Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16757


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Full Text

/
ANNO LXIX
QU1NTA-FED0RA 17 BB AGOSTO DE 1893
NUMERO E5
7
DIARIO DE PERNffiBSG
PBOPBIKBJJ BE HJLHOKIi FISUEIBOA OK FJlBUL A FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por bes ditos vencidos. .
Por um anno aiiantado .
dem idem vencido. .
61000
71000
241000
281000
IA0 NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAQOES NA FRAN-
(,A E INGLATERRA
O Sn Amede, Prince & C, residentes em Paria34 roe A
Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por seis ditos vencidos.
Por nm anno adiantado.
dem idem vencido.
131500
151500
271000
311000
Telegrammas
SSS7U0 mmmi so suazo
RIO DE JANEIRO, 15 de Agosto.
Forana nom:ado3 p.-lo ministro da In-
duBtr'a e V:'ac5o :
D'rector di E.t^di de Ferra Central de
Pernam': uc a, o Dr. Theoph'lo do Vtscoa-
ce los.
Director da Ea'r.da de Ferro de Bota-
rte, no Cetra, o Dr. D!oo de Almeida.
BUENOS-AYiiES, 15 de Agosto.
OCoagresia Nac.ocal riuaido, approvcu
o decret) do Poder Esecutivo declarando
o estado de s'to em toda a R;pub!i:a, e a
Lte.'?e:9lo as pr.vlncus de Salta F e
S. Luiz.
Oa revoltosca de CotrieatM occuparam
Goya.
Foi noneado Interventor federal D.
Eduardo Ovaira.
RIO DE JANEIRO, 16 de Agosto.
R assumio a pves de acia do Ea'.ado d>
Ra d- J.niro, o Dr. Per Mncala.
Fo'. prcmjvio geeril de divis'o
gr.diado, o general de bgala Antn o
Bace lar.
Oa baneca r.b.irm com aa taxrs de
11 15[16 e 12 d. s^re Londres a 93 das.
LONDRES, 16 de Agosto.
Foi favoravel Ijglaier.a o parecer do
arbitra nts quaitoas r-:fe e.tis ao mar de
Bsheii'g.
BUEN03-AYRES, 16 de Agosto.
Aopin'So {ublica cb"-3e vi-arreiteim
prcss'on;d cam os movimtn*'s revolicic-
narios do intexiar.
Rece'a-ae im la aata p'p'J a".
foiam onvralcs na7oa ref r; s pira La
P.'ati, (na a3 forcas n .ciernes soffreram
tr.nd s perdas nos re e.tes combates.
O Coagresso N. c' a a! approvou por gran-
de mtiaria a declarado de Batid) da sitio
em todo o territorio da Repblica, por 63
t Hara Fraocisca da Coaceigo, paliado pasas-
gera para o presidio de Fernando de Noronba.
Aguarde opporiuuiJade.
14
Candida Rose Lobo de Carvalbo, pediodo des-
pensa das dcimas de i aa casa sita travessa
do Peixoto o. 31.A' vista da roformago do
Toesouro nao tem lunar o que requer.
Claudico ies Vieira, carcereiro da cadsia de
Caobotinbo, pedindo pagamento de v.mcimentos
a que se jalga com direito.Remettido aoSr.
prefeito do municipio de Caobotiobo para que se
sirva de informar.
Claudica Nativa do O' Sanios, orofessora ubi
lada, pedindo para er compatada em soa peo
rio a gratitkacSo de mrito qu> gosava desde
Ootobro de 1879 Nao tem logar o que requer.
Goilbermlno Carneiro da Silva, sentenciado.
Iodefende, em vista das ioformagoes.
Jos Luiz di Silva, sentenciado.Volte aojuiz
de di Tito do muoicipio de Ipojuca para mandar
juntar os documentos a que ailudem os arligos
ie3*do decreto n. 2,566 de 28 de Marco de
1860.
J:aquim Francisco de Alboquerque Santiago,
recorrendo do despacho do Tnesouro que iade
ferio sua peligo. A vista da in ormaga do
Tbescu-o nao tem lugar o que requer.
Josuino Arcbanjo de Albuquerque Pimentel,
collector da3 rendas do Estado na muoicipio de
Rio Formoso, pediodo para que o TQesouro re'
ceba como liang delhitiva do cargo que exerce,
a mesma importancia daqual foi prestada quando
colleclor da Victoria.Deferido, nos termos do
cilicio desta data ao inspector do Thesouro.
BacharalJas Civaicante de Celdas Albuquer-
qu?, ex-juiz municipal de Bom Jar di n, pedindo
pagamento da vencimentos a qce se jalga com
direito. Iaforme o inspector do Tbesonro.
Miguel Antonio de F gu iredo, pedindo entre
ga de do:umen'o-.Expe:ifique ot> documentos
que acompaobaram a petigo, adata e o assump-
to da mesma.
II ria Auta de Jesu3 Catapello, pro'essora ju-
bilada, pedindo entrega de documentos.Entre
gue-se, mediante recibo.
Secretaria do Governo do Estado de
Pernambaco, 16 de Agosto de 1893.
O porteiro,
Ti M da Suva.
CONfiRESSO Y4CI0WL
s-w
CI s.
^Taxlem vot u o mesmo Congresso a
int-.rvenjo n.c'onal as provincias de S.
Luis e Ssna Fe, lea cema a con7^cico
da guarda nacional.
Os ania s esto exilt d s em Crdoba,
cnie rcair-sa revolu9So.
Vir soro renu: c'cu a p:s'a que lbe ecu-
be na novo gab'nte.
PASTE OFFICIAL
CoTcrno
do Estado
nambeco
de Pcr-
DE8PACHOS DO DA 12 DK AGOSTO DB
1893
Antonio JoSo de Araujo, pedindo pagamento
da quaaa de 901000, importancia dos concertos
fe'tos na carroga e alguns carros de mSo perien-
centes ao e^quad-ao de cavallarla.Iiforme o
director geral das Ooras Pu0li:ai soDre o valo:
real do concert effecluado em ama carros i do
esquadrao de cavallarla.
Companhia Ptroambacaaa de Navegagao, pe-
dindo pagamento da qaantia de 28l<00 de pas-
sagetis dadas, por conia do Estado.Deferido,
com oficio desta data ao iosruv.tor do Tnesooro.
A mesma.Deferido, com oficio desta data ao
inspector do Thesonro.
Companhia Great Western o Brajil Railwy
Limited, pediido pagamento da qnantia de
103O, de paspageos dadrs por conta do Es-
tado, no nez de Janho nodo.Deferido com of-
cio desta data ao inspector do Tflesooro.
, Fielden Bro bres, pedindo pagamento da qaan-
tia de 787*000, importancia de caz coasamido
na illnmin: cao interna e exlerna do Palacio do
Governo, de AbMI a Jonbo ndo.Deferido, nos
ter nos do < III io desta data ao inspector do Tbe-
sonro-
Francisco Rosa Camillo, pedindo passagens
ot Minas Geraes.Como requer
Gaiiberme Spieller, ped ndo pagamento da
qu>ntia de 480CO0, importancia de 6 poltronas
furnecidas ao Coogresso do Estada.Escripia-
re-se para ser pago opponooamente.
Bacbarellio Cbacoo. promotor publico do mu-
nicipio de Triompbo, pedindo prorogacao dopra
io p3ra aseomir o exercicio.Prorogo por mais
finta das. .......
Mana AutadeJesos Cimpeli, professora pu-
blica jubilada, pediodo para qne sejaescriptu-
rada ro quadro da divida passiva a gratiflc?sao
de mrito em cojo goso se acba.Escrlptnre-se,
para ser pago opportonamen'ee
Mesa Regedcra da Santa Casa de Misericordia
de Goy ooa pe linio pagamento da quantia de
1.000*000 de auxilios concedido pela le do or-
SamfGto do correle annoInforme o inspector
o Tbesonro.
Magalbaes Cerejo & C, pedindo pagamento da
quantia de l?*C00, imponancia de alognsts da
casa que serve de quartel ao destacamento de
Bfberibe.Informe o inspector do Tbesonro.
<|ues;ir p-'jI!p*
Sec^Bo 2. N. 184 Secretaria da
Qaestura policial do Estado da Pernam-
buco, 16 de Agosto do 1893.
Sr. Or. Oovernador. Partioipo-voB qae
forura recsolbidos Caa de DatancSo oa
saguintes individuos:
Nj uia (i:
A' minba ordem, Ja?.o Maaoe!, aliaoado, com
destino ao Ayo da Tamarineira ; e Bonifacio de
tai, como va^aDuaclo.
A' oraem do Dr. ju z lo 5o dislricto munici-
pal, Mancel Joaquim da Silva, por disturbios; e
Jao Ferreira deL'.m?, como galano.
A' orlem -o subdtligado da freguezia da
Varzea, Severino Ricardo -e Frenas, Fortunata
Maria de Freitas.Iria Vicencia de Sani'Anni, pi-
ra averiguacOes poiiciaes.
Nj d;a 15 : ,
A' ordem do subdelegado da freguena do Re-
cite, Maria Jjsepha di Conceico, pr emiria-
raea e i istarbios.
A' ord*m do sabJelcgado da 1* distiicto da
S. Jjs6, Antonio Gancalves D:as eFrancelin
Maria da Conce.gao, por embriaguez e distar
bio?.
Commuaicou-me oscapitaes Jos Ponciano
de Macedo e Aitonio da Costa Moateiro, que na
qoalidade de superior do da liscalisaram as pa-
trulbas qae e^liveram da servigo as noite3 de
aniebooem e baatem, nada occorrenlo digno
de mensao.
Pelo subdelegado do 3' districlo di Gr 51
ftiapprebendido nolaga; denominado Fuadao,
em casa do subdito bespanhol Celso Gil, am ca-
vado rertenceote a J s Pereira Monteiro.
O mesmo subdelegado procade a tal respeito
nos 1 rui da le.
Foram apprebenJ das pelo subdelegado do
1 dislricto de S. Looreoco da Malta e remetti-
dasa esta repart;g'io 9 faca3 de poatas, 1 esto
que e 1 compasso.
Nesta dala fago rem ssa, a divorsas autorida-
des, doe seguiutes auta3 de corpo de deiic o e
de perguntas :
Ao Dr. t p-omotor publico da capital dos aa
toB decorpo de delietoe pergantas feitas a An-
tonio Leopoldina de Mendooga Pogge.
AoDr. p'om'itor publico de Iguaras- de um
aoto de exame medico legal procedido na pessoa
de JoaoTeixeira Nrpjmoceno.
Ao delegado de Jaboa'.o, de um auto de cor-
po dedelicto procedido na passoa de Laurentlno
Jos da Silva. _
Ao subdelegado do di3t:icto da Boa-Vista
de dons aoos decorpos de delictos procedidos
as pessoas de Jos G>rcia e Mara Anglica da
Si va.
Ao subdelegado do 3 dislricto da draga, de
om aoto de corpo de drliclo nroceiido napes
soa de Bemjamln Frarkim
Ao Sr Dr. Alexandre Jos Barbosa
Lima, M. D. governador do Estado.
O queator,
Julio de Mello Filho.
Thesouro do Estado de Per-
nambaco
DESPACHOS DO DA 16 DB AGOSTO DB
1893
Bento Jo3 de Parias, Enediuo Gangalves Fdr-
reir da Ln, Geroncio dos Santos Taixeira,
Joao Actonio Franci-co Alves & C, Severioo Pa-
cinco dos Santos Mello eTnomaz Antonio Gai-
maraes.Ioforme o Sr. Dr. contador.
Jos Candido da Silva Passoa.Ao Sr. Dr.
contador para os devidos 6os.
Abaixo assignado representante da Companhia
Progresso do Rio de Janeiro, Man E. Ramos
Guerra e Maiia Joaana do Carmo.Volte ao Sr.
Dr. contador.
RodolphoLaoritaen.-Hija vista oSr. Dr. pro-
curador fiscal.
Joao Bacallar de Oliveira.D se.
Directora da Sociedade Uoiao Commercial
Beneficente.Nada ha que deferir em vista das
IoformagS s.
Francisca S. Carvalbo Brandao e Moreira & U
Informa o Sr. Dr. administ ador da Recebe-
dona.
Reeebedorla do Estado de Per-
aambuco
DBSPACHOSDO DA 16 DB AGOSTO DB
1893
Jos Antonio Gongalves Peana, Ricardo H Co
nolly e Outros.
A 1. Secgo pa-a os devidos bns
Manoel Jos Vieira, Seroncio dos Santos Ta-
xeira*
Certifiqese. tl.
Francisco Antonio da Silva, E Isa Leopoldina
Lopes do Nasiimento Ma i Smcha da Concei
gao, Carlota Iddlina de Mirss Sia'03.Jo5oFran-
cisco Alves.
Informe a 1* Secgao
O port' iro,
CuUodio B. da Silva GumarSet.
Reforma banca ra
Foi volado pela Cmara dos Depalados, em 3.a
dlscusso e approv o o projecto qae approva
com alterago o decrelo de 17 de Dszembro.
A Cmara pronunciou-s em 3." discussao so-
bre o citado decreto ja emndalo em 2 de ac-
cordo com o vencido eato.
Ao decreto asslm redigido foram apresentadas
no correr di 3.* discassio, nada menos de i3
emenlas, multas das quaes coatendo mltiplas
e variadas disposigOes.
D'estas foram oiu approvadas, sendo as de
mais rejeitadas oa prejadicadas.
Tonaram parte na votagao 137 Sra. deputa-
dos.
Foram a3 seguintes as emendas approvadas :
Do Sr. Mayrinck elevando ;de 6 a 12 mezes o
prazo para rednrgo do capital do B n:o;
Dj S-. G icerio eabstituiodo o paragrapbo ni-
co do art. 3. pela disposigao que inserimos
abaixo, n'esse logar;
Do Sr. Ma.ia Macbado e oulroi determinando
que os fronuj sejam do valor de 100* a 1:000*,
que os juros sejam pagos trimensalmen'.e, e qae
eejam apphcad03 tambem i inlastria agrcola :
Do Sr. Santos Pereira, para que os bonus se-
jam applicados s industrias fabris e agrco-
las ;
D.iSr. Himro Baptista diipoado que o em-
presumo fei'o em bonus Monicipalidale, cor
rer por conta cu carteira commercial do Ban-
co;
Do Sr. Bellarraino Cameiro determinando qua
da emlssao de bonus ser aplicado um terga
Capital Federal edoas tergos aos Estados;
Do Sf. Harnero Baptista, que constitue o art.
17 abaixo publicado ;
Do Sr. Mayrinck, que conatitos o art. 18.
Entre os rejeitados Hgaram os seguintes, mais
importantes: do Sr. Montenegro, declarando io
tegralisada a3 aeges da 2.* serie do Banco do
Brazil que tiveem 5J / loe Bario substitu las
ni razao de daas por ama; do S. Mayrinck es-
tendeado ao exilado Baaco da R'paDlica e ao
de Crdito Popular a indemaisage por perda do
direito de emisso ; do Sr. Mayrinck autorizan-
do a conversao em plices de lastro em curo
depositado no Toesouro ; urna do mesmo seabor
e entra do Sr. Gcerio mandando eunprmir a
dispo3caD que p-onibe ai governo langar mo
a'esjeslastros salvo em caso de guerra externa
ecom aotorisago do Congre:8j; dos Srs. Man-
tenegro, Bulh's e Bellarmino Carneiro ralu-
zinlo a enissao do bonus a 5):03) 20:000 e
60.O00; do Sr. Severiaa Vieira dlspaodo qae
em vez de 7 % o Banco e poderia cobrar 5 %>
de .oros peio3 bonus emp*esta1os a emprez?s
indnstriaes ; do Sr H'rnro BiDtisla e Bu'hOes
revogando as leis de i87j e 188S ; da Sr. M >y
rtock maadaado cobrar em oaro 03 direito del
imporlagao.
O projecto approvado em 3.* discussao dave
ser enviado ao Sealo, radlgldo de ac:oro OO
o venlo. coro se sague, salvo alguoaa altera-
go qae faga a commissla de relaegao para evi
tar iacoagraancia qua porveotu-b naja, como
lbe compete, pelo regiment da Cmara.
O Coogresso Nacional decreta :
Art. I* E' aporovado o dacreto n. II67, de
17 de D^z-mbro de 1892 madtdiido 003 se-
guintes termos:
De:reta a qua se refere o art. 1.
Art. 1. E' autonsido a fu3ao por maicria da
voi03 as respec.ivas aeaemblas de accionistas.
do Banco da R-publica das Es alas Ooidoa do
Brazil com o Banco do Brazil, denominan lo se
o novo institutoSanco da Rapualica da Brazil.
Art. 2. O capital do banca sera da quact'a
delirO.OCOtOOOOOO, que ticar reduzido dentro
de 12 mezes a 150.000:CO)0)0, pelo recebi-
m nto e amortisago de suas novas acg6e3 em
pagatnea'o da dividas, pira o que tica MtoriM-
do. O sea prazo de duragao de 60 aonos.
Art. 3.* Fica axtiocta a faculdade emissora do
Banco da Repblica, ao qual, na3 termos do art.
4." do decre'o de 7 de Dezembro de 1890, foram
incorporados os privilegios dos demais bancos
emissores, fijando igualmente estincto o direita
de em.ssSo do Banco de Crdito Popular, crea-
do pelo decreto da 22 de Dezembro de 189J.
Paragrapbo nico. Para exeengao do art. 4.*
do decreto de 17 de Oezmbro tde 1891, que
pro\ uoidade de emissao bancaria, tica o go
verno aatorisado a entrar em accordo com os
diversos bancos emissores, para tranferencia de
suas emts^Oes e respectivos lastros, no sentido
de indemnisal os por cont da suastitoigao dos
aciaae8 laslroi ou dentro dos recursos, destina-
dos i coostituigao do fundo de garantas, das
vantagens e direitos que lbe sJocassados e de-
vendo qoaesqaer diffarengas a favor dos banco3
ser levada i cont dos respectivo dbitos para
com o Tbesonro.
A indemnlsagao ser ba3ea1a sobre os joros
das apoces depositadas, qoaodo coostituidos
nesta especie da lastros, ou sobre os juros das
apolices; substitutivas do encalxe metallatico,
durante o prazo de sena privilegios.
Art. 4.* &' coasarvado o lastro metlico exis-
tente e o de apolices ; lago qv melhore a sitaa-
co tinanceira, o goveroo providenciara qaanto
a integralisagSo ao lastro metlico, na razao
de 60 % da emisso.
Art. B.a As apolices serio escripluradas em
nome do Banco da Repblica do Brazil, qae as
sumir perante os portadores, a responsabili
dade das notas bancarias em circulagao, subor-
dinando as a um mesmo typo no prazo de 12
mezas, que poder ser ampliado, a jaizo do go-
verno.
Art. 6. Os juro3 das apolices, pagos ao banco
da Repblica do Brasil, serao esenptarados em
fu'.do especial, deno Binadogaranta da emis-
saoe destinado a cobrir a diffareoga entre o
valor dos depsitos e o das notas.
Cobert a dife-eoga, o Tbesooro deixari. de
pagar juros. O fundo de garanta nao poder
ser empralo as transado a do banco nem
alilisado pe:o Gaverao salvo caso de guerra ex-
terna, mediante previa aotorisago do Pode* Le-
gislativo.
Art. 7 Na caso de liquidago amgavel )U
judicial da Banco da tepnblica do Brazil, o Go-
verno aisu Dir a responsabilidades das notas
emitndas, fazendo-se representar como credor
preferencial sobre todos os demais credores,
pelo fundo de garanta.
Dada a liqoidago.aero resgatadas immediata
mete as notas em circulagao, por notas do Tbe-
sonro, ou por moeda metlica, se nesse teaapo
r metlica a circulagao nacional, at o valor
dos depsitos e o re t inte pelo que produzir o
fondo de garant. Sendo insuficientes os depo
sitos e o fun lo de garant., o Gaverno respan-
der pelo r ato da emisso.
Art 8o Fica autonsado o Banco da R-puMi-
ca do Brasil, aiiaa ae occorrer s necessadades
d8 industrias nacionaes fabris e agrcolas qae
lenho coodigOes de v lalida e, a emittir, at
qaantia de 100 000 000^ de bonos ao portador,
no valor de 100* a 1:009*, de 4 /. de joro3, pa
M semestralmeate e amortisados no prazo de
20 anuas a com^gr a a -;oriisagSo no primeiro
aon previamente determ jalas pelo Goveroo, sendo
nm tergo da emisso para as empresa, fundadas
aa Capital e os loas -gas restantes para as lo-
calidades no E-tj os da Uiio.
Os boaus ao portador sero recebiveis
na estagOas pab!i".as pelo valor nomina'.
l0 O Governo approva, o modelo dos bo
dente e de um director do banco, afim de pode-
re m circular.
3' O pagamento dos juros triaaestraes ser
feiio apresentaga do titulo, e se- comprova-
do por carimbo 00 dorso do mesmo titulo.
4 O excesao de emissSo e qualquer artifi-
cio 00 processo empregido para a ellminago
do carimbo comprobatorio do pagamento se
mc8tral dos juros, constitutro o crima de moa
da falsa.
5.> O Banco da Repblica levar a sonta de
sua carteira commercial o emprestimo fe'.to pala
carteira de bonus* ao conseiba municipal da
Capital Federal.
Art. 9.' O Banco da Repblica do Brazil ter
orna agencia em Londres.
Alm dessa, portera es'abele'.er caixai Mliaas
na3 capitaes da Europa e America e 033 Estados
da Repblica do Braitl, logo qae recaobegs a
oecessidade ou vantagem di cresgli dellas.
E' entretanto, obrlgatoria a creago de caixas
til aes nos Estados em qua exis'.iao bancos emis-
sores e opportanamenie crear agencias nos
demais Estados.
Art. 10. O Banco da Repblica do Brazil se
encarregar do servigo da divida interna nacio-
nal.
Em con'a correte aeri resolbidas 03 saldo?
do Tiesouro aa banco, e far elle ao Gaverno os
adeaotamentos de que tiver neces-i. ante lettras do Tbesonro, at a quantia determi-
nada por lai, como aatecipago de receia, se-
gundo as coodigOes que fjrem ajustadas.
Art. 11. A conversibilldade das notas actual-
mente existentes se far desde que o cambio,
duraut am anno, secanserve a 27 ti., ou qaando
eeja decretada a abnllgo do curso forgado para
o papel moeda do Estado.
At que poasa ser ejlabelecida a conversibill-
dade das notas, e 00 caso de comprovalo rera-
bimen'.o do numerario, vigorar a lei de 29 de
Maio de 1875, cojo mximo ser elevado ao du-
plo.
Art. 12. O Governo entrar em accordo com
o Banco da Republiga do Brazil, para o resgate
ou substituigao do papel moeda do Estado.
O Banco da Repblica do Brazil te: 4 o direi
to exclusivo de emis3o le notas ao portad.1: e
vista, na razio do duplo do depa.o em ouro,
e se Sa conversiveis em moela metaliiea.
Art. 13 Fica rescindido, inlepenlentemsnte
de indemnisagSi, o contracto de resgate de pi
pe maeda do Estado, celebrado com o Banca da
Repblica das Estados-Uii los do Brazil.
Art. 14. Para Hqaidagio d03 debito3 dos bai-
coj uo Tbisoura Nacional sar-lbec-bo concedi-
dos prazos e ab uimentos do jaros.
Arta 15. O novo banco organizar os Scus
esia'u'o? de accardo cam o presente decreto,
suomsttendo-os appravago do Governo.
A sua directora ser compasta de nove mem-
bro3, das qjaea o presdante, o vice presidente
e mais nm director seria mareadas pela G aver-
uo, exerecro os cargo3 dorante o tempo do
man lato dos demaie directore?.
Art. 16 O presidente ter o direito da veto
a todas as diliberag6a3 da directora, qua se re
ferirem ao serv ga de emissa e com as qaaes
nio se conformar.
Daste velo baver recurso para o Ministerio
da Panada, qua decidir atina1.
Art. 17. Toda a moeda cuobada p:r conta do
Gaverno ser destinada ao resgate e incinera-
mate de somma equivalente da papal moeda.
A't. 18. Nanbum baaco de depasito3e des-I
coates poderi operar oa continuar a oparar seaa
baver realzala effjctlvamante na palz pelo
meaos 50 (, do sea capital.
Art. 19. Sao revogadas as dispasigdes em
contrario.
INTERIOR
O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL E 03 PAl
SANOS DO JPITER
Realisau-se tontea (9) a sesso deste Tribunal,
em qua se julgou o pedido de habas corpus 1 n
pairado pelo Dr. Ruy Barbosa, em favor dos pai
sanos aprisionados a bordo da Jpiter, recolbidos
fortloza de Santa Cruz.
A sala da Tnbaaal eslava completaraaate
ebeia, notando se eotre os assistentes senadores,
deputados, crescido numero de advogados, o
cbancller e consol da Hespaoba, coosal e vice-
cnsul lasMez, offijiaes da rmala e do exerclto,
commissas da Sociedade Beneficente Haspanbo-
la e do Cassino Haspaabol, e representantes de
cutras elasses sociaes.
A'd 101/2 tiaras da maob abrio-se a sessao,
e o prt sldente, Sr conselheiro Fre tas Hannqoes,
declarou que al aquello momento nao tmbam
ebegado as lnformagOas pedidas nelo Tribunal
ao goveroo, e ue a uatiaro sido apresentados os
presos; mas, senda possivel qae anda viessem,
occopar-se-bta o Tribunal de outros assumptos.
Em seguida traton o Tribunal de dous habas
corpus.
a's 11 boras ebegoa ao Tribooil o Sr. procu-
rados geral da Repuolica, o Dr. Jjs Julio de Al-
buquerqua Barros, e o Sr. sresideote declarou
entao ter ncabiioas informagOas pedida?, que
transmittio desde logo ao relator, o Sr. coose-
Ibeiru Espiriiio Eloy de Barros Pimentel, o
qual leu o segainte :
Ministerio dos Nagocios da Guerra, Rio de
Ja:.eiro, 8 de Aeosto de 1893.Sr. presidente do
Supremo Tribunal Pederal.Foi presente ao Sr.
Vice presidente da R'publica o voseo officio de o
do corrente, em que requintos a expedigo das
ordena necessarias para serem amanb apresen-
tados ao Supremo Tribunal Federal os paisanos
aprisionados a bordo do paquete Jpiter, arma
do em guerra contra o governo da Rapublica
pelo almirante reformada Eduardo Wandeuka^k
e aos quaes foi concedida ordem de habeas-corpus
com a consequente exigencia dos motivos da
priso.
Nao meaos do que a singnlaridade do caso'
qo8 com razo foi qaahticadonica e original
pelo conseino de investigag6as e no qual si-
multneamente provocada a intervengSo dos tres
orgos da soberauia nacional, a considerago
devida e consagrada pelo poder indiciarlo ao de-
positario constitucional do poder exeealivo da
IJatao Brazileira, deierminou a resolugio do Sr.
vice-presid quisigo do Sup emo Tribunal Federal dentro
dos limites compativeis com a sua responsabili
dade pela ordem publica.
Em sen nome vos deca,o antes de tudo que o
maior empenbo do governo qae o senada e o
orgo supremo do poder indiciarlo da Uaio,
cu]as altas ompet ocias foram provo:ada*, o
aoxlliem na n.erpreiago das leis applicaveis a
esse caso uuico e original, de mod a conciliar
as garantas e privilegios coostitucionaes da li
bardade indivilual e de foneges publicas com
03 deveres impastos pela Canstitugio, e essen-
caes a toda organisago poltica, de manter a
ordem pablica e de defender e sustentar as ins-
tltuigOes governameBlae?.
Assim meo de ver informar-708 de que os
paisanos, cajos ames constara da relajo Junta,
foram presos por se acharen a bordo do paqae
te Jpiter, caj* captara o goveroo ordaaou ao
cruzador Repblica, em razo de se baver arma-
do o mtsmo p>aueie cootra o gove ao e pratica-
do ao Rio Grande do Sal os actos qaa esio oo domioio publico, e cootiouaiem os
militares e civis, qae o trlpolavam e guarne-
ciam com a3 arma3, muugo's e caoboes appa-
reihados at o momento da captura. Nao poda
nem cabe oa possibilidade racional de qualquer
dos orgos da soberana nacional resolver em
poneos dias, todas as ques oes originadas de nm
plano de conspirago combinado durante meses
dentro e fdra do paiz para derribar o sea gover-
no e sabverter as insti'.uigOe?.
E' profunda conviego do poder ejecutivo qae
nenbum principio de direito, recoabecido pelas
nagOes cvilisadas, jua (icaria o governo se-dei
xasse do mandar perseguir e capturar o navio
que os revolucionario1, armando-sa em guerra
e arvorando o pavilho de almirante, lavadiram
o porto do Rio Grao I*, apprebeaderam torgas
legaes, apoderaram-3e de urna canboneira e de
outras embarcag6:s e bombardelram a cidade
em odio ao gaverno constituido.
Nao justo qae aos revoltosos se reconbegam
direi os superiores aos do poder legal, o privile-
gio de aprisiooar e nao ser aprisionado, de reter
aem not e formago da culpa por tempo inde-
terminado 03 defensores da Repblica e d j sea
governo, e de gozar de immuaidades pira nao
serem presos antes de culpa formada, apezar de
estarem em permanente e continua conspirago.
A33S o poder executivo est persuadido de
que o babeas-Corpus foi concedido por nao
constar ao Supremo Tribunal qae, a'm da ter
sido a priso tilectuada por autoridade militar,
como reconbece a petlgo, foi effeetnada em ca-
so de junsdicgo restrictamente milita-, que ex
clue a competencia da autoridade civil para a
coocesso do babeas-carpos, nos termos do
art. 47 do decreto n. 8i8 de 1890.
Pelos documentos juntos so convencer o Tri-
bunal, de que os paisanos presos a bordo do pa-
quete Japiter ou faziam parte de saa fripola
gao, ou representarn os revolucionarios do Es-
tado do Rio Grande do Sul, que, como sabis.
determina rana a intervenga j do G>varno Federal
em cooformilade do art. 6' 3- da Coostituigao
da Repblica. Uas se combiaaram com o almi-
rante reformado Eduardo Waudeak)lk para que
elle coavertesse o navio mercante Jpiter em
vaso de guerra hostil ao governo da Repblica,
outros coo^orreram com aquelles, para que no
Rio-G-ande do Sul o mesmo almirante se apode-
rasse de todas as embarcagOes ao servigo da go-
verno daquslla barra, da canboneira Camocim
aprisionndoos officiae3 e pragas qua nao con-
seguiram seduzir.
Ao goveroo repugna acreditar qu o dita almi-
rante e um gr po de brasileiro3 praticassem a
violencia qae llie.s attnbaem o piloto, um dos
macbaistas do paquete Jpiter em seus de
poimentos perante o conseibo de iovestigago, o
de sa baver apoderado forga desse psqaete,
nao obstante asseverar o capito-tenente refor-
mado Hoet Bacellar que essa tomada do paquete,
ao sahlr de Buenos Ayres, f a p-ev:ameate re-
olvida e coacordada.
Ravelam, porm, as circum3tancia3 do facto
que estavam igualmente camainados a entrega
do paquete Jpiter 80 almirante reformado
Eduardo Waodenkolk, na sabida daquelle parto
e a o'cupago do navio Itllt* pelos revolucio-
narias do RiO-Grande, a qual se t-ITscluon no
mes no da da entrada daquelle paqaeta no por-
to desse Estado.
O armamenlo e mualg5e3 encontrados a bordo
do Jpiter nao se podiam realizar aem conbe*
cimento do commandante e tripolago desse pa
quete ; a oceupago do Italia oaqaeiledia
prova evidente de ama comainago.
AiriplgSo do Japiter concarrea, po:s, tin-
to como es revolucionarios fio Rio-Grande para
que o almirant1 reformado Waudenkalk ;oaver-
tesse esse paquete em vaso de guerra, tema se
na barra d i Rio Grande os rebacadorea Lima
Daarte e Jaguarao, e as lanchas Bapjamio
Constant e Roquete, prendesse o; offiaes ao
setvga da mesma barra, os da caohoneira Ca-
mocim e alltciasse as pragas desta, aa traas.
portaste em numero de 45 para bordo do pa-
quete JuDiter, cujo commando assumio e con
serven at ser pre3C.
Em face do paraf-rapba mico do art. 3- do
Co.lgo Penal da Armada, qualqer paisano que
commetter ou coocorrer com individuo da arma-
da para commetter crima militar martimo tica
sojeito s penas estabelecidas nesse Coligo, se
o crime nao far previsto pelo Cdigo Penal com-
mura, ou se for cotnvetlido em tempo de guer-
ra e tiver de ser julgado por uibunal militar ma-
rtimo.
Para a applicagSo dessas penas o art. 190 as
equipara s pragas de pret, se nao gazarem de
privilegios militares.
Nao sendo, pois, o auxilio prestado para alu-
ciar forg da marinha e assumir o eeu commao.
do crime previsto na Cdigo Penal commum, os
paisanos, que concerreram para esses fados ora-
licados pelo almirante reformado Eduardo Wan-
deckiik, esio com elle sojeitos jurigdiego
militar.
nos
'queTeveraoler *"mt&todovZr o aprisioaador distiugair entre un. e onlroa,
O conseibo de iovestigago recanbc i quu, se
o almiranie refomido Eduardo Waadeokolk
nao estivesse investido na dignidade de Sena-
dor, deverla ser processado '*e coaformidade
com a legislago militar pelos actos qae prati-
coa ; mas labora em dous equvocos, cuja da-
moostrago escusada perante o Supremo Tri-
bunal Federal, suppondo que os enmes polti-
cos esto esJuidos d; jurisdigo militar, e que
os Secadores eojalgads3 pelo Sanado.
Nao se conformando o Gaverno com esta res-
triego de foro militar, solicitar da cmara com
peteote a oecessaria aotorisago para ser o dito
almirante submeltido a conselho de guerra; e
pensa que os co-aotares ou cumplices dos de
Helos por elle praticado3 de alllciamento, com
mando de forga de marinha devem tambem res-
ponder no 6ro militar.
E .tretaoto, a sabedorla do Tribuaal decidir
se aos paisaQOS compete o fdra commaui, caso
em qae nao dovidar o Gaverno de mandar apre-
sental os ao Joiz Federal que f- desgnalo.
Espera, porem, que se digne o mesmo Tri-
bunal attener aos motivos ue ordem publica,
p lis quaes nao p le o vicepresidente da R'
publica assumir a respoasabilidade de fazer
comparecer em sesso de amanh todos os pri-
sioneros rerjuisitados.
Jalg escasado responder argaigo de esta-
rem esses prisiooeiros recolhidas s fortalezas,
visto serem ellas as desigoadas por lei para os
presas polticos ; e qaaoto allegada incommu-
aicahiiidade. me limitare! a ponderar que oe-
nhuma prova foi oflerecida de denegago de li-
c mga, tem a qual, como sabis, vedado entrar
em qualquer praga de guerra.
Para campleto esclarecimento o Sr. Vice-Pre-
sidente da Repblica manda remetter-vos, alem
de ou'.ros documentos, o processo do conseibo
de Investieagio, que vo3 dignareis de opportu-
mente devolver.
O termo do aprisinamelo do paqaete Jpi-
ter, pelo commaadante do cruzad ar Repblica,
acompanba esse processo, e es' confirmado
e completado pela parte da tomada de commando
daquelle paquete e que no mesme da foi dirigi-
da ao chaje do Estado Maior General da Armada
pslo Io teneoto Harculano Alfredo de Sampato.
Saade e Fraternidade. Antonio Eneas G.
Galvao.
Coiclaida a leitura, pondera o relator que,
teodo o Gaverno declarado que mandara alguns
p-eso3, seria conveniente esperar algum tempo
Sobre esta proposta fizam ob3ervag6ei os Sre.
Presidente, que diz que na compareceodo o
pacie te por motivo de forga maior na prejudr
ca isto o jn.'gamento ; e o Dr. Procurador Geral
que diz nao dever prejadicaraas pacientes o seo
nao camparecimento. ...
Se o 'rlbunal se jolga conpetenle para delibe-
rar com os que vierem, deve proseguir, ae
a presenga de todos, eoto convm adiar.
O Sr. Ministro Macedo Soares diz qae a eji
lio est no mesmo p, e que o que tem o Taba-
na! de resolver se deve ou nao tomar coolieci-
meato do habeos corpus sem a presenga dos pa-
cientes. Sustenta que a presenga desle alai
indispensavel e justifica a sua opinio com o art.
344 do Cdigo, ponderando qae o Tribuaal exi-
ge a presenga do paciente nao dlrigindo-se sal-
le, mas ao detentar, e coailae propoaio qae*
Tribunal tome coohecimento do hobea corpa} sem
a preseogados pacieotes.
Manifestando o S-. Dr, Riy Barb03a deseja da
(aliar, o Sr. Presidente coaenltou o Triaaaal,
que coocordcu em que lbe fosse dada a palavra
sobre esta preliminar.
u Sr. Ruy diz qua be ja a3 ma3 dos aaem-
broB do Supremo Tiibunal Federal pela beoig-
nidade de o oavirem sobre urna questio la
ordem, questio essencial, questo capital,qaa
serve de base defesa das garantas a que esta
ligadas liberdade individual.
Tambem Srs. juizes do Supremo Tribuaal
Federal, incapaz de por em davida a siaceri-
dade dos lt03 poderes da Rapablica, e c:6 pis-
otate, na preseaga prom 'tttda dos tres oa qaa>
tro pacieotes, que dentre 03 43, o GflTCfM ea-
colber a sea arbitro para eeclarecerem o azis
deste Supremo Tribunal. Lvre-o Deas de per
absolutamente em duvida a palavra dos altos
poderes da Repblica.
Ha 8 dias que este augusto tribunal, depaie
de um dos mais solemnes debates que nesta
casa sa lem travado e mediante ama votago aa-
signalsia pela sua qaasi uoaoimidade man,
delibroa aceitar o protesto aprese, tado par 48
cidados brazilairos e estraogeiros qae se ac&a
eocarcerados as enxovias militares.
Alienta a ni.ureza urgaate deste caso fsi aa-
torisado o habeos corpus para a 333s5o immelia-
ta.
Coosideraveis vos nessa occa3ia a natarexa
imperiosa dos direitos que esto ligados a esta
fuucgo oa3 suas formas essenciaes e cujos poa-
tos capilaes sa estabelecidos na Cdigo do Pro-
cesso Criminal, qua iaapa o campireciauato
dos pacientaa nos termos m3 breves e claros.
Mais tarde, porm, na mesma sesso, ealeaes-
tes, consultando as circunstancias especiies do
caso, franquear de malo mais ampio o exame
das leis respectivas atim de que o gaverao pa-
desse submeter-se ordam deste iribuial.
Dsles Ibes 8 dias para enviar as imlorma-
gOea e os pacientes, e entretanto al o parecer
do cojelbo de investigagao agora ebegaao
vo3so conbecimento, a isla quanlo toda a ia-
prensa desta Cipal annun'iou a dati en ifM
esse parecer passou das mo3 do secretario lo
conseibo de icvesligago s do ebefe do Estado.
So 8 dias depai3, reone-3e o Tribunal. E *
communicago solem la por \3 receblda do Go-
verno vo3 deve ter causado pro'uido desgosto,
poia pela leitura que acaba de ser faita ci po-
dem ser eavlada^ vassa preaeaga os quaraat
e tantos presos, atteatas as circunstaocias de or-
dem publica e nem tres ou quatro que pode-
riam vir para que os ouvisseis, ainda nao cae-
garo.
Srs. membros do Supremo Tribuaal Federal,
se a Rapabitsa um rgimen de le,, estas mfor-
magOas do chele da nago sao urna desobelien-
cia s vossas ondees.
O cdigo do processo criminal, no art 351,8
claro, inilludivel a este respailo, o diz : Ne-
nbum carcareiro, nenaam detentor pader exta-
sar o paciente de comparecer perante os juiza,
salvo : 1 doeoga grave, ne3se caso o joiz Ir ao
lugar ver o pacteite ; 2* faliecimento, provado
por certides de ob.to n da ideatilade de pes-
soa : 3o quanda sota juramaoto allirm nao ter o
paciente sob em guarda e por este mesmo rieor
a oreciso do artigo tica provado que o paciaite
tem na habeascoipu; um recurso inilludivel pan
88 proteger cantra os recursos do poder.
Foi e.-ta disposico ltbaral, assignada aiato
sob o inflaxo das ideas qie o.aeraram revcla-
go de 1831, que promovea eatre n3 a liberda-
de nacional. A lei de 3 de Dezembro de 1814,
apesar do seu espirita reacciona-io todas as
outras leis qua se lbe seguiram tola3 ellas res-
peiiram este principiojiaviolovel que atravessou
a monarcnia e atraves30U a revologo e que bo
je se aprsenla dante de c3 como nm laats-
ma. ,.
E'frivolo e motivo allegada para impedir
vinda dos paciente! : o Scar em peri-o a ordem
publica. Mas qua ordem publica esta ? Para
que a jastiga, para que leis, para qua este Tri-
bunal se nada se pede fazer sem autorisago do
Governo 1 Em suas coadusoes d z este qae os
nao manda porque es pacientes sao maitoi.
Mas onde a disposigao legal que possa priva! o
ta garanta do habeas-corpus e escusar a ausen-
cia dos cidados sob pretexto de que grande
o seu numero ? Assim quando o abuso pe-
quea, quando se refere a urna pessoa tem tor-
ga o Governo para trazel-o a vos9a presera,
qaaodo o abaso grande en:rma por attingir
centenas, mhares de pes3oa3, o Governo nao
pletrazelas ao Tribuaal, attendenda as cir-
cunstancias da ordem publica. A ordem publi-
ca nao periga nem dentro nem ra dasie recin-
to, pois, todas as paixes se calo para deixar
fallar a paixo da justiga. Aqai nao ha conspi-
radores, do ba quem perturbe a ordem publica,
pois, se est em presenga dos borneas da le
qne com aa saas togas, os seo3 Uvros centn
no28ou 48, mas milbares de pacientes que
aqu se apresentem. As armas do Supremo Tri-
bunal Bao as leis em que se inspiro.
Depois de recordar as palavras de Nabaco
ArauioO qae Valeria o babeas-corpas se o di-
rector pudesse aprecalo, diacatil-o oa recae
sal-o ? abserva qae o goveroo liaba o direiie
de Justiflear o seu procedimeato, mas nao tiaa-
o de discutir a crJem de babeas-corpas, part
rartar se assim ao cumprimento da ordem da
Tribuaal, mandando comparecer os reos a bar-
ra da sua justiga soberana. O orador emende
que o triunalb pela falta dos pacientes nao pode
suspender a sua seso. A presenga dos pacien-
tes era um elemento de informaga importante
porque, interrogada 03 o Tribunal liaba ami
base segura para formar o seu jaizo e deube-
P&*
o" governo negando-se a deixal-03 compare-
cer, sem dizer qaaes as condigO.'S dos pacientes,
concorreu com am elemento poderoso c'ejaizo.
Qae melhor prova paderla trazer perante vos o
alvogado ou defensor do que a recusa do go-
verno que nao apreseutando eises pacientes,
den a prova solemoe da nao criminalidad1? aos
meamos. O orador concordara cem a suspen-
sao da sesso por alguns momentos, ee isto roa-
sa urna solugo, mas tudo esta damonstrando
quo nem mesmo aquellos es pacientes com cu-
ja preseaga o goveroo os qaiz favorecer, na
viro a este Tribunal eaclarecer as duvidas qae
no sea espirito se possam suscitar a respeto da
situaga dos pacieotes, cercando necessanamen-
te os direitos da justiga e impedindo-nos de to-
mar conheetmento da verdadeira posigo dessec
desamparados. .
Respondendo a um aparte do Sr Tugo de Loa-
retro que compara o caso dos presos civis com
o dos' cizano3 oarcotisadoras, occarrido ha al-
gum tempo, o orador demonstra que nao ha a
meuor paridade entre os dons casos; em.ao,
s se acautelavaai pequeos inieresses policiaes:
nao bavia o proposito de sonegar aos pacientes
am direito; no outro, no caso que se discute o
deteatoi mesmo qae se recusa a apresentar o
detido e assim o sequestra de um direito que-e
Tribunal Ibes reconneceu.

