Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16775


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Full Text

ANNO LXVIIt
SABBADO 9 M JANEIRO DE 1892
NUMERO 6
DIARIO DE PERNAMBU
PftOPRIEDADE DE M A NOEL FIGEIROA DE FARA & FJLHOS
PARA A CAPITAL E LOGARES ONDE SE PAG\ PORTE
. 0*000'
. .00
. 24*000
Por tres mezes adianlailos.
Por Iros ditos vencidos. .
Por um anno a lianlado .
luVm idem vencido.
28000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICARES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Sn Amede, Prince & C resi lentes em Pars3i ru de
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis rnezes adianlados. 13^500
Por seis ditos vencidos. 15$500
Por um anno "aflamado. 27&000
dem idem vencido. ... 3 i$000
PARTE OFFICIal
Governo do Estado de Pernain
buco
EXPEDIENTE DO DA 7 DE DEZ5MMBRO DE 1891
A::03 :
O ti -goveraador do Estado resolve nomear
Jos Cirios UftO d ista capitel, durante o tempo em
qu: eres ra ervea uirto vitalicio tente-
coron! honorario da mano Flo-
re ..... de aibuque-o,; I, servir o. com
mustia de ooa m idute i i brigada do E-taJo
O rioe g ?vernaor do Estado atiendendo ao
qu qoerao plorarlo da RecebeJoria
Ildefonso Egy lio Correia d3 Silva, reaolve cou-
c...- loe aos '.erra s la lei n. 14 da 2 do cor
peale S tnezes de Uceoca com ord mado pira tra-
tar de sua saude.
vi:e-R0vernador do Estado reaolve exo-
nerar a podido a io AlTiaso Siiveira do car-
go de 3o escriptarario la Ointadoria do Tnesou
ro e .Tornear para subslitail-o a Jos dos Sontos
Airuiar.Coniuiunicou-se ao inspector do Toe-
roaroi
Ao secretario da aeguranga publica, coro-
nel Dr. Jos Mara de Albuquerque Mello.Au-
torizo vos a fazerdes acquisigo do armamento,
qae devera ser ie 1* quali ta-ie, e muQic,Ges de
qaa carece a bri^ai militar de polica, organi
saja em 3 do correte, conforme aatorisaco
legislativa.
, Nrsta data mandes que o inspector do Tbe
BOOrore lo crdito de 300:0)0$000, de
que trata a lei n. 22 da 2 deste inez a ira por
t :c3 de lOJ:0D0')UJ pira occorrer ao paga-
mento das ruspjciivaa despez;,Ofliciou-se ao
inspector do Thesouro.
Aj inspector da Tnesourarla de Fazenda.
Commu.i-o vos que em --'3 de Novembro Indo o
promotor publico da comarca de luga-.eir ba-
carei Joiqcim da Silva Gibral entrou no goso
da licenca de 30dias.com ordenado que para
tratir de suasaol; lhe foi concedido pelo con-
sHbeiro presidenta daRaiagoem 3 do mesrao
mei.
Ao inspector do T.ie'ouro do Estado.
Maadai pagar a Franc.sca Flix Gongalves a
qoantia -omp-ados para a cavoaria de polilla conforme
o atteitado junto passado pelo respecvo cipi-
Uto cocnoiutan'.e.GcDDmuQicoo-3e ao eomman
tiato da compmhia.
Ao mesmo.Em vista di vcssa infor.magao
n. 909 d-: 3 do crranle maadai pagar a Ange-
lina Maria do Espirito Santo a quantia a que
ver direito p.-lo aluguel da .-.asa que serve de
qoartel na villa de B-lmonie, a contar de Io de
Janeiro a 30 de Junbo ultimoj conforme o aties-
to lo jun'.).
Ao eogenbeiro Cbefe da repariigo de obras
publicas.Providencial para que sej conveni-
eateraeote falto oeacaoasesto de gaz da parte
do eiifi :io em que funccionou a fabrica Apollo,
e que ten de servir de quartel de um dos bata-
lb 's da brigada militar de polica deste Estrdo.
Ao iBcfiw.Approvo o orgamento na im-
portancia de l:'6i4TO, aonexo por copia ao
officio de 2 do corrate, sob o. 166, para exem
cugo d-03 reparos do pontiibao da ilba do Retiro,
e autoriso-Vij a mandardes pol 09 em praga.
Comrauuieou-se ao insDector do Thesouro
Ao e:genh;iro liscal da estrada de ferro do
B i Caxanga.N'esta dala deferi. deaccordo
com a vosaa iuformagao em ofcio de 2 do corren-
te. o requerimento em que o gerente d'eesa estrada
de ferro pede aatorisioao para construir ss um
desvio qu'. p;rtiojodo Amii' va ter a mar-
ges do r:o dpibaribe p;ra faciliiadc de conu
gao de arela na mesma lirecgo, em qoe foi
cons'ruido outro, por occasiio do proloogameoio
da li'.ha de Caxang Va-zea, com a clausula
de -er retirado quando convier ao goveroo.
Gommnnicon-se'a lotendcncia Municipal.
Ao eog nbeiro iiscal da Companhia Recife
D."tage.-.'esta da'.adeferi,a virta a informa-
gao da Ii!-ndencia Municipal do Recife,o reque
nmentj de Saldino Aotonio Alves Ferreira, para
q>-' seja surp'imida, a contar do semestre de
to em diaote, a enauilade, do apparelbc
desca coaip iDb:a .oiiocado na casa n. 24 da tra
a (es Gxpoatos, desapronriado c;u 9 de N
oro proxiojo pela mesojaLo.ecdea^ia.C'>m
munscou ao inspector do Thesouro.
Ao enseaheiro cbefe dodistricto telep orn-
eo liamb a o Real R'mnto vo< para os
Bas o v a e> copio do avi*o circular de 26
de Sveiabro ultimo, so1. n. 93, em que o Sr.
mloistro d lastro rio publica, ccrre:os e tele
grapbO ratlfl a os termos do ie 1 ce Ag'Bto, re-
ferente a nao iolerveocio dos goTeroadoria do;
Estados ai rcaiisajo e regalansajjfto aos er-
vi;:-3 dos etnpregadoB, lo respectivo ministerio,
parcu'.armeote Jo; telegraphos e correios.
Igual ao adm.a'trador dos Gorreio3.
Ao enKeceiro fiscal da Companhia do Be-
-, Becommendo toa providencias para
q: i essa companhi-j f i -'u ariae o servico de abas
teciment d'agna no edilicio em que fuaccionoo
tfibrici ApoMo.
ko engeahe-lro cbefe da Repartigao das
Ob'si Publicas.Rerommeado vo3 mandis la-
drilbar om galpao da Fabrica Apello onde ter
de aquortella' um d03 batal.'ies da brigada mi-
litsr de polica deste Estado e levantar n; quin
tai um muro qoe separa a parte alagada que tem
ae ser aproveiiada pelo preprietano, cooform>-
a3 iidicagOes que vos for^m eitas pelo eomman
dante da mesma brigada.
Poriarios:
O S" gerente da Compaohia Pernambucana
de navegafao faca transportar para o presidio
de Fernn lo de Horraba, por contado nego-
ciante AntoBio A'ves fa Gunha os gneros ali
meottci03 e dnersos artigos de que trata a rea
gao iqui ju:ta, rubricada pelo secretario do
goveroo.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do lt jcife ao S. Francisco d passagem por conta
do Estado, em carro de 2' cla3se, da estago de
Cinco Poatas i de Una, ao reo de nome Manoel
Joajum da Costa, que tem de 3eguir para o ter-
mo do Binilo.
Mntitts mutandis de Palmares a Calende.
EXPEDIENTE DO DB SECRETARIO
flicios :
Ao gerente da estrada de ferro do Recife ao
Oliada e BeberibeO vlce governador do Esta-
do, de po3se de vosso officio de 2 do correte,
manda devolver-vos dui3 cadernetas de pa8se3,
dos que acompanbaram o dito officio, referentes
ao perioio qo decorre de 11 a 31 deste mea,
vista da deciaao de 8 de Julbo ultimo.
Ao gerente do Lloyd BrasileiroDe ordem
no vice governador do slado aecuso o recebl
ment do officio de 5 do correle, no qual com-
municaste que o vapor Espirito Santo ebegou
boje dos partos do sal as 6 horas da manh. se-
gn odo para os do norte no mesmo da s 7 bo
ras da ooite.Communicou-se a directora do
oommercio. ,
XPKDIBNTE DO DA 9 DK DEZSMBBO DB 1891
Actos :
O vics-governodor do Estado resolve remover
para o muoicipiode S. Lourengo da Malta o com-
missario da guarda local do V distrieto da t'
regiao. teneote Antonio Luiz de Franja.
O vice-goaernador do Estado reaolve re
mover para o 7" distrieto da i* regiio o comais-
sario da guarda local do municipio de S. Loa-
rengo da Malta, teoente Francisco Xavier Camel
lo PessoaCommuoicoa ae ao commlssario ge
ral.
O wce-govetaador do Estado reolvp ou- ,me3mas casasDeferiio com cilicio desta
siderar Je aedhom vilo a exoneraga !- Jo5o
P,o da Silva Valeoga do poslo de tenante com
missa-io ajodante da guarda local.
O vice governador do E3tado re olve con
siderar de n-mnam effeito a exoaerag.o de Leo
oidis FrancU.m Paes Barretto do posto de le
nente commissarlo da guara local do municipio
deAu.ragy.Cooomuiicoa-se ao commissarie
geral. 1
O vico governador do Estado resolve con-
r sem 'Hjo o acto pilo quol foi r movi
do accaooiissarto di guarda local Joiquim F*-
lixBz'.-a Cavolan'.e. do municipio de v";l!
B;l;a para o de Ama-a^y. Gommanicou-se ao
commi33ano geral.
O vice-governador do Estado -esolve coi
siderar de oenh.um effeilo as aomeig5e3 de :
L;cnidas Francisco Paei Barreto pa-iopo:io
Je capitSo da 1* companbia do Io corpo da bri-
gada policial Jofto P.o da Silva Valenga e Mo
desto Lina do Amaral e Mello p-ra os postos de
lente ajulante e atieres da 3'compaohia do
2- co'po da mesma brigada.-Fizeram-se as ae-
cessarias communicagOes.
O vke-goveruadoi do Estalo rest'Ive trans-
ferir o teneote da 1* compaohia do 2' corpo da
brigada policial, Pedro Jos Bezerra Civalcaate
para o posto de teoente ajuiote do mesmo
corpo Communicou-se ao coronel commaudao-
te da brigada.
O vlce-goveroalor do E3tado resolve co-
mear Iiao:en:io Jos de Miranda para o posto
de capitio da 1" companbia do Io corpo da bri-
ga ia policial.
O vice governador do Estalo resolve no-
mear Julio Bezerra da Silva para o posto de te
ueale da l> companhia do 2 corpo ca brigada
policial.
O vice governador do Es'.ado resolve no
mear H^rcalano He-val de Miranda Heariques
para o posto de aifere3 da 3* compaihia do 2
corpo a Drigada policial.Gommuni;ou se ao
coronel eomman ianle.
O vice-govern?dor do Estado resolve con-
silerar de oeohum effeito a nomogSo de Pedro
Bezerra da Silva para o posto de commissario
da guarda !o:al do municipio do Altinlio.Com-
mouicou se ao ccranissario geral.
O vice-governador do Esiado resolve no
mear o sub commissario da guarda local do mu -
nicipio do Altinbo, Modes'.o Lios do Amaral e
Melio para o posto de commi33arlo do mesmo
municipio. Gommanicou-se ao conmlssario
geral.
Offi;i09:
Ao in3pector da T.nesoura-ia de Fazeala.
Communico-vos que em 25 de Novemlio u timo
o bocbarel Fausto 6o.gilv.es de Alroajuerq-e e
Silva as.'umio o exercicio do cargo de promotor
publico da comarca de Bom Coosvlio, para o
jun 1 foi removido da de Flores em 16 de Oatu-
oro do crreme anno.
Ao mesmo.-Remello-tot. para os devidos
iqs, cOpia do aviso qu em 20 de Novembro ul-
timo me foi ungido p-do ministerio dos nego-
cios da Instiga acerca do pagamento das inclu-
sas contas da Companbia Pernambucana de Ni
vegagao, na importancia de 386oo0.
Ao meamo.Remeti vo3 para os devidos
fias copia do avizo pe me foi dirigido pelo Mi-
nisterio dos N-gocMS da Jas'lga em 18 de No-
vemb-o ultimo, acerca do pagamento de objec-
tos de exptdKn'.e na importancia da 3:729l20
forcecido* por Meieiroi A C a secteta'ia da
oolicia e do Tribonal da Relag'o nos exercicioa
de 18S6 a I8S9.
Portara^:
Os S-s. agentes o L'oy I B'szileiro neste Es-
tad), agam transportar ao Estilo do 'letra, por
conta lo iiaierlo da Marinba o Io t;nente Jo-
a Tbomaz Lobato de Castro qoe de ordem do
i Ministerio vai aeaamtr o commando da
E Cola de Apreadnea Mannheiros all existen-
te.- ;ramun;cou se ao inspector do t.rsenal de
Manat).
OS", sope intendente da estrada de ferro
do Recife ?o S. Francisco d passageui de viada
e .ola, por conta do Balado em carra de 2"
clasae, da estacio de Gamelieira a deGmeo Pon-
as, a duas pragas, e de vinda someme, a dons
presos que tilas teem de conduzi- pzra e3ta ca
pital.
ESPEDIENTE DO DR. SECRETARIO
Ofliiio :
Ao gerente da Companbia Pernsmbucana.
De ordem do vice-governador do Estado ac-
cu-o o recebimento do cffi io em que coramu
nicaatea qo?- essa companhia expelira os seus
vapores Jacuhipe para os portos do Norte at
o Geara no da 11 do corrate, e Goyinoa r/a"
ra o presidio de Ft-raando de N: ronhs no dia lo
ambos s 4 horas da tarde.Fizeram-se as ne-
cesaariaa com Dontra^Oei refereotea a partida do
vapor para o presidio.
data ao inspector do Tnesouro do Estado.
Manoel Francisco Torres, seutenciado,
pedindo para cumpr.r aua Benteaga naca
deia da comarca de Cabrob Informe o
Dr. juii de direito do 2. distrieto crimi-
nal do Recife.
Marii Dica das Dores, pedindo para
retirar um fiiho da Colonia Santa Izabel
Informe o director da Colonia Santa Iza-
bel.
Secretaria do Estado de Pernauabuco,
im 8 do Janeiro de 1892.
O porteiro,
Hemeterio M. da Silva.
DKPACHOS DO DIA O DE JA SEIRO
DE 1891
Abolso afsignad',8 de moradores da rna
J> Prograsso da freguetsia da I!6a-Vista,
pedindo para Augmentar se o neme* de
lampeoes da referida ra.Informe o Sr.
inspector do Thesouro do Estdo.
Ani a de Albuquerque Mello p3dindo
para remover so a professora de Cba" da
009a, na comarca de Pao d Albo, por
cao ter babilitagSes para reger a cadeira a
sen crago.Informe o inspector geral da
Inatrucgao Publica.
Artbur & Desiderio, encarrugadoa da
extracco das ioteriaa extraordicarias do
Estado, pedindo a approvajSo do plano
da 2.a loteraReforme o sello.
Antonio Jca de Sant'Anna, pronun-
ciado, pedindo para ser removido da ca-
deia da comarca de Bom Jardim para a de
am de ser sabmettido a novo j(ligamento
Informe o Dr. jmz de direito da co
marca de Bom Jardim.
Domingos Jos Ferreira & C, pedindo
pagamento da quantia de um corto e no-
venta e aeis mil res de arreios que for
neceram ferca o cav.l.ariaDeferido
com officio desta data ao inspector do
Thesouro do Estado.
Joao Januario d Arroda, {;aarda de
2.a elasse da Casa de DeteacSo, pedindo
para abonar se aa faltas que deu durante
o mez de Dezembro Reforme o sello
visto a data da entrada nesta Sjcretaria.
Bacharcl Jos Castro S Barrete* juiz
de direito da comarca de Cimbrea, pe-
dindo prorogagao da licenca em c.ujo goso
ae acba, por maia 60 diaa e sem venc-
mentosSim.
M-rjor Luiz Augusto Coelho Cintra,
proprietario daa casaa na. 27, 26, 36 e
38 as ruaa do Coronel Suassuna e Frei
Henriqae, pedindo, de accordo com o
art. 2. da lei n 2038 de 188!) isencao
dos impostos de annudadea e liaixa naa
exeoucSes existentes em jaizo contra as
|no-iir policial
Sncgao 2. N.6 Secretaria da
Questura Policial do Estado de Pernam-
buco, 8 de Janeiro de 1892.
Cidadaos.Participo-vos que foram hon-
teru recolhidos Casa de DetengSo os se-
gaiotes individuos :
A' minha ordem, Tobias Manoel Dario da Sil-
va, Joao Baptista dos Santos, Severino Manoel da
Cunha, Manoel Jos de Sant'Anna, Jos Miguel,
Jos AToeso de Oliveira, Manoel Ferreira de
Souza, Luiz Lopes da Silva e Manoel Gomes de
Oliveira Cabra!, como vagaoundos.
A' o-dera do subdelegado da fregaezia do Re
cife, Jos Martins de Souza e Luiz Lopes da Sil
va, por crrne de furto.
A' ordem do subdelegado do 1* distrieto de S.
Jos. Jos Alves Pereira Miia, por disturbios;
Eozebio Maaoel d'Assumpgao e Manoel Leopal-
dino do Silva, por crime de ferimentos.
A' ordem do subdelegado do distrieto de Afo-
gad03, Francisco de Salles Bi3po, por crime de
espancamento e embriaguez.
A' o dem do subdelegado do distrieto da Tor-
re, Lniz Ferreira '-'o Nascimento, pof offeosas
moral publica.
A' ordem do subdelgado do Io distrieto da
Boa-Vista,- Antooio Guabiraba de Assis, por en
me de furto; e Domingos Ferreira da Silva, por
crime de fenxealos.
Commuuica o delegado do termo da Victo-
ria, que no dia 3 do corrente, por volta de 5 ho
ras da tarde, no lugar Campias, o individuo de
nome Miguei Leandro assassincu om duas faca-
dis a Severo Jos de Sant'Anna.
Contra o delnqueme, que foi preso, procede
se aa forma da le.
O subdelegado do 1" distrieto de S. Loorengo
da Malta apprehendeu em mo de diversos des-
ordeiros e remellen a esta repartigao 17 facas de
puntas.
Pilo Dr. delegado do 2. distrieto da capi-
tal fui reawttido ao Dr. jua "- Itre lo do 2 dis-
tado crimiual o luquen.o poiuia. a que proce-
den contra Francisco Jos do Reg, indiciado em
crime de tentativa de mo-te.
No da 6 do correte s 8 horas da mauba
e no logar Eogeuho Preto do termo de Limoeiro,
Manoel Travasso de Arroda, contiendo por Ma
noel Paolino, desfechou traigoeiramente um tiro
de revolver em seu cunbaclo J0S0 Theodoro Pes-
si, produzino-llie a morte momentos depois.
O delinqoenle logren evadir se e contra elle
procedeu-se nos termos do inquerito policial.
SuKi'ion se hontem em urna das dependen-
cias da ca3a de morada do en^enho Goligy do
termo da E-cada, dando um talbo de navalba no
pescogo, nm individuo de nome Manoel de tal,
que no dia anterior bavia alli chegado com o Qm
de pedir ao p-cpnetario do m"smo engenho um
sitio para trabalbar.
O delegado respeciivo tomcu conhecimento do
facto e deu a3 providencias que o caso oxigia.
Assumiram o exercicio do cargo de com-
missario dos municipios de Jaboato, S. Bento,
Itamb e Agua Preta, os tenentes Maaoel Pessi
Ferreira, Eduardo Severiano de Almeida Cala
nho, Vctor Correia do Reg ;Ramos e Antonio
Genuino do Rege Barros.
Eatraram em exercicio as seguintes auto
ndadeS policiaes:
Manoel Pereira da Rocha, subdelegado do l*
distrieto do termo de SerinbSem.
JJos de Jeius Moreira Sobrinho, subdelegado
do distrieto do Peres, na qualidade de i. sup
pente.
Teoente Antonio Genuino do Reg Barros, de
legado do termo de Aguo Preta, na quilidade de
1.* supplsnte.
A' Junta Governativa do Estado de Per-
nambaco, 1 de Janeiro de 1892.
O questor, Joaquiti Tavares de Mello
Barrtto.
&ma bospitalidade que nao se encontra em c;;
tra qualqaer parte do mundo.
Paris, sem altender a diffeenga de regimens,
offerece orna bospitalidade franca a todos elles,
mas nunca chegou a suppor que seria visitada
por ama imperatriz, mai de um imperador roi
nante, filba da mais velba rainha reinante da
Europa.
Sem as etiquetas, sem a3 ceremonias sem os
encommodos das recepg6e3, a visita da brilban-
te imperatriz que partilbou a c^ra do infortuna-
do Frederico III, foi urna as singularidades que
cbamam as atengoes de todo Paris.
Desejando ella guardar o mximo incgnito,
03 presidentes da repnblica e do conseibo nao a
foram visitar, querendo assim significar que
ignoravam a presenga de orna lo lllustre via-
jante.
<
Thesouro do Estado de Per-
nambnco
db8pach08 do dia 7 de janeiro
dk 1892
Jos da Costa de Albuquerque e Mello,
Francisco Jos da Silva, Francisco Ton-
della e B-armino Fernandos da Cunha
Almeida. Ioforme o Sr. Contador.
Rodrigo Jacome Martios Pereira.Ha-
ja vista o Sr. Dr. Procurador Fiscal.
Cbristiano da Gama Lobo Filho.Infor-
me o Sr. Administrador da Recebedoria.
Bacharel Augusto Cezar Pereira Caldas
Dirija-se ao Sr. Administrador da Re-
cebedoria a quem compete j latinear urna
falta.
Agostinho da Rocha Lima.Ao Sr.
Porteiro para entregar ao interesa ..do.
Dia 8
Estrada de Ferro do Recife a S. Fran-
cisco, Francisco de Paula do Reg Bar-
ros, Flix Antonio de Alcntara,Infor-
me o Sr. Contador.
Francisco de Lima Coutinho. Ha ja
viata o Sr. Dr. Procurador Fiscal.
Major Joao Baptista da Rocha Baixa
Lina.Certifique -ae.
Candido da Coata Dourado.Ao Sr.
Porteire para entregar ao interessado.
DIARIO DE PERNAMBUCO
Bletrospecto poltico do anno
de1S1
(Gootinoagao)
IV
POLTICA particular
FRANQA
Paris, a grande capital do mundo contempor-
neo, acostumou-se a ver passar dlante dos seus
monumentos, de suas maravilhas os membros
de d versas familias reinantes, que alli achara'
Esse prodigo de icgo, previamente combi-
nado, fez com que a imperatriz viuva gosasse de
ampia liberdade, am de poder passear a seu
gosto fra dos mais simples usos da vida offi-"
cial.
Essa respeitavel senbors, que veio a Paris ni-
camente para apreciar liie as bel.esas e para
conseguir o concurso dos arlistaa fraocezes na
Exposica-o de Berlim, deve guardar de san tour-
ne um.n recordago eterna.
A viagem da mai do actual imperador da Ai
lemanha, a imperatriz Frederico, a Paris, onde
tem recebido por toda a parte um acolbimentr.
sympatbico e respeitoso, o primeiro passo pa-
ra a quebra deste enervante estado de perma-
nente hostilllade que tem sempre existido entre
a Franga e a Allemanha.
A Europa toda jpplaude o bom sen30 e a at-
tude digna da Franga para com a mai do chele
da nagao que ainda ba vinle annos cobrio de
ruinas e de sangue esta generosa e bella trra
classica da iiberdade.
A obra da paz cjmentou se mais nesta viagem
dsuiia viuva Ilustre, do que com viole con-
gressos de paz, onde varios sonhadores especlo-
rassem tbeorias e cbimeras.
lsto nao signiiea que a Franga ensarilhasse
para todo e sempre as armis diante da Allemi-
nha. Nao! A feriia aberta em 1870 ainda nSo
cicatrisou completamente.
Urna nota da Agencia Havas declara que
o embiix-dor da repblica francezi em Berlim
nao foi sondado de mane ra alguna a resp-.no
da va gem da imperatriz viuia Victoria a Paris ;
a viagem foi annunciada ao governo francez
pe'.o embaixador da Allemanha, o Conde de
Muns'.er: e, nlm disso, o governo da republi a
nunc intnrveio u to do3 pintores fraicezes
cerca da exposlgo de Berlim.
A imperatriz allem parto da estago do n ...-
ie s 10 horas da manha, sem haver nenhum
inciden.c. Asaslircm sua entrada na estago
algumas centenas de curiesos que passavam
nessa eccasiao. Nao se ouvio nenbum grito.
Muitis pe'foas cumprimentaram a augusta via-
jante.
A 23 de Fe\ereiro renlisou se no palacio da
embaixada de Inglaterra, em Paris, o banquete
pre.idido pela angu-ta viuva, a iaperalriz Fre
derico Ao banquete seguio-se um baile, para
o qual eitavam canvidadas as pes-oas mais no
taveis.
A imp?ratris Frederico e a princeza Marga
rida visitiram a 25 da Fevereiro o mofen do
Loavre. Para o jamar que se deu nesse dia na
embaixada allema foram convidados o Duque de
Man Isa, embaixador de Hespanha, e sua mu-
Iher.
O Fgaro disse que o principal motivo da es-
tada di imperatriz Frederico em' Paris o dese-
jo de formalisar e recolher a eranga de dez mi-
lbOes de franos (1,800 contos de rls fortes)
que lhe deixou a opulenta Duqu^za de Galliera.
A imperatriz, coatando com este legado, est
censtruiedo em Hamburgo um opulento pa-
la :io.
Visitn varios palacios particulares, para ver
a mineira mais moderna das ornamentagOes e
das mobilias.
Em um desses palacios, porm, nSo foi rece-
bida, allegaodn 03 donos que tloh3m 03 rilbos
atcalos desarampo.
Em todos os outros palacios, pertenceotes na
sua maior parte a judeus ricos, a augusta via-
jaale eacoa'.rou entrada franca.
A imperatriz Victoria, da Allemanha embar-
cou em Calais para Inglaterra no dia 27 de Fe-
vereiro s 3 horas e meia da tarde ; sem ter oc-
corrido nenhum inciden'e.
O Temps conclce dos incidentes prodozidos
pela viagem da imperatriz allema a Paris, que,
sejam quaes forem as variagOes da poltica da
Allemanha para com a Franga o espirito francez
permanece o mesmo sem a mnima alterago
de nenbum modo, porm, exclue a perfeita cor-
recgo dos dous governos, nem de tal nalureza
qoe perturbe o incontestavel affrouxamento de
tensan trazido sitoagao da Europa pela elt-
minago do principe de B smarek e do Sr.
Crisp.
O Sfondard, de Loadres, pnblicon un tele-
gramma de Berlim, em que se disse que a impe-
ratriz tinha dirigido ao imperador seo Bino algu'
mas cartas, em qoe exprima a sua satisfagao
extrema pelo excellente acolhimento qoe tem
recebido das autoridades franceas.
E nem outra cousa era de esperar do povo ca-
valheresco e polido que tanto por seo tino, por
soa prudencia lem conseguido ebegar a ser con-
siderado boje como orna das graades potencias
europeas.
E esse seo criterio foi sofficieotemente attes-
tado pelo modo altamente cortes porque receben
ao/uella que fora mu her de om principe igual-
mente responsavel pela desgraga da Franga.
A questo do privilegio do Banco de Franga
foi assumpto de serios debates no parlamento.
O projec'.o concernente prorogago do pri
vllegio do referido banco foi apresentado a c-
mara dos deputados no dia 23 de Janeiro.
As suas principaes disposiges estabelecem :
que o privilegio ser prorogado al 31 de De
zembro de 1950 ; que o Banco pagar ao Estado
a quantia annual de dous milbOes e meio de
francos, a partir de 1898 ; que, at essa epocha
o Banco pagar ao Estado a quanlia.de 1,700,000
francos ; qae o Banco renuncia a todo o juro do
seu adiantamento de 140 milbOes de francos ao
thesouro ; que o Banco pagar gratuitamente e
juntamente com o thesouro os coupons da divida
publica, e mais valoreB do Estado apresentados
as suas caixas, e abrir graluitaments os seus
guichets emisso de ttulos do Estado ; qoe, se
as circumstancias obrigassem o Banco a elevar a
laxa do descont cima de 5 "/> os lucros prove-
nientes d'essa elevago, nao sero distribuidos
aos accionistas, mas iro augmentar o fundo so-
cial ; que o mximo da emisso das notas do
Banco elevado de tres mil milh5e3 e meio de
francos a qnatro milboes.
O coc seibo superior das colonias te ve no dia
25 a sua primeira reunio sob a presidencia do
respectivo sub-3ecrelario de estado, o Sr. Etien-
ne, qoe pronuncioo um importante discurso so-
bre o systema de colonisagOes, e preconisou. so-
bretodo, conforme os exemplo-, a formago de
grandes companhias commerciaes no Soldo, em
Gran Bassan e no Congo.
Como sabido, o Banco de Franga emprestou
ao Banco de Inglaterra por occasio da crise
da casa Bahrine, 75 milbes de francos, 00 cer-
ca de lo.oi 0 contos da nossa moeda, por nm
periodo de tres mezes, mas com a faculdade de
prorogar o praso do pagamento.
O Banco de Inglaterra, qne aceitara este em
presumo em 14 de Novembro, acaba de solver o
seu debito com o Banco de Franga, visto qoe as
condiges do mercado monetario em Londres,
lhe permittram poder dispensar a faculdade de
prorogago, que lhe assistia pelo seu contracto-
Este ernpresmo de 7 milhoes de francos
custou ao Banco de Londres, no periodo de tres
mezes a quantia de 600.0CO francos, isto ,
562,500 francos de juros durante o mesmo pe-
riodo razSo de 3 por cento e 37,500 francos,
despeza de transporte e de seguros.
A administrago do Banco de Franga naia
teve com a transferencia d'aqnee capital, dos
seua cofres parr os cofres do Banco de Londres,
sendo a ca3a Rottischild Irmos, que officio3a-
mcn'e tomou a seu cargo esta transferencia.
Esle deslocamento do capital era. cemo se sabe
urna formalidade apenas ; pois qoe no fondo se
limitava a assegurar circulago fiduciaria do
banco de Inglaterra um peChor supplementar de
75 milb0e3 de francos, garanta, que no Mm de
coatas, poda perfeitameote serassegora a. mes
mo de Franga, sem qoe os 75 milhes tivessem
oeeessidade de sabir dos cofres do banco de
Franga.
Esta quantia constava de ouro em barra.s, pe-
sando Ba sua totalidade 22.000 kilos de ooro,
sendo as barras divid'das em 275 volumes, pou-
co mais ou menes. As barras estavam divid las
em caixotes de 80 a 100 kilos.
No dia 17 de Margo, aps un a prolongada
agonia, fallecen afinal em Roma o principe Jos
Carlos Paulo Napoleao Bonaparte.
O principe Npoleo torncu se nos ltimos
lempos um dos vultos mais importantes da
Fringa- j como militar, J como diplomata e
estadista.
Nasceu Jos Carlos Paulo Boroaparte Npoleo
no dia 9 de Setembro de 1822 em Trieste. Era
lilao segundo do ex-rei Jeroymo e da princeza
Frederica de Wurtemberg. Em 30 de Janeiro
de 1859 casou com a princeza Clotilde Mara
Thereza de Saboya, filh do rei Vctor Manoel,
da qual teve tres rilbos, NapoleSo Vctor Jerony
mo Frederico, Napoleo Luiz Jos Jeroymo e
urna filha, a princeza Mara Lectitia Eugenia
Catharlna Adelaide, vinva do rei Amadeo. Era,
pois, cunbado da rainha ,D. Mara Pa, viuva do
rei D. Luiz I de Portugal.
Tendo comegado por se afiirmar demcrata de
primeira lila, tendo mesmo tomado parte em
conspiragoes como na Roomania, revogou de
pois esses principios, quando tendo adherido
francamente a repuDlica francesa de 1848, e
tendo conseguido ser eleito pela Corsega, votoo
na constituigo da presidencia, a criminosa ex-
pedigo Italia, a manutengan da pena de morte
e protestou contra o exilio da familia de Or-
leans.
Retirado, porm, aps o golpe de estado de
Dezembro, apesar do seu parentesco com o im-
perador, elle aceitou mais tarde o titulo de prin-
cipe francez, a gr-croz da Legio de Honra, e o
posto de general, apesar de nao ter ainda servi-
do no exercito.
Foi orador notavel. Parti para Madrid em
1848 como ministro plenipotenciario. Com-
inandou em 1854 durante a guerra franco-prus-
siana urna divisan de infantaria, distingui do se
as batalbas de lokermann e Alma.
O principe Npoleo percorreu todas as cOrles
da Europa; em 1861 visitoo a America do Nor-
te ; e, depois o Egypto na occasio da aberlora
do canal de Soes.
Casado com orna tima do rei Vctor Manoel,
elle particirou do anti-clericalismo da dyonas-
tia de Saboya, 1 ociando contra os partidarios do
poder temporal e contra a Austria que protega
a potinca do Vaticano.
E' celebre o seu discorso de 24 de Dezembro
de 1876, contra o clericalismo, pronunciado na
cmara franceza. Disse elle nessa occasio :
Semen!, jesutas, e colhereis rebeldes.
Em 1880 applaudia na imprensa o aecreto qae
expulsava as cangregages religiosas do solo
francez.
Esta oppostgao ao espirito clerical nao se des-
mentio nelle at hora da corte, pois que cin-
guem pode tomar ao serio a soa conversao tnal
desae que se sabe como o prelado que diz tel-o
confessado apenas teve urna conversa intima
com elle; e que, quando o padre Perjs lhe sup-
plitou a extrema uneco, elle j nao tinha co-
nbecimento do qne se passava. E' urna come-
dia como a que se deu ca morte de Littr.
Os jornaes francezes explicam conforme po-
dem o que determinoo o principe Npoleo, li-
vre pensador enrag a deixar se confessar.....
apparentemeate.
O principe, comp-ebendendo que situagao dif-
ftcil ia crear para o rei de Itr-lia, se os seus fuae-
raes devessem ser civis, consentio em algumas
concessOes, que em nada signib'cam urna retra-
go das suas ideas. Na sua qualidade de cava-
lheiro da Annonciag5o, o seu enterro deve ter
carcter religioso. Portanto consentio em ouvir
o cardeal Mermillod, sem qne por isso se
confessasse nem commungasse; e, quando elle
morrer, diziam os jornaes, limitar sa-ho a ad-
ministrar-lhe a santa unego no momento ex-
tremo.
O principe Npoleo nao foi precisamente um
modelo de virtudes domesticas. O seu carcter
nSo corresponda ao seo talento, o que fez com
que sua esposa, a princeza Clotilde, fosse a mais
infeliz das mulheres e por quem nutria urna
profunda antipathia, motivada, dizia elle, pela
exagerada devogo desta.
EXTERIOR
EUROPA
Snlsaa
-O goveroo suisso considera inaceitaveis as
nllimas propostas italianas para o tratado com-
mercial.
E' provavel a ruptura das negociagfoes.
alia
N'uma das sessOes celebradas ltimamente na
cmara dos depuiados em Roma, o presidente
do conselho de ministros espondeo s interpel-
Iagfe3 dos deputados Cavillolti, Bovio. Rossi,
Barazzuolli e ?ougbi sobre as ocurrencias de
Roma durante as peregrinagOes.
Fez o resumo histrico da lei das garantas,
declarando a fundamer.til pa a o estado, como
j liaba declarado no discurso de Mujo.
.< Com a retirada das tropas francezas, disse
elle, o poder temporal acaboo ; e para garant.r
o peder espiritual do papa, a Dalia entrou logo
em negociagOes com a Franga e a Austria, que
remsaram oceupar-se do assumpto, deixando ao
governo italiano o cuidado de regularisiraqaes-
13o.
O Sr. Ruiini nao encontrou nada deoffensivo
para a I alia as declaragoes do conde de Kal-
ucky, e concluio qoe a Italia poce ter a segu-
ranga da amisade da Austria, que vira defender
a unida ie italiana, quando seja atacada.
O ministro foi applaudido-
Na sessao seguiDte o Sr. Cavallotti declarcu-se
salsfeito com a resposta do marqaez de Rudini,
dizendo qoe jamis tolerar a ingerencia de go-
verno estraogeiro nos negocios internos de Ita-
lia ; mas lastima que o parlamento italiano d
valor demasiado aos alliados de Italia, em vez
de contar com as suas proprias forgas
Quanto lei das garantas nao da opini&o do
Sr. de Rodioi; e terminou dizeudo qae vofva
contra o ministerio.
0 Sr. Imbriaoi pedio a palavra para explica-
res pessoaes. Declarou que em .' 870 a direila
entrn em Roma cheia de medo, e que os actos
de.-sa partida sao vergonhosos.
Estas palavras levantaram violentos protestos.
O orador foi chmalo ordem e a sessao sus-
pendeu-se.
Recomegados os trabalbos, c Sr. Crisp, qoe
havia regressado a Roma peucos dias antes, pe-
dio a palavra e disse que era preciso ter em
conta em que circumstancias se acha a Italia por
occasio da morte de Po IX.
O ministerio dessa epocha teve duvidas sobre
a applicago de alguns arligos da lei de garan-
tas.
O conseibo de estado foi consultado, mas essa
consulta nao agradou aos ministros, que proce-
dern! como enttnderam.
Sao conbecidas as mirhas ideas acerca da
lei de garantas. Quando se discutio essa lei
oppnz-me enrgicamente a iopgao de certos
artigos. O tempo justicou as minhas.previses.
Na minha qualidade de ministro fui obrigado a
respeital-a; mas jamis commelterei o erro de
chamar lhe lei constitucional. Se o papa,
em vez de ser om pretndeme, se limitasse ani-
cameal; a ser apostlo, a lei das garantas, com
certas moditicagOes, seria urna lei excellente;
mas, tratando se com om prelendente, a lei das
garantas um perigo para o paiz.
Em 1870 os meas adversarios da extrema
esquerda nao queriam vir Roma. O dilemma
em qoe se achavam ,'orgou os a iseo. Mas oo o
zeram sem enderegar Europa ummemorn-
dum, qoe felizmente nao chegou s mos dos
seuB destinatarios. Por morte de Pi iX, e agi-
tando se a questo da reunio do Conclave, foi
necessario informar as chancellaras Jde que o
Conclave podia reunir-se em Roma e gosar da
mais completa liberdade.
< Quanto censura do Sr. Cavallotti, aecusan-
do me de ter feito a trplice allianga, responder-
Ibe bei que, defeadeodo a, sempre sustentei
igualmente que devia contar primeiro que ludo
com as nossas proprias torcas. Era preciso, pois,
duplicar os armamentos, e fazer face aos inimi-
gos possiveis, sobretodo na fronteira oriental.
Se a guerra rebentar, ser universal; e ai
d'aquelles que estlverem em circumstancias de
luctar 1
Objectar-se-ba qoe eu, estando no poder,
nao modiflqoei a lei.
Se me tiveisem dado tempo, tel o bia feito.
(HaridaieJ.
Responden ao Sr. de Rudini ao Sr. Crisp, de-
clarando que nunca invocou o seu nome para
ealabelecer o maior ou menor valor cooBlitncio-
nal da lei de garantas.
Est habituado, a pensar pela soa proprla ca-
beca, e assumir a responsabilidade dos seu
actos ; portan'o nao precisa da autoridade do Sr.
Crisp.
< O Sr. Crisp quiz refaser a seu modo o his-
toriado importanasiiimo periodo fechado pelo oc-
cuptgao de Roma.
\
<-
: ,

