Franeiseo sirva se de mandar conce
der paBse, em carro de 1' classe, da estaco das
Cinco Pontaa a de Una, ao promotor publico da
comarca de Panellas, par canta das gratuitas a
que o governo tem direito.
O Sr. superintendente da estri- da de ferro do
Recife ao S. Francisco srva-se de maudar conce-
der pasae, era cerro de ia clas3e, da estaco das
Cnco Pontas a de Una, ao eonego J. L. da Costa,
por conta das gratuitas a que o governo tem di-
reito, providenciando igualmente sobre a volta do
mesmo.
O Sr. superintendente da estrada de ferro lo
Rfcife ao S. Francisco srva-se de mandar trans-
portar gratuitamente, em carro de 3a claese, da
esfaclo das Cinco Pontas a de Uua, a Democrito
Alvsa de Carvalho, mi deste e urna irm.
O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recife a S. Fraucisco, mande dar passagens de
ida e volta em carro de 3 classe da estaco daa
Cinco Pontas at a d-> Palmares, par conta das gra
tuitas a que o governo tem direito a oito pracas
do corpo de polica providenciando para vinda du
sete criminoso;.
O Sr. superint ndente da estrada de ferro do
Recife a S. Francisco, mande conceder passe em
carro de 3 classe da estaco das Ciuco Pontas *
de Uua, por conta das gratuitas a que o governo
tem direito a Ignacia Eaperanca de Mendonca,
providenciando sobre o regresso da mesma quaudo
se apresentar.
EXPEDIENTE DO DB. SECBETABIO
Officios
Ao brigadeiro eommandante das armas. De
ordem do Ezm. Sr. presidente da provincia remet-
i a V. Ezc. afim de ser entregue ao interessado
a inclusa portara do Ministerio da Guerra de 26
de Marco, concedendo licenea ao capito r.forma-
do do exercito Antonio Francisco de Mello para
residir nesta provincia.
Ao 1 secretario da Assembla Legislativa
Provincial.De ordem do Ezm. Sr. presidente da
provincia transmiti a V. Ezc. para os fins con-
venientes, o balanco da receita e despeza do ezer-
cicio de 1885 a 1886 e opamente para o de 1887
a 1888 da Cmara Municipal do Cabo, Palmares a
Escada.
Ao inspector do Thesouro ProvincialDe
ordem do Ezm- Sr. presidente da provincia com-
munico a V. S. para es fins convenientes que por
officio de 2 do corrente participou-tne o bacharel
Epitacie Liodolpho d Silva Pes.oa haverassumido
naquelia data o exercicio do cargo do ajudante d)
procurador dos feitos da fazenda provincial no
districto da Cullecturia do Cabo, para o qual foi
nomeado por portara de 7 de Marco ultimo.
Ao coronel Francisco Benicio da ChagasO
Exm. Sr. presidente da proviucia manda acensar o
recebimento do officio de 4 do corrente em que V.
Ezc. participa haver na mesma data passado ao
substituto legal o commando superior da guarda
nacional, viato ter assumido o ezercicio pleno
do cargo de juiz municipal e de orphos do termo
de Bonito.
Aa eommandante superior interino da guar-
da nacional da comarca do Rio Formoso, tenente
ooronel Joo Antonio Alves da Silva.8. Ezc. o
Sr. presidente da presidente manda aecusar o re-
cebimento do officio de 3 de crtente em que V.
S. participa haver oa mesma data assumido o
exercicio interino do cargo de ccmmsndante tupe-
rior da guarda nacional d< asa comarca.
Ao tenente coronel Joo de S Cavalcante
Li.-i, eommandante superior da guarda nacional
da comarca da Victoria.S. Ezc. oSr. presiden-
te da provincia manda aecusar o recebimento do
officio de 4 do corrente em que V. S. participa
have na mesma data assumido interinamente o
ezercicio do cargo de eommandante superior da
guarda nacional desa comarca.
Ao Dr. juiz de direito das exeeuces crimi-
naes da cemarca do Recife. De ordem de S.
Exc. e Sr. presidente da provincia transmitto
a V. S. para a devida execucao copia do tele-
gramma de 9 do corrente mez em que o Exm.
Sr. conselhera ministro e secretario de esta-
do dos negocios da juatiea partic pa ter sido per-
doado, por decreto de 8, o reo Jos Domingues da
Costa do resto da pena de galea perpertuas que
lhe fra imp sta pelo jury do Recife.
Ao Dr. juiz de direito da comarca de Flo-
rcita. De ordem do Exm. Sr. presidente da
proviucia recommendo a V. S. que abra con-
curso e proceda s d mais diligencias legaes
que lhe competirem para o provimento do fficio
de escrh'o do jury e exeeuces crimmaes do ter
mo de Floresta.
Igual ao juiz municipal e de orphos para o
provimento do officio de 2a tabehio e annexas dea-
se termo.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DU 17 DE
MAIO DE 1887
^rthur Machado Freir Pereira da Sil-
v Sim.
Alfonso Gondot.Remettido ao Sr. ins-
pector da Bude publica para certificar,
querendo, e nao havendo inconveniente.
Antonia Caetana de Jesua.Informe o
Sr. director do Arsenal de Guerra.
Abel Pires de Carvalho. -Passe porta-
ra e a respectiva carta de naturalisagSo.
Directora da Sociedades de Bornbeiros
Voluntarios do Recife. Como requer.
Francisco i olentino de Figueiredo Li-
ma. Iuforme a Cmara Municipal de
Cabo.
Bacharel Jos Fiel de Jess.Encami-
nhe-se, pagando o interessado o porte na
repartijEo do correio.
Jeronymo Theotonio da Silva Loureiro.
Informe o Sr. inspector do Thesouro
Provincial.
Maria Jos Ramos de Freitas. Ao Si
brigadeiro eommandante das armas p .:..
providenciar.
Secretaria Ha Presidencia de Pernaru
buco, 18 de Maio de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
Repartida da Polica
2.a secyo.N. 464Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 17 de Maio de 1387.
Illm. e Exai. Sr.Participo a V. Exc.
que foram recolbidos Casa de Detencao
os seguintes individuos :
A' minha ordem, Avelina ou Amelia
Francisca da ConceicSo, remettida pelo
subdelegado da Torre, como alienada, at
que tenha o conveniente destino ; Jlo Pe-
reira da Silva, ex-praca de polica, ren.et-
tido pelo eommandante do corp de poli-
ca, por estar sendo proaessad, por fuga
de presos.
A' ordem do Dr. deleg do do 1. dis-
tricto da capital, Bento Jas da Silva,
Jos Vicente do Nascimento e Maria Ame-
lia da Silva, por disturbios.
A' ordem do subdelegado do 1. districto
de S. Jos, Antonio GonaJves Torres e
Isidoro Paula da Silva, por disturbios.
A' crdem do do 2. districto, Francisco
CaBto dos Santos, Joaquira Alves da Silva
e Miguel FraiicUco Cavalcante, por distur-
bios.
A' ordem do de Apipucos, J> s Severi-
no, por crirae de deliramento.
Na noite de 7 do corr nte e uo lugar
Demarcajao do districto de Muribeca, An-
tonio Jos dos Santos e Agostinho de tal,
ir .nao deste, travando-se de razos com
Vicente Thom Bento, rcsuJtou sabir An-
tonio Jos dos Santos, ferido gravera nte
com urna facain.
O criminoso foi preso, e o inquerito so-
bre este facto, j teve o conveniente Jes-
tino.
Communicou me o subdelegado do dis-
tricto da Magdalena, quo bontem par occa-
siao de se proceder a urna escavacao na
baixa do sitio dos herdeiros de Manoel
Antonio de Jess, cora o tira de enterrar
um boi, fui en ontrada coberta de cal,
urna ossada humana.
Aquella autoridade tomando eonheci-
mento do facto, pro"gue em diligencias
afim de descobrir se aqudlo o resultado
de um crirae como se presume.
No termo de Barreiros e no dia 14 do
corrente, no engenbo Carass, de propre-
dade do coronel J0S0 Carlos de Mendonca
Vasconcellos, foi pele subdelegado do 1.*
districto aquelle termo effectuada a pri-
sao do criminoso Othon de Andrada, pro-
nunciado no termo de Palmares.
Ainda aquella autoridade no mesmo dia
prendeu os individuos de nomes Manoel
Salustiano de Mello, conhecido por Sete e
Meio, crimin^FO de fermentos grave3 na
pessoa de Clementino de tal, corneta da
14. batlbao de infantaria o Caetano Ri-
cardo Brasil, conhecido por Camorim, co-
mo criminoso no termo do Buique.
Deus guarde a V. Exc Illru, e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente !a provincia.O chefe
de polica, Antonio Domingos Pinto.
2' scelo.N 466. Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 18 de Maio de 1887.
Illm. e Exm. Sr. Participo a V. Exc
quo foram hoatem reeolhidos Cusa de
Detencao os seguintes individuos ;
A' minha ordem, Bellarmina Mara
Carvalho, rtmetiida pelo subdelegado
Santo AntSo, come alienada, at aue
de
de
te-
nha o conveniente destino; Joaquim Her-
1 Mimun 1


Diaria de ^ernambuco


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iMMBBB
ta--feira 19 de Maio de 1887



mino da Luz, remettido pelo Dr. juj d
direito de Jaboatao, como pronunciado e
Jos Gomes de OJiveir., como alienado.
A' ordem do Dr. delegado do Io dis-
tricto da capital, Manoel Figueira, por
disturbios.
A' ordem do subdelegado do Kecife,
Francisco Xavier do Reg, como vagabun-
do e turbulento.
Deus guarde a V. Exc.-Ulm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Acevedo, rnuito
digno presidente da provincia.-O chale
de polica, Antonio Domingos Pinto.
< un ni indo das armas
Para satisfazar urna requisicao do Exm.
Sr. ajudante-general, S. Exe o Sr. briga-
deiro commandante das armas, manda con
vidar os Srs. officiaes honorarios do exer-
cito, residentes nesta provincia a compare-
cerem neste. quartel-general para darera
3608 norn^s, afim de aerem feiUs as devi-
das alteraos ao Almanaik Militar.
Secretaria do commando das armas, 18
de Maio de 1887.
Oalferes Jos Elisiario dos Santos, se-
cretario interino.
Theaour* Provincial
DESPACHOS DO PA 18 DE MAIO DE 18S7
Herculono Barbalho de Mattos. -Defe-
rido, tomando-se por termo a (flanea offe-
recida.
Carlos Lenidas do Reg Barros er-
tifiqae-se. .
Contas do Rogedor do Gymnasio, ^om-
man.io d i corpo de policia, vigario de Igua
rass e das 3.a e 8 da 11 partes da lo
teria da Santa Casa. Approvadas.
Amorim Irroaos & C, Jeronymo Theo-
tonio da Silva Loureiro, Manoel Soares Pi-
nhairo, Thoniaz Antonio Maciel Pinheiro,
Imz de Franga Pinheiro e offiiio do Dr.
procurador dos teitos, Dr. chefe de policia,
engendro chef.; das obras publicas e di-
rector do Arsenal de Guerra. -Iformj o
Sr. contador.
Josepb.a Maria do Espirito-Santo.De-
ferido, sendo considerada na seuc&o da le
a. 1,544 a casa n 2 a ma do Rosario da
Torre, visto achar-se as oondicoea da mes-
le.
Fredcrico Augusto Neiva Jnior.Lum-
pra-se e fayam-se as notas da portara de
licenca.
Baltar Irmos & C Deferido, sendo
reformado, a fin de conceder se o favor do
art. 4 da le n. 1,860, o julgado de de
Abril ultimo, a vista do detrimento cons
tante do despacho do Ex.n. Sr. presidente
sobre idntica materia era peticao do te-
aente-coronel Augusto Octaviano de Souza.
Officio do Dr. procurador dos feitos e
Manoel Alvcs Nunes. Iuforme o Sr. Dr.
administrador do Consulado.
Inspectora geral da Instrncco
Publica
DESPACHOS DO DA 14 DE MAIO DE 1887
Manoel Fonseca de Mtdir^s, professor contrae
tsdu.Enc-aniinhe-se.
Gustavo Emestiuo da Cauha Galvio.D-ferido
eom a nomeacao da commissio examinadora.
Jos de Calasans Ruto Duarte, professor pu-
blicoMauteuho a multa imp sta ao supplieante.
As allegacGes que f&z nesta peticio nao podem
prevalecer contra os fundameutos da im pos icio da
pena, quer por uo estarem provadas, quer per
nao terem valor alguio.
16
Maria Rita de Aguiar Fonseca prof. ssora pu
olica.Encaminhe-se.
Eduardo Mouteiro de Moura, professor publico.
Encaminhe-se.
18
i .ir eeneio Mendes Lopes de M< ndenca. profea
or publico.Sim, mediante recibo.
Officio do director da Escola Norma'.Passe
penara nomeando Juo Chritostomo de Mello Ca
oral.
Francisco Gomes Prente Habilite-se o aup
pilcante na lrma do edtal desta reparticao do
1." do correte publicado na foiba i facial.
Secretaria da instruccao publica de Per-
ambuco, 18 de Maio de 1887.
O porteiro,
J. Augusto de Mello.
Assembla Provincial
SESSO EM 23 DE ABR-L DE 1887
7SE5IDEXCIA DO EXM. SR. DR. JOS MASOEL DE RIK-
ROS WAHDKRLBT.
(CondmSo)
Veeai ui s, sao '.idas, apoia las e entrara em
isso, conjunctamente c:m o prrjecto, as se-
s emendas :
~ N. 79. A Cmara Municipal 'io R-cife abrir
cencurr neis para o i matadooro, tazando
o contracto, tuj i prasu nao i xceder de tr a anu< ?,
ecm quem melboret ', nao po-
dcodo -' rvico ser f il
administr cao U Amaral. Rodri-
gues Porto.
N. 80. Fica a Cmara Municipal de Caruar
aatorisada r qui estiver a devi-r de costaa
ao Dr. Estevio de L cer la Rodrigues P rto.
N 81. Fica M miopal de Bezerros
autor .i i'jm 'iuilh.rmino Tnvaies
de Medeiros, ou ecm qu- m mi-H.crrt v.utagens
i.ff recer a tcnstruccio de uina casa de mercad*
na cidade d mesioo Dome, mediante as seguintes
cond-ces :
i O rusto do edificio nS i rX inferior :>
4000.
2* Ao contractantt- perteneer mef; de de todos
os iaMMMtOS e brad s bu mesir.o marcado p?l-i t m-
po mximo de 12 ann: s, findo o qual entregar o
dificij -m porfeito eetado de eonaervaeSi, perce-
bendj a indimuisHco nuuca fupenor a m.fad-
do v!or di mesmo. -Reg Barree.Regueira
Costa.
N. 82. Fica a Cmara Municipal de Goynnna
autcrifc:.di a pagar de preferencia o que estiver a
dever ao Sr. 1'n.ii.itC" Leovigildode Albuqnerque
Maranfaao.Julio de Birros.Soares de Amonm.
N- 83. As disposieoes geraes :
Fica a Cmara Municipal de Taqusretirga aa-
torisada a contractar a cnnstrucco n sede do
ainnicip;o de um cas de mirado, percebendo o
eontractante por epac-> de 15 aunes quautia cor-
repoudentc a metad-' dosimpostos existentes pelos
gneros expostos venda, e dt-sapropiianlo a Ca
icara logo que finde eote praso a irferida cas,
iodtmoisando o seu proprictario de mt-tade do va-
lor, achando se sta cm perfeito estado de con
iervac'>--Ree Barros.
N. 84 Ao | 41 do art Io Cmara de Cimbres :
Ao n. 3 cm lugar de 200, diga se 250*.Kego
Barros. _
N. 85. Fica a Cmara Municipal de Garuara an-
risada a pagar feo adv. gado Juvencio Taciano
Maris o que es'iver a dever de t-asUa.Aaoaral.
N. 86. Emenda ao art. 2 do prnjecto n 22
Fiea redolido a metade o imposto de que trata
a le n. 1,866 do anno passsdo.Joo Al ves,
(ereu'ano Bandeira.
ti. 87. Additivo.
Os mercieiros podem conservar par aljramns
horas do da da chegada na p:rta do estabelrci-
mento, os grandes vclnmei, coro tanto que nio
obeteai o livre transito publico.Soarei de Amo-
rim.
N. 88. Additivo.
Cada mercieiro pode ter um sea estabelecimento
at viote e cinco caixas de kerosene.Soares de
Amorim.
N. 83. Fica reduzido a mil ris o imposto
creado sobre inimaes que forem soltes ns campos
do municipio de Taqaaretioga, pela lei n 1866,
do aano pastado.Hercnlano Bandeira. Joio
AJves.
N. 90. Ao 8 2 acereaeenle-se : ao n. 7 200J,
tirndose do o. 12.-Ferreira Vcllato.Gomes
Prente. ..
N. 91. opprima-se o 80 do art. 2<>.Bats e
8'lva. _, M
H. 92. Disposicoes geraes : Pica a Cmara Mu-
nicipal da cidade da Victoria aatorisada a pagar
a Marcelino Jos Maria de Almeida o que estiver
a dever de costas judieiaes. Ratis e Silva.
N. 93. Fica vigorando o lugar de auxiliar de
aogenhciro da Cmara Municipal do Recite cora
o vancimeotos que actualmente percebe, at vagar.
Ratis e Silva.
N. 94. Em lugar de 2204 para a pu l.cacao do
expediente, ed.taea de alistamento eleicoes, di-
ga te 4004. R-tis e Silva.
N. 95 Ao 6 9. Ao teerivio do jry da Victo-
ria, em lugar de 600J, diga-te 800*.Ratis e
Silva. j j
N. 96. Ao n. 5 do 6. Ao administrador do
eemiterio da Victoria, em logar de 500* diga-te
600*.Ratis e Silva.
N. 97. Ao n. 1 do 8 54 do art. 1- Em vez de
300*, diga-se 600*.- X Mariz.
N. 98. Ao n. 12 8 54 do art. 1. Em vez de
1:600*, Isia-se 1:300*.J. Mariz.
N. 99. Supprima-se o n. 7 do 53 do art. 1 o
J. Maris.
N. 100. Ao n. 14 53 do art 1.' Em vez de
100*, lea se 360*J. Mariz
N. 101. Soppnma se o n. 10 r.3 do art. 1."
J. Mari. .
N. 102. Ao n. 9 53 do art. 1." Depois das
palavras procurador, leia-se : e mais 80 rs. pelo
trabalho da aferico.J. Mariz.
N. 103. Fica autorisada a Cmara Municipal
do Brejo a pagar as cusas que forem devidas ao
Dr. Luiz da Silva O.ismao, juiz de direito da
mesma comarca.J. Mariz.
N. 104. Offerec) como emenda, onle couber
o presente projecto n. 82 do anno passado :
Art. 1 Fica a Cmara Municipal da cidade
do Recife aatorisada a cootractar e>m a pessoa a
quem couver, a solucio'ou quitaco d> debito
actual, eoatrahido Dla meBuia Cmara Moni.-ipal
eom o Banco do Brasil, mediante o gozo do ren
d'mento do mercado publico de S. Jor pelo tem-
po de oito nimos.
Art. 2.' O contracto peder sor feito c->llectiva
ou singularmente, sendo o eontractante obrigado
a assigual-o dentro do praso de 30 dias do em que
fr ajustado e deliberado em sessao da Cmara
Municipal.
Art. 3o O eontractante s podera tomar conta
do mercado quando exhibir na Cmara Munici-
pal a quitaco do referido debito, passado e assi-
gnado legalmente pe" sea redor o Banco do Bra-

