Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16808

Full Text
M
,\


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h

JOIfiEO M
PARA A CAPITAL E LIJCABJBS WI>E SAO B PACA PORTE
Por tres meaes adiantados............... -vjfnnn
Por seis dito idem.......... ...... oqyw!
Por um auno idom................. AIOO
Cada numero avulso, do mesmo da.......... 0100
Mi-Mk 11 DE MAIfl DE 188?
*t
PARA DEMTRO E PORA DA PROTIXCIA
Por seis mezes adiantados............
Por nove ditos idem. >....... m
Por um anno idem................
Cada numero avulso, de dias anteriores. .........
13,5500
200000
27C00
5100
DE
NAMBUG
ftoprietaftt tft JKatiocl Sxg&tkn he Jara i Silbos
TELEGRAMMAS
-
fiVKO TABTZC7LAS SO 3IAEI0
RIO DE JANEIRO, 16 de Maio, s 5
horas da tarde, (decebido s 6 horas e
55 minutos, pelo cabo submarino).
Fui nomeado deitembargador do
Tribunal da Belaro de toyai o Dr.
FranclMco Manoel Paraso Cavar
cante.
A Cantara dos Reputados rejeitou
boje um reqnertmento de urgencia
do Mr. conselbelro Francisco entu-
nes Maclel para que entrasse em
discusso urna Interpeilaco relati-
va queslo militar.
t-oran eleitos boje no Senado :
Presidente o Sr. conselbelro Jitao.
Llnn Vlelra Cansanco de Mlnlmb
1. Vlce-presidente o Sr- Antonio
Candido da Cruz Hachado i
9. Vicepresidente o Sr. conselbel-
ro Antonio Marcelllno Nones Gon-
calves.
Fol boje explicada pelo Sr. conse-
lbelro Francisco Bellsarlo Soares de
Sonsa, ministro da facen da. a re-
composlro bavlda ltimamente na
gabinete.
S. Exc. declarou perante o Senado
que o (overno mantem o seu modo
de proceder, e verberou o manifes-
t dos Srs. generaes Vlsconde de Pe-
lotas e Manuel Deodoro da Fonseca.
bontem publicado em o PA1Z .
(Especial para o Diaiio)
MADRID, 15 de Maio.
A Cmara dos Depntadoa adoptou
o projeeto de le relativo ao Jury por
SI3 votos contra 49.
BERLIM, 15 de Maio.
O encerramento do parlamento
prusslano te ve lugar boutem.
A mensagem real agradece aos
membros do parlamento o concurso
prestado ao governo e menciona as
boas relacSes com as potencias es-
trangelras.
A mensagem nao contm nenbu-
ma declaracao interessante sob o
ponto de vista geral.
BERLIM, 15 de Maio.
O governo acaba de propr ao Bel-
ebstag o estabeleclmento na Alle-
manba de dlreltos da Alfandega so-
bre os assucares de todos as proce -
denclas, a comecar tfo i. de Agosto
de isss.
Estes dlreitos ser&o de trlnta mar-
cos por cem kilogrammas.
RIO DE JANEIRO, 16 de Maio.
A Junta de byglene propoa ao go-
verno a suppresso das medidas
qnarentenarlas para as proceden-
cias do Blo da Prata.
i." provavel que o governo appro-
ve a proposta.
RIO DE JANEIRO, 16 de Maio, s 5
horas e 15 minutos da tarde.
O Senado elegeu para presidente
o conselbelro Cansanco de Slnim-
b senador pela provincia de Ala-
gdas.
O Sr. Baro de Cotegipe presidente
do conselbo. no correr de um discur-
so que prouunclou boje perante o
Senado daclarou que desapprovava
completamente o procedlmento do
Sr. Vlsconde de Pelotas.
Agencia Havas, filial em Pernambuco,
16 de Maio de 18*7.
ELECTRIC1DADE
(Extrahido)
DAS ESCOLAS E OA BIBLIOTHECA DO
POVO
ELECTBO MAGNTICO
CAPITULO XVIII
InDOCcIo ELECTRO DYNAMICA E ELECTBO -MAGNTICA.
BOBINA DE RuHMKORFF ; EXPERIENCIAS MAIS SOTA -
VEIS E FBINCIPAE3 AFPHCACOES OBSTE APFABELHO.
( Con t mu ac&o )
Os cfieitos calorficos sao especialmente appli-
cados fusilo dos metaes, e exploso de minas e
torpedos.
Os effeitos luminosos sao variaveis, segundo o
meio em que sao produzdos : no ar, manifestam-se
por ama faisca briihantaaima, quo pode ter cerca
de meio metro de ccmprimento ; no vacuo, por um
feize de luz continaa, to intensa como a produzi-
da por urna machina elctrica de grande forca, co-
rando-se de vemelho o polo positivo e de roxo o
negativo. As experiencias |no vacuo teem melhor
resaltado quando feitas nos tubos de Geisslcr do
2ue no ovo elctrico, porque nos primeiros o vacuo
obtido na sua conatrucco, sendo, portanto mais
perfeito, em tanto que, no segunde, o vacuo nanea
se obtem completamente.
Continua.)
JARTE OFFICiAi
Governo da Provincia
LE N. 1889
Pedro Vicente de Aievedo, doator em direito pela Paculdade de
S. Paulo, commendador da Imperial Ordem da Rosa e da Real Or-
den Militar Portuguesa de N. S. da Conceico de Villa Vicosa, pre-
sidente da Provincia de Pernambuco
Paco saber a todos os seas habitantes qae a Assemba Legis-
lativa Provincial decretoa e ea sanecionei a resoluto aaguiute :
Artigo nico. A freguesia de Muribeca fica dividida em tres
districtos de paz.
Io. O Io ter por limites o rio Jaboato e a estrada qae, par-
rindo da margem direita deate rio, prolongase em rumo de Oeste,
passa na frente d casa de Jos N>gueira e vai encontrar aa div-
ses dos engenhoa Capellinha, Megahipe de Cima, Sa'gidinho e
Santo Estevo, comprehendendo o primeiro e terceiro Jes tes en-
genhos.
2o. O 2* comprehender toda o territorio ao sul da dita es-
trada e do rio, inclusive os engenhos Santo Estevo e Megahipe de
Cima.
3. O 3" comprehender o territorio maigem eaqnerda do
rio at o mar.
Picam revogadas as disposicoes cm esntrario.
Mando, portanto, a todas as autoridades qaem o conhecimento
e execucao da presente resolucao perteocer, que a cumpram e facam
cumprir to inteiramente como nelle se conten.
O secretario da presidencia desta provincia a faca imprimir,
publicar e correr.
Palacio da Presidencia de Pernambuco 10 de Mato de 1887.
Fedro Vicente de Azevedo.
L. S.
Sellada e publica e presente resolucao nesta Secretaria da Pre-
sidencia de Pernambuco aos 10 de Maio de 1887.
Pedro Francisco Correia de Oliveira-
LE N. 1890
Pedro Vicente de Azevedo, doator em direito pela Faculdade
Je S. Paulo, C nmendadar da Imperial Ordem da Rosa e da Real
Ordem Militar Portuguesa de Nossa Sanhora di Conceico de Villa
Vicosa, presidente da provincia de Pernambuc).
Faco saber a todos os seus habitantes qae a Assembla Legis-
lativa Provincial decretou e eu sanecionei a resolucao seguinte:
Artigo un.o. Fica eztincto o 2- districto de paz do munisipio
do Altinbo, passaudo o respectivo territorio a perteocer ao 1* dis-
tricto.
Revogadas aa posices em contrario.
Mani, parlani', a todas as autoridades a quem o conhecimento
e execucao da presente resolnco psrtencer, que a cumpram e tacam
cumprir to inteiramente como nella se contem.
O secretario da Presidencia desta Provincia a faca imprimir,
publicar e correr.
Palacio da Presidencia de Pernambuco, 10 de Maio de 1887,
6ti* da Independencia e do Imperio.
Pedro Vicektb de Azbvbdo.
L. S.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
Presidencia de Pernambuco, aos 10 de Maio de 1887.
Pedro Francisco Correia de Oliveira.
LE N. 1891
Pedro Vicente de Assvedo, dou:or em direito pela Faculdade
de S. Paulo, Commendador da Imperial Ordem da Rosa e ds Real
Ordem Militar Porlugueza, de Nossa Sanhora da Conceico de Villa
Vicosa, presidente da provincia de Pernambaco.
Faco saber k todos os seas habitantes qae a Asseibli Lsgis-
lativa Provincial decretoa e ea sanecionei a reaoluoo aegainte :
Artigo anico. Fies revogado o artigo 3* da lei n. 1859 de
1885 e restablecido o juizado de paz de Pindoba na fregaezia de
Craangy.
Revogsm-se as disposicoes em contrario.
Mando, portanto, a todas as autoridades a quem o coahacimento
e execucao da presente reaoluco perteneer, qae a cumpram e tacam
cumprir to inteiramente como nelia se contem.
O secretario da Presidencia desta Provincia, a faca imprimir,
publicar e correr.
Palacio da Presidencia de Prnambaco, 10 de Maio de 1887,
t6 da Independencia e do Imperio.
Pedio Vicbktb de Azevedo.
L. S.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
Presidencia da Provincia, aos 10 de Maio de 1887.
Pedro Francisco Correia de Oliveira.
LEI N. 1,892
Pedro Vicente de Azevedo, doator em direito pela Faculdade de
S. Paulo, commendador da Imperial Ordem da Risa e da Real Or-
dem Militar Portuguesa de Nossa Senhora da Conceieo de Villa
Vicosa e presidente da provincia de Pernambaco:
Faco saber a todos os seus habitantes, que a Assembla Legis-
lativa Provincial decretoa e eu sanecionei a resolucao seguate :
Art. 1." Fica dividida a freguesia de Cabrob em dous distri-
ctos de paz. tendo o primeiro a denominado de districto da Matriz
e o segando de lo.
Art. 2." O riacho Terra Nova servir da diviso dos dona
districtos, sendo da parte do poente o primeiro, da parte do nascen-
te o segando.
Art. 3 Ficam revogadas as disposicoes em contrario.
Mando, portanto, a todas aa autoridades, a quem o conheci-
mento e execucao da presente resolnco psrtencer, qae a cumpram e
facam cumprir to inteiramente como nella se contm.
0 secretario da Presidencia desta provincia a faca imprimir,
publicar e correr.
Palacio da Presideojpia de Pernambaco, 20 de Dszembro de
1876, 66* da Independencia e do Imperio.
L. S. Pedro Vicete de Azevedo.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta Secretaria da
Presidencia de Pernambaco, aos 10 de Maio de 1887.
Pedro Francisco Ctrreia de OUvtira.
LEI N. 1,893
Pedro Vicente de Azevedo, doutor em direito pela Faculd ade de
S. Paulo, commendador da Imperial Ordem da Rosa e da Rea 1 Or-
dem Militar Portugaeza de Nossa Sonbora da Conceico de Villa
Vicosa e presidente da provincia de Pernambaco :
Faco saber a todos os seas habitantes, qae a Assembla Legis-
lativa Provincial decretou e eu sanecionei a resolucao seguate :
Art. nico. Ficam supprimidis os districtos de paz de Serra
Branca e S. Pedro da comarca de Ourieury, ficando ambos annea-
dos ao 1. districto.
Revogadas as disposicoes em contrario.
Mando, portanto, a todas as autoridades, a qnem o conheci-
mento e execucao da presente resolucao perteneer, qne a cumpram e
facam cumprir to inteiramente como aella se contem.
O secretario da Presidencia desta provincia a faca imprimir,
publicar e correr.
Palacio da Presidencia de Pernambuco, 10 de Maio de 1887,
66 da Independencia e do Imperio.
L. 8. Pedbo Visete de Azevedo.
Sellada e publicada a preseute resolucao nesta Secretaria da
Presidencia de Pernambuco, aos 10 de Maio de 1887.
Pedro Francisco Correia de Oliveira.
LEI N. 1,894
Pedro Vicente de Asevedo, doutor em direito pela Faculdade de
S. Paulo, commendador da Imperial Ordem da Rosa e da Real Or-
dem Militar Portagudzs de Nossa Sanhora da Conceico de Villa
Vicosa e presidente da provincia de Pernambaco :
Faco saber a todos os sena habitantes, qae a Assembla Legis-
lativa Provincial decretoa e eu sanecionei a reso'ucao aegainte :
Art. nico. Fica redazido a um districto de paz a freguesia de
Nossa Senhora do O' dos Prazeres de Maranguape.
Ravogadas as disposicoes em contrario.
Mando, portanto, a todas as autoridades, a quem o conheci-
mento e execucao da presente resolucao perteneer, que a cumpram e
fa(am cumprir to iateiramente como nella se contm.
O secretario da Presidencia desta provincia a faca imprimir,
publicar e correr.
Palacio da Presidencia da Pernambuco, 20 de Dezembro de
1886, 66 da Independencia e do Imperio.
L. S. Pedbo Vicente de Azevedo.
Sellada e publicada a presente resolnco nesta Secretaria da
Presidencia de Pernambuco, aos 10 de Maio de 1887.
Fedro Francisco Ctrreia de Oliveira.
LEI N. 1895
P-ir j Vicente de Azevedo, doutor em direito pela Faculdade de
S. Paulo, Commendador da Imperial Ordem da Rosa e da Real
Ordem Militar Portagueza de Nossa Senhora da Conceico de Villa
Vicosa, presidente da provincia de Pernambaco.
Faco saber a tolos os seus habitantes que a Assembla Legis-
lativa Provincial decretou e eu sanecionei a resolueco seguinte :
Artigo nico. Fiea elevada & cidade a villa de Taquaretinga
com a mesma denominaco.
Revogam se as disposicoes em contrario.
Mand ', portanto. a todas as autoridades a quem o couhecimento
e execuclo da presente resolueco perteneer, que a cumpram e facam
cumprir to inteiramente como nell aja cantem.
O Secretario da presidencia desta provincia a faja imprimir,
publicar e correr.
Palacio da Presidencia de Pernambuco, 10 de Maio de 1887,
66 da Independencia e do Imperio.
Pedbo Vicehtb de Azevedo.
L. S.
Sellada e publicada a presente resolueco nesta secretaria da
Presidencia de Pernambuco, aos 10 d* Maio de 1887.
Prdro Francisco Correia de Oliveira.
LEI N. 1896
Pedro Vicente de Azevedo, doutor em direito pela Faculdaiede
S. Paulo, Comavndador da Imperial Ordem da Rosa e da Real
Ordem Militar Portuguesa de Nossa Senhora da Conceico de Villa
Vicosa, presidente pa provincia de Pernambuco.
Faco saber a todos os seus habitantes que a Assembla Legis-
lativa Provincial decretou e eu sanecionei a resolucoaeguinte
Art. 1*. A fregaezia de Vicencia se compor de tres districtos
de paz com as denominacoes de Vicencia, Trigueiro e Anglicas.
l*. O 1 districto de Vicencia, ter par limites as freguezias
de Nazaretb e Tracnnhaem at o engenhoCavalcante e d'ahi segui-
r pela estrada de Mulatas at a estrada do engenbo de Antonia
Jos Coelho, e em frente deste engenho em direceo Ja Varsea do
Oaro at a caaa de Joaquim Goncalves da Silva Romeiro e seguindo
pela estrada do Poco Cenaprido passando pela Cha do Sap a encon-
trar os limites das freguezias de Bom Jardim e Timbaba at a
a diviso do engenho Jundi com Peitanduba at a estrada qae
segu para o engenho Jundi a encontrar es limites do engenho Ua-
naaieira com Peit&ndub, vai ao riacho deste nome e segu pelos
limites de Cananieira a estrada do engenho Paraso e por esta
estrada aos lmites da freguezia de Nazaretb, engenho Matary,
lmites do antigo districto.
2: O districto de Trigueiro comprehender alem de antiga
districto toda a parte do districto de Alliauca que foi tirada do
freguezia de Nazareih e hoje perteoce a mesma freguezia de
Vicencia.
g 3. O districto de Anglicas comprehender todo o demaia
territorio da freguezia.
Art. 2. Ao actual 2 districto de paz da Alaga do Carro, per-
ten pertencendo a freguezia dejTracunhaem.
Art. 3*. Ficam revogadas as disposicoes em contrario.
Mando, portato, a tolas aa autoridades a que o cennecimento
e execucao da presente resolnco pertencer,.que a cumpram e facam
cumprir tao inteiramente como n'ella se contem.
O secretario da presidenoia desta provincia a faca imprimir,
publicar e correr.
Palacio da Presidencia de Pernambaco, 10 de Maio de 1887,
L. S. Pedro Vicebte de Azevbdo.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
Presidencia de Pernambaco, aos 10 de Maio de 1887.
Pidro Fransc* Ctrreia de Olivan.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA, DO DA 14
DE MAIO^DE 1887
Concessa Cavulcante dos Santos.la-
forme o director, da Colonia Orpbanologica
Isabel.
Companhia Pernambucana. N'esta data
dirijo me ao inspeitor da Tbesouraria de
Fazenda a respsito do pagamento reque-
rido.
Empreza de illuminagao a gaz desta ci-
dade.Em tauop) ser tomada a reclama-
c!o da supplicante na considrelo que for
de direito.
Bacbarel Francisco Correia Lias So-
Brinho.Ficam justificadas as faltas a que
allude o supplicante.
Tenente-corooel Francisco Gonjalves
Torrea. luforme o Sr. iuspector do The-
souro Provincial.
Francisco Pinto de Magalhes.Enca-
minhe-se, devendo o supplicante pagar o
respectivo porte no correio.
Francisco Accioli Lins. Requeira ao
Governo Imperial.
Jos Rodrigues Beirlo.Informa a C-
mara municipal do Recife.
Jos da Silva.Informe o Sr. brigadei-
ro Commandante das armas.
Marcelino Santiago Vas -oncellos Leitilo
de Albuquerque.Informe o director da
Colonia Orpbanologica Isabel.
Secretaria da presidencia de Pernambu
oo, 16 de Maio de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
Repartlciio da Polica
2.a secrjko.N. 455Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 16 de Maio de 1887.
Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que foram recolbidosj Casa de Detenc3o
os seguintes individuos :
No da 14:
A' minha ordem, Joo Bernardo Bandeira de
Mello, remettido pelo subdelegado de Penta de Pe-
dia!, por disturbios e Marcolino Victoriano da Sil-
va Marques, remettido pelo subdelegado da fre-
guezia de Santo Antonio, como alienado at ter
conveniente destino.
A' ordem do subdelegado do freguezia de Santo
Antonio, Antonia Mara da Conceica>, Mara Gui-
lhermina Francisca Bezerra, Simplicia Jos Tei-
xeira Villas-Boas e Jos Francisco, por disturbios.
No dia 15:
A' ordem do Dr. delegado de 1' districto da ca-
pital, Francolina Mara da Conceieo e Justina V.
dos Santos, por disturbios.
A' ordem do subdelegado do 2' districto da fre-
guezia de S. Jos, Theodoro Jos Tavares,por dis-
turbios.
A' ordem do da Boa-Vista, Candida Pereira da
Silva, preso em flagrante por crime de ferimentos
graves, Joaquim Pereira da Silva, Jos Mara do
Paraso e Raymundo Antonio Pereira da Silva,
por diaturbios e aso de armas defeza.
No dia 13 do corrente as 11 1/2 horas da note
e na ra do Giriquity do 1' districto da freguezia
da Boa-Vista, o individuo de nome Manoel Au-
gusto Vieira, conhecido por Manoel d'Abel, feriu
gravemente com urna facada a Francolino dos San-
tos Araujo, conhecido por Franja Capo. O res-
pectivo subdelegado tend* sciencia do facto para
all se dingiu e na diffi^uldade de aquella hora
encontrar um medico qae se prestasse a vistoriar
o offendido, fez transportar este para o hospital
Pedro II, onde teve lugar easa diligencia.
Abriu-ae o competente inquerito sobre e facto, e
deligencia-se a captura do criminoso, que, ae eva-
di logo aps a pdrpetraco do crime.
No lugar Campo Verde do 1- districto da Boa
Vista, hontem, s 4 horas da tarde o individuo de
nome Candido Pereira da Silva, ferio com urna fa-
cada a Joo y', vetulio Ferreira, conhecido por Joo
Callado.
Ooffen8orfii preso em I-.grante e contra elle
se procede nos termis da lei, e o offendido foi
transportado para o Hospital Pedro II afim de ser
tratado. O subdelegado respectivo abri a compe-
tente inquerito e nelle proae$ue.
Communicou-meo delegado do termo de Gamel-
leira qae no dia 7 do correte, no Engenh) Ca-
xang d'aquelle destricto, um empregado da linha
frrea do Bonito, conhecido por Cabo Sombra, ferie
com urna facada, a Antonio Alves, que veio falle-
cer no dia seguinte.
Sobre este facte aquella autoridade est proce-
dendo nos termos da le.
No dia 6, deate mez, e no lugar Areticum do
termo de Bonito, falleceu o individuo de nome Jo-
vino de tal, em consequenda de espancamento que
soffreu de Joo Affjuso Bezerra de Melle, que foi
preso e est sendo summariado. J teve o conveni-
ente destino o inquerito aberto sobre este facto.
Anda naquelle dia e no mesmo districto no lu-
gar Curraes, o invidno de nome Joo Jos da
Silva, espancou brbaramente o sua propria ma-
Iher.
O subdelegado respectivo tomou conhecimento
do facto e abri sobre elle o competente inquerito
que j foi remettido aojuizo competente.
Deus guarde a V. ExcIllm, e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente < de policia, Antonio Domingos Pinto.
Cmara Municipal
ACTA DA SESSAO EXTRAORDINARIA DA C-
MARA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIPE,
EM 4 DE MAIO DE 1887.
Presidencia do Sr. Dr. Barros de Lacerda
Aoa 4 dias do mez de Maij de 1887, ao meio
dia, no paco da Cmara Municipal desta cidade,
preseutea os Srs. vereadorea Dr. Barroa de La-
cerda, tenente coronel Costa, capito Alves da
Fonaeca, Tito Livio, capito Deodato Torrea,
capito Climaco da Silva, Luiz Rochu, major An-
tunes, Agostinho Bezerra, Neves Cardoso, capi-
to Samieo, Dr. S Perei'a e Joo de Amorim,
faltando os dentis aenhorea com participaco.
O Sr. Dr. Barrea de Lacerda na ausencia do
presidena e vide-presidente da Cmara, e na
qualidade de mnia votado assumio a cadeira da
presidencis declarou que havendo numaro legal
abri a seseao.
Lida a acta da antecedente e posta cm discus-
so, o Sr. vereador Joo de Amorim pedio a pa-
lavra e disse que o protesto qne acabava de aer
lido na acta firmado pelo Sr. capito Alves da
Fonseca e outroa Srs. vereadorea, era menos exac-
to na parte que se refer* a elle, pois nao havia
forgicado acta alguma apenas apresentara um
substitutivo a acta que julgara infiel, e estava
no sen direito ; e conclaio mandando a mesa um
requerimento ou protesto quo reaolvu a Cmara
fosse transcripto no final da acia que acabava de
ser lido.
O Sr. vereador Climaco da Silva, pedio a pala-
vra e manifeatou -se contra a redaeco da acta,
que nao tinha referido tudo quanto ae pasaara ;
que aeu collega Sr. Amorim nao fallara em
substitutivo e sim urna acta ou emenda, e que elle
previra que succedena na acta toda eata mudan-
ca de nome pelo que b avia chamado mais de urna
vez a attenco do Sr. secretario ; entretanto nada
Ihe valen, fazendo outras consideracoes, iuvocou
o teatemunhodo Sr. vereador Dr. S Pereira, que
disse ser verdade tudo quanto dizia o Sr. verea-
dor Climaco da Silva, e que elle nao era homem
que concordases com tudo ; tanto que tinha dado
prova na sesso passada apresentando um reque-
rimento no sentido de ser des criminadas as attri-
buicoes dos commissarios.
O Sr. vereador Jco de Amorim deu diversos
apartes quando fallava o Sr. C'.iinaco da Silva,
contestando o mesmo senhor.
O Sr. capito Alves da Fonseca peJio a pala-
vra e disse que grande seria o debate que teria
de incetar sobre a acta em discusso, mas que,
como Da outra sesso nao fazia sem que o Sr.
presidente mandasse retirar a ferca publica que
se achava as galeras, e mandou a mesa o se-
guinte requerimento :
Requeiro que a forca publica presente na
sala das sessoes cnstraogindo a liberdade dos
Srs. vereadores, seja della retirada, afim de poder
tomar parte na discusso da acta e mais actos
que hoje houver de se proceder.
Paco da Cmara, 4 de Maio de 1887.Alves
da Fonseca.
O Sr. presidente declarou que nao punha em
discusso e nem a votos o requermento do Sr.
capito Alves da Fonseca; porm que a elle cum-
pria manter a boa ordem e garantir os Srs. ve-
readores contra oa desordeires ; que era melhor
prevenir, que punir ; e a forca longe de coactar
a liberdade, era pelo contrario a garanta da li-
berdade de todos oa Srs. vereadores que podiam
discutir livremente ; nao maadava portanto re-
tirar a forca que se achava as galeras.
O Sr. capito Alves da Fonseca, pedindo na-
vamente a palavra, disse que desde que o Sr.
presidente insista em conservar a forca publica
na casa, elle nao poda com a sua preaeoca san-
cionar acto to irregular e por isso retirava-se
e declarou que ia escrever seu proteste na secre-
taria para ser lancado na acta, e retirou-se, ecom
elle os Srs. vereadores tenente-coronel Ferreica
Costa, Tito Livio, Deodato Torres e Luiz Rocha.
O $r. vereador Climaco da Silva declarou nao
acompanbar os seus collegas naquelle ponto, pois
nao se julgava prejudicado pela forca publica
que all se achava para garanta de todos, pelo
que ficava.
O Sr. presidente disse que a sesso nao poda
ser assim interrompida e frustrada pelo capricho;
que nao era licito a nenhum Sr. vereador preju-
dicar sob falso pretexto as f unecoes da Camsri.
e por isso maadava convidar os supplentes que
estivessem mais perto afim de que continuasse a
sesso pois apenas bast va um.
O Sr. capito Climaco da Silva, pedio a pala-
vra e se oppoz fortemente contra a determinaco
do Sr. presidente em chamar sapplente ; dizendo
ser isto contra a lei expressa, que s permitte
chamar se supplentes depois de deixar de haver
sesso duas vezes esnsecutivas, por falta de nu-
mero, ,e devendo ser chamados os primeiros sup-
plentes e nao os que fossem encontrados primeiro,
fez entras consideracoes e concluio declarando
que nao tinha se retirado por causa da forca, mas
que nao poda consentir na chamada de supplen-
tes, e por isso se retirava protestando contra o
acto do Sr. presidente.
Em seguida compareceram os supplentes An-
tonio Arthur Moreira de Mendonca e Dr. Joo
Clodoaldo Manteiro Lopes, e tendo este prestado
juramento, tomaram ambos aasento, e havendo
numero legal o Sr. presidente disse que quando
se retiraram os Srs. vereadores estava a acta em
discusso conjuntamente com o requerimento do
Sr. vereador Joo Amorim e ia por a mesma e o
requerimento a votoj, sendo ambos spprovados,
mandando a Cmara que fosse transcripto o refe-
rido requerimento, abaixo da mesma acta o que
foi feito-
Em seguida o Sr. presidente leu o seguinte ex-
pediente :
Um offici do Exm. Sr. presidente da provincia,
dando sciencia a cmara ter approvado a planta
para o novo eacanamento de esgoto da compa-
nhia ^Drainage.Iaterado.
Ontro do mesmo pedioda informales sobre o
pagamento de moostes atrasados e de multas a
que se retere Autonio Joaquim Casco, em recur"
so dirigido a presidencia.A
forme, ouvindo a contadoria.
Outro do Dr. advogado da cmara, informando
sobre a peticu que 1) Isabel Lucas da Silva di-
rigi assembla provincial.Ao engenbeiro cm
vista da in for maca 0.
Outro dos Srs. vereadores capito Joaquim Al-
ves da Fonseca, tenente-coroael Manoel Goncal-
ves Ferreira Costa e capito Jos Rufino Climi-
co da Silva declarando nao aceitarem as commis-
soes para que foram comeados por julga'em nul-
los e rritos os act 3 praticados pela eamara em
sesso de 27 do findo.Inteirado.
O Sr. presidente nomsou para a mesma com-
misbo os Srs. vereadores Luiz Bernardo Cistello
rnco da Rocha, capito Deodato Goncalves
Torres e Tito Livio Soares.
Um otlicio do fiscal do 2 districto de S. Jos,
commuaicaudo ter remettido' para o deposito 18
parcos, que foram apprehendidos por andartm
vagando us ras.Inteiralo
Outro do Dr. inspector da bygieae de Pernam-
buco pedindo providencias afim de nao serem
aceitos attestados de bitos firmados por Frede-
rco Chaves Jnior e Fabio Xavier de Souza
Pontees), que nao possuem titulo legal para assim
poder praticar.J se providenciou.
Outro do fiscal do Io districto de Affogados mos-
tra ido a urgente necessidsde de limparem-se as
vallas de esgoto das aguas.Ao Sr. commissario
de lmpeza.
Outro do fiscal da Magdalena communicando
qne a estrada aova da Torre, precisa da collaca-
co de um cano para dir esgoto as aguas d; chu-
va.Ao Sr. engsnheiro para informar.
Outro do fiscal do Io districto da Boa-Vista,
communicando existir no deposito daquella fre-
guezia grande quantidade de materiaes, que tem
sido al depositados em virtude do artigo 104 da
lei n. 1,129, que nao prevendo o caso de nao ser
paga a malta deixa duvidas sobre o destino que
se deva dar acs meamos e conclue dando sciencia
a cmara ter descoberto em casa do individuo de
nome Joaquim Basto, e j sobre um cavalio os
qnartca de um boi que verificou perteneer ao Sr.
Alfredo Gibson e prevendo que nao apparecena o
dono do boi, havia tomado a deliberaco de fazer
deter no deposito o eavallo qne o conduzia e o
ceuro do boi mandando o ealgir.A eamara re
solveu que o Sr fiscal ffiiass edital por 30 dias
convidendo os donos do- materiaes a virem recla-
mar os meamos sob pena de sar arrematados per-
ante o juiz de paz daquella freg. ezia. Quanto
a apprehen-o do eavallo a cmara nao pode ap-
provar, recommendando ao Sr. fiscal que faca lo-
go mfrega aquello animal a seu dono e lavras-
se o t roio de multa.
Em aeguida foi entregue ao Sr. presidente por
um guarda municipal o pratesto abaixo trans-
cripto : ..
Camama Municipal da cidale do Recife, 4 de
Maio de 1837Continuando i torca publica a cer-
car o edificio da Cmara invadindo at o recinto
das sessoes, e constituindo este facto um attenla-
do e ama coaeco, contra a qual j protestamos na
sesso de 27 de Abril, os abaixo aaaignados pro-
testara novamente cantra elle, bem como contra
todos os actos nullos e irrito da cmara, e reti-
ram-se porque a ua presenca aanceionaria o es-
cndalo e coneorreria para o aviltamento que de-
aejam evitar da instituico municipal.
Uutrosim, protestam nos termos porque acabava
de faser o Sr. vereador Climaco da Silva, de ni
ter sido posto em execucao o modo indicado no art.
22 4 da lei o. 3,029 de 9 de Janeiro de 1881.
Com relaco chamada de supplentes de ve
readores, tanto que foram chamados sapplentes
que estavam na ante-sala sem serem previamente
c avocados com exclaso do primeiro na ordem du
vot5ao.Manoel Goncalves Ferreira Cesta, Joa-
quim Alves da Fonseca, Tito Livio Soares, Deo-
dato Goncalves Torres, Luiz Bernardo Caatellu
Branco da Rocha.
0 Sr. presidente disse que a cmara acabava de
ouvir lr o protesto enviado pelos Srs. vereadores.
primeiramente por ter a forca publica invadido
at o recinto das sessoes. todos esto vendo que
nao hs maior inverdade ; a forca tem se conser-
vado as galeras, para conter alguma perturba-
co da ordem, quanto segunda parte nao exac-
to que nao tivessem sido convocados os seis mais
votados, tanto que na sesso de 17 do mez finde
prestou juramento o Sr. Padilba, na qualidade de
1 suppknte ; e depois os dous inmediatos por
nao se achar presente o Sr. Paiitha; assim como
acabava agora de auccesder, tomando asseno c
3o e 4o supplentes, por nao se acharm presentes
o 1 e 2o; nao via neste facto motivo para pro-
testo, desde que a minora obstinadamente preten
da com seus manejos privar a cmara de funecio-
nar, com grave prejuizo do municipio.
O Sr. vereador Joo Amorim disse que enten
dia nao dever ser transcripto na acta o protesto
por nao exprimir a verdade.
O Sr. Dr. S Pereira opi'ia em sentido contra-
rio, isto que em todo caso se devia mandar tran-
screver na acta, e assim foi resolvido; propondo
0 Sr. major Antunes que se declarasse na acta que
a cmara negava a veracdade dos faetos allega-
dos da existencia da forca publica na sala das
sessoes, o que tambem foi approvado.
Em seguida, continuando o Sr. presidente co
expediente, expoz i cmara o pedido que em pe -
tico fazem o Dr. Joo Vieira e capito Ernesto
Vieira de Araujo, para que a cmara Ihe mande
dar a cordeaco do muro que pretendem levantar
em um seu terrenr, eutre a ra da Aurora e da
Unio, o qual se acha em aberto, estando a licen-
ca paga.
O Sr. vereador Joo Amorim, pedindo a palt-
vra, disse que era verdade ter concedido a licen-
ca pedida pelos Srs. Vieira de Araujo; mas que
depois chegando ao seu conhecimento que dito
terreno estava destinado a um jardim do Gymua-
sio e qne havia sido aterrado pelo governo hesi-
tava se devia oa nao conceder a licenca, e por
isso ordenou ao Sr. engenbeiro que por ora nao
dsse a cordeaco; quo entenda mais acertade
consaltar-se ao Exm. Sr. presidente da provin-
cia.
O Sr. Dr. Clodualdo pensa de modo contrario.
diz que a cmara era urna corporaco meramentc-
administratva e nada tinha que ver se o terreno
pertencia a Podro ou a Paulo; dava a licenca aqun:
Ihe requera, quanto ao aterro Ihe pareca haver
engao da parte do Sr. commissario de edificar, "> =
como quer <|ue achava que ae devia conceder a
cordiaco assignando os requerentes o devido ter-
mo de responsabilidade.
O Sr. Joo Amorim insiste em ser ouvido as
obias publicas por intermedio da Presidencia.
O Sr. Presidente disse que a eamara podia logo
resolver este nsgocio, mandando dar cordeaco,
1 as que submettia a indicaco do Sr.Joo Amoriic
a votos, e sendo approvada foi resolvido que o se-
cretario redigisse o officio para a Presidencia.
Outra ptico de Mendonca Primo & C. pedindo
iaenco de multa.Iudeferido.
Outra de Antonio de Medeiros Carneiro ofere
cendo a cmara 20 palmos de terreno na Estrada
Nova de Caxang por onde tem de passar urna es-
trada com a condico da cmara comprar Ihe ou-
troa 20 palmos por ICO*.
A cmara resolveu agradecer por nao puder
acceitar.
Outra de Andr Rampa: pedindo licenca para
concertar o predij n. 17 da estrada dos Affl ctos.
Conceda-se.
Outra de Antonio F mandes da Veiga, arrema-
tante do servico da liinpeza da freguezia de S. An-
tonio pedindo para qu.- Ihe seja recebida a resp c-
tiva fianza na importancia proporcional ao tempo
em que Ihe permettido o alludido contracto
Depois de algumas observacoes feitas pelo Sr. Dr.
S Pereira foi indeferda a petico.
Outra de Mello Correia & O pedindo cmara
i que in- pry,jeucaB para evitar que o fiscal os esteja pri-
vando de abrir o seu estabelecimento nos domin-
gos e das santificados, achando-se ellea cempre-
henddos na excepeo da lei.Informe o fiscal res-
pectivo.
Oatra de Joaquim Manoel Ferreira de S.uza pe-
dindo a approvaco de urna planta que offerecia e
pedindo cordeagao para murar o seu sitio no ilaa-
teiro.Conceda-se de conformidade com a informa-
cao du eBgenhiero.
Outra de Antonio de Burgos Poncc de Lion, es-
crivo do crime pedindo o pagamento de custas.
Passe-se mandado, em vista das informacoea.Ti-
veram o mesmo d- spacbo mais duas petiedes pe-
dindo pagamento de cusas, se:ido urna do Dr.
Borges Din:E, e outra de Jos Mara Ferreira
Franca.
Outra da Virginio Horacio de Fretas, pedindo
que a cmara o indemnise das despezas que fez
com a eonstrucco de urna salgadeira, visto ihe
ter privado do uso da mesma com o contracto qne
com Jos Eleuterio de Azevedo.Ao Sr. commis-
sario do Matadouro.
Outra de Fiuza Lima & C. pedindo licenca para
abater gado no Mntadouro do Arraal expondo a
carne a venda nesta cidade sujeitando-se ao paga-
mento de todos os impostos devidr.s ao Matadouro
da Cabanga A Sr. commissario dos mata-
doures.
Outra do secretario da cmara pedindo tres ae-
zes de licenca para tratar de sua s.iie aggravada
ltimamente como provava com attestados mdi-
cos.Foi concedida na forma da lei, em vista dos
attestados.
Outra da empreza jornal A Provincia pedindo
o pagamento da quantia d 1675500 que Ihe era
devedra a Cmara como se via das contas juntas.
Depois de explicaces dadas pelo Sr. vereador
major Antunes, a Cmara resolveu que se pagas-
se as custas de conformidade com o resol vida em
sesso de 2 de Marco do corrente anno, constante
do requerim -nto do Sr. vereador Antunes, isto ,
amente o pedido por aquelle Sr. vereador, que
o que foi r"? 'vdo em sesso.
O Sr. ven.iul.or Neves Cardoso pedio a palavra
e disse que tinha dous requerimeutos que apresen-
tar a Cmara ; o primeiro era que requerendo que
a amara impuzesse aa multas em que incorrera
o contractante da publicaco Jos trabalhos desta
Cmara por ter faltado a clausula 1 do seu con-
trete, tendo deixado de publicar nao t o edital
convocando a sesso extraordinaria para o da 19
de Abril ultimo, como tambem a acta que fo; ap-
provada na sesso de 'il d'aquelle mez, e man-
dou a misa o seguinte requerimento:
Requeiro que se imponha a multa de 2 ao
contractante da publicaco dos trabalhos desta
Cmara no jornal Provincia, por ter faltado a
clausula 1' de seu contracto nao teado hoje pu-
b'icado a acta approvada na aesso de 27 de Abril
ultimo ; e mais a de SW por ter deixado de pu-
blicar o edital convocando a Beaso extraordinaria
para 19 d'aquelle mez, sendo o recebimento feits
nos termos do mesmo contracto. Em 4 de Maio.
Neves Cardoso.
Em discusso o requerimento o Sr. Dr. Sa-re-
reir disse qae era preciso saber se quando a se-
cretaria enviava a acta o Sr. presidente mandou
chamar o empregado encarregado da remessa e
este provou com o protoeollo ter sido a remessa
feta no da 28, en face do que a votos o reque-
rimento foi approvado, e mandou se que se nzes-
aem as communicacoea necessarias.
O mesmo Sr. vereador Neves Cardoso, diBse
r
IHTMUO <