T


**
2
Diario de Peroaqibuco Sabbado 9 de Janeiro de 1892
Ora, a historia nao se faz pelos parlamentos,
e sobretodo por aqueltea que ah tomaraoi parta.
Poia que o Sr. Crisp Be mostra inclinado a m
diflcar a lei das garantas, sinto-me satisfeilo
por encootrar no oaeio de tantas coaCasoes um
ponto, sobre o qual os partidos da casa-a podas
nitidameate traca.- ana lsata divisoria; porqae
esse um ponto soaaa-qna jamis traasiglrei.
Afnrrno qae, saafuem rebentar, a Austria
estar cora a Italia; mas naaaa peasei qae a Ka-
lia nao fosse sufficiaaSB para deffender-se.
Tenno ofgtlbo de ser italiano; ea miuha
patria saber deffentera sua anidade e a sua
independencia.
O Sr. Nicotera tomou em seguida a palavra,
e fallou sobre negocios internos ; lembrou orna
pbrase celebre do Sr. Crisp: O governo su-
perior aos partidos.
Tornaram ainda a faltar 03 Sra. Crisp, Bovio
e Ruirai.
A sessao, no sea final, toraouum carcter par-
ticularmente irritante e aapero.
Com tu lo. o ministerio tem a segurarla de qae
ter ama forte vo*i$o a'nma mogo de con-
flanga.
Ni ornara dos deputados contina a dis-
"Tittfnr ""'-----|j-*"'" da oaitmncm. fiaf&o pea-
dentes da votago n'este debate 16 ordens do da.
O marquez de Rudim pe ? questio de conSan-
5r. Crisp defiende os actos da sua admiais
tragao,e declara votar contra o projecto, depois
de trocar explicagoes com o Sr. de Radini, o
qual maaifesta nj cceitar nenbuma mogo que
nao exprima claramente Cafiaag na poutiea ti
nanceira do gabinete.
Umi mocao n'este seatido foi approvada por
248 votos cintra i Si. A jamara passou i discus-
sao dos artigos do projecto na eipecialidb.de.
Inglaterra
Sir Robert Burnelt Morier, embaixador da In-
glaterra em a. Petersburgo, foi Borneado emba-
xatlor em Roma, em substiiuigo ao raarquez de
Dfferin.
Sir Morier tem 60 anuos e na dos iiploma-
tas mais notaveis da Gr Bretaaha.
Foi ministro em Lisboa em 1876, em Madrid
em 1891 e Horneado para a embaixada da Russia
em 1884.
Siogulariaou se pela sua dedicago ao impera-
dor e a imperatriz Frederico da Allemaoha, e
tere urna questao notavei com Bismar. k, que
contrariou essas relaces d; intimdale.
Sir Uorier cisou com a filia do rignthonorable
J:aatan Peel.
Causou grande 3ensaco em Londres a desap
parigo dos Srs. Wuest e Kling, directores do
Allgemeine K"?dit Bank, os quaes comprumet
teram os negocios da casa por nao terein cum-
priio risca os estatutos n'uma uperago que i-
zeram.
Mandn se passar ordem de prisao contra os
fugitivos, que foram ristoa no da 19 de Dezem-
bro em Bruxella8.
Suppe se que preteadem transportar se
America.
As perdas soffridas pelo Danco sao considera-
reis.
.Illemanha
Ha das, no jantar da njuguracao da sab-pre
feitura de Tetiow, o imperador Guilberme elo-
giru o chancelle: Caprivi, e disse estar conven-
cido de que os aliemaes e as outras njcOes que
formam a grande liga aduaoeira, bao de bemdi
zer o dia em que essa liga foi formada.
Diz o ^Standard que o elogio do chancelle.'
de Caprivi pelo imperador Guherme equivale a
orna censura contra o principe de Siscarck ; ?
o tempo que ha Je provar se 03 novos tratados
teem a importancia que se he a'.tribue, mas a ra
pidez da sua approvago pelo parlamen'o, indica
'.erem prevalecido motivo polticos; seo prover-
bio arlemo A baodeira segu o commercio
verdadeiro, a Franca e a Rusia estaro breve-
mente em presenca da conederago da paz, mais
poderosa que nunca.
O reicista approvou ostra a 103 Je ora-
mercio por 243 votos contra 48.
O imperador Guilnerme, a proposito da
inauiuraco da sub-prefeitura de Tetow, profe-
rto um importante discurso sobre a questao eco-
nmica.
Disse qae a Liga aduaneira da trplice alliac-
ca produzr grandes beneficios aos interesses
germnicos, italianos e austracos, e ooeas na
gOes que formam essa Liga ho de abencoar um
dia esse a.'oatecimeao de tanta transcendencia
para o eseavolvimeato da riqa za publica.
Depois da app'ovago dos trtalos, o impera-
dor confera o titulo de conde ao chancellar ge-
neral Caprivi.
Auatria-Hungra
Njs circuios diplomticos foi bam re:ebida a
J; de um projecto presentado palo 3:. Peetz
para a fundago ue um tribunal internacional de
arbi'.ragt-m para os paizes qje fazeca parle da
nova uniaoaiuanert.
Circula a noticia de ter-se aggravado bs-
tanle o ataque de influenza de que ba das
offre o imperador Francisco ioi-
O estado do soberano nao assustador, mas
i: lito altnbiiem o maior deseavolvmeoto
da en'ermidade ao faci de Sua Mapestade nao
ter iuterrompido osseus trabilhos ordinarios.
Sua Magestade nao ir por emquanto para
Giedoe'loe (Hungra), como anteriurmeate se
resolver.
Ominiitro da guerra, o Sr. F.jervary,
mandou testemuuhas ao depatado da opposicaa,
Ugran, em consequenca dos aggravos que lhe
dirigi o'uui discurso. O deputade tambem no-
meou testemunbas.
Reunidos os qoa!ro, resolveram qae, em-vista
da gravidade da c(Tensa, se necessilavam de con
divGes verJadeirameate excepcionaes na historia
djSTluellos.
Os adversarios trocariam tres balas, a pque-
na distancia, e, no caso le nenhum deiles dcar
inuiisado, o duelio proseguira a espada, a
que um deiles suecumbisse.
Com i lleno j duelio reaiisou s nestas condi-
es; trocaram se tres balas sein resultado ai
gum, e o combate continnou depois espada,fi
cando feridos os dous adversarios.
Bulgaria
A imprensa ingleza pronunciase qaasi unani
memento contra a aUitude que a Franca assumio
para ion a Balearia, por causa da expulso do
correspendeute da agencia Haiaa.
O Standard n'um artigo violento, censura
a diplomacia francesa, por nao saber distinguir
entre o ngo: e a violencia.
Nao se trata, s.gcodo aqo He jornal, de saber
se o correspondente da Havas dea informac5es
verdaieiras ou falsas; mas sim se o governo
blgaro est ou nj no seu direito, prscedendo
naqu lie a-sump:o segundo o seu proprio modo
de ver.
O mesmo jornal oppde attilude do Sr- II bot
a do Sr. G-ik"f, cuja nota apresen'a como um
modelo de cortesa e deseoso diplomtico.
O motivo do procedimenio do geverno francez
o desejo de agradar Rus3ia.
Emm, o Standard pretende estatelecer
analoga en'.rs o caso actual e o do 5r. Cunin
gbause G-aham, o depu'ado inelez que foi ex-
pulso de Franca no mez de Mao desteanno, por
ter pronunciado em Fourmies um discurso re-
volucioanrij.
O a-:igo termina assim:
O dr. Ribot pro -edn precipiladameote, e a
sua pronria reputacao exige que elle, depois de
poupado primeiro momento de irreflexo,
abandone a posico insustentavel emque se col
locoa-
Persistindo obstinadamente n'um rao cami
Dho, nada obter na Bulgaria, e apenas conse
guiri desacreditar se aos olbos de todos os ju
riscc-niulto3 da Europa.
O DaMy-Hcwa diz que o rompimento das
realo:s diplomatisas 6 urna medida enrgica, e
que tomal-a sem motivo sufficien'.e, nao digno
de urna grande potencia.
Jo ha oenh'im poder ejecutivo na Europa,
excepto o governo inelez, que nao tenha o di
reito de poder expulsar os eatrangein, que se
tornem prejudiciaes ; neobum direito deve ser
exercido com mais discricao; mas a repblica
franceza nao poder negar a legitimidade de
urna medida de pre-aocSo, que ella propria tem
omitas vezes applicado e que um estado em for-
maco, como a Bulgaria, nao pode dispentar-Be
de empregar.
O Temps publica um telegramma de Sopnia
desmentindo a chamada do cnsul francez, e di-
xendo que o Sr. Lanel receben nicamente in
atruccOes para interromper as relacoes diploma-
ticas. .
A Franca parece nao querer precipitar os
acontecimentos.
A Turqua oceupa-se actualmente da qoastao.
unanla
A cmara dos deputados na lessao de 21 de
Dezembro approvon por 78 voto3 contri 74 urna
mo;ao de desconuang contra o govjruo.
presidente do couaelOo foi mmediataciente in
f jrmar d'eata vo tacSo o rei Carlos.
AFHICA SEPTENTRIONAL
Trl|>all
Noticias da Tripohtaoa dizem que rebeataram
deaordens parto da fronteira tunesina vereis tribus. Foram mortos 130 arabts.
FRICA ORIExNTAL
Zavilbar
Desde o 1.* de Fevereiro prximo .inzioar
ser declarado porto franco, excepto par as mu-
oicOes de guerra e para o alcool.
, do3 eatrangeiros domiciliados do que
.ASIA ORIENTAL
cuma
Noticias de Yokikim dizem qu9 corre com a
maior insistencia naver ama alliaoga eat:e a
China e a Inglaterra, e dirigida contra n Russia.
Os receates movimaatos rassos ao longo das
fronteiras chinezas tenam causado tanta sen.3a-
cao, como colera em Hong Koog.
A noticia de que a Ruisia estara resolv la a
estabelecer o seu protectorado na Cori veio ag-
gravar a situacao. F.' provavel qne qae^tao
d'esle protectorado apresse muiio mais a accSo
ingleza, do qae as revoltas cbinezas e o massa
ere dos christaoa.
O governo janooes enviou ultmame ite doas
aavios de guerra i Corea.
Multas povoaces chinezas teem sido saquea-
das a vista do* mandaras, que assistent impas-
siveis s barbaridades de que icen sido victimas
os chriataos, e poucos teem escapado.
Os bandidos formaram nota asBocuc-: chana-
da Liga de Temperan;a cujo flm pr ncipal
a destrnico total dos chrstaos e don estraQ-
geiros.
A popolaja de Pek'.n mostra se cada vez mais
hostil.
As legajes europeas esto vigiadas.
Annuacia um teligramma de Hanvi que urna
forte columna de tropas f.-ancezas coo3e^uio o
dia 15 de Dezembro pissado apoderar-se lo prin-
cipal velhaMU'-o fortiQjai* chefe da baa lole^ros
cninezes Luuki, no centro das montahaa de
Oang Tri;n.
Entadoa Unido*
O senador norte americano Zaltingeripresen-
iou no senado um projecu de lei, demitiado
dos seu3 cargos lodos os ejt.-angeirosac'.ialmiin-
te ao servico dos Estados Uaidos, e probibindo
de futuro a nomeacae de estrangeiros para qual-
quer lojar poblico.
-----------------sog*--------------
AMERICA DO NORTE
Ealadoa L'nidoa
Abrise a sessao legislativa do coogvsso aos
representantes, nos Estados Uai-los, cofaefiando
a fu'jccioaar os novo3 eleiios, que o oram as
eleigss geraes de 1390.
Em vez da miijru iepub!^aaa do anterior
congresso 6 o partido democrtico quim boje
est predominan lo.
Nao se pode prever quae ser/ os fructoa da
nova itii'a) legislativa, porque os demcratas
esto longe de te: um programma cominum de
voverno, e de se cntenderem, a respeito dis
prio^ipaes quesi6?s d* ordem poltica, e econ-
mica que polem vir a oceupar os debatts parla
mentares.
Nao hahomogene'.diJe de opiniOes en.re ellea
nem no que respeila an rgimen tdjuneiro nem
sobre as oasesda Circulagao monetaria ti !!u:i
na por exemplo.
E.-ta situacao difficil ainda cmplice da com
as adleieOes e as de.-alTeic6es pe.so-acs. que se
aeilam no s io d'aquelle partido
O S". Cleveland, antigo presidente da confe-
deraco, e homem de grande antoridade :io tem
o coodo de agradar maicria d03 membros do
partido de democrticos a 7,ue perten e.
E-f 9 ant'pathi revelou se agora Oem na reu-
oio preparatoria que oouve para se assenlar na
e=,o;ha ce pr. silente. Havla dooa ca.id ditos.
Um era o Sr. Cuspi, intimarcente oppo.ito aos
comelhos do Sr. Cleveland e ao modoptlo qual
este encara o principaes problemas goveruati-
vos ; ou ro o Sr. Miils, que passa por ser um
seguidor liel das dontriuas e modo de ver do
amigo oresideate e que padano de lima re-
ciaao moderada da nova pauta aduaoeira e pro-
fes.-a 03 principies mais elevados do oariido.
Fci o Sr. Cr:spi qopm triDiuphOD
Na sua uiensa^em a3 cougre;so o preside te
Hirrisaon observa que a totalidade das iraporta-
cOes e cxportagSes aos Estados Unidos passou
d 1647 milhOes de dolan, e qae sub.ra em 1890
a 1748 uoilhes, no anuo Qscal, que termiaoa em
30 da Setembro ultimo teodoti lo as.-im um aug-
mento de lOt miihOes.
Segundo Sr. Uirrlson, a nova pauts leva o
elfeito insperado de auv-mentarem 108 iciihes
de dollars a importancia das mercaduras entra-
das uves de diredo, e em 63 milbes a das que
ael.eseslao sujeitas. Estes algarismos segn
do alguos carecem econtirmaco e tem i>or Gm
jus.tift.-ar as mppoBtas vntagensdoreiimm pro
teccianista do bil Mac-Kinley, quando to caso
de seren jx".ctos, i.evem auies atiribuir-se 203
effeitos de urna colbeita excepc on3lmente abun-
dante que coincidi com orna enorme filia de
cereaes u'uma grande p..rie da Eurjpa e di la
das.
Tendo-se os bJn-J,ueircs Ru^sell e C. nega-
do a dar um miluo de dollars. que Ibes exiga
om individuo chamado Sutchell. es'e atircu para
os escriptorios urna bomba de dyoamite.
A explosSo fei e3pantosa, e o proprio Suic.vll
mr'"reo.
Jluitas pessoas flearam mortalmente f^ridas.
03 irejuizos sao consideraveis.
touiurcloa retalko
(Do Tempj)
O projecto apresant-do a ca n .ra dos
deputados iacionalisaDdo o commercio a
retalho no Braiil restabeleceu velha ques-.
tao, eaqaeciia ha quarenta anuos e que
tal vea careca de opportunidade.
O exercicio do commercio a retalho nao
urna questSo discutivul nos paizes euro-
peos ondeas velbas nacionalidades homo-
gneas e concentrad>s por grandes mas-
sas, em territorios relativamente, pequeos
nao receiam nem concurrencias, nesta e
em outras profissSes nem bsorpjao do
elemento nativo pelo elemento estra-
nbo.
Nos paizes novos, de nacionalidades ain-
da nSo formadas por caracteres den.'idos
e diatinctivo de quaesquer outras, con so
ciedades constituidas por agrupamsntos
eihnicos :a mais diversos, a questao in-
tereasa sempre e apaixona oa nativos ze
losos em manter ilesa a ana independen-
cia, a aua forma propria a intrinsesa
soberana nacional.
Essa questao mais poltica do qne
econmica.
Nao se pro jura per ella aelar interasses
fomentar riquezas e promover maio:* ex-
pansao commercial e industrial.
E' tambem menos exclusivista do que
se pensa.
Os defensores da nacionalisayao do
commercio miudo nao maniteatam nonbum
espirito de hoatilidade syatematica aoi es-
tranhoiros que se domiciliara no pa:;, ao
contrario.
O que visam chamar os ostrangeii'oa
coamunbfto nacional, vincuial-os lena
que ellea engrandecen! pela ana inteligen-
cia, pela aua actividade, pelo seu tra'calho
e pelo seu exemplo, e intereaaal-os nao
s no desenvolvimento material do paia
como no aeu aperfeicoamento poltico e
morfcl.
E' antea um recocho cimento das qaali
obra de f'"*tr,1*BSSo} e assimi^ao, que
cura A nacionalisa^ao do commercio
a retalho am ^os mei* dMsa. patritico
de8rderatm,-n .. ..
Nos Es1*"08 UQld08 f01 tnpra promo-
vido pelos e8taditaa P9lo partidos, e
com tanta d,M"W* *}***% q
naturalisaca? fo> fMl>tad, provocada por
todoa oa me108 ,ega88i (n2to 8ndo o menor
deiles as leis Ia0 em a,Sans Estados da
Uniao prohibem 808 8tngeiros e as
companhias e8traB8eirLM P*"u'r bena de
raiz) trabalharem tambem na assimilayao
do xodo de eurPeuB *6 ^ 8e e8ta9
leoeram, prjd que quatro quinto8 da popalacao de on-
gem europea ou de fi!hoa 8 net^8 do 1"
migrantea europ8"8 8em Ia9 Por l88 oa-
arcter nacional desapparecesao.
A utilidade de838 ** q "*"
sam os estrangeir08 ol>ra commum da
prosperidade do 8ra> que devaslbes ser
tko cara como aoa braaileiroa nativos, nao
pode ser contestada- A profioaidada del-
tai que pode ser discutida.
Para ordem pub!ica Para progresa o
do paiz, para a boa orientaoJo poltica da
repblica, sem duvida aenhuma grande
bam urna s agglome"?50 p3paUr aativa
e disposta a velar pala8 8aa8 liberdadea e
a pugnar pelos seus d:r8i.t0s- y ffaoeio-
namento do povo do 8lJ de Jaae,r0 *m
grupos de nacionaiidade8 q P ou-
vimos com pezar, quaUficw impropriamen-
te de colonias, tem sido Pira Bra
sil uma desgrana.
Essa affastamento de homans activos,
de cidadaos, porque o silo de facto pelo
seu trabalho e pelos aeus interesses, da
cxnmunhao aacional,permittio-o o governo
pessoal do fallecido imperador,t2o vebemen
tmente denunciado da tribuna do antigo
senado e a autiga cmara dos deputados.
Este foi o programma do segundo reina-
do ; jeatralisar a poltica e a administra-
c2o anta as provincias enfraquecidas e
empobrecidas, e destruir a reaccSo possi-
vel do centro, isto da capital, formando
della uma popalaelo repartida em grapos
de varias nacionalidades ou antagnicos
una aos outros on indifferante3 poltica
e forma de goveraar o Brazil.
Divide ut imperes foi a divisa acaeita e
pratioada durante quarenta annos
Nao este nem pode ser o programma
da repblica. Para tornar se governo da
opiniio preoso que todos os elemeutos
della sajam representados; para ser a so-
berana do povo cumpra !bc ter por povo
todos 03 habitantes uteis do Brazil! A
democracia nao admitte seleccSs de cla3-
ses, de castas ou de rac^s. Ellas foram
prjconceitos de pocas coniemnadas pela
justica dos OO8S08 dias.
Oa auctorea do projecto da nacionali-
sa9ao do commercio a retalho nao tiveram
de certo outros intuitos menos patriticos.
Depois da n*turalisa$ao tacita, essa me-
dida pode prece ier a outraa que promo
vam o augmento do numero dos cidadaos
brusileiros e por tanto dos colaboradores
uteis, no governo e ca siministrajo do
Brazil.
E' um projecto que nos prepara melhor
futuro, pois a lei, se o projecto foi conver-
tido em le, nao podando tereffaito retroac
tvo, tem respeitar os diraitos adquiridos.
Todos os eatrangeiros que actualmente
ex;rc*.m o commercio da retalho conti-
nuarlo de aerto na situaao em q'ie a lei
os encontrar, pois seria injusto, senao ini
quo, dar-lhe retroactividale que prejudi-
quo a interesses o> mais legtimamente
adquiridoa, arruinando oa que confiaram
no valor e na proteejao da iegislacao vi-
gente.
S.'j til, seja prejudicial a nayao, o
comm rcio a ratalho, tal e qual pratica-
do por milhares de estrangeiros, nao ple
ser reformado de chofre e violentamente.
Ha diraitos sagrados oriandos de muito
trabalho que nenhuma lei pode honesta-
mente desconhecer.
A lei deve regular o futuro e nSo o
pas3aio de que proceiam interesses leg-
timos e legaes.
A democracia brasileira nao impelo, pro
cura inte.'essar maior numero de bons
trabalhadores na sua humanitaria e cvili-
sadora obra. Nao quer nem do seu in-
teresse querer cidadaes que n2o o sejam
por livre vontade e por convencido amor
trra que se prenderam pelo trabalho e
p .-i:i familia.
V. de Algeraaa e o commercio
a retalho
O Dr. Sampaio Ferraz deu-nos um pre-
sente de Natal que, verdada seja, nao
l graaie cousa.*
Reconheco os servidos do benemrito
cidaao, mas que me desculpe o seu pro-
jecto da naci jalisagao do commercio
retalho extravagante, extravagantissimo.
S. Exc. vio a questao por um prisma
falso.
Para fundamentar o seu projecto de
lei, o distincto republicano subordina o a
cansideracSes polticas de ordem diversas,
oomecando por affi-mar que o commercio
a retalho sebasfianista.
Pecca, portanto, pela base, porque a
questao, antes de todo, econmica, me-
ramente commercial, e sendo assim nunca
pode estar sujeita a motivos de ordem
poltica.
Isto am erro e gravissimo.
O Ilustre depntado quer a nacionaJisacSo
do commercio retalhista.
A cousa mais difficil que conheco sam
davida determinar onde corneja e onde
acaba o commercio a retalho.
Ha cas-.a de capital superior, situadas
em ras principaes, que no entretanto sao
tito retalhistas como qualquer taverna de
esquina ; e vice-versa, existem casas de
capital diminuto eitabelecidas atem ras
tortuosas, que sao tito atacadistas como as
mais importantes do commercio em
groBso.
Demos, porem, de barato essa difficul-
dade e vejsmos o que qner o Ilustre de
putado.
En nao sei se elle deseja o oonimersio
retalhista s para os brazileiros, natos, ou
se para os natos e naturaliaados.
No primeiro caso a lei chineas e an-
tomma de ama democracia que se est
orea do,no segundo vexatoria e o seu
nico resultado pratico ser trazer para o
seio da nossa nacionalidade elementes he-
terogneos, que fi pdem ser mos, por-
que sBo o effaito de uma injustificavel
pressSo.
Se o estrangeiro for sebastiamsta, ama
res forjado a naturaliaar-ae para continuar
o aeu negocio, maia sebaatiaaiata elle ser.
EntSo a verg nha ha de ser para nos
porque taremos braaileiros alertamente
monarchistas, o que at agora nSo pos-
suimos.
O Ilustre deputado deixou-se levar por
uma exaltacSo republicana e que, alias,
de momento, parece muito justa,
Reflectinio, porem, ver que a medida
nao tem razio de ser e eu nao hesito em
affirmar que o seu patriotismo ha de fazer
com que retire o tal projecto de lei, que
tantos desiffectos cria para a repblica
que naso, precisando do concurso de
todos.
VARIEDADES
O anac nupcial
Ha muito quem julgue que o enllocar o
annel do casameuto (aianqz) na man da
mulher nao tem outro .n senao o da
accentuar o symbolo de escravidio em
que ae suppSa dever vivar a mulher para
com o marido.
Segundo um historiador, o uso desse
annel nao costume exclusivo dos povos
latinos ; adoptaram no successivamente os
egypoios, os gregos e os romanos.
Os egypeios escolhsram para callo jar o
annel o dedo annullar, fundados na crenc
de que existe un ervo que p3a esae
dedo em communicacjto diresta c.ou o co-
racao.
Os egypci '8 dedicavam tambam o 4.a
dedo a Apollo, a quem conaagraram o
ouro.
Os hebreus escolheram o indicador, e
d'aqui qua vem o trazerem os bispos o
annel nesse dedo da mo direita.
Na AUemanha o anual nupcial poa so
no annullar da rao esquerda durante os
esponsae, e depois mada-se para o mesmo
dedo da mao direita.
Na Glracia nao o sacerdote que coloca
a allianc* no quarto dedo da ra'.o esquer
da da desposada.
Em Hespanha nao se attribue ja grande
importancia a esse annei com > symbolo ;
mas, em compansajito, muito requcnti
quo, em vez de ser elle como em k'rauy
ou em Portugal um simples aro de ouro,
adquira as proporjoes de joia, passaado a
ser cravejado de padras preciosas.
l|fs(orla das lavas
Ou por que os sabios deBcnnhejam o
aesumpto cu porque o tenham c.msideradi
de 8om;nos importancia, o
todas as encyclopedias se
muito pouco em nos dar a conhecer a
trascendente historia das luvas
A sua origem perde-se as noites dos
tempos, pois que comquanto Fenillat do
Conches assignale a sua apparijSo na
Grecia, ellas, exstiam muito a ates e for-
maveirn parto iategranta do trajo p-imi-
caso que
preoecupam
tvo, mas posterior, nataralmeate, ao UBado
por Ado no para zo.
No Genisis (aaptulo 27, v. 15) le-3e :
c Rebaca, pira engaar seu marido,
que estava q asi ceo, iabricou para Jacob,
seu flh't predilejto, urnas luvas de palle
da cabra.
Com effaito, a historia racorda que
Esa, o filho mais vellio, era muito raacio
e Rebeca fas.a com que Jacob usas3e lu
vas de pella para que Isaaj o confuudissa
com o primognito, a quem prefera.
Homero, no cuito 21 da O liasen, falla
de urnas luvas, e Xenofonte censura os
medas na sua Cyropedia por usirem mi
tenes.
REVISTA DIARIA
Superior Tribunal da lustica -Palo
acto segrate a juata goveroativa orgaaisou, de
accordo com a Reforma Judiciaria, o Superior
Tribunal da Relacao.
Junta trovernativa. Copia. 2. Secgo.
Palacio do Governo do Etado de Peroaubuco,
em 8 ue Janeiro de 18:12. A ju'ita goveroativa
do Estado, considerando que urgente constituir
o Superior T ibuual de Justica do Estado, e
usando da attrihuigo que Ine confere a lei n. 15
de lide Novembrode 1891, resolve nomear para
compor o mesmo Tnbaoal os segu les cidadaos
Drs. GervasioCampello Pires Parreira, Joaquim
da Costa libeiro, Francisco Domiagues Rioeiro
Vianna, Francisco Luiz Correia de Andrade,
Joaquim Pires Gongalves da Silva, Manoel do
Nascimanto da Fonseca Galvao e Sigismundo
Antonio Goncatves, aos qua^s ae expediro ltalos
(Assigaados) Josquim Mandes Ounque Jac-
o,uesAmbrosio HumadoJ. V. eira e Va-
sconcellos.
Tribun i dre Relacao-A Junta Gover-
nativa dirigi ao Presidente do Tribunal da Re-
lacao o segrate ofli'iio :
2/ SecgoPalacio do Governo do Estado de
Pernambuco, em 8 de Janeiro de 1832.
Em resposta aoofflcioqae, em data de hoje, di-
rigs a esta Juata communicaado que o Tribunal
que dignamente prrsidis concede*ordem ile sol
m-a aos pacientes Ricardo Correa Lima e Francis-
co de PaulaUrafra e de Hibeas-Corpus p-ev ntiva
ao Bacharel Jos Hara de Albuquerque Heilo e
ao Coronel Fraacisco Gonjalves Torres, tem a
mesma Jorra a dizer-vos o segrate :
Das coBsideracOes expostas a esie Tribunal
em officlo de 5 do correte mez se evideaoia
que esta Juuta negava competencia ao mesmo
Tribunal para conhecer das prs33 e oroeas ae
pns '5 de qne se trata alm de que, tendo sido
ellas decretadas e effectuaus revolucionaria-
mente por superiores interesses da ordem pu
blica, em virtuda das condieces especiaes do
momento poltico que este Estado atravessa, nao
podan nem podem deixar de ser mantidas, em
quanto assim convier, sem quebra da forca
morl do Govecno e sem grave prejuiso para a
seguraoca gerai.
Fallando vos desde modo, a Juaia Governati
va lameot que esse Tribunal, qu? devia ser o
primeiro a concorrer para a manutengo da or-
dem publica e salvaguarda dos gran les interes-
ses sociaes deste Estado, teuba-sa co locado
n'uma posico verdaderamente incompativel
com as graves responsabilidades que peso so-
bre esta Junn, procurando entorpecer e emba-
racor mesmo a marcha do actual governo ?
as circunstancias anorroaes em que se acha
este Estado devia esse Tribunal iemorar-se de
que esto Junta e nm Govrno revolucionarios
que, por tanto, encontrara ua sua origem, toda
a fora de que precisa para o deseo oenho de
sua espiohosa missao.
Nestas condicoes e de accordo com o plano
geral de aeco potinca que a si mesma tracou
desde os pimnelrot diaadeseu governo, alten lea-
do simp!esmeute s solictagOes de seu patno.ls
mo e aos magnos interesses a ella confiados, esta
junta se appressa a declarar-vos que, para nao
lioartolhidaemsua lioerdadadeaego enao con-
correr at para a anarebia em que se pretende
lancar a sociedade pernambucana, deixa de com
prir a decisao desse Tnouoal, que trouxestes
boje ao seu conhecimento (Assignados)Joa-
quim Hendes Ourique Jacques, general de bri-
gadaJos Vicente Heira de VascoacellosAm-
brosio Machado.Ao Sr. presidente do Tribunal
da Relacao do Recife.
Ario omciae-Por actos da junta gover-
naliva de 18 de Dezembro ultimo foram nomea
dai as segrales autoridades, em substuico as
actuaes, que foram exoneradas:
Para 03 logares de subdelegado el supplsnte
do 1. dUtricto do termo de Iguarass, naordem
em que se segu, 03 capites Aatoaio Rodrigues
Campello de Mello e Anenio Augusto de Maga-
Ihies.
Para subdelegado e 1.' supp'ento do districto
de Haiicota, os capitSe* Jos Sil vino de Albu-
querque Haranho e Hrculaao Baadira de
Fraga.
Para subdelegado e !. soppleate do districto
de Nova Cruz o majur Frederico Marques da Costa
Soares e Saturnino Levino da Silva Luz.
Para subdelegado, 1. e 2. suppleota do dis-
tricto de Itapissuma, 03 cidadaos capito Joa-
quim Jo3 de Hedeiro3 Din'.as, Auto lio Fraacisco
de Lvra e Carlos Clemeatiao Bezsrra.
Para subdelegado do districto de Tres Lad;i
ras o ciiadao Joao Olympio de Albuquerque.
Actos da mesma jauta em 5 do corrate :
Para 03 Iugare3 de i., t. e 3." supplente do
subdelegado do i. districto de Nossa Seahora
do C de Gohauna, na ordem em que se segu
os cidadaos Tibartino Tauli de Albuquerque,
alferes Ricardo Jos da Rocha e Haaoel do -lu-
clmeato Ferreira.
Para subdlegado e 1. suppleate do 2. dis-
tricto lo O' de Goyanri 1 (daoomiaad) S. Sebas-
to de, Areias) os ciladaas Ignacio Xiviar da
Cunba Rabello e Pompeu Jacome.
Para subdelegado do i. distriets do termo de
Caruata, o r.idadSo Joaquim do Reg Birros.
Para subdelegado do districto de S. Caetaao
daRiposa (Caruar) o cidalo Jos Fraunsco de
Pontes Azevedo.
Para delegado, 1." e 2/ sapplente do termo de
Cirapot3, os cidado3 major J0S0 Manosl da
Silva Cirvalho, Aatoaio Porflrio da Silvaira e
Candido Jos da Silva.
Para subdelegado e Io supplente do i." dis-
tricto respectivo os cidadaos Feliciano Rodri-
gues Dutra e Antonio Soares da Silva.
Por actos de 4 do corrate foram aom-^ados
commissarios da guarda lo:al do muanra'o de
Timbaba ocidado Sergio Birsauulpho da Silva
Marrocos.
Para sub-commissario da guarda loe,i do mu
nicipio da Pedra o ciaado JoSo Ji Silva Cava!
cante.
Para sob commissarlo do muaicipio da Tim-
baba o cidado Pedro Gongilves de Araujo Co-
riolaoo.
Por acto de 5 do corrente foram Irasiferidos
os comm3sario3 da guarda local, teaeate Teo-
domiro Thomaz Cavalcante Pessa do mun.cipio
de Cabrob para o i Muribeca.
Para o 4 districto da 1* regio o commUsario
nomeado para o 5o districto, cidadao Patricio
Jo3 Tavares de Vasconcellos.
Por acto da mesma lata foram nomeaios o ci-
dadao Venceslao de Carvalho Paes de Andrade
comm8sario do 2 districto da i* regio da guar
da Leal, para commissano da guarda local do
municipio de Ouricury o teneoe Esnesto Correia
de Mello.
Para sub-commissario da guarda local do mu-
nicipio de Maribeca o cidado Fci.i de l,....
P.uieniel.
Para sub-commissario do muni'ipio daBarrei-
ros, o cidado Joao Vicente Marques.
Por telo da mema data toi 'oaiaa u> o eoen-
le Jlo Ribeiro Pessoa de Licerda capitao la 3a
comuaobia do corpo oolicial.
Fci uomeudo delegado do termo de Ou-k:ury
o tmente commissano E'nesto Crrela de Uello.
Foi exonerado do ca-go da promotor publico
do Ouncbry o bacharel Pedro Franca :o de Mel-
lo.
Otclom-Da secretaria do goveroo foram-
nes remetlidos para publicar os seguales ofli
cios :
A Juiia G;veraativa do Estado, de poss dos
vossos ofcioj-datados da 4 do corrate mez em
que peds que vos sejam ministradas esclarec-
meatos sobre o prisao dos pascienles Rica.-do Jo-
s Correia Lima e brancisco de Paula Mafra e
sobre a ordem ifi prisao expedida contra os pa-
cientes bacarel J.s Mara de Albuquerque Mel-
lo e coronel Francisca Goacalves Torres e d'a
qaelle e a que requesitaej a apreseaiaco dos pa-
cientes R'Cirlo Jos Correia Lima e Francisco
de Pau.a Mafra ao egregio tribunal qn dig la-
mente presids, passa a expor vos osegoiote :
Nao desconOecido a essa tribunal a mudau-
Ca poltica porque acabou de passar o governo
deste E-.taJo em virlude do movimento revoln-
ciouario de 18 do prximo passado mez de i-
zembro
Deve o mesmo tribunal saber que esta Junta
tem uma origem revolucionaria, da qual decorre
110 a idil momento poltico uma latitude de po-
deres sem a qaa! as graade3 responsabilidades
qua sodre ella pesam nao polenam habiltala
ao desernpeaho de suas ordens e espiahoaa mis-
sao.
A maniitaiieo da ordem publica impuahi-se-
he e mp-se lhe como o mais sagrado dos seus
devere ante a propria eonsciencia e princio 1
mate prante o povo que Ibe coaliou stus des-
liaos dos quae3 ttm ella o rigoroso dever de
prestar lhe as mais strictas contas.
Em taes circumslaacias para que a jun'a pu-
desse dosempeauar-se daquella3 respoasabilida-
des entre as quaes avulta a da manutengo do
ordem publica oeste Estado lhe era radtspessa-
vel tomar todas as providencias por mais ex-
traordinarias que ellas sejam.
Eutra essas providencias liguram as que se
tradnziram na prnao dos pacientes Ricardo Jos
Correia Lima e Fraocisco ae Paula Mafra e na
expedicao de ordens de prisao contra o baclia-
rel Jos Mana d Albaquer|ue Mello e o coro-
nel Francisco Goocalves Torres.
Gsses cidadaos principaes responsaveis pelo
derramameato de sangue, que teve lugar na noi-
le de 18 de Dezembro constituem ainda no meio
da notoria exacerbago de nimos dos amigos
do governo depostoe em vista das mais publicas
ameagas que por elles sao feitas contra a actual
ordem de consas creada pelo oo.ovime.ato popular
daqu.-lle dia, um grande perigo contra a ordem
publica e a garanta dos direuos desse mesmo
povo em nom-i do qual esta juata vos falla.
Do exposto evidencia se que as prises, e as
ordeas de prisao que motivaram o recurso de
Hib.'as-corpus interposto perante esse tri-
bunal em favor dos pacientes alludidos foram
revolucioaariameate decretadas p^r esta juma.
Tratas-se de um caso de salvaco publica que
em um meio revolucinirio nao pode obedecer
aos principios da le commum, aos 'nos da qual
a propria revolugo podara ser coa3idera.la um
crime. Salus populi suprema les est.
. E' verdade esse Egregio Tribunal ordem de Habaas-cor-
pus esto compromeltidos no3 acontecimentos
do da 18 como responsaveis pela pratica de cri
mes comm ios para cuja avengaacao se est
pocedendo contra elles na coaformidade da lei
commum.
Como porem o procedimeato da junta nao tem
fundamento nesse3 crimes e nao se acha coa
cluldo o inquarito a que sobre elles est proce-
dendo a auioridade policial, deixa a mesma jun
a d: satnfazer ao vosso pedido de informages
na part referente a esse ponto e a existancia
de reqai8ico da auioridade judiciaria compe-
tente para a formacaa de culpa contra os pacien-
tes de que se trata.
Profundamente convencida, pois, como se acha
esta junta de que falta a esse Egregio Tribunal
aa especie em questSo, competencia para co-
nbecer das prises eftVuuadas e por effeciuar,
deixa por isso de mandar apresentar lhe oa pa-
cientes na forma de vossa reqaisicao de 4 deste
mez.
Juizo da direito, Garanhuns 28 de. Dezembro
de 1891.
Cidadaos.Da posse de vosso olficio circular
de 18 deste mez, rico sciente de seu contedo e
aguardo voasas ordens para Qelmeate camprii-as
Saude e fralenidads.Aos Illm3. e Exms.
Srs. general Joaquim Mendes Ourique Jacques,
Dr. Ambrosio Machado da Cuoha Cavalcaate,
Dr. Jos Vi ente Heira de Vasconcellos, llus ras
membros da juata governativa do Estado.O
juiz de direito, Nil) Rodrigues de Hiranda:
Sciente desae iacto continuare! a concorrer
no3 lmites legaes de minhas attribuicOes para
que a orlem publica nao seja alterada e sejam
respeitadoi os direit03 indlviduaes.
Aos Illns. Srs. general Joaquim Mendes Ou-
rique Jacques, Dr. Ambrosio Machado e Jos
Vicente Heira de Vasconcellos, membros 4a
juna governativa do Estado.Antonio Damingoa
Pialo, juiz dos feitos da faz?a-Ja do Estado.
N. 1.Biblioiheca do Estado de Pernambuzo,
em 7 de Janeiro de 1892.
Cidado.Assumindo hoje o exercicio do car-
go de director desta biblioiheca, tenno a Ultra-
duzivel satisfaco de declarar-vos que, no des-
empenho da misio que me foi confiada, saberei
cumprir o maa dever, procu-aado imitar-vos
assim no modo pelo qual, na difficil quadra qaa
atravesramos, sabis gerir 03 negocios publico?.
Gonado plenamente que, hoje como hontem
ms encontrareis disposto a servir a patria com
abnegacj e sia:eridale reiebsl os protestos de
miaba rateira adheso.
Saule e frateraidade. Aos cidadaos geaeral
Joaquim Mea 1-3 Oar'qae JiequJ3, D-. Ambrosi
Machado ua Cuaba Civalcante, D:. Jos Vicente
Meira de Va3;omeIlo3, muitos digaos membros
da junta goveraativj de3te Ejtado.O director,
Joaqaim Thiagoda Foissca.
Estago liscal da estrada da ferro do Recife a
Olioda e Beberibe, 23 de Dezembro de 1891.
Exma. junta goveroati va do EstadoS:ieo-
tincada do conteio de voasa circular Armada a
18 do correte mez, heje recebida fago ardeotes
votos pela prosperidade deste Estado confiado
aas luzes do vosso patriotismo.
Saude e frateraidade.A mui digna junta go-
veraativa do Estado.O riscal, Demetrio Coelno.

