Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16746


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Full Text

I

ANNO LXTX
QINTA-FBIRA 3 DB AGOSTO DB 1893
NCMERO 17
<
DIARIO DE PERNAMBUG
PBOPBIKBJUOk SK AHQEL FlfitfEIftG A BE FAMA & FILH08
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes achantados.
Por U68 ditos vencidos .
Por um anno a iianlado .
dem idem vencido. .
6|000
71000
24*000
281000
BAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAgOES NA FRAN-
G E INGLATERRA
O Sn Amede, Prince & C, residentes em Pars34 rae Provence.
PARA OS LOGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por seis ditos vencidos.
Por um anno adiantado.
dem idem vencido.
131500
151500
27*000
31*000
Telegrammas
SStm FABTIC7LAB SO IIASI 3
RIO DE JANEIRO, 2 de Agosto.
O governo federal declarou aos fnoccic-
narios existentes em Santa Catharina nSo
reconocer o governo revolucionario deB86
Sotado.
O Dr. Heroilio Las foi exonerado do
cargo federal que occupava.
Foram promovidos na Secretaria do
Ministerio das Retacos Exterioras :
A' director de seccSo, o 1. oficial Luiz
Leopoldo Fernando- Pinheiro;
A' primeiro official, o 2. Nicolao Pinto
da Silva Valle.
Os bancos abriram pela manhS com
tas* de 1 3t8 e tarde a 12 1 L.
PARTE OFFICIAL
Foi concedido o crdito solicitado pela A
fandega da Pirabyba do Nar'te, para occorrer ao
pagamento dn despezas da inspectora de by oe-
ne do respectivo Estado, no 1* trimestre do cor-
rente anno-
V
r
Ministerio da Fazenda
E' tio teor sezuln'e o decreto que autorisi a
funccionar a Sociedade Aoonyna Lotera Na-
cioaal e approva 03 respactivo estatutos:
O vice-president da Repaolica dos Estados
Ujics j Rrazil
Attendendo ao qae lh representoa a Socieda-
de Anonyma Lotera Nacional e tendo oavido
a reparticao Bacal competente, resolve approvar
os seas estatutos, e aatori3a a mesma sociedade
a fuucc.ooar com O-' contractos que adberram
ao plano de fusao e os que de futuro adberirem,
P'esnchila' a? formalidades legaes para definiti-
va constituico das sociedades anoBymas, e ob-
servadas as seguate-- clausulas :
i." Dave ser considerado como parte Integran-
te dos estatutos o regul ment de 17 de Feverei-
ro de 11*93, em todas as disposicoes que forem
apnlteaveis ;
l. A sociedade organlsar os seus planos a?
extracglo lotanca, adoptando as com'-iaac.o>s,
qoa mais coovirem, comanlo que a porcentc-
gem destinada para premios nunca seja inferior
a 60*/. 'o capital de c da lotera e sejam up-
poriuaamente re.oliidaa aos cofres puncos as
qaotas que lnes pertencam ;
3.* Ser por lempo de qui za anno?, contados
da insiallje.au da so.-ieda.ie, o prazo da presente
concessao ;
V* Na diieco ia do Contencioso do Tnesouro
Nacional lavrar-se-aa o competeote contracto, de
conformtdade com as preseot'i clausulas e os
pareceres fiacaes que servirao de base ao de.-pi
cho que -u'oriscu i fuso das loteras.
O ministro de Estado dos Negocios di Fazenda
issim o faca executar.
Capital federal, em Jnlbo de 893 jqunto
da Rjpub!ica. Floriano Peixoto Felisbello
F.eire. .
__Fo: sancionado o decreto legislativo que
maoda crear Alfandegas na capital do Estado de
S. Paulo e na cidade de Juiz de Fra, em Minas-
Garaes.
Foi sanecionado o decreto legislativo que
toma diversas disposices sobre os t.'.u!03 ao
portador.
Ministerio tia Industria e vine
cao
Foi alterada a divisio do 1.- e do i: dis'.rictos
dos por 03 martimos, desligando se deste a sec
gao ao Rio Grande do Norte, para fazer parte da-
qnelle oistricto.
Ministerio da Soerra
Foram nomeados ministros do Supremo Gon-
gelbo Militar de Jnslica os marecbaes reformados
Hanrique de Beaurepaire Rohan, RuBno Elias
Gustavo Gal.o, Jos de Miranda da Silva Res,
jreoeraes de diviso Antonio Eneas Gustavo Gal
vio e Ctorado Jacob de Niemeyer, general de di-
vieso graduado Tade Soares Neiva.
Foram nomeados para a Secretaria do mes
mo Tribunal: S-cretario, o marecbal de cpraapo
rerormado Jos Joaqoim Rodrigues Lopes j oln-
ciaes : capitao reformado o major honorario Vi-
riato Lafayette Valdetaro, Alberto Cincinato Lo-
pes, Braz de Sooza da Silveira e caplto honora-
rio o alteres reformado Luiz Ferreira de Soozr.
Foram promovidos na arma de artilbaria a
1 tenente o 2.- o 5.' regiment Fernando Go-
mes Ferraz: na arma de cavallana, a tenente
por esiu08. o alferes Tito Livio de Magalbaes.
Concederam-38 as honras de posto de te
nente-coronel do exercito, ao capitao retornado
Traiano Alipio de Garvalho Meodonca.
Z Coocetieu-8e reforma ao tenentc-soronel de
infamara Francisco Soares Neiva e ao capitSo
aggregado & arma de cavallara Rodrigo Jos de
Figueiredo Ne7es Junios_________
Ministerio da Jas tic a e Mego
cios Interiores
Ao i secretario da Cmara dos Srs. Deputa-
dos dirigi este ministerio o seguinte offlnt.:
Tenho a honra de commumear-vos, afimde
me o facais chegar ao conhecimento dessa Ga
ara, em resposts requis'co constante do of-
flcio n. 130 de 7 do crrante mei, que antes de
JBdeNovembrode 1891 foram declarados em
disponbilidade 17 desembargadores e 76 junes
""Tendo"ido, porm, annulladas as obrigafiOes
i qdiciarias de alguna Eitados. voltaram ao exer-
cicio 7 desembargadores e 16 juizes de dtreito,
continuando em disponbilidade 49 junes de di-
reito e 9 desembargadores, visto ter fallecido
ani dos desembargadores e um dos juies.
Completa a nova organisacSo judlclar?, foram
provetados :
Dos 49 em disponbilidade 14, e dos 16 que
voltaram ao exercicio SI; bem como 1 desem
b reador, ficando tvulsos, nos termos do artigo
V o. 3da lein. 26 de 30 de Deiembro de 1892
4 mises e Vr nao baver assumido o exercicio
dentro do praio que Ihe foi marcado i, conti-
nuando em disponbilidade 9 desembargadores
8 Oatroeim foram declarados em disponbilida-
de depois de S3 de Novembro de 1891 at esta
d{> 13 desembargadores e 183 juies, dos
qnaes 1 depois do relatorio ltimamente apre-
eoUdo por esle ministerio.
Por decreto de 2 de Ju:ho foi declarado
icm effeito o decreto de 1 de Julho do anno pas
gado que consideran avulso o hachare! Candido
de Olveira. juiz de direito da comarca de Rla-
eboelo, no EsUdo de Sergipe, Bcando em dis
nonibilidade, nos termos do artigo das disposi-
6M transitorias da GonstilnicSo, at que sejam
iiroveiados os sem servicos ou poseotado com
ordenado a que ver direito, visto nao ter sido
coaiemplado na organitaclo Judiciana do refe
rMo Sitado.
Ministerio d Harlnha
Foi nomeado o capitao de fragata Maooel Pe-
reir Pinto Bravo para commandar a galeota
Qainze de Nove obro.
O Sr. ministro da marinha expedo ao Sr-
ebefe do estado-maior g-neral da armada o se
guinte aviso:
Nao havendo motivo que justifique a omia-
sao das tabellas qie acompanbaram o decreto
n. 890, de 19 de Outubro de 1899, de jala de
cusas para os primeiros lenentes qae sao no-
meados para servir as escolas de aprenditpa
mana'.eiros, qaaudo abonada a de 150O3O
aos cirurgiOes e commissarios oas mesmas con-
dicOes, resolv tornar extensiva aos p-imeiros
lenentes a tabella n. 5 do eopracitado de^'eto,
o que os declino para os devldos elfeit03.
Foram mandados passar: para o Riachue-
lo, do A nlrante Ta.candar, o sub ajudaote
de macbioista Alberto de F eitas Sonta da lo-
pedeira Marcilio Das, o sub-ajudante Geraldo
Coelho de Almeida; oo Gaaiaba-a, o BUb-aju-
danle Manoel Gome) de Paiva do Aqiidaban
para o Orion, o ajudaote Jos Gones de Pai-
va.
CioTernodo E*tado de Per
nambuco
3 Secco. Pal co do Goverao do Estado de
Peroambuco. em 31 de Julho de 1833. O go-
vernador do Estado tendo presente o proj;cto de
regulamento para o processo execultvo fiscal,
coufecclonado pela commisso por elle nomeada
e comp:sta dos Ds. juiz dos feitos da faz' di,
procurador fiscal e procurador dns f-itos, resol
ve determinar que no Diario Ofliiia! se publi-
que dito projecio afim de que, assim levado ao
conhecimento dos coupe'.entisas suas presenp-
ge, po^s-m as observag s rasoaveis ep-oce-
dentes offe*ecida3 pel critica imparcial ser as
similadas como outras tantas modifi.:ac6M por
occaclao de ser expedido o decreto do poder ez-
ecutivo convertendo em regulamento estadoal o
m smo proecto. (Assignado) A'exmdre Joy
Barbosa Lima
PROJECrO DE E -l L\
E.WO
Da iostrucedes para o processo executivo fiscal
e providencia acerca da regilandade do sor-
vico dos cariorlos dos folios da azeada do Es-
lado.
CAPITULO I
Do executivo fiscal
Art. !.* Compete i fazendi do Estado a via
execuuva para cobranfia das dividas ictivas, cer-
tas e liqaidas provenientes :
1) los alcances dos responsaveis.
a) Dos tributos, imposfos, contrtbuics lan-
zadas e multas.
3) Dos contractos, ou de outa origem posto
que nao seja rigorosamente fiscal, qoaido dis-
poMc?o expressa de le o aatorlaar.
Art. f Gonsiderar se-ha a divda liquida e
certa para o ell ito da fazenda do Estado entrar
em juzo con sua iotengaa fundada de fado e de
direito, q nndo consistir em soouia tixae deter-
minada e se p'ovar:
!) ela conta correle Jo alcance julgada do-
unitivamente;
i) Por ceriido autbeotica extrahida dos !i
vros respectivos, d'onde cooste a inc ipgao da
divida de origem fiscal;
3) Por documento uconleslavel, nos casos
em que a le permitle a va execativa, qaanto s
oividas qus nao tai origem riguro^aineate
fiscal.
Art. 3- O processo ser suramarissimamente,
de plauo e pela verdade sab: la assiiu pelo que
pertence a fizt-n a do Esiauo como pelo qae to-
ca t def za das partes.
Art. 4- Procede o executivo flscal:
i ) Contra o devedor;
fora da sede da residencia do jais, o Procuralor
dos Fditos remetiera directamente o mandado
executivo ao agente flscal respectivo para abi
promover a cttac&o e r>ennora perante o Jais de
Direito.
% 5.- Se residir em outro Estado expedir se-ba
precatoria ao respectivo Juiz dos Feitas da Fa-
senda para o tina mencionado no 4..
6.- O ediial para citacao do ausenta ser-de
dex das, quando o devedor esttver em lugar
incerto dentro da jurisdtecao do juiz ; e de tro-
ta a noventa das quando estiver em logar ig-
norado, ou em oulro Eilado, ou forado Paiz.
Art- 9.' Seo processo liver cooaecido po. se-
questro ser iaumalo ao devedar juatameate
com o mandado respectivo, e se nao pagar as
24 boros, o seqoestro ipo fado se resolver
em penbora para proseguir-se nos termos ulte-
riores.
CAPITULO III
i) Contra os berdelros, cada um in solidum
dAlro da3 forcas da neraoca ;
3) Contra os dadores, cada um in solidom .
i'j Contra qualquer possuldor dos bens hypo-
ihecados fazenda do Estado ;
5) Contra os socios e intereasados do deve-
dor nos contractos de rendas de bens e de arre-
mal ico de direitos celebrados com a fazenda do
Estado, cada um in solidum ;
6) Contra o devedor do devedor, quando a
divida d'aquelle tem origem fiscal; ou anda qne
nao teoha, se aqoellj ao ac da peobora coa
fessar a divida e assigoar o termo ;
7-) Contra o successor no negocio nela divi-
da do antecessor, quando a ella for obr.galo.
Art. 5- Pode o executivo ser intentado tam-
bem directamente contra os representantes le-
gaes do devedor, taes como :
i*) O curador fiscal e os syadicos, ou os ad
ministradores da massa fallida, por divida do
fallido ;
1) O curador ou consol no caso de bans dos
ausentes ou das beraocas jacentes ;
3 ) O tutor oo carador do menor ou interdic-
4) O diredor, gerente oo aimlnlstrador, oo
um delles sendo mais de um, quando se tratar
de sociedade ou com pao ha ;
Art. 6- As contas correnles, certid5es e doco-
mentos (art. 2) sero especiaos, isto ,um para
cada devedor. Juota'-se-bao, porm, a ama s
petico para seren atollados todo3 os que forem
relativos a um s devedor, sendo a divida de ori
gem idntica.
nico. As contas, certidoes e documentos
pouem ser emendados oo sobsiituid03 por novas
qne forem paraeese fim enviados palo The30uro
do Estado.
CAPITULO II
Da citacao e do caae-otro
Art. 7- Com o docamdolo comprooatorio da
divida o procurador do3 feitos da fazenda ini-
ciar o processo, requerendo a expedigao do
mandado execotivo pelo qoal o devedor oo o
responsavel (arts. 4 e 5) reja intimado para no
praso de 24 horas, qoe correrao no cartono do
escrvo, pagar a quaotia pedida, jnros da mora
e costas, oo nomear bens a penbora.
8 1." Na mesmo acto ser o devedor oa res-
ponaavel citado Dar todos os termos do proces
so e execucSo, nomeacSo e approvacSo de peri
tos, avallado e arrematacSo dos bens penbora
dos e para remil-os oo dar laocador.
2- Reqoerer-se-ba logo o seqoestro das bens
do devedor :
!) Si a divida for de alcance ,
2) Nos casos de iasolvabilidade e de mu
"fStf itnpossibi.id.de de prompta
exe:uc4o do mandado por estar ausente o deve-
dor por nao ser encontrado ;
! 3.- O seqoestro reoanir sobre lodos os bens
do devedor ndependenlemeote de jostificacao.
Art. 8.- A citacSo do devedor oo responsavel
ser pessoal e pelos meios da direito.
I.- Nao aendo encontrado ser citado o pro
curador oo socio. h
j 2.- Se occaiur-se. ser citado com t
S 3 Ss estiver aoseote em logar incerto sem
deixar procurador oo socio ser citado por edi-
taes poblicados pela impreosa, onde a houver,
jostifleada a aafencia ummarissimamente por
testemonraas. _^ ,^
j 4.* Q nndo residir em muaicipio do Bsta o
1
Da nomeaco de bent e penhora
Ari. 10. O reo" po lera offerecer bens e pe-
nbora dentro do praso de 24 horas contado da
dacta da ci ac.
Art. 11. A nomeaco feita pelo reo nao vale,
salvo convindo exeqaente i
i.* Si nao feita conforme a gradafiSo esta
belecida para a peonara.
2.- Si o reo deixa da nomea- os bens espe-
cialmente bypo'.becados oo consignados para o
pagamento.
).- Si osmear bens sitos em outro municipio
tendo-os no da execucSo.
4. Si o> bens ooneidos nao sio livres e
desembarazados naveado oatros o'eslas circums-
Unclas.
o' Si os beus nomeados sao insutn:ieutes
para o pagamento da divida.
A.t. 12. Feua a nomaac) regularmente e por
termo nos autos, coos!derar-3e-aSo os bens pe-
nbora ios e sero Jep adiados na forma do art.
19.
a.-.. 13. Si o reo dentro das 24 horas nao pa-
gar, ou nao niTi ar beas a penbora, oa si fizar
a numeacio contra ai regras do art. 11, proce-
der-s ha definitivamente a peibora.
Arf. 14. O auto de penhora dover contar :
1.- O da, mez e anno e logar em que fd.*
feita ;
2.- a discripgXa dos bens penhorades com
toaos os caracterisli',03 necessarios par i verifi-
cacao da identi iade.
3* Eorega feita ao depositario par quem de
vera 8?r assi^nafo o auto ; oa, por elle, duas
testemunba que attestgm a dita entrega e pelos
officiae8 'a diligencia
Art. 15. A peaftora poieser feita em quaes
quer bens do executado, guardada a ordam sa-
gui .ta :
1 Diahei-o, oo-o, p-ala e pedras precio-
sas.
2.- Ttulos da div da publica e q-aaesju- r
paueis de crdito do governo.
8 3.- Moveise senovaates.
4o 3jn< rl -.>iz ou iTjmovei'.
% 5. Ji.ei-os e acgCe.
Art 16. A penaba dcva: ser Lila em tantos
bens quanlo oast^m f-a-a o pagamento.
Art 17. 03 offi-:ias3 de justica deverofiZel-a
dentro do praodecino di38 sob peaa de sus-
pen-o oa do priso ; ou de resporjsioidade,
conforme a- circomBtanuas.
Ar'. 18. Observar-so ba qjinto a paahora a
dleposifio d03 a-ts. 515 a 52o do Reg. n. 737 de
1850.
Art. 19. Feita a penbora, sero os ben3 deposi-
tado* Dla maneira r guite :
1 o No deposito publico ou no geral, oade
na houver publico, o dinbciro, ouro, prata, pe-
dras preciosas 6 papis de crdito ;
." No d-p-^ito geral oa bens de raz e os
movis e semoventes, nao havendo depositario
particular ;
% 3.' No deposito particular 03 bens semoven-
te e notis do difficil condaegao e guarda dii-
pendiosa e arri-c i :a ;
S 4.* O depositario de /era UrifMr o au'.o
ou termo de deposi o ; se nSo souber ou nao po
der escrev:r assignar outrem a sea rogo cem
duas testemnibas presenciaos (art. 14 % 3.;.
Fica prohib:a exp-essamente a praxe em con-
trario adoptada indebitanente pelos officiaes de
jistiga.
Art. 20. Sao aoplicaveis penhora 03 arta.
327 e 328 do citado Reg. n. 737.
Art. 21. Hao podea absolutam^Qto ser pe-
nborados :
1. Oa bens inalienaveiB.
2.* Os ordenados e veocimentos do3 ma-
gistrados e empreados pblicos;
3.* 03 sidos e veocimentos dos militares ;
4.' As soldadas da gante de mar e salarios
dos goarda-vros, fe:lores, caixeiro3 e eperarios;
5. Os eqa^pamentos dos militares ;
6 Os utensilios e tarramentas dos mes-,
tres e officiaes de officios mchameos, que forem
indi3penaavei3 s suas oceupacea ordinarias ;
7.o O i materiaes necessarios para as obras;
8. As tencas, pensOes e monte pos ;
| 9.* O que for indispensavel para a cama,
ves.uario do executado e de saa familia, nao
sendo precioso;
10. As provi-oea de comida qae se acha-
rem na casa do executado.
Art. 22 Eatreosbeni inalienaveis compre
heade-se os dos con3elbo3 municipaes.
Art. 23. As apolnes a divida publica so
mente podem ser peahoradas :
i.') Por exprasaa nomeaco dos respectivos
possnidores.
2.) Qaando, caucionadas, faltarem 03 posso
dores clausula da caucio.
3.) Quando dadas em garanta do Estado por
Banca do3 exactores e respoosaveia da Paienda
Poblica. ,.
Art. 24. Esto, porem, sojeitas peobora
as apolices atqairidas em fraude da execuco.
Art. 25, Sao 8ujeitos penbora nao havendo
bsolatamente oatros meios:
I 1. As sagradas imagens e ornamento dos
abares, si forem de grande valor.
2 As machinas e intranentos destinados
ao ensino, pratica bxercicios das artes liberaos e
das milicias.
3. 03 li\ros d03 advogados, joi93, pro
fessores e estudantes.
j 4- Os Iractoa e rendimentos dos bens ina-
lieaavei?.
jS." Os fundos lquidos que o execotado
possuir oa compaobia ou sociedade commercial
a qoe prteocer.
_ 6 As lettras bypothecarias, salvo o dis-
posto no ari. 24.
Art. 26. A pena decretada no art. 523 do
Reg. n. 737 de 1850 applicavel ao execotado
qae, uo possoiado beas para segurar o juno,
dispOe de qaantias recebtdas em pagamento de
dividas nao vencidas.
j U neo. Para prova de fa:tos relativos oc-
coitaco dolosa de bens afim de nao serenai pe-
nhorado dar o procurador dos feitos justifica-
Co per iite o juiz da causa cam citacao do exe-
cutado.
Art. 27. Ni execaeVa para cobraoc de im-
poptos relativos i immoveis e qoe coosiitoana
0DD8 real, a penhora recahir soDre o immove
obrigado ao pagamento.
8 2. Si a imporlaacia da divida for inferior
metade do viior do predio ser permittido ao
devedor pagal-a pelos seos renlimantos, ass.g-
naado termo de respoasabi'idade afim de reco
Iber mensalmante a deposito pobco a importan
ca dos ditos rendimentos, de accordo com o laa
Camento da docima, seo predio for urbano; e
se for rural, de acord coa o proco do arrea-
damento oo mediante arbitramento (qaando nao
estiver arrendado) a qaa se proaeier aomna-
risaimamants palo a valia lo r da Fazenda e mais
um perito nomeado aprasimento da parte.
2 O propietario dar alem d'isto fiador
idneo que assigoar tambem o termo, sujeitan-
do-se ambos s penas dedepositario judicial.
3." s nao obstante a providencia do art.
anterior nao se effactuar o recolhimenlo de qual-
qoer pres acao meosal em a epochi determinada
ser o pro lio irretnatado.
Art. 28. Sendo usufructuario o devedor, exe-
cutar-se ba o usufructo e s no caso de nao ba-
ver lancador ser executida a propriedade plana.
Art. 29. O devedor poder offerecer bens
de prompta execoco para solacio do debito nos
casos d08 artigos antecedentes.
CAPITULO II
Da defesa provas e Julgamento
Art. 30. A penbora ser acensada em aadien
cia e assignar-33 ha immedatamente ao r&o,
para defesa, o praso de dez das.
Art. 31. Estabalecida a identidade do reo, a
defesa s podar consistir na prova da quitaco,
nollidade do processo executivo e prescripeo
da divida. (D;c. de 29 de Fevereiro de 1888,
artigo 12. Decreto n. 848 da 11 de Ou'uoro de
1890, art. 201.
Art. 32. Piados os dez das o escrivao o cer-
tificar e (ara os autos concias ao juiz :
i." Si o reo liver offerecido defaza. e sea-
do ne:;s3ario, poder o juiz conceder-lbe para
a prova atoa dilaco oao escedeate de dsz das,
linda a qual e arrazoando ambas as partes em
cinco dias seguir-se-h o jateamente
2. Ni comparacei la 'o reo, e depois de
ouvido o procurador dos Feitos, ser |ulgada a
peobora por sen tenca, e conlemnalo o reo no
pedido, juros se forem devidoa e cusas.
At. 3. Somente se adjailti.-) no processo
executivo asexcepces desuspeico a de incom-
petencia do juiz, as qaaes sero processadas da
accordo com o disposto no R'gulameio n. 737
de 1850.
Art. 34 A sanfeoca transitar em jalgado
sob prego em audiencia deotro de cinco das,
si a causa conoer na aleada do {ata. a qoal de
treseotos mil res ; ja dentro de dez das, se a
exceder.
CAPITULO V
Da avallara o
Ari. 35. Transitando am jo'gado a sentenca.
o executado louvar-se ha em um parito qae,
com o avalador privativo da Fazenda, procede
der a avaliaco dos bens, e revalia do execu-
tado o juiz louvar-se-ba em audiencia.
i. Havendo desaccordo entre 03 dous p vi-
tos o juiz n >mear um tarcelro para decidir, o
qual ter i a faculdade de alTastar--e dos dous ex-
tremos propostos, nunca, porm, excedeido o
seo laudo o mais elevado delles e nem sendo me-
nor que o segundo.
2. En tal caso servir de brse para a arre
matecoolaaio do tsreeiro perito.
Art. 3J. \ avaliaco nao se rep8te, salva:
g 1. Qaando f: feita irregularmente.
Oanlo fr exiassiva ou laslva.
3.* Qaando antas da arrematado se de3C0-
brir algum onas oa defeito qua dimtnaao valor
da coas avaliada.
Art. 37. Na avaliscSo da propriedade se com-
p-eheid?r os seos parteaces e parles integran-
tes, do que se far expressa menco no auto
respectivo.
Art. 38. Somante no caso de ter havido appel-
lacio recebida em um s effeito, extrabir-se-ha
seteoca para ter lugar a execuco.
CAPITUL ) II
Da arrematar! e da adJudlcacaO
Art. 39. Feita avaliaco na caaa daa ao
diencias aflixar-se hao etitaea para a arremata-
gao e seri-j pabli "ados pela impreosa no dia da
affixacio e da arrcmaticao-
l. Eotre os editaea e a arrematado media-
ro tres dias se 03 bans forem movis, e nove se
forem de raz, independente de pregOes.
2.a O cs:rtv5) obrigado a preparar os ed
taes, dentro do prazo de 5 diis, sob pena de
tospenso, precedendo simples aadtencia do
dito serveotuar.o.
Art. 40. Os editaes davero coaler:
1. O proco da avaliaco;
2.* A qualidade das bens e si as con "ron taco as,
dependencias partes integrantes sendo de raiz ;
3 O dia, hora e logar em que ser feita.
Art. 41. A arremalaQo se far no dia, hora
e lugr aoouneiado. Si porem por causa pon
ierosa e irremediavel da momento for transfe-
rida, renovar se-ba a aflixaco das editaes na
form proscripta. Sobreviodo a noite, antes da
concluida, adiar-ae-ba pata o da immediato sem
dependencia de ediial.
fUmcj. Devem estar prsenles ao acto da
arremataco, o juiz, escrivo, porteiro e official
de joUica, expostos s objectos qae tiverem de
ser arrematados, sendo possivel.
Art. 42. E' licito ao executado, 3eu conjuge
ou berdeiro3 reunir ou dar lancador aos bens
penborados, at a assig atura do auto da arre-
mataco- ,,
Art. 43. E' admittido a laucar todo aquello que
estiver oa livre admintstracSo de seus bens :
oxcepluam-se: ,. .
1. O juiz, escrivo, depositario, avaliadores e
offi'.laes do juizo ;
J O tutor, curador e lestamenteiro.
3. O execotado.
Art. 44. O arrematante poder representar-
se por procurador, ficando porem sujeita a todas
as respansabi'.idales legaea resoltantes do acto,
embora a procoraco nao as mencione expressa-
oiente. ,
Art. 45 O auto da arremataco ser lavra-
do e assignalo em seguida. Si, porem, por
qualquer motivo poaderoso nao for possivel la-
vral o immediatamente, o escrWo certificar no
esenpto dado ao portero o acto, com daclaraco
do preco e do neme do arrematante, e a certido
ser por este e pelo porteiro aasigoada. Esta
certido produziri os effeitos do auto at que
seja elle lavrado, o que o escrivo far em
seguida e de preferencia a qualquer outro ser-
Aa't. 46. A arremataco ser falta com diobei-
ro vista, oa com Banca por tres dias, e a qaem
offerecer maior lanjo, comanlo que cuora o
preco da avaliaco.
Art. 47. Se o arrematante ou oseo fiador
nao pagar o preco da arremataco dentro doa
tres dias, ser aquella preao at que o satisfaca,
e contra o fiador se proceder execativameote.
Art. 48. Nao havendo lancado: qae cabra o
preco da avaliaco, iro os bens a segunda pra-
ca com abate de dez por cento ; si nesta anda
nao btiver lancador, iro aterceira prafa com
novo abate de dez por cento.
Art. 49 Si oa tercaira prac nao eocon'rar
laocador, poder o procurador dos feitos reque
rer a adjodicaco dos beas com o abate da qaar-
ta parte, ou o pagameoto palo rendimento dos
bans; si es ivr aulorlsado pe'. Tbasoaro ao
Estado.
Art. 50. Feita a adjudicago, si o execotado,
sen conjuge ou berdeiros nao comparecerem ex
poataneamaote para remir a execoco oo prazo
de olto das, sero os beos levados P'aca
oovameate pelo preco da a*jodicaco e oo na-
veudo lancador-o procurador d03 feitos o com-
