Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16749


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Full Text

ANNO LXTX
DOMINGO 6 m AGOSTO DE 1893
NOMBRO 177
DIARIO DE PERNAMBUG
PBOPRIKBADK BE MAHOKJL rifiUKIRGJ. DE FARIA & FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por bes ditos vencidos .
Por nm anno a iiantado .
dem idem vencido. .
6|000
71000
241000
281000
BAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS V* PUBUCAQOES NA FRAN-
CA EINGLATERRA
O Sri Amede, Prince & C, residentas em Pars34 roe da
ProTence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis meses adiantados.
Por seis ditos vencidos.
Por am anno adiantado.
dem idem vencido.
131500
151500
271000
311000
^

Telegrammas
8337133 PABTICULAB SO SZABZO
MADRID, 5 de Agosto.
Eicerraram-39 hiciera as sesBSss das
cortes hespanholas.
N- < ciaa da Barcelona e Valencia
disem quo nese.3 cidades receis-se raovi-
mentos revolucionarios, toado por fim a
proclamado da repablioa.
Taes not'ciaa prodaziram al.-rma tanto
em Madrid, como as provine:a3.
CHICAGO, 5 de Agosto.
NSo poda 83r lev dj effeito ocongrosso
monetario por ciusa de divergencia qie
aobrovieram entre es principies cheies e
ductores da idea.
PARTE WFICIAL
Ministerio da Fazenda
Foi nomead 1. escriptura io da Alfaadega de
Corumba Jaciotno Leopolltoo da Foaseca e Sil-
Foi nomeado o 4 escriturarlo da Theaou-
raa de Faienda do roe?mo Estado Euilides Mi-
rlnno Araoho, psr. 3 Ja Alfaadega.
Foram noxeaos 4.e eacripturario da Casa
da Moela Laiz Giuiiga Pacaeco e da Alfandega
d'esta capital EpamiGoalas Xivier de B'itto.
Foi nomeado e! /o ;h;sourlro da ftecc-
nedoria do Rio de Janeiro Cirl03 Diaie! de
Deas-
lnlste lo ;!j ludisria e
Vlacio
Ao inspector geral de estradas de ferro foi di-
rigido pelo Ministerio da iQlastrts, Viaco e
Obras Publicas em data de 29 de Jalbo liado
o sega'Qte clli no :
Declaro, pira a fOisa inteligencia e devida
execagio, qoe, em vista <1os termos dos compro-
inissos de juros Karan'adja pala U nao s cjm-
paubiai de estradas de tarro s :rem pala taxi an
naal e nao semestral, com Be na entenlido, te-
ano resolvido fl-mar as s??aintes r?gras, medida
complementar s istruciOes de 17 de Dszembro
da 189, rxredldas para o servico d9 apu-?cio
de contas d'esaas coiipinhias:
1., terSo o caraWer provisorio as lquidacOcs
das coatas dos 1 semestres de cada anno, das
estradas de ferro fiscalizadas pe'a Un ao e qoe
goeam de subvenga) on garanta de jaros, para
qae, no caso de veriBcacao de s-ildos, as respe-
ctivas companhus cumpram con o disposto no
art. 24 das referidas initrnecjs, aflm de pjder
tfl'Cimr se o pagamento n'ess'i perioio, do3 ju-
ros garantidos por aotecipacSo B integralmente
segaado os ar'.B. 23 e 2> a3 3uppralitas instruc-
ces;
2., no fim do 2 semestre de cala anoo pro-
ceer se-ba liquiucSo d-fliiliva das cjqtas,
com os elemontos s ipuragao n'ease periodo
pelas respectivas junta?, concurrentes com o re-
saltado do balango do 1." senes ir d'esse anno,
qne tiver sido acc-i o e julgaio em oltima ins
taocia pelo ministro de I idustria, Viajao e Obras
Publicas ;
3., o encarregado a'este servico na Europa
expedir os certificados para pagimento dos ju
ros por anteclpacaj e integralmente s compa-
nbias com nie all, logo nos primeiros dias dos
metes sobseqae: t-s as semestres Hidos e, acto
contiooo, remetttr urna 2.* via secretaria de
Estado dos Negocios da Industria, Viacao e Obras
Pablicas, aflm de que os elementos, para a liqui-
dacSo definitiva e aouual.lbe possam ser remet
tidos em tempo a riea'em e3sas contas encerra-
das dentro dos periolos fixados no3 respectivos
contractos.
Recemmendo vos, poip, as providencias neces-
8anas no eeotido da regclarisagao a'esse servico
plas basea aqai estabelecidas.
Ministerio da Guerra
Foi expelido o segninte aviso:
Sr. Ministro de Euaio dos Negocios da Fazen-
da. -Tan lo o ins?seor da Alfaniega de Per-
nimbuco consultado este Ministerio sobre o
abono de ajuias de custoa offioiaes do exercito,
visto ler o da Fazenda recommeniado em circu-
lar de 13 de falla de 1891, sob n. 43. a mais
severa observancia do art. 5.* do decreto o. 474
B de 10 de Jalbo de 1890, no intuito de evitar
0 adiantamento de veacimeotos e vaotageos mi-
litares, rogo-vos dignis vos declarar s delega-
ciaa e alfandegas doa Estados que a ajada de
cueto am abono para auxilio das despesas de
viagem a que o official que marcbi em servigo
de am para ootro Estado oa dentro do mesmo
Estado tem direi'o, pelo disposlo nos arts. 43 a
48 e seus paragrapbos do decreto n. 948 A, de
1 de Novembro de 1890, nao coastituiado. por-
tante, um adianlamento de vantagenB.Sanie e
fraternidade.Antonio Eneas Gustavo Galvo.
o Ly -eu Paraeuse, a favor d)3 qa :ei foram ex -
pedidas, para o primeiro o dereto o. 806, de
29 de Abril e para o segundo o de n 1,121 de 1
de Deiembro, ambos do anno prximo paseado.
Saude e fraternidade. Fernando Lobo. Sr.
presidente da Congrozac&o do Gymnasio Per-
nambuco.
Ministerio da Instigae Negocios Interiores. Direc-
tora Geral dol it-nor. 1* seceo. Cipltal Fede-
ral, 14 do Janeiro de 1893.
Ao Sr. ministro de estido da3 relacOes exte-
riores. Respondendo ao aviso o. 6 065 de 18 de
Novembro o t rao, cbeme transmittlr-vos aa
lodosas copias das le3 e decretos, em vigor na
Repblica, canceroeales nacionalidade e na-
lurallsaco. bem assim as dos re^nlamentos nao
re?ogados edas dccisOss qae afTectam a i na m
terorelacao.
Estas copias esto en oriem cbronologica e
comprebenden os actos abaixo mencionados :
1", anteriores ao dia i5 d? Nivembrode 1839
aviso n 291, de 10 de Oatabro de 1832 ;
Decreto n. 808 A, de 23 de Junbo de 1855 ;
Decreto n. 1096, l- 10 de Setenbro de 1860 ;
Decreto n. 1,930 de 12 de Jalbo de 1871 ;
Lei o. 1.140 de 30.de Oatubro de 1882 ;
2- expedidas du-aate o goveroo provisorio :
Decretos os 13 A, de 26 de Njrenbro. e 58 A,
de 14 de Deze bro de 1889 ;
Aviro de 14 de Marco, decretos es. 396, de 1S
de Maio ; e 4'9, de 13 de Junbo ;
Aviso de 16 de Agesto e decreto o. 84' (Clu-
go Penal) de 11 d^ Oa'ubro io 1893 ;
3- !e;de24 de Fe.-erei-o de 1891 (G ?ostitai-
co da Repblica) ;
V publicados durante o regmen Constitucio-
nal :lei d. 35, de 26 de Jineiro. e avisos de
24 de Marco e 26 de Setenbro de 1892.
A estas copias acompanba]un quadro indicati-
vo das disposicSes das coostitu'cOss estaloaes,
que :etriagen algon* direitos peliticos aos na-
lurallsados.
A'vis la da mul'ipllcidade dos textos ama
iadialos, pens, en'.relanti, qae. para melhor
comsrebensSo dos que vi?oram, aSihavena io
conveniente em conmu?icir leg^gio britaiir,-
ca o segu t :
a) a nacionalidade na Repblica regulada
pela Cinsti'uco Federal, a<-t. 6), cajos t',
2-e 3 referemse a qialiia'e dos b'asileiros
natos, 4' e 5* ana naturalisalos por forca da lei,
tcitamente,e 6' zj mturalisa103 pjr acto ex-
presao ;
b) a disposigao do ctalo | 4-, qae coaferio a
quaidadede brasileiros a todos o; e3trange resideotes no Bras.l aos 15 J Niveniro ie
1889, que nao declarassm dea ro en s?ii m
zes, depois de posta em vigor a Cnstltuica o
animo de conservar a nacioa^liJade de ori^em,
reproduco do dispasto no art. i* do decreto
dagoverno provisorio o. 58 A, de 14 de Djzm-
bro de 1889, qae marcava para taes decla-aco:s
o praso de seis mezes, a coatar daju'lla data.
Este decreto de'cniniva, no art. 4- qaa as
declarac6a3 aeriam feilas peran'.e os sa:retarios
dos governos monicipae?.
O goveroo provisorio, purn, recoab--earido a
necessidate de fcil tir a manifestaco dessa
voataie, evitando imprevisto coostrangiraento,
oo t expeli o decreto n 395 de 15 de Maio do
dito anno. estundonlo a faculdade para recebe:
taes declaragas ais escrlvcs das delegacias e
subdelegadas tices e consolares, mas tamben promulgoa o de
a. 479, de 13 de Janho de 1890. p:o-oanlo at
31 de Dezembro desse anno o refer lo prszo,
que alias foi aiida prorogado at 24 de Agosto
de i891, pelo ar1. 69 4. da CoostiUl'Ci}.
c) Os naturali'ados por qaa'qaer dasles mesos
gesam de todos os direitos polticos e podem ex
ercer tolos 03 cargos pblicos, excepto o de
presidente e vic:-;re3ld3t3 da Repubica, ext-
gindo se apenas, para que os brazileiros por na-
taralisato possam ser elei'cs membro3 (!o Con-
gresso.que tenbam para a Cmara miii de qu.t'O
annoa de brazileno e para o Senido m?is de seis,
ludo oa coaformidade das declarac33 contiia
bo citado decreto n. 51 A, art. 3 ni Cnnstitui-
co arts. 26 g Io, 41 3." os. 1, 70 e 7. e na
lei u. 35 e 26 de Janeiro de 1892 arts. 1." 1."
e 29.
As Constitui{6es dos Estados de Amasonis,
Para, MaranLo, Piauhy. Cear, Rio Grande do
Norte, Parabyba, Peraambuco, Alag6a3, Sergipe,
Babia, Rio de Janeiro Santa Catbarina Rio Gran
de do Sol e Miaas Gsraes applic:ran aquella
prohioicSo aos cargos dos respec ivos goveroa
dores ou preside:-tes, e .uasi todas restr n?iram
os direitos disnaturalisados no que toca a eleicOes
para os de senadrres e deputad03, estabelecen
do lapso de tempo de cidadao brazileiro, confor-
me se pode verificar qo quadro junto.
d) nio tendo o Poier Legislativo volado at
agora a lei qoe deve regular as naturalisac6e3
uniformemente en toda a Repblica, segaado o
preceito do art. 34 n. 24 da Coostituico, de ac-
cordo com o disposio no art. 83, o qual declarou
flcarem em vigor, emquaoto nao r-vogadas as
leis do antigo rgimen no que explcitamente e
implcitamente nao for contrario ao sy-tema ds
governo firmado pela mesma Constifu s&o e aos
principios nella consagrados, prevalece, para o
processo respectivo, a regra estabeleci'a no de-
creto do governo provisorio n. 13 A de 26 de
Novembro de 1889, qa? aulorisa o Ministerio do
Interior, boje da Juanea e Negocios Iateriores, a
conceder por portara, naturalisaco a lodo es-
rangeiro que a requerer, independentemente das
formalidades exigidas pelos decretos ns. 808 A
de 23 de Juaho de 1855 e 1,930 ds 12 de Juibo
de 1871 e isenta de qoalquer imposto, oa forma
do art. 14 da lei o. 3,i40, de 30 de Outubro de
1882.
A dispensa deseas formalidades nao exciue a
exigencia de prova de maioridade e de residen-
cia oo Brasil ou de estar o reqoe-ente fra del le
em sen iervico, como preceitna o arl. i. do de-
creto o. 1,950, de 12 de Julbo de 1871, por cons-
titulrem taes requisitos tactos substanciaos da
naturalisaco;
e) por oo terem sido expressamente revoga-
das, devem considerar se em vigor as regras es-
tatuidas no decreto o. 1,096, de 10 de Setemoro
de 1860, que regola os direitos civis e polticos
mes de preparatorios abi prestados para a ma- dQg amos de estraogeiroa nascidos no Brasil, cu-
trieu'a nos cursos de iostrucc&o superior, com- .og papg Do esiiverem a servico de sua oaco e
' Bunico-vos pn o vosso conbecimento edn d08 estrangeiros que casarem con braiileiras e
doa effditos que Dessa data recommendo ao dire-
ctor da Faculdade de Direiio do Recite, qae, nos
termos do decreto n 13 9 de 21 de Fevereiro Ce
1881, proceda a nomeaco de um profeasor, qae
dever fazer parte da commsso exam nllora
do Gymnasio.
Por es'a occasio, cabe ms de larar-vos, rec-
tiBcando am tpico da representarlo que ao
Gvmnasio Pernambucano toda nao foram con-
cedidas as regalas e vantagem do Gymnasio
H''decreto 0. 981 de 8 de Novembro de 1890,
art 38 paragrapbo nico, permtt'e a equipara-
co dos insiitolos de eoBino secundarios dos es
(dos ao Gymnasio Nacional, sob a condicao de
m mo'.darem Ues institutos crganisacao deete
lUmo esubeleciment. A verificacao da exac-
ta e flel-dopcio dos programmas officiaes e de
compete&cia do pessoal docente iorombldo de o
calar, verificacao feita por comtuissa-ios no-
meados ad-boc pelo governo federal, ten sido
a base eaubelectda para a sxpedic&o de decre-
(M eapeciaei, conferindo a estabeleclmentos es-
tadoses daquella catbeguria, as vantagens de
aae cot o instituto federal. Foi em taes condi-
Sm sis o obtlveram o Gymnasio Miaeiro, a
0 itade > representacio dessa congregacao e
rer na perda dos direitos polticos o cidadao qae
acceitasse coodecoraco ou titulo nobiliarchlco
concedido pelo Papa ; e do aviso de 26 de Se-
tenbro, tamben desee ano, reconbecendo a na
cionilidale bratileira de Hago Cari Lledermana,
fliho de allemSe3, nascido em nagen de Porto
Alegre para Jagoiro, estaio do Rio Grande ds
Sol, ao tenpo em qae vigorava a Constitaicio
(art 6.) do extiocto imperio.
Jaleando assim, ter sa'isfeito o pedido cons-
tante do citado vosso aviso n. 6,066, resta secres-
tar que nos re . p-eseata los ao presidente da repabllca en Maio
de 1891 6 Abril deste anno, encontrareis, no pri-
meiro, sob a robricaNaturaltafiSo1 pagina
16. e oj segn lo, sob a rubricaAdmioistrajao
Federal pagioi 17, as Hmenos conplemei
tare3 rtesta'exposicoSale. efrateruilade.
Fernando Lob>.
Quesiara policial
SscqSo 2. N. 176 Secretaria da
Qaestara policial do Estado de Peruana-
buco, -3 de Agosto de 1893.
Sr. Or. Qovernador. PArtioipo-vos que
foram hontem resolhidos Caa de De tan
qSo os nguintes individuos :
A ordem do Subiel^gado da fregussia 1o Re-
cife, Mano l Meoezes do Vascimento, por crims
de ferimenlos; e Mara Vicencia da Coacegaj,
por cffeas s m-j-al publica.
A ordem do Subdelegado de Sinta Aot-nio
Maao-'i Joaqaim Tivares v<.lgo Manoel Goyanna
por crime de furto, J-s? Gmlberme de 8tW Aana
e G rmana Felicia Mara da Concedi por em-
briaguez e offd'isas a tporal publica.
A orden do Subdelejaoo do l distriJto de
S. Jo;e, J jajuim dos San'os do Niscimento por
crime de aefl.vam'so'o.
Do offiial qaa esleve hont m ce servico
de rouda-maior recebi o seguate offiio :
G arnico do Cirpo Policial de Peraim'):?,
en 5 de Agosto de 1893.
llln. Sr. C;mnaaic)-vo3 qu3 de canfor-
milate cm as vossia ordeas fo*am bon'en
por rain ron alas as patralbas distribuidas para
o polica moa'.o des'.i ciiade e saos suburbiis,
encontranio-as no desempeobo de seas daveres,
a excepc) da que lora destinada la-.rusilba
da por se acbar agaz/lbala no qaartel dalli.
Iiiagandj da razo da nao encontrar a pa-
t-u'tii em sea po3io, sonbe qae hivii sido :l'a
dlspeisada pelo insoector daquella localidade,
com quem bavia rondado at 2 oras da malra-
gada.
Fu racoler ao xairez de3tecorpo as pra
Cas de que sa conounba a referida pitrullia, vis-
to nao leren cunpnd) as o dens re -ebrias ue3
te quartel de se achiren ni seu posto at as 4
bo*as da miaba.
Pslas pracis de ronda ni raa da Aurora foi
encintrad) ais proxindile3 do Gynnazio Per-
nambucano o subiito po'uzuez de nome J)3
Es-.evaa de S, foroe r,> en cinoleio estado de
embriagues, o qnl foi pela arana racolnlli
4' e^tacao policial 6 orlen do subdelegada res
pec'.ivo.
Pela pal ulni de cmUaa foi tamben rc-
o'hido 3" estaca) do l* districto di S. J03,
um olividuo en oorm cilio que foi ancn rado
vagm lo por aquella frep,a*iu s 3 1/2 biras di
maoti de boje.
Encontr.-i al.a noite, po- occisiia da roa'ar
esta fr'guezia, o juiz e o sab lalegado do dis-
lie o qae so a:aaaiu pdiciaado a nesma a
bem 838irn as 2 borus da mmh o de Afoga
dos, que procurav cercar casa deinliviluos
suspeitos e all moradores.
Cumpre-me amia levar ao vosss coabeci-
mento que costaaiivm reunir-se junto a Esco'a
Modelo diversos iadigentea cegos e aleijados,
os quaes sendo pir mim inter.-og.do3 respoole-
ram que atli dormaos por nao terem casa onde
podessen pernoitir.
Sale e fraternidale-Ao illaatra cidaiao
Dr. Jilu de Mello Filbo. M. O. Qistir Policial
de3te EstadoJos P nciano d: Maceio, capito
suner.o' da ala.
Nesla data don as ne:essariaa providencias
para qoe os indi ,en'.e3 a qua cima se refere,
s^jam recoihidos ao Azylode Msndicidade.
Ao S?. Dr. Alexandre Joi Barbosa
Lima, muito digao governador do Estado
O questor,
Julio de Mello Filho.
?era do Estado de Pe mam
buco
/misterio da Justina e Negocios Interiores Direc-
tora Geral da lastr cjo. seceo. Capital Fe-
deral, IX de Janeiro de 1893.
Tomando em consideraco o asjumpto da re
presentacao que a este Ministerio dirigi em 3
do mes nodo a congregacao do Gymnasio Per-
nambocano, relativamente a validado d03 exa-
abi prestados para a nu-
dos estrangeiroa q
das braxileiras que casarem com eetrangeiros
I) a suspen 'io e porda dos direitos adqoiridos
na forma das leis citadas regulante pelas dia-
poikOes dos arts. 71 e 72, 29 da Constlloico
dos arts., 103 e 107 do Cdigo Criminal, e do
art. | ns. V e 2 da lei d. 35, de 26 de Ja-
neiro de 1892.
Poocas, finalmente, sao as decises qae nte-
ressam na actualidade interpretaco dos novo*
textos relativos ao assu npto.
Entre as copias jaula--, encontrareis a do aviso
n. 291, de 10 de Outubro de 1831, qae declara
qaa a ningoeui Uvre a renuncia do fOro de
cidadao brazileiro fra dos caeos marcados na
lei
doutrioa deste aviso, por ser concernente
disposico da Constituico do tinelo impeMo,
transprtalas para a de 24 de Fevereiro de 1891,
cjntinna a ter perfeila applicscao ao estatuto
Pare* me, outrosim, conveniente incluir as
deciafies constantes do aviso de 14 de narco
de 1880, qae mandn alistar como eleito es
os oaiuralisados que, nio conhecenlo a un-
gua nacional, todava soubessem ler e escrever
na materna on em qoalquer oatra ; do despacao
de ?4 de Marco deste anno qae declaro* locor
Thesoaro do Estado do Per-
namboeo
3B8PACH03 DO DA 5 DB AGOSTO DE
1893
D. F.anciaca dos Santos Miraes Pioheiro, Lau-
rino de Maraes Pinbeiro. Manoei Cardoso de Mi-
randa, Jos Antonio Pereira da Silva, Mana Mar-
do illa dis Dores, Candida Maria da Conceico
e Mirii Francisca da Conceico.Deferidoa.
Samareo3 C. NSo se toma conhecimento
do presente recurso nos termo3 das insiruccoes
de 27 de Jalbo de 1893 o de accordo com a in
formacSo da Recbedorio.
Demetrio de Gusmi Coelbo, Manoei Figaeiroa
de Farias F.lbos, Francisco Gomes de Araujo
e coronel Joaquim Verissimo do Reg Barros.
Informe o Sr. Dr. contador.
Laiz de Franca da Silveira e bacbarel Fausto
Goocalves de Albuquerq-e Silva.Ao 8r. Dr.
cootador para mandar escripturar.
Jos Laiz Sa'gado Accioli, Henri ^oeta de Bar-
ros Paes Birreto e Maria E nilia Ramos Guerra.
Haja vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Jos Paulo Botelbo e Vctor Nsesen. Informe
o Sr. Dr. administrador da Recebedoria.
Reeebedorla do Estado de Per
nainbueo
DESPACHOS DO DA 5 DE AGOSTO DS
1893
Manoei D mingos Monteiro e Tbomas Tbimea.
Informe al.* seccSo.
Maria Jovina da Conceico. Certifitae-se.
Antonio Manoei de Barros. Ioforme a 1.a
secgso.
Jio Antonio Corri Libo. Certitqoe-se.
O Dortlro,
Custodio B. da Silva Gutmara.
canos portugu-, zas, na sua ultima reuuiSo,
celebrada em Badajos, e protestar con
tra a federacBo ibrica, como anti-patrio-
tioa e offenaiva da nossa autonoma e in-
dependencia.*
A diseassSo a que dea logar esa a ma-
oitestaolo, occapju toda a imprensa lis-
bonense, ferindo n -. qaasi geoeraliiade
o mesmo son de patriotismo.
A 89sa3o de bontem, na cmara dos
senhorea depntados da naci portugueza,
disse o cCommeroio de Portogals o seu
numero do 16, ficar decreto, memorada
com nma das mais notaveis dos nossos
fictos parlamentares. Vibrou all, intenso
enthasiaitico e imponente o sentimento
de enrgico e decidido patriotismo, qne,
as grandes c.-isea e pela patarra inspi-
rada dos noaso maiorea oradores pro-
teatou, em horas solemnisfimas, contra
ataques feitis a honra e eo decoro da
nagao.
Pareoeu-nos, por um momento, volvi-
dos aos tampos gloriosos do duque de
Loal, de Jos EatevSo, de Rebollo da
Silva e de Mendos Lsal e de tantos ou
tros inolvidaveia patriotas, qae com no-
bilissima dedicagao uns e com altissimo
brilho outros, foram os fiis e honrados
defensores do prestigio nacional contra os
ultrages dos estranhos.
E sentime-nos teiiaes por varmos assim
levantado, perante a conssiencia e perante
a historia, o carcter altivo da nacionali-
dade portuguesa !
Foi bello, foi devoras grandioso, acres-
centa a .Tarde, o que hontem se paaaou
na cmara dos depuados.
Diga-33 tuio, nem pareoiamos os mea-
mos portugueses. Esquecidos completa-
mente das divergencias polticas que nos
separam, e que s vezea tSo fund s ahy:-
mos cavam na familia monarchica, unidos
num a sentimento, o mais elevado e no-
bre, que pia dominar homens licres, o
amor da pa'ria, prosressistas e regenera-
dores, emfim todos oa grupos da cmara,
vibravam de pro'unda commo;So, sempre
qae os oradores esaltavam, com aquella
eloqaencia quo v.m direita do coracSo
aos labios, cata bella trra pertugneza,
que cnara de mil sacrificios e de ondas
de sangua conquistou o direito de viver
livre e indepeodente I
Vimos lagrimas era muitos olhos, tSo
funda, t'.o sincera, era a com moga o qae
produsia esta palavra mgica :
Patrie-, i
Viva a independencia nao-oaal, notou
o Riporter. foi o grito caloroso de en-
thusiasmo, com que hontem s encerrou
a sess3e d- cmara.
Ms osae viva, dentto do qual b&tsm,
ardentea e vibrantes, sata sesulos inteiros
ra nosaa historia, esse viva n5o echoar
a as quatro paredes d'aquella sala, onde
levantou tempestades de applauss.
O viva independencia da patria soar
long soar forte, como nm toque guer-
reiro de clarim, rasgando s sombras te-
nebrosas da traiyao !
O da que deatoou absolutamente do
modo de ver dos jornaes mooarohicos n?
apreciacSo do patriotismo da cmara dos
deputtdos, e a vanguarda apresentoa de
fesa ao apodo de ibricos oa convivas
de Badajos, aooentuando que ninguem na
oamara acredita que o partido republi-
cano pretendesse atraigoar os seas de-
veres de pat'iotismo.
Sabe toda a gente que a uniao ibrica,
oa coas que com isso se pareca, repugna
a todo3 os espiritos portagaeses, provoca
impetos de cbolera em todas as coubc-
eucias e deveria levantar todos os Dragos
n'nma convulsSo de desespero..
O sentimento da naoionalidade fun-
damental em todos os povoB dignos e o
partido republicano nSo poda em caso
nenbum pretender sequer affrontal-o e
muito menos destruir esse sentimento,
EUROPA
Portugal
Enoerrarao-se no dia 15 as curtes ge-
raes ordinarias da (ns$ao.
AssistirSo ao acto solemne por com-
missSes os pares e deputsdos e os mi-
nistros das diferentes reparticSss.
Antes disso, porm, o jaitar de Bada-
jos retcendeu mereoimento da oamara,
provocado por este telegramas da c-
mara munioipal de S. Pedro do Sal.
c A cmara nnnicipal d'este coneolho,
na sua sesslo de hojo, delibero^ ansni-
V. Bac
qae indastructivel e qae, como dis o
Sr. Theophilu Braga, tem sido sempre a
nossa forga.
Os nossos adversarios sabem isto e sa-
be m perfeitamente o qae os republicanos
foram faser a Badajos...
__Na sessSo de 11 o Sr oonaalheiro
Luciano de Castro, ohefe do partido pro-
gressista, pronuociou aa oamura dos pa-
res, a proposito do projojto da contribai-
clo industrial, am discurso, no qual o
eminente < stadista e parlamentar mas
ama vas affirmoa os altos dotes do sea
espirito as distinotss qaalidades do sao
carcter, tasando aa mais honradas, leaes
e patriticas affirmagBss acerca da su at-
titode e do partido progresista na actual
situaoSo poltica.
A imprensa offioiosa do governo e o
proprio governo, por intermedio do Sr.
ministro da fszsnda, prestarais a mais
rasgada homenagem a oorreocSo e leal-
dade do prooedimento do partido progres-
sista, que na pbrase do cCommeroio de
Portugal compenetrado da gravidade das
cironmstsncias, tem feito o est fssendo
prova da maior abnegacSo e desinteres-
as, ollooando cima de tado, aoima dos
seos interseos partidarios, os alt03 in-
teresies ds patria.
OSr. Luciano de Castro n> ailadido
disco -so prinoipiando por ama referenoia
4 oontribuiglo iodus>rial, deolaroa votar a
generalidade do projecto, por entender
qae um dever de honra nawonal orear
recursos para satisfsssr os compromissos
tomados para com os nossos credores.
Ter, porm, de faser observaoSes em-
speoislidsde, lastimando que o
SSS^Hil^^^"^r^
rencia ao imposto indirecto, o mais suave
para o eontribuinte.
Folga de poder elogiar o governo pela
revisita do oicamento que se nSo est
iaenta de erros, mostra a boa vontade e
estudo que lbe presidio.
Desde 1890 nao tem feito opposigSo a
governo algum, por entender qae isso era
seu dever patritico que se impunha a
todos.
Era necessario restaurar o crdito pu
buco, affectado por grandes infortunios
que tambem tem tfli gid < outros paises,
e nSo devido nicamente s erros dos vc-
Ihos p'-rtides, como a? quer diser oom
grande iojustiga, qaa o futuro r parar.
Mas para restaurar o crdito preciso
que os goveraos tenbam liedicaglo e au-
toridada.
E' easa autoridade que o apoio do pais
lhe deve dar
E' por isso que el'e orador tem dado
apoio a todos os ltimos governos, como
o d ao actual, e sem favor, porque cum-
pre um dever imposto pelas circunstan-
cias.
Nio tem compromissos com o go-
verno.
Em qoalquer occasiSo pode quebrar
assuas reUgosi publicas com elle, por-
que nao as ha secretas,
Q ando chegar a occasiSo op ortuna,
se iar a liquidagSo das responsabilidades
partidarias.
Por agora deve-se apenas tratar de con-
jurar o mil que nos tfflige.
Este auxilio prestado ao governo nao
importa apphusos a todas as Bas pro-
pos'as, e antes sua opioiSo que muitas
delUs sSo inuteis ou prejadic.aes. Era
intil repetir isto, porque se tem visto
como na cmara e na imprensa tsem sido
apreciados com desfavor muitos actos go-
vernamentaes, que o n3o seriam se elles
tivessem a sua approvagBo, mas sempre
bom repetil o agora, para prevenir a hy-
pothese da virem amanhX alguna excla-
mar jubilosos qua o partido progressista
na cmara o o sea orgSo n% imprenaa
foram apanhados em flagrante contradic5
com o chefe.
Nao ha contradicho algama.
Nunca o auxi'.io a a cooperaglo tolha-
ram os oros da critica.
Seria muito cansuravel nSo apontar os
erros e os defeitos procurando emendal-os
e corrigil-on, mas seria tambem grave
erro polit'ci do um chele de partido ne-
gar o Bei auxilio ao goveroo nesta con-
junc'ura cm que os negocios pblicos pre-
cisam do auxilio de todos.
NSo ,, porm, s com elogios que se
preiU esas auilio. E* tambem com
palavr-.s de censura e de aviso, e tai-
vez esse o melh r a mais provoitoso au-
xilio.
Regre3saram no da 14 a esta cidade
a rainha D. Maria Pa e o infante D.
Alfonso.
As 5 horas precisas
e8ta3o o Su i Express,
se apinhava copioaa a
*g lardando a ebegada
jantes que tornavam patria
Suas magostados chegaram estacjta
pouco depois das quatro horas, indo para
o sa'So raal, onde recebaran os cumpri-
mentos dos officiaas e dignatarios ; e ao
depois de recebida a communicagio do
Sud-Express ter partido de Ca polide,
que sairam para abracar saa augusta mai
a sog-a.
O Sr. D. Carlos ajudoa saa augusta
mSi a descer do comboio.
Nesaa momento apinharam se em torno
da familia rea! as pesaoas que ali esta-
vam, deECobrindo-se todas respeitosa e
.ffectuosamente.
Saa m? gestada a rainha Sra. D. Maria
Pia agradeca esses comprimentos oom a
mois gentil iaclinaclo de cabega qae
possivel imaginar-so e com aquello gracioso
Borriso de que ella tem o segredo.
A Sra. D. Maria Pia entrou um peaoo
no salSo rea), onde algamss pessoas lhe
apresentaram o. seas camprimentos pelo
sen regresao.
Coisa, porem, das cinco e meia tomava
logar n'ama carruagem do p>oo com seus
augostos filhos e ora em direccSo
Ajada.
A carruagem descoberta era seguida
d'uma escolta de lanceiros, sob o com
mando do coronel Dantas Baraoho.
As tropas apresentavam armas e as
bandas marctaes tocavam o hymno nicio-
nal, estando assim distribuidas :
Na Avenida, lanceiros 2 e artlhwia
1; no Roci, engenhari e cagalares ;
na raa do Oaro, cagadores 5, infantaria
1, 2. 5, 7 e 16, co a as respectivas bandas.
No Terreiro do Paco eatavam postadas a
3.a e 5. bateras do artilharia.
A' entrada da locomotiva na gare ea-
trallejaram no ar grande numero de fo-
guetes
Q povo que enchia as roas, desoobria-se
passagem de Saas Magostados.
A' noite illuminaram as secretaras do
Terreiro do Paco
Vai constrnir-se o elificio do Pa-
lacio da Industria qae ser eoUoeado nos
terrenos do Valle do Pereiro, entre a
rota o da da Avenida ia Liberdale a a
es rada da oiroamvallacto, n'ama extenaao
de 3.200 metros qua dr a los, i 108 metros
aoima do nivel do mar.
Para execugao da obra ha j nm ante
projeoto t-aoado pelo distineto arohitecto
Blaao, o autor da oonstraegao dos pavi-
Ihoea da Eaposiylo Industrisl Portugal de
1888.
Segando o alladido projecto, o palacio,
de forma quadrangular, todo cercado ds
jardins, ter 210 metros de frente sobra
150 de fundo e ser formado por oiro
grandes galenas, com quatro grandes pa-
vilhSes nos ngulos de vistosa e elegante
constracglo.
As galeras medrSo 20 metros de lar-
gura por 10 de altura, indo todas termi-
nar n'um grande cor o central, onde as
construir a sala das festas, coberta por
urna grande cupola, ao lado da qual se
erguerSo dois minaretes de 48 metros da
alto, d s quaes se desfruct.r um vast-
simo panorama, pois ficirao a 156 metros
cima do nivel do mar.
E' tudo muito bem delineado e mar-
vilhosamente d apoito, e a realisagSo do
plano seria um ton de forc que traria
graede vantagens para a formosa capital
do reino.
O plano do Sr. Bliac grandioso
imponente, e para o comprehander bastara
diaer que avaliam sa a sua exacugao em
carca de 320.000 libras.
O governo francs p opunhi-as
mandar acompanhar at fronteira saa
magostado a rainha Sra. D. Maria Pia,
mas a illustra priocesa, sob o pretexto ds
que viajava incgnita, declinon, agrads-
esndo-a, essa del/cada attengSo.
Do Porto tem-sa as Beguintes noti-
cias :
Vae ser montado em Espicho aat
posto adadueiro que comeya a funccioatr
no dia 15.
Brevemente comegar a
atrnido o aditicio para o posto
rico da Associaglo Commerci .1
s3ss.
As cmaras muiicipaes do
team dirigido repreaentagSes ao
para que na alimantacao das tropas
norte se emoregue po de milho e cen-
teio nacionaes.
Tiva augmentado muito o prego do
vnho pelos grandes estragos causados
pelo cmildiu* nos vinbedos do norte.
-^Saiu ha ponco para N.w York o vapor
tDona Maria que leva muitca proiuctosa
expo3ig3o de Chicago, a tre C3 quae.8 cor-
ea ;'e 70 00J ejemplares do um supple-
nsesto ao e-'ommercio do Portaos1 den-
minado Port-Wioe, e que contm nume-
rosas photographias e gravura3 represen
tando todos os piincipaes armasans de
vinhos do P.-rto.
E' dcatinado a fazer propaganda na
America dos vinhos do Porto, Bando todo
regido em ingles.
ser coa-
aemapbo-
em Lci-
diatricta
governc
do
da va entrada na
a ahi desde muito
Ilustro multidao,
dos queridos via-
INTERIOR

