Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16771


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Full Text
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4
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M

K-
#
i

ANNO LXV
DOMINGO 3 DE JANEIRO DE 1892
l
NUMERO 2
DE PERNAMBU
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA & FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por tres mezes achantados.
Por tres ditos vencidos.\ .
Por um anno aliantado
dem idem vencido.
6&000
7$000
245000
i>8000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBUCAgES NA FRAN-
gA E INGLATERRA
Os Srs mede, Prince & C, resilentes em Paria34 ru de
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por seis ditos vencidos -
Por um anno adiantado.
dem idem vencido
i3500
15500
27&000
31&000
Ydittagtm
Aos nosaos assignantes que fizeram
parto das duas sociedades de doze buh-
les cada uaa da grande lotjria do Re:;a,
declaramos que apenas um ohrte dos da
rimeira serie feixada no dia 15 do cor
rent-j, -ahio o mesmo dinbeiro, e dous dos
da segunda serie feixada a 23 do correte
tir.i-am tambem o mesmo dinbeiro.
Cabendo urna pequea quantia a cada
uia d^s ass^gnantes na dividi a fazer-se,
entendaos que a bem dos asscciaos de
?imis c)tcprir com os referidos produc-
to quince bilb tes da lotera de lO0;00O(J
qa- devera ser extrabida 9 de Janeiro
prximo, e essim pensando fizemos acqui-
aic,5o d)s seguintes nmeros.
Pertenceutes a 1.a serie, isto s, a o as-
sigiistes que abonaram suas assignaturas
at o da 15 os de ns. 92891, 92992,.
93063, 110534 e 84595.
Per.eccittes a segunda serie, isto os
que abroaran suas assignaturas de 16 a
23 de De;embro os de ns. 18651, 84542,
89693, 122994, 110485, 3046, 106337,
98148, 110.09 e 118780.
As vaatagens para os subscriptores se-
rlo na ecntcrmidade dos da grande lote-
ria
TEL
SS&V25A ^c&as so biasi:
PABAHT3A, 1 de Janeibro.
Rebentou h,ceia n'este Est-do nova
revolucU), sendo depos'.o o vice governa-
dor e acl imada novamente a j-inta ;,over-
ca"v. '"nter'"r",:er-te constituida.
Foi Lomeado cbef; de polica o Dr
Trarquiilico J.eitSo.
RIO GRANDE DO NORTE, 1 de Ja
ro.
Fui org-nisada 3 chapa para deputados
esta']
Fcou composta de G representantes do
gru^o do Dr. Pedro Velho, 6 do do coro-
nel ourgel (maioria).
A lista se.:do incompleta, os outros loga
r s pirtencem miarria.
Foram tneloldos os Dre. Mnoel Morei-
ra Das e Jos Cmaco do Espirito Sa_to.,
" PARTE TFlCIal
Actos do poder eieentivo
DBCBE10 N. 697 DE 17 DE DEZEMB30 DE
1891
Moi'ji'a o regulam-jito do batalhao ac
demico
O vicepresidente da Repblica Jos Estados
Ujo Jo U-iil reiOle aebstitnir no regula-
m no o bata !no acadmico M arts. 3.' e 7.,
03 una ii ara assim rtdigilos :
Ar. 3.* O o?e3 serio tirados dentre os
do* co pos e peciaes do rxercito e da3 escola i
mi '-res e deaire 03 alumnos das escolas supe-
no e< civi=, aendo e-tes promovidos aos postqs
de )fn:ie' suoaltHfooa e uao leodo aquelles di-
rei'.o a remuni-ragia al^uma pecuniaria, alm da
que loes cana i;e o' eeu* co-pos, empregos de
curio exft'Ci lo <.:.> saj ci.-peosados.
a 1' 0 i.a'aibSo tera. de accordo corn a
sacre, em visor, i'l oflidaes e 400 pee^is.de
pr> na sea estado co upleio, a saber:
Ux primetro comjiaadaote con agra-oagaa
d: -'; ate < -nel;
(Job ^eu:iio comijandante com a graduado
d- muT;
U a'ajodante cora a gra ..,3 ou posto tffe-
cva de capilj ;
Qnatro coiEmaadan'.P' *? T.mpanhia, c>pi
taes tfficvoj do exL"-c:'i oa com esta gradu-
Co;
Qaairo temalrt e *uo aife-es para a3 compa
nbia;
Ojm alferea, se., j u a secretario e oatro
qnart-'l me'e.
8 I O 1 e o 2 oo umandante3, o ajodaote
eo; ca?Ua-. guiado iiverem no exerciio urn
d'ia-i! :of':'i r as qoc Ib's sao conferidas por
es.e'oe^reo. c) t^ra). !in la a commissio, hon-
iis ou priv.isio' sup-riore.: aos qoe Ihe com
pei--ri. peta s-ew podios electivos.
0s offlciaei suba:t-?rii03 sero promovi-
d ): pelo ninwvo da guerra, sob proposia Uo 1.
o4BmaadaAte, deatre os alomaos pracas.se
gao lo a? suas antiguidade, habitagOes e coaj-
ponarneuto.
3.* O alomo promovidos a ofioiaes su
biiteraos osarSo das noaras que compeieo
aoj otnciaes do tsercito, e as conservaedes de
po'3 :e dispensados do ervico por conciusao de
tempo.
O miclstro de estado dos negocios da guerra
assim o tflnoa entendido e faga execatar.
Capiul Federal. 7 de Ddzembro de 1891, 3
da Repblica.
Fioriano Peixoto.
los Smeo de Qltveira.
DSCBETO N.....DK 23 DE DKZMBRO DI
891
Etvogoo decreto n 603 de 20 de Outubro
O Tice-presiicoje da Repblica dos Estadas
Cados do Brazil:
Co-iderando qae o decreto n. 603 de 20 de
u obro do corrate anno excede os limites da
aiiriboico coaferida ao Poder Execotivo no art.
48, n. 1. daConstitaQio de 24 de Fevereiro do
me.-mo anno, consagrando disposigOes de car-
cter legislativo :
Resolve revozar o eooracitado decreto qoe ap>
provon e maodoa executar o regulameuio das
do Eitaiio do Gear, Jos Liberato Barroso, li-
ceaja de 3 mez---H, com venc.mentos aa fra:a da
le, para tratar de sua sade onde Ibe coavier.
CircoUr o. 71Ministerio dos Negocios da
Fazonda, 18 de Dezemoro de 1891.
onvindo salvaguardar os o'.eresses da Fa
zenda Nacional na entrega dos dioheiro3 di: cr-
phioi requisiiados pelos juizes dos moniepius
dos EtaJos ja coastitoi^os, recommendo ao Sri.
coefe3 das repartigOes ci'estd ministerio qoe pro
videnciem para que, por occasio de se effej'.ua-
rem taes pagamemos. sejam reconhecida3 a fir
mas dos referidos juizes, desde que nao baja as
repartices pagadora e'ementos para esse fim.
Francisco de Paula Rodrigues Altes.
Comrnaoicou-se:
A' Thesoararia de Fazenda do Estado de Per-
aambo;o qoe o Tribunal do Ttiesouro Nacional
resolveu indeferir o recurso interposto por Mu-
ler & C, da decisao da Alfandega do mesmo
Estado qoe mandou classincar comocasimira
de la, BOJeita taxa de 45200 por kilogracama,
coaforme o art. ."'*<> da tarifa vigente, o tecido
qoe submetteram a despacho comosarja de
l, da taxa de 36O0, do art. 517 da citada ta-
rifa ; visto acbar-se a eciso recorrida de ac-
cordo com o que pelo referido tribuna j foi re-
solvido sobre ista especie de tecido.
Communicou se :
A' TOescnraria oe FazeDda do Estado de Per-
aambu.' que o Tnbvoai do Taesonrj Na:oal
resoHeu bfto lomar coaneciaieato, por aid ser
caso de r-vistados recursos interpostos ;
Por Wilson Soas 4 C, da deciso da Alfande-
ga que, oes termos do art. 393 combinado com
o de n. 383 da Coosolilaco das Leis das Alfan-
degas, ib i :mpoz a molla de 50O) por lerem
deixado de apreseotar os maaifestos ao vapor
mglez Rex, de que sao consignatarios, refe-
rentes aos portos Je Montevideo e S. Vicente,
em j.ue tecou e BAO haver o capito da dito va-
por, entrado por franqua no da capital do mes-
mo Estado, em 8 de Marga, prora la qoe abi ar-
ribara o m o nm de receber carvao ;
Por ar.'lso Maia 4 C. da decisSo da Alfande-
ga lo me;mo Estadoclassiticaodo como-ideado
adama^cacopara pzg>ir a taxa de 24500 por
kilO.'rnmrna, de accordo cem a par:e tina, do
art. 497 da lana em tigor, o teciao, que os re
carreles -obmeiteram a despacho como -risca-
do oe aleodao liso, al 12 ios da de lr0, con-
forme a 1.* parte do citado artigo.
Ministerio do Interior
Ex^eJiente do dia 17 de Dezetubro de 189i
Dirlgio-e as con D.rei'.o, clli iats e livres, e a alguns advocados
a Srguinte coosalta :
Revigorando o disposto na lei n. 168 de 29
de Se'.emhro de 1840. determinen a de o. 1,217
de 7 de Julho de l,S64qo< por, occasiSo do con
sercio'ds ex-princezas DD. Isabele Leopoldina,
se spplicasse a quantia de 3C0:000j acquisi
cao de preos destina.ios baoiUQao das mes-
es; priocezss e tle seus esposos.
Resta cosformidade foram celenradoa os con
tractos matrimopiaes constantes des impresos
junios e nos qsaes, alm de outras clausulas, se
tsiipukm qne o patrimonio das priocezas pissa-
ria aes seus descendentes, segundo a ordem de
3o estbelecida na ni. L. 4* Tit. 100,
nos termos das citadas leis de 18iu e 1864 de
veLdo lodos os bens do patrimonio ser coaside
rades como pfoprios naciooaes se as princesas
laliecessecD 'seai deaceodeocia, ou quando esta
viesse a extinguirse depois de soa morte.
Adqui-idcs os predios, coohecidos sob a ceno-
ii! nagao de palacetes Isabel e Leopoldina, foram
as pribcezas imittidas na respectiva posse t: ha
bilaco ; e o panamento, pelas leis ns. 1,904 e
I y 3 d; 17 de utubro de 1870, providerxioo
obiea fundajo e Oemarcago de patrimonio
e;o trra? a que allodem os contractos mainmo-
aiae*.
a' vista de taes disposiges de lei, dos coatra-
Ctoa que se rirraaram em sua cooformidade u dos
oeoiais actos tnbsequentemente realisados, per-
gonia se:
Os bens p t-imoniaes da3 ex princezas DD.
Ij|jl-I e L?oaoldina revertero Naci em con-
seqoenc:a da abogo da moourcbia e conse-
quente exnn.gao nao f da dymnastia imperial,
como tambem dos privilegios qoe do rgimen
monarebico tiveram a sna razo de ser, ou a re
verSo desses bens smente ple ter logar, do
dos os casos previstos no art. 7o da le de 19 de
Se:embro ue 1840 e clausula 20 do contracto de
II oe Ou obro Ue 1864 ? .
KlniMlerlo dalnlrucrai)
F iram exonerados :
Do cargo de director geral dos correios, o Dr.
L'jiz Beiim Pae? L-.me.
O capito de fragata Dr. Jcao Nepomuceno Ba-
3tsi-i do lugar de irectar geral dos telegra
phos.
Lydio Jos Mulllo, do logar de adminiatra-
doi- dos correios de Etpinto Saoto.
Foi aposentado de cooformidade com odis-
posto no ari. 75 d? Conslituico, com os veoci-
me *,' que Ihe competir na forma da le. inoo-
senhar L'iiz Raymnndo da Silva Brlto, reitor do
Exteroa.o do Gymnasio Nacional.
Foram nomeados :
Director geral dos lelegrapbos o capito t nen-
ie latineen.-.o Marques de Lemos Bastos.
Maocel Ferrei-a Garca para o logar de admi-
nistrador dos correios do Espirito-Santo.
Fiaocisco da Rocba Fragoso para o lugt.r de
tbesooreiro da administrago dos correios do Es-
pirito Santo.
Ao director da Faculdade de Direito do Re-
cif- auiorisou-se a conferir o grao de bacliarel
em setnelas jurdicas e sociaes lo alumno da-
quella Faculdade Tranquillino Graciano de Mel-
lo L'.'itao, qoe aIIi comptetou o respectivo curso.
Ao director da Faculdade de Direito di) Re-
cife deelarou-se que, por decreto desta dat, foi
uomeado o bacbarel Manoel Cicero Peregrico da
Silva para o logar de bibliotecario daqaella fa-
culdade, seado exonerado uaquelle cargo o ba-
cbarel Joaquim Mana Garneiro Villela.
Corpa de engeoelros. A major, o capuSo
Joao Pereira Maciel Sobrinbo, por msrecimento.
Arma de artbaria.Estado maior.A capi-
to, o 1- lenle Manoel de Almeida Cavalcante.
A 1- tenente da arma, o i- lente Pedro Bo-
te lio da Cuaba.
Arma de infantari.4- batalbo. A major,
o capito Ernesto Alves Pacheco, por merec-
ment.
9- batalhao.A major graduado, o capito
Ripbael Augusto da tainha Matios, para aja-
mante.
12 batalhao.A caronel, o teneotc-coronel
Onofre Jos Amonio dos Santos, por merecimen-
to: a major, o capitio Manoel Feliciano dos Sua-
tos, por autiguldade.
10- batalhao. A coronel, o teneate-co"aneI
Joo Domingues Ramos, por aotigoidade.
16- batalhao.A major. o major graduado
Antonio Tupy Ferreira Caldas, por aotiguidade.
A capito, o tenente Manoel Raymundo -e
Souza, para a 3* compaobia, por antiguidade.
17- batalhao.A leaente-coronel graduada, o
major Philomeno Jos da Cuaba.
24- batalhao.A major, o caaito Victorino
dos Santos Silva, por merecimenlo.
29- batalhao.A teaente-coronel, o major Sil-
vestre Rodrigues da Silva Travassos, por mereci-
menlo.
30- batalhao. A major, o capito E loarlo
Auyasto Ferreira de Almeida, por merecimenlo.
32- batalhao.A coronel, o coronel graduado
Ignacio Heoriqnes de Gouva, por merecimento.
34- batalhao.A teaente coronel, o tenente
coronel graduado, Braz Abrantjs, por aotigui-
dade.
36- batalbo.A tenente coronel, o majar Ma-
noel Climaco dos Santos Sauza, por merecimeu-
to, a capito, o tenente Ludgero Jos da Cruz,
para a 1* companbia, por aotigoidade.
A teaenies da arma, os aderes Clemente Jos
Alves, por antiguidade; Francisco Alves de A
raujo, par aotiguidade; e Benjamn da Cuaba
Moreira Alves, por estudos.
Ao^enerai de brigada Tuie Soares Neiva,
commanjanie do 3- disincto, foi coocenda a
exoner.jao pediia e nameado o general de dl-
TUftO Joao Manuel de Lima e Silva.
Foi comeado commaidtate do 7- districto,
o general Je brigada Fiaocisco de Lima e Silva,
em lugar do marechal graduado Mauoel da Gama
Loba d'Ega.
Foi 03mfc,lo o general de brigada Luiz
H-arique de Oiiveira Ewoanck. rommaodante
geral oo corpo de estado maor de I* classe.
Foram transferidos:
Para o corpo de estado maior de artilbaria, o
teuente-corouel commandaote do 4 regiment
da mesma arma, tlicardo Feroandes da Silva, e
daq'ielle corpo para este regiment, o lente
corone; Luiz Rabello de Vascoocellos.
Para o 2o regiment de artilhiria, o capito
do 1 batalhj de artilbaria de posigo, Francis-
co Meodes de Monea, para a 2' baiaria ; pa-a o
Ia batalbo de artilbaria de posigo. o capito
do 2o regimeato, Jorge dos Santos Rosa, para a
4 balera.
Na afarolarla: para ajudante do 12 batalno,
o capito ajudaote do 24*. Francisca de Paula
Goriqoe; para a,udan:e do 2V batalbo, o cap
to ajodaate do 12*4 Augusto Fbri-io Ferreira
de Mallos; paia u 1 Oatatoo, o teocute-coro
oci commaudaaie do 263 Ju ao Augusto de Ser-
r Martio3. para o 21 o tenente-caroael com-
mandante do 29 Joo Cesar de Sampaio.
Foram transferidos de cooformidade com
os anigos 7 e 8 do decreto n. 1,351 de 7 de
Fevereiro ultimo: para o corpa de eo^eabeirog,
o capito do corpo de esiado maior de 1> claiM
Feliciano~Meode3 de Moraes e para este, corpo o
capito de estado-maior de artilbaria Vctor
Guillobel.
Reverten ao quadro effd'.'.ivo do exercito o
coronel da arma de arttlnana Joo Viceute L ;'.
de Castro, visto ter sido dispensado do logar de
commaodante da brigada policial desta capital.
Foram classificados oa arma de infantaria :
na 1* companbia do 4> baislba, o capito Joao
Tbepbilo Vartlla e oa 2a companhia do 19 ba-
talbo, o capito Fraociscc Jos Velbo, que re-
vertern} ltimamente ao quadoe effeclivo do
exercI reir, por crime de furto Sabiao Silvaao ao Pa a alguns annos e que serie de pheoomenos ter-
^^^^^^D^^fi^^ ""* de P"" do flm do seclo.
Man.el Tbeodoro Francisco de Souza, Firmioo
Fereira e Christiauo de Souza Leal, como gato,
nos-
A' ordem do subdelegado do 2' districto da
Boa-Vista, Cosme Joo Feliciano, por crime de
spancamento.
A' ordem do shbdeleeado do 2 di3trictro da
Graga, Antonio Juaqoim da Silva, por crime de
esponcamento.
Commonicon-me o subdelegado do 2 distric
to da Graga que as corridas effectuadas bontem
no ippodromo do Campo G.-aode foram pertur-
badas por diverjas joekeye.
Em urna das occasiOes em qoe imperava a
desordem, o individuo de oome Francisco Jos
do Reg aggredio a praga da guarda local Jo5o
Ventura dos Santos, contra quem diaparou,
queima roopa, um tiro de pistola, seado atina!
preso depois de tenaz resistencia.
A tal respeito procede se no3 termos do in-
qoerito policial.
O delegado de Goyanna communicoo-me, por
telegramma de 31 do mez passado, ter captura-
do o criminoso de morte na Parabyba, de oome
Manoel dos Santos.
Hooiem, por volta de 6 bcras da tarde, na oc
casio em qoe parta da praga da Repoblica para
a estago da ra do Sel o trem da va frrea de
Caxaog, soccedeu Qcar com as psrnas fractura-
des utn menor de cor parda, que imprudente-
mente saltou do referido trtm quando se acbava
m mofimento, vindo a fallecer momentos de-
pois.
O subdelegado respectivo tomoo coobecimea-
to do tacto e deu as necessarias providencias.
Eatraramem exercicu as seguales autorida-
des policiaes i
Manoel da Rocha Ferraz de Azevedo, delega-
do do termo de Amaragy.
Aoioaio de Albuquerque Maia, delegado do
termo de Canbotinbo.
O'idio doNascimento Prono WnaJerley sub-
delegado do 1 districto do termo de Cknbo'.i-
nho.
A' Junta Governatiya do Estado de Per-
nambuco, 2 de Janeiro de 1892.
O questor, Joaquin Tavares de Mello
Barretto.
DIARIO DE PERNAMBUCO
escolbido para as rei-
RECIFE, 1 DE JANEIRO DE 1892
Btetrospecto poltico do anno
de 1891
II
Mlniaierio da Harluba
Faram promovidos:
A contra almirame o capito de mar e guerra
Felippe Firmioo Rodrigues Chaves.
A capito de mar e guerra o graduado Fernn
do Xavier de Castro por aniiguidade.
0 capito de fragata Manoel Marques de Maa
cebo por mere^imeuta e graduado o capito de
fragata Jos Carlos Palmeira.
A capues de fragata o graduado Francisco
Flaviano de Cantalice, por aotigoidade.
O capitaotenente Jos Pedro Alvts de Barros
por merecimento e graduado o capito-tenenle
Francisco Gaviad Pereira Pialo.
A capues tenen'.es os pnmeiros teneates 1 ro-
neo Americo da Costa, por antiguidade, Artbor
Jos dos Res Lisboa, por merecimento.
A primeiroB lenles os segundos Fernando
Pinto Ribelro, por aotiguidade e Jos Moateiro
de Moura Raagel, por merecimento.
da Repblica.-Firiauo reixoto.- Francisco de
Paula Rolri^oes AlvesJob Hygino Doarte Pe-
reira.
M'uloterio da JnittCK
8oli',itoo > do governador do Estado de Per
Bambuco que providencie aflm de qoe seja pos
te era iiotrdade, conforme reqaereu Arceno Jo
i oe S.n'Aaia, que fe arhi recolbido no pre-
ndi de Fernando de N.ironha desde Fevereiro
o anno prximo pssado. ________
nivi-o, o enrrsl ae divisao graduado, Antonio
Eoas Gustavo Gal vio.
A goeral da divif o graduado, o geaert 1 de
britaiia, Conrado Jacob N.einty r.
A neoeral de bngrda, o coronel commandante
de 34 baUbSo da infanUru, Francisco de Lima
e Silva.
-Ilnlatrrio da Fasenda A general de brigada graduado o corone: do
Por portara de 19 de Dezemoro, foi eoncedida I corpo je esta o-maior de 1* clas9e, Frederico
9 administrador das capataiiaa u Alfandega 'cavalcante de Albuquerque.
Inlatcrlo da Cinerra
Por decreto de 12 do corrente, foi dispensado
do lugar de commandaote da Escola Militar do
Euado do Ceara, o teuenie-coronel do corpo de
eugenheiros Feliciaoo Antonio Benjamn.
Pur decretes de 18 tambem do corrate, foi
transferido para o 10a batalbo de Infantaria, o
coronel commaodante do 21* da mesma arma,
3-Das.io Raymundo Ewerlon ; e nomeado ma-
jor do corpo de estado-maior de artilbaria Loiz
Barbedo para o logar de primeiro ajodaa e da
escola pratica da Capital Federal. i
Foram pionovidos nos corpua de eaUdo-maior collados nontcni
general e no de eugeobeiros, e as armas de]segaiotes individuo* :
art. na. n e u mana, os Siguiles officiaes: I A' ordem do subdelegado da fregusia de Santo
Corpo de esado-maior geaeral.A geuer>lde *-!- I~* >
Commando das Armas
Quartel general do commando do 2o dis-
ticto militar em Pemambuco, 31 de
Dezembro de 1891.
Ordem do dia n. 5
Teodo o Sr. ministro da guerra approvado a
oomeago feita pela junta governativa, do Sr.
! lenle Domingo Alves Leite para exercer o
logar de secretario, escolba motivada pela con
anga que merece tSo dietiocto official; deter-
mino que reassuma o cargo de secretario deste
commando o Sr. major graduado Joaquim Jorge
de Mello Filbo, visto ser probibida, pelo art. 73
da Cootlitolgo Federal a accumulago de empre-
gos remunerados.
(Assigoado)Joaquim Mendet Ourque
Juegues, general de brigada commandants
do 2. districto militar.
(Est conforme)O alfe.es Carlos Soa-
res, ajodaote de ordene encarregado do
detalhe.
Qaeitur* policial
Seceso 2.' N. 1 Secretaria da
Queatura Policial do Estado de Pernam-
buco, 2 de Janeiro de 1891.
Cidadaos.Participo vos que foram re-
Casa de Detenclo os
Antonio, Jos Bernardo de Sam'Anoa, Joaquim
Jos de-nt'Anna, Apollnario Jos de Marta,
Mara Amelia de Aleocastro, Lo-z Coelbo, Mara
Jos da CoaceicSo e Aotonio Eleuterio do Espi
ru Santo, por disto bus.
A' ordm do subdelegado do 2 districto de S.
Jos. Antonio de Torres Bautteira e Manoel Eo-
aeuio Gomes de Moura, por disturbios,
a' ordem do subdelegado do 1 districto di
Boa-Vista, Julio Hilario de Almeida, Juaqoim Al-
meida do Nasoiroento e Francisco de Asib Pe
poltica gebal
(Continuaco)
Nanea a Europa esteve mais tranquilla com o
des e a hora em que o principe de Bismarck se
re?c!veo a ser um 3imples lav.-ador. Nao se ob-
vio mais fallar em guerra, cern em parturbages
ex ternas.
Na Allemanha todos trabalham pira a sua re-
orgauisago interna, e o proprio soberano, que
todos suppuobam disposto a partir para a guer-
ra, preere em pregar o seu ardo: em reformas e
ob-as de paz.
Empenha-se valentemente na solugo da que-
sto social, sem duvida no intuito de a resolver
em neu proprio proveito ; oceupa-se tambem na
mod.ticago das leis tinanceiras, administrativas
e munl:ipaes do seu paz. Contioi, certo, a
augmentar os armamentos da Allemanba ; ms,
como sabe que seria duvidoia a serte dos exer-
ellos no campo de batalha, as suas InteogOes pa
ciricas sao clsras e manifestas.
O imperador da A'.lemacha metteu-se em mui
(as coosas ao mesmo tempe; certamente qoe al-
gomas lbe bao de falbar.
Sea como fr, porm, a Europa deve reco-
nhecer qoe o seu desejo tem sido afastar as na
gOes do terrivel pesadelo em qoe viviam-. da
possibilidade de urna g ierra, a cada instante,
ao lempo em qce o senbor de Bismarrk eslava
no poder. A Aemaona igualmente deve (elici
tar se por j oo ver agitado, como outr'ora, o
espectro da revaocbe .
E de facto, os illemes babituaram-se rpida
mete a aova ordem de cousas. Para el les, o
seobor de Bismarck j oo representa mais que
urna recordago.
O estadista decabido est forieso com seme-
Ibaute ingratiio ; protesta continuamente, pre-
'endeado provar qoe anda vive.
Elle censura tado e a todos. Como seria, to-
dava, mais digno e generoso, se acceitasse a
gituago que lbe crearam !
No dm de tudo devia considerar-se feliz por
ter conservado o poder durante tanto tempo e
ver que o seu nome anda lhe sobrevive.
Fez a uoidade da Allemanba; fabrcou a tr-
plice allianca ; desenvolveu todas as torcas vivas
do seu pas ; gracas a elle, a Aliemanha urna
naco commercial de primeira ordem. PoU bem !
desde que deixou de ser cbanceller, todo se
mantem, como se estivera aioda sob a sua mo
de ferro. Isto faz bonra ao edificio e a quem o
coos troto...
Agora, que j nao ministro, o seobor de Bis-
marck entende que nao se tem feto cousa qoe
valba ; critica e censara todo ; o imperador e o
seu successor, o reichsiag e as assemblas prus-
gianas ; faz um barulbo enorme no seu jornal
Hamborger Nachrchten annuncia curiosas
revelaefies as soas memorias, que esli em via
de publicagao! falla em volttr de novo ao
laodtag > e fazer-se o chefe da epposicio.
Tem lodo e nada o satisfaz. Lumbre se do
Conde de Amorm.
Na expectativa, a Europa cooserva-se tranquil-
la. E' o que mais importa consignar. A queda
de Bismarck foi, seguramente, o principal acoo-
teetmento de 1890, trouxe a En rapa urna quieta-
gao que prolongou-se duraite todo o anuo pr-
ximo fiado.
E' que, afastada a mo frrea que pezava se-
bre a Europa, esta respiran e entregoo-ie a ex.
pansago de soas riquezas uaturaes.
O 1 de Maio foi o dia
viadicages obreiras.
Em todo caso, nao obstante a intensidade do
movlmento, d03 elementos anarchicos accomula-
do3, o dia Io de Maio nao-.trouxe graves compli-
cagOes na poltica internacional.
O que mais attrahlo a expectagSo geral, qoe
tornaram mais caractersticas as manifestagOes
do 1* de Maio foi a sua inversalidade, foi o prin-
cipio de solidariedade que ellas revelaram entre
todas as populagOes obreiras da Europa.
E o que deu-lhes grande brilbo foi a paz qua -
si geral que nellas ?e notou. Previetas, orgaoi-
sadas de ante-mo, ella3 se foram geraes, pas-
saram, comtudo, sem perturbag5es e agitagOes
serias.
Na Allemanba, apezar da lembraaga de grves
recentes e bastaate violeatas na Westphalia,
apezar da impaciencia que se notavam nos dele-
gados germnicos durante o ultimo Coogresso
socialista reunido em Pars, o dia Io de Maio fo;
bastantemente pacifico. Os cheles do socialismo
se mo3traram infenso3 a urna vasta utilisago
das massas populares, pelo que as manifesta-
gOes nao assumiram carcter grave.
Na Inglaterra, onde todos eao espiritos emi-
nentemente praticos, em que nao se perde fa cil-
mente um da de trabalbo. a manifestago, adia-
da para o domingo subsecuente ao 1* de Maio,
foi numerosa, cheia de ruido, mas nao muito de-
cisiva.
Na Franja, na mor parte do paiz, e sobretodo
em Pars, a ordem foi man'.lda pela simples
guarda policial, resumindo se as manifestagOes
a banquetes, meelings, reclamages perante F!c-
quet. Esse carcter geral comtudo foi destoado
em Marselha, mas a forga publica foi obrigada a
intervir, em Lyon, onde a cavallaria teve de fa-
zer diversas cargas contra o poro, e arSuCipal
tO\GBESSO VitlU.ML
mete em Fcurmies onde os conflictos assumiam
um tem eminentemente trgico.
O caso de Formies nao foi um incidente de
represso ordinaria, mas um desses acotecimea-
tos desuados a emocionor a opiniao, a pesar
sobre o proprio goveroo encarregado de salva
guardar a ordem publica e a encontrar echo no
parlamento.
Mais adiante, quando tratarmos da Franga le-
remos occasio de historiar esses acootecimen-
.tps.
N >. Hespanba se vicuve tendencias e arriesgas
de perturbagOis da ordem, as medidas milita-
res, que tioham sido tomada?, amedrontaram os
agitadores, e tudo acaboo se sem choques.
Na Austria e na Suissa as manifestagOes fo-
ram parciaes e sem alta significacao.
O 1 de Maio ertganou os clculos dos que
anteviam a Europa em grande combusto.
Houve entretanto dous paizes em que as coo-
sas nao correram to tranquillamente : esses
paizes foram a Blgica e a Italia, onde as man
festagoes por sua intensidade provocaram graves
tumultos, como se poder verificar oa sequencia
deste trabalho.
Nao se saberis, certameate, prever que espe-
taculoj, o mundo europea tere de assisr daqui
Urna das aspiragOes mais arcentemeate mani-
festadas desde algnm tempo e que no anno trans-
acto eacontrou echo em quasi todos os paizes
grandes e pequeos, o desrmamelo geral, a
exticego desses pesados exercitus que con so-
mem as principaes fontes de riqoeza das respe-
ctivas oagOes.
E?sa aspiragio, porm, nao foi anda aceita pe-
los goveruo3 que, em vez de reduzir, teodem ca-
da vez a mais a augmentar o numero dos seus
soldados.
Cousequencia immediata de nma serie de phe-
oomenos que tem confundido todas as nogOes do
Direito, e em virtode das quaes se faz da forga
o nico arbitrio do mondo, essa expanso do po-
der militar de cada paiz considerada como
urna garanta da ordem, como um meio tfticaz
de se evitar urna conflagrarlo europea.
Mas se real que, alm de disperdigar mi-
IbOes, os grandes exercitos roobam miinarea de
homens ao trabalbo, nao menos verdade qoe
isto, no momento actoal, antes do desappareci-
meato total das condigOes qoe provocaram esse
estado de coosas, orna necessidade que se im-
pOe a todos aquellos, que, depositarios dos des -
tinos de um povo, deven guiar-se mais pela ra-
zio do que pelo sentimento.
A solidariedade de Interesses entre os po vos,
oceupados boje na expaosibilidade do seu com-
mercio, de suas industrias, tle suas reformas, de
soa paz interna,, comtudo, ama garanta efli-
caz de qoe os grandes armamentos nao alterarad
a paz europea, para cuja manuteogao todos de -
vem collaborar, em beneficio dos graves proble-
mas que anda existem insoloveis.
Outra questio importante, que attrabio as vis-
tas geraes, foi a questio entre o Canadi e oa
Estados Unidos.
Esta crise, porque effectivamente urna crise
para 0" bravo e lnteressante Casada, que era an-
cosamente esperada, em virtude da accumula-
go de causas que predispunbam a sua expo -
sao, foi provocad, pelo primeiro ministro des-
se proprio pas, Sir John Macdonad, que ulgou
ser til, indubitavelmeote, procurar, em um ap-
pello ao paiz, novas torgas para resistir as dit-
fisuldades do momento.
Nio precisamos arjoi saeatar os beneficios
prestados ao seu paiz por este notavel poltico. Sul, a attitnde francamente hcot' dn F
eo
qoe ba mais de 11 annos procuran snmpre
conseguio. elevsr o noion canadiaco.
Apesar dlsso, porm, tinha inimigos que, di -
rgidos per horneas da estatura moral de Ri-
SessSo de abertura
Effectuou-se no dia 1T de Dezembro a
sessao inaugural dot trabalbos legislativos
extraordinarios do Coogresso Nacional.
Reunidos sead' res e deputados em
grande numero, o Sr. presidente, deputa-
do Bernardioo de Campos, declaroo aberta
a sesf 3o a 1 bora da tarde, nomeando em
seguida o quarto secretario da Cmara dos
Representantes para introduzir ro sallo o
emissario do Sr. Presidente da Repblica
e portador da mensagem.
Leu etse impo-tante ccomento o Sr.
1-secretario do Senada. Fallaram poste-
riormente os Srs. Aristides Lobo e Sam-
paio Ferrtz, o primeiro para prtpor a
eleigSo de urna commissSo destinada a
enmprimentar o Sr. Presidente da Bepa
blica em nome do Congreaso Nacional, o
segundo, solicitando o langamento, no ter-
mo de abertura das sesedes, de urna meo-
cao honrosa em favor dos Estados do Rio
Grande do Sul e Para, por baverem ini-
ciado a revolta contra o golpe de Estado
de 3 de Novembro.
Urna e outra mensagem foram recebidas
pelo Sr. Presidente e entusisticamente
applaudidas pelos espectadores.
A commissio alludida foi composta dos
Srs. Wandeckolk, Saldacha Marinho, Cu-
nha Jnior, Aristides Lobo, Beserra Fon-
tenelle, Nilo Pecanba e Aristides Maia
Quanto a men9lo, foi mandada inserir
no termo respectivo.
Declarou, finalmente, o Sr. Presidente
aberta a sessao legislativa extraordinaria
do Coogresso Nacional, tendo sido aa suas
palavras acolhidas com applausos geraes.
Varios representantes, ao entrarem no
aalSo, foram saudados com vivaa e palmas,
especialmente os Srs. Saldanha Marinho,
Sampaio Ferraz, Vinbaes e Serzedello
Correia.
MENSAGEM
Dirigida ao Coogresso Nacional pelo Vice
Presidente da Repblica dos Estados-
Unidos do Brazil em 18 de Dezembro
de 1891.
Senhores Membros do Congreaso Na-
cional.Congratulo-me comvosco e coa o
paii vendo-vos iniciar a contiruacao dos
trabalhos legislativos, violentamento nter-
rompidos pelo acto de 3 de Novembro, qne
dissolveu o Coogresso Nacional.
Sobre esse acto, em suas origen* e
desenvolvimiento, a historia, qne ja reco-
lheu-o, manifestar calmo juizo.
O paiz condemnou-o por urna re. c,2o pa.
triotica, dandi definitivo triompbo a lei
constitucional, tendo sido em conaequene
desse triumpho, que attestar o amor povo brasileiro, do exercito e da armad
as liberdades constitucionaes, que nmi
23 do mei passado, na qualida-.e de
Vice Presidente da Repblica, a aoprcma
direoclo do Estado, em virtude da renun-
cia do Generaliaaimo Manoel Deodoro da
Fonseca.
S3o conhecidos os faotoa, qne antecede-
ram e realisaram a ravnlucio de 23 de
Novembro ; delles fostes vos em grande
parto actores principaes, ou testen.onhaa.
Apezar da obscuridade que costom oeresr
oa acontecimeutoa contemporneos, pelas
paixCes que despertam e oootostacSea qoe
levantao, poseo affirmer que a re/oh. JU>
triumphante naquella data, que conwou
por vosso roaiaiieato contra o acto de di
3 e qne nlo teve aqui publioidado pela
auspensSo de garantas as pessoas o a im-
prensa, e ao qral s.guiram-se a retfistea-
cifc armad- do Istrdo do Rio Giaid- io
tsdo do Para, aaJmrdas agitaySes de nv^ou
Estados, e completen-se com o K-*--
mente da annada, do exercito e do povo
desta capital durante a toite de 22 e m
i
lUGiVEL
-------n ,sW* ii il ^aii^iisa
]
I
cbard Carwrigbt, Laurier, Mackeosle, Farrer,
nao dava tregoas a Macdonad.
Este enfurecido por essa opposigo dissolvan
o parlamento, o que provocou urna lula tremen-
da entre os doas grupos, querendo uos a lber-
tago do dominio ioglez e annexagp ac Esta-
dos Unidos e outros um accordo commercial,
que dexe, porm, ao paiz sna liberdade de ac-
gio.
E em boa hora o Canad, comprebenleu qoe,
com sua historia, com seus costumes e semi-in
dependencia, cem sua liberdade, nada poderia
gaobar se se confundiese no vasto amalgama
americano.
A soa voz seria aspbyxiada desde que se rea-
liasse semelbaate absorpgSo.
Em todo caso, porm, a Inglaterra esta receto-
sa, porqnan'.oum dos pheoomeoos mais caracte-
rsticos dos lempos que correm o trabalbo de
emancipago que se observa no muado cotona:
ioglez.
O Canad, em soa ultima eleigo, atteatoa qne
o partido liberal, em lula com Macdonad, ga-
nha terreno na opinio publica, que deseja a sua
libertagio do protectorado ingles.
Se, portanto, o Canad mo;.ra-;e infenso
aouexa^o aos Estadcs Unidos, por ootro mani-
festa intenso desejo deemancipar-se de domina-
gao ingleza.
Mas nio somente do CaDa qoe esse mov-
ment gaoba terreoo, elle sensivel e ebega,
realmente, a nma pbase que se poderia chamar
praiica as trras aos'raliaoas.
One people, one destiny, disee Henrj Parkes, em
Sydney, e repelem boje todos os espiritos Iibe-
raes do continente australiano.
(Contina).