-.-
rr
-:

-
.
-.*.
"*;


i,-*-^-rfaPN^r****
^^-tP^..*^
^*r ~~,-,.,.+ *tf>*+-'-


mmmm
T--
*-".
Diario de Pernambuco Quinta-feira 17 Je Agosto de 1893
Na&vea.'nao pode
til Lili
de comparar.
Bata seaeio devia er auto
senga dad pacientenippastnisisr
oe pela sua ausencia, attestaaosqo
communicblidade ate qua* teta sid
do aboso de po ier que ananiji
qae o
barrar*pandad?, a compcarj graote faila no ci.im>r nacional qoe ba de cao
ii*a "BBnjnw 0B uib Larr^rrjilliifiiiB, peta das
ooert do ao J>reti canstitocioaal e cuja

mi
a. ra-
da to
i au
olVi.
eiuie este Me
radajlBJda jo
* an*eaa
Concitando, dioar;
bnoal esta boje,
tremendo: os del
tica e as influeaci
dem oppor a ex
prova a neceaeida
seu- desamparados 'OBtntiiiirBTBs, mcionaes
estrcDgeiroa, mcttidjjft-osienxovias das forlale
xas militares.
O KjSRGauio quisque os juixes ficassemeon-
agidos diante do es pee ti col o desolador des
tes pobres borneas, e tirados de bordo de su
navio, onde eram paigeir esempTeg-dos
sobalterooa pora o fjudo dessas (ortalexas. Nao
qu'x qoe comparecessem a. este Tribunal 03 ac-
ensados sem acensacao, o; procassadoa sem pro
cesso, os presos sem colpa-conheeida.
Sen ores do Sopremo T.iouoal Pe"ral; 00
fondo dos vossos seoimentos sioreros e na im-
mioencia etn qoe se acba coiloeada a ioatitucao
rrjprroint'ila puf ,A|, o<-* 4aiaanno ia#
perante \b os meas coostitaiotes podiam adda
xir da soa innocencia e desea dlrerto a nossa
justica seo o documento que vo* foram envia-
do.
(Dorador 0 multo apotaudM' ao conlor o
seo discurso.
Sobmtttita 1 votcV>'t p-eiatoa* do Sr. Dr.
Macedo Soaressobre o jaigamento independen-
t da presenca dos pacmoieafai uoauiae-aeu-
te approvado.
Saspende-ee a sessao a 1 hora e reaore hora e 10 minutos.
O Sft Barro Pimentet procede a leitura doi
docameatos qoe viar.m eom inforanoftes asi
m publicadas.
Suspende-Be' .e novo a seseao as 3 e 1/1 da
tirdee reabre-se as 4.
O Sr. Barros Pimentel addao divenas obser
veoO-s para'demonstrar qu*> o cosigo peoal da
armada, com o qoal justifica o Geveroo o seo-
proceitme ito. nao podw servir de bise pira
elle, 16 e compara diverso artigoa-da legislas*-,
estola aa condicfe doa paeieoleseeB factoa qoe
Ibes sa; attritn dos e ooncloe declarando qo
Ilegal o conatrangimento em qoe estn
O Dr Jos Jalio (probador geral d Repbli-
ca}, declara qoe o Oovera 1 presta a maior con-
aieeracao so Trioaual. nao comprebende e admi-
ra sa do nao comparecimento de algooa pacten
104-,-como prometiera o Governo, fax demo-adas
observarles sobre o vapor Jpiter, sobre o sen
anrrsioiajienij, sustenta que o crine militar,
l e estada diversos artigo da tegislacap coro
paraodo-os e conclan qoe bonve priaao'enB'fia
grante, que o crime inadoocavei e qo, portas-
to, nao se di constraagtmento ittegal.
0 Sr. Dr. Roy B.rbOsa. antea de encelar o
que Ibe cabe dixer em complemento a defesa
qoe vai emprebender, explica ao-8r. presidente
aue oao leve a menor intencic de censurar o
T.ioual qoindo referi sa ao praxode oito das,
por este Hxado para a apreaenlacao los denten-
I*)).
Se o crador carecesse de elementos para a de
esa da causa que tem em maos, nao os podena
acbar meibores cem maisnaveiB do qoe as in.
fornuac.6 s qoe em oome do chele da oaco fo
ramministradas ao Tribunal e que acabara de
ser liosa* Nao Be achara entre e las smente
confasto, qoer a respeito do objeto da delibera
gata qne o T ibun.-.l tem de tomar, quer a respei-
to' da saa competencia qoe tem de ser deca
rada.
(O orador l purte das informatOes).
O ora-dor mostra como sao fracos os funda-
mentos deste documento sobretodo em relacao
ao af isionamento do cavo pelas tercas do go-
verno. O poder executivo nlo podeodo descc-
b'tr logo a responsabilidade dn autor lo amo-
res do attentado a todo transe nao qoeria en-
trega I os aos tribnnaes ordinarios.
Nao fonegao da poder execntlvo retar estes
pacientes a que acbe pravas de sus pretendida
enmi ali lade. Sua fonccSo, sen dever, era pro-
ceder ao inquerito para averiguar quaes os cri-
minles e sabmettel-os sos tribnnaes commons
os aicos que pela le em qo?lquer pracesso
podem caber o jolganento. Mas quando dun-
da? houvesse acerca da competencia, essas da-
vidas deveriam ter sido traxidas diante da aoto-
ridade dos tribunaes e de soa ioterpretacao que
sei v- de ba-e as ordena de habeos Corpus.
Nem o poder execn-ivo nena a juanea preei
savam de lempo, porque as formas de proceseo
gao taxativas.
O abuso, no cisj vertente, nao reqner looga
demo^slrai;o, e o que prova lenio a informa
(ao.
Pela litura dos docomeatos rica demonstrado
que faltam pro7as deaecusacao
U ^ das testemnobas allega oe a tripolacao
do Jpiter nao resisti. Como faxel-o porn,
di -t.- de bomeos amados e resolvidos?
O dever ira ao contrario tetar o commandante
por aquelle q e Ibe f a entregue e qoe eslava
na imnos8bilidade de defeo er.
Pira jus'.iticar a sua assercSo cita diversos
factos occorridos na guerra dos Estados Unidos.
A remessa dos documentos aqu aprereotados
sena regular se tratasse do almirante Wanden
k.ik, m s tratandc-3e dos presos civis. o qoe
vem fazer entre esses documentos o parecer do
conceibo de ia'e-tigsjio ?
Q1 arer amalgamar na massa perseguida mili-
tares e civis coosa qoe se nao eoncebe.
Refere se ao parecer do conceibo de invest
gac&o, a qu o aove-no liga grande importancia,
mas ao mesmo tempo nao Ibe aceita as coacln-
6e?.
Nao comprehende por que se diz que o caso
de que se trata nico e original.
IN'-.o coi)prebende a originalidade nem a uni
dade, pois nao v ao caso senao elementos conbe-
cido- e definidos as leis communs, an eitas i
jarisdicgao das autoridades ominaras.
D fue a comp'lencia do Sopremo Tribunal
diante dos principios de dlreito; dix que a auto
ridade do poder juiiciario tem attribnicOas man
ampias e pode desobedecer aos actos incoostitu
cionaes do poder executivo e legislativo. Para
eBses actos a auto ridade federal conrpetentla-
sima e a jastic.a exerce se nao e em reac&o aos
militares como aos civis.
Trata em seguida do habtasccrptu. L o art.
72 da Cooatuu-co repoblicana a tal respeito e
berra assim outros artigos que mostram a exten-
Eu da jurl8dirc&3 do Supremo Tribunal em pro
cessos civis e militares.
Demonstra a nalurexa da competencia civil do
Tribanal.
Re o da o que se passou as cmaras france-
zas qoando a le da disjunecao que foi combati-
da peles mais notaveis joriscoosnltos, tendo
sido derrotado o governo pela rejeic&o do pro
jt-cto, e l o que a respeito diz Ber-yer.
Discate o que eSo foros espeeiaes, mostra o
qne estabelecem as ntssas lea a tal respeito e
lemb-a que o direi o creado pela provisao de SO
de Outabro de s83i anda nao foi alterado.
Essa provisao defina o que sao crimes pu a-
mante militares e qoe e podem ser commetti-
dos por alistados ooa co*pcs do exercito e ar-
mada.
A le de 18i' nao se animou a mandar sab-
metter a jurisdiccao militar es civis, e l a ease
respeito o que diz Titara.
Falla ooa qaatro, foros descriminados naCon-
i'U'CJ) Republicana de Si de Pevereiro, cita o
art. 77 que da aos militares de trra e mar foro
militar em crimes militares e refere-se ao artigo
que diz que Do bavendo foro especial perleo-
cem os acensados ao fo commum.
Trata dea-nv vidamente ao cdigo penal da
arm-a.t que foi publicado em 5 de Novembro de
13)0, sendo depoia expelido om deeretro au'o
risa.iio b reformar esBe coligo. Na decreto de9
e Muga, em que sabio essa reforma, invocava
se u decreto que a aatori?ava ; mas tal decreto
ol pe"".;: A), nem esta na colleecSo. Sus-
Isata qie o niioistro nao poa f izer 1 I reforma
fonccianaado o corpo legislativo, nico compe
tente pira ta!, cono dlspOs a oossa le organiza.
Est coligo nao nma lei, om crime que
deve ser iovacado para pro:esso do seo autor.
A sim, nao inca fu .'anento o governo para ba
aear se em tal cdigo.
O delictos em qne se co'locim os pacientes
sio dehetos comoiuo?.
O caJigo penal da armada cahs por falta de
nodir da sr'irila-Jo que o expedio e mesmo que
- I.g nao poa eooter disposicOes que fe
1 atn-stene! do flagas* est li-
as Uax Besammx e que a fattaa IComqu
sn'-ser saajaa*atth.
o ciu amrdnosidas reiaoflas
*aJ-m.B uaaenti que a propria
joailfloa o flamante.
aaats>a lr daaanssisiraftB> o aaraactarespuato da1
leajalidalr aseaflaavaa coran aan paoitiites, joaaga
Mr xp-ovavtor assaste qoiaano- faaae rwio atiKidu
e "e .ara :tar qieos pacieates tiubam direi'o 6
liberdade pnla fo'ca a disoosicdas cjnstitu:to-
nies, oaaittidjs em relaca a a ellea.
A qoestio uo lsabeM>ca~3!K assaaapta de
solemoldade excepcional p -10 estuJo de direito
qoe eovjivm e peta |asta em qae se apoia.
Se ao fcaaif le advogado que vos di: ge desla
vas a palavra. como o fez da ootra, aa fazem i o
inawc^o om rfeaavraicacatr ao junscoirsu tj D:a-
saaiasnr.
Waaaliisal
SJBSJaaaall
laa.to o
Paa d
darOatro
em tal casa ojeita a mtiitareai) fO.'o civil,
oem- pelo BrtB&ptf contrario ; adop.oo urna ao-
lucao m^^ta 40^ consiste em declarar compelen-
jj ro o civil para a for
os rj< ; sujsjnawia d
sanas a>s-*eaMie n
ava*:. tJ
r<- a o p.-eceito uonatitacional do art. 77.
Nao pois, lei do paiz e qi.ndo fosse as dis
aosic6es 1 avocadas ferem a ConsUlnicao.
Referilo sa aos caracteres jurilicoa do fia-
sinoaobc8 intquaa, pa que ja nao se compre-
beode neste pais que om cidadio p.isaa seqoer
defender os d reitas vilalos de seas concida-
doa. Sabe qn a injos! qi se res-m desta
(-mi, porqoa aqolies que a fazem nao pos
soem a oobresa deates seaiimaotoi.
. Umiaa lataas a>4o, jal* enera, r uVa om da-
ver, maaam daraito, defenJeado as victimas con-
tra os abuso* do po ior, que desta vez foram em
grande oomero.
E os qu% enlenlem que est.a cidadSos nao
sotlreram violencia porque a poltica invadi o
coracao desses hjnaas, tirando Ins tolda os
sentimentos paroi.
Lembra o que occo--eu na defama ios infieles
feta pa- advogadoa americanos, aegaado que
todos tiobaa o direito a defesa.
Seja-lbo licito airadltar que res'a anda am
poaco destas liberdades.
Perdoem-lbe o calo- de saas palavra?, nascem
de um seotimjnio poderoso, q ie temos procara
do occnliar, mas qie naa ple mata abafar
diante de abn O estado de sitio nao boje mais urna med la
neoessaria, nao ba mais neiessilade de saspen-
sao de gzraotias para prender-se cidadaos bra-
ztleiros e sobaieiiel-os a tribnnaes militares;
oSo, o pracesso be je mais fcil, mais pro n-
pto, basta ^imolar orna coasp raga j, prender ci
dadaos civis e militares e submettel-os tolos
aem diattoccao a tribomes militares.
P palavrasellas nascem da pura convicc&o em
que se acba de qu- do resaltado do jalgamen;o.
deste proeeso sabia boje a glorio* .agio da II-
berdade consUtaciooal o'i o esquife da Rep-
blica.
O orador foi maito applaudido e comprimen-
lado.
O Sr. presiieote recl-ami e declara qua ao
ass sientes oto perm tilo lar sigues de ap-
provacio ou reprovagao
O Sr. mni3tro Dr. Joa Hy^mo tom m a p ala-
vra e cometa diseudo qua antas de todo cu n pre
averiguar qaal o direito qae tem appiicago ao
caso em qnesiao
A mformicio oficial baseia-se na m ligo pe-
oal da armada de 7 da Marco de 189L para ti.-
mar a campetencia do foro militar. Mas, tem
esse coligo validada jurdica? Pensa que Bao, e
nes'a parte Ibe parece i inteir mente proceden-
tes as allesaces da defesa.
O dito cdigo foi promulgado p-lo Presidente
d< Repblica, em virtode de autorisago dala
pelo decreto de 14 de Pevereiro do mesmo anno.
O Gaveroo Provisorio eslava, certo, revestido
do poder de legislar, como o re:onbeceu o pro-
pno Coogresso Ccostltuinte; mas tendo e*sa
facoldade de legislar casado com a promulga
io da Cooatitaic4o, e nio tendo aquella aatori
sac&o sido utilisada daran'.e o periodo dictatorial,
claro que o decreto oe 14 da Fevereiro cadu-
coo com a nava ordena conslituciooa1.
Nao tem razo o bonrada rela'or do feito, af-
tirmando qne o cdigo peoal commum e o co
digo penal da a-aaada s&a igalmente validos
porque emanam da mesma autoridale o Ga
verno Provisorio.
Neobuma relaeode analoga ba entre os doas
casas. Aquella cdigo foi pomalgado durante
o periodo da dictadora, ao passo que o da arma
da veio depoia da Coustituico e por consequea-
cia em urna poca em qae censara o poder de
legislar de qoe o Gaverna Provisorio eslava 11-
vasiido. Entre aquella antorisac&o e o cdigo
da armada, qoe nella se fonda, se uterpoz a
Constttuigao, alm da qoal e atrava da qual o
decreto de 14 de Pevereiro nao polla produzir
effeitoe jurdicas.
Note-se qae o Coogresso Constitaiote rejei'oa
tolas as emendas no aoutido da serem approva-
dos explcitamente os actos do Gaverno Provi-
sorio, e firmn no art. 8) da Cantitai(o este
principia: cuntiooam em < g r, emquamo nio
revaga las, as ieis do aoliga rgimen no qie ex-
plcita ou implcitamente nao farem coutrarias
ao systema de ove-no estabelecido pela Consti-
inicio..
O decreto de 14 de Fevereiro nao se eslea,
po>, em oenbom acto do Congresso que o ap-
provasae expiicita ou implcitamente, e, sen 10
con ra-10 ao syjtema constitucional, que se tu-
tea na divisa > dos poderes, nenbum val >r legal
pode ter.
Accresce aiods qae esse decreto de 14 de Fe-
vereiro oao tem existencia autbentica. Naa se
eacontra na colle cfio dai 'eis, nem to poaca
foi publicado no Diario Qfltul. Teve o ru dada
de percorrer a col eccia uo Dixria Qflicial desde
14 de Fevereiro de 1891 at a da'a da Constitu
cao e d'abi at 7 de Marg da me;mo anno, nio
o pola descobrir,. de meda qae s sabemos da
sua exisiencia porque o mesmo cdigo a elle se
refere.
Falta assim toda a hase legal sobre que asen-
ta o cdigo promulgado pela 'poier execa'ivo
em pleno vigor da Coostiiuico E' contrario a
esta e n&o repouxa seqoer sobre ama aaorisa-
gio legalmen e Doblicala.
Ef minado, asno, o codiga peoal d- rcala
de 7 de Margo de 1891, nio se segu, como pan
derou o boorado mioisiro pro orador da Rep-
blica, fique vigora ido o cdigo auterior de 5 de
Nove 1 bro de 1890, qoe aq elle vinba substitu".
O p-imeiro cdigo da atina-la devla comega*
a vigorar em 5 de Fjvereiro de 1831, mas par
decreto de 4 do mesmo mez. publicado no D11
rto Oficial de 7, o Gaverno Provisorio o suspen-
den at ulteiiar resolu.a \ Esae primeiro c-
digo nio ebegon a ter vigor, pois antes de en-
trar em execoga fot suspenso por tempo inde-
finido.
Eliminado tanto o orimelro como o segundo
cdigo da armada sb reata o direita anterio-.
Quatellt?
Temoa em primeiro lugar o art. 8* do cdigo
do oroceeso, qne reservn p-a o fra militar os
crimes puramente mililires.
Curante o periodo da R ganda entenda-se
por crimes poramento milita-es aqael es q le
eram commettidos por militares e oir.-n-iv a ca-
lis militares. Nio era miniar toda crme carx-
mettido por militares, mas s nte os que im-
portavam violacia dos deveres que acumbem
ao3 individuos alistados no exercito ou na ar-
mada.
Qae tal era a intelligencia da fuella exaresso
da lei bem o mostra a prorisia de SO de Outu-
bro de 1834, a qoal reputa crimes meramente
milita'es .dos 03 declarados o; leis militarea
o qne f6 podfOi ser commettla; p-los cidado3
alistados nos carpos militares do exercito e da
armada, como sao: 1*, os que violan a Molida*
de e religiosa observancia do juramento presti-
da pelos que asientan araea; 3*. os que offaa*
dem a subordicaga e a disciplina do exeteita
e da armada; 3a, es que alterca a ordem, po
ciae econoaaia do servigo 111 ...ar em tempo de
guerra ou paz ; 4*, o excessa on abusa do aot -
ridade em occasiio do serviga ou inflieucia le
emprego nia exceptuado por lei, qua positiva-
m nte priva o d-licqoente do Kro milita .
Como M ve, os dolidos de-;la qaatro catego-
rias sao in'ra'cOes do dever que mo ob 1 o mi-
litar uti nu ese qua, consiqueateme^e e peio
militar podem ser coametti as.
Este o sentido restricto da ^xaro;'-j delicio
militar, o com ello 88 coafarmou a lei la 3 io
Dazembrode 1841, apez lei, do ".aa art 109. de laroj que se as rebel-
lioes ou sedigbss entra-ea milita'es. senam ja -
gados pelas lele e tribnnaes militares ; e aa ir,
se as justicas civis os acba-sem en-olvidos as
procesos qoeorc-nlsaasem, rmcette amascom-
petentes antoridadss militares as Capiaa autneu
ticas das pecas, doaumen-.os e .<_. ro [: que
Ibes fisossem colpa.*
Ficou dest'arie resolvida a lTipirtaoto qusat5o
de saber qoal o foro competente 10 caso -de a .
acbarem envolvidos no mesmo delijto paisanos
e militares. A lei de 3 le D.embro nia a ra-
da
1
ate Clips a todos
pronoaicia aa-Du-
ra ao '4 o ensillar,
le. s sb reHra
aos C'iraawa* rdaawli) ras arcSo. eaJttraate
que o saaauamn na la wat a* especial ataaaes
orimea, aasaveancaana uaa> pariaassaao gara do di-
relio apsattsaaawl a;Wdo*scaaJO:e caoaplmida
daentrsrsaBano*ie msies.
. Fi a la* de 18nSafas0r' s 18K a primal-
nr que aansMou oeaocefo d orim a anlltar aob
um duplo ponto de vista.
Por una lado consideran militares (art. 7) todos
os cimes commeitidas par outitarea as provin-
cias, am que o Gavera j mandaste observar as
ieis para 1 estado de gae-ra. e bem assim os
camnettidos par mililaraa em territorio ioimiga
ou de alliados, o cupido pelo exercito nacional,
sendo applicalas as paoas do coliga criminal
oos crimes meramen e civis.
Eis abi crimes tneramea e civis commettilos
par militaras e'ionvenidos sm cri ues milita-
res.
Poroulrolaio sujsitoi lambern paisanos ao
fdro e ijnstig mturesem casos ex^epiaaaes.
QflBes sao elles ? E' > que nos dir o an. F
deasa le canieb o o astea termos :
Na caso de guerra externa* pote se bsm)
serio panilos co 11 a pena de oo-tana provincia,
em que tivareai lugar as operagbes do exercito
imperial, e beaa assi o em territorio adiado oa
ioimigo, oc -upado pelo m-sma exercno: 1 os
espies ; V as que uas gaardis, qu rtela arse
naes, fortalezas, a a n;n ueutos, posto i mili ares
e Uo.-pitaes, leo a: aa Dlusir as p-agas de 1* 1;-
nha. po'ina gui-11 oaiuua1 ou q laesque.-ou-
iroa, que figan pa-ie lis fo-gia do governo,
tanta de mi- co na de urra, afn de q ia lase--
tem para o ioi nio ; 3' os qu n m masmas lu-
gares cima maaciooaljs teo'srem aedusir aa
meamas pr gis. a ti a de que sa levautem contra
o gove-no ou os seos superiores; 4* os que ata
carem seatioellas ; 5* os qoe entrarem as for-
talezas sem ser palas pautas e lagares ordiaa
nos.
Eis abi crimes militares camnettidos par pai-
san 13 e qua os xoj-'i'.am aa fo miliur I
Essa le le 1851 e ua -o npanvr-i com a consti-
tutgao e sob este faadamaoto deve ser comidera
da sem vigor ? Nao ouaa affi-mil o.
A coosiitoigio limita se a de larar no sea art.
77 que os militares di tara e mar lerio fflro
especial nos dehetos ra litares, sem definir o que
sedeve entea'er por ieliaios militares. Nc
art. 72 13 dispe que lexcapgio das cau'as,
qae pa- saa nalaresa perieacem a joisos espa
ciaes oSo nava a 'ora privilegiado.
AO legislador compete declarar qoaes eia a3
cansas que por soa nalareza perwn em a juisas
espeeiaes o por consequeocia quaes sao os cri-
mes militares. O cuncatta de taes crimes A po-
sitivo, depende da maior uu menor amplidade
que Iba der o legislidor, que para lato esta ao
torisado pela pro.Ta coosiitoigi".
E se examioarmos as Ibis de Bat los tarabem
consti uciooaes,, coma o nosso e cujas constitu-
gas dominadas do espirito liberal coniav.ram
diapo3iges equivalentes qoaoto ao fra rommom
e ao militar, veremi3 qoe easas leis sujeitam em
ca>os extraordinarios e excepciooaes os paisanos
justiga militar.
e.uado a leislagio da Frang, da AUema
nba, da Blgica, da Soissa e'.c, qiaodo o exer
Cito se acba em territorio ioimigo, ou mesmo uo
territorio nacional, as ena preaeoca do inimlga,
lodosos crim-s commettidos par militares sio
militares assim cono o sio os crimes de espio-
nagem, de sedoegia e aliiciameota de p-agis,
embara commet.idos oor paisanos; porqi mto
taes crimes pondo em periga a sega-anga ao
Hxercio, aevem de ser do prompto reprimidos
pela p opna auto dale militar. Interpretar lia
strictamer.e a conslituigio. qoe essa ampliagSo
do delicio militar nao seja permiuiia. seria por
a lei fundamental em coi'radicio com imperi .-
sas oecessidades resultantas da luta armada en
tra as ca.es.
A lei da 1851 na i foi impgnala como oQ-n-
si va da cona itugo de 1824 e aio ple s: o
como offeosiva da Constituya) vigente. Repita
e -a lei constitucional e nella eaconrta o ultimo
monumeato legislativo sobre a materia de que se
trata.
Datem-.e, pois, aote essa lei para, de accardo
com os seus preceitos, resolver a qaesiio da com
pe'e&cia do foro na byootbeae vertente.
Nio (enta-i claasiliaar o delicio 00 03 delictos
constituidos pelos (actos que sio aitriboidoa aos
pacientes, Esaes factos s%o moito complexos
e faltam todas os elementos de prova nece'sa
rias para bem qoaiitical-as segando as leis cen
rooiiaes. Perpetraram 03 pacientes o crun-; da
tomar armas c.ot-a a Repblica, de conspiragn
le seluego de oragas para se levantarem con
tra o gaveraa? Almitte e conende que 'lies
tenbam perpetrada todos esses crimes; mas
nem por isso esto comprebeodidos na rigorosa
di posigio do art. i." .a lei de 1851. E' que
fita orna circum&tancia mater al qoe a le repu-
ta e seocial, imarescindivel para qoe o sim-
ples iiJadi, a.'ia 00 a*liciador de pragas do
exercito ou da armada fique sojeito i jnstiga mi
litar.
Esaa circumstaocia d-> eapi'al importancia a
existe icia de guerra externa I
Qaen diz guerra externa dis guerra interna-
cional, de naci a nagao, o qua se contrapeo a
guerra rivfl no interior do mesmo Es alo. Ora.
nao ba guerra externa. Na Rio Gande do Sal
lavra urna rebe.'liio, eeido que o governo nio
declarou o exercito em pa de guerra, nim man
dou observar ; a leis de guerra. Coosequente-
meate os paisaoos qu; commetterem qualquer
doa crimes previstos no art. t. da lei de 1851,
nao podem ser sujeitos ao foro militar, oorque
falta esta crcumstaucia elementara estado de
guerra externa.
Sendo assim, er nome de que principio, em
virtude da qae lei podem ser retirados do foro
commum e sujeitos ao foro militar os ciaadios,
simples paisanos aprisionados a bardu do vapor
Jpiter ?
Seri porqoa do mesmo crime estala envolvidos
paisanos e militaras? Surge aqu a questao de
sabe- fe ob offi:iaea reformados do exercito e da
armada, que capitaneavam esses paisanos, conti-
;.u..a su.eitos s I is militares. Nio externar
juizo sibre esta ques ia que por ora nao pende
de d cisio do tribunal. Coacedera tambem qae
a reforma oto i*enta o official reformado das
leis e da foro mili.ar. Neste caso, porm, pre-
valece o principio coasag-ado 110 art. 109 da lei
de 3 de Dezenbro, que aatorisa o jais civil a to-
mar culpa a paisanos e a militares, separando
depois da pronuncia os procesaos, para continuar
cada qaal no seu respectivo fo.o.
Liqai >ados estes pontos, pergaota se ao Su-
premo T ibanal Federal compete coo?ei;r ha
beascorpua, guando a priaio decretada pela
autori lade militar. A esta interrogagio respon
.ea da modo o mais terminante o art. 47 do De-
creto n. 848 le 11 de Oatobro de 1891 oestes ter-
mos:]
O Sopremo T banal fari passar de prom-
pto a ordem de habeos corpus solicitada nos caso3
em qae a lei o permita, seja qual f- a autorida
de]qaeibaja decretadlo con3traugimenlo ouamea-
ga de o faser. excepisada, todava, a autoridade
militar as cas.s de jurisitecao restricta e quando
o constrangimento ou ameaca for exercida contra
individuos da mesma clase ou de classe differente,
mis'jujeitos a regiment militar.
Ora, nia se trata de nanbum caso de jarisdic-
efto reatreta, cono tico demonstrado, nem de
ludiviioos da etaase militar oa de classe diffe-
ren'.o, mas sujeitos a regiment militar.
Pergu 1 o anda si a incoupetenci 1 da Cantri-
da le qoe dete. CiJ-a legal para a caacessato de babeas cor
pu< ? \ isto respan le o Coligo da Pracesso, de
ciar na ni art. 353 qnsafre constrangimento
Riega! ocidadio qua < preic par autoridade que
n'ia tem poler para o faze% oa qoando o pro-
cea o evidaitj .icnle aulla.
E 1 1-1 de 18 de S temb'o de 1871, comqaan'o
exclaa o htbaai corpus na caso de prona 1
: a, ji'avia oaljiiie. se a prononcia for daia
pa juiz evileaiemsnte incompetente. '
Nao ca.testa, antes afirma que o Governo
exerce o seo direlia, oa melbor cumprio o seu
dever, repelliado a mo armada o paquete J-
piter, convertid > em vaso de guerra, persegain
io-o e preidenda os revoltosos que se acbavam
a aeajbardo. At abiia o direito de defesa ; da-
ni es di inte devia omegar a obra da jnstiga.
Ao Go?erno -orna desle eoiij o dever de en
tre ,ar os p--s 1 civis]is autoridades civis para
sa.em procbssiioa e punidos seguoda o cdigo
do sroc.:s-o Q o coligo penal.
Dat-'03. pelo contrario, en fortalezas, incom-
om abuso de poder, qne a. autoridade.
do Tr aunal nio pode consentir aem negar a ll-
berdade individual as garaaitoa qoe a lei fun-
damental IheBassegura..
. SaTOavavaa; pot< que ba iTawa^^ssaaSanr.ieMaavta. le-
Sjaatipaaaraconcessaa do baOeaaveoronav* a ta*
aatseavvoto.
, Vto ouo-se a vatagio e deatMOMe paasaolsawa
de pwaos os Srs : Barros Wrnaaaiet.. aVa-'aata,
Jos Hiato a, Beato Liaba, f\m* Aloma* M.-
cedo Saotvja, Trigo de Coorerov Ao i na dar I':,
Birradasste- Aqaiuo e Ciatro, svasaanda-a o 9r.
dados-aoTribnnaes competent-a sendo a prMo
legal.
O Sr. Presidente declara qne no exercicio de
suas attribuicOes, como orgo da Soberana Ni-
ciooal e na cnmpnmeala dos seus deveres, de-
creta a soltura dos pacientes.
Suapends-se a sessfto emqoanto se lavra o se-
guate acordio :
Accordo
Accoro n. 406 -Wtn, expostos e di cu
titos os oresentes autos de babeas corpas, en
qoe eia pacientes David Ooill e outros, resolve
o Sopremo Tribunal Federal cancele.- a requu
rila ordem de soltura em favor do? detld03,
vista ser llegal a cooservagio di prisio em qu-
sascbSo, dede que se verifica palas auios e pe
lis intarmagO w prastadas,qua os factoa qua ibea
aS-a imptalos nao conattiaem errenes qae os su
jeueio ao foro militarSopremo Trioaual Feda
ral 9 de Agoste da 1893. -Frouae Hanriqaas
presidente.Andrade Pinto.Aquioo e Cas-
tro.Ovidio da L oreiro. Barradaa.Pia e,
\lmelda.Barras Pimeotel.Jiaoedo Saares.
Ferias Lamo.vencidoVaitei pela continua
gio das tcenles na priaio, qae foi real isa ia
por autoridade competente par crime maanea-
vel e em II agrame delicio ; deveodo porm ser
os in-snas pacientes remtalos para o juizo
camptente, atiua de Eer-lbes abi instaurado o
respectivo pracesso, visto nio ser militar o de-
licio commattidoBento LisboaJo< Hy.-
Ferrei-a de Rezeade.Bario de Sobral.Fui
presente e requisita! qae entendendo o T ;u
na! nia estarem em vigar os do s cdigos pe
oes da manaba, pro nuigados em Novemura de
1890 a Marga de 1891, fossem. os pximeiros pi-
sauos remedidos ao jaiz seociooal com >eteale,
vsto nio deacoubecer o meamoT-ibea.il a le
galidadd da priaio effecluada em 11 ig-ante de
licto, e atieota8 aa diaposigas do a t. i.' 2.'
e 5.- da lei n. 631 da 18 Je Setembra de 18)1 e
art. 60. letra.I da C mstituigio. *
O ac:ordo reneltido ao Sr. Ministro da
Guerra com & requlsigio da soltura doa pacien-
tes,
Levanta-se a sessio as 7 1[S boras da noite.
wmsmmmmm^^~^*m
ESTADOS DA IYIAI)
a Q eelaiia pura o offi aiaaa da, r
a reformados ser semelhante aos da acti-
va, oom as variantes ostaba>eaide para
aquellos e actualmente em uso.
Os offioiaav alo oatlad' -ansaior, quanda ar-
mados, devMrlo traater nodalmaa os ala-
mares pendentes de cardJo caos asjratae-
tas de que u*m actualmente.
Par deereto do 9 do crrante foram
nomaadas vica director da escala polyta-
ohnioa o Or. Antonia de Pan Freitas ;
e lente cathedratica da tiahnologia chimi-
oa e industrias chico.cas di 4.a oadeira do
4.a carao de engeaharii indastrd da
masma escola o eogenheiro William Ra
bert Lutz.
No da 9 deste mez depasitoa o Ban-
co Nacional no theiouro felaral a qimtia
de o a lei das aaoiad idas aaonyjaas, airaa de
comaca-r as setas oparag3a>.
Foi concedida a esonerajSo podida
pelo Sr. contra almiraote Jilia Coaar Na-
ronba, do omm nda dt 2.a divisSo da es-
quadra, faanda sob as ordeaa da camaaan-
daoto ebefe di esquadra, contra almirante
Coelba Natto. os navios que form.eam a
mesma divisSo.
LS-se no Pak da 9 da carrate :
c Hantera, a 11 \\2 horas da miahS,
partiram do arsenal de guerra diversae
anias a vapor, candasinda os Sra. gene-
raos Eneas Qalv), encarregada ia mi-
nisterio da guerra, Avila eocarragado da
raparticSo de ajadante-ganeral, Pradarica
da Racha, quartel-aaatrc-^eae.-al, caen-
mandantes e offi;i.as da guarnidla desea
capita' e t-epraseutanla o Sr. m .i-eah-ai
vica -presidenta da Rapubiici os seui i>j 1
daates da ordans capitlas BJuard Sil^a
o Silva Baptieti, qua at dirigiram ao pa-
quete Congt qia acibara da entrar a
barra e a cuja barda vinba o corpa am
balnado da praateado m-arecbal Jos
Sime2o de Oliveira.
O oaizaa qua enaerrava os
m.rachal, transportado para o
solveo nem pelo principia do direito fraocez, qae' maaicaveis, sem (o'Osa nem figura de pracesso,
sj. Paulo
Acaba a commissSo de Paz anda de apre
santar, na cmara das daputados, un pro-
jacto de aotorisagaa ao g averno para brir
o a crditos preciso1 para acqaiaic.ao e
con itrucraaa de edifiaio, compra da mabi-
lia, maabinis aos e maia utensilios preci-
sos para a installacaa. do servido aduanei-
ro a carga da aifandega oreada neati ca-
pital.
Corre que as f oreas di ataca das em
Pirapora, no dia 9, ao voltar para a capi-
tal, p-aticar.tm va 03 distara ios na ni-
trada .
Na mez de Julha eatraram ao Es-
tada palo porto da Saatas, 9 4)3 immi-
grantes, sendo 443 esaontaaeoa, 452 p --
conta da governo o 7.513 por cuota d
Promotora.
Na maoha de 9 do correte foi oa
cantradv, na iJha das Amaras, margena
da rio Tamaaduatchy par lavadeiras, urna
criaba reaem nascida, marta, eavolta em
pannos, e toada no pasooco fariaeotos.
At agora a polica nao deic abra os
sotares do crime.
Acha se ua ci lado do Banano! um
aoganhaira tirando a planta para o no7o
abastecimanto da agua a para o encana-
men'.o de esgotos.
Consta qua os mimbro) do carpo
consular, res dicte em Santas, pretendem
representar aa presidaats da t.tada saa-
tra .larta, autoridada policial que tem esor-
bitado de suas attnbuioo'ss, mandando
maltratar aem motivo d versos esiraagai-
roa.
Os coisales t n o apoto das autorida
dea j idiciarias, que candamaam o proaa-
dim :ata da d ta au'oridade policial.
< iplial Federal
Fj; alterada o uniforme da guarda na-
cionil pe'o decreta n. 150o. expaiido a
9 da corrate, qua assim dispSe:
c O Vica-Presidanta da Repblica dos
Estados-Uaidos do Brasil attendenda ao
que represeotaram os cammandantes sn
otrianid da Guarda Nacional em diversos
(Catados da LTaiSo, resolve mandar substi-
tuir no 3- uniforme, marcada pelo decre
to n. 1.167 da 1 de Dezembro de 1890
para o offiaiaes da Guarda Nacional da
Repblica, a blusa, ora am aso, palo dol
man, c instante da dessripraao ia ilusa, aa-
signada palo Ministro de Estado da Jas-
tic,* e Negados Iatariores.
Capital Federal, 9 da Agosto de 1833,
5- da Repblica. Floriaua Peixoto.
Fernando Lobo.
Descripcao do d al man aioptado para
o 3* u .iturma, ao qual se refare o decre-
to cima :
DoLMtx -Da panno azul ferete, abo-
toada ao centro por urna ordem de oito
botOaa, dispastos do mesmo modo que na
sobreca8aca, do comprimento do b.-aco,
cato adido at to mei da palma da mSo,
carcellas de 6m,22 de comprimento as
costuras da parte trazeira e oom trai bo
toas pequeas cada urna, abertura ao la
da esqaerdo para dar passar^em aos co-
po da espada, mangas, golas e divisas em
tudo iguaes s da sobreaasaoa ; sobra as
costuras das costas o em tola a volta, a
partir da basa da gola, gaaroecido da ca-
d3ro preta de U e seda cam 0",l3' de
largura, que acomp >nhar a abertura da
lada esquerdo e ter disposigito ay t. atrica
da lado direito, sendo este cadarc. por
sua vez tambem gaaroecido em toda o
conprimento e distancia de Om,01 por
um cardao de soutaohe prato de 0ni,302
de espessur -.
Nu paita oito rlans da alamares da
soutacbe proto da a e aeda da O",037 de
aoaaara, pra jados lateralmaate, a pren-
dar nos bato*es do cinto, terminadas na
base pelo 33-jo dc3enho da platina.
Platinas de duas orlsnsj de sarda a lisa
de fiaira de ouro do Oin,003 do espessura
soda um, formiod-i tima maia la cam
tem esenp-
foi compla-
gaerra, foi abi aborto, -ando
dssp-j as do
arsenal de
ratirada o
tai-minado
par
ama
O^.OT do eixa marar,
flecha cam O", 14 do comprimento, aviva-
da* de fazendas da cor aiatinotiva da ar
m ou corpo a (os partencer o offi-ial e
a presos as cstreaiidadas por pequeos
batSes em uso.
Ai caroalla, trap -.ios, p:s:aaas e vi-
703
e baa assim 03 mblemas da arma
ou corpa, sarao igaaes aos actualmante
em uso.
A gola aaraf tambam guarnaaida na as-
tromidad9 par um u.utaoh; preto de 15 e
sida da (a^jOOO? de espeasur.
carpa e depositado na cmara ardenta.
o arsenal de guarra ospar .vam o tune
bro cortejo peaaoaa da familia da illust.e
m-irto e mu'tos amigos.
O oorpo de menoras da arsenal dea a
guarda de honra .
A mesma fulha na edicsao de 10 ac
erescaatoa :
c Caosta-nos que ser iabumalo 110 da
1 de Satembro pros ra a o corpa e^ba sa-
mado da marechal Josa Si ao.Va da 01-
veira, qua sa acha em ci mar rdanla no
arsenal da guerra.
Aa forcaa da exercito, q ia tea da pres
tar as honras fnebre), Burlo commanda
das polo general P^dro Xavier da Cma-
ra.
No da 8 pala madrugada declaroa-ae
tremendo iocandio no estadelecimento de
maahinas de costuras e seus partences, de
Max Nathman & C. ru do Cu/idor,
sendo completamente devarada peas cha
mrs ; pois, pela domar 1 da conhecimanto
dado ao corpo do b.-mbairos estayau da
testa, quando esta sa apresantou no thea-
tro do incendio, cuja origam ainda das-
coohecida, j a cumiaira do ediflaio tioha
abatido, o precisamente nada mais havia
salvar.
Todava, para dominar as e~orm.es lin-
gaas de fogo alimntalas per toda casa
am ruina 1 (oi pecisa recorrer aos regis-
tros, e ab: teve ainda corpo de bambei-
ros de lutar oom a sempre notaval taita
d'agua.
So todos os reg'stros a qua se applica
vam as maogueiras, nao se encontrava o
aac issaria liquido.
A do al, o carpo de bomberas retirou-se
s 7 horas da manha, deisania o predio
completamente reduzido a escombros
Na casa Nuthmann nSa dorma pas-
soa alguma, era sostuma fechal a s sete
Loras da noite e abril-as s sete horas
da manba; assim proceda sempre o sub-
gerante e interessado Sr. Jos 8-beiro de
Arauj qua ainda carraca as portas na
occasiao em que des&lava pela ra do
Ouvidor a parade aux lanternes do Bello-
dromo Guanabara a retirava-ae para sua
casa, ra Bella de S. J0S0, em S. Chris-
tavSo, s tand-u o mesma Sr. Arauj a co-
ohaoimsnto do sinistro pela manha, cuan-
do vinha abrir o estabalecimanto, ao en-
aontrar-se com um em pregado que ia levar
a noticia.
O eneansmsrto do gaz nao passava do
pavimento terreo. Ao 1.. e aa 2 andar
s se sabia de dia, e l havia Asados la
treiros prohibindo fumar.
Ioflammaveis nio havia, Apaas ti
nham um pequeo stock de azeite, em vi-
dr a e latas do que se empraga para lu-
brificar as machinas de costura.
Os grandes depsitos da casa Natbmann
eram a roa do Carato n. 4-3 e nos trapi-
ches ns. 125 e 127 da ra da Sade.
Bstabeleoimaotas filiadas tia'aa um ca ra
do General Cmara cam a masma firma,
ou tro em S. Paulo, sob a firma de Fre-
derico Schutz & C. e um terceira em
BaaaosAyras, sob a firma Nathmain
a
O edificio de que propriatario o Sr.
Paulo Loray, estava seguro por 150 OOOij
a o estabelecimanto tambem o estava na
Campanhia Imperial Fire I.suranca em
1.0)0 libras, na Compa-ahia Trauaatlaati-
ca em 133.000$ 03, na Hamburgo Maf,-
o'erberg em 67.000i5K)03, na North Bri
tish Marca .tila Iosurance Company em
5.000 libras e na Pheais Fire Offiso em
l.OGO libras.
No inquerito aborto pala polica a
tem importancia o depoimanto da Sr.
Nothmann, em t.rao do qua' giram
declaracSaa dos damais interrogados.
Di elle que tinha fazsndas dentro
predio no valor de treseatos e tantos can
tos e que a sua venda mensa.1 ca me
dia, de 25O.OOO0JOO.
Nida sabe sobre o que pests ter sido
ori;em do fogo. Aponas tem c.nh.ci-
menta da que s 7 horas da Doita da 7
desfilara pala ra do Ouvidor urna pas-
saiata, a cuja trante se atu -.?.. fogeetes,
urna do cujas flechas cahio sobro o telhado
do sua casa.
lato pode ter ido causa do sinistro, po-
na difficil ser proval-o.
Na entretanto, a seguranca com que
propietarios e empregados deaaa esta-
belecimento garantem qua nada absoluta-
mente nada fie au que pudease produzir o
fogo, deixa admittir byp theao de urna
qualquer causa externa.
Com o servigo da estinejo soflrer^m
muito as casas Laemmert i C, Ouvidor
66, cGaceta de Noticias, Ouvidor 70
H. Marti da Ra* do Rosario 67. O so-
bre do da mesmo, caaa, onde
torio o Dr. Qioiroz Barros,
tantento alagado.
Baala
Datan at 12 de Agosto.
Fora votado pelo Congresso o aanoaio*
nado polo poder executivo o projecto con-
cedendo aogme to nos vencimentos doa
funecionarios pblicos.
Refere o cRegenerador de Naza-
reth, em data de 5 do corrente :
t Na tarde da 2 do crrante mea?, den-
sa um grande desmoronamento de una
sobrados, partencantes Sra. Baroneza
da Taytinga, vulgarmente conhacidos por
cinco sob-adoa ra dai Ptadras, desta
cidade. Tres desses sobrados fiearam
quasi arrasados, conservando-se apenas a
frente em p, e o quarto ficou maito es
tragado, amaacand > ruinas, nio follando-se
no quinto, que antea deosr desastre j
tensa se estragado, nSd* tando tambem
ab tido por ficar diante das que c-.luram.
As irmaes do Sr. Antoaio Ptaheiro
da Freitas, que residiam em um dos so-
brados qae des.bara-n soffrersm grandes
prejuiaos, pois l fiearam movis de casa
e consta nos que joiat e ontros objectos
da valor, conseguioda salvar poucaa ob-
jectos e estes estragados, sendo qae sb
d tas seohoras salvaram-ae por amo otea-
da de mo, que fora coUocaram sobra as
jaaellas do sobrado.
Felizmente, na houve a lamactir se
morta alguma, isao graraaa Divina Pro-
videncia, visto como algucs daqueles so-
brados eram habita los, nao s no alto
como no pavimento terreo, tendo apenas
sido offndida um prata volha cam feri-
an: n tos que nio offerecem gravtdade.
c O alfares commissario de poliaia cam-
parecau logo no lugar, pastaato algumas
pracas, durante a noite para prohibir qae
se tranBitasse palo passeio dos alludidos
sobrados e vedar o saque, visto como alli
fiearam objectos dos moradores que fugi<
ram espavoridos .
Alagoas
Datas at 14 de Agosto.
L-se no cGuttembergt :
Co no baviamos annuaciado reuni se
no dia II dsa e, a Aaaociacao Commer-
cial dest 1 pr&ga, em assemb'.a geral, para
a presentaelo do rala'.orio, contas o eiei-
5ao da nova directora ; harendo compare-
cido 33 soc oa.
A junta da dircccSo apresentoa seu
relatara em o qual rooatrou o saldo que
havia qi>a ido a Junta tomcu pone a o
que agora daixava, havenlo una diffe-
reoraa a mais da roa 7O0J00O, e cora,tin-
do actualmente 64 socios, mais 42 do que
exista entS a.
< No relatorio, fez anda a Junta ex-
planado* 33 acarea de tuda quanto diz res-
paito ao commereio, industria e agricul-
tur?, e qo&aa os meios a empregar para
seu engrandecimento e prosperidade ; ox-
poz a quanto montn a renda do Estado,
da Alfandoga e da Racebedoria c'a capital
na anno de 1892 el-, semestre de 1893,
o valor da importa^ao directa e por cabo-
tagom e da exportadlo, o numero de na-
vios qua frequantaram este porto, etc.,
etc.
c Depois de approvadas as oontas do
thesoureiro, toi eleita a aeguinte direc-
tora para funooionar dorante o aoma so-
cial :
a Presidente. Tiburcio Alvea de Car-
valho.
Vicepresidente. Joaquina Jos de
Araujo Lima Rocha.
Secretario.Liberato Mitohel.
c Thesoureiro.Domingos Joa de Fa-
rias.
< Que a AasooiagSo Commercial pros-
pere cam a nova directora ala os nossos
votos para bem e no interesse do proprio
commereio.
aa
do
REVISTA DIARIA
Tarifas da estrada de ferro ilo Lt
uioeiro Veio bontem ao nosso escriptorio
urna commiesao de commerciantes da cidade de
Timbabi, e nos commonicou que, com poderes
do commereio d'aqnella prospera cidade, dirlgi-
ra-se esta cidade com o intnito de reclamar
contra a tarifa movel e diQerencial pela tasa
cambial de qae (oi autorisadi a usar e est exc-
cutando a estrada de ferro doRecife Limero.
Di8ie-oos o relator dessa commisso que, cae-
gando com seos companb?iro3 esta cidade an-
te bentem larde, bontem diiigiram-se todos
Aaacchcao Commercial BeoeQcente, cejo auxilio
mpetraram para a eua reclamacao, visto ser
essa Assocaco a genaioa representante da
classe ao Estado.
E accrescentou o mesmo relator que, acompa-
Dbados doSr. vlce-presideate da referida Asso-
ciatao, foram entenderse a respeito da alludida
rec!amac,o com o Sr. superintendente da ferro-
^ia, rote quam lizeram valer as razOes que mo*
tivavam a mesma reclamacao.
E termioou dizendo-nos, o i mencion.do re-
lator da commisso, que o S\ so pari tendente
da ferro-via do Limoeiro, sem acqaiescer clara-
mente qualquer redcelo na augmento tarifal
em esecnsao. ia estadaro assamplo, coja sola-
cio em todo caso nao dependia exclusivamente
'elle superintendente, mas tambem e priacip 1-
meote do governo federal.
Por sea lado, o Sr. vice-presidente da Aaso-
ciagi Commercial Benecente prome.leu ai-
ludida ccmmi8eao que reunira hoje os seus col-
legas da directora, e qae resolverlam em sessao
sobre o modo pratico de prestar o auxilio recla-
mado pela commisso de T.rubaoba.
Pelo que deprebendemos do que nos disse a
conni88aa do commereio de Timbaoba, reco-
nbece este a razo determinante do augmento
d as tarifas, mxime depois qoe foram elevados
03 vencimentos do pessoal da estrada de ferro
em conseqnencia da caresta da vida ; mas acba
exessaivo o aogmento autorisado e j em execu-
^aa, c precisamente contra a exorbitancia des*
se augmento qae reclama.
Com effciio o augmento foi forte de mais. Fo i
elle para a mor parte dos gneros de 5 / P^r
cada i dinbeiro ub ixo de 20 dinbeiros estril.
nos para a libra, enceccac feita do fumo, que
ol', tu apcoas a aggravacSo de 3 % as mes-
mus condicOes.
Ora, regalando actualmente o cambio sobr e
Locdres 12 d segue-te que a tarifa de trans-
'