-
Reunio Poltica
{Jornal do Commercio, do Rio, de 51
de Julho.
Reaiisou so hontem a 1 hora da tarde
na camare, dos deputados a reuniSo po-
ltica, para diacuss3o do programma do
partido que se propoz organisar o Sr.
depotado Glicerio.
Presidio a reuniSo o Sr. senador Sal-
danha Msrinho, que tinha por secretario
os Sra. Nina Ribeiro e depotado Thomai
Delfiao.
as bsnoadas sentarSc-se os Srs. se-
nadores : Gil Goulfirt, Aristidea Lobo,
Gomensoro, Baena, Manoei Victoriano,
Domingos Vicenta Esteves Jnior, Ubal-
dioo do Amaral, Prudente de Moraes,
Q tintino Bocayuva, Joaquim Pernambaco,
JoSo Cordeiro, Cunha Jonior, Manoei Ba-
rata, Paranhos, Joaquim Crus e Rosa Ja-
nior e deputados Franga Garvalho, Pires
Ferreira, Almaida Noguer, Gongalo de
Lagos, Horacio Costa, Leopoldo de Ba-
lhSas, Urbano de Gouveia, Manoei Cas-
talio, Matta Barcellar, Attayde Jnior,
Torquato Morera, Gonoalves Ferreira,
Marciano de Magalb5es, Ferreira Rabello,
Lima Bacury, Paulino Carlos, Alfredo
Ellis, Hollanda de Lima, Benjamn Bar-
roso, Lauro Muller, Casimiro Jnior, Be-
nedicto Late, F. Sodr, Domingos ds
Moraes, Nilo Peganha, Bario de S. Mar-
oos, Augusto Sovaro, Valeute de Novaes,
Rcdolpho Abren Homero Baptists, Ar-
thur Ros, Rosa e Silva, Costa Machado,
Alberto Torres, Otioica, Nogneira Para-
nagua, Antonio Olintho, Montenegro,
Erioo Coalho, Milton, JoSo Lopes, Fre-
danoo Borges, Csrlos Campos, Eduardo
Gonoalves, Vietti, Gabriel Sblgado, Se-
veriano Vieira, Paulo Gaimaries Villa
Vigosa, Badar, Luis de Audrade, Fer-
reira Piras e Tosta.
Ao todo 76 membros do Congresso Na-
cional, na sua grande maioriaamigos do
Goveroo, compareoerao a reaniao.
Lida pelo 2o seoretario foi approvaia
a aeta da sessBo anteri r.
Para iniciar o debate offereoea o Sr.
Nilo Pecanba as seguales emendas ao
programma do partido apresentado pela
oommisslo :
a) O partido poltico oreado pela as-
scmbla dos representantes, chamar-se-
ha: Partido Republicano Conservador.
b) O programma do partido ser sus-
tentar a federac), o rgimen represen-
tativo e desenvolver as outras (beses coa-
stitaoionaes nos moldes democrticos.
e) O Partido Republicano Conservador,
oom suas ideias, p eitear as eleigao ds
30 de Outubro e 1 de Marco.
d) A esoolha dos candidatos so pleito
presidencial da Repblica dever ser taita
pelos representantes federaos eleitos em
Oatubro e os demsis senadores ; elles se
reuniram asa cap.taes doa Estado iflg
-.
r
i
'.. .
-*r-
inan






