Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16782


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Full Text
ANNO LXVIII

DOMINGO 17 DE JANEIRO DE 1892
NUMERO 13



-. i
DIARIO DE PERNAMBUGO
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA & FLHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 6|>000
Por Ires ditos vencidos.
Por um anno aiianado
dem idem vencido.
7#000
24&000
CJ8|00
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACES NA FRAN-
gA E 1NGLATEHA
Os Srs mede, Prince & C resilentes em Paris34 ru de
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por seis ditos vencidos.
Por um anno adiantado.
dem idem vencido.
13^500
15&500
27&000
31
TELEGRAMAS
::i::;: mmmi se siabio
RIO DE JANEIRO, 16 de Janeiro,
Por decreto do governo federal foram
Horneados :
Prlmeiro escripturario da Thesooraria de
Fassnda de Pernumouco, Laiz E. Pinhei-
ro da Cmara.
Inspector da Thesouraria de Fazenda do
Rio Grande do Norte, Germano A. Ma-
chado.
LISBOA, 15 de Janeiro.
O Conde de Valbon encontrando embara-
zos para organisar gabiceie, declinon da
incumbencia.
PARTE OFFICIAL
>
Coveroo do Estado de i* emano
baco
EXPEDIENTE DO DA I 8 DE DEZEMBBO DE 1891
Acios:
O vice-governador do Estado resolve conside
rw ic neiihum effeilo a aomeago de Candido
Gongalves Torres para o posto de commissario
do 8- districto (Varzea) da 1* regiao da guarda
loca!.
O vicegovernador do Estado resolve Ho-
rnear o sub-commissario da guarda local do mu
nicioio de Tacara Cesino Carneiro de Mee qui-
ta Caoral, para o posto de commissano do 8-
districto (Vanea) da 1* regiao.
Oficios:
Ao inspector doThe-ou do E'tado.Em res-
posta ao vos-o cfoio D. 936 de 2o de Novembro
flodo, declaro que icaes autorisado a dar cu:n
primelo carta p.-eeator, que vos devolvo.
expeda pelo O*, jaiz seccional, a reqoerimen-
to do procurador da Repblica, no sentido de
er levantada a qoauia de 325*200 da de
12:0 0 ero plices do Estado, que se acDa pe-
di' rana pela tej- oda nacional.
Ao coronel commaodante da brigada poli-
cial.Ccnsinrto qut se. pretende perturba'1 a
on:err. e traoquilliaade pubcii, no interior do
Esudo, nomeadamente em Palmares e Gara-
nbani.-, re^ommeodo vos que pnivideacieis afim
de que para alli siga boje, coto 40 pracas, o ca
pitao Pedro Bipista Carnei-o, no intuido de are
veutr disturbios e garantir a ordem em sua io
leendaie.
Esse ctli.-ial requisitar, si julgar preciso, to-
do o auxilia dos comtnissanos das guardas lo
caes dos municipios que percorrer, apreseatan-
do-lhes estecBcio.
Nesta data providencei para que tenba elle
transporte coai a foc- que cooduz, da estago
de Cinco Poatas deG.ranbins.Providenciou-
se sobre o traosparte e cjumnaicou se ao Dr.
ques.ar polical.
ao gerente da Compaahia Pernambucana.
Providencie para que a viagem do vapor Goyan-
na, do presidio de Fernando de Ncronba, seja
transferida para amatib, a.* 3 ho"as da tarde.
Fizeram-sj as necescarita eommunicages.
Portara :
O Sr. superintendente da estrada i", ferro
do Reeife. a Ltoaoeiro r passagem, por conta do
Estado, em carro de 2" classe. com direito aba
gagem. daet'cao do Bruna a daquella cldade,
a praca da guarda local de nome Jos Ignacio
Cavalcaote, que para aili tem de seguir a ser-
v jo.
EXPEDIENTE DO DR. ECHETARIO
Olios:
Ao coronel onaanissario geral d s guardas
lecMfl. O vice-goveroador do Estado minda
commuaicar vos, para os Dos convenientes e em
respo^ta ao vesso ofli o de 21 de Novembro no
do que lutonsju o suorrinteodente da estrada
de Ierro do Rjcife no Limoeke a apreseotar.
ati.-ii de ser paza pelos o fres do Toesouro do
Estado a conta da despeza lom o transporte da
presa 'le que trata o citado curio.
Outrjsim recommendo vos que providenciis
para que o commissario da muuicipio a que
parteaos a mesma praga evite a reproduego do
acto -lo transporte ds qaalqaer praca sem pre-
via exoiaieo da couaaeteite portara.
Ao nonio. O vice governador do Esta-
do Banda eooi(Eaaicir-v.;g que no vosso ofcio
de 14 Jo correrte. soD a. 7io\ proferio boje o
seguate despacbo:
Ao inspector do T tea /aro do Estado para
pruviJenciar de mi lo von-entente.
Aos agentes io L'oyl B az'leiro. Oeor
den da S-. rice gov-rjador >(o E rec-minenio dj t-fficio le 29 de Novembro uln
mo en que communietstes hsver chegado s 6
hora* d ; oHttbi i .-;-. j a. aos portos do norte,
o vapor fernimb'ico fue segoio no da segoiote,
s 3 oras dd t... de. tara o< do sal.Cotnmuni-
cou se a dirc toris do commerc^o.
Ao uperinieudeaie da estrada de ferro do
Recite ao L'aueiro. O Sr. vicegoveroador do
Estarlo, mteirado do assump'o do vosso ofcio
fie 14 de jvenbro, r3-o:nme'ida vos que apre-
senteis, abm de ser pag souro do stado a conta uo valor da passagem
da praca a que alludiste?.
Ao Sr eogenbtiro Paulo Jo; de Oliveira.
Di ordem ao Sr. vi accu.*o o recebimen'.o do officio n. 76, do Io do
correle, em que commumeastes baver assumi-
do a 28 do mez anterior e na qualidade de en-
geobeiro Qscal ch.fe da teda de estradas deste
Kstado, a d.-oahsajao do eervigo da estrada de
ferio do Recife ao b. Francisco.
Manoel Nunes Pacbeco, ex alteres da brigada
policial, pedlndo pagamento dos vencimentos a
que se julza com direito. Informe o inspector
do Tbesouro do Estado-
15
Anna Isabel da Conceicao, mai do sentencia-
do Antonio EsperidiSo da Silva, pediado para
encaminbar-se urna peticio ao Congresso Lsgis-
latiTO- -Informe o Dr. jaiz de direito da comarca
de Garanbuos.
Antonio Carneiro da Cunba, pedindo para
transferir o dominio til do terreno de marinba
n. 13 no largo dos Cpelhos.Informe a Inten-
dencia Municipal do Recife.
Aotooio das Cbagas Rodrigue Machado, pro-
ftssor publico, pedindo tres mezes de llcenca.
Camp-a o dispos'.o no art 185 ." do regula
ment de 18 de Janeiro de 1888.
Austriberta Pereira da Costa, p-ofesaora pu
blica da cadeira de Ponta de Peers, pedindo
transferencia para a de S. Benedicto.Indefe
rido, a vista da informaco.
Antonio Francia ;o Al ves, sentenciado, pedindo
passagens para o presidio de Fercando de No-
ronbaem favor de sua familia. Sim.
Bernardino Rodrigues, pedindo et trega de om
deseobo que juntou a urna peticao em que pedia'
concea?0s de loteras.- Sim.
Clarinda Guimaraes Ribeiro Mactiado, profes-
sora publica, peaindo tres mezes de liceoca.
Cumpra o disposto no regulamento de 18 de Ja
neiro de 1888.
Caetauo da Co3ta Moreirj, conc ssionario da
fabrica de cimento, pedindo para fa;er cessSo da
referida fabrica Compaobia Exploradora de
Productos Calcreos.Informe o inspector do
Taesouro do Estado.
Companbia Great Western of Brazil Railway
L'mited. pe linio pagamento da quantia de
1:364*330 de passageos dadas por ronta do Es-
tado.Informe o inspector do Theiouro do Es-
tado.
A mesma, pedindo pagamento da quantia de
2*720 de passagem dada por conta do ministerio
da agricultura. Requeira ao ministerio da agri-
cultura, commercioe obras Publicas.
Guimaraes & Vlente, pedindo para embarca
rem 5 000 saccas com milbo.Aguirdem solu-
qo geral.
Hermelino Elyseu da Silva Caneca, professor
publico, ptdindo para ser incluido ao sen ter
cicio o tempo queesteve licenciado.Iadeferido
vista da mformacSo.
Jovdo Jos Gregorio da Silva, praca da guarda
local do municipio do Ex. pedindo para ser ex-
cluido.Ao coronel coiimaadante da brigada
policial-
Jos J >aqu m Alves 4 C pedindo para remet
terem mercadonas para Fernando ie Noronba.
Sim, com os restriegues do estylo
Jo Francisco dos Santos, preso pobre, pe-
diodo o i umprimento da orden) de habeas-corpus
que Ihe foi concedido p.jlo Tribunal da Relagao.
-A D". qupstor policial.
Jos Pereira Barroso, sentenciado, pesiado
urna passageai em favor de sua mulber ptra
Fernando de Morocba.Icforme o Dr. juiz de
direito do 2. districto criminal Co Recife.
Januario Nuoes de Oveira, seat:nciado, pe
ilmJo certido da pena que Ihe 'oi importa e da
data de sua priso.Informe o D juiz de di-
reito do S. dinri. t) criminal do Recife.
}j->- Cavalcaote Caldas de Albucuerque i ai z
rnunicipal lo termo de Bom Jard m, pedindo
jusiilicago ae faltasAo inspector da Tbesou-
ra'ia de Fazenda para informar.
Jlo Res de Lemos Barros, sentjo'.iado. pe-
liudo pa-a ser posto em liberdade. Informe o
Dr. juiz de direito io i.' districto criminal do
Recite.
Lucas Freir Mariz Maracaj. con:ractanle da
arrecadagao do mnos'o le gado vacum e caval-
los procedente dos E;tidos limitropbes, pedin-
do providencias atina de que continu a vigorar
o referido imposto, ticanao de nenhim eff. ito a
ordem expedida pelo Tbesouro do Flst.do.Io
forme o inspecior do Tbesouro do E-tado.
Marcellino Fonte & C pedindo p.ra rves-tte-
rern gneros para a liba Rata.Sim.
Bacbarel Miguel dos A: jos Birro?, juii mnni
cipal de S. Beato, pedindo justiic; g io de faltas.
Ao inspector da Tbesouraria de Fazenda, para
informar.
Manoel .Francisco Torres, sentenc ado, pedin-
do para cumprir f na sentenga Ba eideia da co-
marca de Cbbrob.- Indeferido em rala das io-
formagOes.
Teoente Manoel Joaquim de Msndonga, escri-
vo das execugOs crimioaes da comarca de Be-
zerros, recorrendo do despacho exarado em sua
petgo, pela Intendencia Municipal, em queso-
licitara o pagamento da quao' a ae i'ia'.j'O de
custas que se j'ilga com direito. -Informe
Intendencia Municipal de Bere-ros.
MnoeI Antonio da Fonseca e Mello, juiz de
direito da cjmsr*a d? Bulque, peiin'O justifica
g;o de faltas.-Ficam jos cadas depois de no-
tado oa re retara do governo remeta se eete
requenmento a > inspector da Thesouraria de
Fczenda para os fios convenientes.
M na Digna das D6 es, pedio-!o )ara retirar
um Sitio da Colonia Santa Isabel.Remettido ao
director da Co oiia Santa Isabel par attender a
peticionaria a vista de sua informagao de boje
d t ida.
Manoel Lias Paes Barre'to, ad'mioisirador da
hospedara de immigr-ntes da Colonia BarSo te
Lacena, pedalo pagamento de seus vencimen-
tos de oda mez de Duemb o. It deferido, a
vista da iformuco.
Tboaaaz, ex-escravo e sentenciada, pedindo
psra ser poBto em liberdade.Indeferido em
vista da mformago.
Vicente Teiles de
Em data de 13 do corrate o lente Tbe-
odomiro Tbomaz Cavalcanle Pessoa assumio o
exercicio do cargo de commissario do munici-
pio de Munbeca.
Entraram em exercicio as seguintes auto-
ridades poiiciaes:
Ildefonso Feneloa de Albuquerque Melo. sub
delegado do 2 districto do termo de Muribeca.
Manoel Carneiro Leo, delegado do termo de
Muribeca.
A' Junta Governativa do Estado de Per-
nambuco, 15 de Janeiro de 1892.
O delegado encarregado do expediente
Francisco Xavier Quedes Pereira.
de que Boulaoger se tenba suicidado. deixando,onde o nome de Boulanger nSo tivesse sido ac
-gQOC'g-
Thesouro do Estado de Per-
nambaco
DESPACHOS DO DA 15 DE JANEIRO
DE 1892
Joaquim Correia Cabral de Vasco a cellos, Ar-
ibur & Desiderio.Informe o Sr contador.
Rsdrigo Jacotae Martina Pereira.Pagae-se.
Enedioo Goagalves Ferreira da Luz, Joaquina
Maria da Con:.-'gao e ManoelTheotonio dos San-
tos.A' secgo do contencioso, para os dev idos
tos.
Carlos Lopes Nogueira Rosa, Bellarmino Fer-
nandes da Cooha Almeida. Jocundlno Tavares
Gooveia Barreto, Francisco Leite Nogoeira Paz e
Severino de iqueira Barbosa.Registre se e fa-
gam se as notas.
DIARIO DE PERNAMBCO
Retrospecto poltico do anno
de 1891
IV
poltica particular
FRANCA
(Coatinuagao)
Quaes sao as verdadeiras cansas da morte
DE8PACH08 DO DA 14 DE JANEIRO
DS 1892
Americo Vilella Pereira oo Lago, capitSo as
sisteme da brigada policial, paulado certido da
portaria que o oom-ou pa'a o posto de commis-
sario da municipio de. Ou-icory. D-se.
Be'.traodo P-dro de Azevedo ex-capilaoda
bridada policial, pedindo pagamento dos veoci-
meo'os a que so juiga com direito- Iaformeo
inspector do Tbesouro do Esta jo.
E-apresa de iilcminagao a gaz desta cidade,
peun.do indemn'.rarai dos direitos que indevi
damente tem pago de matnriaes importados para
o servigo a seo cargo-Informe o inspector do
Tbefouro do Est"!o.
Gjimaraes Valente, pedindo para embarca
rem millo e fejao. Aguarde sologao geral.
Bacbarel Jos Antonio de Magalhaes Bastos,
praniutar puolico da consrea de Flores, pedindo
tres mezes de licenga Sm, na forma da le.
Le Au-eliar;o de Saol'.Anna, ex-alferes da
brigada policial, pedindo pagamento dos veoci-
neotos a qae se ja'ga com direito Informe o
iospe'tor lo Tbecccro do E-tado.
Manoel Antonio Muniz. remador do Arsenal de
Marinba, pedindo paseageos para si e sua fami-
lia ateo porto de Maceo.Sim.
Oliveira, sentoc:3do, pe
diodo cerlido da pena que Ibe foi imposta e da
dala e sua pristo.Ao Dr. juiz d<> direito da
comarca de Agua Preta para provicenciar, de-
volvenJo este reqnenmenlo
Arminda de Aranjo Braga, pedilo para ser
Horneada professora. Aguarde o:csiao oppo-
tuna.
Secretaria do Estado de Pernambaco,
sm 16 de Janeiro de 1893.
O porteiro,
Hemeterio M. da Silva.
(fneatnra policial
Secsio 2.' N. 13 Secretoria da
Qnestura Policial do Estado de Pernam-
baco, 16 de Janeiro de 1892.
CidadSos. Participo vos que foram
hootem recolhidos Casa de De snglo os
seguiates individuos :
A'ordem do subdelegado do Io distrito de
S. Jos, Joo Ferreira da Paixao, por ofi'easad
dirigidas a aotondade no exercicio de suhs
fuorcOes ; e Manoel Joaquim de San.'^nna, coao
desordeiro.
A' ordem do subdelegado do 2o distyeto de S.
Jos. Ana Maria da Coa-e cao e MariiC Emiliana
da Silva Dornellas, por uisiurbios.
A'ordem do subdelegado do 1* districto da
Boa Vista, Marcellino Francisco de Souza a Ma-
nool Flix da Rosa, por disturbios; Jos Fran
cisco Pires, Amonio Manoel de Andraile, Bellar
mino Alves de Lima e Lulz de Franga por en
bnaguez e disturbios.
A'ordem do subdelegado do 2* districto da
Graca, Tjlentiaa Augusta de Barros, >or embri-
aga"z offjnas moral publica.
trgica deste bornean qae n'am momento dado
este ve quasi para ser o dictador da FraBga?
Seria a paixo da aera amada morta, daquella
que foi sua companbeira nos das de prestigio, e
nos amargos do exilia ?
Seria a d-screnga das cousas e tos horneas to
seu partido !
Seria o desabar de todas as sua3 il!usi5e3?
Boulauger, afrmam, estave quasi eem dlnbei-
ro. O homem que tinba maoejado milbOes e
que havia distribuido btlbetes de mil francos a
roda por tod >s os bohemios em busca de poa-
gao-, que r.lii passado durante qua'.ro annos a
existencia de um pnacipe, va se agora reduzi-
do a pouco maia ue 1.000 rs. meosaes, sem ami-
gos, atraigoado por todos, renegado pelos jue elle
ajudra a trepa* s cadeiras do parlamentaris-
mo sem partido, sem auxi:n, sem um uoico
caragio amigo verdaieiramente desinteressado,
excepgSo de Rochefort, Pierre Dniz Montn.
De resto, todo o velbo estado inaicr bou'an
gista o tinba por ass::a dizer abandonado : Ni
quet, Lifeujrre, Heriss-, Cirtellin, Laissant, D
roulde, todoi Ihe liaban quasi, por aesim dizer,
voltado as cosas politicamente.
O boulangismo euava de ba moito morto; e,
os que aiada hoje seguiam a poltica do general,
cbamavam-se revisionistas >, apenas.
Suicidou-se materialmente e pbysicamente.
De ba moito que Boulanger se tinba moralmente
suicidado.
A impreosa franceza f.i u^aoime em deca
rar que a morte do general Boulaoger nao alte
raria em cousa oenhuma a situacSo politica.
A Republique Frngese diz que o exercilo
nacional nao precisavade exemplos para conser-
var-se leal; mas, se precisasse, o c-xempio do
ex-geoeral Boulaoger bastara para destruir na
dma dos soldados da Franga o desejo de serem
outra cousa alm de soldados.
As principses personalidades boulsugislas re
reuniraro em Parize liz:ram erra declaragao coi-
lectiva, anountiando, nomeadamente es deputa-
dos bouangislas, que continuavam a politica re-
visionista.
Os jornes es!racgeiros publicaram porme-
nores a respeito do suicidio de Boulanger, com-
mentando fo fado, e examiocndo o seo alcance
politice
A maioria dos jornaes e dos atraeos polticos
julgou com severidadeo suicida, easseverou que
a desapparigao do mailogrado Cezar nao influir
ua marcha do actual goverco.
Alguna repelliram a ruppcsigao de que o agi-
tador fosse um soldado que os militares teriam
lomado por modelo, e affirmaram que o exercito
nacional tem xemplos de sabr que imitar para
permaoecer fiel sua baadeira e no deve se-
guir de maneira slguma o dscolo militar, que,
nao tinba nada C^ escrupuloso, cem de sub-
misso.
Passados os primeiros mcenlos de surpreza
nada teria de eslranbo, na verdade, que es gru-
pos republicanos, a quem uoio o aaedo que Bou-
langer nspirava, voita=eu as antigs loctas,
que n'alguns momentos pozeram em perigo a
existencia da repblica parlamentar. H'esse caso,
reappareceriam es ministerios debis, e de curta
vida, e a.Franga teria le renunciar a exercer a
inflaeocia na pelit ca internacional da Europa.
Ao cuvir p*la primer;:, vez a noticia do soici
cidio, o presidate da Repblica, o Sr. Carao!,
go quera acreditar i.'e.la.
Mais Urde leuebtu um telegramma do repre-
sentante da Franga can Broxeas. conflrinaedo 8
noticia.
Carnet ticen pensativo e -bsorio, e nao tornou
a dlasr palavra a respeito do suicidio do ex-ge-
neral.
Um jornal da provincia, do qual proprietarlo
om depotado boulangista, negou a possibilidade
transparecer a persuasao de que o ex-geoeral
tinba sido morto por quem tinba interesse em o
fazer desapparecer.
Rochefort mais explcito as suas affirma-
gOes; e assegura qae Boulanger foi victima dos
jadeas, assassinos e ladres, que se apoderaram
do governo da Franga.
O funeral do ex-general Boulanger teve lugar
a 5 de Outubro.
O seu corpo foi repousar n'um lecanto do ce
mtlerio de Ixales em Broxeas, junto de Madame
Bonemain, sombra de gemelores cyprestee.
O enterro foi muito coacorrido, como era de
esperar.
, No cortejo viam-se as delegag0e3 de todos os
amigos comits boulangistas e ligas revisionis-
tas, a sobrinho do general, e seu berdeiro, o Sr.
Vogelsang, e em seguida : Barbier, Mouions,
Henri-Rocbefort, Deroulde, Laisant, Eroest Ro-
che, Maurices Le Leveille, Lucien Millevoye, Do
Sanpy, Maurice Barres, Le Senne, Pierre Richard,
Cmel, Boudeau Dugu de la Fanconnerie, Laur,
Lumooteil, Goupot. Castelin, Jourds Revest, Chi-
che, de Belleval, de Sosioi, Trunires, Vanghau,
Verv/tort Galli, Dubois, de Neviilers, Elie May,
Gabriel, Lenis Tbiband, etc.
A multilSo era enorme as ras do transito;
mas, multio pouco recolbida, porque o servigo
d'ordem era pessimo e todos queriam assistir ao
espectculo.
Muitas jaaellas das roas por onde devia passar
o cortejo foram alugadas por alto prego.
Podia affirmar-se adultamente que quasi teda
a populagao de Bruxellas assistia ao enterro de
Boclanger.
Henrique Rochefort veio directamente de Lon-
dres n'um vapor da carreira de Istende, a bordo
do quai vinbam tambem o capitSo Clibbom do
exercito de Salvago daa Almas, e o explorador
Stanley.
O velho pampbeletario estava muito triste.
Andava apoiado a urna bengala.com 03 olhos ra-
sos de lagrimas, nao ousaade encarar o povo.
O caixo que coolinba o cadver de Bonlanger
ia coberto com urna bandeira tricolor, sobre um
coche funerario de !. classe.
O numero de cor;s era enorme. A cora do
Intransigeant, tinba deus e meio metros de di-
metro.
Tambem eram magnificas as coras da Liga
dos Patriotas, des comits boulangistas deRennes,
de madame Severine, d* fimilia do tinado.
A cora que Rochefort envieu lioba a seguate
legenda em letras de ouro u'uma lila tricolor :
A' mon compagnon i'xilt,
0 racL-ezes residentes em Bruxellas eovia-
ram urna palma verde, com largas titas de seda
das cores nacionaes francezas e belgas.
O tempo estava liodissimo ; um bello dia de
sol.
Toda a populagaa Ce Bruxellas e dos arrabal-
des se encontrn as ras do transito do cor-
tejo.
Quando o prestito suba a ra do Mcntcyer
bouve urna graude desordem eotre o povo e a
polica.
Ficaram algumas pessca feridas. Diversas
mulberes desmaiaram e foram espesiobadas pela
multido, que quera ver de parto o destilar do
cortejo.
Os quatro gendarmes a cavallo que abriram o
prestito, foram quasi impotentes ante a massa
de povo que engrossava, quauto mais se appra-
ximava da cemiterio.
Em volta do tmulo de madanne Bounemaio,
estavam apenas alguns agentes da ordem publi-
ca e valias iGtimos da Emilia do general:
No cemiterio estavam apenas os convidados.
A polica qmz abrir alas, m;s era impossvel.
O povo estava irreverente e revolto.
Alguos agentes foram feridos e varias oras
cabiram despedagadas no conflicto.
O caixSo detcen a campa e foi collocado ao
lado do de madame Bounemaln.
Nasta occasio fez-se um grande silencio.
Derculede tirou da algibeira um pequeo sacco
cheio de trra
E' trra de Franga I como mais tarde dir-se hia
jun'o do caixao de D. Pedro de Alcntara.
E espargio-a por sobre o caixao.
O sobrinbo do general o Sr. Vogelsang, des
maiou, depois de urna crise de lagrimas.
Rocberfort pareca muito agitado.
Nao bouve nenbum discurso.
A' ooite, porm, reali;oa-se um jaotar, presi-
dido pelo velbo pampblelaro, e a qae estiveram
presentes todas as notabilidades do extinctu par-
tido bonlangista.
Este fnebre banquete nao
clamado com delirio, com f, com enthusiasmo f
Depois vieram as desillusoes.
O idolo tioba os ps de barro.
Abandonava o perigo, e a sua fuga que mui-
tos applaudiram como urna manobra pditca
de primeira ordem foi apenas o primeiro passo
para um becco sem sabida.
Depois o exilio, o abandono dos seos compa
nbeiros, a desergao quasi em toda a linha, o fias
co a derrota.
E depois a morte dramtica sobre osoitos pal
nos de trra onde dorme o somno da morte
aquella que Ihe foi no desterro a nica, a supre
ma consolago da sua vida.
Boulanger :onheceu todos os prazeres do re-
nome da gloria, da ovago, quasi a aclama gao
unnime de um povo; e por flan todas as amar
guras, todas as desillusoes, todas as lagrimas1
todas as dores.
Os jornaes francezes receberam o segunte
documento, que publicam.
Declaragao dos colaboradores do general
Boolsnger.
Em preseoga da dolorosa perda que soffre-
mos na pessoa do general Boulanger, cs que
nos conservamos fiis, at a ultima hora a saa
amisade, e a sua politica republicana e democr-
tica temos a declarar que sendo republicanos e
partidan'03 das reformas nacionaes que acceda-
mos do oosso chefe, ao3 conservaremos depois
de sua morte aquillo que nunca deixamos de
ser.
Desejando no interesse da nossa patria e da
democracia, promover a unio entre todos aquelles
quedesejamaelevagao e engrandecimento d'uma
e a expaosao de outra, entendemos dever con-
tinuar contra os proscriptores do general Bou-
langer, que o levaram a morte, a mesma luta
que sustentavamss com o concurso de todoa
aquelles quevisam o mesma tim patritico e so
cial e que teem como cs como programma a
snppressaodo parlamentarismo e o triumpho da
soberana nacional n'ama repblica feita para a
povo e pelo povo.
Esta declaragao era assignada por quinze
membros mais cons derados do partido boulao
gista.
Eis em rpidos tragos o que succedeu uo oc-
caso inesperado de Bouanger, eis em synihese
exposto c juizo da imprensa franceza e exran
geira.
A fama obtida por Boulanger foi e ser sem-
pti um problema ioscluTel, porque nenbum
espirito por mais lucido pode con prehender como
um bomem que ni > tinba por si nc-m o brilbo de
servigo3 militares, nem a autoridade d'um ver
dadeiro poltico, nem nome nem passado. po-
desse ebegar a ter a opioiao fascinada ante sea
vulto e as multides juagidts ao seu carro.
loccberinte, pretencioso, trafego e sem escru
pulos, ao mesmo tempo favorito dos radicaes,
espemnga dos conservadores, idolo das maesas
populares que o julearam um novo Messias,
Boulanger oo soube lmi:ar-se ao seu papel do
aventureiro e intrigante e desejou ser o dictad; r
da Franca.
Eis a sua queda 1
teve a menor im
por'ancia, o boulangismo est morto e bem mor-
to.
O suicidio do general foi o ultimo golpe qrue
acabou de anniquillar.
Os ant-boulangistas feram civjs. nao pet-ipao-
do o cadver do pobre suicida : a prosa de L!s
sagaray Bscorrefel ; Mort t Lacroix, todos osao-
igos cadelistas se vingam da derrota de Jacquea
obre o corpo aiada memo to homem, que a tur
ba inconsciente e elevara a loras nunca v:s
tas, mm por Gambetta, nem por Hugo, nem por
Lamartine em epocbas distantes I
B' necessario ter assistido ao entbosiasmo po-
pular da noitede27 da Janeiro, e a despedida
da gare de Lyoo para ver qual era a popularida-
de de Boulaoger em Paris, nos ureos dias do
ooolaogismo.
as provincias succedia o mesmo.
Nao ha aldeola em Franga, casal, renniSo de
tres al pendres denominadas por urna capel lioba
ocal microscpica povoado de 20 a 50 almas,
O arcebiipa de Aix escreveu a M. Falliere,
ministro da justiga urna carta em que censurava
o governo francez por bavnr abandonado os pe-
regrinos seos compatriotas que foram em Roma
victimas das mais atrozes violencias.
Essa carta produzio sensago e provecou du
pa corrate na opinia publ :a, censurando um
a conducta do hispo e applaudindo a out.-os.
Para evitar-se a propaesgao do fado, e afim
de impedir- e que idntico procedimento ti ves
sem outros prelados f.-aocezes foi iustaurado
processo contra o referido arcebispo, mqnse-
Dbor Goutbe Soularde que teve de comparecer
peante o Tribunal de AppelagSo, son a presi-
dencia de M. Perivier.
Assistio ao jatgamento numerosa concurren-
cia. Nao bouve incidente uo:avel. 0 arcebispo
lembrou as violencias exercidas coutra os pere
gnnos em Rema, e dise que, ao escrever a sua
carta, lo quiz iosultar o ministro; cumprio
um dever, e foi approvdo pelo episcopado : a
igreja catboca nao combate governo aam
elle nada mais tinba a dizer.
M. Qaesnay de Beaurepaie, procurador gerai,
pronuuciou o discurso de aecusaco, no qual
declarcu que nao se tioba processado o padre
mais sim o cidadao faccioso ; nunca o e pisco
pado foi tratado em Franga com mais urbani-
dade; nem a religiio foi mais independente
nunca.
O advegato da fazenda examinou os inciden-
tes occorrides em Roma e pidi a absolvigao do
arcsbtspo, dizendo que elle nao fez senao levan
tax aliivcsente a bandeira f.-anceza. Em seguid
o Ja"Lunal retirou se a outra sala para deliberar
sendo condemnado o arcebispo a sua multa pe-
cunia'ia.
Ctegando a Aix o condemnado foi recebido,
por mil (ftssoas, mais ou menos, que Ihe erque-
rara vivas, correspondidos com outros rep-
blica c alguns assobios.
' J?ta .rstufestcgo durou urnas duas boras se-
iraajer.tr, di ante do [lago archicpis.opal.
Beate eniraram algnmas centenas de caiboli
coa, -qoe rb~am comprimenlar o prelado.
O Fgaro abri urna subscripgo para cobrir
as desptz s do pro:esso e a multa do arcebispo
d'Aix. Os jornaes couservadores censuraram a
coodtrmoacdo.
A Auorit acboo que a coademnagao era urna
simpUs multa ou urna absolvilo disfargads.
Os jornaes republicanos disseram que a cea
demnago era justa quanto moderada ; os prela-
dos saberiam de eutao em deante que nao estSo
cima das leis.
O Journal des Debats, p03to que censurasse o
arcebispo entendeu que o processo fora inop-
portuno.
Os ltimos dias do anno fiado foram deveras
operosos para a Frauga, que vio amontoarem-se
problema, que reclamavam argente solugo.
A reviso das tarifas, a reforma das institui-
ges martimas, a questao religiosa provocada
pelo incidente dos peregrinos francezes em Ro-
ma, etc., preocuparan: todas as attenges dos
polticos francezes.
Foi portanto grande o trabalaoso o legado que
o anna de 1891 fez ao corrate.
Oxal que possam ser em breva resolvidas to-
dos esses incidentes, sem icommoges intestinal
e sem desgostos.
A Franga,a grande capital to mundo civili-
sado, merece bem os votos que todos 03 povos
fazem para que esse nobre paiz possa oa paz e
no trabalbo usufruir os resultados do seu entra-
nbado amor a Civilisagao I...
ALLEMANHA
O actual imperador da Allemanha, que um
espirito audaz e emprehendedor, concebeu a
idea de um congresso europeu, que resolvesse o
desarmamento geral, compelliodo a participar
nelle os que se mostrasem recalcitrantes.
Quando em flus de 1890 se encontrn com os
soberanos da Russia e da Austria, diz se que
levava comsigo, formulado o plano desse con-
gresso, para submetter apreclagio daqoelles
imperarles.
Nao se sabe qual o acolhimeoto que teve en-
taj o projecto do mogo imperador, nem ee elle
cuegou a ser aposentadas aos outros soberanos.
Doraate muito lempo bouve silencio geral sobre
o assumpo ; mas no anno fledo a imprensa eu-
ropea torna a oceupar se d'elles, atiribuindo a
Guilberme II a renovago do seu intento.
Parece qoe o incentivo para este novo desper-
tar da sympatbica idea foi urna memoria que o
secretario da embaixada ingleza em Roma redi-
gio por ordem do seu governo, e que foi com-
municada por este confidencialmente chancel-
la'ia allemi. Nessa memoria, o d/plomata i-
glez mast.-a com os algarismos iirecusaveis da
esta.istica os sacriflcios que os armamentos es-
to cansando s sete grandes potencias : Franga,
Allemanha, Rassia, Gr Bretanba. Austria Hes-
panba e Italia. Diz-se que esse trabalbo produ-
zio gr-.ede impressao as regies cOiciaes de
Berlim, e foi causa de t.raar o aperador Gui-
lberme a querer o desarmamanto geral.
Nao falla quem considere esse intento como
urna simples utopia, entendendo que s depois
de ama grande guerra ser possivel o desarma
menlo.
CORlIESrOMtmiAS
Do c Diarlo de Pernambnco *
PORTUGALlisboa, 4 de Janeiro
de 1891
Foi muito concorrida a recepgo em graude
gala no dia de Anno-bom no pago da Ajuda, a que
assistio el-rei. sua esposa, sua mee seo irmSo.
Pooco autes o soberano havia dado audiencia
de recepgo ao novo ministro da Russia n'esta
i:te, trocndose os discursos cordeaes do es-
tylo
No dia 2 em conformidade com as disposiges
da hl fundamental do Estaco foiaberta solemne-
mente por el-rei a nova sesso legislativa.
A falla do tbrono, lida por S, M. a'aquile acto
diz o seguala :
* Dignos pares do reino e senhores deputados
da nago portugueza :Depositario da sobera-
na da nago por direo constitucional, repre-
sentante de urna dynastia vinculada prospen-
dade e independencia do paiz, me sempre gra-
to ver me rodeado dos que, invertidos do m;.nda"o
popular, sao chamados a cooperar com o mea
governo no desempeono das funeges qoe coos-
tituem a direcgo e admicistrago superiores do
do Estado.
No meio da mais completa tranqoillidade
publica, assisti com prazer a inaugorag5o do ca-
minbo de ferro da Btira Baixa, qua abrir urna
era de prosperidade para aquella provincia, e
visitei algumas cidades do norte do paix no in-
tuito de conheoer de perto as necessidades das
industrias e os meios conducentes transforma-
gao k melboramento das coodiges do trabalbo
nacional. Na mioba viagem airavez de um ter-
ritorio que en percorria pela primeira vez no
meu curto reinado, experimentei esse sentimen-
to que j antegosava e qae presenta na previsto
de orna conscieocia, dedicada ao servigo da sua
patria, esse seotimento lo lisongeiro ao mea
corago de homem e ao meu espirito de rei cons
titaciooal, o amor do povo porlngnez para rom-
migo e para com toda a miaba familia, manifes-
tado com um fervor e um eri'husiasnio qoe en-
ebem a alma de gratido icde'.e'el.
< Jurado berdeiro do tbrono pelas cortes, ac-
clamado conforme as praxes e as tradiges da
monarebia. reconheci, nSo obstante, que um lago
mais estreito me p.ende aos destinos da nagSo :
o amor que o povo dedica dyaastia, como urna
afrmagio de paz. de spguranga e de felicidade
do paiz. N'esse affecto espoHtaneo, verdadeira-
mer.ta extraordinario, enconlre a mais solida
consagrago do meu reinado.
No uso das autorisages qua Ibe foram coa-
cedidas pelas leis anteriores, o meu governo re-
formru a orgaoisago da Cacara Municipal de
Lisboa, manteado am justo equilibrio entre a ac-
gao local e a do poder centra!; oreanison os tri-
tuoaes districtaes, augmentando ibes as attri-
buiedes em Qarmonia com as cjmmodidades dos
povos; remodelou os servigos dependentes do
ministerio dos negocios estrangeiros, sob o prin-
cipio da sua meltior distribo gao. e reconstrnio
03 servigos agrcolas eo ensico agrcola e indus-
trial dando Ihe urna fe-gao prcfl*sioi.al e pratica.
Em todas estas transformages dos servigos
publico?, o meu governo obedecea, alm d ci-
terie especial que caracterisa cada urna d'ellas,
ao principio geral da redujo de despeza.
O mesmo preceito presidio ? reformas de-
cretadas para o ultramar ao aso ''as attribniges
coofe-idas ao poder execotivo pelo art. 15 do
primeiro acto addicional Carta. Foram cer.