Art. 4." Nj fim dos citos < to i.nnos entregara
o centractante \ Cmara Municipal do Recife o
mercado publico de S Jjt no mesmo estado de
conservaci em qa.: o receben, e bem assim to-
dos os seus uteneilios, dos quacs tomar conti p;r
um inveutariojque asignar e ser laucado n:
corpo do termo do contracto.
Art. 5. Em vista da lispos:co supra, ser o
eontractante obrigado a indemnisar todo o prijui-
tn que houver p*ra a Camaia, no acto da entrega
do mercado, -juer por fjltn de algum utencilo,
quer po' deterioraco ou uio estado oe limpesa
do edificio, sendu o prejuizo avaliado por dois ar-
bitros e um deee-npatador a cint-nto de ambas
as p rtes contractantes, sujeitando-seti isaodes-
em,at:S'-m recurso algum.
Art. G" O eontractante no freso do tmpo da
ces-j do mercad} publico de S. Jos ser obri-
gado a rcspeit.ii as posturas municipaes, referen-
te & tabella dos precos dos g eros, e os imp
oatabelecidus sobre esses, sob as penas da le em
que huuver ucorrido.
Fieam re vegadas as disposicoes em contrari'-*.
Recifj, 4 de Maio de 1886.R.tis c Silva.
N. '06. Fica cralo o lugar de ajudantede
engenheiro, eom 800* de orden..do c- 400* de jra-
tificacaoJote Mura.
X. 106 Uonde eoubcr. Fica a Cambra Munici-
pal de Panelaa autorisada ii pagar ao esciivo
Jos Mitli lis de Oiiveira Guimaree, o que Ibc
d. ve de cusas ju licites, sendo e>t o pagamento
pelo saldo lstente no cofre da mesma Cmara.
Regueira Costa.
N. 106. Ao 10 do art. 1. De aeeordo eom c
orcamento da Cmara Municipal de Ipojuca. ac-
crebceut-se : ordenado do Cocal do Iprjaca 80*
L ureiicj de S.
N. 18. Ao 11 ao art. 1." ao n. 4. Em lugar
de t poi ceuto diga.se 8 por cento.L^urenc>9 de
S.
N. 109. Ao 11. Ordenado do fiscal do 2- dis-
tricto 120*. -Liur neo de S.
N. 110. A 10 do art. Io Em )ug>r de fis-
cal da wl!a 60*0t 0, diga-se 120*.Loar ocj de
.s.
X. 111. Onde couber. A Cmara Municipal de
Munbeca fica autoris.'da a contrahir cm emprea-
timo ou a emttir ao par apolices de juros de 6 ''/0
ao auno at a impoitanci de 4:000* e do valor
de 21*, DO*, 100 e 00* para c. nstruir ou com-
prar um edificio que posea servir nao to para nelle
ffectuar as suas seetoes, mas anda para jury e
clncoes.Lour-neo de S.
N. 112. Ao 41 do it. 1." aecresecnte-" : or-
denado oo fiscal da Ponte dos Carvalbos 100*.
Lourenco d>- vS.
N. 113. Ao 53 n. 9. Em lugar de 20/o pelo
trabalho da aferico diga-se 10 "/..R.drigneb
Porto.
N. 114. Os vencimentos dos an.annensesda Ct
m.ra Municipal do Recife, Ce m quinar dos aOi
d s ItnCiOores, s^m^njuizo distes. Vigano Au
gu.-to Franklin.G. de Drummonl.
X. 115. Ao art. 1." n. 12. Em vez de 40*1*,
diga-e f'Ot'.Gomes r'aren e.
N. 116. Fica a Cmara Mun cipal do Ilecifc
autor s^ria a ffectuar o pagamento previsto no
art. 77 da le u. 1,882, logo que e realisar o ae-
eordo que proniovem Penna, Motta & C, eom a
mesma Cmara, emi'tindo paia aso apohce3 a ju-
ros de 7 Reg Barros.
X. 117. S.ja destinada arboristeo da cida-
de de Guvanna a verba snpprimida no S 51, iito
, 200* que percebi. o administrador do cemite,
'na de Gy ncirha.Julio de Barros.
O Str. Ralin e Si vis Em hora to adan
tada. Sr. pie.-ideDte, sou forjado a vir tribuna
para justificar alguinas mesa ao oicamento municipal n'esta 3* discuss-j.
J ti ve occasio, Sr. presidente, de deelarer
ui sti tas qc nao aceito a deutrics, a theorit de
se iaucar mposto sobre crJ dos publicoer sto manifesiei quando discuta -se o
orcamento piovincial, mas nao ob:ti-nte esta mi
uh:. m. aifestaeSo, nio 'ibatante meo proteg'o, to-
dava vote! p-lo arngo, atteudendo a circun.st la-
cias u-uito an >rmaes m que se acham as financas
da provincia porque ela nao tem cutro recorto se-
no exei-di'r-se uo modo de equilibrar as suas fi-
Dancaa ; mas tratanda se agora do itr-posto ln-
cadn sobre < mpr. gados mnuicipaes, *;u venho rei-
t irar essa mii.ba opima i, sem restriceo, porque
a Camaia Municipal tem iecurao?, nao precisa de
exceder-se.
Sr. president.*, o impiato lurcado 8>bre n r-
enado dos eropregados pblicos, injmto, ri-
diculo, absurdo e at inconstitucional.
O or 'nado do empregado public", nao mate-
ria tributiV-1, porque urna remuneracj lo ser-
vico que a empregado presta provincia ou ao
municipio ; desta r. uioi:era,-o in-onr.-*tav lmeu'e
na-ce um quan contracto que elle faz ecm a pro-
vincia ou eom o municipio p^r prestar Ihe os seus
s rvi;ot.
Desse facto resulta a obrigai^io que elle contrae
de prestal-os e isso nao outra eouss, sano
um quasi contracto, eomj define Ferreira Borges :
doutrma que est de neordoc m o que dispoe a
1 gisiacao franceza no cdigo civil art. 1,371.
Ora, se o ordenado do empregtd > publico pro-
vm de un qu.isi contracto entre elle e a pr vin-
eia i u o municipio, urna violencia, urna i.ijustic*
sujeital-o a um imposto ; por aesim dizer, dar
o g verno c-im a mao direita aquillo que elle toma
C' m a mi esquerda : isto ridicul >.
Alm iieeo, Sr. presidente, o imposto laucado
sobre o ordenado dos empregad >a pblicos in-
constitucional.
E' verdade que o 15 do art. 179 da constitu-
cao, de'ermiua que teido cidado concorrer na
pr | orcio dos seus haverrs para as despeaas do
aatado
Mas, tenhoreg, o ordenado do empregado pnbli
to constituir baveret ? O que sao h veres ?
Haveres eio bens, sio propnedadea, eio rique-
zas. E' n'este sentido que a lei empresa a paU-
vra baveret, isto o rendimento que o eidadio
tem pelos aeut bns, pelo seu commercio, pela ana
industria etc.
Ora, o ordenado do empregado publico, sendo
ima reraant racao que te Ibe d para prest .r c -r-
tos e determinados servioos, nao pode constituir
haveres porque o salario do seu trabalho ; e, se
nio pode sustituir baveret, como ha de recahr
tobre riles om imposto qaalqaer ?
Logo est tora da prescripgab constitucional
O empregado publico apenas tem o mesquinbo
ordenado, que te Ibe d para a ana subaittencia, e
s vetes qutndo elle mait precisa nem isso tem.
Quando o empregado publico adoece, occasio em
que elle mais carece de recursos para viver, para
tratar se, para manter te, privado dos seus ven-
cimentos.
O Sr. Reg Barros E quem nio empregado
publico onde vai buscar meios para tratarse ? o
negociante, oadvogado e todos os outroa ?
O Sr. Ratis e SilvaO negociante tem os meios
no seu negocio., nes seas haveres; mas o empre-
gado publico nio tem haveres e se os seus orde-
nados faltarem-lhe, ou ha de morrer de fome ou
ree rrer a caridade publica.
Portaato, Sr. presidente, o ordenado do empre-
gado publico nmi ramuneracao por servicos
prestados ao Estado, a provincia, ou ao municipio,
nio cmstitne haperee, e por conseguate uo est
nos ternwt da lai, isto est fr i do preceito
uonsttuciona', qae astada que todo oidadao con-
corra na proporco dos seus haveres para as des-
pezas do Estado.
O Sr. Reg BarrosMas isto questio ven-
cida.
O Sr. Ratis e Silva Vencida onde?
O Sr. Reg BarrosAqui, na lei geial.
O Sr. Ratis e SilvaO nobre deputado que en-
carregue-ee de provar o contrario do que estou
dizcndo.
O Sr. Reg BarrosA lei geral nio deduz 5 /
dos \encimeatos doj funecionarios publieos?
O Sr. Ratis e SilvaA lei geral deduz essa por-
centagem dos empregados geraes, pjrque a navio
ou a provincia carece de recursos para equilibrar
as suas financas.
O Sr. Reg BarrosO mesmo se d eom a C-
mara.
O Sr. Ratis e SilvaNio ba tal: a Cmara
Municipal nao precisa saltar por cima da- lei para
libertar-se do seu debito ; ella tem recursos, o esees
cstao estabelecidos mesmo na lei. Demais. .
O Sr. Reg BarrosSe tem recursos na lei o
que faz delles ?
O Sr. R*tis e SilvaTem recursos o eu vou
mostrar ao nobre deputado que nto me psd-r con-
testar.
O nobre deputado nio sabfi que a Cambra Mu
nicipal tem 50:000 annualmente para amortizar
a divida municipal ? Nao eabe que o rendimento
todo do Mercado est destinado a essa amortiza-
do ?
O Sr. Reg BarrosAt hoja in nomine.
O Sr. R.itis e Silva Nao, senhir; a Cmara
Muni< ipal tem remettido quautias por conta de
seu debito, tiradas essus quantias do rendimento
do Mercado; se nomine favam exeeutar a
lei. IIi urna lei que estabilece isso, que manda
oue todo o r?ndia.e:to do Mercado seja applicado
a amortisaco da divida municipal. Porque nao
se taz isso? Eutao nio tem ella recursos?
E s querero que a Cintra Municipal se libarte
mais rpidamente desse seu enorme debito, acertem
um prrjecto que fnraiulei to annfl passado,? Ii i
i mandei me-a como emenda, sob o o. 62...
O Sr. R go BarrosE' quanto a irim a p or
soluv'i '
') Sr. Ratis e Silva. .. porque em orto anuos
ella ficar livre.
Mostrarei que nao a peior. ms a melhor solu
Vo, quandj tiv r de diseutir ense pr jeeto ou
emenda.
Demais, S.\ presidente, constitaioio obrig i i
' -. .'-. con correr na proporco dos seus haveres
para as desp"ZH3 do Estado.
Por coiiseguinto eu peigunto V. Exc, eu per-
guuto casa : o pagamento dos venoimentos dos
empregados pblicos ser ou nao des peta ? Iiea-
p udam isto? Nio me podem responder nega-
tivamente.
Oea, e o pagameuto do-- vencimeutos dos em-
n .-.id )s pubcos i urna despez.i, como se uerer
anear unpo to sobre d-spezas para o pagament
das mesinas deepezts? Se isa-, nao absurda, se
nao um contrasenso, eu nio se que nome
telilla.
Finalmente, Srs., o ordenado devido aos empre-
gados pblicos cousa sagrada ; e ci usa ti > s i-
grada qu--, desde os orimeiros tempos, desde que
nos rege nos pela legislacio portugu 'la, que uesse
ponto anda actualmente vigora, o ordenado do em-
pregaao publico foi cercado de muitas gar.ntias,
de modo que est sento de todo e qualquer ouus.
Sobre o ordenado do empregado publico nao se
p le fazer penbora nem hyp-jtheca.
Se essa a disposiciu da le, se o ordenado do
mpregaio publico nao pode constituir haveres, s
pelo contraria est cercado de garantios estabel-'-
cida.- pelas les geraee e leis antiquissimas, como
que se quer agora considerar baver s os ordena ios
dus empregados, lan;andi;-se sobre elles am un-
poet; ? Pois, uo podeui ser peuhorados nem hy-
[io: becados e podem sodrer uiua imposivio ? E para
que ? Para pagar-se a di speza do Estado, grado
o p-.gaueuto c'e ordenado urna despeza tambein?
Eaiao inpor sobre objectes de despeza, e isto
iuconsequencia, um centra-seus.', inseousti-
tuciontl, um absurdo nesmo.
E' p.-r estas cousideravoL-s, Sr. presidente, que
entend que devia mandar meza a emenda sup-
primiud o 80 do art. 2o do orQamento uiuui-
Cipal.
Quizcra discutir e justificar outras emendas, mas
i u as teudo mo, porque for -.m a imprimir,
termino aqu esperando que ellas voltein discua-
eio para cumprir ento rase dever. (Muito bem)
Fica a iteussio adiada pe'a hora.
Paesa-so
2 a pgTE X)A ORDESI DO DA
E' sem d' bate approvado em 3" discussao o pro-
jecto n. 12 deste anno, que euviado commisso
de r daceo.
Entra em 2.a discussao o proj-jeto n. 13 deste
tono.
Vi .n mesa, lida, apoiada e entra conjuncta-
mente em iiscusso a seguinte emenda :
N. 1. Dos impostes addicionaes que percebe
a Santa Casa deduzir-se-io annualmente 17 con-
tos para pagum- ntos do jaros e amortisa^ao do
emprestimo at sua extineiao total Prxedes Pi-
tanga
Encerrada a discussao e posto a vos'os, a pro-
jecto approvado eom a meada.
E' approvado o art. Io do piejecto n. 8, cuja
discussao ficara euceirada na sessao anterior.
Eutra to discussao e, s- in debate, tambera
approvado o art. 2o.
Entrara em discussao e sao, sem debate, igual-
mente approvados : em 3a discuasio, o projecto n
3, que rcmi ttido couiinissao d redaccao, e em
Ia o de n. 36, ambos dente anno.
Entra cm 1.a discussao o prLJeetj a. 5 deste
apoo.
O Sr. Joo de Ollwcira(Nao devolveu
o si u discurso).
Encerrada a dseuscia e posto a votos o projecto,
approvado.
Euti-.m era discussao e sao sem debate appro-
vad s. em Ia discaatao,a pnjecto n. 4 deste auno,
e, em 2>, o de n. 74 (i-. 1886.
Os projectos ns. 36, 5. 4 e 74 sao dispens.dos
do intersticio, a requeiim-ntcs dos Sr. Herculano
Bandeira, Rosa e Silva, Ratis e Silva e Reg Bar-
ros.
Eutra rm 2' discussii o art. 2o do projecto n.
20 de 1884.
Okr. Jomo de Oliwelr(Nio devolveu
o seu discurso).
Ningaem mais pedindo a palavra, encerrada
a discussai- do art. e adiada a votaco por falta
de numero.
O Sr. Presidente levanta a sessio, designando a
seguinte ordem do da ;
Ia Parte : ciutiuuaci. da antecedente ; 2a par-
te : continuaco da untecedente e mais Ia i.iscus-
sio doa projectos ns. 52, 58 c 63 e 2 do de n. 36(-
todos deste anno.
29 SESSO EM 22 DE ABRIL DE 1887
PBESrDBNCIA DO EXM. 8E. DB. J08K MASOtL DE BAIBOS
WAH F.BLKY
Sommabio :- Chamada e abertura da sessao.-
Leitura e discussao da acta.Discurso
do Sr. Jos M naVotacioe appro
vacio da acta.ExpedienteObserva
epes pela cTd m do Sr. Jos Mara.
Continua a discussao do requerimeoto do
Sr.Jos Maria sobre negocios de Bom
Jardn.Discursos dos,-rs. Jos Maria
JC. ata Gomes. Votai^oe regeicio do re-
querimeoto.! parte da ordem dotfia.
Leitura e apoiamento de emendas.
Discursos dos Srs. Ratis e Sil /a, Reg
Barros, Prxedes Pitanga.2a parte da
oraem do da.3' discussao do projecto
n. 34 do anno passado.Leitura e apoia-
mento de emendas.Oaaer-tacoes pela
ordem do Sr Jos Mana-Appro\acio
de um Teqoerimento de adiamento do
8r. Gomes Prente.2 diacutaio do
projecto n.21 desteanno.Leiturae apoi-
atteoto de emeudas.Discurso dos Srs.
Jote Maria, Julio de Barros e Gaspar
Draromond.Eneerramento da discus-
sao e adiamento da|3a do projecto n. 105
_ de 1886.Levanta-e a sessio.
Ao meio dia, feita a chamada e verificando-se
estarem presentes os Srs. Antonio Vctor. Ratis e
Silva, Visconde de Tabatioga, Lourenco de S,
Domngues da Silva, Barros Wanderley, Laiz de
Andrada, Juvencio Mariz, Coelho de Moraes, Rj-
goberto, Barros Barreto Jnior, Constantino de Al-
buquerque, Reg Barros, Rodrigues Porta, Augusto
Franklin, Soares de Amorim, Goocalvea Ferreira,
Costa Gomes, Rosa e Silva, Alfonso Lustosa, Fer-
reira Velloso, Sophronio Portella, Gomes Prente,
Costa RDeiro, e julio de Barras, o Sr. presidente
declarara aberta a seisio. .
Compnreeeram depois os Srs. Prxedes Pitanga,
Jote Maria, Joio Al ves, Dromnond, Bario de
0 ijar, Regueira Costa e Ferreira Jocsbioa.
Faltara os Srs. Bario de Itapiasamt, Amaral,
Joo daB, Anir Dias, Joia de Oliveira, Solutit
de Mello e Herculano Bandeira.
E' lida e entra em diseasso aeta da sessao
antecedente.
O Sr. Jo HaraA acta, Sr. presidente,
uio encerra a verdade do que ccorreu na sessio
passada.
As suas primeiras p ilavra conten urna inexa-
ctdio clara, evidente e palpavel.
Assim diz ella : (II).
V. Exc sabe, bem como a casa, qua a sessio
nao cemecou, segundo determina o regiment, ao
meio'da, vate minutos dpois, no relogio da casa,
2 que quer diter 50 ou60 mmutos'depuis do meio
oa, em todos os relogios da cidade, a 1 hora por-
tauto, foi que S. Exc, o Sr. presidente, abrm a
seaaio. Tanto verdade o que digo que a hora do
expediente, proloagou-ae at 20 minutos depois de
meio dia. Smeute a esta hora, foi que S- Exc.
annunciou ao nobre deputado pelo 5o districto qua
a hora estava terminada, e S. Exc. tendo pedido
obti-io 20 minutos de prorogaei-', oceupou a tri-
1 b na at40 minutos depois de 1 hora.
Eu appello para a casa e prneipa'mente para o
testemunho de V. Exc. e do Sr. 2 secretario,
para que me conteetem isto.
Se pois os nossos trababais come;aram hiutem,
depnis da hora regimental. para que reaar a acta
um inverdade ? Se V. Exc. infringe o regi-
m uto, manda'jdo propositalm^nte atrazar o relo-
gio ; se V. Exc. infringe anda o regm-nt i abrin-
o a scjsao muito tempo dep is que o relogio da
casa marca meio dia, pai a que contar u acta urna
inverdade, para ue nio narra ella o que se
passa ?
Nestas circunstancias, para rest ib -I 'cer inte-
gralmente a verdade di que 3.' passou h ntem
nesta caga, vou enviar m-ai urna emeuda, logo
que termiue o m-u discurso.
Nao ae persuada V*. Exc, Sr. presidente, qu-'
eu nutro a esperance de que esta emenda seja
approvada. Eu b iia sei que el'a ser rejeitadu,
assim como sei tamb m que oenhu n di s oobres
deputados ter a corsgem de contestar o qae ve
ub-> de diter. A emenda ser rejeitada, mas d is
o Aunaes ha de constar que, determinan > o re-
giment que as noasaa sesso?3 eom c.un uo meio
dia, prineipiam entretanto muito te.npo
dessa hora ; que a acta o l verdade, que
uindcputadu (evaiita-se para justificar U Ba "mon-
da, restaKilcjenio a verdade adulterad 1 ; qu--
esta emeodi I.inge de ser aceita rejeitida p-la
honrada mal Oria que dirige os nossos trabilhu.
indo is-io dos .iiiiaes, o que s rvir
para bem aqmlatar-.-e do que vai por esta situu-
V i eu d iu-cne por sati -! i.
Eu nao t'.lio, eu nao procedo por ess m>do
para a actualidad* ; eu t.-nh) um fim inuii di-
verso, que mostrar aos vial mros o que era i 1-
felizuiente a nossa gente s os hoineus de h ije.
O Sr. P.'axedes Pitanga A gente oj
passado
O Sr. Joi Maria Di'as estas palavras, vi u
redigir a minha emenda, e d'-volvo a V. Exe. esta
aeta qu-; eucarra umt inverdade, esta acta qu
ni > nos honra.
Vem mesa, lida, apoiada e entra em Uia
C118S0 a seguinte emjnia :
n Em v z de meio dia, diga-se : 20 minutoi
deu'iis de meio da.Jos Mana.
Encerrada a discos a>, approvada a acta >
rejeitada a envnda.
O Sr. Io secretario procede leitura do se-
guinte
EXPEDIEB-TT!
Urna peticSo de Jos Z ferino Braynrr Rangei,
escrivio do crime e jury em Pao d'Alho, reque
reudo consiguavo da verba de 32670:i, que Ihe
deve a Cmara Municipal dalli de COstaslA'
commisso de orcamento municipal.
Outra do alferes da guarda cvica Joio da Sil-
veira Tavora, requerendo um anno d> licenva
eom todos os vencimjutos para tratar de sua sau-
de. A' commisso de peti^oes.
Oura do Tito Alvares da C-inha, arrematante
de d.eraos impostosda Cmara Municipal da Vic-
toria, requerendo nm abate da 5a parte no va^r
da arrema'avo. A'com.nissi de orvameato mu
nicipal.
Outra da Companhia de Sunta Thereza, reque-
rendo pagamento d' l8:S09S17, pela illumma^io
publica d- Onda, durante os me-zea de Ju>ho de
1886 a Marco de 1887.A' commisso da orc,-
inento provincial.
Outra da mesa rege-Jora da Veneravel C 'aira-
ra de X 1 sa Siili ;ra do Rjuari.1 da fregueeia d -
Sinto Antonir, requercido a extracoio de duas
partes de suas loietias.A commisso tic orva-
meato provincial.
Outra de Genesio Libanij de AlbuquerqueMin-
teiro, requerendo consiguavo :e quota para seu
pagamento, por ter ieccionado particularmente no
Siiio Rodrigo da cidade da Eseada uo anco d^-
1881, a 35 aluraao8 gratuitamente.A' commisso
de orcauwulo provincial.
Sao I idos, julgados objectos de deliberacio e
vio a imprimir os seguintes prujej'os :
N. 66.A Assembia Legislativa Provincial
d Pernambueo re3olve :
Artigo nico. Fica elevado a qua ro o numero
dos officiaea de justica privativos para o eervijo
da Fazenda Provincial.
S 1- A nomeacao dessea ofBciaes ser feita nela
forma dtterminada no urt. 3- da le provincial
n. 237 de de Maio de 1849
2- A gratitcavio o porcentagem que perce
bem actualmente os dous otciaes privativos serio
divididas igualmente pelos quatro.
Revcgam se as dispares em contrario.
Em 25 de Abril de 18 7.Gencalves Ferreia.
-Ooelhu de Morae. Gomes Prente.
N. 67.AAts de r-ernwmbuuo reaolve :
Artigo uuico. Fica o presidente da provincia
auteneado a erear na Escola Xormal, urna cadei
ra de desenho, que sera regida por urna proesso
ra de instruccao publica firnnaria, percebendo
vencimentos equivaleutcs s profesaoraa de 3* en
traucia.
Esses vencimentos Berao pagos eom a verba
marcada para qualquer cadeira de 3a entrela,
que o presidente julgar net^saa rio aupprimir.
R-vogada8 as disposivoe8 em contrario;
Em 25 de Abril de if87.Soares de Amorim.
(Contina.)
Commisso de soccorros
fciibscrlpro aos nanfrags do
vapor Babia
fragos do vapor .Baha. I O abtixo assiguado
vem por este meio participar que veio repeatina-
mente no vapor Aymor* toindo conseguido pat-
ssgem^gratia, participa qae qe acha as meamaa
condic5e8 de necessidade e anda mais, doenie, e
por ato impoa?ibilitado de trabal8ar, que o uni-
do recurso que tem, por estis ratoes expoatas pe-
ie ao Sr. thesou'-eiro da coromiaeo o ravor de en-
tregar ao Sr. agente da Companhia Brasileira,
ah, aquillo que me pertent^i da aubacripcio.
Esp-ro respoata para ra Primeiro de Mai^o
n. 22, 2* andar e desde j fito-vos muito agrade-
cido.
Sou este sea criado obrigado
Jos Herreroz.
Commisso de soccorros aoa nanfragoe do vspjr
Baha.Pernambuoo, 20 de Abril de 18S7.Sr.
Jos Herrerot.Ra Primdro de Marco n. 23,
2- audkr.Corte. Esta commisso receben a
carta que eom data de 9 do corrente Vmc. Ihe di-
rigi pedinds algum auxilio como oautrago necea
sitado. Ella ignorando ter-se Vm?. retirado dea-
ta cidade, procurou-o eom a in'.encio de o auxi-
liar, e nio tendo o encintrado por aquella motivo,
estimo que lha tivesae eacripto dando noticias
suas.
Neata occasio a commisso entrega a) Exm.
Sr- Viaconde de Itaqui do Norte a quantia de. ..
10" para como agente da Companhia de Nave-
eteo vapor, lb'a fazer chegar as mios, e que
Vmc. ahi recebar, nio aomo oompeaaaeo de aecs
prejuizoi e transtornoa, mas como um pequeo
auxilio para oa min rar.
Desejando-lbe completo restabelecimento de
sande e todas as felicidades subscrevo-me
De Vmc muito attencioao e criado
LuizgDuprat,
Thesoureiro.
Pf-rnambuco, 21 de Abril de 1887.Ulms. Srs.
presidentee mais membros da commisso de soc-
corros aos nufragos io vapir Bahia .Tenbo
a honra de remetter a V. S. a inclusa importaa
cia de 293750 proveaieate de urna subscripcio
entre os paasageiros do paquete fraocez Niger
e que me foi remeftida pelo Sr. Berenger, commis-
sario dj sobredito paquete, com segu- :
Em notas 13410 >0
Em oura f. 355 a 450 159/1750
Como cima Ra. 293*750
Sou de Vs. Ss. attonto venerador e cralo
agente.
Augusto Labille.
Connmisaj de soccJiros aos nufragos -!o '
Bail
Reeife. 25 de Abril de 1887.
Illin. Sr. Esta ccmmiaaiu ten a Innr.i do 1 -
cusar o recebunento da crea de V. S. datada de
11 do corr-ute e eom ella 1 quautia de 293750
producto de uma subacripf.lo promovida entre .'.1
;> ssag-iroa dopiqueti trunc i Vigir em fa-
vor dus nufragos .11 vapor Bihia 1 a qual f.i
entregue a V. S. p l> Sr. Be-enge; digno
mistara d'aquelle vap>r.
A commissi > dar a -e.-. n,iplieva i>i | ..'-
la simim e agradece a V. S. e t las ai
s >uh -ros a sua esm a.
D.'iis guardd a V. S. Illin. ;n
le, digno agen'e la c aoanhia Mssagerie Mr>
ti oes,
Jo.
ie '-11. ::.
. r i :-.' -.
-. ie larroa l.irrn'3,
secref i! io.
Luiz Dup-at,
i-
L'ompinliia d: trii -. urbana io R
O in 1
Reuili ,21 le A iril de 1887.
Illin. Sr. Pnsso aa mua d-i V. S. a quanti-t
de 50, que ma acabiu dea'r entr-gue pelj Illm.
Sr. major Liurentin Joe de Miran L, digui di
rector secretario da comptnhri o.notiii de te-
rem aldiciouados a subacripi^io promovia
is empregados a qual attiuirir :.-;s."i o valor I<
2.0.
Deua guarde a V. S. Ilui. Sr. Jos Joio le
Transporte do Diario de Pernam-
buoo n. 96
AlpiniaooCtvalcanfe Marques
Cabido de Ohnda
Francisco Lniz Correia de Andra-
de, ds Alagoas;
Msnoel Cyrillo Wanderley
Nunes, Aluieida 4 C do Para, por
mi de Amoiim Irmios c C.
Subscripvio recebida pe'o jornal O
Paiz do Rio de Janeiro
Escola primaria da ra do Pires n.
97, professora D. Candida de
Drummond
Imperial Sociedade dos Artistas M-
chameos e Liberaes de Pernam-
buco
Subscripcio promovida na cidade da
Cachoeira, provincia daBah8, re-
mettida pelo Exm. Sr. Dr. Joio
Capistrano Bandeira de Mello
Dita promovida em Barreiros pelo
Rvm. padre Joio Tneotonio Viei-
ra de Mello
Dita da escola pratica do sexo mss-
colioo annexa a escola normal de
Ptrnambuco
Cammisses do Clab Bnsaio Dram-
tico Pao d'Alhense
24:897*050
5(KK)
45/000
5o*h:o
20000
OOOOO
131*500
6*400
82*000
443/000
52*000
5*300
208*200
2&0f*4aQ
Rio de Janeiro, 9 de A vil de 1887. -Hits. Sr.
thesoureiro da ocmmitto de soccorros aos naa-
Amjrim mui dign 1 president-3 da o.nni-o 'e
o; aos aaufrAg'M -lo vaoor B ib a
O gerente.
A. Pereira Simoea,
Commisso de soccorros aja nufragos io vapor
Bania
Recife, 25 de Abril de_ 1887.
Illm. Sr.A commisso de socc >rro3 aoB uau
.i do vapor Bahia, receben o ulficio d
V. S. de 21 do correute. e eom elle a quantia da
50*000, que a V. S. foi eutregue pelo Illm. Sr.
major Laureatioo Jos de Mirauda, digao direc-
tor-secretario d'eta commisso, afim de serum
adicionadoa a subscripeo j remettida por V. S.
em favor dos nufragos e da fnnila do tallecido
mmediata d'aquelle vapor.
A mesma commisso dar o devlo destino a
aquella quantia e roga a V. S. que sirva s- de
agradecer em seu noma a aqueile cari-loso cava
Iheiro
Deus guarde a V. SIllm. Sr. Dr. Antonio
Pereira Simoes, digan gerente da Compiubu 1
Trilbos Urbanos do Recife a Olinda c ieberibe.
Jis J'iii) do Ainoriiu.
Presidente.
S de Barros Barreto,
Secretario.
Luiz Duprat,
Thc-oureiro.
Escol 1 Normal de Pernambueo
Recife, 20 de Abril de 1887.
lllms. hrs. )s profes .res e alamnoB-mestres di
EsCoU Xormal d'^sta provincia, remettom a Vv.
Sa. a importaoca juota 94*500 resultado de nina
subscripta) que entre si proinoveram em fvor
d->s victimaa do naufragio d" vapor a Babia .
Deus guarde a Vv. S-. IMms. Srs, presidente
e mais membros da commisso ageuciadora d
nativos para os nufragos do Vapor Bahia
O director da Escola Normal,
Alvaro UjIioi Cvale
A commisso,
Honorina da Silva Reg.
Arthunio Vnira.
'ommissio da soccorros aos naufragas do vapo
Babia
Reeife, 25 de Abril de l*87.
Illms Sre.Esta cmniLso aecuaa o ree bi-
10 nto di officio de Vv. Sa. acompaiihando t quan-
tia de 945 0, produco aa suuscripcio promo-
vida entre 118 professorea e alumnos meatres
Escola, om fivor dos uaufrados do vapor Rabia
A commisso dar a applicav'm a aquella quan-
tia, e em nome d'aquelles iufelizes agradece to
generosa eam da.
Deua guarde a Vv. ^S. Illm. -r. Alvar; Uchoa
Cavalcante. D. Hinorina da Silva R go e Arthu
nio Vieira, mu digno director e membros da com-
misso doa alumnos-meatrea da Escola Xormal.
Jos Joio d.- Amorim,
Pr Bidente.
Sebastio de Barres Barre'c,
Secretario.
Luis Duprat,
Tbeeoureiro.
Secvao 1.a.Secretaria do Polieia de Pern.'imb::co
Em 22 de Abril de (887.
Illm. Sr.Em vista Jo despacho da Presidencia
proferido no 1 lucio do mordomo da C->sa Imperial,
ui que declara qu 1 Sua Ma^estade o Imperador
deseja fazer algum b^nefici a m nina Luisa, nau-
fraga do vapor Baha, pelo modo porque pro-
ceden por occasio do naufragio do niesino vapor
peco a V. S. que te digne informar-me on ie paira
essa menor, miniatrando-me tidot os escUreci-
mentos 1 respeito das cireumstaocias de dita rae-
oor, afim da dar cumpriineuto ao referido despa-
cho,
Deus guarde a V. S.Illm. Sr. Jos Joio de
Amorim, presidenta da eotomissi de socoorros aos
nufragos do vapor Babia .
O chefe de polica,
Antonio Domingos Pinto.
KhviSTA DIARIA
? iiloridttile policialfor portarla da
presidencia da provincia de 16 e proposta do Dr.
chefe de polica de 13 do corrente, foi nomeado :
Subdelegado do 3* districto da Penha, do termo
da Floresta, o cidado Ang- lo Goncalves Torres.
O lenente-ooronel TorresO Jornal
do Reeife de bontem pubueou a seguate noticia ;
Tendo-se extinguido o prazo de 24 horas mar-
eado pelo Tbes^aro Proviocial para o tbtssoan ira
da grande leteria em beneficio da Colonia Isabel
reeoihel-a e e dmheiro resultante da venda doa
bilhetes, foi requistade ao Dr. joia de direitoj do
2 districto criminal, mandudo de prisio adminis-
trativa contra o mesmo thesoureiro, que ante-
hontem havia officiado ao Tneaouro allegando mo-
lestia comprovada por attestados mdicos dos Srs.
Drs Cosme de S Pereira, Malaquias e Cys-
neiro.
Encarregado de effeetuar a prisio o comman-
dante do corpo de polica, officiou elle ao Dr.
juiz de direito communicando-lhe que o thesou-
reiro navia aoffirido hontem uma operacio, e que
aguardava aa suas ordena, sobre a prisio.
A aotoridade judiciaria deterroiuou que, po-
deudo perigir a vida do theaoureiro, fosee sus-
tada a eftectividade da prisio at que elle melho-
rasse.
A Provincia de hontem publicou o seguinte
sobre o mesmo aasutnpto :
Foi hontem expedido pelo juit de direito do
2o districto criminal, a requisicao do inspector do
Thesouro Provincial, mandado de prisio contra o
th-soureiro da grande lotera em favor da Colonia
Isabel, que, como dissemos, recebara intimacao
para dentro da 24 horas prestar contas e recolher
a lotera ao Thesoaro.
Para tornar effectiva a prisio apreaentou-sa
na tbesouraria daa loteras o Sr. teen te-coronel
commandante do corpo de polica, acoinpanhando
os otncae8 de justica portadores do mandato.
Nao se 1.lo alii encontrado o thesoureiro, diri-
giram-8e casa onde aa acha este, ra do Vis-
conde de Albuquerque, n. 44, deixaudo de reali-
sar-se a priso em virtude de ter soffrido hontem
uma operado o mesmo thesoureiro.
Verificado o estado d'eate po Sr. comman-
dante de polica, officiou elle ao Sr. Dr. juiz de di-
reito do 2o districto commuuicaudo o que obser-
vara.
O juiz respondeu maulando sobrerestar a
PXfCUcao di orden at que seja possivel a priso,
sem compromettimeuto da vida d> thesoureiro.
Farad N 1 uoite de 7 do corrate, e no lu-
gar Demarca;o do districto de Mur.becaos irma;s
Antonio Jos dos Santos e Agostinho de tal, tra-
varara discussao cora Vicente Tiiom Beato e ufi-
nal deu is;ocausi a sabir Antonio Jos dos Sautos
ferido eom uma t icaJ ,
O criminoso foi pres e fez-se o inquerito que
i remettido a autoridade competente.
Kencolieria le iwwaiin liuraaua-O
subdelegado do districto da Magdalena commani-
cou ao Dr. chefe de policia que, ante-hontem por
occasio de se proceder 11 uma escavayao i;a baixa
dj sitio,partencente aoa berderoa do Mano I An-
tonio de Jeaus para o enterrara 'uto de un boi, foi
encontrada cobertt de cal u na .-asada butnauu.
Ajuia autoridade tomou cono'cimento do facto
pr segu em diligenciad adra do descubrir ae,
Como .e presume, foi aquillo o resultado iie um
criine.
f> bre este facto foinoa ioLrmad s das seguintes
>:i ::ls :
vaco para 1 er.:err.m uto o boi toi
. z ir, :;.i i p lo ni irador 11' qu :
siui por Jos i'..v..: .. Ion-i .'.1 b .1 u morador as
ti 1.
.1- i; cse-.v-iii f,: 1 pjr traz de uma
l.i.-ia. 1 rt. na n 01 da Remedios.
I achava-si 14 i-il.nis -ie pr .i id
1 j. rct ra i 1 pelo su ) i i 'g ido p ir: ser examio ..I 1
o ir
Ii-> u ugar Remedios sta no
1 >g 1 1 rs5 s explic.
: -'. e q le por ora d xam a le ir ncio-
iiav 1 :_ .1 a-, .1 i : 1 .1
es -. i .1 p in id eito Jo
1.-lineatj la .
Div rasa is fj un j oavi
..1. ua o ai U id .\.i irtia e ex .
. : o i.-. 1 eg ..1 crea da < u lude ou
i lude 1 ._'. 1.
Pn6ej|Xi nm de Birreir a c no dia 14
: :." -, no iigo lio C irast d pi ) iri I 1
coronel Joo Carloa '.1 'uce oifii
ti -1 su-? 1 lega i lo Io dist
'isa 1 do crimio to Hth a de A 1-
i ida, pr noc., lo 1 I '..I I d- Pa
A m sin 1 auton iade pre.j 1-1 no mesmo li'. 08
vid 1 is M 1111 au 1 da Meil 1, c uh
p Setetmeio crimi iso de feriraeni s gi -.
: tal, c ru li" ti ta-
ihio I- ufana 1a e Cuetano liicar lo Brasil, co-
irio, criminoso no t'rmj lo Bu-
.
(iivoriio Jo iii-(inJ>. ."^. Esc. Kv ua. o
- 1 1 esauo considerando que a numobilidade
iarocb)3 de le geral da Igreja e |ue, embe-
t 1 p i' 1 XCepcio po--;iun as par ichl >s s r prvidas
licita e uauonieami nt de p-.r chos am vivis, ha
vendo justas causas, :jii.n suinpre que lr poa-
tivel, cumplir a regra geral, m-iis que ba nesta
li ices necessidade e utilidad 111 proviroento de-
finitivo de diversas paroebias : reaolveu proceder
a concurso para esse i.s>, o q ie oinusu ncou aoa
vigarios encjmmendados para seu previo eonheci-
mento.
S. Exc. em sua circular accresccntou :
Aos parochos ao a leeasariaa militas qualida-
des que na reaummoa ein duas .'os'umea iiliba-
d< e scieucia sutfieiente.
A quem faltar a primera qualidade, nao admit-
tirrmos ao concurso, in lefennd 1 log a petictw
-i pira evi :r is 1; '.ca
idamente ni lan nos em pir chiatj u-
gum.
Quaiito segunda, aera provad.-i em exam
1 eom rigorosa justica, aem pe le ulguein
rar qualquer especie de c iiic i-'inovii
ita p t le ca]
Entre as provas documentaos, alm d'aqueus
; Jas p ir lei ou costume, exigiremos
I03 CiUlidatoa que forem ou tverem Bid
ehos 1 r va de tere a fi no esm toda r'gu
oa aasenta tientos par. Mu -o de cas oapti-
. idos e ooitos, como '. de rigo. i&u I ', 11 ore c
qual uo admittimus nentuma att 111 ate.
Oppor.un .m-ute seii puOlicadoa editaca, le-
pis dos quaes es parechoa qu ii uverem de con-
irr r sa couaid-rato dispensa I vi lencian-
do sobre o servico parochial.
0a exames oi rao lugar antea d-, '; 1
- 1 1 60 litaes. 1
Club Muer 10 A y ren fiama.Pelas
10 hora da manh de li jo (quinta-feira.1 1 em um
doa s.i oea ;'a Escola Normal, verificar- -ha a 4'
rrncia publica daa promovidas por -,-e Club.
ser orador o Sr. Arthumo Vi ira, s. io bene-
e presi lenta da mesma associai; i
p 1 id-i se da ili -.-e pedaggica : Educafoo e fii.*-
tdo ; temelhanc e difftrenca entr*
K^r.iui d-stribuiJoa muitos couvites para esta
confereucia e portanto de eaperai t i>
curreucii.
A.'i- idecemos o que noa foi feito.
Ferro-va d utbeiro a .to. ii>
A; bontem e pela segunda vez uo p ude ter
lugar a reunido da ssemb;a geral dos aeciouia-
tas desta emp isa por nao teretn comparecido ac-
in uumero Bufieiente p ra deliberar
ore o aasuuipto para que toram ci nvocados.
Uma nova reumio acha-se convocada para o dia
5 do corrente e qualqu r que seja o numero de
jtas, que comparecerem, 1 assemb a ae
constituir e tomar as deliberares que entender
convenientes.
Honor rio do exerciloiPara satis-
fazer uma requisicao do ajudaute general do ex-
ercito inaudou S. f.xc. o general commandante das
..iia-.i desta provincia convidar oa ctfiziaes hoao-
rari s i 1 ejercito, aqu residentes a comparecerem
u 1 qnartei general pira darem seus nomes afim de
serein fcitas as devidas alteraces no almanach
militar.
FnlleclmentoSegundo a uo:icia telegra-
phiea, que hontem recebemes do Rio de Janeiro e
vi publicada na seceo respectiva, falleccu all
ende resida ba algnns annos, o n .aso comprovin-
cian.. D--. Sympbrouio Cesar Coutiuho, medico bem
c.ubcido e abastado.
Tinha o tinado pouco mais ou menos 't annos
de idade e era cavalheiro de fino e ameno trato.
Gimo Io supplente dos tres deputadus eleitoa
pelo 5 circulo ua 13 legislatura, I8G0 e 1861, to-
mou asento ueste ultimo anno em a uos.-a Assem-
bia Legislativa Provincial.
A seu digno irmo, o Sr. Dr. Ermirio Cesar
Ceutiuho, apresentamoa es nossas condolencias.
Captura de desertor-Ante-hontem i
noitr, cerca de 8 horas, uin individuo de edr pre^,
descalco e de mangas de camisa, entrou na loj
de charutos ra do Cabug n. 12, do Sr. Domm-
e Gomes, e aproveitaodo se da occasio em que
o dono do estabelecimento estava ocenpado em
vender charutos um freguet, abri um fiteire t
apnpnou se de charuteiras, cigarreiras, uma csr-
teira e outros objectos.
Sendo, porm, obsUdo por uma peasua que en-
trava neata occatiit na loja, pretendeu preodel-o,
o la Ira > fugio, perseguido pelo clamor publico,
sen lo afinal preso por urna patrulha rondante na
ra do Crespo. ... .
Presente o Sr. Dr. Dr. delegado do 1 districto
que efiectora prisio, venficou chamar-se Fran-
T
,
' MUTrLADO I