_i


-*"**
c:

'
i.
Diario de PernambHco Domingo 3 de Janeiro de 1892
\
.

triotismo do Gaaar&kaBBO Deodoro doWen-
aeca renauoiaaeo o-tpoder. da que aavia
ido investido, psa*.impedir o dertaaa-
mento de saaasn boaaileiro.
Asse^urado o triaapbo pacfico da re
volugo^amaaaavaaipal cuidado consisti
ero manter a orden publica mas roas e
levar a tranquilidade aos espiritos profan
dameate abatidos pela cjaraoslo politice
que o paiz acabara de atravessar. O pri-
me iro intuito tJL-mo dd) ooaie^uir^au-
x.lia io pe o espirito ordeirs e patritico do
povo brasileira M necessidade do eapre-
go da forja publica, com caja cooperacao
pela disciplina deaUcaclo a noasas insti-
tuicSes contqije cont. O segundo, de or-
dem moral e 'de bSo meaor aican:e, reali-
sei, igualmente, pelo manifest que dirig
ao-.paiz afirmando o nteu cespeito lei,
condiccSo do fuaccioaameato regular da
sociedade, e restituindo rida civil a sua
representadlo legislativa e as garantas
constitucional suspensas com a decreta-
Sao do esudo de sitio nesta Capital e na
ciuaae d: N ctheroy, capital do stado do
Ro de Janeiro.
Posto que a revolugllo de 23 de Eo-
vembro tivesse se realisado nesta capital
aem grandes e duradouras perturbares
materiaes, as coasas 'que determinaram
eram profundas em todo pas e aos
espiritos menos providentes nao poda
escapar h irradiagio que ella teria nos
diversos Estados que compSam a Uaiao,
era alguna dos quaes apparelhava ae a
reaaco contra o decreto que dissolvera o
Cocgressa Nacional. Foi na previai dos
acontecimeatos, que se -tena reulisado j
nos Estados de ParaB, Rio de Janc.ro,
Sergipe, Baha, Alagdas, Pernaaabuco,
Rio lirande do Norte e S. Paulo, que no
i manifest por mim d. rgido ao pas no dia
em que assumi a direcco do Estado, ao
mesoio tempo que afina.*va com sacratis-
simo ernpsnho o restabelecimento e o res-
peito inviolabilidade da lei, decWrei que
igual empenho teria em respeitar a von-
tade. nacional e a dos Estadas em suas
livres manifestacoes sob o rgimen feda-
ral.
Restabelecida a tranquilidad aos fi*
tados do Rio Grande do Sal e do Para
pelas mesoias causas determitativas desse
iact i deram-se perturbag-oas em alguna
outros, nos quaes tem sdo dspostos os
respectivos gobernadores. Apreciando em
suas causas e effaitos a situaceo produai-
da par estas occarrenciaa, que felizmente
no tm perlurado, juljjuei dever entre-
gal-a ao vosso estuio a deliberaeSo defini-
tiva, tendu-ma limitado a intervir simples-
mente para aciuteUr quaoto possivel a
ordem publioa, visto como reintegrar ao
peso das armas da UnSo os governadores
epostos poderia arrastar o paiz a urna
cocfl-agracao geral, cxiunda da luta entre
os gobernadores, partidarios do acto de 3
deNovemaro, e as classes socaes que
eoncorra.-am para a reiviodicaejio dos di
reitos da Nacao. Vos decidiris esta
questao como o Poder Legislativo dos
Estad-as-Unidos da America do Norte, da
Saisaa e da Repblica Argentina tm de-
cidido i dan tinas, que bao surgido na vida
desses aovos rgidos pelo systema federa-
tivo.
A Repblica contina felizmente em
paz com todas as nagoes.
Ocssou a guerra civil no Chile e j foi
reconhec.da pelo Braail a Junta do Go-
vtrno Provisorio quo all se estabeleccu
Exprimo se a duvida os sentimentos de
todos os brazeiros, manifestando viva
satistacao pelo restalalecimento da paz
no seio daquea uagao amiga.
A commissao mixta nomala para ex
plorar o territorio das Msebs anda oio
cenoiuie os seas trabalhos de gabneta. S
depois qua olla entregar os relatnos se
tratar, sendo aceeaeario de sabmetter a
arbitramento a respectiva questao de li-
mites.
Frmou-3e nesta capital em 10 de Ou-
tubro ultimo, e ser opportunamente su
jeito vossa app-ovago, um tratado de
eomraereic e cavegacao, destinado a re-
gular os interesaos uo Brasil e do Per,
na regiao do Amazonas. Algumas das
iuf8 disposigoes dependem do apprevgao
do Co.grsso deste Estado.
As raetificacoes do tratado do arbitra-
mento, j suamettido vossa approvagiio,
deviam ser trocadas em Washington em
1 de Maio do correnta anno ou antee, se
fosse possivel. Nao se tendo ainda effec-
tuado essa troca por motivos independen
tea da voutade dos govemos asignatarios,
propos o eos Estados-Unidos da Amerita
o e 3" firne urna c referida troca pordous tranos, coatados di.
data deesa couven ,ao. De coniormidade
cm o desojo manifestado pelo dito gover-
no, fui o n s-.'j atnistr-o em Washington
autoriaado a firmar o novo ajusta, qe de-
pende, oosao o outro, da vossa approva-
sjSo.
No curto esp--S'> de raeu goverao seria
impossivel reilisar um va?to plaao de ad-
mtnist.-ss'o, tanto mais quanto, eliminado
o poder dictatarial, necessario paru
aquel; fian a intervensao do Poder Le-
gislativo. A despesa publioa, porm, tem
sido precisamente paitada pela lei; a ar
recadasSo da receita devidasternte fiscali
sada ; js relasS;s entre a Igreja e o Es
tado estabe'eeidas de modo que a Igreja
Catholica regulada entre nos pela dis-
pos'sao mais riberal tas que sSo estatui-
das no rgimen da separas A regular administracSo da fsaenda
publica consttue ubi dos meas maiores
mpenhos e estou certo de qae ser um
di-s vosos, do que j tendea dado elo
quent8Baia prova.
A 19 de Setembro do corrate anno,
aoudfttflo ao appello de um dos ramos do
Poder Legislativo, foi dirigida ao Coa-
greeso pelo meu antecessor urna mensa-
gem que se prapunha a dme .strar as
causas geradoras da crise que tem pertur
bado o movimento commercial e indus-
trial do paiz, e, ao mesmo tempo, esta-
dando es suas condii;5es econmicas e fi-
nanceiras, indicava as medidas qae, em
seu cooceito, poderian remover os graves
embar&s09 que sffligiaai as noesas classes
productoras.
J era o mportaatissime assumpto ob-
jecto da vossb eolareoi la attenc>o e o\-
4a mundo civiksado como um feito civico, re- gagom.
velador da virilidade de um povo cioso de Ai aV-"3*kUdea qae eatSo preocipavam
suas liberdadas, e ainda incruento, ano xqm iIn eriedade o vosso ispirito pa-
a revolucSo di5 de Norembro, pelona itnotieoaiao d*sapparecerSo.
A gasa de. pro iiieylo de caf em que se
octiava com raaao para a elevagao da
Ka do .cambio, teve, cario, entrada
ragular no mercado, sea que entretanto
Mlhoaassem as suas condiccSos.
Ao ooatraro o oasabio qae nos termos
dessa mensagem, (cahia gradativamente,
por forma tSo pertinaz e cap:*ichoia, qae
todas as providencias administrativas fa-
Iharam as suas diversas applicasoes*,
oontinaoicem a asina tendencia para a
baixa.
i.Com a cesaacao da dictadura auito na-
turalmente, a praca respirou com mais
deasasombro e o cambio manifestou logo
confians *na aova ordem estabalecida,
elevando-se a sua taxa.
Aguardando as medidas que forem
aconselhadas por vosso esclarecido crite-
rio para remover as nossas difficuldades
financeiras, que podem e devam lesaopa-
recer em prximo futuro, empenharei to
dos os esforsos para restabelecer a con-
lians* no nosso crdito dentro e fora do
paiz, aura da tranquilisar as classes pro-
ductoras e dar valor ao nosso meio circu-
lante, pa a o que ha de contribuir ama
boa lei ae orsamento, exicutada com leal-
dade e rigor.
Espero-a do vosso patriotismo e tudo
farei para corresponder aos vossos eleva
dos intuitos.
Era meu proposito habilitar vo cam
infrmaseos miauciosas sobre o estado do
Tiiesouro mas o tompo foi eseasso para a
organisaslo desse trabalhi. Servos-hao
entretanto, ministrados todos os esclarec-
mentos qae enteaderdes necossarios, nlo
s para a cunfecsSo definitiva da lei de
orsasaento como para pode des ajuizar
oom verdade da situaslo ecoaomica e fi-
nanceira do paiz.
Pelos elementos existentes no Thesouro
o exercicio de 1890 se liquidara com um
dficit de 29 82S:230iJ585, inferior em
8 72i):715iJi369 ao calaulado no relatorio
ultimo do Ministerio da Fazenda.
Esta diminuiso provm de haverem
sido contempladas no semestre addicional
do exercicio parodias, como a randa da
Estrada de Ferro Central correspondente
ao mez de Dezembro ultimo a*io ca venda
do ouro arrecadado as alrandegas dos di
verses Estados em pagamento de direitos
de consumo e obranga do imposto d:
transmissao de propriedade pela Thesou
ria de S. Paulo, as quaes por falta dos
respeotivs balangos nSo poc.er2o_ser ea-
tao apreciadas.
Tam sido entretanto, ta> propicio o
movimento da arrecaasSo no exerciio
c rreeta, devido em~psrte a cobraos em
ou'-o dos direitos de importas^o que
licito esperar qee esse periodo se encerr-.
r senu com saldo, pelo meaos com pe-
queo dficit.
Pa'a ter o mais approximsdente pos-
sivel o resultado da arrecadagao e despa-
za da Repblica atS o fim de Setembro
ultimo, exigi o Thesouro cas Tnesoura
ras da Fazenli sscarecimentos que s
n2o foram prestados pelas Amazonas, Rio Grande do Sal e Matto
Grosso.
Tae8 esciarescimentes demon?tram que:
A renda ordinaria neste periodo foi de
138.705:0661444 e a extrao::iinaria de...
26.034:9 10$!j54 oque prefa a somma do
104.739:9670298. Tendo s do a despeza
do mesmo periodo de 119.975:3205237,
verificase o saldo de 44.764.647JUfl.
Esse saldo, porera, nao pider perdu-
rar at o fim do ex.-rcioo, segunde as
previsoes do Thesouro e seni duvida pro
ven de nSo tarem sido aiudd. classificadas
muitas das deepezas por falta d >s preci
sos documentos.
Como as iniorma$5as maiu racentes d.*o
melhor base do que a existente em 15 e
Jun-io para apreciasSo da receita, convem
de novo avaliar o readimeato do exerci
ci.
Se a renda o3 9 mezes foi de. .....
164 739:9ti7$-293, proporcionalmenta deve
ser de 54.913:322^4 iO a dos tres mezes
que faltara para completar o anno fiscal.
E, se addicionar se ao total encontrado
a do semestre addicional computada pela
do exercicio de 1890, deducidas as rea
das especiaes desse exercic o, que nao ae
devam rearoduzir em 1891, e ainda o ii
quilo dos depsitos, ter-se-ba urna receita
de 23 !-.466:O170526
As despezas autorisadas ao meame ex
ercicio importara em 236 466:Ol7$447.
Se os crditos orsamentario; forem todos
despendidos, apparecer um edefioit de
1.893:949(5921. Cumpre ponderar vos po-
rera, que ema'ira nao se dava esperar
esse d spandio, certo que, por Dorma
s3s culhidas no Thesouro, algumas ver-
bas do actual orsamento estilo esgotaias,
havendo ainda ccvmpromissoa a satisfazer
por servisoa importantes como, entre os
outros, os de eaugracSo, onfa respousabi-
hdade nao pode ser ainda preoisamente
xada.
Accresce que a execuslo do Deoreto
n, 438 de 11 de Julho do crrante anao,
q 13 regula o modo de entrega dos servi-
S is locaes aos Estados constituidos e dos
qne se forem cou3tituindo, assim como a
liquidaste da responsabilidacle dos cofres
fsderaes, pode determinar -isse desfalque
na renda arrecadada.
Muito embora esse excesxio de despea
tenda a alterar cora aaior ou menor in-
tensidade os calcules quo vos apresento,
ficare8 habilitados para coohecr as coa
di^oas actuaes do Tsesonro, convindo,
entretanto, que habilitis o Governo com
es necee sarios recorsos para qae possa no
exercicio que vai entrar attender as mu
tipias exigencias de servico publico e aos
encargos exiateataa.
Pelo qae vos exponho veris qae a si
tuaco do TheBoura pode, por meio de
providencia* acertadas, tornar se prxima-
mente favoravel, sendo fechado o peiiodo
dos defiets orcaraentarios, o que coucorrer
eficazmente para a alga do vaso do nosso crdito dos marcados mo-
netarios do exterior.
A decretaglo de urna boa lei do orsa-
mento, pela qaal se oonaigm, o aivelaaen-
to a detpeaa com a receita ; a reorgani-
8acSo do nosso rgimen baleario, para o
fim de ser valoriaado o meio circulante, e
a confeccSo das leia organic as complemen
tares da Conatituicle s3o assamptos qae
esporo tentareis oom o voaso oaolarecido
criterio, adra do qae cada vaz mais so
radiquam e ao coasolidem oa aoasa Patria
as institaicSes republicanas. Para osta
obra podereia coatar com o aeu naaia de-
dicado concurso e com .todos os esclarec-
meatos que em meu alcance eativer ainis-
trar-vos.
Capital Federal, am 18 do Doaeaabro
de 1891. Floriaao Peixoto.
O Sr. PreoideoseFica o Coagreaso in-
teirado dos motivos que daterminaram a
sua convocasao extraordinaria.
Declaro aberta a sessao extraordinaria
do Congresso Naeional.
(Oas galeras ruge urna salva de palmas
e aobre 08 membroa do Congresso sSo ati
radas flores em abuidancia.)
INTERIOR
SUL DO BRAZIL
Pelo paquete nacional Pemanbuco recebemos
as segaiuie.H noiicus, alm de ostras esparsas
por diversas s-rgoes desta falla :
Estada do alo O ronde do Sal
Foi publicado o sesaln.e desreto qae tem
o a. 4e de ido correle:
0 geaeral Daraiagos Alves Birreto Lse,
govrraadsr provisorio .lo Estado do Rio Grande
do Sol:
Teudo era coasideragao o parilo anoral por-
que passa o Est?do do Rio tirande do Sul, sem
lei orsamsataria para o exercicio a combar ao
dia i i- JaaeifO de 1892, e na impsssibililade
absoluta de oblel a do Coaeresso, qae aso fu;
clona per havar a raaioria de seus membros re
si.'ua ios sena mandatos;
Coaalderanuo que os mais altos iaterecaes do
Estado, de ordem eaoarnica e social, exigem
providencia urgente que Irme e acautele cein-
proaiissus qae repousam aa boara Uo Estado e,
por coasegainte, oa le seas habitantes;
Coasideraado que o serviga publico aao pode
nem deve seremoardsado e meaos ai a-i a pertur
bado per acoalecimeato de orden poltica ;
Considerando que em tal coajanctura, laato
quanto pos.-ivel for, deve ser adoptado o peosa-
mantodos legisladores qae pro auaran a al
ma le orsaoieataria, al que as que forem elei
ios proaaocieai seu vereaictum ;
Decreta:
Art. 1 Ficam em pleoo vigor ne exercicio
de 1892 as dtsposigdes da lei do ornamento vo-
tada em 6 de Ago.to 1111*0 para o exercicio d
1891, excepgao fai'.a ao artigo J#, que ser sub
s muido peio seguate :
Art 2 E' lixado em doza contos da ris an-
nuaes o subsidio do governador do Estado.
Art. 3* Neobam iaiposto 'lo Estado ser co
brado pelo municipio; aera os da Uaiao Peeeral
pelo Sotado, visto que, nao tealo siHo Optada
lei orcameotaria par-a (891, oio sa ueu a sepa
ras&o das rendas e d^apezas.
Art. i Os lugares da secretarios do Es.: do,
anualmente nao privido3, caDiiouarae vagos
at que se di? ornaaisaco datiaitiva aos servi-
Sos ou de outro molo se resolva a tal respeto
Api Kl tfli'jm paUAfudac -ja
Art. 5 Fieam revogadas as dispjisas em
contrario.
Palacio do governo em Porto Alegre, 4 de Da
zembro de 1891.0 governaiar provisorio, Do
m.ngos Altes Barreto Leite.
Bwtado de Minao Geraeo
Opiosi sala .lass.flBOU ioa>u3 as comaic 13020
d pii.xa.ra iatran, emfluaio che aforma
re sobre a importancia da cada u aa.
Expedio instroagSes para a eieiciu doico:i-
selhos muoicipae! e districiaes em n ci Janei-
ro, juizes de paz era i i bY-vereiro, ja pela i
bernrau le laitorai rofaiia altiaaam.ate pelo
Caogresso.
Consta que o prf$Uente elabora ura itnpor
tanta doeumeuto BOiliiao no saatido de ootar a
expr(8:a tenuina da voatade popular.
As provideacias LsnuJa* para fjriienimento
de gado a CapnalF>idirBl ^> prodaziado oon
cl'-.u. Os criadores, aaimaios, proaaelieui ao
Rresideatejgraosle romes-as, mas ciamio quaa-
to falta de caaiu:cao daB^maca e Tras Cora
5es para Santa Croa.
Eftt-*do do Psir(in
E' toaatbido aos seguiotes termos o decreto
disioivendo o Ocagt-eMO des'.e Es:ado :
Art. !. F ci diso vidaa assemala legisla
liva do Esiado do Paran elaitaa 10 da Abril do
jorrete amo e convcoida outra, qae, eora pj
do es cjatitUiut.'s para rever a ConslituioiJ do
Esta io, te bjuaira ao da 15 de Fevareiro de
1892. '
Art. 2. A eleigo tora luar ni rlii 15 dt Ja
neiro do mesmo anno, em todo o Estado, votau-
do es tleitotei em l.sta incompleta, asegurando
a re^reseutaco da otnoria po lefo para a es-
colba de tiuta representantes do que tt compo
r a dila asamblea
Paragrapno nico. Para ene lalo com a
letaal qouliiicajo e de conformidade com o re
gulameato Uiural, q;.s dentro de ciato dias
s -r puPlicado, sa namearo em todas os moni-
i'tpios, com a antecedencia de lo dias ; as m:sas
el.itoraes para a referida ele cSo.
Art. 3 No mesmo dia da elete&odcs mam ore
dessa assembls se proceder! eia too o Estado,
por voio dincto dos eleitor-js, a escolba do um
goveraador dou3 /ice-guvernadorea.
Ari. 4. Uevogara-ss as aisos!;es eli contra-
rio.
Palacio do Soverno do Sitado do Paraai, em
14 de IJezembro de 1891. 3" da Repuelica. O
ceronei Koie.io Feiiia.-Jj,iquia Mqnt'-rode
Carvalbo e Silva.RatoJ3-: LaaenbaJXins.
O lecceio vem pretedido de consid*"audo9.
r". uec t, -,. -i A, le l uo correte fo:
da jc regahmento para a elwcao da assembla
lagisiivado Bstado.
Eolado de *. Paulo
) Ciab R'pablictnc ? s:''eu. em rsunio cr-
ganisar festejos pela asceaOBO do Dr. Cejar ao
gove-no du'anli- iras dias, f..zendo semanilaita-
raao ao preaideote do Bota o, imprenai e
ai plalos e ssnadjres
dicta dar.
T-m ijdo demittidas
interior.
O Dr. Joao Uorasa BofligBM o mndalo de
deputado retiriado-;e a vida privada.
Foram exonerados, a pedido : do sargo da
inspector t;erai da polilla de 5. Paulo, o major
Castello Brans) ; da do eBefe de poliri i, o Ur.
Lucidlo Alexaiidra Ua-tins, qaa fera uonadu
no dia da victoria da rev-lucao, saada avneado
para esse oliimo cargo o D.- Siqusira Cardoso,
advogado ao foro do Rio Claro, onde j foi ma-
gistrado.
Est publ'cadoo deeretoqueannulia as ho-
aieagOai de juilas dedircito faltas pelo Dr. Ame
rcoses coaoueso coma proceitua a .snst taijo
do Estado, e manda os juizes com exerdcio aa
terior cjitiiiu -rea aas seas cargos, niia devengo-
fe expeir aos oosso-aas o respectivo ltalo
nem conferir Ibes peso*, ilcaado de n feto as posses ja seofendas o os asios coase
qaeotes.
tado do Bao do Jaaclro
No dia 19 -e OsoapStro ao assuxiircn suas
cadeirasde deseraoar tado do Rio, os Srs. Dr. Graciliano Augusto Ce-
sar Wauderley e Daro do Ba^o Cavalcanie de
A bu merque, o presidente deslaroa-lbes que ti-
au commumeacio do (fovsrno qae se acmram
eliminados daquelles cargos. Tomando a pala-
vra o D;. Wauderley aeclarou qae nao pudia re-
conbecer o decreto de 1S do earrente, p.irqae
etnanava de am governo iliegal; qae era desera-
Dargador uorauado em virtude da le caastitacio-
ual do Esta lo, que garanta seas direitos de ma-
gistrado, e por isso nao devia rotirar-sa daqael-
la cadeira sem protestar ooatra acto de violn-
cia qae acabava de soffror. 9 Dr. Daro Gavat-
caula taucera protaslou atis ou meaos aos
tnesmos termos, acersssoataado qae aem elle
n>m o seu collega r anciana os seas lagare3.
Feito este protesto, reiirscso se.
Capital VOdoa-al
latas al 26 de Bezemoro.
Sob o titule Compslmeoiosleuos ao J#r-
nal io Commere, do dm 19 do passado :
Terminada a ses!p de abertura do Congres
so graade massa de povo dirigise ao palacio
para coraprimentar o vice-prasidcnte da Repu
blica.
< Ao tsr coobesiaieoto ds appreximacao dos
maniIesUntes, S. Bxc desceu o primeire lance
da oseada priaaieal e nessa occaslo o Br. Ba
aaudoa o Sr. Marecnal como depositario da coa
Sanca popular e garanta das lioordades e qae a
ovacio mmeasa que a acabara de recebar de-
monstrava o seotimeato publico.
B de facto qaaado o Sr. Marecbal appare
cea aa escala, as palmas e vivas proloagaram-
se par mais de cinco minutos.
O Mareatul Floriaao Peixoto, agradecen io
as palavras do orador e as rnaaifestages da po-
vo, dtsse que talo isto Ibe servia de forte esti-
mulo para dedicar-se sem limites ao servico pu-
blico.
S. Exc. levantou vivas aos republicanos o ao
jiovo
O Sr. Dr. Ariatidea Loso, relator da com
miss&o nomeada pelo Congresso, dirigiodo-se
ao Sr. Uarecbal Floriano disse qae a Assembla
Geral teade reaberto os seas trabalhos nos maa-
doa i vessa preseoga, alim de vos oBarecer as
suas fellcivaooes pelo acto qae acaba de reali-
zar-ie,
O fim dos representantes do povo na sauda
cao que vos enva, vai alm de um simples com
primate, pois que sxpriste o tsstemanbo da
mais aosolata condanga que deposita em m-so
.patriotismo a uo amor que tribotaes causa das
initituiOes rspablicaaas.
i Teuao certeza que exprimo a opiniao do
Coogresso, assegaraado vos o sea apoie oo cam
primelo dos altos e d fliceia deveres qae pesan
sobre vos.
O Congresso est certo de qae em vos a
Naci encostrar a garanta dos interesses na -
cluoaes e da Repblica.
O Sr. M^recbal Floriaao respondeu que todos
sabiam a aituacao delicada e diffijil em qae us-
-umira o goverao, porem aceltoa o confiando oo
.oaeroso concurso ii seas concidada >s e o ex
ercer com a onenlago das verdadeiras normas
republicanas.
Se oo poder coaiegair esse d*i;d>ra(um en-
tregar o poder a outras mos mais baoei*, que
melhor possam dirigir a Rspubuca dos Eitados
Cuidos do B-i7.il pela senda do prograsso.
Terminando, a^radacea seisibilisado a essa
to synpathica prova que Ib; tributava o Con-
gressu, deehrando-se prompto arecabsr as suas
ordene.
O Sr. Uarecbal Fio.-iano Peixoto foi depois
i'omprimentada por seoadores, deputados e re-
preseutaates de todas as classes aociaes.
oaladoaes castrarlos a
variss Qteadane'!i3 do
De cooformidaia com o qae preceitua o rega-
lamento do bataloo acadeniao approvalo palo
decreto n. 242 de 4 da Marco de 1890, que o
cpns-itaio, c publcalo ai ordem do da do ex-
yrclto n. 46e com as moliKcajoes que se tiza-
ram, foram naneada os seguate* offitiies:
Estado maior, commaodante. o capito do
co'po de ejtado-maior d'. artilbaria, Thoma Ca
vahante de Albuqaerque ; 2* commaadante, o
capito do corpa de estado inaior da l* ciasse
Saturnino Micolo Gardosa ; ajadante, o !.
o Io tenente de artilbaria Luir. Ferreir de
Millos ; secretario o a:ademico Peiro Ba'.erri
da Rocba Maraes: a quartel-mestre o acadmico
Benedicto Focanha Sidon.
1" companaiaCamaiaadante, o tenente do
corno de astado maior de 1* clas?e, Auguuo Ta-
so Frago o. e sunaiternos, o 2* teneaie d'* arti-
lbaria Gn8iavo Adolpho >>. os acadmicos Augus-
to Carlas C:m:so ds Mello e Joaquim Raptista
ti da Costa.
2^companhiaGomMandante,o l^tenenie de
artilarla A lulpno Lias e sunalle.-nos o i" leri^n-
te le artilbaria Joao Miguei Ribas e os acaie
micas Njuo Boem e Edgard darJilo.
3' cojapiMbiaOommindanta, o 1* tenente di
artilbaria Raymaodo Artbar d subalternos o 2'tenente i- artiifiaria Ealides
Cunta e os acaaemiaas Garca Leo e Flavio de
Mendoea Ucba.
41 com,aMnia-Commaodant8. o Io tenente
de artilbaria Jop Aotmio de Oveira Valle e
subilte'00 a 1 t-neote de artilbaria Joo Sim
plelo Alves de Carvalbo e os acadmicos l'on-
ciano Alves Cu oral, e Rogerio Correia de Miran-
da.
Bscreve o Jornal do Comintrcio, do dia 18
de 1> zrrabro:
Ante nontem no Eacbamento obrigiram
ama nai.!. de msica alleii a tocar o bymno
na unai, e o grande nuaiero de individuos que
a estaciona de continuo prorompau em v.vas
mon^rania.
Protestamos hanlern contra esse ajunlamen-
to qup perturba a paz e embaraca o conmeraio;
bomem mesmo dea se a cansequeacia dos acou
tecimeiitos da ves.era. Numeroso grupo de po
pul,-. s. pouao depois de .nem da, dirigi se
na.-a aju-lie Ucal e prororapeu em vi-as re
publica. Parte des3e grapa percorreu aiada a
ra do Ouvidar. Esse movimento sobresalten o
commexio que cerrou as portas.
Durante o dia e noite a cidade foi guardada
por patrulbas de cavellaria. A' raa da Alfande
ga, onda esteve urna o-ca d polica, compare
ceu o Sr. general Banardo Vasques, cominan-
dan'.e da brigada policial.
Era oulra seceo publicamos um edital
do Sr. ebefe de poliaia, prohibalo 03 ajaata
mentos oa rui da Alfand iga e esperamis que
essaordaui salular teja rigorosamente observada.
Precisamo3 de tranqailidade, e da energa
do governo muito coaliamos que ella ser maa-
lids.
O nosso collega do Brazil publican boutem
o seguate :
P. S.Depois de escripias as liabas prece
dentes o redactor ebefe desta filba, dirigiado-se,
cerca das 10 oras da noite, lyoo^rapbia para
rever as provas de seas artigos, encoatrou as
portas fecbalas e guardadas par forja de poli
ca.
Ealo o Sr. tenente do exerailo Juvenal Mil-
ler, acompanbado de outros jjen.-, t I i.s pai-
sana, eaderegau-se ao redactor e pedio Ihe que
os admittisse para reun lamente veritiaarera que
nanbuma violeacia tioham soflrido, nem o pes
soal da redaccGa, nem o material tvpographico.
Com elTeiio faram admiuidos os visitantes,
e per..nte elle3, declararam 03 redactores em
servido qae a typog'apbia UoUa sito accoramet-
tida por um grapa que. ao meio de enorme vo
leria, e tentando forcar a parta, exiga que fosse
basteada a han lei .-a da repblica.
Nao exi;-tinlo essa era oulra. banderi tm
nosso e3tabelecimento. nem mastro pa-a arva-
ral-a, am das assaltante3 e3caloi a saccada, era
urna escada que palia ce empre-itiaio na visi-
nbanga, e peidurou a banleira na janelia cen-
tral, retinado a momfnt03 d^pais.
O Sr. teaente Juvenal Miller e seu? coapa-
abeiros asseguraram-oos que cavalneirosimente
haviam iraoedido maior de3aaato, e como bon3
repuoli:anoa o deaapprovavam, o que eortesv
mate agradecemos.
rata Ribeiro, em pbraso eteaada e erstbasiasdiea -maoacada.
PROTESTO 3
A off aialiada do exercito, destacada na ca-
pital federal, oublicou o seguinte :
No intuito de desfazer os boatos que inf-a-
lizmvnte circulara de rastauracdtJ para a qual
cantara cora a ,'orga de afantaria para tal resal-
tado, a oliaialidade dos i:, 7.', 10, 22.', 23." e
4. batalBes de infantina roanlda, resolve pro-
testar contra taes especulaces, par isso qae foi
e ser pela Repblica Federativa; e declara
que taes boatas s pode a pa.'tir de especulado-
re?, qae bascara tirar vaotagem do estado anar-
cbica com qae infelizmeate parece persarrer as
carnadas sociaea.
Entretanto affiraa mais ama vez que, este on
outro govarna qualqaer, paderi cantar com a
sos solidario lade para manuteocio da ordem e
susteutacalo da repaslica.
Capital Federal, 17 de Dezembro de 1891. O
coronel Estevo Jasa FerrazTente coronel
Pedro Nuaes Baptista Ferreira Tsmarioda.Te
nenie-coronel Carlos Olyrapio Ferraz.Teoeate
coraael BeitoTbomazGoncalves.Teaentecoro-
ael Pedro Paalo da Fooseca GalvSo. Mijor
Francisco Luiz Moreira Jnior.Mijo- Tri3ia
Sicupia de Alencar Ararioe.Major Edmundo
Muoiz BUteosourl.Capilao Anlooio Leite Ri-
beiro Jnior.Capillo Mioervino Tbora Rodri
gues.-Capitao Pedro ds Alcaotara Fonseca.
Caoito Jos Xavier Figaeiredo de BritoCa-
pitio CroJegando Meados Ferreira. Capita
Francisco de Paula Oariqae.api'So Augusto
Fredenco Caldioell do Cinto.Capita? Innocen-
cio Fabncio Ferreira de Mattos Capito Uenri
qae Justino Jos Alves Jscatioga.CipitSe Leo-
poldo Antonio Luis de Miraoda.Caaito Jos
Bonifacio de Addrade Vaodelly.Capito Radol-
pho Caval.-ante da Silva Pessoa.Capito Alber-
to Gavia rureira PlatoCapito Joaquina Ale-
xaodriao Villa Forte.Capito Napolen Fehppe
Ach.Capito AntJio Sebastin Basilio Pyr-
rbo.
(Segnem-se mais de 100 assignatoras )
O Sr. almirante Glisiario Jos Barbea foi
ao ministre da mariaba offerecer os seas serv
gos em dafeza da repblica, caso esta eiteja
O miuistro do inienor recesen de rVraam-
buco os seguales telegrammas :
No d:a 18 do correte, por volta das 2 borat
da Urde nenia cidade, o com graade iasisteocis,
j circulavam boatos de baver rebmiado, em di-
versos maaicipios do interior, um movimeato re
volacioaario qus, comecaodo pela deposico das
intendencias, tmua por tima deposigodo gover
aojdeste Estado, qae pelam direegao qae impri-
ma aos negocios pablicos e por ser geralmeate
considerado caosplice da golps de Bstado de 3
de Naveabro e coreo do ex presidente Manota
Deodoro da Fon-eca, tinba contra si a m venta-
se da maioria da popalago tanto nesta cidade
como oo interior. Natava-se am qaer qae fosse
do iaqaietago na populaco desta cidade s o
vico-goveraador Baro de Canteadas fez seguir
imcedialaujente para Palmares um desiaoamea-
to policial de 80 pragas, oommaadado pelo ca-
pitn Pedro Baptista Caroeiro.
Emqaaato isto se passava, maadavam, o go-
vernador Baro de Comeadas e seas amigos,
propr aos ebefes revolucionarios um accordo,
que consista em conseguiris elles qne o gover-
nador Coireid resigaasse, sendo eleitu pelo 0. gresso, eato existente, um successor uor elles
designado e qae se irapuaba .'ontianga dos
me.mos ebefes revolucin trios, permacvaeado
tudo u mns cono estava. J eataa o movimeoio
se acbava peparada em quasi todos lodos os
municipios do mierior para roaper, nos mais
prximos, ao primeiro aviso c siasul'.anoamente
nesta capital, aegoiado sa ius muaicipios mus
distantes.
Trazida a propasta alludida ao coabacimeno
dos cnefes do movimento, entre us qjaes aca
vam-ee Ambrosio e Meira.foi quasi por oaaoimi-
dade resol vida aa ao aceitago, do que se dara
coabecimeaio ao da seguate aos proponentes,
noticias que circulavam aates da proposta allu-
dida, de qua o guveraador e vice governador pa-
reciam incliaar-se a resignago dos cargos e de-
sejo de evitar lula sangrenta, indaziram os ebe
fes a adiar o movimento, avisando ao chefe do
interior para oa se porem em campo sem ai
so. Campre notar que esses cueles e povo do
interior, do mesmo aao lo que gr iode parte da
populago da capital, lodigaadas contra o gover-
no de eato, j ee acOavam impaciea.es .: cen-
sura vam os directores o .no v.meo M pelas de
longas. j^ *-&?
Para sgaos pontos os le os arabas se mstra-
vam mais irapacieoies foram dados avisos para
a liara oto do taavimeclo e era outros caatiava
se qae ao romperu sem aviso
A' lardiaba do referido dia 18, depais da con-
ferencia bavida na casa do Dr. Minina Jnior,
aa qaal tomaram parte Ambrosio Macuado, Jos
Viceute Meira, Bruo, Joaquim lavares, Bernar-
do Cmara, Ucinio Cardoso, Antouio Tavares,
Damiagos Leite, era graade a eaonacao Azi aoi
.aos, apezar do afirraarem BUS, em maior uume-
ro, nao poder o movimento ser poslo em cam-
pa uaquelle da. por falla Ue aviso a tados pun-
ios ; erara outros de opimo que nao se devia
perder occasio e romper iogo o movimento para
uo tioarera desamparados os amigos do late-
rior j comprometudos, embora livessem con-
trariado re:omineadag:s. Nesse desenconiro de
vistas siii ara da conferencia os cb:fes refe-
ridos, leado prevalecido todava, a idea, do
allantara-uto pelo voto da m noria.
Ao lanoiecer cuiraegm a reunirse oavo na
ra Quiuze de Noveaoro, em Ireule ao Jornal
4o Hrtife e s 7 oras, pouoo mal oa aleaos,
seado j inpoaonte o ajauumenio popalar, co-
megarara a ser dalos gritos defora o governa
dar, cara applausos eutbusiasticos de g'aode
massa popular. E*a a vontale papular, por bu-
lo tempo con4>, que ameagava lazer exjloso.
Assim foi que uirTe-remes cidaios asaram ea-
to da palay/a. da varauda do Jornal do Real
fe redobraado o entnusRismo do povo e iqci-
iaa'0 ao patritico aommettimento, qua tinha
por Ii n, cora a deposiga do napapjiar gaveroa
de eato, a victoria da legalidade oeste Estado,
la fando em seus bros pelo mesmo goverao,
que o avil.ava, fazenda o cemplicaios applasos
e do apaio prodigaiisadas dictadura.
Poi eniao que foi proclamada a deposiga do
goverao de eato e aoclamada, no meio do raaiur
aibusiasmo, a junta governativa abaixo assig
nada. Ao Jaraal do Recife coraparecea o ge
oeral Oanques.o qual em vista que teve dos
acoai<-cimaai08, que se desenrolaviaj ri frente
iqaelle jotaat, foi recebido cora palm\, i-u.hu
siasticos vivas e vicionado delirantemente coa
o outros cidados acclanados memoro da jan
ta, auaixo assignada, como Mamas Jnior e
mais os ebefes. Pedio eolio o general Ourique
Jacques ao povo qu tivesse calma emquaoto
elle ii conferenciar cora o Uaro de Caotendas ;
o povo ojaeoapaahou eatr.i estrepitosos vivas, e,
a pedido do mesma general, ticou aguardando
a sua volta na praga da Repblica, aa parle que
11 ;a entre o edificio da Intendencia e o do Sena-
da. A atliiade do povo era pacifica e apenas dava
vivas aos ebefes republicanos e aa geaaral Ou
rique Jacques, aguardauda a respasta por este
proraetiida
o povo ccrapunha-se de .aans cidados de to-
das as classes e eslava desarmado, coma foi tes-
temuubados pelos cidadas Dr. Licioio C rdaso,
Ambrosio J-.chido, Meira de Vasconcellos, Joa
juim Tavares Brito, Visaondede Guararapes Ab
disio de Vasconcellos e outros multes.
Antes que apparecesae o gaaeral Ouqae Ja-
cqjies que ainda se aabava em palacio cooferen-
ciando com o Bato de Comeadas, que. sem era
bargo, as circunstancias o p-ren'.es, hesitava
resignar o cargo de vice-governador, comegaa a
forga policial a cercar o povo, e em seguida um
piquete de avallara da brigada policial o acoa-
nctieu, disparan lo sabr estes alguus tiros,
.tessa occasio o Visconde de Gaararapes quasi
vletirad de um tiro le rewolver.
Da Dr. Jos Mara de Aleuquerqae Mello, qae
alias ao se achata no exeralcio do governo,
partiram as nrdeos de fazer fogo sobre o povo
e sobe a propria forga de lioba ; a esse cidado
se deve a renbida lata que iravoo-se eoto entre
o povo e os batalnes de urna parte e a forga
policial e 03 capaagas do goverao deposto, de
oatro. O oumero de moras e de 10 e o de fe
ndos nao exaclameute conhecido, ao devendo
exceder de 20.
O Baro de Contendas, depois de baver cessa-
do o fogo, durante o qaal re3ignou, retiroa-se
de palacio sem que houves3e saffdo o menor
desacato, seado acompauhado pelo general Oa-
riqae at a estagoda estrada da ferro i* Oliada.
Depois disso o geaeral e os dous ltimos abai-
xo assigoados, a convite do primeiro, dirigiram
se para o quartel-general. aiorapanbados de
graude massa popular que os saudava bem corao
ao exercito, e armada, ao Dr. Martina Jauir, ao
oar'.ido republicono, ao povo pernambucauo. a
legalidade, a* govarao federal, a Fioriano Pei-
xoto, Jos Hygioo, Custodio de Mello e ao gene
ral Simeo.
Abi ebegaios, o Dr. Meira de Vasconcellos,
era ame da Juila acalamala, fallou ao pavo,
pediado Ine que se mantivesse serapre era aiti-
lude pacifica e declarando solemnemente qae
seriara respeitados todos 03 direitos e mantisa a
orden.
It-unidos, s 11 horas da noite, cu urna das
salas do quartei geaeral, os membros da Jauta,
o Dr. Liento Cardoso pedio ao general Oariqe
que assumisse o goverao do Estado coat os ou-
tros membros acaiaaados, que eslava.n promp
tos a lazel-o.
Immediatamente oa'soa a funecioaar a junta
goveroativa, cuja primeiro acto foi a proalamago
que dirigi ao povo e ea segaida tomou ledas
as providencias aecessarias e bem da macuten-
go da ordsm publica, assim como expedio a
esse giverno am telegramms ea que succin-
tameote narrou os acoatecimeatos da aoite.
O tenent9 Artaliano Lias, que acompaobou
o geaeral at o interior do palacio, qaanda
fallaram com o Dr. Jos Maris, qae o tinha cha-
ntado para fallar-lbe em parliculor, fot por daas
vezea victima de tentativa de asaassinato, obs-
tado por dous caletea qae o acoraoanbava u. O
cadete Julio Borges foi barbara e traigoeiraaen
te assassiuado na sala de.jaotar do palacio, a
Uros o tcalas, pelos sicarios qae cercavam o
governo deposto.
Junta governativa.General de brigada Ouri-
que Jacques. Ambrosio Masbado. Meira de
Vasconcellos.
Becife, 22 ds Dezembro.Vos cammunicamos
que foram descobertos e apprebendidos 1,300
cartuobos de dyaanste da fabrica de Alfredo No-
bel, de Hainburgo, que para fias anistros, ba
viau sido comprados pelo goverao deposto. Por
felicidade da popalago a rpida do movimeaio
liberador ao dea lagar a qae fizessom uso da-
queaes terriveis meios de deatraigo.-A jauta
goveroativa.
Recife, 23 de Dezembro de 1891.ir. Jos
Hygioo, mioistro di justiga.Rio.
Joao Teixeira vivo e perfeitaraente boa. Da
guarnigo 4 morios, o resto do povo da
local, 3 Je cadl lado. A ordem poblisa ,
ravel. Hojs gran le mareb cvica de i 000
soas o commer;io alegre e satisfeno f i/ra-
preseatar e promove ama maaileaiacao a maa
para daningo prximo. Todos os teiegraataa
pastados sao a fiel narragao dos ac i'.eciaeaiai
A forga so nterveio para maaoteagao da ordeav.
e evitar maiores desgracas, qae so iiveram lagar
devida a mp-udeocu da polica. Oscouoia-
dantes que se acbam presos esto se ido nmiM-
dos sobre armamento e maaicoes disirioaidao.
Hojs foi pablicado um edital garantindocoasata-
la liberdada a impreasa. O lelegnpbo esUisav
empedido desde o da 18. O goverr.o ci deve
dar crdito a telegrammas alarmantes pasoaaae
com m f. A junta obra com toda a pradea
Teaente Damlog.s Leite. seeretario da juata-
No Paiz do dia 18 lemos:
Reaniram-se bontm 1 Urde oo cemnanat
superior da guarda naconal, os commaodacteo
de brigada a demais officiaes desU milicia e de-
liberaran enviar ao cnefe da nago urna mensa-
gem, manifestando Iba .ua aibesao causa ala
Repblica.
Comparecen a esta reuoiio cre3CidlMiaw
numero de officiaes.
Ltda qae foi a mensagem, o Sr. Dr. 8aot-
paio Ferraz asou da palavra e dirigi ama alie
cago a o gea-ral Almeida Brrelo, que respoa-
dea em seguida ao saa collega.
Depois disso todos os presente* assigniraai
a Pega qua (em de ser dirigida ao Sr. sice-pre-
sideule da Repabca, que a seg
Exm. Sr. Dnredul visa a*eoeaia da ie-
publicados Estados Unidos do Brasil.
A guarda nacional, que duungoio-se seapre
pelo sea amor ordem e legalidade, e nanea
regateoa seos senricoi para assegararo r^speito
lei e a obediencia lU'oidade, bo,- qae siuao-
iroa boatos de disturbios e de pTia-oagao da
traaqaillidedo poblisa preoccopam t apa oraos
a pacifica popalago desta cidal-, os abano ao-
sigaados, comraaa lantes e offi: aes la mesan
guarda aeeta capital, a gao qae e s->u dever vl-
rem a vossa preseng para declarar qoe aguar-
da aaciouc! si prompta a aaxilu* V. .
coa toda a dedicago na deteza da legalidade e
na manutengo da ordem, com o totano de sor
garantida o livre exercicio da todos o direitaa
oatorgados ao pavo pela carta coostno-ional re-
publicana.
Capital Fsderal, 17 de Deieabro it 18fl.
u limpo do dia 21, sob a robrica -O Pea-
namouaanosescreve:
Bealisau se bootem ama reaaio de graneo
numero de pernamboaaco? aqu re^iden'es para
tratar dos acoatecimeatos recentes de sua pa-
tria.
Depois ss manifestagoes era diversos ;oa-
tidos uas pessoas presentes, resolve se expedar
u n telegramma ao Dr. Manas Janior. uandar
celebrar m asas nesta capital palos atenea da
da 18 e canvacar urna rean o p do Ciud Republicano de Peroambu o co do ma-
ga prximo, em logar qae ser preiamrate in-
dcalo. Foi tamoem nomeada orna commaie
para pedir ao Sr. mioistro dajastig-, orovidea-
cias relaiivimeote aoa tuipados pelos acontoei-
mcn'os daquella di:
Ka seguda dissoisei-aa a reacia >:a4e
todos a esta rertaagu coaprimonUr o nosaa
aollega BoUarmiao Caroeiro, qoe nip>1-ada
comparecer a esta, eovira ama carta, aOJeriado
a tu o qae all se deiioerasse
Eis o teiegrsmraa expedida por deliboragia
Ja colonia periarau:ai< :
Dr. Mar'ins Juiur, Rec(e. Cj onu Per-
Qarauucsua reaai.la da .'i-mes a i'^r.ara-oro
pela nao-te dos batalladores da legalidade e
louva a attitude dos defeasores da potra. P-le
que deposiUis care n> turaalo do tlete Joiio
Borges.
Balado do Eplri?o- A respeira dos negocios d'oaoa Estaio a :reve-
pauj Dar o Jornal do Comwurcio :
Tendo fid o 1." vicc-governado-. W-. A.na-
nio Aguirre, avisado de qae o 32* Oautoio ira
boje a palacio afira de a .'-alamar sxi jonta de
governo provisorio, para all dirigios- a- i ho-
ras da maah. Pouao depois apresa araa M
os Srs. capstes Albaye Juaior, Ar to lo Campee,
coronel Pa;va e Aotero Cau'inno, o* qaa--s decla-
raram qua ja tendo sido aclmala a. Ja .ti o
governo proviso la, composta dos ara. carcas*
toavea, camraandante do bitalbo Dr. Graca-
oo Neves e Dr. Galdino Lareto. oiotimarsm ?a-a
deixar o governo, visto estarem gtraaados pelo
apaio lo 32* b.ualha.
O Dr. a. Aguirre responda lbs qae s II
horas coassuiiMr Ibes-bia a deln--agao qae
boavesse de tomar, ao qoe acquies.ea aq. *
comraissio. qas retiroa-se.
A's 61/2 huras recebeu o I.* vice governador
o segua e Ifir.o:
N. 902. Cararaando do 32 baUlbio de a-
faateria. Victoria. 19 de Dezembro de l9l
Cidada Dr. Antonio Gomes Agarre.-Receta
vos-o oflicio de baatem datado era qp-~ corarca-
oicaes hjver a3 am do a gove so etl E i !o,
na qualidade de i." vice goveraador de. .
vos ao recoehecer em.vso govero-> legal e sai
oa janta goveroativa d -! E-udo, coreposa do*
cidados coronel Ignacio Ihnriqne' de G.voeis
e Drs. Galdino Loreto e Graciano 5evp. acca-
mada pelo povo ,i'.o--,nien-e. Ele e fa-
teraidade. Francisco Pilis i* Arcuj ljot
coamandanle.
Pouco antes das 7 hars cb"gou o 32 baUlba
o formau em liaba em frente eotraa do pala-
cio. Nessa occasio a polica qae o gaarueca
quiz faxer fogo, ao qae ao consent o o !>-. A.
Agoirre, qoe reiiroo-se declarando aoaadoaaf
o governo em face da iulerveoci) i^ fa ja fe-
deral.
O Dr. Autoaia Agoirre pablicou o segu;te ao-
Difosto:
Ao povo espirito saetease e ao pa z Trnda
boatera assumido o goverao do Esta r ea .?-
dade de ata l.- vlce-eoveroadtr, por e '" pat-
sado a a1rajistrago o Sr Biraa d '! ja'lira,
com o laliu'-o patrwtieo de resuti -*o-
qaiiridade palmea, alterada p^la ( ore
pretexto de incompatibilidad raa
federal e o governaiar do EsUdo, por Ht eaaa
adherido ao golpe de Bstado de 3 de >" -nora,
que dissulveu n CoogRaao N i da
deixar o pala.io do governo daase 1^ i itna-
go formal que me foi feta pelo 3 ba o aao oa
iofanterra, cojo commaadante major K- .iseo
Flix de Ataojo; pouco aotes ase bavh -
nicado, am officio sob n. 902. ao recoaf;- r le-
gal o mea goverao e sim o de orna jnota gover-
nativa, qaedevia ja ter sido aclamada pdo pov#
e se acbava compas'a dos cid .dios co-oa.-. laa-
co Heariqae de Goovea e Drs. Galdino Lo- e
Graciano Hetta.
Este faca iemaara a todas as luz.es qae ose
pas3ava do am simples pretexto a iucoapat >n-
dade allegada pela opoosigo para a-redar ala
goverao o Sr. Birao de Maojirdim, visto ao sa-
bsistir em relago a mim, qie sona.'1 r>geitet
eualquer soMiariedade oara aqoelle acto diataa-
rial do ex-preaideote da Repoolica.
Fkcou umbam patate a intervenga' astea iva
lo goveraa federal para fazer triampbar o pro-
posito da opposigio da apoderar se do goverao
do E-tdo, por meio do emprego da forga fe-
deral contra a maioria da popalago > jpir.to-
santeufe.
Acredito qee s uoaentaaeaaeote a foro;
podo sobrepc;ar o direito. estado de convsa-
to aoarchica em qae se acha tolo o puz recla-
ma os osforgas e a dedicago dos verdadeirno
patriotas, afia de rastaarar se a forma de r-avor-
ao da repoolica federativa, victimada pelos ao-
luaes dominadores, que se teado elevado ea sa-
me da legalidade, em toda a parte ceacaleaa
brutalmeate a Coostituigo, as leis e 03 p.-mci-
Dios de moral qoe devem reger os povos cvlli-
sados.
Relirei me do palacio do governo. ala p-rqoe
me falia'se o apoio popalar, mas diana da m-
tervengo Iraoca e violenta 1a (orea federal qae
tomou a si o triste papel de protogonista ca de-
ploravsl comedia vu que tuccumbio a auten- atia
do Estado do Espirito Saoto.
Nao deveaos desanimar ante aa violencias, ea
deslealdades, as traigoes e todas as mais ave-
rias da qaadra actual.
Tonharaot f profonda oa sinceridade dos ver-
daderos repoblicaoos. porseferaoca ea noeee
incessaote trabalho e pleaa coanarea ao glorio-
so futuro da patria brasileira.
Victoria, 19 de Dezembro de 1191.
etado ola avades*
Balas at 26 :
O JTjftdo da Bakia poblicon a secoiote
Ac da enso celebrada a 29 de Deaembro de
1891. s'etta cidade da Saba. para a tolocao
definitiva da crine poltica em qae se lea acke-
do este Bstado.
Aot 22 dios do mez de Deteabro e IMI a'os-
la cidade e oa ma oa eae reside o Sr.