MMMMMHH
Diario de fernmbncoTer^a-icira 17, de Maio de 1887

que o seu s- guodo re qu. rmenlo er aobre csaaa
que, eontra as posfurae, tinbam depaeiana de pol-
vera, que is'o era um grande prejuizo, que a C-
mara devia dar urna providencia qualquer e coa
a mxima urgencia*
O requerimeato o epuintc :
Rtqueiro que a Cmara providencie com ur-
gencia de firma a acabar ccm o depsitos de pl-
vora, que me consta existirm em alguns arma-
zcns de sal no 2o dietricte da fregueaia de 8. Jo-
te, faxendo assim tumprir o art. 1294a lei n.
1,1*9. m 4 de llaie-de 1887Nevea Cardoso.
m discut ao o n qv< rifilo, o *r. gastina
Bexerra, diase que abem bavia ido sjB*ermaaie
existir um deposito de plvora na ra leaperial
perto da va fi rrea do S. fseaicisce por onde paa-
savam diariamente o tres d'aquella via, poden-
do-se dar de memento u-n**plo o, que ea pru-
dente prevenir.
Foi approvado o re qaeriaieoto reaolrendo a Ca
mar que se recommendaaee ao fiacaea respecti-
vos a fiel execucao das posturas, infirmando os
meemos a Cmara a respeito com urgencia.
O Sr. vereador Agnstinho Bexerra, pedio a pa-
lavra e dieee que cuno commissario de limpeza,
era de seu dever dar conta Cmara da despeza
feita com aquelle servico durante o mea de Abr
prximo passado a qual elevou-te a sommi de
2:734*180 a akber 2:199*140 dispendido eom a
lia pesa d::e quatro freguesias,205840 com opes-
toal do Hospicio que so eceupa em espalbar o lixo
detado nao i pelas carroeas da limpea publica
como o condurido pela companbia Drsmage,(
18VJ200 eom o pessoal que eepalba o lixo deitado n. 8 deete anno.
o caca do Ramos e prai. de Santa Bita, 140*
com os ordenados dos entregados que se occu
pam com a limpeza da latrinas e metenos, o que
em ludo pretaa a qaautia cima mencionada de
2:734*180, notndose que os trabalbadcrts da
Inpesa muilas veses ao datrahides com corree-
cao de animaes.
Continuando o mesmo Sr. vereador aiese que
observando qoe o preco das vasseuras e tVrra
mentas f. mecidas para o trabaibo da limpexa era
excessivo, nao s proenrava quem fornecesse par
menos, como ordenara que a quaDtidade de vas-
sourase ftrramenlas fossem incluida na folba da
semana, reobendo u cabo a importancia e fazen-
do logo pr mpto pagamento ao fornecedor; disse
aieda que po lia amanear a Cmara que as vr.s-
sooras e mais ferrauoeutas eram iguaes as que an
tes so comprava, tudo da mesma qualidade das
que rhm forueeidas com excepeo das enxadas
que em lugar de eerem de neo sao de ferro por se
restaieui melbor ao trabaibo, pois as outras que-
ravam-se muito no calcamento e que os precos
porque eram ti.tes foraecidos fazia grande difiv-
renca pois antes as vaesouras eustavaaL 2o00
cada urna e hoje da meama qualidade a Cmara
est c mprauooa 1*80. as ps qu- se pagavurn
a 2*500 custam hoje a Cmara 1*400, os sisca-
dore* e enxadas que se con.pn.vam o primeiro a
1*1 00 e o segundo a 1*400 custam boje a Cma-
ra 13 e 6i 0 rs, e concluio dzendo que pensava
ter feito sempre aguma ecuucmia sem prejeizo
algum para o servido.
O sr. presidente declarou que a Cmara cuvira
com muita attencao a expotico frita pelo nobre
Ctmanssaiio i que eia digno de Luv> r.
O meem Sr. presidente disse que !he havia
passado darseiencia a Camera do exmc que pro-
ceder nos livros a cargo do fiacaes que deter-
minara o compareemenio de todos e> m os seus
livn s no paea desta Cmara e n>.iDuaodo os di-
tos livros vira que s dous fiso-ac-s tiubnn a escrp-
turaco mais cu mines regu!i-r, os mais eatavam
em atraso e alguns qua ai que nao tinham esenp-
turat;2oalgun>a, mai= que ainda netsa sesso nao
pedia se tccuLar desta matina, pois a hora jase
achava esgi tada, pelo que levantava a sesso
aguardando-se para nutra occas.c.
Eu, Francisco de Aesis Pereira R-cha, secreta-
rio snbecrevi. Francesco do Reg Barros d<- La-
cerda, po-presidente.Joao Jo.- de Amonra
Dr. S Pereira.Au'onio Samico de Lyra Mello.
Gabriel I. ds S.-v-s Carcloso. Lemetrio de
Gutmao CoelhoAgostmho B-zerra da Silva
Cavalcante.Joo Francisco Antuaes. Joao
Clodtaldo Monttiio Lopes.
82
N. 4. Oflereco cerno emenda o projecto n
do anno paseado.Soares de Amorim.
H 5. Fie creado mais um diatricto de paz na
fregaezia de S. Jos deata cidade, tendo por li-
mite o 2 districto policial.Jos Mana.
N. 6. Aprsenlo como emenda oprejecton.
16 de I88SBarros Barrete Jnior.
N. 7. Fica creado um districto de paa na tre-
guezia de Barreiroa, com os limites do actual
districto de subdelegada.Joao de Olivera.
N. 8. Fiee, perteBeendo *o 1" distrieto de ps
da lwue Je mtc J^mUmho do Cabo todo o
te^oVioecnga* N~o do Cbo.-V.sconile
deX*batiajB.-aaodeItapis6ua.
N 9. >J>lia o 2* distrkto de pa4e
ItnaMaraci -em Caa^riJet Mana,
N. 10. Oferte eomo emenda o projecto B.
12 de 1886.Gomea Parete.
N 11. Fiea creado aaic um isUicto de paz
na Kaadi, t.ntio por litaaic o pavok de Cam-
bio Torio.Jea Maria.
N. 12. Offereco como emenda o projecto n
do anno paasado.- Gomes Prente.
O Sr. Joao Al vea (pela ordem) requere
a casa concede o encerramento da diacuaaao.
Posto a votoa o projecto approvado com as
emeadas na. 2, 3, 4, 6, 10 e 12, wndo as d mais
rejeitadas.
O Sr. l>o de SA (pela ordem) rrquer, e a
Aaeembla)ocede a dispenta do intersticio, para
que este prejeeto entre na ordem do dia da sesso
seguinte. .
Entra em 2.* diecusBao o art. 1. do projecto
Veem mesa dous requeriroentos : um, do Sr.
Jos Mari, pedindo preferencia para ser discu-
tido o projecto n. 41 ; e ontro, do t>r. Barao
de Itapissuma, tambem requerendo preterencia
para a diacuseao do prejeeto n. 22, ambos deste
anno.
O Sr. presidente declara nao poder aceitar
nenbum dos requerimentos, por nao se acbarem
os prc jeetos de que tratam na 2.a, mas na 1.* par-
te da crdem d> dia.
O Sr. done Mara (ptla ord Sr. pieaidente, que V. Exc, embora tenha boa
intfucao, nao interpreta bem o regiment.
Embora V. Exc. tenha cellocado na 1.* parte
da ordem do da o pr.jccto de forc policial, elle
pode perteitamente passar da L" par a 2.* parte.
0 que nao se pode anterr discueso dos pro-
jeetos de orcaineuto e forca publica de um pro-
jct-ti qualquer, sem importancia, que n2o srja de
interi-sse publico.
Mas entendo que a preferencia para a disca.-
so das leis annuas nao pode ser negada, embira
e da ordem do dia.
V. Exc., rtfLxionsndo me-
cstejam emoutra parte da ordem do dia.
Asiim espero que V. Exc
lhor modifique a sua r.pinio.
Thesoaro STovinel.il
3ESPACH0S DO DIA 14 DE MAIO DE 1837
R< ll.rmino Carneiro- Certifique se.
Joao Antonio de .-\luieida.Volte-se ao Sr. Dr.
administrador do Consulado para satisfazer a re-
quisicao.
Tiburcio de O.ivelra & C.Venh^m por inter-
medio do C n.-uUio.
Irmandade de S. Pedro dos Clrigos. Inform-
Sr. coutador.
fiGcio do Dr. procurador dos feitos.Informa o
Sr. Dr. administrador do Consulado.
Manoel da Silva Nogueia, Francisco Damio
Cavalcante Peseo, Irmandade de S. Pedro, Jose-
pba Maria do Espirito Santo, Raymundo Bernardo
Laserre.Hja vista o Sr. Dr. procurador fisca>.
Mura Amaucia Cesar de Souza.Ao Sr. conta-
dor para os devidos Sos.
16
OfnVio do procurador dos Feitos.Informe o
Contencioso.
Pret da guarda cvica.-Examine-e.
Cantas do vigario de Iguaras.- e Jos de AI-
meida & CHaja vista o Sr. Dr. procurador fis-
cal.
Antonio Jos Hundes Bastos.Certifique-se.
Jovmiann da liocba Pereirii.Inferme o Sr. Dr.
adniiniatrador Jo Consolado.
0B;io co Dr. chefe de? polica, Companhia de
Santa Thereza e Francisco Joaquim Pereira da
Gwta. Iiif rin" o Sr. coutador.
Pr> t da gualda cvicaPague-se.
Francisco Antonio Tavares.Satiefaci a exi
geucia da Contadoria.
a soSrer
PEQNAIBUCO
Assttiibl Provincial
SESSO EM 2! DF- ABR'L DE 1887
PhESIDEMClA DO EXM. SI!. DR. JOS MANOEL DE B.VB-
K I WABDBBXBY
(ConcUuoi
E' do, apnado, e tem acbate regeitado o se-
gU'Dtf reqiici i i.eul ) :
R quriro proionagao da hora para ccutiuuar
a diacuaaao.Lourenco de S.
Passa-se
* PAHTK DA ORDEM DO DIA
Conrinua a :( diseuaao ao projecto n. 2 deete
anuo.
O Sr. Gomea Pare .te (pela ordem) requer oen-
eerraoaeuio da dibcu--.ri).
O Sr. Jos Mari', (pela ordem) pedo que se veri-
fque se o pedido feito nos t< rmos do Reg men-
t.
O Sr. Rosa e Silva(1* secretario) responde
afiitmativ mente.
Posto a votoa o requerimeuto do encerramento,
app ovado.
Em seguida posto a votos o projecto e ap-
provado e remettido a commisafii de redaccao.
Continua a 2" discuaso do proj.cto n. { 5 de
1886.
Sao lidas, upoadas e entram cenjunctamente
em discossao ts seguales tmeiidas :
N. 1. Additivo. Fiea suprimido o 4 distri-
cto de pz de AfotTMdo8, cuj i territorio pusdar a
partfocer ao3'Cata Rioeiro.
N. 2. Fica rxtincto o 2 districto de paz do
Altinbi'. fi>ando uneptetivu territorio pertencen-
te ao 1 Rodrigo* s Porto.
. 3. A freguezia ce Vicencis se compor de
tres districlos de paz com as denomioacoes :1.
de Victncia ; 2 de Tngueiro e o 3. de Angli-
cas.
0 1.* diatrieto de Vicencia ter por limites as
tregueziaa de Nazaretb o Tracunhem, at o en-
gento Cavalcante e dahi seguir p- la estrada de
Mulatas at a estrala do eng-abo de Autooio
Jos Ceibo e eao Varzea do Curo at a casa de Antonio Go-
mea, e dahi pela estrada casa de Joaquim Gon-
talves da Siva Rumeira e s> guindo pela estrada
de Poco Crinprido, pasrando pela Cha do Sopea
enconirar s limites dbs freguezias de B m J..r-
dim e Timbauba, at a estrada que aegue para o
eagenbo a encentrar os limiies do engenho Cana-
vieiras est ada do engeubo Paraso e por eata
estrada aos limites da treguecia de Nazaretb, en-
genta Matury limites do antigo diatricto.
O 2 a districto de IWoeiro comprebender
alm do antigo districto de AHianca que foi tirado
da fregueaia de Nazare:h e boje pertence mes-
ma fregueaia de Vicencia.
O 8 dibtricto de Anglicas comprehende todo
o deasib t>rii'orio da freguezia.
Ao actual diatricto de Alogoa do Carro perttn -
cera toda a parte do antigo diatricto de Buenos-
Ajes, qe nen pertenceudo a fregaexia de Tra-
cunhiem.Herculano Bandeira.
O Sr. Presidente Nao ijcsso modificar a m-
nbaopiniao, p.:rque o regiment expresso nesta
parte. .
Contina a diseuaao do art. 1 do pr-jecto n. 8
deste ani; .
O Sr. Jif Mar;P. co apaavra.
O Sr. Presidente T'ra a p>.lavra o Sr. Jos
Mana.
O Sr. Jiim' Mria Ha seriedade, Sr. pr>~-
sideute, as palavras do nohre d-putado que cum-
pom a Baioria desta casa, quand-i disem que de-
tejam terminar es iossus trabalhos dentro do
prabol'g?
Sb. Excs drsf-jam ffectivam nte qce no da
de Maio est> ja i ata casa fechada?
O Sr. G> epar de DrummcndNao poaaivel.
O Sr. Jet HaribEu creio tambem que nao.
Os nebres diputados vetm que o i remenlo pro-
vincial anda nao foi approvado, que o projecto
de crvamento municipa, est anda, pdese dizer
em 2" diBiussa., e ter de si ffier 3 e provavel
que ob nebes deputadoe da bancada opposta
aoresen'em emendas que terao mais outra diacus-
sao. fc) projecto de f. re i policial que apenas
hontem foi aqui apresentad tem de paesar p*r
largo debateecoiisegnin'emente oanoseos trabalh s
m "estar" Vucerrartosno praso Jo regiment eomo
dizem el u bres deputad is.
Se Ss Exee. fiVcMvamcnte querem encerrar no
praso reg meDtal i-s n. sses trabalhos concorram
eomnosco, cem os nen bros da minora, para que
se dscutam gmente es project 8 de orcamentos e
de forca publica.
Mas lon^e de assim acontecr Ss. Exea, aban
donam esses projettos, os noss 8 requerimentoa
pedindo preferencia p>.ra rseas materias,como fim,
com o intuito de submetterem discussao proje
ctos sem importaucia, que nao trazem a mnima
utilidade publica, como seja este que V. Exc.
Bubm< tteu a debate, pretenndo muitoe outros, que
embora nao sejam de graud-- alcance, encerrom
todava em si a'gum inleresse publico.
De que trata esse projecto, Sr. presidente ?
Cogita-B apeaag de elevar cidade a villa de
TYquaretinga.
Que motivos de ordem publica, que vantagens
traz para os povea daqueJla loealidade a passa-
gm deesa medida?
Ao contraiio eu pens que todos virio
porque os impoo8 tero de augmentar.
Um Sr. DeputadoDesse modo nunca se eleva-
riam as villas t cidade.
0 Sr. Jos MariaSe se tratasse de.uma locali-
dad^ mais adiantada, onde bouvesse maia recursos,
seria aciitavel.
Todoe roa sabemos que Taquaretnga urna
villa atrazada, sem importancia
O oobre deputado represeutaate daquelle dia-
tricto. prime iro signatario do pnj>cto, o Sr. Jo-i
Alves, nao comprehende que val prejudicir at
es direitos dos habitantes daquella loealidade.
Ditas estas palavras, Sr. presidente, eu sent-
me aguardndome para oiscutir o art. 2.
Ninguem mais pedindo a palavra encerrada a
discursa > do art. 1.
Nao havendo numero prorede-se chimada e
fica adiada a votacao.
E' taml-em aiiada a discussao do art. 2 do
mesmo projecto.
O Sr. presidente levanta a sesgSo, designando a
a seguinte ordi m do da: Ia parte : continuar;~io
da antecedente ; 2> arte: 1 discusso d< preje-
eto n. '.,, 3a do de n. 12, tambos deste anuo, do de
n. 105 de 1886 e continuaco da antecedente.
I* SESSO EM 23 DE ABRIL DE 1S87
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DB. JOS MANOEL DE BARBOS
WAKDERI IV.
Summario : Chamada e abeitura da sesso.
Leitura e diecussa^ da actaObsrva-
te), s pela oidem dos Srs. Jos M^na e
Viaconde de Tabitiuga.Cntinua a
discusso do requerimeuto dos hra. Pra-
nd's Pitonga e J.s Mati.Discurso
d r~r. Prxedes Pitanga.V> taca > e re-
ge CO do r< quenmentc.Diseussao de
um novorequerimentn do Sr. Jos Mara
s-.bre m gi tic-a de Bem .lard'.m.Dia
cultos dos Srs. Jit Marine Rigoheito.
1 parte da ordem do dia.EncerrH-
miuto ta i iseusso das i mentas i ff-re-
cioas ao irij. ct. n. 9e voiacao das
meiBnas.3' o scuseo do pnj deste aunoLeitura e a;o:amen:o de
en cnoi.sD Bcirso do Sr. Ratis e Sil-
va2* parte da oroem do dia.Appro-
Mn- doB psajeatoa n 12, 13 e 8 udos
deste anno pprovaco em 3 dscu*-
sao do pn jcto n. 3 e < m 1* do de n. 36
1* distussaii do pr. ject.. n. 5 deete
anuo. Apprn\acao do anesmoedosde
ns. 4 e 74.-2* dneutsao do pie jeito n.
0 oe 84, art. 2*Discurso do Sr. J o
de Olive ira e ncerrameuto da discus-
so.Levanta-se a cessao.
Ao Dieie da, feita a chamadae verficando-se
estaiem pret i ules os Srs. Rats e Silva, Luiz de
Aodiaoa. C< nsiantmo de Albuqueique, Coeiho de
M nt.es, Vsemele de Tabatirga, Antonio Vctor,
R. goberto, Joo Alves, Barros Barret<> Jnior, Au-
gusto Frai.k in, D< m ligues da Silva, 15 rr i Wan
derliy, Keg.. Barrop, Hercolcno Bandeira. Gon-
calves Fnieira, leu tira Vellcso, Coata Gomes,
Gomea Prente, Sophronio Pe tilla, Bario oe Ita
Easoma, Prxedes Pitanga, So.res de Amorim,
>sa e Suva e Rodrigues Porto, o Sr. presidente
dtclaia a berta a aesbo.
Cempaieceram d> [oia oa Sra. Juvencio Maria.
Affonso Lustosa, Joo de Oliveira, Ferreira Joco-
bica, Amatal, Anii Das, Jos Maria, Joao de
S, Julio de Barios. Costa Ribeiro, BarodeCaiar,
Regueira Costa e Druratnond.
Faltamos Sra. Lourenco de S e Solonio de
Mello,
E' ida e sem debate approvada a acta da ses-
so antecedente.
O Sr. 1.* secretario procede i leitura do ae-
guinte
XPauaaiE
Um cfficio do secretario do governo da provin-
oa do A ms zonas, acensando e agradecendo a re-
essa dos Annaea desta Assembla de 1886.
Inteimda.
pedindo que se juna reformados os limites daquella
freguezia.A commisso de estatiaca e diviao
civil e ecclesiastica.
Outro da meama, pedindo que seja submettido
diseuaao o seu cdigo de posturasInteirada.
Urna petico da Francisco Laovigildo de Albu-
querque Maranbo, requerendo que se consigne a
necessaria quota para a Cmara Municipal de Goy-
aaaa pagar-lhe o saldo que Ibe deve, de defezas
que fez ao jury.A' commisso de orcameato
municipal.
Outra de Manuel Niccmedei da Costa Cabral,
arrematante do imposto de 320 ris, por carga as
eiras do Bonito, requerendo um abate auaca infe-
rior a meAade- do valar da arrematacao.A' com-
aaraso de orcameato municipal.
-Outra da O. Marianna Aagustade Mello Rodri-
gues, viura do praaassor Joo Jos Rodrigues, e
saaa filbaa, requersaado pagamento da gratific-
c;0o astatuidafi peina nrt. 43 da lei n. 1,860 e 118
da Reg. de de Feweiro de 1885.A' coawais-
so de inatrueco publica.
E' sem debade approvado um parecer da com-
misso respectiva sobre a redaccao do projecto n.
2 deste anno.
O Sr. Jone Mara (pela ordem)Sr. pre-
si dente eu vcnbo lser ligeiras cousideracoes. V.
Exc. sabe est no dominio da casa, que este re-
logio mantera se sempre asrazado : relogio de
oedo e isto traz grande inconveniente para mim.
Fiquei contente, satisfeito, ao ver que cstava
um individuo bolindo no relogio; pareceu meque
ia adiantal-oe por consequencra acertal-o, porque
elle se achava atrasado 25 minutos. Acabo de
observar, porm com pasmo que louge de ter sido
adiautado os 25 minutos, o contrario atraz&ram
mais 10 minutos, de soi te qua temos agora um
atraza de 35 minutos.
Eu perguoto a V. Exc. por que razio e por ordem
de quem foi mais atrazado boje do que estava ?
Que conveniencia de crdem publica esta para V.
Exc. querer prejudicar a na com o atrazo do re-
logio ?
Eu pego, eu rogo, cu imploro at de joelhos para
que V. Exc. maulo asertar o relogio, ao meuoa
que V. Exc. queiru a todo o transe, desmoralisar
esta institu'co m is do que ella se acha.
O Sr. VUrondc de l'aiin.a (pela
crdem.) (Nao devolveu o seu discurso).
Continua em discusso o requerimeuto dos Srs.
Prxedes P.'anga e Jos Maria pedindo varias m-
f riuato- s presidencia da provincia.
O Sr. Prxedes PitaogaLamento Sr.
prosidente, que nao se ache presente o meu illus-
tre amigo, o Sr. Gaspar de Diummood, que me
h .vi i convidado para urna discusso de nter ore-
tac;:!) sobre h. rmeneutica jurdica.
Ni estando, porm S. Exc. presente e nao me
frndo demovido com os seus argumentos da crenca
em que estou de que ao pre-aidcntn d provincia
ni i assistio raro p.ra negar s viuvaa dos pro-
fessores a gratificago qoe Ibes era concedida por
lei; mantenho ainda de p a cnvicvo le qun
S. Exc. na i p da interpretar de maneira del i-
voravel os arts. 117 e 118 do regulamento de 188i.
que fiieran vigorar artig s idnticos do regula-
mento de 7 d.- Abnl de 1879.
Nao se achando presente o Ilustre deputado,
nao quero voltar qoestao, porque estou conven-
c lo que na parte que p le s^r remediada, S. Exc.
0 Sr. presidente da provincia, ainda pocier re-
|i r r o seu acto e attender, a exeinploa de
factos anterior' 8, a racuros que os meamos prs-
tendem presentar a S. Ei^!.
Se a b'.neada conservadora entender que o meu
requerimento contia algama palavra que po-sa
molestar a S. Exc. p e votar contra elle ; mas
se, ao contrario, os nobres deputinioa virem que o
nqijeimeato apenas hlho do desejo que t.-nho
di i uvir a p ilavra le S. Exc. na explicarlo desses
fa toa, insisto em que o requerimeuto seja sej ir ,
deiibcrucJo da casa e aguardo u resultado dille
para, caso vtiibam a esta Aisembla as informa
co s que peco, entrar directamente na apreciadlo
do acto de S. Exc.
Encerrada a discusso e posto a votca o requ^ri-
nwnt, rejeitado.
Wir. meca, lido, apoiado e entra em discus-
so o seguinte requerimeuto :
Requeiro que pelos canaes competentes se n
i rme se o giverno tem sciencia das persegu'cies
que se cbto praticando em Bom Jardm com an-
nuiencia da polica, que c utr.i os liberaos e con-
servadores dissidentes, e com fius el S, R.Jos Vlana.
O r. Jea HaraSr. presidente, a as-
sembla deve es'ar lumbrada do que occomu na
comarca de Bom Jardiui at o fita do anuo pas-
sa lo.
Todos devem saber que o governo desencadeou
a mais tremrnda das perseguicoes contra os libe
r&eg e os canservadores dissidentes dessa comarca,
nao tendo sido me. mo poupado o illostre chefe
conservador d'aquella loealidade, representante
do 5o districto e uosso distincto collega o Sr. Ro-
gi berro.
O Sr. Rogoberto-0 chefe da loealidade o Sr.
Dr. Franciso de Lacerda.
O Sr. Joo d OliveiraEu acho que V. Exc.
o chefe conservador da comarca de Bom Jardien.
O Sr. R- giibertoNao, senbor.
O Sr. Jos MaraO aparte do nobre deputado
vom mostrar saciedade que as inhibas palavras
encerrara urna verdade.
S. Exc, que se tein conservado um pouco pru-
d ntemenre nesta es3o, nao poude todava neate
mmente deixar de dar-me um apart to signifi-
cativo, que demonstra que efectivamente os povos
de Bom Jardim nao sao como as demais localida-
des da provincia, consid-radoa cidados, mas ape-
nas .-uo liti.- de um senhor feudal. ...
O -r. RogcbertoSenhor absoluto.
O Sr. Jos M.irie... que dirige sua von-
tade e a seu talante aquella propne^ade. Sao ver-
dad' ir a serves da gleba, que rendem bomenagem
a Czar, que pego peimisso para chamir caricato,
desde que nao de todas as Russias.
Porm, como dizia, a Assembla tem conheci-
ip. uro do estado auarchio-o que ia pelo Bom Jar-
Jim, do que di u tesfemunho o nobre deputado que
v< m de me honrar c m o eeu aparte
Entretanto parecia-me que o mar proceloso ti-
nba-se aplacado um pouco. que a bonanca vinba
substituir a tempcsiade, que a perseguirlo tinha
diminuido, que os dissidentes iam sendo mais on
m> nos eonsideradcs pul. s cabos do donatario
1 quellas parag-ns ; mas as ulumas noticias que
cbegi.ram ao meu ennheciu-ento demoustram ca-
balmente que i u eu laborava m erro, ou que ape
as tiuha-se concedido um aimisticio de muito
pouco lempo, visto como n ivas e talvez minores
perseguicoes j oo:necor..m a ser postas em pra-
tica. >
Aeba-se nesta Cidade foragido com receij das
amelas que se Ibe tem feito, posso dizel-o, um
ilos meus mais illuetres Correligionarios, ch fe li-
beral a'uquella loealidade, o Sr. majar L ito.
Ti nbo tambem conbecimento de qu nao ha
muitos das em um estnbelecimento commercial
lr um mC" meu c. rreligienario injuriado e aajwa-
cade de ser chibateado por um agente da polica
all ha dona grupos, um dirigido pelo juis de di-
reito e outro dirigido pelo Sr. Villa-Nova.
O Sr. Antonio vietorEu aou governista, son
conservador e nao tenho desharmoaia nem com o
meu partido, nem com ocoverno.
O Sr. Joo de OliveiraMas ha dias V. Exe.
teve um desgoatosioho.
O 8r. Jua MariaNo dominio liberal faziam
completa abetenco aa autoridades policiaea nos
pleitos eleitoraes. Hoje, porm, aa cousas estio
mudadas, voltamoa ao antigo systema, ao aystema
atraaado da cabala policial, do emprego da forca,
da corrupcao, de onde resulta que a eieico nao a
expresso genuina da vontade popular, mas retro-
gradou ao lampo do ccete, sendo feito vontade
do governo que o todo poderoso.
Feliznaeate vem em meu auxilio o nobre dipu-
tado meaabro da bancada oppaaU, corroborando
este acorto que eu venho de extaasaar. 8. Exe.
apresenacMi ama carta aasignada pelo delogdo de
polica, m que cabala para a eleicao que se seaa
de realisar de boje 4 um mez. S. Exc. ainda
af&rma que em 14 deste mez o delegado de polica
cabalava em favor do governo para urna eleico
que se tinba ainda de realisar em 23 de Maio pr-
ximo futuro.
Um Sr. DaputodoQuem o delegado d'alli?
O Sr. Jos MaraEu nao conheco Oiz, po-
rm. o nobre deputado que a cabala feita, nao
em favor do governo, mas em favor do dona-ario
d'aquellas psragens, o 8r. Dr. Francisco de La-
cerda. Se S. S. membro do partido conservador,
do partido que est no poder, a eoacluso lgica
qua sendo a cabala feita em favor do donatario,
tpao /acto era favor do governo. O nobre deputado
deve saber perfeitameote que se o governo nao
viesse em seu auxilio as autoridades nao estariam
de seu lado.
O meu nobre amigo, deputado pelo 8o Jistiicto,
dizque nao comprehende a distroco feita pelo no-
bre deputado pelo 6 diatricto a proposito da hos-
tilidade do Sr. Dr. Francisco de Lacerda. Eu,
porm. comprehendo muito berai S. Esc. engaa-
se eom o Sr. Pedro Vicente em Vista das pr ornes-