.
'
1
Diario de Pernambuco---tyuiuta--fcira 19 de Maio de 1887
eiaco Jos de Lima, ser desertar do 2 batalbo
de linha e aeutmeiado pelo conselho militar. 11-
nha-ac ovadido ha una i f> rcmettido
para o qinrtel do sen btalhio.
rmoaalo peroaMbuMno Coneta-
nos que os profesaorea do Gyarnaaio Pernaubu-
cano, tendo sido convidados pelo respectivo regi-
dor para, em congregaco, emittirem seu areoer
sobre o contracto do mismo Gymnasio, requerido
pelo director do collegio I istituto Acadmico, se
excusaram de dar parecer, por eateoierem que
nao se tratava de providencias vautajosaa e ne-
cessarias ao bem do eatabelecimento.
Dlmtracco Dramtica Familiar
Bealisou esta sociedade na noite de sabbado ul-
timo o seu espectculo m mal, fazendo subir a
cena o drama em 2 actos Amor e Honra, o dueto
Mestre de mueica e as comedias Coutas e lomas e
o 30 botoes.
Foi satisfactorio o dcsempecbs do drama e das
oatraa partes do espectculo, sendo bem inter-
petrados pelos respectivos amadores os papis
elles confiad .s: pelo que se fizerain dignos e ere
dores dos inuitos applauaos que receberam.
O Sr. Julio, ttnto no drama como uo dueto e
as comedias, sebresibio a toda espectativa pela
natjra'ilade e firmeza de ca.-acter j como centro
altivo e nobre e j como cmico.
O Sr. L-al tambera so tornou saliente no des-
f-jjpcnho de sin papis u baixo cmico com
agrado geral dos espectadores.
A AlvorailaRecebemos o n. 5 data inte-
ressante revista militar e luterana de pubiicaco
qainzenal.
Agradecemos o obseqiio.
CanUotinbo Desta localidade recebemos
do nosso correspondente s"guinte missiva :
< Agora, que tnmei sobie os meus hombros o
pesado encargo de inissivista (se que tal pala-
via esteja de cummum aecordo com os meus in-
cultos escriptos), fare o possivel e o que estiver a
meu alcance afim de nao tornar me omisso.
* Oecaaioes ha em que os casos aqu se suece-
dem uus aps outrus, outras, porem, em que den-
sas trevas pareeem oceulta-as.
Co ..oearei por transmittir a essa Ilustrad a
redaecao as recentes noticias dos asrtea.
Alguns moradores d'aqui, que ha piuco re-
gressaram djs sertoes, trazem noticias contrista-
doras.
Os habitantes d'aquelle so'o, com sej Mo-
xot, Cariris e Pajeb estjo coilosado: em tristis-
sima sitw-.cio .'
Grande par'e das su's nlantacoos estao per-
didas e o restante prestes a sao, tanto que se a
Providencia nao ioceorrel-as com algumas chu
vas, pussarao pela deeepeao J; ver todos o> seus
trabalbos frustudos.
C >m quauto 3ej i o aertao co-nposto de um
terreno forte e que aupp 'rt muitos dias d sol.,
todava uecessario ehover para a formao do
grao, ti justamente u'.-ssa occasi2o qu; a ehu-
va j faltou e est faltando.
* Depois de terem inuundado muitas partes do
sertao, causando perda* incalculaveis, as chovas
desappareeeram, deixaado os sertanejos com os
beicos cvm que mamarara, c;mo se ecstum i diser.
Nos tambera nio estarnos bem seguros rela-
tivamente ho invern.
" Communiquei ltimamente que as chu vas to-
mavam um c?rto inerem n'o : pois bem, piucos
dias deoois desspparec' ram e o tempo assemelba-
se aos m'zcs de Janeiro Pevereiro, quant-o aos
excessos de calor.
Temosj ibuio eijlo que sem mesmo haver
chuva essl lucrado, rorui a metale ou mas anda
principia agora em fj ir.
Mais alguos dias ie so e est tudo perdido.
As teiras sao fraqunsirnas e para traustoruar
tudo sao suffioientes quiuze ou dezoito i; sil suc-
cessiv.is.
Os agricultores tornaram-se previden?s de-
pois do nunca olvidad) "7; dedicaram-se com
assiduidade e perseverancia aos trabalbos d > cam-
po ; assim que os gen ;ss agriculares sao aqui
vendidos por ufino prego.
Mas o que ser a pequea abundancia que
actualmente se observa em ccmparaeo da p 'rda
total das novas plaotacoes ?
Oxa que os n .'saos receios tornem-se em
chimera e uao e ie 'i ...
Pomos b surprendi-
dos pela noticia que n >9 trausmittio o telegrapho
da estafa i de Agua Branca u'este pro.ougainento
de haverem all sido assassinados dous hunens,
estando dous outros fondos, um dos quaps grave
mente.
t Eis as noticias que temos :
" iion'era dous homens, tio de um'rapagote, de-
ram urnas bordoadas n'este, e qaizeram fazer o
mesmo hoje n'um seu irmio.
Estavaui huje na tena e foram punidos cruel
e brbaramente pelo seu =obrinhc.
izein, poretn outras pessoas que um dis tos
travou-s" ds r-.zo s com Bailo (assassiuo) daudo-
lhe urna pequea bordeada usando do dircito
que exercia sobre seu sobrinhi.
Bello ( conhecido por esta alcuuha) vend-
se assim eff'iidido, corre em disparada at o lugar
onde deixra u na taca e volta r'urios).
Vai logo de encontrar a um dos tios, e, com
urna tremenda facada matej-o logo ; o outro tio
chegou-3- a elle e foi obsequiado pela mesen* le-
ma, porem nao foi mort-.l o golpe. Um pobre dia-
bo vai acabar com o Oirulbj e recebe do mesmo
urna to desastrada facada que morreo inconti-
nente ; um cunhado de Bello vem saber o que se
estava passaodo e o acelerado recebeu-o com um
profuuio golpe da sua faca.
Inda que esta facada nio produzisse morte
instantnea como a dos dous desgrnalos, apre-
senta symptomas fatdicos,
o J ser malvado !
Matar um tio, um camarada, ferir outro tio e
Um cunhado I
Que ndole !
O delioqueute foi preso em fl igrante delicto.
Pelo qoe c mtara da sua prisilj, deprehende-
se que elle de livre e espontanea vontade entre-
gou-se, porque a perseguicao dos paizanos nao lhe
interceptava a tuga.
At breva.
Bibeiro de Satnpaio em urna msmoria sobra as
aras da Castro.
as minas do adro desta igreja existesa turn-
los feitos de lapides romanas, que os chnstas
aproveitaram para srvirm de parede as suas
campas. Cada tmulo tem ossos de mais de um
esqueleto. Tambaos ^a vallas, muito extensas,
chaias de ossos dispoetos em carnadas 8 separados
por lages.
No local dss ruinas do templo dos romanos, cn-
contram-se columnas e fragmentos de telha roma-
mina ; prximo do templo christo a telha encon-
trada moderna.
Tem apparecido objectes da idade de pedra :
outros dos romanos, orno fragmentos de loueas,
columnas e objectos de bronze.
Este conjuucto de monumentos ou ruinas mos-
tra como se effectuou all a trausifio do paganis-
mo para a christiauismo.
As excavac-s tem sido fetss em differentes
pontos, mostrando ser grande a extenso dai rui-
nas e a sua importancia.
O Sr. Pinheiro tiroa da parede de urna casa da
povoaco do Castro urna ara do Deus E'erno, e
trabalha incessanteinente as suas descobertas
archeologiCHS.
Tal vez que all mesmo apparecim as provas
evidentes de que todas aquellas ruinas sejam da
Brigancium. E' fra de davida que existi all
urna grande cidade, como mostrara estas descober-
tas de surama importancia e que da a dia va j
crescendo.
A marlnba da Hollanda Em i de
Janeiro do correte anuo a marinha hollandesa
compunha-ss da 123 navios e transportes, dos
qua>s 5l> em servic> na defesa das costas, em jO-
caduras dos rios, etc., 16 nos servicos geraes, 28
em servicos esp eiaes e 26 as Indias.
O p ssoal compunha-se de um commandante em
ehefe (o re), dous vice-almirantes, quatro contrae
almiradte8, 26 capitaes, 35 capitaes-tenentes, 120
tenentes de 1 classe, 195 teaentes de 2' classe e
61 aspirantes.
Bennie* oelae*lia hoje as segan-
tes :
Da Sociedado Philomatica, s 10 horas do dia,
em sess) ordinaria.
a confrana da Santissima Trindade, s 10
horas da mauha, no respectivo consistorio.
Amanh :
Cusa Felia na r*fa da Independeocia us, 37
e 39.
Tambem achara se venda na Casa da Fortuaa
ra Primeiro da Marco n. 23 de Martis F.u-
sa&C.
Lotera daParatiybaEsja lotera cujo
premio grande de 20:000J000 ser extrahida no
dia 20 do corrente s3 horas da tarde.
Os bilhetes acham-se venda na Casa do Ouro
ra do Baro da Victoria n- 40 de Joo Joa-
qnim da Costa Leite.
liiitcrla do Eaplrlto-SantoEsta lote-
ra cujo pre.Bo grande 60:000OJO, ser extra-
hida n i dia 21 do corrente.
Os bilhetes acham-se venda na Roda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Tombem acham-se venda na Casa Feliz na
praija di Iudependeni ia ns. 37 e 3).
Lotera da provnola do Paran
A 13 lotera desta provnsia.pelo novo plano, cu
jo premio grande de 15:000^000, se extrahir
oo dia}17 de Maio.
l!:lhtes a vonda na Casa da Fortuna, ra
Primeiro de Marco n. 23, de Martina Fiuza & C.
IiOlerla de alagoa*A 16* parte desta
lotera, pelo novo plano, cujo premie grande
de 15:0004000, ser extrahida do dia 25 do cor-
rente.
Os bilhetes acham-se venda na Casa Feliz
praca da Independeucia ns. 37 o 39.
Tambem acham-se venda na Casa da Fortu
na roa Primeiro de Margo nd 23, de Martiuo
Fiuza 4 C, e na Esmeralda, ra Larga do Rosa-
rio n. 21.
Censlterlo publico.Obituario do dia 16
de Maio :
Manoel das Chagas, Pernambuco, 70 annos, ca-
sado, Boa-Vista : tubrculos pulmonares.
Senhorinha Mara Monteiro Barral, P.rnambu-
co, 84 annos, viuva, S. Jos; senihdade.
Maris, Pernambuco, 7 dias, Boa-Vista; gastro
intente.
Agripino, Pernambnco, 1 anno, Graca ; desya -
ra.
Acrisio, Pernambuco, 3 annos, S. Jos ; menin-
go cerebro tspinhal.
Urna prvula, Pernambuco, 1 dia, Boa-Vista :
pelo chefe de polica.
Mana, Pernambueo, 3 annos ; enterite.
17 -
da Ar-
Do Centre R-publicano, ao meio da, ra do Elias Francisco dos Santos, Pernambuso, 66
Imperador n. 77, 1 andar, para delibe rarem so I aunos. casado, S. Jos ; erysipela typbica.
bre negocios urgentes. l Umbeiina Auta dos Santos Freitas, Pernambu-
Da Assocavao C-mmarcial Agrcola, s 10 ho- i co> I9 annos, solteira, Graca: tubrculos pulrao-
ras, em assemba g 'ral,
Directora da obran de conserva
cao do* portoBoletim meteorolgico do
dia J7 d- Maio de 1887:
Horas 1 0 S 2 2 Barmetro 8 Tenso do vapor 0 0 m
0 a
J
-- na
S m. 3-8 760">46: 19,35 87
9 211 761n>87 20,78 86
12 27a4 76086! 19.54 71
3 t. 278 753-097I 18,92 68
6 26-6 759">6 18,73 73
Temperatura mxima 28,50
Dita mi oima23\25.
Evap iracao ein]24 horas ao sol: 5,ml ; sora-
ora: 2,"3.
Chijva25,'n\
Direccs >ij veuto : S de meia n^ile at aos 28
minutos da manha ; S8VV at '> horas r, 18 minutos
da raanha ; S at 4 h-.ras o 16 inmutis da manha ;
Ss at 10 horas 6 miuntos ; Sli e SiE alter-
nados at 5 horas e 8 minutos da tarde; ESE at
8 horas e 9 minutos; SE at meia noite.
Vcloeidade media do vento : 2",23 por segundo.
Nebuiosdade media: 0.72.
Boletim do porto
Pra mar
ou
b xa m ir
P. M.
I!. M.
P. .
R. M.
Da
17 de Maio
18 de Maio
Emprego da u*se*to brpnotica
Na academia Imperial de Medicina da corte e
em sesso de 19 do irez findo na prmeira par'e
da ordem do da, o Sr. Dr. Erico Coelho oceupou a
attencjlo da Academia com urna serie de faetos re-
lativos ao emprego da suggestao hypnotica no
tractauento nao s de molestias, como de certos
symptomas solados. Assim que por este meio
conseguio debellar o fastio. at ah invencirel, de
nm phthisico e bem assim modificar a impresso
moral tristeque o aeompanhava, pela certeza de
estar perdido por soffrer de nm doeo^a incura-
vel.
Tambem tirou grande proveitD em urna senhora
que soffria de enxaqnecas temveis, ligadas a
constipaba o tenaz de veutre.
Combateu igualmente com vantagem as deres
epigstricas violentas, bem como vmitos, inap-
petencia, anciedade de um doente softrendo de ul-
cera no estomago. Communicou que tem ao sseus
cuidndoa actualmente um collega atacado de para-
lysia agitante, e de cujo resultado promette dar
conta em tempo Academia.
Fallou depois mais extensamente soore o caso
eomplica iissimo de nma senhora que teve urna se-
ne de accidentes graves, entre os quaes urna septi-
cemia superaguda e um vasto abeesso de fossa il-
liaca externa, em cujo tratamento colheu es melbo
res resultados com o emprego da suggestao hyp-
notica, no sentido de acalmar as dores que a doen-
te seotia e a exeitaco extraordinaria de espirito
em que se achava, cedendo aquel le meio e per
mittindo applcacoes que antes nao tolerava, taes
como embrocado;s com tintura do iodo, injeecoes
hypodermieas. e icluaive a mesma abertura do
abeesso com o respectivo curativo antisptico, que
ella ple supportar sem accosar a menor dor.
Citou anda o orador o caso de nma menina
tendo urna unha encravada, que elle conseguio ex-
trahr sem dor mediante brandas iuhaiacoes de
cbloroformio : estas to fcil e rpidamente deter
minaram a anesthesih, que na opinio do orador, a
menina foi hypnotisada antes do que chiorofor-
misada.
Passados 2'* das, esta mesma menina teve dores
epigstricas fortes que a mpediamde vestir o col-
lete, pelo que nio poda sahir de casa, bastando
neste caso o emoreg da puggesto verbal, para
!ue as dores desapparecesscuj e ella podesse sa-
ir espartilhada.
Beacoberta arcbeologlca* A el
dadede Brlxanclum. Du o Jornal da
Manhdjo Porto.
as exea vag :s a que e Sr. Joi Henriqoes
Piuhewo procedeu inteneiioaluiente, levado pela
inspeccolo do terreno junto da povoaco no Castro,
a tres kilmetros de Bragaoca, acham-se a deseo
berto as ruinas de nm templo romano com o res-
pectivo cemiteno de consideravel extenso : oa-
traa de um templo christo. que deve ser a igreja
de S. Sebastiio, de que falla Fraoeisoo Xavier
H.ras
125 da tarda
7 -36 o
2 8 manha
8- 3 .
Altura
2.m08
0m33
2, mil
0,'79
nares
Manoel, Pernambuco, Recife; inviabllidade.
Joo da Paz, Pernambuco, 25 annos, salteiro,
Bia-Vista; dyarrbea.
Antonia Mara da Concei(o, Pernambuco, 36
annos, solteira, Boa-Vista; cachexia palustre.
Igoez Lenidas da Conceifao, Pernambuco, 20
annos, solteira, Boa-Vista ; tubrculos pulmona-
res.
Ambrosina, Pernambuco, 1 anno, S. Jos; en-
tera'.
Luiz, Pernambuco, 9 mezes, Boa-Vista ; diar-
rhea.
Amaro, Pernambuco, 8 mezos, Boa Vista ; gas-
tro eutente.
Jacob de Melle, Pernambuco, 80 annos, solteiro,
Santo Antonio : cachexia senil.
Jos, Pernambuco, 11 meses, Boa-Vista; cou-
vuleoes.
Alfredo, Pernambuco, 1 anno, S. Jo ; racbi-
tismo.
Isabel, Pernambuco, 5 mezes, Graca ; convul-
so '3.
Mara, Pernambuco, 7 das, S. Jos; convul-
SOJS.
Vieeocia Mara da Conceico. Pernambuco, 48
anuos, viuva, Boa-Vista; eczema chronico.
Do Limseiro Appellante o jnizo, appellalo Ma
noel Franeisco da Costa.
Do Sr. desembargador Pires Goncal ves ao Sr
Sr. desembargador Alves Ribeiro :
Appellacao civel
Do Recife Appellante Eiuardo Alexandro
Burle, app.llados Jos Antouio Pinto e outros.
O Sr. desembargador Pires Goncal ves como pro-
curador da eora e promotor da justioa interino
deu parecer nos seguntes feitos :
Appellacao crimo
Do PilarAppellante Lourenco Alve
ruda, appolla la a justica.
Appellacio civel
De Palmares Appellantea Dr. Lourenco de
Voraes einheiro e sua mnlher, appellados Joa-
quim Jos Cavalcante, hoje seus herdeiros.
O Sr. desembargador Tavarea de Vasconcello
como promotor da justiga ad hoc deu parecer na
Appellacao crime
De NazarethAppellante o juizo, appellado
Alexandre Jos Gomes da Silva.
Mandou-se ouvir o Sr. desembargador promo-
tor da justica na seguntes feitos :
Appellacoes crimes
Da Independencia Appellautes Joo Gomes
Pereira e Joaquim Cardoso, appellada a jastca.
De S. MiguelAppellante o juizo, apoeliado
Francisco Quirino de Meuezes.
Da EscadaAppellante o juizo, appellado Flf-
riano Jos dos Santos.
Vista ao appellado e ao Sr. d;sembargador pro-
motor da justica
Appellacao crima
Do Rio FormosoAppellante o promotor publi-
co, appellado Joo Luiz da Silva.
Vista ao appellado :
Appellacao crime
Dd Santa Lucia -Appellante o promotor publi-
co, appellado Antonio da Rocha Lias.
Com vista s partea :
Appellacao commcrcial
Do Recife Appellante Francisco Manoel de
Siqueira Cavalcante, appellados Tavares de Mello
Genro 6 C-
Ordenou-sj diligencia na
Appellacao civel
De Palmar s Appeilantes Miguel Affouso
Ferreira e sua muiher, appellados Jos Abilio dd
Barros e soa muiher.
Appellacao crime
Da Gravat -Appellante Manoel Magdalena da
Costa, appellada a justica.
DISTRIBOigSES
Recursos eleitoraes
Ao Sr conselheiro Queiroz Barros :
De Campia GrandeRecorreote Joaquim Ma-
ra dos Santos Torres, recorrido o juizo.
Ao Sr. desembargador Buarqje Lima :
De Campia Grande Recorrente Francisco
Domingos da Cruz, recorrido Frederico Gil Je
Albuquerque tlavalcante.
Ao Sr. desembareador Toscano Barrete :
De (Jaranlij.uaRecorreote Agostinho Jos de
Ges, recorrido o juizo.
Ao Sr. desembargador Delfino Cava'cante :
seosfilhos. Sejam registrados, depois de satis-
feiti o paree t fiscal.
Da Jos Faustino Porte, par* que se registre 1
coahecimento do imposto de interprete do com-'
mercio.Sej registrada.
Foi assigaada para ser enviada ao Dr. juiz do
commereio a portara do suspenso do ngaute
da leiis desta praca Jos Jaeinthi Silveira,
por nao ter pago o eeguudo semestre do imposto
de seu offic o.
Dj gerente da Corapanhia do Beberibe, para ser
nomeado um novo membro da commisso fiscal da
mesma comptah a, em substituici de Jos Joa-
quim Moreira, que se ach fra desta provincia.
O Sr. commendador presidente nomdou o Sr.
Antonio Augusta dos Santos Porto.
Nao havendo nada mais a despachar, o Illra.
Sr. commendador presidente encerrou a sesaao a
11 3(4 horas Ja manha.
ein vista do Jspesto no art. 35 do Djcr n 9A4i
de 23 de Janeiro de 1886.
P13LIC4C0ES4 PEDIDO
* de Hal9
Emtodus os paizes, e em todos os tempos os pe
"os, quer evilisados, quer nao, costumavam con-
gra8sarem-so em certos e determinados dias para
celebrarem as giorias de seus antepass idos, que
tendo desappar-eido da scena do muudo deixavam
seus nones legados posteriJaJe.
A historia, esaa tetemuuha d>s tempos, nos
conta em suas p igina de ouro qul o enthusiasuio,
que nessas occasioes se inSItrava na alma da ge-
raco presente, quando narrava, ora em prosa,
ora em versos, 03 feitos do bravura e heroicidade
da geracj d0 passado !
E sempre nesses arroubos era geralmente o vers
com a ba metrifieacao e cadencia musical o meio,
que mais tacil se api es .uta va para pintar com vi-
vas e briihaute.8 cores 03 quadros ora dos comba-
tes singulares, ora dos campos de batalhas, oo le
dous povos se debatiam em prol de sua liberdade.
Compulse -se ns leudas, as narrativas, as memo-
rias, e oucam-ae as tradiecoea.e vel-os-hemos sem-
pre^ repleetos de factos, one o hornera praica
acces heroicas, e as vosea consideradas bucuras
em pro! de sua liberdide.
Essas testas, essesjogos, essas expanso's popa-
lares to eoinuiuns entre os povj3 da autiguijado.
e da mia idade, quas que tem sido esquecidys
ou abandonados pelos hora -ns da idade moderna.
Presentemente raro o povo, que dedique um dia
para .essas solemnidades, mas, crabora poueos, to
davia anda o ha.
Entre nos urna associaco composta de homens,
que por cinco longos annos era paiz inimigo apren
deu dia a da, hora ih^ra, a ara ir cora entranbado
amsr liberdade do sua patria, teve em boa hora
a idea de reviver d ai.D t.\a auan, em dia certo e
determinad), a memoriad: faetis gloriosos e hou-
ros >s ao n isso caro Brasil.
Retermos-nos aos sseios do Monte Pi dos Vo-
luntarios da f'.i'ria.
lia tres anuos, que esta assiciaeao deliberou
fest--j
Na dura contingencia de vr-se o aggravaate
privado de fazer as necessarias apreciacoe, pois
que nao Ihe era dado diser mais palavra alguma,
nos autos, sobre o ponto controvertido, viste que
tratava-se de um aggravo j minutado, e a nova
razao fra expedida na resp-ista ao mesmo aggra-
vo, d* modo que sobre ela oada poda dizer o
aggrayanto ; tomou este o alvedrio de dirigir ao
Lmspicuo Tribunal o presente Memorial, con c
intuito de demonstmr a improcedencia da alln-
dida razo, por ser mcontestavel que o Dacr. cit
nao tem, nem ple ter, a applicaco que ihe quit
dar o digno juiz do direto.
A Le n. 3,272 de 5 de Outubro de 1885 alte-
rou diversas dispegicoes rtfrenU, txecueda
aoeis e commerciaes, bem como algumas disposi-
coes referentes s accoes e execucoes AypoW-
rias.
O Decr., pois, de 23 de Janeiro de 836 nada
mais fez, e nem mais podia f izer, do que regula-
meutar as disposices, da Lei n. 3.211, sena exce-
der o que nella se coutinha. Donde se v, que as
diaposiees io cit. Decr. de 23 de Janeiro s tem
applcac 1 s execucoes civeis e commerciaes e f
accoes e ezee^oes hypothecarias.
Onde j se vio, que um regulamento poasa ir
alm do que dispoe a lei, que elle se refer ?
Nem o Decr. de 22 de Janeiro nreteni
ir o aumversan da bar ilha de Tuyoty,
De Garanhuas-Recorrente Jos Joaquim da u,<'a ba'.ilha carapil por nos travada e vencida
Silva, recorrido o juizo.
Ao Sr. desembargad ir Oivera Maciel :
De BanaieirasRecorrente Manoel Riboiro da
Silva, recorrido o juizo.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
De Baan-iras Recj.rente o juizo, recorrido
Samuel Pinheiro de Lima Cmara.
Ao Sr. desenbargaior Monteiro de Andrade :
De AtalaiaRecorrente Joo Crrela Lima
Gonverco, recorrido Aareano de Araujo Gabral.
Ao Sr. desembargador Pires Goncalve3 :
i contra o exercito paraguayo
N.-sse da o 11 sso exercito cobrio-se de glorias
All no campo da pugna bejj ;r un para soinp.-e o
| solo oiraigo brasileiros, qu-r voluntarios da pa-
tria, quer sida los de linhi. porque a inetralha
inimiga nao irazia letreiro, quando Varna as ti
leiras do nosso exercito.
A co^uraeuura^o daquelie faoto nio s hon-
rosa e gloriosa aos vjluutanos.da patria, como ma
eutenidos quereui fazer crer, como tambem a todo
o exercito b asileiro, que po: cinco longas horas
pretende tai
cousa.
E, se nao, vejamos ;
No T.t. I Cap. Io trata elledas execucoes em
geral ;
Na seceo 1^ desse Gap. tratadai cartas aV
sentenca ;
Na 2do juiz competer para a eaecucao;
Na 3das sentenras Miquidas ;
Na 4*da penhora ;
Na 5da avaliacao:
Na t'1 dos editaes:
Na 7da arrematando ;
Na ada adjudieacao.
Tudo sso, uo ha a menor duvida, s referen
te s execucoes.
Ni Cap. 2o desse Tit., trata elledos recur-
sos.
Mas, por ventura, as disposc -s referentes aos