I
f


2



/



Diario de Peroambuco Domingo 17 de Janeiro de 1892
V
cesados alguos veacimentosque se podiam con
acerar exagerados em face das circumstanctas
floanceiras dj paiz; r^ularlasasea.accasBa*&-
co de servgos asta ostfito aisuaimriaosjlo ;
decreloo-se udamoiti divisa*) aaamtaistrsatva
para a provin;iada.-MacaBbi(ae soto* baaasda
raducgo dos encamas orcamentaes-e de desea-
v olvimento matera! daiooaonia.
ConiiouamoaMMzanate lasnteaO' aa mais
cordeaes relaja- ce m. toda as patencia*, A
execuco do traja* luack*bntmaiiico deill dsuJu-
nho d j aaao pasudo prosees raBjtoaruBtsie,
teado at aqai retsaao' em todo os trabalbos
para esse Qm realisados leaes e recprocos sen-
timeatos de justa e equitativa coaciliago. Op
portunamente o meu governo vos apresen'.a-
todos os docamenios relativos a este imporiaaie
assumpto.
Tambem o nata goveruo sujeitar a vossa
apreciacao o acto geral da conferencia de Bra-
xellas. com as mo lifieages que receotemente
foram ratrodozidas nesse diploma por consenso
de todas as potencias, e a qua Portugal nao li-
ona motivos para se nao associar.
Pelo que respeta' aos tratados de crame:
ci, que evealuatansute veobam substituir os que
foram deouaciados eque em breves dias cadu
carao, o meu governo vos daracoota opportona-
meute dos resultados das oegociages que a tal
respeito tiver realisado, sojeilando-os, como
sen> dever, vossa delibaragio antea de os rati-
ficar. O principio era que se inspira apoltica
commercial externa ao meu governo o de nao
conceder beneficios eenao em troca de vantagens
importcntes, abandouanio a clausula da oagao
mais favorecida, e tratando de fazer convenios
especi.es com as potencias a que nos prenden
as mals es'rcitas retacos mercantis que precisa
moa de mia'.er e caltivar. Neaj lsoliineato, que
seria impoltico e funesto para a aossa agricul-
tara, nem transigen;ias exageradas que despro
tejan o trabalaa nacional, ta digao detooo
auxilio e incitamento.
Nestes termos as negociagi;s que se aC'am
raajs. adiaotadas pao as que se eacooiram pen
deates com o Brazii, e que por eventualidades
polticas, que nao igooraes, teem sido ma:s re-
tardadas da que era de prever. O mea goverao
confia, por jn, em que se chegar a um resulta-
do satisfatorio, cerno as ulti as noticias fazem
esperar e de mutua conveniencia para os dol
povos, irmos pelas tradicSes histricas e qae
tantos sentimentos e tantos nleresses appcoxl-
mam.
Se por um lado a reorganUaj) das torgas
defensivas da nago se ian.Ge cada vez mus ira-
neriosameate, por outro, aicireomstanciaes ex
cepcionaes do tbesouro e a instas te necessidade
que sabreleva a todas de acudir com promptas
adeqoadas medidas cnsa fioaneeira o econ-
mica, quenas tem asaobarbado n'estes dois l-
timos ana s, nao permitiiram at boje usar lar-
gamente das auctonsages legaes concedidas ao
goveroo para orgaoisar os quadros e se-vicos
militares. D.ffareates me-horameatos se decre-
tadla, todava, tendentes a meihorar ak'uus
servidos e a astracgao militar.
Introduziram-se na lei a nos regulamentos
coucerneaies ao recrutameoto algumas disposi
ges qae os bao de tornar mais equitativos para
08 povos, e oais elfieazes para qu) esta perenne
corrente da torca publica teoha a devua mpo.--
taacia e vitalidade.
Atteadeo se tamben s neces-idides doeo-
mqo militar reorganisaodo a escola do exercito,
eob um rgimen mais simples e conforme aos
modernos aperfeigoameatos, e sobretodo de ca-
racier mais pralico e de applicagao, e creou-se
o urso de guerra que babiiita os ifficiaes das
differ-Bies armas do exeru.o para o importante
servico do estado malor.
ro uto o que a esireiteza das circumstan
cias permiti; o goveruo. purera, dentro dos
limites que Ibe sao impostas pela actual simago
naoce^ra e ecnoomica, procurar ir atlenlenda
sascesaiva e oaportunaoieaie s aecessidades do
exercito e da defeza nacioaal. qaer fazeud use
das au.ansigoes especiaes que Ind fjram conce-
didas, qi-r apresentando i vassa luslrada
aprcjaiacao as ueviJa* propostas.
A d.ffieil criseassim econmica como tinan-
ceira.qus vamo^ atravessando e que nao provm
aneaaa de l'^c.os de ordena ia:erna. mas tambex
de oalrjs imoortan'.isslmas indepeadtntes da
nossa aegao, impOe a todas arduas deveres para
s r -o.u idi. naje mais que nunca se to~aa
iidspcas.v.1 astMiar o ejuutbno orgainintai
sobre bi=es soiidat, tanto por meio de profua-
ds redu gj s aas degxzas publicas, como pelo
aprovei'.imemo cuidadoso de todos 03 meios de
a'voio.,ua: recei'.as sena augmenta de laxas tri-
ba.arias, que as circamslaacias Da permittem.
Kemuza ussim a situago do tb?eouro a coudi-
g&e* normaes, e re5taa=iecida a coaliaug mere-
cida pela proaidade da naga e p;los seus re-
cursos, simultneamente urgent ragatoiaai a
cireuiago monetaria e o curso de camcios por
firma que as manifestugOes da activ.dide ecajo
m ca da reina aaa fa,ie o necessar.o caacurio
do capital.
A rekiran das pautas, j dependente do
vosso ex.,ne. aa.- larga -umaj ao dseavalvt-
mdU'.o ag-i-'jli e industrial da piu ; as pr iprias
provagOes da cnse aj,'neatar.im en todos os
cidadjs a caaicgo de quinto aecessano am-
pliar o trabaiba uacianal.por firma qie a Mtoa-
gao e:oaamica do re:ni pnacipalmeate disua
prolacgtj a-piada. Con o caaca-so do cap
ti! na justa* i;rapo-g:s qu-f a p-uJeu: a impOe
estaco reunidas tados os e;en-n.as para a ai
gao vencer as agro-as Ja cn;e, conlraaqual
io patriuticumeate tem Itcudo.
E-ia situagio diera ao meu governo o dever
de na presente s3ssao ieisiar.lva sunmetter o?-
pariuaamente vassa deliberaga imp3rtaatrs
propasta; de l*A a intuito de regular a gerencia
tinsnceira do Balado, e J i pepa-ar o n',\-Aiio
restabeiecimenta de can igOJS aarmaes ao mer-
cado econmico.
A3 provideac:a3 j taidas no exer:.c'a
das luocges da pjer execativo, no s-atwo.U:
relazir despezis, as que teem resultado e re;u
tari do usa d:s iDioriaa^toa sgislatifM, uj
na?as p:ov;d=ncias quj vas bia de s;r apresen
tadas veocero pelo concursa patritico dos po-
deres pualicas e de talo- os ciiaiacs sent cr.se e abrirn ao reina, assim o esiierj,
navos e iargis bar;soutes de prospero e seguro
porvi-.
Nao aera, parrn uaicimeote as prapa3tas
de carcter linanceiro ou ecoaomica as tubmsi-
tidas ao vosso C3Carecido exame. Outras de
rlevante importancia vos sero apresen:Jas
pelo meu goveruo.
Alm de propostas relativas ao proces^o
penal e commercial, ser vos ha presentes di-
versas providenas com o tim de facilitar e
completar a execue&a do rgimen peniteuciario,
e de tornar mais cllicaz a repressio das reinci-
dencias e a correcga o'03 menores.
as adunes condiges financeiraso mea go-
verno nao poder apreentar-vos par agora pro-
postas tendentes a amplia: e desenvolver as
obras publicas, que to largo incremento oau-
veraai nos ltimos aaaos. Qi encargos dos me-
lborameBt03 materiaes j realisadas e de outros
em va de concluso, cjnitituem para este mo-
mento responsabilidades demasiado importantes
que por forma aiguma coavm aggravar.
Nesle ponto lodo o piano gavernativo deve
consistir na reau:ga do respecivo capitulo das
emprega3 pblicos, e no melbor aproveiiam'Oto
econmica das trabalnos ji realzados, po- meio
de proviJn :ia3 de- rigorosa ecanomia e de baa
adminutrago.
No intuito de proteger e estimular o t'ab
lbonaci 'il o meu govarno ubm:tten j ao
vosso eaclarecido exame urna poposta dn ei
destinada i fomentar a ntrolacgao na paiz de
novas industrias. Oatraa propastas de lei vos
sero submettidaa pelo respectivo ministerio,
suboriiadas aquella peniumeito de brtiHoar,
auxiliar c proteger a agricultura e a industria.
Digaos pares da reina e senbares .ieputada3
da nagaj pa tugueza : ge em qualqaer momento
inportante a misso ajas a canstituica da paiz
vos incumbe de deaempeabar, boj > maii da que
nuuca sob.re.-le.a a graaJeza do voseo mandato.
Trata se da reieinpga eccijmica deste paiz no-
bre e honrado, que *t hoje tem comprtdo leal
mente os stus compromisso; o que no meio das
iiif'.uldanes occorreotes nao tem esqiecido os
deveres resultantes das ccn?eng5es a que se
ligou.
Nao insuperavel a crise que nos assaber-
ba. Devida a cansas geraes, que necessaria-
mente se bao de modificar ptlo melnoramento
da sitoagao dos mercados externos, e a causas
especiaos que urna baa admioistraco pode de-
rimir, ella desapparecer, sem deixar ruinas,
desde que a acgSo do giverno, n'um lapso ra-
soavet de tempo, auxiliada pela abnegagao pa-
tritica de todos os cidados no sacrificio inevi-
tavel de a'guas interessts, tenbalirmeza e egre-
gia para circumscrever se ios gasto; stricta-
mente indispeusaveis na manuteogio dos serv
rjWTnhlmoa
voaao aateolado paatittttaal umt ga-
mona daqua- ato sttt> etteftl a aassi qu vat
aaaegif, e da qae vai ialaire, com a coliaba
najo gaauuoa e datiatanatadade todoi oa>
pattuguaaw, uon uava pMa de prestu ios pira
a n.titulgG. e de fellcidade para a patria.
EaN-aberfM seaaft.
Assiatio aov.ura do^parlamento to o o car-
pa diplomtico estraagairo, contaada i* eatre
este os don novo ministros da Ka: sia u da
Blgica.
Allirma se que a redaego deste documento
constitucional e do Sr. couselbeiro Julo de Vi-
lbena, ministro da marinba e ultramar.
Alguem o bavia de redigir, e quem fosse esse
alguem pouco importa ao paiz.
O certo que ueste longo discurso falla-se
mais do passido que do futuro, como observa
va boa tem o Correto da Noite, orgo dti partido
progressista.
Recoman: se os actos praticados pelo joverno
e pouco se diz do que elle poder ou querar
fazer. Cnega-ae ao Un, sem se licar sabeado
nem qual o plano do goverao.
Muito mai3 explcito e multo mai3 ani nadares
eram o Te-npo e o Diana lllustraio da \ espera.
Prosegue a falha progressisti:
O governo, que aceitn voluntariamente,
e quasi satisfeito, a raissi) de resolver a nossa
crise financeira e e:onomica, parque foi elle
que se inculcou ao mundo nos seas procrammas
e cartazes,3 que tomau esse campromls3o pe-
rante a naco, nelo simples facto de subir ao
poder em son da salvago publica e das ur-
gencias do Estado, deve uizer agora, tm can-
DMlo pablica e solemae, em que lempo, e a*
titicar se com r.izes, que ninguem capaz de
idivinbar, de nao ter feto consa nenhuraa.
Etlectivamente, e-ti sessa parlamentar est
destinada a ser, ou a rebabilitaca do covenia,
ou a sua perdigo total.
Do que o ministerio precisa de um bil para
a indolencia e para a inercia govern;mental,
pondera o jornal progressista, asseveraido, ao
m-smo lempa, que de promessas esl o paiz
farto e que a opinio publica, sem a qual se nao
pote governar, est hoje comoletameitti desan-
ganada e profundamente df.silludidi. f}ae nio
tem esperaoga aiguma de que o governo se re-
habilite, por maia de orna vida uava. t- venba
boje praticar actos que o possam amnis:iar dos
seus erro?.
Qae o discurso da carda, como )>eca poltica,
na representa nala; como pega latera;ia, nao
na que Ihe dizer.
Con fesao Ibes que tambem foi sean a impres-
i&>) que me deixoa no espirito.
Na aaaeotbia geral da Sacie lale de Gaojrra-
pbia que se ellectuou a 30 de Dazembro, para a
reoovago dos seus corpa3 gerentes, foram elei-
tos os seguiotes cavalbeiros :
Direcgao. Presidente, A. do R. Pereita Sam-
palo.
Vicepresidentes, J. V. Mendes Gaerraro, F.
M. deSotiza B-m.o, Hermenegildo Gapella e
Toomaz de Souza Martins.
Secretario annual, J. F. Palerma Secretaros adjuntos, Ernesto de Vasconcellos
a Jeronyma da Cmara Manoel.
Tbesoureiro, Luz Diogo di Silva.
Vogaes, Fernando Peiroso, Kadriga 4tTan30
P quito Jao Pedro Diogo Patrooe Juniar, Sot
Estevo de Moraes Sarment eJ.E. da Costa
Uliveira.
Cammisio de cantas : Augusto Potier. Paulo
de Azevedo Chvese Jas Carlas da Silva Xiviar
Vieira Ligo.
Ccnselbo central.Presidente, Augusta Jas
da Cunha.
Vogaes: Aa'.onaJis Tiixeiri, Antonia Ma-
ra Pereira Carrnho. Conde de Ottoliai, Cande de
1b>mar, Duque de Paimella, Francisco de Sal-
ka L-ncastre, Francisco dos Santos. Frelerico
Biester, Jeraoymo Uso*io de Castro Cabral e Al-
du merque, Joao Hennque Ulncb, Joo i'.aria de
Magalbes, Joaquim Moreira Marque:;, Joo
Baptista de Aidra e, J. B. Farreira de Almeida,
Jos Frederico Laranjo, D.-. Jos J. t a Silva
Amado, La z Fe'ippe Leite, Lniz T.avassos Val-
dez, Mrquez da Praia e Moulurte e Teixeira da
Silva.
Por brevidade omiti o resaltado da eleigao
daa sess&es scienlificas da mesma Sacie 11 te.
Uecebea se em Lisboa a 30 do passndo na-
thia telegrapbica de ier fallecido em Berlim o
Sr. Mrquez de Penarte!, cosso ministro uaquella
curte, fisia noticia causn profunda m:goana
nassa primeira sociedade, onde o llusirt U:plo-
mata era altamente apreciado pelas suas primo-
rosas qualidades debomem do mundo.
Os esplendidos bailes dos Marquezes da Pena-
fiel na seu palacio da S. Clirispim deram brado
em Lisooa. Comparavam se as raagniri cencas
daqu-1 as toires a outras mais antigs, a.- que 03
Marquezes de Vianoa davam no s: u patelo do
Rato, e custava a dtc.dl: a quaes competa o
primeiro lugar.
En Beriim, o Sr. Mrquez de Penafie'acuae
couqaijtar as sympalbias u es respeitos de todo
o carpo aipiomutica e da alta sociedade daqueila
corte. O velno imperador Gailherme seinpre o
distingui com a sua amizade.
Du-anta o famoso congresso de Beriim, presi-
It'do pelo principe de Bi3maick, e onde se tra
tou de regular a situago dos diflerentei Esta
dos europeas na continente africano, o marquez
e P.-nai-l, nabremente secundado nes-s espi
naosa e delicada misso pelo Sr. conselheiro Aa
ionio de Serpa Pimentel, no^sa enviada especial
aa Cmgressa, prestan a Portugal os mais rele-
vantes servigas.
Era una das guru mais diithtctu 8 respM-
tadas do "o-po diplomtico port"guez. A ;ua
fal r muito sentida as regias olliaes.
Succumbio a um ataque deinfluenza qae
Ibe aggravof. aatigas palecimeatos.
O S:. Serra Carnes era natural do Brasil, tando
vindo pira Portugal na qualilade de secretario
di l-cgcc'.o, lendo-se naturalisaJo cidadaa por-
luia-z quando casou cam a S-a. mirquaza de
Penael e seguinla a carreira diplomtica no
no8so paiz.
O Monitor Official de Im)e:io (de Beriim)
oceupaado-se da marte do Marquez de Penarte!,
diz qae o governo imperial e com elle numero
sas pessaas, tomam parte no sentimento uo so-
berano pela parda do represantanta ta digno e
experimentado.
O Sr. Esequiel Prego, secretario da lgagaa
portugoszaem Barlim, logo qae chegoa a' nou-
cia te'.egraphica da marte do marquez, raceaeu
orden du nosso governo para parir naraaquel-
la cidade, aGm de tomar coata da legago e re-
presentar o governo portaguez uas exequias ao
fllenlo diplmala.
O gaverno convi ion o Sr. conselheiro Barros
Games, ministro da Estado honorario, Dan ir
representar Portugal, na ieag3o ae -lerlim.
Segundo consta o S". Birros Cames, recoalie-
cendo qaanto honrosa era esta misso, parece
que a declina ueste mame a'.o por motivos le me-
lindre pe3-oal.
E' provavel qae. apezar da insistencia do can-
vite, o alustre estadista nao accette a legago ue
Beriim.
Emquaoto, em Lubaa, no primeiro da to
anno, o mundo official corra de carruageiu para
a recepcSo do pigo da Ajada, grande numero de
cidadas, amigos e admiradores dos presos pol-
ticos eCutpmbavam-ie a p para o Limoei'o
aSm le Ibes deixarem os seos cartes de visita.
Cerca de urna ora da tarde, a con correncia
era tanti, que a polica teve da tonar provideo
cias para qae se a) imerrompesae o transito
na: roas visinbns da cadeia civil.
D;f.0'e do L.maeiro salivaran alguna ;rapos
da papuui'es, que foram dispersos pela tulicii.
Na cadeia entravam, apenas, cinco individuos
por cada vez, mas era fcil a entrega des car-
1533,cojo numero ae elevou a.algao8 cealen.res.
A visita aos presas foi urna manifestar) poli
tica de sympatbia, qae maao grati deve f.r sido
aquellas reclusos.
O Banco Luzitcao. seguido coasta, pedio
prorogago di morataria par neis tres mezas.
Falleceu. ha paucos das, e sepul.ou se
ha .'.em o Sr. D. Luiz de Mello Breyaer, um dos
cavalneiraa mai3 distmctos da nossa sociedade e
muito conhecido e apreciado como fl irtcultor.
Era director do jardira botnico da casa real.
Tambem succumbio o Sr. onselheirc Clau
dio Mesqaita da Risa, que, durante muios an-
nos, miii'.ou activamente na poltica, tenia ai la
deputado e governidor civil.
Enlerrou se hoatem.
Tomn bontem passe a nova vereat o da
Cmara Municipal de Lisboa.
Presidio o mais veno.qae o Sr, Zpbimo Pe
droso Gomes da Silva.
Foi eleito preaidente o Sr. Conde de Ot'olin;
vice-presid'nteo Sr. conselheiro Silva Ainado ;
vogaes effactivos da cemmissaa municipal os Srs.
Conde de Rastello, Manoel Jos Monteiro, Anto-
nio Fmatiseo daCo3ta Lim) Affanso Xavier Lo-
pes Vieira, Jasa* Marttnho da Silva Guimartes.
Amanlo Eduardo da Matta Vieira e Augusto
Franoiaca Vieira; e sopplentwos Srs. Victoria-
no Ettrella Bra^a, ZopBimo Pe Iroso Goares da
Silva, Jo*j Garios de Oliveira, Fran:isco Germi-
no Claraj Laz de Almeida Calbeiros e Antonio
Julio Crrela Gnedes.
Por parte da minora repuWkcioa, o Sr Sarai-
va Lima propai que se reprweotasse ao pana-
mnmo no sentido de serena raodilicadas algumas
das dispasigOas do decreto da 6 de Selembro de
1891, que reformou a orgaoisaca administrati-
va do municipio de Lisboa.
Foi approvado por li votos conlrt 5 urna pro-
posta de voto de louvor i. commisso adminis-
trativa, qae tiadoa o seu mandato.
Amanba rene a cammisso municipal para a
distriouigo dos peiouros.
Fallecen no Porto a Sra. baraneza do Sei-
xo, D. Carolina Ra3a de Faria aparentada com
as principa?; familias daqueila cidade.
Em Lubaa succumbio a ama congesto
um des .y jos mais caabecidos na capital, Pedro
Alonso, que foi durante muito tempo profe3sor
de instrucgo secundaria, e ltimamente obtive-
ra o iu-tar de amanuense da Tarre do Tombo,
onde nuuca ia por andar aemp.-e embriagado. O
infeliz conhecia a fundo algumas linguas, prin-
cipalmente o grego e o latan.
ave ir um dev.es das assigoatura real
um decreto nomeanda urna commisso encarre-
gada de elaborar um cdigo tbeatral, que defin
cun preciso as relagfaas entre autores drama-
ticos e emprezarios an theairos.
Parece que f.izem parle da comm3so do co-
ligo ihaatral 03 Srs. Piuheiro Caaga9, Antonio
Mana Pereira Carrilho, Luiz Augusto Palmerim,
Bnlo Aranba, Gervasio Laoato, Ran^el do Lima,
Fer.-eira de ^esquita, Souza e Vasconcellos, Al-
berto Pmentel Joo Rosa, Joiquim Miranda,
Abel Botelbo e Sergio de Castro.
Alguns nomes Qgaram nesia lista qae flea a
gente a scismar as bullas com que nella entra-
ran?, ao passa que nomes de autores dramticos
dos mais lauralos, como os de Antonio Ennes,
D. Joo da Cmara, Lopes de Mendonja. etc..
etc., ticaram no tinieiro.
Forgoso alias confes3ar qaa na nota ba ele-
mentos de grande competencia.
Telegrammas de Igavernado: de Timor
(Oceaoia) informam ter-se concluido, com feliz
sorte pira aa armas portagaezas, a guerra qae
se baria travado contra os povos de Lamegun-
tos.
TBAMClIrOB
Formas
de governo
(Do Diario Official)
III
E' esperado em Lisboa dentro em paucos dias
o Sr. conselheiro general Francisco Maria da Cu-
nha, goveroadar geral da India.
A bordo do vapor Rei de Portugal da
Mala Real Portugueza, ebegoa em da d'Anno-
bom a forga de artilbana, que partir para' a
frica em Janeiro de 1891. Muitos individuas,
pareutes e amigos dos expelicionario3 foram
esperal-os ao Arsenal de Marinba. Velo tola a
fisrga de artilbaria 3, parte da brigada de. man-
tinha, sob o commando do 2 sargento Daar:e,
e parte de infamara, mas sem .ofSciaes. Dos
ollici es de artilbaria n. i vieram um capito,
um i tenenle, um 2o tenente, um veterinario,
um i' tenente da armada e um capito tenente.
Na frica ticoo anda um secgo na brigada
de monUnha, eob o commando de um i' tenen-
te, que esta no Zimbeze e regressa no vapo*
Malaoge. Um teneBte do 3* de ariilhana nao
veio por ler cado doente em Zinzbar, com fe-
bre, mas eslava j em convalescenca.
O aspecto dos soldados rasoavel. Tiaham na
cabega os chapeos de feltro pardos que levaram
para a expedigo. Muitos delles, linbam perdido
as cores, em resultado das febres.
Cs c-fliciaes de artilbaria 2 ei foram esperar
os eeus caaaradas fora da barra, e a alvareng
do 4 foi ao Arsenal, acompanhando depois cs
expedicionarios at ao quartel, tocando o hym
no nacional. Alraz do corpo segulam a p toaos
os ofnciaes de artilbaria.
No Ra de Portugal veio tambem um enge
nheiro, um conductor de obras publicas, um al-
feres e varios empregalos do caminba de ferro
de Lourengo Marques.
Esto pablicadus 03 novos estatutos da
Compaobia Mogambique. O capital foi elevado
a 4,500 cootos de res fortes, dividido e um mi-
Iho de aegas de 4*300 em ouro, 2o toncos ou
urna libra esterlina.
A sede do cooselho em L'sboa, mas tara
em Landres ou Pariz um cama composto de
administradores residentes fora de Poriagal.
Segundo cartas fle Lourengo Marques, cha
garam all ba cerca de um mez uns 400 ingle-
z.-s em estado de miseria extrema e lamimos,
que reliravam de Masbaoa, onde na tiaham en
centrado metas de sust miarse, parque, a res
peito de explorago agrcola e mineira, foi ludo
urna historia arraajada para apanhar diaheiro
aos ingenuos accionistas aa compaohia Stuth
Africao.
Aquelles nao 'le3illudidas faram por trra de
Machona at Beira, onde embarcarca~am n'um
vapor para Lourengo Marques, com o fim de se
gurem dalli depais para as suas trras.
O iDiario do Governo de 30 do mez ul'.imo,
pubcou os estatutos da compaobia da pesca de
perolas, de Baza: ute.
E' constituida entre todo3 os propietarios