>
flEGiVEl


M

BfUTTO tJW
jfoliita-Teira T7 3e Agosto He fr338

porte do fuma aana-se agora soor;carrejada
cotn un augmento de J4 % e os do* domis g-
neros com tO (..
E' reilmeate milito pecado; e maia pesado se
toroara aioda se, contra todas as previstos, o
cambio balsar aioda mais. Se elle bailar & 10
d., a agravacao ser para o fumo de 30 % e
para os demais artigos de SO '/ !
Acbamo, poi, procedente a recianaci, tanto
mai9 quanio preciso atteader maito isto
o commercio de Timbaaba solicit id j pelas doas
liobas frreasRecife a Ltmoeiro e Conde
d'Eo, da Parabyba.
Se anbais'ir aquella tarifa movel exagerada,
grande par e das mercaduras de Timbaooa e
das comarcas limitropbe.', qae se eacoam pela
linba frrea do Limoeiro, aeran [oreadas a se
desviarem para a Parabyba, a despeilu de nao
offerecerem as condlcoes do commercio u'a a?
mesmas vaniagens qne as do Recife.
E desi'arte vira a ser prejocado cao ( o
commercio, mas tambera o thezauro do Estado,
cojas reodas serio fatalmente attiogidas.
Qie se conserve a tarifa movel e gatada pela
depreseao cambial, pasa?, se o pensamento do
goveroo cobrir a garaalla de jaros do desfal
qne qu' traz renda da estrada a verba diRe-
reocas de cambio; mis que seja ella redolida a
50 / do qae fo autorisado, iato passe a ser
de i e 1/ /. para eda i dioheiro esterlioo absi-
xo de 20 no qne concerne aos gneros qtie age-
ra fo'am agnvado3 em 5 "/ por diobeiro, e pas-
8e a ser de i e 1/1 % a agravicio para o fumo,
as mesmas coid;coes.
Easa tarifa movel tero, pirero, ao nisso ver,
nm grave inconveniente p: em tortucas tan-
to o productor cmo o commerciaate interme-
diario na avaliaclo justa do preci dos geoeros e
por tanto no arranj ment de suas transacO's.
Tem ella certo aleumas van'.agen, mas estas
nao faiera deiappareeer aqaelle inconveniente.
Nao s extraos, poi?, que acordemente com
os reclimao'-ej de Timo. ia, pretiramos laxa
mjvel do augmento ama taxa flx, 10, lo cu
mesma 20 .. sob a clausula de eliminaco logo
qoe o cambie exceda de 20 J. esterlinos ou logo
que o deeovolviraento do tratVgo da estraaa de
ferro do L moeiro t-aga una rasoavel compensa-
cao para o excesso actual de despaia, iito ,
logo qie a garanta de jaros Hqu? coberla.
E' i9to o qie oa esp ce nos parece mata ra-
soavel.
Gabinete Portugus de LeKura
Reslisoc-se ante hontem, como eslava aonun-
ciado, a fesia Iliteraria com que o Gabinete
Portoguet de Leitura commemorou o 41 anni-
versarlo da imu.ara.S) de soa Biblioteca.
O si'm di elirjjio do Gabioete estavim
Simples elsiiimsi'.e decorados, e foram qua
insufficie:: e^ira coner o coiviladis e con-
currentes di Jaa'a, qu;, em nuaaero notavel,
compareceram.
Fizeram si li representar tnias as clagjes da
noasa siciedale. e especialmente tlmtraram em
tomar pirte ni fesia as numerosas aasociaces
que conta a cidade ao Recife.
Ao meio dia, instalada a mesa dirigente da
aessao, mesa que era presidida pela Sr. Antonio
Joiqoim Barb03a Viaona, foi declarada aberta
a mesmi B8S0 e dada a palavra ao orador
official di; assocUco, o Sr. lolJ Alfarra
qas profera um notavel discurso, prendendo a
atteaca do selecto au litorio por mai3 de meia
hora, e mi-ecenlo abrois applausos ao con-
cluir sua oragao.
Ssg-itram-si le na tribuna, seganlo a or
dem das inscripto ;s oa Srs. : Dr. Mariins
Jonior, orado: lolistuto Archeologico e da
Sociedade Propagadora, a Exam*. S'. D.
Anaa Francisca Souto. oradora do C'.ab Littera-
rio Pinta Jjaior Dr. Toim G;bsoo, orador
da Pitia Cvlca; o Sr. Jeai ni dos Santos,
orador d Aihmeu Musical ; o Sr. Joao Barreto
orador da Sociedale rhlimatica ; o Sr. Earico
Wanderley, orador da Sociedade LHteraria Tdo-
maz Gonzaga; o Sr. Sevarioo Marques, orador
do Mon-e Po Bam Successo ; o Sr. Odilon Ns-
tor, acadmica de direito; o S-. Henriqoe de
Barros, orador da Sociedade Literaria Goncal-
ves D.as; a Sr. los loelbo, em oome do Com-
mercio de Pernambuco; o Sr. Nereo Maclel, pela
Sociedade dos Empreados do Commercio de
Pernambuco; o Sr. Paulo de Arroda, pela So-
ciedade Recreativa Commarcial e em altimo lo-
gar o Dr. Jaaqaim Salgado, digno Cnsul Por-
toguez.
Bram cerca de 4 binada Urd3 quando termi-
noa o s*r*.j Iliterario.
Dorante a fesia toca'am as bandas de romaica
do Corpo Policial e do li batalho de iofanraria.
A" no*tc o edificio d j Gibioete Portoguez, pro-
lasamente 'omidado externa e internamante,
eateve em expocao publica entre 6 e 10 boras;
e foi varado por l rinde numero de peesoas,
i nelus ves mui'-as familias.
Ali tocaram, ento, alem das dua3 badas
marciaea acia indi ad.s, mais a pbilormonica
do Club Matbla8 Lima, qae assim foi assoc'ir
sea fe8ia do Gabioete Portoguez ae L-itcra.
Foi, pelo qne lica narrado, ama festa explea
dida, qae fez recordar as de igual genero ouv'ora
effeclualas pela distincta Asso:iac5o do Gabine-
te Por'oguez de Lacri, fesiaa qao tornaram se
aflamadas, e qaa nos grato ver agora revivi-
das.
Sauamoa per isso "a illas tre Associacao.
Pr.>motcre publlcoi Por portara do
Exm. Sr. Goverodf do Estado, de 12 do cor-
rente, f exonerado o bar.harel Pedro Alexan-
dri30 Machado Jonior do cargo de promotor pa-
nuco do mooiiioio de Ala. a de Baixo.
Por portara de igoal data, foi removido o
bacbarrl Joao Baplisla Giocilvea, do cargo de
promotor ublio do municipio de Granito, ao
qul anoexo o de Exfi, para igual cargo no de
Alagda de Baixo.
Por portara da mesma dita, foi prorogado
por mai; trila di;s o praao marcado ao bacba
re Jj&3 Chacn, pira aasumir o exercicio do
cargo de promotor puolico dj municipio de
Triomriho.
Minlalerlo da Jutlea Por ea'.e mi-
tuerto foi exiedioo o s-guintc avisj:
Miaiaterio __I.* tercio.Di'ect*u Geral dr, nter; jr.C-
plttl Federal, l e Jolbo de 1893.
Ao Sr. P,e8t lente do Estado do Amazonas.
o 'nmpetindoao goveroo pronuooiar-ee so-
bre a nillidade de um alisiamenta eleiloral, nem
mandar proced r a ootro fra do periodo desig
nado pir le, declaro, em -espoeta aooflio n.
3 Je 14 do mi-z rJudu. e para o faze'des con-tar
ai )re-ii.*rr. da Inteidencia Municipal de Ma-
m {, qa*. dda a hypotbese de oo ter sido o -
timd.< a qaaliricacao dos elaiiores lo referido
Mintci .io. nos '."'oa do art. 17 di le d. 35. de
36 de Janeiro de 189*, cabe-lhe apenas agaar'ar
aova poca legal.- Saude f'aieroilale- Fer-
nando L bo*
Acertada nomeaaaa-Por telegrammas
ofclaes estamos iaformados ter sico nomeado
director e eogeobeiro cbffe da estrada de ferro
central o dicitocio e-geLbeiru D-. ToeopbUo de
Vasconcellos ictoal iaspector geral do trafego.
Ni o ft-licitamos por tojosta boireoa.em aos
seos elevados merecimenioa.
gTelegrapbu \acluni -En data de hon-
tem dos foi com uoicaau pela es' ac > do Tele
erapbu Nacional, nesta cidade, qae fartralaio-
goradas as esla.es telegrap^icas : de Vassoo-
rae, no Estado do Rio de J.oeim, sendo a respe
ctlva abreviaiora v ; e a de Paimyra, no Esta-
ao de Minas Giraes, sendo a respectiva abrevia-
tura Pal.
Para timbas essas novas p-Ucos lelegrapbl-
cas, a taxa por palavra de 70 rea, a pi'tir da
Estagao Cen ral.
Conaelho IliterarioReonio-se bontem
em sessao extraordioana sob a presidencia do
Dr. inspector geral da iost-ucci pcbca e com
a presenca dos Drs. Birbisa de Araojo, Peno
Larreiro, Franco de Si. regedor do Gymnasio,
director da Escola Normal, Cicero Pereenoo.
Loureiro e professores Fragoso e SebastUo Brao-
dio.
Foram lidos e approvados os seguin'es pare
crea:
Da 3' f ecco, relator o Dr. regedor do Gymna-
sio, eonre a petico 'a pref-ssora Mari< Paulina
Alves dos Santos, reqaereodo a gratilicaco de
boos servicos; coocioindo que a pe iciooana
erH oo caso de ser at en da.
Da mesma secjao, relator o Dr. Cicero Pere-
grino, sobre a peticaoda professora Isabel Fraa-
cisca de Qaental, reqoerendo a gratiricacao do
bons serncos; coodulodo qoe a pene coaria se
acba no caso de ser atteodida.
Da mesma secc2o e relato*, sobre a peiicio do
professor Ped o Pereira de Sonza L<>m3S. reqa>-
rendo a g-a'ifisacao de mrito; conclaindo qae
est no caso de ser t tendido.
Da seccao. relator o D'. Lioreiro, sobre a
pet'cao do nrnfeasor jubilado Joa^uim Elias de
Albaqaerqoa R-*go Barro, reclamando contra a
retirada da proposta do profesaor Brand&o, no
sentido de ser considerado membro honorario
do con?e!no e rfqnereodo esse titulo; "ncluio
do que fosse posto em dlscusaao o irimltivo pa-
recer que se julgou D'ejodicado com a retirada
daquella prop conhecei- o conae'ho versar o geguodo parecer
so bre materia ja vencida.
Resolveu o mesmo conaelbo unaoimemenle
que se cjnsigras^e na acta om voto de pezar
pelo fallecinemo do Dr Ayea Gama e se ele-
gesse una commissaj para asslstir as miaaas do
stimo dia, a quil ticou comnrs'.a do D\ in^pa-
ctor geral, Pjrio Carreiro, Re b38tio Brando e Barbosa de -aojo.
A lagrimaDevido obaequiosidade do
Sr. Leopoldo A. da S lveira, temos sobre a mesa
de trabaiho um e-e npar d'anaefplenlida poe-
sa aasim denominada, da p^nna do eminente
poeta portoguez Guerra Junqueira.
E-si lindissima produegao encera-se n'om
mimoso folhelo de 14 paginas primorosamente
impre8so e elegantemene brocbado.
E' eacrip'a em correcto esiyio e em versos
alexintrinos dos qo cam lana aatorilade a.bu
escrever o grao le poeta.
Agradecemos o exemplar alluiido qu; nos fui
enviado.
IberiaE se vapor sabio de S. Vicenta no
da 14 aa 2 brras 'a 'arte, e esperado no da
19 do correte, Dpla manba.
ecebedoria do Bulado -T --nl.ia bre
vemen'e o praza de 30 (lias coaceidi-' aos Sf.,
coolribuiotes dsscla^se ni. 2. 4 o 6. 7 9 li,!
13 17, 13, 2!. 23, 26, 27 28, 29, 33, 35. 36 e 4?,
par pagamento dos respectivos impoatos, Inde-
pendeos de mnlta.
Tbomaz ConsigaOs memb'Oa dessa
associacao lineara reunem-se hoj, s 4 >iopa*
da (arde, .tim de iratar de diversos assomptos.
Deverao comparecer todos o s cioa.
Cavalbclroa da Eporha -A directora
desse Glab Carnavalesco offereceonos um exem
piar mr.-e.-ai des estatatosdomeamo club, fine-
za qae swmos gratos.
Fnsim u-h VarellaA socieiafe acsim
denominada fon^ciona hoi, s 10 e i/2 ho-as da
manha, no edificio do Lyceo de Artes e Olh
clos.
Fallec ment-A d 10 horas da noite de
14 do correte falieceu, nf ata c dade, vcma de
prolongados padecimentos que zombaram da
sciencia, D. Annunada Teixe'ra Lam-ga C m
pello, digna consorte doS\ Viceole Lt :io Costa campello e sogra do S-. Sebaatiao Jos
Bezerra Cafalcaota
Tioba a rioada 38 annos de idade e era ucea
reapei'avel ?eobora, iao eetitaaaa na soa fami-
lia, qaao apreciada pelas pessois de su cOes.
O seo t nterrsra' nlo ffectuou se a S boras da
tarde de ante bontem, compareceado ao acto
mullos amigos e parentes de seu digno es-
poso.
A' eate e toda a familia apreaenlamoa peza-
mes.
A diiriiiio da canna 1 Sr. Dr. F D.
Draeoert escreea ao Jovial do Commevcio, oo
Rio :
Apresenian 1 a algomas observc6es relativas
ao artigo pobliato os Gazetilha ai bontem, soo
a me?ma epig'apbe, nao nusso p'ooasi'o sus-
tentar nova polmica gemelbanie aquella publi-
cada durante 03 mezea de Jalbo, A?ost i e S ;tem-
bro de 1891 oeste oera conceitaado Jornal, por
que tenaaaos oe repetir a meacia argumeotaca
com outras expe'ie icias moderoaa, maa sim so
e nicamente chimar a a'.tengao oara antro au
xilio que oo altimo rotatorio do ministerio aa
industria tao acertadamente foi apootario.
Erte meio tem sido sem.a.-o preferid j pelos
Estados que bem entenaem o modo de fomealar
as iodusirlas. e o de experiencias directas.
r Em 1887 o aosso goveroi tambem as-im o
eniendeu, nom'aado ama commisso pira es-
todar a dlffoso, mi s de x>u de prosetruir neste
camioho, ja porque julgou sufli nemes e muim
aatiafactonos oa resultados obtidos. j po qie
na) quiz abandonar o syatema de garanta de
joros, esperando paier obler anda boro resalla-
do, loeo qte tive je nauta cauto a as coaces 6;s
concedidas da accordo com o regolimento de
1888.
c Maseite, por ser considerado draco iaao,
foi logo soisiiloido pelo de 1889.
SoS-iiVieram os desastres liaanceiroi, em vir-
tode do qae oeanama cance.ssj v;ngau.
Ja em 1888 lembramos es e meic, isto o
estabeleclmento de orna fabrica com dilTu3ao
por coqU do goveroo, em urna regiao aaso arei-
sa, fabrica que, depois de bem exp'nmeniada
doraaie alguna anuas, aindi por conta do go
verno. soj a dlrecco de proriasionaes reroabe-
cido?, seria cedida medanle nlemnissto a
urna aasociago de agricuito-es ia:eressado3 de
localidade respectiva.
Po m o orcamen'o naa aoterisava a fa
zel-o.
Ao p desta fabrica ponera simoitaneamen
te ser organisada orna estaco agronmica para
o eslodo do cultivo da canna e fibrico oo assu
car, a exemplo do qoe es Pa zes Baixos ha mais
tempo ja tizeram na Jva.
Nos Estado* Uiitos da Narte-America exs
te a repartico de cbimica (D 'part.ment of Gbi
miatry), no ministerio da agricoltara, o q al di-
rige armbanles experiencia.
8 problemas praticos 6 se re olvem p:r
experiencias bem di-'gidas, soba dtreccaide
protissooal.
Eis porque todoa rs Estada cuoi estaae
lecem ioslitmcs ou es'acOss ag'onomicas para
fomentar aagriculiu-ae industrias aonexas, qae
slmullaneamenle podem servir de escolas prc-
tissionaes.
Ja nao ba qaem negu a ot-lloa le e o ser-
vicos ja prestados do Instituto Agro'omco em
Campias, creado pelo goveroo iao<:ar bica.
Mutias ouiros institutos similares se profBC
taram, mas infelzmenie ainla uaa faran o-
canisados.
" TMvez seria pcssivel entrar em camb n; caj
com alguma conpan ii cooeesiiooaria d* fa-ir:-
ca com diflaaSj, qie \ trnio Imo despez-
comacquisigaa le incuioai nao pie con loir
oa traDal'iOi >U es'aoeemento par falta de
meios.
Um plano elaw.r'o oeste sentido taire* en
contrasse favoravel actih ment pelo Cons.e so
Nacioaal.
__Aioda sobre o n> mo assoropto escraveo
4 mesma tama o Sr. D.1. Jos Simss da Costa :
permita qo eo veuha unir os meas aos
proteios da i lustre cogenheiro E nardo Clau-
dio da Silva, pelo qae diz respeito ao paraga-
pbo seguinte do relatorio de 893 do mioistro da
industria : no in'uito de acorocoar o systema
da diflusaa, cojos resoltados :n sido saiisfacta-
risia nos Estado'Uaidrs da America do Norte,
em Cha, Goadeloape e Java.
Nao certo qoe o proceaao de diffasao ie-
nha dado-bons resoltados na America do Na.-te
Cuba oo Gaoaeloope; oto cooaeco Java e, por
laom, me cioja aos pim^iros lagares indica
Oos, a 'Cresceuiaodo anda qoe aa Goyaoa Brl-
tinaica as xpenen :ias feitas em doas osinas,
con o mecbaniamo, mais aperfeicoado da fabri-
ca Smeeraasea, ruoliaram no maia completo
Basco Moancei o.
O syatema Tripple Effart e o de Yaryad sao
os que roelbori:B re-altados 'm dado que- em
I.ouisuai. Giba. Goadeloape oa Guyana Britao-
oca e a ultima ioveoco de molobos descoberta
por Mr. St-ke (homem de (d-), permiitindo a
eil-a' cao de 95 0/0 da materia sacha'ina da
caooa de assacar tem dad i resaltados qae of-
foscam por completo aqaelles qi os mais ex-
tremados advogados do syatema de diffasao po-
diam .lmejar.
Bmpregado* publico* estadoaea
apoaeuiadoa Devem reunir-se boje, a ama
hora da larde, no Lycea de artes e Ofcios, os
Srs. emp egados estadoaea aposentados, segun-
do o convite qne tem (ido felto, repetidas ve-
zes. em oatra seccao desta folba.
Teodo de ee tratar de aaaumpto de irajeresse
para a cla?6e de esperar qoe i reuoiao com
pareca o maior Damero poseivel dos coavoso
dos.
Teleirimnat retidosAcham-se reti-
dos na Eatacao do Telegrapbo Nacional do fio
cife os seguales telegrammas:
^.Eduardo, de Barreiros ; Rivera, da Parabyba ;
por oo serem firmas registradas. Senhor Cabe
del lo, da Babia; i goora-ae a residencia. >-
Anizio. de Theresloa; Alfredo Al ves, do Rio
Formoso; avisos para Almeida Pilho e Manoai
Telvira.
Tbeatra Sania IsabelRealisoo se an
e Qontem o espectculo da compaobia Rapbael
Arcos, dedicado classe commercial.
A coa correncia foi regalar.
Us aniaias dasena leobaram se conteoto ge-
ral do i oapeisde qoe fo-am iacombldas, sil un-
tando se o Sr. Arcos qae foi maito appliodldo
a o cantar o ioteressaole terceto das Ratas da
Revista Tim tim por tirx.
A orebeatra coctiilon admiravelmente.
O Sr. Arcos a bem dos crditos dos sena es-
pectculos d vera esforgar-se por melhoraNa.
Recreativa Juventude Essa saciada-
de realis )U um baile em commemoracao ao an-
olveraano de soa fundacao.
F.)< urna festa orilbaote, sendo a concurrencia
extrae rimara.
i'niao Familiar -Essa importaste aaso
ciagao danaante oea no ultimo sabbalo ornea -
pleadido sardo, qae eateve muito concorrido.
Seoboras e cavalbeiroa de oossa lite social
abrilbaotivam 03 saldas, prolongaado se as daa-
8as at a madrugada.
Os direcio-es da sociedade foram locansaveia
em atteng&es aos seos convidados.
Ciremlo I Fnoccionoo oo da 14 essa sociedade seb a
presr Obtendo a palavra o presidente, dissertou so-
bre a asiociacao, fallando depois o Sr. Mo iteiro
Lopea e profes3or Joo de Dos, propondo este
altimo roco um voto de louvor ao presidente
oda na do digno cam qoe tem estado i freute
da sociedaie.
Em seguida foi dissolvida a rtonl&o e convo
cada ootra para domingo, s !0 horas da mmna.
Aaaociaco Medico Pbarnaaaeutlca
Rene .-e hoje em seasao no logar e har da
cosime pira dar posse a sua nova Directora.
Corpo Policial Servico para o da 17 :
Rauua maior, o Sr. Capio Laoremo
Randa menor, o Sr. Alferea Vaaconcellos.
Guarda de Palacio, o Sr. Alferes Jas B ;nto.
O corpa dar as guardas de Palacio e Casa de
D -tenga \ om o uniforme a. 8.
Proclamas de casamentos Foram
lidoa no domingo, 13 de Agosto, oa matriz da
B ja Vista, os segaiotes :
Primeira deoanciacao
Felipp* Gantil da Silva, com Maria Theodora
Ferreira de Paola.
Francisco Jo- Soares com Conatancia Leopol
dina de Fontsioba.
Rufino AIV83 Monteiro com Adelaide Lo.aes
Fernn des.
Sseanda denanciaglo
Olegario Vicente Ferreira com Gartrodes Ma
ria di Couceicao Leal.
Lja idr.i de Franca com Maria da Luz L ora
do Bsnlrllo Santo.
Gabr el Barbosa da Silva com Mi riaona Oliva
da Cos-a Ferreira.
EstevSo Rodnijaes de Soaza com Mar Jesoi
na da Silva.
Emite Marina Villa com Petrooilla Los de Al-
boqaerque
Maoo-1 Gancalvea dos Ssnto3 com Mirandalioa
Das Smpalo.
Cyp-iano Firmino Cordeiro com Florencia Pin-
to de Sooza.
Jos Jacintbo Vieira com Emilia Cardoso Maa
carenhas.
Ao-onio da Silveira Lima com Balbina Leite
da Silva.
Terceira dennnciagSo
Ermiro Aogusio de Souza com Maria Laura de
Carvalbo Gosmao.
Foram li ios na .terca-fetra, 15, na mesma
matriz da Boa-Vista, os aegninte:
Pnmeira deaanciagao
Manoel de Soaza Lapsa com Olindina Maria
do Nascimenlo Sopea.
Dr. Tbomaz Gomes Viegaa com Mara Isabel
Gaimares.
Segunda denonciacao
Rufino Alves Monteiro com Adelaide Lopes
Feroaodes.
Fraocisco Jos Soares com Constancia Leopol-
dina de Footainba.
Felippe G-iOlll da Silva com Mara Theodora
Ferreira de Pao'a.
Terceira denonciacao
Jos Jacintho Vieira com Emilia Cardoso Mas-
carenbas.
Leacdro de Franca com Maria da Luz Liara
do Espirita Santo.
Olegario Vicente Ferreira com Gertrudes Ma-
ra Eitevao Rodrgaos de Soaza rom Maria Jesoi-
na da Silva.
Gab-iel Birbosa da Silva com Mariana Oliva
da Cosa Ferreira.
E niie Marina Villa com Petronilla Llns de Al-
buque-que.
Manoel Gongalves d03 Santos com Miraodoli-
na D.as Samoaio.
Cypriano Firmino Cordeiro com Florencia Pin-
to ue Sooza.
Aitocio da Silveira Lima com Balbica Leite
da Silva. m
Casamento civil Foram afnxados co
dia 16 do crreme editaes de proclamas de ca
sameoto dos sezolotes cootrabeotes:
Saeandos proclamas
Pedro Mooiz Tavares, com Mara do Carmo
Aires a Costa, aolteiros, resideotes oa fregu
zia de S Jo .
Jas." Ferreira de Souto, com Olivia de Oliveira
Lopes, solteiros, residentes na fregoezia de S.
Jos.
pr'meiros proclamas
Manoel de Sonza Lipes, com Olindina Mara
do Nasc'mento, solteiros, resideDtes oafregue-
zia de Santo Antonio.
An'onio Paacboil do Bom Fim Ferreira, com
Mala da Paixao Carmo Rioero, solteins, resi-
dentes Da fregoezia de S. Jos.
Julio Bezerra da Rocha, com Francisca Mara
doa Santos, solteiros, residentes na fregoezia do
Reife
Lie' oea -E'Jectuar-se hSo oa aegoiotes :
Haje :
Ni ra Duquj de Casias n. 35, pelo agente
Oiivei-a, s 11 horas da manba, de movis, lou-
gis, vidrr8, etaaeree, quadros, etc.
Palo agente Martina, oa roa da Palma n. 101,
e -no es, icugas e vldros.
Ami'-h i :
Pelo agente O iveira, oa roa da Saota Cruz n.
17, j 11 horas, ca importante armagia de ama-
gao de amare..1 e balcao.
Pelo sgeute Borlamaqol, ua roa do Hospicio o
43. s li bor3, de movis.
Pelo agsn'e Gasmo, no a*maz:m ra Mir-
43, s 11 horas, ta ca?9Tr;r-
nso do Runa
vapor date
18,58 85
19,65 83
19,50 81
19,81 Vi
1859 61
Na matriz da Boa-Vista, s 8 nor.s, pela alma
de Jos Meirelleo dos Santos.
PassaselrasSaaidos para o sol na vapor
nacional Ala..s :
Dr. Lioreotioo M. de Aievedo> e i sabrioba,
Dr. Beo]imio Pereira do. Carine e 1 sobrinba,
Antonio B. da Silva Coelbo, Elvira de Soaza, V.
P. de Faria, Jos dos Santos Cordeiro, Heorique
Wi kea, Mara F. da Armoociacao, Joio de Sonza,
Francklin Gameiro Candida Gamsiro, soa mai e
1 criada, Alfredo Halliday e sua seabora, Fono-
nato T. Carvalbo, caj,uSo Eugenio Biliencourt,
Jos de O iveira, Catio Lou'eoco, Antoiio Fer
reir, Joaquim G. Ribeiro, Alfredo G Ribeiro,
Eroeato Ga y, Mnonel G. Ribeiro. Obidulia Pas
Cioal, Dammgos Matbaos, Jo i Bo uriis, Alian
so de Azevedo Mala, Candido A. Sadr da Molla
e 2 fltaos, Jalia da Sooza Azevedo.
Cbegadu do sal oo vapor belga Maa'ieljne:
Eugeuio R. de Mello.
Sabido para Ntw Y. k no meamo vapor:
Delmiro Gaoveia.
Cnegados da Europa oo vapor allemo
Porte Alegre :
Cbnstue Sattler, Mara e Luiz.
Cnegados da norte oo vapor nacional Ja-
bnitai :
Dr. Bpiphaoio Sampaio. Fraocisco F. Lima, A.
Franca, ana senbora, 1 Bino, soa mai e 3 criados,
Pedro, Mi niel e Mar a. Joo Beltro, Martobo
Jos Ratina, Ao'onlo Prxedes F. Pimenta, JoSo
Alve3 remandes. J^So H. M. Oliveira, Dr. Laiz
Edmun i Cid, loao M. A. Costa, Raymundo R
dos Sanios, Lioreoco Meudes de Saoza. Maooel
?. dos Sanio-; Melcbudea las Santiago, Dr
ff-.iiM- C. Fonsecae Silva, raa senhora e 1 ene-
Ha, Elvira Fouseoa e Silva, 4 Hlbos e 4 criadas,
coronel Garlo A. C. de Vaaconcello-, Jorge Pea
i, totoolo P. de Medeiros, MaoGel Maoricio
Freir, Dr. Pedro Amorirn, Sancha M. da Concei-
go. Sergio Jo; Ribeiro e sua senbora, Gosiavo
O. II kio8on. Antonio Jo Qaicbaba, Alfredo
Varella dos Santos, Joo da Ura, Jas da Croz,
Maooel Simplicio Monte, logebert lagebresleo, Antr. w T. Tarsin.
Coegadoa do sol oo vapor nacional Uoa:
Ferian a O. Santos, N. S. Paoisen.Jarge H.
Erkbardt, Gabriel de Sooza, Francisco A. S. Soa-
res, Maria Iisb -I. Cyoriano J. da Silva, J. C. B.
C x, paire Francisco M. da Silva Soares.
Sabidos para o sol no viporaemao Pono
Aleerr :
Maria Geralsioa, Jo'qn'm de Oliveira Guia a-
rSes. Qailo A Ibo, Joaqaim Manas de Andrade, Bem. Ro-
drigues
Cnegados do norte no vrpir racional 'Bra-
sil* :
Dr. Graldo Amo-dm, Dr. Manoel Agapi'o Pd-
reira e eua aeohora, Antonio R Braga, Beoj a-
min C. Lacerda, ta-colina, Manoel Babia Sozi-
nho Jos K'epao. Dr. T. M^ira, saa aenhora e 1
ima, coroiel AOtooto Brag, soa senbora e i
crala, J. i Francisco Paredes Pono, Aotonio
Franco de S>, Nstor Pereira, Antonina e 2 com-
pinheiros, Eugenio de Castro Jjvino da Fonseca
e Jao Pereira da Cruz, B. W. ater, JoSo I de
Araujo, Raiolpho Ribeir. Rayruado A. Lacer-
di, Manoel de Oliveira. J lie Santos, D. J. Hol-
mes. Maria Holmei, Joao Holmes, D rao Freir.
Antonia Jas Manos, Fraocisco da Silva Porto,
E. C. doa Sa uoa,-Emiliano de Freitaa, P. de Frei
tas e J. J. da Silva, H. Hrmeto. A. Leopoldo.
aapeeiorla op a.* U'mririo m*?l
liana Kecife, 15 de Aetosla de 1893.
Boletim meteorolgico
Horas Tem. ceni- Barmetro Tetuo do
grado {a 0)
6 m. 13-6 760-06
9 i5.*l 760-93
IJ 15,'3 760-.28
3 l. o/0 759' 69
6 n.6 759-.S8
Temoeratura mnima 27.'00
Temperatura mxima 14.-0.
Ev.iuurago em ti horas ao f o Gao, a sombra
3,n,7m.
Chova 2,t 6,m.
Dircc&o do en'o SE e SSE alte-nados de
meia noite A' O h. 30 m. da raanhS ; S at 1
h. e 14 m. ; SSW a 2 h. e 26 B9. ; ?W at 3 h.
e 17 m.; SSE e S altero dos at 4 b. e 28 m. ;
ESE e -* alternados al 3 h e i2 m. da tarde ;
SSE e S alternad s i t mia noite.
Nebuhstdade media O 57.
Boietim do porto
Pra-mar oa Das Horas Altura
baixa mar
P. M. 15 de Ago'to 7-in da m. 2,-40
B. M. 15 de 1-10 da i. 0,-25
Casa de DeteneAo-Movunecio doa prt-
aos da Cas de IMmigao do R"C fa Eslado de
Pernamouco, 15 d-* Agosto de 1893.
Exiaiiam 431, ent-aram 3, sabiram 2 exis
em 43i
Nacionaea 409, molbees 14, est-angeiroa 9.
Total 432.
Arrscoadoa 403.
Baos 331.
Doeniea 18.
Llocos 2.
Looca 2
Total-403.
NSo hoove movimento na enfermara.
Hospital eedrj ti-C movimento desse
estabelecimsnto a cargo da Santa Casa de Mi-
sericordia do Recie, do oa 15 de Agosto foi o
seguate :
Existiam..... 660
Eniraram..... H
------671
Sabram.....
Falleceram .... *
El,9taia.....i 6
Foram visitadas as eofermarias peloa segoin-
ies mdicos:
Dr. Barros Sobioho entrn as 7 da manha
e sabio aa 8 horas.
D\ alaquias eolroo as 10 1/2 aa manba e sa-
bio aa 11 1/4. .,
Dr. Sirnea Barbosa eotroa s 10 1/2 da ma
nba e sanio as II 1.4.
Dr. Berardo entrn as 11 da manha e sabio
as lt 'i*
Dr. Arnobio Marques entrou as 9 i/t da rma-
ohae sabio s 11.
Dr. Lope3 Pessoa entrn as 9 1(4 da manha e
aabio slOI/i. ,. ..
Dr. Vieira da Caoba eotroa 3 10 da manha
e sabio i 11. .
Dr. Bastos de Oliveira entrou as 10 e sabio
s 11 1/4.
Dr. Tairare3 de Mello entrou 3 9 1/2 da maob
t aahlo s 10 1/4.
Ajudante eutroo s 7 boras da manha e sa-
nio as 4 1/2 da larde.
CemUeriopulleo-Ooita3rio do d:a 15
de Agosto de 18'3.
Mri3 Jalia ebda Civalcante, Pernambuco,
16 auna, solleira, S. Jos ; impaiuiismo.
Aonuociada Tsixeira Lamogo Campello, Per-
nambuco, 58 aaoo, casada, G.-afii ; luoercu-
lase. .
Gaimoas ^e Oliveira Bastos. Pernambuco, 3
anuos, Boa-Vista ; febre 'emitiente.
Ma-u. Peroamoocj, 4 diie, Ssnto Antonio ;
tetaoo iofaotii. ,
Conaianiioo Praira da Silva, Pornambaco, 40
annoa, casado. Grao ; cancro do estomago.
Cosm, Firoambuco, G-aca ; iaviabilidade.
Damiaaa. Paraambuco, G-aca ; inviabilidade.
Amelia, Pernambuco. 6 mezes, S. io; toase
convo'.sa.
Un 'eto do texo feminino, Pernambuco, 2>.
Jos; nasceu marto.
Ma-ia Amnrosln' da Silva. Pernambuco, 17
ana ', solieira, IdiVkU; tubercolose pulmo-
nar.
Eva-is o J -s Pereira, Pernamouco, 4o annos,
viuva, 6i Vsia ; aoeo-lsm?.
Jola, Pernambuco, 3 dia, Recife; convol-
s5es.
B-fzilina, Pernimbuc", 10 annos, 3. Jos ;
access. psrnicio o.
Nosmia, Peroamboco, 4 dla3, Bi-Vista ; be-
morrba.ia um:elical.
d*a nawa iustitiaicSes firma a aa so
caiss no ooraflo do pavo, ualiuaanaaata
iateresaado neata magaa. aaapto.
Qaeatoea palpitantaa a qaa iotareaum
do perto a aorte do aoaaa patria oo ag'-
tam na aotaalidade, o ooavtdan m atieo-
cSo dos qae nfio sao iodiffaroatoi ao noaoo
progresso, o qae pela poaicio qoe oocu-
pam ante a ublica esto no eooo de
eatodal-as, afina do qae a raaolnoio dsllaa
posia lofljir direct menta no ooaao pro-
g'ess ', o eonoarrer para a rea,Iitacio du
desidertum que ha tanto tempo tomos
em mente realiaar.
E' mister qae o aonho dos ooeaae
avoengoa, dessea heraa qae aa bataram
com denodo pe a causa do aosso -diaut*
ment social, dos qoe nlo pooparam ti
torcas e sacrificios em prol do ideal que
V(ti)8 em parte realiaadoO mistar, repi-
to, que eaaa aapiracSo sublimo torne-se
urna realidade completa, que essa utopia
de tantos cerebros pcBSbatas tradaaa-sc
boj9 oa felicidade real do nosso bello to-
rso
NSo nos faltam hornees de talento e
patriotismo que cuide 'os noasos vitaea
interesaes que se acb na em jogo neata
momento; neoesaario, pas, qae tadas
ae foreas se congreguen!, se unifiquem,
se retinara debaizo do mesmo lo para
qae as boas ideas que se agitam oa ae
tealidade, como os rebentos de ama fljr
vicosa, teodam para j. raalisa$3o qaa aya
thetisa urna nossa grande aspiraoSo.
E' para esse poeto qao devem cinver
gir as nossas vistas.
Manad Arao.
SPORT
Derhy Chil de r*eraa>Baiaeo
CORRIDA EXTBAOEDIHABIV
A reunilo uo prado da Estancia a tare i
feira ultima reprodaaio um fuot.i j des-
oonheoido no tur! pemambucaao ama con-
carreo ia qae all notoa-se, o parante
elle tazi lembrar o tempo de ionicia-
93o do mesmo tur!.
A concurrencia toi real.
As vastas archibancadas do Derby es
tavao apinhadas do cavalheiros e senbo-
ras, e as outras dependencias afiaavSo
se pela mesma nota.
Foi ama festa cbea, e nsa primon a
ordem.
Foi urna corrida que deizoa agradov^l
impresBSo, e cujo bistorioo com refe-
rencia ao resultado das carreira* Tai a
seguir.
Primoiro PareoReligiSo800 metros
Animaes de Pernambaao qaa co te-
abana ganbo em 1893 e em maior dis-
tancia de 800 metros em 1892. Pre-
mios : 250$ ac pnmeiro 50$ ao segando
i'55 ao terceiro.
P'eiade, montado por A. de
Fra
091, 51 kilos,
1'
re n. 4 aita roa do Sicego.
Pelo infamo agente, ai meio dia, no trapione
alfandegalo Uvramento, de 1 JOO barricas de
cimento.
Pelo agente Pinto, na Torre, de boas movis e
duas voces8 t- urinas.
lasas fanearesSero celebradas:
Amaiiha :
Na mar z do Diviao BspirHo Santo, em Po
o' Albo, s 7 e l|J boras da manba, pela alma do
Dr. Avres de Alonquerqae Gama.
OliOTllWOS
Par;inio da seria de onsidorago-s fei-
tas no mo artigo anterior, encino se
t^uo m;3ter alo desinimar na propagan-
da das b>'s l'aa o m-.util as 00 animo
do p.vo
Gomo j4 t:7e oc?asiSo de dioer nm emi-
nente publicista, uto tempo anda de
terminar a rr p^anda das ideas republi-
c as, e pelo ci''itrari preo'so revigJ-
ral-a cada vea ma>, p ra que o alicoree
Pirahy, idem por P. Qaeiroa,
51 kilos, 2o
Feniano, idem por B. Bej&-
mio, 51 kilos, 3o
Tempo: 59 1|2"
Rateio das poules: Pieiade em pri
meiro 355500 e em ae-uudo 12#400, Pi-
rahy em segundo 120000.
Movimento daa poules : Ciroalaram
394, em pnmeiro 276 e em segando 118,
na somma de l:97OC00.
*
Segundo PareoPr-di Peraambaoano
1X00 metros Animaea de Pernam-
buco que n3o tenham ganbo < m maior
distancia de 800 metras Premios : 250
ao prime-ro 50(J ao segando e 250 oo
terceiro.
Aventureiro, montada por A.
Meira, 51 kiloa, Io
Blackston, idem par A. de
Franca, 51 kilos, 2*
Malaio, idem por Fig'isiredo,
51 kilos, 3o
Tempo: 77"
Rateio das poules : Aventureiro em
primeiro 8$tOO a em segando 60300 ;
Slackston em segando 80400.
Movimeuto das poules : C ranlaram 476,
em primeiro 290 e om segundo 186, na
somma de 2:380,000.

Tereeiro PareoJustioa1 000 metros
Animaes de Pernambuco. Premios:
250$ ao primeiro 50$ ao segando e 250
ao terceiro.
Berlim, montado por P. Fi-
gueiredo, 51 kilos,
Ta.icier, idem por J. Maree*
lino, 51 kilos, 2'
Tudo, idem por L. do Franca,
51 kilos, S
Tempo: 75"
Rateio das poules : Berlim m ; rimetro
100000 e em segundo 60900; T-iicier
em segando 70400.
Movimento das poules : Circularem
676. em primeiro 460 e em segundo 216,
na Bomma de 3:3800000.

Quarto Pareo Turf Parnambuoano
1.200 [metros-Animaes de Porjambooo
qae nSo tenham gacho em distancia su-
perior a 800 metros em 1S92. Premios :
2500 ao primeiro 500 ao segundo e 25$
ao terceiro.
Pirata, montado por P. Ale-
zaodrino, 51 kilos, 10
Triampho, idem por 8. Bsija-
min, 51 kilos,
Frontn, idem por P. Figuoi-
redo, 51 kilos, 3'
Tempo : 90"
Rateio das poales : Pirata em prnnuro
10$100 e em segando 60700 ; Triampho
em segando 90390.
Movimento das poules: Oircularam
605, em primeiro 419 e em seguido 186,
na somma de 3:'-25$0C0.

Quinto Pareo8. Vieecto de Pula
1.200 metrosAnimaes de Pernambaoo.
Premios: 3000 ao pnmeiro 6)0 ao se-
gando e 300 ao terceiro.
Plutao, montado por P. A'e-
xandrino, 51 kilos, 1*
Hungnenot, idem por J. Mar-
celino, 51 kilos, 2*
Dnblim, idem por A. de F.e:-
tas, 51 kilos, 3a
Tempo : 88 "
Rateio das poales P.ctSo llfiSO.
Movimento das poal s: Cirauiaram
642 em primeiro nSo tenio batido ogo
de secundo por terem someate jrrido 3
animaes no pareo.
00
ier-
V
0ovio fMPoo Lwrby Urab ^0" PornAm -
ll,,aTftnoias.-HBasasy-tAowiaes
pangas e pallados. Premios : 250$
primoiro, 80$ ao segando o 25 ao .
oeiro.
Radams, montado por P. Alo-
< xan i rio, -52 kiloa
Despota 2, dem per J. Mar
ooUiao, 56 kilos
R'Mtinano, iidem por Casimiro,
Tempo: 85".
Ka-aio das paule : sUdama IO08.)j|.
Movimento das poales : cirauiaram 634
em prime ir (i, o> toado tambem bavic
jogo de segundo por terem apenas comido
ir es ca val los oo pareo.
Stimo pareoImprensa Peroambu rana
800 metrosAnimaes de Pernambuco
qne nao tenham ganan no Prado P rosm-
baoaoo-Premios: 2500 ao prisasiro,
500 ao segando a 250 ao teroairo.
Malaio montado por Manoel
Mir; n:a, 51 kilos a.0
Pirata, idem por P. Alezan-
drino, 51 kiloa 2*
Aventureiro, dem p r A. Mei-
ra, 51 kilos 3"
Tempo : 57 1(2".
Rateu das poules: Malaio em primeiro
3f $ 400 e em segando 10$300 ; Pirata em
segundo 60400.
Movimeoto das paulas : oitoalaram 718
em prireiro 568 a am aaguada 150, na
somm< de 3.5900.
s
itavo pareo Hippodromo do Campo
Grande 1,000 metros Aaimaea di Pe--
mmbnco qae nlo tenham ganbo no D by. Premios : 2500 ao primeiro, 50 ao
seguado e 25$ ao taroeiro.
Pieiade, montado por A. Fran-
9, 51 kilos 1
Pirahy, dem por P Qteiroa-
51 kilos 2o
Promstheu, idem por P. Ale-
jandrino, 51 kilos 3
Tempo. 59''.
Rateio das pontea : Pieiade em primoi-
ro 160700 e em segando 603 0; Pirahy
em segundo 5$700.
M vimaato das poales : oirauioram
312, em pnmeiro 245 o em segundo 67,
na somma de 1:5600.
A casa das apastas emittio 4,437 piu-
les em todo o seu movimento, e liqaidoa
no resallado geral na importancia de.. ..
22:4350000.

Iralo Pernambueauo
Encerroa se hontem a inscripcSo para
a 3* corrida a realissr-se no da 20 do
cerrente :
PareoFerro Carril. Favorita= Rus-
'icano Radams Dspota 2."
Parao Ordem Ally-Stoper Pigmea
Berlim Tadc-Turco 2.Talk-
pher.
Pareo Ezperiencia. Coloaso Scep-
ticiamoFrontn Tapir PirataAy-
Stoper.
PareaInicio. Colosso Alabama
ConformeFrontinTapy 2.Tiberio
Rio GrandeMalaio.
Pareo Lib rdadt-. Malangc=FeciaQa
CsmponeaLuo-fer ToolonVivas
GodeSo Bla-kston Topy 2 "Tiberio-
itlEMORIAL
BAZAR
DA
BOA-TETA
RA DA IMPFRATRIZ N.-88
\caba de receber a ultima novidade em
HAVITAV
GRAVATAS de cambraia branca.
GRAVATAS de cambala de cores.
GRAVATAS de seda de coces.
GRAVATAS de seda branca.
GlAVATAS de seda preta.
GRAVaTAS de seda crepoo.
GRAVATAS manas eacoceeas.
bjscits
Lindo 8ortimento de soiectos de biacuita pro -
prioa para ornato de salas, enfeiiea de toille e
especiaea para presentes,
OBRAS DE ELECTROPLET
sjRTigos para cha.
bandejas para copos.
SALVAS, LICORBlBOS.
bande jas para pao.
POBT-CABTOES, HObHBaOS, POSTA BB TE ACTO 3.
aicos tihtkiho e diversos objecioa para preaen-
ESPARTILHO
Eaiartilbodo malbor (abricante, em seda e
slgo-tfo.
MEIAS preta e de cores paraborneas, se-
oboras e enancas.
LEQUG>e ventarolas.
BENGALASpara bomeis e meniaos.
RENDAS
Grande sortimen'o de bicoscromes, hraocos
e de -orea.
Galces, fitas o bordados braocoa e de
coras
PERFUMARAS
G'ande sortimento de perfumaras dos mrIte-
res f-Jaricantep.
Espelhos
fabri-
E-pelhos grandes para salaBu utdo
can e H. MAHTIN.
LENCOS de cambraia de linho e seda.
CHAPEOS e CAPOTAS para seoboras a......
301000 cada nm.
TOALHAS, BONEGAS e ootroa BRINQEDOS
para enancas.
ESTOJOS para costaras, CARTEIRAS, THE
SOURAS ticas para costaras.
PXNTES de traveasa em tartaroga.
ESCOVAS para cabello, roopa, aQhas e d en
PUN03 E.CQLLARIMOS=LIXUO
JARROS de lon^a e BiacoiU
COBOA8 MOHTIi IRI *S
Lindas capellas e cruzes mortoanas.
VELOCIPEDES e CARROS para criancas.
AlfredOjGanches & C.
Cha especial
Marca < BojII D-g
O cha especial, aue recebe .menialment^
Bazar <'a Ba-Vista a raa da Imperatriz n. 88
0 melhor qne vam ao mercado, e, veade-?
4.500 a libra.________________________
Nem coates acia
Chapelsria Rapbael
1 p maiorcmais medemo lortrmeolo tem de
iiu'.ioa de todas as qaalidade?.
fiap ias do seda, palba e floier;
' Tou oa e chpeos phanias'a para creaoca*.
G-vatia, flores, ploma* nasaaros.
Aigries phaotaaia para perneados.
Gazes e veos de todas as cor.'a, ele, etc., ele
1-^a: *.s *J"o da Victoria- 2

*
*

**+.
M.,.-~
I IIHVH ]
'"Siipi


Diario de Peroamimco Quinta-feira 47 d
de 1893
.