2 .
Diario de Pernambuco Domingo 6 Je .Agosto de 1893
m
s~
A*
-M-
II...............J
eraittirlo ot seui Totoi; m actas serlo
renaottidas a um esotra d tro .*pa'.i
o Districto F Al ral, ce abas aa*. f
devida approvagto a spajavnanraao aaa-
idato no dia 10 fielueiaec
La va itou-se a-nirjBAriatides .afeo, raae
fea dive-sas c<**aan^saaaVaaaambaanad a*9
emendas do SsaaVHdaanic'tjjaa. -
m noucaia***alaabjrs r^ti tafea- oran-,
3 iracio Costa ss******anr tnsmasiot
quaes propunha que o partido'se deaomi-
atuse Par/di Republicino Constructo
Brazilciro ; ai nutras davam diversas pro-
videncias sobre os traoalhos da convoogSo.
Obteadi a palanas o Sr. N.Ij Pacanha
responden s diversas impugnado -s feitaa
as anas ame odas.
O r. Lauro Muller mando ti mas*
um emenda qae se deaomiaisie o par-
todoPartido Republicano?
O Sr. Tbomaa Dalrao propos qa se
!! | ilili flij i dmsf
O Sr. Saverino Vieira e Mantaaegro
aprese taras tambsm emendas a diversos
ar ig >a da propos a.
Teve por nm a.palavra o Sr. Mantel
Victorino que na qaalidade da relator da
aommissao encarregada' de rsdigir o pro
gramma fea diversas coaBderag5s8 com-
bateo da as emendas offe.-ecidaat
O Sr. Marciano de Magakhaos propos
tana bem qae o partido se denominaste Par-
ado Republicano .Constitucin l.
Encerrada a disaaaa&o, o Sr. senador
Quintino Bacayava qae ocoapava entao a
presidencia, aanancioa a rotarlo
A aasa hora ha va ni recioto p neo
mais de 60 representantes.
Postas a votos foram unanirm-menta ap
trovadas as bas:s do pragramma do p r
tido, dos qae publicamos abaixo, sendo
rejeitada a emenda d > Sr. Nilo Pecanha.
Quinto ao nome do partido aceitn a
ssaembla a proaosta o Sr. Lauro Muller,
pela qual se denominarPartido Repu-
3:'cr:o Federal.
As o'itras emendas foram qaaai todas
recitadas ; ai segaintes forS ss appro-
vadas : do Sr. Mine negro declarando
qoe o directorio central i o partido nada
er que ver com a poltica dos Estados ;
dos Srs. Manoel Victorino e Lauro Muller
para cae a conveaolo teaha poderes de
areenchar as I acunas de dispasicSs ap-
provadas para facilidada de sua consti-
tuiclo, do Sr. TnomiB Delfino par* qae
partido dirija um macuteno ao pas dan
do conta da sus or anisago.
4.* Compete convenci :
% 1. Eleger ama commissao execativ,
nana sede na capital da repblica, comps
ta de sete membros.
2.* Assentar no programma ou plat
jorra com que deve ser pleiteada a all-
elo presidencial.
2 3/ Escolher por es:rutnio secrete
n candidatos a presidencia e vice-pre -i-
denoia a eleigao preside oial-
4 Resolver os conflictos e diatiden-
aas qae possam surgir no seto do partido,
Jasando valer com eoergia e promptidSo
as anas decisSes sempre qae affoctem a
principios ou ioteresses oardeaea da com-
rmunhSo, de modo a manter a mais tirina
anuo e disciplina particalar.
5. Oisoutir e votar todas as resolu-
^Sas que possam entender cim a econo-
ma e governo geral do partido, e defiair
as bases de aecSo, combate- ou defea,
saa questSea de maior relevancia polittia
.ne tenha-n da agitarse no periodo legis-
lativo correspondente.
4. Carapato a commissSo exeoativa :
1 Ereeotaro faaer execaUr as de
terminacSes da conveneSo.
2. Asiumir a responsabilidada das
sitaafSe3 imprevista >, agiad) por iniciati-
va propria emtalo q'tanto se referir a
poltica federal, e constitaindo nestes
simo nos domis casos a dtreccao aflicti-
va e permanente do partido.
% 3." Re presentir o partido, mediante
as solicitacS>s especiaos,, perante 01 ode
?e3 da Uoifio.
6. A primeira ele.cao dj delegadis
fsderaea far-se-ba no m z de Marco de
1894, e a convenci por ellos constituida
asr/ir at Margo de 1897.
Os senadoras e depatados de cada Es-
tado e do districto fe'eral, filiadoBao p r-
ido republicano federal brasileiro, esoo-
iher-i os Coas delegados federats qie
lS.-n de conatttair a Conveooio Provisoria.
Assim eleitus, deverao os delegados fede
?aes se re ntr antes, de. Lnda a ultima
sessSo da actual legislatura para o a de
indicir pir escrutinio secreto os candida
tos presidencia e vioe-presidencia da
Repblica, na prxima eleicfte de 1 de
Margo de 1894.
Vencida a esculba por maioria absoluta
de votos presentes, serio os candidato
proclamados era bale tira especial, assigna
do per todos os membros componentes da
ConveneSo Provisoria, immediatamonte
depois de verificado o resultado do escru-
tinio previo.
A' C i" venci Provisoria eompetiri tam-
bem a escolha da commissSo executiva
provisoria, bam como a decretagao de ou-
tras provideccias de caract r partidario,
sm relagSo smeote polit ca federal.
8." Approvado este plano de organisa-
cSo do part'o republicano federal brasi
leiro, a as bas da reaniSo de tui pn-
meira conveneSo, serSo ellas sujaitaa
.-aficagao dos Estados e do Districto Fe-
deral, pele voto daa suis oanvengSes 01
directorios.
Programma do Partido Federal.Sus-
tentar e dufeader a ConstitaigSo de 24 de
Feveretro, traoalhar por sua fiel exeou-
co e pela verdade do rgimen que ella
creoa.
Pugnar pela realidade dos dona princi-
pios em qae se firmam aa democracias
representativas; o respeito liberdade
aleitoral e a diffuaSo do ensao popular.
Firmar a autonoma dos Estados, man-
iendo escrupulosamente os seas direitos
to sagrados como ot da UniSo.
Levantar o crdito publico, equilibran
do os orgamentos, animar a iniciativa in-
dividual, reetaarando confian** no capi-
tal e no trabalho.
Collaborar efficaamente na praoa
de todas as libsrdadea .-ojostitacionaes,
creando concurrantemento;o respeito le
e o prestigio i aatoridade. como ss tna-
lhoree coodioSes <4e aaeegorar o profreaso
e a ordem.
Foram anda* apprevadas 2 urna propos
)a do Sr. Moaseaegrof dando podexaai
is at
sMSMSkaaia
e redigir
Si Ma
a paslian ata a i.Si ai
vocari em tempo opportono,
saaaafestRao pasa f on
sV^eViriawKpassswqj'fapi Uvaasatuma
ssfc.tsa^la lemaaads>sparsaao, a
ssus aapaja^BaBBosaaaJa^Baaqajpestiv
preeontsaaiad aoeniSav cnrr g to
sardaBaanasad t..
A'e, .horaas^>8sahacn-ssMa saani&JsW
va^as qae oonstitaem o plano
scSo e o programma do part o.
1. O EaHadosve a O.stricte Federa
oom o ooiourso dos mun:cpios e das an-
tigs parcobiaa elegerSo. como melbor
ooivier ao regimeo p-cuitar a ctda um,
as sunttconveac.' is ou directoras 1 icaee
que por aia vea eioolhorSo deas delega-
dos a conveneSo do parliio repub!caao
ferderal bra ileiro.
2. Bsta:delegagio, igual para todos os
SeaaaWsw rei ord^vaenrawata d
1 bro de 1891, sem Uir derramado tima.nnija
ta de saagne dos seas patricios.
Ni mefln.rtau.aisjn o Jiraai
co -gaanisaia da arlaastleaja
de or0an
re
vee# 10 anco; em Maia e Setambro, sen-
do a duiac^o e o m >lo de suas reuoiSea
e de.ibara^o s, e o lugar onde ti as de-
/son realisbrse, regulados por lei de sua
assembJa *
3.* A leigSo da'delegados federaea se
r,>r no m-'Z de M re do. pean l. i mi anno
do periodo presideocial, e teus podere
durarSe t ao fim di quatienio.
EST4D0S A liiiAO
do ('iiriamr
sin ilaaTiniissaa 1
reu8sa/u8a,.tcn la. 3 fiMsa o
nsve-nasarasi l Jieasni-
iroaaw'asaBa, teada a arti-
,KJin ftiiafciataacaietasaslBsaas1
8 osaspniata. esisddsshasaaior
Sasfler-sjn
'etBjeK
01
e snnan
m
a. Paulo
Nj lia 3) do passado bonve na capital u .ij
grande rtaoii de aticirtislas.
O m da mesma reao flo foi assentar aobr^ o
moto de coupellr ot comourciaotes de oatr.ia
p-acis a romjrar Keiieros com re:itio kii 1 !..
era daolicata, tornando tiualmenie ill-^uvaa
di-posici do art. J19 j > cdigo commerciai.
K:n c. nsequocia da discu veaseaiara resi-u.'-li defioiiiva, nomaar510
so 00 entretanto u na commisso pira an.M-u-
aasigOetarM do counnarco da capital, lampi-
nas, Sirocafaa. Santos e Rio de Janeiro. () ne
ociantes jaUain necessaria a r?o!u.) a res
p-ito, impj d 1 a ma ta de ciaco cornos ce ris
iqaelles qae transgrelirem.
A Compiobia D. M ma II est t'abalbsndo
no Polytbeami, 00 le repres-trHa.do ni d 30 o
D. Cesar de Bazn, f ji moito appUuli la. sendo
o actor Augusto Kosa ctiimido a sceoa p r di-
versas vetes.
O tbeatro estere ebeio e den ama bella re-
cita-
Folbas de Santos noticUm que estivam all
em graode activiiade ai autoridades e a? forca
dn exercito e polica, andando en diligencias
vapores, reboca lores, lancbas beai gaaroe.^idas,
assioc como guarnecida fol a fortaleza da Barra.
D i;ara uns qae sewsp:ravara vapovs cora ar
mameato, qae all desembarcara com destino
ao Estado, e oalros qae era algaas dos vapi-es
viriam aaofcl federalistas, de so. te que o asar
AUxandria qae all chegoa, leve a entrada em
bsrgada, mas ao qae parece nada se encontrar*,
como te drprebeode da seguinte notxia di Dia
rio de Santos, de !8.
< Depois da entrada io Alexindm oeste pono
parece qne per.leu a raiao de ser a promptuo
das fo'cas aqu destacadas, que reg-e-sa-am,
como ja dissemos, cileda, recclbeado-ee i
quinis.
Smente a fortalesa da Barra Grande con Ini
a eiercer vigilancia sobre ot navios que en-
tram.
Segando podemos colber, saspeitava-e qu<
no Alexineria, viodo dos partos do sal, viessera
fjragiius e disfirgaios Ires ebefes federalistas
Garaerciodo Saram, Barros Cassal e Hypol'.io
Cibeda.
Qaaodo o vapor foi chamado falla e as au-
toridades policiaes e militares passaram para
bordo, o com naodaald, tripolaco e passageiro?,
eotre os qiacs diversas familias, flearam exlre
mamentt sarp-eodidoscitn semelbaote appara-
lo de forc e em balde indagavam par qae eram
recetoidos pela fortalexi a tiros da csabo, de
plvora secca.
Daas as devitas explicacOas, veio fao lear o
.1/fxmdria no porto e as fo'C.s regressarara, ja
precisaos de descanco.
B tudo contini rem novi 'ale.
Taraos a accr^sceotir noticia que honlem
demos sob esta epigrapne, q.e cm todos os
renovadores, qae sabia na rebocar navios, era
colljcaJ ama praca de pjlicia, qae cava a bor-
do at o regreasa do rebocador.
A' ultima 0o*a soabemos qae o con'.ingec-
te do iV teve ordem pira conliaaar de prora
plelo.
O qae ser 1
O mesmo Diario de Santos anda diz :
A (ortilea da Barra coLt.os gaarnecida
por 11 di f i'i; 1 do 2z9 batalbao
I'Ma manoa seglo na Uacha C Motta urna
forca de 10 p-acas, soo o coramaodo do lente
Olegario, qae all esteva em peeqaiza?, a ao
meio dia, regressando a esta cidade.
Os vapires continuara a tv cbamados falla.
No vaaor italiano S>ferino foi dado p -la forta-
leza um ti'O de plvora secca, aocoraoda meo 1-
tlnente.
A proposito: Informara nos qae, logo depois
do fado do Solferino, dirigio-se fortaleza un
ofBctal do Centauro, onde esteve conferenciando
cora o alteres Cova. Cfntorando-o por ter sshd
p-o-edidacom o vapor italiaoo Solferino, qae
vigilancia dos vapores estrangeiros caba ao
Ctntawo em cases epidmico?, e nS) a forta-
leza.
Pescadores qae bontem vieram do pbarol da
Miela coma ara qce virara um grande paquete
re-cnbecendo a barra.
Chegando prximo do pbarol all esteve para-
da por eepaga de duas boi-a?, fegaindo em f.-r
le ar ;iia com direceo ao sui.
Ha cinco das qae esse vapor cruzi a barra.
Aquelles borneas n&o poderam recoob'C*!r se
era de guerra ou mercante, nome e naciunah-
dade.
Foi tambera visto ba dias um navio de guerra.
0 AlexMdria sabio ante-boDteoa, s 8 horas
da noite, para o Rio de Janeiro.
Podco depois de soa passagem pela ba-ra foi
cu : lo iij forte tiro de canbao.
Propala-3e qae ebegoa aqat o Italia.
O canieiro8 da Pona da Praia coDtloaam no
matto, temendo o recratamento.
Santa Camarina
Bpezar do telegramma collecuvo qaa honlem
demos na seccao respictiva, do qual resaita a
cessageo da lacia nesse Estado, a -ha-nos conto-
do de iotaresse dar ao coobecimento do publico
noli tas transmitidas para o Rio, mesmo ante
riores qoelie fado, porque bistoriam ellas os
acoatecimento?.
O Jornal Rapublica distribu a na dia 30
em bolelim um telegramma de Blumenao, n fi-
les termos:
' Na comoate de boolem, sai|2 horas da
larde, os inimiges da Repblica, era numero de
350, sendo 140 de infamara, 45 de cavallaria e
65 paisanos, pretenderam invadir a capital pro-
visoria.
Travou-se reohido combate durada meia
bora e os inimigos, depos de gastarem maita
nunicao, fugiram deixando no campo da aegao
2 homena morios, iO espingardas Comblain, 11
sobres-bayonetas, i Dones e maita mooigao.
U.n oatro cava! la nano tambera inorr- a, po-
rem foi sondaxido pelos fagltivoe.
Os iaimigo8 deixsram um prisloneiro. Mais
de 20 receberam ferlmenios, alguns graves.
Era ca^a de Germerte.i ba 2; na casa Muller
6 ; na casa Elesbao algaos oairos.
Foram sepultados boje dons morios, sendo
ara brasileiro e om polaco.
As torcas do povo de Blameoau sabiram ia-
colames.
O lente Brasil commaodava ai torgas de
irjfanlaria Oe polica.
Blameaau acba-se inexpognavel, coataado
alm da popuiacao 500 borneas em srmss.
Os inlmlgos, desmoralisados, desertara es-
pavoridos.
Este telegramma assigoado pelo Or. Geiui
no Vidal, chele de oolioa do governo proviso-
rio.
0 poro aqoi cootiDa exaltado coatra o go-
verno- tfo 11140, dando -vivas to Dr. La aro
'Muller, por ter sabido do governo em-IMMm-
oaaaiv
q aae mama*
ivtaaasccaatfer .-de 8oat^aea
fravoasdeleg'Me'*tTa8"BJaU K-tm *, sB .
Guana, medico da inn lt.-c j era Rlomenau
Scooiit jti 1 de direno acclamado em Baraen-u
e oatros 1
Consa que a goi'da cvica do sal b^ recelbe
r, a capital, depaudo na saa passa^era as carai-
ras muoicipaes.
A sio accresceata o Es.i I > ., e.n telegram
mi cxp.-di 10 no menciooado du ao Jaraal do
CMmmercio *. do IVo :
Hjj hjuve grande exe.-cicio deevologio das
fj'cai federaea oa capital ; derara se tiros de
aono oa prag de Pala 10. ferraio levemente
dous especladi-res. o major Tiberio Gipisiraao e
Berlinck tilho ; ao masmi tempa, a oppcslco
i'distrib ra um bore'im alarmante, dizeodo que
haviam ai Jo derrotadas as breas e-ia-iu 'es e
Ulumeaau. quando ellas apeoat lu-am .-Imples
recnb-cimen o da pasicao dos se Jiciosas, ru
trlacheirados na pissagem.
O vice presiJeu e co i'.inua na defensiva.
Sobre esse acoateoiraento de Bli.meuao, o che
fe de polica Femando CU.ieira noticia o de li*
jaby -este modo:
t Segainlo a^orapaa'iato de forg nolicia.
ura.esqoa r > cvico para Bluraan^u, aiu de
syaiic r dos (acto* da eedigaa a li ruvua pro
movida pelos conhecidos aLarcbstas HjralM
Luz, cuef j da commissaa d-i ierra*, Pau:a R.-
moa, delegado da colcmsago. O'. Cuna 1 outros
empregad08 federaes da mesm commissao, son
ja em vtagem da fuga desses sediciosos a nossa
apprcx'm.caj, os quaes deixarara es coloaos ar-
madas re8isii-em a eatala da farg aln,
0 commanJante da fu c-, approxiraando->e
ue Biumeiau, mandou lser reconbeciraento,
sendo obn^ado a sustentar vivo liroleio pjr es-
pac-j qoasi Ue ama hora com os sediciones q-ae
se acaom eatria heiralos e emboscados, do que
resbltaram alguraas baixas ais oosias fo.gis e
muita<. da pi-ie deller', egonJo consta.
A forca ponoa se dignamente, coma verdadei
ro soldados, retirando se era bo ordem a ara
pinto prximo, perlo da noile, depois ue coa e
cida a pasigao dos sediciosa?.
A forca (ai reccoita cora eulhasiasxo peto
poluefies visinhi8. liru-qu1, Iajany, Ga^pa*. Ti
juco e Gnuaro:m, que se acbaui em p -z. *
O gouernaJor teieote aUSaadJ nferindo-
se siiuago do Estado, diz que verdadei a
mate cou;nst-dar o qae Be passa no mesmo
Estado
Depois das deposic^s nos maQ;cipias cm nli
cos e le"graiumas, aCOiioaariadas le nomoo-
chatas civuas e armados e pagos Pela Uota.
gnu-ge o -sanana neeiaate na capital t,ui 1
c< 1 c-nirDgao oestes meamos civi.:os, cm ger^l
ignorantes da liogua patria, contando era sea
uaraero erimioosas implicados na sedicao de (4
do crrente e emoie^-dcs fedea s, que araia
nao decliraram par qae /eacimeatos optam.
E' verdadeiraraeate Contristaior. accresceata,
qu, quaado as classes desejaiu passagem da
acimiuutr^cao para o elemeato civil, se escolha
o momento e n qae esta um civil a frente do g -
verno paa txecuei do fama ardido e dede
mui'o denanci.do a N ;j.
O, "a faz 1 sio quem se proclama s Iva lar
da p.epannca.
Pobre Repblica !
No dia 30 con-iara aa vce-presideoeEly
FOI Giilherm qu-' 00 qjartel do 23 bata ha
preparavi se para atacar o palacio A ooiie. e
salios os peo Oes commanda los por sargeatos,
id -mando o secretario da Ass-embia liicardo
Birboza, qae achava-se o governo cercado de
talos os i/.eins de ag r, de defeza e de receb-.-r
mooicO'S.
O mesmos Sr. anda na'.icia, qae as forca-
estaloaes acho so bem dispaslas : que firo
a esas em Blumenau diversos amigos do do
governo da Estado, inclusive o Sner. Fri:z
Maller ; que consta acbava se na cidade de Des
ierro o D.' H -cilio L iz. oafiOltO em casa do zo-
8ul fraocez, Gustavo R^cbard ; qae os cabrgts
da sedigio, aroieglias pela fa-ga federal, anuau
na mesma cidade fo-mtJos e fardado; militar-
mente como p:ag .3 de pret e cruzas dspois
as ras da cidade paisana lITV i.:::.::!) a 0?'-
nio publica.
CAPITAL FED21AL
Le- :mio Jj'-i.l do iraraercia sj1 o Ululo
de Gommiso expmradara do p.analto central
do Brasil :
Em uma.das salas do e-Jiflcio da R'panigJo
G.-ral dos Telegraphoi, acbi-te exposto* os
irabalbos e collec^Ses organisados por esta com
misso.
A cailricgo, de eerca de ciocatnia pbotog'a-
(tinas das qua-s alguraas firSo ampll:adas,
to-nndo se vi-rda teiros quadros, comprebende
de vistas de Uae.-aba, Catalo, Pyrenopalis, Ror
mosa.Goyi, ot Pyr.-noS, a Ligoa Fel, o S>lto
de Iiiquira.com 120 metros de altura, e muita
ouiras, qae do iJea das bellezai da nitareza da
rega-a explorada.
N >i.io-8e tambera as p'antas, na escala d>-
Iic300 das cidade8 de Catalao, Pyreoopas e da
capital de Giysz.
Aabaudaacia Jai agais demonstrada par
urna represe.iUfio grapbica, do de M v qae
11a zona demarcada nada menos de 15 nosexis-
tem, sera fallar dos alflj-utes doTj;anase da
A'agoay i, qae podem (ornece agua de sobra
para um 1 grao le capital.
E' digao de renaro qu as m>idic5j8 d>s rios
forao fei'.-s do 15 de Ago3ti a 15 ae Se'.embro
isio na tempo da otaior secca,
E itre acto, o rio Prelo aprestla una despeza
d.- 2.700 .uiib s de litros po- da, o Pa'an
1.0)4, oPipinpaa 813, o rio Descoberto 7C9, e
obt-os demaior volamed'agaa.
Ni verdade, parece diffijil encontrar em oo'ra
zona, relativam ule So poueo extensa r-omoesla,
tamanba fartnra a'agaa potavel.
En um dos mappas dos Estados Unidos do
Biatll, organido pelo Barao do Rio Branco, acha-
ee tragado o pe im?tru da zo a demarcado,
sendo soa pos gSo geograp^ica meramente ap-
proximada, po'.s o mappa nessa reg'.&a do Bra
zii.es' bastante incorrec o.
Timbera vn se abi os diversos itinerarios
ptreorridos pela- turmas da commisso, e que
importa em cm d'Seovolvimento saparior a
4 000 k lo...eiros.
Aco-se lambem exposias as p'imeiras folhas
do Alias, que tem de acompanbar o re torio ge-
ral, em queso represtotidaa o itineraria dos
caminbos levantados, bem como aeus perlia !oa-
gitollnaes com as respectivas colas quando
terminado, o At'as comprebender cerca de 80
foleat de itinerarios.
A flora goyana a cha se representada por mais
de 7C0 plantas cantidas em (2 ke barios.
A collecgaa m:n.ralog interessaote. Nella oolao-se mais de duzeclas
amostras de miierae-, entre as quaes diversas
Variedsdes da g-anito ; este por ter sido tomado
m sup' rucie do solo acba se ligeiramente de-
composlo ; mes fora de duvida qoe, a urna cer-
ta profondidade encaiirar-se ha rocha fresca.
As rochas de itacolamiio, sebisto micceo,
graz argilosa e paleeziuo, estaobem represen
tadas.
D.versas amostras de kaolim, argilt branca,
amarella e roxa, pjralosito calcreo de forma
e do v&o dos Angicos, ferro ollgisio e magntico
graulo, mart la (pseudomospbose do ferro oligi-
co), perito arseoical, mtcasebito greoatlfero, dia-
man es e de ouro, completao esta collecgo, qae
melbora a riqueza do sub-solo daqoella regiao.
Por esaa ligeira descringao das colleegOes or
ganieadas pela commissao, e dos trabalbos qoe
se acho ah apre-ent idos, pode-se faier idea do
moi'.o qoe all tem felto em lao pooco tempo.
i*tl>n rtasas osa alls nta lu infla iraiis ichsa.
orlgem, transformagao e em prego de tal es
Ciflide^nlavra.
Se-flaiinas engauara a\iaon'
tradurgla littaVl di
m : art us) juav sai
Dta.-a dos ossom u
i prenomes era
as ou artigos do
FoHE :jo4oto quem aanai
liacgdnMtre oa pronoasm a"
ariigan*08 quaes aesdatKat
de aitkm
Sd#e artigo s h 1 nar uuujUo a naerrar
que qu .1 a soa o-igem.
Du.s saa as opiniO'.s mais importantes.
Junio a estas vem outra. mas dt*lio fcil re-
ftacio qoe aaoare'etertaciialj sneci-l.
E' assira a oae diz que o -rugo detinti origi-
ai se do reg.
Apeiar ue grande infli-acia que os greeii
exf re 'ram or a llalu, 9 pialo de C, Ti-
berio, Graccbj e outros discorsarem nenia lin-
gaa, nao poderam iot odozr o artigo nesta lio
gua, cono podel-n ara fazjr oa peninsola ibe.
rica, onde a Mas iallaeaas fai sibre os osos e
cO'tuues?
0 prigo nada inaovao do latina pipalar, s m
efeoo grandeoomero de pabvm g;ie tirlcas
que se Ozenam- notar depots da onailiaiea >
da lingna.
As dsss hyooieses impo-tant-s sai :
1* a qoe origina > anigo do laiim hoc no
ablativo sngala'-, e Ao, Aa ni zccasalivo plu-
ral.
Eita difj-sreog j pOe o espirito em sob-esal-
10.
Asseotam Lsoai, Jallo Rbeire o oatras a sua
opinia na moJo de i-acrever no. ha
D.zeste: O erudito Plinto o Mogo escrip-
tar do 1* secdlo da era ch'isi. entenda qne o
pronome Aic, hoec, hoc, empregado como dte-
rainalivo deveria s^r r^canhecidocomo vnrdadei-
ra a'tigo. Eg^e* affi-raa qao u.s e-colas do
Imperio do Occidente oavam os grammatlcos
romanos ie kie hoec, A c para designar os ge
eros dos nomos.
Eaireanti bi c aira esta opidtao deo* que de Di.istram nao ser ella mano verdadeira.
Em pnmeiro como qae t d* liugais ro-
mi iics ong ara u eu aruga de i.'", illa tllud
s o portag e se Unias-'e desta iienvac 1 i
O D-isnanbal tem el, h, la; o francs el, ti l,
U, le. la Iss ; o valaumo : le, a. 1; o provengal
lo, la, il, italiano e castelbauo lo. la; nao r0 1
portanto o lOMugaes qus tea aa forma-: (auii-
gas) el Ao Aa (noleraos) 0, a. os, as, ter a mes
ma origen 1
E' o pro, rio Jallo R beiro quem diz que nao
se pJe negar q io ooave ao portagaez e ao gal
lego lacta pela existbucu eaire as firmas lo, la
los, las. e o, a os, as, encontrando se exemplos
ciassicos .'amas e d'outras.
A o a n:4a a aouo ver a melbor, coma
su deve concluir a que diz qus o nassa r igo
l fl lio 0"i,'in -i de il'e, illa, como se no
I itim ponuiar e luetmo ein Gcero : itlo Cabillo
tila ecclesn.
Qie a o-igam nao ple se hoc^hac hoc, p-o-
va oe por cau-a da lerrain iga qoe em cao av
nrium elimina hh comaletatn'nts ; iie abran-
lar-se: caceAim gaiola, amicum anga, ou
ir is vetes e principalmente nos raon issy-l-b i ,
11.zal se: nec tit-m ; sic,sim ; pectlfu, peote.
S os record .(nos de ara c so de Jesappare-
rrmeato completo em deio, decano, degioo
originado de decanut.
Para exphear-se a tettra A da forma ar malea
d ho, ha, originada regando nossa opiniao bas
ia um simples olba- son-e certas palavras es
capias di scalo 15*: ninsidras, basofracto,
II je : losiCias e avofrscto.
Alm do artigo o e soas variagss o pa tugoes
coTervoo. o artigo el jonjtt' udo na pnras^
el re, originado de M, e eldoradj (hespa ihol).
O artigo 111J. lia ido a que alguna g ammaticos
sem razia uao ao pla-at e um, un, una, umi*.
Tam irin r le ser claaihcado na ca adjectivos .ndenndos.
Q *reoi crer q.ie um aop-esen'e um vestigio
o 1 palavra Aowo (hamem), oa pelo mvaas sua
inflaeaca.
iTEVTS'ra DARTA
proom'3 sanate
todos os adjeett-
LINGISTICA
XI
Continuando )
1.Artigo. Il.Pronmoe. IIL Col-
locagSo do$ pronome
Em geral oa grammaticos inclaeo os argos
na classe dos adjectivos determinstivos e dio
lbeo nonw de sdj activos artionlsres.
Km todo o"caso sea impsrtoacit. Sita II
Ha quem considere cama
os ci-ssaas
Outros ocluem ne:sa claase
vos determinativos qas vierem sem substantivo
cIto, t-azeado a mema la o ame antecedente.
Estas diatiocgi nao leem valor algum eiy
mologico
Diapeosamc-aos de aoaiy-ar os proiomes qae
.n fuacg&o de adjVc-tivos pas qu-j j o nse-
mos.
Liuitemo- :ot agir a tratar dos pessoaes.
A'u fa'ma an'audada dagermaoica eo, deri-
vada do Istia eao : ao scula 12" ti, uo 13* ou
ten aa gen lateute ua praras-; popular mm'geu
(qera eu).
Ta me, te, nos, nos, vos, vos, vieram sem al-
leracaa u di .-cumeote da latim.
Elle possae as fo mas archatca3 el, e lo, Ule, e
se origina cora as soas formas para genero o ou-
me de ule illa, illis, ellas.
Mm, origioaio ue miAi; o m formal pro i a
zido pelo.praiaagamento da aazal: mu'tj: mu
tnt>.
Ni parogatz ha maltas palavras daphs na-
iilwa ias e uai: usi. assim.
Te pos.-uio uo portagaez a variante cAe, xe
qae alga 11 julgam ser melbor, variagao de se.
Lhe denv se de illi. com as fo-raas interme-
diarias \i, illi o Mt uo plaral Us, th s
U soas formas sabstilaem o pronome elle
qaaudo complemento objecilvo. e tem as forma-
aoiigas lo, li: amilo queie-la; origina-se de
illum tllam tilos, illas.
Ti e derivaa-o dii6i e stbi peU qaada do
6e coia-gia da i.
Migo, tigo, sigo usados em portagaez sempre
cara a preposico com vera das tornas latinas
composia-i: mecum. tecum.secum, em que os pro
ames m '..te. se, ja tiazem a prepasigo cum
E' um pleonasmo cummecum, comigo.
O mesmo se observa a respeito do nosco.noito
derivados por meio de contraego, de nobiscum
evobiscum.
II
Sobre a collocagao dos prouoraes pess^s sao
tantas as regraa apresentadaa, tan as os excm*
pies classicos que iofallivais, certas e irrevoga-
veis lea aioda nao foram approvadas.
Diz Dr. Teixeira de Mello :
as orati* em qua o verba tem por antece-
dente ama adversativa os proraomes vem de-
pois.
Diz Gama e Cistro: Qaaodo a pbrase coraega
por ama coojonegao os prooomea vera antea.
Di Dr. Paraobos da Silva:
Ha quem pense que s as oragSes incidentes
se podem empregar antes dos verbos os prono-
mes, o?, te, se ect. entretanto 1
De um gesto natural si oenverteu
Da ana Mauro em Mogambique conbecido
Camis.
Diz J03 Castilbo : Qaanio a '.o.-acaa comega
pelo verbo oa aeu agente o ve-bi actepi-s-a ao
prono ne, entretanto :
O tempo me saprou favor divino
E as masas me bzsram- desgragado
Boesge.
Eo mi arranco daqui cera magna e do-
Padre Antonio Vieira.
Dr. Paranbos d urna regn geral: Parece-
me que o pronome se pode callocar sempre antes
do verbo, mas t s veies depois de lie.
Bem se v. pois, a gradde diversidade de opi-
ales qoe ba. Em todo o caso devemos obser-
var:
1 Nao se comece pbrase pelo? pronomes.
2* Nao se os colloque depois dos participios
passados.
3* Com ss formas do futuro o condicional
ase se da tnese.
Deve-se atteader, pi-m, para boa compre-
bensao do diacorso e principalmente para a eu-
phouis.
(Contloda).
Mu Pim.
Senada av Pasnarabuco -Nao tem ha-
vid o ees.-ao aa'esta Cambra por falta d oamero.
Cmara -a>* OejurtaJor,-Ue xos ban-
tem de bavarsa 'ra Gavernador do EiaOo.exaedio o segrate amo :
c 5 Si-cgaPalacio do Giveroo do Estado
de PernamoBoe. em S de Agosto
governaJor do- Estado a quera loi praaeste a
oeiigao de Praracisco Golombo solicitando o
The i tro Santa I le 30 dias a Cumoaobia Iidnni de Z i-zu-Ma?, e
tendo-em vala a nfurmacio da 10 peclon 1 dos
tneat'os, em ofHcio de 3 do correle, reso'.ve
deferir a citada petlgao mediante as clausuhs
em seguida esiipuladas, as q ia-s serao re '.azi-
das a termo no Taesouro do Estado, tenio o res-
pectivo contracto o valor de ciuco coa os de
ris.
Oa npre na eraoi zirio :
! Prestar niTnesouro do Estato Minga era
dinbeiro ou .poli tes de ira portan 'ia igul a lat<-
go do theairo, de accordo com os pregas qae
p.rviam-tuie carabinar cara o give-au.
2.* luegrasir ou renovar a tianga de qae
trata a clau-ula pecedente. desd-s q-ia pane 01
lo4a moltae ou tolemuiaacio por extravio oa detono
raga ios onjeatos que Ins fo-em conlidas.
3*. Paroecer os camarotes, ca le raseb-lbeles
de entrada de qut i-ata o resalara-nio de 28 le
Fevereiro da 1891, o qual era sinctam-nte ob-
servado em tala quando nao se achar era des
accorJa com ais pr*renies ulaosuiss.
*." R-tspo^sabil sa'-ss pea representar;*.i de
todas as pegas de repertorio do q ral a lesn-ieto-
ria escoiheri. palo m-oos, d-z p gas da albura
val. r artstico.
5.* Naa lar o p-imaira eso-iotim'.i. sera qae
saleaba responsabilssl) pelis obfgigS'S da
cooiraco e as qu resaltara do reglamelo do
thutra e lei da Qi'.uora Pilicial, nao 8aaio al
misslveis i nermedi trios eotre o ra-smi enire-
za'io e os artistas, pa-a o que leve a asagnar
pessoilm^nte oa por proaaragio o ciatra: o l
vra lo ao Tnesoaro.
6 Nao allegar, ultima hora, in .le 11 de
qu ilq.ier ar.s I CJ 10 mi'ivo pir 1 daixar da da'
espectculos, ja aononciados, soO pena de nuil-
de'ltea os m;I res qua lodari s-r releva la
pelo goverao n is casos em qae v-?ritiaar nal ba
ver caprteba par parte da eraa-ezt.
7." Dtr lia- beaefle as em favar de e;tabe-
leumaatos p .b ico-, a escolbt do gaveroo. ra-
belo a esti a designagio da P C-Sa urem le-
vada a sesea e dos diis em que deven S3r re-
al silos nao ssoJo permiit.Ji dous especullos
u'd'8--dias.
8.a Coiaparecer polica senpre qae pela au-
toridad, co ooc e ite for lutim 110 para uar expH
tages sobre qualqu-^r Incid-a'e.
u nao cump'imeoio de quilqu^r d'e-tas
c ansulas sujaitar 1 o empr.'z: ia a mult d c--.u
mil ris a ura cauto da ris, de accordi cora a
clamla 2*.
Si o guvariM recmaeae- que o possoil e -
crip'.u-ai.) pelo emp'ezirio nao -e.iii.si as caiii
e6-a de arat boa co noiohia a jmzi la ioso*xOi.
na ou variticar qua a repertorio annu'iciado na
6 totalmente posta em stena pada-a re tini.r o
coalracto, oerdeodo o masan erapreta'io mita
le da cmcao ao primeir.i C4si toda e u ni
snodo.Alexindre Jos Barbos* Lima.
Beuolo agrila Veriicou-ie a le
boDiem, como fra annoaciada, na .-ele da Si
ciedade Auxiliadora da Agi'-aitUM, a segan la
reaaiao de agricultores r**an**mifl pelo prap-i
tario do en^eano Mioas-Na'as do i^rm de Gi
mellelra, o O'. Antonio Venancio Civten'e ds
Aloaquerqae.
Si ausencia do D Paalo de Amorira Salga lo
propnetario d.is engeor.i8 Girapa e S rata Aras-
lia da fregaezia do Galo, que presiaVa a reun io
do da 27 de Jilna, e nao paleado corapirec-r a
pata segunda reaniai exiasara-^e era u^ii caria
dirigida so D.- Antonia Venancio, 1 c apon a
Oalelrs da presidencia o Dr. Francisco d) Rs>
Harros de Laceria, proprietano do eagmb S.
Fraacisco da freguetia da Vaizea, p p--sidente
da aasemDIa geral di Sociedade Aux liadora da
Agricultara.
Aberta a .-esso a 1 hora e i minutos di t-i-
de. o Dr. Antonio Venancio pe >i 1 a palavra pira
ter a carta de excasa do D\ Paulo da Arairi o,
oa qual o mesmo Dr. eccarecia novameite a con-
veniencia, ji racoonecida ni reaniao p'ecidente,
da ap.-aveita os quadros da Socisiade Auxi-
liadora, exisleoto desde o anaa la t8ro oom es-
tatatos approvados pelo Cons^lbo de Estalo e
Decreta Impsrial, infandindi-ine sangae novo
com a introdoegao do maior numero potsivel da
soc os, e habililando-a aVai'a'ts a ciila;ar-s9,
como praiicara at 1887, diante dos Pjlsres Pd
blicas, n-a attitale de leitim repr-'s-.ntiate da
I ivou-a Parn^mbucana e orgo de seos direitos
e necessldades.
Em seguida, de:laroa o D-. Antonio Vean^io
que concordava iateir.tma.ate cora a opiutao to
Dr. Paulo de Araorlm e san lo esta unani.u >ra rate
acceita, assigna*ara se no livro das membros da
Sociedade Auxiliaio-a aquellas dos agricol ores
presentes qae ata la na pe'tenciam a dita socie-
dade ; e deaais de breve discuss), na qual to
mar.,m parte, alera da proraator da reaniao, va
ros dos collegas qa; acaJiram a seo appe lo.
convenc mou se cora a aaperinteadencia da Sa
ciedudo Auxilia lora, que estava presente, que
deven lo esta convocar em praza breve uraa as-
serabla geral de tolos os seas socios pa-a e ei
gao dos respf.tivot fuitcaioaarios, tlcassa dita
couvocago extensiva a todas os agricaltares do
Estalo que quizessera comparecer, pilen li
o'esia occasio cada am d'elles aprasealar as
sais opini-3 acerca de todas as qaestes alien
les aos interessea da lavoura, e meios ds reali-
sar, entre os agricultores, a aolidanedade prati-
cameite lodispausavel para qae sejara atteadl
d 18 as soas reclamagois e respeitalos os 8?us
direitos.
O dia terga-feira 22 do mez correte foi mar-
cado pa*a realisar-se e>sa s^ssia migaa. e lis-
toiveu-sa a reaniao s 2 horas e 45 miulos da
tarde.
Crve dos cigarreiroa -Termi'.ou bon
tem felizmente essa grve, qae nunca sabia das
estrictos limites de urna reclanragao pacifica e
ordeira em pro dos justos inte.esses da ama
classe.
Os proprie'.arios das grandes fabricas Caxias
e Lafayette, cedendo aos reclamos da classe in
letra dos clgarreiros e de ootra3 que erara sal-
daras com aque'la, e.aqolesceoda interven-
gao accordenenie beaevoiente da imprensa, e
quita tambem movidos pelos proprios iateres-
ses, adoal aceitaram e aanacionaram a nova la
bella de pregos pelo fabrico de cigarros.
Alguna oatros propietarios de fabricas me-
nores, qae faz.ara depender saa acceitagao da
d'aqaellas duas, foram pressurosos em tambem
homologar o pedido de augmento de salario ; tie
sorte qae honlem foi deboinitivamente solvida a
crlse do Irabalbo para os cigarreros, que se
mostr3ram jubilosos pela sua conquista pacifi
ca e incroenia.
Gom effeilo, tendo se reonido no Lyceu de
Aries e Olli.'ia ero camero avaltado. superior i
700, e com msica a frente e a'acaodo roguetea.
sabiram ellos em paaseiata hoatem pelas 2 horas
da tarde, e foam saodar todos qaantos Ihes
pre8t?rarra auxilio nos momentos ernciantes da
crlse.
Nao foram esqaecida3 as redacge3 dos jor-
naes nem os respectivos pessoaes ypagrapbicoa,
qoe todos forana Bandados.
Viodo no3sa lypograpbia, d'aqii fallaram
agradecendo-lbes a maoifest-gao e feliiitando
as pelo triomphi os Srs. Manoel Ario, uosso
collega de redaego, o Francisco de Assis e Jos
Fernandes era nome doa tyiograpbas do Diario
di Pemimbuco.
O mesmo se den as redargea dos nossos
collegas, qae foram tambem saodadas.
Ao passar a passeiata pela ra Marcilio Dias,
falloa o Sr. Joao Ezeqaiel de Oliveira Luz presi-
dente da Uniao Typograpbica na propria sede.
Depois o grupo, jastamenle jubiloso, derigio-
se s fabricas de cigarros e saudoo os seos pro-
prletarios, que, comprebeodendo qae sao accor-
des os ioteresses de pairos e operarios, agiram
4 final em ordem salvaguardar taes ioteresBes.
Por oltima dissolveu se a passeiata festiva,
como fora encelada, lato em perfeita ordem.
Helo de prolongar a vidaA dar-se
crdito ao Sr. Wiliiam Kionear, vamos ver che
gada a poca da longevfdade dos patriarebas, e
aquelles, a quem tentar a perspectiva consola-
dora do orna existencia de dtenlos annos, po-
dero dar se a esse goso problemtico, com a
nica condigao da observaren! escrupalosamen
te os meibodos de aiimentago qae Ibes sao in-
dicados.
'BegontJO'O 8r.-'K ooetr; a debtlrdade servil do
hornera provena, diz ella na North American
Best w, da imaolaacia do-sea organismo para
eltmiear s malarias aoMda* dotroduzlas no
sangos pela a liases lagar.
Dara-iie a msoldade, a asaatdada das fun:-
gesaigettivassnfn dente para assegorar esta
elimina-,*) ; mas tarde, porcia*.' os orgaos tor-
nan ss inloleatsa, e os sesiawntos de cal, de
magnesia, de ierro, etc., acaaam par desarrao-
^""saVIT Jar a u,tllua bumaaa. Coasa, pois, qae nos
abtteohBmos corontetarnenie loscereaes, da pao,
"asm con appatronats oaffenMva sobrecarrega o
sangae de depsitos calreos. Pela mesma
ra'.ao deve-se supprimir tola a alimentar 1 azo-
tada, e substitu I-a por f rucias, qae crio uff ira-
ce n o m-smo inconveniente.
Tambem deve se comer pooco; os exessos
da ouingao sao fon'St03. Reduzamos nos nosgos
alimentas s frailas, ao pelxe. Ss aves domesti-
ca-i, i vitella, 1 oreIha, qae conten muito menos
sil. do qaal, ao cen rarla, se acba saturada a
carao de vacc* e do caroeiro adolto. Bebamos
agua destillada, isto iseaia do carbinato da
cal. Tornera i? acl .0 phosp orico deludo, qae i
am dos maU preciosos dissolveotes das materias
solidas qie teadem a accomu'ar se no orgaa'8-
mi. Fa-.litemos a abiodaniia das sec-ege3
pelo u-o do i bypopnj8pbr.os, coma-raos frustas
su cosa s.4)Uacip limeote' Sa taras na as. peceras,
carejas, etef
Ti-'s sao os consalbos deainteres3ada< que as
sdadados. O Sr. K'aneir, da mais d una
tolerancia rara entre os seas si-es. Elle pre\
a objeagi que na se lhe p te deixir te fazer:
preferivel vivar pooco a vive- muito cora tal
re?imen Ie cootenia-se cora resoonder : Pois
escolher eotre as duas coasas I
Eniradside alc-d aviuear -
K ura rara por ter. a e mar para a praga uo Ra-
cife em Juluo.
A'godo :
D: (893 22.831 fardas
91 7.52
91 i.1-7
90 3.991
89 8.003 -
Assncar :
Da 1893 31.711 saceos
92 7.783
91 23.383
90 li.711 >
83 6.039 >
1 un 1 i ja por t m-lim-0 Sr. Claudio da
Gama, p-ofeator Ue piauo e cooapo itor, acaba
a arranjar diversos trechas musicaos da revista
Tim fu/ pa' tan tim le ara milo gracioso n'ama
compongan musical para piano.
vj os irecbos arraojadns : wilsa dis andori-
nhas. copla das tres ratas, urna flor no piito, os
tres jacars a o tango de Lola e Camareras. O
co ijuoc'.o forma am todo mi,h interess^nte.
Foi a masici impressa ao estabslecimeato db
Sr. Elnardo Paiva, roa do Barao ia Victo'ia
0. 13, onde se eocoutra venda, bam como, aa
sealarla O i'aira, m-sma rna n. 7. e as roas
diGabuga casi dos Srs. Cousselro "t I mie
ni da luparatria n. 82, casa do Sr. Joaq 11 n
Pellas.
Ao Sr. G au l'o da G .ma agradecemos o n 1 n 1
qae nos fez de um exeraplar de tua nova com-
posigai.
liiusutsiici O Sr. Dr. Julio Pires vai
reuuir sai volaraes os estudos q ie, sob o ltalo
de Lingistica, tera paoticido ueste Diario e
qa tanta lera agradado aos qae se dedicara s
.rsju'z.s desse ram 1 de conrii :i.n vit n.
Par todo o mas vin iau-o dever sabir a obra
dos relas da casa Boulureao, oade vai ser m-
preisa.
Era T*lu7a-Pjbiicoa-se bintam o a. 40, do
IV a rao ueste pertortre, religiosa, pe Utico, cri-
tico a soticioso.-
Agradecemos lhe a soa-visita.
Carros de alaguel Una cammisso de
o tbsiros co aposta dos Srs. Vespisiano Lucas
L baoio, Beojamim Daarte da Gima e MaaoaLS.
Alexandra doi Sintos, canraaaicou as que
"1 Jo-s: eatendido cora os proprietanos de car-
ras de aluguel e tenda feilo reclamag" de au-
gmento de seas ordenados de 50 % foram at-
taodi los pejos mesmos propietarios.
Eslanpa-Palos Srs. Gimes, Vianna C,
foi nos otlereclda ama estampa de Nassa Saoos-
ra do 15rn Parto, da qoe os mesmos senhores
sao edicores.
Essas estimpas acbam ae i venda no na ez-
tabeJecimento i roa D queala Ctxias o. 80.
Agradecidos pela offerta.
Crrelo de Motlclaw Recebemos o n.
11 desse parlodico qae se pablics na cidade de
Palm res.
Agradecidos.
Pollelamento do Uoriij--Club Pelo
Dr. Qa stor policial foi designado o Dr. delega-
do do 2. districto da capital para fazer o poli-
ciameato 00 Darby-Glub, durante as ccridas qae
alli lera bote de tETeclaar-se.
A dispa8igio do mesmo Dr. delegado ficam as
torgas de polica e'cavallaria qae alli se apresen-
larffl.
Polica da To -air=-?elo Dr. Qjastor
policial foi designado o Dr. delegado doji.* dis-
tricto da capital e o subdelegado do Recife para
o servlgo do policiameato do Tneatro de Si nta
[sbel na esDectacolo da hoje.
s de 01 iuda -S. Exc. Revdma. o Sr. Bis-
po D. Joo Esberard cantara missa solemne de
Pontifical, boje, pelas 9 horas da manila, na Ca-
ih -dril de Olinda, por ser o da do orago da mes-
ma catbedral, S. Salvador
greja dr Santa Bita Vmanha, dia em
que co memora a igreja S. Gaelano. a coofraria
de sania Rila de Cassia manda celebrar pelas 8
horas da manbft, urna missa, e pelas 7.horas da
noite ama ladainha em louvor do mesmo^Saolo,
na respectiva igreja erecta.
\ii> da Iufancia desvalida A se-
gu ite ola nos fot remeltida pelo digno Sr.
presidente do cooselba municipal.
> Benfflcio no theairo Santa Izabel, em a noite
de 29 de Julho ultimo, concedido pelo Excm, Sr.
Dr. Governador do Estado :
RBGEITA
Importancia da venda de
bilhetes no edificio
D3SPEZA
Pagamentos feilo segando
a sota fornecida pelo bl-
Ihaielro, Sr. Joaqaim Pe-
reir A-antes, a saber :
Porteiros
Direitos do aactor da ope-
reta
Tim tim por tira tim
Orcbestra
Goatra] regra
Movi ment
Macninista do theairo
Alfaiates, costuraras e com-
parata
Limpeza
Machmista do
i::#ooo
MtSGOO
6OJ00O
89000
4810U0
321000
i O000
Bilheteiro
gaz
6.150)
64000
10*000
iOiODO
Sal .'o liquido recolbid
Caisa Econmica
80OO
l:3i9iS00J
1:798*000
< A; poblicages nos qnatro jornaes,=Diario
de Pernambuco, Jornal do Recife. A Provincia e
Gazeta do Recife, nao foram remuneradas, bem
como o gaz consammido e os servigos das com-
panhiasTrilbos Urbanos Caxanga, i Olinda
e Ferro Carril; visto a generosa e pbilantropica
recusa por parte das respectivas empresas e ad-
mioietrages.
Commlssio central doa clgarrel-
roe=A essa commissao foi o fe nado pelo Sr.
Jos Tbeodoro Simes da Silva o bilhele n. 1999
di 57.* lotera do Para.
Tclegraminas retidosAchara-3e ret*
dOB na Estagaa do Tele.rapbo Nacional do Re-
cife os seguintes telegrammas :
Para Manoel Francisco Pereira, procedente da
Fortalez ; Kraase. de Macei.
Vagandes TarellaFaaccionoa no dia
3 de Agosto esta associagao Iliteraria sob a pre-
sidencia do Sr. i: leaos o Accioli.
Fiado o expediente passou se a ordem do dia
oto baveado porm o jarj h'storico do persona-
gem Fre Caneca-por ter fallado o Sr. Promo-
tor.
O Sr. Arlhur Duarte apresenton a theaeA
tbeoria darwioica verdadeira T sendo sorteado
para descertal-a o Sr. Jos de Alraeida.
O Sr. presidente ellimnon nos termos do art.
24 5, os Srs. Jaao de Barros Fej, Luii Cintra
e Julio Gouveis.
*JJPsrmete MaiasisjteEste paonets da Mal-
la Real Portuguesa, segando coamnnicacH qaa
receberam os respectivos agentes nesta cidade
sanio do porto te Babia is 3 norw Isnle d
'
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-I HtBVU V
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!!> ii *Um**Sk+i*>+mmi*
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gB>WBifrgo^^a^g<^o^e"Tgg^
4
.
bootem, pelotee devj tocar os porto do R imano, m ?ug?m para Brepi.
Carpa de polica Serfico para o da 6:
Rooda malar o Sr. capio Laoreotir.o.
Ronda menor o Sr. alfares trtbor de Carvalbo.
Gairda de palacio o Sr. alTersa Jas Berilo.
Q corpa d ra aa ceexdaa rJe Palacio, Caut de
Deieocao. x
Unforme o 8.
Oa 7:
Rooda maior o Sr. capit&o Llrenlo.
Rooda menor a Sr. alferet Beaerra.
Coarda de Palacio o Sr. alteres Brmiro.
O.corpo dar as guardas de Palacio e Casa de
Detencao.
Ufiifirme a 5.
CampinUia le cnvullarl mun el-
pal Sertico para o dia 6 :
Butra de roa la o Sr. teoeoie HimSo F:lno.
OpernrAm clrnr*tc Foram praiica-
das oo hospital Pedro II, uo di 5 do corrente,
a^aegaioies :
P'o D-. Mohqaias:
Ampoiacao aa re-:ia esqaerda .no logar de
eleicSo pelo processo circular clasico, reclama
da por ulcera e elepbaoliaais da perna.
Uretrotoaiti bieroa pelo processo de MaJcn-
neove, reclamada por estreitamen 03 mltiplos
da ureibra.
Pelo D\ A-nobio:
OperjcSo de lisalas da margem do anos pelo
processo de Qaena.
Pelo D-. Vieira na Caoba :
Amputago da mama direita, reclamada por/
carcinoma.
Extracca di kisto su puado da regia j gl-
tea.
Pelo D-. Joao Rangel :
Extirpacao de k sto dermoiie da regio fron-
tal direita.
Pelo D-. Berardo :
Dea* iriueciomias ao'ipblogisticas, acucadas
por elancoma ebroaica.
Pelo Dr. Silva Lal :
Tarsorrnaoh'a oelo metbodo a retalbo ovala-,
pro:esso d-; We k-jr, con traospiaotacao do bir
do da palpebra suoerior do olho eajuerl'.
Ablacao de supajloma total da cornea do
olho direito.
IsMpeetorla dr 9.* dU trelo ssaarl
tlssao-Recife, 4 de AgoaDde t9'.3.
Boletim meteorolgico
Cemiicrio publicoObituario do da 4
de Agoste:
Julieta Couaho ioa'Vipgem, Pernam >oco, i
acioo, G-ag ; c-ovuL-a.
Dr. Dune Ee*eo de Oliscira, Bermmbaco,
49 aoaos, cajado, Ba Vala Hemorragia cere
Oral.
Jjj Francisco Piobelro, Pe-oaubuco,
nos. casado. Boa Vista; febre amarella.
Mana del Carmen si Lopes, Portofal, 96 ao
nos. casida, Recita; f^breamarella.
Jolio Binario de an.'aana, Pe"oambn?o, 27
anuos, solieiro Santo Antonio ; frb-e >marelia.
H-i.viqoe Rajo o do Anral, Portugal, 20 ?n
oos. soum o ; febe anureiia.
Un f.o Vista ; naiir.-nto.
Ifwioio, Prn-itbDCo, 2\ Qarn, S. Jjf; te
tao infantil.
Paire, 2 meze*, S J.s; c nvelsO-'.'.
Un f;,o Oo xo masculino, S. Jo- ; nasci-
saeota
Antn a, Per: ambu-o, 2 anno, S. Jos; h^_
patita cn-onica.
Antonio Jone Ba-bo=a, Pe-naoshu-o, 27 asnos,
Casado, Boa V.-tt; a'tenia.
Mm -I Lu -a* Evangelista. Peroambaco. 21
annos, soTei-o, Boi-Vitsa; abercolas paLiioni-
rf?.
M'fia Pelis.uina Ma-qaea, Pernimbo:o, 2 an
oes. Boa-Vista ; eclampsia.
Usina Trapiche
Boros Term. centt- Barmetro Tensao io flllWI
jrado (a 0i vapor im'e
6 m. i\.'S 759-91 17 96 77
9 M.*6 760- 8t 18,73 76
12 > 6,l 761-,74 1811 73
3 t. 6'4 761*. t8 17,04 67
6 > VB 76),78 18,27 7i
PERNAMBBCO
RELATORIO
DA
Temperatura miaima 25 *30.
Temperatura mxima 17,7S.
Evaoorao em 24 oras ao so 9,tr8, a sombra
4,0)8 n.
Cbnva 0,a6n.
Dirccgo ao en!o ESE SE alternados de
meu notte al O b. e 20 m. da manns ; SE aie. 6
b. e 37 m.; SS e SSE alternado* t 11 a. e I
m. ; SSE e S Ite-nados e meia noite.
Velocidade media do vento 4n,98 per s-
gunlo.
Ntbubsidade media O 37.
Boletim do porto
Pra-mar ou Das Horas Altura
baixa-uiar
P. M. 4 de Agosto 9-10 da m. 2-00
B. M. 4 de 3-20 da t. 0,-65
Ijeii* EUectaar-je bao os se^sintei :
A-na- til *
Pelo ageote QaaatO, em Apipocos, 1 hor^
da tarde, da armigao, balcSo, pesos e medi-
das.
Pelo agente Pinto, na ra da UqSi n. 4"\ d-1
orna mobilia a Lo:a XV, jarros pira florea, on
dieirjs jara gal, escarradeiras e maitos oalres
objecios.
Terc.-feira :
Pelo a^en'c Barlamaqui. na ra Visconde d--
Goyinna n. 7i, as 1. boras, de um otino, dois
mo'oiH.s, pep'lbo?, tap t-s, jarros, e'C
lena* rna..ares- Sero Mkbradas
Amat.hi :
Na igrej daCoQ*"1eaon dos Militares, fs 8 ii~
ras da stanba, pela lmi do Dr. Aotonio da Cruz
Corlen o Jtoio:.
Ni meetna ig'ej, s 7 no as, pela al ca do
cap'.tj Manuel de fraga B r:etto.
Ni inatni de S. Jos, ap 7 e '|2 ho-;s, p l-'
alm.de Aleiaide Eufrasia M Gdjcgi ue Mj
cede.
Na malviz do Corpo Santo, s 9 boras da nu
nb, pela alma de Roti'io Tolentino de F guei
redo L Na oMm 3' do Ca-mo, aa 8 horas da mtoba
pela al na de D Joscpda Jasnoa de JesuJ Gil-
Calves.
Na matriz da Bo^Vista, J 8 huras da mintia
pela alma de Roilio Toleatino de Figueiredo
Lima.
Na igreja do T-rca. as 7 boras, pela alma de
Mara M tgl lena de S nt'Anna.
Na ig'p)a do E^piri'o Santo, s 8 boras. pela
alma de Joaqun da S Iva iJjbio eoio\
Na convento do Carme, ; 8 horae da mann,
pela alma do major Aogjsto F:eJeri:o Pereirj
de Carviino.
Pairoe-Cnegal03 do sal no vspr
ingles Poto-i :
Dr. Luz Tjrr^s.Oaoar Birb'ii, Vi'gilio do =
Res, (raet fraQCs:anis, Amaudus, Feliciaous,
Sigiberto e Pe-eg-iao.
Sabidos para o tti no varo* nacinil >.
Salvador> :
Aogusto Romaguaira, J. A. Sopaoa Ruboi, R.
Fernaude?, Mam Victoria de Araojo, M moel ae
A. Mello, lympio A. de Farias. Flix Ljra. (j.
Monleiro, Fraocisco F. de AraUJoeOdorlco Arau-
jo, Wenceslao J)3 Bapsta. A. P. S Falca j. E
Castelio Braoco e 1 Hibo, Aotonio M. Oliveira
M. M. C-ivalbo, JosPerelli, Joaona da Confi-
eso. Fel.x Banieira e Oljmpio Eiher, haac
New .oo, Epipbaoio u. Caldas, Manoel A. de Arao-
jo Jorge, Mana V. da Araujo Jorge e 2 UHias 1
SObriobi e 3 criados, Fr masco Luis, M. F. Sil
va, J. da Silva, A. M. M. 6-omts, 8 pracis, 1 mu
lher e 1 timo. Walter J. C-awiej, A-tbn- Millos.
Vicente Caetan e Pedro PoDrouio. Virissimo B.
de Soez., Jola Naves, soa seabora e 1 Albo. J.
Antonio de Carvalbo, ?. s. L ma a i. C Araoj
Lima, alfares Marques e sai senbora, J )- F. s
Miranda, Manoel Maria, Airelia Machado. D'. F.
T. M. Bacella', Joao A Pioheiro, Ara Gino, Adol
pbo Gentil, Mana Falcdo e Margarida de Olive
ra, -aca-io Borgee, Jos de Arroda, Dr. M F.
Pesgrave, Ur. Plorenlino Avidez, P. G. Meirelles,
3 miriubeiros nacionaes, Miguel Fernandes, J.
L. de Souza, J. P. Mt-llo e soa senbora, Joao d-
Hollaoda, Dr. A. P Coatiobo.
Casede DeteaeAo-Movimeoto dos pre-
sos da Casa de Deteucao do Rcife Estado de
Pernambuco, id' Agosto de 1893-
Existiam 437, entraram 6, sabiram 7exis-
tem 436
Nacionaes 418, malbe e3 10, estrangelros 8.
Total 436.
Arracoados 404.
Bons 371.
Doer.tes 13.
Lnocos 0.
Loocas 0.
Total -404.
Nao boove movimento na enfermara.
Hospital Pedn II -O movimento de?*?
estabelecimento a cargo da Santa Casa de Mi
sericordia do Recite, do uia 4 de Agosto foi c
eguinie :
Exiaam 610
Entraram 22
------634
Sabiram 14
- Palteceram 0
Existem 620
------634
Dr Barros Sob-iobo entrn as 7 di manca e
sabio a 8 notas.
Malaouias entrn s 9 3/4 da manba e sabio
s li 1/4-
Simoes Barbosa entrn as 10 da maoha t-
sabio as II.
Dr. Berardo entronas 11 da manba e sabio
as 11 1/4. __
Arnobi Marques entrn as 9 3|4 da mama i
sabio ? 11 /4.
Dr. Lopes Pessea eiltroa as 9" da manba f
sabio islO 1/2.
Vieira da Caoba entrn s 10114 da manba e
sabio s 11 1/2.
Dr. Relos de Olivetra. entrn as 9 3/4 e sabic
as 10 1/4.
Tavares de Mello entrn s 11 14 da manba e
labio s 12.
Pnarmaceu'ico entren s 8 1/4 da-marm e sa
bio s 2 boras da tarde.
Ajndacte enTroo s 7 boras da manha etitrlo
s 5 ds tarde-
Companhia Agrricola Mercantil