das acgOes, creadas oa confarmdade desses es
tatutos, ama sociedade anonyma de respoasabi-
lidade limitada, que se denominar Companhia
da pesca das perolas de Bazar uto, sociedade ano
nyma de responsabilidade limitada.
A compaobia tem por fim:
1.- A explorago da sob-concesso approvada
pelo governo portugaez, da Jireilo exclusivo da
pesca daa perolas e coral, e da apanha do am
bar na zona da frica Oriental compreheadida
entre a margem tal da foz do Save e o paraiella
22* 12' latitude S., aoraagendo a costa e as ilbas
adjacentes e as aguas que as banbam, de bar
monia com o decreto de 30 de Ju'.ho de 1891,
relativo ao distriem de Inuambane, na parte ap-
plicave!;
2.* A' explorago e aimioistragao, em coo-
formidade com o mesma decreto, na parte ap
piicavel, das libas adjacentes a costa, dantro da
zona bxala no numero antecedente.
3 Quaesquer o>aerag6as commerciaes, indos
tnaes oa tioanceiraa que se relacionan] directa
oa indirectamente com os direitos transferidos
companhia, e qae esta julgar conveaieates aos
sena interesses.
O direito s explorages de que trata o pre-
sente artigo subrogada completamente na com-
panhia, para todos os effeitas activos e pas-
sivos sem excepgo ou reserva de nature-
zi aiguma por Alexandre Alberto da Rocha Ser-
pa Pinto, o qaal no acto da coastttaicao da cam-
panha In'o transfera com as correlauvas obri-
gagdas, t&a inteirameate como esses direitos e
oo.-iagies e conten oa escriptura faifa entre j
Jas Mana G.-eeatiield da Mello e Max Stone
primeiros outhorgantes e Alexandre Alberto da
Rocba Serpa Pinto segundo oathorganta, e como
con-ta do alvar de approvago do mencionado
contracto de 1 de Agosto de 1891.
A durago da compaobia de 23 annos, po
deudo este prazo ser succcssivamente proroga-
do por periodos de 10 annos.
A sede da companhia em Lisboa, polen lo
ser transferida para qualqaer outra cidide par-
tugueza. A compannia estaoelecer em frica,
e ojde mais conveniente jnlga-, as agencias e
estagOes necessanas e podar ler no estraagairo
um comit administrativo.
O capital inicial da compinhia xado em
180 cont.
Eicrevem do Ziira em data de 28 deN)-
vembro, que anda na comegaram os trabalnos
de delimiiago das fronteiras com o Estado n-
depeodente lo Cango.
as ofli ;inas do Arsenal da Marlaba vio
ser faitas seis barracas de lona para acampa-
mento da commisso qae. na prxima primavera,
deve proceder deinarcaclo da fronteira aaglo-
portagaeza ao sul do rio Z imbeze.
Os instrumentos e art gas de tranal.no, de qae
a mesma commisso carecer, ficam a cargo da
cammisso de caatograpbia uas provincias ul-
tramarinas.
Est j adiantada a irnpresso da relatara
em qu: o Sr. coasalbeiro Antonio Ennas dea
canta ao governo dos trabalbos, que pode effe-
stuar durante a sua permanencia em Mogirobi-
que como commissario regio, para a exacugo
do tratado anzio-portagaez de 11 de Jaabo. O
relatono foi qaasi todo esenpto durante a via-
gem de regresso.
Dizia-lhes oa miaba ultima qae o capito
Laito e actor Verdea!, degreiados polticos,
lendo-se eradido de Loaada, hiviam aido captu-
rados no Armbriz, para onde tinbam silo clan-
destinamente levados em caixates. Agora coos
ta qae os doas exilados republicanos arromba-
ram as grades da p iso do Ambriz, coosegaio-
ao refuiarse n'ama coloaia estrangeira. Ac-
cr?3ceata se qae varios moradores do Ambriz
os auxiliaran! nesta nova evaso.
Esse appeHo a influencia directa da di-
vindade, escolheado e inetit lindo am so-
barsoo, seu representante na trra, firma
o principio dogmtico : cUm ;re legti-
mamente instituido nao poda alienar de si
o direito soberano ; porque ella nao o re
colheu do povo ; mas o teve da Oeua.
E' repellida portento qualquer interven-
92o da vontede popular, absolutamente
extranha e nulla em toda a aceito do go-
verno.
No entanto, si por verdadeiro houve3-
sem os monarc'aa8 do direito divino culti-
vado o dogma, em que se escudaraai, nao
haveriam, de certa, transmitido a seus
descandentes o. poder soberano ; pois que
o ponto de f em que repousa a escalba
divina Ibes nao assegurava faculdade e
meaos o direito de transferir o qu8 de Daus
recebaram.
Typoa da primitivos goveraos orientaas,
instituicSas das primeiras monarebias na
avolucao dos povos, deixam bem patentas
que o dogma do direito divino samo aos
res contra a interferencia da vontado e
da accjto popular e em favor da daacaa
hereditaria do poder.
Accusando de sacrilegio toda a tentativa
do povo no sentido de depor o soberano,
eate se abroquelava no dogma da intraos-
missibildade do pader por elle recabido
da divindada ; mas repellia de facto esse
mesma dogma, desde .que tran3mittia aos
seas deBasndentes o que de Deus havia
recebido.
Apoio firmado na ignorancia e co temor
das nayoes ; recurso a nnra allianoa com
a classe sacerdotal, por ventara mais pri-
vilegiada do que o soberano, o direito di
vino annullava a s2 razito e o livre exame,
conservando todo o seu carcter de do-
minio intangivel a aacito humana.
Deisando a margem a escala histrica
descendente das inititaicSes monarchicas
primitivas do mundo oriental, encontramos
no occidente a mesma fe!;i a divina do
direito e semelhante allianga do soberano
temporal com o suprtmo arbitro das
igrejas.
A historia da europa mediaval assignala
bem claramente a existencia da individua-
lizis moaarchic.i firmada sobre o direito
divino.
E nem a dos tsmpas medievos sinSo da
recente e moderna idade essa doutrina
traduzida em facto na propria Franca, j
por tantos ttulos, representante da mais
adiantada civilisacao.
Adaptando se aa ondices do tempos e
illudindo os reclamos e as aspiracSes do
meio em que evoluia, a monarebia do di
reito divino despio, quando Ibe foi preciso,
as pesadas vestes que pode ra trajar uo
oriente e em remotos tempos, e veio al
liar-se a igreja occidental.
O poder supremo recebido de Daus o
assim proclamado pelos reis e seus privi-
legiadas, careceu de um testemunho jal-
gado indiscutivel e irrecusavel parante a
crenca religiosa e o temor dos povos.
Esse testemunho e apoio encontraram-n'o
os soberanos no chefa da igreja romana, o
jual na alhanca com s priucipes, insti-
tuio can si, por sua vez, o poder espiritual
e o temporil.
Desdobrado assim o plano em que se
firma va a supremaca da um s a. bre a
v mtda e aceito de muitos, o direito di-
vino impoz submisso coasciencia, e a
forca de que se haviam careado os prin-
cipes firmou-lhes o direito de transmittir
aos seus descendentes o supremo poder.
A allianga dos chafas da igreja, inves-
tidos, s gundo elles, pelo proprio Deus do
poder espiritual, com os chafes das aacSes
tambem depositarios da vontada divina,
to verdadeira qae na culta Europa, no
periodo de admiravel civilisacao, am sobe-
rano assim se exprima :
c A juelle que dea reis aos hamens quiz
que estas os respeitassam como aos imme-
diatos do pader divino, que reserva para
si e o direito de exama aos actos dos
seu3 representantes.
c A vontada divina impSe que todos
quantos nasceram subditos obedecam sem
discernir os fastos.
Os reis sao os arbitros supremos da
sorte e da conducta dos hamens... e con-
temparaneo lluatre do grande ri e repre-
sentante das doutrinas da igreja dominante
escrevia :
e Catnpre obedecar aos principes, como
03 representantes da propria justica.
Ellos viaram de Deus e participan)
de alguna modo da independaacia divina.
Essa doutrina que em nossos dias se
recoohece o maior attentado contra a razio
e crima irresgatavel contra a acclo sobera-
na dos povos.
Derrocando da consciencia do hornera o
exercioio do direito de confiar a defeza e a
protaccSo colleotiva a seu escolhido, o
direito divino supprimiu toda a acclo ex-
tranha, toda a competencia e toda a capa-
cidada nes sociedades e nos pavos com o
fim de rehaver q poder temporariamente
confiado.
Impondoa todos nao a 4oatrina social e
REVISTA DIARIA
seus coroilarios polticos, maa o dogma,
com toda a sua pasada imposiclo, reduzio
os pavos subserviencia indiscutivel de
rebanhos que se enaaminham na incon-
sciencia brutal pava o logar oada de7am
ser abatido.
rntregar sorte, fortuna, haver-s, deati-
nos seus e dos seas descendentes a um s
homem que para tanto obteva direitos
doados pela diviudade, eis o qae impunha
aos subditos, aos servos e aos erantes a
monarchia apoiado no direito divino.
Este origem, manstruosidade que s a
ignorancia ou o terror padia accaitar e
cultivar, foi entretanto mais urna formula
da asnrpacb e da fraude qae actuara pa-
ralelamente oom as origen humanas da
hcrei'tariedade monarchica.
Acto clasePor acto da junta gover
nativa do Estado de 12 do correte mez, foram
horneadas as seguales autoridades, em suosti-
tuigo das actaaas qae foram exoneradas:
Para oa logares de 1*. Z> e 3" supplentes do
delegado do termo de Barreiros, na ordena em
qae vo callocados, os cidadas Manoel Marinho
de Barros, Egy lio Perreira Pimentel e Leopoldo
Francisco da silva.
Para subdelegado 1*, 2J e 3 supplentes do 1*
districto respectivo os cidados Joo Lina de Mi-
randa, Manoel Narcizo Pereira Vergosa, Jos Joa-
qoim Alves de Oliveira e Leocadio Fragoso de
Meira Lima.
Para delegado Io, 2 e 3o sappleales do 2* d3-
iricto (Abrea de Unai, os cidados Flix Farrei-
ra da Silva. Francisco Pae3 Parretto, Manoel
Avelino da Silva Barroso e Domingos Mauoel da
Silva.
Para subdelegado 1, 2 e 3 supplentes do 3*
districto (Campo Verde) os cidados Martiobo
Rodrigaes da Silva, Pedro Alexaninoo da Ro-
cha, Pedro Antonio da Silva e Joo Macado
Freir.
Para os logaras de l 2" e 3o supplentes do
delegado do termo de Birreiros, os cidadas
alferes Joo Francisco de Vasconcellos Brayner,
Floremuodo Torres Maranto e Qaintino bezer-
ra de Vasconcellos.
Para i, 2o e 3 sapplenles do subdelegado
do districto respectivo os cidados, Jos Ru-
fino de Oliveira Lima, Pedro Pereira Lima e Jaa-
quim Correia da Caoba Cavalcaate.
Para subdelegado 1 e 3o supplentes do 2o dis-
tricto (Camossim) os cidados Domingos dos
Santos Freir, Manoel das Neves Vieira e Seve-
rio Jos do Nascimento.
Para o logar de suppleote do -subdelegado
do 1 districto de Nazareth, os cidado3 Joo
Gongiives Bezerra.
Para subdelegado 2o e 9 supplentes do dis-
tricto de Alagoa do Carra, os cidados Francisco
Games de Abreu Vasconcellos, Henrique Pereira
de Moraes, Manoel Fidelis Nones Machado e Ma-
noel Carneiro da Silva.
Para 2o e simplente do subdelegado de Ala
goa Secca, os cidados Margal Eucliano Carneiro
Passoa, Laurentino Monteiro de Farias.
Para Io supplente do sub talegada do districto
de S. Jao Baptista, o cldado Jocquim An-
in io Coutinbo de Arauja Pereira.
P3ra 1 supplente do delegado do mesmo ter-
mo (Nazareth) o cidad&o Francisco Agripioo do
R?go Barros.
Para 1* suppleate do subdelegado do districto
di Anglicas, o cidado Manoel Clementlno Be-
zerra de Menezes.
Para 1- e 2- supplenta3 do subdelegado do
districto de Vicencia, os cidados Manoel Joa-
quim Carneiro aa Caoba e Antonio Alves de
Araujo Pereira.
Para i\ 2- e 3* supplentes do delegado do
termo de S. Lourengo da Matta. os cidados te
nenie Antonio Ferreira Lobo, Manoel Vieira de
Mallo e Augusta Francisco orrea de Araujo.
Para suodelegado, 1- e 3- supplentes da 1-
districto respec vo, os cidadas Francisco de
^iouza Freitas, Jao Correia dos Prazeres Mello
e Jos Bernardo da Rocha Falco.
Pira subielegado, 1-, 2- e 3- supplentes do
districto de Mutuns, termo de Palmares, os cida-
dos Joaquim Bezerra Cavalcante. Candido Fei-
j e Mello, Jas Dalas Correia d; Ges e Anto-
nio Caraeiro de Torres.
Para 1- suppleote do subdelegado do districto
de Campos Fros (Agua Preta) o cidadao Anto-
nio Jos Gangaives.
Para subdelegado do districto de Plmeira
(termo de l'.dLhotinho), o cidada Jao Calado
tiorba.
Em 13 foram nomeados para os lugares de !
2a e 3- upp'enies do delegado do termo de
Murincca.os cidados teoente-commissario Tneo
domiro Thomaz Cavalcante Pessoa, Jos Aupas
to Carneiro Leo e Joo Cbriscstomo da Paz Por-
tella.
Para 1-, 2-e 3- supplentes do subdelegado
do districto respectivo, os cidados Joaqoim
Irioeo das Cbagas Bezerra, Manoel Gomes de
Farias e Jao Martina Pereira.
Pa-a subdelegado e 1- supplente do districto
da Loreto, os cidados sua commissario Flix
de Barros Pimental e Ildefonso Feoeloa de Al-
buquerque Mello.
Para os lugares de 1-, 2 e 3-supplentes do
delegado de termo de Ipojuca, os cidados Ma-
noel Felippe de Souza Leo, Ilermno Laurenti-
no de Aadrade e Manoel Olympio de Oliveira.
Para subdelegado, 1-, 2- e 3* supplentes do
1- districto respectivo, os cidados Joo Manoel
Wanderley Lias, Joo de Allemo Cysneiro, Fe-
lippe Manoel de S)oza L -o e Thomaz Cantua
na de Oliveira.
Para 2- e 3- supplentes do subdelegado do 2-
districto (Nissa Seohora do O'), os cidados An-
tonio de Sotizi Leo e Geoeriao de Jess Pe-
reira.
Paral-,2-e 3- scpplantes do subdelegado
do 3* districto (S. Jos), Jja Cavalcante de
Arauja, Jas Francisco dos Aojos e Vicente da
Cnnha Soato Maior.
Em 14 foram comeados para os lagares de 1*,
2- e 3- supplentes do subdelegado do 1* distri-
cto do termo da Escada, os cidados Joveotino
Moreira de Souza, Manoel Hermino da Rocba e
Jas Soares Lios.
Papa !, 2o e 3o sapplentes do subdelegado do
districto de Frexeiras, os cidados Ernesto Car-
neiro Rodrigues Campello. Jos da Silva Mar-
ques e Manoel Rodrigues Esteves.
Para Io, 2* e 3o supplentes do subdelegado do
1 districto de Allagaaos (Recife) os cidados
commissario Marcolioo da Cruz L'os Wander-
ley, Antonio Ella ce Moura e Jos Martios Ri-
beiro.
Por acta de 1! da mesma junta foram no
meados cammissanos da guarda local de Taqua-
retiaga, tenente Pedro Alexaodrino C irreia de
Mello ; da de Bonito, major .Francisco Tibarcio
Paatina de Mello e Silva ; da de Bezerros, Tibor
co de Saaza Oliveira; e sub-commissarios, |da
de Bezerros Jos Rurino de Oliveira Lima ; da
de Bonito, Migael R.beira Ribas.
Na mesma data foi exonerado a pedido o com-
missario de Bonita Joas Fernandes de Araujo
Santos.
Por acto de 13 foram momeados sub com-
missa-ios da guarda local de Gloria de Gaita,
Vicente Ferreira de Andrade Lima e da de Gi-
ran huns, Luiz Francisco de Souza Cabral.
Na mesma data foi transferida o commissario
da guarda local de Nazaretb para a do Rio For
maso, tnsate reformado do exercito Joaquim
Bazilio Pyrrho.
Na mesma dat i foi exonerado o commissario
da guarda local de Bom-Jardim Irinea Maynart
Borges.
Na mesma data foi considerado de neonum
effeiio a de 8 do correte pelo qual exaaerou o
tenante reformado do exercito Joaquim Bazilio
Pyrrho do posto da commissario da guarda lo
cal de Nazaretb.
Por acto de 15' foi nomeado sub-cammissario
do 3" districto da guarda local da 1* regio, Jos
Meirelles dos Santos.
omdoa-Di secretariado goierno remet-
teram-nos para publicar:
Palacio do-governo do Eilaio de Pernambaco
em lo de Janeiro de 1892.
A jauta governatlva do Estado acha-se de
p)sse do omcio de 11 da crrante assignado par
grande numero de negociantes e propriet arios
desta cidade, de cujo numero fazeis parta e a
qaem en commisso representastes.
Nesse orncio seus sigaataros, que protestara
nao ter em vista a expresso di sentimentos
partidarios, mas sim a manifestago expontanaa,
a connsso siocera de quem applaudem os actos
de jusliga, ma Jerago e economa dos dinbairos
pablicos com que esta junta iniciou o sea go-
verao, declarara se confiantes e satisfeitos pelo
modo pa.-qae ella se tem desempenbado at hoja
de sua urgente misso e sigailicam Iba osea
recoabeciaieato pelos servigas qae a mesma
junta nos paucos das de seu goverao tem pres-
tado a causa pablica, a par da esperaoga de qae
ella assim continuara a proceder.
A junia goveroativa que sahio da voatade po-
pular e nSo tem, nem quer ter por pona de apoio
seno a opinio publica, encon.ra nessa mani-
festaco um nabre incentiva para proseguir no
cumprimento de sea dever, certa como est de
qae os goveraos, s se cooservam, qaanio inspi-
rados no bem publico e guiados pela mais ab-
soluta justiga e moralidade.
Esta junta pede-nos qae aceitis e transrait-
taes aos demais signatarios do alludido officlo
o sea profundo receabecimento, apresentando-
vo3 os seas protestos da estima e considerago.
Ambrosio Machado, Jos V. Meira de Vascon-
cellos.Srs. commendadores Joaquim
Machado e Joo Jo de Amorim.
Lope*
Copia.Inspectora de saude do porto do Es-
tado de Pernambaco, 15 de Janeiro de 1892.
Cidados membros da junta do uoverno de
Estado.Tenbo a nonra de apre^ntar-vos o
mappa demcns'raliao do movimento do porto
deste Estado relativo ao anno prxima Ando.
Nelle tereis occasio de ver a diflerenga enor-
me de embarcages surtas oeste porto dorante o
anno flnao, relativamente ao que entraram uo
anno anterior o que muito nos a.egra, pois mos-
tra-nos com evidencia o progresso e desenvol-
vimento do commercio desta ierra qae tem ai
proporgOes precisas para ser o porta mais mer-
cantil do norte da Repabli:a.
Esta repargo que se acha sempre prompta
a coocorrer com os auxilios aa seu alcance par
o engraudecimento deste heroico lorro nopoa-
pa esforgos para dar o devilo Impulso ao porto
deste Estado, facilltao'do as eot adas das embar-
cages qoe aqai tocam, orna vez que ellas se
sujeitam as precauges determinadas pelo regn-
lameoto sanitario dos portas, entrando assim a
pr pagago de molestias epidmicas, o que, se-
gundo nos parece, um grande benecio aos
habuaotes desta cidade.
A populago Hacinante que se elevou a quasi o
dobro da do anna anterior, de nenbuma molestia
infecciosa foi accammettida, havendo apenas
algons caso3 de febres e de oatras enfermidades
de pequea importanca.
Eis em resumo o que vos pos3o dizer sobre o
servigo sanitario martimo, a cargo da repartigio-
que airija, durante o anno prximo onda.
Saude e fraternidade.Aos Ilustres cidadios
general Oariqu s Jacqaes, Drs. Jo3 V. Meira de
Visc j'j'cellos e Amorosio Ma'.badOi muito dignos
membros da jaota goveroativa.O inspector,
Dr. Prxedes Gomes de Sonza P.lauga.
Movinaento do porto do Estado de
Pernimbuc, durante o asno de
1401.
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Inspectora de Saode do Porta do Estado ds
Pernambaco em 12 de Janeiro de 1892-
Nota
Ornovimento do anno anterior foi de 1230 em-
barca gdes.
O deste anno, como se v do xappa foi ds
1686.
Differenga para mais 456.
O secretario.
Jc3o Alvares Pereira de Lyra Filho.
Juizo de direito da comarca de Timbaba.
em 8 de Janeiro de 1892.
Illms. e Exras. Srs.Acenso o recebimento do
oflicio circular de Vv. Exc, em que communi-
cam hiverem entrado no exercicio do Governo-
do Estado, do qae fleo scienle; e em resposta
cumpre-ma dlzer-lhes que pudero Matar com o
meu apoio e servigo nao s pblicos como par-
ticulares, -r^a
Sade e fraternidade.Illm3. Exm?. Srs. ge-
neral Joaquim Mendes Ouriques Jacques, Dr.
Ambrosio Machado e Jos Vicente Meira de Vas-
concellos, muitos dignos membro3 da junta go-
vernativa do Estada Antonio da Silva Aniones!
juiz de direito.
Telegramma-Ni porta da A33cciago foi
allixada o seguiote, dirigido ao ministro da fa-
zenda pela Associago Commercial desta praga:
Exm. ministra da fazenda. Rio de Janeiro.
Associago Commercial Beneceae pede res-
deiioameote V. Exc. solugo teleg amma 2 do
corrente consistindo mercadorias entradas at
31 Dazembro sejam isentas addicioaae3 novo
orgameota.
Coasta por telegramma qae Alfandega Rio
nao cobra aldicionaes sobre mercadorias en-
tradas al aquella data. Directora. Em 15 de
Janeiro 1892.
Representftcao do commercio-Eis
o tbeor do officio que a junta goveroativa do Es-
tado, em respo3ta, dirigi aos Srs. commenda-
dores Joaquim Lopes Machada e Jao Jos de
Amorim, primairos signatarias da mensageot
dirigida referida junta pelo commercio desta
praga:
Palacio do gaverno do Estado de Pernambuct
eai lo de Janeiro de 1892.
A junta eovernativa do Estada acha-se da
posse do omcio de 11 do correte, assignid) par
grande numero de negociantes e proprietanos
desta cidade, de cajo numero fazeis parte, e a
quem em commisso represeatastes.- Nesse
oflicio seas signatarios que,protestara nSo terem
vista a expresso de sentimentos partidarios,
mas sim a manifestago espontanea, a confisso
sincera de que applaudem os actos de justiga,
moderago e economa d03 dioheiros pblicos
com qae esta junta iniciou s sea goverao, de-
cla-am-se coaliantes e sa'isfeitos palo malo por
qae ella se tem desempenbad) at baje, de sua
ingente m3sao, e signifi;am Ibe o sea recoabe-
cimeota pelos servigas qae a mesma jauta 003
poucos dias de seu goverao tem prestado a causa
publica, a par da esperaoga de que ella assim
continaar a proceder.
A jaota goveroativa qae sabio da voatade po-
pular e nao tem, nem qner ter, par panto de
apoio sen&o a opinio publica, encontra nessa
manifestago um nobre incentivo para proseguir
np cumpnmeato de sea dever, certa como est
de que os goveraos s se conservara quaodo ia-
spirados ao bem pablica e guiados pela mais
absoluta justiga e moralidade.
Ezta junta pede-vos que aceitis e traosmit-
taes aos demais sigaataros do allodi lo oflicio o
sea profuado recoabeciaieato, aprese itando-vos
os s-us protestos de estima e consideragaa.
(Assigaadosj-Jos Vicente Meira de Vascoa-
oellos.Ambrosio Machado.Srs- commenda-
dores Jaaqaim Lopes Machado e Joo Jos de
Amorim.
Estado das AJagoasDesse Estado re-
cebemos bontem jornaes dos quaes extractamos
as seguiotes ooticias :
Sob o ltalo Visita ao Goararapes le
1003 n'O Estado, do lia 12 do correnta :
'..
.
-