recursos tem applicaco aos que forem interpostos
as accoes em geral ?
Nao ; nao podera ter, mo s p irque se deve en-
tender que o Cap. 2*, em coutinuayo do Io, nc
podia couter um pensameuto que fosse alm delle,
e que, por coaseguiute, eases recursos s podem
ter os interpostos de decisoes proferidas em execu-
5003, como porque no criv'l, o,ue o poder regula-
mentador exeedesse os limites da lei, para dispi
sobre aquillo para que nao estava-autorisado.
D'-ihi se deve concluir lgicamente, qu-, quaado
o^ecr. cit., tratandi dos recursos, talla em ac-
coes, quer referir-se s exeeucSss que dellas em-
nam, e as aeves hj pothec iras.
Esta que d ;ve ser a verd i leira intelligencia
do Decr. de 23 de Janeiro, e na. a que Ihe deu o
digno jui* de direito, fieando-o applcavel a casos,
que elle nao ple absolutamente compreb mder.
E, tanto assim -. Via sido entendido, que, na
corte do imperio, pernute o Supremo Tribunal de
Justica, fui dada por Antonio Fernandes urca quei-
xa contra 03 deserab.rgadores Espendiao Eloy de
- Viriato Bandeira Duarte, p-or-
B irros Pimente
De UoyannaRecorrente Severiuo Gomes de susteatou o rud; e inesp:rado ataque do inimigo
CHRONICA JBICIRA
j-> -uil-c.w.-3.;-U;lu .
Amanb :
Pelo agente Pestaa, s 10 horas, ra do Vi-
gario Teuori o n. 12, de predios.
Pelo agente Pinto, s 10 horas, ra da Uuilo
n. 15, de movis, loueas e crystaes
Peo agente Gusmo, ra do Mrquez de
Oiinda n 19, de um piauo, charutos e movis.
Sabbado:
Pelo agente Modesto Baptista, s 11 horas,
ra 1 de Marco n. 12, de fazendas e roupas.
Pete agente Pestaa, s 11 horas, na ra do
Vigario f enoriu n. 1;, de um expolio e predio.
Pelo agente Brito, a 11 horas, ra de Pedro
Alfonso n. 43, de predios.
HiNaM fnebre.Sero celebradas :
Amanb :
A'a 8 horas, na matriz da Boa-Vista, par alma
de Julio Porto arrei-o ; s 6 1/2 horas, na igreja
do Terio, por alma de Capi;ulino Jacintho Pavo;
s 6 horas, na igreja da Seledade, por alma de
Uypolito Xavie.- Coutinho ; s 7 1/2,, na matriz
de .S. Joa, por alma de D. Francisca Pires de
Magalhes Breves; s 7 horas na igreja da Penna,
por alma de D. Leopoldina Sancha de Oivera
Cnragem ; s 7 horas, na matriz da Boa-Vista,
por alma de D. Joaquina Berna/da Severiaaa
Quintviro; s 7 horas na igreja do Carmo, por
alma de D. Amelia Domioguea.
Sabbado:
A's 7 horas, na Ordem Terceira de S. Francisco,
poi alma do Viscoode de Monte-Sao.
PaxNagelro*Cbegad^s de Hamburgo 00
vapor allemo Lissabon :
Ilelene Ni ntzee, Ferdinand Pirck, Alfredo Fer-
reira de Carvalbo.
Casa de Delenco-Movmento dos pre
sos da Casa de Deteucao do Recife no dia 17 do
corrente :
Existiam 320 ; entraram 11; sahiram 16Exis
tem 353.
A saber :
Nacionaes 315; mulherrs 9 ; estrangeiros 12;
escravos sentenciados 3 ; dem processados ;
idem de correceo 12.Total 353.
Arragoados 319.
Bons 3u0 ; doemee 19.Totai 319
Mov meato da enfermara.
Tiveram baixa :
Joo Francisco de Sooza.
Jos Fra .cisco de uima.
Theodosio Jos de rianta Anua.
Teve alta : <
Manoel Bernardino de Souza.
Lotera do ParanPor telegramma re-
cebido pela Casa da Fortuna, sabe-se que foram
estes os nmeros premiados da lotera do Paran
extrahida em 17 do corrente:
1.296 15:000*000
5.718 3:000*000
4.726 1:000*000
5.527 500*000
9.310 500*000
Preoalo de 00#
655 2.370 4.593 3.509 8.654
Lotera da provincia No dia, ..
do corrente, s 4 horas da tarde, se extrahir
4* parte das loteras, em beneficio da matriz
de Itamb, e, no consistorio dn igreja de Noesa
Senhora da Couccicao dos Militares.
No mesmo consisrorio estarlo expostas as nr-
ana as espheras a apreciuc o do publico.
Lotera da rdrteA 204* lotera da cor-
te, pelo novo plano, cajo premio grande de____
3<>:00U ser extrahida no dia .. do cor-
rate
Os bilhetes acham-se venda na praea da In-
dependencia ns. 37 e 39.
Tambem acham-se venda na Casa da Fnr.
tana ra Primeiro de Marco n. 23, de Martin
Finsa & C.
Lotera do tlro Para-A lotera desta
provincia, pelo novo plano, cujo premio grande
40:000*000, ser extrahida no dia 21 do cor-
rente.
Bilhetes venda na Casa do Ouro, ra do Ba-
ro da Victoria n. 40 de Joo Joaquim da Costa
Leite.
Tambem achum-se venda na Casa da For-
tuna 4 ra Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Piusa &C-
Lotera da pnn tocia A 4* parte das
loteras em beneficio da matriz da villa de Itam-
b ser extrahida oo dia .. do corrente, s 4 ho
ras da tarde.
Os bilhetes garantido acham-ss venda na
Tribunal da Kela?ao
SESSO ORDINARIA EM 17 DE MAIO
DE 1887
PBESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIEO
QUI5JTINO DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costuine, presentes os Sis. desera
bargadores em nume.-o legal, foi abertu a sessac,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos o passados os feitos deram-ae os
seguiutes
JULGAMENTOS
Habeas corpus
Paciente .
Jos Antonio Lopes e Luiz Antonio de Franca.
Mandn se soitar, unnimemente.
Recursos crimes
I>. l;i 1 p-,-,- ieuciaRecorreut o juizo, recor
rid* Antonio Gomes de Lima. Relator o Sr. con
selheiro Queiroz Barros, .-v ij 111 tos os Srs. des-
erabargadores Pires Ferreira e Toscano Barreto.
Negou-se provimento, unnimemente.
De Bezerroa Recorrente o juizo, recorrido
Joo Rayraundo da Costa. Relator o Sr. desem-
bargador Delfino Cavalcante. Adjuntos os Srs.
desembargador. 3 Buarque Lima e Alves Ribeiro.
Negou-ae provimrnto, unnimemente
Do Recifeiiecorreute Nicanor Bandeira de
Mello, recorrido o juizo. Relator o Sr. desem-
bargador Oveira Maciel. Adjuntos os Srs. des-
embargadores Delfiuo Cavalcante e Tavares de
Vascoucellos. Deu se provimento, unnime-
mente.
l)j RecifeRecorrente o juizo do commercio,
recorrido Joo Cordeiro Neves. Relator o Sr.
desembargador Pires Ferreira. Adjuntos 03 Srs.
deserabarttadores Oveira Maciel e Tavares de
Vascoucellos. -Negou-se provimento, unnime-
mente.
De Bom JardmRecorrente o juizo, recorrido
Joo Crispiniano de Souza. Relator o Sr. des-
embargador Tavares de Vascoucellos Adjuntos
os Srs. consel i.eiro Queiroi Barros e Pires Gon-
calves.Negou-se provimento, unnimemente.
Aggravo de petico
Do RecifeAggravante Benjamn da Cnnba
Torreo, ag;ravado o juizo de orpbos. Relator
o Sr. desembargador Toscano Barreto. Adjuntos
os Srs. desembargadorees Alves Ribeiro e Buar-
que Lima.Negou-se provimento, unnimemente.
Do RecifeAggravantes Jos Cesar Guirion e
outros, aggravado o juizo da provedoria. Relator
o Sr. desembargador Alves Ribeiro. Adjuntos
os Srs. (1 .-einoargad ores Oveira Maciel e Tava-
res de Vasconceilos.Negou-se provimento, una-
niiLtunente.
Appellacoes crimes
De Atalaia Appellante Trajano Alves dos
Santos, appellada a justica. Relator o Sr. conse-
lheiro Queiroz Barros Confirmou-se a sentenca,
unnimemente.
Do Br -j 1Appellante Sebastio Jos dos San-
tos, aopellada a justica. Relator o Sr. conselhei-
ro Queiroz Barres. Annuilou se tolo processo,
contra o voto dos Srs. iessmbargadores Buarque
Lima, Toscano Barreto, Oveira Maciel e Tva
res de Vaseoncellos.
De MamanguapeAppellante o juizo, appellado
Manoel Luiz Bispo. Relator o Sr. conselheiro
Queiroz Barios.Mandou-sa a novo jury, unni-
memente.
De BezerroaAppellante o juizo, appellado
Firmino Francisco dos Santos. Relator o Sr.
conselheiro Queiroz Barros.Mandou-se a novo
jury, unnimemente.
PA8SAGEN8
Do Sr. desembargador Buarque Lima ao Sr.
desembargador Tojcano Barreto :
Appellacao crime
De Jpboatao Appellante o juizo, appellado
Herculaoo Pereira Das.
Do Sr. desembargador Toscano Barreto ao Sr.
desembargador Delfino Cavalcante :
Appellacoes crimes
De TaquaretiugaAppellante Joaquim Anto-
nio de Mello, appellada a justica.
De Macei-Appellante o juizo, appellado Fc-
lippe Nery de Souza.
Do Sr. desembargador Delfino Cavalcante ao
Sr. desembargador Oveira Maciel :
Appellacoes crimes
Do CaboAppellante o juizo, appellado Flix
Anto.
Dd 8. Joo Appellante o jalao, appellados
Benjamn Baptista dos Santos e outro.
O Sr. desembargador Olveira Maciel mandn
a mesa para providenciar a ,
Appellacao commercial
Do RecifeAppeilante Francisco Antonio de
Oveira, appellados Bernat de C.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
desembargador Monteiro de Andrade :
Appellacoes crimea
De Alag do MonteiroAppellante Sebastio
e por a a vean u-j levan lo o em derrota at
ponto mui 1 oige do do inicio do combate.
O anuiversario d.-ssa bata
Albuquerque, recurrid 1 o juizo.
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
De Bom Gonselh)-Recorrente o promoto-pu-
blico, recorrido o juizo e o eleitor Antouio Fran-
cisco Taveira.
Aggravos de petico
.0 Sr. desembargador Tavares de Vasooncellos:
Do RecifeAggravante Joaquim Jos Alves
Guinares, aggravado Antonio Joaquim M reir
Sampaio.
AppellaQao civel
Ao Sr. conselheiro Queiroz Barros :
Da Parahyba Appellantes Antonio Pereira
Vinagre e sua inuihsr, app .diada i>. Mana Umbe-
iina C.valuante de Albuquerque.
Euccrroa-ae a sesso s 2 1/4 da tarde.
Iiiata Commercial da cidade do
He ti fe
ACTA DA SESSO EVi 12 DE MAIO DE
1887
PBES DENC A. BO ILLM. SR. COmfEXDADOR JNTOIO 00-
HF. OE UI&AHDA LEAL
Secretario, Dr. Julio Guimaraes
A's 10 horas da manha declarou-se aberta a
sesso estando presentes os Srs. deputados Olinto
Bastos, Beltro Jnior e Hermino de Figueiredo, i
tallando com participaco verbal o Sr. deputado firmar o que cima dissemos.
.11 i, que uaque.la procedente iaA aaeix: mas de sua deciso
campauba foi aera qU; lutou tolo o sxercito, e em ^,. ",,* ,,,,, ecla.
que se j .garara todas as armas nica campal ar -30 'l00"1*" e!" P^'* mtelllgocia
hjo ferida na Amrica do sul, foi por aquella as-
bociaco tomido como o faeto mus glorioso, ehon-
roso para ambos.
E iia verdad* quem o hroe desse dia ? Osorio,
o legendario Osorio. E quera representa este
hroe? O ex-rcito.
Como disse-se, que a fe3ta de 24 de Maio, auni
versarlo de Tuyty, s pertenca aos voluotarioa da
patriu ?
Pcrguiitau.s : nessicampanha, qual o combate
julg.mdo assim contra lji expressa, urna vez que,
t.-atndo-se de accio civii, o faeto, que fazia ob-
jecto do aggravo, uo era comprehendido come
caso delle, nem no K'g, de 15 d- Marco de 1842.
e nem uo Decr da 12 de Novembn de 1873.
Verdade que o Supremo Tribunal julgou im-
no
-da-
da ao Decr. de 23 de Janeiro, pelos desembarpa-
dores querellados ; poi3 a raza i de decidir foi, que
os mesmos querellados, para assim resolveren!,
usaram de interpretado doulriua!, e principios de
hermenutica.
Desea decisao do Supremo Tribunal resalta,
toda luz, que, pela empeteneia que tem o juiz de
dar a iuterpretaco doutrinal, urna vez dada e3ta
pelos deserabargadores querellados, ficavam elles
isentos da responsabidade de seu acto, anda mes
mo contrario lei expressa, como foi. Mas, ro;ic
Leiam se as ordens do dia desde Itapir at
Aquidaban e ah ver-sc-ha que verdade o que
dizemos.
O Monte-Po Jos Voluntarios da Patria encon-
trar no Sr. r. Joo B. P. Coree R;a um ver-
da i 'iro interprete dos seus pensameut ia.
Os dramas cimip oslos por elle e exhibidos no San-
ta Isabel, e que foram O Voluntario da Patria
e O Cabo Cdoar, o sao argumentos que vem con-
cotnmendador Lopes Machado.
Lida, foi approvada a acta da sesso anterior a
fez-se a leitura do seguinte:
EXPEDIENTE
Officio :
Oe 7 do corren'e, da Junta dos Corretorea
desta praca, enviando o boletim das cotacoea of-
ficiaea de 2la 7 do presente mea.Para o ar-
chivo.
Diarios oHi.uts de ns. 116 a 118. Archi-
vem-se.
Foram distribuidos ruhrica os seguntes
livros :
Dialio e copiador le Bandeira & Siqueira, dia-
rio de Mendes c Pereira, dito de Joaquim Felip-
pe & Agaiar, dito de Pinto frLoup.
Jos da Rocha, appellada a justica.
DESPACHOS
Peticoes :
De Jos Maximiano Pestaa, submettendo a re-
gistro o co-ihe ment do impasto de agente de
leudes desta praca.Registre-se.
De Azevedo & C adiada na precedente sesso,
para que se d baixa no registro de sua maica
n. 197, que tem a denominaco Caxias e o em-
blema de duas mos apertando-se, e se registre a
que apreaeotam cora a mesma denominaco e em-
blema, para distinguir os productos de seu com-
mercio de cigarros ra do Forte ns. 3, 5 e 7 e
Duque de G>xias n. 68 ; pedindo, outrosim, que
faca parte do registro a mortalha em que en-
volvem os cigarros e o letreiro ou involucro dos
pacotes que conteem 50 cigarros. Os suppcau-
tes allegara que deixam de apresentar o exemplar
da marca n. 197, da qual pedem baixa, porque
acha-se junta aos autos de aeco criminal que
propozerara a Santos & C, de caja firma nico
representante Manoel Luiz dos Santos Juninr.r
Contina adiada, porque vai com vista ao advoga
do da Santos & O.
De Aze/edo & C, relatando os registros que
teem tido de marcas de seu commercio, que trm-
se procurado imitar, e reiterando o pedido da bai-
xa do registro n 197 e o deterimeoto do registro
que sscitaram.Justifiquen! os supphcantes per-
ante o jnizo competente, a antiguidade da posse
do emblemaduas mos apertando-se.
De Santos & C, por seu advogado, pedindo vis-
ta por 48 horas da petico em que Ase vedo & C.
pedem o registro de ama marca de cnmmeccio,
porque confuude se C3sa marca com a dos suppli-
cantes.Como pedem.
De Manoel Jos U ra do Baro da Victoria n. 7, para que se d
baixa no registro da nomeaeo de seu empregado
Antonio da Maia Pesaos.Como requer.
De Antonio Duarte Corris, com casa de com-
mercio de cigarros ao largo do Mercado n. 1, para
que se registre a marca que adoptara com a de-
nominaco- Mathematicus.Indeferido. em vista
do parecer fiscal.
Da Companhia de Beberibe, representada pelo
respectivo Dr. director gerente, para que se ar-
chive, na forma da lei, a acta da assembla .-eral
dus acciunis'as elevando o capital da companhia
l,2i*0:QJU*000 1,500:000*000, por meio da
emisio de 3,0 0 secos novas e a relaco nomi-
nativa de taes accionistas. Archive-se, na forma
da lei. (O -Sr. diputado Olinto nao voten.)
De A- Costa & C, de enja firma nico repre-
sentante An-istaoi o Fernandes da Costa, cu npri i-
do o deapacho proferido na piecedente sesaao,
para qne aeja adraittida a registro a marca e que
desta taca parte a mortalha dos cigarros de seu
commercio ra do Cabug n. 1, aob a denomina-
coCara Dura.Deferida.
De D. Mara Amelia da Cunha, viuva do com-
mercia ite matriculado Antonio Pereira da Cunha.
para que se reg>atrem oa dous inatrumentoa parti-
culares de procurares que paasara a Alfredo Jos
Autunes Guimaraes para gerir e administrar a
fabrica Apollo, seos deposites e dependencias in-
clusive a fabrica de eajurubeba, e ao Dr. Joaquim
de Albuquerque Barros Guimaraes e solicitador
Dj Nazareth Appellante o juiao, appellado Alexandre Americo de Gaidaa Padilha para trata
Francisco de Lyra Barbosa. *> de todos oa negocioa forenaea da outorgante e
1 MuTIlADI i
No dia 21 deste, deve ser representado < O Tri-
buto de Sangue. Este novo drama una epopa
em que se envolvem us voluntarios da pama, os
de liuba, e a marinha. Osorio, teuente-coronel
Guimaraes, capito Pedro Alfonso, captto-tenen-
teGarciudo, Ia teueute Chaves, e ouesos sao os
representantes dessas classes.
O Tributo de Singje, drama de g.-au le apa-
rato, e bem assim de extraordinario uiovimeuto
Desejamos, e esperamos, que a exh'bico do
Tributo de Sangue, que dever ser feita pelos
ilustres socios do corpo scenico do Congresso Dra-
mtico, apagar toda e qualquer m impresa:!',
que ainda possa existir uo espirito ds algum mal
luormado tal.
O Monte Pi dos Voluntarios da Patria fdtseja
o dia 24 de Miio, co .o urna data honrosa para o
Brasil, para xa n issas armas, e mui principal-
mente para Peruano, meo. que coucorrea com gran-
de somraa de seus filiaos para a obtenclo de um
fioi to glorioso.
Pbites.
O Decr. n. 0,5i3 de 23 de Janeiro
de 1886 rege cao smente as execu-
coes cweis e commerciaes e as accoes
c execucoes hypothecarias, e nao as
acedes em geral.
Por urna intelligencia m do Decr. que baxou,
sobn. 9,519, in 21 de Janeiro de 1886, para
execuco da Le n. 3,27 de 5 de Ou'ubro de
1835, e pela qual o Dr. Juiz de Direito desta co-
marca tez dee applicaco urna aeco, em que
foi interpisto aggravo para o Superior Tribunal
da Relaco, d; despacho de recebioieoto de appe!
laco, foi misfer dirigir aos doiitos Desembarga-
dores o Memorial abaixo transcripto, pelo qual,
expon iu-o-j elmeute a causa, i.a evidente, que,
na hypothese, nao pode appl.car-se o referido
Dder., vis'o que elle o tem applicaco s execu-
coes civeiae comm:rciaes e s accoes e execucoes
hypothecarias, e nao s aectoes, em geral.
MEMORIAL
Para o Egregio Tribunal da Relaco aggra-
vuu, de nstruraent i, Pedro Ivo da ilv* do des-
pacho dojuiz muuicioal supplente, cora exercicio
ad hoc na vara de aireito desta comarca de Ga-
raubuns, pelo qual o mesmo juiz receben em um
s elle to a app-'lla'oe, lutcrposta pelo aggravan-
te, da s.-uteue i contra elle pruferida na aeco de
embargo d'obra nova, em que contende cora Au-
tonio Mana de Figueiredo.
Depois de ter o aggravante e elarecido, com i
Ihe pareceu conveniente, sobre e grvame que Ihe
fez o despacho aggravado, evidentemente, coutra-
noao que ensina, e itru outros esenptores, o uouto
Corr. TM. na Djutr. das Acc. Not. (1) ao % 209,
e aos diff;ren:es julgaios do fribanal da Relaco
da Corte, por elle citadcs em sua minuta ; depois
de baver demonstado saciedad-, que a aeco
de embargo d'obra nova uo urna accio pro-
pnamente suraraaria, m ia sim especial, e que se
regala por principios especiaes, tora dos que sao
proprios e peculiares s acooos summ trias, tanto
que nestas a dilaco probatoria de 10 dias, e
n'aquella de 20 das, como o m accoes ordi-
narias ; quando o aggravante, esperava, que, em
tace de suas allogic.-s, o reparo ao seu aggravo
fosse um acto aegu-o e infallivel, e mseqn ute da
ver lade deraoustr i ia, par i ser refirmad i aquelle
duspach reeebeudo So sua app dlac^io uos etfeUos
regulares ; <-sp.:rau{a esta, tauo mais beaa fun-
dada, q .aut i tendo sido proferido o despacho
aggravuao jo.- u.n juiz leigo, aera orientafo al-
guma do direito, e, alm disto, sera a repo^sabili
dade moral, de que se receia o juiz letrado, ia
respinder aoaggravo o jaiz de direito efectivo da
Comarca, o qual acaoava de nssumir o exercicio,
e com o qual contava o aggravaate c un urna ga-
ranta para a reparaco da njustica de que era
elle victima ; de imagina qual a surpreaa do
contrario, desde que a rato dada foi a que diz s
mente respeito competencia dojuiz, para a in-
terprette ao doutrinal.
Faca ahatrucc-i) dessa raza), e ver-se-ha que o
Supremo Tribunal tcitamente firmou a intelligen-
cia de que o Decr. de 23 de Janeiro de 1886 nao
tem applicaco s accoes civeis.
Este modo de entender nao smente do ag
gravante, e nao o foi smeute do queixoso contra
os desembargad ores Bsperidio Eloy de Barros
Pimentel e Viriato Bandeira Duarte; e deve
ser, de todos aquellos, que, estu 'ando devidaraen-
te a materia, e, fazendo a necessaria applicaco
dos verdadeiros principios, so penetrarem de que
outr.t us deve ser a intelligencia do Decr. cit.,
em face da lei n. 3,272 de 5 de Outubro de 1885.
O aggravante espera do conspicuo Tribunal pro-
vimento ao aggravo que interpz, cox a cooviccio
intima de que a illustraco e a pratica de julgar
dos dignos juizes, que vo delle conheeer, sao a
melhor garanta que elle p ie ter, em prol de sen
direito aaaombrosamente conculcado pelo despa-
cho aggravado ; e, portante, conta, desde j, que
se Ihe far a necessaria
Justica.
Garanbuus, 7 de Maio du 1887.
O advogado,
Lydio Marianno de Albuquerque.
Gymnasio ^ernaiubiicano
AO PUoLICO
Leudo o jornal Provincia de 18 do corrente, de-
parei com urna pubcaco que me d: respeito, e
assignada por nm pernambueano.
Nessa publicafo ha urna parte odiosa, filha de
m vootade, que me attnbuida, a qual est in-
finitamente longe de minbas intencoes.
Antes de fazer a rectifica^o de alguns pontos
e a explicarlo de outros, do que tractarei em occa-
sio azada, peco cenea ao publico em geral e
aos interessados em particular, para declarar <
que nunca pussiu por minlia mente a idea de ar-
rematando de urna instituirlo de educa^o, nem
minhas propostas, que foram apresentadas em ca-
rcter inteiramente particular, e simplesmente
iudicativo, existe, a meu v.-, clausula ou conside-
rado que v de leve offenler a esta nobre pro-
vincia ou ao Gyrauasio Pernambueano, represen-
tado p-.r seu Ilustrado corpo doceate, a quem de-
dico alto respeito e a mais subida consideraco.
Jos Ferreira da Cruz Vietra.
0 Dr. Ferrer
Nao teaho responsabilidade alguma na
denominaQlf dada ao otfieio por mi ti diri-
rigido ao Ezio. Sr. Ministro do Imperio,
enviando dois impressoa e urna csrti i2o a
S M. o Imperador. Nunca cliarnei-o de
representayo Apenas desejei que fos-
sem bastante conhecidas algumas theoriaa
sustentadas pelo Sr. De. Montenegro, que
felizmente j mudou de opinio, como de-
prehenJe-se de urna deuiao ltimamente
proferida. Meu constituate, o Sr. Anto-
nio do Carmo ALneila no se conformou
coin a sentenca proferida pelo Sr. Dr
Montenegro Devido a intervencao de um
amigo commum e contra a minha opini&o
aocorJou se coui o seu contendor que rece-
oeu qu.utia, aiuito inferior que co-
bra va.
Nestas condicSes, u2o poiia se seguir a
appellacao interposta.
Isto, porm, nao impede que se possa
analysar o mrito das decisSes proferidas
p.-lo Dr. Monteneg.-o na questao Almcida.
Ke-ife, 19 de Maio d.. 1887,
Dr. Ferrer.
Para
intrigas
declarar
Ao publico
evit-r especuLcoes e mesquinhas
de quem quer qua sej a, venho
que as publicacSes asaignadas
aggravante, quando, em vez de reparo esperado, mm 0 Udaior de 14 e Diario^ 15
leu elle o despacho, em que ao mesmo juizo pare- \ .
ceu nao haver sido feito aggravo ao aggravante, 1do corrente, nenbuma reerencu ttwa a


