Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16806


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Full Text
111'~-f HIERO 10

p;Ui A ti AVIVA**"E MCIRK* &' SAO B PAA POBTE
Por fres lezes adiarjiados............... 60000
Por seis ditos idem.......... ...... ii^OOO
Por um anno idem................. 23)5000
Cada numero & vulgo, do mes'BO dia. '........... 100
SiBBADO 14 DE MAIO DE 1
PARA DEITHO FORA DA PROTISCIA
Por bob meses adiantados................ 134500
Por nove ditps idem................. 200000
Por um anno idem. ,. .,.......... 27||100
Cada numero avulso, de das anteriores........... 0100

'


NAMBUGO
Propticirafce te tatwel tfitictra i>e iarta i S^os
^^
TELEGBAIUS
::s?::: mmmi so siaeio
RIO E JANEIRO, 13 lo Maio, s 3
horas e 35 minutos da tarde, (tlecebilo
a 5 horas o 20 minutos, pelo cabo subma-
rino).
O ministerio apreaentoane boje
enmura do* Deputatfon.
Fui bem recibido.
I pissa n'um circaito, sibre outro c-rcuito. Di-so o
nome de eorrentea de indcelo oa cirrentes indu-
zi Jas s eorrentea instantneas qne aob a influen-
cia das torrente voltaicas, da imans poderosos ou
da accao magntica da Terra, se produaem em
conductores metallicos. A in lucel diz-ae electro
dynamica e electro magntica, segando devida
accao das correntea voltaicas ou dos migue-
tes.
A iadaccao electro dynamica prova-se coa o
Auxilio de urna bobina compDsta da doas fios dis-
tintos. Sa ligarmos a um galvanmetro as duas
extremidades de um desses fio3, e fiserin -s passar
no outro urna crrente voltaica, observaremos a
pasaagem de uaia correte cm sentido invorso. no
primeiro fo : esta corrate inducida instautauoa,
e nao tornar a manif star-se durante todo o tem-
po por que permanecer techado o cicuito da pilba.
Logo, piren que este for interrompido, observar-
se ha outra correte inducida, instantnea, como
PARAHYBA, 13 Je Msio, s 3 horas e
45 minutos d.i tarde. (Rccebido as 4 Lo-
ras e 42 minutos, pela linha terrestre).
Cbegou boje acial o vapor JAGUA-
KIBE e nesalr a arde para ee
porto.
NSTRDCCO POPULAR
ELECTRIC1DADE
[Extrahido)
DAS ESCOLAS B DA BIBLIOTHECA DO POVO
ELECTRO M IGMETICO
(Continuaba/})
CAPITULO XVIII
Iaoucglo elkmo'Ovsihih b ei.si.tro -sivosetic v .
BOBIKA 0E KoUXKORFF ; EXrgBlENCIAS MAIS MOTA -
VEIS E PBTNCIPAE3 APPLICACBS DESTE API'ABBLHO .
Indcelo a influencia da elcctriciiide, que
caducas as cousossS-.s para os engenhos do SarinhSem, Ipojuoa,. Itumb e Iguarass,
no valor de 2.000:000^000 com garanta de 6 %.
Assini, pois, hoj j oxistem apenas n'esta provincia 7 engenhos ceatraes do ca-
pital garantido no valor de 4 550:0000000.
A compauhia The Central Sugar Factores of Brasil, Limiftid requerou a 11
de Dezombro ultimo, sua liquidagao em Londres. Foi a isso obrigada nao s pela sua
m adininistragSo e defeito de alguns apparelhos como tambera pelo prego elevado por
que pagava as cannis o a baix-i do assocar."
O Ministerio da Agricultura, por aviso de 17 de Dezembro, suspenden a
garanta de juros a costar do dia era qu9 foram suspensos os trabalhos e requerida
a liquidado.
Quer na safra d-j 1884 a 1885, quer na do anno seguinte, os oog^nhos nao
tiraram o resultado minimS do assucar exigido pela clausula 2.a da innovagao do con-
tracto feito a 12 de Juulio da 1882, em virtule do dec. n. 8,562 de 13 do mea no mez
e anno.
Durante sifra de 1885 a 1886 os 4 engenhos moerara 46.510,033 kilog.
a primeira, mas no mesmo sentido da da pilha. O I de cannas, proJuzin lo 2.975,370 kilog de assucar e 573,250 litros de agurdente
fio em que passa a corrent* voltaica chama-se in-
ductor, em oppoacfto ao sutrofio que se denomina
induzido.
Do mesmo modo que urna corrente pode magne-
tisar urna barra de ajo, tambem um magnete pode
produiir correntes de indacejio n'un circuito me-
tallico. Uto demonstra-se praticamente pala ex-
periencia de Faraday, que consiste em introduiir
bruscamente um maguete no interior de urna bs-
bina que eommunica, pelas extremidades do res-
pectivo fio, com um galvanmetro.
Com effeito, no momepto cm quo se introduz o
magnete na babina, acensa o galvonometro a pas-
sagem de ama corrente inducida no fio desta, em
sentido in7erso que existe na superficie do mag-
nete ; quando este retirado, outra corrente ac-
cuaada pelogalvanmetro, instantnea coma pri-
meira, mas no moswo"Seutidj da do magnete.
A induccao pela accio magntica da trra pro-
vi-se por um apparelho que se compoe de um arco
circular, de madeira, em torno do qualest eurolado
em muitas voltaa um fio fuo de cobre coberto de
seda, cujas extremidades coumuoicam com um g 1
vanometro : um commuta^er serva para se obter a
corrente sempre no mesmo sentid). O aro de ma-
deira tem movimento sobre um eixo horizontal.
Se diepuzermos o eixo do aro no plano do me-
ridiano magntico, nerpendicularmeate agulha
de iucliuacao, effdctuar-se ha a rotacio de cada
ponto do aro em planos perpendiculares ao mesmo
meridiano e a agulha do galvanmetro ser des-
viada, para leste ou para oeste, segundo o sentido
em que tiver lugar a rotacao.
(Continua.)


JARTE OFFIClil
.
i

Governo da Proviacia
ful i que Assembla Legislativa Provincial de Pernambueo
do da de saa lastallaco a 9 de Marco de 18S9, dirigi
o i:\ui. Mr. presidente da provincia. Dr. Pedro Vicente de
Azevedo.
(Conclusivo)
REPARTICO DOS CORREIOS
Contina esta reparto sob a direegao do cidadao Alfonso do Reg Barros.
Por portara de 10 de Fevereiro foi exonerado Amaro Gomes da Silva Ra-
mos do cargo de 3." escripturario e noraeado, para substtuil-o, o praticante Joaqum
Henriqne de S Barreto.
Das 119 agencias creadas, acharase funecionando 114; e deixam de estar
providas as de Caxaog, Monteim, Malhadinba, Gamellera de Buique e Tima, por-
que nSo ha quem quira acceitar o encargo pela remunerajao de 120(5000 annuaes.
Durante minha administracSo foram nomeados agentes para Bonito, Igua-
rasf, S. Jo8o dos Pombos, Cravat, S. Jos do Egypto, Cimbres, Altinho e Alaga
Secca, e ajudante para a de Leopoldina.
O servigo da condcelo de malas terrestres contina a ser feto por sta-
tetas, attento falta de concurrentes para o contracto recomraendado peto Governo
Geral.
A receita postal no exercico de 1885 a 1886 foi de 97:633*350, sendo
arrecadada pela aduiinistracao 66:830,5460 e pelas agencias 30:802|58yO, e assim
descrioiinaJa :
Ordinaria :
Sellos.......87:1280730
Correspondencia nao franqueada 4:4950580
Selladas por verba .... 763*010
Premio de valles pestaes nacionaes 1:3030800
Sobre Portugal .... 1440720
Dj Portugal..... 30210
Assignatura de caixas 3:1980000
Extror Uulha...... 3060300
Oatr->s procedenci-s 2420000
Inpo-'o sobre ven'imento 480000
A receita foi de
a despeza de
615:0490190
858:3950300


A despeza foi de .
Sendo p-ga pela administrado
E pelas ugancias
Assim classificada :
Praticantes
Agentas
Ajudc-ntes
Carteiros
Fiel de thesoureiro .
EjtpeiLt-s
Utenc-ilios
Condcelo de malas
Despezas diversas .
Saldo
97:6330350
90:9230231
65:9200280
25:0020952
10:9450000
23:5330235
1:32601526
11:8040861
2890520
3:7895500
4510040
37:5500000
1:9780310
90:9230231
6:7100110
foi de
ectos
) I
A correspondencia que transitou pela reparticSo durante o exercico I
2:0170657 objectos com 3.815,102 portes sendo a recebida de 1.204,389 obj
cora 2.207,910 portes o a expedida de 813,268 objectos ora 1.607,192 portes.
Constou a correspondencia offid al recebida de 41,698 objectos com 233,810
portes e a expedida de 31,382 objectos com 167,114 portes. Sendo a ordinaria de
64,692 objecto com 316,960 portes, a registrada sera valor de 16,046 objectos com
72,470 portes e cora valor d9 2,342 objectos com 11,494 portes.
A importancia dos valores registrados na correspondencia oficial recebida foi
de J20:8280463 e a expedida de 221:8300169.
A correspondencia particular constou de 1.161,691 objectos recebidos, com
1.974,100 portes e 781,886 expedidos com 1.440,078 portes.
ENGENHOS CENTRAES
i

Foram concedidos a esta provincia 13 engenboos centraos, sendo 6 compa-
nhia Tbe Centr-1 Sugar Faetones of Brasil, Limited e 7 The North Brasilian Sugar
Faetones, Limited porfazendo todos u.u capital de 7.950-0000000 cora gart-ntia de
juros de 7 /0 obre 1.400:0000000 e 6 % sobre o restante.
Dos engenhos concedidos primeira dessas companhias, 4 foraiu inaugurados
em Outubro de 1884, que aSo : Cabo, Escada, Cuyarabuca, (Agua-Preta) e Bom Gosto
(Palmares) representando um capital de 2. 8OO:OO'J0OOO e garanta de 6 1/2 %
Os outros 2, destinados os municipios de Jaboatao e Goyanna, uio tendo a
companhia concluido as obras dentro do prazo fixado pelo decreto n 9,249 de 19 de
Julho de 1884, foram suas concess53s declaradas caducas pelo dec. o. 9,632, de 28
de Agosto de 1886.
Quanto outra companhia, que anda nlo naogurou officulmente nenhum
de sena engenhos, os dees. ns. 9,564 de 6 de Margo e 9,633 de 28 de Agosto do
anuo paasrdo, revogado em parte pelo doc. n. 9,674 de 9 de-Noverabro, declararais
Dficit .... 243:2460180
. Alguns dos apparelhos obtiveram mais de 8 % em asacar sobro o peso das
cannas e outros apenas 5 /0.
Na presente safra moerara essos engenhos at 11 de Dezembro 24.248,532
kilg. de cannas; sendo mettidos para o mercado 1.374,450 kilog. de assucar e
10,695 litros de agurrdente, fioando nos edifi ;ios grande parte do assucar e rael.
A North Brasilian Sugar ten hoje apenas concesso para 3 engenhos : O
do S. Lourengo da Matta, cujas obras esto concluidas, e informa o engenheiro fiscal
surera as mais perfeitas da provinsia ; nlo funacioaa, entretanto, por nlo estarem os
tramvrays acabados e nlo ter contrat) para o fornecimento de cannas, visto ter sido
considerado falso o contrato primitivo, nao t ulo a companhia subraettido outro, feito
em 1885, approvacio do Governo.
O prazo para a conalusao das obras fixado pelo dec. n. 9,674 de 9 de No
verabro est esgotado, e pon lo de resolu3o pedida.
Fez-se urna experiencia n'este engenho, moendo cerca de 800 toneladas le
cannas. As machinas trabalharara satisfactoriamente, sendo tolavia por demais sen-
;ivol a falta de pessoal idneo.
Sua forga para aoer 400 toneladas de cannas por dia, no minimo, j seu
capital garantido de 750:0000000 e juros de 6%.
O genho de Pao d'Alho, cujo mxtcrial se acha todo no local, est desdo
Marco do anno passado com as obras paralysadas, tenda-se apenas construido as fun-
dac.o*e8 para os machinismos e edificio.
Sua capaciiade de 200 toneladas de cannas por dia, e o capital de
500:0000000 com garanta de 6 %
O de Nazareth, cujas plantas e planos somente ha pouso foram apresenta-
tados ao Governo para srera approvados, tera a raesma cap acidada do de Pao d'Alho.
Acbam-so presentemente suspensas toda3 as gar.iotia3 lo juros concedidas a
estes engenhos.
Ao passo qua as companhias oglezas tem dado tao raa resultado, apesar do
auxilio do Governo Imperial, observa com acert o engenheiro fijal, a iniciativa indi-
vidual tem apparecido e mostrado que engenhos coatraes econmicamente construidos
e dirigidos darlo sempre bons resultados.
Sem o menor auxilio construiram sa na proviacia durante o anno fiado dous
engenhos centraes: o de Timb, em Igurass, porteniente a Jos Adolpho de Oli-
veira Lima e a Usina Pinto, na estacao de Ribeirlo, estrada de S. Francisco, mon-
tada por urna companhia do agricultores, commerantas o capitalistas brasileiros.
FUNDO DE EMANCD?ACAO GERAL
O servigo da applicaglo da 7.a quota do fun lo de craancipagao n'esta provin-
cia, distribuida pelo Ministerio da Acricultura, Cjmraereio a Obras Publicas em aviso
circular de 6 de Abril do anno passado, na importancia de 130:0000000, poderia
achar-so concluido se nlo fosse e necessidade de determinar sa que foss^ra feitas duas
e tres classificagSes em muitas municipios, em consequencia da irregularidades, das
quaes resaltara a prsteriglo de alguns escravos; assim como a de obstar que fossem
pagos pelo fundo emancipaglo valores fra do commum o at excedentes da tabella
da lei 3,270 de 28 de Setembro de 1884.
Nao obstante esses embaragos j foi autorisado o pagamento dos valores de
181 escravos libertados nos municipios de Olinda, Jab;atlo, Ipojuca, Itamb, Pao
d'Alho, Gloria do Goyt, Taquaretingua, Nazareth, Rio Formoso, Timbaba, Palma-
res, Agua Preta, Victoiia, Benito, Caruar, Bezerros, Flores, Brujo, Cimbres, Aguas-
Bellas, Floresta, Villa-Bella, Iogazeira, Petrolina, Salguero, Leopoldina, Cabrob
e Granito, com o peculio de 2:3760000, alm dos Yespectivos juros.
Foi no municipio de Oiubros onde avultou o maior peculio de 1:2600000
segundo-8e o de Nazaretho com 4840000 e o de Rio Formoso com 2860000
Foram tambem libertados escravos no municipio de Pau d'Alho, Buique, Li-
moeiro, Goyanna, Serinhlem, Barriros, Bom Conselho, Triumpho e Boa-Vista; cujos
pagamentos pendem ainda de algumas diligencias recommendadas no intuito de mclhor
acautelarse os interesses do fundo de emancipagao.
As libertag5es concedidas no municipio de Bom Jardira, onde se deram serias
irregularidades aguardam decislo do Ministerio da Agricultura.
Em todos os outros municipios restantes j foram approvadas as classifiea-
g3es, menos a do Recife.
Por conta das seis primearas quotas na importancia de 1. !22:o340767, foram
libertados 2,240 escravos, com o peculio de 69:6660161, inclusive os juros dando a
media de 5320232 para cada escravo.
FUNDO DE EMANCIPAgAO PROVINCIAL
Nao obstante o resultado obtido em execugao da lei n. 1832 de 28 de Junho
de 1884, que reformando o plano das loteras concedidas para a creagao de um fundo
de emancipaglo provincial, estabeleceu o modo de ser elle applicado, ha perto de dois
aonos, que nada mais se tem feito por falta do fundo para esse fim destinado.
Com effeito, a commssao redemptora, com a quantia de 9:0360000, conseguio
ulforriar 105 escravos, o que d a media de 860000 para cada um.
Resultado vantajoso, sem duvida, quando as avaliagS.'S judiciaes teera alg'i-
mas vezes, chegado a excessos, fra mesmo dos pregos comrouns e vulgares na pro-
vincia.
Comprebendendo, portanto, a conveniencia de nao azer cessar de todo este
fundo, determinei 4o Thesouro Provincial que marcasse ao thesoureiro das loteras
preso rasoavel para continuar com a sua ex-.racglo, cu desistir do direito que sobre
ellas foi-lhe dado por aquella citada le, pois nao justo que mautenha as garantas
sem prestar os beneficios a que a ematcipaglo tem direito.
SECRETARIA DA PRESIDENCIA
Contina esta repariiglo dirigida pc!o seu digno secretario, bacharel Pedro
Francisco Con a de Oliveira. ....
Tendo o bacharel Jos Novaes de Souza Carvalbo sido nomeado juiz de di-
reito d* comarca de Tacaral, foi por isso despensado do cargo de oficial de gabinete
da presidencia, e em data de 3 de Janeiro findo, designsi Theodorico Barbosa da Ma
galhles Castro, para servir de escrevente do mesmo gabinete, com a gratificagSo tnen-
sal de 800000, que correr pela veiba do art. 1. ." do orgam*>nto em vigor.
Sn. membros da Assembla Leg dativa Provincial.
Cora, as pou.-as nformagSes que ahi ficam, dou por terminado o MI dever.
Nunca este trabalho pode ser completo. Atarefado com um expediente vo-
lumoso, que tenho necessidade de examinar roiou: osamenta para resolver ; estudando
ao mesmo tempo a diversidade de leis esparsas as collecgSes annuaes da provincia,
urnas estatuiodo preceitos novos, outras ponoo depois revogaado as ntenores, afinal,
algumas restablecidas, mais tarde modificadas;tudo isso constitue oceupagao perma-
nente para o administrador que quer verificar por si mesmo as informag3s que colhe
de seus auxiliares. .
As lacunas, porm, encontradas sero suppridas pelos esclarecmeutos que, a
requerimento vosso, me encontrareis sempre prompto a dar vos sobre todos e quaesquer
ramos do servigo publico.
Tenho mantido o prograroma de justiga e moderaglo partidaria que vos an
nunciei, quando, pela primeira v-z, em cuujprimento da lei, foi me dado penetrar no
recinto das vossas sessSes, solicitando meios de governo; ao que galhardamente coires-
pondestes.
Fz o que me cumpria.
Acredito que fazeis outro tanto; nio pelo valor Je miabas palavras, que
nenhum; mas por esta bella trra pernambucaL-, a que j tenho affeiglo, e pela qual
a Deus que vos nepise e Ilumina em vossas delheragoss, de modo que sejam
pego
ellas os alicerces da sua grandeza e prosperidaJe.
Recife, 2 de Marco de 1887.
Dr. Pedro Vicente de Azevedo.
DESPACHOS DA PBESIDEXCIA DO DIA 12 DE
MAIO DB 1887
A directora da Associaclo de Bombei-
ros Voluntarios do Ricife. Eatregue se,
meJante recibo.
Flix Severino de Souza.Deferido com
o officio de hoje ao brigadeiro com mandan-
te das armas.
Dr Jlo Vieira de Araujo e capitao Er-
nesto Vieira de Araujo. loforme o Sr.
inspector da Thesouraria de Fazenda se o
terreno da marinha e a quem pertence o
dominio til.
Joaquim Cordeiro Coelho Cintra. Jus-
tifico as faltas sem direito ordenado
v3ta do art. 12 do decreto n. 6857 da 9
Margo de 1878. Depois de notado, re-
meta se este requerimento Thesouraria
da Fazenda para os fins convenientes.
Capitlo Jos Peixoto de Mello Caj.
Informe a junta clasificadora de escra-
vos do municipio de Garanhuns tendj em
vista a nova matricula e o allegado.
Joaquim Monteiro da Moura. -Informe
o Sr. inspector da Thesouraria de Fa-
zenda.
Maria das Naves Gairaaraes. Entre-
gue-ae.
Maria Jos Ramos de Freita.A sup-
posigao da supplicante nao fundada.
Dr. Pedro da Cunha Souto Maior.
Sim, com metade do ordenado.
Secretaria da Presidencia de Pernam
buco, 13 de Maio de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
4 Seeco.Palacio da Presidencia de Peraam-
buco, em 6 de Maio de 1887.
Par officios de 22, 26, 27, de Abril findo e 4 do
mez conente, assignados, nao pe.u Cmara Muni-
cipal do Recife, mas por una e por outros de seus
vereadores, separadamente, fiquei ioteirado, em
parte, dj que tem occorrido em suas u'timas ses-
ses, e de qne a Cmara, afinal tem conseguid)
fuaccionar regularmente, nao obstante a disiden-
cia de alguna de sena membros, que a desampara-
ran!, pretextando nao se aentirem bastante vres
com a presenca da forca publica requisitada por
sen presidente, para evitar, que coutinnasse a in-
vasao, no recinto da Cmara, de um grupo, que,
iudebitameute intervinba nos debates, dando as-
suadas e- tendo--a privado antes de fanecionar.
E porque as divergencias possam ter eido oecaaio
nadas pelas queatoes que os vereadores trouxeram
ao meu conheci ment, passo a tmalas em consi-
drelo, apezar dos ditos officios nao estarem, como
digo, assignados pela Cmara, conforme manda o
art. Si da lei do 1* de Outubro de 1828.
Os vereadores vencidos encontram na lei os meios
de se opporem s maiorias, quando Ibes parecer
que estas procedem mal; podem faser que os actos
da Cmara, ou suas consultas, venhain a decisSo
final do governo ; porm nao impedir que a maio
ria delibere e resol va os negocios municipaes cerno
Ibes parecer melhor ou mais acertado, dentro daa
attribuices quo a lei coufare s Cunaras.
Nos caaos em que se achou a Cmara Municipal
do Recife, coacta por desordeiros que se apodera
ram da sala de suas sessoes em attitude ameaca-
dora, e perturbando os trabalhos, era da compen-
tencia de seu presidente requisitar, como fez, forca
publica para garantir u Cmara.
Sendo urgente os negocios a tratar, e nao que-
rendo os vereadores em minora, para evitar seren
vencidos, consentir as votacoes, chegandu afinal
a ae retiraren), procedeu de vid ament o presidente,
prevenindo que, a continuar csse estado as sessoes
segnintes, como continnou, chamara inmediatos,
para que a Cmara nao deizasse por isso, de fane-
cionar, limitando o numero d.is convidados nica-
mente a q uantos fossem precisos para ha ver ses-
so (art. 22 4 da lei n. 3029, de 9 de Janeiro de
1881), o contrario dara em resultado impor a mi-
noria saa vontade maioria, ou nunca poder fuoc
cionar a Cmara, o que nao encontra apoio as
leis.
Quanto perganta,se pie o commissario de
polica, por forca do art. 25 do regulamento interno
la Cmara (Resolacio provincial o. 1,394, de 2
de Maio de 18791, suspender qmlquer empregido
e determiuar que nenhum obedeca ao respectivo
presidente at que a Cmara se rena T
Respondo, que as attribui;5ea d) commissario
85o as de expediente, ou mais p-opriamente, de
execuc-io, e nao de deliberaco, que s pertencem
a Cmara e nao se euter.d. m delegadas. Tanto
que o citado artigo do regulamento manda qu,
quando revogado8 os actos los commiasarios pela
Cmara, nao se annullam neus tffeitos anteriores,
o que torna evidente que nao se refere aquelle ar-
tigo a todos es actos da Cansara, como pagamentos,
aceitacio de propostas para coptractos de obras,
autorisacoes para estas ete, queseoo seannulas
sem Beua cfFe-itos quando praticados pelos comais
sarios, dalia a estes prerogativas, nao igunes, mas
superiores s da propria Cmara. O commissa-
rio, pois, nao pode suspender, quer por correccao,
quer administrativamente ao empregado.
Deve informar Cmara do facto delictuoso por
elle praticado, e eata, p r sua vez, dar parte ao
governo ou communicara a autoridade judiciaria
directamente, coaforme a circunstancia. O poder
de suapender qs empregados pblicos nao ae in-
fere do poder de demittir, ainda quando cate ti
vesaem os coinmissar.es, conferido aempro por
dispoaicao expressa e clara da le ou regulammto,
mesmo quando simples pena disciplin-.r.
E quanto aos demaia aesucoptos de suas consul-
tas declaro Cmara:
Que sempre nesta provincia tem-se entendido,
de accordo com o aviso n. 910 de 7 de Agost de
1875, que a palavra cidaddos do art. 73 da lei d
1 de Outubro de 1828 comprehendo os vereadores,
como exemplo, entre catrM, as deeises de 12 e
23 de Outubro de 1830, 18 de Dezembro de 1882
e 10 de Maio de 1884, dos ex-presidentea con
selheiros FraiiklR Amrico de Menezes Doria,
Francisco Maria Sodr Pereira e desembargador
Jos Manoel de Preitas, aceitando recursos de
vereadores vencidos pela maioria da Cmara, como
cidado aggravadot oor taes deliberacoes.
A generahdade da doutriua do Av. n. 49 de 22
de Fevereirj de 1872, permute, entreunt o re-
curso do art. 45 do regulamento n. 124 de 5 de
Fevereiro de 1842 para o Governo Imperial, das
delibcrac,5es dos presidentes de provincias sobre
os casos do art. 73 da lei de 1828.
Qie, admittido o- recurso, nao fica por isso o
vereador ou vereadores excluidos ae tomar parte
na discusSo do aasuroptj e votar, por isso que
vereador vencido e justamente por essa forma me-
Ih-ir accantu.r a sua qualidade.
E' conaequeucia da nceitcSo do recurso de
quem nao soiurnte cidado, mas vereador, que
tncorre para a deib3racao da Cmara.
Que, o vereador s nao pode /otar em negocio
de seu particular interesse, oujdos seus ascendente-,
descendentes, irmos e cunbados, emquanto durar
o cunhadio, e neste parentesco nao est incluido
tio, irmo do pi ou de m2i.
Tamutm nao votaran quando jurarem ter sus
peicao, porm, tmenle ntsses cato e n em outros
anlogos, sem.-lhaates ou ra-smo igaae, si o n&o
nSo, tanto mais em corporales qne nao exercem
jurisdicfSo alguma contenciosa.
Sobre isto expresso o art. 38 da lei de 1* de
Outubro de 1828.
E, assim respondido a Cmara, espero de sen pa-
triotismo e amor ao municipio que envidar eaforcos
para que e nao reproduzam questes alhea s
conveniencias publicas e improprias de uas ele-
vadas attribuicoes.
Fedro Vicente de Azevedo.
Repartidlo da polica
2* scegao. Secretaria da polica de
Pernambueo, 13 de Maio de 1887. -N. 450
Illlm. e Exm. Sr. Participo a V. Exc.
que hontem n2o foi recolhido individuo al-
guna Casa de De ten gao.
Communicou me o subdelegado do dis-
tricte da Torre ter em data de hontem fei-
to reraessa ao Dr. juiz de direito do 3-
districto criminal, los inquaritos poliia?s
procedidos contra Pedro Jos da Rocha
Oliveira e Candido de Oliveira, presos eru
flagrante por crime de furto.
Deus guarde a V. Es:. Ulm. e Exm.
Sr. Dr. Pe-iro Vicente de Azevedo, inuito
digno prosidente da provincia. O ebefode
polica, Antonio Domingos Pinto.
Thesouro Provincial
DESPACHOS DO T'IA 13 DE MAIO DE 1887
Boltar Irmao & CHaja vista o Sr.
Dr. procurador dos Feitos.
Josepha Maria de Abieu, Miguel Fran-
cisco do Reg, Mrandolna Maria do Espi-
rito-Santo e Jos Rodrigues dos Santos.
Ao contencioso para cumprir o despacho da
junta.
M&noel Al ves Nunes.Declare se o
proprietario da casa, e ueste casa ju..t .r
conhecirae.tj de ultimo semestre da de-
cima.
Severiano Jos da Silva e Jo Ajttobio
de Mello. Certifique se.
Porto & Santiago.Entregue se pela
porta.
Contas da 11.a serie da 24.* loteria dos
ingenuos da Colonia Isabel. Encami-
nhe-se.
Maria Josepbna Vergueiro Costa.Re-
gistro so e fagam-se es notas.
Maria Jacorae de Araujo Maia, Claudino
Marques de Vasconc-llos Ramos e Jos da
Annunciagao Crvi,lho.Informe o S".
contador.
Gregorio Thaumaturgo de S Le!ao.
Informe o Sr. Dr. ad.ninis'trador do Con-
sulado.
Gamillo Lins do Amoral Aragao e Fl)-
rinda Maria Ds. Juote-se copia das in-
formagSes.
mrarem. -
E" motivo do consciencia, que pode existir cu
DIARIO DE PERSAMBDCO
RECIFE, 14 DE MAIO DE 1887
A Assenibla Proviacial
Eacerrou-se hontem a ultima scsso da 26' le-
gislatura da Assembla Provincial.
Este facto, alias commum, c que todos os an-
nos passa desapercibidamente, suggere nos hoje
algumas relexcs por causa das circumstancias,
que o antecederam, e que oelcv-ram a catego-
ra de um aeontecimento notavel para essa pro -
vincia em comparago com a epocha do encerra-
mento da Assembla em anuos anteriores.
Desde rauito censuravam e lamentavam todos,
que a nossa Assembla Provincial, descuidndo-
se de tratar dos negicios pblicos dentro do pra-
so marcado pelo Acto Addicional, procrastinasse
os seus trabalhos por tres, quatro emais mezes.
e ainda assim sem muitas vezes adoptar as pro.
videncias legislativas, necessarias ao bem estar
e prosperidade da provincia.
Politicamente a censura ajustava-se perfeita-
mente a ambos os partidos, mas tambem em am-
bos os partidos ha va, como ha, caracteres dis-
tinctos, que nio se furtavam de condemnar sin-
ceramente esses desvos dos nossos represen-
tantes.
Ninguem contestara a procedencia dessa accu -
sago; at mesmo os que concorriam para col-
locar a Assembla Provincial nessa desagrada-
vel posigo. individualmente deploraran!, que
d'ahi resul'asse formar na opini publica uui
conceito rauito diverso do que deviara merecer
os immediatos representantes da provincia. _
Apesar dessas e outras maniestagOes contra
o abusivo costume da procrastinaco dos traba-
lhos da Assembla, pareca, senlo impossivel,
diflicillimo cortar pela raz o mal. tanto mais
quanto e sabido, que nos corpos conectivos e de
organisaco especial, como sao as assemblas
provinciaes, esse desidertum s poderia ser at-
tingido mediante unidade de vistas e de esforgos
e que a opposigao de alguns sena sufliciente
para obstar ao almejado resultado. .
O encerramento de hontem veio prestar a alta
signilicago de que os nossos representantes qui-
zeram demonstrar, que nao sao ajheios ao bem
publico e aos interesses da provincia, de modo
que j se nao afirmara que a Assembla de
Pernambueo nao se preoecupa com o curapri-
mento do st-u dever e em exclusiva utilidade da
communhao social.
Someute duas pequeas prorogagoes, scudo a
primeira de nove das e asegunda de tras, toram
precisas para que a Assembla completasse os
seus trabalhos, dando as eis annuas.
E estas duas prorog ges nao foram regatea-
da por S. Exc, o presidente da provincia, des-
de que reconueteu a necessidade de sua vali*.
cooperago para que a Assembla podesse resol-
ver sobre a lei de forga publica, ultima das leis
annuas, que restara adoptar.
Investigadas as pocas de encerramento da


.

^sllllVBHVB


Mario de eraarabncoSabbado 14 de Maio de 1887
~^.^^..

asesa Assembla em anteriores iegislatrjra3,v-8e,
qoe desde 186 at agora neomima ont!**esa4o
toi encerrada doie dias depois da poca con?li-
tncional.
Certo que cih 11*0 o tncwtarrwnto leve lo-
gar a 30 de Abril, "mas isto no excepta o que
em absoluto dcixamos afflmiado, porque o en-
eerramento de 30 de Abril de 188ft4*>fomola
^adopor adiantaim>a(> do trtballa lepsllivoy
mas nicamente por:ne tur-oper o vea>re-
sidente de eftto conceda* pK*fac8o.
E tanto assiui quawasai seseo a Asaeoblal
Do confeccionou oresaaentOy de modo qm tor-
oon-sc impn'cindivet correr a administrarlo
do exitcdiente de convocar urna sess extraor-
iioana, que durou de 16 de Junho a 1T de Julbo
do mesmo anno.
Se recorrer-se as diversas datas das leis de
ornamento provincial, evidenciar-sc-ha, que a
actual le de orcuaieiito desde 1836, a quarta
que i datada da mez de Abril, sendo a primeira
a de n. 73, de 30 de Abril de 1839, a segunda a
de d. 158. de 15 de Abril de 1816, ;a terecira a
de n. iair de 14 de Abril de 1847 e a quarta a
actual de n. 1884, de 30 de Abril de 1887.
Estes dados sao sutlicientes paca que conside-
remos o encerrarnentc de bontem un acoaleri-
arnto anida mata notavel nasactuues circumstan-
das da provincia, se atlciulermos a economa.
que trouxe aos cofres do Tliesouro.
Cada dia de prorogaco. dos Iraaalhos da As-
sembica occaaioia urna dispeza de cerca de 6001
com subsidio aos deputados e despeas crala
diygraphos, expediente e publicagoes, e bem se
aomprebende. q'ianto e louvavel o procedimento
t^fbrgoB daquelles a queai se deve esse grande
bc-nelioio publico da economa.
A Assembla. Provincial cumprio o seu dever,
aias nao merece por sso louvorcs e nem llie ta-
tos a njiistiea de suppol a capaz de accei-
tal-os. quando offerecidos fossem por esse ino
tivo.
Deve caber-llie nicamente a satisfarn, (pie
experimenia lodo, aquelle que cumpre digna e
corajosamente o seu dever. e essa satisfagan e
preferivel n quaesquer oulras glorias c lou-
7o res.
A justca, entretanto, exiga que nao licassem
a sombra os nomes dos depu-'ados qe. primei-
;os entre os mais dignos, mais se esfe caram
para inspirar Assembla o cunipriinenlo desua
BBSSao, a reslauraco de scus honrosos crditos
e a conservaco a sua dignulade, afim de que
ohmnrmrntr desmentisse os commentarios,
pooco ag'radav'efe, que fra d'aqui e bocea pe-
quenu, se fazia acerca da pretensa mpossibili-
iade de corripir-sc o inveterado abuso das pro-
EOgafOe.
lias para evitamos injustigas, quando quere-
nos nicamente obedecer as regras da justica,
mencionaremos aqui que se prenda a indi-
/iduali lade dos representantes da provincia e
sirrao nosso procedimento de incentivo aos que
nao se jnlarem incluidos entre aquellos e ao
mesmo tempo de prova do nosso respeilo e aca-
amenlo s opinies e modo de proceder da rc-
jrescRtaco provincial.
No se vuriljeam as mesmas razos a i'cspeito
de S. Exc. o Dr. Pedro Vicenle.de A-evedo, a
qncm se ada confiada a adnnbistracto desta
provincia.
A' S. Exc. cabe incontestavelmenlc a subida
gJoria de achar-se dirigindo eslaprovinciajusta.
atente quando ella tem motivos para animar e
congratular-e com os seus representantes, mas
tambera nao lia a menor duvida de que a sabe-
dona. direccSo e enrgica rectidao de S. Exc.
eOBtnbaram ellicaz mente para que em sua ad-
naistra^o tivesse lugar esse notavel acontec-
acato.
E por isso que de cnvolta com os parabens,
pKdirigimos a provincia, saudamos a S. Exc,
a quem cabe agora o dilicil e arduo encargo de
eomplelar e rcalisar as patriticas vistas da As-
sembla Provincial.
de lei, a cadeira de contabilidad* e
criptur*9lo raaroantil do Eyeen? Pamaoss.
Fallecen na,capital Anoa- dos
LAnjos (Jascaes Rea.
Acha -a no meado professor da his-
toria dj Lyceu Paraeuse o Dr. Rayamado
J 's do Siqueira.
Rialisou se no escriptorio da rodac-
gioed* Provma d*Por* a rcwaki dos
typagppho daa-cap'tai, sagund* estava
atonmaindo
Gta*pareni39 artistas.
PifcSr. Iftnaei.Viaanav Cosstisnio, dar
rjoisiiseurnvbrev^discuisos fot afiresenU*-
do lid o pro jacta de* atatatos que foi
acollada s*tif*.)to*ranaa** por tados os
seoa- colegas presente
Alo-una diatimrtos artistas entre elles os
nossos amigos Pedro Augusto e J. A. Oli-
veira tomaram a palavra e aiasertaram so-
bre a i lea apreaentida plj Sr. Coutinho.
Nomiiou a; uuna- coamiaio provisoria
compaata dos Srs. M. V. Coutinho presi-
dente, J. C. Ohreira Io secretario e A
Lima 2o dito.
O projecto foi a imprimir, afim do snr na
prxima reuniao minuciosamente dis:u
tido.
Maranhai
Datas at 7 de Maio.
Funcjionava a Assembli Gsral Legis-
lativa provincial.
Est convocada para o dia 6 ao mei di,
a assembla geral dos inercbros 'la Asgo-
ctaqao Commercial.
Trata se de dissolver essa assrjiayao por
faltar Ihe o apjiu a cLsse q-.i) elU repre-
senta.
goccarro desta^rovincia. Se 8. Ere.f levar a effeito
a tfve tencioo, e o que no paderam obfer o seus
Ilustres antecessores, apezar dos insanos esforcos
empregadoa, piettar asaignalado srrvico a notsa
defiubadae moribind agricultura.
Foi, segundo tidegratouia da corte, reoonia-
id>, pjr decreto de 5 do coi rente, nos lugares d
far mooicipil e da orprhos desta capital o Dr.
Antonio de botica G.mvea Filh?.
t'or decreto da m'srn i data foi tambem prvido
im serventa Titaeia (los offlsios de 1* tabslSo e
eaariv2o di erfet d ist eapitai Jas Bezerra (Ja-
vafc>nt- d* AlaaaHfue.
Ridrignea
E>pes,
da arroz S .Toao.
sio de inferessa lo-
FailecMu Franciseo
proprietnrio da faOriea
As de maia noticias
cal.
CearA
Datas .t 10 do M.iar.
No dia 8 das K para 11 horas da.roa-
nh.t, Joaquim Romano da Franga ass;?si
nou perversi.raeati.-. i Manoel Iogl^z, na
ra do Imperador.
Joaquiru R imano, quo eoata apents -19
annos de ilade, b&vit s- munido de um
clavinote queix'ndo so de_ ssr Ci'.s'igalo
por seu pai e proour.iva p-ir tal uioio inti
rcidal-o.
Xaquelle dia aehava-sa ello no iuat:>.dou-
ro publico, onde empregido, o f'ugin lo
pcrseguiJo por 8'?u pai qui querii surr&l o.
toga e em caminlio lenta natir a u n-
creanya de 8 aunoa, o quo nao roalisju por
ter a arma mentido fago. Aiiante, ao che
gar ra do Imperad*, enco itran o o
infaliz Manoel, que alias tiSo couheeia, lis
parou sobre tneamente.
Preso incontinenti, R>m*no oi re^olhi-
do 1(2 hora da tarde eadoia, acjmpa
nhado de grande luultilSo de curios ia.
O assassioado coutava peuas 14 annos
!u Jnce.
Sob o titulo I ifaitici lio les i ni Ceiren-
se do 5 :
Das diligencias p.-o: iiuas p'l> deleg i
do sobro um infanticidio na eanital, resol-
amJo suspeitas de que a antora deste cri-
mo pnrtia de possoa da casi do coron 1
Mor-ira da lio ha, na casa deste com par d-
ecu hontem o Dr. chefe'do polica, que,
ori<*nando o exarne ni p-sso da creda
do nome Maria A-tclia da Silva, pslos Drs.
Luna Freir e Cruz e depois de interro-
ga-la n mesma creada, rcquisitiu co.itra
ella mandado de prisao preventiva nuto-
ridude judiciaria, por ter a ref.riia erea
da confessado o fa to criminoso o vecifioar-
sa pslo exame nena pxoeedtdo sigo n-s
de parto recente quan io era r.'patada
virgem-
Foi recolhida cadeia.
Bio-Cirane to Xurle o Parayna
Nao rocebamos joruns da prnneir ues-
tf,s ptovincia e na notieias ra 8'guuda
coosta da carta de nosso correspondente.
Aswfmlltot Provincial
SBSSAO EVF21 D& ABRIL DE 1887
PRESIDENCIA DO EX51. Sil. DR. JOS U VKOEL DE BAB-
EOS WANDEBLEY.
(Concliu&o)
O Sr. Jal HaraN'j m toado sido pos-
si ve i. cUaouiir a le do or>;aaiaato m 1, u o"
dis.'ussoos, pjr isio que, uiaiesto cano son, dese-
j iva qua :neus ollegas, m ,Js eons^et-ntes pira
iato, do VIH eu, emit'.issaui o seu juizo u re^peito,
all d: q 13, depois da^t'jf apreadid> com Si.
Ex-.-, a lico, pjd'asa fazer al^umis considera-
q38, pois qua sou o prnn oro a recouhecer que
t'.lti-ine a compateaciaj' pricip-ilmente para tra-
transiglt com a ditaidencu, eentio propunha se
nao aquillo que Wbje aceito, pelo renos cousa
seroelhante.
0 8r Begneira CostaV". Ere. se ha de lera-
orar de que esta emenda nSi mais do que a re-
prodoecio do substitutivo que- apresentamos ao
orcamento.
O Sr. Jos Mara Pazia a maioria cortes no
Gymnasio Pernambueano, mas mantinba alguma
coasa.
Este piuca qui a maioria de en'i para tratni-
gir coai a diastdencia propunha o que agora
aceertapaldwbr! deputado e que rwq lofla epo-
chvJirepBHtd) pila dissidmeta a-qae S, fisa.
psuStantaA
O Sr. -*! ra Cta E' cxaataaaeatf o qua
conten a eosen la de boje.
O Sr. Jas Maria A emenda fcnja-impwtanc
meamo quaaqa'dlo que cjotiaba a daao patattoi
Para attaVar o Gvmaast* PBranact>icaaa.-tas<
Re nuces.MSI um granie di
."l'.cas lo .lortc
l'ete paquete naciocal Espirito Santo,
shr< i b ;;'.-ui dos porto du norte rece-
ben xtrahimo ; a s^-
piintee noticias l n i'lss qua constam da
eaita lio nosso correspoo lente da F,.rl,y
b1 e qu *ai la sob a rubrica ln-
. >rt -
itmazosat
Datas ate 30 de Abril :
Coutinuiv-i ti bal'iando oblea pro
tncial.
FO" u <;' :> itisp 'ir ia Sa la
do porto, ioteri i nente, o Dr. J s i'Avil-
1 Los
S. Ex R-vrr.a. o hispo diocesano
confiri bs honras a eooego ao padre
Ra\ \ neio n'o Mirana, \ gario
gr. I do Alto Ami z as.
F.jL i:i ito verealor da camasa de
Ijabra ociialai L iiz da Sdva Gom^s.
Xj di.i 17 (o p issado foi off.TOeido
m 1 iu* liuiijii to ao Dr. Jqs Parara-
jn.
A' mea ii i Dssatnbla provincial fo
raiu }ir-snt a ptico*38 relativas
a eroa^ai lo u tran tijS.-s to: ^presentada nina proposta pedin
do a gacantia do juros a 8 |0 sobre o
oapitii da lb-i. 2,5(X).O0(', proxinoiinea^
n 30.U.W:U0.5000 de nossa moedn, que
eonstituir;io o i-apital du mu i'.m o 'ie des-
rentos que s: fundar em M.-mos .'
No di.. 23 do Abril S. Exc. Rvma o
Sr. D. Antonio da Macedo Costa, b'spo
do Para o Amaz id is, actualuienta em Ma-
saos, /o alvo de urna solemos manifasta-
cao pelo anniversario d* sua sigra^So
pisopal.
Entrn a, 30 em julgamento o ru
Taeiano Maunllo Torres.
O histori.o do crimo que imputado a
esse cidadao, est collecaionado, sob o ti-
tulo O crime Garca n'ura livro que
aesae dia seria posto venda.
Para
Datas at 5 do Maio :
Approvou se a minuta do contrato auto-
risado pola presilwu ia e u officio do 10
de Abril do ann > p-sado, para org^nisa-
50 e impressa los Dados estilsticos e
nformaQBss par. mi migrantes a que se
propoz Joao 0 deste anno, atim ue s-r reduza a termo
devendo a despeas da aobra correr por
conta do crdito consignado no Io do
rt. 16 Ja le do orcamento do presente
xerciuio.
Mandou-io por um concurso na forma
-

