Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16773


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Full Text
ANNO'LXVII
QUARTA-EEffiA 6 DE JANEIRO DE 1892
NUMERO 4




*

>

DIARIO DE PERNAMDU
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA & FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGA ES ONDE SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por tres dilos vencidos.
Por um anno alianlado .
dem uleui vencido.
6&000
7&000
2B000
i8000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAgOES NA FRAN-
CA E 1NGLATEIIUA
Os Sr mede, Prince & C, resi lentes em Paris34 me de
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adianlados.
Por seis ditos vencidos.
Por um anno adianlado.
dem idem vencido .
13500
15500
27$000
31-5000
iropho. p' mm :A3II5:LA3 23BIABIO
RIO DE JANEIRO, 5 de Janeiro, s
8 horaj e 10 minutos da noite.
Por decreto do yoverno lederal foi no
ansado o bacharel Maaoal Cicero Peregri
no da Silva para o cargo de secratario da
Facul-iade de Dirtito do Recife, sendo
exor. erado o actual.
A eommissSo dos 21 membros da C-
mara dos Deputados, apreseitoa o seu pa
reeer autorisando o governo a nomear g>-
vemal^ras psra os Estados collocados foro,
do System? consiiucional, ou a reconhe-
cer os acciamados.
Os governadores ou as juntas governa-
tivas organisarSo os Estados de accordo
com os artigos da Coastitaicio.
Convocara:) assemblas constituintes cr-
dicaria?, precadendo-ae s eleicoss pela
ultima lei da Uaiao Federal, onde faltar
Li estadual.
PARTE OTICIii ~"
SoTerno do Esiado de Pernaui
baco
4* sergo.Palacio do Governo do Estado de
P^rn-iubuiO, em 30 de Dezembro de 1891.
A junta gobernativa do Estado determina que
aSecretarias da Cmara los Senadores e da
do.- 1> yaudoi lijucm sob a tireegao do bacha-
rel Jos Antonio de Almeida Cunta, sendo adi-
dcs cea a ua? actuues cathegorias os seguio
le ni pregados :
A'Repartilo do T escuro o bacharel Luiz
Demetrio Oas Simo-s, fiodulpho Gimes da Silva
e Pe tro Alexaodrino da Ces'a C-ibral.
A' Secretaria do Governo, Antonio Olymoio
de a xa vedo c Soasa.
A' >:C e aria da Jnrtrucco Publica Ceciliano
Augusto '.r G jsrco L >bo.
Joaquim Meodes Ouriques Jacqnes.
AmDrosio Lcliado.
Jos Vicente M;ira de 'Vasconcellos.
4.' se~gao.Palacio do Governo do Estado de
Pe.-oambuco. fin 31 de Dezem'oro de 1691.
A jcoiatffovcrnaUva dn Estado resolve proro
gar a actlwtle ae org-imeoio municipal al que
Bfjiua orgaoisadoa os CLncelbos munic.oaes cuja
elegi oi mircada para o da 2l de Feveriro
vtodouro
Joaquim Mandes Ouriques Jacques.
roato Machado.
J V. Meira de Vasconcellos.
--------------- SXPFDIE.NTE DO DA 4 DE DEZEMBRO DE 1891
A CU/S **"
O vice govemador do E;lado resolve declarar
que o ;e.'i'erj:e nonaJo para o meio equaoro
fle ci vallara da brigada policial chami se Jea
qoim Fraocis c Haciel e nao Frauciso Alv-fs
Mae. I. cono se atoa esenpto na panana de
hoatem datad -
O vice fiovernador do Estado resolve exo
erar Pr ocisco da Pauta Mendes do posto de
cor. i gaarda local do municipio de
Oimda, par ter sido nomeado para o posto de
cap.: la 6* campa obla o 2. corpo da briga-
da policial ao Estado.
O vice govemador do EsUdo resolve no
Bear Bellarmtao Picueira ie Farias parao posto
de eonamistario da guarde local do municipio de
O .
O v i-a go.yrna.lor do E-tado, tendo em
vis;-, o offi.ion. 4(9 Novembro fiado,
do : u rtruigio publica, resolve
wpj r, r a id :r i de enaino primario do sexo
naa'cul ) -;- v- ate na comarca de. Tiui-
ba.'. vaga pelo falleeimeotodoprofeespr Ar
laar Altico de Sooza L'\:-.Fizeram ae as ne
eeatanaa commuuicagio. s.
0:Ii::os :
A3 commissano gera! da? pnardas locaes.
Sub^ct'.eido a vj-si coo=iJe-acao os oficios
aqu jun'.os, que me devolvereis, do general de
brigada comajaadaola ao 2 diatricte OMlttar e
do co'on.l comawndante (o 2. batalho de in-
antaria, relaUV ao Fa< to de baver om soldado
do mesrao batalHSa sido p-ovocado e at desaca
ta'o por px- da guara iosai, recommendo-
Ofi que com urgencia prjviden;iei3 a respeito
nj que cooaar tm vo;as atiribuigOes e oppor-
leoatiente de --_.' co ibeein nio do resultado.
Portaras :
Dcaro 4 to'en encia Municiprde Maribeca,
tn aos seos cfB -ios de 15 e 30 do Ou
tu: pltupo, que, Do tendo a lei do orcamect>
co -'' ve -; pa'a as deepezas coustante.-
dj. lii ao3, de?e proceder contra quem
de direito, atin de gerem rtcolbidas as impor-
tancia? .lljgaltnente despendiiias.Remetteu-se
copia so Sr. Hjrmsungildo Eduardo do R:go
Ifoateiro, membro da Intenlencia.
O ir. gerentedai'onpanhiaPernambucana
mande dar passagem da r at Fortaleaa.na pri
meira v,a,em deate m?z, a Elpidio Barbalho
Uchoj Civaicante, por coata das gratuitas a que
o govi'.roo Um direito.
O Sr. superin'endente da estrada de ferro
do Reoie a) S Francisco d passagem de !
elesea, por conta do Estado, da estago de Cinco
Postas a da Una, ao couoiissario de Boique te
neute An'.omo Cavalcante de Albuquerque Mello
que o'alli veio aservigo.
Mulat'* mutandts a estrada de ferro Su de
Palmares a Garanhuos.
dem de Ctuco Poalas a Una ao teoeate
commissario da euarda local deOuricury. e de
2a a tres prs:s a seis pracas que conduzem os
mesmos pre?03.
Ilem de Garaabuns a Palmares.
dem di Cinco Pontas a Uaa, em carro de
1 chsse ao sob-commissario da guarda lo:al de
Clmele, e de 2* a urna praa que o acompanba.
IdeTj de Palmsres a Calende.
O Sr. superintendente dastrada de ferro
do Recife a Limoeiro d passagem, por con'a do
Estado, da estaco do Brum a de Pao d'Alhj.em
carro de 1* ciasse, ao commissario dessa locali-
dade. e de 2' a orna prey que o acompanha.
dem piasagem de 2' classe com direito a
bagagem da eatacao do Brum a de Bar.una. a
praca da guarda local de nome Pedro Per eir
Gjejes.
_ dem passagem de ida e volta da estaco
do Brum a de Nazaretb a cinco pracas.
Vista des'.a cidade, pd:odo para assumir o ei"r-
dele da referida cadeira, por ter cQega lo fra
do praso marcado por le.Attendi la.
Antonio Leonardo Ridriues, proi)rietario do
predio n 39 na ra do Aai irira, pedindo- para
ser eliminado do pagamento de aiiaidades do
Io semestre do correte anno.Irilorme o Sr.
engenheiro fiscal da Compinhia Ilecife Drai
nage.
Bellirmino Fernanie? da Cunba Almeicia, ex
alferes do extiBCto 2 corpo da brigada policial,
pedindo pagamento dos veacimeoios a que se
julga com direno.Informe o inspector do Toe-
souro do Estado.
Custodio Jos do Reg Arsu;o, arrt matante do
tmpjsto de barreiras, pedindo para continuar na
cobranca das brreiras de Morenos e S. Joo e
brm assim arrematar as de Palmaras e Magda
lena, com o abate de 10 / sobre o prego da res-
pectiva praga.Informe o inspector co Thesouro
do Estado.
Francisco Jos da Silva, ex-cabo de esquadra
da l' regio da guarda local, pedindD pagamen-
to do sold a q-ie se jalga com direitD.Informe
o inspector do Tnesouro do Estado.
Mana Magdalena da N3iivldade, prolessora
publica, pedindo gralifjcagao de mrito, de
accordo com o art. 125 do regulamento de 15 de
Jjoeirode 1888.Indeferido, vista das infor-
ma.oes.
aria da Conceico Pae3 Barretj, pedindo
para retirar 2 Glbos da colonia Sania Izabel.
lo'orcne o dreclor da colaoia Santa Izabel.
Manoel Clementioo Correia de Mello, pedindo
pira contra-lar a illuminagao publica da cidade
da Victoa.Indeferido em vi>ta da informagao
do icspec.or do Tnesouro de Estado, em cffico
de 30 de Detemoro rindo, sob n. 1.0)7.
Rita de Caseta Fonseca de Medeiros, pedindo
para ser romeada profe3sora publica da cadeira
da Pra'a do GaibReforme o sello, visto ser
elle de boje em diante estadual e deter ser pago
na reeebedorie em quanto nio forem emittidas
as respectivas esiamp:lhas.
Superintendencia da Estrada de Ferro de S.
Fraocifico, pedindo pagamento da quantia de
495820 Je transportes concedidos a 'impregado?
cifla por conta do Estado, no mez de ^vem-
bro. laforme o inspector do Taesouro do Es-
tado.
A mp-roa, pedindo pagamento da quantia de
l'iiGO .le passagens concedidas no mezdeN'o-
reUibro a^ooirjjjssarios, prngis da guarda local
a pnzos.laorme o inspector do Tnesouro do
Es'.ado.
Secretaria do Estado' de Pe:-nambuco,
ia 5 da Janeiro de 1892.
;ao rigorosa que sirva de ligio e de extmplo.
Ccm essas palavras, porm, nao queremos a
coarctago da liberdade ci?ica, mas desejamos
que cada um.aprec.aado o oojuacto das cir-
cumstancias que actuam em um certo momento
histrico, reconhega que nao pode ter o direito
de, onfundindo a liberdade de pensamento com
a licenga, agitar um paiz e provocar lucas fratri-
cidas e sanguinolenlas.
O port
tiro.
Herneterio M. da Silva.
Rrparti ;o da po'lcia
Sccj2o 2.s N. 3 Secr itaria da
Ques u-a Policial do Estado do Pernam-
buco, 5 de Janeiro do 1892
Ciaadaoe.:Pi.rticipo vos que foram hon-
tem recolhido8 Casa de Detenclo oa se-
gai.jtesindividuos :
A' micha odem, Joo Frnciato Pereira, alie-
nado, com destino ao asylo da Tamarineira.
a' ordem >!o subdelegado < cife, Mar.? Tnareza da Conceic, po* disturbios
e^ffeu.-a? moral publica.
A' (traen co sub elegido do 2o districto de S.
liria da Cjnceigo, |ior embria-
guez e distarbiaa.
A' ordem co snblelegado do districto (la Ma-
M r. Magdalena de Jess, por distur-
bto t A' orujoi do subdelegado do i" districto a
Baa-Visia. Jos Cbav:n, por embna?uet e dis-
tarbtos; Aatocio Joaquim de Lina, Jos Fagun
des de Seaoa e Jos: Nogaeira da Silva, como
rfegabuiidcs e gatuuo.
Ccmmunxa o delegado do termo de Bel-
mente, que do di-i 12 do mez ultimo, no lugar
Birreiroa, mamfesteu se incedio en urna ca3a
cuDena de paloa, onue resida Angtdina Mara
co E-pinto Santo.
A infeliz senbora, depois de esgota* todos os
18 para a esto :go do incendio, abando-
uou a casi em comp-anlua da familic, composla
de teis pesoas, v:ndo a morrer um pjuco adan
te asphysiaia. (
A casa fai completamente destruid: e bem as-'
sim lado qaaato uella xi.-t:a.
Appareceado suspeitas de ter sido o in:endio
at.ralo por duas prelas rms de romes Jos
ptia e Crola, as quaes haviain desapparecido,
Qoa o delega.io a pnsao de aabas, sendo
Ij.o tffL'.uida a de Josepna, que se achava oc-
Cblta no matto.
Mata tarde foi tambem presa Ursuh r.o iugar
S. Joiquitn, do termo de alguetro, i remettda
para a cal la de Belmonte, onde chegaodo no
dia 21, temara suicidar se, no que foi obstada
pelea pragas que guarneciam a cadeia.
ADno-se j til respetto o compiteate inque-
rilo.
Foi h .otem preso no termo de Limoeiro o
iodmdao de nouie Maucel Cabral de Mello, que
dz lamida ciamar se Manoel dao-ta Cabral
prouua ado em criaae de morte na comarca de
B.>m Conselbo.
- No da lu do corrate, communi:a o dele-
gado do termo da Victoria, que morreu afogado
no Egudo do eagentio Outeirio, o individuo de
nome Jco de ta>.
Eatraram era exercicio as segittates auto-
ridadea pociaes:
JeroLymo da Castro Si Barrato, delegado do
1 d'stncto de Palmares, na qualidade de 1" sup-
pleote.
Jos G'emen'.ino Bezerra de Melle-, delegado
do termo de Lmoeiro, oa qualidade de 1" eup-
plente.
A' Junta Governativa do Estado de Per-
nao.baco, 4 de Janeiro de 1892.
O qaestor, Joaqun Tavaree de Mello
Barreteo.
O Brazil, tendo entrado, a 15 de Noven bro de
1889, Q'araa brilbaote pnase, necessita, como as
demais nacionalidades, de um longo repongo
para completar a obra sacrosanta da sua emao-
cipacao poltica.
Conbecemos (e afiirmamal o at) que m.
dilficil a situagao actuil de nossa estremecida
Patria, trabalhada pela cons:hdag5o do rgimen
republicano federal; mas todos devem concordar
que nao se passa fcilmente de um rgimen cen-
tralisador ao ampio dominio da autonoma dos
Estados.
O trabalho de remodelago em os nossos cos-
tumes se faz contmua, iras lentamente, porque
os homens, com pequeas variantes, s5o os mes-
mos.
03 erros, os desacprtos praticados at hoje sao
em sua mor parte resultado d'essa transforma-
gao.
S o tempo, s a experiencia das cousas, be-
bida quotdtanameute, completar a obra que
iniciamos a 15 de Novembro.
Nao ba razo, portan'.o, para se attnbuir ao
rgimen que felizmente nes rege urna inferion-
dade que nao existe, e para 83 iniciar, nao mais
i socapa, mas francamente, urna propaganda
restaurador! improcedente e insustentavel.
Com o venerando patriota D. Pedro de Alcn-
tara, o abnegado cidado que nunca fomentou
urna luta fratricida e que nunca ilimentcu a
cmpanhi derestaursglo.com amorte de D.
Pedro II deviam desapparecer os ltimos los
que anda prendiam alguns brazileiros ao rgi-
men decahido.
A grandeza d'alma do grande cidadao exilado
pelo imperio das circumstanciasera obstculo
aos desejos dos monarebistas, que agora algaram
o eolio e fallam abertamenle n'um terceiro rei
nado, ja tendo ellos*, no dia 16 do passado, pro
vocado um tulmuto, no qual se iflirmou solem-
nemente que o povo e principalmente a moci
dade que a grande depositara de todos os
cntbusiasmos e de tedas as abnegagCes, nao
quer a monarchia. *
Um terceiro reinado, disse muito bem um
illustre confrade, nao poder deixar de ser um
rgimen de vigilancia inquieta, de suspeigoss e
persdguigOes contra os conjurados, contra os
liberaes, contra quaesquer cilados dos quaes
se presuma antipatbia ao imperio. A incerteza
de sua serurang, sen lo constante, a sua s ve-
ridade, par conaequ-iocia, ser permamsnte.
D'ani viro as represalias, os motins a guer-
ra civil.
Sem a federago a inegridade do Brazil
impossivel. O imperio o fraccionam-nio dessa
grande e eslremecid patria.
O governo tem a inilludivel obrigagSo de man
ter e defender o rgimen poltico a que est vin-
culado e que, por ser o producto da vontade da
maioria nacional, deve ser canudo em posigo
digna e respeilavel.
E' necessario e mprescendivel que as autori-
dades se compenetrem de que cao podemos tirar
por mais tempo entregues inquietago, que pre-
judlca a regularidade de sua existencia.
Ocommercio, cujas interesses sao sagrados,
vive assustado e 3em a calma precisa para bem
cuidar dos seus negocios, attentos os boatos que
correm e que alarmam 3 populago, reclamando
promptas providencias.
E essa3 eremos nao se faro esperar, a bem
da tranquilidade de todos es cidados e da obra
grandiosa, iniciada a lo de Novembro.
Pro Patria proque Repblica omnes laboremus.
I
DI3PACHOS DO DIA 2 DI JANEIRO
DE 1891
AlexanJrina Marques Maacareohaa de Soma,
profeatora publica, removida da cadeira do Tri
DIARIO DE PERRAHBDCO
RECIFE, 6 OE JANEIRO DE 1892
Pro Patria
N.'-huma srjciedade regularmente instituida,
nenbum povo culto pode prosperar o vanlajosa-
nenie deseovolver-se sem que a todos os seus
actos, a todas as suas maoifestag6es voluntarlas
presida o mximo respeito Ordem e a stricta
observancia das lei?.
Desde que, partanto, em um paiz dado a or-
dem publica pode ser um joguete na mo dos
demagogos e as le s urna lettra niorta e sem
signiicigo.deve se considerar como destruida a
traoquillidade e a pac, elementos necessE.rios
vida de qualquer paiz.
Todo aquelle, pais, que tent?, com a altragao
e sub'erjao di orden, entorpecer a aiarcbi evo-
fftetrospecto poltico do anuo
de 1891
II
poltica gebal
(Continuag&o)
Celebrou-se em Roma, no dia 7 de Novembro
a ultima sesso do Congresso da Paz, a qual foi
agitadissima. Os delegados dividiram-se em
dous campos ; a um lado Collocaram se os alie
mes, austracos e ingleze9; a outro francezes,
portuguezes, italianos, romaicos e diversos.
Foi sobre a emenda do Sr. Gaillard, dando ao
bureau o carcter de internacionalidade, que se
estabeleceu a divergencia.
A emenda Gallard foi volada por grande maio-
ria.
Approvou se tambem a creago de urna secre-
taria geral, que deve servir de lago de uniio,
am de foroecer ioformagoes a todas aa com!
missOes parlamentares, e que deve formular as
questOes que convenbam ser estudadas, pela
conferencia.
Para estas funegoes loi eleito o Mrquez Pan-
dolpbioi, secretario do congresso actual.
0 Sr. Imbriani pedio para se discutir a ana
proposia relativa ao respetto as nacionalidades.
Esta mogao levantou grande barulbo.
O Sr. Hubbard com fina habilidade, torneou a
difficuldade, pedindo que a queeto fosse apre-
sentada para ordem do dia da futura conferen-
cia que deve reunir-se em Berne, no prximo
anoo.
A emenda Passy, para a convocago de con fe I
rencas annuaes, e a faculdade para a commis
8i.o executiva convecar por via extraordinaria a
reunio da conferencia, foi approvada por 60
votos contra 42.
Antes de se levantar a sessio e de se procla-
mar que a conferencia terminou os seas traba-
Ihos, o Sr. Blancheri discursou, agradeceado aos
delegados a sua dedicago e servigos em favor
da causa da paz e da bumanidade.
Responden o Sr.- Passy, agradecendo ao pre-
sidente, a Roma e a Italia.
Disse que era oeste caso o interprete da con
ferencia, e ajuctou que a Fraoga sada a Italia
a sua irm. t a ultima palavra deste conereaso
6: Unio de toda a "Europa.
O presidente declarou estar encerrada a con-
ferencia.
Enlo o Sr. Douville Maillefen, gritou : Vi-
va a humamdade I baixo os tyrannos!
Inaugurou se do Capitolio o congresso da
paz e da arbitragen, quj nao tem o carcter de
interparlamentar como este.
Esses fados fazem nos crr que o anno que
comega ser o inicio de urna remodelago paci-
fica de todo o mundo civilisado.
Nos estamos no limiar de um mundo novo,
disse Jaccoliot emsuagrande obra relativa His-
toria Social da Humanidade, e essa pbrase en-
contra boje, mala do que nunca urna perfeita
applicago.
Os velos partidos, que, se ebegaram outr'ora
a satisfazer as exigencias das iaas e sentimen-
tos dominaates em um dado movimento histri-
co, nao estao mais de accordo com as necessida-
des palpitantes da poca, tocam ao seu fim, fa-
tal e nobs'.avelm- n'.e.
Elles procuram ecoastituir-se, remodelar-se,
fr se de conformidade com as condigOes
actuaes, e um do3, stgnaes mais caractersticas
desse facto a grahde confusSo que reina nos
diversos campos polticos, onde poneos se en-
tendem.
m todos os paites nos vemos alliangas pol-
ticas subitneas, formadas para satisfazer ape-
nas interesses de momento, o que traz setnpre
os governos em serios perigos.
Essas funegoes oe rdicaes extremados aos
mai3 emperrados conservadores, para um fim es-
pecial,-o que se observa boje, em qua3i todos
os parlamentos, representara o eahos d'onde tm
fatalmente de sabir noves partidos, que bus-
qu> m sobretudo < bem geral, e que se encon-
trem sempre ligad s para a defeza d03 fracos e
repressSo dos tyrs moa.
Os novos partidt i, que lao de uecessariamen
te emergir desse estado amorpho, em que nos
encontramos heje.'tfevem extinguir, em bem de
suas respectivas nacionalidades, essas rivalida-
des, embora recalcadas, que dividem as poten-
cias europeas, que rervetentam ou, pelo menos
deveriam representar, o ascendenle occidental
sobre as diversas nagOes do resto do mundo,
nesse extremo Oriente, onde os povos cultos,
eem distiucgo, os esirangeiros de qualquer na-
cionalidade sao tratados como inimigos.
O que se passa desde algum tempo na China,
como veremos mais adiante, parece, certamente,
destinado a fazer reviver o sentimento de so-
dariedade occidental.
No espirito dos nossos polticos modernos nao
paira, um instante siquer, a duvida de que,
nesse longiquo p3iz, nesse mys'.erioso, vasto e
populoso imperio, em que vivem 300 milhoes de
hmeos de ragas completamente antagoaicas,
realisam se factos estranhos, aos quaes o mundo
antigo nao deve ser insensivel.
No norte e ao sul do paiz, nos pontos extremos,
na Mandcbobnria, na Mongolia, no Sbaogai e em
outras regies afastadas, as pilbagens, os assas
sioatos contra os estrangeiros se repetem e to
mam a3 proporges de um verdadeiro massacre
de europeus.
Embora em alguns pontos o movimento se
revista de um carcter poltico, ho3tiladyoas
ta dominante em Pekin, em sua extensao elle
se dirige contra os estrangeiros europeus e
americinos, aos quaes 03 aaturaes do paiz
querem expulsar a ferro e a fogo.
Isso, essa grave situago deve, chamando as
attengoes de todos a Europa, unir em um s
pensamento os partido] polticos de todos os
paizes, afim de fornecer-se aos respectivos go-
vernos os meios de serem respeitadas a vida e
a liberdade de todos os seus concidados espar-
sos pelos confins do universo.
Sem duvida, divididos pelas questOes, conti-
nentaes, os gabinetes europeus nao encontrar&o
mui'-a falidade em acbarem o meio de combi-
nar seus esforgos diplomticos e militares afim
de se penetrar no vasto Imperio cbinez e fazel-o
reconhecer o peso do ascendente occidental.
E essa acgo e ser effectiva e poderosa no
dia em que fr coliectiva e solidariamente exer-
cida por todos os povos que formam a grande
familia occidental.
(Continua).
soberana espiritual do pontificado, estabslecen-
do-se para elle a lei das garantas.
Oc upando-se dessa lei, declarou que era
urna lei absolutamente necesaria, de espirito
liberal e indispeusavel para a conservago das
relagOes da igreja com o estado, e qu? em caso
algum pode ioterpretar-se como de persegui-
go.
O governo deseja manter na ntegra os direi-
103 reservados na segunda parte dessa lei; e
concluio aflirmando que nenhum governo ita
liano jamis consentir que qualquer governo
estraogeiro intervenba nos assumptos internos
de Italia.
E' de esperar que se tenha votado urna mogo
do confianga ao governo.
D'pois do discurso da Sr. Rudini, o deputado
Cavallotli declarou que nao apresentar mogo
alguma, mas que votar contra qualquer maai-
festagSo de confianga ao governo.
O Sr. Imbrioni qualilicou de vergonhosos os
actos realizades pela direita. e foi chamado
ordem pelo presidente que levantou e suspen-
den a sesso.
Recomegando esta, C/Ispi declarou que a le
de garantas seria excellente, se no Vaticaao
bouvesse um apostlo, e nao um pretendente ;
deftndeu tambem a trplice allianga, e rusten
ton que a Italia deve defender-se cem os seus
proprios elementos.
Repli:ou o Sr. Rudini, declarando que nao po
de duvidar-se de que a Italia suffijkcte para
a sua propria defeza.
Niemen, tomando a palavra disse que o Sr.
Crisp foi iojusto, suppondo que o gabinete per-
tence direita parlamentar; o gabinete vive
sombra da toda a cmara, e que deixar o po-
der logo que a cmara ass m o entenda.
Corre com a maior insistencia nos circuios
politices, que o principe de aples, herdeiro
da cora, casar com urna filba do duque de
Eaimburgo. O casamento ser officialmeole an-
auociado em Londres, por occasiao do enlace
do duque de Clarence com a prioceza de Teck.
Os ris de Italia visitam a corte iogleza por
occasto dessa festa de familia.
EXTERIOR
EUROPA
Italia
O presidente do conselho, o Sr. Rudini, res-
iondendo interpellagao do deputado Caval
otti, sobre a poltica ecclesiastica, disse que nao
comprebendia como o parlamento italiano qodes
ae promover a questo do poder temporal, en-
terrada desde que a Fraoga abandonou Roma.
Depoia da guerra de 1870, s reatava conbe-
cer aattitude da Austria com relacao a eaae as
sumpto; a Austria declarou entao que levintava
mo da questo. que pertence integralmente i
Italia, a qual affirmou que manteria eempre a
Santa A allccugo do papa no consistorio celebrado
em 14 do torrente diz :
Os inimigos apenara nos obstinadamente de
todos es lados
Depois, lembrando os incidentes das peregri-
nagOes, uccrescenta:
Os inimigos da igreja exbalaram sem pudor
nem recato os seus aentimeatos; aggrediram
cruelmente por palavras e obras pacficos es-
trangeiros, guiados pela niedade blial e nao por
intuitos polticos; encarnigaram se contra o pon-
tfice com ultrages e ameagas; boje querem fe-
nrdemo.-te o papado, resolvidos a empregar
mesmo a forga, se poderem.
Existem outros inimigos, que dissimulam ;
a as aspiram ao mesmo fim ; protestara respeito
pelo poder temor ral, mas pretenden] marcar Ihe
limites sua vontade. dagas a uns e a out-os,
a liberdade de communicar o pontfice com os
fiis est rceada, e a situac&o tornase cada
vez mais diflicil.
O papa quereria que os ebefes d03 Estados
comprebendesaem que seu interesse delle o
manterem a aotoridade da igreja, a qual a
maior das potencias moraes, e que os catholicos
unidos ao papado fuessem um dique contra os
aiaqups da impiedade.
No mesmo consistorio foram creados car-
deaes da igreja e da ordem dos presbyieros :
monsenbor Ruffo Seilia, de aples, arcebispo
titular de Petra, mordomo de Sua Santidade,
oascido em Palermo a 5 de Abril de 1840 ; mon-
,-e..bor Luigi Sepiaci, da ordem dos Agostinbos,
ui.-po titular de Callimica, secretario da sagrada
congre.-ago dos bispos e regulares, nascido em
Casliglion del Lagos na archidiocese de Peruzza
a 31 de Dezembro de 1835.
Fi:ar3m preconisados os arcebispos de Pba--
salia, de Sardi, de Nisibi, de Tunm, de Mohiltw,
de Gaata, de Ros3am, de Guesen e de Posen, de
Amata, de Arezze, de Veroli, de Lucera, de Vi
gevaos, de Capri, de Colli, de Quastata a de Ce-
sara polis.
Os bispos italianos e estrangeiros seriam Ho-
rneados das depois no consistorio publico.
O santo padre ao relirar-se da .-ala do consis-
torio, dirigiu-se do tbnno, escoltado pela
guarda nobre, onde recebeu em audiencia so-
lemne os novos arcebispos presentes na caria.
aos quaes entregou as insignias da sna digni
dade. ,
Os novos elutos foram orar sobre o tmulo de
S. Pedro e em seguida fizeram a sua visita offi
clal ao cardeal Rampolla, secretario de Estado.
Le3 XIII e?t efectivamente com o estado
dos espintos em Franga.
O cardeal Rampolla declarou que o papa se
absteve de approvar ou de censur.T os recentes
acontecimeatos, porque, ajuotou elle, nao pro
curamos as causas do incendio, mas simples-
mente queieriamos vel-o apagado.
O aanto padre deseja por emquanto, que se
realisem novas peregrinagOes.
O Osservatore Romano annuncia que a
ultima allocugao, consistorial ser publicada
Drevemente.
Segundo diz a Italia, a allocugo do papa
faz alluso aos incidentes da peregrtnago fran-
ceza e ao decreto do ministro da guerra relativo
ao casamento simplesmenle religioso dos mili-
tares. Nao contem nada concementa a diacus-
so no parlamento italiano, da questo eccle
siastica e da le de garantas.
A acreditar se n'outra verso o papa teria fal-
lado destas questSes; mas o segredo teria sido
rigorosamente mantido at agora.
O Moniteur de Rome publica um artigo ofli-
cioso sobre as boas relag5es que nao podem dei-
xar de existir entre o Vaticano e o governo da
Repblica franceza.
Depois de alguns ataques contra este ultimo
de cortos jornaes catholicos, o Vaticano teria
convidado, segundo se diz, a sua imprensa ofli-
ciosa a evitar toda a discusso de3te geoero.
Disse um corresponde de Roma, badias, que o
papa appellou ltimamente para a Austria, pro-
curando abl urna compensago attitude hostil
de governo francez pa.-a com a igreja.
A afirmativa apoia-se Da particularidade de
que o papa nao consentiu em prescindir dos ser-
vigos do cardeal Rampolla com secretario de es-
tado, quando eslava di posto a aceitar a sua de-
missao, ea nornear o cardeal Vaunlelli, queja
passou pela nunciatura de Vteona.
Inglaterra
Lord Gladstooe proounciou mais um dis
curso no Memorial Halle, no almoco offerecido
pelos membros da eoovengo para a reforma
agraria.
Cbegou o momento, disse o venerando es-
tadista, de trabaibar as reformas agrarias, e de
leval as a seu lermo.
Pelo que respeita as condigOes do trabalho, os
syodicaios operarioa conseguiram mais as ci
dades do que as aldeias.
Os operarios ruraes flearam lsoladoa, mas
boje as coodigdes do trabalho agrcola comegam
a oceupar o primelro lugar as preoecupages.
A emigrago dos camponezee para aa cidades
da Inglaterra a primeira prova de que aa al-
deias se despovoam, e que urna verdadeira ca-
lamidade nacional.
O remedio sera o augmento dos deputados
agrcolas, urna repartigo equitativa do imposto,
a obrigago da le contra aa collisoea que attin-
gem os habitantes, doa campos, a melhoria das
condigoea da exiatancia rural, e urna alimenta-
Sao sufficieote. *
J a ins.tuigo do voto por escruticio secreto
melborou a situago; mas os conselho? paro-
cbiaes que se oceupam da asistencia publica,
da viago e da salubridade das babiUge-. daa
escolas e das propriedades commuoaes, densa
ter operarios entre oa seus membros e deferas
poder comprar trras, para que os peqieaaa
agricultores possam possulr, pequeas gleba*
de terrenss como lord Giadstcne pedia em IMS.
Este programma ultra radical formulado pelo
Sr. Gladatone, con o iatuito de reclamo eleito-
ral, produzo varios protestos, observando ae
geralmente que o Sr. Glad.-tooe abusa das bel-
las palavras, que nao custam nada.
E" para receiar que, se o grande cetho subir ao
poder, fique esnagado sob o peso das promes-
sas que tem feito para o conquistar.
O casamonto do duque de Clarence e da
princeza de Teck, realisar se-ha em Windsor os
em Londres ?
Nada est ainda definitivamente flxado a este
respeito.
Julga se, porm. que a ceremonia ae ettec'.ea-
r em Windsor, o que seria um ifiMpoaitawiiili
para a alta sociedade iogleza, que desejaru qae
o enlace ae fizease Ba abbadia de Wesiminster.
A rainha,;pes3oalmente, preferira Windsor ;
mas, perante os desejos altamente manifestado*
pela opima o, possivjl que reconsidere e an-
cua.
O principe de Galles, por sua parte, deseja
que o enlace se effectue em Westmioster.
Diz-se que o imperador da Allenunna deaeja
assistir ao casameoto, assistindo tambem ce-
remonia duis ou tres testas coroadas adiadas
familia real.
Entretanto, o casamento do duque de Ciaren-
ce nao ser um acontecimento como o do princi-
pe de Galles em 1863, e oo provavel que to-
das as potencias se fagam representar como en-
tao acontecen.
Quinto data, tambem aiuda nao est fixada.
O que ba de ceno que o uoivalo nao ae rea-
lisar seoo depois da rainba regresw ao con-
tinente, isto no momelo em que a tean ea-
tiver em plena expanso e brilbaotiimo.
ao que parece, a ranha resolveu abrir
pes8oalmente o parlamento co mez de Fevereiro
prximo.
Falla se j i no discurso da abertu a, que a so-
berana lera por e;sa occasio. Ter um ciracter
extremamente pacifico e son o ponto de polti-
ca interna, alludir ro projecto do governo lo-
ca! para a Irlanda, em que o Sr. Balfour esta
muito iLteressado que o seu auter principal, e
de que ser o mais ardentele.eloquentedtf nsor.
A este respeito espera se seja batalba oa c-
mara dos communs.
O parlamento nos primeiroa das da sessio,
terde votr.o projecto de le rtadotacao da prin-
ceza de Teck,apenas 0:0*3 libra* anooaes.
Qj nido em 1889 se traiou de assuapto ana
logo para os filos do principe de Gallea r a-
qoella cmara levantou se viva opposigo. Desta
vez possivel que a resistencia seja anda maia
accentuada.
O Times* censara o partido republicano
francez por se ter desviado da poltica de con-
ciiiago.
A igreja, diz a folha da City, estar aiada
por longo tempo submettida ao actual -egimen;
para o governo constitue um til instrumentan)
regus ; seprala dov estado, tornir-se hia urna
potencia diffi:il de fiscalizar. Mi- oque nesta
questo interessa mais a Europa, a perspecti-
va, em Franga, de urna ene de gabineu s de
breve durago .
O correspondente da agencia Loiziel, em
Londres, diz se autorizado a declarar que nio
tem fuuda nenio algum o boato do goveroo n-
glez ter j examinado a eveotualidade da sua
adbeso ao zollverein aduaoeiro da Europa
central.
Nos circuios diplomticos corre o boato de
qae o Sr. Egertous ministro plenipotenciario,
qoe deserupenha as funeg-s de primeiro aerre-
tario daembaixada em Fraoga, sena nomeado
embaixador em Roma em substituieo de lord
Lufferin, que passeu para a de Par.z.
Allemanba
03 tratados de commercio utimamen'.e firma-
dos pela Allemanba, Austria Ha gria e Italia,
eslo sendo o assnmpto das discassoes da im-
prensa europea. Tiveram o condio de affastaroa
progno3ticos da paz ou da guerra e de faier pas-
sar o sagundo plano os discursos do imperidor
da Allemanba.
E' geral a opimode que a rede dos t-:ados
vai prodozir o i3olameoto econmico da Frang,
sendo esse afina! o resultado que da sua intran-
sigencia vo colher os proteccionisa3 francezea.
No reicbstag* allemo foram esses tratados
geralmente bem acceites, nao deixando porai.
de haver notas discordante?, especialmente da
parte dos conservadores.
Assim, no primeiro dia da discusso. na qaai
o chanceller Caprivi proounciou um longo dis-
curso expondo as vantageos do rgimen estabe-
cido pelos tratados, o Sr. Kanitz declare use-
lhes hastil I mentanlo que o chanceller nao
consoltasse seno livre cambistas, quando trata-
va de negociar esses tratados.
Segundo as ioformagoes que se enrontram nos
jornaes estrangeiros sobre este assumcto deve
concluir se que se trata, nada mais e nada me-
nos, de um trama de negociarais dirigidas com
bastante habilidade, e destinadas a esiabelecer
ama reuoiSo aduanera, com exdnso da Fran-
ca, e at contra ella.
O reldtoo com que foram apresentades ao
reicbstag os tratados firmados pela Allemantu,
encarece a necessidade de impedir que aos pro-
ductos allemes se fechem oa mercados de nove*
paizes, e de conservar o consumo desees pro-
ductos as nages e^trangeiras, mediante con-
cessOes fetas aos destas.
Os tratados negociados, diz aquelle docaraea-
to, formam um otdo inaeparavel, qae deve aer
apreciado uo seu coojuocio, leudo sob o ponto ale
vista das concessOes ouiborgadas pela Allema
nba, como sob a das vantagens por ella ob-
daa.
Os tratados mantera os mercados de extraegao
industria allem, e garantem agricuitara
urna sahida remuneradora dos seas prodaetoa.
Devem os tratados entrar em vigor a I de Fe-
vereiro de 1892, e terminarao era 31 de Deieaa-
bro de 1903. E considerarse-bao prorogadoa
alm dessa data, se nao houverem sida denu-
dados com anno de antecedencia.
Com a razo, dia o Temps que o da 7 de
Dezembro, em que oa referidos tratados foraaa
apresentados aos pa-lamento allemo. austnacoi
hngaros e italianos ficar mareando ama aova
poca na historia econmica da Europa.
Alm de tudo o maia, a realiaago daqajelles
accordos internaciooaes, tem por fim fortiticar
estreitar a allianga poltica existente entre aa
tres potencias da trplice allianga.
Ha poneos das, lord Salisbnry disse no discur-
so pronunciado no banquete de lord mayor, aae,
no noaao aeculo, pralico e utilitario, a veraa
ra paz, como as verdadeira* gaerra, baaaa-aa)
mais ainda no terreno commercial e ecoooaaaco,
do que no diplomtico, ou militar.
O governo allemo, Jcomprehendendo bem o
que neata opinio ba de verdade, oeste raomenta.
em que a ultima obra do principe de Biamartk
comegava a ameagar mina, quiz conaoUdal-a,
dando lhe por base ama aolidariedade de inte-
resses materiaes, em lagar de ama tiaalaa ca
munho de aepiragoes, meramente poiitjca*.
os crculos conaervadorea e agrario* (
sura-ae muito o principe de Biamartk, por
ir tomar asiento do relcaiiag, para i

