Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16802


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Full Text
^mm^bm
II......JOIOO BS
For traa inesaa achantados...............
Por seis ditos i!im.......... .....* f v
Por am uno idea................. 23UUO
Caa nuin.ro &vulso, do meaijo dn. ........w w'-A
TI5i-ilI.il 10 BE Milfl I
IRA OEtTl'HO IB FORA DA PROVISO IA
Por seis mezea adiantados............... 13,}500
Por nove ditos idem.................. 200000
Por um anno idcm................. 27)JCOO
Cada numero avulso, do das aat-^rior.-a........... #100

$}r0priel>ai>e bt lanocl Jtgnrira be Jaria Sios
.
TELE6BAIIAS

i
.


'

accio do calor. Provi-.e a exieteo.ia. desUa Car-
reles pela experiencia de 8 ebe.-k que comiste ein
spproxnn.r a cu. runa de u ai I impida di alcool
a um circuito metallico, firmado p;la lamina de
eebre s 'ldaJ.i a amina !e bismutho uo interior de
qual gira sobre um fulcro verti! um* agnlha
mignec* L;gj juo se iva'iai a approxim acao
da ehauma, estando o apparelhj collocalo na *i-
reccij do plano :aagnotico, a agulha desvia-so do
modo que indica a passagera do um corrente.
Ub3erva-so guul phen;meoo, mas em sentido di-
verso, se conservando a rxtremidade i temperatu-
ra ordioana, uporoximarm )a de um pedaco de gelo
A corrente denunciada tantomais mergica quinto
maior a d fferenca entra as torap:rat'jr as das
duas extremidades do ap arc'.h'.
Pilona thermo electrieas tio os apparelhos des-
tinados a aecumular as ti.B's therm.-electiio la
prednsiia n'um circuito de diff-rrentes m'taes.
A maia simples desvia pilhis a do Nobili a qu u
se compOe do um i serie de pequeas barras do
bisinu'ho e de antimonio soldadas entre si, na ds-
poaicio que moBtra u figu.a. As soldaduras do
numero par icain todas a um lado, e as de uumoro
impar ao ontro lado ; deata m neira, elevaudo-se
a temperatura de um dos lado, pro luzem -se c >r-
rentos, cuja intensidado autficieu'e para ser
observada no gal van metro. Os fioi que p*rlem
deste ultimo instrumento deven ligar se ao ultimo
bisxutbo e ao primeiro .intiin uio.
CAPITULO XVI
Electro-D^hamica. AcC03S mutuas DAS CORRX-
TB8 ELCTRICAS. SoLESOlDKS ; SOA CtRC .LACO SOB
A INFLUENCIA DA TERRA. ThBORIA DE AllPRB
SOBKE O MAGNETISMO .
D-s o nomede e'ectrj-lynamiea parte da elc-
ctricidade que trata das accoei mutuas das cor-
rentaa elctricas. Eitasaccots rs'io sujaitas a
leis aegniatec :
Leis das corrco'ea parallelas. 1 Duas corren-
tia parallelas, uo mesmo teutido, atlnh m-se. 2o.
Duas correntes parellelas, o em sentido contrario,
ropellem-se.
L<:a las c*rr n'es que se crusain. 1. Daas
Curren.e.- rectiiiwaa e angulares aUraUe-in-ae quari-
do se aporuxiuiaui U ce .if&slaia do vrtice do au
guio. 2. Duas correntea rectilneas e angulares
repc'leui se, quau lo urna se approximaea outra se
afasia do vei tice do ngulo. Estas leis 9J pra
ticamente demnstralas por apparelhos.
Lm J.i tjrr ut i tn:u's.ii. A aecao de uoa
correte siuuosa i igual de urna de corrente re
c'ilinea do pr->jeccSo igual a-> s u comprimentn.
Solenotie um jjrateuia 4e p queuis correatea
circularesjguaes e paralKlas formada par umfo de
cobre, coberto de se la, enrollado em bece p>r-
pendicularmente a urna p ir'e rectilnea. As pro-
pri-riadea dos olenoides, quaodo nuiles paasa urna
Conde tle Hac; e>t ir. preirfeale do cuente, sao anal gas s dos imans, pelo que to-
mam a direetio das agulhas de uclinacSo e d
d. clin -ca >, < o.iforme giram sobre um eixo hori-
sontal u vertie.il. As suas extremida los denomi
nam-se polo-norte t polo-sul.
Da aualogia ou antes identidad doa cffeitos doe
imans e dos solenoidesderivou Aupare a sua theo-
ria s bre o magnetismo, a 1 utiiu 1 > tiot primeiros
a existencia d< oorreates voltaieai circulando em
toroo das moeculns que 03 cjustituem," firmando
assim p 'quenos solenoides. Segundo esta th'oria,
quando os corpoa nao eatao maguetiaados, as cor-
r nt< a molleculares annullam-se reciprocamente,
por ter ni direcces inversas, e quando os corpos
se migoetisam orientam se essas correutes no
mesmo sentido, perpend;cularmeu'e \ linha que
pasaa pelos polos, daudo urna resultante equivalen-
te a una corrente circular em torno da superficie
di imn.
(Coi<*nu7.)
RIO 'E JANEIUO, 9 de Maio, 1
da larde. (Jtfrcebido s 2 horas e 50 mi-
nutos da tuvl.', pilo cabo sub.narino).
8. n. o Imrierador fol hontem ac-
commellido de l'gelro Incommodo,
melborando loao dejioS.
Hoje aebaoe multo moiiiormio.
A Cmara don Depuiauus nao fanc
clonou uoj<>.
S. Esc. o Mr. Barde ce Cotegipe. pro
Idate do conneltio de mlttilro".
ritii iralnnd de recompor o mlnls
terlo.
Pol removido nrao termo de Itra-
ganra na provincia do t* r <> juiz mn-
nirip-.i e de orphioM bacbarel qiiini i/niii. tlinn *o em etTelo a no-
mearilo do bacharel Antonio tagus-
to do Santn Porto Filfco. anterior-
mente felfa para o lito termo.
ulO DE JANEIRO, 9 'le Maio, s 6
hor: 8 e 5 minutos 'la t*r!e. \Ricebido s 8
hors e 25 minut>9, >"lo rabo subrairinoj.
Forana concedida* multa traca a
peioa da proalucla de S. Paulo.
Em Neonao de boje do Senado o r.
Escragnolle Taunar apjrestcnloa um
projecto de lei obre o casamento
civil obrlgatorio.
Ka meima aeas:Io o Hr. Viwconde
de Pelota prouunciou uua dlcuro
referente a quealo militar.
Aetia-*e sravemcnie enrer-mo o
Senado.

- i .
'.
>f'
i ai r'..-.. j D'nri)
HAVRE, 8 d- Maio, s i2 horas da ma-
nha.
Em ronweuu oncla de urna forte cer-
raro o rande paquete CHAMPAGNE
da compaishia geral Transatlntica
abalroou -. i l*>f a de Courceullea (em
tocadura do Sena) con o vapor VIL-
LE DE BIO D JANEIRO, caplto Fonn-
el da compankla Cbargeaia Reu-
In* que voltava do Brasil, tendo na
hldo. de Pernamburo a 19 do mes
pausado.
VILLE DE RO DE JANEIRO fol logo
a pique e o CH IMPAGNE teve grandes
avarias.
A trtpitlaco e pussagelro- do VIL-
LE DE RIO DE JA.NEt-vO enlMO todos sal-
vas.
Cerca de SO tmmigrantcs Italla-
noN. passageiros do CHAMPAGNE pe-
reccr-.-v.
lh ;s circu! ir junta pvr copia ; cabi ma de mi-
nln ;iart, ptiAeUAT a V. Exs. n5o mo descuidar
de 'sforcir-me panqu ellas nao so d'sviem do
o.naimento d> goveruo.
Deoa guarid a V. E*;'. Ill'.u. e Etra. Sr. Dr.
Pedro /cente le Axevedo. Muito digne pr.si -
d 'nt da provincia de Pernambuco.O jais de di-
reito, Prmeiacj da Cuuha Cistllo Branco.
Cirenlar.Ju-a/do diroito de Bom Jardin, 3 da
Mniode 1887,
Ilra Sr.Tr.nsraitto a V.-S. para eU conhe-
cimento' e stricta obnrvaucia, na parte que he
diz respe!tj a iuolosi epia Jo odioio do Eirn. Sr.
presideutu d provincia, de a5 do Abril u.timj a
eate jaizo dirigid i, :i) quil, mioifestari 1) ello o
Densamente da administrac*" i em rdacAo ao pleito
el itor.il, que se vai abrir no dia 23 do Corrente
para ver'adrese ju z a do paz ueata comaren,
recom:n:uJa om iatmresae, absoluta aeutralidade
por parte diis autoridades, principalmente s po-
iiciaes no inesnio pleito eleitoral.
P.oeur irai e>m toda a sencJo de animo e im-
pireiadiile de m;u eirgo, eorreapouder -louva-
vel iut 'iifo a acertada medida do governo, de
modo a que nio se verifique oceurrencia de espe-
cie algumt, que p >ssa ser interpretada como um
concurso, directo ou Indirecto, prestado pelas au
tonda Jes ijmlqacr dos grnpo3 polticos ; e espe-
ro que V. S., compen;trado do sentimento do dc-
ver e de iguaei intuitos, < mpregar todo3 0s esfir-
cos no sentido d'i evitarse qualqner auxilio ou
manif'staeao de apno, qaer antes, quer depois da
eletca", e durante '"sta, aos partidoa.
Com iato V. S alemde i)0ip;r a este jaizo a
penosa ob'gicS da referir presidencia factos
di'sagradavea e tornar iffectiva a responsabilida-
de de quem for encontrado em culpa, fornecer
o., prova iuequivoea da sua de licaco u. ni-
tenc/Io a tranquil! l'tie pu'iliea, a te n4i uiar do
cargo pira fio3 div-raoa d >s destinad >s pela lei.
N :ste sentido m* dirijo timbem aos Dr promo
tor pnbnei, d.'legadi, subielegadis e juizes de
paz, seguu 11 determina a ineami presid ncia no
i ter i lo efficio, c preacreve o aviso de 30 de Abril
de 1851.
I) us guarde a V. S. Ilm. S. teneate Bernar-
do (Jomes de Moura Uoutnho Mui digno l">aup-
plente em exercicio do juizo ininicipal do termo.
Ojuil de direito, Prauciaej di Cunhi Cjstello
Branco.
Subarevo e assi'g-.o. Bom Jariim, 4 de M:>io
de 1887.O escrivo, Carlos Pcrreira da Silva.
LISBOA
O Eim. "ir. :. belio U de Mac-
alo minit.tr:> d tuarinba e das rolo-
alas tentto wi: > rcilldi jior um de-
pulado pedio !ctnlJ3 de suas funr-
rs>es.
RIO DE JANEIRO, 9 d Maio, tarde.
Boje n:'.o houve sexsfio a Cmara
tos leput: Xh Senado o senador E cra.iiollc
fauna; nprowentou um projecto de
le sobre o casamento civil.
HAVRE, 9 ie litio.
Hontem o Sr. Goblet presidente do
cuumiIi i e mluistrus ii:: u.urou
aqoi a e.voi>-ic!io mnritima.*
U. Esc. pronunclou um discurso
em ea>acter bastante pacifico e de-
clarou que para o equilibrio do or-
camentu governo ser obrigado a
augmentar as taxas sobre diversas
mercaduras.
Agones* ilav:..,, d;ia! .>- Poroambaoo,
.'ABTE OFFIClAx,
Governo da Provincia
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 7 DE
MAIO DE 1887
Antonio Gomes S'-nna. Sim, com as
restriegues do estylo.
Ba,-harel Fulgen i> Infanta da Albuqu r
quo^e Mello. Sim, proviaoriatnonte.
Bacharel Honorio Heraietto Corria de
Britto.Justifico asfaltas.. Depois da
notado ca scelo competente da secretaria
do Governo remetta-se este requer ment
ao Sr. inspector da Thesouraria de Fazen-
da para os fir.s conveni-'iit".
Joflo Jos de Amorim.Tomo conhed-
mento do recurso para approvar smento
o pagamento de 830^57.6 coustanto do
coutra'to de 5 de Janeiro deste anuo, at-
t^ndndo a3 considerases que faz a c-
mara quanto aos motivos que teve pr.ra
o n'io imnpriiuea'o dos ars. 47 da lei de
Io de Outubro do 1828 e 97 da lei provin-
cial n. 12J do 21 de Junho da 1875.
JoSo Baptista de Oliveira. Em vista
das infor oa^oes nao ba que deferir.
Joao Caocio de Araujo Vascaanellos.
Oojo requ'-r.
Jauuaria Carolina dos Aojos. Como
raquer.
Joo Rufino dos Santos. Sim, com as
r'strici,5 s do estylo.
Jos Josquim Alves & C Siui, com as
restric^Sjs do estylo.
Rosa & Fi!bu8. Informo o Sr. com
mandante Rodrigues & 8 .utos. Sim, com as
restriccoas do estylo.
Uiub Iua da Costa Soarea D tri io
com o officio icsta data ao director doPresi
dio de Feruau la de Norouba.
Secretaria da Presidencia de Pernam
9 da Maio r l
*>.-
IKSiHUCCAO POPULAR
-
ELECTRIC1DADE
{Extrahido)
DAS ESCOLAS E 1A H1BLIOTBECA DO POVO
F..EITUO MitiS ETICO
CAPITULO XV
Effbitos maometicos das coRBaaTKS ; EZpaaraaciA
DE OkRSTBO ; LSI DI AMPSlia. Galvabombtuo
COBBBKTKS THEBMO ELCTRICAS. ILBA DB NoBILI.
(C'minnaco)
Correatet taermo-eletricas sio as producidas pe.
bueo, 9 do Mais de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
Juixo de Jireito de U ut Jsidim, em 3 lo Mi
de 18a7.
Illio. e Ex a. Sr.Coai o ufficio de 25 de Aom
uliin. V. Exc. mnuifesiitaJo o vuipeuho da ndiui-
ni.-traciu da provmci cjih retereuciit a elici>,
que \ ii l lu^ar u 'i do uorre itf, ueata comarca,
para vereadorea e juitea da paz, recounneud ms
que luapeccioua o procediaieuto las autaridaOes
u'uqui, prineip>Tlmeute as puiic so aonteiibaui de, por qunlqui-r modo de ioteivir
no pleito eleitoral e ^uai Jvui bfoluta ueatrar
daili-, vi.-ro que a misto qn-: mea c >iopi t oe>
bc l-.es, uu a de uuxiliir aos partio*, cuta
d ar.speito as l'is, iBib oe ati<-ndrr eatas um
cn-u uie para que s> jauj icocn PxeciHt.ias, nv
luteresae a od m e irau^unioae p0lic.i,*a, ao
uiesino tempo, me deterunu. que, faseudo Biitir s
r t nuaa autoridades que rasa presidencia u
iol>'mi quaesquer viole..ei^s iu exc aso*, a pr -
ici'o Je cumprimeu'o de o. ver^s, o* leve, qiiuudu
us n J>, uo i-oiih ci'iii uio mi V. lile, para a de
vida puuieo.
Tjui.' oa cousid-Tav), que d- vo, a det rmi
n',io supr,., d-sta del scieucia, conforme onleua
esaa DHflJeucia uosobreOllo offielo e prescieVe,
in fine 0 aviso do iliuisl.no da Justica d.' 3o de
Abril ae lsdl, Ai mesmas auiouJades, dirigaio-
i*. >:;.>> :!. i.raui einmi' geracs
de preparatorios ui I8S9 orfranl-
sado de conrormidade oin as di* -
posleftes do lcrelo n 9,011 del
de Oululiro de I8S6 e do aiii.i i.
94 de 19 deMarco de issi.
(Coocraalo)
Phoaophia
P^ra o exam9 de pbilos^pbia o eauJ;dato deve-
r exhibir certidea do se acbsr habilitado as lia-
guas, em mathemticas e em bistoria.
Prova cscriptu
D^senvolvimento di parta, escolhida p' los cii-
minadores, do pjnto deaigoado pula serte deutre os
abano iudicades.
Prova oral
Jousist r as respostas su bre um ponto sortea-
do den:re os abaixo ndicid'-S, e sobr as genera-
lidades que Ihe forem relativas.
I.ltlO i.II'', io
1. Definido s, bjecto, diviao, importancia da
pbilosiph: : suas relacOSI com as outras cien-
cias.
Oatologia elementar
2. Do ser. Da aciencia.
3. o infinito e do finito, do ab.o'uto e do rela-
tivo, da substancia, do attributj o do modo.
4. Da causa em geral : causa efficieate, occa-
aional, material, iustrutneuti] c foal.
5. Do verdadeiro, do bem a do bello. N c5es
de esthetica.
6. 1) espe o, do tempo.
Peychologia
7. O c imposto human, paasag.'m da piysiolo-
gia p.-ycbologia. Dos tactos payeb.ilgicos, t'.-
culdad. s da almt.
8. Da sensibililale am geral. Da sensibilida-
de pbysic*. Dis sensacoes.
9. Da sensibilidude mtelle.-tual e moral. Sen-
time.-itos e ..tf. ..o s. .
10. Da iutelugencia em geral. -D i consceucia
ou percepeo innu.a.
11. Da pereepe/io externa. ElemenUs da per-
cvpyao. Os sentidos 3 seus i rros.
1. Das ideas em geral : 'defiaiebes, uifferen-
5 13. Da att n;ao. Da refl lio. Da ccmpTa-
cSo.
14. Da raso pora. Noyes e verdades prima-
rias.
15. Dojuizo. Do raciocinio.
16. Da memori .. Da ussocincio das ideas.
17. Oa abstrsccSo. Da goneralisagSo. Da
imaginneao.
la. Da liugua.iin: defisl^&o. D.rTcrencas,
classificaco, or.:gem e hciu iiili.de.
19. Da vontade : do iustuicto e do habito. Da
aotisil.il- livre.
20. Da '.b-risde e ama pravas. Difli'.ullad.'s
e ib-orlas.
21. Da uuidade, ileutidade e espirituadade
da alma. Argumentos e objoc^S.v. U'iio da
alma com o corpo.
Loge t
'. Ooj otos da lgica. Vletholo em geral.
Aun ye e eyolheae.
23 Methodis particulares. Qlaniaeaeia das
ac.eucii.8.
24. Oo meth ido inluetivo ; obsarvaeio, experi
me.r. icii e elassite.^iio.
b. Da aunlog a, iuduecao e hypAheae.
26- Dom-hoii dinouatrittivo; ari.mai; d -'
fiuicdea ; Ueuioiisiracao.
27. D. sjtlug'Sine ; uiarena e forma, tcrm->s
pr >posiy5e.-, figuras e regras.
28 tiraos do asaeiicimeulo, probabidade, evi-
deas IB c ceiltza.
29 Autoridale Jo teiteiuuun i h ui i.o. Ko-
gras Je Cnica bist'.r'Ca.
30. Ojt i r:. 3 : Cau-a* e remedin.
jTbeodica
31. NCOcS preiiiu rea Dii i:i de um tat.
upieoo. Arguoieut.a ptiysieos da t-xisieucia ue
D.us.
32 Arrumemos laoratoa e uieuphycicos d ixis-
imeA de Dcus. C.ioea da t'ios os argumeu-
10J.
33 Priui'ip*ea alt ibut'is d- Di us.
34. Da P. .vide 'Ci. e seos act .a. Argumeat is
a pnor', u posferiuri e indir- lUini-oie.
3 ras -e rea .lalie. : i.tieiou> duaiia-
m poiylui-uui., naiith-umo.
Mo. 1
36. Principie* i., acvi s buinau.s. O pina r
o o ni. O utu f o iiouesto. r-yasema d.- Stu.n
;lin.
37. Da comasarta saoral. DistiucvJo do bem
e if uial.
3? Lia iei uioi I e su pa.tea e.uipo.i U'ea.
oj. Deaiino d luu. ui e ii"in..rvl i.aedaai
mi. Arg.. .i ni .o priii.i.a-8 e eoiuplcui-utar- >.
40 >i pratle : deveres Jo D ,insui p.r^ com
g '"
4 v moral peraute a huiuaunlaue, a familia e
U lelil i >.
42. *i, i..i Nligi sa oa deven do homau para
com lo m-
11.si ra do p .los iphla
Ai Oojeeio, uiili.l ..:e, m.-tnoJJ, syatemas 6
(ItVlau j* blriurla j pbiioaophia.
44. Pun s.puia autga. Oi.grna oriiuUes.
l'hilosapbla grvg* autea de oc.a.ei.
45. Philosophia socrtica. PlatJ) eaAc-.de
mia.
J6. PhiLsophia depois de Scrates. Aristte-
les, P,rrho, Epicuro e Z ;no.
47. Philo ophia romani. Escila de A'.i'xan-
Iria, Os palies da igreja
i OS'
tica.
48. Phios.phia modiavel. Phas's da escalas-
49. Pbosopliia moderna. Bacon o Oescar-
tes.
50. Philosophia do sculo XVII. Sectsrio3 de
5 .-.ni e de DcBCirtes.
51. Philos'iphia do scala XVIII em Fran-
ca.
52. Philos 'phia ingleza do seculo XVIII.
53. Philosophia do secub XVIII na Alloma
aba.
51. Phosophia do sesulo XIX ui Inglaterra,
ein Frauci, nIcalia, na Alleminha e na Blgi-
ca.
55. Itc3umj de o-Ioj os systemas de philoso-
phia coutemporuaca e aui iauasueM no Brazii.
Sao exigidos s m.'ntc os livroi mencionados nes-
: pr i.-.'-'i .ni', i Quauto s gr immaticns o outros
"jinp MiJios pjlcrio ser alopiados pe'os profesao-
rei c directores de estabslecimentoa particulares
as que pr^-f-.-irem, enmtanto que nao sejam ex-
prc8cameu,te pruhibidoj. (Art. 106 do regula-
meut unnexo ao decreto n. 1371 A de 17 de Fe-
reiro de 1854 )
Entretanto os ex va -s de linguas e a ana'yau
Utteraiia em ibetorica e p etica sarao feitos pelos
linos m ncioua ios ueste progrHmma.
Blepartlvo 'i\ polica
2- s cyao. ecrotaria da polioia de
Pornimbueo, 9 Je Maio de 1887. -N. 43i
Illlio. e Kxm. Sr.--Participo a V. Exc.
que foram recolhiios na (.asa de D.tengAo
os s guintes individuos :
No di i 7 :
A' minha ordfia, Antonio Severino Ho-
lay e L.uriodo Jos dos Santos, romettidos
p'.lo subLlegado da Grraya, por disturbios
e uso de armas defezas.
A'ordem do subdelgiio do Recif",
Antonio Fortuoato Rotrigues do AuJrade
e Firmino Eufrasio da Silva, por distur
bios.
A' orlem do do 1 districo da Boa Vis
ta, Ifazi niatio Poreira da Cuaha, por em-
brigucz e disturbios.
No dia 8 :
A' miuha ordem, Jos Rob rto dos San-
tos, conbeoido por Boi, r metti lo pelo sub
del^gdo do Io distiiato lo b. Jos, como
alienado, at que tensa o conveniente des
tino ; e Joo afarcellino do Nascimento, por
disturbios.
Coiiimunicou mo o cidadoo Heliodoro da
Silva Oabral, cm oifi :io ift 22 do mez pr-
ximo findo, t.r niquella data assumido o
exercioio do cargo de delegado do termo
de Bom JafJim, na qualilade de 3* sup-
leote.
Dcus guardo a V. Ex -III n. e Exm
Sr. Dr. Po ro Vicente de Azovedo, muito
digno prnsidento da provincia. O ohefc de
polica, Antonio Domingos Pinto.
Thc.HOiii'o Provincial
.0E8PACH0S DO DIA 9 DK SI 410 DE 1887
Pohlmau & C, offiio do engenbeiro
uhefis da Obras Publicas, officio do Dr.
ohefe de poli -ia, Martiaho Jos de Jess,
Antonio Jos Pereira, R.ymundo Bernar-
do Lacerro, Josep'ia Mara do Espirito
Santo, Jo.lo ntonio de Almeida, Gom^s
le Mattos de Irmoa, M nod da Silva No
gueira, Francisco DamiSo Cavaloante Pea
oa, oficio do Dr. procurador dos feioa
-Informe o Sr. Dr. contador.
Adolpho Jos de Araujo e Jos Augus-
to de Mrllo. i'ague-se.
Jos Martina Rib^iro, Ao'.onio Gongal-
voa de Azovalo e Joilo da Fonsjoa. Ao
contencioso par,i uumprir o despacho da
junta.
Viuva de Seram do Senni Jorge.Ao
Dr administrador do Cooealbdo para cum
prir o despacho da junta.
ContdS da procurar!oria dos feitos.
Hi.ji vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Florentino C.v.ljnte le Albuquerque e
Rib-iro & Almeida -Kntregue-so pela
porta.
Miguel Fran.iso do Reg, Josepha Ma-
ria de Abr.-u e Jo^ lo irigues dos San-
tos. H ja viata o Sr. Dr. procurador tis-
ti.J
Emilia Elis da* Rv.-ha Gomea.-Ao
Oenaalrtdo p.ra iitmlr.
Coilas .a serie 1 l>t-ria 24 dos in
genuos ia ColO Isabel. .nca.uiu'he-se
Olinthi J.rdin & 0. -Provem a des-
occup.yao 5 juutem o touh. cimento de
d"ciina tro ultimo scmesire.
Coagulado Provincial
DBdPACliOS DO DA 6 DE MAIO DE 1887
M u el Ridrigues da Silva, Mauoel
l>il yo & C lo pro-urador dos frito?, o
iors.no e B rnoMioo Pereira R^mos.In-
torme a Ia si-cyslo.
M*noel H uiiquea N-gueira. A' Ia
ae'-c-i para os .tevidos tins.
Francia o Migul da Costa. A' Ia see-
,o p r'i att *n t t.
- 7
Jj.quioi Lua do 'buquerque. ?A' Ia
se \Ao pwfa aiteudor.
Fiui Lima A i'. A' L* aee.yAo para os
i vi Hia ns.
9 -
J.;.. Lua Gooz.ga da SiNeita. Defe-
rido, !. accorda lO'u as inf/im-1^3'8.
M m 1 M.irtms lbeiro. Iuformo a i
a Mna Elisa da Rocha Gores. A' i1
se. y ao pira attenier.
Jjo da U Sti B.liia- -A' 1* S-cyfko
p^ri' os ilcviJos fias.
Fraii-is-o J -ajai n de M iura. Deleri-
do, cm vista das informaySos.
Asseiihl f roviiicUI
SESSO EM 14 DS ABRL DE 1887
P. K5I:>1:NC.A do exm. SU. 8. JOS MaKEL DB BAR-
BOS 1VANDKULEY.
(Conclusao)
O Sr. Cosa BlbeiroSr. presilente, so-
mos chegido k 3* discussao da lei de crea uenfo,
ii mais importante da3 quppodemos aqui formulir,
porque diz respeito a todo servico da prov-ncin, e
jog com urna multiplicidade de niteresses. Por
esse motivo, e mesoM porque esta a occisiao de
cjnsideri!' c projefito em gii.bi,a nubre commiBsao
de orcamonto, permita mea qne cimece minhas
bservHcoes, cxpjndj alguna reparos em relac A
asneim porque t.:n errijo de=de seu com'CO a
diseuasa d oa-' pr jacte.
Sr. p.-es d'.-nto pens qafl de/emos procu ar qu
esta le s.iiu deeti Casa to prfeiti, quanto *ej i
possivel. Senio xasim, na> puso deisar de aotar
que a honrada c-ommissao teuha apre-.entad i cifras
div- reas das qu 83 i.chum na lei do orcamect;> vi-
gent, ?m r IhcSi a mu tos sei vic is, eem que teuha
vindo t.-iouui j istifiear es?a diSerenea que em
urnas v- ib.:s para mais e em outras .r menos
Eu vju apiolar '.[umas que pide colb-r de u .a
ligira leitura.
Por i'i mj'. : "n relaclo a Io .;rt. 2o, subsi-
dio e ajada de cu.ta dos deputa los, a commissao
prope a verba do 36:900, quando'na lei vigente,
eooootra-se a verba 37:00).
V.Jo que a d fferenea pequen, mas o que 6
que ajufifica ? Oee rr:a alu;n* mjdificayao,al-
goma ianavieo no servioo da Aasembla, em re
Uco ao no.sso jubsio e ajada de custa?
Secrrtaria do Govero'. 0 projecto propoe. ..
U:0W}>03, inclusivo agratificacio de tffijial de
gabinete.
Aqui nao notei diff;reeca ns cifra, mas ni> se
d< termina, uio se estabelece o quantum da gratifi-
cacio de official de gabinete.
Desde que i' alo lis. a q'ia'tia precisa, parece
qne a coiquissLj quia deizar isto uo arbit- o d;
presidente da provincia. Se este niofoi seu peoaa-
mirnto, a commiasao ter occasiao de emendar o ,
tornando exacta a expressao do qu-; oes quiz.
propor.
Gvinuasio P- rnainbuc-n:. O projecto apr -
S' uta a verba Je 76:OoO');40, entretanto na l.-.i
v;geute a verba era de lo:'jQQi43'.).
A commssao propoa maior despesa, quando pre-
sentemente se tem reduzido o numero d:s auin-
u 3 pobres, qu" sio all sut ntados cuita da
provincia. Porconsiquoiicia i'ra a occieiio de re-
du2r e uio de augmentar a verba com es-.e ser-
vso.
Ii-.struccio primaria, pr. foiiorc's etc.........
655:000^360; ua lei vigente a verba rra d.....
6O2:62(i000.
Inoro tambem o que pode justificar e33'-- au?-
meato, quando al a commissao na autor!3-ica>
que propoe ao governo da (ir)vin--ia para refjr-
mar case aervic, aatorisa e a -sm> re.ommenda a
Jimiuuiyo da despesa, a eHm:uacio ie certas ca-
deiras. Parecc-me portauto qu-; nao ha razil pelo
fenos nao o dscurtiao, para que no proj cto s->ji
augmeutada esta verba.
U 21 ralativj.aos empregados das Obras Pu-
hlice ; a commiasi. uio propjr quantia, a verb i
c;t em citris.
Noto tambem augm uto, m verba di | 56 rela-
tivo a enipregados do The uro. So projecto en-
c nt.ro 175:0d')/i3J|l, qu-uido do oicurneuto vigente
era de 116:578*90-). '
1' .mil m descouheco que se tnha augm'ntado o
pessoal d'aquella reparticio de molo a justificar o
lUgmcuto lesta Verba.
ntra irregular:dade que :ne parece digna de
repa-o ijurt na 2* di9.;ussio so tivcjsem apreseu-
taJj e a,provado por pirta da hinrada maioria
d.-sa casa, emeudas que certamen ta traiio aug-
mento de despeis provincia, entretant, que
seus sectores nao se d rain ao tr.ibalhos de virem
justifical-aa da tribnna, nem a hourada cominiosao
de impgnalas, ou de a resp 'ito dolas e.nittir seu
juico.
Outrooi uo poiso d. ixar de insistir, Sr. presi
dente, oa irregularidad:, que nao si seji se pra-
ticoa mata Aisembii, de fixar-se a dsspes.a c->m
a forya publica, altes que teuha sido adoptada a
lei da respectiva fixacao. Eu uio sei ae j h uve
precedente ueste sentido, mas o que me parece cla-
ro que o estubcleccnento da despesa, a fixiea
da cifra dispen 1er, depenle da torca que for fi-
lada. Perguuto a honrada commlsaij: no eeu pro-
jecto, a verba qu; pr-po apenas urna copia ca
iei vigente, ou a Ilustro coinoiijaio j levou ein
coqta o augmento qu", segundo me parece, a com-
missao de forfa publica propoe para o futuro exer-
cicio?
Nao irregular que f.omiso ore tinento, fixaii-
do umicifia p ra esaa disp.-SA e que nos m.aiu s
u'aqui ha piucos das adoptemos urna Id, augincn-
tpd) a t-rc, o que tr*na liecessariaOients aag
uiento uio pequ.uo le de pea ?
O Sr. Prxedes PitaagaSe e mantiverem -i
ineainos veucuocntos...
rfr. Costa ftibeiro ie na lia n sjo procedi-
loeot um coutradiecio parece-u'qu'e n ti.
C^so nio ha ..qu.ll. ciicumsp ccio da qual uu ica
UOS : :n afastar.
O ir. Visconde de T.batingi.E' um sy.teoia
novo ; nao a" .r .tica a gmd*.
0 Sr. (Jioata Ribeiro Sr. presidente, a uob.-e
coui.'i.iSaS i, deaio Oj e nsideraudos c m que pro-
enroa justificar a ap.itc.it cao do seu pinj cto,
. iiiiaci-u a ouveoieoc de autoritar o presidenta
da piuviaau a raftirnar a diversas rop&rticoes
pro vi ociar?,, de rao-.lu a resultar Pahi algaeaa eco
a '.ia.
Ora, te a nebro eotfl oissio, des le que tratou de
formu'...' o irca:neuto, oateudeu qoe isso era urna
nocesa.dale, erque mo iva dea lo i >go nio consig-
uou ui p' jocto a disp sici relativa a essa auto-
nssyiu ? Porque raio a i.obre coinmiaaao aguar-
duu se para pr-Scntal-a someute n ter.eira t
uirima lucussao, j dou das d pus do iuicido
e te o. bat ? Nio a lia niuitu mais coa solate
que se ti zei.se fet i=s doWte log.. ?
Poios ni t r.iBOs muij mais ospac' para re
fl ctir siore essa au^ ria.cao, para examiuar as
b.ses com quo a Vain'is cunctder ? para me'iir lh
O alcance.
Nao p..sao cre que a h.nrada c uimis.-ao patea-
da que as iissa* va qui sao mutcis, que ella
nao precisa' prp*roi uai' uoa oeoaaiio ou cnsojo
de eaiudar do.idaiieut as au proposta.
Bem sei que a n'bie eum .lisiio deve eatar bom
certa do quo t-tn uumuo b8inte p>.ra faer p.s
sa: a {tu Milu 'l'.'iio a uiaio i-. eiifenJer. tu-lu
qua'uto a mu- la quiier .M .3, Sd c ia, dotada
dos sent-iuii ni s de .latnotn que lh'! Itribje.,
deve d.a-jar que j k aJver=ari'S posaam es-
tuJar cen to-np o i fl xao es.es assumptua, pua-
i.'.in C'i lab.rar, eoperr para as leis q.e teeni I
-ai.ii desta cvsa, porque, apelar d sua bo iut. n
ci, a maioria pi'- muitas teaes estar eoi erro e
..a teus desej -a na ooiv) n ser oil-. 08 8eiao que.
Justa esa salam s .lo mato p rr itas e aa Mala
c.uvciiieut s a into.ic.'S a iia prefnela.
Peilaa ratas'co. siJeri. ,o o, pa.so.rei a iratar d
i.lgumas das emulas qoa j fora u ;.ppr .vad .a
eut .' dibCo8iij e d-ouras que ce c 'inpreo. u
dem entie as ajjres. utadas ua discuesa em que
nos acbaoi'08 e per ultimo tratara de duas ou tres
por mim apreseiltauas.
Entre aa emeudaa approvadas era segunda dis-
eussao, noto a de n. 3, que consigna o imposto da
80 ria por litro de agurdente ou alcool, quer
puro, '|uer pura ser trauafurmaio un licor, que
rtalbar-aa em quajquer part da proviucia.
Parcce-me que esse imposto ft. zroaMJvo! A
honrada commiasao sabe perfeitamen'" q......im-
posto nunca deve corresponder ao valor .ia merca-
doria cu genero sobre que se impo. Oiteota ris
o preco do litro de aguirdento.
O Sr. G.ncalves PcrreiraOb S-.nhor!
0 Sr. Costa SibeiroNio me oppcnho ao im
posto, mas me parece que a quautia exagerada.
O S. Gomes Prente Nao imposto novo.
0 Sr. Costa Rib.ircNem por ieau deixa de
subsistir a impugnacio que he faca ; oiremos ir
eorrigin 11, aperfeigosudo o orcamento; isa poique
a lei fundament.il estabeieceu que o ><, .m-.-ute
i'- una lei mi..ii i.
A emenda de u. i cst.belece ( ) :
000 por c-.bec* de gado vaceum, c. vallar
e muar, que fur importado das pr.vincias lini-
uii'r. phes.
Este parice-me que novo,
O Sr. Rosa e SilvaE' nnv, m.s juato.
O Sr. Costa Rib. iroAcba o nobre d.\ otado,
mas uio me parece a mim ; nao acho conveniente
que estojamos a establecer impoetos tobre pro-
ductos que v ta de urnas para outras provincias.
Sr. Rjsa e SilvaA proviucia tcm imposto
maior do gado qua sahe nqui de P-rnambuoo.
O 8r. G .sta RibeiroOepoia o nobre, deputado
sabe que o gado de outr-.s provincias deve !
estar cujeito ao dirimo Portauto. paga o dizi-
mi, paga .qui o imp)6to da irapiriaeSo, alem do
imposto de consumo na occasio d ser. o gado
abatido, j nio fallando das ,1 --,i zas do logradou-
ro e icatadioiiro. E' at crueldade fazer encarecer
assim uprco da carao verde, gcn:ro de primeira
nec ssidade.
O Sr. Rosa e Silva-vO n; bre deputu.lo nie sabe
que o 1,-ndo de Pernimbuco paga na Parahyba
imposto superior a est. ?
0 Sr. Costa Sibeiro Pois fia :ra:n muito mal;
se n Parahyba -xistu esta medida ella deve
ceasar.
Sr. Ro.i.i e S.IviEs'e imposto tem por fim
favorecer aos criadores. E parece que elles sao
digu s ia proteccao da Ass inbla Provincial.
O Sr. Costa RibeircSem duvida uenliuma.
Acho que essa classa digna de toda a nosaa pro-
teccao, c quero coucorrer para iaso ; mas supponho
que os criadores da uossa proviucia nao esto
bab.litados a supprir u guio que nec:s3ario para
o e niimo da pr vioeia de Pernambuco, e por-
taiit', vamos crear nm imposto qua ha de recahir
sobro toda a p palacio, que ha i.i t.rnar earissi-
mo o consumo da Carne verde.
0 Sr. R;sa e Silva\I s que v^i aproveitar d-
r ctamente aos ni ssos criadores.
O -ir. Costa Rib iroEu gosto de prit'g'r, mis
com limite; preciso nio ir em proteccao de urna
el iss sobrceuri'egau lo demasiadamente todas as
ouras.
D cid idamente es'a i m uda uio ter o mea
voto.
Eiiirs as emeudas apresent.adas ua 3. discassio,
encontr a d u 101, assisjuada pelos Inorados
m mbros di ci mmis.a i de ureaisento.
A emenda referc-se ao | 67 do art. 2. que dis
respeito a dividas de exorcicioa findos
Eu nio tona duvida alguma em prestar o meu
vot a emend i da nobre o;n ai^siio joe ha de tcl-a
aprcaeutado segundo us uformc5.'s eos csclars-
ci menta f.rneei'.s pelo Theeouro; .as loado a
orneada en; oitio urna parte a respeito da que
devo chamar a attt Meao da A* emb.a (.4) :
c ... a mais a qu ntia de 12S91*1IX) Coifl-
panhia P- rnambucaua de Nvg%c5o pelo trans-
porte d preso e praxis para a ilha de Per-
n.ndo...
Na sei do esta quautia de 12:000* a ir.es ca
de que trat.ai aqui i sossao pausada.
O Sr. Gomes PrenteE' a mesma.
O Sr. O ata SibeiroSei que de muito tempe
ha p raute o gov. ru da provincia a pr.'tencio por
parte da Suinpmhia Pernambucana do r-'Cebcr o
pagamento do ta.polo de presos que tem ido
p-r- Fernando e que ilo peitencem a esta pro-
vincia.
O Sr. Ferro ira Jac ib;naAgora inesmo a com-
miasao muidou pagar.
O Sr. C .sta RibeiroQu cmmissau?
O Sr. Ferrtira JaCubiuaA commistio de t>rca-
meuto.
O S^. Costa Ribeiro A Companhii Pernambu-
c.uia que v faior valer o seu ^ireito peranto o
gi verno ger:.i.
Pois ua occahiao em q :S a provincia eet tio
eobrecarrega Ja, no que precisamos reformar di-
versas iep 'ri'.o.s, podem '3 dar assiin, aun maior
x une, uiRi .jiiin'i.i nii n-'qn na?
vTioc.'im se d.ver os apir tea).
Desde que r 8'atirmos a c.a a pagamotos o re-
m.'dio appirecci. Nio tim app recid porque
t o- s sido facis imauforisar p i,' m -nto= que nao
incaubeio a provincia. Faz- m"s um oouito papel;
p'.gainos despena geracs e as de eutris provin-
cias.
O Sr. 7isc ido de Tabati igaOs nobres depu-
tados quj .-ao roprcseniautes da provincia na Ca-
ui .ra Geral c quo deviain ae entender Com 0 go-
verno.
O Sr. Goncalvea FerreraM.s tambem nao
de.-peza do (joverno geral, de nutras provincias.
Sr. Cn.ta Ribeiro"ir. presidente, ha una
outra eioonda, a de n. 103, a respoito da qual de-
s )o uvir a jastilic icio por orte da nob.e c.m-
iDis^ao do orQsiaeutO. A tm.iida d.spce quo OS
10 /j concn dis .os tmpregados do juizo dos
fet'3, neri d atribuidos do segointe mod : (l)
U DSpreh ildo que quando a arreeadncao se der
i. a ao juico, pe Ciuteiic oao, se p ssa dar urna
pane di p re ntag' m ao procurador fiscal.
SS quando a B.TCCadi.cl for feittt em juiz-o? _
0 Sr. Gomes P utoA essa-ei e nao tem di-
' Sr. C)3la l.'o.iro MtS a in' o la e.mo esta,
,, le o.r lug-.r a duridis.
O Sr. G .icai.es ler.eira Le- be n a emenda.
U Sr Csta liio-iroEu n a emeuda com todo
cuidado e por i so porguut : dula a segunda
liyj.th a-, oa j /0 que recebe o procur dor fiscal
para quem p irs
.c?
O ar Goui- a 'rente P-.ra os outros empra-
gad .'8 do JU 10.
O Sr. Uos-i llibeiro.Mas a e i.enda nao diz
'" "
A m -ma suppd que eai to io caso o procurador
liaj.l t r a %
U Si. G uv-lvea EeireiraV. Etc. leia a ul-
tun parle d ui- u la
O ar. ^:osta Ro iroA parte dispositiva da
om uda ro r----o a toda a arruca laca i da divida
aeuv.a eae.aa par e e subordinada a DUa}. .
U Sr. G'.uV'iv Fon-iraAmia assim eu nao
l.na auvi.ia .au coaeeder oo 2 "/
fol. sj"o ja si, nao daudo u.u p..sso, t..m di-
r, io a ,,oi. en: g.iu, como o procurad n fiscal uas
Ua de t- r.
O ar. Co^a Rioer--Bu nao estou impugnando
que =e enreda a procurador fiscal um parte da
o icru agen Ja -ri c d Cao teita miles de Vir a
^o.i a pi jaiso ; nao unpugau iss .; mas me pa-
rece que a nineiiM eouio ca p ie dar Ugar
1UVI1.3.
l). Vie.od- .. l'aOan.iga 14-se.a ousas e-
V m eer b'-u. cl-r f.
O Si. C -"a rt 0 m -Si pr.-si :eot a emenda
n. iO-' '..no un ii'-.oeiia p di li ura'tos mem-
tr B .i., eo.umi 0a o iioau.uto, auiorua o presi-
ente oa provmci. rct-ruiar aa r-p-t'ices pro-
viuciaea.
P. rguoio ui.bro cuaniaao se aeu penaa-
m;Ut. qu' osa. reioima ja tx cuuoa inUopen-
Kuto 1.. n aSa ulCJlor app.oV^V^e -
O S. G uoaiv.s F reir.A dUVld de V.
Exc. lev aer lom.o*. em cjiij1 raeaj e cu ex-
pilcar, i iato qnand> fallar.
U S". Coala Rio. iroa d.ejwa saber qual O
IllGlVfl



