Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16785


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Full Text

AMO LXVIII
QNTA-FERA 21 DE JANEIRO BE 1892
NUMERO 18
DE PEBNMBUGO
PUOPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARA A FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por tres dilos vencidos.
Por ura anno allantado .
dem idem vencido.
6S000
7&000
24&000
c28000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAQOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs mede, Prince & C resiientes em Paria34 ru de
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por seis ditos vencidos.
Por un anno adiantado.
dem idem vencido. .
13500
15&500
27#000
31&000


TELEGRAMAS


*.
sss:i;3 mvsm soguazo
RIO DE JANEIRO, 23 de Janeiro, s
8 horas e 45 minutos da noite.
H)atdm a guarnicl-i da fortaleza de Sae-
ta Cruz, sendo intimada pelos presos que
n'ella se achavam, capitanaados pelo sar-
gento do batalhSo de engenheiros Svino
Mac jdo, aublevou se.
Od revoltados prenderam o commandan-
te da fortaleza coronel Beserra Cavalcanti
e -iH;iaes e dirigiraia ao marechal Floria
i no Peixoto urna mensagem convidando-o a
passar o governo do pa.'z ao marechal Deo-
doro oa a urna junta governativa.
Os sublevados declararam n'esse docu-
mento que caso lu fossem attendidos bom-
bardearan! a cidade.
O geverne dea promptas e enrgicas
providencias.
Hoje a fortaleza foi tomada de assalto
pelo 7. e 10." batalhuj de infantera que
operaram em cerra, auxiliados rs!a esqua-
dra, por mar.
PARS, 20 de Janeiro.
Faleceu de influenza o governador ge-
ral da ordem dos Jesutas.
ROMA, 20 de Janeiro.
Contina enformo Sua Santidade o Papa
I.eSo XIII, cajo estado melindroso. *
RIO DE JANEIRO, 19 de Janeiro, s
4 horas e 45 mhuto3 da tarde.
A aS30ffib'a geral de acsionistas da
Companhia Industrial Assucareira elevou
o capital social em ciis de dous mil coa
t03, aut .isar.do igualmente o levactamen
to d> emprett-mo qaatro mil contop.
Ha grande animadlo em face do estado
prospero dos negocios.
Comarca do B.-pjo Comarca da Boa-Vista Comarca de Barreiros
Dr Jos Pedro Te Aimeid* Pernamonco. Dr Aquilino Gomes Porto. Dr. Austerl-.ano Correia de Crasto.
Comarca de Aguas-Bellas Comarca de B'iique Comarca de Lagoa de B itxo
Dr. Joo Eangelista da Frota Vasconcellos. Dr Sebastiao Ildefoaso do Reo Barros. Dr. Luiz Barbalbo Ucboa Cavalcaate.
Comarca do Triumpbo Comarca d Tacaratu Comarca de Granito
Dr. Roiolpbo de Carvalho. Dr Eduardo Correia da Silva. Dr. Manoel Tobas do Reg e Albnqaerque.
Comarca de Leopoldina Comarca de Floresta Comarca de Fernando de Noronba
Dr. Jo3 Tavares de S e Albuquerqae. Dr Joaqaim Monteiro Duiz. Dr. Ambrosio Cavalcante de Mello.
Comarca de Petroliua Comarca de Salgueiro A03 nom arios Q:a marcado o prazode 3 mezes
Df. Malaquias de Quelroz Barros. Dr. Joaquim Mauricio Wanderley. para assamiretn o exercicio das respectivas func
Comarca de C3brob Comarca de logazeira gOes.
Dr. PeJro Jorge de Soaza. !. Alfredo Celso Correia de Ara ojo.
Comarca de Flores Cosarca de Villa Bella , Ambrosio Machado.
Dr. Manoel Octaviano Gaedes Nogonira. Dr. Abel Peixoto de Miranda Heoriques. Jos Vicente Me ra de Vasconcellos.
PARTE OFFICLU.
Goverua do listado de Per
Bambuco
2* a'ecgo. Palacio do Governo do Estado de
Pernambuco, em 18 de Janeiro de 18Q2.
A Joma G iveraMtta o Estado, de conformi-
dade com a Iti n. 15 de ... Novembro de 1891.
resolve nomear os seftuiotes jnizes de direiio
para a* ce marcas oo me?mo Estado :
Comarca do Hecil'e
Joiz de direito da I" vara (civil) Dr. Joao Joa-
quim de Frtitaa Hennqoes.
Jaiz de direito da 2' vara (commercio) Dr. An-
tonio Domingos-Pinto.
Jis ae aireito da 3a vara (orpbos) Dr. Fran-
cisco Afano Correia de Araojo.
Juiz de direio da 4* vara (fazenda) Dr. Mar-
cos Tuiio dos Res Lima.
nii de direito da S* rara (provedoria) Dr. Ly-
curgo de AlDUcn^rqn-' Niscimeolo.
Comarc Dr. Al Ionio Henrique de Almeida.
Comar:a te Jaboato
Dr. J.o Alvare? Pereira de Lira.
Comarca de Iuarass
Dr. Abdias de Oliveira.
Comarca de S. Lon^eago da Malta
Dr. Luiz Salazar da Vi"ga Pe33oa.
Comarca de Giuieeira
Dr. Jos Francisco Ribeiro Pesaos.
Comarca '.e Pao o'Alho
D;. Joao Bip'-isla Crrela de Oliveira.
Comarca de Nazareth
Dr. lianoel do Reg Mello.
Comarca de Limoeiro
Dr. Carloi 4ugusto Vaz de Oveira.
Comarca de Timoaoa
D.\ Antonio da Silva Antunes.
Coriarca de aruar
Dr. Aatonlo Coeliio drt S e Albuquerque.
Comarca do Cabo
Dr. Temoleo Peres oe Albuquerqne Mara-
nho.
Comre? de Caobotinbo
Dr. Maocel Mara Tavares da Silva.
Comarca de Palmares
Dr. Samuel Martins.
Comarca de Ipojuca
Dr. Antonio BaptiBta Nogueira.
Comarca de Agua Preta
Dr. Manoel Florentino de Alboqaerqne Monte-
negro.
Comarca de Panellas
Dr. Jos de Castro S Brrelo.
Comarca de Grvala
Dr. Jcaquim Deifico Cavalcante de Albuquer
que.
Uumarca da Gloria de Goyt
Dr. E6peridi5o Ferreira Monteiro. .
Comarca da.Escada
Dr. Ersilio Lopercio de Sooza.
Comarca de Ouricary
Dr. H.rculano de Oliveira Torres Gillindo.
Comarca de Goyanna
Dr. Jos Francisco de Goea Cavalcante.
Comarca do Boaito
Dr. Joao Carlos de Mendoaca Vasconcellos.
Comarca de Bezerros
Dr. Jos Maria da Rocha Carvalbo.
Comarca do R>o Formoso
Dr. Joaqaim da Co3ta Ribsiro Filho.
Com are i de Lambe
Dr. Hilo Caliel Perelra d. Andrade.
Comarca de S. ?ento
Dr. MJicel Bjtellita Csvalcaote Pessoa.
Co.iia.-a de Bom Jardim
Dr. H.nrique Capitalino Pereira de Mello.
Coiarca oe Cimbres
Dr. Caclano Ribelip.
Comarca de Garanhans
Dr. Eor.HdS Bernardo Q tinteiro.
Comarca da Victoria
Dr. Jos Mariano Carneiro Bezerra Cavalcinte.
Coma-ca de Taqaaretinga
Dr. Artbur da silva Reg.
Comarca de Bom Conseibo
Dr. Alfredo de Olirera Fooseca.
Le n. 35
.4 O Congres30 Legislativo do Estado de Pernambuco
Decreta :\
Art. 1. Fie i creado no municipio do Recife um
Juiz Privativo dos Fui tos da Fazenda Municipal.
Art. 2.a Compete a eese juiz conhecer e julgar
definitivamente em primeira instancia todas as causas
civia, ordinarias ou summarias, em que a Fazenda Mu-
nicipal for interessada, como t.utora oa r.
Art. 3. A Fazenda Municipal gosa dos mesmos
privilegios concedidos pelas lcis a Fazenda do Estado.
Art. 4." Na primeira instancia privativa a juris-
diccao do Juiz dos Feitos da Fazenda Municipal para o
processo e julgamento das causas fiscaes que tiverem por
objecto a ci.branca da divida ; io Municipio, proveniente :
1. De contractos celebrados com a administraco.
2." De alcance dos responsaveis para com a Fa-
zenda Municipal.
3. De impoatos, contribuicSea, foros, kudemios e
multas que lhe sejam devidas.
4.a De damaos causados aos bens Muoicipaei.
Art. 5. O prooesso da liquidaySo dessas dividas
ser o mesmo estabelecido para as oausas fiscaes da Fa-
zenda do Estado.
Art. 6. O Juia do? Feitos da Fazenda Municipal
ser substituido em anas faltas oa impedimentos pelos
Juizes de Discreto, na ordem designada pelo Conseibo
Municipal, na oxasiao de ele;er dos mesmos Juizes.
Art. 7. O Juis dos Feitos ter a cathegoria de
Juiz de Direito e Iba appliciivel tudo o que a lei de or-
ganizaySo jud'.ciaria e a Coast tuicSo do Estado dispSem
a respeito dos Jaiz:i de Direi:o quanf.> a venesmentos,
iuveiticu.-as (excepto a primeira), c >stas, antiguidade e
em tudo raai que nio tor contrario a presente lei.
Art, 8. 0 2 Procurador dos Feitos e o 3. Soli-
citador, cajos lugares foram creados peos arts. 13 e 14
do Decret de 4 de Stembro de 1890, funccionar&o em
todos os feitos manicipaes, percebendo os ordenados e por-
centagem que actualmente percebem.
Art 9. Os escrivSes da Fazenda do Estado conti-
nuarlo a servir por distribaiySo nos Feitos da Fazenda
do Municipio, conforme dispSe o art. 2. do Decreto de
20 de Agosto de 1890.
Art. 10. O distribuidor e 3ontaior da Fazenda do
Estado exercero as auas attribuicoes e gosarSo das van-
tagens garantidas pelos sauj provimentos, de accordo
com o Decreto de 27 de Setembro &:: 1890.
Art. 11. As castas a qne tem direito o juiz, tem
como as que forem devidas pelos actos praticados pelo
procurador dos Feitos e respectivo solicitador, pertence-
r2o aos cofres municipaes, de cuja renda passam a fazer
parte,
Art. 12. O Conselho Municipal marcar o numero
de offi aes de justica que devem funecionar perante o
Juizo dos Feitos Municipaes e determinar as vantagens
que devem perceber.
| nico. Esses officiaes ser So nomeados pelos juizes
dos Feitos Municipaes, mediante proposta do respectivo
procurador dos Feitos.
Art 13. Os vencimentos do juiz dos Feitos, assim
como os dos serventuarios do Juizo, ficarSo a cargo da
Municipalidade.
Art. 14 Revogam-se as disposicSes em contrario.
Cmara dos Deputados do Estado de Pernambuco,
27 de Novembro de 1891.
Jos Maria de Albuquerque e Mello,
Presidente.
Antonio EstevSo de Oveira,
1. secretario.
Arthur Henriqu3 de Albuquerque Mello,
2. secretario.
Palacio do Governo do Estado de Pernambuco, 17
de Dezembro de 1891.
Barao de Conferidas.
DIARIO DE PERNAMBUCO
EXPEDIENTE DO I.V i DE DEZEMBRO DE 1891
Actos :
A junta govurnava do Jetado resolve na-
mear o Dacbart Temoleo Peres de Albuquer-
que Haraobao para o cargo do secretc.no interi-
no da qoest'ira policial, em aubsutttcao do ba-
ciiirel Ar:!iur Heoriqoe de Albuque;\jue Mello,
qae tica exouerado, conforme a propis'.a do Dr.
qceslor, de beje datada
Ajuma iO'wnaiiva do E3ta^o de Pernam
buco resolv ornear deegidus liticirioa : Dr.
Jo^ Francico Ribeiro M icado, 0 2" districto
da paroebia da Graca ; Dr. Vircio Marqaes
Cirneiro L So. do i listricto da paroebia di
Bi-Vista. -CommooiGOO-se ao iDfpector geral
da n^tru' gao pofica.
Po-iana :
Sciente telegramma boje que commuoicaes ex
ercicio r ovo contelno, juuta governali ja approva
e espera vosso 2elo *. pi'.notismo nianuieoiao
oitai par garanna municipio.
EXPEDIENTE DO DA 21 DI DBZEMBRO OB 1891
Actos :
A jauta covernativado Estado.de conformi Ja
de com a nroposta do Dr. qaestor policial, em
(lucio de loje datado, resolve nometr para os
cart?03 de I, 2. e 3. supplentes do :abd8lega-
do de 2.* districto di freguezia da Bi-Vista, da
comarca do Recite, os cidados Manoel Joaqaim
daC'.s'a Ramos. Rodolpbo Silva e lente Joa-
quim de Araajo Saldaoba, na ordem em que vo
collocadas.
A junta governativa do Estado, de confor-
midade cum a proposia, de boje datada, do Dr.
questor policial, resolve nomear par;, os cargos
oe delegado e subdelegado do districto de Muri-
beca, da comarca de Jiboato. os 'Md li>>-> Igna-
cio Xivier Mandes da Silva eMmoel Virginio
Carneiro L.o na ordem em que vo collo-
cados.
A junta governativa do Estado, 1e accordo
com a propona do Dr. qutstor policial, resolve
nomear para es cargos je fubdeleHado, 1., 2.
e 3.' .-upplenie3 do 1.- i3iricto d?. Grasa, na or
jfcn em que vao colioc^do3 os cidadacs Frederi
co Ulyssesde Almeida Albuquerque, LuizGcnza-
ga B.cellar, Melcbiades Joaqaim de S?uza Sania
Rosa e Loureogo dos Santos Raposo, S:ando exo-
nerados os actuaes.
A junta governativa do Estado, esolve ro-
mear, sob proposta do Dr. qnestor, o < idadao Je-
ronymo de Castro S Barretto para o cargo de i.-
sapplenie do delegado de Palmares, ticando exo-
nerado o actual.
A juata goverraiiva do Estado, resolve no-
mear o ciJado Austriclino Pae3 B3rretto para
o carf;o de commisano da guarda lo al de Pal
mares, fijando exonerado o actual.Communi-
cou-se ao commandan'.e da brigada.
A junta governa'.iva do Estado, de confor-
midade com a proposta do Dr. qnestor policial de
boje datada, resolve nomear para o termo de
Rom Janhm as eegoiotes autoridades : Delegado
Nicolao Antonio Doarte, subdelegado do 1.' dis-
tricto Jos Francisco de Soaza Ioteraminease, i.*
sapplente Irenio Maynart Borges.
A junta governativa do Estado, :ittendendo
ao qae requeren o jaiz de direito da comarca de
Caruai, bacharel Joao Aires Pereira de Lyra,
resolve prorogar por trinta das, com os venci-
mentos a que uver direito, a licenga qae ltima-
mente lbe foi concedida para Oalcir de sua
SuJe.
A junta governativa do E.'tado, itiendendo
ao qae requeren, o promotor pcblico di comarca
de Ingazeira bacharel Joaquim da Silva Cabral,
resolve prorogar por om mez, enm os veDciroen-
tos a que ti ver direito, a licenca qae nilimameat
obieve para tra'ar de saa saie.
A junia governativa do Estado. ie3dve no
mear Ireuio Maynart Borges para o pesto de rotr.
missano da guarda loca do municipio de Bom
Jardim, em suostitoigo do actual, que tica exo-
nerado.
A junta governativa do Estado, rreo'.ve no
,aberl03 para occorrer ao pagamento das graiitt
i ficagOes devida3 aos leales e ao secretario da Fa-
culdade de Direito do Recife.
Ao Thetouro do Estado.RecommendaniO.:
a expedicao de vossas ordena no sentido de ser
effectaado o pagameoto das importancias marca-
das por lei, para cavalgadora a qae tem direito
os uneoles coronis Actinio Ignacio de Albo-i
querqu Xavier e Manoei Gong>lves Perelra Li-
ma, este commaodante do corpo de polica e
aquelle das guardas Icaes.Commaoiccu-se ao
coronel commandan'.j da brigada.
Ao capito de mar e guerra, Joao Gmgal-
ves Djarte.A junta governativa do E*tado
manda aecusar o recebimento de voaso officio d.
i de 18 ao correte em qae pattici pastes ha ve.
as-umido, na raesma data o exercicio dos car
gos de lospector do Arsenal de Mariaba e de ra-
pitao do Porto d'esta Estado, para os quaes fo3-
ies nomeaJo por decreto de 28 de Novembro
lindo.Communiccu-se ao icspecior da Taesou-
raria de Fazenda.
Ao Sr. J. I. Mackiatosk.A junta governa-
liv* do Estado manda aecusar o recebimento do
cffl:io de boje datado em qua commuorastes
ha ver reassumido o exercicio do cargo de ge-
rente essa cooDpanbia.
Ao director do presidio de Fernando de
Noroaba.Providencial para que opportunamen
te seja recebido nesse presidio o eentenciado
Cistor Raposo, ex-marinheiro nacional, de que
trata o aviso junio por copia de 8 do corrate
ao Ministerio dos Negocios da Jasti;a.
Portaras :
A junta governativa do Estajo fica sciente do
Megramma da Intendencia Municipal de Pao
a'Aioo, em qae communica o exercicio do novo
ConselQo Municipal, por proclamago do povo, e
approvando esse acto, espera de seu patriotismo
a marutengao da ordem, para garanta dos inte
resses de seos municipes.
Igual a lutendencia de Goyanca e Pal-
mare.
Os Srs. agentes do L'.oyJ Brazileiro facam
transportar por conta do Miuisterio da aiannba,
a Capital Eederal, para oode segu disposigao
do quartel general da mariaba, o macbinista 3.* classe Joaquim Angosto AtTonso da Cosa,
penen:ecte a guarnigo do cruzador Lerdade.
Communicou-se ao ospector do Arsenal de
Marinbi.
O Sr. soperinteadente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco mande dar passa^ens
de Cinco Pontas, a Una a 1 inferior e 20 pragas
correado as despesa por conta do Estado.
Mutatis mutands no doctor da esla la de
ferro Sul de ternamoaco al Qaipap.
EXPEDIENTE DO DR. SECRETARIO
Officio:
Ao inspector do .* districto martimo.A jun-
ta governativa do Estado manda recommend-ir-
ves que providenciis convenientemente no sen
lido de ser descarregada toda a area extrahtda
pelas dragas dessa rtpartigo, no caes da ra da
Aurora, entre o Gymoasio Pernambacaao e a
primeira ponte da mesma roa afirn de st apro
veilada na aterro do local em qae se est con
s.ruiudo o passeio pablico 13 de Maio >.
Portara :
A junta governativa sciente do assompto do
oflicio de 19 do correte, em qae o presideate
do novo Conceibo Municipal de S. Loureogo da
Matta coritmumca a depoiiqao do Conseibo, a>i
tenor, manaa declarar ao mesmo presidente qae
aparo?* e*M acto, e cona maito dos esforcos^
dos acta^s icteedeates no intuito de serem ga-
rjjticios os interessbs dos municipes.
Ao gerente da Csapanhia Pernambacaaa.
A junta governativa niaada declarar-vos qae
ndela fas".r seguir o vapor destinado ao presidio
do Fernando de Noronlia quaaclo julgardos con-
vecicaie. aananrando o 11a e hora e commcai-
cando imaiediaiamema ao governo.Fizeram-se
as aeetamartaa commoni^agCes.
Aos agentes uo Lloyd Brazileiro.A unta
governativa mauda a .cunar o recebimento do
nbSo, professora publica pe diado 2 mezes
de liceaca.Sim, na f.rma da lei.
Henrique Vellozo Freir, pedindo en-
trega do termo da demarcado dos terre-
nos do engenho S. Joo, da cemarca de
Agua Preta.-Informe o Sr. juiz commis-
sario do termo de Agua Preta.
Jo.lo B-iptista da Rocba Baixa Lins, es-
crivao de orphaos do termo de GammeL
leira, pedindo 60 diss de licenQa.Sim.
Jo/entino Gomes de Albuquerque Mo-
rses, agricultor, pedindo para embarcar
1,500 saceos com milho.Aguarde reso-
lujao.
Lauriana Umbclina de Jess Villar,
proprietaria da casa n. 27 na ra da Pal-
ma, pedindo sencSo do pagamento das
decimas e drainsge.Informe o Sr. in-
spector do Thesouro do Estado.
Lydia Alves da Purificando Bizarra,
professora publica, pedindo trez mezes de
licenga.Como requer.
Maria das-Mercs da Cruz Ribeirf, pro-
fessora publica, pedindo 3 mezes de li-
cenca.Deferido.
Maria da Natividade Ferreira, profeseo-
ra publica, pedindo 60 das de iicecca.
Sim.
Maria Rcsa da ConceicSo, alumna da
Escola Normal, pedindo para ser submet-
tid a exame da cadeira de Geometra.
Informe o director da Escola Normal.
EM ADDITA.MF.XT"0 AOS DESPACHOS DO TA
28 DE DEZEMBRO
Caetano Tnaotocio da Matta Ribeiro,
sub-commissario do municipio do Villa
Bella, pedindo para ser comeado para o
lugar de commissario do mesmo munici-
pio.Informe o commandante da brigada
policial.
Secretaria do Estado de Pernambuco,
am 20 de Janeiro de 1892.
O porteiro,
Hemeterio M. da Suva.
o
mear o tenente M;.rcol:no da Cruz Lins vander-1 officio de bontem em que communicastes baver
ley para o toito de commissario do 6-districto jeneeado, s 6 horas da maob, dos porlos do
da 1.* regido di g arda local, tacando exonera o norte, o vapoi BrazU que seguir boje, s 6 bo
o actual.
OfbciS :
A'Tnes' orara de Fazenda.A juola govor
nativa do Estado, commamca-vos que tu j 28 de No-
vembro lindo o bacharel Maaofl Beraaidino Viei-
ra Cavalcanti Janior ussumio o exercicio do cargo
de promotor paolico da comarca de Gr mita, para
qae foi oomeado por portara de 23 le Ontnbro
do corrate aouo.f
A' mesmaPara os devides fias vos part
cipamos qae por Avi?o do Ministerio dos Nego-
cios da Injtrucgo Publica, Correiop e Te!?gra-
phos de 10 do corrate mez, sob a. 735, nos foi
declarado baverem sido aporovados os ere litos
extraordinarios oa importancia total le 10:460*,
ras da tarie para os do sol.Communicoa-se a
directora uo coairntrcio.
DK8PACHOd DO DA 19
dk 1692
DS JANEIRO
Honorio Pereira da Silva, praca da
guarda local do municipio ds Flores, pe-
dindo para aer reformadoIndeferido,
em vista das informacSes.
Hermina Amelia de Albuquerque Mara-
Que&turA policial
Secs3o 2.' N. 16 Secretaria da
Questura Policial do Estado de Pernam-
buco, 20 de Janeiro de 1892.
CidadSos. Participo vos que foi hon-
tem recolhido Casa de DetencSo ape-
nas o individuo de nome Antonio Fran-
cisco de Andrade Lima, conhecido por
Gouveia, o qual foi romettido como sen-
tenciado palo jaiz municipal do termo de
Bonito.
A' Junta Governativa do Estado de Per-
nambuco, 20 de Janeiro de 1892.
O qnestor, Joaqui/i Tavares de Mello
Barretto.
lniK( loria scrftl clav Inlruco.i Pn
blica do Bsiado de Peraambaco
despachos do da 14
dk-1892
DE JAS2IBO
Francisco Lucio da Castro, pedindo
ama certidSo.Certifiquc-3e.
Manoel Estanislao Pins de Souza, ps-
dindo urna cortidSoCertifique se.
Manoel Sesmo de Albuquerque Mar-
nh2oEncaminhj-se.
-l&-
Alexa: drina Marques Mascare a has de
Soasa, pedindo a justificado de faltas
Jastifioo.
Retrospecto poltico do nano
de 1891
m
POLTICA PARTICULAR
ALEMANHA
(Continuaco)
A recepgSo oflicial fsita aos mariaheiros
frantezes em Portsmoatb, cansou em Beriim ver-
dadero despeito.
A imprensa manifestoo acremente o sea mo
humor.
O Taglebat disse qae mal acredita o que se
est passando, vendo os esforgos dos inglezea pa-
ra apagar a recordagao do acolblmento feilo em
Londres ao imperador Guilherme U.
E'espantoso' exclamou aquella foi ta. lito
a pova de qae nao devemos ter cooSaoga ai-
guma oa Inglaterra qae est sempre disposta a
fazer cansa commnm com aqnelles qae presa
rem mais, icando ao mesmo tempo com as mos
livres, para as esteider no momento opportuno
a locupletar-se com as vaBtageus materiaes. E'
isto o qae se chamavender-se a quem mais d.
Esta oobre mxima inspiran sempre a poiitica
externa da Inglaterra.
No entretanto, o jornal inglez Manchester Cou-
rier disse qae o imperador da Allemanba teacio
oa convidar a armada iagleza a visitar muos
porto? allem&es. Kiel seria o centro principal
da recepgao.
A raiva e a inveja da recepgao de Cronstadt,
levara,o monareba allemo a grandes apparatos
de cordialidade e magnirJcencia.
0 peitr que a deenga dos ouvidos do impe
rador aggravava-se dia dia; a irrascibilidade do
doente continala, e a sua companhia um ver
dadeiro martyrio para os que o cercam; marty-
rio augmentado pelo espectculo repugnante dos
oavidos vertendo asquerosos seros.
Os jornaes aliemes, prevendo om desenlace
fatal e prximo, indicaram quaes sao oe mem
bros da regencia que ficariam a testa do impe
perio. Um desses membros seria o general Ca-
prlvi.
A National Zeitung vio symptomas alarman
tes na viagem da familia imperial rnssa a Cope-
nhagne, prestando lhe a intengo de fazer en-
trar a Dinamarca no accordo franco-rasso.
As demonstragOes franco-russas em Frang
do igualmente ensejo para apreciagoe3 petsi-
mistas da mesma folba.
O governo allemo dea ordem para SO
expnlsOe?, a maior parte socialistas exaltados;
mas nessa lista esto incluidos dignos correspon-
dentes estrangeiros, qae se teem maaifeslado
pea Russia e pela Franga.
A Agencia Livre, fde Berlim, disse que os
reptis allemes,abriram urna campanhu de-
indecente brutalidade contra a czarina, apenas
correu o boato da sua prxima viagem a Pars.
A imprensa apontada ao odio dos verdadeiros
patriotas ailemaes, como a inspiradora da nova
poltica do czar.
S' ella a peior aimiga da Allemanba, ama
cbarmeose* sob a mascara de ama beata ado-
rada pelo povo rosso, ma3 no seu corago s
paisa om sentimento: o odio aos allemes.
Foi com estas (ariosas invectivas qae o >Ber
biser terminoa um artigo de sensago.
Esse numero teve numerosa extraego, fazen-
do-se duas edicoes.
Ji antes d'isso bavia ecboado dclorosaaieo-
te a noticia da recepgao da esquadra em Crons-
tadt.
0 proprio governo nao esperava qae a3 mani-
festsgOes de S. Petersbargo e Mo3cow se apre-
sentassem com tai estrondo. E os affectos ao
principe de Bismirk aproveitam o ensejo para
dizer qae o seu Ilustre ebefe estivesse no poder
nanea os accordes da Marselheza soariam aos oa
vidos do czar.
PresentemeLte ninguem j acredita na guerra,
o que equivale a dizer que n ngaem a quer.
Do lado da Franga ninguem a provoca ; por
qae, fortalecidas as duas grandes potencias pela
saa nnlo, bem polem obter pouc a pouco, pelo
tratamento diplomtico, aquillo qae escusada-
mente entregaras aos azares d'uma guerra.
E a Allemauha, se bem procurar, achara os ter-
mos d'uma toi composlgo. Smente em vez de
procural-a na Russia, oa na Fraoga, soladamen-
te naver de entender-se com as duas ao mesmo
lempo.
Guilberme II esta convencido mais do qae
nunca, de que preciso armar-se para a paz;
mas, exhortando as suas tropas a comprr o sea
dever em caso de perigo, nao deixar elle de
cumprir o seu; isto far todo o possivel por
evitar om conflicto, qae seria de desastresas
coostquencias econmicas tanto entre vencedo-
res, como entre os vencidos, sejam elles quaes
forem.
Nao pode negar-se, com tudo, quo ba mov
mentos o tropas na fronte:ra rnssa, o qae im-
porta pouco, porque dada a lenlido com que a
Russia faria a saa mobilisagao, nauralissimo
que sinta a necessidade de ter a sua fronteira
bem defendida.
O ch.-.nceller de Capriri, conversando com
am alto personagem, manfestoa-se tranquillo a
respeito da sUuagao europea.
Declarou que as manifestagoes 4e Croastadt
nao o inqaietaram; e o seu modo de ver estaem
opposigio com o alarme levantado por qaasi
toda a imprensa allemi. I
O partido socialista allemo publicoa um
novo programma, qae merece ser conhecido.
E' preciso recordar qae no ultimo congresse
socialista da Halle se decidir nao redigir, coa-
forme frr costme nos anteriores congressos, e
programma para o partido demcrata socialista.
O comit director fra encarregado apenas
de preparar para o prximo congresso urna sim-
declarago do facto. Este, porm, entendeu nao
dever limitar a e3ta declarag3o, e acaba de com-
maoicar ao Vot^aerto am projecto complete
destinado a ser presente para discussao ao con-
gresso socialista, que se ba de reunir em Erfort
no dia 16 de Oatubro prximo.
03 pontos principaes deste programma sao :
eleigo pelo soffragio universal, e escrutinio se-
creto de todas as assemblas polticas; sappres-
so dos exercitos permanentes, e saa substitu-
gao por ama guarda nacional; suppressao door-
gatnento dos cultos; reserva para o povo de ve-
tar a guerra e a paz ; estabelecimeoto de trtbn-
naes arbitros obrigatoricsdia de 8 horas-; di-
reito de voto para as molheres, e representage
proporcional.
O ponto mais importante deste aovo program-
ma evidentemente, o voto a favor da repre-
sentago proporcional, e do direito de voto para
as malberes.
Se o principio da proporcionalidade tivesse
sido applicado 3 ultimas elelgOes da Allemaahi
certo qne o partido socialista teria tido o dupla
ou mesmo o triplo dos representantes, que le-
vou ao Reicbstag.
Comprebende-se, pois que o comit levou esta
questo perante o congresso de Ertat, porqae
urna questo vital para o parlido socialista.
E' tambem evidente qae o gaverno lbe far toda
a oppo3igo ; porque, se tal doutrina triomphas-
se, o prejuizo seria grande para elle.
Na Alsacia Lorena, por exeraplo, sera menos
certo conservar a maioria, e esta considerago
de per si s bastara para o tornar ho3til a esta
inodicaco do rgimen eleitoral actualmente
em vigor.
Qtiiii todo3 os jornaes ccns3graram 03 seos
artig03 de fondo ao aaniversario da batala de
Sedan.
O Post fez notar que o imperador esco-
Ihtu o 2 de Setemqro e nao o 1* para comme-
morar essa festa dacional e v nesse acto a ma-
nifestagSo caracterstica dos sentimentos pacfi-
cos do soberano allemo, evitando melindrosi
as susceptibilidades nacioaaes do3 fraacezes e
esperando sempre qae as dais aages visinhas
se re:onciliem am dia.
Pondo em relevo a gravidade da sitaago ac-
tual qae seria ioucura dissimular, aqnelle jornal
disse :
Festejamos boje urna victoria, que vio nas-
cer a aorora do novo imperio allemo da nossa
forg3, e de urna paz qae nao perturbaremos ;
mas se outros viessem perturbal a, estamos pela
ossa parte decididos, recordando as bellas pa-
lavras do imperador, a combater corajosamente,
como ba 20 anno3 confiando no auxilio de Neus.
A < Gizeta da Cruz presta igualmente bo-
menagem memoria de Guilberme I, dos seos
paladinos, assim como do mais humilde dos sol-
dados qu* crearam o imperio. Diz qae nao se
deve nicamente olbar para o passado, mas para
o futuro; se v oo odio da Fraaga contra a Al-
lemanba um pongo qae nao pode despresar se a
prova esse odio est na alluaga anti-natural
da repblica com a Russia.
Se a guerra inevr.avel ser una luta, come
no mondo se nao ter visto outra igual; mas o
nosso forte exercito, os nossos distinctos gene-
raes e a coragem e energa do nosso imperador
do nos a mxima coaimgi. T atar se ha para
a Allemanba de salvaguardar os seus interes-
ses ; se formos vencidos, ser oSais Germa-
nia.
O Berlioez Tagblatt diz .no seu artigo so-
bre o anaiversaro de Sedan, que os polacos rus"
sos consideram Gutlherme II como seu salvador
e que que esto resol vidos a revoltar-se em fa-.
vor da Allemaaha.
Toda a imprensa polaca declaroa se a favor
da Prussia contra a Rassia e ha segaros indi-
cios de qae a poltica allem procure suscitar
da Polonia as reiviudicagOcS nacionaes, para le-
vantar graves embaragos aos projectos da Ras-
sia.
A entrevista dos dous imperadores nao seria
estranba a este assumpto.
0 partido socialista allemo declaroa nos
seas jornaes que nao se assoclava aos festejos
lo anoirer^ario de S?dan, porqae essa data fun-
dn o estado de guerra permanente, e a expo
rsgo do povo pelo militarismo.
Emqianto o velbo coanceller continuava a
manter encarniesda ama lata acerba contra o
Imperador di Ailemaoba vio perder se mais om
dos seo3 mais distinctos sustentculos.
De todos aquellos qne foram os constructores
da Allemanba imperial dos Uohnzollera, ou
pela forga, que della foram representaco mala
viva e original, a mor parle !em desapparecido.
O velbo Imperador Goiloerme I morrea ver-
gado ao peso da idade e entre elle e sen soeces-
sor Guilberme II fca taes contrastes que dir-se-
h;a um Imperio novo.
O principe Frederico Carlos, o principe que
foi um instante o Imperador Frederico II, mor-
reo, como tambem desappareceu do acenario da
vida o ministro da guerra de Roon.
Bi.-m&k se nao est pbysicamente morto
boje um grande phantaBma qae se debate aa
solidao.