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Diario dfe Pernambuco-----Poningo- fr--JftHH de 189%
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coronel Abren Lima, reunidos oa Srs Dr. Seve
nno Vieira, Angosto de Fretta*. Ampbilophio,
Zima, Leavigildo Filgueiras. Pruco Paraso, Pau-
la Gulmares, deputados feleraes e teoeotes-co-
roneis Abrea Lima e Mor eir Cesar, lendo o Dr.
Sevenno Vieira, por parle de seus amigos e o
Sr. Ziraa, por pane dos seos, se comprcmetlido.
a Heimeaie cumpnr o qae resolvwio fosse na
presente sesso. assentouse no seguate :
1.a O Dr. Jas Gaog*lves da Silva, renuncia o
eargo de governador da Babia.
2. E' aeceito para presidaote do Sealo o
cbefe de dmso reformado Leal Ferreira, renun-
ciando iL'ualaieaioo sea cargo o Dr. Luu Viaona.
3 O D -. Luiz Viaona, como presidente do Se-
cado, em vista das ctrcumstancias excepcionaes
do Estada, convocara imraediamentaoCaugresao.
4.* O Dr. Abrea Lima entrefar o governe de
lacio io novo eleito presidente do Senado. E
para constar lavrou-se a presente acta que vai
assignad* por todos.
Babia, 22 de D zembro de 1891.
(Asigaado3)Dr. Anstides Cesar Spinola Zi-
ma, Sevoano Vieira, Augusto de Frenas, Prisco
Paraso, F. de Paula Gaimaras, Leovegildo
Filgueiras, Francisco de ADreu e Lima. Antonio
Mareira Cesar, Ampbilopbio Botelno Freir de
6arva'n, coi estis restricges:
i.* Na reconhecenio o governo do Sr. tenen-
te coronel Abreu e Lima, acceito o expediente
da renuncia do Dr. Jos Gougalves, gara o Con-
greso convocado pelo Dr Luiz Viaona, como
substituto legal do governador resignatario.
8.a Aeceito para presidente do Senado qual-
quer dos membros d'essa corporago, urna vez
eleilo por seus pares.
O Jornal do Commerciu, publica os seguio-
tes telegnmmas:
Baha 23 de Dezemhro.
Eff3 :;u iu-s boje ao meio da a sesso ex-
traordinaria da assembla gerai d'este Estado,
aflm de tomar conbecimento la renuncia do go-
veraaio".
Compareceram 43 senadoras e debutados, indo
eive a maioria opposicionista, autora dos asonte-
men'.os ae 24 do ultimo mez.
Foi liJa a uaeosagem do Dr. Jos* Gsugalves,
renunciando o cargo.
O senador Victorino fundameolou urna mogo
de loevor e bomeoagem o resigoatario. que foi
tpprova la en re palmas calorosas por 34 votos
contra 9
O dejucado Flavio Araujo p-opoz e foi aporo-
vado ura voto de louvor aos batalhes 16 e 9" de
iofaular: .
A sessa lerminou as 3 ho-as da tarde. Mais
de mil pessoas enchia o recinto do pilacio muni
eipal e praga frootelra.
O 16* tataib p-esiou a suarda de honra. Ao
termm-a sesso o povo rompen em delirante
ovago jo Conareseo, acs batalhes legalistas, 8
ao som de repelidos fivas dirigase a praga da
Pieda i*, onde la reunir se o Senado, isoiada-
mente, para tratar da renuncia do D.\ Luiz Van-
ua, seu presidente.
Aberta a sesso, foi acceita a renuncia e pro-
ce eodo pe a eleicao foi escolbtdo o conira-almi-
ranle Leal Ferreira, que n'esla qaalidacle assu-
mio o governo in'.eriuo do Estado.
Babia. 23 de Dezeoabro.
Cok luida a sesso do Senado, grande numero
de C3n'r.-asalas, seguidos de enorme prestito
e pessoas gradas acompanharam o 16* batalbo
al seu noariel ao forte S Pedro, sendo por lodo
cimich < levantados vivas a Babia, ao Dr. Jos
Gongalve, ao conira almirante Leal Ferreira, a
Constuigo. ao Dr. Dionisio Cerqueira, etc.
O leneile co-onel cbefe de polica, prohibe
qaalquer maufestagao ms ruis pelo fallecimeo-
to do 5*. D. Pedro de Alcntara, bem como his
tear se as oundeiras da monarcbia, me-mo tendo
sido a cori UbsluiJa pea estrella e nuito
meno a da n publica a tnea haate em sigoal de
pezar relo dito fallecimento.
Ai Ooajresso Nacional foi submettido a in-
umoencia de declarar quaes as manifestages de
pez^r que podero ser feitas;
CORRESPONDERAS
Do Ufarlo de Pernambuco *
PORTUGAL lisboa, '21 de dezembbo
DE 1891
(Conte'nuacuoj
Apzar de tudo, mullo dovido que o gabi-
nete se siuta com forja para v,brar un golpe
deete alcance ; porque a grande quesio para o
mio's:erioneate momenlo arraojar fundos para
pagar o coupon de Janeiro, que nos est a bater
por;a,
segundo as 3formaes do Matan, de Pars,
que uurjca nus bosiili-cu c por sso e mais in-
suspeiio, j.se maliogra am duas tentaiivas de
accorJo parum empre*limo ; na pnmeira, com
binqueiros f^ancezes, em que o govrnc poriu
guez eupeaava as inscripOea a 27 1! e outra
coa liniC-^iroj nsfiezescam o penbor de uto
Ijs po-tuguezes a 281
Mal!ogradase>ta8 tentativas 4'occa soloto ur-
geoiisiima, quem deu ao goveroo for$;a para se
lslier em uve:itur-.s de dissolver a Liga, de per-
aoguir uus tantos lentos de oficiaes de tedas as
armas 1
A mesraa forga que leve para arcar com a hy-
polb-uca declaraco de guerra > partido pro-
'gressista, e que se tornar elTectiva be viogar a
candidaiura do Sr. Lopo Vaz presidencia do
cantliic.
P. S. llintem noite dizia se que a substi-
tuiso do general Joo Ccrysostomo pelo Sr. Lopo
Vaz e|a entrada de un.novo ministro para a pas
la da guerra ara|adiada para Janeico proxino.
A' 1j dete mez, o Sr. Marianoo de Carvalbo,
ministro da fazeada, apresentou na cmara Jos
depatados urna proposta de reforma das pautas,
a qual seacba agora pendente do padecer da
commiSo esps:ial aomeala pela mesma ca
mar.
Ejia commisaSo tem se oceupado sriivamen-
te do mpjrlantisaimoassumpioqoeibe foi com
medido tido anaiyado jl com extrema minu-
cia alguna ariigos da paula de mportagaa.
As pautas de. exponaco. bem como ue reex-
poriagio e Daldeac-J, foraa apreciadas logo no
priro-iro da de t.-aoalboa, sendo approvada a
propj;u do go/erno com nsigaicaotes ;>liera-
^5es, acopiadas de acoordo com o ministro da
lazen ;a.
Oxaia qua nao Saja attrictos nem se enrede a
CDmm.sij em pequeos incidentes, pois se tor
oa alisa i:tamoie odispensavel que a nova pao
U esteje-aperovada at ao fim de Janeiro, e sen
do preciso ootar com alguus dias para a discus
sao as uis camdras, nao se pode perder tem-
pjrl.'am.
So e~ie: os desejos da grande maioria do paiz
qu- coa verdadeira anciedade. aguarda o novo
reg-mto aluineiro, pondo elle as mais bem
funda las esperangas.
Nases&o de 18 Ja c.mira dos deputados
O Sr. Mana jno ee Carvaibo, mioi-tro da fazenda,
maodou para a mesa o projecto dos alcools, ela-
fcorado em harmona com as mdicacOes da com
mua xtra-parlameniar ",ue ealudou es'.e aa
ampto
Como j tive occasio de Ibes dizer este um
dos projeeoa de salvaterio que fazem parte do
eonjuncio, a que o jornalismo pouco affecto
aquel le estadista chama o aflato maravilhoso do
Sr. Minznno
Parece que mais una tantos por cento de
tero dentro eoi pouco onerar os vencimentos
dos funccionarlos do Estado.
Seja oe!o amor de Deus I
Ha dias, na caau'a.o Sr. Jos Luciano che-
le do Mr'-.do progressista p-ovocou o goveroo a
dar exiii- co :i precisis sob e o estado da fa-
xenda publua, observando que o paiz nem a re
preseoraco nacional podem coatentar se com o
r'gimen do segrsdo a que o actual ministerio,
bem com o que o preceden o tem querido sub-
metler.
Comecanrlo o Sr, Marianoo de Carvalho por
agradecer ao Sr. Jos Luciano a nper-to leal
e dedlc-ida qve prometteu ao governo para re-
solver todas as questOes e princprimete a
questao de fazenda.
Qae :;o acceitaria boje, como ea Juabo pas-
gaou, nao acceitou, que a situacio grve. Has,
O qce a i-!iuac5o, e porque ella grave?
a siiua;io urna crise Bnancei-a e urna crise
economiza : essas rnses nao sao exclusivaaaente
ponugu-zis, mas sim sao aggravadas por urna
crise universal, que boje pesa sobre todos os
mercados europeus e americanos.
D'estaa duas crises.qual a que tem mais
p-ompo remedio, (contmuou o ministro da fa-
senda). e qual a que mais exige a cooperado
da todos ? Evidentemente a crise econmica.
Refenndo-se largamente noesa situ ico co
lontal e tratando das circumsunciaa da oietropo-
le, disae o orador que a crise ao taesooro se re-
solve pelo concurso e boa vontade de lodos.
Queira o goveroo e o parlamento, e odis-
pensavel que o queira sem perda de leiapo, re-
juzir as deapezas pnblicas. tanio qaanlo ss possa,
os melboramentos da metropole e o dea20volv-
menlo do nosso imperio colonial tanto quaoto
possivel para os nao compromelter; cuide se de
tiacalisar a receila e aogmeotal a, sem aggravar
a siioaco econmica do reino, e a questo Hnan-
ceira estar resolvida.
Nao 6 neabuma empreza herclea o com o
concurso e boa voatade de toos ella se resol-
ver. O que i preciso que o sacrificio s :a para
todos, e qua qaando, por exemplo, se reforme
urna repart'.(o nao se preste ouvidos aos clamo-
rea dos que se sentem perdidos noa seus ii.te-
resaes particulares.
A coudico eesencial do paiz equilibrar o or-
camenio. Conseguido, porm, sso, e revolvida a
qusto fazeudaria, nao est ainda conpleta a
maior tarefa que boje incumbe ai governo e a>
parlamento. E' preciso que a esse respivito nao
baja iliu-*'3.
O que preciso que Portugal nao seja urna
nagu de amanuenses, mas sim utna nago de
trabalbadores em todas as manifeaUcfcs ao tra
bal*io humano.
O resultado, porm, que ae deseja nao aa con
segu com uai f governo e com um s parla-
monto, nem em um anno. A desord.-m econ-
mica que vem de 40 ou S aunas nao se pode
resolver em 4 ou 5 mezes.
Coutiouou dizendo que ba, comtudo. esperan
as de que dentro de doua mezes esteja restaba-
lecida a circulaco melallica; mas que 1 -so nao
pode conseguir ae sem a cooperaco eflicaz do
parlamento ; e no momento em que as negocia-
fas eotaboladas ttveremchegado ao seu )enodo
de concluso, o governo dar todas aa explica-
gfjss ao parlamento e vira pedir toda a coopera
gao 111 uspejiaavel para se cbear ao remltado
deejado.
Recommeadou a extrema unio e que ninguem
se deixe perturbar por vaos terrores.
Qaanio a elle orador, declaroo que. easquanto
t.v-r a confianca da corda e do parlamento >no
deixar o sea lagar, porque qner ser esmagado
debaixo dos seus projeclos, 3i se mallognirem.o
que nao espera, mas nao quer fugir*.
Referi se depois i controle oa adminintrac&o
oanceira de tres delegados, pela Frang, pela
Allemanba e pela Inglaterra, que ve ham. como
disam as gazetas esirangeiras, semelhaosa do
que esta succelendo oa Turquia, Raealtaar em
Lisboa o caucionameulo monetario da nossa di-
\ida fndala externa, a que alludlra o Sr. Jos
Luciauo d; Castro. Tem a uizer que nn/uem
propoz semelbante couaa.
sso exclaaQ.uu Sr. SlariannodeGa,,valtio, ac
ceia-se debaixo aa bocea dos cannOes, mts nao
se acceita pala vontade de ninguem.
Pode-se conceder todas as garantas de salva
bilidade ; mas, quanto a tutella. poresot* ne
nhnma I
Qaaoto a siluaco do thsouro por nuueros,
naaa pode dizer ueste momento, mas pode aflan-
car que thasouro portoguez tem pgo inugral e
completamente tudo quanto no eslrangairc devia
e deve.
Nao tem faltado nem a um dos seus comprom-
miaaos, e est certo de que nao faltara a nt-
nbum.
Relativamente3 cuculagao fiduciaria, nao pods
esponder precisamnie mas assegnra qua ella
le nunhum modo excede as receitas do Banco
Je Portugal e a solidez desie estabecimento nao
pode Inspirar o mnimo receio.
Dapois de outraa.largas consideracOea. o Sr.
Marianoo de Ctrvalbo lerminou drzeado que
cem a cooperaco do pailimento, e pagando o
'hesooro o qae deve ao Banco de Portugal o o-
veruo espera, n'am prazo breve, ser resta.>leci-
da a circulaso melallica e resolnda a questo
d fazenda.
Besolvida, po.-m, a criae de momento, pre-
ciso iratalbar para que se nao d ooHra crise fu-
tura.
Bespondea Ibe o Sr. Jos Suriano de Castro,
dizendo que as explicagCea do Sr. ministro da fa-
zenda nao o deixaram nem tranquillo nuin sa-
tisfeilo.
Comefiou nessa ses.-ao analysando o diicurso
lo Sr. Uarianao de Carvalho e libando com a pa-
lavra para o dia seguinte fallou delidimer.'.e de-
mjntranclo que a temerosa, a verdadeira cri3e
qce noa esta astoberbando, e a errse do crdito.
Seria lonao eamijar o'um extraelo que por
forja transbordarla das dimenefies razoaveis
Jesia revista, o que o cbefe do partido tingres-
sisia aJduzo na sua extensa aualyse aa paiavjas
Jo raiulstro da faz-nda.
Quanto a esaa dei Ihe aqu um lugar obrlgado,
porque me pirece que teem verdadeira impor
lancia oa^a todosquanto seinteressam pela nos-
sa situac) linanceira pirque as detla'acO s
feitas pelo ministro das linangis teodem a trao-
quillisar os nimos e a restaoelecer a cunfianc. 1
publica moito abalada quando se trata desite as-
aampto.
Na miBha de 7 o corrente (dei Ihes noti-
cia dos primeiros debales sobre a reform;. jodi-
ciara do Sr. Moraes de Carvalho, decretada tre
dias depois de aba-ta as cortes. Escusado ser
mencionar-Ibes os nomes de todos quanto; mi
gistrados e doulores em !eis que teem ausento
na esqaerda da cmara tomaram a sua conia de
monstrar que a reforma judicial decretada um
trabalhoiosigniticante altamente valner^vel como
reprei.enta.ivo de economas, e impoltico por
e- retar demasiadamente a independencia d > po-
der jadicial, tornando 03 magiatra los ou'.ras tan-
tas pecas do xadrez poltico Das mos de um
ministro babil e faccioso.
Anda mudos depurados pro?re3S?tas seacha-
vam incript03, quandonasessSo de lo desta mez
o min stro da fazenda apresentou o p rojee'.o das
pautas aduaueiras a que j me referi um pouco
cima, todos os oradores inscriptos deca-aram
que desistiam da palavra em preserva dacg'n
ca da qaj8'.J que solliciuva agora a atienjao
da cmara.
Aproveitaodc o ensejo, um deputadi da maio
na propez urna mogode confianca, dizenco que
a caara se dava por sasfeita com as explica
qOps Jo governo quanto ao incidente da reforma
judicial e passava a ordem do dia.
Esta moco foi aporovada por 80 votos contra
!0. e assim se gastaram das e das a mov- pa-
lavras, a fazer rbetorica e a repeiirem os depu-
tados uns aos outros, para atioal ti;ar a reforma
de p e o seu autor multo escalavrado mas de p?
tambem quando os ingenuos esperavam que o
Sr. Moraes de Carvalho, cabisse amortalbado no
seu pantas.ico decreto.
(Continua)
REVISTA DIARIA
Teli-gramna- Da Rio de Janeiro diri-
gi nos S. Exc. o Sr. general Lassance o tele-
g amina, que em seguida publicimosem acquies-
cencia vontade nelle expressa pela Sra. 1). Isa-
bel coudessa d'Eu.
Rio de Janeiro, 31 de Dezembro de 1391.
Diario de Pernambuco,
Recebi ha dias o seguinte telegramma :
Malrid, lo de DezembroGeneral Lass.nce
Rio-Queira fazer publicar em lodos os jornaes
do Rio e de ontras capitaes o seguate :
Terminadas como esto as solemnidades das
honras fnebres prestadas met muito amado
pai, do fondo d'alma agradejo as numercaas de-
monstragoes de sympathia, que netses diaa de
niagoa e de dor me chegaram de mnitos ponlos
Co Brasil.
As homenagens assim prestadas qaelUs que
justos choramos, 3o mais um lago que, .travs
'da distancia, me prende aos meas patricios.
Fiel ao; ensinamentos i meu pi, sempre ea-
contrar me ho oa brasilelros prestes a concor
rer com elle?, conforme as circum3tancia- acoa-
selbrem, para a felicidade e o engrande ;imen-
to da patria D. Izabel.
canelo -Da secretaria remettem nos para
pub icar
N. 43. Juizo de direiio da comarca de Po
u'Albo, em 29 de D-zembro de 1891.
Acenso o recebimento do vosso officic circu
lar de 18 do corrente mez, smente honlem re-'despejos como ora se faz.
eeoido em que me commuaicaes achar se a jun
ta governativa desle E nado no exarciciode suas
funccOes.
laieirado deste facto, faca votos pela prospe-
ri lade e progresso deste Estado e qae continu
elle a gosar da pas e urdan neeessarias ao sea
merdcimeato.
Saude e fraleraidade.
Aos cidados general Joaqoim Meades Ouri
que J cques Dr. Ambrosio Mchalo da Cu iba
Cava lean le a Dr. Jos i cente Meira de Vascoa
cellos mal dgaos membros da junta governati-
va j Estado da Peroambaco. O juiz de dtrei
10. -Maaoel do Reg Mallo.
Visita ao t- batalbo de infantaria
A ofli'i lidade do 14- batalbo de infamara
precedida da respectiva banda da msica, com
parecen ante-hoBtem antes 4o meio dia 00 quar-
tel do 2' batalbo com o flm de cumprinseotar
amistosamente aos seus compauheiros d'aquel-
I* ,-orpo ; os quaes receberam n'a gentilmente
e peohoraaos a easa corteia.
OSr. major Meirellea por oocasio de apre-
sentar os seus oQicaes ao Sr. coronel Caiaara -;
aos demais companheiros do 2. dirigi urna
brere alloiaco, iaquil toroou saliente a har
monta de vista 1 Jo* dous corpos, respondendo
Ibe o referido Sr. coronel Cmara no sentido de
que os off;iaes do 2 batalbo de iofantiria ju-
bilosos pela visita que recebiam dos seus irmos
do 14' Datalbo, faziam sinceros votos pela
prospendade e engrndenme do da clas3e a qae
perteociam.
Por e por aeoiimentos de cotvfraternisago, com 03 do
14, proromperam em vivas a distincla ofciali-
daae do 14' batalbo.
Foi um acto imponente pela cortezia e cordia-
Jadede.
Voio de pesar -Na sesso extraordinaria
de boatfm, do Tribuaal da Relacao, fot propos
to pelo Sr. deaembargador Pires Ferreira e una
nimemente approvado, que se lancaase na acta
um voto de pazar palo passamento do conelb?i-
ro Qaintioo Jos de Miranda, presidente qae f jl
do mesmo Tribunal; Detn como qua os rerpecu-
vos membros e mais empregados lomassem luto
por 8 das.
Igualmente por d -sisruacao do presidente do
tribunal e sabr proposia unaaimemen'.e ao
provada do Sr. deaembargador Teixeira de S,
foi este incumbido da elaborago de uta me-
moria histrica 00 elogio fnebre do tinado para
ser lido em sesQo e inscripto n) livro das a ;tas.
Auto deajiMca o ochado-Foi nos offi
ciaimen c remedido para publicar :
Auto de busca e aDprebeoao.AosM dias
do mez d Dezembro do anno de 1891 e no pala
ci do goveroo deste Estado, presente o cidado
D-. Francisco Xivier Gueles Perei a delegado
do 1- distncto, eos cidados major Luiz Au
gusto Coelbo Cintra. Dr. Esmeraldino 0. de To*
res Bandeira e o alferes Francisco Joaqoim Fi
gueira de Fariaa abaixo assigoados como testis
muoaas, foi pelo masmo Dr. delegado p-ocedido
um exaaie e buac no edificio do palacio, sendo
encontrados e apprebendiJos 04 seguintesobjea
ctos :
Dose facas de pona, 1 pnnhal, 1 espada com
o respectivo talim, 1 pacote com 10 arebotes al-
catr.iados e diveraos pedago3 de estupim com
10 e mais centmetros.
E nada mais se tendo encontrado, deu a auto-
ridade por rinda a busca de que se lavrou o pre-
seBte auto que pelo mesmo delegado assigaado
e rubricado, commigo escrivao de seu cargo An-
tonio de Lellia e Souza Puntes Jnior, que o es
crevi e as teaiemunbas.
Dou fFrancisco XavierGaede3 Pereda. Luiz
Augusto C. C ntra. Esmeraldino O Je Torres
Bandeira.O escrivao Antonio de Lellia e Sou
za Pontea Jouior.*
A Kenangem -A reapeilo desse documen
to. que vai publicado em outra seceo escreveu
o Jorml do Commerao, do dia 18 do mez prxi-
mo pas alo :
Est escripta eom sobriedade e circuaspec-
jo, como coovm a documentos publico de to
alta ongem, a Mansa Bapublica que foi h inte ja lida ao C^oaresao Na-
cional em sesso soltmie de installaco.
lasse documento se v que o actual governo
'.em-si preoecuoado dos mais importantes inte
resaes da aago e qae o anima o intuito de des-
prezar as farandolagens em que temos vivido
para encarar praticamente a situago como ella
realmente e suoerar-lhe aa dilliculdales.
Assim que a maio- parle da MeosageTi
oceupada pea exposigo em que a contra-revo-
IuqSo de 23 de Novembro veio eocontmr e era
rio publico.
elh se v que o exeroicio de 1890 ae Iiqu>
dar com um dficit de 30 mil cootos algarismos
redondos, nfenrjm cerca de nove mil ao cal-
cu'ado no relatono ultimo do Ministerio da Fa
zenda ; dimieuigo que provm da facto de ha-
ver sido contempladis no semestre aiid :;onal
do ex^rcicio certas parcellas que, po- falla de
dalos, nao poderam ento ser calculadas.
A Menaatrem accresseata que luto esperar
que esle dficit ainda se reduza porque muito
propicio tem sido o m ivimento da arrecalaf,o,
devido em parte cobranga em ouro dos direi-
los de imponagio.
Os esclarecimeotos de que eat de posse o
Tbesouro sobre a recaita e despezi da Repualica
at Setembro ultimo demooatrama existencia e
am saldo de 41.761:647*0.10. differenga entre
esta qua de cerca de 19.975:3*20*000 e aquel-
la que ascende a 164 739:910*000.
Mas segundo as previsOes do Thesoaro este
saldj uo pode perdurar at o fim do exercicio e
provm de nao baverem ainda sido classiticadas
mudas deapezas, accrescendo que mudas verbas
do actual orgam-oto esto esuotadas, bavendo
ainda comr-romissos importantes a sati3fjzer.
D modo que, lulo bem medido, o governo
pensa que se 03 crditos orgamenlarios forera to
dos despanlidos (o qae declara nSo se deve es-
perar) apparecer um dficit de 1 893:919*000.
A situage do Taesouro nao pois, das
peiores ; e tudo leva a crer que, aatisfeitos os
intuitos que o presidente assim manifesia ao
Coogreaso, chegaremos em breve a urna excel-
lente situago.
O Sr. presidente pede ao Congresso urna
boa lei de orgaaieoto que nivelle a receda com a
despea e comprameite se a fazel a respeitar ri-
gorosamente.
E' de esperar que restablecidas as reiagoes
e a barmoaia iodispensaveis entre os dous po-
deres, a lei de orgaraento a decretar seja escoi
mala de vicios e consulte as re-es necessidades
do paiz leal mente ex postas na Mensagem.
Ainda nesse docutneoto, refere-se o gover-
no situago le al^uns Estados, fiiaodo a re
volugo de 23 Je Novembro e contianlo ao Con-
gresso a ultima palavra sobre o assumpto.
Al6m disso espera o governo que o Coogres-
so decrete a reorganisago bancaria e as lei?
complementares da Constdoigao, o que tudo
c-jns due o objecto da presente sesso extraor-
dinaria.
Acerca doa fados que determioaram o mo-
vimetdj de 23, o presidente cora grande tacto
apenas os comrannica appellando para o calmo
juizo da historia, e faz justiga Nigo affir-
manJo que a revolugo dasse da foi um movi
ment geral de legitima repulsa.
Moler Ja como a Mensagem confirma o
juizo que da babilidade e circumspecgo do go-
verno forma toda a Nago .
Morecbal Oeonoro O Paiz, do dia 18,
puaina a seguir valiosa declaragao :
Aflimrm nos, e temos todo o direito de
acreditar, que o marechal Deodoro, teodu conhe-
cimento dos Tactos occorridoa oestes ltimos
dias e attentatorics da estabilidade da repblica,
declarou hontem a camaradas seus militares e
amigos polticos, que ninguem deve pensar em
iniciar qualquer movimento no seotido de urna
impossivel restaurago, pois que, em tal hypo
tbese, a ana preseoca ser immecata na ra
(rente dos seua gloriosos companheiros da exer
cito e da armada e do povo patrtoiico, para o
fim de ser defendido pujaatemente o rgimen
proclamado a 15 de Novembro de 1889 *.
E?sa aifi'miigo foi posteriormente racflsada,
na grande reuoiao militar, cojo histrico vai pu-
blicado em outra secgo.
Btee'amaroKemetteram-no3 a seguinte
re:l mago, que deve ser attendlda :
Pe Jim.s aVs. que sa dign de cnamar pelo
seu cooceuado D.ario, a attengo doa pode-
res competen es para o estado deploravel em
qae se acba o nico lugar de embarques etc.,
00 caes do Ramos, 5' ponto fiscal, que, com a
m'e-veogo do Melhoramento do Porto ficou a
dispos\o do commercio para nelle fazer seus
embarques, reclamando da Iatendeocla medidas
energicaa no sentido de ser removiuo o lixo ex-
istente e nao ser pe.-mittid atrta continuaco de
Gralo por este obsequio se confeatar mudo,
agradecidoUm seu asaigoanle
Exequial-Era virtude das fastas da Natal
e na imposaibitidade de ae occipar a ureja com
decoragOea funebrea, foram transferidas para o
da 19 do corrate aa exequias que sa deviam
realiaar no da 5 do carrate, na matriz da Boa
Vista, em nousuoa-^ooi aaamoria da #. Pedro
de Alcntara.
Em todo caso, porm no mencionado dia 5 o
digno vigario da fre-iaezia resar naquelja igre-
ja urna missa em auff.-agio da alma do referido
monarc&a.
Continuam abenas as subscripges para
tal lira, achando se listas nao s naa redacg&es
do Diario e Ao Jornal como em poder aos Dra.
Portella Jnior, Alcoferado e Pedro Corroa, Vis
coade da Sabatiaga, aoronel Octaviano Ja Soma
e Revea, vicario Augusto Fracklia Moreira da
Silva.
aaiaAmanb, s 8 horas do dia. na igre
ja do Tergo baver missas por alma uo tcneole
Jado AIIouo de Mello.
SaHiagameato e morie-No dia 1*
tarde, na occaaio em qae suoia da praga da
tepalica para a eslago a ra do Sal um trena
doa trlbos urbanos do Caxaog, acoatacaa sal-
tar do mesmo J4 am movimento um menor de
ir parda, e to desastradamente que ficou com
as peroas fracturadas, vindo |ogo aps ae acci-
dente falle'.er.
inapoato de tallo-Em quanto nao fo
r -in emiuidas tstauapilbas para pagamento des-
se imposto asladual, ser elle pago naR'.cebedo
ria e collectorias.
Teotlvldade rellKluoaNo dia 6 do
correte celebra se na freguezia de Maranguape
a fe-U da Virgem Saobora da Conceigo dos
Milagrea, cojo programma vai publicado em ou
ira secgo deste Diarto.
A cojimissao respectiva tem-se Psfo*gido para
dar o maior brilho possivel aoacto.
Haver fogo de artificio e (aulango.
Habeos corpa*Haatem em esso ex
traord.uana do Tribunal daRelago foi comedi-
da unnimemente a ordem para serem apre:en
lado em sesso do dia 8 os mejores Ricardo
Jos Correia Lian e Francisco de Paula Mafra,
que ao mesmo tribunal baviara impetrado o ba-
Deas Corpus.
lgualraea'.e foi por uaanimidade concedida,
pira ser ouvida a autoridade com pelate, a or
riera de babeas-corpas preventiva aperada pelo
coronel Dr. Jos Mana de Albuqaerque Mello e
tetiente-coronel Francisco G acalves Torres.
FallecimentoEra Paria falleceu o vis-
conde de Mecejaoa.
Ndural do Estado do Cear e por ultim) do
mu-iliado nesta capital, era um oidado prestan-
te cojo nome sa acba vinculado biatoria da
quelle Estado por vicos rea-a prestados ao
pz, a a desle p:r actos de civismo
Era uinab.sta;.) capitalista, e ha pouaa tinha
ido em passeio a Europa, d'ondo nao devia vol
tar com vida.
A' llustre viuva e mais familia ap- sentarnos
oa nessoe psames.
Em transitoEm viagem para a capital
federal depile ogjvaruadoi- da Parahyba, Dr.
Venancio Ne'.va
Durante a demora do vapor neste porto, S.
Exc. esleve em Ierra, haspedando-se em casa de
sea irmo, 00 so amigo Frederico Naiva ; e ah
foi visitado por grande numer* de amigos.
Na comprimepumoa a S. Exc.
crvicu militarHje superior do di.
i Sr. capilo Villas Boaa, efaz a ronda de visita
um subalterno do 14* batalbo.
O 2* batalbo de infantaria dar a goarnigo
da cidade, excepto a guarda do Thesouro, que
ser dada pela polica.
Uniforme n. 3.
Araanh superior do dia o Sr. capilo
Xavier e far a ronda de visita um subal-
terno do 14 batalbo.
O 14" batalbo de infantaria dar a guarnigc
da cidade, excepto a guarda Uo Thesouro do
Estado, que ser dada pela polica.
Uniforme n 6
Inspectora do .&' dlatrlclo mari-
Recite, 1 de JstjR* de 1892.
Boletn nwtsarologico
time-
Term-
Horas metro
ceotigra.
6 m. 26-4
9 28-4
12 29,<0
3 '. 29,o
6 28,-3
Barmetro
a 0
757-39
758-11
758-15
75-J-12
756-69
Tenso do
vapor
19,04
21,54
21,23
20.42
20,05
cu
-a
--3
1
9
Andrade Lima entrn s 9 3/4 la manh e sa-
bio asi 1 i/2.
Ajudante do pbarmaceutico eotrou as 8 da
maob e sabio s 2 1/2 horas da tarde.
Lotera do Botado do braa-Par-
A 2.* serie da 50* lotera, deste Matado cojo
premio raada a de 250:000*000, ser extrabiua
no dia 9 de Janeiro (sanbado).
Leterla do ataran MaeA 10* sene de
17* lotera deste Estado, cujo premio grande
de 300:000*000, ser extrahtda no dia 6 de
Janeiro (quarta feira).
laoterla do Grito-Pard--Eis os premios
la 2* parte da o*).* lotera do Gro-Par ex
irahidaem 2 de Janeiro de 1892, recebido pela
Casa do Ouro:
12342 120:000*009
12751 30:000*000
9235 10:000*000
10744 6:000*000
4129 3:000*000
U229 1 500*U0J
19071 1:5H0*000
19890 l:50O000
Esto premiados com 600*000 os seguintes
nmeros:
1669 2067 10293 15490 17718 18788
Esto premiados com 300*000 o seguintes
nmeros:
788
36.7
5343
5465
9209
1M06
1273
13116
1732 *
18946
App-oximages
12341 1:500*'00
12343 i .("),, ni
1275' 600*000
1270'i 6i0*000
9254 15 -*000
9256 150*000
Os nuiicros de 12341 12330 e?to premiados
com 150*000 inclusive o da orle g-aade.
Os oura^ros de 12751 a 12760 eaiao premiados
com 90* inclusive o na sorte de 30 conloa.
Os uiimeos de 12301 a 12400 esto premiados
com 90*.
Os nuiL-eros de 12701 a 12800 esto premiados
com 60i.
Os nmeros terminados em 42 eslo premia
des erntio*
Os num-cos terminados em 53 esto premia-
dofl com 60*.
Todos os n'uer ? terminados em 2 e 3 eslo
premiades cora 30* exceptos os terminados m
43 e 53.
A augrate lotera corre 00 da 9 de Janeiro de
1892 -ms o Blano de 250.000*000.
COMMUNICADOS
76
7o
7
M
70
Temperatura mxima 30,*25.
Dita mi ima-24, 25.
Evaporago em 24 horas: ao sol5,*6;
sombra3 "O.
i:haa Nulla.
Directo da vento : W de meia noite at 7
horas e 25 minutos da manh; NW at 9 horas
e 53 minutos ; NE at 10 horas e 13 minutos ;
ESE at 10 horas e 56 minutos; ESEcom luter-
rupgOes de E e SE at meia noite.
Velocidade media do vento: 2,-94 por se-
gundo.
Nebulosidade media : 0.-42.
B-V'-a dn porto
ed >J co . Das Horas 11-09 da manh 529 da tarde 1155 552 da manh Altura
B. M. h. m! P. M 1 l 1 2 de Janeiro * 0-45 2-47 0-33 2-33
uniia tiiT-otaar-se- iao oa seguales :
Terga teira :
Pelo ageote Gusmo, s II horas, ra Prio
ceza Isibel n. 2, de movis e piano.
Pelo apate Brillo s 11 horas a ra da Irape-
ratnz a. 17, de movis, lougas e vidros.
gfiaeaa foaefereaSero celebradas
Amanb:
A'a 8 horas, na igreja da Santa Cruz, pela al-
ma do deaembargador Qdiotioo J03 de Miranda;
as 7 ho-as, na igreja da Madre de Deus. pela al
ma de Jas Pinto da Caoba Teixeira ; a 8 hars,
na matiiz de Santo Antn o, pela alma ae Jos
Bernardo Mmdes ; s 7 1/2 horas, na ordem 3."
de S. Francisco, pela alma de Francisca de S.
BoustorQ da C ista; ca 8 ho as.na uialriz da Boa-
Viata, pea alma do Dr. Luiz Lope3 Castello
Brauco; 3s 8 horas na capella da villa de S.
Jos de Araarajy. pela almado conselheiro Qain-
tino Jos de Miranda.
A's 7 horas, na igreja de S. Pedro, pela alma
do padre.Francisgo Jos A ves.
Terga feira :
a's 8 hora na ordem lerceira de S. Francisco,
pala alma do ex imperador do Brazil D. Pedro de
Alcntara.
casa :e DetencaoMovimento dos '.re-
os da Ca3a de Detengao do Reclfe, Estado de
^ernambuco, em 1 de Janeiro de 1892
Exisliam 334, entrn 13, sabiram 0. exis-
ei 347.
A saber :
Nacionaes 214, mulheres 12, estrangeiros 21.
-Total 347.
Arracoados 292.
Bons 275.
Cocote a 11.
Loucos 4.
Loucas 2.
Total 292
Hospital redro II -0 movimento deste
e8labelecimeoto de caridade, do da 1
neiro, foi o eguinle :
Exudara
En^raram
de Ja
-----588
Sabiram 3
Faeceram S
Ex st-m 582
-----587
Faram visitadas as enfermeras pelos seguin-
tes Ora, :
Mosco80 entrou a 9 horas da maoha e sa-
bio s 9 i/J.
Barros Sobrinho entrou s 6 1/4 da manh e
sahlo Ss 7 /4
SimO'.a Barbosa entrou 4j 10 d2 maoha e
sabio s 11 1/2.
Silva Ferreira entrou s 10 da manba e sa-
hio s 11.
O manifest do Congresso
111
Nao sendo necessario repetir aqu o que foi o
triste e vergonh;sa periodo, em que governou
esle Estado o Sr. Jos M.-r;a, porquinto est na
conaciencia de toJos o que elle foi, deixamos de
responder a pa te Jo pro'.e3'.o do Congresso era
que, se disverluaudo fado.-, procara-se dar um
brilho aquella Juguare jornada, em que a pairia
pernambucsca cobrio-se de luto ..
Todos sb.'m, t -das assisttram ao deponente
espectculo que apreseotava o Largo da Repu-
olica, iran=fjrraaJo em reducto de capaogas e
desardeiros.
Qjeriaaaos que 03 ex-congressiatas, queramos
que os defenso'es da dictadura, qua aodam agora
a ennobrecer os feitos doa que u) tiveram a co-
ragem de assutnir a respousaaidaJe dos seua
actos, queramos que o Sr. Calliope e demaia ad-
versarios nos explica3aem se eram de paz e de
ordera os intuitos dos que se hivjam munido de
picareas, archote?, alavancas, ele...
Para que querium o Sr. Jae Mara e seus ami
goa esses objectos
Pois a picare'.a, a dynamile, a alavanca sao ar-
mas adoptadas na polica?
Nao est claro, perfeitam;nle evidente que o
Sr. Jos Mara queiria Uzt d'esta cidade um cam-
po em ruinas?
A dyoamite, fazenio voarj a focielade pelos
ares e levando a mor-! udos os cidalos, a
picareta e a alavanca desuadas a inutilisar os
meios de commuaicagao para o interior, os ar-
chotes para auxiliarem essa horrivel carnificina,
tudo iaso ndica, demonstra cabalmente a que
pcn'.o chegoa a fereza da scotimentoa, a bestia-
lisigo de instincios doa que se acbavam de posse
do governo do nosso Estado.
Nem o Sr. Calliope arvorado n'eata cruzada em
inglorio defeasor da perverao moral dos que
qaeriam, ex congressistas agrupados ultima har em vir
tude de um carao passado por a.juelle coronel,
podem justificar semelhantes preparativos in-
dignos de um povo culto.
Dia o protesto qua o Dr. Segismundo, pos
sundo se de receios infundados, tomara passa-
gem a bordo de um piquete com destino Capi-
tal Federal .
E' falso, inteiramenti inexacto.
O Dr. Segismundo seguio para a Capial Fede-
ral a negocios urgentes e, horneen enrgico e
sensato, nao se pos3uio de receios, porque nao
d'aquelles que sabem pular jacellas no momento
em que devem por em pratica aquillo que pro-
gara.
Como quer o Cangrcs-ra dissolvido qua o seu
protesto encontr echo na opinio puolica?
Pois calutmiando, adulterando facloj qoa
deseja ju3tiBcar-se das grandes culpas quo pe
zam sobre seus hombros?
(Continuaremos).
Para o Capitolio...
Perfeitamente orientada ai gesio dosuego-
ciw pblicos, poasuiJa de sentimentcs nobres e
patriticos, a junia^overnaliva des e Estado, por
seu9 aclos critenosos e sensatos, piulados pela
mais severa observancia da le em suas manS
featagOs verdadeiraa. tem feito jos estima e
applanscs d)s bomens honestos que nao se dei-
xam dom nir pelo despeito.
E nem outra cousa era de esperar dos tres be-
nemritos cidados. a qaem, era boa e feliz hora
o povo peraambucano acclamau para realisar a
obra de nossa reconstraego.
O generai Oariques^ Jacques, hornera afeito
s Jutas, pairando em reg inaccessiveis
53 paixoes pallucas, membro proemiBnte
do brio-o exareto brazileira, o Dr. Ambrasio
Machada, carcter sisudo e inamolJavel, impa
terrilo e criterroao, e o Dr. Jos Vicente Mera
cerebrago vigo.osa, orador proeminenle e poli-
tico perfeito, tem dado aa mais robustas e soba-
jas proras da correcta orier.tago que posaaem
a respailo da marcha dos negocios pblicos.
E, o povo, que v nesses tres cidados a ga-
ranta segara do respeito aos seus direitos, tem
dado as mais inequvocas provas de confianca
junta governa'.iva.
CHROHICA JRDICIARIA
1.
Tribunal da Helar*
SESSAO EXTRAORDINARIA EM 2 Dg JA-
NEIHO DE 1192
PBBSIOEXCIA UO OIUADAO DKSKHBABGAIMjaW
PIliE* FKEBUBA
Secretario, o cidado Dr. Vir/ito Co*U*
A's horas do costme, presentes oa ~ilidio
Jesembargadores em ajnnero legal, foi aberta a
sesso depois de lida e approyada a acta da ao-
'.ecedente.
O deaembargador presidente do Tribunal pr.
poz que se ensensse na acta da seaco. am to<>
da profundo petar pelo fallecimento do leaea-
bargador Quintino Jos de Miranda, que sor ea-
paco de 10 uonoa presidio o Trina .al cora a is-
t ireza e disuncgo de ura pe-fi-ito magistrado,
maniendo cora a energa e alependenciz de
-t-u carcter, cumo ba pouco, tea. aa prerogaU-
vaa da corporago qae t > digaameDt p-eaidu;
e qne iodos memaros ao Tribunal e empregados
laraasse loto por 8 das, o que foi uoan memeo-
te approvado.
Era seguida p-epoz o deaembargador Teixeira
de S?, que o Sr. desembargador presidenta de-
signaase ura dos ce!legas oara fazer urna mema
na histrica, ou logro fnebre do tinado pura
ser lido em sesso e inserido no livro das actaa
ou era entro especial, e que se iaiciasse ueste
T.iounal esse estylo que boje adoptado por
lodos os parlamentos e instituto i scieniincos.
Foi approvada esta proposta, unnimemente,
e o Sr. deaembargador presidente des:gooa
mesmo deaembargador Teixeira de S para fa-
zer a tremona histrica. *
Habeas-corpu3
Pacientes:
Majorea Ricarlo Jos Carreia Lima e Francis-
co d-, Paula Mafra.Cracedeuse a ordera O'ia-
nimemente, para seren apreseniados oa paciea
tes na sesso de 8 lo corrente.
Co onel Jos Mara de Mb iqoerque Mello e s
lente coronel Francisco Gancalves Torres.
Coacedeu-se a ordem, unnimemente, para ser
ouvida a autorida ie competente.
Antonio Jo- da Silva. Mandn ae soltar.
uoaniraemenle.
Jos Antonio Quoiroz. Mandn se cuv.r
juiz .-ubs"tato da 4' districto.
Aadr Teixeira ios Santos Negou se a or-
dem, unnimemente.
Joia Jos de L raraa. Ma dou e onvir o cam;
mandante do 2o distr.cta mliur
Jo Alva Feosa. Mandou-se ouvir o juiz
de direito do Bom Cons-dhc.
M noel Jos Bapi-3ta.lodeferido.
Manoel Brrelo de Sant'Anna.Manden se oa
vir o juis de direito d> 5o districto.
Eocerrou se a 1 Bailo meia hora depois da
meio dia.
SPORT
Prado Pernanabueano
Realisa boje o prado ao Lucca a sua corrida.
A excedente inscripgo que se repres-nta na
pragratiima, augura urna bella reuo o. promet-
iendo nesta urna agradavel distraego aos coo-
currente?.
E' nao laltarem.
Ilippodronao do campo Braada
Deu a sua corrida aununciada para 0 deminge
ultim .
Em razo sem dnvida da especalidade do da,
a concurrencia toi multo liaiisda; e disto re-
seotio-se o movimento, que foi igualmente muito
rasiricto.
Tendo corrido apenas os qu t-o priraeiros pa-
reos, o movimento gerai na rasa das apoaiaa
chegou apenas quanlia z 7:4a3CO) proJa
co de 1.491 poules, que foi o total da respectiva
circulifo.
Em ijeral correu com rgulandade e ordem a
reunio. bavendo mesmo mus inetperados ; apenas
no ultimo pareo derara se alguus incidentes des-
airad iveis e altamente censuraveis, em conoi-
quencia de divergencias que seievantaram acer-
a do vencedo-, que foi effeciivamente o Caoby,
o qual pela pista primeiro que Mauro viogoo
cora a caDega a mata. .
A reparligo que a digna directora entendeo
Jever fazer no rateio das paule-, cooaideraulo
os dous an'maes empatados, provocou urna grita
mmensa, e den em resultado o desapiado geral.
Reconhecemoa que a baorada directora inspi-
ren se no proceJimento que leve em motivos ra-
zaaveis, na prta-nca das reclamagea. Mas a
experiencia dos pradoi convence de que tal me-
dias tange de calmar, exacerba a grita a ntn-
guem sausfaz.
Passamo a dar con'a das carreiras pelos pa-
reos real:sados, historiando os seas resoltabas.