/

ILEGI'VEL
i
---------------:-----------------


" TSF- *?

Diario de Pernambuco Quarta-feira 6 de Janeiro de 1892
I
Hfr
*>.


tratados, que sao contrarios a poltica proteccio-
nista, por elle seguida.
Honve ltimamente em Berlim urna reunio
de socialistas, a qoe assistiram 2,000 pessoaa.
0 Sr. bebel declarou que os socialistas nao
teem razo alguma, quer por palavras, ou por
otras, de fornecer os saos adversarios occasio
de empregar medidas coercitivas contra o socia
lismo. ,
A situago econmica, disie elle, e emiaen-
temente favoravel a propaganda socialista. As
mamestagOee pesaoaes de certos individuos nio
compromettam o partido qn tem a conuanga d03
sfeos mandatarios. O socialismo como o pinto
no ovo ; quando tiver bastante farsa, despeda-
cara a casca. Chegaremos um dia ao poder; se
nao nol-o cederem voluntariamente, saberemos
tmalo.
Austria Ha agria
Hi promenores de origem segara, e muito n
teressante acerca das negoclages do tratado de
commercio entre a Aust-ia Hungra e a Allema-
nha. Os preleminares desse tratado renuntam
entrevista dos monarebas em Rbusladt.
A 17 de Novembro de 1893 o imperador Gui^
lberme prometteu ao imperador Francisco Jos
completar a allianga poltica entre as duas po
tencias por urna allianga econmica. No mes-
mo da os Srs. de Halnoky e de Gaprivi, estabe-
leceram os principios tundamentaes da uaiao
commercial.
O chancellar Gaprivi limitou-se durante o cur-
so das negociages a conformarse com as n-
struegoes que tinha recebido do imperador Gui-
Iherme quando assumio as responsabilidades do
poder.
Parece re30vido que o imperador Guiher-
me v,sitar Vienna no dia 2 de Margo do prxi-
mo anno.
D'abi ir a Bucbarest onde se demorar dous
ootro3 dias ; dipois ir a Sinaiae Jassy, regres-
sando a Birlim por via Czernovitz, Leraberg e
Breslau.
Na delegago austraca m Vienna tem
proseguido a discusso do orgimeato da guerra
declarando o ministro desta pista, que ainda nao
estava resolvida a questo dos dous annos de
servigo, que precisa maior esludo.
Aadministrago militar oceupa se com activi-
dade da maceira de augmentar consideravel-
mente o trem de campanha.
O proessor Bibrotb advogou o augmento do
material sanitario, fundanao-se que o emprego
do novo armamento augmentar enormemente o
numero dos feridos em caso de guerra.
Dinamarca
O rei Christiano e a rainha Luiza da Dina-
marca esto atacados de influenza.
O rei foi atacada ligeramente, mas a rainha,
que foi atacado mais seriamente, est de cama
de3de domingo.
la
A Novosti, apresando os tratados de comraer
ci entre o Estados da trplice allianga, diz que
realmente urna liga feita contra a Franga e a
Russia.
Essa liga estrella mai3 os lagos da trplice al-
lianga, e a commanidade dos interesses econ-
micos dos membros d'essa allianga, pode impul-
sioaal os a actos polticos, que comprometan!
a iranquillidade da Europa.
Portanto ha neceasilade para a Russia e para
a Frang de afirmar tarabem a sua approxima-
go poltica por urna lisa commercial similbante,
mesmo com o sacrilicio d'uma grande dso das
suas tendencias proteccionistas ; coi-a fcil, urna
vez que a Franga precisa das materias brutas
russis, e a Russia ariigos manufacturados fran-
cezes.
Noticias de Kiew aflirmam que todos os
subditos allemes empreados as fabricas puos
estabilecimentos iiidustnaes dogoverno de Wol-
lynia, vo ser expulsos.
Servia
O rei Alexandre da Servia est escrevendo as
suas impressss de viagem.
Ficou pnncipalmen.e enthusiasmada com a
vida de Paris.
Bulgaria
O Temps publicou um artigo ameagador para a
Bulgaria, fallando da espnera de relagoes, a que
deu origem o governo de Sofla negar se termi-
nantemente a permittir que regressem ao territo-
rio do principado o correspondentes francezes
expulsos, e que em seus telegrammas combatiam
a poltica do desptico ministro StambulolT.
Desde certo tempo que os jornaes oficiosos de
Pars mosiravam especial empsnho em demons-
trar as ImprevisOes polticas do primeiro coose-
Ibeiro do principe Fernando de Goburgo, hoja
feito soberano da Bulgaria, proclamado ha cinco
annos, pela assembla de Tirnova.
O correspondente da agencia Ha vas secuclava
a campanha com as suas informagOes pessimis-
tas acerca da situago do principado ; mas pon-
cas pessoas attribuiam importancia a essa attitu
de dos rainisteriaes francezes, consilerando-a
cerno etTeito da propenso de lisongear o czar,
cujo enfado contra os governantes blgaros nao
era para nioguem um myaterio.
O que ninguem espara va era que o ministro
dos negocios estrangeiros da F-anga.o Sr. Ribot.
tomasse tanto a peito a expnlso dos correspon
dentes francezes. depois da maneira porque a
Alleminha e a propria Franca procederara quaa
do o Sr. Crisp expulsou de Italia varios corres-
pondentes.
Da mesma maneira interpretara muitos a sus-
pensa! de relages diplomticas entre a repbli-
ca e o pnn cipado blgaro, como indicio de que a
Franga deseja suscitar difculdares aos adversa-
rios da politica russa no Oriente, e crear coatra
riedades trplice alliaBga, que protege resolu-
tamente o principe Fernando, e pretende que
a Bulgaria e a Roumatcia formem um centro de
resistencia contra o russo3, no caso de que estes
oovamente preteadam .cruzar o Danubio, para
avangar sobre Constantinopla.
Com as manifeslage3 doofBcioso Temps, cora
cidio a publlcago de um artigo do jornal russo
Novosti, em que se advoga urna allianga ruo
errea, allianga, que seria um verdadeiro trium-
pho pa-a o imperio dos cures e pira a repblica
franceza.
Noticias mala recentes, porm, aflirmam nao
ser exacto que o governo blgaro reclamasse
para a expul-o do Sr. Gbadourne, como pres
crevvm as capitolages, por intermedio do Sr.
Lanel, agente diplomtico da Repblica France
za em Sofa.
5JPortanto f oram violados 03 tratados internacio
naes, que ligam a Bulgaria.
Admittindo mesmo o principio da com-
petencia do Congresso para orjaniuar o
que j esta organisado, que e ipecie de
providencias poder elle adoptar '
O Para, o Rio Grande do Jal e 8.
Paulo acaeitarao, por veutura, f,s provi
deaciaa que o Congresso queira tomar com
relacSo ao Rio de Janeiro, Paran, Baha
e oatros Estados ?
Em principio, a tentativa da cmara
ama violacSo da CoostituicSo.
Se tor levada a effeib), daixari os Es-
tados em petor sitaacSo do que se acbam.
O argumento presentado em favor do
requerimeato, de que os Estados foram
organisados diotatorialmente, nao pie ser
tomado em considerarlo para aiitorisar a
intervengao de um poder estranfao.
A elles compete estabelec3rea o rgi-
men legal, e ao Congresso o que Iha cabe,
velar pela (JoastituicSo, e nao contribuir
para que ella soja violada.
Se o requer manto passar, ti 2 ir esta-
belecido o precedente da interveng.lo do
Congresso na vida dos Estados.
Hoje por um motivo, arnanhi ser por
outro, e nunca faltarSo pretextos.
Se a cmara quer, porem, atacar a fe-
deradlo, ferir os Estados na sua autono-
ma, nao tem mais do que votar o raque-
rimento, que corUmente nlo foi aprasen-
tado com essa intuito, mas que fatalmente
dar esse resultado.
Mais lgico e mais patritico seria o
procodimento da cmara, se ella tratasse
j de vir em defesa da Constituido e in-
vestigasse se regular, se decoroso que
os representantes da forc armada, sti jeitos
ao Governo Federal, vao para ou Estados
assumir os logares de goveraaderes, por
acclamacao as ras, e fazeram parte de
juntas revolucionarias.
CORRESPONDERAS
POLTICA
Em seu Boletim Parlamentar escreveu
a Gazeta de Noticias.
Infelismante nao temos a louvar o pri-
meiro acto da cmara dos Srs. deputados.
Com isso ella nada perde ; mas ganhar
o paiz verificando mais urna vez que
plus c chamge, plus c'est la mime chote.
Depois de aberta a sessSo e na hora do
expediente, o Sr. Aristides Lobo, que nos
pareceu estar, e muito legtimamente, in-
vestido das funeccies de leader, apresen
tou o requerimento qoe publicamos no
Diario das Cmaras, pedindo a nomeacio
de urna commiaso especial que aprsente
medidas para a organagao dos Estados.
Ora, os Estados estavam 'organisados, e
ao que parece a sua vontade.
DeBde que os governadores procederam
de modo que lhes desagradou, notoria a
maneira por que ellea tm sido substi-
tuidos.
O que tam de ver com isso o Congressor1
Onde est na Constituido o artigo que
permitte a intervencSo do Congresso na
organisacao dos Estados ?,
O Sr. Seabra combateu o requerimento
om este e outros fundamentos.
Efectivamente, se a cmara approvar
tal requerimento, ella proceder com re-
lacjlo a ConstituisSo, do mesmo modo
quo proceden o general Deodoro, isto ,
desrespeital-a ha.
Como inicio de urna poca de legalida-
e, parece-nos qoe a cmara proceden um
pouco desorientadamente,atacnado de frente
a idea federativa e preparando nos Esta-
dos peiores luctas do qae as qoe ltima-
mente teem havido em alguna.
c Do Diario de Pernambuco >
PORTUGALlisboa, 23 de dbzembbo
de 1891
As Novidades proseguem na sui campanha
contra a Liga Liberal. S lhes falta reclama
rem acabega de quem, sem perteucer ao ex
ercito portuguez, leve a audacia de assioara
ji celebre circular de 15 de Setembro dirigida
a olliciaes em campaohi, essa tentativa de de-
sunio das forgas expedicoaanas; esse verda-
deiro acto de traigao para com a palria,essa
insligagao de.iuncia \ or um inquerilo, eca que
ce substitua a tedos os poderes dj Esiaio, etc.,
etc.
A Liga L'berai resolveu aguardar es acoate-
cimentos e nao respooler 4 pnilippi^a das ga-
zetas, embora, aquella a que me retiro clame,
voz em grita, que para esta questo nao pode
baver sena) os inhumes.
O digno par D. Luz daCimara Lerae, que
militar, e que antes de ser miaistro depos de
o ser nunca tn'.ou seno de fazel-a, jue voltou
carga na sessao de 21, protestando o sen in-
teresse e o seu annr pelo exercito a pe sua
disciplina, e perguntando o que tencio:'ava 'azer
o governo em preseoca da Liga Liberal, respon
deu lne o Sr. con.selbeiro Lopo Vaz. ministro do
reino, que ihe nao pareca que eslivease araea-
gada a ordem publica, nem em riscos le reben-
tar um novo 31 de Janeiro, porquanto. tem pelo
coatrario, a ordem est mantida e assegurada
em todo o paiz, e o governo conta cora os meio3
necessarios para acudir promptanente no cum-
pnmente do seu dever, aonde quer que ella pos-
sa ser alterada.
Que por isso o governo nao julga de mtredia
ti urgencia providenciar acerca da Liga Llhe-
ral, reservando-se para tratar dessa questao em
conseibo de ministros, p^ra quando o sea colle-
ga ministro da guerra (general Abreo e Souza)
possa tomar conta da sua pasta.
En'.o se deliberar como se entend; de ju3t-
ga. Participou tarabem que a saude do Sr. m
nistro da guerra eslava quasi restabelecida, pelo
que, n'esse mesmo da se apresentana no seu
ministerio e dentro de poucos dias poder com
parecer no parlamento.
O governo nao se tem occopado do assumpto
por ihe nao ver gravidade imraediata.
O Sr. Cmara Leme tinha dit) qnt nao quer
poltica no exercito, nem mesmo no mi nistro que
o dirige.
Es'.e, secundo entende, deve simplesmeote ad-
ministrar e administrar bem. Crims, disse o
digno par, eer para o exercito preceder de ou
tro modo, quando esse exercito cuta (:000 con-
tos (fortes) isto estando o paiz to sacrificado e
podendo se dizer que exercito nao ha.
O orador poaeria e devena mesme ter con-
cluido o seu discurso (observa um jon al repu-
blicano) requerendo contis exactas clos 6:CO
cornos, que diese consumirn?-se por anno com
o exercito, o que effectivamente os orgameotos
consignara. Urna interpellago a sale respelto
(proseguea mesma foltia) seria at mas mil pa
ra o exercito e para o paiz do que a realisada
pelo digno par sobre a questo da Liga.
Hontem houve sesso do conselho de ministros
que se prolongou desde urna hora da tarde al
noite.
Gonsiava c fra ( ainda as Sovidaies que o
diz) ter sido a attitude da Liga L'.beral o assum-
pto da reuna! do miuisteno. Aque le jornal
esfregava noite as mos de contentamento,
insinuando que all se teria tracudo ce infligir
aquella aggremiago poltica a mais s;ver,i das
correcgOes f!
Entre mortes e feridos alguns ho de escapar.
Referiodo-me ao que na minba ultima expuz,
veremo* o que o governo faz e se st presta a
servir de fantoche das Novidades .
O projecto de lei sobre alccols, a presenta-
do cmara pelo ministro da faznda, i que m*
refer na minba de 21 do correte, teta por lim
auclorisar o governo a avangar se com a3 fabri-
cas productoras de alcool, actualmente existen-
tes, por urna renda cao inferior a 400 xmtos de
ris fertes.
Este projecto veio depois de mallcgrar-se o
que pro:u ava estabeler o exclusivo do fabrico
do alcool industrial.
Ha quem eatenda que o rgimen do monopo
lio era prefervel; mas o que certo que esse
expedieate ;teve de ser abandonado em vista da
opposigo que se Ihe fez. No entanto tambera
nao falta quem censure o projecto ce le com
que o Sr. Mariano de Carvalbo, substituto o pre-
cedente, obrigado pela necessidale u -gente de
accre3centar a receita do Thesouro.
O alcool um dos melhores rendimentos do
Estado, nos paizes prevideates que o foub-rem
aproveitar. Em Portugal o Estalo auferia d'elle
um rendimento mnimo, quasi nullo. Como a
flsealisagao rigorosa da produego era impossi-
vel, o governo via-se nainecessldade. de fazer
avangas com as fabricas, e d'aii resaltava que
sendo o imposto de 20 ris por litro, ficava re-
d'izido, por esse processo defeitaoso nimias ve-
zes a 5 e 6 ris apenas.
Os que sao contra o projecto aflirmam qn na
opini&o dos mais entendidos e imparciaes. o al
cool deve produzir em Portugal para o Estado
urna receita nao inferior a 1.600 contos fortes.
Mas a actual lei est preparada para isso.
Pelo contracto actual as fabricas constituidas
em gremio garantem ao Estado, pelo exercicio
da sua industria, a qaantia de 400 contos, em
prestages trimestraes; mas se n'um dado anno
o consumo do alcool do continente fr superior
a oito eootos e inferior a cinco contos, o gremio
elevara n'esse anno a sua annuida e a 450 con-
tos. Sendo o consumo superior a nota coatos.
a annuidaie d'esse anno ser elevada a 480
contos.
Sendo o consumo de dsz contos a aanuidade
ser de 50J contos de ris, e por cala litro a
mais de des contos qne fr vendido para o con-
sumo, o Estado receber o importe d 3 50 ris.
Por este processo, a progressao do imposto
acompaoha a do consumo por urna lrma em
que nem o Estado nem o productor potlem ficar
lesados. Do mesmo modo nao pode cir lesadn
o consumidor, visto que a lei estabelece o limite
do prego do alcool, marcando-o, o mximo em
230 ris. |
O prego actual no mercado de 220 ris por
litro de alcool, com o imposto de 20 ris ; eleva-
do o imoosto a 50 ris, o prego ba de natural-
mente subir a 250 ris.
Oiie tamben notarse qu; o alcool industrial
tica anda sajeito aos impostos do real d'agua e
do consumo, cajo pro lucio pode c imputar-se cal-
vez em 300 contos.
Tolas as fabricas acceitaram j o expedieate,
tnclaindo as dos Agores, que a principio sa ti-
ntura mostrado renitentes.
Tem estalo ltimamente em discussao na
cmara dos deputados a reforma do ensino te-
cbmeo a qual foi combatida pelo Sr. E loarlo
Jos Coelbo e defendida pelo Sr. Garlos Lobo de
Avilla, redactor priocipal do Tempo e tilo do
Sr. conde de Valoom, ministro dos negocios es-
trangeiros.
Ten continuado a reuair-se, sob a pre3i-
deacia do Sr. Plotieiro Gbagas a commisso das
pautas. Na ultima reunio e3teve presente o mi-
nistro da fazenda.
A commisso decretou bastante os seus traba-
mos e esteve reunida at depoi3 da ama bora da
noite.
Dezembro 21, reaolo-se um grande comicio
de operarios n'um qmntalo da ra Saraiva de
de Carvalbo o titn do meeting para tratarse da
crlse do trabalho.
Pallaram muitos operarios, sendo alguns de'les
anarcistas e socialistas, Alguns republicanos
tambem Qzeram aso da palavra. Vociferou se
mui'.o contra a propriedade e proclamou se o
supposto direito de ir cada am buscar o qae Ibe
falta para a sua substancia oole qaer que se en-
contr.
Como a ordem nao foi perturbada a -autorida
de policial deixou correr o martim, e o comicio
dissolveu-se em boa paz nao tendo cegado a
resolu.iij alguna.
O prejecto de le apreaentado bamezes pelo
Sr. Moraes de Carvalbo, ministro dajustiga, para
regular as rdagoes dos senborios com os seas
inqmlinos e proteger estes, vai entrar em lis-
cuso brevemente na cmara dos deputados.
E' cada vez maior o numero de trabajado-
res e artitices despedidos. A omdicilade aug-
menta de dia para dia.
Hi poucos dias a casa Maooel Nones Correia
6 Pilbos dispensou os servigos de 10 operarios.
O empreiteiro Hersent das obras do porto de
Lisboa despede IzOO de tolas as grandes obras
que teem relago com a oompanhia dos cami
nbos de ferro de Norte e Liste, desde Santa
Apolonia at a Junqaeira, peareiras de Gampoli
de e Morisanto, etc. Oque vale qus grande
parte d-stes operarios sao estrangeiros e todo
leva a ctr o governo obrigue o Sr. Hsrsent a
mandal-os para fra do remo, o que se torna
urgeute como oh d.da de ordem publica.
Falla-se no prximo estabelecimento de cozi-
nbas econmicas em Lisboa, tres pelo meno3, a
semelbanga da que ba poucos mezes se mstau
rou no Porto e de que to grandes beneticos tem
j resultado para a populago operara daimel.a
cidade.
Alm destas a provedoria da Santa Casa de
Misericordia de Lisboa est tratando tarabem de
raootar urna coiioha econmica.
O Seculo abri urna subcripcao publica
para soccorrer os operarios seui traoalho e
lodos 03 dias. consagrado daas columaas pe>os
menrs ao saasorios e expediente disuoscripgo.
Esta foi muito bem recebida pelas classes de
mocraticas. Os outros jornaes, como o Seculo
tepablicano, guaraam silencio e nao cooperam
sysiematicamente aesta obra meritoria.
A nece.-sidade malta em Lisboa; o fri tem
sido intens3simo nestes ultimas das, apoare-
cendode manha geladas as superticies dos lagos
e lauques dos jardins e pragas onda 03 ba.
Ao Gorreio da N;ite consta que fora pu-
blicado no dia 21 era Lood-es e Pars o annun-
io ofcial para o pagameoto do coupon* da
nassa divida externa.
Air.cs assim !
O Malin (Je Pariz) de 18 do correnle.
iraz n? sua revista finauceira urna noticia impor-
tante que aoaixo transcrevo.
) 3 por cento portuguez est mais firme
34 1|2. Um tel:gramma de Londres diz que
lord Salisbury entabolou negociages com o go-
verno portuguez para adminisirago em commum
das possessOes limitrophes da Inglaterra e de
Portugal era frica. P^ra quem sabe ler pelas
entrelinhas, a administrago em um commum
nao pode ser interpretada senSo como prepara-
go para a venda loglaterra das possesjOes
uortuguezas. E' este ssm duva o motivo da
alta dos fandos portueuezes. E' aecesaario, po
rm, saber como a nago que professa tamanha
dedlcago pelas suas colonias, aceitar esta nova
combinago.
A ser isto verdade, commenta o Secan, nao
ser o primeiro paaso para a oceupaguo do nin
terlaad da proviucia de Aagola. que a loglater
ra na conseguo gragas a reaego contra o tra-
tado de 20 de Agosto de 1890 ? Pede explica-
ges ao Diario Popular, que o orga do mi-
nistro da fazenda.
Acbam-se em Lisboa os Srs. conde e con-
dessa de Pariz e seus filaos, o duque de Orleans
e a princeza Isabel. Achm-e hospedados no
Holel Central, indo jantar todos os das ao pago
de Belm com a familia real portugueza.
O Diario do Governo publicou ante hon-
tem om decreto determinado a forma como de-
vora regularse os trabalhos escilares des insti-
tutos industriaes e comojerclaes de Lisboa e
Porto.
Foi com este decreto que o governo deu razo
e forga ao actual director do instituto de Lisboa
Dr, B-rnardino Machado.com o qual, ba das
o respectivo conseibo e3C0lar teve um cooQicto,
por elle baver recusado a palavra a alguns dos
professores qae desejavam asar del la antes de
se entrar na ordem do da. A minifestago to-
mara o aspecto de ama pequea revoliaem se via
o despeito qae no corpo decente causara a in-
vestidura na presidencia e direcgodaquelle cor-
po na pessoa a quem se attribue a elaborago da
Tanto nesses Estados como nos Estados
do norte do Brazil o elemento ethnico do-
minante o portugus e no proprio esta-
do frooteirico com as antigs coloniaa bes-
panholaa o iazitanismo que prevalece.
O iberismo platino nSo concaminou o Rio
Grande do Sal mais do qae contamina as
provincias de Franja e de Portugal, fron-
teiras da Hespanha.
Ao contrario ; no Estado Oriental o
elemento luzo-brazileiro que entra com
maior contingente na formacSo da nacio-
ualidade uruguaya.
Se o crusamanto da raya portugueza
com as raya aborignes e africanas a
causa deprimente dos bros e da cora-
gem dos brazileiros, que aponta a folha
alleml, ainda uissso erra crassamsnte,
pois o misticismo, nos ensiaa a historia,
produziu sempre povos guerreiros e domi-
nadores.
Das nossas guerras internronles, qus
felizmente nao foram muitas, o allemaes
que as conheoeram polem dizer a 3-a-
zeta da Colonia o que valeram os exer-
cito3 de mestizos a que ella desdenhosa-
mente allade
Na expedicio do Mxico do governo
de NapoleSo III, que n3 > tica abaixo de
Oruilaerme II, nem no militarismo, nem
na corrupgo administrativa, os valentes
e arrojados soldados francezes aprende-
rn! em tremendos desastres que esses
povos americanos, julgados decadentes
e cobardea pelos publicistas europeus
sabem bater-se e defender o seu terri-
torio.
O que visa a Qazota da Colonia nao
nos parece alias ser o ensinar aos ssus
compatriotas a geographia politica e a
etbnographia do Brazil, o orgo oficioso
procura evidentamente animar o goverao
imperial da Allemauha a conquista do sul
do Brazil, que apezar das sua aruindades
ten valor superior ao Zinguebar e aZim-
bezia. Nestas regidas seja dito de passa-
gem, as tribus selvagen3 africauas dorara
ha bem pouco urna boa aova nos soldados
da expedigSo allema.
O imperador Gruilherme II nao se con-
tanta com a dita de haver herdado do
seu glorioso av e do principo de Bis-
marek, um grande imperio ; quer dila
tal-o por outras trras. Na Europa a
Franga o2o lha deixa conquistar um pal-
mo de trra mais.
As recentes traustormagoes polticas do
Brazil excitara ihe os apetites de conquis'a
e de colonisago.
Durante o governo provisorio tave as
suas velleidades de conquistor Santa Ca-
tbarina e com a temerdade do seu genio
irrequieto se metteria na empreza, se o
governo inglez, que conhece milhor o
Brazil do que toda a imprensa allema, nlo
Ihe acensolhasse cautea e juizo.
Agora a revolucSo do Rio (rancie do
Sul contra o governo dictatorial leva a
Gazeta da Colonia a retomar o pleno con-
quistador incitando o governo imperial a
realizal o com a seguraoca da ccobardia
dos brazileiros.
Palavras nao valem actos.
O governo imperial allemXo pode tirar
a prova desss acert, se quizer ganbar
territorios maiores e melhores do que toda
a Allemanha bismarekiana.
Atreva so a experimentar essa cobar-
da mandando os seas blanos aproveitar
o germanismo das provincias meridionaes
do Brazil, avassallando as.
S ento nos podara chamar cobardes.
Estamos certes de que nao o far e o
criterio chegar a o governo imperial, a
tempo de nao cahir em um desastre maior
do que o do .Mxico.
A Allemanha, que ainda nao pode sub-
jugar miseraveis disirictos da Atriea, que
a cada armamento novo da Franga, estre-
mece toda e erica-se de bayonetas e de
canhSes, nSo potencia para conquistar
nem urna pollegada do territorio do Brazil.
O valor total de todos os productos brazileiros
importados em 1889 foi de 5.070.628 e em
1890 de 4.359.675.
FISA5C4S fi COMERCIO
eforma qae taaios clamores levantou.
(Continua)
mmm&s
O Brazil no exterior
(Do Tempo)
O correspondente de Berlim do Jor-
nal do Commercio nos fez hontem co-
nhecer um artigo da Gazeta da Colonia
sobre os aoontecimentos recentes do Rio
Grande do Sul, que o governo dictatorial
cuidadosamente oceultou para tornar im
possivel o seu conhecimento perfeito aqu
e no exterior.
Entre muitas descripgSes fantasistas so
bre o povo e os catados do Brazil, aquelle
orgSocevado nos fundos doa guelfoa
levanta a influencia do germanismo as
regiSes meridionaes da repblica para de-
primir o luzo brazileiro, que qaalifica sim-
plesmente de cobardes. Est claro
que esse caracterstico achado pela folha
germnica nSo procede da passividade do
povo do Brazil em acceitar governo desp-
tico, qualquer que elle seja, pois se assim
tosse o povo allenaao que aupporta os ca-
prichos do imperador Gailherme II e a
tyrannia administrativa e militar a mais
spera e a mais intolerante nao teria di -
reito aoa foros que justamete tem, de povo
patriota na paz e valente na guerra.
Ainda nenhum povo americano, nem
mesmo o Brazil dictatorial soffreu governo
auotoritario e desptico igual ao que peaa
sobre a Prussia e a Allemanha.
O proprio governo do Sr. BarSo de Lu-
cena comparado com o do Sr. Caprivi,
seria para a Germania governo de grande
liberdade.
A cobarda, brazileira da Gaceta da
Colonia conceito puramente ethnogra-
phico.
Os brazileiros do Paran, de San ta
Catharina e do Rio Grande do Sul a2o
valentes por desoenderem de hespanhoe
e pela influencia germnica que nestes es-
tados preponderante. Seria essa ac-
cusago urna calumnia se nSo foaae urna
tolicei
De un cilicio do conselbeiro Joo Artbur de
Souza Correia, nosso ministro em Londres, tran
8crevemos os seguintes trechos referentes a im-
portago do Reino Unido de producios brazilei-
ros :
V. Exc. observar, quanto s quantidades,
qae apenas teve augmento a importago do cacao
e mu pequea diminuigo a da borracha ; quan-
to ao valor, que apenas estes dous productos
opreseutam em 1890 algarismos notavelmente
superiores aos dos aonc-3 precedentes.
Nos artigos principaes da nossa produego,
caf, assucar e algod&o, ba diminuigo de quan-
tidade e valor.
Nao figurara no mappa o commercio de tran-
sito e a importago de metaes preciosos.
A' excepgo do cacao, do caf e do tabaco
ou fumo, todos os outros artigos de que se com-
pe a exportagao brazileira ento aqu livres de
dlreit03.
O cacao para um penny por libra, o caf
dous sbillings por quintal, o fumo tres snillioga
e duus pences, coaforme a quantidade.
Quando o fumo cootm dez libras ou mais
de humidade em cada cem libras paga tres
sbillings e dous pences por libra de peso; quan-
do contm menos de dez libras de humidade em
cem libras, as alfaadegas cobram tres sbillings
e seis pences.
Do mappa citado extraamos, diz o Jemal do
Brazil, os seguintes dados referentes aos princi-
paes productos brazileiros :
~ Sf a
o =>B B
3 ras ? -
3 u.s^-,
2. h> B 2
- s c
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3?
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a
REVISTA DIARIA
Actos oflelaei-Por acto da junta gover
nativa de i do corrente mez foram nomeadas as
seguintes autoridades, em substituido das ac-
tuaes qae foram exoneradas :
Subdelegado do l. districto de Pesqueira o ci-
dado Francisco Sinezio de Araojo Cavalcante;
Dos districtos de Al agoraba i, Pogo e Salobro
do rae3ino termo na ordem em que vio colloca-
dos os cidados: Antonio Bento Gomes de Al-
meida Filho, major Joo Rodrigues de Freitas e
Jos Ferreira de Lima ;
Do districto de Cbam do Estevo, termo de
Iguarasi, o cidalo Manrique Pereira do Valle
Moraes Magalhes.
Para os logares d? 1.-, .- e 3.- supplente3 do
subdelegado de S. Linrengo de Tigicupapo do
termo de Goyanna, os cidados: Antonio Feraan-
des ta Veiga, Fraacisco Nicolau da Silva e Joo
Dias da Silva Coutinbo.
Para 1.-, .- e 3/ supplentes do sublelegal de
Ponta de Pedras do mesmo termo os ciladios :
Dcolindo de Souza Pontes, Lourengo de Barro* e
Maaoa: Flix de Souz.
Para 1/ e 2.. supplentes do subdelegado do 2.-
districto da Graga (Belm) na ordem qui se se-
gu 03 cidalos: Firmino R. de Moraes Mesqui-
ta Pimenlel e Floriano Pessi Valente.
Para 03 logares de I.", t.- e 3.- supplenUs do
delegado de (tamb os seguintes cidados:
Manuel Generoso da Araujo L-raa. Joaquin Fran-
cisco Jayme Galvo e Fatuo Cesar de Araujo
Urna.
Para subdelgalo e supplentes do i. districto
respectivo, na ordo ni em que vo collocados os
cidados : Fraacisco de Arroda da Cuuba Gou
vea, tenante Jos Alves Qciroz, Antonio Correia
de Araajo Lima e Antonio J03 do Espirito
Santo.
Pa.a delegado do termo de Correntes (Gara-
abans) o cidalo Francisco Alves dos Santos.
Para o termo lo Cab (districto da Ponte de
Carvalho) 1. e 2." supoleots lo sublelegado os
cidados, Miguel Nunes Araujo do Nascimento e
FiraiiQO Jos de Lima.
Para delegado e 1.* snoolente ds Cimbres os
cidados Ambrozino ido Reg Barros e Joaqaim
Francisco Torres Gallinlo.
Para sabdelegado 1. e 2 suopleates do dis
tricto de 0ho d'Agua dos Breaos os cidados
Manoel Francisco Googalves e Victorino Jj3 do
Couto Bal.
Por portara de 31 de Dezembro fiado foram
nomeados para os postos de lente quartel mes-
tre, lente secretario e capito da 2.* compa
nhia do corpo de pocia, na ordem em que* vio
collocados os ci la aos Joo Gualoerto Maga-
Ine, Francisco Jos da Silva e Jos da Costa de
Albuquerque Mello.
Por portarla de 2 do correte foi nomeado o
hacbarel Julio Tenorio de Atouquerqoe para o
cargo Je promotor publico da comarca do Bo
alto.
Por portariade igual data foi nomeado o ma-
jor Salyro Ferreira Leite, para o posto de cora-
raissano da guarda local dn Pesqueira.
Por portaras de 4 do corrente foram nom^a-
ios o capito honorario do exercito Joaquina
Agripioo Furtalo de Meolonca e Lucas Evange-
lista' da Costa, para os postos de conrnissano e
3ub-conra;ssario da guarda local de Ijuaras,
na oraem em que vo collocados.
Por portara de igual daia foi nomeado, sob
proposta do D-. qUoStor Francisco Alves dos
Sanios delgalo do termo de Correntes.
ouirioa -i>i secretaria do governo furam
nos remetidos para publicar:
Juizo de direiio da coraarcade Olinda em 28
de Dszembro de 1091.
Accuso o recebimjnto de V0330 oflicio de 18
do correte, no qual me coramunicaes que, coa
stitaidos em junta governativa, assumistes a ad
rainistrago do Estado.
No cumprimento do meu dever, continuan-i a
empregar esforgos para que esta comarca, como
sempre, continu a gosar de paz, sendo garanti-
dos tolos os direitos e camprida a le.
Aos llastres cidados membros da junta go-
vernativa do Estado.O juiz de direito, Antonio
Henhqae d'AlDsida.
Pago da Junta Municipal de Goyanna, em 29
de Dezembro de 1891.
Cidado.A Juuta Municipal de Goyanna, em
resposta ao3 vossos ollicios de 19 e 22 do cor-
rete, congratala-se comvosco polo molo alta-
mente patritico por que foram vingado* os bros
pernaranucanos, e protesta-vos que saber col-
locar-se a altura da situago, ja etvi lando todos
03 meios para a manutengo da ordem publica,
ja promulgando medidas que restaurem as jus-
tas prerogativas do municipio dentro dos limites
de suas attribaiges, consolidando desse modo a
paz, o cootentamento e inteira contiaagaem vos,
que reinara ja no seio do povo goyannense.
Aos illustres cidados membros da junta go-
vernativa de Pernambuco.Dr. Francisco Tava
res da Cunba Mello, presidente; Joaquim Car-
neiro de Aodrade, Bernardo Pinto de Abren.
N. 35.Conselho da Intendencia Municipal da
cidade de Taquaretinga, 29 de Dezembro de
1891.
Cidados.Teos a honra de actusar a rece-
pgo de vossa circular de 18 do corrente hontem
recebida, em a qual vos digaaes communicar-
nos baverles asssumilo o exercicio do governo
do Estado.
Sciente de lulo, cmnpre-nos assetcarar-vos a
mais leal observancia dos deveres qae aos sao
inherentes como fiis interpretes deste municipio
fazendo a essa junta os protestos de nossa mais
alta conslderago e respeito as vossas determi-
nagOes.
A proveitamos o ensejo para rego3ijarmos nos
comvosco, pelo restabelecimento da ordem e
'.ranqnilidade publica, qae presa a Deas conti-
nnem o'ora em diante inalteradas.
Saude e fraternidade.Aos Exms. cidadao3
general Joaqolm Mendes OuriqueJacques. Dr.
Ambrosio Machado da Cunba Cavalcante.Dr.
Jos Vicente Meira de Vasconcellos, dignsimos
membros da junta governativa do Estado de Per-
nambuco.O presidente Pedro Hygino Rodri-
gues da Assumpgo, Christovo Ferreira da As-
sampgo, Antonio de Souza Barbosa Araujo.
Juizo substituto da comarca da Victoria, 2 de
Janeiro de 1892.
Accuso o recebimento do vo3so oflicio circular
de 18 do mez prximo passado, em qae cora-
municaes a este juizo achar se no exercicio de
suas fancgdes a junta governativa, acclamada
pelo povo para a gestSo dos pblicos negocios
deste Estade.
Prevalego-me da opportunidade para significar-
vos que com a melbor oa voitade me tereis no
cumprimeato de vossas ordens, e solicito na
manutengo da ordem e tranqnilidade publicas.
Saude e fraternidade.Aos cidados general
Joaiuim Mendes Ouriqae Jacques, Dr. Ambrosio
Machado da Cuaba Cavalcante e Dr. Jos Vicen-
te Melra de Vasconcellos, muito dignos membros
da junta governativa do Estado de Pernambuco.
Ojuis substituto, Vitalino Cordeiro Los.
Calamento civilNo juizo dos casamen-
tos do 1* districto foram (idos os seguintes pro-
clamas nos dias 4 e 5 do corrente :
Segundos
levita Cockl de Mello, morador na freguezia
da Poa Vista,.com D. Palmeira Pires Mariz, mo-
radora na freguezia da Graga.
Felippe Lopes dos Res, morador na freguezia
da Boa Vista, com D. Anna Izabel de Olivei-a
moradora em Beberibe da cidade de Olinda.
Primeiro
Frederico Ramos, morador na freguezia da
Graga, com D. Julieta Ferro Cardoso, moradora
na capital federal.
niv< rtimenioEra Apipucos, nformam-
no8 qae baver boje diversas distracgdes gra-
ciosamente offerecidas ao publico, por diversos
cavalbeiros daquelle arrabalde ; e entre esses
eotretenimentoa sobresabe a exhibigo de ama
lanterna mgica de grandes proporgoes e bellas
vistas.
No decurso da tarde e da noite tocar ah a
mostea da garda local, mais embellecendo o
divertimeoto popular, qae nao deixar de ser
animado.
Preaeate Agradecemos a ventarola qae
como lembranga offereceu-nos a leja das Estrel-
las do Brasil, de que sao proprielarios os Srs.
Simes, Andrade & C.
audiencia* aannlelpaeaO presidente
da Intendencia, Dr. Manoel Pinto Dmaso, dar
audiencia no Pago Municipal em todos os dias
uteis, das llhoras da mann s 2 da tarde.
O commissario de polica, cidadio Jos Xavier
Carneiro Carapelio despachar* e dar aoditncis
nos mesmos das e lugar das u Horas ao
dia.
O commiasane de e-ilcagO ijrnpeza
ca, coronel Francisco Faustino de Brjito, ir sai
cbar e dar tambem audiencia uet mesmos das
e lugar, de 1 s 2 loras da tarde.
Reunio de profeaaerea Asnada,-f
do corrente, pelas 11 oras ds manh, deve
reunir-se os professores primarios, no i* andar
do predio o 32 roa Marcilio Dias, para trata-
reno de interesse da classe.
piamenio Fallecen hontem nesta d-
dade o conh-cido e estimado aocsao Manoel
Z i.-mi ira Schiapp, digno pai dea uossos amigas
Alfredo e Artbur Schiapp.
Natural de Portugal e filho do illustre general
de brigada Manoel Mooteiro de Carvalbo, Ma-
noel Zilvmra vi ra ara o Brasil ha 33 annos
passado, onde fandou familia e cercoa-se de in-
nmeros amigos
En vista desles estrenos lagos que o prea-
dnra a esta boa ierra, naturalisoo-se brazileira,
vivendo sempre honrado e criierioaameote em a
nova patria a que se tillara.
Deixa viuva e aquelles dous filbos a qaest
apreseotamos os nossos psames.
Banco de Crdito ropa lar Sob esta
'PKi'apue publicamos nesta mesma secgo a 14
de Dezembro do auno (indo, a 96201016 local
extrahida do Diario Offlcial de 12 do uo'acita-
do mez:
Constando ao governo qae alguns "stabeta-
cimento commerciaes r-cusm receber em pa-
gamento as notas emit'.idas pelo Barco d Crt-
dito Popular maa.Ia decla-a o 3-. M mstro da
Fazenda que nennuma razo existe para tal re-
cusa.
Os bilhetes referidos sao reguUroeats
emiltidos segundo etpcessa disposigj do arfe
38 dos estatutos do Banco, approvados peto de-
creto n. 1,208 de 23 do D'zembro de Imi, i go-
zam dos mesmos favores conferidos 4s nocas das
outros bancos emis sores e s dos Esta ios.
Continuando ainda a serem infan JadamesJM
recnsadas as referidas notas e nao exista lo mo-
tivo plausiv.'l que justique urna tal recasa, sais
que o Banco de Cre'Jito Popular se eacootra em
ptimas condig6es tinanceiras, o S-. rereote
da Caixa Filial do mesmo banco oeste Estado,
pede-nos declaremos isso em sea oome, cha-
mando outrosim a attengo do commercio em
geral para o que Desse sentido e tem escripia
na imprejsa da Capital Federal, e que de vez
destre toda e qualquer su-peiu qu? porveatora
recaa sobre dius notas.
Penumbra- Brevemente vira cora esse ti-
tulo puouD.d-ile un voiuno ontoaio as obras
postbumas da Exma. Sra. D. luez de Almetda
Pessoa.
Esse volume ser dividido em -"uas pa-tes :
Lyra Feminil, versosPulyantbea, p-
Xottiu em aufcntltatcoPor tel^gram-
ma do Sr. tmuisiru Ja fasdoda inspectora da
Tnesouraria de Faz-oda desie Estado, foi Iba
commuoicado que a prorigigo do prazo c.ace-
lido at 31 de Marc prximo para ;ab>ii"iigao
das olas do governo carnudas pelos Bancos
com as dcvidaa molii:a;os, entend s- com
toJos os Bancos tmissores que :a notas esa
taes con lig ;s na circulagio
Wocledade don Artlataa Hecbaaicaa
e Liberas-Xo da lu do correot ltep
csi i soeiedade o o' aniversario de ?oa ins.al-
lago e 10 da lo Lyceo de Artes e OrB io^.
Easa solemaidade so ;ui. '.-l-brara sjs p-ila^ete
de sua sede, constar de urna sessin saagoa,
abe.-ta s II boras da manb do referid das.
Mocied ale I iii.id Hnoirai 3 de la
aelro Essa sociedade. de sede do p>V KiDeiro, proceJenoo no domingo ultimo a elei-
go de sua nova directora que tem de faoccio-
nar durante o anno social de 1892 a 1893, foram
eleilos os seguales Srs. :
Presidente > vics dito-E'e'gisto de 11 llanda
Vasconcellos e Maaoei Njnes Pereira de Alba
querque.
SecretariosJoo Antonio Gizende e Jas*5 Be-
zerta de Oiiveira.
TUesoureiroOsear Ribeiro d* Carvalbo.
OradorMaooel Jos de Magalhars Soares.
ProcuradorJos Candido de Lima
Na Cansara doa Parea eaa Parto-
gal Nessa cmara a sesso do u 7 da
Dezembro foi consagrada memoria do ex-im-
perador do Brasil, Sr. D. Pearo de Alcntara, da
o Jornal do Commercio de S. Exc.
Fallaram eloquete, tecendo elegi- 4s qaali-
dades de trabalbo. de estulo, de amor ao pro-
gresso do illustre monarcha, os Srs- Hiotz? Ri-
beiro, Tnomaz Ribeiro, Main: s de Carvalno a
Jos Luciano de Castro.
As propostas destes oradores, para que se
langasse na acta um voto de senumeato toram
approvadas por acclamago.
E a sesso se encerrou sobre este Incidente,
que a oceupon toda, haveodo antes d-lle apias
o ser admittido e enviado com u.ssi. das
obras publicas o projecto de le do Sr. Souza a
Silva, presente na anima sesso, para o esube-
cimeoto do cabo sub narino para os Agores
d'u o systema de pbares as cos'as do m srao
arebipelago.
Do que disse o Sr. Matbias de Carvalbo eis
algumas palavras:
O Imperador sabia perfeitamentp, porqoa
mais de ama vez o disse ao orador, que arrisca-
va a sua corda quebrando os gnlbdes da sera-
vi lo que ennodoava a vasta e esplendida a
gio do imperio ; mas nio t--pi loa am s .os-
lante.
Foi a emancipago o principal objectjvo da
longo reinado ; e quanlo moribundo, em Milao,
era Maio de 1886, teve conneciraento de qae a
grande idea se bavia traduzilo em lei do Esta-
do, D. Pedro II exclamou :
Agora posso morrer. Morro conteme e sa-
tisfeito, porque no Brasil nao ba seno bomecks
livres.
Depois veio o exilio.
Veio a perda da sua extremosa companbeira,
daquella santa imperatriz ; e a m la le, seoiprt
pungente, e cada vez maior, dsqaea patria
querida, cojo engrandeciraeoto o: o enlevp e
preoecupagao constante da tola a soa axifteaeia
e magnnimo coragao, nunca fo. ma or do pe
as loagas horas da sua adversilale.
Mas nem um queixume, nem um v-iumbre
de reseatimento para com moguem '.
aervleo militarBoje .-uper.o- de dia
3 Sr. capito Magalbee, efax a ronda de visita
um subalterno do 14* bata Ir o.
O 14* batalbo de infamara dar a goarnigao
da cidade, excepto aguarda do rhesouro, aae
ser dada pela polica.
Uniforme n. 3.
Amanb superior do dia o Sr. capitaa
Mendonga e far a ronda de visita um subal-
terno do 14* batalbo.
O 2" batalbo de raantaria dar a guarnice
da cidade, excepto a guarda do Tnesonro da
Estado, que ser dada pela polica.
Uniforme o 6
A reoponaabllldade da aelpe da
Eatado O Brestl em sna ediegao de 20 de
Dezembro diz, recebido hontem :
Emquauto o Jornal do Commercio langa a
responsabilidade do golpe de eslaao ao Bario de
Lacena, urna carta dirigida do Rio ao Ditvm dr
Noticias, da Babia, aprsenla a coosa sob diver-
sa appareacia.
Segundo esse documento, parece qoe o Bario,
a frenia os outros ministros, ap-es miara se,
antes do referido acto, ao marecbal D -o'oro, a
Ibe pedir a demisso collectiva do gabinete.
em razo da bostilidade de qoe era alvo par
parte da malcra do Congresso; ao qae ressoa-
deu o mesmo marecia que lbe basta va ler a
contianga do chafe da Estado.
Os ministros no entretanto ainda inristiram
por tres vezes, mas sem xito, nao querendo
marecbal aceitar a demisso de seas mioistros,
quer como que desertavam do seo posto em asi
momento supremo.
Na coutiouucao dessa entrevista, convoco* o
marechal todos os commaodaotes de corpos, lea-
Ibes o seu manifest ao paiz, 3 disse-lbes asa
se quiessem sustental o, seria dissolvido o Con-
gresso no dia seguinle ; e no caso coatrario, re-
signara elle as funct&es de presidente da Repe-
blica. Com a annuencia onanime dos
nados commandantes, foi resolvida a i
a despeito do Baro de Lacena e dos i
gas de ministerio.
Esta noticia coja veracidade nao fcil de i
tirada a limpo, deve acolber-se com certas rea
vas ; a si todava meacionamol-a, porgas ala
aneremos desprender-nos de lateira iotserciali-
dade na exposigo de um grave acaateritenlo
histrico e da parte pessoal qoe cabe tes -
meos polticos que oelle se envolveram.
ecretarla da laatmeeda Patalteao
Foi exonerado do lugar de amanense de
i
J