DE
Para ser apre entado
AsseraMaGdraldosAccionistas
em s33s!to ordinaria de 8 de Agosto
de 1893.
Jl;tis Srs. Accionistas :
A C jmmisso Fiscal para cumprimanto
do que Ihe ordena a le que rege as socie-
dades anonymas, vem dar o seu parecer :
Escrupulosamente examinadas as con-
tas regulares e em ordena, verificou que :
A Usina Carass rendeu 337:7595230
A Usina Trapiche 2)3:921 $920
A Usina Ipojuca 03:4105560
Accrescendo mais o arrendamento de
oito engenhos, 37:532;03D e a difirela
de cambio 5:37156JO, oncluio qua
Companhia alcangou a somina fabulosa de
696:93: S34J-
Dando-se a commisso ao trabalho de
examinar as parcellas das despezas feitas,
chegou a conclusiio que ascendendo estas
a 218:9 \$G''A), resulta que o lucro liqui-
do foi de 479:073 740 on 38.32 ^ in-
cluidas as sominas de 23:9 >3S*39 para
fundo de reserva e a do 291:794$ 150
para lucros suspensos.
Nao pode ser mais prospero o estado
da Companhia, e a Commisso Fiscal
enaltecendo da louvoras a sabadoria e ac-
tividade dos directores e gerentes, julga
que podem e devem ser 'approvadas as
contas do anno social terminado eiu 3'J de
Abril do corren'e anno.
Re-ife, 1 de Agosto de !893,
A COMMISAO FISCAL
Julio Pires Ferreir
Eugenio Cardoi) Agres.
Agostinho Jos da Costa.
Srs. Accionistas.
Eis o relatorio de nossa gasto no an-
no social que finda, acompanhada do ba-
lango fechado a 3) da Abril e dos qua-
dros demonstractivos da fabricaco de
assucar e alcool de cada urna das usinas
e respectivos rendimentos e despezas, da-
dos que voj habilitam a julgardes a nos-
sa administracao-
Apraz-nos annnnciar-vos que bastante
lisongairo o resultado do nosso balan^,
onda veris que os lucros lquidos moa-
tito a 479:073 740
Palo relatorio do nosso collega garante
da secyao agrcola careis sabendo tudo
quanto cincerne ao serviyo seu cargo
cumprindo-nos assignalar que i sita intel-
liganta e zelosa gerencia muito coneorreu
para o auspicioso resultado que vos an-
nunciamos, sendo que de nossa parte tudo
invidamos para corresponder a confiana
que em nos depositasteis.
Para mel^or esclaracer-vos passamos a
dar-vos nforma$Oes por partes
Propricdadcs Agrcola
Possue a Companhia alm das constan
tes do balando passado, as que de novo
se adquirirao para a usina Ipojuca ; os en-
genhos Bertioga no valor de 87.68 '.230,
e Montevideo no valor de 65.275.200, o
que tudo eleva a propriedade territorial
a importancia de 794:694 M 50.
Estas propriedades produsiram urna ren-
da de 37:532)5039 que seria mais elevada
se os engenhos S Francisco, Piedade e
Berafka tivessem fornecido usina, todas
as suas safras, o que nao teve lugar por
nao poder a usina funecionar em tempo
proprio e subsequentes erabaracos a seu
fuuccionamento, devido a defeitos da con-
struc^o.
Cumpre-nos trazer ao vosso conhacimen-
to e submetter a vossa approvaco a deli-
bera9ao em que estamos e que passamos a
expr.
Como sabis, possue a Companhia os
engenhos Aratangil e Recanto adqneridos
pela quantia de 108:5333000 cuja com-
pra foi efectuada com o intuito de con-
struir-se outra usina; a obstinada depres-
sao do cambio e difficuldade3 que surgi-
ram por parte dos propriotarios visinhos
do. referidos engenhos, seram-nos demo-
ver desse proposito e desde entlo procura-
mos dispor dessas novas propriedades,
aprovaiando o ensejo que circumataneas
favoraveis nos proporcionaro para dei-
xarmos de montar urna propriedade cuja
renda nao excede de 6 [0,qnando para nos-
sas prccisSes pagamos juros mais eleva-
dos mesmo porque em face de nossos es-
tatutos s devemos"possnr propriedades
que passamos explorar.
As&im contratamos a vnnda desBss-'duas
propriadadespela quan-tia de 170.OOJ.0i 0,
e inclusiweis as.bamfeUonias, preco este que
comparado oom o da compra d um lucro
de Gl:460 (10
Usina Carassu' ,
Adqnerida e3ta usina pela quantia de
600:00 50 )>," pelo augmento de obras
exigidas, e pelo-ttcTBssimo de sua pro-
ducao' est o seu reto -elevado a rs:'
630 365>670ona>contando, dlsttlluriaqne
acabo de ser montada cnjo-oustio"0o*a-'
r do relatorio especial do gerente agrcola.
Foi esta usina adquesida cela quantia
de 450:0003000 e tendadfepentfido em
obras novas e augsjantaj dv'^fabrica mais a
quantia de 92:98l8Bft'repre8enta actuaU
i0 an [mente um capital dr5?:981iJ8l0
llalativamente a- ostar duas usinas, se
.pornm ldtf os seus melhoramantos feitos
por urna taxa de cambio na melia de 12
teem feito subir o seu custo, por outro
o augmento da produccao e a alta do pre
$o dos productos dofido a mesma depres-
sao do cambio tem nos dado satisfactoria
corapensa5ao.
I.'hii Ipojuca
Adquirida por prco-de-259:000$ e ten-
do-sc gasto em obras novas e augmento-d
apparelhos a importancia de 190:058$780
representa hoje um capital de 44'):058$780.
Tem se dispendido bastante dinheiro
com esta usina, da qual n.1o fruimos ainda
vantagens correspondentes sorama em-
pregada e a serie de Jfisgostos que nos tem
causado.
Contina em problema o systema d dif-
fusao que procuramos, intxoduzir nessa f-
brica e nao obstante proclamar o fornece-
dor do machinismo, ser elle mais aper-
fecoado e que sua construeco e oaoca-
gilo estao,de aocordo com as regras darte
a compromisso que firmou, at a safra fin-
da nlo foi possivel obter-se trabalho regu-
lar pelo novo systema, tornando-se neces-
sario assentar de novos a moendas es fazer
outif.s obras para nao perder segunda vez
no todo a safra creada, orno havia succe-
dido no anno anterior, cohendo-se todava
apenas 5.500 saceos, qnando tinha canna
para 15.000.
Certo que para-ninacionar a usina
com o.apparaiho de diffusao na safra pr-
xima futura, temos de substituir importan-
tes .flecas4omachinismo e fazer obras ne-
cessarias ao seu funecionamento, no que se
far urna despeza superior a 1 :0'X?$ KO.
Os lucr scessantesvem conseqjiaiuya.do
mo cumprimentoque tem dado ao contrac-
to o Sr. Emilio Dol, representante da fa-
brica fornecedora dos apparelhos; constran-
geram-nos a nao fazer os pagamentos nos
prazoi estabelecidos no contracto, do que
nao poderemos ser acoimados de injustos,
desde que assim o fazemos para garantir
o damno que nos foi causado ns duas sa-
fras findas, que1 sendo avahadas em 22 00.)
saceos, apenas colhemos 5.500 com o dis-
pendio da remonta do apparelho e moendas.
I .-liada de ferro
J se acham servindo no trafego cerca
de 53 kil. de linhas frreas, sendo 23 na
usina Trapiche, 19 em Carass e 16 em
Ipojuca, fra os respectivos desvios, sendo
que 41 kil. j foram construidos dopois
que passaram as usinas para a Companhia.
Pelo relatorio do nosso collega da sec-
cito agrcola, conhece-se detalladamente o
despendi feito neste importante ramo de
servico e para eile chamamos a attenco
dos nossos associados onde verificaro que
monta a soturna de 482:2053330 o dispen-
dido rom o material fixo e rodante, con-
strucco das estradas e de urna ponte so-
bre o rio Sarihem na estrada entre o en-
genho Anjo e ausin- Trapiche, cabendo
desta somma a usina
Trapiche 270:6^2525
Ipojuca 165:5388910
Carass 46:184$229
finiitus lie torna! i \ os
~Esta .vasba representa os frates pagos
telusipnalaetos ususbidoajas usinas, cujas
tontas,, ama* o na noraetindica, team o
xeorno ao hu(;aiatKtoB que se fazem aa.
caatasrda.oada mina da usinas
Cootawidausinas Carassuru' c
I Trapiche
No balajico, anterior..figuraram nestas
contas as seguintes quantias provenientes
da existencia de assucar e mel nos tan-
ques :
Carassorii 36:453/570 D
tenteyaaaqueilaaepMefawsH usinas -Caraaa
e Trapiche, eaiw wesn+iado previsto,-v-
rificando-s um increada 11:6 J85 j. pro-
duzido 'pe*"iil ssucar-1 existentes--n"
aquellas usiass.
Estou pot'ortO' o 'que no balanjo
f tura'teramoa Bwvanjwtite- kicro as ver-
bas de s*Bnoar e"'ef-'af8tentes e cons-
tantes do actual balanco-
Ainda pelo quadro ni^i'Q. observareis
nao pequea ,4iff8renoa"neNeasto de ma-
nipulaeiio da can na-por T*tauto> na* usifca
Trapicha oomo en Ipojca,'e que ffctl-
mente-ie:plieado por -ver chegado a "1.a
Trapiche 11:098 $000
Comoda^ontu.detath-da de cada urna muto tardiarn^to^.loooniotivaroue tive
destas usinas se ve que na demonstracao a .faUcidadecde n-MlillH un wa
motor e conr trucca.:ke. 1
casa
Ordenados a empregados
1 :622& Usina
Estrada de Sarro
Material rodante e fixo. uva
es trad*da ferro
Ob as novas :
Casa para empregados
Fretes e direitos de mate-
rial
Objectos saludos do alinoxa-
fado
. U9S067J830
bina^So de assucar bruto depois de con-
cluida a colheita.
Reforma dos Estatutos
Deliberando a Di rectora convocar urna
rauniao de Assembla Garal extrairdina-
23:2880460
..;ll3620
J25f3J6IO
37:f3 W52C
em Ipojuca encareoea'Oiwrm'Binente a ma-
nipulaoao o faeto de rormo*' obrigados a ;
moer sam esteira de canna aendo todo ''. E< ^^ a 4e r0n8tracio das vet-bartlis-
trabaho fa.to a bracos, .alem.do gravde p9adida8 de Abril do anapassadoflt -
e icercarde ,5 0a>' e
Fundo ac Reserva
Com os 5 10 que se cradtarara nesta
conta no actual balanco fica, elevado a
somma de 39:1883890
Lucros Suspensos
No balanco que hoje vos ministramos
foi levado a crdito desta conta a quantia
de 23:953569 l correspondente a 5 I, so-
bra os lucros lquidos e 268:81"46 ex-
casso de lucros deduzidas as verbas de-
cretadas nos estatutos, o que tudo prefaz
a somma de 291:7943140, reunida esta
quantia a de 14):092$494, importancia
de lucros suspensos notada no balanco an
teror, eleva esta quantia a cifra de.....
431836 634.
Dvemos pos congratularmo-nos por
tao magnifico resultado, que colloca a
Companhia em p de poder caminhar de-
sassombradamente.
Dividendo
Da conformdade com o art. 9 de nos-
sos Estatutos, vao sr destribuidos 10 i0
sobre o capital realizado que importa era
125:0003000.
Oltripraces
Tem-se emittido titulos no valor de
847:C00S(K 0.
Lncros & Perdas
fPela demonstraca conhecereis detalha-
daraente e3ta conta, que mostra um saldo
de 479:073374) como vos disemos no
comeco deste trabalho ou 3'-32 [, so-
bre o capital realizado.
Barcacas
Para facilitar o transporte dos nossos
productos deliberamos comprar as barca-
cas denominadas Mattos III, Boa-Nova u
Nova Duvidosa que representara no ba-
lanco o capital de 13:270370 J. Este capi-
tal rendeu 1:668533 ', lucro este produ-
zido someate pelos duas primeiras, por-
quanto a terceira foi adquerida em firade
Abril quando as usinas ja tiuharn conclui-
do as remessas de seus productos para o
mercado.
Juros e Dcscontos
Tal vez vos pareja crescida a cifra que
esta conta apresenta de 118:8453590,
comparada com a do balanco anterior que
foi de 36:9233746 ; nesta quantia porm
nao figuram os juros pagos ao Thesouro
em Dezembro de 1891, na importancia de
21:0008000 por ter sido debitada repara-
damente a cada urna das usinas, de modo
que reunida a conta geral de juros e des-
contos representara naquelle balanco a de
56:923 3746, o accrescimo pois desta con-
ta provm de se haver pago mais um se-
mestre de juros do Estado no valor de
21:0 05000 do augmenta de juros das
obrigac3es que se emittiram depois do ba-
lanco, como se ve que naqnella data s
pagou-se 12:972OO quando- actualmente
esta verba de 50:400800 I e mais an-
da o ter se elevado a taxa de juros pelas
quantias .to uiadas em conta; corrate.
Agios
Representa esta canta o que se pagou
,pela compra de dinheiro uiudo, o qual
durante toda a-.: safra, maatevo-se de 2 a
3>
E' urna despaza de qne nao nos pode-
mos esquivar para evitar desgestos com
os"agricultores* e serias difficuldades com
*"pes8oal das usinas de que se podem ori-1
ginar greves.
ra para tratar da reforma de alguns ar- g** ^tival havido: as expe- data do actnal baknco, .AndooiiMa-
tigo8 dos Estatutos, o ez-.para ojneamo "\ Z^, nnMm tK1Bj1~,Pr r9,n, reuaidas as quantias j conhecidas
dia, depois da assanbla ordinaria, atten-'^H / ? i^! Z* conforme baln9o anterior,
deudo a que amitos de nossos ass'ociados ^^ vez ?ue ^ec.rae.to de can- Existem em T ch9 a3,770-7Q--de
v i j nai a usina e irrerular/as4desp9sas -de |:k-
saoagrtcultores sendo penoso dera.rarera- filbric o creseem^por^ nao nos li- TnL
aa-ou voltareru de novo a c.dade. cito ou pBnn,ttdoidJMIS Olpassoal qua '
r i -i ei U ,c*a- t se vendo semiinabaaho drieprocural-o era
U pleito que se mova em imzo contra a r .
casa VariolhM Pinirut & Fils de otte demos r ,0*ar oom vraaior ^rejuizo para a
casa ManoMes Fingut &.Jjils de que aeraos ^^ da fabrca, queiadE ndubitavcl-
noticia no relatorio anterior, acha-se pan-____. .- *__. ,. ,
, j j i i mente interposwpida tpela.lalta do braco,
dente da sentenca do raizo de 1. instan- ,___. r r, '
* J de raaneira que sasnoa obr ados a mauter
ca. i *., i-
Julga a Directora ter-se deserapenhado ?~80al mUltaS "''!' adia-
da obrigacao que lhe irapocra os Batata- V ^ ^ n> mmiiuth ^.grands
tos cora o presente trabalho que subraette --a .... i i
r V ___ ditferenca na despeza-letta ..para taonca-
Em Cacass.existo ? 18.655.50 '"jc.de
linha cogqdetaiaBntB promptas e asaaata-
das, e naama irova constriMi^ao.
Era IpojacsAxietem 15,126 : [oidanki
assentadas e cerca de 3.U0O. .jbu censlrac-
yao.
Foi concluida .em Junho a consfxucce
da ponte.sofcre ojSerinhiiem.
i A cham-3e construidos os dous cncontros
a vossa apreciadlo e approvaco, e promp- "l"" "*" *""."l ".da ponte sobre o Ipojuca estando com
ta sa acha a esclarecer-vos, sobre qualquer .de ^^r ^^jjnTffff??' concreto opilar do centro, no qual n2a
vida, com a m3sma franqueza e snceridade
ponto era que por ventura possais ter du- a e3te ^peito^porem, e pceoso consrae- tem sido. ^^ subr CQm Q alvenar0
rar que, era Carassu, Bflaenfede Fove-'p^ fr tw^flsinittitteiaB-lwheBtaB.
Obi-Hsfin Exccuco
enapregado que c Em Carass ti-actamos de assentar una
mantido annualmente era 'l'rapiche. alem gerador d vapor e 4 turbinas, porque na
de um tanoeiro pars concert e fabricaco
retro por diante comecou-se a pairar mea- (
com que vos contessa ter confeccionado o ..,, r 3
^ Mmente ao destallador,
presente Relatorio.
Recife, o de Agosto de 8*'3.
Manoel Joao d'Amorim,
Pi(ESll)tNTK.
Felisbino de Mendonca Vasconcellos,
S CCRBTABO
Antonio Vcrnandes Ribero,
Thesoukeiuo
Jos da Silva Loyo Jnior,
(iSKENTfi DASKCgAOMBCANTIL:
Relatorio da Scc^ao Agrcola
Srs. Accionistas.
E' a segunda vez que tenho occasio
de fallar-vos sobre os negocios desta
companhia na aeCC&o inau Aargo, o que
mira e
de barris.
Em Carass nilo temos tanoeiro, o qua
me determinou para all reraetter todos
os barris Je ferro de que dispoe a Compa-
nhia, para evitar nao pequeos prejuizos
que se dio com oideirame'no transporte
de alcool.
Estas razi5es explicain a sac'eJadc a
dilTerenya alludida
Em todas as usinas a fabricaco foi di-
rigida incontestareltnentc de: modo muito
conveniente, o que se verifica do qaadro<
n 10. S;
O fasto.de e:n Ipojuca ter sido rend-
monto em assucar inferior, tem sua^ex-
plicac-i.noiestado adiantado e j-alludido
das cannas, das quaes^apezai dos grandes
para mira e motivo de grande r gisijo dtmtmt nXo ^ erfa lict0 obt9r abs0.
por anda tima vez virara os fictos corro- lutainante mais> qu(3 se vC bempela exa-
gecadu exprassao da inoenda
Eiu Trapicha, cora tal expressao, devia
ser maor o randiraento, mas preeso
dzer que havia grande quantidade do
cannas de de pal salitroso, porque os ter-
renos abundantes era chlorureto da sodio,-
pracra^sm cannas citjo caldo de alta den-
sidade, mas contenclo em grande propar-J
co assucar invertico, conforme ensinam
Bjssat, Bonaure eoutros.
Esta observacao est claramente mani-
festada pelo facto da alta de l de mel,
nessa usina, conforme o quadro n 6
Construccoes
Dinheiro dispendido na ucina
che :
Estrada de
Trapi-
Ecri'O
17:
de
28640
Ferro
Material rodante fixo
Eafincamentos de esteios
ponte de Jacir
Folhas a pessoal
na
22:8825950
97:018^290
1398380
13:349313)
8:61852 JO
borar o qua vos disse era 2 de Mato do
anno prximo findo em meu relatorio-
Assim que examinando a conta de 1 n-
cros e Perdas verificareis a verba de
37:532 3 obtida por arrendamento so-
bre as propriedades possuidas pela com-
panhia e que igual 6,4 > % d capital
as mesraas etnpregado isto porque era
alguns engenhos os arrendamantos ainda
sao a preco fixo, do contraro o lucro
seria superior, como se verifica das verbas
relativas aquellas nos quaes o arrenda-
manto por porcentagem das cannas pro-
duzidas-
Tem tarabetn esta companhia as pro-
priedadas B jrtig.i e M mtevido, arabis
no valor de 149:955 56 i ', que anda ate
anno nao dero arrendamanto ; a l-a dol-
as dar na prxima safra a ser colhida e Ponte sobre Serinhaem
a 2.a somante na safa de 1894 4 895, Em-reitadas na Estrada
porque foi comprada em Fevareiro deste
anno.
Passando aos resultados obtidos na fa-
bricado de assucar veris tarem sido
deslumbrantes, embora o prejuizo ainda
nesta safra causado pelo nao funeciona- Dormantes para construcao
men o da diffusao, era ipojuca, onde, so- ------------------
mente da 17 de Janeiro por diante, foi ; 159:6368590
comejada a colheita, com parda nunca Obras Novas
inferior a 5 [, as cannas, j podres era Empreitada para construc-
sua inaior parte e seccas na totalidade. | o de armazem paia
Na prxima futura safra, porera, con- baixo producto
fio conseguirei fazer funecionar de modo Madeira para casas de tra-
conveniente a dif usao, grajas as modifi- balhadores, para assenta-
cacSes que all se esto introduzindo, I ment de apparelhos, te-
para cujo emprehendment, em vrtude Ihas, cal, a-eia, tijollos
do pleito que anda existe entre a Com- \ folhas de pagamento
panhia e a casa Mariolle Pinguet e Fils, pessoal
requer vistoria judicial a qual teve lu- 5 turbinas, 3 clarificadores,
gar em 1'de Janeiro prximo passado- | 2 bombas, bicas, tanques,
A respeito dessa victoria devo diser-vos 2 machinas, encanaraen-
que a importancia pelos peritos arbitrada
para serem executadas as modficajdes
aconselhadas, no periodo de experiencia'
com a diffusao, rauto inferior a que
custarao ditas modificacoes, para provado
que estao sendo feitas as despesas era se-
parado de modo a fcil nente varmos a
justificado do que eu aflirmava, por oc- Estudos de 2 i kilmetros
casiao da dita vistoria, quando oft'erecia d9 linha
a um dos peritos mais cinco contos do Extraccao de dormentes, fo-
rtancia arbitrada sob condi- lhas a pessoal
3:19056 .:0
e
a
tos e 2 tanques para bai-
xo producto
22:225a:560
43:148388)
68:85V70
Usina Ipojuca
Estrada de ferro
9:4648250
qua a irap
de cons-
mesma usina tttrhamos apenas 3 O1-metros
quadrados' de* "superficie de aqueermento
o que erainsirncierrta para o trabalho.
Mandei vir da Enropay-nlnt deste ma-
terial, sobrecenantes para o almoxarifado
e nina locomotiva; porque-asiduas que al-
l existiao rtao erara bastantes.
Esta usinsi fica por este modo apta s.
tirar de modo conveniente as sitas safras,
devendo adiar-se-prorapta para fonectonar
em Satembro"proximo.
Em Trapiche tratamos de substituir o
systema de frttraeao que existia por um
meio mais racional e pratco; ficando^ssa
fabrica munida de mais urna machina pa-
ra alimentajo dos geradores e de mais
alguns tanques para baxo producto, para
os quaes exstia o eeessaria espado nos
annazens construidos.
Fiz vir da Europa este material c so-
breCHentes para o almoxarifado.
Achar-se-ha tprompta essa iabrica para
funecionar desde qr.a a maturidade das
'-Icaanas e permita.
Em Ipojuca as obras comprehendidas
fonam muito importantes, conforme j dis-
se anteriormente e traetamos cora o mxi-
ma esforc de assentar a grande quantida-
de de material vindo da Europa, afim de
achar-se a fabrica prompta para marchar
em Outubro prximo, o que espero com
boas razocs.
Pleitos Judieiacs
Contnia a Companhia a sustentar o
pleito que foi obrigada a promover con-
tra a asa Mariolle Pinguet, Files para co-
branca dos enormes prejuizos que lhe
tem causa b cora a perda de duas sa-
fras seguidas e grande cobranga do que
se despender com as modificacoes ein ex-
ecugao, porque a niesma casa obrigou-se
a fazer, a sua custa, o que necessario
foase para o bom e completo funeciona-
mento dos apparelhos.
Confiado na justica da causa aguarde
tranquillo a decisao dos tribunaes.
Na execugao que promove a Compa-
ahia contra os proprietarioe do engenho
Sibir tem tido tres decisOos do Tribunal,
da relacao era seo favor, devendo o advo-
gado tratar dos termos subsequentes desta
questo
Quando eu me acha va na Europa, um
pequeo coproprietario do engenho Ber-
tioga e hero confinante com esse enge-
nho, promoveo urna queatao de lmites, a
qual chamou-se autora o coronel Jos
Cysnero da Silva Guimaraes, pelo facto
de haver vendido o dito engenho Bertioga,
pelos limites contestados obrigando-se com
os demais vendedores pela eviccSo
Assim ser o referido coronel Cysneiros
quem ter de responder em juiso a alludi-
da questo, nenhuma outra questao tem
esta Coranauhia alera das indicadas.
Safra futura
Por avaliacab rigorosa a que proced
creio que nao ser inferior absolutamente
a 60 000 saceos a produccao das tres usi-
nas da Companhia na safra que vae come-
car.
44:2405740
64:2065280
117:911 210
ccao de que elle rae entregasse prompta a truccao, de appropnagao
fabrica em Outubro prximo futuro. de cannas, etc.
Tornando aos lucros realisados na fa- Material fixo e rodante
bricaco de assucar, das trez usinas da
Companhia veris pelo quadro n. 12 que
era Carass o saldo foi de 311:68 87 ?, Obras e augmentes de apparelhos :
era Trapiche de 22):571584 I e em Ipojuca Objectos sabidos do almo-
de 62:748 25. xarilado iialoTn
Palo quadro n. 13 varficires o saldo Cal, taboas, tijollos, telhas
de 2 ):9S23330 obtido pela fabricicao de Fretes de ferragens
a cool na usina Trapiche e o de 14:095 J570 Pessoal de montagem, passa- no permittir.
na usina Carass. gens e pessoal ordinario o:/M0U>Jj RQ(;fe) g dfi
Conforme vos disse em meu relatorio Luz elctrica, despacho, tre-
anterior, o baixo prego dado ao mel exis- te: montagem da mesma,
Me parece haver, ainda que sucinta-
mente, relatado os prncipaes factos occor-
ridas pela secjo a meo cargo, enlaetanto,
se de alguns esclarecimentos prec sardes,
estou prompto a dal-os.
Congratulando me convosco pelos bri-
lhantes resultados deste segundo anno
de tra&alho --asseguro-vos que continnarei
717I4II om meu Posto emquantome sentir apoiado
1 pela vossa esnfianga, salvo si minha sade
da Agosto de 1983.
Jos Maria Carnet'o da Cunlia,
Bataneo da Companhia Agrcola Mercan-
til de Pcrnambuco, ein 30 'de AfcrH de
8*3
ACTIVO
Accionistas
Propriedades :
Usina Carass
Usina Trapiche
Engenho. Ipojuca
Engenho Anjo
D to Jacir
Dito Trapiche (Ipojuca)
Dito S- Francisco
Dito Trapiche (Desap-
propria$ao)
Dito Bemfica e Piedade
Dito Cachoeira Valha
Dito Aratangil Recanto
Dito Cachoeira Alta
Dito Bartioga
1.25 rOWCO
6)0.-OCO5000
45i:0TO6( 0
250:100*000
111:6335500
137:48554)
4 33:8955110
-3):635*220
75:7975860
102732 600
3B:08AS630
1 8:538600
1":941833)
84:6805460
Dito Sibir (hypotheca)
Dito Montevideo
Armazem de Recolher
era Barreiros
Estradas de ferro :
De Carass
De Trapiche
De Ipojuca
Barcaca Mattos Terceira
Dita Boa Nova
Dita Nova Duvidosa
'Material contractado
Baques o remessas Li-
aras 1,698. 15,9
Mariolle Pinguet d F-
lhos, conta de res-
ponsabilidade, fran-
cos 656,909.00
Arrendamento do En-
genho Algrete
55:3573210
6 550
4-255l0
46:1&UI220
27 482)250
165:533^91J
---------- 2.636:5143150
3:6948000
7:21184)0
2:363870
13:2695100
31:3165710
32:6038400
329;437*960
4:3525000
-





PT"~

til!
tV
iifflin

." '------------------ L -
'


,^^^^B^BCm


'. '