t. pareol'd- Janeiro800 metrosAranaes
de Peroambuco que nao ter.njm aanho premios
nos nndos do Recife. Premios: JOOiOOO aa i*.
10*00.) ao 2* e 20000 ao 3.
Hugaeuote, corrido por J i > Campos, 51 k's.. 4'
Veiocipede, idem por Pedro Alexandrino, 51
kls., i"
Ioveroo, idem por Jos Marcelino, 51 k'?., 3
Tempo: 58".
Riteio das iranes: Hueueocte*m I- MJNtt
em 74000 ; V'elocipide em 2- 8*900.
M< vimeoto das poules : Venderam-se 213 era
1- 142 eem 2* 91, na somma de 1:165*000.
2o pareoSupplementar 900 metros Ani-
maes de Pernambuco oue nao teobam ganho em
distancia superior a 1 000 metros nesiea cin-o
mezes, no Prado e no Derbv Premios: 200*OOsV
ao i-, 40*OJOa2- e 20*000 ao 3".
Talispher, corrido por Antonio Meira.51 kls.. i*
Phariatu, idem por Pedro Alexandnno, 51
kls- *"
Galn, idem por Ceciliano, 51 kls., 3*
Tempo: 65".
Rateio das poules: Talispher em V 24*209 e
em 2- 10*900; Phariseu em 2- 1UJ0
Movimento das poules: Venderam 461. era
! 253 e em 2* 2i, na somma de 2:303*000.
30 pareo Animago850 metros Aaimaes
de Pernambuco que nao tenham ganho em dis-
tancia superior a 1 000 metros nos prados do
Recife-Premios : 200*000 ao i", 40*000 ao S- e
20*000 ao 3 .
Tudo, corrido por Ceciliano, Si kls.,
Dspota, idem por A'exanrtre, 51 kls-.
Tiberio, idem por Pedro Alexandnno, 51 kra., 3*
Tempo: 61".
Bateio das poules : Tudo em 1 53*OW e ea:
2- 27*500; Despota era 2- 13*0011
Movimento das poules: Venderam-e 299. era
1- 281 e em 2- 98, na somma de 2:490 -
4- pareoExtra1 050 metros Mn te
Pernambura que nao teobam ganho em distaa-
cia superior em 1891-Premios: 200*000 ao!\
40*010 ao 2 e 20*000 ao 3 .
Cauby, corrido por Manoel Silva, 51 kls-,
Mouro, idem por Oiympo, 51 kls.,
Potosi, dem pOr Joo Campos, 53 kls 3*
Tempo: 59".
Ratera das poules : Ciuby em 1- 5*709 en,
2- 6*900; Mouro em Ir 11*800 e em 2 9M0
ECHO; Di sesanv
RCTista de collabornco
POR
ATe7io & Ignotus
SMMARIO Ligero retrotpecU do
anno de 1891Oa qoatre
fastos maia graves do anuo
fiado A poltica sempre
na pontaA falta de troco*
miudos Barbaridads da
agiotagem O cambio em
todo o aeu negrorPeaa-
delloa njonarcliicoaAa ra
pedindo do Re.
Acaba da aumir-se no occaao dos tea-
pos o anno de 1891.
Mais urna pagina voltada ao grande li-
vro da Historia, Huioaca.
N'esta pagina o Biatl oceupa lugar d.s-
tincto.
Sob o ponto de fieta poltico neantua
i
I1EGVEL






J




.*
Si.

4
*
Diario de Pern. mbuco Domingo 3 de Janeiro de 18'. 2
paii sublunar certamente recolhe*ao es;ri-
nio nacin! mais graves e alentados acn
tecimentos.
Desde o alrorecer ao poente o anco de
1891 foi para a trra do Craaeiro am re
ceptaculo de fastos altane iros.
De riso e ventaras para uns, de lagri-
mas e infortunios para outros, os 365
das do anno cadente memora ve [mente
gravados foam no archivo brasileiro.
m sna conjuncjao ou complexidade
elle representam um christalino espelbo
em que se reflecte a paluda e macillenta
imagem da actual poltica desta porcSo
d'America Latina.
Herdeiros de am verdadeiro vellocino
de ouro, explorado e alcancado a casto de
nimios sacrificios por parte de um punha
do de here-martyres, os homens da ac
taalidade, semelham o filho prodigo da
Legenda, a eabutisr inconscientemente o
aurfero thesouro que aos seus maiores
tanto cuatou amontoar.
A idea republicana que at hontam era
reverenciada com aquelle respeito e ac*
lmanlo que fruem as cousas santas e sa-
breaaturaes, tm actualmente pass do pela
deprccia$Slo dos dolos falsos da leuda
grega que hoje cons itaem urna boa parte
de contos fabulosos e pbantasticoe.
Idealisada em todo o seu esplendor,sonh^-
da em sonhos de puras e alevantadas eren-
cas, a republicauaacao da Terra da Santa
Jruz-, tornada em realidade, loage muito
longe se mostra de traduzr o pensamento
d'aquelles que presivam menos a vida do
que a pitria para quem sonhavam a lber
dade e a paz.
Por issa anda hoje, como hontem ella
continua a ser urna utopia, urna illus.to
no seio d'esta trra abenc,oada da Natura,
e to mal doada a filhos ingratos e inex-
perientes.
O morticinio fratricida, o inexpugna-
vel podero da torca armada, o duro ar-
gumenta do canhco, a violacSo das leis, a
i de do poder manifestada pela exhibicao
das armas e derramameato de sangue, o
adbesivisiuo mana e tudo truanto eaabss
bacadamente temos visto e apreciado
n'estes ltimos tempos na esphera poltica
de nossa patria d&o a medida certa o peso
do abatimento em que jaz o carcter na
cional.
Se foramos a enumerar a longa e pe-
sada cadeia de acontecimentos polticos do
nosso paiz, n'estes ltimos tempos, faaen-
do deuda analyse em cada um de seus
los, seria para aqu trasladamos urna
pagina negra da nossa historia escripia
cem a rubra tinta de peitos brasileros.
Deixemos por tanto, com os seus ne-
grores aprofundar-se no abysmo da ter
nidade o anno de 1891 e que o 1892 que
acaba de alvorecer, quaodo nao nos venha
apagar as indeleveis maguas que nos fi-
cam ad vitam .m memoria, ao menos ve
Lha suavisar-no las mostrando se nos menos
cruel e aterrador.