muaica'i ao Thesouro para sa levar em contado
debito Bacal o preco da adjodicaco, e resolver
acerca da ncorporaco dos lmmovels aos pro-
prios do Estado. _.jl
S Ualco. Qoalqoer excesso que alcaocarii
oesta prac oa beas adjudicados, cima do_pre-
co da adjudiea$ao. ttoda soperlor i divido e
castas, asraace en beneficio da Fazenda do Es-
tado.
Art. 51. Si o procurador dos feita* oo exer-
cer a faculdade do art. 50, o juiz poder mandar
anda os bens nova p-aga pelo preco da adjo
dicacao (art. citado) ou determinar que sejam
vendidos em leilo publico, a quem mais der,
guarda las as disposlcOes doa arts. antecadentes
acerca do valor delles e dos abatimen os legaea.
Art. 52. Si anda assim nao forem vendidos,
os beas ir3 a segundo leilo com o abate de i
por cento sobre o p-eg.a da avaliaco.
Art. 53 O producto oa arremataco ou do lei-
lo ser recolhido ao deposito publico at li-
quidar se a execoc*o.
Art. 54. Para a segunda praca dos bens immo-
vei8 afluir se-ba editaes, com o p*azo de oito
dias.e de tres diaa para a tercera, independen-
te de aoiiancia fio procorador dos feitos.
A-t. 55. Admlttir se-ba novo laaco depois da
arremataco, se concorrerem simoltaneamente
os seguales requisitos :
i.' Sendo superior ao da arrema'aco em mais
da tarca oarte ;
2." Nao estando aiodi consumada a arremata-
Ceo com a assignatuii do auto, entrega do pre-
g e piase da cousa arrematada ;
3. Nao havando mais ben3 por onde a fazen-
da possa ser plenamente satisfeita.
(Continua)
KSPACH)9 DO DIA 31 DK JULHO 'JE
1893
Abaixo asiigaadoa, moradores em Taquaretin-
ga, denoociando o Prefeito e membros do con-
seibo municipal daqu>ila localidadeInforma o
D Procurador Giral da Estado.
Carlos Laito Aonita Padroso, offial do regs
tro civil do municipio de S Lou'enso da Matta,
pedindo dous vros pira registros da obltoi e
nascioaentosIndefariio. a vista do artigo 1.'
do Decreto o. 60o de 26 de Ja bo de 1890.
Qnno ao pedido dos exemohre im .ra-:sjs
los Dicretos e leis, comparega ni Secretaria
deste governo oara recebel-as.
CompaBhia da Teailos Paulista pedindo por
certido o theor do contracto celebrado em 19
Margo de 1892.Gomo reqoar,
C trotino Pereira Guimares, sentenciadoAo
Dr. Juiz de direito do municipio da Gloria do
Gaita pira providenciar devolvendo e3te reque-
rmenlo.
Djodata Manteiro pedalo pira ser nomeado
tabelhao publico do municipio deTriu nptiola-
del rilo, porqua o peticionario nao se nabilitou
de accordo com as disposicoes em vigor.
Tenente G ilherme Duque Raserra pa :iado
para ser nooaeado tabellio publico do munici-
pio de TriuiapboI ideferido, porqu8 o peticio
oario nao 3e bibilitou de accordo com as dispo-
siefias em vigor.
Joiquim Jos do Nscimento Waidorlay pa
diodo para ser prvido nos cargos de escrivo
deorpno', capella e reslduo3 do municipio de
Triumpho.Iaieferilo, poque o p;ti:ioaario
oa se babilitoa de accordo com as disposicoas
em vigor.
Joio Nuaa3 da Silva, sentenciado -Indefendo.
em vista das nformag -.
Jos Paula Bot.ilba pedindo eliminaco de um
apparelha da compaobia Recife Drsyoagela-
forme o Dr. Inspector do Taesou-o do Esta lo.
Madesto Lios do Amarai e Mallo paliado urna
eollocacoAguirde a oppo'tanilade,
Manoel Perelra da Silva, pedindo por ceriido
o theor do despacho proferido em 30a petico de
18 de Mno, bem como do parecer do Gonselho
CinerarioComo requer.
Paciflco Paulino Malaquias. professor publico,
pedindo mai8 9a dias d8 pro-ogaco para assu-
mlr o exerc'cio da cadeira do raiuoieipio da Trt-
anpboConcedo.
Pedro Paul) Leo padinda providencias no
sentido de ser ma-atit': na possa de parte da
propriedae Sania Cruz, em T.aaonbaem-Uje
dos sena dlrei'Q perante e poder competente.
Vctor Neeseu pedindo eliminaca de um ap-
parelhoda Gompanbia Recife Draynage, existeo
te no predio n. 9 e 11 da ra Padre Muniz
Io'orme o Dr. IasDector do Toe3ouro do Estado.
JosJoaquim AITaaso do Olivetra e outros, ar-
tistas da Companha Souza Bastos, pedindo o
Theatro Santa Isabel para darem um beneficio
no dia 1.- de Ago3toI ifo-me com urgancia, a
directora dos Toeatros.
Secretaria do Governo do Estado
Pernambuco, 2 de Agosto de 1893.
O porteiro,
H. M da Suva.
de
Que tora policial
SeocSo 2. N. 173 Secretaria da
Que tura policial do Estado de Par nam-
buco, 2 de Agosto de 1893.
Sr. Dr. Gobernador.Participo-vo3 que
foram hontem reoolbidoa Caa de Deten-
gao oa aegaintes individuos :
A' ordena do subdelegado da freguezia de San-
to Antonio, Jos Alves de Souia, por oso de ar-
mas defezas; Joo Cyp-iano Gomes, por en-
briaguez ; Traoquillioo Franciaco Rome, por
disturbios ; e Antonio Toom da Silva, como
gatuno.
A' ordem do subdelegado do districlo de
S. Jos, Aa'.oato Soare?, por crime de roubo ; e
Antonio Moreira de Mello, como gatuao.
A* ordem do subdelegado do 2 districto de
S. Jos*, Severiana Eofrosioa da 8ilva e Augusta
Mara da Conceicc. por embriaguez e distar-
A' ordem do subdelegado da Afogados, Fran
cisco Fortunato dos Santos, por crime de feri-
maatos. ...
Communicou-me o subdelegado da Afoga-
dos qoe hoatem s 7 horas da uouie aaqa lie
districto, osialividuos Feliciano Joao Francisco
e Francisco Fortunato dos Santos, travando se
de razOas, feriram se reciprocamente, resultan-
do sabir o primairo com doas lacadas e o segun-
do com um fermento na cabeca-
Cootra etles qoe se acharo presos procede-se
dos termos da lei.
Pelo subdelegado do Recita foram captorados
e recomidos a Casi de Deteoc*o, Hypolito da
Costa Bastos, vulgo Pop, pronunciado pelo
Dr. juiz do 5o districto criminal no art. Mi ao
ango Cdigo Criminal e Maximiaoa Mara da
onceico prononciada pelo Dr. juiz do y dis-
tncio criminal no art. 205 do referido Cdigo.
__A proposito de urna noticia inserta no Jor-
nal do Recife de boje, em qoe se diz qoe no
da 23 do mez fiodo, na cidade deGiranhans,
pelo simples facto de ter pergautado a ama pa:
trolba quem era que delle se approximava, foi
barb ramenja espancado o almocreva Jos Oal
miro de Moura., acabo de oovir a tal respeitu o
Dr. Luis Afionso de Oliveira Jardim, promotor
publico daqu ;lle municipio, que se acha prase..-
temenle nesta capital, o q al me i nformou ter
o alludido tacto se dado da forma seguate :
Qae na notta de 21, tendo Jojj Deimiro de
Moura raptado orna menor da casa de seos pas,
coonduiio-a para u a Jitio onde procuroa dis
virglnal-a, nlo o conseguindo, porm, por ter a
isso se opposto um negro que oaviudo os gritos
de soccorro dad03 pela menor, co-reu em ^au
auxili). .
Com a presenca do negro, Jos Dalmiro eniu-
receu-se e procuren feril-o com ama faca qoe
traiia. al qae appareceu um cabo da guarda
municipal, qua pOde eflactuar a priso depolo de
laclar com dito Jos Dalmiro, qoe oppoz teuaz
resistencia, ameagaado at ao cabo de mtalo
se delle se approximasse.
Ao Sr Dr. Alezandre Jos Barbosa
Lima, M. D. goveroador do Estado.
O queator,
Julio de Mello Filho.
Recebe doria do Estado de P er
nambuco
DESPACHOS DO DIA 1 DE AGOSTO DS
1893
Elvira Amalla de Moraes e Silva e saa filaa
Laopoldina Adelaide deMoraeae Silva. Certi -
que-se.
Fr ncisca Mara da AnnunciacSo. Info-me a
1* secco.
A empreza anonyma Derby Club de Pernam-
buco.Informe a 1" secco.
2
Joo Torres Baodeira e Antonia Mara de Ja-
sas Vuira.Deferido.
Oliveira Castra & C la-deferido em vista da
nformago.
Firmino Alves & C Dirija se ao Tbesonro
do Estado.
Felippa Ayre3 da? Cbagas a Joanna Francisca
da Silva Dnjam-seao Concalho Moolcipal.
Maooel Gomes la Caoba e Rogaciano Accioly
da R sa.Informe a 1'secco.
Ber,lJ Jos da Silva Magalbes D se-
Manoel Pedrosa dos Santos e Aatonio Jos da
Silva Oliveira.Gertiflqoa-se.
Francisco Lapas Gaima es. D.-ija-se ao
Cj aceita o Moni :i pal.
Antonio Francisco da CruzInforme a 1* sec-
c5o.
O porteiro,
Custodio B. da Silva Gmmaraes.
CONG83SSO YWIOSVL
Can ira das Depatados
SESSAO EM 24 DE JULH )
(Do Jornal do Commercio )
O Sr. Jarpue O irliiuc vai tratar com
toda moderaclo e aem a manor preocupic^u P"-
llti-a da questo referente priso do almiraote
Walleoka'k.
Pelo que consta, S. Exc. toi aprisionado ou
preso em Ganavieiras, em u a navio mercante :
se havia lgum crime o orador nao sabe, mas o
que sabe 6 qua o almirante W^ldeokolk am
official reformido e como tal nao est sojeilo
s leis militaros; pois um retornado um rio-
mern civil e s pola w considerado como mi-
litor no cajo de sar chmalo a servico.
Tanto ista 4 verdada, qua o eovarco aioda ha
mezes, constando Ibe que alguos offiiaes refo-
midos e honorarios baviim se incorporado ao?
revoltosos do Rio Grande do Sol, chamou-os a
servico militar, para poder responsa'ulisar mili-
tarmenta aquellos que nao se apresentassem.
Nao con.ta qaa o almirante Waldeakolk fosse
chamado a servico militar, po'tanto, o gaverno
na- p-^d: snbme-.tel o a un pra'.asso de iave3ti-
gaelo.
O offi-.ial reforti.do. repat", s6 commstte c i-
me militar, quandi chamado a serv'Q-i.
A um apirto dizeado que accresce ser o al-
mirante senador da republ'ca, o o-ador diz que
moito positivamente nao quer encarar a que3to
por es3e lado ; est tratando smente do prosea-
so militar.
Lumbra ainla, qae para o prmesso de inves-
tigaco devem ser nomeado* ol:iaes de patente
superior oa Igual ao do indiciado ; o-a, no caso
vertente este preceito n> fo1 obsrvalo
O orador depsis de sustentar era argumentos
irrecuiavei3 a -.nconpetencia da commisso no-
meadi pa-aconhecer dqca?o, conclue lendo e
envisado mesa o segoiote
Requer ment
Requ'renos qne, palos tramites leraes, sejam
Dedilas com a mxima urgencia, ao Sr. minis-
tro da marlnba. as segointes informacOc-s :
!. Qaal a autoridade militar que mandn sub-
metler a coaselho de invasneagi o Sr almi-
rante reformado Eloardo Waldeok'lk e qual a
aotoridade qua nomeoa e"e conselho T...
2' Se o Sr. almirante W.idenkdk, apezar de
reformado e de senador da repblica, acbava sa
no exercicio de alloma conruisso ou cargo de
servico effactivo na armada na occasio de sea
aprisinamelo cu priio?
3.a Q ni o crime murar om virtude do qual
foi o mesmo almirante submettido a julgamento
no O.-o militar e em qaa lei se estrioa o gover-
no para isso t
24 de Julho da 1893.Jacqoes Ounqne.Re
tamba.-Seab-a.Fonseca Harmes.Bellarmino
de Mendoaca.Miguel Castro.Amofim Garca
Martinbo Rodrigues.
E' lido, apoiado e entra em discussao.
O Sr. lacerto vem to fomente resa'var a
responsabilidade do seu voto neste reqoeri-
ment.
Acba qoe a cmara oo tem oteresse mme
diato em coubecer das informacoas pedidas no
reqoerim;nto do nobre depotado pela Capital
Federal. ,
O Sr. almirante Waideokok sonado-, e
aquella casa do Congresso cabe investigar dos
motivos qoe determinara! a priso de om ae
seas membros.
Demais, o senado ja chamou a si esa qnestao
e oo direito que a cmara intervenha, tratan-
do a conjuctamente.
O Sr. Retumba observa qae nao est preso so-
mente o illu3tre sanalor, ha outro3 cidadaos.
O Sr. Glicerio diz qua o requerimento ira .a
lo somente do Sr. Wal lenkolk, que senador ;
mas se elle se estende tambora a outros eda-
daos, trata se da liberdade individual, e o ora-
do* oo negar o sea voto ao requerimento.
Lambra, porem, qoe o senado j tratou a
questo, aceitando um raquerlmento em sabsti
iu cao ao de outro de tllastre senador.
Os nob-es deputados ja tiveram occasio de
disentir a materia ; e, se o seu unl:o intuito
conhecer as iof jrmacSes, esperem a resposta
qoe deve recener o senado.
D o seo voto ao reqoerimento ; repete, urna
vez que se trata da liberdade individual, adia-
ra, porem, mais correcto aguardar a resolugo
da questo pelo senado, qoe a iniciou.
O Sr. Jacqup* Onrltxae diiqaes ha-
via am obstacolo a crear a passagem do seu re-
qoe'imaoto e e-se levaotnu-o o illnstre lea-
der da maioria, qae consideran o seu requeri-
mento igual ao apreientado no senado pelo illus-
tre senador Roy Barbosa
Mas esa pandade oo tem razo de ser : no
senado tratoo se de saber porque eslava preso
o senador; o reqoerimeolo do orador refere se
to somente ao cilado. .
Com effeito pede ao ooder execotivo qoe infor
me a cmara se exacto qoe niaodoo sobmetter
a coaselho o aobre almirante Waldankolk. offi-
dal reformado, e em qie Ia sa biseou para
captulal o em crime miliiar.
E' disso que se 'rita e nada ta n com a ques
lo aventada no Senado
Nessas condtedas conta que a Cmara nao re
geitara o seu requerimento.
osr. JBJnfJtWM abmdi as meama3 consi-
deracOas qae o mostr depa'aio pela Capital Fe-
deral.
A Cmara, rapresaatanta directa do povo, pre-
cisa saber por qoe se acbam coarctados na oa
liberdade iolividoal, como muito bem d'sae
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Diario de Pernambuco Quinta-feira 3 e Agosto de 1893
*-
Ni sessio de 25 foi app-oialo, pjrm, o re
querimento da Sr. Jacqnes Ouriqae.
illcstre leader,iUrmi irh n 8" slnalsisi WtOi \ rirlrin n> ifrunV,. la ajaj sjsjtj a y
deok k e oairos cidf >.
Qjin-.o 80 jaleara no da iiinstca almirante,
p.-iu f'o uiilHar, esi anpai pasassaaSBAnt
esclarecida palo artigo panucado o**Josaai
Commercio de hoje, sanido de aatossSMssoscB
peteoll83ima.
O orador est centenes dssfsje a comsaoslo
nomeada pelo Goveroo^saa. asssssseiho dessaf-
tigacSo, estar a esta: acaaveaBla soszsjae
naJj Ib} compete faierstsfjeraBasalosiBoa asaste
sao. -.
Assim, pois, votando assasosassi qatBsaieoVsso
DObre depu'ado cumpra ar dewraraaaa|ae
nisto importe a mais llgelra desconsideragao
oot'a casa do Googresso.
Niti-fue o mais pediado a palabra encerra se a
discusao.
Submetti lo a votos o reqaerimeoio, recoabe-
ce-se nao baver rum*rete#al-
Faz se a chamada qua! respondem apena*
105 S->. depo'al03.
A votafSo fl;i adiada.
SBSSAO DE 23 DE JULHO
O S:. Z.mi-*-Se.nao Initiveaseai cbegado te
Ieg*a.Bnas do Estado de Santa itbinna, nar
ran lo nojoa acontecimeots alJI. sentir-s bia
dispensado tte vir a tnou .a, depois do Sr, Ep;-
tacio.
Abs'.er-se-bia de entrar t netta discussao, se
nao se lembrasa/qae ha poneos das, qaaodo o
Sr. Demetrio aoreseotoo um rejae-im- nto, pe
dini.o mrm ^esjobre ja bo.4)s que-, coma.u
em retaca-aquella Estado, ofir. O'yierio nao se
tivesse dignado responde' sjae aqu-HIes boatos
Dio U'tfeam(fawt4neato e que a posigaedo gn-
verno, com relajao ao E-tado de Santa Catbari
na, se Umuava simpletmeole as reiac6es com os
acn test neo tos do It.o Grande do Sol.
Entretanto, o que era apenas simples boato,
acluajmeu a om facto cousu-nraado.
Admira que os representantes do Estado de
Santa. Catharna, principalmente o S*. Litro
Sfull-r, rio revoltato boatam coaira ai maoifes-
tagOes popu'ares que o avaofaram ds saa cadel
ra de governador, tenham o direito de vir boje
servr-se d :ssa ama oara justificar am atienta
do que ao tem jastifloativa alguma, nem polti-
ca, acm criminal.
Q uia (o s*.iratou de deposico na Babia, oso
bavia governo orgaoisado, a deposito foi t.-a
mada ; qu:, quando se aga como simplr s con-
spiradores. E accavtC6ea a esse respailo oaj
O attujg<3j. porqoe nameio desaas faldas sabe'
conservar il eso o sea carcter poltico.
Nao vem tribuna movido por piui m polin
cas, vem como amio de soa.patria, que nao po-
de prosperar, porque tavra a aaarcba, desda o
alto Amatonas al o Rio G-ao.de do Sol. oade
poltica e administrativamente vivase tem se
en-entrar, nma lut guiadora.
Vl'.a aoa fados de Barita Cataarioa, e asseve
ra que nestas deposigea todas, que se attnbuem
nter vengao, popular, so. a torga federal que
d gacbo de causa.
Pnnaq qnn h i paAJtfflS q"P Se eipilCdUi e
oo onaiero destas est a dos representantes de
Santa Cithartaa. Explica-Beque o orador uves-
se vindo da -maroria para a minora ; mas nao se
espina que os mam deputado, fu'iosoa oppo
sicionisias da-anuo paisaje aejam boj u*auto*
do goverao, a neo ser peU cummoutiao desse
interesse que
O Sr.Gycerio.Tanto, resojuto merecen m*
dBcac&o do aobre depatado, orno a d'elle.
O Sr. Eduardo Goacalves.O nob;e deputado
tem monopolio do patriotismo.
O /Sr. Zaoia tem o monopolio do patriotismo,
mas -nao tem de outras coasas que nao qaerdi-
ser ao parlamento. T 'Ui monopolio do patrio
tismo, mais nunca .levo o monopolio de estradas
de 'erro, nem de coacessfies. Tem o monopolio
do patriotismo, e por isto entra e sana da cma-
ra com sua.casaca rota e com as algibeiras va
stas.
O Sr. .EdoirdQ Go calves -S; isto ama ins:-
naagov desao o a que prove.
(Em segaida a este aparto levanta se om ta
mul'o i o Sr. presidente levanta a.sesso).
Reibarta a sp.asao, depois de oarecerem cal
mos os nimos cootiouou o Sr. Zima o sea dis-
curso, p-oQ gando e anaiysando os acontecimea
tos do-Estaao de Santa, Catbarina.
O moo i porque foi Janeado o desafio provoca
orna tempestade as>n:tiiora dentro do reciotro.
obrigando a que o Sr. presidente levantases a
aessao.
Terminando e aproveando um aparte do 8r.
Glyerio. fat notar qne este acaba de diter que o
Sr. H -rcilio govemador acclamado do Estado ;
o orador, portanio, nao teo mais orna pilavra a
accresceatar, senSo dizer aos bomess de Sania
Calbjtriua : se tendea meios de resistencia, re-
sist, sacrlfioai a vida pelo direito ; se oo tea
de-, curv.il a rabeca ao chicote do senbor, por-
que o Bratil Qo passa boje de urna seotala.
O Sr. Eluardo Gong il ves pede a peiavra para
urna explicagao pessaal e d o traosumpto do
que prodozo o incidente, declaraado nao arre:
pender-se da pos'gao que icmou.
Estando adiantada a boa, passa-se oriem
do dia.
/am emii
tarte drr eleitorad^
D i o orador quoJajna.trJjie lenda em u n dos
aHi3,-^ 1Holla- a uiTti! to -ror resfoader ao
spibMe iMoatiMli pswaw. ainaK coro
iob io adrlo. Miaiue aaaasoeaaaaiaga da
ihatosa arBadajawaBtnt ? Hia te#*o orerno
ron Ira la uoiaiflaibaW aBad*a|a lqu'ies
ppreaatc a aaaaiaar^at seaaMMaga ? *assicu awiaiaoc
rcUajaaiaetaBveBBsawoliaMBio aaama aaanntai
ra iMkwaia/)^. ~
e o Waaserttwllwal} tW
preso em um navio de guerra on em Vii'egn
goon.fortaletaaaval, esimem Sania Crut? Nao
v o Sr. presidente ,da Refoblica^) q.iant>esti
desconsi'ierando a rm%d*)Tl8B)atiaa io sw sui
lealdade ? I
Passa am seguida o orador ao obiejto para
quip-opnameate tomn a palavra. Tendo sido
signatario do reqaerim;,to do Sr. Zima, vem
def*idel-o.
Esse requerimuato relativo ao que se pissa
em Santa Camarina. A Cmara sabe que o or
dor rau poda morrer de a sores pelo Sr. Macba-
do, governador daquee E lado, porqoe nao ba
quem igaore aue o Sr. Macbdo fot um dos pro
" 'M'9lBPeB"^SS-drSp8flt5^*8lt05'PT> f piw!oBes.
Fji Jambem um cias de l'> de Abril.
Antes tetoioj porm, rtefende os principios,
e ooilooes a:i Por maior que aejt a synoaibia que Ibe im
pOe a Sr.-Liuro Muller. d-puiado po- aqn -lie
Esia io, eqae bodlom combaten o requerimeoto
nao pode drixar de reprova a ntervenco inia
bita e criminosa do tteopresidente da Repabli-
a, naquelle E.-ti lo, com o ti i de depd" o gc-
vemador, e boj, o vice governador.
Bntroo em |jacM caMlOnttf t a resp.-itado
que est se passaodo naquelle Estado.
A guarda cvica. Sr. presi len'.<\ orginisada a
pret'xto de impedir a i 'vasr dos federalistas
en Saata Caiariaa, ogini-agao feila sob as or-
dena do aaajor firmtao. comman lante da fon
tetra, a a*ma da qu-' se esta laucando mo
para a deposico do goveroaior.
O commaadao'.e 1? districto, Sr. Serra Mr
tos, fot o masmo que esteva em Pernambuco e
que l empregou todos os estorbo* para Sr. Barbosa Lima, s quem ata. ebegoo a i ir o--
dem de priso; deposigo que teria tilo logir,
sj oo fo.-ao pitriotisoio do povo pe-oamboca-
no, disposto a defender a autonoma do seu Es
tado rost de seu precioso saugoe.
Agora em Santa C governador daqaelle Enado, dizon, que om a
promessa de que. desos satisfar seas desejos
em relacio ao Sr. Barboaa Lima, quando este
esteja menos provenido.
O orador, vista do qoe leo em om dos or-
eaos mais c-iteriosos e serios rtesta capital, Jor-
nal, io CommertiB, de qne o Sr. presidente da
Repblica promette Bao otervir nos negocios
de Santa 'Caibanna, poderia retrrar o sea rqae-
nmeoto ; mas nao tem contianga no que affitna
o presidente da Repblica, pareceode-lbe qoe
luaudo da: sim : se dere entender : nao.
O Sr. presidente lbe tem autortsado o formar
esta jaizo.
Assim que ao passo qie promettia todo o
apoio ao governado- do Ceara, general Cfarinlo
de Qa-irot. no da immediato maodava bombar-
dear o palacio.
Appraudia o patriotismo do Bario de Con eo-
das, assnmindo o govemo de Pernambuco, de-
pois de 23 de Novembo, pedia Iba at a ao-
meaco de um julz de direito, e quando o vice
governador, desprevenido e cooiute, dtssol en
a f j-ga que hivia aoganado para defeza do gc-
voroo, mandn de,* o mesmo governador, com
grande derramamento de sango".
Do mesmo modo pro edeu em todos os Bati-
dos.
Desde eoto insi-te para que a Cmara ap-
pro;e o requerimeno.
(Ma to bem, moito bem).
O Sr. Lauro Muller oov o com mu a
attengo o nobre deputado pela Babia, a quem
data -da
oou-lhe :
O nasa* aasrraopoodente d *r\**m' oo*
anwBnoitte. pelo aBJegnaabo .m m< tiia
rcinilaWaai'oaka dtwaafrstae usoGer-
19 nnmmnni. Jll fl fiamm tirnt^in nnm gAnaral
ra va que tinha apenas 600 homena.
coarfaVadahaka e do PedjBMO Bsnn
I
sittvidido
csja^on
qsjaj pio
- o nift o-j
s fJupiteri
tonga
a,
Aa Jpiter
e de Pedsoao S ma osm d*nkolk.
antaria. (lat h i|Sjtpt Stasav- J^e volu ao Italia, orienou
** ^aiap, aMto Cao
rSo
aa,ull*irnr a"'
MaAnteaajaatensMumpajppatiMe ifira- M mtevs) do vapor teta
e asRBSnvdHasHradkasnsaataVo obowi* do a bordado i capito d
troa-ae oom am piqueta do 3. regiment
de orvallara crintal que esteva aituado
jaaaai pootas da (arpiaUria. Fadaraas,
nonata, nSo aoataram a intima-a i.
Iljuva tirotaio roaoltando fe-idoa um
sarjante e am s dado orienta es.
lito demonstra qae o goverao oriental
dora ordena terminantes para impelir a
passagem de grupos armados.
O coronel Elias Amaro chegou Ja
gnarSo oom ama forga.
>a#iA, que co Uarr.to uraisa. aa *ei
mra com a sua gente p&ra o Arroio Gran-
de, onle devo iacorporar-ie ihi o general
Tvarea.
Ai for;as ;''e Amaro o Pe roso, na ana
mtioria de intentara, comp5e-se de 800
homena.
Provavel que a^iam amanbS de Jagua-
rSo 1500 horneas qae operario de acoordo
eom a forca do General Valles.
. tas a__a. bardo do
conferencia com Wan-
Ito qae o naotamej
o coreool
a 3. Jote
aroaflo so
uc a
i do retiraran aMktidirifaj|olaBHiNorte. AbUas^gaasslo a
de sejulga quoiaajinojaMic- aiMaancioa em <*pot m
' > (assdaraado-sa o Moroosl Pmto das mas
ornal d noaeis. Wabhaajaaia asaastentes no potreado e prasjende>e do
res depois sjjjsjaeMBzflKoaafssra B.rra.
O mes
trosas
gwawa
Manoel Lopes da Cruz, ebefa das torca*
navaes do Rio-Gr<>nie do Sal, que foro
am'commiasao ptra aprobesasier o Italia.
Pele commandante do RioQraodajt
que chegou a Montevideo em 19 do cr-
rante foi dito qao esse vapor foro apre
hendido pelo almirante Wandenkolk, no
dia 10 ao entrar na barra do R o-Qraade.
Os revolacioaaosos violaram a correapon
dencia dirigida para o Rio-Grrande e tira-
ram parte do carregamento, daixa do-n
paajjsj hsaasl ^p":-
Honterc det tardo nao recebemos te!egram
mas do nosso aoraospondeate do. Artigas,
Nao obstante termos Ihe dirigido despa-
chos para qae aos oomoanicasse qaalquer
novidade, fechamos as nossas officins asm
bavermos recebado notioias, nSo aabeado
a que attribair o ea silencio.
Sappanhsmos qae Saraiva continaava
saa retirada de Jaguarto para incorpo
respeiu, e agradece a sua gentileza pela sjeoero-! Wandenkolk,
tevido ) chegaram de Maldonado 13 re-
voluc onarios rio-grandenaec, perteneantes
ao grupo qae viaha no Italia. Eotre ellas
vam o coronel Laurentina Pinto, uta sobri-
nbo do general Ta varea- e um jornalieta.
De- Pana pa.s:ram a Montevideo.
O coronel Soares, commandante das
forcas de JaguarSo, nao rerpondou se-
gunda intimacio da Gumercindo. 3up
poe-39 que estas intimado .-s de Gamer-
oodoiem por fim fazer concentrar, na ci
dade as torgas para depois ir bater for-
jas auzili .re que possa encontrar.
Hontem tambem cha jou de Pelotas a
JaguarSo o 32 bataihSo de infantaria
que oommandado pelo coronel Franciaco
Flix. Este bitalhao disem que vem ar-
mado oom esping-trdas Maulichar. Gis-
tilhistaa afBrmSo que dentro de dous das
o Gruveao ter em JaguurSo 5.000 ho-
mena.
O General Tavares e o coronel Guerreiro
invadirSc pelo Paaao do Canturi5o com
300 homena.
Q lando registrado o Italia no port -
'de Montev dj encontrara n a bordo 20
armas da espoleta.
Ooosta qua o general Tavares man-
dara urna partida s proximidades da Ja-
guar&o com commanioacSs para Gumer-
cindo, p rm, coma Saraiva j se i nha
retirado, os castilbistas parseguiram essa
pequea forj;. Ao passar o Jaguarao
afsgarrf-ae o offisiil federalista.
Ajitasaja que vaio a Montevideo a
bordo Itaoaa commandada pelo chete
da forga naval do Re Grande, Sr. Ma-
noel L >pes da Cruz O vapor do Lloyd,
Rio grande,
SESAAO DE 26 DE JIWIIO
(Jornal d) Commercio)
O Sr Lauro Muller .leve urna resposta
aos illostres representantes p-la Parabrjba e pela