lirio de PcrBajnbucoHuinta-leira 19 de Maio de 13S7

digno juis de direite deata comarca, oDr.
Jlo Bernardo dico particular estima e alta consideracao.
S. JoSo dos Pombis, 17 da Maio de
1887.
Flix Baptista dos Santas.
Ao peblco
A junta administrativa da Santa Casa
de Misericordia desta cidade, por unnime
accordo permutou <-o:nmig> a proprielade
denominada -liba do Nogueirapor apo
lieos de 7 io ao anao, no valor de 25:000,$
e, conforme a lei, sujeitou o ssu acto,
alias, muito legal e garantidor aos nte-
resse's do Santa Casa, ao Exm. br. prest
dente da provincia.
Ningaem, por certo dir, que nao seja
de vantagera para a S^nta Casa a permu-
ta, desde que aquella propriedado tem es
Udo arrendada por 1:000*000 aanualmen-
ta e a rooda provaniente dos ttulos da
permuta attiage a 1:750*000 por anno-
No entanto, alguem que naturalmente
vira possair mais tarde aquella proprie la-
de, e a quem portanto a permuta actual o
pHudica, sob o falso pretexto de zelar os
inUresses do Est*do, pubiicou um arti-
gete lembrando ao Exm. presidente da
provincia a conveniencia de nao asaentir
na permuta, por isso que o governo pode-
r mais tarde precisar daquella Iba para
do .ase armazens alfandegados.
A falsilade do protesto manifest, e o
porque se o geverno houver de utilisar
s daauella ilba para aquelle ou outro
qualqur fim, ten em suas maos os meios
legaes a desapropriagao p.r atilidade pu-
blica.
NSo justo, que a Santa Casa fique
privada de augmentar as rendas do aeu pa-
trimon'o, como augmenta-as effeeti^amonte
Cjo a permuta, por forca de umi conside
rajao improcedente.
So o articulista sente-se prejudicado
com a transaccSo, off regase para permu-
tar a propriedado por valor roaior, mas
deixe-se de acobertar com o nteresse pu-
blico nos ioteresses particulares.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia
tem o preciso crit;rio para resolver o ne-
gacie como for de justic, indep-indent-; da
lembranga oficiosa do articulista.
Recife, 13 de Mio de 1387.
Jos Peres Campello de Almeida.
gurancae a propria vida. era a toase, nem a* n-
fi.imiiacoiis da garganta, nrm as coastipacea e
catarrhos. nem a asth.na, nem a irritacSo dos pul
moca ; finalmente uenhuma enfVrmidade pulmonar
precursora da tyaica confirmada, pjdem resistir
sna poderosa iuflaencia curativa, o seu poder
in menso, o sea valar impagavcl.
Como oabahtia contra as falsifioaeo :a, obsrve-
se bem que os noaies de Lanman & Kemp venham
estampados em l.-ttrai transparentes no papel do
livrinho que serve de envoltorio a cada garrafa.
Ene otra se venda em todaa as pharmacias e
drogaras.
Agentes em P.rnambuco, Henry Foreter & C,
ra ao Commercio n. 8.
Gloria do Goit
Constando-nos que o Sr. Manoel de Sou
za Leal, morador na Gloria do Goit,
pretende vender um vapor que nos com-
prou em 29 de Dezembro do anno prxi-
mo passado, protestamos, bem como o
garante do mesmo vapo pela desta ven-
da, emquanto nao tiver quitacao nossa ou
do gar inte, visto j se avhir vencida urna
das suas lettras.
Recife, 14 M.io de 1887.
Rei$ & Santos.
PODEMOS ASSEGURAR (2)
Infeizmenta bem commum, nesta pro-
vincia, urna molestia Wrivel, conhecida
pcZos nomes de Jysica, Consump$ao Doen.
ca do peito, etc.
Nao pretendemos affirmar que o Peito.
ral de Cambar cure todas as tysicas, por-
que at boje tem sido impossivel curar a
tysica, quandu chegada ao ultimo periolo;
porra, podemos assegurar que todo os do-
entes que usarem do Peitoral de Cambar
ns primeiro e segundo periodo, logo acha-
rao, com toda a certeza, grande allivio
e depois a sua cura completa, por roeio de
ura trata ment prolongado e persistente
O Peitjral de Cambar nao limita a
sua acc3o benfica, s doencas de peite:
cura, tambera, amitos defluxos, bronebites
e tossjs que, as mais das vez?s, quando
despresadas sao a causa desaffeccSes pal
asonares.
O Veitoral d-t Cambar acba-se a venda
na agencia a cargo dos Srs. Francisca
Manoel da Silva & C. ra Mrquez de
Olinda n 23.
Frasco 2*500, meia dosis 13*000 e du
zia 245003.
A agencia envia quem pedir condigSes
imprecas paraos vendas por atacado.
bem po esmero e cuidado da manipula
dos tornam-se sem competenoia nesta pro-
vincia.
O crdito que pela excalleneia dos seus
productos ha sempre a Fabrica Amor*
mitiga o Hespanhol, gozado entre os Srs.
consumidores de tabacosa a mais solida ga-
ranta da justa fama dos cigarros de nossa
fabrica.
Esperamos, pois, dos Srs. consumidores
urna visita ao nosso citado estabeleci-
BMnte.
R idfe, 10 de Maio de 1887.
Teli-pbone n. 453
ED1TAES
Pt-rKiinia* importantissltnas para
os enfermo*
Se por acaso vipseis que um perigo eminente
vos acercava, esperarieis voluntariamente que o
seu conUcto inevitav-1 vos privasse d* vid* ? So
urna grande e calamitosa iuundaco vos ameaj.s-
se, porventura ficarieis quedos e tranquillos ate
que a mesma vos viesse arrebatar ? Por certo.
que nao Sabis, pois, que se nao fazeis caso Oe
urna tosse. de um catarrho ou de urna dor de gar-
ganta, isto poder-se-ba tornar to fatal como um
incendio ou urna inundaco.
Cada um accesso ou paroxismo violento de tosse
um golpe que debilita e prostra vossa vida. Se-
de, pois, prudentes e precavidos contra o perico,
munindo-vos immediatameute do matavilhoso
Peitoral de Anacakuita. Em suas qualidades cal-
mantes e salutferas se encontra a verdadeira se-
COMMERCIO
B i*a ''riuoioi'cia!
COTACOBS OFFICIAES DA JUNTA DOS COB-
ESCTOEES
Recife 18 de Maio de 1887
Cambio sobre S. Paulo, a 60 d/v. com 2 0/0 de
descont.
Caiuoic sobre Para, 90 d/v. com 3 0/0 de des-
canto.
Dito sobre dito, 15 d/v. com 1|2 OjO de descont.
O rcsiue.itc,
Antouio Leonardo Rodrigues.
O secretario,
Eduardo Dubeuz.
M i>* Imeulo liaoiarlu
BBCIFE, 18 DE MAIO DE 1887
Os bancos mautiv ran boje no balco a taza de
22 1/4 d. sobre Londres.
Em papal particular a 22 7/16.
Vigoraram, p .rUntj, oficialmente as seguintes
tabellas :
Do London Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 22 1/4 e vista 22.
Sobre Pars, 90 d/v 427 e vista 431.
Sobre Hamburgo, 90 d/v 529 e a vista 534
Sobre Portugal, 90 d/v 240 e vista '242
Sobre Italia, vista 431.
Sobre New-York, vista 2*270.
Do Englh Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 22 1/4 e vista 22.
Sobre Paris, 90 d/v 428 e vista 432.
Sobre Italia, a vista 432.
Sobre Hamburgo, 90 d/v 29 e a vista 534.
Sobre New-York, vista 2*270.
Sobre Lisboa e Porto, 90 d/v 240 e vista 242.
Sobre as principaes cidades de r/ortugal, vista
247.
Sobre liba dos Acores, vista 250.
Sobre liba da Maueira, vista 247.
Mercado de asnuear e aiida>
ascira, 18 de maio de 1887
Astucar
Os precos, pagos ao agricultor, regularam :
3.* baixu, por 15 kilos, de 2*000 a 2*100.
3.* regular, por 15 kilos, de 2*100 a 2*2u0.
3.* boa, por 15 kilos, de 2*200, 2*3oo e 2*400.
3. superior, por 15 kilos, de 2*500 a 2*600.
Branco turbina pulverisado, por 15 kilos, de 2*300
a 2*400.
Smenos, por 15 kilos, de 1*600 a 1*700.
Mascavado, por 15 kilos, a 1*200 a 1*300.
Bruto, por 15 kilos, de 1*100 a 1*200.
Setames, por 10 kilos, de 840 a 1*000.
O mximo ou mnimo dos precos sao obtidns
conforme o aortiment.
O mercado da algodio esteve boje em mtlhor
posicio.
Foi vendido um grande lote do de L" sorte a
6*800 por 15 kilos.
Entretanto a cotaco regula de 6*703 a 6*750.
Entrada de annurar e algodo
MEZ DE MAIO
Fabrica Amor
Lorega & (J su^eessores d JoSo Gon-
galves o Hespanhol, estabelecido cora fa
brica de cigarros ra L-.rga do Rozr.rio
n. 8, chara.'im a attencjto do respeitavel
publico e especialmente dos seus tregu^zes
par as seguintes marcas de cigarros de
sua fabrica : Paulo e Virginia, Amor, D.
Emilio Castellar, EspejLea, --amerados li-
nos, ditos grossos, G.>yaz desfiados, Tr-s
Coroas, ditos desliados b irrigudos, Linho
e Goyaz aromatics.
Os cigarros cujas mareas acabamos de ei
tar sao fabricados com os melhores f.nno.-
Goyaz e Rio Novo e por isso, como tam-
1,500 saceos coa asaltear mascivado.
473 shcchs com alg >dao.
Carregaram Johnston Pater & C.
Barca norueguense Glitncr, aahio hontem para
Hull, levando 540 toneladas de carocoo de algo-
do.
Carregaram Puersteuberg C.
Ulvidendos
Eatio sendo p -g'S os seguintes :
O l. d0 BANCO DE CliKDITO BEAL, razaJ de 4*
por accao ou 10 0/0 d > valor realizado de cada
urna.
O pagamento fiz-se na sede do banco, das 10
horas da mauka ka 4 horas da tarde dos das
ateta.
O 78." da compamuia do bebebibe, na prop ir^ao
ie 5*000 por accao ou 10 0/0.
Os interesados devem ir ao eseriptorio da com-
panhia, das 10 horas da manh a 1 da tarde, dia-
riamente at o ultimo do correte mez e ao it-
pois aos sabbados
O Dr. Joaquina Correa de Oliveira Andra
de, juiz de direito de orphaos e ausentes
da comarca do Reeife e seu termo, em Per
nambuco, por S. M. o Imperador o Sr.
D. Pedro II.
Faco saber que tundo-so arrecadado psr este
Jaizo o espolio do fina 10 liberte Ignacio Luiz de
Moura, p-ir nao ter deixado testamento nem ber-
deiros conbecidos presentes: sao chamados os le-
gtimos aneceisores heranca para se babilitarem
na forma da lei.
E para que ebegue ao conhecimento dos inte-
resados, mandei passar este edital que ser pu-
l icado pela imprensa e affixado no lugar do cos-
tume.
Dado e passado neeta cidade do Recife aos 10
do Maio de 1887.
Eu Francisco de Siqueira Cavalcante, escrivao
o subscrevi.
Joaquim Corres de Oliveira Andrade.
O Dr. Joaquim du Costa Ribeiro, juiz de
direito do civel desta cidade do Recife e
teu termo, capital da provincia de Per-
nambuco, por S, M. imperial e constitu
cionl, o Sr. D. Pedro II, a quem Deus
guarde, etc.
Pto saber aos que o presente edital virem ou
delle noticia tiverem, que a requerimento de Fer-
nandas da Costa & C. na execuco p^r castas
qae moveu contrn Antonio J.-s Fericira e se >
filho menor de igual nome, ser arrematado na
audiencia do da 21 do corrente, no lugar e horas
ilo costume e com o abate da 5.* parte, o bem
segninte p 'nhorado e avaliado na mesma execu
eSo pela quantia de 2:500*000 :
Um sobrado de dous andares c sotao, edificado
era terreno que presamcm ser foreiro, na ra da
Moeda n. 23, fregueza de S. Fre Pedro Gon
calves, com 4 metros e 45 centmetros de largura
e 13 metros e 80 centmetros de cumprimento,
eoropondo-se o andar terreo, qufi tem tres portas
de frente servindo urna de entra la para os anda-
res superiores, de um grande salao oceupado por
urna venda, com quintal pequeo c cercado de
madeira; o 1. andar que tem duas portas de
trente com varandas de f rro, duas salas, um
quarto e osinhs intern ; o 2." andar, que tem
duas janellas de frente, duas salas e dous quar-
'os; eo sotao em aberto de um salao para co-
sinha e sala pira jantar; em mau estado de con
servac'', aervinlo de base pr a presente arre-
otaUcao a quantia de 2:000*00).
Dado e passado nesta cid das do mez de Maio de 1887.
Subacrevo e assigno.
Recife, 18 de Maio de 1837,-0 escrivao, Tbi-
maz Ferrera Maciel Pinheiro.
Joaquim da Costa Ribeiro,
la nota que S E. el St 1 >r Ministro Plenipoten-
ciario de la Repblica dirijio al Consulado Ge-
neral :
Petropolis, 2 Marzos 1887: StS ir Cnsul Ge-
neral.El Gobierno de la Repblica ha dispuesto
con techa 28 de Enero ultimo que todo los indivi-
duos que han desertado del Ejercito quedan dadas
las bsjas pudiendo regressar a la Repblica cuando
lo juzguen conveniente en u seguridad de que no
sern molestados de maneira ulguma. Lo que
comunico a V. S. para seo conocimiento e dems
efectos, debeado V. 8. trasmitir la referida dispo-
sicin a todos los Agentes Consulares deu depen-
dencia y recomendarla especialmente a tos C m-
sules y V. Cnsules do las provincial de Rio
Grande de Sur y Santa Catalina, para que le den
publicidad en sus respectivas localidades. Saludo
a V. S. atentamente.Vasq-iea Sagastume.
A. S. 8. el Sei r D. Enco a, Pei i, Cnsul Ge-
neral de la Repblica Oriental del Uruguay en el
Brazil Dios guarde a V. S. m. aioa.
Consulado d : la Repblica Oriental del Uru-
guay en Ptrnambuco, 16 Mayo 1S87.
Jos da Silva Loyo Jnior,
Consol.
Conmalado de la Bepublica Oriental
del Irusnaj en Pernambticn
Para conocimiento de los interesados trai'.erib"
Hemoriul
A compakhia de bdificacao est fazendo n re-
cnlhimeuto da 1.* prestaco de seu capital social.
na razio de 10 0/o do valor das respectivas ac-
edes, o qual de ver r. alizar -a at o dia 14 do mez
vindsnro.
Amanh, 20 do corrente, reunem-se em aa sem-
bl* gern I, na respectiva sede, os assoea los u.i
ASSOCiAflo commercial AOBicoLA, para tratareio de
asiumptos que se reterem aos iuteresses sociaes.
O recolhimento de kotas dilacrbadas do The
souro, faz-se na thesocbabia de pazsnda, as ter-
f cas e sextas-feira, das 10 s 12 horas da manha.
As notas do Thesouro de 2*000 da 5. estampa,
5*000 da 7.' e 10*000 da 6., sero substituidas
na thesocbabia de fazenda at o fiui do mei de
Junho com o descont de 2 0/0, o qual ser eleva-
do a 4 0/0 a contar do 1." de Juiho a 30 de Se-
tembro do corrente anno.
Pauta da Alfandega.
SEMiNA DE 16 A 21 DE MAIO DB 1887
Materiaes para cncamento d.agua 46 volumes e
pecas Compnnhia de Beberibe.
Presunto 5 caixas a Caivalbo & C, 4 a Saundres
lirothres & C.
Papel 12 fard >s ordi m.
P.-ii te LO saceos ordem.
Salitre 50 barricas a Oiiveira Bto & O
Soda caustic i 1 barrica ordem.
Tecidos divrso 70 volumes nrdera, 2 a Lou
rero Mal & C, 1 a (iiinnarii ;s limaos >*C C-, 13
a Luiz Antonio Sequcra, 6 a A. L. Guimares, 2
a Guprra dr. Femantes, 3 a N. Maia & C, 8 a
Goucalves Iiinao & C. 1 a Francisco Lauria & C
4 a Alves de Britto & C, 31 a Machado s Perei
r, 6 a Andrade Maia es C, 3 Joaquim A3ros-
tiolio.
Carga de Lisbo*
Bitatss 20 1/2 caixas a Guimares & Vsitnte.
Cebla* 1 Vmlio 2 barra a D. P. Wild fe C, 2a JoSO
Baptista e Oliveira, 1 a J. Alves de Carvalbo,
2 Silva Gui-na. es & C.
Asssmbla seral extraordinaria
Nao tendo comparec do na primeira um na se-
gunda reuniSo, numero suicienta de accionistas,
afim de deliberareio sobre o assumpto para que
foram convocados, sSo novamente convidados os
Srs. accionistas a comptirecerem no dia 25 do cor-
rente, ao meio dia. no scriptoric desta Empresa,
Praca de Pedro II, n 73 1 andar.
Em virtude do disposto no art. 65 e seus d;
leeieton 8821 de 30 de Dezembro de 1882,' se
declara que a assembla geral funecionar com
qualqur numero de accionistas guo camparecer
rcunio.
Recife, 18 do Maio de 1887.
Julio Silveira Carneiro da Cunha,
Secretario da Assomblea Geral.
SOCIEDtDE
Beneflcenle Concliiacu do vale da
run du Imperalrla
De ordem do irmao presidente, convido a todos
os 008808 irmaos a compsrecerem na sede social
no dia 21 do corrent--, As 7 horas da noite, afim de
assiscirem a sesso aia^aa de iniciacao e posee
Secretaria, 19 de Mao de 1887.
Jos C. Maciel da Silva.
Companhia do Beberibe
Couvda-se aos Srs. accionistas a virem 'tceher
o 78 dividendo na prcporcSo de SfO'X) por bccSj
ou 10 por cen'ocujo pagamento se effectuat n*es-
te escriprorio das 10 horas da manha a 1 hora da
turde, diariameute at o ultimo d'este mez, e ao
depois aos sabbados.
Escriptorio da Companhia do Beberibe, 14 de
Maio de 1887.
Jos Eustaquio Ferrera Jacobiua,
Director secretario.
COX*lX,TA
De conformidade con o art. 55 do nosso C->m-
proinisso e de ordem do nossa charisaim irmo
provedor, convido a-.'s fes juizes, ex-th soun iro e
ex-ecretario, a comptrecerem eaa nosso consis-
torio, pelas 10 horas 4* manh do dia 19 do cor-
rente, afim de cscolh.'rmoa -"a funecionarios que
teem de reger a mesa do auno compromissal de
1887 a 1888.
Cousistorio da C lestial Conf rara Oa SiStssima
Trindade, 16 de Maio de 187. f
O secretario,
Joao J. Guedes de Locerdi.
Devofo de N. S. di
Conceiso
De ordem da mesa reg-'dora, convido a toios
os irmaos admittidoa nesta devoc&o desde sua
fundaco at o anno de 1885, a apresentarem suas
cartas patentes ao irmao thesonreiro, iua de
Santa Thereza n. 58, das 4 o 6 horas da tarde,
com todos o eselarecimentoa do idade, eBtado,
naturalidade e resideuca, afim no livro de matrcula geral dos irmaos, e para
este fim est marcado o pr*sa de 30 dias, conta-
dos da data da preaente puhlcac>o,
Consistorio da devoijo de N. 8. da ConceicSo,
erecta no convento de 8. Fianciaoo do Recif<-, em
lide Maio de 1887.
J escrivilo,
Octaviano Alves Monte'.r-.
DO
BR4SIL
Capital
I Je cu re tlt;i 5o
0.000:000;
.000:000
A caixa filial d'es (' B^nco funecionaado tem-
porariamente ra do Commercio n. 38, saca,
vista ou a prazi, conr- os seguintes correspon-
dentes no estrtner-<:
Lindres......... s/N. M. R .thschil & S ns.
100
20
64
263
48
100
100
Arsenal de Guerra
O conselho eeonomjeo das companhias de apren-
dizes artfices e operarios militares, precisa con-
tractar oa artigoa seguintes:
Brim de linho escuro trancado (metros}
Brm de linho, braoco (dem).
Zuarte (dem).
Chita para cobertas (dem).
Madapoiao para forro das mesmas (dem)
L'dcos pequeos de chita
vieas (pares)
So podVra concerrer ao forueciuiento annuncia-
do p-ilo conselho quum habiltar-se previamente,
exhibindo um requerimento dirigido ao mesmo
c.nselho, documento que piove baver pago, como
negociante estabelecido, o imposto da casa com-
-nercal, relativo ao ultimo semestre vencido.
Os proponentes devero apresentar suas pro-
pestaa, nesta secretaria, ate as 11 horas da manha
do dia 20 do corrente, sendo ellas em duplicata e
em cartas fachadas com declaraco expresa* desu-
geitar-se as seguintes condi^oes :
l' No caso de, nao assegursrem o contracto, pa-
guem o mulla de 10 por cento.
2 Sendo recusados pela commistao es artigos
eontractados, mandar -ae-ha comprar pelo prejo
do mercado, ficaudo u coutractaute obrigado a n-
d-.-mnisar, isto at 3 mezes, depois do que ficar
rcscenJdo o contracto, pagando o contractante
a multa de 20 >* 00.
Todos os artigos devero ser de primeira qua-
lidade.
Secretaria do Arsenal de Guerra de Pernambu-
o, 16 de Maio de 1887.
0 secretario,
J. F. Ribeiro Macnado
i mm
nuis 340.'
de lia I
C
Sabbsdo, 21 do crreme, bora do cestume,
haver sesaao extraordin/iria.
Secretaria do Instituto Archeologico e Geogra-
phico Pernambucano, 17 de Maio de 1887.
I,fitiatn Reducir,
Io secretario.
nriBADAs
Barcacas.....
Vapores.....
Estrada de ferro de G
ruar ...
Animaes.....
Eatr^da de ferro de S.
Francisc) .
Satrada de ferro de Li-
moeiro.....
9.818
Vapor e navio deapacbadoa
Vapor inglez Therez-'na, sahido antehontea, le-
vea par Liverpool :
Assucar branco (kilo) 126
Asaucar mascavado (kilo) 066
Alcool (litro) no
Arroz com casca (kilo) 65
Algodo (kilo) 360
Aasucar refinado (kilo) 145
Borracha (kilo) 1*266
Couros seceos salgados (kilo) 500
Couros verdes (kilol 270
Cacao (kilo) 400
Cachaca (litro) 07;
Caf bom (kilo) 460
Caf restolho (kilo) 320
Carnauba (kilo) 366
Carocos de alfodao (kilo) 014
Carvao de pedrs de Cardifi (toi.) 16*000
Couros seccob empichados (kilo) 585
Farinha de mandioca (litro) 50
Fumo restolho em rolo (kilo) 4*i0
Fumo restolho em lata (kilo) 500
Fum^i bom (kilo) 720
Gcnebra (litro) 200
Me! (litro) 040
Miiho (kilo) 040
Taboados de mureilo (duzla) 100*000
Isiiporl.iefio
Vapor ing'ez NUe, chegado dos portos da Euro-
pa cm 17 do corrente e consignado a Adamscn
Howc ce C, mauifoatou :
Carga de S -utbampton
Amostras 10 volumes a diversos.
Bitter 5 eaixas i Carvalho & C
Cerveja 35 caixas a R. de Drus/na z '3.
Calcado 1 caixo a Francisco L.un* & C., 1 a
L. Swifl, 1 W. Hood.
C nserv%s 7 caixas a Carvalho & C.
Cartas para jogar 1 caixa ordem.
Enxofre 10 barricas a Oliveira Bastos & C.
Eot- ira 1 fardo a Guimar'-s Irmaos & C.
Etber 1 etixH a Manoel Alvos Barbos* Suc-
ceaaor.
Encera io 1 caixa aog coniigoatorioe.
Gelatina l caixa a Joo W. de Medeiroo.
Livros 1 caixo a Joo W. de Mdeiros.
Libras sterlinas 1.000 ao Lando i Braiilian
Bank Limited.
Mercadorias diversas 1 volume a Nunes Poniera
t C, 1 4 ordem, 1 Joaquim F, de Carvalho. '
Vapor nUemlLissaOon chegado de Hamburgo
e Litboa em 17 do aorrente e consignado a Bors-
tclinain & C.
Carga de Hambuigo
Amostras 3 > volumes a diversos.
Agua mineral 5 caixts a J. Kranse & C, 20 *
Francisco Manoel d Silva & C.
Ac 96 cunhetes ordem.
Bandejas 1 c&ix* a Francisca Mraiul da Silu
A C.
Cnumba de munco 100 barrs a t'areute Vian-
na & C.
Conseivaa 1 caixas a H. Nuescb ordem.
Crrvcja 150 caixas ordem, 20 a Fianciseo G.
de Arairp, 10 a Cirios A. Vandeliudeo, 20 a Joa-
quim F. de Aguiar, 10* Conrado Wuchsmann,
20 a H. Nuesch & C.
Camisas 1 caixa a Andrade Lopes & C.
Chapeos 1 caixo Br-uo da Silva Maia, 2 a
Alfonso Oliveira or. J, 4 ordem, 1 a S imarcos
t C, 1 a Adolpho & Ferro, 2 a Kaphael Disb
fe C 1 a Mai* Irmo & C.
Couro 2 caixoes ordem.
Cevada 30 barricas & ordem, 5 a Soares do
Amaral IrmoS.
Drogas 2 volumes ordem, 10 a Francisco M.
da Silva & C-
Encerado 1 caix) ordem.
K.-pi-lbca 1 caixo a Raphael Diaa & C.
E.--8<-nCas 2 Caiaai ordtm.
. .__= ue aaicio 1 t-aix;i ordem.
Fumo l volume a O. J. Seve & C. *
Ferragens 2 volumes a Martina Viegas & C, 16
a Antonio Duarte Carneiro Vianna, 1 a \V H-il-
liday & C, 1 a Guimares & Perman, 13 ordem.
1 a Prente Vianna & C, 4 a Feneira Guimares
Ca Maia & Silva. 6 a Oliveira Basto & C,
5 a Francisco Lauria & C, 1 Carneiro Fernan-
das i G, 1 a Canrad Wachsmann, 11 a Nunes
Fonseca & C.
Garrafas vasias 15 gigos a Martina Viegas
&C.
Livros 1 caixa ordem.
Louca 20 grades a Costa & Medeiros, 1 caixo
a Francisco Manoel da Silva & C. -
Liza 1 caixa a Martina Viegas Linba 1 caixo a Manoel CHaca & C, 2 a Nunes
Fonseca & C.
Mercad mas diversas 1 volume a A. D. Lima,
1 a Afionso Oliveira & C, 6 a Guimarea Car-
dnro d C 4 a GomeB de Mattoa Irin^s, 1 a J. A.
Motta Guimarea, 2 ti Alfredo Lipes 4 C, 1 a
Francisco Jos dos Passue Guimares, 31 r-
dem, 4 a Oliveira B sto i C, 1 n C orad Wat-lis
mann, 2 a Nunes F.ns-'ca & C, 1 a H. Nuesch
ir. C, i a Antonio D Carneiro Vianna, 1 a D. J.
Seve & C, 16 a L Basto, 2 a Mathens & C
Machinas 2 caixas a Manacl dos Santos Vilaca,
1 ordem, ditas du costu-a 12 volumes ordem,
5 Gomes de Mattos Iitnfios, 25 a Paren.e Vian-
na C, 22 a Antonio D Jarte C irneiro Viannu,
19 a Bernet & C.
atoris 10 caixoes a ordem 1 a Raphael Dias
4 C.
Oleo de linhac* 5 birria ordem.
Papal de embru'ho 350 fardos a Fernandes 5
Irmaos, 74 a FraLcisco Manoel da Silva & C, 2o
ordem.
Papelo 5 fardos ord.'in.
Pegos 80 caix.s ordem, 40 a Albino Silva
A C.
Perfumara 1 caixa a M. V. Heves.
P.menta 10 saceos, a Costa & Medeiros.
Parafinas 6 caixas a Francisco Jos dos Passoo
Guimar. 8,
Papel 3 caixas a T. Just, 2 M. V. Neves,
16 a Prente Vianna & C, 1 a Maia & Silva, 1 a
Caaemiro Fernandas C-, 18 ordem.
Phoephoros 40 eaixo-g a Prente Vianu-i & C.,
10 u Joaqui-n Daarte SiinSes & C, 10 a Frueelso
Lauria z C.
R,tim 2 fardes a \V. H illiday t C.
Tecidos di vrgog 1 volume a Kerreira & Irma ia.
1 a M -ihard Huber & C, 12 Maebado t Pe-
reir, 1 Guerra < Fernandes, 1 a G .iiina.-- a
limaos & C 36 ordem, 1 a Soasa Nogueira &
C, 1 a A. Vieirt & C 4 a Olnro Jardiin & C, 3
a Bernet & C. 1 a D. P. Wild ot C., 1 a N.
Maia i C-
Vidros 1 volume a Affouao Oliveira & C., la
Guimares & Perman, 2 a Franc seo Manoel da
da Silva C, 8 a C-nrad Wachamau, 201
ordem.
Viuho 38 caixas a R. de Druziua & C
Ctrgade Lisboa
Azeite 15 caitas a Domingos Ferrera da Silva
e C 10 a Joaquim Duarte Simoes & C.
Azeitonas 10 caixas a C. Alv 8 Barbosa.
Alpiste 10 saceos a Joo Fernandes de Al-
mei la.
Batata^ 50 '/2 caixas 'ao meemo, 100 a Do-
mingas Ferrera da Silva & C 100 a Silva
fiutmares & C, 100 a Paiva Valente & C, 50 a
Francisco R. Pinto Guimarea efe C, 20 a Eanaty
Rodrigues & C.
Bagas 1 barrica a Joaquim DHirteSiino -s ct C.
Carne de porco 1 caixa a F. Ferrera C irduzu.
Cebla 50 caixas Dowiogoa Ferreia d* Silva.
& C, 20 Esnaiy Rodrigues & C, 35 a Aranjo
Castro o C, 25 Jos.|Uin Duarte Simocs & C.
Conservas 6 caixas a Domingos Ferrera da
S.lva & C, 14 a Joo Fcraandea de Alm- i Ja.
Cominho 5 saceos a Domingos Ferrera da
da Silva & C.
Fareo 300 saceos a Souza Basto Amorim &
C, 460 a Paiva Valente 4C.
Madeira para caixts 8 grades a Francisco Jos
des Passog Guimares \ C
Pastas 36 tardos e 1 caixa a Domingos Ferrera
da Silva & C.
Viuho 5/5 e 50 caixas a D mingos Ferreira da
Silva & C, 1 a Amorim Irm.i JfeC, 1 a Martina
Cordeiro & C-, 1 a Oiiuto Jardim & C, 2 a
Joo Martina Ferreira.
lixnorl.!<;'"
RKCIFB 18 DE MAIO DB 1887
Para o exterior
No vapor inglez Fructera, carregou :
Para Liverpool, J. H. Boxwell 600 aaccas com
46,485 kilos de algodo.
No vapor inglez Baikena Bay, carregaram :
Para Liverpool, J. H. Boxwell 600 saccas com
45.680 kilos de algodo ; M. J. da Rocha 50 saceos
com 2,760 kilos de assucar mascavado.
= No vapor inglez Mariner, carregaram :
Para Liverpool, F. Cascao & Filho 700 sacc s
co-n 30,976 kilos de assucar mascavado ; J. L.
Sttto 10 kilos de fejo, 6 ditos de cat e 25 ditos
de farinha.
No vapor allemo Lissabon carregou :
Para Hamburgo, A'thur de Araujo 1 barrica
com 48 kilos de borracha.
i No vapor francez Ville de Maranhao, carre-
garam :
Para o Havre, .4. de Araajo Santos 1,005
suecas com 78,742 kilos de algodo ; A. Labille 9
saceos com ttirf kilos de borracha ; Rodrigues do
Fnna & C. 2 caixas com 200 kilos de borracha.
Para Paris, E. Goetchel 5 kilos de ouro e 12
ditos de prata.
Para o interior
No vapor austraco bzechnye, carrega-
Para Santos, P. Carneiro & C 25 pipas com
12,000 litros de agurdente e 350 saceos com
21,000 kilos de assucar mascavado ; P. A. de
Azevedo 1,000 saceos com 60,000 kilos de assucar
branco e 550 ditos com 33,000 ditos de dito mas-
cavado.
= No vapor nacioaal Espirito Sanl, carrega-
ram :
Para Manos, C Burle 50 barricas com 2,191
kilos de asaucar branco.
Para o Para, V. da Silveira 300 barricas com
20,156 kilos de assucar br-aco ; J. M. Das 300
barrricas com 18,835 kilos de assucar branco ; V.
P. Coimbra 4u0 barricas com 31,037 kilos da
assucar branco ; H. Oliveira 450 meioa de sola ;
J. M. Dias 50 barris com 4 800 litros de agur-
dente ; P. r into & C. 10 pipas e 50 barris com
9,600 litros de agurdente ; F. de Moraes 10 pi
pas com 4,700 itroi de agurdente ; F. A. de
Azevedo 300 velamos com 22,025 kilos de assucar
branco ; T. de Azevedo Souza 400 barricas com
26,650 kilos de assucar branco ; A. R. da Costa 5
barricas com 450 kilos de assucar refinado; E. C.
Bel trio Irmao 50 barricas com 1,519 kilos de
Psris...........
Hamburgo.......\
Berlira..........f
Bremente........)
Frankfurt s/ Main)
Antuerpia.......
Roma..........."\
Genova...... .. I
aples.........\
Miiao e mus 340
c: :::'.-
lia.
Madr d
Barcelona......
Cdiz...........
Malaga.........
Tarragona......
Valencia e outrarf"
cidades da H^a i
panha e Ibas I
Caniria?......
Lisboa.........\
Porto e ir.-.is c-1
dudes de P.r->
tuga! e Ibis. .. J
Rueos- Ayres.. )
Mont'vido......)
Nova Y'>rk .....
De Rjthaehild Frr
Deutacbe Bank.
Banque d'Anvers.
Bane-i Genrale e
agencias.
Banco Hypate?ario de
Eapan* c suas agen-
cias.
B>:nco de Portugul t
suas agencias.
Ri
MI
Eiigsh Bank of th>
ver Pate. Limited.
G Amsirk & C.
Compra tapies sobre quilquer praca do impe-
rio e d i eft-xnger >.
R-cebe ilu-beiri i-m canta correte de movi-
rr.ento e por letras a prazo.
asaucar Hra^; J. S da Costa Moreira 65 bar-
ricas com 2,735 kilos de assucar branco ; V. de
Itaqui do Norte 190 saceos com 11,400 kilos de
milho ; Bailar Irmaos & C. 500 borricas com
35,862 ki'os de assucar branco ; F. M. da Silva fe
C. 15 caizas com 540 kilos 'le oleo de ricino.
Na escuna uaeimal Evora, carregaram :
Para o Rio Grande do Sul, viuva de Manoel F.
Marq'i"s Filho 500 barricas com 48.071 kilos de
asaucar branco.
No patacho allemo Calo, earr'garam :
Par* o Rio Gran le di Sul, J. S. L .yo & Filho
300 barricas com 32.197 kilos de assucar branco.
No yapar al! mo Lissabon, carregou :
Para o Ri > de Janeiro, J. A C. Vianna 5 bar-
ra com 1,008 litios de oleo de carocas de algodo.
No vapor nacional P. do Grao Para, carre-
garam ;
Para Babia, viuva de Manoel F. Marques &
Filho 100 saccas com 7,50) kilos dt assucar bran-
co ; B. Oliveira 6t C. 1 barrica com 144 kilos de
assucar branco
No hiate nacional Correio de Natal, carre-
garam :
Para o Natal, M. A. Senna Se. 0. 14 saceos com
1,050 kilos de assucar refinado.
Na barcaca D Sinh, carregaram :
Par o Natal, E. C. Belfrao 4 Irmo 6 barricas
cm 360 kilos de assucar rennado.
Para Macabyba, E. C. Beltro & Irmo 10
barricas com 602 kiles de assucar refinado e 10
saceos coa 750 ditos de dito branco.
= Na barcaca Gracind carregaram :
Para Mamanguape, P. Alves & C. 15 barricas
com %0 kilos ie assucar refinado.
= Na barcaca Horida, carregaram :
Para Parabyba, H. de Souza Pereira & C. Suc
cessores 5 caixas contendo elixir de cabeca de
negro.
Kavloa A carga
Escuna nacional Evora, Rio Grande do Sul.
Lugar noruegnense Stabil, Montevideo.
Patacho nacional Maa Augusta, Montevideo.
Patacho inglez Kathleen, Estadas-Unidos.
Patacho allemo Cato, Rio Grande do Sol.
Vapot austraco Sttcheny. Santos e escala.
Vapor ingles Frutera, Bltico.
V*por ingles Neto, Bltico.
Vapor inglez Baskena Bay, Liverpool.
Savlo a descarga
Barca ingleza Hekne Isabel, bacalho.
Barca ingleza J. B. D., carvao.
Parea nacional Mimosa, xarque.
Barca noruegnense or, varios gneros.
Lugar inglez Maggie, bacalho.
Lugar nacional iarinho Vil, xarque.
Patacho nacional joven Crrela, xarque.
Patacho naeional Rival, xarque.
Patacho nacional Andaluza, xarque.
Vapor nacional Principe du Grao Para, varios
gneros.
Rendimentos pblicos
Uouipanhia de edificado
C^mmuiica-se aos Srs, accionistas, que por de-
liberaco da directoria, foi reeolvido o recolhimento
da 7" prestuco, do capital social na rnzo de 10
jor cento do valor das respectivas accoes, a qual
dever realisar-te at o dia 14 de Junho prximo
futuro na sede da companhia ao largo de Pedro II
n. 77.
Recife 14 de Maio de 1887.
Gustavo Antunes,
Director secretario.
ssociao comniercial agrcola
de 1 crnanibuco
Nao tendo comparecido os Sr?. Asscciados, de
tovo e por ordem do Illm. Sr. Presidente, os coin-
cido a compareccrem na respectiva fde no dia
20 do corrente, s 10 horas da manh, para em
aessu de assembla geral tratarse de interesses
so.'iaes.
Re fe, Ifide M.io de 1887.
Antonio Arthar Moreira de Mendonca,
1- secretario.
Na secretaria da Sauta Casa arrendam se os
seguutes predios :
Kua do Bom Jess n. 12, loja e J andar.
11 ir: dem n. 13, 2- e 3- andares.
Idetn do Vigai io Tbenorio n. 22, 1 andar.
Id m do Mrquez de Olinda n. 53, 3- andar.
dem do Apollo n. 24, 1 andar.
dem a Madre de Deus n. 20.
dem dem n 10.
dem da Moda u. 45.
dem dem n. 47.
dem dem n. 49.
dem das Boias n. 18, sobrado de dous andares
e loja.
Kua da Aurora n. 37. 2- andar.
dem da Detcnco (dentro do quadro) duas
c-.sas.
aaammmaammm^BaBBBBBaBaasaBaBBBBBi
Hercado Municipal de S. Jone
O movimento deste Mercado no dia 18 do Maio
foi o sc'uinte :
Entraram :
37 boia pesando 5,639 kilos, sendo de Olivei-
ra Castro, 26 dtoa de 1 qualid*de e 11 di-
tos particulares.
406 kilos de pene a 20 ris 82120
146 cargas de farinha a 200 ris 29200
10 ditas de fructas diversas a 300 rs. 3/000
7 taboleiros a 200 ris 1/400
16 sumos a 200 ris 3/200
Foram oceupados :
24 columnas a 600 ris 14/400
22 compartimentos de farinha a
500 ris. 11/000
21 ditos de comida a 500 ris 10/500
82 ditos de legumes a 400 ris 32/800
17 ditos de suino a 700 ris 11/900
11 ditos de tressuras a 600 ris 6/600
10 talhos a 2/ 20/000
9 ditos a 1/ 9/000
A Oliveira Castro & C.:
54 talhos al/
Lleve ter sido arrecadada neate.8 dits
a quantia de
54/000
215/120
3:432/420
3:647/340
Renda geral : U- 2a 18 dem de 18 Renda provuu De 2 a 17 [den. de 18 . MBZ DB MAJO Al/aniega 406:15804l 32:630^809
ial : 49:406/152 7;170.i4U
438:788850
56:576 4493
e a 17
dem de 18
De 2 a 17
fd"in fie 18
. 2 a 17
[.le n de 18
Mecebedoria
'nntiilitk Cvvxnak
Recite Drainage
Dlnnelro
495-365343
19:8284104
1:505/965
21:334*069
27:524/002
509#3o4
28.033/306
3:688/775
45/199
3:733/974
O vapor ingles Nile trouxe para
L.'udon and Brazilian Bank .
Rendimento dos dias 1 a 17
Foi arrecadado liquido at boje
frecos do dia :
Garu verde de 280 a 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Sumos e 560 a 640 ris iJoui.
'ariuba de 160 a 240 ris a cuia.
Milho de 26) a 320 ris idem.
Feijo de 640 a 1/000 idem.
Matadoaro Publico
Foram abatida ui Matadcuro da Cabanga 95
reces para o consumo do dia 19 de Maio.
Sendo: 69 rozes pertencentea Oliveira Castre,
te C, e 26 a diversos.
Vaporea e natos esperados
Gold HUdo sul boje.
Argentinade Hamburgo hoje.
Ville de Maranhaodo sul hoje.
Bkameoyde Tries hoje.
Financedo sul a 21.
Ville do Ceardo Havre a 21.
Merchaot de Liverpool a 23.
Ceardo norte a 23.
Taguada Europa a 23.
Alliancade New-Port-News a 24.
Manosdi. sul a 27.
Arlindoda Rio Grande do Sul a 27.
Junho
Campiasdo snl a 2.
Ville de Maceida sul a 2.
Nile do sul a 6.
Anne Charlottedo Rio Qrande do Snl.
Bernardos Godelewus do Rio Grande do Sal.
Carolina -do Rio Grande do Sul.
Diudado Rio Grande do Sul.
Enjettado Rio Grande do Sul.
Erutede Hamburgo.
Elysado Porto.
Favoritede Santos.
Guadianade Lisboa.
Jolantbede Santos.
Julietado Rio Grande do Sul.
Kataliue.le Terra Nova.
Marco Polodo Rio de Janeiro.
Meta Sophiade Hamburgo.
Malpode Brunswick.
Marendo Ri > Grande do Sul.
Nordaoeude Liverpool.
Nautlusdo Rio de Janeiro.
Our Auniedo Buenos-Ayres.
Premierdo Rio de Janeiro.
Positivodo Rio Grande do Sul.
Rosa Hilldo Rio Grande do Sul.
Rabbido Ro Grande do Sul.
Sparkde Terra Nova
Withelminede Hamburgo.
Movluiento do porto
Navio entrado no da la
1.050
eqnipagem
Borstelman 4 C
Navio sahido no mesmo ata
Hull-Barca norueguense .Glitner.. capito A.
Marenasen ; carga cayvs e algodo.