Diario de ^ernambnciiTerpa-feira 10 re Maio de 1887
_ i,, ...;..tu m- rr-tarib- rl Eir nlt estoa Irsfiliradu pan demojtrur evan
" .devetia ser demonstrada a utilidade dse* cre*c*o,
Noyes sobre mathematicao e sobre scienoi-s
*


emenda n. 109 Uto si as referma q*>o hzor
presidente ficarioou nio dependente de uosaa ul-
terior approvayio. ... j ... a.
Zelos. bastante das attnbuiyoes desta As-
Ktubla entendo qoe oeobum administrador, por
ais patritico que e-ja, principalmente se nio
filfco a sta trra, neta vive ciinooseo, nio pode ter
sais interesse pelo seu futuro, pelos seus melno-
rsmentos, do que os propros peroombucanos.
Nao preciso dizer que a mioha opimio quo
Mtorissco s desta ordom deven fies* soase* de*
pendentes de norsa appoovaojfcsM creta meosso.que
sta a doutrua inaii se,'ui*.
Qjando o Parlamento deleflja-ao peder esssoator
a reaiissco de qualqaer serarioo, fica biWi or n
dido que c acto do podar exaontivo ser abset
tido a appravayo da AssemUa. Mais eesoopi-
aio tambeui combatid* pssr oatros na ortica.
Assim desde que a oate eosamiaeao di : Pica
presidente da pr vineia smssVs-mo a reformar
asrepirtiyOos poblieas, desojo saber francamente
al o sea peosaoento.
E' eseusado dizer que para andar mais acerta-
do, TOtarei contra.
Enfeudo que se do ve conceder autorisayoes
a ovemos amigos ; o anda assim preciso nao
sacrificara autonoma do poder legislativo; so
ka necessidade de se reformarena todas ou alga
mas repnr;icoes, os notares deputados esto muito
habilitados a propor um pr. jecto de reforma e nos
eorperaremos. cuui os nobres deputidos a tornar
eeseprojtcto lei da provincia ; mas dar urna au
torisaca) to ampia ao presidente da provincia,
principalmente nos terms em que a autorisacao
est concabida, nai acbo regular n.m m smo em
relacao ir-maiona que ten c nfi inca no presiden-
te da provincia. E, pois. com us uossos Vitos ja
ais podem Vv. Exea, coutar.
En u"j estoa loige de concordar com a com
misado que presentemente a repartiyio d.;s obras,
So tem trabalho correspondente ao sea pessoal ;
as a commissio sabe que isso provisorio, o
por consequencia nao me pareca muito conve-
niente dar se urna nova organisayio repar-
tido.
Ortos impostas provrneiaea, o imposto de cou-
aomo e exportac >, 03tii sendo arrecadadoa pela
Alfauiegi. lato foi urna m dida que passou aqu
pe'. urgencia das eireuuistaueiaa O r&escuro
eaUva sein Juheiro e nio baria remed) sanio
pr curar um ineio qualquer que torn>.sse efFoctiva
* arrecadaya > desee iaioosto.
Os nobres deputados propuaeram aqu o asno
paasul-i essa le ou providencia, que passou sem
grande impugnay-io de nossa parte; mis V. Eses.
cemprehendem que isto nao de ve fioar para sim-
are. C mo que impostas proviuciaes bio de ser
arrecadados peLs empregad s da Alfandegu ?
O presidente da provincia e a Assernb ea, ni)
que tem toda competencia pira dar ordens e
inatrueco-'s qaelles que sao eocarregados da-
quelle serviyo, isto a arrec dac > dos impostos
provinciaej ?
Q i eoiop.'t n?i i tem 3 nos sobre os empregadoa
ja Alftindega pi a faier n obedecer por elles ?
Os nobres d.pul.ai ,s uiain h.)j-! impu^n ir..m u:n
Teqaeriinento pedinio informacd99 pobre o dispen-
dio d: certa q autia tirada dos cutres gnra's, alle-
gando estar ia o f r.i de no39i ficalisacio ; e
como 6 qu- iju'r m agora Mst d)o cmpregadjS
gerac?, empread s proyinciacs, subord'.nados
jrovincii?
Isio ama aaomilia,e na> dev ;ic^- piia sem
pro. E .rfetaut.) clausula oxpressa ua autori
jacio quinto a ref Tin. do C >usaladO que aqu la
aaomalia se mautenha, quandn era chegada a oc-
sasiao de ae har cjm ella !
Ess'i autorisagj consagra aiuiano g 2' omero
arbitrio de mandar o presidente ca provincia
addir a algumas das r. parlico -s 03 einpregad^s,
cajos em iii-gn foram suppiimidos e tuoabeu a
P's^nt d *s (Lj :
N sta parte u autorisacio J plena e ampio ar-
itrio ao presid uto d i provincia; serao br-m con-
tsnplad'js as atii is ou protegidos, e os que o
.ai) forem, qualqu r que seja o sen mrito, q'iaea-
q&pr que sejxm os seus servicos licar) cucosta-
ios : nem serio addidug, neai Berilo aposentados.
Bisti-m^ iifj pira nigar abso utamo to o ineu
roto a tal auturifacito.
Sr. p esidente, u5> concluiei som dix^r alga
zs p ilavras c u relaco a duas eme lias que
aaandti mesa, aoSgnjda3 por aiim o por alguus
do-3 meus coi-egts. U.n-i dolas diz r.-speito a
jnp.atj sobro, a re;i la do eser ivas.
^Tenas ji imposto sibra rend de escravoi, que
maj elevado quando erla Be eff ctua pir nter
odio do procurad:r. O que pvjp rn s agora
uj nnpjstJ- prohibitivo BOb ceria r-lacio el i Va-
os o laipost) a. importancia (e 5X)Jl. des ie q le
bio:"9 i do escrav > tiver de ser effectuada d
-sn pira outro municipio.
O rim desta dsposico, todas comprebjodem,
Iscalisar o es^ravj no mui.icipil, e:u que avtu.il
Bjr-n'e se a':ha.
Iiit ja se tm feito : isto nao novo, ja toan
sppreeiJ: <'tti OOtroS p-iit do imperio: e pare-
ee-m-' que aijira, qu se acaba de fechar a nova
Bitricula, eneejj; occasilo cpportuna da rea
s.rinoi pntre nos esta ida. com um mii.-de
afreaiar indireeta-.nent e sem um ataqce direoto
prnpriedada a cxti.i-Q, di elemento : e&vil.
E' iiiii medida pela qu.al nao deven tro- tu
an'j lo vitar os que tan'o claman contra a d's-
g-.niaca) do trabilb).
A ontra eaoend t diz re.-p?ito a dimmuicao d
sjBot '-o:isigii i ia na tiib l!a do iinpojio de rtpar-
tico!, para os bn.os c ca id bancarins.
Ds-ji diser algunas palavras e oeliz-n'nto
pones cjllegas estio oavindolesejn diz r algu-
ai palavras, porque na oceaaiii.i da votiva
< iu.tjs proenram tab'r de que se trata e qml
nlcaiic i da emenda que so Vl vetar.
Qu'to, p)i, justificar a em-nda que propuz
%6m de que o collegai fiqu-m saben io .pal a suu
srinQcaco, de q'ie que su trata.
vj .id i se ereon tiae imposto, forana collecta-
dae, croio, cinco bancarias o agencia* ds
b *)=. Depoi'disao algumas casas communca-
fw M Th s uro que ceesaiam de f izr oper 158 '.
urm a g'iicia qu<" miju exista .lo Banco do Mi-
no em Portug-J, e m t:h i pjr esta illuatra As
aembla duas de taes casi s .i: Bancas foram
se!ita3 do mpojto.
A easa de P/reira Carneir, como ngoatp do
Baneodo Bras e o Buici de Crdito K .1, aoe
eaba, por um pr j v: qa corre n sta AssembM i,
de obt.r a mrsma senca i, ai.n te rntroa favores ;
erooijquea qu.ta que fj tstabcleciJ. pira
ai.>r numere, est sen io pag-. prewnSdmente p ir
den^ liincoa.
O Sr. li -go BarrosA eommissSo maniju ama
eaxada.
O Sr. Costa Rio iroSu dou estas ezpcaeSes
easH,.pari que ella cunpreh ndi ('ial o alcance
dW nroha''rn mi Ja Nao quer> diminuir o q le se
paga aetaaluiente, io is nao justo que por ucra.i
ta?. t. -r' a ;id isentas do impo co, passe esta
qn'.t r-ci.hr sjinen* sibre duis. Estrela
n-ai o anno pausado e foram attendidas, p :is
Bao tendo sido sanei-i inada a lei di orcamento,
sta- ii .i'iii o >|n ai devia'n gisar ; reciamt-
rsm Je njvo este anno e justo que a Assemb'a
as aU^nda.
Mi i -i i(i oceaaiai m?amo de acabirmoi cm
s> bj os' de repirticao. E' um impiato incon-
venieatissiin', que d lugar na arreesdafZ) a
uitis injusti^as relativas.
Os nobres depui .Jos c inpreheadem que logo
dcp.rs de feita a colleeta, varia o n'i n r i dos ne-
goeiute3 que deveri) pagar o iinp sto ja repar-
tido ou distriboido : uugm uta ou dimiau*. cieria
ss.'ihor que aeaoasai m s com csse imposta e o sub
sti ;u..csiin )3 por outro qn qri-r.
Poderiamos d retar o imposto sobros esfabel'-
eiiinmtos cornmeruiaes, a nom ira do qne existe
sm nossa legislafio, qu nito ao nnpsto gt-ral de
indc-tria e profisso, iato urna quota fixa e um'.
quo^a proporcional ao mura 1 a casa : iato siria
muito urais conveniente, do que manter-se o im-
posto dtr rt-pirticao como elle i xisi-,. para alguna
ramos ti* industria e commerci, itnaes os rom-
preb. ndidos na tabella qu-! nos oflFcrece o proj -
to e que afiual vecm a pagar com grande injus-
ticia relativa.
Si. presidente, p'.'lendo dizer algunas pala-
vras i in r laca i a urna < menda que forma lei e
qoe S. Exe. tere u bondad.' e delicadeza d di
aer-m" purticuiarirrent.., fra da BessSo, quj na
acha-a no caso de ?--i recebida. Nio p i rea que'
en correspondo mal a delicadeza de 8. Exe. m-
li.tinJ i.isso.
V. Ex. tem a sua r..-p' nsabildade e eu tenbo
a Hiiriba. Nao insist i miso ara ter oce.isiao de
relatar contra a -ao.
U additivj que dejej-.-va afferecer s diiposicSes
eerne o segainte : (L)
Pica o presidente da provincia sut irisado a
restaurar a escola pratiea de matb -maticas, de
que tratam as leis es. 1.673 e 1,772, nao podeodo
a deapesa annal exceder de vate contos de
reis.
pbyaica constitaem boje um neceisdade abso-
luta para todae qualquer profi^aio. Os amaros
uai se inventaram somente para coatar dinheiro;
a aritbmetica nao se fex s para os guarda iivros;
ter algumas nocSrs da sc'eo;ta d*i grandasas e
indispsnsavel para todo, pira todas aa artes e
profissoes. Eisa escola, que aqu exista, ia dan-
do maitj bous fueto. El la foi eutr-'gui a um
homaro, que cusaprw os *eus dv#res como poacos
a tazssB, coas ama dsscaco fdrs do eommu ., o
3r. oaB.T p>.
Nasa-sn limitara ai! a darlieoas palo tempo de-
Urrosaaska : auae- lieoe>s duravarn ts qu .tra
frsp'Btir cK 1er n. 8?^ 6 de parecer que esta As-
sembla adopte.o seguate projecto da li:
A Assembla Legialutiva Provincial de Per-
nambuco resolve :
Art nico. Pica o presidente da provincia au
torisado a aposentar o ex-collector das rendas pro-
vinjiaea do municipio de Pao d'A'.ho, Jesuioo Oi-
mingucs Caraeiro, com os vencimentos proporcio-
naes ao tempo de s?rvco, e que percebia ao tempo
em que foi exonerado.
B-vogadas as dispojicoes em contrarioFer-
roira V. lioso. Julio de Barros.
N. 52. A comojisso de peticoea, tendo em vis-
ti i.dii Ignacio Podra das Neves, empregado da
Cunra Musicipat do-B cife, na qual requer sua
tadisU; arteatlndo que o peticionario
maiona... _,
O Sr. Jos Hasta. Sem duvida nenhussa. rot
entii que a escola foi apprimida.
O Sr. Costa Bioeiro Vv. Exes. n-s tratam ta>
mal, marque depreaaa se esqueeeram di b'in com
quo foram tratados na situncio pausada.
Dzia eu que nao seodo eBte um eervico novo,
mas estando ua l< gislaci da provincia a le Ja
creaco dessa escol. e as outras qae a modifiea-
ram. parecame que na lei de orcamento tinhi
torio cab.ment a consignaca) restaurayao ou conrinucJi drsse servio.
Niio proponho creacio d) um serve i novo ;
p-~C0 verba para um s<-rvcoja creado.
Em todo o caso, com) s>-m.)re eotoidj que a
contiuuaclo desta escola seria de grande pr>veito
para a provincia, quero dexar consigna iss nos
Annaes estas pilavras pira q-w os m-'Us c-mpro
vinoiauoa saibain que nao ine oaquiCi dd lembrar
esta U' cussidade
A emend V. Ex:j4a conheee o eu espero que
a fac l.r r-apiar. Se p rm V. Esc. Continuar
a mt. nder que nao devd re:, bel a naj) tarei que
reluctar ontra a sai deeisai : restar-aic-ba ubi-
lee r Ibe, visto ser iu?fficas > seeurso que DO ciao
coocedu o regiment.
Tenbs concluid i.
(Muito bem I iliito b-m '.)
Vein a rp.'sa as segaiates emendas que ;io lidas,
apoiadas c n'.ram eonjiwctun'm-e em diacnss&o :
O sr. txuncalven f^rreira (Sil de-
volveu seu diseurs >-)
A decussii fi -i ad; i i i pela hora.
O 8r. P.--sil.'ote levanta a sessio d-signando a,
seguate oriem. dadie : 1" pirt : coutinaaoao
daant col n' ; .' pir' : e-inti laaCVJ !> >'
ceioiti e maia l* i'iseussa > di p. je > n. 203
de 1882.
bira4 ot quo ama*eem de quo tratav sm occa- iscrsWee imsjBSsibiStssIlj. de csmtiouar no exercicio
sio ieae grava la uo espirito da aJuraaos.
Era. asa ni que custsra. p uco a prov.nei *,
jiil nubsij. m ir------pequen despezs, que ia.
bem puderia toaw- deaestralvinsiota,' pa que
podessemss ter aqu aliruma cousa n'esS' sentido,
que preparasse a educacao dos nossos artistas, por
que, sem algumas noc6;s d-ssa sciencia ni) se po-
de aprender officos ou artes.
Pareca, pois, o?c ibiSo opportan ...
0 Sr. concalves Perreira A suppressao foi
feita pele partido d V. Exc.
O Sr. Costa Rbeiro A osla f ii sippnmida
por um pre3ident conservador, antes de cihir a
situacao em 1878.
O Sr. Gon^alves Ferreira Foi restabeleeida
logo aps ; e daoeis na situacfW lib?ral>coaio.
O Sr. Costa Eibeiro Mas, V. Ex:, sabe que
na situasfio hberaLos nobres dapntados foram do
nos desta Asa m')lca. com) do militas entras cou
sae no paix. V. Etc. esta lembead) sen duvida
deque durante um bimnio os senbores foram aqu
di aaargo po> molos'.: pro vado, e que couta quaai
12- m is 4smBScti#smde sbiservicos aem intar-
riiycJJiuiigusBsv eora*a*t.-3t. a propala osara, I
de passjscr ajta-s dopW a saguiate projecto :
A Assembla Legislativa Provincial de P.r-
nambuco resolve:
Art. uni. Fica o presidente da provincia au-
torisido a aposentar Ignacio Pedro das Neves,
empregado da Cmara Municipal do Reeifd, com
os vencimentos a qae tiver dimit.
Sala daoHMOsmissoes, lo do Abrr e 1837.
Ferreira Velloso.Julio de Birris.
N 53. A As8;mbla L'gislstiva Provincial de
Perntmbuco resolve.
Art. u iieo. Fica coocedida urna lotera de
l.tj: >0') para as sotas da capaila de Nosaa 8o>
nb ra das Dores de Apipucas.
Ero 16 de Abril de 1817. -Vigari. Aguato
Frank'io.
N. 44. A Afsembla Legislativa Proviocisl de
PernarubuCQ resilve:
Art. 1.' Fea r> dus i > a 1') % impisti d?
mo mora p ig > pela irmandada das Aldas da
inariz do C >rp > Stnto do K reife, bmquanto fr
banefiv.m'e pira c>m os seus irmilos pobres.
E n 16 do Abril da 1837.Jol > d I l.rros.
N. 55. A Assembift-i Legislativa Provincial de.
Pi.ruambii'0 rejolva:
Art. nico. Fiea u ircsidente da provincia au-
torisado a man i ir contar, para 03 eff titos legaea,
ao profesaor publico de Bizarra, He.rculano y
mero de pracas, nio ; aatecedeu a este acto a de-
missio de urna aatoridade do partido conservador.
O Sr. Bario de Itapissuraa P^r ser moderada
e honesta.
O Sr. Jus M .ria .*.. qae nos bavi i feito jus
essa injustica do eu partido.
Eu pergunto ao meu Ilustre amigo, emb ra ad-
v.*8ario poltico, repressntaote do 3^ distrcto :
nao bom conservador ease cdado qae acaba de
raceber por esta forma a paga dos servios qae
prest u polk'ia e ao sea partido ? Por ventura
ease cidadao eommetteu algum crime bastante gra-
ve para merecer esta punicao ?
E en digobastante grave, pirquo verdadei-
ros attantastssv verdadeiros crim*s estio com^iet
tendo eoaaoMemente as autoridades Up liados d*-|
opposicaoye'eistretant i longe de aereas pun des sao.
recompon
em dar providencias antecipadamente, sem que a
ordempuUlica eiteja ulterad* quando anda ba
bom p incoa das, em urna emerge/icia seria, ne-
nhuma orovidencia tomou com relaja) aosinteli-
see nufragos do vapor-Baha.
0 Sr." Antonio Vctor da um parte.
O Sr. Jos MuraMis oque tom Beberiba com
os nantrag>s ?
Pois os n ibres deputados nao veem o que va
de irona pungente para o g j. eroa ueste aparte
do nobre deputulo, us-mbio da miioria represen-
tante do 11* districto?
Fique saliente, seahores, que este governo tem
descido tanto, que aquellas mestaia que o sosten
tam. mas que tem um p)oeo do ind-p'-ndencia de
oaracier, borrifaoa-n'o com a saliva do escarneo,
peta forma pirque acaba de faser o nobre de so-
tad) palo 11 distrkto.
br ?~?' I"'P1?n"k-Ap>l^ msv Port O preailente da p-nviaei* t5o-e slre
rimes uaavsstij demittidas, soaw nsro tem feas
o>mai(.
O Sr. Jte MaraE' preciso, Sr. presidente,
qae nos saibamos os unitivos de orJom publica ou
particular que levaram o presidente da provincia
revclia do representante do 3' dstrist), qie per-
tence ao seu partido, nomear um subdelegado mi-
litar para urna pjvo-icao mu prxima i esta cila-
de comiiandaadU ara grande destacamento, coa-
tiugeate militar qne j un lis fui vis'o niquella po-
voao&i, ao mena nos nossos dias.
O Sr. Jjo de S4A no-netcao natarahosate
f^i feita de aecordo com o chefada loealidade, que
o Sr. Bario de Taearuna Po.-tanto, uada te-
nbo quo ver con isto.
U Sr. Jus .MariaSs a nom acJo toi feita de
aecordo com o chele da locakidiie o Sr. Birao de
Taearuna, e se V. Exc. nao toi quvido, V. Exc.
que 6 tambem chef*...
O Sr. Ji) de S4Nao, senhor.
O Sr. Bario de I'apiaaumi V Er.', t imo-T. .
0 Sr. Jo) de Si0 chafe do partid) ni lioa
lidade 6 o Sr. il.ua i do Tacarum.
Sr. Bari) le Itipissuma S V. Exc. o eae-
fj di seu partido aqai na Assrm'o i
) Sr. .los .Hara... o que se d.'prehenla
que na) ha bar nonia no partido eoiuervador da
3' diatrieto. (Aooiados e apartes).
O i artillo conservador do 3" districto, portant:,
giao Nuil-s !>-n ierra, todo e qualquer tempo que 'Sta divididx V. Exe. portroae a urna fraccilo
2' SE8SA0 EV1 16 DE ABUIL I) 2 1887
PUKSIDENCIA DO KUt. SB. DB. JOSJS >UX I ;L DE B.IRBOS
WA.1 EBX.EX
Sdhu\rio :Chitada e abertura da semi).
Le tura e epprostocjlo da neta.Expe-
diente.Contini ero ciocu-sao o re-
quonmento do .-ir J,s M ria, p- diodo
iuformace sjrre us provsdunoiaa dada-3
acerca do" swlva.l >s do V3p ir Rahia
Dscursi do Sr. Jos Mara.Vntacio
t: ujerco do uies.no n.-iuiri n-ento
jjssi de. um novo rrquorimento de
informaco-'s do Sr. Jos Mari* e d a-
cursi do mesmo 1 parto da oriom ero
da.Votacao e approv8Clo d i projecto
u. li deste auno.CmtinA* a 3 dis-
cus; i do prcjeeU) n. 7 deste auni.
Aoresontaci e rrj-'icao da un requeri-
ment de encerramento. 'Jiscursos dos
Sr. Luiz do Anirada, Jos Maria o
Barros Bairetto Juokir. adiamanto da
discus.-ao.2.* parte da ordem din.
Apreaerjtacao de emendas u de um r -
qu^ri oerifo de adiara roto ro Sr J-t
Mara.E'icoriMinonto da disemsirj.
Lev iuta-be u rOsso.
Ao me.o da, firi'u a clianala e veririeand).8e
estart-m pr sentes oa Ss. Lorz d-' A'iirada, Efiatis
e Silva, Goncalves Ferreira, R^-o Uarros, Lou-
reaoo de S, Anguitn Fiiinkliii, J.'o (la S, An-
tonio Victor, Praxed.-s Pitanza, Bodr.gucs l'orto,
Constantino de Aiboqucrque. S)rhromo Port-ila,
Vis-indo de Tabat'iigi, Julio d' Barros, Barros
\V iii lorley, Hercalano Ba uieira, C'Bta Ganes,
F.ireir Velloso, tsOarea de Amorn, R s iberto,
B irao de Itapissnma, Gomes Par-ente, Affi.isi
Lastass, Juvencio \l.rz, J s Maris, Cclho de
M -as, Borros Barr Ito Jnior, Ferreira Ja;o-
biua, o Sr. presidenta declara aborta a itssi).
Ciinpn r :n rl .U8 S S'S. Uomirigues da Silva,
Cobos, Rib'iru, Re"iu-ira Costa, Rosa Suva, Diun-
mond, Joi i de Oliveira, Bario de Citar e Andr
Das.
Faltam o Srs. Amaral, Jlo Airee 8)loiio dt
Mein.
1'.' ida e sroi debate spprovada a acta da s-rssao
anleeedaniV,
O Sr. I' secretario procede leiara do se-
{jfiiiate
exp.:dibxte
Um ffiviio do seeretario do governo. tranamit-
tindo por- cpi i outro d i (J'.,n.ir; Mrrucipal do Al-
ti-iho declarando qu^ eaViou anteiiormeatc o or-
ya noiito provisorio para o cunea* ex-r-.-i.-) J.
dita Cmara.A cnomissirj de ^ry nabato inuui-
cipal.
D.ius dos secretarios dos govern das provi.i-
CiaO do Paran c Santa Catli iriua, aeeusaa lo o
r..eebimrnto dos riniiaes desta Aisemba de 1886.
Inteirada.
Una peticao <1; enn-nendador Iv> A i'oni > de
Andrade Luna, reqn"r.'n io que s npprove o c*n
tracto que fes cota a Cmara Municip ii d-.- (i y nm
para a cjnstrucyrio de umi iuha forrea eutr.
aquella cidada c o no J.apomiinA' c_. irn ssj. Je
orcun^nM mu.iicipal.
Outra da m-sa rege'.ora da irmon lade de X i
Senhora da Coneeiya) d is Militares, requeren i a
cou .-.asi do ama m ntoiia de 3 aimos "m tres
p-es'ayoes para satisfacer o debito de -1:711/638
ri faz-ndi provincial. A' em-esso de orc/im-nt.
priviiu-i.l
Ontra da oof aria da S. Crispan e S. -'iispi-
ui .no, requemado a extracto do um i pirtud.
1 tena qae Ihe foi conce iid.A' commijsao le
oicun-n'o pr ivinrlal.
Carra de Peiso Cirl ro PoatM do Aol-, reqae-
reado privi'eg'o por 20 anuos, com garanta do
j'ir ,3 por 1U e asocie de todoa os impo>tos du-
rafltfe aquella praz para fundar un i fabrica de
finidos -s'a-npad'S B de poat> de malbt. A' com
.) de co-Htitu-yri) e p ,deres.
Outa di ineoin >. rrquerodjo outro privilegio
p r 20 Hunos cjm isenyao do unpos.os para fundir
e explorar urna f brica de loriyas finas e ordinarias.
A' tjsaNSMoSe de e os'iru yao e p deres.
Sao lidos, julgados obectos d delib rayao e vio
a imprimir os s<*guinfes projec'os:
N. 51. A commis8o de petiyijji a q ism foi
presnite a do cidadi i JosoiBe U. mingiies Car-
ueir>, ex-co'leetor das rendas provnciaes_e geraes
do municipio de Pao d'Alhe, depis de examinar
es dncuo.entus cffreuidus pelo peticionario;
Considerando que o cidadi.) Jcsuiuo Damiugues
Caroeiro, provou eom attestado m-divo ncbar ae
impossibilitado de <-xercer empregos pblicos, o]
q i- motiv.iu alias a sua ex merayo ;
t onsideranOo que pelo tacto da es nerayao o
peticiooanu nao deve perder o uv.ito a aposen a
doria, ama vez provado qu > aquillo resultou da
imposibilidade de continuar a exercer us f J.icyes
do euiprego ;
Considerando qie em ideotilade da casos esta
ASimbia j tem m.ndado ;.p, eentur a eaipnr-
gadoe, cimo dispoz a le n. 1,217 que autorisou o
pr.-side.ite da provincia a aposentar a um i-x-se-
gundo escriptorario da Thesv-uraria Provincial e a
um ex-teoento de polica ;
Coaasiderando que o p. tieionario provoa ter bem
ex redo por espaoo de quasi 11 annos o Cargo d
i-llec or das rendas geraes do municipio de P)
d'Alho e por espaco d<- quasi 10 o da culieeior das
rendas provineiai-s d'aqualie municipio ;
Considerando que urna vez q.ie o petiouario
couta mais de tO ancos de boos serviyos, provada
a impotsibilidade de continuar a exeteor cargo
I publico, firmar direito i aposentador a er-ri do
tiver da i-ti'et.v.o exercicio no magisterio publico
p-iiuario.
R-vagadas aa duposiyoea em contrario.
E a 17 de Abiii de 18 s.R igobert i.
N. 66. A Asse.nola L'gislativa Provincii.1 de
P.rnambaeo resolver
Art. nico. Filia o presidenta da provincii au-
'.orisado a innovar couj Manorl Cieunantino C >r-
r.a de Mello, o contracto p.ra casteio da illumi
uacl' pabilos da villa de Iuaras, midiante as
scguints coudiyo's:
1." Indemnisar o contiactaute a provm.a, ne
fi.n de ero ro a-iuos, da qua itia do 1:100, casto
da coll.icaca) dos 40 lampados daqaella villa.
2." Collocar sai casta mais 5 lampe ss, que
p mi .ra) id fin d .qu dio praaa ti. pe: nen pro-
vineia.
3 Fas-r estrada i-i referida qjantia par quo-
tas aniares, sendo qu fieara reeiadMaa e-ratrac-
t> coma falta u.'a entr.da nos prasaa estpaat-
d M !
. 4a Entregar i iCIt m fim do entrad i os
"i lamp-td parfeitameata conservados, teta mais
iademnira.'S s.
5." Sujuitnr su <: rfesbsotda provincia a :
d '2'2i) reta u ir o ri'. e p ir ca U latnp ao.
6 Ub'igar e i a coant -r a illuminaclo gra'u:
tiin-iuc no cas i de reacia.'.) nt que se establec
u >v i c iDtracto.
restar fiariya arbitra da p liTh'siur- para
g rantia das i .udi-jSaa estipuladas.
Em 11 d-J Abl di 1887.-S. U.-Gu.par de
Dummond
Cnitiniem disonssio o ruqaerimeuti do Sr.
J t Meria, pediad) informayoos sobre as prov-
d- ncias dadas aoerca dos sal v idos do vapor Ba
hia.
O Sr. Jo* liarlaEu direi simplesoieulc
duas palavras, Sr, presid-nfe.
O -i cu reqoercmeoto est gand mnd> mor'c ;
mas li: i lieauistrad j que ello eneerra tama v-r-
dude, qu r ai paLvn.s por mim p.-ofaridas em su i
sastentici iatpazerom-se tanto, ti vera m tal tir^a
que uenlium dos sustentadores do actual presiden-
te leve coragem da le.vnuta.r-se para deferid.-l-o
das ac-eusayes p >r mim f tas.
Tor.i.iQiij publico eatc faeti que basiaie ex-
pressivo, teuh) simpl rsai uto o intuito de demous
trar que miis um i imrnjr-alidade se va co;3um-
mir, isto a r-j it\) de um' requ-rmento, que
foi motiva o pir tal f.im, Callando por mjii tal
u i animo dos nobres deputai.is a3 palauras eaua-
ciadis i m sua sust-nt^yar), qae uqu-ilo qu vila
votar ontra ease r.rqueriruen'.o na 8 I Vaatar m
para defander o presidente das justas aecus .yo s
que Ihe ij.-aai atiradas.
Ditas C3tas Dalavras, coufirm ida a verd ido do
qum'o -niiiiei-i, e, mais ain a, nennuma v rz er-
gu rudo so em favor do presidente, dou-me p.ir
Batiafeit i ao ver o meu requeriunento rejita lo,
porque ist) demonstra cabalmente o sentir ir o de
joattea qu va pela hincada cou:ervaJ ra.
O Sr. Ferreira Jaco'iina Nem com est repto..
Vem m-sa, lirio, apoiado, entra e.n dlscus-
sao n seguate rsqaerinwoto :
R queiro que fi Exe. o Sr. pres: late da pro-
Viocio iofame :Qie motiv-os de orden pub ia
determiiiaram a umeayai de um sublelgai) mi
litar para a treguesfa ae Bbenbe dt comarca de
Oliuda.S li I w Mana.
C Sr. Josi .Vl.ria ErurjJri., Sr. presideu
te, nao seja r prca -atante do 3o districto, crre-