Em nosso Estado, como no Brazil in-
teiro, depois da crise poltica que atra-
vessamoa durante o tuno de 1891, um
dosfactoB que mais impressionou o povo
brasileiro e que o trouxe em p de um
terrivel sossobro, foi incontsstavelmente a
falta de trocos miudos, de que anda se
resent?m todos em plena aurora de 1892.
A falta de um prompto e iodspensavel
alvitre governamental parece que esse
hediondo morbo se vae tornar endmico
em nesso pas e que, os coedemnados
elle, que sSo todos aquetles que comem,
bebem e vestem, serSo muito bravo for
jados, guiados pelo tnsrinefo de conserva-
co, a por suas proprias mSos, destruirem
as barricadas que lhes antolha urna meia
duzia^de usurarios que banham as immun-
dicies de suas almas no morno lago do
suor do povo.
Deetaa mesmas columnas ja tivemos oc-
casiSo de acremente verberar o torpe pro
cedimecto d'aquelles que, no fertilissimo
campo da especulacSo, semeiam a hedion-
COUERCIu
lolsa Commerclal de Pcrnan-
baco
JOTAgOKS OFFICIAES DA JUNTA DOS COR-
RECTORES
Praca do Recife, 2 de Janeiro de 1892.
Nao bouve cotaco.
Pelo presidente,
Eduardo Dubeaax.
Pelo secretario.
Candido C. G. Alcoforado.
Cotaces de gneros
ASSDCAB
Para o ag-icuor
l.-anco por 15 tilos.
Jmenos idm idem. .
.cavado idem idem .
3rnio secco ao sol idem idem
Rtame idem idem .
Usinas idem idem. ...
Mercado incito desanimado.
4*500
3 0
4*000 a
3*300 a
1900 a 3*000
2*500 a 2*700
2*100 a 2*400
3*800 a 4*000
A exportaco at 25 do passado consta de..
31950 saceos e t0647 barricas de assucar branco.
Desando 3.47.4U kilos e 160.767 sacecs e 75 bar-
cas deassu 'ar mascavadu pesando 11.158.753 ki-
los.
Algodo
Nao consta negocio.
-.: 25 do passado foram exportadas 7513saccas
ile algodo pesando 713.850 los.
Borracha
;ota-se nominal a 22*000 por 15 kHos.
Crpeos de mamona
Cota-se a 1*900 por 15 kilos.
Coaros
Sjccos salgados na base de 15 kilos a 620 res.
erdes nominal 360 ris.
Al 25 do passado foram exportados 9603 cou
os e 1.000 1/2 de sola.
da granle procara.
Mel
?or pipa de 480 litros 60*000 ba falta no mer-
*do.
Alcool
or pipa de 480 litros de 215AX00.
des e barbaridades de seas coracSei de
abutres.
Sorprendidos/nos sedicos reoursoii da
ganancia de q/e Be locupletaram em todos
os tempos, os immigos da pobreza e da
honra, nSo trepidaram em por em jojo o
mais atroz e mesquioho dos commettiiaen-
tos onzenarios arredando da circulosla as
moedas menores, difficulUndo as transac-t
(Sea mercants, expondo a lome e raise-
ria a classe proletaria que, sem cred to e
eem troco se sent acorrentada verda-
deiro supplicio.
I rapando necessidade de urna torpe
negociata elles despejadamente meraade-
jam a tantos por cento o salario do pobre
operario que se encontra na dura obrga-
93o de ir lhes bater S porta para n'o mor
rer a fome e a nudez.
Entretanto fcil muito fcil seria am.
medida repressiva por parte dos poderes
competentes que pozesse m, quanto antes,
a esta terrivei crise que, como ji dase.nos,
se vai transformando em morbo eudemico
em nosso paiz.
' preciso n2o se por em prova por
mais tempo a paciencia publica que ja se
vai caneando de esperar, de longamento
esperar o terminio de tantos males.
Ou por mero aebastianismo ou por hos
tilidade systematic* a gente do poder ou
anda por causa das mu tas e eldoradas
esperances na repblica ora traduzidas em
fataes desengaos para muelles que nella
viam o caminho de Canaan, o caso que
no torvcllinbo dos desgostos e das pai
xSes polticas e como surdos rugidos de
recndito vulcao, aqu, all, por todos os
ngulos da patria brazileira, se faz accea
tuadamente sentir um certa descontenta-
meato, prenuncio fatal e aterraor de ru-
tjris tempestades.
As honras regas prestadas ao fretro
do Sr D. Pedro de Alcntara por s.lga-
mas nacSes da Europa, o manifest ii;. ex
herdeira da corda brazieira, urnas ctxt-.s
quexas esteriotypadas na imprensa nacio-
nal por occasio do passameuto do ex
monaicha, em que muitos escriAores spro-
veitaram o ensejo para atirar a sua pudr
nha joven repblica e outras tantas cou
sita bem significativas e serias, para
quem nao ceg, fzem nos ere- que a
actual forma de geverno do Brazil, aind*
nao se acha firmemente consolidada e que
por urna deesas sorpresas bem posnivel
nos volver aos tempos do testa coroada
Por nossa parte, porem, alto e boa
som declaramos que nao ser com o nos
so fraco auxilio que nesta trra dos u.a-
zb e sobre as ruinas do abatido throno
se erigir um outro para nelle senttr-se
am descendente de saDgne real.
Somos e seremos srrnpre inimigoc do
caragueijo.
Recuar n*o comnosco.
Voltar aquclles tempos quo j exp la-
mentamos e de que to tristes rec.-rda
c5es conservamosconstitue para nos
urna das verdadeiras calamidades patrias.
Demais o bem estar de um povo dSo
est nesta nem naquella forma de gover
no e sim na orient .9S0 dos ^overnuotea
de quem depende toda a sorte d; unr,
pas.
Para que pois voltar-roog a monarchia ?
uom a repub^ica podernua n:a n sur
felizes.
Toia quest) de tempo.
Deixem se por tanto os utopistas de hojt
de andar a toda hora a pedir a Jovo um
re, que muito bem Ihe pode vir por >h
um despota, que, como a Cegotlla de La
Fontaine, d cabo vez as ras realengas.
C pelo nosso Estado ha muito geste
que anda pricisa de urnas bic.-.das aessa.
pernilonga.
*
De braco dado a falta de trocos m.'ua\s
andou o cambio durante o anao pasiado.
Como se apostados estivessem estes
dous inimigos da paz e da ordem, junto.'
campearam impunemente por esta cidade
sem nem um tropeco encontrar que lhes
pozesse termo as tresloucadaa travessuras.
Victima deste como d'aquelle o eterno
6ode expiatorioo povodebalde berrou
e saltou emaranhado em verdadeiro espi-
nhal.
O governo calma e serenamente asBstio
a tudo isto e parodiando o dito popular
como que disse ao gemebundo e resignado
povo;
E' tempo de murici
Cada qual que cuide em ti.
E o paciente soffredor da inclemencia
de poderosos algozes vio, ouvio e calou.
E fez muito bem porque ai de qu;m
nao ti ves se visto," ouvido e calado eseas
tantas atrocidades a que esto eternamen-
te condemnados os pequeninos.
\,m as descahidas do cambio e a fulta
de troezs miudos, aquellas elevando o pre-
90 da mercadoria e eBta dificultando a
compra, como que andavam apostados para
manyrisar-nos no anno que findou.
iTBLIUtOES A PEDIDO
Ultima verba
Aguardo a pro?a que o Sr. V. J. de Medeirus
promette a rerpelo dos proventos recebidos pelo
Diarto.
E-si pwa no geaerosidade.mas obrigacao
do Sr. Medeiros. desde que lo: a sua felba, qne
Mtanio 3regras da descencia e da corteis,
avancoa proposites ca.uxn.oai ao Diario de
'rnambuco.
Aos anouymos bistriOes, pagos para provocar
o riso, declaro que nao me eacommcdaai 05
doetos, porqc.aato nfio era de esperar que is
aie$ff!C3 bomena que fogiam no dia 18 (toasen
tgon a hombridaie de disentir coma respen-a-
bi:ale de eu5 nomes.
Odlem a rontade.
J. Tbiago da Fonseca.
A publico
A eumero-:a classe do commercio reta!h;>
deste E?tado, faltara ao mais sagrado d^ver, e
r.o presente momento bi^tt^lCo, longe de apre
bensOes, loage de sobresaltos e temores, nao
riesse a mprensa, essa grande alavanca do pro-
gres?o, terror d03 opressores e garanta ios op-
primidM. dar am publico testeroanbo de mis
gralloi a Exma. junta governativa pelas acer-
tabas providencias, que tem tomado, pan aase-
gurar a ordem e a tranqulllidade, nesses oltimos
teiupuJ to perturbadas, fazendo volver aos ao
tros e as sombras, d'onde nao devera ter sabido
essa horda de malfeitores. que por infelicidade
nassa, iofestava esta bella cidade, e que so pir
irriso e affronta ao uom senso eram alistados
nos corpes da brigada policial, tendo a patrio-
Um missao de garantir a noesa vida e proprie
dade! 1
Tambem a mesma classe nSo ignora, qu.' a
mal gesto dos negocios pblicos, pelo alarga-
Oieoto das depesas, quasi todas improductivas
par visarem o interesse privado e repre-enlar o
:>againento de adbesOes ineendicionaes a situa-
cao que riadou, e o alastramento do papel moe
13, -'.ai a garanta uo Estado, determinou essa
:i. rrjrosa balxa de cambio, que depremto os re-
cursos rlu thefouro, r> striogio o crdito e incur-
01 a fortuna particular, fazendo que o valor
rl-ottvo e real do meio circulante se reiuzsse b
boi trrgj '02 prrjuizos iucalculaveis para o pe
iu t;o Cinmercio e clasjes pronu; taras, estan-
cando assiru as nascentes iodustrias, que Iota
vita, e anda lutam, com to pavorosa crise, qur
jooi faaces I.antis tudo devora, e consom os
ri-curr-os do tbesouro que era todos os orcamen-
to aprefeota saldos negativos, para serem cj
bartos pela creago de novo* impostos e sggra
v.icao das laxas existentes, de si ja tao pasadas
e uicjmportaveis.
Pois bem.
A es?e estado aflictivo, em que se nos 1 fu
rcu estar a afio 00 leito de Procn;to, racttede
um bets estar rea vo pelo fortalec ment ca es-
peraDCS que temos, que a actual junta govtrnd-
tiva, luspirando-se no mais aceodrado pat-iois-
mo, como at agora tem feito. prosiga na ebra
miente da regeneraco da'patria, levantando o
crdito publico e desagravando a agricultura e
commercio de iao pesados encargos.
A supressao de am dos corpas da brigada, a
ex'.iocco de gordas sinecuras e a redueco de
um numero assombroso de empreados das se
Foram exportados
kilos.
t 25 lo passadi 81.600
CABELLA DAS EST&ADA8 DE ASSDCAB li AL
GODAO
Mez de Dezembro
Entradas
Jarcegas.....
Vapores......
inimacs.....
Sstrada de Ferro Centra!.
dem de S. Francisco
dem do Limoeiro. .
omma
Assu-
car
Di as Suecos
1 a 31 145175
1 a 31
1 a 31 14254
1 a 31 15325
1 a 30 123138
1 a 30 60535
358427
Aleo-
d--.
SdCcas
3=44
3091.1
3791
993
704
libro
23692
x&orincao
UCira. 3' C DEZEMBRO DB 18. 2
Foram
pas.
exportadas at 25 do passado 237 pi
?.gurdente
Por pipa de 480 litros 120*000.
At
jas.
25 do passado foram exportadas 780 pi-
Caroeos de algodo
Cota-se a 500 res por kilo.
fura o (xurtor
No vapor francez Orenoque, pira L sboa,
carretroa:
F. de Moraes, 2 barricas cem 160 kilos de
assucar branco.
Para Pa is, carrecraram :
K. Desiderio & C, caixa com ouro e p.-a a
velba no valor de 3:2002.
Para Bordeaux, carreearam :
J. 1. Al ves A C, i sacco com 50 kilos de caf.
No vapor allena Santos, para Brcmea,
carreecu:
V. Neesen, 7,150 kilos de borracha de miaga
beira.
Para L sbia, carreearam :
M. Lima & C, 2,000 saccas com 14.912 kiles
de algodo.
C. Peres 4 C, 100 saceos com 750 kilos de
assucar mascavado.
C. Guana-es Jnior, 50 saceos com 3,750kilos
de assucar branco.
F. Guimaraes & C., 4 barricas com patacr.es.
Amorlm Irmos 4 C, 3 couros seceos saldados
com 36 kilos.
Coxpiobia de estiva. 550 saccas com 39,349
kilos de algodo
P. ueOliveira Maia, 100 saceos com 7 500 kilos
de as muir branco.
No vapor inglez Paraense, para Liverpool,
carrenaram :
J. Pater A C, 10,000 saceos com 750,000 kilos
de assuecar mascavado.
No vapor allemao Salerno, para Es lados
Unidos, carreearam :
J. Pater4C, 7,312 saceos com 438 70 kilos
de ^.ssucaj mascavado.
No vapor inglez Edictor, para Liverpool,
carregaram :
J. Pater & C, 6,000 saceos con; 450.000 kilos
de asurca- mascavado.
No lugar portuguez Costa Lobo, para o Por-
to, carrecraram :
Amorim Irmaos 4 C, 96 saccas cem 7,023
kilos de algodo e 86 eouros espchalos com
602 kilos.
Para Lisboa, carreearam :
F. R.-drigos 4G.,200 3aco3 com 15.0:0kilos
de assucar mascaavado, 50 saccas eom 3.9:0
kilos de algodo e 200 couros salgados com 2,000
kilos.
F. Merjdes. 1 caixa com 30 kilos de decj e 2
birris com 90 litros de agurdente.
Na barca nacioual Afana Angelina, tara o
Porto, carregaram :
A-nonm Irmos & G 2,000 saceos com 120,000
kilos de assucar branco e 3 000 ditis com 18,000
iloi de dito masca aij.
Para o interior
No vapor na.icnal Espirito Sauto, para Sa-
nia, carreearam:
Companbia de estiva, 1,00J saceos com 75,030
kilos de assucar bran:o.
>. F. Pjrto Bailar, 300 saceos com 37 3.O
kilos de assucar branco e 300 dit is com 22,500
ditis de di o mascavado.
P. Carneiro 4 C., 1,000 sac:os com 75,000
kilos de assucar brando.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
]. Borges, 2,384 saceos com 143,040 kilos de
assucar branco o 5,301 ditos com 318,060 d;:o
de dito mascavado.
D F. Porto Bailar, 500 saceos com 30,0.0kilos
de assucar braceo e 1,000 ditos com 60,00 ditos
Je Jilo nascavado, 1U0 pipas com 45,000 litros
de igUjrJento e 25 ditas com 11,250 ditos de
alcool.
E. G. 3eltro & IrmSo, ;.00 saceos com 30.000
kios de aaeaeit mascavado.
. L. Gomes & Fonseca, 1,0(0 saceos cem
60000 kilos de assucar brano e 1,000 ditos com
60,000 ditos de dito miscavado.
A. Guimires St C., 1,500 sacco3 com 90,000
kilos de assucar braceo e 2.000 ditos cem 120 000
dit.s de dito mascavado.
Para Pelotas, carreearam :
A. Gmmaes 4 C 2,000 saceos com 163 000
koos de assucar branco e 509 ditos com 53,012
ditos de di o mascavado.
ParaVict;na. carregou :
A. Guimares, 200 latas com doce de goiaba
o valor de 200.
Para Santos, carregou :
A. Rodrigues da Costo. 5,000 saceos com___
275010 kilos ce cal preta.
No vapor nacional Jaboalo, para Rio de
Janeiro, carregoo :
J. A. Cauto Yianna, 9 pacotes com 4,500 cha-
peos de palbi de carnauba.
No vapor austraco Zecky, para Santos, car-
regaram :
P. Carneiro 4 C, 1,300 saceos com 78,000
kilos de assucar branco e 800 ditas cum 45.000
ditos de dito mascavado.
No vapor nacional Goyanna, pi:a Santos,
ca riega rain :
Amorim Irmos 4 C, 3,000 saceos com 180000
kilos de assucar mascavado e 2.000 ditos com
1 0,000 dilos de dito branco.
No vapor nacional Assit, para Rio de Janei-
ro, carreeou :
F. Mender, 20 pipas com 9,600 litros de agur-
dente.
No patacho nacional Francolim, para Porto
Alegre, carregaram :
Am irim Irmos 4 C, 3,750 saceos com 28,250
kilos de assacar branco e 1,300 ditos com 97.500
ditos de dito mascavado.
No vapor nacional Pernambuco, paraMa-
nos carreearam:
F. Ro.rigues 4 C, 100 barris cora 8,000 litros
de agurdente.
Amorim Irmaos & C., 40 barricas com 2 899
kilos de assucar branco.
cretanas da cmara e sealo, respeitaodo-se
direi'os adquendos, importa um servico real di
goo dos applausos de todos os borneas boaestos,
qae seotem por esta forma vibrar a corda sono-
ra do patriotismo, que se espande e se atenta
Com a fagoeira esperanca de ver restauradas as
uossas tnanjas, pela moralidade da actual ji
ministraco. qae as.-im ecooomieou qaaulia su-
perior a 400:000<000.
Expressando-se desta forma, o commercio a
realfio. que iicda tem com os partidos nem com
as nuividualidades, mas que se acba no meio
la commuobo nacional, como um dos mais po-
derosos factores do sea progresso e da civilisa-
cao, estndando as quest0?s econmicas e fioan-
ceirai, que seu elemento vital, cumpre a sua
misso applaulindo a jaula govemaliva, que to
sabiamente acaba de reduiir a menos de metade
os pesados mpostos qae iam oprimir a nossa
agonisante agricultura, pondo os seus aicos
productos, pJe-se duer, o assacar e o algolo
em poaigo pouco favoravel.
Parabens a agricultura pelo beneficio que ca
ba de receber.
Parabens ao commercio como primeiro inte-
ressado na manuienco da ordem e tranquill-
oade.
Parabens a patritica junta governaf.vj, que
amparou o commercio. protegeu a agricultura e
realisou economas que nos .o ao abrigo de
aggravaco das laxas.
Sem boas tintineas cae poJem baver bo:s go
vernos.
Rae.fe, 2 de Janeiro de If 91.
O commercio a retalho.
O protesto do Cooscresso e o de-
pistado Coelhn Paia que nij pairem uu vidas sobre o mu c<-
racter no espirito daquelles que nao me conn
cem e q'ie nao esto a par d03 meus sfotimentcs
soore a pjlnica actual do Brazil, por ler deixaco
de comparecer reamo dealguas (Ollegis. que
3e congre>;aram para o tim de protestar contr,. o
acto da dissoluco do Congresso deste Bstado, e
de assignar es-e protesto, ap sar de ser uar
isso insta lo pelo mea (Ilustre collega e amigo o
sen.idor Dr. Gaspar de D:ummcnl, taco publicar
a carta que em respeta ao tuesto drigl pm
data de 30 de Dezecoro ultimo, cuj integra a
seguate:
Iilusire colleja e amigo Dr. Gaspar de
Drummoni.
instado por V. S. para assignar o prjtesto la
vrado por occasio da reuniau de d'.ver.-os con-
i'ressistas deste Estado, que leve lugar no dia
28 do cu.iente mez no precia n 35 iu ra 15 di1
Novea bro, contra o acto da junta gQv;rnanva,
que dissolveu o Congresso E-tadua!. peco per-
misso pa a de;larar-lh'.>, a illustres sinatarios do n ferido protesto, que
neg a minha asignatura a essedommeato, nao
por deixar e cossiderar Ilegal o actu da aisso*
luco, em face da Constiluico de 17 de Junbo :
mas. porque desilludido e uescreote das cansas
pui/li: s do 0058) paiz, ltimamente en*mura-
las por veredas tortuosas, sob a raais falsa das
oneotac.688, meu proposito firme recolber-u.e
vida privada, absiendo me coTiplelaiiiente do
exercicio de qualquer funeco potinca at qoc o
paiz se compenetre de que nao palera ser benj
overoado sem a necessina senedade na con
fecfo, observancia e estricta c-xecuej de seas
leis.
Pode V. S. desta minh-v respoata fazer o o-o
que Ibe convier e dic,6r sempredo colega
amigo atiento e obrigaduAugusto Cctlbj de
Horaes.
O pensamento externado as pala vas qae -.n:
carn tx.ran iSo claro, qae me jalguei dis-
pensado de affirmar positiva t expresraiuente
que reaunc ava o mandato de deputado, que im-
'.erecl lamente me a canriado pelo ele'toraao
deste Estado. Eotr^tiato pan evitar falta? e
injustas interpretares de qcem quer que. sfja,
que possa lopbisticamente jalgar de modo diver
so, prevaleco-me daopportumdade para, toman
do mais claro anda o meu pensam -nta, decla-
rar que cao me conformando com a dissoluco
do Congresso ror ser esla evideuteraeaie Ilegal,
reoun:io, todava, o referido mandato, qualquer
que seja a saluco que por v. otara venna a ter
o conll c:o tstabelecido entre o Cot'gretsoea
junta governativa.
ao mesma tempo sciencia na >6 dos a:ta; inte
ores de qae constar a mesma festividade, afim
de que possam W ao templo dirigir a alusssima
as suas fervorosas orarais, como tambera aos
qae para melnor brilbo e esplendor da testa te: o
lagar ao exterior do mesmo templo.
Eis o programma:
Vesperas
Ao meio dia, depois de urna salva real, um nu-
mero coosideravel de fogu-ies. subirio aos ares,
e com o estalar das bombas acompanbado dos
festivos repiques do: siaos, servir&o para releui-
brar aos devotos da miracuiosa ssubora da Coa-
ceigo dos Milagres, qu no segrate dia ser
celebrada a sua festa.
A's 6 horas da ".arde repeico do mesmo; s 7
boras na ooite entraro as vesperas, badas as
quaes um grande numero di senbaras conduzira
a bandeira com a effi^ie da Seabora. depois de
percorrer pane da povoaco sera basteada em
Irenie u egreja e ao som das meinore: marchas
da bauda musical.
Dia
A's 4 horas damanb ser celebrada orna mis-
sa em leosa de todos os leis devotos qai con
correram cjin os seus obulos para o esplendor da
referida festa, e terminando esta subir acs ares
urna salva real cera grand nuniero de fuguet-3,
que annunciar que chegado o dia qne te fes
leja a Virgen] euhora
Fes'i
A's 10 horas di mana depois qie os levitas
da Sen iora se tiverern dirigido a capella-mr re-
vestidos dos competentes paramentoseenronas
as terciis entrar a fe-ta ; cantara a mi aa o
Bevd. lo :go Jos Gi Vaz Guiterre e ao evaage
iho siioir a tribuna o iDStgie o-aior Fr^i Au
lgus:e Ja Immteaiada Conceicaj Aives, qae mos-
trara com a aua coohecida wo^oeoe'a que loio-
cs chris;os amanlo a Senaora da Conceicao se
rao sempre p.-o;egilu?.
Tarde
A's ^1/2 hars da tarde sanar urna comints-
sao da afloras a percorrer 33 partes da potoa*
gao aura adquirir obuloj d'aquelles que seus cc-
racAes benignos diguarern ce a ja-,
A's 41/2 hars da larde tera logar a tradicia
nal prociaso, recolbiua esta, cavtr distribstco
de rgi! t.-j.
A's 7 horas da ooite entrara ua solercue Te-Leum
sub.nJo a tribuna o mexOUl Fre Aegesto, icimi-
naado este acta com a bencio . C
pois una namero esosideravel '.'. ssoboraa 1 r 1 ir
n 1 eira e depuis de percarrer parte Ja povoa
f ser ri-col.nda t-m sai sania ca 1.
A orebeatra est oada uo prefesi-or Autcoio
Marioho SesSifi; a armaco ao Sr. Aoto&ra e-
res ie Ca-vatno, a qual se acha re nmte r'.:
-. ; lermiDados os wAnt solemoes un lela tvi
quoimada ura foga de artidcio fcit 1 a caprich 1
pelo ii'.stincio artista iioeeto; a egreja atoa-se
campletameote ornarla tanto na interior como 00
exterior; depois de ludo term;:iaao bavera mais
uro diver.imento, qu o bnaqueJo detioaUna^o
fandango e ser representaeo t.:i frente eg-eja,
qae para isso se acha p'eparado t'm laboUCo e
n.'is uttiisiiius co misino brinqueda. ^*:n1c :'
dbviob, p::rol Portalesa, et:. e .da o pessoal uo
eferidu b'inquedo U:oa rspiZ^ada cap-icncsa.
multa se tem esforc/ido pai satisaie. u tacos
os especia o e- e u puolico.
Programma
da fsta da Virgem Senbora da Concs'cao
dos Milagres da freguezia de Maran
guape.
A actual conmisso encarregada de festejar a
excelsa sennora animada por ama verdadeira
devoc'ra par 1 cora a sua divini tutelar e empe
nhada par isio em tributar Ihe o divida cuito,
resolvern que na dii 6 do cerrente mez tiv-sse
logar a sua tradicional festividade, para o que
nao te tem poupid.. os trabalbos que fslizmenie
(orara correspond ios pelos devotos de to mili
fcsaos-
iia
ironcerimcucos do Estado
Farahyfoa
Aooiado peU opraia pualica. e desearjgan lo
no conceito f tvoravel q ie a r 'Sp-iito de sea yo-
veroa not-e a papalaga senuta do Estada da
P^rafiyba, -lava o gatera lo" d^.ete Estado Dr.
VenaiiC'O Neiva pasBMdo a estacSo b;.lneana em
Ponta de Matto, quaodo um grupo de capaogas.
armados de cceles, baeaoaartes e '.cas, alucia-
dos e captarados pela Dr. Antonia Ferreira Bas
tos. Alipio Ferreira Balur Edmucda do Reeo
Barros, na madrugnade 27 de Dezembro fiado
infestoi a cidade.
A> chegar ah e depois de ler cercado a casa
de residencia do poneiro da Intendencia Mum
cipal, dirigiram para o edi:io ondi essa f.-.uc-
ciuoa e uo meioue voenas e gritos desordena-
dos declarararn deposto o governador Dr. Ve-
nanco Metra, aeclamando urna Joota Govemaliva
camposla do cocooel Claudio do a roa ral Stvaget,
commaudandaaie do 27 batallto, Drs. Bogeoio
TOSCMM de Brito e Jaaqaim Feraaades de'Car-
Valhu.
Acceita pelo D". Eugenio a incumb"nc:a,
dirigic-83 o grupo a casa do coronel Savaget.
onde o Dr. Drago Velbo Cavaloante de Albuquer
que Soorrabo, dejaron que o povo sando ae seu
dirtito, linha deposto o goveroador e espera va que
o mesmo coronel, lomas-e pa-se do cargo.
Depois le alguma besitaco por par e do coro-
nel que decisrou so poder aceeitar, c. nuliaaio
os seus coupanneiros de armas, dispersou se o
grupo, re;j;hendo-?e grande numero a casa do
cirtHao Augusto Ferreirc Bailar.
Tudo isso se fez na ausencia do goveroador.
que como d:3semos, se achava em Pona de
Matto.
Cbegando s 6 e 40 mnalos da manba, o go-
veroador drtgto-se aaquartel de polica e depois
ao do 27 bataliia onde eslava o coroael com-
mandane cum toda a li iaiuade.
O coronel Swag-t ex.poado os acontecimentos
grosa imagem, e aos quaes a raestsa commis se mostra pelo presente agradecida, daera lhes de:larcu que chava de conveniencia que o go-
Para o Para, carregou :
S. Sanaty Banca. 4,900
corda.
No hiate nacional Camelia,
carregaram :
E. C. Beilra 4 Irmao, 16 barricas
kilos de a-rucar branco.
kilos de fumo em
para Mos:o:0,
com 960
asila da landcga
(tvticr* "i 28 db dezembro a 2 de janeibo
01 ts2
Alcool litre ...... 395
Ugodlo em rn.3 ikilol ... 620
vrrox com casca o) 811
'3sucar retinado flilo,' .... 285
ssucar Branca (kilt) .... 268
43sucar mascavado fira) ... 182
8aga3 de mamonas (kilo) ... 126
3orracna de leite mangab. (kilo) 1*300
Jachaca .... 197
Couros seceos espichade3 (kilo) 550
Couros e-eccos salgados (alo) 510
Couros verdes (kilo)..... 300
Cocrinhos (um)....... : <430
marojos de algodo {kilo/ ... 30
:arrapateira (Silo)..... 133
.'aco (kilo)....... 400
:-' Lora (tilo)..... UUOO
L^tfo restolbo (kilo)..... ^00
Caf moida (kilo)...... 1*200
Jarnaa fklW'...... 533
Cera vegetal (tilo)...... *o
Canna (litro)....... 220
Cal (litro)........ 10
Canto de Cardiff (ten.) .... 30*000
?arrana de mandioca (lito) r 0
Jenebra (litro)...... 436
iraxa (.sebo)....... 483
aborandy (era folha) si.'o 200
Leite de mangabetrj (kilo) 1*466
el (litro)........ 90
Uilho IClc ....... 60
oqdspnato ae ca! da Iioa rtata (one*
lada)......... 11*000
Pelle de cabra (cento)..... 145*060
Pelle de carneiro (ceato) .... 145*o00
Smente de carnauba (arroba) 46
01a (meio)....... 3*650
Sement de carrapateira (kilo) .126
ratiijuba (ko)...... 40
Tacoas de ama'eiio emprancboes
(dazi?.)........ 100*
KeBdlateatos pabSi^o*
UBI Bl JANEIBO DI <8>2
tfawiega
Kenda gersl :
Do da 2
Beoda do Eslade :
Do dia 2
w eee --do'Sa do Estado de
Per-carabuco
Do dia 2 :68l92i
Do dia 2
Recuse IkfaloajEe-
21*319
Soramt total
6:887*872
766*829
7:654*701
Segunda seceo da Alfandega de Pernam^ucc,
de Janeiro de 1892.
O thesourelro,
Florencio Domingue?.
O chefe da sccao,
Feliciano Placido Pontnal.
afiovimento do porto
navios entrados no dia Io de Janeiro
Valparaso e escala23 das, vapor inglez Ibe-
ria, de 2953 toneladas, commanJaate G. as
sey, equipitfem 104, carga varas gneros, a
Wilson Sons 4 C.
B10 de Janeiro e escala7 dia3, vapor nacional
Pe-nambuco, de 1999 toneladas, comman-
' ante Bobeito Bipper, equipa varios gneros, a Pereira Carneiro 4 C.
Rio de Janeiro por Macei16 das, vapor inglez
L-mura, de 1080 toneladas, commandante
Tuamaz itrew.r. eqaipagem 22, crga varios
gneros, a Boxw^ll 4 C.
Santos e escala7 das, vapor allemo Lissa
bon, de 1321 toneladas, commandante P. C.
Ho'.m, equipagem 38, carga vatios generas, a
Borstelman 4 C.
Rio de Janeiro12 dla3. lugar americano Jos
Olaverri, de 629, tonelada?, capita S. C
Arett, equipagem 10, era lastro, a Heary Fors-
ter 4 C.
Mavio sahido no mesmo dia
Liverpool e escalaVapor ioglez Hrr a, com-
maudane G. Massey, cirga vanos gneros.
Xavios entrados no dia 2
Maoos e escala14 dias, vapor nacional Espi
rito Santo*, de 1999 ton. lilas, cammaadant?
Guilberrxe de Castro, fquipagen 60, cirga
varios gneros, a Pereira Carneiro & C.
Sant03 e escala6 dias, vapor allemo Santos,
de 1478 toneladas, commandante W. Schilcer
equipagem 318, carga varios gneros, a Ban-
lelmanii < C.
Cir.ff por Liverpool-80 dia?, barca neme-
guense Barcelo, de 354 toneladas, capito
P. J. R. Sonne, equipagem 10, carga varios
gneros, a estrada de ferro de S. Francisso.
Rio de Janeiro18 dias, barca portugueza Novo
Silencio, de 352 toneladas, capito Jos A
Ferreira, equipagem 13, carga vares genero,
a Affonso bailar 4 C.
Buenos-.Vj res e escalaU dias, vapor francez
Orenoque, de 2459 loutladas, commandante
A- Bretel, equipagem 122, ca'ga varios gene
ro-, a 11. Burle 6t C.
Havre e escala23 dias, vapor franciz Villede
Rcsario, da 1556 toneladas, commaadante E.
boalty, equipagem 35, carga varios gneros,
Augusto Libilla
Navios saludos no mesmo dia
Maoos e eecalaVapor nicional Pern.mbuco
commandante Roberto Bipper, carga vanos
generas.
Bordeaux e escalaVapor francrz Orenoque,
commandante Brete!, carga varios gneros.
Barbados Barca allem Albert Naumann,
capito F. Ehkmam, em lastro.
Observac,ao
Fun'earam no Lamaro ama barca allem e
am lugar americano, e nao tiveram communica-
j8o com a trra.
veruidor resignasse o cargo, pa a o qnal pode-
rla ser reeieito, attenio ao sen pr -tuio Do Ba-
lada.
Na qaereBdo se traj-ilara iatinaco que fl-
farcadaraeote ee lh acabava de fiter, o tver-
nador requliou o auxilie Ja forca eos termo da
legalidade.
Nio accedendo ao pedido de auxilio, o co't-
oa'or declarou que ama ez que dSo querr
orauei Savaget cuoaprir o preceo coostuacl-
nal, cortasse a sua forca em oeatraliJadc, po a
que com os elementos ue qae os punha se acha 7a
apto para rep'llir o ataque a legalidade. :nm-
miado atei'a respoesabindade peraote o pane
peran'e 03 Tribunier.
Scieute de qae a forc 1 federal, pela voz le
sea commandante nao acceuava nennunaa ^re-
posta que t-ouxesse a garanta oa le eldale,
dirigi se o goveroador a palacio qoe arada se
acbsva fechado.
Aguardando a chegada do parido tf*n*
goveraador, quaodo vio-s cercada le cm gripe
de capangas armados, a cuj-i frente acba*aa>-se
Alipio Ferreira Bailar. Aokos'o Ferr> ira BalUr.
Elaraodo do Reg Bar,-;s Manoel ParilOo 10
Santo* Leal e Dr. Antonio Ferreira Billar.
Sendo nessa occisr.'o apresentado aot r-'.e
uli: no cidadio am cilicio ja Jotla, o eaveroa
dor com toda a eneria e ca>'i.a a-, laraa qae
nao reconoecia poere dpssa J.
Avista da aUUode honrosa a invernado*
Antor.io Mi^u; P.a'a Ribmia, por regOOffM ceatr
gallmha 1 rigi -.--e ao go ernad;- as:m se
expimio :
O Sr. respar.sav^l p?io (asgas (JOVCj re:
est pre.-o 1 m ::, BM da J,:i; 1 G MW Baiiva.
lecuiao jo *e o euvemadar to
disparatada umaco, h *
Baao de am KWalver a por.l 1 .lar
sendo rano imiUdo por mu 1 s i-ufo
Cercado eolio o gover, sdof mm'-dia'aa nte
amigos; o capaogas ..:: daatUMHM
enrgica .- .4m
atieatai'o.e re#o!v*rairj a ir'o raJoala.
Poico lempa d pois ci ror>ai n
coroitel Savitgete de i.co in-i ia.
Sempre erraetj, o nvernad r ; I 0;-
rel-rameote que auso'uiaxe He. nj .'-.-.na ru,.
que ii.-da poli' a demovel o I a o oV
dever e de defender o direiloi u1* po*f ae
traba confiado, e o qua listava f^z r tra i'lptO
gardeal o.
Emqaan'o isso se tan nmalsrfa ... e
marche dirigio-'e a palacio t-
Bimiaa les, pai adispositao do ro*>aelajn m.: -
icu qae vaitas>e paraoqrari
Dar.'te todo esci' oovIbifou> o gD
ft -se cercadd por o e-. o u
'indo rnutioi ((0'' se achavax em Pa 'a
to mi U'ii tre.u t-x.nrc.t-o.
Nossh p crtava s COUSiS quar.rla
o da 27, e o govemader conteiate de ea rea
tigio voiiou acompuoi.:'o por um en
numero de cMadaoa aa melnor parle da se a-
ie parihy"an^.
Xa da 28 pela mini o gowroadtv -. -- a
de Ponta ue Mat.o e aciav se em patad la-
do expediente, qoando recebeu aaueara S-
Cial di corone! Savaget m qo? In dizia qa*
riee prndenle da aVpabliei accbva d? -1-
nar por leiegraaiaia qae ma!it:vese 10 v "-ne
-o E:tdo a aatondatfe legal.
De tod:; .1 part" tem cherdi a ra-tr.a x*ai'
fe.-tacOss de retios jo perairiom'hi lf. a
bresahiuio ente todas a que Associaco Cora-
mercial ^raaioveo.
E* ec8a a verdade d.-s ncantecimeotos iiu;n-
lavelp do Estado da Parahyba, e coovfc;i-t a
fualico qae rapaigaa e s rapingas podertam-
se prestar ao nRlono paptl ae wmrm per-
:u~uar a paz da (amii parabyLana, contaaca
cem o aooio da forga amada.
Xs, sem o mnima rec io da resposU pade-
raos appellar para os propnos rcembros da jori-
ta para que nos digam quaes os cidados fanaV
licados que procuraram aa cercar. *
O movimealo do dia 37 nao pa=?rc r, orna
sedi^a armada por despenados t .uxi.uca por
capaoatas.
Urna vez restablecida a lesiiiade, cu me-
Ihor a ordem. orna vez qae o governur i):
Venancio Neivi nao interrompeo abfclo'azeaia
o exercicio. r quertu elle hcecja to S'i^e-ior
Tribunal de Juanea, nos termos da coot :to:.ao
do Esiada, para ir r.o Rio de Janeiro Ira ar da
lote-esses do mesmo E'ta'.e.
Obuda a liceoga por tres metes e sera veaci-
mentos como traba sido rtqoerida. o D". Ve-
nancio Neiva cnirou ne goso as 3 sena da t-.rde
do dia 31 pas.-anlo na forma' da eoaatiioCM o
exercicio ao 1" vice k ivernador desemLar.:aacr
M.ncel da Fonseca Xavier de Aadrade
Espalhada a noticia de que a
Fonsrca liaba as.-umido < exercicio, as 9 coras
da nuie appareceuo coron! Savaget. arCiarai-
do que em nome de ama commisio popelar, .a
exigir a renuocia do exercicio e do cargo, le-
duzndo argumentos frivolos e em a menor im-
portancia.
O drsembargador Fonseca a'garjr.ect.o rom
moa vantagem. c vendo-se coacto pela '.rea
protesteu que nao reslgoava o car^o ee&d
terquido Ihe o exeteieb pelo coronel Sivaget.
A' essas boras deve estar dingmlo a Pa- ny-
b. essa junta, tilba da traico de MB B s
des pt i tos de outros, e tenio comu garant, :i.-
-
. II.:-
rauaoa
trtaoo HaoJelpal de Jote
0 ,rj'.,::rm.nio deste mercado no ;.; 31 la
Dezembro foi o segoinU. : Entraran.:
43 boia pesando 5,692 kilos.
426 kilos de peixe a 20 ris 8*520
9 1/2 cargas com farioba a 200 rs. UO
17 oitas de fructas diversas a 300 rs. 5*:"0
5 cargas com galinbas a 600 rt. 3>0
2 cassus com galinbas a 400 rs. 00
29 columoas a 600 rs. fVTO
15 seinos a 200 rs. 3*001
42 taboleiros a 200 rs. v.o
48 compartimentos com farinba a XX 24*0CO
30 ditos de comidas a 500 r?. UMi't
100 ditos de legumes e fazeodas
400 rs. 40,
15 ditos de sumos a 700 rs. 10*
8 ditos de freasaras a 600 rs. i. 8
7 ditos de camaices a 200 rs. l 00
47 tai hos a 2* S4*0.w
Rendimentos de i e 30 do correntt
; 38 020
7 071* 60
7.3t9*80
Prejos do da :
Carne verae le 320 a 640 ri* c illa.
Sajaos e 560 a 640 ris idem.
Carneiro de 640 a 800 ris dem.
Farra i;! e 320 a 40 J ris a caa*
Miliio de 300 a 320 ris idem,
FeUo de 14 a 1*200 idem .
T por es a entrar
II. i DE JANEIRO
Sul.......... Cometa...........
Snl.......... Thames...........
Europa....... Port Alegre.......
Sul.......... Desterro..........
Europa..... Equateur..........
Sal.......... Adtauce..........
Europ;....... Car ma...........
Norte........ Alhanca..........
Norte........ Mandos...........
Sul.......... lamas...........
Sul.......... Tamar............
Norte........ Uaranko.........
Norte....... Olinda............
Sul.......... Brazi............
Norte........ Pernambuco.......
Sul....... .. Espirito Santo.....
i
3
3.
3
3