Diado de Pernambuco Quarta-feira 6 de Janeiro de 1892
secretaria Demostbenes de Olinda Almera Ca-
valcanie, e nomearto para substitu! o Jos Fe-
iicio Bua-que de Macedo.
Orramento municipal Fol prorogada
a le ae orgamenio municipal actual por acto da
Juata Gavernativa de 31 do passado.
EmbarqueE;nbarcou hontem com desti-
no a capital lederal o Ezoi. Sf. D.\ Jos Nicolao
Tolenuno de Carvalbo, que vai tomar parte uos
trabalhos do Coogreaso coino depniado por este
Estado.
Desojamos boa viagem a S. Esc, agradecen-
do-Ibe a tlatte.
Teiea-rammaeForam hontem aflixaiios
na Asso;iag&o Commercial os segaintes :
R o, 31 ue Djzembro.Assosisgo Commer-
ial Perumbuco.Suspensas as facturas consu-
lares. Arsociagao Commercial do Rio.
Recife, i de Janeiro.Ministro da Faienda.
Comm^rcio importador sorprendido pela execu-
go do orgameuto, pede V. Ex:, digne se. de per
miltir, que m mercadorias entradas na Alfande
ga at 31 de O.'zembro sejam isenlas dos addi-
eionaes.
A Associaco Commercial confia que V- Exj.
attendera esta justa reclamago.Jas Mara de
Andraie, presidente; Clemenlino de Fanas, se-
cretario.
Recife, 2 de Janeiro.Associagaj Commercial
do Para.Consta i oe o Congresso votou mpos-
los de impo.-tagao sobre productos de industrias
este E-taJo
Pedimos que reclamis contra tal imposto ex
fTessameate prohibido pela constituigao.
O ornamento de Pernambuco nao tem imposi-
efi3 interestadaes.Jos Mara de Anirade, pre-
iidente ; Clemenhoo de Farias. secretario.
Gremio Inslruclivo \orml-Reun?-
se quinta-feira prxima as 6 horas da tarde, em
sessao extraordinaria, esse gremio instructivo
afirn de tratar de asiuroptos de grande impor
ttntia social.
Theairo Capuniuente-Realisou seno
domingo ultimo, neste tbeaire o espectculo em
beneficio da biblioteca do Gremio Recreativo
10 de Selembro, o qual esleve multo concorrido
e animado, tirando se bem de seus papis os
artistas que n'elle tomaram parte.
tramii- loteraA machina Fichet que
(em Je servir no da 9 de Janeiro na exlracc&o
da grande lotera de Pemambcco em beneficio
a a Santa Casa de Misericordia do Recife, cujo
premio maior de lOO.OOOOOO, acbar-se-ba em
xpo.-if.io dos das 7 e 8 do correte no estabe-
leciaento do Sr. Francisco d'Assis Fernandes
Vianna, a Praga da Independencia, onde poder
o rfspeavel publico exaxical-a e convencer-se
de que o melbor sy-tema, anle o qual deve
aniiar se habilitan lo se ao grande premio.
Vapor Taar-Telegrammarecebido pela
ageucia da Real Mala, diz que este vapor sahio
no dia ti, as 3 horas da tarde do Rio de Ja-
Beiro.
In*pecioria do dlfttriclo mnri-
limu -Recife, 4 de Janeiro de 1892.
Boletim meteorolgico
, Maooel Pernambuco, boras, S. Jos, ir. vlablli
'dade.
Firmiua Mara da Cooceicao, Pernamtuco, 32
annos, solteira, Boa-Vista, tubrculos pe imcia
res.
JjSo Marcellino de Souza, Pernambuco, 20 an-
uos, soltei.-o, Boa-Vista, febre palustre-
Carolina Mara Mootetro, Maraobo, 75 annos,
solteira, Boa-Vista, cachexia syphilitica.
Maaoel, Peroambaco, 26 annos, solteia. Boa
Vista, tubrculos pulmonares.
Jo. Ge maoo Bispo, Pernambuco, 23 annos,
casada, Graga, bariben.
amamaamm
ZJ o
Barmetro Tenso do ce T3
Boras a o ._ -o 8 a 0 vapor a 0
6 m. 2 7.3 757-81 20 32 75
9 28 "6 73716 20 89 72
12 29,1 757-40 20,58 69
3 t. 28-9 756-46 20,73 71
6 28 "3 736-79 20 55 72
Temperatura mxima 29, ol)
Dita mi iina 26/50.
Evaporarlo em U horas: aosol7,-7;
sombra4.*0.
CbU'-'aNulla.
Direcgo do vento : variavel de SE a E duran-
te todo o dia.
VeIocida.de media do vento: 4,*86 por se-
gundo
Nebulosidade media : O.*o'i.
RjIettB do porto
~ S = 5 (a* i \ 5 Das Horas i_ _______________ de Janeiro 153 da tardo 8-19 > i 229 da manha Altura
B. M. P. M. B. M. 0-60 2-32 0-43 a
l,r.l Effectuar-se-uao os seguales :
Sexta-feira :
Pelo agen'e Gusmo, s 11 1/2 boras, ra da
Conceicao n. 18 de movis, espelhos. lencas e
vidns, e ra Mrquez de Olioda a. 48, de um
terreno na Graga.
Pelo agente Martins, s 12 horas, a ra a de
Novemora, de um sobrado de 4 andares.
Pelo ageste Pinto, s 11 horas, trave3sa
da ra Cruz n. 10, de om sof, movis, etc.
lasas ffuaebreoSero ceieDrau>
Amanh:
As' 7 tnras, na igreja do Rosario de Santo
Antonio, pela alma do teneote Maooel Antoaio
Viegas Jnior.; s 8 horas, na matriz de S. Jos,
pela alma de Jos dos Anjos Ates.
A's 8 horas, no convento do Carmo, pela alma
de D. Mana do Livrameoto Rosa e Silva; s 7
horas, em S. Pedro Martyr de jlinda, pela alma
de D. Maria das Dores de Araujo Ro3a e Silva;
s 8 horas, na egreja de Santa Theresa, pela
alma de D. Joanna B Be la dos Santos.
cana ue vetencoMovimenio dos pre-
os da Casa de Detengo do Recife, Estado de
Pernambuco, rt 4 de Janeiro de 18S2
Existiam 356, entrn 9, saniram 6, exis-
te* 359
A saber :
Naciooaes 223, mulheres 14. estrangeiros 22.
Total 359.
Arragoados 296.
Bons 276
Doentes 10.
Loucos 7.
Laceas 3.
Total 296.
Movimento da enfermara.
Teve alta :
Francisco Teixeira de Macedo.
osp'.tai Pedro IIU movimeoto deste
estabelecimento de caridade, do dia 4 de Ja
neiro, foi o seguinte :
Exi.-tiam S67
En'.raram *'
tama Ool
Sahiram 20
Fallecern 4
Ex-stem ** ^
Faram visitadas a; enfermeras pelos ssgnin-
tes rs. :
Moscoso entrou s 8 horas da manba e sa-
bio s 8 lil.
Barros Sobrinho entrn s 6 1/2 da manba e
sahlo s 8 m.M
Pontual entrn s 10 1/4 da manb e sabio s
Berardo entrou s 8 i/2 da minhl e sabio s
8 3/4.
Silva Ferreira entrn s 10 1/4 da manba e sa-
hio s 11 1/2.
Fernandes Barros entreu s 8 1/2 da macha
sahio s 9 1/2.
Arnobio Maraues entrn s 8 1/2 da manba
e sahio s 11 1/2.
Andrade Lima enlrou s 10 1/2 da manila e. sa-
hio s 11 1/2.
Joaqoi:n Felippe entrn s 11 da manba e
sahio a8ll 1/4.
Pn.rna euuco entrou s 8 1/4 da manh e sa-
hio as l 2 boras da tarde.
Ajudaote do pharmacentico entrn s 8 da
manh e Sabio s 5 1/2 horas da tarde.
lioterla do Estado do Grao-Para
A 14'serie da 47* lotera Mesie Estado cojo
premio erande de 250:000*000, ser extrahiaa
no dia 9 de Janeiro (sabbado).
Leterla do MaraaaaoA 10a sene de
17* lotera deste Estado, cujo premio grande
de 3OJ:O00JO00, ser extrahida no dia 6 de
Janeiro (qoarta feira.
Cenaiterlo Puallco Obiuaano do da 4
de Janeiro :
Manoei Ignacio da Siha, Pernambuco, to an-
nos. casado S. Jos, dYarrha.
Mara, Pernambuco, Santo Antonio, inviabili-
dade.
Mara, Pernambuco, Afogados, eclampsia.
Maximiana, Pernambucj, 8 mezes, S. Jos,
febre palustre.
COMMUNICADOS
o discurso do Sr. fos narlano
(Notas para a historia da revolncao de 18 de De-
zembro
II
Toda a cidade, impulsionada pelo mais nobre
dos sentimentos e patriotismo, exnltava ce jubilo
por saber que em breve ia despontar o imperio
da le, assegurada peloi benemritos, periambu
canos que se tinoam levantado contra o terrivel
dominio dos Drs. Jos Mariano e Jji Maria, a
qnem o paiz ha de apontar como os respe osaveis
mais directos por tudo quanle da desastroso ha
occorrido neste Estado.
A scentelha elctrica eslava lauca da e de todos
os pontos receamos telegrammas nos annun-
ciando que os amigos do interior agnardavam
simplesmente o aviso para darem comecc a cam-
panha restauradora.
Pora irapossivel, perm, conler s brionos per-
nambucanos que se mostravam extraor linaria-
mente impaciales e s 5 bora3 ja haviamos re
cebido commumeaces, nos annunciando que o
norte e o sul do Estado estava completamente
revoltado.
No sul foram depostas as intendencias de Ga-
rp.nliuns, Cannotiobo, Quipap e Palmaras e os
nossos amigos desses pontos, dispostos a todo,
esavam prestes a marchar sobre a capital.
Do norte ja havia sabido dous mil bozens que
se dirigiam ao Recife a!im de auxiliar o movi-
rxento libertador,
tora, porm, preciso precipitar es aconteci-
meotos, porque boatos sinistros se espalbaram
pela cidade, e n3 quizemos evitar que os dos-
sos iolmigos pozessem em pratica as medidas
extremas que conceberam.
Os intuitos sinistros do Sr. Jos Maria estavam
perfeitamente explicados no manifeito que elle
publicou.
Que a cidade havia de assistir a scetcs van-
dlicas provam o dyoamite as picaretas, as ala-
vaneas, compradas pelos asseclas do Dr. Jos
Mara.
E como se isso Do bastasse para attustar os
plaoo3 sanguinarios da gente que gorenava es-
te estado basta ler-seo manifest de Coronel Jo-
s Maria, em o qual ha o seguinte e expressivo
tpico :
E' diminutissima a nessa forga em compa-
raco com a da gusroico... entretan o ba um
meio de poder-mes vencer, e s6 eu posso dcl-
le lancar mo.
Esse meio, que o Sr. Jos Maria oceulta, era o
emprego da dynamite.
Mas, agora, os seus tdeptos, convencidos de que nada podia
obstar-nos de que a victoria fosse noss'.
Tinhamos de nosso lado todo o pevo pemam
bncano que aos incitava a lutar contra a lyrannia'
ue nosasphyxiava.