me o de /ir de, co-n) representante quo bou da
prov.nciide Pei-nambaeo, procurar nt-irar-oss
do qec le extraordioaiio as paa.-a na pqueua po-
voi,a> de B..-b;rbe, e stue motivou a uomeayo
para all de um suodelegido militar, cjuim .u lao-
io i;m grar.de dejtaaiineoto, co npos'o de pracns
de p dieta.
O Sr.Ci-tri Ribeiro Eutaj eatam)3 am'aeados
de ai_' una colisa.
O y. Jos Maria-^arecc, Sr. presidente, que
a or 'e n publica sublevou-so n'aqiea locali lai i;
parece que est prestes a irr-mper um i rovoluyio
n'.-iq o.!la pivo .yao p.cifi.ua, que faz parte dos do-
minios de m-u iHiis-re anig), d-pritado pelo 3
districto Sr. lorio de S.
0 Sr. Jjo d S I i Oa uparte,.
0 Si. Jo: Mana V. Ese. uio pi faser
er-dr-ir qu o m-u illustre aOHge e ebefj, re-
pcaseataate Ib ral d t reotra circum-cripcao, te-
iihn ton. i) pi-le n-sae movnn ut de f-rya, por-
quantu i vos dos proscr'rpt s ni) ccUoa ni p-.lurio
leacial, pcqaanto, anda mes ni quaudn bou
v sse eareocia iesia pnvideojia, seud) ella soli-
citada pir un m.'wbro da opoo."ia> e oriae pal-
ir. rol da foryi do m-a >. Ilustre ainado, essa roe a-
mayao na i 3 ira attendila, e, a > contrario, o g)-
vrn i da provincia emp.egal"ia .-sfirys era senti-
do upo >sto, por sao que o govern i tem simpru o
pr p =1 i i contrariar as pretenyoes as mais jus-
tas e rae ia Vasta, desde que oartam da oppoaiyio.
O Sr. Barrio d- !tapiss' mitem s autori!adata que esto condemnalas em
praCaWSn pnr crunes inta'Oaates. Eitas mesm)
serao cjaservad-.s, a ha o de ser defenli las.
O Sr. J.irio le SEu nao tivo sciea.-U do
f.C.
O Sr. J).?6 MaraNao posa i c-ompr.'hender co
ido o ~r. presidente da provincia, s. ndo V. Exe. o
repruc-entants do 3' districro, pratici.u um acto
desta ordem sem ter com V. Exc. combinado.
O Sr. Bario de Itapissuma -Apoulo. Isto
quo ndmiravol.
O Sr. Jos MaraOu V. Exc. tomou parte ac-
tiva neis res iluyi) do pr sideute d* provincia,
foi V. Exc. quein o lueitou para que assim proce-
d-sse, ou eu'o, perrn tta o m-u nebre collcga.
que dgi : V. Exi nio a'ten lid), nio cousi
derado pelos seus eorrcligi juario, comodevia ser.
(Apadise auartes).
eus mi liv.equc eu, pqjenii) c in.ignific in-
te com) son no seio do part lo liberal (nio apoia
dos), repreaeutaute de um districto, dirigindo os
destinos da patria o meu partido, um presidente
de provincia tome urna resoluoio dcstaa sem me
ouvir, sem me consultar, sem me atteuder, conti-
nan to eu a susteutal o e defenlel-o di-sta tribu
ua, que me foi concedida nio par* que eu obe-
d ceso'eegainente ao capricho de quem quer qae
seja, iras para que en podesae celar os i iteresses
dos m us cooetituintes. (Apoiardos. muito bem.)
V. Exe. portante, co idemna-se...
O Sr. Joi de 8aAntes isto.
0 Sr. Jos Marta... c. nfessando, como vem
d.if.z-r, qu n enhii na parts tom>u ueste acto
presidencial.
O Sr. J >a de S N -m ti ve sciencia delle.
U Sr. B .r i de ItapissumaMas o nobre depu-
tado acha justa a demissij daquella autoridade ?
O ii.-. J io de ": -Isto outra quesea>.
(Continuara os upart. s.)
0 Sr. Jos MariaMas preciso aotar-se, Sr.
prcsident-, que nio foi c a simples nomeaoio de
um ofcial de polica commandando grande nu-
divesa da do Sr. Bara > de Taearuna. O Sr. lia-
r) de l'acaru i-i estar uasgra;.'i3 do govern;, V.
Exc. est sendo por ella guerreado.
E' asta, a conclusa) lgica qao nos po-.L-mis ti-
rar lo priacipi n>r V. Exe. estab lendo. .
O que porm, n i o posso almittir qu; n-stas
icondiy-e, estaudo o partido eeaairvadiF do 3o
districto dividido, o suato V. Ex:, guerread .
O Sr. Joo de S-ao teulii sido guerrea I i.
E' engao de V. Ex i.
0 .Sr. J.ja Miria. m.ntenia-sa r-esta casa
e m. um dis sustentadores desres mesia> go.eru
qrie assnu procura d--am.n-alis.ir a V. Ex;, o qne
me d o direiti de dizer que o aossi illnsre cil
lega procede como os antigua roanis que ra-
deinua 1 w a morte lavara vivas ao vencedor !
Nao poisu admittir d SM n'alarl q.ie El.;.,
iiil.'.puad ate c mi, como raractof altivo, qne
O pal agio de a-li familia, enj i.j rr4icc3-a V.
Ex. ievia zciar (apadis un.o b-m), ha: i r
esta forma'degema-ado.
O Sr. Har i de EtapUsutoa. Exe. c rnur-j
pra 1 'uto.
O Sr. Jos M -riaNeai S }iq :r;r piiso ad r::.
tir qu i V. Ex.-, estej i soo a presado da amr'iyi de
uo ser iioviment) eaodldalo, psrqae V. Esu. tem
forera e prestigio ni bou diatner.n pira imp n-so ao
seu part io. (Apoiados).
U Sr. Barrio de I' ipissurca -M ia nti hi n ida
disto, o que ba uaicameare prulenci.i e s pro-
dea ia
U Sr. Jos MariaO meu nobre amigo e c'.ie.r
lib-ral no districto do p>re deputa lo a quum
mo eotou rxttrriadjS, pjr entre un sarii-.o m'i) s-
ri) e lu-ro iruaseo, raa que ist> pruieuea u>
n.ibw deputa to, esqueoeiide-se S. Ere. deque o
excesso de prulcucia cobardis.
O Sr. Biro de ItapissamiMas anda nrij
cbtgou o aceesao. (I-iiso).
OS'. Gnnc'Irea FerreiraS. Ere. j expliou-
se muito bem dizendo qao istro Oorreu por contra
do chele Ib.cal o Sr. liar' de T icaruna.
0 Sr. B.ri de [tspisaumaMas aqu 0 repre-
sentante ocal ) uourc .Jeputado pelo 3- dis-
tricto.
P.lo uoBBo bystema, 03 ebef.-s loeaea, anda
mesmo aqu.lies que teem grande impirtancia,
i.ada 1 .z-iu aenio per iuteim.-dio dos seus repre-
seutautea, daquelles que estio investidos do man
dato de chotes pjr tura; i. d ia MitiVagios eieito
res.
O Sr. Gainoalves FtsrroitaNoste regimeu o
i'OJtirari i.
O Sr Jo MaraSu que s.jU rep-eseotante Jo
2- diotncto, nao pelo m.-u merecimeuto, m is p a
geueroiidade d s chefes das diversas localidades
que compoem aqu. Ha jurisuic.-o, nao tendo
prestigio de cada um desses chefes, todavia pa-
rame o governo da provincia, quando no p ider o
ni -u partido, soa ea dclles o irpieseataute di-
recro.
Nestas crcumstancMs, Sr. presidente, nao prsso
saber come q'js o Sr. Baria de Taearuna tem
mais influencia, mais prcsligi peraute o giver-
oo do que o Sr. Joo de .Si. D.-sde quo S. Exc
o represontantedo 3- districto acata ca.-a, o 8r.
15-.iriyde Taearuna ni) p.dia t-unir urna pi vi-
aeocia distas, sem qa-s rn heavesoo entetrirdi
liJu o seu delegado, Ci.uo seu ropreaootajta, para
que este Bpiieilassc Jjgovern) esta inesina pr^vi-
uencid.
Est.,- o ejotume adoptad i cutre nos, qur em
um,qur m outro partido. D.-xeiaos porm d
parte, 8<-nbircs, esta c msider.iv'n e vamos ao que
mais importa. D-ixem:b tsmb-m de indag.r se
up rtiii ceuseivador est unido ncquella loeali-
dade, < u est csph.aceladu.
Oque nos cuiprc indgsr que razio de or-
'em publica ou de ord-m particular levm S. Exc.
o Sr. pr sidente da prov.uea a demiftir o suble
I. gado de Behenbe, represen tan te do seu partido,
hornera que uo c< uoinattera crime algum, pira
eubstitud-o por um oftieial de polica, com a cir
cumslancia de mandar para aquella loe alidada sob
suris ricas, como eu ja dase, um grande destac i
UJ-llt'.
O Sr. Barrio de I'apissumiE V. Exe. uro sa-
be qu' Bata ribo faz paatg d i 3o districto?
Sr Jos Mario Veem 09 nobres d. putados a
grande dilT reny i : a h i bem p uo ia das a des-
tacara -uto era couip -sto d 4 praCUS apenas c ac-
u. mtnt; raeba-s-j cl-rado a 32 confrmeme
consa.
O que 1-vou o presidente da provincia a tornar
se.ne!liante metida? i
P rmtta-se me que tu p'rgu ite a S. Exe.: a
ordera publica pirventura foi alterada?
Ha reacio de que iato succeda ?
l'enso que nao, e digi isso porque o represen
tante di 3* districto affirma que r- ioa all 11 matar
tranqu iidad-, e nio ha m itivo algum que justifi-
que easa ostentayio de tory.a.
A que ve;o, pora, tudo isto?
Entiio prcsidentu da provincia a seu bel pia-
zer, a seu talante^jode desviar aisira do corpo de
polica 32 prayas para man ia!-as destacar eui
Bebeaiba V
U Sr. G^nyalves Ferreira d um aparta
O Sr J j= VI .ra J )- n-ibre deputa lo espera
que algnma cousa eucceda, mas nest caso S. Exc.
esta em contraposiyo a o pin io do nobre depata-
do p-lo 3 listiuet), que veio da dizer qae reina
all a maior placi les
V V. Exc ,' Sr. presidente, o ilustre depatado
pelo 3* disirieto nio disse ao menos que suppu
oha, mas garan'io, attestou, que all rerua o maior
oaego.
S. Ex;. representante do 3 districto, chele
io lito diatn -to daqaella circii'jscripyo e tem mi-
tivos sobejos para s .b-r do qao all oca-orre.
O nobre depatado nio toi como muiros oatros
imposto aquel le uistrieto; ao contrario S. Exc
all reside, tem prestigio e pode francamente ven
cer apreseiitun lose candidato.
O ar. J rio re Slaso oio
O Sr. Jos Maria Jonseguintcmente S. Exc.
nio simples representante do 3* districto, mas
sim muito diga chef. ; diaponda da prestigio j
p >r si, j por sua fa nilu.
Ha r.'present-ntcs que sio legtimos e ou.'ros
que sio i'upostos pelo partido ou pelo governo.
E S Exc. uio est de modo algum no segundo
caso.
Ea entendo que nos temos o direito de indagar
de S Exc. o Sr. presidente di provincia o que
est para acontecer.
D um lado nos temos a afinrmayio do repr sen-
tante do diatrict. que ebefe na loealidade, do
outro lad) Boa vem is que o nobre deputado p-lo
i districto, chafe da bancada conservadora, como
que deixa pairar sabr da nossos espritus algumas
duvfdas, procuranao tasar acreditar que alguma
cousa de extraordinario est all para socceder.
E' uecessario, pois, que se saiba poique motivo
o presidente da provincia mostrase to BeSfgo
*.n)rneaya> de um aabdoegado, angmeatoao dao-
taoamento, supprimio ma districto, deosittio asa
sublelegado e nom'oj para o distrcto que anta-
riormeate constitua, dous um suble egadomilitar,
commaadaad) um ontingeire de 32 pray is.
O Sr. C ist-ii RibeiroQj :r dizer que l nio h
couiervador que preste.
O Sr. Joio de S E'.
O Sr. Jas Maria Defacto, esta a prova
eridents, coas disse o m:a amiffj, deputado p la
l* districto e foi coafirmado pK d Ex: represen-
tante do 3' distrieto. E' essa a prora i-o icussa-,
iadubitavel, de qaecm Bsberib*, nao Ha couser-
vad ir que p issa ser aprovenado para o iasigai-
fieaate lagar do subdelegado, que dad i a qaaa-
to r) de polica se eucoutra pr ah.
O Sr. Bario de I apissuma- Ano! id i.
O Sr. Jos Maris A qae estado de degrada-
yo ch'gou este giverao ? E bkver ua lu m
que t-nb i pan ionor, qu siiba presar um pouco
sua dignidad-, que mantcnba, se ob-diente a es.e
govwiio qu3 pir essa forio* 80 desmoral.sa ?
Pois quo s-nhir.-s, Beboribi competo de umi
quadrtha de l.droia, de urna quadriiha de aasaa-
siii-js ? Eutio, al- entro OS eouservadoros quo Os
h, o folgo de recouhecer, hormas iistiuctos, hoa
rudos, h laestos, uio se eflcoatra a a s que possa
merec-ra eoufianya desse govern oarraarpida ?
0 Sr. Bario de Itnpisaura-i Isso gravissimn.
O Sr. Jo Maria En e3piro, S prr;siileiite,
que S Exe., o meu illu-tre adversai-i), honrado
representante do 3- distrieto, vciha cribaos di-
zer o qus sabe, o que consta a respailo desse
solo. Se S. Exe. qner ser por d mais prudente,
Ha i quer romper o veo qae euvolve uo roysterio
este aero p-ar.ieal) pilo preiidenf-;, iuflicueiad)
uo pelo nobre d-prtud), mis p :lo cist: Ijci', o
Sr. Bario de Tacaiuna, dev; haver uesta caia,
pSSS'laS ornpateiit-4 :>i:-a i :r::a as r izo i) qu r le-
varara juelle illustre esviinairo a olitar de
S. Ez. esta prjviJeatia. Entra o huir idos re-
preaontantes ia m lioria, C/iita-^o o nobre depu-
tado peto 13" liit.-r.-t une palas suas rei.iyO :s de
aui's ide, pe'os i ic n di s mgae q te o ligam t.o Sr.
Barai de Tacara n, d*v estar a par dos m)tivos
qu lv.ram S. Ex:, a talgir do presidente Ja
pr rviuei i esta or ie.ni.
S. Exe. qae a.jni o i .nsir doi 'r i' ssjt h
13* diatrict i, tem lainiem a'guma parte u> c"
n a > ni.- l'i' s-_'ou 1 i i'Tj pila hiera o -; i : i ,
S. lise. prepara-ae n ira nbao lo.iaru listric o que
/ a rojamente o c .-g-r, agoir-anlJ r-prejeu'ai
o 3.
A rem do S. Es?, qu adiase prese.ite, e ;.-
ti nnr.i ".o rii i at:: i ier a) npoeil) qu-; lli fiyi,
"foi prorrogada a bora do expediente par te
vr o que estava na mesa.
F ji a im primir ai jornal da easa, a requer meu
to do S-. Uru.nmmd, um projecto sob n. 79, ap-
provauda pisturas da caara, muaisipil de Sj-
riobiem.
Apoiou se um reqaerimento doSr Bario Jde
Itapiasuma pediudo ioformayoss sobro a falta de
eoaservaci) de codagem da estrada do oorte.
L;a-ai um ofHcio dio secretario do governo com
munieaodo qus foram prorogados os trabalhas da
actual sessio at 13 do corrate.
Pasiou-so a parta da ordem do din.
A iprovoa se em 3' discasaio sea lo remettd)
comiaissio da redacoo o projcto n. 41 deste au-
no (tixacia da torya policial).
A fioo-sa por 21 horas a requeroieoto do Sr.
Drumm anua (crditos suppteeaeataree).
Approvon-se em 2a disru?sio com u.i.a emenda
o projecto n. 4> leste anno (posturas muniaipaes)
sendo dispensado do intersticio a requerimento do
Sr. S)phroaio Portel la.
Em Ia discussio approvou-se o projecto] n.T78
deate auno (t'reguesia do Alagoa dos Gatos) son-
do dispensado do intersticio a requerimento do
Sr egueira Costa.
Passou ae 2a parte da crdem do da.
Approvarain-se em 3 discussio sendo rcmetti-
dos commissio de redacyo os projectos na. 1G.
.late a.ui) (m .inlio a vapor para trigo), 74 de
138G (aposentadoria do Autinio Mximo de Bar-
ros Ldte) e lo deste anuo (emprestimo a Santa
Casa de Misericordia).
Approvou-se em 2* diseuss) ? ndo dispeus ido
da io'erstieio u requerimento do Sr. Luiz de Ao-
drada o proj 'Cta-n. 51 deste anuo (aposentadorias)
con as cmeudas as. 1,2 el sendo rejeitada a de
I a. 2
Em 2-> dis:u3sij, depo 8 de oraran os Srs B i-
ro de Itipissuaia, [\ gu Barros, Rigoberto e So-
pronlo P.rtea, f.i approvais om urna emenda,
apreseotadH sob n. 1, senio rej -itadas qaatro de
us 2 a 5 ) projecto n. 55 deste anuo {coutagem
de t.--inp) a professores) e om 12 emendas o, de
n. 21 des'o aun (lieenyas) sendo ainbis diBpen
aados do intersticio : requerimento do Sr. Sophro-
nio Portilla.
Cintnu md) a 3a discussio do projecto n. 7
deste auno (loteras da provincia) orju &.-. Soa-
res do Am-irim, e, enerrada, proceden ec vota-
cao das em odas, requerendo o Sr. Viscondn de
I\ibitugi uia seadi-lhe negado que f.>sse mmi-
nal n da emenda n. 7, substitutiva, a qual foi
ap.irovadi, sendo rejeitr-d.is aa de ne. 3 a 6, ten-
d< orad) pela ord.m diversos s. depu'i.ios e
sondo retiradn, a pedida Jo Sr. C)sta Ribeiro o
-eu requerimento pira ir o projecto commiisit)
d- cooatitutcu c poderes.
Apprivou-jc em 2* Jiscursio, seado di;p:n3ado
i luterstieio a r. |U riment.!) S.-. Julio de Bar-
t,i, o o >: i!. 54 deste anu ('mpistos de de
sima) sen 1-j apoiadas onze em-ndaa e approvadus
as d- ns. 3. g 10 reg-si11 i-.- as deunus.
Krn l1 liscussii app.-ovou--.! o pr.jeeto n 11
". frido disp-'i- .ad i di nti-rsticio r
| 'r;:i ul (i Sr. Reg-J ira C -.'.rl (privilegiopira
ir II li. i.u 'lito).
j n .' .: iis-rii, sand > dispensidj di interst-
ei a :e| u ; o or i rj o Sr. Pi ir. .liga i-
ii ; o o pr j. ai > n. *"-'-> .' mo (pr irosa-
; i i :. i i i i re San", i T !."eza).
O Si. J u M iri i, pela ord p pr.ieren
alm de S. Et:, existe m lis uesta ca t um dVsjju- :' '' 'r :''' "'' -' -; : :l --'auno.
tado que c.t igualmoote en eouliyo s i- lar as E o 2 liscu io arorovoii-S > projecto u. 73
mform ,'ors pedidaa. Ei r-firj m ao hinr.ilo .lyii.i) impns-'j >u dniuuge) ;u-
. mtado > Sr. J)-: Din ugiea.qur sob.inh) do 'J' '"'"' it*i* umi ci; dispeos.d-i h inter-
que est i p r nto eio
o ibra t \u-1 lo p.lo 13"
sti-io a re 411 ::.!-: 'o rij ;i.-. Ltiz de ki Irada.
rila a 2" diseu --nij do pi
n 35, e u1i)U-se a 2' ) ds .. K), anbi- d-ste
.Sr. ttir) Je T.ican::ia,
i^oal la le d r 000 lyojs di
distr el i
M .s, Sr. presidente, o fasto tai deicommu il!, aa,,-
de til na'urus*. tan extravagante, qu nsrillum A '""'' M ao dia : l irt : c iiiimayo da
lesees rapre rntaateo, para quem apoeib, uuer co- 8uts'J '-"'- : 2a P!.rt'.:.,'5' dis-ussio a p/oje-
mar sobre aus h*m')ros essa tareta' por domsis I ct03 I8- al &l 6t, 54,65, 69 e 73 2_- doi d us.
pez.ada.
O Sr. Prax'l;s PitongaNi) euerern ouvir
qu iu'o m lis tomar a J-r rz 1.
O Sr PresidentaA hora esti finio.
O Sr. Jos MariaDesdqae V Etc. anoano 1
.iu! 1 h>ra est terminada, eu vou dar pir te.mr-
nida miubi areagi. 0 meu requerimeuto ni 1
ser impugiid-, po'qua aeabu o ds uobre dipu-
ta ios ter firoa pira fazel-o, para justificar csse
aero atto-itatcrio e desmorilisadir dos propriis
conserva dures,, m as oe.-i rejeirado.
O Jr. Praxs les Pitanr.'J)m certeza.
O r. Loor nyo-d; Si Q um sab)?
O Sr. Jo= vi ari aEn compinia1;!' ficari n03
Ann:ea pnra proiusir cffeito u ais -arde o miis
ce lo.
O Sr. Joio de Si -Eu vo\i pr'o re ] ier;m;nto.
0 S.'. Jos MariaAgrad 15j a deelarayri) que
fz, declarando que vita pilo recaera mto, e esta
a prova i: que elle encima umi vrdad esta
a prova de qus miabas palavras no trecam o apoto
de S Ex:, que o legitimo repre3outaa-e d 1 par-
tid > conserva lor n\S districto.
Teiiho concluido.
Fici k diseuoois adiada p.'la h)n.
i'.x 1 ae
Ia PAR re DA ORDEM DO DA
E" s-'m debato aopr .vado ein 2' diseass-X) o pro-
jectn.il. i d -ate auno.
Contina a 3" diseuaslj do projecto n. 7 d ate
aun >.
O r. Ijiucali-es Ferreira (pali ordeno)
reqoer o encerraujento di ds.-JSio,
O Sr. Ju> tfariii (pira ordon) ptde ai
8r. presideaw que ilie informo durante qoantoa
das toi este projecto diseutidn em3 discussio.
O Sr. K-.in: e SilvaO projecto f.u discu-
t.'. 1 m duaa s-.'s-oesj com o aobr-j depu'-.do pile
veri finar pelas actas, uas scsso?3 d; 2 el? de
Abril.
0 Sr. svaxeJe.* Pitonga (pela ordem)
peda ao Se. presidente o favor de inf irmar Ihe ae
o Sr. p.\ Liiz de Anirada j tiuhi pedido a pa-
la vra.
U Sr. Ferreira JacobinaJ tiaha.
O Sr. Prxedes Pitaaga diz que desaja chimar
a atenyn da masa pira o art. I do d ereto.
0 Sr. PresidenteEst i verificado que o proj-cto
foi drscuti i 1 eao dalas seases, e pirtauto, o reque-
imenj 1 de uoorrameato C3t no c iso de ser aceito
pela meza.
Posto a votos o r querim'nto de eueerrameuto,
- rij atado, haveudo sido a votieio vrifie&da8
a pedido aioa Srs. Jos Maiia e Barros Barrote J-
nior.
(Tintinas a 3> discussio do projee'o n. 7.
{Contina).
1887PROJECT )S. 79
A commissio d ex -me de oosturas, tendo cur-
da !o3auiento exa uinad i as da Cmara Muuicipal
de Serinhiem de 21 de Marco deste anuo, de
parecer que se adopte o seguate projecto de lei :
A A^s.mbla L'rj;is!ativd Provincial de Pernam
bueo decreta :
Artigo uuieo. F;ca u approvadas com a modifi-
cay i> abano aa segnint j p.stur is da Guara Mu-
-ipal do Sorinhiem; orgmisaias cm 24 de
Marco do corrate anuo :
No art. 1"> em lugar i dous fiseies, leia-sc um,
que ser o da villa.
K r: galas as dsposiy s eai cmtnno.
Bala o-: nunmisous 'J de Maio de 1887.
Coelbs ae Moraes.Sj-ires de Amorim.
1n i'.illlle.l l'iaiiirH'iiil ruueelinjU
h intem euo a presidencia do Es ti. He. I)r. Jus
Manuel de Bar.'os Waaier'ey, tea lo comparecid
ol Srs. deputados.
Fomm ndas e app/ovadas sem debata as actas
Ja sessio de 6 e da reuna > de 7.
O Or. 1 secretario procede lei tura do seguiu-
te expediente :
Um ofEeio do secretario do govern) devolveado
informada u nctiya> i D. Mina Candido Branca
da Ma'.ta.A quem fez a le.quisiyio
Outro do de Alagdas, accusindo o recebmento
dos ahuaes desta Assemhla d- ldS7 e offuvcendo
dous ex.-mpUrea da oli-'cyo :s das leis daquella
pnviucia ua 1885 e 1886.A archivar.
Urna petiyao de Joaquim da diva Carvalho,
proprietario das peauenaa casas sitas travesea
do Gas ns 14, lo, 18. 20 e 22 requereade isenyio
do mp sto addicionsl decima uroana do serviyi
da i-om i .nina Recite Draiu i.'i: relativamente a
rasa o. 16. -A' commissio de orcamento proviu
ci#l *
Auprovaram-se qaatro pareceres da commissio
de redaeyo sob os projectos us. 34 de 1886, 3 e
4 d-ste anuo e sobre a emenda u 1 deste uluino,
orando relativamea'e ao pnmeiro os Srs. Gomes
Furente, que maudou urna em -11 da; sendo rej -ita-
da, liarr.s t .rreto Jonior, Fsrreira Jacobina,
Urummoud e Prxedes Pitaaga. itt
A requerimento de urgeocl do Sr. Louesnco je *1 do Cdigo Crim.aal
11 7S e d 1 "m 11 i 1 ao pr ijecto n. 7 leste anuo e
curiana,11 la au'.eceieute
V.;i n m sa a a eo L'ciar ;Io le vr.; :
n D suas eivoii las.U A. da Costa Gomro?. 1
Eimraii) X> intuito d bom o ;!i r nao
somante > estad 1 ti rre' Watirt '/ Bruiil
R1il1v.il OompiH'j e seo prolongameuti, em coa-
stru ryi) bem .0 ao, alg 1 is lu ; ir >a q io sio pr-
corrioS por e.s 1 estrad 1 de fer s.-gui) no sib-
!> 111 p.'la m'.nhi run un treno cx,iresao o Exm.
Sr. Or. Pedro Vieeate de Azevedo, digno presi-
dente d-i proVU2ia, ttcompiubvlo dos Exms. Sr..
g-uir 1! e rui n 11 l.in'.e das armas, 1),-. chefs de
polieia e crjsido numero de amigosesuas Ex-nas.
familias, at a cidade de N'azarelb.
Pattinl) di e;'ayi) di B.um, s 7 hira-e mea
da m i-ioa, pr5i alguma demora ui.< estacos de
P.au d'Aiho eljnia di Cirpni, c'uegoa 1 trem s
10 horas 1 ci ials i: N S ir "'i, i-,n c ij 1 'estaclo
se a.'h vi rcuai 11 graad 1 au or > de p-sso 1- n de recebaren! os illostres visitantes.
S gainlo to los p ira 1 re .i 1 >n lia 1 D.\ juiz .le
direiti Cirios Vs forao ah recebidoa pilos m*s-
mo o sai Ex ni. familia, onde j seachivum na
p.-ssoai miis gra! i-r da cilile, entre aa quaei sa
no'.van, mmoros dj directorio conservador, cj-
maristas etc.
D'jvs de um pequeo discanjo, visin S. Exc.
e mais eompsnheiros deessarso, 1 igrej 1 mitriz,
a eideia p iblica, blblioth .'ea e lutros edifieios da
ciiil', liciud satisfeitos tod n con o estalo
prospero em que eneoutraram aqaslles edificios.
Depris do roeio da, teve lu-;:r 9 ;,1 noca qne fui
profuso repetindo-ae o nervio 1 Bucceasivatnoote em
mais daas outras metas, aii contando a ultima
que foi destinada nos musaos.
Dormite o al moyo que s: pr lougoo a' as 3 ho-
ras da tirde, foram tro Jada mu-.tis brindes, dos
quie3 nos o?jorrero apenas os segun'es:
Do Di: Cirios Piz 10 Em. Sr. r. 1 eiro Vi-
cente; como administrado intel i; n e, ci'iterioSo,
ce >u uniC 1 e justieeiro : ,
D) dusembirgai-or Alves Riberr 1 no eii^.-hero
Silva, pela excelleate coostrueyao c fie disayio da
es'raia de trro di L m iciro :
Do cagenh'iro Silva a-De. Hercu'ano repre-
seataate d'equalle distrieto no A'sembles Provin-
cial :
EaoExm. Si. !). Pedro Vic-il-- .heroica
Provuiea de Pcmambuco e igncultura, luivcndo
diversos.outroa brindes, derigid is ao d;sembC
gado.- Alvos Bibeiro, Dt. Cario. Vaz csrojel Mar-
ei m'llo etc
Em seguiia f>i S. Exc. uo mesmo tren, aeouo-
paabado pelo Dr. engeah-iro, supertendente t
mais ca/alheiros visitar a coastru ryl 1 lo ram .1 da
Tiunbi'oa o pero orre ram ain la cerca de lll k lo-
m -tros uo mesan trem, iicaaio todos 03 visi'ante
satisfeitissimos om oc:'aI> de adi 111' 1 ment em
que encontraran! a c.instrucylo.
Finalmente depois das 5 Inris regressoa o trem,
que a [ai < heg iu as 7 e m-ia da noite, traseodo to-
dos gradiveis r c-o.'l ir" 3 d 1 ptsseio.
T.ibuiiitl do Jury.Poi hoatcm encerrs-
: a 2a sessio lo jury d) orrente aun i.
N 1 sesa) de houfeuo foram jiil -ad-.s oa reos
Candido Jos da Silva o Libmi > Jo- de 6intn
A'.iiic. afhi.i .a pronunciad, s no art. 201 do bodigo
Criminal.
Pura julgamsato do primeiro, que aecusado
por Ser na tir le J; 3) J Novcmbro da anoo pas-
pado, nos Cu-Idos, tregaila da Boa-Vitta, ferido
lev. mente a JOauoel Baithasnr e Francisco de faa-
la Borttcs, firmo u-se o coasclho des segein'.'s se-
nhores juiaes de faeto:
Joio ('iivalcaut.i Uoreira Campos.
Dr. Francisco Phaelante da Cmara Lima.
>r. Jos da Silva Ramos.
Joaquini Aat..no Aloreira Jnior.
Jo; Martiuini) e Soaza.
Seba8tiii Jos Gomes Peona.
Joo Moreira do Aranjo Livramento.
JuB (Jenyalves de Aadrade.
Amaro Aff.iiS) de Olivera.
.-.y.ronio LibauioNones Sette.
Ad dph > Coelh 1 Puiheiro.
Dr. Jos Francisco Ribeiro Machado.
Oorgio dr vindicta publica deseovolveu c ac-
cnsayao bas-ada as provas dos autos, e pedia a
con iemnaco do reo no grao medie do art. 201 da
Cdigo Criminal
A d.fes 1, que foi prodasida pelo Sr. Dr. Bre-
k-nfeld, nnmeado carador por sr oreo menor,
ui'gou a flagrancia do delicto, e pedio a arosolviyio
de sua curateilado p>r perempyao de accio.
O couselho recoaheceu por unaoimidade que o
reo nio fra preso em fl.grante, pelo que foi ab-
solvido e immediatamonto solt.
Timbera foi jnlgado o reo Libanio Jos de Sau-
l'Aona, que no da 7 de Maio do nnno paseado, no
beeco da Gr .iabaira, freguesia de S. Jo.-, ferira
levemente a Antonio Gualberto Gemes.
Panccionou o meem) conselho.
O Sr. Dr. Oliveira Escotel desenvolveudo a ae-
ensayio, qae se baseaa nss provas dos autos, pe-
dio a co ideinnacio do reo no grao medio do art.
.