Diario de
iHll
Dsmingo 6 de Agosto de 189>
Hxnoie Pinguet A 7\-
Skw, cont de Ma-
terial contractado,
francos 194 285.55
Utensilios de engenha-
ra
Canxa
Dfta da Usina Caras-
s
Dita da Usina Trapi-
afta
Dita da Usina Ipo-
pca
Letras a recebar
Ditas em cauc&o
Moris e utensilios
Laboratorio chimico
Pleitos judiciaes
Caugao da directora
Mariolle Pingnet 4 Fi-
24:4031080
18:838^170
14:7C76:0
6:255,5970
81:2411450
1:069499:)
utos, francos.
69.841.12
J. Bader libras 344.0.0
Lcngernanser A. M-
Enseguri, libras.. .
75 .00-
& Dinermau, marcos
4.545.45 ; libras.
460.00.
Seaztentes do Engenho
Bbrtioga
Cocas da usina Carass :
Dcfillacao 37:889*520
Assncaremel 22:1445120
Obras novas 30:365(5570
Camoa em cons trcelo 1:291(5560
AJmoxarifado 23:299^400
Ctrfislios da destilla-
0o 720,5000
Demientes 14:'8 J530
Akool 6:9920:0
64:2041950
9:904300
4:5 0(5000
900365^
4:8919910
4:8711880
25:0000*00
55:493(5220
6:508^110
13:5845910
10:3S1620
9001000
13*:78l730
Coatas da usina Trapiche :
Combustivel
Utensilios da destillacao
Semoventes
JIMOI
Assucar e mel
Obras novas
jmoxarifado
7151000
8:238:650
330,5000
2:7'84oO
13:ST4 920
92:9815810
19: 21*750
-_________ 137:68 $580
Conta da usina Ipojuca :
Cuxbustivel 5:9'6,831
Despendi com operarios 2:1875090
Thesouro do Estado
Diffuslo, viaferrea e me
lhoramentos contac-
tados, franca......
5C0.909.0
Banco de Pernmbuco
Fundo de Reserva
Lucros suspensos
Contracto da destillara
de Carass, francos
56.000.00
Mondes Lima A C.
Deposito dos Directores
Juros a pagar
Herdeiros Bowman, con
tracto de material, li-
bras 243.12,7
The Merchant Bau king
Company Limited, li-
bras 4,12.6
Ras & Chatrier
Diversas contas
Obrigacoes Preferenciaes
Dividendo (2.*)
Commissao da Directora
800:0000000
284:6371960
249:540577
39;188|89
431:886,5644
44:8505000
100:0001000
25:0005000
16:9165670
5:2501127
66:871
1:5183430
12:8461650
847:0001000
125:0004000
38:3251900
5.321:9785904
Dcmonstracaolda! Corita de Lucrse Per-
das, em 30 de Abril de 1893
DEBITO
Utensilios
Semoventes
Obras e augmeato
apparelhos
Almoxarifado
Afincar e mel
Deredores geraesl
de
15^5030
120IOJO
190:' 8538)
13:1035093
17:?05fl20
PASSIVO
Csyrtal
228:7 0$510
2 6:8595574
5.321:978j9)4
2.500:0005000
Agios
saldo de conta.
Despezas geraes
saldo de conta.
Gastos reformativos
saldo de conta.
Juros e descontos
saldo de conta.
Honorarios
da directora
c commissao fiscal
do advogado
Fundo de reserva
quota de 5 0r estabe-
lecida no artigo 6.
dos estatutos
Lucros suspensos
quta de 5 ,1 estabele-
cida no artigo 7.
excedente-
Dividendos i 2.)
pelo dividendo de l0,j
sobre o capital reali-
sado, que se distribue
aos accionistas nos
termos do artigo 10*
dos estatutos.
Commissao da directora
commissao de 8 \0
estabelecida na assem-
blageral de installa-
rlo, tirados dos lu-
cros de 479:0735740.
9:1215820
21:9728120
31:5325070
11?:8455590
33:2505000
3:000*003
i:2:o#ooo
-------------- 37:45 5000
23:9538693
23:9538693
267:840846)
291:7948150
125:0008000
38:3255900
479:073.5740
697:9955340
De usina Carass.
Lucro verificado i
guintes C|C
FabrcaeSo de
Assucar e mel.
Fabrico de alcool
Frtes da Boa Nova
Trapiche de Barreiros
De usina Trapiche.
Lucro verificado as se-
guintes cp.
Fabrcacao de assucar
Assucar e mel
Turbinac&o de assucar
bruto.
Fabrico de alcool
Frtes da Mattos tereelro
Alcool
De usina Ipojuca.
Lucro verificado nasse-
guintes ce:
Fabriclo de assucar
ConsignacBes de assucar
e aguardante de Bem-
fica*
De differencas de cambio
saldo de conta.
De arrendamento dos en-
genhos:
Recanto
S. Francisco
Pidade
Bemfica
Cachoeira velha
Anjo
Jacir
Trapiche
CRDITO
3 1.6}0J780
10:8035653
14:3955570
1:0270503
1515730
------------------ 337:7595230
229:5715840
2165320
1:8955263
23:9825380
6155240
64 '5880
-------------------- 2:>3:921592'
62:74J5250
6625310
------------------ 63:4105560
1:6005000
1:5005000
1:6005000
34738940
2:3788923
10:8075350
9:853563)
6:3188790
5:37156^0
37;532S030
697:995^340
Transferencia das accocs reasadas de 1*
le VI., i 1 de 1S92 at 30 de Abril de
1893
ANNO
1892.
1893....
HBZKS
Abril......
Maio ......
Julho.......
Agosto ....
Se tembro...
Novembro .
Dezembro .
Janeiro .. .
Fevereiro..
Abril......
TERMOS
3
12
2
3
3
1
2
2
1
6
35
aci;oes
70
322
130
6)
240
5
50
100
12
856
1855
COMMERCIO
Salsa louia rclal de Pernaai
bneo
3orag5B8 omcun da junta dos coa
MR
Praca do Recife, 5 de Agito de 1893.
"" boave cotacSo.
O presidente,
Eduardo Dubeai.
O serreta rio.
Augusto P. de emos
t amblo
paaga do btcifb
Os bancos abriram com a taxa de 11 7/8 sobre
Londres a 90 da?, conservndose a de tarde
meando o mercado mostrou-se menos firme, bai-
isic a taixa para II 3/4 sera baver tomadores.
Omovimento 01 insignificante.
Im papel particular bouveram pequeos ne-
jados de maoba 1II 1/8.
PBAQA DO IO DB JAHBIBO
Os bascos abriram com taxa de 11, fechando
janes firme.
Cotae oes de geaeraa
Para o aartcu&or
ASSUCAR
srrJas Dor 15 kilos. ... a 7*600
dranco dem idem .... 5*000 a 0*000
Smanos, idem idem. 4800 a 4*000
wjavado dem idem 3*500 a 34700
9roto idem idem.....3*300 a 3*500
*ra;o melado......3*000 a 3*100
rame idem idem .... 1*300 a 1*400
Algadao
Sotamos nominal a 9*600 por 15 kilos.
Aleeol
for pipa dt 480 litros 300*000 vendas.
Agurdente
Por ulna da 480 litros a 205*MX) vendas.
Cooroa
Saceos salgados na base de 111. s a 68 rila
seminal.
Vsrdei a 400 ris nominal.
Mel
Por pipa.de 480litros95*000 cmiail
Carnauba
Cota-st de 10* a 17*000 por 15 kilos nomi-
Btl.
Borracha
Cuta-sa a 10*000 por 15 lulo:
Tabella das intiadai di auuoab i al-
oodXo
Mea de Agosto
M. Ctnba. 150 barricas co o 17 45 kilos de
assucar branco e 81 ditas com 9,435 ditjs de
dito masca?ado.
N vapor francs Corsica, para Santos,
carregaram :
P. Ctrceiro 4 C, 10 pipas com 4.700 litr >* de
alcaol, 100 barra e 10 pipas com 13,700 litros
de a crdente.
No vapor nacional Smtelmo, para San-
tos, carregaram :
P. Carneiro 4 C 40 pipis enm 18,8 0 litros
de alcool e 303 barra com 31,700 litros de
agurdente.
Nj vapor austraco D'aW, para Rio de
Janeiro, carregaram :
II. Burle 4 C, 500 saccas com 37,778 kilos de
algodao.
No vapor nacional Estrella, pare Babia,
carregaram :
M- L. de S C, 1 pipa com 480 litros de
alcool.
Para Macelo, carregaram :
Ildefonso Feroandee, 6 barricas com 700 kilos
de carvo animal.
C. Pinto 4 C, 10 caixas om 110 kilos de
sabo, 7 barra com 315 litros de vinagre, 36
caixas com 30S litrsa de geoebra, 4 ditas cora
48 ditos de cognac e 1 ditas com 16 ditos de
capil.
Pare BsUncla, carregaram:
F. Lemos C 11 latas com oleo de carocos
de algodao no valor de 110*.
vapor nacional Pernambuco, pare Ma-
nsos, carregarem:
E. Kiuih.cs. & C, 0 birria com 516 litros de
agurdente e 4 ditos com 344 ditos de alcool.
No blate nacional Deas te Guie., para
Aracaty, carregaram :
A. D. Siams & C, 20 caixas com 160 litros
de geoebra.
Na barcaca So Ro., para Parabibv car-
regou :
J. Sooza, 165 caixas com 3,780 kios de
sabao.
Idm da 5
5:617*617
80 man 10 til
1-1:113*194
319.984*091
Stgondi Boecio da Alfandega de Peruambucj,
5 da Agosto de 1893.
O che'* da ?e '.cao,
Mauoel Antoniao de C. Arjao.
O tnesonreiru.
Leu Mauoel Rcdngues Valenca.
RECBBSDOlA DO ESTAD"
Do da 1 a 4 40.513.589
dem d 5 12.977*596
ramta da Alfaadea
BEMANA DI 7 A 11 DE AGOSTO
DS 7 A 11
Dt Wi'i
Entradas
Sarcacas.....
?apores......
Animaes.....
Istrada de Ferro Central.
Idem de S. Francisco .
dem de Limoeiro. .
Somma
Assucar Saceos 1128 54 36 144 190
Dias 1 a 5 1 a 5 la 4 1 a 4 1 a 1 1 a 1
1551
Algo-
dao
Saccas
113
54
119
190
371
1065
Exportaeio
RBCIFB, 4 DI AGOSTO'DK 1893
Para o exterior
No vapor ingles Actor, para Liverpool,
carregaram :
Abe Stein 4 C. 343 kilos de borracha de man
gabeira.
No patacho nacional Rival para o Porto,
carregaram :
II. Lima 4 C, 30 saccas com 1,184 kilos de
algodao. t
D- J. Soaxa Nogaeira, 3 caixas com 150 kilof
e doce. n
Para o interior
No vapor nacional ltabira, para Rio Gran
i do Sal, carregoa :
Agurdente (liltro).....
Aicool (litro j ...
Algodao em rama ikilo) .
Arros com casca ki.o) ....
Assucar retinado fallo) .
Assucar branco (kil3) ,
Aesacar mascavado (kilo)
Bagas de mamonas (kilo) .
Birracnade leitede maagab. (kilo)
Cachaca (litro)......
Conree seceos espichados (kilo) i
Couros seceos salgados (kilo)
Coaros verdes (kilo).....
Ciroco8 de algod&o (kilo) .
Cirrapateira (sement) (kilo) .
Cacao (kilo).......
Cal bom (kilo)......
Cit restolho (kilo).....
Cafe moido (kilo)......
Carnauba (cera vegetal) kilo) -
Cera em velas (*iL.).....
Canna (agurdente) (litro)
Cal (litro).......
CarvSo cardiff.......SS*'.0
Courinho (um)....... 1*85)
Farinha de mandioca i k .'o 89
Polnas medicinaes de qualquer qut-
lidada (kilo)...... 300
Senebra (litro)...... 500
Sraxa (sebo em rama ou coado) (kilo) 800
Mel da tanque (litro) .... 170
Milho (kilo........ 110
Pelles de cabra cortidas .... 190*0X0
Pelles de cabt a em cabello 110*000
Pelles de carneiro em cabello 150*000
SaLao......... 310
Sebo.......... 650
Sement de carnauba (klc) ... 00
Sola (meio).......7*000
Stearina em velas (kilo) .... 1*000
Tatajoba (kilo)...... 40
Tabeas de amarado empranebCas
(dula)........ 16*
365
575
571
110
500
386
106
116
1*5(0
350
710
650
415
40
110
600
U60
1*400
1*706
9J)
7dJ
;8'J
U
Do da 1 a 4
dem de 5
KECIFE DHAJ.NAGtl
63.491*185
492064
65*177
557*341
cread* Maaleipal de m. Jos
O movlaMoto dests marcaao no da 3 de
Agosto tai o segointe -. Entraran.
38 bota pesando 1.390 kilo*.
100 kilos de pelxe a 10 ris
4 eorapart. com marisco* a 100 rs.
3 ditos coa camaroes a 100 re.
13 columnas a 000 rs.
3 cargas de gallinbas a 500 rs.
1 cassua cora gallinbas a 300 rs.
46 cargas de farinha a 100 re.
60 lagares a 100 re.
10 sainos a 100 rs.
5 ditas de amendoim a 300 rs.
1 dita de cebolinbos a 300 re.
1 dita de canna a 300 re.
4 ditas com gerimo a 300 rs.
1 ditas de banana a 300 rs.
1 ditas de laranjas a 300 rs.
1 ditas de macacheira a 300 rs.
10 cargas de milho secco a 100 rs.
6 ditas com feijao a200 rs.
8 ditas de batata a 300 rs.
1 ditas com fruct?s diversar a 300 rs.
commsodante A.
ros.
BarbadosLugar io)-i
ioje, em ladro.
Buk, carga ragios gene-
Clulba. capito O. 6.
lVavies esperados
Do Rio de Janeiro
Barca por.'ngoesa Triampbo.
De Pelotas
Patacho sueco Z'ns.
Patacho sueco Hilma.
Logar iogles N.-w Day.
Ligar noruegoen-e Cbanre.
L- gar ingles B nnette.
Patacho allemao Hurison.
Lagar ingles C. Tborem.
Dj Swanse
Barca Inglesa Sbarry.
Di Cardiff
Lugar noroegoense Mussicipe,
Ba'ca noroegueoge .Kagero*.
Barca noraegaense Galatbea.
Barca Doruegueoce 61er.
Barca inglesa Solden Saoset.
De Livsrpool
Barca MrasgBUis A. B, Butl.
DeHaraburgo
Lagar alicato Seno-a.
Barca allema Qaiaoa.
Barca ioglesa Stratbeam.
De Londres
Lugar ingles Haroet.
Birra Doroegoeose Paiander*
De Elixabeth
Brigoe noroegcease Wjsta.
DeTer.-aNova
Viola
1 ditas com milho verde a 300 re.
51 ditos com verduras a 300 rs.
64 ditos com farinha a 400
10 compartimentos com (ressaraa
a 60) re.
45 ditoa com (aseadas etc. a 600 r,
34 ditos de comidas a 700 rs.
11 ditos de sameiros a 1*
6 ditos a 700 rs.
46 talhosal*000
Kendimecio do das l a i
endlM-tntoa pabilo*
na de agosto dk 1893
Alfandega
rienda gerai
Do dia 1 a 4
dem de 5
Renda do Estado
Do dia 1 a 4
138.507*712
65:103*085
10:595*077
303:770*797
*600
151300
18*100
6 0(0
27*000
23*800
11*000
4*100
92*000
262/603
532 300
794*900
Precosclo dis:
Carne verde de l>0 c 640 ris o zilo.
Sainos de 800 a 900 ris iaem.
Carneiro de 900 a 1*000 ris idem.
Farinha de 310 a 500 ris idem.
Milho de 700 a 1*000 ris idem,
Falito da 1*600 a 1*000 idair.
MovliMesUo deporto
Navios entrados no dia 5
Valparalzo e escala11 das, vapor inglez P>
tosi, de 1,515 loneladac, commandante M.
Watt, fquipagem 98, carga varios gneros;
Wilson Sons 4 C. *
Santos e eecala-9 dias vapor allemao Curia-
ba, de 1,555 toneladas, commandante A.
Birk, eqolpjgem 50, carga varios gneros' a
Borslelmann & C.
Barry45 dias, barca norueguense Victoria,
de 79S toneladas, capit&o C. J. Matbiassen,
equipagem 11, carga carvao de pedra ; a Lo-
pe' Goima.aes Irmlos
Rio de Janeiro e escala10 dias, vapor nacio-
nal Ocano de 380 toneladas, commandante
Madoel F. Lagda, fquipagem 16, carga va-
rios gneros; a M. 8. Maia.
Navios aahidus no mesmo dia
Santos e escalaVopor anstriaco Deak. com-
mandante G. Lambelli, carga varios gene-
ros.
Santos e escalaVapor ingles Hogartb, com-
mandante J- Black carga varios gneros.
Liverpool e escalaVapor inglez Potos, rom
mandante Watt, carga varios gneros
Rio Grande do NorteLugar noraegueese Lei-
di, capitSo G. Tomson, em lastro.
Porto-Alegre e escalaVapor nacional Ilabira,
commandante Tbomai K-.w;n, carga varios
gneros.
Hambnrgo e escalaVapor allemSo Caritiba
3*100
*400
a 300
19*800
1*500
*600
9*200
10*000
1*000
1*500 Lugar inglez
<300 Lugar inglez Florence
*300:
1*200
*3oo:
*300
*30O
1*000!
1*100
2*400
*3oo;
Q10TID1AMS
Os clgarrelros
Nlo h* para mim iodividaalidade vais
ympatbioa de que esas do operario que
gasta suas foroas n'um labor qaotidiaoo
s cootaote, d'onde tira a iubsiatencia
honrada para a familia.
O mesmo racoor que conservo ao va-
dlo ejfca eotidade intil o prejadioial i
sooiedade que gasta as horas e oa dias
sem coacorrer com alguma ooosa para o
progreaao col lectivo a meima admira-
ci que tinto pelo pobre operario, nunca
fatigado do trabalho. mas sempro prompto
a oor sideral o ama lei que alo de ve trans-
gredir cojo hornera de bem que .
Eis porque me techo dedicado nssta
campanha em prol dos operarios cig.r-
reiros.
Nelles contemplo con satisfacSo o typo
do trabalhador honrado para quem a ma-
outencao da familia, com o producto d
sea trabalho, o a'vo constante de euas
aspirc8es.
Nelles, o homsm til soo'edade, fa
lia til patria pirque incontestavel-
mente apoiados neases saos elementos, que
esaas grandes entidades vivem, prosperam
e enoaminham o povos perfectibiliiade
social.
E' pena que anda no scalo astaal nao
seja levado na devida caita o trabalho
do operario e quauto est-i joncar.-e coro
valioso coDtingen'.e para o progresso dos
povos.
Vivendo qussi sempre om paroa re-
curtos, que he dao garant loa pelo seo
labo. oterrupto, o operario tem qaasi
aempre por- perspectiva a miseria, si c r
cumtancias superiires u impedein de
trabalb r por alguna a a?.
E' em taes condic$3es, quando a vid-i
encarece duplamente, qusnio todas as
necessid^des se toroam mais palpitantes,
que oa operarics etgarreiros desta cidad^
p d-m um pequeo augmento de salario.
Nada m is justo* entretanto crtos
proprietarios d fabrican nao team queri-
io cedr, e isto quando nada teriam a
perder om o facto.
Esperemos, porro q-ie a Cvinvicclo des-
ta grande rerdada entre-Ib.'s no carebr..
Os opsranoj, esses li'iio.i do trabalho
|i pignarn par urna 3au;a santa e no-
re, destro Jos limite da or.iera em
q sua justa preten^2o.
Mano Arao.
P. S.
Est-i arng) tri es'ripio antes de saber-
se da loltaojlo da i,rve.
Ksta ]\ sabida e corno se esperava,
triamohou a causa dos greviuaa boa
* just. ciu8 t deteuidt p la maioria, e
em cujj favor me honro de ter-me ba-
tido.
Parabe^s, pois, aos dignos operarios.
II. A.
MUSIGIANA
vaporea a entrar
Mez de Agosto
Sal.......... Coleridge......
mu.......... Ocano..........
Europa........Leibatz.........
Sel -........ I. r.exa........
Sal.......... Malange........
Europa....... Corsica*.........
Sol........... PernamCuco ..
C'yde..........
Troya.........
Aguamare.......
Re de Portugal..
Maekeliue.......
Hermann .......
Porto Alegre
e
. 6
6
6
7
7
8
9
10
10
10
11
11
11
Alsgoas........ ll
Eoropa.......
Sol..........
Sol..........
Euro Da.......
bOl ...... ....
SOI..........
Europa.......
Norte.......
Sol ..........
oUl ..........
Sol.........
Norte.........
Europa.......
Europa.......
Europa....... Orcana>
Europa....... Scholar
Sol.......... Maane
Europa....... .Na poli......... 5
Europa....... Tamar*.......... 27
Norte.........Planeta......
Sol...........Tagas......
Norte....... S.Salvador .
Rio de Janeiro
Tbame8.........
Olinda..........
Brasil..........
Matapan........
Wordsv/drthas...
11
13
16
16
61
17
10
12
14
28
19
30
vajorca a aafcir
Mea de Agosto
Sal......... Leibnitz......... 6 as
Snl......... Hogarth........ 6 as
Sai......... Estrella.......... 6 as
Europa......Malange....... 7 as
sol..........Corsica......... 9 as
Norte........ Pemambuco 9 as
Sal......... Clyde.......... 9 ss
Sal.........Santelmo........ 9
Sol.........Rei de Portugal. 10 as
Eoropa.......Maekeline....... 11 s
Europa......Hermano...... 1 as
Eoropa.
Rio de Janeiro... 11 as
Enrona......Tbames.......... 13 as
Norte.......Alagoae......... 13 as
bal.........Porto Alegre 15 as
Norte....... Olinda.......... 17 as
Sol.........Mtapan. ....... 17 as
Sal.........Brasil......... 18 as
Sol.........Orcana.......... K) as
Norta.......Manaas......... 15 as
Sol..........Napolis.......... 15 as
Sol......... Tamar.......... 17 as
Sal.........Planeta........ 18 u
Ei ropa.......Taftos.......... 19 as
Sal..........S.Salvador..... 31 as
4 b.
4 P.
Ib.
1 n.
4 a.
4 b.
2 h.
1 b.
1 b.
4 h.
4 b.
1 b.
t b.
4 b.
4 b.
4 b.
4 b.
4 b.
1 b.
4 b.'
2 h.
1 b.
4 b
1 b.
4 b.
PIANISTA CEG
Em Parma, na sala Vcrdi, realisou-se a pouco
o concer o dado pelo pianista Fabo'zi, cego de
nascenca.
Causou grande admiracao, todos que assisti-
ram aquel le concert, o modo correcto na exe-
cuco dada a todas as pecas, tornando-se digna
de admiragao a nitidez com que foi dedilhada
uma Polonaise de Chopin.
O LEQUE DA PATTI
A celebre diva possue um leque, no qual
todos os soberanos da Europa escreveram o se-
guate :
O czar.Nala me consola como teu canto.
O imperador Guilberme.Ao rouxinol de to-
das as estacos.
f.hristina de Hespanha.-A' urna liCFpanhola,
a rainlia se orgulhade possuir uma subdita como
a Patti.
A imperatriz da AustriaSe o rei Lear disse
a verdade, aflirmando que uma doce voz um
dom precioso para urna mull er, vos sois Adeli-
na, a mais rica de todas as mulhercs.
A rainha da Blgica, escreyeu os primeiros
coropassos do Baccio de Ardita.
Thiers, tambeai escreveu.Rainha do canto
cu te sado.
MASSENET
Existe do grande componista francez, uma
obra indita intitulada Meluza que foi escri-
pta duran!e o cerco de Paris. N'esse trabalho
o maestro inspirou-se as scenas grandiosas e
terriveis que presenciava.
Encontram-se n'elle os clamores da turba, os
chos daMarsellaise e tambem a dor profun-
da do componista patriota ao assistir as catas-
tropbes que se despenhavam sobre a sua patria.
SARAH BERNHARDT
Voltou de S. Paulo ao Rio de Janeiro a actriz,
que foi recebida na gare da Central por quasi
toda a mocidade acadmica, com msicas, flo-
res, fogos, ect.
Chegando o trem, uma banda militar tocou a
Marselheza, e no meio de acc I amagos dei-
rantes e chuva de flores desembarcou a celebre
artista, que foi convidada pela commissao a to-
mar um dos bonds especiaes, alli postos dis-
posica dos manifestantes.
A agglomeragao de estudantes era to grande,
que Sarn Bernhardt levou cerca de um quarto
de hora para chegar at ao bond.
Na Pensin Meryss, manifestada oflere-
ceu urna taca de champagne aos seus admi-
radores, proferindo discursos em francez os es-
t udantes Claudio Souza Jnior e Eugenio Hertz
om nome da "escola de medicina Primitivo
Moacyr, em nome da Faculdade Livre de Direi-
to ; Oeodato Carneiro, em nome da escola poly-
technica. Em seguida toniou a palavra o alum-
no de direito de S. Paulo, Armando Dias, que
saudou a Frunga e a mocidade acadmica do
Rio de Janeiro, em nome da escola naquclla ci-
dade, como seu representante.
CMMICA DA SHAIU
Ao bom Manoel Pereira, paghador c
casa, deu os meas sgrad loioaeotos.
Estou corto que d'or eos di ante alo te
tomar mais a nuvem por Juno o asiioa...
fioamos da paies feitas.
Desl sou-se a semana entre os ltimos
commentarioa ieitos a t.ompaohia 3r>aaa
Bastos o os primeiros feitos Companhia
Infantil do Sr. Baphael dos Arcos... nlo
fallando naa oousaa polticas, com que
francamente na* goeta muito de oonfaba-
lar a minha chron'ca, que cenatitoe aa tai*
nhas ultimas pencadas da semana, depois
dos seis dias de trabilho.
As ultimas noites da Companhia oura
Bastos foram de earto verdadeiroa triam-
phoa para ella.
A platea em phreoeticos applaaaos de-
moastroa a sai admiraoSo peloa priaci-
paer artistas, 4 Pepa, a EioarnacSo, ao
Res, ao Carvalho e ao Ferreira.
Gostei (specialmente do espectculo do
aabbado, em que levou-se k acea miia
ama ves o Tin tim por tia t!m.
Assiati o de um cmaro e da familia de
um meu diatincto amigo que para iato
fes me um delicado convite.
O tbeatro ett.va maito cheio, do lagar
am que me acaava, divisava grande parte
da onda de espectadores que mova so e
aiplaudia, que atirava flores aoB artiitas,
entra as pilherias apimentadas que vinham
de parala).
E por tallar no para'zo.. l estava
mea visinho da dir ta com um crjis
muito comprido, com sua cartola meito
aprumada, de ti incalo e puaho gritan-
do, gritando muito, aompre a frente do
grupo que chamava a E^caraacSo sceca
o qae preva que o homem ultima hora
mudoa de partido.
Miaba loara v;s nha (a de aefroote) l
estava no sea camarote de 1 a, ordem de-
fronte do que eu me achava, trajando am
be'io asu'-;ele8te. (Dz-tne sempre ella
que a co- de sua paixSo ).
Mas. voltando ao mu camarote.
Todo o mando que me conbece sabe da
minha mania, que coofesso fiancameote :
gostar muito de ama proaa sensata, anima-
da, entre pescoas, mas de bom tom, ainda
mesmo qsando os outroa se deliciam ao
redorooinhsr fremente dos divertimentcs
da moda.
Nos bailes, nos tbeatros, na passeios,
onde quer qoe encontr uma pessoa que
eateji dispost a support^r a minha mania
estou arranjadiobo da Silva. Nao preciso
maia que teoham cuidad, em mim.
Pois oe espec'acuio de que iailo deu-3e
justamente isto, pur m nba felicidade e
inrocididd talvez- do3 meus corrpanhei-
ros.
Estava ao meu lado ama senhora, m-
peitavel sob todos os pintos de vista, lit-
tera'a, mesmo cultivadora da poesa, com
quem havia travido rionhecimento alguna
dias atrz, por apresentac3o do amigo
que fa allusSo cima.
E' es'.- seohora de um espirito vordt-
deirameDte esclarecido, na ma s ampia
igmfcacSo dt phrase, admiradora dos
talentos e do bello em euas multplcs ttt-
niiestacSds de existir.
Adora a msica; (alloa-me sobre o os-
sumpto lergamente, emittio opiniSo sobre
diversos trechos, fallna sobre eminentes
mostreada arte,dizaudo com equella forma
lucida que !e peculiar, a sua forma de
pensar sobre cala am d'elles.
Sobre a poesa, que aprecia immioao,
falln- 3e dos nos303 mo a cultivam, citando os defeitos de uas e
as bellezas de outroa
Depois fallamos sobre oa artistas da
Companhia (Fallamos : s aqai foi que
emitti o mea joiso.)
A Enoarnaclo am iypi de artista
comme faut: tem ama nataralidads
verr'adeiramente encantadora por iato
agrada sobremodo.
A Pepa muita correcta, de am pbysico
attraente e tascida para o palco; pena
que a vos debaizo de certo porto de
vista, uSo Ihe corresponda aos demais
requesitos de que dispSe.
O Carvalho um cmico de primeira or
dem. No Tim tim especidmento as si-
tuaces se adaptara perleita e correcta-
mente ao seu carcter ertiatico.
A Aliverti tem um defeito aenoivel :
exagera atbremodo os papis que desem-
penha e isto lhe tira ama certa aomma de
valor.
O Ferreira e o Rea optimes auxiliares
do Carvalho. O primeiro tHo correcto
n'am papel cmico, como na gravidade de
um pastor americano, como o da Mxst
Hey.t.
E fallamos sobre oa demais, n'ama boa
proso. confortante, d'aqaellas de que fal-
lava Mara Amelia as suss Cartas r. umn
noiva.
Como vero, uma noite beliBsima para
mim. DirSo talvez as miohas boas le to-
ras : ama uoi'e em que elle satisfez a aua
mania.
J que fallo em theatro, coametteria
uma injustiga si nao fallaase no nome de
Juli > de Sant'Auna, o inditoso artista tSo
cedo roobado as ditosas illasSes da exis-
tencia.
Sant'Anna, estava destinado a am gran-
de ppel oa arte que cultvava, e tornara-
se estimado e sympathicado da platea per-
nambacaua.
Ainda ha pouoo vi o, representando no
Theatro, cheio de vigor e imaginava c
oommigo que gloria nao estava destina-
do aquello moco que tSo cedo impanhs-se
com om mrito incontestavel.
Mas a noate veio inesperada e roubuu-
bou-lhe essea sonhoB de gloria.
Fatal contingencia humana I
Manod ArSo,
SPORT
erby-tiub de Persiaaibae*
Realisa-se boje a llj corrida.
O prado da Estancia deve em pouco manifes-
tar uma reuniao agradave! em rea recinto, e as-
sim proporcionar aos concurrentes ama verda-
JeE8te'tYPOCnaolhe faltar. S3mos certoB.HI
E' da ordem natural.: depois da tempestad?,
vem a bonanca.
E assim, o Derby convida a concurrencia pelo
Droeramma de saa festa hodierna, e pela ioasri-
peo reallsada que lhe serve de complemento. .

4







\

Vi
l mam i
. _..^* ..