Baha, que se o ruparam com os (actos qae se
estao passaodo em Santa Catbarina.
Nao estranba qae o Sr. depotado Epitacio Pes-
soa, aecusando o govemo do marecnal Fioriano,
mantenba a 5na coherencia anterior.
Por malor que seja o respeiio qae deve ao Sr.
Zi Da, parecen entretanto ao orador que S. Esc,
o menos compete te para tratar desies aasom-
ptos o nobra deputado, qae j coafasson a
esta amara que o anno pa-sado seglo para a
Bdbia como emissario do poder execntivo para
depr o governador deste Estado I
Cita cutrs fac-03 da vida poltica do Sr. Z i na,
e declara que assim se exprime, po qae S. Exc.
tratoa da polieai seguida pelo orador.
E' verdale ter o oraoor condemnado erros do
govemo. que anda boje condemoa eotre elle?
os actos de 10 de Abril.
Tratando da revolaco rio-grandenee, affirma
qne nao pode acreditar nos seos intuitos, tem
brando-se da conveoco fei a em Bag e da con-
sulta naci sobre a forma de governo a ado-
ptar, que o ebefe .real da revoluco pretende
fazer.
A'quelles qie dizem qie o orador apoia a go
verno para obter o poder, dir : vos aecusais o
governo porque oo tivestes o poder.
A hnira-se que o Sr Z una, versado na trbona,
cao tenha a calma uecessaria para vir ferlr a
bonra de horneas polticos respeitaveis por moi-
tos litlos S. Exc. lev>ota orna off-nsa acs ao-
torea do movimeoto de Santa Catbarina duendo
queda collectoria da Blumenaa decapparecea a
importancia de 50 zontos.
Depois de outras considerarle?, lembra que j
no tempo da monarebia o Bario de Coteg'pe di
z a :mentira como am telegrsmma*, e no
entanlo os depotados da opposicio aceitam como
verdadeiros todos os telegrammas qae sao pas
3ados para eala capital.
Quanto deposico da Can ti Municipal de
Tijucas, ponciera que o coronel Serra Martina,
commandante do districto militar, provoo que
neabom cadete bavia sabido do batalnao.
Vai terminar. 0 Ilustre deputado da Baha
aconselbou ao povo de Santa Catbarina qa* se
armasse e resistiss ; o orador agora dir que
eite eoaselbo veio tarde, poequaoto o povo jasa,
armn e resiste em defesa da autonoma esta
doal.
O Sr* Seabra (pela ordem) reqaer qao seja
dado para ordem do da de amarina o requer-
ment do Sr' Zana, pedindo a uomaago de orna
commisso de tres membros para dirigir-se ao
sidaae dos sentimeatos com qse se exprimi i
respeito do orador.
Sent qae S. Exc. tenba-se limitado i analy-;
rpida dus oegocus do Estado de Santa Catba-
riaa, com o ponco conbecimeato das cousas, coa
forme elle mesmo allegoa.
Nega o sea voto ao reqoerimento do Sr. Zina,
ao porque deseie a coolinaaco da Iota e da
aaarcbta em qae se acna o Estado de Santi Ca-
tbarina, mas porque nao qu-r ver aecrescentada
a aaarGtila qoe all existe, anarcoia que > te os
poderes elle poderia trazer.
Diz que todos os males qae flligem a Rep-
blica Bao devem ser levados coota do rgimen
presidencal, mas a InvasSo do parlamentarismo
naquelle systema de governo e i coostante ioter-
venco das doctrinas adoptadas pelos bomeos
r-o'iUcos contra a propria promessa de respeito
Constitu gao de z. de Fevereiro.
Nao comprebende, a oda mesmo que se es ti
vesse no rgimen parlamentar, qoe a Cmara po-
desse nomear ama commisso da natareza da
qoa pede no sen ieqoerimento o ilustre repre
sentante pela Babia.
Defende o governo federal por baver mandado
para Saota Catbarina o coronel Serra Mariins,
porqoaoto o orador, eocoo'.raadc-ae ama vei com
este militar, elle di sa qoe ia para all descascar,
disposto a nao mais se envolver na poltica, por
que ja eslava fatigado pelas Iotas polticas qoe
bavia sustentado em Pernambuco, onde smeote
S. Exc. coatici a ser poltico
Depois de outras conside-ao6?s, termina Um-
brando Cmara dos Sr. Denotados, que, aparte
a questao de facto, ja discutida, aparte a demons-
trajo de nlenvenco oo nao intervengo do go-
verno federal, ba a examinar tambem qual a dou-
trina a que se poder filiar quem approvar o re-
qojriaieoto em discusso.
Acred la e est conven3ido de que a Camira
hi de recusar-lbe o sea vuto pelo mesmo funda-
mento porqoe o orador recasa o seu. tepete
que nao deixa de querer o restabelecimeto da
paz no Estado que representa e onde nasceu;
mas a Cmara nao pode accrescentar anarehia
qae j existe all, a anarehia qae resaltara ine
vitavelmen e entre os poderes, da approvaco do
reqae-imento (Muo bem).
A discasso adiada.}
tora detido pelo
no dia 10, ao
almirante
entrar a
ESTADOS DA ISAO
lbe qoe ponba termo ao movimeoto revoluciona-
rio de Santa Catbarina.
O Sr. presideote declara qae o reqae meato
ser attendido, .
SoBSSAf>OE:17 Dfr.LH)
(Jornal do Commercio)
Ditcosaio do reqoeriaseoto do S. Zana, so-
bre negocios de Saota Catbarina.
O Sr. Sesuara coroece diado parabeas
Cmara por Dio ter o deigosto de ver mais o Sr.
senador Arlstides Lobo assisUndo aa nasaooii da
Cmara, porque tal a promesaa aae (ai ess
senador em asa de soas oltimas cartas pao,o
Diari Popular de S. Paulo.
O Sr. Ajobo oo l mais os jornaes desta capi-
tal; tanjbem nao asistir mais as tes-Oes dJ
Caanara, uaniti siau djisria; ano. ,^ar ausu
qee as gran les crescantes dos arroioa, que
ettao campo fora, tm seriamente preja
dicado a marcha das forjas aob o com-
mando dos gaceaaes Tavares e Salgada,
obrigaodo a s salientar-ae as torcas sob
o commando do general Gumercindo Sa
raiva.
Este homerc o terror o ao mesmo
tempo a admiracao do inimigo.
Est em toda a parte, apreaenta-se no
logar menos esperado, e quando pensam
tel-o cercado, elle desapparece cono por
encanto iodo acoasar o inimigo oade me-
nos esperado !
Depois da sua excuraSo pelo interior do
Escarno, tomoa a villa do Serval e em
seguida a .do Arroio Grande, onde col-
lectou duaentoi e tantos cavallos para
UUlUUJ133ai7 uo tico unnuivo pal a uiilgu-DC av __ J m
Sr. presidente da Repblica, am de solicitar- rannta da taaa forcas.
Des jornaes hontem recebidna do Sul,
cuj ultima data alca 115a a 28 de mez
fiado, colhemos as seguintes noticias.
Rio tiran e do Sal
O correspondente do Joraal do Lom-1 droso obrigoa o chafa federalista a reti-
mercio em Mel notizia-lhe em data de ;3 r"ie para Arroio Grande, oito leguas
barra. Sabe-;o tambem que a al va enga
Helena com os revolucionarios que es-
tavao a bordo tura tomada no dia 13 pela
caahoaeira Canana. Forlo presos. Na
cidade do Rio Grande os jornaes suspen-
dern! a publioagao..
Das folbas de Montevideo exirahimoa
o segainr.a :
< Artigas, 18 de Julho. Hoje, s 7
horas chegou o vapor Mrim, de Pe-
lotas, condaaindo o hatalnSo 32 com-
posto de 3 JO pracas, ao mando do co-
ronel Chieo Flix. D;a-aa que sahiram
ao oooootro de S .raiva, pora este re-
concentra as saas forcas em Juncal, em
observaySo das divisSes da Moura e Po-
droso, que vem em direcgo do Arroio
Grande.
Elias, oom forgas de Bag, tambem c-
minba em direccSo da Candiota. Hon-
tem, noito, os revolucionarios tomaram
cavallos qae estavSo na estancia de Bo-
nito, Barra do JaguarSo. Os offioiaes do
Saraiva entrao e sabem aqai.
O commissario Darquin entregoa hon-
tem deus soldados braeleiros, que sa
asylaram em nosso paia.
Maitos emigrados rotirarao-sa desta
seogSo, temend 1 peraegnigSas.
A popalacSo est indignada com o pro-
cedimento do commissario, que, por adu-
loslo s autoridades brazileiras, sacrifica
homena e principios.
Forao apresentados protestos ao mi-
nistro e ao chefe poltico.
Do Sio-Zo, de Montevideo, de 20 do cor-
reate transcrevemos as seguintes noticias
sobre os acootecimentos do Rio Grande
do Sal, constantes dos telegrammas qu"
lhe paosou o seu correspondente em Ar-
tigas. Por ellas var-se.ha que Gumer-
cindo Saraiva nao pode realiaar a inti-
magSo feita ao general Soarea, de atacar
a praca de JagaarSo, se ella nSo a rea desse
at o dia 19 do corrente.
A chegada de numerosa forcas repu-
blicanas, sob o mando de Amaro e Pe-
jj ao sau encontr ninguem se anima
s sabir, anda wegmo oom forcas supe-
riores.
A oavallara doa oastilbiaUs boje seos
importancia, tem, mais me do dallo, do qaeJ
o uiabo da cruz.
JagaarSo, oom a noticia da ana appro-
ximaoSo cerrou 02 portos o aprisionou o
vapor Mirim qae fas a viagem do Rio
Grande aquella oidada, e s bordo dejle
peraoitana as autoridadet do lagar 1
Aa forjas de Gamereindo estavam boti-
tom por aquellas immodiac^aa.
A Pando ( departamento de M>n- 'rar-se s forgas de oatros chafes federaha
tes, em vista dos ;ultimos despaohos qne
nerravam os movimentos do activo candi-
Iho, quando tomos aarpreheodidos com a
ebegada de am telegrama de Mel, par-
ticipando tar-aa trovado combate as im-
mediserjes de JaguarSo,. entre as torgas
de Gumercindo e &s republicanas, oom
resoltado favwravei 4s primeiras. Oiz o
telegramma que nesae combate foi morto
o general Soarea commandante da gaar-
nigSo de Jagoarao e aignatario ds ane-
gante respotta a Gttmercinds quando este
intimou a rendieSo da prac* (1 timagSo t
respoata que publicamos ha das)*
O telegramma nao do correspondente
do Siglo : foi-noa enviado pelo dstincto
emigrado rio-grandensa Jos Bonifacio da
Silva Tavares, que reside aitualmente
em Mello. A veraSo pois, da am te-
d iralista declarado e nSo nos foi possivel
saher como chegou ao sea oonhecimeato a
noticia do combate e o resultado {avara
vel revolugao. Iaaerimol-a, portanto,
com as necessarias reeervas. Diz o tele-
gramma :
c Malo, 20 ia Julho (aa 4 horaa da
tarde). A el S14C, Montevideo.
Houve um combata prximo a JagaarSo.
Federalistas vencedores. General Soa-
res morto no combate. As forgss do co-
ronel Eiaa cstao cercadas.Tavares.
Um telegramma dirigido de Rivera em
data de hontem a am dos mais importan-
tes: emigrados federalistas qua sa acham
em: Montevideo,, diz qae na Coobha Na
gra, perto de Sam'Anna houve hontem
um combata entre aa forgas federalistas
com resudadas pelo capitn Bento X-vier
a os castilhistas sob aa ordena do corone!
Firraino Paula.
As forgas* deste sltimo foram derrota-
das, tendo os federalistas feito grande nu-
mero de prisioneros.
Sobre o Ulia dia o. Siglo o se-
guate :
O Italia, que fugira do Rio Gran-
de, chegou a Maldonado a 15 do crrante
e ao querer desembarcar a gante que ia
a seu bordo, impedirn n'o sa autorida-
des, commaaioando .ao commandante que
o navio ficava detido at nova ordem.
De Montevideo foi para aquella porto
o vaporsinbo Repblica, da Capitana,
para vigiar o Italia.
Seguio-se lhe a canhoneira Rivera,
cujo commandante na tarde do da 16
mandou. por ordem superior, os tevelu
oionarioa desembarcar em Maldonado,
pondo os em liberdade, depoia de apre-
hender urna duzia da ms espingardas
que havia a bordo.
Mas tarde, o commandante da Rivera-
recebera ..ordem da levar para Montevideo
o coronel Lauren.ino Pinto e mais 22 re-
volucionarios, mais essa ordem nSo pode
ser c marida por j se haver dissemina-
do toda essa gente, pondo-sa em viagem
por trra.
A Rivera e o Italia chegaram a
Montevideo no dia 19 de manha.
Antes de desembarcar em Maldonado,
o cqronel Pinto dirigi urna nota ao com-
mandante da Rivera manifestando o
seu reconhecimento pelas attengoes da
que elle e os aqos companbeiros foram
salvos emquanto detidos por ordem das au-
toridades orientaos.
O coronel Pinto homem de apparen-
cia synpathica, de maneiras ".corteses e
enrgico ; mostra ter trinta e cinco an-
cos de idade.
O commandante Nuoes de Campos do
Italia narrou que levava abordo oinco
caixSe8 de armamento com 59 espingar-
d a da Winchester de 12 tiros, 650 cai-
xas de balaa e nm oaixSo de instrumentos
enviados pelas autoridades para Porto
Alegre.
O Italia estava attraoado perto do
caes, e communicava com a trra por
Imeio de urna praacha.
A 1 hora da noite de 7 para 80 na
vio foi aasaltado por gente armada com-
maudada pelo coronel Pinto.
O commandante e a tripolagSo, qae se
companba de 12 bomona, estavam dormin-
do; o commandante, qae aa levanton ao
dar f do ataque, qaia fazer resistencia,
mas nao o pode ante a saparioridade de
forgas.
Logo que se vram donoa do navio, Jo
coronel Pinto ordanoa ao commandante
qae fiaesse accander aa wldeiras e as
3 1|2 mandou levantar o ferro e nare-
gou para s Barra.
Os revoluoionarioi obrigaram logo o
commandante a faser entrega das armas e
manigdes embarcadas na veapera, divi-
dindo-as entre ai.
O pratico-mr da barra aegoa-sa a fa-
cilitar a paatagem por ver qae c navio
j estava tripolado de revolucionarios,
que trasiam. as auas divisas no chapeo,
mas, por meio de smeagas o coronel Pin-
to conseguio qoe Iha maodatsem um pra-
tieo o logo depoia sabio o Italia barra a
fora para ir recebar o Jpiter que che-
gava a,entrada.
Depois de ohsgsr s Jalla, Wandsokolk
e Pinto coneordaram logo om entrar aa
barra.
Na manbS do da 11 chegaram barra
com o commandante e os>ffioies, voltio
distante de JegaarSo.
Eis aqii oa telegrammas :
Artigas, 19 de Junho (s 5 horas da
tarda). Os cor mais Elias e Pedroso, oom
forgss e em numero de 800 homens, viu-
do em direogSo da JaguarSo, enoontraram-
se hoja de madrugada no Cerrito a sata
leguas com Saraiva. Este reconcentrava
aa auas foraa esperando a de Elias e de
Pedroso.
Travou-se um forte tiroteiode guerrlhas.
O coronel Eliaa envin o aeu ajudante
Patricio Pasaos a JaguarSo pedir reforgos.
Poueo depoia da chegada de Pasaos sahi-
ram o J regiment e forgas da guarda
nacional em soocorro de Elias. De noute
ped r-se-ha haver detalhes. Falloi com o
referido ajudante.
O ooronel Guerreiro enoorporou-se hon-
tem a Saraiva. O general Tavarea pas-
ao u em 17 por CentariSo, Ta varea man-
dou hontem ama partida a JaguarSo com
oommanicagSes para Saraiva, maa como
eate j ae bou vesse retirado a partida foi
perseguida, hsvendo-ae aiogado o oficial
ao pasaar ao JaguasSo:
Artigas, 19 da Julho, (s 6 a 30 da
naite)A' 1 boro da tarde chegou o co-
ronel Elias a JaguarSo o espera-Be que
d'aq ii s algamas horas chegne Podroso
oom a ana divitSo.
Diz;m os officiaea de Elias qua hoja
O.Ofrsssa^usata dft *W sa ^do m#*##4mtm *4 l%l*lrt*.t f ,d#te... (U torre do .igaae,
do .depois para bordo do Jpiter. O chefe
e offijiaes da Camocm foram p-ra tetra
com autorisagao de Wandenkolk, tomando
o commando da oanhoneira o tente Ba-
callar. A Camocim estava coa a machina
No di 9 o coronal Piato apoderou-se
da chata s vapor Helena, perteneente
alfandega, paastndo para ella as manigSas
a b >rdo do Italia, qae se di-igio depois
para os m lhea da.2.a e 3.a secgSo da
barra, parar, recober ana 50 homens qae
espertvam em torra para adherir revo-
lugao.
No dia 10 dirigir:- m-se o Italia o o Ju-
piter a S. Jos do Norte, a buscar provi-
Boes. Ao passar pela boia, que aasigoala
o osasl da entrada do porto, foram alvos
de vivas d s;argaa do trra, IA as com ca
etnhas eolloeados em frente a Capitana.
Nenham projectil sttingio os vapore.. Ao
regresesr do S. Jos do Nortea navios,
repetiram-se os tiros.
Urna granada grao de batea no Italia
adeante do maatro de proa na borda talaa,
sbrindo a escotilha de proa. A granada
(-fea explosSo matando to dos soldados re-
volucionarios, chamado Braulio Rita, da
35 annos de idade, natural de Piratiny.
Foram gravemente feridoa oatroa sida
dos : a um parti a perna eaqueria e a
outro, nm mogo de 25 anuos, parti a per
*na:dreita no largo ioferipr, fioaodj o p
suspenso por am pedago do oarae, qaa o
vateote revolucionario te va a coragem ad
miravel.de cortar oom ama fca.
Esees dous desgraoados falieceram no
dia seguirte. Essa granada causn ia
eendio na escotilha, onde havia pequea
qa*ntidade de muaigoes, o fogo foi log"
suffoosdo.
No dia 11 o Italia recolheu sa al.*
saogSo da barra oom um oonsideravel nu
mero de revolucionarios.
No dia '13 o Italia oomegou a pro ver-se
de oarvlo de am navio dinamrques,desdi
-cedo. O Jpiter, sem dar aviso, sahindo
da .barra s 8 da maohS, s 11 horas o
Italia avistou a Canana que i> em d re:-
cSo da barra; tsasia,sbaneira brsasano
m^tro da proa, em ifca!;4 parla entar.
A Caonea continuando.a sua marcha,
chegou falla com o L'ma Dtiarte, depois
sa aproximou a Caamocim, com a qual es-
Jete ve fallando. Vio se depois a Cananea
arvorar a btnletra branca e ashir.em di-
Lreogao do Italia e da chata Helena, que
se achavam a meia milha de distancia.
O coronel Pinto ao ver esaas manobras,
ordenou a marcha do Italia a todo o va-
por rara fra da barra. A Cananea co-
megon a di-parar canhonagoa contra o
Italia e Helena, qua sa apretsou a fugir,
mas fot.ppuco depois aprisionada. O Ita-
lia, mala velos, oonae^uio sabir barra fra
e aproar para o sal.
Depois de atirar ao mar a maior parte
daa armas, o coronel Pinto mandou seguir
para Maliona I o, onde o Ital a chegou no
dia 15 s 7 horaa e 20 minutos da noite.
O coronel Lanrentno Pinto chegra ao
Rio Grande no dia 6, procedente do Rio
da Prata em um doa vapores da carreira.
teado-se distargado para poder realizar o
pla'o de ante mo combinado com o almi-
rante Waodenkolk. A sua presanga pas
soa desapercebida no Rio Grande, onde
pode conferenciar com os ofEciaes que o
acompanharam na empresa de apoderar-aa
do Italia.
Por decreto de 25 foi escolhid > Vice-
presidente do Estado o Sr. Dr. Carlos
Barbosa Gongalves, sobra cuj nomeagSo,
na forma da Constituido, tm de prenun-
ciar-se os conoelhos municipaes.
Santa Catbarina
A redagcSo da Repblica cammuni-
".ou ao Jornal do Commercio, quo no
desembarque de armamento em Itajahy
estao implicadas autoridades do Estado.
O emprogado fiscal dalli dis ter oavido
o commissario declarar que de ordem do
presidente Elyssa e chete de polica foi
postada urna torga policial no Pontal da
Barra, afim de proteger o desembarque
daquelle armamento.
E' corto que em reuniSo no palacio do
dia 22 os federalistas derSo morra- ao
marechal Floriano a vivas a Grumercindo
e Silvoira Martina, causando indignagao
e dando lugar a ser o presidente Elyseu
anudado pelo povo quando orava da ja-
nella do palacio, onde se reunem todas as
noites oapangas asialariados. Na reuniSo
qua fiaerS) nessa noite nSo comp^recerSo
100 pessoas, eo pasao que mamestagao
feita palos republicanos comparecerSo
mais de 500 pessoas.
O movimento rsinvindicaado rnaaifee-
toa-3e nos municipios de TubarSo, Tija-
cs, Nova Trento, Brusque, J^tajahy, Pa-
raty, S. Bento, Lagaa, Garapara, Ara
rangua, Maruhy, Jagu-.runa, Lagos, Join-
ville, eaperando-se qua haja adbesSo nos
poucos municipios que fJtSo.
E' .'siso qae groado numero de povo
cerque o palacio em defesa do Governo ;
nem a Assembla se reuni ainda a me-
nos sa reunir, devido completa derrota
que vai tendo o Governo, sendo tambem
falso terem fgido de Tijucas Heroilio e
Gennino. Herci'io recebeado alli noticia
da accIamacSo seguie acomp nhado de
muitos amigos para installar o Governo
provisorio em Blumenau, onde se acha.
As autoridades de Tijucas reousarSo-se
a reassumir o exeroicio dos cargos de-
clarando concordarem com as deposicSao.
Contina grande eithasiaamo em todos
os municipios protestando sustentaren! a
todo o transe a soberana popular.
O Dr.. Hercilio tem recabido man i fes--
tagoaa de todos os pontos do Estado e
de maitos outros Estados. A alegra
geral. appJaudiodo a maioria do povq do
astado a felia acclamagao do Governo
Provisorio.
A ralaocSo do Estado, porm dis:
:^5ostsss v^w^oa^vasie ~'' o^fssnn **^*jassjss
cvicas com carcter de forga federal tem
bavi-io movimento sedicioso.
Verdsdeira enoommasda. .
Essastfgsardas alo tvsdo psestado o
menor servir; o com relacio s fronteiras,
abandoaadaa por aso ebefe o major Fir-
mino, qoe se acha aa Capital, e agora,
dando nao torta a sedioio cas localidades
para.o ida voitarso, rsajaks sjsm s sua
<
Oo regressar s>SvJsa *^*^ WfsjsasnoV *
tou o Italia a Camocim que ia rebocada
pelo Manoel Diabo vindo-ihe ao encontr
a. Jiipifrr. ..A' Qainoeim eotregoa-se vo-
luntariamente, indo a bordo o almirante
Waodenkolk, qae teve ama aonfereoo>a
esta.
Muitas armas a munigSes forSo reme-
ttidas para Blumenau, aeguindo com ellas
Paula R.mos, dilegado federal de tarros,
e abandonando a rspartigSo nesta Capital,
a o Becrefario do commando do districto,
tente CamisSo.
Immediatameoto aeguio para Tijucas o
chale de trras em Blumenau Hercilio
Luz sendo o telegrpho techado e o eom-
mandante do 25 bitalhSo retirado.
' 'Estes aprestos proparados, rebentou
no dia 14 do o/ranie--a-aedie o tesjni Blu-
menaa, Ti jacas e Tirbareo.
Em todos os outros municipios nao ten-
do a oppnsiga) elementos proprios nem
federaos, limitou-se no expediente de ot-
fioiar s Cmaras eleitas, disendo-ue ac-
clamada, cont'noando Cmaras a fanc-
aionar.
O governo do Estado pacificou imme-
r'iatamente Tjacas e suas forgas vSo mar-
char para Blumenau, arvorada em. capital
do chefe de torras Hercilio, spoiando
oas comblains remettidas para armar po-
lacos pretexto do voluntarios do ejer-
cito cue nSo appareoem.
Em Laguna foi Tccolhida forga federal
da fronteira e immediatamente foi arrom*
bado o edificio da Cmara.
Vereadores ciertos, porm, eontinaam
em exercicio.
Em S. Joaquina tambem os celebres
cvicos arrombaram a casa di cmara-
Todos os mais municipios em paz, nSo
toado amaras tomado em consideragSo
os officio8 da acclamago no papal.
A opposigao nSo fez nenhuma acclama-
gSo oa capital, isso absolutamente falso.
O governo tem o apoio unnime do
povo do Estado.
Desarmados os elementos federaos, a
crdem aertcomp'eta. O governo fede-
ral, entrando em novos embaragos direc-
tos se oppoa acgS) do governo Esta
doal.
Mandou torgas da linha a Itajahy e
acaba de prohibir pelo inspector da Al-
fandega o transito de armas da polica
pelo Estado I
E' urna coagSo horrivel Entretanto,
agir aem cessar o vioe-preaidente.
Seja como for, ba de salvar o princi-
pio t'ederati' o nao coosentindo deaorga-
oisagSo do Estado que seria port aberta
a desorganisagSs de qualquer outro Es-
tado da Repblica.
Trata-ao de nata palhtgada, a cuja re-
presBSo o governo federal est oppondo
embarres. Anarchlstas da Blumenau
j chegaram a exigir a intervengan do
cnsul allemao nesta capital para que elle
depuzesse o governo do Estado I tendo o
digno fanecionario estrangeiro repellido a
exigencia.
Accrescenta a metma folha :
< Est verifica to que o edificio da C-
mara da Laguna foi arrombado sob pro-
tecgSo da forga federal que poatoa-sa em
frente do edificio, emquanto se praticava
arrombamento.
Caita crer tado isso, maa certo que
s depoie da vinda ess. forga para La-
guna se deu all o movimento, oerto
que s nos lugares onde tal torga exista a
oppoaigSo tem conseguido pertubar a or-
dem.
De novo a commisso de aenhorai veio
no dia 25 a palacio offerecer ao vice*
presidente urna penna de ouro e rico tin-
te ro, acompanhados da seguinta man-
fe stagSo :
CidadSo Elj/seu Gusberme, vice-pre-
sidente do Estado : nos, ai filhas o mSes
da familia eatharinenses, vos enviamos os
objectos jautos, symbolisando nelles a
cossa sanegao voasa conducta heroica
na defesa da nossa digoidade de Estado
autnomo, cioso de sua prosperidade e
liberdade.
O vosso governo honesto e justo a ant-
eo, sa bate contra a tyrannia. Sois a
honra desta patria e garanta consoladora
do nosso lar, a paa e o uoico soldado Ja
Constituiglo Federal, que aieda a defen-
de e por isso os nostos coragoe* o as
nossas almas frsncas vos trazem esta mo-
desta lembranga de eterno penhor de gra-
tido patrie:.
Ao cidadSo v'ce-preiideata do Estado
foi dirigida no dia 23 urna maoifestagSo do
alto commercio desta praga, apoiando a
att'tuda qae assumio a confit do que sa-
bara mantera ordem a autonomi- do Es-
tado.
O commercio desta praga, diante do
impatriotico esforgo c^m que se procura
perturbar a sociedade e o trabalho, confia
que mantereis a attituda qua asa amistes
de fazer reRpeitar a lai, a autonoma do
Estado e a Repblica Federativa, a bem
da ordem e do socego publicoSilva Mel-
chiades <& C.=Antonio J. Brinhoza Sil-
va 4 RamosMiltSo Jos Villela Bar-
bosa FilhoGaatavo Perora & Soares
Carlos KaratdnAatonio B. Liaharas
Wardhausen d CHaorique da Silva
Tavares. ( SaguemsBe outras assignatn-
ros) >.
O povo estava atterrorisado com a
permanencia da f'orgaa na Laguna, doqde
embarcaram para a villa Imarahy, pregas
de linha da forga do capitSo Vandelli, afim
de depor a Ca ara e prender o sub-com-
missario de polica.
A perman:cU dessatforga em tal ponto
nada justifica, a nSo aer a perturbagSo ds
ordem. Torna-sa.urgente a ana retirada.
Os lavradores alterrcrisadcs pelo van-
dalismo dos sediciosos, oSo vem ae mer-
cado oom vveres. O commercio est pri-
vado de communioacSo martima, entro
eate porto e o da capital.
A ^fsndaj^aoimpeae o regresa o dos na-
vios. O vapor Itap4merim, o nico que
aqu vem tras vasos po/. ps tambem
est privado. qosjnia .esojsses da ge-
naroa alimenticios. Q comma. ci est pa.
ralysado aem podar exportar.
O ui de djrojto lo T^bsr*) dea a
seguio'e noticia :
, A guarda civica o oapangas,. tendo i
trente Polydoro Santiago, empregado fede-
ral, proadoram d lorprom &j p^a^ do
.
I
I