6
6
7

9
13
18
23
26
30
Ta;;ort*s n sabir
HEZ DE IASEIRO
Sul......... Espirito Sanio..... 3 as 5 a.
Europa...... Santos............ 3 i? 12 B.
Norte....... Edictor........... 3 as 3 b.
Europa...... Thames............ 3 as 12 h.
CONTRA FQGQ
% Liverpool i bidn k filobc
BLACBSm, SEBSSA1C ft C.
Roa do Bom Jess, n. 16
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v.
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*iMfBBl^L^^^H
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)

Diario de Pernambuco
Domingo 3 de Janeiro de 1892
5
r.1 que Dio-Qnii coapr.rcom o Aqs meus c0Hegas da FaCtll-
dade de Oireito
aa
Ajyeilamos para o vice-preadente da Repu-
ifeca e contamos que leudo uojo bo pader pa-
ra adetsa da le, manteaba alegatmaie uo
Sitados, victimas dos assaltos dos pretenciosos
iiKiltiit i II de Abril
Fundado em 1883
ni aulas deste esiabelecimeoto de educago e
e tastruccj primeira e secuudaru reabrem-se
' jf io correte^
I .4r*R&*doJspicio-53
*ik Janeiro de 182.
O director,
Luis Poi to Carretro.
Para evitar druidas a meu respeiio, declaro
que nao assigoei o protesto dos estudaotes, ao
Uiaaifesto do coronel Cilliope. bem como oao
od adepto de neuhuai dos paitidoB pcliticjs
de^te Elado.
Recife, 2 de Janeiro de 1894.
Amazonas de Figueireio.
rr-venfo ao Banco Hypothe-
eario de Peraambaco
Sst para ser nypoiaeeada um sitio de trras
3a Yila da Pelra, deorminado Lages, qce -0
rolem pedras e tagedo, 'o le vem a sua de
nomioafiao de Lagea; e to esmeril qua como
v Sijmo. Caidado cornos S.-s. avaiiadores.
Um que sabe.
O arope de Follet 6 o remedio por ex;eUea-
i contra s dr e a insomnia, qoalquer que se
ja a causa dellas: go;a, rheuraatisai, eoxaque
a, Tievralsia, caocace da cereora, ir.-itaco oer
ata, loase, ?eiba, aroicMte, grwpe. etc.
o arjpe te Poli t provoca am sciqo profun-
o anlogo ao ?cmao ntrmal; com o seu em
yrego cao se e3t exposto a ueohum dos i:ccn-
w cenles do op:c ou da inorphioa.
O xarope de Follet a melhor forma de ad
:aco do ch'.oral; sua coiservaco per-
fctta e 3ssim acouselhado, cao i-rita de owiaoai
o jtoma5o. (Extralndo do Forma-
to* de Tnrapeu'.ique,'.
i senhoras impressionaveis scffrem frequen
B*Dte dore? de cabera, tremores nervosos as
s.sos leos e n?s palpebras; sao atacadas
- .ligeos com sensacSo de cale; cas faces ;
yazioam se gravemente doentes, Ocam abati-
t&?. aceusam paipttaco do coraci, ap?rlo de
ganta e urna angustia, que nao poaera expli
car ; todas Mtaa manifestac/jes sao nervosas, e
eeioiam se (alneme co o ELxt Antinervoso
Mibromurado de Baai'v, com ios lo de bromu-
alcalinos combinados, e boje preacripio
sea 03 melhores resoltados pelos mdicos mais
Usados.
O Banco da Bolsa
la am annuncio publicado pelo director ge-
re :e df sat Banco, natado de 28 de Dezembro e
^blieado no Diario deboctem, previne-se os ac
aoaistas do mesmo Baa, iacorporador da
tTompanbia de Servicos Mritimos, que sSo con
vwados ( textual) a faser a segunda entrada de
46"'de suasaccoes, e a terceira tamaem at o
lia i5 de Janeiro, visU serem os concurrentes
qne mais vautagens oUereceu (tambem tex
taal) no novo contracto de illuminago publica
Jes.a cidde.
S" aa verdade urna esplendida operago banca-
ria pedir aas accionistas seus cobres para a re
aitzasao de negocio que anda nao est feo, e
depende de ueciso do governo do Estado
cem lana pressa quando. segundo consta, foi
yrorogado por seis mezea o actual coniraclo (Je
::. satnafiio I
Se Do coatar com o ovo antes de ser posto
yria gallinha, pelo menos considerar facascon
rj a aceitaco de orna proposta, que prova
leisnente a actual junta governatva anda nao
ave empo de examinar !
esta bypotbcse inaceitavel porque im-
periana injuria aos a:tuaes goveroadores que
?or sea carcter e procedimento sao a ella su-
?Miores. e que alias nSo julgamos o Sr. director
^-este capaz de pratical-a.
O que significa, pois, tal annuacio?
D publico que julgce.
fcecife, 2 Ce Janeiro de 1892.
Pauto Gallo.
ase
Aos Bancos de Per-
nambuco .
Prote sto
- abaixo tssisndos protestam contra qual-
%.i? venda ou bypo eca que o suadito inglez
a^vnael Bjisnan faga do e.ugenbo Boa Vista, sito
m .omarca de Canguaretama, ao Estado do Rio
[irande uo Norte, purter sido vendido o referido
jsweobj ao mesmo Samuel com bypoiheca no
j mencionado engenho e ainda nao terem sido
esitBados os reepectiv03 pagamentos, e veja-se
aiescrjptoras de 15 de Janeiro de 1884 e 12 de
9fc*sreiro de 1889 e as lettras de sua importan-
cia se arbam depositados em poder de um dos
abuso assigoados e na de Antonio Jos de Me
Aires, no eogenbo Cruzeiro, na mesma comar-
51.
Flix de Mello Azedo
J. i. de Medeiros Correia.
i
A' memoria
io meu iatoso amigo Arito dio Jos
Macha io Bivar, no 7o da do seu in
busto passamento.
/oi co conreo da j imada ir-aia,
...;j .,s-v.'S Beuoctor porvir,
^e 10 cabate eLf.-aquecioo, exbausto.
U'.aan.o a -ida sem g.zar... fruir I?
in morreste co surgir Ja vida,
T-ido no peitu as emosej ardentes,
^.aado n'aurcra, dos leus das breves,
krunava um astro de esplea:io. fulgente!
2 foste exange tropegar na lousa
yoando na trra le prendiam los,
l esp':ilo, inteiligente e vaaio .
?:miva idilios geniaes e bellos!
Atoa emmoldada no cryso! sublime.
na tiD mate pensamencos bons,
0'e se elevavam grdioos. almos,
.ao da iy'a mavosoa sons I ?
E 033133 uaste dedicado amigo,
wiio fecundo, jovial, ingenie,
Deixando as lu-.'.as deti vida inploria;
?05te bem lontie ;epou;ar silente I
2* sobre a lagem solitaria fc m ita
Stode repeusas prestimoso auji^'o,
m vt abo tiste, diffundir sauoades,
& praato amargo sobre tea jazigo!
3-;c;;, 3 de Janeiro de 1892.
Candido T. dos Rea.
Collego e Nossa Senbora das
I
lu
20Ra lo Hospicio20
As aulas deste estaaeleciment de instrueco
':ana e secundaria p."a s sexo femioino
a*r;r se-bao no da 11 de Janeiro de 1892.
Recebe-se alumoas internas, semi-iaternas e
tiernas.
A directora,
Mara do Carmo Aevedo.
Elei^ao
Oa Mesa Ge.-al da Irmandada de Nossa
Seohora do Bona Parto aa igreja de
S. Sebastilo de Olinda no anuo de
1891 a 1892.
Jui* por e!ei?ao
Florentino Pereira de Franja.
Juiza por eleico
D. Amelia Mara dos Saotos.
E&crivSo por eleijao
Emilio Antonio Soares.
Escriv2 por eleigJo
D. Antonia Joa^phiaa de Altneida.
1 Procnrador
Fraucisco das Chagra Ferreira.
2- Dito
Antonio Faustino da Silva.
Definidores
Jos Bento aljBoao
Fehciaoo Cflfoido ie Aguiar.
Mauoe do Nasaimento de Jebus.
Jo3o Antonio de Oliveira.
Manoel Porfirio Ayrea.
Leoncio Fcciatio Marques.
Daniel Antonio ae Suuzu.
Miyss Antonio Tavares de Mello.
Joaquim Masoel da Cruz.
Liberato Pi-uco Ribeiro.
Joao Sotero de Deus.
Joao Baptisti da Silva.
Theaoureiro
Maaoel Francisco Ribeiro.
EDITAES
Tee te Joo Alfonso de Mello
A familia do inditoso e sempre cborado JoSo
Affonso de Mello, vem compungida pelo doloro
so passaxento do mesmo lente, agradecer ao
Ilustres cavalbeiroa qoe Dre-'.arain-se candosa-
menie a acomrunbar os restos moriaes daquelle
cidado, a sua ultima motada.
Outrosim, aproveita a cc:asi&o, para reite-
rar os seus protestos de eterno recontiecimento
aos Srs. D;s. Feroando Gaspar e Alfredo Gas-
par, pelo muito q;e nserain par^. \i!r se poaiam
arrn?ar das arras da marte acuelle seu extre-
meci.lo amif.'0 ; e bem as-:m ai h Srs. commac-
dame e mats olticiaes do i" bataltiaa de nlanta-
ria e especialmente aos Srs. alteres Soares de
Mello, cdele A^taur dos Santos Oiiveira, sub-
delegado do Io districto a Boa-Vis'a Carvalbo
e sua digna e virtuosa esposa, pelo auxilio que
bondosamente prestaram ao tinado lente em
aiomemo to ai.gustk)i-o.
Vem de novo nter uaj appello a todos quanto
de boa vomade couipareceraai ao seu esterra-
mento, aos prenles n amigos do tinado, para
assistirem a misfa do 7 dia, que pelo rtp;u-o
de sua alma manda celebra- oa igreja de Nos
si Senbora do Tergo, as 8 horas da raaaba de
segunda-feira prxima ; anteclpando-se ainda
urna vez agradecida por mais esie acto de cari-
dade.
EleifSo dos devotos que bao > festejar
a Virgem Seahora do Bom l.'arto no
anao de 1891 a 1892
Juizes por devojao
JoSo Antonio de Sant'Aona.
Canuto Eieuterio de Macado.
Manoel Florencio da RessoreiriSo.
Hermenelgido Sergio Ribeiro.
Pedro Goncalves de Sant'Anaa.
Joaquim Manoel da Cuaba Lina.
Joao Luis de Barros.
Rufino Rodrigues da Silva.
Juizas por devoao
Adelina Mara da Soledade.
Mara Mequelina Rodrigues Lima.
Mara das Gracia Gil Vaz.
Mara Candida de Lima
D. Francisca, esposa do capitao Antonio
Francisco Ambrozio.
D. Laiza, esposa do corenel Jos da Cos
ta Pereira.
D. Josepha, esposa do Dr. Antonio Este-
vao de Ol.veira.
D. Carlota, esposa do capitao Sebastiao
do Reg Barros.
D. Anna, esposa do alteres Samuel Bo-
telbo.
D. Antonia, espesa do professor Manoel
Flix.
ProteSsora D. Clara Pesada.
Professora D Antonia Ribeiro Campos.
Escrives por devo9ao
Pedro Jas dos Santoa.
Alfredo Marcelino de Sant'Anna.
Maaoel Caetano da Silva.
Eduardo Firmino da Silva.
Jos Francisco de Sant'Anna.
Dr. Manoel do Nascimento Ferreira Cas-
tro.
Antonio Iri&o de Barros.
Greminiano Lnis de Barros.
Professor Manoel Benigno da Silva.
Ral Tavares.
EscrivSa pof devojao
Quirra Leopoldina da Silva.
Maria Joaquina da C.nceico.
Maria Cipriana do Rosario.
D. Francisca, esposa do Sr. Paulino Xa-
vier Das.
D. Joaquina Cecil a.
D. Caetana Mbra.
D. Josepii, esposa do Sr. Jos Joaquim
Fernandas da Silva.
D. Maria Carolina de Altneida.
D. Maria Gertrudea Vianna de S. Ma-
chado.
D. Joaquina Marceonilla da Costa Ca-
bral.
D. Emilia Mara de Barros.
D. Joiuna Maria da CoaceigSo.
D. Felicia Maria de Oiiveira.
Mordomos
Manoel Usses de Carvalho.
Man el Flix Peixoto.
Marcelino Francisco Baptista.
Francisco das Chagas Monteiro.
Luiz de Franca Pereira.
Maaoel Marques.
Franco Emilio Ribeiro.
Vicente Nigri.
JoSo Ambrosio Maciel Moatere.
Mordomas
D. Cauina Maria da C.-.ceieao.
D. Lanrioda Figaeira de Brros.
D. Felicia Moreira de Oiiveira.
D. Carlota Fernandwa.
D. v aetana Mana da Conceicao.
D. Mequelina de ouza Gouveia,
D. Severina Anna Ferreira Fes.
D. Amelia Serpa.
D. Anna Marinho da ",'raz.
D. Severina Ferreira Flix.
D. Maria Rosa dos Santos.
Olinda, 15 de Novembro de 1891.
O cura, conego Jos Vaz uerres.
Collego de Nossa Se-
nhora da Penha
FUNDADO EM 1876
Sob a direegao de Augustz Carneiro
Ra de Setembro n. S
(Outr ora becco dos Ferreiros)
Comecaro a 7 de Janeiro pr simo to-
das as aulas deste collego para o sexo fe-
micco, onde as luscas, a par da conve-
niente instrueco e bom tratamento, s2o
mantidas com cuidado e carinho.
Collegio Parthenon
a Ra do Hospicio3
Abr r-se-uo is au.'a^ rfesie collego no dia
7 de Janeiro do aono de 1892.
Recebe alumuos internos, eemi internos e ex-
ternos.
Bacharel Ovidio Aives Manaya.
Collegio 9 de Janeiro
79-Raa Yelha -79
As aulas deste Instituto acham se aber-
taa do dia 9 de Janeiro em diante, conti-
nuando a receber alumnos internos, exter-
nos e meio-pensionistas.
O dirictor,
Francisco Lamenha Lint.
Externato Sul Ame-
ricano
Ra da Imperatriz n. 15, 2 andar
Os directores commnnicam aos nteres
saaos que as aulas abrir-se-hao no dia 7
de Janeiro e, que resolveram limitar o
Curso Primario a 15 alan-nos.
Bacharel Manoel P. de Azevedo Jnior
Isac Servio. A
Pagamento (mecEal adiactado.
Curso primaiio 10-jOOO
Secundario 5#000
-<8S-
Banco da Bolsa
Tendo este Banco procedido a incoipc-
racSo da Companhia de Serviyoa Marti-
mos de Pernambuco e sendo os concur-
rentes que mais vantagens* ofer^ceu. ao
novo contracto de illuminacSo publica des-
ta cidade para a qual torna-se necessario
fazer adiantamento como aeja o do depo
sito do valor da avaliacSo da emsreza do
gaz para o que nao bastante a primei
ra entrada dos accionistas do mesmo ban-
co, previne se aos Srs. accionistas oeste
banco que sao convidados a faser a se
gunda entrada de 10 0| de raae acc8es
at o dia 15 de Janeiro do anno que vem
e a terceira entrada tambem de 10 |0 30
das depois como determina e ar;. 4 dos
es tata tos.
Recife, 28 de Dezembro de 1891.
O director gerente,
P. J. Pinto.
Colegio de Santa
Lucia
Para o sexo femenino
SITO A
RA DO LVMMENIO
N- 22 2- AiNDAR
Este estabelecimento de educacao e
instrueco pt i maria e secundaria fundado
em 1885, abrir suas aulas no dia 7 de
Janeiro do crrante anno, esperando con
tinuar a merecer dos paes de suas alum-
oas e do publico em geral a confianca que
at boje lbe tem sido dispensada.
Ensinam se as seguintes materica : pri-
meires lettras, portugus, trances e inglez
(tallar e escrever) geographia, historia,
arithmetica, desenho, msica, piano, canto,
todos oa trabalhos de agulha como sejam
bordados branco, ouro, missanga, troco,
alto relevo, cabello e papel de arroz, fiore
de panno, papel, cavaco, cera, cabello e
pennas.
A Directoria continua receber alumnaa
internas, meio pendonistas e externas, pro
mettendo aoa iustres paes de familia que
Ihe confiarem suas filhas esfor9ar-se por
Ihes dar urna educacao solida domestica e
religiosa.
As mensaldades e.la pelo pre90 mais
razoavel.
A Anr.a do Reg Burretto de Almeida.
Recebedoria do Es-
tado
EDITAL N. 10
O administrador da Recebedoria do Es-
tado na forma das IostruceSes de 27 de
Julho de 1883, convida as asaociacSes
Commercial Beoeficente, dos Artistas Me-
chan icos e Liberaos, Agrcola, dos Mer
cieiros e todas aquellas que tiverem exis-
tencia legal e conhecida, para que se in
cumbam de proceder a distribuicSo das
taxas de repartigao, .estabelecidas na ta
bella do imposto d. industrias e profiates
a que se refere o art. 2. 17 da Lei n.
?3 de 10 de Dezembro ultimo de accordo
ooni os arts. 20, 21, 22 e 23 das mesmas
Instruc^Ses ; devendo as mesmas associa
;oes remetter o trabalho, que fizerem, a
esta reparticao no praso improrogavel de
30 das, a contar da data do presente ei
tsl, Biijeitand se em caso c- ntrario
d- stribuigSes que for feta por esta mesma
repi-rticao na turma das alludidss Instruc-
e5es.
Recebedoria do Estado de Pernambuco,
2 de Janeiro do 1891.
O administrador.
Luiz Cesarw do Reg.
DECLRALES
A agencia da Companhia de Seguros An
?;a:ica de Hamburgo nesta cidade, faz cente
que tendo sessado suas operaces de seguros
desde odia 1- de Jneiro de 1891, e tenao-se
lindado no dia 31 de Dezembro do ac-tr.o anno
o praso do ultimo contrato, eem qne houvesse
nechuma reclamacao, pelo nreseote declara que
desta data em diuute tica completamente extinc-
a a referida agercia.
Rpcife. r de JaDeiro de 189!.
Srcretana do gobern do Estado oe Per
Lamburo, em 2 de Janeiro de 1892. Por esta
secretaria se faz publico, paraconbecimen.o dos
interpssados, que o imposto do sello de que tra
la o 44 do art. 2- da lei do orcamento sob n.
33 de 17 de Dezembro findo, dever ser pago Da
Recebedoria e Collectoria. em quanto nao forem
emitiidas estampilhas para esse fim. na coofor
midade do acto da junta gobernativa do Estado
de 29 do citado m-z.
Domingos Alves Leite,
Secretario da junta.
Postura
O conselho da Intendencia Municipal do Reci-
fe. usando da aitribuic&o conferida no art. 3
7' da cortara do governador deste Estado de
27 de Dezembro de 1889. resolveu em sesso de
0 de Dezembro prximo fin Jo determinar :
Ia que astro de trinta das, coatados de boje,
os proprietario8 dos eslabelecimentos e depsi-
tos de kerosene, far&o remogSo deste genero
para o alfandegado que ba na liba do Nogueira,
sob peca de, Dudo este praso, mandar a loteo
dOncia fazer a rcmocio respectiva i custa e por
conta e risco de qoem pertencer, nao cabendo
di eito de reclamacao alguma, como ja foi deca
rado na postara de 11 de Jontn prximo findo,
que prorogon por mais seis mazes o primeiro
praso dalo para taes remoces.
]o que o kerosene qne d'aqui por diante for
importado descarregue directamente para o re-
ferido alfandegado.
Paco da Intendencia Municipal do Recife, 2 de
Jaaeiro de 1892.
Dr. Masoal Pinto Dmaso,
Presidente.
Francisco Faustino de Brito.
Dr. Joao Carlos Ballbasar da Silva.
Dr. Angosto da Costa Gomes.
JoSo Walfrelo de Medeiros.
Francisco Gurgel do Amara!.
Albino Jos da Silva.
Jos Xavier C de B. Campello.
Antonio Machado Gomes da Silva.
O secretario,
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
Oorreio geral
Malas a expedir-se hoje
Pelo vapor brasileiro Espirito Sanio, esta ad-
ministracSo expede malas paraos porto- do sul,
recebendo irapressos e objectos a registrar at
as 12 horas da manha e cartas ordinarias at a
1 bora da tarde, ou at a entrega das malas com
porte duplo.
tdministracao dos Correius do Estado de Per-
lambuco, 3 de Janeiro de 1892.
O adninis'.rador.
Rogoberto Barbosa da Silva.
----------------*-s'Sg5=ac*-----------------
Collego Escadense
15 jS JANEIRO
O bacharel Godotredo Moacoso da V.
Pessoa avisa aoa Srs. pas de familia da
E;c?da e das comarcas vsiabas que aa
aulas de seu colegio reabrem se no dia
15 ds Janeiro.
O Colegio Escadense, c:ija eitu c2o hy
gienica sem nenhuma duvida melbor do
que a de Ojoalqaer .uegio Estado, recommenda se sobre tudo pela
sua drecelo toda livrs dos moldes aca-
nhados doa velos methodos de ensina
ment. Os pagamentas sao feitnB p r
trimestre adiantadamene sendo por
Interno lOO$000
Sem interno 0050 U
Externo 12^0C0
Aula particular
Anna Theodora SimSes, participa ao
publico que a sua aula abrir se-ha no
dia 7 de Janeiro prximo, no Pateo do
Carmo n. 26, 1." andar.
Recife, 28 de Dezembra de 1891.
Companhia Trilhos
Urbams do Recife a
Olinda e Beberibe.
34 DIVIDENDO
De accordo com a resnluc&o tomada por occa-
siao da distribuigSo do 33/ dividendo far-se-ba
nos dias 7, 8 e 9 do correte o pagamento do
34/ dividendo a raz&o de 6 V, e igualmente dos
juros das acc.Oes preferenciaes e debentures no
e8crip!orio da Companhia e das 10 horas ao meio
dia; e depois destes dias Das tercas e sabbados
que forem das atis.
Eacriptorio do gerente. 2 de Janeiro de 1892.
A Pereira Simues.
Comp nli a Pernambucana
de Navega^ao
C.Qvida-se aos possnidores de obrigagOes pre-
ferenciaes a vi.em recebar os juros de seus t-
tulos, Doescnp'.>.r:o desta Compaobia das 10 bo
ras da maDbS as 3 da tarde, devendo apresentar
seis ttulos afim de que os respectivos coupons
sejam destacados neste escriptorio, conforme as
clausulas di emissao.
. Recife. 31 de Dezembro de 1891.
A. UlyiJes de Carvalho.
Gerente.
Banco Emissor de
Pernambuco
Sao convidadles possuidores de apolices do
emprestimo feto por este Baaco ao Estado e das
letras bypotbecarias emittid^s pelo mesmo Ban-
co a vir recfber os juroi do semestre fin io. Os
csapons sero deificados no acto ao pagamento.
Rtce, 1 de Janeiro de 1892.
J. U. da Ko3a e Silva,
Director secretario.
Santa Casa da Misericordia do
Recife
O? paredes das menores Anrea, fllhi re
Th -oiloro Jaciotho dos Santos e Joanna Meren
ciana de Je?u ; de Adelaide, riiba ae Manoel
Joaquim Gomes e de A lelina Palmeira Pessoa
Gomes, devem vir procartr a necessaria ordem,
para que possam essas menores ser reoebidas
co colegio da? orphas. x
Secretaria da Santa Casa da Misericordia de
Recife, 28 de Dezembro de 1891.
O escrivao.
Pedro Rodrigues de Souza.
PRADO
PERNAMBUCANO
Pregramma da 9.a corrida
QUE SE REALISARA'
Ko dia l de Janeiro de 1892
Principiar s II horas claman ha em ponto
.\ome
I
S
Pellos

Xatnra- 3
iid.
i
Cor da Testl-
imnCn
Proprlel
1* pareo 3 de Janeiro 1000 metros.Aoimaes de Pernambuco qne nao tenham gaaho
premios nos Prados do Recife. Premios : 200* ao 1*. 40 ao 2 e 20J ao 3.
FlT.........
Limeira.....
Hnguenote. .
Velocipede...
Slnpapore.....
Ualafre......
Prrahy.....
Congo.........
Gallette-ex-
Pouillac...
Alazo...
Russo.....
'".auto...
Castanho.
Russo ...
Rodado..
Baio.....
Alazo...
Rodado.
Pernamb.. 54
54
* 54
5V
54
54
m 54
9 54
54
Ouro e branco.......
Grenat, ene. e branco
Violeta e curo.......
Encarnado..........
Azul e encarnado ...
Azul e branco........
Azul e encarnado ...
Lila e ouro..........
Preto, encar. e bran:o M. R.
L. de Mattos.
H. S. Oliv.-ira.
Coudelaria C. L
J. ?. B. Caralcanti.
J J. Carvalbo.
J. O. da Silva.
A. Alboquerqne.
. de 0:iveira-
2.' pareoDerny Club de Pernambuco-1050 metro3Auiaaes de Pe-nambuco iae lo
tenham ganho em distancia supero." a 1000 metros nestes 8 mez?s. Premio.1 : 200*000
ao 1., 40*000 ao 2 e 20*000 ao 3.
Ida......
Collosso.
Vingador.
Mouro......
Caubv....
Rodado.
Alazo...
Castanho.
Pernamb.. 50
52
52
52
52
Rosa e preto
Preto e bonet verm...
Encarnado e b. preto.
Azul eauro..........
Ouro e preio........
iCood. Idae VoKa.
Coud. Republicana.
Co'j-j. 1. de Jodo.
Ccud. Mooriscana.
A. Marques.
3." pareo Dr. toncalve Pinto 1.000 metros Animaes de Pernambo-'o qoe nio l>
nbam ganho premios em 1891. Premios : 200*000 ao i." 40*000 ao 2 e 20*000 ao 3.*
lrGerfaut.
Galaor.....
Ally........ 0 Castanho ...
Florete ..... 5 Castanho.....
Good -mor-
ning..... 0
Zaino.
Coud. Aurora.
Cood. Provinciana.
M. J. lves.
F. Fre:re.
R. Cardte
PareoSaplementar1.200 metrosAniroaes pungas e aoimaes de Pernambocc
pelludo que nao tenham ganho em 1890 e 1891. Premios: 200*000 o !., 40*000
2 e 20*000 ao 3o.
Pernamb . 56
54
54
a 58
c 54
Azul e encarnado___
Violeta, azul e ouro..
Azul, preto e ouro...
Branco e encarnado...
Ene. e amarello.....
ao
Altlante...
Favorita...
Bonina
Faceira-----
Tenebrosa
Moema ...
Alazo..
Zaino..
Rodado.....
Roa. verm.
Zaina......
Pernamb.
S. Paulo.
Pernamb.
51
56
49
54
52
58
Verde e amarello...
Ouro e azul.......
Aiai, branco e ene
Branco e azul.....
Branco encarnado .
Osear.
A. C. de Alouqoerqae.
C. P. dos So'os.
Coud. Craseiro.
A. R. Monteiro.
J. P. de Albuqoerqoe.
5. pareo Dr. Souza Bel*1.609 metros Animaes nacionaes. Premios; .400*
i, 80*000 ao 2 e 40*000 ao 3-
Theresopolis.
Veloz.......
Siroco.......
Cora........
Napolitano.
Nintcbe.....
Granada
Castanha Paran
R. de Jan.
Zaino.......
Alazo......
Zaino.......
Pampa......
S. Paulo.
R. de Jan.
S. Paulo..
54
56
54
54
56
52
54
Violeta e ouro.
Azul e ouro...
Preto es :arate.
Azul e preto.
Preto eouro.
A. Marqpes.
Coud. Internacional.

Ccud. Temeraria.