T






I


I
Diario de Pernambueo Quinta-feira 21 de Janeiro de 1892
Hoje occulta se as profndelas do tomillo o
velbo Feld-Mareobal, Cauda de Mollke, que mcr-
re contando 91 annos de glorio existencia: 6
um sol que se extingue.
M. Thler8,di83euma vez com amito bom seo?o
procurando explicar o desastre de Franja em
1870, que a razo da victoria prussiana era ha
ver em Berlina um grande governo, um grande
poltico, organisadore3, ministros e militares
talbados para os seus papis, e sobretudo um
rei firme e sabio, nao se cffuscanio com a gloria
dos borneas que o cercavam, mas tomando a
gloria destes como se fosse propriamenle saa,
serviodo de Mame a lodos e nao fazendo destes
mais do que ura so homem !
Molike era incontestavelmente um dos primei-
ro3 entre esses auxiliares que se gruparam em
torno de Guilherme I, por 3er o verdadeiroorga-
niaador da victoria, prepara a pela poltica, or-
gauisadcr regido, pontual, laborioso e paciente.
E sse grande bomem que vio a Allemanha
curvada a03 seus ps agradecida comegou mo
deslamente e quig em cond;g=s deploraseis.
Foi um bomem que se fez a si proprio !...
nstricjAo pi bliu
ConsIlera?des sobre o ensillo
poblieo
IX
Eu disse ser o prcb'ema fundamental na ques-
tio do ensinodeterminar o espirito que o deve
animar e dirigir
Disse mai3 que, para solver esse pleito, degu-
diavam-se a nova e a velua otuigao do mund)
e da sociedade.
Disse ainda, que o industrialismo, o realismo
econmico e interesseiro de nossos d'a3 dava se
como o representante mximo e iufallivel do
genio dos novas t-mpos.
Disae, tiaalaiente, baver j umi reacco con-
tra esse exagero, e iadividualiseia em Du Bois
Reymoad e Fouille, um allemao e um rancei
dos mais distiocto3 da nossa actualidade. Ao
lado delles colloquei-me e venho proseguir na
Irrefa eoceUda.
Sou edversario da instrucgo trra aterra,
sem elevagao. sern ideal induHriahstica, inte-
resseira. visadora di tim prximo, dogaoha-pj,
immediato, reduz di a urna apliJo mecbaoica
no intuito do officio, alguma cousa de pr-deter-
minado, de preparado em dses, como urna re-
ceita de bolos, ou um rol de compras ao mer-
cado. Essa inslruccao nao d cultura a na
guem ; porque nao toca na alma, nem falla ao
corago; nao melbo a a ndole nem desannuvia
o espiriU. lancaolo-o, desassombrado e descui
doso, desinteressado e enthusiasia, em busca
das grandes causas e dos norores ideaes.
E' urna iostru"go manca e mesquinba, que
nao educa, norque qo anima, nem fortalece.
Se certo, como disse Lessing e foi repetido
por Goethe, que a miso do bomem a activi-
dade que em si propria tem a sua paga e o seu
encanto; se seu destino nao chorar, qual uro
maniaco pessimista, nem rir areamente, como
um tolo leviano; se o bem deve ser feito, sem
t indagar quem nol-o ha de retribuir; se a ver-
dade deve ser procurada e defendida, sem bus-
carmos saber que lucros ella nos ha de trazer;
se a belleadeve ter seu culto, justamente como
JallavaKint, na proporgo di desioteresse que
nos ha de inspirar; se a horaanidade nao re-
nuocioa a tsss credo, podemos ter conanga
que o cbatisaio nao ha de passar inclume por
cima de todas as fontes e abater lodos 03 cara-
cteres.
Mas preciso confessa: que o espirito de ro-
Uoa teve grande culpa na rea'rgo indasrrialisia,
em materia de insirucco desencadeiada nesie
i;colo em todos os paizes, nomeadamenle, em
Fringa e na Aliemaaha.
O espirito dos lempos nao tioha sido jamis
devidaraente aquilatado, nao se le dera o lu-
gar que Ihe competa de direito.
IVInivos variados, e quasi todos presos a ira
dicao e aos velos hbitos, actoaram no aimo
dos iirertoresdo e sino, e por toda a parte vio
se perdurar o lalso humanismo palavro30 e ftil
de urnas grammatiquices sovadas c de uns rhe-
iorismos mofemos.
D;?;eiaou-se atormenta reaccionaria e nao
euardou a ne:essar;a prudencia, n-m a precisa
ponderagao.
Cedo comegiu de confundir sciencia cm of
Ocio, espirito swemiico com espirito de ganin-
cia. elucago con reditanos para a memoria.
N;>'e camin j nao mostrava, nem mostra
ainda hoje desejos de pira:.
Ao classismo env-Mbecido e cansado querem
gubstituir a am:r;_u;sgko estrella emesqai
nb?.
Contra um e oulro desatino que se deve re
clamar, e, neste sentido, e que proveitosameoie
pode ser invocada a autoridad: Je Da Bois-ttey
moni.
N> seu magnifico discursoA historia da ci
viluago e a sciencia da natureza, disse elle,
depors de assigaalar a3 demarias do realismo
contemporneo e a attituderotineirado velho en-
sino secundario :
Diante de rao singular si'.uago, o caso de
perguntar se podem as cousas proseguir assim,
ou se j nao ser lempo e se nao vater a pena
lente r urna reforma.
Neste assumpto, coma asem qualque: outro
mais fcil apontar o mal do qu descobrir o
remedio, mximo. quanJo 33 aoenas nm sim-
ales espectador. Neste assumpto, cono ali3
as questes complexas que se referem admi-
nistraga e a vida bumaGa. exislera em lula va
riadiss'.roaj causas. Pegamos em qualquer del
las e desprezamos, sem mais reparo, dez ou.ras
de igual importancia.
Quero, entretanto,.xpor me.ao p9ri<) e nao
recuar durate da exp-essao do meu pensamento.
Sem querer malestar os borneas illustrrt que
iom..rarn parte na o.vatiisago dj noss
3ias ou nelra s o'cu >am anda hoje, aJo posso
dissrauUr a coavicgo de qna o espirito do
gymnasio nao se ha molicado to rapiJamen
te, quanto fra misior para acompsniar o espi-
rito mode-no.
Como j o Jisse terminantemente, tenho as
vistas bem lixadas s,bre es pe-isos a qm est
exposta 3 nossa cultura Ltellectoal pelos ex e-
3s de reali-mo.
y- Mas ntntiue:ii pole ter por insisteate a forma
nova dada ao espirito humano p?la gcienria. Ne
gat essa ioimensa revolugo, queeum-smo ac-
bei de vos esbogir, seria imitar a avestruz quan-
do esconde a cabega na areia. E' lio insen-iato
quo perigoso, qu-rcr desviar a mar;hi da his-
toria universal.
At ao presente, porm. o .gymnaaio nao ha
rido na devida coota e83e desenvolvimesto.
A dospeito de algumas concessOes, mais ap
parentes que ieae3 coationa a ser, no fu l", a
mesma que era no teoapo da reforma, quaudo a
sciencia da natureza anda nao existia :uma
simples escala erudita esps;:a!men!e desliaada
a prepara" para o estola das chmalas sciencias
rooraes. O gymnasio ticou assim alraz das exi-
gencias de nossa epocaa, e foi isto queden torca
i Realscbule.
Partilbe a epinio, digoo bem alto, d'aquelles
que querem urna s especie de altas escolas de
oade devero sahir preparados os dncipulos
para entrar, ou as universidades, ou no exerci-
lo, ou as academias induslriaes, ou as acade-
mias de archilectura. E essas escolas deverio
ser os gymnasios de humanidades, reformados
de um modo racional.
Para acabar com a rivalldade di Realschui
bastarJ que o gynaasio sacrifique s exigencus
do presente alguraas de suas preten;5es, muilo
respeitaves, porm j decrepitas, e se conforme
nm pouco mais com as tendencias do mondo mo-
derno. Se o gymnasio quizer de boa f inspirar-
se em no?o espirito e dar una edacagio apro
priada quelle3 qoe nao se coosagram s scien
cias moraes, esta rivalldade cessar por si mes-
ma. A quesio, tantas vezes levantada, da admia-
sao dos alumnos da Realscbole* as (acuidades
desapparecer da liga, pela simples razo de
voltar a Realacbnle aoseu primitivo papelde
simples escola industrial, til, por sem duvida,
em soa espbra .
L N*< atas palavras do illustre professor berlinen -
te, um dos maiores sabios de nosso temp\ acha-
te'perfei'aueate exposto o problema.
Nem o velho exagero humanstico da cultura
antiga, aem a cbateta de um realismo pretend
duoente scientitico, 6, no fondo, to ioimigo da
alta cultura estbetica e moral, quanto di p-opria
sciencia que eUe incapas de interprete r no que
ella possue de mais elevado.
A mana industria! trouxe a molestia da espe-
ciilisjgo ontrance, e os grandes harisonies
da especulagao gen'ralis.adora apertaram-se e
com cl.es se encuriaram tambem os altos voa
das pesquisas desinteressadas.
Em nosso paiz esta ordem de discuss 593 quas
nao a ha applicago, porque quas na ia se en-
contra feito n'este terreno.
Entre n3 jamis bouve lucia entre o Gymna-
sio e o Realschule ; pela simples razio de que
aquelle teve apenas nm pes3imo reprn3entanle
no collegio Pedro II, e esta nunca exutio 1...
Em rigor parece at desfructe estar a cogitar
de lucias entre ideaes diversos em m Hera de
ensino n'uma trra onde reioam a morte e o si-
lencio em seme.hante espbra da activi laie na-
cional. .
N'um paiz. onde, durante setenta ar nos (nao
fallndonos temos coloniaes) a in3trucgo pri-
maria, circumscripta 4 pequea extens.0 do ter-
ritorio, cabia a urna propofgo inmi.La da popu
gao, e reduza se, quasi por toda a parlj, a apren-
der a 1er em autos veltio" dos carinos foren
ses e em pessimos lunnbos banalissimos, a
aprender os rudimentos da graamatica e das 4
ooeragOes, n'um numero relativamente insignifi-
cante de escolas publicas e particulares, desgra-
gadamente mal servidas, mal organisadis n'um
oaiz, onde o ensino secundario, n'aqnelle lapso
de tempo, s tarle e a ms horas, por parte da
autondade publica, se deixou representar no
Collegio Pedro II e nos tres Co!leg;oi das Ar-
tes de Pernambueo, Babia e S. Paulo, verdadei-
ras ofcinas da gooraacia organisada ; n'um
paiz onde o ensino prolissional, n'aqurlle lapso
de tempo, e n'uma exteoso de 8 milhdes de ki-
lmetros quair3dos, nao existi jamis em parte
alguma orgaoisad > seriamente p? o Es ado, cer-
tas questes pelagogicas nao tm sentilo e con-
stituem pura perla de tempo.
Nunc tivemos, na epocba do imperio, o ver
dadeiro ensino classico, firmado na philologia,
na litteralora, na esihelica-aniigas,ca)az deem
qh iafuadir o espirito da velha cultuia greco-
roraana.
Nuca o possuimos. n'um rgimen di nstruc-
gao secundaria, em cujo canon por cliimo co-
mpgou a figurar o cultivo da liogua uaterna 1
Tambem, em compessago a essa pmuria do
humanismo, nunca soubemos seqoer c que vem
a ser a Realschule dos aliemes e o en3ino
secundario especial dos fraHCezes.
Nao se pode, aois, aqu dizer pa'a oide pen-
den a victoria n'uma luda que nao se ferio, n'um
combate em que uio se disparou um : uro...
Sn.vio Rom ro.
TBANSCB1PC0ES
Formas de goverao
(Do Diario Official)
Retardemos emioora por amor aos dados e sub-
sidios historeos a discussao provoda soCre a uti
lidade (ta'ustituigo monarcmea, aceiiacorao go-
verno de faci, e justificada pela sua existencia
secularmente reconbecila a cultivada pela Eu-
ropa.
Pedimos, por agora, ao repositorio da Historia
as diversas feices e nomes revestidos pela mo
narcbia cCtuando as migragOes assimilagoes
de tribus e pi>voa, e as suas mslituigCes polti-
cas e sociaes.
A ntrala tormentosa dos barbaros na Euro-
pa trouxr aos seus sitios e povos abi subsisten-
tes usos, costumes, hbitos e insiituiges. cujos
germens proiiferaram entre os assimilados e os
vencidos.
'eoire essas ins'ituiges. e porque melbor
nos skvam ao fun lamento deste peqoeno decur-
so nistonco, iodivilualisamos a monarctua senho-
rial, noscida do feudalismo.
E' de vez allirmar, rebuscando no qtadro dos
gove-nos feudies, que a institu'go di menar
cbia senhorial nao loge s origeos que anterior-
mente demonstramos por nicas da orma de
geverno monarchica.
A umrpaco, a fraude, a conquista e assimila-
g > do mais fraco pelo mais lorie, do inerme
pelo armado; taes sao, dissem03, as ongens hu-
minas da forma de governo monarchica.
Apoianio-a, tornando a tmida e inatacavel
pela consciencia e pela razo dos subdi:os e dos
servos, o diretto dtvtno fo: associado a (ssas ori
gens que fundaram o principio indefeasavel da
hereoitariedade e a eterna submi3so e ooediea
cia dos povos aos sooeraraos.
Aos povos da Earona ao foi licito fugir a e.s-
sa ifistituigao, e dejie seculos remotos all
como ao mani oriental, a investidura de um
chafe,por mais forte e valente. geroo a forma
de governo que, da por dia, se despoja de seos
caracteres iradicionaes e d vinos, laclando
ago-a pela propria existencia.
Aos Francos, invasores da Gallia. cab; notavel
influencia, como os portadores desse espirito a
conquista, impondo aos veocido3 as 3uaa ia-
3'tittiiges e os seus hbitos.
Mas, as Insti'.aigOes que traziam e que firma
ram aas suas coaquistas, esses povos ot eJeciam
a le geral da iastiiuigo de chefes. em dereior
d>>s qaae3. como firmando o principio da autori-
dade e da defeza, se organisaram pcvoages,
.izando de taes oa quaes favores, como cooces-
.Oes daquelie com quem haviam as colectivida-
des dividido direitos iguaes
Historiador contemporneo, fallanlod3S3aiia-
de e desses povos europeas, escreve qu; um dos
elementos prlncipaes da sociedade germnica
era a associago de muitos gaerreiros volunta-
rios so lado de um chefe qoe os susUutava e
era por elles acompanhado na caga e na guerra
Quando os francos irromperam na G tilia, os
ch-fes de-ara aos seus gaerreiros extec lOes das
trra conquistadas, feudos ou ficis. Por es?as
diags os celes obrigavam os baaeticiados ao
--.igi militar e a humille condigo de prestar
nos lias festivos servlgos de inteiro carcter do-
mestico.
E nada mais en ea classede beneic:ado3 do
que a representante da escala inferior, cm tudo
semelnaate aos beneficia tos retes, que presta-
vam ao seu soberaao aobrigagiodo servigo mili-
lar e as foncgOes de ramo domestico. e;a tro;a
dos favores e doag5es que lhes eraia fetos.
A' propriedade e beneficios assim concedidos
nao sel lava o carcter de perpetuidade : menos
do direo de transmittil-o ; pois qae era ccndi
cionil, temporaria e revogavel.
Certo qoe paralelamente com a propriedade
deste modo constituida havii outra, indeaeaicn-
te, Des3oal absoluta eiaalienave!.
E' esea a feigo impressa pelos germ nos as
jroprielad-!3 conquistadas ao imperio notario.
Contemporneo, cejas doutrinas por mulo im
pressionaram o espirito deste scalo, es c-eveu :
Aps a conquista das provincias r)mana3,
os barbaros, derogaado o sea habito de planta
gOes e colbeilas ananae e da coostante niodanga
de babilago, dividiram entre si o terrorio in-
vadido.
Trras, movis, estofos precioso^, metaes,
joias, considerados presas, foram dadoj i sorte ;
e de tal partilha nasceram os alleux, iste pro-
priedade absoluta e inalienavel.
Pergoatarse ha por ventura como eses ho-
rneas, que na sua patria nao mantiveraa jamis
a propriedade do sol >, renunciaran] to prompta-
meate ao us\ no qua! encooiriram sem ore se
gar penbor de igaaliade e independencia.
Poder se ba dizer que a coosquista do impe
rio latino, facto de qae terminava a civilisago
greco romana, deu aos Barbaros o momento de
ebegar ainteira virilidade, perdendo para sempre
a sua condigo nmada.
De facto desse momento qae a tribu des-
apparece para que o bomem iniviJaal se
aprsente.
A cubica, despertada a vista dos despojes
romanos, se consiitue carcter individual ueeses
bandos, at entao vivendo sem altributos nacio-
naes.
A propriedade allodial se estabelece, cemo por
si mesma e por conspirago tacita e geral de to
das os interessados.
Todos julgaram dever possuir a propriedade
ternter al, sua individual inalienavel, conquista-
da como ierra inmiga partilhada.
E por consecuencia da conquista on con-
forme ainda algam espirito igualita-lo dos
germanos, o homem livre se toraa potindor e
semhor do sea alien, teado inteira a propriedade
em tudo quanto all se continba, movis eimmo-
veis, hornera e gados.
Si a propriedade entre os Francos denominada
fief ou feod, e os alleux, resaltado immediato da
conquista por outro pove conseguio por lempos
manter-se como institulgOss iniciaes da nova or-
ganisago d'esses povos; si em concurrencia com
taes instituigOes existiram, mais ou meaos in-
fluentes, restos da propriedade gallo-romana
oo permittia a vida agitada 'essas nacionali-
dades em orgauisago qoe subsistissem, com iu-
tensidaaes iguaes, correales qae derivavam de
caracteres de povos diversos e de costumes de-
ferentes.
Ahila qoando para o lado da iustituico terri-
torial dos germanos occo'ressem condigO-'S de
certa raaouteng'io da propriedade instituida, per-
turbavam a sua vida em commum os oroprios
meios de qae se servlam os proprietarios para a
solugo dos s as litigios.
Os caracteres distinctos da propriedade franca,
tola condicional e revogavel, como beneficio do
chefe, concorren Jo com o absoluto dominio da
propriedade adop'ada pelos germanos, se nao
manliveram perpetuados.
As propriedades sanhoriaes.que por taotcs se-
clos domioirara a Europa, onde leixaram railes
lo profundas e tradices to seguras, que ainda
boje per:naaecem cultivadas e rememoradas, che
garara a e jbales mais ou menos cruentos na vi-
da de qaatro seculos.
A Insta dus dous principios fundameataas da
propriedade abrio-se em toda a sua rijeza.
s feudatarios ou beoelicianos tentaram dar
aos seus fiefs transitorios e temporarios o mesmo
carcter da propriedade absoluta e inalienavel
que outro povo a optara, e libertarse das obri-
gagoes, que de/Viain a seus senhores, cmquanlo
esses empregavam o maior empenbo em rebaver
as suas coacese6es,e anoular os beoeficios.
Os proprietarios que iam sillar com a heredi-
tariedadeaa funcg5es por elles recibidas dos ene
fes.
DVs3a anarchia em que se encontrava a pro
priedade feudal, pirticipava outra. embora de
carcter permanente, absoluto e inalienavel, pois
que os alleux se transformaran! em fiefs ou pro-
priedades concedidas e revogaveis, forgados os
proprietarios das trras inalienaveis a ir pedir a
um chefe a p.-otecgo que por si mesmo o pos
suidor nao poda dar ao sea territorio.
Milhares de proprietarios, at entao senhores
independenies, cabiram 03 vassallos em poder
dos chefes poderosos.
Desde logo estes se constituirn! protectores e
defensores da propriedade, cujo senbor passava.
porm, condigSo de servo, prestando trabalhos
militares, pagando renda e submettido a outroa
servigos.
O effeito d'essas lucias entre os proprietarios
senhoriaes teve por consequencia dividuos em
vassallos e suzeranos, desde o mais humilde pro
pnetario al o re, quando a hierarchia da no-
breza, cujas classes crescendo por po3se336es
insiituam urna fidalgaia, de que ainda hoje a
aristocracia europea se suppe herdeira e com
direitos de transmisso.
Bem semelhantes sao as attriouig>s dos ni -
narchas actuaes ao3 poderes de que os grandes
feudatarios se revestiram, na inslituigSo da sua
justiga s do seu querer: e, para affirmal-o,
tranaladamos aqu o lestemunbo de escriptor il-
lustre :
Como hoje, o mooarcbainveste os seu3 sub-
ditos as funeges de juiz, administrador, minis-
tro, almirante, e desigia a cada um o seu sala-
rio, o grande feudatario conceda aos seas barjs
a perpeloidade e irrevocabilidade para si e seos
herdeiros, mediante retribuigao de horneas e de
dinheiro, nos condados, ducados e marquezados.
Por sua vez esses nobres, creados pelo favor
do grande feudatario, e coostituindo os servigaes
de seu creador e senbor, doavam semelhante
mente viscondados, senhoriaes e castelles.
FWASCAS ICMKICW
Em admiaistrago solicita e de prospenda i -
financeiras, ple a Saissa dar ligo a tolos os
paizes, sendo fcil alli aprender-se as boas re-
gras da gerencia dos negocios pblicos.
A itug(> das coatas da coafederago no anuo
de 1890 compeodiava-se desti forma :
Rendimenfo
dos mmo-
veisecapi-
tacs, encar-
gos de em-
prestimos.
Aoml nistr a-
go geral..
Receitas
3I7:600Z000
orOOOOOO
Departamentos:
Negocios es-
tranireiros.
Iiierior.....
Jusliici e po-
lica......
Militar......
F i u a a gas c
portagens.
la d ustr ia e
agricultura
Cor;eio3 eca-
minbos de
ferro......
Imprevistos.
37:iOD4O0O
20)000
593:400*001)
. 806:200^000
32:000*000
0.721:800*00:)
4005000
Dcspezas
470.400*000
167:400*000
143:800*001
1.478:200*000
26:600*000
4.315:80J*000
1.2Q0:000*000
305:600*000
3.070:6r0*000
4:200*000
Toties.... 13.524:200*000 13.337:600*000
O projecto do orgamento previa nm dficit ce
2 400 coatos. qae se transformoa n'um saldo (a-
voravel de 186:600*.
O conselho federal ao elaborar o orgamento
usa d'am artificio tendente a evitar exigencias
dos cofres panucos. Os dficits sao sempre cal-
culados com largueza, de maneira qae ante um
tal psrigo para o estado regalar das finangis,
tolos recommendam a mais estricta economa, o
que d em resaltado urna liquida,> tinal a fa-
vor do Thesouro.
Nos nltimo3 dez anoos, para nao remontar
mos a penodo3 anteriores, tolas as coatas do
Estado, sem excepgo, se liqui Jaram, produzia
do na sua sarama Utal um sallo favoravel de...
3.152:600*.
Em 1859 as prevuOes do dficit na confedera-
gao suissa foram tmportaulissimes para o caso
em que se realisissam, daraite o exercicio, to-
das as despezas mihtires, principilmea'.e a fa-
bricago da nova arma. O imposto, porm da
portigem deu ara eaorme resultado, prolazindo
5 milh033 de francos a mais io que o que se ha
via Cilculado.;
Por esta firma se e'cu o d;ficitem perspec-
tiva.
Em 31 deDezemb'3 ultimo a divida federal,
prooriameate dita, era de 10,840 contos. En
1890 os juros desta divida (de 3 1/2 0/0) eleva-
vam-se a 394 contos o a amortisagao cootrauda
de 14. 600*0 0, sempre paga cora a maior re-
golaridade. Em summa : incluindo a amorti
sago indicada, 03 encargos dos eraorastimos
nuniclpaes elevam-^e, apenas, a 4 0/0 das re
ceitas totaes di iconederago. O encargo an-
nual do nosso paiz eleva-se a cerca de 25,000
con'.os, mais do qu comportara 03 seas recar
sos.
A admiaistrago dos alc:o'.s na Saissa perten
ce ao poder central, mas e.-t tora das conta3 do
Estado.
As receitas resDectivas nao entrara na caixa
federal. Era 1890 as receitas deste ramo foram
de 2.877:300*000 e as despezas de 344:820*000
o que di um saldo de 1.532:483*000 Em 1889
esie saldo foi de 1.049:810*.
No qae respeila a caminhos de ferro, a Sais-
sa trata de nacionslisar as linhas em explorago
para o que tem um encargo a qae chamam a
i enda federal dos caminhos de ferro, qae sa ele-
vara no tim do exercicio a nm capital nominal
de 13.866 contas. Esta divida era garantida
por 67 222 acedes privilegiadas do Jara-Siraplon
com o jaro de 4 1|2 0(0.
O primeiro exercicio desta coata separado
acensa um lacro de 35:230*000, .qae flcou como
faado especial de amortisaco. Em 25 de Ju-
cho as cmaras federaes esolveram comprar
toda a linha do caminho de ferro central, accen -
tuando-se a idea da uacioaalisago progressiva
de todas as vas frreas da suissa,
Finalmente a situago flnancelra da repblica
saissa prospera, apesar dos 200 milhoes de
francos despendidos nos ltimos onze aunos
com o departamonto militar.
REVISTA DIARIA
Acta oflldae -Por ac da Junia Gover-
nativa do Estado de 19 do correte mes foi coa
siderada sem tITelto a portara do dia 5, que
exoneroa do cargo de promotor publico da co
marca de Ouricury o bacharel Pedro Fraacisco
de Mello, tendo sido por esse raemo acto remo-
vido para igual cargo para a de Caorob.
Ainda por acto da mesmi data foi considerada
sem effeo a portara do dia 8 do crreme, que
omeau o oacharel Luis Francisco do Amoral,
para o cargo de promotor publico da comarca de
Cabrob.
Foi noraeado commissario da gaarda local
do municipio de Bom Jardim o cipi'o X.colo
Antonio Duarte.
Para o posto de sub-coramissario da guanta
local do municipio do Br.-jo, o cilano Joaquun
de Oliveira Magno, em substltoicao do actual que
foi exonerado.
Por acto do da 16 do correte, foram exo-
nerado5 os cilaios Manoel Caetano V*eira da
ftt, Joo Pi da Silva Valenga e Orestes Alves
da Silva dos postos de leiente commissano-
qu~r el-mestre, lente comiiissario-aju aate e
alferes sab commissarlo-quanel-mesire da guar-
da local.
tevinia de FaringalAcabamos de re-
ceoer o o. 19 dessa imoortante publicaga men-
;al. la qual director Ega oe Queiroz.
E' este o suraraario das mate,nas deque consta
o numero raeucionado.
Antbero de Q jemal, A Redacgo.
A vida de Nun'Alvares, Oliveiri Martins.
As caverna3, J F. Nery Delgado..
Carras de Fradique Mendes, Ega de Qoeiroz.
Idyllio triste (poemeto), Antonio Fej.
Massi k?*se, Major Caldas Xavier.
A si'uago geral da Europa e a poltica exter-
na de Portugal, Moniz Barreto-
Politica Interna, Jayme de Magaihes Lima.
biDlioi-'raptiia.
A Beforma-Recebemos o n. desse heb-
domadario, publicado na cidade le Goianna
Agradecemos a visita, desejando ao collega
longa vida era saa fama.
Allocucu do papaO Dapa, an receber
as noas testas dos cardeaes, a proposito do Na-
tal, lembroi a sua encyclica sobre a questo so
cial, encyclica qae sascitoa um f liz moviraento
dos fiis para a Santa S : as peregrinacoes ope
rarias (oran porm sbitamente suspensas pelo
indigoo meio de tolos conhecid03.
Os governaotes na la teem a reoeiar qas multi-
de3 respeitoias que veera reader horaenagem
ao papa ; o papa sempre a pilavra de paz, de
justiga, de cariiade, mas os inimigos da iereja
combatem as empresas mais notres e mais be-
nficas, logo qae preveem que ellas au^raenta-
riam a gloria e a influencia do papado.
Comtudo o ppalo continuar a sua misso de
paz, de salvago e de redempgo, mesmo empro-
veito dos que o combatem.
-Exercicio-Hontem o baUlho de polica
fez diversos exercici03 no Largo da RepuDlica,
sob o commando do coronel Pereira Lima, que
procura imprimir ao corpo qae dirige urna dis
cipllna verdaderamente nvlitar.
As evolugOes bontem elfectuadis demon3tram
o zelo e deica.o do rcferiJo coronel Pereira
Lima e do ten'me instructor do batalhao
u. Pedrode AlcntaraEm sesso de
8 do corrate da Intendencia Municipal de Be
z- rros foi deliberado Uagar na respectiva acta o
seguinte voto:
A Intendenta Municipal de Bezerro3, pro-
fundamente sentida pela m re do illustre brazi-
le>ro D. Pedro II. ex-imperador do llrazil mo
narcha admirado pelas nagSes do mundo e de
accrisriadas virtudes e que leve a triste sorte de
no tira de sua vida ser la.terrado de sua querida
e estremecida patria, resolve laogar na aeu um
voto de pezar pelo mesmo illustre morto.
ExpoMico Internacional de Cbl-
cagoEniie as secgoes dessa Exposigi a da
Repblica da Columbra ser urnas das mais nota
veis, sendo o seu edificio copia fiel do capitolio
nacional de Bagla*
O exterior sera urna imitagSo em pedra de
cantara, material empregado no original, era-
quamo que o interior, inclusive o tecto ser for-
rado de madeira3 preciosas do paiz, de mais de
cem qualidades, representando e nlsro urna
variedade nunca antes exbioi la por qualquer
outro paiz do mundo. No interior do palacio
verse hSo os productos do paizo caf, o cacao
a borracha, a cera, tib-as etc.como tambem
magniti ;a collecgo de mioeraes.
Mulheres Indgenas oceupar-se bao da fabrca-
go do famoso chapeo de palba de Panam, na
presenga dos espectadores, e ama Alpargar-
teria (fabricago d'alparcatas de cnamo) ser
igualmente ap eciada abi em plena actividade.
Os producto' do3 fabricantes de macas de pa-
Ihris, verdadeira3 obras artsticas, sero sem
duvida muito procuradas pelos estrangeiros
Estas ultimas exposigOes, aiuda qae nao B-jam
feius pelo governo, mas por particulares, tero
lugar dentro do edi.icio colurabiano. visto qoe
representara urna parte lo lnieressanle e impor-
tante da industria d'aquelle paiz ; e urna expo-
sigo d'aquella repblica oade elles fal'as3em,
nao seria completa.
Entre ontros oojectos expo3tos seri o princi-
pal e talvez o mais valioso urna collecgJo de
amiquidales. em objectos d.*. ouro, qae ultima
mercte foi encon rada n'aqaelle paiz, considente3
em capacetes dolos, passaros, animae?, orna
mentos eic. de peso de 24 kilogr. no valor esti-
mado em *30.00J.
Tudo isto foi leito por um povo qae viveu no
paiz ba muitos anuos e do qual a historia nao
sabe nada.
As anlqaidades foram achidas cm sepultaras
de graade profndela, suppondo se sepulcros
dos res ou caciques.
Esta collecgo ficar 30b a dlrecgo do Sr.
teneute Lemty quem se deve tel-a adquerida
para 03 Eslados Unidos, onde esperamos, encon-
trar um lagar permanente no museu nacional.
"rata na clnza vulcanica Acaba
de venricar-se a existencia des3e metal precio-
so as cinzas da ultima erupgo do Cotopaxi.
Agora, depois da erupgo ultima do Tunguro-
gna, tambera situado nos Andes do Equador,
encontrou-3e de novo a prata cas clazas valia-
nicas.
O jornal que d esta noticia nota a interes-
sauie anomala de que justamente essa regio
a menas rica em metaes preciosos.
Unta miltonarla na BussiaUrna fo-
Iha de Madrid d esta noticia :
> Urna opulenta seahora, que habitava ara
xplendido palacio situado em ama roa que des-
emboca m- Carrera de 3. Jeroriyrao, acha-se re
dolida penara.
Tudo naqaelle palacio era rico e accasava es-
plendor e samptuosidade; abundavam os ricos
estofos. as areciosas obras de arte, os mais raros
e formosss quadro?, baixellas opulentas, joias
do maior prego. Os bailes qae l se ieram des-
lumbraram tola a gente pela magnificencia. Nos'
passos reaes nao haviam tanto espleudo*.
Um dia, o dono desse palacio morreu deixan-
do urna fortnai de 140 milhoes (?c;rca de.....
28,030 contos de ris.) A viuva entran logo na
posse e usofr;c'.o de 46 miIhOes, coatinaaaio a
habitar o sumptuosa palacio, Hoae, to eatre-
tinto, qaem, disputando a beraoga, recorressse
aos tribunaes.
Durante 10 anno3, 03 processos soccederara-
83 sem iaterrapgio, gastando se somaiJS enor-
mes ea advogados, aggravos, reearos, toda se
ne de coasas complicadas qae a jastiga cobre
com o seu norae. Ao cabo desta tempo, a des-
venturada senhora tem de abandonar o palacio,
acuando se toda a sua fortuna exbaarid as
despezas dos processos qoe .leve de sustentar.
O palacio, com o movei3, foi adjuiieado a
um credor por 77.000 durot. Ea qua3i tolos os
eslabelecimentos de movis e objectos d luxo
se acbavam venda pegas riquis3iaias, ao mes-
mo tempo que por varias casas aadam indivi-
duas a offerecer jolas valiostssimas. A pobre se-
nhora, no ultimo qaartel da vida, nao tem do
passado sinAo urna pungente recorlago e nada
miis. Teve, vanas vezes, da susteatar dei pro-
cessos ao mesmo tempo.
Desta seahora registram-se actos que afflr-
mam a sua grandeza d'alma. Por occasio da
epidemia do colera, em 1866, percorreu todas
as casas dos bairros pobres, levando aos enfer-
mos roapM, medicamentos e dinheiro. A saa
carruagem la sempre cheia de lenges, coberto-
res, camisas, etc. Foram to assiga liados os
servigos que durante essa conjunclura presin,
qae o governo condecoroa-a com a Cruz da Be-
neficencia.
Alm destes actos de rasgada philaotropia,
sustentou na emigrago muitos infelizes que ti-
verem de abandonar a patria, soccorrendo ao
mesmo tempo as suas familias; e qaanlo a Hes-
panha. nao satisfeita com a repblica, tentoa a
restaurago da monarebia, con rorreo com som-
mas avalladas Dar qae o throao fosse oceupado
por Affooao XII.
A sua caridade era inexgotavel, e nunca ma-
guera a ella rtcorreu em vo. Para as victimas
dos terremotos da Audalaila e inundados de
Murcia concorrea com grandes q 'amias.
Qjanio serecebeu em Madrid a noticia da
morte de Po IX, tinha organisado urna festa
que imp. rtara em sommis valiosas; querendo
ssociar se ao luto pelo fallecimento do cnefe da
igreja, adiou essa festa, nao utilteando nada do
que eslava preparado.
Pon esta dama illustre, que tanto bira e3pra-
Iba e tanta riqueza po3suio, est reduzila in-
digencia.
Pela Capital Federal Explicando o
que occorreu anuhenrem na Capital Federeral
e que molivou a propagago diversos boatos fo
ram transmitidos junta governativu os segua-
les telegrammas:
Rio de Janeiro, 19 de Janeiro (pela roa-
nh)
Cerca de 200 pessoas que s acna.vam na for-
taleza da Santa Crol retoitaram-8e, edesar*
ram a guarmgo tomando a mesma tonal' zaque
a esta hora est sitiada por trra e por mar, can-
tan io os sublevados poucos recursos para resis-
tir.
ComDieta tranquillidadc populugSo (assigna-
lo)Floriano Peixoto-
Rio de Janeiro, 19 de Janeiro s 3 horas da
tarde.
Houve hoje pela m^nh urna revolta de pre-
sos ua fortaleza da Sania Cruz. O governo deu
providencias proraptas e enrgicas. A ordem
publica contuua inalterada. (Assigoado) Jos
Hygioo.
caiftiuenia civilNo juizo dos casamen
toado l'distncto fui bontem lJo o seguinte
proclama :
Primeiro
De Antonio Jos Bezurra Cavalcante com Ma-
ra do Carmo Mello e Silva Santos, residentes
fregoezia de Santo Antonio.
Superior Tribunal de JuvtlcaIns-
tallou se bontem o Suoenor Tribunal d'e JusUca
do Estado, de accordo com o decreto da juma
goveroativa.
Cnmpareceram sesso 03 desembargadores
Pires Ferreira, Pires Gonsalves, Francisto Luiz,
Cosra Ribeiro e Ribeiro Viaaaa, que faziara par-
te do etinelo Tnbaaal da Uelagao, e o Dr. Ar-
minto Cariolaoo procurador geral da justrgi.
Deixaram de comparecer os desemba-gadores
nomeados Fooseca Galvo, tamaera membro do
extincto Tribunal e Segismundo Gonsalves (ex
juiz do coramercio), ,por se acharem ausen-
tes.
Abera a sesso Jo desembrgalo' Pires Fer-
reira pronuQciou urnas ligeira coosideragOes,
apos as quaes effeciou se a eleigo para o cargo
de presidente da Tribunal sendo eleito o Dr. Pi-
res Ferreira
Era seguida o Tribunal resolven manter os
mesmos funecionarios que serviam na Relago.
O presidente designou o desembargador Cosa
Ribeiro para, de accordo com a lei da reforma
judiciaria, organisar um projecto de regiment
interno do Tribunal, sendo em seguida designa-
do o da de amanb para a prxima sesso.
tronar IiUterario Jui Boatracio
No da 18 -eunindo-se esse gremio em sesso,
para proceder a eleigo de sua directora, foram
eleitos os seguiates senhores:
Presidente e vice dito -Antonio Ribeiroe Mir-
celliao dos Santos.
Secre'ariosArthur Flav.o e Jos Cjelho.
OradorHygino Bello.
Thesou-'-iroLuiz Alvss.
Fscal Jjo Cavalcaate
BibliothecarioJos ?aul no.
Camm.sso de 3yadicancia Jos Cassiano
(relator) Sodr Gomes, H. Sergio.
Commisso de redacgoMarcelino dos San
to< (relator., Manoel Beato, Hygioo Bello.
Commisso de contasFiaviaoo Martins (re-
lator) Monteiro Lope3. Joaquim Victoriano.
A posse da nova directora ter lagar no do-
mingo s 4 horas da tarde.
Escola publicaAcba se aberta a matri-
cula da escoia piblica (mixta) da praga Maciel
Pinheiro, desde o dia 16 do correte.
Gremio do Prnfeores Primarlo
Esta sociedade reune-se hoje, ao meio da, em
scesao ordinaria.
ervlco militarHoje superior do di.
i Sr. major Meirelles, e faz a ronda de visita
um subalterno do 14* batalho.
O 14 batalho de infantaria dar a gaarnigo
da cidade, excepto a guardi do Thesouro, que
ser dada pela polica.
Faz dia ao quartel general o Sr. cadete Hen-
rique Cavalcante.
Uniforme n 5.
Inspectora do dUtricto mar-
timoRecite, 19 de Janeiro de 1892.
Boletim meteorolgico
Sahidos para o sul no vapor nacional Mr-
quez de Caxias :
Antonio da Cuaba Maynart, Lenidas Torres *
Dr. Eduardo Lopes.
Cava de OetencaoMovimento dos pre-
ios da Casa de Dstenco do Recite, Estado de
Pernambueo, em 19 de Janeiro de 1 ^92.
Existiara 369, entrn 3, sabirara 5, exis-
:eai 367.
A saber :
Nacionaes 335, mulheres 9, estrangeiros 23.
-Total 367.
Arracoados 303.
Bons 292.
Doentes 10.
Loucos 1.
Loacas 0.
Total 303.
Movimento da enfermara
Foram visitados os presos, desle estabeleci-
meato por 98 pessoas, seudo homens 40, e mu-
lheres 58.
Lotera do Estajo do Maranno
Por telegrarama reoebido pela Cas i do Ouro,
. este o resaltado da 12" serie da 6" lotera, ex-
trahidi a 20 de Janeiro :
351 I
300:0008000
1338 12:5005000
3613 7:500 000
5361 2:500000
7420 2:300 4000
7550 2:5005000
1056 l:25l'*000
2863 i:2505D00
a-217 1:2505000
i980 i:230A"i,0
5679 1:2505000
66(0 1:2505000
8792 1:2505')'O
9422 1:250*5000
APPROXIMAgOES
35(0 1:5005000
3512 l:500OiX>
ISS7 1:0005000
1359 1:0005000
3612 5005000
3614 5005000
Esto premiados com 3755000 os s
aumeros :
35(2 3515 3318
3513 3516 3519
3514 3517 3520
Esto premiados com 2505000 os s
aumeros.
1351 1354 1357
1332 1355 1339
1333 1356 3T0
seguinte
Esto premiados com 1235000 os seguate!
nmeros:
3611
3612
3614
3615
:il
3017
3618
3619
3620
Todo3 03 nmeros terminadose em 1 esto pre-
miados com 1235 excepto a sorte grande.
Todos os nmeros lerminados em 8 ela pre-
miados com 1235, excepto a sorte imraea'ata-
A seguate lotera corre no dia 27 de Jaoeiro>
de 1892 cora o mesmo plano.
Hospital Pedro II )
estabeueciraenio le caridade,
neiro, foi o seguinte :
ExUtiam
Entraram
movimento oeste
do da 19 de Ja-
366
14
Sahiram
Fallecers!
Existem
-----580
17
1
362
-----580
pelo3 aeguin-