aasae
Diario de Pernambaco Domingo 6 de Agosto de 1893
5

*-
V
fPBLICACOES A PIBiDO
Eleicao
DEVOTOS K DKVOTAS QUE TEM DE FKS-
TH JAR A VIBOBM DO HOM PARTO, NO DlA
8db SETKMBBO DO CORRBNTK ANNO.
Junes por devoco
O Exai. Sr. general Joi Vicente Lite de
Chafes.
O Illas. Sr. majar director do Arsenal de Guer-
i*> Julio Francisco de szfvedo.
O luon. Sr. D-. Predenoo Chavea.
0 Hvm. Vigario Paire Dr. Aoselmo Pereira de
Mella Balalba.
Juizas por aevogo
A* Exmas. Sras. :
D. Francisca, esposa <1o Etm. Sr. Governador
Sr. Alexaodre Jjs Barbosa Irma.
A esposa Jo Sr. Dr. Jjs Joaquim de Ohveira
Mmu.
A tsposa do Sr. Dr. Vicesle Ferrer Wander-
lej de Araujo.
1 esposa do Sr. Uanoel Pedrosa dos Sauto?.
A eiposa do Sr Antonio da Costa Campos.
A eipo-a do Sr. Dr. promotor Manoel doa San-
lee Me reua.
D. Mam do Nascimealo Ma.tins.
Eecrivas
Ad Bxmas. S'as. :
D. Mana Jos Alvts da CostJ.
D. Ro?a Cecilia de Frenas.
IMordomos
Ob Jumos S. :
Joao Martinho dos Santos.
Maooel Baduliaoo da Rocha.
CjrUco Jos Ramos Pereira.
Francesco Angas.o da Cruz.
Jos Ramos Forre ra.
Qemeotlno Monteiro Daarte.
Francisco Serapio Paulina do Sacramento.
Komoalo Cavalcante de A. M.)nteue Flix de Valots Cantalee.
J'.' Mirqa 8 rfo BaoiOS.
<>;o-ico Axaoc.o Concedo Fe.-retra.
Eugenio Hermeoeail lo da Silva Goncalves.
Mor lomas
As Exmas. Sras. :
D. Amelia Porflria de Freilas.
D. Rosa Mara Rodrigues dos Santos.
D. Joaona liana da Silva.
D. Maria autia dos Santos.
D. Antonia Ln-es dos Santos.
D. Marsooilla Cecilia d< F-eitas Araojo,
D. Romoalda Mara Rodrigaes da Silva.
D. Leopoldina Elyaa Lopes do Nascimemo.
D. Joaona Dooisia de carvalbo Xavier.
D. Maria Bonificia de Ribeiro Lona.
O. Yaliniioa Armanda de Albuquerque.
D. Eegenia baria da Conceicao.
D. Maria Ramos Ferreira.
1) Veneranda Mana da Conceiti.
P. PetroDilla Bornes Das de Britto.
D. Anna de Jefas Pereira de Carvalbo.
D. Antonia Regina Soares de Alencar.
D.Fefisbella Moreira da Silva.
D. Mara Simes da Hora Carvalbo.
D. Clara Velloso da S lveira Lopes.
D. Mana Los de Albuquerque Cardoso.
D. Flora Maria do Carino.
D. Sebastiaca Maria da Cooceico.
D. Marii Francisca Alves Ferreira.
J>. Antonia Epipbania de Moraes.
D. Lana Euzebia de Franca
D. Jo-sepha Miraodolioa jarte.
D. Bellarmina Maria G mes.
D. Luisa Mara da Conceigo.
D. Alexandrina Maria Borges.
D. Adelina Amelia da Suva Cavalcante.
D. Joaqu;na Amelia da Conceicao.
D. Antonia Maria da Conceicao.
D. llaliaa Cleavotioa Ferreira.
D. urea Francisca de Soasa Brao lio.
D. Jjsepba Francisca de Lima Poates.
D.Jovioa Ferreira Nery Biptista.
D. Joanna Paaiilb dos Santo'.
D. Joaquina Amelia da Conceic&o.
D. MuiMca Fernandes da Cosa.
Coosistorii da lrmaodade de Nossa Senbora
do Bom Pano, erecta em S. Jos de R ba-mar,
es 5 de Agosto de 1893.
O secretario,
Geraldo Antcnio dos Santos.
Victo. Fregu: i i de S. Jos do F.cc fe, 5 de
Agosta de 189J.
O vgario,
Padre Dr. Anselmo de Mello Batalba.
Protesto
[ Os herdeiros e conseobores do engenbo Sibir
da Serra, do termo de Ipojuca, deparando com
ama leaga-lenga do bacbarel Loiz Francisco de
Pasla Mesqoita coasenbor e readeiro do engenbo
ME, no < Jornal do Rectfe de 29 de Juibo
prximo pascado, protestan] em alto e bom som
contra toda e qualquer demarcacSo fe.ta entre
este e aquelle engenbo a nao ser a deixada pelo
finado Loiz Barbaibo de Vasconcelos desde que
todos elles nao tiveram disso scieocia e mesmo
pxisimdoorphos interdictos no mesmo engenbo
Sibiro da Serra nao consta que fossem oavidos o
jais e o carador geral de orpbios pelo que se al
goma demarcacSo boove foi toda parucnlar, e
n'este caso nulla em face da lei.
Ipojoca, & de.Agosto de 1893.
A o pavo de pi ata
O mondo nao se Fez em um da, e para dar-lbe
ama resposta con a qu.l s eo posso levar
lodas as vantagens, foi-me preciso tempo.
Amigo, qaem lo o pede a Deas q e o mate e
o demonio que o crregoe. e para que dei xa
raro eo"W tolo a vlia? a ponto de assg-.'a-
rem sem sabor o que? e se algnem se massa s
peio ie absolvo do que coosla. qoanto oais se
jcbessem o qae absolv antes da deixa na rieixa
e depola da deixi. Tolo I arem-se, qce
agora estou feito, tenbo do;oment08 qae provo
ser o berdeiro univers I dos morios e dos vivos.
!>e?robram, fe sao capaies, as niaba* sabedo
lias, e temara paciencia, que mata eoffreu nos-
i o lio
Judas. Tavares.
Atravez da janella de San
Martin
Alexis San Martin era um calador do
Canad. II muitos anoos, en quanto
andando a cica, recaben elle ama ferida
de bala no eBtomago.
Esta com o andar dos tempos aanou por
noau forma tSo eatranha que deixou ama
abertura no estomago coberta apenas por
imi pella fina da modo que se podia ver
atravez dellu como de usa olba de vidro.
Jamis se tinha visto cousa tSo digna
de obaervagSo.
Atravez desta jmella e pelo auxilio de
ntaa luz forta podiam os mdicos ver o
qoe Be operava ientro do seu estomago.
Por cata forma o mal fado do pebre
eacador teve a fortuna de ser proveitoso
ao resto da humsnidade.
Passemoa poia a ver como nos podemos
aproveitar do conbecimento assim obtido.
Existe um corren de posta chamado
Frederico Oreen, morador em n. 33, Mar-
tina Rcad, Shortlauds, Kent, Inglaterra.
Referindo-se elle a urna poca da ha-
ver dona anuos, ciase elle ha pouco :
i Eu nSo podia ter urna comida sem ex-
perimentar grande dor. De que se quei-
xava o Sr. '.Ireen ?
Quando os medios examinaran o inte-
rior do estomago de San Marro aps ama
comida qualquer, rsc>nhecerm elles que
das paredes do estomago se projectava
em grandes qaantiuades entro o alimento
m liquiio de um amarellado claro.
Em segaida notaram olles 'que o total
4a massa se resolva no estomago como
ucceda ao leite na fabricacSo da manteiga.
Findo este procosao, dentro de urna
hora oo daas nBo se via uiaw nada a nSo
ser um fluido pardacento que te pareca
tom caldo oa wp.
O medios tomaram outroaim nota do
faoto de qne quando S a Martin o >mia
muita caroa o estomago requera mais
tempo e pareca ter maior diffiooldade em
a tornar no finido cima deacripto.
Por outro lado aucoadia As vesea que o
liquido de um amarellado claro mal ae
apresentava, o estomago se remova oo
trabalhava vagarosamente e o alimento
permaneoia no sorpo de San Martin at
se tornar rangoso, ptrido e aiedo.
Em taes ocoasiSsa queixava-ae elle de
ae sentir doente e enfermo e de _soffrer
muitaa dorea.
Se nBo foase aliviado le prompto a aua
pella se torna va cor de cobre, um acido
nauseabundo cresoia em ~sua booa, a sua
cabeca aentia dores e apresentava calor,
senta elle dores em difierentea pa-tes i-o
oorpo.
A seoregSo doa rins era groaaa e oar-
rea:ada, dorma mal, nSs podia trabalhar e
sentia-se desanimado, i aquieto e sem socego.
A causa do sea eoffrimento era odigestlo
que continuada por bastante tempo se
torna em dyspepsia chronica e prostacSo
nervosa.
Paasemos agora a ver o qoe se dea com
o noaso amigo o correio Mr. Oreen. Pro-
segue el'e :
c (aando eu reapirava pareca qoe se
me paaaava ama faca pelo mea peito.
O mea apetite era mo e deacahi nioito. j
Como eu tenho de andar vate milhas
por da no deaeuipsnho di ma serviyo,
teiti que tal trabalho no meu -t.io de
traquean me matava pouco pouco.
Antes de adoecer era ea um bomem
forte e sadio e dava coata do m mi aervico
com fcil dado e praier.
Por ultimo fui posto na lista doa enfer-
mos sendo tratado por um medico po -
eapago de qumse das, aem cem tudo ex
perimentar melhoras algumaa.
Senta grande peso no mea peito, e
quando ea coma qualquer cousa perma-
neca o alimento no meu estomago como
se fora urna tonelada de chambo.
Um da chegoa-se ir-icha mulher a
Oh, Frederico, mioha mSi costu
de Caj, ci encontrando coItocacAo no merca-
do ; convem sos falsifica Ices f jrnecer os seas
realos para leste modo alcaosarem o crdito
dos meas productos.
Bitas falsiflcages sao provocadas peiofacto de
ter ea entrodasido em meos de am anao ; nos
mercados da Jnio os vinbos de tractos nacio-
naee de modo to vantajoBO. como pode ser altes-
tado pela p-ocara diaria que anda ba pouco
tempo pareca geralmente impofsivel.
Estimarla ver so rutu lado emprebendedores
qa e n Campo Iodostrial soubessem com bi
oneotae&o animar o aproveitameoto de oossas
nqai88imas (roelas, como sejam o Caj, o
Genipapu, e Abacaxi. extraniodo dellas.producto
qne por soas virtudes mediciDaes aroma e pas
Indar, se toroassem dignas, de ser aproveitadas
oo pais e no estraogeiro.
Em ves di-io, porem, apparecem eymeos e as
iucofo8 Imitadores de marca albea, trazendo
oAo s a repugnancia ao consumidor, como tam-
bera o discredito dos vinbos de fructas naci-
naes.
Compre anda denunciar ao publico qne ama
das marcas de Viobo de Caja semelbaate as mi
obas, qne por abi circula criminosamente com
a declaracio de marca registrada tmi revol-
tante falsidade, que de m f se atira ao publico
sem respeito as leis, com o fim de fazer callar no
espirito do consumidor a convieco de qoe dita
marca est seodo leealmenie asada, quando ella
nao est registrada neai o pole ser em face da
lei.
Accresce anda qoe os productos artindaes que
dita marca re?este nao foram approvados pela
Inspectora da Hygiene do Estado, o qoe Impor
ta mais em am desrespeito ao Regolameoto Sa
nitario em vigor
R icife, 29 de Jolbo de 1893.
Jos di Macedo
mim:
mava soffrer com tu, e ella sempre
achava alivio tomando o Xarope Curativo
da Mi Seigel. Porque o nSo experimen-
tas ta ? depois de algama per-uasao dei
de mSo o receituario do medico e com
prei ama garrafa de Xaroge d Seigel e
priocipiei a uaal o.
As prmeiras dozes me fzeram expe
rimentar melhoras. Agarrei-me ao X-
rope Curativo da MSi Seigel, e dentro de
poucaa semanas readqui as minhas torgas
e pdde reaaaumir o mea trabalho.
Nunca mais scffri de entSo em diante,
e pelo mea rdstabnlecimeato tenho que
render gracas a Deas bsm como ao Xa-
rope Curativo da M&i Seigel.
Mr. Oreen tem sido correio de porta
no districto de Shortlands por espaco de
qunaa annos, e goaa de urna excallante
reputado.
Se no seu estomago so dera urna ja-
nella tanto o sen medico como os seus
amigos teram tido occasiSo de reconhecer
nelle o mesmo desarranjo que por vezea
se reconhecer no caso de San Martin.
E*tou salvo!!
Atiesto que eoffreado bastante tempo de
orna dyFpepsia atroz que me impossibilitara o
trabaibo. aconselbado per diversos amigos para
osar as pillas aoti-dyspepticas do Dr. Helte!
manan, fiquei radicalmente bom.
Reciie, i de Maio de 1893.
Ra Marcllio Das n. 28.
Custodio Pereira de Amares.
Vidro 2*000. Duza 20*000. Mia duzia
10*000.
Veode-se em todas as pbarmrcias.
Deposito geral
PHARMACIA MARANHAO
Ra Marcilio Das n 133
EDITAES
Loteras o r d i n aria s
em favor do muai-
cipio de Olinda.
A extrac^ao da 3a. serie
da primeira lotera ter lu-
gar iofallivelmente na Quar
ta-feira 9 do mez corren te a
] hora da tarde.
Bilhec.es venda em to-
das as casas lotricas e na
Thesuraria em Olinda'
no Varadouro.
Para encomendas no es-
criptorio da Fabrica Phe-
DjX
O thesoureir o
M. Lopes Vieira.
COMPRIIVIIDOSseVICHY.iFEDIT
Nao merece duvida
Atiesto qoe sotT-endo a 7 annos do estomago,
intestino, baco, liga lo e rins sem que at boje
encentrabas remedio qae podesee curarme, fui
aconselbado por om amigo para fazer uso das
plales anti dyspepticas e ferruginosas do Dr.
Henzelmann, o que accedendo resoitoo qae do-
rante doas meses de aso d'este maravilloso re-
medio consegu flear curado radicalmente.
Este attestado que sirva de exemplo a todos
que soffrem do mesmo mal. Como penbor e
eterna gradidao passo o presente altesiado que
me assigoo.
Peroambnco, 28 de Maio de 1893.
Rui Marcllio Das n. 8i,
J .ao Bernardo Lanalt,
(Vidro 2*. duzia 20*, (|2 duna 10*
Vende se em todas PharmaciB
DEPOSITO GERAL
Pharmacia Maranbo.Roa Marcilio Das n. 135
Ao comniercio
blico
e ao pu-
Previno ao publico e ao commercio principal,
mente aos consummidores dos productos da mi-
oba Fabrica de Viudo de Caj, Aba:axi, e outras
fructas naciooaes. situada a rtua da Aurora n.
til. com deposito a Roa da Madre ue Deas ns.
3 e 5. qne algaas negociantes e sappostos In
dostriaes desta Capital, est&o falsificando os
productos de minna iodaetrii e qae por isto se
acaa'.elem.
Djos eio os meios de faUi9:ac5o ;! 1. Con-
pram os baria de vinbo de Caj de miaba mar-
ca e depois de vazios ensben o de noco com vi-
obo ariifielal de ootros fabricantes e vende-os
como Viabo de Caj da marca Jos de Macedo.
2 .Apparece no centro do Commercio de Es-
tiva ea gosso, .nrum-TCiantes e cvnicos iodas-
triaes pouco escrapaloiosqae procaramintrola-
zir go lado dos meas productos bebidas arti&ci-
as r< vestidas de rotlos a imiUcSo des meas
com a mesma deoomioacio de Vinbo de Caj
atim de engaaren! o coDsammidor incauto e se
protegerem com a repotaco qae tem alcaocado
os mees proioctos qae s a mim tem castado o
sea de8eovolvimeato.
Oatroslm, Negociantes desta Capital e do
interior que tem comprado Vinbo de Caj e de
ou'ras frue.c.- de ixinh' marca, ollocam no en-
garrafameoto rtulos de oatros fabricante.-', to-
man o assim os neos productos o nome dos fal-
ciScador* s qae deste modo acreditas eua mar-
cas.
Isto qaer dizer qae a m produeco deste de-
posito de fmcias podres e bebdas arti'iciaes que
por abl qarem dar o oema de fabrica de Vinbo
Decifua urbana
EDITAL
O prefeito do Reciie mai da fazer pu-
blico a quem interessar posaa que come
ca no dia 7 de Agoste do correte anno,
no Paco Municipal, dan 10 horas da ma-
ob8 Aa 2 da tarde, du-ante 30 das uteis
o reoebimeoto aem multa do 1 semestre
vencido deste ejercicio, da decima urba-
na e impito predeal, relativo s casas
situadas na reguasia da Oraca.
Secretaria da Prefe tura Municipal do
Recife, em 5 de Agosto de 1893.
O secretario,
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
O Dr. Francisco Altino Corroa da Araujo,
juiz de direito de orphSos, desta cidade
de do Recife, capital do Estado de Per
nambuco, etc.
Faco saber que Maooel Oomes da Silva
trouxe a mea conhecimento qae sen afi-
Ibado Fram-isco Octaviaao das Chagas,
maior de 21 annos de idade soffre de alie-
nacSo mental pelo que nSo poda dirigir
aua pessoa e bens e requereu-me a no
meacSo de um curador, prosedido um
exame medico na peisoa de denunciado
afim do verifcir-ae aua imperfeitabilidade
intellectual.
Nomeadoa os mdicos Drs. Jos Berar-
do Carneiro da Cunta e Manoel Ciernen-
tino Barros Carneiro deram elles o se
guite parecerDaclaro que tendo, em
virtude de desigaacSo do Dr juis de or
phSos desta capital, procedido a exame
na pessoa do Sr, Francisco Octaviano das
Chagas, veriqaei que o mesmo Francisco
Octuviano completamente idiota e por
iaso inoapai de reger e administrar ana
peaaoa e bens.
Recife, 7deJulho de 18'3.-Dr. Jos
Bererdo Carneiro da Cnoha.
Refiro-me ao atteatada do mea llastre
collega. Dr. Maooel Clementino Barros
Carneiro.
E subindo oa autos p minha conclusSo
dei a seguinte seutenca.
Julgo por sentenga a incapacidade de
francisco Octaviano das Chagas para
reger sua pessoa e bens e portant julgo
carecedor de quem sa fnca por elle e em
favor delle.
Assim nomeio sea carador Manoel Oo-
mes da Silva, o qu6l prestando o jura
nenio legal, assumir as funocS^s do car-
go receben do os bens do intei dicto de
quem quer que os tenha po? inventari,
do qual fica incumbido o Dr. Antonio
Columbano Seraphico de Asis Carvalho.
Publique-se transorevendo-se oa a!tes-
tados mdicos de folbas.
Recife, 12 de Julho de 1893. Fran-
cisco ltin) Crrela do Araujo.
Em camprimeoto a referida santenya o
escrivSo quo esta subscreveu, a passou para
ser publicada pala imprensa e afBxado
nos logares do costme.
Re Me, 31 de Julho de 1893.
Ea Manoel Silvno de Barros FalcSo,
escrivSo de orpbSos, o subscrevi.
8.* Memoria justificativa do projecto e
etpecifioacoes da obra architectural.
BOs projecto* serio apresentados na
Secretaria do mesmo Conoelho no dia 30
de Deaembro do correte anno, examina
doa e jolgadoa por um jury oompoato de
profisaionaea.
CDontre oa qae forem julgados, ser A
escolhido am, oajo autor ser premiado
com am cont de reit, verba determina-
da as alludidas diipoai{Ses testamenta-
rias.
D O sator do projecto escolhido tem
preferencia no jalgamento das propostas
para a realiaacSo do mesmo projecto..
Na organisaySo do projecto, oa concur-
rentes devem ter em vista aa coodi(Ses
aoima estipuladas o o seguinte program-
la :
1'. O edificio destinado ao Asylo da
Infancia desvalida e teri a capacidade
para 500 creaccas.
2*. Ter o carcter modesto, maa suf-
fioientemente distiocto.
3*. Sua conttraeySo aera de alvenaria
ae fijlos e ferro, em doas pavimentos.
4*. Oa pavimentos aerSo aesoathadoa,
tendo o primeiro om embasamento mi-
cimo de am metro, forma do porSo fe-
hando.
5.* A cobertura ser i feita de telhas do
paiz com vigamento de ferro.
6.* O edificio aera dotado de appare-
IhoB de arejame&to e meios de saneamentc
do sea sab-solo,
7*. Na di vis So interna comprehendarSo
salai de trabalho, amphitheatro, dorm
torios, reoreio e compartimentos necesaa-
roa uoradia permanente.
8-. O projecto deve ser tracado de tal
modo qae permita a construcySo 'parcial
e suoce.aiva at ana realisac&o completa.
9.* O autor da planta peder designar
o seu plano por qualquer indicacSo, afim
de evitar se ja conhecido antea do julga
me oto e assim gatantir o sea dire.to, do
qae dar aviso ao Conoelho em carta te
chadad, qae ser aborta em dia desig-
nado depois do jalgaxento.
Sala das sessSes do Conoelho unici-
pal do Recife, 1 de Julho de 1893
Dezembargador Lua de A'buquerqus
Martina Pereira.
Presidente
Seccao do Contencioso do Estado de Per-
nambaco. 4 de Agosto de 1893. De ordem do
Iilm. Sr. Dr. procurador fiscal, convido ao cidi-
dao Gustavo Alberto de Rrito, contratante dos
reparos, caiaco e pintara do theatro S. Isabel,
para dentro do p ase de 48 ores vir prestar a
Banca, pagar 03 emolumentos e assignar o res-
pectivo contrato, o qual j se arba escriptnrado-
0 3* esenptorario interino
Jof Maria de H. Cavalcante.
DERBY-CLUB
DE
PEMAMB11C0
5**jnaff.



PKOGKAMMA DA JI-" CORRIDA
QUE SE REAL1SARA NO
Domingo6 de Agosto de 1893
Suciedade Re fin aria e Des-
illacao Peroambucana
O presidente desta sociedade, em virinde de
que precei o art. 16 do decreto de 17 de Ja-
neiro de 1890, scieDtilica qu ficam a disposigo
des Srs. accionistas, no escrptorlo da Sociedade
ru- do Commercio n- 34, as copias do balan
co, relac&o nominal dos accionistas e lisias das
transferencias realisadas no decurso do anno
findo em 30 de Jonbo prximo paesado.
Recife, 21 de Julho de 1893.
Joao Fernandes Lopes,
Presidente.
Companhia Agrcola e Mer-
cantil de Pernambuco
Assembla ger.il
Nos termos dos arts. 29 31 dos Estatutos,
sao convidados os Srs. accionstas a se lenuirem
em assembla geral ordinaria no dia 8 de Agos-
to prximo futuro, s 11 horas di maobi, oo
ealo da Associacao Commercial Agrcola, afim
de se proceder exame das contas da admiois-
irco, oovir a leitara do relatorio e parecer lis
cal, deliberar sobre os meamos, e em seguida
proceder se elelcSo do cooclho fiscal, todo de
oonformldade com o art. 34 dos referidos Esta-
tuios.
Recife, 22 de Julho de 1893.
Manoel Joao de morim.
Presidente.
THEATRO
Grande espectculo, novo e ni-
co em seu genero
PROPRIO PARA FAMILIAS
Seis nicas representacoes
IWm HESPA.WHULA
EMPREZA
D.RAPHABL ARCOS
Domingo,O de Agosto, domingo
Variadsimo e esquisito programma divid jo
em tres partes.
Para maior novidade e"atteocao ao publico te-
mario p rte oa artistas Rapbael Arcos e eua se
obora Raphaella Fernandez, cantando trechos
de ope-as das mais applaudidas do repertorio
bespaobol.
DECLARARES
Conseibo Municipal do Recite
O Dezea bagador Lia de Albuquerque
Martina Pereira, Presidente do Concelho
idunicipal, fas saber qui o mesmo Con
ceibo resolveu abrir conoarrercia planta
do edificio para um Aeylo de Infancia des-
valida de ambos os sexos, que de ver
ser levantado no municipio desta oapital,
secundo foi determinado en testamento
pelo finado commeedador Antonio Jos
de MagalhSes Bastos, devendo a mesma
planta guardar o seguinte :
AOa projectos & apresentar oom-
prehenderSo :
I.* Fimo geral. j
. ichn< graphia
2.' Seo(3es iiorlaontaes. j
3*. Fachadas principaea e
lateraes.
orthogrsphia
4 Scr;5e8 tranversaes e
lon^itudisaes.
5'. Planos e cortes do systema da co-
bertura.
6a. Detalhes do vigamento e dos or
g os principaea.
7*. Vista em perspectiva do edificio.
pr figos
Camarotes de 1* e 2' la-1000
[dem de 3* 10.-500.
Idem de 4 6*000
Cadeiras de 1* 3O0O
dem de 2* 2*000
Plateas 1*500
Paraizo 1.1000
Vejam os avalaos.
Bonds para todas as liabas .
Aviso
Para commodidade das familias o espectculo
de boje comecir
's 7 1{2 horas
Entrada de Ferro de Ribei
rao a Bonito
De ordem da directora desta estrada, sao
convidados os Srs. accionistas, para urna reaniao
extraordinaria, qoe i-r logar do predio da roa
Duque de Caxias n. 74, no dia 19 do correte,
ao meto dia, para tratar se da reforma d: eala-
lutos.
Recife, 4 de Agosto de 1893.
O director secretario,
____________________Car.eiro da Cunba.
C ompanhia Agrcola e Mer-
cantil de Pernambuco
Assembli geral e^tiaordincria
De cooformldade co tos e&o convocados os Srs. accionistas se rea
nirem em assembla geral extraordinaria no da
8 de Agosto prximo, a 1 hora da tarde, no salao
da Associacao Commercial Agrcola, para se
tratar da reforma dos estatutos, de accordo com
o art. 29, 39 e dos .
Recife, 28 de Julho de 1893.
Manoel Joao de Amorim.
Presidente.
j Momea

e
O
s
4
Pellos
entura
lidade
Cor da Vean-
menta
Proprleaarloa
! PareoConaolaefto 800 metrosAnimaes de Pernambaco qae nSo teabam ganbo
em 1893 e em maior distancia de 8C0 m. em 1892. Premios: 250*000 ao 1.*,
50*000 2. e 28*000 ao 3.
Ciyd.........
Regedor.....
Jjponei......
T ion oso. .
Fleiade......
Feniaoo.....
Gedeao.......
Limeira.....
Bismarck 2..
Promelnea...
Piraby..

Rodado......
C as t anno___
Vlelado.....
Ridado......
Baio-----
Tordilbo.
Rodado..
Baio
Peroamb.. 55
51
c 51
c 51
c 51
51
51
53
51
51
c 51
Encarnado..........
Encarnadoe rdxo....
Ene, preto e ouro..
Braceo e azul........
Verde e amarello....
Rosa.................
Azul e encarnado ...
Listrado.............
Xidrez............
I. Aguiar.
J. A. Fonseca.
Modelara Vital.
J. Ferreira.
Coud. Palmaran se.
J. Oliveira.
iJoadelaria Colombo.
Carlos de Oliveira.
J. C. Reseode
Coad. Nerundia.
Manoel Barros.
2.* PareoTurf Pernambucano 850 metrosAnimaes
nbam ganbo nesia ou maior distancia. Premios
e 25*000 ao 3.'
de Pernambaco qne nao te-
250*000 ao i, 50*000 ao 2,"
Pootable.....
Alabima... .
Arebivoo..,..
Rio Grande..
Malaio.......
Castanbo ...

Zaino.......
Rodado.....
Baio.........
Peroamb.. 53
53
53
81
* 53
Ene. e bonet preto.
List.-ado.*.........
Encarnado.........
Preto, ene. e ouro.
/erde e oaro.....
Manoel C. M. Jnior.
J. de Oliveira.
Maooel C. M. Jnior.
M. Fonceca.
.."I. Moraes.
3.'
PareoJuiUca -1.400 metrosHatuicap. Animaes pungas
250*000 ao 1.* 50*000 ao2. e 25*000 ao 3.*
e pellados. Premios:
Douradilho..
Radarns
Rusticano...
Dspota 2..
Castanbo...
Preto.......
Alazao.....
Zaino......
Pernamb.. 62
51
48
c 58
Verde e amarello
V. ouro e boa, branc.
Grenat e ouro........
Amarello e rxi......
Coadelaria Colombo.
Coadelarla Brazileira.
Coa Je la ni Pelotea-se
Dr. A. Vilbeaa.
4.* PareoCompenaaeAo1.200 metrosAnimaes de Pernambaco que nao tenbam ga-
nbo em maior distancia de 800 metros em 1893. Premios : 250*000 ao 1.,
60*000 ao 2.a e 25*000 ao 3.
Regente...
Pirata.....
Septicismo.
Frontn----
Alazao......
Preto.......
Castanbo
Russo......
Pernamb.. 54
c 54
54
c 54
Atol e oaro..........iCoud. Cruzeiro.
Verde e ouro.......JMagafbSes & C.
Ouro e preto.........I A. M. de Almeida.
5.* PareoExperiencia1.400 metrosAnimaes de Pernambuco. llandcap Premios :
300*000 ao l., 60*000 ao 2. e 30*000 ao 3.
Uugaenot...
Maarily....
Piramoa...
Dablim
Pluto......
Preto.......
Castaabo...
Radado.
Peroamb.. 52
60
5i
c 54
54
Amarello e rxo......
Roso e encaro.......
Amarello e bramo...
Encarnado e azul..-.
Listrado.............
J. N. da Silva.
J. E. Ferreira.
Coud. Bella Vista.
Azevedo & C.
Coud. NerundiL
6/
PareoTentativa1.100 metros.Animaes de Peroambuco.
1, 50*000 ao 2.* e 25*000 ao 3.
Premios: 350*000 ao
Ida.......,
SaoB Soucl.
Talisfer
Pigmea
Berlim......
Rodado......
Baio........
Rodado......
Zaino.......
c
Pernamb.. 52
c 54
54
54
54
Azul e oaro.........
Verde e amarello....
Amarello e encarnado.
Preto e oaro.........
Rosa e preto.........
Coud. Cruzeiro.
D. A. L. de Mallo.
C. Oliveira.
A. M. A.
A. Silva.
7.* Pareo de Jaiho1.100 metrosAnimaes de Pernambaco qae Dio teoham ganbo
em distancia superior a 960 metros em 1892. Premios: 250*000 ao 1.*
0*000 ao 2.* e 25*000 ao 3."
Regente.....
Talissier.....
Torco 2.....
Traquinas...
5 Pontable ....
Alazao...
Baio .. ..
Alazao----
Baio......
Castaoho.
Pernamb.. 54
< 53
c 54
c 53
53
Azul e oaro.......
Amarello e rxo....
Encarn. e ixo.....
Verde e azul........
Ene. e bonet preto
Coad. Cruzeiro.
J. N. da Silva.
J. E. Ferreira.
Freitas & C.
t. L M.achado Jnior.
Obswvapos
Fica exlincto o lugar de juiz de confirmac.ao
Os Srs. empregados devem estar no Prado da Estancia s 10 horas da
.utilia em ponto, sob pena de nao seren admitidos no servico,
Chama-se a attengSo dos Srs. apostadorea para o horario que ser restricta-
mente obsrvalo.
Os jockeys que nSo 83 apresentarem convenientemente trajados com as
cores adoptadas no programma por seus patioes, nSo serSo admittidos pesagem e
serSo multados de accordo com o art. 51 do cdigo de corridas.
Oa animaes inscriptos para o l.c pareo deverSo achar-se no en sil amen to Aa
9 Ii2 horas da manhS.
Os forfaitt eerao recebidos at Sabbado 5 do correte a 3 horas da tarde na
Secretaria ao Derby.
As poules que nao forem pagas no Prado da Estancia no dia da corrida
s sero pagas 3 das depois na secretaria do Derby.
Os premios sero pagos 48 horas depois da corrida na secretaria do Derby
Club ra Duque de Caxias n. 30 1.' andar.
O expediente para esta corrida encerrar-so h sabbado 5 do corrente s
3 horas da larde.
A Directora chama a attencSo doa Srs. propietarios e jockeys para o art. 21
e seas | e o art. 46 que sero restrictamente observados e para a reaolucSo infra :
As directoras do Prado Pernambucano, Derby-Club e Hippodromo do Cam-
po Orando, no intuito de facer sanar o precedimento irregular dos jockeys na partida
resolvem :
a) Os jockeys que nSo collocarem os seus animaes no ponto determinado
pelo jais de partida, e que sobre qualquer pretexto, anda mesmo manha do animal,
procurar prejadicar a partida com partidas falsas, ou com outro qualquer meio, ceja
elle qual tor, serSo considerados immediatamente multados em 2Q0000 cada um.
o) A reincidencia no pareo seguinte ser punida com mais trea meses de
anspensBo.
c) Ainda que fique qualquer numero de animaes parado, a partida, urna
vea dada pelo juis ser valida e aerSo rateadas as poules pelos animaea vencedo-
res, sem direito a qnalquer reclamadlo do pnbl'co.
d) A roa delargado juis de partida seja quol for a colloeacSo do ani-
mal o jockey qae ficar com o animal parado; ou que dSo disputar devidamente a
corridamulta de 2000000.
e) As penas de que tratam a presente resoluco sero impostas por um
tembro director ou seu delegado que estar presente na partida, sendo essas
multas e suspensSes publicadas 48 horas depois pelo jornal official.
/) A presente resoluco nao prejudicar o cdigo -de corridas de cada urna
das associacoes, na parle referente a partidas, carreira e chegada.
A prsenle resoluto vigorar da dala da sua publicado.
Secretaria do Derby-Club de Pernambuco, 3 e Agosto de 1893.
O secretario,
Joao Benigno da Silva.

\
\



-
_.
TT



Diaria ide Pema^buco 'ftenaago 6 de Agostle 1898
-jp.
HlFPOOIUMtro
DO
CAMPO GRANDE
13
FRGJECT DE INSCRIPTO
Da 3.a corrida realisar-se no doiringo
de Agosto de 1893
PAREO--lllppadromo do C.nipo GranrJe1.5X) metros. Animaes
de qualquer paii. pemos : 3'.4000 ao primeiro, 700000 ao negando
1.
2.
C*
PREKIOS
e 33j5000 ao terceiro.
PAREOAo Uovcmador do Estado 1.609 metros. Animaos de
Pernamboco. premios : 5006U00 ao primeiro, 1004000 ao segando
e 504000 ao terceiro e 50*^0J co jockey do animal vencador se
disputar o premio Motamente.
3.* PAREOAO Dr. Qnestor 1.450 metrosHandcap. Animaos de Pr
nambuco. pbkmios : S004000 ao primeiro, 604090 > a* t segundo e
304000 ac terceiro.
4 PAREOIntendencia lanicipal- 900 metros. Animaos de Pemam-
suco. PrHMl-8 : 2504000 ao primeiro 504000 ao segundo o 25*000
ao terceiro.
PAR9D Ao Cencr 1 .eilo I Castro 1.300 mrnetrM. xAoiumes h
Peraambaoo. asnos : 2504000 ao ptmeiao, 504000- ao ssgaoda e
254000 ao terceiro.
PAREOTurf Pernambucauo 800 metros. Animaes de Peroanabnco
premios : 2504000 ao primeiro, 50,5000 ao segundo e 254000 ao
terceiro.
PAREOAo Kporti&t&S 1.100 metros. 'Animaos de Pernamboco.
premios : 2504000 ao pnraeir-o, 504000 > ao segundo e 254000
ao terceiro.
PAREOAO foo Mendes -S0O metros. Animaes de Pernambuco que
5.
6.
7.
8.
Saciedade
Beoeficento d~s ompregado da estrada de
fenro do Recife Varaos e Dous Ir-
ma*
Esta, suciedad e deiza de solemnisar oaeu-
snnmeraario ror motivos estraoboa a >ui vonta
de, coofocano nma sessao extraordinaria, que
4era logar amanba 6 do correte, as II 1/1 hjras
co oia, para posse da nova directora q i- lea
ide (onccionar do dia .5 de Agosto de 181*3 5 de
-Agosto de 189a.
0 i- recreiir.'o
J. J. Teixelra Memarroyos.
Sociedade
Rutinaria e Destilacjlo Per-
nambucaaa
SSo caoviiados os .eonores acdoitt'a) ase
renrtremem assembla eeral ordinaria no pre-
dio n 34 S ra do Co nmerm, no du i< do
correnie, pra, em fice do rtlitono da ge encia
do parecer da reipecuva comai-so, iielinera
rem > obra as comas ata anno Q lo. e procefe-
rem a eleico ua direcio-ia e da (GtumisBo
ttscal.
Recife, 5 de Ago>lo do 18->?.
Joj Fernandes Lipai
Pre d "lio.
Compaahia
DE
Servico> Viaritimos de ?er-
nambuco
85o os Srs accionistas convidados a rrreber
JdWia 8 do cor-en'e era d aote o 3 dividen jo
ar^zao de 10 O/o ao a no uu 54 por arcao, no
eserip'orio da ouipaibia.
Reeife 3 de aroeu P. A. Crdoso
Seereia-io.
nao ttnhsm
25O0OCO ao
ceiro.
o: tido c'en* ficaco
primeiro, 5)4000
nos prados do Recite. PREMIOS :
ao segundo e 254000 ao ter-
Obi
iservacoes
De accordo com o art. 5*. do cdigo do corriJa9, nao poderSo ser
inscriptos no pareo Hippodrom) da Oa p> Grande o &uimal Qipsy ; no pareo Ao
Governador do Estado ot animaes P.rarnon, Pyrilampo, Plutao, Maurity, Dublin,
Huguerot, Berlim, Tudo-, M r*nguape, Mourj, Sacs-Soucii, lia, Pygmeu e Ta-
lispber ; no parco Intendencia Mooicpul os acima> s Piramou, Pyrilampo, PiutSo,
Maurity, Dublin, BogMDot e. Berlim ; r,o pareo Ao General Leito Castro i s animaos
do pareo Intendetcia Hacicpal e muie Ida, T aquiots, Boccacio 2., Tudo-, Tupj,
Sana Souj, Msr;nguape. Turcu 2 o, Telicier, Pigmeo, Pmtable, Pirata, Ocioseo,
Regente, Scepti amo, Gato-o, Vivtz Lucittr, Taiuphe-, Aliy-Stoper, Flautista,
Mouro, Triumpho, Frontn. Veraiouth Despot i; no pareo Ao l'urf Pcrnambucano
oa mesmos animaes do utreo to Gecer. 1 Lrite Gi.stro e una Nictheroy, R-o Grande,
Contorrre Tupy 2 A abam ; oo pareo A >s Spnr'i:ta9 os mesmos animaes do Turf
Pernambuc&nD e mis Malaio M-Unge, Campo-iz R y-Bls, Dous C'omtino, Ma.cote,
Toulcp, Cig-'LO, Gerfaut, Marojo \, Tapir, Phanstu, Tibr.o e Tenor 2 .
Os parees Ao G>vernad<:r do fca':id Ao L)r. Qiestor, Ao General Leite
Castro, Aos Sportistaa no c nfar3o violera.
Para se considerar ren is'ido o pareo Ao Goverosdor do Estado exige e 6
animaes da tres p'oprittir = d.ff rjatsa e p ra os d:m^is pareo.-i 4 anim-.es de 3 pro
prietarioB differentes.
Nenhurca propost* tmrA ItJa se nSj estibar ac^mpacbada di importancia da
inscipeo.
A inscrip^So encerrar as-ha na terca-feira 8 de Ago*to de 1893 as 6
horas da tarde Da secrt-t .ra du Hpp/ciroroo d 55 1' andar.
VOO do 'Jjtpo Grande 3 de Agosto de '1*893.
O SECRETARIO,
Augusto Silva.
Secretaria do H p .oo