sata
sa

asssi


p

Wsurh>""dCf PViiiiifico "(JHIlil-feifa 3T4
i
>

:.
'
polica destacadas em Tu bar o a H do
crrante. Aggrediram o procurador na
camar, laqueando 679)500(3. Pretenden
do asBcsioar-me, iuradiram a miaba ra-
idencia, onda j4 me achva, quebrara
movis, deram immensos tiroa dentro e
or de casa, acompauh.doa de grites se-
dieioaoi
Arrombaram a Cmara, obrigando o ve-
reador Antonio Bibiano de AssumpjSo a
assistir ao acto criminoso, levando o ar-
chivo e intailando se no edificio onda
fuicoiooa a repartidlo federal de trras
publicas, cjj) escriptarario, um dos che-
I a do grapo anarohistt, declarar im dap:a
tas a Cmara e todas as autoridades.
A populajia toda est atirrorisada por
falta de garantas. At ituda bellioa as
cidadas >.
Nj entretanto jd'ahi passam-se tele*
grammi diversos consoantes com este.
O povo delirante festeja a acclamac~.o
do novo governador, o popular e distincto
catbarinense Dr. Hercilio !
Telegrammas de congratuUjoea aSo re-
cebidos de toda a parte do Estado.
Viva a Repblica !
Como quer que tej t, a 24 affirmava o
Sr. vice-presidente do Estado :
A sedicfto est limitada a Blumeneau e
a Tobarlo.
*"is seguir para Blumeneau forja esta-
dual afim de re tabe'eeor a ordem.
A opposiyS -. tssoalha que a g tarda c-
vica de polacos atacar a forja estadual,
tendo o chete dalla reqaisitado do cis-
mando d) uistricto mais armas e mu-ii-
co)>, para a sedicj.0. Taes guardas fin-
ge de povo para se opporem ao restabele-
cimento di ordem e aojao das autorida-
des Ellas sao voluntarios do exereito.
No dia "27 a redaojao do Jornal do
Commircio, do mesao Estado, annun-
ciava:
H-sreilio Liz, acclamado em Blume-
neau, Pauli Ramos a outros, incorpora
dos celebre guarda cvica federal, ca-
minham para esta capital.
(Jommuoicam de Tijacas a sua pas3a
gem boje por aquella villa.
C immanda guarda o tente Cans^o,
s cretario do commandaute do dBtricto !
Est c infirmado, aocrescsatou. o boato
hontem espalhaio pela opposijSo da via-
da da Hjredio Lu, Pauia Ramos e Dr.
Cunh. frente da cehbre gu*da cvica
federal, par promover a depoBicSo do
presideito do Estado.
Hontem, noite, o presdante recyhen
este telegraoima da Blumeneau :
i Blumeneau, 6. .-Hontam sejruiram
Haici'i' Ranos e Cunba com carca de
lOhime.ns p^n Brusque e coasU que
d'ahi para Tijucas e Daaterro.
H ja conamoncaa do Tijucas a anga-
da i e-sa forja, tendo frente o lente
Camisao, scaretario do colmando do dia
trio'o militar.
A tal guarda cvica creada para mar-
cha" para o 3 >1, mas que s tem ser/ido
para dep.-sijo'es de amaras, reunio-sa
ao3 sediciosos de Blumeneau, que igi-
ran a aporoximajao da orja est.dual
enviada pe presidente do Estado. Os
prcpritivos eram esperados e o resulta-
do .icu da prever.
O Presidente do Estado coramu icou
ao Ministro da Guerra, padindo a o>.r-
clo das forjas, para poder agir cot a pu-
lida e povo.
H. Paulo
Ditas ala 27 de Jalbo:
En Jandiahy tol a -sa'tida e eapatcl !a ia a
tyoo.aptaia do joroal Scalo. A cidai- -
atarmua. Dj inqurrito ab;rto consta q..e fu-
ti envolvida' pe^sns qujii9^j! -s.
O Diario de Santos noticia que defd-- 8J
gunla-tiira a taris as forjas,al!i destacadas s=-
tavam de p'oinptido.
A's 8 horas da nolie, 50 prajas da pcl;cia sos
o coramaaJo eie una truate e doui alfares, par
tirara p>ra a Barra as 9 1/2 horas, pariram
na rxesma direcjo. em orna lancha, o Dr.
S L'.ua, delgalo, maior Jesu?, capitao Gao n
do, etc. Para a fortaleza 3egmo urna forg do
ai'bit ilhio.
Na praia ticaram 20 pracaa sob o romoianlo
de um alfores, eraq >anto a lar.cbi Rubtao. jue
tioha levado aquellas autoridades, crozva na
Barra em toJas -a direcjes.
Na manh de 25 o rebocador Mouro emba^cou
forca, segurado para a Barra, onde Unas lanchas
chaaavain a falla iodc3 os navios e rebo:a lores
que paasavam. A'tarde voltaram para Sratoa
as autori lades. Na Barra ticaram com a lancha
Rubio un lente, um aiferes, sargen-os e lor
ja de polica, ana de gua:oecel a.
A fortaleza tambem est de p'omptidao com
arti.hara asentada.
traode numero de commer i mies, empe-
gados do commercio, indm'.riaes e pssoa-do
povo reunio-se a 96 no largo de S. Francisco, de
onde, acompaobado de duas bao las de nusira
a limoeaax, etc.. dirigio-se a palacio, onde fal-
ln o 0 Gircia Redondo, sandando os poderes
peta promulgajao da le creaado a Alfaadesa ;
responden o Dr. Bernardino aeradecendo. Ds-
poia os mamtestant'3 diriglram-se aos jornaes
saodando os.
Capital Federal
D.Us al 28 de Jolbo:
P.-osSeiam os trahalhoj do Googresso Ni.io-
nal-
Bm secjao propria traoscrevemoa o que ah!
oicorreu em relajlo i prisi do aln iraote Wan-
deckok e aos negocios de Santa Catharina.
Entretanto, aqu rosonrmJS os demais tra-
balhcs do Coogresso.
Ni 3enado, 24, foi approvado, em 2" Jiscos-
so e s:m >lebata, o projeco fixaodo as forjas
de trra pira 48?4.
Os Srs. Somensoro, Gatanda, Qiiotino Bj
cayuva e Aristicles Lba occoparam-se do orea
ment do ministerio das relacOes exteriore?, cu-
ja 3" discussao ficou cerrada e a votajo
adiada.
No mesmo Senado, 25, na hora do exie-
diec'e, o Sr. Baena offerpreo algons exemplarea
do jo nal A Caridades o Sr. Joao Bsrualho apre
seirt'U urna represeotajiT-dos profesaos do
corso anotxo da Facoldade de Direito do Re.^ife.
Fo-am approvados: a redaejo do proje to
sobre revisao de procegos militares, orando es
Sr?. Americo Lobo e Joao Nelva ; e fixaodo as
forjis ae trra, depois de orarem os Srs. Para-
nhos, Almcda Oarreto, ioo Niva e Rosa Ju-
nto', e gem debuts o oresmento do mioisierto
das relajo-s exierloreB.
Poi aaisda a uiscassSo: do |ro]ecto de refor
nw do Correo, (erro fallado es Srs. Amaro
Caalcanie e Manoel VHtoiino, do projec'.o n.
117 sobre sirada-t de ferro, orando 03 Srs. G-
menRoro e Jlo Ne'.va.
_ No da 26, no referido Senado, foram fm
debate approvados: orna emeada ao orcameno
do mioisierio *as .-UjOj' exteriores, a propo
sicao memorando a -reforma do- capi'o Anooio
Galdino Travsssoa Aives, o reava pensSo Je
D. Joinn* Ociara da Rocba ea concedenrto li-
enca a Jo Alvede^afvalho. j
Ob Srs. Ro rlsuen Alve* e^slonteKO de- Barrts
fallaram sobre o proj^cto relativo s tarifas Aj
estraias de ferro, que foi rejeitado.
Ficou adiada a discossao do projecto sobre
emlsaao ifregar de titnlos ao fortor, orodo os
Srs. Auard Camelote* Aiwrlco-Lobo
Fioalmente, no mesmo Senado, a 27, ncon
adiada a di^cusjao da reforma- des" crtelos, te-
pois de orarem o, 8rs. Americo Lobo, Manotl
Victorino. Rodrttne Alvee, A Oavalcante
e Dommgoa Vicente.
Ficou (ambem adiada a discossio do proje^o
Dnocker, depois de orar o Sr. Cbristiano O -
tODi.
.Na cmara donepoiadje, i 14,-na hora
do expsdiaftin occopaasm a tnboa os Srs.
GasMMO da Nuc mea u>, BiMwuiine de Meo
doog Podro Americo Casta HjcOjm, Friija
CriHho, E ta io P.-sso e AUxa doe Storklac.
Pasaanito-s^ a ordem -do da, u S'.Jacq'je
Oun oe .eqaerea e aauucat icuowiea urgen-
cia d' 15 aiiaulos aa~a fe d.oeatar om rtqui
rira^nto de i formsijan aoTp o conselba de in
veitiescaoa que esta raspondiado o Sr. almi-
rante Wandenko k
Tomaram pi-te co dbale os S--8. Glicerl-,
Jacqaes Oarique e Viabaes, sendo a discussao
encorralas addiada.
Foi approvado o parecer r. coabaceodo deno-
tado por Sergioeo padre Olympio de Sonta Cam
pos, que as acha ido preseate presta a arffima
jio regimental e tornaataseoto.
Encerroo se sen debate a disco'sao dos p'o
jectos ns. 53 A, 135 A, 13 A, Si, 136, 141, 144
101, 68, 236, 7i A, 128 e 8i.
Ao projee o n. 143, a abertu-a de nm creaiio
de 250:000^000 a verba Erentuaesdo orja
memo da marioba, apreasotou a commi-sao .
orjamento nm reqoerimento para que o projecto
voltasse a mesma commissao; e o Sr. Retumba
lambam ap'eseotiuao projecto o. 93, dispensa
da clausula de embarque acs officiaes superiores
das reqoenmeoto para este projecto vol.ar a com
misso de marioba e guerra.
A discussao de amos os requerimeotos foi
encerrada, e adiada a dos prejectos.
O Sr. Montenegro discuti o projecto n. 57 A,
iseojao de direltos os materlaes destinados s
obras do saoeamento das ciiades de Leopoldina
e Olivira. em Minas Gerae3, e os Srs. CDagas
Lobato e Aodr Cavalcaote discutlram o projee-
n. 56 A, so.re z temporariedadedas foocj6es de
todos os orgoi do ministerio publico.
Fii encerrada a 2.a discussao dn projecto n.
lio, cosiruccao de urna liona frrea em Mato-
Grosso. depois de ter fallado centra o Sr. Caeta-
no de Albuqu rque.
Na BMSSM cmara, a 25, ni bora do ex-
pediente, ocenparam a tribuna os Srs. Ganjal
vea Ramos, Martinho Rolrigues, Zima a Eduar-
do Gonjalves.
Eatrandj se na o'dem do dia. fo-a-n^approva-
dos o- D-ojeclos ns. 70 A, 56 A, 142, lio, 53 A,
13 A, 135 e 110, e foram r-jouaios os de ns. 68,
236 i 81.
Eacerrcu-se sem debate a discussao dos pro
jectos ns. 36, 34 123,120, 111, 139, 119 e lOi.
Depois de teeai fallado os S:s. Alberto Toe-
res e Seabra. foi adiada a discossao do p'OJeto
reorganisando o Tribuaal de Contae.
No da 26, na m;sma cmara, na hora do
exooiieote, occu laram a tribuna os Sr.^. Lauro
Mnller, Seabra e Pires Ferreira.
Depoia de fallar o Sr. Frederico Borges, foi
adiada V '. .-, u^so do projecto soare o de
creto d; 17 de Dezembro Finamente, no di? 27, na bora do e*ps
diente da sessao de hontem os Srs. S hra e
I..; ,. Maller discutlram o reiuerimealo do Sr.
Zama, sobre negocios de Santa Catharina, adian-
do-?e o dbale.
O S.- Demetrio Ribeiro, pedindo a p;.lavra
pcia oriem, ap-esentou tre3 p-ojectoi de lei re-
lativos a esradas de ferro.
Foram voladas todas os projdos e pareceres
iodicado: na ordem do dia, e adiou se a l* dis
casso do projecto n 151, isen'.ando de direitos
de imporujje expeJieate os materiaes e ma-
cbia'smos desiiuadoa foudajao de fabricas na
Repblica, depois da orarem os Srs. Bevibqua,
Crrela di Co3ta e Viuhae?.
Sobre o projecto o. 39. approvaodo o decret)
de (7 de l.ezembro de 1892 e dando providen-
cias relativas a emiasOes bancanas, fallaram os
Srs. Seabra e Mayrhk que esgoloa a bora re
gime'iial.
LO-sa no Jarnjl do Commercio de 26 :
No editic o da cmara do i Srs. deputado*
realisou-Fe hontem, noe, a reunio de s-oa
do'ese depciaJoi para .aasentrem na creajao
do Partido Republicano Federa!.
* Presidio a sesso o S\ Saldanba Marinbo,
tendo cono ec-cianos os Sr?. senador Nina P.i
beiro a deputa o Tb irnaz Djlphioo.
A' reuniao compareceram os Srs senadores :
S;lda:iha Mariono, Sarment. Cunha Juoior, Laiz
1-: n i i i p -. Drommood, Bi-ata, Bueno, Ey
:c< Uartios, Pselo. Btllort, Domingos Vicenle,
Uoelho PoingOc, U)>ldioo do Amaral, Estevea
Ju io~, Gouensoro, Cruz, Paraaho?. Qnn ino
Eo:.jiJva, Joao Cordeiro, Rosa Jnior, Prudente
de Morjes, Virgilio Damasio, Aristides Loco,
Chnsuaao Oitocl e Jiaquira Pernamonco.
* Deputados : Indio do Brasil, Manoel Caeta-
no. N>vjs Mello, Hracio Cuta, Casimiro Ju
nir, Gcerio Torquato aoreira, Scbmit, Athay-
ie Jnior, Alberto Torres,Pedro Americo, Lauro
Mulier, Tolentiiode Oaralho, Jos Mariano Juao
de Siqueira, Nil) Pejanha, Nogueira Paranagua.
Pires Ferreira, Loarenjo de Sa, Frederico Borges
Lu z de Aadrads, Baraa de S. Marcos, Ganjilo
deLagvS, Sadr, Beajamim Birroso, Augusto
Je Freitas, HillaQda Lima. Ferreira Pires, Eluar
do Gi-..! es, Aiolpbo Gordo, Paula Gnimares
Aogos'o Severo, Montenegro. Franja Carvalbo,
Nascimeato, Homero -Baotista. Paulino Carlos,
Alaaeida Ncgueira, Alf edo Ellis, Nelsoo, Medra-
do. Rosa e Silva, Aribur Ros, Milln, Domingos
de Mjraes, Goojahes Ferreira. Prisco Paraso
Alves de Castro. Urbajo de Gautea, Benedicto
Leite, Rodrigues Fernandes, Marciano de M.ga-
ibaes, To=ta, Lu z Domingues. Azevedo, BaJar,
Severlao Vieira e Conde de Figoeiredo.
* Discuno-se a preliminar se baTia cu nao
necescidade de creajio de um partido.
Tomaram parle oeste debate es Srs. Joao
ie Siqusira, G.icerio, Montenegro, Virgilio Da-
masio, Coeibo Rodrigues, Maooel Victorino,
Cruz e Augusto de Preila.
A requenmeaio do Sr. Glicerio eocerrou-se
a dis:usso, e, submettlda a votos a preliminar,
foi appravada, islo julgou-se necessaria a
crea;ao de nm partido, cujo programma ser
discutido na reuaiaj convocada para o prximo
domingo, 1 hora da tarde, no edificio da c-
mara dos deputad33.
O Sr. senador Saldanba Marinbo por se acbar
iacommolado 3 10 horas da noite, passon a
presidencia ao Sr. senador Prudente de Mo-
rats.
LINGISTICA
( Continuado )
Verbohaver
A qutslao sobre o verbo -haver cuja syotaxe
torna-se para alguna espiMos urna das malo-es
d.iculdades da grammatica, parece estar boj ,
grajos ao estado histrico comparativo das lin-
guas, cousiaerada orna ques'ao vencida, ou pelo
menos ce mais fcil explicajSo.
O d'goo preceptor di mocidade Alagoana, o
Dr. Dieues Jnior, cojos trajos luminosos de
sua indiligencia equi em Pernambuco aioda te
conservam vives no corajaa de eeus discpulos,
foi a nasso ver, quem melhor clareou a ques
to-
Em sua grammatica em 1877 diz que 03 ver
bos podem ser impessoaes por essencia e po-
oso, e loclue no segando ca)0 o verbo Aarer.
Entretanio Julio Ribeiro que tambera coaside-
ra este verba como impessoal em certas orajOes,
accresceDta que ille nSonecesslta de sujelto cla-
ro, sna syitaxc e semelban'.e a dos verbos cho-
ver, troveja ou ouiro qulrjuer.
Mas, pefguntimos, na parase ha homens que
fuocjao exerce homens 1
Em chote trovtjaeic o s jeito nao vem ca
ro porque es'.a ioeloido na propria sigoiti'acao
do veroo ; esto am Tarto camotal na lingoa.
E' o que observamos as oalavras cogoatas.
AssitE qu cdo a idea expresaa pelo sujeito
esta incluida na proprta sgn.cajo, cao se em-
prega o verno com o mesmo sentido ou sigiiit}-
cado, ou mlhor: te mpceisraos o eojoito de-
(unto nao usamos do verba monrer porque a idea
ds mortej est ocluida noaigoiuiajo ao mu
jeitj. ... ,. .
Com o verbo Aacr, o sujeiteocculio lgica-
mente formado da idea do complemento.
Em ha homens. o sujailo i rlgioado da idea
da palavra homens, que vea a se* a sociedade, o
mundo.
as linguas, cjmo na-sociedades, como.no
direito ha tuas o ja- urna estaUGa e ontro dy~
oamica.
as linguas a primeira destiafarjia o repre
gentada pelo povo, qu. cjasepva neis as paja-
vrao em fna primitiva or gem, ensa mais-di
arebaismos.
Poij bem no .povo foe encoetiBmt a pef-
frita coafusao tDtre o verbo kater e ter, pare-
cendo mostrar que para elles, ou amigamente
o- dnus verbos'tiabam a mesma funecio, iJt-flti-
co s goiti cajo.
Dis tMe /io;Tsirm-s*, por ha mista.
Onrm ue*tc.ao.euaeeviuita8 ezesiob-
aurva a j/anslowiaaiJe pgonalijaa ornas pa-
lavras, cenas reg as baseadaa no estodo como i
ravo|e~na-prattcined8 eltas palpitantes ooa er
ros das prova de i o uguea dos alumnos.
Ex"mpitiqaBOio;
Qaantas vexes os oaasos discpulos escrevem
tonal
Nao esta o mel de provar-ie etymologlca-
mente a raaao dos pluraes m es dos substao
livos em do?
Q notas vexes dlzem troua ?
Nio esta a primitiva forma, do perfeilo do
verbo frozer T
Finalmente qaantas outraj vetea descreyendo
ama sala nfto aizem : Tem de um lado urna
porta, tem de outro etc. ?
N'lo e't bem patete a confasao dos verbos
ter e haver, exp'imiudo ambos a posse?
Os nessus b&bks nao aiguibca os notsos te
bis os noss os potsmdos ?
Vergueiro e Perteoce. oa ana melapbicz lin-
gistica, diz, conra todos os fictos da lingoa
que o verno haver empregado no sentido de exis-
tir asa-se nss lerceiras pesioas do singular ale-
da que e sojeito seja da 3a pessoa do plural.
Esta opiniao prende com maia facilitadle o es
oirito dos simples por ser de mais iigeira com-
prebenblo, e mais fcil aoalyje.
Para explicaren) a descordancia entre o so-
jeito e o verbo, classilcam este faets de idiotis-
mo, recurso extremo dos que nao aprotuodam
as questfies grammaticaes.
Urna orjira theoria, lao absurda como esta
3u-tentada e deila nos da urna amostra Solero
dos Rei3:
O verbo impessoal flarer cuja signiticajao
a meima de existir emprega se ordinariamente
com o s-jeito grammafcat occul'.o : classe, ge
ero, especie, porjao.quantidade, numero, e-pa
jo, etc., e nm complemento desse sojeito prece-
dido da preposijao oV tambera oceulta: Ex.:
em Camoes:
Dizei Ihe que tambem dos Port:quezes
A'ga s traidores houoe algunas vezes
A syntaxe regulai : Daei-lKe que tambem
mana de traidores etc.
Esta tbeona nao assenta em facto algom lia
goistico, um maro sopbisma.
Da tu lo quanto acabamos de expender, claro
est que nossa opioiii que d como sitni
cado verdadeiro do verbieewr: pmuir, ter.
Neste caso, o suieito daorajo esta occulto e
e urna simples r-fl-xao com facilidade descobri
r un none conectivo no qoal esteja comido o
complemento grammatlcal:
Hatera lances:
A vida, ou o lempo possuird on lera lances,
A analyse da pbrase fraoceza II y a des hom
mes manda considerar des hommes como comple-
mento e il (indeterminado) como ujeilo.
E' :t i a tbeoria que melbor explicajao bislo
rica e scientilicaencootra e a favor di- quem mi-
litam nao s a crigem lo verbo haver-habere 0)
como a pnrase ca sica cuada por Joao Ribeiro :
E elle havia eome Autao. >
(Contina).
Julio Fim.
serla t .mbem cobrado um imprs'.o para 8jifcaka ceguieSMia parte de poeleqoe dasnosea eec-
zrr as despizas d'esie- muuclaRito. E no C60 competente :
A proposito de urna-noticia inserta-no 4lor-
ralseppjT^uee-s'rarpotme'i mais pesado | otl-ds Rectfe^ leb-p, em qu- se dirqne noi dia
do ua-o lar -d acfnaaisloraecimento, poeqo
por va d.regr.i,oi servijos nduslr'a* explor -
dos o-lo^overno s&omais oros dojjue os .Mrog
por imprezas .
Mas, ligaremos a hy^athesa de qee< sarvijo
de abastec neo! o dkgui no Reerfe sta secdo
feito pelo goveroo. E admitamos) aiod&amy
pottiese de urna grve do respectivo pessoa!
operario. Como sa tirara da diffiuhrade o go-
veroo ? Nataralmentotraaslgiodo, porqae.-sendo
a grve geral, nao poda deixai- paralysadonm
eervijo que vital; e, poia, terla de segmenta-
os salarios do pessoal.
Qiem, entreunta, siria a p-gar a dilferanp ? irazta,- r-qm> apuareceu om cabo da goaria.
REVISTA DIARIA
Companhla do BeberlbeA' um do8
redactores 'A Provincia suscitou reparos o que
escrevemos aate-hontem, seb a epigraphe Com-
pannia do Beberibe, relativamebte ao augmento
de salario pedido pelos operarles d'essa tmprtza,
cojo prepsito o Sr. gerente da Companhia
julga necessarto o auxilio dos poderes pbli-
cos-
Foram tres 03 reparos feos : o primeiro sobre
termo nos declarado favoraveis ao augmento ce-
dido; o segundo sobre tirmo-nos referido ao
Coagresso; e o terceiro f obro termo-nos referido
ao provavd aagmento do prejo vendavel da agua,
fornecida pela empreza.
Q lanto ao primeiro nao exacto qce tenamos
nos manifestado em pro do aagmento pedido
pelos operarios. Reconhecemos, como em geral
todos reoobesem, qae a vida n'e.-te, como em
todos os Estados da UoiSo, tornou-se excessiva-
mente pecosa em cansequencia do encarecimento
da todos os meios de alimenlajSo, vestuario,
moradia, etc. ele. Mas d'abi nos declararmos
favoraveis ao augmento pelido pelos operarios
vsi um largo paaso, que nao demos por nos ral-
tarem elementos seguros de apreciajao, pois
que, em regn, at ignoramos qoaes os salnos
que Vv'ncem os referidos operarios.
O que Qzemos foi apenas mencionar a opiniao
do S-. gerente da empreza, que nos dlsse reco-
nbecer ama tal ou qusl raao da parte de seus
operarios, accrescentaido, porm, que a Compa-
nbii nao eslava em condij6es de poder satbfa-
zel-os sem auxilio dos poderes pblicos-
Qual a natoreza o'esse auxilio o Sr. gerente
nio nos diese; mas nos multo lgicamente -up-
posemos, como toda a gente ter igualmente
supposio, ser am augmento no prego do genero,
que faz objecto da explora gao da Companbia.
E n'essa sapposijao, que nos parece ter todos
os visos de probabilidade, nao podamos deixar
de allndir ao contracto da Companbia, onde eslo
flxados os prejos de venda da agua ; e muito
nauralmea'.e fomes levados affirmar a neces-
sidade da interferencia do poder legislativo na
especie, pois indlspeasavel urna autorisajao
sua ao poder executivo para que possa ter logar
a ionovajao do referido cootracto.
E' essa que ahi fica ligeiramente esbejada a
verdadeira doatrina; e ella nao podamos i s
faajr, como adeptos que somos da ordem.
Ntda liobamos, nem temos que ver com a luda
travada entre oa poderes legislativo e executivo.
Se o Coogresso nao- cumpre o aeu dever, caa
sobre ella a responsabilidade u:s fallas,
pelas quacs nao respondemos cs.
Ma nao se estraobe a nossa referencia a um
poder, qae existe de facto. e de direilo a sna
existencia; e coja oollaoor.ijo necessaria
para as inoovajoes de contractos,feos e acaba-
dos nos termos de lela elaboradas pelo mesmo
peder.
Qaanto ao terceiro e oitlmo reparo, que ee
prende ao provavel augmento do prejo vendave
da egua, como fogir essa ne^essidade ? Se to-
dos reconbecem, e o proprio rsinclot 'A Pro
vincia convra nteso, que'todoe os meios de vida
encarecern), como recusar esse reconbecimemo
