Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16792


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Full Text




I
"
i*
IS
/.
ANNO LXVII
f*
SEXTA-FEIM 29 DE JANEIRO DE 1892
NUMERO 23
DIARIO DE PERNAMBUCO
PROPRIEDADE DE MANOEL FI6UEIR0A DE FARIA & FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por tres mezes Por tres ditos vencidos.
Por um anno aHantado .
dem idem vencido.
6&000
7&000
24&000
28000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgOES NA FRAN-
CA E INGLATERHA
Os Srs Amede, Prince & C resi lentes em Pars34 ru de
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por seis ditos vencidos.
Por um anno adiantado.
dem idem.vencido
i3500
1511500
27&000
31&000
PARTE FFICIAL
DESPACHOS DO DA 2G
DE 1892
US JANEIRO
Ciovcrno do Estado de Peniam^
baco
2.* secgj. Palacio do Governo do Estado de
Pernambuco eui 32 de Janeiro de 1892.
A juGia goveroativa do Estado, tendo em vista
O disposto iio art. 13, 1 e 2. das disposigoes
transitorias da Gonstituigo do mesmo Estado e
no *art. !. das disposigoes transitorias da lei n.
15 de 14 de Sovemoro ultimo,
Decreta
Art. 1. Considerar se-ho extinctos os cargcs
de juiz.'.i substitutos e municipaes neste Estado
por morte, renuncia e derni-so do respectivo
funeciocario bem como por abandono e nao acei-
tagao dos cargos alludidos e por lerminago de
quatriannio per parte dos meamos funecionarios
on lo. cipaes os joizes ue districto dos respectivas mu
nicipios.
Art. *Os joizes substitutos e municipaes
conservados e removidos por acto de 22 do cor
rente perceberodesta data em diante dos cofres
do tetado os mesmos vencimentos que perce-
biam Jos da Unio.
Ambrosio Machado.
Jos Vicente Ultra de Vasconceltos.
2' seccao. Palacio do governo do Estado de
- Pernambuco, 26 de Janeiro de 1892.A junta
over nativa do Estado, de accordo com a lei n.
j de 14 de No remoro de 1891, resolve nomear
promotores pblicos para os seguintes munici
pios:
Municipio de A^ruas Bellas, bacbarel Manoel
Arttmr de Sa Perera.
Municipio de Agua Preta, bacharel Manoel Ma-
- cbado Teixeira Cavalcante Jnior.
Municipio de Alig i de Baixo, bacharel Ar-
tbur Barbalbo Ucba Cavalcante.
Municipio de Barreiros, bacharel Augusto da
Gama Lamenba Lins.
Municipio de Bom Jardim, bacbarel Fiacrio de
Oliveira Soaza.
Municipio de Bonito, bacbarel Juliao Tenorio
de A-ooquerque.
Municipio de Bezerros, oacbarel Joaquim Jo-
s 6 F3ria Naves Sobrijbo.
Municipio do Brejo, oacbarel Francisco Marti-
niano de Oliveira.
Municipio de Bom Coneelbo, bacbarel Francisco
Torqoato Paes Barre'o.
Municipio de Boa-Vista, bacbarel Perminio de
A'aoj'o Lima.
Municipio de Buique, ro qual aouexo o da
P.i ira, bacbarel Joo Cap3trano de Souza Ri-
beire.
Murji"ipio do Cibo, bacbarel los Luiz Gju
calvea Ferreira.
Municipio de Caruar, ao qual anoexo o de
Alnbo. bacbarel Antonio de Oliveira Ramos
Taeorjca Jnior.
Monicinio de Cimbres, bacbarel Jos Coe ho
da Silva.
Mu-icipio de Gabrob, bacharel Pedro Fran-
cisco as Mello.
Mu-i epio de Canbotinho, bacbarel Leopoldo
Cesar ;e Gasrnlo.
Mu-.wipio da Escada, ao qual annexo o de
Amaragy, bacbarel Godofredo Mosco30 da Veiga
Pes
Mu: ipio de Flores, bacbarel Jos Antonio de
Mag liii s Bastes.
Municipio iSp Floresta, bacbarel Jos Evange-
lista ua Silva.
Municipio de Grvala, bacbarel Virginio Car-
nelro Menes da Si'va.
Muiiuipio de Gamelleira, -bacbarel Felippe
Aaiosie Carneiro Campello.
Municipio dr Goyanna, bacbarel Jos Henrique
Ccar.
Muaicinio da Gloria de Gaita, bacbarel Jos
de Borno Lma.
Municipio de Garanhuns ao qual annexo o de
Correales, bacbarel Ildeberto Aprigio Guima-
re.;.
Man eipio de Granito ao qual aanexo o de
Ex, bi barel M coel BrnarJino Vieira Caval-
caati r'iino.
aaicipto de Ignarasso, bacharel Antonio da
Silva Gu: maraes.
Moniciplode Ilamb, bi'.harel Joaqun Gue-
dee< Co'reia Gondim.
Municipio de Ipojoca, bachurel Joo Adulpbo
Waadeiley L'.as.
Municipio de Ingazeira ao qual annexo o de
S. J ? Jo Egipto, bacharel Jo. Joaquim de
Maraes Sarniento.
Municipio de Jabiatio ao qual annexo o de
MaritK'ca, bacharel Osvaldo Micnado Freir Pe-
reir da Silva.
Municipio de Liraoeiro, oicaarel Alfredo de
Albuquerqne Gama.
Mu ti p'o de Leopoldina, bacharel Fortunato
Baphat i Altea de Carvalbo.
osicipfo de Nazarein ao qual annexo o de
Yiceacia, bacbarel Francisco Tavares Netto.
Municipio de Ol ada, bacbarel Bernardino de
tjnna Das.
Mupicpi > le Orjricu-y, bacbarel Jos Tiburcto
do NafCimeOto Tavares.
Haoicipio dePo'Alho, bacbarel ThomazLina
Caldas Filho.
Municipio de Petrolina, bacharel Manoel Ma-
raes de Albuque; que.
Mumcipio de Palmares, bacbarel Loureuco Al-
buquerque da Rosa.
Municipio de Panellas ao qual annexo o de
Qaipana, bacaarel Henrique Eugenio Antunes.
Abaixo assignados de moradores do engenho
Santo Andr, pedindo para moerem suas cannas
em outro engenho.Informe o delegado de tr-
ras e coloni3agSo.
Accylino de Hollanda Chacoa, empregado apo
sentado da secretaria do Senado, reclamando
por nJo terem concedido a graticago de mais
de 30 aanos, a que se julga com direito.Infor-
me o inspector do Tuesouro do Estado.
Antonio Perera da Silva, pedindo pagamento
dos alugueis da casa, de sua propriedade, que
serve de quartel em Tracunbem. Em vista da
informago do Tbesouro do Estado, basta para
a realizago do pagamento, que o peticionario
aprsente aquella repartirlo os attestades aune
xos presente petic&o.
Auta Mara Quaresroa de Lyra, professora pu
blica, pedindo 3 mezes ds licenga.Remeltido
junta medica do Estado, a quem a peticionaria
se apresen tara para .ser inspeccionad*.
Alt-xandre Hypolito Vegosa, pedindo para ser
reintegre o lugar de guarda da Casa da Deten
gSo. Reforme o sello-
Aatouio Gongalves Limn, preso pobre, pedin-
do urna conferencia a junta goveroativa.Diga
por esripto o que deseja.
Alexandrina Marques Mascaremos de Souza,
professora publica, pedindo entrega de docu-
mentos. Sim, mediante recibo, s
Caetano Theatino da Silva Ribeiro, pedindo
para ser submetiido a xame de machinas-
Remettido ao Sr. capito do porto para alten-
der.
Compaobia Industrial e Commercio de Estiva,
pedindo para embarcar 4,000 saceos com fari-
nba, vindo do B10 de Janeiro-Deferido, de ac-
cordo com o 1 fficio dirigido nesta data ao inspe
ctor da Alfandega.
Franciaco de Siqneira Passoa Sobrinho, ex
sob commissario do municipio de Q ipap, pe-
dindo pagamento dos vencimentos a que se jul-
ga com direito.Informe o inspector do The
sobro do Estado.
Francisco Leite de Nogue;ra Paz, commissario
nomcade para o municipio ue Tnumpbo pedin
do ajula de cuato.Iodeferido, em vista da in-
fonuago do Tuesouro do Estado-
Idalica dos Santos Pacbeoi), alumna mestra da
Esc-la normal, pedindo para ser nameada pro-
fessora da cadeira de S. Benedicto.Aguarde a
reorgamsacao doensino-
J io Xavier Rodrigues Esteves, tenente refor-
mado da guarda nacional dt comarca da Eecada,
pedindo nova patente urna vez que o comman-
dante da referida gnaraa, recusa se em mandar
registral a por ter notado duvidas na mesma pa
tente.Informe o commandante superior da
guarda nacional da comarca da Escada.
Jos Tavares Carreiro, pedindo a revogaco do
a'.o n. 11 de Novembro, que impide a txpor-
t. gao de careaes.Aguarde resoluco geral.
Jovmo Frederico de Figueiredo Sauiago pe
dindo para transferir o terreno de marinba n.
112 da casa n 112 na ra da Palma-Informe
a lotendeacia Municipal do Recife.
Miria Paulina Alues t03 Santos, profts?ora
publica, pedindo pagamento da gralificagao que
Ibp bl cocee l:cu de accordo com a lei a. 20zu.
Ioforme o Inspector do Theaouro do E3tado.
Mara .Rosa da Cmceic&o, alumna do 3* anno
da Escola Normal, pedindo para ser submettida
a e.tame da cadeira de seomelria. Remeltido
ao director da Esecla Normal para attender a
peticionaria, visia de sua mformac,o de hoa-
tem datada. /
Paulino Xavier Das de Aluuquerque, arrems-
iante do pedagio da barreira da Magdalena, pe-
dalo para fazer a cebranga no largo do Conse
Iheire Joao Alfredo.Informe o inspector do
Thesouro do Estado.
Silvestre Alves de Alencar, sub commissario
da guarda local do municipio de Salgueiro, pe
dindo aj di de custo. laforae o inspector do
Thesouro do E3tado-
Saotoa Brandao e Siqueirc, concessionarios da
Uuiao EstrelliaGa, pedindo entrega da terceira
prestajo, na importancia de cincoenta contos
de ris.InLrme o S:-inspector do Tbesouro
Estado.
Contra o celinquente, que evadi se,
procedeu se na forma da lei.
Pelo subdelegado do Io districto de
S. Jos, foi remettido ao juizo competen-
te o inqueritor policial a que procedeu
contra Joao Baptista do Nascimento por
haver ferido gravemente a J0S0 Ferreira
Soares, que veio a fallece: em conseqoen-
cia dos meamos ferimentos.
Em data de 14 do corrente o tenen-
te Satyro Ferreira Leita assumio o exer-
cicio do cargo de commisaario da Guarda
local do municipio de Pesqaeira.
Entraram em ezercicio as seguintes
autoridades policiaes:
Luis Saturnino Alvares dos Prazeres,
subdelegado do districto de Tapacur do
termo da Victoria.
Tenente-coronel Hermogenes Braulio
Ferreira da anha, delegado do termo
de Panellas.
Jo2o Callado Borba, subdelegado do
districto da Palmeira.
A' Junta Qovemativa do Estado de Per-
nambuco, 28 de Janeiro ds 1892.
Oquestor, Joaqui,n Tavares de Mello
Barretto.
Tbesouro do Estado de Pernam-
buco
DESPACHOS DO DA 26 DB JANEIRO
DE 1892
Dr. Francisco Xavier Quedes Pereira,
Fieldon Brothers (2).Intorme o Sr. con
tador.
Leodegario de S. Barbosa, Jos Fran-
cisco Paes Barretto, Luttgerdea Maxi-
mino Pestaa, Dr. Antonio Henrique de
Almeida Silvestre Alves de Alencar e
Francisco Augusto Paes Barretto.Re-
gistre se, e facamse as notas.
Jos Jeronymo Rabello.Certifique se.
Jos Marques da Costa Soares.Refor-
me o sello.
Rec*be ti uria -> Botado de Peruana-
buco
dbspachos do da 28 dk jaxsuio
de 1892
Francisca de Assis Cnnha Freitas, Ju-
lio Loba, Bastos & C.a, Adolpbo Cunta
& C.a, JoSo da Siiva Santos, Gregorio
Thaumaturgo de S Leitlo e Alexandrina
da Silva BorgesInforme a 1.a seogao.
Mario Arcbacjq Soares de Mello e Ma
ria Clara de JessInform a '.a secgSo.
DIARIO DE PERNAMBDCO
RECIFE, 29 DE JANEIRO D 1892
Funeral do Sr. D. Pedro II
Hoctem esteve esta cidade verddeirament.
Municipio'do Recite
! promotor, bacbarel Gervasio Fioravante Pi-
res Ferreira.
2 promotor, bacbarel Joao Dinix Ribeiro da
Caoba.
3* promotor, bacbarel Jos Antonio Goocalves
te Mello.
Municipio de Rio Formoso ao qual annexo o
de Seri ihaeta, bacharel Fabio RIgo Jnior.
Montepo de Sslgueiro,.bacharel Eogeaio An-
tonio (trlcalvea Pires.
Monu.Mo de S. Benlo, bacharel Salviano Cr-
rela de Oliveira Andrade.
Mun.c p'o de S. Loureuco da Malta, bacbarel
iMdurdo EutanialAo da Costa.
MoDiclpio de Timbaba, bacbarel Paulo de
Amorim Silve a. ____ _:_
Moa; 1 po de TEquarenga. bacharel Felismi-
no Berbera da Costa.
Mun!ci no de Triuoapbo, bacharel Joaquim da
SlvaCabral. '
Munici Dio de Tacaral. bacbarel Pedro Mar
aues Cavalunte de Aibuquorauj.
Mu.1:1-.pvo da Victoria, bacharel Ansberto Bo-
driaues Muoicioio de Villa-Bella ao anal annexo o
de Belmonte, bacnarel Sergio Nuues de Maga-
Ihaee.
Ob noneidos devero tomar poase de aeua
cargcs do praso de 60 dios.
(Aaaiguadoa)Jos V. Meira de Vascvneellos.
Ambrosio Machado.
Secretaria do Estado de Pernambuco,
no 26 de Janeiro de 1892.
O porteiro,
Hemeterio M. da Silva.
Que* tur policial
SecjJo 2.' N. 23 Secretaria da
Qucstura Policial do Estado de Pernam-
buco, 28 de Janeiro de 1892.
CidadSns. Participo vos que foram
bontem recolhidos Casa de DetencSo os
seguintes individuos :
A' minha ordem, Luiz de Franca Ce-
sar de Mello, vindo do termo de Caruar
como criminoso na comarca de Jaboatao-
A' ordem do subdelegado da freguezia
do ii-v.-V-, Amaro Nosumento dos Santos,
por disturbios.
A' ordem do subdelegado do 1 distri-
cto de S. Jos, Henrique de Mendonc.a,
por crime de espancamento em sua pro-
pna mulher.
Communlca o subdelegado> da Tor-
re, que tendo chegado ao seu conheci-
mento que o soldado Antonio Martina da
Silva havia raptado urna menor de nome
Paulina, aggregada da casa do professor
He r me lindo Elyaeu da Silva Caneca, mo-
rador naquelle distr.cto, mandara bnBcal-a
sua presenca e interrogando-a declaron
ella ser maior de 20 anuos de idade e que
havia sabido da caaa do referido profes-
sor por sua livre e espontanea voutade
para viver em compaabia do mesmo sol-
dado.
Decarot mais a alludida Paulina que
nao foi deflorada pelo soldado Martins,
mas sim por uan cassaco aa tempo em
que esteve na casa de Mathias Tavares
de Almeida, morador na Pedra Molle
donde fagira cerca de dous annos para
a casa do professor Caneca, accresaontan
do anda a mesma Paulina que nao sujei-
tava ee a ser vistoriada,
Em viata das declaracSes de Paulina,
deixou a autoridade de abrir iaquerito.
No dia 13 do corrente, a 10 horas
da macha, no lagar P090 da Cruz do ter-
mo de Villa Bella, travaram-se de razoes
03 individuos Manoel Joaquim de -Maga-
lnies Netto e Clemectino Pereira da Sil-
va, resultando sahir este ultimo ferido em
um dos bracos.
luctuosa.
Em todas as suas relaces manifestava-se o
sentimento que Ih'as enaombrava; e a ana popu.
laco, romeira desse sendmento, accorreu senai-
biiiiada & paroebial igreja da Boa Vista, onde
celebravam oflL-ios divinos em 8uffragio da alma
do grande brazileiro D. Pedro de Alcntara.
Homenagem chriala e ao mesmo tempo desym-
patbia do noaso povo quelle, cojo lemma.em
seu reinado meio secular fraO Brazil antea'de
todo, fui essa manifeatasio aasellada pela es-
pontaneidade, que a produzio.
Nella nenbum oulro moii.o influio dissonante
de preilo e eslima ao veiho imperador.
Nella nenbum laivo se insinuou de officialismo
que falseaase o fundo sympalbico de sinceridade,
que era eico dessa demonstracao memoria de
um principe, que.'na phrase de um collega lisbo-
nense, dera exemplo de aaior pelo estudo e pelo
saber, e que soubera aproreitar as eminencias
do poder para ensinar ao seu paiz o culto pela
liberdade e pelo progresso, emancipando os es-
c.-avos, enchendo de melboramentos materiaes o
paiz, propagando nelle o easino e confirmando
nos saua actos de vsrdadeiro liDeral e demcrata
o que deixara esenpeo por seu punhoque era o
symtema constitucioaal a coocepglo mals feliz da
razao moderna.
Todo foi espontaneo e extreme de paix6ea po-
'nicas.
Tudo syotbetisava ama gratidao que viceja e
urna saudade que perdura, espalhando aquella
os seas aromas e dando esta a conneser a sua
existencia.
Todo asaim foi, desde o concurso immenso e
8emdigtinccSo leclasaes ao templo, at oencerra-
mento do grande e pequeo commercio na plora-
'idade da expressio.
Na historia do Sr. D. Pedro de Alcntara como
monarcha conatitucional, como sabio e protector
das acieocias e das lettras, como fomentador do
desenvolTimento do paiz, ao, por ceno, brilhan-
te epilogo, que a completa e couclue, essas de-
monatraOea solemnes ungidas t&o aomente pelo
puro oleo do reconbecimemo do quefoi obomem.
pelo qual se elevara preces a Divlndade, e coja
memoria se enaltece de boa voutade e eem im-
pulsao inconfeasavel.
O homem fra eliminado da coexistencia pre-
senteo monarcha tendo perdido o throno, nao
consuma mais urna esperauca.
Quando um soberano verdadei ramea le digao
do throno, qaando reina por triompho da religi&o
e felicidade de sena subditos, dase um orador
sagrado em paoegynco a S. Luiz, rei de Franca
o seo nome, consagrado pelo amor, torna-se mais
caro e maior de gerajao em geraedo, e as hen-
eaos qae elle recebe de idade em idade formam
urna especie de culto universal,qne lbe assegura
a veneracao de todos os povos e as accItmacOes
de todos os se:ules.
Para o soberano, que foi o segando imperado,-
do Brazil, esse culto cometa com as bome-
nageaa de todas as nacOes civilisadas, e as
lagrimas des3e povo que, por elle governado do-
rante meio secuto, foi boatem orar por sua alma
no templo do Senbor.
O orador citado fechando a sua perors3o,
felo com as palavras do propheta Is3ias :Elle
sentar-se ha 3obre o tbroao, afim de coasolidal-o
e fortilical-o pela sabedoria e justiga, agora e
para todo o sempre.
Porque, interroga em seu bello escripto, com
que fecbamos estas linhas, o Diario do Ccmmercio,
nao se realizou esta prophecia no Sr. D. Pedro
II?
Porque percorreu elle a via dolorosa que o
condazio do palacio de Petropolis ao quarto n.
391 de um hotel da ra Arcade, em Pars, e abi
Qnou se no baoimeuto T
Porque tao flagrante contradiccao entre um
ib-ono que se abate e urna estatua que se eleva ?
E' preciso explical-o para que o termo que as-
severa o passamento do segando monarcha bra-
ziieiio, filbo do que trabalbou pela nossa inde
pen encia e fundou o imperio, nao seja o estg
ma aa uaa verba testaiaeuiaria aa vi;iiuia de
Santa Helena negrejando na fronte desta nagao:
lego casa imperial da Inglaterra o opprobio
de minha morte.
A bumanidade sob a apparencia de contradi
c6es, tem ama u archa lgica para o seu destino,
que o progresso porque guiada por Deas que
dea as sociedades de que ella se compOe regras
tao certas e invariaveis como as equacOes da al-
gebra eterna qceconduz os astros do firmamento;
mas nascidos das nacOes os grandes e lamenta
veis fados sociaes sao a resultante dos erros de
governantes e governados.
Um povo que depe o seu soberano, cercaado-o
de respeito, offerecendo lbe subsidios, compar
tilftando-lhe os soffnmentos e pranteando lbe a
morte, d prova de nobreza de carcter, de gra-
ti.'ao e de j os liga.
Si assini repetimos a nossa interrogaco,
qual o motivo da contradicho qae se nota entre
tnrono que se abate e ama estatua qae se eleva ?
A abclico e immediala sem indemnisagao e
leveha dos proprietari s agricolaa, outras cau-
zas coocamitaates sccumuladas cam para tra-
balho de mais longo folego laucando os, pelo
resentimento, e a indiffereoga, conchegou os fra
eos elementos revolucionarios i.ue, nao temendo
mais a resistencia da-grande propriedade, fize-
ram exploso em 13 de Nov; mbro.
O dir,i:u do pro^, io ;a:c, ji se dase, o gi-
gante qieos p:imiii?js Fuppunham deitado no
fundo da3 crteras vulcuni.as e cujoa movimen
tos precipitados provocaai tremores de trra.
Violou-o a le, mas esta, considerada como
disciplina sccial, disse um jurisconsulto, nao va-
le mais do que a for^a, qaando nao a expres-
ao da forja, e tem tambem uas leis, f.-a das
guies nao vale mais do qae os pneos qaa
desiirada a cenjurar, porque upresenga daop-
pressao oreanis^da, s resta ao opprimido um
reeorso, a insorre.go, que o deencadcamento
das torgas individuaes.
Violou o, leve as suas consequenciasa in-
surreigo da indifferenca, o desencadeamento das
torgas ndivifloaes.
Coilocado no tombadilho da nao do Estado, vio
o ebete da nago passar as ondas impetuosas
aem lbe dizerem de onde vinbam nem para onde
iam e os vigas que elle collocra nos cestos da
ga.ua naolhe bradaram : arrebentagdo a proa t
Alexandre K aisse, e poda dizel-o, porque era
o autcrata de todas as Russias, que as revolu-
goes devem partir de cima, si nao se quer que
Retrospecto poltico do anno
de lSi
III
POLTICA PABTICCIiAB
RSSIA
partam de baixo, e libertou muitos munea de
servos; mas apezar de ter como collaboradores
na grande reforma a claaae que uaofraia oa ser-
vigos daquellea cfelizes, morrea victima da dy-
namite.
Lincoln eotrou na Gasa Branca no intento de
emancipar quatro miles de eacravos pela in
demnisagdo, e libertou os faltando a sua promes
sa mas ateou a guerra civil na UniSo, provocan -
Jo a deauniSo, e cabio dianie de um revolver.
O Sr. D. Pedro II aoolio a eacravidao e teve de
repetir as palavras de ojo escriptor .Os gran
des feitos nascem as lagrimas, nao muito qce
custem o prego da dor.
Ha leis, disse no parlamento francez o chaa
celler M.upeon, que os rea eslo na feliz impo-
tencia de mudar, e Bounet accreacentou :ha
leis nos imperios contra os qaaes tudo o que ae
faz uulio de direito : a acgo da jastica naci
nal imprescriptivel.
Digamol-o em boma do Sr. D. Pedro II, de
urna classe e da nagto; digamol o em homena-
gem a historia, que nao a aduiago "o ioteres
se ao podur para perdelo, mas a verdade con-
tada as c.agcj que vem do porvir pa.a
guial aa.
Como cop.solag.5o sua successora, caja pbi
lantropia a fe religiosa sao to hrmes, digamos
Uuis palavras.
A historia applandado o grande philantropo
que leva para a eternidade na coroa de seus fei-
tos a redempcao dos captivo?, hada notar, crr
tu, o erro do estadista que nao consultos os 8i-
gnaes dos lempos, mas repartindo o com os re-
tardatarios e precipitados e principalmente com
os seas conselheiros qae nao sooberaai cumprir
a sua missao dizendo-lbe reapeitosamente :0
soberano deve aer sempre om tanto conservador
e, em todo o caso, reina, mas nao governa, e nao
pode ser o seu primeiro ministro.
Si, como quer Bouald, de facto urna nagao nao
completamente livre na escolha de seu sobera-
no, encontra sempre nos degraus do tbrono al-
guna horneas peder coliocados pela providen-
cia ; si como augura Fonfrde, a vontade nacio-
nal levada ao seo mais alto gran de ai co, pod,
quando muio, consagrar omclalmente um poder
que j acba tollo pelos acontecimentos e pela na
tareza das cousas, e por isao ha Ihronos accla-
mauvos e nao electivo, tambem. como diz Boa-
suet, a providencia que tranefere o poder de
um homem para oolro, de urna cata p.ra outra,
de um povo para outro.
E fechando este artigo, faremos aos brasei
ros ama interrogaco. a qual nos mesmos dare-
mos a resposta.
Qaando o gemer do cabrestante a dvertic ao
Sr D. Pedro II, que o Parnabybalevantara o fr-1
ro e era chegado o saudoso momento de volver
as vistas, pela ultim vez, a serranas da trra
que lbe foi bergo, elle, nao mais como pniloso-
pbo, mas como estadista edesinteressac patrio-
ta, mandoo-voa, pelo seo velho e le^l amigo Vis-
cjnda de Tamandar, eate conseibo :o que ee
t feto esta hito, resta vos reetabelecer a or-
des e consolidar aa vossas inaUtuigoea.
Mas d que e8t toito, est eite.ou far-ae ha,
veetinoo o governo alternadamente, como Cara-
calla as fardas de lodes as le-to-'s e depxnilo o
federalismo governadores legalmente e.'eitoa ?...
Nao, is'.o seria a agonU lenta de urna Ctvilla-
gao, e as civilisagOea que agocisam lentamenle
nao delxam materia plstica para a saa reesur-
rei(o. Si continuarmoa como vamos, si nio ob
reorganiaarmos quanto antes... realisar-se-hiu
aa palavras da Biblia:o fim ser como o prin-
cipio.
Oremos pelo 8r. D. Pedro II, ex imperador de
Brazil. '
(Continuacao)
A approximago franco-ruasa dizem toi deter-
minado pela Czarina.
A Gazeta de Colonia* publica as seguales
informagOes :
Nos circuios bem informados da corte, diz-se
qae toi a imperalriz da Russia a que mais con-
tribuio para estreitar a allianga entre a Franca e
a Russia ; que foi ella qae teve artes de vencer
aa resistencias do czar, approximaodo o da re-
pblica franceza >.
0 mesmo jornal accrescenla ainda qae, pre-
sentemente a f do czar no accordo do doia po-
vos, inabalavel.
Nestas questdes, diz ainda a Gazeta de Colo-
nia, o baro de Minarenhem representen igual-
mente um, grande papel ; a imperalriz da Rus-
sia procedeu mals como priuceza dinamarqneza
que como czarina ; e soube obter a seguranga
de que no caso em que a Franga, com o auxilio
da Russia, sahisse victoriosa da guerra contra a
Allemanha, o Schleswig seria restituida Di-
namarca.
Por occasio das graudea manobras milita-
res na Russia, encontraram-se all o imperador
da Allemanha e o general Leffre, sub-chefe do
estado maior general francez. Travou-se entre
elles ama grande discusso acerca das batalhaa
emvolventea de Anmbal, e nao podendo os do8
eatrategico8 chegar a om accoido, o imperado1"
prometteu enviar ao general, para o convencer
orna memoria sua acercadas guerras ponicaa.
E comprio a saa promessa, pondo em serios
embarazos o Ilustre estratgico francez.
A memoria tem seis paginas, e acompanba
da pelos planos das batalhaa de Cam?.s e Zama,
deaenbadoa e anotados em francez pelo impera-
dor. O general Leffre confessou que o estado
apresentado pelo imperador era, ali'm de ennosis
simo muito profundo, e com conclusSes to bem
dirigidas, qae o pOem em grande embarago para
poder retorquir.
E' na verdade, curiosa esta lata de tbeoria es-
tratgica entre a Franga e a Allemanha.
O jornal ro8so o Novo Tempo refutando a
sopposigo de certoa jornaes, segundo os qaaes
a viagem do Sr. Giers a Paria devia produzir a
assignatura de um tratado de allianga fraoco-
rossa, declaren que um tal tratado 3operluo,
porque, depois do encontr em Cronstadt, e das
demcnsIragOes russophilas do povo francez, a
conmnndade dos interessea polticos da Fran-
ga e da Russia suficientemente alarmada para
qne, sem tratado, e merc de simples declara-
gOes trocadas entre o Sr. Giers e os ministros
francezes, se saiba bem claramente em S. Pe-
tereburgo e em Pars, pelo que dever traduzir-
se a approxicjco franco-russa, se es reconhe-
cimentos exigtssem qae ella assnmisse ama no-
va forma.
Outros jornaes, porm, occopando se dasma-
nifeslagOas rasspphilas em Franga, procuram
quanto possivel fazer desvanecer o qae nellas
possa transparecer de intuitos aggressivos para
qualquer patencia.
Assim, o Novo Tempo, de S. Petersburgo,
diz que semelbantes manifeatagOes teem reves-
tido geralmente um carcter pacifico e que os
proprios partidarios da revanebe tem evitado
imprimir lhe em carcter hostil -no que perfei-
tamtn:e comprebenderam a iniengo do gover-
no rnsso que nao tem nenbum pensamento bel-
lico ; e qaiz apenas tirar a trplice allianga o* que
apenas porlesse haver de amragador para a paz
europea, pondo ostensivamente termo ao perigo-
so iso!amento da Franca.
Esta declaraco formal do Novo Tempo
urna nova ligo multo correcta que recebe o exa-
gero que a Franga tem pos'o as suas rcanife*
tagOes russopbilas, exag;ro qu; tet.. co'ncidi o
com a unovagao de ce, Us hostilidades da saa
imprensa com a Allemanha, especialmente con-
tra o imperador Guilherme.
Desde os primeiros dias da visita da eaquadra
franceza a Cronstad.que a linguagem da impren-
sa foi a do Novo Tempo e em todos os Drin-
des officiaea hoove por parte das 1 utoridades
russas o maior escrpulo em evitar as illusoes
polticas ; e no jantar de Peterhof hoove apenas
o brinde ao Sr. Carnet, e em resposta outro ao
czar.
A Russia qoiz proceder com a maior pruden-
cia e 'acto, pora ojo torir as sosceotibilidades
interaacionae3, qoe esiSo sanio agora propoai-
tadamifnie alvf jadas pela3 manifestagOes rasse-
pfail-33 em F acca.
*******^'**********M>
Qaando chegou ao palacio, o imperial hospede
[oi investido com a ordem de Chakra Kri, real
ordem siameza da presente dyaastia.
O principe Jorge da Grecia receben a gr-croz
do Elephante Branco.
O soberano de Sio deu um janlar em honra
do seu imperial hospede e comitiva. A esse
jantar assistiram os representantes diplomticos
da Gt Brelanha, Allemanha e Estados Unidos.
O consol russo em Hangkong prevente os jor-
naes daquella localidade de que o czarwitch era
espera va em Hongkong no yacht Pamiat Azova, o
qual seria acompanbado de Saigon pelos coura-
gados Wladimir, Monarch e Admiral Nakhamoff
e pelos cruzadores Mandjur e Koreyetz-
\r-% Principe herdeiro da Russia ficaria a bordo
do Pamiata Azova at desembarcar para se diri-
gir ao palacio do gorerno, voltaodo ao seo navio
.logo depois.
Ira para Canto no King Kuan, onde cumpri-
mentara o vice-rei Li-han-cbang.
O Mandjur e KereyetzacompanbariamoKiaang
Kuan at Wbampoa, e eoto sera escoltado at
a cidade por urna flotilba de canboneiras chine-
zas. Depois de urna estada dedeus 00 tres diaa
em Canto, o principe herdeiro partira para
Foochow, onde eaperava inspeccionar pessoal-
meute aa naos e feitoriaa dos negociantes russos
naquelle porto-
De Foochow, o principe imperial Beguiria para
Hankow.