Correspondenciit do lurlft de
Pcrnaanbuco
PARAHYBA,-12 d, Maio de 1887
Nao podemos tecrever-lhea p-:los doua ltimos
res c agora o fasemos sunceintamento, ap..-
zar da nuciSiidude quo teraoi dt ser maia 00 uie
u: minucioso, .tiro da repararme a falta quo
^omln^tteln'i, aioda qua a mo grado nosso
H jf, 4b 2 boras da tarja, en um dos si-
loes sop- riores dj convento dj Cir.no, ter luzar
a 1 xtraceao da pnmoira lotera das coneedidia cm
b-aitGcio dai ^brr.s Saina Vasa do Mrcerieordia. desta capital.
V, pois, que dentro de poseas boras, taber,
eomu os -iqui, qaal o numoro falix, a cuj pus-
:;.lor present'ju -. sore non os vate cautos de
t>':is, importancia dj maior premio. Se por urna
aotrracao da fortoaa viosae ella parar cm casa,
acredito qaenSo uot faiia mil algn ; au cju-
trarij vina por termo a grava eaxdraidade qu;
n )s opprimo, a! s c.mmuin a moita gente e quo a
lassifica de inopia pecunia.
Vamos tur, dentro de poucj tcinp.', lab
du teeidos fc fi*ca\i e lo ixtrajvi de o'e> do se-
w iitt-3 d) ai^JOao.
O coatractj j f,i ass-pn-ido lu das, corea-
p.-ctvo conc saioario, suodM ingles Arthur B.-
Dalla?, dessa prac, proraette que breveaieut 1 ea-
corp-.rsr a coxpanlua e cff praio estipulado ( im
aano) dai cj.aecj aas tr.ibiibos.
Sai 1 bvias as vantagens qoe desse importante
molbir.iment red ndar.io cm. prl daprovn-
cia.
O Sr. D\ Gemini-iii 1 pe rata e outros ommst
HaHtttM vj cada dia adqnirudo novos tituba
beii- ni ireaeia dos pirabybauos.
O contracto est cineeoido tm termos precisos
e daros f.ram r\ damciit acautelados os in-
a da provincia.
E' uina empreza promi'tt.idora c hueowi vo!o3
jara que o Sjr. O illas possa ljval a a cfi;itj.
Um doloroso acattciin uto, que coostornou
o cor.ca i de urna familia inteira, se deu em o dia
21 do mes fiado, nesta capital.
Qieramos fallar Jo suicidio por eaven^namento,
de urna iutaressante mocinba, tiibi id finado Dr.
Benjamim Franklia de Uliveira c Mfo'lo.
Ignorase a causa que detertainou a infeliz mo-
cinba a praticar semelhanto acto de desespero no
braxolear da vida c quando nido Ihe pareca Ai-
rea e sorr'zos da ventura.
Achtt ?e na villa do Conde, para onde eeguio
ba dous diaa, o Sr. Dr. Silva Freir, chefa de po
licia de.-t-j provincia.
Dizem que 8. 8. alli fe;a de ordem da presi-
dencia, syndicar e tomar eonhocimento de abusia
e irregularidades occorridos na matricula de es-
era vos ltimamente encerrad-, os quaus sSo attri-
buidos ao respectivo collector que, por isso, j foi
demittido.
O que a respeito soubarmos Iba communiaare-
moi pelo primeiro vapor.
Foi damittdo do cargo de promotor publico
da comarca de Bananeirat o bacbarel Alfredo
Deodato de Anirad-: Eapioola, sendo nomaado
para snb:ti!iiil-o o bscharel Luizda 84 Lima.
Tenio s- guido para a provincia de Micas-
Oeraos, uo goso de iicenca, por motivo da molestia
o Dr. Samuel Tertuliano Henriques, director da
iastruccaV publica primaria, fai nomeado interi-
namente para substitu I o o Dt. Paulo Cavalcan-
te Pcssoa de Laeerda.
O Exm. Sr. Dr. Qeminiano Brasil tem, se-
gando nos consta, o peaaamento du ver se coose-
gue o fanecionamento da caixa econmica e monte
f-sso, um* certa avarsa.1, tenio acontecido qna
logo depois de haverem um ou dous deputados da
bancada lib -ral a respoito fallado, foi requerido
em t^dos os tres turnos o eucerramenta ; aprebso-
loe hoja cm y -cupir a tribuna, afn da nao ser
xnunhi a.'rpreheadido pela rolha, vondo-nvas-
siin tolbi lo de emolir u ir.cu jiizo sobro mttena
180 importante.
Permita V. tsc. que tu declara, qoe' ainda
lioj n > me arrependo de ter coneorrido coai o
meu roto e eatorco pira a approvafi do decreto
que permita o ecerramonto das disjussa dos
pr jeatos subme'tidoi apreciacio dasta casa.
Acbo murto eooveaieuta case decreto, mas com o
que na> me posso eonfarmar, com o o.') Jo
uso,pira Bervir- na da erpresso da S Exc. o
Sr. presidenta da provinciaque se tem faito
d'csao mes no decreto.. Assistia a nj, maioria na
legislacSo passala, o direiti de apres luta'-o o vu-
tal-o, por t830 qo>, o nobres deputados-que con
p iiihain minora abasav4.ni por demais da ver-
biagsot, nao digo bom : abusacam co uto da
vii biag !in.
En citarei uoo uniao facto : doui maz.M ja ha-
vitm pissadi 0 a Assemb a 4ao tinba'pjido
v >t\r o ;rt. Io do p: jajto d: Staojto do f.irc/ po-
licial. Tol'ia os Sra. deputu'lo- da bmeada
conservadora, tinham sobre elle faltada e b poucos fartavam que mo Civeasem esgitalina
tras rezos ;i qot tem dHMitU cada depuiaii, eia
virtade da r'^ixento
Q 10 i iianaineute era esse p- ') 'cto snbmattid 1
diacoaa&i; qu itidianam me sibro ell 1 fil ivam os
uobres teputaVioa di oriaoria, d; sortu qaa a dis-
eusiao ce pnlongira por demais, a aessSo dajnlle
aun 1 iiuba de emendar con a sojui iie, -i urna
providuioia uuor^ica nao f isse tiuiai, no sentido
da fazer dsapparecer o escndalo qua se ea'.ava
d-.noo. Te'ria pir e nsequencia h maioria da
cata, a'.iuaimia'c, o dir.-ito d' propir o eneerra-
meuto das materias sujeitas a debite, se compr.-
b ni ;3" qoe bavia da parta da mi aorta o intuito
da pr.ocrastinar soja, impondo a patsagam
dab leis aiinuacs.
Mas, iato se nao tem di lo ; muiti piticis d-ipu-
tadoe d oppo.w.'ii team occupadi a tribuna pira
discutir os orcatnentoe, da sorie que nao s- poie
justificar o procedimento di maioria, qua lio re-
quer o encerrara soto iuopin idamente, a dcspuiM
Oe li iver a'guos doputaiis ia palavra.
Fetas etas consi leraefas, permittir anida V.
Exc. nui. cu, com h caira 1 e moderaijao qi.i iiu-
poeuvuie este lagar de 2- secretario, d'oodu come
cei a fa lir p-lo fact) Je bovcl-o bundonaJ 1 o
seu preprietario, o a mi n competir como sen tup>
pleot', di<* maii alguma cousa'. Pee) instante
m-ite a V". Exc. quo boje se buman-se um piuoo
mi's, ti-n de nao irritir-me certo de qua embira
V. Ese. faca o contrario, procurarei nao ap-itar-
ino daa raias trabadas pola pruduiicia, mando,
entretauto, oem abusar do direito que mo ;.asiste,
ja porquj isso de meus babitot, ja porque, com
disse, nnpo' me o dever de sen- gravo c calma o
lugar qaa oa ocenpo.
Antes de aiialysar as emend s conainta sinia
V. Exc. qoe eu mostr a iuiaborencia em que se
acbara algoni membroa da maioria, comparad)
0 svu p-cedi.neuto actual cora o procedimento
que liveram na gessao pasaada.
V. Exi. sibe qua ha cerras med las cintilas no
ornamento apresent do u'enta casa, nu saasSa pas-
sidi, l-'Varam alguna da memoras da maior a a
loosp-'i- com xil.a 11> a m'norla, no crapaubl de fazer d-'aappa-
recer do orfam^nti as idis qa* prejodicavam
provinciano omraereio, a agricultura e ao fauc-
cii.nalismo publico. Eu tenho o despraser de ver
hpje renovadas t-saas mesmas ideas, e, entretanto,
v;.i iat.1 passando daaaparceliidamenta, sem levan-
tar protestos di part d'aqujs:l'..s que ni anuo paa-
poblicos, e preferivel que estes dupandam mais
alguma cousa Inven 11 m or numero de alumnos
pobres do quo r* numero intigaiicantisiimo apre-
sen ta do na emenda.
Eu parguato aa nobre deputa io : por ventura
os lentes di Gymnasio leceinando apenas a 10
creancis vencerlo m-onos do que lecc'nando a om
numero maior ? Nao, de certo.
O. seus veneim 'u'oo sa aeoipreos -mesmis. E
se o g ivern 1 da pr iviucia ha de gastar urna som-
ma fabulosa com o carpo docente, do Gy.nnasio
Perna'tbuBano para leceiooar a 10 meninos, 6 pre-
ferivel qu gaste mais alguma cousa com> tanto jue
o maior unmaro aprovaite estes sacrificios.
O Sr. Regueira CostaMs V. Exc. oorapreben-
de que eliminada a contribui;ao da provincia, e
vmgando a cmanda, sil lira grande numero d^
alumnos para oGymoaiio.
O Sr. J d'ff-irenc magnificante.
O Sr. Kegueia CostaNSt, tenhor.
O Sr. Jos .\farr-iDa quatito cntaa ?
O Sr. Regueira C.19*t' d cito mil ria.
O Sr J os Hara E' de 5*1)00. Mas dada a
hypotheso que na> s ji da 51 e -im d i 8S, a d.f-
farenc t> imignifioante qoe nlo conoorreri da
eerW pira q-ie os pais dos alumoos qnoes'o nos
c.dligios r.anicolaraa d'atii o tir -no par;; os man-
dar on papa n (Jvimiasio; mas oo pir^ui diffire-i
co muito maior di qu-? eita -a qt ha h jo entre
o qa 1 se piga no Qy.nnas'o Provincial e o que s
paga aos coilrgics pirticalares, e quasi todos os
piis da meninos pnjf>irem tci-os nos eallegi is pir
titulares J'i i]ii ii'Gyiniisi) Per iimboein ).
Por conssqencia, a emanda do nobre d-putado
nao proluzir effi-ito 11 -nham.
O S-.. Baga-ora C uta Eu snpponho qo 1 03 fe-
los prbvanlo emra a BrsfRiticii .de V. tve.
O Sr. Jos MiriaQreaa'iad> tara o mesmo
.i p-.uc) ra'ais do qua isso a prevalecer adsposi-
i\ 1 c. mtida no proj c'o.
B por rata razio que vara emra a em ni*,
p iriuo pi9iando el';i conaorrer! o .in o man veto
pira arraner de u-n grande namem i I -
giloi da fortuna o direito adquirido, conforme o
iiobro d< suts i 1 srsteQtiu n >tsa<) p ss 1 la, fi-
c.1111 ali apenas aquille.i que river'n a !'* '
ser ciborios con omoiti protestar do nibre i 1
pal ida c des s ts ami
O Sr. Jlo da OtiveiraQ nn qu os inioli?
E- o presidente on a assembla ?
O Sr. J i ifamBsta am-ioarri qn
G ?r. JiS) de Obvirat' quaeto capital.
O Sr. Jo- ManaX'3 bios lempos em 'na g 1-
vernava o parlido a q'ui roj honro de par tenue r,
tinham ingresa 1 no Gymnasio Provincial t nenfe
aquel les inaotrros a quam esta assemb a dav 1 par-
'n;, si I.
Mas h ja assim nao euocade; <; por esta ri-
zi que V. Esc. v queja no s.i votu aqui mais
autorisacao pura que partose d:;crm:naloo meni-
nos possam ter cdacag'o no Gymi-isio a espantas
da provoicia, porq ie istp agora faito A vontadu
d > presidente da provincia.
Ni votamos a verba para este fim detina la,
mis nlo tem alli ingreseo aquallesqu; esta assem-
oli jnlga e( in aptidoas c mereced iras ds'a pro-
teccln, poim aoou.os acuelles que enooutram pra-
tecf la da ptrt di presidente qua disa&*, como V.
lora prnpriedade sui. dessa verba p;r ni eooae-
dida.
0 Sr. Gjoips PrenteVt-.s r.indi nil) admitti?
nenhum menino. Xam ell; n mi os seus ant.
;ores.
j oto n. 22 daste anno, sao approvadas as de as.
58 o 51 e rejeitada a de n. 49.
Eatra em discuss&o o art. 3*.
0 *r. J am MoraCom o raquerim'nto
que aprasentai, na occasiao em que V. Etc. me
annnnaiou que tinha terminado a ordem do dia,
pedindc para que na 2* pirte fose discutido o o#-
camanto provincial, eu damonstrei, Sr. presidente,
que tinha o intuito da nao procaitinar as discus-
MW nesta casa, coaeorrendo para q ie da prefe-
rencia, fo8se discutida a materia maia importante.
A maioria, porra, com a frieziqua Ihe peculiar,
nio aceitn o meu requerrmeato.
S br-o o projecte^qae V. Exc. submetteu ds-
euanlo, eu teria ntoito que dixer se- conboeesse qua
Bit siuceridade ne.ta cata; mas como sueceda ir.-
Utramente o contrario, coate eu sai qa os dopn-
tadn vem para aaai come pripoarte firmee deli-
berado de votar sobre esta m 1 teria a faver e c >n-
a aquella, eonforun aa ordena que recbeos, a
pata 03 ofcea. otem que Ihes tramanttida, nao deixanio-se
molificar pela impressao queporvont-ira produzam
as palavras em favor ou emtra q-n'-in-r materia
submettida discussao, eoiiveu'cido cimo estou
deste proposito da maioria, cimprehmdando qa;
6ero baldadas as miohis palavras, convencidis-
simo como estou de que sto nao uma. cousa se-
ria, que aqu ae rep^eseata durante o tempo das
aesso-s, uma forrea ridicula.-..
O S-. Joo de OliveiraApliado.*
O Sr.'Jo.- Miara. ..certo da qne os nteres-
sos da provincia nao sio aqui selados ; quo os di-
putados n> se inspiram nos a ntimemos de pa-
triotismo, da amor a esta trra : daolaro c V. Ete.
que nlo discuto este proj'cto, coneorreado nsuim
para o bem de minha provincia, porquanto ser elle
votado cm breva temp, o que ser de grande van-
tagem par esta mesma provincia, qua, ao coatra-
rio, soff-eria sa as noss.s aessoas tivessem de ser
prolongadas por maito tempo, tanto raiis quanto
de |ii > | t dalouga niti potar ella auferir o ine-
or resultado, d-sdu qi, com eu venbo da de-
monstrar, 113 discuiaC.-s 11 ida eselaroaom, nada
elacidam : iilto csilaracm o aao elucidara, a as,
yorqua ni) ba luz qua pisia psnatrar n> sea a a-
oeo; a oatros, porque, embira .-.Igumi restea de
luz pi'ai peuetrir-ibs o eerebr>, ellas proaaram
feohar os olhos e nlo ver a c! iridade.
l*anho concluid>.
Vn 4 mesa, sil lilas, apoiadis e entrara cm
incus-aioa o arti.;i as seguales emendas :
N.65. Art. aiJiv, : N 1 c .30 de vag uai s T
p.-o-iu -h Ii m Ci on-a Mo-iieipil J 1 It-jjife :
1 O Injar ds aj lauta 1 ain matradir i
Mere 1 lo 4 O oigiroi ;- 111,-. 111- 3 fi.-aidi o laa^i-
miuf-is a i'-;.i loi iiseacs 3 IJ n I ilutares d* reputicii da ifaricSi.
4' U.ndii lugi-resda amuusasi di aarataria
a 'i.i eonl
^ 5o Un dos lo.; r -.. d fi eal da lia-V 1
S Jor. i'.e_' i -.; 1 mia cx-atan dona ficaes.
R-ga
- (ii Orlo, eiub r : 5 1 as aimaras mu
am as
i r}:x;.-ri)3 e Oravt'- luio.-isilai a
lia 1 |*13 : .' n d en; -. j 1 i :,s
aibic'nrel Jitqi 1 \l :t.. Wori i- Joll
! eo Barros.
'..(> Oil-o )>: p, aascimi"n mi '.i
Cipa- d-i 15) .: 1 ' r-ii 1 1 1 van d custas juli isas h ^ae^ i.-.l s
1' m'utioi le S01C0 M iir e \'b iq ierqia,
Jasnino Ko-- iqm 1 un -s e J ie >1 iri I .
landi F.lain. 'f ; 1 1. Costa.
P '
N j i ole Coob r : Pi 1 1
. 1 1
ifanici-
pal i) le t a'iti'risiia a pigir de pref T-*neia a
quan'.ia la S !iit qi~ si ach a -lavar di cai-
tas a Joiquim ii Silva Cnvalho, sibra^-ili
n 13 d:r oos do D. Mirii Lnnnnciali dj Cuino
B>cha Costa..!{jgj Barras. -i.lrijo: Porto.
-Amiral.
X. 67.0.iia couber : Pica 1 Cmara Mauicipal
d Caruari aatorisada a pigir a olfiial j n-
:i,-a J Dlds di Miraesa qm itia da 33JV00 na
O u'iia d-ver do castas. Rilnzoes t'orti.
II .;, tarros.
N. lio. \Crn r.i Vl.misipil i' '1 i'A'bi, pi-
giri > l i Frinc'sc l'i s Birreta a
luantia la 1203 103 |ue Ihedav I. costas. ;
liaer i 1 Iriguas- Porto.
N I A Camira Muiai >al -ie Pal 1'AUii, pi
iar p t-:t n uiimante e. da custas a .ilioati 1 1!^
t.' '00 ii-* deve 1 iriv ti r i 1 lise 1 A ttoaio
ees-1 Brayuer de Sooza mgil.-R'gi Birroi. III-
I drii < Corto.
O Sr. J.-seMiriaEiitlo o Gy.r.n asi 1 Prosin- ^70 'ieam as ca-niras man'cpics de Inri
'aiesfAd-serto. seisa e t. Joi lo Eiyoto autorialas a pagar da
I Sr. G mes Prente.\11ntem os raeug alum pref.rancia o que devem le castas ai esenvio Vli-
gitil i-Qi
sadll revoltaram se pala Usu qua V. Exc. vio, le-, pbr^e. de*sa p^rogava que oe sen correligio-
narios Iba ;darm. Mas S. Lxc. nao me po i
vai, signa io affirmavaio e eu acreditara, nao
.e o capricho, por mo/el minos justo maa ps'o
ster \ii! tiiihaio a esta tarn, pelo justo iuteresse
qua hgavam nos direitos adquiridas d'aq lalles a
qu n 90 quera crir.
Um-ii dis quesii- qoc Uvanlou maior grita uo
se:o da maioria foi a resolacio que pretendeu to-
miracasa de exterminar o GymnasIS. D.sn-ac en
tai que o? pobr-s lilhis do povo qu? alli estavam
recebando o po do espirito a eusta da provincia,
eJilo adquirid direitos a isto, am ser d'alli ex-
p liidti pan converterem-se em vagabundos, de
aorta que, podando vir a ser glorias do3ta trra,
1 -n .i .1 aaabar as prisuas
Eitiarnita. Sr. pr.si lente, Vejo qu-l hoje, se
procura pala mesma forma extinguir o Gvmns'o
Provincia!, e os nobres deputados qur, entre ouo-
tra9 ras's. dealig iram-so Uus aeu3 amigos per
esta, muitas; qulorc no se oppi m a cs9a
reaolu.-io.
O Sr. RaguaisaCista d'\ um aparte.
Sr Jos .VlarU J nobre deputado pala-noao
dtttriet 1, m- i illustro aigj, honrou-me com um
nao apotada; mis o nobre deputado nao podar
contestar a minha nssarr;lo, porqua a e-nenda poj
V. Ex; firmada,, a emanda apresentada n'esta mesa
cora diversas, assigistoras, mas engendrada por
S. Exe. nao ma3 d 1 que um remend >, uma emba-
.. aun cousa para inglaz ver...
O Sr. Joao de Oveira Nlo ser posta em
ex- cuelo.
O Sr. Jos Maria... e que serva apaas para
apparemar uma certa coherencia da p irte do nobre
deputado.
El pergunto a S. Exa. quantos meninos iuternoa
cxiitm noGymnasie Provmaial por conta da pro-
vincia ?
S. Exa. deve estar a par disto e poder dir ma
esta iuormacjio.
O Sr. Regueka CostaNlo pnsso dizel-o.
O Sr. Jote MariaNSo sabe?
O Sr. Kagu-dra Ci.eraSao sei.
O Sr. Jos MaraO nobr deputado nlo sab.
piis Iba digo qua todos com excapcao dn dous 00
tres.
- O Sr. R-yueira CostaEstou informado de qu
ha oito.
O Sr. Jos Maria0 presidente disse dous no
eu r litorio, mas concedamos que sejam oito.
E i, regra do Gymnasio Pernambueano mantem
apaas os meninas desvalidos que tem alli ingres-
so era virtaie da autorisa;So desta Asiembla.
E' por consequencia um estabelecimeuto que
tras somante oou' provincia.
Mas assim sucede, porque a provincia entende
que deve despender cs?a quantia que ser perfei-
tamente a proveirada desdo que ella concorre para
educar e Ilustrar os desprote^idos da fortuna, qne
oemonstram aptido para as lettras.
O Sr. Regueira GistaV. Exa. nao pode talar-
me de incoherente, porque ainda hontem votei pelo
rastabeleciment da contribuica" que a provincia
dava aos menino Dobres.
O Sr. Jos MariaPela emenda firmada por S.
Exc. o que fica sendo o Gymnasio Pornambucano 1
Um estabnlecimen*o raantid < pelo governo s e ex-
clusivamente para dar educarlo a 10 meninos, que
tA i serlo de certo aquelles qoe mais aptidlo ex-
hibirem, mas sim aquelles qaa maior s asma de
protocolo tiverem.
O Sr. Regueira CostaA le estabeiece o modo
de fazer ae a ademitaao.
O Sr. Jos MariaEu aei que o nobre deputado
esforcou-3' para mostrar que nao incoherente,
mas vou passar que o .
O anno paseado a maioria cedeu um pouco para
G mes
o que alti exiatiam.
O Sr. J.i< MariaSil 1 i x tet 1 o que alirra 1 o
nobre d^pitaio.
O S. Gomas Prente Assajoro-lbe que .
O Sr. Jos Manaosso assagoraa no nobre
deputadi que-ni permanacein hoje no Gymnasio
Provincial apenas os meninos qia existKm do do-
minio liberal, porque nlguna tem sabido de motil
proprio, oulrn tem sido dulli despedidos, e tis va-
gas por elles deixadaa tem si o pre ach Jas.
O numero da temos do Gymnasio Provinci 11
est cemp!. to, provreo o nobre denotado a que me
demonstre o contrario ; e eu poderla d'*sta tribuna
indicar, so quizesse, diversos meninos que focara
dali despididos, e ootros que sihiram de motu
priario
O nobre depataio pode me diser qui o aetunl
presi lanta da provincia nao aboeou do uao, na sua
affirraar qaa todos 03 presidentes quo teem nfe
eitado esta trra nasta situn^o, nao abusaram
d 'f Eu garastb ao nobro deputado que toljs s pra-
^idantas, inclusiva o Sr. Ig iseio Joaquim, man la
rain admitir no Gymnasio Pernambueano mani
por conta di pr.vincia.
O Sr. Gomes ParanteEu acho que V E :. e=t
engaado.
O Sr. Jos MariaPoil eu provoco a V. Exc.
para provar-ma o contrario. Nli requeiro intor-
macoes, oorrpie o mu requeriment* nao passaria,
mi3 V. Exc. faosa-O pira ma co tuadir.
F.'z-se, Sr. presidente, grande escarceo o ann 1
pas?ado com relaco a este ponto. H>j 1 a Assom-
bl^ procede da mesma f.toi e 03 nobres d.'puta
dos qua cmitituiam a dissidancia f :iun os nlbos
a tudo sto, a exasoclo do nobre deputado plo 9'
diatrleto quo ae debate para mostrar-ae coherente,
nio consegund", entretanto, mais do queapreseu-
tar mel com agua, em vez de garapa.
O Sr. Regueira C:staV. Exe. est engaado;
fu quero justamente o que padi o anno passado'.
Veja b lei.
O Sr. Jos MariaO anno-passado en votei pela
manuten,-io do Gymnasio tal quai elle ere.. Abi
esto os uieus discursis pronunciado3 a respeito,
douJe sa v quo eu pugnei sempr pela manutea-
flo di Gymnasio tal qual eite e/a at entao.
Um Sr. DeputadoE o Gymnasio extingue-se?
O Sr. Jj6 MariaMas fiaa a provincia gastan-
do uma gamma fabulosa, mais de 1QO:00) para
dar-se educarlo a 10 felizea. Efa preferivel que
nj anto.-sa93emo3 o presidaote da provincia a
mandar educar por coala da provincia, em colle-
gioi particulares, esees 10 meninos, a maatar com
todo o seu cortejo dadespezas aqualle estabelac-i-
roento, nao para dar educaglo aos pernambucanos,
a aquelles que se mostrare) dignos desse favor,
mas sonante pira ojar edueaelu a 10 criaocas que
s6 eorao aili admittidas pela proteccao da que g0-
sum.
(O 8r. Regu.-ira C^s'ad un aparte.)
A cm-'iida apresentada pelo nobre Jeputado o
anno pas9ado, fallava da Cilios do votnutaris da
patria, d s filhos dos empregad.os pblicos, mas nlo
restringa ao numero de 10.
Passerais agora, Sr. presidente, a analyaa das
outras emendas.
O Sr. PresidentePrevino ao nobre deputado
que a hora destinada 1* parte da ordem do dia
est tiuda.
O Sr. Jos MariaSr. presidente, V. Exc. rae
iroz A n".ral.Reg B ir res. Rodri-
ga is Pjrto.
N. 7;. O ule coubcr : Pim a Camira Munici-
pal d; Nizaret'i autorisada i pigar da preteren-
c 1 1 qu nitia de 25il50 quiesti a d-v-r d-
custis directora do C'utroLittararii N'izireno.
Rldriguar Porto. R-go Barros.
N. 72. Ouleoub'i : Fica a Cinara Muu'ci-
pal di J ib iota 1 aut irisad 1 a pigar o que estiver
dever da cuatis ao Dr. Jos Donato Gima
Torres. Sipliroiio Porte|la. Barros Birreto
Jnoi ir.
N. 73. Xis dispoaiciYes gira1* : Artigo adlitivo.
Fica alterado e substituid) p-lo seguate o srt. Bi
di lei n. 1,882 de 10 da '.etembro d~ 1886.
Os donos die estabelecimantoa aommerciae da
eidada do R eifc e dos io interior, das villas e po-
voaco-s polerlo coaser val-os abertal na domin-
gu o di-3 s.iutifi :i 03 at s choras da tardo,
s n- nte pir.i vagrel-OS, e.apaual-os c arrumar suas
m'rcadir as, el) pdenlo ven lar.
Exeeptua-sa desta disposijio :
1 As oasss de ra-'rcado, de b-trb'iro, de cabal-
1- ineiri, aC/OUgues, hispeiarias. caf), tabacarias,
b'ibtrcs, pharmaeias e. padarias.
Ai ti vera is asquacs s polarao estar abaras
ventor at i2 h iras datarla.
Os estabe eeim itos raereantis ou oasis da ue-
gici 'S, das cual- 9, villas e piroafoas, onde bou
\er feiri nos refer ios dias.
O iofrietores fieam stijuitis multa de 3050-i0
e. 5 dias Je prisa) e do dibro ni reincidencia.
Itit.ia e Silva.
N. 74. Picaoi Cmara Mu-jieipal do Recfa au
torisidi 1 pigir o que dever de custai aoeserivlo
de S. Lonreuiji da Malta Jo Francisco Talha
da Mculonci. lovencio Matiz.
N. 75. Fie 1 nparovado o contracto celebrado
pola Cimira Municipal do Bczeiros com Jos
Fju-itiu) di Silva pira a ediSeaQaO de uma casa
de mercado n'aquella cidade. Costa Ribiro.
Dr. Pitanga.
N. 7i. Onde eonvier : Fica a Cunara Slunici-
p,l da Barreiros autorisada a pagar o que es ti ver
11 dever de i.uitas ao escrivlo Fex Macedo da
Cunha Franca.Joao de Oliveira.
M. 77. Fica 11 Cmara Municipal do Raeife au-
torisada a pagar a D. Isabel Lamos da S Iva o
que fjr ju'gr.li divido polo terreno tonado pela
Cmara p ira s rvidlo publica na estrada da
Torre.Jacobina.
N. 7. Ao 18 : Depois das palavras comino-
niua^aa previa, ac?re3eeue-sa : independenta de
qnalqier pagamento.liego Barros.
Ningaera mais pedodo a palavra, encariaia
a discos ,>.
P>sto a votos, approvado o art. 3." com as
emendas de ns. 52 a 56, 58, 59, 61, 63 a 72, 74,
76, 77 e 78; n-jaitadas as do ne. 37, 60, 62 e 75,
ficando prejudicada a de 11. 73.
A r-Miiiariai-nt) do Sr. F^rr.ira Jacobina, foi
nominal a vo'a&So da canla n. 63, a qual deu o
aagointe rranltado :a favor 03 Sra. Costa R'bei
ro, Giiicalves Ferreira, Reg Barros, Amaral,
Viseonde de Tabatinga, S. de Amorim, H. Ban-
deira, C. Gomes, Domiogues da Silva, Birros
Barrado Jnior, C:ih) de Moraes, L. de Andra.la,
Regueira Costi, F. Jacobina. ffmso Lustosa,
Rodrigues Porto, Ros 1 9 Silva, Constantino de
Albuquerqua, Sophronio Portella, Augusto Fran-
kliu. Prxedes Pitanga, Joo Alvej o Gomes P-
rente (23) ; o contra, os Srs. Jos Maria, Bario
d l'apissuma, Julio de Barros, ItogoOert Andr
Dias, Ra'is e Siiva, Liureuyo de "-, J. da Oli-
annuncia qub a Ia parte da ordam do di est] veira, Juvencio Maris e Baro de Caiar (10).
fiada.' Eu comecei ha pon coa fallar sobre o orea- O Sr. Uego Barros (pela ordem) reqaer
ment e apaas pude oro ipar-me de uma emenda.
Roma. Dapois que V. Exc. me responder a esta
ergunta, eO proseguirei.
O Sr. PresidenteEst a berta.
O Sr. Jos Maria Eu nao quero que V. Exo.
me diga que estou discatindo com a sesso levan-
tada ; agora que dase que a sesso est aberta,
en continuare, declarando todava que nao seria
muito proprio desta casa, se fosie uma casa seria,
o facto que venbo de denunciar. V. Ere. permit-
a ^5 8 L??",i'd* r,i,lor 14r to projecto
^J'S** ^l"*5" qe tive.sesido distri-
S*, niS? 8:'" dPaUdj8 *> Porm, nao o re-
cab nem I., 1 o qaa tou faaer ueste momento
t E' ,?L.PJ!?*,eat'' p- cc*,*) da discusslo de
forca pahcraJ,. qaa permute o regiment debate
ampio, largo aobre qaes'oes pilitica.
O*; Presidente O regimtnto'uao permitte
porja tecm nBrmat.do os eetyloa abrir-se debate
auisa* na 2.a dueussao.
O Sr. Jos Mara Se V Exc. enteule que eu
aaodevo fallir calar-ma-bei. V. Exc. o dono
da casi, manda como quer : V. Etc. determine
que eu obedecer. : tas agora Deatodisposieso.
V. Exc. toma o recado no topo da escala : a deli-
cideza, a civilidad; manda que a um hinem oue
usa grata e psletot e qu.- bate u'uma porta
raaude se entrar, sentar, para depois so Ihe pe-
guntar a que vai. r"
O Sr. Visconde da TahatingaA'a vezes usam
0 sao oont...
O Sr. Jus MariaDa mesma forma que outros
que nlo usam botinas nem gravara ln sedimen-
tos muito mais elevados que muiros titulares.
Assim, V. Exc., Sr. presidente devia esperar
que eu terminas3e a phrase para deous fazer a
onservaflo.
Eu diaia qu a praxe cstabelecida era esta. ..
O Sr PresidenteV. Exc. isse tm 1" discus-
sao.
O Sr. Jos MariaDeclaro a V. Ejc. que nlo
ajterare as notas que me forem entregues, e V
Exc. verificar entao so eu fallei em U diseussio
Nli tenhi a culpa de V. Exe. em ves d prestar
attencao s discuises, estar a conversar.
Eu dizia que por occasilo da discuss ria for-
C pdieial qua o deput.-. o tem o direito dn discu-
rirjimplao largamente :i8 questoes politices.
N lo fallei nem rni 1 nem 2" discuasl -. Entre-
tanto, podara diz.r a V. Exc. qua a prazi ee-
gui i 1 oesta Casa c discotir-se poliuVa na o ta
2 disoussao, ', piro prov,l-o, nSo precisara mais
do qua man lar vir r,a annaco desta casa das ses-
BOa ue 1882 1 1885 e assim confundid 1 V. Exc,
aiili ni iiim-ros dseuraos da op osica discursos
pa iticis, pruferid s aqui por diversos deputados,
/n'. 3 quaes p sto citar o Sr. D.m icrlto Caval-
itnrri q ie fu durante a rppo3vl' e-f rg lo |ja-
dor cm pr il .!, sen parti !,, maa qn f ii ri-compeo.
idi hend inxotam como a usa i rcslavel, -:o
da t r-se vi- forjad a i>mi4-r*r lost* tr-
ra, Ueni i, tabe us, quaut is tacrif :i e!
E' esta a praxe, ia eu dizondo. EiUetanto,
ese u rea Ivido :i a> ntiiisar-ma, ao menos p r
i : ss>i f.culda ; 1 nho cora deputado,
trutmlo de p Mica riisouttndo a
: :.-:. manta a laldadd qua eu faca pelo
iu n s --. r :-.;; n il'u;:.- eommissao q 1 g mis 11
1 p-ijeeto.
qua V. Bt. nlo ma 1; qua nao aso
7 ,:- -' pf Ir -. niio d ente i npu-
utr-ietira ; r .j-eto par 1 ao c I ir .s vastas. \lc
aavallieiro discutir u 11 ina'en'a !. mpor-
* la-'t-i na anseoeii daqaallee qu; tcun o de-
r ,'ir essa disc ssao.
A i.'ln itra iiauia il 1 de forca polica ,:-
anuo .1 me;n, 1 d anno ns-. i -.
/ *;' J 1 Oiiveii Com.) tur] ),
O Sr. Jj^ M.ruVresuma que otea oi 1 ata
tributa no ru.o P-3..I1 teado diicutii-o c'.ra toda
I 'I ren ICl'a O ;.r jy-- d' f)i ;l pj i .al e [.095
mesra 1 affirin .'- porqu 1 tive os.: .
Ii d t-r sil 1 omprim-'nra h no r. lin u
mau.dissucsa, portlos os membroa dn maioria
qi'si Hchivam p-os-nts e principilmee pel.i
riat.r la commis ue eu impugnan, o meu dis'iuc-o ami "i S-.
1 ir de Drura n inl
A vitl 1 d^ ixposio nli pisso empenliar-me
n'una dicCJSii de*t-i naturecu s m qa' p :-. ,:i -
noj u i Lustre r lator .11 eommissao que coiifaccio-
o m ast proj ict-j e*tej 1 presente u algara de 3 >os
c 'ir,1 iihi-iros.
Sendo aaam, desist de pro gnir, manlmii
ni-'-1 um requarimeuto da adiamanto da discussao
il mu esttjam pr-seutiii aqie qa itii
vir de ouvir a impngnacao >o rojeeto qua elab:-
r-.r'ine qne f i eubn otilo apreciacA J casa.
Vem mesa, lid, apoia o ': entia ra liscus-
s) coujuoctaineuta com o projec1 1 c .-. g .t re-
qu Wineut 1 -
o R-quairo o adiamanto da dijaiisGio i'or 4
horas, at qoe cateja presente -i coaim:sslo me
elaborou o projecto.Jos Maria .
Niguem pelin lo a palivra e na 1 h ivendo nu-
m no para votar-se, encerrada a diseissao, 1, .
t rma do regiment.
Entra em dieeosso i projeat) n. 2 que adia-
do.
O Sr. Piesideote levanta a scsslo, rtesi .".m 1 io
a S9gui ita or lein o > dia :
Primeira parte: contiuuaclo da diseussio das
emendas cffireeidae era 3." d'scussSo ao projecto
n. 1 desio au 10, 3.a do projecto n. 22 h 1." do de
o. 41, araba deste aun>; segunda pirte; eouti-
nuacloda ai-tecedeute e miis l. liscusslo dos
projaotos ns. 54, 59, 60 e 61. todos desta anoo a
1. de u. 51 de 1886.
Bem v V. Exc. que nlo justo que eu deixa a
tribuna. Vou, pois, requerer urgencia para con-
tinuar a discussao do orcamento provincial na 2'
parte da ordem do du, mesmo porque V. Exc. sabe
qu* sendo materia importante nlo polo ser pre
lerida por outros projectos que nao sio de inters-
eo publico.
Permittir, portan to, V. Exa. que eu redija o
mea requerimiento.
Cont que elle ser approvado.
Vem meia, e H io, apoiad, e, poste a votos, re-
jeitado o eeguinte requer meato :
R-'queiro urgencia para continuar na 2 parte
da ordem do da a discueso do projecto ds orca-
mento provincial.Jos Maria.
Pasta se-
2 PS.BTS sa oSdbm 00 DU
Procedendo-se votacan, adiada na sessao an-
terior, das emendas offerecidas ao art. 2* do pro
e a casa conceda dispensa de intersticio, para en-
trar na ordem do dia eeguinte o projecto n. 22
deste anno.
O Mr. Jos Mara (pela ordem)Sr. presi-
dente, eu vou mandar masa um req erimeiito,
pe lindo para ser consultada a casi, afim de ver se
concade permissl) para ser discutido de preferea -
eia a outro qualquer o projecto de foros publica.
O Sr. presidentaE' o que vou dar para a dis-
cussao.
Entra em discussao o projecto n. 41 deste anuo
(filelo de torca).
O **r. Jos fJKJirlnEu perganto a V. Esc.
se os trabalbOB estao tUspausos ; se a sessao coat
n*. Taubo razio de fazer esta pergunta, quando
vejo aa bancadas vastas, nenhum deputado nellas,
4 ezcepelo do Sr. padre Amorim, o todos os ou-
tros deputados juntos de V. Etc., como ss V.
Ezc. fotse o Papa, com > sa todos os deputados
fossem Roma, pois que onde est o Papa est
27" SESSAO EU 22 DE ABRIL D.i 1887
PRESIDENCIA DO EXM. SU. DB. JOS MAXOEL DB BABROS
WAN ERLBV
scmmabio :'Jha nadn e abettuia da S:5o. Lci-
tuca e Bpprovaca-i das actas de o(j e
21 do c.-iie-ote. Espediente. Dif-
earso c mocio do St- Goncalies Fer-
reira Discurso do Sr. Soares de
Amorim. Contina a discussao do
requerimeiito de intormacoes dos Srs.
Praxede3 Pitauga c Jos Mar.a__1,
parte da ordem do dia Discussoes
das emendas oflFirecidas em 3. ao
pr. jacto n. 1 deste anno.Discurso e
rcqueriir.ento do Sr. Jos Maria.
2.a parte da erica do da y a dis-
cussao do projecto a. 2 dette inno.-f
Approva^ao en irramento. Votaelo do pr jacto.
2.a discui8ao do projecto n. 105 de
1886. Aprefcatacao da emendas.__
Eucerrameoto di disaasstio e v.ta-
cao.2. discussao do art. 1 do pro-
jecti n. 8 desti anno. Requei
ios dos Srs. Bario de Itapissuma e
Jos Maria e observacoea cle^'p. __
Discurso do Sr. Jos Mari Eucer-
rameoto da discus:!) e adiamento
da do art 2 do mesmo projeeto.__
L"varita-.m a seseao.
Ao uv.io Jia, faita a chamada a ve-ificau I
estarem presentes 03 Srs. Autoaio victor, Soares
da Amorim, Ruis e Silva, Luz de Andra-Ji. Bar-
ros Barrito Jnior. Viseonde de Tabatinga L:u-
renco do S, Joo Alvei, Alfonso Lustos.. Juven-
cio Maris, A raral, G0nc.1lr.-s Ferreira, BaTis
Wandcrley, Uercnlano Bandeira, Constantino de
Albuqncrque, Reg Barros, Ferreira Velloso, Go-
mes Parete, Bario da Iiapisssuma, Jos Maria,
038 e Silva, lorigue Porto, Prxedes Pitonga,
C'Sta Rib.-iro o Rigoberto, o Sr. presi Inte, ios
15 minutos depois de me!) dia. declara :bria a
sessao.
Comparecen! depois os Srs. Sophronio Portella,
Costa Gomas. Andr Das, DrummcnJ, Domin-
gucs da Silva, Ferreira Jacobina, Jcao de S
Bario de Calar, JoS) do Oliveira e Reguefra
Costa.
Faltam os Sr3. Augusto Franklin, Jui j,. ;;.,r.
ros.C'cIho de Moraes o S .ionio de Mello.
Sai approvadas as actas das sess's de e -'I
do crrante.
O Sr. 1 secretario pcele leitura do se-
guate :
EXPEDIENTE
Uji officio do secretario d goyerno remetccul
urna conta d-eiMicntad 1 da estfala da farro do
Recifa a Limnairo, reiliva a passageas concedi-
das pir conta da provincia ni impsrtanait tl ..
14)(X). \' coranisslo de orcamento provinci 1!.
Um abaixo assirnados de n 'goeiantes estabele-
cidos nesta capitU com lajas de j jas o relogios
misslo de orca-neoto pr.vineal.
Um officio do secretario do govaroo dn
eia do Rio Grande do Norte, Bgradecenio
mesas dos Annaes desta Assembla de 1586. -ln-
teirada.
Um abaxa assignados de cammercianres desta
capital, pedindo um abate em seus dbitos de 5(1
por cento. A' eommissao de orcamento provin-
cial.