Exp03ta claramente a sitaagJ, lendo havido
um perfeito accordo entre 03 chefes da revoln
cao na capital, Drs. Martins Jnior, Jos Vicente
Meira de Vasconcell03 e Axbrosio Mactndo e os
do interior que aqu se achavam e ent-t^ osqoaes
notamos os illustres cidados Drs. Bernardo C-
mara e Joaquim Tavares, ficou aasentada a im"
mediata depoicc do governador, urgtntemente
reclamada pela grandi massa populir que se
apiouava em frente ao Jornal do Rtcfe.
A chegada do brioso militar, o digoo general
Ounque Jacqnes, fez irromper de todos os peitos
nna unnime expbiao dr vivas e siuda^Oes,
sendo ento acclamada urna junta de qje faaiam
parte alm do alludido general, os Drs. Ambro-
sio Machado e Jos Vicente Meira de Ya3ConceI-
los.
O povo, i-iim de ev.lar um choque, delegou ao
general Oorique plenos poleres para ir commu
oicar ao governador as resoIncGes all tomadas,
sendo ento proferidos enthusiasticoj discursos
peljs Drs. ThiagJ da Fouseca, Thom Gibson,
Jlo Brando e A. Martins, que sindaram a re-
zenerago da patria.
Anciosa pela immediata solnfio de seus dese-
jes a multido seguio para o largo da Repuolica,
fazenJo alto junto ao e Juicio da Intendencia, s
isso a pedido do Ilustre general, que compre-
bendendo a immineocia do perigo, quiz salvar
os seus comprtrictaa da cilada que Ihes estava
preparada.
(Contina).
O manifest do Sr. Jos
Maria
O joten e bravo militar lente Antuliauc. Lin<-,
que, apezar do verdor dos anDO?, nao cede a
unguem em patriotismo, altivez e dignidade,
acodlndo a um appello que lhe foi 'eito, elabo-
ron o artigo que se segu e no qual vetn perfei-
tamente restabelecida a verdade dos fados e
contestado o inveridico e pbaMasioso manifest
do Sr. Jos Maria.
A palavra honrada do Sr. teneote Autuliano,
Cuja vida militar o espelho vivo da honra e do
civismo, om valioso desmentido eriejde M-
sidades accnmuladas pelo referido ir. Jos Ma-
ra, qne, teodo covar.le e tracoeiramente aban-
donado oe seus amigos, qner agora tocar pelo
patbetico e pela mentira.
Eis o artigo :
Ao Publico
Obrigado a vir imprensa, pego venia para
expor o que se passon na noite de 18 de Dezem-
bro sem carecer osar parases bomtaie bm aca-
badas.
Teodo entrado em Palacio, acompanbando
o Exm. Sr. general Onriqaes Jacqnes, ao transpor
a porta da sala em que se acbavs o governador,
aiSieram-nos qne t o general podia entrar, ao
que respond : elle e seus of/iciaes.
O general foi levado pelo governador para o
sof e depois para o gabinete. la en iahindo
quando procurou-me o Dr. Joo de Siqueira, di
zendo :
Ento Sr. Barretta Lins, at o r.dwconBou
de mim que tenho qnatro galOes e s represen-
tante da naco 1 ao qu? retorqni:
Ah I Aqu que o Sr. representante da na-
,c3o, no Rio nao o foi !
Neta occasio o cadete Julio teve nma qnes-
to com o Dr. Mascarennas, chamando de mise-
raveis s pessoas presentes e nao infame ao po-
vo psrnambucano, como se diz.
Kmpreguei todos os esforgos para conter o
Julio, sendo ento levado p>-lo Dr. Borges da
Fonseca para outra sala, onde vi nm homem
baixo. apuntando urna pistola para mim. O Dr.
Borges, disse me :n5o se importe, elle me at-
teme, e, de facto poz-se entre mim e o tal ho
rxem, conduzindo me para o sof d'onde linda
sabido o Sr. general.
Segundos depois appareceu o Baro de Naza-
retb, pergnntando : Sr. teneote a ncenca qne
me sent ao lado de V. Exc. ? A isso respon-
d :
Pois, oSo, Sr. Baro, apezar de nao ter en
excellencia ; ao que este anda respondeu:mas,
ter, porque, ebegar general. Retorqui-lbo .
com certeza, porque estou na vida, e, \iveudo
muito lcbegarei.
Depois, recostei me d:zendo : que sede O
Baro e diversas pe.'soas disseram-me qne no
gabinete a encontrara.
Ao entrar nesse apo-mto o Dr. Jos Maria
apoiado no portal pergutitou me:
Tente quer agua ?
Tendo en respondido affirmativamente elle
disse me, vamos l dentro que temos multo boa.
Acceitando o seo convite, vi entrar atraz de
mim o mesmo homem armado de pistola e o ca-
dete Manoel Augusto.
Eu ento disse : Dr lsto urna trahico. O
Dr. Jos Mana respoudeu-me :nao fac esta
Djustiga, don lhe minba palavra de honra e de
cavalheiro, que nao 1 Disse \h ento : accel-
to.
Chegaudo a gila o referido Dr. deu-me agna e
eu disse lhe : somos amigos, o Sr. matou me a
Ede.
Amistosamente conversando com o Dr. Jos
Mana sentei me na mesa de jaotar e, elle dis-
se me : o Sr. iujuriou-u.e deveras. Perguntei-
Ihe :porque T
Oh I Juigar me capaz d'uma trahico ?...
ao que respondi-lheoo ha tal, dizem tanta
coosa do Sr...
Elle retorqnio : e tambem mnito dos Srs., ao
que eu disse lhe; mas anda nao o iosultei, ros
pondendo elle; verdade.
Neste interim ouco om rnmor, era urna mesi-
nba cheia de quartinhas que tinha cabido. L
vaniamo nos, porque entraram diversas pessoas.
Nao vi nQgucm mu levantar o puohal ; o ca-
dete Manoel Augnsto disse me ter impedido que
o snjeilo Hzesse isto, pelo que licou ferido ua
mo.
Sahi de palacio rom o lente Neves e o cade-
te Manoel Augusto ; o Neves fez abrir urna das
portas de palacio pois todas estavam fechadas.
Nao Hcarar cadetes dentro, todos esavam em
forma.
Por estar de costas nao vi allucta de que o Sr.
Dr. Jos Maria falla. Crea terse dado quando
me achava no corredor.
O Dr. Jos Maria d a entender qu' o homem
me acompaobava com o lim de liucidal-o. Eu
nao o conheria.
Aflirmo tambpm que nao disse ter o Dr. Jos
Maria mandado assassinar-me: muitas vezea os
sicarios prestam este service, pensando torna-
rem se agrada veis.
Invocando tacbbem o testemanho p?ra o qual
o Dr. appelli. por ser o mais lorie para mim,
visto miuha Mi pertencer ao mundo subjectivo,
declaro que nunca armei o brago de qnem quer
que seja para tentar contra a existencia do D.\
Jos M-na, quer antes, quer depois do dia 18.
Respondendo a sua iuterrogac): Quem
este tentte Aululiaao respjado: Cousa al
guma no rol dos personaeens .polticos; porm
nm oflicial do excreto que com a altivez nata
ao3 peroambucanos, tem procurado estudar e
trabalbar para ser digno tiesta ierra que lhe foi
bergo e sem percorrer os cuminos curvos.
Recife, 5 de Janeiro de 1892.
Autul.ano Brrelo Lins.
iURISPKBEftCIA
\ posslbllidde do criine, a dlf
flcienela de melos. e a pena
de mor te.
(CoKlinuaqao)
VIII
S quem nao conhece o processo crime
e o valor da prova entre nos, poder pe
dir a restauragSo da pena de raorte con-
tra nossos costumes.
Conforme tem passado pelas maos uas
longos annos os process. 8 da diversas "s-
pecie3 de crimes, defendendo os desval*
dos abandonados l prisoss, quer no sum-
mario da culpa, quer, em grao de recurso
cheguei a evidencia de que a iei na m-
xima parte dos funecionarios era vista
pelo avesso na appli ja<;a > aos casos oceur-
rentes, que o dever tambem era.
Meu espirito aentia eafado lutando pelo
cumprimento da le, minha palavra, posto
que animada de sentimentos de justica,
sempre vS na mxima parte dos casos, a
iniquidada pareca querer fundar o sen
imperio, e assim por vezes ebegou a es-
tremecer de pessimo sabor, ms nao con-
vencido de que honvease avessia nos agen-
tes da justica publica.
Entretanto, convinha recorrer a dados
mais seguros para achsr a rasSo porque
eram conservados em prisao trancadas
sem culpa formada uns a 18 mezes, ou
tros por mais de 30 das entra os quaes
muitos cidados apachados em flagrante
delicto constando de pegas offici.es, bem
como cresnido numero de sentenciados em
Fernnndo e aqui, retidos mezes e mezes
em prisao l e c depois de baversm ven
cido a pena, sendo notavel que entre estes
infelizes encontrei um com 3 > annos de
prisao sem processo (!) e outro com 28
condemnado a morte (escravo) pelo jury
d'esta capital.
Encontrei igualmente um condemnado
pelo jury de Caruar a 8 annos de prisao
em crime de roubo em grao de appellag&o,
o qual foi solt pelo tribunal a reclama-
g3es minhas, porque dos autos nao cons-
tava a sentenga de pronuncia, mas prisSo
cerca de 2 anuos! e do mesmo modo
obtive do tribunal soltura para aquelle de
36 annos de prisao, sendo notavel que
quelle infeliz escravo sendo absolvido 3
vezes pelo jury forano 4.' julgamento con-
demnado a morte!!
Finalmente havendo melhorado o rgi-
men do cartorio das execugSes crimes,
fui chamado ha 2 mezes passados para
curar da defeza de 4 menores em substi-
tuido aos que anteriormente haviam
abandonado, acbei verdade, que se tra-
tando de furto de pouca importancia a
respeito de 3 em um processo e a respeito
do 4." em outro processo de ferimento
leve, presos em flagrante por milagre da
polica, j eram passados mais de 6 mezes
sem culpa formada a falta de testemu-
nhas, que alias muita vez sio apocryphos
como pega de encher 1
Por outro lado, a razao porque se re
tardavam os inqueritos policiaes, as teste-
munhas nao eram juradas, e os delinquen-
tes presos nao asaistiam por si e saus cura
doresa acquisigSo da prova na conformida-
de do Beg. n. 4824 de 22 de Novembro de
1871 em detrimento da acsusagl* e da
defea, so devia ou nao attribmr a desa-
cert da justiga distributiva ou ao pouco
criterio dos familiares da administracSo
publica...
EntSo por mais do que fes, exposto,
I
convenc me de qie taes omissSes eram
devidas ao desleixo inveocivel de uns, es-
peculagSes de outros em dificultar ou
neutralisar a prova para uns negativos e
incorfessaveis.
Quanto, porem, ao valor moral e juris
dico da prova em geral, basta dizer que,
do mesmo carcter e pbysionomia do
processo, porque toda feta sobre depoi-
mentos de meretrizes e soldados analpha-
betos sem disciplina apanhados a esmo
as ultimas carnadas sociaes a quem pou
oo importa serou nSo condemnados inno-
centes em vez de verdadeiros delinquen-
tes, sendo que a mais das vezes provo
cam disturbios e sao co participantes dos
crimes !
Fazem sem escrpulo tudo quanto lhes
man lado fazer,e a ras So porque tamos
tido muita vez de lamentar a condemna-
gao e execugo de innocentes confessado
em ultima hora de vida pelos verdadeiros
delinquentes, quando o poder humano j
nao poder reparar a iniquidade da falsa
prova !
Eis o processo e valor da prova crimi-
na! que alias presentamos aos sectarios
da escola do Sr. Lombrosohorror 1 !
Quanto ao numero excessivo de assas-
sinatos que alias calculo aproximadamen-
te sobre a media de dous por da em
cada Estado federativo em nm milbSo no
correr de 60 annos depois da abdicagao,
inclusive o incalculavel numero de escra-
vos que constantemente eram assassinados
pelos Senhores a torturas fetivas ata-
dos em postes expostos ao releato "at ex-
piraren! !
Vai esto tambem com vista aos honra-
dos criminalistas para effeito de dizerem
em que altura rica a pena de mone, e
quanto val-, ella entre nos ?
{Continua).
SPORT
lllppodromo do Campo Grande
Sao estes os animaes inscriptos para a prxima
corrida:
1. pareoI-de Janeiro800 metrosVulco,
Invicto, Invern, Velocipede, Rio da Prata. Rio
Grande. Perigo, Caicira, Gllete, Fly, Vigilante e
America.
S.- pareoGeneral CalllopeMirante, Malan-
ge, Phariseu. Gala e Tudo .
3. pareoImprensa Pernambucana1,400 me-
trasBonaparte. vengador, Maruja 2.', Gala,
Tudo- e Mirante.
i- pareoCoronel Cmara1,150 metros
Atlaate, Faieira, Tenebrosa, AUila, Moema e Pi-
ramon. *
'
o.- pareoJoaquim Nabuco1,209 metros
Tneresopoiis, Gillileu, Granada, Attlia, Danubio
e Torpelo.
6/ pareoMajor Glaudino830 metrosPyri-
lampo, Collector, Gerfaut, looro, Thisbe, Vivaz e
Sans Souci.
7.- pareoBaro de Ladario900 metrosPy-
rilampo, Gerfaut, Culosso, Talispher, Mouro e
Caubv.
____
Recebemos os os. 105 e 106 da tSe>
na Sportiva e o n. 35 do Sport*.
Agradecidos aos collegas.

As nossas sociedades sportivas que
acham-se em desteordo, e quebrada a
contente cordiale e roto o modos vi-
vendi que mantinham, offerecemos as
seguictes linhas, cuja leitura nSo poder
deixar de ser-lhes salutar.
E' um extracto do collega do Sport
do Rio de Janeiro :
Estando portanto a findar a presente
tmpora, que para o turf fluminense tem
sido iucontestavelmento muito brilbante as
directoras das quatro sociedades sportivas
desta capital reuniram-se no salao do Der-
by Club no dia 16, afim de marcarem os
das em que cada urna della deve realisar
as suas corridas no anco vindouro.
Para que cessasse o ligeiro conflicto
aberto entre o Turf e Jockey-Club, o Dr.
Paulo de Frontn, presidente do Derby
intercedeu a respeito e gracas a sua va-
liosa influencia consegoio harmonisar am-
bas as partes e congrassar as quatro so-
ciedades na mais louvavel fraternidade,
ficando deliberada a seguinte distribui-
3o :
O grande premio Animagao, corrido no
Prado Rio Qraodense, no dia 27 de De-
zembro ultimo, foi gaoho por Aspazia em
tempo encllente e com raia pesada.
Aspazia de 3 annoi por Emilio II e
urna pellada e propriedade do Sr. Pedro
Soares.
MEMORIAL
CORTES DE VESTIDOS
Em cachemire
Voile de l.
Batiste.
Levantioe.
Recebea um chic sortimento a
LOJA DO COELHO
5o Roa da Imperairiz
SEDAS I SEDAS!
Acabam de retirar da aifaodega um esplendi-
do sortimento em sedas preta3 e de cores, ver-
dadeira novidade
Domingos Coelbo Soares
LOJA DO COELHO
56 Ra da Imperairiz
para senhoras, meninos e meninas, novos mo-
delos.
Receben a
LOJA DO COELHO
Ra da Imperatriz n. 56
RUCHBS A PRLNCEZA Jfi GALLES
Sao lindos os que recebeo a
LOJA DO COELHO
5oR.ua da Imperatriz 56
HtUiniK uE HULIJ
Ecbarps de r nda de Bruxellas.
Maotilhas hespanbolas.
Fichs de seda.
Receben a
LOJA do COELHO
Roa da Impesatriz n. 56
CAPAS ODELM
Em seda, renda e cachemire, recebea um pri-
moroso sortimento a
LOJA DO COELHO
56 Ra da Imperatriz____________
ESPARTILHOS UE MADAME VERTIEs
debroados a pelucia e setim, os mais commo-
doi at boje connecios.
Recebeo a
LOJA DO COELHO
56 Roa da Imperatriz___________
I.E4H-\KH~E 'vG\I.4RLtN
Em gaze, utas e planas,
itecebea a
LOJA DI COELHO
56 Ra da Imperat iz
PAS8EMKNTEBIES
Goarnigoes para vestidos.
GalOes de seda-
GaiOes de vidrilhos.
Giiesdeli.
Receben a
L9JA DO COELHO
56, ra da Imperatriz
PELOS LTIMOS PAQUETES RECE-
BEAU PARADIS DES DAMES
i
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B
S < Sl
"2
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*|3 -a,
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a.
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Sol
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B
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CD t -I
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~ O-
= -
0-3
CD

a
a
05
O-
o
O
B
6
Collarinbos, grvalas, camisas de phanlaa e
perfumaras, etc.
Mesas para jogo e para fumante?,
Etageres rbinezes e dourades
Cacbeoots.
S
.%ii Paradis des Dans
Pazeadas e moflas
Esplendido sortimento impossive de uescre
Jdv se tem recebido de Pars.
Au Paradis des Dames
Rua Maro da Victoria, 38
SEDAS
Brancas, pretas e de cores para gran Je esco
Iba.
AU PARADIS DES DAMES
Presentes
.' lal a variedade, que se pede nada compra-
rem para lal Om, sein primeiro visitarem.
Au Paradis des Dames
CURTES DE VEST1DUS
Em seda, la e cambraia branca bordados gran
de sortimento recebtm
Au Paradis des Dames
chapeos e capotas
Alta moda em Pars retirou u'Alfandega.
Au Paradi des Dames
CAPAS, VISITES E PELERNIES
De seda preta e de renda oque ha de mais
chic, recebeu
Au Paradis des Dames
chain-m e capolanultimas novidades
de Pan, receben o Louvre.
Capa*. jerNEy e vlnilaii. gostosinlei-
ramenle novos. acaba de receber o Louvre.
Corle de l, llntio, seda e algodao
ricamente enfeitaios, tera recsb.do ultima
mente o Louvre
icdns branca, prelaa de curew
novos padres, e para grande escolfia foram des-
pachadas nesies ltimos das para o Louvre.
<-r imilla. I eqnea e chapeos de Mol
de phaotasia acabam dechegar para o Louvre.
<>.liinn- para rreaiirao de ledas as
idades cacontra-se grande sartirneuto oc Louvre.
ObjectoH de goato para preientes-
ha uesie artigo grande escolba bo Louvre.
TECIDON DE illlMtMt
Sendo impossive de se descrever a grande
variedade de tecidos de diversas qualidades pro-
prios para a tstagao actual, rogase ao publ.co
em geral e principalmente asExmas. familias a
fineza de visiiarem o
R
ua
LOUVRE
1. de Mar^o n. 20 A
FRAN'CIsCO GRGEL 4 IRMO
TSLEPHONK N. 158
Becebeu a Florida R.-n.ias com 70
ceotimetros de largura, bicos de fil com um
palmo de largura, dem de seda preta com 2 pal-
mos e mais.
103 Rua Duque de Caxias 103
Brtnquedo* para crlancaa O 3azar
da Boa Vista, a rua da Ixperainz'u 88, receben
um grande sortimento de bnnqnedos, booeeas,
cama3e mobilias para bwcas. ______
i.iniia de seda Recebeo i m ando scrti-
meuto de linhas de seaa em mimesascores pro
prias para faztr crochel, caxioes e sahidas de
baile.
HedalnOea de brome Como haue
nouveaut o Bazar da Boa-Vista, recebeu umj ri-
quissima e linda collecgao de medalhes q.tadros
e medalddes arandellas, de brome e que prodoii-
ram o maior effeito para a ornamentago de sa-
las e boudoirs. E' a primeira vez que esses ob-
jecios d'arte vem ao nosso mercado.
Entre as diversas allegorias, que os referidos
medalbOes representara notara-se a do Anjo da
Guarda, e ss de diversas llores symbolisadas por
elegantes figuras femeninas.
Ao Bazar da Boa-Vista, isto great atlra-
ction de h-gh life pinambacaoo
Cb4 especial Recebeu nova remessa do
acreditad i cb e.-peeial marca BDLL DOG.__
HedaU'oei de Biacuit Tem un. lindo
sortimento de objectos proprios para adorno de
salas e enfeltes de toilette o que ba de mais bo
n'to e delicado para fazer om presente, tudo em
tino biscuit.
Balaloa e cealaa Graode sortirxeno de
balalos para papsis, costura, fiares, car!;s e
porta garrafas, proprias para viagem, compras e
outros usos.
Cadtlran Cadeiras com encost de lona,
magoificas para viagem.
Filas e flvelas para vestidos Gran-
de eortimento de titas em todas as cores e qna-
lidades, flvelas donrados, prateadas, pretas de
diversas cores.
Grande exposicao de grvalas
Ba:ur da Boa Vista acaba d fazer urna linda ex
posigo de grvalas de modelos novos e cores as
mais modernas, em tejidos de crep, gorgorao e
setim.
Grande sortimento de gravatas mgicas, a
primeira vez qne vem ao meicado a ultima no-
ridade em gravatas.
Galftes doarados Filas prateadas e
donradas, a ultima novidade para enfeite de ves
tidos, grande sortimento de litas de cbamalote
em todas as cores e larguras, recebeu o Basar
da Boa-Vista.
88Rua da Imperatriz88
Alfredo Lipes & C.
Telephone o. 814.________________________
Vlmuem deve comprar artigo? de
chapelaria ou flores, plumas, vcs. gazes, ren-
das, etc., sem fazer urna visita Chapelaria Ra
pbael, ende se eacontra rempre lade qnanto,
oesses arligos, ba de melhor e mais moderno.
2Rua do Barao da Victoria2
Raphael Das C.____________
Charutos de Habana
Recebeu nova remessa a
LIVRARIA CONTEMPORNEA
IHDIGACOES OTIS
Bellico
Dr. S Pereira, rua da Imperatrii n. 8,
d consultas medico-cirurgicas todos oe dia*
das 8 ao meio da, menos n)B domingos e
lias saatifioadoa,
Contultvrio medico- cintrgicoDr. Sim-
plicio Mavignier, de Tolta da Capital Fe-
deral tem seu consultorio, roa da Cadeia
n. 27 1. andar.
Especialidade Molestias pulmonares,
tebres e da palle.
Cons altas de 12 as 3 da tarde. Cha-
mados por escripto.
Telephone n. 392.
Dr. Tavarm de Malo, medico pelo fa-
c" ldade do Rio de Janeiro, d coosaitat
das 12 s 3 horas das tarde, no larga ae
Corpo Santo n. 15, 1. andar: recebe
chmalo a qnalquer boro na
cia em S. Jos do Manguinbo n 4. Te
phone n. 575. Especialidades:
de pello e siphilis.
O Dr. Lobo Afoscse d consalta em
sua casa roa da Gloria n. 39, das 10
horas da manhS 1 da Urde,
se fra do servigo publico ofe
acudir a qualquer chamado com
tilo para fora da cidade. EspeciUdades,
operagSes, partos e molestias de seoborjs
s de meninos.
Dr. Joaquim Loureiro medico e perte:
o, consultorio rua do Cabug n. 14
l. andar de 12 s 2 da tarde; residencia
oo Monteiro.
Ocenllatas
Dr. Ferreira, com pratica o* princ-
paes hospitaes e cliaica de Paria, e Loe
dres, d consultas todos os dias das i
horas an meio-dia. Consultorio e resi
i-.-ncia rua Larga do oaario a. 20.
Dr. Barreto Sampcio, oceulista, d eos
altas de 1 s 4 horas no 1.* andar L
casa rua Barao da Victoria n. 51. Bes
dencia a rua Sete de Setembro n. 34,
attrtd pela rua da Saudade n. 2b.
Dr. Pereira da Silva recentemente che-
gado de Pars, com pratica as clnicas
de Wecker e Landolt, d consultas de 1
s 4 horas da tarde rua do Imperador
n. 63, 1. andar.
Drogaras
Furia Sobrinho di C, droguistas por at
oado, rua do Marques de Olinda n. 41.
Francisco Manoel da Silva db C, depost
arios de todas as especialidadH parms
ceuticas, tintas, oro^^s, producto chiau
cose medicamentos homeopticos, rua d--
Marquez de Olinda n. 23.
PIBLllACOES A PEDIDO
Ao Ilustre queetor do grande EsLdo
de Pernambuco, d parabens ao Dr. Joa-
quim Tavsres de Mello Barreto, o abaizo
assignado pela acertada escolha qne es
do tenente coronel Antonio uos Santos
Medeiros de Aguiar para tenente corone:
commissario da guarda local.
Sempre e s- mpre um brado de viva ao
meu patricio o Dr. Joaquim Tavares de
Mello Barreto e a Junta Governativa des-
te estado.
P. de Valladares.
O Banco da $olsa e o saz
O gaz tomou ante-hentem o pseudonymo
de Paulo Gallo e boje o de Alguna aceto
nittas, amanhS tomar outro.
E faz muito bem ; por qne desaforo
pretender se que o Estado pague mensai-
mente a nma companhia nacional wm
terco do que est pagando a urna sociedad
inglesa !
Ha muito tempo que numerosas familias,
e casas de commercio substituirn! o gaz
pelo karosene, e o gaz sopportoa em si-
lencio esta injuria revoltante !
Os Srs. Krause, Augusto iego e mais
joalheiros tomaram o alvitre de fechar os
seus estabelecimentos quanlo acaba a los
ao dia ; e o gaz soffreu calado esta pouca
vergonha !
Mas a pacienc'a esgota-se !
Querer que o Estado pague em papel
depreciado muito menos do que est pa-
gando em onro ao cambio de 27 o re-
quinte da perversidade !
As propoatas para o novo contracto e os
depsitos no thesonro em garanta das
mesmas foram feitas ha 7 meses e portanto
estao prescriptos.
E preciso que baja oras prorogtgSet.
O ga*.
Grammatica do gaz
O gerente do Banco da Bolsa
que o Banco foi o concurrente que mais
vantagens offereceu. Sahio impresso : oe
concurrentes.
Procurando sakentar o snpposto erro
de syntaxe, que apenas nm erro da im-
prensa, os senhores do gas escreveram a
mesmo tempo :
< Mas estj hypothese inaceitavel per
qu9 importara injuria aos actuaos gover
nadores que por sea carcter e proced
ment sao a ella superiores e que abas
oio julgamos o Sr. director gerente capas
de pratical-a.
A grammatica do gas ensina a
assim.
O keroeent.
Peitoral de Cambar
O respeitavel ancio Sr. major Antonio
Simo es Pires da Fon toara, prepretarie
da fasenda de Santa Clara, no 2.* dis-
tricto de D. Pedrito (Rio Grande do Sai,
fes pela m prensa daqnelle Estado, a se-
guinte pubcagao :
Pede me a minha consciencia declarar
os ftyjiotes factos que tervem para ro-
bas tecer o crdito do precioso Postases
de Cambar.
Ha pouco tempo, minha espesa appare-
ceu com nma tosse terrivel qne alo a
deizava dia e noite; lembrei lhe o Pe
toral de Cambar e com o aso deste re-
medio vio-se completamente carada em
poneos diss.
Um filho(mea qua se achara sonreaac
do urynge, molestia qne adquiri depess
qae teve o typt.o, ficen tambem radical
mente carada coa o aso do mesmo cPai-
toral de Cambar.
(A firma est reconhecida).
Antonio Simpes P. da Fo