sis que este lhe faz.
O administrador da provincia garanti ao nobre
deputado que manter-se. hia i,eutro na luta, que
nao animara ao donatario, qu<< nao lhe dara forci.
S. Exc. emfin cantou pert itamence, porque sabe
cantar ao aom do violo e Iludir ao nobre depu-
putado, que a despeito de nao se creanca, anda
muito in.'eiun.
O Sr. Ro^ob Tto-Eu creio muito ua snocrid .de
do actual Dres: lente da pr">vn3a.
O Sr. J.'s alariaL:oito-me a estas conaiJ-'-
racjooa, >r. presidente, aguardaudo-uie para villar
tribuna, depois de haverse pronunciado o nobre
deputado, que estou certo esclarecer a Assembla
muito mais do quo eu, pelo o facto de conbucer
perfi'itamente a loealidade em qu-j reside.
(Continn?)
UbvSTA DIARIA
to simples ficto de pedir a um eleitor que all
so achava, que o acou. anbasae at a casa de seu
amigo que que ia dar-Ih- aljamas palavras.
O Sr KogobertoA chamado de um amigo
meu.
O Sr. Jote M iriaA chamado de um amigo de
nobre deput* do
O Sr. Hercul no BandeiraV V. Exc. que nao
havia motiva para isso.
O Sr. J oue sem haver 0 menor motivo para isto se in-
sulie, se injurie, bk ameace urna p ssoa.
E' exaitnmente por nao haver motivo al^nm que
reclame um grnele excesso, urna perse^uico sem
neme, que me anime- a vir dai deste facto mona
truoso conht cimento assembla.
Consta-me, Sr. presidente, que tudo isto devi-
do ao facto de ter sido marcada para o dia 23 de
Maio a eleicao municipal d'aquella loealidade.
O Sr. Baro de ItapissumaEato preparando
o terreno.
O Sr. Jos Mai iaDiz-se que o governo ven-
cer por todos os modos e por isso procura desde
j ageitar os negocios, laucando o terror no Beio
dos liberaes c dos dissidentes, para ver se por
este meio consegue que el les nao concorram
eleico.
Se, porm, a despeito disto os liberaes e os con-
servadores dissidentes forem tenazes e concorre-
rera eleico, ento outro meio mais efficaz ser
em pregado.
Eu tenho noticia, Sr. presidente, de que esaas
autoridades policiaca tem cabalado desbragada-
mente em Bom Jardim.
Um Sr. DeputadoComo em Garanhuns.
O Sr. Antonio VctorNao apoiado.
O Sr. Jos MariaV. Exc. sabe que em ana co-
marca o partido conservador est dividido. Um
grupo segu o governo, e outro perseguido. V.
Esc. chefe de um desses grupos.
En nao sei ae V. Exc. pertence a fraceao gover-
Outro da Carnaza Municipal da Tilla de Pedra, (niata ou a fraeco contraria, mas V. Exc. sabe q ti 9
t utortelado polictaen Por portara
da presideneia da provincia, de 14, e pmp ata di
Dr. cbfe de polica, de 11 do correte, furam n i
meados:
lo e supplentes do subdelegado do 1 distric-
to do termo do Rio Foruv so, Antonio Jos Cor-
reia Jnior e Antonio Pereira dos Santos, ua or-
dem em que vio c-.llocados.
Por portiria da presideucir da provincia, de
13, e propnsta do Dr. chefe de polica, de II do
crrente, foram nomeados:
2o e 3o supplentes do subdelegado do 2 distric-
to da 1 de.cgacia de Serinhem, Joaquim do R-
go C-valcante de Albuqueique e Rutiuo Caoeiu
Cavalcante, na ordem em que vo :i lloc.doa
\(iijei;ii do ou! )o R e il ch- gm hontem o piquete nacional Espirito
Sanio, que pouco adiantou em noticias s traz:daa
pelo Trent.
As f jiha da eorte sao de 10 de Maio :
No Senado a 9 o Sr. Taunay justifi-oa um
projecto, que ficou sobre a mesa, estabcleccndo o
casamento civil obrigatorio.
O Sr. Viriato de Medeiros mitivou utn requeri-
mento, quo fui approvado, pedindo copia las n-
formac;oea pr-stadas pelo inspect -r da Alfaodega
da Fortaleza sobre actos qua conBderou contra-
rios disciplina, pelo ex-the.soureiro daquella re
partico.
0 Sr. Lima Duarte f z algum is observavo.s em
sustentaco de um requerm>nto, que apresentou e
foi approvado, para ser presente ao Senado couia
do aviso do Ministerio da Agricultura ao directo
da estrada de ferro de Pedro II, relativamente a
tor.eiios i ff-'recidos municipalidade de Barba-
cen i, para nucios coloniaaa.
1 .ssando-se ordem do dia, cntrou em 2 dis-
cusso a proposta de fixaco de forcis de trra
para 18S71888. O Sr. Dantas sustentan a con-
veniencia de adrar-se este debate at que o mi-
nisterio se. reorganise ; mas nao enviou mesa o
requerimento, porque o Sr. presidente, firmndo-
se no art. 131 do regiment, declarou que nao era
admissivel nevo adi ment u'esla discusso.
Sobre a fizarn de forcas oraram oa Sra. Vie-
conde e Pelotas, liibeiro da Luz (ministro da
guerra), Viriato de Medeiros e Frauco de S, fi-
eand a d.seus.-i adiada pela hora.
Na Cmara dos Disputados nao be uve ses-
so.
= Sua Magestade passou bem o da 9.
Ao meo-dia deu um pasaei at o principio do
caminbo Coekrane, a p, acimpanbado dos Srs.
Baro da Motta Maia e conselheiro Albino do Al-
var"nga, voltando urna hora.
O Sr. Baro do Livradio visitn Sua Mages
tade.
.V s 1C horas da noitc Sua Magestade paaaou
sem uoVladr.
Por e.c'.o de 9 se declarou a nossas legacoes em
Buenes-Ayres e Montevideo e ao presidente do
Rio Grande dn Sul que os navios que se dirigi-
rein no AltoUiueuay faro quareutena de oito
dias em Uruguayo.-, inclusive os da viagem. e de-
p ns de praticatas alii as necessarias desintee-
Cj'u'8 terj Iivre oratici.
-. Ne mez de Abril ultimo a despeza com a il-
luminHco publica foi de 5i):554785, inclusive
5:114360 de diflferenc de c^mbu. O consumo
foi de 214,811 metros cbicos de gaz, em 6,372
combos tares.
Em Abril de 1886 a despeza foi de 57:905^091,
iuelu ive l'':723l6de ci.ff-rinc* d-> cambio, an-
do o consumo em 6,216 combuatores de 196,591
m-tros cbicos de gaz.
Nada r ferciii de importante as folhas da
Bihia e A1. a;o-ia.
O joiem re de HcaranhaCompleta
h je nm auno do idade Sua Mugestade o Senhor
D AITi-so 13', rei de Hespanha.
Para solemnisr este aconti-cimento, o Sr. D.
Juan Busson. digno cnsul bespanhoi, tara omban-
deirar o consulado de Hespanha, e do mesmo mo-
do os consulados estraugeiros se associaro a esas
dcmouBtiaeo festiva pelo anu versarle do jovem
rei.
'areja do HonteirnNeata capella e
medinuie os estorcos do Rvm Vigano da fregue-
sa do Pi-cu esto sendo celebrados os pos exer-
cietos do mea marianno com o concurso de algumas
distinetas seuboras que se prestam a cantar os
versos acomp-inbados piano e baunonium.
A coocurrencia dos fiis ten sido numerosa.
Banco Internacional. Acba-^e n'esta
cidaile, viado da corte no paquete inglez Trent, o
Sr. Eli mo II rdinaii. director gerente do Banco
Internacional do Brasil.
Este banco estabclecido a ra d'Altandega n.22
(corte) de capital 20,000:(00J e j realisado____
8,00U:0OO, s .cea a vista ou a prazo contra os
seus correap ndentes as pracas priucipaes da Eu-
ropa e Auii rica, sendo suas priucipaes operayes
as seguintes :
Compra de saques sobre qualquer praca estran-
geira.
Expedco de cartas de crdito favor de via
jantes e contra exportaco e importaco de mer-
cad'.ras.
Aceita conaignacoes de caf e mais mercaduras
para o estrangeiro, incumbindo-a da venda e fa-
ceodo O ediantameoto que for justado.
Adianta dinbeiro sobre caf e outras mercado-
ras, de accordo com as disposicoes dos seus esta-
tutos.
D sconta letras da praca e outros ttulos com
merciaes ou de bancos, bilhetas uo ibesauro geral
e ttulos que representem divida do Estado.
Empresta sobre penbor de ttulos da divida ge-
ral e proviuciaea, aeces de bancos, acones e obri-
gacoes de compaahias e ttulos cominerciaea.
Iacurabe-se da compra e venda de ttulos da di-
vida publica, letras hypothecarias, aeces, eto.
Abre cenias camotes garantidas por ttulos
commerciaes e outros.
Recebe dinbeiro em conta cerrante de movi-
mento e por letraa a prazo.
O Sr. Uerdman, j aaatante conhecidoentre ada
pelea seus honrosos precedentes na vida mercantil
e qualidades de um diatineto oavalbeiro, pretende
estabelecor nesta cidade urna caixa filial d'aquelle
banco, eoncorrendo assim para o melhoramento e
facilidade das fransaccaes mercantis d'esta praca.
A oaixa filial desta provincia ficari sob a ge-
rencia do honrado Sr. W. M. Webster.
Agradecendo a visita, com que dignoo-se obse-
quiar-nos, cabe-nos assugurar ao Sr E. Herdman
0 nosso fraco concurso no valioso commettimento
que emprehende realisar.
Correapundeale da ttloria do atolla
O nosso correspondente deata villa nao o Sr.
Martiniano Jos de Souza. Fiea assim satisfeito o
adido que nos tes esse cavalheiro acarea da rec-
tificaco de boatos, que aaquella loealidade ee es-
palharam sobre a antora dos correapondencias que
d all recebemos.
Provincia de Waaa.-Por actos da pre-
aidencia desta provincia, de 5 do corsele, foi re
aiovido o hachare! Eduardo Barbosa Kogueira, do
rugar de promotor publico da comarca do Rio No
vo para a do Juiz de Fra e nomeado para aquella
promotoria o bacharel Antonio Raymundo Tava-
res Belfort.
Publlcar5e da CorteRecebemos hon-
tem do Rio de Janeiro :
Bevta Uht*trada, a. 456, importante publica
cao feita pelo Sr. Angelo Agostini.
A Moda Mus rada, jornal das familias, n. 203
de 15 do corrente. trazendo alm de muitas gra-
vuras intercaladas nc texto, urna estampa de bor-
dados e um figurioo colorido.
Aat Universal de Geographia. urna amostra,
deste excellente trabaibo do Sr. Dr. Joaquim Ma-
na de Lacerda, e de que sao editores os Srs.
Li mmert & C.
Ponto* de eosnetrna Hiotnria
Um pcofesaor desta capital acaba ele publicar o
Io ponto para Historia e o 1 para Gaographia,
organisados de accordo com on"vo programmapara
os exames geraes de preparatorios neate anuo.
Acham se v. nda a 21 0 ris cada um as Li-
vrarias Francezas, Fluminense e loja do Sr. Joo
Bezerra ra do Duque de Caxias.
E' um trabaibo utiliaaimo para os qua teom de
fazer exames neseas materiss.
Ol.itluRecebemos do obaixo a3signado a
seguinte coinmunicaco:
P. r nao tarea sido dados a nova matricula es-
to livres, segundo tenbo verificado das certidea
obtidaa, e que nos termos da lei sao cutras tantas
curtas de liberdade, os escravos seguintes:
Catharina, eeCravadeD. Mura .Magdalena Ca-
valcante ; Gu-idijiia, e3crava.de Joo de IK-us da
Siva; Cara, eacrava de D. Maria Figu'ira de
Oliveira Vi iun. ; l'homazia, escrava da ue-sma ;
Damio, eecravo de Panei ionio Iiaaeii de T rres;
Vicencia e Henriqueta, escmva ele L) Joauna da
Punficac;i.> de J' sua e Souza.
Destas ja eat > de pone das r. f ridaa certi lo B
o no c:mp:eto goso de sua lib.-rdale as duas pn-
meiras.
Quanto e.s outra* podem ser procuradas em cas
de minxia resi li'ucia ru i '. Bouifim desta cida-
1 3 as 5 h ras da tarde do.i di.ia otis.
i- r i a a1' venho de enumerar presumo eata-
re.n tanb m vres lodus o< escravus do.Si". II o-
riqne Ferreira Pontea, eleitar e jurado oeste a u
nieipio, onde nao c nseguio por m ufi ienc i du
iocuioentos mairio-alar biuuer du JVlles (oil
dezj e bem assim milito? outros em c ind co s
ou roen >s semelh ntes, oqneir uotici o lo -a pro-
p re i que f r s ndo Vi r ti .do.
C- neloindii i.- pri sent-' noticia nao p sao i .
le fazer public o aot de religi e candado que
acaba de ser praticado pelo I iu Sr. Dr. Jo H -
noria bj.-zerra de M.n z s libertando sem eondi
ces ua escrava Maria, vindo assim a fiear reau
ziJos 239 os 240 eserav s aqui matriculados.
Parabens ao municipio de Olinda!
O inda. 12 de laio de L887.Candido Pe3ara.
I'acada Ante-houti m, a 4 h iras d-; tar le, e
no lugar Campo Verde. Io districto da fregueaia
da Boa Viita, o individuo de n me Candido Pe-
reira da Silva, p-.r aleunha Boib oeta, foriu Com
urna fac^da a J Civ tauoForr Joo Callado.
O ff na .r f 1 preso em fl [erante de'icto c cen-
tra elle procede a autoridad competente.
O offendido foi cooduzdo para o hospital Pe-
dro II e ahi V-toriado pelo De. Cerqueira L-i;e.
O feri.nento f'i p -rest" considerado grave, p;r
ter sido na regio iii^nioal.
l.'m pequeo larnpioAntc-hiutem o
Sr. teueute Santos Nevos preudeu e remett;u ao
Jr. chi-fe de polica, que por sua vez maniou en-
tregal-o ao inspector do A-senal de Marinha, o
meuino de 12 ana os, pardo, s.ibre o qual recahiam
sospeitas de ter praticado diversos turtos na fre
guezia do Recife.
Denunciado ao subdelegado como autor de um
furto, oratcado na ra de VI re' lio Dia3 em umi
fabrica de charutos e cigarros, mandou a autori-
dad prendel-o, e sendo interrogado conf.ssou o
furto, achando-se anda em poder ''elle 2320 em
diuheiro, cinco cartas de fugo da China e algu-
mas i s .irip-.ili i.s para cartas.
BoleroCom Este titulo acaba de ser edita-
da na typ'grapbia e imprensa de msica do Sr. A
J. de A2e do urna linda msica para piano.
Agradecemos o exemplar com que tomos obse-
quiados.
Ctarfe de policaLe ae na Gazela de
Aracajii:
Oh nrado Sr. Dr. Jos Ignacio Fernandes
Barros, actual ebefe de policia desta proviucia,
acha-se, infelizm-nte, eob a presso deum uic.in
m do phyaico bastante grave ; e, consta-uoa, que
por semelhante motivo solicitara com iuatancia do
governo imperial sua exoneraco.
" Sentimos siuceramente o iucommodo de S. S;
e ao ineamo timpo lamentamos que a provincia
fique privada dos servijoa e luzts de um magis-
tiado ij d3tincto, que no exercieio das elevadas
func-coes que desempeuha ha feito jus s mais
merec las h; meu reua pela intelligencia, alto or
terio e zulo inexeed.veis, que ha revelado em to-
dos os actos publici s
Como particular, S. S. ha conquistado entre
nos grandes sympathias e afi icoes pea fiueza de
seu tracto de perfeito cav-ilb' iro que .
Fazemos votos pelo complete restabelecimento
do Ilustre Dr. Feruandes Barros.
Compaubia liramstica Estreou no
sabbado ultimo uo Theatro Santa Iz.ib-I a com-
panhia dramati 'a da qual emprezaro e director
o actor Soares Medeiros.
Para fi.zer a sua apr"sentacao ao publico fez
representar o drama Paulo e Virginia extrahido
da oiihecida nuvella de Bi rnadin de S unt-
Pi rre que tem o u.e.-ino nome.
Nao pretendemos eut.'ar na aprecisco do refe-
rido drama, como peca dramtica, peaar de nos
p-iri cer que os dramaa filiados a escola que ins-
pir.;u o Paulo e Virginia, nao pod- rao mais fazer
c.rreira nesta epochi, por melhor que B-jam in-
terpretados.
Di s personagfl'is do drama, foram m tis correcta-
mente deseopeubados o ie Virginia pela Sr. I.
VI iucUr, qu bem e fielmente c mprehendeu a
parte da ingenua creanea pelo que toi muito ap-
plaudida.
A parte do mulato Zevi foi nao menos cab l-
mente desempeuhada pelo S.'. Soares de Vl.der.is,
que assim cuufirinou os seus crditos de artista
i-stu iioso, e conhecedor da arte.
Pequea foi a concurrencia.
Dos deraaif ptidge dizer que f ram menos mal
no d< sempenho dos paoeiaque Ibes foram eonlad s
No Domingo represeutou a c.mpanbia o
drama 0 r scravo Fiel, sobresabinlo no dse i-
peoho de seua iiaoeis a Sra. M melar e o Sr. Me-
deiros, seodn ambos muito bem aiiplaudidog.
Fetlit. E-i ii fioitivnmeiiie reaolvid' pelo
mesa regedoia da irmandade do SS. Sacrament i
da freguezia de Sauto Autnio desta cidade, cele-
brar no dia 9 de Junho prximo futuro, c m toda
potnp. e brilhantismo, a grand- festa do Orogo, e
tai de a tradicional procisao de orpus-Chritii
O programma da f namente conbecido.
Morrea.O pardo Cecilio Barbosa da Silva,
que n> da 3 oeste mez foi recolhido ao hospital
Pedro IL para ser tratado de f. rmente penetrante
no peito, morreu hontem a 5 horxs da maulla; e
pela aatopsia que se Ibe fez venficon-se ser a mor-
te e. niaei-iiuva ao feriineuto.
ln-igita-se como autor d'este assassinatoum tal
Bio, que j estere cu i. priado sentenca em Fer
nando.
AataaaiailnaloO Sr. delegado do termo de
Gameileira acaba de communicar que no dia 7 do
corrente e no engenho Caxang um > m,.regado da
buha de Bonito, conbecido por Cabo Sombra ferio
a Antonio Alvea, que no dia seguinte fallecen.
Parece que o criminoso ainda nao foi preso.
OntroNo dia 5 do corrente e no lugar Ari-
ticnm, do termo de Bonito, Joo Afioaeo Becerra
de Mello espancuU brbaramente a Jovino de tal,
fallec m1 o este no da seguate.
O criminoso f i preso e o inqu -rito policial j
teve o e aveniente destino.
SorraNo lugar Corraes, do Bonito, Joo
Joa da Silva espancou to brbaramente a sua
propria mulher que a polica tomou conhecimento
do facto e abri o inquerito, que foi remetido ao
juiz i competente.
Canaeibo IliterarioReunise hontem
em sesso ordinaria sob a presidencia do Dr. ins-
pector geral da Instruccaa Publica.
Foram lidos os seguiates pareceres :
Da 1." seceo, relator o professor Fragoso sobre
a petico do professor Augusto Jos Mauricio
Wandertey, solicitando autorisacao para admittir
a prestar exame das materias do 1 grao o alumno
de sua escola Mathias Jos Soares, que apezar de
habilitado nao o poude fazer no tempo proprio, por
ter adoecido concluindo para que se conceda a
autorisacao pedida.Approvado.
Da 3.a aeceo, relator o Dr. Regueira Costa so-
bre a petico da professera Joanna Carolina de
Araujo Figueiredo requerendo a gratificaco de
15 anuos, concluindo pelo indeferimento, por nao
ter olla completado ainda o tempo exigido pelo
repulment em vigor. Approvado.
Da mesma seceo, relator o Dr. Antonio Justino
de Souza sobre a petico do professor Sizenando
Hilario Ramos, requerendo sua jubilacao con-
cluindo pela concesso mais sem computar-se a
gratificaco de 15 aonos por forca do art. 15T do
re.gulamento em vigor.-Approvado, votando os
Srs. prafesseres Fragoso e Miranda contra essa
restriccao do parecer.
Da 4 seccao, relator o regedor do Gymnasio,
Dr. Celso Quintella, sobre as peticoes dos profes-
sores contractados Francisco Alves de Azevedo,
Joo Alves Gomes e Anua Marques Pereira do
Reg requerendo reconducejio, concluindo pelo in-
deferimento petico do primeiro e quanto aos
dous ltimos pela concesso.Approvado os tres
pareceres.
Da mesma seceo, relator o pn.feesor Miranda
sobre a eetico da professora contractada Amelia
Augusta Galvao, requerendo reconduccao, con-
cluindo que est ella no caso de ser attendida.
Approvado.
Tp"<,,0Jen,? Ua Pt*>5ca-L-se no
New-York Herald de 19 do passado :
Eiu reumo da junta de mdicos do hospital
de Philadelpha o Dr T. N. Me. L^nglilin, medico
em cb'-fe do mesmo h ispital, apreseutou o resul-
tado do tratament- adoptado pelo espaco de um
inca a doeutes BofFrendo da phtysie-a. Na sua
opimo o resultado toi maravilboso e aos doentes
que se sujeitarum ao emprego ou uso do remedio,
nc foi applicado outro qualquer nirj-Jicamento.
O Dr. M Linghlia realisouestu empreo em
Virtude de ter 'ido a noticia de urna reuna me-
die i em Pars na academia scientific.i, de profe-
sires do, uuiversidad- de Lym, em que elie al-
t imente recommendado, p r ter dado excellentes
resultados em Friica. Decidio-se3 tornal-o pra-
tico no hospital, dep-is de e ter expost aos doen-
tes pbiyaicos, des quaes triuta promptaxeute de-
el.r-irin querer Bujeitar s- au ensai i.
L;'es co ntes estavam considerados no ultimo
lo oe phtysica, e p r meio de dos injeccoes
acido carbuuicu, cau dia, formula de medico
francs, i. do e qualqu aba ; lonado.
Os d>. ni rain Eeusiveis me-
ibir-s.
o A traiiepiraca dnranti a nore cssou como
acan i, i. qua&i const utes u re-, qu sef-
Iri im ipp ireci ram, as ex t. qo s do c >rpo tor-
ir m s r guian -. u p tltc v
i i a ilseni>b reaniin rara- se crian -"o forcas cada
'i ni um ios en; s r copen u icav arra-
z .-, .o mesmo t mp que outios reeupe-
ram entre tres a cinco aria! :-.
At que ponto as m ihorea tscenderam nao
pede rida bem ser a p n r.snlra-
los teta sido i-ivorav is, o o Dr. .Me. Lnngblin
abanloauu t-do e qualquer tratament >aoe do ut-'s
que s queiram sujeitar esta operacn, e e m sa-
tisfaco deelara que tem confinca que a tura da
phtysica. c osi.ierada neuravel quindo a molestia
aftinge a certo grao de dcsenvolviinente, parece
ter sido encontrada.
Pb oto era pa I a Moderna O Sr. D.
Joaquim Canell '3 de Castr.i pede-nos que rectifi-
quemos a noticia que a respeito do dito estabcle-
ciineufo demos ein di s?o numero de domingo.
Tanto a Phmtngraphia Moderna como a que
existe na ra do Baro d Victoria per ti acero, a
Sra. D. H -mina da Costa, que foi queim preparou
a nove. oVeina a ra Primeiro de Marco, que
fuucci 'liar sob a direccao do Sr. C-mellos e do
Sr. Mepua da Costa, ficando testa da da ra do
Baro da Victoria o Sr. Frsenlo M-ig'a lia- .-.
Clab de Resainn PernaiDburnno
Eate club deis ni o predio que oceupava n* ra
da Aurera, em Santo Amaro, mudando-te p.ra a
meama ra n. 43, em frente da pjnte da fjrro-Va
de Caxang.
O KporlmanRcceb'-mcs o jornal, que com
este titulo coinecou a pubiiear-se na corte no dia
8 do cerrente. Do seu artigo edietorial copiamos
os seguintes trechea, que deuotam o fm a que se
propoe o Sportman :
Os outros urgaos le publicidade. urg Jos pe-
las multiplicadas oceurrenciaa de feco g ral, a
que t"tnoB de. attender pela sua propria nitureza,
nao podem tratar desta coro a precisa solictude;
, p-iis, miater que haja um especial que, bem
compenetrado da sua inisso esteja sempre de
atalaia, nao s para defeuder os club3 a oa cra-
dore.e des ataques d'aquellea que nao veem sua
verdadtira luz um assump'o de tuuta monta, como
timbem para snggerir e provar a conveiiiencia da
adopta) de certas medidas, conducentes ao nico
fien que temos cm vista ; o melhoramento da raca
cav-ill ir.
Como orgo genuino do Sport, brazileiro, da-
remos tambenr regularmente noticias nao do
tn .violento das eaudelarias nacionues, regstrau-
do nasciineuto de cada producto, com o sea no-
me e fili'.eao, aenao tamb-m de todos oo animaes
de sangue puro, viudis de paizes estr ng iros, e
tudo mais qoe seja refer ute a esta espL-cia-
dade.
Agradecemos a remeesa do numero com que nos
obaequiou a respectiva relaeco e des -jamos ao
coile^a prospera e long. existencia.
RiltotlM-ra ProwtnrfnlFrequentaraa
esta reparnca > durante o tiimes;e lu I ., de Ja-
neiro a Mircjo, 3.4'*3 leitores pie e .-ultaram
1,566 obras em 1,670 volumes distribuidos pelas
materias seguintes
Obras Voluntes
Litteratura 58> fi2
Jornaes e Revistas 519 519
D reito lis 161
Ha ona 114 115
Lingistica 51 53
M itbematicas 17 49
Historia natural 36 '7
Medicina :: 41
Phiii sipbia 21 22
Eocjelopedia 1 17
Cbimica e physica 13 28
Poltica o Admiuistracao 12 18
Geographia 12
l.c iiuima Poltica 1 1
1 566 1.67
Relacao das obras offerecidas a esta rep.-.rtico
dorante o trimestre fiad'., de Janeiro a Marco.
Pelo xm Sr. couselhdiro Nicolau Joaquim Uo-
r.'ira :
O Auxiliador da Iudusfria Nscioa-il. Oa as 11
e '2 d Novetnbro a Ilezembro de 1886.
Pelo Sr. De. Antonio Joaquim de Barros Sobri-
nh':
Vistas do scenario do theatro Santa Iz ibel por
oecasio da sesso fnebre mandada celebr.r p'la
Sociedade U iio Federativa Abolieiouiata na noi-
te de 2 i de N^vembro de 1886. em homenagpm 4
memoria do nclito brasileiro Joa Bonifacio de
Andrada e Silva.
Pela Imprensa Nacional :
Primuim s diversos da Escola Polytechnica,
de diflerentes cadeiras e cursos do anuo de 1886
Rio de Janeiro1886, 12 folhetos.
Estatutos da Cimpaiihia de leos Villa Nova,
Rio de Janera18S6, l fulheto.
Estatutos da Companhia Jardim Zoolgico.
Rio e Janeiro1886, 1 folheto.
Regulamento para o Museu Escolar Nacional.
Rio de Janeiro 1886, 1 folheto.
Regulamento do registro civil dos uascimentos,
pasamentos e bitos expedido com o decreto n.
5604 de i5 de Abril de 1874. Rio de Janeiro
1886. 1 folheto.
Exames genes de preparatorios, decreto n.
9647 de 2 de Outabro do 1886. Rio de Janeiro
1N*6, 1 fouVto.
Edita! chamando concurrentes para o segure
martimo c terreatre porApolce aberta dos
ma-eriaes quo houver de ser importados por conta
do Ministerio da Agricultura. Ro de Janeiro
1886, 1 fo neto.
R gimento interno do Lazareto da Ilha Gran-
de. Rio de Janeiro1886, 1 folhato.
O Lenco Braoco. Comedia pele Dr. A. J. de
Soasa Reg. Rio de Janeiro4886, 1 folheto.
Manifest politeo aes conservadores de Mfnai