I
niHi



Diario te f cmribuTerfa-feira 1 <3e Malo 4c 1887
.
O Sr Dr. M-t-nu, dogaio d> reo, aeg-u a
fligraaeia ey-edio absolvi** seu-constitaint..
pr perempeaode aeco. ".__ ,
O cousittio b>l*u o reo por ptresapaio d a
*v!lie *sa de iauearo-P* vle-
gram.'wa d Ajeada Hm! ube-se ter serddo
completaineuto ua noite da 7 para 8 do oorrente,
o vapor VUle do Boa di Janeiro, da Companhia
"hargeurs Reuns, iado a pique por tur Bido
abalroado pelo vapor .Cnsmpagne da Gonpanbia
Trauaall.iutii;a era frente do C^urceiles (Franca)
do dcoartauoont i (Jalvaaos.
O V.l.: di lii do Jaueiro i do Brasil par o
Hivre o o .C-uuipaga.? do Iiarre para Nl-w-
Vark- J k ,
MjIY'U a paria do priaieirj o ter sido abal-
roado oe o segundo mn consequencta do lurte
ceiraeo, firaalu o Cbaupaugaa com grandes
avarias. ,. .. .
Neste porto haviaoi embarcado BJ V.Ue de
Ku de Jaueiro. cinc p isaageiros, que tem duvi-
U torna stlvoi, n.ia que de tuda tripolar^ c
pusagar i ueobuma parda do vida ha a lara u-
tar.
O iCakmpaiMa coniuzia imraigrautos para a
America e cerca de ciacienta dest-ja perecerain,
talveS por se terein precipitado n une ua oeca-
B'a do siuiatio.
Embarque.-No p.queo americano F-
uanc tomarau passsagera e scguiram para a
corte os Dra. Alfredo Cofrede Oliven.. e desem-
barga. 1er llciriqna ferer* de lacena, d putudos
genes p r esta proviaoia equcforain umar parte
nos trabaltoa parlamentares.
Sa. Exes fomm acnnpanhelos por grande nu-
mero de airngaa al o piquete, que alli forara fa-
zer-lii-a as despedida?.
No eaes da .ua do Viaeoudj da Rio Branco,
oude Cjiciuo eseakr o Exin. desainbargadar Lu
Ceua, tocau ua oPWWrSl do embarque u;u i banda,
de msica, alli mandada postar patas seu3 amigos
tldaradures.
Tambera segnio no mesino paqueta o Dr. Joo
Baptisu Corroa de Oliveira, proco ,t.r publico da
comarca de Iguaraos.
Des jd.iioa iea i6i vagem.
Xttenea i''oi -u.-s euviaio uai cxemplar das
theses, apresentadas Kculdado .le MeJieina d
Bbia cin 1S do Abril pronnu tiudo e sustenta-
das em i do Ma crrente p=lo noaao lotelligente
cotprov:riwi;;no Dr. Eduardo Angosto da Sil
veir... n
, A diaaertaejo tcn por tiluULousider^cues
acerca d Eelaaipsra.
O jovro medico ro nterno do hospital de Mi-
sericordia da corte, e o ene irroga lo do servieo
gyatcol^gico a da inatiruidade do hospital de S.
Joo Baouata de Nicthcroy, onle por eerto teve
occaaiea d-; adquirir pralicamente ua aonbeei-
meutos que c.ai^let iraui a =h tducacio scienti-
fica e prctisaiuuul.
Ccmpriiaentamoa ease nosso comproviuciano e
descj.iu a !bj todas as felicidides.
E' cma a Cmara Muulclpal..\inda
contina sem concert a larg* abertura na ponte-
sinha da Sauto Amaro pea fslta de urna praucha
no ltit) da moma, dando lugar a accidentiS.
A directora das obras pubiicia de quem recia
mam;a proviiloueia noi informou que incumb .i
faiec o concert ao Se El', rio Baile, quo res-
ponsabilisou se pala coU;ervacao da ponte.
Pedimos ao Sr. Eduardo Burle que cumprisao a
obrig.icao, que ac^ itou e at hoje nada sa fez.
Agora roeorreinDs a (Jamara Municipal para na
priine.'ra sesso tomar o uoaso pedido em coaside-
racao e mandar o fiscal di Boa-Vista intimar a
quem incumbir i izer o concert, que o faca sob as
poa-.a legacs.
man qanto sea deaenvaivitaento materisl progri-
de a pawoe lardos d^'ida ao ?ti> edifiaaaor de
algans de seus habhatilas, entre ells o do 5r. An-
touio fiafiau doe Saato, ae agora mesmo a eu
cmm sojHnie, aaba-se coaatruiado ama boa casa
para aervir de opriaSo e jirtc!, com a*MCTdaa
aoc^mmoda^ojg, e que em piucos das estera co-
berta de ti-laas, e o casa te satisfaetori/aente
funccioar !...
. E' eerto, inf lismente, que os correa da pro-
Iiguta *cham-se em estado poaco favoraveis a com-
portareai despesas, 'nas se attender-ae as cireum-
staneias ea qae se ucaa est* locilidiie, a dist n
ca da 22 legua9 de sua actual eJe '.Puaqueira), ao
mudo p.-lo qaal iBk'JJ entre as deosais piragena
do alto serto, ver-se ha, que nadiayal sua ela-
vacylo a comirca, mesuio porque d'jihi, longe de
vr=ui despesas a provincia Iwzem-lbe proveito.s ni
arre;:idaeo de suas realas pela aceo prompta da
jii-'i.-i so ore aquei.es que se negirn a cumprir os
seus dtveres, e qoe coatam com a certeza das ae
uhumxs provilene38 qae Ihes p-ssam vir Je to
looge, bem como alli as autoridades sejam aol sas
no cumprim uto de seus deveros, mas qae ansen-
toe ignoram militas ciusis que aa passain nesla
localidade contra os interesses tiscaee, tte.... J
vimos sobre o assumpto um discurso do Sr. depu-
tado Joo Alve?, que raaito nos agradou, e faze-
mos votos para que S. Ese. e seus honrados com-
pnh-.ir.'s de districto consigam da Assembla e de
S. Exc. o Sr. Dr. p.esedeute da provincia dotar-m
este termo de mais um bancScio to urgent> a de
tas bou fieos ilfeitos.
O n que'io aya lo que aqu temos est, quiei
que chei), mas seria amito conveniente, para pre-
venir-se um prximo arrombamento, motivado pelas
repetidas ebuvas, qa ; o gjverno m in Un: tazer
um peo.ueuo reparo, bnstando para isso, que 6e
marcasse ama quota de djus coatoa do iis, pou-
co mais, ou menos.
Os negocios de ooasa e iilidade e da igreja vio
em co-npleto rtgruso, assim como do patrimonio
sobre os quaes uo nos cceupamos mais vioto nio
baverm pruvideucias de forma algumi!...
A tranquilidade publica contina iualterave!.
cumprindo hs autoridades judiciarias o policiaes
os seus doveres, com moderaco e criterio.
Em conciuso devemos um voio de louvor aos
Srs. alteres Siqu ira Mello e Manoel C. Lins de
Albuquerque que sao os principis elementos de
ordem de uossa ezcelleute localidad-'.
Operacoes clrurjtlcoaForam pratica-
das no hospital Pedro II, no da 9 do corrate, as
seguintes :
Pelo Dr. Estevo :
A nputiico da mama direita indicada por can-
cro da inusmi.
l'elo Dr. Pontual :
Am.iUtaco do penis pelo proc83so Je Guyon
por cancro da glande.
iHrerioi ia da cao dus porto*Biletim m.'ttiorologico do
lia 8 d.' Maio de 1887 :
o da sorte
esfio pre-
v i'S-3
lloras 1 1 o 2 i O DO fi a Barmetro s O
6 ra 23 6 759'46!
9 23'-6 T6105
12 2314 76089
3 t. 23'5 59">3o
i 23*-9 759-0 l|
",D.
aom
O que uo pode contiuu ir o estado em qns se
acha Kqaella ponte, que al:3 milito trai.sitada.
Iguu.moute lembramos que com urgeuoia se
Cuide ue pro'.'idcuciar acerca do esc lamento das
aguas que sejun'aio na raa de S. Joo, da fre-
guezia de 8 Jos, pois que nos dias de chuva
tica aquella ra iutiausitavel, com grave detri-
mento p^ra os moradores d'alli e passageiros da
estrada de ferro ele Garuai i'u
Boppile E' este o titelo de um romance
do Sr. Pardal Mal, f, receuteinenta publicado.
O Sr. Paida Uallet j baataute conhecdo
entre col como eacriptor notavtl; e quaoto ao
mrito do seu romauce d.trt-m :auoiao juno depois
que 0 lite: moa lido.
Agrade- em a o exeaoplar com que nos obsequioo
a Livraru Fiumiueuac, edict.ra do mesmo ro-
mance.
Urna ioiporlanio Utlicencla poli-
cialEm outra sectil > uamoB pubiicidude a con-
testacSo i'sita pelo Sr. teneute 8.nt s Neves con-
tra o qae !lirmnu em saa paOuccao Zjterino
Paea de SuUsa G<-mu e confirmando o que disse-
mos sob esta ep'graplie
ffornal le MedicinaTemos i viste o d.
8 do 2" auno deasa rerisia m-'dica, que ae publica
em Pariz, haveudo uo Kio de Janeiro urna agen-
cia para a distribuigao da edieco portugus da
mesma revista.
Agradecidos.
Cvmpauuia dramailca- Ach i -se nesta
cidade urna c mpauina sob a direcvo do artista
:;.Soares de Medeiros.
D.ir o primeiro espectculo ua quiula-fcra
prxima i- uo ih afro Santa Isabel.
Vapor da EuropaUessa procedencia
obec-'U ante-bon'em o paquete ingiez Cuopaxi e
honiein tarde srguio para o sul.
Nao receb'ia'B J 'runea.
Pliarmaceudcu- 'um su. carta de phar-
maceutico acaba de chegar da Baha, onde fra
estudar a retpectiva arte, o Sr. Jos .Marques Per-
reira, digno fi.'ho do autigo e acreditado pbarma-
ceutico deeta cidade, Antonio Mana Marques Fer-
eir.
U invejavtl pratica de loug-is anuos a arto quo pro-
feasa, teudo sempre os aieihares mestres, se acha
hoje em condi;5es de substituir perf itaiuente o
respeitavel auciao, seu progfurtur, cuja pharma-
cia passar breveireute a dirigir.
Vapor FrauclacoPor ordem superior
foi tran&ferida para o Dia 12 do correte, s 5 ho
ras da tarde, a sabida deut= vapor para^M portos
do sul at a Babia.
Agencia da lien! HalaPor telegram-
ma recebido n- ota ageucia, sabe-se que o vnp,r
Monifjo, esperado da Europa no dia 11, seguir
para es portas de Montevideo e Buenos-Ayres coi
lagar de Santos, como f i aun a neta lo.
(iaxela de toyaa. uBncebemos os u-
aeros 25 e 26 desta Gazeta, que d as seguiutes
. noticias:
Consta que a maiioria dos s'icins da estincta So-
ciedade Mo te Po, resolve'i oFencer o producto
liquido* dos movis pe teucent s qu Ha soeiedade
s filbas d^ finado Gaidino Cardeal da Cmara,
um dos ^censojios que por mais de urna ve foi
si u presidente.
E' um acto digno da louvor pola ua boa appli-
aco.
Foram di clarados livres por falta de m.tri-
ca'a ; Jianna, Rita, de H rmogeivs de Castro;
Aleixo, de Joaquina Je.- de Souza Puntes; Cap-J
tuliuo, Francitco, Rufiua, Joeph, Bemvenuto e
Florencio, de Cario Jos de Castra
Consta-nos que j eat acabad-i o paiol que
ka de servir de de. oaitu das qaatrocoutas barr
m de plvora, que iutcjizmtute aiuda esto oo
entro de&a praci.
QjMini se ar a mudauca da* iifliinmavcis vi-
tnhas f
VictoriaD'a'a cidade recebemos o Lidador,
'oudaeitralinn i o seguate :
Efeta cuiana apreseutou->e ao Sr aubdilepi-
do di, 1- distrxt > dest.a cidade um indivi iuo da
cor brauen e de 38 amias de ida le, chamado Braz
Jos da Silva, Uizenln que vinba rec lher-se
piiso por ser crimiuota df murte no termo d
I'r'priiia proviocia de rgip*-, onde ha 15 an-
nos mal, u a sua pri pria mulber e a um to, por
qaesiao de honra.
A smteridade, dep is de ter feito o inttrro-
gatorio nec< sano, m-iudoa rec Iher cadeia e j
o renietteu no S l>r. chete le policio.
Fiar da Vlelorla>u.gio laz*da publi-
cidade i.'Sta ei-ia-i ii<> *K>htda p.ssado o pri
uieiro numero da Flor da Velorta, peridico Ut
terario e instiuctivu.
lemp.-rniura mximaI
Dita mnima24,.
Evaporaco em i\ horaa ua sol: l,m3
bra: 1,-3.
Chuva65,"8.
Direccao do veuto : SSW, com iatcrrapco de 2
horas e 30 minutos S\V, at 9 horas e 31 minutos ;
S, SSE e SaW alternados, com iaterrupco de 2
I,horas 22 minutos SE, at k horas e 37 miuutos da
tarde ; S at i horas e 53 minutos ; S e SSE com
iuterrupcao de 20 miuatus SE, at meia mire.
Velooidade media do vento : 2m,19 por segn di.
Ncbulosidade media: 0.98.
Boletim ilo porto
Proa mar
ou
baia mar
i'. M.
B. i.
P. M.
B. M.
II.r is
3- 7
10-53
523
1146
da in-.nha
tarda
Alngaa de BalsoReceb-mes do nosso
CSTresp.'ndenteu spgmuie co 4e 18 do bqoz pn xinto pastado :
Contioi comniuiia regliM-i lale a estocao in-
fXtum, encheudo a todos os agricultores cria-
dores de certas esperances de ussa colaeiU abun-
daotissima de lrguu.es e que j t, assim nao sos
apfereoa p r sin Igiim cmirjdcntfa na qual
teja sea principal pem asoem o aruente j>.1 de
Maio, em pra jmzo aos beneae** e esperados resul-
tados da co beita.
< Rtnovamus nos*oa justos clsmcres a putrtoti-
ae uiustra'da Assembla Provincial no sentido de
levar se esta villa e torm > eatbeg ria de comar
a, urna de soas mais argentes aecessidades, tanto
l'roi'iitmaii ae casaaealot'-.i m li-
lios ni matriz da Boa-Vista, no.dia 8 do correute
os se'U'nt-8 :
Joo Toentiao Riooiro com Mara Perrina de
Lea o.
Francisco J ouiri.) Gomes c>ra GertraJes.
Mano 1 da Barros com Th'.'odora Agripin>; da
Conceicai.
Paulino X-;ide da Silva com Antonia Maria
Francisca.
i.eil Ar*E'ccuar-se-haii:
hoje :
Pelo agente Modesto Baptsta, s 10 l|2biras na
ra Io Je.Vlarc) u. 12, do espolio do finado .Manoel
de lloara Eatevea.
Peo uyeate Martina, s 11 horas, na roa da
Unlo u. 8, de movis anligos e modernos.
PeZo agente Brtlo, s 10 1/ horas, ua ra Larga
do Rosario n. 33, de movis e ateocilios do hotel
Cineo Naco s.
Pelo agente Pestaa, s 11 horas, na roa do
Vigario Tenorio u. 12, de daas meiaa-aguas.
Amauh :
Pelo agente Gasmao, s 11 horas, na raa da
Aurora n. 137, de movis, piano, vacuas de crias
e muitos nutres objectos.
Pe/o geme Pestaa, s 11 horas, ra do Vi-
garin n 12, de predios.
Qainla-teira :
Pelo aqente Pinto, s 11 horas, roa do Mr-
quez de linda n. 3, de um "piano, movis, bi-
Ihar e jogos.
Hnqn fnebres. Serlo celebradas :
Hoje":
A's 8 horas na matriz da B a-Visto, pela alma
de J a i i) iT.-li-y Juaior; s 7 horas na igreja
do E-pinto Saato, pela alma deD. CarolinaTheard
L'jio i. in .s ; s 8 horas na Casa dos Expostos,
pela alma de Eitas Baptista da Silva ; s 7 1/2
bor*s na matriz de Santo Aatonio por alma de D.
Carotina Th> rea Lipes Lemos.
Amauba :
A's 8 horas, ua matriz da li i-Vista, pela alma
de Joba Josrph Hardiag; s 8 horas,.na ignja da
Conceicao dos Militares pela alma do brigadeiro
Jusiiniano Sabino da Rocha.
Sexta-feira :
A's 8 horas, na igrrja. do Espirito Saato, pela
alma de Beruardino S Campos.
l*Aaas<*lroaChegadcs da Europa no va-
por ingiez Cotopaxi:
Aogostus Clark, Uary Claik, Francia Clark,
Fred-ri'-k Monhard, Gustave Was-i, Riehir-i
Z flei. Fereiaand Hwi Z ff.-i, Fredernk Will iut-
tor, Andrs Docal Barreno, Euseuio Vusquez, In-
nocfncio Vasquez, Francisco Vasqnei, Camillo
Alvares, Manoel Mendp, Manoel arreira, Ado-
lme Fi rreira Morena e Noberto Fereirt Moreira.
Sah l-'S bara o sul no mesmo vap .r :
Antonio Pedro de Alcntara, Francisco A'vcs
de l'Veira e Marn Benedicta da Conceicio.
Hnhidos para o norte do vapor nacional
Para:
Carlos Mediros, Fr. David da Natividade de
N a -a S- nliora, Malh'as Peter Paul Holigues, Dr.
Jos Alves da Assumpco Men zes, J s Moreira
da Rocha, Francisco de Paula Olkcira Limi.
D. Maria L. da Silva Cesar e 1 filho. Eduardo II
Smg.-I, Dr. D Luios de Ssaza da S Uve ira. Dr.
Manoel A o t uns e 1 menor, Guaracio Vincenzo
Giovaoi Camardella, M cola Pineda, Geraldo Fe -
reir Mais, Francisoa Xavier da Silveira, Fran
cisco Alves Maia, Domingos Alves Mate, Oes
cenoio G-imfS rl Olit ira, Augusto Pereira Car-
dos', Antonio Pereira Jurubeba, Alvaro de S,
Andrs da Cal Barreiroa, Aul ui-> Mead a Bar-
bosa, Migjel Crrela, Manuel Meades, Joseph
Spalazaui e sua scubora, Lua Baler e Luis Lobs
da Silva.
Caaa de pclcnroMovaento dos pre
sas da Casa de Detenco do Recife ao dsa 6 do
corp-nte : (
Exist.m 412 ; ntrsram 2; sahiraas 3 oSais
trm 441.
A Saber :
Nac.ouae 873 ; mulbnns 10 ; estringeiros 15 ;
eseravos sentenciados 6 ; dem proceasados 2 r
idem de correes." 35.Total 441.
Arralo idos 380.
Bous 359 ; doenres 21.T*i 380,
Movimeoto da ntenoart.
Tiveitm bsixa
Aotonio Caruairo de Oiiveira.
Jos Cont e Silva.
Tiveram alta :
Antonio Vieira da Rocha
Manoel Crrela da Costa.
liOteria da pra lacla -fiis o na-aares
da 16' parte da 2* lotera em beneficio da Santa
Casa de Misericordia extrahila em 9 de Mais :
7183 5:000/900
1267 l:030JtWO
5219 O0/O3J
Estilo premiados com 100 :
662 3157 5648 6341
Esto pr-'nnvlos com 5JJ :
516 1074 1874 6248 6425 7683
Esto premiados coa 3-.) :
538 920 1146 1206 2013 3116 4135 4602
4952 5527 7244
Approximaco H
7184 102*000
7186 102*000
Oa nmeros de 7101 a 7200 (excepto
grande) esto premiados com 15*..
Todos os nmeros acabijos em 35
miados com tif.
Todos oa nmeros terminados em 5
miados co:n 3/S.
Aextraceo da 17 pirte da 3 lotera em
beneficio da Santa Ga9a, corre na sexta-leira
13 do corrate.
Lotera la provincia Sex'U-eira, 13
do correute, Ai 2 horas da tarde, se extrahir a
17 parte da 3' lotera, em beneficio da Santa
Casa de Misericordia do Racife, no consistorio do
igreja de Nossa Seuhora da Conceico dos Milita-
res, onde estaro expostaa as urnas e as eapberus
a nprceiac) do publico-
iioierla da rarleA 201 latera da cor-
te, pelo novo plano, cujo premio graude de....
30.-OOO4O0- ser extrahida nodia.. de Mar-
co.
Oa billie:os acham-se venda na prac da In-
dependencia ns. '37 e 39.
Tambem acham-se venda na Casa da For-
tj:ia ra Primeiro de Marco u. 3, de Martins
Fmza & C.
lioicria dodra-ParaA lotera deasa
provincia, pelo novo plano, cujo premio grande
40:000*000, ser extrahida no dia 14 do cor-
rente.
Bilhetcs venia na Casa do Onro, ra do Ba-
rio da Victoria n. 40 J; Joo Joaquim da Costa
Leite.
Tambem achmn-ao venda na Casa da For-
tua.a ra i'riineiro de Marco n. 23, de Martins
Fiuza&C-
laoteria da provincia da Paran
A 12a lotera deata provincia,pelo novo plaui, cu
jo premio graude de 15:000*000, se extrahir
hoje 10 de Maio.
Bilhotes a vonda na Caaa da Fortuna, ruu
Primeiro de Marco n." 23, de Martins Fiuia & C
Lotera da ParahyaaEsja lotera cajo
pr.-raio grande de 20:0J0*0-K) ser extrabi ia no
dia 12 do eorrente.
Os bilhet09 acham-so venda na Casa do Ouro
ma do Bario da Victoria n- 40 de Joio Joa
qnim ila Costa Leite.
Eiolerla de Alagoaa\ 16* parte desta
lotera, pelo novo plano, cujo premie grande
de 15:0j0000, ser extrahida do dia .. do eor-
rente. .
",03 bilhet"s acham-sa venia na Casa Feliz
pra-; i ua Independencia ns. 37 e 39.
Tambem acham-se venda na Casa da Fortu
na ra Primeiro de Marco nd 23, de Martin^
Fiuza 4 C.
liOteria da pro IndaA 17 parte da
3* lotera em beneficio da Santa Cisa de Viiser
cordia do Recife. ser extrahida sexta feira 13
do eorrente, s 2 horas da tarde.
Os bilhetes garantidoa acham-se venda na
Casa Feliz na pruca da Independencia as. 37
e 39.
Tambem achuru ?a venda na Casa da Fortuna
ra Primeiro de Marco u. 23, de Martina Fiu-
za & C.
Ceiaiterlo Publico 'Jbuuarb do da 7
de Maio :
Amaro Pires Ferreira, Peruimbueo, 66 annos,
solteiro, S. Jos, dyarrhi.
Jos Antonio Teixeira, Peroambuco, 32 annos,
solteiro, Santo Antonio ; tebre typboide.
Elvira, Peruambuco, 18 mezos, S. Jo3 ; con
VulS0i8.
Scverino, Pernambuco, i raez, (iraca ; dianha.
Mana Felipps do Espirito Santo, Perna abaco,
26 annos, solteir, Boa-Vista ; tubrculos pulmo-
narM.
Epiphania Mara de Jess, Pernambuc < 12 an-
nos, eolteira, Boa-Vista; benb-'ri.
Am mii, Pernambuco, 18 unos, soiteira, Boa
Vista ; fi bre pemiciofla.
Luiz de Franca drdeiro, Pernambuco, 48 au
nas, viuvo, B'a-Vista; infera> urioosa.
Margarida Firmini da Cniceisio, Pernimbuco,
70 anno viuva, Boa-Vista ; h 'patite.
_ 8
Joao Fra icisco U"gis, Pernambuco, 40 anuos.
casado, Sauto Antonio ; sepji mia consecutiva.
Alfredo, Pernambuco, 2 meses, 8. Jote; athra
psia.
Joaquina Meira, Pernambuco, 60 annos, soiteira,
Boa-Vista; dyarrba.
Maria Candida da Conceicio, Pernambuco, 25
anaos, viuva, Boa-Vis'a; dyarrha.
Joaana Baptista Nepomuceoo, Pernambuco, 30
anmp, soltoira, Boa-Vista ; febre perniciosa.
Francisca Rosa do Nascimeuto, Pernambuco, 85
do Ka .ciiteat* Cesar Borrlamaqui, Alfredo da Silva
Ouimazdcs Ftaaoisoo Ignacio Pinto e Augusta
wesar Stepple, idem de acotes de leiloes desta
- pra?a.S-^ja registrado.
Oe Joseph Gerard-para que se archive disrrso-
to de socedade qat celebrara com Germ.in Gaa-
din, ficando o ex-sjeio Joaeph Garard de posse do
ajtiv-> e obrigaJo pelo passivo da estincta firma
Garard Gaudin, o quil fie* 3fri3 o uni pro-
pneUno da fabriea de tovas, sita nesta cila-ie.
Archive um forma da lei.
Do A. Costa & C, do cuja firma nica r.-pre
sentante Aiastaco ferrara di Cata, o.r-,
de co.Btnercu de citfirros ra do Cibogi n 1,
para que se registre a maro de sea oran i ei. '
qual teve baixa em u-asii le 21 de Abril pr.jzi'no
passado, com a JanominacioCaa durs. -Sais-
tacirm o parecer fisc il.
De Neves Salgado para que ae archive o con-
tracto do soeiedade cm uom- coilectivo que s:b
dita firma culeb-aram Manoel (Im^iMi st.i^.^j
I
Naufragio do rmr Babia
Altura
2, "55
0,m.8
2,-63
0,">26
a firma celebaram Manoel Gooealves Salgad
e Angelo de ^ Pcixoto com o capital do 13:0 0
pira a cintinuicao do eommovcio Je pidaria rai
Bi&ieite do Roaario n. 13 Seja archivado.
De IssaaasB GueJes Barroto Fiho, d>mciliadi
na eiiade de Peaodo, provincia das Alago**, para
que so registre a eacriptura de autorisacio para
poder comm 'rciar, dada pjr seu pai ocapito L: o
co Guedes Barreto.Registro se.
Da Albino Assvado & C, para que ee archivo o
distraeto de dita firma, da qual sao socios Aaouio
F~rnandes dos Sontos, representado por seu prooa-
raio.-, e Albino Femiules de Azevedo, Sean!)
Ota da posse do activo e do estab leeimeuto sito
ru* do Biro de S Bo.-ji n. 51 e abrigado p 1 >
joaseivo da extinctt soojedade.Sej i archivado.
Do Carlos Loureoo Gonvs 4 C, parn que se
registre a rescis.ia da arU do fretameoto effactijii-
da na cidade de S. Salvador da Baha com Aito-
nio Mano -1 Jos, capitio do pataebo nacional
Maria Augusta, Antoaio Jos da Costo. Ju-
ni or.Registre -se.
J Asevedo & C, para qui se J baixa ao re
giktro de sua umci n. 107 o so registre a quo
apr-entam sob a mesma denorainacio Cazias, para
distinguir os product s de sea commercio de ci-
garros ruu do Forte na. 3, 5 e 7 e Djque ds
Caxiaa n. 63, pediodo outroaim que faoa parta do
registro a mortalha em qno oavolvem os cigarros e
o involucro dos pacotes que contem 500 cigarr9.
Oa sapplicantes allegam que doixam de aprasen-
t-ir o exemplar da marca 17, da qna! peden baixa,
porque acha-ae junto aos utos accio criminai
qu i propozsram a Santos & C, de cuja firma o
nico represntente Manoel Lua dos Santoj J-
nior.Adiado.
De Joa Veriosimo Marque e Joaquim G> jalga.iro, para qu? seja archivado o contrato de
socieiade 'ia nomo colleotivo que eslebraram sob
a firma Verissimo 4 Salguero, com o capital d*
2:926730 para a continuacii do commercio de
gneros ile estiva em grosso e a retaiho raa do
Ddi^ Furia ns. 56 e 53.Archive se.
Certidio da secretaria de nao terem pago o 2o
semestre do imposto de industria : de Jos Jacia-
tho Slveir e o interprete Jos Faustino Porto.
Autoada, passe-se portara de suspensio.
Ao meio dia foi encerrada a sessio.
a.U103. viuva, Boa-Vista; cach-.-zia- senil.
Augusto Meira da Silva, Pernambuco, 34 annos,
solteir>, Boa Vista; aleoolismo.
UrsulH, Pernambuco, 14 anuos soiteira, Boa-
Vista ; tubrculos pulmonares.
Joo d'Aaainnpeo e Silva, Pernambucj, 5 oae-
s-.'S, S. Jos; febre verminosa.
Mana, P tero-Rute.
Amaro, Pernambuco, S. Jos ; aspbyxa ao nas-
Cer.
Generosa de Moura, Pernambuoo, 60 annos,
eolteira. Boa-Viste; paralysia.
Jos Francisco de Mello Carneiro, Pernambuso,
43 annoj, vuvo, B >a-Viata ; leo.
Auna, Pernambuco, 8 mezes, B .a-Vista ; con-
alses.
Rosalina Machado, Pernambuco, 23 annos, soi-
teira, Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
CHRONCA JUBICIARIA
Junta Coiuuiriil da cidade do
tteclfe
ACTA DA SESSAO EM 5 DE MAIO DE
1887
PUES DBMC A DO JXLV. S. C (MMEXOADOR TTOSIO GO-
MES OB UIRAITDA I.EAL
Secretario, Dr. Julio GuitnarSes
A's 10 horaa da manhi declaro.-se liberta a
sessio estando presentes os Srs. deputados Oliot
Bastos, commendador Lopes Machado, Beiajio
Jnior e Harmino Figueiredo.
Liaa, foi approvada a acta da sessio anterior a
fez-se a leitura do seguate:
EXPEDIENTE
Offieios :
De 30 de Abril proti.no passado, do O.-, chef-
de polica desta provincia, devolvendo -devida-
meute cumprida pela dele^acia do 1. distrct > a
a carta precatoria que Ihe foi dirigida, acompa-
nhada do oflicio de ii do m z Sndo, a reqneri-
mento de Joaquim Bernardo dos Res & C. contra
Antouio Duarte Correiu, residente- ao Largo do
Mercado n. 1 para a apprehaosaj de marcas imi-
tadas, resultando de dica diligencia a appr'hensio
de 4,200 rtulos.Accao-se o recebimento e ar-
chivese.
De 30 do passado, da Junta dos Corretcres
df9ta praca, enviando o bolatim das cota coas pf-
ficiaes de 25 a 30 do mesmo mez.Pura o ar
chivo.
Oatro de 30.Archive-ae.
Diarios omines de ns. 108 a'115. Archi-
vera-*.
Fon-.m distribuidos rubrica os seguintes
livros :
Diario de Amaral & C, diario e copiador de J.
Coiurbr & C, diaria d- Goucalves Coimbra *'C.
copiador de Lal t Irmio, dito do Uliveira Basto
A C, dous ditos de Carlos L-HrenQo Gomes k C ,
dito de Loudon and Bra-ilian Bank Limited.
DMraoBsa
Petices : .
De Aau8to Pinto de Lemos, Antonio Marqus
re Amonio Jnior, Eduardo Oub ux, Pedro Jo=
Pinto, Cundido C. GueJes aVoforado, para que .e
regsstrem cunh cinieatoe do pagamento do impus-
to de correctores ger^-s leata praca. Cada un*
ditae petico-s alcancott o despachoRgs-
tre-ae.
De Thomaz Jote de Gusmii, Jos Isidoro Mar-
lias frase.ac Joaquim tiibeiro de Brito, Manoel
Isiiiuerllo obre o esttellioualo prati-
cado por Vicente oliverio de on-
za.
No Diario de hontem, publicou o Sr. Jos Joa-
quim da Costa Maia, sob a epigrapae acim i. um
pequeo artig-., em que piocura contestar al^uas
to'icos da recapilulafio ifco m lamo inquerito, fePa.
pelo honra 11 L)r. delegado do Io distncto e publi-
cada por ordem do mesmo no Diario de aate-
hont- m.
Deizariamis pasaar por em quaatj em silencio
asangra era saude,que apresentou ao publico
o Sr. M-tia se nio foasem o primetra e ultim i t-
picos Je seu artigo, com que pretende justificar-
se, tasen I insinuaco's vagas e malvolas, q.ior
Contra nos, quer contra o Ilustre Dr. delega 1;,
quejimais se prestara acrear pretextosa a is
s > favor e contra a acC/io que nas move o Sr. Maia
I 1* juizo da commercio, e acerca da qual apena*
direaua -bien vira, qui vira le dernier.
J que porm o Sr. Ma a obrigou-nos a vir
i r-prensa mais cedo do que pretendamos, perini:-
i i-uos ponderar h: que aaflirmavio de S. S. uo
bastante para destruir os tpicos da recapitula
vio do Dr. delegado, alias biso ida en pravas n-
coueussas e at na propria declaracio de S. S-,
como posteriormente uostrarem >s com a pub'ica-
cao diB divers s autos de perguntas e depoimeu
toa d-^ t-estcmouias, que ae refi.-em a ease -nego-
cio de cemento,cm que figurara os nornes de S.
8. edo De. G n Admira que o Sr. MiU procura hoje contestar
que nao comprou a curaeato alludido por preco
in ito inferiorao porque entio so venda na
pra;a, quandoS. S. mesmo dissa peraatsaaQ-
t inJade e enasta do auto de perguntas a que res-
poudeu, quenunca havia comprado cemento por
tal proco, sendo aqueile e nais birnto qne
havia comprado; e que at Vicente Silvano Ine
dissera que dava pjr easo preo, por ser urna
p irtida graude e para aproveit ir o cambio e
o f.tzer remessa do dinheiro para a Europa 1
Como pois quer hoje S. S. contestara sua
propria afiir.nacicom urna certidio de correc-
tor, que diz possuir ? 1...
Parece que, ou S. S. excesiivaraente es-
quecido ou julga estar trataudo cm b> qne p.cm ao menos conhecetn o preco de i:ni mer
cad-oria eom que negociam.
Sobre eesa questo de preeo nada mais dire-
mos, s nao que deaejamos que possa S. S. obter
mil certidea iguaea a que diz possuir, para que
assim possa m;:b r contestar o que alarmara.n
seu tx-pitrii o Dr. Goacalve? Piat>, o em-
pregado do mesmo Canuto Sergio, e S. S. mes-
mo perante o Dr. delegado de polica ; corto de
que temos tamoem documento autbent'C), qua op
portuuamente faremos valer e que prova ter si lo
eutio oatro mu differente e preco, palo qual foi
vendido o cemento nesta praca.
Quanto ao que diz S. S. sobre ser inteiramen-
te inexacta a venda daa 2,716 m -i-is barricas de
cemento ao Dr. Goncalve Pinto, p.'dimos licenca
a S. S. para dar-ihe um pequeo conselho e fa-
zor-.be urna simples pergunta .
O eonaeiho : que prooure S. S. primeramoa-
tobroque depazeram per.ante.o Dr. delegado
os Srs. Canuto S -rgio de Panas, empregado do
r Gon^ilves Pinto, Jos Luiz de Souza, idmi-
uistradtr do trapicho a'fandegadoBario do Li
vraueuto e Jos Neves Freir de Andrade,
guard'. livros do m'amo trapiche, em que esteve
depositado o referido cemento.
A pcrguuta simplesmente a seguate : Porque
razio, tendo S. S. comprado era seu nomo o ai-
ludido cemento, acceitou sem reclamacio alguina,
a ordem dada por Sulzer KauTm.inn oz C. para o
trapicb-i entregar esse cemento ao Dr. Gooealves
Pinto e servio se do nome do mesmo doutor para
ret'ral-o d> trapiche ?
Sem que S. S. tenha Iido aquelies depoimentos
e resp mJido s tistactoriameute a cata pergunta,
nio p>d coatestar com boas fuadamentos oqu-
afli ma o Dr. delegado na recapitulacao do inque-
rito.
Por inui'o aut risada q ie seja u palavra de S.
S., nenhura valor tem em direito pira destruir do-
cumentos officiaes, que fazera plena f, at prova
em contrario.
Pelo pretsto do dr. 1 pibts Noites Diaj e pe-
la carta iiBUipeiti do estulante Pires e.on'itne'-se
sem eaforoo de ima^inaciio qua o vapor Baha
doapresou compl-timante os preceitos da aavea-
cao int Tnaeioaa1.
So elle, ctiti dizeni os seus apsixoi lu. nrgia
ai abalroaraeiito, porque na mi-ioorm emvenien-
temente tenlo a bordo ti) distinctoa i-i;iaea ?
Q/jem coahec: o vapor Pirapana, sabe qua e'!e
aada p ntao o quo governa mal; tanto qu i nal Iradas e sabidas da birras streitis rauitas vezes
e SWIB I1 pi nio para auxiliar o letne.
Um uavio nsstas ondicoes nio pola desviar
3! tio fi iilmaiit do p-rigo, cim> o qua tira boa
narcha e g ive a i bm ; io >, era o o itro e nio
elle qua dara evitar o choqje, parque a minh i
con^i cao qn ello fi: o abalroido e nii oabil-
roant.'.
E nio sa diga qu; o pono onhaimnnto qu
teabodi arte aw.l in: iilui a ota r-ju!ui>.
porque apraaeutarei em tneu auxilio a opiilor-w-
psiUM aisisH do Sr. nsailia I sjniitil Bueno- Ir in-
dio, qae diz :. Vlaitaa vozes o bivio q ic foge a
paujada ob.igalia choar o nutro por un
possibilidade da manobras a que se op^oe a aj-
rreitcaa do tirapo e o espo .
Este iitelligante cfiiaial qua ni) quij uborli
nar a stta >>uii a miii.ii it n naissis d>s
exara-s do casco do Ptrapirm, recoahece qae. si
gom* CMja-uat-.u.'ia Ib i oajuitam qua a inhiba Je
agarrar p*ia gola da }sm o caipidodi bsfla-
tamba; e por isso, prefer) "soerir uteati, nac o
futuro rasgue veo deate myaterio, a Jar um pa-
recer contra a tua e .aacieacia.
Eu, por a, que ce o v-z >a p -!o m 11 is, me tenbo
ensontradi ira eostiom 03 jMrrgosaj paquetes, e
que reaonheo o orgulho das seus oriaas, por
.1 meaTCsn B 1 msir 1 oinpinhia do uav.'gicio
a vapor l-onois puz, a o Baha iatsrpretoa erraJsmeoce o regulanenti
martimo carregauloo 1-me para B3; e desjo ti
rj result m o triste aoateeimento a cuja reipoa
sabii'ade quar hoje tugir.
QiaaJioDr. Ew-'rto 1 Piato avistou o vapor
qae lha disacram ser o Pirapamt, viuhi este vi-
por pelo lado da tem, h>gi mostrava distioeta-
m^ate o sea phirol verde.
Foi uessi -oac-siio qae o oHjial d< quarto d>
vap ir Bahia, s.'gaad) o pr.itico hivii p-omettilo
ao dito Dr. Pinto, oaandou guiar duas quartaa
pasa torra ; miiobra que, por ex'ravaginte su:-
prebanieu o P-ropa/rta qae espapava nataralmao-
te que elle andando para ierra o neeessaro para
ir a carainho, Ihe passiria pela pj u'an dis-
tancia coiivnien" -i.
Assegnrar o Bahia que nl> vio o phiro! veri1
do Pirjpama, quando eate ih' passava por BB,
coufessar quo ninguera a bordo dirigir a uavega-
ci), e qu- u-m mesmo oa vigias oeaupavam saus
lugares :po.-que, se d) coavz pouda o Dr. Pinto
ver clarara.'iite as luses e o casco do vapor Pirapa
ma, melbor veriam da tolda, o ulficial do quafto,
o pratieo, o homem do lema a as vigas, so por-
veutura estavam em seus postos.
Certo o Pirapama le que vinha bem navcgaJ >,
e attnouinio a guiuaJa Jo li'iw ao descuido do
homam do lcrao, coutiuu ou no seu rumo at ver
em que puravaa phautiat:ci SMaobes do piri-
ta, qu-, seguaJo s palavras do proprio Sr. Iopi-
loto, rinha gualo ra>is duasquartasa BE
A distancia entro viles era poq ieua ; e o Bahia
enren lo j ao -O, rumo altamoute ineonvenraote,
ira ene ilti 1.- n 1 costa ae nio oueontraase o Pira-
pami Amia, qaaode esta va 01 a urna ce'ta
dutancia, o qua o Bahia fieava por BE do p;r-
uambucaa >, eutaadeu cate, inuito acertadameute
d-aviar s- para Bd; porque do oatro modo, asa
so ablicava dos direitos qu" Ihe dava o regula-
monto ,ia n iveg iga), como provoc ira essi oatas-
trophe que :ul s lamentamos.
Com o rn.no SJ e com o tune a BE, orria o
Santa pira o precipicio iuevitavel a qua fra at-
crahido pala faUltdaJe de urna mauoora insensata
eo desprezo das l is que regara a navegicio ; e
foi espetar-sena proa daquelte que o pablicoapoa-
ta como o algaz de tantas victimas.
Sim, foi espalar-se na proa do Pirapami; por-
que este 110 momeuto do conflicto estava j para-
do ou andando r; tanto, que fie.u pela ppi Jo
Bahia sera poder soecurreros n aufrugts que euvol-
tos na escuridi) danoite lutivam con mil horrores.
E teudo o Baha ido ao tan lo em quinto no Pi
rap.mi aj proceda um miuuc so exam) uas ava-
nas sotfndig. poden 1 o com nanJanto Ctrvalb ),
imaginar que o oatro novio ficassa em peior i-studo
que o seu?
Nao : tanto maia qui 11ra exime em tees eoadi-
^S-.'s devena ter a'urado wi) oito ou des minutos,
mas meia hora peto ineuoo; e nease lempo so* rea-
ta va lora d'ag ia, as pontos doa mast.os do Bahia
poutoa por acusis insignifieaates para prova:' o
lugar onde elle estava.
Esta circurastincii,- p or ai s suffirente para
provar a c 11p1b.l1 iaie da cala um dalles, e reti-
rar o juizo desfavoravel que, at agora, S-' tem fei-
to do c 1.liman la,u,.- Cirvaih).'
No un- -tanto, muitoa profissiontej, sera se i 1-
rem ao trabalbo de eatudar a qu ;stio, opiatm em
que o Bahia andoa bem por ter carr- gado o leme
a BE, se r fl:ctireisi qm esaa manobra s te em-
prega quaaio.navegando din vipires umpara o
ou ro na mesma ,a*Aa, etc., etc., devem guiar
pdra UE o p laa.ir .o com B3.
A le nao permita ao commandanta guiar para
BE em todos escasos: estab.leceu a ocaasiio
deasa manobra, maia como medida preventiva, do
que por eusinain-nto aquelies que ieem por dever
evitar o mus possivel as ciuaas da aiuistio rari-
timo.
E enno se agarrara a ella para justificar um ab-
surdo ?
Se o Pirapama. uio vuh* roda a roda com o
Bahia; sa na p.sicio em qae se viram nio havia
risco de abairoaraeuto, porqae ura viuha por trra
e o uutro por lora, ti) separados qua o Dr. E.
Pinto por ante a r da caixa da roda de BE, vira
o Pirapama, que necessidade havia de seraelhaoXe
manobra ?
E como o dedo da desgraca nao pesou igual-
mente a .bre ambo3 os navios devemos apontar o
menos infeliz como o mais culpado?
Nio!
tt seria mesmo urna iaiquidade sacrificar um
moyo iuieigeote, trabalhador e honesto ao capri-
cho das impresso;? nascidas em um momeuto da
justa dr.
26*de Aoril de 1887. "
M. Nascimento.
ospeet.r da th.-douraria, eoa
Cora vffeito, o ._
inenador Antonio C.etmo lo 811^1 Tt"ii7dada-
roa em sea i-.tarroguoro 1 fl. 61 que o fi?rp-
iho era o substituto do theaoureiro em impedi..*
{osrepontin -s. A'fl 129 reoetio qna o theo.
reno era substituida pl0 fin Filh, qm ,'.-4
p!j raasmi theaoreiro upresentado ou indicade
pira o substituir, parcebendo cate a vaalaaeic
desta MtbsMw'cao. ^
[guaea deelaracoss fixerara as testemuuhaj a fl
129 e a fl. 192-, e ojpnprio fiel Trajauo Flh
confessou a fl. 32 que -issignava documentos
iatpedimeato dotbeaoureir comj sen subsrjfuto. t,
Por consem Mira J rauta oa tres m-zei que
ser vi o lugsr de fiel nao ti Ve a psea es^gi 0g di-
nheiroe guardaaoa na casi forte, qaar "oaisnl
tb.es.ureiros: acbava pceaaute, quer quando au-
sente ; o supposto ciiina de que aou aceusaJo, ua
reuninlo.'s elementos que exige oart. 170 do Cid
ai. Je r.'sponatblidadc,..:ri jui erima ca"
mam, p-lo qua s pisa ser pronunciado uo frs
ommura.
Allegando, aseim, a inomp\teoci.i deaae za,
r.'queiro qu?, no caso de ser ella raonheil-, 9
r.ra.'tta o pracesso para o juizo commu r,e no uo
soatrario, se tora; por t-rrai esta miaba exe'pjlc
le; ntO'-ia, da acorJi com a disposioio do arl.
51 3o J> Rjgulam uto da 22 Ja Nove.nVo da
1871
Aln dissa, aiuJa quaaio eompeteats tosa esse /
juizo. ujilo o pr.s'ate proc:a, porque a d<-
iinuci.:, me Ihe serve de bi~-, -.i":.- .-.,; i,;'i, r-vas-
rila daa formaiiJadi-8 pr.'scnp'H no art 132 lj
Coa. dfl Pro.-, soguuJo o qual a q'ie'za ou da-
uoucia por erme de r--spo'aabilda.J deva ser
acoraoinhida do documentos ou jasciScictij que
ficam erar a ezisteacta do dalicto.
O crira; da p.-cuto, do art. 170 do Col Cii a.
coua3tindo ao desfalque de dinheiros pblicos &
cargo de nlgum empre ado, nio si pJ-; privar
sanio com docamaatos, palos quaes se mostr q>ta
o responsavel pr atoa contej a sa fixou o seu debi-
t o. raes dosu-neutos aousiitu-.-m a prora nateri-
al dt JeiietJ, e eaa pro va :ao ii'cessa.-ii qi-int*
o cirpo de delicto nos crimes que de zun veiti-
gios alo pola ser substituida por nenhurat
outra, visto como a t mala d-' cencas e a verifiea-
flo do debito doa cmprega-1-is eaearregaJos da
guard 1, arreoadaciJ e deapeulio dos d.nljeiros
Ja exclusiva competencia da aJministr.aci).
O principio de que uio se pode conaiituir em
reaponaabilidade criminal o empregalo publico,
quilquer quo elle seja, por criine de paculato, sem
que pr.m.'irain-nta a aatoridade c m pateo te (qae
no caso vertont-i a theaourara desta provineiaj
io toma cuntas a voiifiqua o seu alcance, se ach
consagrado em varios jnigaJos dos tnbunuea su-
panorea cono sa v ilo accordi-u da relacio de S.
Paul o n. 103 de Agosto de 1875 (P. Pessoa Col.
da Proa, uot 3151 p. 4'Jl), o do accordo da
ttelaoio do Kio da Janeiro de 1 da Maio de 1877
(C. Perdigan, Hannal da C.d. Penal v. t, p. 405,
o Gazeta Jurdica, v. 16, p, 370).
Eita duutrua sobretudo Hpplicavel, tratan fo-
se de empregddos da fazaJa oaoojia, como tlie-
aoureiros, collcctores, Imozaritea etc. Cora effoi-
t o, eabeado o seques tro contra taea autores e seus
fiadores por divida ao Ejrado provinionte de at-
caoces, nio so pode pr-raovi-r o respietivo pro-
ees o civil, sera ua se exhiha em jaiso a coate
sso

e
sse
cirrent-i devidamente liquidada, orno loipre
ua lei de 22 de Dezerabro de 1751, t. 3, 2,5o'
Inst. da 31 da Janeiro de 185!, art. 4 e 6. E
docume.nti a bise fuidamaiital do pnoam civil,
porque faz eer/a a divida ; e, se ido assim, nao se
po le admttir qn? os mesuras devedores sejam res-
poosabilisad ia criminalm nte, sem que do mesmo
mido se prove o alcance, wto o fasto material
do delicio, poia este o Io funlimeato de todo c
prieediraonto crin nal.
0:a, a denuncia defli. aomenta aorapa-ihaiz
d> inquerito policial (que alias nao cibe e.n enm
la respoosab 1:dale. hit. 33 lo regu ara-mti 2
da N-ivembro de 1871), e da v-nas oros oficiada
entro a< quaes nio se encoutia o docu^ieuto au-
thentioo, palio qual se prove que o respoua,v-1 oa
responsaveia prestar un eoutas e so varifi-atou o sea
ale mee pelos mros regulares de aeaorJo com 105
arta 1 | 3 e 15 do decreto de 22 de Noveinbro de
1871 e ratia lea e regulomentos da f izeula.
E n iimi paUvra, ai o pecalato, da que tr' o
art- 170 JoCod. Cri-.n.. n&i se prava seailo eo.i>
do-'uuoent 's do ajuste de contas e liqui la{i) do
alcance do Jave-Jor e se a denuncia por crme de
respoasabilidade deve a r aompabada da .loca-
mutas q 10 facam certa a ecisteacia do d date.,
segu-86 que a denuoaU d-; fia. nao devia ser ra-
eebida p>r falca desta tormalidadu (art. 397 do re
gulainenta do 31 de Ji lero te 1812), e quo ra-
dicalmente n i,l-i o procasso qu: se Ihe est insta*-
raudo om virtuJe da merma dcnuucia.
Na caao de qae, apuzar dea:as allegaeojs St! pro-
siga uo sumaano,como o Dr. I- prom->t>ir ptt>
lolico reqoereu a inquirieii daa tettemunb ia, cuj,
rol apretentou no fin de sua danunciareservj-
me pira apreciar -laporta-ia-naute a prova (La*
aoto*.
R:cif?, 3 de Maio de 1887.
Francisco de Squeira C. da Cuaha.

PerraiUii-nosfioalmente S. S. declarar-lbe, era
respoata i allusoes que nos faz, que se preter
desasaos crear pret-xti para embaracar a accao
que nos move, como alfil ma S. S., nao terii.m os
requerido ao Dr. delegado que fosaem ouvilos S.
S o Dr. Giocalv-s Pioto, um empregado de3te os empregados do trapiche em que esteve dep 131
lado o cemeuto, e sim, requeramos para serera
ou vidas empregados e amigos nossos, muit is dos
quaes poJiam depr circumstaociadamente sobra o
tacto.
Nos porm nao o fis-ovos, uio s por ser am te)
modo de proceder ncouipativel com o nosso cara
ter, como porque sement proten liamos o deseo
orimeuso da v rdade em relacio ao delicto prati-
cado por nosso caixeiro.
Se porm das diligencias policiaes rr-sultau n1
guma causa, que b-> pode agradar a S. S, se
peta eonuezao dos factos.figuraram em dita ti ana
aerado oj ames de S. e do Dr. Goacalv-s
Piuco, Benhuitua culpa temos disto, e s oiXk S-
S. q'ueixnr-su de si meamo, pr nio ter querido
perder a ocsasiai de fazer um bam negocio c
comprar barato para si oa p*ra outr m, sera lem
brar-se de aue muituva vrsae o b-ralo sane cari..
E' o qae por ora t'-rans a dizer a S. S.; o mais
ficar para occaiio Ofjp/rtuna.
R ca 9 de Mai de 1887.
fciter KaMffman & C.
t
Procesa KE^POSTA DO DESHCIADO FRANCISCO DE
8IQUE1KA CAUNEIBO DA CUNA NO PKOCE3-
SO DE RESPONSABIUDBOB CONTRA ELLE
INSTAURADO
Iilm.Sr. Dr. juiz de direito do 2* districto
criminal
D. nonciado polo Dr. 1* promotor publico d-sti
comarca, coci ocurso nas penas do art. 170 do
Cid. Cnui., e teudo rebebido copia da denuu .a e
das p Cas que a iuetruem para reapouder nos
termos do art. 399 do Rag n. 120 de 31 do Janei-
ro de 1342, alleg.u antes de tuda, a incompetencia
doste juizo para processar-rae pslo crirae d qae
sou aecusado, viso carao esse crme nij de res-
ponsabilidade.
O art. 170 do C >d. Criar, assim s? exprime :
apropriar-se o embregado publico, consumir,
extraviar ou coisentir que oatreiu se apio-
pfio, eonsuma ou extrviev em todo ou em
parte, diuhairas ou efteitas publicas qae ti ver
a seu Carga, pena, etc.
D'onde se couclue quo o crimo d finido neisa
artigo t' m os seguintes elemento* :
que o d'liqu-11'e sejaei/jreoado publico ; que
tivessc a seu cargo 03 duiheiros uu eff.itos
suotrnbiJos ou extraviados.
Nio c raiest > que o ti-l tbesuureiro da Thes-u-
rana de Fazend empregado (niblic ', urna vez
que te n titulo de uomeaeio passado pelo inspector
uresta juramento e p;rcebe venc ment dos cofres
pubncoa.
Contesto, porm, qua estiveasem a njci eargo os
diuheir 'S que ae diz terem sido sublrahidos.
E' eerto qae, no exereicio oe mea emprego, fui
militas vetea deposiraria de dinheiros pertencentea
naci, o que ac mtecia sempre que m eram con
fi id ,'s qu ntias maia '. u meaos avultadas para
coutag.-m, tr. co de notas, ou para pigum mto iia
da reparticio; mas .deseas quautiaa, que tive a
mea sargo, d-i stretas coalas, niu ficando alean
odo -m um r_ai, u-m das* s -u accusido.
Trata-se da subtraCiaao dos dHstotfuS leenLhidas
cas* forte da thesouraria, e desu-s dinheiros o
d*posftao era o thesoureire Dr. Eduardo de Ber-
ros Faleio de. Lcrda, o nos^eus impediuientoa
o Sol Victorino Trajauo da Costa Pialho, cama
aubs ituta legal do uaesuso tbesoui-ico, o que conste
destus autas.
O prtvileg'o e:n beneficio di fa
brca de fiav'o e le-illa* da
nagduleaa
II
Sao pasaados 8 dias, sem que a directora dests
fabrica t n'.i-i-ae dignado dar as expliaavoes qus
pedimos om nosso primeiro artig), sobre a denun-
cia (ou cono rnelhcr nome teuha) dada por X, no
Diario da 24 de Abril.
O silencio da directora indicio de calpabili Ja-
do 011 delicto, cnmpicidade ou quae delicto, .no
contrabando denunciado ; n 1 qual parecouJa aebar-
sc por demais comprometida, nio quer tomar
maior respoosabildxda.
Como quer qua seja, esta urai qdastio de mu-
to interesso para a proviocia, e especialmente
para a industria textil, qua n-.'stes ltimos anuo!
se discuto ve.-balraente em n)83i praca, entre os
accionistas da eomoauhia de un lado, e todo c
commercio, agricultura e contribuintea do oatro,
sem qua tenha sido resolv lo, uera possa se!-o, sa-
nio aps dseussi o p -la impreusa, que orienta
nossos goveraantes e repiesentaute3 legislad >
res.
Neste intuito irera o proseguindo como poder-
n -, quando vactar tivermos. Bem conheeemot
que tomamos um encargo superior s nosaas for-
cas ; mas como a razio e juatioa eato de nosso la-
do, seremos fortes, especialmente auxiliados, como
esperamos, r.clo amigo X, o mais V. que sa pre-
para.
Sa ventado qua a provincia deixa de c.ibrar
annualmcnte 37:5J0j5 de imposto s ibre 375 mil
saceos de a'goda, exportados como sendo da fa-
brica da Magdalena, ajuando esta fabrica S pro-
'uz 250 mi i e rxp irta 20 mil, co na dissaoaos em
nosso primeiro artigo, segne-ae que tem liavid
aunu.lmenle 11ra contrabando oa d'SVO do di-
reit'S na lopTtanciade 17:503.
To elev 1 lo desfalque nas iva.lm publicas cm
favor de cJiitrabaudistas, ricoa e quca poderosos,
nao deva passar desapercibido ou tolerado, quan-
do observsmJS que -- provincia est pabre o xisi-
gente, que para sati=fv.er s'US eomproia3Soi
prora-ova execuya eontra iufelizes d :VeJores ea
mora, at por mairoa de 1000 !
Deejosos...
Deai josos, como estamos, de ver progredir ues-
Itaarovincia a indu3-ria textil, ao raeuoa tante
quinto na 'labia e o^traa provinias do sul, qu
d'aqui re.-ebem a materia prima, sej a-nos permit-
tido espincar o monopolio, que tanto nos pr ju ti-
ca em "particular; como -Uroza e aviltn, g ralmcu-
te falianfo.
Por ag ra leuibraraas a quem competir para
maulr verificar se temhavidoca n5o extravio de
renda* publicas, para uo Caso afirmativo provi-
denciar; nio s para que os cofres provincaes
aojan) iulemniaados, exemplo do que sa pratica
na Alfainlega em qualquwr tempo, emqiictiiaea-
contradas erros ou falctruas aos respectivos-des-
pachos, c uso tasabem para que te trete da fiaca-
nsar a fiei exeeucao da tei o ostar que os abue.a
e contrabandos eoiitmuem.
Igniramos so ueata protocia existem fiacaes
dos coatractos da empresarlubJencionadas es
privilegiadas, coma ba na corte
Se tambem ha, nio t em sabido cumprir s.'o de-
ver para com ata cunpanbia.
Se uio ha, pode a pr- sidencia a provincia no-
uiear um ad hoc, oa m Hi or umrcommiasio eapa -
cial de en a ne, que. verifique 86 os oontractos da
provii.i a CO a esta em, reza desde o or uiuvo leu)
sido laauM executado; assim como a le u.
I,u83 ce IdtM e a recente 11. 3,l0 de, 1882 e sas
regnlmentes : para que no cibo de ijobaitrvan'-
ca ou prevaricaedo, ihu s>-ja .casaado o privil i?0
iniovidamente or r-gado, segundo o preeeito da
odiosa restringendii.
Tanto maia, se, cosw ouvimos, a o mpanbia nio -
se prest-a a reaHsar novo ctracto- Nefle case
a prorogacao devesor coasiderada cadoa : o ft-