Diario de Prabam>-^Stt^bado 14 ite Miik 4c 1887
Uaa petieia do* directores 4a Companhia San-
ta Tberesa, requereudo um ampliamente f6 an-
noa do craso marcado ui UusnU.i. e a m-
novacdo do oonlrsctee. A' oosaoaiaaao do orcv
raento provincial.
Outra da empresa 4* illumwacdo g **
cidade, requerido paqainsuto de 11K:.H3#430
eom o restante do emprertiino autorisado pela le
n. 1,860 para idetico fim.A' CJinmisaao de or-
c.ioeuto provincia'.
Outra de Tin North Bra.ilian Sucar Faetones
Lmitedi requerondo o pg. uiuto de 30:0004 con-
signado' na l.-i n. 1,713 para a ponto s.bie o rio
Oipib'.iibe, na iinuiediftcSiadaesUoiode Iiumi.
A' cumuoisslo de orcun.mto praviuoial.
Outra do Francisca do Gouvei ? Queiioz requ -
r.uio c.usignacao da verba de 147*110 d, Uta.
idieiaes, quclhe deve aCa.nara.Muu.c.p. 1;
Victoria.\' c luuiisalo do oramelo rauuieipa..
Outra do Manoel A palmario .-autugo. arrema
tan e Je J.v.rs.a g.n*a: no 2.' Jj.tr.eio deLi-
um abaliraouio Ja 10 0/ u)







moeiro requeren O _
ralor di trreraatacao-A' corarasio de orcamen-
tO UOUllioipil- ir- c
Ouira Jo Urabelina D.-mingis do Espirito Sa -
tvvinv^ io Albno Brterra do Mour, requeren-
do ama moratoria de tros aauos parapagar os
mpoatca que ..ata a dever de MU predios. A
commissao de orcauj.'uto provincial.
Oaira Jo An id orgos Alvos, tebelliM paoico,
es-rivlo do er.rae, cive! o jury da Gloria do Gci-
t. reqacr. rodo enatignacaJ da tarto fe t>0J*Q0J
que I be dev a Cmara Municipal a allA eom
raisslo de oreainento municipal.
Ouira do Amonio da Casia Teixeira, proprMte
no 4a coi torro i ra do Rosario da Boa-Viste,
requ rendo causgnacao da quota de 360* uo alu-
guel da referida cas., que serva do quarted da
guardi civioa a eautar do t" di Julln de 183a ao
1 de Julbo de 1S8.A' eom:ui.=ao de oreamen-
to provincial.
E' lido e submettido a uiauu*sao, que fiea adia-
do por ter pedido a palivra o Sr. Jas Mara, o
8-guiut' parecer:
A Boumilasj do oreamento municipal, exarai-
aaudo a p tielo de Jalo Antonio Mouteko, tiel do
procurad.r Ja Cmara Municipal do Recite, em
.que pode Ibe aoja paga a quanti* le 781#OOJ;
Cuasia randa que n> ixereicia de :8*J a 1801
a porceut.14.1n por 'ei mareada id .upplicante tai
do \'. p r oeuto s>bre a renda da raesraa ca-
- mar; ...
Considerando que o 3uppticaute sujeittu-se a
isso, tanto que c mtinuon a exereer o lugar de fiel,
e p-uco imparta fosae essa po'centagera inferior ao
ordenado nxa que percebia antes e posteriormente
lhe foi marca Ij ;
Considerando uns qu: todos os anuos esta p.ti
cao dirigida a sata Asamblea sob os meamos
tund;.raeutoa, e nao tora sido atteudida, vista do
sua improcedencia;
E' de par-i-er s.ja a inesma iudeferila.
Em 22 de Abril de 18:7. -R-.go Barros, Ama-
ral.
Sao l 0 o apiud s os seguinte* pareceres :
A : minisale de orcara-nto municipal a quem foi
present a p ticio do Juvenci Silverio de Barros,
arrem. :::.(', ie impjsto. ciu iieip.es da Espada,
precisi para dar seu par.cer que seja' ouviJa a
Jauj;ru Municipal di Escada.
Em 22 dj Abril de 1837.Reg Birroa, Ama-
ral.
A eommi 1S0 de oreamento municipal, precisa
para d.r -,u paxeaer respeitida peticao de Joao
IVortelia Mattos, arrematante di imp>3tos municl-
paos da '"amara Municipal de B mit que sejd ou-
Vida dita cmara.
Em -21 de Abril de 1837.Rgo Barros, R>dr-
gues Porto.
A cemmissao de orsamonto mnuicipal a quem foi
presente a peticao de Ivo Antonio de Andrade Lu-
na, na qual requer aeja approvalo um contracto
ftito entro a (Jimira Muaieipal do Goyauna eo
suppii'int.', precisa pira dar seu parecer que s>-'jn
ouvida eom urgencia a Repartilo d is Obr Pu-
blicas.
Eai 21 do Abril de 1887.R"go Birros, Ama-
ral, K idrigues Porto.
A cominisoio do posturas municipies a qu- ui foi
apresentada a petico da Sociodade UniSo om-
mercial Beneficente dos M rcieiroa desta eapital,
firmada a 2'J de Marco'dfi8te auno, sobre vexames,
que soff-e cm virtade das pisturas municipios,
necessita pira dar si u parecer que si j 1 ouvida wm
a mxima brevidade o urgenci 1 a illustiissima C-
mara desta ciilaie.
Sala das coramiaeo3S, 22 de Abril do 1887 Ro-
drigues Porto, Soares de Amorim-
A commis-ao de leg.lac&o, afim de d'%r parecer
acerca do incluso rquerinaento de D. Mara Can-
dida Branca da Matta, viuva de J. ao Pedro de Je-
bus da Matti, empregado que foi no Cmsulado
Provincial, requer que sobn tal preteoQo^ s"
peca pe s causes competentes iuform.caoa* The-
ouro Pruvincial, com a dcclaracao de haver sido
on nao applicada a outrem em idnticas couli-
ro s da potici naria a disp icio a que se refere a
le n. 1860.
Pac J* Asssmo!4 Legislativa Provincial do
Pernambu:>, 21 de Abril de 1887.Costa Ribeiro,
Sophrouio Portella, Domiogues da Silva.
Sao lidos. jnlgados objucto de do!ibrv3oe vio
a imprimir os teguintee prej^.etos, son!) dispen-
sado Je impreasao em avu'eo o de n. Gl; a reque-
rimento do ir. Soares de Am irim :
A commis3o de redaccao a quen foi prosete o
projeel n. 2 tiesto anuo de parecer que seja
adoptado, o seguinte :
A Aasembla Legislativa Provincial de Pernam-
buca resol ve :
Artigo nico. Pica eleva li vi'la a povoacao
de Jatob e pira ella transferida a s le do muni-
cipio de Tacara'.
Revogaias as disposices em cotrrio.
la das commis s, 22 de Abril de 1887.
Barros Barreto Jnior, G. de Drummond.
PROJECTO N. 63
A Aasembla L?gislativa Provincial de Pernam-
buco re.olve :
Artig unieo. Fica revogada a lei n. 1,346, de
79 que creou a fregus:a de Jacarar; fieando as
freguesiss do Brejo e Taquaroting eom os li tutes
anteriores a esta.
Revogam-se as dispoaico'S em contrario.
Sala das sesso 21 de Abrl de 1887.JoSo Al
ves.
PROJECTO N 61
AAssembla Legislativa Provincial de Pernauj-
buco rosolve :
Artigo nico. Fica o presidente da provincia
autorisado a mandar restituir 1:23700J e filhas
de Migael Augusti de Oliveir, berdeiro do rema-
nescente de D. Generosa K>a da Silva, que do
mais pagaram la-mJa, de accordo eom o j 71 do
art. 2.' da lei n. 1,810.
Revogamse a. disposicoes em contrario.
Sala Jas sessoes, 21 de Abril de 1887.Soares
de Amorim, vigario Augusto Frank'in.
X. 65. A commissao Je legislacao xaminou
o incluso roquerimento do Dr. Felippe Nerv Col-
laco, que pede a esta Assembla baja de kxar a
verdadeira nter retaca) da le n 1,415, que auto-
risou o governo da previocia a melhorar sus apo-
sentadoria, como professor de inglez no Gymnasio
Peinambucano, tendo sido antes professor substi-
tuto de gejmetria e philosopbica ao antigo Lyceu
desta cidade.
O que consta da pet cao e dos documentos, que
o coinprovam, que tendo ido o peticionario e
outros seus collcgis aposentados em u u laesmo
dia, sem que isso h .uvesaein requerido e quanJo
contavam j longos annos de servico, que reuui-
dos a mais algnm tempo dar-lhesbiam direito a
sercm aposeotadoc eom todos os veucimentos, al-
guns dos quaes seutiram-8) pr rern a esta Assembla e foram attenJidos, bem
como o professor de msica que foi reintegradlo
no seu lugar, o o Dr. Jos Soares de Azevedo,
protissor de litteratura e linrju nacional, a qu -m
a lei a. 1213 conoed u m -llura de aposentadoria
e a pej;sep(lo de todos vs vencimeatos.
O peticionario, condado, seguudo dix, neese acto
dejustica da Assembla o uus seus longos e bons
dorvicos, reelamou para si a mesma reparaeso e
de feito a Assembla mau.i m pela lei n. 1415, que
teasse o governo da provincia autorisado a me-
laorar a aposentadoria do Dr. Coliseo nos termos
da lei a. 1213.
O governo usou da autoriaacCo e das informa-
coes entao ministradas, constantes das certi44ea
juntip, M que a secretaria opina va que, a
usar o governo da autoriaacao, davia dar-ee 10
ex-professor de ingles, Jpela sua uposentadorin, a
unsma psnsio dada ao ex professor de lingua na-
cional, e o Tb soura que ae tivesse proporcao en
tre o temp; pe sevico de um a ou|ro ; mas o ga
verno da provincia ao se elogio nem a um nm
a cutro parecer, segundo dis o peticionario, man-
dan lo dar-lhe qaanlia muito{menor do que aquella
que a Asa: oblea determinara.
Como se v 4a expoico pupra, a comtaiMio
nao tem a consiiierar a juatica e a, coaveaiencia
eom que foram concedidas aquella, melhoras de
aposentador*, mas i* nn*aeate qual a ver
dadeira interpretacao c!a li n. 141S.
Combinadas as da. les, >-ffl^t
mente do IcgLlaJor ,xpre-o oa c.ud* lein 1415,
koi coasiderar o Ftioo.r0 bab.l.ia4o*.psW|.ber
^or sua aposentadaria teslss os vencunvotos con-
cedidos ao u ffltaga. Dr. Jat Saarc. 4e Az-
Zi, parecendo camm..so prom-el que no
animo do legislador actuase como prKiC.pal ma
tivoohaveremBido lio dignos e antigs fuac-
M.WN aposentados cantra sua ventado, sem
que o houvssem requer .do, oul motivo tenda ji
por ambos esa H d 'baldad', quando um alo
estiwase claro ua lettra da le ; portanto, pare-
cen lo li commissao justa a reclamaesVo e que est
no caw de ser detetida, eoneluj oBereeaiido coa-
siJer^cSo d' Assnmbli o seguinte projecto ;
A Asscmb:i Legislativa Proviucial de ,Pcr
nambuco rssjlve : .
Artiga nico. A lei n. 1415, autonsando a mo-
'bora da aposentadoria do t-x professor do Gyuna-
sio Peruambucam e refjiinJ-se aos termos da
lei n. 1213, teve par fim que aa dito professor fosse
piga a me?ma peuso que percebia o professor
ap .sentado do liugus nacioi-al p:r anfB da le re-
ferida. .
Pac> Ja Assembl- Ligisla'.iva Profimial di
Pcrimnoueo. 20 de Abril de 1887.Costa Ri-
beiro ophronio Portella.Domiogues da Silva.
O r. os Hara (pela ordem)jo!ga que
o Sr. deputado Joa> Alvts oi nos merece m -
nos quo oa demais Srs. deputados. S. Exc. que e
o autor do pr-jacto, tilvez, eom o receio de algutn
ebequ-, b teuha abatilo de o/dir ao Sr. presi-
dente que consolte. casa se dispeiua de impres-
sSa em avulso o mesmo projecto. .
Nes.as condivoes, faz eue pedido, esperando
que a casi o approve, sem embargo en partir elle
de bancada liberal.
Cousaitada a casa, tambem dispensado o pro
jecto u. 63 de impreaso em avulso.
O Sr. on$alve Ferrelro -(Nao devol-
ved o sea -.ligcui'8.').
Vem mesa, lido, apoiado e Bem debate un-
nimemente npprovado a segninte requerimento :
Reqa ira que se consigne na a-ta um vota
deprofu-id)peiir>lv)fallecimeoto do Ilustre sa-
nador pjla provincia do Minas Geraes, Dr. Luiz
Carlos da Fousect. -Gmcalves Ferreua.
O Sr. uareat le Amorim Nao poaso
ocenitar, Sr. presidente, a grande sat3acao que
m' val a'airaa, dt8obriando-me iieste mimento
da honrosa commis.iio lie que inveatiram-me boje.
Qir.8i a finalisar o lempo da raaudato que, aem
merocimento mu (nao apaiados), me foi confiado,
bentia retirar-me desta casa aem ter oecasiao do
manifestar aquellos benemritos cidalaos de G.y-
auua a minhi profunda giatida>.
O Sr. Gaspn le DrummondIsto nao anda
a circular ?
O Sr. Soares de Amorim Rospondeudo aa spar-
te.de meu Ilustro collega, direi que isto apenas
urna paga do pasado, sem neuhuma aapiracao pa
ra o futuro.
O Sr. Gispar de Drummond Eu pergunta%-a
apenas se tu.na visos de circular.
f> Sr. S ares de Amorim A incumbencia de
qu encarreg iram, Sr. preaidente, nio mais do
que a aprcsentefao de um a'aaixo assigtiade, fir-
mado por 60 Ilustres c ivalheiros, o que equivale
a dizer pelo commerin em p^so da cidiide de
G yanna.
Quer o commercio que nao stj 1 iudeferida urna
p]tica0 que a esta Ilustre Aasembla dirigir o
commendador Iva Autouia de Andrade Luna, con
trat.ute d urna estrad 1 de forra, qua leve partir
da cid do de Goyaaua 'ara o p ir.o .le Japomim,
meia legua quasi abiixa daqu Ha cidade.
E, Sr. presidente, par na. antecipar as eonai-
dericO'S que, em tempo, d-;vera:ios fassr sobre
esto meamo prujectociso sej* impugnado, limitar-
me-bei a ler e abaixo assignaio para quj os meas
diatinctissimoa colleg^s pas.-m bem o merecimeu-
to a petico.
O Sr. Gaspar de Drummond apovos de
Goynna sej tiubam motive d sor gratos a V.
Exe agora anda mais.
O Sr. Soares de Amorim(L) :
Lima, e Uxcs. Srs. presidente e inembrj. da
Assembla Provincial de Per.iambuco.
Os abaixo assignadaa, moradores em Goyanna,
confiaudo nos sentimentoa que dominara uess 1 Ilus-
tre Asscmbii, veem p;dir-llie que cao deixe de
conceder a approvac&a s -licitada ^elo commendaiar
Ivo Antonio Je Andrude Luna para o contracto
relativo construecodeuma liuUa de Tramw.yB,
entro esta cidade e o porto de Japomim, par elle
celebrado eom a llustriasima cmara d.-ate muni-
cipio.
Da realisaco dessa empreza, as coudico;8
canvencionadas, muitos beneficios devero resultar
para to4n a populacho do munieipia, e principl-
mente para o commercio e a lavoura.
<. Paraprova disto bi.ta pan! rar : Io q e B
coutractaute obriga-ac a fazer sua custa ums
ponte sobre o rio Japomim, o qu mercio c a communicaco eutro esta cidade e aa
praias de Carne de Vacca, Tabatinga Pont a de
Podras, pjupandoaos veudedore3 de peixe que pro
curam este mercado darem urna volta do mais de
duis leguas; 2' que construida a liuha de tra.n-
w.ya at o porto de Japomim, all podero ser
carregadoa oa navios que transportan para a Eu-
ropa os gneros expirtados par esta cidade, prin-
cipal imporio commercial do aoito da provincia,
.evitando-so assim as deapcza3 eom o transp rto om
barca^aB at o porto do Recife, e as quebras a que
esto sujeitos os assucares, na viagem tt aquel le
porto, o que tudo calculado equivale a urna econo-
ma de despezas que se eleva emeada safra a raaia
de 60d:000, ecouumia esta que aproveitar aos
productores, pois, como aabem perfeit^mente Vv.
Excs. as despesas de transporta iufliem directa-
mente sobre os precos.
i: Outras muitas vantagans poderiam ser apun-
tadas mais estas sao bastantes para explicar o m>-
tivo porque os abaixos assignados inatam para que
Vv. Excs. se dignem de approvar o acto da illus-
trissima cmara desta comarca, a qual bem' con-
prchendendo o legitimo interesse das seus munici-
pios acolheu favoralvemte a proposta do commen-
dador Iva, que, justo recauqecel-o, tem mais em
vista beneficiar e concorrer para o engradecimeuto
da trra de que filha, do que meemo auforir grau-
des lucros.
< Os abaixos assignados pedem e esperam defe-
rimento.E. R. M.
Goyauna, 19 de Abril de 1887.
< Francisco Nunes Monteiro.
Juo Barbosa Cordeiro.
Antonio da Silva Loyo.
Antonio Florentino Pessoa de Mello.
Joaqnim Pereira Marques,
Jos Tavares da Costa Gouveia.
Joaqun: Alfredo dos Santos Pressello.
Jo.- Joaquim de Atbuquerque Mello.
trineo Macado d: AlbuquerqHS.
Gasparino Cabral da Silva Barreto.
Manoel Augusto des Santos Pressello.
Agella Caetauo de Medeiros.
Jos Velloso Freir da Mandones.
Cosne DamiSo da Silva.
Bento Bandeira de Albuquerque.
Jos Cosme Domiogues do Souin.
Moreira & Irmo.
Galdiuo Nogueira de Carvalho.
Joaquim Picea do Sacamento.
'lavares & Vieira.
Cosme Domingues de Souza.
Joo Pclicarpo da Cruz Mella.
J0S0 Lnpicina Ferreira da Sil/a.
Gailberme Figueira J 1 Mendouca.
Satyro Rodrigues Peixato.
Joao Alves Tavares.
M inael Aurelio Tavares de Gouveia.
Luis Duarte dos Santos LaaL
Pedro Alfonso da Costa Lsite.
Honone Bastos % C.
Metbodia Maranhs.
Bento Jos Tavares.
Manoel Queiros da Albuquerque.
Marcareubrs & Irma >.
Jote An onio de Albuquerque.
Bento Ribeiro da S Iva.
Aut-nio Jos Vieira.
Manoel Telespboro Lins de Fraoca.
Lins Jos de Siqueira.
Joao Bnrbosade Freitas Cordeiro.
Francisco Jos da Costa.
Antonio Bernardino de Seve Pinta.
Antonia Bandeira de Albuquerque.
Francisco Nasarianoo dos Res Curada.
Pedra Celestino de Mello Lins.
Joao Gomes Caracho.
Jos Francisco Ribeiro.
Lasdilau Ucboa Gusmo.
Francisco Nunes Lins da Silva.
Joo Caldas Ribeiro Campos.
Julio Nogueira de Carvalho.
Joo Barboza Cordeiro Campos,
Benvenuto Pinheiro de Mendonca.
Antonio Ildefonso de Albnquerque Mello.
Anton'o Pereira de Azevedo
Jos Gomes Pal metra.
Maaael de douza Carta-
Jjaquioi Jo de Lona Freire.#
Francasev T Deolindi Tarares de Gouveia Barr to.
tstaa todas estas, rmis roaoulneidaa p:l-a ta-
balao publico Vssooocellw.
Est assigoaia par msisde 60 oavalhiiros, e re-
conaeeidas as firmas pela tabduio publico.
Espero, prtanlo, que esta psticAo ser a*ara-
velmeute uealbida e despacliarla. (Milito bem).
Contiai emdis3ns9ao o reiuenm;uto 'os trs
Prxedes Pitaoga c Ja M in 1, sii:eiti xlo di-
versas inforraicora Presidenji* di'Provincia.
O Mr. (influ- de Drummanil- Nao
d-.voiveu os u iucarao.
A iiojus.ai fiea adiada pela ora.
t*assa-8e
l1 PARTE DA OUDEM DO DIA
Co.itin 1.1 n om discussaoaaemendas offarecilas
em 3 ao porje^to n. 1 deste au>io (Orcameu o Pro-
vincial).
O Si; Jam MaraSr. preside ate, tiuba
eu comecado hontem a discutir as eaenlas offere-
eidas m 3a discusaao M orcim ,'nto e que haviam
sida appravadas, quunda iu opina lamente V. Exe.
fez-mu Ter que a hart bavia terminado.
Poderia usar do r-curso do que muitos Srs. de
pitados tom'us-ni u io que abuaivam asmeua 1-
lustrcs adversarios na legislatura piaaaia...
O Sr. Fereira Jacobina o outros Srs. diputa-
dosApiado.
O Sr. Jas Mar.a... nao prestanJ 1 attencilo aa
udvarcencras de V. Exc.
Qiiz, bBtroteatO, anda un vez mostrar a cor-
ura de que su datado, tarnir patente a falta de
generalidad-" das meas adversarios, qua ma ha de
servir de exempla algum dia, o ao mam- tempo
patentear que S. Exea, nao ten, como apregoam
o iesejo rdante de encerrar esti sessao no pra-
so do acto adicioual.
Sentei-me, man au.lo aooai um roquarraeutu
para que continuassa a disousaao da oreamento'
provincial ua 2' parte da orlem do dia, por ser a
materia dmm importaute aujeit 1 uo debate.
V. Exe. vio qua o moa raqueriin nt-o foi inli-
mi.10rejuitu o pala bancada eaaservadara, de
aorte que tai-me cortada a paUvra, passo dizel-o,
no cemeco do meu discurso.
Vou, pois, praseguir na serie de consideracoes
que i) re n iniciei.
Mis pai-miita iu; V. Exe.
ha omito tempo termiuou a h
onsentiodo V. Exe. que o nabre deputado pelo
l" districto invadisao a hora da Ia parte da ordem
do dia (a, oi idoa da opp-sieo), porque senda ami-
ga e correligionario, V. Exc. techa os clhos au re-
giment, prejudicanda desta tnni o muu di-
reito. ..'
OSr. PresidenteV. Exc. s iba que lemOrei
aa nobre deputado qua a hora eat iva fnda.
OSr. Ja Mana... porque aasim resta-m:
muito m -nos tempo do que aquello a que liaba di-
reito.
Se V. Exc. obser/ou ao Sr. Gaspir de Drum
mond que a horaj tinha dado e S. Exc. i;a oba-
dc-c 11 senda correligionaria de V. Etc., qu-o o uao
chamoii ordem, ha de permittir que eu tambem
entre pela 2a parte da ordem do di* ao menos
. p Ata Amorim, mandando- dar 4:00) pira a
tu i'riz de Jtamb.
Uai ar. Diputado Elle g uta ssaito de Itsmb
O Sr. Jos MaraJa o anna jaasado esta as-
aemaii ,fs .ujitoj eouc.io.a par. nmatriz da
Itamb. No qua iro das loteras existem omitas
eoacedidas pira o maauvo fim, e naa satisfoito S.
Exc, que tudo qaer,uar*i 11 mitiiz d'onle viga-
ria, prsteuJe arc&uoax maisdu)00 dss nxbsuatos
oofras pcavoctaes.
Um Sr. Dapu'alo.laso aiem das ioteria..
O S:."Joa Marar. prisideoto, se os comit -
ijs abi esto abandona i o<, delta las os mu.- a
abaixo, invadidos psias aui.aaea aaruivoros, com
sae acontecer em Muriaeca ; sena cadeias esta >
de jaba u lo, de sore qae uecesaario recorrer
autig.'iisaim 1 o condemaili inatituiclo do tron-eo ;
se entregase o propria empresa Jo publico ms
mos doa vinagres, justo que votem s4:000 pira
cncer tas Je uun matriz privilegiada ?
Nao se persuada) oa liebres diputados que eu
eji uiuiiga das igrejia.
O Sr. Prxedes PitangaAo contraria, eo crsio
que V. Exc. al am bom catboltcj.
O Sr. Joa M^(i*-Sam da vida; utas, senUares,
antea da gruja temas outras -ucessidades de que
cur ir, mais instantes, mais urgentes, parque sem
a 'r j 1 um povo passa.
Sr. Prxedes P.tangaNao; em crenca nao
ha povo.
O Sr. Jas Mara-Pude haver crenc aem
groja, entretanto que sem outras couxmodidadaa,
digo mil, a ra ou.r.ia oec 'sai iado-s da vida 111-
pos.ivel passar-se. u parguo'.o ao nob.-e depu-
tado o que p.-hirirei: urna groja ou um ceint-
terio? Inoviuvelise.ite um ccmiterio mais.ue-
cessario.
O r. Pidiodea PitangaS pode ir aa cemitc-
quem va igreji.
O Sr. Jos AlariaNao seuL :; pira o-cemite-
lio vai quem sahe da casa.
A '.i;:.' que se ft-z na igr. ja faz se tambera em
cas; quem nao tem cachorro caca eom gata;
quem nao tem urna m itriz luxuaaa, fas auaa ora-
cS.s nos nichos; anle nao exiatem igrejas reza se
em casa, o Itaiab poda dispeniir essa matriz,
parquiuto em Peiraa do Foga, cidade limitr iph \
que cm uquta se caufuale, existe u ua.
O Sr. Juiio Alves So 'tamb nao tem matriz
porque o pavo indis no della
qu 1 eu ob.erve quo i O ;'r. Job Mara \poiado ; a provincia nao
ora do expediente, tem necessidada de sustentar o culto de quem quer
que soj 1, e se oa uabiuutea Je. Itamb querem ter
groja, couc rratn para ato, conatruam u n templa
como eo o acontecer as domis fr. gu-.-ziaa.
Eu neg.a meu Voto a essa emenda, porque con-
corroado para a eua approvacao, eu ecncorreria
para que os cofroa pabilo.s ficaasem anda mais
tisic .s do que se acham, ceauitaudo d'ahi um grande
mal para meus coneidadaos, para a minha pro-
vincia.
Emenda idtutica a esta a de n. 151 e a que
eu polas raesmas razoea adluzidas na auten "r,
deixc de d >r o raou v^to. Eu refiro-me a 3:000
para auxiliar a conclusio das obras da matriz de
Bom Jardira, emenda que se ucha pitrociuaia cem
o ferro do meu amigo Sr. Rogoberti.
Aiuia .111 vista das cauaideracea que v.nho de
ctr-n.-a para cortar aa daap :s*a>fi n de so na ts#rH,lMri0oarios ^iue p^r ventura e.srsciSMSS de
pela tem;.o que ma foi roubado p^la nobre depu- (^^ ui PJdi0 dti,x ir de uipugoar a yerba da
tado. i &004000 para as obras da greja do S. Miguel de
OSr. Barros larrelto JuuiorCinco minutos Alogadas. -
aperllla O Sr. Visconde de Tabatinga E caera as
O Sr. Ju.eucio MarizQuiuz* minutos. igrejas ; um verdadero ato..
O Sr. Jos Maria-Quanlo seabiie a se:o ? O Sr. Jos MaraV. Lxc. conluad.; as causas ;
O Sr. Barros Barretto Jnior. Un quarta de | o que tem aquillo cora aqu.llo cutro i (nao). _
hora 'lepois do ra-id lia. ^ ^ ^*u AlvesQuerem coufundir o espirito
O Sr. Jos MariaEntao o nobre deputado pa- I eom a materia.
10 1 districto en'rou doz minutos poli 1* parte da O Sr. Jo= M maEu padona a.-r muito bom
ordem do dia, o eu tenho o direito de resgatar me j catholieo, mas sor tambem patritota Eateu lo que
desse t-mpo. n^3 dov. mos estar a gastir dinheiro eom 03 tem-
O Sr. Barros Birretto Jnior Agora passam pos, c -neorreudo assim para a desgrana da pra-
25 miii'itoa. VlOCia, p rquaufa cata lucta cotn difliouidados para
O Sr. Jos MuraNao, sim, (olhauda para o >o\va.- aoua mais urgentes compr.misaaa, o depois,
regalador da casa). O ponteiro deste] rolegio. I senhores, se a 1 groja de S. Miguel dos Afogadoa
que relegio de dedo (riso), j nao est sobre o tinha careuoi* da 5001 para suas obraa, porque
V (), mas est um minuto mais aliante, marca razio so nao canee k-u un ou mais loteras para
26 minutos. Tenho par cousequoneia que resgator esse fim? Assim ter-ae hiachegada uo mesmo re-
11 minutas que me foram roubidoa pela 11 obra de-
putado (riso).
V. Exc. Sr. presidente sabe que a opposic.lo
tem certas direitos o que a ella se devera t .z )r cer-
tas conceoaSea que nao slo pormittidas uoa gover-
nUtas.
Por 3sa mesmo qua nos estamos sob a presslo ;
saltado ?era, entn.tauta, gravar-se s cofres pu-
b icos.
Sr. presidente, ru s n a nante de cumprir fiel-
mente o regiment d'esta i_aaa.
Fui honrado cora a lugar de supplente de secre-
taria e desde qae a mesa naa est completa cu
creia que estou no casa de ir para esse lugar
par isso uiesrao que na go-mnaa das rega .3 que agora
outros desfruetam, dovem-se-nos relevar cortas
falta., o que nio permittida aos governia'as quo
tem o restricto dever de obodceer a lei, o princi-
palmente aquella que ocoupi o priineiro ug .r,
qua oprimas nter paresautra na.
Ora, se V. Exc. pormittia sem fazer quostao,
) Sr. Io societario entra no reciuto).
Desde que a mesa est completa eu deixarei a
liogresso e prosiguirei na ^rie de eonsideracoes
jilo catava fazoudo
Antes, porm, permitta V. Exc. urna observacrlo
ligeira :-eu nio se se V. Exe. ple presidir esta
sera araeaca.-cora a suspeuslo da seasio, que ura sessa;, discutindo-se o projecto de oreamento,
deputado da sai grey exceJ -sea em 10 minutos o desde que V. Exc. relator desse projecto e tomou
tempo que lhe esta/a marcada, de ve armittir Prta as discussoes. Demais, V. Exe. tem-se