.
I
r
MUIHJUH
"l


Diario de Pcriianibuco(iuinta-leira
laio





Ir
\
Celestial confraria da
Santissima Trindade
I?e ordein do-irmo provedor, convido a todos
os carissimoa iruios nao comprehendidoa no final
do art. 1*2 do noeao co promieso a comparecerein
em oosao consistorio s 10 horas da maah do da
22 do corrente, para ouvirmoa a misaa votiva do
Espiiw Santo, eem seguida proceder-se a eleiclo
da nova mes* regedora dj auuo compromissal de
18S7.
Consistorio da celestial confraria da Santiaaima
1 riada ie, 16 fie Maio de 1887.
^ O secretario,
Joo Acintho Guedea de Laeerda.
13424 m noel de ouro com brilhante, 1 dito i volta de traneelitn, 1 medalha, 1 Ifinete,
com rabm e circulo de brilhantea. __ anneis e 2 botes ouro de le.
13427 Uuia pulseira, 1 broche, 1 cruz e 1 cordo, 13715 U n annal de ouro, 1 par de rosetas com
34 colheres para cha, de
Monte de Soccorto de
Pernambueo
LEILO DE JOIAS
Este eatabeleciinento tara leilo no dia 24 do
correte, por intermedio do agente Martina, em
sua sede, ru i d* Bota Jesua n. 32 s 11 horas
da manh, doa objaotm que nao (orem resgatadoe
at a Vcspera, coustaute das aeguintea cautelas ;
vencida de Fevereiro a M.uo dj anno finia, a di-
nheiro de contado.
Os ubjectoe estaro expoaico tres diaa antes.
12107 Um annel de ouro com 1 bri.baut escuro,
3 uitoa cjm ditos, 1 pulseira com ditos, 1
e- r ret tito de ouro, 1 corrente e medalha de
.-iiio com platina, 1 gargantilha, 1 pulseira,
2 broches, 2 pares de brinco* e 1 elogio,
ouro de le.
12412 Una corrente dupla cum medalha para re-
ineta, ouro de lei.
12525 Uina cru* de ouro cora briibantea e 1 volta
d<) tranceiiin, ouro de le.
12G72 Um par do rottas com bribantes, 1 dito
coin ditos, 1 dito com dito e diamantea, 1
dito com brilhantes e rubim.
1310.) Uno par de brincos de ouro, era vejad i de
brilh intea e ii.-m iuti-9, 1 pulseira, 1 br> che
e 1 par (ie ro:., uro d lei.
13110 Urna cruz de ouro com brilhantea e 2 pul-
8Praa, ouro de le.
13111 Urna pulseira de ouro com brilhantea e 1
corrente para relogie, ouro de lei.
13112 Uina pulseira ouro de lei, contendo bri-
lhantea.
13116 Unii corrente dupla cora medalha para re-
logio, ouro de lei.
1312S Ouaa vulias de tr.mceliin e um alfinete, ou-
ro ile lei.
13143 Um alfinete, 1 p^r de briucoa e 3 anncia,
ouro de lei.
13144 Dio* crrante e medalha pira relogio, ouro
13143 Uina corrente de ouro para relogio e 1
relogio de ouro de lei.
13146 Um relogio, ouro de lei.
13151 Um ciruo, 1 medalha, 1 alfinete e 1 cruz,
uro de lei.
13150 Una pulseira de ouro com pedma.
13153 ois aunis, 1 tinoco e 3 bjtoes, ouro de
lei ; 1 corda, 1 bandeira, 1 colher e qnatro
respimidorea, prata baila
13159 U-aa v Ita de iraucelun, 1 par de roztaa,
1 annel e 2 teteias, ouro de lei ; 1 cruz,
.uro baixo.
13174 lois cnsticaes, prata de le.
13179 Um alfinete, 1 par de brinco?, 2 cjrjoes, 1
coracao em ouro, ouro de lei.
13168 Urna pulseira de ouro e 1 par de brincos
com Drilhantes pequeos e diamantes, 2
c-en a: .-, 2 u.edalbas e 1 8in:e para relo-
gio, curo de le ; 2 relogios de ouro.
13202 U.i.a pulseira e 1 alfiuete, ouro de !ei; 9
colherea para cha, prata baiza.
13204 Urna pulaeira, 1 cruz, 1 figa e 2 anneia, ou-
ro de lei ; 1 volta c cerda, ouro baixe.
13206 L'm annel de curo com pequeo Orilhaute o
'1,115 ditos de ouro, ouro de lei : um dedal,
ouro baixo.
13222 Urna salva e 8 colherea para sopa, prata
de lei.
13.'23 Um trancelim. 2 parea de brincos, 1 dito
o.- arg'.ilaa e 3 auneia,^ouro de- le; 1 inoe-
diuhi de ouro (ineia i< coro aigjlla.
13237 Urai pulseira, 2 ..Ifiuetes, 1 par de briucoa,
1 tiancelim e 1 annel, ouro de lei.
1325j Urna pulseira, 1 par de botjs, our i de le;
6 uiediuhas de ouro .m botos.
13252 Urna pulseira, l alfiuete, 1 per de robias,
1 tnedalh.i, 1 botao e 3 anneia, ouro de
lei.
13266 Doze colheres para cha de prata.
13275 D.us xlfinetes, 2 pares de brincos, 1 dito de
rosetas, 1 dito de botes, 3 anncia e 1 figa,
ouro 13279 Um relogio, ouro de lei.
13294 Um trancelim, ouro de lei.
13303 Um par de resetaa com brilhantea e 1 an-
nel com dito,
13305 Um rekgio, ouro de lei.
13309 Um coro e 1 cruz, ouio de lei.
13310 Urna salva, prata de le.
13311 Um relogio, ouro d lei.
13313 Um trauceliui e l tune!, ouro de lei.
13314 Una pulseira, 1 a.fint-te, 1 par de brincos e
1 dito de rosetas, ouro de le.
13320 Um par de bricos, 1 volta de cordo e 1
aunel, ouro de lei.
13325 Urna corrente e 1 medalba para rel.'gio de
ten hora, 1 volta de ouro, 1 par de pricos
ouro de lei.
13327 Um alfinete de ouro para retrato cera bri-
inniite.
13331 Una cruz de ouro com brilhantea, 1 annel
com dito, 1 alfinete para manta, 1 dedal e
4 aunis ouro de lei.
13333 Urna pulseira, 1 alfiuete, 1 par de rosetas
de uro, cravejadaa de p.irolas, 1 volta de
ouro e 1 medalha e 2 trancelins, ouro de
lei.
13340 Um par de rosetas de ouro com brilhantea
pequeos. 2 anneis com ditos e 1 dito de
ouro.
13352 Um annel de curo com brilhaute.
13353 Um dito do ouro cem ditos.
13354 Duna salvas prata de lei.
13363 Duas pulaeiraa, 1 volta de ooro e 1 cruz,
ouro de le.
13361 Um broche de ouro com perolaa, 2 voltas
de traucelim, 1 emblema da Senhora da
Cenceico e medalha, ouro de lei.
13365 Um trancelim e 1 relogio pequeo, ouro de
lei.
13379 Um par de rosetas de ouro com brilhantea.
13380 Urna caixa de ouro de lei para rap.
13389 Uuia corrente para relogio e 1 relogio, ouro
de lei.
13392 Urna pulseira, 1 alfinete, 2 pares de brin-
cad, 1 loneto, 1 (rancelim e 2 anneis, ouro
de lei; 1 gargantilba, 1 pulseira, 1 alfiuete,
ouro baixo.
133DS Un par de brincos, 1 volta de trancelim, 1
medalba, i cruz e 2 anneis, ouro de lei; 1
salva, 3 colheres para cha, 1 dita para sopa
e 1 fivella, de prata de lei.
13391 Urna volta de trancelim, 2 paras de brin
eos, 1 dito de argol', e 1 dito de rojetas,
ouro de le.
13395 Urna volta de ouro para senhora.
13396 Urna pulseira de ouro com rubins, 1 alfi-
nete, 1 par de roaetaa e 2 chaves para re
logio, ouro de lei, 2 collares (moda), 1 bo
tac, 1 relogio de ouro de lei.
13401 Um relogio, ouio de lei.
13402 Urna corrente e sinete e 1 trancelim, ouro
de lei; 1 corrente, ouro baix >, l relogio
onro de le.
13404 Um par de rosetas de ouro com 2 rubins e
circuios de brilhantes, 3 botea de ouro com
3 perolaa, 1 relogio de ouro, 1 correute e
medalha para relogio onro de lei.
13405 Um par de rosetas de onro com 2 brilh .n-
tea, 1 carente e 1 relogio, ouro de lei.
13406 Uu: relogio, ouro de lei.
13107 Um par de casticaea prata de lei.
14409 Ooiis anneis de ouro com 2 brilhantea, 1
dito com esmeralda e pequeos bnlhautea
3 trano liua, 2 cordea, 1 pulaeira de requi-
ntes, 2 pares de botea, 1 cruz e 1 annel,
oo:o de lei; 1 par de rosetas e 1 crz cura
vej'idcs de diamantes.
13409 Um par de rosetas de ouro esas peroles e
ubuis e 1 medalha, ouro de le.
13410 Um annel de ouro com 1 brilhaute.
13411 Um jarro c baeia de pratv, 1 aalvapratide
Ir i.
13416 Um annel de ouro com 1 brilhante.
13417 Um par de rosetas com brilhantes e 2 an-
neis cem ditos.
13422 L' pulaeira, 1 par de brincos e 1 cruz,
era vejados do di imantes; 1 salva, 1 pal i-
teiro e 13 colheres para cha, prata de lei.
13423 Urna pulseira, 1 broche e 1 par de brincos
de ouro com brilhantes.
ouro de lei.
13431 Um paliteiro e
prata. .
13432 Dous pares de rMetas de ouro com 4 bri-
lhantes, 1 annel com 1 dito, 3 pares de
briucoa, 1 cruz e 1 cordo, ouro de lei ; 2
salvas, 1 p^liteiro, 18 colherea para sopa,
12 dita* para cha, 1 dita para arroz, prata
de lei.
13435 Um relogio de ouro para senhora.
13436 Dezoito colheres para cha, prata de lei.
13443 Dous botea de ouro com brilhantrs.
13444 Dous trancelius, ouro de lei; e 1 crucifixo,
ouro baixo.
1,1451 Urna crtente p&ra relogio, ourj de lei.
13458 Um par de rosetas de ouro com peque os
brilhantea, 2 parea de briucoa, 2 ditos de
rosetas, 1 trancelim e 1 leteia, ouro do lei.
13466 Um relogio, ouro de lei.
13472 Um trancelim, ouro de lei; e 1 relogio de
ouro.
13475 Urna fivella de ouro com brilhantes, 1 cor-
rente e 1 rel'gio, oury de lei.
13184 Um alfinete de ouro com briihantes, 1 tran-
celim, 1 fivella, 1 moeda de ouro com taco,
1 redoma, 2 pecas de puUeiraa, urna meda-
lha, 5 pecas de ouro para cinteiio, 1 par de
argollas e 1 annel, ouro de lei; crucifio,
ouro baixo ; 1 salva, prala de lei ; 12 co-
lheres para hopa e 23 ditas psra cha, prata
baixa.
13488 Tres botea de ouro com brilhantes, 1 par
de rosetas com ditos, 1 annel com dito e
diamantea, maia 1 dito com 1 dito, 4 moe-
dinhas em bitoe?
13494 Um trancelim e l cruz, ouro de le.
13500 Dous anneis de ouro com brilhantes, 1 vol-
ta de ouro, 1 pulseira, 2 mcdalhas, 3 tran-
celins e 1 miedinhn de ouro com lco, ouro
d lei.
13501 U'n r.-logio, ouro de lei.
13513 Urna pulseira, 2 trancelius e 1 figa, ouro de
lei; e i roseta de ouro com brilhaute.
13514 Duas moedas de ouro do valor de 10/000
cada urna, em botea, 2 ditas pequeas e 1
relogio de ouro.
13518 Urna corrente e aince para relogio, 1 vol-
ta de onro. 1 par de brincos e 2 alfinetea,
ouro de lei.
13519 Um par de brincos, 1 dito de roslas, 1 vol-
ta de traocelim, 1 cruz, curo do lei ; 1 ro-
Iheira de prata.
13520 Um cordo, 2 cruzes e 1 par de brincos,
onro de lei
13521 Um par de rosetas e 1 annel de ouro cem
brilhantea, 1 corrente e medalha para re-
logio, ouro de lei.
13522 Um alfiuete de ouro com brilhantes.
13523 Um paliteiro e 13 colheres de prata de lei.
13524 Um annel de ouro com brilhantea.
13546 Um par de rosetas de ouro com biilhaotes.
13561 Urna corrente c medalha para relogio, ouro
d.: lei.
13562 Urna volta de trancelim oure baix^, 1 relo
trio, ouro de lei.
13564 Urna pulseira e 1 par de brincoa, ouro de
lei.
13565 Urna pulaeira, 2 voltaa de trancelim e um
par de briucoa, ouro de lei.
13588 Urna volta de cordo, 1 par de argollas, 1
figa e 1 teteia, ouro de lei.
13677 Um pur de brincos e l cordo, ouro de lei.
1357: Um annel de ouro com brilhantes.
13583 Um par de brincos, 2 ditoa de rosetas e 1
cast.o, ouro do lei.
13597 Um par de brincos de ouro cravejado de
brilhantes.
13598 Pulaeira de ouro com rubina e perolaa e 1
alfinete our i ie lei.
13601 Dous grampos de ouro, 1 agulbeiro, 1 vol
ta de trancelim, 3 chavea, 1 dedal, um p&a-
sador, 1 medalba, 3 bolias de ouro, 1 corda
e 3 rcaplendores, our j de lei ; um paliteiro,
14 colh-res, 3 resplendores, 2 dedaea, 1 cruz
e 1 pequea peca de prata.
13604 Um relogio ourc de lei.
13605 Urna pulseira, 1 trancelim, 1 cordo, 3 an-
m is e 3 botea ouro de lei.
13609 Dous auueis de ouro com pequeos brilhan-
tes e 1 broche ouro de lei.
1362S Um pai de rosetas de onro cravejadas de
brilhaute*.
13637 Urna chapa de ouro (condecoraco) crave-
jada de brilhantes e diamantes e 3 botea
'>.in ditos.
Um cordo e 1 cruz ouro de lei, 6 colherea
prata baixa.
13645 Urna volta de euro, 1 medalha, 1 trance-
lim e um elogio pasa senhora, ouro de
lei.
13650 Urna salva, 6 colheres para sipa, 20 ditas
para cha, 3 ditas para tirar topa, arroz e
aaaucar, prata baixa.
13652 Qoatro casticacs, 1 pralo e tesouru, prati
de lei, 1 vaso prata baixa.
13651 Um volta ouro d- lei, para senhora.
13664 Urna pulseira ouro de lei.
13678 Doua-.ii'.eis com bi iilj,.nti s.
1367 Um annel de ouro Com brilhantes.
13646 Um par de rosetas c m dous orilbantes, 2
aunis coro ditos,l par de brincos, 1 annel,
2 pecas de brincos c 1 cart&o ouro de le.
13695 Urna crtente e medalha para rel< gio ouro
de lei.
13697 Urna cruz de ouro com brilbutes.
13707 Duas m'edalhas e 1 aunel com diamante,
ouro de lei.
13708 1) us pulseir.is, 1 trancelim. 1 par de brin-
cos, 1 dito Je *rgolea e 2 aunis de ouro
de ie.
13712 Una volta de ouro, 1 dita trancelim, 1 par
de brincos, 1 medalha, 1 emblema do Es-
piri ,o Santo, ouro de le.
13123 Um annel de ouro com um brilhante.
13724 Um relogio ouro de lei.
13741 Um nnel de ouro con biilhanle.
13763 Um relogio onro de lei.
13777 Urna medalha de ouro com um brilhante, 1
par de brincos com dito.
137S3 Um par de orines ouro de lei, 1 salva e 1
paliteiro prata baixa.
13789 Urna corrente dupla com medalha para re-
logio e 2 botes ooro d lei.
13791 Um alfiuete de ouro com brilhantes e 1 re I
logio ouro de lei.
13802 Urna corrente dupla com uied-.lha para re
logio, ouro de lei.
13.05 Um pequeo trancelim com chave, z bo oes
e 2 anneis ouro de lei.
13808 Urna pulaeira ouro de lei.
13809 Quatro botes de ouro e 1 aunel conteudo
brilhantes.
13815 Um par ae rosetas de ouro com brilhan-
tea.
13819 Um relogio de ouro.
13821 Urna volia de trancelim, 1 medalha e 2 pa-
rea dt briucoa ouro de lei.
13825 Urna corrente para relogio e 1 volta ouro
de lei.
13838 Urn relogio ouro du lei.
13816 Um aunel de ouro com um brilhante, 1 cor-
do e 1 relogio de ouro
13849 Urna pulseira, 1 cordo'e 1 figa ouro de
lei.
13854 Um relogio de ouro para aeuhora.
13859 Um annel de ouro com um brilhante.
13865 Um trancelim grosso ouro de lei.
13866 Um cordo, 1 alfinete e 1 par de rosetas
onro de le.
13867 Um trancelim, 2 voltea du oito, 2 pares de
rosetas e 1 aunel ouro de lei; duas moedi-
nhaa, collares.
13868 Urna corrente para relogi>, 1 relogio de
ouro e 1 figa de prata-.
13876 Um p*r de rosetas de ouro com biilbantef,
1 medalho d; ouro com ditos e 2 pnlseiras
ooro de lei.
13878 Doua trancelins com cinete ouro de 1, i.
13883 Um par de rosetas de ouro com brilhantes,
1 crus com ditos, 1 fio de perolns, 1 sIva,
1 paliteiro, 2 castica,. pequeuus e 13 co-
lherea de prala.
13884 Urna corrente dupla com medalha para re-
logio ouro de lei.
13891 Urna corrente e medalha para r logio ouro
ae lei.
13894 Urna corrente e 1 relogio ouro de lei; urna
salva prata baixa.
13895 Dozj colheres para sopa e 12 ditas para
cha, prata haix.-i.
13897 Urna volta de trancelim com 6 tetei-.s de
?ro' l medilD, e 1 nnel ooro de lei.
13899 Um par de rosetas de ooro com dous bri-
lhantes grandes.
13903 Trese colheres para cha, prata baixa.
13907 Duas puiseiras e 1 volta de onro de lei.
13909 Um cordo, 1 par da rosetas, 2 anneis de
jouro e4 colheres de prata para topa.
13944 Um correntio para relogio, ooro de le .
13916 Um broche de ouro com brilhantes.
13918 Uaa par de brincos, 1 dito de rosetas, 1
brilhantes, 1 cruz de ouro com topasio e
perolaa e 1 par de brincoa ouro de lei.
Recife, 5 de Maio de 1887.
O gerenta,
Felino D. Ferreirn Coelho.
THEATRO"
Imied SSales 4 Brasil M- S. % C
0 nw
EMPREZA
SOARES DE MEDEIROS
Sabbado, 24 do corrente
i.1 Recita
da companhia dramtica de que faz parte al.
actriz ingenua brasileira
fl). Jsalma JHcwclar
Grande aeontecimento theatral!
Primeara rcprsentsicttu da peca mar-
tima de esplendido auccaso, de aseumpto portu-
gus, eC'pta expreasam<-nte para ser representa-
da nos theuros do lirasil, maravilhosa composicao
em 5 ctos, ornada de cancee, dancas populares
do ouro, musicaa originaos, et?., intitulada:
lii DESOREM
NO
ALTO MAR
13613
Ttulos dos actos
1 ActoLevantar o ierro.
2. DitoNo alto mar.
3 Dito O testamento falso.
4 DitoQueimada viva.
5. Dito O viugador.
O Io acto pasaa-se na Povoa do Varzim.
O 2o uo alto mar, a bordo do brigue Esperanza
O 3 ua Povoa.
O 4o na ra de Santo II lfooso, n9 Porto.
O 5 no mar, a bordo do vapor Nepluno
Todo o sceuario do 2o u ltimos actos
novo o pintado expressainente para esta
pe$a.
A acea do 2o acte, com incendio a bordo, re-
volta de marinheiron, cxploa) de plvora, naufra-
gio e 8uboiera> do brigue, de effeito surprehen-
dente o conttitue a por ai
i ni .i maravllha de machi nlsmo
A msica original do pranteadu maestro A-
VARESGA e ensaiada pelo regente d'este thea-
tro o habilis.-imo profesaor Sr. Antelo Martina.
Todo o machiniaino est executado segundo oa
dea-uhoa do excedente mestre carpinteiro Joaquim
Ricardo Guimarea, Io director do movimento dos
theatroa do Rio de Janeiro.
Os scenario8 que apr-sontam, bem como os dous
navios que se veem no correr do drama, toram
pintados pelo notavel sceoographo da empieza o
distincto pintor JOAQUIM BOROES, auxiliado
pelo actor RIBEIRO COSTA.
0 drama no alto mar
oaseia-ss em factos verdadeirop, taes como cm pa-
voroso incendio que houve no Porto em 1876, e um
crime commettido a bordo de um navio queaeguia
para o 3io de Janeiro, crime de que sinda se re-
corda com horror a populacao do Brasil.
Eata peca quando representada na corte, occo- \
pon por largo lempo a atteuc > da imprensa ti ti-
mnense e mer-'ceu da colonia portuguesa, lison- i
geiro acolhimento, pelas reaordaedes da patria que
he auggere, bem como populacao braaileira que |
est toda ao facto da desastrosa historia.
Recebemoe
culo.
encommendaa para cate eapecta-
Espera-Be de Se .< r or -
News, at o dia 24 o Maio
o qual eguira jepva d
demoraaecesaari> pua
Baha, Ro de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
li com os
0 paquete Finalice
E' esperado dos portes de
sul at o dia 21 de Maio
depois da demora necessaria
seguir para
flaranhSo, Para. Barbados, H
Thomaz e Mew-York
..'ara carga, passagens,e ten n>-n.tas -.-dinheirc
* (Tete, trac ta-so com os
AGENTES
Henrv fmtei i C.
N 8 RA' } L.OMMERCIO -
/. anda
CBAItlllS IEIJNIS
4'ompatihia Franceza de Navega-
cSo a Vapor
Linha quinzenal entre o H7re, Lis-
boa, Pernambueo, Babia, Rio de Janeiro e
Santos
0 yajor Tillo fle Macelo
Cotnmandante Panchvre
Esperarse dos portes do sul
at odia 2 de Junho seg lin-
do depois de indispensavel
demora oHIVBE, tocando
em LISBOA havendo nu-
mero suficiente de passa.ei
roa de 1 classe.
O VAPOR ENTRARA' DENTRO DO
PORTO
Conduz medico a bordo," de marcha rpida e
oSerece excellentes^commodos e ptimo passadio.
As paaaagens podero ser tomadas de antemo.
Recebe carga, encommendas e paaaageiroa pira
os qaaea tem excedentes accommodacoes.
Para carga, ru sagena, encommendas e dinheiro
a frete : trata-se com o
AGENTE
0 vapor Vile de Cear
Cotnmandante Simn t
E' esperado da Europa
at o dia 21 de Maio, se-
guni'lo depois da indispen
save) demora para a Ba-
ha. Ra de Janeiro
c wtantoa.
Roga-se aos Srs. importadores de carga pelos
, vapores desta linha,queiram Rpresentar dentro de 6
l dias a contar do da descarga das aivarengi. (- >.-
quer reclamacao concernente a volumea, que po-
vmtuiatenham seguido para os portea do sul,ann
de se poderem dar a tempo aa providencias neces-
aariaa.
Expirado o referido praae u coinpunhiaoa n se
reaponsabilisa por extravos.
Para carga, passagens, encommendaa e dinheiro
a fret' : rata-se com o
AGENTE
A listo Lbil le
y RA DO CUMMEKUlO-9
Companhia Bahiana de navega-
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Araeaj,
Estancia e Baha
O VAPOR
Principe do Gro-Par
Commandante J. F. Teixeira
Um fogo de ferro, trena de coainhaa, mesas,
cadeiras, btcias e vasos para flores.
Sotfto
Um* mesa elastiaa redonda, 1 guarda-louca,
2 aparadores torneados, 2 mtsas de abrir, 12 ca-
deiras e 2 conaolos.
Urna cama francesa, 1 uarquesSo, 1 cama de
ferro, 1 bid, lcommoda com pedra, camas de
vento e muitcs outros movis de casa de familia
existentes na casa da ra da Unio n. 15.
Sexta felra ?o do corrente
O Dr. Tristo flenriqae C>sta, tendo de faser
orna viagem com sua familia, levar lei Lio por
intervenco do agente Pinto, os movis e mais
objectos da caca de sua residencia, roa da
l'niao n 15.
O leilao principiar s 10 horas.
A entrega effectuar-se-ha findo o acto du arre-
matacao Q em 24 horas.
Ag; ute Pestaa
Leilo
Do sobrado sito ra do Rosario n. 5
em frente Santa Casa de Misericordia e
a casa terrea sita ra de S. Jorge n. 32
era Fra He Portas, e edificados era terre-
nos proprioB, pertencentea o inventari do
finado Antonio Al ves Ferreira.
Sexta felra, O do corrente
A's 11 horas em ponto
Com a8sstenca do Exm. Sr. juiz de orphaoa.
No armazem ra do Vigario Tenorio
n. 12
O agente Pestaa autorisad > por mandado do
Exm. Sr. juiz de orphV.s, far leilao do sobrado
sito ra Larga do Rosario n. 5 8ervindo de
baae a oflerta de 4:0l)0, e da ca8a terrea aita
roa do S. Jorge n. 32, em Fra de Portea, aer-
vindo de base a offerta de 1:25G p.r cujas quan-
tias sero entregues os referidos predios, nao
comparecendo quem d rcelbor rfferta.
Aluga-se urna aala, um gabinete e um quar-
fo em lugar mnito ameno, Caminho Novo n. 12
pessoa que se estime, sol teiro, sem familia. Na
mestna casa tem qu.ui se encarregue de mandar
fazer o caf, lavar e engommar a roupa da pessoa
que abi quizer morar.
Pr. cisa-se de urna ama para urna pessoa :
na ra do Padre Fioriano n. 40, 2 andar.
= Precisa-se de urna ama para o servico de
unm s pessoa ; a tratar na travessa do Duque
de Caxias n. 9, entrada pea ra larga do Rosario,
segundo andar.
Aluga-ae aa caaaa terreaa n. 4 ra de An-
tonio Henrique, oulr'ora Acouguinho, e n. 122
Coronel Suaaauna, outr'ora Horta3 ; a tra.ar com
Pinheiro ra da Pa n. 42.
AMA
Precisa-se de uma ama para lavar e en-
gommar em casa do familia : na ra do
Riachuelo n. 13 se dir.
Ama
Preciaa-ae de uma ama para cosinhar e sd-
boar ; na ra da Ponto Velha n. 16.
\ffll
Precisa-se de um* ama que coainhe e engomme
para marido e mulher sem h'lhos, e que durma em
casa : a tratar na ra da Conquista n. 29, ou roa
do Imorim n. 6.
3 leilo
Nabbado I do correte
A's 11 horas
Na ra lm de Margo n. 12
O agente Modest) Baptiata por mandado e cora
aasistencia do Exm. Sr. Dr.juiz de orphos e au-
sentes, a requerimento do teatamenteiro e inven-
tarente do espolio do finado Mainel de Moura
E8teves, far leilo de tres terrenos, 2 casas, sitas
na estra do Arraial, psrteucentea ao meamo es-
polio.
O mesmo agente dar as informacocs, preci-
sas.
Ama deleite
Preeisa-se de uina ama de leite com
a tratar na ra da Siledade n. 14.
urgencu
Ama de leite
Preciaa-se de uma na ra de Hortaa n. 118.
Aluaa-se
a luja n. 24 da ra da Irapeatriz por 30i, col
commodos para familia e ofieina : a tratar na ru..
do Coronel Suo8suna n. 204.
Aluga -se
Leilo
Na
Em contlmiaco
a ra Primeiro de Margo n. 12
Sabbado 81 do corrente
A's 11 horas
De fazendas, tees como: camisas para homens,
calcas de brim, lencos de seda e de linho, camisas
de meia, collerinhos e punhos, camisas esaias para
aenhora, eapartilhos, luvas de seda, fiehs, borda
dos, eortes de vestido, fronhss, gravatas, meias
para hornera e senhora, cobertores, colchas, cha-
peo- e chapelinas, miudfzas, brinqoedoa para me-
ninoa, candieir^s, jarroa, albuns, e outros muitos
artigoa.
gl
iSt
l'ri'i'ns os ilo eoslume
Hunda para todas aa liuhas e trem at Apipu-
CJ.
i y
M&II0S_____
COMPANHIA l'KKWHJIHlv*
DE
ftavegaco Costelra por Vapor
PRTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macu, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
vapor Jaguaribe
Commandante Baptista
Segu no dia 21 do
Maio, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 20.
Encommendas passagens e dinheiroa a fretc at
s 3 horaa da taide do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Caes ra Companhia Pem/tmlteaia
n. 12
SOViLlilLSTEAI PACBT
COIPAW
0 paquete Tagus
E' esperado da Europa no di
23 do corrente, segurada
depois da demora necessaa
ra para
de Janeiro Monte
lucilos Aj re*
Para passagens, fretea,, efe. tracta-ae com oa
Consignatarios
Adaiusoa Howie &C.
, 3 RA DO OOMMERC10 N. 3
1* andar
Baha, Rio
?Ideo e
Segu impreterivel-
mente para os p-rtos
cima no dia 19 de
Maio, aa 2 horaa da
tarde. Recebe cargi
nicamente at ao 1(2
dia do dia 18.
Para carga, passagens, encomincndaa e dihueiro
a frete tracta-ae na agencia
7iua do Vigario 7
Domingos Alies Malheus
HafflIlir-SiififiiBluiIscl"
UampschinTabrts-GeselIschaft
0 vapor Campias
E' esperadodob po-
tos do sul at o dia 2
de Junho e seguir d
pois da demora necej-
saria para
Lisboa e Hamburgo
Para pasagena, tracta-ae com os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
RA DO COMMERCIO N. S
i* andar

Segu para o porto cima o hiate nacional D'
Antonio, recebe carga ; a tratar na ra da Madre
dd Deus n 8, ou no caes do Loyo a bordo.
Agente Pestaa
Leilo
Da uma parte da casa terrea, sita ra de
Bemfca n. 2, pertencente ao espolio de
Ignacio de S Lopes t\ mandes.
Sabbado 21 do corrente
No armazem ra do Vigario n. 12
O agente Pestaa autorisado pelo Exm. Sr. Dr.
juiz de orphos vender no dia e hora cima men-
cionados, com asaiatcncia do menino senbor, a parte
da casa terrea, sita ra de Bemfica n. 2.
Agente Pestaa
Leilo
Dd um bah com roupa, um sacco com
roupa, e ama notd de um pzo de Bue-
nos-Ayres pertenente ao espolio de Pe-
dro Ratis de Barros.
Sabbado SI do corrente
A's 11 horaa
No armazem ra do Vigario n- 12
O agente Pestaa autoriaado pelo Exm. Sr. Dr.
juiz de orphaoa, e com asai8tencia do mesmo, ven-
der no dia e hora cima mencii nados a q-.em muis
dei, om bab com roupa, om sacco coi roupa, e
uma note de om pezo de Boenoa-Ayrea
Leilo
De om piano novo do fabricante llodling &
Spangenberg, diversas caixas com superiores cha-
rutea da Bahia, de diviraaa marcas, fumo caporal,
mesas novas elasticaa de 4 e 8 laboas, camas, mar
qoezu-a, apparadorea, prencas para copiar, qua-
dros, cadeiraa novas de junco brancas e prefaa,
jarros, candieiros, vinho, cognac e muitoa outrts
objectoa.
Sabbado, 21 do corrente
As 11 horas
No armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 19
POR INTERVENCO DO AGENTE
uma caaa nt? Torre ra (o Hospicio n.
tratar na mesma ra n. 81.
ro:
m
Precisa-se de um menino que tenha pratica t
molhados ; no pateo de S. Ppdro n. 10.
Cosinheira
Precisa-se de uma cosinheira para casa de .
milia, que seja de boa conducta ; na ra do Ir.-,
perador n. 73, terceiro andar.
Piano
Gusmo
LEILOBS
s'cxta-fi ira, 20, deve ter lu^ar o leiiu de
moveia, porcellanas, cryataes, quadres, e mais per-
tences da casa em que residi o Dr.-'Triatao ra
da Unio n. 15.
91
Vapor extraordinario
O vapor Nile
De 3,039 'andadas de registro
Rio
1 de
Sahir do porto do
de Janeiro no dia
Junho prximo com es-
cali para Babia e Per-
nambueo, seguinlo depuia de pouc* demo
ia com malas e pasaageiros para
LISBOA E SOUTHAMPTON
Desde j recebe-se encommendas pan
camarotes na
AGENCIA
lina do rame re o n. 3
1 andar
A damson Howie C.
AGENTES
Aracaly
Segu para o porto cima o hiate Dtus te Salve,
recebe carga ; a tratar na ra da Madre de Deus
n. 8 cu no caes do L070, a bordo,
Leilao
De bons movein, crystaes, porcelana, qua-
dros, objectoi de electro-plate, plantas
e candieiros a gaz carbnico, entre os
quaes um de cristal coro 6 bicos, outro
de 3 bracos 1? diversas arandelas e glo-
bos.
A Saber :
tala de %lniia
m piano de Blondel & Wignes, 1 cadeira
para o mesmo, 1 uiobia de Jacaranda com 1 sof,
2 consolos, 2 cadeiraa de bracos e 12 de guarni-
ca>, 2 cadeiraa de balunco, quadroa, 2 serpenti-
nas, 4 caaticaea e mangas, 4 jarros para floree,
4 figuras, 2 escarradeiras. 1 lustre de crystal com
3 bicos a gaz carbnico, 2 aanefaa e 1 tapete para
forro de sala.
Gabinete
Ucna burra prova de fogo, de Milner, 1 sof,
2 cadeiras de palha, 1 secretaria, 1 divn estofa-
do, 12 cadeiras, de junco preto, 1 mesa de abrir,
2 mesas com gavetas, 1 estante envidracada, 1 ca-
deira de brac', 1 eteger, 2 candieiros gaz,
1 mchica e pertcncea para tirar retralca.
Quarle
Uma commoda guarda roupa, 2 Iavatorioa com
pedras, 2 guarda vestidos, 2 cabiaes, 1 cama
ranceza, 1 marquezSo, 1 cominoda com tampo de
pedra, 2 cadeiras de. bataneo e 2 machinas de cos-
tura.
ala Um mesa elstica, 1 guarda-louca en vidria-
do, 2 aparadores com tainpos de pedra, 2 eta-
gera, 1 quartinheira, 1 gu-rds-comida, 1 lavatorio,
1 sof, 12 cadeiraa, 3 quadros, 2 relogios, appa-
relboa de porcelana para eh c jautar, copos, cli-
ces, garrafas, compoteiras, fruteira, talberes, co-
lheres e quartiubas.
Leilo
De predios
Agente Brtto
O agente cima, a mandado do Iilm. Exm. Sr.
Dr. juiz de direito de orphos e ausentes, e a re-
querimento d Illm. Sr. Dr. curador geral de au-
sentes vender em leilo a casa terrea site ra
de Santa Cecilia n. 9, pertencente ao espolio do
finado Ignacio Luiz de Moura.
Em continuadlo
vender mais a caaa terrea sita ra do Naacen-
te n. 24, con 1 porta e janella, 2 6nlaa, 3 quartos.
cozinha frs, cacimba, quintal murado, em terreno
pror.no.
Uma casa terrea com 1 perta, 2 janellna, 2 sa-
las, 5 quartos, cozinha fra, quintal at ao mar,
sita em Olicda no pateo doa Milagrea n 9.
Ra de Pedro Affouso n. 43
Sabbado 21 de Maio
A's lt horas
AVISOS DIVERSOS
Alug^-at: casas a 8 hos, junto de S. Goncallo : a tratar na roa da
(mperatriz n. >.
Na Passagem da Magdalena, entrada para
o Remedio, 8luga se pelo temp qae ae conyen-
ciouar, um 8tio com boa caaa. maitaa frueteiras,
viveiro, baixa de capim, etc. : a tratar na ra do
Imperador n. 14, 1* andar.
Precisa-se de uma cosinheira para caaa de
familia, que durma om caaa ; a tratar na ra do
Baio da Victoria n. 3', toja.
Igoorando-se a morada dos senhores abaixo
declarados se Ibes roga de irem ao Urgo da Al-
faudega n. 7, armazem, negocios de seua inte-
resaos :
Andr Avelino Pereira de Mello.
Jos Ta vares Cameiro.
Leodegario de touza Barbosa.
Manoel Rodrigues de Mattos
Precisa-te de criados para vender taboleiro ;
na rus da Matriz da Boa-Vista n. 3.
Precisa-ae de uma cosiuheira pf ra casa de
familia, que neja de boa conducta ; na ra do
Imperador n. 73, 3- andar. ________
= Quem precisar de uma professora para en-
I ainar primeiras lettras, francs, muiica, p auo e
1 Airea, dirija-ae ao Caminho Njvo n. 128.
Vende-se um bora piano ; a tratar na ra de-
Vissonde de Inhaina, tntiga ra do Rangel n. 1 \
primeiro andar.
Semences e carapato
Compra-se na fabrica Apollo ra do Hospici.
numero 79.
Engenho Goiceiclo Ve-
lha de Ipojuea
Tavaies de Mel' ,
Genro & C, repetndo
o procedimento que ti-
veram o anno passado
por este Diario, pro-
testan! contra toda e
qual quer transacc,o
que o Sr. tenente-co-
ronel Francisco Ma-
noel de Siqueira Ca-
valcante, fa^a re ativa-
mente, s partes que
possue no engenho
Cncei^o Velha de
Ipojuea, ou de urna
hjpotheca, celehrada
quando j esta va ven
cido o sen debito para
com os protestantes,
que ha mais de anno o
esto demandando ju-
dicialmente.
Kepetimos este an-
nuneio para que nin-
guem se chame igno-
rancia.
Recife, 18 de Maio
de 1887
Tavars de Mello Genro, k C.
m
FELIZ
5:
r^ra^a da Independen
cia ns. 37 e 39
Acharase venda os felizes bilhetas
garantidos da 'S toteria ii beneficio da
matriz de Iurub, que se extrahir quanio
tu.- annuciada.
PREgOS
Em porco
Inteiro 2^1700
A retalho
Inteiro 30000
Antonio Augusta dos Smtoi Por'-.
' MIMADO i


O Vigor
do
Cabello
do
Dr. Ayer.
Preparado Sob
Bases Scientiflcas
B Physiologioas^,
para o
Precisase de ina eriada que saiba engommar
e eusabsar bem, dando fiador de su conducto ; a
tratar na ra do Pro6ressj d. 7, na Solcdade.
Caixeiro
Na ra da Palma n. 37, precisa-se de um cai-
xeiro com pratic de molhados e que d fiador
sua conducta.
Attendite
Jos Samuel B telbo, o bem conhecido fabri-
cante de bouquels para casamento* e outros actos,
e capailas marinaras de pe.petuat, tanto de lla-
res naturaea camo Krlificiaes. (fivrect'-se aores-
ptitavel publico para ser procurado na ra Nova,
loja de miudezas d. 20, e > ra da Cadeia do
Recife, loja de selleiro n. 43, promettendo todo o
as&eio e pomptiJao no seu trabalbo.
Jalroph
Manipoeira
Esse medcamt nto de urna eficacia r couheeida
no beriberi e outras molestias era que predomiua a
hydropesia, aclia-se modificido em ana prepara-
cao, ^racas a urna no\ >. formula de um distincto
medico desta cidade, S"ndo que eoraente o abaixo
assignado est habilitado pura prcparal-c de modo
a mi-lhorar lhe o goslo < eheiro, aem todava alte
rar-lhe as propriedad^s medicamentosas, que se
conservara com a mesma actividade, se nao maior
em vista do medo por que elle tolerado pelo
estomago.
I ni o iepontlo
Na pbarmacia Cene, i^a a ra do Marque* de
Olinda n. 61.
Ite/erra de Mello
AS MES DE FAMILIA
Para remediar fraqueza das criancas, desen-
volver suas forcas, seu crescimento e preser-
val-os das molestias communs idade tenra,
os principaes Mdicos e Membros da Academia
de Medicina receito. com grande xito, o verdar
deiro Racahout dos rabes de Delangrenier,
de Pariz. E-te alimento muito agradavel com-
iosto de substancias vegetaes nutritivas e
orlicantes, se e-palha ior loda a economa
e om vista de suas prop:i 'ladea analpticas,
melhora a composico do leite das senhoraa
3ue crio, e re.-tuura as forcas enfraquecidas
o estomago.
Deposito em fco'usafCidao'esdo Rt-fixlletloPortunal.
Toucador.
0 Vigor do tabello
Do Dr. Ayer.
Devolre, coro o brilho e frescura cabello grritalho ou branco urna rica cor natu-
ral, castanoo ou preto, como se desoja. Pelo sea
nao, ao casco claro ou ro\o pode dar-se una eflr
escura, e gros&ura ao cabello fino, cmquauto que
frequentementecuraacaTicie, porem nem sempre.
Impede a queda do cabello, estimulando o deb e
enfermo a crescer vigorosamente. Reprime o pro-
gresso e cura a tii.ha e caspa, curando quasi todas as
aoencas peculiares do perieraiieo. Como Cosmti-
co para aformosear o cabello das Senhora? o
Vigor nfio tem rival; nao conten azclte ou tinta al-
guna, terna o cabello suave, brilhante c sedoso na
apparencia, e ouunuiiica-lhe ion perfume delicado,
agradwel e permanente,
I -1. I I'ARADO PELO
DR. J. C. AYER e CA.,
Lowcll, Mass., E. U. A.
A' venda nas prueipaes phaxmacias e drogaras.
Caixeiro
Precisase de um caixeiro de 14 a 16 annoa,
com pratica de seceos e molhados ; na ra de
Mircilio Das n. 26.
Caixeiro
Precisa ge de um caixeiro de 12 16 nonos, com
pratica de molhados e de conducta affiancada ; a
tratar na roa de Paysand n. 23._____________
AttenQo
Perderse do Arraial ao Monfeiro at a estrada
do Lamaro, no trem das 5 horas e 18 minutos
da tarda de bontem, 15 do corrate mes, urna
volta com cacoleta de oaro de le ; quem a achou
e querendo restituil-a, far o obsequio de levar ao
Arraial, estaco da Manga beira de Cima, em casa
de Franeisco Jos Quedes de Lacerda, ou na Al-
fandega, que sera generosamente recompensado.
rKGfiTOS ENGLOti
a Ulyss ROY, em M^m $m;*<
imite PffOUST, Susr & Genr
Amella Domlntoei
O Dr. Misael Domrogues convida aos seua pon-
eos amigos e eonhecidos neata cidade a assistirem
no dia SO do correufe, Da igr.j do Carmel, pelas
7 horas da manha, a missa do stimo da de soa
sempre lembrad* irma, Amelia Domingues, falle
cida na capital de Alagona, Agradece qaellee
que accederi-m a este convite.
Leopoldina Sancha de Ollvelra lo
ragem
Bernardino eOliveira Corsgem, e sua mnlher
Antonio Caetano deOliveira Corngm e sua ir.u-
lhes, Heliodoro Cyrino de Olivara Coragem a sua
mulher, irioSo, s* brinb^s cunan la, e sobrinhaa de
Leopoldina Sancha de Oliveira Coragem, agrade-
cen] oordialmente a todos que se dignaran acom
panbal a ao cemiterio publico, e de novo convidam
todos os prente? e amigos para aesistirem a missa
que por alma da mesma maodxm rezar na igreja
da Penha as 7 horas do dia 20 do eorrente e pelo
que desdp j se eonfessam prafos.
amotoni ^enoiattOopna^-'v lOO frasco. SOO K.
CHirfumcsptratodoaoaUoorflkJa 100 *> 300 t7
-:iecolERh>moadTa*ia.'*,.S0(*>o 60C*
Depositarlos em P-rnambuco t
*!. wjmm ac. i hilv> *. gm.
Tinta preta
INALTERAVEL

cowHiMct'rnt
PHARMACIA CENTRAL
38 Roa do Imperador 38
Pernambuco
Serve para escripturafao mercantil e d 3 ou 4
copias de urna vez.
AVISO
Concertam se machinas de costura de
qualquer fabricante, bombas e toda e qual-
quer qualidade de machinas movidas a va-
por, ou gaz, etc.
PREQOS SEM COMPETENCIA
Mi ll Bl-JK-3)
t
llvpoliio Xnvier Coatiabo
M. A. Rodrigues Fiuheiroe tua mulber mandam
resar missas na igreja da Soledade, a 6 horas da
manba do dia 20 do corrate, trigsimo do fallo-
cimento de seu presado sogro e pai, Hypolito Xa-
vier Cootinho, e convidam para assistir a este
acto, as pessoas de sua amizade, pelo que se con-
fesBum desde j erd<'"idoB.