1 IflMt '


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^__l

lio de 1L'J7
I
der que fes a coneessao pode rctirsl-a, segando a
mximaqaem faz pode desfaz-T. Aim.de qan
um ficto legal pode ser r-o.nfo ourvigado
em qnalquer temp>, mnit. espocialm-nite quando
o* concessionari os abnsam dos favores concedido.
oa je tomsm d ILb indignos.
Proseguiremos.
R fe, 8 de Maio de 1887.
Y.
Olind
A PBOPOS'TO DA LIBBttTACAO l>CS KS BA
V08 DESTE MUNICIPIO PROMOVIDA PELA
COMMI3SAO ACADMICA DE QUE TRATA O
JORNAL D'i RECIPE DE 3 DO COR'tENTE.
Seon outro intento qu" nao s ja o de evitar qu
contine o parecer que it o da l do correte en
que o Sr. Dr. S. Barbosa aqu diecursou sobre o
assampto de que no3 occipamos tiohamos sido to-
dos indiferentes a sorte d js infalizes eseravos,
declaro que desde muito antes procurava eu,
verdvle que sem estrepit, conseguir o que me
fosse possivel no seufi lo de favorecl-os.
Sou dos quo ponsira s,ue ha muito a fazer no
terreno da legahdade, e pir isso an'es d; qualqucr
emerehendiaento julguei seriado, nao obstante o
coiih'cmjnto que tenh> dos seutiraentos e da ri-
gidez de principios d.s distinct is fuucciouarios
encarregaioi da matricula, acouipaahar cuidados*
s paciet mente todo a processo la mesma, utrn
de evitar Unto qmuto eui miui oubesae qu.; um
s eseravo fosse illega meuie mi neniado.
EnVctuada a matricula em taes coadices, p-s
so afirmar que meus desejos e miuhas esperan-
ces f :r*m coroades Jo mais feliz resulta lo, apezir
dns estreos empreados pir diversos para c'tn
manif'sta violacito d i lei matricularen! aquilea
d que-n se diicm 6cnhores.
Aps o encerramento da matiicuU escrevi c fia
publicar o q':e ra^ parecen m lis co iviuicnte nao
s e >m o fim de ev far a realisicSo de sertas ar-
ranjis que p odiara d* d-cislo suprior, orai
para chumar a atiene) d-e interessados n* sola-
cio do grandioso pobleun di abolicio par os ar
tigos 7 e 8 do decreto u. 9,517 de 14 de Xovera-
bro de 1885.
Alm disto tenho procurado verificar qu*es o
que nio tendo sid> m-ttrieulidos permanecem fob
O jugo duesc-vida.', requerendj logo as respec-
tivas cert'des, que, nos termos da lei, s8 i ontras
antas cartas de liberdado.
De posse de inus e tendo feito ja entrega de
ootras, continuo a diligenciar pelos meios leg-ies
que os suppst s seuhores onti uem em seu cri-
miooso intento.
Em outra occasio pub'.icarei a relaco dos qae
tenbo conseguido arrancar > omminoso jugo da
escravido. .
Di;o isto, res'a-tne dar os parabens ao munici-
pio e bem assim ao3 infeliz '3 eseravos pela appa-
ricao di. Ilustre commiseo que to opportuna-
mente vem secundar os meus esforeos no samo
erapenho de remir os captivos.
Olinda, 6 de Maio de 187.
Candido Pessoa.
Ao Exck. Sr. presidente Ua provin
ca e ao Dr. Inspector eral d% ln
straccao publica
Como de vem ter lio Va. Exea, o pro-
fessor eontractado de S. B-nedi:to. se
acha aqu e gar.arui,uo3 quasi a Vs. Ex< s
ver servido de sea Dome por o casia' da
discubsao do projecto de illuiuiua^j a g>Z
da cidade do Recife, per^o quu iuu desoul-
pa d e o baver feito, certo como estavi de
quo S. S. (1) -era conhecido, carao corres-
pondente do Diario: e o fiz na b-ja inton-
c2o de apadrinhbr o proj -cto que eu julg*
va importante, e jogava cotn conheciinentoa
especiaes que. ru n2o ob possuia, e nao p*r
que quiz- s3 : Xjjor O noine de S S. a
queaa proeurei como sntigo amigo -em
qiK-ra seuapro contici e porjulgal-o pro-
vasto na Datara de que ae o-icupava o
pr> co.
i rat ndo dos ligiroa reparos por S.
S- feitos, dirci que nao Be cen le da
discusalo por mim levantila na Ass'm
bla Provinci.il que S. S acuiisae to re-
clamo de emittir Sua valiosa opiniao acerca
do proj esto, por hacer eu mi dirigido a S
S quando cu em rninha carta j me mos-
trava tUfcito por liaver S. S. se pronu
ciado sobre o iuterease do projecto, O se
deve antes concluir qm eu o julg^va tao
conhecedor deafe Iraballio, qu; dIq se f z
esperar, respondeado a aiitia carta -
z -ndo ligeiras observagS s e desculpando-
8e por seu catado morboso, nSl-i se decr
a maior-'s explicado s, salvo s- si deaio-
rasse a soluglo que entilo seria poadvol,
que adianfasaa algu.uaa ideas que pules
sera ser aproveitadas (2) dizen lo msis qu.;
poderia apraveitar o e:lit:il qus havia re
mettido a outro amigo que taiub -m o pro
curava, deixndo do cnviir oopia do con-
tracto que eu bavia p-dido, por ser milito
longo e nao poder tirar copia de prompto.
Fritas es', s considoragoes com as quacs
deve o meu Ilustro amigo ficr convenc
do de ininha boa e respeitosa iutenga,i rao
assigno
Amigo v lito
Dr. PiUimji.
Antonio Jos de Helio e vi
ao publico
Na parte policial publieada liontem, re-
fere o Sr. Dr. chele de polica qu Flix
Fcrreira da Silva, es^rivo da sublrlegi-
cia de Beb-ribo, Sri ferido gravimento
por doua individuos que o agg'-eJiram co-n
o tm de asaassiuil o, e dup da aacrescenta
. S. que, iutorrogiio o utf.-niiio, decla-
rara nZo t-.T ioi'aigo, a excepcao a Mi
guel Booif'cio A'.vea Forreir.i e .\nto:iio
J is de Mello gmro e filho Jaste, que ha
tempis protestaram vi:igr-ao do offsndiiu,
por ter est como escrivio fon -clonado oo
processo do criminoso Francisco Bonifacio
Alvcs Fcrreira, tildo c cuabado dos mes-
loos individuos.
off.mdido rejonlieceu u n doa crimtn >
f5ra victima do vioganca exercida por cau- jfazendas recebidas da Justino
sa de funccioDa r como escrivio de um in-
querito, prin cipalmente, sabendo-se qne
Flix urna a imples machina de escrev.r,
e mal o quo lhe maudam e nao tem im-
portancia alguma.
Por minha parte declara qu Flix tiao
me inspira oiio, nem delle digoo; e por
tanto nSo potera, jamis, lembrar-mc de
exercer vinganja contra si, tanto mais que,
aL-oi de n."i i estar ieto nos meus habiti.s,
apena* o cmhego de vista, sem ot boje
liaver ello recebido ofFensa alguma.
S i tiobn que iaeu sogro nao tem r cor contra Flix, para que o autorisass-; a
diz r qie'ello p-otettara tomar ura vin-
gioga, isto pdo faeto j apontad.
O processo do meu cunba.lo nao inquie-
ta nem a mira ne n ao meu sogro, porque
a verdad* ha de apparecer e entSo a inno-
cencia delle ser proclamada, nao obstante
os esforc s que alguem tero evi iado para o
resultado contrario.
Flix, que tem cunsc -ucia da antipathia
e ogerisa geral, do que gosa na localid..-
de, onde reside, acbou-se em difficulJade
p ra saber de onde partiu a aggressao que
soffrera, e por isso, como meio de encobrir
suas fltas, entendeu quo devia iroputel-a
n im.n e ao mu sogro I
Felizmente, porm, assignalaudo a cau
ai revelou quar-to gratuita e calumniosa
aua impuht^ao.
Por bom da verdade e amor ao meu son
aeito resolv cs^rever estis palavras p-ra
q-irt, com o mu silencio, nSo pareja aquel
les quo me n2o conheccra de perto, ter cu
tido co- partioipac&o no crirae mencionado-
R-cife, 9 de Maio de 1887.
Antonio Jos de Mello Siloa.
que elle est sem lieenca, pois o delgalo j 30g> quj e0ha,jo piir Mool M9
b'tteraro, que sen p*i, tambera aquij*s ^fR
te o substituto delleo promotor de Pa-
nellas fi.a a seia leguas de S Benedicto,
ignorando suas viagens qu-si s-.npre.
Que sao verdadeiras as nossas asaevera
{Ses provam o modo insolente o audaz do
prafessor, que ha des anuos era analolia
neto e boje qualifi:a d: -miseria -a quem
nao conhece, pois nunca vimos o tal Sr.
professor e s o con hoce moa a Pithon dos
homens de bem por ouvif diferentes ve-
zes se tr..zi lu conversado, eomo o maior
insulto feito a instrucclo publi *, a sa. u -
mselo.
L Nao o conbecendo, portanto, nao nos at-
ingir a 1. raa que pretendeu jogar-nos.
Para pr-var a no)9i denuncia, invoca-
moa testemuobo dos pocos hozeos de
bem, que ba em S. Ben d. -:o, ou los | .o
o coubeoem, e estamos convencidos de que
m todos confirm iro o qu> dizjmis.
Sa pretender refutarnos, ir3moa de-
monstrar a evidencia.
E poleremos mais contar toda historia
do que o Sr. proiess.ir cbama sua fami-
lia.
Por hoje basta.
Um qne j deoeria ter denuucia-j.
Piran e completa atiararao te cor-
respondente do Diarlo de Per-
% unmliurn na corte
AgradeceDdo ao Ilustre correspondente
do Diario o juizo que emittio, par me ha-
COMERCIO
B la voiumerctal
Cota^'Oks officiaes da jcnta dos cob-
kectores
Recife. 9 de Maio de 1887
Xao bouve cetaco.
(i prcsioent*-,
Antonio Leonardo Rodrigues.
U secretario,
Kduardo Dubcux.
Hiiil.-nentii nanearlo
BBCirE, 9 DE MAIO DB 1387
Os bancos maut:vea-n no balea a taza de 22
1/8 d. sobre Loudres, mas indicavam dar a 22 1/4,
dinbeiro prompto.
As taxas omciaes, portant?; que vigoraran fo-
ram estas :
Do London Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 22 1/8 e vista 21 7/8.
Sobre Pars, 90 d/v 430 e vista 434
Sobre Hamburgo, 90 d/v 533 e 4 vista 538.
Sobre Portugal, 90 d/v 241 e vista 244.
Sobre Italia, i vista 434.
Sobre New-York, 4 vista 2J290.
Do Enylish Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 22 1/8 o vista 21 7 8.
Sobre Pars, 90 d/v 430 e vista 434.
Sobre Italia, 4 vista 434.
Sobre Hamburgu, 90 d/v i 33 e 4 vista 538.
Sobre New-York, 4 vista 2*290.
Sobre Lisboa e Porto, 9U d/v 242 e vista 241.
Sobre as principies cidades de Portugal, 4 vista
249.
Sobre liba dos Acores, 4 vista 252.
Sobre liba da Ma-Jeira, 4 vista 249.
Mercado de sacar e algodo
RECIFE, 9 JE MAIO DB 1887
Assucar
Os precos, pagos ao agricultor, foram estes :
3. baixo, por 15 kil. s, de 2O'K) a 2*100.
i.' regular, por 15 kilos, de2*100 a 2*2-10.
3.* boa, por 15 kilos, de 2*00, 2*300 e 2*400.
3. superior, por 15 kilos, de 2*500 a 2*600.
Branco turbina ptilveii^ado, por 15 kilos, de 2*300
a 2*400.
i/menoa, por 15 kilos, de 1*600 a 1*700.
Mascavado, por 15 kilos, a 1*200 a 1*300.
Bruto, por 15 kilos, de 1*10U a 1*200.
Betsmes, por 15 kilos, de 840 a 1*000.
O mximo ou miuimo dos pieeos sao obtidos
e*arornM o sorti monto.
Algod&j
Foi boje cotado a 6*800 por 15 kilos, o d-: Per-
auinbuco e boas procedencias, em trra.
Iietamenl.o
tft.ctnou-sc hije o do lugar iuglea Stella
p.ra carregar em Natal (Uio Grande do Norte)
e.n dtstiao a Liv rpool, algodlj a 3/8 e 5 0/.
V-se que trata s da miaba pasaja, em-
bora se tivesso errado m- u no oe.
N;Vj devo, pois, guardar sl:nd) di ante
de una imputadlo criiuinosi, qie muito de
proposito e perversamente Folix Ferripa
da Sdva attribue a mira o a meu so^ro.
E' f.lso quo d>i q-.i ilq-ior do ni bou va-
se pirtifo a ;n-Mc,i d^ vingan^a c ratra tal
in li-'i-iunj n^ra crivol a declaracAo de
Pclix, d-sde que attendor se a cau-a apon
tuda : nirigu-ra, que t-. sentirse ha aggravaio p.ir ter;';irn; s pe"
facto de haver este fuocciontd-.i cono es
crivao do inqu-rita, instaurado coatra um
seu p.rente.
O publi o ha recrabacer qu uto gra-
tuita e malvola a susp;ita de que F. I:x
(1) O tratamento -de V. Fxj. que del
ao Ilustre correspon lente foi de vid o a ter
sido S- S. representante da provincia na
(Jvuara Geral.
O regulamonto militar prohiba quo se
exija tratamento a que sa nao t-.u di-
reito : mas nao priva quo sj s-j i d lie ido
e altencioso dan io trata oento subido
queui quer que se quira, u na vez que se
rojoiili ce o mereciracu: daquclle a quci
se dirige. t
(2) E' este o trmsu opto S. de data de 3 de Janeiro, a que respon
di, agrade^endo sua atteuc.ao e bndde.
Entrada de axtuacar e aisuiCm
MES DB MAIO
Ao publico
Dosejando assistir o espectculo cm Santi I-
b 1 uo dia 7 do crrente, ben'-ficio da actriz D.
Apoiouia. comprei o camarote n. 67 e no empa-
nla dos m -us amigis, Cardoso, Martins da Risa,
Jjo Pimenta e om guarda da D-itcncaocujo nome
iguoro, uos dirigimos para o camarote, e no 2o
acto i-.itr.iu um 111:5 descoohecido, qae disse cs-
tu-I/inte o que nao parece, e s.'ntou-se, e como d4o
in? c uviese t sua permanencia n> meu camarote
que custou me diubeiro, ponderei que ello 66 ra-
tirass', o que n> annuio, e tornon-s? impertincn-
t<-, pelo qu 1 fui obrigad) a chamar ao guarda c-
vico u. 21 para fazel o retirar, e este guarda com
cain bina termos p-inderou qu-) tendo elle c >mpra-
ds um bilbete do paraso, uSo poda estar sili,
desde que eu np conseuti esse meca em t errosieiros maltratou a praQa amcafi^do esb^fe-
teal .1, e s retirou-se quando bi-m quiz, contra-
riaudo-me bastante esse seu proceder.
A prac-i port.11 se perfeitamente bem ecom mui-
ta pru leiu'ia e ncubuma palavra proft-rio offeiisi-
va a esse maio ou a cUsse aeaiemica.
Esa pura express 1 da verdade-do que se pas-
S 'U.
Convem u itar que nese espectculo divers is
individuos estuiautes ou nao que estava) uo pa-
ra'to ou gHiuh.-iro perturbsram o espeetseuls,
vaiando aquelles que se achavam nos camarotes
* alguti8 das cadeiras, sendo obrighdo o Di. de
icg .lo a cbamal-os 4 ordem, 3 que fes com a pru-
dencia e criterio que o distingue.
K.'cife, 9 de Maio 1887.
Joaquim Jote de Meira Lima.
ViiilnIfl.'S rii da fn;u /.la do n eclfe
' E' completunon'.a ver ladeira ano'da
publcala na Revista Diaria sobro o furto,
le quo forana victimas os Srs. Ca ner
Fr-y & C.
Qi n!o Tinra J t Periira declirou
no, ()U: a f .z :oda 011 ontrula e.n mi cas
tora recebida e:u pagamento de dois pares
de sipatos, que iho eneommeadara Z feri-
m P.-.es de sonsa, morador em S. Jos,
uati lei o roesmo Tliox, en companhia do
sargento Serra e de ininha ordenanza, em
procura de Z ferino. Veio este o a priaci
pa n'g.'u o facto, ims a faal i--z a con-
iiisao qne 1. Revista mencioaou, e que foi
pres;nciada pelo referido sarg'-nto, minha
ordenanza e Tliom.
Para que Z f-:rioo inlioissa o italiano
Juai Galoti, a quera disso ter vendido as
tazendas, 1-Ve o casa deste, na fregue-
zia da Boa Vista. Z firino ensinou a cas-,
na present do sargento Serra, e do sl-
fer-iscoaimun Unte daesucao daquella fro-
guezia, deelarou forra'lmente aos italianos
(|ue estavam em cusa, compioheiros de
Joto Caliti, que ti-iha vendido a este as
. o que os
mes mes italianos haviam teslemunhado essa
venda.
Lembro me de que uro dos italianos per
guntou a Zsferino se este nao teria vend-
do parte das fazendas a qusesquer outros
individuos; ao que reepondeu Z firino ter
vendido todas a Jcao Csloti, por 2500000.
Ainda urna circumstaoci... O digno ge-
rente da casa Cruhier Frey & C. tinha des-
pedido coui alguma repugnan ia o croado
Jstino, e s em attenyao minos insisten-
cia, hesitando em acreditar que eUe osse
culpado. Quando descobri o facto* com to-'
das 88 suas circum8t.ni.ias, ievei Z ferin
e Thoiu quelle estab' Kcni.erit,., e &1i Z -
ferino r- petiu a sua confissfto peraute os
godos e empregados, o sargento Serra,
Thom, e o italiano que foi p gar a m
portancia das fazendas sabtiahidns.
1 'ferino, vendo-so livro de pro.'esso,
porque os Sr?. Cr.mer Frcy & C. se de-
raiu por satisfeitos cora a iodemnis-cao ro-
cebida, anmou se a publi.ar um protesto,
negando confisso teta ero presenta de
tantas p (8soas: confissao spiu a qudeu
no tera conseguido citnpletar v. diligen-
cia em iaq pouco tampo.
Z ferino rep< tiu u.e as palavras de Justi
no : tcompadre, vot v ven lendo ess-is
fazfnliis, etc. Diz elle agoru, a modo de
objeoyao, que no compadro de Justino.
Fico Babendo que nao ha entre 1 lies paren-
tesco espiritual, mas relscScs de outra or
dero. Os prestrnosos e nigromantes nao
dispensara compadres.
Recife, 9 de Mam de 1887,
O subdelegado,
Jos Pedro d8 Santos Ne-es.
BXTBADAS 1 5 - 9 I 2 < I]
^a x ^, X
1 A 7 11.869 280
Vapores..... 1 a 7 245
Estrada de ferro de Cu
ruar ..... 1 7 1.6.59 14
Auimaes..... 1 9 1 .OSO 2.183
Sstr-.d de trro de 8.
Prauciso .... l a 6 8.415 479
Estrada de trro de Li-
1 6 ---------- 458 22.965 304
3.5)5
Vaporea e navios deiiu-acuadoa
Vapor nacional Para, sahido antehontem, le-
vou :
Para o Para :
305 barricas com assucar branco.
966/2 ditas com dito dito.
832/4 ditas c 285 barriquinhas com dito dito.
200 saceos com milho.
35 pipas com agurdente.
25 barris de quinto com dita.
5 ditos de quinto com vinbo brano.
4 barricas com doce de goiabu.
Para Maoos :
50 saceos com assucar branco
15/2 b.rricas e,m dito dito.
10/4 ditas com dito dito.
15 latas com dito dito.
5 pipas com aguardiute.
40 burris cm ila.
128 ditos de quiuto com dita.
10/10 ditos com dita.
20 fardos com xarque.
5 barra de quinto com vinh^ braaco.
CdiTigaiam aiversos.
Vapor ingle* f;otopaxi, Sihido antehontem,
levou para Montevideo 1,825 birri cas com assu-
car branco.
Carreg*ram Amorim Irmaos & C
Lujar iugiez .May,- sabido boatcui, ondusio
para Uull 360 toneladas de carocoi de algodo.
1'. irreg.u Facstenberg.
Banco de Crdito Heal
At o dia 15 do correte me, de vem os ac-
cionistas do B.iicj (le Crelito lieal de Pernam-
bueo realizar a terceira entrada do valer no-
minal de suss accd's, na razao de 10 0/0, levau-
do-a i sede do banco, na ra do Commercio n.
34.
Este banco esta' pagauio osa piimeiro divi-
dendo rasao de 4000 por accio ou 10 0/0 do
valor realisado de cada ama.
O pagamento fat-se na sede do bv.ico, das 10
horas da manila s 4 horas da tarde do3 das
atis.
Vota* do riiesuuro dilaceradas
U n colhiiMei.* de notas dilaceradas est s n :'o
f.-ito oa Tbesoararia de Pasen la, as terens e
sextas-feiras, das 10 s 12 horas da inanlia.
Pauta da Alfandesja
SkM>MA DE 9 A 14 DB Mil DE 1837
Asmcar brauco (kilo) 144
Assucar mascavado (kilo) 068
Ateooi (litro) 218
Arroz com casca (klo) 65
Atgodo (kilo) 400
A-sucar refinado (kilo) 171
Borracha (kilo) l/26i
Couros seceos salgados (kdc) 500
(Jj'.ios verdes (kilo) 275
Cacao (kilo) 400
Cachaca (litr.i) 077
Caf bom (kilo) 460
0:fr<=sto!bo (kilo) 320
CrciAM (kio) 366
Carocos de alfodaj (kilu) 011
Carvo de pedra de Cardiff (toa.) 16/000
Coaros seceos empichados (kilo) 585
Fariuha de mandioca (litro) 050
Pumo restolho em rolo (kilo) 1- '0
Fuo restolho em lata (kilo) bO
Po.-n-; boa (kilo) 720
Heneara (litio) 200
Me! (litro) 040
Mho (kilo) 040
Taboados de amtrollu (dusla) 100*00
Da admlnlstraeSo da Saata Casa
Capitulo 5.
Art. 24 A junta administrativa, que t liberacoes xcepcionses e* contrarias ac-s iutercoses
da Santa C-ish, srr rt-sponsitbissda em stua
membrrs que para isso cencorrerem c -m os seus
votos indemnisando a Sant. Casa dos prcjuizes
que tiverem euassdo ; pagndoos exccutivamonte
c-'.ui seus bens nos termos de direit>.
Capitulo 6 D junta etc.
Att. 52. 9 PROPORao presidente da pro
vincia a venda de quaesquer bens que pertcucain
ao patrimonio da Ssnta Casa para ser o seu po
ducto convertido em apolices da divida publica,
fzer avaliar taes bens judicialmente e realar a
sua venda em hasta publica perante si- quando o
PBESIDENTE A ALTCHISK
E-n todo caso ncnliumt venda le juig-ir.i d fi-
nitivamente feita s< m approvac' d presideuf!
da provincia que a dir a retpeito dos bens de
raz sempre qne a su- rndalo: inrnor que .-iju
ros das apoliC-.-s calen! .d sobre o maior preco
i fferecido ou qusnio se achartis im tal estado de.
r-iina que para reparal-os stj^ precis' cjmproinct-
tel as rendas do patriin >nio em detrimeato da ma-
iiufenvao dos respectivos esta!ielec:ioefit.:s.
Veritas.
Sdedade Ilecreallv Jiivenluile
O pedantismo dos .inp'tientes da presideueia
desta sociedadu che^a a ponto tal, que s ndo as
suas tesdes secretas, hojj as daV) a publicidade
d monsiraudo o w v m uto da bibii.itbeci o do.i
socios entrados e sahid s. A prepsito : na ultima
.-ef-a ordinaria res -Iver -uj elles eliininar us s >
eios que pediram, eums exonera^-ojs, de maneira
que, resolveram deliberar o q~u-- os peticionarios
j t.iuham rfquetido- exoneraco e uilo elnai
ii : Tenbo a lembrar aqae las capacidades bem cul-
cividus que pura a pub'icavao do expediente di-
u'ras tes-Oes s> jatn vais poutincs, pois que fal-
oii tiesta ultima, darcm es nomes dos loeiua e so-
eias btazileiros que devolveram os diplomase io
mesmo H-mpo pr-diram exoocraf;ilo de socios hono-
rarios pela dignidad e bii-'S que ob e. nijiunli >.
Chole a- morbos.
Decliira^o necessaria
A' Sr. Dr. Jos toucalves Cinto, qu> m Diario
de houiein e nob a epigraphe sopra, escreveu um
pj^ueno artig>, cmfest-nido um dos tpicos da
recapituluc> do inqutrito urucedidj pe > Dr. d
legad do 1 dislricto contra Vicente Silverio de
Souza e publicada no dia anterior, pedimos que
leia o que em outro lugar aprevenios em respos-
ta ao seucx-empregadoo Sr. Jos Josqu-mda
Costa M..:a.
Ahi ver 8. S. que, s-o Dr. delegad) euvol-
veu eeu nome em tal negocio, porque nao poude
deixar de fasel-o, em vista dua provas colhidas no
mesmn in u rito.
Ein todo o cato iembre se o Sr. doutor de que
na i fumas nos qae lhe crtamos essasituaco de-
sagralavel
Ella lhe f.i creada por outro, e a resp msabili-
dade de S. S. ist cairprovada por documentos
auth.nticoe, qua opportansmeate fdremos valer.
R cife, 9 de Maio do 1887.
Sutzer K nffmauu & C.
Pesinies
AO SB. CAPITO JOO JUSTINIANO DA
ROCHA
pelo infausto p .ssameuto de seu presado pai
Titoliiido Augusto do Reg.
t* 0-^87.
\a ufragio do vapor Babia
10
Da carU que o Sr. capitio de;engenheiro, Agr-
cola Ew rton Pinto, diriga, desta"cidade, ao seu
digno pai, ni Msranhao e publicada na Gazela do
Norte, jornal da Portillis, n 84 de 20 do miz
passado le se o s gulntc :
da cain da roda.
eu iiproximei-me da grade
e entao
vi luzes de um vapor
que p'assava pdo lado
de trra.
Pui a cmara a procura do teucnte Vctor
Hugo, que tinha guindado o meu hncenlo, c com
elle vim ver e38 n\vio qre pareceu-me um vipor
a hlice, o que foi contstalo por um passageiro
que se schava pmximo de uiim, dizend) elle que
devia s-r o Pirapama, que de rodas. >
s sabios d'aqi.i, que nada viram, affirmam o
contrario I
O Bahia era o que vinbaater ado !
Ora bolas!...
Marino
Despedida
Soguiu.iu hoje para a Corte, na vapor
Financ, e nao ten lo podido depp-dir-me
pesso'-iliucnta de t-j tus os rneus amigos,
pe;o--lhes di-8cu!oa d'osai f lt o ofF-reyo
lhes all mru:> servidos.
Recif-, 7 de Maio do 1887.
Hemiqne Pereira de Lacena.
Externat
sVranvais Ad^I.iIs
19 Rtu do Hospicio 10
L'cos''io;'.c o- nt ciiiipri'nd .'
L-; portujj is, 1' kcuire, la culigrapbie,
l'arithmetique, l'tiistoiro Sainte, la ^fopra-
phi, l'bis'oiri", toas 1-s travaax d'a>guiile,
la franyiis et faogl.is tli-oiijuc ct pra:i
qu-.
tres lados da qual se acham appostos rotul.s im-
pressos em francs, portugus e bespanbol e deco-
rados com urna Virgem e-a nossa ir, a rea de fabri-
ca no quarto lado com duas medalhae e minha as-
signatura. Cada caixiuha techada com urna me-
dalha de ata.-, em ambos os lados da qual se l a
seguinte iuscripcSo : Collier Rover, 225, ru St.-
Martiu, Pan*.
Mudaoi'a
O colle^io denominadoNoss Senhara da Pe-
nha,mudou-se do predio n. 19, da ruada Auro-
ra, pa.a o de n. 37, esquina da ra Formosa.
Companhia do Beberlbe
ComatunicA-sa aos Sro. subscriptores das
novas ac^-3 s tercio silo to uad-s todas as
<,f'00 ai 1,-0 s, peio qa-i vai so proceder ao
i-u'oprimcrio das formalidades leg.aes para
que em teirjpo opportuno lhes sejam entra-
gues os novos ttulos.
Riiife, 6 de Maio de 1887.
Jos Eustaquio Ferreir Jacobina,
Dire'-tor secretario

"adre Amaro los de Olinda
Ua roe! los
lu II de Mal de 1889
segundo unnniversario do seu passumento.
Ore por sua alma,
ao meuos algsm levita que foi seu amigo.
Celebrara se caissas na S, S. Pedro Martyr,
Milagres, 8. Francisco, Seminario o S. Bento, to-
das Ss 6 boras da manh do indicado dia.
Saudade de seus pas,
Q UjP'r'i'"i ''
lina do Uaro da Vicoria n.
II. * A pr .priefirm deste estabeleeiincuto, j bastan-
te couh-cido pe'os trsbalbos aili executados com
inestria e bom g<>sto, como tambera pela Ihanexa e
cavalheirismo que costuma-se dispensar aquelles
que dignum-ce de hooral-o com a sua visita e
i'Oiifianc, previne ao publico que, com s acquisi-
co que fez de machinas ni mais apeifeicoadas,
st o mi smo estabelecimento em C'iidicoes de
tirar retratos inalteraveis por precos inferiores
aos dos que t-em ultimauent viudos dos Esta-
dos-Unid-, s, e 6 assim que uui ret ato de meio ta-
inanho natural tira-se pelo cutio de 15i.00.
O atnlicr, modificado e reformado como acaba
d.- ser, toni ii se o mais perfeito possivel para dis-
tribaicSo de luz, de modo qu- pfese trabalhar
sempre, cm bom cu oiu temiw, dj 9 horas da
munua s 6 da tarde.
A es3as cireain tanoias uccrcscc ser o pessoal
t,- chuica habilit .diasimo e delle tazer p irte o pho-
tographo heepanb il i). Joa uim Canjas de Cas-
tro que trabalhou u'8 melhores cstabclecimentos,
L"COiis pirti :uli -'8 de franj.is ct d'an- desse genero, em diferentes paisas da Europa, e
i resp-ito de quen j os diversjs j-irnaes desta
gl.is. O.i rocoit des |l*2
pensionn urea
33
provincia tral-iram.
Do que fica dit> v s? que est o referido esta-
| belecimento em con lices de executarcom pericia
A nuiareai o melfsor chlmico < u,.r trabalhM ,le pbotographi-..
seus appar.ioa p:.ra nutrir o cabello, si. sorpren- A,,. eneontrar.aa.na K' ,!Xl)3U8 venda
tente.oente eoa.pUt-.s; p->re;n suas funeiu s te de unncr) ^ vUtHB dfl h| edifico,
acham interrouuitas por eein motivos. pu)licos, pracas, ras d.-sta cidade e acus arra-
Na soclale civilizada pu;.-is vzes s tem t^i^ *
il-na liberdoi- asmodti veera estorvar n regula-i
ridad.i ue ii la op i'.co i.
As CiH-'C s 'I"4 senh iras, por exemplo, sf co- !
utras
euieii-
\a ui a .jt^ senil i --, f." *-_...|f..-, -
brem algu.uis v eo-n isteff s queute. ou
vezeseil-as se.n pr.it-ccilo IganM. rrequcntei
t as encliem e lubrieam com eomposc,oes qu
dainnifi ain ou d^str >n a vitalidad* d > cabello.
Un r uie> veg-tal pan e suave qfli assimiiir
com os fliidos auimtes que d.) i: e vigor fi-
b-ii!-, o qu.nto se tor..a ircseario e se precisa.
O Tnico Oriental .;.ia i cabetlo preeuohc coiiiple-
tameote estas n-c Alagoas-nova pomada
Est venda entre nos mais urna loteria das
/.lagoas, ao preco de 50.) ris cada dcimo : ora,
quera havia d-. dizei- qae para ehegar aseusfins o
S -. tbesoureiro Mauoel Jos de Piubo se leuibraria
de tal; tal prec> c taes bilhet.'s e c f trm por
m lae ir um- lde cujas malbas apertadissimas
colher&-> grande numero de incautos, e cliegamos
, ,, v^"iis. eei e dar bnlh i o esp ssn-a aos cabellos, quan- ^ conelu3|- p>r,UHHt0 muit8 8(!m tazerem re-
do tods i.s mus p--par co* uio produs-.m o et i Af^ nH(urii mente m miniln0 DOr eada um
. I 1J000, peca que smeute descobrirao quando "por
na em tudas as ph.rm-.cas e jcag<) tnham'1 de ree,ber 0 chamado mesmo di-
Renda geral
l) 2a 7
Id.ui oe 9
lienda proviucial
Oe 2 a 7
IJcu de 9
luaporlaco
E-.ctiuH nacional Evora, entrada da B.ihia, cm
8 do crrente, e consignada a Maia & Rezeu Je,
raaiiif-otu :
Birricas vi*as 1168.
Pipas VdSIBS 58 uos cjnoigaat-r'a-.
lixport.'.^o
HhllFF. 7 DB ABKU. OE 1887
Para o exterior
Nio houvu despacho.
Para o interior
No vapor americano f i nanee carregaraia :
Para o Rio de Janeiro, da Silveira 200
saceos com 15,030 kilos de assucar branco ; T. de
Azevedo Boaaa 450 saceos com 27,000 kilos de
assucar brauco ; E. V. Pradine 10 meios de sola :
Costa & C. 1 ca>xa com espanadores de peona.
Para Baha. Affouso Oliveira c C. 5 caixas
Com 10 > kilos d queijo.
= No vapor nacional Aymor, carregiram :
Para Porto Alegre, P. Uarneiro & C. 1,250 bar-
ricas com 95,100 kilos de assucar branco e6W
voluin s om 41,800 ditos de dito mascavado.
= No vapor nacional Guahy, carregou :
Para Pen.dj, Manoel Tavares 2 barricas com
120 kilos de assocar refinado.
No vap r nacional Para, carregaram :
Para Manos, Amorim Irmos & C. 40 bar is I >o 2 a 7
com 3,840 litros de agurdente ; H Bur.'e A C. Me > dv 9
15 barris era 1,440 litros di agurdente e 101
barricas c m 6.6 kilos de assucar refinado.
Pitra Maranho, A. F. dos Sautis 6 caixas com
vinbo jurub-bs.
Para o Para, Amorim Irmaos & C. 2 caixas com
75 kilos de doce ; Maia A Rezeudo 200 barricas
com 7,015 kilos de assucar branca ; Amorim Ir-
i raaos C. 310 barricas com 21,719 kilos de assu-
car branca ; J. M. Das 20 pipas com '.> ti 0 litros
de agurdente e 400 barricas com 30,106 kilos de
assucar branco ; V. T. Cambra 40J barricas com
30,814 kilos de assucar branco; T. de Azevedo
Sousa 200 saces com 12,'.HJ0 kilos d; as-.ucar
branco ; P. Pinto A C- 5 pipas e 25 barris com
4,801 litros de agurdente ; A. R. da Casta 5
barricas c.-ra 450 Kilos de ass tar Irmaos & C. 150 volumes com 10,205 kilos de
a.-uc r branco ; J. G. Auge 87 volumes com
5,812 kilos de assucar brauco ; Fernandas & Ir-
rao 4 barricas com 210 kilos de doce ; J. M. Dias
200 saceos com 12,1)00 kilis de milho; H. de Sou-
sa Pereira 6C. Succcssores 6 caixas elixir eabeca
de negro.
=> Na btreaca Vhemx, carregou :
Pura Parabybs, A. R. Branco 18 saceos com
1,1.00 kilos de asssucar branco.
Navio* caria
Barca norueguense GUtner, ull.
Lugar norueguense Hans Tode, Montevideo.
Patacho aleosla Calo, Rio Grande do Sul.
Vapor nacional H. Francisco, portos do sul.
.\ailo emarii
Barca nacional Mimosa, xarque.
Uarca norut-guenuo or, varios gneros.
Escuna nacional Evora, varios geucros.
Lugar ingles Stella, bacalho.
I'atacho ingtec Kathlen, bacalho.
Patacho nacional ooven Correia, xarque.
Patacho nacional Rival, xarque.
Patacho nacional Andaluza, xarque.
Vapor ingles Frutera, carvao.
Reodlmentos pblicos
fe to desej-iln
Euc utra se a ve
droganas. -.ni "heiro 500 ris. Sirva isto de preveucao a todos,
Agentes em P niambaco, H-nry tors.er at,|e vpjaQ1 qiJ. qoa:,do muit0 na0 d(,em ma|a de 600
ra do Comnercio u o.__ re8 por Cada dt.c,n0j tendo anda em vista os
_ ... compradores, que custando us biihetis todos.....
Avia* u ml" e ramilla m.mt gmente dJo em premios 48:000/ o que
A mu antign e merecida repatacao dos Col- ; d para beneficio e despezas a enorme cifra de
lar<* tturrr eontr- as convulsoes e para faci- ] 40 /a muito peior que todaa ss outras loteras, qae
litar a d"nfic3> das en inc is tem S'd' desde multi quasi todas do em preoiiofc 70 }a como o Para, a
tempo objecto de iu-eja por parte de industriaes Parahyba e o Paran, a corte, o Rio de Janeiro,
sem escrpulo -- sem titulo scientifeo, os qua -i i sendo ella portanto, muito inferior a da nossa pro-
nuda acharara de m ;lhor do que contrafazerem e | vicia.
imitarera grosseiramente uosso producto. Outro abuso, estilo se igualmente reudendo aqui
Muito prtocci'pado cm a sanie das criancaa,
que pode aasim ser c mpr imettida e dentis zeloso
da boa uoinead.i dos no- s s collares, prevenimos s
de urna grande das lagoas qae nanea correr
por nao estar de acord com o aviso de 7 de Fe-
vereiro, j por nao dar o imposto e o beneficio es-
mais de familia qu e'Ls de vem exigirque cada i tipulados sillo, e'c que vao a eerca de 30 *|o
Collar R y r esteja e nti lo dentro de ama caixi- | quando ella smente desconta 25, cousa por tanto
nha longoq-iadrada abriado se com] gavota, em impossivel e contrarias lei e anda pnncipalmen*
Herrado Huntf-lpssl de 8. Jos
O movimeuto deste Mercado nes dias S e 9 de
Maio foi o sejuinte :
Etifraraui :
83 bois pesanlo 12,741 kos, sendo d Olivei-
ra Castro, 55 ditos de l1 qualidade e 30 di-
tos particulares.
36 J kilos de pene a 20 ris
97 cargas de loriaba a 200 ris
7 ditas de frusta* diversas a 300 rs.
10 taboleirus a 200 ris
3i Suiuos a 200 ris
Foram occuoados :
48 columnas a 600 ris
45 compartimentos de fariuha a
500 ris.
39 ditos d; comida a 500 ris
166 ditos de leguincs a 400 ris
34 ditos de suino a 700 ris
22 ditos do tressurus a 600 ris
21 talbos a 11
2 i ditos a 1
A Oliveira Castro & C.:
IOS talhJs a lf
Deve ter sido arrecadad neste dia
a quautia de
7 i 200
19*400
2*100
2*000
7*200
28800
22*500
19*500
06*400
23*800
13*200
40*000
20090
MBZ DB ABHIL
lfanieya
178:066933
18 591,1375
Rendimento dos dias 1 a 7
Foi arrecadado liquido at heje
Precos do dia :
Carne verde de 320 a 480 ria o kilo.
Carneiro de 70 a 80.) iis idem.
Sumos de 56'.' a 640 res idem.
Fannha de 16J a 240 >-is a cuia.
Milho de 24) a 28J ris idm.
Fcijo de 640 a 1*000 idem.
108*000
380*100
1:414*720
1:794*820
Anne Charlottedo Rio Grande do Sul.
Beruardus Godelewus do Rio Grande do Sol,
Carolinado Rio Grande do Sul.
Diudado Rio Grande do Sul.
Enjettado Rio rande do Sul.
Ertede Hamburgo.
Elysado Porto.
Favoritode Santos.
Guadianade Lisboa.
Jol.-.nthede Santos.
Julietado Rio Grande do Sul.
J. B. D.de Liverpool.
KataHna le Terra Nova.
Marco Polodo Rio de Janeiro.
Meta Sophiade Hamburgo.
, Malpode Brunswick.
Maggiede Terra Nova.
Marinbo Vildo Rio Grande do Sul.
Man nlo Rj Grande do Su!.
Nordsoende Liverpool.
Nautilosdo Rio de Janeiro.
Our Anniede Buenos-Ayres.
Premierdo Rio de Janeiro.
Positivo -do Rio Grande do Sul.
Rosa Ililldo Rio Grande do Sul.
Rabbi do Rio Grande do Sul.
Spaikde Terra Nova.
Withelmiued; Hamburgo.
'



aiadonro Publico
Foram abatidas ni Matadouro da Cabauga
reses para o eonsnme do dia
94
196 658*3 8
22:159.399
2:357,. 852
------------------ 24517*251
e 2 a 7
l coa .e 9
i e 2 a 7
Id m o-, 9
Recebedoria
Consulado r.u^tneu
RecUe Drainage
221-175*559
10:792*906
6559T5
11:348,881
4:411895
1:372*174
6:784*06 rf
652 i 030
768*321
1:420*351'
10 de Maio.
Sendo: 67 rezes pertencente a Oliveira Castr >,
ic C, e27a diversos.
Vaporea e navios esperados
vamos
Gold Hilldo sul boje.
Szchnyide Fiumc hoje.
Mondego d Europa amanha.
Pernambuco do norte a 13.
Marinerde Liverpool a 13
Trentda Europa a 14.
Argentinade Hamburgo a 16.
Espirito Santodo sul a 17.
Nileda Enropa a 17.
Lissabonde H .uiburgo a 17.
Ville de Maranhiodo sul & 18.
Bkarceiiyde Trieste a 18.
Ceardo norte a 23.
Tagusin E.iropa a 24.
Alliancado norte a 24.
Tberasioade Niw-Yoika24.
Man* i sul a 27.
laniM'
NAVIOS
Amandade Uaxbnrgo.
Apotheker Dirsende Santos.
AmeliaJo Rio Grande do Sul.
Albanade CardT.
Anne Catharineda Baha.



llfGIVH
- tloviiuenfo do porta
-Vatit'o entrado no dia 8
Liverpool e escsls14 dias, vapor inglez Cotc-
Saxi, de 2,601 toneladas, commandant-i Henry
7. Hayer, equipagem 94, carga varios gene-
ros ; a Wils-m Sons & C
iJahia6 dias, escuna nacional Evora, *de 118
tonelada?, eapito Antonio Nanea de Cimpas,
equipagem 8, carga barrios vazias ; a Maia &
Rezende.
Naoios sahidos no mesmo dia
Rio Grande do Sul Vapor nacional Aymor,
commandante Francisco Casavechia, carga va-
rios gneros,
Manaes e escalaVapor uacional Para, com-
mandaate interino Antonio Pereira da Silva,
carga garios gneros.
Navios sahidos no dia 9
Valparaso eoscala Vapor inglez Cotopsxi,
commandinte Henry W. Hayer, carga vanos
gneros.
Bahia e escalaVapor nacional Guahyj com-
m^ndante Joaquim Martins dos Santos, carga
varios gneros. _
RieGrand* do Sul-Iatacho nacional Taborda,
capito Felippe Rodrigues Maia carga assu-
Hu?Lugar inglez May, cnpitao David Kn,
carga oarocos dealgolao.
Observado
Nao houve entradas.
Saspimdeu do Lamarao para Barbados a barca
americana JustinH Ingarsoll, capito H. Pc-
tersen, em lastro.
-xi1
.