Diario de Pemambuca Domingo
i&a2
L.
v


A officialidade do 26" baialno foi, a 4 do
correte, ccrapnmentar a officialidade do pala-
bo Guararopes estacionado em nosso porto,
temperan menle.
O Estado, convite, fes se representar.
Dois escaleras chelos levaram os visitantes
para bordo ao bou barmonioso da banda mar-
cial do batalbao.
No prtalo esperava seos collegas o es'ado
maior do navio.
Depois de expansivos cumprimeotoj, o di
gao capitao do Guararam, i-* tenente ioSo Aa
gasto dos Sanios Porio mandn servir a todos
ua copo de cerveje, ergaendo-se n'esta occa-
siao algoQS briodes.
Lembramo-nos dos sagointes :
Do capitao Mar, ajudante do 26' batalbao,
em nome do i seos camaradas, patritica offi-
claildae do patacbo, representada por sea dis-
hqcio commandante. Este brinde foi extenso e
tigaitioativo.
Falln o Sr tenente Villanm qae saudoa a
barmonia de viBtas e a uoia d03 sentimemos
for{a e ordena, paz e liberdadedo exerclto e
armada brazileira.
Em nome do O Estado falln o Sr. Salusua
no Costa, sandaado a joven officialidade do Gua-
rarapess e a marinba' nacional, fazendo votos
para que tsta sempre impolsionada pelo dever e
mam acrysolado civismo, dtfenda, onida ao ex-
ercito, a otegridade a federacSo dos Estados
do Braiil. a liberdade e o direito, dentro da lei e
4a disciplina,
< Pelo Diario das Alagoas falln o Sr. Sebas-
tin Lyra.
Do commandante do Guararopes 1. tenente
Joo Ansoito dos Sintos Porto, agradeceado a
manifetucao, e saudando a lnsida e patritica
fraccSo do exerciio nacional aqu constituida
pelo 26 e aos oreaos da imprensa a benrosa e
Bigoibcaliva visita ao navio.
O Diario das Alagos es:reve :
A disiiacla officialidade do batalhao 26*,
t?ndo soa (reate o brioso ce raimndome coro-
nel Telle- e cao menos digoo3 esputa Maro e
tenen'e VilUnm. procuoveu aoteboattm esplen-
dida testa de recepcio, em seu quariel, primo-
rosamente adoraa.i o, ais officiaes mar.nbeiros
do patacho Guararopes, que alli foram pagar a
visita, que Ins flieram a bordo no dia 4 do cr-
reme, aquelles seas valtntcs camaradas de trra.
Foram convidados e compareceram fe-:ta, o
Esm. Daro de Traip, goeroador do Estado, o
Dr. Jos Maria, secretario do e&verno, alguna se
Dadores e deputaao3 do nosso coogresso, mem
bros da magistratura, representantes da impren-
sa, multas seonoras e entras pessoaj gradas da
nossa me!hor sociedade.
A bno?a cffi:ialidade do patacho Guara:apes
acompan&ada pelo Exm. governador ds Estado
ouirjscavlheiros, sabio de palacio as 11 lio-
ros, e ao enfrentar se aa qnartel do 26, foi sau-
dti p-la msica do bataibaa, abi postaca e por
una .u rde e honra, qne Ine fez as continen
cut au cs.y o.
Os visitantes e convidados percorreram todas
as dependencia do qaartei. encontrando ahi for-
madas as companbias, notanda-se o maior aceio
no arra.jo da equipagem e armamenio do cata
lhao, tudo devido pericia e ordem com que o
dir.'gp e coxmanda o distincio coronei Jos Cjr-
reia Telia.
A' meia hora, depois de meio d a, ro> o.i re-
cldn a odo. os onvidados cm profuso ca.ao
d'ago?, Sioen erguidos por essa occasiao iuuu
meros nades, tn'.nusiasiica e frenticamente
correspondidos ao soaa da moeica do 26".
juna promurao-Fui promovido a cap
lia o nosso dlsttneto co-estadano tenente Villa
rim, que se ajna fazeado parle da goarnigao do
vizir.ho Estalo das Alagoas, onde tem adquirido
geraes svmpabias.
Felic mul-o sincera e cordialmente.
i.jrcu le Arle e omclonAcbam-se
abenas as matriculas para as aulas manadas por
es'.a institoicfto, na respectiva secretaria, das 9
3 3 borai da taide, e 6 as 9 horas di noite.
O curso consta das segointes materias: e 2'
cadeiras de portngnez, francez, inglez, aritbme
tica, bistena, geometria, geozrapbia, desenbo
linear e de ernatos e dguras, paysagem, msica
vocal e instrumental.
Ciymnanlo Pernombucano -A matri-
cula desse hstituto no anuo Hado chegou ao
nuaero d" 366 alumnos, sendo internos parti
colares 112, gratuitas 10, meio pensionistas 19
externos particulares 207, ditos gratuitos 18.
Esses alumnos preslaram exames no proprio
es.abelecimento, oji validaae para matricula8
nos cursos superiores da Rjpubliea ; e foram
approvalus sob diversas claisiQcages. 27 em
ortugaez 12 reprobados, 6 em latirn e nenbcm
reprovado, 12 em francez e 9 reprovados, 20 en
nglez e 5 reprovados, 14 em g;ographia e 3 ra-
p-oado, 9 em bi-toria do Brazil e 2 reprova
dos. 13 ea u.-ihme.ica e 6 reprovados, 6 em al-
gebra e 1 reprovado, 6 em 5eometna#e 7 repro
vados, 6 eaa t;?onometri e 2 reprovodos, 6 em
historia natural e neobum reprovado, 8 em pny
sica e cbimiea e nenaom reprovado, 5 em e:-
c.-ipurac^o mercantil e nenaum reprovadj.
A'm de-ses exames, que foram fiaaes, tire-
-ram ainda lusjar os de sullicienria do 1 anno de
ponugu-'i e francez, e os do 1, 2 e 3' ancos de
latina, nos termos do regiment interno em
vigor.
A recei a da e.-t belximentj oo mesan anno
foi de 36 771 iWl. a despeza alcancou ao alga
rismn ae 3i:33ii86, re3ulian1n or conseaum-
te um saldo da quaoua de 2:417*2J5, nao obstan
le a caresta dos gneros alimenticios e acbar-se
iocloida re.:sa despeza qoaotia despendida com
diversos cancert03 e reparos feites no m'smo es
tabe'.eircen'.o.
E. pois, lisoageiro o estado que aprsala o
Gy:nnasio Pernambn-.ano. quer sob a relaco lit-
teraria, quer na referencia econmica, resultan-
tes dos Calos qae cima exponaos.
Ha quez de Penaflel Esse ministro
*->nuga?z em Berlim e que acaba de fallecer alli,
fri depositado ni greja de Santa Bdw ge*, onde
celbrau se o ollio funab-e o.a missa de re
quien pelo abbade Jahnel, s 11 horas da manha
di l-4oT>ute.
Oimoeraior Sailherrae estova reoreseatado
oslo jojor general conde de Wedel, -ta sna
casi militar, e o ministro do3 negocios estran-
geiro, craanceller de Gaprivi, palo secretario de
E''ad3 o baro de M rsclall da Aieberstein.
Na da do fallecimenlo larde e majorMolike,
aiudaote legacao de Portugal depor urna coroi de louro
m soma do mesmo imnerador Guilherme ; e
tamoem eaviaram coroas a gran-doqueza de Ba-
dn, a colonia portuguez e o consulado geral
?. Portugal. ....
Todo o cerpo diplomtico fez visita de pczi
mes i marqueza de Penafiel.
O Sr. Carnol e o anno de 18 En
sua resposia ao corpo diplomtico, que por in-
termedio do nuncio, apreseniava no aia do anno
bom es 3^as votos de prospendade pelo presi-
denie da repoblica e pela Frarc, o Sr. Larooi
agradecenij i essts votos, adicionou estas me-
moraveis palavras :
O anno de 1892 ssr. assim o desejamos e
espprimos todos, um anno pacifico e fecundo,
durante c qual os governos podero crnsagnr
os seos esfo.-cos e a snaactividade ao estudo dos
interesses econmico? e dos problemas scciae?,
que se impOe cada vez mais a sua solicitud.
Sj a repubtka tem a consciencia dos seus di-
reitos e das suas tradis5es a Fracca nao est
mens flrmemeote afecrada poltica de paz e
e concordia internacional.
Renoval esta affirmntiva aos vossos goveraos.
Clab Republicano da TorreHeune
se boje esse Ciub ao meio dia em sessao ordna
na.
Club Bepufcllcan* IS de Sovembro
__ijje p-la3 4 horas Ja lare reane se eese Club
em ss/ao ordinaria em sua cede no povoado de
Tigipto.
A reoniaotiupnr limaleger a nova directora.
i, na esa denomlni'cSo aeeDam oe fundar oesta cida-
dade'algns alumnos da FacnfUade de Direito
ama sociedade, cujo Hm consiste no exercicio
das pratic. s de Wrc.
Sao'di'eciores dessa aociedade os srs. Macha-
do Junior e Salvador Celso-
E oomo meio de chegsr iquelle fm, tendo de
fazer ',a sociedade sess.'S ue praiica forense,
para a primeira que trabalhar em forma de ju-
ry fdtam escolbidos os Srs. Machado Jnior,
jais de di-eito ; Salvador Celso, promotor; Fla-
nanc-R*beiro, advogado | e Aggeo Antunes, es-
crivSo. .
v*gi?auclaEsse vapor nao tir.na anda
deixdo o pono do Rio de Janeiro, e sendo pro
vavel-qe isso e ter lugar amanban. ihmbem
so vira a tocar ueste porto no dia 23 do cor-
W|w,fb^iiii>-*aie''rt/peHbli de dia
o Sr. major Clau lino, e fai a ronda dn visita
um subalieruo do 14* batalhao.
O 2* batalhao de infantaria dar a gu irnicc
da cidade, excepto a guarda do Thesouro, que
ser dada pela polica.
Faz dia ao quariel general o Sr. cad:ta Pi-
mentel.
Unifiorme a. 3.
Amanha superior do dia o Sr. capitao
Xavier e far a ronda de visita um subal-
terno do 2 balalbao.
O 14 batalhao de infaotaria dar a guarnir, ac
da cidade, excepto a guarda do Thesoaro do
Estado, que ser dada pela polica.
Faz dia ao quariel general o Sr. cade e Vub-
derley.
x Uniforme n 6
Nenaphares Com este titulo o intilligen-
te acadmico Oemosthenes, deOliuda, val publi-
car um volume de suas mimosas poesas.
vapor do anlDeve chegar boje, proce-
dente d03 portos do sal, o pequete i acional
Brazil, que seguir araanh tarde paia os do
norte.
MomaemoracoNo Theatro du Santa
Isabel reasa-se am'aoh s 7 horas da no ate
urna seso commemorativa da revoluco (te 18 de
Deztmbro.
Essa sessao promovida pelo Club Republica-
no Frei Caneca.
Amanh em boletins distribuidos pela cidade
sera dealba jo o programma d'essa testa.
Danifeaiacdoontem es amigos do ma-
jor Luiz Cintra, 'du 1 lenle Dr. Domioi.'os Lei-
te, secre ario da junta governativa Ibes ufferece-
ram uin jantar poltico em que se trocomm mu*
tos brindes.
Casamento civilNo juizo dos cisamen-
tos do 1- disincto foram Uontem lldoe os se-
gu.nies proclamas :
PnmeirosDe Eustaquio Fausto de Araujo
com D. I-^nez Cecilia < incalves, solteiras, nsi
deniis nafreguezia do Recite.
Ladislao Felippe de Macedo, coin D. Carolina
Eugenia de Carvalbo Noia, solteiros, residentes
na freguezia de S. Jos.
De Maooel Bellarmino Caoavarro con; D. Oli-
via Amancia dasChaga3; elle viuvo e ella eol-
teira, residentes na freguezia de Afogadas.
Segundo-De Jos Alves Rodrigues L site com
D. Th -odolinda Mara da Silva; eile viuvo e ella
aolte.ira, residentes na fregnezia do Recfe.
Club Republicano do Poco ila Pa-
neliaReune-se boje, s 3 horas da tmh, es-
se clab, nara discusso dos estatutos.
Escola mixta da usina Timb -"
nosso amigo Sr. Tocinaz cavalcante da Silveira
Los, commuoica-nos a seguate not ca a res-
peito dessa escola, que com vantageio regiia
pe o mesmo senbor:
Tenuo a honra de communicar vos qu: no
dia 11 do correte abr es trabalhos da escola
mixta particplar da usina Timo, comarca de
linda, fnn di e sustentada pelo comoiendador
Jos Adolpho Rodngnes Lima, que, alia do en-
sino eraiuito, foroece todo o expedieate. e roupa
aos alumnos pobre?.
A referida escola, que leve de freqtencia 33
alumnos d'aula d urna e mais de 20 d.i noctur-
na at o dia 10 de Deiembro do anuo prximo
lindo, coat; i a ter regalar freqaen:ia e as
mesiuas vantagens a estes que procursm liber-
tar s* da lyranoia, adqairindo os conhec.meiitos
de seos dnVucs de cidad&os e dos deveres pera
com a sociedaue e a patria que de uo-so.; eefor-
jos multo e muito necessitam.
Ecbo* da SemanaOs nossos trocis'-ss
coiaooraaores Nemo mente proporcionam aos uossos leito*es algu-
mas nbas para rir, resolveram tirar m lbre-
los as chronicas semaoaes que at rjoje teem
publicado ueste Diario com muito chiste e
graga.
Vira lume a obrioba em qualqucr da da
prxima semana e com muito agrado aguarda-
mos o seu apparecimento.
Inspectora do S.'di trelo mar-
timo -uecife, 15 de Janeiro de 1892.
Boletim meteorolgico
ai -o
a s Barmetro Tenso do o
Horas a-2 a 0 vapor a 3
6 m. 26'3 738-55 18.57 77
9 2 7.'8 758-oi 17,96 65
12 28,4 738-11 18.45 M
3 t. 28.-8 755-86 1782 til
6 28 ! 756-87 17 8u 63
Moscoso entrn s 8 1/2 horas da manb e sa-
bio s 9.
Pontual entrou s 10 da manb e sabio s
10 i/4.
Berardo entrea s 10 1/4 da manbi e sabio s
11 1/4 horas.
Silva Ferreira entrou s 101/2 da manb e sa-
bio s 11 1/4.
- Mavignier entrou s 9 1/2 da manb e sabio
s 10.
Fernandes Barros entreu s 10 1/4 da manh
sabio s li 1/2.
Arnobio Marques entrou s 10 da caanhJ
e sabio i ,11 i/2.
Andrade Lima entrn s 9 1/2 da manh e sa-
bio s 11 i/2.
Joaquim Felippe entrou s il da manbi e
sabio as 11 1,2.
Ajudante do pbarmaceutico entrn s 8 1/2 da
maub e sahio s 5 horas da tarde.
Lotera do Estado do rao Para
A 1." serie da 51* loteria, desie Estado cojo
premio grande de 250:000*000, ser extrahiua
oo dia 23 de Janeiro (sabbado).
Leterta do MaranbuoA *2* serie da
6' loteria desie Estado, cojo premio grande
de 300:000*000, ser extrahida no dia 20 de
Janeiro (qoarta t'eira).
Lotera do rao Para--Eis os premios
da 1* parte da 51.a loteria do Gro-Par ex
trahidaem 16 de Janeiro de 1892, recebido pela
Casa do Ouro:
15566 120:000*000
10796 11:000*000
5531 6:000*000
10839 1:500*000
12665 1:300*000
14646 1 500*10J
Esto premiados com 600*000 os seguntes
nmeros :
3594 8*70 10093 13477 16758 19791
Esto premiados com 300*000 os seguate?
nmeros:
Temperatura mxima S9,*75.
Dita mi lima26,'CO.
Evaporaco em 2i horas: ao sol 8,"z; a
sombra5.-4.
Chu anulta.
Dtppc/So do vento : ESE com interrup0i3 de
E e SE durante todo o dia.
Velocidade media do vento : 5,'O por se-
gando.
Nebulosidade media : 0.-40.
Boletim do oorto
a=a
3 ^
a, '3
B. M.
P. M.
B. M.
P. M.
Das
Horas
1102 da manca
521 da tarde
11-47
538 da ma iba
Altura
0-47
2-40
0-33
2-22
passageirov=Sanidos para o si.l no vapor
nacional Maranho:
Desembargador Maooel Caldas Barretlo, Oaore
P. Delgado, Dr. Pedro C. Bentzen e sua senhora,
Desiderio Manas de Oliveira, Dr. L'lyses deCir-
Ih.-i Soares Brandao, Torqoalo de O iveira, sua
senhora e 3 tilhos, Jos Darval do Aoaral e sua
me, Francisco Andrade, Jaciolho /meneo de
Torres, Corclamina Nopla.de Oveira, Manoel,
Iota F B. Donda. Jesuino A. Correia Jnior, te-
nente Eduardo A. Venssimo de Mattos, Irineu
Machado. Joaquim C. P. Amaral. 1 praca, 184 im-
raigrantes. Dr. Faure Nic lay e 2 lilbos, Eduardo
Legene. Lenobio Marques Lin3, Esmerilia Mes-
quila R is, Dr. Thomaz de Aquir.o Fooseca, Jo-
seph Esnaly, Dr. Joo Francisco de Mattos Ju-
dice Manoel M. Franco. Manoel Silva, Mauoel
Martins da Nova, sua senhora e 1 ha, e Adel
na Maria da Conceijo.
Cheeados do eul no vapor nacional Mr-
quez de Caziai :
Ildefouso F. de A-aujo Lima, Jos Marcelino,
Francisco Xa.ier da Rocha, sua ser hora e i ti-
lho. Maria Rosa do Sacramento, Carc lina Maria
da Conceico, Manoel de Freitas e Jo; Licerda.
Sahidos para osul ao vapor inglez Trent*:
Alvaro Ribeiio de Almeida e i. M. Daniel.
Misnas rsMebresSer.o celDDraaas
Amanhi :
A's 8 tao-as, na egreja da Soleiad, p=U sima
de D. Leonor Augusta Xavier da Ma a ; s 8 ho-
rae, na eerrja da Santa Cruz, pela alma do cade
te Julio Cusiavo Correia Borges.
casa de Metencaotovlme: to dos pre-
ios da Casa de Detenciodo Reclfei, Estado de
Peraambiico, m 15 de Janeiro de i892
Existiam 364, entroa 11, sahinm 11, eiis-
lem 363.
A saber :
Naciooaes 333, mulberes 8, strmgeiros 22,
-Total 363.
Arralados 311.
Bons 282.
Doentes 13.
Loncos 3.
Loucas 1.
Total 311.
Movimento da enfermarT*
Tivrram baixa:
Manoel Soare3 Prudencio.
Julio Hilario de Almeida.
Teve alta :
Mrcelino Lopes de Mendonga.
Hospital Pedro 11-0 movimento deste
etabelecimento de caridade, do i a 15 de Ja-
neiro, foi o 3eguinte :
Existiam
Entraram
5)
8
56b
228 638 414 2871 6415 7348 14858 15^31 15143 18326
APPROXUtACOES
15565 15567 10795 0797 5330 5c32 1:500*"" 00 1:500*003 600*000 610*000 15'*00O 150*000
Os nmeros de 15361 13570 esto premiados
com 10*000 inclusive o da eorte grande.
Os nmeros de 10791 a 10:00 esto premiados
com 90* inclusive o da sorie de 12 conlos.
Os nmeros de 15501 a 15600 esto premiados
com 90*.
Os nmeros de 10701 a 10800 esto premiados
com 60*.
Os nmeros terminados em 6 esto premia-
dos com 30*.
Todos os nmeros terminados em 7 esto
premiados com 30*.
A seguate lotera corre no da 23 de Janeiro de
1892 com o plano de 250.000*000-
Cemlterlo Publicouiiiluario do dia 15
de Janeiro :
Mario Luiza da Conceico, Pernambuco, 32
dias, solteira. Recife, padscimentos chromcos.
Toa feto femiaioo, Pernambuco, S. Jos, ao
nascer.
Domingos Maria da Paz; 25 annos, solteiro,
Boa Visia, febre lypbica.
JiUciano, frica 70 annos, solteiro, Boa-Vista,
dyarrha.
Maria do Carmo, Pernambuco, 60 annos, sol-
teiro, Boa Vista, leso cardiaca,
COJMUNICADOS
Sabiram
Falleceraa
Exietem
Foram vlsidas as enfermeras
tes Drs.:
2
2
S64
. 698
oelos seguin-
maco do delegado 3* supplente e exercicio ao
Dr. juiz de direito e ao juiz municipal de se re-
tiraren! da comarca O que se deu, foi apenas,
que em conversa, disse o mesmo delegado, nao
poda dar garantas a nioguem, porque a forca,
que bavia era pouca para diligencias. Isto para
ntimacOes tem multa diUerenja.
Rectificadas assim todas essa3 historias, adre-
de adulteradas pedimos a publicarn d'estas tos-
cas lionas, que sao feitas nicamente para resta-
belecer a verdade dos faci?, qu? pintado pela
Provincia, esto inteiramente divorciados da ra-
zio e da verdade.
PalmaresJaneiro de 1892.
Justos.
Kegotios de Palmares
Um dos mais distincios amigos da actual i-
tncco, que em Palmares representa o pensa-
.rento que preside marcha dos negocios p-
blicos envin nos o seguinte histrico do que ha
occorrido na cidade de Palmares.
E' um formal desmentido s calumnias e in-
verdades levantadas pelas folbae da opposigo :
O dominio da mendra
Continua Provincia, na sua triste faina de
faltar impudentemente a verdade, levantando
calumnias con'.ra os bomens do rgimen da le-
glidade e da ordem !
O n. 8 de 12 do correte urna prova incon-
cu-a riesta verdade ; pois que, sob a epigraphe
tDouiinio do terror allega fac'.os que nunca se
eram aqui, como a cacetadaque atiraram no
Dr. Falcco perseguiram no a tiros dentro da
propria cisaquando este tiro foi disparado pe
lo proprio criado dease dontorque vendo um
vulto (segundo declarou)e euppoDdo ser alguem,
que vinha offendel o, atirou a tsmo (talvez por
cao se achar no sea estado normal como algu-
mas vezes acontece cora o seu ano !...)
E' portanio falsa essa historia de tiros que dis-
pararan! no tal doutor, que para se celebrisar
tem oestes ltimos tempos eocare:ido o seu pei-
xe, pro:urando mostrar se victima de persegu-
Ct5e3 e violencias, que elle pode inveotar pa-
ra passar como cntiJade poltica.
Qaanto ao que diz a mesma Provincia do
seu bom e digno amigoUrsino de Barros ou-
tra historia mal contada smeote para armar
credulidade publica outra falsidade igual
mete revoltaote, da qual so o deleterim) seria
capaz ; pois que urna calumnia atrocissima o
facto articulado, isto que no dia 10 do cor-
rente houvesse alguem mandado esperar o seu
bom amigo na estaejo de Preguica 1
Se o bom amigo vinha para Palmares para que
essa espera em ama eslaco eslranba e distante
duas leguas ?
Como souberam os adversarios dessa viagem,
quan Jo esse bom amigo da Provincia, nao a
publiccu ?
J se ', que tudo isso urna oveojn...
As ccnsciencias carregadas sempre 6sm ser
assim, teem medo at de urna folba secca agi-
tada pea mais leve brisa !
Qaanto ao ser esse bom amigopre3timoso e
estimadoapenas diremos : que a Provincia
se engaa no seu juizo ; poi3 que esse seu bem
amigo, como escrivo nesta cidade pela sua n-
dole perversa e atrabiliaria so eonqoistou dos
empregados do foro e da mor parte da popula-
cao, intipathlas.
As parles fugiam sempre do seu cartorio e se
eram obrlgadas a irem l, o faziam sempre com
grande receio de serem maltratadas com pa!a-
vr5es ctlensivos do decoro e da moralidade
E si nao assim-.. que o digam os advoga
dos, cfa:iaes e mais empregados de justica de
Palmares. D ga-o o proprio Dr. Coroelio, que
dtleteho e insuspeito. Diga-o o Dr. Leus, advo-
gado do Recife, e o proprio Dr. promotor publico
da comarca. D:ga o o distribuidor, a quem mu
tas vezes os advogados e partes litigantes pedan,
qae fosst: distribuida a outro escrlvao, anda que j
para uso fosse preciso demorar a distribuico j
respectiva e a causa Intentada. Portanto o pres-
timos e estimado so o para a Provincia, que
tem por costume elevar os caracteres mais tris-
tes, quando Ihe convrn e rebaixor os mf ilti-
bados.traando morremnoen desagrado. Esse
bom amigo de tal quilate, qua sendo esenvo
nao re8peitou nuaca os juiaes, aponto de dizer
publicamente, que d'eHes nao faxta caso algum.
Finalmente tambem falsa a historia da ioti.
echo i d\ mm
Revista de collabora^o
POB
Nemo & Jgnotu
SummabioO reclame Phrases myste
riosaaElle vei ebegarElle
ebega amanbSVelhos suatos
Novo8 JossO roco e o
selloPrestito cvico Justo
preitoEotallos de um violei-
ro CanfSo do adhsivista
O Liberdade fra do poito
Governador resistenteO peor
ceg... A representacSo do
commercio.
O reclame tem assamido ltimamente
propor^oes assuatadoras.
Ainda o anno paseado na Capital Fede-
ral o apparecimento de um romano tez se
annunoiar por meio de urna eruptao msta -
tea qae trouxa o maravilbado povo da
ex corte completamente mysti&cado.
Ante es catadupas de ;uoedas coirentes
qae jorra vara do morro do Gastcllo nin-
guem duvidou em umi assombrosa mani-
iesta9ao de almas penadas, e muitos at
deixaram de so aaunir do verdadeiro man
s para &So sacrilegarem as maos.
OutroB, porm, os mais esperto, r3o
desprezaram a vasa e triumphsram na
certa.
Ao cabo de certo tempo desmacchou se
a diiTdreDfa do myst: rio e tarde, muito
tarde mesmo, arrependeram-se aquelles
que nao se aproveitaram das preciosas es-
corias do singular vulcao.
Actualmente entre nos, poim, como
as tinacc..s no dao para se brincar com
dinhsiro, os sechores reclamintas buacam
por modo barato annunciar as suas obras
pregando dsticos pelas esquinas com di-
zeres esphyngeticoa ou eoygmaticos.
Elle vai chegar Elle chega amanha
liana aqu e alli os supersticiosos estas
phrases a que pretenderam dar as honras
de urna revelago diviua ou a tremenda
interpretoslo d'aquellas palavras que fo-
ram tragadasvpor m5o invisivel no festim
de Balthazar.
Cada qual que fosse mais propheta,
cada qual que se julgasse ma s no caso
do filbo de-t > de Jacob para interpretar
os rediv vos sonhos do Egypto
E o pnico seguio o seu cauainho ca-
lando marvilhosameate no conceito da
quelles que vivem de avolumar ninharias
Muitos chegaram a lembrar se de um
celebre sigue que, em tempos idos e se-
gundo narrara as tradicgSea, foi annun
ciado pela palavra Cecilio que n'esta ci-
dade se lia por todas as paredes.
Estes meemos propositalmente esquece
rara que a referida palavra toi a seu tem-
po troduaida ao p da lettra e significava
nada mais nada menos do que a f de
oficio de um fiscal da illuminacao publi-
ca, qoe, para dtvfazer certas intrigas e
mestrar-se comprider de deveres, escrevia
por baixo de cada lampeSo que revistava
o seu nome.
E assim fbou dosfeito todo o mysterio e
os mysteriosos ficaram a seu turno com
caras de... bobos.
Agora para ahi estavam os herdeiros
de velhos Beatrcs a prophetisar raioB e
saraivas com o appa.-ecimento doElle
vai chegar ou chega amanhaque alfim
bcou em pratos limpos ser um annuocio
reclame de urna nova marca de papel im-
portado pela Maison Chic.
O nosso povo assim : dado ao mar
vilhoso nSo trepida em dar vulto as cousas
mais triviac9.
De um argueiro faz um cav&lheiro.
A crednalidade publica sempre dispos-
ta est a acatar essas frivolidades.
Deixade crer n'quil!o qoe v, ouve,
gost, cheira e apalpa, para acreditar em
subjetividades, no fina do mundopor
exemplo.
Pobre povo eternamente] ingenuo e
phantaatico.

Urna outra calamidade 'da foroa da falta
de trocas miudos acaba de facer a sua
entrada nesta trra que, ltimamente est
de corpo aberto para todos os males
Amercie-se Deas deste torrSo bjazeiro,
deste escommongado fraccionamento da
obra prima dos 7 dias e d com que os
bomens do poder vulvam as suas vistas
para a actual e aturmentadora ordem do
cous&s.
Aqui deixamos de r>03 muir d'aquillo
que temos intima necessidadepor falta
de miudcs, como dizem os graud's; alli to-
mamos urna esfrega do todos os diabos
em urna reparticao publica para despa-
char os no8sos papisa espera que um
funecionario nos avie, por nossa vez, ante
urna sempre cresesnte multidSo de partes.
Safa que isso de fazer suar pelos
cotovellos e ainda mais sudorfero do
que a abafadiga calma da presente esta-
cao.
Vae-Be aquirosnarnos o commercian-
te por entre os de tes e com urna carato
raba de metter medo 4 creancas n3o ba
troco.
Vae-se allidiz nos o empregado pu-
blico por entre mil escusas e a suar, a
suar bou um ; nSo posso attauder a to
dos a una tempo ; e tanho duas ralos ; e
outras tantas descobertas e explicagSeB que
nao teem oxplicacao para quem tem ur-
gencia em despachar os seas negocios.
E o pebre vvente anda de Herodes
para Pilatos a maldizer se da sorte, neo-
cbadamente mettido entre a cruz e a cal-
deirinha.
K3 que estamos comprehendidos .so
rol dos aperreados pedmos urna providen-
cia aos poderes competentes, no sentido
de .'ates, por meio de acertada medida,
porem termo a immanda agiotagem de
troco* miudos e abreviar a emiaslo das ei-
tampilhas do Estado, cujo retardamento
tanto tem retardado e dado a suar a aquel-
les que se veem obrigados a ir a Rece
bedoriu, a Associac2o Commercal ou .a
Sala das Audiencias sellar... massadas.
O anniversario da morte do grande pa
triota Frei Joaquim do Amor Divino Ca-
necafsitado no dia 13 do Janeiro de
1825, como um dos principaes chefes da
ConfederacSo do Equador nao paasou des-
percebido nesta trra que elle regeu com
o seu precioso sangue.
O povo pernambucano a quem n2o pode
ser ind:fferente a celebragao de certas da-
tas que Ihe lembram a puja'nca dos seus
maiores, realiaou um grande meeting no
proprio local onde teve lagar a assassiaa-
to ofHoial de Frei Caneca.
A's 5 horas do referido da 13 grande e
considera vei raassa popular, composta de
cidados de todas as classes scciaes, reu-
nida no antigo largo das Cinco Fontas,
rendeu memoria do inesquecvel patriota
urna h'.menagem sincera e respeitavel.
Foram proferidos entbusissticos e pa
trioticos discursos, quer no citado largo
quer na Praga da Repblica para onde o
povo, precedido de urna banda musical
se dirigi afina de comprimentar a Junta
Governativa e o Dr. Martina Juaior, como
representantes das ideas pregadas por
F;ei Caneca e pelos outros benemritos pa-
triotas que em*1710, 1717 e 1824 paga-
rana com sua vida o amor Causa Repu-
blicana.

Neste me3nao dia tivomos urna justa ac-
clamagao.
O povo, esse grande soberano a quem
todos se curvam i.submissos, acclamou o
largo d:B Cinco poetas pa nelle ser collo-
cado o nome glorioso de Frei Caneca.
Foi legitimo esse acto de juatig po3-
th'ima a um martyr da liberaade.
Todos sabem qae foi naquelle lugar
que se realisou o fuzilamento de Frei Ca-
neca, pelo que a acc'amagSo popular re-
presenta, a perpetuagao de um facto impor-
tante da Historia Patria.
O povo delegou a urna commissago
podeies para no dia subsequente ir com
muuic&r o facto Intendencia Municipal
da qual devia ser solicitada a expedigao
de ymedidas afina de serem, em bre7e
collocadaB as respectivas placas.
A couamis&ao cumprio o seu honroso
encargo, tendo sido reoebda pelo distinc
to e iliustrado cid so, presidente da otendencia que deca
rou aos representantes do povo que esta
aaberia cumpri' o seu dever, e que eu dia
previamente combinado se effectuaria a
collocaglo das placas.
Para urna grande serenata que se ef-
fectuar muito breve nesta cidade promo
vida pela carnavalesca troupe dos adhesi-
vistas, segundo somos informados um cer-
to negociante da ra do Queimado tem-se
visto em betas ante a infinita procura de
corda3 para viclao.
Faz favor de urna prima grita um
dos taes atirando sobre o bale o a moeda
azinbavrada do tempo dos deleterios.
Dexa-me ver um boriaoclama
outro mettendo a mao no esburado bolgo.
Urna segunda, el caixeiro !
Tem cravellas aqui ?
Por favor avie me logo, senbor, tem
ou n3o tem verniz copal ?
E assim o referido violeiro nem tempo
tea para oomer, em clere e continuo
vaivem.
Na mencionada serenata serao entoldos
09 seguintes versinbo3 postos a msica do
Valentim... tim... thn:
Dos Joss j fui,
Ora son Martins,
Encostei-me aos bons,
Larguei 03 ruins.
Fale quem quizer:
Viva quem venceu !
Pois em primo loco
S't o papo meu.
Forte gente esta !
Que commigo tem ?
Quem tirer inveja
Faga assim tambem.
Quem se faz de ostra,
Quem se apega em pedra,
NSo vai p'ra diante,
Nunca mais que medra.
Fag-m como nos :
Sempre bem vivemos,
Isso de bagagem
NSo comprehendemos.
Tudo mais peta
Viva quem subi
Tudo mais nao 'presta
Morra quem cabio.
Em rota batida para o Cear singrou
de nosso porto o Liberdade ao alvorecer
de sexta-feira.
Ao sea bordo seguio para alli o Exm.
Sr. General, Chele do 2o districto militar.
Ao espahar se pelas mas a nova da
partida do referido vaBO de guerra, com
um tal destino, sbito medrou no espirito
publico a idea de que alta embaixada Je
vava o Sr. Ouriques Jaques a aquellas
paragens.
Se a iingua cao fosse um elemento de
desordena e a verdade a borda de um
abyamo sem fundo, (salvo a chapa) nos
expenderamos aqui o nosso conceito a
respeito de tal excure'.o nutica.
Clases respeitavel, alheia s estiolsntoa
latas polticas, aaperior s paisSes parti-
darias, o commercio representa, mais di-
rectamante, os interesaos consearardorwi
de um paiz, sendo portanto honrosas todas
aa suas naanifstagSee de aprego.
A mansagem 4o commercio argorfroa,
portanto, ama daasas honras que se ntk>
solicitara mas qae -se iropoena meditagio
dos que, de palanque, assistem s mata-
(3es politioas.
E' o mais bello documento que oarasae-
rsa o actual estado de consas.
ERNA1BBC9
Banco de Pernam-
buco
Capital do Banco
dem realisado
Fundo de reserva
Rs. 8:000:0006000
c 1:600:0005000
c 300:0005000
talando
EM 31 DEDEZEUBR3
Activo
Accionistas
Letras descontadas
Contas correntes caucionadas etc
Cauco da directora
Diversas agencias
Valores depositados
Diversas contas
Letras a receber
Caixa :
Em moeda correte
DE 1891
6.100.000*000
759.665*908
4.308.8931:110
20.000*000
3-915.075*720
2-536.619*560
t.355.076*09<>
1.151.570*700
3.312 814*11*)
SPORT
Prado Pernambucano
O prado do Lucca effcc.ua a sua 10.*
corrida
Deve ser urna reuniao aprazivel, cheia
de emogSes pela organisagao do retpecti-
vo programma que effectivamente pro-
mettedor... de tudo
E quem diz tudo, tanto comprehende o
lucro como a perda.
E' urna expectativa esperangosa por que
a priori ningnem deixar de suppor-se
no primeiro termo, para desde logo acei-
tar o segundo como o X. infaliivel.
Neate caso, quem assim fizesse, abdi-
cando da esperanga no que tem ella de
fagueira, e atirando se s apostas n2o
seria menos que um tilho da Beocia.
A tanto creio que nao cbe_-ar o des-
prendimento e hoje prineipahneate que
nem miudcs ha.
VSo pois, os habites n2o deponha
a esperanga e confiantes na legalidades
ai nao voltarem de algibeiras cheias, tel-
as-hSo com certeza vasias.
Em todo caso val mai:. um gosto que
qnatro vintens.^

illppodrom do Campo Grande
Com um bom programma e urna ina-
cripg2o que Ihe corresponde, abre hoje ea-
se prado a sua raia em execugao da 13.*
corrida.
A reuniao nao pode deixar de ser apra
sivel.
A jornada aoba se predisposta para
aso.
Tudo est cor de rosa e convida a con-
currencia .
Esta, porem repartida por dous namo-
rados que a requestam, que n2o olham
sacrificios qae tado empregam para de-
monstrar Ihe o afficto e conquistar
a primeira, vai procedendo como a loa-
reira qne se nao decide e apenas faa
naeins concesivos nos dona que nSo avan-
gam na preferencia por que cada vm insta
e assim ambos se consomem, depauperam-
se e aaem o papel de namoradoa sem van-
tara .
Luata sem proveito faz dor de peito
assim como si faz rir ao capricho, provoca
choro na bolga.
*
As nossas sociedades sportivas ainda
n2o chegaram a accordo com referencia
s oorrridae.
Jogao as cristas.
Bom proveito oa, como dizia o caboclo,
sua alma, sua pindoba.
Mas... para que o Sr. Clarindo hade
ser pe da boi f !
Para qne hada o Governador do Cear
de estar para ahi a tomar a nuvcim por
Juno e a pensar *que o co peito de
trra ? 1
NSo nos admira, emtanto, o Sr. Clarin
do resistir ; o que nos admira e sobr*
modo admira-moa haver quem faga echo
sua resistenciapois que ante tactos
nao ha argumentos e contra a forca 2o
ha resistencia.
O conameroio de Fernambucp, pela voz
eloqu^nte de mais de cena dos aeus mais
respeitaveis naembros, dirigi no dia 14 do
corrate rima mensagem Junta Gover-
nativa significaado-lhe a sua cor frite: e o
seu apoio.
ClfRMCi THE.TUL
Coinpaniiia. Se Operetas
A bordo do paquete nacional Pernam-
buco devem chegar a esta capital, vinda
do Para, onde obteve grandes triumpkos,
a importante e numerosa compauhia ita-
liana de operas comieas e operetas, sob a
direegao dos Srs. Zucchi a Oltonello e de
que sao emprezarios os Srs. Costa & C.
A imprensa de todos os logares onde a
cornpanhia tem exhibido os sewr trabalhos
unnime em render a mesma elogios,
qae esperamos sero entre nos justificados
e jomprovados.
O elenco e o repertorio da cornpanhia
sao eecoVhides a capricho.
Fazem parte do repertorio aB Beguintes
pegas :
Bocacio Mascotte, Juanita, Sinos de
Cornerille, A Filha de Mme. Aogot, Era
Diavolo, Os Masqueteiros no Convento,
Babolin, Coragao e M2o, O Duquezinho,
As Mulheres Guerreiras, A Gran Via,
Tntti in Mascheras, Pipilet, Orispino o la
Coawre, Barbo-Blou, Bella Helena, &t-
phea D03 Infernos, Os Pescadores de Na-
polts, Marina, A Ceia Infernal, Os Eatu-
dantes de Pa-tia e Aa JlducanHaa de Sor-
reo'o-

Rs. 23.749.716*440
Passivo
Capital 8.000.000*000
Fundo de reserva. 30\ Lucros suspensos.. 135.286*480
--------------435.286*410
Depsitos:
Contas correntes de
movimento.....4988.482*980
Ditas correntes com
aviso...........1.160.703*560
Letras a premio... 3.436.445*030
* ---------------9.83.633*370
Diversas garantas (depsitos vo-
Inotanos) 2.556.619*360
Diversas agencias 1.349.588* 170
Diversas contas 1.756.483*060
Dividendos ns. i, 2, 3 4 66.105*600
Rs. 23:749.7164440
S. E. 4 O.
Pernambuco. 16 de Janeiro de 1892.
W. M. Webster,
Ed. F da Silva,
contador.
I


i'