Diario de F^rnambiieoTer^a-reira 17 de Maio de 1887
8
S

.\i


v


especialmente aos do 3 distrio palo Dr. Jero-
nymo Maxim > Nogueira- Peoida Jamar. o dm
Janeiro -1886, 1 folhetA
O saoeameoio da ci fae do Rio de Janor r
Discurso proferido eo Instituto Polytechnico Bra-
iiletro peto Dr. Au*on< de Paala Freitas. Rio do
Jaa*iro-188, 1 falta** _
Hilario da Gouvea. Miaceilanea Ophtalmoio-
gio. Rio da Janeiro1886, 1 folheto.
Estrada da Ferro de Paira II. Quadro con-
teodo, por ordein alpbabe'.ica, as estacoa da fer-
ro-vi* D. Pedro II e das trro-vias do Municipio
Neutro e provincias do Ro de Janeiro, M i m
Geraes e S. Paulo. Rio de Janeiro 1886, 1
folheto.
Estrada de Ferro do Rio do Ouro. Transporte
do mercadorias entre a Irap'rial Quinta da Caj
e o trapiche Novo Cleto. Rio de Janeiro-1886, 1
folheto.
Relatorio da Caixa Benefieente da Corooracao
Docent-, relativo ao anuo de 188 a 1886 pre-
sentado pelo conaelheiro Frauklia Dona. Rio de
Janeiro1386, I f'Insto,
A nova le de .erras. Parecer apresentado ao
parlamento brasileiro pela oociedade Central de
Immigraco Rio de Janeiro 1386, 1 toib.-to.
Soeiedaie Ceutral de Ioimigracao. Ncleos de
iminigravao do municipio ae Ponto de Cima pro-
vincia do Paran. Rio de Janeiro -1886, 1 f
lheto.
Livros de propaganda da Sociedade de Iinmi-
grscSo. I. Casara oto civil. II. A nseioualisa-
co ou grande naturalisieao tacita por Alfredo
d'Escraguolle Tauuay. Rio de Janeiro1886, 2
vols.
Vida e feitos de D. Fre Miguel de Balboas e
Souza 3." bispo do Grain-Par. Memoria Hist-
rica, escripia pelo Dr. Cesar Augusto Marques.
Rio da Janeiro1836, 1 fo'heto.
Leis ns. 3313 e 33i4 ie 16 de Outubro de 1856
Orea a receita e fixa a despeza geral do Impen .
para oexercicio de 1&861887 e 2* semestre d
1887 e u outraa providencias. Rio de Janeiro
1S86, 1 folheto.
Lista geral dos estudautes matriculados na Fa
culd "I-1 de Medicina do R o de Janeiro no anuo
de 1886. Ru de Janeiro i 886, 1 f.lii- t o.
Catalogo do iinportantisaimo leilo que fax J.
Das, dos ricos e elegantes movis, ornatos e al-
faias, etc., etc. por c-rata e oidora do Eira. Sr.
Dr Pedro de Barros Cavalcante de Albuquerqae.
Rio de Janeiro188o, 1 folheto.
Catalogo do importoutissimo leilao que faz J.
Das, de ricos move:s, bellos ornatos e aiaias, etc
etc., por coota e ordem do Exm Sr. M luneio Ha
ritoff Rio de J..n. iro1886, 1 folheto.
Conselho Soperior da Saude Publica. Parece-
res sobre os minos de m:lhorar as condicoes das
habita^o.'3 destinadas a classes pobres. Rio
de Janeiro1886, 1 folheto.
Nojoes de Tacbygraphia ensinada pelo conspi-
cuo profesa >r Sebaatl&o Mestnnho, etc. publicadas
por A. Castaohede de Moraes. Rio de Jaueiro,
18^6, 1 vol.
Rlatino apresentado ao Exm. Sr. Birlo do
Parnabyba, presidente da provincia de 8. Paulo,
pelo chufe de pocii Manoel Juveual Rodrigues
da Silva, juiz de direito. Rio de Janeiro1886
1 v&l.
O alinalos no Brasil, p^'o Dr. J. C. Teixeira
Brandao. Ii:ode Jaueiro, 138o, l vol.
Materiaes e acheta para a historia e geogra-
pbia do Brasil publicados por ordem do ministro
da fazeada. N. 1 de Julho de 1836. Iutorraa-
coes e fragmeuioa histricos do padre Joscpb de
Anchi-ta, S. J. (15841586*;. N. 2. Dezembro
de 188! Ctrtaa Jesuticas. I. Cartas ao Brasil
do padre Manoel da N,brega. (16191560). Rio
de Janeiro1836, i vols.
Polieia dos theatros Instruccoes'ipprovalas por
decreto de 9 de Dezembro do 1881 e assign id >s
pelo desembarca lar Dr. Ovidio Feruandes Trigo
de Loureiro, ebefe de polica da corte. Rio de Ja-
neiro '8~G, 1 folheto.
Estatutos da Companhia Plano Inclinado de
Santa Theres*. Rio de Janeiro1886, 1 folheto.
Cimbra dos Deputados Discursos proferidos
pelos seguimea Srs. diputados : Lmrenco Caval-
cante de Albuquerjue as sesso^.s de 9, Id e 30
de Julbo de 1886; J. Luiz Coelho Cirapos na ses-
so de 31 de Juih .; Jos Luiz -le Alm ida No-
gueira as ses* s de 6, 10 e 31 de Agosto ; Jos
Bernardo Galvao Alcoforado Jnior as sessea de
de
27 de Julho e 20 de Agosto; conselheiro Thoinaz
J. Coelho de Almeida u-.s sessoes de 9 e 27 le
Aposto; conselb uro Tneodoro Machado Freir
Pereira da Silva na sessiode 9 do Setembro; Dr.
Joo Evangelista Siylo de Bulhoes Carvalbo na
sesso de 4 de Ou',u>ro. Rio de Janeiro1886,
10 folhetos.
Reelamacao Wa'ing Brothers. Discurso pro-
nunciado pelo Exm. Sr. rtaro d^ Cutagipe, em res
posta iuterpeliwijo do diputado eonselbeiro Mat-
ta Machado. Rio de Janeiro1836, 1 iolbeto.
Estrada de trro D Pedro II Col I eco lo das
ordens d^ aervico do trafego de S'J. Ii:o de Ja-
neiro lSs, 1 vol.
Trabalhos da 'J3 conferencia pedaggica dos
professores pblicos primarios do muoicipio da
corte e parecer emittido acerca dos meamos traba-
lhos, pels delegado Dr. J. C. d'Alambary Las. Kio
de Janeiro1886,1 vol.
Bibliotheca Eseoar. Cunoneaoa Braaileira.
Hsmenagem a C imoea no tricentenario -.'.i
morte pelo Biro de Paranapiacaba. R.o de Ja
neiro1836, 1 uol.
A 7mm/rofao D* Dezembro de 1883 a De-
xembro de 1886 -27 nmeros.
Ter:eiro diatricto de engenhos centraes. Plano
de estabulos para eatabelecimentos agriaolai.
Rio de Janeiro .886, 1 folheto.
Ministerio do Imperio. Tabellas explicativas
do orQimento da despeza para o exercicio de 1886
a 1887, etc etc Rio de Janni.o1887, 1 vol.
Compsnhia Mogyana. Liuha do Rio Grande e
ramitl d Caldas. Linda geral. Regulameuto e
tarifas provisorias dos transportes e servico do te
legrapho elctrico. Rio de Janeiro1886, 1 fo-
lheto.
Faculdide de Medicina do Rio de Janeiro. Te-
se presentad* e sustentada pelo Srs. Frau-
cisco Pires Machado Portell, Olympio Olinto de
Oliveira, Alberto Xavier de S e Manoel Dunrte
Pimentel Juuiur, p-.r obterem o grao de doutor.
Rio de Janeirc1887, 4 vols.
Colleccao das Leis e Deeiaoe3 do Governo do
Imperio do Brasil d >s annos de 184 e 1835. Rio
de Janeiro1-86, 3 vols.
Bibliotheca Escolar. Fbulas de La Fontaine
vertidas e annotadas pela Btraade Paranapiaca-
ba, 1 Tal. Rio de Janeiro18S6, 1 vol.
Estatistica do Commercio Martimo do Brasil.
Exereicio de 18731874. 1. Parte : Commercio
martimo geral. XavegaciL) Dirigida pelo Dr.
Sebastin Ferreira Soares, Io vol. Rio de Janeiro
1886, 1 vol.
Memoria histrica dos acontecimentos notaveis
occorridoa na Faculdaie de Medicina do iio de
Janeiro durante o anuo encolar de 1835, etc., pelo
Dr. Augusto Ferreira das Santos. Rio de Janeiro
1886. 1 val.
Regimeato interno do Senado e Regiment com-
mum. Rio de Janeiro1886, 1 vol.
Hilario Ribeiro. Cartilba nacional. Ensino s-
multan- o da leitura e calligraphia, 3' edic. Rio de
Janeiro1885. 1 vol.
Scenario Infantil. Novo segundo livro de leitu-
ra organisado por Hilario Ribeiro, 3" edic. Rio de
Janeiro1885, 1 v .1.
Na Terra, no Mar e no Espaco. Novo terceiro
livro de leitura por Hdario Ribeiro, 3' edic. Rio
de Janeiro1885, 1 vol.
Noticia dog Senadores do Imperio lo Brasil des-
de 1826, etc., etc. Rio r"e Janeiro18-6, 1 vol.
Estrada de ferro D. Pedro II. Parte em trafego.
Relatorio doannode 18.35 apresentado pelo Exm.
Sr. ministro da agricultura pelo engenbeiro Jos
Ewbank da Cmara, director da mesma estrada
Rio de Janeiro1838, 1 vol.
Annexos Relatorio apresentado Assembla
Geral em 1886 pelo Exm. Sr. coosclheiro Antonio
da Silva Prado, ministro da agricultura ; 3 vol.
Rio de. Janeiro1886, 1 vol.
Arrmes la Ca.nar* do Sr*. Diputado do anno
e 1836, 2, 3 e 4 vols. Rio de Jaueiro-1886,
3 vols.
Respo ta do Dr. Alfonso Celso Jnior, deputsdo
eleit > peto 20 districto de Min>a-Geraea a con-
testadlo do seu competidor. Rio de Jaueiro1886
1 folheto.
Boletim das acjuisicoes mais importantes feitas
ela Bibliotheca Nacin ti duraute os Io e 2o tri
estrs de 1886. Rio de Janeiro1886, 2 folhe-
tos. .
Revista dos coreos praticos e theoricoa da Fa-
uldade de Medicina do Rio de Janeiro, 1 nume
ro de Janeiro de 186, 2 numero de Dezembro de
1886. Rio de J neiro1886, 2 vols.
Almanuk do Ministerio da Marinha do anno de
1886. Rio de Janeiro1886, 1 vol.
Gaceta Jurdica, dos mese de Julho de 1886 a
Janeiro de 18S7, 7 vols.
Apootauaentoa de Chimica por Alvaro Joaquim
Oiveira, 2* >ol. Ra de Janeiro1836, 1 vol.
Pe. reiaccSa da Mfvitta Philotecknica :
R-risfa PhHotecb*ea, o ns. 2 a 6 dos mese
da Agosto a Dezembro, 5 numero.
Pela Directora)', das Obra Publicas do Mioiste-
rio d'Agricultura:
Rsvist de Obras PakWea e Wisaw, publieoeo
mensat d'Associaeio do Bo^ nhatvas Civi For-
tugues)^s ; os n 191 a SOI dos meros da Novem-
bro d 135o a Outuor de 1836. Lisboa-6 fo-
lhetos. ,
Pela Secretaria da PresiJencia desta provin-
cia :
Officio con que o Exm. Sr. presidente conselbei-
ro Jos Fernaodes da CoU Pereira Jnior entre-
gou a administraclo da Droviocia de Pernambuco
M Exm. Sr. 1.* vice-presidente Dr. Ignacio Joa-
que o meam) Exm. Sr. vice-presideote apresentou
ao Exm. Sr. presidente Dr. Pedro Vicente de Aze-
vedo em 10 de Novembro de 1886. Ro de Janei-
ro, 1886, 2 volumes. (Duplieata).
Falla que dirigi Asaemba Legislativa Pro
vinciai de Pernambuco em sessao extraordinaria
do dia 1. de Dazembro de 1886 o Exm. Sr. presi-
dente Dr. Pe 1ro Vicente de Aza?edo. Recife,
1886, 2 folhetos. (Duplieata).
Governo da provincia:
Exoedient de Julbo a Dezembro de 1886. Per-
nambuco, 1837, 1 volume.
Pela typographia do Jornal do Recife :
O Cholera-morbos. Discripclo de sua origem e
desenvolvimento, precauces a tomar-se e medica-
gao acjnselha a contra seus funestos effeito por
Jos de Carvalbo de Araujo Cavalcante. Pernam-
buco, 1887, 1 folheto.
Companhia de Elifieacao. Balanco geral da
Compauhii de Elificaclo, te?hado em 21 de De-
zembro de 1886. Recite, 1887, 1 folha.
Relatorio da Fabrica de Fiac> e Tecidos de
Pernambuco, apresentado em asa mbla geral no
dia23de,Fever*irodel887. R;cife!887, 1 foiheto.
Relatorio da Corapaabia Amphitntc, em 2 de
Marco de 1887. P ruambuco, 1887, 1 folheto.
Pelo Instituto Polyechiico Brasileiro :
Revista do Institutn Polytecbnico Brasileiro, o
tomo 37. Rio de Janeiro, 1885, 1 volume.
Pelo Exm. e Rvdm. Sr. eouego monsenhor Dr.
Manoel da Costa Honorato :
Vida e feitos D. Frei Miguel da Bulbosa e Soa-
za, 3. bispo do Gram Para. Memoria Histrica,
escripia pelo Dr. Cezar Aogusto Marques. Rio
de Janeiro, 1886, 1 folheto.
O Diario Otficial do imperio do Brazil dos
anuos de 1884 e 1835, 4 volumes.
A Folha Nova de Janeiro de 1884 a Maio
de 1885, Diario de Noticias de Janbo de 188o
a Dezembro de 1886. Gazeta da Tarde de
Janeiro de 1881 a Dezembro de 1836. Diario
do Brazil ., de Jaueiro de 1884 a Junbo de 1886.
Provincia do Rio de Julho de 1884 a Dezem-
bro de 1886. Gazeta da Noticias de Janeiro
de 1834 a Dezembro de 1836. O Paz o de Ou-
tubro de 1834 a Dezembro de 1886. O Jornal
do Cora -ercio > de Janeiro de 1834 a Dezembro
de 1886.
Pelo Sr. A d> Valle Cabral:
Guia do Viajante do Rio de Janeiro. Acompa-
nbad? da planta da cidade, de urna carta das es-
traiaa de ferro di Rio de Janeiro, Minia e S.
Paulo e de urna vista dos Dois Irmos. Rio de Ja
neiro, 1884, 1 volume.
Pela Typographia Central:
Rizoes deapp-liacao interposta para o Tribunal
la Rlacao do Recite pel> advogado Ignacio L. de
Alouquerque Mar-.nbo. R-cif,-, 1837, 1 folheto.
Pela Typographia Miranda :
D;acurao do Dr. Tobias Barretto de Meiizes.
Pernambuco, 1887, 1 volume.
Pelo Sr. secretario da SoeiudaJe de Geogruphia
do Rio de Janeiro :
Revista da m tim. Anno de 1886, 1 volume-
Reunifies n'iac>iHa hoje as segan-
tes :
Do Cinit Litterario Acadmico, s4 horas da
tarde, para qbcusslo dos estatutos.
Dos accionistas da estrada de ferro do Ribjirlo
a Bonito.
O Trbulo de SaagnePor occa-'iio da
guerra contra o Paraguay, que durou p>r longos
uco annos (18651870) este imperio passou por
umi longa e dolorosa provan^a quer na contribui-
da i mmetaria, quer na de sangue.
Seus cofres exhauriram-se, e seus filhos em levas
de entenas e centenas f >r.m em inphospitoa cli-
mas pagar com o seu s ingiu o sagrado tributo do
amor pela patria.
Todas as provincias, e morra-Mita a nossa, em
longa escala concorrerara para essa con;ribuico,
que n.s impunba o direuo de defeza de nossa pa-
tria.
O patritico g .verno de ento reconhecendo o
amor pela pairia, que turbdhanava nos coracoes
dos brazdeiros, la'icou mao do feheisaimo expe-
diente de crear os orpos dos voluntarios da pa-
tria.
Do dia para a noite as legioea de voluntarios
surgiam, com por encanto, do seio da trra.
E tal foi csse enthusiasmo, e tanta a asafama
cora que todos corriam a offerecer o seu sangue
pelo desaggravoda patriaoffendida,quefoi preciso
o governo mandar cessar o alistamento dos volun-
tarios da patria !
Durante esae periodo de cinco annos nma nova
geraco ahi se ergueu, e nomes at entilo desco-
nhecidoa pira a historia surgiam darera novo
lustre s nosaas armas Ilustradas pelos Albu^uer-
ques, Silvas, Lamenhas, Searas, Osor os, Coethos e
outros muitos.
Ahi appareceram oa Mireilios, Mauntjs, Pedro
Affonso Trrelo, C imaras, Aodrada Heves, Gur-
j>, S e tantos, que seria difficil o enumeral-os.
Esta provincia, mais do que qualqucr urna ou
tra do imperio, forneceu um enorme contingente a
ease tributo de sangue.
Em seu favor fallam bem alto os nove batalhoes
de voluntarios aqu organiaados, inclusive o corpo
de polica.
Espectador e actor desaes actos de patriotismo
abuegaco do noto povo, o Dr. Corte Real tem es-
cripto dous dramas militares, que no Santa Isabel
foram exhibidos com grande applauso e acolhi-
roento do nosso publico.
O Tributo de Sangut urna epopa do nossao
i x-.-rcito, marinha e aos voluntarios da patria.
Em sceoa se presentara Osorio, Cmara, Lo-
pes e Lincb, envolvendo este grupo urna plea-
de de pernambucanos dissiminados pelo exercito,
marinha e corpos de voluntario.
No Tributo de Sangue o Dr. Corte Real torna
bem patente uma verdade e que, o sangue per-
nambu-ano derramo o-Be desde o primeiro comba-
te havido naquella cruenta lula Riachuelo, at <
ultimo, Aquidaban. O 9* bUalho de intantaria,
organisado na sua maior parte de pernambucauos,
desde Riachuelo at Aquidaban, fez curvar-se o
audaz paraguayo pujanca de seu braco e aos
impeto de sua coragem e valenta.
O Tributo de sangue escripto tendo em vista
oa grandes vultos, que inspiraram o autor, quan
do eacreveu O Voluntario da Patria e o Cabo
C-sar. *
Com mais espaco publicaremos um elenco do
Tributo de Sangue, a que nos foi afferecido pelo seu
autor, a quem agradecemos a fines.
L.ell4eEttectuar-se-hio:
hoje :
Peto agente Modesto Baptista, s 11 horas de
fronte d'A'fandega, de 180 saceos com fej.io.
Pelo agente Brito. s 10 1/2 horas, ra do
Fugo n. 18, de movis.
Amauh :
Pe/o agente Burlamaqm, s 11 horas, na ra
do Imperador n. 22, de predios.
Pelo aimte Brito, As 11 1/2 horas, ra de
l'ero Aif mis i n. 43, de urna obrigaco de 6:0304.
Pelo agente Gusmdo s 11 horas, na ra da
Aurora u. 109, de movis, vidros e plantas.
Pelo agente Modesto Baptista, s 11 horas,
ra 1 de Margo n. 12, de fazendas, miuiezas,
chapeos e mobilias.
Hi*a faaebres.Serlo celebradas :
Qumta feira :
A'a 8 boras, na matriz da Bia Vista, por alma
de Julio Porto-'Jarrei-o ; s 6 1/2 horas, na igreja
do Terco, por a'oci de Capi-ulno Jacintho Pavo.
Sexta-feira :
A'h 6 horas, na igreja da Sa'.edade, po: alma
de llypoiit i Xivie.- Continuo ; s i 1/2, na ni-
:ri de 8. Jos, por alma de D. Francisca Pire
de Magaihies Breves.
^agelroo Chegados dos partos do sal
no vapor nacional Principe do Chao Para :
Martiniano V. Almeida, Luiz A. Jacoaw, C.
Carvalbo e 1 sobriobo, Juvino Maia, Joaquina
Luciana Martba, Jos Leocadio Vieira.
Chegados do sul no vapor naeional Etpirit
Santo:
V-cente Cavalcante, Joaquira G. Torres, 2 ex pra- Anglica, Pernambuco, 14. meses. Boa-Vista,-
fa, Jo Fraacisco Laite, Eatevo Carneiro e sua
senhora, Pedro Goes, Manoel dOsflbura Rolim, D.
abbade de S. Bento de Olioda, Cuuha Valle,
Emygdio J. Calafate, Manoel B. dePomoceno, Ar-
gemiro, Pe roRiirignesxla Costa, Luis da Ro-
cha Freir, Manoel Joaoaim de Mello, Manoel
Francisco da Costa, Vieira Villas e sua senhora,
2. de Magalhaes Novaes, Aodrero Caosereu,
Azarias C da Carvalbo G. Nelto, Dr. Samuel
B .mvindo C- de Oliveira, raajor Lsodegario Cor-
rea de Oliveira, FranciacJ Pereira da Silva, Ma-
noel Antn.o dos Santos. Rassi Uaibert, Clemen-
tino C. S. de Vasconcellos.
Chegados dos porto do norte no vapor na-
cional Jaguaribt t
Romualdo Lopes Galvao, Joaquim de Oliveira
Torres, Antonio Silva Medeiros, Joio Medeiros
Varella, Viviano Rodrigues do Passo, sua senho-
ra, 1 filho e 2 ciiados, beroia Francisca de Je-
ss e 5 filhos, Epaminondaa L usCildas, S. Sand,
sua senhora e 1 filho, M rcelino da Silvera, Jos
Joaquim Das, Herculano F. Chagaa, Jos Car-
neiro Oliveira. Alexandre Correia, Dr. Jos Este-
va! Pereira, Alfredo A. Pereira, Luiz Caraairo,
J. Rodrigues Ozorio, Jos Joaquim das Chagis
Jnior, Justina L. da Coaceico, Dionizio Fer-
reira de Abreu. Jos Birra, Nicolao Birra, Anto-
nio Marques da Silva, Germina A. Paiva, Rachel
D. Mxima, Francisca Mxima, Rodolpho Ferrei-
ra G.'S, Jos de Meilo, commandador Joaquim
Lopes Machado, Sebastio Gomes da Silva, Mi-
glazu.
Sihi Jos para o sul no vapor brasileiro Per-
nambuco:
Dr. A. C. Pinto, Joio G. da Costa, Jos Anto-
nio Teixeira Bastos, Franciaoo da Silva Pimentel,
fhomaz de C. Sobrinho, Jos Fernaides Rodri-
gues, John Heraldi, D. Roberts, F. W. P. Ructer,
Jos Emilio Duai-te, Dr. Samuel Tertuliano Hen-
riques e 1 filho, Francisco Mendes da Franca,
Santos Palea o, Virgilio Olympio, Dr. Artbur Pi-
mentel, Carlos Medeiros, George Leuiz, Eduwir-
ges M. da Silva Reg, Joa Joaquim Goncalves
Guunarea, A. Pedro da Silva, Jorge Miguel, Ma-
ra F. da Cruz, aprendiz marinheiro Porfirio de
Aodrade, 10 operarios do Arsenal de Guerra, Ma-
noel Pereira do3 Santos, Ascendino Cesar \ibei-
ro, Herminio Torquato da PaisSo, Lais M de Oli-
veira, Manoel M dos Anjos, Manoel Pereira San-
tiago, Alfreio A. Guimarles, Braz Bispo N.
Christo, Joviao Jo= de Mello, Franciaeo Vieira
da Paz, Luiz Carneiro, Joaquim ilslolpho R. Ca-
sario, Jos de Mello.
Directora da* obran de conserva
cao dos porto*Boletim meteorolgico do
lia 15 d" Maio de 1887 i
Horas
v
a-a o
o a -a
_*, 2
H
6 m. 23-4
9 27'8
12 291
3 t. 28-4
6 26*-9
Barmetro a
O
759m69
76.n>70
760'32
759>20
759n>94
T(slo
do vapor
18,89
21,20
20,03
19,90
19.85
-o
a
3
A
M
89
75
7
68
75
gaa tro-entente.
Jas Honorato, Pernambuco, 60 anooa, casado,
Boa-Vista ; anasarea.
Francisco Manoel da Araujo, Pernambuco, 48
anuos casado, Bia-Vista ; ulcera gangrenosa.
Ignacia Mara da Conceiclo, Pernambuco, 20
annos, solteira, Boa-Vista ; tubarculos pulmona-
res.
Auna Ftorencia do A'moida e Silva, Pernam-
buco, 88 annos, viuva, Olinda : senilidade.
Augisto, Pernambaeo, 16 mezes, Boa-Vista ;
gastro enteria.
Blsndina, Pernambuco, 2 annos, Boa-Vista ;
enterite.
13
Maria Joaquina da C>nceicis, Pernambuco, 40
annos, solteira, Recife; thisica.
M.ximiano, Pornambuco, 17 annos, solteiro,
Boa Vista ; febre typhica.
Severino, Pernambuco, 11 annos, solteiro, B ja-
Viata ; liyarrba.
Julio Gome d* Silva, Pernambuco, 39 aono3,
casado, Boa-Vista ; lalo cardiaca.
Antonia Mana da Annunciaco, Pernambuco,
70 annoa, viuva, Boa-Vista ; dyarrht.
Rufina Maria daConceicio, Pernambuco, 40 an-
nos, viuva, Boa-Vista ; ineccio ptrida.
Luiza, Pernambuco, 2 meses, Boa-Vista ; athre
psia.
Izabel Marta da Conceiclo, Perna aboco, 60 an-
nos, solteira, Boa-Vista ; beribari.
Luiz Emygdio, Pdrnambuco, 2 mezes, Boa-
Vista ; dyarrhea.
Maria Leopoldina de Farias, Pjjniambuco, 30
annoa, casada, S. Jo3 ; bemorrhagia puerperal.
Leopoldno de Oliveira Coragem, Pernambuco,
52 annos, solteiro, Graca, gastro enterite.
Joaquina Maria da Concaico, Cear, 55 anuos,
casada, Recife ; tuberculoae.
Mana, Pernambuco, 7 das, Santo Antonio ;
spasrno.
14
Senhoinha Capituliua Ravoredo, Pernambuco,
30 annos, solteiro, Sinto Antonio ; epilepsia.
Maria Bernarda da Costa, Pernambuco, 79 an-
noa, viuva. Boa-Vista ; entente.
Sabino Luiz de Franca, Pernambuco, 22 anuos,
solteiro, Boa-Vista ; elephntiass d.-s gegos.
Joao Francisco da Silva, Pernambuco, 26 unasa,
solteiro, Boa-Vista ; bronchita.
Francisco Antonio. Rio Graade do Norte, 79
anuos, solteiro, Boa-Vista ; dyarrhea.
Antonia Joaquina da C .-nceiclo, Pernambuco,
30 annos, solteira, Boa-Vista ; tubrculos pulmo-
nares .
Carlos, Pernambuco, 17 inazes, S. Joa ; deo-
tico.
Manoel Antonio Marinbo Pernambuco, 20 an-
no3, solteiro, S. Jos ; tubrculos pulmonares.
Jo) Mana da Costa, Atrica, 60 annos, solteiro,
S. Jos ; tuoerculose.
Cicero Porto, Pernambuco, 10 annos, Afogados ;
meningite.
Deifina Maria da Conceiclo, Pernambuco, 49 infeliz ornrnaadaatP, que sucou nbio no
tend o Pirapvma a pro turcos, anco-
ras, etc., e fufado o Baha andando para
vante, fioaria preso em alguma rebarba
das chapas rasgadas: e com a rapidez
com que foi este a pique hraria adubitv
velmenle o outro que, pelo seu tamanbo e
estado nao poderia sustentar-se em cima
d agua, servia lo da baia a um corpo mui-
to superior,
O mais admissi-el, que o maia fraco
recebeu o choque parado ou deBviando-se,
como j d8se: tanto, que impellids pelo
que carregava insistente sobre ello, soffr^u
um damao comparativamente iosgaitican
te, embora desse choque resultasse a parda
do outro/
E porque deu se ests facto ?
Por ac mtscer acercar o talha-mar do
Pirapatna em alguma chapa j bastante
fraca, e por baixo dj trineaniz do Baha,
fazendo-lhe a estrago que urna alvareng*
fundeada poderia fazer, se elle lhe cahisse
atravessado na proa.
Ninguem ignora a idade do Baha, por-
tanto, d'ffil de acreditar que as chapas
do aeu costado estavam em perfdito es-
tado.
Urna chapa que tem passado 14 annos
entregue s furias da agua salgada, ao
rigoroso calor da costa do norte e a mil
outras intemperies, n5j pode vantajosa-
mente supporcar um choque; mixime na-
veganlo a todo forca conj diz o estudane
Pires na sua carta.
Eu acredito que nilo houve chapa ras-
gada, mas arrncala completamente pila
rebit<.'9o j frouxa ;a ferrug-nn da idade;
e a pro va est na rapidez do naufragio.
Eu me explico.
Sj o talha-raar do Pimpina soffreu so-
mante da 93 centi netros auiaa dj lume
d'agua, n3o possivel que o rombo do Ba-
ha fosse muito mais abaixo, quanlo os
delgados deste nivio e priocipalm-nte as
bochechas, s poderiam ser attingidos de-
pois de arrombilss as chipis dos altos e
conseguintemente qundo a panjaia j ti-
nh perdido metade de sua torca.
O que me parece, al n de tu lo, qua a
confusa o foi tal a bordo do Baha, que a
indescipliua a3sob;rbou a voz trmula do
csimirjjso reealhido
annos, viuva, Santo Antonio ; oc^usii intestinil
Daniel, Pernambuco, 13 mezes, Recife ; athr :-
psia
Temperatura mxima 30,OJ.
Dita miairaa23,25.
Evaporacao em 24 horasao sol: nao ioi obser-
vada ; asombra: 2,"00.
Chuvamilla.
irecco do vento : SE demeia n^it-- at 1 hora
e 45 minutos da manhl; E -E at 9 horas o 21
minutos ; SE, com interrupclo de ESE durante
13 minutos, at meia nsite-
Velocidade media do vento : 2">,27 por segundo.
Nebulosidade media: 0.31.
Boletim do porto
s.-u postj de honra, crcalo dos passajei-
ros que viam nella a garant daexistm-
Leobino, Pernambuco, 4 mezes, Boa-Vista ; en I c'a SQ& conseguir chamar a seus pwtoj a
tarto. :guarncao que, espavori la fugia com o pra-
tico, abandonando parte dos s;us
vier, foi o meooso
prisko.
E' de esperar que d'ora em diante, o
respectivo pnreosjr ti a outra direcjo ;
que o juiz de direit) e juiz municipal, sol-
tando ao cumprimeato de seas deveres,
tratem de respailar o veredictum do Supe-
rior Tribunal.
Que tainbom desappareja a escasdaUsa
protec;ao que at agora tem sido dispen-
sada ao reo, com desprezo da le, e da jus-
tii; i !
Pao d'Alho, 15 de Marco de 1837.
*
A' disfiuil actriz I oliua Hoa
ciar
Conforme achava-ee nouncialo eff.'ctuou-se no
sabbado no theatro Isab.l a estra da eompanhia
dramtica sob a direccao de Soares de Medeiros
cuja parte priucipal coube distiocta actriz Iso-
liua, que como aempre nada deixoa a dest-jir.
E era outra coust era de esperar de sui parte,
porquanto os seus precedentes no pvco de nosaos
theatr seo mais recommendavei poasiv-d e ba.-
tanteomh'cido do nos^o publico jamis saciado
de applaudil-a.
Encetaudo ella presentera;ute ama nova epo-
cha de repreaentacoas, esperan ib que o povo per-
nambucano nao deixar de con'inuar a prodiga
lisar-lha as provaa de sympithiaa a todo terapo
manifestadas pjr ta> distineta actriz.
Recife, 14 de Maio de 1887.
Sua admiradora,
C. F.
Alfiudcgii do Rec
A) Dj*. Ailipilibii,
O publico, seas amibos e orraligionarioa, se
que os tem, nio querem saber qlindo S. S. u-
t ir o sea tincinio jurido, pnacpialo no li.i
Granla do Norte; n.'tn to piuco li uvej* d--s-
pertada aos collegas ie repvrticli pela seu futuro
titulo scieotieo, s^uulo sm arenga publicada no
Jornal do Recife.
O i)U' tdos auciosimente '3'ji:n qu3 S. S.
venha, qua ito a ites impreusa declarar os rao-
tiv s justos ou ioiusl >s pso i i i m ii exp i'.ao di
guarda m ira a bem do tervieo pablicj.
E'quaoto inte-easa, i aa i i (nvac's.
Se h uvesse raiis digailads algun nlo
ria representan lo o ptpal de Cavuhairo la Tris-
te Figuraexp isro a irrisao i ditos picantes de
collgas e pirres.
Ah! se nio hmvesse tanta binovolencia e
campa-
nh-.iros qua dorma, e todos 08 passagei-
ros.
Pra mar
ou
baixa mir
1!.
i'.
B.
M.
:.
M.
Dis
15 de Maiu
16 de M no
Horas
549 da tarda
007 manha
6-15 .
Altura
0,mD3
l'84
0,'97
..... Couselbeiro Araujo Jorge e 1 filho, Joio Pe-
Indice geral da Gizeta Jurdica do vol. 22 ao liro dsi. Revs, Francisco O deAranjo, G. Anto-
Tol. 33. Rio de Janeiro1886, l vol. I ^ jielr%j Manoel de Mattos P. Gumes, Manoel
Proclama* de raiiiment N ma-
triz do Corpo Sinto foram lidos os segmntes no
dia 15:
Julio Nones da Silva com Maria Angosta R>-
drigues Ferreira,
Jos Prente Vianna cem Maria Eugenia da
Coota >arvilho.
Na matriz de S. Pedro M .rtyr cm Oliada
foram lidos no mesmi dia :
Jos P.irente Vianna com Maria Eu;au a ds
Costa C iBVaiho.
Casa de DelencoMovimento dos pre
sea da Casa de Detenco do Recife no dia 15 do
crrente :
Existiam 354; entraram 7; sahiram 5Exis
tem 356.
A saber :
Nacionaes 319 ; 'imulheres 7 ; estrangeiros 12;
escravos sentenciados 4 ; idem proceasados ;
dem de correccao 12.Total 356.
Arracoidos 317.
Bona 297 ; doentes 20.Total 317.
Movimento da enfermara.
Nao bouve alteracao.
IiOterla da provincia Amanha, 18
do correte, s 2 horas da tarde, se extrahir
18a parte da 4* lotera, em beneficio da Sant a
Casa de Miaeri'j -rdia do Recife, no consistorio do
igreja de Noasa Senhora da Conccico dos Milita-
res, onde estarlo expostas as urnas e as espberas
a apreciaba do publico.
Lotera da corteA 204 lotera da cor-
te, pelo novo plano, cujo premio grande de....
30:000^000 ser extrshida no dia.. do cor-
rente.
Oa bilhetes acbam-sc venda na praca da In-
dependencia ns. 37 e 39. .
Tambera acbam-se venda na Casa da For- I
tana rna Primeiro de Marco n. "
Fiuza & C.
Latera doGrao-ParA lotera desta
provioeia, pelo novo plano, cujo premio grande
40:000/5000, ser extrahida no da 21 do cor-
rente.
Bilhetos venda na Casa do Ouro, ra do Ba-
rio da Victoria n. 40 de Joio Joaquim da Costa
Leite,
Tambera achum-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Piuza & C.
Lotera da provinciaA 18a parte da
4' lotera em beneficio da Santa Casa de Miseri-
cordia do Reeife. ser extrabida quarta feira 18
do correte, s 2 horas da tarde.
Os bilhet s garantidos acham-se venda na
Casa Feliz oa pr.ca da Independencia ua. 37
e 39.
Tambem acbam se venda na Casa da Fortuna
ra Primeiro de Marvo n. 23 de Martis F.u-
za.fc C.
Lotera daParahyhaEsia lotera cujo
premio grande de 20 0 <0' WD ser extrahida no
dia 20 do corrente s 3 horas da tarde.'
Os bilhetes acham-se venda na Casa do Ouro
ruado Baro da Victoria n- 40 de Joao Joa
qoim da Costa Leite.
Lotera do Eapllto Santo-Esta lote-
ra cujo pre nio grande 60:000^000, ser extra-
hida n da 21 Uo crrente.
Os bilhetes acham-se venda na Roda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Timbera ocha n se venda na Casa Felis na
prs(a da Independencia ns. 37 e 30.
Lotera da provincia do Paran
A 13 lotera desta provincia,pelo novo plano, cu
jo premio grande de 15:000>000, se extrahir
h] 17 de Mtio.
Bilhotes a vonda na Casa da Fortuna, ra
Primeiro de Mareo n. 23, de Martina Fiusa & C.
Loleria de 4lagoaiA 16* parte desta
lotera, pelo novo plano, cujo premio grande
de 15:00040 X), ser extrahida do dia .. do cor-
rente.
Os bilhetes acham-se venda na Casa Feliz
prava da Independeucia ns. 37 e 39.
Tambera acham-se venda na Casa da Fortu
ua ra Primeiro de Marco nd 23, de Martin
Fiuca C.
Cenatterlo Publico Obituario do dia 12
de Maio:
JoJo. Pernambuco, 6 meses, Grnva, athrepaia.
Candido, Pernambuco, 4 annos, S. Jos ; ente-
rocolite.
Rita Nobre de Vasconcellos, Parnambnco, 58
annos, viova, Afogados ; scirrtuse-do ligado.
Romana, Pernambuco, 53 annos, viuva,
Vista ; tubrculos pulmmares.
- 15 -
Manoel, Pernambuco, horas, Boa-Vuta ; con-
gestao cerebral. Oa, para qua um vapor com o Baha
Fu-mino, Pernamboco, 7 mezes, S. Jos; gas- tenha soffriio tanta, preciso tar detuiti-
tro entente. (._____. i
Mariano, Pernambaeo, 2 mezes, Santo Antonio ;!*'"">* largado urna ch.pt, por cuja sber-
gastro enterite. tur* a agua arrojou com tal violencia que
Bibiana, Pernambuco, 4 meze3, S. Joa ; ente- em 8 minuto.-1 o levou ao fundo.
nto n j ,, n u ,J Como nao esperavam aquella desgrasa,
e rancisco Eatevao de Mello, Pernambuco, .12 \ %
annos, solteiro, Boa-Vista ; tuoerculos pulmn- nao trataran antec.nalamente de guarna-
rea, cer os escalares, porque a phantasia do
Hygino Jacintho Francisco Gomes, Pernam-
buco, 30 annos, solteiro, Boa Vista ; tubrculos
pulmonares.
Cecilio Barbosa da Silva, Pernimbuco, 26 sa-
nos, solteiro, B)a-V8ti ; tenda penetrante.
Rufino Ferieira Goozaga, Pernarabuco, 50 an-
nos, casado, B>a-Vista ; dyarrba.
Antonia Maria da Conceico, Cetra, 40 anno?.
soiteira, Boa-Vista ; dyarrhi.
Benedicta Francisca dos Santos. Pernambuco,
50 annoa, sulteiro, Boa-Viata ; dyirrhea.
Manoel Ignacio Carvalho, Pemambueo, 30 an-
nos, casado, Santo Antonio ; hypertropiia.
Francisco Leopoldina da R>cba, r'ernambuo,
40 annos, solteira, Atogados ; tubrculos pulmo-
nares.
Autonio, Pernambuco, 1 anno, S. Jos ; athre-
psia.
PIBLIIMOES A 'EiO
Vauf ragio do vapor Baha
III
Nao entro na apreciagao da navegacao
impoasivel, indicada pelo Sr. 1' piloto Noi-
tes Dias, porque nao quero confuniir-me jcuidarem na salvaco dos seus corapanhei-
ros de infortunio, despresanlo a
Sr. pffi ial de quarto o aconsel lava que tei-
masse, visto couiecer a pou^a marcha do
Pirapama.
Assiro, estavam os ditos escabres pen-
duradoa no3 seus respectivos turcos, co n
fundas e capis; e os outros sobre os piea-
deiros da tolda, presos tamben) por bogas
do corrente que os protegan do balinco ;
ma3 todos ell;s naturalmente, sen remos
ne.n torquetas, e por sso inhibidos de pres-
tar mais do que um pequeo sarvico, caso
os pas8ageiros tivessem conseguida pSl os a
nado sem novidade.
O immediato do vapor Baha talvez fi-
cagse noporo, onde forgosamente o Ievou
a necess'.dade de conhecer e examinar as-
avarias.
lio nem do mar prezava m-.is a digni-
| dade do qua a vida, e por isso morreu no
, exercicio d; suas funcgfies.
Aiguns passageiros, como o sempre lem-
1 brado Io tenente Brauoe, esquaceram-se
ido que eram para a p*tru, para a familia
e para os coilegas e aojig03, para solcitos
com os que ingenuamente a discuten).
Se consegu provar que o Pirapama na-
vega va por terrado Baha, nao posso ad-
mitiir que de bordo deste se visse o pha-
rol encarnado daquelle ; e appello mesmo
para a dignidade de todos os profissionaes
sem receio de contradicglo, porque nao
acredito que baja marinheiro t.'.o beocio
que diga se nelhante asneira
Estas e outras divergencias encontradas
na questao de que expontaneamante me
ocenpo, 82o o movel que me impela ao
descobrimento da verdade.
Bascado no protesto do Sr. I" piloto e
9 na opiniao rospeitavel do Sr. capito-te-
nente Bueno Brandao, relativamente ao
exame procedido no easeo do Pirrpama,
espero levar a conviegao aos espirites mais
rebeldes e mostrar ao mundo inteiro o res-
ponsavel directo da catastr.>phe de 24 de
Margo.
Diz o Ilustre perito qtre : as chapas de
proa enxarcia BE estilo amolgadas e
tendidas de BE para BU, e o talha mar
quebrado, perdido, e a parte que resta tor-
cida tambem de BE para lili.
Esta simples exposi$a3 prova quanto
rigorosa n.. cumprimeato do seu dever a
pessoa que a fez, porque ella i sufficiente
para esclarecer a questaV
Se o vapor Pirapama fosse o abalroa
ante, certamente taha miis avarias, nem
s pela inferioridade de sua constracglo
em relago ao Baha, como pela forga da
pancada que seria tambem maior se elle
fosse corrende sobrp o outro.
E looge de serem essus avarias, simples
mente do lado de BE, seriam em todo o
compartimento da proa, como aconteceu ao
vapor Ceareme quan lo no Para metteu a
pique o vapor Guar, que tinha a bordo o
mesmo pratico que naufragnu no Baha.
Mas nao seria por causa dessas avarias
que o commandante Carvalho deliberou
arribar para Pemambnco ?
Diz o art. 741 do coiigo martimo 2*
t Sao cusas justas para arribada forga-
da, qualqucr accidente acontecido a equipa-
gem, carba ou navio, que mposBibilite
cate de continuar a navegar. >
E se sabido que o Pirapama estendia
a sua viagam at o porto do Camocim, po-
deria continuar a navegar no estado em
que estava ?
Responda quem uao for apaixonado.
E' minba convirjo qaa o Pirapama
no momento do conflicto, nao estava sim-
plesmente parado, tinha j andado para
ie ; tanto que resvalou pelo lado de BB
pe
do Baha produziodo ana robado que pa
Joto Oliveira Carvalho, Pernambaeo, 29 annos, |receu ^g pa8jageiro8 a arrastar do navio
^M^Vu^^rSa^AUgoas, 85 an H "^^ l a'
no, Tova, Graca ; metrtte. & creio que no me engao ; porque,
preciosa
vida que Ibes sorria.
E no emtanto, o Sr. Io piloto, qua era
o oliicial de quarto, com um apego nogen-
to a una existencia cheia de remoraos, res-
pou-se com o pratieo no primeiro escaler
que largou de bordo, deixando as pobres
victimas entregues ao seu desespero.
E quererlo ainda diaer que foi o Pira-
pama o culpado daqu3las nortes ?
Nunca I
Quem deu a morte foi o abalroamento;
e se este foi filho de una imprudencia con-
demnavel, seja o causador dalla o uni po-
nido.
21 de Abril de 1837.
M. Nascimento-
\o se 11,ii o dia do passameato do
nijor L.aiz Carlos Pereira de
Arauio
Eu vi a medicina beira de um leito
cuidando, como mai, de bim enfermo, que
foi acommettido pelo impeto vil da urna
doenga, a qual, o definhando pouco a pou-
co, de8erapenhou o papel de serpa tragoei-
ra, que se esconde sob a relva para ferir
quem passa e causar lhe a morte. Esta
travando luta com aquella, sabio vencedo-
ra levando orguibosa, desdentada e feia a
ua preza e a olhar para traz como que
tomento que alguem a acompanhasse para
tomal-a, e foi deposital a na sombra sepul-
turao seu fri palacio de gelo.
Entilo o pranto, a dr, o luto se apode-
rou de todo* quanto conheciam a judia vi
ctima sua. Assim que a esposa, em
desalinho, chora ao esposo idolatrado; o fi-
lho ao pai extremoso ; os parantes ao p-
rente aff igoado e ns amgis ao amigo sin-
cero c bom.
Por isso que eu, como amiga, venho,
debrneada, derramar urna lacrima sobre o
tmulo do majnr Luiz Carlos Perei-
ra de Araujo, que nao duvidou, qu in-
do senda, em suas voias, gyrar o sangue
do viver, honrar-me com a sua amizade
dadivosa, ungida de respeito.
Cha do Estavo, li da Maio de 1837.
Marta Digna Nunes Vianna
grandeza d'aun i, que os reptis d'aoonbaeem, tal-
vez o ingrato Dr. despr.-siud os avorosque aia-
da r cebe, nao fosse si np'eamiute archiviio e aim
suspms), porqi-aegiidi, eoaata, ha masera bia-
t nio para ouaa mais arin.
Tranquillise-ie o l)r. q la t recon.nenlado
ao diputad i geral antig) redactor de um jornal
eariialo publcalo ni er.e, o ie o rap;cr.ivo J."
foi ielra'ate retrtalo.
O ex pe.isco do conego.
Meii fuluro
OFPKBEJIDA AO MEO AJ GO O ILMI. SR.
LUIZ G. BACELLAR
Escripia em mea lbum
Amigo :Crvalo sobre os ivros, procurando
O futuro forra r um doce abrigo,
Xa saienca frumdo um doce fructo...
Tu bera uie compren-radas, oh! ineu amigo.
O terapo ae passando... a mocidade
N'um contiuuo labor do eatudar.
Me uno aasim sou f-liz n'ssta rooiagem,
De viver noite o dia a trabalhar.
Mesmo assim, sou feliz n'esres trabalbos,
N'cste amor, n'eata crenca de meus psia,
Para ura da ch liar no qi i desijo,
N'as Sciencias, Jurdicas e Sociaes.
Novo Tntalo, este o me-5 supplicio,
A estudar, a p naar. entre perigos
Nai importa. A vida ato mesmo :
Viver junto de occultos iniraigos.
E' mister muita c-eny i. e sa virtude
Para a palma colta comovictoria,
E' mister lutar cnuito com as Sciencias
Para um dia te abracar cheio degloria.
Mas... si uto tantas saudades de meu pai...
Que me faz de repente eamorecer!
Nao to triste ? dize .'.. responde !..
Se tudo is'.o nao rae faz enlouqueeer ? !.
Maio1887-
Julio Soares de zevedo.
0 assassinato de Franc seo Xa-
vier Carneiro da Cunlia e a
Justina de Pao d'Alho.
Logo que aqui foi conheciJa a decis2o
do Tribunal da RelaoSo, revogando o des-
pacho do juiz de direito e mandando pren-
der ao famigerado Pedro Dsmiao, um dos
autores do assassinato de Francisco Xa-
>' budra e pharmacia da natureza
39
Se encontrara eapeeifieos para a cura de todas
as molestias, se por acaao podessem ser deacober-
tos. Porra ao meooa ura foi deseoberto. O Peito-
ral de Anaeabuita, irado e extrahido da urna ar-
vore balsmica, ioiubitavelmente o antidoto na-
tural contra todos os deaarranjoa e molestias da
garganta e dos orgja pulnunarea. A eficacia de
aeus simples efteitos seriam em si mais que suffi
cientes para disaipar toda a iucredulidade, se por
acaso j nao estivessem altamente reconhecidos
pelo testemunho unnime de militares de pessoas.
A biatoria de suas extraordinarias curas ne acba
inscripta e trasladad i com aa innmeras certidoos
e attestaco?s enviadas de tolas as partes do mun-
do habitavel; entre esta grande agglemeracao de
tesctraunhoa, se comprebende cartas de eminentes
mdicos, clrigos, legisladores, oradores pblicos,
mecnicos, advugadoa e letrados, u'uaoa palavra
de pesaoas pertencentes todas as classes e pro-
fis-o-s da vida.
Todos fallam em substancia, que a tosse, as
consripacoes, oa bronchitea, as esquinencias e a
asthraa, etc., se alliviam e curam mediante o uso
deate admiravel e prodigioso remedio, d'um modo
iuf.lliv-l, prompto e mdisal.
Como oabastu contra as falsiScacoea, obsrve-
se brm que oa nomes de Lanman & Ketnp venhan
estampados em l:ttraa tranaparentea no papel do
livrinbo que serve de envoltorio a cada garrafa.
Ene ntra se venda era toda3 as pharmacas e
drogaras.
Agentes em Purnambuco, Henry Forater & C,
ra ao Commercio n. 8.
O violto de extracto de usado de
bacalbot de Chavner, no qua! se acham
todos os elementos i'tcazes do oleo de ligado de
b*ciilho,5po88uo ao mesmo tempo as propriedades
therapeuticas excellentcs dos preparados alcooli-
cos. Com o alcool, sustenta o poder vital, excita-o
e tornece materiaes de primeira escolba recons-
tituido orgnica; em urna palavra refas a trama
animal e anima-a. O seu uao pois indicado as
numeras circunstancias pathologicas que resul-
tara do empobrecimento do sangue.
Kecommeudamul-o especialmsnte aos nossos
le tures. *
{Reme Medcale).
Gloria do Goit
Z 1
Constando-nos que o Sr. Manoel de Sou
Leal, morador na Gloria do Goit,
pretende vender um vpor que nos com-
prou em 29 de Dezembro do anno prxi-
mo passndo, protestamos, bem como o
garanta do mesmo vapor p*da desta ven-
da, emquanto nao tiver quitagao nossa on
do garante, visto se aeh ir vencida urna
das suas lettras.
Recife, 14 Maio de 1S87
Res d "Sanios.
Dr. Ferreira da Silva, consultas
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.