OJ . T3
as Barmetro Tenso do C9 a
1ora3 S- a 0 vapor i
^J3 ex X
* "------""------ " ^
6 m. 25,8 758-30 20,47 82
9 27,-2 758-60 20,33 77
12 27 8 757-52 17.96 65
3 t. 28,3 755=50 18.61 66
6 27 5 756-83 18,27 68
Foram visitadas as enfermeras
es rs.:
Moscoso entrn s 9 horas da manh e sa-
bio s 10.
Poniual eotrou s 9 1/2 da manba e 3abioa
10.
Simos Barbosa entrn As 11 di manh e
sabio s 11 1/2.
Berardo entreu 3 10 3/4 da manbe sahio
(1 3/4 horas.
Silva Ferreira enlrou s 7 1,2 da maabe sa-
bio s 8
Mavignier totrou ? 9 1,2 da mano e 3ahi
s 10 1/2.
Fernandes Barros entreu s 8 1/4 da manba
sahio s 9 i/4.
Arnobio Marques eotrou s 9 1/4 da manhav
e sabio s 10 3.4.
Aodrade Lima entrn s 9 1/2 da manh e sa-
hio s 10 1/2.
Pharma reutico entrou ?3 9 1,4 da maob e sa-
h o s 3 horas da tarde.
Ajudanle do pharmaceutico entrou s 8 1/4 da
manh e sabio s 5 horas da tarde.
Lnlrrlik di Hitado du tira Para
A 1.* serie da 31' lotera, deste Estado cujo
premio grande de 230:0005000, ser exirabida
no dia 23 de Janeiro (sabbado).
Meterla do Haranbo-A 13' serie da
6 lotera desle Estado, cujo premio grande
de 300:0005000, ser extrahida no dia 27 d
Janeiro (guara feira).
COMMNICADOS
Temperatura mxima28,'75.
Dita mi:(ima-24,'50.
Evaporago em 24 horas : ao sol7,-2;
sombra5,-2.
Chavaaulla.
Direcco do vento : ENE com interrupg5es de
NE e E de meia noite at 3 horas e 1 minutos significativa, to elocuente como a que se
da manh; NNE at 5 horas e l minuto; NW at 7 '
A Yontade popular
N2o ha memoria de ter se eSectuada
aqu ueste Estado urna m^nifestagao tao
, bora3 e 22 minutos; NNW at 6 horas e 35
minutos; E com interrupgoes de ENE e ESE at
4 horas e 25 minutos da tarde; Ee ESE alterna-
dos at meia noite.
Velocidade media do vento: 5,-81 por se-
gando.
Nebulosidade media : 0.-31.
Boletim do corto
3 o a
M.
M.
M.
Das
Horas
de Janeiro
132 da tarde
8-18
200 da manh
Altura
0-70
2-05
0-65
uftiifteEffeetuar-se-nao 03 seguales:
Hoje :
Peio agente Brillo, s 11 horas, | ra Lomas
Valentina n. 78. de urna mobilia de junco, lou-
gas, vidro3, etc.
Peio agente Stepple, s 11 horas, ra da
Concordia o. 207, de movis, looga3, etc.
Amanb : .
Pelo agente Stepple, s 11 horas, roa do Li-
vramento n. 9, da armago e calgados abi exis-
tente.
Pelo agente Bur.amaqui, s 12 horas, na n
tendencia de Oiioda, de duas casas terreas.
Pelo agente Gusmo, s 11 horas, ra da
Iraperatriz 0.17, de bon3 movis, lougasevi.
dros.
aitaaa raneareSero celebradas:
Hoje:
A's 8 horas na milriz de Po-d'Alho, pela al-
ma de D. Paulina da Molla Siqueira Cavalcaate.
Pa*aei ro Sabidos para o sul no vapor
nacional Olmda :
Jos Francisco de Albuquerqoe Maraabo, Ar-
mando Theges, Carlos Arthur, Joaquim Lopes
Ferreira Pinto. Hermano Philipsoo. Lucinda Ne-
ves e 2 tilhos, Dr. Cicero Seabra, Francisco Lo-
pes, Dr. Francisco do Bego Barros e sua senho-
ra, Josina Barata e i criada. Dr. Antonio A. Fer-
reira Lima Jnior, Antonio Carneiro da Silva,
sua mae, 1 irme 1 menor, Dr. Braz da Cunta,
sua senhora, 2 Albos e 1 criada, Jos Ferreira de
Aranjo, HeoriqueU Mara de &raajo, Severlno
Noaoso de Barros, Jos Ferreira Bailar, Frede-
rico Ramos, Aurelio Leitao, Laura Leito, Ma-
noel F. Pinto, Antonio Luis, Joaquim Feliciano
Gomes e sua senhora, Manoel Francisco de Oli
veira, Antonio da Silva, Joo Paulo de Freitai,
Jos Das de Carvalbo, Alfredo Corte Real, M.
Wassoman, Dr. Tranquilino G. M. Leito, Joo
Lame, Mara da ConceigaO, 1 cadete, S deser-
tores e 3 prtca.
realBOu no dia 13 do correte.
iDpulsionados pelo desejo vehemente de-
dar patritica junta governativa um at-
testado de quanto o interior do Estado se
reiubilou com a inaplantacao do rgimen
da legalidade em Peracnibueo, os habi-
tantes dos municipios sdjacentes a esta
capital vieram dar a prova ma3 frisante,
mais indiscutivel de que o povo parraam
bucano sent no actual momento poltico.
De Nazare'.h, de Goyanna, de Itamb,
de Vicencia, de Allian$a, do Timbaba,
de Barreiros, de S. Lourengo da Matta,
do Cabo, da Escada, de Palmares, ect.,
chegou urna consideravel maesa popular
que, possuida de enthusiasmo e de satis-
iagiio, realisou s 2 horas da tarde urna
grande marcha cvica cuja descripgao j
foi feita pela parte seria da imprensa
pernambucana.
Essa manifestagao que eymboliiava nSo
a vontade nica da populacSo do Recite,
mas o accordo de todos os pontos do Es-
tado, d'onde mais fcilmente se podia vir
k capital.
Era o attestado mais cabal, mais com-
pleto de que o governo instituido em Per*
nambuco no dia 18 de Deiembro symbo-
lisa a realisacSo das vehementes aspira-
goes desse glorioso pernambucane que nlo
devia estar esquecido de suas glorite
tradiccSea.
Pois ae concebe que os heroicos cidadaoe
herdeiros dos nomes immaculados doe
briosos mertyrea da 1710, 1817 e 1824,
estivessem hypnotisados e tal ponto qae
no podeasem medir a profandeea do
abysmo pare qae erem vestiginotamente



'

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W^T

9
w
Diario de Pernambuco Quinta-feira 21 de Janeiro de 1892
dg-
l
.
arraatados es cosaos bros e a nosia
nidade ?
Pois era crvel que j tivesse sea
mises na conscencia popular a arvore da
Liberdade plantada pelos nossos avs e
regada pelo sangue de muitas victimas ?
N2o !
- Tardo, mas decisivo foi o resurgir da
altivez dos filhos detta trra !
A revolucSo de 18 de Dezembro de
1891,revoluto que a consequencia fa-
tal e inevitavel das ideas pregadas por
aquelles que com saa vida pagaram a so-
brancera de suas conviccBes, veio affirmsr
de um modo varonil que no peito sempre
enthusiasta dos pernambucanos pulsa fr-
nente a fibra sacrosanta do patriotismo.
Por iaao a manifestado do dia 18 de
Janeiro assumio um carcter tao importan-
te e tao eloquents.
O3 habitantes do interior de te Estado
os nossos irmaos que vivem do suor do
d seu trahalbo e que do solo arrancam o
po para sua subsistenciapensavam com
nosco e estavam promptos para, ao pri-
meiro signa!, vir affimar a sua solidario
dade no movimento libertador dos nossos
crditos !
Elles esperaram qua tosse chegada a
occasiao de voaretn em noaso soccorro.
Mas nao foi preciso essa valioso auxilio,
porque, abalado em seus alicerces careo
mido por seus proprios defeitos, cabio com
estridor o negro edificio da tyrana, onde
se acaatellavam os crueis kventureiros que
haviam p'.anejado o sangue e o assassina-
to e que depois de clamareru que nao se
renderiam ugiram covardemente abaedo
nando aquelles cue haviam acreditado em
suas falazes promessas !
Para provar, porm, que o movimento
estava combinado em todos os poctoa do
Estado, para demonstrar, sobretudo, qne
o enthusiasmo, o regosijo pela nova or-
dem de cousas sao partilhados por todos
os verdadiro3 filhos desta trra, os habi-
tantes dos rcunicipios do interior vieram,
m mases, c imprimentar aos tres patrio-
ticos cidados que compSem a benemrita
Junta Governativa, ao illustre e dignissi-
mo Queator Policial, Dr. Joaquim Tava-
res, que no momento difficil que atraves-
aamoa tem se mostrado urna auctondade
critenoaa e prudente ; ao Ilustrado Chefe
do Partido Republicano Dr. Martins J-
nior e aos briosos militares de trra e
mar que foram o sustentculo da ordem.
E quer a Junta Governativa, pela vos
eloquente do seu distinctissimo memoro,
Dr. Jos Vicente M. de Vasconceilo3, quer
o Partido Republicano, por sen inais fiel
orgam o Dr. Martins Jnior, em seus dis-
cursos, se mostraran! na altura das posi.
c3es que lb.es foi confiada, garantindo que
lmente pela vontade popular estava ini-
ciado no Estado o rgimen da ordem e
Ter se realisado o crime com mais de
um delinquente, ou se emprazaco a rea-
lis ac2o com armas certas ou insertas :
Ter o delinquante commettido o crime
em qualquer estadj de embriagaos.
Posso portanto assegurar aos iovos cri-
minalistas e ao legislador estrangeiro que
tem feito restaurar a pena de morte, que
o heroico povo brasilairo posto que atra
sado em civilisace nSo carcedor da
dita pena para se conter ; porque no seu
carcter bellicoso, manso asesar de
acontado por contratempos proprios do
clima, e que para recuar de suas avanza-
das polticas, basta qualquer acno do go-
verno, urna vez que nSo sei indecoroso a
honra nacional.
As perturbares privadas qud, de em
quando em quando apparecem entre nos,
sSo nicamente devidas a maus governos
e manuSes polticos, que ambicionando in
teresses incabidos, desacertam o paseo da
administracao a falta de confa ecimento
pratico do novo rgimen, e do quo entende
com o saneamento de nossos costumes pro-
fundamente abalado pela sepa*ac3o da
que no dia em que fa tasse esse, apoio a
Junta resignara o Poder.
Esse apoio, porm, foi suficientemente
aflirmadu na manifestacao do dia 18 do
corrente, em que os habitantes da capital
e do interior foram prestar Junta o mais
complete testemunho de inteira e ampia
solidaiiedade.
Os inc lamentos da luveja
II i da parte de certa imprensa deata capital o
vehemente ae-ejo de procurar lancar sobre ca
racteres respeitaveis as macula: que s possuem
os horneas qa foram pelo povo apelados do po-
der.
A Provincia e o Estado de Pernambuco que se
tem tornado verdadeiros Corsarios, aasaltando a
honra e a dlgnidade de brioses cidados cojo
nnico crime terem ideas e seniimenUH, conti-
nuam a dar a3 mais tristes copias da anarebia
mental que se apoderou des seus redactores.
A Junta Gcveraativa, os prestrnosos cidadSos
que a apoiam sao diariamente assaltados pelos
que fomente sabera manejar as armas da calum-
nia e da intriga, proprias dos caracteres aos
qna.es falta a omprebenso da honra e da di-
guidade.
Impotentes para baterem-se comnosco do cam-
po largo e franco das discos6es senas, baldos
de recursos intellectuaes e morjes, de posse dos
qnaes lnctem vantajosameole comnosco, elles
lanjam mao daqatllas nicas armas qne cslao
accordo com as suas miles e costumes ; a
pilheria insulsa e sensaborica, a injuria torpe e
-mesquinha d a calumnia negra e pequenina.
Mas convencamee os amigos do fatal governo
decabido, convencam-se que a patritica Junta
governativa, forte pelo apoio popular, contina
a marchar impivida e serena no cumprimento
dos seos sagra los deveres.
O rito alvar do bistrio, on as explosOes co-
lricas dos despeitados nao nos offend^m.
igrja, o casamento civil obrigatono, que
na verdade s tem servido este infdlis
desaso de graves embarazos.
Retorcedam um pouco, mesm > sobre o
eizo da repblica, que a patria prosperar
sem essa matise de man sabor, qne agita
a ordem puolica urna ou outra ves.
Para conter o crime em sua fonte he-
dionda e desarmar o braco do sicario, bas-
ta que o ministerio publico seja solicito no
emprego dos preservativos que ttnho ex-
p isto ; porque ontao teremos de ver com
bons oaos resumidos os crimes considera-
velmente, sem ser cecessario, o condemna-
vel e brbaro exemplo de sangue da pena
de morte; pena das leis anim.idas as
realezas feitas nicamente no interesse de
conquistar os pivos livres e sobre est
ruina r nares as suas dyoastias.
Foi assim que a realeza portuguesa con
quiatoa e a senhorou-se deste grande e
bello Brasil, e foi assim que, alem da pena
de morte declarada em suas Ord. do Liv.
5., permittio a seus vtssallos venderem
como propriedade sua a todos os brazilei-
ros primitivos nossos caros antecessores e
senhores n&tos deste immenso solo dotado
de delicias e riquesas naturaes Escra-
vidao que cessou no meado do secuto pro
zimo passado, em virtude dos romanos
Pontfices ameaa!-a com penas eclesis-
ticas por obscura, arbitraria e deshumana!
Alem disto tal era a ambicio de con-
quistar os povos livres e a senhorasse de
seus baos esta realeza, obscura \u; se eri-
gindo os tr.b inaes do Santo Officio, em-
penhou-se e obieve delles licen<;a pira
ajudal-os na matanza e fazer correr ros
de sangue como um titulo de glor a ?
Isto simplesanente um horror ezigindo
a ezttncglo de algumas racas para en
grandecer a outras animadas pelo mesmo
sangue !
Entretanto dis o sabio L >mbros em es
tylo de supremo arbitro alagando a ne
cessidade do exemplo de sangue sem Ine
tremer os labios e o coracao as seguintes
palavras acompanhado de algn: secta-
rios :
< Si se ataca a caridades christa
por se concorrer para o abastarda
ment da r(a pela conservado e
reprodcelo de entes rachiticos,
enfermos e parsitas, seria de lou-
var a crueldad* da antiga justica
criminal que fez verdadeiras heca-
tombes judiciarias, porque a ella
se deve, que o numero des crimi-
nosos seja menor do quo por in-
dcelo devenios crer que o seria,
tendo concorrido assim poderosa-
mente para o saueamento moral dos
povos.
E notavel que no numero defites aei
tuarios se iocluisse gostosamente meu
bympatbico e distincto mestre do direito
criminal Sr. Dr. Joao Vieira de Araujo,
sem se recordar de que o hornera pelo o
facto de sua contingencia natural, sendo
susceptivel de paizSes e loucura, une ca-
pacidade de commetter qualquer crime, e
nesta poBsibilidade ninguem tem c privile-
gio de impecsavel nem de subir ao cada
falso !
Sendo anda mais notavel, aue nem o
Sr. Lombroso, nem os seus admiradores,
se recordam de qne o braco desarmado
cao descarrega, e que portanto a .raade e
nobre missSo do poder eocial desarmar
o brajo do malfaitor, e nunca destruil o ;
porque sendo a concepyao e ezecuclo do
crime urna enfermidada mental .: paizao,
de que todos participare, seria por indc-
elo, como devenios crer, a neijajao da
vida humanitaria.
Nao duvido que o Sr. Lombroso seja
sabio, e at seria ditoso se com el e tivesse
relacoas amistosas, menos na pt.rte rete
rente a faser saogueiras com sua pena de
morte ; porque o sabio conhene e sela o
sangue como principal precioso que vivi-
fica e realna os dona da persoaalidude
sobre os demais viventes.
Si nao tomasse aquellas palavras, como
simples desejo nicamente de liorrer ao
crime, que tambem tenho e nao da animar
a sangueira pnblica, dira com a devida
venia, que o Sr. Lombroso um cabio sem
sangue, e por isto tem necessidade de to-
mar banhs em ros de saogue !
(Qontinua)
Pires Perreira, tres e Joaquim da Costa Ribeiro,
dous, seodo eleilo presidente o Dr. Gervasio
Campello Pires Perreira, que prestou juramento
de bem servir o cargo.
Servado com titulo vitalicio, como secretario
do extincto Tribunal da Relucao, o bacbarel Vir-
gilio de Gusmao Coolbo, resoiveu o Tribunal que
elle cootinnasse a servir o mesmo -argo por
forca do art- 68 da le n. IS de li de Novemoro
de 1891 n bem assim os actuaes escrives Jos
Peres Campello de Almeida. Augusto Cesar da
Caoba c Jovioo Epiphanio da Cuaba.
Declarou o presidente eleuo que emquanto nao
fosse orgaotsado o regalamenio interno do l'ri
bucal, ficarao designadas as tercas e sextas-fei
ras de cada semana as 10 horas da manbi, para
as sessOss ordinarias da Tribunal, deveodo ser
ellas oos das anteriores quando fossem amelles
feriados
Eocerrou-se a sessao ae mel dia.