\


Diario de Pernambuco Quarta-feira 6 de Janeiro de 1892

Aula particular
Ras Vidal de Xegreiros n .96
Mara Rodrigues de Almeida Celorio,
participa aos paea de suas alamnaa e ao
respeitavel publico, que abre ana aula no
dia 11 do correte mee, constando o en-
ino do seguate : primeiraa .lettras, laby-
rintho, crochet, bordados brancos, missan-
ga, ouro, froco, alto relevo, papel de ar
roa, cabello, florea de papel, panno e fel
tro, trabalhoa de pedra hume, msica e
pianno, etc etc-
Precos rasoaveis.
Crc se geralmente que o vinho quinado
excellente reparador da aaude deteriora-
da, e un tnico e.-timulanta, que, naa Ion-
gaa convalescencas, communica ao orga
mamo as torcas ncese arias para resistir
aa enfermidades, que possam assaltal-o,
por causa da quinina que contem.
Ignora se porera que, a quantidade de
quinina dissolvida no alcool aendo muito
limitada, preferivel recorrer ao Sulphato
de Quinina de Pelletier, que ae encontra
em capsulas [,du dea centigrammas, mar-
cadas com o come do inventor, delicadas,
transparentes, que se digerem fcilmente,
O que fcil de verificar, mettecdo as
dentro d'agua, onde se abrem dentro de
alguna instantes.
Tomando-as, os doantes nao sentem o
goato amargo, causa frequente da repug-
nancia que exper menuvam para ingerir
tSo precioso medicamento.
O Peitoral de Cambar vende B:i a
2500 o frasco, 130COO meia duaia e
24^000 a duza, naa principaes pharma-
oiaa e drogariaa.
' unio agente e depositario njste
Estado a Companhia de Drogas e Pro-
ductos Ohimicos, ra Mrquez de Clin
da n. 23.
-g'3ipa&-
O Sedlitz ch. chanteaud, o purgante
mais efficaz contra a prisio de ventre,
enxaqueca, dores do estomago, gotta,
rheumatismo, etc. A fama de que goza
ntreos facultati/os universal. Para
evitar as contrafuertes, exja-se um em-
brulho amarello e a marca ch chanteaua-
unico preparador dos medicamentos doi,
mtricos do Dr. Burggraeve.
<^O Vinho do Dr. Johanno de Paria re-
ne na combinacao mais proficua e agrida-
vel, os elementos recocstituintes e fc.bri
fugoa proscriptos pelos mdicos do mundi
inteiro.
Coll'egio de Nossa Se-
nhora da Penha
FUNDADO EM 1876
Sob a direcetto de August: Carneiro
Ra 1 de Metemhro u. 8
(Outr'ora becco dos Ferreiros)
ComejarSo a 7 de Janeiro prximo to-
das ai aulas deste collegio para o sexo fe-
minino, onda as alumnas, a par da conve-
niente instrueco e bom tratamento, sSo
mantidas com cuidado e carinho.
Curso primario e se |Consultorio Medico
cundario
Jos de Souza Cordeiro SimSss, parti-
cipa ao publiao que as aulas de seu curso
abrir se-ho no dia 7 de Janeiro prximo,
co Pateo do .'armo n 26.
Recife. '.8 de Dezembro de 1891.
Frederico Chaves Jooior
Homeopatha
39 Ra Bario da t ictorla- 3
Collegio Parthenou
Ria d
3
Abrir se-ho s aula* r*es>te collegio no dia
de Janeiro do anno de 1891
Recebe alamuos internos, sean internos (i ex-
ternos.
Bacbarel Ovidio Alves Manaya.
Callista
Dr. Pereira da Silva recentemente che-
gado de Paris, com pratica naa clnicas de
Wecker e Landet, d consultas de 1 s 4
horas da tarde ra do Imperador n. 63,
primeiro andar.
Bibliotheca Publica
O Sr. Francisco de Paula Pires, b
bhothecario da Bibliotheca Publica de Pe
Iotas, declarou o seguinte :
Por occasiUo de effectuar se um Ba-
zar em tenificio da Bibliotheca Publica
Pelotese, fui atacado de urna forte bron
chite que me levou ao leito. Vendme
prostrdo e dse jando o meu restabeleci
ment o mais prompto possivel, deliberei
usar o Peitoral de Cambar, e o fiz com
tanta felicidade que, no teiceiro dia da
molestia, pnde reassumir as minhas fur.c
4~es de bibliothecario d'aquelle estabele-
cimento.
Na mesma poca foi a minha filhinha
Julieta, atacada de uraa tosse impertinen-
te, com carcter asthmatico, e applican-
lhe en o me amo efficaz medicamento,
vi-a restabelecida em poucos das.Fran
cisco de P. Piret .
(A frma est reconhec da).
Dr. 3eroo Guerra
Medico operador e occuista, ex-chefe
de clnica ophitalmalogica do Dr. Moum
Brazil, com looga pratica no exeroicio
d'esaa especialidade, recentemente chega-
do da Oapital Federal ; d consaltas na
ra Duque de Casias n. 46 de 1 s 3
horas da tarde. Residencia na ra do
Hosuicio n. 46,
COMERCIO
Dr. Freitas Guimards
Participa aos seus amigos e clie ates
que mudou o seu consultorio da ra Du-
que do Casias n. 55, para a mesma ra
n. 61, 1.- andar, onde contina a dar
consultas de 11 1 hora d. tarde, e reai-
Side no Cajueiro n. 4.
Telephone n. 292.
O juiz de direito Joo Baptista Grtira
na Costa, eccarrega se de contrahir em-
prestimos com o Banco Emissor de Per-
nambuco, sob hypotheca e penhor de sa-
tra, para os agricaltores e commerciantes
residentes neste Estado e os da Parahyba,
Rio Grande do Norte e Cear, mediante
ruodica retribuicao ; assic "tino encarre-
ga-se de liquidares amigaveis, em qual-
quer das comarcas dos eferidos Estados.
Pode ser procurado em seu eacriptorio
ra do Mrquez de Olinds, anliga da
Oadeia, n. 34, 1.' andar, das 11 horas s
4 da tarde, e a outra qualquer hora, em
sua residencia, na Magdalena travessa da
fabrica de FiacSo n. 46 A.
Dr. Lopes Pessoa
MEDICO
Avisa pelo presente do que mudou a
sua rasidencia para ra do Mrquez de
H rval n. 4. onde ser eccontrado todos
os das das 7 s 9 1[2 horas da manhS e
ds 5 horas da tarde em diante.
O Or. Manoel Argollo com pratica nos
hospitaes de Pariz e Berlim, tem seu con-
sultorio na ra do Bario da Victoria n. 1.
Especialidades. Molestias dos appare
lhos respiratorios, circulatorio e digestivo,
Consultas das 12 a 3 da tarde.
Chamados por escripto.
Telephone n. 586.
Dr.
Pessoa
Lopes
Attesto que tenho empregad- em minha
clnica o preparado denominado i Peitoral
de Cambar, descoberta do Sr. J. A.
de Souza Soares, cem brilhantes resulta-
dos as differentes formas da bronchite e
em alguns periodos da tuberculoso pulmo-
nar.
Recife, 14 de Abril de 1891.Dr. Lo
p s Pessoa.
(A firma 63t reconhteida).
nica agencia do Peitor-i de Cambar,
ra Mrquez de Olinda n. 23.
In*( i ii i o IO de brll
Fundado em 1883
As aulas deste estabelecimeoio de edacago e
de instrnecaj primaria e secundaria reab't m s-
a 7 do correte.
rtua do Hjspicio53
2 de Janeiro de 18S2.
O director,
Luiz Porto Carreiro.
Regalador da Mariana
Concerta se reiogios de algibeira, pn-
dulas de torre de greja ebronometros de
raannha, caixas de msica, cpparelhos
elctricos, oculos, binculos, oculos de &I
canee, joias e todo qualquer, objecto ten-
dentes a arte mec'nanica.
9Ra Larga do Rosario9
Dentaduras artificiaes
Sob presso elstica, e press&o pneu
natica systemas novissimos neste Estad*
pelo cirurgio dentista Numa Pompilio,
i ra do Barao da Victoria n. 54 1 aa
rialas 8 horas da manha s 4 da tarde
Bolsa Commerclal de Pernam-
bueo
COTAfiSKS OFFICIAES DA JUNTA DOS COR-
RECTORES
Praca do Recife, 5 de Janeiro de 1892.
Lettras byppothecsrias do banco de Crdito
Real de 100* jures de 7 /, 101 *.
Na Bolsa venderam-se :
76 Lettras byppothecarias
O presidente,
Eduardo Dubeaux.
O secretario,
Augusto Pinto de Leaos.
Cambio
PRACA DO RECIFE
Abri o mercado a 12 1,4 bancario nominal,
dec.inando pelo mel dia para 12 1/8 e 12.
Papel particular foi pussado a 121/2 p. ra todo
mez crrante e a 12 3/8 para a Ia mala.
PRACA DO RIO DE JANEIRO
Os bancos saccaram a 12 I/i, retirando a cor-
rer do dia para 12 1/8.
Cotaces de genero*
ASSUCAB
Para o ag~indior
ranco por 15 tilos. 4/000 a 500
Jmenos dem idem. 31300 a 3*51 0
tfascavado idem idem 21930 a 3*000
Sruto secco ao sol idem idem 21300 a 21700
Rtame idem idem .... 21100 a 21400
Usinas idem idem..... 31800 a 41600
Mercado muito desanimado.
k exportaco at i' do paseado consta de..
31950 saceos e i0647 barricas de assacar branco
oeaando 3.427.411 tilos e 160.767 sacecs e 75 bar
cas deassu :ar mascavadu pesando 11.158.755 ki
los,
Algodo
Cota se nominal a 101G0O.
Nao consta negocio.
At 23 do pasaado foram exportadas 731Ssaccas
de algodo pesando 713.830 tilos.
Borracha
Gota-se nominal a 221000 por 15 kilos.
Caroeos de mamona
Cota se a 11900 por 15 kilos.
Coaros
Seceos salgados na base de 15 kilos a 620 ris.
Verdes nominal 360 ris.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 1201000.
At 25 do passado toram exportadas 780 pi-
ias.
Caroeos de algodao
Cota-se a 500 ris por kilo.
Foram exportados at 25 o passado 81.600
kilos.
Importaeo
Barca portuguesa Nj?o Silencio, er.-
em s e
At 25 do passado foram exportados 9603 con
ros e 1.000 1/2 de sola.
3a grande proenra.
Sel
Por pipa de 480 litros 60/000 na falta no uf-
ado.
Alcool
Por pipa de 430 litros de 2151C00.
Foram
pas.
exportadas at 25 do passado 237 pi
irada do Rio de Janeiro,
nado a AfTonso Baltar.
Farello 4000 saceos.
Vinho 225 birria.s a ordem
Lugar americano tEu.ita, entrad j de
New-York, em 30 do paEsado e consigna-
do a JlSo de Aquno Fonseca.
Kerosene 16310 caixas.
Madeira de pinho 1001 pranchSes.
P de pedra 150 barricas a ordem.
Vtpor nacional tlhanemai, entrado dos
portos do sul, em 3 e consignado a Joo
Mara de .Vbuqu erque Ol ve ira.
BarriB 409 a Pereira Pinto e comp.,
400 a Casc2o & Barbosa, 200 a Dourado
e comp.. 2C0 a ordem.
Chapeos 4 caixoes a Companhia Na
ciooal de Chapeos.
Caf 70 saceos a J. Baltar e comp.
Mercaderas 2 caixas a ordem.
Pipas 425 a ordem, 100 a Dourado e
comp 75 a Pereira Pinto e comp., 30 a
Casco & Barbosa, 160 a G. Paiel, 75 a
Antonio do Reg Lima, 60 a Sociedade
Refnaria e DestillacSo.
Xarque 2C0 fardos a Joaquim Silva
Carneiro e comp.
Hiate nacional Aurora II, entrado do
Natal, em 31 do passado e consigna lo a
Carlos Antonio de Araujo.
Algodao 80 saceos.
Borracha 9 barricas.
Coaros 118.
Barricas 20.
Garrafas 20 ca xas.
Sal 209 alqueires a ordem.
TABELLA DAS ENTRADAS DE ASSUCAB E AL
QODAO
Mez de Dezembro
Entradas
Sarcacas .....
Vapores......
Animaos.....
Estrada de Ferro Central,
dem de S. Francisco .
dem do Limoeiro. .
Somma
Dias
31
31
31
31
30
II
Assa-
car
Saceos
145175
14234
13325
123138
62333
360225
Algo-
dao
Saocas
3244
3090
3791
993
704
11911
23733
Vepor francez Ville de Rosario en-
trado do Havre e Lisboa em 2 do corren-
te e consignado a Augusto Labille.
Carga do Havre
Acido sulfrico 15 caixas a Billion.
Batatas 100 caixas a ordem, 200 ao
consignatario.
Confeitos 1 caixa a Dias Fernandos e
comp.
Cachimbos 1 caixa a ordem.
Drogas 2 volumes a Companhia de
Drogas.
Ferragens 2 volumes a Oliveira lias-
tos e comp, 3 a Ferreira GuimarSen e
comp, 3 a ordem,
Impressos 1 caixa ao Banco Popular.
Instrumentos de msica 1 caixa a Pre-
alle e comp.
Livros 3 caixas a Pollok.
Leques 1 caixa a Domingos Coelr. o e
Soares.
Manteiga 15 barra e 15 meios ditos a
S. Aguiar, 12 caixas ao consignatario, 12
a Castro Lemcs e comp, 8 a S. Aguiar.
Mercadorias l volume a J. A. M. Qui-
ntadles, 2 a ordem, 1 a Papoala e comp.
Materiaes para engenho 1 volume ao
consignatario, 69 a Dol, 8 a ordsm
Pincen 1 caixa a Companhia de Dro
gas.
Papel 1 caixa a Villela e comp.
Ditos e enveloppes 2 caix.s a Ramiro
M da Costa e comp.
Queijos 1 tina a Abrantes e comp, 1 a
ordem, 20 caixas a Companhia de Estiva,
10 a Jos Joaquim Alves e comp.
Tecidos 1 volume a Luis Ferreira e
comp, 5 a Francisco de Azevedo e comp,
2 a Bernet e comp, 2 a ordem, 2 a Ma-
noel da Cunha Lobo.
Carga de Liabsa
Aseite 4 caixas a Santos Figueira e
comp.
Bensna 2 volumes a E. M. de Bar-
ros.
Cal 100 barricas a Companhia de Es-
tiva.
Ceblas 80 caixas a Silva Guimares
e comp, 130 a Companhia de Estiva.
Castanha 2 caixas a Tavares de Mello
Genro.
Candieros 2 caixas a E M. de B>rros
Confeitos caixa a Abrantes e comp.
Plantas 3 volumes a Paulino de Olivei-
ra Maia.
Papel 2 volumes a A. Maia e Rodri-
gues.
Rolhas 2 saceos a ordem, 2 a Soares
de Amaral Irmos.
Vinho 10 pipas e 20 harria a Antonio
M. da Silva, 3 e 17 a Paulino de Oliveira
Maia, 1 e 7 a A. Maia e Rodrigues, 5 e
30 a Silva GuimarSes e comp, 20 e 65 a
Joaquim Ferreira de Carvalho e comp,
10 e 63 a Companhia de Estiva, Ib a
Joaquim da Silva Carneiro e comp, 4 a
J. Mediis.
A/s victimas das febres
O elixir antifebril Cardoio. appro
ado em 21 de Margo des'.e anno pela mspecto
ia geral da junta de hygieoedo Rio de Janeiro
?em hoje apresentar-ee bumanidade solfreao
a do mundo inteiro, como taboa de sal vacio que
*o infeliz naufrago ie enviada por mo omn
jotente.
O elixir antl-febrll Cardoso, appca-
io em muitissinios casos de labres, tem come
sor milagre, levantado do leito da dor a compie
tos moribundos.
Este remedio, composto gmente de vegetae-
inteirameciie inoffeneivo, ainda mesmo na ma;
aimosa e lenra crianca.
As senhora?, no estado de pandas, ou no pe-
nodo de incoaiiDOdoa naluraes, poem osar sea
receio algnm.
Este elixir j bem contecido de alguns Srs
atd.ee.-: de todo o paiz, >' o mais seguro e p .-
oto remedio contra as febres, e cera especjalida
le contra a febre ainarella, eryaipella e Cexigat
le quaqaer qnalidade.
Hodo de usar
A's criaecas at um auno 8 eottas de 2 em 5
Qoras em urna colher das de sopa ebeia d'agua
fra.
De um anno a tres 12 gotlas ; de '.res a dez 2n
0sSr. clnicos podem augmentar ou diminu'
n 60 jotia? por dose.
Recite:
Companuia de Drogas e Productos Cnimicos.
Ssnto Antonio:
Nacional Parmacia, ra Larga do Rosara
i. 35.
Pharmacia Orienta!, ra Esireita do Rosarn
a. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, roa do RarSo ib
Victoria n. 14.
Pharmacia Martiis, ra Duque d Caxias u.
<8. x
Vendas err >"> > refiri.
DEPOSITO GERAL
Ra Estrella do Rosario n. 17
i'i.H.\*mu(
N 148
Cidadio Manoel Cardlo Jnior.
E'com grande Sitirfacao que attesto o valor e
a elicacia do seu prodigioso especico co:,tra a
feore. torquaoto tendo apparecido meu liiu
Manoel com febre de carcter mo. e nao sendo
possivel ceder da sua i itensidade, resolv a con-
selbo de um amigo a upplicar o seu espt-ciuYo, e
com aimto prazer meu vi desapparecer em dous
d.as a febre, resiab?ieoendo se em seguida o
otea estimado Albo.
Pode Vmc fater usj do presente coao Ibe
convier por ser a v-rdade pura.
Recife, 15 de Maio de 1889.
De Vmc. Ment, venerador e criado Florla
no Marques Botelno.
N. 147
En, abaixo assignado, negociante .'ata cida-
de. attesio que tendo no da 17 de Jaobo do ccr-
rtnte anno, meu irinao e caixeiro apparecido
jom febre de 39 1/2 graos, immediatameole re
corr ao lila. Sr. M. Gardoso e felizmente com o
seu preparado Elixir Aoti-Febril, no Bm de
dous das tinba desapparecido a febre completa-
mente ; portantonSo pos?o dtixar de ftlicilurao
mesmo Sr. M. G irdoso pela feliz debcoberla a
bem da bnmamdade.
Recife, 22 de Junho de 1889.
Aloioa Fernanaes de Azevedo.
Estavam selladas e recoohecidas as tima*.
alto relevo, cabello e papel de a.-ro, florea
de panno, papel; eavaco, cera, cabello a
pennas.
A Directora continua rec-ber alumnas
internas, meio pencioniiUs e externas, pro-
metiendo aos iltustres paes de famil-a qn
lhe confarem suas has esfi-rgar-sa por
lhes dar urna educa$3o solida domestica
religiosa.
As mensalidades slo pelo prejo maia
razoavel.
A direct >ra,
atina do Reg 3arretto de Almeida.
lo
20Ra Co Hospicio20
As aulas deste eslateleMaento de in;:ruccao
primaria e fecundara para s sexo f^miuino
abrir-se-nao no da 11 de Jmeiro de 189i.
Recebe-se almenas internas, emi internas e
externas.
A diieitora,
Mara do Carino Azevedo.
Exlernato Santa Luzia
Sito na ra Dias Cardoso, antiga Uad.i-
reiro n. 90
p.-incipiatn a funectonar do dia 11
As aulas
do corren te.
Flulade'pha Furles
Aula particular
Anna Te.eodo
publico que a
dia 7 de J-^ueiro prximo,
(-'armo n. 26, ." ^ndar.
Bseife, 28 de D.-zeabra de 1391.
ra aimoes, p rt.cp. ao
sua aula abnrse-a no
to Pateo do
Collegio
de
Lucia
Santa
f5xr.opiap"io
mira 4 n- JANEIRO u 182
rara o exiener
No vapor americano AUianca, para New-
York, carreearam :
H. nnsMr 4 C., 10,000 saceos com 75O.CO0
kilos de assucar mascavado.
Na barca ineleza Rose of Devon, para Esta-
dos Unidos carregaram :
M. Borges & C. 99 saceos com 7,425 kilos de
assucar mascavado.
No lugar lnglez Flora, para Etados Uni-
dos, carregaram :
Gasco Barbosa, 7,000 saceos com 525,000
kilos e as suca mascavado
No lugar inple: Vidonia, para Ntw-York,
carregaram :
B. Needhsn & G., 4,600 saceos com 345,030
kilos de assucar mascavado.
No vapor inglez Hopeton, p.ra Estados
oidos, carregou :
C. J. da Silv i Guimaraes Jnior, 5,000 saccas
cjm 375,000 kilos de assacar mascavado.
Para o mterto~
No vapor nacional Alagos, para o Para
carregaram :
J. altar & G., 1,950 barricas com 126,000 kilos
de assucar branco.
M. A. de Senna & G., 100 barricas com 6,500
kilos de assacar retinado.
A. Guimaraes, 2,000 barricas com 120,201 kilos
de assacar branco.
Para Manos, carregaram :
J. Baltar & C., 4)0 barricas coa 73,800 kilos
de asencar branco.
No vapor nacional Cometa, para Pelotas,
carregaram :
C. A. Borle, 400 saceos com 30,000 kilos de
assacar branco.
P. Carneiro & G., 940 volumes cm 96,310kilos
de assucar branco e 150 ditos caoi 15,525 ditos
de dito mascavado.
Morcira It C-, 250 saceos com 18 750 kilos de
assacar branco e 250 ditos com 18,750 ditos de
dito mascava.o. *
Para Rio Srande do Sal, carregaram :
A. Taborda & C.. 400 saceos com 30,000 kilos
de assucar branco e 200 dit >s com 15,000 ditos
de dito mascavado.
P. Alves 4 C, 600 volaraes coa 48,405 kilos a.'ool.
de assucar branco e ICO barricas com 11,516 kilo8
de assucar maiicavado.
J. Borg-s, i 0(0 sacos com 150.000 kilos de
assucar barnco e 2.0C0 ditos de dito muscavado
E. C. Beltrai & Irmo, 200 kiios de assucar branco e 300 ditcs com 2.500
ditos de dito mascavado.
P. Carneiro C, 100 barricas com 10 4(0 kilos
de aMMar braceo.
No vapor nacional Espirito Sauto, para Rio
de Janeiro, carregaram:
Costa & Fernandez 10,000 cocos, fra :ta e 12
fardos com palha u icuri no valor de 604.
C A Burle, 400 saceos con 24000 Kilos de
assucar branco e 800 ditos com 48,000 ditos de
dito mascevado.
A. Koreira, 750 s'tecos com 45.000 kilos de
assucar brano u 2:0 ititos com 15,0.0 ditos de
dito mascavado.
A. Taborda & G., 2,000 saceos com 120,000
kilos de assucar branco e 2,000 ditos com 120.C00
ditos de dito mascavado.
M. de Miranda Lima, 500 saceos c^m 30 000
kilos de as-u :ar branco e 500 ditos com 30,000
uitos de dito mascavado.
Para Balna, carregou :
Companhia de eiva, 1,000 sacos com 75,000
kilos de assucar branco.
Para Rio de Jneiro, carregou:
Companhia de estiva, 1,003 saceos com 60,(00
kilos de assucjr branco e 1,000 ditos cem 60,000
ditos de dito mascavado.
No vapor nacional Assii, para Rio de Janei-
ro, carregaram :
Boxwell Williams &C, 575 saceos com 3i,503
kilos de asquear ma?cavado.
J. M. da Costa Carvalho, 15 pipas com 7,125
litros de .gurdente.
No vapor allemao Porro Alegre, para San-
tos, carregaram :
J. Baltar & C. 4,100 saceos com 246,000 kilo3
de assui-ar branco.
O. L. Gomes & Fonseca, 2.030 saceos com....
120.000 kilo3 de assacar branco e 4,000 ditos
com 24000 ditos de dilo mascavado.
E. C. Belirao & IrmSo, 1,800 saccoj com.....
108 000 kilos de assacar mascavado e 200 ditos
com 12,000 ditos de dito branco.
M. Maia 4 C, ,500 ;accos com 90.000 kilo; de
ascucar branco e 850 ditos com 51,000 ditos de
dito mascavado.
C. A. Burle, 300 saceos con 18 0C0 kilos de
assucar branco e 700 ditos com 42,OdO ditos de
dito mascavado.
No vapor americano Allianca, para o Para,
carreaaram :
E. C Beltrao a Irmao, 803 barricas com 48,135
k los de ansucar branco.
No vaj-or nacional Manos, para o Para,
carregaram :
J. Baltar 4 C 1.000 saceos com 60,000 kilos
de assucar branco.
Casco 4 Barbosa, 100 barricas com 8 000 kilos
rte assucar branco.
C. L. Gomes 4 Fonseca, 1.000 barricas com
60 150 kilos de assucar branco.
P. Alve 4 C., 400 barricas com 26.4"5 kilos
de asfucir branco e 150 ditas coa 6,710 ditos
de dito refinado.
Para Manos, carregaram:
P. Alves & C, 3i 0 barricas com 19,806 kilo
,'ie asEuear branco e 1G0 barrie com 9,bi litro
de agurdente.
No patacho nacional Francolim, para Pelo-
tas, carregaram :
Am irix Irmaos 4C., 1,500 saceos com 112.503
kilos de assacar branco e 200 ditos com 15,000
ditos de dito mascavado.
No hiate nacional Dens te Guarde, para
Aracaiy, carregaram :
A. D. Simes 4 G., 2 barris com 180 litros de
vinagrp, 2 caixas com < 6 ditos de capil, 20
garrafOss com 329 ditos de genebra e 13 barris
com 450 ditos de mel.
Na barcaja Santa GafAarina, para Paraby-
ba, carregaram :
A. D. SimOcS 4 Z., 200 caixas com i,6C0 litros
de genebra.
Na bareaca Joven Taurino, para Pilar de
Alagoas. carregaram:
A. D. SimOes 4 C, 10 barris com 440 litros de
vinagre.
Na barcaciAwipa da Verdade, para Macei,
carregaram :
A. D. Sitnej 4 G., 50 caixas com 400 litros de
genebra.
Na barcac ufana Olympia, para Macei,
carregaram *
A. D. SimOes 4 G., 5 barris coa 450 litros de
Para o seso fenicniaO
.SITO A
RA DO UVBAMEN10
N- 22 2- AKDAR
Este estabelecimento de educajao e
instruejao ptitnaria e secundara fardado
em 188-0, abrir suas aulas no dia 7 de
Janeiro do corronte anno, esperando con
tnuar a merecer dos paes de suas alum-
nas e do publico em ^reral a confanca q-.e
at hoje lhe tem sido dispensada.
Ensinam se as segaintei materics : pri-
meiraa lettras, portuguez, irancez e inglez
(tallar o ese.rever) geographia, historia,
arithmetica, desenno, msica, piano, canto,
todos os trabalhos de agulha como sejam
bordados branco, ouro, missanga, froco,
--------------*JgeBC----------------
Externato Sul Ame-
ricano
Ra da Imperatriz n. 5, 2* an 'ar
Os directores communicaa aoi in'ers-
sacos que as aulas .brir-se-h2o no dia 7
de Janeiro e, que rcso'veram limitar O
Curso Primario a 15 alur dob.
Bacharel Manoel P. de Azevedo Jun or
Isac Servio.
Pagamento mees:. I adiantado.
Curso primal o 100 0
Secundario ^XXJ
EDITAES
2
460
653
80
8
68
.82
16
1J3C0
2f8
560
520
320
Paata la Alffaatlcea
tSMHVA Dl4 k. 9 DB JA.NEIBO DJ fB
Alcool (litro ......
Ugodaa em raiba ikilo) ....
vrroz com casca .o) .
issucar retinado fRilo J .
4ssucar branco (kilo) ....
issucar mascavado Cafo) .
lagaa de mamonas (kio) .
Borracha de leite mangab. fkilo) .
Cachaba ... .
Couros seceos espichados (.kilo) .
Couros seceos salgados (kilo) .
Couros verdes (kilo).....
Gourinbos (um)....... .- 450
caroeos de algod&o (kilo) ... 30
Carrapateira (kilo)..... 133
Cacao (kilo) ....... 4y
Ccf bom (lulo) ... 1*000
Caf restollio (kilo)..... tOO
Caf moido (kilo)......1*200
Carnauba (kilo'...... 533
Cera vegetal (ilo)...... 406
Canna (liiro)....... 2O
Gal (li'.ro)........ 10
Carvao de Cardifi* (ton.) .... 30/I0CO
Farinna de mandioca (lito) r 0
Genebra (litro)...... 436
Graxa (sebo)....... 483
laborandy (em folha) kilo ... 200
Leite de mangabeira (kilo) 1*466
Mel (litro)........ 83
Milho (kilo........ 60
oqaspnatc ae cal da Una Rata (tone*
lada).........lUOiO
Peile de cabra (cento).....145*000
Pelle de carneiro (cento) .... 145*000
Sement de carnauba (arroba) 46
sola (meio)....... 3*6?0
Sement de carrapateira (kilo) 126
Fatajaba (kilo)...... 40
Taboas de amarello emprancbOet
(duzta)........ 100*
R ndiasuios pabllco*
Recebedoria do Es-
tado
EDITA L N. 10
O administrador tia EMbeoaffa -o Es-
tado aa forma das IaatrocfjSaa do 27 de
Juilio dtr j883, convida as aaaavMfSa*
Commercial Benefice-te, d'.a Artis'-.s Me-
chanicos e LiberaeB kgrieafak, los Mer
cieiros e tedas aquellas que tiverem ezis-
u-r.ca leg^l e couhec a, para que se ti-
cumbam de pnc-'.er a oisrou (lo _s
taxaa de reparticao, ealabeiecidas c* ta-
bella do n-.p.-bj d.: industrias e pr'.::^ ~,a
a que se refere c art. '." \ 17 da Le o.
o de 10 de Dezembro uiumo de aeamAsj
:om os trts. 20, 2;, 22 e 23 das meem*a
InbtrujcScs ; devendo as nicsuus aa
,ojs remettrr o trabalho, que fizerera, a
cata reparticao no praao improrogavel de
'50 das, a contar d* data da presente di-
Ul, sujeitand- se eai c;.ao c Ltrario
d stribuirijes que for ieita por esta reeim
reparticao na forma das .Ludidas Iastru;-
(,Ses.
Recebedoria do Es'a-'o de Perneeb jzo.
2 de Jaceiro di 1891.
O administrador.
Luiz Cetario do Reg.
DECLARARES
A agencia da Gouipaobia de Segaros As-
siatira de Hamburgo nesta cidarie, faz ci-n'e
que tendo se^sado mas operaco>s de :eoroa
desde odia 1- de Janeiro >;e 1891, e teciao-se
Sudado no dia 31 de D zembro do mejmo lo
o praso do ultimo contrato, cem que booves^e
nenhuma reciairacao, pelo presente dc;.'a qce
desta data em oanle tica completamente OltM
a a referida aeencia.
Recife, 1 de Janeiro de 1S9!.
MIZ
la da geral :
Oo dia 2 a 4
idem n $
Dft U.NEiBO o 8S2
AifoHdega
39:932(1136
33:573*414
Renda do Estada
Do da 2 a 4
dem dt 5
6:136*605
5 9494043
\
Sosma total
"5:c05*550
12:105248
87:611*798
Segunda seecao da Alfandega de Peraambacr,
de Janeiro de 1892.
O thesouretro,
Florencio Domingues,
O chee da seceo,
Feliciano Placido Poatual.
Recebedoria do Estado de
Fernaabuco
Do dia 2 3 681*924
Mea ae 4 i:754;73i
mandante H. C. Minea, equipa- 20
carga varios gneros a Henrique Baria
e comp.
Macei 5 diashyate nacional Venus
de 64 toneladas mes ".re Francisco F. de
Araujo, equipagem 5 carga mel a Jjio
Mara de Albuquerque Oliveira.
Porto 36 dias lugar portugus Teme-
rario i de 3)3 toneladas capito Rober-
to de Freitas, equipagem 11, carga
varios gneros a Amorim rmeos e
comp.
Navios sahidot no mesmo dia
Barbadosbarca noruega Otra, capi;2o
G. Ellefsea em lastro.
Macovapor nacional lUpanema ,m-
mandante M. Mercsz, carga varios g-
neros.
Mossorpatacho allemao cAntj caritio
F. de Burhur, em lastro.
New-Yorkvapor allemao Salerno ecm-
mandante L. Liasen, carga varios g-
neros.
Barbadosbarca noruega Holtinges,
capito E. Berge, em .'astro.
Santos e escalavapor allemSo tPorto
Alegre commandante Barrelet, carga
varios gneros.
ftercao Haalelpal de m. iot
O "V--7 -nenio deste mercado no dia i *>
Janeiro foi o seguir- : ntraram :
42 bois pesando 5,692 kilos.
301 kUos de peiie a 20 ris
1 cargas com farioha a 200 rs.
16 Qitas de fructas diversas a 300 rs.
5 cargas com galinhas a 600 rs.
1 cassus com galinas a 400 rs.
30 1/2 columnas a 600 rs.
6 suinos a 200 rs.
32 taboleiros a 200 rs.
64>
20
00
i.soO
j:coo
iiiiO
laim
isam
6i4N
50 coaparmentos com fericiu a 50C- 23*um)
30 dio0 de comidas a 500 rs.
99 ditos deleguuici e (aseada
400 rs.
15 uii03 de sumos a 700 rs.
10 ,ios de fressuras a 600 ra.
3 ditos de camarote a 203 rs.
46 taibos a 2*
Rendimsntos de i a 3
I
14:436623
Do dia X
Idea de 4
Heei Drainace
21*319
8l*734
883 oTlnento do porto
Navios entrados no dia 5 de Janeiro
New-York e escala17 dias, vapor ame-
ricaao lAdvance de 1902 toneladas,
commandante Crosman, equipagem 67
carga virios gneros a Henry Forster
e comp.
Rio de Janeiro 7 dias vapor nacional
Rosa Lownda de 203 toneladas com.
Frecos do da
Carne verde de 320 a 640 ris 6 kilo.
Suinos de 560 a 640 ris idem
Carneiro de 640 a 800 ris idem
Farinha e 320 a 403 ris a cutai
Milho de 300 a 320 ris idem
Feiic de 1* a 1*200 idem.
Vaporo a entrar
MSZ DB JaX&IRO
Sul.......... Cometa...........
Europ....... Catinia...........
Norte--------. AUtanca..........
Norte........ Manos...........
Sal.......... Alagoas...........
Sol.......... rowor............
Norte........ Maran'tao.........
Norte....... Otnda............
Sal.......... Brazil............
Norte........ Pernambuco.......
Sal.......
ISfUf
39.:. o
10*500
S00
600
2W.0
iJldiO
703; 620
932*640
6
6
I
7
3
9
13
18
23
26
Espirito Santo..... 30
London & Brasilian Bank
Limited
Sua do Commercio n. 32
Sacca por todos os vaporea sobre as
tas do mesmo banco em Portugal rend
tm Lisboa ra dos Capellistaa c. 75. X
Porto, roa dos Ingleses.
*


i
/
1
"T"


^B^B^BBI^0nm^VHHHBSHB^BM
B^i^MPWMMBMWMWWPW

Diario de Pernambuco Quarla-feira 6 de Janeiro de 1892
THEATRO
SANTA ISABEL
A PD1D* Sabbadoi* de J a a ei r
0



?