Juizo de direito dos (ellos da fazenda.em 7 de
Janeiro de 1892.
Em oficio circular de 19 de Dezembro ultimo
e por mim recebido em 26 do mesmo mez me
foi communicado haverdes assumido a direegio
dos negocios publieos deste Estado desde a noite
de 18.
Repirtigo geral dos telegrapbos. Estaco Re-
cife, 8 de Janeiro de 1892.
Procedate de Lruarasau.
A juata governativa.Os abaixo assignalos
vos commuaica que tendo sido lapJ3ta a liten-
deacia desta vilia pelo povo foram elle.s accla-
mados para dirigir os negocios muiicipaes.
Maaoel do Nucrmeato V. Caatia, Liiz Scipio
de Albuquerque Maranbo, Freierco Marques
da Costa Soares, Mathias Francisco Jayme Gil-
vo. Tneotoaio Carneiro Tavare3 de Mello.
O toilette de Veneza E' um bello sa-
lo de cabelleireiro aroerto ra 15 de Novem-
b;o, outr'ora do Imperador, n. 63, no dia 23 de
Fevoreiro do auno passado.
Suas proprietarios penhorados pelo acolht-
meato que tem lido do nosso publico, e procu-
rando solemoisar o primeiro aoaiversario da ras-
tallago do sea e3tabei cimento artstico, tive-
ram a idea de fazel-o por meio de um brinde aos
seus freguezes, coasisteate em ama abotoadura
de peito e puahos e n'un alfioeie de grvala, de
bello lavor arlistici e trabalhados em ouro com
esmalte e pe iras preJiosas.
i'ara realisago da idea escolheram a forma de
lotera, emittiado coupoas de distiacgio gratuita
aos seus freguezes e iigados a ultm 1 lotera do
Uaranho que se extrihlr antes do fin do mes
de Fevereiro prximo.
Os referidos objectos constituem doas premios,
e correspondem ao primeiro e ao immediato da-
qnella lotera; e o freguez que possuir o con-
pon do numero dos mencionados premios, tem e
direito de haver o objecto que representa a cada
nm na lotera do brinde.
t' urna festa original, i. qaal gentilmente nos
assoejaram os referidos proprietarios, offertan-
do nos alguas coupoo3.
Vixiiancia -De volta do sul, dev ease va-
por locar nesle porto it o da 16 do correte.
Juizo do paz il-sta rreguexia da
*anii autoii Nj exercicio desse juizado,
0 Sr. major Aotonio Macario de Assis d audien-
cia Ua tergas e s.'x'.as fairas. pelas 2 horas da
tarde, aa sala das audiencias.
FluanceProcedeate o norte tocar n
porto dasta cidade o vapor americano Finan-
cj at o dia 20 do correata
Preaitienda da Uelaco-Em sessao
de hontem procedeu-fe nesse tribunal, nos fer-
ennos do decreto de 20 de Fevereiro de 1890, a
niaigo do respectivo presidente, sendo eleito e
Sr. desembarador Ger\aio Campello Pires Fer-
reira.
O eleito prestos logo o competente juramento,
e em seguida tomou posse do corgo.
usbeax orpui -Em deciso da que re-
quereram og Srs. majares Ricardo Jos1 Correia
Lima e Francisco de Paula Mafra, foi coocedlda
em iesso des hoalem de Tribunal da Relago a
soltura dos mesmos majores, por 4 votos contra
1 -u.t oomero.
as masmas condijies e sesa coacedeu-se a
ordem preventiva solicitada pelos Srs. coronel
Jos Mariade Alouquerque Mello e teaeate coro-
nel Francisco Goagalves Torres.
ervleo militarHoje superior de dia
o Sr. capito Xavier, efaz a roadi de visita
um subalterno do 14* bitalhn.
O 2* batalh&o de infaataria dar a guarnigo
da cidade, excepto a guarda do Thesouro, que
ser dada pela polica.
Uniforme n. 1.
s?alleclaieato-No dia.21 ls mez passade
fallecen na villa de Afogados de Iigazeira o
commis3ario da palicia Jos Maieus'Coimbra
Campos.
H>uem bemquiito na localidade. o seu falle-
cimanlo foi muito sentido all.
Ao seu enterrameato compareceu graade au-
mero de pessoas de todas a3 ca-:-! sociaes.
Deixa viuva e tres filaos.
An Diario -Da acre litada fundigio de typos
e eleclroiypoi Mac Reliar, Smris aa! Jordad
]ompaay, da Paila-lelpbia, rebebemos um mi-
moso annuario para o aano de 189, caj genti-
leza da cHarta agradecemos.
Casamento civil Foram affixados no
dia 7 do corrente editaes de proclamas de casa-
mento dos seguintes cootraheate3, no segundo
districto :
Segundos proclamas -Hearique Jos de Barros
com D. Honorina Mara Cavalcante, moradores
na freguezia da Boa-Vista.
Maaoel Sorges de Medeiro3 com D. Cecilia
Ferreira da Cuaha, moradores aa freguezia da
Boa-Vista.
Tbiago da Foaseca-A respeito deste
aosso amigo e companheiro de trabalhos, qne
ac ba de ver justamente galbardoados 03 seus
merecimentos, eis como se exprimiram os nos-
sos collega3 do Jornal do Recife e da (lazeta da
Tari* :
O Jornal:
* Justa uomego Por acto da juata goveroa-
tiva de hontem foi prvido ao ca-go de director
da Biblioiheca do Estalo o nosso amigo e cclle-
ga do Diario de Pernambuco, D\ Jot'iaim TLiage
da Fonseca.
latelligente e perseverante, o nomeado, esta-
mos certos, dea: ap;::har com vantagem o cargo
que se Ibe coaliou.
Este faci, alm de ianameros outros que diaa
dia se reproduzem, attesta eloqucntemente o cri-
terio com que a junta goveraativa tem pautado
suas deliberagOes administrativas.
A Gazeta:
Tuiago da Foaseca.Acaba de ser nomeado
para o logar de director da Bibliotheca do Estado
este nosso amigo.
E' ju-iaanoineaco, tanto mais quando,o Thia-
go um mogo esforgado.
Conbecemol o de longa data. Vimol o prepa-
ratoriano; vimol-o estreiando se as lettras, te-
mol o acompaabado sempre e sempre, e adia-
mos justissima a nomeago.
O Tniago acceite nm abraco. >
Faare SllcalajrTem hojj lugar o ultimo
espectculo desse celebre illusionista, cujoj tra-
balhos por sua excellencia de execuco tem en-
cantado ao nosso publico, que as precedentes
sessOes tem accorrido ao Santa Isabel para apre-
cia! 08.
E'ejteespectculo en beneficio das ialeres-
santes e merecidamente applaudidas sigaoritas
Il03iaa e Paula; e pelo duplo carcter de bene-
ficio e encerr da estago, acha se orgaaisado e
seu programma do modo mais attraheate, com-
preheadendo as ultimas creages da mgica ele-
gante e do hypnotismo, o magnifico sylphorama
universal, a viagem atravez do mnndo e das ma-
ravilbas a outras pegas de effaito.
E' com certera urna bella despedida ao publico
pernambucaco, qua por sen turno nao faltar&o
gentileza das beneficiadas e ao cavalheirismo de
Dr. Nicolay.
Parabrna Temos noticias desse Estado
at 5 do corrate.
Fallecer a uma ayocope carliaca o 2* escri-
pturario da Alfandega Aatoaio Secnndino d'Oli-
vera.
Consta va a nomeaco do major Hatbias da Ga-
ma para commaadaote do corpo de polica.
Sobre a deposico do vice-governa4o desem-
bargador Manoel de Fonseca Xavier de Andrade
que aasumira a edministrago s 3 horas da-
tarde do dia 31 de Dezembro, diz o Estado da
Parakyba:
A's 9 1/2 horas da noite (31) apreseatou-ae
no palacio do governo urna commiasao composta
do coronel Claudio do Amaral Savaget, comman-
dante do 27 batalhSo deiafagtaria, Drs. Antonio
'^"rreir Bailar, TranquilinoLeito, Joaquim Mo*
i



.

.

"

L
5"


m
Diario de Pernambuco Sabbado 9 de Janeiro de 1892
3





reir Lima, Manoel Carlos de Gouveia e Augus-
to Ferreira Bailar. Gomo chele e relator da com-
atiMio apresentou-ae o Sr. orjael Savagel qaa
aingijjj 3i ao vi ce gaveraado.** apresentou loe
aa telegann di fioe-p.-aUlaaie da Ripublica
Mienta mu oaia qa-a -par um tele^ram-
oh 4'aqit dir>ilo aoji-ailO Tempo couava
estar q se dauloiuste Saudo rapres lias e per-
segmc'j coa'.ra os autores e conparaas da re-
Tpltijaj daJ7da Dazenoro, qua a populado
^eatava iodigaada contra assas violaacias e que
sa ara* exactoa va*** fistos o Sr. coronel ioter-
viesse pirante o gjverador para que a ordem
id maaiiJa.
Dijse mail o Sr. coronel qua 03 ctdadaDS que
o acampiauaram rep.-esan'avam umi coinmia
saa popular qua exigii a dapDsici) do governa
dar, qna o eu bi'.a hlo eslava justameole indi
gna'do com eates actos de violeacia, de Borle que
elle nao poderla coatei-o acootinuarem as con-
asa por esse modo.
O rice- overuador re3poadeu que leudo as-
gunido a adininistrac&o lia poucas hars nao Iha
oaslava |M tivease se pracaio iojuatigi e
violencias coitra quea quer que fosse, u5a tea
doainia apoareaiio niuuem me pe liase ga
rantias ouaa queixaase deqialqier vexame e
peraeguico que Ibe tiveaso sido movida e nos
lermo3 da Constituico reqaisitava do Sr. com-
miniante do oatalno o ap.'ia da torga publica
para mia'.er a orJen.
O Sr. caronal Savagat re3pondeu que eslava
(liapo3to a prestar o luxilio exigidamas que
aio aahUse prla raa a praticar disturbios e dis-
parar Uros, o seu batalbio nao Bcaria inactivo e
accorreria em djfesa do povo coutra o governo
que coaculcava as-suas liberdades,nato ler
ordeui segundo o trlegramma exhibido para
Minie." a orden.
O vice-governador objecton que respoasabili
sava se e da va a sua palavra de honra qae De-
shar coaQicto baveria uaa vei qua Ibe fosse
prestado o auxilio pediJo para maoler a ordem.
O Sr. coronel respoQdeu que a sua missao era
mantel a e per isso vinha representando a com-
missao popular,mas qae si o povo, cuja teoso
de animo era extraordinaria pela mdispoaico
da que M chava poseuido, sabisse para a p-aca
publica e estataelecessa conflicto, o seu batalbio
aahiria em defesa do povo para manter a ordem.
Por mais razes e coasi leracOes que o vice-
gevernador adduzisse para convencer o 8r. co
pqael de que n-nhum receio bavia d co-.flicto e
que te repopsabilisava pala ordem lodo fui bal
dado, firmndose em que o Sr. coronel na by
potaese do povo apresentar-se exigindo a depo-
sico do governo e que nesse caso a uaica solo
gao para garantir a tranquillidade pablica era c
vice-governador resignar o cargo.
Elle declarou pereroptoriamente que de modo
aeob-um resignara o cargo de que tora investido
pela vontade do povo parabjbano, e que so Ih
escapara o poder das mos no ca30 de Ihe ser
negado o apoio legal da forc publica.
O Sr. coronel respondeu que a commisso que
o acoaapaobava represenlava o povo, que este
exiga a deposigao do governaior e que por con-
seguate em nome do povo urna junta governa
tva composta do coronel Claudio o Amaral Sa-
vaget, comooaodante do 27 bataloo, Drs. Euge-
nio To3cano de Brilo e Joaquim Fernandes de
Carvalho declarava deposto o i. vice govurna-
dor desemoargador Manoel da Fonseca Xavier
de Andrade e assnmia a aJministraco do Es
tajo.
Aoles deste final appesntou-se cm palacio o
cadete sargento Brayaer e aisse ao Sr. coronel
que o Sr. capi'.ao ajudanie mandava participar
qae o baialhao estava formado as ordena do Sr.
eommandaoie.
Este disse que all n'io havia n?cesstdade de
torga, asseveraudo peranle tolos os cidados
que neuhuma ordem linba dado para formar o
batalbo. o que tjslicou o Sr. cadete sarg>.-n o
Br.yoer .
Jio mesmo jornal i se o aegointe :
c Com grande pasmo de toda a popullo
de3ta lade, dos qu foram coaiparaas e espe
cladare* da scena representada em palacio na
oouie de 31 de Dezenbro a junta governativa
que se apo3sou legalmenie do governo do Es-
tado oas communicages ofhciaes que esta fi-
zeado diz ler sido deposto o gjveraador Veoan-
cio eiva, quanJo a verdade nica verdadeira
que todos presenciaran! o que ningu^m onsar
contestar fe i a impasigSo e otimagao feita ao 1
vice governador em exercicio desembargador
Manoel da Foaseca Xavier de Andrade que com
toda a bombriedade, eoergia e civismo que o ca-
racterisam defendeu o posto que Ibe tinba sido
conferido pelo povo parahybano, appellaodo de
balde para quem tinba o dever de maoti-r o
principio da autondade constituida, obeJecenlo
ao qut' impde a Coostituigao da Repblica.
Qual o fim de querer se desvirtuar a verdade
parecendo fugir-se responaabilidade directa
u'aquelles fact03 ? Qual o nm ?
AHtnln;io-Na logar Campias parten-
cente Victoria, foi assassinado a tarde de 5 do
corrente Severo Joa^ de Saot'Anoa, recebendo
dua3 faca jas que lhe foram vibradas por Xiguel
Leandro.
Eate fji preso felismeu'.e.
Ouiru -N da 6 do corrente pela manbS, no
io,>ar Espioho Preto do Limoiro. foi mono Joo
Taodoro Pei a um tiro da revolver, qae Ibe
desfecbou iraigoeiramente o proprio cunbado de
de nome Manoel Travassos de Arrud, que lo-
grou evadir se.
Salcldie-Antebontem. no eagenho Cotizy.
em urna das dep ndencias da casa da vivenda.
ma'ou se dando um lalbo de na vaina do paseos-
so Manoel de tal, que no dia anterior liaba che-
gado aquelle engenho a procura de sitio para
trabalhar.
iraade L.uleri do Estado Essa lote-
ra cujo premio maior de 00:00000, extra-
De-ae boje a 1 hora da tarde.
J aervlgo da extraego realisa-fe no theatro
Saato Antonio, cuja entrada franqueada ao pu-
blico para preseocear o mesmo servigo.
i.y<-it de Arte* e oiliclo -Amanbaa
SoctedaJe d03 Ar islas Mecbanicos e Liberaes
celeora a feeta do 50anniversano da sua iaslal-
lago e 1 Io do Lyceu de Artes e Offiaios.
A's 11 horas da manbS proceder-se ha a ben-
rjb9 3j-mae do uovo estandarte da pociedade,
com Majaseada doa respeciivoa paranympos, of-
ticiando o Revm. Sr. vlgario Francieco Joaquim
da Sil*a-
Em seguida comegar a celebragao de orna
missa en honra 4 padroeira do estabelecimen'O;
e dapoia entrar a sessao litlerariajSendo ora-
dores ofil:iaes, por parte da socOTade, o Sr.
professor Cyrillo Augusto da Silva Santiago, e
por parte do corpo docente do Lyceu, o Sr. Dr.
Laareuoo Moreira de Axevedo, estrean lo aessa
solemnidade a b?.nda do Lyceu, sob a regencia
do respectivo professor o Sr. Faustino dos San
los Costa.
O salao de honra e todo o edificio acham-s?
decorados primorosameute.
O acto comegar a ebegada da Exm >. junta do
govarno, e paranympbos do estandarte.
* A sociediie tem dirigido grande numero de
convites, ao corpo consolar, imprensa, fcorpora-
go e pessoas gradas, da quem espera a honra
do comparecimenlo a sua festa.
Casamento civilNo dia 5 do correte
foi lido no juizo de direito de casameotos da 1.a
vara o seguinte proclama :
Segundo
De Jos da Hora Beda com Julia Leopol lina
de Arauja solteiros, residentes a freguesia de
S. Jos.
No da 8 do ce*nte :
Prime i ros
De Manoel Riheirode Mello com Lenidas do
Espirito Santo, tolteiros e residentes a fregoezia
de Affogados.
Dj Angosto Gaag-lves da Silva com Felippa
Gongslves de Freitas. Elle, vno. ella, solteira;
residentes fregueiia de Santo An'onio.
ciut Ufpubiirano da TorreEase
Club reone-se no dia 10 do crreme em ana
sede s 11 horas do da aflu de dar posie a sua
directora e tratar de assumptos de in'eresse do
nfpsmo Club.
vapor Tomar -Por telgrarfma recebido
pela apnela da real mala diz que esse vapor
devia Mbi: no da 8 do poto da Babia, s 4 ao
ras da tarde.
Iniiu Typaarraplilca Pernamba
canaAmauba, pelas 10 1/2 horas do da, reo-
nem se. em sessao ordinaria, os mambros desia
associaQao.
A sede no 1. andar do predio n. 88 da roa
Marcil;o.Dia3.
Juico de pasO cidado Francisco Goo-
calvts de Siqaei-a, joiz de pa de Tegipi, dar
suas audiencias em todas as quintas feras, a 4
horas d tarde, na casa n. 27 e despachar on-
de fr encoottado.
asaco do atraall-Eat pagando o 76 di-
videndo de suas acgOes integra'isadas e o 8*
daqaellas que realizaran) simplesmenti 50 "/ do
respectivo capital.
Correa pondem esees dividendos ac segando
semestre do sano fiado, sendo o primeiro ca ra-
zio de 20*000 e o segundo na de lU'HX.
0 pagamento ellectuase no esenptorio dos
Srs. Perelra Carneiro & C.
0. SalvadorEeae vapor oacicnal te:do
baotem sahido de Macei, amaabecer oeste
porto e amanh proseguir sua viagem para o
norte.
napeciorla do *.' diatricio naarl-
tloao -Recife. 7 de Janeiro de 1892.
Boletim meteorolgico
aa -3 i i
Horas Barmetro a O Tenso do vapor a 1
9
6 m. 7,l 759-10 19.17 70
9 27,1 739-60 19 54 71
12 28 8 759-01 19,74 67
3 1. 28,8 757-43 19.25 66
0 28*3 758-09 21,04 74
Tempera.ura mxima iO,*UO.
Dita mi drna26,*75.
Evaporago em 2 horas : ao sol6,-7; a
sombra5-1.
.huva-0,-2. J _
Direcgao do v^nto : Ecom ioterrupgoes deESt,
e ENE de aseia noite at 7 horas e 4) minutos
da manir ; vanavel de SE a ENE at oaeia noite.
Velocidade media do venlo : 4,'8i> por se-
gundo.
Nebulosidade media : 0.-40.
Boletn do porto
fu? x A J3 Das Horas Altura
B. M. P. M. B. M. P. M. 7 7 7 8 de Janeiro > 1049 da manaa 500 da larde 11-06 522 da tnanhS 1-94 0-68 1-00 0-38
raasagetroa-Cbvgiiaoa au di na vapor
americaao Alhanra:
Laooel F. da Cunta Salazar.
Sabidos para o norte do meamo vipor:
Adolpho Leonardo, Jactb Hat, Ro3a Portella,
Wat ler C. Greig, Antonia Teixelra, Peer LoDg-
vvadt; G-orge W. M3on e sua senhora.
L.tMldeaEffectuar-se-nao os seiictates :
Hoje:
Pelo agenta Silveira, a 11 horas, ra Im pe-
rial n. 147, da armago e utenclios da padaria
ahi existente.
Segunda ft-ira :
Pelo asente Gusmo, s II horas, ra Mr-
quez de Olinda n. 48, de 4d caixas cem batatas
e io pegas de chita estragadas pelo copim.
unta* runebreaSerao calebrauai
Segunda feira :
A's 8 horas, na matriz do Corpo Santo, pila
alma de Manoel Zaluzard Schiappe; al 8 horas,
oa igreja da Soledade.
Cao de aeiea^oSovimeato dos pre-
io8 da Casa da Detengo do Recife, K3tado de
Pernambuco, em 7 de Janeiro de 1892
Existiam 367, entrn 19, sabiram 7. ex!s-
'e- 379
A saber :
Nacionaes 346, malherea 11, estrangeiros 22.
-Total 37*.
Arragoados 295.
Boa? 275.
Coentes 10.
Loncos 7.
LOUC83 3.
- Totai 295
Movimento da enfermara.
Foram visitados 03 presoa deate cstabeleci-
memo por 120 pessoas, s-indo homens $0, e mu-
Iheres 60.
Hoopital Pedro II -U movionnto deste
eslabelecimento de caridade, do dia 7 de Ja-
neiro, foi o seguinte :
Existiam 573
Entraram 11
-----587
Sabiram 17
Falleceram 0
Existem 3*0
-----567
Foram v sitadas a3 enfermeras peles seguio
tea Ors. :
Mosco3o eotron a 8 horas da manha e sa-
bio s 9.
Pontual entrn s 8 da manh e salr.o s
8 i ,'2.
Sim5?3 Barbosa enirou s 11 da manha e
sahio s 11 1/1.
Silva FerrPira entrou s 10 1/2 da minb e sa-
hio 3 11 1/2.
Mavignier entrou s 9 i/4 da manha e sabio
s 10 12.
Fernandes Barros entren s 9 1/2 la manha
sahio a 10 1,2.
rnaMa Marqnes entrou s 9 l/i da manta
e sahio 4s 111/2.
Bastos de Oliveira entrou s 101/4 da manha
e sabio s 11. ,
Andrade Lima entrou s 9 1/4 da minh e sa-
hio s 10 1/2.
Joaquim Felippe entrou s 91/4 da manba e
sabio s.10.
Pbarmaceotico entrou ?a 8 1/2 da mmba e sa
olo s 3 horaa da tarde.
Lotera do Eatado do trai Para
A14"8ene da 47" lotera Ideste Estado cuj o
premio grande de 250:000*000, ser extrabiaa
no dia 9 de Janeiro (sabbado).
' Lelerla do MaraubaoA II* sene d
17* lotera deste EaUdo, cujo premio grande
de 300:quarrl00, ser exlrahida no dia 13 da
Janeiro (quarta feira).
Cemlterio PublicoObituario do da 7
da Janeiro :
Lourengo Pezerra C C, Pernambuco, /3 an
no3, casado, Poco, leao cardiaca.
Ailonia, Pernambuco, 5 aanoa, S J.>;ca-
tharro cuffcante.
Luiz,Pernambuco, 12boraa, S. Jos; fraqueza
ccn Manoel Alfredo, Peraambuc\ 2 a>e;ea, Santo
Antonio; ^yphiles.
Auna, Pernambuco, 11 meze3, Boa Vala; en-
tente.
comunicado:!
OdUticrsodo Dr. fos Mariau"
no
(Notos para a historia da revoluto ele 18
de Dezembro
III
Estacionada em frente ao pago da Intendencia
Municipal a multidS:, delirante eanciosa. aguar
dava a reeposta que lhe devia ser dala pelo Sr,
DT. Epaminondas Correa (ex-Baro da Conten-
das.)
Vivas enihusiasticos e calorosos eram ergu
do3 nova ordem de cousas, junta acclamada,
ao bravo coronel Cttnara, ao Dr. M ir los Jnior,
ao teneu:e Domingos Leite e a outros cidados
que faram os benemritos cheles deasa cruzad?
generosa que redimi a Patria.
Reuoiotoda legal, operando paciHcameole
dentro das garantas que a constiiuigSo cfferece,
ella aio poda ser motivo para as medidas que
desde logo comegiram a ser tomada pelo Sr.
Jos Mara e pelos que assumiram .a >tapreitada
le oppor-se vontade popular.
De3S multido, que represemava o desejo
veheaieo do lado peraambacano f tziam parte
os cidados mals respeitavsia de nossa soeieda
de
Nos lembrjmo3 que l se achavam alm de
oatros o cidados Dr. Ambrosio Machado, Dr.
ioSo de Oliveira, Visconde de G oa r rapes, coro -
uelSebastio do Reg Barros, corone 1 Sebastio
Alves, Dr. Ferreira| Guimaraes.'.Dr. Guedes Pe
reir, Dr. Tniago da Fonaeca, coronel Manoel
de Soun Lefto, Dr. Joo Braudo^Eurica Wl-
truvio Pinto Bandeira, Francisco Moreira Das,
Soarse Quintas, Marliniaao i Veras, Tbom Gib-
son e outro.
Acbavam-8e perianto essea deetemidos pa-
trilas no uso de direitos inviolavoia, quaado
um troco ae cavallarianos atacon os, procuran-
do dissolver a reunio aem que bouveasem pre-
cedido as intimages legres.
Repellidos pela energa e coragem da mulli-
do briosa, os cavallarianos deram um assalto
e.-pada, sendo alcangados diversos cidados
que cablram e que quasi iam sendo viatimas do
see deoodo e de sua coragsm, quando um do
grupo, no intertsse da sua conservago doa seua
compauhei;o8 desfecbou um tiro.
Natural e lgica foi essa defeza, desde que a
copa da polica, comprindo as negras e afames
ordens do Sr. Joe Mara, que nesse ponto rece-
oa inaiDuagoe3 do seu chele na capital federa
o Sr. Jos Marianno, fera a primeira a querer
converter em um rio de aangue o local oade se
acbava a muitido popular.