Diario de PernambncoTerfa-fcira 10 de Maio de 188'
>


.-



'

i
i
)
te porque na si) os bilh-tes inteir^s ou f.c-
cots relativas a formar nteiros, visto que 5 vije-
simos siaente uui quarto, ter o theaaaretTt)
lieeuv-1 oude essa ticoca cu .itorlsaco do Sr.
ministro da Kaenda; pura iiiv-nco, por onauta
j ioi instado para apreseutar essa excopc i
nada de novo.
Cuidado, muguen os compre que isso e es pe
eular eun a ba t d.s outros; in.iis boa fe. 6.
tbesot;- ir" j e a veulaHorea d'aqui seroleigos ?
O iudig iado.
PODEMOS ASSEGURAR (2)
Iu'eiz cente bem cainiau-i), nesti pro-
vioeie, u ,a molestia terrivel, conhecida
pelos noiues di Jysica, Comumpgo Doen
ca do peito, etc.
Nao pretendemos affiVrnar qu o Peito.
ral de Cambar rure tadaa as lyaieai, por-
que al haje tem sido iiupissivel curar a
tysica-, qu ni io chegada ao ultimo perioio;
porMi, podemos assegurar que todo. os do-
entea qu: Urarem do Peitoral de Cambar
m priioeiro e sp^undo p-riodo, logo sena-
rio, con toda a crtzi, grande allvio
e dep di a su i cura completa, por meio de
UiU tr a men'o prolongado e persisteute-
O -Peit ral de Cambar nao limita a
su a acolo benfica, s doencas de peite:
cura, tambero, milites defluxos, bronchites
e toas s que, as mais das vez ?s, quando
despresadas s5o a causa desaffoeco'js pul
monaros
O Peitoral d) Cambara a i i ~ se venda
na giain a cargo dos r8. Francisc <
Manoel da Sdva & (.'. ra Marqu< z de.
01.ni a n 23.
Fias :o 2#500, meia duzla 1|$000 e du-
zia 24-TCOO.
A agencia enva qu?m pedir cond,d*es
impresas pira?* vendas por atacado.
EDITAES
Escala de Minas de Oiiro Treto
De ordem d > Sr. Dr. director da Escola
de Minas de Ouro Preto, figo cuustar qu.>
at o di. 15 do Agobtj futuro, ohtar aber-
ta BCtta gi-cvt ra, a matricula do 2a anuo
de Curso geral desta Escola.
Pra a adiuisa&o esta matricula, ne-
cessario que o candidato presente lertiJao
do pprovacS gl':z ou il'uSo, historia e g-ograp'iia, va-
lidos para a matricula nos cursos superiores
do Imperio.
Seriio dispensados dests preparatorios
os individuos qu provurem h*biLitac3.**
M-irca MFCR c C* cortadss em baixoSeis di
ta, ara numero, viadas na brea portuguesa
Vdsco di Gima idem em lt idem dem, idein
ordeno, couteodo garrafa* com agua mineral, pe-
sandi 81 k los. _._a-_..
Morca FAMAD.-s barricas, ns. 523 I 53.',
L-m du L-verp>oI no vapor ingles Soltar,
Urtn de 31 de Jolbo a 2 de Agosto dem idem,
ntrado alvainde d? chumbo, pesand.i qodo le-
al 907 kilos.
3 secAo da AlfndeB' de Pcrnambuco, 7 de
Vta.o de 1887.
O chefe.
Cicero B. de Mello.
2* seceo. Secreta ia da pr.eiien :i
!e P-rniubuco em 3 de M>iu de 1887.
De ordem provincia faco publico, para os devifos
effeitos, que sa acha vago o offi o de Io
tubelliau do publico, judicial e ruitss, ao
qual est annexo o do escrivao do jury t
cx'CUCs criminis do termo do Li noeiro,
em virtud* d* le desta previnoia n. 602
de 13 do Miio de 1861, qua no artigo l.
iispSo: O offi^o de primeiro tabellio de
n tas do termo do Limoeiro o qn era an-
aexa ao de esjri'Ho de orplios ficar an-
ncxi lo ao de eseriv3o do jury e ci'cu
co s criiniuaes An mesmotermo.
Ten lo o serventuario Hr.nino Deifino
io Nasoiiuonto Lima, prvido por decreto
le 27 di Fovereiro daquelb auno, ua es-
crivaoia do jury e ex'-uclej urimiaaea,
reounciaio, em vista do quo decide o avi-
so n. 2(j, da 18 de Janho do 1877,
cssa merc vitolijia, por ter aceitado, de-
pois do con urso, a que se apresentou, a
merc da s-irventia dos ufiijios de esciivo
ti-, orphiios, ausontes, pruvedoria de capel-
las o residuos do mesmo termo, por de-
creto de 8 de Junlio de 1878, era substi-
tuicao de Jos Pulicarpo de Frcita?, que
fez desisteu.ia e foi aceita por portara da
presidencia do 17 de Outubro de 1877, de
conformidndo com o dispoato no artigo 4-
do uecreto n. 46'iS, de 5 de Janeiro de
1871 ; e estando, por so vagos os citados
offi dos de 1 tab'lliSo e escrivao do jury,
a presidencia, en 17 de Novembro de
1885, determinou ao actual juiz de diroi-
to da c imarca do Limoeiro que pro -edes
6e ao respetivo concurso.
A p'zar de ter sido reiterada essa or
dem por diversa! vezes, o juiz d; dircito
equival.-iit -, a juizo da cougrcg diante dom anoto passado par escola, fa-
culdade ou uiiver^idade cstrangeira.
Secretaria da Escola de Miuas de Ouro
Pret-, 26 de Abril de 1887.
O secretario,
Joao Vctor de Magalhes Oomes.
Secretaria da ('residencia 0 l'ernninbuco,
em S de \laio de 1887 !. S ccao. Por esta
Secretan se fas publico, de cenfonnidade com o
art. 157 do r<'gu!aioeuto anofxo no decreto d.
9,420, de 28 de Abril de 1-85, o edital abaixa
traosc i; t pon lo ca concurso coji e praso de 60
das, os H i s de escrivao de orphue e auuexoi
do termo ao lii j >.
O secretaria,
Prdro Francisco Curri do Uliveira.
EDITAL
O Dr. Eutropio Gonealves Je Albuquerque Silva,
juiz BBUuieipal e de orpbos do termo do U j i
da Madie de Deus, por Su i Macestadt- Imp rial
e Cmsiitucionnl, que Ueus guarde, ele.
Fuc s.-.b jr a todos quem iiiU'reesar passa, que
fien ab rio o concurso por esp-ic > de ti ; das,
contar dtsta dta, para provimeuto dn officij de
escrivi ie urpbos Oeste termo, ao qal es'.o an-
nexos o d- escrivao ie aufcntas. eapellas e resi-
duo?, cr ,-ud pelo decreto de 3') d.' Janeiro de 18 J4
privativo, c.nforme a lei provincial n. 617, de 9
de Maio de lati, vago p lo f .ileciinento do ser-
ventu.ir o Vitalicio Alathias Snres de Adneida,
deveudo deutro deste prazo os pr-tenJeutes ao
mencionado otlieio apreaentar seus requerimentos
de exame de siifficiencia, f ba corrida, certido de
exame de pirtugm-z e arithmet ca, cerrid > de ida-
de, attpstado medie i de eaiinei lade phy-iea e mais
docuuniitos que os mesm>s picteudeutes julgareai
necessanos, tudo devidaua ..v s -lindo, e conforme
OS arts. ltil e 210 do decn t de 28 de Abril d..
1885.
para que cb.gue ao e ub;eimento do todos,
mandei pnssar o presante edital. o qual ser afil-
iado a pona da casa das audieucis deste juizo e
logar ou custume.
CidaOe oo Bnjo da Madre de Del, 29 de Abril
de 1887.'
Eu, Elias Francisco Btatos, escrivao do civel o
es.rtvi.
E'.iiropio G .nealves de Albuquerque Silva.
E nada se uo continba em dito edital, que fiel-
neate copiei do pruprio original, ao qual me re-
porto c dou t, nesta cidade do Bnjo da Madre de
Deus, 29 de Abril de 1887.
Eu, E i .s Francisco Bastos, escrivi* do civel o
escrevi e HSa'gnei. Em f de verdade.O escrivao
do civel Elias Francisco Bastos.
Certifico qna nesta data foi o offi o do edital,
qne vi p r copia pelo porteiro interino do audi-
torio Autuu'.o Paulo des Sales, na porta da casa
da Cau ara M imcip.il e audiencia dj Or. juiz de
urphaos. a brindo o concurso para pro vi ment do
offitio de escrivao de urpbos e mais annexos drste
termo. O referido verdade.
Cidade do Bnj > da Madre de Deus, 29 de Abril
de 1837. O escrivao do civel, Elias Francisco
Bastos.
priua
De oriem do lllm. Sr. Dr. inspector se faz pu-
blico que s 11 hjms do di i 11 do corren' m-s se-
rio vmdidas em prvi no Trapiche Conceico as
seguintes mercadonas:
Armazem n. 1
Marca B.\SLUrna caim, n. 828, vinda de
Hiinburgo no vapor allemo Paranagui, en-
trado em 19 de Abril de 1886, consignad* ordem,
cuntendo quadros-anauncioa de mais de um i cor,
pesaud.i liquido 27 kilos.
dem idem Urna dito, n. 829, idem dem idem,
coiitemlo nomnelos impressos eui um a cor, pe -
sanio liquido 24 k los.
Marca DAKS e TU em baixoUrna dita, n.
4859, idem idem idem, cootendo'caixinbas peque-
as de papel, pesando nos envoltorios 82 kil.s.
Marca USrUrna dita n. 206, idem dem ni
vapor ullemo Desterro idem em 25 de Maio
idem, idem, centendo 5 kilos de rtulos de diversas
cores e 9 k l-is de estampas nao classificadas.
Armazem n 2
Marea P Wa kerUuoa caixa, n. 7, liem, de
Liverpool no vapor ingles Orator idem rm 26
de Abril dem, contendo livros oipressos com ca-
pas forradas de papello, pesando liquido legal 65
kilos.
dem idemUm pacote, n. 6, idem idem idem,
idem, contendo 21 k'fos, peso nos envoltorios de
livr. naprcsoos com capas de p ipelao.
Marca Browus & G.Urna caixa, sem numero,
idem no vapor ingles Delambre dem en 21
de Juihi idem, idem, contento 8 kilos, peso li-
quido de quadros, cartases-anuuucios de mais de
umi cor, e 8 kilos, peso liquido de obras de tolhas
de Flandres piuladas.
Armazem n. 7 ,
Marca JBQuinze.grades, n. 741, idem do Ha-
vre no vap ir frunces Ville de Macei, idem em
21 de Maio dem, consignadas a Francisco Ma-
noel da Silva 6c C., contendo cada urna 50 garra-
fas com agua mineral, artificial, p sando liquido
legal 720 kdos.
Marea AJccL c ?ABA em baixo Urna barri-
os, cuutvudo fanuha de trigo, pesando liquido 86
kilos.
V'inte i si is vergas e tres atados de ferr, pe-
sando liquido 678 kios.
Marca MM--Uoia caixa, n. 25, idem do Uvre
oo vapor francs Ville de Peruambuco idem
em 21 de Junbo idom, idem a Torres Irmios, con- j
tendo azukjos, petando liquido 68 k;los.
tilo attondeo-a, por enten lee, conforme
880 era sua correspondencia offi.-ial, nao
se acharem vagos ditos officios.
E como quer qu? anda desobedecesse a
ordem l'gd, dep iis de so Iba baver mar-
cado, era 16 de Abril fiado, o prazo de
iiuinzo di-is p.ira curapril-a, procurando por
p,6ta forma privar qu i produz s*ius legiti-
iuos effeitos uaia lei provincial; o mesmo
Exra. Sr- resolveo, por portara de boje,
para que nao seja por mais tempo embara-
zado o eervjo d justica do termo do Li-
raoeiro, fazer affixar, por esta secretaria,
edital iinnujci n 1 > a vaga dos citadoa^ffi
elof de 1. tabelLSo o escrivSo do jury e
ex ;cuc3 8 iriuinae8, convidando os pre-
tandentcs a apres^utarim so.us requeri-
mentos no prazo e com as demais formali
dadt-s regulraentare8.
Annuncio, por tanto, a vaga dos refer
dos .(li ios convido os pretendeotes a
apresentareuj seus requerimentos, instrui-
dos de coufor iiidade com o decreto n.
9420, de 28 le Abril de 1885, no prazo
de aessenta das, a coatar da affixacao do
presente edital pelo porteiro d'esta serr
taria
O secretario,
Pedro Francitco Crrela de Qliveira.
Certifico qu-; affixei e pubqud o edit.i
supra, hoje, 4 do Maio de 1887Pelo por-
teiro.
Arthur Machado Freir Pereira da Suva.
na, por 32OJ0OO, jteito o abate da loi, perten
eeute a Joo de Soiiza Pereira.
Santo Antonio
A quinta parte do sobrad de 2 indares 4 ru
'las Liraogeiras n. 12, o qual tira 6 metros B 3 )
eeutiraetros de largura e 13 metr-.s e 40 centme-
tros de fundo, o 1 andar com varan.1* de ferro, 3
partas de fr nte, 2 salas, 2 quartds, o 2 andar
eom varanda de pao, 3 jortas de frente, 2 salas, 3
quartos, cosinha externa e sota, a lojn com 2 sa-
las, quintal, avallada a ditfi quinta pin em 60u
perteuceate sos filris de Manoel J js da Costa
Pereira.
S. Jos
Casa a ra do Padre Florauo n. 66, cj:n poita
e jineliii, 4 metros e 26 ceutinetris de vio, 12
ni tro i e 5^) centmetros de fund->, 'A salas, 2 quar-
I ii, cozinha fra, quintal e cacimba, avaliadu em
TOO/i'KiO pertencente a Antonio Jjs da C sta.
Boa-Vista
Caaa mei'agua ra do Socego n. 17 A, com 2
portas c 2 jan lias d' frente, 18 metros e 50 c-n-
timetios de eomprim nto, 5 metros e 30 centme-
tros de largura, 2 salas, 2 quaitis, cacimba, ava-
llada em 400 per enetute a J:s Soares de Oli-
veira.
Casa mei'agua travossa da ra do Principe n .
16, com 4 metros e 60 centmetros de vo, 7 me-
tros e 30 centmetros de fundo. I sala, 1 quarto,
quintal, avahada im 30IJ, pertencente a Joaquim
.Mai t.ns Monteiro.
k terca parte do sobrado de um andar ra de
Luiz do Reg n. 11, com 8 metros e 25 centmetros
de va, e 10 metros e 55 centiint-troa de fundo, o
Io andar com 2 portas de freute e copiar, 10 ja-
nellas em cada oit >, 2 salaf, 6 quartos, cozinha
foro, o andar terreo com 1 porta e 3janellas no
oitao, rerartido rm 3 ioj-, tendo cada o na 2
quartos, eocheira, sitio murado oa frente com por-
to de fi-rro c vlveiro, avali ida dita tere i p-irte
em 1:1001, pertencente a Josquim Bodrigues de
Amorim.
Boa-Visgem
Cisa ra da Qamelleia n. 14, com 7 metros
e 95 centmetros de frente, 13 metros e 30 cent-
metros de comprimento, 2 portas e 2 janeilas de
frente, 2 salas, 2 quartos, coziuha, 1 quarto exter-
no, quintal un abtrto, por 80J ji teito o abate da
lei, pertencente a Joo Manoel Poutual.
Giqui
Casas a estrada do Giqui a Jaboato o. 271 e
269, com porta o janella, 2 salas, 1 quart, coz:-
nli-i externa, aquella avallada em 40$ e esta cm
704, oertenecntes a Guilh'rraiua Jesuina Freir.
Caxang v
Cas i n. 2, em solo preprio, com 13 metros e 40
centmetros de vo, 8 metros e 10 centmetros de
tundo, divididos em 2 tendas sem repartimento,
o:'cupada -ulu padira, e cutra eom 2 janeilas e 1
por'a de freute, 4 janeilas e 2 portas no oitil >, 2
salas, 3 quartos, coziubi o 2 quai tos externos,
quintal em aberto com cacimba, avallada em
3oOi e perteneen'. a Ma.-ia Bacellar de Uliveira.
Becife, 26 de Abril d 1887.
'
THEATRO
SANTA ISABEL
o
SOJlRS B3EE
Ouinla-ei a \ de Ma'o de 1887
" P.BOIT1.
Da companbia -dramtica de que faz parte a priroeira ttetriz ingenu brasileira
xx xsaa^xoNrjL xwxo3NrcxJA.DB.
Logo que a orjhestra dirigida pelo hbil profess.-r Antonio Martina tiver ex
cutado urna escolhida ouvertura, ssr representada pela 1.a vez nesta Theatro a tra-
gdia em 5 actos do iraroortal pieta, eseriptor e.diphraata brosileiro o Exm. Dr.
O tjT Condal ves de .llagilhe, intiulada:
Companhia das Minas
de Assuru
Sao convoca ios os senbores acci tis'ss da com-
panhia das minas do Acsniu pira, uo dia 10 de
Maio, s 12 horas, no escrptoriu da companbia,
ra da Mercado n. 6, l* .ndar, gi i\unnem em
assembla g. ral extraordmariu, para o fim de to-
marcm c:i.becimetito dos actos da gerencia, e re-
solvcrem o que convier. Rio, 26 de Abril de 1887.
J. F. de Alees* Lima,
Presidente.
il pap 1 de Antonio Jos, o protagonista s^r.4 desempenhado pelo artista
MuUnna pela actriz D. ISOLINA MONOLAR.
SOARES DE MEDEIRO e o de
Acha-se cncarregido do papel da
o actor Alfonso de Oltveir?.
riceira.
Edital n. 13
0 administrador do Consolado Provincial, dan-
do cu-nprimento ao quo dispoe a lei u. 1860, faz
p hlico a quem iutereasar i-.s-.a. que uo es-pac >
iui|iroiojavcl de truta das oti-ia, contadas je 2
de Maio prximo, dar-se-ha principio nesta re-
particilo n cobranca, livre de inulta, des impostos
seguintes, reli'.iv.impnte as 2- semestre do exer-
cieio corrente de 1886-87.
3 0/0 sobre o gyro de casas coinuiercaes a re-
retalho.
10 0(0 sobre estabelecimento> fra da cidade.
12 0|0 sobre escriptorios de advogidos, solicita-
dores, carinos e consultorios m.-dios.
20 0(0 sobre estabclecimentos da ci iid
2U0i por escrip'orios de descontos de letras.
1 :(KiO por casa de garantir bloetes.
1:000i por casa de vender bilhetes de outras
provincias.
2#500 pir tonelada de alvarengns, canoas, etc.
20of por escravo empregado em servico me-
cbanco.
'00 rs. pe bi.ralho de cutas de jo*r*.
Imposto de repartidloempreheaden io :
Parte !
1 Casas de con i issoes de consigna(5es e de
commissiS e consi;nac 2 Ditas ou deposito t de vender em grosso car-
vo de pedra em terr ou sobre agua.
Parte 2"
3 Lojas de vender joias smente, ou joas e re-
logios.
4 Ditas de vci'Jer reL-gtoi sorneute.
5 Ditas de vender pianos, msicas e iustru-
mentos musicaes.
Parte 3
6 Fabrica de rap Menron.
7 Ditas de sabio, iocluiivc a que se acha na
fn-g lezia de Aforrados.
8 Ditas de cerveja, vinagre, vinhos, geuebra,
licores e limonadas gasozas.
9 Ditas de gas.
10 Ditas agencias e depsitos de gas.
Parte 4
11 Empiezas anonyinas ou agencias destas.
1 Companhia de Heberibe.
13 Bancos, agencias filiaes e representantes do/
mesmos e casas nanearas.
14 Compatible, agencias ou ea-us de s ^uro ou
qualquer pessoa que no carcter de agente de
compauhias de seguro fiser contrato desta natu-
reza ou po ,vel os, com exeepeo dos que teem
sede nesta provincia e contrataren o servico es-
pecial dj art. 13 desta lei.
15 Armazcas alfaudeg--.do9, de depsitos ou de
recolher.
16 Casas de jogo de bilbar.
Consulado Provincial de Pernambuco, 20 de
Abril de 1887.
F. A. de Carvalho Moura.
Juizo dos Feitos da Fazenda
Eserivo Torres Bande.ra
No da 13 de Maio prximo iro a praca, por
venda a quem mais der, os predios abaixo i!, ca
rades, penborados p>r execu;So da Fazeuda Pro-
vincial :
R:cife
Sobrado de 2 andares ra de Domingos Jos
Martins n. 36, com 6 metros e 60 centim tros de
largara, 17 metros e 40 centmetros de fundo ; o
laudar com 3 janeilas e varando de ferro, 2 salas,
5 quartos, cozinba interna ; o 2" andar cem os
mssmos commodos e sota eom 2 quartos e cozi-
nhi, por 2:8(.0i000j feno o abate da le, p rten-
cente aos heWeiros de Joanoa Ma.-ia da Triadade.
Casa rna do Areial n. 6, com 3 m ttos e 80
centmetros de frente, 15 metros e 50 ceutimetr 3
de fundo, 2 salas, 1 qnarto, cozinha fra, avaliada
em 400/WOO, pertenee .te a Autonio Oonvalves
Ferreira Casco.
Casa 4 ra do Areial do Forte n. 4, com 6 me-
| tros e 40 centmetros de largura, 6 -netros e 5 coa-
|\metrcs de fundo, 1 sala, 1 quarto, cozinha nter-
Correio geral
Exame par* o pros Imento de qua-
tro lugares de pralicante*
Fac i publico que ateo dia 16 de Maio prximo
futura acb i se abra nesta adminstracao a iris
cr pcao p.ra o ex .no dos candidatos quatro va-
gas de platicantes, deveudo o exame comecar no
dia 18 do dito inez, s 11 h .ras da mauha.
As materias, sobre as quaes versar o exame,
sao : exercicio de eagraphia e orthographia, ari-
thmet ua elimei:tor, comprehendendo o uso do sjs -
tema mtrico e noces geracs de geographii;.
O conbecimento das liuguas estraugeiras dar
direito a preferencia,
Para seren aimitt los iiir-cripcao, de ver Jo es
preteudentes provar eom certido que nao tem
menos de 18 nem mais de 30 nonos de idade, e
apresentar certificado medico de boa sade e
quaesquer outros docuinl-ntts que o: abonem.
A ioi i n i i trac/io dos correios de Pernambuco, 22
de Abril de 1887.
O administrador.
Affonso do liego Barros.
Club de Regatas Per-
nambueano
Sao convidados todos os soeios deste club para
se reuurem em assetnblea geral, que su n alisar
no dia li do corrente, s 7 horas da noite, na
sede do mesmo cluh. Previne se que a assembla
geral se reunir com o numero de socios, quo com-
parecer.
Secretaria do Club de Regatas Pernambucano
em 9 de Maio de 1887.O 1- tecretario,
Ornar C. Mo tero.
Thesouraria de Fa-
zenda
Substituico de notas
Para conhecimeuto do publico se declara que as
notas do Thesouro de 2^000 da 5> estampa, bf
da 7 e 10 da 6* serio substituidas nesta repar-
tico at o fim do mes de Juubo vindouro cem o
descont de 2 0/0, o qual ser elevado a 4 O/il, a
contar do 1* de Julbo a 30 d' Set-mBro do cor-
rete an-io. na forma do disposto no art. 13 da
lei n. 3313 de 1686.
Thesouraria de Facend de Pernambuco. 5 de
Maio de 1887. =*=0 secretario,
Luiz Emvgdio P. da Cmara
de E
actriz Amelia da Silva.
Termina o espectculo com o chistoso entre acto c
DU CARNAVAL)
pe!.
Yei G I o actor Mximo Coelho, de conde
do de criado, o actor Borges e de criada a
MR1I1M0S
Baha, Rio e Santos o ajiir austraco Mui s^Wa^l Ay E" esperado de Fiume ateo A //i ^rl\ VtiVi' ^'* ltJ Msio, segnindode-t*-gnb^^^y po,a da demora necessai'ia Bk para os p rus cima.
-lo de msica: fSOlRE
114 NOITE DE (UtvWiL
(.'untado pela distincta actriz
Ramos.
D I^OMX l WOMIAH enelo actor Martins
Principiar a hora do costame.
SABBADO, 14 DE MAIO DE 1887
Uma nica repre3"nta5Jo do drama
PAULO E VIRGINIA
Brevemente -a peya de grande espectculo
Capitaula do porto
De ordem do Exm. Sr. capito do porta, fac >
publico, para 01 devid^s fins, que acba-se depo-
sitada nadca J'este Arsenal, urna lancha que foi
aprehendida na fortalesa do Brum.
U respectivo proprietario ter o praso de 8 das,
contados da presente data, para justificar o seu
direito de propriedade, c nao o fuzeado ser a res-
pectiva lancha desmanch-ida.
Capitana do porto de Pernambuco, 5 de Maio
de 1887. O secretario, Antonio da Silva Aze-
vedo.
AvM'iublea geral extraordinaria
A diiectoria da estrada de ferro d>- RibeirSu ao
IJ.'uitj codvla aos tiro, accionistas, se reunirem
em assembla geral extraordinaria, no dia 12 de
Maio prximo, s 11 horas da manila, a-j 1- and-.i
do predio n. 73 pruc i de Pedro II, para o fim
d-) deliberare! sobre a parte do uugmento do ca-
p tal c;ue est4 realisudo e reselver acerca de mo-
dificaba i dos estatutos.
Recite, 26 de Abril de 1887.
O secretario.
Jos" Bellarmino Pereira de Mello.
i Airo
id
Un tbc 5 th instant John Josepb Hsrdng aged
26 Yers eldost ou ot Thomas J Harding, and
of Francs hiswife. May he rest in peace.
liiiiMl IsericoeaF
Errada de Trro do Ribeiro ao
Bonito
D' ordem da directoria sao chamad is os Srs.
accionistas desta emprez i, para no prazo de 60
das, a contarde h je, recolberem ao Loodon ot
Brasilian Bank, a 5' entrada de 10 0)0 de suas
acto--?, nos temos do i.rt. 9 2 dos estatutos.
- Reeife, 9 de Marco de 1887
O secreta ri,
Jos Bellarmino Pereira de Mello
Uuli Concordia
Tans-abend
Mittwich 11. Mai
Binladongen gestattet.
Das directorium
Gremio Recreativo Fa-
miliar
Pelo prestente convido a todos os socios n com-
pan cirein em nossa sede ra de Morcillo i as
n. 21, 1- andar, .na quarta-f ira 11 do corrente, s
7 horas da tarde, wfiui de reunid >o em numero le-
gal de assembla geral, tratarmos de assumpros
importantes e augmentar ulguns artigos nos esta-
tutos. Outrosim, scientifico a todos os socios, que
do da 14 do corrente em diante a nova sede so-
cial ser na ruado Imperador n. 19, 1* audar, em
virtude de acharse em coudiecoes vantajosas v
referido prelio.
Secretaria do Gremio Recn ativo Familiar, 9 de
Maio de I887.= 1- secretario,
Antonio R<.phel Alves da Costa.
C'ub Imperatriz
Em virtude d; haverem sido susp nsas as lote-
ras da Colonia Isabel, res dveu este clnb mittr
novas accoi s em substituico as que bari paseado
era beneficio dos festejos carnavalescos qnecorre-
ro com a nona lotera do GrSo- Para. Roga por-
tante quillea que as aceitaran, e pigaram, de
vir raa da Imperatris n. 41 afim de troca!-as.
O thesoureiro,
Antonio Jos de Azevedo Maia.
Clob Concordia
Ausserordentlicbe Hauptversammlung
Donnerstag dn 12. Mal 1887.
Bescblussfihig mif jeder anzahl Mitgliedcr
Trsktanden sr per 7 A. avisirt.
Das directorium.
Na secretaria da Santa Casa arrendam se os
seguintes predios :
Ra do Bom Jess n. 12, loja e 1 andar.
I lera idem n. 13, 2- o 3- andares.
dem do Vigaiio Tbenorio n. 22, 1- andar.
IJ m do Mrquez de Olinda n. 53, 3- andar.
dem do Apollo n. 24, 1 audar.
dem da Madre de Ueus n. 20.
dem idem n 10.
dem da Moda n. 45.
dem dem n. 47.
Id'-m idem u. 49.
dem da Liugoeta n. 14, 1 andar.
dem da Guia u. 25.
Beceo do Abreu n. 2, 2- andar.
dem ds Boias n. 18, sobrado de.dous andares
e loj.
Kua da Aurora n. 37. 2- andar.
dem da Detcnco (dentro do qualro) duas
es asa.
Recebe carga e cncommcudas a frete mdico
tractar com os
CONSIGNATARIOS
JOHNSl^N PATER & C
RUADO COvIMERCIO N, 16
BOYAL MU STEAI TAOBf
COMPAS
0 paquete Mondego
E' esperado da Europa no di
11 do corrente, seguindo
depois da demora necess8a
ria para
Macei, Baha, Rio de Janeiro, Santos.
Montevideo e Buenos-Ayres.
0 paquete Trent
esperado
do sul no dia 14 de
carrate seeuinic
depois da demora
necessaria para
. Tcente, Lisboa, Vigo e Son
Ihampton
Vapor Nile
Espera-se da Europa no dia
17 on 18 do corrente segum-
depois da demora necessaria
para
Baha e Rio de Janeiro
Reducqao de passaqens
Ida Ida e voHa
A Southitropton 1* classe 28 42
Camarotes reservados para os passageiros de
Pernambuco.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se <- n os
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie &C.
S. 3- RA DO COMMERCIO N. o
DO
V
COMMERCIO
andar
GOViMa m EDIFiCivIfl
0 escripterio d'esta
companhia acha-se
tuiccionando no largo
de Pedro H, n. 77, 1
anda .
Imcambe-se median-
te contrato < a paga-
mento em prstales,
de constrnc^oes e re-
Propona para foro > rmenlo de 3OO0
toneladas de cariro de pedra
Esta companhia recebe propostas para o forue
cimento de 3600 toneladas de car vo de pe-Ira por
temp i de um anuo, mediante as seguintes coodi
ces:
1 O Barrio dever ser de alguma das esoecies
conhecid .8 por Coiy Aberdaie M'rthyr, Penri-
kber, Nizons Navigation, Ocean Merthyr tu In
soles Merthyr Smok-tesi Steain Coal,a primeira
qualidade u double screened, provada com certifi-
cado da mina, o qual em cada carga do navio de-
ver ser apresentado ao superintendente da cm
panbia.
2* A despesa de descarregar o carvao do navio
e todas as outras da alfandega etc serSo por conta
do contrbotante at h entrega ao caes da com-
panhia, onde o carvo ser tiado das al vrenlas
pela companhia e pesado ne trapiche em Cinco
Pntas, faciiitaudo-se ao cu'rucante, todos ca r> III Ut I1!! |alk >W tja lll4
meioe de por s cu p;ssoa de sua confianca inspec- | VWIIBH Ul^VVl>0 C |ll Kj
cionar e conferir o peso, o qual ser aceito como J llllO ni>4llW definitivo p >r ambas as portes, uo sendo uojois Ue.||a vll|l liOjCI/llliS L
attendida pela companlua reelamsfo algoma.
3* 300 toneladas de carvo pelo ineuos sero .
mensalmente entregues em Cinco Punta i ; mas se
por conveniencia propri-i qaizero contractante en
tregar maior quantidude, a companhia snjeitase a
re'-ebel-a, comtuiito que uo seja a presentada para
pagamento uma conta mensal de mais de 300 tone-
ladas durante o tempo do contracto.
4 O contractante dever obrgar-se ao paga-
mento de uma multa de 1.0004 por todo e qual-
quer mea em que deizar de fornecer a quantidade
estipulada de 300 toueladas, assim como se lr re-
conocida que o ciirrcgaineuto cu parte delle nao
6 de alguma das qu'.lidades mencionadas ua Ia !
destas condicoes.
O As pr.-ipostas para este contracto dever) es -
tipalar u preco da tonelada de carvo em dinbeiro fno na t.'llil'IPl i\ Vllslil*
sterlinu,o qual pora realis.r-seo pa^m-nto de 8 Utt ItlllIlLl ti > IjIUl
cada cent.i -nensal ser reduzd a ifOOO ao eam
bio da cotacao das transac^oes do-Biueo ao lempo
da partida, do paquete da Real Mala, que pissar f -
me?dVSrraH29m"i80Ul,;i'8 dd me8mo prc a venda: tijolus
6* O coutractu entrar cm vigor no 1 de Se- wwl#mc,c,JjfcC:i .1 .. otl-liln!<
tembro prximo vindouro e o primeiro supprmento llItiSSIi Of> xL\j i\ I V \Al til l(l
dever ser feto par o referido mez. # ,.,
..arco^o^ta"^^^ ditos para ladnlhos,
diversos formatos, te-
< OMIV4XIIIA PEBMyUA\,t
DE
^'avegieo costelra por vapor
r-ORTOS DO SUL
Macei, Ponedo, Aracaju' e Baha
0 vapor S. Francisco
Commandante Pereira
Segu no dia 12 de
Maio, s 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o
'dia 9.
Encommendas, passagens e dinbeiros frete ate
4s 3 boras da tarde do dia 10.
ESCRIPTORIO
Ao Cae* da Companhia Perixambucana
n. 12
lniied States k Brasil N- 8.8. C
0
spera-se de Sw- or:-
News, aj o dia 24 e Maio
o qual i eguiri Jeprs da
demora nee Baha, Rio de Janeiro e Santos
fara carga, passagens, e encommendas tracta-
ie com os
0 paquete Finance
os, cujos projectos
ornamentos sejam ou
nao confeccionados
pela companhia.
No cscriptorio se en-
contraro sempre, as
amostras dos prodac-
do Taquary, tendt sem-




E' esperado dos portos do
sul at o dia 21 de Maio
depois da demora necessaria
seguir para
Naranho, Para. Barbados, 8.
Thomaz e \cw-Vork
Para carga, passagens,o i. ji n-ndas dinbeiro
s frete, tracta-se com o
AGENTES
Ilearv Purser i C.
N. 8 BA MJ COMMERCIO 8
/. auda
8* As piopjstas devero ser iacradas e remetti-
das ao superintendente da companhia no Cabo
antes Jo dia 31 de Julho prximo fu'uro, uo qual
tero de ser ellas abertas no escriptorio do mesmo.
A companhia declara que de modo algum fiea
por este motivo obrigada a aceitar a proposta mais
barata ou qualquer das que Ihe forem aposen-
tadas.
Escriptorio ua superintendencia, Cabo 6 de
Maio de 1887.
Wells Hojd,
Soperiniendeote.
2-
DampschinTahrts-GeselIschan
O vapor Lissabon
do
llias romanas, france-
zas, de capote com en-
calve, de crista; canos
c curvas de diversos
dimetros, ornatos va-
riados e tijolos fur
Sauta vasa de Misericordia
Heeife
A Illma. junta administrativa da Santa Casa
de Misericordia do Reeife, conviia aosparenteso 1 1 ftk*
amigos di. fallecido commendador Elias aptista OOS \fj UlVCrSOS IOrma-
la Silva, bemfeitor da u: ama sau'.i casa, para
assistrem a missa de rquiem, cantada pelas edu- fik W
candas a casa dos ezpostos, que pel.s 8 horas *"
da mauh do dia 10 do corrente, 4o anniversano
do : as^amento daquelle bemletor, manda .cele-
brar na igrt-j* do Paraso. i
RecTeXtetoTmr Mi8ericordiadj comendas. no esenpto-
O escrivao, a_a, 1
Pedro Rodrigues de Sonza. ffO CCniTilla
Para vrndas e en-
Esperase de HAMBURGO,
per LISBOA, at o da 17 do
corrente, seguindo depois da
demora necessaria para
Rio de Janeiro e Santos
Para passageiros e caraa a frete trata-se com os
CONSIGNATARIOS
Borstelinann & C.
RA DO COMMERCIO N. 3
1" andar
~ COMrANHIA PKB.1AMBI f.,4 *.*.
DE
%aTegaco Costelra por Vapor
Fernando de Noronha
0 vapor Giqui
Coituandante Lobo
Segu no dia 10 de
Maio, pelas 12 ho
ras da manh
Recebe carga at o
dia 9.
Passage-tat us 10 'oras da manh dosdia da
partida.
,ESCIuPTORIO
rae da Coutpanhia Fcraan"
cana u. t
llEGfVll


__g____^_j^___
SMM_agBM.M_.__^
^mH
^^^^^B




Diario e Pcrnaiifeiici)--Ter$a~feiru 1 de Maio de 1887
.....t __________________________
Cempaahla lira.'Ilelra de .lave
asea* a Vapor
PRTOS DO SUL
O vapor Pernambuco
Commandanteo caprSo de fragata Pedio
Hyppolito Duarte
E' esperado dos rtoB do
norte at odia 12 de Maio
e depois da demora indis-
' pensavel, seguir para os
, f~/>a do sul.
Recebe tambero corga para Santos, Santa Ca-
tharina, Pelotas, Porto Alegro e Rio Grande d
Sul, frete uiodic .
Para carga, passgens, encommendas e valores
trata-se na ageucis
PRAQA DO CORPO SANTN 9.
t
Vapor extraordinario
O vapor Nile
De 3,039 fondadas de registro
Sahir do porto do Rio
,de Janeiro no dia 1 de
kJunho prximo com es
sala pra Babia e Per-
nambuco, seguindo depois de pouca demo
ra com malas e passageiros para
E SOUTHAMPTON
LISBOA
Desde j recebe-s6 encoinraendas pan
camarotes na
AGENCIA.
Ra do f ommerclo n. 3
1 andar
AdamsonHowie 4C. p-"^~
jarros grande* domados com palmeiras, 2 escarra-
deiras, 1 taptte novo para sof, 1 lito para piano,
8 ditos para portas, ditos de coco, 4 pares de lan-
ternas, diversal capas de biim para etbrir mobi
lias, ditas de oilopara piano e contlos.
Mla le btiiiar
Um reo buhar novo e todos aeus pTteooea, 1
guarda roupa de mogno com eap Iho, 1 catante e
secretaris, 1 toillet, 1 caixa coas tent* de marfim
para voltarese, 5 mappaa aauudi, 4 quadros, 1 relo-
gio, 8 parta eartes. 1 meaa de jog-, a bstiquiuha
de dito, 1 carteira de amaielb, lculo de alcance,
livros e instrumentos de nutica e 1 forro da ta-
pte de coco.
Priinrirn qaarto
Urna cama para c-sal, 1 guarda vestidos d ama-
relio, 1 lavatorio com pedra, I terno de bancas cbi-
nesas, 1 banqaiaba de charo, 1 bidet, 1 cabido,
treia commoda, 1 eapelbo, 2 parea de jarres a 1
guarnico para tailet e 1 f rr > de esteira.
Secando qaarle
Um marqueso, 1 guarda vestidos, 1 lavatorio
{ cabide, 1 santuario, 2 cadeiras para oracoes, 1
espelbo, 2 jarro, 2 lanternas, 2 qnadres, 1 linda
costureira, 1 estante do 'ivroe, 1 guarnicAo para
lavatorio, 1 machina elctrica pava choques o 1
forro de tapete.
Sala de Jaciiar
Um guarda lauca, 1 mesa elstica, 2 ditas cm
gavetas e pea torneado?, 2 aparadores com pedra,
2 ditos torneados, 1 machina 1e coatura com caixa,
1 sof, 12 cadeiras, 2 ditas di' bracos, 2 ditas de ba-
taneo, 2 consoles, 5 quadroe, i etagers, 4 jarros,
1 relogio, 2 espregait-adeiras, 1 hear, 1 porta-toa-
Ibas, 1 quartinheire, 2 lanternas, 1 candi- iro, 1
lustre com 3 bicoa, 1 rico apparelbo de porcelana
dourada pera ahueco, 1 dito branco para cha, 1
dito de faiance, 1 dito para jaatar. c necoa para
caf, garrafas para vinho, copos, clices, campo-
teiras, porta qoeijo, galbeteiroa, fxcas e garios, de
electro pate, colberes de dito, licoreirca de dito, 1
apparelbo de dito pura alm f, salvas de dito,
porta cariosa de ditos e outros cbj ctoa da electro
pUte e 1 forro de tapate.
Saleta
Uro guarda ceidas de rame, 12 cadeirns, g
bancas, 1 marqueza, 1 mesa redonda, mallas,
bah, 1 espingarda, 1 pistola, diversos objectoa a