Diario de Pernambuco Domingo 17 de Janeiro de 1892
O elenco formado palos seguintes ar
tiitas :
Annita Paran Barnini1.a tiple cmico
cantante.
Ida Giglioni Soffietti e Paulina Berna-
fceii.11 tiples soprano.
Luisa RosBelli1.a tiple genrica.
Osmide Fiori OttonelloDama cmica.
Angelina Ubaldi, Natalia Br. mbati,
Francesca Fiori, Lina Poli3omprima-
rias.
Felice Ottonello1* tenor cmico
Nato le Eerre1 tenor.
Jos Beruini1* bartono brilhante.
Serafino SofflettiIo bartono drama-
tico.
Arturo ZucchiIo Baixo cmico.
Antonio Frassini1 baixo serio.
Maestro concertante e director da or-
chestraPaula Latsjini.
A companhia tras, alem disao, 24 co-
ristas de ambos os bos, 18 professoraa
de orchestra, 2 machinistas, contraregas e
ponto, tendo contratado, tambaos, um cor-
po de bailarinas.
Consta-nos que o Bocaacio ser a pega
eacoihida para & premiare da Compathia.
A empreza vai abrir ama lista para as
signatura de bilhetes, cm lograr e condi-
joes que brevemente sjrSo annunciadas.
Para melhor garanta do publico, a Em
preza Costa & C, resolveu que os dous
primeiros espectculos fossem extraordi
narios e somecte depois da realisaolo
destes que se tornarlo effeetivas as
assigoaturas.
Fasemos votos para que eja feliz a
nova companhia que vem traser a esta
ciuade urna distraccSo que se tornava ne
cessaria para, por momentos ao menos,
affastar o espirito publico da ardenta das
lutas polticas.
PerguDlbmo acs ;uembros da Intendencia que Jote de Souza Braz.
vaotagem encontrara elles em mudaiem i s co-'Antonio Jos Martina.
cbeiras das ruaa do Imperador e da lxperainz ScJe da Sociedade Uuniao Commercial Bene-
bcando as das roas da Roda. S Francia o, Florea,' tcente do Merceiros, 16 de Janeiro de 1891
etc., nao sao estas tao prejudlciaesativgient! pu-
blica cerno as ou ras ?
Qi' vantagem s a Intendencia na mudanca
da coebetras e cavaliancis das roas citadas para
as roas do bairro da Boa Vista, Santo Amaro, para
a ra de H.sp'.cio por exemplo ? Na* serio o*
Habitantes d'eate batrros dignos das mismas re-
palias das qoe gosam dos ootroa barros? E'
preeso mostrar que na Boa Vista e Samo Ama-
ro, a canalisajo te esgtes niolest completa,
de forma qoe os piejuizoa Dar o seai habitan
tes ser muito mais consIderaTeis.
Porque nao esta incluiJa a cocheira da Ferro
Carril no Recife ?
Ser por cansa do...
Nao em neme da bygieue que ella loma esta
metida, po s qual foi a medida que ella temou
em relacaoaosat-.rios com iixo, por decaa pre
judiciaes urna cidade, que medida tonou ella
a respeito da limpeza dos ranos de esgjtos me-
ada iniciada por outras Intendencias com tao
bcos resoltados, que coosegaio acab r comas
epedemias de bcrb^ri na caicia-tinde fjrara ex
perimeatauos; sendo lgica que se a luesma
medida foaae e*eofiva :odi rede de esgoto, .i
a mortalldade aa cidade do Recife diminuira
mnito.
Os Municipes do eaft.
Jos Fernandes Lima,
Director.
Adriano N. Kaia,
Io secretario.
1'im.h HMS A PEDIDO
Intendencia do Recife
G povo pernal bucano qae te moa a seos hombroi
a grande terefi de estabelecer a legalidad: com
todos os ramos do servigo publico nao deve des
cancar, pois anda temos mimigos que senbores
das pasiegas pretendem continuar um goveroo de
bjj:ticas e pertegolfiOea a certos e determinadus
ramos da vida commercial.
Aim que navendo nos archivos da Iote^
dencia urna postura que sendo por demais vexa-
toria, nunca cncontrou occai.> para ser posta
ex execao; porm depois que a Intendencia
de origem deleteria, que esta dirigindo os les
coa do municipio, vio que a junta que actual-
mente dirige o Estado de Pernambuco tem rece-
ida de todas as classes conservadoras as maio-
res provas de apoio de sympa'.hia, lembrou-s-
inmediatamente de mandar por em ortica a tal
postara marcando um prazo por demais limitado
para sua prompta execugao, nao se lembraodo
qoe ella propria tinba resolvido so fazel-o de
pois de aecurado exame e parecer de ama com-
missao ii'.o com o !i:n de trazer para a junta a
antipatnta e d-.sgosto d'-iquelle* a que ella fere.
Alm disto ainda se torna mais incorrecto o
.procedicoen'o da Inteude:ia, toraando-se um
acto de clamorosa injostica e mais do que i.-to
de verdadeiro patronato, por que em logar de
mandar por em vigor toda a postara, ella procu-
rou semiente ferir aquelles que nao dispunham
de prcteccao e apoio em sea favor, e tanto isto
verdaJe que ella nao obrigou os proprietarios de
depsitos de alcool qoe est em peiores condi
coes do kerosene, a rercogao d03 cortijos p-!o
fa:'.j Biniils m me de que irla prejudicar a mais
1 um de seas membros.
Este facto por demais clamo"oso e indigno
de urna corporajao administrativa I!
Onde a justica e bombndade da latenden
ca?
Porque ella tamoem nao mandn por em exe
cogi i postura no ponto referente as padarias,
fabricas etc.
Ser porque as padarias esto dirigidas por
ama forte corapanhia e as fabricas petencem a
negociantes ricos e poderosos ? Quanto a remo
cao das coebeiras c cavallaricas das ras princi-
pae da cidade, perguntamos a actual Intenden-
cia t E'o ti'E hygeni.o que determinou a re-
mogSo d'estes estabelecimentos'? Podemos desde
ja responder. o ? Nao porque se fosee, a In
tendencia obrigaria touas as coebeiras e cavall i-
ricas da cidade a mudarem-ee para fra, e nao
restringa as das roas principaes.
4' intendencia Honicipa]
Tenho dito e continao a tiflVmar que a Inten-
d uja Municipal mostra paiciaidade ;m man-
da- executar dentro de 30 das n celebe posta-
ra(que foi addiada para ser modificada e ainda
neobuma moditicacao leve) somente na parte
referente a depsitos oe k rozene e coebeiras,
deixando, porem, permanecer no centro do bar
ro do Recife os depsitos de alcocl!
Eata ix:epgSo odiosa pare ;e ieual a Jtistica do
Baro de Lucena que, acabando cjuj o a'fanle
gamento de materias icllamaveia no extremo da
roa do Bario do Triumpho. conserva o indenii
.o alfandegado da Parahyba, qce fica to correr
da alfand-ga, sem iso'amento n\eam v junto a
um ouiro trapiche alfandegado 11
A Intendencia deve considerar que a juj'.ija
deve >er igoal t>ara todos, principalincnt no ca-
so vrteme, em que um dos Sr;. Intendentes t
ioteressado em um do armazens de alool.
Se o bem publico foi qoe deu causa aqoell;:
postura, qu il a razSo de crdeio inperior quejas
titique a tua execugao em parle ?
A elecluar-se a remogao determinada, o pu-
blico e com espe:ialidade: as classes pobres
que viro soff-er. como ser fcil deonnstrar.
Recife, lo de Janeiro de 1892.
Corbtniano Fonseca.
O gozo mais paro e Santo da mulber a ma-
t-rnidade. Os iacommodoa da gravidez, as do-
res do parto, tudo equece quando estrella em
seua bragos o facto de suaa eot.'aobas Qae
profunda pena, de viva inquietagao quando a ter-
na oriaogi fraca descorada e rachitica I Ver
definbado o ser por quem darla a propria vida,
haver nada mais bornel ? Existe entretanto
um meio fcil de ler com segaraoga urna crea
lora robusta e bem constituida, administrar a
aenboras grvidas o xarope de Ouaart de acto
phosphato de cal. o elemento principal dos
oasos e dos msculos.
O xarope de Regoauld urna prepango de
L'o-to scave e mobstiaa dos bonchios e do peito. Seus prlu
i i,i.us activos sao tirados das plantas medie;-
naes que tm propriedades proprlas paa alli-
viar e curar a tosse.
bastam daas ou tres colberea de Xiropo de
Reunauld para acalmar a toase de rnug, das
' oneupagOes, do defluxo epidmico, do catbar
riu. da oroncbie, da aslbma, etc., sem occa-
sionar perda do appeme. Preparase ee'.e
producto em caea &: L. Frere, ra Jacor>, n. 19,
em Paris A. Cbampgny e G., Successorea. A
venda '.m todbs as pbarmacias de 1 ordem.
Com uaia jnstrucgo sobre o medicamento.
minaes que se empregum contra
fiaios.
Felizmente existem 4 testemanbas
vista.
Recite, 16 de Jan iro da 1892.
de
Eieii'ao Mnidpl
Sui cu.que tribuere
Sem querer oflFnder a vultos proemi-
nentes, que bem podem, com patriotismo
e desinteresse, prestar ser vi eos a este
municipio, nenbum del les se recommendi
com mais vantagem do que o Dr. Manoe!
Pinto Dam.>zo, que polo seus feitos, tem
dado prova de que municipio muito ter
a lucrar si fr elle o Prefeitodo futuro
con seibo.
Para a Junta Governativa appella.
As Arte*.
outro qualquer dos que p< saue nesta cida-
de, porque n3o tem preciado disto nem
verdade que esteja pendente em juzo
acgSo rescisoria alguma, porque ao menos
at hoje, o meu irmSo nSo recebeu citajSo
para essa, e nSo possivel que esteja
pendente em juizo urna accJIo- contra el;e
sem que elle tenba sido previamente citado
para defender-se.
O aonuocio por tinto urna calumnia ;
e tao consciente disso est quem o-assigna
que n2o ousou eperever o sea verdadeiro
nome. que JoSo Qualbsrto, e nSo Gual-
bert, com est.
Recife, 15 de Janeiro de 1892.
Viciar Gonqlves de Souza Beirao.
Accresrimo lisia nctcir.ai dos necios bouo
ranos do club carnavalesco Trea de Dazembro :
Lourengo Joaqoim Vires, artista.
Joto Firmino de Barros, artista.
Li 7. Amori:o de Barros, amala.
O t secretario.
Eduardo Rodrigues Sette.
C01IERCIG
B lsa Commercial de Pernam-
buco
COTACES OFFICIAKS DA JUNTA D08 COR
RECTORES
Prcfa do Recife, 16 de Janeiro de 1892.
Nao houve cotago.
O presidente,
Eduardo Dabeaux.
O secretario,
Augusto Pinto de Lemos.
Cambio
P&ACA DO RECIPE
Os bancos mantiveram a taxa de 12 1. at
meio da, qnando o banco de Pernamdnco offiere-
cea saccar a 12 3/8.
Papel particular foi offerecido a 12 3,8 e 12 1/2
para fim do mez.
PBAfA DO RIO DE JANEIRO
12 1/i em todos os banco?, mercado quieto.
Cotaces de gneros
ASSCCAB
Para o agricultor
Associ i^ao dos Mercieiros
A directora da Asscciago dos Uercieiros,
sciec'.ili.'a ao ;eus aasociadoa, e aos demais
contribuintes da classe, das fregoezias do Reci-
te, Santo Aotonio, S. Jos e Boa-Visia qu-', leo-
do de pro:eder a distribuigao do imposto de
classe, constante do art. 2 17 da lei n. 33, de
10 de Dezembro prximo paseado, a que se re
tere o edital n. 10 da Recebedoria do Estado;
tem oomeado para tal lim as commuses >baixo
designadas, pedindo eucare j Jamen e acs Srs.
contribuirites, que prestem as commissea tjdoi
os esclarecimento por ellas exigidos, bem como
upresentar Ihes os conbecimentos referentes ao
imposto de 30|. (valor locativo) e iodu;.iria e
protises, do exercici ltimamente fiade, para
que se possa fazer a classtflcagao o mais | ropo:
conalmente possivel; e nao ebrigurem aitas
commi8s6es a proceQerem de conformidace com
a lei em caso de recusa.
As commisses devem principiar os trat albo,
segunda fera, 18 do andante, das 3 as 6 oras
da tarde, e continoaro nos demais das a;mes
mas horas.
A directora eapera que todos es rootribuintps
concorrero para que o servigo seja fcito com
oda a regularidade, dependeado somene da
lealdade com qoe todos devem proceder, as io-
formages qoe tiverem de fornecer as ref;.-daa
commisses
Freguezia do Recife
Antonio da Cjsia Mello, presidente,
l,uiz Pinto Saraiva.
Antonio Goncatves Es'ella.
Santo Antonio
Joo Alves de Frenas, presidente.
Maeoei Lopes Vivir.
Jo.- Gongilvts Oas.
S Jos
Miguel Archanjo S. Santos, presidente.
Jos Anacleto ao Nascime^to.
Joo Aosberto Lopes.
Aoel da Rocha Pereira.
Boa Vista
Joo Fernandes A. Valongeiro, presidente.
Engolillo
Compra-se um enge-
nho perto de esta^ao de
(|ualquer das liohas fr-
reas de*le Estad que possa
s frejai dous mil e tantos
paes de assucar.
O vendedor deixe de
carta a J. Pinheiro, ra
da Imperatriz n. 12, loja,
com todos os esclarecime. -
tos: localidade, capacida-
de de safra motor,, distancia
da estaca? e pessoa com
quem se deve tratar.
Recife, 14 de Janeiro
de 1892.
Cldado Argemiro Leodegarlo
Lemos no Jornal do Recife de 12 do
corrente o voseo contra-senso :Quem
HONRADO CIDADAO, quem DI3NO CIDA
daO, nao pode uzsr da immund* capa con-
digna somente dos caracteres baixos e vis
Fica Disto a resposta ao peqoeoo artigo
(?) do educado e instruido signatario, que
se chama Salto !
O Pelagio
At 14 do corrente forana exportadas 43 pi-
jas.
Carocos de algodo
Colase a 600 ris por 15 kilos.
Foram exportados at 11 lo corrente 6.O00
kilos.
-ABKLLA DA8 ENTRADAS DE ASSCAR E AL-
GODAO
Mez de Janeiro
O Sr. F... bem conhecido nesta ciia
de tendo na manhS do dia 2 do corrente
aparecido muito veichado na Tamarineira,
qu taberna de Quedes de Araujo exigindo
deste a importancia do imposto da indus-
tria e profssSo, o depois de ameacar o
paciente recebeu effectivamente (SOOO
importancia do referido imposto).
Embolsado prometteu levar o respectivo
tallo que serve de recibo.
E porque at o presente nSo tem rea-
luado
Ao pablico
Os abaixo assignados socios da casa
commercial de Jos Antonio Pilr2o &
IrmSo, declaram que dissolveram amiga
velmente a s .eiedado que girava sob
aquella firma, retirando se o socio Jos
Antonio PilrSo pago de seu capital e lu-
cros e desonerado de toda e qualquer res
ponsabilidade, ficando os dous ltimos de
poese do activo e reapocsaveis pelo pus i
vo da mesma firma.
Recife, 14 de Janeiro de 1892.
Por procura3o de J-s Antonio PilrSo,
Manuel Lopes Ferreira.
Francisco/de Azevedo PilrSo.
Joaquim de Oliveira Maia.
Anacahuita Peitoral
As curas produzidas pela composiylo
de Anacahuita peitoral, sao realmente mi-
lagrosas.
Oom demerite Silva, que reside na ra
do Estado, Santiago do chile, escreva aos
nossos agentes eru dita cidade, que na
vendo soflfrido atrozmente de aslhma, pelo
espago de mais de se:e annos sem que
medico algum jamis Ihe honvesse propor-
cionado o menor alhvio; decidise anal-
mente em tornar da 'Jomposigao de Ana
cahuiti Poitoral e depois e ha ver apenas
tomado dous frascos discobrij com sorpre
za, que a grande oppressao do peito hvia
quasi completamente desapparecide. No
em tanto foi continuando a fser uso delle
e do m de tr. s mezes se atho.i perteita
mente cirado, com grandt assomoro e
aatisfagao de todo o seus pareatos e ami
gos os quaes j havism perdido as espa-
rangas de jamis velo bom. Disse tam
bem que desde ento esta parte o tem
recommendado a em prande numero de
seus co-ihecidos que' stffriam de dfferen-
tes fcffecgoes pulmonares tao frecuentes
aas costas do mar FaotficA, ca America
do Sui, e que seus bons resultados tem
side uoivernes.
Como Garanta contra as felfioafSea,
observe-se bem qne os nomes de Litnman
i Kemp venham estamosdos em letras
transparentes no papel Jo iivriabo que
sirva de envoltorio a cada garraia. Acha-
se de venda em todas a boticas e droga-
ras.
o publico
abaixo assignados participara
que continsam associados
Os
commercio
loja de calcad" i a praca da Independencia
na. 31 a 35, sob a firma Eocial PilrSo &
Maia como success .res da extincta firma
de Jos Antonio PilrSo & IrmSo ; espe
rando cootinuarem a merecer a mesma
confianca que sempre foi dispensada a sua
antecessora.
Rec'fe. 14 de Janeiro de 1892.
Francisco de Azevedo PilrSo.
Joaquim de Oliveira Maia.
EDITAES
para ae aprsenla -em, pena do iancamento.
O que pelo juiz fci deferido depois do
pregSo do porteiro feito na forma da lei.
pare constar fs este termo da-mea pro-
tocolo de audiencias. Eu Jos Franklin
de Alencar Lima. Em virtude do dito
requerimento e seu deferimeato, o res-
pectivo escrivSo passou o presente edital
pelo theor do qual chamo, cito a hei por
intimados a todos es credores do execu-
t.do, para que no praso de dez das com-
parecam aote es'.e juizo, reauerendo o
que !or a bem de seus direitos, sob pena
de lanyaaiento. E para que chegue ao
conhecimento de todos mandei passar o
gresente edital, que ser publicado pela
imprenBa e affix&do no lugar, do ostume
Dado e passado nesta cidade Jo Recife
em dezesseis de Novembro de 1991. Eu,
Antonio Augusto da Frota Menezes, es-
crivSo interino, o escrevi.
Francisco Jooauim d O cidado Sebastiao Manoel do Reg Bar-
ros, juiz de paz d fregoezia da Boa-
Vista em virtude da le ete
Faz saber aos que este edital deprava,
com o prazo da tr.ota dias virem, que o-
official de justica que serve de porteiro
deste juiao hade trazer a publico pregSo-
d- venda e arrematn2o a quem mais der,
e maior laaco ofF^recer, em o da deze-
cove de Fevereiro qaatro horas da-
tarde era a casa das audiencias deste
juio, raa do Vi;conde de Caraaragyba.
oumero sesenta e c.neo o bem seguinte :
Urna caea meia agua sita i ra Site de
| >eceobro numero n< ve, medindo nove
metrts e dez centmetro de fundo e qua-
iro metros d>. frente, tendo urna pjrta
com a competente rotula que d entrada
para um pequero chagnSo e deete para
a casa a qual temos coiamodos seguines :
Urna sa'a, dous qaurtog e urna cosinha,
externa, sendo avallada em beta cento
mil res : ignorando ae porm sz c terre-
no cm que se acha edificada a d.ta casa
ou nao foreiro.
Vae a p.-a^a por execujSo q-ie move
Francisco '-'arioso da Silva Pinto, contra
o m.jor Antonio Jos Dosrte o qual
acha se em lugar ircerto e nao sabid..
E quera pretender a mesma casa, e qui-
zer IacCi-r comparec neste juizo no dia
cima declarado.
E para constar, se lavra este edital e
outro de igual theor. que serlo publica-
dos pela impreosu e ;.ffixado no rugar do
costume.
Dado e passado nesta fregaezia da Boa-
O doutor Francisco Joaquim da Rocha, Vists. aos doze dias do mez de Janeiro de
Atttttpio
Tendo eu visto co Diario da Pernam-
buco de hoje um annuncio firmado por
Gualberto de Andrade Lima prevenindo a
qum interessar que meu irmSo Joao Gon-
calves de Souza Beirao, ausente, nao pode
25 do pateo do Livra
alienar o predio n.
pelo presente Ihe fica assignade o ment porque est pendente em juizo urna
prazo de 3 dias para esse fim, ou pelo
menos ir justificar-se de sua falta, sob
pena de se declarar por extenso seu nome,
sua moradia e recorrer ae as accies cri-
Entradas
jarcagas .....
'apores......
\nimacs.....
istrada de Ferro Central.
Iiem de S. Francisco .
I -em do Limoeiro. .
croma
Assu-
car
Dias Saceos
1 a 14 78255
1 a 16
i a 16 6734
1 a 16 7639
1 a 13 47254
1 a 14 21871
161753
A,gO-
cao
Saocas
14
455
! 738
. 42
292
5*28
7939
B.-anco por 15 kilos. i#i00 a 4*900
Somenos dem dem. 3*400 a 3*6(0
Mascavado dem dem 3*000 a 3*100
Bruto secco ao sol dem dem 2*800 a 3*000
Rtame dem dem .... 2*400 a 2*600
Usinas dem dem..... 4*600 a 5*000
Mercado muito animado.
A exportaco at 14 do corrente coasta de-.
31400 saceos e 1482 oarricas de assucar branco,
pesando 1.694.284 silos e 198.103 saceos e.. bar
cas deassaxr mascavado pesando 13.952.250 ki
los.
Algodo
Cota-se nominal a 10*200.
At 14 do corrente foram exportadas 5176 saccas
de algodaopesando 388.200 silos.
Borracha
Cota-se nominal a 24*000 por 15 kilos.
Caroco de mamona
Cota-se a 1*900 por 15 kilos.
Coaros
Seceos salgados na base de 15 kilos a 660 res.
Verdes nominal 360 r3.
At 14 do corrente foram exportados 11823 :on
ros e 1.000 1/2 de sola.
Ha grande procara.
Mel
Por pipa de 480 litros 60*000 na falta no aer-
ado.
Alelo
Por pipa de 480 litros de 213*000.
Foram exportadas at 14 do corrente 292 pi-
pas.

Agurdente
Por pipa de 480 litros 120*000.
Emortaco
UCcra. 13 Di JAN EIBO Da 1892
xtertorrara a e
No vapor inglez Croon of Arangon, para
Liverpool, carregaram :
M. Borges & C, 102 saceos com 7,650 klos
de asf ocar mascavado.
Boxwell Williams, 57 fardos com 10,602 klos
de algodo e 34 fardos com 340 ditos de trapos.
No vapor inglez Treu, para Buenos Ayre3,
carreearam :
Muller & C, 15 saccas com 1,160 kilos de al-
godo.
Na vapor americano Vigilaacia, paraNtw
York, carregaram :
Levy & D:lmiro, 23,237 pelles de cabra.
Na barca portugueza N. Silencia, para o S
Porto, carregaram :
M Lnu & C, 200 saceos com 2,400 kilos de
couros seceos salgados.
Paro o interior
No vapor naciinal Brazil, para o Para,
carregaram :
J. da Sil 7a Carneiro & C. 500 barricas com
26.0C0 Kilos de assucar branco.
J B rges, 700 barricas :om 46,700 kilos de
a8sueir branco.
Para Manos, carregaram:
M. Borges & C, 48 barricas com 3,093 kilos
de assucar branco
Para MaranhSo, carregou :
i. M. Dias, 3 caixas com 151 1/2 kilos de rap.
Para Cear, carregou s
J. U. Das, 1 caixa com 1412 kilos de rap.
No vapor americano Fiotlaneu. para o Pi
r, carregaram :
J. Biltar & C, 5 pipas com 2,400 litros de
agurdente e 250 barricas com 15,030 kilos ele
assucar brauco.
No vapor nacional Cmela,
Janeiro carregaram :
Niemizer Cban fe C, 200 saccas com 17,85
kilos de algodao.
No vapor americano Fmance, para Rio de
Janeiro, carregou :
C. A. Borle, 500 saceos com 0,000 kilos de
asu:ar mascavado e 30C ditos com 30,000 ditos
de dito branco.
No vapor nacional Deerrt, pira Rio d
Janeiro, carregaram :
S. Nogueira C, 96 meios de sola.
No vitjior franeez Ville de S. Nicols, para
Santos, carregaram
M. Maia & C, 10 pipas com 4 700 litros de al-
cool e 60 ditas eom 28,300 ditos de agurdente-
Para S. Paulo, carregaram:
M. Borges & C, 10 pipas coa 4,700 litros de
alcool.
No vapor nacional Maranhao, para Babia
carregou:
M. Caoba, 200 saceos com 13,000 kilos de
assucar branco e 50 barricas :om 6,017 ditos de
dito mascavado.
No patacho nacional Industrial, para Rio de
Janeiro, carregou:
J. de Sa Leito, 425 saceos com 24,841 kilos
de carocos de algodo.
No vapor oacional Una, para Uatei, car-
regaram :
Boxwell Williams & C, 6 dazias de vassooras
de piassava, pesando 76 kitos.
Na barcaca Venus, para Macabyba, carre-
gou:
M. G. Pires, 10 barricas com 600 kilos de
assu:ar retinado.
Na barcaca Santa Catharina, para Parahy
ba, carregou :
Prente Vianna, 10 caixas e 20 garrafes com
160 litros de geuebra.
Na barcaca Joven Taurino, para Pilar de
Aiagoas, carregaram :
J. F. de Car va I to 4C, 1 atado com 30 kilos
de vassooras de timb sem cabo.
No coter Jaguarary, para o Natal, car.e
gou:
i. de Souza, 30 caixas com 690 kilos de sabo
Pauta da Alfandega
mim o 18 & 23 be ja.neiro di iV2
acclo rescisoria da senteoca pela qual foi
o dit) predio adjudicado ao mesmo meu
iraao, declaro que nem meu irmao pensa
em alienar o predio de que se trata ou
Faboao de
(duza)
amareiio em prancboei
100*
juiz substit it i do coaimerjio da cida-
de do Recife, capital do Estado de Per
nambuco, no exorcicio da jurisdiccao
parcial, tm virtude da lei etc. etc.
Faco saber aos que o presente edital
virem, ou delle noticia tiverem, que por
este juizo cerrera uns autos da execucSo,
em que exequente por custas Marcolino
do Souza Trnvasso e ex^cutad-" Manoel
Joaquim Vieira ; e tendo o executado re-
colhido ao Deposito Publico para segurar
o juizo a quantia de duzentos e trinta e
seis mil e quiohentcs ris, foi, em audien
ca do dia vinte e oito de Novembro de
mil oitocentos e oiteenta e nove, pelo ad
vogado do exequente feito o requerimento
seguinte:
Requerimento de audienciaAos vinte
vinte e oito de Novembro de mil oito cen-
tos e oitenta e nove, n'esta cidade do Re-
cife, em audiencia do doutor juiz de d-
reito do commercio, commigo ascrivao do
seu cargo o doutor Lellis, por parte de
Marcolino de Souza Travassos requereu
que tendo Manoel Jeronymo Vieira segu-
rado o juizo com dinheiro que depositou,
que sob pregSo se assignasse os seis dias
da lei para o executado offerecer embar-
gos que tiver, e se passe editaea de dez
dias na forma da lei aos credores incertos
Krndlnecato* pblicos
KBZ Da JANEIRO DI 1892
Atfanittga
ftenda ge ral :
Do dia 2 a 15
(dem de 16
265:763*882
17:092*702
Santos e escala vapor francez c Parahy
ba, commandante A. Lucey, carga
varios gneros.
Htrcatio HuoJelpal de S.
os
15 d(
Alcool (litro ...... 411
Ugodo em rama (kilo) .... 613
irroz com casca -.o) ... 60
Assucar retinado (kilo) .... 380
Assucar branco (kilo) .... 297
Assucar mascavado 'i[0) ... i 97
3agas de mamonas (kilo) 126
orraca de leite maagab. (kilo) 1*6C0
Cachaca........ 222
Coaros seceos espichados (kilo) 654
'Jouros seceos salgados (kilo) 594
Jooros verdes (kilo)..... 320
Coarinhos (um)....... 1*870
..arocos de algodo (kilo) ... 32
Carrapateira (kilo)..... 133
Cacao (kilo)....... 400
Jefe bom (kilo)...... 1*000
Jal restoiho (kilo)..... SOO
Caf moido (kilo)...... 1*200
Carnauba (kilo'.....v S66
Cera vegetal (silo)...... 566
Canna (tro) r 220
Cal (litro)........ 10
Carvo de Cardin* (ton.) .... 30*uO0
Pannfia de mandioca (lito) r s f o
Senebra (litro)...... 444
Graxa (sebo) ...... 483
Janorandj (em folha) kilo 200
para Rio c e I Leite de mangabeira (kilo) 1*466
Mel'flitro)........ 131
Milho (kilo...... 70
?hospnato ae ca da oa Raa (tone-
lada) ......... 11*000
Pede de cabra (cento).....187*000
Pe lie de carneiro (cento) .... 145*000
Sement de carnauba (arroba) 53
sola (meio)....... 3*8ft)
Sement de carrapateira (kilo) 126
Sebo.......... 633
Tatajaba (kilo)...... 40
Renda do Estado
Do dia 2 a 15
dem de 16
44:868*899
4:090/927
282 85S/584
48:959*826
Somma total
331:816*410
egenda seceo da Alacdega de Pernamoncr
1S ce Janeiro de 1892.
O tiiesoureiro.
Florencio Domingaes,
O cefe da seccSo,
Feliciano Placido Ponlnal.
Krecbedorla do Estado de
Pernambaeo
Do dii. 2 a 15 105:132*337
'dea de 16 1:471*593
106.603*930
Reeiie DraJaagr
Oo dia 2 a 15
dem ae 16
5:030*816
285*707
5:316*5:3
Movlmcnto do porto
Navios tntrados no dia 16
S. Francisco da California46 dia ir va-
por americano Minela de 1891 to-
neladas, commandante James H. Smii.h,
eqnipagem 29, carga varios gneros a
Wilson Sons & C.
Baha e escala10 dias, vapor nacional
Mrquez de Casias de 500 toneladas
commandante Francisco B. de Freitaa,
eqnipagem 31, carga varios gneros a
Pedro sorio de, Cerqueira.
Liverpool o escala24 dias, vapor ingles
Mariner de 860 toneladas, comman-
dante T J. Teater, equipagem 26,
c rga varios gneros a Blackburn Nee-
ilaana 4 C.
O 'ii:." mtnio deste mercado co dia
Janeiro foi o segaintt : Entraram :
35 bois pesando 5,481 kilos.
1234 k 6 cargas com farinba a 200 8. 1*200
25 Qitas de fructas diversas a 300 rs. 7*500
4 cargas com galinhas a 600 rs. 2*400
1 cassas com galinbas a 400 rs. *400
31 columnas a 600 rs. 18*600
6 suioos a 200 rs. 1*200
38 taboleiros a 200 rs. 7*600
47 compartimentos com farinba a 500 23*500
30 ditos de comidas a 500 rs.
74 ditos de legumes o fazendas
400 rs.
15 ditos de sumos a 700 rs.
8 titos de fressaras a 600 rs.
11 ditos de camarCes a 200 n.
38 talhos a 2*
Rendimentos de i a 14
Naviai sahidos no mesmo dia
ca
Antilbasbarca noruega Kragero
pito S. Monsen, em lastro.
Cearbarca noruega tCeler, cspitSo
Th. T. Jansen em lastro.
Barbados barca noruega Vasco da
Gama, capitBo O. A. Jorgensen, em
lastro.
15*0(0
29*600
10*500
SOO
2*200
7o*SXC
252*580
3.245*380
3 470/96)
Precos do da :
Carne verde de 280 a 640 ris o kilo.
Suino3 de 64J a 600 ris dem
Carneiro de 640 a 800 ris dem
Farinba e 320 a 400 ris a cala.
Milhode 300 a 320 ris dem
Feiio de 1* a 1*200 idem
Tapores a entrar
MEZ DE JAXE1BO
Sul.......... Vigilancia......... 17
Sol.......... Jacuhype.......... 17
or*........ Desterro........... 17
Norte....... Olinda............ 19
Europa....... Pernambuco....... 19
Norte .------.. Finance........... 2tl
Europa..... Matapan.......... 20
Sul.......... Braz............ 23
Norte........ Pernambuco....... 26
Norte........ Desterro.......... 29
Norte....... S. Francisco....... 29
Sul.......... laboatao.......... 30
Sul......... Espirito Sanio..... 31
Tapores a sahlr
MEZ DE JANEIRO
Norte....... Braiil............ 17 as 5 b.
Sal......... Desterro.......... I7aa 5a.
Sal......... OJiada........... 19 as 5 b
Norte......firazil............. 24 as 5 h
Sol......... Pernambuco....... 27 as 5 h
Norte....... Espirito Santo..... 31 as 5b.
SEGUROS
CONTRA F060
ffae Liverpool I Londoii k (loto
INSUR.AJTCS COMFAITY
BLACBSHa1, miw & c.
Ra do Bom Jess, n. 16
mil oito centos e noventa e dous E
Aotonio Horacio da Silva, esenvo inte-
rino o escrevi e subscreyeo.
Sebastiao Monoel do Reg Barros,
Juiz de paz.
Reiiiftgfrj de vacaras e est-
balos
EDITAL
O Conselho da Intendencia Municipal
do Recife las publico que no praso de
trinta dias, contados desta data, sob pena
de 3OO0COO rs. de multa, dever ser cum-
prido o art. 16 da postura de 14 de No-
vembro de 1980, que determiua o se-
guinte :
O estabulos de bois de carro e notada-
mente os de vaccas leiteiras nao serSo
consentidos na cidade, senSo em terrenos
espajosos, arbolados, em Santo Amaro,
ra do Principe, estrada de Joao de Bar-
ros, Fernandes Vieira, Alto do Camiaho
Novo, Manguinho, Baixa Verde, Barrei-
ras, e na ra do Imperial, alm do. Vi-
veito do Muniz; devendo os estabulos
ser lageados com estrados de aKenaria
cobertoa de asphalto, havendo escoadouros
de conformidade com as posturas existen-
tes e deposites para estreo. N'estes eB!
renos apenas haver, alm dos estbalos,
urna casa destinada a habitacSo Jo dono
ou encarregado do servico.
Paco da Intendencia Municipal do Re-
cita, 14 de Janeiro de 1892.
Dr. Manoel Pinto Dmaso.
Presidente
Francisco Faustino de Britto-
JoSo Walrredo de Medeiros.
Albino Jos da Silva.
Dr. Aogusto da Costa Gomes.
Joao Xavier Carneiro de Barros Campe!lo.
Dr. JoSo Carlos da Balthazar da Silveira.
Antonio Machado Gomes da Silva.
Francisco Gurgel do Amaral.
O secretario.
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
Recebedoria do Es-
tado
EDITAL N. 10
O administrador da Recebedoria do Es-
tado na forma das Instruccoes de 27 de
Julho de 1833, convida as associacSes
Commercial Beneficente, dos Artistas M-
chameos e Liberaes, Agrcola, dos Mer-
cieiros e todas aquellas que tiverem exis-
tencia legal e conhecida, para que se in-
cumbam de proceder a distribuicSo das
tazas de reparticSo, estabelecidaa na ta-
bella do imposto de industrias e prod3;oes
a que se refere o art, 2. 17 da Lei n.
i 3 de 10 de Dezembro ultimo de aocordo
com os aris. 20, 21, 22 e 23 das mesmas
Instruccoes ; devendo as mesmas associa-
;5ss remetter o trabalbo, qoe fuerem, a
esta reparticSo no praso improrogavel de
30 dias, a contar da data do presente edi-
tul, sujeitande se em caso contrario
dtstribuicoe8 que for fer.a por esta mesma
repartieao na forma das aliudidas Instruc-
coes.
Recebedoria do Estado de Pernambuco,
2 de Janeiro da 1891.
O administrador.
Luiz Cesano do Reg.
DECLARARES
Pela secretaria da Junta Municipal
da Cidade de Olinda, Be faz sciente a
quem nterescar possa que fica transferi-
da para o dia 33 do corrente a arremata-
cSo dos impostos municipaes conforme o
edital publicado ; bem como, que as ses-
soes da Junta Municipal terao lugm- nos
dias 15 e penltimo dia de cada mee, e
89 esses das forem feriados serSo nos
dias immediatos.
Secretara da Junta Municipal da Ci-
dade de Olinda, 15 de Janeiro de 1892.
O secretario.
Jos Marcolino da Fonteca Manguinho*

'
N


i


*TS3*?
^mjgmmgmmmmm
i
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i
J
Diario de Pernatnbuco Domingo 17 de Janeiro de 1892