PERNAMBUCO
CHROHICA HfllCIiRIA
JURISPRUDENCIA
A poaaibilldade do crime. a defO
ciencia do* melse a pena de mor
ae.
X
(C)otinuacao)
Tar i delinquente commettido o crime,
ttuppondo entreter a ai e o offendido com
J>rincadeiras :
Tar o delinquente praticado o crime,
auppindo a sua arms nao ter carga, ou
qiaido a tivess, qualquer que tosse a
pjsso, estara fra do alcance della :
Ter o delinquente praticado o crime por
i on pnr mandado de outrem :
Ter e delinquente commettido o crime,
iepoii de 8 Im seguintes ao da aggressSo i j df} ob
Superior Tribunal de Vustlca
SESSAO DE INSTALLACAO EM 20 DE JANEIRO
DE 1892
Aos 20 de Janei'o de (892, nesta cidade do
Recite, capital do Estado de Pernaubuco, na
ca-a que servia de sede aoaoligo Tibnnal da
Relaco, ra Quinze de Novembro, endo sido
designado o dia de hoje, s 11 horas la manha,
pela junta go>eroativa, para inslalla( b do Su
perior Tribunal de Justifia, creado e crganisado
pela ConsUtoicao lo Estado e le n. 1 de 14 de
.N jvembro de 1891, adiando se presentes osDrs.
Gervasio C impeli Pires Ferreira, Joatiuim Pires
Goncalves da Silva, Francisco Luiz Crrela de
Aodrade, Joaquim da Costa Ribeiro e Francisco
Domiogues Ribeiro Viaona, nomeades por acto
de 8 do crreme mez, da junta ge vernativa,
membros do mesmo Superior Tribunal, os qnaes
se apresentaram com seas respectivas titules e
juramento prestado referida junta governativa,
tallando os Drs- Manoel do Nascimedo da Fon
seca Galva e Segismundo Antonio Gjncalves,
que tambem haviam tilo njmeados; presen e o
procurador geral o Estado, Dr. Arm ci Corio
lano Tavares dos Santos, bavendo, po-tanto, nu-
mero legal de juizes fji ostallado > Superior
Tribunal de Justica-
Em seguida proceden do-sea eleiQ'io de presi
Companhla de Trllh*s Urba-
nos do Reelfe a Ollnda e Be
berJbe.
ACTA DA SKSSAO OBOINABIA DA AS3EU
BLA GERAL, EM 4 DE JaNEIKO DE
1892.
Presidencia do Exm. Svr. desembargador
Hermogones Scrates lavares de Vas
conceoi.
Aos 30 minutos depois de meio dia, acbmdo-
se preseotes, ni sala das sess-^s da estagj da
roa do Visconde do Rio Branco, 24 Srs. accio-
nistas possoidores de 6l3 aecjs, representando
91 votos, como ludo se eviieccia ao respectivo
Ivro de comparecimenio, b&o se acbaodo pre
sent nem o presidente nem o secretario effec
tivos da assembla geral, foi proclamado para
as9umir a cadeira presidencial o Exm Sr. des-
emsargador Hermojenes Scrates Tavares de
Vascooceilos.
Passando o mesico a presidir a sesso, convi
don ao abaixo assigoado para oceupar a cadeira
de secretario, lugar que se achava Vdgo. visto
nao ser mais accionista o Sr. Dr. J j de Oli
veira que para elle fr. eleito. e em seguida de-
clarou aberta a estto, qoe, por falta de numero,
nao pudera real3ar-se no da 2i de Dezembro
do anoo prximo fiado, deveodo agora funecio
oar com o numero dos qae se acbarem r r
entes.
L'.da.j. foram approvadas sem debate as a lu-
dan ses.--s extraordinarias de 14 de Maio e 13
de Juioo, laun m de anoo.prximo nado.
A requenmeito do Sr. Oliveira Conha, foi dis-
pensada a leitura do Bel torio apresentado em
nome da directora pelo S.\ Dr. Antonio Pereira
Siuides, presidente da mesma e gerente da com-
pagina, datado de 24 do mez ulumo. vis'o acbar-
se ja impresso e distribuido pelos Srs. accio-
nistas.
Em seguida proeedeu o secretario 5 leitura do
parece: da comuiisso riscal, de i.* de Dezem-
bro ultimo, eendo mmeautimente eubmettido
discussao.
Depois de algumas observaces do Sr. Dr. Pe-
reira de Carvaibo, membro da commis^o riscal,
respondidas pela directora, foi o alludido pare
cer approvado.
O Sr. Dr. gerente deu conta assembla geral
da d.lioT.- co da directora pela qoal fra mar
cado o dividendo de 6 ', reservados 2 % para
resgate das primeiras acj,0e3 preferenciaes.
0 Sr Dr. Pereira de Carvaibo disse que a di-
rectora resolver nao receber ?.o mestre dasofl-
cinas dessa C^mpaobia, Malheus F. Lboneur
-llague! pelo cbalet d- BeDenbe onde mora ; pro-
paz que fosse aaprovaia esta resoiucao e que,
em qcamo aili residiste aquelle emprrgado, nfto
se le percebeste aluuel do referido cbalet, alu-
guel que Ihe seria couceiido cono urna gratin-
cac&o pelos seus bons servicos.
Foram approvadas por onaaimidade de votos a
deliberacao cima quanio ao dividendo, e a gra-
HcacA) ao referido mestre das officlnas, que li-
cara com a obrigaco de conservar o precio em
quanlo all morar, na qualidade de empregado
da Companbia.
Vieram a mesa a< seguintes propostas justili-
cadas pelo seu autor, a primeira das qnaes foi
approvada, marcando a assembla geral o prazo
de 30 dias para a directora entenderse com o
governo do Estado, e ti:ando a seguoda adiada :
< Proponbo, em vista da exposicio feta, que a
assembla geral resolva sobre se a dire^iona deve
contmuar a remetter ao governo os passes do seu
contracto e a pagar ao eogenheiru fiscal o respec-
tivo honorario.Antonio Poreira Simes.
Igualmente proponbo, em vista do relatorio
da directora, que a assembla geral decida se
devem si r feiles os estodos definitivos do pro-
looeaoiento da linha frrea de Olinda a Panlista.
Aut'nio Pereira Simes.
Vieram mais mesa as seguintes propostas,
sen lo depois de llge'.rj debate approvada a pri-
meira, ficando as outras prpjodicadas :
< Proponbo que fique a di-e tona aotorisada a
reduzir o preco das passageas de 2* classe, de-
nois de proceaidos os eompe entes estodos e de
accordo con o bom estado tioanceiro di Compa
nbia. Joaquim da Silva Cirvalno.
Proponbo que a directora fique aotorisada a
reduzir o prego das passageas de 2' classe at
25o/ Rodrigues Valenca. *
Proponbo que se reduza a 150 ris as passa-
geas oe ida e voita de 2* claase dos trunos desta
Cimpanbi i, emidindose pira isto bilnetes de
periodo semanal.Tavares de Vascon :ellos. *
O Sr. presidente declarou que, nos termos dos
estatutos, ia proceder-se a eleicao da mesa da
assembla geral, directora e commissao fiscal.
Por acclamacao foram eleitos :
Presidente da assembla geral o Exm. Sr. de-
sembargador Hermogenes Scrates Tavares de
Vas:oncellos ; secretario da mesma o Sr. Dr.
Joaquim Ayres de Almeida Freitas.
Para a directora foram recebidas 16 cdalas
com 81 votos, sendo este o resoltado da apura
cao.
Presidente, Dr. Antonio Pereira SimOes, 68 vo-
tos ; tendo obt.do os Srs. Sebattido Lopes Goi
maraes 8 e o Sr. Manoel Martins Fioza Jnior, 5.
Tbesooreiro, Manoel J. Caroeiro 73 votos; ten-
do obiido os Srs. Luii Mmoel Rodrigues Valen-
ca 5 e Francisco Jos dos P, Goimaraes 3.
Secretario, J. A. de Almeida Cuiiha 69 ; 'endo
obtido os Srs. Manoel Medeiros 8, Francisco J. de
Oliveira Cuuha 3 e Joaquim da Silva Carvaibo 1.
Uoave urna cdala em braneo de cir.co votos.
Para a ccmmisso fiscal, recebidas tambem 16
cdulas com 86 votes, foram eleitos os Srs. des-
embargador Manoel Clementlno Carneiro da Co-
tilla 78 votos, Joaquim da Silva Carvalho com 68
e Dr. Antonio F. Pereira de Carvaibo com 65.
Obtiven-m tambem votos os Srs. Luiz Manoel
Rodrigoes Valeuca 26, SebastiSo Lopes Goima-
raes 9, Manoel Medeiros 5, Francisco Jos dos P.
Guimaraes S e Aurelio dos Santos Coimbra 1.
Nestas eleices serviram de escrutadores os
Srs. Manoel Medeiros t Oliveira Conha.
Nada mais bavendo a tratar o Sr. presidente le-
vantan a sesrj as 3 horas e 25 minutos da tardo
Eu, Jos Antonio de Almeida Cnoha, secretario
ad noc oa assembla geral, fiz a preteole acta,
qne vai ser pnDlicada pela imprensa na formada
lei.
Jos Antn.o de Almeida Cnnha.
palmete com o seo tlho Cornisn, o intrpido
vencedor dos doss mil guineos, Derby d'fipson e
Saint Lger de Doncaster, collocar-se no anoo
findo em 4* logar, com 474 800 francs.
Wisdom baixoa a 445 85 francos e os famo-
sos Beud'Or e Ormonde, que no auno anterior
tinham obti lo igual uoantia em premios, este al
cancou 271.675 e aqoelle 321075 fraocee.
O celebre Hermit de 155.725 subi a 329 575
oo anoo findo.

No turf da Capital Federal realisaram-se no
anno de 1891 o total de 59 corridas.
Destas tiveram lugar :
No Turf Club 18, ao Derby Clob 16, no Jokey
Club 14, e finalmente oo H ppodromo Naci
nal 11.

A Coudelaria Marie Brizard, do Rio de Janeiro,
fez as seguintes acqoisicOes :
Do cavallo Grumete, da Hdooveriana, por....
3:000000.
Do cavallo Goayoaz, do Dr. Carlos Garca, por
20:000.t000.
Esse animal qne e ao qoarto anoo de idade
comeepu a revelar-se superior, o animal mais
valentedos nacionaesqueat hojeappareceram a
disputar prfmios.
Do cavallo Aventoreiro, de Boenos-Ayres.
Esse parelbeiro de grandes glorias no Rio da
Praia, ser chrismado com o nome de Rammel.
*
No turf Domnense levantaram naco'stancia
do aono findo premios em qoaitia superior a 10
cornos os segu.n.es p.-opriet.rios :
ttt7.80StfOOO
145:85000o
79:603 OtO
66:293*000
50:07701000
48:321 000
40.03000
3:58200'3
28.190U00
22:500.1000
21:5605000
20:433OJO
16.8005000
13:6505000
12:2835000
11:65050(0
10:5035000
INDICACOES UTEIS
Banco Sportivo
Coudelaria Villalba
Cruzeiro
J. Peake & f. Moreira
Coadelaria Porver
Pernambuc&na
Mane Brizard
Hannoveriaoa
Campineira
New Stod
Oompanbia Sportiva Brazileira
Coudelaria Paullsta
Dr. Carlos Garca
F. Gougalves Macelo
Coudelaria Penba
Unido
Firmino Goncalves
MEMORIAL
NINGUEM DEVE CuMPRAR
Artigos de cbapelaria ou flores, plumas, veos,
gazes, rendas, etc., sem fazer urna visita i Cha-
pelara Rapbael, onde se encorara empre tudo
qnanto, nesses artigos, ha de melhor e mais
moderno.
2Ra do Barao da Victoria2
Rapbael Dias & C.
CORTES DE VESTIDOS
Em cacbemlre
Voile de la.
Batiste.
Levan tioe.
Recebeu um chic sortimenlo a
LOJA DO COELHO
56 Ra da Imperatriz
SEDAS I SEDAS!
Acabam de retirar da alfandega om esplendi-
do sortimento em sedas pret3 e de cores, ver-
dadera novidade
Domingos Coelho Soares
LOJA DO COELHO
56 Ra da Imperatriz
IIISIIS
meninos e meninas,
para senboras,
dlos.
Receben a
LOJA DO COELHO
Ra da Imperatriz n. 56
novos mo-
RUCHES A PKINUEZA OE GALLES
Sio lindos os que recebeu a
LOJA DO COELHO
56Rua da Imperatriz 56
m IH1DAS OE li III.K
Echarps de r nda de Broxeilas.
Mantilhas bespanbolas.
Fichs de seda.
Recebeu a
LOJA do COELHO
Ra da Imoesatriz n. 56
CAPAS HODCLIIO
Em seda, renaa e cacbemire, receben um pri
moroso sortimento a
LOJA DO COELHO
56 Ra da Imperatriz
ESPARTILHOS UE MADAME VEHTIEs
debruaios a pelucia e setim, os mais commo-
d03 at boje conbecicos.
Recebeu a
LOJA DO COELHO
56 Ra da Imperatriz
IlH IS i: ve\tarolas
Em gaze, Utas e plumas,
ttecebeu a
LOJA D3 COELHO
56 Ra da Imperat z
SPORT
Derby Club de Per na ni buco
Os Srs. proprietarios de animaes Inscriptos
para a 2< corrida do dia 24 do correte, eque
deixaram de entrar com a importancia da in-
s:ripao, devero fizel-o at o uia 22 do corren
te, ao meio da.
Os que emit irem essa obrigaco serojulga-
dos de accordo com o art. 3' do cdigo de cor
ridas segando foi resolvldo pela directora.
Oa garanbes cujos productos mais premios
levantaram na Inglaterra em 1890 foram !
St. Simn, 819.975 franco3; Wisdom, 510.175;
Beni'Or e Ormoode, cada um 440 675 ; Spnng-
field. 430.200 ; Ciarib.'rt 345.320 ; Barcaldine,
4t3 900 e Petrarcbe, 323 OQj.
Em 1891 St. Simn coatinuou a orcupar o 1
lugar com 671 500 fraacos ; Galopn, que no
anno anterior oblivera apenas 83 COJ francos,
passou a oceupar o 2 logar com 525.475 fran-
cos ; Barcaldine o terceiro da lista, tendo le-
vantado 513 325, sendo que a maior parte destes
premios foi gaoho pela valoroaa Mimi. Isonomy
(morto) e que no anno de 1890 obteve lugar in-
ferior oa lista dos garaobes, ernseguio, princ
PASSEMENTEKIES
Goarnices para vestidos.
Galss de seda
Gales de vidrilhos.
G.IOes de la.
Recebeu a
L9JA DO COELHO
56, ra da Imperatriz
PELOS LTIMOS PAQUETES REOE-
BEAU PARADIS DES DAMES
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nedleoN
Dr. S Pereira, ro* da Imperatris n. 8,
d consultas medico-cirurgicas todos os das
das 8 ao meio dia, menos n >s domingos e
dias santificados.
Consultorio medico-cimrgicoDr. Sim-
plicio Mavignier, de rolta da Capital Fe-
deral tem seu consultorio, ra da Cadeia
n. 27 1. andar.
Especialidi.de Molestias pulmonares,
tebres e da pelle.
Cosa altas de 12 as 3 da Urde. Cha-
mados por escripto.
Telepbonen. 392.
Dr. Tavares de Mello, medico pelo Fa-
c'ldade do Rio de Janeiro, d consulta*
das 12 s 3 horas das tarde, no largo do
Corpo Sante n. 15, 1. andar: receb*
chamado a qualquer hora na sua residen
cia em S. Jos do Manguinho n 4. Tele-
phone n. 575. Especialidades : molestia
de pelle e siphilis.
O Dr. Lobo Moscoio d consulta en
sua casa ra da Gloria n. 39, das 1C
horas da macha 1 da tarde. Achando-
se fra do aervico publico on'erece-sc par*
acudir a qualquer chamado com prompti-
tSo para ora da cidade. Especialidades,
operares, partos e molestias de senhor.ii
e de meninos.
Dr. Joaquim Loureiro medico e pirtai
o, consultorio ra do Cabug n. 14
l. andar de 12 s 2 da tarde; residencia
qo Jloneiro.
Oeealszas
Dr. Ferreira, com pratica ios princ-
paes hoapitaeB e ciiaica de Parii e Loa
ares, d consultas todos os dias cas V
horas a" meio-dia. Consultorio e rosi
doncia na Larga do Rosario n. 20.
Dr. Barrito Sampaio, oceulista, d con
sultas de 1 s 4 coras no l.'J andar a
casa ra Barao da Victoria n. 51. Res;.
dencia a ra Seta de Setembro n. 34,
entrd pela ra da Saudade n. 25.
Dr. Pereira da Silva recentemente che-
gado de Pars, com pratica as clnicas
de Wecker e Landolt, d consultas de 1
s 4 horas da tarde ra do Imperador
n. 63, 1. andar.
Te/ephone n. 588.
REZIDENCIA CACHANG
U rogarlas
Paria obrinho di C, droguistas por ata
cado, ra do Mrquez de Olinda n. 41.
Francisco Manoel da Silva c C, deposi
arios de todas as especial i dada pharma
ceuticas, tintas, eos e medicamonto homeopticos, r Mrquez de Olinda n. 23.
Aula particular mixta
Paulina A. de Souza Costa, participa
ao publico e aos pais de suas alumnas
que a sua aula abrir se-ha no dia 18 do
correte.
Recebe alumnas internas, meio pen-
sionistas e externas.
Ra do Coronel Suassuna n. 140, 1.*
andar.
Se fosse preciso nma nova prova da recoohe-
cida efficaca do Sulpbato de Quinina de Pelle-
tier oo das Tres Firmas, qae veodea os Srs.
Armet de Lile, em capsulas esphericas e em
frascos de 100, 200. 50J e 1 000 capsulas, que o
boticario pode fornecer em pequeas qoantida-
des, segando a rece.ta do medico, bastar 1er o
segoiote ti echo da carta qoe escrevea oSr. J.
J. Wdllasioa, membro do Real Callegio dos ci-
rurgiOes de Londres, pedindo nm frasco de 1(0
capsn'.as : < Tenbo o prazer de anounciar vos
que as vossas capsulas obtiveram nm resultado
completo; estou livre da febre e dos suores no-
cturnos, e da iocbaco edematosa dos membros
inferiores; tu"0 desappareceu com o uso das
Capsulas Pelletier.
Como, porm, se approxma o outono, poca
em qoe reioam as febres, desej) paseuir o meio
de sabir victorioso, se no'amejte a molestia ac-
commetter-me >. Nao podem haver palavras
mais explcitas.
I'l BLII Ajl)[S A PEDIDO
Ao Rerdm. rjgario dafregaczla
de 8. fos padre loao .?>
chiido de Mello.
Os graadessentlmeotos nSo acbam exprs oes
bastantes para serem tradozidos. assim qae,
o abaixoassignado, cheio de immensa gratidao
devedor das maiores liuezis e attongOes, para
com o virtuoso parocho qasem bi hora lhe
foram o miados os deslinos da freguezia de S.
Jos, cao pode, aiua mesmo em pallidos tragos
traduzr o qoe seo coracao sent, bem no imo
d'alma. Verdadero espelbo do sacerdote qoe
compre soa mi3sao, apostlo de caridade que
segu os preceiios do martyr do Golgotba. des
inieressado, amante do prximo esquecendo se
de si, o actual vigario de S. Jos orna gloria
do ch-istlanismo e om p-ecioso dora da religio.
O ll.eto e scl.-erior acna sempre as suas pala
vras consolacOes evanglicas, e os seus servijos.
eslo sempre com generosa boadade a merce
dos qoe piccam d'elks.
Dizer o qoe cfrmo, bem sei, vai ferir soa
modestia provada, mas era preciso qoe atributos
taes fossem conhecidos, por aqnelies que ainda
igicram.
Precisando dos servicos desse sacerdote res-
Deitavel e dioo de todos 03 elogios estes me
foram concedidos at onde mais elle os poderia
dar.
A prova do qaanto hei dito tive moitas v?zes,
tel aba aoem precisar desse sacerdote modelo.
Recite, 21 de Janeiro de 189.
Francixco Augusto Xavier da Maia.
Um puteante Infallivel e mirada
vel. Os pu-gaiites sio os melhores aeporati-
vusdosangoe. a propria nalareza nos iuaica
por qoe via coavm expulsar do corpo as impu
rezas qoe nelle se prodnzem e se accumulam
com tanta facilidade.
0 m Ihcr e o mais agradavel meio de se por-
gar em qualquer estai.au principalmente na pri
mavera, tomando o P de Rog. Nj todo op-
posto malor parte dos purgantes qoe nao sao
seno mistura- asquerosrs o P de Rog serve
para preparar urna limonada das 'mais agraaa-
veis que sei, muito procurada por seo gosto e
sua frescura, se na i fosse am purgante.
Dr. Francisco Sil veira
Attesto que o Peitoral de Cambar,
preparado pelo Sr. J. Alvares de Sousa
Soares, um poderoso expectorante.
Tenbo o empregado com assaz proveto
na rrLha clnica as molestias broncho
pulmonares.
Dr. Francisco Augusto da Sveira.
O referido verdade.
Recife, 17 de Marco de 1891.
A.tten#o
O >s despachos d% secretaria do governo
publicados no dia 22 de Agosto de 1891
aos quaes se refere Joao Gualberto de
Andrade Lima oo seu annuncio publicado
no Diario de Pernambuco de hoje consta
que foi expedida urna carta precatoria para
citacSo de JoSo Gongalves de Souza BeirSo,
em Portugal ; mas claro que isso nao
passa que a citacao j tenha sido feta nem
mesmo qne a precatoria ja tenha seguido.
Recife, 19 de Janeiro de 1892.
Vctor G. de Souza Beirao.
Collarinbos, grvalas, camisas de pbanla-ia
perfuma ras. etc.
Mesas para jago e para fumante?.
Elageres cbioezes e dourados
Cacbeoots.
S
Aj Paradla des Dames
Fazendas e modas
Esplendido sortimento impossivel de descre
jav se tem recebido de Pars.
Au Paradis des Dames
Roa Barao da Victoria. 38 ___
SEDAS
Brancas, pretas e de cores para grande esco-
ma.
AU PARADIS DES DAMES
Presentes
E' tal a variedade, qoe se pede nada compra-
ren para tal Om, sem primero visitarem.
Au Paradis des Dames
COKTE DE VESTIDOS
Em seda, la e cambraia brauca bordados grao-
de sortimento recebem
Au Paradis des Dames
Echos da semana
Para evitar duvidas e afm de nao pas
sar em julgado urna inverdade declaramos
que a seccSo deste Diario intitulada Echos
da semana escripta por duas pessoast
que assamem inteira e soliuariamente a
responsabilidade dos seus artigos.
A presente declaracSo tem por fim des-
fazer um engao dos Ilustres collegas do
Jornal do Recife que attribuiram a um
dos redactores do Diario a sutoria nica
do3 referidos escriptos.
tierno & Ignotos.

testemunho
lioso
va-
Chapos e capotas
Alta moda am Pars retirou d'Alfandega.
Au Paradis des Dames
CAPAS, VISITES E PELERNIES
De seda preta e de renda o qoe ba de mais
chte, receben
Au Paradis des Dames
Recebeu a Florida Rendas com 70
entimetros de largara, bicos de fil com am
palmo te largara, dem de seda preta com 2 pal-
mos e mais.
103 Ra Duque de Caxias 103
Charutos de Habana
Recebeu nova remessa a
LIVRARIA CONTEMPORNEA
Firma o documento infra nm cavalheiro
residente no Barreado (Estado de Minas
Geraes).
t Illms. Srs. Silva, Gomes & C. Rio
de Janeiro.Felicito-me por ver annua-
ciado em casa de Vv. Ss o remedio de-
nominado Peitoral de Cambar. Soffren-
do eu, de urna bronchite asthmatica, du-
rante oito mezes, e sem que os mdicos a
conseguissem debellar, pois j a julgavam
chronioa, resolv comprar em casa de Vv.
Ss. o referido remedio e principiei a to
mal-o observando cuidadosamente a dieta
e hygiene recommendadas e prescriptas
nos impressos cue o acompanham, e no
fim de pouco tempo depois de ter tomado
18 frascos, achei-me completamtnte cura-
do desta terrivel en fe rm i dade.
Gratissimo aos introductores deste ma-
ravilhoso preparado, peco a Vv. Ss., que
dm publicidade e esta minha declaradlo,
para della terem conhecimento todos
aquelles que soffrerem da mesma molestia.
JoSo Antonio da Silva.
(A firma est reconbecida).
Deposito geral na Compathia de Pro-
ductos Chimicos ra... n. 23.
Collegio 9 de Janeiro
-9-RA VELHA-79
As aulas deste colie^io acham-se abor-
tas desde o dia 9 do corrente.
O director,
Francieco Lamenha Lint,
Associacao dos Mercieiros
A directora da Associacao do?, Mercieiros,
ecieoti:a aos seus associados, e aos demais
contribiiintes da classe, das freguezias do Reci-
te, Santo Antonio, S. Jos e Roa-Visia que, ten-
do da proceder a distribuico do imposto de
classe. constante do art. 2* 117 da lei n. 33, de
10 de Dewmbro prximo passado, a que ser-
fere o edital n. 10 da Recebedoria do Estado;
tem nomeado para tal fim as commissOes abaixo
designadas, pedindo encarecidamen e aos Srs.
coniribuintes, que prestem s comm38es todos
os e8clarecimentos por ellas exigidos, bem como
apresentar Ins es conbecimentos referentes ao
imposto de 30 |, (valor locativo) e industria e
profissOes, do exerncio ltimamente Hado, para
que se possa fazer a classificaco o mais propor-
ciooalmeote possivel; e nao ebrigarem aitas
commlssOes a procecerem de conformidade com
a lei em caso de recosa.
As commissOes devem principiaros trabalbos,
segunda-fera, 18 do andante, das 3 s 6 horas
da tarde, e continoaro nos demais dias asmes-
mas boras.
A directora espera qoe todos os contribaintes
concorrero para que o servico seja feito com
toda ;a regutaridade. dependeodo somente da
lealdade com que todos devem proceder, as in-
formaces qoe tiverem de fornecer s referidas
commissoes.
Freguezia do Recife
Antonio da Costa Mello, presidente,
l,u!z Pinto Saraiva.
Antonio Goncalves Estella.
Santo Antonio
Joao Alves de Freitas. presidente.
Marsoei Lopes Vieira.
Jos Goncalves Dias.
S Joe
Miguel ArcbaDjo S. Santos, presidente.
Jos Aoacleto do Ndscimeato.
Joao Ansberto Lopes.
ADel da Rocha Pereira.
Boa Vista
Joo Fernandes A. Valoogeiro, presidente.
Jos de Suuza Braz.
Antonio Jos Martins-
Sede da Sociedade Uonio Commercial Bene-
ticente do Mercieiros, 16 de Jaoeiro de 1892.
Jos Fernandes Lima,
Director.
. Adriano N Maia,
1 dtcre.ano.
Mudanza de escrip-
to rio
Jos Godoy e Jo e Hugo.
77-WA DO 1MPERADOR-77

Engwho
Compra-se um enge-
nho perto de esta^ao de
qualquer das linhas fr-
reas deste Estadj que possa
safrejai dous mil e tantos
paes de assucar.
O vendedor deixe de
carta a J. Pinheiro, ra
da Imperatriz n. 12, loja,
com todos os esclarecimer -
tos: localidade, capacida-
de de safra motor, distancia
da estaca s e pessoa com
quem se deve tratar.
Recife, 14 de Janeiro
|de 1892.





-
i

Mm*.