Terrivel, ttrica, sinistra, foi a scena que se
ssguio, pois a polica, entrincheirada iiO pago
do Senado e collocada e em f ente ao palacio do
governo dtu duas descargas sobre a povo
B utssa lgubre emergencia o que devia fazer
a nobre, a briosa guarnigo desle Estado ?
Deixar que por mais tempo estivessem entre-
gues furia da polica e doa capangas os dis-
tingas pa.rio'.aa que pugnando por urna causa
oobra e dlgoa davam mostras da energa e de
prudencia ?
Nao!
Ao fogo intenso da polica, a guarnigo res
pondea dando algumas dscargaa.
Oa iatuca da torga militar foram ordeas,
porque, se nSo, a carneficina seria grande.
A guarnigo e quiz defender o povo, tanto
que o fogo sustentado por ellno foi geral, mas
por coropanbia, tendo bavido muitas que nSo
aliraram e outras que Hzeram fogo para o ar.
Ao paseo que falleceram 6 pragas de lioha e 2
populares, da torga de polica falleceram apenas
3 pragas I...
A' linguagem desses algarismos, conforme ae
verifica Da parte diaria do Cemilerio, rublicada
nos joroae desta capital, /alia mais eloqceote
mente do que quaesquer outros argumentos.
E' agora eccasio de se rememorar a valente
e digna corporsgo prestada pelo bravo general
Ouriqae Jacques, pelo brioso corooel Cmara, a
quem os peraambucanoa devem ser eternamen
te gratos, pelo digno major Meirelles, pelo infa
ligavel e distiaclo tenenle Dr. Domingos I^ite,
pelo inlrepido capito Pedro AlexanJrino, pelo
joven e destemido tenente Austreliano e emlim
por toda a patritica guarnigo desde o offcial
mais graduado at a simples praga de pret, a
todos oa qcaes devemos o reatabelecimento da
ordem e da legalidade, defendendo o povo do
ataque inslito o que foi victima por parle dos
sicarioa armados pelo bravo coronel Jos6 Maria,
que tugio do momento em que o seu dever era
ti ja- a3sislindo os feitos da gentes a quem S. S.
acon&eltuu o massacre dos republicanos.
(Continua).
beiro Viaooa, Francisco Luiz e Costa R beiro, 03
qnaes dest'arte se mostraram conhecedores da
fanscedencia do actual momento poltico.
A'Junta que representa, nao a vontade de al
gumas peasoas, mas o deaejo vehemente de todo
o povo pern&mbucano, a quem ella tem de pre
star contas, Junta Governativa, diziamoa, com-
pete manter inalteraveia oa grandes principios
de que guarda, oppondo deciso injuridica
do Tribunal da Relagio o teto da reprovago po
pular, qae, deaejando a tranquillidade publica
presta Junta o mais decidido e o maia franco
apoio.
Ilabeas corpus
Em sua ces;io de licntem elTectnada o Tribu-
cal da Relago do Recito ioncdeu as ordena de
habeos corpus impetradas em favor doa majores
Paula M-fra e Ricardo Lima, bacharel Jos Ma
ria de Albuquerque Mello e Fraiciico Goagalve3
Torres.
Coutra a expectativa geral, justificada alias
pelo resultado da votago que e pelo voto de
Minerva foi favoravel a referidas peticoes. foi
decio do Tribunal da Relago veio ferir prin-
cipios, cuja comprebenso nao devia ler escapa-
do a orna corparago lo importante.
Assumiodo o poder em virtude de urna revo-
lugo popular, que represenlava a inaugurag5o
de um regime novo, Junta acclamada na noute
de 18de Dezembro para restabelecer ueste Esta
do o dominio da legalidade linba necessidade de
poderes especiaea para conseguir a reallaigo
do tim visado.
Producto de urna revolugo que nem por si r
legalista deixa de revesllr-se de um carcter ex-
cepcional, adaptado s circumetancias, a Jnnta
licha necessidade de revestir-se de direitos ex-
cepcionaes atim de solver aa grandes responsa-
bilidades que pesam sobre seua hombres.
Enem poda deixar de gyrar em urna espbe-
ra superior a orbi'.a de poderes da Junta Gover-
nativa a qual iem o dever de garantir oa desli-
os do povo qua Ibe ecutiou a defeza de seus
direitos.
O desempenho desaea deverea traz, concomit-
lanlemente, a necessidade daadopso de provi-
dencias extraordinarias que tragam a grantia
da ordem a da tranqailtidade.
Entre tasas medidas de carcter reconhecida
e eminentemente poltico, ligsram as priedes dos
referidos cidados, que, alm de principies res-
poneaveia pelo derramamento de sanguer-occor-
rido em 18 do correte, sao presosespeclaes que
fogem algada dos poderes communa.
Perfeito caso de salvagSo publica, imposto pela
urgencia da situago, a priado doa cidados su-
pramencionados independe das formalidades re-
queridas para os processoa communa e nao est
8DJelta censura do Tribunal, que devia saber
perfeitamea'.e que o caso foge sua competea-
cia.
Com precedentes na historia poltica doa lem-
pos actuaea aa prisoas polticas nao podem ser
apreciadas pelos Tribuoaes J.diciarioa, como
alie, j o reeolveu o Supremo Tribunal, quando
a favor do eouselheiro Silveira Martins foi re-
querida ordem idntica.
Os 4 deeembargdorea, que, igualmente soli-
darios com o estado de coosas derrocado do dia
18 do correte, flngiram desconheeer a verdade
e a justlga, mostraramae parciaes, revelando
intuitos anarchiealores.
O Tribunal, a proceder com correcgo devia
declarar-se incempeteote, ceo anteriormente
j o havia feito o Supremo Tribunal, em cajos
membros ento com JSsento nesea corporago,
nloguem podia desconbecer illuatrago, altivez e
pattietianao.
Foi portaoto incorrecto o procedimento dos 4
dasembargadorea que se declararam favoraveis
a peticoes de habeos oorpns.
Contra a concesso deasaa ordena se pronoo-
caram os desembargaderes Pires Ferreka, Ri-
CHRONICA IBICIARIA
i'rlbHaal da Relami
SESSAO ORDINARIA BU 8 DE JANEIRO
DE 1C 92
PRESIDEKCIA DO CIDADAO DBSEUBABQADOR
PIBBS FKRIEIBA
Secrttari, o cidado Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costme, presentes os cidad3;s
desembargadores em numero legal, foi aberta a
aesso depois de lida e approvada a acta da an-
tecedente.
Em eb8ervancia ao decreto de 20 de Fsverei
ro de 1890, procedeu-se a elelgao para preai
dente ao Tribunal tendo oblido oa desembarga
doras Pires Ferreira 7 votos, Costa Ribeiro 1 e
Tcixeira de S 1, sendo, perianto, eleiio o S.\
desembargador Gervasio Campello Pires Ferrei-
ra, que logo prestou juramento a assumio o
cargo.
Distribuidos e pessados oa feitoa deram-se
03 eeguintes
J LOA VENTOS
Uabeas-corpus
Pacientes:
Ricardo Ccrreia Lima e Fancisco de Paula
Mafra.Mandn e soltar oa pacientes, contra os
votos dos desembargadores Presidente, Francis-
co Luiz, Costa Ribeiro e Ribeiro Vianna.
Coronel Joe Maria de Albuquerqae Ml!o e
teneole-coronel Francisco Gongalves Turres.
Concedou-se a otem prevenliva, contra os mea
mos votos.
Joo Jos de Lemos.Pediram-se novas iofor
magOes ao commandante do 2* diatr icio militar.
Manoel Brrelo de Sai.t'Anna. Prejudicado.
Recuraos crime8
D Timbabi Recorrente o juizo, recorrido
Serafim Francisco^da S.lva. Relator o desem-
bargador Costa Miranda Negou-se provimento.
unnimemente.
De S. LourengoRecorrente Maaoel de Sooza
Barbos i, recorrido o juizo Re ator o deseos
bargaaor Martins Pereira- Neson-se provimen
to, unnimemente.
Da RecifeRecorrente o juizo recorrido Jco
Pacheco de Medeiros. Relator o desembarga-
dor Teixeira de S.Ficou adiado.
PASSAQKHS
Do desembargador Pires Gongalve3 ao desero
bargador Cesta Miranda :
Appellagao cummercial
De Palmares Appellante capito Domingos
Marques UeFreilas, uppellado Severioo Saraiva
de Andrade.
O desembargador Pires Gongalves, como pro-
motor da ju.-liga, deu parecer noa seguales fei
tos :
AppellagOes crimes
De Caroai Appellantes o promotor publico
e Jerouymo Jos dos Santos, appelladoa Joaquim
Cavalcanie de Albuquerque e a justiga.
Do Cabo Appellante Joo Hygino de Scuza,
appellada a justiga.
De S. Benio Appellante o juizo, appellados
Pedro Dmbelir.o de Andrade e outros.
Do Recife .Appellante o juiz de direito, ap-
pellado Pedro Ivencio Diaa Cabral.
De AlagasAppellanles Honorato Rodrigues
da Silva e outro, appeliada a justiga.
De Aguas BellasAppellante Ignacio de Bar-
ros Wanderley, appeliada a justiga.
De Bom CoiiseihoAppellante o promotor pu
blico, appellado Antonio Cordeiro de Franga.
De Amaragy Appellante Antonio Jos dos
Santos, appeliada a justiga.
Da Amaragy Appellante Manoel Benedicto
doa Santos, appeliada a justiga.
Appellagao civel
De SerinbemAppellante Joe liernardino de
Bourbon Arantes, appellado Joo da Cucha
Waoderity.
Do desembargador Co8ta Miranda as deseen
bargador Martina Pereira :
Appellagao crime
Do Rec.fe Appellante Francia:o Lopea Ma
chado, appeliada a justiga.
DILIGKSCIA
Com vista ao des.embareador promotor da jus-
tiga :
Appellagao crime
De Olinda Appellante o prornolor publico,
appellado Jos Eslevo Feltosa.
Encerru se a ses.co 1 hora e 45 minutos da
tarde.
SPORT
Derby Club de Pernambuco
Amacha' realisa a sua primeira eorrida
o prado da Estancia.
Damos os no-sos palpite.
I* pareo(Jampones,\Singap:r3 e Ca-
rauna.
2- pareo Ida, Rota Branca e Dspota.
3' pareoNapolitano, Torpedo e Si
rco.
4' parao Facei a, Favorita o Tee
brosa.
5- pareo -Talispher, PlutSo e Potos.
6- pareoGipsy, Vesper e Rapid.
7- pareoFlautista, ida o Ally Stoper.
8- pareoHercules, AH7 Boy e Tupy2.

llippodrouio do Campo Grande
9 Igualmente d amanta! esse prado a ana
12.a corrida.
Para e la sSo nos sos palpitea :
1- pareoRio da Prata, Pouillac e Fan
tina.
2- pareoFaceira, Attila e Piramon.
3- pareoCanby, Qerfaut e Mouro.
4- pareoVingador, Bonaparte e Galn.
5' parooVivsa, Sans-Souci e Thisbe-
6" pareoTheresopolia, Granada e Gal-
lileu.
7- pareo Malange, Tudo- o Miraate.
PIIBLICACOUS A PEDIDO
Ben No domingo a 11 horaa da manhl ter
lugar no salSo de honra do Lyceu de
Artes e Offlcioe, a bensSo aolemne do
novo estandarte da Soctedade dos Artista
MechanicoB e Liberaes, officiando o Rvdm
Sr. Vigario Francisco Joaqnim da filva.
O estandarte u ma pe$a prifflosa e foi
confeccionado na casa Bon March de
Pars ; E' \>do de seda frajado de auto,
com cordoes e borlas tambem de ouro e
consta de um paralellc gra^o c^rmesim, com
ura loaango azul celaste, no qual se os-
tentam as armas da sociedad^, compostas
de um compaaso aborto sobre urna es-
quadfia bordada a ouro dnniro de um cir-
calo foimado de-des estrellas de prata.
Para a solemnidade religiosa da benoo
do estandarte que proceder a sessao so-
lemne commeraorativa do 50 annivaraaTio
da in8tallarjlo dn Sociedade, foram eleitos
paranymphoe oa IIIom. Sm.
General Joaquim Mendd Oar'que Jac-
ques.
Dr. Jos Vicente Meira de Vdsconcellos.
Dr. Ambrosio Machado da Cunba Cav^l-
cante.
Deaembargador Jos Antonio Correa da
Silva.
Dr. Joaquim Tavares de Mello Bar-
retto.
Barita de Seuza LeSo.
Dr. Olegario Herculano da Silveira Pinto.
Commendador Joa Maria de Andrade.
Coronel Augusto ctaviano de Sonsa.
Dr. Jos Isidoro Martina Jnior.
Commendador Jos Adolpho Rodrigues
Lima.
Commendador Luiz Jos da Silva Guima-
riba,
Commendador Adolpho Pereira Carneiro.
Dr. Manoel Pinto Dmaso.
Commendador Antonia Gomes de Miran-
da Leal.
Dr. Praxede8 Gomes de Souza Pitanga.-"
Visconde da Silva Loyo.
Commendador Manoal Jo.lo de Amorim.
Uummcndador Joao Fercandes Lopea.
Commendador Rogoberto Barbosa da
Silva.
Major Luiz Augusto Coelho Cintra.
Cap'.tito Dr. Domingos Alves Leite.
Dr. Antonio Domingos Pinto.
Commendador Miguel Jos Alves.
Coronel Francisco Pedro Bonlitreau.
Paranympbaa as Exmaa. Sras :
D. Maria, 1 spoaa do Dr. Manel de S
Barretto Sampaio.
D. Veturia, hlha do Sr. Coronel Teixeira
Jnior.
D. Elisa, esposa do Dr. Manoel Rodri-
gues Vianna.
D. Lepoldina, espesa do Sr. Coronel
Corbiniano de Aquino Fonaeca.
D. Maria Al ice, hlha do commendador
Jo2o Jos de Amorim.
D. Marianna, esposa do Commendador
Jote Joao de Amorim.
D. Laura, flha doaCommendador Manoel
Jos da Silva GuimarSes.
O. Adelaide, es josa do Dr. Francisco
Pereira da Silva.
D. Maria Clementina, esposa do Sr. Gau-
dino Ernesto deMedeiros.
D Maria Eugenia, esposa da Sr. Joao
de Aqnino Fonseca.
D. Thereza, flha do Commendador An-
tonio Fernandes Ribeiro.
D. Maria Luiza, esposa, do Sr. Joaquim
Jis de Amorim.
D. Amelia, esposa do Commendador Ma
noel da Silva Maia.
D. Carolina, esposa do Sr. Torquato Jo
s da Silva GuimarSes.
D. Isabel flha do Sr. Candido C.
Guedes Alcoforado.
D. Maria. flha do Dr. Francisco do Re
go Bptista.
D. Maria, esposa do Sr. Manoel Marques
de Amorim.
D. Maria, esposa do Sr, Pedro Jos
Pinto.
D. Helena, eBposa do Sr. Antonio Muniz
Machado.
D. Alice, flha do Sr. Commendador
Luiz Duprat.
D. Maria do Carmo, flba do Dr. Antonio
Venancio Cavalcante de Albuquerque.
D. Aurora, flha do Sr. Zeferino Va
lente.
D. Francisca, esposa do Commendador
Joaquim Alves da Fonseca.
D. Maria Luiza, flha do Commendador
Luiz Gongalvea da Silva.
D. Francisca, esposa do Commendador
Theodoro ( hristiana.
D. Duni.tila, eaposa do Sr. Cypriano da
Costa Almeida.
Cramer Frey & C. fazem 3ciente es-
ta praoi que retiroi-se de sua casa com-
mercial o aocio solidario Sr. Arrsoid Ltn -
dis e que em seu lagar dmittiram orno
socio solidario o Sr. Roberto Dietbelm
residente no Rio de Janeiro, continuando
em vigor a procuragita geral conferida ha
annos ao Sr. Emilio Amstoro passando
tambem a assignar-se por prmuragSo des
ta data em diante o seu actigo co Lbora-
dor o Sr. Walter Rutimeyer.
Finalmente tornam publico que deixa
rao de fazer parte de sua casa oe Srs.
Carlos Frey e Edevin Frey socios com
manditarioa.
Pernambuco, 1 de Janeiro de 1892.
Um testeinuho va-
lioso
Firma o documento infra um cavalhero
residente no Barreado (Estado de Minas
Geraes).
Illms. Srs. Silva, Gomes & C.-Ro
de Janeiro.Felicito-me por ver annun-
oiado em casa de Vv. Ss o remedio de-
nominado Peitoral de Cambar. .Soffren-
do eu, de urna bronchite asthmatica, du-
rante oito meses, e sem que os mdicos a
oonseguissem debellar, poia j a julgavam
chronica, resolv, comprar em casa de Vv.
Ss. o referido remedio e principiei a to
mal-o observando cuidadosamente a dieta
e bygiene recommendadas e prescriptas
nos impressos que o acompanham, e no
fim de pouco tempo depois de ter tomado
18 frascos, nchei-me compl'tanifente cura
do desta terrivel enfermidade.
Gratissimo aos introductores deste ma
ravilboso preparado, peco a Vv. Ss., que
dm pnblicidade e esta minha declaracao,
para della terem eonhecimento todos
aquellos que Boffrerem da iresma molestia.
Jodo Antonio da Silito*
(\ firma est reconhecida).
Deposito geral na Compathia de PfO-
ductos Chimicos a ra... n. 23.
Collegio de Nossa Se-
nhora da Penha
FUNDADO KM. 1876
8b a directa rfe Augusto Carneiro
Run Y de sct'dtatbro n 8
(Odtr'ra becoo *ee Ferrtiros)
ComecarSo a 7 de Janeiro prximo to-
das ai arlas deste oollegio para o sexo fe-
minino, oud aa aluanaa, a par d-a conve-
niente inslroeaio e bem traM^nento, s?o
mantidM com eaMado oarin^o.
Proteeto
felippe Nery Alonso Ferreira e sua mua**
seubores das tem do engenho Sanf Anua va
comarca de Palmares, tendo a noticia de (er D.
Anua Bita Caval-aanti de Albuquerque, successo-
ra do capitae Francisco daCnagas Cavalcante de
Albuquerque, contractado vender o que tem no
eugenbo Herval, dando limites na parte que dito
engenho ooafina com as trras do engenho San-
t'Anua, vein protestar enntra qualquer declara-
cao de limites qoe foi odeusiva a legitima div-
sao d'essas propriedades, e para que o compra-
dor nao se jalgue com direito a trras qoe nao
pertencem a vendedonra, se por veoiura os limi-
tes por ella dados nao forem os verdadeiros.
Fatem esta observagao, por qhe o finado Fran-
cisco das Cnagae, em urna escriptnra de trjpo-
ttwca do engenho Herval, leu limites lezivos,
que foram julgados nao legtimos, offensivos dos
direitos dos legtimos donos das trras do enge-
nho Sanl'Anr a, e coitrano a legitima diviaao das
ditas trras.
Engenho Sanl'Anna, em Palmare, i de Janei-
ro de 1832.
VOfSOH
Forte pneumona
O Sr. Nettorio Antunes Pereira, resi-
dente em S. Salvador da Babia, asaim
relata a cara de urna forte pene um ocia de
que foi atacado :
* Illm. Sr. J. A. de Scuza Searee. '
Pelotas.^umpro um dever scientifcando
a V. S. de que ha tempes, achando me
atacado de urna forte pneumona, recorta
a diversos preparados que me receitaram
os mdicos desta cidade, sem obter as me-
Inoras almejadas.
Por minha espontanea deliberaco, re-
solv experimentar p seu Peitoral de Cam-
bar, com o qual alcancei o reatabeleci-
mento de minha saude, pelo que dou a
V. S. sinceros parabens, fazendo votes
para que a humanidade soffredora encon-
tr no aeu preparado o all vio que elle me
trotjjte.Nettorio Aniune Perara.
(A frnaa est reconhecida).
O Peitoral de Cambar vende-se a
25C0 o frasco e 24000 a duzia as
principaes pbarmacias e drogaras.
E' nico agente e depositario ueste
Eatado a Companhia de Drogas e Pro-
ductos Chimicos, i rus, Marques de
Olinda n. 23.
At Hom*
Mr. & Mrs. F. H. Hrding, on Monday
11 th Tuesday 12 th inst ai P090 de
Panella.
Recife, t th Januery 1892.
20Ra o Hospicio20
As .nas deste eftaoelecimeoto de in-trocgo
primaria e secundaria para s sexo femiaino
abrirse-bao no da 11 de Janeiro de 1892.
Recebe-se alumnas internas, temi-internas e
externas.
A dTTectora,
Maria do Carmo Azevedo.
iiii luiu 19 de Abril
Fundado em 1883
As aulas deste etitabetecimeoio de
de insirucgao primaria e secundaria reabrem-ae
a 7 do correte.
Ra co Hospicio53
2 de Janeiro de ISfz.
O director,
Luiz Porto Carreiro.
Collegio Parthenon
5Roa do HosDieio-3
Consultorio Medico
O Dr. Manoel Argollo com pratica nos
hospitaea de Pars e Berfim, tem seu con-
sultorio na ra do JJarS da Victoria n. 1.
Especialidades. Molestias das appare-
Ihos respiratorios, circulatorio e digestivo
Consultas das 12 a 3 da tarde.
Chamados per escrpta.
Telephone n. 586.
Aula mixta particular
A professora Maria Flora Colonbier participa
aos 8rs. paes de familia que, ao da 15 do cor-
rente abrir sua aula estrada de Joao de Barros
n. 26, accettandasnumnaseoma externas oa inter-
nes e dosinando primeiralesras, maea r.iano e
traba!jos de agulba.
Recite, 9 de Janeiro de 4892
\

Abr r-se-ho s aula? deste collegio no dia
7 de Janeiro do anno de 1892.
Recebe alumnos internos, eemi-internos e ex-
ternos.
Bacharel Ovidio Alves Manaya.
Curso primario e se-
cundario
Jos de Souza Cordeiro Sim5es, parti-
cipa ao publico que aa aulas de aeu curso
abrirse-bao no dia 7 de Janeiro prximo,
no Pateo do Carmo n 26.
Recife. :8 de Dezembro de 1891.
Dr. Freilas (iuifflares
Participa aos seus amigos e cli entes
que mudou o sea consultorio da ra Du-
que de Casias n. 55, para a mesma roa
n. 61, 1.- andar, onde continua a dar
consultas de 11 1 hora d tarde, e resi-
ade no Cajueiro n. 4.
Telephone n. 292.
Dr. Francisco Silveira
Attesto que o Peitoral do Camfaae,
preparada pelo Sr. J. Alvares de Soasa
Soares, trm pederoao expectorante.
Tenho o -empregado com aseas proveito
na minha clnica naa molestias broncbo-
putanonases. .
Dr. Francisco Augusto da Sreira.
O referido verdade.
Recife, 17 de Marco de 1891.
7
i