i
Diario de PernambacoTcrfa-feira
MMBi

H

BMBJSBMBMat
Maio de 1SS7
r. Mello Gomes
Parteiro
Roa de Paulino Cmara (antiga da Camba do
Carmo) n. 36, 1* andar.
Onde pode ser procurado a qualquer hora do
da e da noite.
Especialidades; Febres, molestias das senho
ra e do pulmao. syphilis e soffrimentos da ure-
Acode tatnbem a qualquer chamado para fra
da capital.
Poaae eom eacarros de sangue ()
Um honrado negociante do Cerro Pellado, muni-
eipio de Pelotas (Rio Grande do Sol), achmdj-se
gravemente atacado de urna enfermidade pulmo-
nar, tosaindo constantemente e algumas vozes com
escarros de sangue, vio saa laude recuperada com
o nao de alguna frascos do Peitobal de Cambara.
Esta maravilhosa cura assim attestada pelo
ex enfermo, que boje gosa a mais mvejavel sade:
Illm. Sr. Jo Alvares de Souza Soares.
Pelotas.
< Soffrendo ha tres aonos de urna toase pertinaz
com escarros de sangu3, com carcter de urna mo-
lestia pulmonar, e depois do todo o mando aqu
julgarme perdido, resolv tomar o seu grande re-
medio Peitoral de Cambar, e logo a toase foi de-
clinando, deixando de deitar mais sangue, as tor-
cas foram revig;rit)do-8e e hoje, gracas a Djus,
acha-me perfeitamente curado.
Ple faaer o uso que quizer desta minha fran
ca declaraco e creia-me, etc., etc.Antonio Luiz
de Oliveira.
O referido medicamento acba-se venda na
agencia a cargo dos Srs. Francisco Manoel
da *ll%-a C, ra Mrquez d'Oiinda n. 23.
Frasco 2/500, meia duzia 13* e duzia 24*.
A agencia remette a quem pedir, condicoes ;m-
pressas para as vendas por atacado.
EDITAES
Concamo para o provlmento deca-
delras de cnsino primario
De ordem do inspector geral da instrucco pu-
blico se faz saber a quem convior que em virtud*
de determinaco do presidente da provincia de 6
de Djzeoabro do anuo pasaado, e para exeeucao
do dieposto nos artigos 70 e seguintes do regula-
mento orgnico da instrucco publica, acha-se
posto em concurso o provimento das cadeiras
constantes da relaco abaixo publicada, e das que
vierem a vagar at a terminacho do concurso.
Para isso acha-se a'oerta nest secretaria a
inscripcao dos candidatos a esto provimento, com
o praso de 40 dias a contar do 1* do correte, ob-
servadas as seguintes disposicas do regiment
dos concursos:
Art. Io Os pretendeates ao magisterio, que nio
tiverem as sentos do regulamento orgnico da
instrucco publica, devero submetter-se a exame
de habilitacao para prova de capacidade profissio-
nal, nos termas do presante rcgimsnto
Art- 2o A nscrip^So para este exame, dentro
do praso annunciado por edital, r.-querer-se-ho,
ao inspector g"ral, instruida a peticio com el do-
cumentes comprobatorios dos requisitos legaes, a
saber:
1 Maioridade legal.
| 2 Moralidade, e
| 3o Igencao de culpa
Art. 3 Os requesitos do artigo antecedente de-
vero ser provados :
O do Io por certido de baptismo.
O do | 2* por attestado do parocho ou de quaes-
quer autoridades do lugar onde res'dir o concur-
rente.
O do 3* pela exbibicao de folha corr ia.
Art. 4* Sao dispensados :
1 De exhibir certido de iladeos candida-
tos que forem ou houverem si^o funcciomrioa pu
blicos e 03 que apresentarem algum titulo ou di-
ploma que nao obteriam sem a maioridade legal.
2* De apresentar fo!ha corridaos que exhi-
birem attestados de procediraento civil e moral,
passados pelas cmaras municipaes, autoridades
judiciarias e policiaes das localidaaesem que ho
verem residido nos dous ltimos anuos; os que
se achando no exercicio de emprego publico, exhi-
biris attestados do respectivo chefe ; e as edu-
candas do collegio de orpha e casa de expoatos.
3 De exame de habilitaco os candidatos que
exhibirem:
L Diploma conferido pela Escola Normal da
provincia ou de qualquer outro curso norn al pri-
mario do imperio.
II. Ttulos em graos scieotfi-:os pelas facu'da-
des do imperio.
III. Diploma conferido pelo Gyulnasio Pernam-
bucano ou pelo imperial collegio Pedro II.
Art. 5o O inspector geral, se o candidato satis-
fiaer as exigencias legaes, ordenar por despacho
a inscripcao, a qual se effectuar pela assignatura
do candidato e Art. 6' Fiado o praso da inscripcao o inspector
geral remetter a lista dos inscriptos ao director
da Encola Normal, afi.n de all rcalisar-se o exame
de hab Uta co.
Secretaria da Instrucco Publica de Peruam-
buco, 1 de Maio de 1887.
O secretario,
Pergentino Saraiva de Arauj i Galvo.
SE KEFIRI O BD1TAL SCPBA
Localidades
Masculino
Bethlm.
Couro d'Anta.
Carnihyba,
Psdra de Baiqae.
BrejJo de Santa Cruz.
Santo Antonio.
S. Benedicto.
Campo Alegre.
Queimadas.
O.ho d'Agua dos Bredos.
Serra Branca.
Cabrobo.
Mimoso.
Santa Cruz de Sitios Novos.
S. Vicente da Sarra do Veuto.
Rio Doce.
Cachoeira do Roberto.
Nossa Sonhora das Dores de PocSo.
Volta.
Feminino
Pedra do Buique.
Santa Cruz.
Atojados de Ingazeira.
Agua Branca.
Serra Branca.
Brejo de Santa Cruz.
Cha do Estevo.
Alagoiuhas.
Ex.
Pindoba.
Mixta
Lagedo.
Riaeh) Doce.
Cavalb- iro.
Santa Craz.
Tacaic*.
Pao de Assjcar.
Calcado.
Jatob.
Instruicio Publica de Pernam
BELAQAO A qUC
Comarcas
Cabrobo
Brejo
Flores
Buique
Garanhuns
Buique
P .mellas
l!)m Coaselho
Panellas
Cimbres
Ouricury
Cabrobo
Bezerros
Ouricury
Brejo
IJem
Petrolina
Cimbres
Tacarat
Buique
Brejo
Ingazeira
Panellas
Ouricury
Garaohuas
Ingazeira
Cimbrea
Ouricury
Timbauba
Caruar
Br<"jo
Bom Cuuselh)
Buique '
Tacarat
Cimbres
Caruar
Tacarat
Secretaria da
buco, 1 de Maio de 1887.
O secretario,
Pergentino Saraiva de Araajo Gilvas.
Consulado de la Repblica Oriental
del Uruguay en Pernanbuco
Para conocimiento de los interesados tranoribo
la nota que S E. el Si >r Ministro Plenipoten-
ciario de la Repblica dirijio al Consulado Ge-
neral :
Petropolis, 2 Marios 1887. Seior Cnsul Ge-
neral.El Gobierno de la Repblica ha dispuesto
con techa 28 de Euero ultimo que todos los indivi-
duos que han desertado del Ejercito quedan dadas
las bajas pudendo regressar a la Repblica cuando
lo juzgueu conveniente en la seguridad de que no
sern molestados de maneira ulguma. Lo que
comunico a V. S. para seu conocimiento e dems
efectos, debetdo V. S. trasmitir la referida dispo-
sicin a todos los Agentes Consulares de su depen-
dencia y recomendarla especialmente a los Cn-
sules y V. Cnsules de las provincias de Rio
Grande de Sar y Santa Catalina, para que le den
publicidad en sus respectivas localidades. Saludo
a V. 8. atentamente.Vasques Sagastume.
A. S. S. el Seior D. Erico A. Pei-i, Cnsul Ge-
neral de la Repblica Oriental del Uruguay en el
Brasil Dios guarde a V. S. m. afios.
Consulado de la Repblica Oriental del Uru-
guay en Ptruambneo, 16 Mayo 1887.
Jos da Silva Layo Jnior,
CODBUI.
DECLRALES
ial
t!
COMERCIO
II iha COTAgOES OFPICIAES DA JUSTA DOS COR-
RECTORES
Recife., 16 de Maio de 1887
Accoes da companhia do Beberibe do valor de
1005 a 155 cada urna.
Jambio sobre Londres. 90 d|V. 22 1(2 d. por 14,
do banco.
Cambio sobre Paria, vista, 426 rs. e franco, do
banco.
Na hora da .iol=a
Vendtram-se :
25 accoes da Companhia do Beberibe.
Jffereceram Vender Coicprar
150 accoes da companhia do ||
Beberibe 1 1554 150 i
O presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
V secretario,
Eduardo Dubeux.
REVISTA COHMERCI4L
Da emana de a 141 de Maiu de
1889
Cambio sobre o Rio de JaneiroNada eonatou
Cambio sobra Babia, Smtos, Rio Grande do Sol
e Porto Alegre.Sem tronsaeco esta semana.
Cambio sobre Londres a 90 d/v a 22 1/4,
22 1/2, 22 3/4 do Bines, 90 d/v 22 3/8 particular
90 d/v 23 d[v 23 d/s do Banco.
Cambio sobr? Pars124 rs. o franco do Banco
vista, 460 rs. d/v 22 11/16 do Banco e 22 1/4 22
1/2 do Banco a vista.
Cambio sobre Hamburgo A vista 538 rs. d
R marco e 525 rs.
Cambio sobre Portugal e Lisboa90 d/v 136 ,
de premio particular e do Brnco.
Cambio sobre PortoNada eonstou.
Cambio sobre MontevideoNada eonstou.
Cambio sobre o Para15 d/v 1/2 % de des-
cont.
Apolices da divida publica de 6 %, d.tas pro-
vincial de i 0/o, Companhas Segn Iudemaisado-
ra, Phenix, Se.uro Anfthrite, Pernambucana,
Fiacao e Tecidos. Nada consta. Manteem as
suas coUcoes,
Companhia do B. b> riba Se venderam accoes
de 1004 a 1504 cada urna.
Companhias Sau'a Thereza e de Olinda e Bebe-
ribeNada se fez mantem as suas ce taques.
Banco de Credita Accoes de valor real de 604
se venden por 704 e de 404 por 504.
Lettras hypothecarias do Banco di- Crdito
Real 1* serie de 1004 por 964000, 2* dita de
1004 por 934-
Descont de lettrat Conservara as taxas ante-
riores.
nern narloiao
AgoardeuteAs vendas foram de 504 por pipa.
Alcool fdetn dem de 1004,1054 a pipa.
AssucarEntraram 19,315Vendas branco de
34700 a 24500, smenos de 14400 a 14600, mas-
cavado de 14100 a 14200, bruto de 14000, rtame
800 n.
COXSILTA
De couformidade com o art. 55 do nosso i', m-
promisso e de ordem do nosso charissimo irmo
provedor, convido aos ex juzes, ex-th aoureiro e
ex-secretario, a comparecerem en nosso consis-
torio, pelas 10 horas da rr.anha do da 19 do cor-
reate, afim de cscolhermos rs funecionarieg que
teem de reger a mesa do anno compromissal de
1887 a 1888.
Cousstorio da C-lestial Contrara daSantissima
Trindale, 16 de Maio de 18S7.
O secretario,
Joao J Gued'.s de Locerdi.
Associafo commercial agrcola
de erna mbnco
Nao tendo comparecido os Srs. Associado6, de
novo e por ordem do Illm. Sr. Presidente, os com
vido a comparecerem na respectiva sede no dia
20 do corrente. s 10 horas da manb, para em
sess'i de assembla geral tratar se de interesses
ociaos.
Recife, 16 de Maio de 1887.
Antonio Arthar Moreira de Mendonca,
1- secretario.
Companhia do Beberibe
Couvida-se aos Srs. accionistas a virem receber
o 78 dividendo na proporco de 54000 por aeco
ou 10 por cen'.ocujo pagamento se effectuat n'es-
te escriprorio das 10 horas da manh a 1 hora da
tarde, diariamente at o ultimo d'este mez, e ao
depna aos sabbados.
Escriptorio da Companhia do Beberibe, 14 de
Maio de 1887.
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina,
Director secretario.
Arsenal de Guerra
C'ub Imperalriz
Em virtude de haverem sido suspensas as lote-
ras da Colonia Isabel, resolveu este club emittir
novas accots em substituicao as que havia passado
em beneficio dos festejos carnavalescos que corre-
ro com a nona lotera do GrSo-Par. Roga ror-
tanto quelles que as aceitarao. e pigaram, de
vir ra da Imperatris n. 42, afim de tracal-as.
O thesoureiro,
_________ Antonio Jos de Azevedo Maia.
Thesouraria de Fa-
zenda
Substituicao de notas
Para conhecimento do publico se declara que as
aotas do Thesouro de 24000 da 5 estampa, 54
da 7 e 10 da 6 sero substituidas nesta repar-
tico at o fim do mez de Junho vindouro com o
descont de 2 0/0, o qual ser elevado a 4 0/0, a
contar do 1 de Julho a 30 de Settmbro do cor-
rente &noo, na forma do disposto do art. 13 da
le n. 3313 de 1886.
Thesouraria de Fazenda de Pernambuco, 5 de
Maio de 18870 secretario.
Luiz Emygdio P. da Cmara
THEATRO
SANTA ISABEL
EMPREZA EIECCI0 00 ARTISTA
I
DO
BRASIL
Capital
dem reallsado
O.OOOMHH
3,000:0004
Alfandega de Pernambuco
Por ordem do Illm. Sr Dr. inspector e em vir-
tude da portara da Tbesouraria de Fazenda n.
82 desta data, faz-se pubiieo que esta repartico
receber proposta no dia 18 do correte para o
tornecimento de 216 kilos e 360 graminas de pl-
vora, que ser destinada para o servido da forta-
leza do Brum. Os senhores proponentes devero
apresentar as il horas da refeiido dia as cuas
propostas assgnadas, fechadas e acoiapanhadas
das competentes amostras
3 seceo da Alfandega de Pernambuco, 14 de
Maio de 1887.-0 chefe,
Cicero B. de Mullo.
Imperial sociedade
DOS
Artistas Mchameos c
Liberaes
De ordem de nosso irmo direetsr, e por delibe-
raco da directora, tomada em a sesso de 1 do
corrente, sciemifio aos membros da mesma, que
as suas sessoes de hora em diante sero as
segundas-feiras e nao as quintas-feiras como
eram.
Secretaria da Imperial Sociedade dos Artistas
Mechanicos e Liberaes do Pernambuco, em 13 de
Maio de 1S87.-0 1- secretarlo,
Paterniano Barroso.
AlgodoEutraram4,811 saccas Cotamos
oomiaalmente de 64300 a 64500.
Arroz em cascaNao houve alterado, fes-se
vendas a 348.0 o sacco.
CafSem entrada esta semana O retal ho
de 114 a 134o00 os 15 kilos descont 10 /o-
Ceblas do Rio Grandu do Sul Sem entrada.
Cera de Carnauba Cotamos em lotes de 34800
a 64 os 15 kiloi.
Couros salgados seceos Cotamos nominal-
mente a 5j0 rs. o klo.
Couros verdesdem a 330 rs. o kilo.
Cerveja nacional Nao ha alterarn, cont'nua
pela embarricada os precos de 64 a dazia de 1/2
e 54 a de 1/1.
Farinba de mandioca Continua desattendido
o retalho de 24500 o sacco.
Fumo As ultimas vendas foram de a
104500.
Gomma de mandioca Sem alteraco. Reta.
Iha-se a 24200 e 24500 os 15 kilos.
Graixa do Rio Grande do SulCotamos a 44500
os 15 kilos.
Gordara do Rio da PrataSem chegada.
Ginebra nacionalOs prejos te^m regulado d**
de 3480( a 94500 conforme a qualidade.
MelCotamos a 404 por pipa.
MilhoO retalho de 60 a 70 ra. o kilo.
Pelles cortidasSem alterarlo se mantem as
cotacoes de 504 a 804 o canto.
dem em cabelloBaixou para 1004 o cento.
Sal do As e MossorPequeas entradas, co-
tamos de 14 a 14200 o alqueiro.
Sebo cuadoColamos nominalmente a 54500 os
15 kilos.
Tapioca Sem chegada, a ultima venda fj
da 34 a 34200 por 15 kilos liquido.
Velas stearinas do SioRetalha-se a 310 rs. o
masso com 10 /..
dem idem da provinciaR^talna-se a 280 rs.
o masso liquido.
Vinagre do RioO retalho de 84 a 1004 a
pipa.
Vinho do Riobranco O retalho de 1104 a
1204 a pipa.
Xarque dj Rio Grande do Sul Deposito
60,000 arrobas o retalho de 64400 a 74200 a
arroba.
Genero eatrangeirou
AlfazemaRetalha-se de 84 a 84500 os 15 kilos.
Arroz da ludiaRetalha-ie a 24600 os 15 kilos
com 10 %.
AlpisteRetalha se de 44800 a 54 os 15 kilos.
Azeite de oliveira em barra O retalho da
344u0 o galo com 10 %.
Dito de dita em latas O retalho a 154900
por lata com 10 /.
BacalhoDeposito 12/00 barricas, retalha-se
a 191000 por barrica.
Banha de porcoO retalho de 400 a 420 rs. a
libra.
Batatas portuguezasAs ultimas vendas feram
de 54 a caixa.
Ditas IngiezasSao ha no mercado.
BreuCotamos de 94 a 124 a barrica.
Carvo de pednSem alteraco. Retalho de
144 a 164 a tonelada.
CanellaO retalho i de 14500 o kilo.
Ceblas O retalho de 164 a 164500 a caixa.
Cervejas O retalho de 64 a 104 conforme a
qualidade e procedencia.
CementoContinuamos s cotar de 545C0 a 84
conforme os fabricantes e peso.
O conselho econmico das companhias de apren-
dizes artfices e operarios militares, precisa con-
tractar os artigos seguintes:
Brim de linho escuro trancado (metros) 100
Brim de linho, braDCO (idem). 20
Zuarte (idem). 64
Chita para cobertas (idem). 263;
Madapolo para forro das mesmas (dem) 48
LeDCos pequeos de chita 100
Meias (pares)
S poder concorrer ao foroecimeato annuncia-
do pelo conselho quem habilitar-se previamente,
xhibindo um requerimento dirigido ao uesmo
conseiho, documento que piove ha ver pago, como
negociante estabelecido, o imposto da casa com-
ocrcial, relativo ao ultimo semestre vencido.
Os >r .ponentes devero apresentar suas pro-
postas, nesta secretaria, ate as 11 horas da manh
do dia 20 do corrente, sendo ellas em duplicata e
em cartas fechadas com declaradlo expressa de su-
geitar-ae as seguintes condicoes :
i' No caso de nao assegurarem o contracto, pa-
guem o multa de 10 por cento.
2a Sendo recusados pela commisso os artigos
contractados, mandar-se-ha comprar pelo pre?o
do mercado, ficando o contractante obrigado a in-
demuisar, isto at 3 in'zes, depois do que ficar
res?enddo o contracto, pagando o contractante
a multa do 20 4 >00.
Todos os artigo! devero ser de primeira qua-
lidide.
Secretaria do Arsenal de Guerra de Pernambu-
co, 16 de Maio de 1887.
0 secretario,
J. f\ Ribeiro Mactiado
Este Banco, estabelecido ra da Alfandega
u. 22, saces, vista ou a prazo, contra os seguin-
tes correspondentes no estrangeiro :
Londres......... s/N. M. Rothschil & S )ns.
Paris........... De Rothschild Frrcs.
Hamburgo.......j
SSStv.:::::: *>*^
FmL kTurf s/ Main '
Antuerpia.......
Roma...........N
Banque d'Anvers.
Banei Genrale
agencias.
e suas
Banco Hypotecario de
Espaa e suas agen-
cias.
Banco de Pi
suaB agencias.
rtngal e
Ri-
Estrada de ferro do Ribei-
Bonito
Nao tendo se reunido numero sufficiente de ac-
coes para a constituico da as3em'jla geral para
buje convocada, convido, de ordem da directora e
nos termos do art. 63 do Reg, n 8,821, de 30 de
Dezcmbro de 18S2, os Srs. accionistas se reuni-
rem no dia 18 do corrate, ao meio dia, na s le
da empreza Praca da Pedro II n. 73, priaiciro
sudar.
Recife, 12 de Maio de 1887.
O secretario,
Jos B.'llarmino Pereira de Mello.
Companhia de edificado
Commuiiica-se aos Srs. accionistas, que por de-
libera^o da directora, foi resol vido orecolhimento
da 7* prestaco, do capital social na razio de 10
so:- cento do valor das respectivas accOes, a qual
devera realisar-te at o dia 14 de Junho prximo
futuro na sede da companhia ao largo de Pedro II
n. 77.
Rcfe 14 de Maio de 1887.
Gustavo Antunes,
Director fecretario.
| Genova.........
I aples.........
Milo e mais 340
cidades de Ita
lia............
Madrid..........
Barcelona.......
Cdiz...........
Malaga.........
Tarragonp......
Valencia e outrae l
cidades da Hes-1
panba e ilhas
Canarias......'
Lisboa. ...'.....\
Porto e mais ci- f
dades de Por-/
tugal e ilhas... )
Buenos-Ayres___)
Montevideo......)
Nova York......
Compra saques sobre
geira.
Concede cartas de crdito a favoi de viujantei
e contra exportacoou importa^ao de mercadorias.
Acei'a consigna^oes de caf e mais mercaderas
para o estrangeiro, incumbindo-se da venda e fa-
zendo o adiantamento que tr ajustado.
Adianta dinheiro sobre c if e outras mercado-
ras, de aecordo com as disposi^ocs dos seus esta
tutos.
Desconta letras da praca e outros ttulos com -
merciaes su de baucos, bilh-:tes e titulo* que representen) divida do Estado.
Empresta sobre penhor de ttulos da divida ge-
ral e provinciaes, acvOes de bancos, accoes e
obrigacai de compaubias e ttulos cominer-
ciaes.
Incumbe-se da compra e venda do titulas da
divida publica, letras hypoth'carias, accoes, etc.
Abre contas correte* garantidas por ti'ulos
commerciaes e outros.
Recebe dinheiro em conta corrente de niovi-
inento e por lttrs prazo
Engiish Bank of the
ver Pate. Limited.
G. Amsitk &C.
qualquer praca estran-
Ouarta-leira, 18 de Naio de 1887
3.* REO ITA.
Da companhia dramtica de que faz parte a primeira actriz ingenua brasileira
:o. xsar.xaNTA. xwcaasrcx^JLB.
mmi Ac:ffioii3 issaisl!
Pela segunda vez n'esta provincia ser representado o drama de formidavel
apparato, do autor do grande drama Estranglltadores de Caris, era um pro-
logo e 5 actos (7 qaadros), que em Franja conta mais de 800 repreaentas3es :
0 SALUMBANCO
MAGNETIZADOR
ii:\omiv\t % dos quadros
1.O assassino 4. Juiz e reo.
2." O grilheta. 5.U;ua sossao de magnetismo.
3.O ninho das curujas. 6.A t verna negra
7.O ajuste de cantas
O pape! de Raymundo Gilbert ser desempachado pelo actor *' O.Z. SI !]* DE
MEDEaOS e o de Martha pela actriz D. IKOLI\A HO.\ C. 'iit.
Toma parte toda companhia.
MISE-ENSCENE DO -ACTOR SOARES DE MEDEIROS
Este drama, que se basea n'uto facto verdadeiro, cujos personagens ainda
existem, recommenda-so pelo int resse que inspira desde a primeira scena. E' quali-
ficado primeiro no seu genero por toda a iraprensa franceza e outros paizej civilisados
o:de tem sido representado.
O papel de Raymundo, o ni'gnetisador, mereceu ao artista SOARES DE
MEDEIROS grandiosas ovagoes na corte do Imperio, onde este drama subi scena
semprc coroado de applauso:.
Brevementea peca de grande espectculo
*
Camarotes de 1.* e
Ditos de 3.* dita.
Ditos de 4.
a 1.* e de 2.a ordem .
Cadeiras do
Ditas de 2.'
G-alerias .
Plateas .
Paraizos
V DHaver
trera at Apipucos.
dita.
1.a classe
10000
(J,->00
3000
3$O0O
2000
......... 2000
........ 15000
........ 500
Principiar hora do cosame.
------):o:(-------
bonds para Af.gados, Farnandes Vieira e Magdalena e
iseri
v
os 15
Cominhos.retalho de 17 a 17^500
kilos.
Cravoda IndiaO retalho de 21800 os 15
kilos.
Parinha de trigo Deposito 11,000 barricas, o
retalho por barrica de 17i a 17^500 a ameri-
cana e 22* a 24 Triestre.
F'ijaoMercado abundante continua o retalho
de 6 a 7 por sacco da provincia, e 8*500 a 9
estrangeiro.
Garratoes vasiosNSo ha alteraco, vende-se
por 1 de 5 galdes e 450 rs. de 1 galo.
Doces em caldaO retalho de 700 a 750 rs. a
lata.
Parello do Rio da PrataO retalho de 4*500
a 4*600 liquido.
Dito de Lisboa O retalho de 4*800 com
10 por cento com descont.
Genebra-Retalha se de 3*200 a 10* nacio-
nal e 3*200 a 14*500 estrangeir.
Herv doce Retalha-se a 17*500 os 15 kilos.
K'.-roiene Deposito '18,000 caizas sem altera-
eos de 3*200 em porcoes 3*300 em pequeos lo-
tes.
L-ufa ingl<>ZH or.iinariaSem alteraco o retalho
Massa de tomate lietalha-se de 750 a 800 rs.
a libra.
^'anteiga em barrisO retalho para a velha de
750 a 780 a 800 rs. pela nova.
Dita em latasSem alteraco de 1*300 a 1*350
a libra.
Maesas italianas Sem alteraco, o retalhe
de 5* a 7*510 a caixa.
Oleo de linhacaO retalho de 1*600 a 1*700
O galao-
Passas communsNio ha no mercado.
Ditas finas--0 retalho de 11* a caixa.
Papel de embrulhoNao altern contina o ret
talho de 500 a 1*500 conforme o tamanho epro
cedencia.
Pimenta da IndiaO retalho de 1*450 a-----
1*500 o kilo.
Plvora inglezaSem alteraco, o retalho de
20 a 21* por barril.
QueijosO retalho de 2*500a a 2*800.
SalDo estrangeiro sem entradas nem ha exis-
tencia.
Sardinhas>em altersco o retalho de 30) a
320 rs. o 1/4.
Toucicho de Lisboa Rstalht ee a 10*000 a
p-pa.
Dito americanoRetalha-se a 10*500 a dita.
Velas stearinas dem de 300 a 900 rs. o
masso.
Vinagre de Lisboa dem de 170* a 180* a
pipa.
Vinho de Lisboa dem de 225* a240* a pipa-
Dito franceidem a 250* a dita. i
Dito Pigueiradem de 240* a 250* a dita.
Xarque do Rio da PrataSem existencia.
ovimento bancarlo
REU1FE, 16 DE MAIO DE 1887
Os baes abriram boje o mercado de cambio
com a taxa de 23 3/1 d. stJbre Londres, depois cs-
tabeleceram a de 22 1/2, cuja tabella foi retirada
cerca de 2 hora,! da tarde, sem affixarero curra.
Mercado de Mancar e algodo
BECUTE, 16 DE MAIO DE 1887
Assucar
Foi cotado aos presos seguintes :
Na secretaria da Santa Casa arrendam se os
seguintes predios :
Ra do Bom Jess n. 12, loja e 1 andar.
dem idem n. 13, 2- e 3- andares.
dem do Vigaiio Thencrio n. 22, 1- andar.
II m do Mrquez de Olinda n. 53, 3- andar.
dem do apollo n. 24, 1 andar.
dem da Madre de Deus n. 20.
dem dem n 10.
dem da Moda n. 45.
* dem idem n. 47.
Idi m idem n. 49.
dem da Lingoeta n. 14, 1- andar.
dem da Guia n. 25.
Becco do Abreu n. 2, 2- andar.
CONTRA F06H
I he Liverpool & London & Globe
INSURANCE C0MP4N\
H
SEGUROS
martimos contra fogo
Companhia phenix Per*
nambocana
Ruado Commercio ti. 8
AGENTE
Miguel Jos ives
1 N. 7RA DO BOM JESS-N. 7
i Secaros marltimoa e lerreatrea
Neates ltimos a nica companhia nesta praca
que concede aos Srs. segurados isempco de paga-
I ment de premio em cada stimo anno, o que
i equivale ao descont de cerca de 15 por cento em
favor dos segurados.
liRodoa fc Brasllian Bank
Limited
Ra do Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca-
sas do mesmo banco em Portugal, sendo
!em Lisboa, ra dos Capellistas n. 75. No
Porto, ra dos Inglezes.
3.* bai xo, por 15 kilti, de 2*000 a 2*100.
3. regular, por 15 kilos, d2*100 a 2*200.
3. boa, por 15 kilos, de 2*200, 2*300 e 2*400.
3. superior, por 15 kilos, de 2*500 a 2*600.
Branco turbina pulveiisado, por 15 kilos, de 2*300
a 2*400.
Smenos, por 15 kilos, de 1*600 a 1*700.
Mascavado, por 15 kilos, a 1*200 a 1*300.
Bruto, por 15 kilos, de 1*100 a 1*200.
Rtame s, por lo kilos, de 840 a 1*000.
U mximo ou mnimo
cantarme o sortimento.
dos precos sao obtidos
lgodin
O mercado de algoao contina retrahido.
Em vista, porm, di attitude do cambio, tal ves
melhore de pre$o.
naneo de Crdito Beal
Este banco est pagando o seu primeiro divi-
dendo razo de 4*000 por aeco ou 10 0/0 do
valor realizado de cada urna.
O pagamento faz-se na se id J do banco, das 10
horas da manhS s 4 horas da tarde dos dias
otis.
Nota do Thesouro dilaceradas
O recolbimeuto de notas dilaceradas est sendo
feito na Thesouraria de Pazenda, as tercas e
sextas-feiras, das 10 s 12 horas da manh.
Fundos pblicos, lettras hjpolhecarias, Mentores, bancos e companhias
16 DE MAIO DE 1887
II \ii* PBLICOS
391,833:500*000
119:600*000
0,329:000*000
493:500*000
153:400*000
556:000*000
60:000*000
47:200*000
CIBCULA^AO
338,300:000*000
119:600*000
6.329:000*000
493:500*000
153:400*000
556:000*000
60:000*000
DENOMINACAO
icao.s
Apo
ees geraes (de 1:000* a 200*)
provinciaes
V.
A
V.
%
/.
A
VAL B
1:000*000
1:000*000
600*000
1:000*000
500*000
200*000
100*000
50*000
100*000
COTAJAO
990*000
Ao par
OUSEEVACOE8
Cada cont
Firmes
Ttulos ao portador
LKTTIUS HVPOTHECABIAS
VALOR EM1TTID0
904:000*000
LKTTHAS
9,040
VALOR
100*000
DENOMINAgAO
Banco de Crdito Real de Pernambuco
JUROS E VENCIMENTOS
7 "/o 2 de Janeiro e 1 de Julho
SORTEADAS E
RECOLHIDAS
C0TA?OES
235}
96*500
93*000
1" serie
2
OBSERVAIJAO
Firmes
DEBEKTUBES
EMIBSAO
29:000*
41:600*
360:000*
100:000
. 366:200
860
12.070
. 31.500
108:800*
1ITLOS
145
208
1.800
1.000
3.662
430
12.070
904
EMITT1DOS
Todes
Todoi
Todos
Todos feo Londres)
Todos
Todos
Todos
Todos
VALOR
200*
200*
200*
100
100
. 100
> 2
2
200*
denomina5oes
Accoes prr '-renciaei dos trilitos urbanos do
Recife Olinda e Beberibe.....
Oebentures dos trilbos urbanos do Recife
Olinda e Beberibe.......
Obrigacoes garantidas da Ferro Carril de
Pernambuco.........7
Debentures e Bonds da Companhia do Be- \
beribe (agua)........6
JUROS E YESCIIENTOS
7 o/0 Janeiro e Julho
7 /. Janeiro e Julho
Debenture da Great Western (Limoeiro)
liecife Drainage.......
Estrada de ferro do Recife Casanga .
dem idem idem........
dem idem idem. .
Companhia Pernambucana.
/
%
V.
7
1 y
Abril e Outubro
COTAfAO
7 /. 31 de Marco de 1887
Aopar
182*000
106
118 a 120
77 a 30
OBSERVARES
[Sem vendas
Rio
Em Londres
Em Londres
Em Londres
1.a entrada l-
mente
Mi



,1
1
>


/
Diario de PernarabncoTcrfa-feira 17 de Maio de 1887
(OMPANHLA
MPERIAI
Antonio de Souz Ribeiro.
Alfredo H. ta Matta.
Arsenio G. Borges.
Aatonio M. Soares.
MEC UROS contra FOCO
EST: 1808
Edificios e mercadorias
Taxas baixas
Prompto pagamento de prejuiaou
CAPITAL
Rs. 16,000:000,1000
Agentes
BROWNS 4 C.
N. Ra do CommercioN. 5
NDMISflOSi
Compauliia de Seguros
martimos e terrestres
Estabelclda emlSftS
CAPITxU, 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
li 31 de dezeinbro de 1884
Mimos..... M-IOrOOOSOOO
Terrestres,. 316:000^000
44Kiia d ir
i
*
COMPANHIA
PEBKiHZl'CANt
DE
Savegaco Costelra cor Vapor
PORTOS DO NORTE
Paraht/ba, Natal, Macu,t Moasor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
vapor Jag-uaribe
Commandante Baptista
>
Segu no dia 21 do
Maio, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o dia 20.
Encommendas passagens e dinheiros a frete at
as 3 horas da tai de do dia da sahida.
ESCRIPTORIO
Cae da Companhia Pernambucana
n. 12
Companhia Bahlana de navega-
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Bahia
O VAPOR
Principe do Grao-Par
Commandante J. F. Teixeira
Segu impreterivel-
incnte para os portos
cima no dia 19 de
Maio, ae 2 horas da
tarde. Recebe carga
nicamente at ao li2
dia do dia 18.
Para carga, passagens, encommendas e dihneiro
a fretu tracta-se na agencia
7Ra do Vigario7
Domingos Alves Hathens
o
Maranao
Commandante Brant
BOYAL MAIL STE4H PACKET
GOIPARV
0 paquete Tagas
COXTRA FOCO
Sortb British & flercantile
CAPITAL
t.ooo.OOo de libras sterlinaa
A GEN TES
Adonison Howie & C.
COM4\IIIA D SECTl/Rft
NORTHERX
le liondre e berdeen
ro<.ici!ii Onancelra (Oezembro 1 ssr,:
E' esperado da Europa no di
23 do corrente, seguinds
depois da demora neceasea
ria para
de Janeiro Hone
Buenos Ayres
Para passagens, frotes,, etc. tracta-se com os
Consignatarios
Bahia, Blo
video e
narobu
ra com
Capital oubsciiptc Fundos accumulados Recelia nnnual i D premios contra fogo De premios sobre vidas De juros 3.000,000 3.134,34if 577,330 191,000 132.000
O AGENTE, John. H- Boxtcell Bl*nO COMMERCIO IV. O* \U1B
Vapor Nile
THEATRO
Espera-se da Europa no dia
17 on 18 do corrente seguin-
depois da demora necessaria
para
Baha e Rio de Janeiro
Reducqao de passagens
Ida Ida e volta
A Southmnpton 1 classe 28 42
Camarotes reservados para os passageiros de
Pernambuco.
r*ara passagens, fretes, etc., tracta-se '- m os
CONSIGNATARIOS
damsonlIowic&C.
Royal Ifail st:-n Mit Coropany
Vapor extraordinario
O vapor Nile
De 3,039 'andadas de registro
Sahir do porto do Rio
de Janeiro no dia 1 de
Jnnho prozimo com es
cala para Bahia e Per-
d, seguindo depois de pouca demo
malas e passageiros para
LISBOA E SOUTHAMPTOiN
Desde j recebe-se encommendas par
camarotes na
AGENCIA
Ra do Commercio n. 3
1 andar
AdamsonHowie &C.
AGENTES
HamDnrg-SuBQamerikanscB
DampfschilMrts-GeselIschafl
O vapor Campias
E' esperado dos par-
tos d) sul at o dia 2
de Junho e seguir de-
pois da demora neces-
saria para
Espera-se dos Dortos do
sul at o dia 18 de Maio,
seguindo depois da indis
pensavel demora para o Ha-
vre.
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
e offerece eicellentes commodos e ptimo pasea-
dlo.
As passagens pode rao ser tomadas de antemo.
Recebe carga encommendas e paesageiros para
os quaes tem excellentes accommodaeCeg.
O vapor VJe de Cear
Commandante Simn t
E' esperado da Europa
at o dia 21 de Maia, se-
guindo depois da indispon
savel demora para a Ha-
bla. Rio le Janeiro
e Mantn.
Roga-se aos Sre. importadores de carga p'Mos
vapores desta linha,quciram apresentar dentro de 6
das a contar do da descarga das alvareng; pal-
quer reclamacao concernente a volumes, que) po-
ventuiatenham seguido para os portos do suLafim
de se poderem dar a tempo as providencias neces-
sarias.
Expirado o referido prase a companhica n se
responsabilisa por extravos.
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete: trata-se com o
AGENTE
?$0 agente cima, a miniado do Illm. e Eim.
Sr. Dr. jais de direito de orphos e ausentes e a
requerimenio do lllm. Dr. carador geral de au-
sentes, em sua presenca, levar a leilo a referi-
da obrigaco do divida.
Roa de Pedro Alfonso n. 43
Quarta-feira, 18 do corrente
A's 11 horas
Leilo
De dividas na importancia de 13:6590600,
sendo 8:7670760 em letras e 4:8910840
em conta de livro, espolio do coronel Jo-
s Antao de Souza Magalhaes.
A's 11 boras
No hrmazem a ra do Imperador n. 16
O agente Martina, aatorisado por alvar do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito do civel, far leilo
com assistencia do mesmo juiz, das dividas acti-
vas do espolio do coronel Jos Antao de Souza
Magalhes.
l'dem ser examinadas as letras e a reiacao das
dividas em poder do mesmo agente.
= Compra-se urna dutia de cadeiras de junco,
un> consolo de pedra e duas cadeiras da mesma
qualidade ; quem tiver appareca no pateo do Ter-
co n. 18, quo achara quem compre.
Na Passagem da Magdalena, entrada para
o Remedio, alaga se pelo tempo que se con ven -
clonar, om sitio com boa casa, maitas fructeiras,
viveiro, baixa de espim, etc. : a tratar na roa do
Imperador n. 14, 1 andar.
Precisa-se de urna cosinheira par casa de
familia, qu< dorma sm casa ; a tratar na ra do
Baiao da Victoria n. 39, loja.
Ignorando-se a morada dos senhores abaixo
declarados se Ibes roga de rem ao largo da Al-
fandega n. 7, armazem, negocios de seus inte-
resses :
Andr Avelino Pereira de Mello.
Jos Tavares Carneiro.
Leodegario de Souz Barbosa.
Manoel Rodrigues de Mattos.