-ambeui que eu que bou opposicionista, que estou abatido at hoje do ocoupar essa cadeira quando
debaixa da -verga forrea,oxeedi o teapo mar- este pr.jscto dado pira discusso
cada para esta discusso cm 20 raiuutoa pelo ra! lO Sr Goncalves Ferreira retira-se da cadeira
noa. (Sis-). E'isto um direito. presidencial).
Eu hontem, Sr. presidente, dmonstrni cabal- I Eu agradeca a atteocSo eom quo V. hxe acei-
raente a incoherencia dos nobros depralos que > tou a mmba ligeira observacao.
fizeram na sessa passad 1 brilbaiit; opposica ,'. Felizmente parece qua nos entramas 110 dominio
destacaudo-ss dos seus correligianarioa e estabe- da legalidaie; eu Vejo qu-3 as cusas vao entrando
lecenda aecorlo cora a muaria. o* seus cixis, qua a maxamuonoa vi entrando
Daraanstre a iucohereaeia em que tiuhim ca- I no trilho c Deas permuta que algum inistro nao
hidacom relacdd a aupprriso da verba para o a faca arredar da bou legitimo caminho (riso).
Gymnasio Provincial; proseguirei boje na m'nha O Sr. Affouso LustosaOa grampoa estaa se-
tnrefa, aoalyaando outras emendas.
Vejo sob on. 81 urna emenda firmada pela no-
bre deputado o Sr. Soarrs de Amorim, um dos
m lubr.s da dis8dencia que reiuou nesta casa
durante o curto espaco de 3 das, a qual em rola-
cao no imposto sobre o galo abatido para cousu-
ra ., cailaca Itamb, que fas parte da dial, ic'o que
guras.
O Sr. Jos MariaUrna emenda sob n. 167, fir-
mada polo Sr. Rodrigues Parto, manda dar 1:5004
para os concertos urgentes da qua necessita a
greja da Podra Tapada.
Senhores, pela qie vejo, nem que regogitasse
de dinheiro a erario provincial, seria todo esgo-
S. Exc. reprejenta, em condies mais favaraveis I tado Eomentexom os concertos dss igrejis. Morra
da que as outras localidades desta provincia. I a agricultura, esiain sobre ella todos 03 impostas
Aa paas qua pagase par cada res batida pa- imaginarios, que tendem a aBphyt.alas... a as
phyxal a, nuo, que ella j se acha por de.nais atro-
phiada, a extoguil-a por urna vez; aciba-se eom
o commercio, techem-se todos os estabelecimento
desta p.ac, mas exjase para honra e gloria
d'eata situac&a corrompida a igreja, para atteatar
aos vindouros que era excessivamente catholieo,
chri.tianissimo, fideltsaimo o pova bra.ileiro, ou,
pela menor, o pavu pernambucano, na poca em
que infelicitava esta patria o partido conservador.
E' esta a opinio dos nobres deputados, que es-
quecem-se de que para protestar contra oa monu-
mentos religiosos, erguidos sem duvids eom esse
fim, ahi est a imprensa, a filha dilecta de Guttem-
bcrg, para denunciar que, ao contrario da que se
pretende fazer acreditar, o descalabro reinava na
patria e a eorrupcao o a immoralidade tinham che
gado ao seu auge nesse fatal dominio.
O Sr. Costa RibeiroEste oreamento ha de
deixar muita gente lograda.
O Sr. Bar?o de ItapissumaTem-se mesma de-
clarado que nio lia de ler execuclo.
O Sr. Aftonso LustoaaE' sr para os eleitores
yerem.
O Sr. Bario de Itapissuma -E tambem para o.
deputados verem.
O Sr. Jos Maria Ha aqui urna outra emenda
que eu pesso permisso para ler, sem accrescentar
consideradlo alguma.
E' ella assiguada por dous membros da com-
missao de orea rento e tem o n. 173. Dis o se-
gninte: (l)
S nhores, pois a provincia ja deve eoncorrer
eom a quantia de 3604 para eom um homem, pelo
acto de ser elle administrador de sua mulher ?
Se assim sconselho a todas os cidadads que sao
casado.-, que sao a lrainistradoi es de saas mulhe-
res, que venham pedir o> esta caga que Ibes psgue
o servico que prestara pravineia. E na s
aconselharei aas casados que assim pracedam,
como aos salteiros que procurem quanto antes um
encost,-por asa que, constituindo se administra-
dores de suas mulheres, tornam-se pensionistas da
provincia.
O Sr. Viscoode de TabatingaE so pelo fa-
cto de ser administrador ? Nio d outra razio ?
Ento todos nos que somos casados devemos ter
algum auxilio. (Riso).
O Sr. Jas MariaSa'a o. 199, hs urna emenda,
assignada pelo nobre deputado pelo 11 districto,
Sr. Sophrouio Portella, elevando a 6:000/ o au
xilio dada ao Recolhimenta da Bom-Conselho
O Sr. Sophronio PortellaV. Ele. 'conhece o
Recolbimjnto de Bom-Conselho ?
O Sr. Jos ManaTenho a satufacao de de-
clarar ao meu illastro amigo, respondendo ao seu
aparte, que conheco mais o Recolhimento de Bom-
Canselho do que V. Exe.; que tem a felicidade de
representar aquello districto; couheco mais por-
que ja ti ve oecaaio de percerrel-o, ao passo que
V. Exe. ain4a l nio estove.
Par mais servicos que preste bumaaidade o
RecolhimeDto de Bom-Conselho, se tem at boje
sido sustentado cora o auxilio de 4:0004, na po-
ca em que a provincia esteva florescente, na epo-
ci m que a provincia na se debata nSo agonas
da morte, como actualmente acontece, na dere-
mos hoja augmentar esta ubvencao, hoje, quando
devemos todos noa, governo e oppasico, esfor-
ra consumo em totes as localidades da provincia
34500 S. Exc. diminue ssta contribuidlo para #4
em Itamb.
O Sr. Joio Alves Isso urna cousa inacei-
tavel.
O Sr. Jos Maria Entretanto V. Exc. que
diz dessi cadeira em aparte, q >e inaceitavel,
ua 1 tora sera duvida a hombridade da sustentar a
sua opiniao ; ser obrigada a recuar, porque V.
Exc. foito da mesma raassade que slo fetos os
- us Ilustres correligionarias, qua se em um me-
mento Jado revoltam-se contra aquillo que parece
urna grande injuatica, immedatamente sla obri
gades a s sujeilarem ao manda do chefe.
Mas, Sr. presidente, a injustica to na-se tanto
mais nottovol, quauto deixou Je ser aceita urna
emenda por miu apreseutada na mesma occasiilo,
fasendo tambem igual eanoessla para o 2- dis-
tricto. Cu entend qua se S. Exc. tinha o direi-
to da pedir um favor deata natureza para urna lo-
calidaJe da seu districto, assistia-me igual direito
eom relaoiw aquello quo represento.
Entretanto passei pelo desprazer de ver que a
minha emenda nem foi sujeita a debate. Naocoin-
mentarei este escndalo, Jeva elassifiasl-a assim,
cointida nesta emeada, parque bi.ta .i-i-a para
que se .ossa chegar a coucluslo Jo que ella va-
le, da ua importancia. A em nJi diz aspira (t) :
O Sr. Jola AlvesIs.o at nem objecto de deli-
beraclo e.
O Sr. Jas Ma'iaFelismente tenho a vanta-
gen ds encontrar na bancada conservadora urna
vos que est Je acuordo commigo.
Constantemente, 8r. presidente, nos ouimos
clamar nesta easa que os cofres esto esgotados,
que ueceesaria fater-se economas, que deve-se
cortar a- despezas a torto e a direito ; que deyo-
se arrancar do pobre empregado publico o ultimo
real. Entretanto os nobres deputados que aprc-
goam essa tbeoria, votara emendas cama este que
eu p.issarei a lr e que est assignada pelo Sr. de-
putado Julio de Barros: 004 para o Gabinete
de Leitura de Goyanna.
Compren nio que estando a provincia florescen-
te, deviimas votar, nio exclusivamente para o
Gabinete de Leitura de Goyanna, mas para todos
os gabinetes de leitura da provincia orna serta
verba para compra de livroa. Mas no estado em
que eito as nessas finaucas, na podemos despeo
der esta qaantia, eu po.so dizer, intilmente, alin
de encerrrr a emenda urna grande injustica, des-
de que enlloca em plano superior ,o Gabinete de
L-tura de Goyanna aos demas que existem no
centio da provincia.
Se os uobraa deputa lo faaeem justos e raioaveia,
solicitariam igual favor pwa Gabinete de Lei-
tura de Barreiros, de Caruar, de Iguarass, de
Rio Formosa, de quasi todas as localidades de nos-
sa proviucia, que felizmente pela iniciativa indi-
vidual rio derramando por esse modo a instruc-
clo. Eutretanto 8.Exe.oui4a lmente de Goyan-
na e os nobres (presentantes de outros distrietos
votam por esse favor, esquecanda as domis ineti
tuiuoes dessa natureaa, existentes as localidades
qus representara.
Vemos ainda, Sr. presidente, urna outra emenda
sob n. 96 do mesma Sr. deatta. 4o 4istreto, o
quilibtar, ra impoiaivol o 'oti'ecriv.i-n-u-
te uao se rasdisar emqaaulO InfaJiitar esta trra
o .partido que a dirig-", aa menos diminuir o
dtfkeit e-cadente e qao .m.uca precipitar esta in-
feliz proviucia,ua hiucarrati.
tampreheado que a nobre duputiJa r'-i a lito
levada pelo pela sentissnuto le bunuiLlsd.-, e fa
ra iro eom S. Ex :. p .rq.ua entaad 1 que inulto'
bom empregado o dnihoiro^tpplcalo ao sustenta e
oJucaoa-odos desvalida', e ala foisom as ondi-
?0". por derais preeariii om 11; so a.ln a pro-
vincia.
Se mira-interino 1 a au'av no 10 q 10 an d no
Recolhimenta do Bora-Cma.-lh ., saitastarinoa u oa
somma clee idjsaim 1 em canoerl-s 1-' grj.i, ao
despea io: :a ia aajnn o diuh ira, 110 calido d-,
ph'ysoa am que se aobam o nisaos cofres, a que
estado ebeguremas ?
OSr. Sophrouio PortellaO ieeolhiinouto do
Bom Consol ha tem m-Us de 80 orpbaa, e creo que
'')) i por m:'z uio dcnxiis, aem esta quvatie.
Vem dasfaic ir oa cofroa pblicos.
O Sr. J Reeolhimeato do H/in Coii);ti) tem 8'J orph'is ;
mas perguuto a S. Exc. se est.s orphaa nte ero
aucas" ou 3c em soa quasi fota'idi! oa> inulh-:
res? E acate caira no taom obr. ;acli 4a traba-
Ihar para a seu sustento ?
O Sr. Saphraaio PartoilaEli*3 trabilhim na
agricultura o em autro servio m.
O Sr. JoaM-iria -Sa ollia trabllhim a agri
cultura e fazom outros sei vicos oa 5j0 uMosaes
adtlicaudaa ... pro-Jueto di eeu trabalho sSo
mais do que a:i:liei 'iit.-a 1 ira o seu tajKenCo.
Eia Bom Couselha cam 5001 sasteirtut-je mais
de 80 passons.
O Sr. Afonso LustasiCn certeza. A car-
ne baratiesiroa, e tudo a ruis que 6 indispen-
suvel.
O Sr. Jos Miri.iDe.-enio notar-se qae asta
quantia nao destn ida pira a sastento, mas
iimplesnreote como un auxilio ao eatabeeci-
mento.
Ei nio aei se un eollegio nesta capital,-cora 80
alumnos gastar 5005. dmente cam a verbi-
aliuicntaco.
O br. ASnaa LaatossDave gast.r.
O Sr. Siph.onio PoitellaAlti c>be icila.r-
pba 620) por mez.
O Sr. Jos Vlaria.m 652-0 por rntz urna or-
phl so suateutar 110 Bom Cause ho, tinta miis
qi.nto sabe o nobre deputado que difiere o prc-co
io sustento cohfarme o numero de pesaos, qu en-
trara na despeta.
Assim, se um iudivi luo gista para o seu sus-
tento 100, doua uaocar.eem raaisde 1504, a trea
teraa mesa lauta eom 2004.
De sorle queja aqui se d umi economa pelo
raen is de 100.
Diz o nobre deputado que cibera apenas seia
mil e tantos ris cada orph'i; raaa, pergunta eu:
a governo obrigada a sust atar em tula tatas
orphia que looge de so entregaren! no tr.ib ilm...
O Sr. S .phroai 1 ParidlaTmilnm rauito,
possu assegurar a V. Exc.
O Sr. Jas Mara -...esavira ahi dritvlis n
redo, tocando loquea bam bmlurra. ? (Riso). E
noa devemos c -ncorrer para atrirem se aquellas
mulhoros na inercia, ni praguict, 111 ouiasidale,
quando a resultada ha J 1 sor fatal pira si o para
a saciediJ.t ?
O Sr. Sophronio Portella O nobre l'pataJ)
que concorra pira tira grande mal.
O Sr. Jos Maria Desca-oce o nobre dJ.pute lo
que u ndo ca-ic-rra para causa algi.n 1. V Etc
suba qae a minha voz fraoa, illa fiear ab f 1 i 1
pelos votos doa nobres deputaloa, que na muitu
mais exprossivoa-l 1 que a llnguagem ainda a mais
alevantada do q'ie eu podesss ussr.
Nao, descauee nobre d.-puta lo, porqu-." a sua
eraen.l.i ha de pissar, o lacoulilo so oa-.isuoi ir ;
mas eu nao pretendo outri couai aeaao vrret 1
miuhi testada c d-omoustrar aquello, qie para
aqui vierem depois Je mira, qao fui effactivamonte
um zelalor dos dinbeiras publicas, nao tendo con-
stanti monte na bocoi. co ao f 4ze.n os nobres de
putados este eatiibi-ho s-Jic 1 : preciso, conve-
niente fazer a tolo trauso .'oonami-ia.
-im, senharob, ou na f^c. da ecoia'nia o meu
escuda ; nao eacrevo ua minha b m 1 ir a palavra
economa, como faz-ra ua nobres d putadas,
porque aquellea que aspira prea-doui nao :' /.-: u
mtis do que abusar ds-uao, ui pbrase ds S.-. Podra
Vicente. (Riso), domoustra:i i >, entretanto n pra-
tica qua outras, inteiratnonte uutras alo as suas
opiuioea. Tranquillisc-se o nobre deputado que a
sua emenda ha do ser approvad.i, por quo S. Exc.
tai um boin fi.ho que voltou casi paterna, o ser
sem duvida neuhuna. .
O Sr. Viacoade do Tabatinga Aben^oada.
O Sr. Jos iliria.. .beucoido e tratado cam
mua carinbo pa-a que nao procure Je outra ves
oscapulir-30. (Riso).
Sr. presiiento, nao p-.s.o loixir de tornar bas-
tante saliente a incoherencia doa Ilustres dissiden-
tes da sosslo pas ida, relativamente aOa p broa,
nos d-sprotegidas empregadas pablicoa.
O anuo p:issado, entre outras razoas, firmou-se
a valute dissideucia aborta nos'a cas-t, na de se
pretender autorisar ao presidente da provincia
reformar as rep .rticoos, o que Importara era pre-
judicar os oicpreg .loa pebiicaa, diuiinuir-'uoa os
vcueiraeutoa, aposental-os forcadameate c atiral-os
miseria.
Nio par espirita partidario, mas pirque com-
prehendi o alcauee daqu lia medida e qaereado
acautelar a surte dos emprogados pblicos, empre-
guei tados os eaforc'S quanto eslava ao meu al-
cance para impedir a passagem dessa diapoaiedo.
Eu jila fui levado pela espirita partidario, como
disse, porque carao publica e notorio, eom raras
exoepcoes, o fuuociciialisma publico o conserva-
dor.
Pou03, raros slo 03 liberaos qua tiveram a for-
tuna de ser mineados, e cora a ascencio da parti-
da conservador, partida que ora dirige os destiucs
do pait, aquellos poucos que t xisliara, orara de-
mittidos, de modo que raro, preciso procurar- I
se eom urna lanterna necea 1, ura liberal as diver-
sas repartios publicas.
Canseguintemente, oppanda-me a autorisaedo,
que se pretenda dar ao presidente da provincia,
na era levad.- pala desejo de prestar servico aos
meus correligionarios, mas ao contraro assim pro-
ceda em beneficio dos conservadores quo sao cm
sua quasi totalidade aquellos que fazera parte da
mesa da oreamento.
Contina ainda, Sr. presidente, no meu proced-
ment de entlo, mas eom grande desprazer vejo
quo os dissiJentes lo auno passado, j nio pensam
do meamo modo, j nio teera as raesraas ideas, j
nio fazem o mesmo escarceo que faziam, e aa con-
trario, consentem que se conceda urna autorisacao
ampia ao presidenta da provincia para reformar
todas as reparticoes publicas, isso tratando se do
Sr. Pedro Vicente, que um presidente de tal na-
tureza que poder-se hia chamal Pedro Cr, sem
entretanto, possuir o sen .menta de justicaque era
spanagio deste.
Eu folgo de destacar dentre os conservadores
dissidentes do anno passado, o nobre deputado palo
3. districto, o Sr. Jola de S, que acaba de recla-
mar para si a coherencia, affirmando quo conti-
nua a votar do mesmo modo.
Eu quisera que nesse momento o cobre deputado
pelo 5o districto, o Sr. Rogoberto viesse secua dar
nesta declaraclo o seu amigo para que eu nao me
visse forjado a modificar a opinilo, o ceneeita ele-
vado que formo de S. Exc
O Sr. Rogoberto. -V. Exc. sabe que eu nao sou
incoherente.
O Sr. Jos Maria -Agradfca sumraamento a V.
Exc. nio s em nome dea empregados pblicos,
mas tambem para que tu uaojna veja forcado a
mudar de opinilo eom relseao a iotegridade de
carcter de V. Exc.
O Sr. RogobertoV. Exc sabe que eu como
conservador nio poeso fazer liga eom os liberara.
Mas desde que houve urna dissidencia n seia
do meu partido, constando que eufasia parte della,
nio tive duvida em adherir a essa ceusa.
Extincta essa dissidencia, porm, na teuho mo-
tivo para sepsrar-me de meus amigos.
O Sr. Jos Maria- V. Exc. pnde ser conser
mira como de um iueonaciente, iiMe*akm mes.
respeita aquillo (pa os tfirectorra da saaoatfa coa-
emador:! iiesta nasa diiom doa 3--uaa>ortelh?i-nt-
n 3 que os obedecem c.
OSr. Giiic-lvesiFarrotraDeroaam V.-Exc. ca-
rio i,'o ?
Sr. J. Mara D.gi 11'V. Exc. quo ui e
alo iistau.ir.uito latatce Je diz.-i- di q-ism kuv.
O Sr. Qtmc-tlvas -P'-rivi.-':['la m.naa parte
decoro qu.^ n'oaiwi -x'cni i j o isa. alan n :i r.'ipeics
lo qu^!qu?r dos mena amigas que podesse =er ds>.
tivaravel.
O Sr. J )f M ni*ft .ii.ieu : .0 mbrede-
atado.poodd ser coa a .-vidar iiitransigeute, p ..le
.t 1 1: ,- ternpee entar de iceordo cam o su pirti-
d", in.s ta-nb-m p d- .Ie3t.caroso l em urna
em tida, em nina m -J-d 1 ih.i jiata, oras por
que a:i:m V. Exe. subir d > comutum, sffistiado-
se dessa bdionoia cga o pa.-siva.
0 Sr. R ^- .lo rt > da uin iptrte.
O Sr.-Jos MarnJ; iveoccasia.de -lizer que
ouvi essa-phrazc de iua- t-i loago de uiier de quena ouvi.
O Sr. Rogib-rtV. Exc. ach que eu vua coras
oarn! re.
O Sr. Jos MarisEu destjava que V. xc^
eotno o Sr. Joao do .S, mantenhara-se !:.imes aa
seu partidlo, v^tan.'o cas questoes polticas do ac-
cord.-i eom seus umigos, ma que i-i se man fes-
t-'m Ki.;raiit'tn..':it i leohersatas.
A'nda toa agra-lav 'mi.te .aosm-.iis cuv.J.-sc
lia nrj 1 praterida por V'. Exo., impugnando o
jo.-to de .reamente.
So V. Exe. votar lujo por 1 asas modi las, oa se-
re 1-a Imada leieudu nosta casa son liSurso.
V Exo. deve lembi-ir so de quo teve o canda
Jh preuJer-rae ai* a ultima oulav.-a eu qua fxsia
do V. Exc. ura grande Guucsitu, que a sua idtelles-
tuaUdide, nao podia imaginar todava quo tesse
capaz do produzir aquella nfi oratorio.
Alii est nos Ann-i-s seu diacurao para sttestar
o que venho de dizer.
O Sr. Go..c;!v--s F.rr.l.t E' .ig:i ba pai i !a-
d os na.
O Sr. Jos Mana E para mira t.iinb m, que
apenar de adversa: io aau amigo, o se motivo p-ira
euolier de orguihu oa ioorus deputados, ainda deve
aa:igr..r o ftida n o emitilo Je S. Exc, que ;-.ud&
deve estar lembrad.', de que quando proferio osse
seu discurso, i os liberaos estivcram presentes,
uo passo-que t-a correligionarios de S. Exe. uban-
d'inavam acna lugares em signa I de doaproso.
(Para o Sr. G.r.calves F. rroira ) E' pi. aso
que V. Exe. saiba, que na occasilo, em quo o no-
bre deputado p?d > a palavra, o recinto estaa re-
plecto de doputad s, que foram seguidam ute se
retirando.
L*;n Sr, U putadoE' que Jer.im a sonhi.
O Sr. Joc MarnQu s fizaste isto eom o h'i
mitle orador quo cata na tribuna, \\ porque 0I3
dis, dados d .tos ora torios, j porque nao tema
palavra fcil, a hrasc torreota quo posa t prender,
j principalmente pu que mlvorsario poltico, ud-
mitte-ae, ma que se taca cora um correligionaria,
para pasteri irraente, cam o lira de captar se-lhe c
voto, dizer so que lata muito honroso, na se
eompreheude. Mas eu fago juizo to elevado jlo
Sr. li ig borto quo, estou certo, elle uo so dcixir
o-. 11 ier por esaas maih.ia !
ProseguiiJo, direi: o anuo passad > nigua!
membros do partido coase vador, tor naram a dis
si lenea, levada principalmente pelo fac'o d 1
tender-se autaiisar o presidente da proviucia a ti-
zer reforma us repi.rlicoes publicas, o que imaor-
tara pr. judicar-se o funcconalismo.
Hoje, apreseuta se urna iiutonsajao mais ampia
Jo que aquella u um energmeno, que foiind 1 t
le, contra a expTessa disposicaa da lei, tira gra-
tifisoeSos, diminu' v.ncimentos supprnnu -repart
c-a, hoje di-jo, canced-'-se autorua^o mais ampia
o aa uubros depnta 103 que levantaram a grita o
auno passado,-fazem toro eom aquees que que-
rem lavar a des^r.ica ao seia das f imiiaa Jo3 em-
pregadas publicas. D'ahi coneluo que 08 emprpga-
d is pblicos 8erviiao de pr tcxt.i para qa nobres
doputad".3 disuidentes derraciiirem bilis que ihos
touha pro uzido > desprezo cu a ingcaficiao du go-
verno da provincia, ou cutio Sa. Eses, teera a gi-
rantia de quo seus protegidos s rio man'ii)', que torno >.pcia. de s'IFrer os desgrugados J^ nre
ou outro partido.
Mas n-ste caso nao tra a idea "geral, naa era o
Interesse da classe, mas o interesse particular de
c empregado publica.
O Sr. Jlo de OliveiraHoje j se coafessot!
que ha empregados pblicos do mais as repart-
V-toes.
O Sr. Jos MariaV V. Exe., Sr. presidente s
incoherencia ts membros da antiga dissidencio
O nobre deputado, meu Ilustre amigo, ch-fe d asa
disidencia, e que se tornon squ o defenaor acer-
rim 1 es empregadas pblicos....
O Sr. Viscoude de Tabating Mn.'ou de opi-
nilo.
O Sr Jos Maria. .. aquello que cppoz-se te
nazm. -te redcelo de tmpregos, h.je cnufeasi
que ha exhitb- r.-.ncia do empregados pul eos, o
que qaer dizer quo araaubu vira defender o piesi-
dente da pruvincia, qu tiver supprimido esses em-
presas, arando miseria os funecionarios
Tai convencidas estaa os nobres eputtd.-sde
que eucerra urna verdade inooutestavoi as pala-
vra. que eu estou proferindo oeste momento e que
nio ha poaaibilldade de serena refutadas os brgu-
ment'S que aprsente, til > couvencidcs esto, digo,
que aban tonara este recinto para uao ouvirem a
condcaiiiuclo quo merocem.
(Entrapirno recinto o or. Gaspir de Drum-
moni).
O Sr. Gispar de DrummondCreia que e.hegiie:
a tempo
O Sr. Jos MariaAgradeco V. Exc. o ter
entrado neste moiceuto nojreciuto para o,ue eu pos-
sa repetir aquillo que venho de externai.
Dizia eu que senta, que lamentava profunda-
mente que V. Exo. tjue o auno passado fai o defen-
sor mais exagerado dos empregados pblicos, que
oppovse tenazmente a urna autorisa$aa sopre-
si.lente da provincia para reformar aa reparrieoei
publicas, votasse hoje por esta^menda que encerra
urna auturisacao anda mais ampia, e ainda mais.
que S. Exe., segundo vem de affirmar o meu Ilus-
tre amigo, Sr. Jalo de Oliveira, houvesse declara-
do qne temos empregados demais.
O Sr. Gaspar de DrummondEm primeiro lugar
j pega 4 intriga.
O Sr. Jcs ManaOnde est intriga ?
O Sr. Gaspar de DrummondQue acho demais
03 emoregados pblicos, que os quero perseguir.
Era segundo lugar, trata-se hoje de ontra adrai-
nistricao que inspira-rr.e maior confianca.
Sr. Jos Maria Entlo a queBtao era de ad-
miuistracao ? V. Exc. oppunha-se passagem
daquellas medidas nao p rque eotende.se que os
empregados pubilcoa mereciam 1 sua proteccie,
mas porque procurava guerrear a administraco
de entlo ; e hoje que V. Exc. est de accordo eom
o presidente na se importa de sacrificar 03 im-
pregadoa pblicos eom tanto que seja a S. Exe. o
Sr. presidente da previuc a agradavel
O ir. Gaspar de DruramoudV. Exe. qua
est em cuutradieclo.
O Sr. Jos ManaComo ?
O Sr. Gaspai de DrummondHa pouco sfflr-
mou que u era protect.r das empregados pbli-
cos eager diz que nao o sou.
O nobre depuUdo nao ouvio o meu argumento.
V. Exc. disse que o anno passado oppcz-se pas-
sagem da diapusiclo que autorisa o presidente da
provincia a rt formar as reparticoes, parque .sta-
va cm oppoaislo a essa administrnco.
O Sr. Gaspar de DrummondNio apoiado, nao
ha tal :' perqu conhecia o pensameota do adm:
nistrador eom o qual nio coneordavs.
O Sr. Jos MariaE' a mesma cousa.
O Sr. Gaspar de Drummond Nio senhor; o
Sr. Ignacio Jeuquim qu-.ria a reforma do Gym- .
nasio cem a suprresslo dointeroato, e eu nSo
concordava cam isso. O actual presidente nao c
qU0 Sr. Jos Mara Eu ficaria tranquillo, na
perdera o somno, se o nobre deputsdo quizesse
ter a franqueza de dizer-nos se S. Exc. est de
vador muito aferrado, pode ser dicidido par- nQ accordo ,, 0 r. presidente da provincia
tidario, mas na querer de certa obedecer cega- '
mente a voz de mando do chefe, votando muitas
vezes de encontr a sua consciencia.
O Sr. RogobertoQaiz apenas mostrar ao na-
bre depu.ad que nao era incoherente.
O Sr. Jos Maria.V o nobre deputado : eu
que presumo ser liberal adiantado, eu que sou
partidario arregimentada, ah esto os Annaes
desta casa para attestar, nem sempre acoaipanhei
cegamente o mou. amigos, .aerificando a minha
consciencia, porque isso uo est de modo algum
niui-u carcter.
Quando eu achara que aa exigencias ersm de-
masiadas ; quando eu va que o intuito que leya-
va alguem a apresentar um* medida quilquer nao
era o interesse publico, ma. o interesse particular
ou a sati.facao de um capricho, eu nio me deixa-
ra arra.ter para nao dar direito a que os meo.
que tem certeza de que S. Exe.- nao pretende
.omittr, aposentar torcadamonte, supprimir lu-
gares, diminuir-Ibes oa vencimentos, finalmenta
atirar os empregados nvseria.
Mas S. Exc. na o far de certo ; pjquf,
ou S. Exc. nio est perfeitameute a par das in-
tencoes do Ilustre Sr. pjesidrate da provincia,
ou, se C6t, nio vira expolo.
Accrescc ainda outra cousa : quem diz a V .
Exc. qne o presidente da provincia, t.se que .,hi
est, tera de dar cumplimento a esta autansaca..-t
O Sr. Gsspsr de DrummondD liceoca para
um aparte ? ,
V. Exc. nio menea amigo, e protector dos em-
pregados pubfieo. que en.
O Sr. Jos MaraNao d\'o que o seia.
O Sr. Gaspar de DrummuE V. Exe. voten
nutSTi