*
4
.....
Diario de Pernambuco Sabbado 9 de Janeiro de 1892
Aula particular
Ru Vidal de Ngreiros n 106
Mara Rodrigues de Almeida Colori,
participa aos paes de suas alumnas e ao
respeitavel publico, que abre sua aula no
dia 11 do corrate mes, constando o en-
sino do seguinte : primeiras lettraa, laby-
rintho, crochet, bordados brancos, miasan-
ga, ouvo, froco, alto relevo, papel de ar
ro, cabello, florea de papel, panno e fel
tro, trabalhoa de pedra bame, msica e
pianno, etc etc*
PrecoB raaoaveis.
Frederico Chaves Janior
IL.meopatha
39 Ra Baro da Victoria-
39
Ao alcauc de todos
com descont de
cento
chama a atencac
fe'ras vender se ha
Vendas a dinheiro
10 por
A Nova Esperaoca
para o seguinte :
Todas as quinfas
qualquer mercadera com o descont ci-
ma os saldos e retalhos por mecos do
susto.
O grande sortimento das seguintes mer
caderias convida a fazerem urna experien-
cia.
Fitas, leques, sortimento de meias pan
senhoras, criancas e homens, rendas bran-
cas, pretas e de cores, bordados, avan
taes para enancas, costu je* de brim, ca-
pas de feltro, enxovaes para baptisados,
bonecas, relogios, preparo para vestidos,
jarros, candieiros, lampariuas, gravitas,
collarinhos, punhos, aberturas para cami
zsa, botSes de todas a3 q.ialidades, qua-
dros, espelhos, boleas, artigos para pre
sentes, objectoa.japonezes, albuns e qun-
dros para retratos, preparos para borda-
dos, liabas brancas e de cores para cro-
chet.
E muitos outros artigos de miudezas e
mais que no difficil ver.
A Nova Esperanza
65Roa Duque de Caxias-63
Pedro ntunes & C.
O juiz de direito Jlo Baptista Gira
na Costa encarrega se de contrahir em-
preatimos com o Banco Emissor de Per-
nambuco, sob hypotheca e penhor de sa-
fra, para os agricultores e commerciantes
residentes neste Estado e os da Parahyba,
Rio Grande do Norte e Cear, mediante
mdica retribuido ; assim como encarre
ga-se de liqtiidacSea amigareis, em qual-
quer das comarcas dos referidos Estados.
Pode ser procurado em seu escriptorio
ra do Mrquez de Olinda, antiga da
Cadeia, n. 34, 1.* andar, das 11 horaa *
4 da tarde, e a o afra qualquer hona, em
sua residencia, na Magdalena travessa da
fabrica de FiacSo n. 46 A.
Externato Santa Luzia
Sito na ra Dias Cardoso, antiga Caldei-
reiro n. 90
priocipiam a fanccionar do lia f.l
Philadelpha Fortes.
A* aulas
do correte.
Aula particular
Anna Theodcra SimCes, participa ao
publico que a sua aula abrir se-lia no
dia 7 de Janeiro prximo, no Pateo do
Carino n. 26, l.4 andar.
Recife, 28 de Dezembra de 1891.
Dr. ero fotrra
Medico operador e occu'ista, ex che fe
de clinica ophitalmalogica do Dr. Moura
Brazil, com loega pratica no exercicio
d'essa especialidade, receotemente chega-
do da Oapital Federal ; d consultas ca
ra Duque de Caxias n. 46 de 1 s 3
horas da tarde. Residencia na roa do
Hospicio n. 46.
Dr. Lopes Pessoa
MEDICO
Avisa pelo presante de que mudou a
sua residencia para ra do Mrquez de
R\rval n. 4, onde ser encontrado todos
os das das 7 s 9 1[2 horas da mauha c
das 5 horas da tarde em diunte.
Regalador da Marinha
Concerta se relogios de algibeira, pn-
dulas de torro de greja chronometros d -
marinha, caixas de msica, cppaie!hc3
elctricos, oculos, binculos, oculos do al
canee, joias o todo qualquer, objecto ten-
dentes a arte mecbanica.
9Ra Larga do Rosario9
Naciona Pharmacia
Modo.dc asar
A's enancas at um anno 8 gottas de 3 em 2I
doras em urna coiher das de sopa cneia d'agua 35, Ra I>irga do Rosarlo, 35
A' roa Barao da Vicioria n. 37 se dar toda e
qualjusr expiieacao que or preciso acerca deste
preparado.
Cuidado com as falsiflcaces
iVIodo de usar
Os adultos tomarlo quatro colheres das de
sopa pela maoha e quatro a noite.
As crlaucat de i a 4 anuos tomarao urna co-
Iber pela maoba e outra i noite, e as de 5 a li
noo8 tomarao duaitoJheres pela maoba e doas
a noite.
Deverao tomar baohos fras ou momos pela
maaba e a noite.
Resguardo regular.
Dentaduras artificiaes
Sob press?io elstica, e cpressSo pneu
tnatica systemas novissimos ueste Estado
pelo cirurgiSo dentista Numa Ponipilio,
ra do BarSo da Victoria n. 54 1> ao
radas 8 horas da manhS s 4 da tarde
iris.
De um anuo a tres 13 gottas; de tres a dez 30
03 Srs. dioicos podem augmentar ou diminuir
at 60 gottas por dose.
Recife :
Ccmpanuia de Drogas e Productos Cflknicos.-
Stnto Antonio:
Nacional Pbarmacia, ra Larga do Rosario
a. 35.
Pbarmacia Oriental, ra Estreita do Rosaru
1.3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do BarSo da
Victoria n. 14.
Pharmacia Marths, ra Duque d Caxias u
M.
Vendas em grosso e a retalno.
DEPOSITO GERAL
Ra Estrella do Rosario n. f 7
PKB^AMBLCO **
N. 148
Cidadao Manoel Cardoso Jnior.
E'com grande satis facao que atiesto o valor e
a elicacia do seu prodigioso especifico contra a
fcDie. rorquanto tendo apparecido meu filbo
Manoel com febre de carcter mo, e nao eando
posiivel ceder da sua iotensidade, resolvi a con-
seibo de um amigo a applicar o seu especifico, e
com amito prazer meu vi desapparecer em dous
das a febre, restebeiecendo se em seguida o
meu estimado filbo.
Pode Vmc fazer usa do presente como Ibe
convr por ser a verdade pura.
Recite, 15 de Maio de 1889.
De Vmc. aliento, venerador e criado Fiorla
noMcraue Botelbo.
N. 147
En, abaixo^ssigeado, negociante n'esia cida-
de. atiesto que tendo no lia 17 de Juoho do cer-
r nle anno, roen i'inao e caixeiro apparecido
03) ffbre de 39 I, i graos, inmediatamente re
cor: ao Lim. Sr. M. Cardoso e felizmente com o
sf u preparado Elixir AotiFebril, do tim de
doos das tinha desapparecido a febre comUeti
mente ; portanto n6o posfo dtixar de M.citar ao
mesmo Sr. M. Ciruoso pela feliz descoberla a
:.,'!D da buuanidade.
Recife, 33 de Juobo de 1889.
Aloin* Feroaudes de Azevedo.
Es'.avam selladas e reccrabecidas as firmas
llixir depiin
tivo vegetal
Formula de Angeliao Jos
dos Santos adrade
ED1TAES
COIIERCID
Bolsa Commerclal de Pernam-
buco
COTAgSES OFFICIAK8 DA JUNTA DOS COR
RECTORES
Traca do Recife, 8 de Janeiro de 1892.
Nao boove cotacao.
O presidente,
Eduardo Dubeaux.
O secretario,
Augusto Pinto de Lemos.
Cambio
PKA(,'A DO RECIFE
Os bancos adoptaram pela maoba a laxa de
13 1,4, saccando francamente at meio dia,
quao'do, recusaram continuar a esta laxa excep-
to para a mala depois do Tamar esperado no dia
9.
Em papel particular bSo houve negocio.
PRA(,A DO RIO DE JANEIRO
Fecbou o mercado calmo a 13 i/4 em t.dos os
baocos.
Cotaces de gneros
ASSCCAB
Para o ag~inUtor
raneo por 15 tilos. 4*000 a 4*500
Somenos dem idem. 3*200 a 3*5(0
Mascavado idem idem 2*900 a 3*000
Bruto secco ao sol idem idem 2*500 a 24700
Rtame idem idem .... 2*100 a 3*400
Usinas idem idem..... 3*800 a 4*600
Mercado muilo desanimado.
A exDortaco at 30 do passado consta de..
38200 saceos e 0647 barricas de assucar braoco.
oesando 3.809.911 tilos e 166.767 sacecs e 75 bar
cas de assu "or mascavadu pesando 11.518.755 ki
los.
Algodo
Cota-se nominal a 104200.
At 30 do passado foram exportadas 7718 saccas
de algodopesando 721.350 tilos.
Borracha
Cota-se nominal a 22*000 por 15 tilos.
Caroeos de mamona
Cota-se a 1*900 por 15 tilos.
Conros
Seceos salgados na base de 15 tilos a 620 ris.
Verdes nominal 360 ris.
At 25 do passado foram exportados 9603 con
ros e 1.000 1/2 de sola.
9a glande procura.
Hel
Por pipa de 480 litros 60*000 ha falta no mer-
cado-
TABELLA DAS ENTRADAS DE ASSUCAR E AL-
GODO
Met de Janeiro
A/s victimas das febres
O elixir ami febril Cardoso. nppro
ado em 21 de Marco deste anno pela inspecto
ia geral da junta de higiene do Rio de Jneiro
7em boje apresentar-se a bumanidade soiftedo
-a do mundo inteiro, como taboa de sal vacuo qu-
10 infeliz naufrago Ibe enviada por raao oruni
mtente.
O elixir anil-retoi ll Cardoso, applica
lo em moitissimos casos de febres. tem com
aor milagre, levantado do leito da dor a cc-mpie
tos moribundos.
Este remedio, composto smente de ?e?etae
nteiramente inoffensivo, anda mesmo n; maif
limosa e tenra crianca.
As senhoras, no estado de pandas, ou no pe
i Jo de incommodos naluraes, podem usar sen
eceioalgnm.
Este elixir i bem conhecido de algun Sr J celle, totoores, nevr.p...-.
nedicos de toti o pak. o mais seguro e p.-ontl morpba, as irrejuridades
oto remedio contra as febres, e com espec al! Ja Provasa com aquel
le contra a febre amarella, erjsipella e bexgat
le qualquer qualidade.
Entradas
Sarcacas .....
Vaporea......
Aoimacs.....
Estrada de Ferro Central.
"dem de S. Francisco .
dem do Limceiro. .
Somma.....
Dias
1 a
1 a
1 a
1 a
1 a
1 a
Assu-
car
Saceos
36878
664
1988
4403
7S2
Algo-
do
Saesas
500
354
79
16
56
466551 100)

tlcool
f or pipa de 480 litros de 215*000..
'oram exportadas at 25 do passado 332 pi
jas.
Agurdente
Por pipa de 480 litr.-s 120*000.
At 30 do passado foram cxpor:adas 870 pi-
tas.
Caroeos de algodo
Cota-se a 500 ris por kilo.
Foram exportados al 25 io passado 81.600
tilos.
Vapor francez Equateur entrado dos
portos da Europa em 4 e consignado a
H. Burle e comp.
Batatas 100 caixas a C. Pluym e comp.
Chapeos 1 caixSo a Comp.nhia de Cha-
peos.
Capsulas de estanho 8 caixas a Compa
ahia de Drogas.
Mercadorias 6 volumes a A. D. Si-
mSes.
Manteiga 2 caixs a C. Pluyn e omp.
Mallas 1 caixa a Carvalho Irma os e
comp.
Perfumara 1 caixa d Antonio D. de
Lima 1 a Villela e comp.
Papel 5 caixas a Ramiro Manoel da
Costa e comp. .
Qaeijos 60 caixas a C. Piuyn e omp.
Kolhas 1 caixa a Wells Hood.
Tecidos 4 volumes a Bernet e comp.
Vinho 1 bordoleza a Wells Hood, 2 a
A. S. do Nascimento 3 ao Hotel Interna-
cional 1 a Horard.
Vapor americano Advance, entrado
dos lew-York em 5 e coDsigaado a H.
Forster e comp.
Banha 50 barra a Figueiredo Costa
e comp., 300 a Companhia de Estiva, 50
a Dias Torras e comp., 60 a* Castro Lemos
e comp., 50 a ordem.
Fannha de trigo 1000 barrica ao 3on
signatario.
Mercadoms 1 caixa a B. de Asevedo e
comp.
Objectos para escriptorio 2 volumes a
J W. de Medeiros 1 a Nctto Campos e
comp., 1 a F. P. Boolitreau, 2 a Mir. n'.
& Souaa, 1 a Oliveira Bastos e comp,, 1
a Pinto e SiWa.
Penas 1 caixa F. P. Boulitreau.
Relogios 7 volamos a ordem.
Toucinho 18 barra a Castro Lemos e
comp,, 15 a Figueiredo Costa e comp
Vidros 10 volumes a ordem.
Patacho inglez Sarah Alice, entrado
de Terra Nova em 3 o consignado ;i J,
H. Perman
Bacalho 2624 barricas e 1752 meias
ditas a ordem.
Vapor nacional Desterro eairado dos
portos do Bal em 3 o consignado a Pe rei-
r Carneiro e comp.
Garrafas 6 barricas a C. A. Vacder
Linden.
Fumo 1 caixa a ntonio A. de Vascon
cellos, 1 a Francisco M. da Silva.
Ttcidos 36 fardos a Manoel 0. M.
Ramos, 5 a Pereira de Magalhaes & C*
Approvado pela Inspectora Geral de Hy
giene Publica do Rio de Janeiro em 20
de Julho de 1887.
Este depurativo de grande efficasia Das mo
lesliassypbililicas e impureza do sangue; assim
como em todas as molestias das eeohoras.
Tem curado radicalmente muitas pessoas ac-
commetli3a8 da terrivel molestia beriberi.
Kbeuuiatismo syphilltico ou gotozo, dor scia-
tica, erupcOes de pile, cancros, e cancros ve-
nreos, flores brancas, hy.terismo, frouxido de
nervos, i riles e ontras inflammacOes dos olbos,
molestas d ligado, escronhulas, escorbuto.
8cffrimentcs do estomago, ulceras, gommas, lis
l\i8, empngeos, dar bros, pannos e manchas
da pelle, bobas e bobes, sarnas, catarrbo e
quaesquer molestias da bexiga, entre outra,
albuminuiia, oorinas doces e sanguinolentas,
anemia, paralysia, erysipelaa, e inflammacCts
das pernas e p*, himorrboidas, asthma. hydro
viles, tumores, jjevralgiaPj e^elepjpj^a^s ou
5o
Prova-se com aqielle namerS'de attWt"5os ja
publicados e os que existem era nosso poder a
efficaci? deste elixir as motestias indicadas.
Recebedoria do Es-
tado
EDITA L N. 10
O administrador da Recebedoria do Es-
tado na forma das Icstruccoos de 27 de
Julho de 1883, convida as associac3es
Commercial Beneficente, d-.s Artistas M-
chameos e Liberaes, Agricola, dos Mer
cieiros e todas aquellas que tiverem exis-
tencia legal e conheeda, para que se in
cumbam de preceder a distribuido das
taxas de repartilo, estabelecidaa na ta
bella do imposto do industrias e profisbSes
a que se refere o art. 2. 17 da Lei n.
' 3 de 10 de Dezembro ultimo de accordo
com os rts. 20, 21, 22 e 23 das mesmas
In8trucc8es ; devendo as mesmas associa
c.538 remettfr o trabalho, qae fizerem, a
esta reparticSo no praso iroprorogavel de
30 dias, a contar da d-ta do presente ei
td, sujeitand i se em caso c ntrario
d-stribuifSes que for feita por esta mesma
reui.rtit.ao na forma das alludidas Instruc-
^5es.
Recebedoria do Estado de Pernambuco,
2 de Janeiro di 1891.
O administrador.
Lu'z Cetario do Reg.
DECLARACES
A agencia da Companhia de Seguros Au-
silica de Hamburgo nesia cidade, faz eciente
que tendo sessado suas operares de seguros
desde odia 1- de Janeiro de 1891, e lendo-se
Andado no dia 31 de Dezembro do mesmo anuo
o praso do Ultimo contrato, eeaj quV houves.sc
nenhuma reclamaco, pelo presente declara que
desta dala em diaiUe Mea completamente exiin :
a a referida agencia.
Recife, 1- de Janeiro de 1S9!.
Secretaria do gove.-no do Estado de Per
nambuco, em 2 de Janeiro de 1892. Por asta
secretaria se faz publico, para conbecimen'o dos
interessado8, que o impolo do sello de que tra
ta o 44 do art. 2- da le do o-camento sob n.
33 de 17 de Dezembro rindo, dever ser pago na
Recebedoria e Collectoria. em quanlo nao forera
emiliidas estampilhas para esse fim, na coafor-
midade do acto da junta governa'.iva do Estado
de 29 do citado mt-z.
Domingos Alves Leite,
Secretario da junta.
40 res por pe de coqueiro de prodacc3o
exceptuados 20 pes para oso de prrprieta-
rio, por 798$; 500 reis por cabeca de gado
vacum por 640$, 200 res por cabeca de
gado saino, ovelhum e cabrum por 178tf,
40 rea por metro de rede de pesca, e
costa por 800 ; imposto de 5jK>C0 por for-
no (e queimar cal por 905.
Os propendentes podem comparecer nos
indicados dias habilitados na formada lei.
Em firmeza do que se affizou o pre
seote oos lugares mais pblicos desta ci-
dade e publicar pela imprensa.
Paco municipal de Olinda, 30 de De-
zembro de 1891.
Eu Jos Marcolino da Fonseca Mangui-
nho, secretario o escrevi.
J. Ferreira de Almeida Guimaraes.
Presidente.
20 a ordem, 10 a A. Maia e comp., 21a
Ferreira IrmSos e conp.
Vapor nacional S. Franoisco, entra-
dos des portos do sal em 9 e consignado
a Companhia Pernambucaaa.
Barris 300.
Charutos 2 caixas.
Caf 15 sacaos.
Fumo 9J fardos.
Mc-rcadorias diversas 324 volumes.
Pipas 370.
Paono de algodo 112 fardos.
Xarque 190 a ordem.
Vapor americano Allianca entrado
dos portos do sul em 6 e consignado a
H. Forster e comp.
Carga do Rio de Janeiro
Fumo 200 volumes a Xavier Lima e
comp., 3 a Domingos J. Seve e comp.
Massas italianas 60 caixas a Castro Le-
mos e comp.
Tecidos 1 caixa a Barbosa & Santcs, 1
a Pedro Antunes e comp., 1 a GuimarJes
Cardoso e comp.
Toucinho 40 barris a Silva Guimaraes
e comp.
Cajga da Baha
Vellas 600 caixas a Companhia de Es-
tiva.
Vapor allemSo Catania entrado de
New York em 7 do corrente e consigna-
do a Pohlman e comp.
Amostras 1 volume a ordem.
Banha 100 barril a ordem.
Farinha de trigo 4000 barricas a Ma-
chado Lopes e comp.
Ferragens 1 caixa a ordem
Kerosene 1000 caixas a ordem.
Relogios 2 volumes a ordem.
Toucinho 25 barris a Ferreira Rodri-
gues e comp.
Tecidos 12 caixas a Mattos Caminba.
Vapor nacional Rosa Lowndea entra
do do Rio do Janeiro em 4 do corrente e
consignado a H. Bario e comp.
Farinha de mandioca 3009 saceos a
ordem.
Biportaeao
atara 7 oa janeibo d* {892
Para o exterior
No vapor inglez Edicler, para Liverpool,
carregaram :
M. Cumiara & C, 43 sac:os com 3,074 tilos
de cera vegetal.
No vapor inglez lhames, pacaSoulhampton,
carreearam :
P. J. de Siqueira, 26 caixa3 com plantas vivas
no valor de 60 j.
C Encisoo. 40 ;aixas com plantas vivas no
valor de 10X.
No vapor francs Orenoque, para Paris,
carregoa : .
E. Moateiro, 3 volumes com abacaxis e 1 paro-
te com beogilas no valor de 104.
Para Bordeaux, arregou :
Ferduanel Bertim, 4 caixas com 10D abacaxis
00 valor de 104
No vapor inglez Wanitworth, para Liver
pool, carregaram :
P. Viaona & C, 1,420 sacc:s com 106,600 tilos
de assucar mascavado.
No vapor americano AUianca, para N w
Ytrt, carregaram:
K?en S. fc C, 12,300 r.elle de cabra. I
A junta municipal gobernativa
da cidade de Olinda e sen
termo etc.
Faz constar a quem interes^M'possr que
estaro em hasta publica nos Was 6, 13 e
2p de Janeiro vindoaro, para ser&m aire-
matados pelo tempo de am anno por quem
mais offerecer, os impostos seguintes :
Capim de planta sob a base de 2000,
Pela secretaria desta Junta se fas
publico, nos termos do art. 19 do decreto
n. 596 de 19 de Julho de 1890, que no
periodo de 31 de Dezembro ultimo a 7 do
corrente foram archivados os seguintes dis-
tractos de sociedades commerciaes.
Foram dissolvidas as sociedades com-
merciaes que gyravam sob as firmas Si-
mSes t Carvalho e Guimaraes & C, nesta
praca.
Secretaria da Junta Commercial do Re-
oife, 7 de Janeiro da 1392.
O Secretario.
[Benedicto Palha.
Pela sec.eturia dest Junta te ftz
pnblico, aos termos do art. 19 do decreto
n. 596 de 19 de Julho de 189D que no
feriado de 31 de Dezcubro ultimo a 7 do
corrente foram archivados os estututrs
com os demais documentos exigidos por
lei da Compachia de Sirvios Martimos
de Pernambuco com o capital do 3.0005,
tendo sua sede nesta cidade.
Secretaria da Junta Coran ercial do Rj
cite, 7 de Janeiro de 2892.
O Secreta- io.
Benedicto Palha.
Junta t/omniereial
Pela secretaria deet Junta se faz pu-
blico, nos termos do art. 9 do decreto
n. 59 i ds 19 de Julho de 1890, que no
periodo de 17 a 24 foram archivados os
seguintes contracto e distractos de socie-
dades commerc aes
ContractoDe Jos Martina' da Almei-
da e Manoel Ferreira Domingos Amorim,
par.- commercio de seceos e molhados, em
srro8so e a retalho, nesta prac.a ra do
Visconde de lohtraa n. 45, com o ca-
pital de 9:000jOO sob a firma Domingo*
Amorim & j.
Distractos Foram dissol vidas as so-
ciedades que gyravam sob as firmas de
Fernandos & Araujo e Antonio Manoel
de Sampaio & C.
Secr taria da Junta Commercial do Re-
pa a
No vapor Inglez Croon of Aratigon,
Liverpool, carregaram :
M. Borges 4 G., 509 saceos com 38.175 kilos
de assucar mascavado.
No vapor allemo Santos, para Humburg,
carregaram :
I. M. da Costa Carvalho, 5 barricas com abac
xi8 no valor de 10 e i ciixa com doce no vahr
de 104000
P. Aives 4 G 20i siccos com 15,000 kilos de
assucar mascavado.
Na barca americana Vtrota U Hapkins, pa-
ra N.w Yoik, carregaram :
H. Forster C, 662 saceos com 45,780 kilos
de assucar masevado.
Pora o interior
No vapor nacional Espirito Sauto, para Vic
loria, carregaram:
P. Caraeiro ftC.,11 saceos com 1,125 k los de
assucar braoco.
L. A. da Costa, 100 saceos com 7,500 kilos de
assucar mascavado.
Para Rio de Janeiro, carreeou :
F. 0. SeraBm da Silva, 1 caixao com espana
dores de palha 00 valor de 804.
No vapor nacnna! Goyanna, para Camos-
sim, carregaram :
E. C. Beltr&o Iroio, 41 volumes com 2,290
kilos de assucar maseavado.
P. Vianna 4 C, 15 caixas com 120 litros de
genebra.
No vapor francez Concordia, para Santos,
carregaram :
P. Alves 4 C, 100 barris com 9,600 litros de
agurdente e 1,000 saceos com 60,000 kilos'de
assucar branco e 1,000 ditos com 60,000 ditos de
mascavado.
No vapor amerieaoo Allianca, para o Para,
carregaram :
Amorim IrmSos 4 0,10 pipas com 4,700 litros
de alcool.
No vapor americano Aioance, para Santos,
carregaram :
J. Bailar 4 C, 4 barricas com 80 anacaxis uo
valor de 8f.
No v?por nacional Desterro, para Manos,
carregaram :
Amorim rmos 4 C, 30 barris com 2,700 li-
tros de agurdente.
No vapor nacional P. Alegre, para Santos,
carregarajn :
J Bailar 4 C-. 1,100 saceos com 66,000 kilos
de assucar mascavado e 300 ditos com 18.(00
ditos de dito.
No vapor austraco Zecky, para Santos, car-
regaram :
P. Garneiro 4 C, 850 saceos cem 51,000 kilos
de assucar mascavado e 50 ditos com 30.000
ditos de dito branco.
No vapor francez Equateur, para Uruguay
ana, carreeou : ,
A. Guimaraes, 4.000 volumes com 318,000 kilos
de asucar branco.
No vapor nacional Beberibe, para Santos,
carretrou :
P. de Oliveira Maia, 20 pipas com 9,600 litros
de alcooi.
No vapor uacional Manos, para Rio de
Janeiro, carregaram:
Moreira 4G., 200 saceos com 12 000 kilos de
assacar branco e 300 ditos com 18,000 ditos de
di'o mascavado.
11. Feroaudes. 200 saceos com 1 !,000 kilos de
assucar branco e 800 ditos com 48,000 ditos de
dito mascavado.
No vapor nacional Maranhao, para Bio de
Janeiro, carregaram :
Moreira 4 C., 220 saceos com 13,209 kilos de
assucar mascavado e 280 ditos eom 16.8)0 ditos
de dito branco.
no vapor francs Ville de Rosario, para
Rio de Jaaeiro, carregou :
J. F. Lopes, 6 pipas com f400 litros de alcool.
No vapor allemo P. Alegre, para Rio az
Janeiro, carregaram:
P. Carneiro 4 G., 80 saccas com 6,263 kilos de
algodo
No vapor nacional i'ernambuco, para Rio
de Janeiro, carregoa :
J. S. Bouvista. 60 barricas com 4,375 Kilos de
cal preta.
No vapor nacional Alagos, para o Para,
carregoa :
eife, 26 de Dezembro de 1891.
O Secretario.
Benedicto Palha.
Prado Pernamhncano
A directora desta sociedade resolveu mollar
os jockeys seguintes : Maoo.-l Marques em 1004
e Joo Campos em ^5, por faltas commettidas
no quorto pareo na corrida realisad^ a-3 do cor-
rente.
Seeretaria do Prado Pernambucano, 7 de Ja-
neiro de 189.O secretario,
Jos Alves.
V. da Silveira, 15) barricas com 10,480 kilos
de assucar branco.
No vapor naci tal RioFo-moso, para Cear.
carregaram :
A. D. Simos 4 G 203 caixas com 1,603 litros
de genebra.
No vapor nacional Goyanni, para o Para,
carregou:
J. S. Boa vista, 100 saceos com 6,000 kilos de
cal preta.
- No patacho nacional Industrial, para Rio
de Janeiro, carregou :
J. A. Couto Viaaoa, 18 paectes com 9,000 cha
lieos de palha de carnauba.
isa barcaca Correo Parahybano, para Pa a
byba, carregou :
J. Papt sta, 40 caixas com 280 litros de ge
QfcDta.
No coter Olivara, para Mossor, carregou :
H. Rabello, 40 sa:cos com 2,450 kilos de assu
car braoco e 10 ditos com 750 ditos de dito mas
c- vado.
Pauta da AUandeca
lUltf DI 4 A 9 DK JA.NBIB0 DI 18&2
Alcool (litro ...... 460
Ugoda em rama (kilo) .... 653
irros com casca &i.o) ... 80
.issacar retinado (kilo J 285
assacar branco (kilo) .... 268
\ssucar mascavado {airo) ... 182
Bagas de mamonas (kilo) 126
Borracha de leite maogab. (kilo) 14300
Cachaca......... 208
Coaros seceos espichados (kilo) 560
'^ouros seceos salgados (kilo) 520
^ouros verdes (kilo)..... 320
Coariohos (um)....... i 4450
caroeos de algodo (kilo) ... 30
Carrapateira (kilo)..... 133
;acao (kilo)....... 400
Cef bom (kilo) ..... 14000
Jal restolbo (kilo)..... 800
Gaf moido (kilo)...... 14200
Carnauba (kilo'...... S33
Cera vegetal (kilo)...... %o~
Caona (liiro)....... 220
Cal (litro)........ 10
Carvo de CarditT (ton.) .... 304000
Fannha de mandioca (lito; r v 0
Senebra (litro)...... 436
jraxa (sebo)....... 483
Jaborandy (em folha) kilo ... 200
Leite de mangabeira (kilo) 14466
Mel (litro)........ 83
Hilho (kilo....... 60
oqaspnato de cal da lina Raa (tone*
lada)......... 114000
Pelle de cabra (cento)..... 1454000
Pelle de carneiro (ceato) .... 1454000
emente de carnauba (arroba) 46
sola (meio)....... 34650
Sement de carrapateira (kilo) 126
Tatajuba (kilo)...... 40
raboas de amareilo empranchSes
(duza)........ 1004
Reudlcenlos pblicos
Haz na JA.NE1B0 DI 1892
Aljantga
tonda geral :
Do da 2 a 7 93 6674781 '
dem de 8 10:9364864
Barca. fioraagaens
Staaley
O capitao L. Gjesdahl
da barca norueguense Stan
ley, chegada a este jbrto
em 31 de Dezembro pr-
ximo passado, procedente
de Ship Islard, com um
carrega ment de taboa do
de pinbo de resina medin-
do ao todo 436478 ps su-
perficiaes ordem faz pu-
blico por este meio ao por
tador do respectivo co:ihe-
cimento que dito navio est
promp!o par des carrejar
desde o dia e sua chegada
e contando estada confor-
me a carta de fretamento,
pelo qu>, igo raudo que 21
seja dito portador, convida
o mesmo a procural-o no
V ice Consulado da Suecia
8 Noruega, ra do Com-
mercio 2o andar n. 10 ou
a bordo de seu navio, onde
pode ser encontrado.
Companhia Trilhos
Urbans do Recife a
Olinda e Beberibe.
34 DIVIDENDO
De accordo com a rescluco tomada por crea-
siao da distribuicao do 33. dividendo far E?-ha
n js dias 7, 8 e 9 do corrpnte o pagamemo do
34.- dividendo a razio de 6 /, e iguaimen.e dos
juros das aeces preferenciaes e debenlwes, no
escrip'.orio da Companhia e das 10 horas ao meio
dia ; e depois destes dias as tercia e iabbados
que forem das uteis.
Escripiorio do gerente. 2 de Janeiro de 1S92.
.1 Pereira Simoes.
innandaile de Santo Aoilto das
Salinas
MESA GERAL
2.* coevoca cao
De ordem do irmao juz convido a tojos os
003303 carisiimoi naos a comparecerem em
nsao consistorio, 'omingo 10 do corrente, pelas
9 horas da maTBa, atim de, em numero legal,
proceder-se eleicio da nova mesaregedora que
tem de administrar esta irmandade durae o
anoo compromi^al de 1892 a 1893.
Consistorio da Irmandade de Santo Amaro das
Salina?, 7 de Janeiro de 1892.
Henrique Magathaes da Silva, ,
Escrivo.
Hcecbedorla do Estado da
Peraambuco
Do dia 2 a 7 38:9844684,
'dem de 8 33:188/176
72.172/850
Do dia 2 a 7
idem dfc 8
Aeche DraJuagr
1:414*937
1704865
1:5854822
Renda do Estado
Do dia 2 a 7
dem de 8
14:6504521
1:9384285
104:600464o
16:588480o
omina total
121:1894415
Segunda s^^cao da AJandega de Peraam&na
8 de Jineiro .de 1892.
O theaourero,
Florencio Domingues,
O chefe da seccao,
Feliciano Placido Poatoal.
Movimento do porto
\NavioH saludos no dia 8
New-Yoik por Santa LuciaVapor inglez
Lenunria, commandante Thoniaz
Brewir, carga assucar.
PhiladelphiaLugar inglez Sumbean,
capitao R. Waolgar, carga assucar.
Para escalaVapor Goyanna comman-
dante Azevedo, carga varios gneros.
3earHyate nacional Deus te Guarde
mestre Js Antonio de Moura, carga
varios gneros.
Obsrvamelo
N2o hou^e entradas no dia 8.
Ht-rcado Huolelpal de 9. Joa
O m'--? ment deste marcado no dia 7 de
Janeiro foi o seguinte : Eotraram :
45 bois pesando 5,827 kilos.
380 kUos de pefte a 20 ris 746J0
2 1/2 cargas com fariaha a 200 rs. 4500
19 aitas dafructas diversas a 300 rs. 54700
7 cargas com galinhas a 600 re. 4.'200
1 cassns com galinhas a 400 rs. 4400
30 1/2 columnas a 600 rs. 1S4300
5 suinos a 200 rs. 14COO
35 taboieiros a 200 re. 740G0
47 compartimentos com farinha a500 234500
30 dito de comidas a 500 rs.
99 ditos de legumes faiendas
400 rs.
15 dos de sumos a 700 rs.
8 ditos de fressaraB a 600 rs.
2 ditos de camares a 200 rs.
47 talhos a 24
Reodimentos de 1 a 6
I54t(0
394660
104500
44800
M'.'O
94.O
2325uO
i.4t64i\0
Precos do da :
Carne verde de 320 a 640 ris o kilo.
Sainos de 560 a 640 ris idem
Carneiro de 640 a 800 ris idemj
Farinna de 320 a 400 ris a coiai
Mimo de 300 a 320 ris idean
Feiio da 14 a 14200 idem.
Taporea a c airar
MSZ DE JAXEIKO
Sul.......... Alagozs...........
Sul.......... S.Salvador........
Sl.......... Tamar............
Norte........ Manos...........
Sul........,. Marques de Caxias .
Europa...... Britania..........
Norte........ Maranhao.........
1.6384700
Europa
Europa....... Martnr
Norte....... Olinda___
Eartpa....... Pernambuco
9
9
9
9
12
13
13
Parahyba......... 13
16
18
19
Vaporea a sahir
HEZ DB JASBIBO
Norte....... S. Salvador....... 9 as 5 fc.
Europa...... Tamar........... 9 a.- li b.
Norte......S.Francisco....... II as 6 h.
Sul......... Britania.......... 13 as ir.
S*l......... Manos........... 13 as 5 b.
Sni......... Maranhao......... 14 as 5 h.
So'......... Parahyba......... 14 as 3 n.
ol......... Olinda........... 19 as 8 h.

'



f
ILEGVEL 1



>
B
ft
Diario de Pernaoibuco Sabbado 9 de Janeiro de 1892
HIPPODROMO
I eAMlMNDE",ER'f*l"uco
QUE SE REALIZARA'
No dia 10 de Janeiro de 1$92
Momem
Pello*
| C6rJ1*-""" I Proprletario.
3
menta
1. PareoO de Janeiro-800 raetros.-Cavallos de Pernambuco que nao lenham ganho pre-
mios nos praioa ilo Recife, e eguas do Es'.alo. Premios : 200*000 ao Io, 40/000 ao 2o
e 20/000 ao 3".
1 Vuleao......
2 Invicta......
3 Invern___
4 Velocipede..
5 Rio da Prata.
'< Furrina.. ..
7 Rio Grande..
8 Perigo.....
9 Caicara.....
lOGalleteex
Pouiliac..
4i Fiy..........
12 Americi.....
13 Vigilante___
Baio.....
Itasso ...
Biio.....
'Jastanho.
Rolado...
Castanho.
Rodado...
Pernamb.
Alazao.
Castanho..
I
49
51
51
51
49
51
;t
51
ol
51
51
31
Grenat a azul.........
A7.ii! e ouro.........
G-vQut 8 azul........
Encarnado...........
Branco e azul.......
Encarnado e brancj..
Ouro e encarado.....
Preto,branco e ene...
Ouro s braaco.......
Rjseo e preto...
Azul e encarnado IA. M. A.
M. L. Machado.
P. M. M. Pimentel.
Coud. Perdigao.
J. F. B. Cavalcanle.
1. A. da Silva.
M. P. Albuquerque.
M. P. SI. Fonseca.
?. Azevedo.
A. J.
MR.
J. L. de Ma'tos.
L. Amorim.
2." Pareo-Coronel Camara-1130 metros.Animaes pungas de Pernambuco, .3 at meio
3aagae que j tenham co'rido no Hipnodromo e nao tenham ganbo nos prados do Recife
em 1891. Premios : 300*003 ao 60*000 ao 2* e 30*000 ao 3.
1 Aliante.....
2 Faceira.....
3 Tenebrosa .
4iAttila.....
5|Moema ____
0 Piramon.....
Alazao.....
Rodad ......
Tordiibo.....
Zatna.......
Castanho
Pernamb.. 51
54
52
1 54
* 54
50
Amarello e verde ...
Azul, branco e encar.
c
Azul, br. e facha ene
Encarnado e branco.
Amarello e branco ..
Osear.
Cud. Cruzeiro.
R. Mjoteiro.
0. Cavalcanle.
J. F. de Albuquerque.
Coud. Bella Vista.
3o. PareoBaro de Ladarlo000 metros.Aoimaes de Pernambuco.
ao l.. 40*000 ao 2. e 20*000 ao 3."
Premios : 200*000
Pyrilampo...
Gerfaut......
Coloss......
Taiispber....
lloara.......
Caubv......
Tordilho.
Zaino....
Rodado..
Alazao...
Caslanbo.
Pernamb.. 51
51
51
53
I 51
< 53
Grenat e azul.........
Azul e encarnado-----
Preto e bonet vermelho
Preto, ene. e branco.
Azul e ouro.........
Ouroe preto.........
J. E. Ferretra.
Coud. Auron.
Coud. Republicana.
Ccua. Recife.
Coud. Mouriscana.
A. Marques.
i. Parco- imprenta Pernambucanai.400 metrosAnimaes de Pernambuco que nao
tenham ganbo premioj em distancia superior a 1.000 metros nos prados do Recife. Pre-
mios : 400*000 ao I, 80*000 ao 2.* e 40*000 ao 3..