3

PIJBL1CA(0ES A FUNDO
Relatorlo da Iastrucclo Pa
Mica
Lemos as criticas de qae (oi al yo o Relatorlo
rostrocco Publica.
Nove! no exeerciclo do cargo sem o pre-
dio tempo e, portanto, sem a precisa observacio,
o aclaal inspec'or da iostrocplo nao se poda
esperar am trabalbo como os seos crditos pro-
uetiiam, mas so detiicente.
Redigindo o sen relatorio elle, cerumente, nao
tote em vista presentar orna obra de folfg)*,
eapai de servir de norma e dar-lbe am nome do
meio litterario em qae tantos e lio ciosos sao os
komens de lettras.
Desempeobsndo-se da trela qae itie impanba
cargo, corria-lhe o dever de externar o seo
jaizo acerca da reforma do eosino secandario, e,
porque o tenaa (eito combatendo a opiniao de
certos pedagogos, tanto bastoo para qae o sea
trabalbo oto impresslonasse, nao conveocesse,
em conquistarse coraclo e, o qae mais, me-
recesse os apodos de fraqoissimo e sem valor*.
Em materia de nstruccao publica, porm, bem
poocoe lm cclaido loaros, e Uto deve servir de
lenitivo ao aotor do relatorio.
Moito se ten escripto, verdad?, mas mu
iobco, inlelismente, tem se conseguido em pro
lo DOBso eosino popular.
Por mais talentoso e erudito quem, entre eos,
do assampto se tenha oceupado, os seos escri-
bios nao teem transposto o dominio doutrinario
e tbeoriso, bellos na f ma, mas impraticaveis.
Sem attender-se as condlgoes mesologicas, isto
, aoa coatamea, a iodole, ao grao de desenvolvi-
mento moral e intelectual do meio em que se
habita, todos os planos de reforma sao imprati-
caveis, a despeito do gosto de es'.ylo, da lin-
gpagem nova e fcil e pbrase ligeira.
Intil todo. A verdadeira incgnita do proble-
ma da instruccSo publica nao est na syn'hese
de im regolamento, de am relatorio, de am re-
giment, de am plano de reforma etnfian ; mas
na analvse, no esludo pratico e comparado das
illnlidas condijOes, na observacio, na expe-
riencia.
Sem isso jamis erigir-se- em solidas bases a
escola publica.
Todo isto vem em abono do autor do relatorio
e vale bem as justas desculpas para o sea tra-
ja fio de principiante.
O que nao regular a critica desviarse da
liaba recta da serledade e andar, por tortuosas
ver las, a atirar pedras, snppondo assim marear
e-putaces e produsir desnimos.
E' um vicio terrivel este que est nos hbitos
dos nossos crticos, vicio que merece ser es-
IJgmatisado para castigo dos que o alimentan:.
Mas... o castigo do vicio o proprio vicio:
jes criticas por si meemos se destroem.
8 tanto assim qae, a proposito do assampto
de qae ora nos oceupmos, um d'elles chegon a
Jizer do outro o segulnte:
O editorial do Jornal s tem directamente
jom o relatorio ou coa o Sr. Figuei 61 o con-
tracto do titulo; no mais, referindo-se ao poato
em que o relatorio filia da reforma do Gy noa
no, descasca o Sr. Barbosa e, ebegando ao pon-
2o da denomioacSo dada aonovo estabele:meo
lo de instrueco, extravasa todo o humor sebas-
iianisla que Ibe enche o peito.
Sao lerriveis, doloroso 1 e injustos os concti-
tss qae ento aiira sobre Benjamn Constan! e
a Repblica.
O collega nSo eit fazend3 critica; faz pjli
tica, etc-
E este mesmo critico que em artigo aoterio
nbscreve todos o conceitos do ou;ro, sobre 1
mesmo assumpto.
Qaal dos dous, porm, fea mala polit'ci, 00
se ambos estlveram a politicar nio indagamos;
mu o que tacto 6 que se am sebastianista, o
ootro nanea olbou com boas odos para o
Piano de Penambuco na secesoJornal dos
Jornaesd'A Provincia e o autor do relatorio
m dos representantes do Otario.
Mi nos propomos faier aqai a imlysa do cita-
do relatorio, mas oque podemos garantir a quem
garanti que o rgimen dos Interan encontra-se
principalmente na Allemanba que o in-
trnalo 6 desconbecido na maior parte dos gym-
nasios allemes ; os alumnos de roa da localf-
dade babitam em casas de familias recommen-
aadas pelo director e vigiados pelo oriinarius
do anno.
Dm ou outro iaternato que all existe em
virtude de antigos legados e s admits um car-
io numero de meninos, gramente pensiona
dos.
Damais o autor do relatorio nao affirmou ab-
solutamente nio existir na Alleoaanba ioteroa-
tos; o que disse foi qae aquella e moitos oatro3
paites europeuelm abolidoam tal rgimen.
H muiu differenca entrelm abolido e abo
lirame s nao a encootra quem, para dar pas-
to so Drurido critico, ludo deturp e talo des-
virta.
Emqaanto aos do33tos atiradoa a memoria de
Benjamn Constan", deixamos apreciafo do
leitor sensato e quo, cima do odio e do despei-
to, saiba collocar os grandes borneas e os saos
principios.
Frite.
Dr. Ayres de Albuquerque
Gama
Alfredo de Albuquerque Guia, sua mnlber e
Albo, Ayres de Albuquerque Gama, Fabio de Al-
buquerque G?ma, Paulo de Albuquerque Gima,
Clara de Albuiaerqae Gama, e sobrtobos, con
vidam todos os prenles e amigos de su flaado
pae, sogro, a\. irmo e lio D\ Ayres de Alba
qaerque Gima, para assialirem as missas que
pelo eterno descanco de sua alma mandam re
zar na Cooceico dos Militare?, szla fera, 18
do correte s 8 horas da mam 7 da do aeo
fallecimenio e agradecem aotecipadamente a lo-
dos que se dignarem comparecer a to pietfcso
acto.
A situa^ao musical entre
nos
estado
COMMERCIO
Isa Coranisrclal de Pernam
bueo
ootaqCes omcuig da junta dos cor
KETOBE8
Praca do Becife, 16 de Agesto de 1893.
Apollces Geraes de joros de 5 /, do valor de
1.000*000 ao preco de par.
Accoes do Banco de Pernam buco do valor reali
sado de 404000 ao p-eco de 68/000 cada urna.
Accoes da Compaubia do Beberibe do valor de
1004000 ao preco de 554000.
Na Bolsa veoderam-se:
4 Apolces Ge raes.
45 Acces do Banco de Pemambuco.
17 D,tas da Compaania do Beberibe.
O presidente,
Augusto P. de Lemos
O secretario,
Antonio Leonardo Rodrigues.
Canillo
PSAgA DO B'ClFS
Os bancos abriram boje suas operaces a 11
7/8 sobre Londres de tarde elevaram a laxa para
12, tTrttUindo-se negocios insignificantes.
Em papel particular nao ronsioa ter-se feito
negocio.
PRA^'A DO RIO DB JANKIRO
Os Bancos abriram com as taxaa de 11 15/16
e lid. sobre Londres a 90 diaB.
Cotaccc de genero
Para o agricultor
ASSUCAR
Usinas por 15 kilos. ... 4 a 74100
Branco dem dem .... 44700 a 54600
Smenos, idem idem. 44300 44500
Maecavado dem idem 34400 a 34500
Bruto idem idem.....34200 a 34400
Broto melado......?4600 a 4700
Btame idem idem .... 24000 a 24300
Algodao
O mercado completamente paralysado.
Aleool
Por pipa da 48 linos 3204000ncminal.
Agurdente
Por pipa da 480 litros 2004000 nominal.
Mel
Nao ha no mercado.
Tabb^ia das entradas dr absccar al-
oodXo
Mee d" Aposto ______
Sntradia ; A880-car Algo dio
Barcacas ..... Vapore...... Animaes..... letrada de Ferro Central. Mera de 8. Francisco Mera de Llmoeiro. . Dias 1 a 12 1 a 16 i a 16' 1 a 12 1 a 14| 1 a 12 Saceos 5488 116 358 22B8 960| 1210! Saccas 350 213 681 672 1140 1376 4432
Lastimamos profuod&mebte o
actual da msica entre nos.
Salvo o m;thodo de Rodolpho e de
Carpentier nada mais so euaina, prova
exhuberante da falta de progresad, aba
teocSo completa de estado, leitura de
bons livros, investigis :s etc.; ist > v-3e
em qaasi no g^ral do corpo docente dqsta
infelia trra pernambacana.
Temoa diversos estabsIsMmeatos pbli-
cos nos quaes si ensina msica, qae alo :
0 Gymnaaio e a Escola Normal e outro
subvencionado p-lo Governo, o Lyce >.
Mas pasma-nos o resultado de eosico
proporcionado aos alumnos ; no fim do
anno apresenta o professor am ou dous
alomaos para exame, e ( precia) Cazar
Justina aos professores) nada expoem a
nao ser do oitivi.
As explica^Ses ou prelec(8a dadas
pelos professores limitam se a tomar as
iic(8es da grammatict do caluco Cantaana
(arte eita somente para beodo, incorrecta
e lacnica, com m ortographia) e do
solt jo do celebre Rodolpho, solfejo que
pecca por varias causas, como seja ir do
difficil o fcil, de aorta que o pobre me,
Conroi
Sr,coi salgados oa base de ti tu 8 a 680 N
nominal
Vard Carnauba
CoU'81 de 104 a I74U00 por 15 kilos oom -
nal.
Borracha
C .u-fi a 204000 por 15 kilce
Importaco
Vapor .inglez tGregory, entrado da
New Y irk, em 13 e consignado a J. Pa-
tar & C.
Amostra 5 volamos diversos.
Banha 25 birria ,a S Iva Marques e
comp.
Breu 400 barricas a ordea.
Ferragens 3 caixas a Ot. de Mattos Ir
maos
Kerosene 5,000 caixas ordem.
Marcadorias 1 caixa a Gr. de Mitos
IrmSos.
Toaciobo 15 barris a Silva Maraas a
comp.
Tecidos 8 volamos a A. Lopes e comp.,
3 a Mattos Caminha e comp., 9 a Julio
e comp.; 2 ordem.
Vapor nacional cOlioda, entrao dos
portos do sal am 16 e consignado 8 Perei
ra Carneiro & C.
Carga do Rio de Janeiio
Chapeos 1 caixSo a Adolpho & FerrSo,
1 orem.
Calcados 2 caixSes a J. L. de Olivein,
1 a C. Campos e comp., 1 Por. or
Barbosa e comp.
Caf 71 saceos a Victorino Silva e
comp.
Livroa 1 caixa a R. M. da Coste e
comp.
Mercadorias 6 caixas a diversos.
Malas 2 caixeu a Julio de Aievedo e
comp.
Roapas 3 caixas a GuimarSes Cerdoso
e comp.
Vinho 10 caixaa a Menezea Schiappe
e comp-
Carga da Victoria
Caf 115 saceos a Companhia de Ea
tiva.
Carga da Babia
Charutos 7 caixos a Sulser Kaaffmann
e comp., 4 ordem, 2 a Costa Lima e
comp.
Chapeos 2 caizoes a Adolpho & Fer-
rSo 3 a Agencia de Chapeos.
amo 11 fardos a Almeida M chado e
comp.
Fio 50 saceos a R. Fernandos e comp.,
10 a Companhia de Estiva, 40 a J. F.
Leite.
Tecidos 10 fardos a M. D. da Silva
nio osota (am wtono oom o professor,
este paisa avante, ignorando qae a musios
ama arithmetioa, qae tem mor porque-
anas ratSea de ser; anda maia ae o me-
nino pronuncia a nota mim e fax em logar
de mi e f nao o corrigem.
Mas perganta-3e: estas faltas oommetti-
das pelos provecto medres So devidas a
ellos ignorarem a materia que leooionam,
oa porque alo egostas, nao qaerendo
desta forma iranamittir o que aabem ou
porque alo mal remunerados ?
Ellos qae o digam.
Sabemos que nao ha obra que, por
grande merecimento qae tenha tido outr'
ora, nao chage um da ecrepitude, e
ueste oaao eatSo ce livros adoptados pelos
professores de msica entre nos.
Q lando um mut'quim onsa tirar urna
carta de professor. nio ae esforga asnao
em reunir a congregado dos masioos que
compoem a mesa de Santa Cecilia, ese
cuta a'guns compassi de msica ad libi-
tum (ali nSo se reprova) e eis o doutor
de borla e oapello na arte de Mazar:
exibindo ae as orohestrai, nos coros d<8
igrejts, com sos batata na mao, cheio de
orgulho ; se cantor limiU-se no grem o
de seas collegae a abrir a booo para as-
pirar e respirar o ar bou quaai emittir o
aom, se violinista paasa o arco do in-
strumento a dous oa tres ceatimetroa d
distancia las cordaa, e o publico di.-, qua
bom artista !
Aguas cojsegaeTi a carta que tanto o
reon monda mediante urna opipe>a fei-
joada aps o ex arte 1 !
G'om reanlo ae methodo de Carpentier,
podemos dixer que no tempo em que aau
autor era vivo, aeria o melbor, mas como
estamos na epoohi do progresso quem se
lembrar date meitecap'.o oom sua bara
tinha ?
Relativamente ao estado do piano nada
temos a almirar ; os professores de agor
limjtam-se apenas a incatir no espirito dos
alumnos mesmo principiantes, msicas
dansantes, fantasas, verdadeiras utopias
que temsp-r Lm vioial-os, da sorte que
pede-se a um alumoa de tal e quai pro-
fesor para ella to^ar alguna cousa, in
mediatamente exacata, urna polka, valsa
danaante ou ama iantasii enorme, que
fatiga enormemente o ouviote e Deus abe
como...!
Os professore) nao se dio ao trubalho
de collocar a mBo do principiante no te-
clado, procurando urna baila posi^So, e-
monitranio a ar icilaca> independente
dos dedos, poia cerno baa diz Chopia
tpara bom tocar 80, precisa urna LO.
posigSo a mSo no tec'ado,
Aquelles qae procurara, sem ter proE-
oieuoia, enaioar o canto, pouso ce imacr
tam qae as slumnas accentuem e prono
ciem mal aa palavrar, abasando do timbre
sonoro, ou fazendo uso do timbe gutural,
de'eitos que arrainam nao s a voz orno
tambem sao difiris de se corrigir.
Assim tambem o chevotement t5 >
commum naa te vitas oa aa em ssSo de
urna nota aguda, que quem nao e livor
pratic? jalgar qie um trilho.
Nao pode os deixar de mancionar a
junegao de ^ ea pianos com orchestra como
ha das apreciamos.
Estes dez iastrumaotas em unisono com
1 aras cadeccias tcaram oaipletamaate
abalados, s o ouvmte qua oaa BJuber,
dir es ouo am piano!
Podemos affirmar que a tal Taraoteila
no meso estvllo que o Festival composta
pal promotor do tal concarto, sob a capa
de suas alamnai na > teva o ffv.i > que
erado desejar, pois que resuma -83 na re-
pstigao bastante dos primeros comp.-ssos,
termin rd 1 sempre o m uns accordes
E' preciso confessar que as bellas ma
iodias e harmonas sao igualmente o pro-
ducto da iospiracao; mas quem nao v
GuimarSes, 10 a N. Maia e comp., 20 a
R Liu*a e comp., 28 Fernauies Ir-
isaos e comp., 10 a A. Maia e comp 10
a Guerra & Fernandos e comp., 20 a A.
Amorim e comp 10 a R. de Carvalho e
comp 15 a Guilherme Porto, 20 a A.
de Britto e comp.
Exportabas
RECIPE, 12 OI AG0STJ DE 1893
Para o exterior
No vapor allemao Hermn, pira Ham
burgo, carregoj :
R. Bro Mes, 1 8acocon 70 kilos de ca:e.
Para L'sboa, carregoa :
C. M G ingalve Ferreira, 1 caixo com 60
kilos de doce.
No vapir ingles Actor, para Liverpjol,
carretn :
V. Necsen. 40) saccis com 23,452 k I03 de
algodao.
Na barca al'.ema Troya, para Liverpool,
carregoa:
V. Neeseo, 5j0 fardos com 76,293 kilos de
algodao e 200 ditos com residuo de algodao pa-
sando 32,200 kilos.
Para o interior
No vapor allemaj Porto Alegre, p.ra
Rio de Janeiro, carregaram :
C. Peres & C, 351 saceos com 21,060 kilos d
assucar mascavado.
M. M. da Costa, 2.C00 gerimans e 20.0GO
coco3 fracta.
P. Oliveira Maia. 25 pipas com 11 7J0 litros
de agurdente e 30 ditcs com 14,100 ditos de
alcool.
Para Santo?, carregaram :
P. de Oltveira Maia, 25 barra com 2 200 litros
de agurdente e 1,177 saceos com 70,620 kilos
F. Lemos & C, 131 caixas com oleo vegetal
pesando 4,0.1. kilos.
No vapor nacional Parahiba, para R:o de
Janeiro, carregm :
CompanOia ue Estiva, 325 saceos com larinba
de mandioca.
Para Macelo, carregoa :
Ildefonso Feroaodes, 4 barricas com carvao
animal pesando 500 kilos.
No vapor nacional Olinda, para Pr
carregaram :
P. Carneiro & C, 651 barricas com 45,310
Kilos de assucar branco.
No vapor nacional Ipanem, para Rio de
Janeiro, carregaram :
P Pinto & C, 5 pipas com 2,350 litros de
alcol-
No hlate nacional Deusie Guie, para
Aracaty, carregoa :
J. A. Coato Viona, 100 taceos coni Lrinba
de mandioca.
Para Camosslm, carregaram :
E. C. Bel* rao & Ir mi, 84 barricas com 6,260
rulos de assacar refinado e 40 ditas com 3,275
kilos de aesucar branco.
No biate Bom Jesas, para Maco, carre-
goa :
J. A. Coato Vanos, 70 saceos com farlnba de
mandioca e 4 caixas com 48 L'ros de genebra
Para Mcssor, carregaram :
J. Rodrigues & C, 2 caixas com 132 kilos de
sabao e 1 barrica com 60 kilos de aesacar
branco.
qae preciso am cerebro poderosamente
organisado ?
Aquelles que a ouviram e acharan de
am rffaito sarprehendeate, sao como me
doob, qae se jalgam fai'z quando ae
Ibes d boliohos a comer I
Terminando diremos, que aqaelles qae
nao taaem parte do corpo docente,
dSo melbor s provea de conhecimritos,
at mesmo profundos, devida a investiga-
S5ea, abstendo-se deates preconceitos tolos,
sem se presamirem (o qae mais se \ no
oo'po docente) do qae aquellas qae se
dedicam a engas >par os pais de familiaii
oom seua methedos de Rodolpho e Car-
pentier.
Recife, 13 e Agosto da 1893.
____________ A. J. O. S.
A' Mara Emilia p->r omptaUr h>ji 17
de Agosto, maia um anno da sua ayii-
patioa existencia.
Dia jubiloso e santo
O teu natal hoja aponta,
E os ceas liod >s te promattam
Bimsem fin, prizer som coat.
Entre aflugo?, doces mimos,
E caricias da te'i pa^s,
Taa virtude o tau porte
Djo permanent:s sigoaes.
Ufanos com tantos dotes
Oa progenitores teus,
Hoja celebram taus amos,
Mil gracia readaado aos cj
Sa tau'stame venturoso
No alto Empirio es' marcado,
Tamoem dave en'ra es morlaca
Ser teu dia caleurado.
Da anisada o voto aceita,
Acolha ob meas parbaos :
Poseas tu sempre viver
Com prazar mais de anno3 cem !
Olioda, 17 da Agoato da 1333
Joo Clementno Mwtwm,o.
Reu liu agrcola
Sao convidados os Srs. agricultores a
comparecerem no da 22 do conecte na
sed. Socied.-de Auxlauora de Agri
cultora aura de tratar-so de interesses .x
classa.
O Peitora! de Cambar
Cura a broschite, a aethroa, as aSec
gSes pulmonares, a laiyogite, a rouquidao,
o defluxo, a coquelucha, a a tosse por
mais grava e rebalde que sej i I
O agente h Compasla de Droga*.
PriMe, PdLaxaiVa dVichy
ii i i asssswssjssjj^fajwsi
Miitis e muit'is obiarva;39S fei'aa ts>r
eminentes mdicos tanto n a hosp taea
co o aa c'iu oa particular, demoos'ram
jae as cParoUs da ctLe* di Dr. Cletao*
aonsttusm um mslisimeatJ verdad aira-
mente haroio, que dissipi r>p :'am;nte
as caimbns da estomtgi, as palpitaQ3us,
as eoliois hapiti ai, os gazas intestinas,
as 8a9jci;3a3 causadas polos tugaras do
torosos prjvindo da dtgeatSo diffiil : en
dm todas as daros que pro?m de qual-
qujr subrexc acao nervosa.
O cbloral qua eitra na corap^Bicao do
Xirope da roilats un pid-*r'S> ants-
ptico, isto un agent) qu3 presarva di
corropj^o os carp r;aaieosa Um vi-
dro de xaropa da Follat balido, pdc-ie
c'nsarvar indetiaidaneita s:m sa alt:rar.
Propriedade e3ta qua vam unir-aa aa pre-
ciosas qualidadaa deste madicamanto, que
tem-30 revelado tao efficas conra certa-
molestias e a que as desordene nervosas e
Na barcaca Espadarte, para Parahiba,
arregaram :
C. Pin'o &C, 20 canas com 240 litros de
coeoac.
S. Campello. 20 caix is com i.' kilos de saoSo-
Na barcag Feliz A'agoa^a, para Mu ci
carregou :
J. Souza, 260 caixas com o 720 kilos de sa: a i
e 10 ditas com 130 ditos de sabanees.
Na barcaga Felii Soaiedad para Ma-
mangnape, car.-egoa :
A. M. Soasa, 10 siccos con rio de vel'as pa
sando 230 k.l03.
tesdlmentos pcbilec
XIX DB AGOSTO DE 189?
Rcndt geral
Oo dta 1 a 14
dem de 1 ti
Al/andeg
758 5494764
76:8.1*230
-----------------833:391 024
Renda do Estado :
Do dia la 14 67:9401939
Mea de 16
5:882*285
-------------- 73:823*274
Somm total 909:114*298
e insomnia slo can.adas por gormes in-
feotaoaoa. E' corto qae o Atrope de
Follet tem dados melhorea resultados qae
qualqaer outra medicaySo, na coqueluche,
ra chorea on danga de S. Guido, naa con-
convulsSes as crianzas, na eolampeaia,
nsv albuminana, etc,
PHOSPHATINA FAUEi.ES. mnaiio in ama.
A pura verdade
Atiesto que tendj aconselbado a mais de qua
renta pesaoas as pllc'as ao-.i-a y-replicas do Dr.
Heioxtlmann. todas se curaram e tioram sene
eocommodo aigam, tanto em gastro enterite
como dyspepeia.
Pernambuco, 26 le MMo de 1893.
Roa Marcilio Das a. 91.
Fraocisco Ferreira de Almeida Croz-
Vilro 2*900. Duzia 20/000. Meia ddzia
10*000.
Veode-se em todas as pbarmaciis.
DEPOSITO GERAL,
Pharmacia Haranho
Ra Marcilio Uieb u. 135
0 SEDLITZ GH. CHANTEAD
iuconleslavelmcnte o purgativo salino
refrscame o mais puro, mais agradavel
a lomar, e o mais elficaz sob pequeuo vo-
lume. Subsliue co;n vantagera as aguas
purgativas allomas e todos os drsticos.
O xito do Sedlitz Ck. Chanteaud,
enlre os mdicos do lodos os paizes, sus-
cilou urna quaulidade de imitadores,
Um d'elles acaba de ser condemuado
por concurrencia deslo.il a 8.000 fran-
cos de perdas e llamaos, a mudar a for-
ma do seus frascos o nao envolvel-os de
papel amarello \islo que n dila caracle-
risca do Sedlitz ch. chanteaud, prepara-
dor dos Gramdos dosimetricos do Dr.
Bvrggraeve cuja a^ceitaco egualmeu-
to universal.
^-------------------------------------------------------------------
se mansa e piornos at 1888, quando f al-
leceu desta pocha psra es, como raooaa-
aor de sea pai, tem permanecido na asee-
ma posse maesa e pacifica, praticando
emboa todos os actos constitutivos da:
Attea^o
Atesto que teoso scoVidO rapidamenlo de cms
i'or forti.'sima na p rna, sem s, 11 i v i o aleum du-
rante mnitoa t'wt. uzji as poierofis p'ljlas an
ti dy.'pe t.casdo D.". Hinzelmann, as quaes e-
nelaraua nsianiuecmcnte rt-te leri-el mal.
_ O p'esrcte aitfstado peder ser publicado psra
lia* co vnienu'-'.
hecife 28 de Maio as 1891.
Ruado Ciluvreiro o. 14-J.o Constantino
Gancalv'-s a.i S;lv;.
Vidro 23)00 dus b 2C8)0 1,2 d'isin O^GCO
Veude fs ''m lodsi s? pharmscias
DSP f\T0 GERAL
Ph t macla Maranhao
Rli 21.tUClB.10 DIU 135
ma, na lioba divisoria entre os eegenhoa
Atalaia o Sibir da Serra, de accordo com
a demarcacSo tffectaada pelo eegenheiro