Prcisa-se de urna engommadeira, s para
roupa de mulher ; na ra da Matriz da Boa-Vista
numero 9.
Augasie Labilie
RA DO COMMERCTO-9
LELES
S. 3 RA
DO COMMERCIO
! andar
N. 3
Grande ft-sta artstica e abob"cionista
DO
icademlco Bibelro da Silva
Promovida pelo
GRIFO MATHIMI! Wlt:
DOMINGO, 22 DO CORRENTE
A's 8 huras da noite depois de uun brilbante
ouvertura pela orcbestia subir scena o appara-
"080 drama de propaganda abolicionista em 4 ac-
res, original de RIBEIRO DA SILVA, denomi-
nado
. COTIA, A HLHA DE AG-AR
Seguir-se-ha pelo festejado actor LYRA que es-
pontneamente se offereceu para mais abrilhantar
esta testa, urna nova e interessante scena cmica
do seu repertoiio, levada scena pela primeira
vez, intitulada
tniici Males k Brasil M & % G
0 nw AlllaicB
Espera-se de S'-v-ror!.
News, at o dia 24 t Maio
o qual eguir aepj's da
demora necessaria pira
Lisboa e Hamburgo
Para pasagens, tracta-se com os
CONSIGNATARIOS
t
O vapor Lissabon

Espera-se de HAMBURGO,
por LISBOA, at o dia 17 do
corrente, seguindo depois da
demora necessaria para
Le'Iao
Agente Britto
O agente cima, aatorisado pelo Sr. Eduardo
adaux, que se retira para a Europa, far lellao
do seguinte : 1 mobilia de junco, 1 dita de ama-
relio, mesa elstica de 3 taboas, 1 marquezao, 1
commoda, 2 aparadores, 1 quartinheira, 1 lavato-
rio, i espelho, 1 reiogio de parede, csndieiros de
kerosene, lanternas, louca de almoco e jantar, co-
pos, clices, compoteiras, facas, jarros, quadros,
tapetes e outros objectos miudos na antiga rna do
Pogo n. 18
Terca-feira 17 do corrento
A's 10 12 horas
Leilo
''croa-feira. 19 do corrente
A's 11 horas
No trapiche Annes, defronte d'Alfandega
De 180 saceos com feij3o mulatinbo de
Lisboa
A Macaca
Dar fim ao espectculo a chistosa comedia de
RIBEBO DA SILVA
Quem o afheio veste na pra^a
o despe
O tropo Pralernldade representado pela
;'_mmisso abaixo assignada, dedica esta festa ao
Ilustrado CORPO ACADMICO E AO ABO-
LICIONISTAS desta capital
Em um dos intervalles a commisbo ir aos ca-
marotes agradecer s Exmas familias o sea hon-
roso e valioso concurso a esta espontanea festa.
O resto dos bilhetes estar na bilbeteria do thea-
tro no dia do espectculo.
A commieto,
Joao F. de Souza Jnior.
Baha, Rio de f aneiro e Mantos
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
je com os
0 paquete Finance
E' esperado dos portos do
sul at o dia 21 de Maio
depois da demora necessaria
seguir para
Haranho, Para. Barbados, 9
Thomaz e !\'cw-York
Para carga, passagens,e ic mjj.'udas jdinheirc
* frete, tracta-se com os
AGENTES
Ilenry Forster & C.
N. 8 RA MJ COMMERCIO -
1. artda
Aracaty
Segu para o porto cima o hiate Deus te Salve,
recebe carga ; a tratar na ra da Madre de Dens
n. 8 nu no caes do Loyo, a bordo,
r
Segne para o porto cima o hiate nacional D-
Antonio, recebe carga ; a tratar na ra da Madre
dj Deus n 8, ou no caes do Loyo a bordo.
Rio de Janeiro e Santos
Para passageiros e carga a frete trata-se com o
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
RA DO COMMERCIO N. S
1' andar
CHRI.EI KS reuns
Companhla Franceza de Navega
cao a Y a por
Linha quinzenal entre o H"vre, Lis-
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
0 yajor Tilla ie Macei
Commandante Panchvre
Esperarse dos portos do sal
at odia 2 de Junho seguin-
do depois de indispensavel
d mora o 114 VRE, toetndo
em LISROA havendo nu-
mero suficiente de passabei
ros de 1 classe.
O VAPOR ENTRARA' DENTRO DO
PORTO
Conduz medico a bordo, de marcha rpida e
offerece excellentes"commodos e ptimo passadio.
As pasRagens podero ser tomadus de anteino.
Recebe carga, encommendas e passageiros pira
os qaaej ti'r, excellentes accommodacoes.
Para carga, pusagens, encommendas e dinheiro
a frete : trata-se com o
AGENTE
Agentes Borlamaqui e Gusmo
Leilo
Terca feira 19 do corrente
A's 11 1/2 boras
No armazem da rita do Imperador n. 30
De assucar, agurdente e mel
Os agentes cima por mandado e assistencia do
I.Iin. Sr. Dr. juiz de direito especial do commer-
cio, a requerimento do Viscondede Campo-Alegre
e outros, vendero em leilo o que se segu, pelas
amostras e a entrega na estacao das Cinco Pon
tas: 10,800 kilos de assucar de 1, 320 de 2>, mais
15 toneladas de assucar de 1, 59 ditas de 2",
4,148 litros de agurdente, 20,000 de mel tudo do
engenho central Santo Ignacio, no Cabo; mais 38
toneladas de assucar bruto, grande quantidade
de assucar rtame em & tanques, litros de mel em
2 1 [2 tanques, 227 saceos com assucar e cerca de
81 pipas de agurdente do engenho central Bom-
Grsto, em Palmares ; mais 13 depsitos com as-
sucar, 466 saceos com assucar de 50 kilos cada um,
52 ditos de 80 kilos, 15,000 kilos de assucar, litros
de mel em 2 taoqu s, ditos de agurdente em 4
cubos grandes no engenho central Cuyambuca e
finalmente 250 saceos de assucar, 180 ditos de
mascavado, cerca d 50 barris de agurdente,
1,000 litros de mel de 1 e 10,000 de i, no enge-
nho central Firmeza, na Escada, cujas amos-
tras desde j podem ser examinadas pelos senho-
res pretendentes no armazem ra do Imperador
n- 30.
De movis, piano, lougas, vidros, electro-
pate, plantas e viveiros com passaros
QUARTA-FEIRA 18 DO CORRENTE
A's 11 horas
Na casa terrea sita ra da Aurora n,
109 G
CONSTANDO
Dn 1 importante mobilia de junco com t&mpo de
pedra, 1 piano de Blond, 1 cadeira para dito, 1 es-
trado para dito, 1 lustre de gaz, 4 quadros, 2 pa-
res de jarros, 1 candieiro para gaz, 1 espelho
oval, 2 forros de quarto, 1 cama franceza, 1 guar-
da-vestido, 1 toilette,meia coamoda, 1 lavatorio.
1 marquezao, 1 cabide, 1 cama para menino, 1
dita para casal, 1 cabide de parede, 1 cadeira
furada, 1 mobilia de junco, 1 mesa elstica de 4
taboas, 1 guarda pratos, 2 apparadores, 1 machi-
na de costura, 4 quadros, 2 pares de jarros, 1
candieiro de gaz, 1 guarda comida, 1 mesa com
ps torneados, 1 dita com tampo de pedra, 1 la-
vatorio, louca para almoco e jantar, copos, cli-
ces, garrafas, colheres, talheres, salvas, appare-
Ibos, coiheres, facas, galheteirjs, licoreiros, tudo
de electro-plate, 1 lustre, 1 grande viveiro com
passaros, 1 dito com rolas e diversas qualidades
de plantas.
O agente Gusmo, autorisado por orna familia
que retira-se para fra da provincia, far leilo
dos objectos cima mencionados.
As 10 horas e 40 minutos partir um bond que
dar passngem grates aos concurrentes ao leilo.
Agente Burlamaqui
Leilo
De urna casa terrea sob n. 97 ra Im-
perial, fraguezia de Jos
<|narta feira 18 do corrente
A's 11 horas
No armazem ra do Imperador n. 22
O agente cima por mandado e assistencia do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito do civel, far leilo
da casa cima mencionada pertenceote aos her
deiros da finada Tbereza Antonia Ferreira dos
Santn.
Os Srs. pretendentes desde j podero ir exa-
minar a referida casa acina declarada.
Precisa-se de criadts para vender taboleiro :
na ra da Matriz da Bja-Vista n. 3.
= Vende-se dous apparelbos completos de ba-
nbos Ducas e chuvisco ; a tratar e vel-os na ra
da Aurora n. 137, das 9 horas da manha s 4 da
tarde.
Vende-se dous lindos viveiros com passaros
e rolas ; a tratar e vel-os, ;'ua ra da Aurora n.
137, das 9 horas da manb s 4 da tarde.
Precisa-se de urna cosinheira pura casa de
familia, que seja de boa conducta ; na ra do
Imperador n. 73, 3- andar.
= Quem precisar de urna professora para eu-
sinar primeiras lettras, francez, mujica, piano e
Aires, dirija-se ao Caminho Njvo n. 128.
Aluga-se urna sala, um gabinete e um quar-
to cm lugar muito ameno, Caminho Novo n. 12b,
pesaoa que se estime, solteiro, sem familia. Na
mesm; casa tero quem se encarregue de mandar
fazer o caf, lavar e engommar a roupa da pessoa
que abi quizer morar.
Pr>cisa-se de urna ama para urna pessoa ;
na ra do Padre Flonano n. 40, 2- andar.
AMA
Precisa-se de uma ama para lavar e en-
gommar em casa de familia : na ra do
Riachuelo n. 13 se dir.
AMA
Precisa-se de nma ama para todo servico de
uma familia de duas pessoas ; na ra do Rangil
numero 53.
Vende-se
o deposita de secco e molhado da
Prata, autigo becco do Marisco n. 7 ;
mesmo.
travesea do
a tratar no
Professo
Leilo
Em continnacio
Na ra Ptimeiro de Margo n- 12
Quarta-feira, 18 do corrente
A's 11 horas
Da fazendas, miudezas, chapeos e chapelinaa
para senhoras, cadeiras de junco, quadros, jarros,
candieiros, lamparinas, 1 machina de costura, 1
manequim, biqueiras para sapatos e outros ami-
tos artigos.
Agente Modesto Baptista
Em um engenho perto da estacao Timb as,
precisa-se de uma pessoa que saiha ensinar por-
tuguez e francez, preterindo-se a quem souber
tambem ensinar msica e piano ; a tratar na ra
do Hospicio n. 47,
Semenies de arrpalo
3 leilo
ACCOEM DE HAXCOS E COMPAMII \s
CAPIIAX. ACCOBS I
:!3. 000:000* i 1.000:000 165.000 50.000
1.000:000 5O0.-0O0 50.000 2.500
1.200:000* 100:000* 6.000 1.000
300:000 15.000
t 1.200:000 500:0805 99:200 600:000* 12.000 2.500 49.600 60.000
4.000:000* 20.000
2.000:000*
1.000:000* 1.1)00:000* 1.000:000* 1.000 1.000 1.000
1.200:000* 300:000* 12.000 6.000
600:000* 600
EMITTIDAS
200:000*
500:003*
2.00GJ
2.5001
Todas
Toda
Todas
Todas
Todas
960
Todas
Todas
Toda
Todas
2.071
Todas
3.680
1.358
Todas
Todas
Todas
Todas
3.8'.'9
300
556
1.444
Todas
VALOE
1 EX0MINACOE8
ENTRADAS
i (V)
20
20
200*
200*
100*
20
100
200*
2
100*
BaocoN
200*
200*
1004
1:000*
1:000*
1:
Brazil........
Englisb Bank of Rio de Janei-
ro, Limited......
London & Brazian Bank .
Crdito Real de Pernambuco .
Carrlw
Ferro Carril de Pernambuco .
Locomotora Pernambucana.
Esiradaw de ferro
Great Western of Brazil Rayl
way Company, Limitad (Li>
moeirc).......
Recite S. Francisco .
Recife Olinda e II >-?ribe.
Recife Caxaixj.....
Ribeirao Bonito.....
100*
50*
.Iniegaro
Companhia Brazileira
Companbia Pernambucana .
Seguro*
Amphitrite......
Indemnisadora.....
Phenix Pernambucana .
Diversas
Companhia do Bberibe (agua).
Santa Thereza de Olinda {agua
e gaz) .......
Fiaco e tecidos da Magdalena.
FUNDO DE RE-
SERVA
1:000*
100*)td,fica?*0
200*1 Usina Pinto
Vapore e navio* denpacbado*
Vapor nacional Pernambuco, sabido a 14 para
os poitos do sul, levou a seguintj carga :
Qpara Macei :
2 barricas com assucar branco.
1 dita com funnha de m ndioca.
Para Babia :
713 tardes com xarqae.
25 caixas com cajurubeba.
2 ditas com calcado nacional.
1 dita eom chapeos.
Para Ri de Janeiro :
1,876 saceos com assucar branco.
300 ditos com dito mascavado.
VJ ditos com coco seceos.
7 atados com vinho de jurubeba.
Para Rio Grande do Sal :
200*
10
10
60*
200*
Todas
20
Todas
200*
Todas
40*
200*
200*
100*)
6.754:900*833
200.000
250.000
1:270*504

61:926*797
1.500:299*778
66:527*840
20 %
20%
20 e/.
Todas
Todas
Todas
50*
Todas
OLTMO DIVI-
DENDO
9* Dez. 86
9 /. Dez. 86
9 o/o Juiho 86
10 V. Dez. 86
6* Juiho 84
8 % Dez. 86
3 3/4 o/0 Des. 86
tr. 6* Dez. 86
6 % 1882
75:873*317 12 % Dez. 86
55:187*677 8 / Dez. 86
30:000*000
10 / Abril 87
6 % Jan. 87
10 o/ Dez. 8o
ULTIMA COTACAO
250*000 (Rio,
15 16
19 20
70*030
70*000 (Rio
30*000
19 1/2 20 1/2
103 105
210*000
1 1/2 1 3/4
275*' 00 (Rio)
35/
150*00
335*000
320*000
155*000
40*000
Ao par
95*000
25*000
Ao par
i'BEBVAOtlES
Em Londres
dem idem
Procuradas
40 acedes a e-
mittir por te-
rem cahido
em cmico
Era Londres
Em Londres
Agenta Britto
De uma obrigacao da quantia ds 6:0005,
assignada por Manoel do Nascimento
Vieira da Cuaba, e perteocente ao espo-
lio de Mara do Carmo Vieira da Cu-
?ha.
Sabbado 91 do corrente
A's 11 horas
Na ra 1- de Marco n. 12
O agente Modesto Baptista por mandado e cora
assistencia do Exm. Sr. Dr. juiz de orphos e au-
sentes, a requerimento do testamenteiro e inven-
tbante do espolio d} finado Manjel de Moura
steves, far leilo de tres terrenos, casas, sitas
na estra do Arraial, pertencentej a o mesmo es-
polio.
O mesmo agente dar as informaces, preci-
sas.
Compra-se na fabrica Apollo ra do Hospicio
numero 79.
Xarope de cambar gnico e bal-
samo de Tol
Preparado pelo pharmacentico Jos Francisco
Bittencoutt
E' um poderoso preparado para todas as affec-
c5es dos orgos respiratorios, como catarrho pul-
monar, asthma, coqueluche, bronchite, pnenmo
nia, tisiea, etc., etc.
Cada frasco 1*000
Deposito na Pharmacia Central, ra do Impera-
dor n. 38. Pernambuco.
Tnico de mutaiuba
t'ompotito com quina e ;lyee
Entrada* de a**acar e algodo
HEZ DE MAIO
ENTRADAS
Barcacas.....
Vapores.....
Estrada de ferro de Ca
ruar .....
Animaes.....
Estrada de trro de S.
Franciscj .
Estrada de trro de Li-
moeiro.....
a
1 14
1 16
1 4 14
1 16
1 13
1 13

18.885
20
2.695
1.920
43.797
1.356
68.673
1!
1.440
1.123
40
4.079
1.378
680
8.740
125 saceos tom assucar branco.
1,547 oarricas com dito 4ito.
95/2 ditas com dito dito.
50/4 ditas con. dito dito.
Para Pelotas :
1,025 barricas com assucar branca-
25/2 ditas com dito dito.
175/4 ditas com dito dito.
25 ditas com dito muscavado.
Car.-egsram diversos.
( Vapor nacional Giqui, sabido a 14, conduzio
para Fernando de Norjah.i, a seguate carga :
8 barricas com assucar branca.
1/2 dita com dito dito.
5 taceos com dito mascavado
5 ditos eom sal.
Car.-egaram diversos.
Lugar norueguense Hans Tode, sabio hontem
levando para Uruguayana a seguinte carga:
1,840 barricas com assucar branco.
500/2 dita; com dito dito.
500/4 ditas com dito dito.
503 ditas com dito mascavado.
Carregaram Jos da Silva Loyo & Filho.
Sab*llaico de nota*
As notas do Thesouro de 2*000 da 5. estampa,
5*000 da 7.' e 10*000 da 6.*, sero substituidas
na TbeEouraria de Fazenda at o fim do mes de
Junho com o descont de 2 0/0, o qual ser eleva-
do a 4 0/0 a contar do 1." de Juiho a 30 de Se-
tembro do corrente Mino.
Hala
A do vapor nacional Espirito 8anto, que segu
para os portos do norte, fecha b >js, s 4 horas da
tarde.
Pauta da Ifandega
StM NA DE 16 A 21 DE MAIO DE 1887
Assucar branco (kilo) 126
Assucar mascavado (kilo) 066
Alcool (litro) 218
Arros com casca (kilo) 65
Algodo (kilo) 360
Assucar refinado (kilo) 145
Borracha (kilo) 1*26>>
Couros seceos salgados (kilo) 500
Couros verdes (kilo) 270
Cacao (kilo) 400
Cachaca (litro) 077
Caf bom (kilo) 460
Cafrestolho (kilo) 320
Carnauba (kilo) 366
Carscos de alrodo (kilo) 014
Carvode pedra de Cardifi (toi.) 1*000
Couros seceos espichados (kilo) 585
Farinha de mandioca (litro) C 50
Fumo restolhj em rolo (kilo) 400
Fumo restolha em lata (kilo) 5ti0
Fuun bom (kilo) 720
tenebra (litro) 200
Mel (litro) 040
Milho (kilo) 040
Taboados de amarello (dus'.a) 100*000
Exportaco
BfcCIFB 14 DE MAIO DE 1887
, Para o exterior
N vapor ingles Baskena Bay, carregou :
r/ara Liverpool, M. J. da Rocha 1,559 saccas
com 11 ti,92 kilos de algodo.
Para o interior
No lugar norueguenie Hans Tode, carrega-
ram :
Para Uruguayana, J. S. Loyo & Filho 160 bar-
ricas com 9,309 kilos de assucar branco.
= No lugar norneguense Stabil, carregou:
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se casas a 8*000 no becco dos Coc-
aos, junto de S. Goncallo : a tratar na roa d>
Imperatriz n. 56.
com quina
ria
CONTRA AS CASPAS
22 = Ra Larga do Rosario
22
AttenQo
Perdeu-se do Arraial ao Monteiro at a estrada
do Lamaro, no trem das 5 horas e 18 minutos
da tarde de honteru. 15 do corrate mez, urna
volta com cacoleta de oaro de le ; quem a achou
e juerendo restituil-a, far o obsequio de levar ao
Arraial, estacao da Mangabeira de Cima, em rasa
de Francisco Jos Quedes de Lacerda, ou na Al-
fandega, que ser generosamente recompensado.
Para o Rio Grande do Sul, S. G. Brito 1,203
barricas com 138,000 kilos de assucar branco
Na barcaca Bga-nova, carregou :
Para Macei, A. C. da Silva 310 barricas com
30,000 kilos de sebo.
= Na barcaca Flor da Penha, carregou :
Para S. Luiz, A. Angelo 5,000 litros de sal.
Xavio* 4 carca
Barca norneguense Olitner, Rail.
Lugar noruegaense Stabil, Montevideo.
Patacho ingles Kathleen, Estadjs-Unidos.
Patacho allema Calo, Rio Grande do Sal.
Vapor ingles Baskena Bay, Liverpool.
Navio* & deacarga
Barca inglesa J. B. D., carvo.
Parea nacional Mimosa, xaiOue.
Barca norueguense or, varios gneros.
Escuna nacional Evora, varios gneros.
Lugar nacional Marinho VII, xarque.
Lugar inglez S'.ella, bacalho.
Patacho nacional joven Correia, xarque.
Patacho nacional Rival, xarqae.
Patacho nacional Andaluza, xarque.
Vapor nacional Principe do Grao Para, varios
gneros.
Vapor ingles Frutera, carvo.
Dlnbelro
O vapor inglez Trem trouxe do Rio de Janeiro
para :
English Bank 50:000000
O vapor nacional Espirito Santo trouxe dos
portos do sul para :
Francisco R. Pinto Guimares
Martms Fiuza & C.
Francisco Goncalves Torres
Machado Lopes & C.
A. Augusto dos Santos Porto
BeruarJiuo Lopes Albeiro
O vapor nacional Principe do
trouxe d i sul para :
Mendes Lima & C,
Maia & Rezende
Seixas & Irmos
O vapor nacional Pernambuco ltvou para :
Rio de Janeiro 12:000*000
dem de 16
De 2 a 14
Id>>m de 16
Oe 2 a 15
dem de 16
Uomnlado Protr.ndai
Recife Drainage
603*815
18:664*223
19:125*958
4:996*034
24:121*992
2:435*545
1:232*414
3:667/959
10:COO*000
6:000*00)
4:000*000
3:878*560
2:000*000
2:000*000
Grao Para
2:000*000
1.000*00J
800*000
Haladoaro Publico
Foram abatidas no Matadouro d* Cabanga 109
rezes para o consumo do dia 15 de [Maio.
Sendo: 84 rezes pertenceate a Oliveira Castro,
f C, e 25 a diversos.
tendlmentos pblicos
MEZ DE MAIO
Alfandega
Renda geral :
Oe 2 a 14 338:286013
dem de 16
Renda prornisial
De 2 a 14
[dea de 16
42:434*2c0
40:192*951
6:190*978
380:720*263
46:388*929
Recebedoria
e 2 a 14
427-109,5192
18:050*408
Vapore* e navio* esperado
VAPORES
Gold Halldo sul boje.
Argentinade Hamburgo hijc.
Lissabonde Hamburgo hoje.
Nileda Europa hoje.
Ville de Maranhodo sul amanh. i
iikaii enyde Trieste amanh.
Financedo sul a 21.
Ville do Ceardo Havre a 21
Merchantde Liverpool a 23.
Ceardo norte a 23.
Taguada Europa a 23.
Alliancade Ncw-Pcrt-News a 24,
Manosdo sul a 27.
Junho
Campiasdo sul a 2.
Ville de Maceido sul a 2
Ni'.e do sul a 6.
NAVIOS
Amandade Hambargo.
Apotbeker Dirsende Santos.
Ameliado Rio Grande do Sul.
Albanade Cardiff.
Anne Catharineda Babia.
Anne Charlottedo Rio Grande de Sul.
Bernardus Godelewus do Rio Grande do Sul.
Carolinado Rio Grande do Sul.
Diudado Rio Grande do Sul.
Enjettado Rio Grande do Sul.
Erutede Hamburgo.
Elysado Porto.
Favoritede Santos.
Guadianade Lisboa.
Jelanthede Santos.
Hovimento do porto
Navios entrados no dia 15
Cardiff 45 das, barca ingleza J.B.D, de 400
toneladas,#capito Charla Dagwell, equipagem
10, carga carvo de pedra ; ordem.
Babia e escalas7 1/2 dias, vapor nacional Prin-
cipe do Or&o Para, de 603 toneladas, comman-
dante Jos Fernandes Teixeira, equipagem 26,
carga varios gneros ; a Domingos Alves Ma-
theus.
Navio entrado no dia 16
Ro de Janeiro o escalas6 dias, vapor nacional
Espirito Santo, de 1,999 toneladas, commandan-
te Joo Mana Pessoa, equipagem 60, carga va-
rios gneros ; ao Visconde de Itaqui do Norte.
Navio sahido no mesmo dia
Montevideo Lugar norueguense Hans lode, ca-
pito J. A.' Josefssen, carga assucar.

r
MOTILADO


^^ ^^i
___
1
6
Diario lie Peroambucii~-Terfafera 17 de Maio de 1887
1S
Receben 4 Exposic Central, ras larga do
Boiario n. 38.___________________________
Piarracia central
Ra do Imperador n. 88
Jos Francisco Bittencourt, antigo pbarmaceu
tico da ph-iriaaci francesa roa do Bario da
Victoria n. 25, avisa a seas amigos e fregu. zes,
que se acha Da pbarmacia cima, oude espera
continuar a merecer a confianca que felizmente
depositaran! em seus trabalh >s proteaeionaea.
Manhiga ingina
Tem para vender em latas com meio kil* cada
ama a 7(0 rs. Antrnio Duarte, ra da Umo
n. 54 e Arthur G ncalves Maces, ra da Au-
rora n. 85, confrontando-ae com a estacio de
Olinda.
VERMIFUGE COLMET
(CHOCOLATE com SANTONINA
I UFiUJTQ. jara destruir u LOMBRlBiS
U ?ermlfuB"o e reconunndado pelo (i
_tr agradinl e conser'asin iadefiid- Tjff .
Lratls Ja" Cein-l,iibE.I!ihtnaW.rltll"W. Cosinheiro
Precisa-se de uin bom ajudante para cosinhei-
ro ; no Caminho Novo, hotel n. 118-C.
ii:in;Mi->i'Mir\
NICA H TNICA
I
OE FILLIOI
ROSADA Wl dar1
brauc
DE FI-LIOL.
STANTANEA I ir > barka-
M un fideo. Km prearacS I oraocos
n I.T.gem. | a Cor primi'jT-
^MfJtsttral en Parlar FIIUOI,47, ruTlrieut, ta
i #tria*u>..c. ra_y m silva o
el si riLiz
\os 5:000$00
BU-HETE* (iBIV'ilOON
Fra^a da IndependeD
cia ns. 37 e 39
O abaixo assignado vendeu da 3* lote-
ra extrabida boje, 13 do correte anorte
de 1005 era o n. 7231.
Apprcximac,2o com 102jJ000 em o n.
2141.
Achara se venda os felizes bilhetet
garantidos da 4a s beneficio da Santa
Casa de Misericordia do Recife que se
extrahir m quarta-feira 18 do crrante, as
2 horas da tarde.
PRECOS
Em poreao
Inteiro 2700
A retalho
Inteiro 30000
k nado 4
Prec ase de um criado : ysj tar na rna do
Paysand n. 19, PasBagem da ai*gdalena.
A Rcvolofo
Kn Duque 'c (avias n. 48
Tendo rebebido directamente um rxp'en do
sortlm'nto da fazendas que veodera por pr eos
que admirara.
Lindas cachemiras brdadis a te la a 700 ris
o cavado.
Linn com salpicoa fazenla imito larga a 600
ris o covado.
Las com listrinhas, novidade, a 560 ris o co-
Vado.
Ditas eom quadrnhoa a 40T ris o c v ido.
Lindas lpicas de cores a 320 ris o cjvado.
Kicas pec-is de ctamine modernssimo a l a
peca
Cambraia bordada a 5*300 e 6*'00 a dir.
Ricas giwrnicoes de vidrilhos, bordadas, a....
500 uina.
Lindos damasc idem idem a 320 ris o cova-
do.
Gurgurinaa de liatrinhis a 320 ris o covado.
Fuatoes de cores ^20 e 400 ris o covado.
Ditos bmucos a 40), 440, 500 e 640 ris o co-
vado.
Linhos escoss -zes a 200 e 240 ris o covado.
Lis escossezas a 120 ris o covado.
Setinetas finas a 320 ris o covado.
Vcllu Jilhos lisos e lavrados a U' 00 e i200 o
ce vado.
Ditos bordados a retroj a 1800 o covado.
Cortos de cachemira para vestido go to escos-
sez a 20.
Toilettes para baptisado a 9f e 12.
Renda do Japao, a i'00 ris o cevado-
Cortes de rusti para colleta a lfOOO cada
urna.
Camisas para genhora 30<000 o 48*000 a du-
zia.
Cortinados bordados a 6*50), 7*500 e 9*000
0 par.
Espartilbos de couraca finos a 4*. 5*, 6* e.. .
7*500 um.
Colchas de cores a 2*, 4*800, 5*500 e 6*000
Leques de papel, novidade a 500 ris um e 5*
a duzia, sao fiuoe.
Lencos de esguiao a *, 2*400, 2*800 e 400
ris a duzia.
Fichas de retroz com palmas de seda a 1*000
e 1*500 um.
Heias para hom-m a 2(400, 2*800, 3*000, 4*,
5*500 e 7* a duzia.
Ditas para genhora a 3*, 4*, 5*300,[6* at.. .
15* a duzia.
Grande sortimento de < adspjloes, algodo,
brins de cores e brancos, casemiras petas e de
cares e muros outros artigos de phantasia
\
>0V >
O V fl>
r
Boa casa
Aloga-se C sobrado n. 67 4 rea do Bartholomfu,
confronte a estaco de Cirubr, com bastantes
comnsodos e boa vista ; h trat.tr na ra larga do
Rosario n. 34, pnaraaiia.
Criada
Precisa-se de urna criada que saiba engommar
e ensabear bem, dando fiador de sua conducta ; a
tratar na ra do Pro^resso n. 7, na Solcdade.
Ama
Precisa-se de urna ama para co3nhar c cnta-
boar ; na ra ia Ponte Velha n. 16____________
Caixciro
Precisa-Be de um caixeiro de 14 16 anuos,
com pratica de seceos e molhados ; na ra de
Uarcilio Das n. 26.
Bom negocio
Quem quizer estabelecer quulquer negocio no
melbcr local da ra Nova, pode dirigir-te a mes
ma ra n. 16.
CtoO'BEIlTi
I0**1S.___
P<^ OLER Y Vetide-se em bdi a tirte
E3SD23SS_Z5__E?3Er.
FranciMca Pire* de Magalbes
revea
Una possoa a quem muito tirata a memoria
de D. Francisca Pires de Ma^alhaei Breves, man-
da celebrar ama missa s 7 1|2 horas da manh,
na matriz de S. Jos, na Bfxtafeira 20 do cor-
rente, trigtsimo da de sen fallccimento. Convi-
da a todos os parantes e atDgis da finada para
compareceris, e desde j autecipa seus agrade-
cimentos. .....______
IIypollto Xavier Continuo
M. A. Rodrigues Piuheiro emi mu ber rnandam
resar misiat na igreja da Koledade, a 6 horas da
manh do dia 20 do correte, trigsimo do falle-
cimento de seu presado segro < pai, Hypolito Xa-
vier Coutinho, e convldam para nssistir a este
acto, as pessoas de sua nmizade, p-lo que se con-
fci-sam desde j airradeoidon.
Jnlo Porto Carreiro
Os alumnos do Instituto 19 de Abril, represen-
tados n_ commissSo abaixo aasignarla, couvidam
a todos os paren tes e amigos do Julio Porto Car-
reiro para assietir-'m as missas, que por alma d#
finado, mandam celebrir na ui triz da Boa-Vista,
as 8 horas da manb ds dia 18 do corrente, trige-
jimo do sea pauamento.
A eommisso desde j.l se contrssa summamente
grata a todas aa pessoas que se dijrnarem compa-
recer a e-se acto de religilo.
A commissSo
Alberto Cavalcante de A. Wanderby.
Alfi-do F. Pinto.
Joo Paulo C. Leo.
As Pillas Catharticas
Do Dr. Ayer.
A experiencia do tempo. apniie*' Pllwla* *>
I)r. Ayer, te Awlo approTiicSo eoai o resol*
obtid* com as mesmae. Hani:iiailquarentaaun que astas Pilnlas obtiveram uma pnpulaiiilaile nul-
vernal, que nenhuina outra uiedecina purgativa t ni
podido rivaiisar.
PICOLA! rx> I>K- Av: ::. -urgam coaipleta-
mente o ventre eom anavidade, e .itunuian o for-
tiflcam os orgSos digestivos e assiuillfttivos.
As Pilulas do Dr. Ayer
eiinun bnilf,eaUo e impedimento, e evitam multas
a miado f.'itaes, enferudades, mot
por iiqnelLis desonlens.
Para as doencas do Estoni.ign. Ficado e Ruis.
cujog ymptomas sao as Enfermldadna fia l'cll'.s
Ardor" e Peso no Katmnasio, Nauaea, Males,
Dore de Cabera. Hlito Ftido, Febre "Biliosa
. Clica. Dores do estomago costas e espaduas,
Inehaefie HydropicaR, etc.. nada a allivia
eom seguranv" e promptidSo como as Pilulas i>o
1 ni. \\kb; as quaes io de grande utilidade no
.tinithn Como remedio domestico nao ten cgul.
PBEPABADAS PELO
DR. J. C. AYER su CA.,
Lowell, Mass., E. V. A.
A- venda as principies pharmacias e drogaras.
PrevenQo
Constando-mo que alguem se inculca,
por meio de cartas para coai as Exmas. fa-
rsilias, que me honrara com suas ordens;
ser cortadora do mea atf lier, declaro ser
falso, po8 at boje nao confer titnio
este a pessoa alguma ; assim como previ
no as mesraas Exmas familias, que du-
rante a minba pequea ausencia na Euro-
pa, onde vou me prevenir de objectos fen
dentes a minba arte, nao deixo ninguem,
me substituindo.
Aproveito a occ&sio para fazer constar
que a Sra. Mara Duarte deixou de fazer
parte do numero de minhas costureiras.
Pernambuco, 30 de Abril de 18S7.
Ra do Imperador n. 50 1 andar.
Mii.e. Fanny Silva.
1
\J
Aoso:OOO$OO0
BILHETES GARANTIDOS
16Raa o G-dneftib
O abaixo assignado vendeu nos seus
venturosos bilhftes garantidos, d lotera
da provincia os seguintes premios: o n.
3736 com a sorte de 500000 e o n. 1 com
a sorte 30^000.
O mestiio abaixo assignado convida sos
pnseuidorcs a vircra receber sem descont
algum.
Acha-se venda os seus venturosos bi
Ihetes garantiJos da 18 part da 4a lotera da
provincia que ser extmb.ida na quarta-feira
18 do corrente.
Pl*CCOS
Um inteiro ^OOO
Um tcrQO 10000
Empoifao de iOO^o^Opara
cima
Um inteiro 20700
Um tergo 900
Joaqw'm Pires da Silva.
So na Revolado
Ra Duque de Caxias n. 48
HenriQue da Silva Moreira
L. Lack & Correia
Par:icipam aos seus amigos e freguezes e ao
publico em geral que, tendo transferida sea esta-
beleciment > eommercial e officina de alfaiataria
)aro predi > n. 45( mesma ra do BarSo da Vic-
toria) ahi seacham com um ezplendido sortimento
prompto a executar qualqaer trabalbo tendete a
ana arte com toda a perfeieo, pontualidade e
modicidade nos precos.
Rfcife, 16 de Maio de 1887. ______________
Viiilio da Moiirisca
Propro para mesa
' ra de Pedro Ivo n. 22
Romano & C.
loo Perrelra d Silva
Antonio Ferreira da Silva, sua mulher Maria I.
Ribeiro da Silva e Jos Ferreira da Silva e sua
mulher (auaentes), tendo recebido a infausta no-
ticia do fallecimento em Portugal de sen presado
pai e sogro, convidam aos at u parentes e peseoas
de sua amizade, para assistirem as missas que
mandam celebrar pelo seu etorno repoaao, na
igreja do Espirito Santi-, na terca-feira 17 do
corrente, pelas 7 1|2 horas da manba, pelo que
desde j ant-cipam o aea rec^ohecimonto.
.-' Inga-se a casa n. G ra do Riachuello, an-
tiga do Destioo, na Boa-Vista ; a chave acha-se
junto n. etrata-se na ra da Guia n. 62, Re-
cito.
Tendis tonae oa oflrreiN do pello : >
Usai o mi'lbor remedio, que o PEITORAL DE
CAMBARA', e veris como vosso s>-ffnment des-
apparece. Vende-se na drogara dos nicos agen-
tes e depositarios geraes na provincia, Francisco
Manoel da Silva i\ C ra do Mrquez d Olinda
n 23. ____________
Tonturas de cab^a oo cucha-
qnecas
Esse terrivel soffrimento cura-se fazendo se
uso diariamente, ao deitar-se, de urna a duas pi-
lulas anti dyspcpticas e reguladoras do vmtre,
preparadas por
Bartholomea *V C. 8acee*sore*
34 Ra larga do Rosario 34
Pernambuco.
Jalroph
Manipoeira
Esse medicamento de uma efficacia rrconhecida
no beriberi e outras molestias em que predomina a
bydropesia, acha-se modificado em sua prepara-
cao, iracas a uma nova formula de um distincto
medico desta cidade, sendo que somente o abaixo
assignado est habilitado para preparal-c de modo
a melhorar lhe o gosto e cheiro, sem todava alte
rar-lhe as propriedad s meiiicamentoeas, que se
conservara com a mesma nctividade, se nao maior
em vista do medo por que elle tolerado pelo
es t-mago.
I nlro deponllo
Na pharmacia Conceico, ra do Mrquez Je
Olinda n. 61.
Bezerra de Mello
Terreno no Arraya.
Tendo sido annunrisda a venda de um terreno
i ra da Harmona, no Arr ya I, pertencento a
Rufino Cruz Couceiro, previne se a quem interes-
sar que a cerca ltimamente feita nos fundos do
inc-mo terreno invadi os dos vizmhos.
DAY& MARTIN
Fo.-ntcKlort, dt Su Majcstid i 'isi.-fta da IngliWrt,
do Enrctto i Hkrilm trftannMa.
MXA BRIUIANTE LIQUIDA
GRAIXApasuUNCTU0SA
OLEO para AHHEI03
EUomsf sttsairio Mnrn?lu*Mcit4
sos todas it ftirnun.
DEPOSITO OBRAi. KM Lw'IOflU :
, Hiyh /Int!>ori*. 97
_ftn_tM: nilr ELM ttllk***.
.
!___?.' .
SALVEL
"K TOO A* AO
5 MOLESTlSfi^flS UHUlilAS
TsrKCTiLarsnva
tfz/rc ehrenico a bszigs,
I: rttavo o canal c utrs,
. Molestias de prstata,
/conttftop.cla a Urina,
Arele na arna, etc.
I Z&W&WM, PSsrmacetttio-ChimiB,
V, j*rilSc ih "i CAifiCM-yE, 15. AR1S
VlNHO
tl.il-lriR
fpoO^Yiai, ce PARS1
Contando o tras tormentos
e/a digeatdo :
Pepsina, Diaslase e Pancretica
aSCSITADO POB TODOS
OS ItCSIlZCOS, para as Dlg-estC
1 tardas c laboriosas, Dyepop-,
Isla. Cardalgin, Oastrodyna,!
I Sastralgla, Calmbras de esto-\
J maro. Vmitos, Convaleaoen-
cas lentas, etc.
Deposito geral H. VIVIEN
50, Boui' de Strasbourg, em Parla
fV TODAS AS PHARMACIAS
60:000^000
Em beneficio da Inslruccao Publica da provincia
Esta lotera dividida em 5 partes
Exlraccao da 1.a parte da 1.a lotera
Sabbado, 21 do corrente
Bilhetes venda na Casa Feliz praca da
Independencia ns. 36 e 37; Casa da Fortuna,
ra 1. de Mareo n. 23; Roda da Fortuna, ra
Larga do Rosario n. 36.
cfeuj 6 vigw para todos
3DOE2STQ__s
ESTOMAGO, FI6AD0 e INTESTl
vmno e xarope de jurubes-
BARTHOLOMEO & Ca
PRAbM. PERNAMBUCO
nicos preparados de Jurabeba approvados pela Academia e Medicina, c\
I recommendados pelos Mdicos contra as Molestias do Estomago, Perda de Appe-1
ti te, Digcstes difneeis, Dyspepsia e todas as Molestias do ligado, c do Be-jc
na Oiarrhea chronica, na Hydropesia, etc.
CTJTCDAJDO COM A.3 FALSIFICApOESI
EXIGIR m &-*4*~a