O grao doque Migoel, primo do czar, que lti-
mamente casou morgonalicamente com a do-
queza de Merember, foi demitido do servigo
militar, bem como de todas as honras e cargos
oficiaes, e desterrado do territorio da Russia por
cinco aanos-
0 padre orlbodoxo qoe effectoou o casamento
vai ser demittido do servigo ecclesiastico.
Sua mi, a gr-duqaeza Olga, procurou por
todos os metes obter o perdo para o filbo e,
nao o tendo conseguido, suicidou-se com lauda
nom. O fado causou grande emogo em S. Pe
ersburgo.
A gr daqaez Olga Feodorcwna, esposa do ge-
neral feld-marecbal russo o grao-duque Migue'
Nicolajevich, princeza de Bade, irm do gro-
daqae reinante, nascera em 1839, e era conheci-
da pela sua altivez, a qual, por vezes, provocou
desagradaveis conflictos na corte com a detecta
esposa de Alexandre II.
Causou-lbe grande desgosto o casamento do
tilbo, e a impossibilidade de evitar a soa des 1-
tnigo, chorando de dia e de noite, at qae tomoa
a reaolugo de ae matar.
Ao Matin communicaram o seguate :
No dizer das pessoas melhor informadas, a
gr-duquea Olga dava, nos ltimos tempos,
evidentes signaes de desarranjo mental.
Quando sahio de S. Petersburgo para se diri-
gir Crimea, juren qae nanea mais tornara a
apparecer na corte de Alexandre III.
A dar crdito a certo3 telegrammas partcula
res chegados ahni, a gr duqueza ter-se hia en-
venenado em viagem, absorvendo urna dose for-
tissima demorphina.
Outros telegrammas asseveraram qoe ella se
suicidou com um punhal que trazia sempre
comsigo. Em qualquer dos casos, a morte da gr-
duqueza foi attribuida aos violentos desgostos
que lhe occasionaram, primeiro o casamento e
depois o despojo das insignias de seu filho.
(Continua)
LE ELE1TORAL
tus o texto da nova le votada
pelo congres so nacional
Por leiegcammai r<-ceuidjs de Trnk sor qaa ao dia 11 de aio o cz ,iw". en foi ferido per'o
de Kioto por mn japp^z armado de ociada, mas
quo o feria to 0S0 mortal.
O ag^ress": e"a m fa-,.a,:n, excriacdo aa
Icn-goe' i* ngeni- e poiida srbo"erna. O
mslvadj. leote sa-nuala caiada mas
foi drrobid, c o :i 1 uea^aluJa ?e.o principe
iorg? -.J.a :::o<
O tarioien.o uo piiaaltM beriulto da l.us-.a
nao toi grave.
A Nc* fn tn >a ttritMMjMM nihilistas o
atteutno coat o caarvfioli.
O princip' russo ^hflgara i f ingkok 'm S9 de
Air'.l oltao e (Bi cel :c d p-ande pom>a
pela rei de Sio, acompanbado pelo prncipe
herdeiro'da corda e por urna brllhante comitiva.
O Congresso Nacional decreta :
TITULO I
, CAPITULO I
Dos eleitores
Art. Io Sao eleitores os cidados brazileiros
rnaiores de 21 anuos, j qualifcados e alistados
conforme lei anterior ou que se alistarem na for-
ma de-ta 'ei.
l6 SSj ,d3iis brazile'ros:
l* Ca naacidbs no Brazil, ainaa qae de pai
e8trangeiro, nao residindo este a Bervigo de sua
naco;
i Os Albos de'pae brazileiro e os illegiti
mos de me brazileira, nascidos em paiz es-
trangeiros, si estabelecerem domicilio na Rep-
blica ;
3* Os filhos de pai brazileiro que estiver em
outro paiz ao servigo da Repuubiica, embora
nella nao venbam domiciliar-se ;
4 Os estrangeiros que, achahdo-se no Brazil
a 15 de Novembro de 1889, nao declararan!,
dentro de seis mezes, depois de ter entrado em
vigor a Constltuico, o anime de conservar a
nacionalidade de origem;
5* Oa estrangeiros que possnirem bens im-
moreis ao Brazil o i'orem casados com brazilei-
ras, ou lverem lboa brazileiros, coatanto qne
reeidam no Brazil, salvo si manifestaren, a in-
teog'o de nLo mudar de nacionalidad^ ;
6 Os estrangeiros por oulro modo naturali-
sados.
Os direito de cidado brazileiro f se
sojpeadiin cu pe km nos cases aqni partcola-
riados.
1* Sasoendem se :
a) por ncaoicir'sde phyeiea ou moral;
b) por condrunogo criminal, emquaato'du
i'arem os jcus efic:lt08.
f Perd?tr. se:
a) por Lataralisago em paiz estrangeiro;
b) por aceilas&o de ecipregc ou peoso de go-
bern bti-yi^oii-o, sem licenca de Poder Exacc*
vo Fed.l;
') por r,l> a3'i de creufa religiosa com o ax
o iientir-se de guilquor oous imposto por le
aos .-Vacos -
d; por a^e.agao de condecorsgdes ou iitoJ03
nobiarcljcos fcihange.iO.
38 N.iO pedao allstar-se eleitores :
Os m"a4tios;
2 Oj ansipi'atVi'Os;
3* Aa pr^g. >it nret.exerptuados os alumnos
_*.'. usrtilas ,^:iiU!>s de reamo superior;
4* Os religiosos de ordenB monsticas, comoa.
nhias, congregares oa commaoidadeo de qoai-
-


i




BjjBjB;

2
Diario de Pernambuco Sexta-feira 29 de Janeiro de i 892



euer denomiaago, snjeitas a voto de obedien-
cia, regra od estatuto que importe a renuncia da
laberdade individual.
CAPITULO II
Do alUtamento
Art. 2* O alistamento doa-eteiteres aer pre-
pralo por commissoee seeciouaes, e definitiva
ente orgaoisado am cada ouniapio pac umi
tommi3So municipal.
Art. 3o No dia 5 de Abril de cada anuo, os
siembros do governo municipal (cmara, inten-
dencia ou conselho) e os aeus mmediatos em
rotos, em numero igual, procedero a divisao
ao municipio em secges, em numero nunca in-
ferior a quatro, e eleigo de cinco membrog
tffectivos e dous suppleates, e3colhidos de entre
os eieitores do Municipio, os quaes formaro ca-
da urna das commisses eucarregada* do alista-
nenia na respectiva secco-
Na falta de numero igual da, immadiatos em
lotos aos membros do goverao municipal se--
viro os que existir, e na falla absoluta de
immciatos, a divisao do municipio em secges
e a eleigo das cammisses seccionae3 sero fei-
as suaeate pelos membros do governo munici-
pal.
Art. Va Dei diasantes lo designado ao art.
3\ o presidente do governo municipal e, na fal-
ta, o substituto legal, mandara allixar edital nos
tugare* mais pblicos e reproauz o na imprea
a, si bouver, convidando os membros do ines-
mo governo e seas immediat s em votos, em
numero igual, a comparecerem, ao dia e ti ra
deparados nesta le, na sala das sessOss do go-
lerao municipal para o fim de proceder di vi
sao- do municipio em secges e eleigo das
commi-'ses de alistamento.
Art. 5. Reunidos no referido dia os membros
o governo municipal e sea; immadiatos, proce
dero dlviso do territorio do municipio em
ecc'A e designaran lugar para a ins'.illigo
das ommusss, devendo tolas as Jeliaerao3-
er tonadas por materia relativa de voto^, ten
ao o prest tente o voto de qualidade em caso? de
sapate.
Art. 6.- Realida a divisao das 3ecga3, pro-
eeder-se ba eleiga das commiss's da-alista
tent, voiaado cada um dos membros presen
lw, em lista abartaeassignida, em quatro nomes
escolriid-is dte- entre os eleita-es do municipio,
conforme o alistamenio ltimamente feiio.
J i.- Sero declarados membros effectivos
das commisses o i-, 2-, 3\ 5-, e 6-, mais vo-
tados, e supplentes o 4-, 7- e 8-. decidalo a
orte em caso de empate.
% t.- Concluido o trabalbo de divisao do mu
aicipio e da eleigo das commis3es, lavrar-se
sa orna acta, que assignarao todos os p-esentes,
bo propno livro das sesses or linarias do go-
verno municipal.
| 3.- A divisao no municipio em sacges e a
ieigao de que tratam este e os artigos antece-
dentes se procedero, anda qu nao es teja com
teto o numero dos cidados convocados, com-
ante que se achem presentes pelo menos cinco.
Na falta deste numero, os presentes convida
Ao tantos eleitores quauto sejam precisos para
tompleial o.
Art. 7.- As commisses de alistamanto se re-
aniro no dia 21 de Abril, e darao comego a
>eus irabalbos.
a. 8.- Reunidos o? membro3 da commiss),
procedero a eleigo de presidente e secretario
s em seguida fara aquelle publicar pela impren-
ta, e, em falta desta aftisar, no lagar mais pu-
blico, um elital, em que declarar que vai ler
Jugar o alistamemo das eleitores, e que rao con
, jados os cidados que se acharem as coodi
- da lei a apresen:ar se perante a commisso
a a enviar os seus requenmentos devidameate
sstruidos, dos quaes se dar recibo.
1.- Quando o presidente da commisso dei-
lar, por qualquer motivo, de fazer a publicado
do referido edital, qua qucr das membros da
commisso poder fazel-a e bem assim os cida-
dos que se acnarem as coodiges legaes pode-
o, independente da pnblicigo do edi .al, apre-
teotar os seus requerimenios desde o dia da n-
Hallaga da commisso.
| 2.- No caso de falta ou impedimento do pr-
ndente di commisso, cera elle suostituido por
aquelle de entre os membros effectivos que eo-
lio for eleit. No caso de empate, a sorte deci-
r.
! Os supplentes eleitos na form do art.
5- servro s nos casos le impedimento ou fal-
Va dos membros effactivos.
As rUbsiituisOes fe faro ndepeudeote de avi-
so ou communicago dos impedidos, desde que
oostir aos substitutos a falta de qualquer naem-
&.-o t-ffectivo.
| 4.* Na falta dos supplentes, os membros da
commisso nomearo quem os substilua de en
He os eleitores da secgo
Art. 9.- Urna vez iostallada a commiaso. nao
joder, salvo caso de orga maior e fazendo as
necessarias not ti :ages, mudar o local dos seus
trbateos, que sero execotados em das succea-
iivo=, desde s 10 boras da maab s 4 da tarde,
durante o prazo de trinta das, contados do da
i^tall gn.
Art. 10. A commisso comecar pela revisao
so atis.amcnlo anterior atix de transportar para
o novo, indepeoieate d requerimeato, todos os
aomes de eleitores que resilirem na respectiva
wcyo.
raragrapho nico. Para tal fim requisitar
'la autondade competente copia autbenuca do
listamente existente no municipio e, extrabi-
loa dmle os nomes dos eleitores da secga, en
liara uaia copia da lista assim formada a cada
sma das oatras commisses seccionaes, atim le
lar =e a iocluso do mesmo nome em mais
ie urna sccco.
Na falta de copia autbentica do alistameato,
ra qualquer copia manuscripta ou impres-
te que possa ser -ubstnuida ou autbeoticuda.
Art. 11. As commuses nomearo e3;nvo
ii hoc para o langamen'.o do alistameno, das
actas i de iodos os papis necesarios.
Ar:. l. O alistamento e as actas sero lin
fados no livro propno-, aberto pe'o presidente
. tverno munr;ipal e rubricado por este e
pelo primciro dos inmeJia.os en votos, que li-
fir :jado parte na eleico das cammiss-s
Na falta deste livro, servir qualquai ouiro
j.-rto pjlo presideate das cimmi33ees e ruri-
cado par este e pelo quinto membro da mesraa
toaoBissao.
Art. 13. Smente no ali:'-a:neato da secco
m que twer a sua resideacia habitual ou do-
micilio poder ser incluido o cidalo que re-
querer a sua qualilica;o como eleitor.
5 i." Para que ee consilere o cidadSo domi-
;iliado na ecgo, necessarij que.n :11a resida
pelo menos durante os aous mezes mmediata-
xaecle anteriores ao da da qualidcaco.
| i." Os cidados que residirem a menos
lempo que o exigido no paragrapbo anterior,
ero alistados na secgo em que antes resi
diam.
3. Os cilado3 qae, viados de paiz estrao-
;eiro, de ou'.ro estado, ou de ontro municipio
ao mesmo estado, estaoelecerem-e na secto
aianif'Stando animo de ah residir, sero alista-
dos, quaiquer que sejs o tempo de residencia,
na poca do alistamento.
Art. 14. A coaamisso nao poler alistar
em requerimento ou pr cunb ;imento propno,
unda mes no que tenlia o ci Jalao ootonameate
as qoalilades de eleitor.
TamDom nSo poder elimina'- o nome do ci
isdo inclu lo na anterior qualidcaco.
Art. 13. At o ultimo dia do prazo do art. 9",
a commisso receber os reqnerimeniG3 para
ioclasap no alistamento. Em cada reqaerimento
nao poder figurar mais que um cidado.
Paragrapho nico. Podero tambem at esse
aba pedir sua incluio, em virtude de mudanca
te domicilio, os cidadios j alistados ba mais
lempo em outra secco do municipio.
Art. 16. Para que possam os cidados ser
analificados e ansiados pela commisso, in-
aispeasavel que perante ella provem:
a) que sabeni ler e escrever, servindo de pro-
va o reconht cimento da lettra e firma do re-
auerimento, acnando-se presente o requerente,
a propna mesa far esse recoabecimento ;
b) que tm 21 aunos de idade ou que os com-
alettm na data da organisacto defiuitiva do alia-
lamento, servindo de prova a respectiva certido
eu ontro qualquer documento que prove a maior-
Idade civil.
Art. 17. O cidado j qualifleado que reque
rer a sua incluso, por mudauja de domicilio,
dever exhibir o seu ti talo de eleitor ou certi-
do de haver sido qnalificado em outra secco.
Art. 18. Nenbam requerimento aera receido
aela commisso, sem que delle conste, de modo
expresso, alm do nome, idade e residencia, a
roffsso, estado e filiaco do alistando.
Art. 19. O p-esidente da commisso far la-
vrar. diariamente, acta dos irabalbos, menao-
aaado as iaclasOes e as nao iaclnses, que fo-
rera seailo decididas, bem como as faltis le
cooinacecimeato, justificadas ou nao, e as suo-
titatolaa'dos aaaiabfo* ds. commisso.
Na ultiaia acta sarao mencionados, coreo in-
formaco, oa nonwa dos eleitores fallaeidos, dos
que tiver^-in mudado de domicilio com declara-
o do novo domjciliu e dos que tiverem perdi-
do a capacidad palluca e- os aaro* que ti-
imam na qutitcacao anterior.
Art. 20. O alistamento geral aera orga'iisado
por seorOes de municipio, collocando-sa os no
mes dos eleitores em ordem aipbabetica, nume
radas xuccessivarneute, com a nlicagao da i la-
de, estado, protisso e fiiacD.
Art. 21. Termiaado o alista nenio, seria elle
langa lo no livro de que trata o art. 12 e assig
nado 'pela commisso, sendo em segu la coufe
ndo com os documentos que Iba servirim de
Dise e autbentica pelo secretario da commissaj.
Do alistamento far o presidente extrabir
doas coplas, umi, que ser pub i^ala p?lo jor-
nal que se imprimir mais pnxirao da secco e
outra por eliial uflixiio m logas mais publico,
no prazo de oito dias, e reuetter, na inesua
occasio, ao presidente do governo municipal os
livros do la');ame:ito do alistamento e das actas
e tolos os documentos que serviram de bise ao
alistamento
1 D) edital a que se refere este artisocon-
starao igualmente osnomas dos cilil)-; cojos
requenmentos nao foram deferidos, assix. cono
a informado de que trata o art. 19 soore js qua
tiverem fallecido, mudado de domicilio ou per
dido a capaulade poltica.
2o Do officio da rene33a d03 livros ao pre
siaea'.e do governo inunicipil, que sen assigna-
do pela conamissao, dever cuns^ar a publicago
do elital e o da em que teve lugr.
O presidente da commisso respmsivel pela
entrega ios livras do ah.-tamento e actas ao pre-
sidente do goverao municipal, aasim com pelas
suost:tui(es ou alteraces dos uon.'s dos cidi-
dos nelle qualiticidos.
Art. 22. Sero mantidos no alistameato os elei-
tores an-iln.labc.os, quiiidca los em vitada da
lei n. 3029 de .9 de Janeiro de 1881, salvo si ti-
verem perdido os direitos po'iticos ou lelles es-
.tiver. m suspensos por algnmadas causa espa
aneadas no art. 71 da Consiitui^o.
CAPITULO 111
Da commisso municipal
Art. 23. Em cada municipio da Uoiao haveri
urna comm^so municipal, composta d presi
dente Jo governo municipal, como presdeme, e
dos das coTNBissGas seccionaos, quil ccmpsii-
ro as attribuie.Os definidas na presente lei.
l.u Si ausencia ou impedimento do presi-
dente, ser este substituido pelo m-mbro mais
votadj lo mesmo governo, e, na falta de qual-
quer dos presidentes lis conmisses seccin es,
sera este substitu lo pelo membro mais votado
da secco a que perteocer o presidente que
faltar.
| 2. Ni ordem das substituidas sero chi-
ma tos os substitutos legaes.
Art. 24 A commisso municipal sa reunir
no edificio do governo municipal no da 10 de
Junbo, para dar principio *os seus trabalhos.
l. Reunida a comnsso municipal, servin-
do de secretario o funecionario que esse cargo
exercer no goveroo municipal ou qualquer oa
tro fuaccioaarij mjoicipil designado pelo pre-
sidente na falta daquelle, la'rar-sa ha a;ta uj
livradas ajssOes ordinarias do mesmo gaverao,
a anal ser assiguaaa por todoi os presente*.
2.* Si at ao da da iastallaco da cjii.uu
sao nao tiverem as commisss seccioiaes re-
tniUdo todos o livros, o presidente da commis-
so **munici pal os requisitar immadiatimente,
sem prejuizo das suas reunios ordinoriac.
3. iastaliada a commisso mumcipal, far o
presidente, no da immediato, puhlicar pela im-
preasa, e, na.falta, por editaes atusados asa lu
ares mais pblicos, a sua reunio, declarando
os lios desta.
4 A commisso municipal trabaiha-a con-
secu.iv linate durante vinte dias, das 10 horas
da maab s 4 da tarde, em sesses puolicas,
como as commisses se;cionaes, lavraado-se
diariamente umi acta em livro especial, na qual
se mencionar quaato occorrer.
Art. 23. A' commisso municipal incumbe :
I. Rever os alistamentos preparado pelas
CommissOes seccionaos, devendo ex luir os ci-
dados que n.'io tenham prova lo as qualidades
de eleitor e eliminaros mencinalos oa inform i-
go de que trata o art. 19, desde que haja prova
de fallecimeato, mulaaQa de domicilio ou perda
de capacidade poltica:
II. Resolver as reclamac&ss qae forem pra-
sentadrts sobre as incluso < adevtdas e as nd
me uses, sendo que estas s poler) ser apo-
sentadas pelo prejudicado oa por seu procara-
dor, e aquellas por qualquer eleitor do inunci-
pio, deveado todas ser por escripto.
1 Todas as reclamices despachada? se-
ro mencionadas na acta do dia e publicados no
se.'umte por edital.
2." Nenbum requerimento apreseutado em
urna sesso poder ficar sem despacho, por mais
de 48 horas ; ede todos .os qae forem aposen-
tados commisso o secretario dar recibo, si
a pane o exigir.
3." Durante o prazo dos seus trabalhos a
coiamisso far a rev-.so d.n alistameato em li
vro.especial para cada secgo, e, no ultimo da
oa at o 13* da subseqoente, far o laucamente
geral em i.vro prop-io, aberto, rubricado e en-
cerrado pelo presidente, guardando se a ordem
numen'a das secces e a ordem alpbaoetica e
numrica constantes do langimeau das com
misses ssccionaes.
4.* Concluido o lanamente ser conferido
e assignado peljts membros presentes, extrahiu-
do-se immedhtamente copia, qua dever ser pu-
blicada dentro de oito das pela imprensa, e, na
falla, por edital firmado pelo presidente, deven-
do constar de taes pubficaces qae aos interes-
sados cuba laterporos recursos legaes. A co-
pia do alistameato ser assi^aada pelo secreta-
rio e rubricada pelo presidente em tolas as to-
tease
J o Os livros e papis das conm'35e sec-
cmnaes e da commisso muoicipil ticaro sob a
Kuarla do goveroo municipjl. e dalles sero
iala9 as certi Ia3 plidas indepealenle de re-
quer,meato e de despacho 1*. seu presideate,
seado Ihito ao secretario cobrar po? ti83 certi
l-s o< mesmosemlamenos que couberam aos
escrives do qjvel.
6 Qaalqaer eleitor poler ver a acta diaria
dos irabalbos da commisso, para informarse
dos despaob03 e decises proferidos.
7 Do alistamento sero extrahida3 duas
copias e reniettidas ama ao governador do esta
do e outra ao respectivo juiz"seccional.
No Dist rielo Fed 'ral sero rem9ttidas ama ao
ministro do interior e outra ao respec'ivo juiz
seccional.
CAPITULO IV
Do recursos
Art. 25. Das decises da commisso munici-
pal, inclaindo oano lncluindo cidado no alis-
tamento, eliminando oa nao, ex officio oaa re-
querimento de ei iteres, naver sempre recurso,
sem effeito suspensivo, para umi junta elaito-
ral, na capital dos estalos, que se coaipor do
juiz seceional, de seu substitutoe do procura lor
seccional.
I. A jnnta se reunir! na sala das anuencias
do juiz seccional trinta e Cinco dias precisamen-
te depois daquelle em qua se devem ter instal-
lado as commisses municipaes, e traba hir em
das consecutivos das 10 horas da maoh s 4
da tarde pelo tempo necessario para d-iciso da
todos os recursos interpostos.
II. Ao juiz seccional incumba fazer as coa-
municages ou requisig's e dar aa pro vi len-
cias iadispensaveis para a composigo e'iostal-
la;o da junta.
1 O reeur30 poder ser iaterposto t
a) pelo cidado ao iacluidoou eliminilo.
b) por qualquer eleitor do municipio, no caso
de iocloso iadevida oa de nao eliminadlo '
% 2. O recurso por iocloso iadevida oa ao
> iiminaco s poler referirse a um cidado,
oo ficando prejudicaaa a sua interpiiigo pela
apresentaco de outro sobre o ruesmo indivi u >.
5 3 Todos os recursos devero ser interpos-
tos no prazo de oito dias, coatados da ptawlca-
gao do astamento geral do maoicipio, por peti-
go apre3entada ao presidente da commisso
muntcipal, que dar recibo ao re Trrente.
4 Findo o prazo para apresentaco dos
recursos, o presidente submettera a materia de
cada um deliberago da commisso, o, si esta,
oo prazo de mais tres dias, ainda manliver a
decisao recorrida, o presidente enviar, o recar-
go junta eleitoral, registrando-o no crrete.
| 5. A junta eleitoral de recurso 6 obrlgada
a decidir, dentro de dez dias, os recursos qae
Ihe forem eatregues pelo correio.
J6 Immediatamenta aera devolvido ao pre-
ente da commisso municipal o recibo do
crrete, asiignalq pelo juiz seccional ou por ou-, anuos viveu fra da vid poltica ; ha mezes,
tro dos membros da junta, como prova da en-lporm, tornoa-se notavei pjr um discurso maito
trega dos papis da recurso, e o presideate o re
meite- aa recrrante.
5 ?' Esgotalo o prazo dos dez das sem ha-
ver a junta proferido senteuga, eateader se-ha
prvido o remrso; e, tanto oeste, como ao caso
de proferir senteng, devolver os papis pelo
correio commisso municipal, aOm de se faze-
rom as precisas altaragees oo alistameato.
8 No caso de ser negado provimento ao
recarso, o presideate da commisso municipal
entregar a oarte os documentos apresen tal is.
At. 27. Quarenta das depois de publicado o
alistamento (art. 23 J 4) pala commisso muni-
cipal di capital e sesseata dias depois da publi-
cago feita pelas dos outros municipios, reuair-
se-bo ellas pura a concluso do alistamento, in-
clua lo ou ezcluiado oj contestados, conforme a
santeng dajuuti, lvenlo este irabalbo termi-
nar no prazo de cinco das, fi lio o qual lavrar
se-ba urna acta, onde se declararo as alteragas
feuaa; langaado-se as averoags necessanas,
em seguimento a cada noma no livro resp ;-
ciivo-
1. Concluido por tal form o alistamento e
puolicado um elital relativo s alteragas orde-
n i las aas se engas, se extrahiro tres copias
da todo o alistimeoto, das quaes una ser ra
mettida ao ministro do interior, outra ao gover-
oo do estado e outra ao juiz seccional.
2. O ministro do interior mandar impri-
mir a mesma copia e remetiera o original se-
cretaria da Cmara dos Daputados.
3." Concluido, o alistimeoto, a commisso
muc.icipal mandir iinme talamente traascrever
no iivro de notas do tanellio a lista dos eleito-
res qualificados, da qual dever dar certido a
quem a solicitar.
CAPITULO V
Dos ttulos dos eleitores
Art. 28. Ao presidente da commisso muni-
cipal incumbe mandar preparar iivros de tal -s,
conforme o modelo o. 1, dos quaes sero extra-
nidos os litotes dos eleitores.
!. 03 ttulos devero contar ialicaco do
Estado, comarca, municipio, secgo a que per-
teocer o eleitor, noma, i la le, estado, liliaso,
protisso e numero de ordem no alistameato.
2 o Depois de assi^aados os ttulos e rubri
cadas os tal n pelo presi late da commisso
maaicipal, sarao aquellas remanidos, pelo meio
mais seguro, aos presidentes das commisses
3eccioaaes, para que estes fagam a eitrega aos
eleitores ou aos aeifs procuradores, devendo para
isso ser iadicado por edital o lugar onde pode-
ro recebel os.
3 Os ltalos devero estar diariamente
di-posigo dos eleitores no mesmo edificio em
que fenecinos a commisso seccional, das 9 ho-
ras da manila s 3 da tarde, vate das pelo me-
nos antes de cada eleico, e ao sero eatregues
sem qae o eleitor ou seu procurador o assigoe,
deixando ficar recibo; sendo admitido a assig-
:i ir pete eleitor que nao pu ler escrever, outro
por elle indicado.
4. No caso de extravio ou erro, poder o
eleitor reqnerer outro titulo, que Ihe ser dado,
com a declarago de ser segunda va, averban-
do-3e aquella nos tales do antigo e do novo
titulo.
O titulo errado lijar archivado na municipa-
1 idade.
i) 5. No caso de demora ou recusa de eolre-
ga dos ttulos por parte dos presidentas das com-
misses secciooaes, o eleitor poder requerel-o
io da commisso municipal, o qual providencia-
ra de modo a ser entregue m mediatamente, po-
den lo expedir por si mesmo novo titulo.
No caso de demora ou recusa do presidente da
commisso municipal, o eleitor lera recurso para
a junta eleitoral do respectivo Estado.
(Contina).
CORRESPONDERAS
Oo Diarlo de
Pernambuco
de Janeiro de
PORTUGAL-Lisboa, 18
1892
Declaro'u-se oo dia 12 a crise inicisterial, cri-
se que aodava latente, pela sbila do Sr. Ma-
rianuo de Carvalbo, ministro da faiendo.
No da 14, mallograJas as diligencias do pre-
sidente do conselno, o general Abren e Souza,
para encontrar quem tomasse coota daquella
pasta, pedio todo o gabinete a demisso colle-
ctiva.
Aceita esta pelo chfe do Estado, foi o Sr.
Coode le Valbom, ministro dos estraageiros de
missionano, encarregsdo de orginisir urna no
va situago; convidou diversos horneas publi
eos, mas como os orgos progressistas se man
festaram desde logo abertamea'.e hostia a um
gabinete, fosse elle qual fosse, presidido por el
le conde, eatandeu que nao devia proseguir as
suas diligencias, e no dia lo foi participar a Bl-
rei que declinava a misso que Ihe fra con-
fiada.
Nessa mesma noite, altas oras, foi chmalo
ao p i.-so o Sr. conseloeiro Jos Di-a Ferreira,
que aceitn sem reluctancia o encargo que o re;
Ihe deu de formar um gabinete. A conferencia foi
tenga.
V se qae este antigo estadista estava preve-
nido para a eventaahdade. Decididamente a
op.nio do soberano que a situago que so:
cedease demissioniria ao fosse acceataada-
mente regeneradora aem progressista, mas ex-
ira-nrogressista tambem, como as duas prece-
dentes.
E' boje, segunda feira, que o novo ministerio
se deve ap-esentar ao parlamento.
Sabbado, '.arde, j o gabinete estava organi
sado do seguinte modo :
Presidencia e reinoJos Dias Ferreisa;
FazendaOhveira Martina;
EstraageirosCosta Lobo;
Obras publicasVisco ide de Chaaeelleiros;
astica e negocios ecclesiasticosBispo de
Bethsaida, D. Antonio Ayres de Gauveia Oso-
ria;
Guerra-General Furtado Coelho;
Marioha e ultramarFerreira do Amaral.
Urna idea sucinta acerca das individualidades
que, -i.ii'.i difficil coajunctura tiveram a cora-
fem verdadeiramente patritica de aceitar o pe-
sadissimo encargo de constituir governo:
Jos DiasFerreiraAntigo lente da Un varaida
de da Combra, antigo jornalista. antigo minis-
tro, abalisado jurisconsulto, poltico antigo, d
cano no parlamento, tnutto versado na pratica
do3 negocios do Estalo, incisivo de ironas como
orador parlamentar, enrgico at dictadura,
decidido at revolta, intransigente, a ponte de
preferir viver s a estar em ms companhias.
Goza de muito prestigio pessoal. Ha mais de 20
anuos que aspirava ser presidente do conseibo
de minisros. Chegou a occasio.
Oliveira MartiusNunca foi ministro; mas o
seu nome tem sido sempre lembrado as occa-
sies difficsia. Historiador de grande alcance,
pnilosopao e economista. No parlamento tra
raro usar da patarra, mas quando quer, elo-
quente. Retiroa-sa das posigas mas avaogadas
da poltica para escrever llvros e artigos para
jornaes. Uns e outros' sao sempre muito apre-
calos. O Sr. D. Carlos profeasa por elle since-
ra e particular estima.
Vi3conde de Chancelleiros (que s depois des-
ta carta expedida saberei definitivamente se
aceita)E' o que em Franga se chama um gen-
Ulkomme campagnard. To affeito rudeza dos
campos, como aos primores da cortezia. Passa
quas! lodo o tempo as suas propiedades vi-
nriateiras da Cortesana, retirado das luelas po-
lticas. De quando em quanlo aopareca no
parlamento coa par do reino hereditario, e to
ma parle activa as pugnas polticas. Os seas
discursos, maltas vezes paraloxaas, as gran-
des ocoasies su ouvidos pom religiosa atten-
co, porque um graude argumentador e um
natriou de lei. O que tem para dlzer dil-o, sem
reservas, sen poaptr ps que erram. Nao fa-
cil rfzel o mudar de opiaio. Foi j ministro
com o Duque d'Avila, no tempo em que se for-
mavam gabinetes de iransmisso.
Costa LobaPar do reino tambem carcter
muito saraeibaute ao lo precedente. Tem ares
d lavrador quando falla, mas tratado de parte
um perf-ito genUemoH. E' muito original nos
seus discursos parlamentares, onde raro que
oo veuba apelo algam aplogo. Nunca foi mi-
nistro; mas aflirma-se que bom diplmala, de
maita erudicSo e apaixonado pelas viagens.
Bispo de BethsaidaQuando era professor de
direito na Unirersidade tinha grande reputago
de liberal avaogalo. Aborrecea-se da carreira
do magisterio, tomn ordens ecclesiasticas e fi
zeram n'o bispo, apezar da m vontade do vati
cano. Antes de ser padre foi presidente da c-
mara electiva e foi mioistro. Daran'e muitos
frisante que fez na cmara dos pares, em qae
biteu desapiedadamente nos regeneradores e
nos progressistas, valeodo loe esse discurso re-
presalias furibundas na imprens de ambos
essffs pirtidos. Foi o seu programan para um
mioistro em occasio de granles difBeulda-
des.
Veremos o que dar agora.
Ferreira do Amiral: ofeial da rmala dos
mais disUnctos, e dos que me! i ir conhecem as
oossas colonias, porqua as tem percornlo como
governalor de dilTirautes provincias ultramin-
nas. E'oralor consciencioso como deputado,
porque os seas discursos sao estudos completos
sobre o assumpto da qae se trata. Poneos es-
clareceram como elle o nosso pleito, quando se
discuta o tratado com a Inglaterra e o tratado
com o EstaJo-Livre do Copgo.
Consideran u' > umi alta competeneia como
ministro da marinhi, em quastas co!oiiae3.
Tem fama de rispido e disciplioador. E' a pri-
meira voz qu: chamado' aos consalhos da
cora.
Esta apreciigo unnime em toda a im-
prensa.
General Pinheiro Furtido: Tem 80 annos.
Sahe um da mesma idade. Dir-se-bia a pasta
dos Nstores do exercito. Era inspector da ar-
ma de infamara quando foi convdalo para en-
trar para os conselhos da cora. Viveu semore
pa-a a vida militar e p ra os cuidados da toilett.
Nunca perteaceo a partaos, ao tem parlamen-
tar e acha-se ministro de una hora para a ou-
tra, pela forga da3 circum3tancias. recommenda
do apenas pelas suas boas tradigea de militar
pioposto.
Eis a summa dos aponte mea tas biographicos
Jos sete cavalheiros que vj arcar paito a paito
i ii urna das 3ituages mais esp riosis de qua
ha memoria neste paiz.
A imprensa acolheu benvolamente estes ne-
mes, sbretelo a progressista.
Parque sahio do miois'.eno o Sr. Manaano da
Carvalbo?...
Poique foi que essa exoaeragSo sa transfer-
a ou em derrocada?...
Procurarei resumir os factos, o miis qua ma
for possivei. Relaeionam-se elles com taatos
escndalos ao mesmo tempo, que as parases de
sensago badias que esto eacotadas ui3 redac-
gas das folbas diarias, que nao professavam o
conveacioaal minist-Tialism j extra-partidario de
que se tem feito, oestes ltimos lempos, mode-
rado emprego aa impreasa partugaesa.
Ahi vo, pois, dia a dia, e com o possival
nexo oa factea qua constituem o esteadal daaos-
sa roupa suja.