Diario de Pernambuco Quinta-feira 21 de Janeiro de 1892
.
Corso de instrucfo primaria
SECUNDARIA
Internato e Externato
dirigido pelo bachard
Oiinto Vctor
As aulas deste collegio estarao abertas
do dia 11 do corrate em diente.
II
Forte pneumona
O Sr. Nestorio Antunes Pereira, resi-
dente em S. Salvador da Babia, assim
relata a cara de ama forte pene u moni a de
ne foi Atacado :
Illm. Sr. J. A. de Sonza Soares,
Pelotas. Jumpro um de ver scientificando
* V. S. de que ha taraps, achando me
atacado de urna forte pneumona, recorr
% diversos preparados que me receitaram
oa mdicos desta cidade, sem obter as me-
moras almejadas.
Por miaba espontanea deliberado, re-
solv experimentar o seu Peitoral de Cam-
bar, com o qual alcancei o restabeleci-
nento de micha sauie, pelo que dou a
V. S. siuceros parabens, fazendo votes
para que a humanidad e soffredora encon-
re no sea preparado o allivio que elle me
Srouxe.Nestorio Antunes Perra.t
(A tirma est reconhecda).
O Peitoral de Cambar veode-sa a
3l5500 o frasco e 24$000 a duzia as
principaes pharmacias e drogaras.
E' nico agente e dep Estado a Compaobia de Drogas e Pro-
ductos Chimicos, ra Marques de
Ocdi n. 23.
medico algum jamis Ibe houvesse propor-
cioaado o menor allivio; decidio-se final-
mente em tomar da ComposicSo de iina-
cahuiti Poitoral e depois de baver aponas
tomado dous frascos dascobrio com sorpre-
sa, que a grande oppressao do peito hivia
quasi completamente deaapparecido. No
em tanto foi continuando a faser aso elle
e do fim de tres meses se achoa perfta
mente curado, com grande assombio e
satisfacSo de todo os seus parentos e ami-
gos os qaaes j bavism perdido as eiipe-
raneas de jamis velo bom. Diese tam
bem que desde eutao esta parte o tem
recommendado a em grande numero de
seus conhecidos que soffriam de diffei en-
tes affjccSes pulmonares to frequentes
cas costas do mar Pacifico, na America
do Sal, e que seus bons resaltados tem
sido nniversaes.
Como Garanta contra as falsificares,
observe-se bem qne os nomes de Lun.nan
di Kemp venbam estampidos em letras
transparentes no papel do livrinbo que
sirva de envoltorio a cada garrafa. Acha-
se de venda em tedas a boticas e drega-
nas.
Dr. Fi-eilas/ Guimarss
Participa aos eus amigos e clientes
que mudoa o seu consultorio da rna Du-
que da Casias a. 55, para a mesma ra
n. 61, 1.- andar, onde contina a dar
consultas de 11 1 hora d tarde, e re3-
8.de no Cajueiro n. 4.
Telephone n. 292.
Echos da Semana
' 1* SERIE
Collec^So de chroaicas espirituosas e
parciaes a venc'a na
LIVRARIA FRANCEZA
e na
LIVRARIA CONTEMPORNEA
Um volume de 112 psgin.s por liJOQO.
O juiz de direito Joao Baptista Gitira
na Costa eccarreg* se de contrbir em-
prestimos com o Banco Emissor de ?er-
nambuco, sob hypotheca e penhor de sa
ira, para es agricaltores e commerciaotes
residentes neste Estado e os da Parahyba,
Rio Grande do Norte e Cear, mediicte
mdica retribuicSo ; assim como encarra
ga-se de liquidacoes amigaveis, em qual-
quer das comarcas dos referidos Estados.
Pode ser procurado em seu escriptorio
ra do Mrquez de Olicds, sn'ig.; da
Cadeia, n. 34, 1.' andar, das 11 horas s
4 da tarde, e a outra qualquer hora, em
sua residencia, na Magdalena travessa da
fabrica de FiscSo n. 1.
Coesil!torio Medico
O Dr. Manoel Argollo com pratica nos
iospitaes de Pariz e Berlim, tem seu con-
isitono na ra do Bario da Victoria n. 1.
Especialidades. Molestias dos appare
os respiratorios, circulatorio e digestivo,
Consultas das 12 a 3 da tarde.
Chamados per escripto.
Telephone n. 586.
Collegio de Nossa Se
nhora da Penha
FUNDADO EM 1876
Sob a dirececto de Augusti Carneiro
Ra V de Sefembro n. 8
(Outr'ora becco dos Ferreiros)
ComecarSo a 7 de Janeiro prximo to-
das si aulas deste collegio para o sexo fe-
mioino, onde as alumnas, a par da conve-
niente instrucco o bom tratamenio, sao
mantidas com cuidado e carinho.
Elixir depura-
tivo vegetal
Formula de Angelino Jo*
dos Santos ndrade
Approvado pela Inspectora Geral de Hy-
giene Publica do Rio de Janeiro em 20
de Julho de 1887.
Este depurativo de grande effica:ia as mo-
lestias syphilicas e impureza do saneue; assiuj
como em todas as molestias das eenhoras.
Tem curado radicalmente muitas pessoas ac-
commettidas da terrivel molestia beriben.
Rueumatismo sypbilitico ou gotozo. dr scia-
Uca, eruoces de pile, caocres, e cancros ve-
nreos, flores brancas, hysterismo, frouxidao de
ervos, irites e outras ioflamma;6es dos olbos,
molestas d Agido, escronhulus, escorbuto.
sclriment. s do estomago, ccera?, goromas, fis-
tolas, emp ngen?, dar hros, pannos e manchas
da pelle, bobas e bobOas, sarnas, catarrho e
quaesquer molestias da bexiga, entre outras.
albuminuria, ourinas doces e sanguinolentas,
anemia, paralysia, erysipelas, e luflammacot-s
das pernas e ps, nunorrboidas, astbma, byaro-
cetlea, tumores, nevralgias, e elepnanliazes ou
morpba, as irregularidades da menstruacSo
Prova-se com aquelle numero de attestades j
publicados e es que existem em dosso poder a
eicacia desle elixir as molestias indicadas.
Naciona Pharmacia
3.". Ra l-.irga do Rosarlo, 35
A' ra Baro da Yie'.oria n. 37 se dar lona e
qal ju-r explicaso que or preciso acerca desie
preparado.
Cuidado com as falsificares
Modo de usar
Os adu'.tcs loxaro qnatro colbcres das de
sopa pela macha e quatro coi te.
As enanca.de l a 4annos tomaran crai co-
Iber pela n. tonos toutarao duas colberes p..a m^uba e dU3E
a n _te.
Deverso ornar baabos fras ou momos pels
mana e noite.
Resguardo regalar.
Ao alcance 4c todos
. .1
Vendas a dinbeiro com descont de
10 por cento
A Nuva Esperan9a chama a attengllo
para o seguinte :
Todas as quintas feiras vender se ha
qualquer mercadoria com o descont ci-
ma os saldos e retalhos por menos do
custo.
O grande sortimento das seguintes mer
caderias convida a iazerem urna experien-
cia.
Fitas, leques, sortimento de meias para
senhoras, criangas e hornees, rendas bran-
cas, pretas e de cores, bordados, aven-
taes para crianjas, costumes de brim, ca-
pas de feltro, enxovaes para baptisados,
bonecas, relogios, preparos para vestidos,
jarros, candieiros, lampariuas, gravitas,
c'ollarinhos, punhos, aberturas para cami
zsa, bot5e3 de todas as q saudades, qua-
dros, e8pelhos, boleas, artigos para pre
sentes, objectos japoneses, albuns e qua-
dros para retratis, preparos para borda-
dos, linhas brancas e de cores para cro-
chet.
E muitos outros artigos de raiuderas e
mais que nSo difidl ver.
A Nova Esperanza
63Roa Doqiie de Caxias-63
Pedro Antunes & C.
Regalador da Harinha
Concert* se reiogios de algibeira, pn-
dulas de torre de greja chronometros de
mnrmha, caixas de msica, apparelhcs
elctricos, oculos, binculos, oculos da al-
cacce, joias e todo qualquer, objecto ten-
dentes a arte mechanica.
9Ra Larga d > Rosario9
-aac^------
Anacahuita Peitoral
As caras prodasida3 pela composirgac
de Anacahuita peitoral, sao realmente mi-
hgrosas.
Dom Clemente Silva, que rejide na ra
o Estado, Santiago do Lhile, escreve aos
essos agentes em dita cidade, que ha-
Ttndo soffrido atrozmente de astbma, pelo
pago de mais de se'.e annos sem que
COHMERCIG
Bolsa Commerclal de Pernam-
buco
otac'es officiaes oa junta dos cok
. KECTOSE8
Pra^a do Recife, 20 de Janeiro d 1892.
Apolices provinciaes valor de l.COO juros de
} /. a 1OW/000.
Lettras byppotuecarias do b neo Emissor va
cr de 100* juros de 5 /. a &U000.
Otorigacoes prefereociaes da companhia Agri-
wJaMercantil do vaUr de i0OC0Ojurosde6 /.
ao par.
Cambio sobre Londres a 90 d/v 12 1/8 d. por
J* do banco hoolem.
Na bol?a veoderara-se :
" Apolices Provinciaes de 1.00040)0.
385 Le'.iras byppotbecarias do banco Emissor.
100 Obrigaci-s Prefcrenclaes da companhia
Agrcola Mercantil.
O presidente,
Eduardo Dubeaux.
O secretario.
Augusto Pinto de Lemos.
Cambio
P&ACA DO RECIFE
Os bancos adoptaram a axa de 12 I i pela ma-
sa, saccando. porm, a axa mais favorave! se
Vrecesse diobeiro.
Em papel parlicular nao houve negocio.
PKA(,'A DO RIO DE JANEIRO
Sendo boje da feriado nao buuve movimento
ib eambiaes.
Banco da Bolsa
recife, 20 de Janeiro de 1892.
Traosacces effectuadas:
15 ObrigacOes Prefereo-
?s da Companhia Per-
can bacana de oavegacSo
a vapor do valor de iOJi
de juros de 6 % ao anno ao par
S Obngac.6es prefereo-
ciaes da Companhia de
naci e Tecidos de Per-
eamboco do valor de
100/000 de juros de 7 '/o
ie> anno 2164000
Collegio
Onze de agosto
As aul;.s des'.e estabeleciment come-
garlo a funecionar no dia 15 do corrente
sendo que a matrioula para os que pre-
tenderen] frequental-as estar t. berta des-
de o da 12.
20Rui do Hospicio20
As aulas deste etaceiecimento de iostruccao
primaria e secundaria para s s.'xo femioico
abrir se-hao no dia 11 de Jineiro de 189i.
Recene-se alumnas internas, eemi-interoas e
externas.
A directora,
Mara do Carmo Azevedo.
Dentaduras artificiaes
Sob preBsSo elstica, o pressSo pneu
satics Bystemas novissimos Ecste Estade
pelo cirurgi3o dentista Numa Pompilio,
i ra do BarSo da Victoria n. 54 1" as-
edadas S horas da manha as 4 da tarde
Instituto
Pernambu-
De um anno a tres 12 gottas; de tres a dez 20
gottas; de des ancos em uiante 30 gottas.
Os Srs. clnicos podem augmentar ou diminuir
at 60 gotta?-por dose.
fiedle :
Ccmpaniiia de Drogas e Productos Cbimicos.
Sanio Antoaio:
iNacioaal Pbarmacia, roa Larga do Hosarit
3. 35.
Pharmacia Orienta!, rna Estreita do Risaric
a. .
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do BarSo da
Victoria n. .
Pharmacia Maru, roa Duque d Caxias u.
iS.
Vendas em irrosso e a retalno.
DEPOSITO GERAL
Raa Estreita do Rosario n. 17
P.HV4wnrco
N. 148
CidadSo Manoel Cardoso Jnior.
E'com graode sititfjco que atiesto o valor e
a eicacia do seu prodigioso especiado coatra a
fewe, porquanto tendo apparecido meu filho
Manoel com febre de carcter mao, e nSo sendo
possivel ceder da Eua ioteosidade, resolv a con-
etlbo de um migo a applica.- o seu especiB.o, e
cem multo prazer meu vi desapparecer m Oous
d.as a febr?, reslabelecendo se em seguida o
meu estimado filho.
Pode Vm?. f convif r por sr a Vrrdaife Dura.
Recite, 15 de Maio fle 1889.
D.' Vmc. hitento, venerador e criado Fiara-!
co Marques Bjtelo.
N. 147
Ea, abaixD uaigsado, necociaate r.Vsta cida-
de, atiesto que teato d i dia 17 de Jnebo do cr-
rtnte anoo, meu irmao e caixeiro pparecido
Mn f^bre de 39 1/2 graos, ioimediatimeule re-
io-ri ao Ilm. Sr. M. Cardwo e felizmente oiw, o
seu prenaraoo Elixir Aoll-Feiml, l fm de
dous dias '.inba desopparecido a Eebre cora^l-:^
mente ; jrtacto Pao pes.-o utixar de M citar ac
mesmo b-. M. Cwdoso pela ftrlir descol ai
bem da t;umanid3ie.
Recife, 2i de Junho d- 1889.
AId- FeroHOdea de Asemejo.
Esta vi m selladas e recon&ecidat = ima?
Pharaacia Alfredo Ferreira, ra do
Baro da Victoria n. 14
Pbarmacia Virgilio Lopes, ra Larga
do Rosario n. 31.
%%?------------------------^*
^ Medico JC
P DR. TAVARES DE MELLO
forreado pela Facuidate do Rio de Jaeiro,
tendo-se dedicado com especialidade
tberapeutica moderna das molestias de
pelie e sypbilis, na polycnica geral, a
cargo do Dr. Silva Araajo, onde servio
como seu ajudante ; d cotifu.'-as de 12 s
3 boras no larg j do Corpo Santo n. 15 ou
andar, e recebe enarcados s qualaer tora
em sua residencia, ra S. Jos do afangoi*
fonbon. 4. *
J^ Telephone n. 573. fft
3^.-
-a&n
-
JY.
Lopes
MEDICO
P
essoa
Avisa pelo presente de q:ie madoa a
sua rasideocia para ra do Mrquez de
Hrvci n. 4. onde ser encontrado todos
os das das 7 s lJ 12 horas da manb e
das 5 horas da tarde em ataste.
Dr. Nunes Goimbra
ClnicaMedico Cirurgica
Especialidades : ebrea, partos, molea-
ciaa de senhoras e de leanyas.
Oe madoa a qaaleacr hora na sua re-
sidenciaCaminho Novo n. 163, junto a
sstsySo ; oa no seu consultorio, raa Mr-
quez de Ocda n. 5(J, >u ie d consultas
das 11 a i hcrs.
Telephone n. 387
(
Dr. Melo G raes
Medico oDeradorparteiro
57Ra do Barao da Victoria57
| (DEFKONTE DA ECA DE S. AMARO)
, Dde tem conituiiorlu e rei-
: Ufoca t podendo sr encontrado e
[ recebendo coamados q'J:::-(ae' hora
I do dia e da noite.
Etpecialidodet: partos Pebres, moles-
cano
63-RA DO HOSPICIO-63
niBECTOBEK
Bachareis Virginio Marques e Gentil-
ves Mello
As aulas des?e e3tabe!ecment da :ns
trucySo primaria e secundaria abriram se
no dia 7 do corrente.
- sss&es ESES
Carolos de mamona
Cota se a 1*900 por 13 kilos.
Coaros
Seceos salgados na base de 15 tilos a 650 ris
Verdes nominal 360 ris.
At lido corrente foram exportados 118:3 cou
rose 1.000 1/2 de sol."
da grande procur?
McI
Por pipa de 480 litros 60*000 ha falt3 no aer-
ado.
Aicool
Por pipa de 80 litros de 315'fCOO.
Foram exportadas at 19 do corrente 33" pi
Das.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 1100OO.
At 19 do corrente foram exprtalas 9i: pi-
jas.
Caroeos de algodo
Cota-se a 600 reis por 15 titos.
Foram exportados at 19 ala ccrren'.e IoC.OOj
tilos.
"ABELLA DAS ESTRADAS DE ASSDCAB E AL-
GODO
Mea de Janeiro
consultorio Medico Oculista
O Dr. Berardo commuuici aos seus
clientes, que mudou o tea consultorio do
predio n. 26 da ra do Bom Jess para o
de n. 9 da mesma ra onde continua a dar
consultas de 1 hora as 3 da tarde.
ResidenciaMagdalena.
Telephone n. 366.
Entradas
Offereceram
110 Lettras byppotbecarias
do banco de Crdito
leal
Vender Comprar
104*000 103*030
Cotaccs de gneros
ASSDCAB
Para o agHruUor
franco por 15 kilos. 4Ji00 a
Sonenos dem dem. 3*400 a
Mascavado dem dem 3*000 a
Broto secco ao sol dem dem 2*800 a
letame dem dem .... 2*400 a
Sainas idem dem..... 1*600 a
Mercado muilo animado.
4*800
3*6(0
3*100
30i)U
2*600
4*003
A exportacSo at 19 do corrente consta de..
3184 saceos e 6236 barricas de assucar oraaco,
aesando 4 061.051 tilos e 2i8.664 saceos e barr-
cas deassu'ar ma3cavadu pesando 13.573.461 ti-
jas.
Algodo
Cota-se nominal a 10*300.
At! 9 do corrate foram exportada S194 laeeM
2C34 lardes :e algodo pesando 1.132.975 tilos.
Borracha
eta-se nominal a 23*000 por 15 kilos.
iarcacis .....
'apores......
\nimacs.....
strada de Ferro Centra!.
Iem de S. Francisco .
Ilem do Lmoeiro. .
Somma
Das
1 a 18
a
a
a
;i
I
20
!0
20
Ifl
18
Assu-
car
Seceos
96738
78i
9767
66439
2SI97
206933
AUe-
dao
SaAcas
628
455
2036
02
:?88
289
)998
Mercadorias 6 volumes a J. A. V.
Russel.
Pregos 21 barricis a Albino Silva e
comp.
Pomada 21 cunhetes a Quedes de Arau-
jo e Filaos.
Vinho 4 pipas e 12 barricas e ordem,
s e 25 a Pinto Ferreira e somp. lela
Manoel Cruz e comp, 50 i-aixas a Figuei-
redo Costa e comp.
Vimes 20 volumes a Pinto Ferreira e
comp.
Carga de Lisboa
Azeite 40 caixas a Companhia de Es-
tiva.
Ceblas 25 caixas a Quintarles
lente, 10 a Jos Joaquim Alves e
100 a Companhia de Estiva, 15
mingos Ferreira da Silva e comp.
Conservas 2 caixas a Domingos da Sil-
va e comp.
Cal 100 barricas a Companhia de Es-
tiva, 100 a QuimarSes e Valen te.
Fractas 10 caixas a Domingos Ferreira
da Silva e comp. -
Vinho 12 pipas e 15 barra a Victorino
Silva e comp, 16 e 20 a A. Maia da
Silva, 20 e 40 a Companhia de Estiva.
A/s victimas das febres
O elixir antifebril Cardoao. appro
'ajo em 2< de Margo deste anno pela ia3ecto
ia geral da junta de hygior.edo Rio de Janeiro,
reai boje apresentar-se a bumanidaae "ollredo
a do mundo iueiro, como taboa de salvajio qut
o infeliz naufrago he enviada por mo craai-
aoteate.
O elixir anli-fefrrU Cardoao, appltca-
lo em muitissimos casos de (cores, tem como
)or milagre, levantado do leito da dor a comple
:o3 moribundos.
Este remedio, composto smente de vegetaes
nteiramente tnoffeneivo, anda mesmo na maif
nimosa e tenra crianca.
As senboras, no estado de pandas, ou do pe-
*iodo de ir.i.Quiiocios uaiuraes, podem usar sea
eeioelciim.
Este elixir js bem conhfcido de alpuns Srs
mdicos de tono o paiz. o Dais seguro e prom
oto remedio centra as ebres, e com especialida-
de conUa a febre amarella, erysipelta e bexigus
le qualquer quahdade.
Hodo de usar
A's enancas at um anno 8 gottas de 2 em 5
acras em urna coiher das de sopa cheia d'agua
'na.
e Va
comp,
a Do-
Importaco
Vapor nacional Jacuhype eatrado dos
portes do sul em 18 do corrente e con-
signado a Companhia Pernambucana.
Couros 206 caixis a Vctor Neeaen.
Cordas 4 caixas aos meamos.
Mercaderas 3 caixas a Maia e comp
Pelles 20 atados a Keen Silter e coup.
Tamancos 3 fardos & ordem.
Vapor francez Matapan entrado dos
portos da Europa em 20 do corrente e
consignado a H. Burle e comp.
Carga do Porto
Albos 40 cahastras a Quedes de Aiau
jo e Filhos, 56 a Companhia de Es;iva
40 a Costa Lemos e comp.
Ceblas 6 caixas a companhia de Esti-
va.
Carne em conserva 1 barrica a Pinto
Ferreira e comp.
Fr -ctab 1 caixa a Manoel C-uz e cemp
Ferragens 1 cxa a Pinto Ferreira e
comp, 6 a Albino Silva e comp.
Joias 1 caixa a J. Krauze e comp.
Palitos 2 caixas a Costa Lima e cocip.
Madeira 1 volume a Pinto Ferreir e
comp.
para
kilos
para
Exnortacao
BBCin. 19 Da JANEIRO Da l'. 2
tara o exterior
Nj vapor americano Vig'.laacia, para New
Yoik. carresou :
Rosbacb ro'.her?, 22 fardoj com peiles d.
cabra, oo valor de 8:399*850.
No lugar americano Jos Olacen,
New Yurk, curregr ram :
Cosa t Rocha, 84o saceos com 63,373
de as-ucar masca vado.
Para o tnttrio'
No vapor nacional Mar juez de Caxias,
Baha, carrecaram :
C. L. Gjct- 4 Ferreira, 130 barricas com....
16,330 tilos de assucar branco e 100 ditas cum
11,200 Jitcs U dito mascavado.
Para Penedo, carreearaio :
M. Mai; tt-C-, 2 barricas com t'l kilos de
sebo.
M. A. de Sena & C, 6 barricas ^com 360 kilO
de assucar refinado
No vapor americano Fm:nce, para Rij de
Janeiro, carregaram :
M. Borges 4 C 50 barricas com 3,300 kilos de
cal preta.
Nj vapor nacional Ohnfa, para Rio de Je-
neiro, carregaram :
M. Pinto & C, 5,000 cocos, f'ucta.
No vaaor naciojal ilio Formosj, pira Rio
G'ande do Sul, carrecaram :
E. C. Beltrao & Irmo, SO saceos com 1 200
kilos de sementes de carnaja.
Para Porto-Alegre carrecaram :
F. L?mos & C. 20 caixas com 40 latas de oleo
de mamona no valor de 400*.
Na barcada Correio de Alacio, para Maco,
carregaram :
E. C. Beltrao & Irmao, 2 barricas com 205 kilos
de assucar branco.
Na barcaga .tm.'ia Alagvana, para Villa da
Penha, carregaram :
A. D. Sim6;s C 1 brril com 90 litros de
vinagre e 2 garrames com 32 ditos de geaebra.
Paata da Alfandeca
I1X1T Di 18 & 23 DE JANEIRO DI 182
Alcool (Utro ...... ili
ilgodaa em ratra (kilo) .... 613
irrc cora casca si.o) 60
Assucar retinado (ai o) 380
ssucar branco (kiU, .... 27
4ssucar mascavado 'Rijo) ... 97
Bagas do mamonas (Kilo) ... 126
Borradla de lene man gab. (kilo) o
Cachara...... 222
Couros seceos eraicBadM (kilo) t'54
Couros seceos salgados (kilo) 594
Couros verdes (kilo)..... 32)
Courinbos (um)....... U87o
Larocos de algodo (kilo) ... 32
Carrapateira (kilo)..... 133
Cacao (kilo)....... 400
Cel bom (kilo) lo 0
Ca restollio (kilo) ..... 800
Caf moido (kilo)...... IJ2GT)
Carnaba (kilo'...... S66
Cera vegetal {kilo)...... 5d6
Canna (litro)....... 220
Cal (litro)........ 10
Carvo de Cardia' (toa.) .... 30000
famiba de mandioca (lito) r 60
Genebra (litro)...... 444
Graxa (seno)....... 483
laborandy (em foiia! kilo ... 200
Leite de mangabeira (kilo) 1/466
el Oitro)........ 131
Uno (kilo......v 70
Pnospnato oeca! da lia l'.a.a (tone-
lada) ......... UufiO
Pelie de cabra (cento)..... 187*000
Pelle de carneiro (cento) .... 145*000
Sement de carnauba (arroba) 53
sola (meio)....... 3/850
Sement de carrapateira (kilo) 126
Sebo.......... 633
Tatajuba (kilo)...... 40
Taboas de atnareiio em pran^Gei
(dpiia)........ I00J
8fad!2Eos vnbileoa
sur d .'anei30 na 1812
Dr. Bastos de Oliveira
Sledico operador e parteir^
Tem o seu consultorio ra do Marque
de Ohnda n. 1, 1. andar, onde pode eei
crocurado todos es dias uteis de 1 As 3
horas da tarde.
Chamados qualquer hora, ra de
Dr. Joaquim Nabico n. 2 A. Cepnega.
Telephone n. 365.
Denlos
Termina a horivel dor de dentes usan-
do o expeliente preparado deMacoel Car-
doco Jnior.
As cartas que Ihj tem sido dirigidas
pelos jornaes de maor circulajao, attea
tam a e9cacia.
rcec
tos ca uretra.
Acode de prompto a chamados ara
frav a qualquer distancia.
Tetepbone n. 193
Dr. Silva Lea]
Medico C'CcnElsta
Recer.tcrnent chegado da Eur.-pa e
2om pratica nos principaes hospitaes 8 di-
oicas de molestias re oaos dePeris. d con-
sultas todos os dias uteis cas 21 s 3 ho-
ras da tarde em een eensoltorio, raa
Djque de Csxias n- 73 Io andar, entrada
pela Praca de 17, n. 73, (anigo Lcrgo do
ollegio).
Residencia s. ra Baro de S, Ecrja n.
16. Telephone n. 507.
Chamados por eserpo, em seu consul-
e na pharmacia I<.rtinm
no, residenc
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil
va & J., ra do Mrquez de Olicda
n. 23.
Phrmscia Martirs, ra Duque de Ca
sias n. 88.
Pharmacia Orient.l, a ra Estreita de
Rosario n. 3.
Bovlmcnfo do porto
Navios entrados no dia 20
Hamburgo escala19 dias, vapor aUemSo
tPemambuco de 1335 toneladas, om
mandante L. Scharf, equipagem 88, '
earga varios gneros a Borstelmann
& C.
Babia13 dias, lugar
Thompson de 500
pit3o D. S. Dohy,
carga c albinismos a A. B Dallas.
\acios tahidos no mesmo dia
Terra NovaLugar inglez tMagge ca
pito J. H. Percy, em lastro.
Bahia e escalaVapor nacional Mr-
quez de Caxias, commandante Fran-
cisco B. de Freitas, carga vare g:-
neros.
Oculista
io, oculista, II
Dr. Barreto Sampaio,
cs-chefe de clnica do Dr. ce
Wccker, de volta de sua via-
gem Europa, d ccnsultis de
1 s 4 horas da tarde, no le
andar da casa
a. oa a roa
do
inglez cMaggle
toneladas, ca-
equipagem 10,
Barao da Victoria, excepto nos
domingos e dias eantic.do3.
Telephone 2S5.
Residencia ra Sete e Soten!
bro n. 34. Entrada p-., roa da
Saudade n. 26.
Telephone 287.
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteiro trata cem espeeiat
l.-.ce de molestias de senboras e cranos
Consultorio e residencia rna da impe
atriz n. 18, Io andar.
Consultas de 8 s 10 da manh3.
Chamados (por escripto) qualquer hora.
TKLKPEOKK N. 226
EDITAES
k rendo Hnnlelpal ds *. #ot
O ni-27.ment deste mercado no dia 19 dt
Jineiro foi o seguinte : ftntraram :
40 bota pesando 5 596 kilo?.
561 kilos de peixe a 20 ris 11*220
4 cargas com farin'.ia a 200 rs. 800
9 oitas de fructas diversas a 300 r3. 2;f 70)
5 cargas com galinhas a 600 rg. 30C0
cassus com galinbas a 4(0 rs. i
31 columnas a 600 rs. 18o00
7 suioos a 200 rs. 4J4U0
3i taboleiros a 200 rs. 6/800
5i compartimentos com farnha a500 2700()
K^ida gera!
Oo ta J a 19-
lern it 20
ifatiiega
331 301*159
28:348*272
Renda c!o Estada
Do da 2 a 19
dem de 20
53:965*578
5.71691o
359:849*431
61:682*493
34 ditos de comidas a 500 rs.
89 dito Ue legumes e fazendas a
400 rs.
15 ditos de suno3 a 700 rs.
7 itos de fressaras a 600 rs.
4 ditos de camarea a 200 ra.
43 talbos a ti
nendimentcs de i a 18
17*1(0
35*600
10*500
4*21)0
86*000
2)*620
4-53*420
4 379/OiO
Pelo presente edital por mim es-
cripto e assignado, faco publico, que per
despacho do Sr. Dr. juiz de direito e do
commercio desta comarca na petijSo do
fallido Jiao Francisco do Carmo reqce-
rendo nova convocacSo de seus credores,
afim de apresentar proposta de concordata
em sua fallencia requerida por Msrtics
Rodrigues & C, foi pelo mesmo Sr. Dr.
jais de direito designado o dia 22 do cor*
rente mez, para areuniio requerida, nesta
cidade.
Dado e passado nesta cidade de Na:a
reth aos 15 de Janeiro de 1892.
Ea Orlando Miquiiino de Almeida, es*
cnvSo scrivi.
Estava seil do por ama estamplha do
valor de 00 reis, legalmene inutilisada
compar-
Somau :oui
421:331*92.
Segunda secjao da Aifandea de Pernambucc-
20 de Janeiro de 1832.
O the30ureiro,
Florencio Domiugues,
O ebefe da eecco,
Feliciio. Placido Pcntual.
leeebedorla do Estado do
Peraaabaeo
Do dia 2 a 18
dem de 19
114:119*667
1:931*826
116:051*793
Do dia 2 ;a 18
dem t 19
ReeJJc Aralaaftf
7.014*3 7
228*253
Pregos do dia :
Carne verde de 283 u 6iC rea c kilo.
Sainos de 643 a 800 ris ideici
Carneiro de40 a 800 ris dem*
Farnha ie 320 a 400 ris a cuia.
Uiiode 300 a 320 ris dem.
FeiiSo de l* a 1*200 dem
Vapore a entrar
M3Z DK JASKIKO
Norte ....... Finance........... 21
Europa...... Matapan.......... 21
Sul.......... Viguancta......... 23
Sul.......... Montevideo........ 23
Sul.......... Galicia............ 23
Sul......... P. do Groe Para... 23
Sul......... Espirito Santo..... 2i
Norte........ Pemambuco
Norte....... S. Francisco.
Europa....... Magdalena
Norte
sul..
Sul..
26
29
J8
Goyania.......... 29
Clyde............. 30
laboato.......... 30
Tapore a aahir
MEZ DE JASEIRO
Sul.........Malipan.......... 21 as
Sul......... laboato.......... 21 as
Enropa...... Paraense.......... 21 as
Sul......... Rio Formoso....... 22 as
Fernando.... Jacuhype.......... 21 as
Europa......Montevideo........ 24 as
Norte.....,. Braz.............. 24 as
, 23 as
Norte.......Espirito Santo
- Sul......... Pemambuco....... 27 as
7:242*580 Sul.........Magdalena........ 28 fs
-Europa...... Cfyd>............. 30 as
4 b.
4 b.
10 h.
5h.
3 b.
o h.
o h.
5 u.
5 h.
2 h.
2 b.
Airendamento de
timentos do mercado de
S. Jos.
EDITAL
O Conselho da Intendenjia Municipal
do Recife faz publico que, no dia 30 do
corrente ao meio dia, r.o mercado de S.
Jos e com assistencia do Sr. presidente
e dos commisaarios de polica e mercados,
ir em praca por pregao, o arrendamento
por um anno dos compartimentos destina*
dos carne e a outros misteres ahi exis-
tentes, mediante nanea doea, pagamento
adiantado por semestre, e obrigajSo de
entregar o compartimento pintado como o
receber, nao podendo um s locador ar-
rendar mais de 7 compartimentos para o
mesmo fim, segando o art. 12 do res-
pectivo regulamento.
Pao da Intendencia do Recife, 13 de
Janeiro de 1892.
Dr. Manoel Pinto Dmaso, presidente.
Francisco Faustino de Brittw.
Joao Walfredo de Medjiros.
Albino Jos da Silva.
Dr. Augusto da Costa Gomes.
Francisco Gurgel do Amaral.
Antonio Machado Gomes da Silva.
Jos Xavier O*rneiro de B. (Jaaipallo.
Dr. Jo2o Carlos Baltht O secretario,
Joaquim Jjs Ferreira daRccha.