Jorge Hermano Aogusto Erbard, qae foi
reconheoida por aentec^a do jais de di-
reito do Rio Formoso, coc firmada pelo
superior Tribunal da Relaclo, na lioba
divisoria do erageoho Atalaia com oa es-
genhea CacOts, Juss;r.| e California,
uoico ponto onde bouve conitEtc^Bo.
A demarcarlo tffectuada pelo enge-
nheiro Jorhe Hermana correu sob a ex-
clusiva icspecySo do conseDOor e r-ndei-
ro de Sibil di Serra, o Ilustra Sr Jlo
Feij de Mello, por si e como carador
de seus conhadoa interdictos e outros ber-
deiros que moravam em sua companhia.
Cerno prova de que nSo eristia outra de-
raaarcBQo entre talaa e Sibir d< Sor-
ra, off-reQ > o seguinte, transcrip*o da
escriptura de duaa partes do engenbo Jt-
toba, vendidas pelo illubtre Sr. Jo'o Foi-
j de Mello e sua mulher : nao ficando
elles vendedores < na tampo algum reapor-
saveis pelas divico.s dos engenhes
UniSo, California e Atala:a.>
Se o illusre Sr. Joao Feij de Mello,
tendo sido onrenbor de Jatobi e Sibir
da Serra que limitam-se com o en re
nho Atalaia pela mesma iicha, nSo se res-
ponsab lisava pela ai visa: de Jatobi oom
Atalaia, claro, que, deaconbecia tam-
bem entre Sibi; da Serra e AiaUia a
suppos a demarcarlo que referem se oa
herdeiros e cousenbores anonymos.
1 de Agosto de 1893.
Mme Pascol, parleira, res;
de na roa Mrquez de 11er
val n. 79.
Encirr^ga-c-e e tralamento

das malesliis u crinar.

Empr. g idos publlcos esladmc
?ios- u ado..
Cjnvido os 5 s. empreados pblicos
estaduaea ap sentados para urna reuniao
na d:a 17 tarde om a > dos r. oes do cd ii:ia do
Lyca de artes e iffiioa, qua ma foi para
e-.se li i) grAuiosamoute cedido pelo digoo
presidente da scciedada d c Artistas Me-
chanicos e LiberacB.
Rscit'e, >3 lo Agosto de 1893
Eugen;o Mosciso
Gontra-protesto
O bacharel Luia Francisco de Paula
Mr-qui'a, por si <. coma curador de seu
irmlo ioterdicto Joaquim Franc seo de
Paula Mosquita, proprie'a'ios do engenho
taiai, da com-irea de Ipojuoa, sorpran-
ido 'om uai protcato aotnymo de hsr-
deiitf e conaenaores do enhenbo Sibir
da Serra, tambam desta comarca e limi-
t.opho do eogenho Ata! .ia, declara : que
tendo seu pai comprado o engenho Ata
Irsia cu 1875 ao commeodadnr uos* Pe-
reira de Araujo, epocba em q Liiiz Birbalbu de Vascoacellos, tuve pos
Ssganli MOAo da Alfaule ;a de Pernam buco,
16 ds Agostoda 1893.
O crae'o da secc&o,
Hanoel Aatonino de C. Araena.
O tnesenrero.
Luiz Uauoel Rcdngoes Valenca.
RECEBEDOIA DO K3TAD
Do da 1 a 14 104:1454704
dem de 16 5:478*748
HECIFS DRAINAGh
Do dia 1 a 14
Jdem de 16
109:624*452
10:9124149
954*.68
11:866*217
Rio de Janeiro e escala vapor nscicnal
Parahyba >, commatidaate Joaquina
Jos de MattoB, carga varios gneros.
Cearvapor injlez Gregory, com
mandante J. H. Johnseu, carga varios
gneros.
Rio Grande do Norto hyate nacional
tC.rrei) do Natal > raaest-e Jos Hmo-
no da Silveire, carga varios generes.
Meziobarca norueguensa Emilio,
capitSo F. Torf, em lastro.
Navios entrados no dia 16
Rio de Janeiro e eso.la 7 dias, vapor
nacional Ohnda de 1999 toneladas,
commandanti Guilherme Waddington,
equipagem GO, carga varios generes 6
Pereira Caraeiro db C.
Manos e bc la10 diis, vaper nacional
cBrasil* do 1999 toneladas, comman-
dante Pedro Hypolito Djarte, e:uipa
gem 60, carg varios ganeros a Pereira
Carneiro & C.
Sahidos no mesmo dia
Rio d Janeiro e escalavapor nacional
Brazil, commanaante Pedro H Du r-
te, carga varios gneros.
Rio Grande do Norte logar irg'es
Guildme, capillo Philip B wJen, em
lastro.
MOTlmentu do Porto
Navio entrado no ia 15
Cerra e escala 7 dias, vapor nacional
laboatao de 392 toneladas, omman-
dante Julo di Silva Pereira, eqaipi-
gem 30, carga varios gneros a Com
panhia Pernambacana.
Bah a e escala9 di-s, vapor nacional
Una de 268 tore'adas, commandante
Francisco Carvalhr>, eqaipagem 30 c&r
ga varios ; eneros a Companhia Per-
nambucana
Montevideo e escala2."> dias, vpor in-'
glea tNorseman* de 444 toneladas,
commandante W. Lacy, equipagem 56,
carga fios telegraphicos.
Paransga6 dias, vaptr allemao Troya
de 1063 tonelada?, commandante H.
Holst, equipagem 23, carga varios g-
neros a Pereira Caraeiro <& C.
Sahidos no mesmo dia
Santos e escalavapor allemlo Porto
Alegre, commandante A. Barrelet,
carga varios gneros.
Mercado Ilanlclpal de S. Joi
O (E'jv:mfcDto deste mercado co is
Agosto foi o seguinte : Entraram.
45 bois pesando 7,361 kiioi>,
320 kilos de peU 8 compari. com marisco a 100 rs.
6 ditos com camares a 100 rs.
30 columnas a 6u rs.
3 cargas de gallinbas a 500 rs.
3 cassaa com galnba a 30o rs.
45 cargas de farinha a 100 ra.
43 logares a 200 rs.
25 sainos a 200 rs.
4 ditas ae arrendoim a 300 rs.
2 ditas com gerimn a 300 rs.
1 dita de canna a 300 ra.
1 ditas de laranjas a 300 re.
10 cargas de miltio secco a 200 rs.
6 ditas com feijao a20G rs.
10 ditas de batata a 300 rs.
6 ditas cem frnct?s diversaf a 300 rs
2 ditas com aino verde a 300 rs.
6 ditas com looca a 300 rs.
50 ditos com verduras a 300 rs.
62 ditos com feriaba a 400
9 co^artiraeniog com iresscrs
a 60 rs. 5'40U
Bl ditos com t&ieudae etc. a 600 n. 304600
34 uitoc de comidas a "00 rs. 23*800
il ditos de smneiro3 al* 11*000
6 ditos a 7i'0 rs. 4*2C
61 tatbosa2*000 10200C
t
12 de
61400
4800
*600
lf*0C0
14 OC
4900
94000
84600
5*000
1*200
/600
<:oo
*300
2*000
1*2C0
34000
i. 1*800
*600
1*800
15,000
24*800
Rendimuco do (as 1 a 11
280*400
3.004*86
3.283 260
Precor.t.0 dis:
Carne vera* de O o 640 ris o sito.
Sainos de 800 a '. 00 res uem.
Carneiro de 900 a 1*000 ris idem
Farinha ia 320 a 500 ris idem.
Gracas a Deus
Altete que me a:bava prostada da cama a
mais de 5 .nas 'co u na cor da clicas, usando
de muuos medican-.! uloa sem n^ohuao dellee pro-
ducir iff'itoa semelbaoie etffrirxento ; passei
an a i a lomar as pimas anti QyspepCbs aa D'.
H'ioze'mano acons^lnailas p ia Exaa. Sra. D.
Leocadia de J. cus Bola, e na 1' dcae que usei
p-ssoc-me ralicaimeoie este m:-.l que la to |n>
poFsibilitou-me acs meus irabalbos.
Sirva o p:esen:e atlestado de verdadeira prova
a todcs qce sodrern do mesmo mal, eleatifi-
cando-me com anha verdajelra gratido ao
celebre inventor das maravilhosas pillas.
Peroambuco, 26 de Maio 189i. ua da Concor-
dia n. 2?8.
P.iola Maria da ConceicSc.
V:dro2*C01 Duz'a 20*000. 1/2 doz!a iOiOOO.
VENDE-SE EM T0D.4S AS PH.4RMACIAS
Deposito geral
Pliarmiiria naranlu
Ra Marcilio Dias o. 133.
A astlima
Cara efflcaz e econmica
Nesta p;nosa molestia to d;fSail de
curar o Peitoral de Cambar, de Sonsa
Sosres tem sido de urna eficacia a toda
a prova tomado s colheres 3 ou 4 ve-
zea ao dia, nos caaos godos, e 2 noe
chronico?, de mrnha e ie noite.
Declarando se acceeso use-se de 1,2
de 1 ou de 2 em 2 o-.s at alliviar.
O doente evitar a liumidode e o ar
da noite, e a sua alimentec/o ser sim-
ples e de fcil digeetSo
' o unio age to a Uompanbia de
D.oga?, ra M-rquea d"5 Ohnda n.
23.

Milbo de 600 a *700 ris idem.
kVjio de 1*600 a 2*000 idem.
Navios esperados
Do R'o de Janeiro
Patacho onruegoense Eiraar.
Patacbo allemao A'iion.
Lugar nacional Albcrt >.
Lugar bolUadez Weralust
De Pelota a
alacho nacional Positivo.
Pd'abo sueco elon.
Patacbo alleaao Bonc
Patacbo al emo Adelbeid*.
Palacbo sneco Z us>.
Paiacbo sueco HUmb.
Lugar ingles N-.w D^y.
Logar oorueguen-e Cnanre.
L'>gar ingles tB onetle.
Patacbo ailemo Horlson.
Lugar inglez C Tborem.
Di Swaose
Barca logiza Sbarry.
D Cardiff
Ligar inglez Dae..
Lagar noroegueose Mussicipe*.
Barca noroegoense -K-agero.
Barca norueguen-e Gler.
Barca inglesa Golden Sanse.
De Liverpool
Barca noroegoense A. B, Bol*.
De Haro burgo
Lagar alenlo Seora.
Barca alterna Qoiana.
De Londres
Lagar inglez -llame..
De Elizabetb
Brigoe ncraegaeise Westa.
De Terra Nova
Logar inglez Vidonia.
Lagar inglez Viola.
Logar inglez Lid; Eliback.
vr.porcs a entrar
Mea de Agosto
Sol.......... Marte.
v


Europa...
a ui..........
Europa.......
Loropa.......
Earopa.......
Europa.......
Europa.......
Sal..........
Europa.......
Europa.......
Norte........
Sal..........
Norte.......
Matapan ....
Oodioa ....
Wordsv/artb
Eotre ?;cr.,
Ioeria.....
LisbboDenEe
Scholar....
Manaoea....
Tamar......
AmazoDas ..
Planeta*. ...
Tagas......
S. Salvador .
17
17
17
17
17
20
2
22
24
27
27
28
29
30
*-
Taporcs a sabl?
Mez de Agosto
......Porto Alegre
Santelmo
bol.....
Sui.....
Norte........Oiinda........... 17
Sol......... Miapan ..
Earopa...... Entre Ros
Sal......... Iberia
Norte........Manaus......
Sol......... Tamar.......
Sol..........Planeta*.......
Sol..........Amaaonac ....
El ropa......Tacos........;. 29
Sol......... S. Salvador* ... 31 ar
17 as
17 i
as
17 .3
17 21
Mas
25 as
27 ai
28 ^
28 as
h.
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b
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i h.
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4 t.
2 h.
4 b
La.

. <
i mam y
*-------- .....i. r .


t
Diario
Ao comniercio
blico
e ao pu-
?
Previoo ao publico e ao commercio principal-
mente aos coosammidores dos productos da mi
Dba Fabrica deViotode Caj Aba:axi, eootras
fructas naciooaes. situada a -toa da Aurora ".
MI. com deposito a Roa da Ma 're ue Deas na.
3e5\ que algaos negociantes e enppostos io,
Uustriaes desia Capital, estao falsificando os
productos de minua industria e que por uto su
acau-elem.
D !ua sao os meios le MriQeacSo; i.* Con
-i'ira os baria de vinbo d- Caj de miaba mar-
ea e depois de varios enchen o de no'o com vi-
abo sruticiai de outros fabricantes e vende-os
eomo Vtubo de Caj da mirca Jos de Macedo
2 .Apparece no cen'.ro do Commercio de Es-
to m gosso, commerciantes e < yoicos indus-
triiies punco escrupulosos que procurona Introiu-
i so lado dos meas prodactos bebidas artifici-
aes revestidas Ce rotules a imitcao des meas
:.m a mesma dfco-.mioaco de Vinbo ele Caj
otiai de engaaren) o consumando." incaoto e se
pretegerem com a reoutacao qae tem alcanzado
as reos productos que so a mim tem rucarlo o
.. .j icKci'V'iiviii-e ,.!.
'. os ;, N .. i e* "Ws i',, p..-i' v u-
me lor que leiu comprado Viu.no de uaj e de
ootras frnev> de 'i.iih marca, -ollocam no en-
arraaniento rtulos de ontros fabricante*, to-
s ti o asicn oa meas prodactos o nome dos fal-
.;1:ador(8 que deste modo acreditas saa mar-
cas.
!slo qner dizer qae a mi produccio de te de-
posito ae fr cetas podres e bebi las artiSciaes qae
jor abi querem dar o nome de fabrica de Vinbo
de Caj, oj encontrando ccllocacSo no merca
io ; convem aos falsicalores fornecer os sen
MM para deste modo alean.-arem o credn
Jos m^os productos.
Estas falaificaces eo provocadas pelo fado e
er eu entrodusido em meos de un auno ; nos
cercados da Jn o os vinhos de fructos nacio-
-ae# de modo lo vantajoso. como pode ser attes
lado pela procura diana que anda ba ponce
:emoo pareca geralmeoto impoestvel.
Ssttm*ria ver so meu lado ^mprehsndedores
pe ne Campo Iodustr al soubcssem com bi
j-it-ntagao animar o aproveitamento de oossas
nquissiaiaa froctas, como sejam o Caj, o
empapo, e Aiacaxi. extrabiodo dellas producto
que por suas vina les mediciaaes aroma e pas
'ar, se toroasseui digna?, de ser aproveitadas
u paiz e t.o estrangtiro.
Em vez di-'io, porem, appareom cyoicos e as
ociosos imitadores de marca alneia, trazeodo
> s6 a reougnun"ii ao consumilor, como tam-
syj o diseredito dos vinhos de fructas naclo-
jjes.
Cump*e atlo deoaaciar ao pabl co que ama
.fas marcas de Viobo de C -i s, que por abi areola cimioosaraeote com
a declaracSo de marca registrada omi revol-
ante falsidid-.', que de ma le se atira ao publico
>*m repello as leis, com o fim de fazer callar no
.'soirito do coQsamidor j coaviccao de que dita
m.rja est senio leglmente asada, qaanlo ella
nao est registrada nem o po e ser em fa:e da
el
Aciresce ainda que os p-odactos artiSMaes que
fita iar:a re-este nao foram approvados pela
..ispectoria da Higiene do Estado, o que Impor
lo ica's em om desrespeito ao R-gulam;n!.o Sa
oitario em vigor.
R:cife, 29 de Julbo de 1893.
Jos dz Macedo
Ur&L
lambete Quinta-feira 17 de Agosto de 1893
5
S>
O Pei toral de Cam-
bar
"Semp-e foi e sar o principal re-
j:-.li')garantidopara as molestias de
iarvag*, brojehios e pulraSas.
, A bronchite, uatima, mal do peito,
?ojqoido, laryogite, coqueluche e qual-
^oer tosse, pir mais grave e antiga que
*eja, ouram ae com o Pei toral de Cim-
ba: i, medicameo o app-ovado pala Junta
Central d-s H/gie^e Pable, premia!o
3>m duis medalbas de curo de 1.a classe
rcieado d3 valioso) attastada? mdicos
a da innumer>s de p^saoaa curadas. Ezi
i se a firma do au'.or :
J. Alvxre de Souzi Soares.
L: nico agente ueste Estado a Oom
a.ahia de Droprae.
metros deUno, avaliada em 2:0004r00, a qoal
perteocclb Dr. Au'ooio Viceole do Nascimento
Feitosa e val prsca por exeenjao da Fszenda.
E para qae ebegae 10 conbecimeota de todos
passoa se o presente, qae ser publicado e affi-
xado.
Dado e \ assado nesta cidade do Recife, aos iS
de Agosto de 1893.
Eu, Alfredo Diamantino de Torres Bandeira,
esenvao, o escrivi.
Jote JuliSo Regueira Pinto de Souz.
O Dr. Jos JuliSo Regueira Pinto de
Siuza, jjix dos Feitos da Fazend do
Estado de Pernambaoo, etc.
Fago saber qu-, Godos os dias da le, se ba de
arrematar por venda, a quena mais der, em pra-
ca publica deste juizo, no dia 15 do correte, a
casa de taipa sita no Berco do Q nabo n. 3, fre
gaezia do Pogo, cern porta e janella, 2 portas no
oiiSo, 2 salas, 2 quanos, meiioJo 8 metros e
40 centmetros de largara e 13 metros e 40 cen-
lims'ns de fundo, avalnia poi 4o6000, ja feito
o abate da iei, a qoal pertenen a Silvina de Pau-
la Rodrigues e stus netos E oy, Joo, Henriqaee
Au'a. a qoal val praca por execoco da Fa
zenda.
E para que ebegue ao conbecimento de todos
p?8sou se o ptesente, qae ser publicado e afi-
lado.
Dido e paRtaio oesta cidade do Recife, aos 16
de Agoso de 1893.
Eu, Alfredo D.amaotioo de To-res Bandeira,
escrivio. o escrevi.
Jos JuliSo Rigueira Pinto de Souz:.
O Dr. Jos JuliSo Ki^ue.r* Piato de
Sjuz, jais doi feitos da fazenda do
Estado de Pernambuco.
Fdfo saber qae, lindos os dias da le, se ha de
arrematar por venda, a qoem mais der, em pra
ca publica deste jaizo, no da 23 do corrate, a
casa sita do Becco do Quiabo n. 3!, freguezia
de A'ogirto'. com porta e janella, 4 metros e 60
centmetros de frente, 10 metros e SO cntima
tros de fundo, 2 sala?, i quutos. cosintia fra,
qointai em aberto, avahada por 36,'OO, j feito
o abale da Iei, a qi-.l perteoce a Beato Joaquim
Gomes e vai a i raca p E para que ebegue ao conhecirmoto de todos
pa.-suu-ee o presente, que ser publcalo e afli-
xado.
Dido e passado ne.-ta cidade do Recife, aoi 16
de Ago;to de 183).
Eu, Alfredo D amia iao de Torres Bandeira,
esenv), o escrevi.
Jos JuliSi tiig tetra Pinto de Souzt
O Dr. Jos Jolio Regueira Pinto de Sjuza. jaiz
dos feitos da fazenda do Estado de Peroam-
buco, etc.
Fago saber que, lindos os dias da le, se hale
arrema a~ por venia a quera mais der na dia 25 do
correle a casa sica na Pedra Molle n. 4. freuezia
do Poco da Paiiella.com tret j mellas de frente, duas
no oi quintal em aberlo, seis metros e cin --osota centi
metros de frente, nove metros e setenta ceatlnn
tros ae fundo, por cento e t'inta e c:n:o mil res
ja feito o aba'e da le, a qoal pa't-nca a Carolina
Mna de Reg Millo, e vai a prjc.:a por execugo
di fazenda.
E para que chage ao ronhecimeato de tod^s
passou se o preseo'e que sera publicado e afli
xado.
Dado e passado nesta cidade do Recife aos 1G
de Agosto de 1893.
Eu Alfredo Dnmantino de Torres Bandeira,
escrivo.
Jos JuliSo R. Pinto de Souz*.
Eu, Alfredo Diamantino de i'orres Bandeira,
escrvo.
Jote JuliSo R P. de Souza.
O Doutor Jote iuliao Rigueira Pinto de
Souza, Juta dot Feitos da Fazenda do
Estado de Pernambuco etc.
Fco saber qoe (indos os dias da le se ha de
arrematar por venda a qoem mais der, em prac
publica deste juizo, no dia 25 do correte, a
parte qce possoe Jos Caroeiro da Cunt, oo
predio o. 60, a roa do Coronel Lameoba, fre
gaezia da Boa Vista, a qoal tem porta e janella
em callao sobre pilares de pedra. mediado 64
metros e 70 centmetros de frente, 13 metros e
41 centmetros de fundo, avaliada dita parte em
3U0J000 e vai a p-a^a por execugao da fazeo
da.
E para que ebegae ao conhecimen'o de todos
passon-se o presente qae ee publicado e affi-
xado.
Dado e passado oesta cidade da Recife, aos 16
de Agosto de 1893.
Eu, Alfredo Diamntalo de Torres Bandeira,
escrivao.
Jote Julio Regueira Pinto de Souza.
O Dr. Jos Julieta Regueira Pinti de Sou-
za, juiz dos feitot da fazenda do Estado
de Pernambuco.
Fago saber que nodosjs dia3 da Iei se hi de
arrem tar por venda a quem mais der em praga
publica deste juizo, lo da 25, casa i ra do
Coronel Saassuoa o. 2C6 fregaezta de S. Jos,
com porta e janella, doas salas, 3 qnarto', cost-
aba f a, cacimb?, quintal motado, em solo pro
prio, m. dmdo 5 metros e 30 centmetros de
frente, 19 meiro" e 5 centmetros de fundo, ava
liada em 5:000/000 a qcal perteoce a Mara da
Pix3o de A'buquerqoe e vai a praga por execu
gao fia fazenda.
E para que ebegae ao couhecimeoto de tolos
p-ifsiu-se o presente qae ser publicado e affi
xado.
Dado e passado nesta cidade do Recife aos 16
de Agosto de 1893.
Eu, Alfredo Diamantino de Torres Bandeiraa,
eeenvo.
Jos iuliao R. Pintj de Souza.
| 2.* Cada argoeote, inclusive os membros da Os tijolos serflo postea na explanada
commsso. nSo peder exceder o prafR de meia das 0ffi3nM> no focal designado, correado
hora em saa a-guigao. E' permittido a qoalqoer
dos membros da rommlssSo fazer pergaotas ao
candidato ou candidatos, qnando nao se jolgar
satisfeito com o exame destes.
9 3.a Os pontos formulados pelo presidente da
commiaaao ser&o extrahidos das materias conti-
as as tneses geraes organisadas pea meema
commiseo e publicadas di imprensa.
4. O praxo de orna hora de qae falla o $ 4'
do art. 24 do regalameato, ser concedido se-
ment na pro va escripia e preceder a ootra ho
ra que a commsso designar para prodazir a
mesma prova escripta.
Art. 4.* As p-ovaa oraes e escripias, depois
de terem lido logar, as primeiras publicamente
e as 8eguoda8 portas fechadas, sero jalgadas
conjonctameole, oa f jrma estabelecida aos
1 e 5 do art. 24 do reglamelo.
nico. Cada dia de exame ter a sua acia
especial, de accordo com o estatuido no art. 24
5* do regulamento.
Art. 5 o A commisei) examinadora, durante a
prodaego da prova escripia, exercer a mais
severa inspecgo, nao admitiiado que os candi-
datos se commuotqnem entre si, nem U3em de
livros ou papis que cootenham commentarios
legislago patria a pretexto de consultas e notas;
e o mesmo ser observado durante a hora desi-
gnada no 4o do art. antecedente. O candidato,
porm, oa pri nelra hora poder consultar a le-
slacao patria, comanlo que os vros consulta
dos Dio cooteobam notas e commeotarios.
g nico. Oa caodidatos que infringirem a
dtsposigo deste artigo serSo advertidos pelo
presidente do acto, e, reiocldiodo, sero levan-
tados e considerada nulla a sua prava.
Art. 6. As tbeses de que fallarri o regula-
mento e as presentes instruegoss nao poderam
eer em numero inferior a 15 ou a 3 para cada
materia, da ind calas ao 4 do art. 21 do re-
golaseoto; e os pontos oriaaisados pelo presi-
dente da commiso deverao ser extrah s de
todas as tbeses e em numero soffiaieotemente
regalar ao dos candidatos.
i". O papel para a prova escripta ser ru-
bricado previamente pelo p-e3ideote do acto.
2. Os pontos formulados para prova es
cripta e oral serSo collocado, por numerago,
em urna urna, i a-a sereno tiradas, conforme o
O Dr. Jos Juit&o Regueira Pinto de Souza, e&tabelecido n'esias instrucgOei.
juiz dos feitos da fazenda do Estado de\ 3. O ponto que cahir oa prova escripta,
Pernambuco.
Fago saber qae (indos os dias da Iei se ba de
arrematar por venda a qoem mais der em praga
publica oeste juizo. no da 25, a casa sita no lo-
gar Cordeiro n. 8. freguezia de Afogaaos, com
dos janella.- e ama po ta, doas sals, 4 quartns.
cosiuna 'm, terrago, mediado 6 metros e 70
centmetros de f-ente, 12 metros e 30 centime-
iros de fundo avahada em l:500jt<00, a qoal
pertence a Joaquim Antonio Gomes Perei-a Ju
nior, e vai a praga i or exeogSo da fazenda.
E para que cnegue ao connecimento de iodos
passou-se o presente quo ser publicado e .111
xado.
Didoe passado nesta cilaJe do Recife, aos 16
de Agosto ue 1893.
Eu, Alfredo D amantino Tjrres Bandeira, es
c.ivj.
Jos JuliUo R. Pmto dt Souza.