No dia 12 foi lila oa cmara dos deputados o
seguinte officio do Sr. Joo Cnrysnstomo de
Aoreu e Souza, enla ainda presidente do con-
relbv:
Mm. e Exm. Sr.Tendo o Sr. ministra da
fazenda pedido a sui exonerago, que foi aceita
por Sua Magestale el-rei, da gerencia da referi-
da pasta, teabo a honra da assim o participar a
V. Esc., e que achando-ae reunido o coaselho
de ministros para providenciar devidamente,
ao poder assistir boje sesso da cmara dos
Srs. deputados.
Daos guarde a V. Exc. Lisboa, 12 de Ja
aeiro de 1892. I lni. e Exm. Sr. presidente da
cmara dos Srs. deputados.Jao Chrysostoma
de Abreu e Souza .
Este officio determiaou o encerramenta da'
sesao.
No da seguinte foi lida na cmara dos pares
urna carta igual a que fra dirigida ao presiden-
te da cmara dos deputados.
Tendo sido o S-. Abreu e Souza encarregado
de prover definitivamente pasta da fazenda,
bateu a diversas por'aa.entendea se com varios
horneas pblicos, mas foram baldadas as suas
diligencias. Reuni ento os seus collegas e
resolveram estes dar a demlsso collectiva do
gabinete, indo s cmaras no da 14 fazer as
suas declarages.
Effectivamente, depois de aberta a sesso na
cmara dos deputados, o presidente da cmara
disse que oo estando presente o Sr. presidente
do coaselho, interrumpa a sesso at elle cha-
llar. Ponco depois entrando na cmara o Sr.
Abreu e Sonza, leu as explicages que tioba a
communicar.
Eis aqu a sua ccmmuni;ago:
Sr. presiden le.Em conselho de ministros
que se realisou na seguuda-feira ultima, o Sr.
conaelbeiro Mariaaao Cynllo e Carvalbo decla-
rou haver feito companbia real dos caminhos
de ferro alguns adiamantemos, em importancia
toial ao inferior a 13 milbes de francos, sem
conhecimento dos seus collegas no ministerio e
sob a sua exclusiva respoasabllidade, que dando
s agora coahe nmento aos seas collega* destes
factoa que tiobam de ser consignados ao relato-
rio de fazenda, desejava saber se o conseibo de
ministros quera tomar delles a respoasablli-
dade.
O conselho de ministros entendeu nao poder
tomar a responaabiiidade daquellis facas, pelo
que o Sr. conselbeiro Marianno de Carvalho pe-
dio a sua demiaso de ministro da fazenda apre-
sentada a Sua Magestade el-rei, que se dignon
aceital-a
Em vista dos facte3 expostes procuroa o mi-
nisterio completar se com a entrada para o mi-
nisterio da fazenda da pessoa competente para
gerir aquella pasta, e com a urgencia que as
graves circunstancias reclamam.
Para esse fim me dirig a alguns cavalheiros
que pareeiam reunir as condiges demandadas
paraum to importante como pesado cargo eno
tendo a fortuna de haver obtido a sna annneacia,
resolveu em seguida o governo apresentar a sua
demisso a Sua Magestade el re, que se dignan
aceital-a
Succedeu o que era previsto, por muita gente,
deade que o Sr. Marianno de Carvalbo candes-
cendeu em fazer parte desse ministerio. Em
vez de serena solidarios com elle os seas colle-
gas, sacrificaram-n'o ultima hora. E se por
ultimo resolveram padir a demisso collectiva
do gabinete, porque ao encontraram quem se
Ibes quizesse asociar, e o Sr. Morae3 de Cirva-
Iha baver reconsidralo quanto sologio de to-
mar elle coate da pesia da fazenda.
Prosigamos, porm.
O Sr. Mariano de Carvalho, visivalmeate
conmovido, mas sereno, priuciplou dizeadoqua
pe soaes, ms que ia dar as rase3 do seu proced-
ment.
Em primeiro logar cumpre-lbe declarar que
se conforma, na parte que Ihe relativa, com as
declarages do illuslra chafe de gabineta de mi-
sionario ; nao se conforma com o resto, porque
delle oo teve coahecimento como a explicago
dir que nao minlou entregar nenhamas garan-
tas companhia Real dos caminhos de ferro
portoguezes ; mas sin mandn pagal-as aos
credores da mesma companhia.
Passando a explicar as razes do seu procedi-
miento, sem a menor pretengo de criticar actos
alheios, nm com o intuito de ae fartar a res-
ponsibilidde qae pesam sobre elle e qua bem
reconbece saretn pesadissimas, disse a r indis-
pensavel que a cmara comidera qual a situa-
go que encontrn, e quaes as difficuldades com
que luctou e quaes os resultados obtidos.
No dia seguinte quelle em que tlnba sido
convidado para ministro da azeaa e acceitou
este encargo, perguntou Ihe ama pessoa a ideia
qae elle fazia da situago, e elle responden :
E' um pogo muito fui lo e nao sel sa sarei
dalle ; mas se eu l ficar, e espero qua assim
tenba de succeder, fique eu s ; mais fique
salvo o paiz. >
1 E' essa responsabilidade a nica consolago
para sua existencia.
A siluaco descreve-se as suas diferoates
pbazes, disando-se o que existia e o que se
tem feito.
E' estaba parte essencial do seu discurso ex-
traordinario, especie de canto do cysaa das fi-
nangas portuguezas :
c Encargos a que foi necessario occorrer no
estraogeiro.Coapon de 1 de Juina,, 2:373 con
tos: coupon municipal de Juina 140, couoon de
Oitubro, 1:803; coupaa da Janeiro, 3:373 ; coa-
pan municipal, 240; ao corretor Bardack dePa
ris, e para libertamento da obrigaces dos taba-
cos empenhidas. 720 ; dividas de bancos por-
toguezes j vencidas desde maio por obriga-
gas de 4 h que tinham vendido- ao governo,
1:330 ; resciso do contrata Baring, 3:150 ;
prata comprada directamente, 900 ; mpada com-
prada em francos, 324 ; pagamento ano Crdito
Lyooaais, 900; reformado por Bariag, 575.
Somma : 16:374 coates.
Se se iocluirem n'este numero saques do Ul-
tramar e outras diversas despezas pagaveis no
estraogeiro ticar aquella somma muito prxima
de dezasete mil coates de ris.
Quaes eram os recursos dispooiveis Apeoas
600 coates, restos do emprestimo dos tabacos
isto restos de 36 mil contas, a receber em 31
da Dazembro.
Isto pelo que teca situago externa. Na to-
cante situago iaterna, sabia a cmara, me-
te .r do que S. Bx., o estado da quasio.
O governo allantara Companhia Real dos
Camiahoa de Ferro 1:512 cornos, ao Banco Lu-
zitano 1:583 eao Banco do Povo 50 cootoa.
A situaga do Banco da Portugal de tod03 era
condecida.
Para occorrer s necassiiades dacirculago
nao havla notas bistante3; nao bavia mesmo as
cdulas da cobre ; nao bavia recursos para es -
taaelecer asituagl Aluciara.
Emanante aos outroa biacos lisbonensasum
estava em moratoria, outro entregara-se ao tri-
bunal lo commercio.dois estavam solidos, mas
um banco nao resiste a urna corrida, por mais
soda que seja a sui situago.
Os banco do Parto, BragaeGuimares tinham,
em -i nac pi de Jaiba : em circulagn (notas)
1:917 coutos ; em Iep03ites vista 2350 ; pro
missonasj vencidas 8.9 ; somma : 5:823 con-
tes. A abater : recursos dispoaiveis. grande
parte dos quaes em notas, 2:321 A descoberto
2:964 coatos. Afora aa promissarias ] ven-
cidas.
A seguir estalava a revolta de 31 de Janeiro ;
su-gtram outras dificultades.
En summa, a situago apresantava-se de tal
moda psruosa, dentro e fra do paiz, que ao
mus asigdifieau'.e abalo soverter-se-iam,fo-
veroo, baacas, o Estado, as nstttuig a, e at a
inlependeacia aacioaal.
Foi eatio qua se resolveu a partir para Pa-
rs, oada alcan;ou recursis ari acudir s pri
meira3 urgencias da thesauro, ma3 sujeitaaio-
aa a condiges que repugnavam, nao s sua
qjalidade da ministro, mas ao propno cora;o
de patriota.
Pas^ou hars amagurada3, a3 quaes n,":o da-
sej mesmo aas seus mais tigadaes nimigos.
Sujeitou sa a essas condiges, porque o coupaa
da Companhia Real dosCininhos d Ferro oo
fas.se paga, nao palera o masouro pagir o cou-
pon do Estte.
Poude obter ento os raa03 precisos para pa-
gar aos credore3 daCj-npanhia Real.
Teve grandes basitagas, mus foi obrigad%a
cedez torga das circumstancias.
Paderia em Julho, certa, aposentar em can-
seibo da miaistros a situag j do paiz em toda a
sua nuler, e sair lo ministerio varraa^o a sua
testada ma3 previa que o resultado seria urna
urna enorme crise paor qaa aqualla que houvera
para a formago do mimaierio, ora demisalona-
rio.
Tres vezea esteve o paiz s portas da baocaro-
ta, evitada por seua eaforgos, a primein em Ju
aho, a segunda em Outubro e a terceita em Ja-
neiro deste anao.
E como enteade3se que a solugo preferivel
consista em pagar o coupaa, apresenlara esta
questo em coaselho de ministros.
Oa seus collegas, poram, nao quizeram assu-
mir a reapoosabilidade das actos que oraticara.
E' com essa e inteira responsabilidade que
elle, ora ter, Hca em remorsos. mas nao dir
sem magoas, que para si guarda.
Suppa que a sua carrera poltica est fiada ;
mas, esteja ou ao esteja toma as suas responsa
bilidades, e para isso tica sempre disposlgo
dos poderes pblicos do seo paiz.
Pediram a palavra em seguida os Sr3. Manoel
de Arriaga. Augusto Fu3en:ai e Eluardo de
Abreu.
Nao Ihes foi concedido porque o gabinete es
lava dimisionario. Houve protestos.
O Sr. Fuschioi exprobrou covardia poltica (sic) dos collegas do Sr. Ma-
riano de Carvalho, que assim o tinham alijad.
qi.ando lhes cumpriria ser em todos solidarios
com os actos delle.
A sesso acabou em tumulto.
O goveroo demisslonano fai em seguida a
cmara dos pares, onde se reproduziu a mesma
declarago do presidente do conselho, e onde* o
Sr. Mariano de Carvalbo fez outro discurso, as
suas liohas geraes semelhantes quelle de que
ah tica um extracto succinto.
Na enmara dos pares tambem o Sr. Augusto
Jos da Cunha pediu a palavra, mas do mesmo
modo, o presidente, por iguaes motivos aos que
teve o preaidente da cmara doa deputados. Ih'a
recusou, levantou a sesso, e dando como razo,
especiosa ao Sr. Cunha que tinha concedido
palavra ao Sr. Mariano de Carvalho, porqu- o
decreto da sua exonerago ainda nao tinha ap
parecido ao Diario do Goveroo.
. Comava o Diario Popular* de 16 que tem
sido enorme a concurrencia de individuos de to-
das as classes da sociedade, que teem ido cum-
primentar a sna casa o Sr. Mariano de Carvalho,
ou deixar-lhe 03 seus carte=.
Nao admira, o Sr. Mariano de Carvalho tem
muitos amigos pessoaes.
Desde o principio do mez que todas as atteo-
ges teem estado volta las para a Companhia
Real dos camiuhos de ferro portugaezss, seado
esperado com aaciedade as resulugas qua de-
viara aer tomadas na assembla geral fixadi pa-
ra 7 do correte.
izia-se, com algam fundamento que a Com-
panhia Iteal conseguir laucar as primeiras ba-
ses para um accordo com os accionistas franee-
zes e como syndicato dos portadores de obriga-
ces.
Os tragos principaes deste accardo eram :
Suspeaso do pagamento do coupon durante
3 aunos. pagamento que seria feito nos 6 annos
subsequentes, juntamente com a prime* de urna
porceatagem sobre os lucros da Compaahia;
Emisso de obrigages com partilha nos lu-
cros, durante um determinado periodo de annos,
em numero bastante para o pagamento nos cr-
ditos exigiveis, bavendo obrigage3 de primeira
hypotaeea para os credores privilegiados, de se
gunda para os outros credores e para os actuaes
obrigatorio3, e ficando pendente d ulternrapre-
ciagaa a divida fluctuante e as responsabilidades
individuaes;
Entrada para a direcgo de mais accionistas
estrangeiros o de delegados dos portadores de
obrigages, de forma a ficarem sendo elles pre-
ponderantes-
Pelo menos era isto o que, por fra, constava.
Todos desejaram ver que ficava resolvida satis-
fatoriamente a situago precaria da Companbia
Real, que to grande influencia tem tido sobre
o crdito do Estado, porque cima dos grandes
interesses particulares, que se acbam ligados
essa empresa davem estar .03 intere3ses da na-
go.
Como se sabia haver projecto3 de nm accordo
entre Companhia e um grupo da obrigatorios
francezps, que se suppunbam representarem orna
grande parte das oorigaces emittitas, bavia,
antes da primeira assembla geral grandes es-
perangas de urna solugo rpida e satisfactoria
para toos.
Passaram se parm all cousaa phaatasticas;
trociram se objurgatonas medonbas e insinua-
ges medonbas aa assembla geral,
Em vo a presdemela tentava maater a ordem
na reunio, mas a torrete das revelages ia se-
guindo impetuosa ao sen caudal de accuaagas
laociaantes. Qaasi se perderam as esperangas
do projectado accordo. Nomearam-se commis-
ses para tratar com os representantes das jobri
gateras; mas apurou se que essea obrigatorios
se acbavam representados na assembla geral
oa proporgo de um meio por cento alas obri
gagas emittidas;isto [, sendoo numero del-
tas superior a 680:000, apeoa3 esto represen-
tadas 13:000 I
Qae transaego se ha de fazer com os obriga-
torios representados teessa exigua proporgo f
Querer toraar oorigativa, para a totalldade,
ou pela manas para a materia dos porta la res
de obrigages. a resalugo tomada por um in-
signia eantisaimo numero de obrigatorios, chega
a ser cmico.
E asaim se vai perdenda o tempo e se deixa
aggravar a situago da Companhia e tambem a
s.iuigo do Estado, que to loucamente deixou
ligar ao seu crdito no estraogeiro o crdito e os
desatinos daquella empreza.
Assonlhidos os escao talos que por l iam, e
que seria longo enumerar-Ibes, mas em que se
v estarem compromettidas muita3 pessoas de
representago; levada a questo da tempestuo-
sa aaaembla geral para a impreasa e da im-
preasa para as cmaras dos deputados, e dos
pares a opiaio publica ficon alvorocada.
A seasao parlamentar em que um dos mem-
bros da assembla geral da Compaahia Real dos
caminhos le ferro portuguez. que tambem de-
putado s cortes, rompen os diques da sna in-
dlgnago, aformando a cmara das irregulari-
dades que serviram de assumpto aquella ruido-
sa reumio, foi ama sesso de escndalo. Alm
daquelle deputado, o.Sr. Luciano Montero, t
outros como o Sr. Laraujo e mais alguna de cu-
jos nomes agora aroman record, soltaram frasea
mnitissimo enrgicas. As revelages iatima3 do
Sr. Marianno de Carvalho, ministro da fazenda,
com a Copanhia Real eram sabidas de todas ;
mas a materia sem Ibe pronunciar o noma aja-
don com exploses de ialigaaga os oradoras
que mais salieates se tiabam manifestado.
Foi ento que eutrou, visiveltnente commovi-
do, mas fazendo po- mostrar se tranquillo o Sr.
Marianno de Cirvalao, p-omettenao expliC3get
plenas cmara sobre o assumpto da demissa
que acabava de pedir:
Os leitores j viram cima essas declaracas.-
phostnma3 de um dos mais notaveis homens
pblicos desta paiz, e as qdes declarou ter
chegado o termo da sua carreira poltica.
Cumpre me accrescentar que 03 delegados doa
obrigatorios estrangeir.is aublicaram nosjoraaea
urna carta, datada de 12 lieale mez, e dirigida ao
presidente da aasembli g^ral das accionistaa
da Companhia Real das caminhos de ferro por-
toguezes e da commisso encarregada de estu-
dar um accorto cam os delegadas do? obrigato-
rios.
Nessi extensa carta dizam qia ;a ebriga-
da3 a retirar-se em vista do que tem pecarnd
as reunies de assambli geral daquella Com-
panhia. sem lerem obtilo urna offart seria de
satiafao s suas relages legitimas.

Foinomeala, par portara de 12 de3te mez,
ainda refereudada pelo Sr. conselhairo Francis-
co Castalia Branca, urna commisso-da syndi-
cancii aos actos da almiaisiragio da Compa*
nhia Real do3 caminhos da ferro portugoazes,
que tiverem relago com os mteresses do Esta-
o ou do pablica, que 3a refe.irem execugo
das leis e regulamentos em vigor e ao cumpli-
mento das disposige3 dos estatutos, ou qua dis-
serem re3pei o gerencia financeira da compa-
nhia; e malte espacia!manta a emissa e amor-
tisago de obrigage3, a e.upre/o de fundos, a
acquisigo de valore3 a a contractos de coaa-
trn 'ca, exploraga ou compra de liobas.
A uommt8sSa de syndicaacia comporta do
Sr. conselbeiro Antonio de Seipi Piaent-.-l, com-
missario regio junto da Companhia Real d03 ca-
minnoa de ferro portoguezes, conselhairo Er-
nesto Madeira Pimo, director ger eio e Industria, Francisco Perfeito de Magalhes,
ebefe da repartija1} dos cernanos de ferro na
direcgo geral das obras publicas e minas, Mi-
ooel Fraaciaco Vargaa, eageahelra civil Augus-
to Cesar Guimares da Silv, Io offieial da di-
recgo geral da contabilidade publica, serviod
o primeiro de presideate, o segando de vice-
presidente e o ultimo de secretario.
A commUso ioformar successivameate o
goverao d03 factos que fr apurando para se to-
marem immediatamente as providencias qne aa
circumstaocias reelamarem.
Duas cousas ba verdadeiramente extraordina-
rias nesta commisso. A primeira a informa-
gao do commissario repto (a que se alinde noa
considerandos da portara) o qual diz ao gover-
oo que ultima bcra ae fizeram accusags, qae
a serem verdadeiras. representariam nfraeges
das leis em vigor e dos estatutos da companhia.
Que fazia ento all o commissario regio, qae
s agora leu pelo que estava passaodo ba mui-
tos aunas, sena qne ella vase nada do que se fa-
zia? l
A outra cousa extraordinaria a nomeago do
Sr. A. de Serpa para essa cimmisso, que esse
mesmo commissario regio, que liaba a sea car-
go a fiscaiisago des actos da companbia e dos
teus estatutos e que deixou sempre correr o
marital.
O goverao determinau, no dia 12, em vista daa
queixas que chegaram a ser repro uzidas no
parlamento, de lerem sido deseocamiohados oa
fu os da baixa de aposentagaa dos emorega-
nos do caminan de ferro, que all .fosse o com-
missario da polica verificar se era verdadcira a
noticia do facto.
Foi o Sr. Pedro de Lima o encarregado desta
diligencia, com alguns policas da sua divisao.
Chamando os directeres actuaes, o commissa-
rio fez abrir o cofre das aposeotages e proceder
verificago dos vaiores qu elle coatinha.
Eocaotraram ttulos de 4 1/2 por cerno ao por-
tador, mas vio se qae o desfalque montava ap-
proximadamente a 130 coates de ris foi tes, qua
estavam representados po- um conhecimento
qae indicava um deposite, montante a essa som-
ma, no Banco Luzitauo, elfectoaio em ttulos
aenawlbantaa.
Venficoa o commissario qae esses ttulos ha-
viam ntrate no Banco Luzitauo.
Depois disto, continuando as suas indaga-
ges, averignou que os ttulos estavam empenha-
d03 no Monte Pi Geral. mas por um empresti-
mo feito a um antigo director da Companbia
Real dos Caminhos de Ferro Portoguezes, que
mais tarde foi capturado.
A proposta para esse emprestimo existe no
Monte Po Geral e foi tambem apprebendida pela
polica.
A direcgo do Banco Luzitano, no tempo do
deposito, era constitu :a par individuos, que
tamoem faziam parte do coaselho de adminis-
trado da Companbia Real.
O depoimento mais demo-ado foi o di-Sr. Vilo
dos Res e Souza, que simulianeameate a mi-
nistrador da Compaahia Real e director do Ban-
co Luz tao.
Na tarde de 13 a polica captaron e remetteu
para juiza o Sr. Res e Souza.
E' acensado do crime de infiel depositario, e
ao do levantamente de fazeaaa aibeia, como a
principio se disss nos jornaes.
Continen, por parte da polica, a investiga-
gao sobre os negocios da caixa das apresenta-
ges da Compannia Reai dos caminhos de ferro
portuguezes, empreando a polica todas as pro-
videncias necessa ias para evitar o desappare-
clmente de qualquer individuo, qua se suspeila
implicado nestes lamentareis a imentos.
Dia danlo noticias da crise, \ iaueava :
< J sa nao indaga quem h de para minis-
tro, mas quem ha de entrar ia ca lea!
Fot concedida Manca ao Sr !', s e Souza na
importancia de 200 cantas -i
Respon3abili3aram-33 por ella o Sr. conselbei-
ro Jao Jos de Meodonga Cort-z.. propietario o
par do reino na qualidade de fia o- e como seus
abaadores, solidarios na responsabilidade, oa
Srs. Constantino Jos vianaa, proprieiario e
Mark Seraya, negociante.
Todos tres sao directores do Banco Luzitano
Est averiguado qua o dinheiro levantado no
Monte Pi Geral com a caugo dos ttulos de
4 1/2 da caixa de aposentadlo da Compaahia
Real, entrn no gyro da Banco Luzitano e ao'
foi gasto pelo Sr. Res e Souza, nem pelo outro
director que figurou neste deploravel episodio,
que o Sr. marquez de Foz.
A responsabilidade do Sr. Res e Souza con-
ta-se ser a seguinte:
Aquelle senbor era em Janeira de 1891 direc-
tor do Baaca Luzitano e ao mesmo tempo di-
rector da'Compaahia Real-
Nesta qualidade, o Sr. Res e Socza e marquez
da Poz, igualmente director da Companbia Real,
propuzeram direcgo daquella Companhia se-
rem depositadas no Bsnco Luzitano os 2,565
obrigaces do 4 1/2 por cento.
Esta proposta foi acceita e approvada pela di-
recgo e as obrigages deram entrada no Banco
Lusitano.
Das depois em occasio em que o Sr, Reis o
Souza estava, como director de semana, de ser-
vigo ao banco, as obrigages sahiram d'alli e fo-
ram empeohadaa no Monte-Po Geral por 150
contos, assgnando a proposta para se realisar o
emprestimo o Sr. Mrquez da Foz.
No mesmo dia entravam na thesoorara do
Banco 150 cantos como consta do livro caixa
d'aquella casa bancaria, e que foram despendi-
dos em operages do mesmo Banco.
O advogado;do Sr. e Souza o Sr. Dr. Alvea
de S.
A's 4 horas e 10 minutos da tarde de 14 do
corrate dea entrada oo tribunal, acompanhade*
do commissario de polica, Sr. Pedroso de Lima,
o Sr. Marquez da Foz, qua foi preso tambem por
aquella,auiorldade em cumplimento de manda*
dos expedidos pelo poder judicial, por ser um
dos casos comprehendidos do crime de levanta-
mente de fasenda alheia.
A priso eectuou-se s 3 horas da tarde na
Companhia dos Caminos de Ferro.
Pedio lieeuga para escrever logo a sen sogro o
Sr. Conde de Cabral.
A nanga foi arbitrada em 250 coutos (fortes) o
roram fiadores do Sr. Marquez da Foz, alm do
seu sogro. os Srs. Alfredo Cordeiro Feyo e Ber-
nardo Raposo de Souza.
O Sr. Alfredo Corleiro Fajo nao pertence
nunca aos corpas gerentes do Banco Lusitano