DERBY-CLUB
DE
PROJECTO DB.NSCRIECAO
Para a corrida extraordinaria em beneficio
das obras da capea de S- Vicente
de Paula, no Collegio da Estancia, no
dia 15 de 4gosto de 1893.
1. PAREOReifgl^o 3 JO me'-os. Animaes de Peroambaco que nBo te-
nbam g^nho em 1893 e em maior dtacca de 8 X) metros em 1892.
premios : 25' 4000 ac primeiro, 504000 ao segundo o 25G00 ao
terceiro.
2. PAREOImpreos Pernambuc na 800 aetros.Animaos de Per-
nambuco que i3o lenham ganho no Prado Peroambuoano. premios :
2504000 ao primeiro, 504000 ao segundo e 254000 : 3. PAREOPrado PernambueaPO1.000 metror. Animaes de Peraam
bjo quo nS i tenhaj) ganh) em maior distancia de 800 metros, pre-
mios : 504000 co primeiro, 5040C0 ao aegundo e 254000 ao ter-
ceiro.
4. PAREO-S. Vicente de Paula -1.200 metros. Animaes de Pernam-
buco. PRBM103 : 30D4O00 ao primeiro, 704000 ao segando e 304000
ao terceiro.
5.# PAREO nippodromo do Caaipo Grande 1.000 metros. Ani-
maes de Pernambuco que cSo tenbam ganhj no Derby. PREMIOS,:
250400.) ao primeiro, ;'0$000 ao segundo 254000 ao terceiro.
6.* PAREO- Tarf Pernambncaao 1.200 metros Animaos de Pernam-
boco que nSo tenhsm ganho ero distancia aopericr a 800 metros em
1892. premios : 25O5O0C ao primeiro, 504C00 ao segundo e 254000
ao terceiro.
7. PARE )-> Derby-Clab te Pernambneo 1.2C0 metros. Hondcap
Animees pingas e peudos. PKEMTOs : 2504CO0 80 |.rimeiro, 5O4000
ao Begundo e 54300 ao terceiro
PAREO9ns|ra 1.0(j0- metros Animaes de Pernamboco. pbkmios :
'504000 ao prime ro, SKM&faK segondo e 54000 ao terceiro.
Observacoes
De accordo com o art. 5* do ood "M pareo Religiaa os animaes'-olosso, Gatuno, 'Pirpines, Scepticismo, Malango,
Regente, Fhutisti, Pf.ti, Mouro, Conforme, Maority, Piramon, Rio Grande,
Tupy 2 Vermout e Niclher y, n> p^reo Pr do Per umbuwuo o animaes Pont.ble,
Triomph), A'aba ia Bicaiio, 0niz, H iguenot Tuuy 2- e Rio Grande, no paroo
Hippsdrom.) do Campu Grande os anima} iliscite, Toulon e Gatuno, no pareo Turf
Pernambaonno, os ania-aoa Regente, M'turo, doccacio Traqn^nac, Hagneaot, e Pira-
on, no preo D-j-by Olob t animaes AUaotJ Pa'ropolis- e no preo Jusiic;a os
animaes P.ramun, Hugueoot, M>uri y, PmtJo, Ojr-tim e P.riiamoo.
As propostas que u3o vierem ncom-).ir-.bdh-. do val'.r da ioscipglo nSo aerlo
lidas.
A inscripto ter logar qu-rta-'eira 10 di A?r>st^, as 6 horas da tarde
na aecretaria do Derby-Club a ra Duque de Cxia3, n. 20 1' andar.
Secre.aria dj Darby-jlub em 5 de Agosto de 1893.
O SECRETARIO
Estrada de ferro de Pernaai-
buco lo ilecife&o S. Fran-
ci co
Aviso
De 4- rje Seii-mbro dosie anno pro ran e M' companhia ta -i- 'ere e mais Itnha para iraut;
pjrlar n-na i naa B*|(oei e seos de.-vioa.hVao.io
abolida a pratica de rrc ber tal carga ao Iouko
da linda.
Escriporio ra fcpeiiDUDdeocta, Cabo, a it
Agosto le 1893.
1. W. M.r.n
Superi iiendeme IMarlDO.
Thesonro do Estado
De orden do Illm. Sr. Dr. i apretar
faro publico que na eg.cda-teia 7 do
co^re^te pagar se-h na Thesouraria dest*
Repartilo a falba Jo aposentados.
Thesouraria do Thesouro do Es'^do, 5
de Agoto ds 1893
O escrivSo da despea",
Alfredo Gihaon.
Banco Popular
Quarta chamad" do capital
De acr-ordo romo ar'. 4* (Ijs Epu.u'o le*!*
Banco, avi-to iok Srs. acciuotsias q e it-a raa1-
carlo 0 praao de 0 diaa. a contar r|p-:a iluta.
para alisaren) 4* Dit8'Cr'o ue fu O.o sjr-re o
valor nominal de c-i-'a ac*Ao, na f.le ou u:f. ri-
doBat'Co s raa d- Bom JetM n. 64 Ootroim.
dpverao apraentar a* respf c ras can cllrs para
ser afd':CloaOa n reppe t V4 prfSi:- cao.
Recife, 3 de A^osio ce i89.
Albuio Nrcizo '.al;-,
S-rreisri '.
Hanco Popular
4" dividendo
Cooiioaos arcioci-t-s dfs'.e HanronriV
rem re>ber na sdf -o u.i-sme, do ata 4 drte
em dian'e, o qinrm d;vi iti do ce oa rco^s,
relativ^m nie >o feo c-ir* fio'io em l 'te Ju;ho
prximo pastado, a r**lo oe 8 por ermo ao
aono.
Recife. 22 de Jolho de (893.
Aibito Narc3c Una,
Sfcn-taitO.
CoajpL-nhia de l'tcidos de
Ma'ha
0 Uva chmala do capital
De ordem da .lireciona, convuo os s-crure;
accioolstas desia rompai na rars :eaiiawitn i
oilsva pr^ft.cao r'e tO O/o o C;.p'ial fu C'ipto.
ou 20#000 por accao, s e- o. 31 do ror.-ente,
oo ejcriptono d.. iberonretro da mesa), iua
Primeiro oe Mtqo, an i^a do Gre?p> d 7.
- acife, de Acos:o de 189I.
Alfredo A. P. Frs(?o?o
Director secretario.
Companhia oa Monal de c-
misas e roap s brat.c s
Terco ra chamada de capital
Por dilibsr-c^o d directora' f5o ctovidades
os fenbores acctonis'-an para Naiisaitra a ;er
ceira prepta.ao de <0 0/0 do rafllal FObtcripto,
ou 20*000 por aeca-i, o di.. 31 tor
rente, em ttt&o do tDeecu e ro, re.. --. .,. Mi-
co Jaciotbo n. 26
Recife, 3 de Agosto i- i893.
Aogui-'o Silva
DKf-'tor renrp'arin.
qual juer mez em que teixai''a> tornece' a quac-
ndade estipulada de 350 lcela ias asiai como
a for recoohecido que o Carrenmento cu parte
illenaot dealitunoa daa qoali'ades menMo-
jadat na pnmeira destas coodlOCj.
5* A a propoaus para este contracto r. verao
esiipolar o preco da tonelada de carvio em di-
nbetro sterlinj o qoal para retliyar-s- o paga-
mento "'le oda culta mensal ser redondo a
lUQ ao camnio da uiliaa cotacao d.n traosic-
gOea do Banco no rim do mez em que liver de
ser pava a roots.
6 O contracto ei t-' em vigor oo 1* de'No-
v?mbro prximo viudouro e o pn-retro suppri
m-'nto nevera ser feto para o referido mez
7 Sera lavrado um termo de contracto bssea-
donas coo-i',-0e^ cima esnpoladas. o qoal ser
a-tigoado p r a nbis as partea, pi*j o sell
raiwtcl vj pelo coairaclinte.
8.* As propuSta drtvnrSo a'T lavadas e re-
mellldas ao superintenleate ia compaihia no
Cdb) an'es do da 30 de S-jtemb-o. no qul t- -
rao de ser ellas abertas ai eicriptorio do mea-
ron.
A compwiriia declara que pe > f lo de rece-
ber aa oroooatas nao Sea ob gada h aceitar a
maii ba'a'.a ou qua qaer dai qce Ibe fj-em apre-
gentadas.
E.-c-ip'orio da soper:: t-nfin-:a, C;-bi 4 de
Agost.) de 1893.
0 superiiipriflenle inter-no
J. W. M no.
iiecifeDrainage
A companhia faz publico para connecimento
dos intere93ados, que collocou no mez de Jtlbo
proxiu.o pausado, o apparelho abaixo decla-
rado :
Ra dj Pasto da Patria n. 9, apparelho n.
5 80z. casa Ierre .
Recife, 4 de Ayusto de i893
J F. Mackiclosb,
Gerente.
Iidemiiisatora
O* Srs accionistas desta Companhia eSo con-
vidados a vir.u. reerber no e^ ripto'lo da mes
roa, rm do 'Jommercio n. 44. n dividendo de
12 000 por orc&o oo 12 Ou) ao anno, relativo ao
sen e?tre. "+ Janeiro Juubo prjimo pssade.
Recife, 29 de Jolho rtt> '893
Jarjnim Aives da Fonseca.
J i- Ferrnra M..rqi!,-s.
(.'orb nUno de Aqoino Bmara.
ftscci -^ao des ITurjcciona-
rcs }Jui lieo- de Pernam-
buco
Deordim rio S'. presidente afa cr.nvi.lados
o ^nho-e fccIos cjnji'afecprfm na Rpoe-de?-
'a aasar aco A roa 1- de M.r-;o n. 7. 2- lindar,
oo da 7 6 no-as lis urde, p-ra traur-se da
l'q'jidco da* peorOes devidas &* 'axl .tas don
serlos .' fallecidos.
Ricife, 2 de Agosto de 1893.
0 s rre'arlo
Aoco'o P. d Silva.
Oongresso Dramtico
B- neficente
Assembl. gerid
De orrftm seobofei ;0!O s c,)mpirec>-rt.i) -a .-'e do
C. ngres.->-), ."ua d.- Iopj>-dor o. 21. t andar,
no domingo prox:mo, s 5 horas da lrde, para,
rfDOJdoi < m assi-iiii-lea cer .1 i-x ri.o-dinaria.
'rat-jrmos de a?sompto qoe ntereni jost^nte a
.-"ocmda-ip.
Sp'--pu"a do t'one-eiso Dramat co BentUce-
le, 4 dt- A.'tsio de 1893.
O 1. secretario
Manoei M'---i'H de LT)na.
Baiico de Pcnambuco
DIVIDEN 0
Sao convididcs oa seuhoes a 'conista? a >i-
r. m receper ::o p^cpto 10 d--#l.- B>u<:o, du da
2> (-m di>nt h 7 41*1 'eodo de ^UrtS -~c tO-", na
T. zo re 10 0 0 o >nrio, n r efpou'eQ'.e ao 1
^ems!re linou em 30 de Joi.-bo prximo pa.-
11 -cife, 21 d Ja.bo de J8?3.
Pelo si'Creta'in
An ooto Fermnies Ribeiro.
Hala Hea Portujneza
O paquete
Malang"e
E'e?pp'adj &* porto dj
mjI 0 hu 9 de Agosfu
ee:uiiido i'-t o:s da d-mora
ei:e-i-r:.' para
S. Vicente e Lisboi
trata-se com
s
O paquete Mata pan
B' esparado da Europa at
o dia
1 de Agosto de 1893
Mgntndo depois da demora necessaria para t
ftiode Janeiro e Saatos
Este T.ipor entrar no porto
Previne-se anda ao s Srs. recebedores de mer
cadoriaaqae se attendera a redamacOes por
'al aa, que forem recoobecidac na occasido d>
teecaega dos volamos; e qpe dentro de 48no
as a".ootar do dia da descarga da? a.varengas,
deverao fazer qualquer reclamacao concer. en-
te a volumes que porventura teubam seguido
para os partos do sol, alim de serem dadas i
empo as providencias neeeajarias.
Roga-ae aos Srs. passageiros de se apresenta-
em oa vespera da ebegada do vapor para toma-
em aa soas pasaageus.
"ara earga, paasagens, eucommendas di-
nbe' -o a frete: trata-se coui os
AGENTES
H. Burle & C.
42Ra do Comnureto42
J.-J3etvgno da Silva.
Estrada de ferro de
Pernambuco do Re-
cife aoS. Francisco.
Proposta para o forneoim;nto dt- 42!0 to-
neladas de c-rvao de pedra
E-ta ciin; achia recebe propostaspara o for-
necimento de 41 0 (obeladas de crvo de pe-
ora por lempo d um a .no, mediaote as stgun-
tes condicCes :
i* O carvo deveri ser r!e a!/orna das e>pr-
cies ronhecidas por Coy Abe da-e Mt-rby-,
Pennktber Nixons N oo losolea Mer meira quaiioade e doubla sereeot-d, provado
com certiKcado da mina, o oaal pa-a cada car-
ga de Davlo dever ser aprseoiado ao snpenn-
tendente da compaohla.
2* A despez de descarreear o carrao do na-
vio e todas m onlras da alfandet?* etc. rero
por con ta docontraclante at5 a rntargv no caes
da companhia, onde o csrvo c- nrau das
alvareogas ptu coropai hi'i e pasado no ir-.pi
ebe em Cinco Ponas, faiiliiaudo se ao eco ral-
lante iodos os m ios de por n oo peseo* de taa
eonrlanca, iisi-ecciona* e ron erir o dpso. o qujl
ser acceito <*.ouo drtniuvo por ambas ta iar
ter, nSo sendo ti-pcis atiendida pela ccmp>nbia
reclamcao-.iiit,m.
3* 350 loaeladas de carfSo, pelo menos, se-
rao menaalmenie entregaos em .'.meo Piut.s :
mas e por conveniencia propria qu ze' o tos*
Iractunte eni>gir xaior quan:idaue, a < c tri t-a-
ob'a sojeita se a recbela, coman .o qae i 5o
eja apresentada para pigameoto un,. coQ'a
mensal de mais n 330 toneladas, oo a Me o
tempj do cootracio.
4* 0 conirac.iani rjevei obrgar-ee ao paga-
mento de urna mulla te 1:000/000 j-or iodo e
Para carga, passagens e valores
os AGENTES.
O paque'e
Re i de Portugal
E" esperado de Li.boa al o
dill ie Agi-sio segoindo de
pois da demor do costume
ara
Baha, Rio de Janeiro a Sa'ito
Para carga, passageos, eocom e.idas e di
ubeiro a frete, traia-se din ps
AQi.NTES
Pereira Caroeir k C.
6 RA DO COMMERCIO _
1 andar
CBARCERS REUNS
Rompanhla Francesa
DE
\ a vegada o a vapor
Linha regalar entre o Havre, Lisboa,
Pernamboco, Babia, Rio de Janeiro e
Sao toa
O vapor Entre-Ros
Commandants Osniei
E' esmerado dos oortos da Eu-
ropa'at odia 19 de Agosio
-e,.uioao depois da cemora n
dispensavel para
Mace Babia, Rio de Janeiro e Santo
ESTE VAPOR ENTRARA' NO PORTO
Rogs-se aos Srs. imporladores de carga pelo
vapjrps desta linha, qa^iram ap esentar dtntro
de 6 das, acootar do da descarga das alvarm
gas qoalqoer reelamtico coo:erneole a volomes
qae norventara teobam se.oido para os porios
lo tul. atim de se red- rem dar a tempo as pro-
videncias necessarus.
Expirado o ref-Tido praio a companbia r ao se
responsobllisa por extravio.
Re be carga, ercommtndas passageiros para
os qttaea tem excelentes accommodacSes.
Para carea, passageos, ea^cmmenlas e di-
obeiro a frete traa se com o
AGENTE
A.uguste Labille
9-RA DO COMMEROIO-9
L!(Pd Braz'leiro
PORTOS DO SL
O paquete
Pernambuco
Commandante R. Ripper
E' esperado dos
portos do sal at
o r'ia de A-
gos t o segomde
depois dt peque
na demora para
Parahyba, Natal, Cesr, Amarracao Mar...
ab3o Para Obidos e Maoos
As encommendas sero recebldas at 1 bora
da tarje de da da sabida, oo trapiebe Barbosa,
oo I argo do Corpo Santo q 11.
Aos Srs. cirregadores pe-'imos a soa atteoco
para a clausula 10* dos conhecimentos que :
No caso dp baver Igoma rerlamaco tonlra a
companbia, por avaria ou perda, ueve ser eita
per escripio ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de tnali
sada.
Nao procedeodo esta formalidade. a compe-
ndia tica senia de toda a respon^abilidade.
Para pa-s >g os, fretes e eucommeodas tra-
ta-se com es
AGENTES
Pereira Oarnt iro & C.
6Ra au e-cioQ
1 andar

da Silva, ?en-
satante, ar-
duas i nova
Antonio Augusto Pereira
der o seguinte :
Um pian forte de Pley,
tm figuras de brecae.
Doaa mobilias,. aeado urna
e modtrar.
Espelbos, tapetes, jarros, qusdros, es-
oarradeiras e oortioados. guarda vestidos,
cabides, cscieiras, mesas e cadeiraa de
vime.
Cama iranceza, marquesa, bidet, toi-
lete, lavatorio.
Ilesa elsa ica moderna, guarda loo^a,
aparador e relogio.
Aptrelhos .de p reelana para jantar t
alrnot,'o, copos e garra'as.
Cadeiras, quartinheiras, vidros, resfria*
dores e cadeirai de balanco
Cofre de ferro, fogSo, bancos de jardim,
moLbo 3 trena de cosinba toilete, lava-
torio, bandeifas, objsotoB finos de electro-
plata, machina de regaceo objecto de jar-
dim e multos autros artigos que eatarSo
a vista dos Srs. licitantes.
Leilo
Agente Brtto
Urna ai lia de junco, urna dita de a*
marello, orna cmoda, um toilet, urna ca-
ma fraccez'., urna banca, cbide, quadros,
jarros, etageres, um espelbo oval, urna
guaroicSo de porcelana para lavatorio,
dous vidros par, cosmorama, urna cideira
de balanc'-, nma me. a grande para jantar
dous anparadores, douzo cadeiraa de jun-
co, seis cade ras de amarello, um lavato-
rio, urna machina de cjctora, urna quarti-
nheira de couoa, duas bacias de eatanho
louca para almt 90 e jantar, e outros mui-
tos objectos.
TerQa-fiira 8 de Agosto
Praja Maciel P.'ohairo n. 75, 2.- an-
dar
4s 11 karts
BUHES
Leilo

m
O paquete Cljde
Commandante J. D. Spooner
T n lo sabido ds Lisboa rm
SI de Jolho. esperado
.qo' at o du 9 f.e Agosto
segeindo d.poi. da demora
necesaana par
Macei, Bahia, Rio de Janeiro Montevideo
e Buenos-Ayres
Para carga, passagens en.;om sendas e di-
oeiro a frete : -trata-se com os AGENTES.
O paquete Thames
Comuraudante Q. M. Hicks
E' esperado dos
porto.- do sul at
o a 1S ce
Agosio 8egoind
dfpo'sfda demora
nestfaria pa-a
Lishoa. Vlgo r ou!'iT3n'a.
N. B.Preiae-se aos Srs. recebedo-es de
mercadortaa, q.i a Companhia Mala Real Ingle
za. contraetca com aG-neral Steam Natigation
Gorrpinynm servicode vapores sema cae* qae,
pa'ndo Je Bo'dei-ox,' ogoac, Cnarent. tic, de-
vem chegar a Sjutbamptoo a leaipo cu baldfi
rem as i'a'gas d^otlnadni a America do Sul,
para os vapores Jestu compn.nbia.
ReducySo nos preeos das passagens
'fUi ida > tollo
A Li.'j-j* i ci-'.->: i tJ i 30
A'Soaititapton 'rjla i 19 < 4i
Caeasroiss reservada! para o pasaag.ros te
Perninabuco.
Par p^sagess, fretes. com o*
AGENTES
\ [Horim rrao* &'C.
i'. 3 -X:a dj'Jrm J?iuaK. S
Da artraoSo, balanca, pesos, medidaa e
gneros existentes na taveroa na estrada
de Doia IrmSos em A}>ipuco3,
Segunda-feira 7 Jo correte
A 1 hora
O agenta QusmSo autorisado por man-
dado do Illm. Sr. Dr. Jais do 7 distric
to municipal, far leilSo a requerimento
da Benlo de Sonsa Mases da armacSo e
gneros da taverna cima pertencente ao
eseontado Manoel Feij Lopts.
Leilo
de urna mobilia a Luis XV com 1 sof, 2
ooo8los, 2 cadeiraa de' bracos e 12 de
guarnieSo, 4 jarros para flores, 1 can-
dieiro a gai e escarradeiras.
G.binete
Urna mobilia de jouco com 1 sof, 2
conslos, 2 cadeiras de bracos e 11 de
guarnido, 4 jarroa para flores, 1 espelho e
1 treta redonda.
Sala de jantar
Urna mesa elstica com 7 t ibos-s, 2 ap-
paradore* de columnas, 1 quartinheira, lou-
ca para cha o jantar, copos, clices rafas, e 1 guarda-cernida.
Quartos
Camas, marquis?, commodas, cabides,
cadeiras e muitcs outros movis de casa
de familia
Serjcmda-feira 7 do corrate
Agente Pinto
No sobrado da ra da UoiSo n. 49 por
tras do Gyonaaio Pernambocano.
A ge ate Burlamaqui
Leilo
Terc,a-feira 8 do correnie
As ii horas
Na casa a roa do Viaeonde de Goyanoa
n. 74 em ir*nte a otsa que foi collegio
do Sr. Amorim.
Bosdde Magdalena oa porta
O agenta cima por mandado do Exm.
Sr. Dr. jais de orphios, a equerimeuto
do' tutor dos menores filhos do finado
O age.tte Silveira
3. Leilo
Dj sobrarlo de 3 andares n. 43, a ra
Estreiti do Koiario fregaez a e Santo
Antonio.
Quarta feira, 9 do correnie
o meio di.?
Ni* aunaseis a ra d> Imp&rador n. 4L
O gento Silveira por m-ndado e com
assistenjU do Exm Sr. Dr. juia da pro-
vadoria o t eqnrrimeata do inventariante
do Pa-lre Aotoiio (ioncalves Ferr ra e
Silva levar a leiilo o reerido sobrado
para pagamento de custas, sello de he-
rauca e nutras desp' aas jadiciaes.
Os Sr9. pretandentes podem examinar
o reerido preiio.
Agnle Pestaa
Leilo
Da exoj'lente casa terrea sita a ra Im-
perial o. 232 livre e d sambaracada de
qualquer ocus.
Qiarta f ira 9 do correle
As 12 horas un ponto
Norutnazim a travessi do Corpo
Santo n 27
O ag;rte Pestaa vender por conta o
risco de quem p;rencer a casa cima
mencionada a qual tem 2 salas, 2 quar-
tos, c sinha fra e quintal cou, cacimba e
banho salgado no fondo da mesma.
2. e ultimo leilo
Definitivo
De exc llenlis predios
Quarta-feira, 9 do corrente
As ti horas
No arm&zem ra do Marques
de 01 inda n. 48
Constando
Da casa n. 58 sita ra do Marques
do Herval, com 2 salas, 5 quartos, cor*
redor separado, ooBinha, 2 quartos, ca-
cimba e grande quintal, 3 casas terreas
ns, 45, 47, e 49 a travessa do Pooinho
antiga Bartholomeo em segu;mento a es-
t e janella de frente, 2 salas, 3 quartos,
cosinba, cicimba e qaiotal, 2 casas ter-
reas n--. 14 e 16 sil s na travessa da ra
Bella, com pon., e jsnella de frente, 1
sale, 1 quart >, ccBiuha, edifioada em sollo
proprio.
O agente GosmSo competentemente au-
torisado levar a segundo leilSo as casas
cima mencionadas, podendo os Srs. com-
pradores examna'-a?.
Agente
Oliveira
Leilo
Da arme5*o btlcSo envernisad-^, balanzas,
cofre e otenciliou da padaria sita Pas-
sagem da Magdalena n. 33, pertencen-
te Mega'haes & Motta.
Quinta-feira 10 do corrente
As 11 horas
No estabelecimento cima
O agente Oliveira por mandado do
'xra. Sr. Dr. joiz de direito do commer-
cio e requerimento da Companhia Reci-
fense de P^nificscSo, vender em leilSo
publico a ariFic2o, balcSo envernisado,
ba ancas horisoct-. 1 e ueoimal, cylindro,
mfcseiras, tendedeira, cofre de ferro, car-
roca para carneiro, carteira, depsitos
para b.dscba?, f rno e mais utencilios
existentes no dito ettabelesimento per-
tencentes a MagalhSes & Motta e cons-
tantes do mandado de venda.
Gsrarte-se as cha-es < a cas*.
Leilo
Co so-irido de 2 indares da ra do
Vigaric Tenorio n. 31, com um grande
rmaseos de ra ra medindo 32 pal-
mos da frente e 116 de fundo.
Quinta feira, 10 He Agosto
A's II horas
Agente Pinto
Ra do Bom Jess n. 45
:




-

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-LHbD
-*--.
, MTiirtilf ti niii i 'i ,
y
r Miitifi ln
"-C


.
V
V
>A

Diario He Pftrn ambleo Doiningo fi Agosto de 1898
Agente BtirlamaqiK
LeUao
Qinto-feir, id do emente
A's 11 hora?
Jft armazem a ra do Imperador n. 41
De predius e 1 bom terreno
O agente acimt por mandado e asa:8-
teocia do Dr. juix de direitu de orphSjs,
vender em leili a casa terrea es so'o
proprio a .ravossa das Fiares n. 4, c 3 portas dt frente pertunc-jete a D. Ma
ra Emilia da Trindade.
Em seguida vender urna casi terrea
em solo proprio com a freote 3 am jj,
e 4 portas, a r^a do Amparo o. 3 em
O.indi. U ? terreno mediddo 37 1|2 pal-
mos de freuta e 286 di fondo entre a
ra d- Saudade e Sitte de S -te n';r.j ; os
Srs. lecitantes podem examinar as refe
ridas caaaa e terreno.
\g"entf? Pestaa
Leilo
Di casa te rea de pe'rae fttl sita a i
ra di Rasario da Boa Vista n 7 edifica-J
da em terreno proprio.
Quinta-feira 10 de
A's 11 hor .s
na meaia caaa cima.
O agente Pestaa vender p:r mandado
e isisteici* do.Exea. 3r. dr Juia competen
te e a requerimento do p*i do tutor de
seus filhoa menores : Ant>mo Calistro d-t
Silva, a casa cima meaconadu com 2
salas, 3 qusrtos, co3nha e quintal murado
com cacimba-
O. Anua
lo Cnrmo de 4*
t
lint
ve _
0 conexo vin liMa de A;e 'e*s
Ciiopo3, )or Jkilih o ie-Airv.-.-.i C'in-
pos e sur ma ber. L t to de Ai--
ved j Campos AKkoo e ai-vi i Ca
P3i, JoSo Rom*iilto'sU!JUe."-J Ca*-
po? Simio de Aze'ed j Catnp s So.rinbj e Mi
na Isabel de Azevedo Campos conviaain a iodo*
o* pareles e amibos da fallecida D. Aum M ir a
da Carmo de Azeve.lo Campos, para aBSisli'etu
a missa qie uiaadam rezar na nutriz de A'o^a
dos, pe .i? 7 aoraa da manh do dia 7 do torre-
te, 7- do seo fillecimento, pelo qae dejde ja
^ conf oc-a-u graios a lodos que a* dnroarcn
de comparecer a eeee acu de reiii*o e can-
lade.
i
re
t
ltH Otiver
D. Gandid* rVrr*i a de Olive ra. vio-
va di b-cbarel Doarte E=tevSo de Ol
veira, o irtcSo deste e ais pareles
mauifestao-se o-namente Kradf.i-
dos a iodos quaoioi se digturaa da
aComoanhar para o deposito e entemtnsolD aos
restos mortaes do diado; e pedem anda a obra
ds caridade de OQvirem as mistas que \5a st
rezadas por a'ma delle, na matriz da Boa Vista.
quiuta-feira 10 o cfrente, 8 toras da ora i
aba. em Olala, na igrpj deS. frenis, *erto
rzalas tambem a> 7 horas da manba miesaa
rnr .iima do mpsrno lina-io.
i
TT
Ag
t)
Lcili)
Agente Pestaa
Da exceliente casa ter. ea fita a roa da
Fernandes Vieira na edU>M de Olinda
n. 17.
Quinta-f ?ira, 10 Jo corrente
As \[ huras
Na casa sita a ra do Rosario da Ba-Vis
ta d. 4 a qual tamb-rn eer vendida
0 geme Peataaa, vender p;r manda
do e assistencia do Excm Sr. Dr. Juiz
de Orphaos e a requerimento do inventa
rante Antonio (Jalistro d- S Iva a casa aci-
aim mencionada : Km onl^nuacao vende-
r o mssmo agente es movis seguintes
pereacontes ao meemo inventario.
A SABER:
1 rrob !"> de pau c^rga, 1 piano e cado -
ra, 4 4uadros, 2ctotoaeiri8, 1 cadeira para
costuras, 1 tocador com espoln, 1 espelbo
oval, 1 malinha, 1 cama francesa, 1 cabi-
do de parede, 1 guarda ionpa, 1 marque-
la, 1 lavatorio de made ra 1 mesa elsst.cs,
1 quartinheira, 4 jarros, 1 lavatorio ds
ferro, i neea decosinha, 1 relogio, 1 co-
mod,a 1 rabeca, 1 sof de amarelio, 1 >-r
mario, 1 par de lactereas, 2 cadeiras com
balaceo, 1 p.r de figura?, 1 ber(o e ama
relio, 2 jarros, 2 quadros, todos estes
objectos s-irao vendidos ao correr do mar-
tello ao dia e hora cima met clonado.
t
Hara Beriart* Arrlull
49T
Uancel de Barros Wauierley e toa fa-
milia agradecern a lu .a q jt-1|. s qoe
acompaobaram ao cemitcr?o publico o/
restos mortaej de ru p't-rada esposa e
parrla D. Mara Berearda A-..jII \\'un lerlty,
edeajro cjnvid&m a lodos os seca pareles,
amigos, e aos da lioala, pira as-ntirem as mis
sai que pelo repouso eterno ia m^ema maDdam
celenrar na oi.it.z da Bja Vista, lerca-tetra Silo
correte, s 8 o.t a da manba.'Amecipam sen*
aKradecimeotJS a loo? q-e as-tstir*m a ests'
acto d- rellgiao e csridan*.
^ /tPBO H^FSCHE
PARS.
DE MOVXDA.DES
Casa Aristidk BOUCICAUT
PARS.
dm NoviJadc&reuu..ido em todo os ttut rticos a e*co!h*ma- completa, maitrica c raais elegaotc.
O tfi'-rn J<* ttndrr to lo CO"> f.'lr-.lfi'Jto ucro
Inttirimente de confianza absoluto not Armaaeiu do K9% 9flAI