laiaiHa
Diario de Prnambuco---Sftbbado 14 de Maio de 13S7
%

ama autoritaria para reformarom-so as repart-
oes publica.
O r. Jote ManNao votei laL
0 Sr. Gaspar de Drummoud E questaa que
podemoa liquidar agora.
O Sr Jos MaraEtt adianto a V. JSxc. *o-
,arn diversa* a emendas nesse sentido apresen-
idas eu votei contra todas, cxcepcao da que
se reteria iustrucca publica. Anda man:
apresentel una emenda, que foi rejeitaia, tojei-
tnda approvaco da Assemb'.a o arto do pre-
eidente da provincia. V. Eic. era ento deputa-
do e admira quo nao se lerabre dassas cousas,
que se pasaaram bontein.
O Sr. Gaspar de D'uuiunnd Nao me 1. mbro
que V. Exc eativejae em oppasisaJ a admiuis -
traca' para negar-lhe esta autorisacab.
O Sr. Jos MariaC>m isso o nobre deputado
demonst.-a que eu naa neg somentc autoriracoes
quindo eatou em opposicaa ao go'erno, mas tim-
bem ao governo do meu partido, ao governo que
apoio.
OSr. Gaspar de Drummoud-Dosejaya que V.
Exc. provasse este pinto como ru prove o outro.
O Sr. Joa Maria- Recorra V. Exc. aos anoaea.
O uobre deputado attenda ao que digo : votei
npenas para a refirma da instrucca publica;
nezuei o voto aa reformas das demaia reparticoe3.
O S Gaspar de Drummoud Mis as paaaou
foi porque V. Exj. quiz qua passasse.
O Sr. Jas MariaV. Ex..-, faz de mim ojuizo
qua forma de si meamo; suppoo que eu til ha na
baucad lioeral a mesina torca que V. Exc. tem
entre os seus amigos; inda maia: que mc-us
amigos ubedeciam to cegameuto a mim, quanto
os amigos de V. Exc.obadeeem-u'o. Poia fique V.
Exc. tabeado que eu era um simples soldado en-
tre in m ninigoj; u:ni aeotinella perdida ; nunca
pretend aer Befa e muitat vetea fui contrariado.
Urna cousa, porin, nunca fia: foi, aojulgar-me
vencido em pontos que eatendU de ulerease de
minha provincia, retira ma desta casa para depois
70ltr. Eu diaia m'smo: no dia em que retirar
ma desta casa zngalo ciin meas amigos, par nao
terem ap.-irovado urna medida par mim apresenta-
da, nao voltarei maia
O 8'. Goncalvea FerreiraE d'oude dedut V.
Exc. que eu sahi angada? Nao ha um faeto ou
palavra miuha que revelassa isso.
O Sr. Jos MariaS os cegos nao viam V.
Exc. retirarse daqui justamente inagoado.
O Sr. Giocalves FerreiraPare ..-o-me que nao
dirig urna s palavra incouvenieute a quem quer
que seja. .
O Sr. Jos MariaS' exacto; mas apenas fui
rejeitado o requerimenti. V. Exc !evantou-se da
bancada omito paludo.
O Sr. presidentePeca ao nobre deputado que
trete da materia ein discussao.
O Sr. Jos Maria?oi o nobre deputado quem
pr?vocou-me i esta digresso.
Mas, ditia eu, V. Exc. sabio com airemesso e
e foi se embira. No dia seguinte uan correlgi o-
nario de V. Exc. referia-rae textualmente exprs -
toes ero que V. Kxe. denotova profunda magoa.
O Sr. Goncalves Ferreira-V. Exc. est ao
apartando dos estylos parlamentares.
OSr. Jos Mana !' que V. Exe. qiai contes
tar tqnillo que est no diminio publico.
') Sr. Goncalves Ferreira-Na exicto
O Sr. Jos Maria-Nao exacto o i;ue?
O Sr. G ncalves FerraraNao exacto que u
tivesse dito ito.
O Sr. Jos MaraAh Eu pcnssi que V. Exc.
ditia que eu nio tinha ouvido a alguem. Se ha
cousa que rauito me ene immade e diter que falto
a verdade.
Eu poasa perder pela tranques, mas uao
minto.
O Sr. Gaspar de DrummondSe foi de mm que
o envo pode declarar.
O Sr. Jos MaraSao foi da V. Exc.
Vosea Q tem foi que o ditse ?
O Sr. Jos MaraNao digo quem foi, mis
t iinb.-m affirmo que nao est presente.
O Sr. Goncalves FerreiraEu nunca hei de
dixer aqu aquillo que ouvi l f >ra. V. Exc. p la
fijar certo disto.
O Sr. Jos MariaEu tambera asaim procelo
qnando te me pede tegredi. lito n5o se deu,
estou ni meu direito em revelar.
Mas para que dar-se tanta itcpirtancia a um".
oceurrencia deataa ?
Na cmara e no senado tem-se diti muito mais
do que isto, c nio tem causado tanto reparo.
O Sr. PresidenteL 'mbro ai nobre deputado
que est dala a hora.
O Sr. Jos MariaV. Exc. acaba de anuun
ciar me que a hora termioou, n.-ste casa vou man-
dar um requerimeutu de pror gacio afim de pro
seguir na serie de coasideracea que tenh i feito,
porque com V. Exc, ve, muito pu;at toram as
emendas por mim anaiysadas.
Fique, entretanto, V. Exc prevenido de que se
n.li for approvado o requerimento de prorogaco
r ara que etf continu com a palavra desde j a des para andar 1 a fugir
paco para aicaubJ, parque quero demonstrar qu
os nobres deputadis nao consultaran! 01 interesses
da provincia, nao desejom o b?m d trra qua re-
pretentam, e tanto assira que approvaram esta
serie de emendas, cada urna das quaes seria bas-
tante para prejudicar os cofres pblicos, sendo que
o conjunota de todas ellas traz um uu co resultado:
desioquilibrar completamente o orcamento feito
pelos nobres deputados, a menos que estas auto-
risacoea sejam um engodi para os eleitores que
os mandaran) para aqu; a menos que teoham
Ss- Exea, concordado com os teua amigas em vo-
taren se essas disposicojs certas do que ellas nio
te.ra execucao.
(Apiiadns da opposici).
Envi o' requ rimento e espero que os nobres
deputados hoje pon=ando m;lhoro approvarla.
. (Co.-Uiha).
KtviSTA DIARIA
COlfiEECIO
B ?! <*.>uiiuercaal
i uTAytiKS OFKICIAES DA JUSTA DOS COB-
KECTORES
Red fe, 13 de Maio de 1881
Aecet du banco de crdito real de Prnambuco
es du banco de crdito
do valor realizada
cada urna,
iuetras bypolbecarias da Ia serie do valorde
a %J500 eada urna.
'ijaslto sobre Londres, i dv. 22 11(16 d. por
1, do banco, hontem.
delOOX) a 50*000
100>
Na hora da ihdIb*
Vend rain--.' :
25 accoea do banco de crdito real de Per-
cambuco.
200 letras hypothecarias da 1 t ;rie.
O iresiaent.,
Antonio Leonardo Rodrigues.
V secretario,
Eduardo Dubeux.
Mu\imentu nanearlo
BEC1FE, 13 DR MAIO DI 1887
Os bancos adoptara.n hoje a taxa de i2 3/4 d.
sobre Lio irrs e as relativas sobre as demais pra-
CS.
Nao obstante, pirm, terom adaptado aquella
taxa, aaccaram sebre Londres a 23 d.
As tax is offieia s faram estas :
Do London Ba'tk :
Sobre Londres, 90 d/v 22 3/1 e vista 22 li.
Sobre Pars, )0 d/v 418 e vista 422.
Sobre Hamburgi, 90 d/v 518 e vista 523.
Sobre Portugal, S ibre Italia, vista 422.
b b New-York. vis-a 2*220.
Do Englh Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 22 3/4 e vista 2 1/2.
Sobre Pars, 90 d/v 418 e vista 422.
S-bre Italia, vista 422.
acore Uamburgo, 90 d/v i 18 e vista 523
Sobre New-Y.uk, vista 2*220
Sobre Lisboa e Porto, 90 d/v 234 e vista 236.
Sobre as priucipaes cidades de i'uriugal, visto
241.
I bi liba dos Acores, vista 244.
Sobre liba da Madeira, vista 241.
Uvrcailu le a*nucar c algutlo
BKCIFE, 13 DE MAIO DB 1887
Asntcar
Contina a ser cotado aos algarsuws eeguin-
le s :
i.' oano, por 15 kikt, de 2*000 a 2*100.
i> regular, p>r 15 kilos, de2*100 a 2*2'i.
i.' boa, por 15 kilos, de 2*200, 2*300 e 2*400.
3.' superior, por 15 kilos, de 2*500 a 2*600.
Liranco turbiua pulveiisado, por 15 kilos, de 2*300
a 2*400. .
enoa, por 15 kilos, de 1*600 a 1*700.
Maecavad, por 15 kilos, a U200 a 1*300.
buto, por 15 kilos, de 1*1U0 a 1*200.
;*-:*uiea, por lo kilos, de 840 a 1*000.
O mximo uu rciniui> dus (reos sao obtidos
I irme o sorimcnto.
AlgodBui
Ainda hoje nao houve vendas doite producto,
t -.tinuando, p. rtauto, sem cotacSo.
Mala*
A que leva o vapor iogl. z Trtnt para Eurcpa,
! Jia boje s 10 1/2 horas da inanha.
A do vapor nacional Pernavibuco, que segu
ara os portos do sul, fecha s 3 horas da tarde.
Aaaembla Provincial Encerraram-
se hontem os trabalhos da actual sc3.i ordinaria
da nossa asstmbli legislativa provincial.
Nao hauve, entretanto, se sao p mero, tendo campirecida ap-nas 13 S.s. deputa-
dos.
A reuuio foi presidida p?lo Exra. Sr. l)r. Igua
co de Birros Barreta J mior.
Nao havonda expedienta o Sr. presidi-nte disse
que tinham de ser enviadas saneci as resolu-
ces referentes as propistas ns. 34 da 1886, 3, 16,
24, 41 e emenda n. 1 ao projecto n. 24, todo3 deste
anno, e publicaco o relativo ao proj cto n. 22,
tambera deste anno; d.clarando era seguida en-
cerrados os trabalhos da 2a s- asaa da .6* legisla-
tura.
Era seguida dissolv<'U-se a reunio.
Cansara MunicipalA decisio, qua so
bre os uegocios da (Jamara Municipal deu ltima-
mente S. Exc. o Sr. presi i ote da pravinei, deu
lugar a reparos por parto do eolleg da. Pro vi-
eta.
Parece-nos. que o collega nao tevu razao para
diter tjuo S. Exc. decidindi, como decdi, as du-
vidas qoc Ihe foram propias pelos verea.i r -s da
Cmara Munieipal f.l-o, infiuenciadi por iiite:es-
see partidarios.
Eai sua noticia de hootem o collega se cncar-
regon de o mastrar, desde que na censurou u
resposta e apenas estranbou que a decisa eara-
prehendesse os pon' '8 menos duvidosos, sendo
om^asa en um que Iha parecen capital, e foi da
entrada pira a cmara do vereadnei invnedia-
tas.
Ao que suppimos, Deasa a Provincia que o arti-
go 22 | 4o da le n. 3,029. Je 9 d Janeiro de 18SI
autorsando a chimada deiram.'dia'o1, quando em
razo de faltas da comparecimentas uai pu torero,
reunir-se vareadores ennuin-ro necessario para
c-.debrarem a as sessoes, e tem applicaca depais
de decorndos tres das, catisecutivm'-ute desig
liad..?, e ainda qn; se trate de negacios urgentes,
e os vereadores em mionria, propostalmonte, se
recnsem a tomar paite as d Mas, nia sabaraai onie encantrir-se fundamen
to pira taes rostricco-s ua lei.
Dir que temos alh mis avisis da gov rno.
Vio, porm, se ellos sai applicaveis a casi ?
E' preciso nao esqueeer que a bypothe:e nao
a commum da falta de comparec ment de alguna
varead ir s, mas a de comparccimsnto com a von-
tade firm-' e deliberada de nao deixar a cmara
funecionar regularmente, < ppondo se i suas dis-
cussoes e afina' privando a de decidir com a reti-
rada para uaa v^lurcia e ioto em teisoes sucees-
sivas.
Arvorar em direi'a o obatruecionismo das mi-
noras, que seria de alta inconveniencia para a
cmara, e especialmente para o seUJ ainigis que
alli esti era maioria.
O cdlega refl:eta e ver que S. Ex:, o Sr. pre
sideite da pr-viuci, i-'i i lio correctavente, sem
at-.e.c.ai a pessoa;, e tend ero vista os princi-
pios
E quanto a allegi.cao cfure publica acampa
da na recioto do paca muuicipal, a Provincia sa-
be to bem como ui que ista nao pasta d: bale-
la para fazer eff ito.
Tenda alguna desordeiros se apoderada daquel-
1c recinto em attilude ameacadora c utervinio
.-.jiii apartes naa deliberac a da cmara, o rea
lectivo presidente malta acortad imjnt requisilau
algumas pracs de polica pira mnter a ordem r
evitar acoaccao era que se aehav a cmara, no
que f.ii i.ttendiJ>, tendo s'-lha mandado quatro
ou seis pracas, que tai s iue se deu prop.iri -s
de um exercito em ordem de marcha contra ot ve-
readores liberaes !
Ora, o collega que est discutinda com snrie-
dade, nao deve trater para a trente essa balla
j gnsta.
O vereadjrcs liheraes nio si nenhuns civar-
da soldados ; sahiram
da Cmara, do meamo mo o que sahiriam, se l
nao estivasem aquellas pracas, desde que, por
qualquer mido, nio podessem fazer prevalecer
leus votos sobre os dos conservadores ento em
maioria.
Pensamos, emfim, que a forja foi simples pre-
texto para justificar a retirada dos vereadores.
inroja de Notta Senbora da Penna
No dia 31, ultimo deste mez, consagrado as
ebrias de Maria Santisaima, S. Exc. Rvdma. o Sr.
bipo diocesano, pelas 11 horas da inauh, admi-
nistrar o Santo Chrism > nesse mtgestoso templo.
Falleclmento As il horas da noite do dia
9 do cirrenta faeceu de diabetes, na villa de
72 annos.
Militeu, quan la oolitico, as fileiras do partido
libar.i.
E'a geralmente eatimadj pelo mado alegre e
pias'.'iiteira crn quo tratava a todos que o com-
tnuui :avam.
H>xem trabalbadcr e honrado p le, a custa de
muitas sacrificios, edujar seus lihas cutre os
quies contam-se o capito Napoleo Marques Gil-
vSa, Jos Ovidio Muniz Falcao 3 Antonio Berthol-
d i Galvia.
Aa enterro, que tevo lugar s 5 hars da tarde
do "da 10, compareeeram inuit jS amigos da finado
e desaus filhas No cemiterio fallaran os prafe<
sores Jos Oetaviano e -'ebastio Brandao.
OutroPor carta particular de Itaxb soube-
mas que, victima d i urna affecca pulmonar, falle-
ceu, no lugar Piqui, da provincia do Rio Grande
d j Nirte, no dia 25 do inet de Abril prximo fin-
da, Candida Goncil'es de O.iyjira Filha.
O finado era natural de Itamb, contava 25 an-
nos de idade e pirteu:ia a orna familia respeitavel
dessi cidade, onde exerceu os cargis de eserivSc
das Cilleotorias g^ral e provincial.
A' sua familia e com especialidade ao scu hon-
rada pai o Sr. Candido Gancalves de Oliveira nos
saa caadoloocias.
Conferencia aboliclonlsjte Realisa-
e ainanha no thcatro das Variedades s 3. con-
ferencia piomovid* plas Uniao Federal e Sucieda
de Pernambacana Contra a Etcravida; s nda ora-
dor o Sr. Nila Peganba, qui fallar em no me do3
acadmicos abolici mistas.
Depds da conferencia, seguir-ao-ha urna pirte
recreativa, na qual tomara liarte graciosamente
divere.^s artistas e professores de orcJieatra.
hruno-Frateraldnde Consta-nos que
alguna amadores dramticas que se congregaran!
aib a ieniininica de Grupi-Fratsinidad -, roal-
tart no d iminga 22 do corrente no theatro S. An-
tonia um espectculo dramtico otn favor da ma-
tricula acadmica de um moc pjbre, nosso cara-
provinciano, levan 11 scena o drama abolicio-
nista era 4 actos da Sr. Sibeiro da Silva : Cora, a
filha d- Agar, e a camedia do mesmo autor :
Q lem o albeio veste ni prac-i o d-*spi :
Q Grupo-Fraternidade dediea esta festa mo-
edade acadmica e aos abicionistas desta pro-
vincia.
O fim a que se destina o Grupa amito louva-
vel, pelo que da esperar que seja bem succedido, jectos de levar seus pnate serra cima, onde uao
mxime pelas elasses acadmica e abilieiii-ista- j os fosie encontrar o temerosa yisitaute. Felizra n-
Auasi BellasDa n:o correspoud nte i te tiradn o caso a li npo o iucorora.ido do po'ro
recebemos com d-.ta de 5 o seguinte : [ caixeiro nao passou de urna f-rmidavel iudigesiao
Desde Janeiro tenho me couservadi em silen Iddqueijas, e tres das depois pasaava este aqu
ci.i c iiiupado aa Diario o espaca a suas c Jim sai coma urna quizaba tmpora.
na<. Tmbeos o ram ram los acontecimentos nesta \ O resultaoo da piimeira sosso d i jury f i o
boa trra tal que faz gente o desej i de ti na seguinte :
tacarattisada, 80 para ter o que escrever e nao Simplicia Antonio da Silva, con leu nado no
cahir em falta como missivieta. Para cumarr a grao uudio di art. 271 do Cil. Criin.; Antonio
iniuhi obrigicaale tai Jitfi;il desempenhovou ; cedro de Oliveira, vulgo C-iba Proto, n.i rao un-
faz r urna resenta dos quatro mezes ltimos co- uimo do art. 1.'2, cuuibinaUo c >m o art. 34.
meemio pelas chuvas-acontecment sembr de Vi'la ele IguaruMMU -E-jcrevero-uusdesaa
vulto para o serto. j villa era data do 12 do curroute ujei:
. D'.sde di co.neci do anuo quj as cliuvis, as Vou h: dar-lhi algumas noticias desta lo-
primrasoguai chamadas, se ra-iiiitesta: un ui m ou calidade.
m ios era toda a c imarca e os agricultiros apro- j E' hnj possivel qu--. me escape nlgura faeto,
veitaia-n-n'as para plautar os seus legumes. 0| diguo de ser narrado; viv, ha dias, fra do rebo-
iuverna, pjrro, pareca ni prometer inuiti e os ico, tend acamoado em lugar deserto e mono
eulti/adores de alg.idao .na eusavam eut.reg.ir
A nova edidade ttm-se mestrado ciosa dos
interesses de seus municipios.
** acquisico do livres para/sua acriptura-
cjo, cousa de que nunca fiterara cato as pasta
das; tem-se acopaa-i da questo de aguas pota-
veis ; fet mais aequicao de um terreno prximo a
esta villa, no qdal conta abrir cacimbas, que sir-
vam para o gento e a bichara ao mesme lempo:
officiou ao presidente da provincia pedindo o auxi
lio dos cofres desta para fazer reparos no cemi-
to desU vila. Js reparos no cemiterio (que eu
dexo de mencionar) sao nalmento urgentes e do-
dem subir a 5O0*0lX).
A nossa Aesembla que nao t(ra escrpulo de
conceder igual quantia ao diletantismo rsmanco
dos frequentadores de urna bibliotheca particular,
bein melhor poda conceder para reparos de um
cemiterio coja necessidade sai incoatestaveis. A
Cmara rectamon da Presidencia da Provincia u
remessa de pesos e medidas, p idrjs que ha mais
de anco te a.-bam na Alfnuicga lessa capta!. E'
do pasmar o deleixo dos nussos o lis anteriores.
Nao ha em todo este muuicipio um e neg
ciante que tenha aus pesos e medidas ateridos par
que a Cmara nao tem padroes para isto ; ca i
um pesa e mede coma quer. No povoada de Pao
Ferro ha at um negociante que tem como peso de
arroba urna descomunal pidra, uo verdaJeiro la
gedo. Mis esta arroba ruchado e serve para
compras, especialmente alg..di.
Comprebende-se pertcitamoute a ratao porque
o nosso uiatuto, ignaro naa reformas do systema
m-trico, vendo sob umtalpenedy aehatar-se trans-
formando em algodo o seu trabalho, deixe de mais
em mais arraig.r-se no seu espirito a crenca de
que o novo tystema metrologica o mesmo de que
logramos.
A da corrente-, tove lugar o sarteo das 4i
jurados que te.m do servir u< 2 aesso dj jury
esto auno.
Ha mais de mez que esperam ua cadeia desta
villa quatro sentenciados, a torca que os deve cou-
duzir a essa capital, fia mais de mes tambero,
que tal fu roa foi reclamada pelos juizea de direito
c municipal deste tormo.
Tem funecionado ne paca da Cmara Munici-
pal a junta qualificadora da guarda nacional, sob
a presidencia do tanente-eoroi.el V. ca R e Sou
ii. Foram qualifieados j doua mil e tantos cida-
dos.
O cholera que por emanante tira o dizim uas
costas do Pacifico, prgou ba das um bom susto a
gente deste pequeuo brasil de Agnas-B ;llaa.
Cbegararo aqu, im d aa da seranoa passad..,
bastante espavoridos dous rapases desta villa que
tinham ido passar uus dias a urna fazeuia proxi
na, declarando que vinh.im cariados do chulera.
Urgidos de perguotas coutavam ellos que aquella
fatenda tiulia chegudu du Penedo un cometa, e
cahira doente. Klico deacoufiavam qu era o ter-
rivel morbus e deeereviam entao todos oa tymptr.-
mas apresentadoa pelo eufermo, que erara justa-
mente os do cholera, fui- -se fazer idea do pnica
causado par semelhante visinbaoca.
AlgUns habitantes deste lugar, que em cara-
g-in nao levam as lampas a Cicero, faziam ji pro-
Entrada* de ainurar e alsa MKZ DB MAIO
Barcacat.....
Vaporet.....
Estrada de ferro de Ca
ruar .....
Animaos .
Estrada de trro de S.
Franciso .
EstraJa de trro de Li-
mociro.....
.o 3 * a 8 S 1
1 i u 1 12 17.421
1 i 12 1 13 2.297 1.628
l 11 19.057
1 11 1.155
4..558
1
280
4:KI
40
2.225
l.H6t
314
4.571
Frelamenton e enzajumenio
Os effcctnadot do decurso dos dias 2 a 13 de
Abril (h-jDtem) foram oa seguiutes :
Vapar inglez Frutera, para can egar aqu, cara
d. atino o Bltico, 3,500 saccas com algodo, a
1/2.
Patacho ingles Kathleen, para csrregar aqu,
cora destino aos Estados-Unidos, 35') tandadas de
sssucar, a 19/.
L^ar n.rueguense Stabd, para carrejar aqui,
com destino a Montevideo, 2,6.0 caceas cora asqu-
ear, a 8 reales.
Putaeha americana Oaco, para carregar n i Ri i
Grande do Norte, cora destino aoa JE'.tdo'-U ii-
dos, 600 tonelada* de asaucar, a 20,' u 0.0
Lugar ingle Ulster, para carregar no Ro
Grande do Norte, com destino a Liverpool, 100
t nieladas de assucar, a 15/ e 1,30 > saccas c .m al-
godo, a 3/d e 5 0A).
Lugar iuglit Stelia, psra ca reg*r na Rio
Graiido do Norte, eom destino a Liverpool, 1,0)0
saccas com algo til a 3/8 o 5 0/0.
Vapor ingles Mariii'r, para carregar na P.ra-
hyba, eom destino a Liverpool, 4,000 saccas de
algodo, a 3/8 e 5 O/J.
Banco de Crdito (tea!
At o dia 15 do c-irrent.e ates, devem os ac-
cionistas do Banco de Crelito Real de Prnam-
buco realizar a terceira entrada do va-, r no-
miual de suaa acco.s, na razao de 10 0/0, ievan-
do-a sede do banco, M mi do Commcrcio u.
34.
E-.tc bauco eat pagando o svu prmeiro divi-
dendo razo de 4*0iK> por accao ou 10 0/0 do
valor realizado de cada urna.
O pagamento fat-se na s Je ~ do banco, daa 10
horas da mauh s 4 horas da tarde dos das
uteis.
snboiitutru de nota*
As trotas do Thesouro de 2*000 da 5.a estampa,
5*000 da 7.' e 10*000 da 6., sero substituidas
na Tuetourarii do Fazeada at o fin do mes de
Juulio cum o descont de 2 0/0, o qunl ser eleva-
do a 4 0/0 a contar db 1." de Julha a 30 de Se-
terauro do corrente f.uao.
Kotaw do Tin uro dllaceradan
O recolbiraento de notas dilaceradas est sendo
Uno na Thesouraria de Fatenda, as tercas e
extas-f iras, das 10 s 12 huras da manhS.
Pauta d Alfandeca
SUIASA DB 9 1 14 DB M1I DE 1887
Asfucar branca (kilo)
Atsuoar mascavado (kilo)
Alcaol (litroj
Arrot eom casca (kJo)
Algo lio (kiloj
trra s.iaa sein ates, redosos de perder. U tima
monte, porm, o invern p~ iu..eiou se e em ti-Ja
este municipio as ebuvas foram de alagir tu lo.
Especialmente no 2 dUtricto, que o iritis
dedicado s industrias pastoril e agrcola chuveu
tanto que tod is os ri ib e riacho* di i'a'ram endiente
e deram nado. Coraeca-se, pais, ag ;ra a lavra do
algodo, o que, segundo me luf trinara entend tos,
d :r carao resultado pequeua s ifra desee pr ducto,
pirque na chovas actuaos d-via-n enentrarj
ereaciJ-s os algodueiroS. Couiluto, ti as chuyas
firero li in destrib lilas at o fim do invern,
polo se c .nt.r coro bi sfra. A este retpnito t
em S teinbro dada pronuaciar-sc de mod i de-
cisivo.
O milho, fuijo, etc., esto seguros o pjese
contar com abundancia.
Do leite j se nao faz caso; cima consequeu-
eia nas feiras abunda o queijo fresco.
tono.
S melhante alterac uu meu ntoius viuendi,
devida aa mo esta lo d minba saudee necrt-
sidade Ce mudanca de ais
Aeha-se na gozs de urna licenya o promotor
publico Dr Correia de Oliveira, que fui substitui-
do p elo tenente Arscnia Augustj de Magalhes,
proprivtario de u.na padaru, sita a ra da Pome
u'esta villa.
A t\ltu de babililaco 'S do no ueado est
muito bem esmpeneada coro o seu bem aeuso e
maderaco.
Tcve ltimamente, lugar a posso da- vereador
Jeito rio sublitnici no tiuadj capiro M-.uo i
1,oureiX Silva Sobrinho.
E' che o Sr. eapilc UermenegilJo das Virgens
l.imH, membro p:-veinineu!e do parido liberal f.
e genro de urna das n iaeucias conservadoras" de
I'nmarac.
O acto foi muito f. etejado com faguctes, folhas
(kilo)
A.suoar retinado
Birracha (kilo)
Ciuros seocs silgados (kilo)
Cauros verdea (kilo)
Cacao (kilo)
Caohac* (tri)
Caf bora (kili)
Cafrestolho (kilo)
Carnauba (kilo)
Car-iva de alrodo (kilo)
Carvo de pe ira de Cardifl (to i.)
lauros seccoe e-pichados (kilo)
Fariuha de mauiioca (litro)
Fumo restolhi em rolo (kilo)
Fumo restolho em lara (It lo)
Pum* boai (kilo)
Gcueora (litro)
Mel (litro)
VI.ib. (kilo)
Tatuados de araarsll (dosia)
171
l*26i
5()0
275
4(K)
077
460i
30
3B61
014
16*000 i
585;
i:50
4(K)
50
720
200
010
040
lv)0*vfJ0
Volas stearua8 1,000 caixas
Rezuode.
a Maia &
144
068
218
65
linporlaco
.Vapor nacional Prnambuco, eotrado dos
portos do Nort, em 13 do corrente, con-
signado M Visconde de It*qui do Norte,
manifestou:
Barra vazios 40 a Mauoel Mjrques de
Oiiv ira, 80 a Jaa Jis de Cirvalho, M)-
raes, 60 a A^norim Irrnai & O.
(Jhapus 1 catx&o a Jos de OaTTM Pe-
re ira.
Masaos alimenticias 7 caixas a onjil-
ves Roaa & Fernandes.
Pipas vazias 21 a Pereira Carneiro &
C., 2G a Miool Marques de Oliveira, 50
a A aun u IrmSoi & 0.
Tapioca 14 barricas a Dauiiagis Alvos
Math'us.

Barca portuguesa Allianqa, entrada do
Ri i d- Janeiro om 12 do co.rente, o con-
signada a Jos da Silva L'y-i & Filh'r,
matiif istou :
Barricas 300 volumea a Puraira Carn.vi-
ro Guimaraes 4C, 400 ordem.
B arria vazios 503 a Amiriin Irino? &
C, 760 ordern.
ter 2 caixis a Coti L::na & C 30 a
FcrQi'.ndeB (S Irraao.
Cogoac 10 caixas a Joto Fernandes de.
Almeida.
Qenbra 10 caixu a Fot-candes & Ir-
mty.
Larangiha 2 caixs a Costa Lima
&C. |
Mmdarin 2 caixas a03 mesmo3.
Pipas vazias 50 a Atnorim Iraa b & C.
Passas 10 farJos ordem.
Perfumara 4 caixas a CosU Lina
& C.
Peixi 13 barris ordem.
Vor.ooutli 2 caixis a Costa Lima & C,
5 a Fernandas & Irmaos.
Vinho 3 pipas e 25 barris orden, 1
i 10 birria a Araujo Castro & C, 30
barris a Joao Fernandes de Almeida, 25
a Fraga Rocha SC.,43 a Fernandes A
Irmaos, 40 caixas a Joao V. Alvea M i
th^us.
Vinagre urna pipa e uro. barril a Costa
Lina & C, 10.a Joo V.-Alves M.itheus
A C 20 ordem, 10 a Fernandes de Al-
400 Va-ida, 25 a Fraga Rr.-ha & C.
Vapor austraco Szechelny, entrado de Fiume
em 13 do corrente u consigue do a J. Pater & C,
n.nnifcstou :
F-rinha de trigo 3,300 han cas a H. Forster
& (J, 1,548 a Machado Lo.iea jt C, 1,200 i L >pes
Irmaa & CM 4.10 ordem, 256 a H. Suesch i C.
l'.ip I 2 canas i orJ u..
Vapor inglez Theretina, entra 1 de Ni-w Ymk
na menina data e consignada a J. Pater c C,
manifestou :
Bambas 1 caixi a Ferreira, Guim-ir-lus & C.
Familia de trigo 10J b.rricas ordem.
K-rji n 50 callao Fiaucueo Mame' da Sil-
Va di C.
Medicamentos 24 saitis A ordern.
Merca dorias diversas 3 volumes a Vianna Cas-
tro er C., 1 a Ii.de Drusiua &C, 1 a Guimaraes
& Ir u>Sos.
Machinas para destrocar algodo 15 caixas .
Rodiihues 6t Sauti-.
P ize em conserva; 3 caixas a H. Lundgren &
Campiuhii.
Tecidn de algodo nzul 2 caixas a A Vieira &
C. 2 a Luis Autcnio Siqueira.
Vidros 6 volumis a Bernardino Doarte Cimpas
*C.
BfcOlFB 12 DE MAIO DB 1887
Para o exterior
Na vapor inglez Baikena Bay, carregou :
Para Liverpool, J. H. boxw^ll 595 sascas com
41,274 kilos de a'godao:
Para o interior ^___
No lugar aoruegueoae Hans Tode, carrega-
ram :
Para Uruguayana, J. S. Loyo & Flho 420 bar-
ricas com 37,634 kilos de assucar branco.
No vapor nacional Prnambuco, carrega-
i'-.m :
Para Pelotas, F. de Azevedo Souza 275 barr-
cis com 28,t)20 kilos de assucar brinco e 2.) dit.8
com 3,u8J ditos de dito mascavado ; Amorim Ir-
maos & C. 850 barricas cam 81,241 Kilos de assu-
car brauco.
Para o liio Grande da Sul, J. M. Das 30J bar-
ricas cora 31,815 kilos de aj-uc.r branco ; V. da
.SJveira 275 barricas com 28,7Jo kilos de assucar
branco e 125 ditas coi 11,765 ditos de dito mas-
cavado ; F. A. de Azevodo 388 barricas eom
.JlQl kilos de assucar blanco ; Marcelino Cunha
IOS barricas com 11,83) ki!o3 de assucar branco
Psra o Rio de Janeiro, J. M. Das 1,0>0 aacci3
com 60/ 0 ) kilos de assucar bruco ; tduardo
Barbosa 300 saceos com 18,000 kilos do assucar
mascavado; M. Cunha 500 sacaos com^ 3U.000
kilos de assucar branco c 300 ditas com* 18,000
ditos do dito mascavado ; P. Alvea e C!. 10 bar-
ricas com 600 kilos de assucar refina lo.
= Na barcaca Vosa Aurora, carregou :"
Para Maeei, da Silva Braga 1 barril com
90 litros de agurdente.
Navio carga
Barca noruegueuse Glitner, nll.
Lugar noruegnense Stabil, Montevideo.
Lugar norueguense Hans Tode, Montevideo,
(-atacho ingles Kathleen, Estad is Unidos.
Patacho allemae Cao, Kio Grande do Sul.
Xavl'un a deacargt
tarca nacional Mimosa, xarque.
Barca nornegnenso or, varios gneros.
Escuna nacional Kvora, varios gneros.
Lugar nacrbnal Marinho VII, xarque.
Lugar ingles Stelia, bacalho.
Patacho nacional Joven Correia, xarque.
Patacho nacional Hival, xarque.
P.tacho nacional Andaluza, xarque.
Vapor inglet Frutera, carvo.
de. caoella e, te bem estou informado, com alguna
baldes de variadas cores.
Tambera bouve regabofe em urna casa da roa
do Liv.-amento, onle fii sTvdoure especie de
lunch, todo entercaladc de euthusiasticos brides
Dizem os critico da ponte (mais abaixo darei
a exolicaea; desta locugo adverbial) queoecupava
a presidencia da mesa collocada em rica a'mofada
de setim azul nma estirapi do immortal autor dos
Miseraveis -o grande, o eterno Vietor Hugo.
Nio creio qm assm fosse, parque=carne do
Cear na teferveem champag autor da festividad tem su*s predilecc5e3 p:-lo
Ilustre morto, quem espera sebstituir, nio julgo
tmpoasivcl que o facto se tivease dado.
Vallando locucSo adverbial, dir-lhehoi que
foi ella embregada, ha tempo, em urna grande
reuna i por urna pessaa, que enearregada da do-
teza de urna causa cr use, teve a immadestia de
suppor-se cima de todig, declarando qie eaten-
dia nao ha ver nestt villa u.n p'.ssia capaz de
desempenhar sstisfactoriameate a incumbencia.
N) correr de'seu discurso,]disse eato, a refe-
rida pessoa que nao tema oscritico da ponte
A phrase cahio no go o da rapaziada e entrou
em ordem da dia.
O Rvliu. vigario da fregu.-zia, padre Chagas
celebra o mez marianuo, na.ignj motriz, faz i a
diariamente peqoens predicas.
N) tem havida concurrencia, facto que S.
Rvdm. explica mui'o bom, affirmanio que cnlre
nos o eepirito religioso e8^ amortecido.
Constame ter fallecido houtem ne;sa cida l o
abastado asrlcpltor maj ir Luiz Carlos Pereira de
Arauj i, residente no engenha Tapir de Baixo
desta comarca.
Era grande iuflioncia ao pirliio liberal, cuja
causa defenda com muito ardor.
Foi um dos m lis denodalos b-itnlh-tJoros no
u'tini |otnsSit4 pditiei, q i,i 'pira eleici> de
um vereador tove lug>raqui; empregauJo todos
os esforeps pira o triumpha di causa do seu
partida.
Dotado'de bois aentimentos, sua morte foi
geralmente deplirada.
Foi feito, ha dous dias, o a irteio dos jumes de
facto, que teem de seivir ua segunda sesso da
jury deste anno.
. NSi Ihe p asa diz-r para que dia tiram el les
convocados; nodendo apenas affirmirlhi quj a
reuniao terA lugar no mez de Junio prximo
viod'inro.
Ignoro, so hi ou nio pr.ieea3i3 prepralas.
D.-vo fazer ponti, pirque a.'abirainse ai
minhas notas. A leus.
Ki'imliM'i stsetoea Hi hojeas seguin
tes :
Do Club Litterario Ayies Gima, em sessii or-
dinaria, no lugar e hora do cistmne.
Da Distraccaa Dramtica Familiar, em seu e3
peetacnla mensal, lov,n lo sceni o Ora na em
d ius ac'09, Amir e Hinra o maij tres comaJias.
RevlNia e3ta piibltcacio mensa! do Imoerial Obsfrvatorio
d i Rio de Janeiro cuj i summario 4 o seguinte :
Breve noticia de alguna nSserVatoriis eureps.'s.
Ma??as e distancias da9 e-trclias binarias.O
sudo das naifes n< R> de laneirol)e annos
de proir.'ssi di a.itr nenii (18761886). Vspe-
cti do c i durante o mez de \1 lio.Diario metea-
rilogicl di me* de Mhivo de 1SS7. R:sumi das
o'o-ervaco'S mntc rlgicas {.'.tas ni I-nnerial Ob-
survitirio ni mez de Marc-J de. 1887.Revista el i
natologoa do m^z do Marc d 1817. Oosetva-
co-s metciril igicas na Bihia Jornal meterolo-
tjici rio m-z re Muci de 1887, em Sina Cmz
Retum das ob^ervae-a m^te iroHe'cas fetas em
Santa Crut no mez do Marc> di 1887. -Climatolo-
ga d i p- iviueh do Pi mhy.Oamlo Flammirion.
Siticias variasObservaecijs simultaneas.
AgriHe.rido*,
Rotatorio -e'eb.,m'8 i que foi anres'ntadi
pela directiria da Assiciaco Cimmereial A (tric-
la desta nnvinca e lid em sessida assembli
gem dr 30 li Mi'ci de 1887.
E1 un traoalno interessante ai cotnm-reio e agrl-
cu'fui-a.
Reconheeidas pela finesa d.i offorcciineut-i do um
er>:nplar .
belia^c -Bil-cuar-ae-hao :
Boje :
Pelo agente Britj. as 10 1/2 horas, ru i Pedro
Aff.-nso n. 43, de dius buhares e um eivallo ala-
zio.
Pelo agente Modesto BipiisU, ao maio d'a,A ra
Pri.neiro de Marc n. 12, d: tazendas e miude-
zas.
Setrunla-foira :
Pelo agente Gusmo, k ra do Mirqn^z de
O.inda n. 19. de 1 piano e m ivois.
Terca-feira :
Pelo agente Modesto Baptista, s 11 horas de
fronte Q'A'fandega. de 180 saceos cim fejio.
Illnlielro
O vapor nacional Per.iamWa trouxe do norte
para :
Amorim Irraaae & C 6:30945T
Machad i L-p-s C. 5:0005000
Lindon anl Bratilian Bink 3:896l0
Duarte & C. 3:<<50(>00
Mondes Lima & C. 2:427/460
Silva Guimaraes & C. 2:000*0)0
Fuga Richa fltC 1:979*560
Uramer Frey 4 C. 1:501/180
Gones Senna & C. 1:200/000
O.iveira Basto & C 1:037/0)0
Francisco Ribero Piuto Guimarijs 1 .-100/000
Machado ax Pereira 800j''0)
Souza Moutinha & C. 500J000
Domingos Alvos Mitheis 500/000
Joai do R|, Lima 41i/000
Marcedme Goncalves Risa 420/550
Bartholomeu & C 32")/900
Francisc i Manoel da Silva & C. 200/000
Ma oel N. da Fonscca 150 .000
nendlmeatos pblicos
MKZ DB MAIO
Renda geral
D 2 a 12
dem de 13
Renda proViucial
De 2 a 12
Idcn de 13
Al/aniega
288:699 386
28.03910
31:9691385
2:437/419
316:783296
37.406J804
c 2
leeu)
a 12
e 13
Oc 2 a 12
Id'io.de 13
ti.. 2
Iden
12
. 13
Becbzdoria
mutilado t.vJindcu
Recite Drainage
351-190/. 100
14:654675
1:227289
15:88U964
18.279*021
693.122
18:972/143
1:943/385
563/383
2:506i768
Hercailo Municipal de 9. Jote
O inovimento deste Mercado uo dia 13 de Maio
foi o seguinte:
F.riraram :
32 bois posando 4,695 kilos, seado de Oiivei-
ra Castro, 24 ditos de Ia qualidade
tOB particulares.
1645 kilos de peixe a 20 ris
69 cargas de fariuha a 200 ria
9 ditas de fructas diversas a 300 rs.
7 taboleiros a 200 ris
9 Sumos a 200 ris
Foram oceupados:
24 columnas a 600 ris
22 compartimentos de fariaha
500 ris.
22 ditos de comida a 500 ris
82 ditos de legumes a 400 ris
17 ditos de suino a 700 ris
11 ditos de tressuras a 600 ris
10 talhoc a 2/
7 ditos a 1/
A Oliveira Castro & C.:
\ 54 talbos a 1/
Devo ter sido arrecadada nes'e dia
a quantia de
lamas fnebre. -Serio celebradas:
Hoje :
A's 8 1/2 horas, na matriz da Boa-Vista, pela
alma de Domingos de Amorim Leo ; s 8 horas,
na tnalriz de Santo Antonio, pela alma da Bento
do Freitas Gu marSes Jnior; s 8 horas, na ma-
triz da Boa-Vista, pela i Ima do Dr. Antons
Fri ncsco Correia de Araujo.
Segunda-feira:
A's 8 horas, na igreja de S. Francisco., por al-
ma de Luiz Carlos Pe eir de Aranjo; s 7 1/2
horas, no convento do Carmo, pela alma de Anto-
nio da Silva Rumos Nivea.
Patmacelros -Chegados do norte no vapor
nacional Prnambuco :
Dinelli Francisco e 1 filho, Dinelli Adolpbe, Do-
mcnico A Millet e Jo6 C. Nieola. 1 preso e 2
pracas do polica, Eduvirges Maria da 8i:va Reg
e. Claudina Mara da Silva, Manoel Cabral de Mel-
lo o Francisca Collaco, Liiz Ribeiro Guiticrree
1 criado, JnviJ Rob:rto, Antonio Rodrigues Bay.
ma, capitio Francisca Miguel do Souza, sua se-
nhoae3 filhas, Iosk do Espirito Santo, D Licy
Wardlau, Antonia Joaqaim de Rezende, sui se-
nbora e 2 filhos, D. Christina P. Carneiro, Jas
de Souza L.uao e Luiz Francisco da Silecira Mar-
tina, Eluardo M. Torres e 1 filho, Curios de Me
diros u Antonio Marinho, Arthur de Mello e D.
Elvira Medeiros, frei David Ja Natividade de Nos-
sa S.'uhora, Antonio Galdi io de Siuza M issa e 1
crala, B.lmiro de Araujo Cesar, eua senbora e2
filhos, J^6 Lieate, dolpho Soares, Jos P. H.
Dauemere e sua senbara, Antonio A agosto de F.-
gueiredo Camello, Gamillo Cahu, latjatavo M.
Soares de Pinho, Atipe Roses, D. IJalina Amelia
Giuvei Costa, J. F. dos Nascimeuto e sua sanha-
ra, Josepha do Oliveira Cavalcinte, 1 ajulante
le jarcereiro, 2 presos de jostica e pregas de
polica, G.-nezio Arantes Paea Barreto.
Eai transito:
Joao V. C'rreia, Mximo Miranda Portugal, Dr.
Jas Paranagui, Miguel Ribeiro Lisboa, Joaqaim
A. de Soasa Martius, capitn Graldo de Abreu,
sua seuhora, 1 filho e 1 criada, Joio Teixeira, An-
tonio Augusto da Silva Correia, Miguel Jos de
S,uza Vaaconeello3, capitao Joii Cinc o da Silva
Jos Aitonio Ridrigues de Moura, Dionizo J is
Ridrigues de Mou:, 2o teneote Joaquim de -\l-
buquerque Serojo, P^tro Rogo e Mauoel R-go,
Kay nundo Al ves das R i, Fe iptie Jorge da Sil-
va e Beneiicti Jos de Mello, Thomiz Catunda,
Antonio VV. P. Montenegro, Joei miao Jos Mo-
reira, Auo'iiit0 M. de B. Oiiveira L-ina, Dr. Ry-
iniindo da Rocha S impaio, Arthur M. B. Oliveira
Lina, Agredo Dios RiOeiro e Lopoldu Cabral,
Dr. Daniel Heuriquea e 1 criad i, Jos Monteiro,
teuente Francisco Vctor F. da Silva e Antonio
Cotta.
iit-ectoria ama enrasi tie cinmerit-
cao Uon portoBaletim meteorolgico do
ii. J2 Je Maio de 1887 :
*
%.
Horas v S o i "2 z u *
6 m. 23- i
9 26'6,
V?. 29o_3i
3 t. 26'3|
6 25!
Barmetro a
0
759m92!
761oil7
760'82
5993
76')m22
Tcso
do vapor
18.00
19,33
20 77
20,95
21,10
a
85
73
67
84
86
sal: 3,'8 ; aom
Temperatura mxima 30,oJ.
Dita mi.lima23, 1.
Evaporacao em 2% Ii iras a.
ara: 2,"5
Chuva4,I"S.
Direccao do venta : S e SSW de meia noite at
1 hora c 26 minutos da manha ; S at 2 horas e 5
minutos ; SSW at 3 horas e 12 minutas ; SW at
9 horas e 5 vinutos S e SSE com iuterrupcio da 1
hora e 4 minu'os SSW at 1 hira e 23 minutos
da tarde; S e SSW at 9 horas o 31 minut s du
tarde ; SW at mei i noite.
Vclotdadc media do vento : lm,68 por seguuia
Nebulosidade media: 0.73
Boletim do porto
Pra mar ou baia m ir Di. 12 de Main 13 le Maio o > H ras iltora
B. M. P. vi. R. M. P. M. 2 0 Ja tardi 8-19 232 maoha 8-43 O.iniS 1 "'37 0,">37 2,-04
Operacoei* cirarKlcatiForam nanea-
das no hospital Pedro II, no da 12 do correute, as
seguiutes:
Pelo Dr. Mulaquias ;
8 d-
32900
13/800
2/700
1/4U0
1/800
14/400
11/00J
11/000
32/800
11/9J
6/600
20/000
7/000
Rendiinento dos dias 1 a 12
Foi urrecalado liqttido i.t hoje
54/000
221/500
2:401/540
2:626/040
frenos do da :
Caruf verde de 280 a 400 ris o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris dom.
Sainos de 560 a 640 ria dem,
familia de 200 a 24 i ris a cuia
Mitin de 26 1 a 280 ris dem.
Pedio de 640 a 1/000 dem.
Maiaclouro Publico
Foram abatidas no Matadouro da Cabanga 90
rezes para < consume do dia 14 de Maio.
Sendo: 67 rezes pertencente a Oliveira Caetro,
Jt C, e23a diversos.
Vaporen e na lo eisperadoN
VAPORES
GoldHilldosul boje.
Trentdo sul hoje.
Principe do Gro-Parda Baha hoje.
Argentinade Hamburgo a 16.
Espirito Sautodo sul a 17.
Nileda Europa a 17.
Lissabonde Himburgo a 17.
Ville de Maraohaodo sul & 18.
kaaenyde Trieste a 18.
Fin meeda sul a 21.
Ceardo norte a 23.
Tagusda Europa a 24.
Alliancade New-P-.rt-News a 24.
Mauosdo sul a 27.
__
avos
Amandade Hamburgo.
Apotheker Dirscnde Santos.
Ameliado Rio Grande do Sul.
Albanade Cardilf.
Anne Catharineda Babia.
Aune Charlottedo Ro Grande do Su!.
Bernardus Godelewus do Ro Grande do SuL
Carolina do Rio Grande do Sul.
Diudado Rio Grande do Sul.
Enjettado Rio Grande do Sul.
Katalinale Terra Nova.
Marco Polodo Rio de Janeiro.
Meta Sophiade Hamburgo.
Malpode Brunswick.
Maggede Terra Nova.
Marenio Ri i Grande do Sul.
Nordsoende Liverpool.
Nautusdo Rio de Janeiro.
Our Aunede Buenos-Ayres.
Premierdo Ro de Janeiro.
Positivo -do Rio Gmnie do Sul.
Rosa Hlldo Rio Grande do Sul.
Rabbi do Rio Grande do Sul.
Sparkde Terra Nova.
Withelminede Hamburgo.
Hovijueao do porto
Navios entrados no dia 13
Trieste e escala -43 dias, vapor astriaco
Szechenye, de 1,149 toneladas, com
mandante G. L. Z imbolli, equipageai
26, carga varios gneros; a Johnston
Patir & C,
New-York e eBcala, 27 dias, vapor ingl;z
Therezina, de 683 toneladas, comrnan-
danto J. K-jroptbone. equipagetn 28,
carga varios goneros; a Johnston rater
& 0.
Manos e escala 10 dias, vapor nacional
Prnambuco, de 1999 toneladas, cera-
mandanto Pedro Hypolito Duarte,
pagern 60, carga varios geneivs
Visconde de It.qui do Norte.
Navios sahidos no mesmo da
Rio-Gramla do Norte Lg-r inglez
Ur, capitaD J. C. Shek^l, era Utr.
Rio Grande do Nort rora II, ruestr i Manoel Duarte da Sil-
va, carga varios gneros.
equi-
; ao
Uls-


IBnHi
^^^^I^IMHMB^H^BHBM
^^^^^^1
Diario de PernambucoSabbado 14 de Maio de 1887

OperscSo da fistola vcsico vaginal.
O Sr. desembargador Piree Goncalves como pro-
f rethrotomia interna peK prcesao de Maisou carador da eoroa e promotor da justca interino
euve indicada por estreitamcnt > fibroso da ur. deu parecer uoa seguintes te i toa :