A' 8 e Ij2 horas da noite
Pelo afamado Ilusionista
FAURE NICOLAY
Lu beneficio das multa applaudidas
K0S1NA E PAUL*
INDICADOR COMMERCIAL
DIARIO DE PERNAMBUCO
Diversos ramos de negocios
Escriptorios
Bancos
> O mais lindo, curioso o instructivo dos espectculos.
Ultimas creacSes de Magia elegante e hipnotismo,
versal, viagem atravez do mundo das maraviihas, etc. etc.
Presos os do
Haver trem para Olinda e Apipucos.
NOTA.Os bhet*8 acham-se a venda desde j no Theatro de 1 ii 5 horas
da tarde.
SI
magoiloo silphorama ur
costume.
Banco de Crdito Universal-Gerente A. J. P.
Clarkson, (ausente) gerente interino-Tho-
maz Ellis...........Ra do Commercio n. 36.
Banco de Crdito Real de PernambucoGerente
Joo Fernandos Lopes.......Ra-o Commercio n. 36.
banco Emissor-Directores,Dr. J. E. Ferreira
Jacobina. Manocl Jos da Silva Guimaraes
e Dr. Jos Marcelino Rosa e Silva. Ra do Commercio n. 38.
Banco PopularGerente Gustavo da Silva An-
tones.......,...... Ra 13 de N'ovembro n. 22.
Banco de Pernambuco-Gerenta William M.
Webster..........Ra do Commercio n. 40.
Banco da Bolsa Gerente Pedro Jos Pinto. Praca do Corpo Santo n. 2.
Conipanhlas de Raregaco
Austro Bnngarian LoydsAgentes Henry Fors-
l(f & C.............Ra do Commercio n. 8, andar.
Liverpool Brazil River Pate Steam Sliip Com-
pany LimitedBlachburn Needhamte C,. Ra do Bom Jess n. 61,
BahanaAgente Pedro Osorio de Cerqueira. Ra do Vigario n. 17, 1. andar.
CariocaAgentes Pcreira Cunetas 4 C. Ra do Commercio n. 6,1. andar.
chargeurs Reuns (Frauceza) Agente Augusto
tabule...... .... Ra do Commercio n. o.
Companhia Pernambucana de Navegacao a va-
por=Gerente interino Sebastiao Lopes Gui-
maraes............
Companhia Messageries MaritimesAgentes II.
Hurle C...........
Hamburg Sudamerikanische DunpfscBifflEahrts
GesellschaftAgentes Borstelman & C. .
Liverpool Undernziteii AssociationAgentes
Blachburn Ncedliam & C. .
La Veloce Xavegazione Italiana -Agentes Bla-
chburn Needham C.......Ra do Boin Jsus
Caes da Companhia Pernambucana n. 12
Ra do Commercio n. 42.
Ra do Commercio n. 18 2. andar.
Ra do Bom Jess n. 61.
61.
Ra do Commercio n. 6. andar.
Ra do Commercio n. 6.
A Compathia de Servicos Mari irnos de Pernambuco, recentemente incorporada tiesta ri
dade. ce meta a lurccionar nesta data, tetdo su a ?de no Caes da Ccmpanhia Pernambucana n. 3
para onde pedero ser dirigidos todos osi.didos attinentes sos seas fias.
Para coebecimento de qoera interessar possa, faz publicar a seguinte tabella :
Recife, 2 de Janeiro de 1892.
O director-gerente.
Alfredo de Araujo Santos.
TABELLA
Dos fretes das embarcares empreadas na descarga e carga dos
navios no porto de Pernambuco
n. 10, Io andar,
esus n. 3.
Ruado Commercio
Ra do Bon/J
Ra do Commercio n. lo, 1. andar.
Rna do Commercio n.' 15. i' andar,
Ra do Brm Jess n 61.
Ra do Commarcio n. 8, Io andar.
12
Alvareoga des:oberta
Dita dobrada .
Dita ceberta .
Dita dobrada.
Assucar, sacco de 73 ki
tos, Recife .
Dito, dito de 75 ditos di-
tos, Cinco Pomas
Sem
servente
Dito, dito
Recife .
de 60 ditos,
Dito, barrica, Rec.fe
Dito, meia dita
D lo. quarto de dita
Algoi, sacco
Dito, fardo e dem dr
trapos .
Arroz, sacco .
Bren, barrica.
Bacalho. dita.
.to, meia dita
Caldeiras, tonelada.
Cemento, barrica .
Dito, meia barrica.
Dito, quarto de'dita
Carvao. tonelada
Coke e ferreiro, tonelada.
103
200
80
180|
136
80
2C0
Cooros secos
Recife .
e verdes,
Ditos idem dem, Ca
banga .
Cantara ou lagedo, to-
nelada .
Dormentes oo sulipas,
ama .
SOL
140
100
60
100
I0JOOO
80000
SOOOO
lOOOOO
90
ISO
70
160
no
70
180
440
140
300
120
80
3O-0
250
140
80
1*000
2S0O0:
50
90
2*000
70
Lamaro
16050ini
320000
6C0
90.'
(00
500
3 l 00
2*000
800
800
400
3t!0
1O000
800
300
300
oOOO
6*000
18t
230
65000
250
Farinha de mandioca,
sacco '..
Bita de trigo, sacco 90
kilos .
Dita dita, barrica.
Dita dita, meia dita
Feno, fardo .
Ferro, tnlbos e laman
eos, tonelada
Fogo daCbina, caixa.
Farello, sacco
Kerosene, caixa .
Lastro de pedra,;custo e
frete no Ancora iouro.
Dito de dita, dito e dito
na F.-anquia
Dito de areia da excava
cj, no Ancoradouro.
Dito idem idem, Fran-
qua ....
Dito de croa, Ancora
doaro ....
Dito dita, Franqua
Dito do navio para tr-
ra, Aocoradouro, to-
nelada.
Dito idem idem. Fian
qaia ....
Meio de sola.
Machmismos, taxas e
moendas .
Madeira de piano, cad
1.000 ps qaadrados.
0s3os, tonelada .
Plvora, barril de 25
libras ....
Pipa, do Recife .
uita, ein. Cinco Ponas.
Sebo on eraixa, barril.
Xarqae, fardo
a S
ai
160
9>X)
1*600
4C
uc
140
70
800
2 000
100
70
100
3*000
iOOO
1*000
1*200
1*500
2*000
1*300
1*300
20
3*000
3*000
3*000
250
800
1*300
200
100
a
es
-5
400
700
600
300
3*000
85000
350
MI
350
Lloyd Hrazileiro Agentes Pcreira Carneiro 4t C
Nortee SulAgentes os mesmos ....
I'adtic Steam Xavigation CompanyAgentes
Wilson Sons & C. Limited......
Real Mala Ingleza Agentes Amorim Irmos
*C...........
Red C oss Line o Sleamers. Agentes Johston
Pater a C.....c......
Seomans Line of Steamers. Agentes Jobuston
Pater 4 C.............
The Cbarent Steam Ship Company Limited
Agentes Blachburn NYedham & C .
United States Brazil Mail Steam Ship Company
Agentes Henry Forster C.....
compaBhias de Seguros
Companhia AmphitntcDirector Commendador
Antonio Mar mes de Amorim.....Ra do Commercio n. 48,
Fidelidade da LisboaAgente Miguel Jos Alves Rui do Bom Jess n. 7,1. andar.
IndeninisadoruGerente Joaquim Alves da Fon-
seca. .............Ra do Commercio n. 44.
Liverpool, 4 London, Globe Insurance Company
=Agentes Blachburn Needham4 C. ". Ra do Bom Jess n; 61
North British Mercantile-Insurance Company
Agente N. J. Lindstonc......Ra do Commercio n. 10.
New-York Life Insurance Company Correspon-
dente Tbeod Christiansen......Ra do Bom Jess n. 18.
Phenix PernambucanaAdministrador Gerente
Luiz Duprat..........Ra do Commercio n. 46.
Telegrapho
Agencia Havas^ervicos telegraphicos. Agen-
te Eugeue Chaline.. ....
Companhlas diversas
Companhia Adria.Agentes Jo*inston Pater 4 C.
Companhia de Productos Calcreos.Gerente
Caetano da Costa Moreira......
Companhia de Drogas e Productos Chimicos.
Gerente, Francisco Manoel da Silva. .
Ra do Coaimercio n. 20.
Ra do Commercio n. 15' I.* andar.
Caes do Apollo n. 73.
Ra Mrquez de Olinda n. 23.
Ra do Commercio n. 14, 1- andar.
100
10*000
10*000
430
2*000
3*000
600
500
Ra du Bai-fio de S. Boria n. 33.
Ra do Commercio n. 24.
Caes do Capibaribe n. 30.
Ra de Torres n. 34, 2- andar.
Ra do Commercio n. 16, i andar.
Ra do Commercio n. 8, 2- andar,
"ommercio n. 10, i- andar.
Condicdes
l. As embarcacoes lero 48 horas para carregar em trra edescarregar a bordo e para
carregar a bordo e de^carregar em trra, senda que para a descarga de ferro e machinismo3 terSo
6 dias (exceptuando sempre os domingos e das santificados) e excedendo a esse tempo vnce-o
diariamente mais metade do frete.
2.' As alvarengas que tiverem de seguir para ponto fora dos estipulados pela Alfandeea,
(tato entre o trapiche Barbosa e o deposito de gaz no bairro do Recife, e do caes do Rumos ao
caes 22 de Novembro no bairro de Santo Antonio) ticam com direito a novo frete o qual serao
obrgados a pagar os donos das mercad jrias.
3* As alvarengas serao pedidas porescripto.
4.* A Companhia de Servicos Martimos de Pernambuio nao ss responsabilisa per faltas
extravos ou ataras que se derem, qoer na carga quer na descargadas mercadorias.
5. O servico da plvora ser feito at onde as embarcagOes poderem che?ar e cioalquer
baldeacSo ser por conta da fazenda.
6.* As descargas das alvarengas a bordo dos vapores nacionaes serSo feitas conforme o
ajuste particular podendo seus doaos mandar fazer o servico porqcnm Ins convier.
7. A conduccSo das alvarengas Da descarga ou carga ser feita por conta da fazenda on
navio.
8." Cada encerado percebr o alognel de 1*000 diarios as descargas.
9 O servico co:o ervenles s sera feito na* alvarengas de embarque e nao de dssearga.
10.* Vapores, navios coDsigDatarios e agentes dos mesmos sae responsaveis pela amarra-
ao e seguranca das alvareneas einquanlo esverem no costado dos navios, ou emquanto est ve
rem sob a guarda das tripolaces ou outro3 por si umpregados para vigiarem pela seguraDca das
mismas.
BANCO DA QOlSA
Capital Res 1,500:000^000
Dividido em 15,000 ac^oes de 100:000 caJa urna
. RA DO VIGAMO N- 2
(Esquina do largo do Corpo Santo)
Edificio da Junta Commercial
Hora da Bolsa
DE 1 A 2 DA TARDE
Compra e vende ttulos com cotaco.
Liqu da oporacSes por conta de terceiro ou a prazo-
Faculta capitaes para comp-a e venda a dinheiro ou a prazo de quuesqaer
iitalcs catados na Bolsa.
Iategralsa convindo capitaes de Bancos e companhias econhecida uidade.
Faz transferencia de operaedes realisadas na Bolsa a prazo.
Auxilia liqaidacSo de report e Deloredere. i,
Realisa opeitfces bancarias relativas a sua natureza.
Encarreg-se de incorporacSes de Emprezas.
Ldvanta-se aprestimos.
Compra e vende metaes.
Encarrega-se da compra e venda de assucar, algoSo etc. etc.
20 de Margo de 1891.
O director gerente,
P. J. Pinto.
Ra do Commercio n. 15, 1." andar.
Ra do Vigario n.
Ra do Commercio n. 7,1- andar.
Ra do Bom Jess n. 4.
Ra do Commercio n. 5, 1* andar.
Ra do Bom Jess n. 7.
Largo do Corpo Santo n. 15 l" andar.
Companhia Nacional de Sallinas do Norte-
Agente Joo Mara de Albuquerque Oliveira.
Companhia Hotel InternationalDirector Secre-
tario. Ensene Chaline. .
Lunch Room do Hotel International.
Companhia Serrara Pernambucana.Oricinas
de carapbtt, inarcineiroe segeiro.
The North Brazilian Sugar Factores Lraited
Gerente Ilenrique Swales.....
Corpo Consular estrangeiro
Augusto Cohen=ConsuI do Reino Unido da In-
glaterra .....
Edwih Stevens-Cnsul dos Estados-Unidos da
America.........
M. A. Le Brum-Cnsul da Repblica Fran-
ceza............Ra do
Consignacdes c comnilssdes
Amorim Irmos 4 C 'asa de ConsignacOes e
t'ommissOes..........Ra do Bom Jess n. 3.
Augusto Labille.Casa de Conimissoes e Con-
signacOes ..........Ra do Commercio n. 9. andar.
Beatty Altgeldt 4 CCasa de CommissOes. Ra do Mrquez de Olinda n. 52, l1 andar
Borstelman4 CEscriptono de CommissOes e
consignaces.........Ra do Commercio n. 18, 2-andar.
Francisco Ribciro Pinto GuimaraesArmazem
de assucar e escriptorio de commissOes. Ra do Baro do Triumpho n. 96.
Henry Forster ( Ctasa de commissOes e con
signates........... Ra do Commercio n. 8. i- andar.
Jos Augusto Dias=Loja das Listras Azues=
Casa de Modas, e artigos de Novidades, Agen-
cia de artigos americanos................. Ra Duque de Caxias n. 61
Johnston Pater 4 CLasa de commissOes e
consignaces
Machado Pinto 4 C.-Importadores, exportado-
res e commissarios.........
M. Maia & C Successores de Maia 4 Rczende
Escriptorio de commissOes
Manoel Ferreira Bartholo & CEscriptorio de
comraiscOes e assucar ....
N. J. LindstoneCasa de commissOes e alvaren-
gueiros..........Ra do Commercio n. 10.
Nieymer Cahen 4 CCasa de commissOes Ra do ( ommercio n. 46, l- andar.
Pereira Carneiro 4 CCasa de commissOes. Ra do Commercio n. 6, i* andar.
Silva Guimaraes 4 CEscriptorio de commis-
sOes e consignacOes
Souza Pinheiro feoEscriptorio de commissOes.
Tavares de Mello, Genro fc CCasa de commis-
sOes .........
Theod Christiansen Correspondente Je New-York Ruando Bom ^ess "l8.
Theod Just=Casa de commissOes e represen-
tase es ............Ra do Bcm Jess n. 62,
Wilson Sons C. LimitedCasa importadora de
carvao de podra de todas as qualidades Ra do Commerc n. 10 Io andar
Irmazens e lojas de fzrndas
Alves de Britto 4 C.Armazem de fazendas em
grosso e a retalho.......PaieodoLivramento n. 12
Andrade Lopes C. Armazem de fazendas em
grosso e a retalho.......Ra Duque de Caxias n. 52.
Andrade Maia & ti. Armazem de fazendas em
grosso e a retalho .......Pateo do Livramento n. 22.
Francisco Gurgel & Irrao.Loja de (Uendas e
modas...........Ra -de Marco n. 20 A
Guerra, Fernandos 4 CArmazem de fazendas
em grosso e a retalho.......Ra Duque de Caxias n. i7
Goncalves, Cunha 4 C. Armazem de fazendas
em grosso. ,......... Ra do Mrquez de Olinda
Loureiro Maia 4 CArmazem de fazendas em
grosso e a retalho........Pateo do Livramento n. 8.
Olyntlio, Jardn: a C. Armazem de fazendas
em grosso,...........Ra Marquezep Clinda ns. 16
Rodrigues Lima 4 CArmazem de fazendas em
grosso............Ra do Mrquez de Olinda n. 20.
Armazens e lejas de ferragens
Conrad Wachsmann Successor de Otto Bohres
Armazem importador de forragens e miu-
dezas .........
Oliveira Basto & CArmazem de miudezas,
quinquilleras e ferragens em grosso
Vianna Castro 4 C. -Loja de ferragens
Schlpe chandlers
Charles Pluym 4 C=Schipe ( handlersForne-
cedores dos paquetes irancezes e allemes. Ra da Cruz n. 35.
Massames
Joaquim Alves da Silva Santos -Armazem de
macames...........Ra do Vigario n. 13.
Utographla
J. E. Purcell.Lythograpnia eTypographia a
vapor......... Ra do Mrquez de Olinda n. 8
Hfiidezas e qoinquilharlas
Manel Vieira Neves-Loja de miudezas e quin-
uilharias. ........Ra Duque de Caxias n. 113.
Farinha de trigo
Machado 4 Lopes.Armazem de farinha de .
trigo. Importador........Caes do Apollo n. 47.
lenry Forster ft C. Inportadores.....Caes da Regeneracao n. 31.
Ra Mrquez de Olinda n. 52.
Ra Mrquez de Olinda n. 17.
Ra Duque de Caxias n. 114.
Diversos ramos de negocios
Escriptorios
Armazem de bacalho
Seixas IrmosImportadores de bacallio .
Leifoelros
Thomaz Jos de GusmoAgente de leudes. .
Fabrica e deposito de sellins
Viuva Azevedo 4 C. ........
I-oseas e erystaes
Joao Dias Moreira 4 CArmazem de loucas a
crystaes...........
Fiindlces
Alian Paterson 4 CFundico geral. .
Cardozo 4 lrmo Grande fundico de ferro e
bronze............
Herdeiros BowmanGrande Fundico de ferro
e bronze, deposito de machinas agrcolas,
etc. ...........
Uuiz da Cruz Mesquita.Caldeiraria e fundi-
co de ferro e bronze........
Diversos negocios
Abe Stein 4 C.-Negociantei de couros em ge-
ral e borracha.........
Rosbach Broters.-Armazem de couros, pelles
diversos gneros de exportaco ....
Fabrica e lo jas de calcados
Albino Cruz & C.-Botina Maravillosa -Loja de
calcados estrangeiros e nacionaes .
Braga S & CFabrica de calcados .
Costa Campos < C A flor do bosque-Loja d
, calcados estrangeiros e nacionaes ...
Serrarla a vapor
Jos Rufino Ciimaco da Silva.-Serrara a vapor.
Armazem de fumo
Almeida Machado 4 C Armazem de fumos
papel eoutros gneros..... '
Pereira Faria 4 C.-Deposito de papel para im-
presses e encadernacOes, fumo, gneros
ce estiva e Nubian........
Fabrica de cigarros
Esevo de GusmoFabrica Auxilio a Lavoura.
Largo d'Alfandega n. 3
Ra Mrquez de Olinda n. 48
Ra Mrquez de Olinda n. 43.
Rual- de Marco n. 16.
Ra do Baro do Triumpbo n. 44.
dem n. 104.
Idemn. SI.
Idemn. 66.
Ra do Torres n. 361- andar.
Ra do Bom Jess n. 5, 1- andar.
Ra 1 de Marco n. 18.
Ra do Livramento n. 24.
Pateo do Livramento n. 10.
Caes da Regeneraco n. 24.
Ra da Madre Dcus n 36.
Ra do Amorim n. 66.
.Armazcns de estiva
Domingos Ferreira da Silva 4 CArmazem de
gneros de estiva em grosso.....
Fraga Rocha 4 C Armazem em grosso de g-
neros de estiva.........
Ferreira, Rodrigues 4 CImportadores e ex-
portadores degeneres de estiva. .
Joo de Almeida & tor es Armazem de gene-
ros de estiva em grosso. .....
Joaquim Ferreira de Carvalho Armazem de g-
neros de estiva em grosso......
Armazem de Hadelras
Jos Rufino Ciimaco da SilvaArmazem de ma-
deiras............
Enchimento de agurdente
Dourado 4 CEnchimento de agurdente, al-
cool e mel...........
Fabrica de vinhos, agurdente e alcool. Pinto
Ferreira & C...........
Enchimento de alcool, agurdente e mel. Pin-
to Ferreira & companhia.......
Pereira Pinto 4 C.........
pFloriano n. 5.
Traveseada Madre Deus n. 8.
Ra da Madre Deus n. 18.
Ra da Madre Deus ns. 12 e 14.
Travessa da Madre Deus n. 21.
Ra do Amorim n. 41
Caes da Regeneraco n. 24.
Ra do Amorim n. 18.
Afosados.
Hercearlas
Costa Cazeiro & CMercearia......
Fructuoso G. FerreiraMercearia.....
Neves Pedrosa 4 C..........
Valongreiro 4 CMercearia lusitana. .
Loja de chapeos de sol
Leite Bastos 4 CLoja de chapeos de sol .
Typographia e Litbographia
Typ. AtelierMirandaTypographia e lithographia
a vapor, pautaco e encadernaco .
De ordem do I!lm. Sr. Br. inspector interi-
no deste ttesouro, sao convidador pelo presente,
os senhores concessionarios das usinas infra
mencionadas, a virem recolher os juros do se-
gundo semestre do extrciMo prximo passado,
onforme determinara os respectivos contratos.
e urna vez que o to tizeram at o presente.
S3ntaFilonilla,'0oelho, Guerra, Lnstosa, Es
Irelliaca e Salgado.
Secretaria do Thesoaro do Estado uc Femare
buco, 4 de Janeiro de 1892.
Servndo de secretarlo,
f. K. da Silva Guimaraes.
Caes da Companhia Pernambucana n. 4.
Caes da Companhia Pernambucana n. 8.
Ra do Bom Jess n. 13.
Ra do Vigario n. 4.
Ra da Penba n. 33.
Ra do Pires n. 54
Pateo do Livramento n. 4.
Secretaria do governo do Estaio de Per-
tarabuco, em 2 de Janeiro de (892. Por esta
secretaria se faz publico, para cocbecimento do3
inleresados, que o imposto do sello de que tra
ta o 44 do art. 2- da lei do orcamento sob n.
33 de 17 de De; e-ubro fiado, dever ser paco na
Receoedor.a e Collectoria, em quanto oa forem
emittidas estampiibas para esse tira, na coafir
midade do acto da junta gobernativa do Estaao
ae 29 do citado mez.
Domingos Alves Leite,
Secretario da junta.
A junta municipal governativa
da cidade de Olinda e sea
termo etc.
Faz constar a quem interessar possr que
estarao em basta publica nos dias 6, 13 e
20 de Janeiro vindonro, para serem arre-
matados pelo tempo de nm anno por quem
mais offerecer, os impostes seguintes :
Capim da planta sob a base de 200,
40 reis por p de cequeiro de prodcelo
exc ptuados 20 ps para uso de prrprieta-
rio, por "9SS;5O0 reia por cabe9a de gado
vacnm por 40$, 200 reis por cabeca de
gado suino, ovelbum e cabrum por 1785,
40 reis por metro da rede de pesca, e
costa por 800 ; imposto de 5f$000 por tor-
no o queimar cal por 90*J.
Os pretendentes podem comparecer nos
indicados dias habilitados na forma da lei.
Em firmeza do que se tffisou o pre
sents uos lugares mais pblicos de3ta ci-
dade e publicar pela imprensa.
Pago municipal de Olinda, 30 de De-
zembro de 1891.
Eu Jote Marcolino da Fonseca Mangui-
nho, secretario o escrevi.
J. Ferreira de Almeida Guimaraes.
Presidente.
Ra Duque de Caxias ns. 29 e 31.
Bsnco da Bolsa
Tendo este Banco procedido a incorpo-
rac2o da Companhia de Servicos M*r.ti-
mos de Pernambuco e sendo os cecear-
rentes que mais vantagens efiereceu so
novo contracto de illamicacSo publica des-
te cicada para a pual tornase necescario
fazer adiantemento como seja o do depo-
sito do va'or da araliaclo da empresa do
I gaz pira qu ? .bastante s pnjnei
[ ra entrada dos accionistas do mesmo baa-
c, previne se aos Srs. accionistas d*ste
I banco que sao convidsdos a fazer a se-
gunda entrada de 10 |a de soas acv'es
at o dia 15 de Janeiro do anno que rea
e a terceira entrada tambem de 10 i0 30
dias depois como determina o art. 4* dos
estatutos.
Recife, 23 de Desembro de 1891.
O director gerente,
P. J. Pinto.
Postura
O confe'ho da Intendencia Municipal do Reci-
fe. u?an 7" da portara do governador deste Estado de
27 de Dezembro de 1889. resclveu em sesso de
0 de Dezembro prximo unto determinar :
1 que dentro de trinta dias. co.tados de boje,
os proprietarios, dos estabelecimentos e depsi-
tos de kerosene, faro remoco deste genero
para o alfandegado que ba na liba do Nogueira,
od pena de, rindo este prao, mandar a Inten-
dOncia fazer a remoco respectiva casta e por
conta e risco de quem pertencer, nao cabendo
di eito de reclamaco algama. como ja foi deca
rado na postara de 11 de Junh) prximo Ando,
que prorugou por mais seis mazes o primeiro
praso da 10 para taes remogoes.
2 que o kerosene que d'aqui por diante for
importado descarregue directamente para o re-
ferido alfandegado.
Paco da Intendencia Municipal do Recife, 2 de
Jaaeiro de 1892.
Dr. Manejl Pinto Dmaso,
PresideLte.
Francisco Faustino de Brits.
Dr. Juo Carlos Balthasar da Silva.
Dr. Augusto da Costa Gomes.
Jlo Walfrelo de Medeiros.
Francisco Gurgel do Amaral.
Albino Jos da Silva.
Jos Xavier G de B. Campello.
Antonio Machado Gjrxe3 da Silva.
O secretario, I
Joaquim Je.- Ferreira da Roch? '
Thesouraria e Fazenda do
Estado de Pernambuco
Nuballlutoao de nota*
De ordem do Sr. Dr. inspector, faco publico,
em vista do telegramma do inspector da Caixa
de Amortisacio, de hontem, que foi prorogatfo
at 31 de Marco prximo futura, o praso para a
substituico das notas do governo, emittilai
pelo Banco, depois de modificadas.
Thesouraria de Fazenda do Estado de Per-
nambuco, 29 de Desembro de 1891.
O secretario,
Jos Gomes da Silva
-
Pagamento de impestos de dci-
ma e id-\.
Pela 1" seceo da Recebedoria do Estado m
faz sciente, aos Srs. 'ootnbuintes dos impostos
da decima urbana e 25 t. obre os bens de -jis
pertencente as corporacoes de mao mora ase
no sabbado 9 do corrate fiada, definitivamente
o praso de 30 dias atis que loe foi concedida
para pagr.rem seas debites nes'.a sec^ao inde-
pendente de multa.
Ia seccn da Recebedoria rio Estado de Per-
nambuco 4 de Janeiro de 1892.
O ebefe,
______________Horacio Peregrino.
a Secretarla da lana Ca* Se !
wrlrurdUalutam ae u '(lalti
predio1
Roa do Encantamento loja 2.11 WJW
Ra do Vigario n. 27 1* andar 15*01
Roa do Amorim, armazem n. 26 lOSOSt
dem idem c. 64 ;> OOO
Ra do Bu-pos n. 19 '! 00
Di?l da Palman. 34 50/00
Companhia Pernambucana
de Navegacao
Ccnvida-se aos possuidores de obriga;6e: pre-
ferenciaes a virem receber os jaros de seas l-
talos, rio e?cripu.rio desta Companhia da- 10 ho-
ras da manh as 3 da tarde, deveodo apres?ntar
seas ltalos alim de que os respectivos capos
.sejam destacados nesie escriptorio. conforme as
caselas di emissao.
' Recife. 31 de Dezembro de 1891.
A. Myses de Carvalho.
Gerente.___________
Sj la Casa da Misericordia k
Recife
O- prenles des menores Airea, fllbs de
Theodoro Jecistho do? Santos e Joacna Meres-
eisaa de Jan* ; de Adelaide, fi'ba de lfaao*l
Joaquim Gomes e de A telina Palaeira deseca
Gomes, devem vir procnrsr s necessaria cr,
para que possam e#sas menores ser reertidia
00 coltegio das orpb&s.
Socretaria da Sunta Casa da Miseccrslia se
Recife. 28 de Dezembro de 181.
O escrirao,
Pedro Rodrigues de Soasa.
T

**



fmMM
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-, MBBM *.. -v

vf*?