CASA DA FORTUNA
Aos 5:0001000
Contabilidad^ mer-
cantil
Um mo;o bastante hab itado na materia cima,
propoe-se a ensioar por preco mdico, empregaodo
um methodo fcil e abreviado, appcado ao com-
mercio nacional e estrangeiro ; a tratar com o
mesnio, ra das lrincheira< n. 19, 2- andar
das 8 horas s 10 da mauha, e das 2 s 6 da
tarde.
CURA CERTA
de todas s AffeoQSea pulmonares
Bilhetes garantidos
23RA PRIMEIKO DE MARCO-2?.
Da 17a parte da 3a lotera H provincia
venderam Marlins Fiuza & C. os seguin
tes premios garantidos :
2140
5283
4558
1801
5(38
490
3207
5D48
Antonio Perelra da Cnnba
Joo Vctor Alves Matbeus, ferido pela irrepa-
ravel perda de sea presado amigo Antonio Pereira
da Cunha, manda njdia 18 do corrente, 15. dia
de seu passamento resar -tiversas missas na ma
tria da Boa Vista, s 8 horas da mauha e para
assistir a este actJ, convida a seus a igos e aos
parentes e amigos do fiaado, agrxdecendo desde
j mos que coroparecerem.
AVISO
CoQcrtani-se machinas de costura de
qaalquer fabricante, bombas e toda e qual-
qaer qualidade da machinas movidas a va-
por, OU gaz, etc.
PRECOS SEM COMPETENCIA
39-EU O M-Jbu-39
i ji -*)!
Candida Rosa Barroso
1.* raiVEBSARIO
Francisco Barroso, saa mulher e filo a mandam
celebrar uma missa no dia 18 do correte, s 7 1/2
horas da manha, na roatri. da Ba-Vista, por
alma de na irmi, cuuhada e ti, e para assisti-
rem a -sse acto c-nvidara as pesiis de ma ami-
ssde e aquella. de seus prenles que anda guar-
dan) uma saudosa Umbrtica da fa'lrcida.
R">ff, 15 df Maio de 1887
5:0005
1:000,5
1W
50,5
50$
3(A
30$
30-5
Acham-se venda os afortunados bi-
lhetes garantidos da 18a parte da 4a lote-
ra que se extrahir quarta-feira 18 do
corrente.
PREgOS
1 rntfiro 3^00
1 t-rco 15000
2 ai porco de loo^ooo para
cima
1 inteiro 2^700
1 tergo 900
' licenciado pela Inspectora Geral
de Hygine do Imperio do Brazll.
WOLFF & C.
N. 4SUA DO CAIGA'- -i 4
_\ est? limito oiih.ciilv cst.ibi'l to encontrr o respeitniv-l 'ptibtico o mis
variado completo sortimento de JOA*
receFiidas sempre direetnmento dos saelho-
res r.brlcantes da S pelo ttpii a 3o %nto do mundn elegante,
Sucos adereces completo.*), lindas pnlsei-
ras, alfinetcs, vo.tas do .uro cravejala coa
br I liantes. 011 peroluN, anneis, caceleta,
hoto-.'* e ontros inultos artigos prop ios
de*te genero.
ESPECIALIDADE
Km relogioM do uro. prata e nlrkelados,
para hosaeos. seuhoras e. meninos dos niui.
acre litados fab-icantc a da Europa e Ame-
rica.
Vara todos os srtigos desta casa 5 ran-
te-se a bou qualidade. asim como a m dade nos preces qu* silo sem competencia.
Vesta casa taro bem concerta-..e qual-
quer obra de 011ro ou prata e tiunbem rir-lo-
gios de qualquer qualidade que seja.
4Ra do Cabug4
rm
Todos aqucJles que soffremj
Ido peito, devem experimentar!
jas Capsulas do Dr. Fournier. f
Depositarios em Perntmbuco :
FRANCISCO M. da SILVA i O.
XaropeZed
{De C0DEINA 0 TOLU)
O Xarope Zed emprega-se contra as
Irritofes do Veilo, Tosse dos Tsicos, Tossa
convulsa [CoqueiuclK),'Bronchtts,Constit>afMS,
Catarrhos e Insomnios DcrsisUntcs.
PA3IS, 22, rn- Drouot. S FUAaMiClAS
"fUayuv
o de assuear
Clon Iliterario nieguen Jnior
O Club l>igue8 Jnior convida a todos os seus
consocios para assisttrem urna missa, que por alma
do consocio Julio Porto Carreiro, manda celebrar
na matris da Boa-Vis:, s.8 horas da manha do
da 18 do corrente, trgesimd do seu passamento.
O club desdi j se confssa eternamente grato
a todtss as pesaoas que se dgnarem comparecer
O 1* secretario,
Joao Paulo C. LeSo.
Apparelhos econmicos pr>ra o cozimen-
ta e cura. Proprio para engenho peque-
nos, s'-ndo modied en preco e ef
lectivo em operaco
fode-8e ajuntar aos eDgenhos existentes
do systeina velho, melhorndo muito a
qualidade do assuear e augmentando a
quartidade.
OPERAgO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou engenhos centra.es,
'iia:hinismo aperfeir^oado, systema moder-
no. Plantas completas ou machinismo
separado.
Especificajdes e informa(3es com
Browns V.
5RA DO COMMERQO-5
%
PHARMACIA CENTRAL
38Kua do Imperador38
Tendo passado por uma completa reforma acha-se montada a satisfazer com
prorrptidilo as indica(,'3is medicas, tendo para esse fim medicamentos de primeira qua-
lidade e especialidades pharraaceuticas dos primeiros fabricantes.
Progredior
Fabrica do, lquidos espirituosos
ti ti:
VlNHO oeJURU BEBA
BARTHOLOMEO a C*
Pharm. Pernambuco
nicos preparados de Jt.'RUBKBA re-
commendados pelos Mdicos contra as
Soerc -.s do Istoma^o, ru.do Saco
e Intestinos, Perda do Appetite.ctc.
15 Anuos de bom xito!
EXIGIR A ASSIGNATUR/..
'H Jr yf *?~ v. \,4*
* folgara fragancia > ~
FRANGIPANNI
Opopoaax Psldlom
Oarlssln Oeradi
,9 Tene-K m lodmt
^S trftmartat .o/
^ .**- vo*>-
5?
lififi
o .5*0 ^K09
i|fW
*m
Ao publico
-i TT|5^k

Neste bem#nontado estab'lecimento pr param-
se todas as qualidade^ de gen braa e licores, as-
sim emo vinagre branco e tinto, garamindo-se a
isenco de ingredientes D>>rivos a saude, cemo
tem sido verificado pela illustrnda junta de bv-
giene.
Joaquim Duarte Simo s & C.
Larcn da Aiaemblan. 9.iimi_-<*
Farle do Hallo, Recite
Atten^ao
Grandes Pechirchas
Cizacos bsrdidcs finissiinrs para se-
nhoras a 5^500
C'misas bordadas para senboras a 4500
Baias bordadas o que ha de bom a 450 i
Lnns finas para vestidos modernas a 36 ris
o e ado na ra do Duque de (.'asias n 49
Loja do Triumpi"
Bastos & C.
Retirsndo-me trroporrriampnte para Portusal,
deixo p^.r meus proenradores os Srs. Antonio Al-
ves Pacheco, J 's Tbeotonio Domingues e Joa-
quim Gomes Salgueiro. Peco aos mtus amigos
desculpa por nao me despedir pessoaImcnte, oque
fac-o pir e^te meio, ofFerecendo-lhes os nius limi-
tados prestimos naquelle reino. Recife, 13 de
Maio de 1887.
Jos Verissiroo Marques.
fiOEltto ESTOMAGO
DIORSTOB8 DFFICEI8
Dyspepsias, Gastralgias, Anemia,
Perda de AppeMe, Vmitos, Diarrhea,
Deb'ha.ide das Criangas
GURA SEGURA B RPIDA PELO
TNICO-DIGESTIVO
cerr ffuina, Cocn t Pepsina.
Adoptado em todos os Hospitae3
MEDALHA3 AS EXPOSlrflES
PARlS.r LaBruyre,34,8emtodMnP_ar_tcas.
AdirUolitntia : PARII, Boultrsrd Uontmarn.
GSANDn-GRrLLE.^fleccSo lrmphalic'.'iii-
pas tas Tas digestivas, .bstmcrSesaon);ailoori"!^'.'
obsiraerots .,s-graes,eoncretos calculosas lab-i.
HOPITAv. Affeei-oesdas riasdigfsliras nremn:o-
c'.M du c-.loi.'ia,-o, digesto d.il, inappewaca,
ga-tralcias Jijopsia.
CLESTIN3 ->-.trerfoesiIosrins,ila5sarcia,
eoncreto.sdasounoa>, S .ia,dubels,a!A'jmni:rt3.
BAOTERIVE.T-Afrf-of'sdosria.itoWiigaj rNi.
3jncrK*sda>u'ira is, go', dunetes, .' muarla.
EXIJA-SE (i B0_E da FORTE U CAPSULA
Kjb PtrntmOJCO, ss Aguas das Fontes .le Vicaj.
rima nortadas, arh^-sa eso caas de
MAIUSIEN. Y LABILLE, 9, ra do CoaaiHRa-
. aoi_XB i KOi'CUXIH, 5. rus, a Craa.
ni i mmmmmmmm
\

I MUIHAN I
n<




)

*

\


Diario de PcrnainbocoTer Alagase barato
Ra Visconde de Itapariea n. 43, armasem.
Roa Coronel Suassnna n. 14!, quarto.
rnu-ae na ra do Cowmercio n. 5, 1 andar
iptorio de Silva (iuimaries a, C.___________
Ata -se
o
ama casa com sotan, edificada a moderna, com
accoraraodacao pura familia, sitio pequmo, entre
ai duaa estacSes Jaqneira e Tamarineira.
OTRA
Urna caea nova em treote do Sr. Thom, propria
para pf quena familia, entre Jaqneira e Taman-
neira ; a tratar na ra Primeiro de Marco n
loja dt. joias. ; _________,________
r,
Amas
Preciaa-ie de ufoa eosinheira e de ama molher
de idade, para tratar de dous menino* de 2 e 4
annos ; na ra da niao n. 55, por traz do Gym-
nasio._________
Ama
Preciaa-ae de urna ama na fabrica Phenix ra
de Joao do Reg n. 15 ; a tratar na meaaaa.
Ama
25,
Preciaa-ae de ama ama para o servico de ama
eaaa de piuca familia ; na ra Nova n. 14, se-
gundo andar.___________________________
Alus-a-se
a loja do predi da roa do Miqne do Herval
travesea do Pocinho n. 33, prepria para aeougue
oa outro qualquer estabelecimeDto commercial,
por ser de esquina ; a tratar no largo do Corpo
San'o n. 4, 1 andar.________________________
Advocado
O bacharel Antonio Ribeiro de Albuquerque
Maranhso tora sua banca de advocacia na praca
de Pedro 2o n. 75, no meemo escriptorio do Dr.
Maooel Nttto Baudeira.____________________
o a s at
Afeuga se o 1' e 2' andares do predio n. 27 a
rna do Imperador, caiado e pintado de novo, tendo
bons commodo e agua ; a tratar na rna Duque
de Casias n. 47.
Tro
Um rapaz que tem pratii-a de fazendas, offere-
ce-se para caiseiro, para dentro oa fra da pro-
vincia, d ecnhecim-ntu dr tu ecnducti ; quem
precibar deixe carta nesti. typngraphia com as
iuiciacs P. L.
Ama
Tricofero de Barry
Garntese que faz nas-
eer e crescer o cabello ainda
sos maia calvos, cura a
tinha e a caspa e remore
todas as impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente impede o cabello '
de cahir ou de embranquo-
eer, e infallivcluiento o
torna espesso, macio, lus-
troso e abundante.

Precisa-se de urna ama para casa de peqaena
familia ; a tratar na ra do Pavsand n. 19, Ps-
sagem da Magdalena.
Ama
Precisa-sp de urna ama para lavar e engommar;
na ra Primeiro de Marco n. 16,
Ama
Precisa-se de ama para engommar e oosinhar
a ra da Imperatriz n. 41, 1- andar.
Ama
Precisa-se de urna ama p8ra cosinhar, comprar
e maia aijrum cervico de casa de la llia ; na ra
nova de Santa P-' n. 47.
Priso do ventre
A cora deaaa molestia que tantea incommodos
causa, obtem-se muito simpleamente tomando-se
por algumus noites urna cu duas pilulas andi-dia-
pep'icas e reguladoras do ventre, preparadas por
Bar i ol.nuil A C. Koccesrore
34Ra larga do Rosario34
Pernambuco.
,ill lltlll4J.il >a>ai*l.a^ft Belleza Hygiena. Saude
ULTIMl MVIOADfPBE PARADA CONFORME OS PROCESSOS SCIENTIFICOS OS MAIS APEBFEIJOADOS

J

&

#
* if
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*>*
> 'v* .
-
s* *
& 4S
9* Productos
SUPERIORES
A JO Ni Perfumista, 62, B" de Strasbourg, PARS
#_____frjosittrios no Pcnambuco : FRAK" M. da SILYA&C* K naspriscip.'RS Casas de perfumaras
PHARMACIA FABi\CEZ.\
WS,
FERREIRA IRMAO l C.
S-IUi DO BHiO DI VH1IM5
N'este estabeleeimento bem eonheeido,
encontrar o respeita\el publico, um com-
pleto sortiment de medcamenos, drogas,
productos chimicos, especialidades pharma-
ceulicas nacionaes e estrangeiras, leos, ver-
nizes, pinceis, artigos proprios para photo-
graphia, pyrotechnia, etc., etc., tudo recebido
directamente dos mais acreditados fabrican-
tes da Europa e America.
Garante-se a qualidade de tudo que fr
comprado n'este estabeleeimento, quer em
grosso, quer em retalho, afim de bem ser-
vir aos que lhe dispensarem sua confianza.
25ra do Bardo da Victoria25
8
itmm Viettrii
la Ptrnatnbuco:
IMM **
ilAu .*sexxcajbib"TO de mn irusto agradavel, adoptad* com erando exlM na
Kls ae 20 aoaM pelos mcJioras Mdicos de Parlz. cura os etluxm, ty, Tout,
m dt ^icrua. CoMrre wlwwr. arme'- 4a n-i. d> yia rvurm 4a nvaex.
CAJURUBEBA
PREI*ARAU() VINHIIMI DEPURATIVO
nPPEOACO PEM MI DE ftTBISIB PDBLlGi DI GCBTE
Aulorisado por d cre o imperial da 20 le taha de 1885
Composciftft de FirraiDO Candido de Figueiredo
EMPBEGADO COM A HAIOR EFFICACIA NO RnEMATISMO
DE QUALQUEK TATCKEZA, EM TODAS AS MOLESTIAS DA 1-ELLE, AS
LEUCORRIIAS O FLORES BRANCAS, NA ASTHMA
BRONcniTES (molestias das vas respiratorias), nos soefbementos
OCCASIONADOS PELA IMPUREZA DO 8ANOE E FINALMENTE
AS DIFFERENTES FORMaS DA SYFHIL1S
PropagadorA. P da Cunha
As importantes coras, que este importante medicamento tem proHuzido, attes-
tad&3 por pessoas de elevada psito social, fazem com que de toda parte seja elle
procurado, como o melbor e mais epergii'o depurativo do singue. %
Depurar o sapgue, como lODdiyao de urna circulaco benfica e efficaz, eis em
qne consiste principalmente o roeio mais sguro de conservar a sa le e de curar as
molestias que a impureza do sangue occasiooa.
O Cajrubba, pela sua acyao tnica e enrgicamente depurativa, 3 medica-
mento que actualmenta pd s cons-guir esse resultado sem prejudi ar nem alterar aa
furjcc5"3 do estomago e dos intestinos, porque nao contm subntancias nocivas, pesar
do vigor depurativo dos productos que consiituem a base principal d'este medicamento.
As muitas curas que tem feito, esta o comprovadas pelo testemunho dos dis-
tinotos e conhecidos cavalleiros que firmara os attestados, que este jornal tem publica-
do em sua secc,ao ineditorial.
Deposito central, Fabrica Apollo, ra Hospicio 79
ulia* ptaraiacln ue llrazii e do i-tiranfetro
A' venda em
rSUSPENSORIO MiLLERET
FUNDAS MILLERET
A Cu* Mllleret mmuli twu FlmlU nalmilnu i
mu Fua invistveit, par,
tmlrr ElaaOoo. aun CordSes
Para evitar as contraa**
BMgir m marea Inventor imprimi
rm emim ntrpnmrit.
Heian para Variaea
TVulcs eluucM >J(eD nat. OHTBIU Pili i BUBJ81 E UU1M.
R3T, Z.X OOtniiKC, ftiifiar, -*9, rom J.-J. Rouutau, PARS
DSPOSnOB EM TOPAS AS PMHCJPES PHARMACIAS
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor am
1829. E' o nnico perfume no mun-
do que tem a approwu;ao officia! de
om Governo. Tem duas vezea
mais fragrancia qua qualquer outra
e dura o dobro do tempo. E'muito
mais rica, suave e deliciosa. E'
muito mais fina e delicada. E'
mais permanente e agradavel no
len^o. S anas vezas mais refres-
I cante no bano e nc cuarto do
doente. E' especifico contra a
I frouxidSo e debilidade. Cura as
dores de cabeca, os cansajos e os
I desmaios.
larope ie Vida ie Eeiter So. 2.
WHISKY
ROYAL BLEND marea V1ADO
Este excellente Whiaky Eaoaaaei r ^erivt
to cognac oa agurdenle de canna, para tortifios
) corpo.
Vende-se a retalho noa t lhorea armasena
Bulhadoa.
Peda ROYAL BLEND marca. VIADO cujoat
ne e emblema sao registrados para todo o Braat
BROWNS t C, agentes
Cabriolets
IB DE USAb-O. DIPOLS DE SAZrA
Cura positiva e radical da todas aa formaade
aacrofulas, Syphilis, Feridaa Escrofulosa*,
Affecc3es, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perdado Cabello, e de todas bh do-
encas de Hengue, Figado, e Rius. Garante-M
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangue
restaura e reno va o rvstema inteiro. a, i
Sabao Curativo de Renter
Para o Banho, Toilette, Crian.
8as e para a cura das moles-
as da pella de todas as especias
sm todos os periodos.
Approv^df'S e autoris;tdos ptla inspecto
ria geral ic liygicnne do Rio de Janeiro.
Deposito em Pertiambueo casa de
Francisco M-^noel da Silva & C.
Tinta preta -
INALTERAVELi
a
(OHHlAICtTlVt
PHARMACIA CENTRAL
38 Ra do Imperador 38
Ce ra a m b ii r o
Serve para eacriptnraca mercantil e d 3 ou
copias de urna ver.
Precisa-se de um coainheira p.ra cata de fa-
milia e qu- 8 ador n 73, 3 andar.
Vende-se dous cabriolets, sendo um descobert.
e oatro coberto, em perfeito estado, para um ou
doos cavallos; a tratar ra Duque de Caria?
4 A7 florida
Rna Duque de CaxJas n. toa
Chama se a attenco das Ezmas. familias par
08 procos aeguintes :
Ciutoa a 1*1000..
Luvaa de pellica por 2 500.
Luvas de seda cor granada a 2t, 'fb00 e 'i
o par.
Fitas de velludo a. 9 a 600 ra, n. 5 a 400 re, c
metro.
Al bu na de 1*500, 2{, U, at 8*.
Ramcs de flores finas a 1*500.
Luvaa de Escossia pera menina, lisas e borda
di=a, a 800 el* o par.
Porta-retrato a 600 rs., 1*, 1/500 e 2*.
Pentes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Anqninbas de 2*, 2*500 e 3* urna.
Pliass de 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 i
Eapartilho Boa Figura a 4*500.
dem La Figurine a 5*000.
Pentes para coco" com inscripcSo.
Enchovaes para batizados a 8, 9, e 12*000
1 eaixa de papel e 100 envelopes por 800 ri
Caplia e veua para noivas
Suspencorios americanos a 2*500
La para bordar a 2*800 a libra
Mo de ptpel de corea a 200 ris
Eslojos para crochet a 1|000 rs
Bico de cores 2, ,1, e \ dedos
de largura a 3*000, 4*000 e 5*000 a peca
Loquea transparentes a 3*000
dem preto a 2*000
Lindos Broxes a 3*000 l*0!0 e 500 ris
Leques para menina a 200 ris.
Linha para machina a 800 ris a duzia, (CBK
Bordados com dois dedos de largura 600 ris.
3 dedos 800 ris, 4 dedos l*!00.
Garrafa i'agua Florida 800 ra.
Leques com borlota a 800 rs.
Bicos branc s pura s >tinta, cretone e chita pa-
ra correr babados a 1*000, a 1*500 a peca com
10 varas, barato.!
Albuns de chagrem, veludo e verbotina para
50 e 60 retratos a 6*, 7* e 8;000.
Meias de Escossia para senhoras, a }*500 o par.
Lencos de linho em lindas cmxhs,
Bico das linas muito fino proprio para toalhas
e saias.
dem japonez proprio para alvas e requets e
toalhas de altar.
dem brancos com 5 dedos de largura, a 3*000
a peca com 10 varas.
Caixas com snrtes de jogo de mgica proprios
para salao, a 5*000.
Sabonetes de di versas qualidades.
Bolsas de courc para menina de escola.
Collarinho de linho a 31-0 ris um.
(randF poriiincba em emparttlbON
de linbo a SftOOO. um.
BAHBQtA & SAOXTS
Cimento paiente Portiand, marca
KubliiH Lamion A Korlbreeld
Kent
Vendem Livramento i C no caes do Apollo
numero 45.
ChlorosB, Anemia Catnarro pulmonar,Bronchlte chronlca,
ytharro da Bextga, Phtisica, Tosse convulsa, Dyspepsla, Palisi,
Perdas seminaes, Catharros antigs e complicados, etc.
oulevar Denain, 7, em PAJUZ, e oa* principan Pharmaeias.

De todas as fazendas existentes na anliga casa de
Os segnintes arligos comprovam a realidade em vista dos sens pref os
Cortts de fustao para coletes, a 1,5000, 1^200 e 1,5800!
dem de casemira de cores, a 20000, 25500 e 3^000 !
Casemiras pretas e flanellas, a 800 rs-, 1,5000 e 15200 o covado, urna largura
dem diagones, a 2000, 2^200 o dito 1 duas larguras.
Brn9 de puro linho, de cores, a 800 rs. e 16000 metro 1
dem idem, branco n. 6, a 1,5500 o dito I
L3s de todas as qualidades para vestidos, a 200 e 240 rs. o covado em e
Iho para acabar.
Cachemiras dora, a 400 e 500 rs., o dito !
Setins de cores, a 600 e 800 rs. o dito !
FustSes branco e de rfjres, a 250 e 320 rs. o dito I
Meias alvas p ra meninas, a 2,5500 a duzia I
Camisas ioglezas, finas, a 3(1)5090 a dita!
dem francezas, branca e de cores, a 24000 a dita!
Guardanapos grandes e de linho, a 3500 a dita I
Ceroulas bordadas, de 20,5000 ^para acabar) a 12000 e l5;5O0O a dita I
Espartilhos, de 80000 e 1000^0 (vende-se) a 4,5000 e 5000 1
Madapolao americano, a 60000, pijas de 20 jardas I
EsguiSes para casacos, a 40000 a dita de ditas !
Cambraias braieas bordadas, a 50000 e 50500 a peija !
Grande sortimeuto da chapeos para senbora, a 40000 e 5r>000 1 para liquidar.
Fichs e capas de Ja, a 20000, 40000 um !
Bramantes de linbo puro, de 30000 (para acabar) a 20000 o metro I
Setinetas, a 280 rs de todas as cris.
Pannos para m-sas, atoalhados bran'os, algudoes, e finalmente liquidam-se
odas as fazendas por menos 40 /0 dd seu valor a3 que tstiverem abertas as pegas.
utiga casa
DE
CiMEKO DA CINHA
59Ba Duque de Caxias59
XAROPEd REINV8LLCER
j^.JiO
Laureado pela Academia de Medicina
Cara/Ae/ro da Legiio de Honra
Euenio
o
CaixeirA
Na ra da Palma n. 37, precisa-sc de um cai-
xeiro com pratica de molhados e que d fiador
sua conducta.
Ama para cosinhar
Precisa-ee de una ama ; na ra da Imperatriz
o. 23, ) andai.
VENDAS
Tamaoeos do porto
para hornero e senhora. o que ae pode desejar de
maia aperfeiejado.
Srmmt s muito novas
de horti.lic- s e flores
S. lias
Amores perieitos
Pufas Mendes & C.
Rini cstieita do Rosario n. 9. juuto a igreja
livramento ik i).
vendem cimento port'and, marca Robins, de Ia
qualidade ; no cn> n do Apollo u. 45.
Yende-se
a arma^ito da taverna da na de S. Joao n. 17,
com os gneros ou sem eiiea, para fiear ou sabir
da cafa, como cojver ao comprador ; a tritar na
meatna.
Vende-se o engenho Soledade, no termo de Ipo-
juca, miia legna dictante da eatacao da Escuda,
tem vapor, casa de vivenda, etc., etc., e acha se
livre de qualquer onna. -Vende-se tambem o gado
e safra a & Iber ; a tratar com Luis Goncalves da
Silva & Pinto, no largo da Companhia Pernam
bucana n. 6, sobrado.
tn
Uuiiiu ui
Vende-sp na ph imacia du Dr. Sabino, rna do
Barao da Vi-toaja n. 43.____________________
re-
conM^na-
Cofres de fe ro
Carlos Sinden

ceben, em
c,o, cofres de ferro
prova de fogo. Assim
conio cha preto de su-
perior qualidade, e
vende por presos mais
barato que outro qual-
quer.
48-P.na do Barao da ViVtorf t-48
Grande sorliiiieiilo
BE
Fops <* sorles
para os festejos ii-a noitei de
Joio e 8. Pedro.
S< uto Antonio, 8.
lia mvM
Vnde-sfl por pne^e muito raaoaveis e fai-se
grande diff>renc em jiorca .
l.Knaoo Baito da Viclor I
Luja do Souza
N0V1UADES
Na loja das Lislras Azues
A' ra Duque de Casias n. Gl
Telephone 211
LAS de quadriuhos fazeuda escura lindas cores
a 361) rs.
SETINETAS de listras e quadrinbos de cores
a 320 rs..
FUSTAO branco a 360 e 400 rs.
CORTES de vestidos braneoa faaenda de qua-
drinh s como organdy a 5000.
CAMBBAIA de aalpico e bordada a 800 rs., em
pee 6000.
SETIvETA japoneza tazenda de listras largas
com lindas eVes a 4t0 rs.
MADAPOLAO americano igual ao camiseiro a
6*000.
BRAMANTE de quatro larguras a 900 rs.
CI1IT\S Gnas percales cr^s seguras a 240 rs.
CRE TOMES fr-ncezea ultima navidad? corea
segums a 320 e 360 is.
8ARGELIM tr^ncez qualqur cor a 240 rs.*!
MERINOS entestados t^dns as cores a 800 rs.
RENDA hespanb' la preta urna guaruico para
vestido a 3*000 e 4^000.
BIC('() de toros e matizados a 4500 a peca.
LUVAS de eda pretas e de todas as cores a
9*0 0 e 2*500.
LbQUbS de setim e pb>.ntasia de 500 rs.
ESPARTILHOS couraca a 4C00, b{ OfO
6*000.
LENCOS brancos finos a 14500 e 2*000 a du-
na.
BORDADOS e ntremeles tapados, tranparen-
tes. e de tusto, todo o prer;o.
MEIAS para senhora, para humera e meninos,
ti do o p'"t"-
FICH de seda ccr de creme e pretos a
2*50" i.
MANTILHAS hespanhoias ultima novidade a
4*0 0
E cutrae muitia fazend a rovas que as Ezmas.
Srn. podero ver na loja ou mandar ver as amos-
tras que se nao sem peuhor na Luja la*
Lislras Aine* de
.1 se Augusto Oas
Cocheira wnda
Vende-ae umn eocbeira bem localisada e afre
guezada, cu admife-ac um socio que ntre com
capital e nw poas administral-a, fat-ae qualquer
negocio uas condicoes exrx'Stas, em mxo de o
dono precisar tater urna vixgen ; a tratar na ra
Duque de Cazias n. 47.
Yende-se
^HATO
d.CAL
G-EXj-^-
TS&
o^
O Pbosphato de cu a substancia mineral mais aunaant"? do organismo e toda vea que sua
quanttdade normal dlmlnue resulta urna alocco orgnica grave.
Mais de cinco mil curas, a mor parte jiAi[A;ada pelos Profesores e Mdicos das Faculdades
forao oDtlaas nlUmarnecte e fizero com que o Xirope do t>' Reinvlllier fosse classiflcado
como o especifico m-iis seguro costra a Tsica pulmonar, Bronchlte chronlca, anemia,
achQO, Srbilidade do Organismo. O Tarop ao Mi' Keittviiusr admlntglraQO
diariamente as enancas facilita a dentico e o cresclmento: as maes e amas de leile toraa c
tem melhor; Impcde a carie e queda dos denles to frecuentes depos Ua prenliez.
Dernito: Pharmacia VDlEIfQUE, 8, Fiaos da la Magdaleine, PAJUZ.
Em Pernamiuco: FRAN" M. da Sil, VA A O, ai pnncioiss Pnarmacia e Oro o deposito sito ra do Coronel
com piucos fundos
Suassuna n. 180,
Terreno
Vende-se um terreno confronte a eatacao do
Princ pe, estrada de Jo4o de Botros, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundos, e com alicerces
para 3 casaa; tratar na ra d'Apollo a. 30. pri
ero andar.
Semeutes de earrapato
Compra-s grandes e pequeas qaantidades :
na drogara de Fri ncigco M. da Silva & C, ra
do Marques di' OiiiHa n 23
Fregoezia do Recife
Alluga-se por prego muito commodo, a ama pe-
quen familia orna sota toda dependente do Io
andar, da ua do Visconde le Itaparica n. 63, an-
liga do Apollo, no mes o precita se de urna preta
de meia idade que seja fiel, para vender na rna
daasebom ordenado.
Lotera da Provincia
t
tyuarta-feira, 18 de Maio, as 2 horas se
eitrahir a da 4.a lotera em beneficio da
Santa Caa de Misericordia do Recife, no
consistorio da is^eja de Nossa Senhora da
Concetyo dos Militares, onde se acharo ex-
postas as urnas c as espheras arrumadas cu?
ordem numrica apreciadlo do publico.
fiLLAS DIGESTIVAS DE PANCREATINAl
de DEFRESNE
' P/iarmaceufi'co de Classc, Fornecedor dos llospitaes de Parts
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Paris, o mais poderoso
[digestivo, que se conheca, visto como tem a propriedade de digerir e
lar assimilaveis nao smente a carne o os corpos gordurosos, mas
larbem o po, o amido e as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracao, ou
ausencia de sueco gstrico, inflan;maciio, ou ulceraroes do estomago, ou
ido intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Defresna depois da co-
y|mida, sempre alcangam os melhorcs resultados o sao por isso proscriptas
pelos mdicos contra as seguimos affeccoes:
Falta de appetite.
'Ms digestes.
Vmitos.
Flatulencia estomacal.
Anemia. | astralgias.
Diarrhea. j Ulceragoes cancerosas.
Dysenteria. i Enfermidr,des do figado. ^*
Gastrites. Emmagrecimento. ^\
Somnolencia depois i'comer, 5 vomit03jU5acompanhara a gravidezfEBi
PA^CSEAT!??A DEFRE-SHE em frasquinhos com a doso de 3 a 4col]
radazlnhas depois da comida. Sl
Em casa da DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, i
ffM
VINHOgilbertSEGUIN
Asprovado pe A-CAdeToia de Idedioina. de Franga
MAIS DE SESSENTA ANNOS DE EXPERIENCIA
Vinho de urna efficacia incontestavel camo Antiperiodico para cortar as Febre,
e como Fortificante as Convaleseenfos, Debilidade do Sangue,
Falta de Jlenstruaco, Inappetenein, UigestGes difficeis,
Enferndadem nervosa, Debilidade.
Pharmacia G. SEGUIN, 378, ra Saint-Honor, PARS
Denosi'anos era Pernamhvco : FRAN"> M. da SILVA e C.
N. 203. A presente marca, por mira registrada, com a rubrica Julio Guims-
rSes-de qne uso, oootendo a rderjominacioVENEZA.destina-se aos cigarros ex-
postos venda, por Santos d C, firma commercial domiciliada neata praja, ao Arco
da Coneeicao ns. 4 e t, da qual nico responsavel Manoel Luiz dos Santos Jnior ;
foi dita marca presentada registro, nodia 20 do corrente, a urna hora da tarde, e
registrada nesta data em cumprimento do despacho de hoje da meretissima Junta
'.ommcrci^l, que nessa mesma sessao ordenou a baixa no registro da marca n. 193.
E para cuo-prir o preiito despacho e o preceito da lei, fiz o registro da marca eapra,
do qual extrahi esta nota.
Pagnu ura mil ris de m parecer fiscal e pagar 5#200, sendo 50 de sello d
registro e 200 ris de 5 e|0 addicionsl.
Secretoria da Janta Commercial do Recife, 21 de Abril de 1887.
O secretario,
Julio Augurio do Cunha fhtimarSe.
1 IUTRWH
l