*






I
I


i
Diario de Pernambuco Sexta-feira 29 de Janeiro de 1892
nem sequer accionista do referido estabeleci-
meato Dancarlo.
Ootro tanto acontece com o Sr. Bernardino Ra-
oao, qne nao occopa cargo algum no mesmo
soco.
Comecou ja o exame noa livros da escrlptura-
co da Companhia Real e da Gaixa de Soccorros
e aposentarles dos empreados, na estaco do
Roci.
A esse exame assistio o jaix, o Sr. Veiga, e o
delegado o Sr. Trindade Coelho.
Palla'se em que se proceder a captura de
mais lodividoos envolvidos nos negocios da Com-
panhia Real.
Entretanto, no sabbado 16 pelas seis boras da
tarde ,fui preso por mandado do juiz do 2. dis-
trcto criminal e Sr. Pedro Angelo Galleya, toe
soureiro do Banco Luzitano.
O preso foi entregue pela poli:ia immediata-
mente ao tribunal.
Foi o sommissano Pedroso de Lima quem o
prenden.
Ainda oo sabba lo 16 ae effectuau ou'.ra prisao,
a do >r. Mark Seruya, negociante hebraico, dir
ctor do malfadado Banco Luzitano, sendi o
mandado de captura pasaado pelo ja referido
juiz.
A crimiaalidade do Sr. Seroya tambem de riel
deportarlo.
Foi Ibe concedida Manga sob cauco de 300
cornos, como aoa precedientes.
Por essas cauces respoasabilisaram se os Srs.
conse.beiros Jos Joaquim da Silva Amado, pro-
pnetario, Cypnaoo R oeiro Calleya, negociante e
Joo Anastacio Gomes, tbeaoureiro do Banco Lis-
ba e Acores, o primeiro como fiador e os uniros
como abonadores doSr. Pedro Calleya; e o* Srs
Elias Semeya, Joaquim Jos Pereira Al ves e Elias
Anahory. negociantes, aquelle como fiador e estes
como abona lores do Sr. Mark Seruya
Nao tendo sido encontrado em asa o Sr. Se-
ruya, Sr. Pedroao de Lima (commissario de
polica) retirou-se* mas quaudo segua pelo lar-
go de S. Garlos, encootrou-o.
Apeou-s1? e apreseotou le o mandado de cap-
tura.
Foi realmente urna sirprasa devras desagra-
dave! para aquelle negociante, ae qual nem pas-
siva.oe.a mente aquella fatalidade, rompeu n'um
prant* convulso, abracndose ao Sr. Pedros*
Lima, qtie em vao tentava suavisar Ibe a ma
goa.
Segundo rumorea que circulam no pubiico
nao licara aqu, m;is ,surprezas d'esle genero
dos esperam ainda.
O Sr. Joao Baptista de Figueiredo. direc or do
Banco Luzitano. foi chamado ao governo civil.
O Sr. Figueiredo lem a responsabilidad de
ter firmado com o Sr. Res e Souza o recib do
deposito das :563 obrigagOe, recibo que se
acnava no cofre da caixa das peusoes dos em
pregados do Caminbo de Ferri-
(Continua)
TRANCRIFCOES
A uova le eleitoral
A Oazeta de Noticia, apreciando a
Lei da Reforma eleitoral, que comeamos
hoje a transerevar em outra secgao escre
veu o seguinte ar igo :
Est votada a nova lei por que se da-
verStfc- regularde agora em diante=a
elei',es deste paiz.
A ninguem de certo licito desconhe-
cer a imporuocia do assumoto a que ella
veio atteuder, pois em regimens democr-
ticos e livres a paz publica e a fe.icidade
do po70 dependem principalmente da ma
nifesta^o franca e verdadeira da vontade
popular.
a Justina manda que confessemos ter
o Ce gresjo Nacional procurado, n'essa
reform que ltimamente votou, conciliar
os intereases legitimes das differeotes por-
cSes do territorio com as grandes aspira-
res da Repblica Brasileira.
Poado em eontribui.ao a experiencia
colinda da execu^ao de leis aateriorcs, e
consagrando materia os mais solcitos
uiddos, o Congreaso consegaio fazer
obra que, nao sendo perfeita, bonra com-
tudo o seu patriotismo, e de sua boa von
tade prova irrefragaval e cabal.
A ultima lei de eleiyoes que tivemos,
elaborada pelo poder legislativo, foi a de
9 de Janeiro de 1881 ; cumprindo nos
confessar que a despert de suas lacunas
e dos abusos com quedeturp-iram-n'a cer
tos executores e algus interpretes inflis,
ella ainda hoje Considerada a melhor de
quantas o Brasil possuio.
Pois bem. Nao vacillamos em afirmar
que a nava le eleitoral, agora publi-
cada, corrige vanos deteitos d'aquella, e
ae Ibe avantaja muito em cautelas pa
dentes e salutares, em garantas efficasea
libordado do voto.
Um simples cotejo das duaa leis pode
servir de demonstrado a este asserto
Comecando pelo processo de alistamento
dos eleitorea, aasignalaremos a circums-
tancia de ter a nova lei arredado d'elle
toda interferencia da magistratura local, o
que importa urna providencia de elevado
alcance, nma medida de valor iuestima
re.
Porque nSo poda deixar de ser funesto
a imparcialidade e aos bons crditos do
juiz o tacto de immiscuil o na poltica do
campanario.
Suas decisSes eleitoraes, por mais re-
flectidas e justas que fosaem, nao escapa
vam jamis peoha de apaixonadas e par-
ciaes.
E esta circunstancia, projectando sua
luz 8inistra sobre todas as outras senten-
cas que o megistrado proferia, acabava
por prejudical-o, e aos seus jurisdicciona-
dos tambem. A estes, fazenio-os perder
a f qne devem ter sempre na respecta-
bilidade dos applicadores da lei; e aquel
le, abatendo a conSan$a, que alias elle
deve em todo caso inspirar.
A prova de que o alistar do conta a
idade legal e sabe er e escrever, tornan-
do se mais fcil, conforme a nova lei,
cfferece* comtudo maior seguranc^ e valor.
Poderemosem poucas palavras = de-
monstrado.
Segundo a lei de 1881, o alistandopor
exemplodevia escrever e assignar o re-
querimento em que pedisse a incluslo de
seu nome no eleitorado da parochia.
Succeiia, porem, que nao exigindo
aquella lei o reconbecimento de letra e
firma do peticionario, vinha a ser ella
frequentemen te Iludida, alistando sa indi
viduos fra das condi6es exigiveis.
A nova lei, no entanto, providenciou
sobre o caso.
Quer tambem o reconhecimento da lettra
e firma do alistando, mas facilita seme->
lhante formalidade,, permittindo que esta
geja feita pela propria commissao de alis-
tameit^, urna vez que o interessado a ella
86 aprsente.
Outra diaposicao muito acertada da nova
lei a que est consignada no sen art.
10. Ani se manda transportar para o
novo alistamento todos os nomes dos elei-
torea da respectiva scelo, qaalificados an-
teriormente.
De sor te qne faz-se urna lita so, com
prehendendo o eleitorado inteiro de cada
secc2o do municipio.
lato muito mais methodico e lgico,
do que a dispoeicao co-relata da lei de 9
de Janeiro.
Porquanto, ordenando esta que todo
anno se fisesse urna nova lista des eleito-
rea, ltimamente qualifioadoe, e outra dos
eleitores ao mesmo tempo eliminados,
acontecaque o juiz de paz, presidente
da mesa eleitoral, tinba de manusear urna
porcao de listas na chamada, o que retar-
lava esta immensamente, e d'aqui a certo
numero de annos tornara impossivel con-
cluil-a n'um da s.
A lei de 1881 (art. 6 9) 6xava o
prazo de 45 das para decisao dos recur-
sos, a respeito de nSo incluaoes e de in
clusSes indevidas,
A nova reforma encurta o dito prazo
para 48 horas, e por este modo impede
que um ardil ou um capricho dos julga
dores venha prejudicar o direito do eida-
dSo, pela demora proposita! no despacho
de sua reolamacSo.
No dominio da lei passada, ioram re-
gistrados muitos abusos dessa oa-ureza.
O titulo de eleitor, qne outr'ora s de-
via ser entregue a propria pessoa, agora
pode recebel-o um procurador ; o que
seguramente mais coramudo, e contribuir
de certo para maior rumoro de eleitores
comparecer as urnas.
Muito avisada a lei nova andou, dis
pondo ter tunantemente (art. 26 2)que
a interposiclo de um recurso nao preju-
dica jamis a apreaentago de outro contra
o mesmo individuo.
/v pretexto do qae no ha recurso de
recurso, os cabalistas, notada mente da
Bahia e Cear, puderamprevalecendo se
do silencio da le de 1881inutilisar mui-
tos recursos procedentes e cabiveis, me-
diante o triste expediente de outros re-
cursos falsos, e at mesmo ridiculos, que,
sendo alias decididos em primeirj logar,
impediam que aquelles fo*s3m depois
tomados em consideraco, muito embora
jurdicamente fundamentados.
Permittindo ao eleitor, cuj i titulo est
errado, ou se extraviou requerer outro, a
nova lei nao exigi comtudo que elle s
o fzease depois da dispendiosa j istifc
$ao judicial que a lei de 1881 lhe m
punha.
A elei;3o por districtos de tres deputa-
dos, estabelecida pela nova lei, adoptando
o meio termo entre as grandes circum-
scripcjes, e os circuios de um deputado,
parece que bem harmonisou todos os in
taresses.
O eleitor nao tica peiado em sua lber
dade de ac,3o, mas tambem nSo carece
votar em candidatos de tolo estranhos
ao logar por onde se apresentam, como
auccederia na e(eic3o por Estados.
Dando alguna destes mais de 20 depu-
tados, comprehende-Ee que nem todo elei-
tor eacolheria conscienciosamente mais
de 20 cOiCdadoa seus, d3 cujo mereci
ment e patriotismo estivesse por si mes-
mo convencido.
Restringindo as incompatibilidades elei-
toraes, como o rgimen democrtico tanto
aconsolha, a nova lei todvia conservou
aquellas que sao essenciaes para haver
eleic^Ses livres.
Parece nosque o art. 33
n?va lei eleitoral resolve clara e
mente a quesrao, levantada
pouco, sobre a prxima eleicSo
dente da repblica. Bastar consultal o
para se formar, acerba da hypothese, opi-
niSo segura e ntida.
E' esta a disposijao citada :
< Entender-Be-ha por ultimo anno do
periodo presidencial, para os effeitos do
presente artigo (inelegibilidade do vice-
presidente que exercer a presidencia no
ultimo anno do periodo presidencial),, o
em que Be der a vaga que tiver de ser
preenchida, contando-se at 99 das de-
pois da mesma vaga. >
Na formacSo das masas eleitoraes, a
nova lei obedeceu ao principio que j
tinha triumphado na lei anterior, isto ,
manteve o direito da minora a fazor se
representar nellas, como elemento indis-
pensavel de verdado e ficalisacao.
A nova lei, no emtanto, creou pruden-
temente urna cautelosa formalidade, que
em Q0880 concitodeve obstar a falsif-
calo de actas, o que a lei de 9 de Ja-
neiro nao foi capas de tolher.
Queremos alludir providencia, con
tida no art. 43 14, que manda entregar
logo apa a apurago dos votosurna
nota authenticada do resaltado da eleijao
a cada um dos msanos.
Oa, desde que estes representis, con-
forme cima notamos, as duai opimo es
polticas divergentes, coacebe-se que .m-
bai assim fam premunidas de armas,
proprias' para comprovar em qualquer
circunstancia e de modo irrefutavel
aquello mearxo resultado.
De sorte que, de ora avante, fcam
mortas murtas questSes, que noutros tem-
pos eram reputadas inBoluveis.
A quest2o do ttercero escrutinio, que
tamanhos escndalos causou, mas nao
poude ser evitada, a despeito da disposi-
co do art. 20, segunda parte, da lei de
9 de Janeiro, de crer que que nS > pos-
sa ser mais reproducida, attendeado que
foi positivamente estatuido no art. 46 da
nova'lei.
Porquanto, esta determiuaque annul
lando o senado ou a cmara, no reconhe-
cimento dos poderes de seus membros,
urna eletcSo sob qualquer fundamento, e
seguindo se d'ahi fcar o candidato diplo-
mado inferior em numero de votos ao im*
mediato, dever se proceder sempre a
nova eleigao *
Dest'arte, torna-se impossivelpensa-
mos noso sophisma da lei, grajas ao
que nao raro aconteca validar a eleiglo
de una collegios e annullar a de outros,
para ageitar assim o reconhecimento do
candidato, cujo nome alias nlo linha as
urnas conquistado a maioria dos snffra-
gios.
Falta-nos espago para examinar outras
disposicSes da lei recente, que traduz o
servigo mais importante at hoje prestado
pelo Oongresso, na seesSo extraordinaria
em que est funecionando.
A todos os representantes que collabo
raram nease monumento da nossa legisla-
9S0, nlo regatearemos es louvores e ap-
plausos a que tizeram js.
Restaque a nova lei eeja executada
com a mxima lealdade, pois gmente
assim a Repblica podera colher della
todos os effeitos benficos, que esperamos
produza para honra da patria e glorifica-
gao da liberdade.
nico d
positiva-
ainda ha
do presi-
REVISTA DIARIA
Exequias de D. PeUrO ae Alcnta-
ra -cima das paixes pollinas, pairando u'u-
ma espbera onde nao penetra a aegio dissol-
veuts dos partidos existe um poder tuobstavel
que produi as a;j;s mais aouras e altroisti-
cas.
E esse poder, qae o resultado de diversos
senumentos u'einre os qaaes se dastaca o da
GratidSo, caraciensa por si s o grao de civil!
sacio de um poto.
A homenagem que se preata aos que se iu-
pdem ou ae impugnam ao respailo dos seus con
temporaoejs, o irioulo que reade aquelles que
na sua Ujeclona por este mundo souDeram con-
quistar mulos de admiragao, por actos de reco-
ubecida nobreza, representa nao .urna simples
e passageira prova de digoidade, mas um dever
a cajo cumprimento niaguem deve furtar-se.
As exequias xlemoes celebradas Uontem na
matriz da Boa Vista, com o prova de respeito i
memoria de 0. Pedro de A lean.ara foi, nao um
acto de cortina, nao a manifestarlo de senil
melos polticos, mas o exponiaueo e sincero at-
testado que no coragao do povo peroambucano,
como no de todos os brasileiros, permanece in-
delevel e inapagave a lemoranga do multo que
o referido cidado fez pelo engrandecimento
desta Patria que era lambam sua e cojos desti
nos por um uesejo dasorie, teve de dirigir por
mais de cincoeota aooos.
Na grande personalidade que ced'odo le
faial da irauzuonedaJe bamaua lesanparecea
desie mando, que elli off'iscou com o brilbo r
suas virtudes iaexcediveis, devemas separar a
ndiviluaiJale poltica ea individualidade mo-
ral.
Ci.ni pjliticj, como soberau) que foi deste
paizquaboje reverentemente se curva agradecido
e saudoso, D. Pedro de Alcntara se tornou dig
nodo respeuoe almiragio de todos pela extrema
moderago que caracterisou todos os seus actos,
pauiados;peU mais esc.upalosa ooservancia dos
pnn:ipios consiuucioaaes e palo desejo vebe
mente de coacorrar para o bem puolico.
Os erros, .os zbusos commettidos na ultima
pbase do sea reinad.) e qui determiaaram mam
prompiamente a grande e memoravel Revolugao
Nooemirina, que fez abortar os planos de un 3
reinado, nao polea ser imputados ao velbo un
nbareba, qae, alquebrado pala fadiga e pela
moiesua, ja nao tinba nem o direito de mani-
festar a sna vobtade.
A' camir.lba que o cercava e qua conspiran
do as i.wn pira a qaeda de um minuieno
que cj lii.M com as adnes:s de todo o paiz e
que era coaslderido como umi garanta da er-
aem e da pz por oo arriscar-se na adop;ao
m-'didas reactoras, estabelecia em torno de D
Pedro om circulo de ierro que 3 aos felizes
era licito traospor, a camanlba, uiziamos que
acercou ae do monareba devem ser attribuidos
os desmandos, o despotismo que obrigou o paiz
a erguer-se e a destruir um sys em, que poda
ainJa. durante a vida desse veoerando cidadao,
coiHinnar a ser tolerado p-los es ornos liberaea.
Se com) poltico D. Pedro foi lsso como bo-
mem, como simples cidadj anda maio: somma
de ttulos adquiri consideradlo de todos os
seus concidados.
Alma grande, aberta a todos os oobres com
mettimentos, corago franco e generoso sempre
disposto a praticar o bem, elle, cujo acaso todos
deploramos, era justamente considerado como o
maior amigo dos brasileiros.
Espilbando denebcios, butribuindo favores a
cusa di suas economas, com sacrificios ate, 0.
Pedro deixou um vacuo ooccupavel no coragao
dos muitos a quem elle pro'.e^eu e amparou.
At:eadeodo a lsso um grupo de pernambuca:
nos se coogregou pora reader condignamente
memora de D. Pedro uim bomenagem sincera
e eloquente do qaanto vale para iodos a memo-
ria desse venerando brusileiro.
As exequias nontem celebradas, por iniciativa
de urna commissao composta dos distioc.os ci
dadlos Dr. Maooel do Nascimente Machado Por-
lella Jinior, Visconde de Tabatinga,-, Dr. Jos
Bernardo Galvao Alcoforado, vigario Augusto
Kranktin Moreira da Silva e coronel Augusto Oc
taviano de Souza, esliveram pomposas e magni
tcenles.
O rico e magesloso templo se acbava d-. cora-
do a capricho, ostentando pesado crep que CO-
bria (odas as paredes.
No centro se ergua um riquissimo catafalco,
que altesta a pericia e zelo dos habis artistas
que pos.-ut- a casi, funeraria do Sr. commenda
dor Maooel Gongalves Agr.
Sobre um estrado, assentavam seis columnas
em que se liamos nomea dos Hembras do mi-
nisterio organissdo por O.Pedro. No meio des
ta3 columnas se viam quatro pyras ardentes ro-
deando a figura de um indio representando o
Krazil, tendo na mao esquerda o symbolo da
cas de Brjganga.
S iore es?e segundo plano assentavam viote
coiumoas symbolisando as viole provinciss do
Brazil, en:-imadas pela coroa imperial qne por
30 aoaos cercava a fronte do morto cujo retrato
m acbava collocedo no centro das referidas co
lumnas,
O catafalco, coja discripgo deficiente, nma
obra prima e que nunca foi aqu realisada.
. as varandaa das tribunas, nos pulpitos e no
coro, forrados como iodo o templo, de pesadis-
simi crep, se a;havam collocados ossegaintes
dsticos:
Elevado ao tbrono em 7 de Abril de 1831.
Coastituio seu 1*
itttt.
ministerio em 23 de Julbo de
Nasceu a 2 de Dezembro de 1825,
Morrena 3 de Dezembro de 1891.
Coaedeu em 23 de Julbo de 1813 geral am-
nisti: aos crimes polticos.
Casado a 18 de Julbo de 1841.
Assignou contracto de casamento am Austria
a 23 de Julbo de 182.
Gasou se por nrocuracSo a 30 de Maio e em
pesaos a 4 ae Setembro de 1843.
Em 18i8 guerreou contra o general Boca, pre-
sidente da Confederado Argentina.
Em 1861 ainda contra o general Solano Lpez,
dictador do Paraguay.
Em 1864 guerreou contra a repblica doUru
goay.
Rtirou se pela Briaieira vez para Europa em
28 de Maio de 1871.
Retirou se pela segunda vez, a coasellio me-
dico, em 30 de Julbo de 1887.
Deposto a 13 de Novembro de 1889.
A's 9 boras j a matriz estava completamente
atoaS
A's 10 ebegou o Exm. Sr. bisbe diocesano D.
Esberard que foi recebido porta do seu carro
pela digna commissao a porta do templo pelo
Revm. vigario Augusto Praoklin tendo entao co
mego a tolemoidade que se prolongou at s 4
horas da tarde.
A grande orebestra regida pelo conbecido
maestro Polycarpo Rosa e dirigida pelo talento-
so clarinetista Bandeira Pilbo executou a mlssa
de Rquiem de Mercadaate e o officio fnebre de
Moreira Leal. .
Ao acto, que foi revestido de toJp o religioso
acatameoto, assisliram diversas autoridades ci-
vis e militares, cnsules de diversas' nacionali-
dades, muras pesaoas gradas e urna conside-
ravel massa popular.
Aoragao fnebre foi pronuncuda pelo Revm-
vigario Augusto Praoklim, que se mostrou na
altura do momentos) assumpto, reproduziodo
com felicidude todas as pbases da vida de gran-
de morto e (azendo ama especie de psycbologia
do ex monareba.
Fot celebrante o Ilustrado bispo, D. Esbe
rard.
Todo commercto fechou tas anas portas dando
assim um testemuabo de solidariedade memo-
ria d'aquelle que quiz s:r mais um cidaJao do
que um soberano e que apezar de exilado nanea
articclou urna queixa, nem fomenton a lucia ci-
vil entre os brasileirosamparando qualquer
tentativa restauradora.
Os consulados conservaran! as respectivas
baadeirai em funeral.
Eis em rpida e quig incompleta syntbese, a
descripgao da commemaragao honiem realizada
em bomenagem a.O. Pedro ae alcaotara-
0 culto aos morios, e principalmente aoa mor
los illuatres coja vida e um compendfo de lie
goes aos qae ucam aos qae bao de vir, o culto
aoa mortos, 4is'amos, nunca deixar de aer um
tacto que se impe e que constituir sempre um
sigoal caracterstico do grao de civilisagao de
um povo.
As exequias, que descrevemos, attesism o
quanto o povo peroambucauo saje cumpnr seu
dever.
Arios oniclaea Por acto da junta gover
nativa do Ssujj de 23 do crreme, foram no-
meadas as siguiles autondaies policiaes em
subsiituigio das aciuaes que ticaram exonera-
da* .
Para os lugares de 2' e 3 supplentes do
delegado do termo de Floresta os cidad&os An-
tonio Gomes de Barros, Eaeas Alves da Luz Can-
ureili e Domingos Gomes de Sa na ordem em
que vo collocados.
Para .-ubdelegado e suppleotes do Io districto
respectivo, os cidados Maooel trancisco Alves
di Luz Novaes, Scrattm Ferraz de Souza e Sim-
plicio Pereira de S.
Para subdelgalo e supplentes do 2o districto
(Riacbo do Navio) os cidados Angele Jos de
Souz i Umbuzeiro, Salustiauo Gomes de Menezes,
Izidio Jo- de Souza MiCiel e alteres Pedro Ao
lo de S.
Para subdelegado e supplentes do 3 districto
(Penba) os cidados Francisce Rodrigues de Bar-
ros, Maooel Freir da Silva, Manoel Lopes da
S.lva Barros e Juveoal Lopes da Silveira Bar
ros.
Para lugares de 2- e 3' supplentes do subdtle
gado do ui8tncto de S. Vicente termo de Tim-
bibi. os cidados Simo Velbo Pereira Boroa
Sobnnbo e Ssmuel Lopes Lima de Aguiar.
Para 1, 2- e 3 auppl otes do subdelegado do
de S. Jo< do termo de Bom J ir lien os cidados
Jos de Faria3 Leite Filbo. Francisco Reg Me-
deiros e Ricardo da Malta Rioeiro.
Para suoplente ao subdelegado do districto
de S. Pedro, termo de Ouricury, o cidado Anto
nio de Barroa.
Para (Jelegado, 1- e 2- supplentes de Lagoa de
Gi'os do termo de Panella, os cidados francis-
co Xivier NapMeo. capito Joo Gorreia dos
Sj ii-. s e a Dionisio de Souza.
Para subdelegado do termo do l- districto res-
pectivo o ciuado Jos Correia dos Santos.
Iuna Comnrrilal Por portara da
Juoia govemauva do Estado de 28. do corrpnte
foi oomeado o bacbaiel Joaqaim Tneotdnio Soa-
res de Avalar para o cargo de secretado da juoia
commercial.
Para publicarDa secretaria do governo
remetleui-uos :
Gomarca ae Leopoldina em 13 de Janeiro de
de 1892 -Cidados membros da juoia governa
tiva.Accuso a recepgo do vosso officio circu-
lar datado de 18 de Dezembro ultimo, em que
me communicaes baverdes, em dita data, assu-
mido o exeretcio de vossas funeges.
Sciente, pois, do communuado, fago votos, co-
mo bom pernambocano para qu plantis ueste
Estido a paz, or 'em e propriedade de que elle
tsnto necessita.
Balde e fratemidade aos Srs. eeneral Joaqnim
Mendes Ourlques Jacques, Drs. Ambrosio Macha-
do da Gunba Gunha Guvaleante e Jos Vi ente
Meira de Vascoo'e'los. mn.ito dignos membros da
junta governaliva deste Estado.
O juiz de direito interino, Fausto Cavalcante de
Albuquerque Gadlba.
ChapaO directorio do partido republicano
orgaoisoa a seguinte ciiapa para s eleiges do
dia 21 do mez vindouro, para membros do Con
giesso do Estado:
Senadores
Dr. Albino Googalves Meira de Vasconcelos,
Dr. Ignacio Alcebiades Velloso, Joo Luiz Gon-
galves Ferreira Francisco ds Souzs Leo (Baro de Tabatinga),
tenente-coron! Joliao de Serra Martins, Dr.
Francisco do R-^o Barras de Lacerda, Dr. Ma
noel Gom^a ie Mitos Dr. Manoil da Trindade
Pirnlti, Br. Em ro .esar G miinho, deeembar
gador Adeiino Amonio de Luna Freir.
Debutados
Dr. Jo; Izidoro Maitms Jnior, Dr. Joo de
Oliveir.i, m.ijor L'iiz Augusto Goelbo Cintra, te
nenie Eugenio Bittencourl. Dr. Pedro Correia de
01ueira Dr. Jos Ignacio da Cunba Rabello,
lente Autnliano Barreto Los, Dr. Edoardo
Rodrigues Tavares de Mello, tenente coronel
Francisco Vi la! Aranha Montenegro, capito Ju-
veocio Taciano Maris, teaente J^;4o Francisco
Jorge, Dr. Salvador Fenicio dos Santos. Dr. Joo
Coimbra, Antonio Martiniano Veras, teaente co-
ronal Aironio Gomes Correia da Cruz, Dr. Es-
meraldino Olympio de Torrea Bandeira, capito
llooe! oO da Cmara, Dr. Luiz Cuidas Los,
negociante Joaquim Lo pea Macbado e artista
Manoel Eugenio da Rocha Samico.
TribaaitlduJurrda edfe-Proce-
deu se hontem no pago da Intendencia Munici-
pal ao t-orteio dos 36 jurados que tm de servir
na 1* acaao ordinaria deste tribunal, novameo
le convocada pira o da 28 de Fevereiro prxi-
mo, licando de neobum pfleiio a anterior con-
vocago para o dia 8 do dito mez:
Foram sorteados os cidados seguintes :
Fregnezia do Recife
IziJoroBorgea de Freitaa Barbosa.
Eduardo Martins de Barros.
Adolpno Caoba.
Freguezia de Santo Antonio
Jos Luiz de Mello.
Antonio Martiniano Veras.
Joaquim Jos Gomes.
Antonio Macarlo de Assis.
Antonio da Motta Botelbo
Joaquim Antonio Cbristovo.
Alfredo Jos Ferreira.
Antonio da Cruz Rlbeiro.
Carlos Augusto Csrae.ro Monteiro.
Anselmo de Jess Cerval no.
Francisco Amaocio da Silva.
Jos Antonio dos Santos Vieira.
Joo Antones Alves da Silva.
Manoel Jos Vieira.
Fregnezia de S. Jos
Capito Liz Pereira de Panas.
Fortunato Roberto Gaimares.
Silvino Vieira da Paz.
Freguezia da Boa-Vista
Adolpbo Gentil.
Antonio Ploripes Raposo.
Antonio Martins Moreira.
Dr. Arlbur Cysneiru Albuquerque Mello.
Francisco Augusto Arau.o.
Rodoipbo Pessoa.
Dr. Tbomaz Ferreira de Carvalho Sobrinho.
Joo da Cunba Magalhes.
Freguezia da Grata
Antonio Marques de Olivara Ramos.
Joo Pereira Bastos.
Manoel Medeiros de Souza.
Izidoro Borges de Freltas Barbosa.
Freguezia de Afogados
Demetrio Carneiro Rodrigues Campello.
Commendador Antonio Valentim da Silva Bar-
roca.
Freguezia do Poco
Joo Luiz dos Santos.
Fregueza da Sarzea
Joaquim Rodrigues Pereira.
cawameni civil -No juizo de3 casamen-
tas do Io uiatncto foram hontem lido3 os segnio
tes proclamas:
Pnmeiros-De Leconte Ernesto Len corneo-
sita Lallr, solteiros, residentes na freguaiia de
Santo Antonio.
De Antonio S veriano do3 Anjos cora Seve-
riana Mara de Lima, solteiros*; elle -reside.Ue
na frsguezia da Boa ViSta e ella na do Re-
cife.
De Joaquim de Almeida CosW .eom PQemena
Aurora, solteiros, residentes na freguezia dp
Recife.
De Silvino Antonio do Naacimento com 1 lalina
Mana de Lima, soUeirps ; elle residente na fre
guezia da Graga e ella na, de. Santo Antonio.
No mesmo julzo do 2* districto tpram tam-
bem hontem affixados editaes de proclamas de
caaamentos {dos seguintes 'ontrahanles no 4* e
3* districtos :
Seguodo-Sebastio de Mello Rsgo, morador
na freguezia de Afogados, com Ermina Mmteiro
Braga, moradora na fregoezia da Boa Vista.
Primeiro Franciaco Ursulino Ripbael Mon-
teiro com Mara Amelia da Cooceigo, morado-
rea na freguezia da Graga.
Junta Commercial Sm sesso da Junta
Commercial de hontem, sobre proposla do depu-
tado commendador Joaquim Lopes Machado,
depois da leitura do expediente, foi levantada a
sesso, em consequencia das exequias do Sr.
D. Pedro de Alcntara, sendo igualmente consig-
nado na acia nm voto .de profundo pesar pelo
fallec nento de to eminente cidado.
A Junta resolveo convocar ama sesso extraor-
dinaria para boje, 29 no intuito de oo demo-
rar o interesse das partes.
Bmbarque No Pernambuco deve ter lugar
o do Sr. M. J. Soares Guimares; que destina se
ao Eaiado de Minas Geraea. onde vai a negocio
particular.
O referido Sr. qne cooceituado quarda livros
nesta praga, teve a delicadeza de deixar nos o
seu car fn de despedidas.
Gratos sua gentileza, deseja nos lhe prospe-
ra viaeem-
><-potito de KerMtne-A propo*ito do
que hontem inse-imos sob esse ltalo, manda
ram nos a seguioie noticia, que Ibe comple
mentar -
O alfandegado da liba do Nogoeira est lit-
feralmente cbeio com cerca de 17 mil caixas
co o kerosene.
Gasto no mercado numero superior^ 12 mil
caixas, e a ebegar. pelo vapor Amazonense 13
mil, e pelo navio Kestrel 16 mil, fjzendo um to
tal de 41 mil.
< Em que alfandegado, pois, ser recolbdo
todo esse kerosene ?
S. Francisco Eaae paquete, em conse
quencia de aflla-ncia de carg, nao seguio hon-
tem para o su!; fal-o-ba porm, boje s 4 boras
da tarde.
Club Mainiai LimaNo dommzo pro
ximo vai a banda desee Club a cidade de Olinda
com o duplo flm decumprimentarao Sr. gereate
da Companhia de Trilitos Uro mos e tocar algu-
ma pegas do seu repertorio no Dateo do Carmo.
J in a o d i-'i-Uow da Pairada Ha
nlclpaiAcba-se em exercic o dessa vara o
Sr. Dr. Joo Angjsto de A buqu.vque Maranbo,
qae para ella (ora nomeadD ultima nenie.
As audiencias desse juizo tero lugar s sex
tas-feiras pelas 11 horas do dia, na sala publica
das audiencias.
FurtoOs larapios deram anie-bootem no
I.* andar do sobrado n. 43 ra Estrella do Ro
sario, e d'ani subtrjbiram em pen i meio da 13
cortes de pautte-, de casineta cor de chumbo,
que estavam para costurar, pondo-se ao largo
ventade.
A polcia poJer vir em auxilio da pessoa que
foi victima do furto fazendo-!be assim grande
servigo; po3 sao pecas que Ibe nao penencem
e ella carecedora de meios para t u emaua-
go.
Dr. Ulna de raujoEm virtudedo
acto qae organsou a magistratura ae Estado foi
nomeado para a vara de orpbos u'esta capital
o ooso digno co-rstadano Dr. Francisco Altino
Correia de Ara ajo, que fow uLimamente remo-
vido aa comarca da E-cada n'este Es u 1 j para a
fronteira do Rio Gran ij do Sal.
Possuindo um passado boiroso, tendo desde
03 tempos a -ailemi-.i- dado as mais sobejas pro-
vas de grande talento eerudigo, o D:. Altino de
Araujo impoz-ie sempre considerajo dos
que de perto o conbecera.
Promotor publico d'es'.a capital por ma s de 4
annos, cnefe de polica, presidente de provincia
e juiz de direito de diversas comarcas, o nosao
Ulentoso co estadano deixou firmada a sua re-
putago.
A sua nomeafo para a vara de orpbos da
capital importa un acto de justiga, praticado
pela Exma. junta governaliva, que por essa for-
ma aproveiiou os servijos de um cidado dis-
tinelo.
Louvando o acto que noticiamos temos o pra
zer dar ao nomeado o* nossos emboras.
Vrealo Inatructtvo' Normal Func-
ciooou anle-hontem (27) esta sociedade, sob a
presidencia do Sr. Jos Felicio de Oliveira.
Aberta a sesso usou da palavra o Sr. Jos
Coelbo, para ex por o lin da reumo que era,
alem de outros de grande interesse, a reforma
dos estatutos e a orgaoisago da sociedade.
Usaram aa palavra -ob e este assumnto os
Srs. Professor Servlo Bda e Hygioo Bello.
Em seguida o cidado presidente vendo que a
bora eslava adiaotada, suspenden a sesso e
convocou outra para sabbado. s S boras da
tarde.
RtzAea Inconvenientes Em Villa-
Bella, no logar Pogo da Cruz, na manb de 13
do correte, tomaram-se de razOea Manoel Joa-
quim de Magalbe's Neto e Clemeotioo Pereira da
Silva ; e por serem sem duvida as deste menos
procedentes, acbou-se elle no Hm do discurso fe
rido em om dos bragos.
Seu cpntendor por modesto nao espern
pelas ova^Oes da polica, l'urtando-.-e a ellas
pela retirada em tempo.
Eslava desllnada-A Paulina, agregad
da casa do professor da Torre, cujo rapto noti-
ciamos ba das, foi a presenga do respectivo
subdelegado, fez-lbe sentir, para conhecimento
e devidos tins, que era maior de 10 annos, ja
estava avariada por outro e sabira de casa da-
qai.lle professor de sua livre vontade. para con-
vive;' com o soldado Antonio Martins da Silva
como couaa de seu especial agrado.
E mais nao dase, nem Ibe foi perguntado.
nem se abnu inquentj, porque jtado estava cla-
ro como a loz meridi?oa.
E como Pipolet o Cabrion, Paulina e Martins
fazem conoivenciaa de amizade.
Adelina Feliciana da Silva e padre Tbeotonio t-
beiro da Silva.
Inspectora do districto mar*-
tlnao -Recife, 27 de Janeiro de 1692.
Boletim meteorolgico
A e:ee respeito o digno subdelegado da fre
guezia nos envin a seguinte carta :
Srs. Redactores :Em relacao a noticia pu
blicada em seu jornal de hoje, referente ao rap
to da menor aggregada da casa lo professor Ca
eca, devo informar que antes que Va. Ss. des-
sem publicidade ao facto, j en tinba interroga-
do a pretendida menor, qae declaran ser maior
de 20 annos e haver saludo por sua livre e es
ponanea vontade da mesma casa, para -iver
em companhia do soldado Antonio Martins da
Silva, destacado neste districto. asaim como oo
foi o mesmo soldado qoem a deflorou e aim om
cassaco no tempo em qae ella morava em
casa Matbias Tavares de Almeida, residente na
Pedro Molle, de onde fugio para casa <'o referi-
do professor, que occnltando a fez com que ella
ah permanecesae, contra goato de seu prente
o referido Matbias.
Pego a Vs Ss .qne se dignem pub'icar esta
noti:ia no logar em que deram a outra.
Torre, 27 de Janeiro ce 1892 -Artbur Bastos,
subdelegado.
Vapor do norteTendo tbido bontem
do porto da Parabiba o paquete nacional Per
nambico, amanhecer boje neste e seguir amat
nb para os portosdo sul.
i Club Carnavalesco 7 estrellasEs-
te club faz boje sesso extraordinaria para tratar
de interesses sociaes e effectua-se a reunio com
o numero de socios que comparecer.
aarvico miniarHoje superior de da
o Sr. capito Magalhes, e fas a ronda de visita
om subalierno do I i* batalbo.
O 2' batalho de infantaria dar a guarnigo
da cidade, excepto a guarda do Thesouro, que
ser dada pela polica.
Faz dia ao quartel general o Sr, cadete Costa.
Uniforme n 5.
^Transferencia de fesla A festa de
Nossa Seobora do Bom Parto, qde se venera na
igraja de S. Sebastio, da cidade de Olinda. foi
transferida, por motivesuperiores, do dia 2 de
Fevereiro prximo para o da 2o de Margo.
tielloesEffecruar-8e-nao os seguintes :
Hoje :
Pelo agente Stepple, as 11 horas, ra do
Dr. Joaquim Nabuco, de ama casa terrea.
Pelo agente Gusmo. s 11 boras, em Jaboato,
de nm terreno e cavallos.
Amanb:
Pelo agente Gusmo, s 11 horas, ra Mar
quez de O.inda n. 48. de um sitio.
jPaasagelrosChegados da Europa no va-
por inglez Magdalena:
Joseph Clement Levy, Arthuar Stamcomb
Duon. Juan Macena, Gamillo Rodrigues. Clodo-
miro. Mendes, Leonel Martins dos Santos, Alberto
Joaquina Das Rodrigues, Francisco M. G. Paiva,
sua eeabor.i, 3 lilhos.e 1 criada, Joaquim Gon-
galves de Azevedol.
Sabidos para o sul no mesmo vapor:
aioaquim Antonio aos Res, Manoel Leal, Ma-
noel do Nascimento A. Almeida, Dr. Louroogo A.
de S Albuquerque, Manoel Venceslao Torres,
Ernesto Joa Ferreira, Dr. Ceciliano Mainede Al-
ves Ferreira, capito^ Decio Rodrigues, sua se-
obora, 2 Sinos e 1 criado, Jos Velloso.
Sahidoa para o sul no vapor americano
Seguranga:
Dr. Joo Luciano Pereira da Silva, sua aenbora
e 2 nios. Yiciormo Xavier de Seixas, Jinuario
F. de Si Francisco de Souza Brando e Rapbael
Perck.
Sahidos aara o sul no vapor nacin.'1 Prin
cipe do Grao Para :
Francisco Salg&eiro, Pedro Pereira da Silva,
o
doras 3 a h2 = Barmetro a (r> Tenso do vapor 3 -o S a
_ m - - - - a
6 m. 26,9 758-11 18,27 6f
9 28 -1 738-73 19.71 n
12 28-6 734-37 19 40 a
1 1. 28*6 733-31 20 73 71
6 28 "1 732-80 20,70 H
Temperatura mxima29,*S0.
Dita mnima 26/50.
Evaporago em 24 boras : ao sol7,-4; f
sombra5.-3.
C bu va -0,-2.
Direcgo do vento: E e ESE alternadas de
meia noite at 6 boras e 50minutos da manb; I
com interrupces de ENE e ESE al aos 30 mi-
nutos da tarde ; ENE com ioterrupefiea de E e
NE at meia noite.
Velocidade media do vento: 4,'00 por se-
gundo.
Nebulosidade media : 0.-33.
Boletim do Dorto
a a. -. -a .a 1- rz ja B. M. P. M. B- M. P. M. 1 Das Horas Aliar*
27 de Janeiro 27 27 28, 925 da manb 300 da tarde 9-29 340 da manb 0-SS 2-JJ 0-54 2-32
Casa de neteaedoMovimeoio aos pre-
1)8 da Casa de Detengo do Recife, Estado de
'eraambuco, em 27 de Janeiro de 1892.
Existiam 361, eatrou 3, sahirara 5, ez.s-
eT 360.
A saber :
Nacionae.- 326, mulheres 11, estrangeiro 22.
-Total 360.
tes Drs.:
Moscoso entrn s 81/4 horas da manb e sa-
bio s 9.
Berardo entrou s 10 1/2 da manl-i e sahio a
11 1/2 boras.
Silva Ferreira entrou s 9 da manb e sa-
hio s 9 1/2.
Mavignler entrou 9 1/4 da mann e sanio
s 11 1/2.
Fernandes Barros entrou s 9 1/2 da manbi
sahio s 10 i/2.
Arnobio Marques entrou s 9 1/2 da manb
e sahio 4a 10 1/2.
Andrade Lima entrou s 9 1/4 da manh e sa-
hio s 10 1/4.
Pharmaeuiico entrou s 9 1/4 da manb e sa-
hio s 2,1/2 boras da tarde.
Ajudanle do pharmaceutico entrou s 8 da
manb e sahio as 3 ho*as da tarde.
Lotera do Estado do firo-Par-
A 1.a serie da 91* lotera, deste Estado cujo
premio grande de 240:000*000, ser extranida
ao da 30 de Janeiro (sabbado).
Meterla do MaranboA 14' serie da
6* lotera deste Estado, cujo premio grande
de 300:000*000, ser extrabida no dia 3 de
Fevereiro (quarta feira).
SPORT
ilppodrouiu da Campo Grande
Damos hoje na secgSo competente
programma da corrida de domingo prozi-
mo nesse prado.
Oa parelheiros Islande, Moustique,
Saint-Marc e Energique representaran! aa
coks do Sr. Paulo Aumont as importan-
tes corridas ds Bordeaux.
Todos sahiram victoriosos.
i
Em nm leilUo effectuado ltimamente
nos EstadoB-Uoidos da America do Norte
foi o cavallo Saint Blalse vendido pela
fabulosa quantia de 100.050 dollars.
Foi elle o primeiro animal apregoade
pelo leiloeiro, sendo logo feita urna offerta
de 25.000 dollars, seguindo nma outri
de 50.000.
Passaram se alguns instantes, e quande
o leiloeiro ia dar por rinda a apregoacSa
um cavalheiro, hornera de idade, mettide
em um grande sobretodo levantou a mao
e com grande calma gritn : 100.OOQ
dollars.
As pessoas presentes ticaram attonitas,
prorompendo instantes depois -em grandes
applauaos,, quando o martello do leloeire
bata.
E foi Saint-Blaise vendido por 100.008
dollars !
Pareca esta compra um loucura, mas
Sr. Read, o desconhecido comprador, ne
dia seguinte recebeu ama offerta de miii
30.0C0 dollars cima do custo do animal,
recisando a.
Em vista da recusa, > ofertante ofiere-
ceu mais 50.000, offerta qae anda ama
vei foi recusada.
Na mesma noite em qae o famoso gara-
nho era tSo altamente citado, alguns pro-
ductos foram vendidos, subindo o total di
venda a 63.000 dollars.