Loteras o r d i a arias
em favor do muni-
cipio de Olinda
A extrac^ao da 3a. s;ie
Ja primeira lotera ter lu-
gar infallivelmsnte na Qaar-
a-feira 23 Jo mez correte
t hora da tarde.
Bilhetes veada em
Jas as casas lotricas e
Thesouraria em Olinda'
ao Varadouro.
*?ara enc3meadas ni es-
^riptorio da Fabrica Phe-
uix.
O thesoureir o
M. Lopes Virira.
to-
na
Dsscobrio-se om
thesouro!
r.'ivcndi perneaj distaccA de Pe
iotas (estado do iio Grraode do Sal )
ama a:rr procurada com proveilo pelas
passoas qua scffrem de affecg^es broncho
aaImocaresJ e abundando ahi a phnta co-
nhecidi pela denoaiinagSo do '.'ambara,
peosou o 8r. J. A. do Soasa S- ares que
easas virtudes poieriao. ser i/.Tibuidas
0 DoiU'Jis Jaiao llegueira hato de Souza
lu'.z des Fritos da Fazmda do Estado de Per-
n inbuco, etc.
Fago saber que, fio los os atas da Iei. se ba de
arremata" nor venda a qaem ma'S der, em praga
publica de,-t ju;zo no dia 25 de correte, a a--.
na Agua Fra, logt denomioado Jacar n.8. fre-
,'"zh do F;), com porta e janella, duas salas
um quano de tapa parte coberla de t.ni. em
terreno reoleiro, quairo muiros e viole e cinco
centmetros de frente, quairo metros e setenta
e cinco centmetros de fundo, por trila e seis
mil ris, j f-tto o abale da ki, a qual perteuce
aos herdeiros de Uaihiai Mumz Tavares, e vai a
praga por ex-*cuc5) la Fazenla.
E para qub cbogue ao couhecimeoto de todrs
passeu-se o prenote que ser publicado e affi
xado.
Dado e pisjado oeata cidade do Recife, aos 16
de Agosto de 1893.
Eu Alfredo Diaminttoo de Torres Bandeira
escrivao.
Jos Juliao R. P. de Souza.
O Ur. Jos JoiiAo tt^acira Piutu de
Sousa, jeiz dos feitis da fazenda do
Estado da Pernambuco, etc.
Fago saber que lino? os dias da Iei te bade
arreaiitar em praga publica deste juizo, por ven-
da, a qaem mais Ser, uo dia 25 do do torrente a
casa Estraia Ve'ha de Santo Amaro n. 19, fre
gueiia da 80 -Vista, de taipa com porta e janel-
la, duas salas, um quarto, cosinba, quintil em
aberlo, dois metros e noventa centmetros de
frente, seis metros de fundo, em man estado, em
terreno foreiro, por tr na e seis mil i3, i feito
o abate da Iei. a fnl pertence a Jos Minie ro
d' Sil/a Costa e vai a praga. por execugao da
fazenda.
E para que cce.-ae ao coobecimeoto de todos
paasou se u presmie que ser publicado e affi-
xado.
Dado e ptsn-io nesta cidude do Recife, aos 16
de Agosto de 1893.
Em Alfredo D.amanlino Torres Bandeira, es-
crivao.
Jote Julia) R. P. de Souz.
O Dr. Jos Juliao Reguewa Pinto de Sou-
za, ju'z dot feitos da fazenda do Estado
de pernambuco.
F.qj saber qo Hnd03 os dias da Iei se had
arrematar por visada a auem mais der em praga
publica d'este jiizo no dia 25 do co ren'e a osa
ra da Via Frrea de S. Francisco n. 2, fregue-
zia e S. Jos, com pona e janella, duas ta'as.
dous qaartos, CvSiotia fra, quintal morado, ma-
diodo 4 metros e 70 centmetros de fren'e. 5 me-
tros e 70 centineros de funio, por 540/000 j
feito 0 abate da Isi, a qaal perteoce a Beaedta
Maria des Prazere., e val em praga por execugao
aa Pasela.
E para que cienue ao onecimento de todos
passju se o presente nue ser publicado e affi-
xado.
Dado e pissado o'eata cidade do Recife aos 16
de Agosto de 189).
Eu, Alfredo Diamantino de Toras Bandeira,
escrivao.
Jos Juliao R. P. d' Souza.
i.' Sacga Secretariado Givernu du Estauo de
Pernambjco. em 14 de Ato to de 1893
Elital
De ordem do Exm. S\ D\ Governador do Es-
tado, fago puolico para 03 demos effeitos o edi-
tal 'baixo transcripto, poudoem coneareo o pro-
vimeao da serventa vitalicia des officios de 2.:.
taoeliSo do publico judicial e notas, escrivao do
juv e aonexoa do municipio de Igaarassu'.
O s-cre ario,
j..o Aueusto Perreira Lims.
Elital
O Doalor P.lmitivo de Miranda Sonsa Gimes,
juiz de di.viio do municipio de Ijuirase do
Eaiado le Peroamnueo em virio le da le etc.
Fago saber aos que o p.-eseu'e edital vreo, e
d'elle tiverem sciencia qae (om o praso de 30
das, a cooiaf desta djia, esta aberto o concurso
para p-o m-ulo ua serveolia vitalicia dos offi
cios de 2' tibelio do publico judicial e notas,
escriifto do ju'y e execuje* ciminaes, do cri-
tiio e ctv.l e da prjvedoru de capellas e resi-
duo.;, cuja 8erve.t a foi ceada e cooformidsde
com o DecrH) rte30 de Ji'el'o de 134 e ad-
rada pela l-i e.-tiiual o. 1407 de 12 de Miio de
1879 e >e acba vaga pelo faliecimet ta do aerveo
tiario t uecta Franciseo Pereira do Lago.
Os cou:n-reDt;s deve'So io t uir iuas pt ,6te
com os seguinles docnmeot h :
1.' Aulo de exaoie de suffieifucia ; 2/ cerii-
dSod'idale; 3. ce. t dSo de exame depotr
goez e arimetiica ; 4.' folna corrida; 5.* a t-s
tido mlico de epacidade pbysici; 6.- pro'U-
ragSo se requerem por procarador; 7.- Hoalmen
te, out 03 documeoios que forem coavcni-r t -
para provade capacidade prossional, todo oos
termos do art. 2<0 do DecrUi o. 9i0 le 28 de
Abril de 1885.
E para que chegue ao conheclmect i dos It;
ressados maodei passar o presente ed 1:1 que-
sera tttuaJo iio-s lugares da costme e repro
Ju-11 o pela imp-eosa.
Dalo e paseado o'e.-ti villa de I^uars u', aos
9 das do mez de Ago>ti de 1893.
Eu, Co?me Damio Bandeira de Mello, es :rivao
de O.ptios eausents, o escnvi, Pnmi ivo ue
Miranda Sonsa Gime.
mais se nSo coit'tirta em dito elital do qoal
ext-ahi a presea? copia que vai sem a menor
cusa que duvida fuga : to i f. Villa de Iua-
rassu',9 de Agt> de 1893.
O e>-crivo de Orpboi e ausentesCo^me
Dam o Bandeira de MelloCertico qoe aflut-i
nos logares de costuxe o editil constante da
copia >>opra : deu f, I<;uarabt, 9 de Ago?to
de 1893Servio o de porteiroO cffi ial do
juisoJoo Xi'ier Das,
nao far mais parte da urna para exame oral.
Art. 7 As presentes lostrucgOes pedero ser
alteradas en mudtticadas, logo qae, pela expe-
riencia, se conbecer qae ellas cont a defeltos
oa lacunas.
Alexandre Jos Barbosa Lima.
Recebedoria da Esta-
do
EDITAL If. 11
O administrador da Recebedoria do EsLdn faz
publico para connecimento dos ioter< ssado<, que
dentro >~e 30 lias otis, contados de 8 do cor-
rente, ser tffecluada por esta reparllgo a o-
branga, livre de malta, da contribuigo devlda
pelos servigos da Kecile Draioage Company re
lativo ao 1- semestre doexorciclo de 1893.
Recebedoria do Esiadc de Pernambuco, 4 de
Agosto de 1893.
O administrador
AffoGeo de Alboqnerque Mello Jaoior
por ecnta do oootractante todas as despe-
sas at alli, aerao de boa qaalidsde, nao
se acoeitaedo os qnebrsos, ers e fum-
cados.
As propostas devem contor o prego por
milbeiro e deverao vir scompaobadas da
competente amostra.
Cada proponente, para ser admittido
conenrrencia. depositar no cofre da ee
trada a qaantia de 1OJ.5C03.
O proponeote preferido recolher a quao
ta de 500,5000 para garanta da fiel eze-
cucSo de sea contracto, perdendo o direi-
to oaaySo de habilitagSo o q ,e nao vier
assignar o cootraoto no pra'o da 8 dias
contados da data do aviso que para tal
fim I he for enviado.
Os fornecimentos serSo faitos per pedi-
dos de a:cordo com as necessidades do
servido.
Secretaria da Estrada de Ferro Sul de
Pernambuco, 9 de Agosto de 1893
V. P. Ribeiro de Souza
O secretario,
THEATRO
Recebedoria do Estado de Per-
lumnico
EDITAL N. 12
O administrador da Recelo-.'l iria do Ee-
tado de Pernambuco, fai publico para co-
obecimeoto dos respectivos contribuntes,
que dentro de 30 das nteis improrogaveis
contados da 16 do corrente. serSo arreca-
dados bocea do cofre, es impostos abai-
zo mencioraioa relativos ao 1. semestre
do ezercicio em vigor 1893.
O administrador.
Affonto de Albuguerque Mello Jnior.
O Dr. Jos Ju''S.o Regue'ra Pinto de Sou
za, juiz dos feitos da fuzen'a do Estado
de Pe'nambucj.
Fago eaber qae fled >3 os das da Iei se bade
arrematar por veoda a queu mais der em praga
icjaella p'anta, nao smaate pela inapi- publica d'es.e juizo no aia 23 -o correte a casa
:-$ao do ar impreg.iado da part ulas me-
dicimes u''lia, co-rn anda p '> nbsor-
Bjlo da a-ua, p^rvectura aobreo.rregada
dos me2in 3 principios em saa pa:sigem
oor entra s suas raizas.
Suscitada esta idea, procaron eatudar
as propriedades da planta em qaestSo,
i'aho resultando o preparado a que de
aomiaotPeitoral da Cambar.
( Di Unt) Medica, do Rio da Janeiro.)
E' nico agente a Compaoha de Dro-
gas,

EDITAES
0 Dr. Jos JaliSo Rigueira Pinto de So a
wt, Ja z d3 Direito dos F;itoB da Fa
senda do Estado de Pernambuco, etc.
Paco ssber que. Badea os dias da le, fe ba de
arrematar por venda, a quem mais der, em pra-
ca pablica deste jeiz o, lo dia 25, a casa sita
Estrada de Belem i.. 9, fregu^zi.i da G ag, com
J janeflas de frente, 2 no oito, 2 salas, 2 s le-
las 2 gabinete?, 4 qaartos e obre om destes
1 sollLCcm 2 jarquis de frente, cosinba fora,
portD, eltto com cacimba, medindo 7 rretres e
30 ceatimefos de freate e 16 metros e 16 centi-
roa de Viscon-le de Alnuqu'rque n. 111, fre
guezia da Roa Visto, com 2 purtis, t:es quarto?,
cosioba exteros, quintal mralo, cacimba ain-
diado 4 metros e 30 centmetros de frente, e 13
met'os e 20c-ntimeiros da fon 1o, avaliada em
1.500*000, a qual perieoce a Francisco Perreira
de Mtlio, e vai a praga por execccSo da Fazao
da.
E para que ebegue ao conbeciraento de todos
nasjou se o pre.-ente qie ser publcalo e afli
xado.
Dato e paraado n'esta ciiade do Re:ife aos 16
de Agosto de 18S3.
Eu, Alfredo Diaiaantioo de Torres Bandeira,
escrivao.
Jos Juliao R P. de Souza.
O Dr. Jote Juliao Segieira Pinto de Sou
za. juiz dos feitos da fazenda do Es'alo
de Pernambuco.
Fago saber que finios os dias da Iei so bale
arrematar por venda a quem mais der em praga
puolica u'tsie juizo o da 25 io cor'ente o pra-
oio raa do liorooel Limenoa o. 50, reguez'a
da Boa-Vista, com um? porta de frente, servado
de olaria, com quat'o coapa-t'Tientos, medindo
12 mstros'do fr.< t e 3) metros de fonde, nv-
luda em 1:80-'*OO, a quil perteoce a lote Tl
vares da Silva, e tal a praga por execugao da
Paseada.
E para qa chegoe ao coohecitneato de todos
passoa se o present que ser publicado e alu-
zado.
Dado e passado n'dsta cidade do Recife aos 16
ae Agosto de 1893.
1.* seigiuPalacio uu u ncnu no aaiu i
Pernambuco. em 12 de Agosto de (893.
G governador do E-tado, oo exercicio da at-
tribu gao que Ibe confere o art. 57 2o da Cin
f niuigo, rteulve mandar publ car como ns'.ruc-
gCes pehs quaes se devem reger os ccn.arsos
para previmeoio do3 logares de jutzes de dtreiio
o projecto organieado pela commiso cor el e
nomeada e composia das cidadSos Drs. Fr dj;.--
co Teixeira de S4, como presidente, Augusto
Carlos Vaz de Ovcira, Jos Doiz Barreno, Vi-
cente Ferrer de Birros Wanderley Araujo e Aq-
tomo Ene o de Olivelra.
lostrucgOes pelas qoaes se devem reger os
cooco'803 para provimeoto dos locares de juizes
de diieito vagos no Estado de Pemamooco.
(Art. 1\ do regulamento da 23 de J.oeiro de
1893.
Art. 1. O concors) do que Iratam os artigo?
23 e egointea du regulamento de 23 de Jmeiro
de 1893, bix>do para execuiar a Iei o. 15, de
14 de Novembro de 1691, sera feito do modo se
guete, guardadas a< disposigOes do titaao re-
guiameat > e le n. 15.
Io Depois de publicado o p-ograrxraa de
qce falla o 3 do ar'. 24 do regulamento, e
pela f ma i/dle estabelecida, esgotado o prazo
de 15 dias ahi tixado e em dia e b ra marcados
prvumeate pelo governador do Eitado, prtnci-
piaro aa provas do concu so perante (oda a con-
missio exami.iadora n > logar designado pelo re-
galamiento (T buual Superior), produzmdo-se
primeramenie i prova escripia e depois a oral.
Art. 2 o Coa-tit a prova escripta de um pon-
to tirado sorte, pelo primeiro concurrente io
scripto, ponto que ser commu n para todos os
candidato*, os qoaes terSo pa*a p'oiuzil a, alm
do prazo facultado no 4 do art. 24 do regula
meato, mais o de urna Dora, marcado pela com
t/ii-.-o examioadora.
Nenbum caolidaio poder exceder o prazo de
qoe falla este artigo, sob pena de ser conside
rada nulla a saa prova e prejudtcaJo o seu con-
curso.
1. O ponto de que falla esse artigo ser li-
ra io por soria d'ealreos que forem formulados
pelo presidente da commsso, extrahidos das
iheses organizadas pela meema commiso e pu
blkadas na impreo-a.
Art. 3." A prova eral ser (uta pela forma se
gumte :
1." D'entre os pantos formulatios pelo pre-
sidente da commsso examlnactcia, o primeiro
(.(.ncwrtnie in;cripto litara, sorte, um, e bo
bie na materia argir o segundo concurrente
en o pegunlc, se porventu'a o seguedo hoover
faltado, un uitsma sorte se proce.'er a r.-speito
do segundo, qoe argoir o terceiro, e asstm por
fiante, sendo o ult mo arguen'e djpr mero.
Qundo oc bouver mais Ce om comorrente,
este ser argido por loda ce mxisso examioa-
dora. tirando os ceccorrentee os poetes, sorte,
p ropt:;r, qoe tiver ce ter argoiCo por Cida
om dos mea oros da conmisso.
Armaiem onloja de azen-
das e i groiso ou a reta-
lho
A-masem de vender gne-
ros de estiva em grosao
A_."oazem de vender madei-
rts e serraras
Armasen) oa escriptorios de
commissSo ou consigna-
co e de commiaEo'es ou
consignares
Armazem ou deposito de
rec<4her, al'aadegado oa
cki
Armazem ou deposito, al-
ian degado oa nSo, de re-
colber kerosene ou outras
ma eriaa inflimm .veis
PancoB, agencias filiaos oa
representantes das jeccb
mai casas baocariss
Emprezasanonymas ou agen-
cias nao tributadas d roo-
tani9nt-t em seu ramo es-
pecial de negocio
Eacbimaotoa de agurdente
Eabricas de sabSo
Fabricas de cervej-s, limo-
nadas, licores, geoebra e
vinagre
Fabrica ce distilla;3o o res-
tillagSo do aleo 1
Fabrica de picar fumo e fa-
zer charutos e c ga-ros
Lo ja de calcados compre
hendidas, aa offic;> 8 ren-
tri. tl> eaUbalecimonto
Lujas especiaos da roupaa
t-itas com ou sera offici-
cias
Lojis de livros e papeis;
comprebendidas as ret-
pectirai offi uiuo de enea
dernacSo o i impreesao
dentro do estabelecimen-
to
Lojaa ou estabalccimentoa
da vender fumo a retalbo
rap, cigarros e okaratm,
c-raprehendidas na i-ffio -
cias dentro do uatabele-
ciment >
Loja da movois
Padariaa
Bebo^adorea
Agen'a de fretamaoto de
navios, ccmmiasarioi de
compr.. e vecd* d8 geno
ros e cambiaes, cocheci-
dos por zxrgSes
50.000,5000
2).00050O3
5.000,5000
37.500^000
16.0000000
8.0GO/5OC0
30.000(5000
18.750000
4.375S00O
6.2500000
5.0003000
3.750SO0O
7.500,J030
9.3750030
3.12J0OO3
1.8750000
1.a Seccao-Secretaria do Governo do
E.tado de Pernambuco, em 4 de Ages-
to de 1893.
EDITAL
De crdem do Exm. Sr. Dr. Governa-
dor do Estado faco publico, para conhe-
cimento doa interessados, que acba-ae
aberto o cancurso para o cargo de juiz
e direito do municipio da (Jranito, ao
qual annexo o de Ezu* visto nao ter
magistrado algum requerido remogao para
esses municipios, no praao marcado em
edital du 1' de Abril ultimo, conforme
determina o Regulame-.to de 23 de Ja-
neiro do corrente auno, espedido para
ezecugSo da loi n. 15 de 14 de Njvem.ro
de 1891.
O concurso ter lagar no edificio em
que faneciona o Superior Tribunal de
Justina parante a commiaaao nomeada por
acto desta data, cemposta do juiz do mes-
mo Tribunal Dr. Francisco Teix ira de
S, servindo de presidente, dos lentes da
Faculdade de Direito, Drs. Augusto Car-
los Vaz de Oliveir* e Jos Dioiz Barreto,
e dos advocados Drs. Viceote Ferrer de
Barros Wanderley Araujo e Antonio Es-
tevSo de Oliveira, deseado ser observabas
as disposi(oa8 do citado regnlamento de
23 de Janeiro, abpixo transcriptas :
c Art. 24. S poderSo Ber nomeados
juises de direito doatores ou bacbareis
em Direito pelas faouldades do Brazil,
approvados em concurso ou exame oral
e escripto de jurisprudencia, theoria e
praticr. do processo.
3 No praso de oto dias depois da
communica^ao official de que trata o
antecedente, a commissSo nomeada orga-
nizar o programma o concurso em the-
8-rs geraes para a prova ora! e escripta,
deveado ser logo publicado no jornal of-
ficial e o edital da coavoeacSo dos con
currentes com a antecedencia de 15 dias.
4-. Ha ver prova oral e escripta,
ambas sobre pontos da dootrina ou de
pratica de direito criminal, civil e com
mercial, hermenutica jurdica, iustitoi-
cSeB constituciontes e Ieis orgnicas.
Oa pontos serSo formulados pelo presi-
dente da commitsao para cala um dos
concurrentes e tirai.s serte pelo can-
didato urna hora antes do exame sendo
he facuhada a cossuita da legislacSo pa-
tria.
6\ O julgamento daa proras ser por
escrutinio secreto.
7\ Findo os trabalhos, a commissSo
participar a) Presidente do Superior Tri-
buta' o resultada, remettendo ai provas
escriptfi de todos os concurrentes appro-
vados.
8'. Fm sessSo especial o masmo Pre-
sidente submetter o assumpto ao conhe-
cimento do Tribanal que orgaaisari una
listados caididatos approva los nao ex-
cedente de quinze comes para ser rexet-
tida eo governador.
9.' Dentro os bacbareis ou doutorea
que compucerem easa lista o governador
escolbei o que tiver de comear prefe*
rindo o qoe j tiver sido juiz de direito.
O secretario,
JoSo Augusto Ferreira Lima.
Grande ispeetaculc, novo e oni-
co em seo genero
PROPRIO PARA FAMILIAS
Ultima semana
Pelo notavel qnadro infantil, com-
posto de meninos intelligeates filhos do
reputado bsrytono
DE
ZVBZLTXLA BEMOL!
EHPREZA
Raphael Arcos
Hoje! Hoje!
Quinta feirj, 11 de Agosto
Graodioso espec'aculo
de gala em beneficio do
Asylo de meninos
desvalido*
Interessante programma dividido em
tres partes
Vejam-se 03 avnlsos.
Bonds para todas as linbas.
A'b 8 j
Atiso
Sabbado, 10, ultimo erpectacolo da compa
nhia, em beneficio dos meniros Fernando o Af
fonso, com um novo programma.
A familia Arcos agradece ao Ilustrado publi-
co e impreoso desta capital s distmeces qoe
Ibe tem concedido e pele lhe o sea comparec-
ment ao espectculo de boje, concorrendo as-
sim para a breve realizacao do gnode projecto
da coostracgSo de um a-y!o para a infancia des-
valida._______________
Thesovsro do Estado
De ordem do Illm. Sr. Dr. i spector
do Thesouro do Estado de Pernambuco
fago publico que acacha 17 do corrento
mez pagar se-ha nesta ReparticSo aos pro-
fessores e professoras de 2.a entrancia.
Thesouraria do Thesouro do Estdo, 16
de Agosto de 1893
O escrivao da despez,
Alfredo Gibson.
Companilla Agrcola e Mercantil
de Pernambuco
Segundo dividendo
Sao convide dos os Srs. accionistas a
receber o 2 dividendo de 10 (, sobro o
capital realisado, ou de 108000 por cada
acco, do dia {7 do cerrente at 17 do
Seiembro.. na sede dett companbia, roo
do Apolla n. 28 1 andar, de meio dio
as 2 horas da carde.
Recife, l de Agosto ce 18D3.
Companhia Agricola e M r-
cantil de Pernambuco
Chamada de capital
1.* SecgaoSecretaria do Governo do
Estado de Pernambuco, em 12 de Agito
de 1893.
EDITAL
De ordem do Exm. Sr. Dr. Governador
do Estado, faco publico, para conbeci-
mento doa interessados e em additamento
ao : di tal de 4 do corrente, que, de accor-
do com o acto do mesmo Kxm. Sr. Go
vernador de hoje dotado, fica marcado o
praso'de 90 dias, a contar d'aquella data,
paru a inacripgao, nesta secretaria, dos
candidatos ao cargo de juiz de direito do
municipio de Granito, com jorisdicgSo
extensiva ao Ex.
O secretario,
Joo Auguito Ferreira Lima.
convidados 4
do capital
DECLAhACES
mm&
AlfanJega
Ao Sr. Augusto AIvs Vilta-'Bella
De ordem do lllm. Sr. Dr. inspector
e chamado a esta repartiera o Sr. Augus.
to Alves Villa-Bella, afim de recolher aos
1t fifO-SOOl cofrss a quantia do 60|JO0O, visto que,
h filOO tan^ recebido a coniigcaySo de 20^000
mensaes estabelecida pelo ex-.Eoreven'e
da Armada Naci oal, J So Alves Villa-
Bella, re'.ativa aos mezes de Dezembro
de 1892 Fovoreiro eubsequente, fo
depois reco3 mondado na Guia expedida
pela Contad( ria de Marioha so suspendes-
se aquella abono a contar do referido mez
de Dezembro.
Fici rorreado o praso de o to diSB
para o i-lludido recolhimento.
Em 7 de Agosto de 1833.
O e.scripturario,
J. H. da O.ivcira Amara!.
20.000 JtlOO
5 OOOOL-O
7.500^000
strada de Ftrro Siilde Per-
nambni'o
EDITAL
De ordem do Sr. director fajo pnb'ico,
para constar aos interessados, que at 2
horas da t rde, do dia 18 do corrente,
rccebom-3e na secretaria desta estrada,
propoatas em carta tea'i*.da para o forno-
cimento de tijolos de a'venario gressa,
sob as coodic.Ses segaintes:
Suciedade Retinara e Des-
tilla^ao Pernambucana
O rreBideote desta socied.e'e, em viriodedc
qoe precei^i o art. (6 do decreto de 17 de Ji-
aeiro de 1890. scieniitica qu tlcam a duposigao
des Srs. arciooistas, no escriptorio da So iedade
ru' do Commercio a. 34, as coplas do balan
co. relato nominal dos accionistas e lisas das
i-an?ferencias recusadas ao decorso do aano
6ndo em 30 ce Jaobo prximo passado.
Kecile, 21 de Julbo de 1893.
Joo Fernandes Lopes,
Presidente.
Os Srs. accionistas sito
realisar um entrada de 10
subscripto, ou 20OjO por cada accSo,
contar de 17 de Agosto at 1 de Setea-
bro, em mao do Sr. Tneaourdiro.
Recife, 16 de Agosto ae 1893.
Companhia nacional de ca-
misas eroapas brancis
Tercera chamada de capital
Por deliberlo da directora sao convidados
os -eoliorea accionistas para reaiisarem a ter-
ceira prestacSo de 10 0/0 do capital subscripto,
ou iO000 por acgo, al o dia 31 do mez cor-
reate, em mo do tbesou-eiro, rui de Fraocis-
co Jaciatbon. 26
Peefe. 3 de Agosto da 1893.
Augusto Silva
Director secretario.
Banco Popular
Quarta chamad* de capital
De accordo com o art. 4' dos Estatutos deste
Banco, aviso aos Srs. accionistas q-e fica mar-
cado o praso de 30 dias. a contar desta data,
para reaiisarem a 4a prestacao de 10 0o sobre o
valor nominal de cada accao, na ede do referi-
do Bateo roa do Bom Jesos o. 64. Oatrosim.
deverao apreseotar as respectivas cau ellus para
ser addlcionada a respectiva prestarlo.
Recife, 3 de Agosto de 1893.
Albino Narcizo *iaia.
Secretario.
Municipio de Olinda
O coroeel Prefeito, manda fazer publi-
co a quem interessar qua da conformida-
de com o art 143 do cdigo de posturas
fica msrcido o praso da 60 di. a improro-
gave!, para os proprietarios dos predios
existentes nesta cidade, construir ou re-
censtruir, aa calgidaa cu passeio da anas
propriedades, sob es penas da Iei.
Secretaria da Prefeitura Municipal de
Olinda, 12 da Agosto de 1893.
O secretario,
Manoel Joaquim Botelho.
Estrada de Ferro de Ribei-
rao a Bonito
De ordem da directora des'a estrada, sao
convidados os Srs. accionistas, para ama reooiao
extraordinaria, qne ter logar no predio da rsa
Duqne de Caxits d. 74, no dia 19 .o corrente,
ao mtio dia, para tratar se da reforma di esta-
tutos.
Recife, 4 de Agosto do 1893.
O director secretario,
__________Careelro da CgDha
Sociedade Retinara e Des-
tilacao Pernambucana
Tendo de se proceder o sortei das debela-
res desta sociedade relativo ao 1' semestre
deste anno, sao convidados os sechores accio-
nistas rara aesi.'tirem.EO mesreo sorteio, no se
escriptorio roa fo Commercio p. 34, a 1 hora
da tir e, nu a 16 do correle.
R?cife, 12 de Agosto de 1893.
Jco Fecandes Lopes
Prrsiden e.
Dcima urbana
O pref'ito do Recife manda fazer publico a
qaem in restar qoe, por ter havido interrupsao
nos prio. i os dias de arrecadar,ao da decima
relativa acs predios das fregcezlas da Boa Vista
e S. Ju8 o praso para a cobra' ca, sem multa,
des'.e imposto, com relac&o a estas doas fregu-
zias, terojiaar em 14 Ce Agosto Co cerreate
aano.
Secrptnria da orefeitura municipal do Recife,
31 de Iclfeo de 1893.
O secretario
Joaqaim Jas ferreira da flocna'


V
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-
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5
s-
. :-
I
\