8
______I
de PcrnambiicoTerfa-feira
_^__^___.
o de 1887
ASSEMBLEA GERAL_
SENADO
SESSAO EM 6 DE MAIO DE 1887
PEESIDBSCU DO SB. CRUZ MACHGDO (2.
VICE P8ESIDEXTK
F. Octavian* des-.java cffe-
O !
reeer ensejo ao nobre presidente do conse-
lho pa a dar alguma ootiaia da modihca-
cSo do gabinete. Cre, porra, que n3o cor-
respoderia aos sentinieutia do Sonado se,
antes disso, nSo mai-ifestasse sua grande
magua p-bs repetidos e graves suffrraen
tos do chefe do Estado. (Apoiados geraes.)
Sirva Iha do Unitivo, e de conforto an-
ciedade de sua carinhosa enfern:eira, o sa
bor que as afn cc5es e tristeza de seu lar
domestico sao itniecSes e tristezas da na-
co, e qua todo o Brasil faz votos para o
completo rcstablecimanto do Ilustre enfer-
mo. (Apoiados.)
O nobre presidente do conselho inais do
que niDguem deve zelar os direitos do par-
lamento, porque liberuada e indepen-
dencia da tribuna deve a autoridade de
que goza. Portanto, o nobre presidente
do conselho, nao aecusar o orador de inea-
cienta se, apoiado nos precedentes, desde
j vem inquirir dos motivos da retirada do
Sr. constlhero Alfredo Chavos.
Em outros paizes de menos refolhos na
politia.*, os ministros estSo em constante
communaagSo com oa seus amigos e com
o paiz ; boje, a: em Franga se adoptou o
uso de dar-se noticia do que se pas3a as
conferencias do chefe da repblica com os
ministros. All mostra se assim que as
altas regios nao se admiti a politiea do
meserico. Entre dos s durante quatro
mezes no anno podem as Brasileiros eonhe-
cer da gestSo de seus negocio?.
E' sabido que a origem dos desgostos do
Sr. conselheiro Alfredo Chaves foi a ques
tSo militar. Nao deseja entrar nesta ques
tao, que foi ardente, mas que o actual no-
bre ministro da guerra applacou com um
banbo do agua norma. O que real que
quando o Sr. conselheiro Alfredo Chaves
sabio do ministerio j essa questao havia
entrado em phase do aecmmoclagao.
O Governo quo se opresentra convicto
do seu direito de venar o uso da impren-
sa aos militares, sentiose abalando e im-
prensa aos militares sentio-se ablalo e
iostituio um arbitramento, eseolhendo para
decidir a questao aquelles proprios que os
militares notavelmente escolheriamos ma-
rechaes do exercito. Ouvidos elles, offe-
receram um alvitre conciliador: opinou
que, exceptuadas algumas bypotheses em
quo nao era corapativel com os deveres de
um militar a dis :usa3o pela imprensa, em
todos os mais o militar, como qualquer ci
dadao, podra usar da liberdade de expri-
mir seus pensamento, sujeitando-sa ao di-
reito commum. Era fcil e lgica a con-
clusSo da que3tao assim posta.
Adverte que nao est tomando a respon-
sabilidae de solucao alguma ; est se col-
locando na situ:>cao em' que o governo se
collocou, e tirando a consequencia lgica.
Se o governo escolheu um arbitro, devera
gug< itar-se decisSo deste. Se oa factos
que tinham sido objecto de censura esta-
vam as bypothesoj especiaes, o governo
devia manter a c rasura ; ae cstavara ni
regra commum, devia Retirar a censura
cero igual hombridede.
Nada disto so fez, e o Sr. conselheiro
Alfredo Chaves saino do ministerio. Es
tano a questao assim encarainhada, pare-
ca que o nobre ix ministro da guerra re-
tirou sa porque os aeus collegas o imped
ram de tomar a soluto natural, ou porque
ello impedia que os seus collegaa a tomas-
sem. O que os amigos do governo disse-
ra m foi que o Sr. ministro sanio por <\w
propunha medidas enrgicas, qua os seus
collegas recusaram tomar. O nobre presi-
dente to conselho vai dr a luz sobre tres
motivos.
Ainda urna observ.agSo. J com a reti-
rada do Sr. conselheiro Alfredo Chaves o
governo perdeu parte de aua vitalidade :
era um moco activo inteligente, sympa
thico cmara dos deputados. Deu-se de-
pois o facto da entrada para o senado de
dou ministros deputados. O nobre presi-
dente do conselho nSo querer, de corto,
continuar com um ministerio j debilitado
e do senadores; a cmara dos deputados
ae sentira meno cebada ae ae visse dirigi-
da por tutores do sonado.
J tero dito cmara que naque do seu
regiment a facilidade, que eoncedeu aoa
ministros senadores, de j terem asenlo
para discutir toJ.s as quest'as, chamoin-os
quando Ibes convier, mas tcabem com essa
facilidade de que tem resulta lo o deaequi
librio desde entSo nota-jo e a preponderan
ca do elemento do aenado as organisa-
coe8 ministeriaea ; ou entao aeja a facili
ciada reciproca, tenham assento no senado
es ministros deputados, como acontece na
B lgica. Nada de partilhas leoninas.
O nobre presidenta do coaselho natural-
menta dir que vai reorganiaar o gabinete
j tarde ; cjm a sua experiencia dos ne-
gocios j devia ter previato a situagSo em
que hoja se acha.
Os ministros indicam na falla do throno
reformas estudadas : quem as vem defen-
der ? Vio apparecer duas series da mi-
nistros ; os ministros responaaveis sem te-
rem tido deliberagSo as reformas, e os
ex ministros qua as hSo de vir defender sem
terem a repponsalidade de sua execugSo.
A situagSo na) boa.
Descnlpo o nobre presidente do conse-
lho esta liberdade de tribuna ; nada tem
dito seoSo com a intcngSo de dar-lhe en-
sejo para manifestar se perante a nagSo.
O Sr Baro de C'otegipe [presi-
dente do conselho) observa que anda hon-
tem acabou o senado de constituir-se ; por-
tanto nao ha a menor demora as expli
cacots que os gabnit-s costuraam dar so-
bro 8U3S orgausagoas ou alterago'as.
E! certo que o governo nao pode conti-
nuar sem orgauisar se : mas seria iaoppor-
tuno auir a todas as observac5e3 feitas
pelo nobre senador. Todavia tem de infor-
mar que, surgiodo divergencia sobre algu
mas medidas prepostas, com relacao ao ex-
ercito, pelo Sr. conselheiro Chaves, enten-
deu ello qua sua permanencia no ministe-
rio, sem a decretacSo dessas medidas nao
era possivel; c com muito pez ir os seus
collegas tiveram de acquiescer sua reti-
rada.
Quanto a querer o nobre senador que
o orador declare quaes as medidas que fo-
ram objeoto de divergencia, entenda que
nao o pJe satisfazer. A questSo era de
opportanidade ; o governo pas precisa de
execu'.al-as como eut-.-nder mais conveni
erte.
AbunJa dos conceitos do nobr3 senador
sobro a influencia que o ramo temporario
do parlamento deve exercer as organisa-
c,038 ministeriaes. E' principio qua tem
sampre sustentado, e a que attendeu quan-
to lhe foi possivel na organisacao do gabi
nete, posto que na occasiSo nao contava
roaioria na cmara dos deputados.
Correram os tompos; alm da falta de
um deputado quo sa retirou do gabinete,
foram cleitcs senadores dous ministros
raeaibros daquella cmara, e que ha pon-
eos momentos tomaram assento no senado.
B;m sa v qua neste momento que se
d maior desequilibrio do que j havia na
eomposicao do ministerio. E' pois occasiao
do governo attender necessidade t2o pra-
conisada pelo nobre senador.
Nao analysar os conselhos que o nobre
sanador deu. Hiver tempo de considerar
essas opinio-s. Dir apenas qua o systema
da repblica franc?za, so tem tal extensao
qual .fliriDou o nobre senador (o que nao
parece ser exa to), nao pdeo orador ad-
ptalo ; seria muito prejudicial aoa negocios
pblicos ; importara lazer a poltica e a
administrado as pracas publicas.
O governo tem da dar conta dos seus
actos ; mas nao podo ser obrgado a decla-
rar m folha offiiial quaes sao os assumptos
qua estao s.nio estudados e acham-sa su-
jeitcs sua deliberajao.
P.do qua toca ao qua se tem denomina-
do questao militar, assumpto que nao
cabe em um pedido de explicacoes como
o que acaba de ser feito. Na dscussao da
ei de forQas o governo ter de defender e
uatificar o seu procedimento.
Ped?, portanto, que sejam adiadas quaes-
qaer observucSes a este respeito para me-
lhor npportunidade.
O *r. Affonso Cel89 nSo contra-
riar os deaejos do nobre prosidente do
cons'duo, enterreirando a questao militar ;
concorda em que aeja adiada.
Quer apenas acentuar as concluso" 's que
naturalmente decorram das dccIara^Sas que
S. Exc. acaba da fazer a essa respeiu
A primeira conclusao qae entre o ga-
bnite e o honrado ex ministro-da guerra
nao houvo Jesaccordo acerca das moJidas
a tomar-sa o n referencia a essa questao.
O dosacordo consisti ea. qu-j o ministro
letiasionario entenda dever tomtl-as de
proaipto, e seus collegas pensavam nao ser
chegada a opportunidade de pl as em
pratica.
Se o orador engana-se na interpretacilo
do pensamento do nobre presidenta do con
seibo, peda lhe quo o advirta, pois pare-
cem lhe importantes as declaracojs.
Havia, pois, unidade de vBtas no ga-
bineto relativamente s medidas a realizar-
; to am.mti o nobre ex ministro julga-
iTTim
FOLHE
liiti
JOS LARONZA
POR
JACQE3 DU FLOT E PEDRO MAEL
TEUCEIRA PARTE
O ABISMO
( ContinuaQo do n.
V
111)
Alm disso o seu espirito, atormentado
pela perspectiva do vencimento, era cada
vpz mais solicitado pelas tentajoes fillazea
do jogo.
Bastavam lhe vinte e cinco mil francos
para reembolsar o Estado. Restavam-lhe
trnta e seta mil. Era dinheiro mais que
sufSciente para arriscar no jogo.
O desgrasado disse de si para ei que
urna cartada Miz podia-lhe garantir o so-
ceg p^ra o resto da vida. Cedeu ver-
tigem.
A primeira experiencia foi favoravel.
O barao correu as casas em que o jogo
era mais forte.
Com dez mil francos ganhou cem mil.
Duas apostas felizes Das corridas trouxe-
ram lhe quarenta mil.
Finalmente, urna alta sbita no Banco
Ottomano metten-lhe no bolso cinaoenta no-
tas de mil.
Cento e noventa mil francos ganhos em
duas vezes, em quarenta e oito horas,
perturbara m qualquer cerebro e com mais
razao a pobre cabeca desequilibrada do ba-
rio. Faltava tao pouco para prefazer o
total dasejado que elle continuou.
Sabemos o que faz a fortuna caprichosa.
Em tres horas o Sr. d'Isaac perdeu nao
s o sen lucro, mas ainda os trnta~e sote
mil francos restantes das joias empenha-
A qu"da era terrivel.
Ranata chegou a receiar pela razSo do
pai. il .s esta escapou s consequencias
do choque. E' verdade que a esta des-
grasa veio outra no da seguinte
O barao foi chamado pelo ministro da
fazenda.
O acolhimento deste foi, uao fri e sim-
ples, como o funecionario esperava, mas
duro, qaasi ameacador. NSo poupou o ba-
rSo.
O senhor, disse elle, ha de permittir
que lhe diga, cao para merecer a suagra-
tido, mas para que o senhor aproveita,
que sou o nico membro do gabinete que
lhe favoravel; ora o senhor ha de con-
fassar qua faz tufo quanto pede para tor-
nar a minba boa vontade cada vez impra-
ticavel.
A fallar a verdade no o [comprehen
do, rephcou o bario com altivez.
Oh I senhor, exclamou o ministre im-
pacientado, nunca o conbeci tao refracta-
rio ao sentido de ara aviso. S poseo lou-
var a sua susjeptibilidade, mas parece-mc
que o senhor a empregaria melhor no exer-
cicio normal do seu emprego.
Porque, mfim, Sr. bario, disse elle en-
carando-o, a seu respeito circulam boatos
desagradaveis. Nao tenbo necessidade de
dizer-lhe que un funecionario, especial-
mente um funecionsrio da reparticao finan-
caira, nao deve ser nem de leve suspei-
tado. $
D'Isaa-; pulou cem esta declaragSo bru-
tal.
Sr. minis'ro, a minba demissSo que
deseja ?
E o infeliz empalli ieceu bruscamente,
iembrando se de aua nota anormal, esse sa-
que regulamentax sobre a receita geral. E
se o ministro aceitasse essa demissSo ?
Felizmente, urna palavra o socegou.
Oh nao senhor, nao. NSo exijo a
sua demissSo. Os meus collegas a exigi-
ran de boa vontade. O seu nome, as suas
relacoes com um circulo hostil s ideas de
da, seriam j motivos sufiicientes para
pl-o em di^ponibili'lade ou reformal-o. Es-
timarei muito que a essas considerarles, j
graves, oSo venham juntar se razoes de or-
dem ainda mais grave.
E de que sou aejusado, Sr. minia
tro?
A menos grave dessas aecusacoes,
refere-se a aua ausencia constante de Ni-
za.
se
va as ?gentes, e seus coll-gas nSo.
Mas do qua natureza seriam essas me-
didas? Anodynas, corto nlo eram, por
que nao se oonfornaran ndole e pre-
cedentes do Ilustre ex ministro da guerra.
Portanto, as providencias que ao minis-
terio pareciam nacessarias, mas adiou,
eram enrgicas, eram medidas de rigor.
E' esta a s-'giin la con.-lusiio qua tira das
palavras do nobre presidente do conBelho,
e qua em tempo ser apreciada, averi
guando se entao o quo pretenda fazer e os
motivos por que na) o fez.
Communicando ao senado que trata do
reorganizar o ministerio preenchendo defi
nitivamente a pasta da guerra, S. Exc.
deu urna noticia que todo3 recobaram con
prazer, porque para a boa marcha da ad-
mieistracSo mster, qua 03 gabinetes ao
menos se complbtem.
Por via do regra, os ministros interinos
deixam do lado todas as questSes sociaes,
ou que demandam estudo, e oceupam-se
exclusivamente do expedienta ordinario e
commum, indo qu .ndo muiti, como tem
pratica lo o Ilustrado comprovinciano do
orad )r, provar o rancho aos quarteis.
Anda assim, consomam n'isso algum
tempo, roubando-o reparticSo de que efac
tivamente sa acha encarregado, d'onde re-
sulta o antorpacimento dos respectivos ne-
gocios.
Umr pasU exercida interinamente im-
porta o emperramento de duas das sete
pegas do mechanismo governamental, que
desde logo nSo pode funsciooar regular-
mente. O ministerio est desmanchado ha
tres para quatro mezes.
r,Portanto a communieacao de que o no-
bre presidente do conselho procura reati-
tuil-o a cond:co38 normaos mot'vo de ju
bilo para todos 03 que se interessam pela
direccSo da3 cousas publicas.
Os liberaes pensam dessa forma, e fa-
zem sinceros votos para que 8. Exc. seja
feliz na escolha. Admiram-se, porra, e
lamentam que essa csjolha tanto se de
more! (Apoiados.)
A tardanca no provimento de urna pasta
explicar sa-hia, se nos achassemos no pri-
meiro anno de urna legislatura. Sa a c-
mara nSo estivesBe constituida, o nobre
presidente do conselho nSo saberia a quem
preferir bem ponderadas todas as conve-
niencias a que foreoso attender-se em
casos taes.
Mas a cmara conta j um anno de exis-
tencia ; sao eonheoidos todos os seus mem-
bros, excepcSo dos dous cavalbeiros l-
timamente eleitos por Santa Catharina e
Para; com todos elles poda o nobre mi
nistro enteader-se instantneamente por
meio do telegrapho.
Por que, tanta demora ? Ella suggera
graves apprehensSes em todos os espiri-
tos. Provecto como no manejo do go
verno, o nobra presidente do conselho
comprehende perfeitamenta os inconvenien-
tes da posigSo anmala em que se v ha'
tantos mezes ; e se, porvontura, nSo os
removeu j, porque encontrou algum em-
O barSo fez urna tentativa de bravata.
Essa eu confesso. NSo c nova.
Eu disse : a menos grave, replicou
seccamente o ministro, e o senhor confessa
que ella antiga. Ora, e^aa accusajSo
nao deixa de ter importancia, porque pa-
rece autorisar a maledicencia a enunciar
outra muito mais seria.
Dessa vez o funecionario mudou de cor.
Qual ? perguntou em voz mal se-
gura.
O ministro deu alguns pasaos no gabine-
te, com as ieSo8 atrs das costas e voltan-
do se a cellocar em frente ao funecionario
em supplicio .
Sr. barSo, disse ella em voz muito
baixa, o balango do seu eofr, no ultimo
trimestre, mostrm um adiantamento do
theso uro, que se tornou necessario eu> eon
sequencia de um desfalque que, entretanto,
foi depois preenobido.
Como assim ? exclamou o barao, to-
mado de sorpreza.
Ah disse o ministro, que dessa vez
sorrio de bom humor, o caso nSo foi gra-
ve, mas poda ter sido aborrecido. O seu
secretario geral teve de dar providencia
para o pagamento de pensoes, que o sanhor
parece ter esquecido completamente.
Essas pensoes s se venciam no fim
do mez I
Eis o que prova que o senhor nSo
presta rauita attencSo aua contabilidade.
Os-vencimentos eram no dia quiaze e o seu
secretario geral, qaerendo, sem duvida
evitar ao sanhor o aborrecimento de reem-
bolsar os seus saques, preferio aviaar o mi-
nisterio, laucando simplesmente ao seu de-
bito os vinte e cinco mil francos pagos pe-
lo thesouro.
Isso acabrunhou o barSo, que balbu-
ciou :
Tem razSo, *Sr. ministro. Volto j
para o mau posto.
O ministro estendeu-lhe a mSo.
baraco em descobrir qinm Iha sirva e Iha
inspira confianca, ou queira assumir a res-
ponsabilidade do p isjado ministerial.
Ora, ae isto succade ao Ilustra creador
da atuacSo, ao Pontfice Mtximo cuja pa-
lavra o evangelho para os erantes da sua
'gfeJa> o que nSo acontecer ao3 que de-
pois de S. Exc. forem chamados ao po-
der ? 1
Os espirites menos tmidos sobrasaltam-
se diante desta reflaxao, quo a todos dis-
perta o curso dos acoiteciuiento8, porqua
se houve poca em quo o piiz careessa
de um governo forta, seguramente a que
atravessaxos, contemplando a nagao con-
sternada seu augusto chafa presa do enfor-
midade, qua d'EUe affaste Djus por longos
annos. (Apoiados geraes.)
Diz se que protalar muitas vezes po
ltica acertada, como outrastctica mili-
tar feliz/ O orador duvida que assim seja,
em quadraa excepcin aos, sobretulo, por
qua quas aempra adiar a solucSo de cer-
tas questSjs difiim'.tar lhes a solusSo.
O nobra pr.-sidenta do conselho tam dis-
so a prova no qua hontem devia ter obsr-
valo na cmara temporaria, onde segundo
coasta, foi commanlar eaa pessoa um pri-
ra< iro recontro.
O 3r. BarSo da Cotegpa (presdante do
eonsclho) contssti qus cstiveisa bontem na
cmara.
O Sr- Affonso Celso ouvira affirmal-o ;
mas estiveram presentes outros ministros.
Como a dizndo, nSo pequea phalange
do norte... de oujos extremos desde ves-
pera ouvira sa alguma trovoada, votou am
c6ntraro ao governo...
O Sr. B .rSo de Cotegipo (presidenta do
r-onselho): Ao giveruo, nSo.
O Sr. Affjnso Celso em contraro opi-
niSo do governo, o quo a mesma cousa,
n'um projejto da grande importancia.
E' claro, pois, quo nessa phalanga nSo
poder o nobra presidente do conselho en-
contrar o novo ministro da guerra salvo
se quizer imp$r aos seus amig >s solemne
retractacsSo, do que sam duvida nito co-
gita.
Como quar qua soj, S. Exc. est em
atttude ; sonda, apalpa o terrano, procura,
est procurando quem entra para o minis-
terio, e natura'menta ha do achal-o com o
fino tacto qua o distingue. Estimar mui-
to, repete, que nSo se eompromatta na es-
colha.
E' de erar qua nam todas as portis se
Iba fechem, e nao Iba raspn Jaro, to .o-
com aquelle malicioso tenho outros deve-
les a desempenhar na presente sessao,
com que o honrado ex presidente da.cma-
ra temporaria redarguio ao governo.
(Riso.)
Mas, o nobre presidente do conselho
nSo procura s um ministro da guerra ;
precisa da mais gante. O seu ministerio
est desequilibrado, segundo acabou de de-
clarar, e necessario recollocal-o em con-
dcoas regulares.
Quer isto dizer qua S. Ex:, pensa em
separar-se de alguas do3 saus campanhei
ros, que t n assento nesta casa, e cora
muita razSo.
Por vezaj ha repet lo que o sanado nSo
faz poltica ; e sa continuarse com cinco
collegas senadores, deixando apenas c-
mara temporaria dous representantes, o
eixo da poltica deslocar sa bia para a casa
vitalicia, em prejuizo do ramo temporario
do poder legislativo, que conforme a ia do-
l do systbma parlamentar maior influen-
cia deve ter na vida ministerial.
Vo, pois, ser dispensados slguns dos
ministros aenadores. O nobre senador
palo Rio de Janeiro o previo e o nobre
presidenta do conselho confirmou o.
Quem ser, porn, o sacrificado ? A'
qual los companheiros intimar S. Exc. o
mandado de despejo? Ninguem pie ad-
vinhal o ; entretanto converia saberse,
visto qua ministros, em torno dos quaes
assim esvoaca incerta urna demissSo, nSo
tem o prestigio noces3ario. SSa ministros
desequilibrados.
Como o nobre presidente do conselho
nada quer revelar a este respeito, o ora-
dor entrar em conja.-turas,
seguindo
os
bons exemplos do honrad! senador pelo
Paran, qua n situacli paral tanto sa
comprazia em explorar cjdistojs desta or
dem...
O Sr. Correia : Eatjo V. Exc. i
explorando
O Sr. Affonso Celso est commeutando
as palavras do nobre presidente do conse-
lho, est discutindo, ou mestno explorando
s o nobra senador quizar, e pansa qua
sam offensa du ninguem.
O Sr. Tauoay : -Apoiado; est em 3eu
direito e ex;rae-o mu corre Jtamanta.
O Sr. Affoa-o Celso comprehende e de
plora o orador a posiya angustiada do no-
bra presidenta do conselho; amando e pre-
sando igualmente oa seus distinctos colle-
gas, seu ooracSo hesita, vacilla, ousta a
decidir; e todava mster qua ao decida I
Verdade que retribuindo lhe o amor
com a dedicagao, os nobres ministros sSo
b-tstante cavalhairos para livrarem seu che-
fe da tamanho apu~o, resignando espont-
neamente as paats, a irn de serera con
fiadas a novos socretarios reoompondo-s3
o gabinete mais parlamentarraente.
O orador, fazando justiga a Ss. Exas.
suppo i q te todoa 8So capazas d8_o, mas
com franqueza declara, qua nSo sabe qual
passa fazal o, sam gravssima rsponsabi-
lidade.
Correu que o nobre ministro da agricul-
tura, a quam felicita por sua entrada no
senado, des java recolaer se sua provin-
cia. SSo muito respaitaveis os motivos a
que se attribua essa resolujao, mas o ora-
dor nao lhe d crdito Principal collabo-
rador da lei, sagunJa, 'do 28 da Satara-
bro, cujos resultados encaraceu a falla do
throno, posto a esse respailo contenha in-
comprebensivel retecencia, o nobre minis-
tro nSo pode retirarse do ministerio dei-
xando em m io a sua obra.
A mesma falla do throno diz que o com-
plemento dessa le a adopgao do projac-
to sobra trras, pndente do voto do se
nado.
Ora, nao seria curial, nem expliaavel
que S. Exc abandonassa o posto exacta
mente quando, como sena lor, raas fcil e
eficazmente conaorrer para concluir a
sua obra. (Apoiados.)
Sabir o nobre ministro do imperio ?
Nao possivel. As reformas mais impor-
tantes recommendadas na falla do throno
dizem respeito repartijSo de S. Exc, e
a realisucSo da duas deilas at com
promisso de houra solemnemente contradi-
jo os melhoramanto3 sanitarios do Rio
de Janeiro e a administracao municipal.
O nobra ministro, quo hornera de pa-
lavra, e d'antes quabrar qua torcer, est
inhibido de largar o ministerio sera le-
val-as a effeito.
Vagar a.'pasta da f^zsnda ? tambora
nao verosmil. O Sr. Balisario, a quam
igualmente felicita por vl-o nesta casa,
tem muito patriotismo e legitima ambicSo
de gloria para deixar agora a diraasSo das
finangas.
S. Exc. ha de recordar-se de qua dis-
cutindo as suas operacSes do emprestimo
interno e convcrsSo, o orador applaudio as
como iniaio de um plano asentado, sem
cuja nteira execugSo as vantagens a espe-
rar se redundariam em pesadissimos en-
cargos para o thesouro.
Essa plano ainda nao se executou : S.
Exc. ainda nSo consaguio restabelecer o
equilibrio orgameutario, e era vez disso
annuncia-se um dficit consideravel, sam
embarga do crescimento da renda; nSo re-
colheu papel raoada, alargou a emissSo.
Ora, sem sto as medidas por V. Exc.
adoptadas, produzirSo, ora breve prazo,
resultados damnosos para a industria, para
o comm-arcio e para o thasouoo nacional.
Como, pois, retirar-se'.' Seria perder
quanto pareceu ganhar. Domis, nSo
presumivel que ameagando alluir o edifi-
cio ministerial pelo lado do norte, o nobre
presideata do consanho consinta em perder
o seu melhor esteio ao sul.
Um Sr. Senador : -Estou vendo que
o nobre ministro da justiga quam deve sa-
bir.
O Sr. Affonso Celso considera que seria
isso urna infelicidade para o seu Ilustre
comprovinciano.
S. Exc. qua no sau primeiro ministerio,
o da marinha, assignalou-se, entre outros
servigos, pela construcgSo do encouragado
tranca, ainda nada fez de notavel nos seus
quas dous annos de administragSo da
pasta da justiga.
Al agora a su* gerencia tem-se distin-
guido pelo exclusivismo no preenchimento
dos cargos da magistratura, salvas rarssi-
mas cxcepg5es, e os incommodos qua deu
grande numero ds cidad&os, obrigmdo-os
a despezas ex usadas.
Refera se ordem expedida por S. Exc,
para quo sa apresentara fardados tra gran-
de gala os ofnciaes da guarda nacional,
que est desorg misada, e da facto nSo
existe>anao em urna provincia do impe-
rio (Riso.)
O orador saba que o nobre ministro tem
pelo seu fumoral a mesma viva..saudade,
que outr'jra senta o honrado presidente do
conselho pelos cannavaes da Baha, ni s
nao pode sahir do ministerio, antes de fc-
zer passar ao menos o seu projecto sob:6
capoeiras. Sara um sarvigo importante.
A condusSo de tudo isto...
O Sr. BarSo de Cotegpa (presidenta do
fionselho): E' que sou eu quem deva sa-
hir.
O Sr. Alfonso Celso deixa apreciaglo
de S. Exc. e do paiz.
O Sr. Lima Djarte :A sahir ainda,
entregarem o poder.
O Sr. Affonso Celso deplora a posigao
JifBailiraa em que se encontra o nobra pre-
sidente do conselho. Org misar urna situa-
gSo poltica com tanto trabalho, presidir o
seu primeiro ministerio e, ao cabo de quasi
dous annos de governo, ver se assim em-
barazado I.. .
Tal m33io seguramente nao era a qua
ambioionava S. Exc. !...
Racomposto ou nao o gabinate, nao
preciso ser propheta para dasda j annuo-
ciar um facto : a presenta se3sao legislativa
ser completamente estril...
O Sr. Barao de Cotegite (presdante do
conselho): Toiiio nota da prophecia.
O Sr. Affjnso Celso... o que conaor-
rer para o descrdito em que vai cahindo
o systama parlamentar 1
No dia em que no animo da maioria do
paiz calar a convicgSo de qua ella impo-
tente para o bem, o quo vira ? O desco-
nhecido com todas as suas surprezas e pe-
rigos... (Muito bem ; muito bam.)
Bom; o melhor meio de acabar
oom os boatos deagradaveis. Isto foi urna
bagatella. Mas tome tent. Tudo muda
nesta bella Franca, especialmente os minis-
terios. Pode ser que o senhor nem sem-
pre me tenha para... o sustentar.
O Sr. d'Isaac agradeceu fervorosamente
ao seu protector e retirou-se com a morte
na alma.
Quarenta e cinco das 1 nem mesmo
quarenta para achar oa meus dnzentos mil
francos I
Trema, gottas de suor gelado raolha
vam lhe a fronte. Quando se chega a se-
melhantes extremidades, a idea do suicidio
invade quasi naturalmente as almas deses-
peradas.
O Sr. d'Isaac tambera lembrou-se de pro-
curar refugio na morte, ella seria bem vin-
da
Estava, entSo, reduzido a isso. Toda
essa febre do jogo, que o tinha abalado
tanto tempe cora os seus estremecimentos
mortaas, nem lhe deixava a energa neces-
saria para reagir contra o desanimo. Lem-
brou-se das horas terriveis, durante as
quaes, as cartas, as aontaa de differengas,
as cotacoea do prado tinhara lhe queimado
a mente e o 8angue. Lombrou se, sobre-
todo, da sua felbidade recente e de como
tinha abusado dessa oacasiSo suprema pela
sua teima estupida.
No fundo desea conscienaa desorienta-
da, o remorso, a despeito de tudo, nSo ga-
rou a boa resolugSo.
O Sr. d: Isaac deplora va a sua desgra'ga,
nSo a sua fraqueza.
E era nesse momento de crse que era
obrgado a partir, a sahir da Pariz, afim
de ir para o seu emprego Quem o sub-
stituira. Renaja, sem duvida, sabia tudo,
porra o pai nSo quera mais cDrar aoje a
filha, confessar lhe segunda vez a aua ver-
gonba, confeasar qua tinha tornado a pec-
oar... Ah em, lie devia morrer, acabar
com essa existencia, antes de chagar 4 des-
honra I A religiao, a moral a mais vulgar,
nao podiam nesse momento preserval-o do
batimento da sua eoragem e da sua ra-
zSo. Tinha abusado demasiadamente da
condescendencia do cea. Elle era o pri-
meiro a reconhecer-se indigno. Portanto,
era IprecisOfmorrer.
Maa nesse momento de covardia lem-
brou-se ainda da trra, dessa trra ondeia
d-aixar sano recursos, sem defeza, duaa meni-
nas innocentes, lutando com a adveraidade,
com urna especie de fatalidade tSo injusta
quanto mplacavel.
O Sr. d'Isaac adorava as filhas, comquan-
to ss amasse mal. Renunciar luta antes
do aeu termo nSo seria precipitar o fim fa-
tal, desmanchar o casamento de Alice, vo-
tal a, bam como irmS, a um celibato
monstruoso ? em urna palavra, esquivar-se-j
s exprobragSes da sua oonsciencia e s
objurgag3es da sociedad*, mais por egos-
mo do que pelo sent ment paterno ? J2ssa
reiaxSe generosa o salvou. A despeito

LITTERATbt
O SEGREDO DE DANIEL
l'Oli
JULES DEGA.STYNE
Seguiida
da vergonha que senta, resolveu ainda urna
vez confiar-lhe a sua iraperdoavel fraque-
za.
Mandou, pois, chamar a filha. A con-
versa foi grave e solemne.
VI
Renata tinha previsto a confissSo. Esta-
va prompta para recobel-a e, como sem-
pre, a perdoar ao velho.
Com admiravel tacto filial, ella poupou-
lbe a confissSo. Depois, compadocendo
se do seu desespero, apertou o contra o
coragSo, e dsse-lha em voz profundamen-
te meiga:
NSo te afflijas mais do que neces-
sario. Sa a tua presenga necessaria l,
vai. Faz acto de presenga. Eu fico aqui
para tratar do mais.
E a pouco e pouco ella infundio-lhe con-
fianga. O Sr. d'Isaac era urna grande
crianga qua quera acreditar no que dese-
ja va. NSo notou as torturas da menina.
A satisfagSo egosta que lhe dava a idea de
urna reparagSo poss7el do mal feito, fl-o
esquecer que Ranata innocente era a mar-
tyr das faltas commettidas por elle.
Esta, pois, .ficou s, para fazer face s
difficuldades da situagSo. Eram muito s-
ras do que as primeiras. Como sempre,
a menina afaicta quiz ouvir a opiniSo da
Sra. Francs. Ella vasou a sua dor na-
quelle coragao de mSi, aberto a todas as
desgrasas. Resolveram que dahi em dian-
te recorreran! a Darmailly. Infelizmente,
nesse caso, elle nada poda tazer. Era-
Ihe impossivel levantar, com os recursos
supremos de Renata, dinheiro bastante pa-
ra face ao "encimento dos duzentos mil
francos.
Approximava se a hora da grande liqui-
dagaa e Renata diza de ai para ai cora es-
panto, que o pai nSo honrara a sua as-
signatura. Porque ella nSo poda suppor,
nem por um momento, que este tinha im-
putado a divida ao cofre departamental.
NSo poda desconfiar de semelhante irregu-
laridade ; e, por mais intellgente que fos-
se Renata, nSo poda adivinhar.
Por isso, quando Juliano, afSlato, resti-
tuio Sra. Fraacs os celebres brincos,
declarando que Jacob nSo tinha querido
adiantar mais do que quarenta mil francos,
ou emeoenta por cento do seu valor. Restata
teve um momento de desanimo absoluto.
Vio distnctamente o desastre que procu-
parte
XIX
(Continuacao)
Santia a nodoa de saogua reapparecer
e escaldar-lha as mSos.
Dizer-lhes que eram filhos de um as-
sassino !
E se nao acreditossem no que ella dis-
sesaa... na sua innocencia relativa ?
Sa tivessem duvidas, como a justiga ?
Depois, Roustan havia de querer vingar
seu pai.
Danunaial-o-ia, e era na presenga del-
les, dianta dos seus olhos, quo seria outra
vez preso, carregtdo da cadeias.
Que havia de fazer? de dizer?
O desgragado soffria horriveis angus-
tias.
Quanto a Clara, contemplava-o, domi-
nada por urna sorpres* crescente.
Lia lhe no rosto devastado todas as suas
emogoes.
(Continua).
rara afastar do pai cahir sobre ella ; senta
aua a ruina era inevitavel.
EntSo, veio-lhe mente urna idea supre-
ma. Disae de si para si qua nada mais
restava a fazar senao dirigirse ao proprio
inimigo. Faltavam ainda dez das para a
data fatal. Renata resolveu pedir a Cela-
nos, na falta de Rouval, pelo meno3 urna
reforma.
Com este intuito, depois de lorigas lies:
tagSes e de angustias terriveis, toi aeorn-
panhada da sua dama de companhia ao es-
oriptorio do banqueiro celebre.
Clanos devia ter receb'db ordens preci-
sas do seu chefe. Talvez esperssse esse
procedimento in extremis. Racebeu a me-
nina com toda a especie de attengoas, que-
rendo dar provas de um zelo e urna bene-
volencia que podiam aer explicados pela
belleza maravillosa de Renata.
A que motivo devo a honra dn sua-
visita, minha sanhora ? perguntou o hes
panhol.
A menina estremeceu.
Era esse o momento critico.
Reapondeu era voz mal segura : ,
Venho fallar-lhe a respeito de :
Parou suffocada pela emogSo.
Elle perguntou com brandura.
- A respeito de?... E' algum nego-
cio ?
Sim, senhor, a respaito de um com-
promisso tomado pelo Sr. d'Isaac para com
o senhor.
Um coraproTi8so tomado pelo senhor
seu pai ? disse Clanos, admirado de ver
que e thosoureiro geral tinha confiado fi-
lha o negocio.
Justamente, um compromiaso que re-
preaenta urna divida assaz forte, que meu
pai coutrahio para com o Sr. Rouval. Es-
tarei engaada ?
Da modo nenhum, minha aenhora.
Mas eu suppunha que a senhora nSo tinha
conheci ment dease negocio.
Renata abaixou a cabega e nSo p3de re
primir um suspiro. ir
Infelizmente, conhego o nasos. enho
pereuntar-lhe se a responsabihuade de meu
das, ser
ordinarias
pai,~qae se vence nestea dez das,
*.**... f,,rt -.11.-
aubmettidas... formalidadea
da oobranga deaae genero de ttulos.
(Continuarse h* )
Trp. do Diario n Duque de Caxias n/".
r~mm i