VIKiniic de Monte-Sao
Henrique Leite Pexeira Jardiui c invida aos seus
amigos pare as9stir<"m a una missa que manda
celebrar na Ordem Tercuira de S. Francisco, sab-
bado, 21 do eorrente as 8 horas da manh, trig-
simo dia do passament de seu presado pai o Vis-
conde Monte Sito..
Agradece deade. j i-s pessoae que coaeorrerem
a essr acto de earidade r relteiao.
L. Lack & Correia
Participan) aos seus amigos e freguezes e ao
publico em gem que, tendo transterido sen esta-
Wleciment i eommereial e rocina de alfaiataria
parao piedi > n. 45( mesma ra do Barao da Vic-
toria) ahi se aekam com om explendido sortimento
prompto a executar qualquer trabalbo tendente a
sua arte com toda a perfeicao, pootualidade e
modi cidade nos preco*.
Recife, 16 de Maio de-1887.
Allenriiii
Precisa-te eom urgencia, de vendodorea de doce
e reboca!ho>; no largo do marcado de S. Jos n.
17. Paga-se bem, porm di ndo conhecimento de
sua conducta.
Animal furtado
Fnrtaram do cercado do engenho Santa Lusia
cu Contra-acude, termo de Gamelleira, estaco
de RiotirSo, urna goa mellada, sem ferro, boa de
passo e baixeira, est prenhe e anda a leite,
pois deixou a cria ; quem a apprehender e leval-a
on der noticias certas no referido engenho, ser
bem recompensado. O furto deu-se na noite de
11 para 12 de eorrente. EogeDbo Santa Luzia.
14 de Maio de 1887.
Mara Leopoldina de Faria
Jos Pereira de Parias agradece do intima de
sua alma todas as pessoas que se dignaran)
acompanbar u sua presadsima esposa D. Mara
Leopoldina de Farins sua ultima morada; e as-
sim tamo- m convida a todos e8 prenles e amigos
para assitirem as missas que lem de mandar re-
sr bu igreja de S. J'i' de Rba Mar no dia 20
do corren'e as i hornt da manha.
O abaixo asi-inado manda celebrar urna missa
na matriz da B.k-Vista, :is 7 b->r.,s da mai.i.i de
sexta-leira 21 -io ceirenfe, ; eh. alma de so re-
peitavel e veneranda ti, I). J >qnina Bernarda
Severiana Qninteiro, ti ^"'m'. da de seu pnM.
mentO, pela premien >M.:*1e d- oe.u pat'u> e
Rivm.Sr. Dr padre J r inymo Thoro da ^ilva,
e para esse acto convida os paieuies da enema e
pessoas da amizade rie'la e bem assim aoa us ;
esperando que ee |>reaM'Br a c mptrecer, por
Manto unn* prava de caridade e reiigiio, I can-
do por ieso eteruan.eube grato. Recife, 17 de
Maio de 1887.
_________ Manpel Pernamhucano ^inteiro.
Vinho da iMourisca
A delicia da poca
_ Acaba de cbeg>r aova remessa desfe excellente
vinho de mesa, que se torna r. cjmme idavel por
ser com sante a vide o deu ; veodem Justo Te-
xeira & C. Successores, ra da Penha n. 8.
Silliuo montara ingleza
Vende-si nm silbSo de montara ingleza com
pouco oso e cora todos os arreios, pir metade de
sen valor: a tractar na ra da Madre de Deus
n. 5.
xo" Wa I Q II 1 ou*v**
(ATUUfe-fiCrUat uJ-^JmULLmLU Mas CIUEb ISMv
jaanlrsre a tamus* ane penetra no petto acalma o kymptoma nervoso, faclliu
a xpectoracao a ttrwiaa as foiiccos* doa orgaoa respiratorios.
A REVOLUCAO
0 48 a Ra Duque de Cavias
Tendo recebido directamente um completo sortimento de f.zendas
que vendem por presos pe admiran)
Lindas cachemiras bordadas a seda, a 700 rs., covado.
Linn com salpicos, fazenda muito larga, a 600 rs., covado.
Lia com listrinhas, novidade, a 560 rs., covado.
Ditas eom qubdrinhos, a 400 rs., covado.
Lindas alpacas de cores, a 320 rs., covado. ,
Ricas pecas de etamine, niodernissiau, a 105000, p*$a.
Cambraia bordada, a 5)5500 e 6(5500, pe9a.
Ricas guarnicBes d; viludilbo, brdalas a vedrilh;, a 6|J500, um.
Lindos dama's, 320 rs., covado.
Gorgorinns de listrinhas, a 320 rs., covado.
Fu8to:s de cores, a 320 e 400 rs., covado.
Dito branco, a 400, 440, 500 e 640 is., colado.
Linhos escocezes, a 200 e 240 rs., covado.
Las escocezas, a 120 rs-, covado.
Setinetas finas, a 320 rs., covado.
Veludilhos, lisos e lavrados, a 1)5000 e 15200, oovado.
Ditos bordados a retroz de seda, a 10800, covado.
Cortes de cachemira para vestido, gosto escocez, a 200000.
Toilets para baptisados, a 90000 e 120000, um.
Renda do Japao, novidade, a 200 rs cavado.
Cortes de fusto para collete, a 10000, um.
Camisas para senhora, a 300000 o 4S0OOO, duzia.
CortMvdos bordados, a 60500, 70000 e 90O.'H, par.
Espartilhoa de couraca, finos, a 40000, 50000, 60000 e 70500, um
Colchas de cores, a 20000, 40800, 50500 e 60000, urna.
Lencos de esguiao, a 20000, 20400, 20808 e 40000, duzia.
Fichs de retroz com palmas de seda, a 10000 e 10500, um.
Meias para senhira, a 30000, 40030, 50500, 60000 at 150000, a d'jzia.
Ditas par* honum, a 20400, 20oOO, 30000, 40000, 50500 e 70000, duzia.
Grande sortimento de raadapolSes e algodoes, [brins de cores e bran-os, case-
miras pretas e de cores, ebeviote e muitos outros artigo de phantasia.
S NA REVOLUCAO
48-Ba DUQUE DE CAXIAS48
Henrique da Siha Moreim
f*
iir r
fnm
vilo
tSlMta*1
SOLUCO COIRRE
AO CHLORrtYDRO-F*!OSPMATO DE CAL
Erigir o ulh
Frtnou.
w> Atm rarNinsMiuluiea adoptado por todos os Mdicos da guisas) M
Amm
M,t
Hris_COIRRE,^k~, TI, ru U fterese-Bi Ti|isHs
iPhinusa.
4cham-.ve expostos venda os bilhete^ da
lotera das Alabas
Sorte grande
15:000^000
DIVIDIDOS EM DECIMOS
as casas da Fortuna, ra ], de Marco
23.
Casa Feliz, pra^a da Independencia
ns. 37 e 39 e na ra larga do Rosario
n. 24 A.
O dia da extracto ser a 25.


n.
INJECTION
'."'
Qara certa em 3 das sem antro medicamento
4*AMIB y. J'oulevuni Denai-%. V JPJLMMM
i C0RTL9PSIS do J P5 \ r m iun... m CORYLOPSIS h JAP8
iCORTLOPSISdo.'ll j huiim.. aCGRYLOPSISdo JAPl
MUiJIUNIaC9RTLOPSIScSi)JAt'iO | Km........a CORYLOPSIS do JAPI
um...... aC0RvL0FiSdJP0P0iiii......isCGRYLOPS!SaJiPAG
CrERAL
AS& DA FORTUNA
Aos 5:000^000
B| heles garantidos
23 RA PRIMKIRO DE MARgO -23
Da 18a parte da 4a lotera a
LOTERA 4.
18. part das loteras em beneficio a Santa Casa da Mise-
ricordia do Kooife
EXTRABIDA EM 18 DE MAIO DE 1887
PREMIOS
3488 5:000*000
venderam Murtins Fiuza &C. oa segain-
tes premiob garantidos :
3488 5:000a
1814 20
35ii4 100$
6226 100
3950 50,>
4456 50
4461 505
194 305
917 3i)5
3485 305
3837 305
5080 305
Auham-se venda os afortun dos bi-
lhetes g-rautidos da 4a parte da 5a lote-
.ia de IU;=b, que se extrahir quando
se annunciar.
PRESOS
1 inteiro 35COO
1 terjo 15000
Ea porcao de OO^OOO para
cima
1 inteiro 25700
1 terjo 900
1814
1061
3564
5125
6226
719
3950
4456
4461
5587
7915
200$
100$
100$
100$
100$
50S
505
505
505
505
505
194
733
947
3485
3486
3S37
3957
4281
5080
5560
7467
30$
30$
30$
30$
30$
305
305
305
305
305
305
Vinho do Dr, Frestier
Ot Qaifia lemciQoso e de Cascu de Lara)as amargas.
TNICO RECONSTITINTE
Remedio soberana
CONThA A
CHLOROSE, A.AJEMIA, CARIE D3S 0SS9S,
affecqSes CAS VAS DIGESTIVAS,
DIAaRHftA CHAO.'JICAS, SACHIT'SMO,
ESCRFULAS, DESILIDAOE.
SON^^Lr.Sse^^AS DE FEtRES TYPH3IDEAS
i US M.OLETIA3 GRAVES, CTC.
1 -i. &, Ssosredoi*
i tCUTHt), FRAJi.
:"CO :
i r_\
Vinho da Mourisra
Proprio para mesa
i" ra de Pedro Ivo n. 22
Romano & C.
Chanada central
Ba do Impr. Ador n 3H
Joe Francisco Bittenuoort, aotigo pharmaceu
tico da pbarmacia francesa ra do Bario da
Victoria n. 25, avisa a eos amigos e fregurzes,
que se acba Da pharmacia cima, oude espera
esntnnar a merecer a confianca qoo felizmente
depotitarau em seas trbaloj protessionaet.
Os nmeros premiados com 15|_000.
acabados em 88 esto premiados com
Todos os nmeros
6|1000.
Todos
31000.
N. B. A extraepao da 4.a parte das loteras, em bene ficio da
matriz de Itamb ser annunciada brevemente.
os nmeros terminaoos em 8 esto premiados com
0 Thesoureiro,Jos Candido de Morayes.
1 IUTUAM I
Atten^ao
Grandes Pechirebas
Cuzacos bordHdra finissiuios para se-
n horas a 55t9
Cnmisas bordadas para senhoras a 4509
S iiis bordadas o que ba de boro a -li">tX)
Lans finas para vestidos modernas a 36# ris
o covado na ra do Duque de (,'axias n. 49.
Lojii do Tpiunijiii"
Bastos & C
Engeiilii Dous Irniilos
A companhia do Beberibe nrrenda a parte
agrcola do engenho Oius Irmos, por praso de
seis annes, sob as condicotts para essa fim esta-
bvlecida, e que os pretendentrs p >d"m examinar
uesto escriptori >.
As prapostas sara.i ap>e$entadas rm carta fe-
chada n dia 30 ao meio dia, aberras na presen-
ca dos pretendentee, em siguida ao rcceDmento
das roesmap.
ReciTe, 17 d? Maio do 1887.
Jos Eustaquio Periviri Jacobuiz,
Secretario.
Escola rcoiiomico-mu-
sical
Na travessa d ru das Flores n. 3, acha-se
aberta nma aula de msica com o titulo cima,
constando de rudimentos musicaes e instrumentos
de qualquer untureEa ; irata-se na mesma aula,
das 4 y ua nsite. Tmbem no mesmo estaba-
leciranto ensin-ee a 1er, escrever e contar ; por-
tngnez, lntim, francez, geegraphia e rhetonc:
tratase s mesuias horas cima.
^

-------




-



I

i
Diario de Pernambuco Quinta-i eir 19 de Maio de IS87
Aluga-sc barato
Ras Viseoade de Itspwics n. 43, srmssem.
' fu Coronel Suassuna n. 141, qusrto.
IVata-se ns na do Coinmercio n. &, 1 andar
escriptorio de Silva (qimaraes ft C._____________
Advog-ado
O bacharel Antonio Ribeiro de Albuquerque
BfaranhSo tem sua banca de advocccia na prsca
do Pedro 2o n. 73, no mesmo escriptorio do Dr.
Manoel Netto Baudeira.
Ama
Precisa te de urna ama na fabriea Pheniz ras
de Joio do Reg n. 15 ; a tratar na mema.
Ama
Preciia-se de ama ama para o ser vico de ama
cata de pouca familia ; aa ra Nova a. 14, se-
gando andar. ___________________
Tricofero de Barry
Precisa-ae de um coainheira para casa de fa-
milia e que seja de boa conducta ; na roa do Im-
rador n. 73, 3- andar. ________________^^_
Manhiga ingleza
Tem para vender em latas com meio kile cada
tuna a 7( 0 rs. Antonio Duarte, ra da Umo
n. 54e Arthar Goncalves Macaes, ra da Au-
tora n. 85, confrontndose com a estacao de
Onda.
Ama
* Precisa- e de urna ama para casa de peqaena
familia ; a tratar na roa. do Payaand n. 19, Ps-
sagem da Magdalena.
Ama
Precisa-ae de ama ama para lavar e eogommar;
na ra Primeiro de Marco n. 16,
Garante-se que faz as
oerecresoer o cabello anda
aoa mais calvos, cura a
tinta e a caspa e remore
todas as impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cabir ou de embranque-
rer, e infallivelmente o
6-irna espesso, macio, lus-
troso e abundante.
V/AT**>Y>
Boa casa
Aluga-se t sobrado n. 67 roa do Bartbolomia,
confronte a estacao de C*ruar, com bastantes
commodos e boa viBta ; tratar na ra larga do
Rosario n. 34, pbarmmia. .. -^
AMA
Precisa-ae de nma ama para todo servico de
ama tamilia de daas pessoas ; na roa do Rangel
numero 53.
Ama
Precisa-ae de ama ama para cosiohar e com'
prar : no pateo do Carmo n. 2, 1 andar.
Xarope de cambar guaco e ba!
samodeTol
reparado pelo
Jes Francisco
ferreao no Arrayal
pharmaceutico
Bittencourt
E' am poderoso preparado para todas as affec-
Qoes dos orgos respiatorioe, como citan ha pul-
monar, astbroa, coqui luche, bronchite, paeumo- Tendo sido annunciada a venda de um terreno
nia, tisiea, etc., etc. \ ra da Harmona, no Arr. yal, pertencente a
Cada frasco 14000 Rufino ( ruz Couceiro, previne se a quem inters-
Deposito na Pharmacia Central, ra do Im jera- sar que a cerca ltimamente feita nos fundos do
dor n. 38. Pernamouco. mesmo terreno invadi os dos vizmhos.
Precisa-88 de urna
Alecrim n. 63.
Ana de leitc
ama de leite
na roa do
(Hado
Precita-se de um criado : a atar na ra d
Payaand n. 19. Passagem da Magdalena.
Agua Florida de Barry
Preparada segnnda a formula
original nsada pelo inventor em
1829. E' o nico perfume no mun-
do que tem a approvacao ofiicia'. ds
un Governo. Tem dos vez.es
mais fragrancia qua qualquer outra
e dura o dobro do tempo. E'mnito
mais rica, suave o deliciosa. E'
muito mais fina e delicada. E'
mais permanente e agradavel no
lenco, i' auas rezas mais refres-
cante no banho e no quarto do
I doente. E' especifico contra a
frouxidao e debilidade. Cura as
dores de cabeca, os cansacos e os
I demnaios.
Xarope Je Yiia ie Eeiter No. 2.
WHISKY
ROYAL BLEND marca V1ADO
Este excellente Whisky Escasses r riTt
w cognac ou guarden, de caana, para ortifia
> corpo.
Vende-se a retalho nos a. litares armasen*
nolhado*.
Pede BOYAL BLEND marca VIADO cajo nc
me e emblema sao registrados para todo o Braat
BROWN8 & C., agentes
Cabriolets
i DALO &z MIDY
Avprovado pela Junta d'Hygiene do Rio-de-Janeiro
Gtjjjahiba, as Cubebas e as InyecgQ&a.
o e qualquer cu rri ment. E' (la maior
da bcxign, torna as urinas ciaras por racis
Snpprim :
C-.ira em 48 hora-"todo

turvas ; i Pa; :s, S, ri ''ivienae.
-
AITTES DB rsAly-O. dipois de cxal-*;
Cora positiva e radical de todas as formas de
escrfulas, Sypnilis, Feridas Escrofulosas,
Affeccoes, Cutneas e aa do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas as do-
eneas do Bengue, Figado, e Itins. Oarante-ss
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangua
restaura e renova o systema inteiro. a
Sabao Curativo e Reuer
piiarmacia nwmiu
a-c.
DE
FERHEIIU IHMO
^ B-Wl DO BiRlfl 1 ViCTOEIA25
jVeste estahelecimento bem conheeido,
encontrar o respeitavel publico, um com-
pleto sortimento de medicamentos, drogas,
productos chimicos, especialidades pharma-
ceuticas nacionaes e estrang*eiras, leos, ver-
Para o Banho, Toilette, Crian.
cas e papa a cura das moles-
tias da peile de todas as especies
em todos os periodos.
ApprovHil is e aiiturisi'los p^la inspecto
ria gerl de hygienne do Rio de Janeiro.
Deposito em Pernambuco casa de
Fraueiseo M-inoel da Silva & C.
Tnico de mulamba
Comporto com quina e s'jce-
coiu quina
ria
CONTRA A> CASPAS
22 = Ra Larga do Rosario
11
Vende-se doos cabriolets, sendo um descobert,
e cutro coberto, em perfeito estado, para um ou
Jous cavallos; tratar ra Duque de Caziat
'" A' florida
Una Duqnc de C ailas a. lo
Chamase a attenco das Exmas. familias par
os precos seguintes :
Ciatos a 1*000.
Luvaa de pellica por 2*500.
Luvas de seda cor granada a 2J, 2*500 e 3*
o par.
Fitas de velludo a. 9 a 600 rs, n. 5 a 400 rs. i
metro.
Albuns de 1*500, 3*, 3*, at 8*.
Ramos de flores finas a 1*500.
Luyas de Escossia pura menina, lisas e borda
das, a 800 e 1* o par.
Porta-retrato a 500 rs., 1*, 1*600 e 2*.
Peutes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Anquinhas de 2*, 2*500 e 3* urna.
Plisss de 2 a 3 ordens a 400, 500 e 600 rs.
Espartilho Boa Figura a 4*500.
dem La Figurine a 5*000.
Peutes para coco com inacripcao.
Encbovaes para batizados a 8, 9, e 12*000
1 eaixa de papel e 100 envelopes por 800 ri
Cspelia e veus para noivas
Suspencorios americanos a 2*500
La para bordar a 2*800 a libra
Mao de pipel de cores a 200 ris
Estojos para crochet a 1$000 rs
Bico de cores 2, 3, e 4 dedos
de largura a 3*000, 4*000 e 5*000 u peca
Laques transparentes a 3*000
dem preto a 2*000
Lindos Broxes a 3*000 1*000 e 500 ris
Leques psra menina a 200 ris.
Liaba para machina a 800 ris a duzia, (CB K
Bordados com duis dedos de largura 600 ris
3 dedos 800 ris, 4 dedos 1*200.
Garrafa i'agua Florida 800 rs.
Leques com borlota a 800 rs.
15ic s branc s pgra s tinta, cretone e chita pa-
ra correr babados a 1*000, a 1*500 a peca com
10 varas, barato.!
Albuns de chagrem, veludo e verbotina para
50 e 60 retratos a 6*, 7* e 8;000.
Meias de Escossia para sen horas, a 3*500 0 par.
Lencos de linho em lindas caixas,
Bico das Ilhas muito fino propriu para toalbas
e saias.
dem japonez proprio para alvas e requets e
toalhas de altar.
dem brancos com 5 dedos de largura, a 3*000
a peca com 10 varas.
Caixas com sortea Je jogo de mgica proprios
para salao, a 5*000.
Sabonetes de dtversas qualidades.
Bolsas de courc pira menina de escola.
Collarinbo de linho a '51 0 ris um.
Grande perhincba em ewpartilhoN
de linbo a 3SOOO. um.
BARBOSA & SAOSTS
PERFUMARA
PARIZ
Segredo da Juventude
AGUA LAFERRIRE
Poro, o Toucodor.
POS LAFERRIRE
Poro o RottO.
LAFERRIRE
PARIZ
Segredo d> Jnventude
OLEO LAFERRIRE
Para os Cabellos.
ESSENCIAS DIVERSAS
Para o Lenco.
PRODUCTOS HYGIENICOS para conservar a Belleza do Rosto e do Corpo.
PpadUrioemirnameo:FRaN"M.daSrLVAiC,e na principaes Perfomiria e Cabellereiro.
De todas as fazendas existentes na antiga casa de
Os seguintes arligos comprovam a realidade em vi&ta dos seos precos
Cortea de fustilo para eoletes, a 10000, 10200 e 10800 !
dem de casemira de c3res, a 20000, 20500 e 30000 !
Casemiras pretas e flanellas, a 800 rs-, 10000 e 10200 o covado, urna largara
dem diagones, a 20000, 20200 o dito 1 duas larguras.
Brino de puro linho, de cores, a 800 rs. e 10000 metro 1
dem dem, branco n. 6, a 10500 o dito I
Las de todas as qualidades para vestidos, a 200 e 240 rs. o covado em ?
lbo para acabar.
Cachemiras idem, a 400 e 500 rs., o dito !
Setins de cores, a 600 e 800 ra. o dito !
FustSes branco e de cores, a 250 e 320 rs. o dito I
Meias alvas para meninas, a 20500 a duzia 1
Camisas inglezas, finas, a 3^090 a dta l
dem francezas, branca e de cores, a 240000 a dita'
Guardanapos grandes e de linho, a 30500 a dita I
Ceroulas bordadas, de 20000 (para .eabar) a 120000 e 150000 a dita I
Espartilhos, de 80OOU e 100000 (vende-sol a 40000 e 50000 1
Madapolao americano, a lj$000, pe;asde 20 jardas I
Esguioes para casacos, a 40000 a dita de ditas !
Cambraias bra icas bordadas, a 50000 e 50500 a peca !
Grandi sortimento de chapeos para senhora, a 40000 e 50000 I para liquidar
Fichs e espas de 18, a 20000, 40000 um !
Bramantes de linho puro, de 30000 (psra acabar) a 20000 o metro I
Setinetas, a 280 rs de to^as as cores.
Pannos para mesas, atoalhados brancos, algudoas, e finalmente liquidam-se
odas as fazendas por menos 40 -/ dd seu valor as que stiverem abertas as pegas.
Antiga casa
DE
CMNEM) DA C1NH
SORa Duque de Caxias59
VENDAS
nizes,
P1
neeis
5
artigos
proprios para photo-
graphia, pyrotechnia, etc., etc., tudo recebido
directaiiente dos mais acreditados fabrican-
tes da Europa e America.
Garante-se a qualidade de tudo que fr
comprado n'este estabeleciment, quer em
grosso, quer em realho, afim de beni ser-
vir aos que lhe dispensarem sua confianza.
K) ra do Bardo da Victoria
grageas de Ferro Rabuteau
Laureado do Instituto de Franca. Premio de Therapeutica
O emprego em medicina de Ferro Rabuteau baseado na Sciencia.
As Verdadeiras Grageas de Ferro Rabuteau sao recommendadas nos casos de
Chlorose, Anemia, Pulidas Cores, Corrimentos, Debilidade, Es Fraqae:a das crianzas, Depauperamento e Alteraco do sangue em consequencio de
fatigas vigillias e excessos de toda a natureza. Tomar 4 6 grageas dor dia.
A'em Constipacao nem Diarrhea, Assimilafo completa.
Elixir de Ferro Rabuteau recommendado as pessoas que nao podem engulir
engulir as grageas. Um calix de licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as enancas.
1121 Urna explicado detalhada acomoanha cada frasco.
Erigir o Verdadwiro Ferro Rabuteau de CLIN & Cia, de PARS,
eneontra em casa dos Droifmstas e Pharmaceuticos.
que se
Ver>de-sf dous apparelb >a c >mp!et09 de ba-
nhos Dueas e chuvisco ; a tratar e vd-os na ra
da Aurora n. 137, das 9 li ..-as da manhl s 4 da
tarde.
Vendf-se dius lidos viveiros ecm pasearos
erlas ; a frutar e vcl-os, na ra da Aurora u.
137, das 9 horaa da m.-.uh h 4 d.. tarde.
Vende-se um prelo com tedas as pertencae
para urna fypograpnm, e bastantes typos de di-
versos nmeros ; a trufar na ra Direita n. 40,
primeiro andar.
Vende-se um piano forte, de tres cordas, em
muito boin estad-i ; a tratar na ra da Impera-
triz, cusa do Sr. Tressc- n. 79, ou ra Direita nu-
mero 40.
TiiiiiiiiK'is do porto
para homem e senhora. o que se pode desf-jar de
mais aperfeicoado.
Sementes muito novas
de hortalizas e flores
Seli8
Amona perteitos
P cas Mondes & O.
Run tstieita do Rosario n. 9, junto a igreja
Cimento j>a:< nic Portiand, marea
tobino I.nii > ient
Vendem Livramento C no caes do Apollo
numeio 4.
Eli!Nli(>
CAJIRUBEBA
PREPARADO Y1MI0S0 DEPURATIVO
APPEOVACO PELi JUNTA DE HYGISN PUBLICA DA GORTE
Aulorisado por (1 crelo im$w\k 20 Je Junlm de 1885
Coiiiposci^ de Firmino Candido de Figueireo
EMPBEGADO COM A MAIOR EFFICACIA NO BHECMATISMO
DE QUALQUER TATUREZA, EM TODAS AS MOLK8TIA8 DA HELLE, AS
LEUCORRMEAS OU FLORES BRANCA8, N4 ASTHMA
^bronchites (molestias das vas respiratorias), nos soffkimentos
OCCASIONADOS PELA IMPUREZA DO SANGUE E FINALMENTE
fe NA8 DIKFERENTES FORMaS DA STPHIL1S
PropagadorA. P da Cunha
As mpertantes cura, que e8te importante medierDenti) tem produzido, attes-
tadaa por pessoas de elevada posiySo soci), fazein eom que de toda parte seja elle
procurado, como o melbor e mais enrgico depurativo do sengue.
Depurar o sangue, como aondicSo de urna circulac&o b-oefina e efficaz, eis em
que consiste primipal nente o meio mais seguro de uonaervar a sade e de curar as
molestias qu a impureza do sangue occasioaa.
O Cajrubba, pela sua aecSo tnica e enrgicamente depurativa, 3 medica
ment que ac-tualmenta pd-s conseguir esse resulta lo sen prejuii ar nem alterar as
fancjSes do vigor depurativo dos pro u tos que constitueiu a base priu-ip 1 d'este medicamento.
As muitas curas que tem feito, estao comprovndas pelo testemunho dos dis-
tinctos e conlvci los cavalleiros que firmara os attestados, que este jornal tem publica-
do em sua bi'-(2o ineditoria).
Deposito central, Fabriea Apollo, ra Hospicio 79
3P3B3aa>srjuvxsrrca
A' irada en mulla ptarmuclra lo Brasil e la rairaairelro
Uvraiiiento l .
venaem cimento uort'and, marra Robins, de Ia
qualidade ; no tars do Apollo a. 45.
Yende-se
a arir.ac.io da taverna da ra de S. Joo n. 17,
com es gneros on sera elies, para fiear ou 8hir
da casa, como convier ao comprador ; a trstar na
mesma.
mil
re-
consigna-
Vende-se na ph imaeia do Dr sabino, ruado
Barao da Victoria n. 43.
Cofres ile fe ro
Carlos Sinden
ceben, em
cao, cofres de ferro
prova de fog*o. \ssirn
como cha preto de su-
perior qualidade, e
vende por precos mais
barato que outro qual-
quer.
48-Roa do Barao da YclOTa-48
Grande sortimento
DE
Fogos e sorles
paraos festejos ris noitcs de S*uto Antonio, 8.
Joao e S. Pedro.
Ultia HQFdRe
Vende-se o engenho Soledade, no termo de Ipo-
jacu, meia legua dibtante da tetacao da Escada,
tem vapor, casa de viven ia, etc., etc., e acba se
liffn de qualquer onus. Vende-se tuibem o gado
e safra a & lber ; a tratar com Luiz Quncalves da
Silva & Pinto, no largo da Companhia Pernam-
bucana n. 6, sobrado.
0VMDES
\a loja das Listras Unes
A' rna Daqne de Caxias n. 01
Ttlepkone 211
LAS de quadrinbes fazeuda escura lindas coree
a 360 ra.
SETINETAS de listras e quadriubos de cores
a 320 ra..
FIISTAO branco a 360 e 400 rs.
CORTES de vestidos brancos fazenda de qua-
driub s romo organdv a 5C00.
CAMBRAIA de salpico bordada a 800 rs., em
peca i; i ().
SETI.nETA japoneza fazenda de listras largas
com lindas cores a 4X0 rs.
MADAPOLAO americano igual ao camiseiro a
64000.
BKAMANTR de qoatro larguras a 900 rs.
CHITAS finas percales cns seguras a 240 rs.
CRETOXES frnncezcs ultima njvidade cores
seguras a 320 e 360 is.
SARQEUM trancez qualqu-r cor a 240 rs.'
MERINOS enfestados t>.d,s s cr.s a 800 rs.
RENDA hespanh' la preta urna guarnicao para
vestido a 3O0O ; 4*000.
UICCO de LUVAS de -eda pretas e de tudas as c.-es a
9*0 0 a 2*500.
Li QUfcS de setim e | hbntasia de 500 rs.
ESPARTILHOS couraca a 4C0O, 5* 0(0
6o00.
LENCOS brancos finos a 1*500 e 2*000 a du-
:a.
BORDADOS e entremeics tapados, tranparen-
tes, e de fustSo, todo o pre^o.
MEIAS para senhora, para homem e meninos,
todo o precc.
FICHS de seda ccr de creme e pretos a
2*500.
MASTILHAS hespanholas ultima novidade a
4/0*0
E i-ntras muitus 'azendeS ova3 que as Exmas.
Srs. poderao ver na leja ou mandar ver as amus-
tias que se dao ocm j.eubur na-L>Ja da*
liltttraM zoes da
J s Augusto os
0,000 Do,,
a curados i> v
D artros, Chavos
Virus, Ulceras
PELO
DEPURATIVO CHABLE.
Em todas as Pbarmacias do universo
Onde se enconfra gratis a
loticia Cbable.
36
CHABLE
9AR/S
:00,000 De,4
carados do
Gonorrhea, FLORES brancas,'
PERDAS SEmiHAES,
ESGOTAHIENTO, etc., etc.
PELO
CTRATO DE FERRO CiABLE
Em todos os boas
%.
Pharmacias
o aSresse
So
3o
V
>'.
Lotera da Provincia
Sfr'brevcmeDte aj.nunciado o dia que
derc ser extrahida ai1 parte da lotera em
beneficio da matriz de .tamb, no consistorio
da SJHya deNossa Senhora da Conceipo dos
Militares, onde se acharan expostas as urnas
c as espheras arrumadas en? ordem numrica
apreciado do publico.
(esfriamento, gosse, Qatarrho, Risica
XAROPE
DE dU A A Vii \Jj>
de GRIMALT &
Approrado pela Junta d'Hygiene do
Janeiro
<
i
Fazndo-se uso dest Xarope, calmao-se os accessos de tosse., desap-
parecem os suores aocturnos, goza-se de um somno reparador,
aesperta-se o appetite, e o doente, augmentando suas torcas, apresentn o
aspecto de quem gosa boa. sade. Os mdicos recommendo que se tome
ao mesmo tempo as Pastilhas peitoraes de sueco de alface e
agua de louro cerejo 4e GRIMALT e Ga, que constituem o?
dois calmantes mais inolensivos da materia medica.
Os /rasos eraos, que contm este Xarope, aSo de urna bel!.* cor de rose, a Itrrao
lio
a marca de tabricn, o rallo e n /Irma da nossn casa.
PARS, 8, Ra Viyienne, e as principaes Pharmacias e
Drogariu.