As nossas sociedades sportivas devem
ter por fito principal animar a creagSo de
pur sangue e fomentar esta industria,
que dar ao pas bellos avallos, liber-
tando o do tributo qa paga neste parti-
cular aos estrangeiros.
Mas o que se entende por
puro sangue ?
Neiu todos o sabem, posto que a ex-
pressSo'seja das mais communs.
Se resrvennos o nome de puro sango*
para os cavalloB da rafa que melhor ae
conservou sem mistura desde remota an-
tiguidade, e que se distinguen por qaa--
lidades excepcionaes de belles, vigor,
velocidade, este nome s podar ser ap-
plicado aos cavallos de certas tan ibas
rabes do Yemeo, da Syria, da Peraia e
aos Nedji em particular. Mas, por ex-
tecsao da se aos cavallos inglezes de cor-
rida, porque descendem de antepassadoc
rabes, e porque se tm acompanhade
com extremo cuidado a sua genealoga
desde a creadlo da raca.
ammaes
de
Arracoados 310.
Bons 299.
Coentes 10.
Lonco 0.
Louca i.j
Total 310
Movimento da enfermara
Teve alta :
Jos Bento da Silva.
iaoapital Pedro II 0 movimeno deste
estabelecimento de caridade, do dia 26 de Ja-
neiro, foi o seguinte :
Exi-tiam 600 ,
Entraram 18
-----618
Sahiram 19
Falleceram 2
Existem 597
------618
Foram visitadas as enfermeras pelos segaia-
s'
-
r




**
m*m
Diario de Pernambuco Sexta-feira 29 de Janeiro de 1892
PUBLICARES A PEDIDO
t


Partido republicano
O direc'orio do partido republicano consultan-
do os momentosos intere-see do Estado de Per-
nambuco na phase poltica que atravesamos, e
depois de ter ouvido as legitimas influencias do
mesmo Estado resolvea apresentar candidatos a
elelcoes de senadores e depntados ao Congresso
d'este Estado a que se tem de proceder no dia SI do
prximo vindooro mez de Fevereiro os cidadaos
abaixo mencionados.
Todos esses cidadaos se recommendam ao bro
so eleitorado pernambucaao pelo sen amor a
cansa publica, e eatao na altara de prestar-Ibe os
mais assigaalados servicos
Espera, pois, o mesmo directorio que os oomea
de tao disttnctos cidadaos serao bem acolbidos
pelo brioso eleitorado d'este Estado, que dar
inda ama vez urna prova de sea patriotismo.
correado s ornas para firmar a generosa politi
ca iniciada a 18 de Dezembro 'ultimo pela sodp-
ania popular.
SENADOBES
1 Dr. Albino Gonjalves Meira de Vasconcelos
2 Dr. Ignacio Alcebiades Velloso.
3 Joo Luiz Goocalves Ferreira (Barao de Aro
riba).
4 Domingos Francis o de Souzi L?ao (Visxw-
de Tabdtmga).
5 Teneote corone! Jalifa) Augusta Ja Scrra
Martins.
6 Dr. Francisco do Reg Barros de Ljcerda.
7 Dr. Jlanoel Gomes de Mat:os.
8 Dr. Manoel da Trindade Peretti.'
9 Dr. Ermirio Cesar Coatinbo.
10 Desembargador Adehno Antonio de Lana
Freir.
DEFUTAB03
1 Dr. Jos Izidoro Martins Jnior,
2 Dr. Joo de Oliveira.
3 Majo: Luiz Aagusto Coelbo Cintra.
4 Teoente Eugenio de Bittencourt.
5 Dr. Pedro Corris de Oliveira.
6 Dr. Jos Ignacio da Cuaba P.abello.
7 Tenente Autuliano Barreto L;ns.
8 Dr. Eduardo Rodrigues Tavares de Mello.
9 Tenente-coronel Francisco Vidal Aranha Moa
te Negro.
10 Capitao Javencio Taciano Mariz.
11 Tenente Joao Francisco Jorge.
12 Salvador Felicio d03 Sant os.
13 Dr. Joao Coimbra.
14 Antonio Martiniano Veras.
15 Tenente-coronel Antonio Gomes Correia da
Cruz.
16 Dr. Esmeraldino Olyaopio de Torres
deira.
17 Capito Manoel Jos da Cmara.
18 Dr. Luiz de Caldas Los.
19 Jjaquim Lopes Machado.
20 Manoel Eugenio da Rocba Samico.
lorico, que arranja declamases e assutne poses
conforme a maior ca menor Doa f, que a pri-
meira virtude dos crente?, como seas oossas af
rmacOes nao ce baseagsem soore a reaiJide
dos (actos e sobre a autheoticidade dos docu-
mentes.
A bo.-sa dialctica simplesmente o encadea
ment dos tactos, abstendo-nos de qnalq-jer vis-
ta systbemaca ou sentimento individual, nao
visando se nao a verdade em toda sua nudez, nao
apreciando os acontecimenloe senao luz da
mais paciente observajao.
A JanU engaase quanlo attrinue noi odio e
despeito: nao somos uns despeados, porque
at boje ella nada produzio de elevado, de nobre,
de gene-oso, limitando o seu ideal poltico a
perseguicao, encarnzala dos adversarios : atin
temos odio a oingoera, porque o nos-o combate,
por mais impetuoso que sejs, visa a victoria dos
principios e nao a exterminc&o dos vencidos.
Nunca promraooos viogar injurias eco satis
fazer odios; o poler sempre oara nos o mo-
mento das recoociliacOes, porque a no3sa divisa
a integrldade dos principios, o pleno exercicio
das libecdades, e nao esse cnarlataaismo espec
taculoso e indecente, escodado na forca e no
terror, sem opioi&o e sem prestigio, chirlata-
uismo que se quer elevar altara de urna necea-
sidade poltica em um governo demoenuco.
A nossa nica falta no monento actual tena
sido a nossa demasiada paciencia, porque ven-
do-aos p'ivado-i de ub *o: possaite h de um
rorac&o generoso como o do coronel Dr. Jos
Maria supporiamo- esta crueldade. que ao mes-
mo lempo urna pusilanimidad?, ludo porque nao
queremos collocar a forca de um partido aci.na
de principios superiores, que trucamos como
normas o> conducta.
Odro e despeito traasparejern' no semblan! \
plido e trmulo daquelles que aa uuilf de 18
cao apnareceram no campo da Reouolica para
empolgar o poder, senao depois que acharam o
caminno desembaracaJo r>eia forca das metra
loadora?, multo emDora tivessem de oas^ar por
cima de urna ponte de cadveres e nqnan'.o que
a pbysioaomia do coronel Dr. Jos Mara crescia
e se elevava, nobre e altiva, uo seio do tumd
tus.
Bao
m
Afflrinacdes
II
A Junta esta aproveitando-se da clausula do
contracto, pela qual o Diario de Pernambuco
obrigou-se a publicar, soo a rubrica-Commu
Dicadosartigos em defeza ao governo do Esta
do; mas alm de que est abusando aa condes
cendencia e tolerancia daquelle orgao, pois que
ella nao entidade poltica reconbecida pela
CoostlluicSo deste Estado, vai fazendo desastra-
damente a defeza de suas antipatas e odiosi-
dades.
E' assim que a Junta affirma qne estamos so-
phismando e torcendo argumentos, como se es-
tivessemos a fazer metaphysica poltica, como
se a nossa atlitude oa imprensa fosse a do rbe
COMERCIO
Cavlo
PKA(,A DO RECIFB
Sendo boje dia nteio feriado bouve pouco movi-
meuto, fecbando es bancos a urna bora da tarde.
Cotaram os bancos 12 3/8, e papel particular
foi negociado em pequea escala a 12 3/1 e 12
5,8 para 15 de Fevereiro.
PRA(,'A DO RIO DE JANEIRO
Abri frouxo p mercado a 12 9/16 e 12 5 8
baocario, declinando para 12 7/16 bancario so-
bre matriz.
Cotaccs de gneros
AS8CAB
Para o ag~icuUor
Tiram o somro geoie do governo o despren-
dimeato e aonegac&o do coronel Dr. Jos Mari*
tazando por sua ;onia despesas rar-i .< nwaotea
gao da legalidaJe nao f dorante os das do seu
governo, como depois, emqoauto nene perica
Qeceu o Exm. Sr. Baro de Comeadas.
Aquella gente nao comprebeode acio9 de urna
tal aonegaco, e como encaroiga lo o odio qaj
vol, ao 2osso amigo, procara, lelurpaodo os
lctea, fallaado esassombradameate verdad-,
levantar poeira-para incutir no animo dos mais
simples que o procedimento da coronel Dr. J >s
Mana^nao tem o valor que os propiios a iv, sa
ros, ttonitos, lbe dio,
O coronel D.\ Jos Maria disse que nem um
real se lirou dos cofre puDlicos oara pagamen
todas DESPEZAS EXTRAORDINARIAS feitas
pata susieniar a legalidade e acjre.sce'nton :
a' o ARMAMENTO e municao de AMBOS OS
CORPOS DE BRIGADA e sold de [>a sanos, etc.,
tudo foi pago por mim
Procura-sedesfazer a impresso [que essa de-
claraco produzio no animo do publico, demon-
stran Jo-^e que o Arsenal de Goerra forneceu
por conta do Estado canto e tantas cnabinas na
imnorUncia de quatro tontos e tantos.
Eparaprovar que essa despeza crea por
conta do Estado, mandn a Junta traocrever o
officio em que ella autoriea o Tbesouro a | agar
aquella quaotia.
Hois bem s abi est, nesse mesmo cilicio, a
iusiiicaco piena do coronel Dr. Jos Mana a
Junta autorisa o pata nenio de qaanlia pruvf
mente de armamento corrame, fernecilos o*|o
Arsenal de Guerra deste Estado a GUARDA LO
CAL
Est abi a contirmaco do que dissemos em
nosso numero ultimo : esse armamento nao lu
distribuido aos corpos da Brigada Policial, que
nao eslava organisada uo lempo em que fo elle
requisaoo nem quando foi forceado.
O coronel Dr. Jo.- Mara nao interveio na re
quisijo desse armamento : ella fo: fea pelo
Exm. Sr, desembargador Correia da Silva, e o
fornecimento se deu no governo do Exm Sr. Ba-
ro de Coniendas
A' esse acto poda at ter sido completamente
estraoboo coronel Dr. Joa Maria, que o pode.-ia
mesmo igoorar.
Nasua aflirmativa, o corooei Dr. Jos Maria
nao di-se, nem poda riizer. qae todas as desbe-
zas, todas em gerJ, sem discrepancia, no perio
do de 23 de Novembro 18 de Dezembro, bou
vessem sido feitas coa custa.
Seria is'.o urna insensatez.
O que elle diese, o que Hie afli-mou. e nin-
guem cootesari. foi qae TODAS AS DESPEZAS
EXTRAORDINARIASfo-am feitas iDdiviualmeu-
te por si, e nao f todas as extriorlinarias como
ALGMAS ORDINARIAS, inclusive o armameD o
e municao para ambos os corpos da Brigada
Policial.
O fornecimento de menos de duiehtas carabi
as pelo Arseaal de Guerra, alm de que nao
poda ser satisfaito pelo coronel Dr. Jos Maria,
como ]& foi demonstrado em nosso anterior ar-
tigo, pois o Arsenal nao vende armas a particu-
lares, foi fdito a QUARDA LOCAL e nao aos cor-
pas da BRIGADA POLICIAL e foi a estes que
apelle nosso amigo afmou ter fornecido ar-
mamentos e manicOes.
Suppoahamns, porm, para bter por todos os
lalos os nossos adversado), qae aquelle arma
ment tivesse sido requisitado pelo nosso amigo
o coronel Dr. Jos Mara; que tivesse sido (orne-
ado, nao cono foi, para a Guarda Local, mas
tiara os corpos da Brigada Policial, e mais anda
que o Arsenal p;desse fazertransaccao com um
particular e delle recebero pagamento das armas
foroecidas...
Anda assim, nao era possivel ao coronel Dr.
Jos Maria satisfazer aquelle pagamento, porque
para isso seria oecesssario que o Arsenal, depois
de ter vorirtcado o prego de tudo quanio forneceu
apreseotasse a conta oara ser satisfeita e aquel-
le estabelecimento uo fez at o da 18 de De
zenbro.
Ainda mais : logo depois de feilo o forneci-
mento desse insignificante numero de armas,
teido o Sr. ministro da euerra scieoda deque
o dirdttor do Arsenal ieGuena, guiado a pra
xe estabelecida. aitenlera a reqci icao feita plo
Cxra. Sr. desear&argaor Correia da Silva, ento
no goverao, ordeaou que fossem essas armas re-
colhidas ao Arsenal.
Smente em 17 ou 18 de D^z-mb_o e em vista
d; poaieraqjes fe.tiS;pelo Exm. Sr. Baro de
Juntendas, foi qae o miois'ro da guerra retirou
i lera que havia dado ra'a vo'.larem aquellas
armas ao Arseaal de Gu
Como, pois. pod^ria o coronel Dr. Jo- Mana,
quaaJo ou'.ras razas largimante apresenladas,
nao existissem, pagar armas, que o ministro da
guerra tinbi ordenado nao fossem vendidas ?
Diz se qae diversas contas, sem as formalida-
des leg?e, is'.o sem terem na9sado pelos tra-
mites olficiaes, ten sido apresentadas ao gover-
no Dar seren pagas.
N huma -;onta poderia ter sida apreseotada
con formalidades legaes, desde que o coronel
Dr. Jos Mara oenhuma compra fez com o intui-
to de pagar pelos cofres pblicos.
As Comoras foram feitas a dioheiro oa a ere-
d o para seren aor elle odividulmente pagas.
Sialgoma coala esta para ser paga, e eremos
que e<(:ste urna, como, ha tempos, ouvimos dizer
ajnell no3so amigo elle com a sua reconhec.da
i' nca ez, e probidideo fir apenas Ine .-ea
dada berdade para satisfazer os seas compro-
missos pe-soaes.
Si, porm o creor tem necessilade de rece-
ber quaoto antes o seu crdito, qae aprsenle
se no -escriptorio a'AProcinc\a ao procarador
daquelle nosso amigo, o Sr. Jas Cisoeiros, que,
secando dos aflirmam, est autonsado a pagar
qualquer divida.
(Edit:r.al A Provincia de 28 de Jaoeiro de
892)
Elei^ao muuicipal
Lembramos ao eleitorado de todos os
matizas do'municipio o nome do Dr. Ma-
noel Pinto Dmaso, para o cargo de pro
feito municipal.
' actividade incansavel em bem do
municipio, seu selo, a imparcialidade com
que trata todos os negocios, a justiga e
independencia de seu carcter alo oa ti-
tuloa que lbe dao direito incontestavel
apreenta3o de seu nome.
Lembramos portanto esse nome que
urna boa esperanga.
O ecmmercio.
Dr. Lopes Pessoa
Attesto que tenbo empregad-> em minha
clnica o preparado denominado tPeitoral
de Cambara, deacoberta do Sr. J. A.
de Souza Soares, com brilhantea resulta-
dos as differentes formas da bronebite e
em alguna periodos da tubercnlose pnlmo-
csr.
Recife, 14 de Abril de 1891.Dr. Lo
p b Pessoa.
Bibiiotheca Publica
O Sr. Francisco de 'aula Prea, bi
bliothecario da Bibliotbeca Publica de Pe-
lotas, declarou o seguinte :
t Por occasia' de tffectuar se um Ba-
zar evo- I oniricict do fiiblioth Pelotense, fui atacado de urna forte bron-
chite que me levou ao leito. Vendme
prostralo e desviando o meu restabeleci
ment o mais prorapto possivel, deliberei
usar o fPeitoral do Cambar, e o tz com
tanta felicidade que, no terceiro dia da
molestia, pnde reimumir as minbas func
;5s de bibliothecario d'&quelle estabele-
cimentoi
Na mesma poca foi a minha filhinba
Julieta, atacada de u>oa tese impertinen-
te, com carcter asthniaticc, e applican-
Ihe eu o mesmo efficaz medicamento,
vi-a restabelccida em aoucos dias.Fran-
cisco de P. Pires .
(A firma est reconhec da).
O Peitoral de Cambar vende se a
2>:(K) o frasco, 135( 00 meia duzia e
24J000 a duzia, as principaes pharma-
cias e drogaras.
E' nico ageote e depositario neste
Estado a Companhia de Drogas e Pro-
ductos Ohimicos, ra Mrquez de Olin
da n. 23.
Consultorio Medico
O Dr. Manoel Argollo com pratica nos
hospitaea de Paris e Berlim, tem seu con
sultorio na ra do Barao da Victoria c, 1.
Especialidades. Molestias dos appare-
Ihos respiratorios, circulatorio e digestivo
Consultas das 12 a 3 da tarde.
Chamados pfr escripto.
Telephone a. 586.
Advogado
Aquilino PortoEncarrega se de
qualquer trabalho de sua profsso as co-
marcas : Escada, Ipojuca, Cabo, Palma-
res, Gamelleira e Victoria.
Reside ca cidade da Escada.
Mudanza de
torio
escrip-
Ji'ib Godoy e Joi Hugo.
77RA DO IMPERiDOR-77
Dentaduras artificiaes
Sob press'o elstica, e tpressao pneu
aiatica systemas rovissimos Eeste Estad;
pelo cirurgi&o deotata Numa Pompio.
i ra do Barao d.-i VmKcmm n. hi 1 se
dadaa 8 her^s da mar.ha s 4 da tard
Dr. Fi'cilas Gisimarl^s
Participa aos seus amigos e ciier'.es
que mudou o seu conaultjrio da rja Du-
que de Casias n. 55, para a mesma :ua
g. 61, I. andar, ade contici a dar
consultas de 11 1 hora di tarde, e resi-
s,de co Cajueiro c. 4.
Telephone n. 292.
GBS
(A firma est reconheoida).
Unic
ca agencia do Pe i toril de Cambar,
ra Mrquez de Olinda o. 23.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 120*000.
At
oas.
25 do correte foram exportadas 119* pi-
Dranco por 15 kilos.
Cmenos dem idem. .
Mascavado idem idem .
Broto secco ao sol idem idem
Rtame idem idem .
Usinas idem idem. .
Mercado muito animado.
4*800 a 5*400
3*700 a 3*8(0
3*100 a 3*200
2*900 a 3*100
2*600 a 2*700
4*600 a 5*409
Carocos de algodo
Colase a 600 res por 15 kilos.
Foram exportados
kilos.
al 19 lo correte 150.000
A exportaco at 55 do corrate coasta de..
64227 saceos e 9952 barricas de assucar branco,
oesando 5.382.65o tilos e205.007 saceos e barri-
cas deassaar mascavadu pesando 17.551.176 ki-
os
Algodo
Nao bouve negocio.
At 25 do correte foram xportadas 12326 sacc*.
e 3039 fardos de algodo pesando 1.448.875 kilos.
Borracha
Cota-se nominal a 33*000 por 15 kilos.
Carocos de mamona
Cota se a 1*900 por 15 kilos.
Couros
Saceos salgados na base de 15 kilos a 660 ris.
ferdes nominal 360 ris.
At 25 do correle foram exportados 190*5 coa-
ros e 82t680 1/2 de sol-"
Ha grande procu.v
Ml
Por pipa de 480 litros 60*000 na falta no mer-
-4UO.
Aleool
Por pipa de 480 litros de 215*000.
Poram
pas.
exportadas ate 15 do corrente 536 pi-
. tabella das estradas de as8ccae e al-
oodZo
Mez de Janeiro
Entradas
Sarcacas .....
Vapores......
Animaca.....
Estrada de Ferro Central.
dem de S. Francisco _.
dem do Limoeiro. .' .
Sominu
Dias
23
27
27
27
22
23
Assu-
car
Saceos
125869
10766
12997
85722
34719
J70073
Algo-
do
Saccas
3363
1943
3168
373
745
6678
Importarlo
Vapor ingles i Magdalena e-.trado dos
portos da Europa em 28 e consignado a
Amorim IrmaoB & C.
Amostras 44 volumes a diversos.
Agua mineral 15 caixas a C. Piuym e
comp.
Apparelhoa para telephone 2 caixas a
A. do Carmo Almeida.
Couros 1 caixa a Companhia de Cha
peos. *
Cha 10 g.ades a Ferreira Rodrigues e
comp., 14 a ordem.
Cominhos 10 saceos a |Companhia de
Estiva, 5 a Joao Fernandas de Almeida.
Macbinismos 2 caixas a Companhia F-
brica de Vidros de Pernambuco.-
Mercaderas 1 caixa a A. D. C. Van-
os, 1 a Silva e Pinto.
Passai 13 caixas a E. M. de Barros.
Queijos 13 caixas a Joao Farnaodes de
Almeida, 11 a Companhia de Estiva, 10
a Carvalho e comp.
Tecidos 38 volumes a ordem, 13 a Ma-
chado & Pereira, 5 a A. Maia e comp., 5
a Goncalves Cunha e comp., 3 a Albino
Amorim e comp., 4 a Santos e comp., 14
a A. de Brito e comp. 8 a A. Lopes e
comp., 9 a Guerra & Fernandos o comp.,
2 a Rodrigues Lima e comp., 2 a Guilher
me Porto, 1 a N. Maia e comp., 17 a L.
Maia e comp., 2 a A. Martins e comp.,
7 a Olintho Jardim e comp 4 a Pereira
de Magalh&ea o comp., t a Maura Bor
ges e comp., 4a Bernet e comp.
Exporiacao
u:n. 37 D* janeibo di 1851
Instituto 19 de Abril
FUNDADO EM 1883
53 Kua ao UuMpiclo 53
As alas deste estabelecimeoto de edacaco e
de instrueco primaria e secundaria, acbam-e
aberta3 oesie o da 7 do corrente
Brevemente ser publicado em avulsos o re
sultado oaiido pelos alumnos aos exames tLaes
do'anno prximo passado
O director deste collegio exclusivamente de-
dicado prefisso que abragou, e tem auxiliares
tiabiliiados, activos e moralisados.
ss m so :::::::: ss
O direcior,
l.'jiz Porto Carreiro.
20Ra .lo Hospicio20
As aulas dete estaceleciaoecto de iastroccc
primaria e secundaria para s sexo femiuinc
abrir se-bao no da 11 de J.ineiro de 1892.
Receoe-se alamnas internas, Eemi-internas e
externas.
A directora,
Maria do Carmo Azeveio.
A' patritica Junta Gover-
nativa
Convictos de que a fllosire Junta Governaliva
nlo esqaecera os relevantes sarvicos prestados
pelo Doeado Dr. Damazo, ao municipio do Re
c:f; a mao actuar, no espirito de justica que
leem presidido todos os acios de tai 'patritico
goveroo-as nobres qualiades qae txoroam
pessoa de lo njbre cavalbeiro ; dpsda j felici
tamos ans man cipes do'R cife pela elelco do
llnstre D-. Damazo para prefeito.
Muilos commerciantes.
Nao bouve
i'aro o exterior
exnortacao.
Para o tsttertor
16X70
No vapor fraucez Corsica, para Si: de Ja
neiro. carrecaram :
M. Pinto C 15,000 coco3, fructa.
L. A. da Costa, 5,000 cocos, fructa e 1,500
abacaxig.
Para Santos, carrecaram :
M. Maia 4 C, 50 pipas com 23,500 litros de
aleool.
No vapor nacional Pernambuco, para Rio de
Janeiro, carregaram :
A.C. Moreira Dias, 30 pipas com 13,800 litros
de agurdente.
A. Taborda ic C, 1,144, saceos com 68,640
kilos"de assucar 'mascavado.
Para Victoria, carregaram :
L. A. da Costa, 3,000 co:os, fructa, co valor
de IWf.
Companbia de estiva. 300 saceos com 22,500
kilos de assucar mascavado.
No vapor nacional S. Francisco, para Pe
nedo, carregarim :
J. de Soma, 250 caixas com 5,750 kilos de
sabo.
M. A. de Sena < C, 8 birricass cor. 480 kitos
de assucar retinado.
Para Babia, carreeoo :
Companbia de estiva, 100 barricas com 10,580
kilos de assucar branco.
Ni vapor nacional Jacuhype, para Aracdty,
carregou :
M. F-aoco, 7 bar is con 650 litros de mel.
No vapor nacional Arlmio, para Pelotas,
carregon :
A. Taborda, 600 saceos com 45,000 kilos de
assucar braaco.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
M. Camiaba, 46 saccas com 3,710 kilos de al
godo.
Companbia de estiva, 10 pipa? com 4 500 li-
:ros de agurdente e 15 ditas com 6,750 ditos de
aleool.
No patacho nacional Annita, para Rio de
Janeiro, carrecou :
M. de Souia Franco, 7 fardos com cbapeos de
palba de carnauba e 40 volumes de esleirs de
palba de carnauba.
No biate nacional D. Ma, para Ctar,
carregon :
Coaroanbia de estiva, 500 saceos com faarioba
de mandioca.
No hiate nacional Bom Jess, para o Natal,
carregon :
Companbia de estiva, 509 siccos com farinha
de mandioca.
No biate nacional Neptun, para Mossor,
carreeou :
Companbia de estiva, 500 saceos com fatnba
de maRdioca.
Na barcaca Ramha dos Anjos, para Maco
carregon :
Coupaobia de estiva, 903 saceos com farinha
de mandioca.
Pauta da Alfaadeca
M.fV4 DI 25 A 30 DE JANEIRO Di S: 2
Aleool (litro ...... ni
ilgodao em rama ikilo .... 62)
Arroz com casca m.o) i m
Assucar retinado failo) .... 380
Assucar branco (tilsi .... 304
vssncar mascavado filp) ... 197
aga3 ae mamonas (kilo) ... in;
Soreacha de leite mangab. (kilo) U60O
^cbaca......... zjo
jouros seceos espichados (kilo) 6l
Jonros eccos salgados (kilo) 594
-loaros verdes (kilo)..... 32J
Conrinbos (um)....... 1*870
uarocoe de algodo. (kilc) ... 40
^arrapateira (kilo)..... 133
-cao (kilo)....... 400
>f bom (kilo)..... ijioo
cale restolho (kilo)..... 900
Caf moido (kflo)...... i 20b
Carnauba (kilo...... 566
Cera vegetal (tilo)...... 6
Canna (litro)....... hq
Cal (litro)........ 10
Carvao de Cardill (ton.) 30*000
Farinha de mandioca (lito) r 5 65
Senebra (litro)..... 440
'iraxa (sebo) ...... 483
laborandv (em folha) kilo no
Leite de maagabeira (kilo) 1*466
Mel aitro)........ 131
Milho(ko....... 70
Phospnato ae ca! da lina Ra;a (tone*
lada)......... lUOOO
Pel^e de cabra (cento)..... 187*000
Regalador da Marinia
Concerta se reiogios de algibeira, peo-
dulas de torre de igreja chronometros de
mannha, caixas de msica, apparelhos
elctricos, oculos, binculos, oculos de al-
cance, juias e todo qualquer, objecto ten-
dentes a arte mechanica.
9Ra Larga d> Rosario9
Consultorio n.-dfeo Oculista
O Dr. tierra-i communict aoa seus
clientes, que mudou u teu eorsultorio do
predio n. '6 da ra do Iluso Jess para o
de n. 9 da mesma roa onde coatinua a dar
consultas de 1 hura as 3 da tarde.
ResidenciaMandolina.
Telephone n. 366.
Anacahuita Peitoral
s curas produzidas pela composicao
de Anacahuita peitoral, sao realmente mi-
lagrosas.
Dom Clemente Silva, que reiide ca ra
do Estado, Santiago do (hile, escreve aos
nossos agenttB em dita cidade, oue ha-
veudo soTrido atrozmente de aslhma, pelo
espayo ee mais de se:e annos sem qae
medico algam jamis Ihe houvesse propor-
cionado o menor allivio; decidio-se nnal-
oienie em tomar da Composicao do Ana-
cahuite Poitoral o depois de baver apenas
tomado dous frascos dsseobrio com sorpre-
za, que i graadi oppressao do peito havia
quaei completamente desapparecido. No
cm tanto foi continuando a fscu* uso dalle
e eo fim de tr-s mezea se achou perfita-
mente curado, com grande assombro e
satiiacao de todo os seus p^reutoa e ami-
gos os quasi j haviam perJdo f>s espe-
ransas de jamis vel o bom. Dase tana
bem que did-j ento ost.1 parte o tem
recommendado a em Rraotle c omero da
seus conhecidea que s.ffriam de diferen-
tes ftflbCfSea pulmonares tao frequentes
ras cottaa do mar Pacifico, na America
do Su, e que seus bois resultados tem
sido auiverstes.
Como Garant?, contra as falsificxcSes,
(bsp'Vi.-se be"m qne es nomes de Lunman
Kernp venham estampados era letras
:,. parer.tes no papel do vriuho qae
nrva e envoltorio & cada garrafa. Acha-
se de v.na em todas a boticas e dr*:ga-
Pille de cameiro (cento) .... 145*000
iemeote de acmauln (arroba) 53
sola imeio)....... 38o0
Sement de carrapaleira (kilo) 126
Sebo........... 633
{atajaba (kilo)...... 140
Taboas de amareiio em prancboei
(duzia)........ 100*
Kovlmento do porto
Navio entrado no da 28
Southampton e escala16 dias vapor in-
gles 1 Magdalena da 2975 toneladas,
commandante H. C. Rigard, equipagem
135. carga varios gneros a Amorim
Irmaos & C.
Navios sahidos no mesma dia
Buenos-Ayres e escala vapor inglez
Magdalena commandante Rigaud,
carga varios gneros.
Rio Grande do Norte hyate naciona
D. Julia, mestre Laur entino F. Cos-
ta, carga varios gneros.
Rio Grande do Norte hyate nacional
fCorreio do Natal, mestre Joao Gue-
dea de Moura, carga varios gneros.
Peitoral de Cambar
O respeitavel anci2o Sr. raajor Antonio
SimSea Pire3 da Pootoara, preprietario
da fazenda de Santa Ciara, no 2." dis-
tricto de D. Pedrito (Rio Grande do Sul,
fez pela imprehsa daquelle Estado, a se-
guinte publicafao :
Pede me a minha consciencia declarar
os seguintes factos que tervem para ro-
bustecer o crdito do precioso Peitoral
de Cambar.
Ha pouco tempo, minha esposa appare-
ceu com urna tosse terrivel que nao a
deixava dia e noite; lembrei lhe o tPei
toral de Cambar e com o uso deste re
medio vio se completamente curada em
poucos diaa.
Um filho meu que se achava soffrendi
do larynge, molestia que adquiri depois
que teve o typi.o, ficou. tombem radical
mente curado com o uso do mesmo Pei-
toral de Cambar.
(A tirm* est reconhecida).
Antonio Simoes P. da Fontoura.
Mi rcano Municipal de h.
Jote
27 de
Dr. Bastos de Oliveira
Medico operador eparteiro
Tem o seu consultorio ra do Marque
de Olinda n. 1, 1. andar, onde pode ser
procurado todos os diaa uteis de 1 s 3
horas da tarde.
Chamados qualquer hora, ra do
Dr. Joaquim Nabuco n. 2 A. Capunga.
Telephone n. 365.
~3Z
O m'or.mt,nio deste mercado co dia
Janeiro foi o seguinte : fentraram :
42 bota pesando 6 715 kilos.
499 kiio? de pei*e a 20 re 9930
4 cargas com farinha a 00 rs. *800
lt oitas de fructas diVr.rsaa a 300 rs. 4800'
2 cargas com galinhasa 600 rs. 1200
2 cassaas com galinhas a 400 r. 800
32 1/2 columnas a 600 rs. 1950t>
6 suioos a 200 rs. 1*200
36 taboleiros a 200 rs. 7*200
52 compartimentos com farinha a 500 26*000
17*C(0
34 ditos de comidas a 500 rs.
96 dito? ie legiraes e faxendaa
400 rs.
15 ditos de sumos a 700 rs.
8 ditos de fressara3 a 600 rs.
6 ditos de camares a OS rs.
43 talhos a 2*
Rendimentos de 1 a 26
38*400
10*5011
4800
1*200
85* 229*380
5 991*500
6 22*880
Precos o da :
Carne verde de 24) a 640 ris o kilo.
Sainos de C40 a 800 ris idem
Carneiro de 640 a 800 ris idem
Farinha e 31') a 400 ris a cuiai
Milho de 300 a 320 ris idem,
Feo de 1* a 14200 idem.
Vapores a catrar
HSZ DE JANEIRO
Norte........ Pernambuco.......
Europa*..... Merchant.........
Norte........ Goyanm..........
Sul.......... Cljde.............
Sul.......... Advanct..........
------"------------11
Medico
P DR. TAVARES PE MELLO
formado pela Faculdad do Rio de Jaeiro,
teodo-se dedicare com especialidade i
therapentica moderna das molestias de
pelle e syphilis, na polyclinica geral, a
cargo do Dr. Silva Araujo, onde servio
como sen ajndante; d consultas de 12 s
3 horas no largo do Corpo Santo n. 15 oa
lindar, e recebe chamados a qualqer hora
em sua residencia, ra S. Jos do Maogai-
p nho n. 4. 1
fo Telephone n. 575. >$
*;&,--------------------------&%
Dr. Nuoes Coimbra
ClnicaMedico -Cirurgica
Especialidades : febres, partos, moiea-
tiaa de senboraa e de creancas.
Chamados a qualquer hora na sua re
aidenciaCaminho Novo n. 163, junto
estacSo ; ou no seu consultorio, ra Mar
quez de Olinda n. 56, nn ie d consulta
das 11 s i horas.
Telephone n. 387
A/s victimas das febres
O elixir auti-ebrll Cardoao, appro
-asi um 2i de 5Jurc.o Ueste anne pela inspecto-
ra ?erat a juta ae hygienedo Rio de Janeiro,
era hoje aprescniar-se bacaandude offredo-
nmaoo :^'ciro, como taboa e 3alviio que
o infeiiz naufrago he e enviada per mo ciani-
.te.
o ;!ixr ail-febril Carlo*o, applica-
.0 em iiiuitisiimos C3S03 de febres, tem como
;or milcgre. levantado do leito da dor a comple-
:o* morifcandoe.
Ete remedio, compo6to smente de vegetaes
iBtelramente inoffensivo, ainda mesmo na ctaie
BON e tenra crianca.
As sennoras, no estado de paridas, oc no pe-
riodo ce iacommodos nalurae3, podem osar sem
eceioalgum.
Este,elixir j bem cochecido de alguns Srs.
nedicos de toao o paiz, o m^is seguro e prom-
pto remedio contra as febref, e com especiallda-
le contra a febre amarella, erysipelia e bexigaB
le qualquer qualidade.
IBodo de usar
A's criar.cas at ute anno 8 gottas de 2 em 2
aoras em urna coher das de sflpa cheii d'agaa
fria.
De nao anno a tres 12 gottas ; de tres a dez 20
ottas; de dez annos em diante 30 gottas.
Os Srs. clnicos podem augmentar ou aiminalr
it 60 gottas por dose.
Recife:
Companhia de Drogas e Prodactos Cbixlcos.
Sanio Antonio:
Nacional Pbarmaciz, raa Larga do Rosario
1. 35.
Pharmacia Oriental, ra Estreita do Rosario
1. i.
Pbarruacia Alfredo Ferreira, ra do Barao da
Victoria :. i4.
Pharmacia Martias, roa Dnque d Caxias n.
>S
Vendas em erosso e a relamo.
DEPOSITO GERAL
Kua Estrella do Rosario n. 17
PBMBBIC
N. 148
-Cidadao Mano-I Cardoso Jnior.
E'com rautie sn-fco que atiesto o valor e
a efcocia do s-'U proligioso especiico coatra a
feDie. porquauto tenu appare:o mea &lbo
Manoel com febre de caract.T mi, e nao sendo
possivel ceder da eua iutensidade, resoivi a con-
- com omito prazer meu vi desapoarecer em doas
d.as a frbre, restabelecendo-33 em' seguida o
mea estimado li tu.
Pode Vmc. fazer uso do presente como lhe
convier por ser a verdade oara.
Recife, 15 de Maio de 1889.
De Vmc. attento, venerador e criado Florla*
no Marques Botelho.
N. 147
Eu, abaixo assigaado, negociante u'eHa ida-
de, atiesto que tendo no uia 17 de Jaabo.do cor-
rente anno, meu i-mo e caixeiro apparecide
com febre de 39 1/2 graos, inmediatamente re-
corr ao I.lm. Sr. M. Carioso e felizmente com o
sen preparado Elixir Anti-Febril, no fim de
doas dias tinba desapparecido a febre completa-
mente ; portanto nao pesso dcixar de f 1 citar ao
mesmo Sr. M. Cardoso pela feliz descocerla a
bem da bumanidade.
Recife, 22 de Junbo de 1889.
Aloia* Fercaade8 de Azevedo.
Eatavam selladas e recoabecidas as firmas.
O juiz de direito Joao Biut-sU (:tira
na Costa encarrega se de contrahir em-
preBtimos com o Banco Emissor de Per-
nambuco, sob hypotheca e penhor de sa-
fra, para os agricaltores e commerciatit98
residentes neste Estado e os da Par-.hjba,
Rio Grande do Norte e Cear, mediante
mdica retribuicSo ; assim como enesrre-
ga-se de liquidares amigaveis, em qual-
quer daa comarcas dos referidos Estados.
Pode ser procurado em sea escriptorio
ru do Marques de Olinda, anliga da
Oadeia, n. 34, andar, das 11 hors i
4 da tarde, e a outra qualquer hora, em
sua residencia, na Magdalena travesea da
fabrica de Fiacao n. 1.'

sul
.. 29
20
29
.. 30
... 30
Porto Alegre....... 31
Dr. Mello G mes
Medico operador parteiro
v\57Ra do BarSo da Victoria57
(defronte da bda de s. amaso)
Onde tem consultorio e resi-
dencia i podendo sr encontrado e
recebando chamados qualquer hora
do dia e da noite.
Especialidades: partos, febres, moles-
tias de sennoras e dos pulmoes, syphilis )
em geral, cara rpida e completa e ope-
racOes de eftreitamentos e mais sonri-
mentos da uretra.
Acode de prompto a chamados ara
fra, a qualquer distancia.
Telephone n. IOS
\l
Vspores a aahlr
HEZ DE JANEIBO
Sal.........Jaboatao.......... 29 as 4 h.
(Sal......... S. Francisco....... 29 as 4 b-.
Sul......... Pernambuco....... 29 as 5 fe.
Earopa...... C/yde............. 30 as 2t
i
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata com especial!
dado de molestias de sanhoras e creanoa
Consultorio e residencia roa da impe
ratris n. 18, 1 andar.
Consultas de 8 -a 10 da manha.
Chamados (por escripto) qualquer hora
TELEPHOFE H. 226
Gurso Primario
Sob a direcqao de
M l Soares da kimi
Actu-se aberto este curso desde o dia
15 do corrente.
Admite por mensalidadeapagas Can-
tadas.
Alumno interno 30(5000
Semi-interno 155000
Externo 30000
47Ra do Rosario la Boa
Vista4T
Dr. Silva Leal
Medico oculista
Recentemente chegado da h'urrtpa 0
jom pratica nos priucipacs hospitaes e di-
oicas de molestias de olhos dataria, di con-
sultas todos os dias uteis das 11 s 3 ho-
ras da tarde em seu consultorio, rna
Dique de Caxias n 73 Io andar, entrada
pela Praca de 17, n. 73, (antigo Largo do
ollegio).'
Residencia a ra Barao de S, Baria n.
16. Telephone n. 507.
Chama os por escripto, em sen consol-
rio, residencia, e na pharmacia Martica
'
.
1 .
}:



HH^HMBH^H>HHRM*MB
Diario de Pernmbuco Se\ta-eira 29 de Janeiro de 1892
V
5
Dous miiagTes
III. Sr. D. Carlos.Tociei o sue re-
medio o Elixir S. Morato, e foi com elie
que pude sarar das boubas que so'ffcia ha
muito tempo 'e descorocoava por nunca
tnelhorar, um meu viBinho que tambera
offre, j largoa de tu^o que ib. recerta
ram e est tomando o seo remedio.
Agradecido peio remedio, lhe sou obr
gadissimo.
Santos.
Albino Jote Couto.
Illm. Sr. D. Carlos-Eu todos de
casa, faz muito tempo quetaofiremos hu-
mores de boubas, com diet, sam resulta
do. Fisemos uso agora do Elixir M. Mo
rato, preparado por D. Carlos e saramos
completamente.
O remedio alm de se* muito bom tic
da tem bom gesto, pois as enancas be
biam com facilid&de, misturado com agua.
Sap.
Firmino Aguiar.
Oculista
Dr. Barreo S&mpaio, oouisia,
ex-chefe du ceica do Dr. da
Wecker, de volta de sua viu-
gem Europa, d consultas re
1 s 4 bom r. tarde, uo Is
aunar da ^asa i. 51 rui; do
Barto da Victoria, {excepto nos
Estrada de Ferro Central de
Pernrnbuco
HORARIO DE TRENS
A vi;orar do dia 1 de Fevereiro de
1892 em diante.
Ticns de suburbios
TOCOS os DU8
MA.NHA
Estaques
...-...
\ doniin
j Te!,
gos e dias san tincad;; a.
enhene 2 5.
Residencia ra Seta e Sotcra-
bro n. 34. Entrada pela raa da
Saudade n. :
Telephone 28".
Oentcs
s. i.
Recife .
A-pia..
Tigipi .
Jaboato
cj
Horas
9.14
9.21
9 4!