Coad. Na lona I.
Coad. Fraieroiade...
6. pareoOllmpy Loop. 1000 metros.Animaes de Pernambuco que n5o tenbcm
ganho em maior distancia. Premios : 200*000 ao 1*. 40*000 aa 2 e 20*000
ao terceiro.
Flautista...
Ida..........
Despota
Gerfaut.......
My-Boy .....
5 i Castanho.... i Pernamb.. i 56
5 .Rodado......I I 54
5 | 56
o [Zaina.......i > i 5C
5 ICastanho ...I I 36
Branco a encarnado.
Preto e roxo.........
Encarnado eaiul.....
Azule encarnado.....
Azul, violeta e ouro. -
X. A. Babia.
Cood. Idae Volta.
Costa 4 Fernanda*.
Ccud. Aurora.
Coud. Provinciana.
7.* pareoHlppodronao do Campo Grande-1050 metros. An.maes de Pernamr*cco
___ .~_k-~. ~~..h ..~ rf.t.<. .,..,.,. -..-... n..,,. Premies: 290*
que nao tenham eai-bo -m tistancia saperlor n'ete3 6 mezes.
ao Io. 50*000 ao 2 e 2oOUfr ao terceiro.
lIMouro......
2 Pirylampo...
3 Coll.sso___
4 Caubv......
Alazo......
Tordilho.....
Russo.......
Castanho-----
Pernamb.
52 |Ouro e azul..........Con'. M^nr fcara..
58 Grenat eazul......... J. E Ferreira.
52 Pret e bonet vermelb.)C:ui BeruLhcjns
52 'Ouroe preto.........A. M^rq
OBSERVACOES
Os animaes inscriptos para o l. pareo deverSo acbar-se no ensilbamento s
9 1|2 bora8 da manhS.
Os forfaits serlo recebidos at sabbado 2 de Janeiro, s 3 bor da lar**,
aa Secretaria do Prado.
Os jockeys que nao se apreaentarem convenientemente trajadoa com aa corea
adoptadas no programma por seus patries, nSo serlo admittidos pesagem e er3o
multados de accordo com o art. 51 do cdigo de corridas.
Previne-se aos Senhores accionistas de procurarem os seus ingressoa na Se-
cretaria do Pradoa Ra Duque de Casias n. 70. 1. andar.
Rscife, 30 de Dezembro de 1891.
O secretario,
J. Alves.
Irmandade
DE
Santo maro das Salinas
Mesa geral
De ordem do irmo jtiz, cvnvido a todos os
nossos cansslmoa irmos a compareceren em
aosso consistorio domingo 3 d; Janeiro vindou-
ro, pelas 9 12 horas da macha, afim de em no
mero legal, poceaer-se a eleico ua nova ctesa
re^-dora que tem de administrar esia irmaoria
de durante o anno compremissal de 1892a 1893.
He :ife. 30 de D-zembro de 1891.
O escrivao,
Henrique Magalbei da Silva.
Instituto dos Pro fes-
sores primarios de
Pernambuco
Nao se endo reun lo numero legal de asso-
riados para a eleico do conseibo do mesmo
Instituto, que tem de funecioaar no anao de
1.892. de novo convido ao3 senhores socios para
D"tr6a nn a 4 de Janeiro prximo, s 10
i o. i di dia na-Me do mesmo Instituto, para
ter lugar a dita eleico du conselho, com o nu-
mero de socios que comparecer.
Instituto doj Profesares Pr;marica de Per-
namb uco,31 de Dezembro de 1891.
O presidente,
^______Aatonio Vieira de Barros
II < droDio do Campo firaidc
Nao tendo corrido o Dareo Imprensa Pernam
bucana por motivos supervenientes a directoria
resolveu, a pedido dos senr.ores proprieartas,
a inscripejio do mesmo para a corrida de 10 de
Jaoeiro. pare, correr em 3 ou 4* lugar, da forma
seeuinte :
Imprensa Pern mbucana 1,400 metros ani-
maes de Pernambuco que nao tenbam ganho tm
distancia superior a 1,000 n etros nos prados do
Recite.
Premios-400* ao l,80*ao 2- e 40*ao3-
Iascripo 30*000.
A inscripceo seri eacerrada no 3- terco, s 6
horas da larde.
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande,
2 de Janeiro de 1891.O secretario,
A. Goacalvea da Slva.
Companhia d Trilhos IrLvan >s
do Recife a iyd* e Bfbc-
ribe-
ASSEM3LEA GE3AL
NSo se tend reunido camero suficien-
te ce accionistas para constituir a umo
bla geral, foi esta de novo cenrocad*
para o dia 4 de Janeiro prozimo, ao meio
da no escriptorio da companhia.
Funccionar com o numero que com-
parecer e sao seas fies apreciar n pare-
cer da commiasSo fiscal, ouvir a leitura
do relatorio e eleger ta cevas direct ra
e commissSo fiset.
Recife, 9 de Dezembro de 1891.
O Gerente,
Antonio Pereira Mes
Thesouraria de Fazenda do
Estado de Pernambuco
Nuba:ltuiro de nula*
De ordem do Sr. Dr. inspector, faco pobli#,
em vista do telegiamma do inspector da CaTa
de Amortisago, de hontem, que foi prorogado
at 31 de Marco prximo futurj, o praso para a
substituico das notas do eoverno, emiltiJas
pelo Banco, depois de moduica.ias.
Thesouraria de Fazenda do Estado de Per-
lambnco, 29 de Deiembro de 1891.
O secretario,
Jos. Gomes da Silva
Va Secretaria da anta Caaa de Mi
erlcordla alngam ae o -galate*
prediot
Ba do encantamento, loja n. 11 30*009
Ra do Vigario n. 27 1.* andar 15*099
Boa do Amonen, armazem n. 16 10*009
dem dem n. 64 30*000
Hua do Burgos i!. 19 tUOO
Dit. da Palma n. 3i 30*000
I MBTIUttl
T"
.....
i
L

i





Diario de Peraarabuco Domingo 3 de Janeiro de 4892
AO COMERCIO
A Companhia de Servicos Martimos de Pernambuco, recenlemente incorporad nesta ci
ade.temaba a laoccienar aesta data, tenao na ade no Caes da CcmpanhiaPernanbBcana n. 2
ptrviade podero ser dirigidos todos os pedidos attioeotet eos seos Cos.
Para conhecimento de qaem interessar possa, faz pnbiicar a seguinle tabella :
Recife, 9 de Janeiro de 1893
O director-gerente.
Alfredo de Araujo Santos.
TABELLA
Dos totes das ertarcacfteseipregadasiia descarga e carga dos
navios ne porto de Pcrmmlmco
bfll p o "a a. em Lamario as 3 a* tu a o M ce
servente Si S* a
U 40*000 u CO a
Alrarenga descoberta . 160*000 Parinba de mandioca,
DUi'dobrada . * a 80*000 3205000 sacro . 46 400
Dita coberta . v . 30*000 a Dita de trigo, sacco 90 110 70O
Dita dobrada. a 100*000 kilos .... 160
Assucar, sacco de 7* ki Olla dita, barrica. 140 600
los, Recife . 100 90 600 Dita dita, meia dita Feno, fardo .' 70 800 330 3*030
Dito, dito de ,'i ditos di- Ferro, trilbos e taman 2*000 8*0)0
tosr Ciuiju Pontas- 200 ITO -o: co3, tonelada Fogo da China, ca xa. 100 3*0
Dito. dito de 90 ditos, Farello, sueco 70 330
1 Recife .... 80 70 500 Kerosene, eaixa Lastro de podra, casto e 100 3*000 330
Dito, barrica, Reeife 180 180 800 frete no Ancora ionro.
Dito/ meia dita 136 130 300 Dito de dita, dito e dito 4*000
Dito, quarto de dita 80 70 300 na Franqua
Algodo, sacce 200 180 1* 00 Dito de areia da excava- 1*000
Dito, faric e ideo de gao, no Aocoradoun.
trapos .... 300 440 2*000 Dito idem dem, F.-an 1*200

Arroz, sasco . . 140 800 Dito de croa, Ancora 1*300
Breo, barrica. 30!) 800 doaro ....
Baca trio. dita. 140 120 400 Dito dita, F.-an iua 2*000
D io, meia dita 100 80 300 Dito do navio para tr-
Caldeiras, tonelada. B , 3*0"0 10*000 ra. Ancorado-aro, to-
Cemento, barrica . . . 230 800 nelada. 1*300
Dito, meia barrica. , # 140 300 Dito idem idem. Fran
Dito., quarto de'dita . 80 300 quia .... - 1*300
Ca'ao, ^tonelada . * . 1*000 3*000 M 'io de sola. 20 100
Coke e ferreiro, tonelada. 5oo: o/oso Machioismos, laxas e rnoendas . i'
3*000 10*000
Couros secos e verdes, 1 Madeira de pinbo, cada
Recife .... 60 50 18( 1-C00 ps qnadrados. , 3JO00 10*000
Ditos idem dem, Ca- Ossos, tonelada Plvora, barril de 25 3*000
banga .... 100 90 230 libras .... 230 450
Cantara ou lagedo, tonelada .... Pipa, no Recife . 900 801 2*000
. 2*000 6*000 "ita, em^Cinco Pontas. 1*600 1*300 3*000
Dormentes c sulipas. >ebo on raixa, barril. 2i'0 600
ama .... 70 250 Xarqae. fardo -----t:--->- 100 300
1. As
Condices
. embarcacfies terSo 48 horas para carrega.- em trra e descarregar a bordo e pa'a
oarsegar a bordo e de.-carregar em trra, sendj qae narn a desea rjn le fVrro e machinismos terSo
ti dfis (exceptuando sempre os domingos e dias santilicados) e excedeudo a esae lempo vencero
diariamente mais metade do frete.
2" A alvarengas qne tiverem de seguir para ponto fora dos estipulados pala Alfandeea,
(isto entre o trapiche Barbosa e o deposito de gaz no bairro do Recife, e do caes do Ramos io
caes. 22 de Novembro no bairro de Santo Antonio) hesm com direito a novo frete o qnl serio
obrigados a pagar os donos das mercaderas.
3" As alvarengas serao pedidas por escripia.
4.* A Companhia de Servigos Maritimos de Peroambuio nao s responsabilisa por faltas
extravos ou a varias qae se derem, qaer na carga quer na descargadas mercadorias.
5 O servico da plvora ser feitoat onde as embarcago s puderem che^ar e qualqcer
baldeago ser por conta da fazenda.
6.' As descargas das alvarengas a bordo dos vapores naciemaes serSo feitas conforme o
ajuste particular podendo seas donos mandar fazer o servico por quim Ihes convier.
7. A conduefo das alvarengas na descarga ou carga ser ei'.a por cont da fazenda su
navio.
8.* toda encerado perceber aluguel de 1*000 diarios na3 descargas.
9 O servico con serventes so ser feto as alvarensras de embarque e nao de descarga.
10. Vapores, navio consignatarios e agentes dos meemos sao respoDsaveis pela amarra-
5o e seguranza as alvarengas emquanto esliverem no costado dos navios, ou emquanto estive
rem sob a guarda das tripolacwi ou outros por si umpregados para vigiarem pela segurarla ca
meemas.
DO
CAMPO
Da 12.
PROJBRTO #E.INSCEBP(!O
corrida realizar-se em 10 de Ja-
neiro de 1892
1. PAHEO-10 DE JANEIRO-800 metros. Animaos de Pernambuco que nlo
tenham ganho do prados do Recife, podendo eutrar eguas com ex
clusao de Rosa Branca, Ida e Curuja, de conformidade como art. 5
pbemios : 2000000 ao primeiro, 400000 ao Bogando e 200000 110
terceiro.
*. PAREOGENERAL CALLIOPE-1.000 metros. Animaes de Pernaio
buco que nao tenham ganho em maior distancia nos prados do Re
cife. prkmiob : 200|J000 ao primeiro, 400000 ao segundo e
200000 ao terceiro. 6
. PAREO -GENERAL ORIQUE JAGQUES-1.100 metros. Animaes ele
Pernambuco. premios : 2000000 ao primeiro 400000 ao segundo e
200000 o- IWreeiro.
de Per-
DERBY CUB
PERNAMB CO
Para a I
PROJECTO DE INSfiRIPCO
corrida a realisar-se no dia 10
de Janeiro de 1892
8.
1. PAREO ''sola?lo 1.000 metros, Animaes de Pernaabuco que nao
tenham ganho nos prados do Recife, eguas do Estado, premios:
o. daddo /00*)00 o primeiro, 500000 ao segundo e 200000 ao terceiro.
rAttlU-lMprensa PernaMfciieana1.000 metros. Animaes de Per
nambuco que no tenham ganho premios nestes ltimos 11 meass no
Prado e Derby. pbemoS : 2000000 ao primeiro, 000000 ao segun-
do e 200000 ao terceiro.
PAREO Prado Peraambotaao 1.200 metros. Animaes pungas e
pelludos, que So tenham ganho em 1891 podendo entrar animaes de
Pernambuoo. preoos : 3000000 ao primeiro, 800000 ao segundo e
300000 ao terceiro.
4. PAREO Trillaos Urbanos do Reeife a linda 1.000 metros.
Aaimaes de Pernambuco que .nao tenham ganho em distancia superior
a 1050 metros e 'eguas de Pornambuco. pbemios: 2500003 ao primei-
ro, 60J00O ao segundo e 250000 ao terceiro.
PAREO Prado da Estancia1.609 metros. Animaes nacionaes at meie
saogue premios 4000000 ao primeiro, 8O0OJO ao segundo e 4C$000
ao terceiro.
PAREO-Trunos Urbanos do Reeife a Caanla- 1.000 metros
Animaes de Pernambuco que nao tenham ganho neste s 5 meses no
Derby. prrhios: 2500000 ao primeiro, 600200 ao segundo e 250ODO
ao terceiro.
PAREODerby Club de Pernambaco-1.700 metros. Animaes de
puro sangue. premios : 500f 000 ao primeiro, 1000000 ao segundo e
500000 ao terceiro.
PAREOPerro Carril do Pernambuco 1.000 metros. Animaes de
Pernambuco que nSo tenham ganho em maior distancia nos prades
do Recife podendo entrar egaaa. pbemios : 2500000 ao primero,
604OCC ao segundo e 250000 ao terceiro.
b.
6.
7.
Observares

ser
De accordo C3m o art. 5., do cdigo de corridas, cao poderao
inscriptos no pareo Consolajao os animaes Ida e Rosa Branca.
Ser rigorosamente observada a ultima parte do art. 3.- do citado cdigo.
A inscripto ter lugar teroa feira 5 do corrente as 6 horas da Urde an
becretana do Derby.
Secretaria do Derby Club, 2 de Janeiro de 1892.
O SECRETARIO,
G. Guimares.
MARTIMOS
Lloyd Braseiro
Scelo de navegacSo
DA
SMPREZA DE OBRAS PUBLICAS NO
BRAZIL
L1ITHA DO NORTR
O paquete Desterro
E' esperado dos portos do sul
at o dia 3 de Janeiro, e
seguir depois da demora do
costume para
Cear, Harannoe Para
As escommendas sero recebidas at 1 hora
la tarde do dia da sahida, no trapiche Barbos;
io largo do Corpo Santo n. ii.
Aos Srs. carregador8 pedmos a sna attenck
jara a clausula i0 dos conhecimentos, que
No caso de haver alguma reclamaran contra
ompannia. por avaria ou perda, deve ser tettt
jor escripto ao agente respectivo do porto di
iescarga, dentro de tres dias depoia de ftaal'-
ida.
Nao procedendo esta formalidade a companhia
izi senta de toda a responsabilidade.
?ara passagens, frets e eacommendas tra
a-se co::i os
AGENTES
Pereira Carneiro& C.
S*Rua do Commarci&mm.6
1 o andar
Previne-s" anda aos Srs. recebedores de mer-
caduras que se attendera a re-iamac6es por
fal as, que lorem reconhecidas aa jjcasio di
descarga dos volumes ; e que dentro de 48 ho
ras a contar do dia da descarga das a varengas,
deverao azer qualquer reclamacio coneerueu
ce a volumes que porventura tenham seguido
para os portos do sul. afim de serem dadas a
;.empo as providencias necessarias.
Roga-se aos Srs. passageiros de se aprestar
rem na vespera da chegada do vapor para toma-
aera as suas passagens.
rara carga, passagens, neommendas e di
a ieiro a frete: trata-se cos os
AGENTES
H. Burle & C.
42Ra do Conunerao4
ilUOES
LeiJo
Ag-ente Brito
na nioveij, loucas e vidroa
Ra da Imperatri n. 17, 1 andar
Ter^a-feira 5 do corrente
A' SABER:
1 nobilia de junco, 1 cama francea, i guar-
da-vestidos, 1 commoda, 1 bidette, 1 loilet 2 mar
qneiOes, i herco 1 mportan'e secretaria de Ja-
caranda, l dita de amarello com estante, 1 mata
redonda com pedra, 4 etageres, 2 mmMuu, %i
auadros, i guarda loaca, i aparador omm iri
2 aparadores, 1 mesa grande parajantar 2 me-
sas de cosinba, cadeiras de smareho, ditas de
junco, i relogio de parede, 1 grade de ferro fe-
chada, 1 baca de foiba. i mesa com gaveta, 2
cabides, 1 caixa de amarello, louca de porcella-
na parajantar, loaj u. p de pedra, jarros, 1
caodieiro belga de sospeoso. 1 aito de mesa
1 lastre paragaz carbnico. 1 balanca decimal, 1
tapete e satros muitos objectos. qne sers v*n
didas
Ao correr do martello
A's 1\ hora
Leilo
De movis, piano, espelhos, quadros, por-
celanas, loucas, vidros e 1 presepio
Terg feira, 5 d Janeiro de 1892
A'S 11 HORAS
Na casa da ra da Princeza Izabel n. 1
Coutaado i
De 1 mobilia de Jacaranda completa ecoa
lampo de pedra marmore, 1 piano, 2 espelhos, 8
quadros, 4 etageres, 2 flgaras de biscuits, 2 es-
carradeiras de porcelana, 4 jarros, 1 binculo de
madreperola, 1 cama para casal, 1 lavatorio, 1
guarnijao de pjrcelana para o mesmo, 2 cadei-
ras forradas a damasco, 1 colxa, 1 cpula, 1
banca de cama, 1 marqnetio lirgo, 1 dito es
ireito, 1 bsnea com 1 gaveta, 1 cabide de co-
lumna, 4 ditos de parede, 1 lavatorio de ferro
com jarro e baca, i eetinte envldragada,4 ditas
de armario, 1 commoda, 1 lanterna de mala, 1
cadeira com rosca, 1 secretaria de Jacaranda, 1
mesa elstica com 3 laboas, 3 aparadores, 12 ca-
deiras, 1 relogio de parede, lii mobiiia de jun-
co com cadeiras de balanco, 1 marqueta, 2 me-
sas, de ferro, 1 importante presepio, 1 aparelho
de porcelana para almoco, 1 dito de louca para
jamar, 1 -lito para almoco. copos finos, calix
para vioho, ditos para licor, 1 licoreiro, pauta-
ros, campoteirss, bandeiras, taboa para engom-
mado, mesa para cosinba, taleres. 1 banco para
jardim muitos outros objectos do aso domes
neo.
O agente Gusmo antorissdo, iar leilao do?
movis e mais objectos existentes na casa cima
mencionada.
Leiio

r
1 lail alean Met
m
O vapor Tamar
de Wa-
PORTOS DO NORTE
Cear, Camossim e Para
O paquete Gojanna
Commandante Pinto
Segne no dia 4 do cor-
rente s 4 horas da tarde
para os portos cima indi-
cados.
Recebe carga, encommendas, passagens e di-
nhea-o frete at s 2 horas da tarde do dia da
partida.
ESCRDPTORIO
Ao Caot da Companhia Pernambucana
n. 12
De 1 terreno na ra denominada Joo Ramos
ua feguezia da Graca, com 32 palmos de frente
e 200 oe fundo, limitando ao aorte com os terre-
nos de Severioo de tal, ao sal com o de Agosu-
nbo Jos de Sant'Anna. e aos fundos com os de
Prederico Manoel, pereocente dito terreno ao
espolio do boiieiro Braziliano de tal.
Sexta-feira, 8 de Janeiro de 1892
A'S 11 HORAS
No armazem da ra do Marques de Olinda
n. 48
O agente Gusmo sutongado por mandado do
Exm. it. Dr. juiz de direito de ausente e a re
querimento do Dr. curador geral de ausentes,
Iar leilo com asistencia do mesmo juiz de
terrena cima mencionado.
a Pe*o e Aleaatara
* n"6 regedora da Veneravel Ordem Tere*.
ra se b Krancisco do "ecife, coa-ic* a todos oa,
ccari88imos irmos a comoanseerem, tvvnjd >
de sens hbitos, na Igrer da mesmaOroenj,
is 8 oras da manbi de terca-feira, S de Ja-
tar* aanstirem a missa e menate qae
rea por alma do sempre lembrado
imperador D. Pedro de Alean ara, confestaa-
ao se prata a todos que comparecerem ao mes-
mo acto.
Secretaria da Teneravel Ordem Tereeira de S.
rranetseo, 31 de Dezembro de 1891.
O secretario,
Loiz Jos d Silva Guimarp* Jonior-
' K
t
ar. jmto Alfredo de FreKa*
A viuva, mil, irmos, caobados e prenles
do fallecido Dr. Jjo Alfredo de Freitas, agra-
decendo o todas as pesaoas qae se dignaran
naaanbar. at o cemiierio. os restos mortaes
do mesmo, convidam s pesseas de soa amtade
para que no dia 3 do correte, pelas 8 horas da
nana, aasisiam s missas de 7' dia q>e na ma-
triz da Boa-Vista mandam rezar em inteB(o do
refundo oado, pelo que desde j se confessam
tratas a todos que se prestarem a esse acto re
keioso.
t
. Ceniianca Perpetaa de eavela
Ra^OModo Lino doj Saatos Goiveia. sna mu-
Iber D- Leodegaria Leopoldina de Goavea e
ias filtios. mandam rezar missas s 8 horas da
maoai, na matriz de Santo Antonio, do dia 4 do
correte, trigsimo do fallrcinr-ento de soa es-
tiemecila mi, sogra e av D. Constanca Perpe-
tua do Couveia fallecida a 4 de Dezembro (iodo
na cidade do Jardim Estado do Cear. Convi-
da aos sena prenles e amigos a assistirem esto
acto de religio e piedade. conlessando-se dts-
de | eternampn'e agradecido".
ViMconde de Brrrjana
O conego Jote Antones de O.iveira a Mancel
da Suva Maia, irmo e amigo do Visconde de
Hecejana, fallecido em Paric, coovidam aos seas
amigas e os do finado para assistirem as mis-as
que mandas celebrar na ordem 3* de S. Fran
cisco, segonSa feira 4 do corrente, as 7 1/t ho-
ras da manh.
0 PAREO-CORONEL CMARA1.150 metros. Animaes pungas,
nambuco^e a< meio sangue que j_ tenham corrido no Hippodromo c
nSo tenham ganho nos prados do Recife en 1891. pbemios: 3OO0OCO
ao primeiro, 600000 ao segundo e 30,5000 ao terceiro.
. PAREO-CORONEL SERRA MAKTINS- 800 metros. Cavallos de Per-
nambuco que nSo tenham ganho oessa distancia nos prados so
Recife, eguas e peqairas at 1,30 metros, pbemios : 2005000 ao pri
meiro, 400000 ao segundo e 20iJO00 ao terceiro.
O.9 PAREO-DR. JOAQUIM NABCO1,200 metros. Animaes nacionaos
at meio sangue. premios : 30000(30 ao primeiro, 600000 ao segundo
e 300000 ao terceiro.
*." PAREO-MAJOR CLADINO 850 metros. Caballos de Pernambuco
que n3o tenham ganho nesss distancia e eguas do Estado. Pbemios :
2000000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 200000 ao terceiro.
8. PAREOBARAO DE LADARIO 900 metros. Animaes de Pernambuco.
Pbemios : 2000000 ao primeiro, 40$000 ao segundo e 200000 so
terceiro.
Oaservacoes
De accordo oom o ait. 5. do cdigo de corrida nSo poderlo ter inscriptes
nos pareos General Ouriques Jacqnes o animal Piramon, no pareo Coronel Serra
Martins os animaes Ida eRosa-branca no pareo Barao de Ldano os animaes Piramon
Sans-Sonci e Maurity.
Nos pareos que os premios forem de 2000000 ser a inscripelo 150000 e
nos de 300f U00 ser de 250COO.
Nenham pareo se realizar sem que se mscrevam pelo menos cinco animaes
de tres proprietarios diferentes.
A inscripcjto encerrar-se-ha ter$a-f-ira, 5 de Janeiro do 1892, s 6 horas
da tarde na secretaria do Hippodromo a ra 15 de Novembro n. 55 1 andar.
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 30 de Dezembro de 1891.
O SECRETARIO,
Augusto G. da Silva,
B' esperado dos portos do sal i
at odia da Janeiro de 189J j
segu odo depois da necessana
, emora para
Lisboa, Vigo e Santhampton
Reduceao de pasiagem
Ida Ida evou
\ Lisboa 1* classe 30 a 30
i Soutbampton 1* classe t J6 x 43
Camarotes reservados para os passageiros de
Pirnambuco.
''ara passagens, fretes. encommendas, trata-p
j>n os
AGENTES
^morim Irmos & C.
N.3Rna do Bon Jess N. 3
-.ompana PemaiDncana He fia-
Viagem directa aolos
0 paquete Beberibe
Commandante 1* tenente Fabio Rio
Seguir para os
portos cima in-
dicados no dia
3 do corrente s
4 horas da tarde.
Recebe carga, encommendas passagens, e di-
nheiros a frete at s 3 horas da tarde do da da
partida.
ESCRD7TORIO
Ao caes da Companhia Pernambucana
n. 12
United otates and BrazU
M. S. S. C.
O vapor Allianca
E' esperado dos portos de
sul at o dia de Janeiro
seguindo depois da demo-
ra indispensavel para o
Para, Barbados. Thomaz a
VewVorL
Para carga, passagens, encommendas d H-
aheiro a frete trata-se com os AGENTES.
O vapor Advanee
E' esperado dos nonos de
norte at o dia 4 de Ja
neiro, segnindo depois
da demora indispeasave'
- para a
Habla. Ro de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, cncoasmendas e ai
iheiro a frete : trata-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
8Rita do Commercio8
1o andar
Leilo
Da movis, espelho, quadros, lonjas, vi-
dros, trem de cosinba a planta*.
Sexta-feira. 8 do correal
A's 11 1|2 horas
Ni casa sita a ra da Conceicao n 18.
CONSTANDO :
De 1 mobiiia de juaco'torneado or de aogaei-
ra com 12 cadeiras de guarnicSs, 2 ditas de ba-
lanco, 1 sof, 2 consolos com pedra, 1 jardineira
de Jacaranda com pedra, 1 espelho com moldura
dourada, 2 quadro?, 2 ejearradeiras de porcela-
na. 8 jarros, 2 caslicaes con laniernas 1 tapete.
4 capachos de palba, 1 caadleiru de enspensSo
diversos enfeites, 1 cama para casal, 1 importan-
te guarda vestido, 2 cabioes 1 lavatorio, 1 jarro
e baca de porcelana, i cabide de columna, 1
mesa para jantar, 2 aparadores com gaveta, 1
dito torneado, 1 candieiro de suspeoso. 6 ca
deiras, 4 quadros, 1 relogio de parede, 1 lava'o
rio de amarello cam baca, 2 escarradeiras, leu
gas para almoco e jantar, copos, clices, talbe-
res, bacias, garrafes, ferramenta para jardim,
trem de co*inha. palmeiras crotons, bigonias e
muitos outros objectos de casa de familia.
O agnte Gusmo, autorisado por urna familia
qne retira-se para a Europa far leilo dos osja-
c'.os cima descriptos.
Amas $ criado
No Espinheiro, ra de
Santo Elias n. 10, precisa-se
dt um criado, de urna criada
e de urna cosinheira; dando
atetado de co ducta.
Ama ""
Precisa-se de urna ama que saiba cosinbar
fija compras e dnrma onde servir: aa ra Ba-
raa da Victoria n. 15, 2- andar.
4. leilo
Do sobrade de 1 andares e sotSo da ra
do Torrea n. 14 e 2 terrenos de ari-
nha, sendo :
Um terreno de marinba n. 236 B, com frente
para a roa Imperial na estrada do Matadouro,
com 153 palmos de frente.
Um dito dito o. 236 D, na estrada do Matadoa
ro, com frente para a estrada de ferro, coa 90
palmos de frente.
O sobrado de 4 andares e soto, sob o n. 14
ra do Torres na freguezla do Recife.
Sexta-feira, 8 do corrente
Ao meio dia
No armazem da ra 15 de Novembro, antiga
do Imperador
O agente Manas, far leilo por mandado do
Exm. Sr. D". juiz de orphos em soa presenca
do predi je terrenos cima descriptos. perten-
cenies ao espolio de Visconde do Hom Conselbo.
Ama
Precisa se de urna ama para cosiohar e mais
LSnUlT de ,amilia; a traur" -do
Ama
Precisa-se de orna aira p;racasa de ponca
amilia ; na roa Augusta n.182
Aluga-se
a primeiro andar da ra Coronel Suas.-uaa n
2/8. rom commodos para familia, agua sai a
drainage ; a t atar na ra Baro dk Victoria n
JO, loja.
AVISOS DIVERSOS
Ao commercio
0 ?bsixo assicn do, pelo presente declara ao
commercio e ao publico que nesta data comprou
ao Sr. Julio Costa & C o estabeleeimento de
mnnados sito a roa dos Coelhos d. 26, livre e
aesembaracado de todo e qualquer onas que
posta apparecer.
Recife, 1 de Janeiro de 1892.
Jos BaonaGna.
Ao commercio
Manoel Francisco de Sonsa, negociante em Jj-
queira de Palmare*, tendo enconirado n'este jor-
nal nal noaie igual ao seu, declara ao publico
que de boje em diante assigna-se por Manoel
Francisco de Scuza Santiago.
Jaqueira, i. d Janeiro ile 1892.
I
LINHA MENSAL
O paquete Equateur
Comandante Moreau
E' esperado da Europa at
o da
3 de Janeiro Ie 189S
segnindo depois da demora necessana para
Sania, Rio de Janeiro, Montevideo e Bue
not-Ayres
tea vaporea ano
i aa elctrica.
ilinaainndoa
CHARGERS REUNS
Campanilla Francesa
DE
Iavegac5o vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Bahia, Rio do Janeiro e
Santos.
O vapor Parahjba
Commandante Voisin
E' esperaco da
Europa at o dia
13 de Janeiro e
seguir depois
'da oecessarla de
ron-a para
ah, Rio de Janeiro e Santos
Roga-se aos Srs. Importadores de carga pelos
rpores desta linha. queram apresentar dentro
Je 6 das, a contar do da descarga das alvareu
^as? qualquer reclamseo conceraente a volumes
que porventura tenham seguido para os portos
io sul, am de se poderem dar a tejjpo as pro-
ndencias necessarias.
Expirado o referido prazo a companhia nao
o responsabilisa por extravos.
Recebe carga, encommendas passageiros,
para os quaej tem exceilentes accommodagOes
a tratar com o
AGENTE
Aug-uste Labille
9-RA DO COM HERCIO-9
Alaga se o terceiro andar do preJio n. 1
ra do Vigario, com bons commodos, agua e
gaz ; a tratar na ra da Cros n. 1 (Recife) pa
vi memo terreo.
Precisase de um bom cosiobeiro ou cosi-
noeira; a iratar ca ra Mrquez de Olinda nu
mero 35.
Precisa-se de em caixeiro com pratica on
sem ella, d- (averna ; a tratar na ra de Ajruas
Verdean. 21, taverna.
Aluga *e a casa n. 21 ra do Coronel La-
meoha, fregoeiia da Boa Vista, tem agua enca-
nada, banheiro e commodos para urna familia
regalar ; a tratar na ra Mrquez do Herval nu-
mero^_______
Ama, precisa-se de urna na ra
o. 45, venda.
Criado e cosiobeiro
Precisa se de mn crudo fiel e nm cosinheiro
rfeeito ; na roa do Paysandn n. 19.
Cavallo roubado
fteaaaram do eagenho Tabocas, fregaezia da
tan, Bm cavallo de estnbaria, casiaoho andrino
cor de rato, grande, cabeca graode. com ama
estrella na testa, orelbas graDdes mas bem fetaa
um tanto corcunda para a frente, cabello groan.'
con an isbinno. do tamaobo de um limo de'
xo do qaeixo ao p da garganta, com qm' dos
ps calcado andador debaixo e galope emeima
da mo, castrado, foi comprado em Itabaiana a3
mezej pouco mais ou meno. fnem dellesonber
noticia exacta poder dirigir-se ao merco ente-
uno on a ra do Bem Je.-os n. 4, escriptorio
BJg aera gensresamenle recompensado.
Officiaes de carpina
Precisa se de offi;iaes de carpina ; a tratar na
raa do Commercio n. 4. armazen.,
Moedas brasileiras
Comprase de 500 rs... U000, 2JOO0 no centro
gS?lng.m* Cabag 9- l0 d"
v'rofessor pubJico
Joo Ferreira Vilella de Aranjo. pede se a
es Sna'suua n. 218 cumprir a sua palavra qoe i
faltn a ella coze vezes. J
Criado
Sa ra de S. Joo, fabrica, precisase de nn
criado qne r> fiador de .na condocta.
Ao
do Range1
Precisase de ama ama para servico de
casa de bomem solteiro ; na rus de Aguas Ver-
de^ D. 21, taverna.
Precisa-se de urna criada para copeira e
mais servico de ama casa ae familia ; a tratar
na ra da Soledade n. 82.
Vndese ama taverna sita a f strada Loiz
do Reg n. 19, e est bem afreguezada : a tra
lar na mesma casa.
con mercio
O abaixo assignado declara qne comprou aa
Sr. Antonio Te.xoira de Almeida a soa taverna
sito estrada do Maduro n. 18, livre e desemba-
rcada de qualquer onus; e se algnem se jalear
com direito a mesma, qoeira apresentar seo di-
reito no praso de tres das, estrada ve'ha de
Santo Amaro n. 48.
^Santo Amaro das Salinas, 30 de Dezembro de
Antonio Gomes Pereira.
Precisa-se~
de urna ama para casa de urna s pessea oara
coste-bar, comprar, engommsr e iratar ra" raai
na travessa do Quemado o. 7, 2- andar '
Criado
Precisa se de um criado para d aco si-nM..
DaroadoAanwtai n. 22. f oco servn .
Saceos de estopa y asios
Vendem proprios rara assucar, feiji, ailJin
efar.nb* os Srs. Costa Liona C, rna do Amo'
rim n. 37.
Yende-se
O establecimento de molbados sito era San-
l Aona, junto a estajao, tem poneos fundos e
riropno para princip ants ; a tratar no pa;o do
Paraso n 16, com Francisco Ferreira & C.
liaixeiTO
J^rt3asedera,ra"'xe'ro com bastante or-
tica de seceos e nadados, qne d n-antii 7
Kro* M C,S : 'ralar "8 ra d 0*-?o?
Moedas de prata
.^/nn2?,-;de?' aDtia9 e modentaa, de
StJMO, lOOO e 500 rs., asstm como toda a ea-
p-cie d* moedas eslraageiras de os ro e prata
paga se bom prega. CotnprB se tambera ogro
prata vaina ; na relojoaria David, roa do Cabo-
<
r
-