H|MMMg
DERBY CLUB
DE
RNAMBUCO
HIPPODROMO
HFOIANDE
PRADO
PERNAMBUCNO
l*ara a '&.
PROJECTO DE N8CEP(!A0
*?,a pnrrIHa a rp-alisar-tsf* nn
corrida a realisar-se
de Janeiro de 1892
dia 24
nSo
pri-
1,* PAREOT'onsola^O 800 metro, Animaes de Pernambuco que
teaham ganho nos prados do Recife. premios: 2000000 ao
meiro, 50 8' PAREOAniaia^So800 metros. Animaes de Pernambuco que nSo tenham
ganho premios at 8 de Novembro excepto a corrija de 19 ele Julho
pudendo entrar eguas. premios : 250)5000 ao primeiro, 60$000 ao
segundo e 20(5000 ao terceiro.
3.* PAREO-Frailo Pernamburaoo 1.200 metros. Animaes pungas e
pelludos, que n2o tenham ganho em 1891 pedendo entrar aniuaes de
Pernambuco. premios : 300(5000 ao primeiro, 805000 ao segundo e
3C'i5000 ao terceiro.
PAREO -Yolocldade 800 metros Animaes de Pernambuco que nao te
nham ganho uestes 8 mezes nes prados do Recite, eveetuaudo a corrida
tie 20 da Dezembro de 1891. premios: 250000;) ao primeiro, 608000
ao segundo e 25)5000 ao terceiro.
PAREODerby Club de PernamfoiFC 1.200 metros. Animaes de
puro saogue. premios : 5001000 ao primeiro, 100(5000 ao segundo e
50d>C0 ao tereiro.
PAREOProsperldade850 metros. Animaes de Pornambuco que c3o te-
nham ganho em distancia superior a 1000 metros nes prados do Re
premios 3005000 ao primeiro, 805030 ao segundo e 31 SOCO ao ter
cciro.
PAREOC'oinpr nsaco 1.000 metros. Animaes de Pernambuco. pre-
mios : 3005UOO ao prime ro 1000GC ao segundo e 300000 ao ter-
ceiro.
PAREO-Prado da Estancia 1.200 metros Animaes nacioni.es: at
meio sangue. PREMIOS: 4005000 ao primeiro, 805C00 ao segando e
40-5000 ao terceiro.
4.
.
f>.
B.
Obi
De ontermidade com o
inscriptos no pareo Animaco os
>servaoes
art. 5., do cdigo de corridas, cao poderlo
cnptos no pareo ammayau us animaes Ida e Rosa Branca, no paree Prado
Pernsmbucano o Attlantico, no pareo Compenaacao o animal Piramar..
A insuripco ter lugar terca feira 19 dj corrente as 6 horas da tarde,
na Secretaria do Derby.
Secretaria do Darby Club, 14 de Janeiro de 1892.
O SECRETARIO,
G, Guimares.
*s--
MSMI1
QUE SE REALIZARA
No (lia 17 de Janeiro de 1892
Some
T
9
S
a
Pellos
Xa tura-1
lid.
z

Cdr da \!-
menta
Proprletarloa
Prsgramma a 18.a corrida
QUE SE REALISARA'
No domingo, 17 do correte
_____Principiar s II horas da man ha em ponto
>OBim
Pello*
datura-
lid.
Cor da vead-
menta
Proprietarloa
f pareo-inicio- 800 metros.-Arnmaes de Pernambuco que nao tenham gsnho premios
) Recife e egaas do Estado. Premios : 250 ao i, 50* ao 2.' e 23*
nos Pradcs do
ao 3o.
1IR. da Prala2
[i Graoadeiro -
3 Fautina.....
4 VMociDPde..
5|Ntw York ..
Rodado......
Cast. escuro.
Castanho.....
Alazo.
Pernamb..| 5i
54
52
54
I 54
Encarnado..........
Encarnado e preto...
Azul e branco........
Encarnado...........
Encarnado e ouro___
J. A. da Silva.
Goud. Arraial.
M. de Albnquerqu3
J. F. B. Cvalo.^:.
J. C. Pinto.
1. Pareo-Concluao800 metros.Cavados de Pernambucj que nao tenham ganho nos pra-
dos do Recite al 9 do crreme, salvo a corr a 4e 8 de Fevereiro de 1891 e eguas do Es-
tado. Premios 200*000 ao Io, 40*000 o 2 e 20*000 ao 3.
(
I
3
i
I
6
7
8
19
10
l.
singapore...
Arcbivoa___
Regedor.lano
TupyHex Mi
l'equeno.....
Invicta......
Velocipede..
Fantina.. ..
Gllete......
Yasulf......
Rodado......
Castanho-----

Alazao.....
Castanho ...
Hussa......
Castanho....
Castanba
Rodado......
Rozilho fov..
Pernamb.. 51 i
* 31 |
tu i
51
51
m 49
51
49
53
* 51
Azul e encarnado.. -.
Azul e braaco........
Encarnado e branco..
Encarnado..........
Azul e ouro.........
Encrnalo............
Azule branco........
Ene, preto e branca.
Azul e encaraado-----
F. C. R.
Silva & Ribeiro.
J. F.
F. C. R.
F. A. B. Cavalcante.
F. Moraes.
J. F. B. Cavalcante.
M. P. A.
M. R.
C. A. B.
2.'
pareo lmprena 1.0C0 metros- Animaes '<1* Pernambuco que nao tenham canht
nreasiosem 1891. Premios : anrutnan an unin .,. m.n dul 6aQnt
PareoAnimaeo-850 metrosAnimaes de Pernambuco qae no tenham eanho n'eetes
ulumo3 4 mezes o Prado e Derby. P: fcvnmasio Pernambucano em i 5
de Janeiro de 1892
Ha tambem urna cadeira de instruejao
primaria para os alumnos internos e nrtsio
pensionistas, em a qual se ensina segundo
o programma das escolas publicas, nos
termos do regiment interno.
O secretario.
Celio Tertuliano F. Quintella.
Vermouth. ..
Goloseo......
Potos......
Talispher
Yingador
6'Turco 2....
7|Collector. ...
8 Ally-Stoper .
9 Pu-Brazil.-.
iTordilho.....
iAlazo......
Castanho------
Rodado......
Alazao..
Russo...
Rodado-
Rozilho
Pernamb..
51
o)
53
33
1
53
51
81
51
Azul e encarnado
Preto e bonet encar...
Branco, ene e preto...
Eoc. e bonet pre'.o-.
Grenat e azul.........
ICorpo br. e mang. pr.
Azul, branco e encar.
A. M. A.
'.oud. Republicana.
Silva & Rlbeiro.
Ccud. Recife.
Coud. Io de Juoho.
J. F. de Moura.
J. J. dos Santos Jnior.
Coud. Rosarinho.
X. A. B.
1 Thishe..
i Good-m
ning .
Galaor .
Gala....
Ally-----
Hercules
remosem 1891. Premios
Pedrez
300*000 ao 1. 60*000 ao l e 30*000 ao 3.-
or -
Rod;do-------
Zaino.......
Alazao......
Castanho....
Rodado.....
Pernamb.
50
54
50
54
54
55
Azul e encarnado ...
Ene. e amarello.....
Violeta, azul e ouro..
Azul e ouro em listas.
Azul, prelo e ouro...
J. M. de Abren.
R. Cardozo.
Coud. Provinciana.
Dr. L. Drummond.
M. J. Alies.
H. Lemos.
3.* pareoEMimuio-1000 metrosAnimaes de Pernambuco que nSo tenham ganho nremios
Woo'^SOOOO6^^"68168 6 mezes'e eKna3 deete Eit**' Premios : 300*000 ao l.,
Despota .
Oollosso.
Mouco.....
My-boy ..
Ma!aQe..
Marujo 2o
Rodado.
Alazo...
Castanho.
Russo ...
Rodado..
Pernamb.. 58
58
60
56
56
57
Azul e encarnado___
Preto e bonet verm .
Ouro e azul.........
Violeta, azul e ouro.
Verde..............
Azul e branco.......
Costa 4 Fernandos.
Coud. Republicana.
Coud. Mouriscana.
Coud. Provinciana.
Coud. 24 de Mato.
11. Costa.
4. Dareo Ferro Carril 1.200 metros Animaes nacionaes. Premios- 40O*CCO
1, 80*000 ao 2 e 40*000 ao 3-
Pea secretaria do Gymnasio de Per-
Dfimbucano, e de ordem do Rvdm. cida-
d2o regedor, se declara sos paes familias,
e a quern mais interessar possa, que a
bertara solemne do carso scientifico e Qualifica^Su de estrangeirO
Literario ter lugar no dia 3 de Fevereiro Q pre8dente da lntendencia MaEcipal
prximo vindouro, e desde ] se acha do Recife f>> publc0 qae d8p0ndo o ar
' .P"a! tg0 92 da Constituido Politica deate Es-
tado que sero eleitores do conselho mu-
3.* PareoCoragem1100 metros.Animaes pongas, e de Pernambuco, pdenlo entrar pe,
ludos. que nao tenham ganho em 1891 nos prados do Recife. Premios : 300*000 ao 1*-
60*000 ao 2* e 25*000 ao 3*.
liMoema ...
2|Tenebrosa
3 Faceira...
l|Favorita ..
Zaina......
Rodada.....
m
Zaia......
Pernamb.. 56
c 51
54
S. Paulo... 54
Encarnado e branco.-
Azul e branco.......
Azul e encarnado ...
J. F. de Albuquerque.
I. R. M.
Coud. Crczeiro.
A. C. Albubuerque.
PareoMil oltocenloH e noventa c l*u-1008 metros.Cavallos de Pernambuco.
que nao tenham ganb* em distancia superior a 1050 meiros nos prados do Recife e eguas
estudar as se
aqnelles que pretendere m
gaicites disciplinas :
Lingua nacional.
Dita latina.
Dita franceza.
D:a ingleza.
Dita italiana.
Geographia antiga e moderna.
Historia sagrada antiga e moderna.
Geometra e trigonometra.
Arithmetica e algebra.
Phosophia.
Phyrica e Cbimica.
Historia do Brasil.
S.:encias naturaes.
Es^ripturajSo mercantil.
O corpo docente do instituto compos-
lo de 17 profesBores, oceupando-se cada
urc delles smeote com a materia ensina-
nada em sua respectiva cadeira.
Ser3o admittidos no Gymnasio alumnos
internos, meio pensionista! e externos.
Os pensionistas residira no instituto,
teco direito de estudar a serie de disci-
plinas de que se compSe o estadio scienti-
fico e litterario do Gymnasio, de confor-
midade com o programma estabelecido ;
a ser alimentados sadia e abundantemente
e :.-atados em suas pequeas enfermida-
dades. O instituto fornecer ainda me-
dico, meiieamentos, cama mesa, cadeira,
lu*, corte de cabello, guardanapo, lavato
rio, banho, msica e deseoho.
Os meio pensionistas se apresentar&o
no estabelecimento nos dias lectivos, s
horas em que as aulas se abrirem, e
deede entSo at serem encerradas tarde ;
o equiparados aos pensionistas, qaanto
aos estudos alimentaco e recreio.
O alumnos externos s teem direito s
bjes e explicajSes dos respectivos pro
essores.
A pensSo annual de 300(5000 que pa
gam os alumnos internos do Gymnasio, se
cobrar pelo anno lectivo somonte, divi-
dida em prestajSes de 1008000 cada urna ;
comecando a pnmeira em Fevereiro, a
legueda em Maio e a terceira em Agosto
e terminar no fim de Novembro.
Para os alumnos de instruccao prima-
ria que devom se ach r uo estabelecimento
no da 16 de Janeiro a primeira presta-
9S0 ser antecipada Bem augmento de pen-
Se.
A pensSo annual dos meios pensionistas
ser de 1800000 em tres presta-Sea ue
605000 cada urna etTectuada a oobrauya
do mesmo modo que para o internos.
Os alumnos internos de qualquer catbe
goria, pagarlo na entrado e por urna s
vez, urna joia de 200000; dons irmaos
30))X)O, sendo 150OOO por cada um e nfco
nacer mais aagmento de joia crescendo o
numero destes.
O instituto encarregar-se-ha da lava-
gem da roupa dos alumnos internos que
Dio tiverem quem oa faja por ira, e isto
mediante 150000 em cada prestas^.
Este pagamento se far de modo idntico
ao da pensSo e conjunctamente com elle,
dando direito aos concertos das pecas ar-
rniradas do enxoval.
Aa despezas com livros mais objec-
tos indispensaveis para a escripturajSo,
oorrem porconta dos alumnos internos :
devendo seus paes ou quem o represen
tar deixar quantia sufficiente para este
fornecimento.
Os externos s tem direito s li$8es e
explicacSes das materias ensinadas no
corso, quaes quer que ellas sejam, pa
gaido apena no acto da matricula a taza
igual a que pagam os alumnos no Col le
gk> das Artes.
nicipal, alm dos cidadSos alistados como
eleitores polticos, os estrangeiros que ti-
verem domicilio no municipio, desde pelo
menoB tres annos e contribu rem com as
taxss municipaes, sSo pelo presente convi-
' dados os que, se achando oeste caso qui-
' serem usar de seu direito, sem perca de
sua nacioDalidade, a requererem titulo
dentro de trinta dias, contados da presen-
te data declarando na peticSo seu uome,
riliagao, idade, estado e domicilio, e tra-
zendo pro vado o tempo de residen c a no
municipio, segundo o artigo supra.
Poyo da Intendencia Municipal do Re-
cife, 11 de Janeiro de 1892.
Dr. Manoel Pinto Dmaso.
Presidente
Joaquim Jos Ferreira da Roca.
A junta municipal governaitlva
da ddade de Oltnda e eu
termo ete.
Faz constar a quem interessar pose r que
estarlo em hasta publica nos dias 6 13 e
20 de Janeiro vindouro, para serem arre-
matados pelo tempo de nm anno por quem
mais offerecer, os impostos seguintee :
Capim de planta aob a base de 2000,
40 res por p de coqoeiro de prodcelo
exceptuados 20 ps para uso de prqirieta-
rio, por "9>S; 500 res por cahecade gado
vacum por 6408, 200 res por caboca de
gado suino, ovelhum e cabrum por 1780,
40 reis por metro de rede de pesca, e
costa por 800 ; imposto de 50000 pir fur-
rio de queimar cal por 900.
Os pretendentes podem comparecer nos
indicados dias habilitados na forma da lei.
Em firmeza do que se affixou o pre-
sente nos lugares mais pblicos desta ci-
dade e publicar pela imprenaa.
Pago municipal de Olinda, 30 da De-
zembro de 1891.
Eu Jos Marcolino da Fonseca Mingui-
nho, secretario o escrev.
J. Ferreira de Almeida Guinuraes.
Presidente.
Thesouraria def'a-
zenda
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector desta re-
partida] fago publico que fica marcado o preso
de cinco utas, para os abaixo declarado; assig-
narem na secgo do contencioso desta tb honra-
ra o contrato para o fornecimento de madetras
emateriaes ao Arsenal de Marinha, deraate o
exercicio corrente.
Jos Silvino de Albuquerque Maranbc.
Mannel da Silva Faria.
Jos Rufino Climaco da Silva.
Manoel Cavalcante de Albuquerque Los.
Thesouraria ae Fazenda de Estado de lrnam
ouco, 15 de Janeiro de 1891.
0 secretario,
J. Gomes da Silva.
do Estado. Premios : 200*000 ao l.. 40*000 ao 2. e 20*000 ao 3."
1 Vivaz.......
Potos......
3 Gerfant.....
4 Lucifer......
5jlrta........
6|Maranguape.
Castanho..
m
Zaino.....
Rodado....
Alazao..
Pernamb..
57
57
55
53
55
:
Violeta c ouro.....
" zu! e Dranco.....
Azul e encarnado-
Verde e amarello...
Preto e roca.......
F. R. Ramos.
Silva & Ribeiro.
Coud. Aurora.
A. Ucba.
Coud. Ida e Volta.
B. B. F. Filho.
Paree Igualdade fe Bandean -1203 metros^An 300*000 ao I.*. 80*000 ao 2 a 25*000 ao 3.'.
Premios
Mouro.......
Saos-Souci...
Joilosso.....
Ida..........
Talispner....
i.yclone.....
Maurily.....
Pyrilampo...
Flautista. ..
AlazSo...
Baio.....
Rodado..
Castanho.
Tomilho...
Castanho..
Pernamb.
*
a
52
56
50
48
56
50
58
56
50
Azul eouro.....
Ouro e branco..
Preto e bonet eoc
Preto e rosa.....
Encar. e bonet preto..
Encarnado...........
Grenat eazul.........
Azul, braaco e eoc
Coud. Mouriscana.
\. L. de Mattos.
.. Ccud. Republicaoa.
Coud. Ida e Volta.
Oood. Recife.
Coud. Fragoso-
A. A. F. Taques-
J. E Ferreira.
X. A. Babia.
Parco Extra850 metrosAnimaes de Pernambuco que nao tenham gaobe em distancia
superior a 1.000 metros nos prados do Recife. Premios : 200*000 ao 1*, 40*000 ao 2."
e 20*000 ao 3.*.
Gala........ S
Tudo...... S
Vermouth. 5
X
Phariseu 8
Th'sbe..... 5
Cyclooe- ... 8
Flautista 5
Vingador. .. 5
Paticboly &
Hercules..... 5
Alazo......
Mellado......
Tordilho.....
Cachito.....
Castanho ...
Pedrez......
Rdano .....
Castanho
Rodado .....
Russo......
Rodado......
Pernamb.. 51
53
51
51
m 53
51
B 51
5(
51
* 51
51
Azul e ouro em listra. Luiz Drummond.
Eoc. verde e a na relio. Luiz Drummond-
Azul e encarnado.....A. M. A.
S. A. dos Aojes.
Encarnado easnl.....
Azul e encarnado ...
Encarnado..........
Azule branco........
Encarnado..........
Branco e azul........
Verde e encarnado...
R. Costa.
J. M. de Abreu.
Coud. Fragozo.
X. A. Babia.
Coud. i. de Jan no.
D. S.
H. P.
PareoII de Janeiro-800 metros.Cavallos de Pernambuco que nao tenham ganho
nos Prados do Recife. Premios : 200*000 ao l., 40*000 ao 2 e 20*000 ao 3.*.
A New-York Life I su ran-
ee Company
Avisa aos possoidores de apolices que o Ban-
co de Pernambuco receba os premios vencidos
em Janeiro e adianto.___________________
Thesouraria de Fazenda
De ordem do Sr. Dr. inspector e em
vista de telegramma do inspector da cai-
xa de amortisacSo, de hontem, far,o pu-
blico qae conforme a deliberac3o (ornada
pela respectiva junta administrativa far-
se ha nesta Thesouraria a substituicno das
notas do governo de cem e quinhentos
mil reis, da quinta estampa, at 31 de
Marco de 1892.
Em 15 de Deiembro de 1891.
O secretario,
J. Gomet da Silva.
Arcbivou. -.
Vaga lame .
Vigilante ...
m........
Camponez..
Presidente..
Regedor-----
America. -.
Pequeo. ..
1
i
3
I
ti
7
8
9
10 Thimes
velocipede .
Yusulf.....
Rio Grande.
Castanho .. -
Mellado......
Castanho -
Alazao......
Baio........
Castanho------
Alazo......
Castanuo-----
Russo.......
Castanho
Rozilbo fov..
Rodado Ped.
Pernamb.. 51 i
* 51
51
51
51
51
51
51
51
51
51
51
j> 51
AuI e branco.......
Branco e encarnado.
Azul e eucarnado...
Ouroe branco......
A-u!, ene. e branco..
Azule ouro..........
Encarnado...........
Grenat e azul.......
Encamado..........
Azul e encarnado.
Branco e encarnado.
Silva & Ribeiro.
Cond. Arraial.
M. L. M.
J. L. de Mattos.
Coud. Cruzeiro.
J. F.
Coud. Ida e Volta.
f. B. Cavalcanti.
J. F. de Moura.
J, F. B. Cavalcanti.
C. A. B.
A. P. M. F.
i PareoVelocldade1400 metrosAnimaes nacionaes.
ao 2.' e 25*000 ao 3.
Premios : 300*000 ao ., 8 0*00
l|Theresopol8.
2 Granada-----
3 Siroco.......
Niniche.....
Si Cora........
6| Napolitano..
Castanho....
Pampa......
Castanho ..
Zaina.......

Alazao......
Paran.... 54
S. Paulo.. 54
R. de Jan. fi
54
S. Paulo.. 54
9 5S
Ouro e preto..
Violeta e ouro.
Azul e ouro___
Azul ep-eto...
Preto estrate.
A. Marques.
Coud. Fraternidade.
Coud. Internacional.
Coud. Nacional.
Coud. Temeraria.
o.* pareoConaolarao1000 metros.Animaes de Pernambuco. que nao tenbam eanho
premios em maior distancia nos prados do Recife. Premios: 300*000 ao !
60*000 ao 2 e 30*000 ao terceiro.
Malange.....
Galaor......
Marojo 2*...
Tudo-......
Gala........
Ally........
Phdriseu....
Dspota.....
R. daprata 2.
5 Russo.......Pernamb.. 56 Verde
Zaino.......
Rodado......
Mellado......
Alaso......
Castanho
Rodado.
M
57
58
54
54
56
58
Si
Azul, violeta e ouro..
Branco e azul.......
Encar.,-verde e amar.
Azul e ouro em listras
Azul preto e ouro-----
ule encarnado.....
Encarnado...........
Coud. 24 de Maio.
Coud. Provinciana.
A. M. Costa.
L. Drummond.
L. Drummond.
M. J. Alves.
R. Costa.
Costa i Fernandes.
J. A. da Silva.
6. pareoPrado Pernambucano 1609 metros.-Animaes de puro san"ue. Pre-
mios : 500*000 ao l*, 100*000 ao 2. e 50*000 ao terceiro.
1
2rfi
3
i
o
Apollo...
apid-----
Seab'esa.
Pandego .
Gipsy ...
Alazo.....
Zaino......
o Preto......
Castanha...
Alaz......
R.daPrata.
Inglaterra.
61
56
54
56
5!
Preto e ouro........
Eocarialo e palha ...
Violeta ene. e preto .
Eicamado e ouro.....
Corpo br. e mangas pr.
Coud .Fraternidade
A. Marques.
F. Alluood.
J. Matheu--.
Coud. Rusarino.
OBSERVACES
pareo dever?o achar-se no ensilhamento s
horas da tarde
Os animaes inscriptos para o
9 1|2 horas da manh.
Os forfaits ser3o recebidos at Babbado 16 de Janeiro, s 3
aa Secretaria do Prado.
Os jockeys que nao se apresentarem convenientemente trajados com as coree
adoptadas no programma por seus patrSes, nao serSo admittidos pesagem e serac
multados de accordo com o art. 5.1 do cdigo de corridas.
_ Previne-se aos eenhores accionistas de procurarem os seus ingresaos na Se-
cretaria do Pradoa Ra Duque de Caxias n. 70. 1. andar.
Recfe, 14 de Janeiro de 1892.
O secretario,
J. Alves,
Torpedo... 5
G: Hilen..... S
Tberesopolis 5
Granada.. . 5
0
Favorita---- 5
Castanho
Alazo......
Castanho
Pampo......
TcrJilho.. ..
Zaino.......
S. Paulo..

Paran-----
S. Paulo..
58
54
52
52
56
52
Azul, ene e branco.
Ouro e preto........
Branco.rzol e
Aiul e branco.
ene.
Coud. Cruzeiro.
Coud. Frateroiade. .
A. Marques.
Coud. Fra ernidade
. Cavalcanti.
A. Albuquerque.
OBSERVACES
achar-se no ensilhamento
Os animaes inscriptos para o primeiro pareo deverio
s 9 1/2 horas da manhS.
Os fovfaits serao recebidos at sabbado, 16 do corrente, s 3 horas da tarde, na
Secretaria do Hippodromo.
O horario que na occasiSo for observado para encerramento de venda de poules
ser restrictamente cumprido.
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 13 de Janeiro de 1892.
O secretario,
Augusto G. da Silva.
Companhia
Fr*ca de Yidros de Pernam-
buco
Aaaenabla eral
Em observancia ao art. 17 dos estatutos, con-
vido aos senhore accionistas a reun.remse em
sssembla geral ordinaria no dia 27 do corrente,
s 11 horas da manh, no escriptono da compa-
nhia, roa da Aurora n. 157.
Antonio Mnervino de Moura Soares,
Director secretario.
Ban< do Brasil
Paga se o 76 dividendo das accBes in
tegralisadaB e o 5o das que realisarem cin-
cuenta por cento, correspondente ao se
ando semestre do ezercicio findo em 31
de Dezembro na razSo de vinte mil rei
as primeiras e des mil reis as segundas.
No escriptorio de Pereira Carneiro &
C. ra do Commercio n. 6, primeiro
andar.
b Banco popular
Assembla geral
Em observancia ao art. 25 dos estatutos, con-
vido aos senbores accionistas a rennirem-se em
assembla geral ordinaria no dli 28 do corrente,
as 11 horas da manh, na Associacao Commer-
cial Benecente, aflm de tomarem conbecimento
do relatorio. parecer riscal e contas do anuo An-
do, e proceder-s a eleicao da commissa) fiscal.
Recife. H de Janeiro de 1892.
Albino N. Maia,
Director secretario.
Escola Normal do
Recife
De ordem do Sr. Dr. director desta
escola scientifico a quem interessar que de
15 do corrente at 3 de Fevereiro prxi-
mo, estarSo abertas as matriculas as
aulsa dos tres annos do curso ; e que de
accordo com o art. 26 do Regulamento
de 27 de Dezembro de 1887 s serSo
ellas facultadas aos individuos qae prova-
rem:
Para a do 1. anno :
I. Idade maior de 18 annos, se forem
do sexo masculino e de 16 sendo do sexo
feminino;
II. IsencSo de culpa que motive a per
da da cadeira de professor publico;
III. Ser de bons costnmes ;
IV. N3o soffrer molestias contagiosas,
nem ter defeitos physicos que os privem
de bem exercer o magisterio ;
V. Habilitarlo as materias professa-
d8 nos tres graos do ensino primario ou
nos do exame que tiver feito na escola;
VI Vaccina recente ou re vaccinacSo.
Para a do 2. e 3. anne :
Approvaclo em todas as materias ensi-
nadas no anno anterior.
Outro sim, faco publico qus o mesmo
Sr. Dr. director tem designado odia 25 do
corrente, s 10 horas da manhS, para ter
comeco o exame de habilitacSo de que
trata o art. 27 do regulamento vigente,
Secretaria da Escola Normai do Recife.
7 de Janeiro de 1892.
O secretario. F. Fragoso,
De ordem do Illm. Sr. Dr. ispector
interino deste thesouro, e visto ter sido
approvada pela Exma. Junta Governativa
do Estado, a arrematado feita pelo cida-
dao Jos de Azevedo Maia e Silva para
o fornecimento dos medicamentos e uten
silios necesarios enfermara da Casa de
Detens2o, relativo ao actual exercicio
com o abate de 6 [e sobre os precos do
formulario, convido pelo presente so mes-
mo cidado para vir assignar na seccSo do
Contencioso o respectivo termo do con-
tracto.
Secretaria do Thesouro do Estado de
Pernambuco, em 15 de Janeiro de 1892.
Servindo de secretario,
Jcs Anastacio da Silva GuimarSei.
De crdem do Illm. Sr. Dr. inspe-
ctor interino des:e Thesouro e em vrtude
de determinado da Exma. Junta Gover-
nativa do Estado, ir a praca no dia 21
do corrente, e perante a Junta de Fazen-
da reunida em sessao o fornecimento de
almentacSo aos presos pobres da Casa de
DetencSo desta cidade durante o 1. tri-
mestre do corrente exercicio, servindo de
base o preco de quinhentos reis por dieta
ou racSo.
Os Srs. concurrentes se deverSo habi-
litar na formando regulamento em vigor.
Secretaria do Thesouro do Estado de
Pernambuco, em 15 de Janeiro de 1892.
Servindo de secretario,
Jos Anastacio da Suva Guimares.
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspe-
ctor interino deste Thesouro, sao convi-
dados os possuidores de apolices deste
Estado, virem recebar os juros vencidos
das mesmss relativas ao 2o semestre do
exercicio prximo passado, cujo paga-
mento comecar d'amanha em diante.
Secretaria do Thesouro do Estado de
Pernambuco, em 15 de Janeiro de 1892.
Servindo de secretario,
Jos Anastasio da Silva Gvimar,Ses.
Companhia Recifese
de Panifica^o
Esta empreza, tendo recebido parte de seas
apparelhos qae principiarlo brevemente a fonc-
cionar, e feito acqnisicio de 16 padarias torna-se
iusofficie-ite s suas operacOes o capital realisa-
do, como ser detalbadamente demonstrado no
nroxico relatorio, por i?so, sao convidados os
Srs accionistas a entrar mais com I0[ sobre o
valor de suas accSes no prazo de 30 dias da pre-
sente data, e ontros 10 | 30 dias depols.
Recife, 31 de Dezembro de 1891.
O secretario,
Joaquim M. G, Rosas.
Proposta
A Companhia Pernambocana de Navegado
chama concurrentes ao servico da remoco de
c seo do vapor Conde d'Eu, na praia de Santa
Rita.
Os proponentes deverao apresentar suas pro-
postas em carta fecbada, no escriptorio da com-
panhia, at o dia 23 ao corrate, i 1 hora da
arde.
Recife, 13 de Janeiro de 1892.
Antonio Ulysses de Carolho,
Gerente
: x
A