a agua, genero de primeira e palpitante teoes-
sidade
S conbecemos doas procrssos para o setvijo
deabaitecimento d"agia as cidade3: oo ser elle
feito pelo governo oo por empiezas. N'om*
n'cH'ro caso, porm, tal servijo jamis gra-
tuito, em parte algoma do mundo.
Qaando o servijo feito pelo governo, este
ao vende a agua directamente; mas tanto im-
porta oque faz, poi cebra c valor do rtapectivo
fornecimentoeob a forma ds>impte.
E' o que ee d>BJ-toda pae;Jtnlusivamente
no Rio de snefro, ODde todos-os predios 8o
obtiga-dos tef apia os respectivos proprieta-
i ros fujpitoa urna taxa.
Se n'esta cidade o servijo de abaste cimento
a'agua fosse feito pslo govemr-, naturalmente
23 do ai'ttad*,'na cvtaie d Girtntme^ptlo
simples f.co de M- pcntoatartoi a mm pa.rilna
quem erauoe delleaeapp-uaiaaM l*iarb ra
fnh(e espaooado oalmocene Jis Ddmiro le
Md4ra-,>ai-atn deonvira tarr-s^lo nO-.H U
aITjso de Oiiveira Jarjim, promoior'iniuico
daqaolie aaaasipio, que se acba presenlem*ute
oesta cidade, o quai me informou ter o alludido
ip^^ joeiTBaOjS^r^pr^zra^B pije rae.
Quainvnoicr idett'uedD Jos Delmiro de
Moura rap'adoaaovresoorAlacasa de seas pois,
coaduno a para am sitio oade pracuroo- di-vir-
ina ai Bao^ooe-gaindo-, oraj;ipor ter a isa
ee opposto om negro que ouvindo os gritos de
soccorro dados pjla menor, correa erasen au>
WMe 9
oai.a pra*er>caidoinrK*-aJus-. Itelni*H en-
ureceo-se e procu ou feril ^ e tao smenle o consemmidor, porque o go-
verno seria.coagido a solicitar do poder legisla-
tivo a agg'avajao da taxa especial de fbrneci
meato a'.igaa, ou ai taxas de o a tros impostos,
de molo a cobrir o de/lcit orjamentario.
Como, pois, negar s empresas qae fozem
Idetico servijo aquillo que o proprio governo
faz?
E releva dizer qae as emprexas indostriees
visam um interesse pecuniario, que nao esi,
nem p le estar oa mete d: nenbnm gove/no ,
e que esse interesse muito respeita-vel e mere-
ce de certo tolo o acatamemo, pois do contrario
:.'o baveriam empresas pcs;iv.-is.
No caso da Companbia do Beberibe, desde
que ella, qaando flrmou o seu cootracto, leve em
vista urna certa depeza e ama certa receita por
um determinado consumrao do seu genero; e,
pois, foi-!he faiil estabelejer prejo por ceta
quantidade desse geoero f jraecida, seria injus-
to cooce.'er lbe augraecti desse p-tjo em cir
cumstaocias aormaes.
Mus, pergunta-se, sao or uaes as actuaes cir-
cumstancias? Evidentemente ct-i; e, pois,
desde que imprevistamente angmentasam coom-
deravelmente as suas despene, pondo por lera
as ha-e; do sea calculo primitivo, porque nao ir
em seu auxilio, n.conhecendo a imperiorlsidade
dos Tactos, o eocareemeoto de todos os gen ros
e prefacio ?
Nida fazer deixir que ee manifest a gr
ve, j prenunciada, e atirar a emp ezi voraci-
dado de urna fallencia fatal.
E.nes.a hyp..ibei.', nao ficari a cidadisem
agus ? E diaotn desla f ti, qti m ple prever
as consequencla ?
Todo isto muito grave e muito serio ; e tan-
to basta para que, dobrandose s leis da necec-
sidade, v5o os poderes pblicos em auxilio da
Companbia do Bebeiibe.
Podem, porm, : provear o ensejo para exi
gir della um fornecimenio d'aeua maior e me
iho', presCT e vende Ule novas regras para as
suas re t -s com os coosummidores.
Eis abi explicados os potitos, que merece-am
reparo?, da nissa desprelenciosa notica ; e, se
porvenlura era algn trajo fjl accorde o qu-
aotebontem dissemes co n o que escreveu a^gum
ontro collega, nada tem i.-to deadmiravel. Se
as te i a;, segundo um prolonuo vulgar, se en-
contrara, como evitar que s idea? acontej i o
mesmo ?
E disse.
Telegramma offlclal3. Exc. o Sr.
governador do Estado recebeu hontem o segua-
te telegramma :
t Rio de Janeiro 2 de Aensto
Ao governador do Estado.
O goveroo federa! tr-ndo recommendaio aos
comroaadantes das forjas federaes en Santa Ca-
lba:ini>, qo^ nao iotervies;e as ques'es pecu-
liares ao Estado, iraao para manterem a ordem
e traoquillidale, e dete.mioado que a guarda
cvica fosse cissolvida, declarou aos fuicciona-
rics federara naqaflle E-tado que uo recoube-
ce o goveroo revolucionario que ee dizac
clamado, v exoneroo do cargo federal que exer
cia o Dr. Hircilio Luz, qie consta estar frente
dotro'imento penuroador. Asai<; aloMi-
nistro da Marioba. *
Cantara don HipuixJu Deixou bon
tem de b&ver sesso porfalta de numero.
Promotor publico Por Porua de
Exm. Jr. Dr. Governador dn Estado, de I di> cor
rente, foi demittido, a bem do servijo publico, o
promotor publico bochare! M.noel Maclndo T<--
xeira Cavalcante Jnior, removido por acto de
15 de Jolbo ultimo, do municipio de Agaa Preta
para o de Rio Formoso, com jurisdicjSo exteo
si va 8odeS:rinhaem-
iVegocloa de Santa Camarina-u Jor-
nal do Commercio, do Rio de Janeiro, em sua
eolco de 26 de Juibo, fez a segoiote importante
deca rajo:
Temos summa satisfaco em annonciar sob
a melbor auioridade que o goveroo rateiram. ti
te estraDho deposijo do presidente do Estado
de S?nta catharina. De facto sabemss que, se
por acaso os pertutbidores da ordem n'aqoelle
Estado depuzerem aquelle fooccienano, go
verno empregar lodos os meios a seu dispdr
para f ostentar a sna auioridade, que a onica
que recoobne legitima.
i &' com tasto mais prazer qae fazemos es'a
declarajo quanto tem caalo oo espritu publi-
co s con icjo qne ee ia repilir no Estado de
Santa dinamia mais urna scena d'esle intermi
navel drama de deposijSes, que tanto ten tra
zido angustiado o p.rz, costando ao proprio go
verno o saci&clo do apio da opimo publica
que o eosteateu tj lealmeote nos seua primeiroa
lempos.
Cesse o poder executivo de inlervir noe ne-
gocios dos Estados, excepto para Imparcialmente
manter a p*I publica quando em perigo immi
nenie; acabe com a luda sanguinolenta q> provocou injustificavelmi nle no Re Granae ;
ponha em ordem as finanjaa do paiz, acabando
com seus ebanjamenlos, que, apezar de todos
os seus errjS. o publico redar por feliz poden
do voltar nova pagina n'esta histeria, j lo ri-
pela de loacuras; di Repmdica. que tem eachi
do de desgasto a republicanos tllostradcs e pro-
vados, cono por exercplo, o Sr. senador Calun-
da, para cojo exceilente discurso, pronnoCado
antehontem to Setrado e adiaote repredutido.
chamamos a atienjo doslatWret.
Companhia InfantilCbegm hontem a
est3 cidade a aoeunciala compKnbr ii fanti! de
zaizuelas, 3obe direcjo de D. Rjph el Arco .
Esca companbia composla de creanjas d-?
ambos os sexos de 6 a 12 annos de idade. e tem
um bom repertorio.
O eurpresano j requeren o Tbeatro'San'a
babel, e pretende etrear co p-irximo satmado.
OsretretoS'dcs princlpaesartis'as di campa
nbta, achanyee em expbsijao no escriptorrtf da
Gneta do Recite.
Jalan Co na inercia I -Por cansas imprc-
visu-s foi traGsfendo indoterminadamente o sa
ryqne cs;a soeleade' ia repisar no a*,a 5 do
corrente.
Kw Vurk Inenrance- Compaay
Pelo gerente em Peroambnco, dessa importante
companhia de seguro? B'. Antonio MoJinarl Lau-
rtn, fot-ios off-recitla una raignirica -stampa
representando e sede eoclal da i iludida cempa-
nnia era New-York.
A essa eslampa acomp?nhavrm diverses p-ng-
pecWt da^eeopaQhia, assrarcomo nm exemplar
magaibtaffifcteimpressoda OK-rendadeoaro.
repertorio illustrado de orles e litreralura p:'H -
icaclo'pWa meaaa^comp-nliia rem qorse comen
bellos anigos e poesas de contiecldcs autores
aactosees e estrangeiros
Som -s grates ao Sr. Dr. Molinari pela flaesa
za'dofrectmeil5.
E*p*ncam?nto E n conVeiaja^ ao que
se l em um noticia inceria no Jorntl do Re
cife de hontem com otiiulo acim?, encontramos
auniipaivaapoie (fteexoa*11'p?wn a*na;= de
luctar cao o aiuj.Jos* u !m:roy'qoe'eaooftte.-n.z
resistencia, ameajando a ao cabo de matal o
ee delle se approximae.
Tbeasroraaawaloabel -Realisoa-ae an-
te boniem o ultimo espectculo, a Compauhia
Sonta Bastos, no Thearo Santa Isabel.
tmmm' w*w ana ea^tteslLl da actri
Mane ti* Alivam.
Alm de oalras coos^a, foi levada -#oena a
comedia A Fernanda, a canjoneta Calbda, Jo-
s, cantadapelc 3raiPepa.'-
Daraote o espectculo, aa) ilot regiilaroienie
concorri lo, foram muito applaudJ ios .os.artis-
tas.
Ao 'irscer o panno-ao^Slrimonaoto farazn por
diversas vezes chamados scena, assim como o
8r. Soou Bastos.
Os a:*iariSart8tbo/Beoi, eartirrfrCaetano e
Eocaruaco Res foram eoto alvo de estronric-
sas OTd^Ocs da platea.
Lurtav rerimtnfoaAntebonfem s 7
b r; s da noite Dodistncto de Afogados- osiindi ,
viiuos P'eliciaGO Joao Franciscj e-Forioaoto d j-
Sii.lo-', t'avando luda fenram-ise reciprocamen-
te. resBifandosahiro prrrmeirrrcTjm dnas faldas
e o segundo coa um -fenmer.U) o cunera.
Ds delinuuontas foram presos.
Banco Popular Aos Srs. accionistas
desse banco, fot marcado o praserde 30 dtas, a
contar dehootem, p>ra realisarem a 4* prestajo
de 10 /o sobre o valer nominal de cada arjo.
ijAs cautelhs devero ?er appreseoadas para
ser addiclonada8 a sopracitada prestaga.
.tiaarlac dea Emereados no
Commercio de Pernambueo-Reuoi
ratn-se em congregajo no da Veo m-'z prxi-
mo pastado, os lentes do curso iiVfcia otil asso
ciajo, com a preseoja do secretario do curae, o
S-. Arlhur Vieira.
P.-e8'otes os Srs. Dr H-nrique Lima, AffJnso
Ribeiro, Dr. Pedro Paulo, Melcbiades Santa Ro >
e o Sr. Dr. ptalo Carajur, este ultiao oa qu .i
lidade de vice dlreco.- em exercicio, abri a ees
sao, que coustou sOaente do svguinie expe
d ente:
U na declarajo da directora do curso, cons
lame da dispensa, pedido, dos lentes, Da. Len-
nario Gego. Fra c seo ViannaeJulio Gui a-
rtM, dassegnimes eadeiittB, na ordem em qne
se achara c.ll calas : Ar: bmetica, Direito Com
meiclal e Iiglez. Intevad?.
Em seguida o Sr. D-. vice-direetor, aseado
orna justa ponderajo sobre o horario, fez algo
mas alterajcs que feram approvafas pelos seos
collegas.
Us:ndo da paiavra o S-. Dr. Henrique L'mi,
-i:u iou o Sr. D Ped-o Paulo pelo bom desem-
perrhr', como represente do cirso, na sesso de
posse da nova directora da associajo.
Depois de tomadas uutras medidas e f-ras
considera6ej, a respeito do preencoimento das
cadeiras que se acham vagas, o Sr. Dr. vice di
rector encerrau se sao.
Companbia laua Baatoa -Recebemos
delicados cari s de despedila do Sr. Sooza
Bastos, emprezario da C^mpaiih a, e dos dgoos
artial a Pera, Eocarnajo e Caetaao Res.
Gratos a todo< pela amabilidad*, .los-jimo3
que prosperse booanjoaos ventos os conduzam
ao seu ?lmejar>o *eslino.
'i'iiitniiz Ciunaaga Em aessSo ordinaria
rcun -e b.ije pelas 4 oras da tarue no lugar do
costme oa socios dest; sociedade Iliteraria.
Haver o coocurso onde foi dado o primeiro
grito da Repblica no Bnz:: sen lo obrigados
os inscriptos a trazerem os seos irabalhos.
e^Becreallva Smabvtaea Essa socie-
dade r^nnr-se hoje s 'J l/ hora3 da noils em
sua sede, em assemfcla ceral.
Fuoccionara com o no tuero de socios qoecom-
par ce-, visto ser a segunda convosajao.
PatNamenio -Fallecen hontem a virtuosa
esposa Jo Sr. Manoel de Bi-roa-Waodertfy.
O fea enterramento terj lugir hoje, smalo
o fretro, s 8 1/2 loras da maob, da matriz da
Boa-Vista, para o cemite-io de S nto Amaro.
Os p-irentes f amigos daqoelle cidadao sao
convidados para assistirem os soffragios po
alma da desditosa seouora.
Revista Potygnar -Com este titulo ince-
teu, nesta ciaaie, sua carreira m imprenta urna
poblicajo mensal, sob o auspicios dos Srs. Joao
Chaves, Hsmec Feroandes, Souza Nogesira,
Hioono Carrilho e Jas Lacas da Cmara, qae
coiistituem a respectiva commisri *e redaejo.
Os seus flus e inu tos ressiliam dos segamtee
periodos do seu artizo oe apreaeniajio :
A creajo o'uma Revista, onde podeaaemos
nJ, oa filh03 do R:o Grande do Norte, n'uma
manifestajo solemne, dar azas aos nossos pea-
smente?, iiuminar os nossos cerebros com os
oello fulgores da instruejo, tal era o nesso
anhelar de ma to teraoo, tal era o nosao ideal.
corpo e caraiiaria -naaarMpal
Se-vteedo da 3 de Agosto:
Etra de ronda o Sr. teaente Sftoao Filbo.
-Carpo policialServijonara odia 3:
Ruada maior, o Sr. capittf-Qlrte.
Roto a meaor, o Sr. alfer3.-/o;Meira.
wa de palacio, o'S;. etWrlriEloardo Ci-
grado
6 m. 23/2
9 24-6
12 >5.'3
3 t. ?4,"9
6 - 4'9
nso ic Bam-
vapor dadt
17,56 83
'.7 96 77
1797 74
18,73 80
18,27 78
O sea propramma combater pelas lettraa e
defeoder o Estado da Rio GraoJe do Norte ero
sua integ-i :ade e honra, sem entretanto descer
ao partiansmo coademnavel
Pois, assim como ba urna selecjo natural
urna s^leccSojorid.ca, pode atmi.lir-sa tan
bem orna seletjao po'itica.
E isto quer dizer que; para looge, bem
loage de n3 collocaremos a poltica eyslbe-
maiica e panilana, visaremos somente. o in-
teresse geral de nossos irmos, o tem estar do
oosso E tado; iuteresse qoe nao pode ?er eacri
Meado por causa elnma, sob pena do oosso a;-
n;qiillamenlo ; tem esta- que nao pode ser ata-
cado por quem qoer que sejt, sob pena de ooa-
sa1 ruinas.
Eis paflentemeote macilestado noso to, eis
o que almejamo'.
O primeiro numero, qu ot'aaquiosamente no?
foi remettido, e qae temos a vista, esti bem ins-
cripto e corresponle ao pensautn'o directriz-da
revista. E-i, alera disso, bem impresso, e que
umb'm urna boa recommendajo.
SaDdaodo o bello emprebendimento dos jo
veos e eaperaojosos redact.ri da RecutaPotyg
nar, temos para desejar esta que vtvat_cre$-
cat et floreat.
O tree Jacar* Acba-sa publicada ama
polka assim denominada, extrada da revista
* Tira tira por tim-tim .
E' islo JsafHlect? para recommenda-la, em
vista dO'cceS) obiido por aquella revista.
Aos Sra. Prealle 4 C, edtores, agradecemoax
offerecimento de ura exe-mplar.
Oe clgarrelroe R-unan-se boje-os ope-
ranos cigarreiros no Ly o de Artes e Oficios
afim de serera t-atados negocios de grande ints-
resap.
^Telesrammaa reidloe Acham-:e reti-
dos na Esiajo do Telegrapbo N.ciooal doiRe-
cife-es seguiotet lelegramoras :
P^ra Luis/da Cruz procedente da Paraiiyba ;
Le te do Pi; Madame Cleneeiioe, do Rio; Al-
ts do Rio; Pilma, de Pjoelo; Bartb.olo.fdb
Aracaty; Roberto, de S. Miguel; e Maaoel Pe.
retr, di Cear.
Meneado de a. JoaDi secretoria da
p --ieitura do P. Gife nos informara que hootem
fora recolhida casa das Srs. Pereira Caroeiro
& C. para ser remedido co Rano do Brazal, a
(rasotia-de 10 OJWOOO, sent 8$7960u do reo
dimeitb'do mercad>ri8 S. loaf noanez de Jufho
e 1:620*400 de mullas alii impostas darante o-
mezes de Maio, Juabo e Julho, coja importancia
oD-. prefeltoconaidereu Lnraea oxo renda do
mesmo mercado.
Coafrada de \. 9. do BHb da
frexueala de bavn4o Aniama-Amanh.
dia de S. Dominaos de Gusmo e do annivaiea
irio da inaullajo de bani'.eu da coufraria cima
oomeala, haver pehs 7 hoTa3 da manb missa
(cantada e ladainaa noite cou7o:bjb demais an
nos.
Gremio do* Profeiieoree Primarlo
H je, ao meio uia, rcuoe-se esta sociedade em
sesso ordinaria.
cintr.
O Wvj'da^HHaffrMtgTfe-iBlaBlljata8a de
Detenjo, com o uniforme
- t*#^*<>^*-^e>mu>r,-Jbram li-
dos no dommg,, 30 Jtfpsgi-ao aa matrUCcfa Boa
Viswe "egeidies -;
i* denunciajo
ermlrjo Redrigner da Strva -com Jt-sewia Ma-
ra da Coaceijo.
Erttire *og*sW de-,So1za Lian. cftaiMaria
L ara de Carvalbo Gasmo.
I*1 deduotrn^o'
Mano 1 Sooto de A-aujo cora*Mana"'de J m
Perrea.
3* JenuDciajao
' Leis Mafia oues-anior TOm:AdeTaiioV rj m-
viada de AlmeiJa.
Feroanet'Magalhaes da Silva -cam Xaediaa
Cnristins Serrano Giu^eia.
Jose-tJwnes do EspirttO^aato.totnLurinda
Mara dos Passoi.
tw-Ferreira1' de Carvaltro -coar-Lea>p;;,ria
Ame ii Siqaeira.
cnaeaaieato'eiT/ii p-oram-smicaifos ro ::a
2 do torrente editaos de proclamad de ca.-a_i- :
to dos wgvjioies ccrotraffOTtes r
i- p-oc!ama
Ermiro'Augusto de"Sonta Lima eo&T Miria
Laort de Carvalbo Gatmo; soiteires, mORatea
na tregnezia de S. Joa.
los Francisco- N. Batdatrha- com MaeirSwares
de Oliveira iN.. soileiros, residea es ua'f PlTiesia
ds-S. los.
Operac6en Hrarticae -.FeJraTrj r-tica-
as-oo baspitar Pe^tnJ 11, no-dh jo t..rente,
a: segu mes :
Pelo Dr. Manquis* :
Extra-rjo de qoirola do mallar e ao**Bo es-
traerho (cabfjrde prego) 1a regao taterat direi-
la do psacoce;-redi:ada por frrmento por ar-
ma da figo.
U'-etbrotomia interna e exciss dosleeidos in-
u .c.ios e-en-bralrite* e perfetuteioaos e
arelhroplastia, redamada por estreitamento ure-
tbral.
Pelo Dr. Aroobio:
Raspagem e cauterisa^&o a tbermo ciu'erio,
reclamada por vegeajOes do cjndyldma do
aous.
Exiirpajo do epilbeltoma da regio::oo..- r.
Pelo Dr Viaira da Canha :
Extracjao de t olyoo da fossa Gazal esqu- la.
Amnut..jo do seio direito, rechinada por .-pl-
tbelioma.
Pelo Dr Berardo:
Extracjo de cata-ata dura do o'hoesqu r o
petoTnethodo a retalbo peripaerico, proccesj de
Wei k '-, com indectomia.
PeiuD'. Silva L'.a':
Ti.-.-o rhph;a com retalbo ovalar e traasplan-
tajo do bordo da p 1 ibra superior.io olbo
esquerdo, processo de Weiker.
Pele-D.-. Lopes Pessoa foram tratadas no
cerviguda sala do baaco 41P nessi a=; s nio
14! homens, 222 raulberes e 53 crianjas; das
qaiea faileceram 6 dos oatros igaora ae o re-
sultado, taita (ortigeos em traiamento.
Iaapeetoria de 9. duinrio oaarl-
OaaoRecite, i de \gost 3 de 4893.
Boletim meteorolgico
[Horas Term. centt- Barmetro
(a 0a)
rs^og
7J59-94
763-.81
;63\08
739-,88
Temperatura miuima 22 #5
Temperatura mxima 26,75
Evaporajo emi24 Qorss ao ao 8,m8\i a sombra
2,t4d.
.nev nuila.
Dir-cj do vento SSE de ueii noite at 3 b.
p 07 m. da m -nba ; SW at 6 h e 57 m. ; SE e
ESS alternados al 3 0. fi 19 m. da tarde ; SE e
SS : at mulos a'9 h. e 23 m.; ESS e SE al-
tercalos u meia noiie.
Velocidaie media do vento 4b,17 per se-
gn lo.
Nebulosidade media 0,42.
Boletim do porto
Pra-mar ou Das Horas Altura
baixa-raar
P. M. 1 de Agosto 7-10 da m. t-15
3. M. i de 1-20 da t. 0.-40
betiaea -Etlectaar-se bao oa se^atmea ;
Hoje :
Pelo agen-e Pinto, no armazem n. 5, < i Alfaa-
dega, s 11 horas, de cabos e viradores.
Helo agente Britto, na ra V.soonde de Goyan-
na n. 45, de um granda estabelecimento de mo
Ibados.
Pelo agente Sifvetra-, no armauem i roa do
Imperador n. 41, do sobrado de 3 aidares n 43
ma Estrenado Rosario.
Pelo agent* Brillo, na roa da Santa Cruz n. 7,
da armajSo e balco eovernisado.
Pelo agente Piolo, no a-maz-m a ra do Bom
J. sos ?. 45, s 11 horas, de ama mobilia estafa-
da, urna dita de Jacaranda, canJieiro, m .Us, car-
teira, etc.
Amaba:
Pelo agente Martms, no arirzem roa do
Imperador o. 39. ao meio dia, de predios.
Pelo agente Oliveira, no armazem ra do
Inperador n. 39, s it hor;s da manb, da casa
lerrea n. 2, ra da Salgadeira, na cidade da
Victoria.
Pelo agente Pestaa, no armiiem travesaa
do Corpo Santo n. 27, ao meio dia, d exceilente
casa lerrea roa. Ianperial n. 232.
Pelo agente Gasi.o, no Paleo da Peaba n.
33, toril horas, de cadei-as de junco,-guarda
lonjas,, ateinos e mais pertenjas par* hotel.
Pelo agenta Britto, na praja. Maciel Pioaeiro
n. 13, 2* aadar, s 11 horas, de ama mabil de
junco, urna dita de ama:ello, urna cama franie-
za e mais objectos de casa de familia.
aluna raneare* Sero celebradas:
Hoje :
Na matriz da Boa-Vista, s 7 horas da manh,
pela alma de Bercardina Temporal Velloso
Freir.
Paeaaselree-Cbegados do eul no vapor
inglez Trent :
Ganara Caaajanaes, Aprali Ferrara, sua ee-
nbora e llibo, Guilhermina Monteiro, sua ae-
ohora e 3 fllboa, AlipioHalday, Alfreo M. Mu-
niz.tLuizCalateante, Simo Pontea, Candido de
Mello e Margarida de Mello, Antonio F. de A.
(Uv*lcaote.'Franoi8Cu S, da Silva Baga, Dr.
Custodio da Silveira, Wil'iam Wilsoo. Rapbael
Arcos e 3 menores, Raphaela Fernandez, Caroli-
na Mlrachi Jo. Bague, Jos A. Piaheiro. Jos D.
Gaedea, Cosme Coeilz, An'.oaio de Oi.ueiPa-
ralta, Jos Bonaflao, Maaoel Franci-co, Joao P.
da Cnnha, Aberaldo Almeida. Candido F. R.
Snchez, Antonio G A'meida. Jo J. da San-
i'Anna e Mario Garca.
Chegados do sul no vapor francez 3re-
noque :
Candido Sodr, "olvio Silva, Eugene Deval e
sua senhora, Manoel dos Santos, D'. Antonio
Molinane Lmrim, Euohraeio iuoba.
SaQldoa para a Europa no mesmo vapor:
Antonio Sou'-s Basto?, Pepa Ruu, Josa Hono-
rato de Ab*eu, sua seobora e 1 Clba, Caetano
dos Reis e soi seahora, Manoela Martins, Alfre-
do Carvalbo e oa seaboro, Carloa inore, Joa-
quim Coimbra, Cecilia-de Carvalho.
Sabidos para o sul no va?or allemo Ba-
ira :
T. B. "uir. Antonio da SantlAnoa, Aotonio
Carloa. sna aogra e i fl mi. Gamillo B. de Mello,
Mara Izabel da Oon% ijo. Vicente F Lima. Vic-
toia de S. Alfredo Cipibiribo, Francisco A.
Cosa, Frederico de S.uzae saaaenbora, Alfredo
Madeiros d? Vasconcellos.
Caea de Detentc&a-Movimeoto d03 pre-
aofc^aL.J^a-titi.-tkA'i-.do--aie E3te4ode
Pernambuco, 1 d^- A,"isto de 1893.
Existiam 434, eut aran 12, ^ahira^ !4 -exis-
Nacionaes 414, msina e^ 10, st angeiroa8.
-Total 42.
4rr?jsdos 391.
Bons 374.
o Doentesr?.
t Llocos 4
Loucas>
-,^otl-^ae,
M vm n o da enfermarla
N6o bf.affui'jvirne;ito oa enfermar a.
Fnram vn'a o o- pres.is des'.e eslabeleci-
m-uto, por 120 r.i:.j-, tenia 30 bomena e
rauhe.'ei.