Puncilo evacuativa da bexija urinaria.
Pelo Dr. EstevSo :
Extirpac i de um sarcoma da regiao palatina
Cana Ole Petenc*u--Moviintuto dos pre
sai da Casa de Detenco do Recife no dia 13 do
corrente : .
Eiistm 426 ; entrarain 7 ; sahiram 1Ufc-xis
tem 423.
A saber :
N.iConacs 377 ; inulher 8 8 ; esirangeiros I
cacearos sentenciados 6 ; dem proceieados i .
ideas de correeco 15.Total 423.
Arralo-idos 352.
oua 353 ; dientes 21 Totai 382
Movimeito da enfermara.
Tiveram baiis :
Manoel Pi Pereira.
Manoel S breira da Silva.
Man il Francisco de Soua.
T ve fc.'ta :
nt nio C. de Oliven*.
Lotera dap rovlncia Quarta-feira 18
j correute. i 2 horas da tarde, se ixtrahir a
18 parte da 4* lotera, em b nefico da Santa
Om i da Msericerdia do R-'cf di consistorio do
ig:cji da Noss i Senhora da Couccicao dos Milita-
res, ande t-stario expostas as urnas e as espheras
a pr< c.:c,a>> dj publico.
I.oferta ila rOrlc A. 204 lotera da cor-
te, pelo novo puno, cujo premio grande do-----
8'. '' 000 Tflltc
U c Ihetei scham-se 4 venda na praca da Ib-
-' d leocia ns. 37 o 39.
Tanbam achara-se venia na Casa ds Por
fciaa rna Primesm de Marco n. 23, de Martina
Fiuzi & C.
IiMlvrla doCrao-Para-A lotera desta
sr vuiein, pelo novo plano, ci>jo protnio grande
IDfWiQW, ser eifrahida nodia 11 do cor-
BJUtBtot k venda n\ Casa do O uro, ra do Ba-
-~. la Vict va u. 40 I-; Jo;io Joaquin da Costa
Lene
TVnb-m acli iui-se i venda na Casa da For
ta-jt ama Primeira de Marco n. 23, de Martina
Fiuz.'i 4 C
[,.-iUTia da provincia lo Paran
A 18 lotera desta provincia,pelo novo plan), cu
jo pr.-mi- grande de 15:OX>000, se extrahir
no da 17 do M-iio.
H:lhtp* a venda na Casa da Fort un*, 4 ra
Pr roeiro de Marco n. 23, de Martina Fiuza & C.
L. ilerln de llasoaa^ 16 parte d-sta
lotera, peo novo plano, cujo premie grande
de 15:0.04 > X), ser exlrabida do dia .. do cor-
rente.
Os bilhet^s ht-hain a; venda n i Casi Folia 4
praca oa Independencia ns. 37 e 39.
Tmbeos acham se venda na Casa da Fortu
i;.: ra Primeirj (!e Mro> ud 23, de Martin:
Finia 4 C.
Lotera da proiurla-A 18 parts da
41 lotera em beneficio da Santa C isa de Miseri-
cordia do Becif i ser rxtraliida qu .rta feira 1S
do eorrenfe, 4* 2 horas di Urde.
O* bilhet-'fl girantiJoi aebn s' 4 venda na
Cosa Kclia na *r.ca da IndepeoJencia ns. 37
e 39.
Tumb'in acham ce venda na Casa da Fortuna
4 roa Primeira de Uar^o n. 23 de Martina Piu-
sa & C.
Lotera da ParahjliaEsja lotera cojo
premio grande de 20:000*000 ser4 extrabda no-
dia20do correute s 3 horas da tarde.
Os bilhetes acham-se 4 venda na Casa do O.iro
ruado ItarSo da Victoria n* A de Jo-J Joa-
enim ca Costa Leite.
CHRONICA JUBICIARIA
Tribunal da ftela^o
.-ESO ORDINAIA EM 13 DE MAIO
DE 1887
rgesioBxcu do exm. sr. conselheiho
QIJTIN'O DE MIRANDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A'a horas do coa turne, presentes os Srs. deseui
barga Jures cin nume.-o legal, oi a berta a sessao,
depi>ia (I.- Lida e approvada a acta da antecedeiite.
Oistnbji I o e pis-aJos >: feitos deram-se os
segniites
JLGAMEST08
Habeas Corpus
Paciente .
Domingos Sorrentiuo.Foram exigidas n.vaa
mformacoes.
Be^ursos eleitoraes
De IngaxeiraRecurrente o promotor publico,
recorrido Severno Jote. K lator o Sr. desem-
bargador Pires Ferr.ir i.-M mdou-.e : nova di
ligeocia.
De IngateiraR.-correule o promotor publico,
recorrido Miuoel Actonio Njuato. Relator o Sr.
descinb irgador uarque Liiua.A nova diligen-
cia.
De Campia Grande Reearreute o prometo,
publico, recorrido o j i izo. Relat r o Sr. des in-
bargador Tavares de Vascuncell provimento, unanimem>-nte.
Aggravo de petico
Do juiro de orpbos d'ArciaAggravante Mi
sael da data Lyra, sggravado o jutzo. Relator o
Sr. deeembargador Pir-s Ferreira. Adjuntos os
Srs. desinhar^adores M.-uteiro de Anirade c
O.iveira Macicl.Deu-se proviin uto ao aggravo,
concia o v !.) do Sr. desembargador Oiiveira lia-
el
Prorogac^o de inventario
Inveiitariaiite D. Mana -enhuiulii CarnHirj
de Cesar Ciutiuho. Foi indeferida a p.'tiv'j,
unnimemente.
Appellacoes crimes
O In^' -A^peilaute o promotor publico, t.p
pellado Gal lino, escravo.. K-lator o Sr. d';scm-
oargader l'ires Ferreira.Mandou-se a novo ju
ry, unanian mente.
De Garauhuns -Appellaute o juao, appeiaio
Jos, m nor, filho de Marco ina de tal. Relator o
Sr. deseuib rgador Pires Ferreira. ^onfirmou-ee
a scuenca, unauiuiemento, adver'iudo se ao juiz
toruiador da culpa qu nao p.dia nom ar curador
estn lo o reo iu eute.
D; [:a:nb Ippellante Manoel Th 'otonu dos
Sautos, :ipp-.-!Uda a juotiei. Relator o Sr. desem
bargador Montciro de Andrade. Cmfiriniu a a
seateuc i, uuanimemeute.
l)j lu:que=Ap[.cllante Antonio Jji Ferreia.
appeilada a justica. Relator o Sr. desembarga
dor Moateiro de Andrade. Mandou-se a novo ju-
ry, unnimemente.
Do Piam Appellante o juio, appellado Va
ienauo, sciavo. Relator o Sr. dsembargaaor
Monteirj de Audra .e.M.u'ouo: a novo juiy,
unnimemente.
AppelUcao commcrcial
Do ftsciteApflfllanta Ludovico Gon.es da Sil-
va, appellado Joaquim Nicolao Fertira. Relator
e Sr. desembargador Pires Ferreira. Revis-res
os Srs. desembargadores MonUiro de Audrade e
Pires GoDCilves. Foram d opr.zados os eino.ir-
gos, un iiiimtmeute.
PASSAGENS
Dj :r. couselheiro Qaeiroz liarros ao Sr. des-
eaabargai.r Barque Lina :
Appellaeao crime
Do Jabata) Appellante o juzo, appcMaJo
Hereul.no Peieua Das.
Dj Sr. desembargado! Oiiveira Miciel ao Sr.
desembargad ic Pires Ferreira :
Appi'llacoes crimes
D Alaga do MoutiroApp?liante Sebastian
Jjs da Ricba, appellada a justca.
De Nazan-th Appellante o juizo, appellado
Prttciaco d^ Lya Barbos.
De G>yaonaAppellante Joia Flix Correia
L'.ma, appellada ajustica.
Dj Liiuoeiro Appellante o jniso, appellalo
Mancel Francisco da Costa.
De NajarethAppellante Joao Pudro de ^ou-
ra, appellada a justca.
O Sr. desembargador Oiiveira Maciel como pro
mo'or da juttica ad hoc dea parecer na
Appellaeao crime
Di ParabybaAppellaute o juizo, spp liado
os Tbeetoui) uarte do Sousa.
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
deseiubaigador Montciro de Andrade :
Appellacoes crimes
D NaxsrethAppellante Bernardino de Ar
roda Senna Filbo, appellada a justca.
Je P .Im-.'ira do3 IndiosAppellante o juizo,
apellad) J lio Bernardo Correia.
Dj Sr. desembargador Mooteiro de Andrade ao
Sr. J.'3Cwbargador Alvis Ribeiro :
Appellaeao cri ne
Pao d'AII'oAppellante Ignacio LeopoU*
de Aibjqnerqj Maianha.', appellada a justi,
Appellacoes crimes
De Correntes Appellante Ludgero Antonio
Basilio, appdra ;a a justis.
De \lace Appellante Joio L>pes de Moraes,
appe'lada a justica.
D) RecifeAppellaute o jaiso, appellado Joa-
quim Pereira da Silva.
Dj I'raipAppellante o juizo, Hppellado Joo
Alvos Jos Santos.
Do Sr. desemb irgador Alvos Ribeiro ao Sr.
d .--embargad ;r lavares de Vasconcellos :
Appellacoes crimes
De GoynnaAppellaute o juico, appellado
M .no. 1 Damazio dos Sanios.
De Porto CalvoAppellunte o juizo, appellado
Antcjip Francisco do Lyra.
De S. JoasAppellaute o juizo, pp-.'llado An-
tonio Procopio do Nascimeuto.
De TacaralAppellante o juizo, appellado
Jos Marceliuo do ascimcnto.
De J iboato-Appellaute o juiz>, appellado
Jo.- T^o.
Ao Sr. couselheiro Qieiroz Barros :
Embargos infri agentes
Do RecifeEmbargantes Jo& Feroandcs Fer-
rah*a & C, embargada D. Mara Gomes da Sil
veira.
Dj Sr. desembargador Tavares de Vaseonceos
ao Sr. couselheiro Queiroz Barros :
Appel lacoes crimes
De Bom J irdi-nAppellante Valentn) Fran-
cisco Duarte, appellada a juetica.
Da Palmeira dos ludios Appellaute CinJiJa
Jos da Silva, appellada a justca
DILIGENCIAS
Cim vista as Sr. desembargador promot-r da
jos tica
Appellacoes c; mes
D, Po de ArencarAppellante o juizo, appel-
lado Clem utiuj Pereira da Silva.
D .Mace. -Appellante Manoel de Souza Leao
appellad a justca.
De S. MiguelApoellante o pronoor pab'ico,
app-lladj Antonio Ral dos Santos.
Com vista s partes :
Appellaeao commercial
Dj Recife.4pp;lla:itea Moreira .Irn1) & C.,
app: liada a eompunbia de Seguros Indeaiuisadora.
DISTRIBIJIV'OES .
Aggravo de petiza)
Ao Sr. desembargador Montciro de Audra Je :
Do RecifeAggravante Francelino Caraeiro de
Licerda, agravado Fr. i Jos le -ranta Julia Bo
telho.
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
i Do Recif- Aggravantes Jos Cesar do Gui-
reau e outros, ag^ravado o juizo da provedori.i.
Appellacoes crimes
Ao Sr. desembargador Al ves Ribeiro :
De GravatAppellantes Antonio Pereira da
Silva e outro, appellada ajustica.
iO Sr. desembargador Tivans de Vasooncellos:
Da IndependenciaAppellante Joao Goucalvcs
Pereira, appellada.a justica.
Ao Sr couselheiro Qieiroz Barros :
Do CollegioAppellaure o juizo, appcllu.lo Ale-
xandre Francisco tinte Machado
Ao Sr. desembtrgador Buarqje Lima :
I>: Aguas Bellas- Appellante Manoel Joao
Chrisostonuo, appellada a justca.
A) Sr. desembargador Toseano Birreto :
De Alag i do MontciroAppellaute J^Lo Ro-
que de Figuerelo, appellaia ajustica.
Ao Sr. desembargador Deliiuo Cava caut :
Ue AtalaiaAppellante Elias Jos Rouiao dos
Santos, appellada ajustica.
Ao Sr. desembargada Oiiveira Maciel :
Oe Aguas BellasAppellante o juizo, appellado
a'implicip Antonio da Silva.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
De NazarethAppellantes Honro Francisco
de Paula e Jos Florentino da Silva, appellada a
justica.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
Do BuqjeAppellaute o juizo, appellado H)
noiio Andr de Mour.
Appellaco civeis
Ao Sr. desenbargador Monteiro de Anirade :
De Goyanna Appellan'e Candido Angusto de
Albuqueique Mello, appellado Autouio da Silva
L >yo.
Ao Sr. desembargador Ta vares de Vasconeellos :
Do RecifeAppellante r. Alvaro Augusto
Carneiro Lco, appellados Jos Pereira de Amares
e outros.
AppellacSo commcrcial
AoSr. desembargador Alves Ribeiro :
Do ReciteAppellante Francisco Antn'o de
Oiiveira, appelladj8 Henry Forster 4t C.
Eucerrou-se a sessao 4s 2 horas da tarde.
dos bracos de nma mrrte inevitavel. Um oly-
ter p'oder4 eairal a ?, pensava eu ; mas j4 era
tarde.
Veudo eataa qu; a scieuuia toxnarase impo-
tente, e qna nem mesmo o Viremont podia sal-
val-a, pratiquei anda um acto da caridade e re-
ligio proprio das almas bem formadas e pie-
d.sasa : metti Ihe a vella na mo.
A Licinia morreu de morte macaca.
Commendadur Silvano de Mello.
Alf utlt-g do Recife
Conzta que por portarla de 13 do corrente foi
retirado dagnarda-moria, a bem do servico publico
o ajndante do guarda-mo-, Pilar Filbo 1 mndalo
servir na 3 seceo da respectiva repartico, onde
foi archivadr.
E' que o honrado e enrgico inspector compe-
netrou-se verdadeiramente do alto cargo que em
boa hora Ib; foi confiado. a
A moradade.
O auonymo veiu com o testa do ferio Jos Igna-
cio dos Santos com. o iui de completar sua ingl).
ra arefn, prosiga que ter4 a devida resposta o
*r. R e n3o o testa de ferro que nao couheco e
ua i existe.
Recife, 13 de Maio de 887.
O professor de 8. Benedicto.
-
A 3IE HORXA.
DO
Dr. Antonio Francitico Crrela de
Aranju
(10 PBIMEIBO AHNIVEBSABIO)
E' alta noite No co
Nem umr. estrella relur,
A patria deu um gemido
Qundo elle disse=AI JESS.
14-5-87.
A. ierreira Braga
THEATRO
SANTAISABEL
mnm i diaecco do ibtisti
Sabbado, \\ de IMaio de 1887
Da companhia dramtica de que faz parte a primeira actriz ingenua brasileira
DOL XSaH,X3NTJ^ 3CWXa3NTGX,J^3B.
2.a RECITA 2 a RECITA
Alia novidade!! Grande snccesso
Pela primeira e nica vez, n'esta epocha, ter lugar a exhibilo do espectacu-
loso drama em 4 actos e 5 quedros, rnalo de cancoes, tangos, habaneras, extrahido Pp *,'* reservad6 Para os P^sageir.s de
da conWida novella d^ B de Saint Pirre. intitulado :
ROYALIAILSTEAM PACKET
0 paquete Trent
E esperado
A-. sv, ne 'Hallde
Ccrn :.: .;-'guin lo
jepois da ut mora
uecessaria para
. Vicente, Lisboa, vigo c Son
thampton
Vapor Nile
Espera-se da Europa no dia
17 on 18 do corrente segum-
depois da demora uecessaria
g para
Baha e Rio de Janeiro
Reductfto de passaqens
Ida Ida e volla
A Southampt >n 1 classe 28 42
PAULO E VIRGINIA
DO QLARO
3. O embarque de Virginia
4. O temporal repentino.
I"
t r. Antonio Franclaco Crrela
de Ataujo
Hije, 48 s h,ras da manhi, sj celebraro mis-
s ;s na igreja matriz da Boa-Vist), por alma do
Dr. Antonio Francisca Correia de Aranjo.
Anacanultn pelioral
SBC
EstA tazcnlo pasmar a todos os nos:os mdicos
pela grande rapidez com que este peitoral cura a
tosse em todos os seus periodos.
A Ac lemia Mlica de Berlioi teve muita ra-
zo em considerar o sueco desta b ilsamica arvore,
cerno um especifico absoluto para us irritacoes e
inri i:n ;i;ie s di g irgtnta, ou vasos bronchios.
Ncubuin caso de rouq'iida >, asihma, catarrho,
dr da gargauta ou breuchites, pode resistir 4s
suas prupriedades con'.ra-irritantes. Restitue e
restabelece a voz, quando p t nffecces da tra-
eh ou laryij'e te chega a perder ou debilita' ;
faz parar a ezpectoraco sangunea, e impele a
agglomera^ao de muecsidades nos tubos da respi-
rara), que conduzem nos pulm/s
Inteirainente mui difforente 4 > s-ea peitoraes
compostos principalmente de fructas acres e ads-
tringentes, etc.. fiualmeuta na suh delicada e ela-
borada compesic-< ua i entra nenhum acido prna-
sico, nem to pouco ingiediehte algum de especie
ou carcter venenoso.
Cono 0ABAKTIA coutr.i as falsifieacoes, obsrve-
se bem que oa uomes de Lanman Se, Kemp veuham
estampados cm l.ttras trauspurentes no papel do
livrinho que serve de euvoltorio a cada garrafa.
Euc.utra so 4 venia em todas as pharmacias e
drogaras.
Agentes em P: ru iinbuco, Henry Forater i C,
ra ao Commcrco n. 8.
rUliUiOES A PEDIDO
O privilegio em beneficio da fa-
brica da Magdalena
IV
Dg:iou-se a directora desta fabrica dar,
pelo JJiariu >lo IioatoiD, algumas explioa-
(;oe.s sobre o contrabando denuuciado por
X. M.i8 para exiuiir-se d. responsabilidade
do iiiexactido 'b teve o cuidado do firmal-as
com o pseudooy no um accionista que alias
traduzirernoa a directora em q'iaato esta
nao declarar qu. ni) encommeridoii, nara
se respouaabilisa p.das alludi i ; s ezplica-
cSes.
Muito bom : estaos agir; inais satis
feitos ; por que a directora rosolveu-se a
levantir a luva, dan lo algu as expli jar^Sjs.
ExpcajSes contraproducentes qv. oos
foroneein argumentos, a eacerrana :n licios
vcliexcuies p.ra a pronuacio. N.iecriplu-
racSo do compinliia compirada cornos
documentos offi i,.s relativos qu'Btao,
en :ontrr a conioissilj i syndicancia,
que for compitentMn.jnte uomeaia, esp
ramos, provos sufijientes par.i a con leua-
nagao.
Temos agora d't analysar essas explica-
90--S ; mas aut s dj t'az;l-o 4 n;c-:stario
que a directora confie.as ou nSo a gne-
rosa oflF;rta qui o accionista *z de fr.ia
quear a escripturacSo da i-ompanhia. S
assim pofi-r.:rao3 a-reditar na competencia
e serkdade da offerta.
(.on 'hundo estj pequeo artigo, dir
raes quo o accionista ou antes a directora
injusta quando julga que pretendamos
sem m itivo pjausivel cli mar a odiosidade
publici contra a fabrica da Magdalena.
Ao coitnrio, muito sy up ithisamos esm
a i.idustria alli xerci la ; 1 uit-j assim qifo
desejamos moutar oastJ proviuei Uica
mjior faiirija, pira fiar o teeer panno de
intlhor qu.lil!;- nao s p-.ri sti'coi como
para oiorius e chitas.
Para tlcanfanuo este desidertum,
preciso espancar o destruir o monopolio ;
uiODStro horrendo, seinpre faminto e se
quioso, que ameaca devorar a honesta li-
vre concorrencia, nossa irm2 dilecta, que
proe'ur...no defender.
R:cife, 13 de Maio de 1887.
Y.
O commendador Silvanu de
Mello ao publico
ludgtado por alpuem que procura manchar o
meu tirulo, c m > autor do borrivel ssssssinato
pratiealo na iofeliz Licinia, fi La adoptiva do
Sr. Slveira Carvalho, comprelo, n-t phrase do
Maj;rLeal, para d.r um solemne desmentido a
esso a'guem, a explicar ao publico o caso tal qual
se p.iasou.
E'verd.de que, na noite de 7 do corrente, en-
contrei-mo com a deegraeada Lcjnia ao th atro
Isabel, e em tul estauo Je alienafao mental que
pareceu-mo desdo logo iirpoetivel haver quem
lhe frauqu;asse a ent.ada naquella resreitavel
edificio.
Como, porin, tratava-se de um caso serio, tSo
tetro que t irniva-afl preoiao desde logo o ex?rci-
cio da tareera' virtude th-jlogal; nao estive
pata mais h-toriat, agarrei a infeliz... acari-
eiei-a... e pensei n'alguma seria rueJicac > que
u'aqnee borrivel moso-nto poieise airancal-a
EITES
O Dr. Joaquim da Costa Ribiro, juiz de
direito do civcl desta cidade do Recife da
provincia de Pernambuco, poi Sun Ma-
gestade o Imperador, a quem Deus
guarde, etc.
Paco saber aos que o presente elital virem ou
on de lie noticia tiverem que depois de 20 dias de
prega) e 3 de prac, na audiencia de 11 de Maio
do correute auno, se.-4 arrematado por quem mais
der e maior lauee off recer, o bem seguate, pe -
uh >rado na execucSo que movem Fernandes da
Costa c C. u. Antonio Jos Pereira e sea filbo me-
nor de igual nome:
Um sobrad i de 2 andares, sota) edificado em ter-
reno que presumem ser torero, na ra da Moeda
n. 23 da freguezia de S. Fre Pedro Goncalves
cotn 4 metros e 45 centmetros de largura e 3 me-
tros 80 centmetros de cumprimento, e mpondo se
o andar t rreo que tem 3 portas de freute, sendo
urna de ent-ala para os andares superiores, de um
grande s.-.lao, oceupado per nma venda, com quin
tal pequ.'aeyeei'ea-'.j de madera ; compond-so o
1 andar que tem daa portas de trente com va-
randa de-Ierro, de duas 6alas, 1 quarto e cusiuba
interna ; comp m lote o 2 andar que tem 2 ja-
iielias de frente, de 2 salss, 2 quartos ; compoo-
do-se o sotao que tm aberto de um salao para
cosinha e sala de jantar, em mo estado de con-
servaco, avaado em 2:5o0000.
E assim ser dito bem arrematado por quem
mais der e maior ln:-e iff'r'cer.
Dado e passado ne.-ta cidade do Recife us 16 de
Mareo de 1887.
Subdcrevo e ai:iguo eu escrivo Thomaz Ferreira
Maeiel Pinheiro.
J aquim da Costa Ribeiro.
1. P'rdidos na floresta
2" A riqueza fatal
5. Naufragio
A aegito passa-se na Ilha de Franca.
-------):o:(-------
O 5. quadro tendo por asaumpto o naufragio do BRIGUE
de um effeito denlumbrante e horrivel ao memo tempo.
Tcdo o secnario apr>priado e completamente nova a scenographia do Brigue
que sossobra a vista do publico, cuja belleza de arte devido ao cogenho scenogra-
pbico do talentoso artista pint r
CHRISPIM DO AMARAL
A msica foi composta de aecrdo coin es costuuies do drt>ma, pelo conceituado
maestro portuguez
ROBERTO DE BxVRUOS
a quem a empreza en .rregnu de escrever b
TEMPESTADE
d-j ultimo acto, grande poja de msica, que tanto bo recommenda apreci^So do
resp^itavel publico.
O papel de protogonista Virgina ser desemp?nhado mais urna voz pela afriz
D. ISOLIN HO.\(ii; consegui.o lazer d'elle ama crac3o importante.
O papel de Zivi, escravo, est confiado ao artista Soares de Mederos.
Toma paite toda Companhia.
A peca posta em sviena a capricho pelo artista
SOAB3KS E MESHSSSOeS '
Este importante drama tem couseguido s-mpn- os maiores e mais enthusiasticos
applausos f.m todos os theatros onde tem sido representdo.
A empreza tem a honra de prevenir ao respeitavel publico, que sendo pequea
a demora que poler ter n'esta provincia, nao repetir os dramas, que pretende fazer
representar n'esta i iade.
As encomendas s podero ser respeitadas t a 1 hora da tarde do dia das
recitas.
Os espectculos principenlo as 8 1/2 horas da no!le.
DOMINGO, 15~DE AI0 DE 1887
Represotitar-se ha ogrande drama de prop ganda abolicionista.
Para passageus, fretes, etc., tracta-se : ir. os
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & Ce
S. 3 RA DO COMMERC10 N.
1* andar
Bahia, Rio e Santos
0 muer anstrmeo SzBchenyi
E' esperado de Piume at o
dia 10 de Maio, so guindo de-
pois da demora necessaria
para os portea cima.
Recebe carga e encommendas a frete mdico 4
tractar com os
CONSIGNATARIOS
JOHNS rOW PATER & C.
RUADO CO.iMERCIO N. 15
Rio de Janeiro e Santos
C'ompanhla Franceza de IVavega-
co a Vapor
Linha quinzenal entre o IIovre, Lis
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
0
Commandante Brant
O ESCRAVO FIEL
Brevemente a peca de grande espectculo
Espera-se dos Dortos do
'sul at o dia 18 de Maio,
seguindo depois da indis-
pensavel demora para o Ha
wre.
Conduz medico a bordo, de marcha rpida
e offerece excellentes commodos e ptimo passa-
dio.
As paseagens poderao- ser tomadas de antemao.
Recebe carga encommendas e parsageiros para
os quaes tem excellentes accommo'iaf;o<'8
0 vapor ViUe de Cear
t
A
ven idos
empreza previne ao reepeitavel publico, que os BILHKTES, que foram
para a 1.a recita de quinta-feira, 22, a qual foi trausferida, dao ingresso na
RECITA DE HOJE sabbado 14.
-* o%>:. rr^OL^m"o^,r^zaxm^ '*-z*z4.mx.ium^m
mik&kmm
IRMAmDADE
DO
Div uo Espirito Santo do Recife
Annemltlt'n .ral
Eleco
De ordem do nisso irmo jais, convido a todos
os nossos carisiimos irmaos a se reuninm em o
nosso consistorio domingo 15 do corrente, pelas 11
horas do dia, afirn de, em assembla geral, eieger-
rnos os novos fuucconanos que deverao adminis-
trar a uossa irmandade dnrante o auno compro
missal de 1887 88
Consistorio da irmandade do Divino Espirito
Santo do Recife, aos 12 d- Maio de 1887.
O escrivo,
Julio Ferreira da Costa Pnrto.
illCIU
Imperial sociedade
DOS
Artista Mcchanicos e
Libcraes
He ordem de nosso innao directir, e por delibe-
rajo di direetoria, tomada em a' sessao de 12 do
corr.-ntc, sjien-.ifi o aos meo.b.os da mesma, que
as suas sassoes de h)ra em diante serao as
segunda8-fi;iraB e iiiti mis quiutas-fc:r.is como
fram.
Secretaria da Impei.1 Socieiale das Artistas
Mechaakos e Liberaes do Peni un buco, em 13 d :
Maio de l"-87. -O 1 secretario,
Patcrniano Barr.so.
ormo g$ral
Malas a expedirse hoje
Pelo vapor nacional Pernamuco, esta adminis-
tra cao expede malas para oe portos do sul, rece
bendo imprcejos e objetos a registrar at 1 hora
da tai de, e cartas orainanas at 3 horas ou 3 1/2
com porte dnplo
Administrnc2o dos corrcios de Pernambu, 11
de Maio de 1887.O administrador,
Alfonso do Reg Bamt.
eiai coDTrara b Seta la
De urdem do con.elho auministrutivo desta a-tx-
fraria, convido pela terceira va aos nossos caris-
simus rma s para n-nnidos em collego represen-
tativo, no dia 15 do corr< nte, s 10 horHS daraa-
nli, proce l< r se a electo do conselho administra-
tivo que tem de reger etta oenfrana no anno com-
prumissal d% 1887-1888.
Consisten) da venyrave! coufraria de Santa Ri-
la de Cassia, 12 de Maio de 1887.
O secretan^ interino,
Mauoel Bandeira Filho.
Nao se tendo verificado a conferrncia annuncia-
da para 8 do corrente em eonseqnencia do mo
tempo, previne-se que ella ter lugar no dia 15
1 hora da tarde no tbeatro de Variedades, seudo
orador o Sr. acadmico Sila Pec/iiiba.
E ii S' cuida haver a parte recreativa incum-
bida aos distintos artistas, que n presfam abse-
quios.'.mente a preenchel-a.
Contraria de S. Jos <1 'Agona,
creca no convento do
Carmo
De ordem da mesa regedora, convido pela se*
gunda vez a todos os notaos irmaos a compare-
cerem em nosso consistorio domingo 15 do corren-
te, pelas 10 horas da mauh, afim de reunidos em
numero legal, proceder) >s a eleieao dos funecio-
naros que teeni de administrar esta contraria no
anuo comprom3sal de 1887 a 1888 conforme de-
termina o compromuso que nos reg.i.
Consistorio da confraria de S. Jo d'Agonia,
em 11 de Maio de 18 <7.
O secretario ntenuo,
Antonio Alves Vilella.
ifcsoeliicau 0vb futsccIunarloH irn-
tlnciaeo :! l*crnambuco
De ordem do I'iu. Sr pi-e>idente desta associa-
co, convido a todos o senhores que fazem parte
da mesma, a comp-ireconm ua sede s 'Cal no da
Ib' do corrente, pelas 5 1|2 da tarde, afim de as
sisttreo) a sesso da assembla geral do corrente
mez, na qual se tera ds tratar de negocios d,- in-
teresse para o funecionalismo. Recife, 12 de Maio
de 1887.-0 1- secretario,
Alfredo R. dos Aojos.
Arreiuata^o
Sabbado 14 do corrente, fii>d i n aulicn."ia do
Kxm. Sr. Dr. juiz de direito do civel, ir praca
por venda urna typographia c->m seus acceesoros,
avaliada com o abatimenu da quarta parte por
1.200^(00, por execufSo de Joaquim Manoel Fer-
reira de Souza contra a viuva Muhlert & C es-
crivo Cunha, como tudo consta do esenpto que
se acha em mo do porteiro.________
Conrrarla do enbor nom Jenu da
% i Safra
na Igrejn de Santa Crac
De ordem da mesa regedura de novo se convida
a todos os nossos eonfrades a compar. c rem em
nosso cinsistorio na segunda -reir 16 do corrente
s 6 horas da tarde, abn de reunidos em uumero
legal de mesa geral, precederse a eleco, em
vista de nao ter-se effeciuado no sabbado 30 do
mez pioxiujo passado, para os uovos unccLna-
rios que tem de reger esta ernfraria no anno
compromissal de 1887 a 1888.
Consistorio, em 12 do Maio de 1887.
Franciico Antonio da Siloa Buris
Escrivo interino.
Asho< inciio Commercial Agrcola efe
Pernambuco
De ordem do lllm. Sr. presidente, convido aos
seaborea astnciados a comprecerem na respecrva
sede no dia 16 do crrente, s 10 horas da ma-
uh, para em sessao de assembla geral tratar-se
de interess 8 sociaes. Recife, 10 de .Maio pe 1887.
Autonio Arthur Moreira de Meodonca,
1 secretario.
ITi/i
tOHCtVHIi
SEuMOS
.%.*
I'EHMMBK
DE
^aTCgaco Costeira por Vapor
Fernando de Noronha
O vapor Giqui
Comandan te Lobo
Segu no dia 14 de
Maio, pelas 12 ho-
ras da manh.
Recebe carga at o
dia 13.
oras da mauh do dia da
8 at ae 10
Commandante Simn
E' esperado da Europa
at o dia 21 de Maio, se-
guindo depois da indispen
savel demora para a Ba-
bia. Rio do Janeiro
e Sautoa.
Roga-se aos Srs. importadores Je carga p--los
vapores desta lnha,nueiram apresentar dentro de 6
dias a contar do da descarga das alvareng.' q:a!-
quer reelamcelo concernente a vo'umes, que po-
vrntu atenham seguido para os portos do sul.afm
do se poderera dar a tempo as previdencias neces-
arias.
Expirado o referido prase a co:npiiahilv.a n se
responsabilisa por extravos.
Para carga, passagens, encommen las e dinheiro
;. fr. te: trata-se com o
AGENTE
Augusie Labille
9 RA DO COMMEUCIO-9
Companhia Bahlana le navega-
cao a Vapor
Macei, Villa Nova, i-euedo, Aracaj,
Estancia e Bahia
O VAPOR
Principe do Grao-Par
Commandante J. F. Teixeira
E' esperado dos roorros aci
matate o dia 16 de Majo,
e regressar para os mea-
mos, depois da demora do eos-
turne.
Para carga, passageiiS, encommen lis e dinbei-
ro a frete, trata-sc na
AGENCIA
7 Ra do Vigaric; 7
Domingos Alves MaHieas
Passag
partida.
ESCIurTORIO
caes da Coutpanhia Pcraa
cana n. 12
ifen
Coni|i&
.ta llrasilelra de tfave
iacoa l'spor
PORTOS DO NORTE
Vapor Espirito-Santo
Commandante Jotto Mana Pessoa
E' esperado dos portos do sul
"7. at o dia 16 de Maio, e
.4*/\ seguir depois da demora in
'J,?? dispensavel, para os portos
. do norte at Manos.
Para carga, passagens cacommi-ada e valere;
tracta-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
Ifiued SUles k Brasil %
0
o. s L
tea
:ll UU
Vapor extraordinaria
O vapor Nile
De 3,039 toneladas de registro
Rio
1 de
Sahir do porto do
de. Janeiro no dia
JunLo prximo com es-
cala para Babia e Per-
nambuco, seguindo depois de pones demo
ra cota malas e passogeiros para
LISBOA E SOTHA3PTOJN
Desde j recebe-so encommendas par
camarotes na
AGENCIA
itna do conimercin n. 3 .
1 andar
A damson Howie t&C.
AGESTES
Epera-se de i- :'.
News, at o dia 24 e Maio
o qual i eguirA ep)' da
demora neo js 11 .i i j
Baha, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passageus, e encommendas racta-
te com os
0 paquete Finance
f' esperado dos portos Hx.
sul at o dia 21 de Maio
"" depois da demora necessaria
seguir para
Haranho, Para. Barbados, *
Thomaz e ew-York
>racarga, pas8agens,eac'!fi'n"ndas odinheiro
frete, tracta-se com os
AGENTES
Henrv Forslcr 4 C.
8 RU/, -) LOMMERCIO
1 anda
N
DampfschinTahrls-fieselJscha
O vapor Lissabon
Esperase de HAMliURGO,
por LISBOA, at o dia 17 do
y' corrente, seguindo depois da
demora necessaria pan.
Para passageiros e carga a frute trata-se com os
CONSIGNATARIOS
Borstelinann & C.
RDA DO COMMERCO N. 3
f andar
r




-






o
Itorio c Jteraaiifotic- Skhbado 14 de Mato de 18S7

miau
Leilao
Na rua Piirneiro de Marjo n
12
.4'* /i Aera*
De fasendas, miudesas, cbapos e chapelinas
para seuhoras, cadeiras de janeo, 1 banheiro, 1
machias de c stura e cutros muitcs artigoa.
Agente Modesto Baplista
Leilao
De 2 bilhares, 1 cavallo alasao andador, mobi-
llas, commodas. guarda loicas, gualda-vea;idos,
carteirae, secretarias, cadeiraa avulaas, estante,
toilets, lavatorios com pedra, camas francesas,
mesas e'asticaa, mesai pequeas, marqueeoes, so-
fs, candieirca par gaz carbnico e keroeenc, ber-
cos, espdhos, j u-j s, quudr o, loucaa vidrj, facas,
fasendas, miudecus C outros artigos.
No artnazera rua de Pedro Affonao n. 43
Agente Britto
Sabbado lldo corrale
As 10 1|2 horas
Leilao
De um importaute piano novo do fabricante
Hoelling & Spnng ufeerg, 1 cadeira para dito, 2
mesas doy e'aaticas de 4 tabeas, guarda vesti-
dos, gu&ru Lufas, mobilia, camrs, marqut&Oes,
mMB grandes e pequeas com gavetas, quadros.
espelhos, jarros, falliere-, cop.s, clices e muitoa
outros objecti a.
Segundafeira, 26 do corrale
As 11 horas
No armazem da rua do Mrquez de OUndz
n. l'j
POR INTERVEN'GO DO AGENTE
Gusmo
Leilao
Terca feira, 19 do corrate
A's 11 horas
No trapiche Auoes, dtfronte d'Alfandt-ga
De 180 saceos coui f<-ijSo inulatniho de
Lisboa
4
h
Agent
es Maimiqui e Gusmo
Leilao
Terca-feira 19 do convute.
A's 11 1/2 Loras
No armazem da rua do Imperador n. 30
De assucar, agunrdeite o mel
Os 6gcu:ea cima por mandado e assistencia do
Iilm. Sr. Dr. juiz <: direito especial do ccmmei -
ci, a requerimento do Vise' ndo de Campo-Aligre
e outros, veudcro ein lei'ao o que se segu, pelas
amostras e a entreg na eaUeao da Cinco Pon-
tas : 10,800 kilos de asau-iar de i", 320 de mais
15 toneladas di? asauc-ir de I", 59 ditas de 2',
4,148 litros de agurdente, 20,000 de m engenho centrnl jauto Igm.oio, n Cabo; mais 38
teneibdas do ussacar bruto, grande quaptidade
de assucar rtame eui tanque, litros de mel em
2 1|2 tanques, 227 rceos eom asouear e cerca de
81 pipas de agurdente do engi-nho central Bom
Gesto, em Palmares ; rnais 13 dop' sitos ci m as-
aucar, 466 saceos com assucar de 50 kiloa cad< cin,
52 ditos de 80 kilos, 15,000 kilis de assuc i, litros
de mel em 2 tanqu s, dit^ s de aga-a-dcnU? em 4
cubos grandes no engeuh i central Cuyunbuea e
finalmente 250 saceea de assucar, 180 ditos de
mascavado, cerca de 50 bnrris de aguardeute,
1,000 litros de mel de 1" e 10,000 do no enc-
obo central Firmeza, na Estada, cujas amos-
tras desde j poden) ser t laminadas pelos sei.hc-
res rrnendentes no armazem rua du Imperador
n- 30. F
Leilao
De .lvidas na importancia de 13:6590000,
sendo 8:76/0760 em letras o 4:8910840
eai conta de livro, espolio do coronel Jo-
s AntSo de Souz- Mag-ilbrtcs.
Miiart. feira ludo corrate
A's 11 horas
No hrmi.zem a rua do Imperador n. 16
O agente Martina, autorisado por alvar do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito Ju civel, far leilv
com assistencia do mestno juiz, das dividas acti-
vas do i sp jo do coronel Jos Antao de Souza
Magalhea
Poiem ser (laminadas as K-trus e a reiaco das
dividas em poder do mesme agente.
Leilao
De bons movis, crystaes, porcelana, qua-
dros, objeclos de JecUo-plste, plsntas
e candieiros a g*z carb,onieo.
A Saber :
Sata de I*ila
Usa piano de Blondul & WigDeg, 1 eadeira
para o metmo, 1 mobilia de jacarauda com 1 sof,
2 censles, 2 cadeiraa de bracos e 12 de guarn
Vio, 2 cadeiras de bataneo, quadros, 2 serpepti-
nas, 4 casticaes e mangas, 4 jarros para floiee,
4 figuras, 2 eacarraduraa, '1 lustre de ciyatal com
3icos a gaz ca bonico, 2 snelas e 1 tapete para
forro de sala.
Gabinete
Una burra prova do fogo, de Milner, 1 stf,
2 cadeiras de palha, 1 secretaria, 1 divn estufa-
do, 12 cadeiras, de junco preto, 1 mesa de abrir,
2 mesas com gavetas, 1 estante tnvidracada, 1 ea-
deira de brac^, 1 etag< r, 2 candieiros gaz,
1 macbiea e pertences pia tirar retratos.
luarlo
Urna commoda guarda roupa, 2 lavatorios com
pedras, 2 guarda vestidrs, 2 cabides, 1 cama
tranceza, 1 marquezao, 1 comuioda com (ampo de
pedra, 2 cadeiras de balanfo e 2 machinas de cos-
tura.
Sala de Jai lar
Urna mesa elstica, 1 guarda louca envidran-
do, 2 aparadores ctun tampos de pedra, 2 eta-
gers, 1 quartinhtirs, 1 guerda-cemida, 1 lavatorio,
1 sof, 12 cadeiras, 3 quadios, 2 relogios, appa-
relhos de porcelana para eh e jantar, copos, cau-
ces, garrafas, compoteiras, hutura, talheres, cc-
Iheres e quartiohiiE.
Um fcgo de ferro, trens de cosinhas, mesas,
cadeiras, bacii-s e vasos para flores.
Solo
Um* mesa elstica redonda, 1 guards-louca,
2 aparadores toraiados, 2 mesas de abrir, 12 ca-
deiraa e 2 ti uslos.
Urna cama francczi, 1 n-.rquezSo, 1 cama de
ferro, 1 bid. 1 c-.-mmoJa Ci-m pedra, camas de
vento e n.ui'.os outros movis d casa de f-mili".
existentes na casa da rua da Uuiao n. 15.
Quinta f Ira t9 do corrate
O Di. l'risto Henrique Costa, tendo de fazer
urna viagera c^m sua familia, levar 4 leilao per
iotervcncSo do agente Pinto, os movis e mais
objectos da cata de sua residencis, rua da
Unio n 45.
O lejlo principiar a 10 horaf.
A entrega erfeetuar-se-ha findo o acto da arre-
muta^ao e em 24 horas.