*

I



T



I
I

Diagio de Peraambuco
Domingo 17 de Janeiro de 1892
A sgtocia da-GMrpaHMr de SegororKM-
sia'.ica de Hamburgo nesta cidade, faz scieute
3oe tendo seesado 6uas operacOes de secaros
esde odia 1- de Janeiro de 1891, e tenflo-se
Andado do dia 31 de Dezembro do mesmo anno
o praso do ultimo contrato, eem que bouvesse
seoboma reclaaacio, pelo presente declara que
deeta dala em diante tica completamente exlinc-
a a referida agencia
Recite, 1- de Janeiro de 189.
De ordem dolllm. Sr. Dr. inspector inte
rio deste thesoorc, e em virtade de reeolacao
da Exma. iuct i Governativa do Estado, de 7 do
corrente, sao de novo levadas praca no dia 21
deste mez e perante a junta da fazenda, reunida
em sesso as arrematac^es do pedagio das bar-
reiras infra mencionadas, servindo de base para
cada orna o valor abaixo mencionado, ja felto o
abate de 10 0/0 sobre o da primeira praca, m-
ximo do determinado em dita resoluto :
Tapacur 1:4U500
Palmares 1:029*600
Morenos 1:341*800
S. Joan 1:712*7011
Cousseiro no Bonito 4504000
Magdalen* 2: 160*903
TiSjbo 945*900
Ponte dos Carvalbos 286*200
Tacarnna 1:291*500
Tauquiono 1:800*000
Os senbores concurrentes se devero hibilitar
na forma do repulamento em vigor perante a
mesma junta.
Secretaria do Tbesouro do Estado de Peraam-
buco 12 de Janeiro de 1892
Seviado de secretirio,
___________J. A. da Silva Guiuiaraes.______
Junta Commercial
Pela secretaria deala Junta as faz publico, nos
termo; do art. 19 do decreto n. 596 de 19 de
Julbo de 1890, que no periodo de 7 a 13 do cor-
rente foram archivados os seguiutes contractos
de sociedades commerciaes :
De Jos Franco Ferreira e Manoel de Mcura
Iglesia para o commercio de estiva, nesta pra-
ca, com o capital de 20 000*000, sob a firma de
Franco & C.
De Jcao Ferpandes de Almeida e Antonio Pa-
checo Das Torres, para o commercio de estiva,
nesta praca. com o capital d 100:0C0*C00, sob
a firma de Joo Almeida & Torres.
Secretaria da Junta Commercial do Recife, 15
de Janeiro de 1892.
O secretario,
Benedicto Paltia.
Companhia Ferro Garril de
Perrjambuco
Aviso aos senbores accionistas
No dia 21 do corrente paga-se o 19 divideo
do de 6*000 por acco, correspondente ao 1.*
semestre do exercicio a finar em Joohi deste
anno. Os ttulos das acetes registradas na s?de
da compannia,. tero de ser exhibidos no escrip-
t ir o da directora, roa da Quitanda n. 131 ; os
das acjoes registradas no Recife devem ser tam-
bem ebioidos no escriptorio ra do Brum.
Felippe de Araujo Sampaio,
__________________Gerente______^^
Thesouro do Estado de
Peraambuco
De ordem do Illro. Sr. Dr. inspector deste
thtscuro fajo publico que no dia 18 do corrente
mez paga-se a ciaste de profesoras de 1* en-
trela, com relago acs seus vencimentos do
mez de Dezembro ultimo.
Os pagamentos principiara s 10 horas da raa
nh e tinalisam as 2 da tarde.
Pagadoria do Thesouro do Estado de Per
nambuco, .7 de Janeiro de 1892.
O escrivao,
Alfredo Gib^cn.
Companhia
DE
Tecidos Paulista
Os senbores accionistas ?o convidados a rea-
lisa: a terceira entrada do capital a razo de 20
0,0 al o dia 8 de Fevereiro prximo futuro das
11 horas do dia as 2 da tarde, ra do Bom Je-
ss n. (. pivijiento terreo
Ee;ife, 7 de Janeiro de 1892.
J. A. Saraiva Jnior,
Di'Pdor secretario.
Banco popular
Scientiico aos senhoreg accicnistas, que em
observancia ao art. 147 dj reglamento de 4 de
Julbo de 1891 acbam-se a disposico dos meemos
na sede social, a copia do bataneo, lista nomina-
tiva dos accionistas e de transferencias.
Reci.% 11 de Janeiro de 1892.
Albino N. Maia,
Director secretarlo.
'.amento, todo o conforto desejavel a bordo
m paquete.
Os paquetes que tazem as viageas ao Rio d
ianeiro, alm de terem tndo o que se enroo r
va paquetes modernos, accresce que faz a va
?em em quatre diae e o preco de paisagtn
la 1.* classe 60*000.
O paquete empregado na vlagem para o Hit
irande do Sol e gmente para carga, e tem i
alado adeqnado a entrar no porto daquello lis
.ado em qnalqner occasiio.
Recebe se engajamento de carga por quant)
lade (ixa para todas as viagens.
Ootrosim, a companhia expedir paquetes :i
iiordinarios desde que baja carga para o en,ra
ment completo de um paquete.
B*cri o.-io. da Comnaunia Pernambuci.n
n 2t.___________________________________
Sl MuatiOD Coi-
m
8TRA1TSOFMAGELLAN UNE
O paquete Galicia
E' esperado los
portos do sul at
o da 93 le Ja-
neiro seguindo
'depois da indis-
pensavel demora para Liverpool com escala por
Lisboa, Bordeaux e Plymoatk
Para carga, passageiros, encommendas e di-
lueiro a frete: trata-se com os
AGENTES
Wson, Sons & C, Limited
10BA DO COMMERCIO10
Uited Stares and Bra/i
M. S. S. C.
O vapor Finalice
E' esperado dos porte i do
norte at o dia SO do tor-
rente, seguindo uepoin da
indispensavel demora para
Baha, Rio de ianeiro e Sanios
O vapor Vigilancia
E' esperado dos portos de
sul at o dia *3 de Janeiro
seguindo depois da demo-
ra indispensavel para o
Para, Barbados, m. Thomaz e
.\cw-Vork
Para carga, passagens. encommendas e di-
heiro a Irete trata-se com os AGENTES.
Para carga, passagens, encommendas e di-
beiro a frete : trata-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8Ra do Commercio8
Io andar
apto Pnlina de i-
PORTOS DO SUL
Rio Grande do Sul, Pelotas e
Porto-Alegre
O paquete
Rio-Formoso
Commandante Azevedo
Segu at o da 9t do
corrente s 4 boras da .lar-
de. '
Recebe carga, en:om-
metidas e dinbeiro arete
at s 2 hora- da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caei da Companhia Pernambucai\a
u. 12
es
Lfnha Bi-mensal
O paquete Matapan
Commandante G. Rossignol
Sociedade
DOS
Artistas Mchameos e Li-
beraes
Asseinbla geral de eleicSo
De crdem da directora, convido a ledos os
socios elfectives, para, de cooformidade com a
primeira parte do art. 50 e art. 51 dos estatutos
da sociedade, se reumrem em assembla geral
no lia 20 do corrente, as 6 boras da tarde, alia
de proceder se a eleicSo da directora aue tem
de funecionar no exercic o de 1892 1893.
Secretaria da Sociedade dos Artistas Mechini-
cos e Lioeraes de Pernambuco, 15 de Janeiro de
1892.O 1- secretario,
________________Silvino Gomes Porto.
Assembla geral ~
De ordem donosso irmo juiz, convido a todos
03 irma03 que estiverem no goeo de seus direi
tos a comparecerem no consistorio de nossa ir-
maodade, na segunda-fera 18 do corrente, s 6
boras ca tarde, para proceder se aeleo deom
tbesoureiro.
Consistono da irmandade de N. S. do Bom
Parto, 13 de Janeiro de 1892.
O secretario,
Miguel Rodrigues Vieira.
E' esperado da Europa at
o dia
Na Secretarla da Caaa de mi
aerlrordla alugim oa ecuInMi
2* predios i
Ra do Encantamento, loia n. 11 30*000
Tina do Amorim, armazem 26 104000
dem dem n. 64 30*000
P.ua do Burgos n. 19 12*100
MAR!TiM(l'
Para Rio de Janeiro
Toldo ji engajada a maior parte do seu car-
regamenio, para abi segut, dentro de poneos
das, o patacho nacional Anntla ; para o resto
tratase com Artbnr B. Dallas, ou com o respec
tivo propueiario, ra do Commercio n. 4, ar
mazem.
Com panilla Peroamburana de
vetaeio
Esta cempanhia mantem as seguintes linnai
regulares de navegaco:
*irte, tocando nos portos da Parahyba, Nata.
a. .<>, Mossur, Aracaty e Fortaleza, partinde
deste porto um paquete a 11 e 26 de cada mez.
Sul, com escala pelos portos de Macei, Peno
4o, Aracaj, Estancia e Baha, sahindo desu
porto a 14 e 29 de cada mez.
Fernando de Norona, partida no meiado de
mez.
Rie Pomoso e Tatnandar, sabida a 28.
Rto de Janeiro, (directameiie) parte o paquett
de 25 a 30 do mez.
Rto Grande do Sul, (viagem directa) sabe dt
15 a 20 do moz.
Tdos 03 paquetes sao novos, tem excellenle
ecommodaces para papsageiros e para carga
os preces sao maito radozidos.
Os passageiros encoatram, apar do bom tra
o de Janeiro de 1899
seguindo depois da demora necessaria para
Rio de Janeiro, Montevideo, Buenos Ay-
res e Rosario de Saeta F
O VAPOR ENTRARA' NO PORTO
Previne-sp anda aos Srs. recebedores de mer-
;adonas que u se attender a reciamaces por
'ai as, que forem reconhecidas na occasilo dt
lescarga dos volumes ; e que dentro de 41)ho-
ras a cootar do dia da descarga das a varer gas,
deverao fazer qnalquer reclamacao concernen-
te a volumes que porventura tenham seguido
para os portos do sol, atn de serem datas a
empo as providencias necessarias.
Roga-se aos Srs. passageiros de se apres'ntar
em na vespera da ebegada do vapor para loma-
em as suas passagens.
f ara carga, passagens, encommendas e di
a jeiro a frete: trata-se com os
AGENTES
H. Burle & C.
42Rui do Commercio42
Lioyi Brasileiru
Secco de naregaco
DA
KMPREZA DE OBRAS PUBLICAS NO
BRAZIL
LiNHA DO NOBTE
PORTOS DO NORTE
O paquete Desterro
Comandaste Fiorindo Gomes
E' esperado dos portos do or
te at o dia 11 de Janeiro se-
guindo depois da demor.i do
costume oara
Babia e Rio de Janeiro
Raeebe carga a baldear no Rio de Jaieiro
jara Sanios, Canaug, iguape, Paracagna An
oiiaa S. Francisco, Itajahy, Santa Cathirina
lit Grande, Pelotas e Porto Alegre.
As encommendas serao recebidas at 1 hora
la tarde do dia da sabida, no trapiche Babosa
ao largo do Corpo Santo n. 11.
Para carga, passagense valorea: tratase com
08 AGEiNTES,
AS encommendas sero recebidas at 1 bora
;.a tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
io largo do Corpo Santo n. 11.
Aos Srs. carregadores pedimos a sua attencit
jara a clausula 10* dos conhecimentos, qne .
No caso de haver alguma reclamacao contra i
:ompannia, por avaria ou perda, deve ser feiti
ior eacripto ao agente respectivo do porto di
lescarga, dentro de tres das depois de finali-
lada.
Nao procedendo e3ta formalidade a companhia
lea seata de toda a responsabilidade.
Para passagens, fretes e encommendas tra
a-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro& C.
6Ra do Commercio>8
1* andar
FPriiufflMcaiiairi-
np|
Para Fernando de Norooha
O paquete Jacuhjpe
Commandante Carvalho
Seguir para os
portos cima In-
dicados no dia
,19 do corrente s
4 boras da tarde.
Recebe carga, encommendas passagens, e di-
obeiros a frete at s 2 horas da tarde do da da
partida.
ESCRIPTORIO
Ao cae* da Companhia Pernambucana
n. 12
Vapor
Maoei, Vila-Nova, Penedo, Araca-
j, Estancia e Bahia
O VAPOR
Mrquez de Caxias
Commandante F.-eitas
Segu no dia ?
do corrente para
os porto cima
indicados s 4
horas da tarde.
Para carga, passagens, encommendas e dinnti-
m a frete trata-se com o
Pedro Osorio de Cerqueia
17Ra do Vigario17
1' andar
AVISOS DIVERSOS
Precisa-se de um feitor habilitado, especial-
mente em jardim, e que d informales de eoa
conducta e prohssao ; a tratar na ra do Torres
n. 6, ou em Santo Amaro com o coronel Francis-
co Botelho de Aadrade.
Precisa-se de orna criada para trato de
casa de duaa pessoas de familia ; na roa Coro-
nel Suaiaona n. 181, 1- andar.
OBerece se urna senhora para ser ama de
orna casa estrangeira ; a pessoa que precisar,
dirija-se roa Tbom de Souia, fregoezia do
Recife n. 6, 3* andar, e se acaso qu'.zer saber
da sua conducta, tem fiador.
Precisa se de om bom cosinheiro ou cosi-
nueira e de om copoiro; a tratar na ra Mr-
quez de Olinda numero 35.
Precisa-se de urna criada para cepeira e
mais servico de orna casa de familia ; a tratar
na ra da Soledade n. 82.
Precisa se de duas amas, sendo orna para
engommar e outra para co jeira e servico de
casa, pagase bem ; a tratar na ra Baro da
Victoria n. 50,1- andir. ______________
O Sr. Julio Martios (capitio da companhia
de bombeiros) e o professor interino de Olinda,
Joo da Silva, teem carta roa da Florentina
numero 26.
Precisa se de um losinbeiro ou cosinbeira;
a tratar na ra Marqoez de Olinda (antiga ra
da Cadeia) n. 35.
Precisase deom criatio que emenda de
copeiro ; a tratar na roa da Cadeia n. 35.
Aluga-se o 3- andar do predio n. 3t) ra
da Imperatr'z, com bastantes accommodac&es,
bem como om grande soto, agua e terrado, es-
tando calado, pintado e lavado ; a tratar na ra
Duque de Caxias n. 60, laja.
Gaixelro
Precisa-se de um caizeiro de 12 & 14 annos,
que d conbesimento de sua conducta : a tratar
na ra da Santa Cruz n. 36.
E1L0ES
Tergs-feira. 19. leilo de duas casas terreas
e om terreno em ctao proprio. perto da linba
frrea de Api pucos.
Leilo
Agente Brito
Do estabelecimento de molhados sito
praja ds Majiel Pinheiro n. 17
A saber;
Urna importante srmaco de amarello eovidra-
ada e eovemisada. propria para qnalqner ne-
gocio, 1 bonito fiteiro, 1 batanea decimal, bons
gneros ae molhados, 1 mesa redonda com .po-
dra, 2 consolos e 1 banca de amarello, 1 carteira
e muios outras objectos que sero vendidos
Ao correr do martello
Terca-feira, 19 do corrente
A's 101 [2 horas
Aluga-se
A parte da frente do 1 andar sito ra 15 de
novembro n. 43 ; a tratar no mesmo, parle de
detraz.
Vende-se
Urna taveroa
poucos fondos,
tratar na mesma.
ra do Principe n. 1, com
propria para principiante ; a
t
Manoel Andr de lama Fllho
Manoel Andr de Lima (ausente), Manoel Joa-
quina de Arroda e sua familia, Flix de Arroda
Lima e Josepba A. de Arruda Lima agradecem
do intimo d'alma a todas as pessoas que acom-
panbaram os restos mortaes de seo prezadissimo
lilho, neto, irmSo, sobrinbo e pruno, Manoel
Andr de Lima Filbo, e especialmente aos seos
tollegas, pelo interesse qoe tomaram durante o
periodo de sua molestia, e convidam de novo a
todos os seos amigos para assistirem a missa
qoe para o descanco de sua alma mandan rezar
na matriz de Santo Antonio, s 8 horas da ma-
nb tfe terca-feira 19 do correte, stimo dia de
seo passamento, confessando-se desde j eter-
namente gratos.
t
Odllon Ollmertu de Aqnino
Joaquina Gencalves de Aqoioo. Abdon Amen-
co de Asnino, Cleodon de Aquino, Etelvina de
Aqoino, Olivia Aqoino d: iiveira, Francisco
Pedro de Oiivelra e Tnemistocles de Oliveira,
mi, rmaos, cuobado e primos do inditoso Odi-
Ion Climerio de Aquino, convidam aos de mais
prenles e amigos do tinado, par assistirem os
ltimos suffragios qoe por sua alma mandam
celebrar na igreja de N. S. da Sade do Poco da
Panella, na quarta ftira 21 do corrente, s 8
boras, stimo dia de seu fallecimeato, pelo qoe
se confessam eternamente gratos.
t
Leonor Agrlplna Xavier da
Mala
Francisco Augusto Xavier da Maia e sua mu
Iher, Mara Henriqoeta de Mello Maia, Loduvina
Augusta Xavier da Maia, Joaquina Augusto Xa
vier da Maia, sua mulber e BIdos (aesentes) con-
vidam aos amigos e de qais prenles, para as
si3iirem as missas que mandam rezar pelo des-
canco eterno de sua presada fllha, neta, sobri-
nha, irm e prima, Leonor Angosta Xauer da
Maia, na igreja da Soledade, pelas 8 horas da
manh de segunda-feira 18 do correte, pelo
que desde j se confecsam extremamente gra
tos.
Brancos e de cores
A15|, 18,8"e20#
VENDE-SE
LOJA DAS OSTRAS AZKS
61-Ra Da que de Caxias-61
5
L Do sobrado de quatro andares e sotao da
ra do Torres n. 14 e dous terrenos de
marinha.
Sendo o sobrado de 4 andares e solo sob n.
14, na ra do Torres, fregoezia do Becife, ren-
deodo mais de 100*000 mensaes.
Um terreno de marinha n. 236 B, com frente
para a ra imperial, na estrada do Ma(a4ouro,
com 125 palmos de frente e fundo al a balxa-
mar.
Um dito dito n. 236 D, na estrada doMatadou-
ro, com frente pira a estrada de ferro, com 90
palmos de frente e fundo at a baixa-mar.
Terca-feira, 19 do corrente
Ao me o dia
No armszem da ra 15 de Novembro n*
39, antiga ra do Imperador
0 agente Maitns far leilo por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz de orpoos, emsua presenca,
do predio e terrenos cima descriptos, perten-
cenies ao espolio do Visconde de Bom Conse-
Iho.
Leilo
De predios e terreno
A saber:
A caa terrea da travesea da ra dos Guarara-
pes n. 2, em chaos proprios, a casa terrea da
Palma n. U7, 1 terreno, chaos proprios. eotre a
estacao de Sam'Anoa e casa perto, com 100 pal-
mos de freuie e 300 de funlo, com pequea casa
de laipa, cosiDba e frncteiras.
Terya leira 19 do correte
A'S 11 HOBAS
HUl-
da
Agente Pinto
No srmazem a ra do Bom Jess n.
45
Agente
Pesiara
Leilao
Estaiits para
sicas
Para amadores
Fecha e Sea do (amanho
masica
Prego 7#000
Loja das Listras Azues
jjMte Pugne de Caxias-(JI
Fazendas baratas
Para o Carnaval
Velludo, Velbutinas, Gases prateaios
tarlataoas, las e merinos de todas as co
vendase por todo o preco
Cadete Julio Cnsiavo Crrela
swsjea
Clandino Jos Crrela e sua molher profnnd a
mente magoados pelo infausto pa.-san.ento de
seo estremoso e nunca esquecldo alilbaa. Julio
Gustavo Correia Borges, convidam os prenles e
amigos do mesmo finado a assistirem as mssas
qoe no dia 18 do corrente m-z, trigsimo do
sen fallecimento, mandam celebrar na igreja 4a
Santa Cruz, pelas 8 horas da macha.
Amas $ triado
No Espinheiro, ra de
Santo Elias n. 10, precisa-se
de um criado, de urna criada
e de urna cosinheira ; dando
attestado de conducta.
Engenho
Traspassa-se o arrendamento de um engecfca>
perto de Jaboatao, com capacidade para don
mil paes, movido a agua, bastantes trras e u-
tas, obras em perfeito estado, destilajao. be
cercado feito de novo e planiacoes; a tratar n*-
livrarla do Sr. P. Boulitreau, roa do Imperador
numero 46.
i-se
O grande armazem onde foi refioacio do Car-
pinteiro. ou para armazem de carros ou coebei-
ra, em vista da Intendencia mandar retirar a
ouiras, pois o proprietario acaba de fazer em
grande concert nelle ; est caiado e pintado fie
novo, e entra carroca pela porta a dentro; a
tratar na roa da Madre de Dos o. 3, hotel Pi-
tla.
Cosinheiro e engom-
madeira .
Na roa Visconde de Goyanna n 207 (Maogaf*
nbo) precisa-se de um perfeito cosinheiro e anaa>
perfeia engommadeira, paga se bem.
Aluga-se
O 2- mdar da roa da Penba n. 23, limpo, co
aeua e gaz ; a tratar na loja da Magnolia n. KZ,
Djque de Caxias.
lalas de prati
de todas as qaalidades, antigs e moderna,
2il 00, 1*000 e 500 rs., assim como toda a es-
pecie de moedas estraogeiras de ooro e prata,
pagase bom preg*. Compra se tambem ooro e
prata velha ; na relojoaria David, roa do Cahe-
g n. 14
Afilhados de Jos Pinto da
Cunha Teixeira
E-tanr>o procedeodo-se a inventario daqoeJie
finado, roga-se aos afilhados ou quem legalcen-
te os represente, de apre^entarem as respectivas^
provas auihenticas at o dia 20 do correrse a
roa de S. Jorge n. 56, .fim de serem opportoaa-
mente attendidos.
Manoel Fernandes Vello
Te3tamenteiro.
Engommadeira
Precisa-se de orna ama qoe engomare bem,
ensaboe e faga ma;3 algom servido de casa, qne
durma em osa dos palrOes, para casa de ppfjc?-
na familia : na ra de Fernandes Vieira o. 29.
N 47:730
enge-
Ama
Precisase de orna ama para cosinbar em casa
de orna familia ; a tratar na roa do B:um n. 53,
taverna.
Amas
Precisase de duas amas, urna para cosinhar e
comprar e outra para engommar, lavar e mais
servicos domesiiqps ; na roa velha de Santa Riaf
numero 83.
Ama
res.
NA
PORTOS DO NORTE
O vapor Olinda
Commandante o capitao de fragata Vctor
Delamare
E' esperade dos
portos do orte
,'tt odia I ds
ianeiro segmnde
iodi8pensavel para
Victoria e Rio de Ja-
neiro
De um sitia com diversas froctelras, cacimba
com agua potavel.e de orna casa detaipa com
duas janellas de frente e urna porta, e duas
janeilas em cada oilo, urna sala, dous quar-
tos, cozinba, terreno proprio, margem da li-
nba de ferro ue Limoeiro, confronte a entrada
do Bartbolomeu, servindo de base a tflerta de
OOiOOO.
Tcrfa-feira, i 9 do corrente
A's 12 horas em ponto
No armazem a travessa do Corpo Santo
n. 27
O agente Pestaa vender a quem mais dr,
por mandado e assistencia do Exm. Sr. Dr. juiz
de orphaos e ausentes, o sitio e a casa cima
mencionados, pertenctotes ao espolio de Sabino
Gcmes de Amorim.
Leilo
De una boaita parelha de cavallos casta-
nhos para carro e 3 vaccas, sendo duas
Lojas das Lislr s zoes
Ra Duque de Caxias n. 61
Criado
Precisa-se de om criado qoe d fiador de sua
conduca ; na Capunga, roa das Pernambucanas
Dumero 58.
Gaf do Estado
Compra qualquer porc,ao
A
Companhia Industrial e
merclo de Estiva
Precisase de orna sma para cosinhar; na
travessa da Praia do Forte n. 6
Ama
Precisa se de orna ama para pentear urna so-
chora e que entenda de costure.- : na roa do
Reachuello n. 51.
Ama.
Precisase de urna ama para cosinbar e mais
servido para casa de pequea familia, preferin-
do se crioola e de meia idade : a tratar na roa
do Livramento a 1, sobrado.
Chalet
no trapiche
Aioea-se om chalet em Beberibe
Vianna, Forte do Mallos.
Para alugar
A casa n. 20 travessa do Corno Santo, a de
n. 5 do becco da Pyndoba (Recife; ; a tratar na
roa Direita n. 45, sobrado.
Cosinheira
Precisa-se de urna boa cosinheira para casa
de pequea familia, qoe durma em casa dos
patres, na ra de Fernandes Vieira n. 29.
Caixeiro
Costureiras
Precisa se de peritas cos-
tureiras em casa de mada-
me Paul JulJien, ra do Ba-
rao da Victoria c. 50.
Precisa se de om caixeiro com bastante pra-
tica de seceos e molhados, qne d garanta de
sua cooiiacta ; a iralar na ra do Queimado nu-
mero 56.
t*rofessor publico
Joio Ferreira Vilella de Araojo, pede se a
este seihor o fav.ir de vir roa to Coronel
Soa-suna n. 218 cumpnr a sua palavra, que
al'.oo a ella doze vezes.
de raca turina.
luarta felra to do corrente
A's 11 horas
Na porta do armazem n. 39 da roa 15 de N>
vembro, antiga do Imperador.
Pelo agente Marti as
depois ua demora
Macei, Bahia,
Recebe aarga a baldear no Rio.'de Janeiro
para Santos, Canana, Igujpe, Paranagu, \nto
nina, S. Francisco, Itajahy. Sania Catharim, Rio
Grande do Sol, relolase Porto-Alegre.
Leilo
De moris, ospelho, lou$a, mesa elstica.
cadeira e ontros movis
Quinta-feira, 21 do corrente
A' 11 horas
Na casa terrea n. 207 ra da Concordia
O preposto do agente Stepple, aotorisodo pela
Bxma. Sra. D. Lucinda Auro a da S. Neves, que
se relira para o Estado, de Alagoas, levar a le.
lo os movis cima
Criado e cosinheiro
Precisa se de om criado fiel e om cosinheiro
rfeeito ; na roa do Paysand n. 19.
Escada
O abaixo assignado, esculptor e pintor, resi
dente nesta cidade, tendo de retirar-se para o
Recife por incommodo3 de ssde, vem pelo pre-
sente convidar acs seus fre?uezes, para no praso
de 60 dia?, acontar do Ia de Janeiro corrente,
vrem procurar as suas encommendas, certos de
qoe nao o fazendo no Iludido praso, perderSo
o direito s mesmas.
Escada, 14 de Janeiro de 1892.
Wenceslao Hfnriaoes de Paiva.
Ao coDimercio
Cbama se attengo do Sr. Macoel da Silva Cw-
tro, guarda da casa de Detenco, para vir pagar
o seu debito do anno passado, ao contrario cc-
bra-se judicialmente, raa Marqsez do Henal so-
mero 29.
PARA EMM)d
Cuimaraes 4* Valente
participam aos seusfre,
zes e Illms. Srs. de
nhos, que como sempre tem
grande deposito dos artigo
abaixo mencionados garaa-
tindo tudo de primeira
qualidade e precos se^
competencia, a saber :
Cal nova de Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Cimento Porlland.
Oleo de mocoto (puro).
Ditos americanos (para ma-
chinas).
Dito de linhaga.
Dito de ricino.
Azeite de carrapato.
Dito de coco.
Dito de peixe.
Peixe em latas.
Kerosene inexplosivel
Graxa em bexigas.
Craxeta de linho.
Potassa da Russia (em latas.
caixoes e barricas)
Trisulphito de cal (aove-
preparado para clarifica?
oessucar)
Formicida Capanema (o re-
medio mais efficaz para
a extinecao da
sauva)
torpo Santo-

<


formiga
.
Urna pessoa habiliad? offerece-se para fazer co-
brancas e coadjoavar em alguma escriptaraco
commercial; dando fiador de sua condocta.
Quem pretender derija carta para a roa Impe-
rial o. 19 1- andar, com as iniciaes J. M. S.
Muita atten^ao
Precisa se de costoreira3 no becco des Fcrrei-
ros n. 6.
Precisa-se
De orna ama, no pateo do Paraizo n. 20, loja.
Feitor
Precisase de um feitor ;
Paysand n. 19.
a tratar na roa de
Casas
alugar
para
Ra da Aurora n. 41, 2- andar.
Ra da Aurora n. 45, 2- and^r.
Travessa da roa da Madre de Deus n 5,1- e
2- andares ; a tratar na ra do 3om Je.us n. 1,
andar terreo, sala do fondo.
Alenco
Constando ao abaixo assignado que Joo Gon.
calves de Seusa tetrao prettnde alterar o so-
brado n. 25 do paleo do Livramento, previne a
quem interessar possa. qoe dito sobrado est
sojeito accSo de resciaao da seGUsnca, pela
qual fol elle adjudicado ao mesmo Beiro.
Recife, i' de Janeiro de 1892,
Gaalberto de Andrade Lima.
Moedas brasileiras
Compra se de 500 rs... 1#000, 2*000 no centrt
da moeda ; na ra do Cabug n. 9, loja de Ao-
gusto do Reg.
Patacoes
Compra-se de todas as oacOes na roa do Ca-
tuga d. 9, loja de Angosto do Rejro.
Fataces
Brasileiros
Marcados 2*000 no centro, enmpra se por
o&aior preco do qneeat ootranqniquer parte: no
armazem a ra de Commercio n. t. 1
Liqoidapio i$ cal
?ado
A FLOR DO BOSQUEa roa do L>
VTamento n. 10, cbama a attengo de hu
fregneaes para os artigos obaixo descri^
tos, ejos sao nvendidos por presos resam>
diasimos para fechamento de con tas.
Grande sortimento de botinas ing.'eaa*
da diversas qualidades a 9)5000, 105008 ;
11(5000 o par.
Botinas para horneas, das meliiore J>
bricaa do Rio, por pre9cs sem coiae
'enca.
Botinas de cordavSo, coiii salteiras oir>
forte e elegante, fabricadas especiaba ana
pera as Exmas. Sras. normalistas.
Sapatos brancos de setim o dnreca
oroprios para as Exmas. Sras. noivaa.'
Esplendido sortimento de botas pan
montara, tanto de couro da Raasia pratK
lomo braceo.
Chancos e tamancos portuguesas par
averno.
Botocos e cothnrnos proprios para cae
Botinas nacionaes impermeaveis, obn
solida e propria para o invern.
Lindo sortimento de sandalias de toda
as qualidades, tanto estrangoiras ooaw-
nacionaes.
Para craancas de ambos os sesos fa
sempre nesta casa o raais completo va-
nado sortimento de botinas, cathnrnea
focos e sapatos.
A FLOR DO WOWQUI?
10 RA DO Ll^OlAMESTO 11
Costa Campos & C.