-
IlBlO
------* ..^..11
-
i*. '' i m j
>
-*T


HBMMBMMl
a
m
lolUU rer. II-O movlmeoto desee
eatabelecimento a cargo da Santa Casa de Mi-
sericordia do Redfe, do dia 1 de Agosto fot o
seguinte:
Existiam 6X5
Botraram 19
Sabiram
Falleceo
19
1
614
644
644
Foram visitadas as enfermaras pelos seglo
tea mdicos:
Dr Barros Sobrinho entrn as 6 3/4 da manba
e sanio as 7 3/4 horas. '
Malaquias entrn as 10 i/4 da manhi e sabio
iaU.
Simes Barbosa entrn as 11 da manba e sa-
bio as 11 3/4.
Dr. Berardo entrn is 11 i/4 da manba e sabio
as 11 3/4.
Amobio Marques entrn as 9 3|4 da manba e
sabio as 12.
Dr. Lopes Pessca entrn as 9 da manba e
sabio i s 10 1/1
Vieira da Cunbaentrou as 101|2 da manba e
sabio as 12.
Dr. Bastos de Oliveira entrn as 9 i/4 e sabic
as 9 1,1.
Tavares de Helio entrn s 10 i/2 da manba e
sabio ii 11 3/4.
Pbarmacentico entrn as 8 1/4 da manba e sa
bio as 2 horas da tarde.
Ajndante entrn s 7 horas da manba e sabio
as 5 da tarde-
_OemUerlo publicoObituario do dia 1
d Agosto.': ,
Miraodoliaa Amelia da Silva Guimaraes, Per
nambnco,67 annoa, casada, 8. Jos; tubrculos
pulmonares.
Augusto de Souza Cont, Pernambuco, 18 dias,
Boa Vista ; eclampsia.
Orlando de Siqoeira Varejao, Fernambnco,
B meses, Recite; d nitcao.
Amancio Lopes da Silva, Parabyba, 32 annos,
casado. Boa Vista; febre palmtre.
Emiliana Mara de Sant'Auna, Pernambuco,
50 annos, viuva, S Jos; febre palustre.
Joao Flix da Cesta, Pernambuco, 29 annos,
casado. Boa Vista ; esmagamento.
Joaquina de tal, Pernambuco, 28 annos, sol-
teiro, Graca; gastro entente.
dores publico, afina do qae tal olo Tensa
saooeder, o que sa dar oertameata si
nlo fOr Hendida a reclamacJto dos ope-
rarios.
/ staselo sigo ama medida proapts,
qae venha cLr soloolo qoeatlo.
Esta grave e inadiavel.
Uma medida na soa altara, de vemos
pois esperar da sol3tade dos que possam
solvel-a.
Manad Ario.
luiano e reraaiiiiHico yoipte-feira 8 de Agosto d 1893

MUSICIANA
QUOTIDIANOS
As diversas questSes qae se teem agi
tado ltimamente e qae estSo a exigir a
micha attencSo, ob-igao me a interromper
o fio de miabas consideracSes sobre outrea
assamptos.
Pe 90 deaculpa por isto aos leitores, urra
rea qae tenho de attender a diversas |
qnestSes de interesse collectivo qae se
agitam oa actaalidade,
Mus aos prenuncio de greve, surge.
Deata vez a Companhia de Beberibe
qae se v a bracos com tees difficuldades.
e bem grandes em vis! a do estado actual
das oouaas.
Em artigos por mim escriptos desta
secuto sobre a greve dos cigarreiros, cuja
cansa achei perfeit.mente digna de minha
defesa, fia patentear em ligeiros tragos
as causas qae preponderara para dar v.d
a esta situacS) dificultosa.
S80 pois os mesmos motivos qae dSo
logar reclama580 dos operarios da Com
paobia de Beberibe, uma vea qae as diffi-
culdades de vida, no periodo que atra-
vessamos, abraogem geralmente a todas
aa claasea, fatenio.as soffrer as acaa per-
niciosas e inevitaveis cjnseqaaacias.
' assim qae se os Iludidos operarios
eatio em conduelas de eutroa, ra>
gavel ao menos em parte a sua redama-
co e disto est (perfeitamente cmvec-
cido o respectivo gerente, Dr. Ceciliano
Mamede, com qaem sobre o assampto
largamente tratei, e que deseja antes de
todo a adopcSo de ama medida qae venha
faaer cessar semelhsnte estado de cousas
qae absolutamente nSo (.de continuar.
E enmpre faser notar qne a alludida
recIaaacSe, transformando se em greve,
ser de incalcalaveis coneeqaencias para
ama cidade tito populosa como a nosaa.
O digno gerente est disposto a envidar
dos os es f orcos, de accordo com os po-
COMMERCIO
Balsa Coaasaerrlal de Pernasa
bate*
OOTAgOU OFFICUtS DA JUNTA DOS COB
BSTOBE8
Praca do Reeife, 2 de Agosto de 1893.
Nao bouve cotacao.
O presidente,
Eduardo Dubenx.
O secretario,
Augusto P. de Lemos
Cambio
psaga do bicifb
Os bancos aDriram com a laxa de 12 3/8 sobre
Londres, porm, de larde baixaram a laxa para
12 1/4 e a ultima hora recnsavam sacesr, colan-
do nominal a 12.
Km papel particular nao cons'-ou negocio.
PIUCA DO BIO DB JANBIBO
Os bancos abriram de macha com a taxa de
12 3/8, e de larde 12 i, 8.
Cotaccs de gneros
Para o agricultor
ASSOCAB
Branco dem idem .... 5*000 a 64500
Smenos, idem idem. 4*600 a 4*600
Yascavado idem idem 3*500 a 3*700
Broto idem idem.....3*300 a 3*800
Broto melado......3*000 a 3*200
Rtame idem idem .... 2*300 a 2*400
41 o dar
Fez-se vendas do de boas procedencias a
9*600 por 15 kilos.
Aleool
Por pipa da 480 litioi 290*000 vendas.
Agurdente
Por pipa de 480 litros a 195*CC0 vendas.
Couros
seceos salgados na baso de 12 ki. s a 703 rcla
nominal.
Verdei a 420 ris nominal.
el
Por pipa di 480 UtFM 95*000 c.:.. n..
Carnauba
Oota-sfl 10* a 17*000 por 15 kilos nomi-
nal.
Tabblla DAI BNTBADAB oa aaswas a ai-
OODZo
Mea de Julbo
COMPANHIA INFANTIL
O Sr. Francesco Colombo que ltimamente foi
secretario da companhia do Ilusionista Her-
mana Fillio, acaba de pedir o Theatro S. Isabel,
para n'elle funecionar a Companhia Infantil de
Zarzuelas durante o mez de Agosto.
CONCERT
,. E' no dia 3 do corrente que se realisa o con-
cert vocal e instrumental dado pelo professor
E. Fonseca.
Tem lugar no tteatro S. Isabel, com o pro-
gramla dividido cm duas partes, c desempe-
n hado pelas Exmas discipulas, collegas e ami-
gos do mesmo professor.
COMPANHIA DE OPERETAS
O Sr. Silva Pinto, emprezano da companhia
que acabou de fazer a temporada de Julho, re-
quereu o S. Isabel para outra companbia nos
mezes de Junho e Julho do anno vindouro.
A companhia composta de artistas novos ser
organisada em Lisboa e com alguns artistas do
Rio de Janeiro.
OPERAS NOVAS
O maestro Bruneau no prximo Outubro apre-
sentar a operaL'Attaque du moulin no Ope-
ra Comique de Pars. O libretto extrahido de
um trabalho de Zola e se refere a um episodio
da guerra franco-prussiana de 1870.
O jornal Arpa annuncia que Masetti, em
muito breve far cantar a sua Herma,
Em Nantes apparecc a Giles de Retz ,
opera composta pelo professor Paul Ladmirault,
que apenas tem quinze annos de idade.
Alfredo Keil, o maestro portuguez, escreve
uma opera, cujo titulo guarda segrdo. Sbe-
se apenas, que tem tres actos e quesera cantada
em portuguez.
THAIS
Massenet, contractou com o edictor Heugel a
sua nova opera.
A leitura do romance durou quatro horas, es-
tando presente diversos artistas do Opera.
O TENOR PREVOST
Este artista bastante conhecido enlre nos de
volta da Allemanha, onde foi muito bem acceito,
acha-se actualmente em Londres.
MASCAQNI
Este joven compositor que acba-se em Lon-
dres, teve ltimamente a prova de quanlo
apreciado o sea talento.
Sir A. Harris offereceu-lhe um grande jantar
ao qual compareceu toda aristocracia londrina.
Ao entrar, o joven maestro foi recebido com
grande quantidade de flores. Nos bilhetes que
indicavam os lugares dos convidados, havia em
cada um, nhrases das suas operas.
POLIO COKS A PEDIDO
Fabrica Caxias
A luz da verdade
Deparamos no Jornal do Redfe de boje
coro um artigo firmado pelos Srs. Aieve
do A O, com a epigrapbe cima, no qual
esies serhores tiram oonclusSes a sea mo
do, em relacSo a grve doa operarios ci
garreiroa.
Oa Srs. permittam nos que ponhmos
margem todo o seu escripto com exoe-
pclo do seguinte periodo :
c O typographo, igualmente, que precisa
de um capital, o iotelleotual, est sujei-
to a graves molestias pela posicjto cor-
poral qae exige o trabalho, nSo tem re-
compensa de 60000 por dia. >
Ora, Srs. Azevedo & C, qaem Ibes pe-
dio, qae ?iessem diier ao publico qae nos
estamos sujeitos a graves molestias pela
posico corporal que exige o trabalho,
quando isto j tSo conhecido e nem ser-
ve mais de propaganda?
Em tudo sempre o typographo est.
Si o escriptor erra, o typographo quem
teve colpa ; si um vapor naufraga l se
vai um typographo ; sempre assim.
Agora Srs. Aaevedo & O, como os Srs.
nos cbamaram a bailba, eis que apparece-
mos: O melhor de todo isto os Srs. serem
maia complacentes para os pobres cigar-
reiros, paes de familias.
Nos nada temos com a grve d'elles,
apenas achamos ella muito sympathica e se
nos (por ser moa typographoa) podessemos
dar-Ibes as mSos, por oerto que j o havia-
moa feito, porque nos repugna ver cena de
400 brasileiros subjugados por quem nSo
devia faael-o.
E' es se o modo de ver dos typographos
do cDiario, abaixe assignados.
R9cife, 2 de Agosto de 1893.
Pedro Alves de Souza Brasil.
Joaquim Arconcio Branco.
Francisco de Assis Eplphaoio R. Pinto.
Jco Raptista Gilva?.
Candido Fernn Jes Bastos.
Manoel LyJio de Oliveira Guimaraes.
Adellno Antonio Guimaraes.
Victoriano Tobas de Mello.
Custodio Luis de A-aojo.
Jos Marques da Trindade.
Manoel Thyrse Calute Ribeiro.
Francisco de Borja de Almeida.
Casimiro Hemeterio da Silva.
Joao Chryaplolaoo Ferreira Borges.
Miguel Arcbanjo dos Saatos.
Francisco Pausiliipo da Fonseca.
Manoel Jos Pereira.
Joao Avelino de Albuquerque
Torqoate Mariano dos Reis Esplndola.
York ,Lifo Insaraose O, o verdadeiro
arrimo das familias, e fago votos pela ana
prosperidade.
hornos de V. S.
Amigo Criado e Obri.ado.
(Asaigoado) Josa Qil Aforeira Jnior.
Borracha
CuU-j a 10*000 por 15 kilos
Imporlaco
Vapor austraco cDeack entrado de
Triestre e escala em 1 e consignado a J.
Pater Ac 50 cnohetes a A. D. 6. Vianoc,
120 a Prente Vian a e comp.
Far nba de triso ^1800 barricas a Ma-
chado & Lopes, 650 a H. Forster e comp.
200 a Paiva Valente e comp., 3100 a
Companhia de Paoificac.3o, 250 a ordem.
Papel 17 caizas e 14 fardos a ordem,
10 a T. just.
Vapor nacional tJac dos portos do sul, em 29 do paseado e
consigeado a companhia Pernambucana.
Algoio 1335 saceos a diversos.
Filtro 6 a Marcos Lima e comp.
Moringa 2 aos mesmos.
Oleo 5 birria a Araujo Lopes e comp.
Pellea 55 fardos a ordem.
Tamancos 12 fardos a ordem.
Tecidos 40 fardos a L. Maia e comp.,
40 a Cramer Frey e comp., 25 a Alves
de Britto e comp., 25 a A. Lopes e comp.
25 a O. Jardim e or.mp 25 a A. Amorim
e comp.
Machado
comp.
20
6
O. Bastos e
Pereira, 6
comp 15 a
A. Santos e
Entradas
-=-
Barcadas.....
Vspores. .
Animaes.....
Estrada de Ferro Central.
idea de 8. Francisco
dem de Limoelro. .
Somma .
Hias
t 31
i a 31
i i 31
1 a 31
i 30
i 31
A38U-
car
Saceos
16273
879
2155
11199
Algo
dio
Saccas
1370
6233
2896
1793
3650
1489 6677
31995' 21610
Vapoi nacional tPlaneta, entrado dos
portos do sul, em 31 do paseado e consig-
nado a Pereira Carneiro e comp.
Carga do Bio de Jsne.Vo
Caf 40 saceos a J. A. Cas te lio.
Chapees 2 oaixas a Manoel Joaquim
Fernandos.
Fumo ti volumes a G. de Mattos'Ir-
mSos, 5 a J. B. doa Reis.
Oraza 2 quartolaB a ordem.
Mercudorias 2 volumes a A- Labille, 5
a ordem.
Tecidos 15 caizas a N. Maia e comp.,
1 a S. Nogueira e comp 1 a Manoel Col-
lago e comp 43 a Machado & Pereira,
10 a A. Lopes e comp 6 a Fernandos
IrmSos e comp., 10 a A. Amorim e comp.,
10 a L. Maia e comp ,15 a Alves de
Britto e comp 10 a t. Fernandos e
eomp., 15 a R. de Carvalbo e comp., 75
a Rodrigues Lima e eomp., 15 a A. Lo-
pea e comp., 20 a O. Jardim, 20 a A.
Vieira e comp*, 22 a ordem.
Carga da Baha
Alambique 8 volumes a ordem.
Charutos 3 caizas a A. Machado e
comp., 1 a Costa Lima e comp., 9 a or-
dem.
Chapeos 8 oaizSes a ordem.
Colla 3 birricas.
Caloados 4 caizSe;.
A New-York Life Insurance Ca
Baha, 25 de Julho de 1893.
Illm. Sr. Dr. Antonio Molenari Laurin
M. D. Gerente das suciursaea Babia,
Pernamboco, Para e Amazonas da New
York Life Insurance Ca Amigo e Sr.
Tendo recebido de V. S. boje a im-
portancia de G:00#03 para pagamento
do sioistrt, apolice n. 253.512, em que
estava seguro o mea fallecido pai O ir.
Jos Gil Mo eir, venho agradecer a V.
S. e a Companhia r-'ew York Life Insu-
ransa Ca, pelo prompto pagamento.
Ainda mais penborado tenho fcado
com a Companhia que V. S. representa,
visto ter ella mesmo se incumoidj de
apromptar todos os papeia com a maior
prestes a possivel.
NSo podia deizar de vir perante o pu-
blico oa pela imprensa agradecer New-
Cigarroa 2 barricas.
Fio 109 saceos.
Fumo 6 barricas.
Tecidos 153 fardja a ordem.
Vapor francs tOrenoqne*. entrado dos portoa
do Sal em 2 e consignado a H Borle e C.
Xarqoe 874 fardos a Amorim Irmaos e C\ 273
a Pereira Carneiro e C-
Vapor iogle Tagus, entrado dos Portos da
Europa ex 29 e consignado a A.LO.-im Irmaos
e C
Amostras 70 volumes ordem.
Agua mineral 25 caixas a Compaotia de Dro
gas.
Cb 1 grade e 5 caixa ordem, 10 a J0S0 F. de
Almeida.
Drogas 6 volumes ordem.
Estopa 22 fardos ordem.
Livros 1 caixa a J W. de Medeiros.
Mercadorias 6 volumes ordem.
Qae'jos 13 calzas a Joao F. de Almeida 10 a
GoDcalvfs Rosa e Feroaodes.
Saceos 1 fardo a H. Luodgreen e C.
Tecidos 24 fardos a Rodrigues Carvalbo e C,
33 a ordem, 2 a Guimaraes Bastos eC, 29 a Bar-
net e C, 4 a A- topes e C 13 a f. Googalves e
C, 4 a M. Camioba e C, 3 a R. Lima e U, 10 a
Muller e C 58 a Affonso Maia e C, 5 a A, Lopes
e C. 79 a Machado e Pereira, 4 a Silveira e C,.
9 a A. Viera e C, 21 a A. de Britto e C, 21 a O
Jardim e C 40 a L. Maia e C, 9 a A. Amorim
e C, 9 a M. D S. Guimaraes, 6 a J. F. da Silva,
Piuto, i7 a G. FernandP8 e C, 10 a A. Santos e
0,2 a C. Porto, 3 a N. Maia e O, 10 a M. Lopes
M. Ramos, 6 a M. Rodrigues e C, 3 a Pereira e
Uagaines, 2 a A. Marlios.
Carga de Lisboa
Ceblas 40 caixas a Companbia de Estiva.
Prova real
A coimissSo central dos operarios cigarrei-
ros, lendo no Jornalado Reeife* de honlem nm
artigo com a epigrapbeA Ins da verdade. e
asaigoado pela firma commercial, Asevedo & C.
jnlga de seu dever eapondel o, apezar de nao
resistir mais simples analyse lgica, como
veem as autoridades do Estado e o publico,
para quem appellam.
Disem os aucores do allud'do artigo : a
grve o elemento de que laogam mi para
exigencia sem raiao de ser, sem justificativas
absolutamente nenbuma do augmento dj sa-
lario.
O tpico cima nao precisa de explicacSo,
porque ricos e pobres sabem perfeitamente que
oa gneros alimenticios e todos os mai3, porque
olnguem vive comente para comer, tem elevado
se a um preco extraordinario e que o tempo nos
diz que rao snblndo progresBivamente.
E' verdaderamente impossivel aoalyiar se o
tal artigo tpico por tpico, porque o sen auctor
foi por demais implcito, por esta rasSo passa
mos so tpico seguinte, por ser o qae trata de
materia que as autoridades e o publico ignoram
completamente :
Demais, o cfficial que em 1888, sem grande
esforco em pregar tira va como resultado de seo
trabalho por da no fabrico de 100 macos de ci
garros, a quantia de 1/700, boje com o mesmo
esforco alcance o pagamento de 3/000. se, po-
rem, trabalbar empregando todo o tempo, sem o
descanso que nSo seja o obrigado pela conser
vagan da sau'le, palera fazeudo 230 macos gc-
nbar 7/500. >
Ora porque, os Srs. Azevedo & C-, nao foram
mais francos as autoridades e ao publico, qae
ignoram completamente o que se passa no inte-
rior de suas officioas? I
Porque nao dizem nutrir um odio de mo te a
seas operarios, a ponto de admittirem um ou
mero extraordinario de operarlos, com o firme
proposito de eanbar cada nm, e pela tabella de
30 rs. ao maco, i/680 a 2/520 ?
Porque nao ditem que o operario favo'ecido
pela oatureza.com uma agilidade excepcional, o
que raro, para fazer 250 macos de cigarros,
Ibe preciso comecar o trabalho as 7 t oras do
dia e sustentar uma marcha act.va e accelerada
at as 6 i/2 horas da tarde ?
Porque nao dlzem qae, de Dezembro da 1892,
at 25 de Julbo de 1893, oeobum operario tem
tido trabalho para gannar mais <.e 3/300 a
3/360?
Porque nao dizem ainda que ba meses no
anno que o op-rario panaa diar menle, ainda
pela taoella de 30 reis. o que acbam mano,
1/68J e mullas vezes menos, o qae nao deo-se
anda este auno; e que nao ha operario que,
ainda a casa dando trabalbo faga 250 macos ie
segunda felra ao sabbado?
Desde que occnltam essas verdades iocou-
(estaveis, nao sao justos nem sinceros.
Para qus as autoridades e o publico, para
quem appellam, depols de nos, saibim de que
lado est a luz da verdade, apresentam-lbes as
notas de trabalbo dos operarios, de Dezembro
de 92 a Jjlba de 93.
O que as autoridades e o publico tm no ex
posto dos Srs. Azevedo A C, muita incoheren-
cia, multa contradicho.
As aecusaces que vos fazem p ranf as au-
toridades do Estado, nao nos iocommodam, por-
que todas sabem que os nossos io oitos sao ver-
daderamente ordeiros ; que somos nos os ope-
rarios cigarreiros que temos sido o modelo dos
grevlst 8.
~ Recite, 3 de Agosto de 1893,
A commissao central
Agurdenle
Ao gerente pomadlsta do vlvei-
ro do Hanfz
A tua prosi j nSo illude ninguem, qae os ven
dedores de aguarJenie ifflaam em maisa ao teu
encblmento nao de admirar.
Padtra nao Pagas muito mais do que vale
o genero i
O caso porm nao'. este. O caso muito dil
ferente. 0 ciso o seguinte: I
Hontem pagaste pela agurdente 1/840 a Ca-
nad quanlo sabido que nos oalro< enchtmen-
tns pagoa se i/660, /7C0 e a' i/760 (porqna
6 precisa notar que os outros nao sao palermo.-
como t, que, uma vez abeno um preco, o sus
tenias pirrnicamente fgaal, tanto para o mais
Inexperto matulo quanto para o mais especola-
dor commissario).
Nestas condicOes ragastes na me lia 120 ris
por caada mais do que valia o genero.
Na bircaca D. Antonia, para a Villa
da Penba, carregaram :
Manoel A. de Senaa & C 1 barrica com 79
kilos de assasar branco e 3 ditas com 180 ditos
de assucar refinado.
Mesaraneocoa pssi>lla
*> de agosto de 1893
Alfandega
Ora, a calcular pela enorme cavslbada qne aa
via hontem na Distlllsclo Central, nlo compraste
menos de urnas 3.000 cnidas A 120 ris cada
caada, se qne sabes multiplicar, mea sano,
fas 30/00O deprejuizo que dste aos pobres ac-
cionistas ds tns companhia. lato, multiplicado
por 365, que tantos sao os dias do son, elevs a
131:4t 0/000 o rombo que dais snnuslmente aos
incautos accionistas, e nos annos bisseitos o
prejmzo ser de 131:760/000 !
Deixs estar que haremos de informar dig
na directora 00 Rio de Janeiro (a qual nao se
compOa de esbinjadores como tu) deatas tnas
proezas I
Ha de ficar satisfeita quando sonber que alll-
vias os boleos dos accionistas em 131:400/ ao
ocalmente I
Pomadista Distillado Ceatra|gado k C.
Despedida
Jos Honorato de Abren e sua esposa
retirando se boje para Europa a bordo do
vapor Orenoque despedem-se saudosos da
mprensa e do povo pernambuoano, cojo
ac.lhimento e distinc;8ea agradecem,
aguardando alli ca snss ordens.
Oatro sim, julgam nada dever a pessoa
alguma e so algaem so jalg'r oredor ro
gam o favor de mandar receber a impor-
tancia na lojaJardim das Damas ra
1.a de Marco n. 20.
Manoel de Barres Wanderly convida a seus
prenles e amigos para assisti.-em o enterro de
sua presada rr.nlr.er. que sabir da matriz da
Boa-Vista, s 8 boras e l|l da manb de boje 3
do corrente, se confessaado desde ] eternamen-
te grato.
inventario de Francisco Al-
ves Mootero Jnior
O abaixo assignado, lendo sentenga contra na
aegao que moven contra Manoel Joaquim Carnei
ro, por le;ao scffrida lo inventario de seu fina-
do pai, faz F.ber a todos quantos rosea intsres-
sar o presente avieo que rjcou desembarcado
de toda e qualqcerob-igagSodo passivo do mes-
roo inventarlo ; censtituindo se D. Haria Abes
Monteiro unici dev>dora do dito nassivo, confor-
me a qaitagao plena qae consta do mesmo tn
ventarir, paseada a favor do abaixo asignado,
aps a 8epara<;ao de bens para pagamecto do
dito p SS1T0.
Vasecuras, i- de Maio de 1893.
Luiz Alves Monteiro.
MOLESTIAS do ESTOMAGO.Vinco Cnassainii
Um milagrre
Atiesto que desde longos annos qae eoffria de
uma encbaqneca agola qae ordinariamente m-
possibilitava me eos mysteres de familia ; uzei
todos os medicamentos p-escriptos por mullos
facultativos sem colber resoitido aly.ua: que de-
belase lo t-jrrivel mal.
Aconselbado por blgumas pessoas de minha
amisade a toma- as magnificas pillas aotydis
ppticas do'D.'. Ilsinzelmanno qoecoma 1* c e
de duas pilulas tijuei radicalmente cn-ado ; c
que muito agradego ao ine.-ir.o Dr. Heinzelmann.
Que lique este atte.tido assignado como po-
ta de loan gratido.
Reeife 26 deMilo de 1893
Ra de lio:t s n. H2.-Lo:adio de Jess
Ebla.
Vi^ro20.';0, aria 3Q#C00 l^dusia 10$
Vende -se em todas as Dbarmacias
DE!OSITO GERAL
Phsimacia Maranho
UVA HARCILIO D1AN X. 135
Ao commercio e ao pu-
blico
Previno ao publico e ao commercio principal,
mente aos consummidores dos productos da mi-
nba Fabrica de Vibo de Caj. Aba:axi, e outras
fructas nacionaes. situada a' Ra da Aurora >.
(11. com deposito a Ra da Madre ue Dens os.
3 e 5, que alguos negociantes e suppostos in
dustriaes desta Capital, esto falsificando os
productos de mioaa iadustria e que por isto se
acautelen?.
Don* fo os meios le M.-ificago;] i. Com-
pram 03 baris de vinho de Caj de minba mar-
ca e depois de vazios eneben o de novo com vi-
1 Tren ti
nena peral
Oo da 1
dem de 2
46:461*001
75:331/307
Renda do Estado :
Oo da 1 5:318/385
dem ds 2 4:5064580
121.792/308
9:82U965
Somma toitl 131:617/273
Segunda secgao da Alfandega de Pernambuco,
2 de Agosto de 1893.
O cuate ds seccio,
Manoel Antcnino de C. Araaha.
O tbesoureiro.
Loiz Manoel Rcdngues Valeoca.
RECEBE DO Al A DO ESTADO
Do da i 14:695*914
dem ds 31 9.960*142
Do dia i
dem de 2
RECIFE DRAINAQb
24:656*056
i
2199.0
219*990