Mario dePernambaeo Quiiiia-feira 17 de Agosto de 1893
PUADO
PMAMRIJCANO
PROJECTO DB DJSWflAQ
Hlo'se tendo realisado a inscripclo ptra o 1* 3- e 5- pareo da corrida que ter logar
no da 20 do correte, ficam aberto es seguir, tea pareos:
COB^o'afo 800 metros. Atiamea de Pernambofo que nao tenhRm ganho
premios noa pradrs do Recife. premio : 2c 0*5000 gao primeiro, 50(5
ao segundo e 250000 ac tereciro.
|gipi.nc __ 1.250 metros.HandcopAnimaes de Pernambneo. presos:
3O0(JOOO ao primeiro, 600000 ao segundo e SO0OOO so terceiro.
Observares
A t .bella do psrao o H'indcap estar na secretaria do Prado, a dioposicao
doa inte-eas les, e o pareo n5o coDtar victoria.
A macripcSo encerrar-se-ha hoje ao meio da na secretaria do Prado Per-
navmbuc:no ra da Impei-atris n. 26, V andar.
Secretaria do Prado Pernambucano, 17 de Agosto de 1893.
SERVINDO DE SECRETARIO,
los Cornos fitactos*
Yeneravel
Devccao de N. S.
Morte
da Boa
MESA PROVECTA
SDe or:em co IntSo jor, convido a iodos ai
ruc-s proveles c a parecer ro em nosso cor
aistorio no domingo 2Jdoc.rreotc pe!as 4hora
da tarde, atim de fazer a cons Its para os novos.
foDCCiooanos da administragao de 1893 94.
Crnsitorio da veneravel devocao de N. S. da
Boa Mort>, precia no convento do Carero o Re-
Cife, tfi ceAgos o de 1893.
O e-cri\a)
Alipio Apolionlo ria Silv?.
Correio Geral
lilis a expedrse hoje
Pelo vapor nacioca! Olinda, e ta admitas-
tetor o Dr. AdIodio Gomes Pereira Jnior, para o
qu'i! foram ex pedios convites.
C mmunii-a-ce ac aeohores socios e convioa-
;:.- es ;s Exrnip. familias que ter losar o
meco aro imanolte de sabbado ladete
me? sen dis'.r buifao de novos convites.
Se re ai da Siciedade U'io Commercial,
eju 14 de Asesto de 1893.
Carcfcso Jnnior
__________ l- secretario.
Sociedade
Refinaria e Destilacao Per-
nambucana
< Sao convidados os seobores accionistas a se
I reunlrem em assembla teral ordinaria no pre
j r.io o 34 a ra do Commercio, no da 2i do
corrente, pura, em face do relatorio da geeocia
do parecer da respectiva commissao, delibera
rem eobre as comas do anno findo. e procede-
'' rem a eleico da direciO'ia e da commissao
jraJ expede malas para es porios do norte. j.gc
recebendo imp-esso e orjecto3 a registrar ale
as l horas da larde carias ordinarias at as i .
1|3, ou at a entrega das ma'as com pone,
dnpc.
Adtninis'.ragao dos Crreles do Es'acto de Per-
nambeco, 17 de Aeos'o de i>93.
O rtwfe de se*el>
Epiphani> de Luna Freirt.
Hip podro modo Cam-
po Grande
Assero lea gerai ordinar'a
Sao convidados oa rs. aecioiis'a para reo
nirem sp f ai'as-fmti'i geral ordinaria, na qiar-
ta 'eir 23 do corrente tnez. < 6 bo-as da lorde.
a rBa 15 de Novembro n. 55, l- amar, alia) de
tomarem conheciraento das cootas e relaiorio do
anoo Boaneeiro (iodo em 3o de Jucho prximo
pS;ado, e tleperem directora e commiaeic ti?
CU
Recife, 5 de Agosto de 18)3.
JcSo Pernandes Lopes
Pres d-*nte.
Companhia
Usina Cansancio de Si-
ninjbii
De ordem da directora, convido os senborp?
Eccfonistas desta companbia a rcalisarero a 4'
prertrc&o de 0 0/j do rapitai eobscipto en
i por aeco at o da 15 de Setembro prxi-
mo, no Banco de Pernambnco, a ra do l om-
mercio n- 40.
Recife, 14 de Agosto de 1893.
G. C. Gat'.s
Director secretario.
Red Cross Line of Steamers
Perlas CoPar c No va-York
Vapor Lisbonense
E' esperado dos
porlos cima at
o dia *o de A
g< sto segnindo
depois da demo-
ra neceasaria para os meamos partos.
Para oari os
Consignatarios
John s ton Pater &C.
15 Rtta do Commtrcio Ib
Pacific Mean Navigation Gom-
paBy
STEAITS OP MAGELLAN UNE
O paquete Iberia
E' esperado da Enropa
at o dia 19 de Agobio
segoin'o dep is da ndis-
ipen;avel demora, para Val-
parai.-o enrn es ala nela
Babia, Rio de Janeiro e Montev do
Para carga, passagens .encommeadas e dinbei
a frete trata se com os
AGENTE3
Wilson, Sas i l\, Limited
10-RUA DOOOMMERCIO-10
M\ M Sil irsi uvi-
centro de ssla com uopo da pedrt, oa- flores, 2 lastres, 2 serpentinas de slecro-
aa de jaoiraoo lavatorio de j u>ianda I pUte, 4 otobepSea, jardineiraa pannos de
pedra, I guarda roa- ebrochet, alaofadas, raaos de fljrea ar-
cem tompo de
pa de smarello. 1 eapslbo oval com
moldura doarada, 1 quartiobeira, appara-
dores, oa bids, pares de jareo-, ditas de
lanternas, candieiros, escarradeiras, jarro
e bacia para lavatorio, tapete para sof,
qoadros, etageres e muitos oatros iro
veis que ettarao patentes iu acto do
leilSo.
Agente Oliveira
4.LeiIo definitivo
Da importante ..rmacSo de aoaarollo en-
vernisada e envidracada, e baldo com
pedra, existente na rasa n. 17 ra da
Santa Cruz.
Sexta-feia 18 do corente
As II horas
Na cas cima referida
O agente Oveira por mandado do
Estn Sr. Dr. Jmz da Direito de Or
pbSos e ausentes e requerimeoto do Sr.
Cnsul de Portugal, easarregado do Con-
sulado da Italia, vender em leilSo a
mencionada armacjSo, perteocente ao es-
polio do sudito italiano Angelo Bailesa.
Usrante-se as chavas da casa.
Secretaria do Hipro tremo do Carrpj Grande,
8 de Agoso da lk93.
O secretario
Aneu^o Silva.
Alfaidega
Aforamento de ter-
reno de marinha
Je eiaero do Illm. Sr. Dr. Inepector,
tendo D. Emilia Sido ArietideB Coelho
reqoe-r do por itoramento um terreno c>
praia ae pela respectiva planta que o mesmo
terreno contiguo so de Eduardo L-yme
onde ba urna casa 'le pj-opripdade deate,
convido o meamo Eduardo L yre a vir
requerer no proso de 30 dias a preferencia
que Ihe cabe por le uo aforamento re-
querido.
Em 11 de Agosto de 13P-3
O Escripturanr-,
J. H. de Oliveira Amara'1\
Gi mpanhia de Drogase
Picductos Ohimios
Asselabl geral
SSc ronvidados os senhorps accionistas desta
COOJiFt'bia se n-rnirem eua?stabia geral
ordinaria, no 1- anear do predio D. 14 a roa o
Marques de Olila, no dia S8 do corren e, eo
meio da, para tomarem (.ocbe'imeoto do tela
torio apresentado pela directora, contae e pare-
cer d3 commiseo fiscal, relativos ao aono pr-
ximo Rodo.
Recife, 12 de Agosto de 1893.
O secetario
___________Graciqno 0. da C. Martin?.
Banco de crdito real
de Pe mam juco
Chimada de capital
0? Srs. accionistas sao convidados, nos termo?
dJ art. 8* ao' estatuto?, a reali.-a: at o da 10
de Setembro prximo lteo, na roidoBom -:v* n. S6 orna ent-ada de Jo
O/o do valor oowio I snas ac<0:s ou 20;000
por a cao.
Nesse acto, d*'ve-ao exhibir as su;s cautellas,
para re- averiada a re=pectiva rctrada.
Recite, 9 de Asoito de 1893
:. uiz Doprat
D'rector Fecreiar'o.
Prado Pernaml'caDO
A direc;oria desta sociedade, em sesslo de
bij, resolveu qae o- proprieanos jigassem
pelos ammaes presentdos a matricula e que
fjten i xaminados a qosotia de 10000 cida
um. c. rao remenpracao dos servaos prestados
pea commisfj exam'cadora.
Fica desizoad3 o illa r e le-j* feira, s 7 boras
da manhS, no Prado Peramoacaoc, para pro-
ceder p ao exame o smujaes que uil ee apre-
eentarem para o dito tim.
Secretaria do Prado Pernambucano, 14 de
Agesto de 1893.Pelo secretario
J. G. Gancbes.
Prado Pernom'oucano
De accordo com o qoe preceitoa o ari. 10 | 9
e tt dos estatutos, sao convidados os seobores
accionistas para urna reonifio c'eaaaetLbla geral
ordinaria, qae dever ter logar o ola 10 do
c rretite. na sede ra sociedade ra da Impera
triz p. 26, t- andar, ds t boras do dia, afim re
serem apreseo;ados o r;latorio, comas e paricer
tircal do anno social fio io em 30 de Jonbo pr-
ximo passado, e bera a.-aiin tleger-se a ncv..
directora e commisso fiscal, presidente e se-
cretarios da assembla eral
Recife, 14 de Agosto de 1893.
Jos Gomes Ganches
Servindo de secretario.
Sociedade Auxiliadora
Agricultura de
buco
da
Pernanir-
O paquete Tamar
Commandarte T. K Exham
E' espcradi da Euro?a
at o da 9) de Agos'.o
seguindo depois da demora
r,e: p.'?;;ria para
Baha, Ro de Janeiro, Montevideo e Bue-
nos Ayre*
Para carga, passageos eaoo"nmen:las e dl-
aieiro a frete : trata-se com os AGE.Nl'KS.
O paquete Tag'us
E' esperado do*
i;cr'os do sul at
o (a '9 de
Age?'o soguind
a>co;a 'a demora
necessaria pa a
S. Vicente, Las Palmas, Lisboa, Vigo e
Sontampbtoa
N. P.Previ5e-flp aos Srs. recetedores de
mercadorias, qat- a Companbia Mala Real logle
ta, contractoo cora aGeneral Steam Naviyation
Companyum servicode vapores semanoe? que.
pariindo de Bor(.'e;-ux, Cognac, Cbarent. etc, de-
vem ebegar a SootDi repton a lempo de balde;,
rem as ca'Mi destinadas a America do Sul,
para os vapores des'a companbia.
ReduccSo nos pregos das passagens
liia uutvolte
A Liooa 1 clas:a t 20 fl 30
A'Soj.aampton i' cas- S 4
Camarotes reservadla pan oa pasaagoiros ce
Pernambnco.
Para passagens, frats, epccinmeoriss, w-ata-si
com os
AGENTES
fc moriro Irni8ft &:
*>. 3 l*" c
Assembla geral
(2a convocRs5i>)
De orirm do Exm. prpsidente da a?eer?bla
ger.1 o Dr. Francircodo Reg Barros de Lacer-
da. Bcam convidados todos ossenbores membros
deeta sociedade para, no da terca-feira 22 do
orren'.e, ao meio dia. reunidos em aseemba
gertt m sede social ra da Umo n 52 bis,
procederem a eleico tos membros do cooselbo
administrativo e mais fon-cionarios eleciitos da
sociedade, de acord com o disposto no art
54 dos respectivos estatutos.
O proceseo eieit >ral ser procedido de nma
8eseao magna, da qoal hrao parte todos os se
ohores agriccliores oo Estalo que qoizerem
comparecer, e onde se trata antes de tudo.
dos meios de congregar to. as as forjas dala
vonra em pro dos interesses da classe agrcola
e defesa de seos direitos.
Pecie, 12 de A,03to de 1893.
Henrique Augusto U let
Gerente.
hmititevi ii
PORTS DO SUL
i?cel, Penedo, ri^ft' e h
O paquete Jaboato
Com mandante Pereira
Seguir pra
es nortos cima
indicados odia
lia de Ago-U, s
4 tior:-B r .ardt.
Recebe carga, encemmendas, passa- s e di-
nbeiro afreta at 1 no -a da larde da tua da
partida.
ESCRIPTORIO
Ao Cae da Co-n nanhia Pernambucano
n. l
Movis, loops e vid -os
Quinta-feira, 17 de Agosto
Ra da Palma n. 101
Ao correr do marldlo
O agente Martins
Por ordem da viuva do Sr. Lt
Ferreira da Sdva, 1 mebilia
ir.
pr. ta,
meia
dita da junco, 6 ctdeiras de junco, 1
cama. 1 mtrqueeSo para cial, 1 eepslho
grande, 2 raeoores, 4 ja r s, 6 etftgeres,
1 tapete, 2 escarredeira, 4 quadros, 2
lavatorios, 2 jsrrca, 2 bacas, mesa en-
vernii.ada, 1 dita de cosinba, 1 estante, 2
o bids de columna, 2 ditos de parede, 2
b det, l berreo, 1 meza com abas, 1 mar-
quezSo e treito, 1 u .rda lo -9 >s, 1 mar-
que aa, 1 banbeiro o mu.tos outros objec-
tos, Lucs, copos, calix e spp&relhos para
almeno etc. etc.
Pelo cente Martins
Leilo
De cfsa terrea aira ra do Socego n. 4,
f.-egu^zia da Boa-Vista, cooi porta o
janelia de frente, 2 b Ihs, 1 quarto,
.fsinh'i foca e quintal morado.
Sexta-feira 18 do crrente
As 11 horas
No armazem a ra do Mrquez de Olinda
n. 48
O agente Gusmao autorisaio por '< an-
dado do Exr. Sr. Dr juia de dirito dos
feitcs da f^znnda far leilSo da casa
eimo mencionada, para pagameo fazenda do Estado que deve o executado
L"'z Morara da Silva.
tifoiaea, escarradeiras, jarros, vasos, pas-
saros embalsamados, 4 almofadas, v-
aos oom plantas, ontros liados artigoa
de aaU de visita.
Q.ARTA SALA
Uma rica mobilia entalhada, quadros,
espelbos, oadeiraa de balanco, 2 etUge-
res, rparadores, 4 ditos de parede, dou-
rados e encarnados, candieiros, cadeiras
americanas, vasos para flores, porta flo-
res e oatros muitcs objectos de apurado
gosto-
SALA DE JANTAR
-1 mesa aatioa com 7 taboas, 2 appa
raderea e etageres, 2 guarda lougas, 1
reat iadeire, filtro, 1 qus.rtaaheira, 25
Cbde ras de janeo, 'A espethoe doorados,
4 cocsolot, 6 lacees para cortinados, 20
pratos chnese de parede, 1 cadaira alta
para menino ir a mesa, 6 qusdrcs oom
passaros, 9 ditos de bamba' rruteiras, Ion
9?, vidroe, garrafas, eopos e vrbos.
QARTOS
1 guarda vestido 1 to.'Ut, camss, lava-
torios, cosnmodas para roana eama para
meoio, c*ixa privada, caoais&s, espelbos,
guarnieres e ou'ros mM0B
OBJECTOS AVLSOS
1 lindo viveiru para passaros, 1 mesa
com jogo de baeatela, bancos de jardim,
latas oom palmeira, crotona e outras
plantas, mangas antigs, pbares, globos,
arandelas, transparentes, jarros e vssos
para plantas e muitos outros artigos exis-
tentes na casa grande em que morou a
(amilia Oliveira, ponto final do boni da
Torre.
Sexta-feira 48 de Agosto
Agente Pinto
psrtir
A ge lite
(iumpanha Peraambacaua do Na-
vegado
PORTOS DO NOKTE
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty e Cear
i) paquete Una
Conimandanta C;-rv:.'!n
S-goir para os pon-
tos'cima no r.ia 19
oo correte as 4 horas
Recebe carga, encomm'-ndas, passaeensc di
nbeiro3 arete ai al boa ia l^rae de rii
da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes di Componhi Pernambucano
a. 12
Burl^maqui
Sexta-foira, 18 lo corrente
As .1 horas
Xa roa do Haspicfo a. 43
DE MOVIS
O agente cima por mandado e awie-
eencia do Dr. Juiz Substituto municipal
dm juridi^Jo parai^l da Va-a Civel, ven-
eer o.-n leilSo, todos os moveia e joias
Satonies na cusa acim.
Tem mobilia de Jacaranda, consoloe,
guarda roupa, espelbo, qu dros, jarros,
tapete.*, onndieiros, looja, vi iros, cadei
ras, rol'-gice, correntee, hlfiaeitea e uiuitoa
outros objectos que estarSo a vista dos
Srs. licitantes, cojo movis, pertenc-em so
acervo do inventario do fia.do Vale-
ciano M-nco oa Costa R*i.
Leilo
Companhia
GHARCERS REUNS
DE
er>
Servidos Martimos de
nambuco
SSo o- Srs. accionistas convididos a rrreber
do dia 8 do corrente era d.aott o 3 dividendo
na r;z5o de 10 0/rj ao an.io cu St ro: orcao, oo
escrlp orio da rorapaania.
Re:'e, 5 de Agfto de 1893.
F. A. Cardoso
___ Secretario.
E1L0E?
Linba
Companhia de Tecidos de
Malha
Oit^va chamada da capital
Di or.-iern da lirec'oric, convido r>s senborer
accionis'a-' reata compaDhia rara realisarem .-
Oitava preftsjo de (0 O/o do capital suecripto.
00 JOiOOO po- acfio, ten dia 31 do corrente.
no escripiono do tbeourc;ro da mesera, roa
Primeiro de I.-rco, anua f!o Crefp) n 7.
Recife, I de Acost de 1893.
Alfredo A. P. Fr^popo
____ Director secretario.
s.
Ln o
U C
Commerci!
ro paniiia Francea
M
.\avpgaf5o a vapor
regolar entre o Havre, Lisboa,
!;.i Ld! 8ar au' aSoc.edad, Un So Com-
rrcia resolver dar no dia 6 de Agosto rsra
Mkmoisar a inanenrsco dos rer, t a 'esees
socio?, bemfeitor Manoel Ferreira da Cu' La pre-
Percambnco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos
O vapor Entre-Rios
Commandct Dpciel
E' ear-erado dos nortos da Eo-
r>pa a odia 1* do Agosto
-.-';nuo depois da oeroora m
d epensivel para
Mace', Bahia, Rio de Janeiro e Santo*
ESTE VAPOR ENTRARA' NO PORTO
Rogs-se aos Srs importadores de carga pelo
vi-pares test?. Iinbs, qm-iram sp-esenlar dentro
.le 6 d'.PB, acoL'tar d da descarg das alvaren
gis qoalqoer reclamacSo conrernente a volnmes
qae norventura l?nbam sesuido para os portos
1o tul. atlm de se pod-rrm dar a lempo as pro-
videncias oeces88riap,
Expirado o referido praio a companbia na se
resporsabiliea por extravos.
[te.'ebe ca-pa. ercorom'ndas passaceiros para
os qcae3 tem e*celi nu-s accommod^efies.
Para carga, passageos, en^ommeolas e di
obeiro a frete trata se com o
AGENTE
Auguste Labille
9RA DO COMMERJIO-9
Sexta-feira 18 deve trr lugar na Torre,
ca3a em que morou o Sr. (Jiveira So-
brinbo o leilo de rioaa mobili-s, devane
e cadeiras estfalas, lindos bjectos dou
rados (ouro de le) tudo em ptimo et-
tao e do anoraHo goeto.
Partir um Bjnd r.s 10 b >rss o 15
miouti'S quo dar pa6s gea gratis aos
concurrentes d > leilSo.
Agente
Oliveira
Leilo
De bous movis, loua, vidres etageres,
quadros, jarres e mtis objectos d
casa de familia.
e mus oUi^ctM?
Quint-feir, \1 do crrente
As 11 horas
No sobrado a ra Duque da C.-.sias n.
3% cutr' O agente Oveira per roandsdo do
Exm. Sr. Dr. j'iia da dircit) de orph3>-a
e tosentes e a requei imento do mveDt;-
risnte dos beDS dsix-dos por D. Clara
Fr-nc'8ca da Silva, lavar a U.ilao 1 jro
portante mobilia t ida eotarba4f, c-ns-llos I tas, 1 lindo relogio,
curo podra, 1 sof de jac>>rani er.coato
de palba, 1 ca ieira do bra9<>, ditas
balan90, ditas de fttsraifito, consollos de
! Jacaranda com tsmp) ee pe da, mesa de
De 1200 barricas marc i H & C com ci-
rren'o, saodo 700 barricas pasando 150
kilos cada otas, 300 ditas pesando 70
kilos cada uma o 200 ditts pesando 50
kilos cada uma.
Sexta feira, IS do cortenrt-
ao meio dia
No Trapiche Alfandegado Livrmento
O agente GuamSo compatentemente au-
torisado far leao por conta '.e risco e
qu-iB portencer das 1-00 barricas com
cimeiito cima vindas de Liverpool no va-
por Alie.
Em um ou mais lotes a vontade 5as
coroprarioros.
Grande e variado
Leilo
Sexta-feira 18 de Agosto
De bons movis
Lindos jarros, ricos espa'hoa, ettageres
douradoa, figuras, c^pit-i?, mobias es-
tufadas, sanefas, vidros, repocteiros, can-
dieiros, tnstres e arandelas, vaca*, ca
bras o carneiro ECado.
A s:-bcr
SALA DE ENTRA.DA
Don sofaes do jaiarand*, cadeiraa es-
tufadas e de p%lh8, 1 relcgio ce parede,
15 quadros, 1 porta cbapos, 2 globos
geogrfyhicos, e 6 cadeiraa, bancos de
jarcim, e platt.s.
SALA DE ESPEKA
Um candieiro belga, 15 quadros, .
divn e 2 poltronas, 2 bsbcHbw
diairos de suepscsSo,
carteira scretam, 2
12 cadeiras americanae.
SALA DE VISITA
Uma lind< mobilia de j=ciracd, com
encost do plhr-, 1 icj Lstro de criattl
caro 12 bra9i>s, 8 paroi de cortinados do-
vos, 14 arandelas oe crist-1 com mangas
6 linds ssnefas doursdas, reposteiros
cortinados, 1 piano forte, 2 cadeiras para
pia'.o, 1 capa, 2 devana o c-deiras estu-
fadas, 2 consolos, 4 conversaueiraa, 6 ca-
deiras de abr>r, 6 po-ta jarros, 12 ca-
deiras, 4 porta jarros, 4 jarros para plan-
4 espelbos grandes,
Pi de 16, rdio ingles, rolo gordo, pastis
de nata, to o au t'o, crema, nons bocados, b-
liribosmiados (Icilofi, pao de-l orrado. (kilos),
caogica, arroz de lene, toccinbo do co, c:e de
ovos, podlm, massa, pac, preparam se bandejas
para carabelo, oa .voi< dade u. 56, roa Desera-
Vareador Nuees Machado ,
Precba-se de um homem
que seja perito, em curtu-
mes de courinho e sola,
dando fiador de sua con-
ducta, para tomar conta de
uma fabrica de cartumes ;
paga-se bom ordenado, ou
d-se ntere?se.
Quem estiver ne sas con-
dijoes deixe carta nesta
j i ...
- typograpma,comas miciaes
'F. P. R. I. declarando onde
deve ser procurado.
da
A'b 10 horas e 15 minutos
eatacSo da ra do Bruna um bond extraor-
dinario oue dar passageos gratis aos
concurrentes, at a Torre.
Os concurrentes que forem pelo trena
da linh-t principal saltendo n* estagSo da
Torre podero atravessar em botes que
eetaro no lugar di costume.
Aloga-se a referida chcara, a qual
tem accomrr odacoes para grande familia e
com grande sitio.
Em continuar o
2 vaccas taurinas, 1 boa cabra que d
leite e 1 carneiro sellado.
Agente Buriamaqui
Leilo
Ssbbado 19 do corrente
As f2 hors
^b armazem a ra do Impsridor n. 41
DE BOAS ^JASAS COM SITIOS
Bom emprego de capital
O agente cima por mandado >> assis-
tencia do Exm. Sr. Dr. juia de orphaos,
vender em leilo uma boa cata terrea
n. 32 a ra das Crioulas em solo proprio
na Capnnga cm grad &<> portao de
ferro, recuada da eatrada, com 3 janellas
de frente e 4 janellas e 1 porta do lado
com uma puchada que tem uma salla e
cosioba, todo murado com bots fructeiras
e cacimba.
Urna sjb o n. 30junti na mesma ra
com 1 p"queno sitio ou terreno tambera
proprio, com 7 calas, tendo cada sala 1
porta e jane!!, coai cacimba de boa (>gua
cojj8 C88-8 p-rtencem a menor Amelia,
ri'h do rijiio Jos Dinia da Silva.
O* Srs. preteudentes podem examinar
as referidaB css.
O aesmo f.gente vender em 2* leilo
por maocsdo do mesmo Dr. juiz a casa
terrea em solo foreiro a travesa Cas Flo-
res n. 4, junto do convento do Carmo.
tyende-'Se
No Esp vendem-se duas vaccas tourioas com crias e
dando leite com abundan .ia, tres garrotas da
mesma raca. sendo qie duas estSo prendes;
como lambem vende*ie un botn caval'o para
carga.
Olinda
Aloea-fe a casa terrea n. 5 ra rio BomBoi:
a tratar com o proprietario ra de S. Beolo
numero 53^________________^_________
Alug*ase
A ca:a o. 40 ra riu Amiade, na Capucha,
pequina. tem 1 salas 2 quinos, cacimba mei-
eir e quintal au-aJo ; a tratar na ra Direita
n. 45, tobra'o._________________
Eiigommadeira
Precisase de urna i-n^mmadeira ; na ra
Cas FiO'ean. 33, tinturara.
Arraial
Ataca -'e o eh?li-t "o ces'e sauavel arrabal-
ip, a ra da Hi monta, ca to da de S Jcio : a
tr-itar na roa Duque d" Caxias n. 103, Baiar
Caxias. As chaves estao na taverna de Maneco,
ra de S. Jo^o dt-te mesmo logar. Tem
bastante,! commoos, est limos c ajardinado,
etc., etc.____________
Ao commercio e ao publico
O tbiixo BSaigoadj tendo liquidado oa
vales que botou em circulajS) cora a sua
fi na declara que dest3 data em dianta
nSo se reaponssbiltsa p>r al^am quo pos-
sa apparaaer eta m5j de alguem com
igual aesiguatura.
Cabo, 15 de Agosto da 1893.
Antonio Francisco da Rocha.
Praciea-sad um
Ra Imperial n. 17
Feitor
feitor para sitio, na
41
2 sspelho?, 2 oan-
4 transparentes 1
io sas rdenlas, e
8 tigura-, 4 redomas, 4 espelbos grande
douradoa, 6 dit.-s o>aes doorados, lindos
auadr. s oleo, ricos pratos chineaos,
p ssaroB embalsamados, 4 cestas oom
Agente Barlam^qai
Leilo
Sabbado, 19 do corrente
ao meio dia
No armaaem a ra do Imperador n.
De uma casa terrea
O agente cima por mandado do Exm.
Sr. Dr. Jais de Direito de OrphSos ven-
der em le ISo a casa terrea em solo pro-
prio o ra Direita de Afcgados n. 78,
perteocente aos herdeires fiihesdo finado
Jos Luis de Franca Caldas.
Agente Oliveira
Leilo
Da'armacSo, balcao, gener s e utensilios
da averna sita a ra de D. Mara Ce-
zar, antiga da Sensata Nova o. 9.
Ter^a-felra 22 do corrate
A's 11 hor. s
No -stabelecimento cima
O agente Oliveira per m.xdidj do
Exm. Sr. Dr. Juiz de Direito o Com-
mercie e a requerimento de felanoel do
Meneses Schiappe, u ico responsavel da
firma Menczcs & SjhiAppa, vender em
leilSo a 8rmacao, bacio, carteira, relogio
americano baiaoc>, Cindi-ira americano,
pasos, medida*, depsitos, p pas vfBtas,
vioho do Parta, pbosphoros, cervejs, ge-
nbrB, co?nac e cutres gneros existen-
t-3 nodit) cstabelecimentc, pertencente a
Jos Lipe de O iveira u arrestados a
este polo dito Mancel de Menezea
Schtappe.
AVISOS DIVERSOS
Erigen ho
Vende-re o ongenhu 'ra da Riiz. contigoo
v;;li do mesmo iioujf, ;0 B E be-n cbridc, d? l-rreno mnUo productivo,
podendo tornarse mono maior com a compra
d;s terrenos aija.:ent-s, e qoe vende se por
prfco rocero : (juem o pretender dirija ee a
Uanoel F 'n ndes namesmi villa OS Sarta da
Raz, oo ao seo respeclvo dono o padre Emyg-
dio. vinario do Rio Forn;o'o ne3'e Estado.
Engenho venda
Com safra fundada pira 1 COO paes s?goro3
vende-se um engt-cbo proxirco a linhi frrea de
S. Francisco.
Esa pr mpto ra" n'cionar desde ja, os
lerrtnos sao rortilisimos e prcdnc.ivos e tem
boas maltas ; lem oi-so j t m plantados cerca
de cem carros decanai para a futura safra de
1894 : quem o pretender dirija se a Euiebio
da Cont Beltrao & Irrcaj, Recife, roa Bario
doTriumpho n. I.
Armacao
VeDde se uma rfqaena arm?go envidracada,
em perfeito estado, se'vindo para qat'qaer es-
pecie de negocio ; qa^oa precisar din,a se no
largo do Marcado n. 12
"AVISO
A casa terrea o. 4 -i a traversa das Flores
fo'e'ra ao convena do carros des'a cidade, e
deve loros atrasados.
Ao conimercie
Os abaixo asignados avisam ao commercio
qoe compraram aos >'.-. Macoel Cardozo & C,
a (averna sita a ra rio Baro doTrinmpbo o. 35,
livre e deembarjida ; e quem se jolgar cre-
dor qneira apresentar soas i unus dentro do pra-
zo de 3 das, a contar da da'a des'.e.
Recife, 16 de Aposto de 1853.
Tden inode, Araujo & C.
Al
i i pri graale familia,
:'a ga/, sillo artoriss-
ir _
O
Aluga B-' ocia boa i i p
com bou.: op dox.
do, per;o .jes cao ro EmoMaroento a ver
oa estada dos .- fTl dos n 34, as chaves e a tra-
tar a rna do Bou; J-'eu-; i; 4, rscrip'orio.
Caixeiro
Precisa se de nm cem pralica de mclbados, de
12 a 14 ar.nos ceidarte e qseri conhecimento
de eua cooducla : a tratar na ra de Santo Ama-
ro n.5 A.
Coslnfeeiro
Precisa-se de um p'^ra ser focio de t tu bolel;
riuem de.-e-jar tal negocio deixe carta no esenp-
torlo de. te Diario com sa niciaeo F. G & C.
Criado
Precisa-se 'lena
Pinheiro n. 19.
ra Jo : oa Praca Macia
Para
J.
Na coito de soxte-feira perderam se
um cmbrnlbo de pape.is 'o ierra ra pro
vincia de S Panlo em Mamncabs, da rus
da Concei.fn p ra a ra Imperatriz.
Qoem acbar, entregue na roa Imperial
n. 173 (* Julia Fernandee) recebara b6a
recompeos ; e ra do Viveiro do Moniz
o. 198, tambem ser recompensado. Re-
cife, 15 de Agosto de 1893
Precisa se de u oa : tr.a para c.iinhar
na Ra Ouqu3 de Caxias n. 57.
Ve ee--e /S pa-les oo sonrado n 8 roa
eetreiti do Risarlo, coafronte da padana, a si-
to efio 6 a m -hor possivel ; a tratar oo caes de
Gatometro n. 3.____________________
Vendem se duas arapbinas iracde- 1 aova
o-Jta usada ; a tratar na roa da (rop?retriz n.
31, fa* rica de pianos.
convivise esco'as
Vpnde-se 6 c'as.-'p e 6 tatcf, seo o 4 com
encolo o pea ae frr.o : n tr;t?r na ra do
Apello n. 18.
e^ado
Emp-
Precisa-se de asi r;paz hb! itado em eperip-
tnraglo mercan' I e qi a piste fiado' de sua
eosdocta ; a r.iu.r na ra.. \jva n. 9.
Importan es sitios e terrenos
para vender-se
Vendem se doos importantes sitios Estrada
do Encamnenlo, ciujboa, casis do vi venda,
terreno ubrrimo a bastantemente plantado de
arvores fructfera.- e x ellenie ngoa de tener ;
asaim tarobetc e nu? ru frn s condigas da bem
feitoria, oprros terrenos, a trave?sa do Arraial
para a Casa Forte, e a E> rada i > c'.ncanamento:
a traar cora o nn primario Dr. UHtdiDB, mora-
cor no me-mo losar.
Olinda
Alu^a se uros caes r m 2 salas, 5 qos'tos, es-
sinha, e 1 qaar'o re q mta', na tea de S Bsnto
o. 8, em Olmda. tierto '!cs bsrhos faltados : S
chaves, na mefta roa o. 19, a tratar na roa das
(Jileadas n. 10, reticji,Sc.
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LIDGERWOOD
Machn as a vap >r
(Porotal
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Ventiladoras
ambiques
Rodas d'agna
To .binas
Engeobo de San-,
Hoeodaa de Caam
Moinboe de Fub
Debnlhadorea
Separadores
Biuaidores, C. aductores, Catadores, Evaporadcres a vapor Defecadores de
triple effeito, Vacutos e tolo3 os macbinismcB pertencentes ao f briCD do asaucar, cal
deira Multitabular pira queimar bagado ou casca de caf. Prensas Hydraalicas e
bombas de todos os tamaohis, G-rneiros Hydraulicrs para levantar agua, Arados de
plantar milhc, etc. etc. Engeaho completo de tabric^r farinba e engenho completo
para beneficiar arroz.
Correias de a la e de borracha de qualidade suparior. Ole especial pa^a
mchicas. Perteoces ou pecas avulsss p .ra as raacbinis.
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95Rua do Ouvidor95
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PLANO
DAS
S ORDINARIAS
FAVOR DI!
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Mira 06 DUNDA
1 Premio
1 D.to
2 Ditos a
4 .tos a
6 Ditos a
60 Ditos a
100 Ditos a
580 Ditos a
800JOOO
4000000
2C0S000
80000
40S003
2O0OCO
74
remios
20:000,5000
3:2005000
1:6005000
1:600 000
1:2000000
4 8JCg000
4:0000000
11:6000000
48:0000000
Esta loteria composta de 5.000 bilhetes.
Prtco do cada bilhefo 16S000.
Prego de cada vigsimo 800 res
A 4.a extiaccSo da 1.a lotia ter logar na Q iarta-feira 23 de Agosto, a 1
hora da t> r.le
Bilhetes a venda em todas &a casas lotricas.
O thi'soiirciro
M. Lopes Vieira.
*
FL'XDIGAO DI) IIWI.N
a
Contina a manter em seas depsitos complete i ment de utensilios para lavoura ven-
endo sempre por precos mdicos ;
MACHINAS A VAPOR de diffe-rentes systemas e aiaanhos, de Robinson e outros fabri-
cantes, e de 2 a 12 cavados-
CALDEIRAS A VAPOR multitubulares de Fletcher, para funecionar com o fogo das for-
naihas das tachas.
CALDEIRAS A VAPOR Cornish e typo locomotiva para funecionar com bagaco e lenha .
RODAS para agua.
BOMBAS de motuo-continuo.
MOENDAS e meias moendas. garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas.
ARADOS de dierentes svstemas.
CRIVACOES para fornalhas.
MACHINAS para descansar algodo de 14 a 50 serras com alimentadores e empaatadore
vontade dos agricultores.
Faxendo parte da direcc&o de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clark, vantaj osa-
mente conhecido dos Srs. agricultores, pelos seus trabalh&s de montagem de grande numero de
Usinas funecionando neste Estado, incumbem-se de mandar vir e erigir garantmdo a produejao e
qualidades do assucar;
APPARELHOS e meios apparelhos de vacuo ,
DISTILLAQOES completas para alcool e agurdente, a vapor e a fogo na, para grandes e
pequeas fabricas.
52-RA BARIO DO TRIUMPHO-52

.
OL1VEIRA CAMPOS
2l_Hua Io de Marco21
Acbbam de receber um variado e esplendoroso sortimento de faiendas finta
de apurado gest., pelo que pedem s Ezms. familias e fregueses a honra de nma
visita eo aeu eatsbelecimento.
Taes sao:
Sedas brencas e d cores lisas e lavradas.
Cachemiras escocezis de seda e IS e de pura 13.
Cortes de cachemira bordados, lindos desechos.
Satic : as, ricos gostos.
Toile fine ricos desenhos.
Livantine de ramsgem.
Velludo roseo, lindas corea.
Cbachemira com listras da seda.
Eozovaes para baptisado.
E urna infinidade de rticos que torna-se impossivel enumeral-os.
VER PARA CRER
3x-:r.tt.a. r doos xwcAJB^ca-a
FQ-R
Urna Pastiiha
IL RES
Qualquer pessoa pode preparar
CINCUENTA LITROS
d'ume BEBIDA agradavol ao gosto
TNICA, APERITIVA E FORTIFICANTE
ROPS-BORRY
O modo do emprego acompanha X PREPARAQAO
cada PASTIIHA. T SUCCESSO GAR
Deposito geral em casa de O* BAVAIY, pharmaceutico em Rouen (Franca)
FCIL
GARANTIDO
Vndese cm Pernambuco : C" de dkocas e productos chimicos
K NA PMAWMACIAB A DROQABIA ACREDITADA
*-^^<<<

A EUULVPTOL ABSOLUTO lODOfOBMO-CREOi OTADO
MEDICAMENTO SEM RIVAL PARA A CURA DAS
TDSSES PERSISTANTES BRONCHITES CATAaRHOS
LARYNGITES DOENQAS DO PEITO
Exigir i> verdad.'lras CAPSULAS coNET levando na etiqueta a aailgnatura do Inventor
Paria, 4, Hue de Charonne. En Pernambuco: C*de Drogase productos chimicose todas pliarm1**. i
RBA-I0DAD0 (
Preparado \
EM FRI;
- J. Bxtoi
XAJIOPB de
O IODO, combinado com os suecos das plantas anUscorlJUUcaa,
presta as Craanoaa doentaa os mala relovanter. serrinos, para com.
bater Glndula* de pesesco BacHitismo fall de
, Xtigorgitesmentos escrofulosos Molestias efe*
pelle Crta* lctea*, etc.
t preferlvel aos olees de O-
gtAa de bacalhao alm de ser
m outdiocaote, tamben
depurativo enrgico.
MJJS.U IM.IUIDB0U0T \YskV.
re ee; c, c r t c z&sg o co-^ ;^#
^5 25 8nnos !* Dil-lcman de Jonra, 18 Modalhas de Ourc c 6 Il.cdc.lhac de Prata.
CUJA BASJ; O IOM LEITE
i:' o nicllior alimento iara as oianras a insuficiencia Uo lcite maternal efacilitaodesmamar. Corn seu
uso nao ha Uiarrhca nem vmitos e sua dlgostao 6 lacll e completa.
Einprega-s tambem vantajosamente como alimento para os
Adultos e Convalescentes que tm estmagos delicados.
m
LCTEA iESTL
II
SBi 1ESTL
verdadeiro ieite PUSO DE VACCAS suissas tendo conservado scu aroma e
(' todas suas qualidades nutritivas. Altn dos grandes serviros que esta conserva presta Frota,
ao Exercito e aos Hospitaes, ella tem ganliado sua posirao na allmcntacao dos particulares;
.aos quaes ella assegura um leite agradavcl, saudavcl c natural.
Exigir i rirm: heiki sestle i Marca le Fabrica : KINHO s> PASSaSOB.
, A casa Henrl BTestl nao tcm mais, como outr'ora. um uuico agente para o Braxil ;
seus productos acham-se as principaes casas Importadoras, drogaras, pharmaclas e lojasX
de comestiveis.
HENRI NESTL, em VEVEY. [ ^ f$1: J^J SkT**- S
m
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestia' jo estomago, Chlorose,
Anemia, Gonvalescenci? ,; este Vinho recom-
mendado s pessoas j iaosas, s jovens, mulberes
e s criancas.
^MSitos en Pernamouco; C* il Erogara e rnWM Cbmcos; FA81A SOBSRBO 4 0* e aas f.-iacipass f uats***-
m^
Grageas D-eniazire
Acprovadaa lela Inaisectoria da Hygieno do Brazil
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Em Ferntmbuco : C il DROGAS & PRODUCTOS CHIMICOS.
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} O mtlbor e icai.i paro; suppr.rcAQOpahlba a obebea,
) curm otcomcaectos sem r- cto de recahid; envrtg**
1 99 sd ou juntamente com a Xnjec^o Terde>
44RAa 0TMJMPH0-
Machinas a vapor
Moendas
Rodas d agua
Taixas fundidas e batidab
Faixas batida^ aeni cravagao
Arados.
i n n
An 1 i Mentira ;i -w csusica, nem irritmot^;
seta pmrffr cid Gstrnitamento; fJ coma* m
Uictt ututiu i\z 2i Lonu-) e cura rukis prompt
legitrsmente do qne qo^quer outia.
THfi VE5r.TAi-
liU'otoiaio
a? aam Ivlerourlo
l SxtrujU oonmatnio de Salaaparrilba V-
) inelha, o mala seguro e mala brande doa d^twvaraat,
fu-j.iS-'o c* Vicios do 8anau. arj7^CaflB>,
RbauaaaUsmoa, MolaaUaa da PaOB.
lili ii % rirau So
AS VEROADEIRAS PASTILHAS De
Saes nataraes extrahidos das Aguas Mineraasdi
ao vend/las em lacas lacradas que tm s marea*
da Comptnhia conceij/onant da Vichy.
Digsstoss penosas. Dcencas do Estomago.
OTAGiO dos BMHQSauV^a^
Bannos, Duchas, Casino, The&tro.
^piiilOi n Pernambuco; Salzer et Kstcalln asg.lallll
t ou umsut PUtaidiset tnou.
OPERSOI Pbaratt- h Cma, S",r
VENOEkt-SE AS PHINCIPAKS CAMB
I'HARMACIA g DROOR1A
8m AujimiNi i 0* rt It*jm fe
BOENCAS DA PELLE
VICIOS DO SANGDE
AFFECgOES SYPH1LITICAS
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UR0PE E GRAGEAS!
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(Piviiar.n.'os por BOU I lOY-DLHA.MEL)
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Exigir j> firmas titula encarna'la) ilo D'
GIBEIST e de BOUTIGNY, o tello do diurno
Francez e o da Unan dos habrtcanUt.
DESCONFIARSE DAS IMITACOES
ry DELAKGRENIER f
OB PAKIS %
LM.ONCHITES^i>mINFLUENZA
4 H lrrit.fai U Mu e .9 (inuti.
- Sera opio, morphlna nem co-
dlo*, sao recelUdoa cora S
-, optlrao xito e seguranca &
as enancas padecendo 7*
- rtaia ulwiil &\
a erlaie/a ttrt, aa 1
OOtTTBA i* ^51
I M CS(JU1SCK
^
a Phar1*1
lo*!