\.
MUTILADO
I1EGVE1



,


Diario de Pernambuco Domingo 3 de Janeiro! de 1892
THEO. JST.
Casa de commisses e repre-
sentaces
EXPOSIQO
DE M COMPLETO SOBTIENO DE
de innmeras fabricas de toJos os paizes da Europa
das duas Americas, de toda especie de mercadorias, J*
machinas e materia prima.
Deposito do afamado cCREOLIM o mellior de*-
nfectante conhecido.
Deposito da bem conhecida ODONTINA de
Dr. H. Rirdet.
82~Ro do Bou* Josos82
LIUIDACAO
POR TEMPO DETERMINADO
Tecidos americauos com abatimento
de 59 por cento
A loja das Estrellas tendo comprado diversos fardos de fazendas ce proee
dcncia americana, com abatimento de precos, vem a presenca das Ezm>>. Famlis
e di tados os aeus fregueses em geraj, com os presos de diversos artigos :
A saber:
Madapolo com quasi um metro de largara a 6500
Algodoes superiores, co a mema largura e 7fJC00 e 85000
CrAtaea americanos a 240 reis o covado.
Voiies de lindissimos desechos a 160, 200 e 240 reis o covado.
L'.i escossezas, boni os deeenbos a 240 e 820 reis o covado.
Faiile de licho com um metro de largura, lindos deseemos a
Covado.
Setim de cores a 800 e 15000 o covado.
Merinos de urna s cor a 320 o covado.
Fich a 400, 500e 15000.
Pelerinas de 15 a 1(5500 e 25000.
Brim para roupa de meninos a fi40, 320 e 400 reis.
Fustes de cores a W>0 e 200 ret.
Foile de vieby a 100, 140 e 160 reis.
Espartilhos a 45000 um.
Casemiras pretss e de cores a 25000 e 20500.
Casimiras Felipinas duas larguras a 15200, 1400 e 15600.
Colchas de fustao brancas a 25000 e 25500.
Luvas de seda, a 15000 o par.
Bramantes com 4 largura 600, 15000 e 15100 o metra.
Seda olindinas a 240 e 320 raa.
Riquissimcs cortes de cambraia branca bordados a 150OO a 1|2C0.
Dit s em pe^as a 55CCO e 65000.
Meias de cores sem costuras para senhora a 6f 000 e 75000.
Toalhas felpudas e alcoxoadas a 300 reis urna.
Fronhas ricamente bordadas em cambraia de linho a 165000 o par.
EsguiSo a 45500 a peca.
Bramante com dez palmes de largura a 2$000 e 35100.
Lencos brancos e com barra de cor a 15290, 1$400 e ?^00.
Coi-tes de casimira a 35500 e 45000 .
Cachemira preta lavrada com duas larguras a 500 e 600.
Meias de cores para meninas a 1$200 a duaia.
Chapeos de sol de seda'para hemens eenhoras a lOfOOO.
Brim branco de linho a 1$50G o metro.
E miikos oitrcs artigos que se vend^-m com igual betimento.
Grande quantidade de rctalhos de la, seda, oanb aia, chita e creanos.
VIGOR DO CABELLO,
DE AYER
Preparado sob bases cien tilicos
e physiologicas para o fim de
beneficiar os cabellos, restaurar
a cor, impedir a queda, e promo-
ver seu vice e abundante cresai-
niente.
Esta aparada e exeelente preparaco,
6em duvida o melhor remedio at hoja
conbecide par os dlfferentea defeitos da
cabelladura, merece a Intima atteRcao de
todas as pessoas que tm tido a inMicV-
dade de perder em parte ste mais ric
ornamento natural da physionomia.
Com o seu emprego intelligenta tem-ic
tisfsiiiilo resultados realmente sorpren-
dentes. Em muitos casos, porem *
sempre, a propria calvicie tem sido curada
permanentemente.
Sempre se coaseguc fazer parar a qutcU
dos cabellos ; emquaato que para opentee-
ao das seahoras, o objecto idils til a
mais agradavel que se pode empregar.
1'llHV.KAIHl HELO
DR. J. C. AYER & CA,
Lowell, Mass., Kst.-Unidos.
A' renda as lejas de arma-rinko e per
ternarias.
DEPOSITO GBRAJ
MARAVILHA CURAl!**
do axBnE
Dr. Humijhreys lie Nova Im.
A Verdadeira Maraviha do Sectil*
1PPR0VADA LICEICIArA
pela iBftiMMXora Gcrck tlf ly;Vu: '
I ni per* o ca . A Marnrvilka Curntv*" 6 remedioproriipr
Varn as fisaaaras, Naciiui'.iSura;:, Confm- cTKiurms, Cortadura*, ou fcacera<:0.fs. Alivie a dOr,
** tanca <" uHtit\ laz parar :i Inflitn.nArii. rcatua
a Ji:ekaei<>. rilan flns ^NWiH_ < faFtim fuilll
coa. por encent.
A Mnrnv.lltn. CHi-ailva C aUrk>pfaptOO
ira rkpiua para '.ii-iinJur-.- \. .. .
yuelnuulura o ol, e bUi*riur :u2*..i.*cruairo
remedio.
. Maravllia Cnrntlv IlipcsitveJ p*i-
tpaamttBMonq*jiM*, &eJc(o;*aii%da**Jeiuiva,
cm Pulmoes. o jiiotwi,:-.. ou 1 .
Aiinorreiii;rt-.:^a&cmtn uunenUlM.
A -'Iit rn .illiii ti.i,. ~*>vuraIiiv;op>ini *"
kral>ordf (. da^uviu^r*' --.'... i ^ n facw e >t-vrulgiu.
A SluraviHi Citrntlr:\ c rr>-:r--'i ironip-o
* lu-.-eoso p:tra Dttres rhcuioatkiu^AieiJu'^Cortf
ki. ldi u;.s j natas oq >% i
A MaraTlba C'r."at:vn po nrundo r--w*^*o
pamBe-m fieni-n. AMyii.;. Anr..
ifiammatla.'-u:npre Reguo, MOficc uitr^z.
A tfaravllba 'araiiM di .alto tuIot
mMioinjer'tko ar'<> ( .,: I irrlua '.j ns
F^reflBraacaK.eoutro*^.Tl:nen'osi:vi)iiiwi '. e
A >I.r:ivill'r. (Mninvr 6 tir.twp*re) i*ir
curar Ulceran, CliacaAaiit_'!i). A'.-^i.m^. i'auaai-
eior. Callos, i^ielras, Aioiiettso Tumores.
J ^.IcravilUa Cttfatlwt rttwi/J prom|Wf
pordDinrrhcasini;^ s,eoe Dlawrt
A Mnravlihn Ktrel>arae CavillariraK, r.ira T< :
I'isadara*.e I->folail u r.11
Zspaci&liacdss do Hr. Sumpirejs-
ftemdin*> Ei*perifico*>
Mguriiid DXaravilho-
Remtdias SypliilficA.
Ronit'dios Vrtcriaurot*
O M&mia! do Dr. Hampftrc.v 144 perina.* sobro ae
Eifemjldadi'S e modo d ural-as su -^ru'is, pcd*>
fe ao sea boticario ou
III MPJIREYS' MEDICINE *?..
1C9 Faltn fitreet, XSW YORK.
Deposito ger*I na Comp^nhia
do Drogas o Productos ehinaicoe
Grmete Fraocisoo Macocl da
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58-Rua lvq\
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Chamados a qualquer hora do dia ou da
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monareB, cardiacas, nervosas, de criaayas e febres.
Nllva liealOculistacom pratica nos priawpaes hospilaes o W:im>3 de
molestias de olnos, de Pana.
Thonaz de CarralMsdieo paradorEspecialista as mslestias de
apparelko digestivo, cutneas e sypkilitiaas. Com a EUpbaatiaai dos Arakes, pU
Eletrotherapia. Operacao rapiza e ecm dr dos estreitamentos da metra pala leo
tr .'yse. Applicaclo da Electricidad^ as paralysias da qualquer aatareaa e oas afee
c3es articulases agudas e chronici.8.
W1SO
A Polyolinica tea ontractada a besa aamditada P&A11ICIA 1*08 POBRES
do pkarsoaoeatieo Maia e Silva, a roa Lajra da >aria n. 28, asa d abrir a qaal
per han da neite trrica da mesma.
Luiz Vernetlevau
ta emprestimos de
qualquer quantia sol
caugo de ouro, prata
e pedras preciosas e
tambem compra cau-
tellas do Monte de
Soccorro, cau^oes do
Banco Popular, joias
e brilhantes.
Pode ser procurado
uasuarelojoaria ra
do Baro da Victoria
n. 53, das 8 horas da
manh, s 8 da noute
MARAiILHA G!RAT!VA
lo tiu!.:
Di. Humphreye ilc Nova York.
A Verdadeira Maravilha do Seclo.
APPROVADA LICENCIADA
ela iBsprstovki f--r;>l d:- Hyu,f"?io d
Irapcri ilo Brazil.
A Maravilha Cava tira remedtn prompio
jara a Pisaduias. alachucadunu, Coutwoes, Tor
;edras Cortaduras, ou Loeeraco^s. AlUvia a dor
Klaaca o t-pnom. luz para:- a falaimacAo. reW
a Q|RusTj.). ra o tescorameule, e fezsarer a fcrM
eoino por finjan to.
A .>Irvilha Caratlva alllvi.. promptoe
ura raj-Uhi para Wu^duiuauras, ijjealffcdmraa, o
QiH-lmadura do tul, c superior au.tu:lc,uer3UuT
renaeato.
A Mai'RvilMR Curativa 6 Impaga-ei aun
cf FuiatMV*. do hnwciu^M, w aorattascura ncm>re y ranea faifa.
A HaraviUiikCura(ivamAlUvlorraaa
ara D*r da Iwniea, de Ovvklos, da Fae. ueaaca
a Face o NeTralia.
A Maravilha Curativa fioreoorpo rrompto
e pprcloso para Dore* rbcuinadeas,Akdjao,Ubre
fOgldez ues Juutas ou Ptdk.
A Maii-iiaa C*ativao Trande intnodlo
Ci'.ra EjHiBtaeiieLa. Angina, AmyKuala* lncfaadasou
ilanunadaBHemire seguro, seuspA* e&caz.
A Maravilha Cvrntivc de multo raka
comoJijeccilo par o Cfiarro, a Louccrrhea ou aa
Flores Sracaa, e oatroe corriment'iR dcMlltaac*.
A Maravilha Caraiivit Impngavei pan>
cinu-riccmp, ChaKasai'-Vv, Apostemas, Paaail-
kn. Callos Frbira^ Joanetos e Tumores.
A Maravilbsi Caratlvafirt>roed!opToiBto
paaa l>larrhe nlmplps, e de Diarrhsa ehrol^a,
A Maravilha Curativa excedente nae
Estrebrtas e Caralaricas, para Tnr^e-luras, Df^rea,
Plsadurase Esfoladuaaa, Coorusoes, I^ccracOe*. fce.
Sspcialiaec o Pr. Hupbrejaa
. aguonto MaravllMHi*,
Reatedifw Syphiliti . Revediet Vi iriari,
O Manual do Dr. Hurapheys 144 paRlaas sobre a
Kuffrrnidades e iuododacural-asj rafia, pe4t>
m o eu Wtlcarlo oa a
HHMPHREY4' MEDrCINE Ctl.,
109 FltB fttreetf MW YURR.
NICOS AGENTES
Para veadas cnt grosso em P
ambiee
fofia Sobrinho k C.
BR08A1IA
A' Ra Mmrjutt de Olinda n.
. SPHA17*4

ALIMENTO
do m*l* agradareis de tacil digeit&o.
Seu empreo precioso para as mancas, dettle
a idade de 5 a 6 mtzts, e rafirmente no momento
da d8Diama-los._ rae Hit* a dentifo,
Anegura a bm fmrtnaco Prerra ou dte os defeitos de cresceiica.
Pars, 6. Avenida Victoria e principaes Pharnacias de Francia a Estrangtiro.
81 ION VIOLET AIN & O" utos nccuiora Is VIOLET FRRE8
M*o. THuib IPTrenaaa-OrlTitaaal 7St^_srg^.
emHiH mn q gy R RH m ii hm
O BTRRH una jebida cujas rirtudes tnicas tornoa-ae
escuzado assignalar.
Compsto com vinhos velhos de Hespanha ezcepcionalmente
mente escoliadas, este Vinbo contem todos os principios das mesmas
e nio tm no estomago aquella aeco corrosiya do alcool que cons-
tituea base damaior parte das especialidades offerecidas ao publico.
IT, ao E>.8mo tempo, muito saboroso e absolutamente irrepre-
liensivel ao ponto de vista hygienico.
0 B7BBS pode ser tomado a qualquer hora, sendo puro na
dose de um clice de Vinho c/e Porto, como tnico; misturado
com agua, n'um copo grande, como bebida refrigerante.
----- aWoeiQAO UNIVERSAL DE PARS ISS9------------------------
>CaaaAX "-* rommtntu**
I da FIAI- H. da ULTi i f cm. princ^iaes
XAROPE
LEBRUN
balsamo
i Ank.9+W~i%am9W~mm sulfuroso de .
Balsamo de Tolu, Aleatro, Acnito e Monosulfure de Sosia puro para
a cara infalliw da Phlhica, Broncliite roica, Catharro, Laryngite. Aphonia e
Doencat da pellt. Para o mode de emprego consultar e pro^peato.
PAWB, PHARRliCI* CENTRAL, 5$, fiwaaurj moHtmtrtrt, n tsdu kamaeiai eMaiieiws.
Bgjipsl-^rlog un PBBta,>H}uco : FR TOSSE PERSISTENTE, BRONCHITES. CATARRHOS
DCENCAS DO PEITO
[CUIJA certa peJaT,
CAPSULAS COGNET
- creosotado
Deposito em Pernambuco
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Rnaorragias recenta* a
'uitado naraT.lho< fot
segaada axpenai^nucao (e^ia esa Ifi1 Europeos : 181 cit.
Itole, -m TOLOSA (Franca) a san tod."
.saisariua em Parnauaiwico : rrta" M. da SILVA fe, CS
s atfaiu'e : V31 oara^ raditaes ap^ ( >u 8 das 4
asa da "* r H. PCVBICff, placa da Capitole, -m T"OLOSA (Franca) a todas as pbarBUCidV
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Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor exeelente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os erruginasos e quinas.
Conservad pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestias do estomago, Chlorose,
Anemia, Convalesaencias; este Vinho recom-
mendado s pessoas j idosas, s jovens, mulheres
e s criancas.
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Loja e arajEzem das fctrella. roa Doajae de
Gax H e 38
Sem comp'teiciaem presos
MofQieairoi d lodas m 'acsaabos, asancot
e de cores.
Manrquina ;.:: cano?.
Noarr:.>- e leja da Kstnilas
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tosinbeira
Prseiss ce de ser a ama qnc cesiobe be a, para
asa da 'anilla no Mootairo a tratar l:. ;b do
i:-d.iuK n. 14, p:iaro andar, d anei. i a t
toras.
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T jlos e re i a
A companbia Fabrica de Estupa camp -a ljelos
commans e ar'io greset para rgana!!*.
Os tijrlo ea;eia devem jer a'ai-oa doce. saa>
do aquelles boa negocia pasa es fabricantes de
Jaboaio, por ser fcil o transporta* pala ti rada
de ferro sos rica u marg m (lo terreno San a
descarga : traa se no escriatorio le Bararns h
C, raa do Dom Jesns a. Si, i- andar, er/.vada
pelo becco.
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jares edesenbo. Os preos T uasta darase-
?uinte. idea : de 340 a 1*000 a pt-ca : na casa
especialista deete genere, roa da Madre s
Deas n. 30 (Recite).
J. T. Carreiro.
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Beio-ita am todas as Pfcar
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bng d. 9 loja de Angusto do R'tro.
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di'mazem a raa do Commercia n. 4.
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Ha rna 15 de Novembro lantiga, ixperado/i a.
17, 2- salar, precisa se de oe-a cuobean a
paga-se bf agradando.
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Venda-sa urna tTerna o?t"> r>aa al
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des'.a ti ale. iropria para pntcipian >. ar
de pooco eapital; a tratar aa raa do Rao
mero 73.
Feitor
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Paisanas n. 19.
/.iialTfT
Aluga-se uira
casa
rea com sitio enj Jab< atao,
com banho do rio, redi-
fi cela pintada de d#vo,
com commo los para gran-
de familia, para pas-ar a
esta eu por auno.
A tratar na ra do Ce m-
merei n. 14, scriptoMO.



.
Diario de Pernambuco Domingo 3 de Janeiro de 1892
AOS FUMANTES
Deseja-s nao ler azia quaodo fnmaes? .
Usae por algiira tempo os apreciareis cigarros denominados MINHA ESPERANZA, que. pica Jos, quc-r desliados, sae tambem o aro-*
saboroso fumo desfiadj intitulado Hygienico Naeional e os cigarros do mesmo fumo.
Depois diso di.-nos-hei se foi cu nao til o conselho.
Cumpre_notar que os Hvgienicos sao raqu'inhos e os ESPERANZAS sao fortes.
A fabrica MINHA ESPRALA, situada na ra Laiga do Rosario n. 21 .
Um apredadar.
VENDAS
Constitu cao
DO
Estadio iveo
Vende-se a 400 re*
cada exemplar, nc
escriptorio do Dia
rio.
Livros de recibos pars
alugueis de casas; vende-se
ao escriptorio des te Diario. ', p-ry. 9 ^_ 000
CEM CONTOS DE RES
Extraccao em 9 de Janeiro de 1892
PLANO MAIS IMPORTANTE
Vende se
nncrerj 43.
A'atV
mmto barato ; na roa do Amsrim
o,
bilhetes da
/
!
Fitas lavradas para faxas n. 80 com man
de um palmo de largura a 20000 ren
o metro.
Gregos, galoes, trancelins e regentei
braceos e de cores, para enfeitar ve
lides e roupa de c-eanca, camisas, to>
lettes de senhora.
Collarinhos para homens a 200 res un.
Grande e variado sortimento de caixas ai
msicas a 24000, 3|$000 e 50000 reii
cada urna, preprias para presentes.
Esoelhos mgicos a 500 reis um. Duai
4.0> 0 reis.
Espalhos com tres palmos de altura, con
moldura de do-arado fino, oval a 860f" \
reis.
dem, idem a 65000 reis.
dem quadrados a 5J50 reis.
Ventarollas de palha branca a lfOOOre
urna.
Leques de papel a 500, 600 e 800 re
Rendas obicos de cores, braceo, de a>
godSo e linbo de cores e pretos.
Bolsa e balaios de palha, para compra
viagens e pas-eios.
Cap:.s de la e casemira para senhoraa.
Perfumaras, leos, extratos, cosmtica
dos melhores abricantes.
GalSes, palmas e pingentea de vidrilhok
Bolsinbas para passeio, de chagrn e pe>
lucia.
Albur: de pellucia, couro e chagrn.
Vanado sortimento de brinquedos.
Pulceiras, voltas, cacoletas, anneis, o-
de;as de plaqu americano.
Cais'.s de msica para presente a 7J00(
8$.CO, 91000 e 12|0;0 reis.
Mci&s, lencos, collarinbos e punhos
aenboras e hornees.
Oculos, pincenez, navalhas e caivetes
16,86/ premios
Efe tas loteras e as da Baha nicas que sao extrahidas nos
das marcados, e que se transferirem
Pagana o dobro por cada bilhete vendido.
Alm disto tem depositado no Thesouro do Estado importante
somma que constitue sua finf a.
MOYO ESTAD LECIMENTO
Receben um !;-do sortimento de
CAPOTAS
' ie rendas de cores e pretas para tienhoras.
j GX3CJL3P3eOS
j de renda e de pa!ha para sechorao c meninas.
de paha e de seda para criacy-s.
EHAPEuS BE FiLTBO
para horneas e rapazas, dos fabricantes FRANCEZES, iN iLEZE S E ALLEMAb
CHAPEOS
de seda para hornees.
GRAVATAS DE SEDA
FORMAS
de palha para chapeos de senhoraa e meninas.
DS3(NrGS^.uAJaOS
pretos e de cores.
Fitas, Gazes, Bernias, Veos, Azas, Passaros. Flore-,
Plumas, Aigrette* eGrampos
P~"* feara chapese outros artigos de fantasa.
AcsigDam-se naLIVRARIA BOULiTBEA.
raa do Imperador d. jg, todas es Revistas
^cientficas e Iliterarias, Jraaes de moda e fi-
gurnos publicados na EOPA e no BRAZIL
com di tribi.icoiio da da ehegada de cada
mala.
Pre90S reduzidos de accordo com o cambio
PAGAMENTOS AMANTADOS
Jim do Ix&per? LtVBARiA BOUUTHEA
N. BPara nao baver interrupeo precisa
pagar quanto antes as assignaturas.
PE0OBMSPlllJS*RllIEH ~
PARA
FIGADO

DEUFMA
cusas
o entorpecido cnr-e positivamente coir. eeta
pus. Ella fo nm remedio purgativo livre de peri-
lo pitra o hocitu. ..ia fraco, to oan como bajante
activo para o horoem mais forte, e nao conrtipo de-
pois; pela accao geral a^radaa todos que aa osan.. Sao
as puna estandartes da proflso medica dos Estado
Unidos. Sao as menores e mais fac* a lanar.
Qosrenta m cada (rasco. .
ILIBRE DEI
nflKI
roseo;; imxplostu
nicos recebe do res
Func iraaos & G.
So' quem ven le
Mil tro novo a 28o i Larti do Mercado n. tz, Gomes Ferreira.
Libras sterlina*
Keodf-M na loja de jolas de Acgusto Reg,
0.. rea do Cafcua a. 9.
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IMCHML
Tomores, cravos, pelle vermelha, PfS*L; f'SLafS
curado por o mals-grande de tota os *^\*2
eabo Curativo de Renter. Produza a pee.'?.nn?!'a;.],.r?I!c.1,6
clara e maos brandas ; absolutamente puro. deUcadamente medi-
cinado, estremamente incomparave.- como aba paraj;pell*
bem como do toucador. do banhoe do quarto das^aoca.
CAUTELA.-Sao genuino sem cada envoltorio tt
matea reiSadTde Barclay % Se, New York.
Y PARA O
TOlLEm
TmCOFERO deBARRY
PARA O
CABCUO
Cma preporacJo elegante extremamente r*rfnmada,
rc~m* todas as impurezfifdocraneo. presenativo con-
a caivcie e cabello cinzet-o; faz o cabello crescer <

A PELLE
ESUKttCBO LUIMC
p,.*o. brandoe hermoso. Infalivel pira enrarerapoOn,
(loenca da pelle. g'.C7""ulas e msculos, e cura rpida-
mente cortaduras, queimaduras, ferida.". torcedora. *c
CAUTELA- ""^^ zennino sm cada frasco
i ter a marca re;!;raua oe tarcla.y A Co., Nw York.
ui:Pt)siTAK:'ts destes PBll'CTOB.A companha oe Dro
uctos cbinr.cos.
R'ia Mrquez de Olicda n. 23.
a? e
. ..
Oapeas, veos e ramos para casamento*
Toacas e enxovaes para baptisado.
Corxetes em fita para metros.
GalSes brancos para roupa de enanca.
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FLORIDA
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Fabrica d lnvas
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Boa Birlo da Victoria o. 65
Loja do Espelho
Madama Gerard avisa aos seu; nume-
rosaimos freguezes, que recebeu de Paria,
um grande e variado sortimento de pelli-
cas dd primeira qualidac. de chevreaus,
uede castor etc.
ua co Baro da Victoria n. 42
M. LICIO MARQUES
Telephone n. 560
Alten cao
ce]e
CHEGARAM
08
bres canario?
Pelo vapor lr|peex Adour acaba de chegar di Portugal para este i bem
'. conhteido estabe'eciniento, novo sortimento de vinhos das seguintes marcas :
SANTAL. V'KGEM, LAGRIMADO DOURO, MINHO, PASTO ESPECIAL, I
CLARETE PORiGUEZ, MADURO ETC.
PARA AS PMRMACIA
Dfpo-ito },e-s
operador p 12.
Do Il-rz, Alienidiiha.
: Pasiclaria Camarero, ra do
Vene-te urna pachina tmericana deaplainar
'^y itnu ile terosrar, ospremer ructas, etc., umb
Superior ViNHO BRANCO DO PORTO, em decimos, Bem competencia em 'twtwat* caldera le co&re esiEnbndo para co
laalidade. -lovacuo, trandes uepositcs de folfta para
I jlcool ou -icalqner m-te^.'uxa boa wrmacSo I
DE FES!
Bom negocio
Vende-?e on d-se ftccieaae em ama mercei-
ria em um do* meltiores oootos da B a-Vista ; a
tratar na ra Mirqoez do He.-val d. 155.
Encontra-se naADEGA PORL'UGUEZA os puros vith" do Poto d
MONTKIRO & IRMOS das marcas segnintes REGINA 1820RE 183X4De
LUIZ I-DUQUEMOSCATEL-UMA DUAS E TBES COROAS-preca o qua-
j lidades incontestavelmentA sem competencia
I E/mes Barbosa, Cooper <$r Comp
FOLHETIffl
:aoidaan'fl .; gaiDtea argtigos por presos queadmira n* epecoa
C >-..cob brancas borxos pura sonhoras a 20 e 3 um.
Vestiarios de Jersey e Bfalhn p?-ra meninos e meninas de 6t?, 75 e S um
| Percales brancas para vestido a 240 rs.o covado.
j Wlions 3 ramagem, liados desenhos a 240 rs.o cevado.
I Chitas escuran bom pacao a 2i0 o covado.
. Cretones de crts lio* esoo'b a 320, 36 e 4C0 o cevado.
Ditos moderco, u!t m moja a 320 o covado.
[ Eamine de cores deas de 406 e 500 o cov..o.
I L2s de cores, r"t<> d- cax>'m;ra a 609 o covado.
i Briifl pardo para vestido s S60 o covado.
I Dito a itaitacSo de iusiao para roupa de crianzas a 5C0 o covade.
| Setinetas lizas fracei-s ce todxfl as corea a '.O o oovado.
Fiiso branco rio, a 500 o aovado.
i I >, Linn de cores ult.mot drsenboa a t40 o cevado.
?.litiga tibrlCa OaiU- VlmnA de cor. liso, 12 pur*.a 320 o c.vado.
Cretone Uso de todas m corea.
Jasertiras preas diagcnal fitia a 2.400 O covado.
JiiL-viots azul lino pars cosame a 3CCO o covad".
clrins de eorel pt^ra roupa de 360 e 500 n covado.
Sargelim de todas as c rae.
Bordados e e.treme.os !>. rari.'simos.
Flanell, core, p^r, vestido a 440 o cov^o. '
Sao .do* e i. uitos ouiros obj"C!O, tuio tn.u \ A-em de mo.t^s i otros artigos eai razenaas que liquidamos por toda e \
;ai coni- : na rea Luiz do rVo n. '4 Sxotfl oreco.
Amaro, dis 8 d 10 auras da mant e ds 4co
arde em (liante____________________
__i_ala
Mais ba-a'o io que em outra qualquer parte
VciiJe
ViElRA SILVA
ps d- S. Francisco n. 26
acSMi.
rubeba

JULIO MARY
OS DOIS INNOCENTES
SEGUNDA PARTE
(Conilnaarao do n. 1)
V
PELAS GRANDES ESTRADAS
Aterrada, sem taber mais o que faser.
Bertina c-.lara-se.
En'o nao dis nada ?
A mocaba eucaravao com olhares des-
vairados.
O commissario disse f. Mabillot em vos
baixa :
TSo joven! t2o linda! com um ros-
to tilo candido e j gangreoada at os
ossos...
Nos conbecemos muitas como esta,
Sr. commissario, disse Mabillot.
E' orna pstala social, retorqoio o
outro sentenciosamente.
Se consente, fa!lar-ihe he, p re cura -
rei convncela... Deize a na fabrica at
amanh e se ella insistir das suas negati-
vas e nao se mostrar arrependendida nao
terei nenhuma ccmpa:x3o... Far o que
entender at que o director da agencia re-
sol va o que julgar acertado.
Pois seja assim e deixo-a sob sua
responsabilidade.
Tenba confisnea em mim.
Os dous homens sep.>r*ram se na porta
da fabric, onde Mabillot e Bertina, ec-
traram, tendo os demais seguido em carro
para Maubenge.
A sorte de Bertina ia decidir se n'a-
qaella noite.
Menina, disse-lhe Mabillot quando
Dois cminhos tin. diante della
extremo de ambos a deshoara !
Esse homem causava lha horror
so nbro.
Pertencer-!he ? toraar-sc o seu bem ?
Receber os seus beijoa e retribuil os ?
Soffrer as suas infames caricias
qu
ficaram ei, ests vendo cerno corre o ten Easa accusat;ao de roubo 'es!o-.r ,v
c-.so. A sua perda certa se eu nao aos olhos de todos, mas ao monos pe-ante
quizor intervir, como te disse o commissa-'a ana consciencia conservava o bro. Ao!
rio. Anda felia porque sou um bom passo que, constitundo-3e a amasia desse;
homem. Se queres salvar-te o meio est homem, o seu corceo se revoltaria too-
nas toas maos. Amo-te multo, Bertina,
palavra de honra; nunca me apaixunei
tanto como estou... Ama-me tambem um
pouco... e tudo est feito...
Elle tinha-a levado para o escriptorio.
Vou mandar traser para aqu o tea
jintar, disse elle... Teoho pena de ti e
o2o quero asar de mea dreitj mandndo-
te para o calabonco. Para que tenhae
tempo de pensar no que te disse e ai
possas fugir, passars a noite naque!te. ga-
binete junto a este... Logo passarei por
aqui para saber o que resolveste... Ss et-
tiveres indecisa esperarei at amanba, mas
entSo nSo poderei esperar mais...
E segurando-lbe e acariciando-!!.e a.-
maos:
E' no teu interesse que lhe digo
tudo seo... Pensa quanto grave ires para
a casa de correccao com semelhante .ccj
acto de roubo... Seria a tua deshoara... e
pesara sobre toda a tua v.da...
Bertina oavia-o cab:sbaixa e desesper-
is porque com certeza dizia a verdade.
Era orna vu'.i_n da sua cre.'uiida .e e do
sea deboche, victim I juca pixSo que
se apoderara dalle. Pois nao resta va do vida
que tora elle quem preparara aquelle ron-
bo. NSo poda negar; a sua attituce. o
sea olhar, o seo ar de trumpao, talo ira-
nia a iniame premedtacAo
Sim, inleliimente, estiva tr.emedi.tvel-
meato perdida.'
jado!...
E Obarlot ? O sea Cbarlot ?
Nanea elle perdoaria seraelliante oppro
bio na inteirez* de 8U3 alma s otjIjs e
bondosa...
Entretanto, quando mtsno o mu-idj n
teiro accasaase de ladra a sui amig* bV<
tua, elle nSo acreditara !
Mas era forjoso gaahs.- tsmpo.
Mabillot perguninv \ :
._sti eatao co-binado, s dez h)r
veoho sabsr o que pensa3 ?
Venha, Sr. Mabillot.
Ds-me boas esperanjas ?
Nao sei.
At logo, menina... at logo.
E fechou-a a chave.
Ella ouviu o. seus pasaos pesados i o
compartimento visinho, o raoger da fecha
dura e depois o raido dos mesmos pasos
co pateo.
A primeira ideia que tovo foi bgir.
O boa em redor de si:
Era noite ; cahira nev, mis agora t o i
ceu azul escaro scintillavam os 1j^.i-.--
ma.itioos de am sem numero de e.tr; I ?.
Eila esteva em q_i especie d-j gab.ue e
oade se achavam amontoados pastas p ui-
ruccas, livros e outros objo"os j Ojaiat. | -po ckid v nb
Tambera bavia duas cadoiras e um> p -: Cma e
tn>na iaurilisadas
Urna janella bastante alta, porm earei ,
t, abria para o pateo da fabrica ; tin'u
e no nma vidrca de pequeos caixhos e urna
; grade de ferro soldada na pedra.
e !8-i Berlina abriu < janella e prec .r>u tro-
vera grad<*, que era compuBta de tres bar-
rates de ferto, en vista da estrei esa da
abrttifa e to juntos que nao p.-rmittism
Nunc .ia p-.s*aetn de urna cabera.
barrete do centro osciliou fracumente
a nm dos seas esforcos
Ma9 era s >lido e eases esfor^.os podiam
reoetir-se eieruamente sem resultado.
A z da la permittia-!he ver um pouco
em rtd -r defuv
Procaro'i um instramen'o qualcuer que
ajidsse-a. no seu projecto e nao achou
nenlium.
Ni paree en^oatrou dous ou tres pre-
gos grandes, que teotou tirar, para com
e4|ea cavar a sida dos barrotes e le'.i-
,al os i i8 ferio as m3os e 03 pregos r-
jisti a_.
S ufo -:3 eatSo e scismou.
Oi.io o tino da officioa soar sete horas.
Os utter*rki eabiram apressadameutr e al-
gwa \-rr.' d:;-.- e que lam para a aldeia
p .s, rau: d ante do eacriptqrio. Ella le-
ffn'. tita e t-ii pira a ianella. D:verOi
^iraoi
i e e t-ii pira a janella.
3a e coi-ecou a formar-se

E'
preciso
forta-
E retirou-se
as pcr:as.
tendo o cuidado de feefa*
C ma sempr<3.
lecer se... ,
H.-rtina t-nt u. ui.>s esiava m'iito triste;- Bertina estava caneada pelas
e pjoii um bii .-o id i e niis nada ; e desato i' por qae passra naquelle dia que ader
em practo. ,ccu ua cadeia, com as maos cruzadas
Dicise ia e vinbi no gabinete; mos-'bre os joelhos e a cabe,a re.aaaa m
trav&-33 muito c>_mov-.da. Costo.
i
lmate qne a pre ea^a de Mabillvt
^er3' E.
O piteo )}'i deserto.
lus>* .
P#i, s o'.o h>ras onvo
Approximsva s e avasUva se da moci-
nha.
E quai.do estava janto della dir se-hia
que quena aSrajal a.
Micha tiib*, diste ella o3o chore...
Ai de oiim Dnise, son t_o ic-
fsliz.
T_be_t o que fez muito mal
faiteo.,...
Mas eu nao roubei, luo rcubei.
Entretant; !
E a vfclha m->ceiava a cabera...
Su!iitamca!e rtfmu'gn:
Com cert'Zi i .j roubou... be d o
seeu... Eu vi Msbliot naquella ma-
nila por o relog o na a'gibeira... Istu
algum* hictoria qoi ^rmou coctra ella...
Q.er-ihe oa!... Mas do techo n isso...
i Segaron- he na cabec* e beijm os seus
am PJ ,n^ :cbe!l
A luz br_nc da la que bata
rosto fazi-a ainda mais pa'lida.
Pareca morta ou desfallecida.
Pelas nove horas, despertoa-a
do.
As portas abriram-se de novo a
rrem entrou : Mabiot.
j lhe disse duas palavrss:
Eniao, eits razoavel ?
Ei;a voltou o rosto com o_
supremo e ficou calada.
E.i anda teimosa?
nil me parece eer urna
Ap.ig'.ram se as
a porta do escri
ptori abnr-se e depois a sua ; entrou urna
/ u li.rr.
E a ) n;ss.
Jr.zia a jipo e um pouoo de croe.
N i b'iU > >ie sou aveotal azul apparecia
g'rg 1!> d^ urna garrafa, e e ch*l un-
tj< ma e b h?
0 Sr M...U.HA
p :i o. ..
, menina,
dijse
o quem lhe maad
- Sw teoho foms...
dis-1 Nveid,d
ladr. .
Depois apprux>mo; -se e sem duTla em
um m^^ento de f. qi^z, disse :
Varna pecito comer, menina. ..
N3> oDrigda, n5o posso...
Kntao, v-u lecar toao oatra ves.
Sa qniser.
A velh-v on-.emplou a um s guado, aa-
ciosa e iremuia.
A e _ov.1> era vifivl naque-a rosto eo
carqtiil^ad >, c'ori i df ru^.se depois sacu-!
da os bomb-os Jitendo :
NAo, EH'> p.H-o. Ss digo alguma
cotisa elle despode me e entao morro de
fo_e.
-lia.
e: ses
Secadio a, pensando que do
evactou-ss e foi para a extre
gabi_ate.
Retire se, disse ella, edeir-s
preso o...
r". s entao adeua minha measB^i
e'le chasqueando.
Adeas.
Fi-ste ta qae o quizeste.
De novo Bertina ficou s. To
t*r-se, com ama tristeza immensa.
de algNmas boras estara na prsia.
M-3i Deas, disse ella, peis
i ter compaixao de mim ?
'
CContinuar*4mj
Typ. do Diario, ru Dtqte de Csxiasa-
M-KlL


Full Text
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