Fxporta^o
RECIFK, 1 OB AGOSTO DK 1893
Para o exterior
No vtp:r francs Orenoque, para Paris,
carregaram :
Couceiro Irmaos, 1 caixa con onro velho e
prata ao valor de 35:800*000.
Para Bordeaux, carregeu :
A. F. do Reeo, 1 caixa com 300 grammas de
ouro de lei, 1,300 ditas de ouro baixo e 1 500*
em moedas de onro e prato.
Para o interior
No vapor nacional Guauabara, para o Rio
Grande do Sul, carregaram :
A. Irmaos C, 430 barricas com 46 225 kilos
de assncar braceo.
Para o Rio de Janeiro, carregaram :
GuimarSes 4 Valente, 100 caixas com 300
kilos de oleo vegetal.
No vapor nacional >S. Salvador, para o
Rio de Janeiro, carregaram :
Pereira Carneiro & C, 280 fardos com 43 092
kilos de algodao.
Florindo de oliveira, 369 saceos com 22 140
kilos de assncar branco.
Para o Espinto .Santo, carregon :
Matoel F. da Silva, 9 volumes de doce e 1
sacco com geagelL
No vapor ailemao Babia, para lio ce Ja-
neiro, carregaram :
- Jos Andrade, 400 saceos com 24,000 kilos de
assucar branco e 200 ditos cem 12,000 kilos de
aieucar mascavado.
Cascao & Barbe za, 200 saceos cem 22.C00 tilos
de assncar r. raneo.
No vaper nacional Planeta, para Manos
carregon :
Jos T. Pin'.o Lapa, 135 barris com K) no li-
tros de agurdente.
Uovlment do Porto
Navios entrados no lia 2
Buenos Ayres o escala 10 dias vapor
francs tOrenoqne, de 2459 toneladas
commandante Ronrdon, equipagem 122
carga vanos eneros, a H. Burle e
comp.
Buenos Ayres e escala 12 dias vapor
ingles fTrent, de 1699 toneladas com-
mandante Mil er, eqnipagem 96, carga
varios gneros, a Amorim Irmftos e
comp.
Rio Grande do Sul20 dias brigue hol-
landea Admira 1 Tronpi, de 208 to
celadas commandante K. A. Groet,
eqnipagem 8, carga zarque a J. da
Silva Carneiro.
Hambargo 64 dias patacho hollando!
Joanna, de 205 toneladas capitSo R.
S. Wyrdmam, equipagem 7, carga va-
rios gneros, a Ramos Geppert o comp.
Penedo1 dia vapor nacional cSinimb,
de 157 toneladas commandante Lobato,
equipagem 19, carga algodSo, a Com-
panhia Pernambucana.
Alto mar, caohoneira nacional Parna-
hyba*, commandante capitSo de fragata
Pereira Pinto, oarga manicSes.
Sahidos no mesmo dia
Bordeaos e escalavapor trances cOre-
noque, commandante Rourdon, oarga
varioa gneros.
Sonthampton e escala vapor ioglea
, commandante Miiner, carga
?arios gneros.
Porto Alegre e escala vapor nacional
Guauabara, commandante Luis da
Costa Amaro, carga varios gaeros.
Mercado Municipal de m. Jos
O .!iov:mfcnto oeste mercaao no dis 31 de
Julbo foi o seguinte -. Entnrsm.
42 bois pesando 6,596 tilos,
100 kilos de peixe a 20 ris 2*000
3 compart. com mariscos a 100 rs. *309
3 ditos com camarfies a 100 rs. 300
33 columnas a 600 rs. 19*800
5 cargas de gallinbaa a 500 rs. 2*500
2 cassua com gallinhas a 300 rs. *600
44 cargas de farinba a 200 rs. 8*800
42 lugares a 200 rs. 8*400
10 sumos a 200 rs. 2*000
2 ditas de arxendoim a 300 rs. *600
1 dita de cebolinbos a 300 rs. *300
1 ditas de banana a 300 rs. 300
1 ditas de laranjas a 300 rs. *300
1 ditas de macacbeira a 300 rs. *300
10 cargas de milbo secco a 200 rs. 2*000
14 ditas com feijao a200 rs. 2*800
5 ditas de batata a 300 rs. 1*500
5 ditas com gerimn a 300 rs. 1*00
3 ditas com fructas diversas a 300 rs. *900
3 ditas com milbo verde a 300 rs. *900
51 ditos com verduras a 300 rs. (5*300
62 ditos com farinha s 400 24*803
10 compartimentos com (ressoras
a 609 rs.
45 ditos com tazendas etc. a 600 rs.
34 ditos de comidas a 700 rs.
11 ditos de suineiros a 14
6 ditos a 7 0 rs. -
48 tainos a 2*000
nbo artificial de outros fabricantes e testo es
como Vinho de Caj da marca Jos de Mactio.
2 .Apparece no centro do Commercio de Es-
tiva m gosso, commerciaotes e cynicos indns-
triaes pouco escrupulosos que procurara introds-
zir so lado dos meas productos bebidas artific-
ses revestidas de rtulos a imitaeso des meas
com s mesma denemioacao de Vinho de Caja
afim de engansrem o consommidor Incauto e se
prolegerem com a reputagio que tem alcancao
os meos productos que so s mim tem castado o
seu deseovolvimeoto.
Ontrostm, Negociantes desta Capital e do
interior qne tem comprado Vinho de Caja e de
ootras fructas de mioba marca, ollocam no en-
garrafamento rtulos de outros fabricantes, to-
mando assim os meus productos o nome dos fal-
cifleadores que deste modo acreditan sua mar-
cas.
Isto quer dixer que a m produccao deste de-
posito de frectas podres e bebidas artiBciaes que
por abi querem dar o nome de fabrica de Vinho
de Caj, nao encontrando collocacao no mer za-
de ; convem aos falsifica lores foroecer os seos
rtulos para deste modo alcan-arem o crdito
dos meos productos.
Estas falsificaces sao provocadas pelo fado de
ter en entrodusido em menos de um anno ; nos
mercados da Jni&o os viohos de fructos nacio-
naes de modo tSo vantajoso, como pode ser attes-
tado pela procura diarla que ainda ba pouco
tempo pareca geralmente Impossivel.
Estimara ver so meu lado emprebendedorea
que n9 Campo Iadustrial soubessem com boa
orientacao animar o aproveamento de nossas
riquissimas froetss, como sejam o Csj, o
Geoipapo, e Abacaxi. extrahiodo dellas.producto-
que por suas virtudes medicinaes aroma e pas
ladar, se toroa*sem dignas, de ser aproveitadas
no pas e no estrangt-iro.
Em ves di-to. po:em, apparecem cyaicos e as-
tuciosos imitadores de marca albeia, traxendo
r i e a repugm ncia ao consumidor, como tam-
bam o discredito dos vioUos de fructas nacic-
Bses.
Cumpre ainda denunciar ao publico que una
das marcas de Vinho de Caj semelt.'-nie as mi-
obs, que por abi circula criminosamente com
a declarago de marca begistbada cmi revol-
tante falsidade, que de rus f ee atira ao publico
sem respeito as leis, com o lim de fazer callar no
espirito do coo.-umidor a conviegao de que dita
maroa esta sendo legalmente usada, quando ella
nao est registrada nem o pole ser em face da
lei.
Accresce ainda que.os product3S artilriaes que
dita marca re-este nao foram approvados pela
Inspectora da Hygieoe do Estado, o que repor-
ta mais em um desrespeito ao Regulamento Sa-
nitario em vigor
Rrcife, 29 de Jolbo de 1893.
Jos di Mocedo
Loteras ordinars
em favor do muni-
cipio de Olinda.
A extraetjao da 3a. ferie
da primeira lotera ter lu-
gar infalliveJmente na Quar
ta-feira 9 do mez correte a
1 hora da tarde.
Bilhetes venda em to-
das as casas lotricas e oa
Thesduraria em Olinda'
no Varadouro.
Para ncomendas no es-
criptorio da Fabrica Phe-
nix.
O thesoureir o
M. Lopes Vieira.
Regulador da larioha
Concertase reiogios de algibeira, pn-
dulas de torre de greja chronometroa de
marinha, caizas de msica, apparelhos
elctricos, oculos, binculos, oculos de al-
cance, joias e todo qualquer, objecto tea*
dentes a arte mechanica.
9Roa Larga do Rosario9
Dell ira burgo
Lugar altea ao Seora.
Barca allema Quitana.
Barca inglesa Stratheam.
De Londres
Lugar ingles Harnet.
Barca noruegueuse Paiander
De Elizabelh
Brigue noruegeesse Westa.
De Terrs Nova
Lugar ingles Viola.
Lugar ingles Florence.
60C0
274000
234800
11*000
4900
964000
Kendmeoto i03 d'as I a 30
Rcnc'imeto de J.l i de
26,4200
8.1134060
8.379 260
81f35-Jv
Vaporea a earar
Mez de Agosto
Sul.......... Estrella.......
Sol.......... Ocano........
Europa....... Leibnlz.........
Liverpool..... Acor...........
Norte....... S.Salvador-----
Europa....... Orgatb........
Sul..........
Sul..........
Europa.......
Sul...........
Europa.......
Europa.......
sul ..........
Sul.........
Europa.......
Potos
Aguamare......
Corsica.........
Pemamtuco ...
C'yde.........
Re de Portugal.
Makeline......
Hermann ......
Porto Alegre
Sui.......... Alagoas*.......
Sul.......... Rio de Janeiro...
Sul...........Thames.........
Sul......... Vanaoe]........
Norte..........Brazll.........
Eoropa....... Orcana.........
Sul.......... MaranbSo.......
Europa........Napoli.........
Norte........ Olinda..........
Europa....... Tatuar..........
Sul.......... TgUF..........
Sul.......... S. Salvador-----
Norte........Pernambuco ....
3
3
3
3
3
I
5
5
7
8
9
11
11
12
IS
12
12
13
16
8
20
24
o
26
27
29
30
30
Liilert ng par: B ais
Presos c;o dir:
Carne verde de -w. 723 ris o lo.
Sainos de 800 a '.00 ris dem.
Carneiro dfl 900 a 14200 ris idem.
Farinha ee 320 a 500 ris idem
Milbo de 700 a 4900 ris idem
Fsijio de 14600 a 24000 idem
navios esperados
Do Rio de Jaseiro
Barca portuguesa Triutnpho.
De Pelotas
Patacho sueco Zeus.
Patacho sueco Hilma.
Lugar ingles New Day.
Lugar norueguenee Cbanre.
Ligar ingles Brnnette.
Patacho ailemao Horisont.|
Lugar ingles Tborem.
De Swanse
Barca Inglesa Sbarry.
De Cardiff
Lugar norueguense Mussicipe,
Barca noruegueuse Eragero.
Barca norufguense Victoria.
Barca norm guense Galatbea.
Barca norueguenee Gler.
Barca.inglesa Golden Snnset.
De Liverpool
Barca norueguense. A. B, Bat.
114,020
Sul ....
Europa.
8nl___
Norte...
Sul ....
Sul------
Europa.
Europa.
Europa.
Europa,
Norte..
bul-----
Norte...
Sol....
Sol.....
Norte ...
Sul ....
Sul ....
Sul ....
Eiropa.
Sal ....
Norte..
Vaporea a sabir
Mes de Agosto
..... S. Salvador.....
..... Potos.........
i.... Corsica.........
..... Pernambuco
..... Clyde ..........
.... Re de Portugal.
-----Matkeline.......
..... Heimann.......
.....Bio Se Janeiro...
.....Thames..........
.... Alagoas........
____Porto Alegre.....
.....Manaus.........
.... tBrasil..........
.... Orcana..........
.... Maranho.......
.....Napolie.........
.... Olinda..........
......Tamar..........
------ Tagua...........
......Pernambuco
......S.Salvador.....
3 s 4 h.
5 as 5 b.
9 as 4 b.
9 as 4 b.
9 as 2 h.
11 as 1 h.
11 8 4 h.-
12 as 4 b.
Das 2 b.
13 as 2 b.
13 as 4 b.
15 as 4 b.
17 as 4 h.
18 as 4 b.
20 as 2 b.
25 as 4 b.
25 as 2 b.
26 i.s 4 n.
27 as 1 b.
29 as 2 b.
30 as 4 iv
31 as 4 h-
SEGUROS
1ABITII0S COSTRA Ofi
eoospanhla Phenlx Per*
naaahncana
U A DO OUINMFRC.
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Diario de Pernambuco Quihta-eira 3 de Agesto de 1893
I