-
;-"<'

V

^
r
v
/
V

Freguezia do Reclfe
Al!uga-se por prfeo muit commodo, a urna pe-
quea familia urna sotia toda dependente do Io
andar, da rua do Visccnde de Ifaparica n. 63, an-
tiga do Apollo, no mes i.o precis-i se de urna preta
de meia dada que s> ja fiel, para vender na rua
dasse b'om ordenado.
Ao eounereio
Os a aixo as3;gnadt.s jartieipam a ccmmeicio
e a quem interessar pofsa, que desde o da 4 do
corrente dissolveram amigavelm' nte e de commum
accordo a socieduda que tinha.-n na t-iveru i rua
de Pedro lvo n. 10, sob a firma ccmmercial de
t'ernandes Braga .\; Perrera, ficando o socio
Lourenco Fernandes Braga na pr sse do activo e
responsavel pelo pasaivo da mo:na firma, retiran-
do-se o socio J.t Perreir* da .Silva pago e satis-
feito de seu capital e lucros, e vre de toda e
qnalquer responsabilidade mesma firma.
Recite, 9 de Vlaio de 1887.
Lourenco Fernandos Braga
Jos Ferreira da Srlva.
mmmmmwmm
t
Dr.
Anoulo FraHC-isco Crrela
de Araujo
Um amiq;o do Dr. Antonio Francise Correia de
Araujo manda resar missas por tua alma de s
81./2 horas da manh dudia 14 dj eorrente, Io an-
niveraariu de seu pt-sramento, ni mstni da Bca-
Vista, d'esta cidade, e convida a todes os parentes
e amigos do Ilustre tinado a as.i-tirem a esee acto
de religirlo e eaiidadr.
I a )4 Homingo* de Amorlm Leas
Manoerde Amorim Leao, 'eer.s irmes, e Clau-
dio Dubea.r, srradecem a todas es pesoe.s que
acompanharam os restos rartaes do seu ir" o e
cuBhado DcmiDgos de.Amorim Leo, ao cemiterio
publico ; e de novo convi^am so? seus parentes e
amijros a assistirem as misst.s de stimo di, que
por tua alma mandam retar na matriz da Boa-
Vista, is 8 1|2 hor.>s da manba do dia 14 do cr-
lente ; pelo qne ieade j se rnnfeessm eratos
Manoel Crttmo 4yre
Os filhos e inuios de Manoel Cardrso Ayrcs,
convidam os parentes e amigos, ussdm como os do
fallecido, jara assistirem is micsts que mandam
rraar na igs*ja da Mdr de Deus, no Babbado,
14 do corrente, se 7 1/2 horas da mauhS, 30" dia
do sea pTaJt'"t" ; anticipad, mei.te > gradecem
a todos que se dignan ui comparecer a este acto
de religiao.
m :.: .
F.' i:: i t ie veg 1. e,
i con''-' > dos, ;.- eflei-
UNS, .Sil. i ,e.) :.::ied'> CertO para
..'.. : -. Esl ii.-... i de-
i ,i ni | ... ;J.. luco
:: H- i>o:: .i pu] m. -. altera
o Bgad > e s de
i Terciarias, e
matrecu : Fri,;
llali :, o-iemit-
rypboide.
0 RmraDio do Dr, Atkb nautraUsa o
\ iiei.i tico c .; -le-1 do systeina,
K ii >nte*n jnluinn nc:n '<-. redcn( i '.-
mineral; seguro e inoffensivo, <
e nsn segnnsle '; dtrccaSes.
.:..: 4po nao
> -i. C. AVER e CA.,
well, Mas., K. V. A.
.\' venda as prtnci mes pliaroacias e
drogaras.
PrevenQo
Oonstando-me que alguem se inculca,
por ucio de cartas para co:s as Exmaa. fa-
isilias, que me bonram com suas ordens,
srr cortadora do mea at'lier, declaro ser
falso, pois at hoje nSo couferi titnio
eetfl a pessoa alguma ; assiin como previ
no as roesmas Exmas familias, que du-
v.vi- i, ifiiufaa pequea ftaaeocia na Euro-
pa, onde vou me prevenir de objectos (en
dentes a minha arte, n3o daixo ninguom,
me subsu'uindo.
Apr,veto a occasiAo p ra fazer constar
que .! ."Sra. Mara Duarte deixou de fazer
parte do numero de ininhas costureiras.
Peinnmbaeo, 30 de Abril de 1887.
Rui do lu perador n. 50 Io andar.
Mu. Fanny Silva.
Bomi negocio
Por uommodos de saudu e por mudanza para
fra da provincia, vende-se, uesta capital, urna
l'.-j.i da fazenlas, com pequeo capital, bem loca
lisada e bem afreguezaua ; per favor infor.na-se
na tua do Bangui n. 50, loja de barbeiro
Criada
Precisa-e de urna criada que saiba engommar
e ensatrsar bem, dando fiador de sua conducta ; a
tratar na rua do Pro^resso n. 7. na Solcdade.
iro
dono Ferreira um *iiia
Antjnio Perrejra da Silvn, sua mulher Mara I.
Ribeiro da Silva e Jos Ferri ira da Silva e sua
mulher (ausentes), tendo recebido a infi.usta no-
ticia do llecimeufo em Portugal de seu presado
pai e spgro, convidam .os s< u pareDres e pesfoas
de sua amisade, para ajtistin m as missas que
mandam celebrar pe'o sen eterno repouBo, na
gnja do Espirito Santr, na terca-feira 17 do
corrente, pelas 7 1 2 h ras du manb, pelo que
dead^an^j^uji^ji jpcL'i lie. ncenfo.
AVISOS DIVERSOS
NaPassageifl da Magdalena, ntrad para
o Remedio, aluga se pelo ternpo que se conven
cionar, um sitio com boa casa, multas fructeiras,
Viveiro, baixa de capirn, etc. : a tratar na roa do
Imperador n. 14, 1 andar.
Cimpra-se urna c.s:i terrea ; tuToa'j'Uar
qni 7. do Herval n. 162
Alaga-se casas a 840U0 ao becco dos Cu
Ihas, junto d &. Gou9a!lo : a tratar na rua d.
Imperatriz o. 58.
Preciia-se de urna cosiobeira pars casa do
familia, que durma am casa ; a tratar na rua do
Bio da Victoria n. 3?, loja.
Joaquina da Fonseci Pinho, Francisca Pereir8
de Araujo, Mana Perera de Arai.jo, Antonio Ta-
vares Gomes de Araujo, Jos Tavares Dorncllas
de Araajo e Franeisco G mes de Araujo, agrade-
cer do intimo d'a'ina a todas as pessoas que se
dignarsm acompanhur i.t au cemiterio es restes
mortses de seu inuito presado marido, pai e sobri-
nbo, Luiz Carlos Pereira de Arai j >, e pedem de
novo o csridoso obsequio dos mesmos parentes e
amigos, de assistirem as mistas que, na segunda-
teira 16 do corrente, pelas 8 horas da manba, s-
timo dia de sen paesamento. mandam resar no
convento de 8. Francisco dessa cidade, em Igua-
ras e Cha do Esteva1", pr\o que muito gratos
Ibes serio.
a^sssssssasgaqaaMaisiii.....mi m> 11 m -_.
Benio tie Freilait Cainiftre
Jonlnr
Bcnto de Freitvs Giim.fes > sua familia con-
vidam aos seus prenles e >essoas de sua amizade
para <.essist>rem a icns.i, que p r alma de seu
presado e pranteado fiiho l$rnt> de Freitas Guima-
rSes Jnior, mandam celebrar na matriz de Sante
Antonio, s 8 boras da manhil de ?;.bbado 14 do
corrente, trigsimo dia de su pars.i:.ento, e des-
de j antecipam sua gratdao.
Precisa-te de um caixeiro de 12 auu"s de ida
de, ooli pratica de taverna e que d fiador de sua
conducta ; na rua das Trincheiras n. 23.
casa
Alaga-se i sobrado n. 67 rua do Bartholcmeu,
confronte a estacao de Ciruar, com bastantes
rouurodos e boa vista ; a tratar na rua larga do
Rosario n. 34, pbarmacia.
Peitoral de Cambar (3)
Descoberta e preparacSa de Alvares de S.
Sobres, de Pelotas
Approvado pela Exma Jnnta Central de Hygie-
ne Pablica,auctor!ado pelo governo imperial, pre-
miado com as medalhas de ouro da Academia Na-
cional de Pars e Expo|ico Br.isileira-Allemil de
1881, e rodeado de valiosos attestades medices e
de muitos outris du pesaoas curadas de: toases
.- mplts, bronchiU'f, asthu.a, uuquido, tisiea pul-
ooar, coq nelucbe, escarros de sangue, ete.
Precos as agencias : Frasee 2500, i. eia
dusia 13000 e dusia 240O0.
Presos as sub-agenciaa :rasco 2.800, meia
dusia 15^000 e dusit 2SJ000.
Agentes e depositarios geraes nesta provincia
FRANCISCO MANOEL DA ILVA t C.,
rua Mrquez de Oiinda i. 32
Ama e criado
Precisa-se de urna ama para ccsmhar, e de um
criado para -urnprar ; na rua da Imperatriz n.
86, 2* andar, esa de familia d duas p esoas.
Joiio Baptista Ferreira
O honrado leiloeiro Francisco Ignacio Pinto,
acaba de nos dar um apontamento de um espelbo
deurado, vendido em 1881, por ordera do Sr. Joo
Baptista Ferreira, e comprado peta Sr. Antonio
Goncalves Oliveira pela importancia de 26.1000
lancados nos sens livros ; pe fimos a comprador
a bondade de dizer a sua moradia para pdennos
procural-o on queira dirigirse rua dos Marty-
ros n. 148 2* andar.
Priso do venlre ~
A cura dessa molestia que tantos incommodos
causa, obtem-se muito simplesmente tomando-se
por algumas noites urna cu duas pilulas andi-dis-
pepticas e reguladoras do ventre, preparadas por
liartiiolomi-u A 1. uceexf oris
34Rua larga do Rosario34
Pernambueo.
Alk'iicao
Aluga-se o loja n. 24 rua da Imperatriz, com
commodos para familia e grande oficina ; a tra-
tar na rua do Coronel Snassuoa n. 204.
Or. Antonio Fraociaco Crrela
de Irt ojo
Pedro Bezerra Savalcantti Macicl manda cele-
brar urna mitaa pela .lua de a u presado amigo
Dr. Antonio Francisco Concia deArsBJ', no dia
14 do coi rente, peas i i bons, na'matriz de
Sunto Aotonio ; e uvidi. a seus e do finado paia comparecer, e muito agra-
decer._________
^ffl'L .' ^i'Wii sima
Padre Herrulan don de Brlto
D- Joarfn Victoria de Brito e Cunha e Vicente
Jet de Brito (ausentes), seus filbos e sobriohos
agradecer cordialm"r::e a seus. parentes, amigos
e a veneravel oruem armelitan o caridoso obse
quio de terem acoirpaiibado ao ctmiterio de Santo
Amaro os restra mortaes de sea pnsado irmo e
tio, o reverendo padre Herculano J. s de Brito e
pedem para assistir as missas que, em suffragio
de sua alma, mandam resar no dia 13 do corrente,
pi las 8-fccras da nimba, no convento do Carmo
desta cidade.
*
Ao publico
Retirsndo-me trmpon riamente para Portugal,
delxo por mens procuradores os Srs. Antonio Al-
ves Pacheco, Jcs Tbeotooio Dcmingues e Joa-
3uim Gomes Salgueiro. Peco aos mcus amigos
esculpa por nao me despedir pessoalmnte, o que
faco por ete meio, cffercceu.i -:bes os ai: us limi-
tados prestimes nequelle reino. R'.cife, 13 de
Maio de 1887.
Jos Verissimo Marques.
Caixeiro
Na i na da Palma n. 37, precisa-so de um cai-
xeiro com pratica de molbadcs e que c fiador
sua conducta.
Pilulas purgativas e depurativas
de Campanha
I-.stas pilulas, cuja preparadlo puramente ve
jetal, teem sido por mais de 20 annos aproreitadae
com os melhores resultados as seguintes moles-
tias : affecces da pelle e do figado, syphilis, bou
bes, escrfulas, chagas inveteradas, erisipelas e
onorrhas.
Modo de uiul aa
Cerno purgativas: tome-se de 3 a 6 por dia, be-
oendo-se apos cada dse um pouco d'agua adoca-
da, che ou caldo.
Como reguladoras .- tome-se um plula ao jantar
Estas pilulas, de invenco dos pbarmseeuticos
Almeida Andrade & Filhos, teent veridictum dos
Srs. mdicos para sua melbor garanta, tornandr-
e mais reccmmendaveis, por seren um segue
purgativo e de pouca dieta, pelo qne podem ser
osadas em-viagem.
ACHAM-8K A' VENDA
>>a drogara de Parla Wobriiibo di
41 BA DO MABQCEZ DB OLINDA 41
Ignoraodo-se a torada dos senhores abaixo
declarados se Ibes roga de ire.m ao largo da Al-
Ihnzgs u. 7, ;:rmaeem, negocios de seu in'.e-
resses :
Andr Avino Pe eir de Mel
Jos Tavares Carneiro.
Leodegario de v'uz > Barbosa.
Mauoel Rodrigues de Mattos.
PreeisA-ae de untn cosiobeira p-.ra casa de fa-
milia e que sejade boa conducta ; pa rua do Im-
rador n. 73, 3- andar.
Grande sorlimento
DE
Fogos e sortes
para os festejos das noites de S*otO Antonio, S.
JoSo e 8. Pedro.
Ultima ifiuis
faz-se
Vende-se por pn 9.18 muito asoaveis e
grande differenra em poico.
I. Kua Jo (sarao da Victoria o I
Loja do Souza
1
.Aluga-sc a casa u. G rua do Riachuello, an-
tiga do I'cstiuo, na Boa-Vista ; a chave aeha-se
junto u. E, e wata-se ua rua da Guia u. 62, Re-
cife.
tus ::00S WM)
BILHTES
16-1
GARANTIDOS
l-16
Yende-se
a annac, 1
com cp gcirerj
da cati.
mesma.
averna da u de S. .'080 n. 17,
1 3 ni elirs, ;>ua h ir .,u sabir
n'-r ao c m adir : fritar na
Vence-se ira ph imacia d
Ba!> da Vi toria u 13.
rua do
O abaixo assigea lo venda nos sevts
ventur..sos bilhttes ge.r mil. s da latera
da provincia os seguintes premios: o n.
3736 e ,in a aorte de 50(J0O0 e o n. 1 com
a sorte 30fJ0OO.
O luesiuo abaixo assigaado convida aos
pi ssui I alga id .
Acha-sa venda os a-'us venturosos bi
lbetes g.ranti !i)8i!a 18 part da -i* ljteria da
provincia quesera i-xtral'i U niqnarta-feira
18 do eorrente.
Presos
LTm ititeiro i5#000
Um t-tqo ]0U0
ni poico de iOOji>>epara
cima
Uuj Aturo 20700
Um ter<;o 900
_______________Joaquim Pires du Silva.
k
i
k t)
Sinden
re-
, ;a consgna-
te
[<)().
arlos
cebe", (
Qao, cofres
prova i\t- f<
como cha preto
perior qualilade, e
vende por presos mais
barato que outro qual-
quer.
48- Rua do Baro da Vfclorf--i8
ferro
\ssim
de su-
Antonio i*ereir da Cunha
JoSo Vctor Alvos Matheos, fcridopela irrepa-
ravel perda de seu pnsado ami^o Aut nio i'ereira
da Cunha, manda no dia 18 dj corrente, 30.-dia
de seu pas9ameuto resar iiversas ui=s,i3 na raa
tris da lija Vista, s 8 horas da maula e p-.ra
assistir tsteaeto, convida a s-us a igos esos
prenles e amigos do finado, ngradeeodo desde
j aos que eomparecerem.
Antonio da Silva Ramo* \evei
Urna pessoa mnda r.-sar oma"mifsa pir alma
de Antonio di .Silv-j Ramos Mev-s, na seguuda-
feira 16 do corrente. 110 conven! do Carino, s
7 1|2 horas di manhX, 31 da d> sea pass;unent ,
e convida aos parentes amig. s do finado pira
comparcce;em ; e desde j antecipa sinceros
acra eciiusni ?.
Ama para eosinhar
rrec8a-e de urna ama ; na roa da Imperatriz
Boin negocio
Quem quiser estsoel-eer qualquer negocio no
melhi-r local da rua Njvo, pode dirigirse me3-
ma rua n. 16. _
OT11LI
tVij I.V/v '
JTi\qa, da independen-
cia ns. 37 e 39
O abaixo .ssignado vendan da 3* lote-
ra extrahi.la hoje, 13 do torrente a sorte
de 1000 em o n. 7231.
Appnximaeo eom 10f$000 -m o n.
2U1.
Aoha:a-se venda os feliea bilhetoa
garantidos da 4a t beneficio i a Santa
Casa de Misericordia do Re.ifj que aa
extrbir na quarU-feira 18 do crrante, a3
2 horas da tardo.
PREgOS
Era porr^ito
Iatciro 2^700
A retalho
lnteiro 30000
Antonio Augusto din Hamo* Port. .
uinroiE
Aos 5:00|000
Bi.heles gai'ansidos
23-RUA PRIMEIRO DE MAR90 -23
Da 17a parte da 3a loteri 1 da
vuderaiu Alardes Fiuza & C.
tes premios garantidos :
2140 f>:OOO0
5283 :OOC0
4558 1OI.'0
1801 50-5
53 500
490 300
3207 300
5948 3110
A'.-liatn-se venda os f.fortunadoa
lbetes garantidos da 18a p-.tte I.. Ia bte-
.'ia que se extrahir qur. .-. ira 13 do
corrente.
PREgOS
1 inUiro 30 00
1 teryo 10000
2 ."- porco c l!>05'!<>0
provincia
bi-
para
23, ) andar.
Ama
.'... Prcci.-sc iie um:i para engoirmer e
na ua >ia Impirntris n. 41, 1- oi.di-.r.
.-inbar
cima
inteiro
ter;o
20OJ
900
AMA
i.
Precisa te de um: sma pira < morar e eosi-
iihar : i.a rua de Riachuello n. 13.
3.a LOTERA
Ba 17.a parte m benefido da Santa Casa da Misericordia
do Recife
EXTRAHIDA EM 13 DE MAIO DE 1887
PREMIOS
2M0 '5:000*000
567
420
4047
4558
7231
98
X801
3736
5038
5279
6105
200$
100$
1001
100$
100$
50$
50$
50$
50$
50$
50$
1
490
901
1093
1179
2278
2334
3155
3207
5948
7286
30$
30$
30$
30$
30$
30$
30$
30$
30$
30$
30$

2139- 102S000 2141 102S000
Os nmeros Je 2101 a 2200 (excepto o da sorte grande) estao
premiados com 15$000.
Todos os nmeros acabados em 40 esto premiados com
6$000.
Todos os nmeros terminados em 0 esto premiados com
3$000. .
N. B. A extraeco da 4.a lotera, em beneficio da mesma Santa
Casa, ser na quarta feira 18 do corrente-

0 Thesoureiro,--/o^ Candido de Moraes.
r non i
V -------------------


MMMMMMB^MMH
^^to
Diario de Prrnaiiibirco-- Saftbado 14 de Majo de 887
Alaga se barato
Viwwnde de Iwpwica n. 4?, kmmi
fina Visconde de Itaaori
' Si Corcel Soasana* n. 141, quurto.
I>tu-e n m do Commercio n. 5, 1 andar
iflriptorio de Si'va fitrimaraes ft C.
A luga -se
c
un caes com sotlo, edificada a moderna, cora
aecommodacilo p*ri familia, sitio pequ?m>, entre
86 doas estocoes Jaqueira e Tamanueii.
OUTRA
Urna casa nova em f re ote do Kr. Tbom, propria
para pequea familia, entre Jaqueira e Tamari-
neira ; a tratar na ra Primeiro de Marco n. 25,
loja d< joras. .
Amas
Precisa-te de ama coiinheira e da ama mulber
de idade, par tratar de dous meninos de 2 e 4
atino. ; na raa da Uaiao n. 55, pir traz do Gym
Basto. ____ ______________
Ama
Precisa ae da ama ama' na fabrica Pbeuix i roa
de Joo do Reg n. 15 ; a tratar na mrrmi.
Alu^a-sc
KM
a loja do predi* da raa d> M"iquej do Herval
travessa da Pociooo n. 33, propria pura aciiugue
on ontro qualqner catabeleciineDto commerciaJ,
por ser de esquina ; a tratar ne largj do Corpo
Hanto n. 4, 1 andar.
Ama
Precisa-se de ama ama para o servico de urna
casa de pouca familia ; aa ra Nova n. 14, se
guudo andar.
Ama
.
Advocado

O bacbarel Antonio Ribeiro de Albuquerque
Msranhso tem sua banca de alvocecia na praca
de Pedro 2o n. 7o, no esrr.o escriptorio do D.-.
Maaoel Netto Baudeira.
Precisa-se de ama ama para casa de peqaena
familia ; a tiacar na ra do P^ysaud n. 19, Ps-
sagcm da Magdalena.
Ama
Precisa-se de urna am* para lavar e eagommar;
u ra Priineiro de Marco a. 1G.
%.
i
Viniio da IMourisca
l'roprlo para wiesi
Jco Ferreira da Costa, ra do Amoriro n.
64, acaba di: rcctbsr ma partida d viuh s im
cascos exccssivamente grandes, e como desrja
tornar bem conbecida i sta superior qualidade, que
ce fas recomnicndadj pela sua pureza e bjm pa-
ladar, res3lve vender esta remessa no sen eeta-
belecimerit: ex brris de quinto e de dcimo,. r>ir
precos omito razoaveis. para o qua cbamam a
attencao d'-s siuboree ppr^ciadoros, assiin como
aos denos df bnteie.
Em retalho vede se en: tasa dos Srs. Justo
Teixeira te 0. Suceesscree rv;a ja Penha n. 8
_ X
Precisa-se de urna
raa da Aurora n. 23.
ama
para
eugommar
na
triado
Pricisa-se de um criado : a tratar na ra .do
Paysand n# 19, Passagem da Magdalena.
io
Na roa Imperial n.
do de 14 a 1.C hqdos.
17, precisa-se de um cria-
Precisa-se de om rapaz ;
Santo n. 27.
triado
na travessa do Corpa
Tricofero de Bary
Oazante-se qaefaz as
cerecrescer o cabello ainda
aos mais calvos, cura a
Jnha e a caspa e re ni ove
todas as impurezas do cas-
co da cabeca. Positiva-
mente impede o cabello
de cabiron de embranquo-
fer, e infallivelmente o
torna espesso, macio, las-
ti oso e abundant*.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formla
original usada pelo inventor em
1829. E' o nnico perfume no mun-
do qfle tem a approvacfto oficial da
nm Govorno. Tem duas vezes
mais fragrancia qus qualqner ontra
e dura o dobro do tempo. E'maito
mais rica, suave e delicinos E'
muito mais fian e delicada. E'
mais permanente e agradavel no
lenco. 2' eoae rezas mais refres-
cante no banho es cuarto do
doente. E' especifico contra a
fi-ouxidao e debilidade. Cura as
dores de cabeca, os eonsacos e os
desmaios.
Jarope fle Viia e Renter So.
YEHDAS
WHISKY
-envr
canna, para rortioa
BOYAL BLEND marea V1ADO
ate exeelleute Whisky Sarosc* er
so cognac ou agurdenle de ct
> corpo.
Vende-es a retalho nos ta Iheresarmaserrs
aculados.
Pede ROYAL BLEND marca VIADO cajo ,,
ae e emblema s5o registrados oar* todo o Br*i
BROWXS & C, agentes
Cabriolis
Vende-se dous cabriolis, sendo um descoberu
e outro coberto, em perfeito estado, para um oo
oss cavallos; tratar roa Duque de Caxiai
o. 47.
.

Akiga ?c o 1- e 2- andarla do predio n. 27
ra do Imperador, csiado e pintado de novo, tendo
bous tommodose agua ; a tratar na ra .Duque
de f'sxias n. 47
4c(j0es entre amigos
As de um pi.nc e um enntU'irio corrrm impre- !
terivelmeotc com a ultima lotera ordinaria du \
provincia, nete mez, qual foram ltimamente
adoptadas, on v> z que de modo imprevisto, se
i'Cba perulysada a exfcaccaj das loteras da Co-
lonia Itabi-I -
Recife, 12 de Maio de 1887.
**-
GRAINS
de Sanie
4\ du dodetir
VERDADEIROS GRAOSqeSAUDE do DTRaNCK
N^ LICESCIADOS PELA INSPECTORA GERAL D HYGIENB IX) IMPERIO DO I* AZIL
\* Aperientes, Estomachicos, Purgativos, Depurativos
I

_ jontra a Falta de appetlte, a Obstrncco, a Enxaqueca, as Vertisems-
as Cong*r6es, etc. Dose ordinaria : 4, i 3 graos.
Desconfia:1 as falsificaeoos Lxigir o rotulo junto imprimido em france-
O Seo da Unio dos Fabricantes.
cada urna letra Ue urna cor dirferente e
Em FAXXZ, Pbarmacia lEMT
Bcaositos ea tooai as principad Pbaraacias
<
Molestias Nervosas
Capsulas do Doutor Clin
Laureado da Faculdade de Medicina de Paris. Premio Montyon
*>
As Capsulas do Doutor CLIN ao Bromureto de Camphora empregao-se
as Molestias, as de Cerebro e contra as affeccoes seguintes:
Asthma. Insomnia, Palpitaes do Coraco, Epilepsia, Hallucinaco.
Tonteiras. Kemicrania, Aiiecgoes das viar, urinarias et para calmar toda
especie de excitacSo.
U Urna explicado detalhada ompanhk otd Fusco.
br as Verdadeiras Capsulas ao Bromureto de Camphora de CLIN it C'S
de PARS, que se encontrao em casa dos Droguistas et Pharmaceuticos.
Ch
O 48 ra Huque de Gaxias
par. um xplendi io Bortiir'nto dt? f
.-
'
roa a r-tten^au d s Kxmas tiiuilias
ven.-ie por pr. c.-.s arta ro peteacia.
' hm m-Hi, para acredilar-se
Etamioe i l coto pl uas i Oambraia b riada coiti 10 jardas, 5^500, a dita.
Gii >roi^8ea de reladilbo Lardadas a wdrlko, 7^000, mm,
Lin S cicberBrns broche, 1^500, o eovadp.
Cscticr-iiras de crs, 800 rs 1,5000 1 r5 00, o dita
D.:'i>as=6 de seda, 1,J400, o dito.
S. li r, M.-.-au, 60r r 15000 o 1,5200. o dito.
Dito preto, 15200 e 1^400, 2(000, o dito.
Gorgurinas de lislrinhas, 320 rs., o din.
Setim fh'.irass, 30 rs o dito.
Liiidas las de ,|Uidnnlr. s, 400 rs., o dito.
i.'i'as .lpae^ l.-.vrad/s a seda, 320 rs., <> d:o.
LSa coin li.- rinbas de seda, 560 's -o
Ditas toirr bjlitiliar, r00 rs i''.*,
Fagttfl br.uco, filio, 400, 440, 00 o G< 0 r-
Cortea fi..' c.Ci'.-ira pnr.^ :; fQOCO,
CrHanaa escuro e eUi >, 2i0. zsO, 320, ofJO e
Algodo do dui^s largur.va, 800 is., o metro.
Bramante de qu ,tro lirgur-h, I5?00, o dito.
Dito tcaa$* de ', al ig r -, ttJ0 tr.
Mid. p !,. BjtHsa ( i
Cottiaadoa bmrtdot, 6&b00, 700, 8^U0O e 9,$000. o pir
Cui.ims b-rdad.,s, 56000, 6*000 7*000, urna
Ditae d.- ero b*t, 8*00^ un>a.
Grinal-i. s uom rico, veos, 10*000, urna,
Lequs e patio, pretos e ci cores, 00 n um.
41TTES DE T7SAL-O. DZTOIS DE USJJ^-.
Cura positiva e radical de todas as formas da
serofuIas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
AffeccSes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perda do Cabello, e de todas as do-
ancas do Sangue, Figado, e Bins. Garante-at
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangos
restaura e renova o systema inteiro. > -
Sabao Curativo de Reoter
Para o Banho, Toilette, Crian
Sas e para a cura das moles-
as da pelle de todas as especies
em todos os periodos.
Approviidos c 'Ulorisadcs
ria geral de liygi'-nne do Ri >
Vil inapecto
le Janeiro.
Drpoait'i etn Pemkmfetica casa de
Fran 4aco Manoel da Silva & C
AVI
400, o tovado.

Dito* de p ipel, i> vi !adi
Arti
00 rs. e 1*000, un.
para borneas
Cortea de rtaaenra Aa r pra eoatnm 2*C00 um.
itoi (ie dilu ie .r [h-.ia i-..\t.i, 5*. 6*, 7*, 8*50'), um.
Ditoa i! fasbi o.rj oal-itn, 1*000, *61X) .- 2d00, um.
Ditos da la o s: para col--t-, '.'>*000, m.i.
Caseroiras da corea p r lj'lOO, if9 >, 3*0Q a 4*000, o cavado.
Dita diagonal r .i o h *. 2*5(X, -!-5000, :*000 i 6*000, o dito.
Dita SedSd, 2*800, o i-ovado. .
CliewMs azul e pret.\ 10200 3*>(.'0, a eesxd ,
Gr.i-i S'irtiinent > " briiiH brn.-os e> d< < o es, usB^tas moleskina, ia<-ias:
gratat.H, ''nenn o onlroa rtiga quo s Imbr.raj Ha prc'ti^a dos fr.-gu zes.
teiirique lia Silva Morara.
Con :c i tain 8e "macbiiasa de costura de
qualqif r fitbricant', bombas e toda a qnil-
quer qualidade d<* nw^inu movidas a va-
por, ou giz, ete.
PRECOS SEM COMPETENCIA
39-EB U M-Jbb-39
Viiiho de Collares
Legitiei.o, superior, u en barril de quiut i e d-
cimo, l.i "ara vender no armasm de Francisco
Rihrir) Piafo Guimaraes ^ O., ra do BarSo
do Triuuipha n. &6.
Fabrico de assucar
AppRrelh.B ceonomieoa p^ra o cozimen-
ts e cura. Proprio para er.genhos peque-
os, s' ndo modlct em pre^o e ef-
feotivo en opera^o
Pode-se ajunt-.r aos engeahoa existentes
do BV8tem:i velnc, melli ?rsndo muito a
qualidade a aecocar e aug>!entando a
quartidade.
OPERAgO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou engenhos eentraea,
vas At?rvo nprHei^oarit, tfttBm moder-
no. Plautsa compUtei ou inachiniamo
separado.
Espeeitii'cS's c infor.n-.c'R eoin
Browos t\
5-RA DO COMMERUO-6
A* Florida
a\ua Duque de Caxlas u. loa
Chama ce a attPBflo c5as Ezmas. familias par
os prucos seguintes :
Ciatos a 1*000.
Larvas de pellica por 2*500.
Lnvas de seda c6r granada a 24, 2*500 e 3
o par.
Fitas de velludo n. 9 a 606 rs, n. 5 a 40G rs. (
metro.
Albttns de 1*500, 2*, 3*, b6 8*
llames de florea finu3 a 1*500.
Luvas do Escossia para menina, lisas e banal
das, a 800 e 1* o par.
Pv rta-retrato a 500 rs., 1*, 1*500 e 2*.
rentes de nikf 1 a 600 rs., 700 c 800 rs. un.
Aoquinhas de 2*, 2*5C0 e 3* urna
Plisss de 2 a 3 ordena a 100, 500 e 600 rs
Espartilho Boa Figura a 4*500.
dem La Figurina a 5*000.
Peutes para coe com iuscripeo.
Enchovaes pira batizados a 8, 9, e 12*000
1 eaixa de papel e 100 envelopes por 800 ri
Capella e veus para ncivas
Suspencorios amerieanos a 2*500
La para bordar a 2800 a libra
Mo de papel de corpa a 200 ria
Estojos para crochet a .000 rs
Bico de cores 2, 3, e4 dedos
de largura a 3*000, 4*000 e 5*000 a poca
Laques transparentes a 3*000
dem preto a 2*000
Lindos Broxes a 3*000 1*0JO e 500 ris
Leques para menina a 200 ris.
Lii.h i para machina a 800 ris a duzia, (CB K
Bordados com dois dodos de largura 600 ris,
3 dedos 80;' rie, 4 dedos 1*200.
Garrafa J'agua Horida 800 rr.
Leques com borlota a 800 rs.
Bico8 branc s psra s itinta, cretone e chita pa-
ra correr babados a 1*000, a 1*50J a peca com
10 varas, barato.!
Albuns de ehagrem, veludo e verbotina para
50 e 60 retratos a 6*, 7* o 8000.
Meias de Escossia para tenhoras, a 1*500 o par.
Len90> de linho ein lindas caixas,
Bico das libas muito fino proprio para toalbas
e saias.
Mem japonez proprio para alvas e requets e
toalbas de altar.
dem braneus com 5 dedos de largura, a 35000
a peja com 10 varas.
Caixas com sortes de jogo de mgica propros
para ealSo, a 5*000.
Sabonetes de deversas quali.isdes.
Bok>.s de courc para menina de eseola.
Collarinho de linhoa 3 0 ris um.
Grande perbinba em esparltlbon
de llnbo a 3OOO. um.
BARBOSA & 8AONT8
Cimento patente l'ortlnnd. marca
Itr.iiins Condn <& Kortbfeeld
Kent
Vendem Livraoieuto & C, no caes do Apollo
numno 45.
De (odas as fazendas exisleRies na airti^a casa de
Os sepinles arligos comprnam a realidade en vt&ta dtssews precos
Curt<-a de-fusUo para coletea, a 1^000, 1^200 e 1!800!
dem de caseniira de corea, a 2^000, 20500 e 35000!
Casemiraa pretas e flanellas, s 800 rs-, 1,5000 e 1,5200 o covada, urna largura
dem diagoaes, a 2iOOO, 20200 o dito 1 duas larguras.
Brins de puro linho, de cores, a 800 ra. e 10000 metro I
dem dem, branco n 6, a 10500 o dito !
Las de tidas as qualidadea para vestidos, a 200 e 2-40 r8. o cavado e a (
Iho para acabar.
Cachemirsa idero, a 400 e 500 rs., o dito 1
Setiua de. cores, a 600 e 800 rs. o dito !
Fustoes branco c de cores, a 250 o 320 re. o dito I .
Mein alv ,s p-.ra meninas, a 20500 a duzia I
Gamita* iug!ez8, finas, -a 3o0O9O a dita !
IdHin famez;;s, branca e de* Gti.nl .-.napi a grandes c de linho, a 3^500 a dita I
. Ceroulas bordadas, de 200000 (.para acabar) a 120000 e 150000 a dita 1
EspartilhoF, de 80OOQ e 1000^0 (vende-se! a 40000 e 50000 I
Madapolao americano, a 60000, p.fas de 20 jara8 I
E8gui3ea para cosacos, a 40000 a dita de ditaa 1
Cambraiaa braicaa bordadas, a 50000 e 50500 a peca !
Qrandi sortimentj de chapeos para aenhora, a 40000 e 50000 I para liquidar
Ficbs e capas de 1.1, a 20000, 40000 um !
Bramantea.de ITnaia puro, de 30000 (pira acabar) a 20000 o metro I
Setinetas, a 280 rs de to's as cores.
Pannos para mesas, atoalha-^s brincos, algudSss, e finalmente liquidam-aa
odas as fazendaa por menos 40 -/ dd seu valor as que (stiverem abertas as pecaa.
Antiga casa
DE
. 0AMER0 DA CUNHA "
S9Ra Duque de CaxiasS9


Eugeoho
Tinta prela
IN A L T E R A V E L
p.
PH T.M'.CIA CRNTK\L
38 u do I poi-.,d,T 38
Pfrnnmbuco
Serve pnra e=eriptuaca; mercantil e d 3 ou 4
copina de bhh vea,
Jnlropim
rr
mCT^wfot.
If.
mestias da argana
S DE
da Chlorato da Potasas
e Alcatr*o
Para as enfermidades du bocea, inflammaco da garganta, aphtas, uleeraLo d.-
pvtgivat, tjeeeiira da linauaedo paladar, rouquido, ichafo dm ar.ujgdolos, fetc.
ii.0 ha remedio mais efficaz e rpido do que o chlorato de po'assa. Si se Ihc jui l.
o alcatro cuja? propri idacles balsmicas e ( jrificantes o r-4 ersalnientaicconhe-
cidas, accelera-se a cura destas pequjnas enfermidades e a ;la-se sua repet
dando ao mesmo tempe matar forr;a :ios orgaos
As Paatilhfts de Palangi seissivem lentamente na bocea eobrao comogar-
garjo; paasao, depois pa.a o estomago e dalli para o sangre que se purifica aob a
benfica Influcnuia do alcatro.
Estas pastilhas sao muito usadas pelos Can lores. Advocados, Fregadores e todas
as pessoa3 que sao ohripadas falar em publico.
Deowitojm Pzrh:. 8, Raa Vivieune, e em todas as Pharmacls.
i ni anw 'i"i
PH0SPHAT0 de CAL GELATINOSO
di E. LEB07, Pianaceoiico de 1" Classe, 2, na Oaum, pars
OBTKBU EXMO tira i Imt1t1buU i i Mlip tu Crlaatai. aattn i ausitiau i irlalli im jom
* Becomniudsmos este Xarope sos Mdicos e aos Doentes. de um sabor agradavel, de asslml-
* lacio fcell e mil Teses superior lodos os xaropes de lacto-phosphato inventados peUwpeec-
lujio. Iodos s&o cidos ao posso que o Pbosptaato de Cal Oelatlajoao cao o
O Sar. Prolessor BoucnuT, Medicfl
dico o Mmjiu du Cnnt (tttt du MlflUu.-, 19 de mi it Itrt.)
TNICO
Reparador por excellencia
orjaa/ca, Co**le*cenf*s (lineis.
n :j- inrx em PemamUtei: FRAH' M^'la'flirjVA e C*. j
INHOPHpSPHATADO DE LEROV
MaaMa, ffaaaaaii, Brotc*t ch ron cntica, Fraaaan orgulc,
i>MH|MM'ini
Ese m:'dican,i uto de aaM effieacia r coiihi: ida
no berib. i sias va i,.;c pn-djiaiaa a
hydropesia, i-clia-te uioilirk-ado em sua prepara-
cao, traaa, ama bWI forumla de um diitii ato
atedie-)desta eidul, b ndo q te nbaiio
sssiguailo bl hbi::lad pala prepiiial-c (lemodo
a uulhjrar 1!.> <. gasto e ch' ir.., seu, todava alte
rar-lb:; a3 propriedad.s m"dic.imeirtosB8, que se
conservam c.m a mcsm-i actividade, te nSo maior
em vista d>> .-r.lj i>or que elle tolerado pilo
est-mago.
(latea iepcMiio
Na pharmacia (V)i;cic3 i n:a do Mrquez de
. Otiodoa. 61.
Bexerrn di' U<>ll>
Tnwncos do porto
se pode di's- i-.r de
Semcntes muito novas
de b 'i' I ,- f> e G >m a
Amor s perteitus
1' Ca MpJos & (!..
Kii.i i 6i 11 it 'o Kosurm n. i), junto a igreja
iJvr^mento & V,
v.-nc.'ni cimeiit.j pirt'a.id, marea Robias, de 1
quali iv!c ; ii., c.is do Apollo u. i.r>.
.* ----------_^-
Semeitles- h campato
Compra-M grindw e f^q'ientvs q^antidadei :
t> drnut:H de Frxiicigco M du 8ilv,i V C, ra
do Mnrqnei d. Oiiii.jh ii 23.
par bomem e s^nh^ra. o que
maie aprf< toado.
Vende-so o engenho Soledade, na termo de Ipo-
juca, meia legoa distante da i sfacSo da Escada,
tem vapor, casa de vvenla, etc., etc., t acba se
livre de quulqucr onna. Vendi-se tambem o gado
e safra a c lher ; a tratar e un Luis Goo^alvea da
Silv.'t & Pinto, no largo da Comp&nbia Pernam
bucana n. 6, sobrad.
NOVIiJADES
Na Soja das Listras A/ues
A' rna Unqnede avias n. O
Telephone 211
LAS de Quadriuhoa fazcuda escura liodas cores
a 36tl rs.
SETINETAS de listras c quadriubo3 de cores
a 320 rs.
FITSTAO branco a 360 e 400 rs.
CORTES da vestidas brancas fasenda de qua-
drinh a como organdy a 5C00.
CAMBRAIA de salpico bordada a 800 rs., em
peca 6000.
bETI.NETA japoneza taaeuda ce liatraa largas
om lidas cores a 4l'0 re.
MADAPOLAO an ericaoi igual ao eatniseiro a
6*000.
BRAMANTE de quatro larguras a 900 rs.
CHITAS fins percales cr.s seguras a 240 rs.
CHE IONES fi.ncrz"s ultima uividade cores
seguras a 320 e 360 rs.
SARGELIM Iranccz qualqur cor a 240 ta.",
MERINOi entestados tudas as cor a a 800 rs.
RENOA hesp.'.nbla preta urna guarnicao para
vestido a 3J00O e 4*000.
BICCu de eres e mstiznd s a 4*500 a proa.
LUVAS de eda pretaa e de ^das as cores a
2*0 0 e 2*500.
LEQUES de setim e ph utasia de 500 rs.
ESPARTILHOS conraea a 4*C00, 5*0'0
6*000.
LENQOS branco finos a 1*500 e 2*000 s du-
zia.
BORDADOS a c ntremeics tapados, tranparrn-
es, e de fustao, tedoo preco.
MEIAS psra senbora, para bemem e meninos,
todo o prfcf.
FICHS de seda ccr de reme e pretos a
2*500.
MANTILHAS kespanholas ultima novidade a
4*0 !0 '
E outras muit-is fazeud-.s iiovms qu" as Exmas.
Srae. pjderi<' ver na loja ou'mandar ver as smos-
tras que se (iao tem (.euliur na Loja da*
Iiltttraa zoes de
Jos Augusto Oias
Cochein venda
Vende-se urna coebeiru bem loealisada e afre-
guezada, ou admide-ae um so.-io que entre com
capital c que poses adminiatral-a, faz-se qualqner
negocio lias condic^jes expostas, ca razao de o
dono precisar ta2cr utnii vi;geu ; u tratar na tua
Duque de C'azias n. 47.
PHARMACIA FARNCEZA
PERBEIBA IRMAO ft C.
. SSMA D!Baila DI tltOBll-IS
N este esta^eteeimento bem eonheeido,
encontrar o respeitavel publico, um com-
pleto sor!i ueiilo de uiedicanren os drogas..
productos chimicos, especialidades pharma-
ceuticas nacionaes e estrangeiras, leos, ver-
nizes, pinceis, artigos pr prios para photo-
grapliia, pjrotechnia, etc., etc., ludo recebido
directamente dos mais acreditados Fabrican-
tes da Europa e America.
Garante-se a qualidade de tudo que fr
comprado n'este esta bel eci mrito, quer em
grosso, quer em re a Iho, a fin de bem ser-
vir aos que lhe dispensaren! sua confianza.
ra do Bardo da Victoria25

*
A MAIS COWHEGDA
NO
Mundo enteiro

i
PARA CURAR
EIVE TRES DAS
setn iietihutn outro medicamento e aetn temer accidente.
PARS 7, Boulevard. Denain, 7 PARS
Depsitos em Pri'iiitmbHro | FRAN* M da SILVA & C '. e as princlpaes Pharmacias.
Lotera da Provincia
t|tisrta-feira, 18 de 9lio, s 2 horas se
extrahir a parte da $.* latera cin beneficio
daS hu C^,a de Misericordia do Recife, no
cosisistorio da igreja de Xossa Senhora da
Concci^o dos Militares, onde se a cha rao ex-
postes as urnas e as espheras arrumadas en?
ordc3i meriea apreciadlo do publico.
_
Vende-se
o depisito de ?ecco e mnlbado da travessa do
Prata, autigo beceo do M-risco n. 1 ; a tratar no
mesmo.
Cosinheira
g.Piv(it*fe d> urna bc cjsioheira^
Aurora n. 81. priiieiri qdar,
as raa da
Yende-se
o depjeito sit..i ra do Coronel
com pjucos fundoc.'
Suassuna n. 180,
Terreno
Vende-se um terreno uo lugar Aeua-Fria da
estrada nova de Beberibe, tend 175 palmos de
frente, perteuceote a Joi rraneiaco de Paulo : a
tratar aa roa larga do Rjsario n 5.
Terreno
Vende-se um terreno confronte a estaoo do
Principe, estrada d Joo de Batros, com 90 pal*
moa da freote e bastantes fundos, e com alieercei
para 3 casas; tratar na ra d'Apollo n. 30, pri-
moiro andar. '
N. 203 A presente marca, por bdoi registrada, com a rubrica Julio Guima-
rSes -de qae uso, contendo a derjorninaeao VENEZ\destina-ae aos cigarroa ex-
poet.is venda, por Santos 4 C firma commerciaJ domiciliada neata praya, ao Arco
da Conceiyao na. 4 e 6, da quai nico respouaavel Manoel Luiz dos Santos Juuior ;
foi dita marca presentada registro, do dia 20 do correte, a urna hora da tarde, e
registrada nesta data em eumprimento do despacho de hoja da meretiasima Junta
Commercitl, qae neaaa'mesroa aessao^ordenou a baixa no r?g6tro da m irea n. 193
E para cumprir o predito despacho e o preceito da le, fiz o registro da marca supra,
do qual extrahi esta nota.
Pagiu um rcil ris- de u-n p^r-'cer fiscsl e pagir 5#200, sendo 5(J de sello do
registro e 200 ris de 5 [0 addioional.
Secretaria da Junta CommercUl do Recife, 21 da Abril de 1887.
O aaoretario,
Julio Anguito da Cunha (hiimartet.