<
i



I


Di arfo de Pernambnco Domingo 17 de Janeiro de 1892

LIQIIDACAO
POR TEMPO DETERMINADO
Tecidos americanos com abatimento

de 50 por cento
A loja das Estrellas1 bendo comprado diversos fardos de faaendas
4?ncia americana, com abatimento de prego, vera a presenca das Exmas.
e todos os 8eus fregueses em geral, com os pregos de diversos artigo* :
A saber:
Madapcllo cam qttasi um metro de largura a 6^00
AlgodSeB superiores, ccm a mesma largura e 74>GOO e 8^000
Gretonc3 americanos a 240 reis o covado.
Voiles de lindissimos deaenhos a 160, 200 e 240 reis o covado.
Las escossesas, boni.oa desenhos a 240 e 320 reis o covado.
Paille de linho com um metro de largura, lindos desechos a
wado.
Setim de cores a S00 e 1)5000 o covado.
Merinos de urna s cor a 320 o covado.
Fich a 400, 500 e 10COO.
PelerinaBde IS a 1*500 e 20000.
Brim para roupa de meninos a 240, 320 e 400 res.
FustSos de cores a 160 e 200 reis.
Foile devichy a 100, 140 e 160 reis.
Espartiihos a 400jO um.
Casemiras pretas e de cores a 21000 e 20500.
Casimiras Felipinas duas larguras a 10200. 1*400 e 1<)C0.
Colchas de tas tilo brancas a 2C00 e 20500.
Luvas de seda a 10COO o par.
Bramantes com 4 largura 600, 10000 e 10100 o metro.
Seda olindina3 a 240 e 320 reis.
Riquissimos cortes de cambraia branca bordados a 10COO e 102vA).
Ditas em pegas a 50100 e 60000.
Meias de cores sem costuras para senhora a 6S00O e 70OCO.
Toalhas felpudas e alcoxoadas a 300 reis urna.
Fnnhag ricamente bordadas em cambraia de linho a 160000 o par.
EsguiSo a 40500 a peca.
Bramante ccm dez palmos de largura a 2$000 e 25200.
Lencos brancos e com barra de cor a 10200, 18400 e $60.
Co.-tes de casimira a 30500 e 40000 .
Cachemira preta lavrada com duas larguras a 500 e 600.
Meias de cores para menino* a 1$200 a duzia.
Chapeos de sol de seda para homens e eenhoras a 10$000.
Brim branco da linho a 1$500 o metro.
E nsitos outros artigos que se vendem com igual abetimento.
Grande quantidade de retalhos de 15, seda, cambraia, chita e cretmes.
x,ot.a. X3.A.S rjesTX^exJL.A.s
58-Roa Boqn d axias~&
Telephone n. 210
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GATALOG-OS 36
de innmeras fabricas de todos os paizes da Europa e
achinas e materia prima.
Oepo -it i do afamado tCREOLIM o melhor des-
ectante conhecido.
Deposito da bem. condecida cODONTINA de
3r. H. Rirdet.
S2--Bq o B$m JesnsSZ
* A TOSSE E t
< PEITORAL DE ANACAHUITA > M
Ri % te 1 i ca *$Nt^ o H > W ?ti a
O 3 3 PREPARADO POR LANMAN E KEMP 0 i p w M
M REW YORK 0 EALSAHO IMS EFFICAZ
'i ir 2 CL'RAS AOirf.'EIS E TEA rOi CASO Bty -iC'.TE. f B)
NFALLIVEL \Q
Fitas lavradss para faxas n. 80 com man
de um palmo de largura a 20000 re:
o metro.
Gregoe, galSes, tranceln e regentei
brancoa e de cores, para enfeitar ve
tides e roupa de c reanca, camisas, M
lettes de senhora.
Collarinhos para homens a 200 res un
Grande e variado sortimento de caizas di
msicas a 20000, 30000 e 50000 re.
cada urna, preprias para presentes.
Eapelhos mgicos a 500 reis um. Da
400'JO reis.
EspelhoB com tres palmos de eltura, con
moldura de dourado tino, oval a 80OCK
reia.
dem, idem a 60000 reia.
dem quadrados a 5J500 reis.
Ventarollaa de palha branca a lfOOOren
nma.
Leques de papel a 500, 600 e 800 reis
Beodas obicos de cores, branco, de al
godSo e linho de cores e pretos.
Bolsas e balaios de palha, para compras
viagens e passeios.
Capas de 12 e casemira para senhoras.
Perfumaras, leos, extratos, cosmtico
dos melhores abrigantes.
GralSes, palmas e piegestea de vidrilho.
Bolsinhas para passeio, de chagrn e pe>
lucia.
Albucs de pellucia, coaro e chagrn.
Variado sortimento de brinquedos.
Pu'.ceiras, voltas, cazoletas, anneis, c
deias de plaqu americano.
Caixas de msica para presente a 7J00C
8S0CO, 9f000 e 121000 reis.
Meias, leocos, collarinhos e punhos pan
eenhoras e hornees.
Oculos, pincenez, navalhas e caivetes.
Capellas, veos e ramos para casamento*
IVacas e enxovaes para baptisados.
Corxetes em fita para metros.
OalSes brancos para roupa de crianzas
NA
FLORIDA
IOJ-Rm Duque-de(Mis--102
especficos
DO CELEBRE
Dr. Humphreys de Hova York.
Em uw> maLi de 50 nnnos, (lmplfs, ppjruro*. oltl-
cazes e 'mua. A ve ma as Irrogaras v l'oar-
inuclas priuclyaes e mate garantidas Uo MuoJo.
Ka. CUBA
1 Vrhre, Congeslo. Inflanujace............
^. I-'i-hri" e (.'olicn causadas por l.'mbrlsas....
. Cal ira. C'boro c Iuhimnla da Crlan?a.......
i. lliarrhoa ". HyHPntrrin. Dresde Barriga, Clica MI losa
6. Colrrina, Culera-Morbo. Vmitos.....-:
'.. Tohh., CotftlpacAo. Komiulilao. Iir.mchlle.
f>. Iioi-ilc ncnteodcCara.e.NevralKU.......
!. Dnrdr CnL'cn, Knchaiiieja. Mnlgem.....
0. lliKpepsIii.liiillbi-iao. l'nsaode \entre.....
11. !iipi>re.*so a Itegra. Escassaou Demo-
rada........................... .........
:Z I.eni-oi-rii.-:i. Flore? Brrncas. Kesra profusa
Croiip. Toan Rouca. WBIcoUladeUe Respirar
;. Herpes, Kn-.|;"es. r.r>>lpela...............
15. Kbeuiuiili^iiin, L'.ircs rheumaflCM..........
i"-. SrxoeH. Muielta, Febro lntermlttente........
17. Heuiorrlioida Aln.orrelnia. Internas ou
e\tirnas, Flniples 0B sangrenta............
B. Ophlhiilmia, Oiho fr.:cos(..i Inilaiiimados.
19. Catarro, agudo ou euronco, Uefluio........
20. t oiinelnche,Ti-' is|.-.i-mo.!lca..............
21. Akuir, pira *aodinl'itosa.................
. Supfri.c.io (!iih C 'os. Siirc;>z ...........
aa Kn.rolaluK. luchaCoes eCleeras.............
21. Iiebihundf eprr..,''U phystcn..............
25. Ilyilropela, A.ui:iul^cesiuldx...........
2S. Kujno de llar, tam. Von-ltoj.......... -
2T. Molestias aricara, OaiaalosoBPeora
na Bextea................................
23. Impotencia, DehHMailo nervosa, seminal..
. (Minen nlin na Boern, OO Aphta ........
Oi Incoiiiiucncia de (urina.Ourlnar-sena
Jt niphthr-ria. Mal maligno de GarranU;.....
X. Consestoes Chronicts, DfrdeCabeca....
O Manual do Dr. Humphreys, 114 paginas sobre
as FnfeniUdadesc o modo de cural as, sed* gratis,
pede-se ao seu boticario ou a
HUMPHREYS' MEDICINE CO.,
100 Fnltoa Street. NEW YOKX.
Deposito geral na 'Companhi
de Drogas e Productos chimicos.
Gerente Francisco Manoel da
Silva.
Liquidam os artigas seguintes
Cortes de fustSo para colete a 10000!
LindaB mariposas de corea para vestidos a 240 reis, cavado!
3aptistas finas de raminho, a 200 reis dito 1
Chitas claras e percales a 240 reis o dito
Voiles ultime gosto em padrSes a 240 e 260 !
Brim Hollanda para ctsaquinhos a 440, reis o dito !
Fuetees branco bordados a 500 e 600 reis o dito !
Casemiras pretas 2 larguras a 20400 e 3500 reis o dito 1
Pannos de cores para mesa a 1200 o dito !
Casaicetas superiores de quadrinhos a 10000 o metro !
Bramantes 4 larguras a 10400, dito.
dem tod de linbo a 20400, dito.
Guarnicoes de crochetB pTa cadeira e sof, a 80000
dem idem de cores a 60000 !
iviarianapos adamascados, duzia 30000 !
IJem grandes, licho a 80000 !
Caroules de bramante bordadas a 160000.
Camisas brancas francezas a 450000. .
Lencos brancos e de cores a 206CO!
FUneilas para vestidos e camisas a 500 reis.
Toalhas para banho, a 180000 e 22$0OO, duzia.
dem de labirintho ricas para baptisados.
Fichas prateados a 10200.
dem de IS finas a 30000 e 50000.
Cobertas de ganga e cretone, grandes, a 30400.
Redes de cores a 40000.
Cambraia branca, bordada, a 50500 a peca.
dem victoria e transparente a 40000 e 50000.
UadapolSes superiores a 80000 e 100000.
Algodao nacional largo a 60500.
Grinaldas e veos para noivas, setins brancos e de corea, colchas de crochets
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T, ^-^I !T.\:''orscr um '-men* ''-e. "nidatel e tnuito st:bs Uncial receUm-no tan.bem >
erlai^s. i wsof tdosas ou aTicrr.lcas, nnma palana a todns as pessoaa iue careco.T. de fortincante*
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Estomago e dos Intestinos.
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no BRAZIL onde to
autorltadat pela Junta de Hfgiene.
ruacos ................ II raascoa
I TTiss Plalas dao toda a facilidade de se tratar s, por
precobarato, e de se curar empoucotempo.Ellas expulsam
rpidamente os humores, bilis, humores riscosos viciados
qu oouservam as molestias; ellas purificam o sangue
e impedem as recahida,
-> mpegam-e <-
opntra a Priado l-iita. RHeumatlsmo, Falta ele
appetite, Tumorea,l'lceras, Pebre,
Molestias do Fiuailo, Mtnptgen
Borbulhas, termelliide;
Mettpauaa, etc.
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AHEMI -CrlLOROSe
9a$
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, iperimeBtado pelos primeiros -..ditos do mundo,
passa niin*>lij[amcnl'- n:i Eroni.!:iia sem occasionar
i iacominoijos. R< stitue ao ...ugut- a sua cor, recoas-
I UtuiniJo-o e dnJo-lhe o vigor necessario.
Desconfiarse das Imilafdes e Fal;ica(Srs.
fii'fiUaa-iPari3,40 fc42,Rue St Lazare
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ulluul ll. alegra ao coracao, torca ao corpo
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Eilabelecido em 182
nica preparacao reconhecida pela Faculdade
por ser um maravillioso
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O testenjunho nfio so'licitaJo imo 'la sua eficacia as
noeu^ns do flgado. A/fer^ea pertinaxes
da pellef Debilidude, Cansado; porUnto
ifcdispCTsayrt a sade nos cumas qtrentcs.
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< Nao podemos por demais gaba-la. k The l/inett.
c Recommendamos a roesa salsaparilha. s fieme Medcale.
c Pode-^e semprc ter romiar.ca n-Iln. p ?r A. Coope.
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Deposito em Pen)gtnbuco: P" fc DTogM e rradaetM Bunios.
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O mala delicado rio; perfumea. Saure |
como a propra rosa. Imitado em todas i
parte Eem poder ser iguiaaj.
ATKINSON'S
AGUA de COLONIA
TJnIvtT5a!ment preferida as sones alle-
L-Wte. Bmpregar sement a de Atktnbon
por ser mais lina, maia saave, uais persia-
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j. a. ATxnrsour,
24, Od Bond Street, Londres.
kAVISO Legitimas somento com o rotulo*
eM,u.l> aiul e amarello e a marca de
fabrica ama "Rosa l-ranca" com
o competo enderezo.
,i
REMEDIO DO DR. AYER
CONTRA
AS SEZES OU MALEITS.
O Remedio do Dr. Ayer, descoberte
vegetal que nao conten a quina era o
arsnico, nem tiopotico outro ingrediente
nocivo, um remedio infallivel e nrompto
para toda a qualidade de febres intermit-
iente ou maleitas. Seus effeitos sao per-
manentes e certos e nenhum mal abso-
lutamente pode advr do seu emprego.
Da mesma forma torna-se o melhor
remedio possivel para todas aquellas
docncas que provm dos effeitos dos
miasmas, que se desenvolvem nos lugare*
pantanosos e infectados, e que geralmene
caracteriso-se pelas affeccffes db
ijrado e do baco.
O Kemedio de Ayer curar sempre,
raesmo nos casos peiores.toda a vez que
fOr erapregado convenientemente e se-
gando as direcc,es.
preparado pelo
DR. J. C. AYiZR & CA,"
Le se LL Mass.. i;st.- Unidos.
PHOSPHATO DE FERRO
de LEBAS, Doutor em Scienciaa
Appneado pela Junta de H/tiene do Mo-eJt-Janelr*.
Este ferruginoso o nico que
contm em sua composicSo os ele-
mentos dos ossos edo sangue. E' muito
efcaz contra a anemia, a pobresa
do sangue, as dores de estomago,
a pallidez, as perdas brancas e as
desordene e irregularidades da
menstrua.o. Agradavel pelo seu
aspecto e pelo seu sabor, sempre bem
acceito pelo estomago, muito acon-
selhado pelos mdicos, s senhoras,
s mocas e s creancas delicadas.
Km PARS, 8, Roa Vir/ann.
TINTURA POMADA
NICA TNICA
INSTABTAlIA
para a Barba.Basta um s
rldro sem preparacao e
em lavagem.
PILLIOL, ru Lfyelt, 53,
Cu rVnimA-~. Fr*m- U, ta SILVA *>
para dar aos
branoos sua cor prmltlT.
1
->
t
-:
V
-r
v
H
i
4
->
-;
i
i
7
i
->
->
V
-:
4
Fieprada rioso depuratiro
Approvado pele. IlloFtrada junta i
Hygiene Publica da Corte.
Auctorisado porDecreto Imperial-
de 20 de Junho de 1S83.
COMPOSI(?O
de
Frmino Carnudo de FigueireuO.
Empregado com a maior efficacia no
rheumatismo de qualquer naturea,
em todas as molestias da pelle, as
Uucorrkias ou flores brancas, nos
sofirimentos occasionndos pela impureza
do sangue, e finalmente as differenles
formas da syphiiis.
Dse Nos primeiros seis das nma
colher das de cha pela manha e outra
31 noite, puramente ou diluida em mgsa
S e m seguida mudar-se-ha para colhe-
res das de sopa para os adultos e ac-
ude para' as criangas.
i
Rgimen Os dnfentes devem ab-
ster-se apenas do alimento acido e gor-
duroso; devem usar dos banhos frios ou
mornos, segundo o estado da molestia. |T
DEPOSITO C&NTBAL
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Pernambuco
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(-
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u H'iphreys de Nova Yorfc.
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?t.; naratofi. A venda r.ts Drogartaa c Phar-
xa .-*!uc;paese mais fra;aiildaa do Hundo.
Ct'KA
r'c-br. Ctracostsot s ..........
i ebree Colira causabas j-jrLoDibrigas...
rolicn, Choro elrscmnia das Criaacas.......
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5. Dyse-jicrH, eresde Barriga, Colicabioea
v- rclp^ina, Colera-Morbo. Vorrlton............
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lionir !>rn ni, e Nevrelula.......
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rada............................................
\ ?.noorrhea. HoresPrrnras, Regraprofusa
ro^'jei^uc^L. !-.: rdade de Besptraf'
Ufla..................
. ClhoujaarismA) i > > riu-uraatlcas...........
"pioph, Mnlrtn. Kebre iut^rmUtente........
- .erao;*rbeiHr. Aimurreimas internas
externas. saplCBoa sanerentoa............
Ofibthclmia, i>luo3 fracos ou iniamiuadca.
JTarri, aptidoou ehronleo, Deflaxo........
X voiiie.oche Toaseeroasmorilca.
U. AnmaLf Eeapiracao dllcutosa.................
22. Suppuracuo do-* O.don. Surde*..........
X EsvTopxl.Sf ineia'oea cuiceras...........
2l. llebiliditde irevaf. > u physiea..............
- J- Hydropeia, Acumola^uetliuitai...........
C-j. EnJoo usMor, Nausea. Vmitos.............
'-. Uolc^'i x-* ourioariu-*, C&lculos on Pedr
na Bectea..................................
". Impotriicii, Dehidado nervoaa, seminal..
i. C'i.aBniihan na Bocea, on Aphta..........
:. lneoatincneia de arina.Ourinai san
Canta ........................................
.. IVIfu^Irnaco dolororMa^frurlo...........
?. MoirstuN do Coruuao.Palpltai.-ufn. etc..
A p,Icm la. Mal caduco, Gottacoral, Baile da
81 DiphtheriW, Mal ialigT.odo'c..n
85. Convestoen Cbronicaa, Dflrde taboca....
O Manual do Dr. Hcniphreys, 144 paginas sobre
as Enfernudalese o modo de curj-as.seda sratis,
pdi-9o ao seu boticario ou u
ll-51HIIRKYS' MEOICISK CO-,
14i9 Ful ton Street XKW ""tZ*.
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Varia Sokriaho C.
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Diario de Pernambuco
Domingo 17 de Janeiro de 1892
AOS FUMANTES
Desejaes nn ter azia quaodo fumaes?
Usae por algumtempo os aprecia veis cigarros denominados MINHA ESPERANZA, quer picados, quer desfiados. Usae tamoa o aromtico* ba
saboroso fumo desfiado intitulado Hygienico Naeional e os cigarros do mesmo fumo.
Depois disso dir-nos-hei se foi ou nao til o conselho.
Cumpre ootar que os Bvgienicos sao fraquinhos e os ESPERANZAS sao fortes.
A fabrica MINHA ESPRAiN^A situada na ra Laiga do Rosario n. 21 .
Um apreciador.
VENDAS
Chapeos e capotas
Ultimas novidades de Paiis recebeu o
________Loavre________
l^apas, jerseys e visitas
Goatos integramente novos acaba de n -
oebero
Cortes de l,linho, ser
e algodo
Ricamente enfeitados, tem recebido l-
timamente e
LOWRE
Secas brancas, pretas e del
cores
Novos padr33 e para grande
foram despachadas nestes ult
para o
LOVRE
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ltimos das
Assignam-se aaLIVRARIA BOULITREAU*
na do Imperador n. 46 todas as Reyistas
scien tficas e litterarias, Jornaes de moda e fi-
urinos publicados na EUROPA e no BRAZIL
com distribi.i$ono dia da chegada de cada
mala.
Presos reduzidos de accordo com o cambio
PAGAMENTOS AMANTADOS
Rna do Imperador ns. 46 48
LIVRARIA ROULITREAU
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Receben um lindo sortimento de
CAPOTAS
de rendas d cores e pretas para senhoras.
G Jt~3, >A. JP Jcj O o
le renda e de palha para senhoras e meninas.
(irinalfla?, leques e chapeos
de sol
De phantaBias acaban de ebegar para o
LOUYRE
Oostumes para cre^D^as
De todas as idades encontra-se grande
sortimento no
Louvre
(jbjectos de gosto para
presentes
Ha neste artigo grande escolha no
LOUVR E
TEGDOS DE PHAN-
TASIA
Sendo impossivel de se detxrever a
grande variedade de tecidos de diversas
qualidadee proprios para a estacao actual,
roga-se ao publico em gend e principal
men'e a Exmas. familias a fineza de vi-
sitaren] o
LOUVRE
Ra 1. de Marco n. 20 A
Francisco Gurgef k irmo
TELEPHONt N. 158
N. BPara nao haver interrupcao preciso
pagar quanto antes as assignaturas.
PEQUEAS Pl IU1AS de REU1EB
PARA
F1GAD0
lirado e 'torpeado cura-ae positivamente com eataa
Diluan E um remedio pnrgativo livre de pen-
an nal o hornea. K^s truco, tio Bem como bastante
activo pam o homem mais forte, e nao conapaoae-
poi; pela necio geral agrada a todo que as n&am. Mo
Diluas .andarte da proflss&o medica dos Estado
Unidos. fao a menores e mais facifl a tomar,
uarenta em cada frasco. ._____________________
ALLEMAE8
de palha e de seda para crian$as.
CHAPEOS
para homens e rapases, dos fabricantes FRANCEZES, IN iLEZES E
CHAPEOS
de seda para homens.
GRAVATAS DE SEDA
FORMAS
de palha para chapeos de senhoras e meninas.
3SCTC3S.VJO()0(S
pretos e de cores.
Fitas, Gazes, Rendas, Veos, Azas, Passaros, Flores,
Plumas, Aigrettes e Grampos
tatara chapeos e outros artigos de fantasa.
Kua do Baro da Victoria n. 42
M. LICIO MARQUES
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Tiunore, cravos, pille vermelaa, spera e ^X'niue.'o
ruado oor o mais-graade de todos os aformoseadores da pelle, o
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Soda water. gra^er. ale, limao, laranja. nnr
cao. abacax3, gracadina, grosellas, fraaboisti
oaaailba, nortel-pimenta. itc.. etc.
12-ACAES DO CAPiBARibEl-A
lfelCpFERO de
{calvicie e cabei o cinzeuto; faz o cabello crecer-
nesao,brandoe hermoso. Infallvel pyacnrarernpeo,
doencas da pelle, f Xr.'.nlas e msenlos, e curaPida-,
mente cortaSuras, .lueimadnras, feridas, torcedor, *C
PATELA -N-i eennino sem cada frasco I
i,MmG>M de Barclay & Co., St* ^ork.
PARA O
CABELLO
A PELLE
ESUBEUCIDO M 1801
depositarios DESTE8 PKoDCTOS.A companhia de Drogas e Pro-
ductos chimicop.
Boa Mrquez de Olinda n. 23.
So' quem venie
Milbo novo a 28o rs. a cnia e 60 rs. o kilo; M
Largo do Mercado o. 12. Gomes Ferreira.
Libras sterlinas
Yende-se na loja de jolas de Augusto Rege
i C, roa do Cabog d. 9. _______^^^__
%ntiga fabrica Caj-
rubeba
Pelo vapor francez Adour acaba de ebegar de Portugal para este j bem
conhecido estabelecimento, novo sortimento de vlnhos das seguintes marcas :
SANTAL, VJRQEM, LAGRIMADO D0UR0, MINHO, PASTO ESPECIAL,
CLARETE PORTUGEZ, MADURO ETC.
' PARA AS PfAMACIAS
Superior VINHO BRANCO DO PORTO, em decimos, sem competencia em
aalidade.
PAR4 MIMOS DE FESTA J
Encontra-se naADEGA PORTUGEZ A'os puros vinhos do Porto d. j cada
MONTEIRO & IRMAOS das mareas seguintes REGINA 1820RE 183X4-De
LUIZ I-DUQyEMOSCATEL-UMA DUAS E TBES COROAS-precw e qna- eSCriOtOHO dO
lidades incontestavelmente sem competencia ,
Vende-se ama machina americana de apis
a outras de triturar, espremer finetas, etc., Ht
exeellente caldeira de cobre estanhado para co-
ser no vacuo, grandes depsitos de foiba para
ilcool on qualquer mister, urna boa arroacio in-
gleza, grande quaotidade e rolhas icgtetas,
lquidos e a uitos ontros objecto, todo muta
em conta; na rna Luiz do Reg n 'i. Santo
Amaro, das 8 s 10 boras da manb e das 44a
ardeem diante._____________________.
Vende- ?e
Urna (averna nnito afreguezat'a estrada de
Luiz do Reg n. 19, por a dona querer re rae se
por incommodo de sade : a tratar na mesroa.
Constituicao
DO
datado 4 Pratt-
buco
Vende-se a 400 reU
exemplar, no
l
.alvirgcm <1e Cotunguba
A pr:mciri"por sua precijsa roropv.siao chi
n:ica para o fabrico do assnrar, riquissima de
sjts de po:atsa e soda, adapavt-l perfeiiameate
a explorafao da industria de sbemeles, etc. etc
Snerior a de Lisboa, vende se c;:da barrica com
kilos a 80OO. .
~. Asente ne?:a capital Manoel Jos di Araujo, a
rna larga do Rosario n. ii A.
Papel-forro
Grande remessa, inBniUmen'.e variada, ero
cores e desecos. Os precos ? basta dar a se
gninle idea : de 340 a 1*000 a peca : na csth
especialista desie genero
Oeus n. 30 (Recite).
J. T. Carreiro.
ra da Madre de
i. a ai. m mmm i. m d
Liquidemos ca segu.ntea arg'.igos por pre9os queadmira na epocha actual.
Casacos brancos bordeaos para senhoras a 2*500 e 35 um
Vestuarios Jersey e Malha para meninos e meninas de 6*, 7* e 80 um.
Percales jrancas para vestido a 24C rs. o covado.
Wlions da ramagem, lindos desenh^is a 240 rs. o covado.
Chitas escuras bom panno a 280 o ovado.
Cretones de crts boa escolha a 320, 360 e 400 o covado.
Ditos modernos, ultima moda a 320 o covado.
Etamine de cores finas de 4C0 e 5C0 o cov. do.
Um de coras, gosto de caxemira a 600 o covado.
Brim pardo para vestido a 360 o covado.
Dito a imitac3o de ustSo para roupa de criangas a 5C0 o covado.
Setinetas lizas francesas de todas M corees a 5 o covado.
FustSo brenco fino, a 500 o covado.
Linn de cores ultimes desenhos a (540 o covado.
Mirin da cor, liso, la pur-, a 320 o covado.
Cretone liso de todas as cores.
Caseiriras pretas diagonal fiaa a 2.400 o covado.
Cheviots azul fino para costuroe a 35000 o covado.
Brins de cores para roupa de 360 a 500 covado.
Sargelim de todas as cores.
Bordadoe e ntremelos baratissimos.
FlanelU de cores para vestido a 440 o oovado.
A'm de muit-s outrea anigos em fazendas que liquidamos por todo e qualqu-
preco.
tDia-
Ennes Barbosa, Coomr 8f Comp fio. ^
Livros de recibos para
alugueis de casas; vende-se
ao escriptorio des te Diario.
Fabrica do loras
DE
P.ua Haro da Victoria b. 65
Loja do Espelho
Madaroe Gerard avisa aos seus n\iue-
roasimos fregueses, que recebeu de Pars,
am grande e variado sortimento de pl-
oas de primeira qualidade de chevreaax,
Vende-se
U a boi propr.o p.ra carro de quiiro redas oc
para cairoga, por preco commodo ; e alusc-se
urna CO' h Mra oara Loi, for pfefio raz'Evel;
tratar em Saaj Amaro das aiias, estrada de
Limoeiro inverna n 6 B.
FOLHETIH
xt. ai
na frente
----- I
JULIO MARY
OS DOIS INNOCENTES
SEGUNDA PARTE
( Con ti nuac;o do n. 13)
VII
PELAS GRANDES ESTRADAS
I
Agora n3o... mas pode aconte-
cer... tenb? boas pernas, mesmo com
este peso nts costos e nao receio nioguem
na corrida. Com um pouco de adiante-
mento safo-me.
__ Ms cs nos perderemos na floresta.
Jennekin sacouiio os hombros.
4 Seja tudo pelo amor de Oeus qa-
ria dizer aquella gesto
Continuarem a camivh*r
Paesou-se meia hora. Km seguida f'a-
pillou recomeQou a dar sigaaes de inquie
tayJo. E desta vez indicava claramente
que o pergo a p prxima va -se e vinha ao
mesmo teaipo de dous lados, na frente e
na retaguarda.
Jennekin oltou urna pragn e murmu-
rou :
Entornos cercados. .
Ao longe reconheceu juma vs conhe-
cida.
t es uroprios mocibhn podum ouvir :
. Era o cldo Pimperlot que el na va o, Um latido de cSo,
seu ci. obrigou-os a parar.
Jennekin estova preso n'ama eutbosaa- E por detra c^ntinuava sempre o
da. Quando elle liiera um rpido reco- (mado do cabo Pirrperlot :
Papillor. nSo o
d'elles,
cha-
GARDOSO or IRMAO
Ra Baro do Triunipho ns. 100 a 104 e rus
doVisconde de Itaparica ns. 2'
Tem sempre em deposito :
MACHINAS a vapor de 4 a 8 cavallos dos melhores fabricantes.
OALDEIRAS mutitubulares para 4, 5, 6 e 8 cavallos.
MOENDAS as mais solidas e melhores do mercado.
TAIXAS de ferro batido cravadas t caldeadas, tundido de todos os tamanhos.
q RODAS'AGUA pfcra cubos de raaaeua e todas de ferro.
KODAS DENTADAS de espora e angulares de diversos tamanhos.
CRIVACES duplas e boceas de fornalhas para assentamentos.
BOMBAS DE REPUCHO sem sola, vlvula de bronze.
CHUMACEIRAS parafusos e o mais que se opsa desejar para engenhos, estra .
aa de ferro e Obras Publicas.
FAZEM E CONCERTAM toda e qualquer pega de machinismo tanto de ferr
andido como batido-
EN JARREGAM SE de mandar vir da Europa por encommenda, mediante um
ummissao rasoavel, qualquer machinismo e CONTRACTAM apparelhos para Us-
as, para fabricar de 100 a 300 sacos de assucar em 24 horas.
Obrigam-se a montagem dos meamos e respousabilisam-se pelo bom trabalb.
ra o que tem um hbil engeuheiro inglez muito pratico, alm de dos um sociw
casa qne tembem engenhoire.
torie quando julgarem p .ssado o
uede castor etc.
nhecimento na fronte.ra.
engaara assiognalandi -'.be es guardas
direita, mas n'aquella occasiao on dto
guardas tatiam urna investida falsi e vol
tartm poaigio junto ao rij Branco
RocfUad dra signal d. passagem dos
centrabandistas e apesar de Pimper.ot, fa-
rejando sem duvida Papilion com o qual
j ti.era vrias rixas, atirara-se ao sea
encontr, escapando vigilancia do cabo.
A sua desobediencia custara lhe vida.
Entretanto Pimper.ot ficava na .jerteaa
de que os contrabandistas estavsm na flo-
resta e logo estendeu um cordao de gu*r-
das e poa se caga de Jenntkia e do*
dous jovens.
Por cjnseguintj Jennekin nao se engs-
nava, nem Papill'-n tjJo pouco.
Estovam presos entre dous fogos.
A aituscSo tornava-se grave. 0 de-
fraudador nio se illidia sobr^ isso, po,
rm muitas vezs a sua agilide.de e a
ua audacia tinham-o Ijvrado de to gran
des perigos como aquello.
__ Comeoem por desembaryar se daa
c.rreias dos voluraes, ordenou alie.
Cooservou a sua c-rg, mas aliviou
Pampillon da d'elle e este sacudio-aa logo,
pillando conteute e mai? leve.
Oacultou as cargas das compaiihjiros
junto a urna arv^re, undj s bous mci
nhos viramno, muito sorpresos, levan.ar
urna taboa que diafurgava um etc^jdeiijo
profundo.
Ro^fliud Ronflaud !!
P-pillon de repente d um salto e er-
gue-ae as patas traseras.
Patas abaixo; Papilion! gntou Jen-
nekin.
VIII
Mas o cao respondeu com um uivo de
colera ao grito de provocado que ouvia
ao longe na matta.
E atir:-se, seai que coura alguma o re
tenha. Deaappareceu.
Irra prsgrejou Jecn'kin. liso vai
mal...
E com rnd a :
Vamos, ola voci, salve-se quem
poder. ...
E corre, gil como um gamo, transpon-
do fossos, tii tropeaudo nunca, apezar
da grande carga que lav-'-v atada v s
hombros.
Mal podem seguil o. Deprtssa elle os
distancia, deixando-os fijar atraa. Os dous
mociohos chamara o em vos baixa.
Sr. Jennekin Sr. Jennekin scaba por distinguir
Porm o contrabandista desapparecera ic-sntes
como se tivesss sido abeorvid> pela noite
e nem mesmo o ruido de seus passo* se
ouvia oti.
Elles j nao r* ti cteni. Imaginam que
esto all anda, dianta delles, e que iacil
mente os encontrara. Cootinuam entao a
Reconbecem a voz de Pspillon.
Sem duvida os guardas tinnam-no visto ;
airaram sobre elle e mstaram-ao oa fe-
riram.. .
Cheios de pavor entSo param. Nao se
animan a dar um passo. E se os guar-
da* tambem atirassem sobre elles ? Es-
;an trmulos...
Naquelle momento, com aquee silencio os guardas, tanto peior
lgubre, a floresta anda mais temivel
! roais
perigo.
NS* eabem que horas sSo. Affigura-se-
lhei que caminham j noites e noites nee-
sa floresta.
Pois nos vamos morrer aqu ? disse
Bertina.
Vem, camir-hemos, se encontrarmos
a
!h:s parece. Como estSo debaixo de ar
vores muito densas a la nao desee at
all. Vagueiam em treva immensa. Em
vio procurm penetrar o mjsterio que os
rodea, sentem em relor delles, em toda
a parto, perigos e ameayas. E tiiam im
movis, desva)'ados.
Bertica, quasi morta de subo, agarra
se desesparadamente ao braco de Charlot,
dizendo;
Nao me abandones Nao me aban
dones !
Aqiella voz querida restitue-lh o ani-
mo, a energa de um homem.
Nio teuhas nudo Nada receies por-
qu aqui estou !
E pnzerain-se de novo a camiuho.
Charlot curva se, examina a neva e
as suaa piBad^s re-
Correr ao acaso. Prosuram seguil-i sen
rtsto, no apavoramento da que se acham
Ajudado peLs dou* companheiros co-lposBuidcs, porm o rasto perde-se. Sio
brio o de novo com nev espinheiros, cipoaes impenetraveis, onde
Alm disso a noite, anda qae clara, andam par diante e para traz, sem per-
protegaos. ceberem e tazendo des vezes o mesmo
__ A cam'nho exclamcu Jsnnekin. ittajec'.o.
las moita, ora sorre^- ->uvem um tiro, nao muito loDge del
E atiraram-ie pe
do,.ora andando, ora da rastus.
les... um tiro e o uivo de um cao.
- J pa8samos aqui, disso elle.
Voltam-8e. Eitao desnnrteados, j nao
sab'-m o Cimiiibo. Vfto ento ao ucaso.
iibitameute ouvem novo tro.
Apegar da neve ensurdecel es n2o de
va ter partido de muito longe, pois a u. s
cera pasaos Ea:nte Seria imposaivel per-
cebel o.
Detem se ; o parido estara e\a toja a
parte? Em que ou em quem tiunam ai-
rado os gjardas?... Sena pira extermi-
nar o pobre Papil on, moribundo, e por
compaixio... BOu triam teitu outra vic-
tima?... A detona.ao partir da reUguar
da. Seria engao dilles ? Retiocederao
N2o, q3o quero, Charlot, nSo que-
ro... Iramos para a cadeia .. L depres-
sa sab riam quem somos. Tu serias reen
v-iauo para a colonia e ei condemoada
como gatuna... Nio, lo qie.o.
Sim, tena razao, tuio prefervel a
isso... Porm precisara->s andar... sin
to me tolhid j pelo fro... z, tu ?
Eu, tambem.
J nSo temos a agurdente de Jen-
nekin pra sustentar-nos... Coragem, mi-
aba Bertina, haveraos da encontrar algu
uia ca > h .bitala. .. H o de eoBnar aos
o camin.o... Vem.
E arrastum 83 extenuaaios pelo matto.
Havia ja algum tempo qus a neve ca-
hia em grande ti >ccos. Estavam cobertos
d'e les. Camiohavam de mos dadas, ti-
ritando e com medo. Se tentassem fallar
u'uqutl.e momento teriam rompido em so-
'jc-'S. E 8 qne Charlot absrta o b 890 de
Berlina. Ouvem se vozes. Apenas :u
tempo de atirarem-se a ch2o e ocoulta-
ram se por eotrd m >itas en.rnjes qae por
asaiui dizer os s-'pultam.
E ah ncam invisiveis.
S Charlot atrjve-se a mostrar a cabe-
ra fera daqiel.e tmulo alvo de ceve e
inspecciona os arredoree.
Qier ver.
ba nao slo os guardas e sim camponiis
estio salvos ...
Ai vozes appro\msm-se.
Apparto urna dezeDa de individuos.
Pela u+ vestimenta escura, que parece
pela na no:te nevoento, e pelas suaa es-
Assucar refinado
Scientificamos que de hoje 15 de Ja-
neiro em diante e em virtude dos altos
prejos que felizmente est gozando o ge-
nero em rama passamos a vender o res-
nado pela segrate tabella :
Especial 606GO e kilo 48C.
I. sorte 6)50'0 t c 440.
2.a sorte 5,540.) < t 400.
3.a sorte 45803 360.
Recle, 14 de Janeiro de 1892.
Vende-se
Urna casa de i&iua cem armacao propriapara
averna, ''om aigons gneros : a tratar oosco-
queiros Triodade, do i- dUlhc'o de S. iae.
pingardas, Charlot reconhece os guarda
da alfandega.
Mas a attitude delles singular.
Dous caminham na trente com a espte-
garda a tiracollo. Mais atraz cammlam
outros quatro carregando urna padiola mi-
ta de galbos entrelazados.
Nessa padiola ea' estendido ua ho-
mem.
O cortejo lgubre.
Os quatro carregadores caminham cent
cadencia e as suaa espingardas balan(an>-
se e 8i-.lt O homem oue alli est es tendido, qneot
? Ser algum delles ?
Charl.t nao pode ver anda. Por ora
estiio muito longe. Prm v2o passar joaa-
to della, muito perto mesmo, e distto-
guir.
Se oa guardas tivessem um cSo on tm-
gitivos estovam descobertos e perdidos.
Mas o cadver de Ronflaud jasia co
fundo do bosque, inteiri$ado, fro e cabe
to de veve.
^Isbo os slvovi. .
Os guardas passaram sem desconfiar da,
presen5a d'elles.
E Cbarloi apavorado por tjr reconheci-
do o rosto lvido, a bocoa aberta e aco>
grento, o crneo abeqto por urna bala
hornera e&t-jndldf) na padiola, titubaando,
marmurou ao ouvido d-o su amiguinba:
Br-rtin- tamba Bertinh Matara
Jennek'i.
CCn'tHuar-$i-hr)
Typ. dj Diario, raa Doqae de Caxias o. U.
f
.
'

1

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