W
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1 S-1&
WTW
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o/.-;>
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*f.?yAf
Pequeno annicv
Ru da Imperalriz u. SO
VINHO DO GANOHE
Cbegou Dova rr'meesa deste vinho e aaeite de
otiveira, superior ; vende-se engarrafado e cm
(atea.
AGESTES
LELU.
Quinta-fera, 12, effeetna o agente Pinto o
leilo de movis e viorrp, bem como um jogo de
Lstvn Tennis, um dito de crequet e um bilh-.r.
no armazem da ra do Mrquez de Olinda n. 35.
2 leilo
Terca feira 10 de Maio de 1886
A's 10 e 1t2 horas
Na ra Primeiro de Marco n. 12
O agente Mtdcsto Itiptista, por mandado do
Exm. 6:. Or. juia de orphaos e ausentes e a reque-
rimen'o do testanenteiro e ii.vcnrarianle do espo-
lio do finado Manuel de Moura Estoves, far leilo
de um terreno no Arraial, no correr da Iioha fr-
rea, urna casa de taipa na travessa do Moura, a
margem da linha frrea, urna dita ditu na mesoia
travesa sob n. 2 c muis dus terrenoe ua mesma
travessa.
Para oalquer iiiformacao o mesmo agente na
dar.
Leilo
Em continuado
Na ra Io de Maryo d. 12
De cadeiraa de junco, camas de ferro para me-
ninos, louces. jarros, candieiros, fazendas, miude
as, ferrag-ns, chapis e cbapellinaa psra senhera
e 1 banheiro.
Coalnua
Duaa mesas, 2 jarras, 2 taboas de enguinmado
com cavaletea, trera de cosinba, 1 banheiro de fo-
Iba e gaiolas para passaros.
Corredor
Um banco de ferro 12 cadeirns, 1 meaa de ferro,
1 linda jarra com terneira, 2 jarros grandes cera
pa!meir28 e arandellas para gaz.
Terraco
Um importante viveiro com passaros, 1 dito com
rolas 4 palmeiras em harria e diversas plantas.
Jardini
D"U8 bancos de ierro, cretona palmeiras, tioroas,
acalifas, ccaveiroa e muitae outr-ia plantaa e di-
versas vasilhas da barros.
aastoertro
Um apparelbo completo de banho de duchr.s, 1
dito de chuvisco, 1 lastro de madeira r 2 bancos.
O agento GusmSo autorisado por uma fam'a
que mudou-se para ira da cidade, far leilo doa
. bjectoe cima tatnciMados, os quaea ae tomam
recommandaveia por acharem-so em bom estado
de couaervacao.
A's W horas e 10 minutos partir nm bond que
da passagem gratia aos concurrentes.
Agente Pestaa
L
ito
la
De imjortautes movis antigos e modernos
Cr nstandi De uma moba completa tendo
maza roe onda erm pedra e os eonacllos grandes
espelhu?, uma dita tambem com conaollcs de pedra
escura e csp-lhos grandes e meza redunda d
mogno, 4 jardineirns de ferro para Alores, 1 gran-
de espellio com moldura dourada, urna importante
secretaria de m candelabro, 1 rabee a, 1 cadeira de braco imi-
tando cana, 2 eta. era, 2 figuraa de geaao, 4 hin-
cas de Jacaranda para jogo, 3 bancas com pi
torneados, 1 cadeira para cracao, 1 guarda rcupa
de nmnello, 8 maBg.s de vidro, 1 perta msicas
de Jacaranda e 1 estante alta pira msica.
Uma importante meza elstica de 8 pea, tendo
5 taboas, 3 grandes aparadores de armario de
amare! io, 2 dito de columna,2 mezas meias laran-
jaa, 1 guarda .comida de rame, 1 porta garrafas
de ferro, 8 cadeiras antigs, 2 bancas, 1 grande
banco de amarello, 1 pharul com vidros de cores, 2
camas de ferro, 2 maiquezfs, 1 marqueza, 1 ca-
bide de columna, 1 sorveteira, 1 machina decostura,
4 mangas para lanternas, 2 globos para arerdelas,
1 dito para candieiro, 1 meza grande de-amarello
para cosinha, 2 jarroes e outres movis autigos.
Terca feir > do correntc, as
11 horas
Na rna da Unio casa trra n 8
O agente Martins coinpetent-mente autorizado
far leilo dos bons e-antigos movis existentes
em dita casa es quaes serSo vendidos a quero mua
der.
Entrega e recebimento > m acto continuo.
Leilo
Doa movis e utencilios do hotel Cinco Na-
<3eB, sito ra larga do Rosario n. 33
O ageetc Brito, a mandado do Illm. e Exm. Sr.
Dr. j'iiz de direito do c< mmercio e a requerimen
to de Jos Ferreira da Costa, levar., a leilo-, oa
saoveia, toncas, quadros e todos os utensilios exis
tentes no referido hotel, ao correr do martello.
Terca-feira 10 do corrente
As 10 1[2 horas
Agente Brito
Le'lo
De duaa meia- aguas na ra I ir henal no lu-
gar denominado Coqueiros, sob n. 1.67
B, perlencente ao espolio do Joao
Adriano d. Mello Dutra.
O agente Pestaa autorisudo pelo Exm. Sr. Dr.
joiz de orphaos vender as duas rseiaa-sguae
cima meoei"na las.
Terca feir lo Jo corrnlc
A's 11 horas
ATo armazem ra do Vigario lenorio
n. 12
Em t^ofctinuaco
Vender o mesmr) um sobrado de nm andar
sito em Olinda ra do Cumtncrcio n. 17 cotu
porto para a ra rta Misericordia, serviodo de
base a ofertu de 4< O pda qual sera en'regue
n&o appar-cendo qutm mala c,
(rande leilo
Do bons movis, pan, bilhar, crystacs,
electro plat'-, vacita com cria, garrotes
di trra, l garrote ingl-z, diversas qua-
lidades d<; plantas e t grandes resfriado-
re* noves para saboaria.
Quarta-felra f 1 Jo correte
A's 10 1 2 huras
Na casa terrea 8'a mu da Aurora n. 137.
CONSTANDO
Sata de lauta
uma linda mobilia de jincu m.dalho completa-
mente nova ci m \ cadeirs r>e guarnico, 4 ditaa
debracnsjl 8>f, e4 ermaotes com tampo de p dra,
1 eicellerte piano forte do fabricante Pleyel n. 4, 1
linda estante para mubica, 1 i-adeira para pin-', 1
eatrado para dito, 1 eapelbo oval
D casa terrea *ita ra da Palma n. 57
QUABT4.-PEIKA, 1 DO CRRENTE
A's 11 horas
No armazem da agenda de leiloes rus
do Vigario n. 12
O agente Pestaa vender por mandado do Exm.
Sr. Dr. juia de orphos, a quem mais der, a casa
terrea sita rna da Palma n, 75, pertencente ao
inventario de Francisco Alvea Maacareuhas, com
asaistencia do Erm. Sr Dr. juiz de orphaos.
Leilao
De 1 piano, 1 mobilia de jicarand oom 1 sof,
2 couaoloe com pedras, 2 cadeiras do bracis c 12
de guarnico, 2 meaa* red ndas, 1 eaadieira de
?u.-pene", meaa de advogad >. 1 estante enver-
nisada, l espregaicadeira, eadeiraa do bulanco e
1 mobilia de po carga.
Um divnn*e 2 cadeiraa estafadas, 12 cadeiraa
de junco, 2 cabidea, 1 p de madeira para cofre.
Uma mesa clstica, 1 guarda luuc-.. 2 aparado-
res 1 dito com armario, cop^s, cauces, garrafas e
um treta de crinha.
Utos eauja de mogao, 1 m;irqucaao, 1 guarda-
ve.-o, 1 coanaoi, 6 cadeiaa ae juno e niuitos
outros movis.
?uluM fe|ra i' no corrente
Agente Pinto
azem da ra do Marqmz de
n. 35
Em continuado
ATo armazem da ra do Marqmz de Olinda
n. 35
I o;-ao *>
'5SliiRS
KPSCI4tMEVx3
v*t? chronico da Jjsxga,
lio canal da imfff,
..siias -iv oros tata,
re. na urina, t*.
Ir'AFWL Piar.ac'titico-Opinic-?,
'i ?.--, ?. n-i caJif-KHOB, JAR
Tricofero de Barry
Oarante-sft quefiz nas-
3t ecrescer o cabello anda
aoa mais calvos, cura a
inha e a caspa a remoro
totloa aa impnrszaa do cs-
eo a cabeca. fositivo-
mente impede o cabello
le cahiron do embranque- i|
rer, a infallivclrnento o
t">rna espesso, mocio, lus-
i. jso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor eru
1829. E' o nico perfume no mun-
do qne tem a appro-vic;ao oficia! ds
nm_ Govemo. Tera duas tccs
mais fragranciaquoqualquer outra
ednraouobrodo tempo. E'mnito
mais rica, Baave o deliciosa. E'
inuito mais fina o delicada. E'
mais permanente o agradavol na
lenco. im vezaa inais refres-
cante no banaa docnte. E' especi^c contra a
frouxidao e debilidade. Cura as
dores de cabeca, os cansacos e oa
de:;ma:os.
arope Je Yiia Se Renter No. 2.
ajrr dk os-o. kkpois db bal-.
Cura positiva e radical detodasasformasde
lacrofulas, Syphilis, Feridaa Escrofulosa,
AJFeccSes, Cutneas e as do Couro Cabal-
indo com perda do Cabello, e de todas aa do-
sncasdorJengue, Figado, e Ria, Garantes
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangue
restaura e renova o ayatetna inteiro. 0 |
Sabao Caralivo-je Reuter
Lotera da Provincia
Sexta-feim, 13 de Maio, as 2 horas se
xtrabir a i 7 parte da 2.a lotera em beneficio .
da Sata Casa de Misericordia do Recite, no
consistorio da igreja de Nossa Scnhora da
Concdfao dos Militares, onde se acharao cx-
postas as urnas c as espheras arrumadas em
orden, numrica aprecia^o do publico.
Mudanca de clima
triado
Precsa-se de um rape.z ; nn travessa do Corp*
Cura proiavel i Santo n. 27.
_Ei rcoonh'.cid) por uma gra'ide parte dos me- --------------------~ ; z-----1:--------------------
dicj apelos tactos provadea, que o cmi de Cha f (iVIH l{> '/i
do tJarpiua c o mais hyglonicj e salubre em toda VWOHWtCff t*
a circu!ivii,hanc,a co Hecife, e poitanto o mala Precisa-se de nxa eoainheira para casa le fa-
ccnvci>:eri'c ue oaeatM qne neccaaitem de mu- j milia, que seja de ba conducta; r..v rna Jj Im-
danca de clima, onde se pode respirar livre e puro perador n. 73, '''> andar.
"'To?/ C*'8 flril'J.av^ I'ovo.. 10 situado j onTintenio a"iweH' a~n
grande elevacao cima ;;e Pao a Alho, Limoeiro e ?..-...
Nazaretu. -i s-f r
., ., ... ,. ,,., rnassaireirj queanni chegoii docn' no-.:>: oeora,
Em vi,lue dosmarav heos esuliados obtidjs, r0ff,;d /vir ia c
da
Commercio u. 44,
^ma Jeleite
salvando vidas de nnitaa p-as-aa coi;!,, cutas que vea n.0 ^ de ft rf ,
anda cm tempo teem viudo pira aqu, resolv
preparar commoiios cu uma das melh res c.i3as,
onde auiiliado por miiiha muiher, p sao reeebei
alguus (leenles nao de cama n m contagiosos, c
coipr.metto me bem servir cm b-a e sdia ali-
meutaca) por mdica pensao ; quem pr. cis-ir deve
por squi faaer um patseio, que apenas costa 2 1[2
horas de camnho '!e f-iro, e i.if raar-so [esaoal-
merte. Carpina, 7 de Maio de 1887.
Jos J'jaquiui de .VIoraos.
o.-'": .-
j
Coa casa
Aluga-se c sobrado n. 67 & ra do Bartholomen,
confronte a estacad* di! Ciru-,.r, com bastantes
oomrrodos e boa vista ; a tratar na ra larga do
Rosario n. 34, pnarmaa.
Progredior
'Fabrica.de lquidas espi'fllosos
RECIPE
^SBaTda
Oeclarafl
Os abaixo aflaignadoa commanicam a esta praca
qne dissolverum a aociedade que sob a firma Gon
(alvos Pinto S ('., baviam cOBStitoido para eze-
cucao ta.- (mpreitadas des cstradus de ferro do
Recife & Caruar e da 3* seecao do proloogamento
do ttecife 4 S. Fr^ncigeo, passa.sJj ao Sr. Fran-
cisco Justin ano de Castro Rebeo o debito c ere-
dito dos sena subempreiteiros, cessando nsaim
todas as su.ia traosaccota. Recife, 12 de Abril
de 1887.
Jos Goncalvrs Pinto.
Cfndido Gaffre > r si e P. p. de Joa Piuto de
Olive ra e de Eduardo P. Guinle.
Hypolito Vello8o Pederneiraa.
1 ii vis i cis grandes
Receb u Ezposico Central, a ra larga do
Rosario n. 38.
EngcDlio
VenJer o mesmo agente : 1 b.lca-, 2 fieiroa,
1 armaeso ingleza, 1 meaa para fazendas 1 ban-
co para burra e 1 carteira.
Agt ute Pestaa
Leilo
De o* jga de croquet, um dito de L wn
Tennis, ambos novos, tora uma rede, 2
duzias de bdas e 4 rachetis, 1 buhar
com seus perten^cs:
taainia fetra. 19 alo carrate
Ao meio dia
Ruad* Mrquez de Oliada n. 35
Per occasiio do leilo de movis e muitos outros
movis.
Agente Pinto
AVISOS DIVERSOS
mlisof>a!aa berdadas pura a.fa e cadeia*, 1 ltre
ovni rfidro busot, 6
deiraf, l luptre Preciea-se de uuia
de erratal, para gaz carbnico, 3 parea de SB'8 f*milni ttue dnrraa am
de faiance, 4 ditos de porcelana, 1 lindo rfPgw Baiod Victoria n. 8*, toja',
coa tensoaetro e barcmeiro, liados qnadrea com .'_ prPt "
K>duai derada bordad sata alto-relevo 4 lindos |tratar
~ A peaaoa que quier adiautar a quantia de
6afl00 para a atforri de uma escrava que sabe
lavar, engommar e cosiuhar. para'a escrava Jhe
pagar com sena aervicoa, dirija-se a ra do Mai-
quea do Herval n. 23, toja.
. = Prcciaa-ae filiar cem o 8r. Lourcnco Jua-
taiano da R ha Ferreira ou com algurna pcasoa
de soa familia : no escriptorio de omea de Mat-
toa Irmios, a ra o Mrquez do Olinia n, 5,
pri.;.. iro andar.
Na Passagem da Magdne ;,,, entrada para
o Kemed', alaga se pelo temo: qae se cjnven-
ciouar, um sitio com boa casa, met .a fruetelras
viveiro, fcaizrde capim, etc. : a tratar na rna de'
imperador n. 14, 1 andar.
Oabeiza aaaignadu pwitictpa o respeitavel
eorpo eotnmereiKl desta pzae*, e a quem mais
poesa inttrensar, qe nesta data te* yenda de aeu
estalKieeimenro de rcoihados, alto ra do Vis-
conde de Itaparica n 47, ao Sr. Abili.. Rodrignes
de Almeida, a quera por acto a Wtrrida venda,
ficou pertencendo todaa ae divifas activas e pas-
sivas rafereotea ao referido estabeiecmiento,
O mesmo abaizo assignado, julga nada dever a
es;a prafa, cora n fcrencia a > supri-dito cata be
lecirornto ; se porim Meuern s: jujear credir,
queira apreseutar seua titul s nojjrasa de tras'
das posterioies publio-co dtsata para aerem
pagoa ; fiados oa quas nao t* r-.-po.eabiliaa por
mais debito alum. Recff 30 de Aonl de 1887.
______________Aniceto Aucu*i .P"?B*** d vendedores de taboleiro 7 na
raa da Matriz da Bua-Viati o. 3.
Aluga-ae casas a 84000 no bei-co dos :
aos, junt de Imperatriz n. fi.
Arrenda-se o engenbo G'Vabeira, meia legoa
distante da cidade (ie Jaboat*, ix>m d'agua,
moente e corrente, com teiras e nzatas para sa-
rejar at 2,000 pes de assucxp ; a tratar com a9
preprietarias na rna da lmueratriz n. 4'.), segundo
andar.
Prevengo
Constanrin-inu quo alguera se inculca,
por meio de r.irtaa para coa; as Exmns. fa-
ailias, quo n e hi/iirarn coro cuas ordene,
ser cortadora do m iflier, dcla-ro ser
falso, pois at hoje nao confer titnio
este a pesaon alguma ; assim como previ
no as mrsraaa lixinn familias, que du
rante a minha pequ-n auaen.ia na Euro-
pa, onde von rao prevenir do objeutos ten
dentes a minh arte-, nao tioixo niDguem,
me substituiodo.'
Aproveito a occ..ai:i4i prafazer constar
que a ara. liara Duarta leizoa de fazer
parte do numero du minias coatureiras.
Pernambuco, 30 ile Abril de 1887.
Rus do Imperad -r n. 50 1 andar.
Mu, Fanny Silva.
Para o Banho, Toilette, Crian.
Sas para a cura das moles-
as da pella de todas as especies
a em todos os periodos.
Appr;8 e utorisados pela inspecto.
ria geral de I ygienne do Rio de Janeiro.
Deposito em Pernambuco casa
Francisco Manoel da Silva & C.
ere
Precisa-se c!e uma a:ua de leite
ta a 10, 1 aud r.
na ra Direi-
triado
Preeisa-se do um criado
Primeiro de Marco n. II!.
para espoiro ; na loa
na
Precisa-se de ur; i ama para casa do peqaena
familia ; a tra;ar na ra d;i P.iyaaud o 19, Ps-
S'igrm da Magdalena.
i rindo
Pncisase do um criado :
PaydauJ n iy, Passagem -!
a tr:.t r r.a : ua do
i ': alo .a.
Cria io
Na ra Iinperi'il n.
do de 14 a lli anucs.
17, precisa-sa de un .ria-
Neste bem montado ertabsleritoento pr- puram-
se tod^s as qualidades i!e gen bras e licores, as-
f\a oja das Lislras l?ues
A' ra S>aqtic jc Caxias a. l
Telephone 211
LAS de qaadrinhos fazeuda escura liadas corea
a 360 rs.
SETINETaS de iitras o qaadriuuos a cores
a 320 rs.
FUSTO branca a 3G0 e 400 ra.
CURTES de vestidos brancos fazau I; de qua-
joiii a<>*. p;> nraii Thomaz J. Haiding, cua n uih.-r e fi:h;-a agra-
decen! a todas ns pessona que acompaDharam os
reatjs inorlaes e s. u fiiho e innao, Jjhn J. Har-
ding, ao cemi'crio publico ; e d'i novo convidain
aos bous prjiit23 e attfg a aaaistircm as missna
do stimo dia, q'ie por sua lina mandim resar na
matriz da B a- Vista, s 8 horas da manda do dia
II do orrente, pelu qae desde j ae cuufesam
eternarren'e gratos
Joo li n>lej- Jnnlor
Os err.pregados da eompanhia Iecife Drainage,
quereado dar um ti stemimbo d''saudade, religiao
e amizade ao reu seu.pre I<'inbrado befe ger ufe,
Joao U'.-wsley Jnior, que foi tao 'rande cm suaa
dedickr-o. a, qusnt) infeliz pelo eeu inesperado pas-
samanto, maudwrn celebrar algumaa misen pela
ana alma, as 8 horas di manlia do dia 10 do cor-
rente, na rcutriz da Boa-Vista, t'ouvidum para
assiatil-a- aoa seus psrentrs e amigos.
ieenco de ingradinitca nocivos u saude, como driuhos cora: organdy a 5o()J.
tem sido verificado pela Ilustrada junta de by-
giene.
Joaqnim Duarte Sunoes & C.
Largo a Asme a Mea. ai. J.amiso
Forte 1 Mallo*. Becife
Cosinlieira
Precisa-se de uma b?a Cjsiuheira : na ra ia
Aurora n. 81, primeiro andar.
Lombraiicd
Os animncios publicados no Jornal do Recife e
Diario de Pernambuco, chamando um Saldanha
para pagamento de divida?, nao se entende com o
abaixo assignado, emp-egado na secretaria da
presidencia.
Jos Saldai.ha.
Eiigco
Vende-se oengenho Soledade, no termo de Ipo
juca, meia legoa distante da etaco da Escada,
t>m vapor, casa de vvenla, efe, etc., e acba se
dvre de qnalquer onus. Vende-se tmnbem o gado
e safra a c Iber ; a tratar com Luiz (encalves da
Silva & Pinto, no lar,-;: da Companhia Pernauv
bucr.na n. 6, aonmJo.
^ Magia !->>-._ 4L ^
folegam fragaocia
FRANGIPANNI
Opopoaaz Psldloja
Oarisairai Ceradia
Vndese rm toda*
>y4 tu Ptrfmuritu ff
= ^"J
S irflll
>f
es
PASTILHAS
De AK6ELI!. & MENTRUZ


JT5
>a

O. Carolina 'rii-ard Lopea de
Mena
Antonio Soares Pernandes le Oliveira, sua mu
Iher e fillios cnnvdm aoa seus psren'es e preseas
e Huiiikde, para assistirem as miteas que pelo
eterno repouso de sna presada sogra, mi e av,
D. Carolina Tlxeard L ipe* de Sena, ir.andam re-
sar na igrrja do Epirlt.. S nto, a 7 horas do dia
terca-feira 10 de Ma-o, aet mo de seu passamento,
pelo que deede j aa-tteijwai s tos.
Asna
^Precisa-se de umu ma pura lavar e eogcmmar;
oa ra Primeiro ele Mar?., a.. 16.
Carolina RnKilla fiai-gcan Viettaa
Jo3o Msrtius Viegas, Alfedo Martins Viegas,
Alexandre Martina Viegas, Isabel Gurgran, Lii-
za C Pffifntini n,i_(xn. jo etim Gjrgean (pre-
sentes), Auna da Cruz Viegas, Mara de Jcsua
Viegas (au&ciit:j, sgradi-ct1 todas as pessoas
que se dignaram accmptihar ao os restos ii ortiea de sua querida esposa, mai, en-
teada, irm.i, cuidiada e ora, D. Carolina Ba.ilia
''urgean Viccaa, e de novo as couvidam pai a
assistirem as inissa que pelo terno descanso de
sun nlir.a maudam resar na igreja do convento da
H. Francisco, s 7 1,7 horas a manha, e quarto-
feira 11 do entrante, a tjuio lie do m pssamen
to. b desde jarse c>r.teasam enmin&iente agrade-
cidos.
Joao ii.mi.iej Jnior
Emilia DuWsley e suas fibas agradecem do
(fundo d'alma todas ns pessoas que ac.-mpanba-
ram ao cc-miterio o eu preeade esposo e pai, Joo
Dcwslcy Jnior, e convidara aos prenles e ami-
goa para assiatirern ns mi.-.%..s de stimo dia, qne *
mandara resar pcx sua alma ra matriz da Boa-
Vista, terca-feira 10 do cornnte, s 8 horas da
rni.nha.
CAMBRAIA de saipijo e bordid'i a 800 13., era
pesa 60O0.
SETISETA japonesa fazeoda de litraa largas
c:m lindas cores u 4 0 rs.
.MAA.POLAO americano igual ao camiaeiro a
6*000.
BRAMANTE de quatro larguras a :> rs.
CUITAS fioaa'perca!ed cor.-j seguras a 240 rs.
, CRE TON'ES franceses ultima uividade cores
I segurus a 320 e 300 ip.
j. SARGE1.1M trances qualqu^ r cor a 240 rs.f,
MERINOS eufestados todas s cores a 800ra.
RENDA he8p'.iuhola nreta uma guarnico p*ra
: vestido a 3000 e 4O.i0.
BICCU de cores e matizados a 450O a peca.
LUVAH .e -eda pretas e do todas as corea a
90 O e 2,8500.
LLQUtS de setim e [.h-.nta3a de 500 rs.
ESPAR 1'imO.S cooraca a 4i,00, 5OJO a
6*000.
LENCOS brancos fiuos a lOO e 2000 a du-
zia.
BORDADOS e entrem.ics tapados, trauparen-
tes, e de fu9to, todo o preco.
MEIAS para senhora, para homein o meninos,
t^do o pr^co-
FICHUS de seda cor de creine e pretos a
250)%
MANTILH.AS kespanholas ultima novidade a
40J
E outrus multas fazeud^s covas que as Exmas.
Sraa. podero ver na leja ou mandar ver as amos-
tras que ae dao sera peahor na-Loja das
IiiatraM Aiaes-de
Jos Augusto 2)is
Bernarilluo tratarle Campos
A viuva, irmios c cimbados de Beruardino Du-
arte Campos, coni idain aoa acus parentes e ami-
gos, bem como aos 4o fallecido, para asstirem
a missas que mandara celebrar ua igieja do Di-
vino Espirito Santo, pdaa 8 horas do dia 13 do
crrente mez, Io anniveraario de seu fallecimento,
e desde j antecipa n ciuceroa agradecime-ntos.
Remet/o mais effica e
v9ffuro que se ttm descebarlo ate
hoja para oxpe lir as Ion brioas.
ROOiA.KOL FREBES
9i

a-
t
Antonio 3'crrira la Cnulia
Mara Amelia da Cuuli., agradece Coidialmen-
te a t'idns s nasa ns qae p dignaram seompa-
nhar e aais'.irao ent' rraireuto do rea'os mortces
deem estremacid.) marid ntouio Pereira da
Cunba, e pede a >s seus prente* e am gas e aos
do finado o caridoso ybsequ'o de assistirem aa
missas que por alma do mesmo inaoda celebrar
na matri.. da 3ii-VstH e un (M!ilii rj., povoado
de Beberibe, s 8 h iras do dia II do orreote,
plo qne >.p r*iT.f i-. i-.-,- mlmiwt.
BIHaBSBlbBHinBS^^BI^^BHBCaBBiaw
t

Lava-se e engorouia-se cora p.-rfe>cas e por
preco commodo ; ua roa do Baria da Victoria n.
55, entrada pela roa da,* Florea
coaiuh. ira para casa da
a ; a datar na ra do
sr.-sa de uina ana para cosiuhar
na mu daa Trinca. ms i. 17, loj.
OTMiiiOiniiTTOii
MTCA II TNICA
0t rH.LH.Ji. L FILLIOb
mtTANTAMEAtiri.bartu. j HOUS* nii dir.
<4 msa fidre. prapara^* Vrgmc *
* iisia ana ~Cor primitiva.
*{! firal aa Varia i PITllQX* ;, ra tinio, Pai
Vende-se
jor metade de seu v.lur nm aparador cmoda,
PDca importanti ; tambein \end.te uma porcSo
de alcatifa cotn
quem pretender
General Jstini:in Sabino da
Hucha
O tenente Jote Carn-ir> Maei. 1 da Silva e as
alferes Leobaido Augusto de M ,raes, Manoel Fe-
liciano Ladislao dos .Santo > Rndolpho Cavalcan-
te da Silva Peesoa, mundam acsar tima mi?sa por
alma do bravo g.-ueral Jusfini no Sbino da Ro-
cha, na igreja de N. 8. da Conceicao dos Milita-
res, s 8 hor<.8 da manhA di dia 11 do eoerente,
stimo do seu passamenti, e para assistil-as ;on
vid ix aos seus fmigos e cuii panheirrs o'arma do
finad'., ans qnaes ae i.ut'cipam sriHl"CHt>* .
> Carolina Trn*ard liOpca de
>*
Carlos Lsane e Vistor Lasne (ausentes), Jos
Luis de Melle e seua fi.bi.s, convidara aos seas
prenles e aa pessoas de ana araiaad ', para a-
eittirem a uma missa qun mandttm esar na nu-
triz de Santo Antonio, satnn dia de sen fallec-
ment, terce-lcira 10 p> Cjirente. Ai 7 12 horas
com pou-o ua.., pura forro da sata : _jj.
er-dini ae ra iraita a. 107. l^j
da manh, por niimn de ua preeada m-li, aogra e
av, D. Carolina Theari Loo?a de Senua. ecu-
t-saando-sfl gratdfl todos por e
acta d* reli-
Rrifadeiro JuailniKao Sabino da
Roen
O capifo Joiio Jostinhtno da Rxsha e ana mn
Iher Emilia Rcba, e D'. r'etlro de PigueiredD
Rocha, ten lo receoido a fnf ata noiiota do paa-
sam.nto de seu preaado.pi. gro e fio, o briga-
deiro Justiniano sabino da R- cha, na cidade do
Rio Grande do Sul, no dia 5 do corrate, convi-
dan) aoa seua amibos e comp,uhuiros d,arma do
tinado assistirem as musas da stimo da, qae
mandara celebrar na igreja de N. S. da C .ueeicjo
doa Militares, am 11 do corrente, a 8 homs da
manha, confessando-se desde j .gratos aos qae
se aigrmrem comparecer a casa aatoderel>giao e
earidde.
OSA A FOBTIA
Aos 5:000|000
Bithetes garantidos
23 RA PRIMhlIKO t MAR^O -23
Da 16a parte d 2a lot;ria ela provincia
venderam Ianitis Fiuza & O segua-
te s premios garantidos ;
1267 1:000,$
5249 20l'5
662 10m
34.7 100(5
6344 00^
516 5t'
6248 500
6425 50A
7685 500
538 300
920 300
1206 300
3116 300
4135 3(10
4602 00
5527 300
7244 300
Acham-ee venda os aforlum.dos bi-
Ibetes garantidos'da 17a parte da 3a lole-
Via que se ekrahir aesta-ftra 13 do
coj-rente.
PRESOS
1 inteiro 30:00
1'W$o 10000
Es porco de too^ooo para
cima
1 inteiro 20700
1 teryo 900
HTFITi
Aos 5:0008000
^ra cia ns. 37 e 39
Aoam-e venda os feiiiea bilhete*
garantido* da 3" a beneficio 4 Santa
Casa de Misericordia do Rtcif que'se
xtrihir m sexta-Feira 13 doiowuite.
PREgQS
Em "porfo
Inteiro ^700
A retaHio
lnteiw. 3|00
Antonio Augusto di* Santo' Par* .
-
i mu i


tf-


y
i
Mario de PernambafiiTcr^a-feira 10 ^c Maio de 887
Alu?a-se
una casa com comando par grande familia, e
itio arboriaado ; na Ponte de Lcha n. 10.
iga -se barato
tua dos Guararapes n. 96.
Ba Vuconde de Iiaparica n. 4?, armazem.
Ka* do Viseando de Goyuuna- a. 163) con agua
Largo do Mercado n. 17, luja com agua
Ra Viscond-'i G yaona n. 167, com agua e gaa
Boa Curvnei Suassuna n. 141, qaarto.
TraU-a-) na m do Comeiercio n. 5, 1* aadar
ascrtptorio de Silva GuimarSe* & C.__________
AMA
Precisa-ge de nma ama pira comprar
bar : lia roa de Biachueo a. 18.
e cosi-
Ama
Aluga-se
da**, casis na roa do Tuity (artiga da Lapa) n*.
10 a 13 ; par ver se chaves e tratar na roa da
Madre de Dtus n. 8. ______^^ _
Precisa-se de nma ama que ccsinbe e engomme
com perfWjli ; na ra do Marques do Herva)
numero 11 ________'____________'
Ama
Advogado
O hachare! Antonio Ribeiro de Albnquerqnc
Maranbso tem sus banca de alvocscia na pr$a
de Pedro Jo n. 75, no mesmo escriptorio do Dr.
Macee! N<-tto Baudeira._________________________
ViiilK! da Sourisca
Proprio para mesa
Joio Ferreira da Costa, ra do Amorim o.
64 acaba de rea bar urna partida d viohes em
cascos execesivam nte grandes, e como deseja
torner bem coubecida i sta superior qaalidade, que
se faz reeommendado pela sua puresa e bom pa-
lasdar, resjlve vender esta remessa no seu esta-
belecimentc em barris do quinto e de dcimo, por
presos muito rasoavtis, para o que cbamam a
aiter.cao des senboreE apreciadores, sssim como
aos denos di' h teis.
Ein retalho vende-se em casa dos Srs. Justo
Teixeira & C. Succeesorcs a raa ia Penha n. 8
Precisase de urna ama. para cosinbar e que
darma em casa : no largo do Corpo Santo n. 19
segando andar._______________________________
7___._-/%
Precisa-te de ama ama para cosinhar ; a tratar
na roa do Bario da Victoria n. 54, loja de mo-
vis.
AVISO
Comer tara so machinas rio costura de
qualquT fabricante,, bomba:* fcxfa e qual-
quer qualidade de maobias iu jvidas a va-
por, ou gaz, etc.
PREQOS SEM COMPETENCIA
39-Ena fl filM-JflSnB-39
Amas
Precisa-se de ama cosiuLeira e de urna molher
de idade, para tratar de dous meninos de 2 e 4
annos ; na ra da Uni&o n. 55, par trat do Gym
nasio.
Ama
Precisa se de nma ama na fabrica Phenix raa
de JoSo do Rogo n. 15 ; a tratar na mesma.
Tinari MUn
PARA TINGIBA
bsrba e os cabellos
Amas
Precisa se de duas amas, orna para cosinhar,
lavar e comprar, outra para engomisr e andar
com enancas, dando fiauca de suas conductas, e
qoe duraam em casa ; a tratar no pateo da Santa
Cru- n. 18.
Ama
tintara tinge a barba e os cabellos ins-
tanraneainente, daudo Ibes urna bonita cor
e natural, 6 inofensivo o S'.u uso simples e
rpido.
V.ndc -sn u BOTICA FBASCEZA E DRO-
GA RIA de Rooqueyrol Fre-es, suceossoras de A.
CAOIt, ruii do Jji>m-Jc8us (antiga da (^rus
n. 2?
Precisa-te de ama ama de meia idade pira o
servico do un casal se.ro fi!h js, e que d flanea de
conducta, paga-se 20/0 mensaes ; a tratar na
ra Vidal do Negreiros n. 12.
Ama
Precisa-se de urna ama para o servico de urna
casa 4e piuca familia ; na raa Nova n. 14, se-
gundo andar.
Ama de leite
DAY MARTIN
Fwctdor*, de Sua Hajeatada i -i/At da Ir./itarn,
do Et.-c/to e A HaHkti .ritas atea.
GflAIXA BRILH.NTE LIQUIDA
GRA3XApaimUNCTU0SA
OLEO para AEUEIOS
EuM.saeenecessirlo wrtiiirsns'a{is Js
MS todis as itiriMS.
DEPCflTO OZRAt. EM LjilDKCI
*>, High Hotbor, 7
ES ?,.>. abta : FliR I. M UVA 4 <
Precisa so de uiua ama de leite
Mrquez de Olinda n. 41, armazem.
na rna do
Ama de leite
Precisa-te de urna
raa do Arago u. 35.
hu de leite ; a tratar na
Precisa-se de uin ciado
n. 4., _' a n ar
Criado
na ra do B.an J LOS
VERMIFUGE GOLMET
CHOCOLATE com SANTON1
| nr aLUY'LL para iestnr u lOMSEIDAS
Iste Vermfugo i raonuuei.diJo pelo
| ssu sihor i;radiiel e eoueropMi ioJelBid.
Eligir a asaignatura :
l raris,P-u COtMT-l'AASE. 'mrmimhm rBT" '<~
^LJ^i^iSS1MSSSll II I
Obris devime c vinho
da Mourisca
Just Teixeira k C. Succr-bsjros, a ra da i"e-
nba u 3, receb r U!i pefci ultimo vapor
os poatumados ciit"?, halaioa eacoup ;r.s de viuie,
ellegHh.iii i.bidoe, qiin vendeos por prc.oe
nniri'i::-. ise ao !. ., edse tenboresj picten-
dentcs. pelo que chimam '. itt n>; cono hem.
tem ex,.t3 venda > ex el pato viuno d^ M< u-
risca, c melbnr vinh) (ie |af.tf, aciualmeiite ivb<
mercad e .| i v r 'ia pur.za e superior quali-
dad'', a to teai agradado*; nao preciso rrcom-
ji> l-b, eH! proprio se recommenda
Pr* eisa-se
coLoprsr o compendio de Direito das Gentes, pelo
Sr. Pedro lie Autrau ; q'irn tivere quizer vender
pode levar ra do luip^rad'.r n. 31, armazem
do gaz.
Boss. negocio
_ Por ioommodos de s^ud t p-r mudanca para
fra da provincia, veiide-ee, ntsta capital, urna
I'ja de fazendns, com piqu- no capital, bem loca-
lisada e bem afi-egu>'za.ta ; p<~r favor iuforma-se
na roa do Bangel u. 50, loj i de barbeiro.
Aos Srs. propietarios e edifica-
dores
Na antig e bem acreditada olarii> de B oto dos
Santos Rama, ra do Visconde de Albuquerquc
(outr'ora da Gloria) n. 85, encontrarlo os Srs.
proprietarios e edificadores, os seguintes obiec-
tos:
Tijolos de alvenaria batida.
Ditos qaadeados de diversos ta man bes.
Ditos para formo de padaria.
Ditos de Upamente
Ditos para cacimba.
Telhas.
O propietario dVssa.conceituada olaria scienti-
fica aos interesaades que todos os seas productos
I sao manufacturados com o excedente barro d'agaa
doce, do lugar Taquary, tornando-se por conse-
guinte recommendaveis nSo t para a sade, por
nao ser hmido, orno o sao as d'agna salgada,
mas tambera pela duraco. Outrusiin, scientifica
igualmente, que a forma de suas telhas maior do
que qualquer outra, sendo estas, ao mesxo tempo,
mais leves por nS-i receberem dorante o invern
grande qnantidade d'agua, como succede com as
de barro d'agua salgada. Precos mdicos. 87,
ra do Viscoode da Albuqucrque, outr'ara da Glo-
ria, 87. Entrada pelo lado do caes, defronte do
ismdioo
Viulio de Collares
Legitimo, superior, e ero barris de quinto e d-
cimo, ha para vender no armazem de Francisco
Ribeiro Pinto Guimaraes & C, 4 roa do BarSo
do Ti lumpho ii. 96.
Ordem do dia d. 03
Grande rotoloro
; m bi' > de todas as qualidades, cores e lar-
guras, desde 5 centmetros at 1 metro e 20, o
qnem vende pjr pr. c <_ mais resuoudoa o Pedro
Anturii's & C ser bom verem I Bonitas fitas
de borracha para ligas, aiigo de muita necessida-
de para nao deixarem correr as meias,qne se torna
muito feio, ven c-6e o metro p-lo menor oreco ;
tranca medalb'era para fazer crochet, parda e
branca ; fios de 13 e seda para o mesmo fim ; no-
ves li qu s pretos diaphauos, eufeitados com Isn-
tijoulss, pr.q-rios para luto, I a m bem bonitas vol-
tas e 4ir.,i:eletes. Alem destes artigoa, muitos
outres, que s-r conveniente verem, na casa de
Cunfiaiica de Pedro Antones 4 C ra Duque de
Caxias u. f3, -Nova Esp'ranca,
Jafropli
Manipoeira
Esse medicamento de umn eficacia r conbe.-.ida
no beriberi e outrsje molrsrias em que predomina a
bydropeaia, scha-se modificado em sua prepara-
rlo, tracas a nma nova frmala de um distincto
medico desta cidade, sndo que rnente o abaixo
assignado est habilitado para preparal-c demodo
a melhorar Ihe o gosto e cheiro, sem todava alte
rer-lhe as propriedadss mmlicamentosas, que se
conservan) com a mesma actividade, se nao maior
em vista do modo por que elle tolerado pelo
estemago.
Cute* tloiio-nlo
Na pharmacia Conceicao, roa do Marqoez de
Olinda n. 61.
Beicrra de Mello
^*
Tinta preta
INALTERAVEL

(OMMiAitrm
PHARMACIA CENTRAL
38 Roa do Imperador 38
Pernambuco
Serve para escriptoracao mercantil e d 3 ou 4
copias de urna vez,
MsVUm
H0mAI8
^*^ ^#lfiRY Vend-w em toda oarte
Tamancos do porto
pera homem e senhora. o que se pode deseiar de
mais aperfeicoado.
Sementes milito novas
de hortalizas e flores
Selias
Amores perfeitos
Pocas Mendes & C.
Ron rsticita do Rosario n. 9, junto a igreja.
IPLLAS DIGESTIVAS DE PANCREATINA
de
Pfutrmoceulxeo de 1 Ctosse, Fornecedor doTfospitaes de Parts
dit^Crnn^^^eain?S h03Pitaes de Paris, o mais poderoso,
digestivo, que se oonhega, visto como tem a prorir edade de diferir eJ
ornar ass.m.laveis nao smente a carne e os corpos SumsS masf
tam bem o pao, o amido e as fculas. wwuvmm, masi
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos aumentos, alterarlo oul
ausencia de sueco gstrico, inflammaco, ou ulcerares do esloma-o ou
,-do intestino, 3 a 5 pillas de Pancreatina de Defresne dopoU t mida, sempre aloancam os nielhores resultados e so por isso presoriptas ^
| pelos mdicos contra as seguintes alTeccdes: P^c-ripia. i _.,
f/Itodo appeUta. { Anemia. \ GastraJrrir-
Ms digestoes- Darrhea. { lcera-des enneerosos.
P, L,tio + Dysentoria. Kofernudades do tiirade.
Flatulencia estomacal.} Gastrites. j Emmagrecimento.
somnolencia depois i comer, s vmitos qua acompanham
PAKCREATINA D^FRESfiE em fraaquinhos com a dosc <: "
raoaziohas depois da comida. i ^-.
|Em m ce PWCyg, autor da Peptona, PARS, e cm 1 a Fhar
7~-
a gravaez(
mm^ m
ios 1.000:000^000
200:000^000
100:0001)000

Por 16^000
Alo^a-se a loja do sobrado ron da Lomas Va-
lentinas n. 50, eaiada e pinfadj de novo ; a tra-
tar na livraria Parisiense roa Primeiro de Mar-
co n. 7-A.
'Licenciadopela Inspectora Geral
de Eygine do Imperio do Brazll.
m /%
j.
Aluga-Fe o 1* e 2* andaras do predio n. 27
ra d-i Iuioeredor, eaiado e pintado de novo, tendo
boi.s coinraodou e ugua ; a tratar na rila Duqne
de Caxias n. 47.
P
lOENCASdo ESTOMAGO
IGE3T38 DSFriCEIS
Dyspepsias, Gastralgias, Anemia,
Perda de Appetite, Vmitos, Diarrhea,
DebiLuHde das dancas
CUR.V &SOUBA S R4P..IA P2LO
de assDcar
&j
-' ia/M
IhsmI
VOfJICO-DieESTIVO
eorr 4un Adoptado er.i todos os Hospitaes
Kdkir.K RAS EXPO.^flEP
| PAfilS. r. lz$iZ;i%H; e em lodis as Pbarmiciu.
SUSPENSORIO MILLERET
Ecatico. sem Cordes
Para evitar as Contrafaodes
/exigir a marea do Inrtntor imprimida
rm cada lutprntorio.
Metas para Yarimen
" l>K Tecidos eluliros Igodin e seda.
MILLERET,
FUNDAS MILLERET
A Casa Mllleret rtammenda ai
atas fundan anatmicas
mu Furnia inrelreie, par
eoruer ai kerniai feurbraduras as nutls*
dl/cHt.
CIXTDK1S PIRA i B1RIIG1 E 0 DMBIuO.
LE OONIDEC, Succeeaor, 49, ra. J.-J. Rousseau, PARS
DEPSITOS EM TODAS AS PRINCIPAES PI1ARMACIAS
s
*TtSBt VittMll
tiW J-. iiCAiaswio oe* uta gusto agradare!, adoptad*.
^a ce -.o asaos pelos melliorea Medios de Pariz. cura oh befluxu, 6-
t'jrv,ir-4a. Catorro MtfvMMr>. Jmus> 4* BSMe. ** Yt*t rwtoW*
! Prrrjintbttm: .
r.ii.4sirTje -
OOin rrante eslt na ^i> ,"'
/os, *mWm
% lia .'.tri'.A
3
Apparelhcs ccooomicos pf>ra o coziioco-
ia e cura. Proprio para engenhos peque-
dos, 8< ndo rmodict era preco e ef-
fcclvo em operaco
tiode-se ajuntnr aos tugenhos existontes
do systema velho, rnhlhorando rouito a
quadado do assacar e augmentando a
qnantidade.
OPERAglO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou ergenhos centraes,
'* systema rnoder-
OU lll':clinS'T)0
separado.
Especitc<(,'5P8 e informafSea com
Browns <.
5-RUA DO OMMERCIO-5
CURA CERTA
de todas as AlTeoces pulmonares
maihinismo aptriei^oalo,
no. Plirit:is- cotnph'tiis
Todos aquel les que sofireml
Jo peito, devem experimentan
as C-psulas do Dr. Fournier.J
Deiiosltarios em Pernamouco:
FRANCISCO M. da SILVA 0a.
Xarope-Zed
[De C0DEINA e TOLU)
O Xarope Zed emprega-se contra, as
Irrito(dts do "Peito, Tosse dos Tsicos, Tosse
convulsa \Coqutluche),'Bronchites, Conslipafdcs,
Catarrhos c Insomnios persistentes.
\ PARS, 22, nie Drouot. s im raABXJ-OUS
YENDAS ~
Cimento
Fonseca irralos & C. vendem cimento inglez,
marca pyramide, e cimento hambnrgnez, por me-
nos preco que em outra qualquer parte.
WHISKY
KOYAL BLEND marca ViADO
tiste excellente Whisky Eseess?* ti .erive
se cognac ou aguarden jo de canna, para ortifies
i corpo.
Vende-se a rntalho ooa &. tbsrcs srmazens
olbados.
Pede ROY AL BLEM) ai.-.-c ClADOcujon
e e emblema sao registrad; cara todo o Brasi
_____BROWNS & C, agut*:
Vende-se
um sobrada com bastantes commodos ra de S.
Jorge n. 13, com grande armazem no fundo com a
frente para a ra do Phand ; vende-se tambem
urna casa terrea na mesma ra n. 33, ecm o fundo
para a mesma raa do Pharol ; a tratar na ra do
Sarao da Victoria n. 65'.
DE 3 H
Em favor dos ingenoos da Colonia Orphanologica Isabel
DA
PROVINCIA DE PEMU1BUC0
EKnqK a U fls Maio He 1887
0 thesourciro Francisco Goncalvcs Torres

VIN HO cuht SEGU N
Approvado jpela. Academia de 1/Eedicina. d.e Franca
MAIS DE SESSENTA ANNOS DE EXPERIENCIA
Vinho de urna efficacia incontestavel como Antiperiodico para cortar as Pebres
e como Fortificante as funralenceiiras. Debilitlade do Sanaue.
l alta de Menstruacao, Inappetencia, IHgesten tlifticeis,
JEufemudadas nervosa*, Oebilidade.
Pharmacia G. SEGUIN, 378, ra Saint-Honor, PARS
Depositarios era Prrnambvro .- Ft-A.r: t> XAROPEd REINVsLLIER
Cabriolets
n.
AchauHe exposlos venda os bilhetes da
lotera dasAlaite m
Sorte grande
$:QQWW)
DIVIDl 03 EM DECIMOS
as casas da Fortuna, ra l, de Maico
83.
Casa Feliz, "pra^a da Independencia
39 e na ra larga do Rosario
Compras por atacado
O Pelloral de CambarA
tem precns espeeme para acuelles que compra-
rem grandes pnrcVs. Distribn'-m se imores?os
qui m os pedir, coutendo as condiyoes de vendas :
na r a do Mrquez deOlinia j.,'/,'6 drugaria dos
nicos f gentes e depositarios g- raes
Fra'x-isao M. du Silva ,\ C-
20$
ns. 37 e
n. 24 A.
O dia da
annunciado.
extracto ser 'brevemente
i
Aluga-se o aadar d> s >brado ra d'i Guia
. 62, cora 2 nulas, 3 qiiartos, csiailo e pintado :
a tratar na k.j*.
0 Aiiiafl e r'onipanhia
temesteia e im peqin-oa avar>a, para forro d4
casas, 11 1-200 a jard ; pr-iv-item, a i)ii.tlid .d'
superior : na ra Primeiro de Msrc > n. 20, juuto
do Louvre.