"
y

i
T

-A-
L-


Diario de Pernambuco Quinta-feira 21 de Janeiro de 1892

-


*
*

Remojo de vaccarias c est-
bulos
EDITAL
O Conselho d* Intendencia Munic'pal
do Recife las publico que no praso de
tr.nta diae, contados desta data, aob pena
de SOO^tUO rs. de malta, dever 3er cum
prido o art. 16 da postura de 14 de Nc-
vembro de 19S0, que determiua o s.-
guinte :
O estabulos de cois de carro a notada-
mente os de vaccas leiteiras nao serao
consentidos na cidade, eenao em terrenos
spanosos, arborisadoa, em Santo Amaro,
rua do Principe, estrada de Joao da Bar
ros, Fernandes Vieira, Alto do Camiabo
Novo, angiiinho, Biixa Verde, Barrei-
ras, e na rua dj Imperial, alm do Vi-
veiro do Muniz; devendo os estbalos
eer lageados com estrados de aivenaria
coberto do asphalto, havendo escoadouros
de conformidaae com as postares existen-
tes e deposites para estreo. N'eates ter-
renos apenas haver, alm dos estabnlos,
urna casa destinada a habitadlo o dono
ou encarreado do servico.
Paco da Intendencia Municipal do Re
cifa, 14 de Janeiro de 1892.
Dr. Manoel Pinto Dmaso.
Presidente
Francisco Faustino de Britto-
JoSo Wahredo de Medeiros.
Albino Jos da Silva.
Dr. Augusto da Costa Gomes.
JoSo Xavier Carneiri de Burros CV.-spello.
Dr. Joo Carlos da Balthazar da Siiveira.
Aatonio Machado Gomes da Silva.
Francicj Gurge! do Amaral.
O secretario.
Joaquim Jos Ferreira da Hecha.
BECLRACOES
A agencia da Companhia da Seguros An-
sa ii i de Himbargo n.'aia c:da que ten 1o sessado euss oparacO^s de seuro3
desde odia 1- de Jr.eiro de 1891. e tesdo-se
nadado DO da 31 de D zembro do ce-mo aBno
o praso dj ultimo contrato, fem que bouvesse
r.err tilica re.-lanaco, pelo presente declara que
desta data eia diaote tica completamente extins-
a a referida agencia
Recife. 1- de Janeiro de 189?.____________
De trdem do Min. Sr. Ur. Inspector ote
rio desta t;,eiour<, e em virtude de re?olucSo
da Exma. Ju: '.x Governativa do Estado, de 7 rio
corrate, o de novo levadas praja no lia 21
deste arz e pe-ante a junta da f izemia, reunida
em Bessae as arrematacs do pedagio das Dar-
reirs olra mcncifiotdis, servlndo de base para
cad tma o valor atiaixo uieocioaao, ja feto o
tinte de 10 0/0 sobre o da piimeira praga, m-
ximo do determinado em dita resoluco :
Taracea IroOO
Hulees 1:O9600
l.-enos l:"4iti00
S. Jo 1:711*70(1
Ooufseiro no Eor.ito 4505000
MogialtQj
T.lilDO
Gymnasio Pernambucano em .'i
de Janeiro de 1892
Pela secretaria do Gymnasii de Per-
nambucano, e de ordem do R"dm. cida-
dSo regedor, se declara tos paes familias,
e a quem mais interecsar pos ta, que a
abertura solemne do carso scientifiao e
htterario ter lugar no da 3 de Fevereiro
prximo viodojro, e desde ji se acba
aberta a icssripcSo da matricula pira
aquelles que prctenderem estur.ar as se
guintes disciplines :
Lingua nacional.
Dita latina.
Dita francesa.
Dita inglesa.
Dita italiana.
Geographia antiga e moderes.
Historia sagrada aatiga e moceros.
Geometra e trigonometra.
Arithtxetica e algebra.
Philosophia.
Physica e Chimica.
Historia do Brasil.
Sciencias naturaes.
Esirip'ur^ao mercantil.
O corpo docente do instituto 3 compos-
to de 17 professores, occupanilc-3e cada
um deiles tmente com a materia ensina-
nada em sua respectiva cadeira.
Serao admittidos no Gymnasio alumnos
internes, me;o pensionistas e externos.
Os pensionistas residirSo no instituto,
tendo direito de estudar a seria de disci-
plinas de que se campo) o estadio scienti-
co e litteraro do Gymnasio, de confor
midade com o programma eBt ibelecido ;
a ser a mentad' s sadia e abundantemente
e tratados em suas pequeas anfermida-
dade3. O instituto ornecer ;nda me-
dico, meiieameat-s, cama mesa, edeira,
los, corte de cabello, guardana 00, lavato
rio, banbo, msica e de3nhc.
Os mcio pensionistas se srresentarao
no estabelecimento nos dias lectivos, s
horas em que as aulas se abrirem, e
desde entao at serem encerradas tarde ;
sao equiparados aos pensionistas, quanto
acs estados alimenta;ao e recreio.
Os alumnos externos s teem direito s
lices c explic8$3e8 dos respectivos pro
iei>8ores.
A pensao annual de 300;>0<)0 que pa
gm os alumnos internos do Gymnasio, se
cobrar pelo anno lectivo somente, divi-
dida em prestagSes de 10CS003 cada urna ;
comejando a primeira em Fevereiro, a
seguada em Maio e a terceira :m Agosto
e terriiinar no fim de Novembro.
Para es alumnos de instruccao prima-
ria que devr>m se ach -;r uo estabelecimanto
no dia 1G de Janeiro a primeira presta-
do ecr ante:ipada sem augmento de p?^-
Poutedcs Carvaihos 2s6*OO
Tacarnaa 1291*500
Tanquirtio l:S00C00
O- ser.nores concurrec:'-s -e deverSa bibilitar
na [.'asa do re^ulamen'o em v;gor p?ran;e a
ic>::a jaa'a.
Secreiaria do T5;ouro do E*Udo ie Pcraim-
bu:o, l de hia\T0 de 1692
Serviado de secretario,
J. A. da Silva Guimares.
A pcnsSo ancual dos meio3 pensionistas
2:693 s^r de 18O0OO em tres pristacies ae
?45?O0 60(5000 cada urna effectuada a cobrau^a
Por esta sublelegacia se fa* r-ubliro que
foram appre.tieadidos no? dia3 4 e 5 do ro-reme,
urna burra de cor cachito e u 1 a poldra pedrez,
assim como um cavallo de c.- caraSo vermelho,
q-je foi apprebenlido em Ontubro do anao pro-
xirr.o pasudo pelo ex-EUbdele2ad ) S.lverio Jo5o
Kepomuceao Bastes, cujos animaes acharase em
(lepoio : quem for s:usdoaos comparecam no
praso de 30 d;as, rindo 03 qnae3 serao arrema-
tado?, caso nao sejiu procurados, para paga-
meo o de '.rato e cartono.
Peres, 13 deianro d- 1892.
O pubaelegado,
Jos Joequim Menezes Sonrinbo.
A Junta Municipal Governativa da ci-
ca::-' de Dunda em seu termo etc.
Faz constar que dispondo o art. 92 da
C :.-.s:it :vao Poltica desta Estado que
eerao eieitor.s do Conselho Municipal,
alm dos cidadaos alistados como eleitorea
polticos os estraogeiros que tiverem do
micio no muniepio desde pelo manos tres
aerros e contribuirem com as taxas muni-
cipaes, sao pelo presente convidados os
que, so acbando neste caso e quiserem
usar de seu direito a requere-era ttulos
dentro de Vinta dias contados da presente
data, declarando na petigao seu domicilio
e trazendo provado o tempo de residencia
00 municipio segundo artigo supra.
Sala das seseoas da Junta Municipal
Governativa de Olinda, 13 de Janeiro de
1892. Eu JoB Marcolino da Fonseca
Manguinbo, secretario o escrev.
J. Ferreira de Almeida Guimar?es.
Valdevino Demetrio da R. Wanderley.
Jos Figueira de Farias.
Theodoro Herminio dos Santos Costa.
Companhia
Fabrica de Yiiiros de Pemsin-
buco
Auembla geral
Em ob-ervancia ao art. i 7 dos estatut03, con
vido eos sechores accionistas a reuo'rem se em
ssembla geral ordinaria no dia 27 do correte,
as 11 oras da maoba, no escriptono da cempa-
ubia, a rua da Aurcra o. 187.
Antonio Mnervino de Moura Soares,
Director secretario.
Hospital i'edro II
Aula de obstetricia
O Dr. director do aervjo sanitario da
Santa Casa participa, a quem interessar
que a matricula para o curso de Obstetri-
cia abre se no dia 3 de Fevereiro.
Sao condicSes para a matricula :
1.* Ser maior de 13 snaes e meaor
de 40.
2." Saber 1er e escrever, ter oco; do
iystema mtrico decimal e as qnatro con-
tas funcamentaes da aritbmeica.
3. Ter boa conducta civil e moral e
nao sefrer de molestias contagiosas.
Pora mais informales podem dirigir se
a este Hospital eos dias uteis da 8 aa 11
boras da macha
Hoapital Pedro II, 18 de Janeiro de
1892.
Dr. Ignacio Alcibiadea Velloso..
Director do servico sanitario.
N> secretarla da ama Casa de
rleordlaalntam ae o a^Kulnir*
predio*1
Rua do Sncanlamenfo loja n. ii 30*000
Rea do Amorim, armazetn c. 26 10000
llem idem n. 64 :njO0O
Roa do Burgos n. 19 124C00
do rcesmo modo que para o internes.
Os alumnos internos de qualquer ca'he
goria, pagarlo na entrado e 301 urna s
ves, urna joia de 205000; dous irmios
300000, sendo 15)5000 por cada um e n?.o
haver mais a^guiPtito de joia c.r'Bendo o
numero destea.
O instituto ecca?rear-3e-ba da Uva
gem da roupa dos alumnos icemos que
n.lo tiverem quem os faj por lora, e isto
mediante 15O0O em cada prestayao.
Este pagamento se far de moco idntico
10 da pensao e conjunctamente com elle,
dando direito aos concertos das pejia ar-
rufadas do enxoval.
As despezas com livroB e mais objec
tos indispensaveis para a esiriptura$3o,
correm por conta dos alumnos internos :
devendo seus paes ou quem o represen
tar deixar quantia Bufficiente para este
fornecimento.
Os externoB e tem direito is licSes e
explicacSes das materias en>inadas no
curso, quaes quer que ellas sejam, pa
gando apenas no acto da matricula a taxa
igual a que pagano os alumnos no Colle-
gio das Artes.
Ha tambera urna cadeira de instruccao
primaria para os alumnos internos e meio
pensionistas, em a qual se ensina segundo
o programma das escolas publicas, nos
termos do regiment interno.
O secretario.
Celso Tertuliano F. Quintella.
Qualificacao de estrangeiro
O presidente da Intendencia Municipal
do Recife faz publico que, dispondo o ar
tiga 92 da Constituijao Poltica deate Es-
tado que sarao eleitores do conselho mu-
nicipal, alm dos cidedSos alistados como
eleitores politicos, os estrange:ros que ti-
verem domicilio no municipio, desde pelo
menos tres annos e contribuirem com as
exsb muncipaes, sSo pelo presente convi-
dad -a os que, se achando n'este caso qui-
serem U3ar de seu direito, sem perda de
sua nacionalidade, a requerorem titulo
dentro de trinta dias, contados da presen-
te datad aclarando ca petigao seu nome,
riagSo, idade, estado e domicilio, e tra-
zendo provado o tempo de residencia no
municipio, segundo o artigo se ora.
Pa5o da Intendencia Municipal do Re-
cife, 11 de Janeiro de 1892.
Dr. Manoel Pinto Damcao.
Presidente
Joaquim Jos Ferreira da RocAa.
Thesouraria de Fazenda
De ordem do Sr. Dr. inspector e em
vista de telegramma ao inspector da cai-
xa de amortiBagao, de honterr, fajo pu-
blico que conforme a delibera ;3o tomada
pela respectiva junta administrativa, far-
sa ha nesta Thesourr.ria a substituido das
netas do governe de cera e quinhentos
mil reis, da quinta estimpa, at 31 de
Marca de 1892.
Em 15 de Dezembro de 1891,
O secretario,
J. Gomes da Silva.
Empreza
m
Costa & C.
GJilS GOMPilIA SQM ItiLMA
DE
0PER4S CMICAS & OPERETAS
dirigida pelos artistas
ZCCH1 e TTONELLO
HSTREA BREVEMENTE ESTREA
com a preciosa oppereta em 3 actos do maestro StJVPE
BOGGJK.GXO
Protojonista a EMINENTE artista
nnita Paran Semino
Pre90s
Caarotei de l.1 e 2.* ordem..... 20:000
145000
12^000
65000
CadeiraB de l.1 clasae....... 4S000
3JO00
2.S0C0
15O0O
Fica aberU 1 aasisnatura da 10 recitas com aba'.in ento do 10 r0 na livraria
Tara a Ilha de S. Mi-
guel
A escuna portugujia Fetieeira, eperada da
Figueira uestes pouoos uias, seguir para o por-
to >cima depois da demora indiapensavel. Para
o resto da carca, (rata-se com An ouio Mara da
Silva, rua daGooipaibia Pernambucaua nmeros
8 e 10.
cqvtsa r::-3
Northera
de Londres e Aberdcen
'osidO oaoceira
Capital subscripto 3.780,000
Fundos accumulados 3.000,000
*ceta aannsl :
De premios contra fogo 626,000
De premios sobre vidas 208,000
De uros 155,000
Boxwcll Williams & C.
DI
Companhia Xorlh Brliish k
mercantil e loiarance
ital snbcripto *3 000 0f0 f (H
Ca dosacccmuado3 9.732,443 18 5
Fnn ......i.
BECEITA A! KUAL
CONTEMPORNEA.
NOTANaosarepetem pe^as aos eenhores assignantcs.
A emoreza tendo rosolvido dar os dois primeiros espectculos extraordinarios
avisa aos sanhores assignantes que terai a preferencia em estes do3 espectculos e
demais extraordinarios que se darao a auas localid'.d'a que assigcarSo.
QA
premios cooira
D fjpo.......
premios sobre
Devisas......
1.195,818 6 10
992.379 6 1
2 488,197 12- 11'
N. B.A repartilo de fundos accumula-
dos sobre segures contra fogo, nao se ree-
ponsabilisa pelas transaccoes fe:ia3 pela a
de seguro sobre vidas.
Agente em Pernambuco,
N. J Lidstene.
N 10 ruado Commerco.
Capital Reis L500:000^000
Dividido em 15,000 accoes de 100:000 caJa urna
RUA DO V&RO N- 2
(Esquina do largo do Corpo Santo)
Edificio da Junta Commercial
Hora 4a Bolsa
DE 1 A 2 DA TARDE
Compra e vende ttulos com cota$2o.
Liquida operares por conta de terceiro ou a prazo-
Faculta capitaes para comp_a e venda a dinheiro ou a prazo de quaesquer
i:ul'-S colados na Buisa.
Ivtegralisa coevisdo capitaes de Banco3 e companbias leconhecida uilidade.
Fsz transferencia do operacSes realisadas ca Bolsa a praso.
Auxilia liquidarlo de report e Delcredere.
Reslisa operares bancarias relativas a sua natureza.
Encarreg-Be de incorporajSeB de Emprezss.
Levanta-so aprestimos.
Compra e vende metaea.
Encarrega-se da compra e veed-. d assuc&r, algodao; etc. etc.
20 de Marco de 1891.
O director gerente,
P. J. Pinto.

THE IMPERIAL 1NSURNNCE COMI'ANY LIMITED
DE LQKDRXS
Estabelecido 1803
CAPITAL 1,900,000
(Hs. l.OC0:0O000O)
SEGURA EDIFICIOS E S5EHCADORIAS
Contra o fogo
TAXAS BAIXAS
Fromplo pasamento d> prejuizofl
SEM DESCONT
AGESTES
BROWNS & C.
Companhia de Tecidos
Pauli?ta
Sagundo disp5e o art. 16 do decreto de
17 de Janeiro da 1890 da lei o regula-
mento dos bancos e sociedades anonymas,
acbam-se no esenptorio provisorio a rua
do Bom Jess, n. 1, paviraento terreo,
copia do balance, relaelto nominal dos Sr.
cc^ionittss, durante o anuo fiado.
Recife, 19 de Janeiro de 1592.
J. A. Saraiva Jnior.
Director secretario.
Escola Normal do
Recife
De ordem do Sr. Dr. director desta
escola scientifico a quem interessar que de
15 do corrente at de Fevereiro prxi-
mo, estarao abertss as matriculas as
aulsa dos tres anees do curso ; e que de
accordo com o art. 26 do Rigulamento
de 27 de Dezembro de 1887 s serao
ellas facultadas aos individuos que prova-
rem:
Para a do Io anno :
I. Idade maior de 18 annos, sj forem
do sexo masculino e de 16 sendo do sexo
feminino;
II. Isenco de culpa que motive a per
da da cadeira de professor publico;
III. Ser de bons costumes;
IV. Nao soffrer molestias contagiosas,
nem ter defeitos physicos que os privem
de bem excrcer o magisterio ;
V. Habilitaco as materias professa-
des nos tres graos do eneino primario oa
nos do exame que tiver feito na escola ;
VI Vaccina recente ou re vaccinacSo.
Para a do 2. e 3. anee :
Approvago cm todas as materias ensa-
cadas no anno anterior.
Outro sim, fajo publico que o mesmo
Sr. Dr. director tem designado odia 26 do
corrente, s 10 horas da manhS, para ter
cometo o exame de habilitaclo de que
trata o art. 27 do regulamento vigente,
Sscretaria da Escola Normai do Recife.
7 de Janeiro de 189.
O secretario. F. Fragoso.
Alfandegade Per-
nambuco
O inspector, segundo disr.e o ar!. 9' do de-
creto n. &"j(i ce li de J.il:iu de 16S7, previat
aos internados qje esta repartilo. a; o Bic
do correte mes, far a cobrance a Pocca do
cofre, do imposio djs fores vcocido.
Burau le Souza Leo.
Banco de Perna nbuco
De a:co:do <-om o art. 16 Janeiro da 1890, participamos aos Srs. accioois
las que ,;e actiam na sede defte Banco, sua
fli?po.-icao. 03 seguiates documentos para sereoo
ex minados :
1- rpia dus balao^os.
2- RlJto n imuial dos accionis'a?.
3- L's'.a das transferencia da aceces doran'.e
o anno.
Recife, 18 de Janeiro de 1892.
Jop Adolpho Rodripues Lima, director scc-e-
Club Internacional do
Recife
Sao c nvidados os Srs.
socios e suas Exnias. fami-
lias para a reuniao daisan-
te que deve ter lugar sab-
bado 23 do corrente, na
sede do Club.
Recife, SO de Janeiro de
1892.
O director de rnez,
Antonio Luiz dos Santos.
Companhia Recifense
de Panificacjio
Esta empreza, tendo rebebido Darte de seos
apparelbos que crincipiarao brevemente a fnne-
conar, e feito acquisicao de 16 padarias toma-se
lusuflicieote s suas operncSes o capital realifa-
do, como fer detalbadamente demonstrado no
proxico re torio, por sd, sSo convidados os
Srs. acciOQs'as a entrar mais com 10 > soo.-e o
valor de suas accOes no prsio de 30 dias da pre-
sente daa. e ooiros 10"|0 30 dias depois.
Recife, 31 de Dezembro de 1391.
O 6ecreiario,
Joaquim M. G, Rosas.
Proposta
A Companhia Pernambucaua de Xavegaco
chama concurrentes ao servico da remoco do
casco do vapor Conde d'Eu, na praia de Santa
Rita.
Os proponentes devero apresentar suas pro-
poetas em carta fechada, no escriptorio da com-
panhia, at o dia 23 ao correte, 1 hora da
arde.
Recife, 13 de Janeiro de 1892.
AntoQio Uiysses de Carvalbo,
Gerente ___
C ompanhia
DE
Tecidos Paulista
Os senhores accionistas sao convidados a rea-
lizar a terceira entrada do capital a razo de 20
0/0 at o da 8 ue Fevereiro prximo futuro das
tt curas do da s 2 da tarde, a raa do Bom Je-
sd o. I. pavimento terreo
Re.ife, 7 ae Janeiro de 1692.
J. A. Saraiva Jnior,
Director secretario.
Banco popular
Assembla geral
Em cbservaDcia ao art 25 dos estatutos, con-
v.uo ao- senhores ccioutstas a reuoi'em-se em
assembla K.eral ordinaria no di.i 28 do correte,
is 11 oras damanb, na AssociacSo Ccmmer-
cial Benelicent*. afim de tomarem conbecimento
do relatono. parecer fiscal e cantas doanDO rin-
do, e proceder-Fe a eleicSo da csmmieeai flsea!.
Recife. 11 de Janeiro de 1892.
Albino N. Maia,
Director secretario.
Veneravel
Irmanade do?S. Sacramento da
matriz do Corpo Santo
A convite do Exm. governador do bispado,
conviao a lo Jos os uossos irmos a comparece
rem em ni>-sa i^reja, am de encorporados. as-
sisiirmos ao desembarque do Exm. Sr. Bispo
Diocesano, e em seguida ao Te-Deum, que tem
lugar em cossa matriz em arco de gragis pela
sua ebegada, no dia z3 do corrente, s 8 boras
da mucha.
Consistorio da veseravel irmandade doSS. Sa
cramento da matriz do Corpo Santo, 20 de Ja
neuo de 1892.
O escrivSo interino,
Caetano Focte.
Baace 4o Brazil
Paga se o 76 dividendo das accSes in
tegralisadas e o 5o das que realisarem cin-
coeata por cento, correspondente ao se-
undo semestre do exercicio udo em 31.
de Dczcnribro na razio de vinte mil reja
as primeiras e dea mil reis as segunda
o escriptorio de Pereira Carnero &
C, rua do Commerco n. 6, primeiro
andar.
SEGURO CONTRA FOGd
oval Insurance Compan;
de Liverpool
CAPITAL .00:000
R. Drusinn & C.
nl-R HlarfinezJOfio'l S-l
ompaaliia 4 Segaros
BIARITIMOS E Ti..i RESTRES
Eniabelecldae.n 1SKB
Xstado finaneciro cm 31 de Be
zembro de i SSO.
Capital 1,000:0001001
Fondo de reserva 0:376$00(
Sioistros pagos i,776:683$00(>
44Kua do Commerco44
Companhia de Segaros
Miguel Jos Alves
!V. I-Bna do Bom JerasIV. V
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Vestes ltimos seguros e a unlcr companhii
i esta praca que concede aos Srs. segu ados semp
;o de pagamento de premio em cada stimo
lao, o que equivale ao descont annual de cer
a de ISoor cento em favor dos seguradoa
London & Brasilian Bank
Limited
Rua do Commerco n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as lu-
cas do mesmo banco em Portugal sendt
o Lisboa rua dos Capellistas n. 75. Nc
?orto, rua dos Ingleses.
SEGUROS
CONTRA FOGO
be Liverpool i Londoa i GleU
INSURANCE GDLIPAI\TY
LAcasrsr, ssbssak & c.
, Rua do Bom Jess, n. 16
axin
llamaos costra fogo
companhia Phen!& Per-
nambacaan
RUA DO COMMERCO X.i6
martimo:
Porto e Lisboa
Segu com brevidade para os portoa
cima abarca portugneza Novo Silencio*
para o resto da carga que taita, a tratar
com Jos Bal tar & C, largo do Corpo
Santo n. 17, andar 1."
uipannia rernaaibucana ae
veBCao
Esta companhia mantcm as segointes linbat
egulares de navegago:
'torte, tocando nos portos da Parahyba, Natal
W. j>, Mossor, Aracaty e PoitaleM, partinde
leste porto um caque:e a li e 26 ae cada me*.
Sul, com escala pelos portos de Macoi, Pene
lo, Aracaj, Estancia e Babia, saiiicto deet
wrto a 14 e 29 de cada mei.
Femando de Norenka, partida no meiado d
oex.
Re Formoso e Tamandar, sabida a S8.
Rio de Janeiro, (directamtnie) parle o paqueu
le 5 a 30 do mez.
Rio Grande do Sul, (vae?m directa) sarje di
i5 a SO do mez.
T.:dos ns paquetes so novos, :?ra ezcclleutei
iccommcdajOes para ros e para carga
d os preces sao mui'.o reduzdos.
Os passageires encontrara, apar do bom tra-
amento, todo o conforto desejavel a bordo
m paquete.
Os paquetes que tazem as viagees ao Rio da
laneiro, alm de terem tudo o que se encentra
ios paquetes modernos, accresce que faz a via-
lem em quatre dias e o preco de passageui
la 1. classe 60*000.
^ 0 paquete etnpr-gado na vtagem para o Ro
rande do Sui e smente para carga, e tem o
alado adeqpado a entrar no porto aquello Es-
.ado em qualquer occasiao.
Recebe se engaiamecto de carga por quanti-
ade lixa para tocias as viagens.
Outro3im, a companhia expedir paquetes ex-
nordinarios desde que haja carga para o enga-
mento completo de um paquete.
scr "orio. aa Comnanhla Pernambucana
Q i.
eS-
Para Fernando de Noronlia
O paquete Jacuhype
Commandante Carvalho
Seguir para os
portos cima In-
dicados do dia
I3 do corrente s
'4 boras da tarde.
Recebe carga, enccmmendas passageus, e di-
-.i-iroa a freie al s 2 boras da tarde do da da
partida.
ESCRIPTORIO
Ao caes da Companhia Pernambucana
n. 12
Jsjpl PeMitaiiu He fia-
Tamandar e Rio Formoso
O paquete Jaboato
Commandante Pereira
Segu no diaai do cor-
rete s 6 horas da tarde
para os portos cima indi-
cados.
Recebe carga, encommendas, passagens e di-
nheiro frete at s i horas da tarde do dia da
partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
Boyal iiil S!8i Puta! Coi-
O vapor Magdalena
E- esnercio da Europa at o
dia 8 de Janeiro seguindo
depois da demora necessaria
jara
Burla, Rio da Janeiro, Montevideo e Bue-
nos-Ayres
Para carga, encommendas, passagens e di-
nheiro a fr^te, traia-sicom os AGENTES.
O vapor Clyde
E' esperado dos
portos do sul at
o i'ia 3 de Ja-
Ot-i'-o oe 1892 se-
jBOtfO '!ep013 da
iiemn-a uecesjaria para
i. Vicente, Lisboa, Vgo e Son-
thampon
Reducgao ce passagens
lia Ida e votu
i' Lisboa t dUM 20 i 30
i' Scutnsmpunn 1' clcese 4 28 4 41
Camarotes reservaaos para os passageiros de
Pernambuco.
Para passagens, 'retes, encomrcendas, trata-M
roro o?
AGENTES
Kmorimlrmos & C.
W. 3Ru* do Ron JerasN- I
m
STRATTSOFMAGELLAN LINE
O paquete Galicia
E' esperado dos
portos do sul at
o di 23 de Ja-
neiro seguindo
depois da indis-
pensavel demora para Liverpool com escala por
Lisboa, Bordeanx e Plymoah
Para carga, passageiros, encommeHdas e di-
aheiro a freie: trata-se com os
AGENTES
Wsod, Sons C, Limited
10RUA DO COJIMERCIO10
Companhia Pernamkcana de Xa-
vepiii
PORTOS DO SUL
Ro Grande do Nal, Pelotas e
Porto-Alegre
O paquete
Rio-Formoso
Commandante Azeved?
Segu at o da t do
correte s 4 boras da tar-
de.
Recebe carga, encom-
ineodas e dinheiro irete
at s 2 hora-: da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Ccmoanhia Pernambucana
. 12
Lloyd Brasiies "
Secco de naregaco
DA
EMPREZA DE OBRAS PUBLICAS NO
BRAZIL
L'NHA DO NOETB
PORTOS DOSL
Fapor Espirito-Santo
E' esperado dos
porio- do sui ate
o dia 9* de Ja-
neiro e seguin-
do depo d de-
mora do costume para
Parahyba, Natal, Cear,
Amarray, Ma<
ranhao, Para, Obidos e Mandos
As encommendas serao recebidas at 1 hora
a tarde do da da sabida, no trapiche Barbosa
ao largo do Corpo Saoto i. ii.
Aos Srs. carregadores pedimos a sna attencto
3ara a clausula 10 d03 conhecimsEtcs, fne :
No caso de naver alguma reelamaco contra a
:cinpannia, por avaha ou perda, deve ser feita
por escripto ao agente respestivo do porto d
-'i
r*i