Luiz Drumia.'nd.
Luiz Drummond
M B.C.
Coud. 1.* d Jujjo.
a. L. S. lia
Coud. Mouriscna.
R. Costa.
PareoMajor Clcudn-85C metros.Cavalloa de Pernambuco que nao tentam ganho
n'essa distancia e eguas do Estado. Premios : 200*000 ao i., 40*000 ao 2.' e 20*000
a o 3..
lITudo...... 5 Mellado...... Pernamb..
2 Gala........ 5 Alazao......
IjMarujo 2o... 5
Vingador.... S
oiBonaparle... 5
61 Mirante...... 5 Castanho....
7lPbariseu 0
pEuc. verde e amarello.
Azul e ouro em Ultra.
tEacarnajtoe branca.-
ejUuetfrreto..
t^zul......
Wla^u
Pyrilampo.
Collector .
Gerfaut......
Mouro.....
Tb'sbe.....
Vivaz.....
Sans-Souci.
To-dilho..
RUS30. ..
Zaino-----
Alazao...
Pedrez...
Castanho
Baio.....
Pernamb.
51
51
51
51
51
5(
51
Grenat eazul.....
Azul eencarnado.
Azul e ouro......
Azul e encarnado
Preto, dc. e oaro.
Ouro e branco
J. E. Ferrei -a.
J. J. des San os Jnior
Coud. Aurora.
Coud. M:ur;scona.
1. M. le Abieu.
F. R. Ramos
A. L. de Mallos.
6.' Pareo.Dr.
Joaquim Safcarn- 1C0 metros.Anlmaes nacionaes
Premios : 300*000 ao Io, 60*000 ao 2- e 30*000 ao 3.*.
at m io sangue
Theresopolis.
G'llileu.....
Granada ..
Alilla.-.....
oj Danubio.....
SITorpedo.....
Castanho
Alazao
Pampa...
TorJilho..
Castanho.
Paran 54
S. Paulo.. 64
52
54
54
54
Ouro e preto.
Branco, ene. e azul-
Azul, b. e facha eac
Violeta e ouro......
azuI, branco e ene .
A. Marques.
Coud. Frateroiade.

r. Cavalcan.
M N. P.
Coud. Cruzeiro.
7 pa ec-Coronei Callope-1000 melros-^-Anmaes de Pernambuco que nao tenham ganho
em maior distancia nos Prados do Recife. Premios: 200*000 ao i.*, 40*000 ao2"3
205000 ao3..
Mirante Phariseu Tudo...... 5 5 5 5 5 Castanho ... Castanho ... Alaz....... Mellado."..... Pernamb.. 53 53 55 55 51
Azul e ouro..........
Verde...............
Encarnado eaiul.....
Azul e ouro em listas.
Encartado, v. e ama.
Coud. Mooriscana.
Coud. 24 de Maie.
R. Cesta.
Dr. L. Drummond.
Dr. L. Drummocd.
OBSERVACOES
No nter vallo do 3o para o 4o pareo haver um gran-
de desafio entre os animaes Hercules e Cyclone, dis-
tancia 8CO metros, sendo o primeiro., montado por D. Ro-
sita de Almeida e o segundo por D. Guilhermina de Al-
meida.
Igualmente nos ir tervallos dos pareos ha ver So di-
versos exer:icics ^mnastiecs e tutros trabalhos, feitos
pela grande Compsnhia do Circo Portuguez,que foi con-
tractada pela Directora, no intuito de torr ar mais agra-
davel a sua 1 2a corrida.
Os animaes inscriptos para o primeiro pareo deverlo achar-se no ensilhamento
a 9 1/2 horas da manbS.
Os forfaits serao recebidos at eabbaclo, 9 do corrente, s 3 horas da tarde, n
Secretaria do Hippodromo.
O horario que na occasio for observado para encerramento de venda le poules
sar restrictamente enmprido
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 7 da Jaceiro de 1892.
O secretario,
Augusto G. da Silva.
Thesouraria deFa-
zencta
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector desta re-
pariigo e de accordo com a ordem da directora
de contabilidade do Thesouro Nacional fago pu-
blico que acba se esta thesouraria habilitada a
pagar as seguintes dividas de exerclrioa findo3:
Companhia Great Western cf Brasil
RailWdy Limited 72*230
Antonio Jos da Coeta Araujo 10*000
S.'raphim Vctor de'Miranda 33*839
J s dos Aajos Neves 5*380
Dr. los Joaquim Seabra 173*331
Recite Drainage Compaoy Limited 150*020
Jja Leopoldo Bonrgard 20*000
Frreira Guimaraes 4 C. 83*323
Thesouraria ue Fazenda do Estado de Pernam
&uco, 7 de Janeiro de 1892.
O secretario,
J. Gomes da Silv.
Thesouro do Estado de
Pernambuco
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector deste
thesouro faco publico que no dia 9 da correte,
paga-se a dase de professores de 3' entrela,
rom relagSo aos seus vencimenlos do mez de
Dezembro ultimo
Pagadoria do Thesouro do Estado ie Per
aambuco, 8 de Janeiro de 1892.
O eacrivSo,
Alfredo Gibscn.
Club de Pernam-
buco
A directora desta sociedade em sesi&o de boje
resolveu perdoar as multas e su3penc5es impos
tisaosjOckeys Andr do B. Fim, Joao Csrlos e
Alfredo de Freitas.
Secretarla do Derby Qub de Pernmr ico, 8
de Janeiro de 1898.O secretario,
G. Guimarae .
Derby
DERBY CLUB
DE
PKOGKAMMADA l'COMM
A* RE4LISAR-SE NO
Dia 10 de Janeiro de 1892
Konaea
-
s
B
B
Pelln
Xatura
lid.
Cor da vesti-
menta
l'roprie tarto
l.'Pareo-CONSOLACAO1000 metros.Animaes de Pernambuco que nao tenham ganbo nos
prados do Rncife e eguas de Pemambuco. Premios : 200*000 ao 1. 30*000
ao 2.- e 20*000 ao 3..
llSingapore...'
2|Fantina.....
3Alabama..
4jCaraponez...,
SjCaraoaa.....
Russo.......
Caslanho
Baio .
Ziino.
Pernam...
31
51
51
31
31
Azul e encarnado....
Azule branco........
Azul e ouro.........
i'.orpo bran. mang. pr.
Jos J. de Carvalho.
M.J. G. Miran la.
J. de Oliveira.
A. Santos.
Coud. Ro3arinha.
2. Pareo-FERRO CARRIL DE PERNAilBUCO-lOOO metrosAnimaes de Pernambuco que
nao lenham ganbo em maior distancia nos Prados do Recifj podendo entrar
eguas. Premios : 230*000 l; 60*ao 2.a e 23* ao 3.
Despota.....
Hosa Branca.
Phariseu.....
G.laer.....
Ida..........
Marujc V...
Patcbouly...
llodado.....
Russo.....
Castanho ...
Zaino......
Rodado.. .x
Russo.
Pern...
S
33
37
33
31
33
33
Azul e encarnado-----
Roxo e amarello.....
Azul e encarnado.....
Encarnado e azul... .
Rosa e preto.....
Ene, booat. pret.....
bellino Costa.
J. N. da Silva.
R.C.
Coud. Provinciana.
Coui. Ida e Vol'a.
A. M. C.
F da Silva Maia.
3. PareoPRADO DA ESTANCI l1609 metro..Animaes nacionaes at meio sangue.
mios :.40O* ao Io, 80* ao 2. e 40* ao 3.-
Azul e preto:*.....
Azul eouro.........
Verde e escarate...
Pre-
Nininc'oa___
Siroco.......
Torpedo.....
Cora......
Napolitano ..
Zaino.......
Castanho.....
Alazas......
Castanho
R. de Jan.
S. Paulo...
34
36
36
36
34
Escarate e preto.....
Preto, brancoe ene...
Coud. Nacional.
Coud. Internacional.
Coud. Cruzeiro.
Coud. Temeraria.
4. Pareo-PRADO PERMAMBCANO1.200 metrosAnimaes punga3 e pelludos que nSo
tenham ganbo em 1891, podeodo entrar animaes de Pernambuco. Premios :
300* ao 1, 80* ao 2* e 30 ao 3.
11 Atlante......
l\ Faceira.......
3 Tenebrosa....
Favorita..
Bonina...
Alazao..
llodado.
Zaino.
Pera.
Si
52
52
54
49
Verde e amarello....
Azul branco e ene...

Azul, encara, e Dranco
Azul e encarnado....
Osear.
Coudelaria Cruzeiro.
B. Hoateiro.
J. C.
Castorino Santos.
5 PareoTRILHOS URBANOS DE CAXANGA'1.000 metrosAnimaes de Pernambuco
que nao tenham ganbo nestes 5 meze no Derby. Premios: 250* ao Io, 60* ao
2 e 25 ao 3.
Galar...
Talispher.
Potos
Lucifer...
Plutao....
Zaino.......
Rodada......
Castanho....
Rodado......
Pernamb.. 55
57
57
m 57
m 55
Azul e encarnado.....
Preto branco e encar.
Azul e branco.......
Verde e amareUo.....
Preto, branco e ene..
Coud. Provinciana.
Coudelaria Recifu.
Silva & Ribeiro.
Antonio Ucha-
Coud. Nerundio.
6.o PareoDERBY CLUB DE PERNAMBUCO-1.700 metrosAnimaes de puro sangue.
mios : 500* ao I. 100* ao 2 e 50* ao 3.*
Pre-
iiSeabreuse....
U Rapio.......
3JG$s|l.......
JlVesper......
Zaino..

Alazao.
Inglaterra.
52 Escarate, pr.eouro...
56 I Escarate e ouro......
52 ICorpo br. e mangas pr
54 |Rosa e pret.........
Fredtriej Allnood.
A. Marques.
Coud. Ro.3ainho-
Cosla 4 Fernandes.
7. PareoTRILHOS URBANOS DE OLINDA1.030 metros.Animaes de Prnambuco que
nao tenham ganho em distancia superior a (.050 metros e eguas de Pernamou
co- Premio.;: 250* ao 60* ao 2 e 25* ao 3.a
Potos.
Despota......
Ida.........'
AllyStoper..
5 Flautista-----
Castanho ... 57
Rodado....... 65
53
51
^aataubo.... a 53
Branco, ene. c preto.
Azul e encarnado ...
Rosa e preto........
Corp. br., mangs. prts.
Ene, brauco e azul-
Silva & Ribsiro.
Delfino Costa.
Coud. Ida e Volta.
Coud. Rosarioho.
X. A. Bahia.
8." PareoIMPREN3A PERNAMBUCANA-i.OOO metrosAnimaes de Pernambuco que nao
tenham ganho premios nestes ltimos 11 mezes do Prado e Derby. Premios :
200* ao 1., 30* ao 2- e 20* ao 3.a
Hercules
MyBoy......
Tupy 2.a-----
Cycfone......
Prometheu...
Aliy-Stooper
Roda lo...
Castanho .
Alazao___
Rolado..
Pern.
55
55
51
55
55
51
Verde e encarnado...
Azul, violeta e ouro..
Encarnado e azul-----
Encarnado............
Preto, branco e eac.
Corpo bran. e mang. pr.
H. L.
Coud. Provinciana.
C irreia Rezende-.
Coud. Fragoso.
Coud. Nerundio.
Coud. Rosarinno
OBSERVARES
O expediente para esta corrida encerrar-ae-hu sabbado 9 do corrente,
3 ores da tarde, ca Secretaria do Derby.
Os forfaits Berilo recebidos at sabbado 9 do corrente s 3 horas da tarde.
0 secretario,
G. Gui
utmaraes.
PUADO
PERNAMBUCANO
PROJEOTO DE DSCRIPIAO
Para a 10.a con ida a realizar-se domingo
P de Jan 3 tro de 1892
1." PAREO Inicio 1,000 metros. Animaes de Pernambuco que nao te-
nham ganho premios nos prados do Recife e eguas deste Estado.
prsm os: 200*000 ao primeiro 400000. ao segundo e 20|J000 ao
terceiro.
2." PAREO Consolaco 1,000 metros. Aaimaes de Pernambuco que nSo
tenham ganho premios em maior distancia nos prados do Recife.
premios : 200(JOO0 ao primeiro, 40*000 ao segundo e 20*000 ao
terceiro.
3. PAREO Estimulo 1,000 metros. Animaes de Pernambuco que nao te-
nham ganho premios em distancia superior n stes 6 mezes e eguas deste
Estado, premios : 200*000 ao primeiro, 40*000 ao segundo e 20*000
ao terceiro.
4. PAREO Harmona 1.100 metros. Animaes pungas e pelludos que nSo
tenham ganho premio eii 1891 e animaes de Pernambuco. premios :
300*000 ao primeiro, 60*000 ao segundo e 30*000 ao teroeiro.
5." PAREO Imprenta 1,000 me-o. Animaos de Pernambuco que nao
tenham ganho premios em 1*91. premios : 200*000 ao primeiro,
40*000 ao segundo e 20*000 ao terceiro.
6." PAREO Prado Pernambucano1,609 metros. Animaes depuro san-
gue. premios : 500*000 ao primeiro, 100*000 ao segundoe 50*000
ao terceiro.
7." PAREO Ferro Carril 1,200 metros. Animaes nacionaes. premios
400*000 ao primeiro 80*000 ao segundo e 40*000 ao terceiro.
Observacoes
De accordo com o art. 5.' do cdigo de corrida nSo serSo admittidoB a
inscripcSo no pareo Inicio as eguas Ida e Rosa Branca.
A inscripcSo encerrar-se-ha terca-feira 12 do corrente, s 6 horas da tarde,
na secretara do Prado, a ra Duque de Caxias, n. 70j 1. andar.
Secretaria do Prado Pernambucano, 7 de Janeiro de 1891.
O SECRETARIO,
7. A/ves,
mana I
AO
A Compatihia de Servicos Mari'irnos de Pernambuco, recentemente incorporada nesta ci-
dadf, comeca a arccionar nesta data, tecdo sua sede no Caes da Companhia Pernambucana n. 3,
para onde poderao ser dirigidos todos ospeduos atlinentes aos seas ros.
Para conhecimento de qoem interessar possa, faz publicar a setruinte tabella
Recife, 2 de Janeiro de 1892.
direetor-gerente,
Alfredo de Araujo Santos.
TABELLA
Dos fretes das embarcares empreadas na descarga e carga dos
navios no porto de Perngmbuco
Alvareogades:oberla
Dita dobrada .
Dita ce berta .
Dita ddb.-ixli.
Assucar,/acco de 75 ki
los, Recife .
DiW", dito de 75 ditos di
ios, Cinco Ponas
Dito, dito de 60 ditos,
Recife .
Dito, barrica, Recife
Bito, meia dita
Dito, quarto de dita
Algodo, sacco
Dito, fardo e dem de
trapos .
Arroz, sacco .
Breu. barrica.
Bacaluo. dita.
Dito, meia dita
Caldeiras, tonelada.
Cemento, barrica .
Dito, meia barrica.
Dito, quarto de'dita
Carvao, tonelada .
Coke e ferreiro, tonelada.
Couros secos e verdes,
Recife .
Dito3 idem dem, Ca-
banga .
Cantara ou lagedo, to-
nelada ....
Dormentes ou sulipas.
urna .
as
S
o
loo
KM
80
180
150
80
2C0
500
140
100
60
100
Sem
servente
i0#OOO
80*000
50JOO
100*00
90
180
70
160
no
70
180
440
140
30)
120
80
3*0-0
250
140
80
1*000
200
50
90
2*000
70
Lamaro
160*000
3 20 000
600
500
800
500
300
1* 00
2*000
800
800
400
300
10*00u
800
500
300
5*000
6*066
1
250
6*000
250
Farinha de mandioca,
sacco .
Dita de trigo, acco 90
kilos ....
Dita dita, barrica.
Dita dita, meia dita
Fno, fardo .
Ferro, tnlhos e laman-
coa, toneloda
Fogo da China, caixa.
Farello, sacco
Knr>sene, caixa .
Lastro depedra'custo e
frete no Ancora louro.
Dito de dita, dito t dito
na Franqua
Dito de areia da excava-
gj, no Aacoradouro.
Dito idem dem, Fran-
qua ....
Dito de croa, Ancora
doaro ....
Dito dita, Franqua
Dito do navio para tr-
ra, Ancoradouro, to-
nelada.
>.o idem idem. Fran-
qua ....
M- io de sola.
S-.ch;riJ(i>os, taxa3 e
moendas .
Madera de pinho,cada
1.000 ps quadrados.
Osjo?, tonelada .
Plvora, barril de 25
libras ....
Pipa, no Reclle .
lita, em.CiDCo Pontas.
Sebo ou graixa, barril.
Xarque, fardo

160
40
110
140
70
800
4 2*000
100
70
100
3*000
4*000
1*000
1*200
1*500
2*000
1*500
1*500
20
3*000

400
700
600
300
3*000
8*000
350
500
350
100
10*000
. 3*000 10*000
3*000 .
900
1*600
250 450
800 2*000
1*300; 3*000
2C0 600
100 500
Condicoes
1.* As embarcares tero 48 horas para carregar em trra edescarregar a bordo e para
carregar a bordo e de.-carregar em trra, sendo que para a descarga de ferro e macbimsmos tero
6 das (exceptuando s-mpre os domingos e das santificados) e excedendo a esse tempo vencero
diariamente mais metade do frete.
2.a As alvarengas que tiverem de seguir para pento fora dos estipulados pela Alfandega,
(isto entre o trapiche Barbosa e o deposito de gaz no bairro do Recife, e do caes do Ramos ao
caes 22 de Novembro no bairro de Santo Antonio) ticam com direto a novo frete o qual sero
obrigados a pagar os donos das mercaderas.
3 As alvarengas serao pedidas por escripto.
4.* A Companhia de Servicos Martimos de Pernambuco nao se responsabilisa por faltas
extravos ou araras que se derem, quer na carga quer na descarga das mercadorias.
5 O servico da plvora ser feitoat onde as ?mbarcacos puderem chegar e qualquer
baldeago ser por conta da fazen ia.
6.* As descargas das alvarengas a bordo dos vapores nacionaes sero feitas conforme o
ajuste particular podendo seus donos mandar fazer o servido por quem Ibes convier.
7.a A condueco das alvarengas na descarga ou carga ser feita por conta da fazenda ou
navio.
8.* Cada encerado perceber o aluguel de 1*000 diarios cas descargas.
9.* 0 servigo coa serventes so ser feto as alvarengas de embarque e nao de descarga.
10.* Vapores, navios consignatarios e agentes dos mesmos sae responsaveis pela amarra-
gao e seguranza das alvarengas emquanto esliverem no costado dos navios, ou edtq.ua ntq^e.itive-
rem sob a guarda das tripolares ou outros por si umpreg2dos para wgiarem pela seguranza das
mesmafi.
THEATRO
SANTA ISABEL
A FcDufi GRAL
HOJE Sobado 9 4 Jaair HOJE
A'8e 1[2 horas da noite
xjx/rxxwxa DesDppeGTj^cprx,a
Pelo afamado Ilusionista
FAURE NICOLAY
Em bencGcio das milito applaodidas
ROSNA E PAULA
Qne tem n honra de dedicar ao bello sexo e ao Ilustre publico pernambucano.
O mais bello e variado espectculo conhecide at boje.
O espectculo terminar as 11 e 20 minutes.
Haver trem para Olicda e Apipncos.
NOTA- Por falta de tempo n2o podem ROSINA e PAULA distribuir os bi-
lhetes para seu beneficio. Assim as pessoas que quizerem favorecer com sua presenca
a esta recita extraordinaria em sea beneficio, que teaham a bondade de mandar bus-
car os bilbetes na bilbeteria do Theatro.
Desde j antecipam seus sinceros agradecimentos a todos quantos osauxiliarem
com sua presenta.
Rosma e Paula Nico'ay.
Thesouraria de Fazenda do
Estado de Pernambuco
Subafllutro de notas
De ordem do Sr. Dr. inspector, fago publico,
em vista do telegramma do inspector da Caixa
de AmortisagSo, de hontem, que foi prorogado
al 31 de Margo prximo futuro, o praso para a
substituicSo das notas do governo, emlttidas
pelo Banco, depois de modificadas.
Thesouraria de Fazenda do Estado de Per-
aambuco, 29 de Dexembro de 1891.
O secretario,
Jos Gomes da Silva
Escola Normal do
Recife
De ordem do Sr. Dr. director desta
escola scientifico a qaem interessar que de
15 do corrente at de Fevereiro prxi-
mo, estarSo abertis as matriculas as
aulsa dos tres annoB do curso ; e que de
accordo com o art. 26 do Ragulamentc
de 27 de Dezembro de 1887 s serSo
ellas facultadas aos individuos que previ-
re ir,:
Para a do 1 anno :
I. Idade maior de 18 annos, s: forem
do sexo masculino e de 16 sendo do sexo
feminino;
II. Isencjto de culpa que motive a per-
da da cadeira de professor publico;
III. Ser de bons coetumes;
IV. NSo soffrer molestias contagiosas,
nem ter defeitos pbysicos que os prvem
de bem exercer o magisterio ;
V. Habilitado as materias professa-
das dos tres graos do ensino primario ou
nos do exame que tiver feito na escola;
VI Attestado de vaccica recente ou re
vaccinacSo.
Para a do 2. e 3. anne :
ApprovacSo em todas as materias ensi-
nadas no anno anterior.
Oatre sim, fago publico qus o mesmo
Sr. Dr. director tem designado odia 25 do
corrente, s 10 horas da manhS, para ter
come90 o exame de habilitado de que
trata o art. 27 do regulamento vigente,
Secretaria da Escola Normal do Recife.
7 de Janeiro de 1892.
O secretario.
F. Fragoso.
Santa Casa da Misericordia da
Recife
Por esta secretaria sao convidadas as amas en-
carregadas da criaco dos exposto?, para que
vecham. acompenbadas dos mesmos, no dia 14
do corrente, ptlas 8 horas da mantaa, no salo
do respectivo eatabelecimento, afim de recebe-
fem a mensalidade relativa ao tempo decorrido
de Setembro Dezembro ultimo.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife. 7 de Janeiro de 1892.
O escrivSo,
_____________Pedro Rodrigues de Souza.
va Secretarla da Santa Caa de Ml-
erlcordlft alngam e aegalnte
predio*1
Ra do Encantamento, loja n. 11 30/000
Ra do Vigario n. 27 1.* andar loGOO
Roa do Amorim, armazem n. 26 10*000
dem idem n. 64 30/000
Ra do Burgos n. 19 12*00
Dnj ii Palma a, 3i 50/000
**
-------
I
U