Horas
Etlufas I |f
S 1
Jaboato
......IITigipi .
... Arelas. .
----- Retire .
S.3
9.00,: Jaboato
S lf Tigipi
9 23
Recife.
He ras
"h.ii
6.28
6 44
Hora?
6.00
623
6 30
t. 21
10.28
10.14 -
10.00
10.23
10.30
PROJECTO DE INSCPIPCAQ
Para a i 0.a con ida a realizar-se domingo
i.'
de Fevereiro de
eLros.
PRM l
Animaes de Pernmbuco que nao
s : 20#000 ao primeiro, 404020 ao
TARDE
-5
EslaSes I ec
Termina a horivel der de dsnees usan-
do o expeliente preparado de Manoel Car-
doto Juoicr.
As cartas que ib' teai sido dirigidas
polos jornaes de maior circulacSo, attes
tam a cfleacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil
v:. di _'.., r.a do Mrquez de Olinds
d. 23.
Phrmacia Martina, ra Duque de Ca
xias n. 88.
Pharmacia Orient;lra ra Estreita de
Rosario n. 3.
Phara-teia Alfredo Ferreira, ra de
Bsr2o da Vu-t r;a n. 14.
Pharmacia V'irgilioLopes, ra Larg*
do Rosario n. 31.
S 4
Recite. .
Areias. .
Tigipi .
Jaboat
S. 6.
Recife. -
Areias. .
Tigipi -
Jabcalao
S. 8.
Recife. .
A reas. .
Tigipi .
Juboato
S.E. I.
Recife .
reia..
Tigipi
Jaboalo
Horas
5.4
5.21
5.41
-2 ""
Horas i S. 5 Horas
S.001Jaboato
5 6
2.231
1 7.10
7.24 7.261
7 31 7.33
7.51
- 9.10
9.2i 9.26
9.31 9.33|
9.51 ......1 1
Tigipi
\reas ..
Recife .
S. 7.
Jaboato
26l Tigipi .
" Arelas. .
Recife. .
6.31
6.38
6.54
-3
8.31
8.38
8.54
Horas
6.10
6.33
6.40
8.10
8.33
8 40
DOMINGOS
S. 2.
2.34
2.4!
301
2.20
2.36
2 46
Jaboato
Tigipi .
Arelas. .
Recife .
3.51
3 58
4.14
3.30
3.53
^ 4-. 00
Trens mixtos da Victoria
SOMENTE NOS DAS LTKIS
IDA
VOLTA
-V
3.<
4.
'.'
6.'
PAREO consolaco- 80 0 me
tenhain ganho premios. PR2
segundo e 205000 ao terceiro.
PAREO EsliJBIi'o 1,000 metros. Animaos da Pernmbuco que nao te-
r.hain ganho premios em 1891 e 1892. premios: 2005000 ao primeiro,
4d000 ao segundo e 20000 ao terceiro.
PAREO mpreflsa 1,200 mer-os. Animaes de Pernmbuco. premios:
30'00U io primeiro 6500O ao segundo e o0000 ao terceiro.
PAREO Ferro Carril 1,300 metros. Animaes nacionaes. pasillos :
4005000 ao primeiro 805000 o segundo e 405000 ao terceiro.
PAREO __ C'OOJJK'--asars 1,050 metros. AuKaes de Pernmbuco que
nao tenham ganho em distancia o.-erior a 1.0<'0 metros, premios :
2004000 p.n primeiro, 405000 ao segundo e 205000 ao terceiro.
PAREO Prado Ifernainbucano1,200 uietros. Animaes de puro san-
gue, que nao tenham gmbo premios em 1 <92. premios : 5005000
ao primeiro, 10050C0 to segundo e 50*000 ao terceiro.
7. PAREO Experiencia 900 metros. Animaes de Pernmbuco, que r.ao
tenham ganho premies nesta distancia PREMIOS : 203000 ao primeiro,
405000 ao segundo e 250OO ao terceiro.
O servaces
De accordo com o crt. 5.* do cdigo de corrida n2o serao admittidos a
inscripcSo no pareo Imprensa o animal Piranscn e no pareo Experiencia os animaes
Pirylampo, Talispher e Maurity.
A directora chama atteneo dos Srs. proprietarios p .ra o art. 3o do cdigo
de corridas, sob pena de Dio ser attendido.
A inscripcSo encerrar-se ha quara feira 3 de Fevereiro, s 6 horas da tarde,
na secretara do Prado, a ra da Emperatriz n. 26, 1. andar.
Secretaria .o Prado Pemambucano, 28 de Janeiro de 1891.
O SECRETARIO,
J. Alves.
Zstacoes

j
De Sorocaba
Declaro que soffri muito tempo, fazendo
uso de meaicamentos sem resultado e
usando tres dias apenas da injecelo M.
Morato, screi com, letamente de umachro-
eica gonorrha que me tormentava.
Faca uso esta como onvier.
Antonio F. Fontours.
Agentes de/ositorios em Pernmbuco,
Francisco M. da Silva & O, ra Marques
de Olinda n. 23.
EDITAES
M. 2. 'Hora
itecife...
Areia-...
Tigipi *
Jaboala o
Morenos'
Tapera..
Viclori a.
3 H
4.01
4 22'
4.53;
5.4
6.00
' Estafas
HotasM. t.
3 40 Victoria i
3.56 Tapera..'
4.0iMoenos.!
4.27 Jaboat *
4.58 Tigipi..
5.2AieUs *
-----1 Recife...'
C9
O
C3
Horas
'
7.'2l
7.52
8 18i
8 25i
8.42
Erapreza Costa & C.
G'MDS COMPilfluM ITitti
DE
Horas
6 20
6.55
7.26
8.00
8.20
8.27
S-?T3.3S5:5?-.I
si f* .: : I

~ P r f r1 r* r1: S | Chg8da
c s ip- i* 1: ti w
>
Ai rendamento de compar-
timentos do mercado de
S. Jos.
EDITAL
O Conseiho da Intendencia Municipal
do Reeife faz publica que, no dia 30 v do
corrente ao meio dia, no mercado de a.
Jos e com assistencia do Sr. presidente
e dos commisearios de polica e mereedos,
ir em praca por preg&o, o arrendamento
por um anno dos compartimentos destina-
dos carne somente ahi existentes,
mediante fianc idnea, pagamento adi-
aatado por semestre, e obrigacSo de
entregar o compartimente pintado como o
receber, nao podeno um s locador ar-
rendar ma's de 7 aompartimentos para o
mesmo fim, segundo o art. 12 do res-
pectivo regulamento.
Paco da Intendencia do Recife, 13 de
Janeiro de 1892.
Dr. Manoe! Pinto Dmaso, presidente.
Francisco Faustino de Britto.
Jo2o Walfredo de Medeiros.
Albino Jos da Silva.
Dr. Augusto da Costa Gomes.
Francisco Gurgel do Amaral.
Antonio Machado Gomes da Silva.
Jos Xavier Carneiro de B. Campello.
Dr. Jo2o Carlos Balthzar da Silveira.
O secretario,
Joaquini Jo6 Ferreira da Rocha.
DECLARAfiES 7
A agencia da Companbia de Seguros Ao-
sia'.iea de Hatnburgo neaia cidate, faz sciente
que tenlo sefsaao ?uas operaces de seguros
desde odia i- de Janeiro ue 1891, e tendo se
odado no dia 31 de D.zembro do aieimo aeno
o praso do ultimo contrato, eetn que bouvesse
necboma reciamafo, pelo nresente declara que
desia data em diaote ftca completamente eitin;-
a a referida agencia.
Reeife, T ce Janeiro <1e t89J.
Da o-dem co Illm. Sr. Ur. in?pector oteri-
no deste tbesouro, (ac publico que do da 4 de
Fevereiro vindooro ir praca por um-anno a
arrematago do pedagio da barreira Bojary e
Uruac, peranie a joma de FazeDia reunida em
sessaj, servindo de Dase para a prioieira preco
de 82U000, e para a seguida o de 1:626*000.
Os senhores concurrentes se devero naailitar
na forma do regolameato ero vigor.
Secretaria do Theouro do Estado de Pernm-
buco, em 26 dt Janeiro de 1892
Servindo de secretario,
Jos Ana.-tacio da.Si!va Gaimaftes.

r?Hfr*.rlH *
l CJ ^ t *.''. "I duouoaoDO = i
.- m---#--= | Partid!
O
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C: >* ~: --. X -:
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Sab.,
2
OQ.
> *
_
- E
os
o*
o
o I
o *
>
39
Carga
8E3UNDA8, Q0ABTA8 E 8EXTA8 FEIBAS
Estafa!
c t.
Recife..
Areia* "
Ticipi .
J-'b3a:ao.
Morenos
Tapen..
Vicioria#
F. Gltc.
Rossiobaj

Horas
88,
8.25
9.00!
9.48
10.31
11.17
12.291
1.06)
Hnra-.
8.00
8 32
8.37
9.15
9.58
10.40
11.49
12.34
Estafas
C. 2.
Rosstnba
F. Gli:..
Victoria.
Tapera..
Moren
Jaboat ?
Tigipi..
Areirs. .
Recife. .
o

Horas
2.15
3.00
3.59
4.47
5.27
6.05
633
a.
Horas
1.50
2.20
3.20
4 09
4.54
5.42
6.08
Thesouraria de Fazenda
De ordem do Sr. Dr. inspector e em
vista de telegramma do inspector da cai-
xa de amortisacSo, de hontem, faco pu-
bli-0 que conforme a deliberacSo tomada
pela respectiva junta administrativa, far
se ha nesta Thesouraria a substituoslo das
notas do governo de cem e quinhentos
mil reis, da quinta estimpa, at 31 de
Maro de 1892.
Em 15 de Dezembro de 1891,
O secretario,
J. Gomes da Silva.
OPERAS CMICAS 3& OPERETAS
dirigida pelos artistas
ZCCHl e OTTNELLO
AMACHA 30 DE JANEIRO AMUHA.
1.a recita exfraordiaaria
BOCCAGIO
Proto.'onista a EMINENTE artista
noita Pavaa Bcrnin*
AS S Ii2 HORAS EM PONTO.
Coit nua aberta urna assignatura de C recitas com abatimento de 10 [0 na li-
vraria CONTEMPORNEA e no theatro.
NOTAN2o se repetem pe?as aos senhores assignantes.
-Os senhores assignantes terSo preferencia as suas localidades que serSo gnar
dadas at 10 horas no dia de cada recita livre.
Trens e bouds para todas as linbas.
ORSERVACESNos dias santificados oo de
festa nacional regular o horario dos dias uteis
para os trens de suburbios. O trem P2dos sab
bados tera maior demora na Victoria regulaado-
fenesse dia as partidas d'alli para o Recife pela
2* columna. A parada de Areias nao recebe e
nem expede carga3. O asteriscos indicam os
crofamentos ?egaintes : do P 1 com o M. 1 em
Jaboaio. do P. 2 com o C. 1 em Victoria, do G.
1 com o M 1 m Areias, do C. 2 com o M. 2 em
Morenos e com o S. 4 em Jab^aiao e dos sabbadi s
rnente o P. 2 crosa com o M. 2 em Tielpi.
R'Cife. 16 de Janeiro -e 1892.lo.-pector do
tralego, T.ieophilo de V^acooaellos.
Dir-:ior,
Olegario Herculano da (ilustra Pinto.
Corapanhia de Tecidos
Pauli>ta
Segundo dspSe o art. 16 do decreto de
17 de Janeiro de 1890 da le o regula-
mecto dos baocos e sociedades anonymas,
acham-se no escriptorio provisorio a ra
do Bom Jess, n. 1, pavimento terreo,
copia do bilane, relacSo nominal dos Srs.
eccionietas, durante o anno lindo.
Recife, 19 de Janeiro de 1892.
J. A. Saraiva Jnior.
Director secretario.
Banco da Bolsa
Tendo es'e banco procedido a 'ncorporacSo da
Compaohia de Servicos Martimo de Pernmbu-
co. e sendo o concurrente que mais vantagens
cffereceu ao novo contrato de iliuminacSo publi-
ca desia cidade, para a qual torna se necessario
fazer adiotamento como seja 3 do deposito do
valor da avahaco da empresa do gai, para o
3ue nSo bastante a 1* entrada dos accionistas
o mesmo banco, previne-se ao.i senhores accio-
nistas deste banco, que sao convidados a fazer a
segunda entrada de 10 0,0 de soas acfes al o
dia 15 d Janeiro de anno que vem, e a 3 entra-
da tai^bc n de 10 OO, 30 dias depois, como de-
termina o art. 4.* dos estatutos.
Recife, 28 de Dezembro de 1891.
(.director gerente,
J.l>into.
BANCO DA BOLSA
Capital Reis 1,500:000^000
Dividido em 15,000 accoe de 100:000 cala urna
RA DO VXGARO N- 2
(Esquina do largo do Corpo Santo)
Edificio da Junta Gommercial
Hora da Bolsa
DE 1 A 2 UA TARDE
Compra e vende ttulos com cotacao.
Liqu da operaces por conta de terceiro ou a prazo- ,
Faculta capitaes para comp-a e venda a dinheiro cu a prazo de quaesquer
'.i tule a catados na Bolsa.
Integralisa oonvindo capitaes de Bancos e companhias reconbecida utilidade.
Fas transferencia de operaces reajisadas na Bolsa a prazo.
Auxilia liquidacao de report e Deicredere.
Realisa opeacSes bancarias relativas a sua natureza.
Encarreg-se de incorporajSes de Emprezas.
Levanta-se sprestimos.
Compra e vende metses.
Enc8rrega-se da compra e venda de aasucar, algodSoj etc etc.
20 de Marco de, 1891.
O director gerente,
P. J. Pinto.
Companhia ieci'ense
de Panificacjio
Esta empreza, tendo recebido Darte de bpd
apparelbos que principiaro brevemente a fenc-
cionar. e feito acquisicao de 16 padarias toma-se
iusnfliciente as suas operaces o capital realisa-
do, como ser detalcadamente demonstrado no
prximo relatorio, por iesi, sao convidados o
Srs accionistas a entrar mais com 10 i. soore o
valor de su?s aceces ro prazo de 30 dias da pre-
sente daia, e outros 10 'o 30 dias depois.
Recite, 31 de Dezembro de 1891.
0 secretario,
Joaquim M. G, Rosas.
Santa Casa da Misericordia k
Recife
Perante a junla administrativa deta sania
casa, ao dia 3 de Fevereiro vindou'o, recebem-
;e proposlas pata !> fornecimento aos seguintes
insteriaes deque ella precisar para os concertos
dos seas predios u o fim de junbo do corr.nte
anno.
Areia do rio, carroca.
Cal branca, alqueire.
Di-a preta, dem.
Caibros de qualidade, mi.
Encbam de 22 palmos, um.
Dito ce 30 ditos, um.
Cimento, barrio.
Cimento Portland, tina.
Rip.s, cesto.
Traveta ae 30 palmos, orna.
Terca de 32 ditos, dem.
Trave de 22 ditos, idem.
Dilt de 40 ditos, idem.
HIPPODROMO
OD
I6RANBE
QUE SE REALIZARA'
i\o dia 51 de Janeiro de 1892
Momei
s
s
Pello*
>'alura-
Cor da v-eatl-
nn-ma
Proprietarios
1. Pareo 31 do Janeiro-80'J metrosAnimaes Pernambuc que no.teobcm ganho nos
pr.dcs do Recile at 20 do corrente. P.-imioa: 200O0D ao 1', 40000 ao 2* e 20000
ao 3*.
liVelocipede..
* Vulfo......
Trent.....
Camponez...
Rio ta Prata.
Penlo......
5 Ca9tanbo.
5 Baio.....
5 Rodado...
5 Uaio......
o i Rodado..
o |Zaino.....
i
Pernamb.. 51
ti 51
V 51
51
51
i 51
Encarnado
Azul e encarnado
Corpo nr., mangas ene.
e bonet enearnade.
J. F. B. Cvale: nle.
M. L. M. Jnior.
J. P. Galvo.
A. P. C.
J. A. Silva.
A. F. de Soaza Lima
2. Pareo-Derby Club-8-jO-metros.Animaes de Pernarobuo que Bao tenbara gacho a'esta
nu maior distancia em 1891, salvo acomia do uia 29 de Novemcro de 1891. Premios:
20000 ao Io, 40*000 ao 2o e 20000 ao 3.
Cyclone...
rlol'.ia J .
Vermoutb.
Romeu ...
3oaaparte.
Xyctberoy.
Gllete....
Good-mor
niog......
Hercules.....
Coilector.....
Turco 2.....
Rodado...
Baio.....
Tordilho..
Baio.....
Kudado...
Castanbo.
Rodado..
Russo..
Alazao.
Pernamb..
51
3t
51
51
53
51
51
51
51
SI
53
Eac. e bonet pre'.o..
Amarello e roxo......
Azul e encarnado-----
Branco e prelo.......
Grenat ecznl.........

Corpo listrado e man-
gas encarnada.....
Ene, preto e oar....
Grenate a zul
Coud. Fragoso.
J. F. dos Santos.
A. M. A.
Coud. Portuense.
H. S. da Silveira. "
Adolpbo A. F. Taques.
M. R.
R. C.
i!. L.
J. J. dos Santos Jnior.
J. F. Moura.
3o. PareoSupplementar930 metros.Aiimaes de Pernmbuco que nao tenbam gaubo em
distancia superior a 100 metros em 1891, excepto a coma do dia 5 de Jama. Premios:
20}000 ao 1.. 40000 ao 2." e 200Oo ao 3..
lD?spcla..
2Cbubv......
Gerfaot... -
Mouro.......
Vivaz.......
6 Plutao
Rodado...
Castanbo.
Ziino-----
Alazuo.. .
Castanbo.
Rodado...
?ernamb.
5l-|Vloletaeouro.......|D. C. F.
53 Ouro e prcto........ A. Marques.
51 I ICoud. Aurora.
51 jAzul e curo.........Coud. Mountcana.
51 |Enc, prvto e oure. ..|F. R. R>mos.
51 1 Preto. branco e cucar.|Coad. Neruadio.
4 Pa-ec Trilnoa irbanoo-1050 metroa-Arimies Peroambeco. Premio?; 250
ao 1'. 30*000 ac 2 a 35000 ao 3.*.
Talispber....
Pyrilampo...
Lucifer......
Ida..........
iiaranguape.
Rdano .
Tordillio.
Rodado...
Alazao.
Pernamb.. 52
* 50
32
m 50
* 52
Lista e masgas ene.
Grenat e azul.....
Amarello e verde ..
Preto e rosa........
Prelo, ene. e o&ro...
>ood. Recife.
J. E Ferreira.
A. Ucba
()oud. IJu e Volta.
D\ B. B. Fons. Filho.
5.* Parco- tnio900 metrosAnimaes de Pernmbuco que nao tenham gacbo nessa dis-
tancia e em distanm superior a 1.000 metros nos prados do Rvcife. Premi03 : 200*000
ao l, '-CCO ao 2. e 20*000 ao 3.'.
Despota.....
Manijo 2.".
Pbariseu
Tudo-......
Gela........
Hercules
'atcbouly..
o
5
3
S
5
5
Rodado..
a
Castanbo.
Baio.....
Alazo...
Rodado...
Russo. ..
Vernamn.
31
51
51
51
51
51
51
Violeta e ouro ......:M B. C.
Branco e encarnado.
Ene. verde e anarello.
Azul e ouro em listra.
Amarello e preto.....
A. M. Costa..
R. Costa.
Luiz Drumm-nd.
Luiz Drummond
H. L.
D. C. S.
6C PareeConcluno SOO metros.Cavallos de Pernmbuco que nao tenbam ganho n'es-
les ultimes 4 tnezes no Prado e Derby podeodo entrar eguas do Estado. Premios : 200*
ao i.", 49*000 ao 2 e 20*000 ao 3.".
i Mouro......
2i Vivaz......
3Maranguape.
i Talispher___
5 Potos.......
6 Lucifer......
7 Ida.........
Alazo...
Castanbo
Alazo..
Rodado...
Castanho
Rolado...
Pernamb.. 51
m 51
9 53
m 53
53
B 51
49

Azule ouro........
Preto ene. e ouro...
Listas e mangas ene.
Preto, branco e ene.
Verde e amarello...
Rosa e preto........
Coud. Mouriscana.
F. R. Ramos.
Dr. B. B. Fonc. Filho.
Coud. Recife.
Silva 4 Rrbeiro.
A. U.hi.
Coud. Ida e Volta.
OBSERVA0ES
Telbas, cento.
Tijolo.- de alvenana rossa, idem.
Ditos de ladrilbo qoadrado, dem.
Ditos de dito comprido, idem.
Ditos de tapamemo, idem.
Tabea de lauro, idem.
Dita de amarello. urna.
Os matenaes serSo coacazi jos para os Ugares
indicados, por conta do fornacedor.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 26 de Janeiro de 1892.
O escrivSo.
_^_________Pedro Rodrigues de Sonta.
Alfandegade Per-
nmbuco
O inspector, segn Jo dispOe o art. 9 do de-
creto n. 9766 de 14 de Julbo de 1887, previno
aos interessados que esta reparticao, at o flua
do correDte mez, far a cobranca bocea do
cafre, do imposto dos fores vencidos.
Baro de Sooza Lelo.
A Equitatiya
DOS
Estados Unidos
Sociedade Mutua de Seguros de Vida
Tendo o Sr. JOS RHEINSTR )M pedido a sua
deaiisao como correspondente dasupra mencio-
nada rompaabia ueste Estado, avisa se ao pq^
iliCO que qualquer communicacSo em relacSoT
dita compaobia deve ser dirigida ao abaixo as-
signado no seo escriptono n. 18, roa do Com-
mercio, ou Caixa do Correio n. 115.
Pernmbuco, 26 de Janeiro de 1892.
Harold Sorby.
Gerente para o Brazil.
Os animaes inscriptos para o primeiro pareo deverlo achar-se no ensilhamento
s 9 1/2 horas da inanha.
Os forfaits serSo recebidos at sabbado, 30 do corrente, s 3 horas da tarde, na
Secretaria do Hippodromo.-
Os jockeys que n5o se apresentarem convenientemente trajados com as cores
adoptadas no programma por seus patcoes, nao serao admittidos pesagem e serlo
multados de accordo com o art. 51 do Cdigo de Corridas-
Chamamos a attenco dos Senhores proprietarios e jockeys para os arta. 46 o
47 e seus e o art. 48 do cdigo de corridas ; assim como os Srs. apostadores
para o horario, para encerramento da venda de poules, que ser restrictamente obser-
vado, salvo forja maior.
Previne-se sos Srs. apostadores que os animaes que carem parados nSo serSo
nullos os pareos e nem se restituirSo as poules.
HORARIO
O primeiro Pareo encerrar ae ha s 11.50
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 28 de Janeiro de 1892.
O secretario,
Augusto G. da Silva.
Gabinete Portuguez
de Leitura
Na falta da presidencia do conseiho delibera-
tivo, convido por ordem da directora todos os
senhores associados a reunirem-se domingo 31
do corrente, as 12 horas do dia, ero assembla
gersl, na sede desta institoicao, aba. de p-oce-
aer-se ao exame das contas, e elecSo da nova
3dminisfaco.
Secrttarii do Gabinete Portuguez de Leitura
2m Pernmbuco, 26 de Janeiro de 1892.
JoSo V. C. Alfarra,
1- stcre'.arn.
Hospital Portuguez de Be-
neficencia
Assembla geral
Saa convidados os sennores socios a corapare-
cerem domingo 31 Jo corrente, s 11 horas da
manb, na sede do hospital, para elegerem os
funccionariis necesarios para preencher as va-
gas existentes na junta do oo-r.nte anno.
Secretaria co Hospital Portuguez de Bene^i
enea, !6 de Janeiro de 1891.
Manoel Lopes,
Secretario ________
%'a Secretaria da ania Caaa de MI
rlcordla alngam e oa eguinir
predios t
Roa do Sccantamento loja n. 11 30*OfX
Roa do Amorim, armazem n. 26 10*000
dem nem n. 64 30*000
Rna do Bu-gOB a. 19 1WC0O
Hippodromo do (?ampo
Grande
Convida se os senhores possuidores de aceces
preferenciaes a virem receber os juros corres-
pondentes ao 2- semestre do 3.anno, daslO
horas da manb s 2 da tard, do dia 24 30
do corrente. na secretaria do Hipoodromo ra
do Imperador o. 53. 1- andar.
Secretaria do Hipnodromo do Campe Grande,
22 de Janeiro de 1892.
0 tbesDureiro,
M. Lopes Vieira._____
Curso annexo Faculdade
de Direito do Recife
De ordem do Sr. Dr. director, faco publico que
devendo ter logar ira segunda qoinzena de Fe-
vereiro prximo vindooro 03 exames de suffi-
ciencia, e os lioas para os estudactes que por
motivo de molestia provada, nSo tinbam podido
comparecer s provas do fim do anno preceden-
te, no. termos do nnio do ar?. 451 do decreto
n. 1 23! F de 2 de Janeiro de 159J, sero admit-
tlios a tbia ultima classe de exames todos a-
quelles qu^ inscriptos em Novemcro irdo, di-
xaram de comparecer, devendo os qoe se acha-
ren! nesias condicOes a^reseatr ao mesmo Sr.
Dr- director de a 11 de Fevereiro prximo
suas peticOes devidamen'.e instruidas com attes-
tado medico.
Secretaria do Curso annexo Faculdade de
Direito do Recife, 25 de Janeiro de 1892-
Q secretario.
Joo Tdesphvro da S'-lva Fragoso.
rl

7
i. n,.