T


I
i
m



s
Pernarabuco Quinta-feira 21 de Janeiro de 892
descarga, dentro de tres dias depois de toan-
Nao procedendo esta formalidade a companhi
tica aenta de toda a responsabilidade.
As passagens compradas a bordo e encom-
mendas all entregues pagarao mais 3 0/0 dos
precos de nosea tabella.
Para passagens, fretes e encommendas tra
ta-ae com os
AGENTES
Pereira Garneiro& C.
6*m.Rua do Oommrmomm6
lo andar
i VOT
Hasei, Vila-Nova, Penedo, Aiaca-
j, Estancia e Babia
O vapor
Principe do Grao-Para
Commandante Lacerda
E' esperado dos portos cima
at odia *3 de Janeiro re-
gressando para os meamos de
pols da demora do costme.
t carga, passagens, encommendas e dinnii-
n a frete trata-se com o
Pedro Osorio de Cerqaeira
17Ra do Vigario17
1- andar
United States and Brazi
M. S. S, C.
O yapor Vigilancia
E' esperado dos portos do
sal at o dia *3 de Janeiro
seguindo depois da demo-
ra indispensavel para o
Para, Barbados, 9. Thomaz c
\ew York
Para carga, passagens, encommendas e di
nheiro a frete : trata-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8Rita do Commercio8
Io andar
ElLOES
Agente Britto
Leilo
Urna mobilia de janeo com encost de palba
(quasi nova), 2 camas francea, 1 commods, 1
bidet, 1 cabide, 1 berco, 2 coosollos pretos, 1
sof, 2 iBarquezL's. 1 candiDbeiro belga de sos
penciio, 1 estante, i mesa redonda, 1 relogio de
parece. 2 bancas com gaveta, 2 espetos, 3
qnadros, 8 panos de crochet, 4 etageres, 1 meca
elstica, 2 apparadoret, i guarda comida, 3
langas para cortinados, lonjas para almoco e
janiar, copos lalheres eoatros muics movis.
Quinta-feira, 21 do correlo
Ra de Lomas Valentinas n. 78
A's 11 horas
Leil
ao
De movis, espelho, louja, mesa elstica,
cadeira 6 cntros movis
Quinta-feira, 21 do crrante
A' 11 horas
Na casa terrea n. 207 ra da Concordia
O pretosto do agente Stepple, autorisodo pela
Kxma. Sra. D. Lucinda Auro a da S. Neves, que
se relira para o Estado, de Alagoaa, levara a Ul
15o os movis acima-
Ag*ente Stepple
Leilo
Da armacao en vi dragada, calcados e
mais artigos existen es no estabelecimento
sito ra do Livramento sob n. 9, e ga-
ratee se a chave ao comprador.
Sexta-feira, 22 do corrente
Ais 11 horas
No estabelecimento cima
O proposto do agente Stepple autorisado pelo
propneiario do predio, levara a leilo, calcados
tamaocc?, formas e mais artigos, em um oo mais
lotes a vootade dos Srs. licitantes casas.
Agente Burlamqui
Leilo
Sexta-feira, 22 do corrente
Ao meio dia
Na cidade de Olinda, na portada Inten-
dencia, de duas casas terreas.
0 ageote cima por mandado e assistencia do
Exm. Sr. Dr. jniz de direiio da cidade de Olinda
vender duas casas terreas ns. 47 e 49 a roa do
Ba-lo de Vera Crus, pertencentes aos menores
li'h m de Veneranda Lima da Conceico e Tran-
qoilica Bemvinda Lima.
Os Srs pretendentes podem desde j exami-
nar as referidas.
Leilo
De bons movis, espelhos, qaadros, loa-
cas, vidros e diversas plantas
Sexta-feira, 22 do corrente
A't 11 horas em ponto
No Io andar do sobrado ra da Im-
peratriz n. 17
CONSTANDO
De urna linda mobilia de junco com frisos don
rados. composta de 12 cadeiras de guarnigSo, 4
ditas oe braco, i sof e 2 consolos com pedra, 2
lindos duoquerques. urna mobilia de pao carga,
entalbada e envernisada de preto, contendo 1
sof, 12 cadeiras de guaroicao, duas ditas de
bpao. duas ditas com Dalaoce e i coasolos com
pedra, 4 qaadros ctm moldura dourada, 4 eta
geres 4 jarros para fbres, 1 par de escarradei
ras de porcelana, duas ditaa de louga de cores,
1 tapete para sof, 6 ditos para poria, 2 casti-
ces com lanterna, 1 candieiro belga de sospen
ca.uir.a j irdineira, orna cama de Jacaranda para
ca.al, 1 lavatorio com pedra, urna guaroicao de
porcelana para o mesmo. i toilette ue pbant sta
cem gnaroico propria, orna colxa de crocbet,
ama coromoJa, urna banca de cama, urna mesa
cooj gaveta, i cabide de columoa,,i berco de vi
me, 1 lavatorio com jarro e bacia, urna cama de
ferro com lastro de rame, urna cama para me-
nino, urna banca com gaveta, ama mesa elsti-
ca com 3 taboa?, 2 aparadores com pedra, 1 di-
tos lomeados, 1 dito de armario, 12 cadeiras de
janeo, i reoslo de parede. 1 gamo, urna ma.
ctuca de p pata ccs.ura, 8 qoadros, ama quar
tinheira oe columna, ama estante envidrajada,
ama cadeira de mola para dentista, 1 globo pare
velas, 1 candieiro Delga para consol, 4 jarros
de aU-auro, ulheros, ama mesa tosca e .tam-
bo retes, copos, loocas para almoco. ditas para
jamar, licoreko de electro pate, 1 marquezo
para casal. 1 cabide de parede, diversos barris
com crotn e ontras plantas e muitos ontros ob-
jetos di: casa de familia.
O aeote Gosmao, autorisado por ama familia
qce retiroa-se para fra do Estado, far leilo
dos movis e mais objectos cima descriptos es
puaes foram transferidos para o andar do sobra-
do cima mencionado.
AVISOS DIVERSOS
Precisa se de om bom cosinbeiro oo cosi-
DDeira e de om copoiro; a tratar na roa Mr-
quez de Olinda numero 35._______________
Precisase de urna criada para copeir i e
mais servico de ama casa de familia ; a tra.ar
na roa da Soledade n. 82.
Precisa se de duas amas, sendo ama para
engommar e out a para cojeira e servico de
casa, paga se bem ; a tratar na roa Barao da
Victoria n. SO, 1- andar.
Precisa se de um rosinheiro ou cosinbeira;
a tratar na ra Mrquez de Olinda (antiga ua
da Cideia) n. 33.
Precisa se de om criaao que emenda de
copelro ; a tratar Da ra da Cadeia n. 36.
Vende se a cas i n. 12 ra de Cbristo^ao
Colombo (fregaezia de S. s) livre de qualquer
onus, a qual ren-ie 15*000 pur mes ; a tratar
no cartorio do Sr. tabelli&o Mergolbao n. 60
roa 15 de Novempro.
Precisa-se de ama criada para traio de ct.sa
de duas pessoas de familia ; na roa Coronel
Suassuna n. 151, 1- andar.______________
Urna pessoa, em todo sentido Idnea, pura
o ensino de ciianjas de ambos os sexos, em por
luguez. latim, diversas liogaas estrargeiras,
piano e serafina, procura emprego, como mestre
em aiguma faienda importante, a corta distan
cia desta capital, ou de ama estacao. ptimas
referencias e excellentes altestados. Carta fecia-
da i C. N. O., na redacto do Diario._______
Precisa se de om cosinbeiro ou cosinbeira,
e de om criado que enten.'a de copeiro ; aca-
tar na roa da Emperatriz n. 3, andar.
Eofommadeira e criado
Pome de Ucboa n. 49.
precisa-se na
Feitor
Precisa se de un feitor ; a tratar na roa de
Paysandn. 19.
Costureiras
Precisa se de peritas cos-
tureiras em casa de mada-
me Paul Jullien, ra do Ba-
rao da Victoria d. 50.
Ao publico e ao com-
mercio
Jos Francisco Domisgues, tendo deparado
com outro de igual nome, no "Jornal de ID,
desde j declara, para livrar de engaos, assig-
aar-se ba
Jos Francisco Dom ngues de OlivHra.
Alug-am-se
As casas segaintes : roa de S. Joao n. 14, cem
bons commolos para familia e tem agoa ; o 1-
andar e grande soiao do sobr do n. 39 da roa do
Rosario, com grandes commodos para grande
familia, tem om bom lerrogo, agoa e moito fres-
co, e pequea casa da ra da Poste Velba n. 29;
esto limpas e prego moito barato : a tratar na
roa das Laraogeiras n. 29, das 11 horas s 2 da
tarde.
Pro 6
essora
Em um engeobo prximo a cidade de Paisa-
res, precisase de orna professora que saiba cem
perfeico portugnez, arito menea, msica, piano
e fraocez. A que se julgar habilitada para en-
sinar as materias cima ditas, dirija se por carta
com as iniciaes C. F., para a estaco de Psl
mares.
Gaixeiro
Precisa se de um menino que tenha pratica de
mol a -o- e que c riaior tratar no Caminbo Novo o. 79.
Cos nheiro e criado
Precisa-fie de um cosinneiro ou cosinheira.
Dar casa de famia, e tamhem de om criado : a
tratar na ra do (jabug n. 14, de mel da at 2
tem.
Alaga-se
O grande armazem onde foi reflnacao do Car
pinleiro. para armazem de carros ou cocheira,
em vista da Intendencia mandar retirar as on-
tras. O propnetano acaba de fazer om grande
concert odie, est caiado e pntalo de novo, e
entra ca-rega pela porta a dentro : a tratar na
roa da M. > d* Deas n. 3. hotel Pitla.
Official de chkpeUeiro
Bembard Blubm & C, fabricantes de chapeos
no Maranbao, precisam de um oflial dechapd-
leiro que seta perfeito no rffino : quem se achur
no caso dihja-se Bembard Blabm k C, roa do
Sol n. 17, Estado do Maranbao.
Engommadeia
Precisase de urna eogommadeira ; a tratar
na roa Duque de C ilas n 86, loja.________
Cosinbeira
Precisa se de urna cosinheira : na pbarmacia
Americana.
Criado
Na ra de S. Joao n. 17, precisa-se de aio
criado qoe d lia :or de conducta.
Feitor
Precisa se de um feilor perito e pagase bem ;
no Espinbeiro roa de Santo Elias n 8.
Criado e cosinheiro
Na fabrica de vinbos de caj, roa da Aoron
o. 111, precisa-se de criados, serventes e cosi-
nbeiro.
aju
Compra-se em qoalquer porr.au. na fabrica d
viohos de caja, i ra da Aurora n. 111, das <>
horas da maub as 3 da tarde.
Piano
Vende se po- barato prego, por ter algum uso,
om piano ''o bom fabricante Blondel: a trata'
Da roa di S. Golalo n. 29.
Aluga-se
O 3- andar e soto do sobrado ra do Cabo-
g n 16, com bons commodos, tem aoa: a
tratar na roa Barao da Victo ia n. 3.
Jlinda
Aloga se a cas? n 20 ladeira do Varadooro,
boje roa do Coronel Jca.) de Si, com 3 qoarlos, 2
salas, cosioba externa, bom qointat com cacim-
ba, portio para o becco da Poeira e agua enea
uada ; a tratar no Recife ra Direita n. 45,
sobrado.
Alugi
ja-se
A parte da frente do 1 andar sito roa 15 d
flovembro n.43 ; a tratar ni mesmo, parle de
deir^z.
Gafe to Estado
Compra qualquer porcao
A
lia Industrial e Com-
mercio de Estiva
Gaixeiro
Precisa-se de um caixeiro com pratica de ta
venia, de 12 14 aonos, dando fiador a sua cjn-
docta ; na roa Imperial n. 164 se dir.
Santa Casa da Misericordia de
lecife
t
Couselfeelro Qulatino Joa de
Miranda
A junta administrativa convida a Exma. viuva,
Albos, pareles e amigos do sea ex-vice prove-
dor coDselheiro Quinlino Jos de Miranda, para
se dignaren] de assiatir a missa de rquiem, can-
tada pelas educandas da casa dos expostos, qoe
pelo descango eterno de sua alma, far celebrar
na igreja de N. S. no Paraizo, pelas 8 horas da
manba do dia 23 do correle, trigsimo do falle-
cirxento oaquelle ilustre cidadao.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, 18 de Janeiro de 1892.
O escrivo.
Pedro Rodrienes de Sooza.
t
D. Hila Digna de Ollvelra Lima
Pbilomeuo Raymundo Nuces de Lima agrade
ce no intimo do co u,'o aos seos prezados pa
rentes, collegas e amigos que SLffragaramaalma
de soa lamentada esposa a professora D. Rita
Digna de Ohveira Lima e ao3 qoe deram sepul-
tara o sea corpo e acompaDharanri ao cemlterio,
e de novo os convida arim oe assistirem a orna
missa na matriz de Garxclleira, s 8 horas da
manh do dia 23 do corrente, trigsimo do sen
fallecimento.
Em dito dia ser collocada orna pedra e orna
capella fnebre sobre a catacumba da finada, e
distribuido 10JO0O per dez pessoas pobres, ama
vez que se coofessem, sacramentem-se e ougam
a missa por alma da inditosa professora.
Neste mesmo dia lera oolra missa na igreja de
S. Benedicto, onde o incoosolavel viovo pede o
comparecimemo dos pas de familia de seos
prestrnosos alumDos e das almonas da falle-
cida.
t
Baronesa de Palmares
Bernardo Jos da Cmara, Maooel Jos da C-
mara. Dr. Joaquim J ise da Cmara, Dr. Jos Hy
gino Duarte Pereira (ausente), Lmz Jos Pereira
SimOes, Catbarina Eulalia da Cmara Sampsio
Margarida Cmara Duarte Pereira (ausente), Jo
lia Cmara Pereira SioiOes, Erin Berard da C-
mara, Joaquina Waoderley da Cmara, Elisa
Fernandes da Cmara e Elvira Halliday da Ca
mar, transidos do mais doloroso sentimento
pelo fallecimento de soa presada mi e soera, a
Baronesa de Palmares, agradecem cordialmente
a todos aquellas que se dignaram acompanbar os
seus restos mortaes ultima morada, e de novo
convidam aos seus pareles e amigos para assis
tirem as mi^sasqoe mandare rezar por sua alma
no dia 23 do correte, s 8 horas da manb, na
iereja do Espi'i'o Sanio desta cidade e na ca-
pella do engeobo Cuyamboca, confessando se
desde j summamente gratos por mais este acto
de rplieio e candarte.
t
i'ruriuuau fcoiicali _*% Ferrelra
Jallo Nones da Silva, soa mulber, canbados.
Jo Gocgalves Ferreira (ausente), D Maria Cle-
meDtina Rodrigues da Cruz, Albos e netos, Dr.
Augusto Coelbo Leite, agradecem do intimo
d'alma a todas as pessoas que se dignaram
acompanbar at sna ultima morada seo prezado
sogro, pai, irmao, genro, conbado, tio e amigo,
Fructuoso Gongaives Ferreira, e de novo convi
dam a todos os parentes e amieos do tinado a
assistirem as mis.-as qoe pelo eterno descango
de sua alma mundam celebrar segunda-feira 25
do corrente, cimo dia do sen fallecimento, pe-
las 8 horas da manb, na n.a riz do Corpo San
to, pelo que desde j se confessam eternamente
gratos.____________________________
Paulina da Hulla atllvclra Ca al
can'e
Francisco Barbosa de Barros Cavalcante. seus
timos, major Jos Carneiroda Motta Silvetra, sua
mulber e lbos. Amonio Silvestre L:os, convi-
dam aos seos parentes e amigos para assistirem
as missas qae mandara r do corrente, pelas 8 boras da manb, na iprej&
matriz desta cidade, por alma de soa sempre
lembrada esposa.tilhos.pai, irmos e conbado de
Paulina da Motta Silveiri Cavalcante, pelo que
se confessam gratos aos qoe acquiescerem a esse
convite, como ja sao gratos a todos aquelles que
compareceram ao enterramento.
Pao d'Aiho, 16 de Janeiro de 1H92.
t
Pnlloaaena Cotnardo Emeren
ra no
Francisco Ernesto Emerenciano, seos AlbOR,
Francisco Canuto Emerenciano Filbo (aoseDte),
Rosa de Viteroo Emerenciano, e sua sobrioba
Rasa Canoto Emerenciano, pon idos de acerba
uor pelo maoslo passamento de soa estremec
da esposa, rxi e lia, Phomena Gothardo Eme-
renciano, fallecida a 17 do correte, agradecem
du intimo o'alma s pessoas que acompaoharam
os seos restos mortaes at a ultima morada ; e
de novo as convidara, bem como aos sena ami-
gos, para assistirem as missas do stimo dia,
qoe, pelo eterno repooso de sna alma, sero ce
lebradas na matriz da Boa-Vista, sabbado 23 do
correte, s 8 hnrR.
PaaaaaaaBaBBaBBaaaaBaaaanaBBaaanaaaaBi
D. Anna Climerla Ferreira Lima
O bacbarel francisco Cometi da Fon seca
Lima e sua mnlhT, Bonifacio de Lopes Ferreira
Costa e soas irms, irmo. cuchada e sobrinbos
de d Anna Cl aos pareles e amigos para no dia 22 do corren
te assistirem a orna missa que por sua alma
mandam celebrar na matriz de Palmares, s 9
boras da manba; confessando-se gratos aos que
com 3arecerem.
A2iia Prea. 18 de Janiro de 189
Patacoes
Compra-se de todas as nagOes ; na ra do Ca
bag d. 9, loja de Augusto do Reg.
JPataces
Brasileros
Marcados 2J0OO no centro, compra se por
taior prego do queeui outra qualquer parte: no
armaz'-m a ra do Commercio n. 4.______
Cosinheira
Precisa-se de urna bea cosinbeira para cas
de pequea familia, que durma em casa dos
palroes, na ra de Fernandes Viera n. 29.
Caixeiro
Precisa-se de om caixeiro com bastante pra-
tica de seceos e molhados, qne d garanta de
sua conducta ; a tratar na ra do Queimado cu-
mero 86.
Moedas de prata
de todas as qoalidades, amigas e modernas, de
U 00, 1*000 e 300 >s., assim como toda a es-
pecie de moedas estraogeiras de ooro e prata,
paga se bom prege. Compra se tambera ooro e
prata velba ; na relojoaria David, roa do Cabo-
ga o. 14
Amas $ criado
No Espinheiro, ra de
Santo Elias n. 10, precisa-se
de um criado, de urna criada
e de urna cosinheira ; dando
attestado de conducta.
Na roa da Matriz da Boa Vista n 25,1- andar,
precisa sede urna ama qoe cosiobe bem.
Ama
Na roa do Livramento o. 8, precisa-se de ama
ama para servico de casa de pequea familia e
que saiba engommar.
Amas
Precisase de duas amas, ama para cosinhar e
comprar e outra para engommar, lavar e mais
servigos domsticos na ra velba de Santa Rita
numero 83.
Ama
Precisa se de ama ama para cosinhar; na
travessa da Praia do Forte ?. 6.
Ama
Precisa se de urna ama para pentear urna so-
Dhora e que enteada de costures : na :ua do
Reacbuello o. 51.
-ma
Precisa se de ama ama para cosinhar e mais
servigo para casa de pequea familia, preferin-
do se cnoola e de meia idade : a tratar na roa
do Livramento a i, sobrado.
Amas
Precisa-se de duas amas, urna para cosinba e
outra para sala ; a tratar na ra Baro da Victo-
ria n. 54, na antiga agencia de movis.
Ama
Precisa-ss de ama ama para lavar, engommar
e mais algans servigos ; na ra do RaDgel o. 9
nadarla.
Ama para crian?a
Precisa-se de U"ia: na ra Marqnez do llerval
numero 10.
Ama
Precisa-sede urna ama qaa cosinhe bem, para
pequea familia : na roa do Bom Jesos o. 50.
Ao commercio
0 abaixo assigoado de.'lara que oesta data
comprou ao Sr. Laurentino Antonio da Silva a
sua taverna sita ra Real da Torre n. 6, livre e
desembarazada de lodo e qualquer oous, e qnem
julgar-se com direito a mesma queira apresen-
lar os seos documentos no praso de tras dias,
a contar de boje.
Recife, 19 de Janeiro de 1892.
Maooel de Freltas Serpa.
Feitor
Precisa se de om feitor para sitio ; a tratar na
roa do Vicario o. 13.
Co&inheiro e engom-
madeira
Na roa Viscoode de Goyaooa n 207 (Maogoi
nbo) precisase de om perfeito cosinbeiro e orna
perfeita eogommadeira, paga se bem._______
Aluga-se
O 2- indar da roa da Penha n. 23, limpo, com
agua e gaz ; a tratar na loja da Magnolia n. 45,
Ddqne de Casias.
Engommadeira
Precisa-se de urna ama que engomme bem,
ensaboe e faga maisalgom servigo de casa, qoe
durma em casa dos palroes, para casa de peque-
a familia : na ra de Fernandes Vielra n. 29.
Caixeiro
Na roa de S. Jorge n. 92, precisase de um
pequeo que ter.h i pralica e d abono de sua
conducta.
Criado
Precisa se de om criado : na roa de Hartas n.
17, mercearia.
Prensa de copiar cirtas
Vende-se urna, perfeita e qnasi nova ; na ra
de Hortas n 17.
Vende-se
Urna laveroa na roa do Principe n. 1, com
poocos fondos, propria para principiante; a tra
tar na mesma.
Taboas de cambio
De 12 15 pence: vende-se por 6000 na roa
do Bom Jess n. 5, 1- andar.
Ouro, prata e briJhantes
Compra-se na ra do Barthclomeo n. 59, casa
particular.
Armazem para enchimento
de agurdente
Aluga-se o grande armazem n. 57 sito ra
do Padre Muniz, proprio para enchimento de
agurdente por ser este lugar designado pela
digna Intendencia Moni: pal para dito n, teo
ao caes e goindaste ; a tratar na ra do Boro
Jess n. 3. escriptorie de Amonm Irmos & C.
Moedas brasileiras
Compra se de 500 rs., 1*000, 2*000 no centre
da moeda ; na roa do Cabag n. 9, loja de Ao
gusto do Reg.
Aluga-se
Urna casa com accon modages para familia e
com grande sitio na margem do no Capibaribe.
na Torre ; a tratar na mesma ou na estrada Real
da Torre n. 6 A.
Precisa-se
de um metioo para criado ; na roa do Bom Je-
ss d- 4, escriptorio.
Officiaes de carpina
Precisase de efliciaes de carpina, tratar na
ra do Commercio n. 4, armazem.
Comprase
Qoem tiver e queira vender urna casa e qae
seja em ra bem localisada, dirija se Prega
Conde o'Eu n. 32 3- andar.
Precisa-se
De orna ama. no paleo do Paraizo n. 20, loja.
Ao commercio
Urna pestoa babiliada ollerece-se para fazer co-
b angas e coadjuavar em aiguma escripturago
commercial; dando fiador de sua conduela.
Qoem pretender derija carta para a ra Impe-
rial n. 19 1- andar, cem as iniciaes J. M. S.
N 47:730
Chama se attengo do Sr. Manoel da Silva Cas-
tro guarda da casa de Detengo, para vir pagar
o si u debito do anno paseado, ao contrario co
bra-se judicialmente, roa Marqsez do H?rval no-
mero 29.
Criado e cosinbeiro
Precisase de nm cri do riel e um cosinbeiro
rfeeito ; na roa do Paysipoa n. 19.
Engenho
Traspassa-se o arrendamento le um engeobo
perto de Jaboato, com ca pac da de para dous
mil pes, movido a agua, bastantes trras e ma-
tas, obras em perfeito estado, deatilago, bom
cercado feilo de novo e plaotages ; a tratar na
livrarla do Sr. P. Boulitreau, ra do Imperador
numero 46.
Caixeiro
Precisase de om caixeiro de 12 16 anno? de
idade, qoe d fiador sua conducta, que tenha
pratica oe taverna ; na roa do Motocolomb n.
65 A, Afogados.
PAHA tiBM
(Dimares & Valente
Participsm aos seas fregaezes, e bem
assim aos Srs. agricultores que conti-
nuara a ter grande deposito doa artigos
abaizo mencionados, garantiado tuio de
l.1 qaalidade e sem competencia em pre-
yos, visto como recebem os meamos arti-
gos directamente e terem constantemente
avultados depsitos.
Cal de Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Cimento Porlland He-
moor.
Oleo de mocoto.
Dito mineral ( para ma-
chinas).
Dito de linhac,a.
Dito de ricino.
Dito de peixe.
Dito de coco.
Pixe em latas.
Azeite de carrapato.
Graxa em bexigas.
Caxeta de linho.
Potassa da Russia (em cai-
xas, barricas e lata*).
Gaz inexplosivel Dia-
mante.
Trisulphito de cal (uovo
preparado para clarifica i
o assucar)
Formicida Capanema (o re-
medio mais efficaz para
a completa extinecao da
formiga sativa)
6 Urpo Santo 6
=111IIIIIIIIIIIIIIIIIII MIC
= LUZ
DIAMANTE,!
LONGMAN & MARTNEZ, Z
2 NEW YORK.
n Livre de Exploso, Fumaja e Mo Cheto mm
A venda em todos os
_ armazems de seceos e molhadoa 3
3II lili IIII h IIII ii ii ii it C
PARA
EINGEMOS
Lopes e Araujo partid-
pam aos seus freguezes e il-
ustrissimos senhores de en-
genho, que tem deposito
constante dos artigos abaixc
mencionados garantirido a
boa qualidade.
Cal de Lisboa.
Dita de daguaribe.
Potassa da Russia (em
barriquinhas, caixas, lata
grandes e pequeas ).
Oleo de mocot,
Azeite de carrapato.
Dito de coco.
Dito de peixe.
Pixe em lata.
Kerosene inexplosivo
Graxa em bexigas,
Gaxeia de linho.
Precos sem competen-
cia.
Raa do Liyrameiite
ii. 38
THEO. J1ST.
Casa de commisses e repre-
sentaces
I-aiA M MM MS-88.

EXPOSICAO

DE UI COMPLETO OBMENTO DE
de innmeras fabricas de todos os paizes da Europa e
das duas Americas, de toda especie de mercaduras, e
machinas e materia prima.
Deposito do afamado CREOLIM o melhor de*-
nfectante conhecido.
Deposito da bem conhecida cODONTINA
Dr. H. Rirdet.
82~Ru: do Bom Josas82
SABO RUSSO
Maravilhosa essencia preparada por
. JAIME PARAOEDA
APPROVA>A PELA EXM-" JUNTA DE HYQIENE DESTA CAPITAL.
numerosos certificados de mdicos distinctos
e da pessoas de todo o criterio attestam e preconisam
o SABO RUSSO para curar

Queimadures.
Nevralgias.
ContusSes.
Dar'hros.
Empigens
Pannos.
Espichas.
Dores rheumaticas.
Dores de cabeya.
Ferimentos.
Sardas.
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Diario de Pernambuco Quinta-feira 21 de Janeiro de 1892

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MEDICAIKENTO APPROVADO F'ELA ACASEMIA DE MEDICINA DE PARIZ
O PO de Rr2G o verdadeiro purgante das scnhoras. das n-ianras e das
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de goso agradavel e muito refrigerante.
O PO de CG eonaerva-se intlnilamenle sem se alterar. Empreg.i-se' o,
deitand i o contando do vidro em miii garrafa d'acua, deixando em contacto
durunlo urna h ira, ou nielhor da noitc para o da; rolnar a garrafa se (.esejar-se
ter urna limonada gazosa.
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VERBADESRAS PILULAS do DR BLAIJD
mprecara-se com ptimo cxlto ha mala ae 10 naos pela malor parte doi> Facultan-
tos Francezese Uiraugelros para a curada ANEMIA, C1ILOBOHH (crea paiUtaa} e a
#orm A lnserc&o no coto Codex Franca, outroelm ofacto da baver a Junta d-B vertflcacio a eillcacia d'estas Ptalas, autorlsando-lee a venda, escusa qualquer encomio.
( MatiidirM iirta eii,lr (u toa i) livntar ntt!a airan ib aii alala au Ora.
DESCONFIEM'SE CAS IMXTAf;E8
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de 200s 100 Plluas, mee nanea por aludo.
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tlcatrao, Terebenthina, t' aaWttWEa\\\\\a%\MW^J^3S^l3 accidente algum.
As GRAGEAS FORT1M, formo as prianeirai qaeobtrvenun a arprovacajdailcaema
de mediana (1880) e que adoptarain-se nos Hospita -s. Curam ea molestias secretas,
mais rebeldes sem fatigar os estmagos i.nis delicados.
A INJECCAO FORTN sempre recommeudada como o complemocto da. medica^Jo.
33er^sita.ri03 em. I^eriianilJu.oo : P"KA.>T~ 3&. da KHj"V"^. A C*
ra^mjfcra^^st^j^a"irv,i raraiar>^->^^.^a-^c^a
235*1.
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LICENCIT0S PELAt^^KCTORIA ,Mt DE HTOIBNE DE RIO DJ JANEIRO
.Aperientes; Estomachiaot, Purgativos. Deporatiroe
C&ntrca yalta de appetlte- s ->>*tnicso, a Bniaqueca, a< Vertlajcns
as Congrestoes, etc. -- Dom oratnarla: i, i a 3 ordos,
tf DfKcoDfiar das lalsiUcac.^i. iSxigir o rotulo junto impresso otn rrancez
%T^\^vTaTr%c^-^o Sella da Uniao dos Fabricantes
ni PAS'X nai^ao.a'-- *- -nar..acla-
: .iLsaeo-^". e em todac es tnaru.aclaav
Xarope e I*ais-tet
^SEIVAoePINHEIRO martimo
fa LAQA.SS3, rasTBteastn ea Sorca^x
I Astvmxdaa a Juna de Hyqiev* do Rit-dt-Jemin.
Popular ha 30 annos, o nico
preparado com a verdadeira
Seiva de Pinheiro, extrahida
pelo vapor d'agna, logo depois
de cortada a arvore. Cura os
-',': defluxos rebeldes, a tosse,
,asgrippe5. catarrhos.bron-
chites, molestias da gar-
'ganta e rouquidoes.
Em PA.RIS, S Ru Viviana*,
cu ptnefpMBj nirraAei*,
Er
Excellentisslmas Senhows,


4>m Tal ** 1 Hi oi *
tSvC;.. ft'e-
is ^
*
T "vimvia ;^,
Medteaoao !
iluta

Alelad
______ _______4
^: conservar a alvura da cutis, o .
\\ dado da pelle, evitar as rxcfta
" como as Picadas dos Mosquitos ?
EMPREGAI COI TODA SEGORANCA
o reme Espumoso
GLYC Y A
DE
B. EAYNAUD
'erf\im.ist8L-Cli,s-mloo
Este Creme superior aos Cold-
. Cream, 4 Glyoerna liquida e muito
Jj preferivel todos os aabon3tes por ana
espuma leitosa que restitu> apelle toda
a sua fiexibilidade.
lllustrlsslmos Senhons, queris
evitar as atiecces que potiem atacar a
pelle? Aceita!tmente parios cuidados
do rosto, para a Barba, o Oeme
espumoso GLYCYA, incompa-
ravel pela sua unctuosidade, de
E. RAYNAUD, perfumista-chymico.
0 Creme GLYCYA conserva-se
sob todas as temperatura >, nunca fu
rancoso e nlo perde aeu perfume fino e
agradavel. .,,
OmnMiiral PARS, I6,im*i 1 Ectojiier
rEM*BUCO:Vr*m-M.,<* Ira O
e nii prtn<-iMa cis.
i 6nJ mao ci'
Mvem mente as BXaaectaoa !
Vi Ctirnicne.
:i
G*L\r\ o:
d 9i9.c es iftfloeis pflira,4*ps
CASULi^S

Xlstraeo earscrlrao dos Rem?-
I dios lioaiOi po I :i'. i -a:.:.'.i'.ui! ou.
s me Uvercm i
|jji;at: U los.
Ira : Asthmaj,
\Cntnribo. U*tm.*:li**in<.atlKiHo.t
, Tul"'-*- tlrc.iis. I'i-i I tt*pr1-itr.tiv*lrrM.1*trr*trM. M*
\teati0.4?_J/i1*l**'- t^j0**t?.>
Yermelhia'nrx. yleumpitian, etc
jiu^.miaUmii
PEITORAL de CERE JA
Do Dr. Ayer.
As Pifrrniltliad-- m;il dolorois d naPgdiiU
e or, puhnov-, ordnana.neutc dcsenvol'
fcADdo p*>r prinfi]ii" base i i-qi'.i ita.'.cuj- r'-suHi
d06 nflo mo dUBcin de curar M pnnin lanniile d
ratAo com o ramedfoa uv \iU** .n-Toanea d3o n-ciprorniiicnrr o rv-altmt?
.' Larlnfcltia, Asthnta, lSrouchUls, AflVx
V l*ulinonar c u Tlaica.
Tohs aa aiuiliu uuc'fai mancan devem t Peitoral de Cereja do Dr. Ayer
-a para o UaW 'in caso de nocesdade.
\ (frda V um h da, pode em muito- ca-o:
:." -it.;s coi:-.-(juencias. Por tanto na.1
v pvrdcr teinjM* preekMo, expciimeataaik
lio-; de t'JBcacia u\ Musa, fiaijiianto oa*"
ndMadfl ajiodi-ra do-y-i'-ma < -, ii-raira
p .-"uii aiiu-Mt-, 'llill" (|UC '"- nt-ri--:;.a
< o r'iiif'dio mai- Ofrto o activo cu
ffi efft'lf, e -'s;.- n-m.-di mi dnvida algunu-
? Ktfriot..... Ci .i-.' v i.o I)k. AiliK.
i'KI-.l'AKAIKI PEA
DR. J. C. AYER & CA,
Lowell, Mass., Est.-UiiiiloM.
DSPoerro qshil
Luiz Vernet levan
ta emprestinios de
qualquer quntia sob
cauc}o de ouro, prata
e pedras preciosas e
tambera compra cau-
tellas do Monte de
Soccorro, cau Banco Popular, joias
e brilhantes.
Pode ser procurado
na sua relojoaria ra
do Baro da Victoria
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manila, s 8 da noute
Ton
MAB^iLHA eRATE^
DO CELEBRE
0". Hiimohreys lie Nova
A Verdadeira Maravilha c'o Socala .
AFFKCTA2'. E HCSTCIASA
pela Inspcctovio Gera) <" V.:......
Impcr-o de Baaaal.
A MaratilhaOirraiiv- remedionr
para as ra
imlmai f*iifa<1niMn una
, ., ..- ^ aanguc. inllsa.Bwaci reliix
snc&acio,Ei] awplOtOfassaiaraffcrtfla
coii.o i oa es
A MaravilUa Cii-ntiva 6 alivio promptoe
cura rapMa oscuras. 1 i. .,..;.... <
Vuetniauuxa u boa,ea saparhir a^aftlqucrouuo
remedio.
A Jlnmvill.r. 'i'n.lv
todafe'e:u"
dos)
AJiiiom.'iniE':cura sempre c
sempree i uacsl
A Maravilhai ... :- iumnr.ivi:,i.roMo
r:ira t>wr de Lente.-, de '.uv;i.^ Race. It:.:.
ur. Face e >evraigia.
':ira t>r de
le Pace e 3
A SfaraTllli
. .uta
,'z as Joj
._ t'urnliva nnir-'.--
:j, uva 11' r- -
AMarnvlia Gtmttfvn
r-.-.i ::-:''. i,
A Haravllha Caratlva '. ajo
los
u
tes,
.1 BfaravHta Psr
'
Wm-nTilha V.rnl.ii- '

I
r-'.a 1
A aiaravU! a Cnrativs
,n->,U.Cravjes.&c
P*r'r w
NAO SE DEVE ACEITAR'
|oas*ert>1iW>,r>''s,,i" l'"r o en.lerego J j
Phc COTTIN. genro do sai. Le Roy
I-Ra do Seine, 51, PARS .
* Da as ruARHACiAS

m9
Toaos-aquelles rtte isofeiri
io fafjo, devero eiqperiraaatar^
[a:- Capsa.AS do Dr FouaOia.
Depositarlos em f^n.ifikiw s
PftANCiaCO M. d W'_____-
^ ACTIVAS *
PILITLAS
Cf> DE BRISTOL H
<1 J
02 0 "I ^ s
H m H r> Ir3 ^'^H1 n ai jl/tB m N CE
YEGETAES Vs
ASSTJCABADAS
3S SEGURAS ^
Mosaaiterts imericanos