r
H

/





Diario de Pernambuco Sabbado i) de Janeiro de 1892


Companhia
DE
Tecidos Paulista
Os sensores accionistas sto esovidado reaj
usar a tereeira entrada do capital a razo de 20
0/0 al o dii 8 dtf Fevereire' prximo fnUrro tfa*
M oras do dia as 3 da tarde, ra do Bom Je-
8\ke o. 1. pavimento terreo
Be;ife, 7 de Janeiro de 1692.
J. A. Saraiva Jnior,
Director secretorio.
Banca da Bolsa
Teado este Banco procedido a incorpo-
racSo da Companhia de Serviyos Marti-
mos de Pernambuco e sendo os concur-
rentes que mais vantagens offereceu ao
novo contracto de Iluminadlo publica des-
ta cidade para a qual torna-se necesiario
facer adiantamento como seja o do depo-
sito do valor da araliacSo da empreaa do
gaz para o que ci bastante a primei
ra entrada dos accionistas do mesmo ban-
co, previne se aos Srs. accionistas deste
banco que sSo convidados a fazer a se-
gunda entrada de 10 "[ de suas accjSes
at o dia 15 de Janeiro do anno que vem
e a tereeira entrada tambem de 10 [ 30
Has depois como determina o art. 4a dos
estatutos.
Recife, 23 de Deaembro de 1891.
O director gerente,
P. J. Pinto.
Hippodromo do Cam-
po Grande
Assembla gf ral extraordinaria
1. CONVOCA CAO
A directora convida os Srs. accionistas
para rennirem-se en assembla geral ex-
traordinaria, no dia 15 do me* corrente,
as 6 horas da tarde, a ra do Imperador
n. 55, afim de deliberarem sebre corridas.
Secretaria do Hippodromo do Campo
Grande, 6 de Janeiro de 1892.
O secretario,
Augusto O. da Silva.
Sociedade linio Commerclai B
dos Mercieiros
Assembla geral e extraor-
dinaria
De ordem do Illm, Sr. presidente,
convido todos os Sr?, socios a compa-
recera) na sede da oossa socUdade, a
ra Estrella do Rozario n. 3, domin-
go 10 do andante, pelas 4 horas da
tarde, para tratar se se ha ou nao con-
veniencia da n ssa scciedade era in-
coa LirJse da csUiboigao do imposto
de reparlico, des'gcado para a ftwai
classe.
Convido igualmente aos [nossos col-
legas que nao fizer<.m parte do gremio
soeial, a comparece: em nesta assembla
para elucidarem acusa que se pre-
tende resolver.
Pecifc, 7 de Janeiro de 1891.
2- secretario,
Silvio Satyro Lviz Ribeiro.
Compartir Fernambucana
de Navegacao
Convida se aos poasnidores de obrigscOes pre-
ferenciaes a virem reeeber 01 juros de seus l-
talos, noesefipu.rio desta Companhia das i bo
ras da manb is 3 da tarde, detento apres litar
seos ttulos aflm de que os respetivos coupons
ssjam destacados n?sie escriplerio, conforme as
clausulas di emissSo.
Recie. 31 de Dezembro de 1891.
A. Ulyues de CarTatt.
Gerente.
Companhia Recifense
de4?aBficaeiikj
Esta empreza, tendo recebido Darte de bpus
apparelbos que Driocipiaro brevemente a fonc
cionar, e feito aequisiejio de 16 padarias torea-se
insuficiente as suas opefseoes' capital realisa-
do, como serdetalhadamente demonstrado no
proxin) relalbrio, por isso, So convidados os
Srs accionistas a entrar mais com 10 (, sobre o
valor de snas aeces no prazo de 30 das da pre-
sente data, e ontros 10 *|0 30 dias depois.
Recife, 31 de D&zembro de 1891.
O secretario,
Joaquim M. G, Rosa?.
Ao commsrcio
Bento da Cunha Ribeiro, socio da ex-
tinota firma' de Bento, Campos & C,
seienttlica ao respeitavel corpo do com-
mercio que continua com o mesmo ramo
de negocij em sea estabelecimento na
do Livramento n. 2b, sob sua firma in-
dividual, esperando merecer de seus nu-
merosos tregeles a mesma confiar;* e
coadjuvacS) que lhe dispensaran! at
hoje.
Recife, 2 de Janeiro de 1892._________
Banw Paga se o 76 dividendo das aceces in
tegralisadas e o 5 das que realiSarem cin-
cuenta por cento, correspondente ao se
gundo semestre do exercicio findo em 31
de Dezembro na razSo de vinte mil reis
as primeiras e dez mil reis as segundas.
No escriptorio de Pereira Carneiro &
C., rna do Commercio
andar.
n. 6, primeiro
Sociedade
Monte Pi Bom Successo
De ordem do Sr. presidente, convido lodos os
enflores associados a reonirero se em assemsla
geral ordinara, s 10 1/2 boas da manh do
dia 10 do corrente (lomingo) rna Duque de
Caxiai n. 37, am de tratar se de negocios de
interesse da me*ma sociedade.
O I- secretario,
Joao da Silva Saraiva.
, | I .....^. ..- .1 i.,..
5o temmamo
Bento, Campos & C, estabelecido com
loja de fazendas roa do Livramento n.
25, scieotificam ao commeroio e mais in
teressfdos, que de commum accordo dis-
srlveram a sociedade que tiuham no rete
rido estabelecimento, retirando se o tocio
Antenioda Costa Campos, pago e satisfeito
de seu capital e lacros conforme balance
di o em 31 do mez prximo pesaado. fi-
cando aob a exclusiva rtspoaMbtlidiide
do socio Bento da Cunna Ribeiro o activo
e paasivo conforme o respectivo balarlo.
Recite, 2 de Janeiro ie 1892
Antonio da Cont! Campo*.
Bento da Qvrnha Rtbeiro.
AB1TW0&
Compaabla PrrntHburtD* de
vrai;u
Esta cempanbia mantem as seguintes liraai
gafares de navegacao:
*re, tocando nos portos da Parahyba, Nital
fe.. ., Mossor, Araoy e Fortaleza, partiade
leste porto um paquete a 11 e 26 de cada eks.
Sul, con escala peres portos de Macei, Pene
lo, Aracaj, Bstancia e Babia, sahindo d jstt
sorto a 14 e 29 de cada mes.
Fernando de Nortnka, partida no meiade di
nei.
Re Formoto e Tamandar, sabida a 28.
Rio de Janeiro, (directamenie) parte o paqueu
le 28 a 30 do mez.
Rio Grande do Sul, (viagem directa) sab<: di
(6 a 20 do mez.
Todos os paquetes sao noves, tem excelle He
i;commodaoe3 para passageiros e para ca*gt
i os precos sao muilo rednzidos.
Os passageiros enconlram, apar do bom tra
amento, todo o conforto desejavel a bordo
m paquete.
Os paquetes que tazem as viagens ao Rio dt
ianeiro, alm de terem todo o que se enccitrt
ios paquetes modernos, accresce que taz a via
em em qnatre dias e e preco de passajen.
la l.> classe 60*000.
O paquete empregado na viagem para o Re
irande do Sul e smente para carga, e U m t
calado adequado a entrar no porto daqnello Es
.udo em qualqner occasiao.
Recebe se engajamento.de carga por qumt)
fade lixa para todas as viagens.
Octroeim, a companhia expedir paquete; ei
izordinarios desde que baja carga para o eaga
ment completo de um paquete.
scri orio. da Comnanbia Pernambu:an>
n 2i
..... '
iim-
.EIL0ES
Boyal Nail Sleam Faclst Cii-
m
O vapor Tamar
E' esperado dos portos do sul
at o dia d Janeiro de 1892
seguindo depois da necesiiarla
__'demora para
Lisboa, Vigo e Santhampton
Para carga, passagens, encommendas t di
ibeiro frete : trata-se com os AGENTES.
O vapor Trent
E esperado da Europa ale e
dia lo de Janeiro sega iodo
depois da demora necesitara
aara
Baha, Ro de Janeiro. u os.
Montevideo e Bueno Ayre
Set^cSo da pfttigms
lia Ida voiii
a' Lisboa lcla3e iW 130
A' Soathampton 1 classe 28 42
Camarote b reservados para os passageiros de
Pamambnco.
Parapassageris, fretes. encommendas, trata-i*
aos _
AGENTES
\morixiIrmos & C.
N. 3Ra do Bon JesnsK. 3
|
Vaior
Macji, Vila-Nova, Penedo, Araca-
j, Estancia e Bahia
O VAPOR
Mrquez de Caxias
Commandante F eitas
E' esperado dos portos cima
at odia 1* de Janeiro re-
gressando para osmesmon de
,po8 da demora do costme.
Fra cargaVpassagens, encommendas e dinbi-
r> frete trata-se con o
Pedro Osario de Cerque ira
17Ba do Vigario17
1" andar
m*w nn,rci-
gw
STRAITSOFMAGELLAN LDlS
O paquete Britania
Espera-se da Europa no
dia I a de Janeiro u se
guir depois da demora do
costme para Valpiraisc
com escala por
Bahia, Rio de Jameiro e MontevixL'o
Para carga, passageiros, encommendas di
aeiro a freie: trata-se com os
AGENTES
Wiisofl, Sons C, Linited
10RA LX) OOMMEfiCIO10
CompaBuiarernatubncuMiade Na-
vegado
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maeo, Memor, Avaba
ty e Cear
O paquete
S. Francisco
Ce m man da o te Estoves
Segne no dia li ce Ja
neiro as 5 horas da lar
de.
Recebe ca?ga, ei.com-
---------------mendas, passageos e di
obeiros i 'rete, ata 4s 2 boras da tarda do
da da partida.
ESCRTPTORIO
Ao Gaes da Companhia Pemambucami
u. 12
opalina PenmmDacana da i-
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo, Araeaja e Babia
< paquete Una
Com mandante Monteiro
Sf gue do dia # do cor-
rente s 4 boras da arde
para es portos cima indi-
cados.
Recebe carga, encommendas, passagens e di
nheiro frete at as 2 horas da tarde do da da
partida.
ESCR1PTORIO
A* Ca da Companhia P n. 12
Para Fernando de Norooha
O paquete Jacuhjpe
Coinmandao te Carvalho
Segnir para oi
portos cima ln
dicados no dia
116 do corrente as
4 horas da tarde.
Recebe carga, encommendas passagens, e di
obeiros a frete at s 2 boras da tarde do da da
partida.
ESCRIPTORIO
Ao ca*t da Companhia Pernambucana
n. 12
United Stares and Brazi]
M. S. S. C.
O vapor Vigilancia
E' esperado dos portos do
sul at o dialOde Janeiro
seguindo depois da demo
ra indispensavel para o
Para,
Barbados, Thomaz
Xew-Vork
Para carga, passagens, encommendas e
iheiro a frete trata-se com os AGENTES.
Leilj
Agente
di-
O vapor Finance
Baha,
Para carga,
hairo a frete
E' esperado dos portes do
norte at o dia SO do cor
rente, segaiodo depois da
indispensavel demora para
Ro de Janeiro e auto
passagens, encommendas e di
trata se com os
AGENTES
Henry Forster & C-
8Ra do Commereio8
1* andar
Lioyd Brasieifo
Weccio de navegacao
ao
Mlveira
Da araaBcSo'e utensilios da padaria art* i
ra Inserial n. 147
Sabbado, 9 do corrente
A' 11 boras
O agente Silveira, por mandado do juiz de paz
da freguezia de S. Jos, a requerimento de Aa
tonio Doniiogue Marques RomSo. levara a leilao
a armacio e utensilios cima declarados, penho
rados a llano 1 Gomes de Paiva, em um ou mis
lotes.
Leilo
De 25 pecas de chitae estragadas pelo
capim
Segunda tetra 11 do corrente
A'S II HORAS
No armazem da ra do Marque? de Olinda
n. 48
Por inervengSo do agente
Cusmo
Leiio
De 40 c.ixas .m'batatas
Segunda-feira 11 do corrente
A's 11 horas
armaaem da ra Mrquez de Olinda
n. 48
Por Qtervenc&o do agente
Gusmo
DA
NO
EMPREZA DE OBRAS PUBLICAS
BRAZIL
L1NHA DO NORTE
PORTOS DO SUL
O vapor
S. Salvador
Commandante o 1 tenente Guilhermc
Waddington
E' esperado dos
portos do sul al,
o dia 8 de Ja
neiro e seguin-
do depon da de-
mora do costume p ra
Parahyba, Natal, Cear,
Am&rracSe, Ma
ranbko, Para, Obidos e Manos
As encommendas serSo tecebidas al 1 hora
ia tarde do da da sabida, no trapiche Barbosa
ao largo do Corpo Santo n 11.
Para passagens, fretej e encommendas trsta
com os AGENTES,
PORTOS DO NORTE
O paquete Manos
Commandante F. A. de Aimeida
E' esperado dos portos ai nor
te at o dia 1 rie Janeiro se-
guindo depois da demora de
istume para
Macei, Habla, Victoria e Rio de Ja-
neiro
Recebe carga a baldear no Kio de Janeiro
jara Santos, Canana, Iguape, Paracagu, An
'.o una, S. Francisco, Itajahy, Santa Catharina
Ric Grande, Pelotas e Porto Alegre.
As encommendas serio recebidas at 1 hora
la tarde do dia da sabida, no trapiche Barbos*
io largo do Corpo Santo n. .
Para passagens, fretes encommendas e di-
obeiro trata-se com os AGENTES.
O paquete Maranho
Commandante Antonio da Silva Fer-
reira
E' esperado do3 portos do norte
at o dia 14 de Janeiro, e
seguir depois da demora do
it turne para
ia, Espirito-Santo e Rio de
Janeiro
Recebe carga a baldeiar no Rio de Janeiro,
ara Santos, Canana, Iguape, Paranagua, An
tonina, S. Francisco, Itajahy, Santa Catharina,
Rio Grande do Sul, Pelotas e Porto Alegre.
Mac
As encommendas serao recebidas at 1 non
lo Urde do dia da tahida, no trapiche Barbos i
o largo da Corpo Santo n. 11.
Aos Srs. carregadore8 pedimos a sua attencA
ojra a clausula 10 dos conbecimentos, que
No caso de haver alguma reclamacao contra i
jempannia, por avaria ou perda, deve ser felt)
jot escripto ao agente respectivo do porte di
iascarga, dentro de tres dias depois de final!-
*da.
Xo procedeado esta formalidade a companhi;
4ca isenta de toda a responsabilidade.
Para passagens, frete3 a encommendria tn
a-se com os
AGENTES
Pereira Garneiro& C.
r.'i'ua do Commartio^t
1 andar
CHARGEURS reuns
Companhia Francesa
DE
\acgaeo vapor
Linha qainaenal entre o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos.
O vapor Parahyba
Commandante Voisin
E' esperado da
Europa at o dia
13 de Janeiro e
seguir depois
Ja necesaria de
mora para
Sania, Rio do ianeiro c natos
Rogase aos Srs. Importadores de carga pelos
?spore desta liaba, queram apresentar dentro
te 6 das, a contar do da descarga das alvareu
8 qualquer reclamagao concernente a voJumee
ae porventura tenham seguido para os portos
e sul, afim de se poderem dar a tejipo as pro-
videncias necessarias.
Expirado o referido praio a companhia nio
e responsabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas passageirm,
para os quaes tem excellentes accommodacoe;
i tratar com o
AGENTE
Aug-uste Labille
9-RUA DO COMMERCIO-9
No
gelladeira de electroplaie, licoreiro, facas, gar
tos, para peixe, dita para sallada, talheres com
cabo de eieclroplate e ostros muitos objectos que
estarao patentes no acto do le;o.
Cocheira
Um cabriolet de i rodas e com 4 asientos m
perfeito estado.
A's 10 boras e 20 minutos da manb partir
da eBtacao de Brum um bond que dar passa-
gens gratis aos concurrentes ao leilao.
AVISOS DIVERSOS
Aluga se o terceiro andar do predio n. 1
ra de Vigario, com bons commodos, agua e
gas ; a tratar na roa da Cruz n. 1 (Reoife) pa
vimento terreo.
Precisa se de oin bom cosioheiro ou cosi-
nneira e de um copoiro; a iratar carua Mr-
quez de Olinda numero 35.
Precisa-se de urna criada para
mais servteo de urna casa de familia
na ra da Soledade n. Si.
copetra e
a tratar
Precisase com urgencia de urna ama para
o servico de urna pequen faailia : na ra do
Cotovello n. 81, paga-se bem.
Precisa se de urna ama de meia idade para
cosinbar para urna familia de duas pessoas ; a
tratar na travesea da Praia do Forte n. 8.
Precisa-ee de um
sem ella, de tavsrna :
Verdes n. 21,laverna.
caixeiro com pratica ou
a tratar da ra de Aguas
Leilo
De faseod.-u, miudesas e chapeos
A SABER:
Camisas brancas e de cores, chiles, achus, bol-
sas, rclarinhos, botdes, chapeos de pr.lba e de
fellro pera hoisens senboras e aeoiBOi.
Terea fe!ra. i do carrete
A's 11 horas
Agente Pinto
No armazem a ra do Bom Jess n. 55
EM CONTIM! Q'.lO
VenderS o mesmo agente dlerentes movis,
quadros e roupa de uso, objectes existentes no
mesmo armaiem,
3-eultino leilo
De urna parte do valer de 3 774*560 sobre a
avaliaco de 12:C00 dos iropenantes sitios
cem casas de moradia, sitos no becco do Ca-
jueiro os 1 e 3.
-, Terca-feira 12 do corrente
No armazem da ra* Mrquez de Olinda
n. 48
O ag nle Gosmap >utorisaio far leilo das
partes dos sios e casas cima mencionadas.
2* Leilo
De um terreno com 90 palmos de frente e 300
dH03 de fundo, silo na travessa da Casa Forte
para o Arraial, 1 dito com 90 palmos de f.-tn
te e 301 ditos de fundo no mesmo logar, 1 dito
com 50 palmos de frente e 90 ditos de 'ai lo
no mesmo logar, 1 Uito com u i a oks uv oiea-
mo lugar e 1 dito com 37 palmos de frente e
230 ditos de' fundo no mesmo lugar.
Terea-felra 1 do correte
Ao meio dia
No urmazeni da ra do Mrquez de Olinda
n. 48
O agente Gusmo au'orisado por mandado do
Exm. Sr. Di. joiz de duei'.o de orphos e com
asaistencia do mesmo joix, levar a 2' leilao es
terrenos cima mencionlos pertencentcs ao es-
polio de Sebastiio Correa de Alboquerque.
Agente SteppJe
3 e ultimo leilo
De todas as obras e bemfeitorias do enge
nho Veneza aa freguezia da Luz, co-
marca de S. Loureoc.c.
lunrt i felra, i 3 do corrente
A's 11 horas
No edificio da Intendencia Municipal do
S. Louren^o da Matta
0 preposto do agenta Stepple, por mandado e
a88istencia do Exm. Sr. Dr. joiz de direito do
ccmmercio desta comarca, a requerimento do
Dom Abbade do Mosteiro de S. Bento de Oiioda
levar a leilo. to as as obras e bemfeitors
existentes no eagesho ictma, mais 40 casas de
lavradores, ditas de vivenda, dita de purgar, e
de farinba, vapor dtstilaco e mais utensilio* do
eogenbo para pagamento da execuco que con-
t a Antonio Francisco da Costa e sua mulher
move o referido most iro.
Os Srs. pretendentes desde ja poderSo ir exa
minar as dita obras e oemeiiorias.e alguma ex-
plicaco Q,mesmo preposto dar no seu escri
ptorio na roa do Imperador n. 39.
Agente Stepple
Grande e importrnte
leilao
De bons ovis-, ricos1 ejelbos duurados
com finas molduras, objectos de olectc-
plate, ricos enteites de salla, importan-
tes a riooa cortinados para sanefas, e
muitos outros objectos de gosto e de
valor existentes no palacete da Exma.
Sra. Baronesa d? SerinhSem sito no
largo da Paz n. 5, freguezia de Afola-
dos.
juarta-feira, 13 do corrente
A's 11 horas em ponto
0 prepesto do agente cima competeotemen
te au onsado pela Ecma. Sra. Baroneza de Se
rinhem far leilo dos seguintes objectos
A saber:
Pavimento terreo
Urna mobilia de Jacaranda com 42 cadeiras de
guarnico, 2 ditas ie braco?, 2 consolos com
pedris, 1 sof 1 jardineira com pedra, 1 dita de
faia tambem com pedra e completa, o espelhos,
sendo um oval, 2 candelabros e 1 relogio com
redoma.
1* Sala de jantar
Urna rica mesa em forma de ferradura para
49 oo 30 lalhres, cadeiras, qnartinaeiras, la-
vatorio, espreguicadeira, 1 guarda leuca, 1 me-
sa pequea e ootrie o&jecics.
Gabinete
1 Sof, 1 mesa redonda, 6 cadeira3 de fanta
zia e outros objectos.
Salla de visitas
Urna rica mobilia de Jacaranda com encost
de palba rcn'ebdo 1?. cadtiras de guaraijo, 4
ditas de bracas, 1 sof e 2 duttkerqaea com \.e
dra e espefbo, 4 cantonfiras, eiageres de jaca
randa, 6 jarros tinos, 3 importantes lustres para
vellas com 8 bicos cada m, 1 !>portante lustre
para gaz de oilo bicos, 1 importante conversa-
deira de Jacaranda para 12 pessoas, 10 pares de
ricos cortinados adamascados pan sen fas, um
repo^teiro, 4 reos e^pebos de moldara Anas
sendo 2 evaes e 2 obtengo?, 4 capachos felpa-
dos e obtres objectos.
Qaarto de toil at
Um rico oilet com pedra e espelho, 1 porta
extracto, I lavatorie e 1 Importante repucho e
chafarla.
2* Salla de jantar ,
Urna mesa elstica Je amarclle coffi 8 laboas,
2 imporlantes apparadorei com pedfa, o qu
tervem d; guarda ku$ cem *tdtv, i dltes me
ores com pedra, 3 grandes caotoneuas, vidros,
garrafas para vlnbo, compoleiras, copos, lacas,
clices, canecos para crcme, pona conservas,
Ama para engommar; precisa se na ra
das Pernambocanas n. 14, Capinga.
. Criado
Precisase de am para servigo domestico, rea
Duque de Caxias n. 91.
Aluga-se
Urna sala e um quarto do !. andar sito ra
Duque de Ctxias n. 60, proprio para escriptorio
ou consultorio, a tratar no mesmo predio, loja.
Compra-se
Urna oo mais erales que sirvampara escripto
rio, a tratar no pateo do Paraso n. 16.
Precisa-se
Na Ponte de Ucboa n. 36 precisase de um
cepeiro e ajudante, de um cosinheiro ou co i
nhairaede urna ama que saiba engommar.
Ao con mercio
0 abaixo assignado declara que comprou ao
Sr. Fracc.sco Raposo Carreiro sua taverna sita a
ra de Cesta Leite na Casa Forte n. 6, iivre e
desembarazada, quemse julgar redor apresen
tese no prazo de 3 dias.
Recife 7 de Janeiro de 92,
Jo Bolelho de Fezende.
Aluga-se
O primeiro andar da rea Coronel Suassunr. n
278, com commodos para familia, agua, vaz e
drainage ; a t atar na roa Baro da Victoria ;i.
30, loja.
naooel Zaluzard Sefclapp
Joanna Schippe, Arthnr Scbiappe tV
fredo Scbiappe esposa e filhos do faliia>
Manoel Zalusard Scbiappe manda rao~
urna mise na segunda feira 11 d cerra-
te pelo 7- dia do aeu passamento aa % k-
ras da manbS na matriz do Corpo Son*,
antecipando desde j seus agradeca
s pessoas que se dignarem compavoocr i
este acto de religiSo.
t
Batharrl (aiunfo (iermaao
ra PlMe de Soasa
! anniversario
O bacharel Manoel Nicolao Regueira Pinto s
Souza e seus irmos cenvidam a seus asagoo"
prenles a assistirem as missas que manda ce-
lebrar ee igreja de N. S. da Soledade no dia II
do corrente, pelas 8 horas da manbi, por ai
do seu prezsdo irmo, o tiacharel Antonio'
mano Regoeira Pinto de Son, e detde jl mr
confessam aeradecidos.
Bilh
el
Vende 3e um novo em perfeito estado com i
dos pertences, os fabrica Nova Hambogo, risa
da Florentina n. 20.
Papel-forro
Grande remessa, inGoitamente variada, a
M)res e desenhos. Os pregos t basta dara-e
{uinte idea : de 340 a U000 a peca : na i t
i8peclalista deste genero, ra da Madre >
Oeus n. 30 (Recife).
J. T. Carreiro.
Feitor
Precisa se de um
Paysand n. 19.
feitor; a tratar na ros de
Patacoes
Compra-se de todas as nacOes na ra do !
bug n. 9, loja de Angosto do Reg.
Patacoes
Brasileiros
Marcados 21000 no centro, compra se o
isaior prego do queem outra qualquer parte: *t
armazem ra de Commercio n. 4.
Movis austracos
Acaba de chegar um sorlimento completo de
movis austracos de todas as cores e pMfos,
que se vendem vontade dos compradores, pe
precos muito rednzidos para liquid; cao no i re-
stan mez.
A' ra Mrquez de Olindi n. 54, casa impor-
tadora de A. D. Carneir Vianna.
lita
Precisa-se para cosir;b*
e para outros servidos de
jasa de famrlia, na ma d^
Pires n. 28 a tratar de 4
horas da tare e em diae.
mas $ triad
No Espinheiro, rna de
Santo Elias n. 10, precisa-se
de um criado, de urna criada
e de urna cosineira ; dan*
attestado de co ducta.
Amas
Precia-se de orna ama para cosinbar,
para andar com mei-inos e cutra para tz
mar e outros servicos; a tratar na estrada an
de Casanga, rasa de Arlbur Basto.
Ama
Precisa se de urna ama somente para o.satr:.
a tratar na ra do Atecrim b. 22.
Ama
Precisa-se de urna que seja boa cosrnies, i
ra do Baio de S. Borja n. 33.
Ama e criado
No becco dos Ferreiros n. 6 precisas i r
criado e de orna ama cosiobeira que tes>a 'au.-
conducta.
Ama
Precisi-ae de urna ama para casa de vfarjr
familia : a tratar na ra de S. Jorge n. 7fe
Ama
Criado
Na ra de S. Joo, fabrica, precisa-se
criado que r' fiador de sua conducta.
de um
Criado e cosinheiro
Precisa se de um criado fiel e um cosinheiro
rfeeito ; na ra do Paygancu n. 19._________
Criado
Precisase de um criado para piuco servico:
na roa do Alecrlm n. 22_______________^^^
Moedas brasileiras
Comprase de 800 rs., MOOO, 2#000 no centrt
de moeda ; na rna do Cabug n. 9, loja de Ao
gusto do Reg.
Gaf 4o Estado
Compra qualquer porcao
A
Companhia Industrial e Com-
mercio de Estiva
Precisa-se de urna
seja de boa conducta
n. 53. taverna.
ama para cosinfc&A
a tratar na i na do acias;
Ama
Precisase de du is amas, urna para ceste r
outra para sala : a tratar na roa Barao oafiete-
ria n. 54, na antiga agencia de movis.
Ama
Precisase de orna ana p familia ; na ra Augusta n.l8i
Ama
Precisa se de urna ama para tratar oV
nio de tres annos e fazer mais atgum aerys
de casa ; na rui Im jerial n. 19, 1- andar, ria-
ro do Muniz.
Precisa se de urna ama que cosinne e eojt>
me. paga-se 20^000, para ir para o Bslidesl
Espirito Santo, pagando-se passagem ea
volta ; a tratar na rna do Alecrim n. 29:
Cavallo roubado
Roubaram do eagenho Tabocas, fregnexa
Luz, um cavallo de estribara, castaabo ante iro
cor de'rato, grande, caheca grande, so
estrella na testa, orelbas grandes mas benbiDsiL
um tanto corcunda para a frente, cabel! j a vm
com um lebinbo, do tatraobo de um has .
baixo do qoeixo ao p da garganta, ceta u ps calQado, andador debaixo e galope tats*
da mao, castrado, foi comprada em llakifaja*
mezes pouco mais ou menos. Qnem de*>ater
noticia exacta poder di-igir-se ao mrnn riws
oho oo roa do Bem Je-os o. 4, escri*r*
que ner generosamente recompensade:
Officiaes de carpioa
Precisa se de ^f ;iaes de carpina ; a traCaror
roa do Commercio o. 4, armazeff;..
Pontos
nos ni
Pergunta se ao Sr. Joaqnim de S Cavalcanle
de Albuquerque, ltimamente nomesdo subdele-
gado de MdTanguape, e que tanto blasona de ser
vtolo, se rompen seriamente com seus dolos
iot Mariano e Jos Mana, ou se est embande-
rando como de seu costume, quem actualmen-
te governo para melbor servir a aquel es.
O abelhudo
Criado
Precisa se de um criado ; no largo da
o. 33, botel.
Ao commercio
Domingos dos Santos Coelbo Pereira declara
que desta data em diante assigoar-se ba Domin-
gos Cc-'ho. Recife, 31 le Dezembro de 1891.
O abaixo assignado fas scieole ao publico
com e*peciali''ade bo corpo do commercio, que
a contar do dia 2 do crente, venden ae seu
ex socio de industria, Jos Bernsrdioo Marques
de Oliveira, o seu estabelecimento de molbados
s.to roa larga ri i Rosarlo n. 20. que gyra sob
a firma de Marques Sobrinbo & C, ficando-lbe
pertrucendo to-io o activo e respoosavel pelo
pas ivo, dando lhe consenso para gyrar a mes
ma urina .'obre sua nica resoonsabilidade
Reeife, 4 de Janeiro de 1892
.___________Antonio Merques Precisa-se
De um bom irabalhador que eotenda de jar-
dim, para um sitio no Arraial; a>iritar no arma-
zem i trawssa do Corpo Santo n 27, das 11 s
4 horas da tarde.
Vende-se
Muita atten^aa
Precisa se de coslureiras no becco dos forcea-
ros n. 6.
Cosinheir
Precisa-.'e de urna boa cosinheira para tas
de pequea familia, que durma em cara &m
patroes, na ra de Femandes Vieira n 2&
Ao
commercio
Os abaixo as-igaados, teado ven^ifo *tmr
esiabelecinierto de mcltalos ra di.-- Cete
o. 26, declara) que nada devem ne;n> mr
fra delia ; se porm algoem se julgiir "
queira apreseniar tuas eonlas para sem
na ra deS. G ccalo o. 19.
Recife, 5 de Janeiro de 1892.
_____________________Julio Costa'A C.
Saceos de estopa Yasio
Vendem proprios rara aseocar, feijis, mww
efannba os Srs. Costa Lima C, rna 4 Aa
rim n. 37.
i
BalanQOs
U,o boi proprio par* carro de^natro redas oo
para carroca, por preco commoclo ; e aluga se
urna coiheira par teit, por prert) razosvel; a
tratar em Santo Amaro das SaliBss, estrada de
Limoeiro, taverna n 6 B.
A. T. Nogueira, com pratica de escrjptene
raerc*nil por partidas dobradas, motrnm tm
de procede a balancos i>m casas eon.fsrdiw,
organiSBr escripias, formtilar conirto ioctm
e recprocos, tanto nesta ccpital codo ees an&sr
loctdade do interior, praMma a a ftpret, va-
deado ser procurado na ru^do Qaeimado d.
e Vidal cteKeg:tl o? a U7
IllM I
J


I11 II ,

Diario de Pernambuco Sabbado 9 de Janeiro de 1892
f
.. -


i.
GUERLAIN oe PARS
**
'ERFUMARIA DE! DL.XJX10, ftTXiSl de la F*.:
5
**
RTICOS A' MODA ESPECIALMENTE RECOMMEIBADOJ
-----------------M*
Agua d* Coloaia Imperial branca, Alamhreada, Almi*oarada, para lenac. -SapooetLS*!**** MMk.
Ceme saponcea rru n baria. Creme de forangos c Creme de Pepino*, para dar freeoura e avalistas i
i utii. StboiHa rt-.Tida para dar lustro aos cabellos e & barba. Agua Atbenlenae e Agria Lastra! taS*
< oahlwlol de cata*. Agua de Cbypre e Agua de Cedrato para o toucadar. Aloool de Cochlaarf* 4t
Agri8< ladeada i.uli. Perfumes para o lenco : Heliotroplo brando. Imperial Roseo, PrimaTs** ka
He*pa..h .< Pac Boaa, Perfume da Franca, Jieky, Bcna8cirr.cn t. B r as il -iro. P de Cy pria para dar al van
a cotia. Aullado <:olonla imperial RUSSA, Agua Heg-emoaienne, Excellence, Ha-draJ para e toileMa,
PERNAMBUCO
RuaDuque de Caxias n. 751. andar
ntrada pela prapa 17
ANTIGO PATEO DO COLLEQIO
^iex,aBDp.on3(NrDe unt.
Consultas todos os dias u ;eis, das 8 da raanb
s 5 da tarde.
Chamados a qualquer hora do da ou dz
noite*
A CARGO DOS DRS :
flabelo iwiii ii, cardiacas, nervosas, de crianzas e libres.
*llva LealOculistacom pratica nos principaes i.ospitaes e clnico -, o>
aadlestiae de oltos, de Paris.
TatOHOE de CarvalhoMedico e operadorEspecialista as molestias di
-afamralho digestivo, cutneas e syphiiiticas. Cura da Elephantiasi dos rabes, peii
>e-r3 da uretra pela Elee
Sa"b/sd. Appcac2o da Electricidade as paralysias de qualquer natureza e as a?eo
igle articulares agudas e ehroniecs.
AVISO
A Polyclini-i tein ontractada a bem acreditada PHARMACIA DOS POBRES
rdm fl*heRnaeeuueo Maia e 6\lv-:, a ra Larga do Rosario n. 23, afim de abrir a quo)
.aj*r borc da coito servido da mesma.
IRHIBARBQ
MEKTEL
iTJIBARBO :
Os doutores Troi'miac ePirx>x,no seu Tratado de Vherapeutica reasmom asaim as propriedadosdo P^k'.
c Km quant* quo os nutres purgante, llmlnnem, era geni, o appetitc e oauaam inoorniuodos aaau peooaoa, o SUmlDa^S pi :o coi.irario,
c coadjnra as funecoes do estomago a estimula a economa em logar de dcprlmil-a/allu indicado as dispepsias Que auccedem sos excessoz
de mesa, te prazares, de seroes, as Que acommettem os individuas ohloroticos, Has senhorss nervosas e as pessoas hypocordriacas. Bate
< medicamento 6 aconaelhodo na diarrhea biliosa, no tratamento ta disenteria epidmica. O Rnnlbarbo tero sido einpregado cara felii
xito, por tantas aotabllidades medicas, que nao podemos deizar de ter coananes em suaa afflrmaeoes. a
l<-8e no Formulario Magistral, do professour Bochabdat :
O Xfaulnarbo nrn eice'len: loni-purgatiro, que nao di clicas, nao canea o aatomato nem o* Intestino; ibr antea o appete a esti-
mula toda a economa. B o melhor purgante para as creaneas.
Para evitar o amarpor, o Sr Mextel tevo a boa ideia de apresental-o debaixo da forma de
de
de
...... bi.uii v auiArgfur, u ojir .iusu.1. wo praos de milho p.iinco, facis de se eiir/nlir. A medida quo sej
) Mentel pode conter 2 grammas de granulos que equivaleu
granulo* do tamanho
serve de rollia do vidro de Rhuibarbo granulado
a 50 contipramma* de rhuibarbo. Basta enchel-a e
_ .miivalem a u contipr
engulir os granulos ajudado por alguns goles d'agua. A use d urna modida duas'a tres veces por dia, em jejum on
no comeco das refeicSes. Recomeca-se tantos das consecutivos qnanto frem necossarios.
S'&brica.tjtXo : Casa L. FRERE-A. CHAMP1GNY & Cu. Suco"', 19, ra Jacob, era PARIZ
______________^__ A VARKJO : EM QL'ASI TOI"S AS PHABMAC1AS B'ESTA C1DADB
*s
s*
CURA SEGURA sas MOLESTIAS SECRETAS
Madalha de Prata n.i ExootifSo Universal da Barcelona em 1838
Medalha de Ouro, Pars, 1885. Diploma de Honra, Parii, 1886
I

*ed attengao ao publico, para o sortimento de fazeo
zadas que annuncia, por precos commoclos
Merinos de cores com duas larguras.
Liuiuks de todos os precios.
Lans de cores, sortimento c mpleto.
Ma*dpal5es de todos os precos.
Sargeras de todas as cores.
Grande sortimento em chitas e cretonee.
Virtes de seda e merino, novitade.
Bramantes de linho e algodo.
Voiles de algodao, baratos, cousa chic-
Merinos pretoe, lisos e lavrados.
Grande sortimento em brins e eassinetas.
Ficbs pretos, de cores e pratiados.
Amor da China, lindos padrSes.
?uat8es brancos e de cores,
i Mariposas de cores, barato.
Oambraies Victoria e transparente.
Creps voi'e, novidade.
olchas de c^res, lindos padr5es.
Vistuanos do Jersey para criancag.
As fasendas que annunciamos assim como outras muitas que seria enradoni
tWBr~ ctifcr, vendem-se por prens rzoaveis La sincericLtie na medida
VBR PARA ORBE
ALOJA DO GLOBO
55Ra Duque de Caxias55
Antonio Fernandos do Azovodo
SABAO RUSSO
Mdravilhoia essencia preparada por
JAIME PARAEDA
.FPROVADA PELA EXM JUNTA DE HYGIENE DESTA CAPITAL
numerosos certificad; s de mdicos distinctos
e de pessoas de todo o criterio attestam e preconisam
o SABO RUSSO para curar
^L
Queimaduras.
Nevralgiae
SontusSes.
Darthros.
mpigens
Pannos.
Caspas.
Erup$oes cutneas e mordeduras de insectos venenosos, etc.
A nica e a melbor AGUA DE TOILETTE, reunindo em si
iodas as propriedades das mais afamadas.
VNDESE nos estabelecimentos de Pedro Antur.es & C. e
Sodolpho Antunes & C. ra Duque de Caxias n. 63 e 65.
Espinhas.
Dores rheumaticas.
Dores de cabeca.
Ferimentos.
Sardas.
Chagas.
Rugas.
CARDOSO IRMAO
Sua Barodo Triumpho ns. 1j)0.a 104 e rus
doVisconde de Itaparica ns, 21
Tem sempre em deposito :
MACHINAS a vapor de 4 a 8 cavallos dos melhores fabricantes.
CALDEIRAS multitubularas para 4, 5, 6 e o cavallos.
MOENDAS as mais solidas e melhores do mercado.
TAIXAS de ferr batido cravadas e caldeadas, fundido de todos os tsjnaabo*
BODAS DENTADAS de espora e angulares de diversos tamanhos.
CRIVACOES duplas e boceas de tomainas para assenlamentos.
BOMBAS DE REPUCHO sem sola, vlvula de broose.
CHUMACEIRAS parafusos e o mais que se opsa desejar para engenijos, estra .
*m de ferro e Obras Publicas.
FAZEM E CONCERTAM toda e qualquer pe$a de machinismo tonto de ferr.
andido como batido-
EN JARREOAM SE de mandar vir da Europa por encommenda, mediante um-
scsnmisaao rasoavel, qualquer machinismo e CONTRACTAM apparelhos para Us>
Obrigam-se a montogem dos meamos e responsabilBamse pelo b>m trabalb
ara o aue tem ara hbil engenheiro inglez muito pratico.. alm de dos* um tocie>
tu que tambem engenheiro
I
e Injecf;o de
>
KAYA KAVA
DO D0UT0R FOURNIER
teL!Ii ORRHAGIAS
SPERKf#TCS^HAS, CYSTITES
URTHRITES, CORRIMIENTOS
Estas rafermidades, reeentes un amigas, curain-se radicalmente cm alpuns dias
em segredo, sem n giro i uem bUanas, e sem cancar ncm perturbaros orgaos digestivos!
Exiju-ae sobrj cada pilula. sobre cada caixa, sobre cada rotulo.
a asaioaotnra b^nw,
PARS, 22, Praca da Madelei&e. 22. P.AEIS
iAAAVAA ORIZA
BRANQUEA a CUTIS, DANDO-LHE a TRANSPARENCIA
e AVELUDADO da JUVENTUDE.
Tira as Hugas
PERFU3VE.A.XtI.A. ORIZA.
de L. LEGUAND
**~ Inventor do -Producto VERDADEIRO e accreditado ORIZA-OIL
* 1 i JPlace de la Madeleine. Pars
ACUA-SE EM TODAS AS CASAS DE CONFIANC>
^m%
o ferro BRAVAIS
representa exactamente o ferro contldo
na economa. Experimentado pelos
principaes mdicos do mundo, passa
uixieolatamente no sangue, nao occa-1
glona prisao de ventre, nao cansa o|
estomago, nao ennegrece os dentes.
Tomem-se vlnte pott em cada comida.
ilja-t* Verdadeira Marta.
Vende-se ent todas as Pharmaciat.
Por MaiOf: O 4 42 r. SILai are .Parla.