,








Diario de Prnambuco Sexta-feira 29 de Janeiro de 1892
Biiao
U. T. P.
De ordem do Sr. presidente convido a todos os
Srs. socios a comparecerem no dia 31 do ccrrente
as JO 1/2 bora8 da manba, na sede social, roa
de Marcilio Das o. 88, 1 andar, para, consti-
tuidos em assembla geral extraordinaria, trata-
retn de grandes assumptos referentes classe e
especialmente corpora^o, e discutirem a re-
forma da lei orgnica.
A sesso funcccionar com o numero que com
parecer.
Secretaria da Umo Typograpbica Pernambu-
cana, 28 de Janeiro de 1892.
Joae Ezequtel de O. Luz,
___________________2. secretario._______
Banco de Prnambnco
DIVIDENDO
Sao convidados os senbores accionistas a vi-
rem receber no escriptorio des e banco do dia
25 em diante o 4o dividendo de snas acjoes, na
razo de 8 0/0 ao anno, correspondente ao 2
semestre rindo em 31 de Dezembro de 1891.
Recife, 23 de Janeiro de 1892.
Jos Adolpho Rodrigues Lima
_______Director secretario.
Companhia
DE
Tecidos Paulista
Os senhores accionistas sao convidados a rea-
lisar a terceira entrada do capital a razao de 20
0/0 at o dia 8 de Fevereiro prximo futuro das
11 boras do dia as 2 da tarde, ra do Bom Je-
ss a. 1. pavimento terreo
Befe, 7 de Janeiro de 1592.
J. A. Saraiva Jnior,
__________________Di -ector secretario.
Qualifi cacao de estrangeiro
O presidente da Intendencia Municipal
do Recife fas publico que, dispondo o ar
tigo 92 da ConstituicSo Poltica deste Es-
tado que sarao eleitores do conselho mu-
nicipal, alm dos cidadSos alistados como
eleitores polticos, os estrangeiros que ti-
verem domicilio no municipio, desde pelo
menos tres annos e contribuirem com as
tazas municipaes, sao pelo presente con vi
dadcs os que, se achando n'este caso qui-
serem usar de sen direito, sem perda de
sua nacionalidade, a requer'erem titulo
dentro de trinta dias, contados da presen-
te data declarando na peticlo seu nome,
filiacSo, idade, estado e domicilio, e tra-
zendo provado o tempo de residencia no
municipio, segundo o artigo supra.
Paso da Intendencia Municipal do Re-
cife, 11 de Janeiro de 1892.
Dr. Manoel Pinto Dmaso.
Presidente
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
Escola Normal do
Recife
De ordem do Sr. Dr. director desta
escola scientifico a quem interessar que de
15 do corrente at de Fevereiro prxi-
mo, estarao abertas as matriculas as
anisa dos tres annos do curso ; e que de
accordo com o art. 26 do Regularmente
de 27 de Dezembro de 1887 s serao
ellas facultadas aos individuos que proba-
ren:
Para a do 1 anno :
I. Idade maior de 18 annos, se forem
do sexo masculino e de 16 sendo do sexo
feminiuo;
II. Isencio de culpa que motive a per
d* da cadeira de professor publico;
III. Ser de bons costumes;
IV. Nao soffrer molestias contagiosas,
nem ter defeitos physicos que os privem
de bem exercer o magisterio ;
V. Habilitado as materias professa-
das nos tres graos do ensino primario ou
nos do exame que tiver feito na escola;
VI Vaceica recente ou re vaccinacSo.
de que trata o art. 460 do regult ment
do pagamento da taxa de cinco mil reii
pela inacripcSo pora cada prepatoiio, pa-
gamento a que alo abrigados oa alumnos
estranhos, nos termo* do art. 461 do ci-
tado decreto p 2 de Janeiro de 1891.
Secretaria do Curso Annexo da Facul-
dade de Direito do Recife, 25 de Janeiro
de 1892,;
O secretario.
Joo Telespkoro da Silva Fragoso.
Faculdide de Direito
(Obras do novo edificio)
Em virtude ao Ar. n. 664 do Minate -
no da Iostruccao Publica, Correios e Te-
legraphos de 19 de Novembro do anco
prximo rindo, a directora desta faculda-
dade fai publico que se acha em concur-
rencia a execucSo das obras do novo edi-
ficio da Faculdade, com o prazo de 60
dias a contar da data deste.
Os Srs. pretendentes deverao apresan-
lar na secretaria desta Faculdade at s
12 horas do dia 27 de Marco do corrente
anno as suas propostas devidamento sella-
das e reconbecidas.
As propostas serao feitaa por unidade
de servico, e este dever ser execatado
de accordo com as plantas e orcumento
feitos ; podendo os Srs. pretendente s exa-
minar ditas plantas e orcamento no es-
criptorio da administracao das novas obras,
sito no largo do Hospicio.
Os pagamentos serio feitos mensalmen-
te pelas medijSes provisorias procedida*
pelo engenheiro da obra.
O arrematante ficar obrigado a indem-
nisar o governo do prego das machinas,
materiaes e utensilios existentes, para o
que antes da assignatura do contracto se
proceder ao inventario e bilango res-
pectivos, sendo o prego de taes objeetbs
fixado pela administragSo, de accordo
com o arrematante.
Os proponentes deverao apresen t.r suis
propostas acompanhadas de conhecimento
que prove terem depositado na The so u ra-
na de Fazenda a quanti de 1:0005000,
a qual perderao em favor da Fazenda
Nacional si sendo acceitas suas propostas
nao assignarem o respectivo contracto e
nao prestarein fianca que tica arbitrada
na quantia de 20:0000000.
Secretaria da Faculdade de Direito do
Secife, 27 de Janeiro de 18D2.
O director,
r. Jos Izidoro Martins Jnior.
Liga Operara
De ordem do presidente, convido a todos os
socios a comparecerem em seaeo de assembla
geral, no dia 31, as iO boras da manba, na qual
ser apresentado o projeetc de abertura da be-
neficencia para toa discusso e approvagio.
O secretario geral,
Jic Francisco Daarte.
ieduecao de passagens
Ida IdatvoU.
4'Lisboa 1* classe 20 4 30
V Sontbampton Ia classe 28 4 42
Camarotes reservados para os passageiros de
Ptrnamboco.
Para passagens, fretes. encommendas, trata-e
:oai os
AGENTES
4morini Irmos & C.
N. 3Roa do Bon JessN. 3
[HiUi Piainu imi
Viagem directa -aillos
O paquete Jaboato
Com man dan te Pereira
Segu no dia SO de Ja-
neiro as 5 boras da tar
de.
Recebe carga, encom-
mendas, passagens e di-
nheiros frete, ata s 2 Horas da tarde do
dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Companhia Pernambucana
n. 12
Companhia Pernambucana do h-
vegafo
PORTOS DO SUL
Macen, Penedo, Ara "aja e Babia
O paquete
S. Francisco
Previne-sp ainda aos Srs. recebedores de mer-
3adorias que se attender a reriamacOes por
Tal as, que forem reconbecidas na sxasio ds
descarga dos volumes ; e que dentro de 48ho-
ras a contardo dia da .descarga das a varengas,
deverao fazer quaiquer reclamacao concernen-
te a volumes que porventura tenham seguido
para os portos do sol, ahm de serem dadas a
mpo as providencias necessarias.
Roga-se aos Srs. passageiros de se apresante
em na vespera da chegada do vapor para toma-
ren] as suas passagens.
Para carga, passagens, encommendas di-
lueiro a /rete: trata-se com os
AGENTES
H. Burle & C.
42Ra do Cotnmorcio42
The United Stares and Bra-
zilM. S. S. C.
O vapor Advance
E' esperado dos portos do
Bul at o da SO de Janeiro
seguindo depois da demo-
ra indispensavel para o
Mranho. Para, Barbados, n.
Ihomaz t \ew York
Para carga, passagens, encommendas e di
ibeiro a (rete : trata se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8Ra do Commercio8
Io andar
Commandante
Estoves
Seguir
para os
portos cima In
dicados no dia
29 do corrente s
4 horas da tarde.
Recebe carga, encommendas passagens, e di-
aheiros a frete at s 2 boras da tarde do da da
partida.
ESCRIPTORIO
Ao cae da Companhia Pernambucana
__________n. 12________________
Lloyd Brasilero
Sec?So de naregaco
DA
EMPREZA DE OBRAS PUBLICAS NO
BRAZIL
L'SHA DO NORTE
O paquete
Porto-Alegre
E' esperado dos
portos do sul at
o dia si de Ja-
neiro e seguin-
do depoi da de-
iEILOES
MARTIMOS
Para a do 2. e 3. anno
ensi-
Approva$ao em todas as materias
nadas no anno anterior.
Outro sim, fago publico que o mesmo
Sr. Dr. director tem designado odia 26 do
corrente, 10 horas da manhS, para ter
comec,o o exame de habilitaco de que
trata o art. 27 do regu lamento vigente,
Secretaria da Escola Normal do Recife.
7 de Janeiro de 1892.
O secretario. F. Fragoso.
Curso Annexo da Fa-
culdade de Direito
do Recife.
Pela secretara do Curso Annexo se
fas publico de ordem do Sr. Dr. Direc
tor, que se achara aberta a matricula
para as diversas aulas preparatorias do
mesmo curso a contar de 12 de Feverei-
ro pruximo vindonro at o nm do referi-
do mez, devendo ter lugar a abertura das
auias no dia 1.- de Margo de conlormida-
de com o disposto no art. 451 do decreto
n. n. 1232 F, de 2 de Janeiro de 1891,
combinado com o art. 14 do decreto na
mero 1075 de 22 de Novembro de 1890.
A matricula far-se-ha por series ou por
aulas avulsas, (arta. 450 e 467 do citado
decreto n. 1232), sendo necessario que os
candidatos matrcula da 1.a serie :
Ia. t?nham pelo menos 12 annoB de
iuade ;
2\ que exhibam certificados de estudos
primarios do primeiro grao, ou obtenham
no preprio curso approvacSo em todas as
materias d'aquellee estudos ;
3-. provem ter sido vaccinados ( artigo
450).
A petiglo para a matricula dsver de
clarar o nome, filiacSo, naturalidade e
idade do alumno e ser acompanhado de
conhecimento que prove haver psgi, na
aliacdega desta cidade a taxa annual,
que :
Por. urna aula
Para duas
Para trez ou mais
O cjtso de estudos consta das
tes disciplinas:
Poit.auez.
L&iim.
Francez- *
Ingles.
M.themaica elementar.
Phisica e chimica geral.
Geograpbia.
Hisoria natural.
Historia universal.
Historia do Brasil.
Ha duas cadeiras de mathem&tica
atentar.
O alumno matriculado no curso tem
preferencias, na admissao dos exames, nSo
fice obrigado a exhibir o curriculum vita,
Porto e Lisboa
Segu com brevidade para os portos
cima abarca pertugueza Novo Silencio
para o resto da carga que falta, a tratar
com Jos Bal tar d C., largo do Corpo
Santo n. 17, andar 1.
Para a Ilha de S. Mi-
guel
A escuna portngue:a Fetticeira. esperada da
Figueira nestes poneos dias, seguir para o por-
to cima depois da demora indispensavel. Para
o resto da carga, trata-se com Anonio Mana da
Silva, ra de Companhia Pernambucana nmeros
mora do costum p.ra
Parahyba, Natal, Cear,
AmarracSa, Ma
Cvmpaahla Pernambucaiia de
vega-pAo
Esta compaohia mantem as segnintes linos
egnlares de navegaco :
*i*rte, tocando nos portos da Parabjba, Natal
W.- j>, MosBur, Aracaty e Fortaleza, partinde
leste porto um paquete a 11 e 26 de cada mei
Std, com escala pelos portos de Macei, Pene
lo, Aracaj, Estancia e Babia, sabindo desu
>orto a 14 e 29 de cada mas.
Femando de Norenka, partida no meiado d>
nei.
Rio Formoso e Tamandar, sabida a 28.
Rto de Janeiro, (directamenie) parte o paquel*
le 25 a 30 do mez.
Rio Grande do Sul, (viagem directa) sabe di
16 a 20 do mez.
Tdos os paquetes sao novos, tem excellentei
iccommodagoes para passageiros e para carga
d os precos sao muilo reduzidos.
Os passageiros encontram, apar do bom tra
amento, todo o conforto deaejavel a bordo
im paquete.
Os paquetes que tazem as viageas ao Rio a<
Janeiro, alm de terem ludo o que se enrontn
ios paquetes modernos, accresce que fax a vu
em em ouatre dias e o preco de passacen
la i.> classe 604000.
0 paquete empregado na viagem para o Ri
irande do Sul e smente para carga, e tem (
-alado adequado a entrar no porto daquello Es
ado em quaiquer occasiio.
Recebe se engajamento de carga por quant;
(ade lixa para todas aa viagens.
Outrosim, a companhia expedir paquetes ex
uordinarios desde que baja carga para o enga
ment completo de um paquete.
tsen ork). da Comnanhia Pernambucana
a 2i.
ranhao, Para, Obidos e Manos
As encomme.idas serao recebidas at 1 hora
da Urde do da da sabida, no trapiche Barbosa
ao largo do Corpo Santo n 11.
Aos Srs. carregadoresi pedimos a sua attenct
oara a clausula 10* dos conbecimentos, que
No caso de baver algnma reclamagao contra 1
mpanhia, por avaria ou perda, deve ser feit
Dor escripto ao agente respectivo do porto di
itscarga, dentro de tres dias depois de final!-
lada.
Nao procedendo esta formalidade a companhia
lez senta de toda a resoonsabilidade.
As passagens compradas a bordo e encom-
mendas all entregues pagaro mais 25 0/0 dos
presos de nossa tabella.
Para passagens, fretes e encommendas ir
'.a-s com os
AG2NTES
Pereira Carneiro& C.
Jua do ComnMrc>wf7
18 andar
Cotupaiihia Pernambocana de \a
Yega$io
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Araco
ty e Cear
O paquete Jacuhype
Commandante Carvalho
Segu no dia do cor-
rente s 4 horas da tarde
para os portos cima indi-
cados.
Recebe carga, encommendas, passagens e di
nheiro frete at s 2 horas da tarde do dia da
partida.
ESCRIPTORIO
AoCa-s da Companhia Pernambucana
n. 12
Leilo
De um liado cavallo castanho andrino con 7 pal
mos de altura, andador de baixo a esquipar, 1
dito castanho andador de baixo a meio, i dito
preto bom baixeiro.
Sexta-teira, 29 do corrente
A's 11 horas
Em Jaboato
Por occasio do Itilo do terreno, tejollos e ca-
vlos, na estrada da Luz na cidade de Jaboato.
POR NTERVENgAO DO AGENTE
^Tusmo
Agente Stepple
Leilo
De urna casa terrea com sota sob n. 20
Bolo proprio, ra do Dr. Joaquim Na-
buco (Capunga esquina da ra das
Crilas).
A's 11 horas em ponto
Sexta-feira 99 do correte
No armazem ra do Imperador n. 39
0 preposio doagente Stepple, competentemen-
te autoriaado. levar a leilo a casa cima, a
qual acba-se livre e desembarazada.
Os Srs. pretendentes desde ja podero ir exa
minar a dita c?sa.
Leilo
esooo
90000
12*000
seguin-
ele-
supla Pemina je Ha-
Para Fernando de Noronha
O paquete Una
Commandante Monteiro
Segu at o da 31 do
corrente s 4 horas da tar-
de.
Recebe carga, encom-
mendas. passagens e di-
nheiro a irete:t s 2 hora; da tarde do dia da
partida.
ESCRD7TORIO
Ao Caes da Companhia Pernamhucano
___^________u. 12________________
Hoya! 10 stinlKbt Co-
pany
O vapor Clyde
E' esperado dos
portos do su at
o dia SO de Ja
oeiro ae 1892 se
guindo depois da
demo-a necessaria para
9. Vicente. Lisboa, vjgo e uu-
thampton
O vapor Adour
Commandante Fonrnier
De 1 terreno Da cidade de Jaboato a margem
da estrada da Luz e do rio Una perto da estacio
com 2 otarias, boa situacao, rea 890O metros
quadrados, lendo estrivana e casa para moradia
:0,000 tijollos que estao na estago 40000 tijol-
los aue esto as otarias, 1 bom cavallo melado
e 1 dito escuro.
Sexta-feira, 99 do corrente
A's 11 boras
Ern Jar oatao
0 agente Gasmo. autorisido far leilo do
terreno, otarias, tijollos e cavados cima men-
cionados, cojo leilo ser effectuado em Jaboato
e oas otarias.
Agente Brillo
Leiio
E' esparado des portos do
sul at o dia
f de Fevereiro de I HH'
jegulDd depo>8 da demora necessaria para
Las Palmas, Lisboa e Bordeaux
Este vapor entrar no porto e tem p-
timas aecommoda^Ses para passageiros de
Ia classe.
O paquete Equateur
Comandante Moreau
E' esperado do
sul at o dia S
de Fevereiro, se-
Igoindo depois da
demora necessa-
De 1 plano, i mobilia de junco de pbantasia
completa, 1 dita de encost coro palba, 1 cama
fraoceza, 2 marquezOes. 4 sanefas douradas, 6
langas para cortinados, 1 commoda, i toilette, 1
bidet, 6 eitagers, quadros. jarros, 1 sof de pao
carga, 1 guarda-looga, 2 aparadores. 1 mesa
elstica de 3 taboas. cadeiras avolsas de ama-
rillo, ditas de junco, l reloglo de parede. 1 mesa
de cozlnba, 1 mesa para jog?, 1 estante, 1 berco,
2 banqninbas, i tear, louca para almoco e jantar,
copos, talberea eoutros mtiitos objectos.
Sabbado 30 do correte
A's 11 horas
Rna da Aurora n. 20, 1 a:idar
Sreo
De 1 sitio com 400 palmos de freatf e 300 ditos
de fondo, com casa de taipa coberta He telbas,
na estrada de Belm. freguezia da Graca, e
prximo casa da vluva do Dr. Feitosa, per-
tencente aos herdeiros de Uroano Vicente Fei-
tosa.
Sabbado, 30 do corrente
A'S 11 HORAS
No armazem ra Mrquez de Olinda
n. 48
O agente Gusmo. autorisado por mandado e
com assistencia do Exm. Sr. Dr. juiz de direito
de orphos, levar a 4.* leilo o sitio e casa ci-
ma mencinanos, pertencentes aos herdeiros de
Urbano Vicente Ferreira.
Coronel Luiz Cesarlo do Reg
As irms, sobrinbos e sobrinbas do tinado co-
ronel Luis Cesarlo do Beso, agradecer
cordialmeute a todos que se dignaram acompa
nhar ao cemiterio publico os restos mortaes do
seo presado e nunca esqnecido irmo e tio, e
con vid am aos prenles e pessoas de sua amisade
e da do Meado, para assistirem as missas que
serSo celebradas pelo descacco eterno d'alma do
mesmo, pelas 8 boras da manba do da 1- de
Fevereiro prximo vindouro, stimo do sen falle-
cimento, na matriz de Santo Antonio ; agrade-
cendo mais essa prova de amisade, religio e
cariases.
t
n Mara Beso de narros Han
dcrley
Jos d*e Ba'ros Los Wanderley. bacbarel Mi-
guel Arcbaojo Pereira do Reg (ausente), Joa-
quim Pereira do Reg, Jos Joaquim Pereira do
Reg, Anna do Reg Brrelo de Almeida eFran-
cisco Luiz Baneto de Almeida, ainda pungidos
do mais vivo pesar pelo falleciur-nto de sua que-
rida esposa, irma e cunta la. D. Mara Reg de
Barros Wanderley, agradecem cordialmente as
amigos que acompanbaram o seu corpo ultima
morada, e de novo Ihes rogam o caridoso favor
de assistirem as missas que sero celebradas por
alma da finada, na igreja matriz de Santo Anto
nio, s 7 1/2 horas da manh, e na matriz da
cidade da Escada as nesmas boras. no sabbado
30 do corrente. stimo dia do fallecimento.
Idalina de Sonsa Monllnno
Joo P. Mouunbo, Alvaro Mouliubo e sua fa
milia (ausente), Adclpbo Moutinbo e coa familia
(aosente), Frederico Mootinbo e soa familia,
aradecem do intimo n'aima a todas as pesseas
que se dignaram acompanbar at ultima mo
rada, soa presada esposa, mi, sogra e av, Ida-
lina de Souza Mootiobo, e de novo convidam a
todos os prenles e amigos, e da tinada, para
assistirem as missas que pelo eterno descanso
de su? alma, mandam celeorar na fegunda-feira
1 de Fevereiro, stimo dia do seu fallecimento.
pelas 7 1/2 boras da manba, na ordem 3 de S.
Francisco, pelo que se confessam eternamente
gratos.________________________
Marta Lli rameniu Rota c Silva
Urna amiga de D. Maria .ivrau ente Rosa e
Silva manda celebrar urna missa por alma delta
na matriz da Boa-Vista, s 8 boras da maob do
da 1* de Fevereiro, e convida os prenles e
amieos ta fallecida oara as'is'ir.
Ama
Precisa se de urna ama para cosinbar, de meia
idade, que dorma em casa do patro ; na roa
dos Guirarapes n. 94.
Ama
Precisa-se de orna ama para todo servico ; na
roa do oito da matriz n. 35, 1- andar.
Am
Precisa-se de urna ama to aomente Dar cosi-
nhar ; a tratar na ra do Aiecrim n 22.
Ama.
Precisa se de ama ama para cotinbar e mais
servico para casa de pequea familia, preferin
do se cnoola e de meia idade : a tratar oa rus
do Livramento o 1, sobrado.
Costureiras
Precisa se de peritas cos-
tureiras em casa de mada-
me Paul JulJien, ra do Ba-
rao da Victoria d. 50.
Administrador de en-
genho
Precisa se.de om habilitado para dirigir todos
os respectivos serricos. paga-se ordenado e
d-se porceotagem nos lacros. Para informar,
os Srs. Artbnr Carvalbo & C, roa da Cadei
do Recife n. 40, on em Palmares (engecbo Japa-
randuba) o Sr.Joi.qnim Ribeiro da Silva.
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro de 14 16 annos,
qoe tenba pratica de averna e que d abono
toa conducta ; na roa Imperial n. 59.
Precisa-se
De urna bea coiDheira e de om bomem para
tratar de om sitio e de om jardim, para casa de
familia iogleza ; a tratar na roa do Cominero
d. 20. das 9 horas da manb s 4 da tarde.
Precisase de orna
Americana.
Cosinheira
cosinheira
na pbarmaca
N 47:730
Chama se attengo do Sr. Manoel da Silva C:*-
tro goarda da rasa de Deten^o, para vir pagar
o seu debito do anno passa.do, ao contrario co*
bra-se judicialmente, ra Mrquez do Hervai nu-
mero 29.
Fabrica de gelo
i^nas e limonadas gasosas t
todas as qaaiidades
Soda water, ginger, ale, limo, laranja, car>>
cAo. abacaxis, granadina, grosellas, ranboisss,
baonilba, bortel-pimenta. etc., etc.
12-ACAES DO CAPIBARIBE-12-A
Ao commercio
Os abaixo assi^nados partictpamaquem possa
interesar, que desde odia 31 de Dezembro do
anno prximo pausado, dusolveram a sociedade
que iinh; m no estabelecimento sito roa de
Marcilio Dias n. 30. que gyrou sob a razio so-
cial de Pinto ft Ribeiro, retirando-se o socio
Pinto pago de sen capital e lncros e descuerado
de toda a responsabilidade, fijando o soco Ri-
beiro na po -se do activo e responsavel pelo pas-
sivo da mesma firma, e bem assim no mesas
gyro de negocio, sob a lirma de Joo Ribeiro k
Companbia.
Recife, 25 de Janeiro de 1892.
Jos Joaquim da Costa Pinto.
Joo da Maila Ribsirc.
Ao
commercio
0 abaixo assignado. socio ebefe da firma As-
iento Joaquim Casco & C pelo presente decla-
ra que ticam interrompidas as transacc.6e) a
crdito da mesma firma at segunda ordem.
Igualmente pede a iodos os credores da refe-
rida firma o especial fa/or de apresentarem as
suas cenias ate a presente data com a maior ur-
gencia.
Recife, 26 de Jareiro de 1892.
Antonio Joaquim Casco.
Criado
Ama
Precisa-se de orna
mar
ama na
na roa do Raogel a. 9.
ra lavar e engom
padaria.
Amas
Precisa-se de duas amas, sendo orna para en-
gemmar e outra para cosinbar ; a tratar na toja
das Estrellas, roa Duque de Caxias n. 56.
Patacoes
Compra-se de todas as nacOes ; na ra do Ca
bug n. 9. toja de Augusto do Reg.
Patacoes
Brasileros
Marcados 24000 no centro, compra se por
maior preco do qoeem outra quaiquer parte: no
armazem a ra de Commercio n. 4.
Criado e cosinheiro
Precisa se de um cri;do fiel e um cosinheiro
rfeeito ; na ra do Paysand n. 19.
Cosinheiro e criado
Precisa-ss de om cosinheiro ou cosinheira,
para casa de familia, e tambem de um criado: a
tratar na ra do abuga n. 14, de meio da al 2
boras.
Precisa se de om criado que d conbecinientc1
da condneta ; na rna de S. Joo n. 17. fah-ica.
Feitor
Precisa se de nm feitor ; a tratar na rsa'd
Paysaod n. 19.
Muita atteucao
No becco dos Ferreiros n. 6, precisase ds
costureiras que j estejam habilitadas em cos-
turas.
AtlenCnO
Criado
AVISOS DIVERSOS
Precisa-se de urna pessoa que entenda de
cosinba ; no pateo do Terco n. 32.
Compra-se cnumoo veino a 18u rs. u kilo :
na roa do Brum n. 79. /
na para
Dakar.
Lisboa e Bordeaax
O vapor Congo
Commandante. C Vaquier
Sabio de Lisboa
no dia" 23 do cor-
rente e espera
do oeste porto
at o da 3 de
Fevereiro seguindo depoif da demora tndispen-
pensavel para a
Babia, Rio de Janeiro, Montevideo e Bue-
noa-Ayres
O paquete Mdoc
Commandante Dupont
Precisase de um Dom cusiateiro on cosi-
nheira e de um copeiro; a tratar na roa Mr-
quez de Olinda numero 35.
reci8a-8e de urna criada para cipeira e
mais servico de urna casa de familia ; a tratar
na ra da Soledade n. 82.
frecisa se de duas ama3, senao urna para
engommar e outra para co .eir e servico de
casa, paga se bem ; a tratar na ra Baro da
Victoria n. 50, i- andar.
ogommadeira e criadop
Ponte de Ucboa n. 49.
recisase na-
Vende te urna pane no togeobo Desterro,
freguazia de Igo.rasc, e cem a renda annual
de muif08 annos quivaler;te a mesma parta ; a
tratar no Corredor do Bispo n. 9.
no espinbeiro roa de S.'dU. Elias n. 8, pre-
cisa se de um criado que d fiador de soa con-
ducta, pagase bem.
Ouro, pratd e brilhantes
Compra-se na ra do Bartb'olomeo n. 59, casa
particular.
Armazem para enchimento,
de agurdente
Aluga-se o grande armazem n. 57 sito ra
do Padre Moniz, proprio para enchimento de
agurdente por ser este logar designado pela
digna Intendencia Monic pal para dito fin, ten
do caes e guindaste ; a tratar na ra do Bom
Jess n. 3. escriptorio de Amorim Irmos & C.
Moedas brasileiras
Compra se de 500 rs.. U000. 2J000 no centre
da moeda ; na roa do Cabog n. 9, toja de Ao
gnsto do Reg.
Fortaram do engenho Jagoaribe, comarca da
Escada, na nonte de 25 para 26 do corrente, tres
cavallos de selia e duas caogalhas, tendo oa ca-
vados ds signaes seguintes:
Io msso. grande, castrado, de 9 annes de
idade, bem feito, andador de baixo a meio, po-
rm obrigado, ferrado em ambos os qoartos.
2 o poldro de segunda muda, inteiro, rodado
quasi rnsso, crinas pre.as, andador baixo, tama-
dqo regular, bem feito, doos ps brancos e cas-
cos rasos, ferrado em ambos os quartos e na pft
direita.
3 rodado, inteiro, idade 8 annos, andador do
baixo a meio, tamanho regular, pouco cerpo
cascos pretcs. tenda apenas urnas listras bran-
cas no casco do p esquerdo, ferrado com diver-
sas marcas no qoarto direito.
No mesmo eogenho, au no Recife roa Deque
de Caxias n. 14,.1- andar, gratificase bem a
quem apprebender ou der notica certa de taes
cavallos, pertencentes ao abaixo assignado.
Escada, 26 de Janeiro de 1892.
Fabio V. Freir.
AOS
lopeiro
Pr.ecisa se de orna cosinbejra e de urna en-
gommadeira ; na ra do Ho.picio n. 20.
Pr.ciga ;e de um caixro com pratica ou
sem ella.de taverna ; a tratar na ra de Aguas
Verdes n. 21, taverna.
E' esperado da Eoropa at
o dia 4 de" Fevereiro e
entrara no Dorio para re-
_ ceber carga para
I Rio de Janeiro, Montevideo, Buenos-Ay-
res e Rosario de Santa F
Precisa-se de om bom cosinheiro oo cosi
nbeira, e de un, copeiro ; a tratar oa roa da Im
peratnz n. 3.
Precisa-se de om bom copeiro de bons costo
mes, matriculado e que d aitestado de conduc
ta ; no becco dos Ferreiros n 8
Feitor
Casa
Precisa se de um feiior perito e paga e bems
no Espinheiro rna de Santo Elias n. 8.
Criado e cosinheiro
Na fabrica de vinhos de caj, ra da Aurora
o. 111, precisa-se de criados, serventes e cosi
nheiro.
Aluga-se. orna excellente casa sa ra Impe-
rial n. 279, propria para familia por ter 4 quar-
tos, 2 salas, cosinba lora, tem agua encanada e
bom quintil murado ; a tratar na mesma ra
numero 31.
Gij
Compra-se em qo?lqoer porjo, oa fabrica de
viobos.de caj. ra da Aurora n. 111, das 6
boras da manb s 3 da tarde.
Compra se
Quem tiver e queira vender urna casa que seia
!m,roa bnlm loca!19ada> dirija-se praca Conde
d Eu n. 32 terceiro andar.
PABA LIQUIDAS
Charlte verdadeiro, qna*
[idade superior,
Castores de todas as co-
res com lindos desenhos.
Tapetes com lindissimc
padroes.
Marroquim branco e de
todas as cores.
Sola especial.
Formas francezas moder-
nas e mais artefactos par
sapateiros.
Tudo isto se vende por
diminuto preco por ha/er
grande depsito na loja de
cacados ra do L vra-
mento n. 10
Costa Campos i C.
a$$
Aluga se anca caliente casa sita ra da
uetecco n. 33F, com bous commodos para
grande familia tem sm grande soio e quintal
murado, tem dous ps de coqueiros e diversas
fructeiras a tratar na roa Imperial o. 31.
-










Diario de Pernambuco Sexta-feira 29 de Janeiro de 1892
AU BON MARCHE-
PARS. Casa Amano B0DC1CA0T PARS.
*"**" .n.mclcgntt.

3
^5


. i_,.i,___'' "' '-'3 otti jimmuto lucro
f inteiramente de confianca ... B*\ nurili:
A Casa do BON MARCH remate franco, a quem o pedir, seus Catalejos
assim como Amostras variada-, de tocfcs as taaendas, outrosim Attnns centrado
os seus modelos de fita/u /la & too* a mcK.
A Casado BON MARCH possiie sonimen:os consider.iveis. taei como :
1;.zondas de Seda, ditas de La unidas ou de fantasa, Pannos de iinho, Trajos, Roup.
twta, \ MiiarM,Chapos e Calcados pan Senhoras, Horneas c Meninos, Tedos de
ponto de rom. Camisa lilia, Tapetes. Artigo* para viagem, Artigos
de I ans, Lavas, ., senda reconhecidoque ella offerece enormes vantagem
tanto por causa .!.i quailait como da baratera real de todas as mercadorias.
A Casa . onde em tolos os idiomas.
As remessas que poderem ser feitas por volumcs postaes sero effectuadas
em tamos voiumea/roMvquantas ttzts a encommenda, paga adiantada, contiver
a somma de cem trancos.
O BON MARCH (PARS) nao tem Succursal ncm Representante e roga aos
seus freguezes que desconfen] dos negociantes que usarem do mesmo titulo.
Os Armazens do BON MARCH sao os maiores, os mais ordenados e orga-
nis.idos do mundo; contOcm iodo quanto a experiencia tem produzido de til
agradavel e commodo, constituindo portanio urna das curiosidades de PARS.
G-ie^.C3-E_A.S IDE
ERRO TROETTE
Albuminato de Ferro e Manganez
SOLUVEL
CURA RPIDA e CERTA de

?N
s;
s
$
osaipor atcalo em Par-,: E. TROETTE, 15, ru des knmeubles-lndustriels.
apositos em PMCBXA V Jf'f'O : Compasla de Drogas e Productos Chimlco
incipaes Pbsni
Chlcrose, Anemia Catharr o pulmonar, -Bronchite chronica,
Catharro da Bexiga, Phtisica, Tosse convulsa, Dyspepsia, Palidez,
Perdas seminaes, Catharr os antigs e complicados, etc.
Boulevard Senaln, 7, em PJZIZ. e as principa.es Pharmacia*.
GRAGEAS
deCopahlba, Cubeba
Ratanhia e Ferro, Bismutho
tlcatrio, Terebethma, *
INJECQAO
|Hyo/eii/ca e Preservado/*
tem causar
accidente alqum.
As GRAGEAS FORTN, forSo as primeiras que obtiveram a approvacao da Academia
de medicina (1830) e que adoptaram-se nos Hospitaos. Curam as molMtias secretas,
mais rebeldes sem fatigar os estmagos mais delicados.
A INJECQAO FORTN sempre recommendada como o complemento da medicacSo.
jDer>^sitaric3 em Feraam ruaco : FR-A-N" M. da SILVA O*.
*
Licmaiuo culi mwlini Si H/jim* o Imptrit do tniil.
CAPSULAS de SNDALO CITRIN
de SsELVaEtreSS^
Preparacio alguna mais eicax contra as
MOLESTIAS S E O IR. E T AS
do que as famosas Capsulas ^niv^rmmltncnte rrrmwtmentlatlmt petos Medico,
Uma oaiu ; un i*matrjopO completas para tratament) cura s?*rimente detro de ama asmaua.
MYA.VS. BOX* Ar ', tm UTERPOOL. MWAMB, LMBCMMM *B WTMM*. m LONDRES.
HCPOSITO* KM TOPA A PMHCIPAK FNAWMAClAa.________________________
Mrkftitttt
I ***
Franee
I tmti
Limciad pela inspectora de Bygiene do Imperii do BruU.
QUINA E FERRO
Chlorose, Anemia, debilidade
Cura deis Febres
VIHHOS^^OSSIAN HENRYI
lorio i* nitmti ti Uiticiai di uil, ta'.t citilinOco sa fscoto ti Atraerla.
A feliz reunlao, n'este preparado, dos dous tnicos por excellencla, a MM
leo I'BllBO, constltue um precioso medicamento contra a Cfcloroae, rea
I palliitaa, Anetniv, florea branca*, ConatituieSem frneam, etc.
I PARS, BAIN FOURN1ER, 43, ra d'Amsterdam.
^L Depositarlos Kola-Bh-Natton
UCa IH CAFIINA, THBOBROMJNA, TANNIN0, B MATBRIA BNCA1NADA DA KOLA j
T0IC0J EME*CMLS)ESTE REGESERJOOREa
xir Se Vlnlao BLola-B&li-lVatton
Eztraatot fluidos, Pastilhas, Pillas, Essencia da lola torrada
C'niesM productos experimentados com o malor xito nos hospltaes de Pars, desde t88* pelos
Soutores DuJARD.N-BP.AUstETZ, HUCHAR0, DURtAN, HaLUB. Monnkt. etc., na Anemia, Oblrosla,
Taleioeaclaa dtsunLii i dlflicili. roDni (Intirdsai. UliralUatw, MlUsUl). Slarrbaa pertiaaxea.
Bjraenterla, Diabetes, Albamlnarla. Tpospbatarla, Teeaae do trabalbo pijde ti liullutial.
'ARMACIAd.-BAHQOEderRABCB iS. raCoqollllr., ParlA-En.fnwtMw; TRAW-M d.atl.TA*CAv |
t i.inaroiJtfTos pnArT.^PteToaiA .Bafc. de htoienk de rio de Janeiro.
AperienteT, .'stomachc'fl, foro;aTOs, DepuratiVoe
Cvatn a Falta de appetlte, a obstruceo, a niaqueca. as Vertigens
# as ConceetSes, etc. Dote ordinaria: /, a 3 graos.
* npseonlar das falsiflcac.is. Exigir o rotulo junto lmpreaso em francs
lel^^c^^fe^0 o Sello da U^odosFatNcaMes
pbarmaea t.BROY e em tedao as Pbamjacia-
ESPECIALIDADES
T. JONES
FABRICANTE DE PEBFUMARIA INGLESA
EXTRA-FINA
VICTORIA ESSENCE
O perfume mais delicioso no mundo.
Suma gr.nde colle -.'< de extractos parao lenco
da miiama jualidade.
LA JUVENILE
P em mistura chire.ca alguma, para o rosto,
cdharente e lnvislvel.
CREAS IATIF
Conserva-se eiu todos os climas; nm ensalo
demonstrar sua superiorldade sobre os outros
Cold-ceams.
AGUA DE TOUCADOR JONES
Tnica e refrescante. Excellente contra as
picadur.is de Insectos.
ELIXIR E PASTA SABOHTI
Dentlfilclo antisptico e tnico. Branqnea os
dentas e fortifica as genglvas.
23, Boulevard des Capucinee, 33
PARS
Deposito mi Pernsmbuoo : C de Iratai It PndlttK CklBM
t9r\ta de Forp
ANEMIA-CHLOROSE
O FERRO
BMYAIS
Experimentado pelos primeiros mdicos do mondo,
afta imnvilijrDr-Ll.' tu Eroaomia sem otaskmas-
l itv ommodo*. He&titoe ao saagar a sua cor. recott-
f btmado-o e dando-lhc o vigor Mceasaxio.
Descamparse das Imitaces e Pmisi/Uactet.
TeiaVsi tm ttaui t Pars,40 4 i2.Ru St Lazare
E EM TODAa AS PHAEJiAOlAf.
. REMEDIO DO DR, AYER
CONTKA
AS SEZES OU M4LEITAS
O Remrdio do Dr. Ayer, descoberte
vegetal que nao contm a quina nem o
arsnico, nem tfiopouco ostro ingrediente
nocivo, nm remedio infallivel e prompto
para toda a qualidade de febret "intermit-
ientes ou maleitas. Seus efleitos sao per-
manentes e certos e nenhura mal abso-
lutamente pode advir do seu emprego.
Da mesina forma torna-se o melhor
remedio possivel para todas aquellas
docncas que provm dos effeitos dot
miasmas, que se desenvolvem nos lngarea
pantanosos e infectados, c que geralmente
ciracteriso-se pelas affecoSes do
ngrado e lo baipo.
O Remedio de Ayer curar sempre,
mesmo nos casos peiores, toda a vex que
3r eraprerado convenientemente e se-
gundo as direcces.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYiZR & CA-,
L.owelL Mass.. Est.-Uuidos.
O MICROBIO
DA
fflennorrliAigia
radicalmente aniquilado palo emprego da
INJSGCO CADET
DEPOSITO GERAL:
| PASjfl, nomoTard Senaln, 7, PAR?
Vt- a No.icia que serve v*e embrulho a cada
rtdro da Injcreao CaUe.t.
Depii'at ;d tudas ai prianpaes Parmacias ce Brazfl.
Saf o Estado
Compra qualquer porijao
a
Jompanhia lodustral e Con-
mercio de Estiva
Soeuas de prata
df todas a? qaalid.ides, antitas e modernas, de
Mi), UOOO e 500 s., assim como todaa.es-
p ci de moedas estrangeiras de onro e prata,
paga fe bom prege. Compra se tambem curo e
prata vtiha ; na relujoaria David, roa do Cabu
tr n. 14
ATKINSON'S
, O mais admirado dos perfumes. Os outros
candan) em quanto qna a "Rosa branca*
do ArauwHON conserra-se sempre freac ;
e suave.
ATKINSON'S
AGUA de COLONIA
Com fua desde dona scalo**;, tem dado I
1 loi-:.r a nma profuamo de imifacOes sem
Taior. Bmprcgar s a 'le Atkinsus que i-
a mais Una.
Vendem-se em toda a parto.
7. 4b B. ATKINSON.
24, Od Bond Street, Londres.
k A VISO Legitimas somento com o rotalo-
eacadn azul e wna relio e a marca de
fabrica urna 'Rosa i>ranca" com
O completo endereci
Licor depurativo vegetal iodad*
do medico (luintella
Este notabilissimo depurante que ye
precedido de tao grande fama infallivel a>
cura de todas aa doencas syphiliticaa, e
crofulosaa, rheumaticaa e de pelle, com
tumores, ulceras, dores rheumaticaa, o
teocopas e nevralgicas, blenorragias agi-
das e chronicas, cancros syphiliticos, it
aamagSes viceraes, d'olhos, ouvidos, gtv
gantas, intestinos, etc., e em todas a:
molestias de pelle, simples on diathericat
assim como na alopecia ou queda do o
bello, e as doencas determinadas por
turago mercurial.
Dao-se gratis folhetos onde se encor
tram numerosas experiencias feitas cob
este especifico nos bospitaes pblicos i
amitos attestados de mdicos e docume
ns particulares.
Faz-se descont em casa de
FARIA SOBBINHO 4 0.
ua Mrquez de Olinda n. 1
Sitio na Mag-d alea
Aloga-se, vende se ou permata-se por predios
oeata cidade, um grande sitio na Passagem da
Magdalena, lodo morado, con diversas arvoree
fructferas, jardim, casa com 3 salas, 2 saletas,
5 qoartos, cosinha, despensa, cocheira, estriba
ria, 2 quartos assoalbados, agua e gaz encana-
dos ; a tratan na roa i- de Marco n. 17, loja.
especficos
DO Br. Humphreys de Nova York.
Ero oso mais rizes e baraf*. A veaa as Drogaras e rnar-
luacias priiK-i>aes e mais -arantldas do Mundo.
8 CTBA
L Febrs-s, Cor.f-.t.-i'. IaflamuacSes ........
4. F^bre e Clica causadas i>or I.ombrtgas....
i. t'olica, Choro c Iasoiniiia das enancas.......
4. IMarrhea le Crfanras e Adultos .......
-,. liY-i'niet-ia, DonsdeBams-a.coIIc.ibU.o-j
t'olerlD-, i olera-Morbo, tomltos .........
T Tone, l'onstlpacao. Rou|Uldao. lir.,ncnlte.
. Ilnrd'- I)cntcs'cdct'ar,eNevraIg1.......
<>. Ilov de t-nbi-cn, Enchinniee. \ cn^.n.....
IIUuruMa. Inolai
U. rjnppi-eMtibida Bcara rAcassaoa Uro
r..,lr
1S. Lpu
i. or ii'ea.'ior refusa
PERIDAS
HAMA1IELIS
DE BRISTOL
AVELEIRA MGICA >
UNGENTO EXTKACTO
ESPECIFICO PARA O
MEVI.TISIO
E HEMORRHOIDAS
Po
inceaqSes
o
o
*d ,
w!
4.
o
w.
o