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conducta ; oa Cipuoga, ra Jas Pernambucanas
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DO C. I.KJ-HE
Dr. Humplireys ds Nova York.
A Verdadera Maravilha do Secuto.
APPao-JADA E LIGENCIADA
pela Inspectora (irru Imperio ,! Itrazil.
A Ma?avilba Co-,hits remc ara ac PlsaduiaR. Machucaduras. Coavatoea, Tor-
2eduras, Cortaduras, ou l^icr:iCfV*, Alllviaador-
ISlanra o a Dgae, na para.- a fu^amnij^o. redu
c luctt!i<;a como xjr eacanto.
A .Maravilha (ni-.tiTa alllvlo prompto
jura n'-tlda puru ^u.iuiatlufas. Escaldaduras, e
yuelmadura do Sol, e superior a ual>,uer outre
remedio.
A MarnTilIin CnrntiTB lmpa?Tel
codas as Bemorrhagtas, m ja do Nariz, dasficneivaa.
dop Plmts. do EetODUtgo, OU a.-1 Hemnrrbokias ol
Umorreimascuntsetupret- Liuncafalha.
A HaravIlhti'nrnliTrumalllvIoproinpto
Sara Dar de Denlas, ce uuvidos, da Face. lucacao
i Face e Nc'vralyia.
A llarnviH'.a CumliTn < orocur^n prompto
e precioso nata Dona na-amadeas, AIeijdo,Dors
flgtdez as Juutas ou Psaaat.
A Ma.n*riba Curativa Ce nande rroedlo
puaEaqmnencla, Angina, Amyiai as hichauasot-
Itflammadawmpre seguro, sc-uipj-o A Maravilha rnrnlivc. de multo vale
rumo InleccBo jora i atciro, a Lencorrhea i>u as
Flores Urencas, o outros corrnentos debilitantes.
A Maravilha Caraliva 6 Impagavel pan,
curar ri-T-is. 'Iiau-as antigs. Apostemas, Panarl-
d,.=, Callus. Frielras, Jo--ii A Maravilln-, Cnvativn .' remello rrnmpto
^sra Dlarr*,"!' simples, e de Diar.-hea chronI;a.
A Maravilha Caradra* lente_mu
EMrebarlesc i, para Toreeduras.D. .res,
Pisaduras e EaCoiadana, Contusoes, I^ceracve^. c
Espedaiiass do Sr. Huxr'arcjs.
lcino.lios Especficos,
l'ncaenla Maravllhoso,
Bciue.* 0S ::!iiHtleflS,
Bcaieios Vrtcriaarloe.
O Manual do Dr. Hnmphrvs 141 pp^nas sobre a*
EafertE'dudes emolo decural^ts se c.atjatl, pasa-
se ao tc-u boticario ou
Ii/MPHKEYS' MEDICINE CO.,
109 Faltn Street, NEW YORK.
Deposito geral na CoTopanhia
da Drogas e Productos chimicos.
florante Francisco Manoel da
Silva.
Licor depurativo vegetal Iodad<
do medico 4|ulntella
Este Dotabilissimo depurante qae ve
precedido de to grande fama infallivel s>
cura de todas as doencas syphLiticas, e
croulosas, rheumaticas e de pelle, com
tumores, ulceras, dores rheumaticas, o
teocopas c nevralgicas, blenorragias agn
das e ehronicas, cancros syphiliticos, \x>
daaia98es viceraes, d'olhos, ouvidos, gar
gantas, intestinos, etc., e em todas *v
molestias de pelle, simples on diathericaa
aaajm como na alopecia ou queda do oa
bello, e as doencas determinadas por a
turacao mercurial.
Dao-se gratis folbetos onde se encot
tram numerosas epeperiencias eita oo
este especifico nos boapitaes pblicos i
muitos attestados de mdicos e doomne
os particulares.
Faevse descont em casa de
FAKU S0BRINHO d C.
Roa Harquez de Ollnda i
i:pe::iUiales do Dr. Huxphreys.
Bemrillos Esprifleos,
,Tusnento Mnravilbcso,
It, medio- Syphil^tir.,
Remedios Veterinarias,
O Manual do Dr. iluatpnteys 144 paglnos sobre aa
Eafemiidades e modo dacund-aeso di gratis, pece.
so ao sea boticario ou
Ht'MPHREYS' MEtlCIXE CO^
109 Fult-n -"treet, KBW YORK.
NICOS AGENTES
Para vendas em grosso ene Pe
anboeo
w ^tirinho S C.
0K0GAH1A
A' R*u Marqufz e OUnda n I
LIQUID ACAO
POR TEMPO DETERMINADO
Tecidos americauos com abatimento
de 50 por cento
A. loja das Estrellas tendo comprado diversos fardos de fazendas de proee
dencia americana, com abatimento de precos, vem a presenja das Exmas. Famlit
e de todos os seus freguezea em geral, com os precos de diversos artigos:
A saber:
MadapolSo com quasi um metro de largura a 6|$00
Alg(d3e3 superiores, cem a mesma Lrgura e 7t00 e 8000
Cretoncs americanos a 240 res o covado.
Voes de lindsimos desenhoa a 160, 200 t- 240 rcis o covado.
Las escossezas, boni os desenhos a 240 e 320 reis o covado.
Faille de linho com um metro de largura, lindos desenhos a
aovado.
Setim de core3 a 800 e 1$(J00 o covado.
Merinos de urna s cor a 320 o covado.
Fichus a 4 0, 500 e 1JC00.
Pelerinas de la a l'50 e 25000.
Brim para roupa de meninos a 240, 320 e 400 reis.
Fust3o3 de cores a 160 e 200 reis.
Foilo de vichy a 100, 140 e 160 reis.
Eapartiibos a 450~0 um.
Oasemiras pretas e de cores a 2000 e 2500.
Casimiras Felipinaa duaa larguras a 1|5200, 1^400 e l.'GCO.
Colchas de fustao brancas a ?#C00 e 2^500.
Luvas de seda a 1(3000 o par.
Bramantes com 4 largura 600, 1)5000 e 1)5100 o metro.
Seda olin dinas a 240 e iO rea.
Riquiasimcs cortea de cambraia branca bordados a lfSCOO e 162G0.
Dit=s em pecas a 5<5( 00 e 60000.
Meias de cores sem t ostnras para enhora a 6|000 e 7|J0C0.
Toalbaa elpudan o i-vx-iadae a 300 reis urna.
Fronhaa ricaraeute bordadas em cambraia de linho a J6i5000 o par.
Esguio a 4AUil a ;.eca.
Bramante ci m dez pa'm's de largura a 2J000 e 25200.
Lencos brancos e com barra de cor a 16200, 1J400 e $600.
Cortes de casimira a 3(5500 e 4)5000 .
Cachemira preta lavrada com duas larguras a 500 e 600.
Meias de cores para meninos a 18200 a duzia.
Chapeos de sol de seda ptra homens e senhuras a 10(000.
Brim branco de linho a 18500 o metro.
E muitos outros artigos que se vendem com igual abetimento.
Grande quantidade de retalhos de 15, seda, camb-aia, chita e cretones.
56- Ra Bvqw i* CaxiasStt
Telephone n. 210


NA
Rosa de Ouro
tdnitiv
de que so
Os proprietarios deste bem conhecido estabelecimento resolversm
mente .azer grandes reduccoes de presos no grande deposito de fasendas
acham supridos e para conseguirem urna liquidagao completa e tao rpida como
desejam, aviaam aos acus numerosos freguezea e as Exmas. Familias adro de virem
de preferencia aqui suprirem-se, por diminuta quantia, de lindas fazendas
A saber:
Vestidos de cambraia bordados em cartoes. Chapeos de sol e ;ombrinhas da
seda. Vostif'inhos de cachemira, cambraia e de fustao, para criancas.
Merino.-, lavradas e I;eo:. cores lincisaimas.
Luvas de seda. Lencos de linho em caixinhas. Meias de cores. Collarinhos.
Punhes. Gravatas e tacos de seda.
MadapolSo Sao de 13$000 por 10SC00 e de 150000 por 12(5000.
Dito lavrado americano de i2J0O0, 14|5000, 15(J0C0 e 16(5000.
Cachemiras com quadrinhos de seda de 2(5500 por 1500.
Setins de cores a 1(5000. Gorgurica e cretones muito largos a 500 e 6C0.
Voiles de s-da de 10500 por 10200 e 10000 reis o covado.
Cambraias de carocinho. Baptistas e brim de linho para vestido.
Setinetas de todas as cores e voile assetinado o que ha de mais chic.
Merino preto de 10600 por 10200 e alpacas de cor de 10000 por 600 e 500,
Pantazia branca rendada por 18200.
Chapeos de sol de fina seda cabo de nikel e csstao automato por 150000 e
outros de 90000 e 100000. Sombrinhas de seda 120, 1C0, 60000, 40500 e 20000.
Carnizas francezas de 708000 a duzia por 40500 e 40000.
Ditas da flnella, cretone e de meia.
Tapetes para sof, de 250000 por 20J0O0.
Ditos rcais pequeos.
Grande sortimento de casimiras e cheviotea.
Calcas de casimira de 185000 por 110000; de 1 0000 por 60000 e 40000,
pechincha.
Cortes finos de casimira dos quaes em 24 horas se faz ama caiga por 200000.
Brins e cassinetas para roupas e muitos artigos cuja eGumeracao se tornara
difficil para nos, quanto massante aos leitores.
Faz-se roupas por medida, pregos commodos.
Nao se esquecam das nossas
Machinas de costura
que continuamos a vender por prego sem competencia.
Progresso medalhaImperialExpresso e Singer americana.
Se queris comprar em conta neate mez dirig vos a


PE\ LIQUIDAR
Charlte verde* deiro, qua
Iidade superior,
Castores de todas as co-
res com lindos desenhos.
Tapetes com iindissimo
padroes.
Marroquin brauco e de
todas as cores.
Sola especial.
Formas francezas moder-
nas e mais artefactos par*
sapateiros.
Tdo isto se vende por
diminuto preco por ha ver
grande depsito oa loja de
calcados ra do L vra-
mento n. 10
Costa Campos IC.
Ped attencao ao publico, para o sortimento de fazen*
zendas que annuncia, por precos commodos
Merinos de cores com duas larguras. .
Nanzuks de todos os precos.
Lans da cores, sortimento c mpleto.
Madapoloes de todos os pregos.
Sargelins de todas as cores.
Grande sortimento em chitas e cretones.
Visites de seda e merino, novidade.
Bramantes de linho e algodao.
Voiles de algodao, baratos, cousa chic
Merinos pretos, lisos e lavrados.
Grande sortimento em brins e eassinetaa.
Ficha pretos, de cores e pratiados.
Amor da China, lindos padrSea.
FustQes brancos e de cores.
Mariposas de corea, barato.
Cambraias Victoria e transparente.
Creps voile, novidade.
Colchas de cores, lindos padrSes.
Viatuarioa de Jersey para criangaa.
Aa fasendas que annunciamoa aaaim como outras muitaa qae seria enfaden!
mencionar, vendem-se por preos razoaveia e ha ainceridide na medida.
VER PARA CRER
A LOJA DO GLOBO
55Ra Duque deCaxias55
Antonio Foriarits it Ai$to

%


RKlVH |
.


/


8
Diario de Pernambuco Quinta-feira 21 de Janeiro de 1892
AOS FUMANTES
Desejaes nao ter azia quaodo fnmaes ?
Usae por alguno tempo os apreciaveis cigarros denominados MINHA ESPERANZA, qner picados, quer desfiados.
saboroso fumo desfiado intitulado Hygienico Naeional e os cigarros do mesmo fumo.
Depois disso dir-nos-hei se foi ou nao til o conselbo.
Cumpre notar que os Evgienicos sao fraqunhos e os ESPERANZAS sao fortes.
A fabrica MINHA ESPRALA situada na ra Laiga do Rosario n. 21.
________ Um apreciador.
Usae tamm o aromaticoi be
VENDAS
Chapeos e capotas
Ultimas novidades de Paiis receben o
________Loavre________
Capas, jersevs e visitas
Gostos iateiramente novoa acaba de re-
cebar o
Cortes de ljinho, seda
e algodo
Ricamente enfeitados, tero recebido l-
timamente e
LOUVRE
Sec as brancas, pretas e de
cores
Novos padroes e para grande escolha
foram despachadas nestes ltimos dias
para o
LOUVRE
Grinaldas, loques e chjpos
de sol
De phantasias acabam de chegar para o
L 0 U Y R K
Ag8igoam.se QaLIVRARIA BOULITREAU*
raa do Imperad o r n. 46' todas as Revistas
scientificas e litterarias, Jornaes de moda e fi-
gurinos publicados na EUROPA e no BRAZIL
com distribuigono dia da chegada de cada
mala.
Presos reduzidos de accordo com o cambio
PAGAMENTOS AMANTADOS
Roa LIVRARIA BOULITREAU
NOVOESTABELECIMENTO
mo-
Recebeu um lindo sortimento de
CAPOTAS
de rendas di corea e pretas para senhoras.
de renda e de palba para senhoras e meninas.
Costumes para creancas
De todas as idades encontra-se grande
sortimento no
Louvre
Objectos de gosto para
presentes
Ha neste artigo grande escolba no
LOUVR E
TEGEDOS DE PHAN-
TASA
Sendo imposaivel de se deecrever a
granda variedade de tecidos de diversas
qualidades proprios para a estacao actual,
rogase ao publico em gerl e principal
mea': s Exmas. familias a fiaeza de vi-
sitaren! o
LOUVRE
Ra 1. de M=rco n. 20
Francisco Gn.gel Irsto
TSLEPHONE N. 158
Fabrica de gelo
Iguas e limonadas gasosas di
todas as qualidades
Soda water, groger, a!e, limao, larari], cars
cao. tbacaxlB, granadina, grose!lo3, ranboisw
bacnilha, hortel-pimenta, etc., etc.
12-ACAES DO CAPIBARBE-H-A
N- BPara nao haver interrupcao preciso
pagar quanto antes as assignaturas.
PEQUEAS PUMAS de RIUXE8
Fizado entorpecido cura-se positivamente com estas
Diluas. E las sao um remedio purgativo Hvre de peri-
co pRrft o honietL fi-8 fraco, to osm como bastante
actho para o homemmala forte, e nao con?t i pao de-
pois; pela acco ceral agrada a todos que
aa pi'alas eHandrea da proflseo med
ue as neam. Sao
ca dos Estadoe
8 lo as menores e maia faca a tomar,
"arenta-im cada frasco. ^._____________
Sp!
Unidos.
PARA
FIGADO
SABO C RATIYO de REUTER.
MEDICINAL
Cal virsem 'le Cotunguba
A pnmeira^por soa precisa compi-sico chi
mica para o fabrico do aasucar, riquisa.ma de
saea de po'.assa e soda, adapivel purfeitameate
exploragao da industria de sabonetes. etc. etc.
Superior de Lisboa, vende se cada ta-r:ca com
60 kilos a 85000.
Agente nesta capital Mno?l Jos ? Araojo,
roa larga do Rosario n. 2i A.
Tnmort. mvM, pelle vermel* Mpjrae *J2*9j,*fee5
curado por o mais-graiide de lodo os af ormoeeadires da pelie, o
sabio Curativo de Re ter. Produza a pelle formosa, brenca a
clara e mos brandas absolutamente puro, delicadamente medi-
cinado eitremament. incomparavel como aabao para a pelle
bcmcomo doloucad.r, dobanboe do quarto das enanca.
(*AUTILA.-8bi genuino lem cada envoltorio UT
marVVneitrada de BmcUy Co., New York.^ ,
Y PARA 0
TOILETTE
TRICOFERO^deBARRY j
_____________________--------------------------:------:i daba n
Umapreparacao elegante extremamente perfumada,
remove SSafta .ureza do crneo, Prl2.S?2:
tra calvicie e cabella cinzeuto; faz o cabello creecer ea-
pro, brandoe hennoac. Infallvel pira curar eraprie,
doencas da pelle, gc^.ulaa e msculos, e cura rpida-
mente cortaduras.; ueimadnras, feridas. torcedoras. &c t
CAUTELA.--"V-o genuino sera cada frasco I
ter a marca RkUbKB de Barclay & Co., Saw York.
PARA O
CABELLO
A PELLE
ESttBEUCIDQ EM1801
i
depositarios DESTE3 pi:oducto8.A companhia de Drogas o Pro-
dactoB chimicos.
Ras Mar}u"z de Olinda n. 23.
de palha e de seda para enancas.
CSAPISS DE fILf80
para horaens e rapases, dos fabricantes FRANCEZES, INiLEZES E ALLEMAES
CHAPEOS
de teda para bomens.
GRAVATAS DE SEDA
FORMAS
de palba para chapeos de aenboras e meninas.
pretos e de cVes.
Fitas, Gazes, Rendas, Veos, Azas, Passaros, Flores,
Plumas, Aigrettes eGrampos
(Ara cbapos e outres artigos de fantasa.
Kua do Baro da Victoria n. 42
M. LICIO MARQUES
Telephone n. 560
Estantes pm
sicas
Para amadores
Fecha e Oca do (amanho da
msica
Preco 7#000
Loja das Listras Azaes
61-Bua Dnqnede Gaxias-6i
Fazendas baratas
o Carn va 1
Velludo, Velbutinas, Gazes prateados
tarlatsoaa, Us e merinos de todas as co-
res, vndese por todo o prego
NA
Lfijas das Lislr s Azaes
Ra Duque Je Caxias n. 61
So' quem vende
Milno novo a 28o rs. a coia e 60 rs. o kilo ; co
Largo do Mercado o. 12, Gomes Ferreira.
Libras sterlina3
Yende-se na loja de jotas de Acgnsto Reg
k C, roa do Caboe n. 9.
Pelo vapor trances Adour acaba da chegar de Portugal para este j bem
conhecido estabelecimento, novo sortimento de vinhos das aeguintes marcas :
SANTAL, VJROEM, LAGRIMADO DOURO, MINHO. PASTO ESPECIAL,
CLARETE PORTUGEZ, MADURO ETC.
PARA AS PHABMACIAS
Superior VINHO 8RANCO DO PORTO, em decimos, sem competenoia em
jnalidade.
PARA MIMOS DE FESTA
Encontra-se naADEGA PORTGUEZAos paros vinhos do Porto d
MONTEIRO & IRMOS das marcas seguintea REGINA 1820RE 183X4-De
LUIZ I-DUQUEMOSCATELUMA DUAS E TBES COROASprecos e qua-
llidades incontestavelmente sem competencia
Ennes Barbosa, Cooper jr Comp
^ntiga fabrica Caju-
rubeba
Vende-se nma machina americana de apiainar
a outras de triturar, espremer fructas, etc., nma
ezeellente caldera de cobre estanhado para co-
ser do vacuo, grandes depsitos de foiba para
ilcool ou qcnlqner mister, urna boa armago in-
gleza, grande quantidade 'e rolbas ingiezas,
liquidos e n uitos outros objectos, tu:;o muito
m conta ; na ra Loiz do Reg n. A&. Santo
Amaro, das 8 s 10 tiaras da manh t das ida
tarde em diante.
usa m mm i. m
Papel-forro
Grande remess, infinitamente tan-ida, em
cesa e desenos. 0 preijos ? basta dar a ae
iruinto idea : de 340 a UW a peca : na caaa
especiaii3!n desie genero,
De-J3 n. 30 (Recite).
I. T. CarrMro.
rea da Madre de
Liqnidaanoa os requintes arggos por pregos qaeadmira na epocha actual.
Casacoa braceos bordados para senhoras a 2=J500 e 30 um.
Vestuarios Jersey e Malha para meninos e meninas de 65, T5 e 85 um.
Percales raneas para vestido a 24C rs. o covado.
Wllons 3 ramagem, lindos deseches a 240 rs.o covado.
Chitas escuras bom panno a 280 o covado.
Crotones de cores boa escolha a 320, 360 e 400 o covado.
Ditoa modernos, ultima moda a 320 o covsdo.
Etamine de cores finas de 40 e 503 o covado.
L?.s de cores, goato de caxemira a '300 o covado.
Brim pardo para vestido a 360 o covado.
Dito a imitacao de fuatao para roupi ds crianzas a 5C0 o covado.
Setinetas lizas francesas de todas as. corea a i$Q o covado.
Fustao branco fino, a 500 o covado
Linn de cores ltimos deaenhos a (140 o covado.
Mirin de cor, liso, la pttfw a 320 o covado.
Cretone liso de todas escores.
Casemiras pretas diagonal fina a 2 400 o covado.
Cheviots azul fino para costura e pOOO o covado.
Brins de cores para roupa de 360 v 500 covado.
Sargehm de todas aa corea.
Bordadoe e ntremelos baratissimoB
Flanella de cores para vestido a 440 o oovado.
Alm de muitos outres artigoB eai fazendas que liquidamos por todo e qualqu-
pre^o. *
Vecde-se
Urna taverna mu'to afreguezada i estrada de
Luiz do \eto n. (9, por a dona querer retirar se
por ir.pnmm<>rtn A" garle : a irat.ir na mp.'ma.
FOLHETIM
JULIO MARY

OS DOIS INNOCENTES
CARDOSO 8- IRMAO
Ra Baro do rriumplio ns. 100 a 104 e rus
doVisconde de Itaparica ns. 22
Tem sempre em deposito :
MACHINAS vapor de 4 a 8 cavallos dos malhores fabricantes.
CALDEIRAS multitubulares para 4, 5, 6 e 8 cavallos.
MOENDAS as mais solidas e melhores do mercado.
TAIXAS de ferro batido cravadas c caldeadas, fundido de todos os tamanboa.
q RODAS'AGUA psra oubo3 de maaena e todas de ferro.
RODAS DENTADAS -de espora e angulares de diversos tamanbos.
CRIVACOES duplas e boceas de fornalhas para assentamentos.
BOMBAS DE REPUCHO sem sola, vlvula de bronze.
CHUMACEIRAS parausos e o mais que se opsa dssejar para engenhos, estra-
! as do ferro e Obras Publicas.
FAZEM E CONCERTAM toda e qualquer pega de machimsmo tanto de ferr
andido como batido-
EN ARREGAM SE de mandar vir da Europa por encommenda, mediante um
aommissao rasoave!, qualquer machimsmo e CONTRAGTAM apparelbos para Us
cuta, para fabricar da 100 a 300 sacos de a3sucar em 24 horas.
Obri^am-se a montagem dos meamos e responsabilisam^se pelo bom trabalbi
ara o que tem om hbil engenheiro inglez muito pratico, alm de dos um socio
casa que tambera engenheiro.
SEGUNDA PARTE
(Conllnuaro do n. 15)
X
PELAS QBAKDES ESTRADAS
Be:tina a Charlot tinham passado por
muito d--ra prova^So para qua pudesaem
viajar mmediatameDte o por isso todos
descanaraai do burgo de Frou. Bertina
teve me&mu febra e Charlot nao deixou a
ana c^beceira. Barouilie foi ter com elle,
pira oevers^r iegreminte.
As vez.-s oila'a-se e olhava para Ber
tina singularmente.
E' muito c/t'c a tui pequea disae
elle urna vez.
Charlot sentio um certo mo estar... o
corceo inquieto.
Depois, como Barouille nSo parecia pres-
tar mais attencSo .mocirb.i tranquilli
son-se.
Nenhum dos qua'ro saina da estalagem.
Barouille e Criquet matavam o tempo jc-
gand j interminaveis partidas de cartas e
fumando cachimbo.
Charlot, esse nao deixava Bertina.
A more de Jeunekin fizera muito es-
trepito na torra. Narravam a de diversos
Com estes grampos ganha-se o que
so tem vontade !
Chrlot acreditou o. Nao insisti em
explicacSes para evidenciar certos pontos
&inda obscuros no seu cerebro. Estava
mesmo envergonhado das suas suspeitas
porque Barouille acbava muita gra<;a em
wr sido suspeitado de assasainato.
A' tarde durante o jantar, Barouille fez
fracturada. i aiuda referencias ind rectas, conversa
Conservars tua perna, mei bom i yao, estava alegra e bem diaposto.
Papillon, dizia o rapazinho, mas ficara'j E' deveras engrajado, diaBe elle,
cxo. laso nao te aborrece ? que tiveases acreditado que eu podia de
Um grunhido alegre do co fazia-o com- pachar, ou que estou preparando um pro
prehender que PapiHon tcc3tav* a defor- jecto de reforma da magistratura !
inidade com pbilosophia. E com gravidade tirando um hvrinho do
modos e, como sempre, exagerando muita ,
cousa. Espalbara se que tinha bavido
combate em regra entre urna trepa de
guardas da alfandeg e urna quadrilha de
contrabandistas, armados e disciplinados
militarmente.
Quanto a Papillon, nao sah-r. do quarto
de Bertina. Charlot constantamoate a-
vava e renovava as ligadura* da tan perna
Quando os dons rapazes fierran, com
ple'amente reatabelecidoa, Barouil e, que
muito naturalmente se arvor?ra eci chele
da quartrilca, commuuiou que nlo po-
diam demorar-ge mais teropj n'oquelles
sitios.
Nlo temos nada pira tasquichr.r
aqui, disse elle, vamo nos ernbora.
E resolveraoi partir nu da seguinte.
Cbar:ot.sentia rem>raos por t:r tido a-
suspeitas que tivera rc!t>tivamento a Ba
rouille. E na sua innccca'.e simpli<:idad,
resolveu n'aquelis da ter moa explicado
amigavel com elle.
Contna que na noito que tiaham passs-
do em Muatej, acreditara o .tssafSMo quat-
do o vira voltar com a roupa unnciada de
aangie e com muito diohero no bo'j >.
Barouille oa.via o sem dicor pa'avra, e
limitava-se a levantar dsienboiameutt os
hombros.
Afiual, sempre falln, mas sem dar ex
plicagSes, c intentando se er>i dizer:
Eu depachar algaem ? Nc E' I
verdade que na> aou milla, mas nlo goato |
da gaiolla nem quero ir ver a. faquinha.)
Eu c sou -ocista
E mostrando ai suas maos de joven i
athleta :
aeu buis) poz se a 16r:
c Cidado leitor, procuremos ambos :a
red mas qje exigem a noasa magistratu-
ra e a no sa juatica (1) pois nao ignoras
quo a pulicia procede muito incorrecta-
mente. N3o julga o aecusado pelo cora-
gao. Nao 85 preocenpa em saber Be
susceptivel de arrependime&to... Con-
damna porque a sua missao enuher as
prit3 s.
lato o meu prefacio, meus cabra.
O que que dizem d'ellea ?
com orgulbo.
Capitulo primeiro.A cobarda da
magistratura e os crimes da Justica.Por
urna simples aupeita s preso, pela juati-
ca, amigo leitor, deita-te a mao nojeata o
arrasta-'.e gaiolla. Abi, armara te um
proceaso. Se resistes, vm dez contra
ti. E depois de esbordoarem te, caudu-
ze c-'.e para o quarto do um olho s...
A polica profana, martyrisa a nossa nio-
cidide... fara traz, polica, afasta te
mulber su ja e ptrtida... Para traz, v-
bora, senao esmagote
;ia? exclamou Criquet, isto est
bom como ouro I...
Mas, disse ingenuamente Charlot,
h gente que nunca tem razao de queixa
aa justiya...
Q iem ? exclamou Barouille com
desprezo.
A gente honesta !...
Barouille nao se digaou responder. Cri-
quet, entretanto, refldctio intimamente quo
CharLt tiaba razao, em summa, e que o
melbor meio de evitar o contacto cem a
polica, t mulhcr suja e partida, era
condazindo se cm.) homcm honesto.
Barouille prosegua, em tem empba-
perguntou tico :
c Ha cidadaod que Irequentam a mea-
Oa outros ouviam com curiosidade : m raga humana, e^&a rv ^d 1ue *^-
Charlot e B-irtina nao comprehendiam j mos ha puuco. Sao os aivjgados da de-
muito, mas eatavam sorpresoa e commo-
v'dos por ter descoberto no seu compa
nbeiro de viagem tao graedj intelligencia
tratauto de problemas Uo importantes.
Criquet triumpbava com o sucoesso de
Barouille Unto como se foase obra sua.
Sorra-se para Charlot, querendo di-
zer :
Hein? L' de forja, nSo ? JTai
mettel-os todos no chineilo !
Barouille con ti tua va a sua le i tura :
(1) Copiado textualmente da O zeta do
IHbunat.
teza. Uiam a toga preta em vez da ver-
melba. Povo, tu duves honra! os. Quau-
tas caberas tui clleg aavu com as suas
razSea !... Q^antos annos da priao pou-
pados. Sao os uaicos quo compreheadem
a sitaacao do mundo t.%. Carreguemal-oa
em carros triumphacs Festejemos os
sena nomes gloriosos Povo, accumula
coi Os em mamaria d'eiles. >
Fechou o livrinho e metteu o na algi-
beirs.
Ainda nao acabai, disse elle. Tra
balho muitas veies n'isso, quando estou
socegado, com a oabeca descancada.
vais publical-o ? interrogoa Char-
lot. .. Vais imprimir ?
Jerlamente, disse Barouille cheio
de ai.
E a83ignars o teu nome ?
Nao creio... Assignvei qualquer
nome, porque sou modesto e quero o bem
de todo3 sem que saibam que sou eu.
Comj vais aBsignar ?
Robespierre Jnior (i)
Separaran) se- No momento em que
iam cfciU um para o seu quarto respecti-
vo. Barouille segurou em Bertina, le-
vantou-a pela cintura e apertandoa con-
tra o puito applicou-lhe um beijo na
boc:a.
Boa noite, mamaisinha, sabes que
nlo s nechuma asneira... e teas una
phares que bolem com o sangue da gen-
te... Failaremoi mais tarde 1...
Charlot nao tivtra lempo de oppor-se a
03sa brutal aggreso. Estava tao pal-
udo quanto a moj;ba que, macbinalmen-
te, por nbtincto, iimpava a bocea ennoja-
da, com nauseas, e eproximava-se de
Charlot procurando proteccao.
Barouille, diste Charlot com a voz
rouca de ra:v. isto qua tizesta nao
bonito...
O que ? O que ? Parece-me qae
nao 6o casados...
Nao, s moa muito enancas, mas isso
acontecer mais tarde...
Pois b?m, mais tarde veremos...
Agora, porm...
E deu dous pas30s para Bsrtina.
Cb.rlot interpoz-se ntreos dous.
Agoia prohibo-te eu que a toques
aem que seja cun a ponta do dedo.
Prohibas me disse Barouille aacu-
dindo es hombros.
Sim. Dizias ainda agora qu3 nao
s rr.o'.le, tambem en bou, sabes... E para
(I) Textual
Vende-?e
Urna (averna cuite afregoezada estrada de
Loiz do Reg n. 19, por a dona querer re'irar se
por incommodo de aade : a tratar pa mesma.
Constitui^o
DO
Vende-se a 400 re*
eada exemplar, eo
escriptorio do Dia-
rio.
Livros de recibos para
alugueis de casas; vende-se
10 escriptorio deste Diario.
Fabrica 4* lurm
DE
Raa laro da Victoria n. 05
Loja do Espelho
Madame Gerard avisa aos sena ame-
cossimos freguezes, que recebeu de Pariz,
um grande e variado sortimento de pelu-
sas de primeira qualidade de chevreaax,
uede. castor etc.
11! "
Royal Blend marca VIADO
Este excellente Whisky Escoces pre-
erivel ao cognac ou agurdente de canna
para ortificar o corpo.
Vende se a retalbo nos melhores arma-
ens de molhadoa.
Pede Roya! Blend marca Viada,
:jj j nome e emblema sao registrados para
todo Brazil.
: BROWNS & O., agentee
que comprehendas bemdir-e-hei qae nao
bou nem gatuno nem aasassino, mas para
defender Bertioa sangro-te como fae san-
gra um caroeiro!
E tiranu'o do bolso urna comprida faca,
comprada na Blgica em urna das suas
viagens com Jenoekin, mostrou-a :
Aqui e8' o sangrador... approxi-
ma te !
O ou.ro c3o se moveu. Nao estava ar-
mado. Rscuou at o seu quarto e quan-
do ebegou porta parou e disse :
Nao tem duvida, fallaremos depois...
E tremendo todo ainda de raiva, Char-
lot dizia a Bertina :
Vea que nao deves receiar mais na-
da... Assim quo bei de saber defen-
der-te sempre!...
Ella agradecen com um olhar rece-
che :ido.
No dia seguinte de manbS, o tempo es-
tava meihor. O gelo j se fend'a, O sol
brilhiva. Barouille ajustn cotas na es-
tal"gom e pirtirara, esm Papillon, qae pa-
reca mais di3rosto.
Para onda nos levas ? perguntou
Charlot.
Ad acaso. Es'ou cata de dar al-
guma torte.
Sempre a mesma historia, da qui-1 fal-
lava desde que tinham rugido da colonia
agrcola de Motte Beuvron. O que que
ella quera dizer com aquillo ? Charlot
nao c mprehendia. Q'ianto a Criquet
pouco se incommodava e deivava-se vi ver
Pelo caminho que os levava da extre-
mdade do departamento do Norte aoi 1'-
mites dos departamentos do Aisno e da.-
Ardennea, Barouille dBse-!hes:
(Continuar*-*/)
Typ. do Diario, r Doqoe de Caxias a. U.
"
*l:
T


Full Text
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