>*
PARA
ALVEJAR
E
REFRESCAR
O
SEMBLANTE
A' MAf(B0HftLB
Esse P superior purificado e pre-
parado com o maior cuidado.
Rccommendado pelos mais afamados
Mdicos, e empregado pelo mundo
elegante.
*-
Just, Perfumeiro
FORNECtOOR FRUILEGIIDO
dt S. A. a PRINCEZA de METTERNICH
GIRARD DE SEGR. Suco
42, ua de Depsitos em pervambuco :
COIUPAHHIA di OROBAS l PRODUCTO CHI0ICOS
e as principaes casas
XAROPE e VINHO de DUSART
Ao Lacto-Phosphato de Cal
Approvados pela Junta de Hyjina
do Rio-de-Janeiro
Estas duas prepararles encer-
rao os principios constituintes
dos ossos e dos msculos, e sao
proscriptas pelos mdicos aos me-
ninos lympnaticos e delicados,
afim de sustental-os durante seu
crescimento, desenvolver e des-
pertar o appetite, quando se a-
chao fatigados ou estafados pelos
estudosesuahabitacao no ar im-
puro das escolas.
Ellas restituem aos ossos o ele-
mento ph.OBpho.to.do, cuja dimi-
nuicao provoca a fraqueza e o
desvio das pernas, e sao muito
efficazes natuberculose para aju-
dar a cicatrisacao das cavernas
pulmonares.
Os convalescentes, os velhos,
as pessoas anmicas e enfraque*
cidas tambem encontrao nellas os
elementos reparadores e neces-
sarios sade.
PARS, 8, r. Vivienne e em todas as phsrmacias
MARAVII HA GRAl
IK> CELEBRE
Dr. HunPhreys e Nova Yes
A Verdadeira MaravMia do &
ATPHOVADAE LIC EMC / :
pela Iaapectori V-srr.i Zrniicrro ti'\ 9ra
A 3TJ-ntillin<:ni:< t
ts Plaadnras, ...
Core,..! ./

LHA
Cui
f, rv. iras, C r .,
**;i*.**- n K."Wm !:-' i ; -
.....

A. Mi !' '-'::'-


A illarii
AO'.-ii' .-.i..-.
A Maravlliii .
, U'j ?uv;'.,
i. :,> -N. ;..- ..
A aiur-sTi!i Curmlva '
? nrecioKo '
- Maro llb i
A lUnra^illia '
mu
t :->vc a Uraueas, e oulro.-
ir ijiuauvs w c*ijji ." rr
.irtra- QueUi.acU.i-as, tscj.'.dl.lu,aj. e
j li.xa uu Bol, t superior aqulv,ueroutrc
mt 'To. .
Hunipueys de Nova York.
A Verdadeira Maravilha do Seculo.
AfeaVAJ E:..:: :aba
kIu luapectoria (ESeraJ rte Hyaoiic do
Imperio de Brazil.
A Mn*avII.aCa; atlva ( rcmf.'i-.irompt*
MTn ar Pisad'.irfla, M.-clAlcadurftB, ^ontusn-s, Tor
;Muras, Coi' -,. Aivaadr-
(ftanca etln
aluti. '.scoraiacuto.efazLiJvij atrU*
anta,
A Mnravilha CUi.1 i'-
A iWaravlhn Curatira 6 impaffiTPl per
Jado Nariz, o:
I uraOes. c o E^iomaRo, ou id as oo
4lmoiTeniacura sempre o nunca taina.
A MaravilTin 'aralivoumalUvjoprompto
roca l> de ouvldos, da Face. lnchat;ic
la Vaiv
A AInri-.vi.lia Curnliva f-orecurm i
. "eloso i-ara D."reP rheumailcas, Albija
Liudez na Juntas ou ivruat.
\ Mfvrt*ha Cara ti va /'o tTrandp remedR
tj-ilanjmtuio<
A rInm\i*!ia V.-u.ivc ftde

Kkr Branu^,' omito* comn.' Tttts.
A Maravillia Curativa 6 lmp.%-rvel pen.
mrTmeraa (n. -. ^i--.;. ... au^t-t>,x-, Pafiari-
oios, CaikK, Frl-lru.-. Joanetea e Tuiuorea.
A Maravillir- CaraUti* fi r-raedto prr.mptc
,ira i->larre.'" titPiple!, e de fit.trrhen curoult.-a.
I Hmravllaa Corati\a '-r""-^."?
larK-a, pnmTori^dura^Dter*,
PsMdurac j sfoladunts, CoutuBoes, Lacersapt^. c
A MaraTilha Cnrau^:- '" vav.! fr.r
uloe, Calios, Frlea*, Juanetes o 'X um
Gti
Especialidades do Dr. Huiarhreya,
acdia r.pecincof
.'uguv-jt MnravUliasn.
Ben.erTio- ^>pbilHirov.
Remedios Veterinario*.
O Manual do Dr. Humphreys 144 paelnns aotoe s*
5r./erraida.lpH modo '11' cural-ae&e di gratis, pe*
trv ao sea botlcarto ou &
hcmphkeys' am>zcnr> co.v
199 Fullon 9tZf i, 5EW VOltli.
NICOS AGENTES
Para venda* ca grosao em Pe
nambneo
DROGARA
A' Ruu Marque de Olinda n. 1
f. Marnvlin rcral>at-oc
p-na niarrbL'S lan
A Rfavp.vlllia Corativa i excedente as*
_ ia>. Torcedora*,
i'isadu ura-s.)
rstreheri;
O

I
o
ce
<
LU
D
Ll
rr
J
Q.
DELICADO
AGUA
FLORIDA
,i.
PURA
RICA
' '.V '
SEM
RIVAL
Mantera sempre a sua popu-
laridade. Cautela com as
imita^Oes.
35
m
-n
-Jj
m
O
>
z
H
m
m
DURADOIRQ r!^
Ao coflifliercio
Ucea pesjoa habiliad? offerece-se para fazer co-
branjas e coadjoavar etn algoma escriptnrajSo
commercial; dando iador de sua conducta.
Quem pretender derija caria para a ra Impe-
rial n. *9 i- andar, com as iniciaes J. M. S.
Caixeiro
Precisa Ee de um caixeiro com bastante pra-
tica da seceos e manados, qne d garanta de
sna conducta ; a tratar na ra do Qucimado du-
itero 56.
rofessor publico
Jo5o Ferreira Vilella de Araujo, pede se a
este seihor ofavr de vir ra do Coronel
Sua-suna n. 218 cumprir a sua palavra queja
aloa a ella n'oze vezes.
Ope arios
Na fabrica de viahos de caj, ra da Aurora
n. i,precisa se de emi'regados que saibam 1er,
para todo e qualquer rabalh da fabrica.
PEITORAL de CEREJA
Do Dr. Ayer.
A* afermidades mais dolor-osas da rargaet*
e do* pulnio'*-, ordinariaiDeat dtsonvulvt-m-e^.
teadojxirprincipio bu-s pequeas, en Jos resulls-
*o# nao sio difBcis de curar *e proniptament ee
Vatio eom Orremedio conveniente. Os ResfrL
ado* e as To*ae* dio reciprocaminti o resaltado
de I.urlufiti., Asthma, Hronchitls, AnVr-
f*ka Pulmonar t- a Tnica.
Todas as laminas que tem eriancas devem fer
Peitoral de Cereja do Dr. Ayer
em casa para o nsar em cao de 'necessidade.
A perda de um so dia, pode em maltn caso*
acoirretar serias cor>eqnencias. Por tanto nfio
ae di-ve perder tempo precioso, experimntanos
remedios de .tricada duvidosa, emquanto que
a enfemitdade se apodera do ystema ese arraiga
profuitdftmentc, i cntSo que ee neoessha tomar
nesse instante, o remedio mais certo e activo em
en afeito, e ate remedio sera duvida alirurc
rSTTOiUL US CEEJA DO DB. ATBK.
^\ "Er.lRADO PELO
DR J. C. AYER & CA.,
l#oweU, Mass., Est.-Cuidon.
DCPOeiTO OIRAI.
Vende-se
Urna txceente propriedade com boa casa de
morada e bom sitio, em um dos melhores arra-
baldes da cidade : a tratar com oGosmao, agen-
te de leiloes.
AOS
Precisa-se
De urna ama. no pateo do Paraizo n. 20, leja.
Luiz Vernet levan
ta emprestmos de
qualquer qiinta-sob
cautjo de ouro, prata
e pedras preciosas e
tambera compra cau-
tellas do Monte de
Soecorro, cauces do
Banco Popular, joias
e brilhantes.
Pode ser procurado
aa sua relojoaria a ra
do Baro da Victoria
n. 53, das 8 horas da
manh, s 8 da noute
PARA
1
2spec!a!ldAd03 .d -Ite Humphreys.
:;- 'nvilio- .EfepfoifleOP
l'nsaento M:* i:*i'hoso.
Rcuif ji'<- ^rpUilitira-;.
Rcmc...o<* Veterinarios*
O Wanuol do Dr. Humphreys 1U pecinas sobre a*
ir.ldade3emcKtodecuri-as6ecAgruUs, pede-
M ao lo ou 4
H! MPHREYS* MEDICI>"E CO.,
' 09 Fulloa Street, NEW YORK.
Deposito geral na Companhia
ie Drogas e Productos chimicos
Gerente Francifloo Manoel da
Silva.
uncas de prai;
de todas as qaalidades, antigs e modernas, de
S<(-00, 1*000 e 300 -s., assim camo toda a es-
pecie de rnoedas e-lrangeiras d onro e prata,
paga fe bom pr?c#. Compra ge tambem ouro p
prata veiha ; na reiojoaria Davidi roa do Cabu-
gi n. 14_________________________________
Moedas
Compra-se de qualquer
paiz, mcedas de ouro ou
de prata, paga-se por mais
do que em outra parte,,
na ra do Livramento n
10, loja de calcado.
Compia se tambem ouro
e prata velh i.
constante dos artjgos
mencionados garantindo
Lopes e Araujo partici-
pam aos seus freguezes e il-
ustrissimos senhores de en-
genho, que tem deposite
abaixo
a
boa qualidade.
Cal de Lisboa.
Dita de daguaribe.
Potassa da Russia (em
barriquinhas, cabas, latas
grandes e pequeas ).
Oleo de mocot,
Azeite de carrapato.
Dito de coco.
Dito de peixe.
Pixe em lata.
Kerosene inexplosivo.^
Graxa em bexigas,
Gaxeta de linho.
Precos sem competen-
cia.
Rna do Liyramaiito
ii. 38
PISA LIQIDAB
Charlte verdadeiro, qua
lidade superior,
Castores de todas as co-
res com lindos desenhos.
Tapetes com lindissimoi
padroes.
Marroquim branco e de
todas as cores.
Sola especial.
Formas francezas moder^
|Q.as e mais artefactos para
sapateiros.
Tudo isto se vende por
diminuto prego por ha re
grande depsito aa loja de
calcados ra do L vra-
cnento n. 10
Costa Campos i C.
Fitas lavradas para f&xas n. 80 eom mau
de um palmo de largura a 2^000 re
o metro.
Qregos, galSes, trancelins e regente
brancos e de cores, para enfeitar ves-
tidos e roupa de c.-eanga, camisas, to*
lettes de senhora.
Collarinhos para homens a 200 res unv
Grande e variado sortimento de eaixas d*
msicas a 24000, 3^000 e 5^000 rau
cada urna, preprias para presentes.
Espelhos mgicos a 500 reis um. Dasi*
4f$0D0 reis.
Espelhos com tres palmos de altura, coa
moldara de dourado fino, oval a 8<$00!'
reis.
dem, idem a 6\J000 reis.
dem quadrados a 5f500 res.
Ven taro lias de palha branca a lf 000 ro
urna.
Leques de papel a 500, 600 e 800 reis-
Rendas abicos de cores, branco, de ai
godSo e linbo de cores e pretos.
Bolsas e balaios de palha, psra compra*.,
viagens e passeios,
Capas de la e casemira para senhoras.
Perfumaras, leos, extratos, cosmtico*
dos melhores abrigantes.
GalSes, palmas e pingentes de vidrilho*.
Bolsinhas para passeio, de chagrn e pe-
lucia.
Albuns de pellucia, couro e chegrin.
Vahado sortimento de brinquedos.
Pulceiras, voltas, cazoletas, anneis, es-
deias de plaqu americano.
Caixas de msica para presente a 7|000,
8I00O, 91000 e J2f0G0 reis.
Meias, len908. collarinhos e punhos pan
senhoras e homens.
Oculos. pincenea, navalhas e caivetes.
Capellas, veos e ramos para casamento*
Toucas e enxovaes para baptisados.
Corxetes em fita para metros.
GalSes brancos para roupa de criancM.
NA
FLORIDA
103Raa Deque de.Caxias- 105
WHISKY
Royal Blend marca VIADO
Este excellente Whisky Escoce pro-
erivel ao cognac on agurdente de canas
par* ortfioar o corpo.
Vende se a retalho nos melhores arma-
seos de molhados.
Pede Royal Blead marca Vlad,
oojo come e emblema sfto registrados para
todo Brasil.
: BROWNS & C, agentes


\
/
-

T
attHlfl~l
_^, ..... *


/
N

8
Diario de Pernambaco Sabbado 9 de Janeiro-de 1892
AOS FUMANTES
Desejas nn ter azia quando fnmaes?
Usae por algum tempo os apreciareis cigarros denominados MINHA ESPERANZA, qner picados, qucr desfiados. Usae tamm o aromatice*
saboroso fumo desfiado intitulado Hygienico Naeional e os cigarros do mesm-j fumo.
Depois disco dir-nos-hei se foi ou nao til o conselbo.
Cumpre notar que os Bvgienicos sao fraqu'mlios e os ESPERANZAS sao fortes.
A lubrica MINHA ESPERANZA situada na ra Laig-i do I'.osario n. 2i .
Um apreciador.

be
VENDAS
Constitui^ao
DO
Estado tte Ptniii-
buco
Vende se a 400 ren
cada exemplar, do
escriptorio do Dia
rio.
Livros de recibos par:
alugueis de casas; vende-sf
qo escriptorio deste Diario.; t^-|-|-|
DE
RES
CEM CONTOS
Extraccao em 9 de Janeiro de 1892
PLANO MAIS IMPORTANTE
Vende se
numen13.
Aifefa
muito barato ; na ra do Amsrim
Fabrica 9 lovas
DE
jP JcL>Xj JL_X L /&-
ftua Bardo da Victoria n. 05
Loja do Espelho
Madame Gerard avisa aos seus nuine-
rostimos freguezes, que recebeu de Pariz,
cm grande e vardo sortimenio de pelli-
cas de primeira qualidade de chevreaux,
uede castor etc.
m i
125,000
bilhetes da
1BMSIL
16,867 premios!
B
omneg'ocio
Yende*8e ou d-se pociedade em urna mrcea-
ria f di um dos melbores pontos da B a-Vista ; a
tratar na ra Mrquez do Herval n. 155.
Pechincha
festa
para
"orles de voile para vestido a 2i00. ,
No armazem e I ja das Estrellas, rea Du;ue
de Csxiae M e 38.
Esleirs
Tpeles
Alcatifas
Para porta, piano, sof e forro de sala.
Pr .;.s sem competeucia
Acaba de recebe:
Loja e armsse.m da3 Estrellas, rea Duque de
Cusas56 e 38
Sem competencia en; precos
Mosqnetetros de todos os lmannos, brancos
e de >.
quina americanos.
So armazem e loja das Estrellas
Roa Deque de Caxiss
56 e58
i
Fabrica de geo
Ifias e linoiudas gasosas
todas as tplidades
UmSO aranj. can
o. tbacaxls, granadina, grosellas, raaboiset
aonilba nortei-pimenia etc., e:c.
42 rAES DO CAP1BARIBE-I5-A
Boa acquisigo
Es-tas loteras e as da Baha nicas que sao extraliidas nos
das marcados, e que se transferir.!!
Pagam o dobro por cada bilhete vendido.
Alm disto tem depositado no Thesouro o Estado importa)te
sommaque consttue sua finfa.
Attigoam-se naUVEARIA B0L1TREA
ra do Imperador n. 46 tJas as Revistas
scientifiea's e lit(eraras, Jornaes de moda e fi-
gurinos publicados na EUJFiOPA e no BHAZIL
cora di^tribuicaono dia da chegida de cada
mala.
Precos re iuzidos de accordo com o cambio
PAGAMENTOS AMANTADOS
Raa do Ii&jMrador
LMAKIA
i e 48
ULITUEAU
US.
lil MODELO
Si
I
1311.
Receben un lindo soriimento de
CAPOTAS
de r%cdas di cores e pretas para senhoras.
GX9Cw.cK. J&^ jB O o
de renda e d6 palha para ser.horas e meninas.
de palha e de seda para criane>8.
CHPEOS PE FE!
para horneas e rapazes. dos fabricante FRANCEZES, INiLEZES E ALLEMAEi
CHAPEOS
de seda para homens.
GRAVATAS DE SEDA
FORMAS
de palha para chapeos de senhoras e meninas.
oeaNrcxiDB. j^jxy as
aretos e de cSres.
Fitas. Gazes, Rendas, Veos, Azas, Pasparos, Flores.
Plumas, Ai.^rette? eGrampos
ara chapeos e cutres artigos da fantasa.
Ra do Baro da Victoria c, 42
M. LICIO MARQUES
Telephone n. 560
> BPara nao haver interrupcao preciso
pagar quanto antes as assignaturas.

K roseoe iofxplosivo
nicos recebe dores
Fornica (raaos & C.:
So' quem ven le -
Hiibo novo a 28o is a eoia e f 0 r?. o kilo ; nc
Largo do Mercada o. 12, Gomes Ferreirf.
Libras sterlina?
Vende-s na loja de jo'.as de Augusto Rege
k U, ra do Cabue l<. 9.
CUBAS
PEQUERAS PllIAS de RE'JUR
PARA
FIGAD0
Figado entorpecido enra-sc positivamente com estas
pilulas. Ellas efto r.mremedio purgativo Hvredsperi-
co pura o homeii. L-*Is fraco, to bem como bastante
activo para o homemmals forte, e nao constipode-
po: pela ac ci geral aerada a todos a plalas estndar;ea da proflp.-io medica dos Estados
Unidos. Sao as menores e mais facis a tomar.
Quurenta em cada frasco. .
Sabo curativo de redter
" MEDICINAL
Tnmores, cravoi, pclle remulla, aeperae "'S^J^'*^0"
curado por o mals-gra..de de todo o aformoaeadoree da pelle, o
salmo Curativo de Keuter. Produza a pelle fpnnpsa, branca e
clara e maos branda ; absolutamente puro, delicadamente mU-
c nado extremamente Incomparavel como sabao para a pelle
tSTSmc, Sbtoueador, dobnhoe do quarto da. crtjnc.
r-AllTELA.Sao eeni-.ino em cada envoltorio t*T
maTcarezistrada de Barclay & Co., New York.
Y PARA 0
TOILETTE
TmCOFERO deBARRY
PARA O
CABELLO
A PELLE
ESUBELECIDO EM180J
racao elegante extremamente perfumada,
reraove todas as impurezaidocraueo, presen-alivo con-
ufcalricie? cabello ctaacuo; fai o be" crer ^
Cmaprep
peeso, brando e hermoso. Intallvel pwa curar erapoBe,
Socncas da pelle, g'T-"ulas e msenlo., c cura rapia-
oente cortadiira, quciniadnra., feridas, torceduras, c
CAUTELA.^'-o cennino .era cad Irasco
^r a marca registrada de Barclay & Co., JI.w lorie
DEPo^ITAHIOS destes productos.A compp.nhia de Drogas e Po
cuIcb chiru eos.
R' a Marques de Olinda d. 23.

Aenco

Pelo vapor Irancez Adour acaba de chegar de Portugal para fBte j beia
conhicido estab&iecimento, novo sortia.ento de vinho3 das segaintes marcas :
SANTAL, VROEM, LAGRIMA DO DOURO, MINHO, PASTO ESPECIAL,
CLARETE PORTGUEZ, MADURO ETC.
PAM AS PRIMACA S '
Superior VINHO 8RANCO DO PORTO, em decimos, sem competencia em
iaa!idade.
PAR\ MIMOS DE FES!
Encontra-ee naADEGA PORI'UGUEZAos puros viubos do
Vecde-se ou nermuiase em qualquer lugar
dos EuLorbio da capital, urna casa grande, pro-
prij prra farailia cresci:a, e juntamenle urna
OOtracci soa, propria para qualquer estabeie-
cimente, e uaa mais distan'.e lambem propra
para familia, sendo esta menor; sao ditas caeas
no lugar denominado Barreiras .lo Caxang,
freguezla da Varzea, a tratar na me;aK com D.
Jcaqoina Marques t'a Conhs. 5
Calvirgem le Cotunguba
A primara por ?ya pr?cD=a compesijao cbi-
w?^!^Z^SSSmeVI|MONTS^mMAOS;d8; ,
a ezploracio da industria de sabonetes, etc. etc.
Superior a de Lisboa vende se cada barrica com
60 kilcs a 8000.
Agente nesia capital Manoel Jos de Aojo,
ro hra do Resano n. 2i A.

- hiL
L\ pu:'.ij gera!
roperadern 12.
CHEGARAM
os
celebres canarios
C. HAmLLES
Do Raro, Aemauha.
: Pasteiarii Csmarg^. ra de
LTIIZ I-DUQUEMOSCATELUMA DUAS E TBES COROAS-preSoB e qua
lidades incontestavelmente aem competencia
Ennes Barbosa, Coover $ Comp.
rOLHETIH
JULIO MARY
OS DOIS INNOCENTES
SEGUNDA PARTE
(Continuara do n. O)
VII
PELAS GRANDES ESTRADAS
Nada mais accrescentou. Porm depois
de terem caminhado duaa horas, pararam
n'am campo, abrigados do vento glacial
do norte, por detras de um talude, e pu
sera ni-se a comer.
Diacte d'elles esteudia-se o largo leito
do Loire, brilhando ao aol naacente e as
auas margena ostentava-se Orleana.
Barouiile desfez o embrulho. Era um
presunto soberbo, do qual cortou tres fa-
tias, que generosamente distribuio, guir
dando toda via, a maior para ai.
Mas tu aSo o roubaste ? inquerio
Charlot
Oh 1 como tolo eate menino ? E
depois, pensas que se elle toase roubado,
perdera por isso ? N3o ? Pois entilo
come!
Charlot heaitou mas estava com muita
fbme. Criquet, indiferente, j o devora-
v. Convenceu se, Barouiile contempla-
Ta-o irnicamente de aoalaio, mas nlo da-
te nada.
Deixaram Orleans direita e seguiram
a estrada de Cbartres. Q ando faltava- para o lado do rio. Durante csse tempo
Ibes p2o Criquet esmolava* A's vzea re-nao deixara som repare as casas cojas ja
colhia aiguns vintens, e tntao entravam ji nellaB fechadas indicavam a ausencia djs
em alguma taberna de arraia e bebiamj moradores.
um pouco de vicho. Dormiam aemprej Com certeza deve haver alli "entro
em ranchos. jalguma prata, pensava elle.
E assim passaram por Chateaudum. | Caminhou meito tempo,
Cbartres, Dreus e,
viagem ebegaram aos
i litiga fabrica Ca ju-
nio eba
Vendf-.-c urna machina americana deaplaina;
i ootras de triturar, espremer ftuctas, et:., urna
xeeilente c;:deira ds cobre esisnhado para co-
er no vacuo, grandes '(opsitos de foiha pare
caol oo qualquer misten, orna boa arroacS
^leza, grande qusntidade s!c ralhas uv'-
lquidos e a oi'os .'l^o ohjecio?, tu'.omu.
jm coma ; na ra Luiz do R^go n J4 Snio
Ama-o, das 8 s 10 bjras da maol t das 4 aa
arde em liante_____________________
_ vtala
Hall ba-a'o do que em outra qualquer parte .
vendem
ViElRA SILVA
R! d.' S. Francisco n. 55
o jardi
tes J n3o havia presunto e o p3o estt,va
escasso. A' medida que se approximavim
de taris, a mendicidade tornava se mais
d ffi.il. Muitas vezes eram repeliidos cjm
injurias. Olhavam para elles com deseos-
ri.nra e urna vez quasi s3o presos pila
polica.
Felizmente foi noite e metteram se
pelo matto.
Por essa occasiSo c5o se animaram a
pedir hespitalidade na visinhan^a. D,ir-
miram ao sr vre.
Entretanto tinh>m notado pela estrada
lindas casas, pelas margens encantadoras
do Sena.
Barouiile, enjos olhos exprimiam mal-
dade, dizii.
Esta trra rica... ba que fa2,er
aqui. ..
N'ess'-i noitts, que passaram em um f<>s
so, Barouiile nSo se deitou. D, s poneos
vintens que Criquet conseguir ^tirara un
taxton para comprar um cachimbo, fume e
phosphoros. Poz-se a fumar, contemplan-
do vagamente o campo que rod< ava. Do
logar onde estavam oiwia-se a correnteza
do Sena, avolumad* pelas chavas de in-
vern.
Barouiile murmurou de repente :
Sim, dSo ha duvida que ha alguna
cousa a tentar por aqui... M.a estou
... estes dous anda esto milito no
vos...
E levantando os seus robustos hombrda:
Pois bem, trabalharei t...
Acabo ds fumar o cachimbo e desesn
por Chateaudum. I
no sexto da de j ae d_B casas com prudenc a, reoeioso do
arredores de Mi.n- algum jardineiro, d um co ou de algum
transente retardado. Mas n\) tinbam
medo, ao contrario senta a febra da coa
secuto do sen intento. as era pira o
mal. Commattia-o sem'ramorso e at nom
orgulho.
Subitameme parou. Oante d'elle er-
guia-se um muro, por detraz do qual h.
v\& bonitas arvores. O terreno era bas-
tante inclinado e l em cima edificado urna
casa muito elegante flanqueada de dous
torrees.
Ac.mpanhou o muro e passon ptra traz
da casa, verificando que estava inhabita-
da. Tinha-a notado, quando pasear* p-r
oaixo, antes do por do sol. Mas com o
seu olhar certeirj e pratico j comprehen
dera que aquello jardim to bem cuidad"
"rabia a presenta de um jardineirj.
N3o se e> g inava.
No ngulo do muro, na direceo de Pa-
rs, erguia-se urna pequea casa de um a
andar, com venesianas verdes.
Aqui nSo se faz nada, murmuren
elle.
E seguio o seu caminho quaado a po-ta
dessa casa abri se e d'lla sahiram um
hornern e urna mulher.
A mulher fechou a poit. a cbsve.
Eram, pois, o jardineiro e a jardioeir .
Esta envolveu a cabeya em unta msnta de
II. O homem tinha outra em redor do
pescogo, levantada at o nariz.
Barouiile s teve tempo de deitar se ao
bogo do muro.
A noite era escura e nlo o viram. Paj-
sar.m tio perto d'ehe 'que ouvio
iitiro d'zer :
Tiuto por aqu est tranquillo, nlo
se ouve laii r em nada.
E a irulher n tcrquio :
A'm disso irlo long-; e nito deiro
de- raremo muito.
Uuii me a hora, mais ou men.s disse o
marido.
Passaram sj e sumiram-3e na escuri-
dio tomando a direccAo de Mants.
Barouil e levaotou-se devagsriaho e ec-
cootido ao muro appr.xiatou se.
A cesa do jardineiro estava fechada e
Barouiile nao tivora anda tempo de arran-
jar ferramentas e armas. Mas a pina
era en7drayada e nada mais a defenda.
Dous vidros qutbrad'iB davam urna suffi
cieote entrada. E urna vez qu. est:-
veBSB do |edo d dentro abrira urna ja-
i e la.
N'ajae'le grande seicio recturno, o
ru do dos vidros quebrados poda chegar
ais ouv ios o j rJiceiro.
Atiiol a'reveu-e enm C8ut;l'a e por
meio d.s urna pedra fz um rombo no va-
drj, tirou os peleaos um por upa, e pelo j
orifico deixmse eacorregar no q >arto,
Bf P9 9l'lV l.-1
Si. 311 bU&'A emw
L luidaceoa 11 legnintes argtigos por pre?oa queadmira na epocha actual.
Casacos brsaeoa bordados para senhoras a 26500 e 3^ um.
Vestiarios i Jersey e Malhs pon meniros e meninas de 65, 75 e S um.
Percales "raneas para vestido a 24G rs. o corado.
Wltjr.s 3 ramagen, liodos desenhas a 240 r%. o covado.
Jhitas escuras boa nacno a 2*50 o covado.
Cretones de cor, boa cscolha a 320, 360 e 400 o covado.
Dit'^s moderos, ultima moda a 320 o covado.
Etamine de cores finas de 400 e 500 o covado.
Uta de cores, gosto de caxemira a 600 o covado.
Brim pardo pera vestido a 360 o eoVfedo.
Dito a imitacao de fusilo para roupa de criancas a 5C0 o covado.
Setmetas lizas francezxs. de todas a cores a 5C0 o jovado.
Pusio branco fin, a 500 o covado.
LinoD de cores pjt'mos desc-nhos a 640 o covado.
alirin de cor,, liso, 1S pura, a 320 o covado.
Cretone liso de tod-s escores.
Jaseiriras pretas diagonal fiua a 2.400 o covsdo.
Cheviots azul tino para cstume a 3|>00 o covado.
rics de cores para re-upa de 360 e 500 e covado.
Sargelim e todas f-.s cires.
Bordados e cntreaieios bara3Bmos.
FlancHa de cores para vestido a 440 o covado.
A'm de mnitOB cutros artigos em fazendas que liquidamos por todo e qualqo^
precn.


r
Acha urr moate de m^edas de prata e al Vamos,
grimas de our >. Pos tudo na algibeira.; xe-to.
Mais tarde contsr.
E deit um o bar em redor de si para
ver sj nao esqueieu alguma cousa pre-
ciosa, quando uti gr.tj alabad) viudo da
porta, o 8.bres*lta.
Ah tra'an'e Tratante !
Era o jardinero.
levanta-te, Charlot
me-
Ch&rlot tentou, mas as suas pernas ez-
tavm entorpecidas e cambaleava. Ba-
rouule tsjudou-o porque tinha preeBa de
af;btar se. Logo que fosse descoberto o
c.-:me, a polica estara no seu encaljo.
Mus agora que tinha dinheiro no bolso pc-
,dia lomar o trem de ferro e em poucas"
Vira d'e lorge, ao voltar-se por acceso, ihora-i estara bem distante,
luz na sua casa. Deixara a mu.her pro No fina de aiguns instantes Charlot ee-
egpir e voltra. E a medida que se ap Uva melhor e os tres rapazes caminharam
provirra?* e conforme perm ttiam as con- apretadamente, e sempre fugindo das ca-
di^Sis de subida e descid* do te reno, ;sss e djs logares povondos.
continuou a ver luz na sua casa, destaca;- Contudo,.como estivessm muito carga-
|.
do de n'ella umi somo.-a por detraz das
cortioas.
Ha adguem em casa. S pie
ser om ladra .
Abri a port* e preci;tou-se sobre Ba-
ju.l'e. Ms paesadi a primeira estupc- dizia Harouille.
dosCriquet e Charlot principalmente
viram-se obrigados a parar logo pela ma-
nba.
Nlo podiam mais andar.
Vamos, mais um pouco de coragem ?
faego, este reaiquirio o san^ue fro.
Apanbou o Ierro com que arrebentara a
aecreUrb e tmquaoto o jarTineiro aperta-
Ihe o peicoco, gritando fot soccorro, par
te-lhe a cabe;a com um* t pancada.
Os bra os do homeai estendem-se e aem
tersoltaioum suspir-, caha Est sem
cjua atmosphtra quente ia;iic*va que es-. mjvimento, aorto...
Uva bem q.,eC:da. I B.r>..illec.n .ndff.rarc-.
Um resto de leuha qi.eimava no toglo. E' culpa u el!- .
Avive* a chaman com a ponta d.> p A porta es:a a
arceudeu urna vela e avistou urna eecre'
na arrunaia a um canto, j nto cama e
tentou abril, mas as gavetas resiatraoj.
1i ha preaa e nao poda esco.her
meioB. Com um dos ferro da grelha do
t< g'.u e de um i guipa arrebentou o mo-
ve'.
Snb o pi-o das suas mos rob'isjas os
peday >* do m vel espalbam-ee, deixando
h dei;oberio*g ivetss repletas de papis e
livros. Os'seus dedoa avid s, d'tn vez
um p'.uco trmulos, remexiam tudo febril-
mente.
E batenio as algibeiras ?
- Tenho aqui o que d vida...
Tens dinheiro?
Um pouco !
E tirou do bolso um punhado de no*
edr.s.
A:baste isso ? inque iu Charlot tr-
mulo.
Acbei... justamente advinhaste...
sb:s que tudo que caho no foaso do
soidaio.
Voitou ento aos labios do pequeo a
terna porgunta:
Tu nao o roubaate ?
Barouiile deu urna riBada : **
Roubar?... Eu?... Acbas-me com
<
Elle apiga a vola
e corre cas trevas.
Nos su* balsos tilin'arn as moedas de
pr ta en'.rechocandc-ie co:n as de otro
lato vai dar que faili-r, pensava elle,
preeso n esqueniar o logar.
Meia b ra d--rois teuora 3e a Criquet e.cara para isso i
Charlot Pora Charlot tinha medo O
O raparnhos nJj d^rajism. O fro-era jsinis'ro de Barouiile o apavorava.
inteos e tiriuvam. 'a Grl%uet reP9tl* ingenuamente:
Flcam como eu, diase Barouiile, ca- i Q orte tt deste Barouiile !
minbem. | (Continuar*t-kaj
Sim o m^lbor... rtfl-otio Cri-
aspecto
Quanto
quet.
Typ. do Daaro, roa Dique de Caxias n. it.
:


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