^
PAKA.
ENliENHOS
Lopes e Araujo partici-
pam aos seus freguezes e il-
lustrissimos senhores de eu-
genho, que tem deposite
constante dos artigos abaixr
mencionados garantirido ?
boa qualidade.
Cal de Lisboa.
Dit. de daguaribe.
Potassa da Russia (en
barriquinhas, caixas, lata*
grandes e pequeas ).
Oleo de mocot,
Azeite de carrapato.
Dito de coco.
Dito de peixe.
Pixe em lata.
Kerosene inexplosivo.
Graxa em bexigas,
Gaxeta de linho.
Presos sem competen
ca.
Ra o Liyranwitfc
it. 38
i
SPECI'ICOt-
DO CEI.KPRW
X Hmjihrsys de Mova York,
. ". oso mate de 30 anaos, simples. Rcjraroa, effl-
-.- ['tratos. A venda as Drogaras e Phar-
: :.3 ...inulpaesemals sraxandasdoXundo.
CUBA
. r rbref", Concestao, InasimacC .s ........
.. 1 enec C'olli-acauhadas poc Lombiigas....
a. Clica, Choro e Insomnladas Criancas.......
.. lUprrhea de enancas e Adultos...........
C I>v**er-ieria, Dres do Barrica. Collcabiliota
'-. ( oleriua, Colera-Morbo, Von>itoa ...........
.. Toshp. eonstluaco. pouquldat. Bnmchltts..
* llar do Deltas o o" Cara, e NevrHlgla.......
'. Por de Cabecr,, luchaqueca, Verugem.....
. IllNpppnia* Iiidf^estAo, Prlisuc de V^otre,....
. nuupresso da Keirra. Escassaou-L>emo-
imda.......................................
'- f.riT<.rrht.n- ."l'resInT.ica.s, Rcgra | i
". Croitp. Tovt-iiouca-Duiiculdadedt Ites-rar
p'. Iler M -. ;i."es. Krysil>e^..................
. Bheasaa|lfliHO) Dfii-ea rbematica..........
-..!.... M licita, t'ebre Intermlttente........
-' Jcruorrlioida, Almorrelmas, internasct '
enemas, biu..u .' -hcbalmia, olhos fraco ou ii.iuiaaiaaCii,
.. rarre, agudo ou rar<>itoo. BcaDxa........
: oduelache, To^eeepasaiedRa.............
l. Anma, Kesplracaodlflicuitosa................
2>. SiipporaQiio dan iioiu -urOcz.......
i. r>rrolnlu4, biciaces ciceras...........
. Ilebiliaade sera I, ou phTslea..............
. M vdropeta, curonlacoe nublas.........-.
- Iliijoo de Mar, Xausoa. Vmitos............
' Moles'laaonr.uBiias, I jlculosouPeds
na Bexiga..................................-
" tmpsteDcla, eliilldade nervosa- seaiWi-..
-. t'lmKiiinhait na Horca, ou Aphra .......%.
:. Incontinencia de Ouriua. ourlna-siena
Cama.........................................
.. Hen*troac:'.o dolorasa, Prurito ......
. HoleMias doCoracfto, Palpltnc.-ie.etc..
... Epylppoia, Mal eailuco, OoMaooral, Bailade
s. Mto......................................
S4. Dipbtheria, Mal nallpnode'aruoiita.....
S3. ( uiij-Btoei> thronicus, D".rd. .aiv ...
O Manual do Dr. Humphreys, 144 paginas sobre
as Knferuidadese o modo de cural-as, seda gratis,
pede-se so seu boticario ou
III nPHHKYS' MEDICINE CO.,
109 Faltn 8treet- HBW i 3BK
NICOS AGENTES
Para vendas ob grso ac
nanbac*
Faria sobrioho C.
DROGARA
A' Ba Mrquez de Olinda i
EngommaJeira
Precisa-se de urna engommadeira ; a tratar
na ra Duque de G' xias n. 86, Irja.______^^
Uer a ...........
.-. Kbeumaii-mc.
. Sezofr., Mate .....
;. Hemori'lioi-.'.iK- :utcrnasou
externas, siiiipes MI Kari^reutas...........
. Ophlbalulia, Oroosiraco-.no liitlammaaos.
. narro, apudoou r!inirico,benuxo .......
(ooueliiche, Tosse espasn-odlca..............
. i, Aama. '^pifacodllticultoss.................
.I. Snppiiri.v.iodosPI-o.yiirdei............
Kernlulu, .......
l-.ebilidade era., ou pliyslca..............
"-. Ily Inio.i de Mar, Ganseo. Voirltos........^j^-
.:. ."ilolei-tiitoarlnarias. Clculos ou Pedia
Impn-ca. b.iiiiidade nervosa, seminal..
S < !iaifnuha>na ltocer...ou Aiihta .......
31 lucoulinencia do Onrina. OurlnarE*
Cama.......................................
1. MruMtruatu doloroim, Prurito. 1y
!. Mole.lluo do Corucao. Pa,,ta'<5^-,f^:
y. Knvlrpi-ia, Mal caduco. Oottacoral. Baile de
S.vv>....................................
31 Dipbtheria. Mnl maligno de largaiita^....
ac t onaesioes Chraalcas, DCrdeCabeoa....
O Manual do Or. Humphreys, 144 paginas_sobn
as Enfermldadese o ni.KloeV eural-an, seda grao*,
pede-se ao seu boticario ou
HU1UPHBEYS" MEDICINE CO.,
109 Faitea Sirrei. NEW YORK.
r Sito geral na Companhia
- de D.-ogas e Productos chimicot.
.Gerenta Francisco Manoel da
Silva.______________________________
Prata prata 1
No armazem de Olinto
Jardim e comp., ra d
Mrquez de Olinda n. 16
compra-se moedas e objec.
tos usado de prata.
Aproveitem, que paga-
se melhor que em outra
qualquer paite.
Luiz Vernet levan
ta emprestinios de
qualquer quntia sol
cau^o de ouro, prata
e pedras preciosas e
tambem compra cau-
tellas do Monte de
Soccorro, cau^es do
Banco Popular, joias
e brilhantes.
Pode ser procurado,
na sua relojoaria ra
do Baro da Victoria
n. 53. das 8 horas da
manh, s 8. da noute
Fabrica 6 hvas
DE
Roa Raro da Yictoria o. 65
Loja do Espelho
Madame G-erard avisa aos leus nume
rostimos fregueses, que receben de Paria,
nm grande e variado sortimento de pelli-
cas de primeira qualidade de chevreauz,
uede cantor etc.
I
Liquidam os artigos seguintes
Cortes de fustSo para colote a 10000!
Lindas mariposas de cores para vestidos a 240 reis, c dvado!
Baptistas finas de raminho, a 200 reis dito 1
Chitas claras e percales a 240 reis o dito
Voiles ultime gnsto em padroes a 240 e 260 !
Brim Hollanda para cssaqu;nho8 a 440, reis o dito !
FusrSes braceo bordados a 500 e 600 reis o dito !
Casemiras ptetas 2 larguras a 20400 e 3500 reis o dito I
Pannos de cores para mesa a 10200 o dito !
Cas8i::etas superiores de quadrinhos a 10000 o metro 1
Bramantes 4 larguras a 10400, dito.
dem tod de linho a 20400, dito.
GuarnicSes de crochets para cadeira e sof, a 80COO
dem idem de cores a 60000 !
Guardanapos adamascados, dtizia 30000 !
IJem grandes, linho a 80000 !
'erouls de bramante bordadas a 160000.
Camisas brancas francezas a 450000.
Lenjos brancos e de cores a 206CO!
Fl mellas para vcetidos e camisas a 500 reis.
Toalhas para banho, a 180000 e 22|000, duzia.
Jdem de labirintho ricas para baptisados.
Fichs prateados a 10200.
dem de 13 finas a 30000 e 50000.
Cobeltas de ganga e cretone, grandes, a 30400.
Redes de cores a 40000.
Oambraia branca, bordada, a 505f 0 a peca,
dem victoria e transparente a 40000 e 50000.
MadapolSes superiores a 80000 e 100000
Algodac nacional largo a 60500.
GriHaldas e veos para noivas, setins brancos e de cores, colchas de croehet*
cortinados e muitos artigos, que na actaadade sSo verdadeiras pechinchas.
As 7endas em grosso teem 14 |0 de descont.
Rua Duque de Caxias n. 59
Pelo vapor rancez ^4our acaba de chegar d* Portugal para este ja bem
conbtcido eatabelecimento, novo sortimento de vinhos das seguintes marcas :
SANTAL, VIRGEM, LAGRIMA DO DORO. MINHO, PASTO ESPECIAL
CLARETE PORTUGUEZ, MADURO ETC.
PASA AS PHAtlffACIAS
Superior VINHO BRANCO DO PORTO, em decimos, sem competencia em
jaalidade.
PARA MIMOS DE FESTA
Encontra-se naADEGA PORTUGUEZ Aos puros vinhos do Porto d
MONTEIRO & IRMAOS das mareas seguintes REGINA 1820RE 183X4-De
LUIZ I-DUQUEMOSCATELUMA DUAS E TBES COROAS-precos e qua-
Iidade8 incontestavelmeute sem competencia
Ennes Barbosa, Cooper Se Comp
s


i. a aia m wm a. aa
Liquidamos os seguintes argtigos por presos queadmira na epocha actual.
Casacos brancos bordados para senhoras a 20500 e 30 um.
Vestuarios a Jersey e Malha para meninos e meninas de 60, 70 e 80 um.
Percales brancas para vestido a 24C rs. o covado.
Wltons da ramagem, lindos desenhos a 240 rs. o covado.
Chitas escuras bom panno a 280 o covado.
Crotones de cores boa escolha a 320, 360 e 400 o covado.
Ditos modernos, ultima moda a 320 o covado.
Etamine de cores finas de 400 e 500 o covado.
Las de cores, gosto de caxemira a 600 o covado.
Brim pardo para vestido a 360 o covado.
Dito a imitacSo de fustao para roupa de criancas a 500 o covado.
Setinetas lizas francezas de todas as cores a 500 o covado.
Fustao branco fino, a 500 o covado.
Linn de cores ltimos desenhos a 640 o covado,
Mirin de cor, liso, la pur** a 320 o covado.
Cretone liso de todas as cores.
Casemiras pretaa diagonal fina a 2.400 o covado.
Cheviots azul fine para costume a 30000 o covado.
Brins de cores para roupa de 360 e 500 e covado.
Sargehm de todas as cores.
Bordados e ntremelos baratissimos.
Flanelle de cores para vestido a 440 o covado.
Alm de muitos outros artigos em fazendas que liquidamos por todoe qnalqrj^
preso.
BA DO CRESPO
N. 21

-
LOJA DO POVO
Este estabelecimento acaba de fazer grande melhoramento para melhor expo
icio de seu esplendido sortimento.
Tendo grande deposito de fasenuas que.nao pagou imposto de ouro, vend
por precos baratissimos.
Uesconto de 10 jo de 20$000 para cima
boles liaos e com flores a 240 rs. o covado.
LS de listras a 240 rs. o covado.
Chitas de cor escuras e claras de 240 o covado para cima.
Cretones franceses claros e escuros a 320 e 400 rs. o cavado.
dem em cortes com barra por 50000 e 80000 o corte.
Grranadine de seda, com listras a 800 rs. o covado.
Crep com desenho preto e branco para vestido 5C0 rs. o covado.
Merinos de corea Iavradas.
Cachemira de seda e 1S com 1 metro de largura a 20000 rs. o covado.
MadapplSo superior com 20 varas a 60500, 70600 e 80500 a peca.
ito francs com 20 varas a 100000 a peca.
Capas pretas para senhoras ultima novidade. i
brande sortimento de meias de cores e brancas para homens, senhoras e menina
para todo prego.
Brins de linho de cor, finos.
'asemira preta, diagonal francs de 60000 rs. por 40000 o corte.
Extracto fino ingles a 10500 e 20000 o frasco.
Roupa* de banho para homens e senhoras.
tamisas brancas francesas a 20500
Stamines arrendados com 3 1(2 palmos a 200 rs. o covado. (
SO 3NT.A. X.OXA. 300 DPOVTa
II -Rua do Crespo H
f


t








i-
1
i
8
Diario de Pernambuco Sexta-feira 29 de Janeiro de 1892
AOS FUMANTES
J.
.
Desejaes nn ler azia quaido fnmaes?
sae por algum tempo os apreciaveis cigarros denominados MINHA ESPERANZA, quer picados, quer desfiados. Usae tamm o aromatcoi
saboroso fumo desfiada intitulado Hygienico Naeional e os cigarros do mesmo fumo.
PP -!iei se foiou oao til o.conselho.
Cumpre notar que os Bugicnicos sao raquinbos e os ESPERANZAS sao fortes.
A fabrica MINHA' ESPRALA situada naTua Laiga do Rosario n. 2i .
________- Um apreciador.
be
VENDAS
Ra do Amonm n. 66
Vndese despachos pa:a importaco, expoi
tacSo e ontros misteres, papel pira impressao d
diversos formatos e por prego commodo.
Povora
Sem competencia ; do largo da Alfandega oc
mpro 4.
Taboas de cambio
De 12 15 pTice : vende se por 6#000 na roa
do Bom Jeeus p. 5, l- andar.
Piano
Vende se por barato prego, cor ter algum oso
um piano do bom fabricante Blondel : a tratar
i roa de S. Goncalo n. 29.
Preparad* Ticoso deparatir
Approvado pela Ilustrada jacta de
Hygiese Puolica ia Corte.
Anctorisado por Decreto Imperial
de 20 de Junho de 1883.
COMPOSI9O
de
Firmino Candido de Figueiredo.
Empregado com a maior efficacia no
rheumatismo de qualquer natureu,
em todas as molestias da ptti. as
leucorrhiis ou flores brancas, nos
sciTrimentos ocasionados pela impureza
do sangue, e finalmente as differenles
formas da syphis.
Dse No primeiros seis dias urna
colher das de cha pela manh e outra
noite, puramente ou diluida em agua
e em seguida mudar-se-ha para colhe-
res das de sopa para os adultos e me-
tade para as crianzas.
Rgimen Os doentes dev-ern ab-
ster-se apenas do alimento acido e gor-
duroso; devem usar dos tanhos frios ou
momos, segundo o estado da molestia.
DEPOSITO CSKTSAL
[ Francisco Macoel da Silva & C.
Droguistas
23 Ra Mrquez de Olinda
Pernambuco
~7"t~i---'.~-;~t~>
V+^WV+W
So' quem vende
Milco novo a 28o :s a cnia e fO re. o.kilo ; nc
Largo uo Mercado a. 12, Gomes Ferreira.
Libras sterlinas
Venrle-FP. na !oa de jolas de Augusto Reg
ft ra it abcg n. 9.
Gonstiftiicao
DO
Estado i$ Pcmm
THEO. JUST.
Casa de commisses e repre-
sentaces
sa-asa w sai aaap-sa .
EXPOSIQAO
DE M COMPLET MENT DE
de innmeras fabricas de todos os paizes da Europa *
das duas Americas, de toda especie de mercaduras, Je
machinas e materia prima.
Depon'to do afamado tCREOLIM *o melbor de*-
ofectante conhecido.
Deposito da bem conheciila cODONTINA r
Dr. H. Rirdct.
#2-Bit i Bom Jess82
Chapeos e capotas
Ultimas covidades de Paiis receben o
____ loovre
Capas, jeueys e visitas
Qostos iateiramente no vos acaba de re-
eeber o
Cortes de l,linho, seda
e algodo
Ricamente enfeitados, tem recebido l-
timamente o
LOVRE
SABO RUSSO
Maravilhota etaencia preparada por
JAIME PARAOEDA
APPROVADA PELA EXM-* JUNTA DE HYGIENE DESTA CAPITAL
numerosos certificados de mdicos distinctoa
e de pessoss de todo o criterio attestam e preconisam
o SABO RUSSO para curar
Se as brancas, pretas e de
cores
Novos padrSes e para grande escolha
foram despachadas nestes ltimos dias i
para o
LOVRE
Gritlas, leqoes e chpeos
de sol
De phantasiss acabam de chegar para o
L O Y R E
Costumes para crean cas
De todas as idades encontra-se grande
Queimaduras.
Nevralgias.
Contusoes.
Darthroa.
Empigens
Pannos.
Caspas.
Empeces cutneas e mordedoras de insectos venenosos, etc.
A nica e a melbor AGUA DE TOILETTE, reunindo em si
tedas as propriedades das mais afamadas.
VENDE-SE nos eBtabelecimentos de Pedro Antunes & C. e
Rodolpbo Aatuces & C. ra Duque de Casias n. 63 e 65.
Espionas.
Dores rheumaticas.
Dores de cabeca.
Ferimentos.
Sardas.
Chagas.
Rugas.
8ortimento no
Louvre
Os- proprietarios deste acreditado est. beeci-
ment de modas tendo concluido o seu balando, resolve-
ram liquidar com differenc,a de 50 r#, grande quantida-
de de sedas, fantasas e muitos ourros art^gos de moda
e de le, cuja liquidacao principiar na prxima segn-
da-feira 25 do corrente.
AMAZEM E LOJ
DAS ESTRELLAS
56 6 58-KU DllII li Caxias-56 B S8
Telephone n. 210
{jbjectos de g"osto para
presentes
Ha ueste artigo grande escolha i;o
LOTJVR E
TMDOS i)E PHAN-
TASIA
Vedo impossivel de se deterever a
grarda variedade de tecidos de diversas
quadades proprios para a estacao actual,
rogs-se ao publico em geral e principal i
mente s Exmas. familias a fineza de vi-
sitaren) o
LOVRE
Rua I.' de Marco n. 20 A
Fra cisco Gorgel Iraio
TSLEPHONE N. 158
NOVO ESTAB LECIMENTO
Recebeu um lindo sortimento de
CAPOTAS
le rendas di cores e pretas para sen horas,
te renda e de palha para senboras e meninas.
ie palba o de seda para enancas.
Vende-se a 400 rei*
cada exemplar, no
escriptorio do t Dia-
rio.
Livros de recibos para
alugueis de casas; vende-se
ao escriptorio deste Diario.
Feijo mulatinho
Ven de m
Gu!ai?res A Unte
4 e 6-Corpo Santo4 e 6
PEQUEAS PlIIAS de RIES
Figado entorpecido coraje positivamente com estas
pUntis. Kllae eo nm remedio purgatlTO livre ds peri-
go para o hornea. Kaia fraco, tao Cem como bastante
actiio para o homem mais forte, e nao constipo d-
poie; pela accogeral agrada a todos que as usam. &flo
as plalas ealaiidartes da proflsf So medica dos Estados
CDldos. Sao as menores e mais facia a tomar.
OuareDta em cada frasco.
PARA
FIGADO
Sabo Curativo de reoter
Tnmores, cravos, pelle vermelha, aspwa e oleosa tapidido ob
curado por o maiMTande de todos os aformoseadores da pelle, o
sabo Curativo de Keuter. Produza a pette formosa, branca e
clara e mitos brandas ; absolutamente puro, delicadamente medi-
dudo, extremamente incomparavel como sabio para a pe
bem como do toucador, do banho e do quarto das criancas.
CAUTELA.Nao genuino sem cada envoltorio IM
marca registrada de Barclay Co., New Yorlfc ,
MED'CINA-.
Y PARA 0
T0ILETJE
tRICOFERO deBARRT
PARA O
CABELLO
A PELLE
CSttBELEetDO EMieO)
i litiga fabrica Caju-
rubeba
Vf'.;i!'-s? una machina smericana deapiainai
< oatra de irttnrif, espreater fru-tas, eto., urna
eicellecte caldeim rfn cobre estanbado para co-
fr no vacuo, grandes nepotitos de foiba para
. aicool cu uoalqner mister, orna boa armaco in-
glexa, grande quantidade de ralbas inglez;
ion dos : i uilos ootros objeclo?, todo rr.uitc
emeoota; na rot Lnii do Ref?o n. A4, Santo
i Amaro, d. . :i\riii- crr litante
Vende-se
Urna (averna n nito afregoezar/a estrada de
L'.nz de ('. go n. 19 por a dona querer reirar Ee
pjr tncon modo de eade : a tra'ar na meema.
Jal virajem ie Cotunguba
A prim-'ira por sua preciosa compt-sicao cbi
mica pura o fabrico do assucar, riquissima de
saes de poassa e soda, adaptavel perfeilanieate
a exp!or?ca> ia industria de sabonetes, etc. et:
SoDeriur de Lisboa, vende se cada barrica com
60 kilos a 8000.
Agente nesta capital Manoel Jos de Araujo,
roa larga do Rosario n. 24 A.
oara homens e rapases, dos fabricantes FRANCEZES, INtfLEZES E ALLEMAE8,
CHAPEOS
ie seca para homens.
GRAVATAS DE SEDA
FORMAS
de paiha para chapeos de aenhoras e meninas.
De3NTGK3aA.nOS
.'uretos e de cores.
Fitas, Gazes, Rendas, Veos, Azas, Passaros, Flores.
Plumas, Aigrette? eGrampos
i>r chapees e outres artigos da fantasa.
Kua do Baro da Victoria n. 42
M. LICIO MARQUES
Telephone n. 560
i f
TJma preparacSo elegante extremamente perfumada,
ranove todas as impurezas do crneo, preservativo con.
tra calvicie e cabello cinzento; faz o cabello crescer es-
S.so, brando e hermoso. Infalivelparacurarerupcflea,
cencas da pelle, g^^ulas e msculos, e cura rpida,
mente cortaduras, queimaduras, feridas, tercednras. &c
CAUTELA.Nfo genuino sma cada frasco
ter a marca registrada de Barclay A Co, Naw York.
rOLHETII
JULIO MARY
OS DOIS INNOCENTES
SEGUNDA PARTE
(CoBtlnuaro do n. *)
VI
PELAS GRANDES ESTRADAS
S tenho boas lea;, reterquio Ba-
rouille. Quarxto Ai sotM azaes ? s moe-
daa da oaro ysiaj cont-.r. Em primeiro
lugar guardo para .aira o re1 Iho, mas guari -o por on c ta a prata.
E' muito porigeao o conheco mnito o mea
offiio par.i d-ixsr-iaa' prender por estas
tolice. Isto bom para es estranteB.
Vejamos o resto...
Tirou des bolsos da ca'ya, d) collete e
da blusa, bilh. tes, deAuco, n"edas de
prata, viotsna, cnvnl tudo miprirao.
E espalhou tudo diantc d'e!
Fazeudo isao t'r.ha ara eerriso aii^,
convulsivo, qu intreabria burra libios,
mostrKdo as gang'.^as e qua .ai:.-') seme-
lhar-se a um animal carnvoro.
Ai suas isS'-S trdmiam ao apalpar o
ouro, qie apanhava aos punbac' s, e que
deizara cahir em seguida para jel-as ti-
lintar alegrem tte.
Tambe.m tremiam lhe as m~ >s e com
mais violencia quando amar rota va m os
iedoso blhetei de banco, como te ellea
depositarios DESTE8 PRODUCTOS.A companhia de Drogas e Pro-
ductos chi micos.
Rua Mrquez de Olinda n. 23.
estivessem ao mesmo tempo em contacto
com urna pilha elctrica.
Quando esvasiou os bolsos fez a sepa-
rado do saque.
Porm, a cada instante, voltava-se para
Bertina e dizia com rudeza, com o o.har
cada vez mais sinistro :
Quero bet>er !
E se ella demorava, 6e hesitava um
pouco :
Vamos quero beber !
E praguejava, insultando a.
Bertina toda trmula, obedeca entSo
e ia refugiar-se junt de Charlot. Este,
deitado na sua cama de palba, estava
absorto no seu sciamar.
As riquezas que Barouille espalhava
acbavam no indifferente. Nem mesmo
olhava para ellas.
Pensava que ajudara a rouba'-s e que
desde aquella noite j nSo era um homem
honesto E ao olhar desesperado, cheio
de profunda trisieza e de immensa com
paixSo, que Bertina deizava cahir n'elle,
cstarcadamente, mas que elle va, senta
quu a mociaha p^csava da moama forma
que elle.
Nao o amana mais ; taria horror a elle;
era sem duvida o que ia acontecer.
Barouille, agora cootava o esbulho.
Ponha de um lado as moedas de raro,
em pilha de cinco ; as de prata em mon-
tes de vinte trancos ; os vintena em mon-
tes de vinte; c.i bilhetes de banco,
parte.
Afinal depois de mais um trago de
agurdente, levanton-se, tropego, equili-
braodo-ae com diffiouldade :
Esplendida a babida do general...
Bebe-se como leite...
E amda qno niogaem allasse, disse:
Silencio Vou diaer-lhes o que ga-
nhamos no trabalbo d'est* noite, pois ros
trabalhamos emquanto que os casacos clor-
mem e engordsm as tuss casas... Te-
mos aqui cinco bilhetes ce mil... tres de
quinientos... oito de cem... sommaodo
em papel seta mil e tresentns francos.
NSo tudo. Temos onze pilhas de cem
francos em amarellas, tres pilhas idem em
moedas de dez francos e centa e oitenta
francos em outras moedas. Total geral
com as notas, oito mil cento e oitenta
francos, que dizes a isto, Criquet ?
Que bello resultado !
' NSo, ests arrependido, heim, cama
rada velho ?
NSo, disse o aleijado, j que conven-
cionamos restituir mais tarde esse dinhei-
ro, depois que servirmo nos d'elle para
ganhar outro...
Barouille sacudi os hombros. Tinha
um sorriso de despreso.
E tu, Charlot ?
Charlot nao respondeu. Nao ouvia.
Sabes, Charlot, tu tana a tua parte
aqui como nos. Ajudas-te-nos. Graca
a ti que tivemos confiaLca, pois saba-
mos que nos avisaras se houvcsse perigo.
Essas paiavras cahiam sobre ^o coracao
de Charlot como outras tantas facadas.>
Sim, sim, Barouille n2o precisava repetir,
Charlot bem sabia que era cmplice!
Agora, prosegua Barouille, vamos
divis3o !
E parecen r'ecolher-se para cootar.
Ao cabo de nm instante :
Nlo seria jasto dividir em partes
iguaes o esbulho, Charlot ; por exemplo,
anda que preatasses servicos, que bou
o. primeiro a reconhecer, nao deves ser
Papel-forro
Grande remessa, infinitamente variada, em
;ores edeseob^. Os precos ? basta dar a se
iainte idea : o 340 a 14000 a peca : na casa
'specialista deste genero, rua da Madre de
Oeos n. 30 (Recite).
J. T. Carreiro.
Pren&a de copiar cartas
Vende-se nma, perfeita e qoasi nava ; na roa
de Hortas n 17.
At tigMikVM aLIVRARIA BOULITREAU.
rua Ao Imperador n. 4g, todas as Revistas
seintificas e litterarias, Jornaes de m#da e fi-
grarinos publicados na EUBOPA e no BRAZIL
com di^tribt.icaono dia da eheg-ada de cada
mala.
Pre$os reduzidos de accordo com cambio
PAGAMENTOS AMANTADOS
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LIVRARIA BOULITREAU
N- BPara nao haver interrupeo preciso
pagar quanto antes as assignaturas.
desde qua vamos restituir, por conseguin-
te...
Caate, Criquet!
Mas...
Caate! E's simplesmente tolo !
Criquet, interdicto, nSo accrescentou
palavra. Te ve medo de offander Ba ou
Ule e quera conservar a sua amisade e a
eua eatima !
Barouille proseguiu :
Pens tambem que seria injuBto
dar-me urra parte igual de Criquet.
Fui eu que descobri a oousa, fui o chefe
da expedicao, tudo fiz, em summa. '
forcoso reconhece'-o.
Sim, sm_ dizia Criquet. Nao
Charlot? *,
Charlot, porm, calava-se anda.
Assim, pois, disse Barouille, esti
aqui a partilha. Don duzentos francos a
Criquet ; cem a Charlot e guardo o res-
to. Creio que foi muito bem ganho!
Pusou tudo para si, separou algumas
moedas que -.tirou para Charlot e Criquet
e encheu os bolsos com o resto.
Charlot pareca* nSo ter comprehendido.
nem mesmo ouvido.
, Quinto a Criquet nSo oppoz-se.
Sem duvHa a partilha pareca lhe um
pouco desigual, mas sabia que Barouille
i:.io era homem que aceitasse observa
{oes.
Metten as dez moedas de vinte francos
no bolso c nao disse palavra.
Barouille, satisfeito ent2o pela sua obra
recompensad') como Criquet... Criquet]e da unanmidade que encontrara, encheu
acompanhou-me... Correu perigo, quis:mais um copo de agurdente e erguendo-
abaudonar-me, verdade, mas conteve-' o cima da cabeca, disse :
ae... Tem, pois, direito a mais um pou-i Babo aoi nossos futuros sucoessos!
contemplava o com tristeza, sentada di-
ante delle.
Barouille nSo cegitava em dormir.
Approximou-se de Bertina, considerou-a
um i asante com um sorriso t inistro e de
repente sentou se junto della.
Passou um dos bracos pela cintura da
mocinha e beijou a na nuca.
E elle pretende anda que nao so-
mos h-nestos E eis o que quero expli-
car a Bertina. Contina a minha de-
monstraccao. Nao tem direito a cousa al-
guma. Entretanto, como muito chic,
basta que diga o que quer. Eu son mui-
to sensivel belleza, nada lhe recusarei.
Bertina nSo precisa de nada. I
Bertina ergueu se limpando o logar que Ests encarregado de responder por
o bandido tiaha sugado com os seus la- ella ?
b os e foi sentar se na outra extremidade I NSo.
d rancb-. Ests me esquentando as orelhas.
Barcle, porm, sempre risoaho, acom-j Deixa-2 fallar.
PahouLa- J Charlot recusou at A garrafa de cog-
Tambem Charlot erguera se bruscamen-! nac trazida por Barouille, tomou-a, neos-
tou-i aos labios e engulio dous ou tres
goles de licor.
Barouille dizia.
Bertina, amo-te e creio que nSo te
desagrado, nflo ? E desde que nos gos-
tfcmos, vamos ser marido e mulher. Es-
ton rico, pois tenho ao boiso mais de oito
rail f'racjq.
E baeu naa algibeiraa, ourodo se o
tinir das moedas.
te.
Barouille !
Que ?
D i*a Berlina socegar
Faco o qua entendo. Quem manda
aqui suu eu,
Nao mandas nada e prohibo te que
toques em Bertina.
Barouillo deu de komb-cs.
Em primeiro tagar, disse elle, devo
co que Charlot.
Criquet interveio.
Nao sou da tua opiniao, Barouille.
Acho que de vemos dividir em partes
iguaes... NSo era noasa inteocao roubar,
E bebeu de um trago.
Comecava a effectuar-ae a sua embria-
guez.
Cnqu.it estendera-se na Jpalha e fecha-
ra os olbos. Charlot sciBmava. Bertina
urna explicacSo a Bertina. Desdo que Com oito mil peliegas, podemos fa-
ella nZo toraou parte na expedi3o deeta zer urna festa de arromba. Ters muitos
vestidos e chapeos. Prometto-te muitos
aoneis, braceletes e brincos. Vais ficar
carita e taras morrer de invt-ia as mais
topetudas !... &f ski o que eu qoero
dizer, minha BartiHasinha... Por con-
segrte, est entendido, a comeoar de
amanha, ficaa te chamando Mme. Ba-
rouille. E oliaa na um norae omito
e que ha de ser celebre, principalmente
depois qae eu publicar a minha reforma da
mgu:ratura... amannS Mme. Barouille
e b ja...
pea um paseo para ella, tomen lhe a
mao e procurou abraeala.
Ella defenea se.
noite, n?o tinha direito a cousa alguma...
Nao verdade ?
Ella nada rcdaaia. .. E' honesta,
ao se parece comnosco,
L esta Porventura tambem ni
nao o somos V Criquet, diz a esse mari-
cas que nao tiramos do general senao o
estrictamente neceaserio, o qae elle pro-
prio nos tera dado se lhe fossemes pe-
dir... E foi justamente poique sabamos
qae eLla u<:s taria off^recido que nao nos
demos ao trabalbo de ped"r-!be...
E' exacto, pjndero'i Criquet que
na quera coutradize.'-o.
Diz-!he tambem que bastava que
estendesaemos xauii a mi para sorripiar
mais de qu:ru mil francos em valores !
E' tambem exseto !
fContinuar\$4-ka)
1
-
iVv
t/ t
U-


Tjp. do Diario, roa Dnqoe de Guias o. U.

1


Full Text
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