v
>

8
*
Diario de Pernambuco Quarta-feira 6 de Janeiro de 1892
Recife Drainage
A companhia fax publico para conbecim9nto
dos interessadoe,. que coltocou no mes de De-
zembro proxiu.0 nado, os apparelhos abaixo
declarados:
Roa do Bom Jeeus n. 62, apparelbo n. 3,101,
loja.
dem dem a. 6i, apparelho n. 8.10J, loja.
Santo \DtOQio
Roa do Ccronel Suassnna n. 31, apparelho n.
5,768, casa terrea.
8. Jos
Ra Loil de Mendonca n. 40, apparelho n.
5,767, casa terrea.
Bea-Vista
Rna da Imperatrii d. 77, apparelho n. 11,014,
primeiro andar.
Ra Gervasio Pires n. 56, apparelho n. 11,025,
primeiro andar. .
dem idem idem, apparelbo n. 11026, dem.
Recife, 3 de Janeiro de 1892.
J F. Mackictosb,
Gerente.__________
Costuras do Arsenal
de Guerra
As costureiras de ns. 771 a8C0 devem compa-
recer amanba 7 do correte mez.
Companhia Trilhbs
Urbans do Recife a
Olinda e Beberibe.
34 DIVIDENDO
De accordo com a resolugao tomada por occa-
silo da distribuigo do 33.- dividendo far -se-ha
nos dias 7, 8 e 9 do corrente o pagamento do
34.' dividendo a razao de 6 */, e igualmente dos
juros ,das acjes preferenciaes e debenturet, no
escnp'.uno da Companhia e das 10 horas ao meio
dia ; e depois destes dias as tercas e sabbados
que. forem das uteis.
Eicnp'.orio do gerente. 2 de Janeiro de 1892.
. Pereira Simoes.
Companhia Recifense
de Panificacao
Esta empreza, tendo recebido parte de seus
apparelhos que principiar brevemente a func-
ciooar. e feito acquisicao de 16 padarias torna-se
iusofnciente s suas operares o capital realisa-
do, como ser delalbadamente demonstrado no
prximo relatorio; por isso, sao convidados os
Srs. accionistas a entrar mais com 10*(. sobre o
valor de suas acces no prazo de 30 dias da pre-
sente daa. e ouiros 10 |0 30 dias depois.
Recife, 31 de Dezembro de 1891.
O secretario,
Joaquim M. G, Rosa?.
MARTIMO!
Companhia PereambDcaM de I
veio
Esta companhia mantem as seguintes linhai
regulares de navegajo:
*or. tocando nos portos da Parahyba, Natal
k_ .lo, Mossur, Aracaty e Fortaleza, partindc
de3te porto um paquete a li e 26 de cada mez
Sul, com escala pelos portes de Macei, Pene
do, Aracaj, Estancia e Rabia, sainado dest
porto a li e 29 de cada mez.
Fernando de Norenlta, partida no meiado di
mez.
Rie Formoso e Tatnandar, sahida a 28.
Rto de Janeiro, (directamenie) parte o paquete
de 25 a 30 do mez.
Rio Grande do Sul, (viagem directa) sabe di
15 a 20 de mez.
Tdos os paquetes sao novos, tem excellente
tccommodacOes para passageiros e para carga
d os precos sao muito reduzidos.
Os passager03 encontram, apar do bom tra
lamento, todo o conforto desejavel a bordo
nm paquete.
Os paquetes que azein as viageas ao Rio <
Janeiro, alm de terem tudo o que se enecntn
nos paquetes modernos, accresce que faz a via
gem em quatre dias e o preco de passageni
da 1.* classe 60*000.
O paquete empregado na viagem para o R
Grande do Sul e smente para carga, e tem i
calado adequado a entrar r,o porto daquello Ei
tado em qualquer occasic.
Recebe se engajamento de carga por quanti
dae lixa para todas aa viagens.
Outroaim, a companhia expedir paquetes ez
uordinarioe desde que baja carga para o enga
ment completo de um paquete.
Bscri orio. da Companhia Pernambncan
n ..
CHARGERS REUNS
Companbia Francesa
DE
IfSVMafSo vapor
Licha quinzenal entre o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos.
O vapor Parahyba
Commandante Voisin
E' esperado da
Europa at o dia
3 de Janeiro e
seguir depois
da necessaria de
mo:a para
Bahia. Rio de Janeiro e Mantos
Boga-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta liaba, qaeram apresentar dentro
ae 6 das, a contar do da descarga das alvareu-
gas quaiquer reclamajo conceroente a volumes
que porveatura tenham seguido para os portos
do sol, aQm de se poderem dar a teoipo as pro-
videncias necessanas.
Expirado o referido prazo a companhia nao
je respocsabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas passageiroe,
para os quaes tem excedentes accommodacOe?
a tratar com o
AGENTE
Auguste Labille
9-RUA DO COMMERCIO-9
Lloyd Brasileiro
NeccSo de naTcgaco
DA
EIPREZA DE OBRAS PUBLICAS NO
BRAZIL
LINHA DO NOBTB
PORTOS DO SUL
O vapor
S. Salvador
Cosunandante o Io tenente Ouilbermc
Waddington
E' esperado dos
por los do sul al
o dia 8 de Ja
ineiro e seguin-
do depoit da de-
mora do costume para
Parahyba, Natal, Cear,
AmarracSo, Ma
ranh-o, Para, Obidoe e Mano
As encommendas serao recebidas at 1 hora
da tarde de da da sabida, no trapiche Barbosa
no laruo do Corpo 8anto n 11.
Para passagens, frete* e encommeadas tnta-
com os AGENTES,
IS'ta? :
PORTOS DO NORTE
O paquete Manos
Commandante F. A. de Almeida
E" esperado dos portos ao nir
te at o dia I de Janeiro se-
guindo depois da demora do
stume para
Macei, Babia, Victoria e Rio de tFa-
neiro
Recebe carga a baldear no Rio de Janeiro
jara Santos, Canana, Iguape, Paranagu, An
'.o una. S. Francisco, Itajahj, Santa Cathar. na
Rio Grande, Pelotas e Porto Alegre.
As encommendas sero recebidas at 1 har
la tarde do dia da sabida, no trapiche Barbist
10 largo do Corpo Santo n. 11.
Aos Srs. car regadores pedimos a sua atten t
para a clausula 10* dos conhecimeatos, que
No caso de naver alguma reclamarn contra a
:ompanhia, por avaria ou perda, de ve ser fciU
jor escripto ao agente respectivo do porto d>
descarga, dentro de tres dias depois de finili-
iida.
Nao procedendo esta formalidade a companhia
3ca isenta de toda a responsabilidade.
Para passagens, fretes e encommendas ira
ta-88 com os ___
AGENTES
Pereira Carneiro& C.
6= Ra do Com*iercioiG
1 andar
Boyal Mail Stoi UM Coi-
m
O vapor Tamar
E' esperado dos portos do sul
ate o dia da Janeiro de 1892
seguindo depois danecessina
__demora para
Lisboa, Vigo e Santhampton
Para carga, passagens, encommendas o di
heiro frete : trata-se com os AGENTES.
O vapor Trent
E esperado da Europa at e
dia 16 de Janeiro seguindo
depois da demora necessaria
Recebe carga, encommendas, passagens e di
aheiro frete at as 2 horas da tarde do dia da
partida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Companhia Pemambueana
n. 12
Companhia Nacional de Salinas do
Mossor-Asso*
O vapor Ass
E' esperado do
porto do Rio de
Janeiro at o dia
I de Dezembro
demora iodispeosavel, di-
e dinheire a irete
seguindo depois da
rectamente ae Rio.
Para carga, encommendas
trata se com o
AGENTE
loo liarla de Albuquerqne
Ollvelra
Ba do Commercio n. 14
! andar
.E1L0ES
Leilo
de 40 caisas com batatas, 9 garrafas com bitter,
8 garrafas com vinho Bordeaux, 7 garrafas com
lic: Malhkof, 81/2 ditas com licor de Agrio, 7
ditas com korsb, li garrafas com licor sortido,
canastras com albos e fardos com (olhas de
leuro.
Quinta-feira, 7 do correlo
A's li horas
No armazem da ra do Marques de Olinda
n. 48
Por interven AYISOS DIVERSOS
Alaga se o terceiro andar do predio n. l
ra do Vgario, com bons commodos, agua e
gai ; a tratar na ra da Cruz n. 1 (Recife) pa-
vimento terreo.
Precisase de um bom cosiobeiro ou coei-
nneira ; a tratar na ra Mrquez de Olinda nu
mero 33.
Precisa-se de urna criada para copeira e
mals servico de urna casa de familia ; a tratar
na ra da Soledade o. 82.
Vende-se urna taverna sita a estrada Luiz
do Reg n. 19, e est bem afreguezada : a tra-
tar na mesma casa.
Precisa se de om menino de 12 a 14 annos
que tenba pratlca da molbado e d conbeci-
ment.
Ra Velba n. 77.
Precisa-se com urgencia de urna ama para
o servico de urna pequea fanilia : na ra do
Colovello n. 81, paga-se bem.
Cusmao
Leio
oara
Baha, Rio de Janeiro, Sanias,
Montevideo e Buenos Ayres
ReducgSo d pauagm
Ida Ida i tolh
k' Lisboa Uclasse 20 30
a' Southampton classe i 28 i 41
Camarotes reservados para os passageire* de
Pernambuco.
Para passagens, fretes. encommendas, trata-f-
son i
AGENTES
4morimIrmos & C.
N.3P,as do Bon JerasN. 3
De 1 terreno na roa denominada Joao Ramos
na f'eguezia da Graca, com 32 palmos de frente
le 200 ae fundo, limitando ao norte com os ierre-
nos de Severiao de tal, ao sul com os de Agostl-
nho Jo3 de Sant'Aona, e aos fundos com os de
i Frederico Uacoel, pertencente dito terreno ao
i espolio do bol,ciro Braziliano de tal.
Sexta-feira, 8 de Janeiro de 1892
A'S 11 HORAS
No armazem da ra do Marque? de Olinda
n. 48
O agente Cusmao autonsado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito de ausente e a re
que.rimento do Dr. curador geral de ausentes.
tara leilo com assistencia ao mesmo juiz do
terreno cima mencionado.
Boa acquisi(aO
Vende-se ou permutase em qualquer lugar
dos suburbios da capital, urna casa grande, pro-
pria para familia crescila, e juntamente urna
outra contigua, propria para qualquer estabele-
cimento, e urna mais distante lambem propria
para familia, sendo esta menor; sao ditas casas
no lugar denominado Barreiras do Caxang,
freguezla da Varzea, a tratar na mesma com D
Joaquina Marques la Cunba. |
Saceos de estopa vasios
Vendem proprios cara assucar, feija?, milh?,
efarinha os Srs. Costa Lima C, ra do Amo
rim n. 37.
Yende-se
O estabalecimento de molhados sito em San-
t'Auna, junto a estacSo, tem poneos fundos, e
proprio para principiante ; a tratar no pateo do
Paraizo n. 16. com Francisco Ferreira & C.
Gaf do Estado
Compra qualquer por^ao
A
Companhia Industrial e Com-
mercio de Estiva
r
a
Macei, Vil a-Nova, Penedo, Araca-
j, Estancia e Bahia
O VAPOR
Mrquez de Caxias
Commandante Feitas
E' esperado dos portos cima
at odia I* de Janeiro re-
gressando para os mesmo i de
,pois da demora do costume.
f xrd. carga, passagens, encommendas e dinbti-
fi a frete trata-se com o
Pedro Osorio de Cerqueira
17Ra do Vi gario17
1' andar
Paic Stffl Migatioi ti-
STRAITSOFMAGELLAN LIN.S
O paquete Britania
Espera-se da Europ no
dia 13 de Janeiro e se
guir depois da demera d<
costume para Valparaisc
com escala por
Bahia. Rio de Jameiro e Montevideo
Para carga, passageiros, encommendas e di
ineiro a freie: trata-se com os
AGENTES
Wiison, Sons & C, Limited
10RA DO COMMERCIO10
Mia Pfimamucana de I-
Viagem directa janlos
O paquete Beberibe
Commandante Io tenente Fabio Rio
eguir pa-a es
rtos cima in-
cados n) dia
do corrente s
horas da tarde.
Recebe carga, encommendas passagens, e di-
oheiros a frete at s 2 horas da tarde do ca da
partida.
ESCRIPTORIO
Ao cae* da Companhia Pemambucc.na
n. 12
United Stares and Brazil
M. S. S. C.
O vapor AUianca
E' esperado dos poros do
sul at o dia s de Jmeiro
seguindo depois da demo-
ra indispensavel para o
Para, Barbadas, *. Thomaz e
\ewlork
Para carga, passagens, encommendas e ds-
aheiro a frete : trata-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8Rita do Conimercio8
Io andar
Leilo
De movis, espelho, quadros, lougas, vi-
dros, treai de cosinha e plantas.
Sexta-feira, 8 do corrente
A's 11 1|2 horas
Ni rasa sita a ra da Conceicao n. 18.
CONSTANDO :
De 1 roobitia de junco tornado <*or de noguei-
r cem 12 cadeirss de guarnicslo, 2 ditas de ba-
lance, 1 sof, 2 consolos com pedra, 1 jardineira
de Jacaranda com pedra, 1 espelho com moldura
doura/ na, 8 jarros, 2 castigues coai lanternas 1 tapete,
4 capachos de palba, 1 candlelru de suspensao
diversos enfeites, 1 cama para casal, 1 importan-
te guarda vestido, 2 cabiue3 1 lavatorio, 1 jarro
e bacia de porcelana, 1 cabide de columna, 1
mesa para juntar, 2 aparadores com gaveta, 1
dito torneado, 1 candiei.o de suspensao. 6 ca
deiras, 4 quadros, 1 relogio le partde. l lavafo
rio de amarello C3m Dada, 2 escarradeiras. lou
cas para almogo e janta-, copos, clices, talbe-
res, bacas, garrafoes, ferramenta para ardim,
trem de coiioha. palmiras crotoos, bigooias e
muitos outros objeclos de casa de familia.
O agente Gusmo, autorisado por urna familia
que teiira-8e para a Europa far leilo dos obje-
clos cima descriptos.
4. leilo
Do sobrado de i andares e aotao da ra
do Torres n. 14 e 2 terrenos de mari-
nha, sendo :
Um terreno de marinha n. 236 B, com frente
para a ma Imperial na estrada do ttatadouro,
rom 153 palmos de frente.
Um dito dito o. 236 D, na estrada do Matadou-
ro, com frente para a estrada de ferro, com 90
palmos de frente.
O sobrado de 4 andares e sotao, sob o n. 14
ra do Torres ua freguezia do Recife.
Sexta-feira, 8 do corrente
Ao meio dia
No armazem da ra Ib de Novembro, antiga
do Imperador
O agente Martias, fara leilo por mandado do
Exm. Sr. D-. juiz de orpbos em sua presenga
do preflii e terrenos cima descriptos. perten-
centee ao esoolio de Viscondedo Hom Cooselho.
Leilo
de um sof, 2 censlos, 6 cadeiras de junco, 1
mesa com 2 gavetas e 1 espreguicadeira.
Urna cama franceza, 1 marquezo, 1 lavatorio,
6 cadeiras, 3 cabides e urna mesa.
Urna mesa para jamar, 1 apparador, 1 relogio, 2
transparentes, 1 taboa de engommare maisobje
ctos de casa de familia.
Sextafeir, 8 do corrente
A's 11 horaa
No 2.- andar do sobrada da traveosa da ra
das Crusea n. 10
D. Amelia Accioly Wanderley retirando-separa
o centro da cidade faz leilo pelo agente Pinto
des movis existentes na casa em que residi na
travessa das Cruzees n. 10.
diurna Pniica io m-
PORTOS DO NORTE
Cear, Camossim e Para
O paquete Goyanna
Commandante Pinto
Segu no dia do cor-
rente s 4 horas da tarde
para os portos cima indi-
cados.
JLeilo
Agente 5ilveira
Da armacjlo e utensilios da padaria sita
ra Imperial n. 147
Sabbado, 9 do corrente
A' 11 horas
O agente Silveira, por mandado do juiz de paz
da freguezia de S. Jos, a requerimento de An-
tonio Domingues Marques Romao. levar a leilo
a armacio e utensilios cima declarados, penho
rados a Manotl Gomes de Fanas, em um ou mais
lotes.___________ ___________^___^_
Agente tepple
3 e ultimo leilo
De todas as obras e bemfeitorias do enge-
nho Veneza na freguezia da Luz, co-
marca de S. LoureoQO.
Qaarta feira, iitdo corrate
A's 11 horas
No edificio da Intendencia Municipal do
S. Lourecgo da Malta
O preposto do agenta Siepple, por mandado e
aisistencK do Exm. Sr. Dr. juiz de direito do
cummercio desta comarca, a requerimento do
om ADbade do Mosteiro de S. Bcn'.o de Olinda
levar a leilo, tolas as obras e bemfeitorias
existentes no engenbo .cima, mais 40 casas de
lavradores, ditas de vlvenda, dita de purgar, e
de farinha, vapjr distilaco emais uteneilioi do
engenbo para pagamento da execuco que con-
t a Antonio Francisco da Costa e sua mulber
move o referido mostiro.
Os Srs. pretendentes desde a podero ir exa-
minar as dita obras e bem.eorias.e alguma ex-
plicico o meamo preposto dar no seu escri-
ptorio na ra do Imperador n. 39.
Joann B. Vroa los toa
Agosilobo Jos do* Sanios Jnior, Agoetinho
Jos dos Santos. Joo Luiz Bela e sua esposa
Alexandrina C. Beda. Mi'.uel dos Santos, Caro-
lina dos Sanios, Smu'j Beda, Alfonso Heda,
Joaquim Beda, Jos B-..a, Generosa Btda e Anto-
nia Beda, esposo, eogrn. pai. mi, irmose cu-
nhadds de JOANNA B. BEDA DOS SANTOS, fal-
lecida no dia S do crreme, agradecem do fundo
d'alma a todas as pesseas qae acoaipanharam-
n'a ultima morada ; e de novo as coovidam e
aos seus parentes e amigos para assistirem
miesa que, pelo repou?o eterno da mesma finada,
mandara celebrar na igreja de Santa Theresa, s
8 horas d maob de 8 do corrente, apresentando
desde j os seu-i agradec melos a aquelles que
se di?oarem comparprur.
f
Caixeiro
Com bastante nxaca de realho precisa s- de
dous caixeiros na roa Mrquez do Heral n 29,
e paga se bem. condecida sua apudo .
Egommaceia
Precifa-8e de urna engommadeira ; na ru 4o
Hospicio p. i. _______________
Criado
Precisa se de am criado ; do largo da I taha
n. 33, hotel.
Vende-se
Um boi proprio para carro de quatro rodas om
para carroca, por preco commodo ; e alnga ae
urna cotheira para Lois, por preco razoavel: a
tratar em Santo Amaro das Salinas, estrada de
Limoeiro, taverna D.6-B.__________________
Frecisa-se
De urna ama. no pateo do Paraizo n. 20, loja.
Cosinheira
Veneate Mauoel Antonio Viesa*
lualor
A confraria de N.issa Senhora do Rosario da
freguezia de Sanio Antonio convida a todo3 ami-
gos e parentes do prestimoso irmo bemfeilor
Mdooel An'roio Viegas Jnior, para assistirem a
missa do 3U dia de seu nassameuto que tem de
mandar celebrar no dia 7 do corrente, pelas 7
1/2 horas da manh, em sua igreja.
O secreiario,
_______________M^y e> dp S dsta.
Moedas
Compra-se de qualquer
paiz, moedas de ouro ou
de prata, paga-se por mais
do que em outra parte,
na ra do Livramento n
10, loja de calcado.
Compra se tainbem ouro
e prata velha.
Criado
Ni roa de S. Joo, fabrica, precisa-se de um
criado que <*& Mador de soa con lucia.
Criado e cosinheiro
Precisa se de um criado fiel e um coBinheiro
rfeeito ; na ra do Payeanc n. 19.
Criado
Precisa se de um criado para piuco servico :
na ra do Alecrim n. 11.___________________
Moedas de praia
de todas as qoalidade3, antigs e modernas, de
2(00, 1*000 e 500 .-s., sssim como toda a es-
pecie de moedas etrangeiras de ouro e prata,
paga se bom pr. Compra se tambem ouro e
prata velha ; na relojoaria David, ra do Cabu-
g n. 14______________________________
Papel-forro
Grande remessa, infinitamente vanada, em
:ores e desenhos. Os precos ? basta dar a se
quinte idea : de 340 a 1*000 a peca : na casa
especialista deste genero, ra da Madre de
Oeus n. 30 (Becife).
J. T. Carreiro.
Feitor
Precisa se de um feitor; a tratar na ra
Paysandn n. 19.
Patacoes
Compra-se de todas as naces ; na ra doCa-
bug n. 9. loja de Augusto do Reg.
i. Mara do Llvran nio ilota
e Silva
A Viscondessa do Livramento, ocommendador
Albino Jos da Silva, D. Joao na Joo Momra de Araujo Livrameato. Dr. Jos
Marcelino Rosa e Silva mandam celebrar mis
.=as no dia 8 do corrente, pelas 8 horas da ma
nha, no convento do Carmo. p?r alma de D.Ma-
na do Livramento Rosa e Silva, sua sempre cho
rada tilba, cunhada, ora e irmS, sendo gratos
aos oiip vimnarpi'prpro
Na ra 15 de Novembro (antiga Imperador) a.
17, 2- andar, precisa e de orna cosinheira e
pagase bem agradando. %
Vende-?e
o estabelecimenio de molhados, silo eitrtda
'o Mooteiro n. t" : tratar no mesmo.
Gaixeiro
Precisa-se de um tenha pratica de laverna. na
ra Imperial o. 59.
rofessor publico
Joo Ferreira Vilella de Araajo, pede k a
este seibor ofavr de vir roa do Coronel
Sua?euna n. 218 cumprir a sua palavra. que j
faltn a ella rioze vpzp?. _____^_
Caixeiro
Precisa se de om caixeiro com bastante ara-
tica de seceos e imlnado.--, qne d garaona de
sua conducta ; a tratar na ra do Queimado ca-
mero 56.
Balan^os
Hara dan Doren d Araujo Biie
Silva
Francisco Augusto d; Araujo e FeMsmina Ale-
xandrina Gjmes dp Araujo, tio e padrinho da
fallecida Maria daa Dores de Araujo Rosa e Silva
mandam celebrar, no dia 8 do corrente, pelas
7 horas di manh, mis?as na matriz de S. Pedro
Martyr, em Olinda, pelo descaoco eterno da mes-
ma, e convidara aos prenles e pessoas de sua
aroifartp nara a=iptirprn a patp ac de religiio.
Amas
Patacoes
Brasileros
Marcados 24000 no centro, compra se por
maior preco do queem outra qualquer parte: no
armazem a ra do Commercio n. 4.
Movis austracos
Acaba de chegar um sortimento completo de
movis austracos que se vendem vootade dos compradores, por
precos muito reduzidos para liquidacio no pre-
sente mez.
A' ra Mrquez de Olinda n. 31, casa impor-
tadora de A. D. Carneiro Vraona.
Taverna
Vende-se urna taverna muito bem afreguesa-
da, em um dos melbores pontos commerciaes
desta ci-lade. propria para priocipiaoie. por ser
de pouco capital; a tratar na ra do Rangel nu-
mero 73.
Precisa se para cosinha
e para outros servidos de
casa de fam lia, na ra do
Pires n. 28 a tratar de 4
horas da tar; e em dian!e.
A. T. Nogueira, com pratica de escriptu'aro
mercantil por partidas dobradas, encarrezi-te
de procede-a balances em casas cobmer iaea,
organisar es:nptas, formular contratos sociaes
eexlrahir contas cerrentes simples e c:m juros
recprocos, tanto nena capital como em qoaiquer
localidade do interior, prxima a va frrea, se-
deado ser procurado na ra do Qae e Vidal deNeg-eiros n. 147.________________
Muita attenejao
Precisa se de ccsture:ra3 no becco dos Fcrrei-
ros n.6.
Cosinheira
Preclsa-se de urna boa cosinheira para casa
de pequea familia, que durma em casa dos
patroes, na ra de Ferniodes Vieira n. 29.____
Furto
Amas $ criado
No Espinheiro, ra de
Santo Elias n. 10, precisa-se
de um criado, de urna criada
e de urna cosinheira ; dando
attestado de co ducta.
Ama
Precisase de urna ama qi:e saioa cosinbar,
faca compras e durma onde servir; na ra Ba-
ro da Victoria n. 13, 2- andar.
Ama
Precisa-se de urna que seja boa cosinheira, na
ra do Baio de S. Borja n. 33.
Ama e criado
No becco dos Ferreiros n. 6 precisa-se de om
criado e de urna ama cosinheira que tenbam boa
conduela.
Ama
Precisa-se de duis amas, urna para cosinha e
outra para sala : a tratar na roa Barao ua Victo
ra o. 54, ua antiga agencia de movis.
Ama
Pre:i.-a se de urna ana para cosinhar e mais
servico de casa de familia ; a tratar na ra do
Hos -icio n. 39.
Ama
Precisase de urna ana p;racasa depone
amilia ; na ra Augusta n.182
Ama
Cosinheira
Prec.sa se de urna ama que cosiohe bem, para
casa de familia no Mooteiro ; a tratar na ra do
CaDugi n. 14, primeiro andar, de meij dia at 2
horas.
Aluga-se urca casa ter-
rea com sirio em Jaboatao,
com banho do rio, reedi-
ficada pintada de novo,
com commo los para gran-
de familia, para pascar a
esta ou por anno.
A tratar na ra do Com-
mercio n. 14, escri ptorio.
Aluga-se
O primeiro andar ca ra Coronel Suassuoa n
278 com commodos para familia, agua, az e
drainage a t atar na roa Barao da Victoria n.
30, loja.
Prf ciea-se de urna para casa de bomem soltei
ro, na ra ae Fernanaes Vieira n. 20, prefere-
se de idade
Ama
Precisa se de urna ama para tratar de um me-
nino de tres annos e fazer mais algum servico
de casa ; na ruilauerial n. 19,1- andar, vivei-
ro do Muniz.
Furtaram da casa em que e9t residindo Dio
go l'aptista Fenaodes. no lugar Espinbeiro, rsa
Nones Macnado. um relogio descoberto. de ouro,
remontoir, com a caixa lavrada; e man ama ar-
gola de prata, com a Arma do mesmo e 4 chaves.
Rogase a pessoa a quem fflr offerecido dito
relomo. ou que ajlle possa dar noticia, entender
se com o mesmo.Diogo, em sua residencia, om
em seo escriptorio ra do Duqoe de Caxias a.
51 Io andar, que sera recompensada.
Ao commercio
Os abaixo assignados, tendo vendido osea
estaheleci renlo de mol, a los a roa dos Ccelhoi
n. 26, declaran qoe nada devem ne?la praca ci
fra delia ; se porm alguem se jclgar credor
qoeira apresentar suas contas para serem pafas
na ra de S. G ccalo n. 19
Becife, 5 de Janeiro de 1892.
Julio Costa & C. _____
A ende-se
Urna excellen'.e propriedade com boa casa de
morada e bom sitio, em um dos melbores arra-
baldes da cidade : a tratar com oGosmao, agen-
te de Wiloes.
31III1IIII11IIIIIIIUHC
= LUZ
DIAMANTE,
LONGMAN & MARTNEZ,
21 NEW YORK.
tm Livre ae Explosao, Fianaca e Mi Chairo
A venda em todos os
_ armazems de seceos e molhados.
Tj filil II Bill IIIIIIIIII|
Liquidado
?ado
Precisa se de urna ama que cosinhe e engom-
me, paga-se 20^000, para ir para o Esudo do
Espirito Santo, paganaose passugem de ida e
volta ; a tratar na ra do Alecrim n. 22.
Bilh
r
Vende se om noto em perfeilo estado com to-
dos perteDcea, na fabrica Nova Hambugo, rus>
da Florentina o. 20.
Ama
Na rna da Madre de Dos n. 3, hotel, precisa
se de urna ama de ldade, para pouco t aoalbo.
Cavallo roubado
Boobaratu do engeaho Tabocas, fregoesia da
Luz, om cavallo Je estribara, caslanho andrino
cor de raio, grande, cabeca grande, com orna
estrella na testa, ominas grandes mas bem feitas,
om tanto corcunda paia a frente, cabello grosso^
com om I binho do tamaoho de om limSo, de
baixo do queixo ao pe da garganta, com om dos
ps calcado, andador debaixo e galope em cima
da mfio, castrado, foi comprado em Itabaiaoa a 3
meies pouco mais ou meno*. Quem delle souber
noticia exacta poder dirfgir-se ao mesmo enge-
nbo oo amado Bem Je-as n. 4, escriptorio,
que aera generosamente recompecsado.
Officiaes de carpina
Precisa se de ofli;iaes de carpina ; a tratar na
roa do Commercio n. 4, armaiem,
Moedas brasileiras
Compra se de 5;0 rs.. U000, 2JI000 do centre
da moeda ; na ra do Cabug n. 9, loja de Ao
gusto do Bego.
A FLOR DO BOSQUEa roa de L
vramento n. 10, chama a attenclo de sota
fregtezes para oa artigo obaixo descri
toa, ejos sSo nvendidos por precos re
disannos para fechameato de contas.
Grande sortimento de botinas inglt_
ds diversas qualidades a 9^000, lOtOO
11.5000 o par.
Botinas para homens, das melhores f
bricas do Ro, por preces saos coma*
'enca.
Botinas de cordavo, con. salteiras obr
forte e elegante, fabricadas especiaiment*
para as Esmaa. Sras. normalistas.
Sapatos brancos de setim e di raaow
oroprios para aa Exmas. Sras. noivu.
Esplendido sortimento de botas pan
montara, tanto de couro da Knasia pras*
>omo branco.
Chanooa e ta mancos portugueses para
averno.
Botocos e cothurnos proprios para caca
Botinas nacionaes impermeaveis, obr
solida e propria para o invern.
Lindo sortimento de sandalias de toda*
aa qualidades, tanto eatrangeiraa oobm
oacionaes.
Para creancas de ambos os sexos m
sempre neata casa o mais completo a va-
riado sortimento de botinas, cotharaos
focos e sapatos.
A FLOR DO M4H7K
10 RA DO LIVRAMENTO n.
Costa Campos & C.








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m
il
Diario de Pemambuco (uarta-feira 6 de Janeiro de 1892
^\^
Da.A.t>df dPaPJ*
ilUMMO QUYOI

CU siop sulas
e* Licor
TTrTTTHYHTTTTHT?
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Goudron
Ghiyot
o que servio para as experiencias fcilas nos sete grandes hospitaes de Pariz contra as CoitnfipacSen, as
fronchitex,a ist/nna. Catat-rhos dos bronchioB e da bexiga, as Affeocea da pelle e
o eexemo. Por sua composicSo, o Alcatro de Guyot participa (.as prcpriedades da Agua de Vichy, sendo no entonto
nais tnico. a razao porque de urna notavel officacia contra i.s molentla do estomago. Como todos |
sabem, do alcatro medicinal que se tiram os mais cfficazos principios antispticos; eis porque_ durante os fortes |
I calores e quando grassa qualquer epidetia, o Alcatro de Guyot utrui bebida preservativo e hygienica que refresca V
| e purifica o sangue. As Capsulas de Guyot nao sao mais do qus o. Alcatro de Guyot puro, no estado solido.
de esperar que esta preparado seja, em breve, umversalmente adoptada.- Protessor MUS, lite do Btspitil S. Luii, tn Pini.
I^i ffecuee-se. comose-ao'ilsifiriclo. a .jlouer frss-o a Afcatro^guyot (Uco> ou Ciisulas)o"> nao lem o enderefj: 19. ra Jacob. I*arz. |
Licnciidu pela UipectsrU de Evgieae de Imperio d FraiiJ.
QUINA E FERRO
Chlorose, Anemia, Debildade
Cura das Febres
VINH0STIoLPs0SSIAN HE1RY
tocto da Acadtaf di U-dctaa di artl, rote uttlinttco na fscola di ghaimacta
A feliz reunlao, n'este preparado, aos dous tnicos por excellencla, a QW JTA
leo TWMMO, constllue um precioso medicamento contra a Chlorose, V*~re
I palliUaa, Anemia, Florea brtuicn*, ConatituicBea fracaa, eUw
1 PARS, BAIN POURNIER, 43, ra d'Amsterdam.
^L Depositarios em Fernant'tte i PRAW" M. 4a SILVA Cu.
VERDADEIRAS PILULAS do DH BLAI)
Empregam-se com oetlmo cnto na mala ae so anuos pela malor prte des Facasutl-
voa Francezese Estrangelros paj acurada A ABUZA, CBLOBOHE (crea psIIWm.'ei
JForimictio ana tnetiinaa.
A msercao no novo Codea Francei, outroslm o facto da hirer a Junta <2"Hy-lene do z.raxti
verlQcado' a elTicacl d'estas Plalas, autorlaando-les a venda, escusa qualquer eicoauo.
m csKK'ierN uta exigir e iee larattr ntri aircei m ato ilUIi eeae aras.
DESCONFIEM-SB OAS UVIITA^ES
ROTA.- Ai Vardttatru Ulula* do Blaud ato se re/idem eensa sn 17-tsooe s 11! fretco!
de 200 e 100 PiUUt, mu nano por aludo.
PARS, 8, BA PATKNSS. DEPSITOS KM TOPAS AS PiUSCIPAES PEABMACIAS
[ORIA .Br&L DE HYQIBNE DE RIO DB JANEIRO
AperienteW, Bstomachiccm. Purgativos, Depur.troa
C^atraa Palta de appettte, a Obstruceo, a Bnzaqueca, i Vcrtigens
as Confestes, etc. Dote ordinaria: 4, z a 3 grios.
DjjsconQar das aisiUcacJcs. Exigir o rotulo junto impresso em rancez
^fieu a^c* oteSIS^ o Sello da Unlaoos Fabricantes
Em FASO. Pbsrmscis l,bboy. e em todas us j.'Uaru. acias-
Fara a cura efflcaa e prempta das
Molestias provenientes de m
O pureza do Sangue.
E' uma loucnra andar a faze- expe-
riencias coi misturas inferiores com-
postas de dr.. ordinarias ou de plantas
indgenas caja ciflcacla uo fi conflrmada
ola sciendn, oinquauto que a molestia
cada ves val gaubanUo terreno.
Lancem roio, sem demora, de nm re-
medio garantido euja efticacia seja facto
a&elgnalado e Inqoestlonavell
O XTlLlCTO COMPOSTO COXCE>,TRADO
de SALSArAi:i:n.jiA de Ayer 6 conhecido
e recommeudado pelos mdicos roais in-
telligentes dos paizes adiantados, ja
tirante 40 annos,
^Centenas de milhares de doentcs
tm colhklo benertcios do seu emprego e
sao outras tantas testemunbas da sua
cUlcacia positiva e lncomparavcl.
PREPARADO PELO
DR. J. C. AYER & CA.,
Lowell, 3Iass Est.-Unidos.
narosiTo CJtMAX.
DE
GARDOSO f IRMAO
Ra Baro do 1 numpho ns. i 00 a 104 e ra
doVisconde de Itaparica ds. 22
Tem sempre em deposito :
MACHINAS a vapor de 4 a 8 cavallos dos melhores fabricantes.
CALDEIRAS multitubulares para 4, 5, 6 e 8 cavallos.
MOENDAS as mais solidas e melhores do mercado.
TAIXAS de ferr batido cravadas c caldeadas, fundido de todos os tamanhos
q RODAS'AGUA psra cubos de maaeua e todas de ferro.
RODAS DENTADAS de espora e angulares de diversos tamanhos.
CRIVACOES duplas e boceas de fornalhas para assentamentos.
BOMBAS DE REPUCHO sem sola, vlvula de bronae.
CHUMAOEIRAS parafusos e o mais que se opsa desejar para engenhos, estra i
as de ferro e Obras Publicas.
FAZEM E CONCERTAM toda e qualquer pe{a de machinismo tanto de ferr
andido como batido-
EN AKREGAM SE de mandar vir da Europa por encommenda, mediante nmi
oommissSo rasoavel, qualquer machinismo e CONTRACTAM apparelhos para Usi
aas, para fabricar de 100 a 300 sacos de assucar em 24 horas.
Obrigam.se a montagem dos mesmos e responBabilisamMse pelo bom trabalht
ara o que tem am hbil engenhero inglez muito pratico, alm de dos um socie
casa que tambem engenhuire.
Kola-Bh-Natton
Dlf
NA
de Ouro
Sli
RICA Uf CAFBINA, THBOBROU1NA, TANNINO, B MATERIA ENCARNADA BA Ki'U
TOilICOS ESSUCULMEHTE RE8ENER4D0RES
cir A. Vinho Kola-Bh-lVatlon
Extractos fluidos, Pastilhas. Pilulas. Essencia de Kola torrada
Vniema productos experimentados com o malor xito nos hospitaes de Pars, desee 1M i pelos
Doctores Dujardin-BbaumeTZ, HUCHard, DURIAN. HaLLRZ. Monset, etc., na Anemlt, Cblorosl, I
OenvaJesoenctas dmorjn i dimttli. Febres (tJikersMS, leteretltUitH. piMouii niarrnea pertltiaxes,
Srsenteria, DiAbetes, Albuminuria. Pnospnatnrlsw aoesso de trabalbo pbvtlts il litillectoal.
jpa ARMACIA d,> BAUQOEdeFRANCE 21. ru CoqnlUlre, fari,-Emrrlmllni; rRAH-C_ aSnVVAeta.
GRAGEAS
FORTN
INJECGO
Hygienica e PreservaiJora
sem causar
accidente aljum.
de Copahtba, Cubeba
fatanhia e Ferro, Bismutho
Alcatro, Terebenthina, **
As GRAGEAS FORTN, fero as prmeiras queobtiveram a approvai}5oda.4cidcxo
de medicina (1830) e que adoptaram-se nos Hospitaes. Curam aa moleetias secretas,
mais rebeldes aem fatigar os estmagos mais delicados.
A INJECCAO FORTN sempre recommendada como o complemento da msdicae&o.
Depositarios em Pernambuoo FI^A-IT" M. da SILVA t O*'
0a*r%ar%r%ar%r%a*
AOS
C^
Uci:liaa r>'e It&ottrit et Mrf/s SI Imne.le dt trun. _____
APSUUS de SNDALO eiTRIN
Prvparaolo '.Icun sala efuou oancra sa
MOLESTIAS SEORHTA8
to ic a !CfJia* Cxpt-ita itn.'veramltnent* rreommenmacUta reos Mea'.ieam.
XYAS. *.T *: <. em LIVCroOL. BtTAWm. l.Kr.'-HKS *: TJtJSf. em .OII3RB.
SUSPENSORIO MLLERETI
(FUNDA. PARA QUEBRADURA,
EUtico. sem ligaduras, para vartcoceles, bydroceles. etc.
Exij--e o Sikkte doinvenior imprtttotm cada tato-ntorio,
X.E CONIDEC
SUCCESSOR
FabncADie deluDdUi
Rui Etiaana-Murc*!
). em
sHMiBsim*a
SMSWS^kSMSSSlJBSKCeniHBSIMBSB ffl
"BEMBDIOS
LE ROY
Popajre* em FRANCA, n. AMERICA,
HESPANHA.no BRAZU.
onde s&o auor/sarf>s p'i Jjn'.i de Hytene !
*.-,^*> .--,, vi,..
BCedicaco Depurativa e Se- j
constitnlnte dando '
rara S t:..t ir s, | 01 -.o, e |
irar em pouco lena
Bss i
amores,bilis,hum v:-,
::n as
mirifica o sangue c Empede
as reca
t
ara cn;a
De todas affec^oes pulmo-
nares
Hedalha deourc, Pars 18 8
BRANraiTBS, -IYSICASE CATHiRBOS
Capsulas creosotadas do Dr. Fournier
| nicas preparados na exposijo de Paris
; em 18TS. Exija se ao lado a garanta
1 da firmaFournier.
Todos aquelles que soffre:n do peito,
devem experirrenta-as captulas do Dr.
Fournier.
Deposito em Pars, phaimacia de la
Madaieine, ra Chaveau Legarle n. 5.
tam S. Paulo Companhia Pailista impor-
Edora de drogas.
Precisa-se
de uma ama para casa de uma i<6 pes?oa. para
cosinhar, comprar, engommar e iratar da casa ;
na travessa do Queimado a. 7, 2- andar.
PASA LIQIDAB
Charlte verdadeiro, qaa-
lidade superior,
Castores de todas as co-
res com lindos desenhos.
Tapetes com iindissimoi
padroes.
Marroquim branco e de
todas as cores.
Sola especial.
Formas francezas moder-
aas e mais artefactos pars
sapateiros.
Tudo isto se vende por
diminuto preco por ha/er
grande depsito aa loja de
calcados ra do L vra-
oaento n. 10
Costa Campos C.
urgafltesLeRo
IQUIDOS
9
e>| 4 SliOS, a e) v>'-:n Cspccyjmente aas Molestias
Cnroninns.
I
Ss