inii:
Ur.
ii turdeiru
AoIudIu Cru
Jnior
Os cfliciaes do s rvico saoi ario d
t-xerclio cm oramis-i n-.-te Estido
i-.an am rezar m ssas por alma de se->
in itjao colleja capio me Jico de i.*
classe Di-. Antonio tumor, na igreja de N. I. da C rno:cSo dos Mi-
litares, s 8biras da manba de 7 du rorrete,
stimo du dj .-eu passameoto; e para este ac o
convidam os stnboree (fliciaes desta Kuaroicao.
oe reos (ol.'-pas e soas Exmas. familias, pelo
One '.les ;e i se cnr.f^jsam gratos.
f
A Casa do BON MARCH rcmette '.raneo, a quero o pedir, seus Catlogos
assim como Amostras variadas de todas is fazendas, outrosim Albuns contendo
os seus modelos de Roupa frita dt toda a o te.
A Casa do BON MARCH possue sortimentos consideraveis, taes como :
Fazendas de Seda, ditas de Li unidas ou de fantasa, Pannos de linho, Trajos, Roupa
fciw, Vestuario,Chapeos e Calados paraSenhoras, Homens e Meninos, Tecidos de
ponto de meia, Camisas, Enxovaes, Mobilia, Tapetes, Artigos para viagem, Artigos
de Pars, Luvas, Rendas, etc., sendo reconhecido que ella offerece enormes vantagens
tanto por causa da qualidadc como da baratera real de todas as mercadorias.
A Casa do BON MARCH remelle mercadorias para o mundo inteiro, e
corresponde em lodos os idiomas.
As remessas que poderem ser feitas por volumes postaes serao effectuadas
em tantos volumes/ran a somma de cem francos.
O BON MARCH n5 'em Succursal nem Representante e roga aos
seus freguezes que desconfiem dos negociantes que usarem do mesrao titulo.
* Os Armazens do BON MARCHE sao os maiores, os raais ordenados e orga-
nisados do mundo; contem todo quanto a experiencia tem produzido de til,
I-ip-uiavel e commodo, constituindo portanto una das curiosidades de PARS.
SIMN VIOLET AIN & C" uniros successores de VIOLET FRRE8
Em THUIS (FjrroxieEia-Orieiitaes) FRA2TQA
Capliuu Hmntl da Fraia
Barre to
Jos OiBia B-netj manda seeon
da-feira 7 do correle, a 8 boraw
do da oa Igreja da Cooceicaj da
Militares, Cekbrar orna rci-.-a pelo
eterno repooo de siu pifiado
irmao. cai'P) Maooel da Fraga
Biireto ; para sssistil-a coov.da
aos ?eus amigo?, tem como os amigos e com-
pasbelroa d^ Llas;e de seo innjioo irmao, aos
qiaes iodos, de?ie j se coofessa agradecido
p-io nipdoso oh- q- io.__________________
t
AVISOS DIVERSOS
Pao de l, tolo icg'ez, tolo gordo, pastis
de oata, too de rolo, reme, boosburados, t-
linbos miudo (kilos), po-de-16 'orrado, (kilos),
caogica, arroz de lene, loociobo do co, c e de
ovos, podim, masa, pao, preparam ee bandejas
para cataneolo, oa toltdade u. oti, ra Desem
bargador Nunes Machado.
AMA, precisa se le orna oara cosiobar
pata familia de 2 pessoas, no Paleo do Terco
n. 40.
0 abarse assignado, tendo recolbido a de-
posito oo Toesojro a quaDtia de t: em s- is
apolice? di EsUcio sou os. 146, 317, 651 e 659.
de 20.'* cada ama, e oa. 40 a 617. de 100*. e
teodo-3e deseocamioh.do o respectivo coobeci-
manto do laocamento da Catxa sob o 235, vem
pelo prsenle fazer essa declaracao para que
produ'aem lempo com patatelos efTeilas legaec.
Ricife, 3 de Arosto je 1893.
_______Eiedino G3uca|Tes Ferreiaa da La.
Precisa-se de om profesaor p3 a engeriho,
perto da Imba de ferro de ?. Fraocisco ; para
ioformacOes ut lmn-.-rtal n. 112.
Veode se om tOfre com 11 ferrolbos ; na
ra da Imperat-iz n. 40.
= Vendese ou iloga-se a (averna com armi-
fi5o, na prac Maciei Pioheiro u. 8,onadmitte-se
um sacie c : capital ; a tratar oa roa da Impa
ra'.riz o. 84.
Veode-se 4/5 pa-tes do sobrado n. 8 toa
estreiti do Rosario, confronte da padaria, a si-
to ca a melbor possivd ; a tratar oo caes do
Gazi.metro n. 3.
Precisa se de orna criada de bon3 costuraes
para todo o servico io^eroo de orna casa de fa
mllia, msooi cosioha: : oa roa do Imperador
p. 42, 2- andar.________
Veode se a cas" terrea o. 153 a ra do Co
ronel Suassooa ; a tratar n> roa de Sania Rita
pome-o 21. _______________________
Ao publico e ao commercia
Bernardino de Sena Bezerra Primo declara
qoe da presente data por dian'.e assignar se oa
por Beroardioo de Seca Perelra de Castro.
Pianista e piolessor de mu-
sica e p ano
K'Escriptos, a ra do Livramento o. 8, cu ao
hotel Santa F roa Direita.
Professora
Urna meca habilitada Das seguintes materias .
S. imfiras letra?, geog*aph2, Historia, piano.
Ores e bordado?, proro-se a leccioaar em
casas particulares, na cidade e nos arrabaides
prximos, mediante ajoste razoavel: tratar oa
travessa de S. Jos n. 13.
* lelaloe BuTranla atnCunr* de
aceto
Ernestina Poma Mndcoca de Mace-
do e seos tubos convidara eos seos pa
rentes e es pesoas de soa amiude,
para arsitirem a- mismas que serio Cele-
bradas na matriz e S. ies, em sotTragio de
soa qienda e lembrada tilbaenma Adeltlde
Eufrasia Minio- ca de Macedo, a 7 l/z ho-8S
da manha do dia 7 do correte, 1* aooiversarlo
de s-u Mlecimemo.
Antccipam tua gradlo a ledos qoe forem a
esee ado de rellsiSo e caridade.
Bullille lulenilno le Fin u-lnuo
liiota
Exbuberaocia Marra de Figoetredo
Lima, Pin i orne oa de Figaeiredo Lima,
Aotooio Toleo loo de Figoeiredo L molber e ti ros do finado major Rotillic
TolentiQo de Figaeir do Lima, agrade
cem do intimo d'alma a todas as pessoas que
acompaobaram os seos restos morlacs ate a soa
ultima morada e de novo as coovidam para assis-
tirem as miesas que maodam celebrar oo dia 7
do correte as 9 oras da manhf., oa mutrit do
Cabo, p^ln q-ie ge cnnfegam cratoa.
t
BBoilllo Tulinilno de Vi ueiredo
Lima
tO bacbarel Maooel Nicolao Regoeira
Piolo de Socz-i c iQvili aos seus parate.*
e amigos e aos do seo fallecido compadre
e amigo Rtilio Toleotino de Figueiredo
L ma aesislirem a orna missa que mana rezar
oa matriz da Boa Vista, pelas 8 boras da manba
d. 7 rio cnTfntp. 7- dia de ppo pasamento.
Joaquim da Milva Coulu Mentor
Aotooio da Sil "a Couto, tendo receido a io
faosta Delicia da morte de seu idolatrado pai,
convida aos seos artigos para oovirem a missa
do trigsimo dia qoe manda celebrar i a igreja
do E.-pirio Sanio, seguoda-feira 7 do rorrete,
s 8 horas da mauh. Desde j \ agradece squal-
le ejne rorrpirpcTprT.
Ciar Mura Xa Coala
t Mara Venaocia da Silva e seos Glfos,
?graJe.em a todos as pessoas que acom-
paobaram os restos mortaes de soa pre-
sada irma e ta Clara Maria da Costa e
coovidam de novo para assislireo as mis.-as qoe
fazem celebrar na igreja da Peoba, qaaria-feire,
9 do corrente, s 8 boras da manba, 7* dia de
eu faliecimeoto.
_. Caeano Gcmei de s
t Antonio Jo: Das e soa esposa onvi
dam aos pareles e pessoas de soa amiza-
de para assistirem a mi?8a que mandam
celebrar por alma do seo sempre prezaio
avd, Caetaoo Gomes de S, na matriz de Afoga-
dos, ri8rnras da rranb rio dia 7 do correla
Ama de leite
Precisase de urna oa ra Formosa n. 25. *i
Amas
Predi a se de duas amas, urna para cosinbar
e outra para comprar e maia servicos domesti-
co] ; oa ra veiba de Siota Ri.a o. 83.
ma
Pre:Ua se de orna ama de leite ; a tratar na
roa daSanta C-m n. 8.
Ama para cosinhar
Precisa-se de ama ; a tratar oa laja das Ec-
trellas roa Duque de Caxias n. 56.
Sitio
Aluga-se oo arrendase um bom sitio em Be-
beribe, C2sa de viveeda, baiza de capim e co-
queiros : tratar na ra do Commercio n. 38.
Cosinheira
Precisa se de urna roa da Concordia n. 10.
Criado
Precisase de um : tratur roa Doque de
Caxias o. 91.
Aviso
Ea abaixo asslgnado, ao commercio, qoe ven
di a minba taveroa sita ra 89, aotiga Impe
rial, o. 58, aos Srs. Gomes & Alboqoerqoe, livre
e doaeaibiaracada de qaa'qaer onas: e qoem se
IDlgar credor da mesma aprsente-se at o ala
) do correle.
Recife, 2 de Agosto de 1893.
Joaquina de .Mello Jnior.
Mol Juras
Saoefaf, qaadros, etagers com ouro verdadei-
ro ; oa fabrica de molduras, roa larga do Rosa-
rio n 22.
Caxang
O bacbarel Leal de Barros offerece seos ser-
vicosicomo professor de linguas e scienciaa.
Para collegios e escolas
Vndese 6 classes e 6 bancos, seo o 4 com
eocosto e ps de ferro : tntar na roa do
Apollo o. 18.______________________________
Fabrica Lafajette
Os preprietarios desta acreditada Fabrica avi-
sas aos seos freguezes qoe de boje em diaote
aogmentam quiobeotos ris (500) em cada mi-
Ibeiro da saas marcas de cigarros augmento
este igual ao que os Srs, operarios exlglram oo
preco do fabrico.
Recife, 5 de Agosto de 1893.
Moreir & C
Barcada
Veode-se urna barcaca de carga de 300 saceos,
de boa ccosimccSo, armada a tres mastros,
tratar oa roa Direita o. 81, escriptono.
Caixeiro
Precisa se de om com pralica na roa da Croz
n. 53, Recife, Uvera*.
Casa Mica para
O BYRRH
com VinL e Malaga
O BYRRH urna bebida cujas virtudes inicas tornou-se
escuzado assignalar.
Compsto com vinhos vellios de Ilesnanha excepcionalmente
generosos, pstos em contacto com substancias amargas judiciosa-
mente escolhidas, esto Vinho conten todos os principios das mesmas
e nao tm no estomago aquella aeco corrosiva do alcool que cons-
tituya base damaior parte das especialidades oferecidas ao publico.
E", ao mesiiio tempo, muito saboroso o absolutamente irreprc-
hensivel ao ponto de vista hygienco.
O B7BH pode ser tomado a qualquer hora, sendo puro na
dose de um clice de Vinho do Porte, como tnico; misturado
com agua, n'um copo grande, como bebida refrigerante.
EXPOSIpO UNIVERSAL DE PARS 1889 ---------------------
MliDALHA de OURO (o mais alta recompensa concedida]
TKuiMe em Pernumbiceo u cu* .le FBAI M. d SILT & C*
l principis casal.
gffffJgg
DE
I
extingue as dftres ou a insomnia occasion-
nadns pelas Nevralglas, a Cota, as Emaquecas,
o Cr.nc.~ato do cerebro, a Irritacto nervosa, as
Preoccupaces, o Calor do clima, a Tosse da
Asthma. du Bronchlte, da Grlppt e proveniente
de qualquer outra causa.
O XAROPE de FOLLET provoca um som-
no profundo anlogo ao somno normal; com
o seu emprego nao se est exposto a nenhum
dos inconvenientes do opio ou da morphina.
a melhor forma d'administragao do
CHLORAL. sua conservagao perfeita, e,
aasim aconselhada, nao irrita o estomago. > Fokucla^k de Thkhapkl-i'kus.
O XAROPE le FOLLET so vende em quasi tortas as pharmacias de todos os patea e
e prepara em Cosa de I-. FREBE, A. Cuampiuny e C", Succesores, 19, ra Jacob, em Pariz.
m
O NOVO THEBRrIOftlETRO
mcdico
MAM
SEN8IVEL
aa lartromoio K >aa
LEN BLOCH
TODOS OS SVSTEMAS CONHECIOOS
:-?,
PARS, X, raa de VEntrept, 2, PARS
siumiHiu, km iuuis AS PEisanu CiSl.
,
\aifuV*a1Wn/lfil PREVINAM-Sfc COM AS IMITACOES *#**
CREME
BRANQUEA a CUTIS, OANOO-LHE a TRANSPARENCIA
e AVELUDADO da JUVENTUDE,
Tira as Flucfas
perfumara oriza
do L. LEGRAND
> Inventor do-Producto VERDADEIRO eaccreditado ORIZA-Oli-
1 1, Ploce ACIIA-SE EM TODAS AS CASAS DE
waAAAAAAAA/WAAA^M%A*<*>\AAAl
CONFIANCA
SOLUQAO EjCOMPREssos {
EXALGINA de BLANCARD t
DORES
ENXAQUECAS ? CHOREA
DENTARIAS, MUSCULARES,
UTERINAS, RHEUMATISMOS,
0 mais actiuo, inoffensioo e poderoso medicamento
CONTRA A DOR
r-ixe Bonaparte, 4
pA.nis
Vendem-se em Pernambuco na IHVIWI Je EROGAS e PRODUCTOS CH1BIC0S o as principaes pharmacias edrocaria*
Aos proprietarios
qnedesejam fazer calcadas e ladrilhos no inte
rior das casas e armazens, avisa se que achar o
um grande sortimento de pe Iras aprnpria^as no
armaiem do Caes do Canibaribe n. 38 e amos
tras na roa da Cruz o. 18. armazem.
IMMENT0
Para c% C'AVAIIOP
SPPRESSAO
Ido FCGO"
e aa
QUELA
1 do PELL04
1..KC*
SDBSTITDl
o FOCO
ea
das as mu
rAFPLICACES
A CMr? fal~se com mn en> 3 tlntso*,
um dor e sera coi' raspar o pello.
I PharmGNEAU,S75,RuaStHonor.PAIUS
_ K tM.TqDAt 3 PHARMACIAS
^200,000 Doentes
W/ o lt^J CURADOS DE
' '"WV 1 Impioens, Borbulhas
iCHABLEJ Virus, Ulceras
Fabrica Caxias
Precisa-se de mulheres que Iraba-
lhem de cigarreiras e tambem se ad-
milte aprendizas.
As secgoes em que trabalharem as
mulheres serao completamente inde-
pendentes e separadas dos homens ;
serao administradas nicamente por
mullicres e reinar a mais completa
moralidade.
E' urna profissao muito vantajosa,
por quauto urna operara desembara-
zada pode ganhar de 4&000 a 5|000
por dia, e alm disso o servido apro-
priado para mulheres como se tem ve-
rificado em lodos os grandes centros
commerciaes da Europa e America, no
Rio de Janeiro e especialmente na Ba-
ha, oude quasi lodos os operarios cha-
ruliros sao mulheres.
Cigarreiras
A fabrica Minha Espe-
rauca acceita mulhere?, me-
ninas emeiincs para apeen
derem a fazer cigarros, ra
Larga do Rosario n. 20 A.
Linhal
Linha I
Linha em carriteis marca Sol de R. F. S? J.
Alexander& C. Limited Glasgow
Ir.cnrteatavelmente as liobas para costara d'esBO fabricante tBo as qo
maicr acceitar;ao tem em toda parte do mundo.
Como 8-bem os entendidos, eeeei fabricante? nanea adoptaram as lin as
em carriteis mes radas (glacs) e sao fas com que, embora suai liabas fossem sempre
preferidas, as pestdas qui usassem de machinas do costura procarassem as linbas do
outrosfabn'cantes ; boje porem R. F. & J. Alexaoder & G. Limited j fabricam as
linhas em carriteis eoieradas (glacs) especialmente p.ra r^i machinas de costar
com til perfeicjloqueincontestavelmeute nao ba o era linha, aue possa competir em
soa marca Sul.
Eaas linbas eocon'ram se cas principaes loj*s de miudezaa e no armasem de
Ramos & Geppert, raa Marquea de Olinda n. 21.
exa
CX
ta
^ CX3
CO C33
exq
ta
RA DO VISC0NDE DORIO
5"*" BRANCO *
ANTIGA DA AURORA
111
a
C3Ch
PXh
O proprietsrio deste estabcJecimen'.o desojando tornar bem conhecide, do pu-
blico e j commercio em geral os productos de sua fabrica, extrahidos do Caj, Aba
caxi, Qenipapo eoutras fructas de noen flora, cujas lormolss e modo de preparaySo
foram approvados pela Iosoectoria da Hygit-ae o'eice Et*do, vem apresentar a lista
do ditos productos, que cda ia vilo sendo coofeco.ioralos com mais perfe$So e
aoeio, conservando de modo eepecial toda parte mediii-ial dos respectivos fructoo.
Alm das virtudes medicinaes dos prep-ir-dus da rxsrca eupra, qae tem por
base o caj e genipapo, com sfj*m os vinbos, licores e cognacs, que j s5o perfeita-
mente conbeoidaB, sobresee aiad o uso quotidiano que delles se faa lembrar por occa-
si5o das refcicSo diarias, como babid-ia de cheiro e sabor ..gradaveJ a qualquer pila-
dar, principalmente as peSHoae qu*si ffrem do estomago, aoema, fypbileB, molestias,
pelle, etc., e'c, provocando ao mesmo tempo melhor appetite, es vinhos finos que se
distinguen! por etiquetas de um at tres A. ecima dos respectivos rtulos.
VINHO DE CAJ' de diversas qn^lidades, eoi lia ni, Aoooreta o em caixa de urna
doeia de garrafas.
DITO'DE A8ACAXI de diversas qualidadesem barrif, aoooteta e em caixa ds 1 duaia.
DITO DE GENIPAPO de diversas o,saudades em barril, ancoreta e em caixa de 1 dura
LICOR DE MANGA E DITO DE LARAN.A em caixa de l duzia de garrafas.
APERITAPS de Caj, Lara j* e de GenipaLO, em caixa de 1 duaia.
COGNAC DE CAJ' em caix de 1 dosia.
CuGNAC DE LARANJA E DE GENIPAPO em caix de 1 duaia.
VERMOUTH DE CAJ' em caixa de 1 daiia de ga-rafas.
Vende-se tambem os productos cima em caixa de 1 duzia de garrafas sorti-
das (ama de cada qualiade) pelo preco de 18i$O0O liquido, ou a vontade do compra-
dor. Dase preces correntes dos productos cima.
Dcce em cada, secco e cryatats do de caj, abeaxi, laranja e outros con-
sto
Libras esterlinas
Verjdem-se oa leja de joias de Acgacto de
Reg & C. raa do Cabng n. 9.
Aos seQhores de en-
genho
Urna persoa bastante har Hitada pira qu.'q i- r
servico de agricultura e con perfeilo cochici-
mento da arte de serralheiro. se (ff-rece para
contratar eeus servicos com qialquer scnbor
agricultor : qaem pre isa: dirija ee ra* du
Imperatris n. 80 (laja) qoe aci tuco.traraj as
precis8 indicagOe.
Ao commercio
Alves & Pimenlel, proprieta-ios da fabrica
G niao'o, ao largo no Barao de Lacena n. 31,
prefinen) ao commerefo e ao publico qie as
nicas pessoas competentes para receberem as
contae de soa fabrica e&o os Srs. Jos Nicacio
Alves e Mauoel Aive Pimentel, pelo que, acon-
tar da data deste por diaote. nao serao acceitos
os recibos ou recibo paseado por oulrerr. ou
iroslm. previaem que nao se responeabilisam
por dbitos contrabidos por terceiros, seja qual
for o pretexto.
Recife, 8 de Agosto de 1893.
Altes < Piaiente I.
Aluga-se
Urna bi casa com commodcs para familia,
na travessa da Casa Forte, p 'rio da estajaj da
Gasa Amarella, as chaves para vresio na ven-
da defronte da estacos para tratar na toja
das Estrellas, ra Doque de Caxias n. 6.
T
averna
Vende-se a bom afregueada taveroa do largo
do Moteir j n. 4, tem commodos para familia, e
garntese a chave ; a tratar na mesma.
Ao commercio
Os abaixo assigoados participan) ao commer-
cio e ao publico, qoe nesta data eoxpraram livre
p desembarazada a Cbapelaria Uno, cila rna
Duque de Caxias n. 87, aos Srs. Campos Junio*
& C a qual ricar girando sobre a firma R. Mel
lo & Azevedo.
Recife, 26 Julbo 1893.
Rosa Amelia de Azevedo Mello,
Jos Ltuz de Oliveira Azevedo.
Ao
commercio
ni cbaixo aeeigDados participara ao commer-
cio e ao puLlico que nesta data venderam livre
e d esemarscada a Chapelaria i*ni5o sita ra
Duque de C-xias n. 87 aos Sr, R. Meo & Aze-
vedo.
Recife, 26 de Jjlho de 1893.
_____________________Campos Jnior & C.
Moedas biv.sileiras
Lomprase de 00 rs UOOO, 2*0G0 oo centro
da moeda ; na ra do Cabug n. 9, loja de Au-
^ii- n dn Iii.,:
Cosinheira e engomma-
deira
Precisa-Be na Pharmacia c Drogara Oriental.
Janipabo
Compra se qualquer quantidade de janipabo :
na ra do Principe o. 28 C,
Ao publico
".il/i.o 1 Clementino Corroa de Mello & rj.,
successores de Manoel da Silv?. Faria, previnem
ao respeiUvel piblico de que contina o arma-
zem que compraran) ca meema casa n. 3,
praga Marques to Serva!, onde encontraro em
-;rosso e a retalho lodo material necessario para
edificac5es
Pedem eppenialmenie aos freguezes da casa
que os : uxiliem com sec valioso concurso, cer-
tos de que serao eatiseitas suas ordena com
toda prettesa e por pregis muito razoaveis.
Roteiro
DA
Costa do Norte do Brazil
No e?cip'orio do Diario encontrara se a ven-
da por !f000 cada exemplar deete importante
trabalho do provecto pralico da Costa do Norte
Felippe Francisco Pereira.
.' obra que int< ressa especialmente acs nave-
gaoies.
Criado
Precisa se de um criado para casa de familia
tratar na ra Duque de Caxias n. 84, loja.
AtteDC,ao
Fica sem effeito a procaragSj que paesei ao
Sr. Jos Lopes Machaao, nao poe do assignar
por mim em documento nenhum.
Recife, 3 de Agosto de 1891.
Joaquina E. C. Albcquerque.
Ahig'a-se
A exceliente casa do Largo de S- Pedro Novo
a. 4, em Olinda, para pasear a feata, com pti-
mas accommodacOes para grande familia. Tem
gaz e agua, frente a moderna e reedificada de
novo : a tratar na raa do Commercio n. 26 A,
Recife.
Costoreras
Precisa-se de costoreiras na Fabrica de Cha
peo, a ra Visconde de Gojanna n. 147.
Janipabo, caja e mar-
cuja
A' raa da I mperatrjs o. 34, compra se em pe-
queas e grandes porcoes.
Pataces
Comprara-ae de todas as oacn>*r nz :v *'
ClDOga n 0. lo'? 'J Jlrp-s!.> v .i C .
LINDOS
EM
CART0
Cbamaaos attencao
das Exmas. familias
para o ."randa e varia-
do sortimento qoe ex-
ponaos a venda pelo
diminuto preco de...
125000 !
Au Paradis des Dames
38-Rua BarSo da Victoria-38
LA (l'J 1
ja de Fazendas e modas
mmw me s &
RA DA IMPERATRIZ N. 58 A
Kecfbeu um completo sortimento da
gravatas francesas, o qoe ha de mais mo-
derno em Pars, bem como riquissimoa
guardas-sol ( ambrollas ) de aetim e seda
bordados o ceberas de renda, alta novi-
dade.
..Ca pprietarioa deste estabeleoimeato
pedem s Exmas. familias para examina*
rem as mercadorias qoe contem no mesmo-
Ra da Imperatriz n. 58 A
i' '

.
sa
*1
iv i'-iBii
' > m
**"
rwm i
' i u-r1
\


Diario de Pernambuco Domingo 6 de Agosto de 1893
Tem reeebido ltimamente de Pars
mu variado sortimento em:
OcCIao brancas, elme do erre, lis Itvra' o boriedas
1/86I16DIUiId vigores 3crepona em coree isas t Liradas.
V^CJll/CS ,je veatidoi de cachemira e cambraia bordadua.
OllZtS e 8e(ja |j B8 e eoai desenhos.
\>*lJdiS ev. {ea e 8eda e cachemira pretal.
lliSparilIll 8 de brim e da s*da ctm pelluoia pf-ra senhora
formato elegante).
(jT.IliilU.dS eflore8 de larangeiras em cera c pellica,
iiClJUeS e VentaroI!aa (alta phantaBia)
(jOiXaS a ied e e renda.
(^OrtlQaQOS para cama e janella (inteira novidude).
Tj.eiiS a Beja 0 g0 e escossia para senhora, homem e menitt;
Diido blusas e matines de seda o oambria enfeitadas.
(janUodo e bea 6 de Hnho bordadas para Bechora
iUXOVaeS ccnjpietos para baptisados e vestidos, toacas o sapa-
tinho avulsoe.
Y eSllQOS e g(,fa cnchemira o caabraia bordados para meninas
JjOSlUQieS e Jersey, casemira e brim para meninos de 2 a 10
t1 liaS guarnir e enteites p&ra vestidos, completo sortimento em
orea.
JCBieiraS da Irdia branca o de phantasia para forro de sallas.
^jmi8 "erlUmnnaS dos mas afamados fabricantes.
38- iua Baro da Victoria-38
LOJA DO TORRADO
43 Roa Duque de Caxias 43
Vendas em grosso earetalho
Os proprietarios deste muito acrediiado eetabelecimento faiem pnblico a todos 8eus fregu
zes e amigos e as Excmss. ramillas que acabam de receber nm completo Bortimeoto de fazendas
o que ba de mais chic e moderno e do
Torrador
Ricos v;stldo3 em cartao bordados a tJa, liadas cacbiuiras lavradaa e com ramagem e
bollas de E .a, lindes desechos, um completo sortimento de te" !aa com ramagern e listras bunitcs
padroes e precos baratos em grande soriimento de tejidos arrendados brancos e cores, fJas
escocesas ce muito gosto em co-es diversas, om grando sortimento de tapetes, lindes desenres
para aoph e cama de alcatifa e avelodadas. mautilbas de fla e de linbo poetas e de core?, meias
para hornero e senboras, de a e o de escofia, espartilbos pretos com nJJa, brancos e de cores,
fecbsdela e linbo lindas cores, camisas pa-a tiomem. de dormir e camisas para aenboras,
satas Dordada?, carnizas de metas e seroohs para horneo paralticos e reomaihico?, cortinados
pira cama, toalhas de linbo e elgodao, brancas e de cores, cerouhs de linbo e de meia, vis'uarios
para creanes?, grin&ldas para casamento, ltqoe?, a'oa>bado3 de linbo para mesa, brancos e de
cores, guardanapoa idem, dem, bramantes de Imhn e de aieodao, fazendiohas de pbantssia,
camisas de linbo com peito bordado, madapolao Bi-Vista 13*090 e muitas outras qualidades que
vendemos por prtcos barato?.
Um completo sortimento de camisas, lindes padres.
Tdmbem tomemos enccmmendas com brevidade e perfeicSo.
Depsitos de rcupas e moitcs cutios artg03 qae ciflcil se descrever.
S ao Torrador
Lima Coutinho & C.
Para a cara efflcas e prompta dat
Molestias proveniente de *xe
pureza do Sangrue.
E' urna loncura andar a fazer expe
riendas co" misturas inferiores oorii
postas do lr.r, ordinarias ou de planta*
Indgenas cija cificacia nao t conflraaa
peia bcI*v 'a, cniquanto que & moleat i
ead .. ui gaiihaodo terreno
... wan nio, sem demora, de Di re
Alo garantido cuja eficacia seja facto
&ssigalado e inquestionavcl 1
O Extracto Composto Coscextradc
b Salsaparrilha de Ayer conhecldc
recomrnendado pelo mdicos mais in-
'ielligcntes dos paizes adiantados, s
tirante 40 annos,
Centenas de milhares de doentai
*m oolliido beneficios do seu emprego r
5o outras tantas testemunhas da suf
ificacia positiva e incomparavel.
TREPARADO PELO
O a J. C. AYER & CA...
Lowell* Mass., Est.-Didos.
n
Costumes para creac^as
Do todas aa idadea encontra-a* grase
srtimento no
liouvre
ftrinaldas, leques e chapeos
de sol
Oe phantasias acabam do chegar para ;
LOUYRE
)bjectos de gosto para
presente3
Ha neste artigo grande escolha no
LOUVRE
OLIVEIKA. CAMPOS
2!Ra Io de Marco21
Acabam de receber am variado e esplendoroso sortimento do fazendas fins
de apurado gosto, pelo que pedem s Exms. familias e freguezes a honra de ama
visita ao seu estabeiecimento.
Taes sao :
Sedas brancas e de cores lisas e lavradaa.
Cachemiras escocezss de seda e 1S o da pura 1S.
Cortes de cachemira bordados, lindes desechos.
Satn ras, ricos gostos.
Toile fine ricos desechos.
Livantine de ramagem.
Velludo ruBso, lindas cores.
Chachemira com listras de seda.
Enxovaes para baptisado.
E urna iofinidade de artigos que torna-se impoBBivel ecumeral-os.
S1-3R.XJA. Io nos xyxA.3B.ga- 2X
Secas brancas, pretas e ?
cores
Noves padrees e para grande escolha,
endo despachadas oestes nltimoa diat
LOUVRE
cortes de l,inuo9seaa
e algodo
Ricamente sr.ei^ados, tem recebida oi
eamente o
LQVRB
Gapas, jersey s e visitas
acatos iateiramente dvos acaba do rs
labor
X>QXJ'V3B.3S
Chapeos e capotas
Ultimas novdadea do Paria recebas e
______Loavre_______
Esteiras da India
Branca e de fantasia de novoa desenho
ara forros de soalho, completo Bortimect?
jo LOVKE
Francisco Gorgel i Irmio
Boa Io de Marco n. 20A
_________TELEPHONE 158__________
Tmdosde phan-
tasia
Sendo tmposaivel de se deacrever
tra.-'iii vanedada de tecidoi de diversa
^aalidadea proprios para a estacSo actual,
oga-ae ao publico em geral e principal-
oente a Exmas. familias a finesa de vi'
rUrem o
LOUVRE
tua l.# de Marco n. 20 i
Francisco Gorgel 1 Irmo
TELEPHONE N. 158
nun wi i hiui
C4S4 DE COWIAIVCA
No intuito de bem servir a quem
nos der preferencia em suas compras,
temos collocado o nosso estabelecimento
o LOUVRE, a par dos de igual nature-
za as principaes pravas da Europa
mantendo sempre o mais importante e
bem escolhido sortimento de superiores
fazendas e artigos da ultima moda re-
cbidos mensalmente de Pars e Lon-
dres.
FOLHETIM
| VHIl BB BUS
POR
HENRIQE BEWKSSK
CAPITULO V
^UontinaacSo)
Ests prompto ? disso ella exami-
nando Noel ironicameite... Pois entao
partamos.
Noel nlo se moveo.
Manette sorrio.
Nlo oaves ? Vamos Qaeres fioar
at amaohS nesta postara a contemplar-
me?!
Sea riso frasco e sonoro chamo u rea-
lidade o infeliz caixa.
E de repente a t ir o u se sobre Manette.
Segaron-a pela cintura.
E, qoasi ebrio, beijea voluptuosamente
as eapadass da bella rapariga, respiraudo
soffregamente o perfume do seo corpo.
Manette despreodto-se a casto do sea
amplexo.
Osixa-me Larga me I Es's me
asaarrotaudo I Qae tolice I
E fitoa o com desdem de osbeca aos
pos.
Marmurou oom terrvel irona :
Bem barato te cuitim estes beijos.
Ah I cala-te 1 eala-te I ezc'.amoa Noel
todo tremolo.
E depois de ama pausa, oom voz sap-
plice de crisnea :
Manette, mea anjo, tou pedir-te om
favor...
Falla.
Pego-te que nSo dances l... Olha,
qusndo ests aasim, semi ra, bella de en-
louqa-cer, e q e perso era ver-te nos bra-
cos de ou tro...
Elle interrompea-se.
E entlo? rergantoa Manette com o
sea mo sorriso.
Pois bem... Tenho nm desojo loaoo
de te matar, para qae nlo pertencas a
mais ningaem disse Noel com voz roaca.
Oh 1 rogo te, sapplico-te, minha pequera
Manette, nSe dances esta noite 1
Manette o olhoa de face.
Mea caro, disse ella, a danc* o
mea praser favorito, e ea delle me nlo
privarei para te seragradavel. E's muito
exigente... Inda se me dsaes algoma
compensscao Mas nada... E' qaarta
vez qae saio com este vestido... qae ver-
gonha Todas as minhas joias esto no
prego. Janto sardtnhas, porque nlo po-
des pagar o acougneiro Vegeto n'am 5*
andar... Vamos a nm baile em fiaore, e
tendo seis trceos de fortuna I
Allm disto reflecte que teos 20 annos
de mais qae ea... e qae nlo s l muito
bonito... e t se teas o direito de ser
to exigente assim. Vamos 1 Vamos 1
Basta da conversa
A cacamba de am franco por hora est
i nossa espera... S temos seis francos...
e nlo quero voltar para casa a p... Se
ra o cumulo !
Atiroo eos hombros a saa sabida de
baile e dirigio-se para a porta.
Noel segoio-a, titubeando.
O infeliz fisera muitos esforoos para
resistir ao impeto de abafar na bocea da
sua amaia sqaellas palavraa qae o tinhsm
to crueimente flagellado, e de esmsgar
sob oe dedos at o ultimo estertor aquello
toberbo peco$o qae ba poaco beijara com
tanto ardor.
CAPITULO VI
O babIo de acrignk
O bario de Aarign sahio do sea apo-
sento e passou para o grande sallo do seu
palacete, para dirigir os ltimos preparati-
vos da festa que dava.
O palacete, am dos mais vastos do ve
lho Paris, era situado no arrabalde Saint-
Honore.
Fdra construido no tempo de Luis XV
por ao dos mais ricos agiotas daqaella
poca.
J se aobavam brilbantemente illomina-
dos tres salSes e ama saleta de jogo.
Um dos sa!8as dava para ama dts mais
esplendidas estafas qae se podem ver.
Esta era Iluminada por vidros de edres
diversas, ps quses lancavam sobre es plan-
tas e arbustos olarSes parpnrinos, aareos,
azaes, verdes, entre os qaaes esvoaoavam
lindissimos t garridos passaros dos tro
pios.
No meio da estafa via se ama baoia de
marmore braceo, ricamente lavrada.
Do centro jorrava ama columna d'agna,
qae, sabindo a tres metros de altara, tor-
na va a oahir en laminosa poeira.
O Sr. de Aurgc, depois de haver
atravessado os salSes e a estafa, pareceu
satisfeito.
Todo Ihe pareceu disposto conforme os
seas gostos.
Agora os convidados, todo o Paris man-
fane, artistioo o financeiro, podiam che
gr.
Voitou ao sea aposento.
Anda tenho tempo de fumar nm ci-
garro, dase elle.
O aposento do bario de Aarign era
situado ao res do oblo, janto da saleta de
jogo.
BU V QB. MARCO N. 20
(Antiga do Crespo)
TELEPHONE 158
A
fc AUGMENTA tfl
4 ce H > < m TNICO ORIENTAL CURA A CASPA IMPEDE A CAHIDA DO CABELLO r>' d
\& PERFUMA ^
Terreno
Vende-se dous terreno, sitaados ns Torre,
sendo um coro a (reote pata a ra Real e o ou-
tro com a frente par a roa de Po Nnoo, tra-
tar 'a toja tas Batretl**, ra Drqie te Cazlss
R. 5.
Olinda
Aln^a se uros casa c m 2 sala, 5 partos, co-
sioha, e 1 quar'o ro q rfatal, Da ra de S Rento
o. 8, em Olmda. nrrtj dos bsr.lns saleados : as
cbave.->, oa mp'ra ra d. i9, a tratar ra ra das
algabas o. 10, retiosco.
Le n. 15
E
ReguU ment a mesma
lei.
Vende se I$000 os
dous exemplares no escrip-
turio do Diario.
Parou oo gabinete de fumar, contiguo
ao sea gabinete d trabalho, do qaal se
via a severa mobilia.
Se ea tiver qae desappareser, disse
o Sr. de Aurigo depois de ter acceso um
fino obarnto, cujo perfume se eipalhoa em
roda, ao menos hei de sossobrar depois de
ama testa de arromba, ama especie de
apotheose.
Lancea ama baforada e contiuaoa :
Ora vejamos I Estoa carioso de sa-
ber qual o dinheiro (toe me resta.
Passou do seu gabinete, onde havia
ama barra junto parede o dissimalada
sob velhas tapecarias.
Fe* mover as molaB por meio de ama
dupla oomb'naclo de lettraa e algariamos.
A porta de ferro abrise sem ruido.
O bario apanhoa am maco de notas do
banco e oontou.
Cento e vinte e seis mil francos
disse elle.
Repoa o d nheiio no logar e tornou a
fechar o cofre.
E corren a tapecaria.
Vejamos agora no mea pequeo
movel.
E voitou para o gabinete de fumar.
Ah se aohava am pequeo cofre de
nogaeira esculpido, um movel que data va
do seculo de Francisco I, proveniente sem
duvida de algum cas te I lo real e conser-
vando anda a salamandra e a divisa do
here de Marignan : Nudrisco buono e
spenge il reo.
A chave, de prata cinaslada, esteva na
fechadura.
O Sr. de Aarign abri o movel.
Tirn de dentro um mayo do notss.
Dose mil francos, exolamou elle de-
pois de contar. Somonte dose mil fran-
cos 1
Depois sopesou um pequeo sseco, qae
dea am som metallioo.
Aqu deve haver aos quttro mil frenos
Pcrziys! Esscncia
rarzvai Oleo
a zitfij Vinagro
Par&'yaJ Brilhantina
FarzivalAgua para toilette
Parzival Pos
Parzival Saboneta
Parzival Lotiou
Parzival Agua de Colonia
Parzival Agua dentfrica
Parzival Pasta dentfrica.
Estes novos preparados recoinmendam-se pela sua delicada
perfe.-o ;:ua us toacadores do mundo elegante.
em ouro O todoperfaz canto o quarenta
e seis mil francos... Eis a minha iorta-
i a !... Sorrio, tomn a fechar o movel,
deixando a chave na fechadura.
Cento e quarenta e dous mil fran-
cos I Eis tudo quanto resta do mea pa-
trimonio Aos vate annos eu possuia
vinte e um milhoes... Suba a este alge-
rismo a fortuna de meo pai... Vinte e
nm milhoes, quer dizer um milblo e oin-
coent_\ mil francos de renda; oapitalisan-
do a tera parte, teria boje trinta milhSes.
Ainda nlo oompletei trinta annos, e toda
a minha fortuna se redus a este palacete,
que, vendido, apenas dar para pagar as
minhas dividas e 142 mil francos 'em di-
nheiro, ama miseria... De sorte qae em
del annos devorei 21 milbSes Parece
inorivel, mas a para verdade... E ago-
ra, qae ftzer ?
E reflectio :
Qae faser ? Problema diffiol. O
Banco de Emprestimos e Peohores, de que
son presidenta, va de mal a peior, e ea,
am de Aariga, cajo av foi ennobrecido
pelo rei Laia XI, ea poseo acabar om da
ou outro no banco da polica correccional.
Sera, bonita coca I
Um de Aarign sentado entre doas ba-
tedores de oarteira... bello fim para o
descendente do bario Gaspard-Marc-Fer-
dnand-Robert-de-Aorgn, qae eotroa ns
cathedral de Reirs ao lado do ra Carlos,
stimo de nome, qianio a Donaella de
Orleans lhe acabara de restituir o bello
reino de Franca I
Sorrio deata reminiscencia histrica, e
oontinaoa :
Nlo I Nlo I Meus avs podem dor-
mir em pas o sea ultimo somno 1 A ulti-
ma vergontea da arvore genealgica dos
de Aarign nlo ser arrestada para o
banco dos reos, sob a ioorimoaolo de ban-
carrota fraudulenta.
Urna bala de revolver mandar ai pa-
ire* o bario Fernando de Aurign, ultimo
de nome I
Sentou-se calmo e pentou ainda, aca-
bando de fumar o seu charuto.
O* dous milhSes que me restam em
movis e immoveis nlo slo bastantes para
saldar as minhas dividas, disse elle mu
puilosophioamente. Logo, est tado muita
bem acabado. Depois desta testa magni-
fioa eu desappa*eoerei, porm ao manee
ttrei desapparecid} como um meteoro n'am
rata de luz.
Atiroa fora o charuto.
Para me livrar desta s um mila-
gre 1 Mas nlo vejo recurso algum... Nsm
ama taboa...
E anos ama pausa :
Ora adeus nada de jeremiadas...
Afiaal de oontas gosei da vida. .. Fru
todas as alegras e prez tres... Se fosse
possivel reoomecaria .. Nlo te abo de que
me qaeixar.
E ebsorveu se nesse devaneio philose-
phico e macabro.
O bario Fernando de Aurigo en alto,
vigoroso, bem feito e de aspeoto to ele-
gante quSo aristocrtico.
Tioba om semblante o rioso e expressi-
vo, denotando energa e audacia, olhoa
negros, naris longo e curvo. Mascan do
bar o de idade meda.
Seas labios rubros eram encimados por
aos longos bigodes negros recurvados.
Trasia ao pesoogo ama oruft de ooos*
mendador de orna ordem eatrangeira e
lapela da oaiaoa am pequeo oraeh do
diamantes.
{Contina).




*

;
i
w .
i'
r
u
J
Typ. do Diario, ra Duque de Caxias n. 41
\
^^
l
.___m -,-.,. --' ...... .. .----- i" ,


Full Text
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