^
Cliiorose, A nemia Catharro pulmonar, Bronchlto chronica
jaifmrn tta Bexiga, Phtlsica, Tosse conouta, Dyspepsla, PaUfa
Piraos seminaes, Catharros antigs o complicados, etc.
ouIvar mtimmJn. 7, m 9AM*U *, urna prtacl^ac Tlnil iiusQs
ViNHO
EUPPTIG0/
Cinteado os tres fesmentoa
da digeato :
Pensiu, Diastas? e Pancreatim
HECEITADO POS TODOS
OS MIDIOS, p*ra H l(rf 18-
i tau-dlaa c laborloaa. Dyapep- i
lila, Cardalgla, Oaatrodynla,!
f 3traleln. Calmbras da esto-*
1 raajro. Vomita, Convalezcan- '
oaa lentas, etc.
D.posito gcral : H. VIVIEN
OO, Boul* da Strasbourg, em Parla
1 tods u riASjucua
Lcmbranij
Pede-se ao Sr. uldanba o fav-r -le pagar 64*.,
raprrt'.iiei-. de saa letr*, e ee n&>< fiser at o
di. 11 ou c> rreute, ver seu Dome pj eitenso
nesta folha.
Vende-se dous cabriolets, seodo um Jc-seoberU
e outro coberto, em pertvito estado, para nm ot
ons cavallo?; tratar ra Duque de Caxiur
1 A' Florida
Hua Dnque de Caxias n. loa
Chama se a attencSo "s Ezmas. familias nar
os procos segniotes :
Cintos a 15000.
Luvas de pellica por 2500.
Luvas de seda cor granada a U, S50 e 'i
o par.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs n 5 a 400 rs. <
metro.
Albuns de 1*500, 2, 3/; at 8*.
Kamos de flores finas a 14500.
Luvas d Escnssia p:.ra menina, lis-is e borda
das, a 800 e 12 o par.
Porta-retrfitu a 5(X) rs., 1, 1*500 e 2*.
Pcntes de uikel a 600 rs.. 700 e 800 rs. nm
Anquinbas de 24, 2*500 o 34 urna.
Plisas de. 2 a 3 ordena a 400, 500 e 600 rs
Espartilho Boa Figura a 44500.
Ideu. La Figuriue a 54000.
Pentes para ooet com iriscripca<>
Encbovaes pura batisadoe a 8, 9, e 1*4000
1 caisa de papel e 100 envelopes por 800 ri
Cap lia e. vcus para noivas
riusp'.'nc t'.'-s amt'rcanns a 24500
L para boidar a 24800 a libra
Mo de p^pel de cores a i'00 ris
Estojos para crochel a .$000 rs
B.co de cores 2, 5, e 4 dedos
de largura a 3ji 00. 44000 e 54000 c pe$a
L'ques tiaD,sparentee a 34W
Id.m preto a 2*000
Lindos Brotes a 34000 1*0 "0 e 500 ris
Laques para menina a 200 ris.
Liaba para machina m 8o0 ris a duzia, (CBRj
Bordados com duieoVosa de lirgura 600 ris
3 dedos 80- ris, 4 dedos 1400
Garrafa d'agna FltfrHa HO&t.
Lequea com borlla a 8110 rs.
Bicos brane s pra s-iinr, cretone e chita pa-
a 1450) a peca com
^^O
ro^o
Laureado pela Academia de Medicina
Ctialheiro dtLegiio 3e Honra **"!<[*
2 *S08Pbato de ca a substancia mineral mais abunaanr> o organismo e toda vex qoe sua
quanUdade normal dlminuc resulta urna a'fccco orgnica grave.
Mais de cinco mil curas, a mor fiarte }btli.'oada pelos Profoisores e Mdicos das Facilidades
rorao oDUaas ltimamente e fizero couxque o Xarope do & Reinvillier osse classlcado
cPmo.J;sl'uc'nco "'sis seguro contra a Tsica pulmonar, Broachlt* rhronlca, Anemia,
ltacbtiamo, IX-blli-iado do OrganUmc C tarop do V lleiH.eilt.cr aclmlDia'rado
diariamente as cr'ancas facilita a denticao e o cresclmfinto: ,\t maes e amas de lelle torea r
HKe memor; impede a carie e queda dos dentes tu frequentea dejtois di prenUex.
Dr!io: p&ff^fi_5rI*lirQrXE, 8, Plao de la Magdaleine
ii n principan
Em Pernambuco: JFBA1V JK da SILVA C",
PASZZ.
rmacia* e Drofrlas.
h RSV0LU6AO
0 48 ra Duque de Caxias
tinas, familias
competencia.
para ura expleodido sortim^nto de fa-
para
a correr b-ibiidos 4000,
10 varas, barxlu. !
Albuns de ihnprem, veludo e verbotina
50 e 60 retratos a 64, 7* e 8,000.
Muas de EacuR-ia pura ornhorns, a!4&00 O par.
Lenco de Imh em lindas chh Bic das libas muito finj proprio para toalhas
e saias.
dem japones proprio para alvas e requets e
(albas de airar.
dem braiK'os Com 5 decios df largura, a 3*000
a P' ca com (O varas.
('anas com s-Ttes de jogo de mgica proarios
para salo, a 5400o.
Sabonetes de di versas qualinades.
BoIbhs de- courc pitra ir.' iiina de escola.
Collarinho de liiihua 0 rU um.
trniidi- periitiiena -ai eHparlilhoN
de iiiiin. a 3*0iO. tim.
BAhbOA SAOST8
* Uiit bom neg-ieio
Vede-so a poBse i- kiufque da ra Nova ao
p da pon'.e da b.ia-Via' ; a tratar no mesmo.
Clinenla pairaie PorClanl( narra
llublnn l.oii ion S ><>rllifeel(I
Keol
Tendem Livramento ct C, ao caes do Apollo
Inameto 45. -rfV
Chama a attencao dss E
zendas que vende por presos Bem
E" bom verse para acreditarse
Etarrine do 1S coio palmas de seda, 10d'X)0, a pejsv
Oanibraia bordada com 10 jardas, 50500, a dita.
GuarDc5^8 de veludilho bordadai a vidrilho, 7(5000; uti3.
LindH8 cachemiras broche, 1(5500, o eovado.
Cachemiras de cores, 800 rs 1(5000 e 1,5200, o dito
Damass de seda, 1400, o dito.
Betn Macau, 800 rs., 1^000 e 1^200, o dito.
Di;o preto, 1^200 e"l1400, 2^000, o dito.
Gorgurinas de listrinhas, 820 rs., o dito.
Setim damass, 320 rs o dito.
Lidas las de qusdrihhos. 400 rs., o dito.
Ditas alpacas iavradas a seda, 320 rs., 'o dito.
Lita com listrinhas de aeda, 560 is., o dito.
Ditas cora bolinhas, (300 rs., o dito.
Fustao brauco, tino, a 400, 440, 500 e 600 rs. o dto.
Corte3 de Cachemira para vestido, 205000, um.
Cretones escuros e daros, 240, 280, 320, 360 e 400, o covade.
Algodao de duas larguras, 800 rs., o metro.
Bramante de quatro larguras, 10200, o dito.
Dito trancado de du*s Urgirs, 1&2Q0, o metro.
Madapolo gema de ovo, 6500, a peca.
Cortinados bordados, 60500, 70000. 80000 e 90000, o par.
Colchas bordadas, 56000, 60000 e 70000, urna
Ditas de croi-h't; 80000, nma.
Grinal las com rico* veos, 100000, ama,
Lequi's Je pao, pretos e de cores, 500 rs., um.
Ditts de papel, novidade; 700 rs. e 15000, um.
rticos para homens
Cortes de casefaira de cor para costumes, 250000 um.
oitos de dito de (6r para calca, 50, 60, 70, 80500, um.
Ditos rio fustao para colote, 10000, 10800 e 20500, ura
Ditos de la e s"da para eol*t, 60000, ura.
Casomiras de cores par 10600. 30000, 30500 e 40 Dita diagonal lcoihoa,la, 20500, 40000, 50000 e 60000, o dito.
Dita SedSo, 208 Cheviots azu! e preto, 10200 e 30800, o eovado.
Grande sortimentd em brins braneos e de id ps, casinetas moleskins, meiss,
avatas, lencos e outros artigds que se lembraro na preeanca dos fregu'zes.
!ieiirique da Silva Horeira. .





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HEM
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-___
T: fy-ftra' 10
L?TTIiATuk \
mas
quo
casa.
0SEGRED0 DE DANIEL
POK
JULES DEGVSTYiNE
-(*)-
Segunda parte
V
{Continuadlo)
Aquella ivo pretendenta iiAo lho ti
nba feito entretanto ncnhuraa eilarajao,
moetrava-sc para coro ella, desde
pe priroeira vez entra em su
De resto, os seus reeeios tinharo
sido partiluados por Jorga, que daba
farejado no jovan financeiro um rival,
e uro rival srio, quo pareca t r sido es-
coluido pelo propiia irroao. O daus joveas
olbavara uro par* o outro, instinctivam.ii-
te, como ces Je faianja, como vulgar-
mente se diz.
Quando se a.havain juntos ein corapa-
nhia de Clara, tinharo ciumes dos olhares
da moja e piroiiin disputd-os silendo-
sa cuenta.
As cousas esta vira uest* p, quando o
encontr dos dous riva-is, no theatra das
variedadds e a reaposta qus Carlos de
Serves devia dar r.s confideucas de Rous-
tan, segundo a conversa qu tinha tido
coro sua roii, ia faz r rebentar coro vio-
lencia o toga qua esUva latente.
J tragan o o retrato physico de Audr
Roustan. O seu carcter era secco como
a roa physiononlia, o seu orgulbo exagera-
do. Nao ad.i-ittia que ousassera resstir-
lhe. Tendo nasoido rico, rouito rico, esta-
va scasturoado desde a iutiucia a ver to-
dos curvarem-se dianta delle e julgava fir-
memente que lotes os horneas deviain con-
aiderar-se muito fdizes em ceder aos seus
caprichos. Quando tomsva urna resolujao,
quando se lhe raettia urna idea no cerebro
ossudo, dffirolm'ra.e da l sabia; agarra
va se corro ostra ao rochedo e seria preci-
so udo despedajar para da l arrancar.
Roustan era teimoso, cabejudo, violento.
Coro a lerobranja da qua lhe tinha de dar-
lhe urna resposta desfavorav 1, Carlos de
Serves estava intimidado e ^trmulo. Deje-
java no seu intimo que illa nao fosse, e o
momento das explicajoes ficasse assim
adiado.
Infelizmente, aquelle desojo nao se rea-
181U. ;
A priroeira cara qua o irroao e a irm.I
virara no alto da escada, qua levava aos
camarotes da priroeira ordein, foi a de
Roustan, cujo olhar pareca brilhante, mais
ameajador que de costuroe.
Carlos ia j parguntar a si mes roo qual
o motivo do furor do seu amigo, quando
vio no fundo do corredor Jorga do Fre3-
nires, andando de um lado para outro
como urna fra na jaula.
O mancebo fez uro rooviroento instinc
tivo como par.; voltar para traz, para le-
var sua irma.
Mas era muito tarde.
Audr tinha os visto e adiantava-o,
coro o uhapj na mo. curvado, coro o
olbar tranquil!} e o sarria as labios.
VI

Jorge de F.-esitires tambero tinha visto
Clara e seu irroao.. Ta nbera elle ia diau-
tar-se para o coropriraentar, ma-, vend-
se precedido por Andr,, consarvou se da
parte. Nao quera dcixar adivinhar o seu
amor aquella homam, no qu rival e qua par isso masrao na poda ver
qua Iba ora odioso. Resolved eapur, p^ra
ir aprcscnlar as suas homenageus, que o
seu iuiroigo se bfastasse,
Ura olhar da moja recompansou-o de
sacrificio.
Tinh m chegido os tres diante da porta
do camarote. Ciar entrou, depois o rroo,
6 Andr retitou-se. Do lugar fin que es-
ta**, Jorge liaba" v>"9VVPVP^r 3'
enf. iqutnfQ K fjpava. Te
uiua graana alegra. A moca na o ama-
va, tolerava o 1 O panno na se tinha oa-
da levantado. Foi bat-ir a po--ta do ca-
marote.
Estava ligeiramente ahorre ido.
Entretanto, stendeu a mo
Antes que o mogo abrase a bocea, Clara
disse lhe:
E' intil, .dissiroular agora; m:u irroao
sabe tudo.
Jorge bslbuciau :
Que disse ?
Ella rep-tiu rindo.
Tu lo, Carlos quaria qua eu me a.
sasse coro ou'.ro. Prccisava defeoder-me.
Oh eu quera... disse o irroao, s-
to uro outro pediu-raa e tua roa, e, oo
mo eu ignoraba quo a sanhora tinh* to-
mado compromisos s ooultas, toroei a
miro apor a sui oa lid .tura.. Elle
porm nilo agred, nao sa falla mais nsao.
Esse ou'.ro, !is33 Jorge, o Sr. Ro
ustan?
Clara taclinea a oba-ja.
. Tinha-o adivinha.!, rournurou o Sr.
de Fresnier s.
Depois, dirigalo sea Carlos.
Tenho mil psrdSes a padir-ltp, disse
elle, par n"^o roe tar dirigido primeir ao
sonhor, ros n^o ^ m>a srohoras do era
que a b>ci. Nr uro esuru
pulo quo eomprohrade, deciarar ro) antes
q e a miriha posijao fosse grande bastanta
para nao autorisar a sociedade a juigar
que eu fisava o dato de Mil", de Serves.
Como esses s^ntiroentos estilo langa do raeu
cora'gao, como mo easara coro esta senha
ra, roes roo sein f.rtun*, nal par ella, p-U
/enturado unir-roa a ell-t, uio qu ria ex-
pOr-aie a qua nzossem le miro uro mu jui-
za. Ha dois anuas que a miaba posicS
tein mdhorado muito. San ser rica, pos
so ter no futu-o brillantes esparan^as, e
officialroente que Iba pago hoje a mao da
Mlle. de Serves, se o roaupelido be a
aceita par elfa.
Os olbos da rooca lavantararo-se sobra
elle, e envlveram-no ero amor. Continham
a sua t-e-pi.-' .
Quinto a raim, na i tenho objocyao
algu'ua a fizar... quaro a falicida la
de rainha irro.
\ orchestra ataca va a svmph'^nia do
abertura.
Jorga lev.intou se, apertou a rnao qua
Clara lhe estn ta, r.gr id- ceu ao irroao, e
retirou-sa coro a ulegrir. to cor.'gito.
No momento ero q'ie ia fechar a parli,
a moca perguntou !hc :
Volts, uao as Sr. de Fr.-sni
res ?
Seria para mim um ventura, passar
a vfJa aseus pea, Ainha senhora, respou-
deu elle.
Dizendo estas palavras, Shiu
O pnnno lavantavase.
L>go quo o acto termiaou, Carlos de
Sorveo sahiu do camarote. Quera taruma
explicarlo coro Roustan, e sahir finalroan-
te do urna posic^a que se tornava muito
faUs.
E:,ontrni Andr 'eatrida do aorrador.
O mogo banqueira, ipazar da sua flrog
ma toda britnica, pareca, mais coro mo-
vido do qua quera dsixtt ver. Era evi-
dente que reoeiava urna decepgo. Tiaha
acompanbado da sua adeira a scena que
se passara no camarote, entre o Sr. do
Fresnier ;8, Carlas e Clara. Tinha liio no
no rosto da moja todas as suas impres
soes !... Amavu o advog.ido, era patente,
era visivo!. Saltava ros .olbos par a3iiro
dizer__ Por isso o mancebo vio fioou mni
to sorprendido, quando oseuamig, dan
do lha o braco, Ine diesa qu-droa rou-
pa:
Neto a menor esperanza !
Entretanto Audr ostrerdecu, cono se
tvesse racebido uro golpe iropr;vito, o
p los olhus passou-lhe urolampejo mu.
Nao ama ? porguatou elle.
Nio,
E ama a outro ?
Ama.
O Sr. da Frasoi sres ?
I .-. i
> 0al>'Qni>80.
Ah I e->tav* nuit> langa de susp-it^r
s m Ihante cousa, dissa Carlos, c^roo para
attenitar o desgoat lo s?u amigo. Fique!
pas mda, quunda Clara ma diss?. Foi
quando viero>s pira c, que. me dissa.
Alvgava i tua caus, quaaJj ella rae
coaf.sou talo, para aoabar coro na miabas
sol itajo.j, Andr liiuitan.
- Est* mocis ? diss) outra vez q ir-
rain.
Aa cabo le un raaroento, o sau inter
locutor disse :
Mil;, do Serves j roaior ?
Aiaia D&o.
E's "sau rroo, seu tutor, seu prote-
ct)r... Polis oppor-te a esse casamento.
Parque hoi da oppor-me?
O Sr. o Fresnier-^s n3o lhe convem.
Un aivoga loainho sem^ausas.
D zaro qua toro talento.
R Mistan dissa coro irona:
Uro tal.'nto de rnaia tij-la.
Quo queras tu qua eu lha faja ? Eile
ani, <-!la ama o I E, ao quo parece,
isso Jura ha muito tampo. Tuio quaato ea
disser e nad i, a raesm co isa. Se fizar
diffi lla4o, espora pela miioridade o
oaaa sa sero parguntar a miaba opiniao.
Isso far ootb qua fiquamis mil, e Clara
a uniai paren ta qua tenho Arinal ella
qua se casa... O que ella tero, ch'-g*
bero part do:s, e amo a rauit) p-ra lhe
causar uro d-isgosto.
Qu r daor, dissa AnJr. coro uro i
irona m -rdi, qua piaste p-ra o iniroigo.
A (loquania do Sr. de B'rcsneres ga-
abau te.
C>itriria na muito Uto que acmte-
ce, raspondea Carlas, mis nio possa tazar
naia. Teria-muito praz'r, por minia par
ta, ero estreifar anda mais os lajas da
amis.tda quo nos pran lero, mas nilo posso
obrigir rainha irra a ranunciar a urna
uaiao qua ella d a ji,.
Uro sujeito qua faz s corte s esaon-
didas a urna moja, excla nou violentamen-
te Andi, quo sa aprovaita da sua iaex
perieaoia a seduzir.
O Sr. de Fre3oires du-me as su. raz5 :s o camprehendi-as.
Sa fosa) cororoigo, punha-o fra do
Camarote a bofetadas, proseguju Roustan.
O d speita deav .ira-te, Andr, disse
com braulura o Sr. de Serves. Sei, to
OLHEi
JOS LARONZV
POR "
JACQUES I) FLOT E PEDRO MAEL
T K 1 C K I ti l PARTE
O ABISMO
otinuacao da n. 102
A' ra de Bculainvilliers, ero torno de
urna mesa de trabalho, a primeira abaixa-
da sobre um trabalUo de tapejaria, a se-
gunda coro uro crochet ua mao, Beitha e a
Sra Francs estavam convi-rsaodo aom
ama especie de tristeza.
Ha um mez que recebemos a ultima
arta, suspirn Beitha.
Nilo se sssaste, menina 1 respondeu
a vinva. Maximiliano nao podo escrever
todos os das.
Mas, um m z, miaba sennora, aro
mez A ultima carta foi datada da Sin-
gapoj.1*, de bordo do navio que o levava
Austrlia.
Ella levantou-se, preza de urna agitayao
febril.
Hoje terca-faira. Sao tres hor-s.
Mais um correio qua passa soro aotj
A Sra. Franca interrouupau o seu bar-
dado.
Oh I Bertba, stja razoavel. Sao pr-
sos iloze das para ir do Singapaor a
Sydney. Havendo, pois, qualquar deco-
ra, impasrvel receber notiaias an'
um mez-
A menina nSo quera saber dessas esp:-
cajSes.
js- va aa salioha, coro impaaien.-l^
oresiaute.
Nesse momento ouviram vibrar a
paijha da porta da ra.
Bertba paroa, pailida.
Ouriram-ae vozes ao corredor.
Uro momento depois um criado entrou e
entrgou lus cartas coro l;re vermelho o
cari \.'ojs k Sontb Inlia postaga Queans-
land. Um grito parti dos labios do Ber
iha Arband, qua n egou fabrilmente o en
veloppa.
D< Maxiroiaao de M>xi niii n > I
repct.o ella com urna risa iiuha n-T.-osa.
A Sra. Fran.s abria lentamente a ou-
tra missiva.
EntSo que lhe dina eu? p-rgnuou
ellT Qua amavilidado de Maximiliano nao
ter ae esqueoido ao mita.
D^poia, pondo a mo no brajo de Ber-
tha :
Vainps por ordero. Primeiramente,
vo^ v.ii me lr a sua.
- P03 uo, exdimou a menina.
E, em voz precipitte, leu, da un frie-
go, a eaxta de qaatro paginas, cheirts de
cuneas ama veis e ^rF-etuosas qua lhe diri-
ga o rroiio.
Quando chegou a vez da Sra. Francs,
exc lienta snhora tove o cuidado de nao
ar a conha-er sua encantadora pupila
certas pa'sng'ns da epstola de M-iximi-
liana.
Ess s passagens eram, com effeito, de
urna gr-vilda rx opcional.
A viova IoB,-6 para si aoro attenjao es
crupulosB.
v Qua ilie direj minha cara o expelien-
te senhora ? esircv-'ao moja. Tn-s- pas
sado aqui peao4 ben sxtraorduiarao,ana
loges aquellas que j \n cont-i. Essa mu-
Iher, kingular :,ente bolla, que me co opa
nha oro urna perseveranja inquietadora,
essa Carmen Celanoa, que se tora m da mo-
do t'.o singular a vi.-tima de um pirata,
toroei a esoontrai-a ?m Si^gapoar, ioidi a
eflooutr-i em CeylSa, depois do ataque do
Hindowit'.m. As minhas [ergint.is bre
vet e precisas, i hay(4 fsponde : Eu o
tino. > A aonbora conhe;a me o sabs qu
nao son i rjue mo atSM COA
eonaj >u bastante ba u edu-
cado para nilo Un cjoin ellis urna
senhora qaa reap timo como u o
rail 6*v. : >: acreditar oes-
p..ixao. N.. ia moca h aigu-
idj co.isa i\t J i Pejo-lhe qu-:
indague em Para, > mesroo Sr. Co
ann, j'J-'r, .mente, do Sr. Rau
val, s- verdade 'u o tal Clanos tem
urna fitha.
A rainba btlla pfirseguilora pe le me
que ahj djga nada ao pai, o na verdude,
bam como tu, qual a airo dever.
Pois siro, mas esta casamento anda
ue est faito.
E o b inqueiro, quo sania a colera da-
raia.l-j da wz mais, voltou as ooafal e
afastftu-se coro aquella aroeaja.
Crios voltou para o camarote, muito
contrariado. ..
Qua quaria dizar o pretndante roallo-
raio ?
Irii provocar o seu rival?
Na i quera communicar a Clara as suas
mquict i^S s, mas o r.stp da representajaol
corren saro que ella visse os a;tjrss ou os
ouvissa.
Esteva imm- rso ir.s suas rr- xoes, que
nij cram nada l-grea...
A sua amis te coro Roustan estava aaa-
b-id-, e i-lle nilo era hornera para p?rdoar
a injuria qua H13 havam feito.
Que vioganja ira tirar ?
liarlos trema pjr Jorga, par sua irro3.
De Riustan recaiara tu lo.
A s"u la lo. #C!ara com os olhos oro cx-
tasa, j nao acompanhava a p^j*; pensa-
va en outra causa. J sa va a Sra. de
Presuires, passa.mlo pelo brajo da seu
mtrido, com os olhos fi'-os nos s^us, sab
u 11 mi :.zol, de oa lo as estrellas lha sor-
ra n. Tuio em forn) d.lla desappareca,
como ero urna especie de penumbra...
Ouvia a via -is actores como que em uro
8'mho. O pinna cahiu, o g*z apagava-se,
dcixando a sala em una meia escuri lio,
a til 1 anda alli estava, imroovel n3 sua
cad ira, p^rdi l > ero una embr'gaz intra-
luaiv'1. Voltou a si para recebar um ul-
timo comprmante de Jorge de Fr"snieras,
enviado disaretamonto da longe.
---------------------------- ________ 1---------f-~
Sahiraro, cutr ram pira a c;
um quarto de hora depois, entr.iv.ira em
casa.
Urna hora acabava de soar.
Eram duas horas da madrugada quan-
do o mulato a os aeus corop3nb uros, lavan-
do o velho entro qu;ma porta do estabalscroento onda o
vimos. Ant:s do se avmturar a vir para a
ra, olharaa para a direita e pira 3 es
quera eoro pracaujaa, far jam o ar,
apur;:r.;m o ouvda. Aquella parte de Pa-
riz, reoolhida cedo, dorma. Nao sa via
urna luz oaajineUaa d .1 casas, e a aveni-
da estava complata manta desarta. Alero
dissa, 0 t:mpj estava sauro, os bi os de
gaz apigalos, as tr.vu e o ailoa:o sinis-
tros.
O das.'onhojido de b .rba3 branaas, com
apello .irrepia la par um raednsobrt.hu-
roano, fizia esforjos sobranaturaos pira
so mostrar tranquillo, para na Lzir nas-
cer suspaitas no espirita dos seuj tamiveis
co opanheiros.
O hornero l- palie ar-da bronze, o ch -
fu di quudrilha, estava ch ia de boro hu-
uoor edo enth isas.n'. Neahuma emojlo,
nenhuro rauaorso. A' uuica cousa que te-
ma, ara que a luz, oaaovia na janella
donado, ib a n li lasso qua un naidoota
o obrigava a adiar o ass^lto.
Costean lo o fosso das tortitioajoes, roos-
trou ao velho o abysroa cheio da trevas.
a' manar pakvra, ao menor roovi-
mento smpato, disse (Se elle, vais apo-.
drec r all.
O dascoobsado estra necau e nilo raa-
pandeu.
An lavam davagar, abifanlo o ruido dos
passaa, f-illaa lo ero voz baixa.
Ao vol'ar das ras, o mulato corra para
a frente lo banlo, revolva a nata coro a
vista, e, quando Bao ra nada suspiit, fa-
zia sigaal, e todos a atravessavaro s pres-
Mf.
No houva nanhum incidente, e chega-
raro sero lti roldado ao palacio de Carlos
de Serves.
O horoa.ii <.-r de broaze olhou para as
janellas dos criados.
Nonhuroa luz se via.
O negocio est no papo dissa elle,
voltando se paja os seus amigos. Mos
obra.
Deatauou dous horneas, um para a 'di-
reita outro para a esqu?rda, para vigia-
rem a avenida.
Fiuou caro o ho.nero da sobrecasaca.
Nos, disae alie, varoa3 escalar o mu-
ro. Teas ..s chaves ?
Tenho.
Tudo isto era dio em voz baixa, muito
depresaa.
O vidha via fazer aquelles preparativos,
como um coudemnado raorte ver erguer-
se o s -u cadafalso.
Um suor fro inua lava-lbe o rosto,
As parnastromiam lhe como uro ramo
qgitado por um vento violento.
Que jara fazar delle ?
Sa o raatassam iroroediataraenta, ssro
lho consentir...
Estava coro os olhos abortos, os ouvHos
apura ios.
Ao menor ruido, uhamava, gritava
pro.npto a pagar coro a vida a sua iro-
drdenoia.
Bfu ainguam appareia. Nao se ouvia o
menor ruido.
tesci-
bau
Carlos apresentou lhe a capa,
env.^rgou machinalmente.
qua
ella
por mais singulares e inquiotadoras que sa-
jara a sua aff:ija> e a sua solicitude, eu
nao quererla corraspooder a ellas por urna
tr-iijao, ;o qus pode bem ser urna loucura
inexplicav.l.
t A's vezas desconfi. Iuquire de mm
mesroo se oasa mo;i na urna eroissaria
do pirata L.ronza; roas, na verdade, qu1?
interesse pola ter casa bandido om fezer-
me espi.r assro ? Os iu-.-us milhSas anda
nio tlo roafiaados, e, lro disso, ella dc-
ve sabor que eu 0I0 os trarei no bolso.
t Essa aveutura colloaa-me em urna p?r-
ptexidado qua me perturba, fazendo-me vi-
ver iro aeio de uro inysterio perpetuo. De-
sejhr 1 ver me livre disto, que aaabir por
6. r ac 1 obaeeslo.
Alero diaso, urna carta do Sr. de Tre-
gueru, que roe esperava aqui, acabuu de
tanear-roa em una duvida peaoaa. O roeu
boro amigo 0AOta>0|a que quasi sorpreu leu
a L.ranzt, pela segunda vaz nasaguas das
LeoaaJias. V qua a distancia grande,
e cu nio sei mai qu< pensar.
i gVoo perda de fallar to lrogaroente
m miro, minha cara senhora, mas eu vaso
to i > o meu cor^jlo nestas cartas. H a
seah.>r 1 ioub'S3-j quanto sotfra quera.est
to loriga daquell-is a quaro ama e que pra
z r emoontra ero conversar coa ellas? 1
< A: ba do ehigar a Melbourne. Ama
nh;i, muito prov.avelmente, comejarei o
mi u g/ra por Billarat. A heranja do nos
so parete cumpSa-ao do rtalhos. O pri-
m iro lata urna concesslo da urna mina
lo ouro, qua espero vender com lucro, logo
qm ti ver da Jo os pasaos ue;-es3ario8 para
vencer a opposiglj des compatidor sin-
gul.r, chamado Lewis Jubb.
< ,A proposito deasa personagem, tam-
bero myst-riOO, ileixe-me dizer-lho que
qu si deat-rroi para a trra dos sonhas a
roiolia aventura <-m Pouta de Calles, e o
euooutru uoiu $j bralunano curioso ao la-
do do 1 ito ue m >rie dessa uababo, cujo
tiro lauto i- paree< com o da mnU pai.
< ou souba Ue ionte l upa, e especial-
in.'ot no ousulaUo de Franja, que, o Sr.
Jubb ain la estovo aqu ha seis m-zos.
Saubo mais, qua esse original foi Vist>, ha
pe ,as 10U8 mezes ero Caloroba, em Trm
quati.r e em Calcutt. Eis o que desva-
Estava.u muito longe de casa, para que
a sua voz pudease ch-gar at aos habitan-
tantos e acordal-os.
Por cima do muro apparenam a3 copas
d'.s rvoras, a bahrajar-so coro os ramos,
a estilar uorao'gemidos.
O mulato vultouse para o velho.
Vamo3 I
E.apontoa-lha para o muro.
Que? balbuciou ella meio roorto.
Sobe."
O velho hesitava.
O homem cor de bronze agarrou-o por
um braja e suspendeu-o.
Deixa-te de criancs3es, ou estran
gul-o-ta aqui j 1
O horoem da sobrecasaca estava a ca-
vallo no alto do muro.
D lhe a mo, ordenou elle.
E ao mea no t-'ropo lav.intiva o
nheeido eomo uro penna.
Depois ; ccresaeut u :
Salta eoro elle ; ni) o deixas s
Est entendido, responJeu o
dido.
Ero um abrir e faixar de olhos, o nosso
arog) f- ijdo para .;iroa do muro.
Ni tove tompo. de ver que o mulato es
tava a a seu 1 nio.
Este saltou para o chlo o levantan o
nos brajas, dopois, antes do o eolioJir oo
chlo, diase-lhe ao ouvido :
Agora le robra-te qua, se nos trahifa.s.
sers enforcado como nos. Nio se escala
um muro coro boas intenjSes- Assin,
pois, fi -a socegado, s-t nio queras 3 ir to-
mado par ladrao e assassino. -
O velho reprimi um rooviroento do hor-
ror.
Assassino involuntario cutra vez, e alli!
naqu'dla casa !
Nio ten ha raedo, bdbuaiou ella en-
tretanto, cora um tremor que nio poda
cantar, sou um zig.
M13 urna espacie do terror supesticioao
apod'.'iou-so delle.
Fechar os olhos, pro3trr.do... Sa fosse
o castigo ? Se fosse o sangua espalhado
que so lavaatava dianto delle ?
Nio o tinha j expiado bas'ante ?
Entretauto oa dous bandidos comajararo
a andar, arrastando-o comsigo.
O jardiro era extenso,
Os p z enterravam-so em urna tarra sol
ta, preparada de fr-'sco.
Por momeutos p irav^m, quando. o ran-
ger da aro ramo so asseroi-lhava ao ruiio
de urna pessoa a andar om pracaujlo,
quando uro arbusto aurgia de repente, se-
melhantc a uro vulto que sa levanta.
O mulato e i sau coropanheiro estavam
coromovidos. Di vez emquanio estreme-
calo. O lio nem da sobrecasica iacliaou so
ao ouvi lo do seu amigo, a tremer.
Uro grande terror bavia se apolera-'o
delle.
Sa houves8a ces ? murmurou ello
-'Nao ha, respondeu o homem cor de
bronza. Iuformei me.
O velbo nao sabia o qua t'.zia, para
onde ia ; completamente desvairado,
Via-so coraproroettido oro umi aventura
ten i vi-1, inaudita, da qual nio sahiria.
DcS'-j.iva morrer j mas lembrava se
tambam de que a sua morte nio lhes apro
vetara; alero i'isso, morrer alli, crimi-
noso .
Orava co a fervor, mentalmente, entre-
gando a a Daus, inopaz de concebar ou
de fazer qualquer cousa.
A meio caminho lavautou sa ura vulto
diante dos horoens, qua qu si soltaram uro
grito de terror.
Mis o outro deu-se a onhecer irome-
diatamauta.
Nio tenham modo, san eu.
Era o criado.
Vai tudo bem ? perguntou o mu-
lato.
Tudo. Ch-girara ha mais de urna
hora. Esto tolos a dormir ero casa.
Ser preciso manejar a aaa ?
Nio creio.
Tanto raelhor, disse o bandido. Menos
temos que fjzer. Va3 uiarroos ?
Esp.'rci-os p >ra isso.
Vamos.
Continuaram a a niuliar.
Tinbam chegalo ao p da osa. Nin-
guero os tinha ouvido. O criado adiautau-
se para ir explorar aa iro media j5es.
Voltou, ao cabo de um minuto, satis-
feito.
Pussam rae as chavea.
O horoem da sobro-iasaja e.itregau-as.
Abri sero rui lo a porta de ntrala, e
ia ratroduzir 39 na h ibitajlo, quando vol-
tou; ebeio do medo, para junta dos seus
cumplios, depo3 de ter fechado aporta.
A mroina. .
Quo tena ?
Est alli oro baixo.
S?
- Sim.
Vio-te ?
No
O mulato, tirau utn puohal do a ia.
- Doixa-me passar. Perdido par cen,
per li !o por mil I
I a entrar no corredor, quando um
grita horriv d quebraa o silencio, raperau-
tio atravez das paredes, e fea reauar a
b n liio, aesoatado,
Haiivo uro momento de terror eotra os
b ludidos. Recuaram todos, atcrraisados.
Depois o mulato comprehendeu o qua sa
tinha pissado. Vio o velho cahilo. qaasi
sein srotos tu estrada. Foi elle quem
gritan.
Fez un g st: da furor.
Ar patife !
Dep is garrou o desgrajado pela gola,
d- u lhe com a cabaja nos degres de pe-
dra c, quando ojulgou morto, gri'ou aos
srus ..rnig.s :
Salve-se quena pudor.
D sapparocerara todos no jardim.
Era o t.rapo.
Dentro de casa acceniiam-sa as luzes,
abriam-se as jan'-Has. '
C ros lo Serv-s tinha sido um dos pri-
miroa a saltar p: Correa ao quarto de Clara.
A moja dormia profundamente e nada
tinha ou ido.
O qua o criado vio,, o qua o assu3tcu,
foi um retrato de taraanho natural de sua
ama, o qual tinha v'rado naquella da, e
cujo vestido do urna alvura deslumbrante
se destacava as trcvia do prmeiro apo-
sento.
O patife, a tremer, coro o espirito cheio
da cbiro ras, amedrontado, recuou viva-
mente, sam indagar a nutureza do pe-
rgo.
D03 andares sup^riaraa os criadas cor-
riam p. 1 \ oseada da sorvijo, trazando lu-
zos.
Car!o3 ouvio p>uao dapois pragas, gri-
tos.
Qua aaontecau 1 perguntou sua irrol,
inda meio .darmecida.
Nada, nio te assuates. Vou var.
Sahio precipitadamente e descero a esca-
da a quatro o quatro.
Ciar, uro pouco inquieta, levant-u-se e
vestio se.
Ouvia.se do quart) o rumor das vozes,
o ruiio dos passas de uro lado para outro.
Quo 8gnficava aquillo ?
Quando Carlos de Serves chegou abaixo,
os criados, milito palli los, roieavaro um
*
f;
Tal era em subatonaia a carta de Maxi-
miliano.
Terminava com as seguintes linhaa :
c Se as meninas de Isaac anda mantro
rciajSas estreitfls coro a senhora, peeo-lho
que lhes apresento os meus cumprimen-
tos
A Sra. Francs teve urna boa lembran
ja.
B irtha, dase ella, voc enaarrega se
disso, nao assim ? Creio que voi- muito
araig* de- Alioe ?
A menina sorrio.
Oh! siro, quero multo a Alce, mas
quaro sobratu lo, a R.roa'.a.
- Nesso caso nio lhe ser diffail dar o
re-ado, minha querida mroina.
Pelo contrario, ser uro duplo ptaaec
pira mira.
Como duplo prar?
Pois meu irrolo na sua carta na fal-
la no Sr. de Treguern ?
Sera durda.
Entlo I
O Sr. de Treguern nio noivo de
Alice de Isaac ?
Dizendo isso, a menina deu urna risadi-
nha malicias**. '
A viuva comparti essa alegra.
~ Tambero, tornou .Bortha, nio tarda
re a d^sempentiar essa comroiaso. Jtissas
mojas devem vir c hoja.
Para aontirmar o dito, a caropiinha soou
segunda vez.
Abri 84 a porta e Ranata e Alice, tra-
jan lo lindos vestidas claros, entrara.n,
acaropanhadas de una goveroante vidha,
rai-s Saubell.
Naturalmente houvo entra as meniaas
urna troca de Ifu s, como depois de o
louga aus.ro i 1.
A Sr Francs sorria oro calina.
C'i.uo eailo expansivas I Parece qae
ul sa riiooutraro ha d"a aanos I
Ol porque uoi oiini u* rauit-) !
.lias- Alice com toda a uanlura dos aeus
iezroto aun iS.
E, uccrescantiu Buriba, temos to
boaa o ticiaa h >j -.
Ah I diaso a gr.Va Renata, reaebe-
Iguroa carta h'* ?
Si u, reci-Oe nos, respondeu alegr -
n j.) to las as tiypotheaes sinistras de ene- i minio B.-riha, uotici no e do aasasainata. Sa alguro bandido 'zero r-eproto, um poua. Mu irmo en
nio ibusou do no ue do meu rival, nio aeijcarregiu-ue -e lima apresenur os seus
expU)r tasas co.aciden ;iaa contradicto^vuropriiueutos ; t .lia-nos no Sr. de Tre-
ra.
igu-ru.
morto
stavam
cujas b ir'oas
e
ehc08 de san-
velho que pareis
cabellos brancos
gue.
Qua foi ? perguntou elle. Vendo-o,
os criados recuaram reapeitosamente.
Um dellej tomou a palavra.
-- Nio sabemos, senbor... Ouvimos
uro grito...
Tambero ouvi.
Lavantamo-no3 entlo azsustados, mas
nao vimos nada.
Eu, disse urna outra voz, paraceu-me
ver un3 vultos atravessarem o jariiro.
M'S esta homem, perguntou Carlos,
como sa acha aqui ?
Fazia parta da qua Irilia, 3aro duvi-
da. Cabio, ferio se... e foi elle quem
gritou.
O amo debrujou-s para o examinar de
mais perto, emquauto o creado segurava
um ardate.
Mis j vi esta cara, exclamou elle.
Nos tambera. Ha rauitos lias que
este hornero anda p?los trredor.s do pa-
lacio. Esparava o momento praprio para
o assalto.
Est morto ?
Uro criado abaixou 3e e collocou a mo
sobro o paito do velho.
N", senher... O corajlo ainda
lhe bate.
Transporte roo para uro quarto, cui-
dem delle, e vio e.hainar uro medico.
Ah o pa'.ifa nio merace essa tra-
balho murmurou um driles.
Pouco importa, disse Carlos... Se
vivor, ta'vcz nos ajude a fazar agarrar os
seus cmplices, pirque devero ser multes.
(Contina)
Ali'e corou.
Ternou a v-o ?
Mo. Mas elfasa corraspondera so ra
gularmcnte. Parece que ojean Bart vol-
ta de crurar. Em breve tarlo noti a da
sua chegada a Toulon.
Que felicidade exclamou ingenua-
mento^Ace.
Podas por alguna recato aos teus
transpjri^.s, cabecinha louca, diss1* Renata,
grac jando.
Por qua ? Eu amo a Jlo 5 nio te
nha vergonha disso. Tomara j ser sui.
mull r. Hn pohre Jlo I mea caro
Julo !
B-ro nada teuho que dizer a isso.
K caro uro vislumbre de erabarajo, ac-
cresoentou :
Sau rmlo est satisfeito, Bertha ?
Assim. Elle alo passa nulea via-
giiii uio o cansa muito. Dipois, est ha-
bituado sua profisslo.
Quanto piet.rode voltar?
- O msii breve possivel. S Daus sa-
be quaudo esso possivel ser urna reali-
da A conversa sobre esse assuropto parou
ubi
i. nata tiaha rocebido a carta de despa-
lilla Un Maximiliano. Como ell^, ell ti-
nha sentido a emojla seoreta que abala a
alna, priroeira vista, de dous entes des-
uados a amarero-se. Mas na menina ba-
via urna especie de deaillusaO precoce, un
amargor concentrado, que a fazia n des-
rondar dos 8*us sentimentos mais g sos. Tinha pouaa f na hoaestidde hu
mana. A. que desgraja da sua vida devia
ella essa exporten ia cruel, tese despreao
tVroa p la t-diodade ?
Batrotwuto, tiaha guardado a carta do
jov 1 doutor. -3te papal eroanava, de
algo o malo, uro p-rfunaue rectidla o de
fr i.quz. que paa bem captar a coa-
ti ...ja.
fost* que a duvida lha suggarisso al-
gu o rgu nento sopbsiieo, R nata nio po-
na di-.ixar do sntir urna yropathia inex-
ulio.v 1 ao ronsroo lempo uroa perturba
nao prouud cada vez que a lembran-
j da .VL xiroiliauo apreseutava se ao seu
espirno.
A rt. Franos, toroaado o brajo de Re-
nat., uep os que aa duas majas sahiram :
Srt opr.i irist-;, minba bella Renata ?
pergantou ella. Estamos sempre com as
na*.nas id->3 sombras ?

Por que cstarei fu cora ideas flagres,
minha querida amiga, da onda roa viriatn
ellas ?
D' oude vieram ellas para Alice ?
Alice ainda urna crianja, minha
senhora. Ella ainda nio tem dzoito an-
nos, tro ja tenho viot o dous.
Siro, disse com complacencia a Sra.
Francs, o voc realisou todas as promea-
8aa da sua infancia. Hoje, ro .is do quo
nunca, est radiante.
A menina nio respondeu. Distrahida a
nervosa, colbnu urna rasa de uro vaso e
comejiu a deadhal a.
Diga-me, continuou a viuva, ha al-
gaina novdade, alguna no'a ib-sgraja?
Ella respondeu coro tristiza :
Nao. E' sempre a raesma cousa, e
issofcesroo j demais. Vejo pelo ar tris-
tonho da meu pai, que elle contina a per-
d r. Olhe : ainda hontera um dos chafes
da .asa Rouyal, uro Sr. Cclano-1, erroo eu,
fot visital-o. | Estiveram fechados juntos;
quando entredi, depas, vi meu pai com um
masso de nota do banco na mo. Espe-
rei que elle sah'sse e olhei. Ella j tinha
levado parte. O que restava rr.presentava
dez ou dozi mil francos. Era, pois, mais
um em prest rao. Quando fi ara encerrada
a lista ?
Meu D.ros! minha filbi, nio ao aa-
susta demasiadamente. Seu pai um ca-
valhfiro. Ha da pagar todaa as quantias
emprestada* E depois alero la sua for-
tuna particular...
Sua fortuna particular ? A senhora
qi-r dizer a de minha rali! Mmha mli
trroxo saisjentos rail francos e recebe*
uaais quatraaentos mil pela morto de sua
roi Ora, minha mli morreu muito afflic
ta, recommendando-me a rain, qua tinha
entlo dezoito anuos, rainba pobre Alice,
qua tinha quatorze, e tambem essi pai bom
e fraco, que a aassa fiffli'jlo e a nossa
ruina.
Obi ruiaa, exagorajao, Rroata.
fc? a verdade, minha senhora. Pe-
lo facto de termos cavalles a carros nas co-
churas e uio ter o Sr. d'Iaaac roduzido
era nada o seu modo de viver, nio se se-
gu que sejarooa r--03. Langa diaso.
E, bruscamente, com o peita c ;io
solujas :
(Conintlar-6A., )



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f
do
Typ. do Mario ra Oaque de 0*xis a
t.
*+
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