Vende-se por pr-csmuio
grande diffrrencH em potc>-
l.kiMiiii liarn da
rasoaveis e fas se
Virloria 1
Lij;i do Souza
Vende-se
o deposito de S'cco e molbado da
Prata, autigo beeo do Marisco n. 7 ;
mesmo.
travesa do
a tratar no
Coeheira venda
Vende-se urna eoeheira bem localis guezxda, cu admit e-te um socio que entre c tn
cxpifal u que possH administral-a, faz-se qualquer
negocio nas cundicVs czpostas, i ai razao de o
doni> precisar taser umii viageo ; a tratar na ru
Duque de Crnias n. 47.
Vende-se
o deposito sito ra do Coronel
com pumos fundos'
Snassuna n. 180,
If S76IS grandes
Keeebfu A Eipasico
Rosario n. 38.
Central, ras larga do
Terreno
VenHe-ae um terreno coufronte a estacao do
Princ p, eetrHda de Joao de Bitros, com 90 pal-
mos de frent>' e bastantes fundos, e com alicerces
pxra 8 i-Hsm; r'ratar na ru d'Apollo n. 30, pri
e;a andnr
Sementes h carrapalo
Cooipra-se graudes e pequeas quantidades :
na dro^ana de Pn dcisco M. da silva t C, rna
do Marques d. Olila n 23
Fregara do Becife
Ailugn-se pur preco muito commodo, a urna pe-
quena famiiiH nma sota toda dependente do Ia
andar, un ios do Viscoode ie Itaparica n. 63, an-
tiga do Apollo, do'mes ..o precisa se de urna preta
de avia idady aue seja fiel, para vsnder as ras
da use bo m ordenado.
60:000$000
Em beneficio da instrueco Publica da provincia
Esta lotera dividida em 5 partes
Exlracco da V parte da V lotera
Sabbado. 21 do corrente
Bilhetes venda na Casa Feliz prapa da
Independencia ns. 36 e 37; Casa da Fortuna,
ra I. de Marco n. 23; Roda da Fortuna, ra
Largado Losario n. 36.
<-a aaaaSftl e aerea polo
lARSENIATOdeOORO DYNAMISADOi
ao DOUtor ADDISOIV
' ds Calorosa. Anemia, todas u atolestiu Byskema usrsssu, atas
mata rebeldss, Molastlaa Jhronicas dos Palmse, et, es*.
aj sssisns UlaMnotM medica tea attertado o poder ouraHro deste madicameaeo e
o primeiro o mais enrgico dos reconstituir*.
O FRASCO 1 FRANCOS (BU mAMOAl
To*6 frasco e\tt nt\e treuxer a Mareo de Faerica registrad* t
deve aar rigorimanen te raoasado.
n-a'o
fHS(0MtMnK.^^4> ***
Deposito en
Pernambuco : FRAN M. da SI UVA MOTILADO


"
8
BHMBB^aBaa
Diario
Ato PcraaiubocoQuinta-
mmhh
-feira 19 de Maio de ib7


ASSEBBLEA_GERAL_
DEPITABOS
SESSAO EM 6 DE MAIO DE 1887
PRESIDENCIA DO SE. RODRIGO SILVA
O Sr, AffoDso Celso Jnior poda pro-
por qua a s-ssSo se empedesse at e mi
nUt-rio J-r as explicaos a que alludio o
nobre *x-miuistr> dr guerra, nao o faz,
porein em attencSo ao i.obre deputado,
esperando qua o Sr. presidente do cons;--
Iho marcar di- e hora para essa interpd
lajSo.
Vem mesa e lida ,a nterpellajao do
Sr. Aff.nso C-lso Jnior, que se acha as-
signada pelos Srs. Msciel, A. P-nn*, Al-
fonso f. lso Jnior, Mntta Machado, H. J.
de Leinos, AU-as de Araujo, Rodrigues
Jnior, Mascarenhas, Montan Ion, Ribeiro
de Menezea, Pacifico Mascarenhas, Lou-
renjo de Albuquerqu-, JoSo Pemdo, Ka-
tisbona, Jos Pompen e Paula Primo
O Sr Presidente declara que opportu-
namente se marcar dia e hora para essa
interpellajSo.
O Sr. Rodrigo Silva tpa "a
explicajSol communica ao nobre deputado
por Minaa Geraes que os ministros da fa
zenda e da agricultura nao .jo^pareceram
hoje ,-anara, porque foram tornar assen
to no senado ; tendo j o nobre ministro
da fazjuda declarado que respondera op-
portunamente a qu-lqutr interpellajiio que
lhe fosse feita ; o nobra ministro da roa -
rinha nao cempareceu ainda cmara,
porque tem de vir em hora designada apre
sentar a proo'-stada lei de forjs de mar
Julga estar explicada a razao por qu
nao coroparecau a sessao de hoja nenhum
dos Srs ministros que frziara porte da c-
mara (apoiados) mas breve o nobre depu-
tado ter todas as expliaajos do gabinete.
O ir. Affooso Penna pedio a pa
lavt-a pra lavrar um protesto contra a
nova pratica qua o ministerio da 20 de
Agosto quer inaugurar em relajSo c-
mara dos Srs. diputados.
Observa que sempre os minutos corre-
ram pressurosos a dar as explicares que
qualquer membro da cmara soheitassa ;
mas o actual gabinete segu pratica diver-
sa; 03 Srs. ministres da faz-nla e da agri-
cultura j se transferirn! para as sua3 ca
deiras no senado, s resta o nobre mrais
tro da marinba, mas S. Ex deixou de
jimparecer sessao de hoje.
Nota qua na3 sessoes anteriores, em-
quanto se constituid a mesa, estiveram
presentes esse nobres ministros ; mas de-
pois de eleita a mesa, quando se devia
tratar da crise ministerial, Ss. Exes. des-
apparecoram da cmara, offendendo aapre-
rogativas legitimas do ramo temporario do
podar legislativo ainda ante-hontem se
mr.rcou o dia de hoje para os Srs. minis-
tros da marinha e interino da guerra apre-
seotarera os projectos de U de forjas de
mar e trra, entretanto, quasi a hora de
rnada e Ss. Kxcs ainda nao compare-
i, para nao sa tratar de um facto
grave.
Pedia a palavra apenas para chamar a
atteucio do paz soSre esse fabto, e lavrar
um protesto esotra o proca limento do go-
verno.
ORDEM DO DIA
O Sr. Presidente nomeia os Srs. Pinto
Lima, Paulino Chaves, Americo de Soza,
Rodrigue Alves, Bulhes Carvalho e Ba
rao da Villa da Barra para receberem o
Sr. ministro da guerra, que vem apresen
tar urna proposta do poder executivo.
Recebido <-om as formalidades do estylo,
o Sr. ministro toma asseoto na mesa,
direita do Sr. pr-sidente, e 15 a seguinte
proposta.
Augustos o digoi39imos Srs. reprejen-
tautesda najS.o Em cumpriraento do pre
ceto constitucional, e de ordem de Sua
Mageatade o Imperador, venho apreseutar-
vo6 a seguinte proposta:
Art. \. A3 forjas de trra para a
anno financeiro de 1883 a 1889 consta-
ran:
1. Dos officiaes das diflf:rentes clas-
aas do qnadro d9 exercito.
2. De 13,500 prajaa de pret em
circunstancies ordinarias, e de 30,000 em
circumstancia* extraordinarias Estas for-
ja serSo completadas na forma da lei n.
2556 de 26 de Setembro de 1874.
3. Das corr.panhias de aprendices
artilheiros, nao exceden lo de 400 pracas,
das duas companhias de aprendizes milita-
res creadas as provincias de Minas Ga
raee o Goyaz com o possoal que lhes foi
u-rcado, e do corpo de alumnos da esoo-
!a militar da corte e das coropanhias de
alumnos da ".feola militar da provincia do
Rio-Grande do Sul, at 400 prajas.
Art 2 O premio para es voluntarios
ser de 4005 e para os engajados de500)J,
pago em tres prestac3e-, sendo o doo se-
gundos proporcional ..o te upo pelo qual de
novo se engf.jarem, nos termos do trt.
2' da lei n. 2623 de 13 de Setembro de
1875.
| l.o os volantarios percebrao, em-
quanto forem praijas le pret, raais urna
gr;-tifi-'icao ignal metade do sold de
primeira pr .( ., conforme a arma em que
servirem ; os engajados, perceberao raais
urna gratificacSo igual ao boHo de primei
ra praja, e tarubem segundo a arma en
que servirem.
t | 2. Quando forem excusos do ser
vico se Il:es conceder as colonias do es-
tado um prazo de trras de 108,900 me-
tros quadrados.
| 3." A importancia da contribuyo
pv.U'iiari de que trata o art. Io Io n
7 da lei n. 255(3 de 26 de Setembro de
1874, continuar .a ser de 1:000^000.
neram,
Art. ?>." Fieam revogadas as disposi-
c.038 em contrario.
Pdlaoio do Rio de Janeiro, em 5 e
Maio de 1687. Joaquim Delfioo Ribeiro
da Luz. b
Ao terojinar, retira-se o Sr. ministro
com as mesmas formalidudes, declarando
o Sr. presideute que a propoita tomada
na iovida consideracao.
O Sr presidente nomeia a mesma com-
missao para receber o Sr. ministro da ma-
rinha, que iniroduzido no recinto cora as
formalidades do eatylj, toma assento na
mena direita do Sr. presideute e \i a ae
guinte proposta :
Augustos e dignissimos Srs. represen-
tantes da nacSo.
o De ordem de S. M. o Imperador ve-
nho apresentar-vos a seguinte proposta de
lei fixando a forja naval para o anno de
1888-1889.
Art 1. A forja naval activa para o
anno de 1888 1889 constar:
| Io. Dos ofhiaes da armada e das cUs-
ses ann^xas que IGr preciso embarcar nos
navios de. guerra e nos transportes confor
ms suas oajd^s e dos estados maiores das
esquadras e divisSes navaes.
2 em oircumstancias ordinarias de
3,300 pracas de pret do corpo do irape-
riaos marinheiros, comprehenden lo as con-
panhias de toguistas, 104 prajas da com-
panhia de imperi.ies marinheiros de Mato
Grosso e de 600 o batalho naval das
quaes podero ser embarcadas 2,800 e, em
circumstan -ias extraordinarias, 6,000 pra-
cas dr-stes oorpos de roarinhagem.
As escolas de apr?ndizes marinheiros
tero 1,5LK) prajas.
.irt. 2. As pracas Je pret voluntarias
quaudo forem exeusas por conclusio de
tempo do servico terao direito a am prazo
de trra de 108,900 metros quadrados
as colonias do Est'.do
Art. 3 Para preencher a forja proce
der-sa-ha m rraa da lei n. 2556 de 26
de Setembro de 1874, ficando o governo
autorisado a conceder o premio de 4< 0(5
aos voluntarios, de 500$ ao3 engajados e
de 600)5 aos reengpjados e em circunstan-
cias extraordinarias a contratar nacionaes
e estangeir >s.
a Art. 4 Revogam-se as d3posij3es
erj contnrio.
Palacio do Rio de Janriro 5 de Maio de
1887. -Sr.-",v;l Wa'.lace Mac Dowell.
O Sr. Presidente declara que a proposta
tomad* na devida considerajao, retiran
do-s* o Sr. ministro com as mesmas for-
malidades.
UTTERATur
SEGREDO DE DANIEL
POR
JULES DEGASTYNE
-()-
Segunda parte
XIX
(Continuando)
Via-lhe o olhar, cheio de um horror tr-
gico.
Porque a noticia do seu casamento po-
da impressionar assim aquella homem, que
lhe era deseonhecido ?
Nao sabia que devia pensar.. que di-
zer...
Quasi teve medo.
Esperava que o hornera se explieasse.
Elle, porm, nao pronunciava urna pala-
vra; pareca assombrado, rnorto.
Foi ella quem primoiro rompen aquelle
silencio, que lhe pesavu.
Explique-se, senhor, balbuciou ella.
Nada, na ia posso cxpliaar, replicou
elle bruscamente.
Depois accrescentou com urna voz rude :
Por que se casa com esse tal Rous-
tan ? Ama o ?
Ella titou-o sem responder.
E elle leu no seu olhar todo o seu pas-
mo por aquella pergunta, que lhe fazia
um estranho, que nada tinha com isso.. .
Viu que ella ia retirarse, deixal o s,
como um velho louco que devia parecer
aquella moja.
Fez um gesto de dr e de angustia.
PerJe-me, minha senhora, perde-
me... o desejo de ser-lhe til, de a
ver feliz, a nica cousa que me guia I de-
sejava dar-lhe toda a felicidade que lbe
de vida... Nao quera vl-a triste... Nao
desejava que urna lagrima liie humedeces-
se os olhos durante todo o resto de sua
vida...
E dizendo estas paLvras, ajoelhou-se.
E tolo o seu ser pareca lundir-ae em
um amor infinito.
Clara sentiu-se coraraovida.
O olhar deixou de ser indifferenta e
Via que a moja, tcala por um graja
sobrenatural, j do desconfiava delle.
Peco lhe, minba senhora, disee elle,
pondo na voz toda a seduejao qua poda,
que me deixo nterrogal-a, sem me pergun
tar nada, 8em nada procurar saber. Tudo
quanto posso dizer Iba que nao tem de
fensor mais ardenta do que eu... a qua
nao ha na trra un hornera qae mais de
seje a saa felicidade, uma feli-ade, da
qual elle quera mesmo o troco de todo o
seu sangue afastar a menor nuvem. E' que
nao ha hornera mais desgrajado do que
eu, desde que a vejo triste e maguada.
Todos os seu8 eolujos tem eco no meu eo-
rajao... cada uma das suas lagrimas faz-
me cahir lagrimas pelas f.ic:s. Diga-me
por que padece. Diga-rae por que infeliz...
Cont me as suas maguas... Talvez que
s eu as pos3a fazer cessar.
Mas nao aou infeliz, balbueiou Clara.
Mas, dizendo estas palavras, rompen con
tra sua vontade em pranto.
E a sua f Tinosa cabeja cahiu machinal-
raente, sem forjas, no seio do velho.
Este, i.fflicto, fra de si, agarrou uella
com tr^nsport-, obriua irr-flacti lamente
de beijos, bebeu lhe as lagrimas e exla-
mou como que iluminado :
dr.
grimas.
Oh sim, hei de acabar
hei de s~ccar a fonte
iom essa
de3tas la-
FOLHETIM
JOSLARONZA
quasi severo.
Estava commovida at ao intimo da al-
ma, sera saber por que, sem poder expli-
car.
Que magnetismo se deseuvolvia entao
daquelle velho, qua poda perturbal-a as-
sim ?
J nao tinha vontade de se afastar, de
nao lbe responder...
Kstava como que reconfortada.
Quasi que lbe havia reaascido a espe-
ranja.
Oh I bim, bera o sentia, bem o via ; era
pelo seu bem, pela sua felicidade, que
aquelle homom falava, se ojeupava della.
Que Ljos mysteriosos podian prendel-o
a ella?
Imaginava que j nao era o acaso que
agora o tinha conduzido para junto della,
para aquella casa.
Nao lhe tinha elle dito ?
Nao tinha pretendido que foi para os
salvar que ss bavia introduzido em casa
delles, em companhia dos bandidos que os
queran) roubar, matar talvez ?

JACQES ;>; FLOT E PEDHO MAEL
TERCEIBi PARTE
O ABYSMO
(Cratinuagao dj n. 113)
VII
A' medida que o tempo corra, o espiri-
to de Renata, preza de angustias, aprofun
dava cada vez mais o terrive problema que
se lhe apresentava, e a infeliz menina via
recuar cada vez mais a solujao esperada.
Novos presentimentos a tinham assaltado.
Parecia-lbe, sem que o podesse explicar,
que o pai devia ter suecurabido de novo
sua paixao fatal.
O jogo ura monstro que reclama a sua
victima toda ntera e nao lhe perda ne-
nhuma tortura.
Entretanto, um outro auxiliar silencio-
so, serbia causa da menina. Afinal de
eonta8, era a delle tambera.
Juliano Darmailly tinha cbtido do jueu,
se. nao todas as inforraaj5es que desejava,
o' 'o menos indicios sufficientes para servi-
rem ao seu odio.
Em uma entrevista muito habiimanla
preparada, o futuro magistrado tinha arran-
ado de Jacob confidencias interessanes.
Entao! temos informajoes, Sr. Ja
cob ? disse Juliano, sem prembulo, ao is-
raelita.
O outro, naturalmente, procarou eaqai-
se.
Inform.'K.oes A que respeito, mej
iro Sr. Darmailly, confesso que es^aesi...
Ah esqueceu ? Pois bem, vou aja-
dal-o a lembrar-se. Quando tive a inapre-
iavel vantagem de defender a sua causa
parante a polica correccional...
Serijo pelo qual lbe serei eterna-
mente grato, creio iaso.
... perante a polica correccional, di-
zia cu, voc era accaiado, se nao me en
Igino, d' ter lanjado n- circulajao, com
Imuitoa alerta de favor, oatros sacados so-
'breppss^^s obsolutamcc.e ficticias e cuja
jpresfnoa no domicilio indicado nunca foi
i snffieien te mente eemonstrada.
Os olhos lo -eio brharam. Pareciam
:- -,-. lio intenso. Evidentemente as
palavras de Darmailly ovocavam lembran
jas penoi-. 3.
Infalizmente, murmurou elle ; mas o
senhor demonstrou victoriosamente no tri-
bunal que, de todas as victimas dessa frau-
de abominavel, ui eu quem soffreu mais
cruelmente, '
Juliano sorrio e, batendo-lbe no hom-
bro :
Eu sel, no preciso que me diga.
Se alludi a essas recordares desagrada-
veia, foi 'juicamente para accrescentar 63ta
considerajao, que voe foi processado em
virtude da queaa de um certo Clanos e
Pacheco, am hespanhol, que me parece ter
todos gb predicados de um tratante.
O jadea es*r:mecen violentamente.
E' verdaie, Sr. Darmailly, verda-
de. Eu tinba esquecido. Entretanto?...
Entretanto, em um irapeto de legiti-
ma indignajHO, voc jurou tirar desse rao
procedimento c do 3eu autor uma vingan-
ja nSo ineno- estrondoaa dd que exem-
pbr.
Jacob abaixoa a cabeja huiuilhado.
Trt-.ibem verdade Eu tinha jura-
do isso ; mas a rllexao...
Vo. disse de si para si que nao era
de um horaam de bem, especialmente de
um judea, viogar ae.
O israelita ealou-36, conservando-ae de
E, conticuou o implacavel Darmailly,
voc disse de si para 3 qne Celanoa era
um hornera poderoso ; que era melhor res-
peital o. Por cousequencia jurou depois
que ficaria quieto. Um juramento aniquila
outro, nao assim ? Em outras palavras,
voc lave medo.
Jacob iap-rtigou se, o rosto deaomposto
pelo odie.
O senhor diss medo? Eu, medo I
O serjhor nao me cor.hece.
- yielj, sim. Clanos, por ai, talvez
'o o amedron'.asae ; Celanoa, por si s,
nao nada. Stephau Rouval que tu-
do, nao acha?
O adelo ra&geu os dentea e rugi.
- .' aiaia um desees faomens a cujo
respeito todos se engaam. Ah I Sr. Dar-
mailly, o aenior mojo, feliz, por nao
ter reiajea aom c^ia^ente. Est e Ten-
sara, poia, verdade ?
Mas quem era aquelle hornera entao ?
NSo o adivnhava.
Seu pai ?
Estava morio no mar, bem morto, por-
que, se nlo tivesse perecido, nao teria de
ha muito voltado para junto delles ?
O descouhecido pareca adivinhar o que
se passava na alma de sua filha.
Sentia-se inundado do urna alegra infini-
ta, sentindo-a finalmente junto de si, es-
condida nos seas brajos. como urna filha
nos brajos do pai.
Pareca lhe que ella o havia reconheci-
do, que o arawa, pois que ss entregava a
elle.
Interrogou-a tmidamente, com ternura,
com entonajSes to raeigas, qua ella esta-
va como que transportada ; que chegou a
esquecer-se de Roustan, do seu prximo
casamento e pareca ver dante do si, ao
seu lalo, o rosto amalo de Jorga do fres-
nires.
Gontou tudo... O seu amor por Jorge,
o desapparecixento singular, mystericso
do manc-.bo, os boat03 qua corriam, e que,
82U irmao lhe havia contado, o offereei-
raento feio por Aair Roustan, deeasar-se
com ella, ainda assim e apezar de tudo.
Nao quera absolutamente casar-se, mas
seu irmao mostrou-lhb a necessilado em
que estava por ella, por elle, pela dignida-
de do sou nome, de acolher favoravelraen-
ta o pedido que lhe era feito-..
E vu seu irmao tao apouquentado que
nao teve forjas para resistir-lhe. Tinha
acceitado.
E nao ama o Sr. Roustan? porgun-
tou o velho.
Nunca o hei de amar...
E ama o Sr. de Fresnires ?
Sim, ainda o amo, o hei de sempre
amalo, apezar de tudo.
O desjonhecido fitou-a e disae-lhe a
queima-roupa...
Julga-o culpado ?
Ella respondeu com vivacidade.
Nao... nSo!
Apezar das appareneias?
Apezar de tudo 1 Hei do se Dpre de-
tendel-o.
Acredita que elle o ama?
Tenho certeza.
Que a nao trabiu.
Clara disse cora um ar exaltado :
Nao 1 nSo I Veiu-mo a principio uma
suspeita, mas essa suspeita em breve aes-
appareceu.
Vi o em mente. Ouvi a sua voz fallar a
minha alma como se estivesse junto de
mim. E cstou certa de que me nao es-
queceu.
O velho pareca i flaotir profundamente.
De mais, murmurou elle como que
inconscientemente, em xtasi diante della,
quem a poder esquecer ?
, Depois perguntou :
A que attribue o silencio do Sr. de
Fresnires ?
Nao sei.
Como explica ter elle depapparecido
de repente, s;ai Iha dar noticias suas?
Nao posso explicar. .. Nao compre
hendo nada... Dcve ter lhe acontecido
alguma doegraja. I
Que faz o Sr.,'de Fresnires ?
E' drogado.
Ha que tempo nSo o v ?
Ha p-rto de um mez.
Onde mora?
Ra de la Monnaie n. 19.
3ou irmao teve noticias delle?
Sjube o que os jernaes disseram...
NSo e3teve em casa delle ?
Meu irmSo pref-riu ver-^ie casar com
o Sr. Roustan.
Desgrajado disse o deseonhecido,
esquecendo-83 outra vez.
Clara fitou o de novo, admirada daquel-
la exclam^jSo.
Quanto mais a conversa se prolongava,
tanto mais extraordinario lhe pareciam os
modos, as palavraa do velho.
Quera era aquelle ho;nen?
Um amigo, com certeza.
Mas donde provinha a sua singular affei
jSo ?
Eis o que Clara nao poda explicar, nao
poda comprehender.
O desconhecilo pareceu aperceber se do
pasmo que a sua attitude devia causar a
sua interlocutora.
Disse anda :
Nao vHo em tudo quanto fajo, em
tudo que digo, minha senhora, senao o
meu des'jo ardente, profundo, d:-. servir-
lhe, de ser-lhe agrad >v 1, senao o desejo
de dar pela senhora a minha vida, o meu
sangue.
Havia tanto calor as suas palavras, qu a
a aJmirjo da moj-i augmentou aiuda
mais.
N'o duvido, senhor, mas diga me
d'onde veai essa nteresse, que tem por
mim ?
Nao me salvou ? Nao foi a senhora
que, quando roe iam levar como crimi-
noso ?. .
Mas 3ntes disso, disse (ilara, j o
tinha pisto...
Vio-me ? exclaraou o deseonhecido
com alegra.
Vi-o m itas v zes e li nos aeus olhos
fitos em mim...
Toda alegra qne tinha em contem-
plal- feliz, ricj
Sim, airo
entao ?
A'" 8enhora,
isso... Coahecia-me
nao.
A alguna dos meus
? Meu
pai,
tal
do que o senhor uo conhece Pariz Olbe I
ha muitoa traUntea nesta grande cidade,
mas ha bem pouco3 que se possam compa-
rar com esse Rouval, ae elle nao o maior
de todos.
- Oh 1 ol I qua est dizendo ? obsar-
vou Juliano, arregalando os olhos.
E puxando uma cadeira, aentou-se sem
ceremonia.
O judeu comprehendeu que tinha-se com-
promettido. Maa conhecia o seu advoga-
ds ; sabia quanto era perspicaz e discreto.
Fingi retractar-se.
Ora, f-u j dis8e de mais Sr. Dar-
mailly, pejo lhe que considere nullaa e co-
mo nao ditaa as palavras que me escapa-
rom.
Juliano deu uma risada.
Nada, nada, meu caro Jacob. Pre-
ciso, pelo contrario, que aa suas palavraa
sejam muito exactas. Pejo-lhe, meara >,
que complete o sentido de lias e me faja co-
nhecer melhor e88a gente,, cujo panegyri
oo o senhor faz to eloquentemente.
Elle tinba sublinhado a palavra : Pre
ciso.v
O senhor preciaa ? repetio interroga-
tivamente o judeu.
E' como tenho o prazer de dizer-
lhe. E depois, sou diacreto. NSo corre
nenhum risco. Vamos l.
E accrescentou:
VocS dizia que Stephan Rouval o
primeiro des tratantes, nao asaim ?
Oh um modo de dizer, mais
da. Talvez eu exagere.
Oh 1 se b exagerajo I
Exagerajao, com certeza, aaaegaro-
Ihe.
NSo importa 1 Diga exagerando mea-
mo. Eu farei a eacolha necesaaria.
O judea encarou attentamente o aeu in-
terlocutor ; depoia deu uma gargalbada.
Ah 1 ah E* que o aenhor nlo pare-
ce ser mais amigo delle do que eu.
Juliano estendeu-lhe alegremente a roao.
Essa a pura verdade, veneravel
Jacob, pode entregar-ae a toda8 aa volupaa
da maledicencia.
Iaao pareceu resolver o adelo.
Bem, vou dizer-lbe tudo, pelo menos
tudo quo aei. E ver que tenho motivos
erioa para odiar ea8a gente, motivoa mu
to serios.
Reapirou longamente, pareceu procurar
no-fondo da mente recordajoes que podea-
aera aguilhoar o Beu odio e cemejou :
O aenhor algum dia amoa, Sr. Dar-
mailly ? Sin, eatou o lando nos seus olhoa.
Entao sabe tudo quanto soffre o horneo) ao
na
vez ?
Elle disse vivamente :
Sim, seu pai.. .
Vio o ? Conheceu-o ?
Fui o seu mais intimo amigo.
Oh comprehenlo tudo agora I Fal-
le me delle Nao sabe cobo me alegra I
Araava-o muito ?
- E ainda o amo I Amo a sua memo-
ria. A sua lembranja ficou em ns, tao
boa, tao meig i Eu mal rae lembro delle.
Era tao pequea quando elle sabio para
nunca mus voltar. .. Mas minha ma flla-
me tanto dell^! !. .
As lagrimas vieram aos olhos do ve-
lho... lagrimas de alegra e enterneci-
mento.
Fazia esforjos sobrehumanos para as
conter, para nao se trahir.
Apoderou-se delle um desejo louco de
abrir os brajo3, cingir sua filha, e beijal a
francamente tace do eo, gritando quem
era. *
Nao sabia como resistir.
Amava-o muito sua raai ? balbucou
elle, com a coz trmula, apenas pere'pti-
vel.
Era um hornern to honrado To'
doa o estiaavaai e o aavam, respondeu
Un.
O *ort#u atc-mecaHi
Os ulhos brJbavam-lhe.
A bocea abria-ae-lhe para dizer tudo.
qual uma felona rouba os seua mais caros
affeetos- Senhor, eu sou casado. .
A sua voz trem u.
Interrompeu se como para recuperar for-
jas. .
Sou casado, ou antes, era esposo da
mais bella, da mais adorada das muHieres.
Nesse tempo eu era um hornera vulgar,
honrado, isto uro imbcil. Fazia, ale-
gre, o meu pequeo comraercio de.adelo.
Toda a minha mocidade foi casta. Conbe-
ci a minha Debora menina, via a crescer.
A minha alma e a minha vida eram della.
Sentio am estremeciraento que abalou
Iho o corpo magro.
Mas para que fallar em tudo isso ?
Abrevio. Uro dia um homem entrou na
minha loja. Foi Stephan Rouval. Oh !
elle ento uo tinha o rosto calmo de uro
homem honrado, que o 8enhor conhece.
NSo, posto que j estivesse muito rico, ti-
nha cara de bandido, moreno, barba preta,
olhar cheio de ameajas ferozes. Os seua
olhos brilharam to ver Debori. Um mez
depois, minha mulher abandonava o tecto
conjugal. Louco de dor, quiz rehavel-a a
todo o custo. A polica n3o soube ou nSo
quiz descobril-a. Dia8eram-me com ar de
mota que ella tinha embarcado no Havre,
nao coro Rouval, o que me adrorou, roas
com um capitSo hespanhol chamado Jo8
Laronza.
Juliano Darmailly levantou-8e vivamen-
te.
Jos ?____Foi Jos, qae disse, n3o
foi ?
Digo Jos Laronza I Por que per-
gunta ?
Por nada. Eu j ouvi esse nome.
Nesae caso, ouja. Fui acensado por
Celanoa de ter lanjado em circulajao ttu-
los commerciaes com nomes suppostos. O
senhor defendeu-me. Ora, entre os papis
denunciados figuruvam tres letras aacadas
pelo dito Jos Laronia.
Oh I verdade I exulamou Darmail
ly. Tinha-me esquecido completameate.
__ Eu u8o. Eu nao eaqueci nada. A
morada que me deraa era f*l. Numca
bouve Laronza na casa indicada. Eu '
sabia. Em que consista a minba vingan-
ca? Va coraprebender A-casa Rouval
tinha negociado o meu papel, que foi pro-
testado. Nao ba nada que exaspere um
banqueiro como oa recambios. Eu deixei
Kudo ser recambiado, menos esaaa tres as-
signaturas. Sabe por que ?
__ NSo, disse Darmailly, um pouco ad-
mirado.
O judeu sorrio sinistrmente.
A phraze de sua filha ebamou-o reali-
dade~ da situajSo.
Teve um es:r?me'.imento brusco. .
NSo nSo 1 nao se devia entregar.
Abonjoavam a sua memoria, a memoria
de um hornero honrado.
Devia deixar a sua memoria intacta.
Arrancou-se eroojSo que se apoderava
dell-, enxugou os olhos diafarjadamente,
coro a manga do casaco, e afaatou-se um
pouco
H-ivia de araal o tanto, mur.uur.iu %
Clara.
E elle tarabem, replicou o velho,
havia de ser taa feliz ae a visse cres^ida,
bella como esf agora, era apertala nos
brajos, ouvir lhe sahir o nome da sua
bocea, abonjoado por ella----- O destino
nao o quiz- Fara tudo, elle, para evitar-
lhe uma lagrima, um desgosto. Foi a lem-
branja delle que me^jnspirou o desejo de
h interrogar de 'ser-lhe til. Vou saber
notic28 do Sr. de Fresnires, eu ; vou sa-
ber se ainda digno da senhor ; se o nao
calumniaran, e se nao lhe aconteceu algu-
ma desgraja... E hei de restituir-lh'o eu !
Clara suspirou :
Oh aa D-us o permi.tisse-
N;lo sa bfija. Quero que soja feliz,
completamente feliz! accrescentou em voz
tSo baixa que ella nao ouvio.
Mas os seus olhos falla vara.
Estendeu-lbe a mSo, vencida, perturba-
da &t no fundo d'alma.
E' um hornera de bera, disse ella.
Foi aooigo do meu pai. E' uma raram-
mendajSo sufficiente^ e tenho f no se-
nhor Restituio-rae a esperanja.
O velho og.rrou com transporta nos de-
dos delicados o finos da menina.
Apertou-os de encontr ao corajao ; de-
pois, nao podendo conter-sa e por mais
tempo, cobrio os da beijos ardentes.
A sua alegra pareca ter voltado agora.
Sorria.. e era a ella que o devia. Era
elle que lhe tinha levado aqu lia consola-
jao Elle j nao se sentia... Comprehen-
deu que ia coraprometter-se, trahir-se.
Largou a mao qu; ella Iho havia abando-
nado e afastou-aa rpidamente, sem dizer
uma palavra mais.
Suffocava-.. nSo era senhor de si.
Clara vio o sabir e murmurou :
Oh hei de saber quem este ho-
rnera. hei de saber.
Estava admirada do poder que a voz
daquelle deseonhecido tinha sobre ella, da
eroojSo que as suas palavras lhe tinham
causado, do encanto que se desprenda de
toda a sua pcasoa, en:. nto sob o qual ^in-
da estava.
Comprehendia que aquella hornera nao
lhe poda ser indiffjrente.
Sentio-se ^ominada de uma tffeijao es-
tranha por elle, affaijao que nada tinha de
comparavel com o sentiraento que tinba
por Jorge de Fresnires, mas que nao era
minos violenta, nem menos doce.
Como havia dito, tinha nelle, na sua pa-
lavra, uma confianja que nao explicava.
Estava convencida, como se acreditasae
que fosse dotado de ura poder sobrenatu-
ral, que elle ia restituir-lhe Jorge, o amor
de Jorge, a sua vida, a sua felicidade
Nao era para ella ura homem ordinario.
Tudo nelle, a sua pbysionaraia, a .ua voz,
a raaneira extraordinaria por que se apre-
sentara a ella, pare>'ia-lho mysterioso,
inexplicavel. Elle havia tomado na sua
iroaginajao, sobre?xcitada pela dr le ver
o seu futuro despedajado, proporjo3s so-
brehumanas, ares de um enviado providen-
cial.
Oh sim, tinha a certeza ; elle ia salvar
o s'U amor.
E deixou-so cahir de joelhos.
Implorou-o, como se implora a uro Deue.
Amava-o e invocava-o.
-
- Porque as letras 8acadas sobre La
ronza o tinham sido pela propria casa Rou-
val, que por urna fraude muito caracteriaa-
da as descontou. Um acaso m'aa entre
gou. Tenho, pois, em mSo, a prova de
que o erime de que fui aecusado tinha si-
do coraraettido pelea meus accusadore8.
O futuro juiz de inatrucjSo pulou.
Oh! deBgrajado I por que nSo as
apresentou em juizo.
Jacob sorrio outra vez do mesmo modo.
Porque quero que a minha vinganja
seja completa. Eu a estou amadurecendo,
aperfeijoando de da em dia. A principio
havia apenas uma fraude, agora ba cousa
melhor. Sabe o que segundo as appa-
reneias, esse Jos Laronza, capitao de lon-
go curso, ladrSo de mulheres ?
NSo, realmente nSo sei.
Pois bem, meu caro senhor, o prin-
cipal agente da honrada e poderosa casa
Rouval.
Agente externo, caixeiro viajante, tudo
quanto ha de mais viajante. Ora, e3se
agente, esse caixeiro, esse viajante, nSo
8en3o um pirata.
- Hein! exclamou Juliano attinto.
Voc quer dizer contrabandista.
EntSo, j sabia?
O mojo tomou um ar de muito sabido
__Sem duvida 1 Se nao soubesse, nao
o teria feito fallar. EntSo contraban-
dista ?
NSo, Eu digo : pirata. Pode ser
uma e outra causa ; ellas geralmente an-
dar* juntas. E' um pirata em todo o ri-
gor da palavra, uro ladrSo do mar, um ban-
dido, que qualquer dia deatee ha de ser
enforcado em alguma vaga.
Como 8be diaao ?
Por nica respesta, Jacob offareceu ao
mojo jornal inglez; nelle Luciano pode
ler a narrajSo Jcircumstanciada dos factos
que se deram naa proximidades de CeylSo.
Julgou intil perguntar mais ao adelo.
Agora sabia onde ir procurar aa pravas ;
e a carta de Rouval a Clanos paaecia-lhe
de urna clarjz* terrive.
J>sped de jadea, prometiendo vol-
Ur breveiBrtW ; imb qui aclarecer uma
ultima duvida.
Como, foi que a casa Rouval comroet-
teu essa dupla fraude ? primeiro, nao hon-
rando a asaignatnra da Laronza no venc
ment ; segundo, intentando um processo,
quando voc podia confuodil-o ?
Ah 1 respondeu o israelita, porque
na occaaiSo do vencimento, alm da minha
queixa de adulterio, Laronza tinha de evi-
tar uma pesquisa, muito maia
(Contina)
seria. A
polica o procurava, em virtude de indca-
joea miniatradas pela Inglaterra. NSo te-
ve remedio 8enSo deixar protestar a sua
firma.
Bera e o processo de que servio ?
De qae servio ? O senhor esquece
que a casa Rouval quera fazer crer que
todos os meus papis eram falsos ? Assim
pareca que o Laronza nSo passava de um
mytbo. Assim enganavam a polica. Alm
disso, era um modo de intiroidar-rae, de
obrigar me a entregar os valorea compro-
mettedorea, em troca da deaistenca da
queixa. O senhor ganhou a causa, alle-
gando a boa fi do seu cliente, o que era
verdade, e euguardei as mnhas armas.
Comprebendo, disse Darmailly, que
ficou, repentinamente, meditativo, e aceres
centou :
Meu caro Jacob, que fez dessas le-
tras ?
Oh replicou o adelo, esto em lu-
gar seguro. Por esse lado pode ficar tran-
tranquillo.
E' que, insisti o mojo, podemos
metter as nossas duas vinganjas em com-
mum, e assim ter mais certeza de apanhar
esses nmeraveis.
Jacob meditou um momento ; depois, er-
guendo a cabeja : ...
Tem razSo, disse elle. Volte daqm
a oito daa.
Os oto das correram rpidamente.
Entregue, completamente, s pesquizas
que estava fazondo, Juliano ergamsou um
plano completo de campanha. J tinha
certeza de que nSo havia de seguir uma
pista falsa.
Ab duas cartas que cahiram do bolso de
Clanos, especialmente a que tinha a as-
signatura Jos, ia concordar exactamen-
te com as tres letras que o acaso ou o cal-
culo tinha entre discripjSo de Jacob.
A' hora marcada, foi casa do seu al-
liada novo e precioso.
A criada o recebeu com sorproza viaivel,
e quando elle perguntou pelo adelo.
EntSo o senhor nSo sabe que aq
estamos tolos inquietos? Ha quareata e
oito boras que nSo entra em casa e aa-
nhuro dos seus amigoa o vio.
Como? pergantou Juliano, muito
admirado. __
_ Digo que meu amo, que entra em
casa todos ob das s seis horas da tarde e
nSo sahe senSo s dez da manhS, nSo ap-
parece desde ante-hontem.
(Continuar-se-fo )
Typ do Diario ra Duque de Canas n t.
1
*
!i
..
1 MDTHADO


Full Text
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