Elstico, seju ligaJuras, para varicocelca, by^rocales, ote.
Enji-ae o Sihlte do inventor impreiso em cJa SJSptn$oriQ,
X.E O.JDKC
succEsaoa
Fabricante do fundas
fut Etltnno-Nirct!
fl* 13, om
FASES
J.'OS
VERWIIFUGE COLMET
CHOCOLATE com SANTONINA
ISFALLIVEL para destriir ai LOHBBI01S
Ist Vermfugo recommsndado pelo {1^1
su 1 sibor agrada', el e c*rfisrva(o Ddufinida. Jf/1
PARS. 2S. r. du Temple. Exltlr 1 trmt:
Km Pernambuco : C" de DROGAS fe PBODi'CIOS CHIMICOS.
XMSTaurrkjara.a,
Mi a Esrbn.aa5U cm 80
riaro Mb jjrepaxaao e
>um lavaj-i-ra.
H^m 1 raaUWEa. ro-
to tarsaaaw 1 JVtMf
BAAaVSA
para dar aos
hranoos sua cftr pr'mltlT
Jar Antonio .ornea efe BuiruN
e Uva
tfanoel Gomes de Pa'rjo e Siv,
Aoionio Jo Gomes, ioi Gime*
de B.rro* e Silva, P'sucitro G- m-8
de Bro- e Silva, H-ii'irja-* G mes
de Barros e Silva, Abtomo s.-cuo-
dido de Barros e Silva. Jj-6 Morel
ra de Barros e SU va, bai barel Joao
Baptisls de Barres e Hilva, Celio Maibeos Per-
rera. t.ioi.io Piolo Pinbe'ro de Lyra, Tbeodo-
liada Gomes de Barros e Silva, Amalia Eudoxis
de Barros e Silva, Leonor de Barros e Silva, Ma
ra de Barros Ptrreira, Losia Barbosa de Bar
ros e Silva, Mana de Barro-i e Silva, Amalia de
Barrse Siha, Cherobioa de Amaral Barrse
Silva, Felictnina Barbosa de Lyra, Albos, Irmo,
caoba4oa. oetos. ienrcs e oras do tirado rrajor
Aotcn!g Gotj8 de Barros e Silva, a-radecem do
I intimo u'aima a Io"ab as pessoas que tizeram o
eandoso obsequio de ac^mpanbar os restos mor-
taes de tea fi mpre lembrado pal, irmo, cnba-
do, :id e eoero, a ana oltiaa morada, e de novo
coEvidam s iodos oj seus pareles c amigos
para ai-f isii-em as misaas que porsaa tlrxa man-
darr rear < a capella do engeobo Ribeirao, no
da 19 do co'renle, s 9 horas da nacha, 7-
da co .-fu Das^amenio.
I>r. ijrea ile Albnquei n e Cama
Os professores da Kscoia Normal deste E.-Ud'.
prouodameoie gemidos pela irreparavtl perda
que acabara de s.tfrer a mpfraa eacola e o ma-
gisterio pernambncaoo, om o infau-to paffa
ment de seo r> mpanbeiro Or. Ayres oe AJbo-
querque Gama, sesolveram mandar v zar urna
mise s 8 1/2 horas da manb do dia 18 do
corrate, Da reja Cooceifao dos Cuitarte, pelo
'i '.'.lu a eie acio convidam os prenlos, auiigcs,
iodo o magisterio primario e secon'.'ario, assm
i'imc os ainrr,r,03 e aiamoas d> curco normal
REMEDIO
LE ROY
S^fr "* FrnV. AJUerloa, Heepanh
pelo OoomUio de Hgiena. "-
Vomitorio Le Roy
ltimamente empregado como orapa-
racio para o oso do Pargaata.
Purgantes Le Roy
SriM iowadoi Nuform i Mata.
Sao proprloa para irualqner doenoa.
tlmt noticu txpliottir tnrolrt cada gtrrtft.
Punas Le Roy
Extracto co/icentratfo do* emadrot lquidos.
Un preiiecto eipIlcatTo idtoIh cadalrairo
O Irasco do 1 oo pii. S' O traeco de 35,1 30
Acautelar-se das lalailicacSea
quaiquer Producto iot ojo lavar ende-
re?o da Paraacla COTTII Siira de LE 80T
61, Rua da Saina, 84, exn Paria.
DEPSITOS KM JOBAS AS PHABMACIAS
Caixeiro
CPrecifa-se de um caixeiro rom prsllc de
mo!hados, de 12 14 annos fie i.ale, e qoe d
ccohecimento de gua conducta ; na rua do Ca-
pitao Lima n 15, em Sanio Amaro das Sahara
Copeira
Na Caponga, roa 1< aqaim N buco n. 61, pr?
cisa-se de urna co.eira, preferindos6 qoe teoba
pai oo mi qoe se rcspoosabilise por saa con-
ducta.
Joaquina Wamii rley da Cmara
t Bernardo Joe da Cmara e seas G
Ibos, 8ommameoto psoboradus agrade
cem rorcialmeote porsieem oome das
irroa* e coobadus da fallecida J..-quina
Wanderley da Cmara, a todos es pa-
r< otee e amigos que se digoarara acompanbar
os restos moriaes de eca sempre chorada espo?a
e roai, Fu oltima morada ; e de nov os con
vinam para ascistirem as Dutaaa qie mand m
celebrar pelo repouco eterno de Ba aluia, no
lia 19 do correnie, 30* do seu pasBamento, as ^
horas da man O. ia ur.ja do Divito Espirito
Sanio e oa espilla do ngenhj Coyamboca, e s
7 horas na matriz de S Lnureoc < da Matla, por
cojo actotte religio e caridade desde j anteci-
pam os seus mais ardenteu protestos de gra-
iKln.
A o commereio
Macbado i'in'o & Rodrigues oesia data clamos
federes ao Sr. Manoi i Mor. a Pinio para en-
carregar-eo das vecdss e coDrahga dos i: os sos
de redores.
Recife, 9 lo Uoalo de 1893.
Fumo (es-fiado
Veode-ae a 400 rs. o kilo ; na roa Direita nu-
mero 31.
Fraudara Mana de Pama
tLuduvico Gcrues da Silva, sua muiber e
filbos agradecem do intimo d'Jma s
pessras qoe nao s convidadas como ao
exprnlaoea vontade se dignaram acompa-
nbar at a anima morada os rettoe moriaes ie
sua s-n.n-e lembrada mi, sogra e av, Fian
cisca Mana de Paola, e p{lo prsenle es coovl
dam para asFistir-m as missas oae por alme da
memu eoa mi, eogr- e av, mandam alebrar
Da matraz de S Jos as 8 hcas .'a manhS de
sabbido 19 do correte, 7- oa do seo falleci-
mento, e desde j ante ipam os teos agradec
mentos s pesioas qie comparecerem a este
ae>o de reljgio a >andr!dp.
lo Helrrllca doa Sanio
Deodato Pinto dos Sanios, D. Maria
da Silva Pinto dos Sanios, D. Tb odo-
linda Melrelle8 dos Santos Martn?. D.
Maria Piolo dos San o-, coroool Hooo-
no Clemeotino Mart.ns e Antonio G.
Mardos, gratos aos qoe acompanbaram o enter-
ro de seo presado enieado. Albo, irmo, cunta
do e lio, Jos Meirelles dos Santos, convidam
aos stus prenles e amigos para assisllrem a
missa do 7- dia, qoe t r logar na matriz da
Boa Vista, s 8 horas do dia 17 do correte, fi
cando desde j penborados a todos por este acto
de religiao
Aluga-se
o 2- andar do Piedlo rua J- de Marco n. ii:
a tratar na toja,
Vende-se
m sitio e c*sa rt.> morala, bem arborisado,
peno da estaco de Arei-s : quem preteoder
dirija-se roa do Major Agostmho Bezerra u.
21 (outr'or.'. Bom Jess das Creoulas).
Ensino mercantil
JovJnaa Manta
Tem aberto orna aula particular para iqai
qoe se qoizerem dedi ar ao c^mmercli..
Leeciooa diana" onte comptai ilniade eescrip*
urago ne-cni-t. iheoriea e pratlca.
Encarrega se de iodo qaaoio diz re?reito
soa protisso.
A' roa Doque de Casias n. 74, 1 sndar.
Janipabo, caja e mara-
cuj
a
Franclaco de Salle* Abren
S- aoniversarc
tAnna '>romond Abreu, Mara do Carmo
Salles Abren. Francisca Salles Anreu,
Antonio Salles Abren e Anna Salles Abrco,
aioda Beolimenialijados pela nerda irre
paravel do seo caro esposo e p.i. Francisco
Salles Abran, de novo convidam a todos os seos
prenles e amigos para assisllrem urna mi;sa
que pelo seo repooso eterno ser celebrada na
matriz da Boa Vista, s 7 i/i boras da manb.
no dia 18 ao correnie, sexta-feira, por cojo acto
ronfea arr.-se snmmampnle nenhorariop.
Mara lulaa Ucboat Catvcicante
Francisco Pedro Uchoa Cavalcante, soa espo-
sa Anua de Hollanda Ucboa Cavalcante e filbos,
presentes e (tosentes, cmvidam a seos pareles
e amigos para assisllrem a mi-sa que mandam
rezar pelo repooeo o "alma de sna ti.ha elrma,
Maria Julia Uchoa Cv-alcante, oa matriz do
Corpo Sacio, segonia Tei-a 21 do Correle, s 8
boras aa mai h, 7- dia do seu passameoto. e
3gradecem aatecipadameote a lodos que se dig-
naren! as8isilr a este acto de religio e cari-
dade.
Antonio domes de Barros e tjllva
tJoe Moreira de ar.-o- e Silva convida
aos seos parenies e amigos para aseisti
rem a missa do 7' dia qoe, por alma < e
seo querido avfl e pidrinho, Antonio Go-
:;:'- de Barros e Sil a. manda rezar na igreja
ca crdetu G 'e t. Francisco, sabbado i9 do
correte, s 8 boras da manb, pelo qoe ante
cipa os i eos aeradec irrenios.
Precl8a-?e de uca ama para engommar e co
siobar para duas pefsos ; na rua Direita nu-
mero 30.
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia ; oo oito da matriz de Santo Antonio
nombro 18.
A' roa da Imperatriz n. 34, compra se em pe-
quenas e grandes po-t-s.
Fabrica L?fayette
Os propriea'ios depta acreditada Fabrica avi-
san: aoa seus freiuezes que de boje em diante
augmi niara quinhenios rts (500) em cada mi-
Ibeiro de suas marcas de cigarros augmento
este igual ao que os Srs, operarios exigtram no
preco do fabrico.
Recife, S de Agosto de 1893.
C & Moreira
Professora
Urna tcega habilitada as seguinles materias:
primu-as letras, & o^-ap!i. historia, piano,
flores e bollados, prop'-se a leiciooar em
casas particulares, na cidade e nos arrabalde
prjimos, mediante ajuste razoavel : tratar na
IraveBsa de J n. 13.
Ao publico
Manoel Clementino Corroa de MelloJ C,
successores de Manoel da Silvp. Faria, previnem
ao respeiu vel publico de que contina o arma-
zem que compraram ca meema casa n. 3,
praja Marques o Herva', onde enconiraro em
grosso e a letalbo lodo material necessaiio para
edificares
Pedem especialmente aos fregueses da casa
que os auxiliem com seo -m j?o concurso, cer-
tos de que serSo eatisfeilas su"-s crdens com
toda pre.tpaa e or prf tr>is i r. joavels.
Jaiiipab)
Compra se aaa<<|0< .. ida' h de j Uipa o :
na rea rto Princ"' u. -H ''
Libras esterlinas
Vendemse na leja de joias de /.cu-.o do
Reg & C, roa do Cahcga n 9.
Pataco s
Compram se de tudas ti laccs; na rua do
Caoog n. 9. loja de A oso ato do Rege
Rotei
ro
DA
Costa do Norte
(JO
Brazil
No escriptorio do Diario ecoolrarj-se a ven-
da por SjfOOO cada exemplar deft' importante
trabalbo do provecto pralico da Costa do Rorle
Felippe Francisco Pereira.
E' obra que interasoa especidlmeDte acs nave-
gantes.
Ama
Precisa-se de urna ama que saiba cosiobar a
trata"-na Praca dalodependencia, loja da Briza.
Ama
Precisa-se ce urna ama para cusiahar e com-
prar ; na rea do Imperador n. 44, 2- andar.
uyatta, 03, *
aaiLTAxmv
Ama e criado
Precisase de urna ama para cosinbar e um
criado para sen ico de familia de duas pessoas:
rua das T Incbeiras o. SO, 2 andar.
Ama
Precisa-se de nma : rua La ga do Rosario
n. 30._____________________________________
Prtcisa-8e de nma rea
da S n:ii Cruz o. 26
Ama de leit
Viaho Collares
Poro e especial, em decimos; vende se ca
rua l- de Marco ns. II e 19. lojas.
Vende-se
tavern sita 3 rua da Auro-a o. 39 ; :. tratar
me?ma.
Vende-se
m nequero negocio de molbados, moito afre-
goezado e de pouco capital ; para imforma6es
no largo da Paz em Af.'gados n. 23.
Moedas br?sileiras
Lompra-se de 600 rs lOOO, 2*000 oo ceDtro I
da moeda ; na rua do Cabug n. 9, loja de Aa-1
gasto do Reg. i
LINDOS
CORTES
EM
Chamamos attencSo
ii ; Exmas. familias
p3ra o vranda e varia-
do sortimento qne ex-
pomos a veniia pelo
fi h T)T A" A d'ruinuto preco de...
LAltl.AU i2doooii
Au Paradis desDames!
38Rua Bsrao a Victoria-38
I
Fabril '-c
asostis de
Soda water gto ura-
Cao, aDacaziS, gu_ eseiies fraoboses,
baunilhr., hor'.el-n.- ..el.
i ACAES 00 C r-IBAf: "12 A
Royai Hlend marca VlAiiO
te cacellete Whisky Eecoco* pt*
crivol no cognac oa agurdente do o.
ara ort.i6car o corpo.
Vende ae a retalho aoie m orea are
aena de molhbdos.
Pedo Koye rlend aroa Vl**t
iay. nomo e emblema aSo regs trabes par
toro do Brasil.
BBOWNS G,



- I HbSlUB 1
Y


i
"
*

V
8
.
Diario de Peraamhi co Quinta-feira 17 Ge'Agosto de 1893
3IIIIIIIIIIIIII1IIIIHIBB&
PETTORAL de CEREJ1
Do Dr. Ayer.
Ai efenl * io' alm5, ordinariamente descnvo'v-.
Uodo por principio biu*spequea*, ca'os re.
4-m niosSo d-ffcels de curar si- pro*;, ta".^-"
tr*t*0 com o remedio conTenlente. t a
do* HfHM dio reciprocan ule o reaulladc
fe Larluglt ., A'thnia. BronchiU. Aflo-
';o Pulmonar c a Tsica. ___
T'jdas x- familii.-. 'luctem oianca devem ter 4
Peitoral de Cereja do Di. Ayer
o; casa para o nsar em caso de'neecssWal^.
. perda de um 5 da, pode cm multoa casca
CHTetir serla' confluencias. Por tanto r&a
te tere perder tempo precioso, f xperimentando
-iued'os de efllcacia dnvldo*a, nquanto q
l enlerroidade se apodera do systema e se arraiga
uroundamcnt, entSo que se necessita tcici
SMM Instante, o remedio raals certo e activo en
eu effel*'*, e e&te remedio sem duvide. alguisj
S l"*tTl B Ckbeja oo d. Atme.
PREPARADO PEU>
OR. J. C. AYER & CA.
IxmeH, Mass^ Esta-Unldoe,
Costumes para cranlas
De todas si idades encontra-sa grane
a.-timoato co
JLouvre
B

tirinald. leqiies e chapeos
de sol
Da phautaaias acabam de chegar par c
LOUVRB
bjectos de gosto par
presente?
Ha neste artigo grande escolha no
LOVRE
Se as brancas, pretas e d*
cores
Noves padrBes e pnra grande escolar,
endo despachadas oestes ltimos fias
LOVRE
cortes de la.JLmao.seui :
e algodo
Ricamente enfeiaos,
enmante o
sa rsoebida t
Capas, jersey s e visitas
boatos iateiramecti aoroa acaba de r;
sabor
Chapeos e capotas
Ultimas aoedades da Paa roaebe-n
Eateiras da India
Branca e de fantasa de novas deseaba
jara forros de soalho, completo sortimenti
ao LOUVKE
Francifco Gargel S I?i
Raa Io de Mareo n. 20A
TELEPHONE 158
LUZ
DAMANTEJ
LOKGMAM k MARTNEZ,
NF.W YORK.
U Livre de Exolosao, Fumaca : Mo Chwra
9 na
A venda em toe -s os
arniazems de seceos e molhados.
9II .1111IIJCIIIIJI II JEII iUE
Licor depurativo vegetal todado do me-
dico Quintella
Esle notabilissimo depurante que vena
precedido de grande fama, infallivel
na cura de lodaa as doencas syphiliticas,
escrofulosas, rheumaticas e de pelle, co-
mo tumores, ulceras, dores reumticas,
osteocopas e nevralgicas, blenorrogias
agudas e chronicas, cancros syphiliticos,
inflammaces viceraes, d'olhos. ouvidos,
gargantas', intestinos, etc., a em todas as
molestias de pelle, simples ou diathericas,
assim como na alopecia ou queda do ca-
bello, e as doencas determinadas por sa-
turado mercurial.
Do-se gratis folhetos onde se encon-
tram numerosas experiencias feita com
este especilico nos hospitaes pblicos e
muilos allegados de mdicos e documen-
tos particulares.
Faz-se descont em casa de
FAR1A SOBRINHO & C.
Rna do Mrquez de Olinda n.
TIHC"
Di
Seisa iz Estroll
O estabeleeimerto de Pocas, Mendes
& O.*, acaba de receber urna im-
pnrtnte remessa de vinho da
Serra da Estrella (Portugal)
qual dade saperior a iodos
quantos tem opparecido
neBte mercado em vi-
nhos de mese. Este
vicho agi&dcvc!
ao paladar curo
e h'e conside-
rado superior
fo de Col-
l?res.
Rec=bemca igualmeue grande sjrtmen
o de OBRAS DE VIME como sejam :
L'odas cadeirss.
Bereo-\
Ccsto psra compras.
Pepeleiros.
Roupeiros.
Ba Eslrcili d Rosario 9
Pocas Mendes & C
KBUZBNH INBIPLOSIVBL
um
do cores, hs>s, lavradas e bordadas,
vigores a crepons em cores lisas e lavradas.
de vestidos de cachemira e cambrare bordados.
de seda li as e com desenhoa.
seahorE
Tem recebido ultimameate de Pars
variado sortimento em:
oedaS brancas, elme
Cachemiras
Cortes
Gazes
vyripdS ev. tes e ggfjj, e caohemra pretas.
iSpartlin 9 de brim e da seda com pellucia para
formato elegante).
(jr-aairtS efloroa de larangeiras em cera *> oottioa.
J-.eQ|UeS e ventaroas (alta phantasia)
IjOlXd e Bea e e rUda,
V^OrilQcxllOo p8ra cama e janella (inteira novidc.de).
lvAeid-S e aea 0 g0 e CBOoBsia para senhora, homom e menfcu ..
O alas baafls e matines de seda e cambria enieitadas.
^jdlllioclS 0 6ea e 3 |inho berdadas para senhora
EmXOVaeS ocmpifltos par baptisados e vestidos, toucas e sapa-
V eSlIQOS e 89aa| onchemira e can-braia bordados para meninas
(jOSlUiieS ,je Jersey, casemira e brim para meaiaos de 2 a 10
Flldb gaftrnij8ea e enfeitos para vestidos, completo sortimento em
iSteiraS a inaa br-cca e de paantatM part. forro de salla
^amiod^ bordadas, cora presas e Bao para homen?.
"erlUmariaS doB m^k afar0adoB fabricaate.
38- iua Baro da Victoria-38
DELAFABlCA
IlibredeI
mmmsmaKk
Vpndem
Fondea Irmios
MARftVILHA CURATIVA
DO CF.LKTrtF
O. Humphreys de Nova tefe
A Ve.dadeira Maravilla do Sec" *
APPROVADA E LICENCIADA
telr. luspectorla <;prrl llBntaao a>.
Impo-o d Brazi".
. Mn.*vllha QmimtLwm 6 remedio pronipfc.
ra as rJBXlllllili Mnchurailuras, Coi.lusoes, Tot
Alllvlr.ador
como por cucan o.
.jui'liuura
rcmeilo.
A Mnravlllir. CarHlva itnpags-'ei p v
todasas I'r...or-Inicias, neja do Nariz. 3asOraxivt a
los PuimOes. do B loniaffo. ou as Hrmrrrtu.hbvo',
Alniorreliiuiscura sempr e nunca faina.
A ara-liba :nralva6umallivloFromft
par^UOrde Sent.?,deutWailaFace.il**;*.
da Face e Ncvralgla.
e r-iVlos.. para D'.rcs rncuniaUcas, AleljSo. Dr
uigldcz as Juntas ou lernas.
A MaicvhB CnratiTaer/rrand*- n-neaV
aSr. Sqteencla, Angina, kiaygaia chauaeo
lHainmadas-scrapi- sepiro, sempn- elcas.
A niaravilfea (oraliva f ue multo *!
-.o-.oliiicc-ilo lrn o Catarro, a Lcucorrlya .m a,
-Wrosiiraiica.se oti-os corrimentos aculUiantea.
-ni- Ulceras. CiasM autlK-is. Aj>ost. v.,es, Panari
: os, Callos, Fielrai-. Jodeles e i umore3
A MoniTl'lm rnvntyaS-^dloproirr'o
mra Dlarrtc:. s.v.;...?. O de DBVm i. 1-lroci.a.
^r.ral
A tiara*lina CnvutiTQ 6
: trelmrle.s CavallarK.as, para low.lurr.-. D
PtaadmmiEXoladTnXCouiu Os,laoracte
Tc-ncnte c~
DOr--
tinhoi avulsos.
dres.
Qflcm osper.i desespera! ..
Afinsl recebemos grande bor;imento d.
sementes novf b de hortal qbb e lindas
fio-
res.
Pogas Mendes k C.
r a
TKCIDOS DE PHAN-
TASIA
Sordo impossivel de se deacreve:
grande vanedade de tecidoa de diversas
qualid&des proprios para a estacSo aetuai.
roga-se ao publico em geral e principv.
mente s Ezmas. familias a finesa o>- vi
sitarem o
Ufil
aa 1/ de Mar francisco finrgel I lrino
TELEPHONE K 158
F0LHET1M
14
POR
HENMQUE DKMKSSK
^CAPITULO XU
a' obba
tOontinuacSo)
Oarives oceu-
lista
Theodoro Jo Bimoi de Helio
Esiabclecido com officina de onrivea ro
das Larangeiras n. I. avisa aos seas fre^oeie
e ao reapeitavel pnbco. que manlm oflBciae
babilitadi8Simoa para execoc&o de qoalqce
irabalbo concerneole ana arte, e?peclalmenl6
cravacea para brilbantes. oculos, pencinex, mo-
Qocnlos.etc.
Doura se, praleia se qoalqoer metal, concer-
los em leqoes de madreperola on outra qualqoer
especie, garanlindo prfOs mdicos.
Bu tras Larangeiras o. I
Oiicina de costuras
Ra do Cabula n.
EspeiOiaades do Dr. Hnmteys.
Cicnr .'ng'iento BlaraviliOBO,
Et"'/. :d\ PrpUiilr.-w,
UcuM'dioa Vcl crinarlo*
B Mam?al fio Dr. BmaftO) w 11 p.-;clnas sobre at-
iLermldi..-11-sc modo iic-cural-SLSiudi: rana, pude
se uo KB lK>tica-.lo ou
Ul'MPHUEY' MEDXCSKE TO.,
108 tfulton Street, t.'E'.V VORll.
NICOS 4GENTE8
M Tesada en spobs *m -
naaK^ne
th Sobrlnho IG.
AGUA asitica
Dr. Bosc
A melhor tintura
eonhecida para tingir
instantneamente a
barba e-os cabello da
mais bonita cor prta
natural.
Vende-se na Botica
Francez??, ra do Bom
Jess n. 22. Recfe.
Fazendas, mudas e chapees de alta novidade.
Sedas pretas, brancas e de cores, lisas, lavradas e bordadas.
Saias de seda de cores e brancas bordadas.
Matines e corpinhos de surah, de cambraia e nan^ouk,
Para meninas completo sortimento de vestidos, toucas e chapeos.
Liogrie fina, camisas, calcas pei.;coirs, oa.he corset e combinaisons.
Colchas de seda e renda.
Espartilhos de tidos os tamanho3, marques muitc conhecidas.
Laques do phantasia, de madreperola o tartaruga.
Heias de seda, fitas, rendas e guarnicSes de seda, de perolas e vidriiho
que ha de mis moersno, fil para veos de noivas e flores de laranjas.
Cintas LAN TENNIS para hornera e sentaras, e muitos outros artigea de
o que se vendam por pre9os rssoavei:.
Tndo escolhido por Madame Koblet.
la deizar o punhal o decidir-Be talves
pelo rewolver, qaando de repente vio no
cabo urna placa de prata com o anagram-
ma do superintendente.
Oh! Oh ezclamou elle. Eis o que
me serve maravilhosamente.
Embrulhou a arma e metteu-a na algi-
beira
__ Est todo errar jado.,. Agora con-
vem por tudo em ordem sem ser sorpren-
dido.
Foi porta verificar se a Martroa es-
tava na estrida. depois oollocou o rewol-
ver no logar, feohou a gaveta e pendarou
o molho de chaves.
Depois aentoo se, e reflectio um mo
monto.
Nao ha davida qae estoo represen
tando um pifio papel...
E encomend os hombres :
Ora! Esses escrpulos agora qae
vea ra de tempo... TraU-ae da miaba
fortuna... Procura va urna taboa a qae me
padesse agarrar... Parece-me qae a se-
gurei, afioal!
Engenhoso, o tal superintendente.....
Com efieito, a minha sobrinha Isabel, filba
da devota marqm za e de um pai maniaco,
devia forcosamente atirar-ae aoB bracos
do primeiro homem sentimental qae en-
centrasse.
A pequea est grvida, deshonrada...
A velha marqueza teve orna feliz idea di-
rigindo-se mmha pessoa. Ha oio das
que aqui eatoa, e nSo perd o meo tempo.
Represento o papel de um salvador.
Sem mim o tal Miguel Harvest realisa-
ria os seus planos, porque a pequea est
doida por elle.
Idas agora ba de se ha ver comigo...
O que Vinte e tantos milhSe.s 1 Anda
tenho estomago para os digerir I
Mas recapitulamos :
la .bel, seqoestrada no seu quarto desde
o da immediato m-'nha chegads, nSo
pode entender-se com o superintendente.
O medico da minha confianza est no
oaatello desde hontem noite.
A marquesa fez prevenir omaire da al-
deia visinha, um velbo oamponea que odeia
Miguel Harvest.
J posauo o punhal qae oonstitae o ac-
ceisorio obrigado da comedia imaginada
com tanta astucia pela Sra. de Rosny, co-
media que ser representada hoja no cas
tello, tendo o superintendente como pri-
meiro personagem. A acea bem arran-
ada.. Eu, nue me jalgo um fine rio, n8o
era capas de imaginar couaa Uto papalina.
Para inventa?-*, s ama velha devota como
minha ta... E se o negocio d resultado,
tenho a minha fortuna feita, ou aates, re-
constituida.
Quem diabo pensara nisto ha oito dias,
qaando eu fazia as minhas contas e prepa
rava-me para dar fim ao fim 1
Vamos 1 Vamos Sinto qce ve acere i 1
Preciso, quero vencer!
O bario retezou-se cheio de audacia e
de energa.
Mas o tal superintendente ftz-ine
esperar...
reflectio.
Mas afinal fiz o qae qaeria, e nao
preciso ene ntrar-me com elle. Esta cam-
poneza dar-lhe ha o recado, e elle obede-
cer porque tem interesae nisso.
Dan dous pasaos para a porta, mas es-
tacn repentinamente.
Entretanto, bem dse jara ver este
homem antes do concilibulo desta noite.
Qjizera observal-o para verificar se real
mente ama a minha bella prima, ou se n.'o
passa de um sevandija peri^oso, contra o
qual oonvm andar alerta. As informa*
cSob que reco.hi me faiem antes aoreditar
na primeira hypothese.
Pintaram-m'o favoravelmente, como um
philantropo, como um desses sonhadoree
imbecis, economistas e philosophos, cujo
ideal a populaca...
O Sr. de Aurigu fez de repente am
movimento.
Oavira passoB do lado de fra.
E' elle talvez... Observemos.
Entretanto a Martrou appareceu.
O aenhor provavelmeme est cansado
de esperar...
Com effdito, responden o ba;ao, nSo
poaso esperar mais.
E diseado is:o, evantou-se.
Minha boa velha, quer prestar me
um servico ?
De boa vontade.
Poia entlo quando o seu patrto, o
Sr. Miguel Harvest, regreasar, dirjx-lhf
C|U8 o barSo de Aurigu, aobrinho da mar-
quesa de R'isny, aqui esteva. Diga-lho
que a Sra de Ilisiy deseja tallar ihe eata
noite, s nove horas, no oastello, e roga-
Ihe qae nSo falte a entrevista. Compre-
hendeu bem ?
Sim, aenhor ; perfectamente.
Poia o 12o tome i para ajudar a
memoria.
O bario pos cinco francos na mSo da
oamponeza, que se moatrou encantada com
senrelhante gaoerosidade.
Para mim ? perguntou ella.
O Sr. de Aarign sordo.
Oe certo...
E afastou-se deizando a Martrou com a
moeda na mSo, estupefacta e sorrindo.
CAPITULO XIII
A VENUS DE BBONZB
Cahia a noite.
Miguel Harvest estava em casa, sentado
unto janella.
Mudara muito em alguna dias. Sua face
traaia o vestigio pronunciado das ornis
i ffliegoes do seu espirito.
Seu cBo Bob, parteando partilhar e
comprehender a tristeza do sea senhor,
em ^rio procarava as caricias do superio-
dente.
Entretanto Miguel Htrvest era um ho-
mem enrgico, um espirito forte.
Mas acbava-se n'uma situadlo tal, qae
toda a sua energa de nada lhe servira.
No da segninte confidencia de Iaabel
Quem conpra constante-
mente e paga os melhores
precos do me:cado a
Companhia K tiafo Central
Viveiro do Muniz
Telephone 174.
Telegrapho, Prats.
Cofre
Vende se um cofre, prova de fogo
Bom Jl-us n. S, 1' andar.
na roa dj
3}
H
>
<
AUGMENTA
TNICO^
ORIENTAL
CURA A CASPA
IMPEDE A CAHIDA DO
CABELLO
PERFUMA

c
B
ALMANAK LITTIRARIO
PARA 1894
ANNO VI
Redactor e Proprietario
Gaspar Reguetra Costa
EDICTOR-LIVRARIA BOUUTREAD
Este excelleote anneario que jl eontcsra
cinco acnoi de existencia quandosuspeDleu
a son poblieacao, vai de novo continaa-a
=ob melhores auspicios e em condic5fe-
mais faviravpis ao reapeitave! publico qw1
lao bem o ecjibeu duran.e o seu prime
tirocinio.
Assim, o novo ALsfANaK LITTERAIC
PERNAMBUCANO para ,t80i ser um ira 1
balbo perfeito ro seu g' nen, nma obra 3*.
riadissirrs, or? o lefior mais rx1 gente i
der encoouar, i par de exceiltntes prcdst
rgOes lillerarias, scieo1. fica3 e recreatMeiS
dos melbores escriptores brazileiros e par-
luguezes, as maia uteia inform;6es, indi*
pensaveis na vida pralica, urna tabella te
cambio 15o necesaria ao comccercio, con
liiotndo tudo isto om livriuho de gran^
proveito e uHIldade p3ra todas as daga;
da Desea soc.c ae.
Aloi deatas vanagena o AL MAN K LIT-
TERARIO PERNAMBCANO, cuja liragem
ser de 4.000 exemplarcs, terem snastnv
ginas anour.cioa de casas ccmmerciaea, t?
escriptorios dos Srs. advogadoB e mediecs
e de ontroB ejiabelecimentos congen r
sendo que ditos anouncics seao pobUcadnaj
ou na parle litter.:ria cu na secjaj para
csse m destinada, ficando isso vooisA
dos senhoret annunci-)otn.s, que terSc i.
retto a umexpoiplar do Almanc-k.
Freco dos annnnclos
Meia pagioa....... Pfru
t agina inteira 8O(.i
O pagamento acra feito na entrega de ex-
e cd piar.
Os Srs. qce quizerem annoociar os seK
(Stabelecimentos podero desdeja ae di.
gir a Livraria Boulitreau, rea do Imperad;-'
o. 46 que acharSo com quem tratar.INjj
materia referente a parte Literaria pod:
ser dirigida ao Sr. Gaspar Regucira Gee'c i
rna do Arn;;5o n. 2.
A CASA EDICTORA
O que mais o punga era o desconheci-
do, contra o qual se debata.
Preferira mil vezes ter de lutar contra
inimigoa ma;s terrivei'1, p"rm de viera
descoberta.
Em vio rodon volta do oastello, o in-
terrogou os casponeaes qae o estimavam.
NSo poie recolher informacSo algum--
qu- o escIarecesBe.
Oh I saber emfim o qae preparava a
marquesa I... Porque com certeza ella
trabalhava contra elle, e reuna armas para
se defender.
Depois, pensando na carta qae bavia
escripto marqueza, o superintendente
trema da sua tomerdade.
Diaia-se q e teria teito melhor se fosse
ter pessoalmente com ella, arrestando a
sua colera e recebando i> primeiro choque.
Mas naquelli occasiSo julgra melhor
ascrever-lhe.
Sua carta, que ao ascrever-lhe parecer
muito comedida e digna, agora ae lhe afi-
garava imbcil.
A principio confiava na Justina da sua
oanaa, mas j egora nSo ae reconhecia os
mesmoa direitos.
Procurava em vio convencer-se da que
PILULAS ANTI:ANEMCS
Srazieiras
DR. SILV1N0 CAVALCANTE
Formula apprcvada pela Illraa Jota
de Hygiene de Pernambuco, preparad-
sern ri /al para cura cerla da
ANEMIA
CHLOft SE OU CORES P-
LIDAS, OPILACaO
FRIALDAD^
e todas as molestias que tem sua origwr
ca pobresa do sangue.
Estas pilulas sao de urna gr;c. *>
Helado para os Srcs, que tem as ceera-
e5es menstruees supprimidas ou irrega
lares e para as meninas na idade criliea
DEPOSITO GERAL
BOTIOA FtANCEZA 1
H- ROQAYROL
SUGCESSOR DE
Hooqoayrol Freres & (1
A. GAORS
22Ra do Bom Jesus-22
o moco escravdra Sre. de Rosny para a fatalidada a'.irra Isabel em cena bracos
participar-lhe o que se passava, erperando
que alia o chamara e lhe exprimira de
viva vos as bubb resolucSas.
A marquesa nlo responden sua carta.
Que centava ella fser?
(ae resolacii ti ha tomado?
Em proseneja do seu silencio, Miguel
entrevia oooplicagSea terriveie.
Conhecia bem a Sra. da KoBny.
Mais que ningaam tinha estadado o ssu
carcter.
Tinha certeza de que ella era mulher
para rilo recuar parante um atteotado
qualqaer, afim de salvaguardar os asas in-
teresaos, quaaaquer que ellej fossem.
a que ambos haviam saocumbido, obede-
cendo a ama forca irreaistivel.
86 via agora os obatacuios inauperaveis
que se erguiam entre elle e a moca.
I.Abel era de raca illustre, traaia om
grande nome, era immensarxente rica.
E poaco a poaoo, pardeado a confianca
no que chamava os seus direitos, estava
BCabrur.hdo.
Aquello homem generoso, cheio de
illosSdS, s mplea e ingenuo, apes^r de in-
telligeute e instru: J, obedecer s auaa
aspiray<5-B ca'ura-r.s.
S agora entrevia o abysmo. O fro
raoiooioio irromceu das suas illaiSes.
Peicebeu claramente a distancia qat or
separa va ; ficou horror isado,
Cortamente, todos seriam contra elle.
Diriam que elle representava um papel
infame, e que sedusira a donzella com iev
taitos interessadoB
Anda se cenhecesse es projectes d
marqueza !
Mas era ueu redor h^via o silencio ns^k
profundo...
Era para desesperar 1
Vinte vezes se decidir a ir ao caBtetie.
a penetrar forca junto da marque,
mas vinte vesea abandocoa o sea pro
jecte.
No momento de agir tinha medo, o re
solvase a ficar na espectativa.
E durante o da inteiro errava sem sa-
ber pa-a onde ia, caminbando instinctiva-
mecte em d recyo ao oastello, mas fugts-
do espavorido desde que o avistava no feo-
riaonte.
O qne mais o esasperava era nlo ver
Uabel.
Ha oito dias que nlo sabia novas ansa.
O infeliz aoffria torturas creis, casa a
suspeita de que a aua bem amada pagems.
com lagrimas de ddr a falta commum.
Trema de raiva.
E formara mil pnjeotos insensatos.
Um da, armado at os (lentes, dirigir.
ae para o castalio, res lvido a libertar *
sua amante.
E os camponeses, que oonstatavam cait
da a maia as transformaySaa inezplicavek
que celia ae operavam, tioam fundaaea-
to ao supporem que o superintendaate
fra sbitamente preaa da um acces;o de
lououra.
S oito dias depois que lhe appareeec
ama novidade.
(Contina).
Typ. do Diario, rus Duque de Casias su M


:
I


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.-

maBn
_...,.- ,- ,m -, -^s^issaais^i


Full Text
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