Extracto concentrado (tos Reme- >
dios lquidos poden
para as pessou i|ae urereua repu-
gnancia para os pujyanles lquidos.
3 i i lnfallivois contra Asthiita, i
tiitnri-ho. tiitit, Khelllinttumo.
Turnaren, lleernn. Perita do i
appetitr,Pebres, Honyestiies, JIo- \
lestitm ilo f'iyatlo, tanpljjeMt,
Yennelhitlea. .tleiiottl'isii, Cl '
NAO SE DEVE ACEITAR-
I qualquer pro iu L)i|iie n;i Pk" COTTIN, genr* lo sr. Le Boy
| Ra do Seine, H\, PARS
DEP08ZTO KM TODAS AB PHAKMAriAR #9
^SLenrope e Pasta
oeSEIVAoePINHEIRO MARTIMO
ieLAOASSE, Fharmaceco imBordeanz
A'rrnait fia Junta di H*)ient do RU-di-Jneiri.
Popular ha 30 anuos, o nico
preparado com a verdadeira
Seiva de Pinheiro, extrahida
pelo vapor d'agua, logo depois
de cortada a arvore. Cura os
defluxos rebeldes, a tosse,
as grippes. cat irrhos, bron-
cbites, molestias da gar-
ganta e rouquidoes.
Km PARS, 8. Ru Vivinos,
BAS principae PhkrTDJkeiAa.
Excellentisstmas Senhoras, Queris
conservar a alvura da entis, o avelu-
dado da pello, evitar aa richai assim
como as Picadas dos Mosquitos ?
EMPREGAI COI TODA SGDRAH5A
o Crome Espumoso
GLYCYA
DE ______
E. RATNAUD
3?erfum.isvt**-Cliy inicio
Este Oestae i superior aoi Cold-
Cream, i Glyoerina liqula e muito
preferivel todos os sabonetes por sua
espuma leitosa que restitue Apelle toda
a sua llexibilidaae.
IllUStrSSimOS SenhOlVS, queris
evitar as affeccSes que podum atacar a
pelle? Aceitai sement para os cjidados
do rosto, para a Barba, o tJretne
eapumogo GLYCYA, fceompa-
ravel pela sua unctuo lidade, de
E. RAYNAUD. perfumista-chyinico.
O Create GJLYCYA comrTa-se
sob todas as temperaturas, nunca fiea
rancoio e nlo perde seu perfume fino e
agrada vel.
LWptnUftralMPARIS. 16,nMr2cMfiijr
Em mtHAieUCO:aTrmmwar.di '
du prinapaes cual
MARAVILHA CURIS
DO CELEBRE
Dr. Humphreys lie Nova Yor,
A Verdadeira Maravha do Scula
APPE0YADA E LICENCIAI'A
pela laspcctorla Ccrai e Hycicuc -Tn
Imperio da Brazii.
A MartivlhaCnrativ f remedioprompM
para a PfisidOrss, UttClUKl '.-
cedura, Cortailuras. ou Laccruco. AJ
CAlaiica WJiKUf. .../. |ar:.r a ulhi-i,':.:
a icliaao, tiro o dcc~aienio, e taz tarar a tettta
como por encanto.
A AlnravlUia Curativo. G aliivfopromptoe
cura rpida }>ara iras, e
iuciniadura o ol,e auperiur ag'aaJquc.-uuiro
remedio.
A Maravilha Curariva Inir^rvcl para
todasaaHen.oriisu^^. v:.a ...*,*::ri/.. >eu-.* .>.
dos Pulmoes.uo K-.tonta^o. ou as Ht p' i -: .
AluiorrelicaEcura fcemiiree nunca f alba.
A Mar-, ilfan i n, c'ivafiumaliivIonromMo
para Ur de lwnu, de "auvito-, Faco. InuUa^JO
ta Face e Sealis.
A Marovillia Carntiva forpo-^n prompto
r j.n-eioso para DEea rlicumatlcas, Aleijuo, Vvr e
Klgldez uas Juntas, ou l-Vrnas.
A ittarnvillin Crj-ali.va o grande remedio
rara Esquinencia, AiiRina. Anij-t-rtala^ iuehaflasou
Inaraniadassempre sefuro, sempre elncaz.
A Maravilha Curativa, de -mito vele*
como lujeeeo para o Catarro, a Leucm-rnea ca ae
Flores Brancas, e outros ccrrlmentos ebllltantes.
A Maravilha Curallvc i lmpnsavol para
miar Cceras. Chacas antigs, Apostemas, fauarl-
cios. Callos, Frlelras, Joauetes e Tumores.
. Maravilha Cnrutiv 6 jemcuo prompte
para Dlarrhea simples, e de Diarrhea chronia.
A Maravilha Cnratlva J excellente as
Fstrelinrlss e i avnllarica. para Torceduras^Dores,
Flsaduras e Esf oladuras, Contusoes, Lac?raoes, te.
i
Especialidades do Dr. EumphreTS.
Bemcdlos Especifico,
Ungento Maravilhoso,
Kcmsdlos Svphilillcos,
Remedio Veterinarios.
O Manual do Dr. Humphreys 144 pecinas sobre ae
Enfermidades e modo de oural-as seta gratis, pedo-
se so seu boticario ou a
Hl'MFBBEYs' MEDICINE CO.,
109 Faltn Mreet, NEW YORK.
Deposito geral na Companhia
do Drogas e Productos chimicot.
Gerente Francisco Manoel da
Silva.
L.lcdr deparallT vegetal iodadt
do medie* lululcila
Este notabilissimo depurante que ve
precedido de tao grande fama infallivel ai
cura de todas as doencas syphL ticas, e
crofuloaas, rheumaticas e de pelle, com
tumores, ulceras, dores rheumaticas, o
teocopas c nevralgicas, blenorragias agD
das e chronicas, cancros syphilitioos, it>
dama9Ses viceraes, d'olhos, ouvidos, gar
yantas, intestinos, etc., e em todas ai
molestias de pelle, simples on diatherica
aasim como na alopecia ou queda do o
bello, e as doencas determinadas por a
turacSo mercurial.
DSo-se gratis folhetos onde se encot
tram numerosas experiencias feitas coa
este especifico nos hospitaes pblicos t
muitos attestados de mdicos e documer
os particulares.
Faa-se descont em casa de
FARIA SOBRINHO d 0.
Ral Mrquez de Olinda i. 1<
Os proprietarios deste bem conhecido eatabelecimento resolveram defiaitiv-
monte .aaer grandes reducc5es de prejos no grande deposito de fasendas de que se
scham supridos e para conseguirem uma liquidasSo completa e tao rpida como
esejam, avUam aos seus numerosos freguezes e as Exmas. Familias afim de rirem
de preferencia aqui suprirem-se, por diminuta quantia, de lindas fazendas
A saber:
Vestidos de cambraia bordados em cartSes. Chapeos de sol e rombrinhas de
seda. Vostirlinhos de cachemira, cambraia e de fustSo, para crianjas.
Merino:, lavradas e lisoa cores lindissimas.
Luras de seda. Lengos de linho em caixinhas. Meiss de cores. Collarinhos.
Punhes. Gravatas e lacos de seda.
Madapollo fino de 131000 por 10J0O0 e de 15000 por 125000.
Dito lavrado americano de 125000, 145000, 1550CO e 165000.
Cachemiras com quadrinhos de seda de 25500 por 15500.
SethiB de cores a 15000. Gorgurira e cretones muito largos a 500 e 6C0.
Voiles de s da de 15500 por 15200 e 15000 reis o covado.
Cambraias de carocinho. Baptistas e brim de linho para vestido.
Setinetas de todas as cores e voile assetinado o que ha de mais chic.
Merino preto de 1560O por 15200 e alpacas de cor de 15000 por 600 e 500.
Pantazia branca rendada por 20.
Chapeos de sol de fina seda cabo de nikel e casto automato por 155000 e
outros de 95000 e 105000. Sombrinhas de eeda 125, 105, 65000, 45500 e 25000.
Carnizas francezas de 708000 a duzia por 45500 e 450C0.
Ditas da floella, cretone e de meia.
Tapetes para sof, de 255000 por 20JKXX).
Ditos mais pequeos.
Grande sortimento de casimiras e cheviotes.
Calcas de casimira de 185000 por 115000; de 1' 5000 por 65000 e 45000,
pechincha.
Cortes finos de casimira dos quaes em 24 horas se faz uma calca por 205000.
Brins e cassinetas para roupas e muitos artigos cuja enumeragSo se tornara
difficil para nos, quanto massnte aos leitores.
Faz-se roupas por medida, pregos commodos.
Nao Be esquecam das nossas
Machinas de costura
que continuamos a vender por prego sem competencia.
Progresso medalhaImperialExpresso e Singen americana.
Se queris comprar em conta neste mez dirigi vos a
10
LIQUIDACO
POR TEMPO DETERMINADO
Tecidos americanos com abatimento
de 50 por cento
A loja das Estrellas tendo comprado diversos fardos de fazendas de proce
dencia americana, com abatimento de precos, vem a presenca das Exmas. Famlia
e de todos os seus freguezes em geral, com os precos de diversos artigos:
A saber:
MadapolSo com quasi um metro de largura a 6500
AlgodSes superiores, com a mesma largura e 75000 e 85000
Cretones americanos a 240 reis o covado.
Voiles de lindissimos desenhos a 160, 200 e 240 reis o covado.
LSs escossezas, bonitos desenhos a 240 e 320 reis o covado.
Faille de linho com um metro de largura, indos desenhos a
covado.
Setim de cores a 800 e 15000 o covado.
Merinos de uma s cor a 320 o covado.
Fich a 400, 500 e 15000.
Pelerinas de 12 a 15500 e 25000.
Brim para roupa de meninos a 240, 320 e 400 reis.
FustSoi de cores a 160 e 200 reis. /
Foile de vichy a 100, 140 e 160 res.
Espartilhos a 45O0O um.
Case miras pretas e de cores a 25000 e 25500.
Casimiras Felipinas duas larguras a 15200, 1 Colchas de fustSo brancas a 25000 e 25500.
Luvas de seda a 15000 o par.
Bramantes com 4 largura 600, 15000 e 15100 o metro.
Seda olindinas a 240 e 320 reis.
Riquissimos cortes de cambraia branca bordados a 15C00 e 15200.
Ditas em pegas a 55C00 e 65000.
Meias de cores sem costuras para senhora a 6f 000 e 75000.
Toalbas felpudas e alcoxoadas a 300 reis uma.
Fronhas ricameute bordadas em cambraia de linho a 165000 o par.
Esguio a 45500 a pega.
Bramante com dez palmos de largura a 2$000 e 25200.
Lengos brancos e com barra de cor a 15200, lf400 e $600.
Cortes de casimira a 35500 e 45000 .
Cachemira preta lavrada com duas larguras a 500 e 600.
Meias de cores para meninos a 1J200 a duzia.
Chapeos de sol de seda para homens e senhoras a lOfOOO.
Brim branco de linho a 11500 o metro.
E muitos outros artigos que se vendem com igual abetimento.
Grande quantidade de re talos de 13, seda, cambraia, chita e oretones.
X^O-TsA. -A.S 3eSTDB.KX,30sA.S
58-Ru* frvqw 4 Caxias~5tt
Telephone n. 210
fe
4
t
0
INOFFENSIVO
O GRANDE
PURIFICADOR

Sm.PlnRILH,
DE
BRISTOL
CURA T ODAS AS IMPUREZAS BO
SANGUE E HUMORES
r
EFFICAZ
^
Tnico Ju-Mutamba
Este tnico, preparado com plantas proprta
dade coohecida pelo so publico, amelik*r
de todas as preparacOes at boje desrorbertsa
para impedir a quedas dos cabellos, desa
as caspas e os conservar no mais famoso i
alm de ser nai magnifico perfume para
toillele.
Encostra ee venda em todas as priteif
pbarmacias e loias de miudezas.
Duzia 10e00 | Vidro ',
D e-pitaflo
Pharmacia Martins, Roa Duque de Caxiai
Pechincha
para festa
Cortes de voile para vestido a Jt00
No armazem e loja das Estrellas, rea DuiM
deCaxias-56 e 38.
Esleirs
Tpeles
Alcatifas
Para noria, piano, sof e forro de tala
Precos sem competencia
Acaba de receber
Loja e armazem das Estrellas, ra Duque de
Caxias56 e 58
Sem competencia em preepf
Mosqneteiros de todos os lmannos, branco
e de cores.
Manequins americanos.
No armazem e leja das Estrenas
Roa Duque de Cazias
56e58
Rojal
fffll
Blend marca VIADO
Este excellente Whisky Escoce pre-
ervel ao cognac ou agurdente de caca*
para ortificar o corpo.
Vende Be a retalho nos melhores
sens de mol hados.
Pede Roya' Blead marca
cujo nome e emblema aio registrados para
todo Brasil.
____________! BRQWNS & C, agtat-
Fabrica de gelo
ignas e limonadas gasosas di
tedas as finalidades
Soda water, gmger, ale, limao, laranja, cara-
cao, abacaxis, granadina, grosellas, ranooisea.
baunilba, hortel-pimenta. etc., etc.
ACAES DO CAPIBARIBE-lt-A
MARAVILHA CURATIVA
do enma
Dr. Humphreys de Nova York.
A Verdadeira Maravilha do Secuto.
APPBOV ADA E LICENCIADA
tla Iaapectsrla Geral ae Rti< Iatiwria do Brazil.
A MaraTlIaa ('stira remnlln prarpss
para as Plssdnrss. jUcaaeadnrM, < nii,-
je,lura*. Corradurms. ou LaceracM. AlilriaadOc
estaiii'i. o sangue. taz parar a uiflamnias*Ao. n laa
a lucba^o. iu*ao como por encanto.
A .Mararilaa t'aratira sIHrlo pmarato
cura ramilla para vuermaduraa. EaraWlartmraa.
(^urlmadura do Sol, eiayuka ai|saliie
remedio.
A Mararilha t'aratira t larpase-rrl para
codas as Hemorrhagiaii. aeja do Xarlx. S laal^ja.
d. Pnimoea. do Eatomairo. oa te Hisi naiOjesoa
Alroorrelmai cura aeaipres asaca falsa.
A Mararilha Cerelltel il loii mam
pora Ur de Den te*, ae Oarktes, da race. BseaaeSs
da Face e Neuralgia.
A Mnrnrha ('uratiTa'nrerarmsressass
e [ireckfco para D'.rw. rheumalicsa. Sletjsn, fjr>#
Rigidez as Juntas ou Pars
A Mn.nniha Caralira i tbb iLie-Ba
para Esqulneni-la. Ar.iclna. Anirmli iaa >arSarta
bnammadassempre seguro, sempre eSSrac
A Mararillia Caratlra de issiSto ralsf
como ln>'d,-ao paraocsiarro. a I -
Flores Brancas.e ootms cojiIbmjh
A Mararillta Caralira *
curar Vleers. Chsgas antUtas,
dea. Cal*a, Frtelraa. Joaneteae
A Mararilha Caratlra*
para Dlarrbes simples, e de Dlarrhea
A Mararilha Caralira *
Estrebartas e t'avanarlcas, para Te
Pisaduras e Eafcladura*. Cootaaoea, Li
Especialidades do Dr. Esxs^stp.
Stemedlos Eapeeiacos.
."ugu.'nto MarartlhaMC*,
Rrsasdiss Sypaiilltlrsas,
RrsaeaW* Teieriaarisa.
O Manual do Dr. HumphreTs 144 paffseesanare as
EnTermldadese moloth:eural-aaae Sagealh, pad
ee ao sea boticario ou a
IH'MPIlKEYf!' HI>:CI!IK CO.
119 Irataaa st^ee^ sew tobsu
NICOS AGENTES
Para rendas en groas* rm i
aaasharo
Faria Sobriiho k L
DR0GA1UA
A' Roa Marque* ds Otenda 1
Luiz Vernet levan
ta emprestmos de
qualquer quantia sob
caucao de ouro, prata
e pedras preciosas e
tambem compra cau-
tellas do Monte de
Soccorro, caucoes do
Banco Popular, joia
e brilhantes.
Pode ser procurado
na sua relojoaria ra
do Baro da Victoria
n. 53, das 8 boras da
manh, as 8 da noute.





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~/
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8
Dov. a P*namhnr AOS FUMANTES
Oeseja^s nao ter azia quan.do fnmaes?
Usae por algum tempo os apreciaveis cigarros denominados MINHA ESPERANZA, qoer picados, quar desfiados.
saboroso fumo desfiodo intitulado Eijgienico Naeional c os cigarros do mcsnvj fumo,
Depois dis c di-nos-hei se foi ou nao til o conselho.
Gumpra notar que os Bngienicos sao fraquinhos e os ESPERANZAS sao fortes.
A fabncc MINHA ESPEKA.,QA situada na ra Laig'. do losario n. 21 .
Usae tamm o aromtico* be
1
Um apreciador.
VENDAS
Constiluigao
DO
Estado d P$raam-
tatt
Veode-se a 400 re**
cada exemplar, no
escriptorio do Dia
rio.
Livros de recibos par
alugu
de casas; vende-se
no escriptorio desfe Diario.
RES
Tendere
ifaf,
muilo barato ; na roa do Atrsritr
CEMCONTOS D
aecao em 9 de Janeiro de 1892
PLANO MAIS IMPORTANTE
I
bilhetes da
I LM
Fit3 lavradaa para faxas n. 80 com ma-,>
da um palmo de largura a 25' 00 re
o metro.
Gregos, galoes, trancelins e regentei
branoos e de cores, para enfeitar ve
tidca e roupa de c.-eanc?, camisaB, to
lettes de senhora.
Collerinhos para homens a 200 res c.
Grande e variado sortimento de caixas ot
musicaa a 20000, 30000 e 50000 reu
cada urna, proprias para presentes.
Espelhcs mgicos a 500 re3 um. Dj.;..
400'jO reis.
Espelhos com tres palmos de altura, con
moldura de dourado fino, oval a 8000'
rea.
dem, idem a 60000 reis.
dem quadrados a 5$500 reis.
Ventarollas de palha branca a lfOOOren
urna.
Leques de papel & 500, 600 e 800 ren
Rendas obicos de cores, branco, de al
godSo e linho de cores e pretos.
Boleas e balaios de palha, para compra
viagens e passeios.
Capss de 12 e cascmira para senhoraa.
Perfumaras, leos, extratos, cosmtico.
dos melhores abricantes.
Ga'.es, palmas e pingectes de vidrilhoi
Btlsinhas para passeio, de chagrn e pe
lucia.
Albuns de pellucia, couro e chagrn.
Vanado sortimento de br'nquedos.
Puleeiras, voltas, escoletas, anneis, e*
deias de plaqu americano.
Caixas de msica para presante a 7$Q0C
8#CC0, 9JO0O c 12$O;;0reis.
Weis, lencos, collarinhos e punhcs par;
Beatona e homens.
Oculos, pincenez, cavalhr.s e caivetes.
Capellaa, veos e ramos para casamentoi
Toacas e enxovaes para baptisados.
Corxeea em fit3 para metros.
I s brancos para roupa de enanca.
NA
FLORIDA
iflo--8i Duque fefeiiifr tt
Ferica $ levas
DE
r JtiJLfJLfth XL> vffv-
R i taria Victoria n. 65
Em 125,000
E:tas loteras e
dias marcados, e que
16,86
*as qu
sao
premios!
extrahidas nos
as da Babia un"
se transferirem
Pagam o dobro por cada bihete ven
Alem dhlo tem depositado no Thesouro do Estado importante
sommaque constitue sua finpa.
[ido
NOVO ESTAB SLEQMEINTG
\J'31
Recebeu um lindo sortimento de
CAPOTAS
ie rendas i cora? e pretas para senhoras.
X_j JciL *&* Ju ti CJ o
de reces e de palta para eeihoras e meninas.
170
de palha e de seda pr.ra crianc^s.
CHFEOS DI FILT)
|oara homens e rapazes, des fabricantes FRANCEZES, INjLEZES E ALLEMAL?
CHAPEOS
3e se3 para homer.3.
GRAVATAS DE SEDA
FORMAS
de palha para chpeos de senhoras e meninas.
DSaNTGDDDa AJO OS
retos e de cores.
Fitas. Gazes, Rendas, Veos, Azas, Passaros.
Pininas, Aigrette? eGrampos
_ara chapees e cutres artigos da fantasa.
Ra do Baro da Victoria n.
M. LICIO MARQUES
Telephone n. 560
DELAFABR1CA
EM
k1rosen a
GRAOS
MU
Unic
inexplosivc
l
es rece Dedo res
A*igDam-se naLIVRARIA BOULITREA
flirt d? Imperador n. 4g, todas ss Revistas
^cientficas e iliterarias, Jomaes de mada e fi-
g-urinos publicados na.fiUf.OPA e no BRAZIL
com diitribuicaono/i da cheg-da de cada
mala;
Precos re&izidos de accordo com o cambio
PAGAMENTOS AMANTADOS
Rea o Imperador m. 46 4 48
BOUTREA
N. B Para nao hayer nerrupco preciso
pagar quanto antes as assignaturas.'
)
PEQUERAS PIIDUS de RlIER
CUBAS DRESdi CABEZA
Fieado entorpecido enra-ee positivamente com estaa
piluas. Ellas *&o um remedio purgativo livrede peri-
go pora o nonieu. iL+\% fraco, tao hzm como bastante
acf \ o para o^homem mala forte, e nao canstipo de-
pola: pela accogeral agrada a todos qae ac usam. S4o
as pUulas eatandartee da profl-o medica don gudos
Unido. Sao aa menores e mala faca a tomar.
asienta em cada frasco. 4
PARA
FIGADO
SABO CURATIYQ de REUTEJFL
" MEDICINAL
Tnmores, cravoe, pelle vennelha, tapn* e oleo!1 mpWMo 00
curado por o mala-grande de todos os aformoaeiaoKB da peile, o
fabao Curativo de Reuter. Produza a pelle formoaa, branca e
clara e raaos brandas ; absolutamente puro, delicadamente medi-
cinado, extremamente lncomparavel como sabo para a pella
bem como do toucador, do banho e do quarto das enancas.
CAUTELA.Nao genuino sem cada envoltorio t* m
marca redtrada do Baxclay&Co., New Tort .
Y PARA 0
TOILETTE
1

tRICOPERO deBARinr
PARA O
CABELLO
Urna preparacao elegante extremamente perfumada,
icmovo t odas as impurezas do crneo, preservativo con-
tra calvicie e cabello cinzei. o; faz o cabeHo crescer es-
pesso. brandoe hermoso. Infalivel pamcararerupefleB,
doen9as da pelle, {.'.""".nas e msculos, e cura rpida-
mente cortaduras, qneimaduras, feridas, torcedor*. Ac '
CAUTELA.-'4-'! Genuino sem cada frasco
ter a marca registraos de uarclay & Co-, Sw York.
A PELLE
ESTABLECIDO EMI80
? lor
9
es.
Foiiici IriDS & G.
So' quem ven
Hubo hoto S8u a na e f 0 rs. o kilo
Largo do Hero b d. )2. Sames F-rr.:-;-.
Libras seriina-
.1-; fie Au-'U?io Reg;:
t ',_ ua qo Cabirt n. 9. !
depositarios destes prodcctos A companhia de Drogas e Po-
culi s ti irr c .
Ra Marqn de Ol'nda ?3.

km h.
epocha actual.
Q
lten^o

Pelo vcprr Irarcna Adour acaha do chegar de Portugal para esto j ber.i
cochteido eRbuiecimp.r.to, novo eortiaientn de vinhos das seguintes c::trcas :
SANTAL. V'RGEM, LAGRIMA DO DORO, MINHO, PASTO ESPECIAL.
[OLABETE PORTGUEZ, MADURO ETC.
PKAASPMMACBS
|
ge
tita: n. 12.
CHEGARAM
os
celebres canarios
bl sl>li:'lfc-**.!j/al
Do Hol-2, AJ eUJaO'i
Pasielsria C. ir.
.u lljC
Loja do Espeiho
Gerard avisa aos
-?; uai-i rxacbio,americana deapiaimu
ii.\ .r- r, npremer fcelas, tt ., oms
Su.-err VJNHO BRANCO DO PORTO, em decimos, sem compe':D?a em :. Uer.t-' c;-ldfa d> co!re
icaiidade.
Dti rnleba
seus rnme-
rosr:Tr-os freguezes, que recebea de Pariz,
aa grande e variado sortimento de pelu-
cas ds primeira qaalidae de chevreauz,
nede castor etc.
Bo
a negocio
Veao'e-?e oa d-se pcoieaade em oca merce3-
ri em um do? melr.ores sodIo3 ca B a-Visia ; a
tratar n ta Mj.rqcez -io Herval n. 15o.
aurauS M FES!'4
Enco-tra-se r- ADEGA PORTGUEZ Aos pnros viohoa do Po i
MONTEIRO c IRMAOS das mrsaa aeguintes REGINA 1820RE 183X4-D
LTJIZ I-DUQUEMOSOATEL-UIA DUAS E TBES COBOAS-prec^ e cua-
lidades incontcsivelmerite sem ccmpeiencia
E/mes Barbosa, Cooper fy Comp
ser no v.cijo, gn'.nCis .stprfllo' a"9fo:-a p;tra
1 o! oo qoal|ner ro.ste.-, t bna fma^S i in-
te qoaotidade r>itjas iog!
oordJ r Bito ontroi obiec'ps, tale r. ntj
va coots ; na rus Luiz do wyb n 'i S-n-e
\u:a o, d .s 8 s 10 turas da riaat rids 4 di-
m mi.
L\qn.::">:i .i us sjgintes argtigos por prego qtieadmira d
Caaacoa brane berdacoa para senhora?. a 2a5O0 e 35 um.
VetfRrios j Jersey e Halha para menBOa e meninas de 65, 75 e 85 um.
Percalas '.irancas psra vestid) a 21C rs.o corado.
Wltons a r-'msgem, lindos desenhs a 240 rs.o covado.
hitas escuras bo'm panno a 2d0 o cavado.
retenos de rrr bo eseolba i 320. 80 e 400 o
Dte a modreos, ultima moda a 320 o c t.:
r^tamine de cor-es tinas de 4C0 e OO o cov do.
La (ie core;, gosto d c:= ;cmira -. 60rl o corado.
rim pardo para restioo a 360 o cov: i
Dito a DtafSo de tustSo p-ra roupa de eriaueaa a
ra do setiDctas lizas ir.-Gce : i de tudas as cures a 5-0 o
istao branco fir.o, a OO o covado.
Linn de cores ltimos desenhos a 640 o covr^do.
Mirir. di cor. liso, la p-r^; a 320 o covado.
Cretona s-i d tod: b ueorea.
'asen-iras pretas dig'-n.'i! fina a 2.40P o covedo.
'Jheviots acal tiro pera costme a 3(5000 o covad<\
!-ins de coree pra roupa de 360 e 500 ^ covado.
Sargeiim de tadaa as c rea.
Bordados e entremeoa baratisaimoe.
I
la.
covado.
f>0 o covad
ovado.

Caj
Planell de corea psn. veaajdo a 440 o eov*do.
A' v de mu toa < utr b artigos em fazendaa que liquidamos por todo e quaiqo-
jre xx.
i&a
M > i barato do qoe em outra quaiquer parte ,
(vadea
VIEIRA ft SILVA
H d- S. Fraocifo d. 26
FOLHSTIH
JULIO MARY
OS DOIS INNOCENTES
SECUNDA PARTE
(Continuaro do n. 3)
VI
PELAS GRANDES ESTRADAS
Fizera-se despedir de toda a parte Dor
C3usa dos tena vsioa e ds seas inetinctoa
precoces de crimiuoso, e quando fora re
mettido para Mettray, era a qaarta vez
que o prenda por furto !
f^lC'hsrlot a8su8fou-8e um pouco ao ouvil-o
costar todos esses factos, ma3 Barouille da
?a-!bes tito pequea importancia, tinha tal
arte de adubar as suas narrativas e com
tarto espirito, que em vez d zangar-se e
desistii desea intimidado que comejava,
Charlot tSo poda deisar de achar-'he gra-
5a e rir se.
D'abi e desde que as suas ms accSes
aziam-r.) rir qoe, sem o sentir, eatava
diaposto a perdoal-ss.
Po'ichinell) esbordoando a polica e at-
randi chafas a autoridado sempro foi a
alegra das criaLcai.
\h
Isso gabolice !
Pde-se experimentar,
rea.
Pos est dito. Acceitas ?
Sim. Avisern elle e na pr.mira re
sasiSo que estivermos liares...
Os colonos dcram-lhi o recala a B-e
de-Lampe. Es e den urna risada. A
principio recusou. Pirm excta'tm o
seu amor proprio. Recusou anda. Era
i pacifico. Mas em um< noite que o* col
Nao tens ma3 nenhuxa bO.i jara nos sahiram com a msica em passeio pea
contar me ? j aldeia, Barouillo cruzou-se com Bec de-
E o outro fontava Ih mais aiguma his- Lampe e deu-!he dous murros em ch-10
toria, pois nunaa apashava o despreva- no rosto. O rapaz catnbateou. Pora 11-ua
nido. : aorte. Outro qualquer teria cabido con <>
A' admhvoao ce Chirlot juntou-se em; choque. E limpancL o sangi:e q k oira
pouco tempouma especie de temor res-, do nariz disse traaquil'ameote
numero de faltas do que as que comniet-
tera, mas descrevias com tanta vene, vi-
vacidade de espirito, sabia tao bem sab.en-
tar as particularidades qua tornavam-ae
i suas.
j A attencao qie prestava-lhe Charlot en-
cbia-o de orgulno. E tomava urna cirta
amisade, tanta quanta era dsso capaj, a
es3e auditor benvolo. Muitas vezos, qcan-
do trabalhavam muito tempo calados, Char-
lot provooave-o a rallar dizeudo:
Mas que difareoca nos sentimeatos q-ie
qnnn qa- o< impedate
peitoso e isso por o casiao de Baronille
mostrar-lhe quanto era robusto.
Como elle um dia iallasse da sua forca,
apalpando os msculos por cima da manga
da camisa, um dos detentos disse-lbe :
Ms8 nao s mais forte que Tourail
Ion, Becdc-Lampe.
Era um coionio que os paij tinbam
mandado para all com a idade de dito
annos e sps duas tentativas de incenc.io.
Havia doze annos que estava na colora.
Muito bem. Barouille, quando qui
zeres eDtou ss ordena
Esperaram quinze dias occas'So tzada
Um dia reuniramae a uns tr^s co oi,i<
em um canto das matas da col >ni. ti'.101
Be de L'-mps luctiva com calmi. N-to
onern mal so adversario.. Tinha confiar-
en na sua snjierioridade plyrc la dar
lile iimi 11 da e mais nada.
Ao ua so qoe o teu coctend^r, forrindo
se t-s da lr'ga, logo qoe sertiu o ro-
busto ap-rtiH dos bracos do ad^rs^ri em
vo!ta da cutara, perd u toau o sargie
fr:o o s'i. rosto cs.ava l.vido. a sua bocea
eotrjaS'ia se e 8*us olho* bnlhav-am orno
Htese ir. dUo br ho_n os de um animal ia
ros.
L-r.'t va por odio, por delicia, por von-
tade de fazer u>xl.
Fi- !"^t a Incti. Per veze3 ellcs c -
i bian rulando um por cima do outro, feper
! t-ndo 8- Otinto se quizessem esm.-.gir osaos,
ai;ff >e. s. e -tcomeijivain.
Ai al, r^uoindo todas 68 suas f- rjas
em uni safo co supremo e no piroxiaito
S<> dez a segralo, e entre elej C : r
lot, e
val do* e3es qua o StgarraiD.
E g.ita para o t- f, Tnribeoj oaerr.m ?...
Um cao de pello raivo avance pira elle,
e livraas ie tod >s cjmo um y.-.- mas .0 caj.ado do pastor, atira-io com naita
e3es que o a*rram. j hariili."ade, bate-!he as pernas o animal
cl.-= -.
Charlot approxima-se tmidamente e
ngulo cuja base era formada pa fl>-es".a;dH cair. Birnu lie metteu os brcoa mb
Era urna especie de coloss), estupido e
icoffensivo, meio idiota, e que estara cie-
Ihor em trjtamento n'um hospcie parti-
cular.
Era c.m effai'.o de urna robustei sor-
prendente, e peios seas msculos, o rei
ccontestado da colonia havia doze annos.
Nao tinha orguin disso e quando al
ludum sua forya limita va se a rir om
Em todas as narrativas do pequeo ga- una c-.erto rueido que aacudia-lha os hem
.-_______1 j:___:j~______ j'.ii- j_ *
taco o papel divertido era o d'elle j o da
justiga era sempre ridiculo.
, E aa suas historias eram sempre reple
taa de ancdotas. A sua memoria tinl a
j grande copia de recordajSjB pesaoaes.
broa.
Por ser muito obediente nunca tirha
merecido castigos.
Bec-de Lampe ? exciamou Barouille ;s
tarando com desprezo.
Sem duvida elleattribuk-ie muito mtior torce om barbante.
do estado.
Descaojavam e os guardia nlo rstavam
presentes.
Bec-de Lampe ergueu-se.
Queres agora ? disse ello a Ba
rouille
Pois sim !
E fica sabeudo, nao te provoqui
mas quando dou s mSis d'r-itf ..
Nao te incommodes.
Tiraram aa blusas e ss c .misas de ma.
Apezsr do fri puaerarc-s- cus va cicu a
para cima.
Bcc-de-Lampe tinha o peito cab?ll.id.>
hombroa e bracoa aalientados por fe;x-e
de msculos.
Barouille era mais elegante e na appa-1
rencia mais franzino.
Assim que ,se atracarm, pr o;pi'ands i
Torjo-3 como se] e um contra o outro, logo v.ti q-ie;
iiram de torca igual. '
qu
iilun, i npossibilitanrii dessa
esto aporti-selhe a otfj
os d
foro) a
ture.
E n-a posi,?o com o q'ieixo na gs;-
Chariot ume.-ro t-do pjr es3e furor,
l^z :
Vr.rrws, Baro-illo, i qTe vncete
es' r.cibi.d ; tu i > re agora, Tourail
ion nao te fez nada. ..
Baron'l'e ;:ca.m>i:-:"- co3 a voz me!g'.
de Cbarlot.
E' xtc'o, te'a rizils, pequeo
Bec-de Lamp 1 v*ut-ui-s1 todj enaac-
guer.tado e t>i Itvar-U r.o Bjuvron. Nao
diz n-dit. mas cs' triste.
A' noite os g. ard^-.s mtrnrogam-ni e todo
a turma que ir. balbava nesae cia no ar-
gc!o do matf .
Kipgoeoj falla. Ningunas secusa.
H'iKU mt'sm'> dia CiJrlot teve um gran-
de coiitar.tmaiito.
0.i C3mp s em que se aehava formul- -
vam 1 l'mte da colonia e do ou'd lad"
de um eatroico losao estendim se as ter
ras Jo urna herale denominada as JI>-
rectas.
Nessaa trra' qoei jad-as pelo invern
I
com o cora-So batendo.
O pator diz Ihe sem zsDgar-3e :
SsBh passando 03 limite?, men ra-
paz... Se um guarda Ihe visse, seria
reprehendido e castigado.
Cbarlot parece n2o cuvir.
Approxima-se mna.
Par diante do pastor, aorrindo, timido,
repetindo :
E' engrasado ? E' eogragado !
E o omi-o admirado da ta attitade, in-
terroga :
E a mim que acha engracado ?
Nao... Mas quena p;dir-!he...
U que ? Fumo ? pr.-hibido, bem
sabe. ..
-- O se.-h ,r desta trra ?
Nao, mas ha muito tempo que man-
daraic-aM para aqu...
E antea cade estava ?
Em Paria. Porque ?
Eu tambe o, diz Chirlo!; eu tam-
bera estiva em Paria...
Nao ha cada de extraordinario, re-
a cidade
*
ganta do ou'ro, a erla o, e*a)aa ibe o*;pattt-w,m va-v-a* e <-a'i.eiro, eonduzdos
OVOS, tro unidos que formavam qiasi que por nro r'po?ol-< nngwi e c mprHu, cuj- t rquio o pastor com pbjlosophia,
um > <>r,llt.. .'aodar ex]iji't> cbiaiu> log a atter.5o de tao grande...
Por riu> e. td-s. .
E H ro lie pft cgo de ra'va B -
r mili- ji nao saba o que faz ; e.->berdj.i,
pisa sioags...
O 6Pg'' q .e corre augmen's-!be a em-
b aya1 z...
D.- ot-h'a que e.t aeiento d^qnea
singue ve;meiho... e q^ie Bisa G- ei.-
ou j..e. t 1 .. Pois agora est lioto tj-
rivso... Dahruff-o eobre Tjur. U,i e
mude o nn o el.'ia co c tanta crueldad
qoe hr'H ie um pad9...
U.lli .djieaie podem subjugal o. .
O individuo ti ha umi p r
com > j ilho metttdo p'irn dentro e quan-
do el'e qi ra &nJ>-r ou c.rrer, era obr -
g*in a U/ir pi.linb s.
Estova iiss.''8 ierr8 e muito
de Charlo".
o que o
a torcida, aenhor faiia em Paria e onde morara ?
Entilo o senhor feiticsiro ?
Roa da Parchemnerie, nlo e ?
Justamente, exciamou o outro
prximo j pefaoto.
Em casa da Berlande...
Uns de* mat.-ca 'p na rg separavam. Sim. aim... Mas quem foi que coa-
Obitri'it ij)pie.- ouado por urna recor- tou-lhe ?...
d'";i> f-.DCari-a o pv*tor.
M-.-u D-m-, -our-uuna, como e. -
grsc;*.d >...
'irniispe o tosso e appr xiaia-se do re-
ba'hu.
( Continuar Mt-Ma)
Typ. do Diario, ra Doqae de Caxias 1.41
I
'


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