8
Lirio de Pcrns
____i__^-
;*>
ad 14 4j&* Maio de ViV7
51 H
UTTERATM
I

OSEGREDO DE DANIEL
POR
JULES DEGASTYiNE
-(*)-
Segiinl-i parte
XIV
Con'uitrtfao)
O advogado entrou.
No interior do castillo a solidS era an-
da maior.
O passos resoavata' dos degraos da es-
cada, como so a casa eativesso vasia de
moris.
Via-so eotu diffijuJaie, pois que a ala-
rida io apenas entra va pelos !n ersticios das
persianas fechadas.
O criado subi dous andaras, acorapa-
nhado p:la visita ; depois abri urna porta,
annunoiou o Sr. Jorge da Frcsuires, e
afa8tou-se pira o deixar passar.
O mancebo vio, clariiaJe que pene-
trara, u u vulto branco e.n urna poltrona
Era a condessa.
Adantou-se todo inclinado.
XV
Georgetta tinbr j recuperado o sangue
fri. A presenta de Rouataa, os suas pro-
mes3as, o amor que o'ie parecia ter aiuda
por ell, derara-lhe animo. A orte esta-
va langada. Esta va decidida a ir at se
fim, a representar o melhor possivel o pa-
pel odioso que tinha acuitado.
Como a raaior part das ranlheres, a
aventureira era sima grande actriz. Os
nossos leitores j a viram cm 80980 no ga-
binrt Je Jorge de Frosireres.
N..s aceas que iam terminar a tragedia,
devia mostrar m>.is habilidade aiuda, mai3
naturalidade, mais astucia.
C-'in bomens mais desconria los anda
que,o uosso amigo, deixavam so cabir no
lago.
Ouvindo annunciar aqueile a quein d
perder, a condessa crgueu-se um
va
VOgi-
O OS-
a rui-



pouco.
Um sorriso passou lhe pelos labios, m-.s
o frgo de seus cilios parecia apagado.
Ah o senhor, meu caro a
do, disse ella ; com que impacieo -ia
perava.
E fez ura gesto de boas viadas.
Appr exime-se, approxiine-s?,
nha voz est fraea.
Jorge, qua por discripgaJ tnlia beado
nasoleira da porta, adanlou se.
A sol onde s-i achara, eslava inulto
simplesmonto mobiliada, sera nenhum cui-
dado, rerdaJcira mobilia de campo. Gran-
des cortina3 brancas coavm a luz e da-
van urna claridad 1 argentin t
Aquellas oorti'-as parec .m ser de sed
fiua e ear3. Erara todo o laxo do aposen-
to- No fundo via-ae u ua alcava,' fejh*da
tambara por ortinas brancas. TaJo^alU res-
pir.va simplrci la le, socag e paz, 9 o ma
cebo, que tinlia sido assaltad por funestas
prescotimentoe, vendo o aspecto singular
do castello des rio, via caliir tod .a as suas
prevenjS :s.
As suspeitas levautadas pelas palavras
do horaem que o nha trozido, desvane-
can! dianta daquella i.ppareueia tranquilla,
innocente, virtuoso. Sabia qua no campo,
basta urna pe.soa parecer un pouco ex-
cntrica para ser mal julgsda.
A liaatou se com a mo estendida para
segurar na que a condessa lhe offerecia.
Est anda in o.nraodads, minha se
dora ?
Vou um poueo melhor, mas estou
<.inda prohibida de aahir, principalmente
para fajar: foi por 330 qu tive i- oar .
r.'.-.j'.r s suas numerosas O JcUpagO '8..
Pgolhe que me deseulpe.
Sou en, miiiha senhora, responden
elle gnlantemente, que 1 enho de pedir-lho
perd3o, por nSo ter vnio mais cedo. Es-
pero que a sua doenya nao seja grave.
E' um /raquociment geral, octia-
sionado pelo3 seffriraentos por que tenho
passado.
Eraquanto fallava, Jorge sentav 1 se jun
to do canap o tirara alguos papis de
urna v luraosa pasta q'ae t'.nha trazido.
Examinei com cuidado, disso ell,
todos os documentos qus \as cntreg.m.
E ent2o ? interr gou ella com U8)a
inquiet&cao muio bm r-presouta la.^ .
Quanto a mira, nao tonho duvida do
que o bom direito est do no:so lado c
que haremos de gaohar o procesio.
Ella lev-.ntou as w~.a~ pra o c3.
Oh que prazer me d I
O mancebo prosigui :
Encarreg -me da sua causa o hei de
fazer urna tal piat.-ra das iutam s de que
tem sido vctima.. .
Georgetta interronpeu-o :
Shi, cont :om o sea talento, que
me tem elogiado muito.
E fes um rnovimento co no para afas-
tar-se delic. Siutia se pjuoo vontade.
Jorge, como j diateaiOB, nha um res-
to muito agrada.el, olhos expressivos e
formoso3. No fogo da sua palavra, o seu
ge3to era eloquant, a pbyionomia inspi-
rara-aa.
-A aventureira nao pile evitar do se
commover -j foi para acabar co n aquella
emocao que o rnterromp :u, o ardor com
que defenda aqueile proesso imaginario,
causavaui Iba um graod? embarago.
J^rga replicou :
>Io fallimos do mu talento, pejo
lhd 1 O talento serrs para as boas causas,
mas intil as ruins. No nosso caso a
causa qae dirige o adrogado.
E accresceutou :
Que poca quer fixar para comejar
o processo ? est bom decidua a fzel o ?
Mais que nunca.
~ Os tribunaes v2o abrir de novo. Po-
demos langar a primira assga-i^So logo
00 principio ua ses3ao.
Qu-utjiints mjihor.
Seu rari^ est e u Franja ?
H tres mz;s que nao teubo noticias
delle.
E' preciso auv^s e saber onde ell
est onde resido.
Eocarrego-me de ubter informs<;3es.
Nuste momento ourio-se um violento
toqu-o no campnula
Ella lerantou-se, ailiia, assustala.
Que iat ? nSo esp;ro ninguem !
Inslinotivameute J>i'g-i tambam se le-
rantou e recuou a cadmira, Georgetta deu
um salto lo canap janella.
E voltou de3vairada para junto do ad-
rogado.
Meu marido !
Jorga fez um movimanto para retirar se.
i!a prosegua c:m volublidade.
Estamos perdidos, se o encontra
aqu.
Porque ?
Georgetta levantou as mSos para o co.
Meu Deua Mea Dms !
- Mas, ;."!iha senhora, eu lhe expli-
car-i.
hile nada lia de querer ouvir, uada
co aprehender. E' um seUagem, j lhe
dis3c. Aim disso aae quero que ello sai-
ba qu-? o senhoi roio que tome um
aorogado, que quera t-zer um processo.
Andar 'de um .aio para outro, des/ai-
ra!-., come se tivesse perdido a razSo.
Jorge cc::v$ou a sentir una certa an-
gustia.
Nao nba medo, mas o rosto aasu3tado
da mora i'iquietava o.
Elli rros'.guio, cada vez mais amedron-
tada :
UC" passos na esc ida, sob3! que
havfinus ue f.zer ?
So vej j um meio, disse Jorge, que
oujO de sancrue
Matava-o, ant a que o aeahqr tives-
so t'-mpo de pronunciar urna palavra.
E parecia procurar alguma cousa coa
oa olbos.
Indicou a porta do gabinete.
NSo, melhor esconder sa... Eutre
alli... Nao levar I muito tempo.
O advogado quiz protestar.
A moga langou-se-lhe ao piacogo.
Supp o lbe... E' por mim... E'
a -jioha vida qua salva.. Livaro meu
marido para outra sala. Um criado vira
busc?.!-o e o acnhor sabir som que elle o
tenba visto.
Ouvia so o trtvejar de urna voz rule
nos corredor'8.
Era o supposto conde que ralbava com
os criados.
Mas olio ra surprendar-mo... So
desconfii I balbucou Jorge.
- Nao o ver... Fica a meu cuida-
do E empurrara o mancebo para o ga-
binete. Ello hesitara, nao sabia o que do-
ria fazer, a. ha va a aventura extraordina-
ria, maa baVa no olhar da condessa um
tal mudo, nos aeua gestos urna tal suppli-
ca, que se dcxou levar.
Entrou no gabinete.
Gsorget'a fv.hou a porta com vivacida-
5!*
de, correu um ferrolho
meio da sala.
Era tempo.
O conde entrar.
XVI
o roltou para o
mos qu=m s3 no oe mu :a sa'oere-
miia 1
mos
havia conser* *o a n
fro, diz-r 11k ladr.
O aposento, onde tinha penetrado Jor-
ge de Fresuiere, era urna espacie de ro-
tonda situada em urna das torres do cas-
tello A janella era fechada por urna des
tas redes do ferro que se v anda as
aberturas das antigs construyes e que
lhe (iava o aspecto de urna vardadeira pri-
so. Ao rer se encerrado all, o joren
adrogado sentiu o coragSo apertar-se-lhe.
Foi immadiatament3 arrancado s suas
nflexSea pelo rumor que se fazia na
sala.
Applicou o ou/ido.
Digo-lho minha senhora, gritara urna
voz forto, que estara aqu alguem co To-
sigo .
Juro-lhe, meu amigo l...
Por que nilo foi ao meu encontr?
N2o ouvi... Dormitara... Estou do-
ent'', abatida... Tenba d de mim !
O marido prospguu, mordaz e crul:
Eu bem sabia que a havia do sor-
prender.
Pelo que tonho do mais caro pro-
teatou ella.
Ueixe-ma passar...
O ruido dos pasaos approximava-se.
Jorge adirinhou que o marido diriga se
para o seu esconderijo.
Que fazia ?
Tomou resolutamente o seo partido. la
dizertudo... confesaar tudo. Nao poda
car n'aquell fjlsa posicXo.
Esperou.
J lhe disse, replicou a voz do bo-
mem, que est alli alguem.
Nao esta, meu amigo'... Juro pela
cabega de minha mi '
Por que no rae deixa eatiXo entrar?
Seria duvidar da minha palavra, fa-
zer-me urna injuria que nunca lhe perdoa
ra.
O horaem den urna gargalhada.
E' verdade... Nao quero 03ultal a.
Vemo-no3 t2o poucas vezes.
Jorge ouviu como que um suspiro de al-
livo.
Jorge respirou por seu turno, mas na
quello momento urna idea singular desper-
tou-se-lhe no animo. Imaginara que j
ha va ouvido o timbre daquella voz. A
entonaco tinha tomado mais volume, mas
o orgio tinha-o imur-seionado.
An al poda ter encontrado o conde de
Cieinoaa om Pars, e tel-o ouvido fail ir,
aem saber que era elle. Eocontramo nos
tantas vezes d um momento para outro
em relacSes com pessoas que nao sabe-
fin TrsmTV'?
uiliijim
JOSLAHONZA

POR

I
I
AGOOfiS Dli FLOT E PEDRO M\EL
TERCE1R1 P tt T E
O AUVW.HO
(CoutinuacSo da n. 100)
III
Continuou a sua leitura :
Quanto ao negocio d'Isaac, chegada
a oscasiao de apertar o nosso hornera. V
capa delle e aprsente a nota. Manifes-
t ao raesmo tempo o meu peznr de nao
poder coninuar com os adiantamentos. Se
for necessaro, pega-lhe garanta. Quero
que a partida seja ganha de antemSo. As
suas informay5es convenceram-me que ell^
deve, pelo menas, cem mil francos ao bcu
cofre, ou trezentos mil francos, ocluido o
que nos deve. E' chegado o momento, hei
ie embargar oa aeu8 vencmento3. dom
certeza ha outros intereaaados uln de nos.
EntSo, euste o que custar, a bella deS-
tieahosa ha de ceder. Ella vale bem du-
zentos mil francos, ou daria at o dobro.
S a lembranga dessa mulher incendia me
as reas. NSo se descuide de nada. E'
so que o bario n5o possa escapar.
- Muito bem disse inpetto Dirmalr,
.a voz tenho a prova de que o tal Rou-
vai, coutrubandista, um tratante perfeito.
amos a outra carta.
A outra carta eatava escripia em lingua
I e3panhola-
Juliano apanbou as segrate pbrases .
Escape de boa : uma bala passou-me
a um centmetro da cabera, aem contar
tres obuzes Hotcckss no casco do meu
yacht. Ah meu vclho, bra penaei que
dessa vez estara tudo acabado. Esse dou
for tem ujj temperaments singular, resista
a tudo. Mas lida hei da encentra! o.
Veremos se poder vencer o diabo, que me
ajuia.
Eutretauto, nSo pcr:as de vista a pe
quena.
par- se
p'.ctiv i
tabam pr
tu
Oer am-nte anda nao tem idade
asar Ms quando se tem a pers-
am dote
cadentes.
de seis rahies, nilo
E' preciso tratar de
-. -'t
u ci^lmeate Je um abrigo para e
futuro. Nao esquejas que, morto o irmo,
ella a nica herieira.
O que te noaso dizer, que ello nao
vencer o iaglez fcilmente.
1 Oomo ra tua lha, a viajante *
Esta segunda carta estava assignada :
Jos
Juliano Darmaillr ficou lensatiro.
Passado um momento comejou mental
mente o srguinte soliloquio :
Que 13 esse Jos ? Desconhecido.
O doutor deve ser Maximiliano. A irnoS,
cera um dote de seis milhSes, Bertha.
Isso nao tom duvida. Salta aos olhos.
Mas, entao, como conciliar tudo iaso ?
Sj Rouval quer casar com Bertha, esse Jo-
s nao a pode pt-t-nder ; se, pelo contra-
ro, Jos, nao na nada para Rraval. No-
?a-Y""k e Bombaim excluera se reciproca-
mente.
De repente, batea na testa.
J sed, os extremos tocara se. Em
vez le se ioclurem, concordara. Roural
est enearregado de aquecer o lugar para
Jos. A qu< Stephan quer a menina
d'Isaac, a menina :'Isa', sin, mas qual
dellas ? Ha duaa.
Or*, a mais moga a noira de Treguern,
portanto a mais velha. < A baila desde-
ahosa, sm, ella mesra-, a ssberba Re-
nata, que sem duvida acba o tratante mui-
to presumido.
Darmailly caminhava, cmqu.into appro-
xiraava os termos do seu raciocinio.
Essea tratantes s2o de forga. Mano-
brara bem.
Nao importa Jos ou Rouval, Roural
ou Jos, tenho agora em rallo o plano dea-
ses das to nens. E, tratantes*, accreacen-
tou. elle, rueda nao nao me conhecem 1 Eu
sou um rapazola, nao aaaira, meuj re-
lmeos O rapazoh far tudo quanto pu.
der para os embaragar. Voces querem o
dnheio. Eu quero Bertha. Voces t n
por si o diabo, & mim Deus ba de ajudar.
Apresara o passo, atraressou Passy r-
pidamente e entrou aa raa de Boulain-il-
liers.
Vimol-o entrar em casa da Sra. Fran-
cs.
Quando se avistaram, o mogo disso
viuva :
Antes de ojvir as suas coufidenuias,
minha ta, uevo annunciar-lhe que j o-
mecei as minbas p?Bquzas.
Que pesqaicas T
A discsao* ptrecia ter .coajado, mas
uma plirasT^uc c* gou ao ouvilo doman
cobo, fel-o catre njccr at madulla^os
08808;
NSo abrirei o gabinete em attaog >
senhora, disse o hornera, mas fago o que
uraa vez fez un a rain te na minha t;rra,
que como eu tioha durias... Vou man
dalo murar.
Jorge ouviu un grito de horror, e quaii
grtou tarabem.
Bem v, replicou o ramio, que tora
medo, o que -st alli algue a.
O adrogado ii bator aporta, aprasea-
tar-se, quando u na voz, a 703 da mulher,
chegou at Ale, pdos intersticios lapirta.
NSo se raoxa... nada rice3. Eu o
sal va re.
O marido o a eolessa parocum ter sa-
bido.
Jorge tinha calofros por todo o corp^.
Um suor fri inunda va-o.
Em que lago tiaii* elle vindoc-abir?
Pensou em Clara, no seu amor.
P..raceu-lhe de ra.jeate quo a c'umma
daquella amor, que iluminara toda a sua
vida, acabava de spagar-so.
Tioha medo.
O silencia que se fizera sbitamente, aa-
sustava o mais que oa gritos que lhe tinham
cbegido aos ouvidos.
Foi janella.
Atravez das gra i'3, vu 03 ratos do sol
que tinham conseguido n3gir as nuveo3,
e douravam os cuines das arrores verda-
j antes.
Depois voltou para a porta; t-ntou a-
bril-a.
A porta nSo so raexeu, catara fechada
por fra.
Jorge roltou para dentro e sentou-so.
Que tempo ia alli fiear?
A sua inquietagao transforraou se em an-
cedfld',,
Passou-so uma hora ; depois, duis.
Ninguem o rinha soltar.
Toda a casa pareca raorta.
Um silencio profundo a cercara.
Quando pela raanba vu Rouatao, ura
8niatro presentimento se apoderou delle.
Aqueile hornera trazia-lhe dasgraga. NSo
deia ter pirtido, vr caaa daquella mu-
lher que nSo oonhecia, e cujos modos lh)
parecerara a principio So extraordinarios...
mas o desejo de ganhar 'inheiro, de fazer
ruido em torno do seu nome, de defender
uma causa intaressanta, tinha o|foito esque
cer qualquer outra cmsideragSo... Estava
seguro de si. O seu amor era urna coura-
ga autlieiente para o proteger contra os
pergos de urna seducgSo, pois que julgava
nSo ter outra ous a receiar...
Quem poda prever tquillo que lhe acon-
teca ?
Entretanto, a esparanga nSo tinha ainla
abandonado.
Dizia da si para si, qua era impossivel
que a coudessa o deixasse alli ficar.
Devia estar rendo sa afaatara o maride
e depois viria soltal o, logo que tivesso um
momento de lib'riada... Ficava quite com
uma tarde de solido. O que mais o ator
menta va naquello momento, era a forae.
Tinha partido o jjuro, e o estomago in-
commodava-o horrireluante. De7am ser
horas de almogo.
Naquelle momento, um ruido na janella
attrahu a sua attengSo.
Parecia alguma cousa a rogar pela pa-
rede.
Correu para l.
Vu um ce&tinho balangando-ao na altu
ra da jan Ha, co .u sedeacesse do telhado.
Agarrouo, e, como nao polia fazel-o en-
trar pelas gradas, tirou una un 03 objec-
tos contidos nclle. Enoontrou em pri neiro
lugar um bilhete da condessa, reco.nmen-
dando-Ihe que comease com appetite e que
eativesse tranquillo. Seu marido devia par-
gabineta. Havia do vel-'os partir juntoa deletj, (,.. 'ji.s
oarruagem, mis que alose asaustasse. |
Ella ia somante ate Fra e roltava.
Ciu aqueile bilhete, o cotohi era tinha
stas iafir:nig5:3 ohegC-
ram aosjornaas por uma vi desconheci-
da, por notas se n asaigiatura.
EntSo esqueceu? As informagS'S que
pedio sobre a grande casa Roural & C.
Ah 1 exclamou vivamente a Sra.
Francs, o descobriste alguma cousa ?
Alguma cousa, sem duvida, mas na-
da de muito extraordinario.
EntSo que diz depressa. Ests
me torturando.
Sei quem esse senJior Stephal Rou-
ral.
Em summa ?...
Juliano sorrio, e comprimentando a ta :
Um tratante... disse elle.
IV
A 3ra. Francs fez um gesto de descon-
tenta raento o impaciencia.
Sempro o mesmo Juliano. Se sou-
besses de quem se trata,J nSo ririaa com
esse tora de gracejo. .
O mogo ficou muito grare.
Fallo o mais seriamente possivol, mi-
nha boa ta. O Sr. Rouval um tratan-
te. Eu j tinha essa convicgSo, hoje te-
nho a prora.
A prova ? EntSo sabes ulguma cou-
sa ?
Mas Juliano era realmente digno de ser
um verdadeiro inquisidor. NSo se deixou
corromper por essa curiosidade da ta. Ti-
nha o seu plano e julgava qua os seus in-
dicios inda eram pouco seguros e nao po-
da confiar asf suas Buapeitas :a ninguem,
especialmente a uma mulher, anda que es
ta fo3se boa e discreta, como era a Sra.
Francs. Um sagrado nunca bem guar-
dado senSo por um s depositario. De
mais, ello tinha previsto a impaciencia e as
perguntas de sua ta. O melhor meio de
as Iludir era parecer responder, revelando
hbilmente uma parcella da verla le.
Darmailly, portanto, respondeu sem he-
sitar :
Ora, a senhora serapre pensa, que
eu fallodevianamente.
NSo, nSo. O que tu vas dizar gra-
ve, meu caro filbo.
Oh muito grave, minha ta, muito
grave.
Realmente, estas me m ;ttendo raedo f
Diza depressa.
Mas a senhora nSo tinha alguma cou-
sa que confiar me 1
Oh exclamou a Sra. Francs, de
pos, isso vira depois.
Bom I NesBe caso craego, com a
sua permisaSo.
Sim, sm, anda. E s breve.
Se eu for breve, a senhora nSo sabe-
r nada.
tir n?S8a me-ma
ca ruis calma
noite ; a sua colera pare
e j nilo se lembrava do
tudo quanto era preciso p ira um copioso,
almogo.
J-.rge de Fresnres arranjou uma mea a
o melhor que p la, e coojeu.
Depois, para terp ian-ia, pos 8' a ro-
lar 03 papis que tinha na puta.
Tinha alguna charutos. Fu non o un
aps outros, apezax da nSo ser grande fu
mista.
Como s noite comegasse a cabir, Jorge
approxi.nou-se da janella n aiuirou a pai-
sagem proxi-na".
Estiva tranquillo agora, <: j nSo tinha
appri'hensSes. tra c'iegando a noite, esta
ra livra e podara tomar o carainbo de Pa-
rs.
Sobro a cumiada das arrores, ondulante
como vaga?, .;ah v j o novoeiro. Junto da
floresta c-r j noito. Desda que olhava pare,
fra, Jorge nao tiaha visto n nhum ente
vivo, era honra, era rebinho. Ap-Z >r
das trras serem cultivadas em redor do
castello, nSo se a ninguem. Estiva tudo
deserto Nlo havia casa era cabana nos
arrelore8. Aquella grande solilSo era da-
vida sera duvida visinhing la floresta,
quo afugentara os habitantes. Dir-se-ia
que o castello tinha ficado perdido naquel-
L.8 pir.gaas, depois de ter^visto tufo es-
boroar 3e e sossobrar en toruo delle.
Na floresta, o socego era profundo, so
leiu.ie ; a' 03 gritos do3 passaro3 tinha u
cessado. Cora o nevoeiro, os arradoros pi-
reciam mergulhar em urna porfunda mc-
tancolia.
Era quasi noie O sol j hivia desap-
parecido, quando o portlo," com ura Tangi-
do sinistro, girou nos gonz03.
Entrou no pateo uma oarruagem.
Era sera duvida a carruagera anouncia-
da. O marido ia partir la finalmente ser
libertado 1 Effactivamente, vu logo depois
dois vnl'.os moverem se, um ho-nara e urna
mulher, cujas teig5e3 era-lhe impossivel
distinguir, porgue adivQh;va-as mais do
que as via. Ouviu ura estalo de chicot ,
o depois um rolar veloz. O vehculo afas-
tiva se. O pirtSo fechou-se. Jorga s ti-
nha quo esperar alguos instantes. Resig
nou-8?. J nSo tinha que fumar. .. J nSo
tinha luz. J alo poda ver censa alguma
nos campos, enroltos em profunda e3curi
dao. Procurou 03 restos do almogo o co
meu. Passou se uma hora, duas, tres...
depois toda a noite. A oarruagem nlo ti-
nha roltado, o elle oontinuava a esperar.
S ento ura gran la terror se apoderou
delta. Tinha sido cruelmente engaa o,
trahdo. Cora que fim ? Qua iniraigo eru
easo? L*mbrou-se inmediatamente da R)
ustan... Aquella voz que lhe parecia re-
conhecer... Depois tinha-o visto pela ma-
nhS no mesmo tren. Ah miseravel 1
Comegou a ter medo de todas as desgra-
nas, e atrou-se pera cima da cama, com
lagrimas do angustia nos olhos, mord-'.ndo
com rara o travesseiro o os langes.
Que ia ser de Clara ? Tornal a-ia a ver ?
Um mez se havia pascado depois do
desappareciraento da Jorga Fren eres.
Aqueile des ipparacimento rayaterioso tinha
feito grande ruido no Tribunal, e em se-
guida na sociedade parziense, onde ojo
ven adrogado contara rauit>s amigos e
conhecimentos.
Toda a impretisa havia tratado daquello
acontecimento,#fazendo con3derag3es mais
ou menos felises. Comeg .ram por fallar do
um crine, por contar-lbe mesmo 03 porme-
nores; depois, por indic&gSo da ura dos
mais iioportaates jornaes da rasnhil, o caso
tomcu de reprate urna outra dreegSo.
NSo tinha havido sangue derramado...
Jorge de Fr. soirea nao estava morto. Se-
tuzido pelos bonitos olhos do uma cliente,
tinha fugilo cora ella. Para onde? Nin-
guo) o sabia. Por meiaa palavras fallou
se tambera na vinganga do marido da mu-
lher seduzida... de um gabineta murado,
Em una palavra, r3ta da notorieda-
de do sjqu.atraio, a jjello. historia fez du-
rante oito di33 un birulho enorme. Ali-
vinha-ae a imprasslo qlc dsria tar o
sido no palaeii i9 ^,rv9i_
Carlos tinha tido o cuida lo de eseonder
do 3ui irmS O3jor:iies, tn.s nli tinha po-
dido impedir a moga de inquietara por
nao ver Jorge. Clara nlo duvidava do sea -
amir, mis temia que tiy.asa acnr.eciio \.o
mancebo algui'adesgraga.
Carlos nSo lira fallava delle, e quands
am rra$ o interroga va a sou respeito, evi-
ta va responder. Aquella attituie augraen-
tara-lhe anda raas aa angustias.
Todas cstis preoccupa^Ses tinha :i feite
esquecef ura pouco, mesmo por Clara, o
velho encostado 'orlo no p Jacio o a sua
aventura. D.'p-jis de ter e3ta lo oto da
tntra a vida e a norte, o des onh:.'.ido re-
ouperou a p~>3so dos sentidos e as feridas
00 negarun a cicatrizar. N03 primeiroi
di as, Cira quiai nlo o deixou um instan-
te ; mais depois comegou a temer polo seu
amor, poucas vezes o n.i, porque quasi
fi-
M-u Deu3, tu me fazes perder a pa-
can da.
Juliano parecen resol cr-se de repente
Pois bem, minha boa tia, eis o que
sei. Ouga bem. A celebre, a grande casa
Rouval nSo o que a seahora acredita ;
nSo o que o povo pensa.
Ah 1 entao que ?
A senhora, como todo o man io, a
tem era conta da casa mais importante da
coramiasSes em Pariz, nSo asstra ?
Cora effeito, o que dizam della.
Pois bem, enganam se, mas nlo com-
pletamente. Ha coraraissarios e commiaaa-
rios; ba commissarios de polica e commis-
sarios de. .. .
A Sra. Francs forvia de impaciencia.
Oh I meu pobre Juliano, se soubes-
ses como isso aborrecido 1
Elle deu [uma risada e beijando-lbe a
ralo :
Deixe-me acabar e rer. Ha com-
missarios honestos o commissarios tratan-
tes. Oa Srs. Roural Pacheco & C. per-
tencem a eata cathegoria, sSo commissarios
relhacos. E eu rou exphcar-lhe era que
consista a sua industria.
A viura prestou ouvidos. Nunca Dar
mailly tere ouvinte t5o atiento.
Imagine, minha tia, que coramercian-
tes, aos quas nSo custa nada a mercadu-
ra que vendom.
NSo comprehendo. Que queree di-
zer ?
Minha ta, sabe o que um contra-
bandista ?
Sei, sem durida. EntSo, o Sr. Rou-
ral ...
Um contrabandista Justamente. A
senhora o disse.
Oh Juliano, ests divagando, ra
paz.
Nada absolutamente. O contrabando
da casa Roural consta disto, que as mer-
cadorias que ella rende por sua conta, as
sim como as que renda por conta alheia,
nSo pagara nada alfandega.
Ah, Juliano Darmailly arriecava uma
hypothese.
Elle tambera estara um pouco enredado
por casa palavra contrabando, que leu na
carta de? Rouval. Parecia lbe muito dffi
cil admitir que tal quantidsoie de merca
dorias podease entrar em Franga sem pa-
gar diritos.
As confas da casa Rouval reprosentavam
um milhSo de diritos pag03 alfandega.
Isso mostrara umaimportagao fornida vel.
Mas elle atrou isso um pouco ao acaso
as suas exphcagiJas Sra. Fraa.s, re-
solrido a elucidar mais tar le essa duvida.
cava cn;errada no seu quarto, psss.rado
todo > tempo a chorar.
O con-nissario de polica terminan com
rapidez o seu inquerito, e tolas as suspei-
tas, que a principio reeobiam sobre o feri-
do, se htriara disspado. Um dos median-
tes, presos alguna das depois da ten-
tativa criminosa, contou e que so havia
passado. Queixou-se muito da impruden-
cia do mulato e de toda idea qus tinha ti-
do de introduzir comsig no jardi a aqu ll
velho, cajos gritas tinham teito raaltograr
a t-ntatira. Alera d'isso, o magistrado ti-
nha dito a Carlo3 jue os pipis encontra-
dos em poder do ferdo estarara eru regra,
e qui aquella desgragado pareca ser am
hornera de bara. Tinha servido o sra paiz
com honra, e era con loe orado com meda-
Iha militar.
Era ura antig) z.iavo, chamado Jacques
Bernarl. Aquella revelagSo tiaha Borpra-
hendido rauto Carlos de Sarves, que se
lembrava de ter conheci lo outr'ora un an-
tigo soldado dessa nome, que havia servi-
do no Mxico em casa de sua mSi. Re-
aolveu interrogar o velho e esclarecer este
nov3 mysterio, mas 03 aconteciraento3 qua
sobreviverara, deram 3 suas deas ura ou-
tro curso. O ferdo tinha ficado era om"
dos quartos do p Jacio. Era tratado por
un criado de. confiang, as Carlos nao o
havia esquecido. Clara rabino, oomo vi-
raos, toda entr'gue sua d6r, pouco se
preoecupava com elle.
E entretanto o desconhe.ido nao podia
desviar o acu pensamento daquella) duas
criangis- Fallava constantemente nelle?.
Informava-3e sempra delles. Por u na es-
pecio de providencia sobre natural, tiaha
advinhado qua a d6r bavia cabido sobre
aquella casa. Pirecia-lhe que tiuha visto
03 olhos de Clara veroielhos, e as lagri as
subiram-lho tambera eos olhos. E nao po-
der conbacer a causa daquella ddr e no
poder coasolal-os mesmo cusa la sua
vida A reserva era que se f'nha conser-
vado para nao so descobrr, pira nao dei-
xar adivinhar o poderoso interessa que ti-
nha era conhecer os interessa que tiaha
en conhecer os infortunios dos seus sal-
vadores o compartilhal-os, causava-lho hor-
riveis torturas ra1 raes, retivdava a sua
cura. Soffria cruelmente em ficar preso
na cara, por nSo poder andar pola pala-
cio, informar-se. A pessoa quo o tratava,
e que ella rautas vezes tinha interrogado,
responiia Iho sompre qua nada saba.
Tiuha visto a menina chorar, mas gno-
rava a causa da sua dor. Julgava apenas
que se tratava de um casamento desfeito.
Ura mancebo a quera ella araava, tinha-a
deizado.
(Continua)
A bella viuva tinha levantado os brag03
cm signal de espanto.
O termo contrabandista, o mais brando
que Darmailly pode e quiz empregar, anda
foi muito forte para a Sra. Francs. Pen-
sava esta que nSo havia contrabando sem
assassiuato e batulhas con os gendarmes e
roubos de toda a sorte. Contrabandista
quena dizer salteador.
O raogo dexou-a aob essa impressSo.
Depois que abrandou ura pouco, elle, por
sua vez, pedio he que lha transmdase aa
suas ordens.
A Sra. Francs, entSo, contou-Ihe o ne-
ngecio d'Iaaac, expondo-lhe, 8obretudo, o
que ao refera venda das joias, ou pelo
menos a um emprestmo sobre o seu ra-
lor.
Juliano prestou a mesma attengSo que a
tia tinha prestado no comego da conversa.
Essa comraissSo era do seu agraio. Via
nclla novo meio de inrestigagSo. Es3e Rou-
val nSo era somonte um agente de negocios
duvidosos, era tambem uma especie de ban-
quero zangSo, usurario, com caaa do pre-
go. Com um espirito inventivo e cheo do
malicia como o seu, o mogo devia necessa-
riamente descobrr um processo que lbe per-
mittisse servir-se desse elemento novo para
os seus fios.
Despedio-se, portante, da tia, afira de
poder mais livreraente combinar as suas re-
8olugSes.
Ora, quando voltava a p, segundo o
seucoslune, para o seu aposento, situado
na ra de Rennos, recomegou o seu solilo-
quio interrompido pela sua visita. Os ter-
mos da carta de Rouval a Clanos volt.-
vam lhe memoria, e elle os coraraentava
a seu modo. As revelagSes da Sra. Fran-
cs tinham Iangido mais luz sobre o as-
aumpto.
Ah! ah I dizia elle de si para ai, o
patita estendeu bem a sua rede. Querem
obrigar o Sr. d'Isaac a dar a sua filha
a esse Jos desconhecido. O Sr. d'Iaaac
devedor a Rouval, quo o tem prest) por
ah. Mediante o consentimento de Rena
ta a essa uniSo, o machiarelico f zedor do
i.egocos abandonar a divida. Ser no
bre, generoso grande. O papel fcil do
representa!. E quanto aos duzeutos 04
trezentos mil francos qua custar, nao se-
rio perdidos. RepresentarSo uma especie
de udiantameuto, feito por Stephan ao Jo-
s, da beranga eventual do fuuccionari >.
Juliano comegou a rrHecr quasi em voz
alta :
E, se i'laaaoj p^i nSo fossa rico i>
Porque elle tem um enprego magaifico, e
pede emprestado. Pede Unto, quej para
-
pagar as suas dividas obligado a vender
as joias das filhas Pobre ..raem I ac-
creaeentou melanclicamente Juliano. Co-
mo ficou reduzido a 3to ?
Interrompeu-3e, e esfregando as maos :
- Oh 1 oh I disse de si para si, sera
esplendido I Empenhar 03 diamantes das
meninas d'Isaac om caaa deaae meamo Rou-
val nSo seria o cumulo da maldade prati-
ca? R flictamos um poucocbinho.
As reflexSes de Juliano o levarara a
pouco e pouco a comprehender as ppsigScs
resrectivas das partes. Era evidente que
o Sr. d'Isaac nSo estava em piaiglo nor-
mal com relagao a Rouval. Por que enea-
deamento de circumstancias estava ello li-
gado a esse bomcm, quo tao psala lhe
turna va a cadeia da sua sujeigSo ?
Se Darmailly, em vez de os substituir
pela forga do sed espirito inventivo, tivassa
conheci lo 03 factos, tera sabido qua o ba-
rSo jogador tinha a pouco e pouco gasto o
c .pital de dote de 8ua mulher. O jogo
tinha a pouco e pouco completado essa
ruina, e elle s se cnaer^ava era p,
gragas aos emprestamos auccessires da ca-
sa Roural. Ora, essea empreatmos nSo
representavam^lkm capital, mas una divi-
da. De uma fortuna primitivamente supe-
rior a um milhSo e que os renciraentos con-
sileraveis do emprego que o Sr. d'Iaaac
oceupava faziam araliar no dobro, nSo re3-
tiva mais nada alm dos cem ou cento e
cincoenta mil francos de joias. Quanto s
apolices -e Renata anda nSo sabia toda a
rerdade essas tambem tinham desappare-
cido.
O funacionario dispunha annualmeiit* doi'
sessenta mil francos do honorarios que lha
pagava o Estado, ao3 quaes. tinha ajunta-
do at entSo as quantias tomadas por em-
prestimo a Rou?al. V-se que o desastre
era completo. E quanto aos dficits do co-
fre departamental, esses explieavam-samo-
malraente assira : O barSo retira va os seus
renciraentos e anda mais, certo de po-
der [supprir o desfalque por meio de em-
preatmos, cono amortisaria o empreatimo
por meio de retiradas do cofre. Mas, o
dahi ororinha a situacSo desesperada d*
infeliz, elle tinha neglgencia-.lo co ;ipleU-
mente, tiuha eaqaecido, talvez, es.a araor-
.sagSo destinada manter a sua divida
corrente nivelada.
Agora, perdida a beca pelo orguluo a
ela imprevidenca, acabara como tanfar-
rSo, da marcar uma data-para o reembolsa
da sua divida. 1
Continuar-i-hi-' )


Tjp. do
Diario roa Duque de Carias n .
r

1
HBHi


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