Antonio e Dejanira
Orna respoitavel senv ora, ras i den te em
Stfeias, atiesta o geruicte :
A abaixo aiaignada atteita, a bem
4b kaanidado, que tendo aido atacados
4 coqueluche, seas netiuhos Antonio e
&enira, e sem terem podido obter all-
* eom o tratamento de sea Ilustre me
fe, dea lhes o uonheoido Peitoral de
&abar, do Sr. J. A. de Soasa Soarea
H con qoatro vidroa deate efficas reme
s, ficaram completamente reatabelecidos
a terrivel afrimeotoa.
[Mara Jos Rodrigues BarceUos. c
A firma e*t recochecida).
> e nico agente a Companhia de
Usem e verao
Atiesto qne teado toffrido de dyspepsta e for
i*e palpitares no coragao accom patinadas de
wrtsens e produxindo iOBumoia, fui aconselha-
A> a n?ar das pllulas aoti-dyspeplicos do Dr.
iSsisielmaoo teado obtido grande melbora com o
b de alguna vidros desee poderoso medica
at(2>, esperando em treve a cara radical de
E9 encommodos.
As sesseas que sofferem do mesmo mal de-
*7o txperiif otar o sea oso pois que os resal-
idos najsts faro sperar.
e: !a attestado podem fuer o nao qne con-
tiv.
Beeife, 29 de Maio de 1693.Manoel Beo de
TSir,, alumno do 2 anno da Escola Normal.
Tidro Ifr 0 ', duzia 20*000, tneia doiia 10*.
Fe 3 de se rm tea pbarmacia.
j> pj3ito geral, Pharmacia Miraobao, roa Mar
2tol*asD. 135.
E' milita hypocrisia!
O wrjbor far favor em dizer a certa pessoa
m Ka ubecimento, qne ella pode tomar qual-
-jb* eliberaco a respeto de orna irma viuva,
jume e t.mbtm lierdeira I po's g publico sa-
jwa a historia de orna sosiDa de Huribeca qne
iifs bo Recite, deis.nJo... contos de rls...
Vol1 aremos.
--------------------
Quantaa vezes acn-
1. w K^ Cy
Dss pessoa muito coneeiuada, mora-
sosa na e dado de Bag (Rio-Qracde do
toi uchou-se gravemente doente do
Caso importante
Tendo sido aooommettido de ama tysi-
ca incipiente e estimavel negociante desta
cidade, o Sr. Olympio Bernardss Vives,
teve a felioidade de aer tratado pelo ht>
bil medico Sr. Dr. Henriqnsion, que o
curou cem o afamado Peitoral de Camba-
r do Sr. Sousa Soarea, de Pelotas, sem
ser preoiao oatro medicamento para o sea
reatabeleoimento radical,
Faaemos esta declaradlo em proveito
da humacidade svffredora.
(Vtctoriente, de Santa Victoria.)
' anico agente a Companhia de
gas.
Dro
Far cham. do, para a tratar, o illuatre
Bb Peana, e maia tarde, o tambem illus
haaJsV. Albano-
[} doe.ite cada ves ficava peior : a mo
v-i lombando do tratamento medico,
tegaia o sea funesto curso.
{ma pessoa da familia, tendo confianza
Bb Peitoral de Cambara, descoberta de J.
Ja suaa Soarea, de Pelotas, Lmbrou ao
ssereu a sua appliocjto.
Satc, porm, que talles nSo conheces
. por experiencia propria, os effeitss de
So *oberano remedio, recuso j-se a recei-
i*-, sontiauando com eutras applica-
yBee.
Tendo se que o doente nada aproveits-
t*. a que a morte era kevitavel, mandeu-
*. j3 segredo comprar um vi ro do di-
2b peitoral e o doente principioa a tomar
.fratavo remedio e a melhorar, e no fm
a a/gam tempo achava se completamente
-aoelecida !
Un bajente.
JtT nico agente do Peitoral de Camba
a neste Estado a Compachi* de D.o
jBK.
da
iftlr se nos-ha expender
la palabra sobre as lnfer-
isvldades des >ulme e
garganta.
Qnaado os pulmoes se chegam a eu-
'etsat pode-so dizer que o doente se acha
qs hordas d'uma enferuiidade incuravel,
> o prinieiro passo dado em lo pingosa
siSGaitao losse. Torna-so pois da maior
jgporancia o atalhar-se a mesma im-
iseaameute. Se por accaso perguo-
.w&s do que maneira isso se pode con-
stgsir, promptamente responderemos
saa o Peitoral de Anacahuita, cujo ex
xhnte Xarope preparado e composlo
?Dffl o maravillioso e bolsamico sueco
fsma arvore do Mxico conhecida des-
.-* muito seculos pelos aborignes, co-
ks remedia excelso para as iufermidades
^oimonares. ssa magoiGca preparaco
tarar a losse dentro em poucos dias,
is ^ezes em poucas horas; alliviar a as-
idua, curar a irritada membrana da tra-
stea e impedir finalmente o desenvolv-
-seaTo da thisica. Ao contrario de lodos
ases Peiloraes e Xaropes feitos de fruc-
'2i* oulras substancias acres e d'uma na-
icrexa duvidosa, ella nao encerra em si
33Quin acido Prussico, e como igual-
Tteoe nao contm nenhuma mistura de
jBimonio ingrediente este, que abundan-
Jeaenle se encoulra as preparacoes da
jaecespor conseguinte o seu g'oslo nao
rwtoz nauseas e suave e agradavel de
ir-se
Como garaulia contra as falcificacoes
xsejure-se que os nomes Lanman &
iemp veuham eslampados em letras trans-
]areutes no papel do livrinho que serve
Ife envoltorio a cada garrafa.
Icna-se de venda em todas as boticas
i rogaras. ______
A bror chite
Cera efficaz e econmica
Oac-se o Peitoral de Cambar, de Soa-
Soares, s colne^es 3 cu 1 vezes ao
ikt. Nos casoa mais obstinados, de 2 ou
a 1 eai 3 horas. Nos chrooicos, 2 ve-
tes ao dia, do man&S ao levantar e a noi-
n^aeitar.
A alimentacSo do doente se far simples
a*k> irritante. O exarc s o resguardando ae do ar da noite e da
;E-i:dade. Sentindo febre, deve reco-
>.-:-,--3e cama e limitav-se a ama dieta
.tgoresa. _
Com este tratamento simplissimo e ba-
V tem-se jurado milh-res de doentes.
' anico agente em Pernambuco a Com-
:.-.. bia de Drogas.
---------------->*<---------------
:i5r. Freltas nlmaraes
MEDICO,
Te ni 9 seo onsaltorio na
'.-;a* n, 61, 1. andar,
B2-}/)trado de 11 1 hora
i9ie i.o Cajaeiro n. 4.
Tilephoae a. 292.
roa
Duque
onde ser
da tarde e
Elxir ante-ebril Cardoso
\Ianoel Cardoso Jnior
Ipprovado em SI de Marco de 1890 pela inspe
ctoria geral da digna junta de bvgiene do Re i
de Janeiro. ,
Ette Elixir de composlco toda vegetal pre
arado segando as regras pbarmaceaticas, acn
lelhadas pelos autores modernos e do reconbe
eida capacidade scient;fica tanto no paiz come
ao eetrangeiro.
Es-1 Elixir o producto nao so do grande es
tdo das aceces pbysiologicas das sabstancie
como tambem palaologicas.como tambem o re
saltado das mmensas applicaces nos diverso
:asos de febres de fundo palustre.
A applicago deste Elixir na grande epidem
Je bexigaa de 1890 a 1891 mais nma vez de
monstron a sua eficacia ; pois no principio do
primeiros symptomas a bexiga aborta, em ca
sos mais adiantados a bexiga passa a aer um;
Joenca febril vulgar apresentando pequeas to
oetacfies qne com a continaaco do Elixir de
sapparecem sem todava apresentar recelos d
perigo.
Oe muito tiesiados publicados no Diario dt
Pernambncc e Gazeta da Tarde provam o qn
dizemos.
Nos casos de febre cmarella o efleito admi
ravel.apresentando pbenomenos tao maravilho
sos que nesta cidade do Recifi do ftio de
Janeiro ponco receto cansa a febre amarella
mesmo estando o doente com vomito preto <
languineouestes ltimos periodos ento ne
ts'ario a applicacao em alta dose, des
l tabella annexa
Este Elixir j condecido do pabv"* grande numero de dignos mdicos ., -osela
do para combater os diferentes iccommou.?1 to
les ellos de carcter febril.
Por muito tempo tlvemos occasio de fazer i
applicacao as febres erysipellosas e com tac
3om resultado que ticamos admirados de tao al
os efleito?.
Pela pra'.ica ebegamos a connecer qne not
taques de febre erjBipellosa os erysipella com
vuigameute se diz necessari(> o uso de 10 d ai
V) Elixir.
Nos grandes incommodos das senboras, mens
'.r lacio, gravidez e nos casos de parto com fe -
e e de um resultado muo certo e seguro 5 i
na conposicio tao simples qne nao oflerecc
ceio de applicar o Elixir nem mesmo em dose
.jperiores s indicadas na tabella infra.
Pedimos aos dignissimos mdicos que desejv
em fazer oso deste Elixir em sna clnica nao si
lojeitarem cossa prescripcao, mas sim fazer t
pplicacao em barmooia com os casos qne dse
a rem combater, certos de que o medicamento i
le composicao innocente para r> organismo po
r.dis frgil que seja.
Modo de usar
A'fl crlancas at um anno 10 ttoun a a em i
Jtrif isa am?. coUic-r tu de aCpa ;&V,a i'.ge
'ria.
De um anno a tres i gottas.
Da 3 a 10 annos em diante, 40 gottas etc.
Estas doses devem sempre ser applicadas en
agua fra.
Depsitos
Companbia de Drogas e Productos Cbmicos
Recife, roa do Mrquez de Olinda o. 13.
Nacional Pbarmacia, ra Larga do Rosarlo n.
3.
Pbarmacia Oriental, ra Estreita do Rosa
1.3
Pharmacia Alfredo ^Ferreira, rn do Bario di
Victoria n. 14.
Pharmacia Martias, ra' Dnque de Caxias >
8.
Pbarmacia Ribeiro praca Maciel Pinbeiro ii
Para qnalquer nTormagSo ser encontrado c
autor na ra do Rosario Estreita n. 17.
Os nose.08 frascos sao cuadrados e conta go-
tas. N'um lado teem gravadoElixir ante-febril
i no oatroManoel CardosoPernambuco, e to
Jos 03 prospectos sao assignados por Manoel
Cardoso Jnior, sendo falsos os que nao forerr
issignados.
Dentes
Termina a horivel dor de dentea aaan
do o exoellente preparado de Manoel Car-
doso Jnior.
Aa cartas que Ibo tem sido dirigida
pelos jornaes de maior oirculagSo, attes
tam a efflcaeia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va A 0., roa do Mrquez de 01ind>
o. 23.
Phrmacia Martina, roa Duque de
lias n. 88.
Pharmacia Oriental, a rna ^sn>jita di-
Rosario n. 3.
Pbarmacia Alfredo Ferreira, roa
o
BarSo da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes,
d o Rosario n. 31.
ra
Larg*
Medico e
oculistas
Elixir depura-
tivo vegetal
Formula de Angelino Jos
dos Santos ndrade
Approvado pela Inspectora Geral de Hy-
giene Publica do Rio de Janeiro em 20
de Julho de 1887.
Este depurativo de grande eficacia as m.
lestias sypbilitica; pe imureza do sangue; assin
como em todas as molestias das senhoras.
Tem curado radicalmente muitas pessoas ac
commettidas da terrivel molestia ceriberi.
Rbenmatismo syphilitico on goiozo, dor ci-
tica erupedes de peiie, cancros, e cancros ve
nereos, flores brancas, bysterismo, frouxidSo dt
oervos, irites e ontras tlammatOes dos olbot
molesl.as do ligado, escropbnlas, escorbuto
soffrimentcs de estomago, ulceras, gommas, fs-
tulas, empingens, daltros, pannos e manchas
da pc-lle, bobas e booOes, sarnas, catarrhos e
quaesquer moldstias da bexiga, entre outrasr
albuminuria, onrinas Ldoces e sanguinolentas
anemia, paralysia, erysipelas, e iaflamma(fies
das pernas e ps htmorrhoidas, astlima, hydro
celles, tumores, nevralgias, e elepbantlazes o
morpba, as irregularidades da menstruacSo.
Prova-se com aquelle numero de attestadosja
publicados e os que existem em nosso .poder a
eficacia deste elixir as molestias indicadas.
Fncontra se a venda na phar
macla dos Pobres k rna do
Kosar'o larga n. 98.
A'rua Baro da Victoria n. 37 se dar toda t
qualqner explicaco que for preciso acerca desU
preparado.
Colado com as falsirtFaroes
VIodo de usar
Os adultos tomaro qoatro colheres das t
sopa pela manh e qoatro noite.
As criaucas de 1 a 4 aunos tomaro orna co-
Iher pela manb e outra a noite e as de 5 a 11
annos temario daas colheres pela maah e do
noite.
Dr. Caroeiro Leao
Medico parleiro, residencia e cdsuUo.o
rio ra do Livramento n. 31, 1.' e 2.-
andares.
Consultas de 11 s 2. Chamados a
qaalquer hora. Telephone n. 325.
Especialidades: febres, partos e mo-
lestias de criancas.
Dentes artiflelaes
Sob preBsSo elstica e pressSo pneu-
mtica systemas novissimos neate estado,
pelo cirurgiSo dentista ama Pompilio,
roa Bario da Victoria n. 54, 1.* andar.
Dr. Berardo oculista do hospital]
'Pedio II, tem consultorio ra do\
|Bo Jess n. 9, 1. andar.
t sidencia na Magdalena.
Telephone n. 366
Dr. Silva Leal
Medico oeeullsta
Recentemente chegado da Europa
oom pratica nos principacs hp-r..\z' ,_!;
nicas de molestias de olhos deParis. d con
faltas todos os dias atis das 11 s 3 ho
raa da tarde em sea consultorio, rus
Duque de Caxias n- 73 Io andar, entrad:
pela Praga de 17, n. 73, (antigo Largo di
Oollegio).
Residencia a roa BarSo de S, Borja c
16. Telephone n. 507.
Chamados por escripto, em seu consui
i residencia, e na pharmaciaMa rtins
Ocnlipta
Dr. Barrete Sampaio, oculista,
ez-chefe de clinica do Dr. de
Wecker, de volta de sua via-
gem Europa, d consultas de
1 s 4 horas da tarde, no Io
andar da casa n. 51 ra do
BarSo da Victoria, gexcapto nos
domingos e dias santificados.
Telephone 285.
Residencia ra Sete de Setom-
bro n. 34. Entrada pela ra da
Saudade n. 26.
Telephone 287.
Dr Coelho Le te
Participa aos seas clientes que madou
o consultorio psra o primeiro andar do
predio n. 36 da roa Marquea do Olinda,
antiga da Cadeia do Recife.
Dr. Bastos de Oliveira
Medico operador e parteiro
Tem o seu consultorio ra do Marques
andar, onde pode ser
dias uteis de 1 a f
de Olinda n. 18,1.
procurado todos os
horas da tarde.
Chamados qnalquer hora,
Estrada des Afflitos a. 34.
na
EDITAES
tos aba izo mencionados relativos ao 1.*
semestre do exercioio em vigor de I83.
Recebedoria do Estado de Pernambuco,
17 de Julho de 1893.
Aflvnso d'Albuquerque Mello Jnior.
IMP08TOS A QU SE B'FSBE O BDITJL
8UPRA
Eelagao dos estabelecimentis nesta cidade
que pagam sobre valor locativo
Lojas
Bahus, camisas, loaca de barro e flan-
dres.
Oficinas
Marmorp, tartarngaeiro, serigueiro, re-
lojoeiro, oarives, empalhador. gravador,
abridor, marcineiro, ferr ro, latoeiro, tor-
neiro, canteiro, fogaeteiro, chapeos, tan-
caria, tamanoos, sapatos, canos, carrocas
e violas.
,Casas
Cabellereiro, barbeiro, montuaria, ima
gens e ornamento para igreja, tinturara
e modas.
Armasen
CI, cimento, sal, materiaes, madeira,
carvSo vege al, 1-nho, cerees, barricas,
depsitos e agencias de leilSes.
E8tabelecimentos divar.os
Cocheiras, cavallarias, photographias e
encaderna^Ses.
Est'o sujeitos ao imposto de 40 (0 so-
bre o valor locativo, alm dos eatabeleci-
mentos cima mencionados a que nSo es-
tive.cm comprebendidos na tabella anne-
xa a lei do orcamento.
As 8ss8tentes pagam 40 "(o sobre o
valor locativo da casa de sua residencia.
204000 sobre os depsitos dos estabeleci-
mentoB sujeitos ao imposto de 40 "[.
Impostos diversos
28000 por tonelada de alvaienga ou
canoa de carga e descarga.
Impostos de 50COO, 10)5000 e 20)JOO0,
sobre os estabelecimentos commerciaes
applicados a extinco de incendios.
Alfandega de Perc ambuco
EJilJ n. 19
(2* e 3a prac,a)
Pela Inspectora da Alfandega se faz
publico que s 11 horas do dia 7 do mes
viodoaro, serSo vendidas em segunda pra
{a, porta desta reparticSo, as mercade-
ras abaixo declaradas :
Armrzem n. 2
Marca CM&tf-Uma caixa n. 796, en-
trada em 30 de Junho de 1892, da mesma
procedencia e no mesmo vapor, consigna-
da a Moreira Borges & C contendo 108
ti j ol es refractarios,
Armaaem n. 3
Sem marcaUm ata-io sem numero,
entrado em 14 de Maio ce 1892, viudo
do Rio de Janeiro no vapor americano
c Finance nSo constando a consigna-
cao, contendo ferro batido em obras, pe-
tando 236 kilos.
Em contmuacSo serSo vendidas em ter-
ceira prsca as seguintes mercadorias:
Marca FRC=>Duas caixas, ns. 6729 e
6730, viudas de Hamburgo no vapor fl-
lemSo c Paraguaas em 23 de Maio de
1892, consignadas ordem, contendo
obi as de ferro, pesando 979 kilos.
demQuinao volumes n. 6715 a 6728
e 71 vindos do Rio de Janeiro no vapor
nacional c Espirito Santo entrado em
30 de Junho de 1892, nSo constando a
consignacSo, contendo diversas pegas para
guindaste de ferro simples, e um atado
de mader pesando 2.200 kilos.
Alfandega de Pernambuco, 28 de Julho
de 1893.
O inspector,
Alxandre de Souta Pereira do Carmo
1.a SecQSo. Secretaria do Governo do
Estado de Pernambuco, em 31 de Ju-
lho de 1893.
EDITAL
De ordem do Exm. Sr. Dr Governa
dor do Estado convido o serventaario
Frankilin Alves de Sousa Paiva para den
tro do praso de 40 dias, allegar e provar
o que lhe oonvier acerca da reelamaefio
feita pelo 'eeu successor Jo&b Becerra
Viera de Mello que, de conformidade com
o art. 123 do R?gnlameLto a que se re-
fere o decreto n. 9420 de 28 de Abril
de 1886, quer eximir-se do pagamento da
terca parte do rendimento dos ofBcios de
1- tabelliSo e eecrivSo do civel e aonexos
do mnicipio de Nazaretb.
O secretario,
JoSo Augusto Ferreira Lima.
fl
5* secgSo.Secretaria do Governo do
Estado de Pernambuco, em 17 de Julho
de 1893.
EDITAL
De ordem do Exm. Sr. Dr. Governa-
dor do Estado fago pnblico, para conheci-
mento dos interessados, o edital abaixo
transcripto chamando concurrentes a apr -
sentacSo de plantas e orgamento para
ediiicscSo de um theatro i a capital do
Estado de Alagoas.
O secretario.
Joo Augusto Ferreira Lima.
EditalO Sr. secretario interino dos
negocios do interior manda abrir concur-
rencia, f'e ordem do Sr. Oover: ador,
pelo praso de 3 meses, contados de boje,
a apresentacSo de plantas e orgamento
para a edificaco de um theatro nesta
capital, servmdo de base conatraccSo a
qaantia de 300:0000000, votada pela lei
n. 49 de 13 de Junho o corrente anno.
Os concurrentes devem ter em vista,
para o ca'calo da lotagao do mesmo thea-
tro, a populacSo futura desta cidad.', qae
actualmente de crea de 30,000 almas e
que dentro de poucos annos dever du-
plicar oa triplicar, attento o movimento
progresivo do Estado.
Ser prefarida a planta qne maisse
recommendar pela grandesa do .eetylo-
ornamentacSo e boas condicSes de acas
tica ptica, solides e acommcdacSes.
O f.utor da planta ser o architecto o
edificio.
Secretaria dos Negocios do Interior do
astado das AlegoiS, cm Macei, i de
Julho de 1893. M. Laurindo Jnior,
director addido.
Recebedoria do Estado de
Pernambuco
EDITAL N, 10
O administrador da Recebedoria do Es-
tado fas publico a quem interessar possa,
qae, dentro de trinta dias atis improro-
gavais contados de 22 do corrente, serao
arrecadados, bocea do cofre, os impos-
DECLARARES
Companhia Trilhos Uxba
nos do Recife Olinda e
Beberibe
Assembla Geral Extraordinaria
De ordem do Sr. Presidente da Assem-
bla Geral ter logar no dia 3 de Agosto
a continuado da tesaSo em suspenso,
visto j ter a comtrissSo Fiscal dado o
parecer sobre a proposta da directora
qae dever ser tomada em coosideracSo :
e tornar-se urgente nma deliberacSo en
face da Portara d.) 21 de Julho, publi-
cada na revista diaria do Diario de 23
do corrente soba asaignatura do Exm.
Sr. Governador do Estado, sobre o modo
pelo qaal se dever applicar a lei n. 197
de 23 de Marco de 1839.
Essa assembla geral tunecionar ao
meio dia ro salSo das s stSes, no edificio
da estacSo da raa da Aurora, e com o
ame: o de accionistas que comparecer,
visto ser urna sessSo em continaacSo de
ama terceira convocagSo.
Escriptorio do gerente 24 de Julho de
1893.
Antonio Pereira SimSes.
Thesouro do Estado
Declaro de ordem do Sr. Dr. inspector
do Thesouro do Estado que pagar-se-ha
hoje 3 do corrente, neata ReparticSo. aos
eir pregados da Recebedoria, Obras Publi
cas e Juizo.
Thesouraria do Thosouro do Estado, 2
de Agosto de 1893.
O eacrivSo da despee*,
Alfredo Gibson.
Prado Ptrnaai! ncano
A directora desla sociedade resolveu snspen
der o jockey JOo Campos, por 3 mezes, por falla
commetuda no 5o pareo, qaando moutou o aoi
mal Petropoll?.
Secretarla do Prado Pernam bucano, S de Agesto
de 1893.Pelo secretario
___________________J. G. Gancbes.
Sociedade Refinaria e Des-
tilla^ao Pernambucana
O presidente desta sociedade, em viriode do
qne precei'a o art. 16 do decreto de 17 de Ja-
neiro de 1590, scieutiUca qoa ficam a disposicao
des Srs. arcionistss, no escriptorio da Sociedade
u- do Commercio n. 34, as copias do balan
go. relacao oomioal dos accionistas e lisias das
transferencias realisadas no decorso do anno
Bndo em 30 de Jonbo prximo paesado.
Rec Joao Peroandes Lopes,
Presidente.
THEATRO
SANTA ISABEL
---------)::(-__
3 de Agosto de 1893
Do grande concert vocal e instrumental pro-
movido pelas discipulas do maestro
pernambucano
EUOLIDES FONSECA
E. FONSECA. Tarentelle, a des piannos, a qoatro mSos, com acompanhamento da
orchestra.
COOP.Fantasia de concert, a tres pianosLaura, Reatris e Adalgisa GurgeJ,
Aurora Valeote e Eugenia Moscoso Bandeira.
WEBER.Andante e final do Dao conc rtante para clarineta e piano__Manoel
Bandeira Filho e E. Fon seca.
BOSCH E GOUND. Pattacaille, a doas pianosMara, e Elvira C. Lima.
BOITO.L'altra notte, aria da opera MEFISTJFELECanuda Lyra.
MOZART.Allegro Moderato do concert em fa maior, a (ras pianos__Mara Per-
n, Laura e E. Fonseca.
PARS ALVARS.Penisero Malacon-'co emla bemol menor, para harpa__Mathde
Cerutti.
DELIBES E LACK.C pia, a doos pianoAdelaide e Albertina Leal.
PAPINI.Delirio del cuore, romacsa p^ra canto, com acompanhamento de vic-
lino e piano- Lamilla da Silva, M. Cleto e E. Fonseca.
F. FONSECA.Cava/leria Busticana de Mascagni, fantasa para dous pianos, harpae
orgSoTheresa de Soledade, Florinda Leal, M. Ceiutti e Manoel
Bande'ra Filbo. Acompanhamento de orchestra
E. FONSECA.?alator Rosa de C. Gomes, fantasa para dous pianos e orgSo
Beatriz urgel, Amalia Antones e M. Bandeira Filho. Acompa-
nhamento de orchestra,
LACKRapsodie8ur la Juire de Halevy, a dous pianos Florinda Leal e E.
Fonseca.
a l SAINT-SAENS.=Romance em re bemol |
{ Vpara flautaGervasio de Castro.
b (TERSOHAK.AUeg-o de concert )
GOTTSCHALK.Jerusalem, fantasa a dous pianosAdalgisa Gurgel e Amalia
Antunes.
E. FONSECa. Frece deU'orfani. para canto, flauta, orgSo t pinoM. Cerutti,
G. de Ca tro, M. Bandeira Filbo e o autor.
WEBER.Po'onaise em mi maior, a dous pianosMara do Carmo Galvao e Flo-
rinda Leal.
E. FONSECA.tifo de \erdi. fantasa a doas pianosTheresa de Soledade e
Adelaida Leal. Acompanhamento de o diestra.
MASSENET. Aimer Aimer I duetto do Cid- Candida Lyra e Leonilla da
bilva.
MARMONTEL. larentee, a doas pianosMara Emil GaimarSes e A. Gurgel.
E. FONSECA.Marcha festival, (3a audicSo), a des pianos, a quatro mSos, com
acompanhamento de orchestra.
Tomam parte as msicas a des pianos, Elisa e Elvira Acdrade, Theresa
de Soledade, Aurora Valente, Maria e Elvira Coelho Lima, Mara dos Anjos Pereira
do Carao, Laura, Beatriz e Adalgisa Gurgel, Joanna Moora, Adelaide, Angelina e
Albertina Leal, Maria Pern, Eogenia Bandeira, Mara Emilia Costa, Maria do '. ar-
mo e Maria Amelia GralvSj, Mr ria E. GaimarSes, Laura Fonseca e Amalia Anto-
nes.
Principiar as 8 J/2 hoias.
----------):0;(----------
Bonds para todas as linhas.
Trens para Casanga, Api pucos, Arraial e Onda.
------:_):o:(-------
S as pessoas incumbidas de passar bilhetes para essa concert, sao as
competentes para receber as esportulas.
-----------):c:(-----------
NSo ha lugares reservados, e quem dse jar convites para
pode dirigir-so ao Sr. Joaquim Monteiro da Crus, a ra do Imperador
esse concert
n. 54.
Banco de Pernambuco
DIVIDENDO
SSo convidados os sennores accionistas a vj
rem receber no escriptorio deele Banco, do d:
25 em diaote o 7* dividendo de suas 2ccc0es, na
razao de 10 0,0 ao anno, ccr espondenie ao 1-
Hemestre liado em 30 de Jucho prximo pas-
sado.
Recife, 21 de Jolbo de 1893.
Pelo secretario
Amonio Pernandes Ribeiro.
Recebedoria do Es
tado
SEGUBQ GONTflA FOGO
Companhia Jtorlh Britisb t
Mercantil e Insorance
Capital subscripto t 3.000,000 O1 0*
Fundos accomolados 9.752,443 18 S
BECBITA ANNDAL
De premios contra
fogo.......1.495,818 0 10
De premios sobre di-
vidas ..... 992.379 i
O praso de 30 das concedidos aos Srs. contri-
buales do imposto de taxas fixas, para paga-
rem.naqaella Repartico, sema respectiva multa
0 Io semestre do exercicio correte, esta a ter-
minar.
Club Internacional do
Recife
Assembla geral
Sao convidados os Srs. sccios a comparecer ua
Ede do Clon no dia 5 do correte, g 7 horas
da soite para reunidos em assembla geral
ordinaria aasistlrem a leitura do relatorio spre
sentado pelo Sr. presidente, julgarem dascontas
do anno social findo, e elegerem a nova directo
ria e commissao riscal.
Secretaria do Club Internacional do Recife,
1 de Agosto de .893.
O Io secretario,
_____________Alfredo B. da Rosa Borges.
s. rj. c.
Uiiiao Commercial
Esta associacSo, em cooscqnencla de molestia
gravissima de pecsOa qae reside no andar su-
perior do predio em (oe faneci na, e em vIMu-
de da exigeocla neste sentido, resolveu addiar
para o dia que era previamente anonadado o
8arao qae aevia ter logar no dh 5 dc-ste mez.
. Secretaria, 31 de Jolbo de 1893,
Cardoso Jnior,
Secretario.
THE IMPERIAL INSURANCE COMPANT LIMITEU
Eslabelecidaem 1803
CAPITAL 1.00,000
(Ba. l.OOOiOOOOOO)
8EGCSA EDIFICIOS E HEBCADOBIAS
Contra o fogo
TAXAS BAIXAS
[rompi pagamento de prejulio
SEM DESCONT
AGENTES
Companhia de Segaros
FIDELIOADE DH LISBOA
Miguel Jos Alves
N. tBoa do Bom esns-X. f
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Nestes ltimos seguros a nica companhia
d esta praca que concede aos Srs. segurados isem
r.. ;So de pagamento de premio em cada setimt
anno, que equivale ao descont annual de cerc
de to por cento em favor dos segurados
t 2 488,197 12' 11<
N. B.A reparticSo de fondos accumula
dos sobre seguros contra fogo, nao se es
ponsabilisa pelar transaccoes feitas pela 1
de seguro sobre vidas.
Wilson, Sons& C._____
lompanljta re $M$m*
COVIBA FQ&D
Northern
de Londres c Aberdeen
"osi?ao financeira
Capitel subscripto 3.780,000
Fundos accumulados 3.000,000
fteeeita annual :
De premios contra fogo 626,000
De premios sobre vidas 208,000
De uros > 155,000
Agente em Pernambuco,
John H. Boxioell.
SEGEO"
Roy,al Insurance Coxnpany
de Liverpool
CAPITAL i OO. OOO
AGENTES
Pohlman fy C.
Largo da Companhia n. 6
AMFHITR1TE
Companhia de Segaros Martimos
E
TERRESTRES
Capital 1,000:0001
48 ROA DO COMMERCIO 48
Banco Popular
4' dividendo
Convido aos accionistas deste Banco para vi-
re m receber na sede do mesmo, do dia ik deste
em diante, o quarto dividendo de auas accoes,
relativamente ao semestre Dado em 30 de Jucho
prozimo passado. a razao de 8 por cento ao
anno.
Recife, 2J de Julho de 1893.
Albino Narciso Hala,
Secretario.
1


?
, TI," *
,'H Biiif
Oiflvi



-
Mario de Bernambuc iQnfota-feira 3; de Afosto.de-1
Banco Popular
Quarta chamad de> CSJs>i|ftl
De sccordo com o nri. 4' dos Estatutos defle
Banco, aviso aos Srs. accionistas qe fifia mar-
cado o pnsofttM*) tat a flWar tm di.
para reajasars* V aea*>2ae i oob
Taior notlKnalrfca'ia*aao, a*v.sedera refM
do BaM* rptffJc Baetrf-u-m.ti deverfa aaveMdsar aer sapee Jwt.cauaelle pita
ser idas JSjkMa rea* 00 vaa*c* cs
ReolBYt'dMifes'.o de-*c89*:
AlbiDO Na'cizo "laia.
Secretario.
Companba gicblare "Met*
cantil de Pernambuco
Aasembla ger*l
Nos termos dos arta. 29 31 dos Estatuios.,
sao convidaos os Srs. ceiei stas b se reuoirem
emassembioa eral ordinaria oo da,8 de Agos-
to ptox|*o fuiaro, s 11 horas 4. macea, o
salSo ca AssociacSo Commercial Agrcola. aOm
de se proceder exame das contau da adminis-
tragao, cuvir a leitura do relatorio e parecer fia
cal, deliberar sobre os uiesmos, e em seguida
proceder se elt-.lgao do coacelbo fiscal, todo de
conformldade com o art. 34 das referido* Esta-
tutos.
Rtcife, 22 de Julbo de ;893.
Maooel Joao le moras,
Presidente.
Companhia de Tecidos de
Mal ha
O.tiva chamada de capital
De ordem da directora, convido os seDbores
accioaistas desta compaunia para realisarem a
Oitava pvstig de 10 O/o do capital suscripto,
ou J0#000 por aegao, ai o da H do correte,
no escriptorio do iueoiuelro da mesma, ra
Primeiro de Margo, an'iga do L'espi n. 7.
Recile, I de Agosto de 1893.
Alfredo A. P. Fragoso
Director secretario.
Indemnisadora
gi Srs. accionistas desta Companhia saa coa-
vidados.a vlriOi receber nu es riptorio da mes
nn, rui do Commercio n. 44, o dividendo de
11*000 por aegao ou 12 0|o ao armo, relativo ao
seseare fe Jauelro Juoho prximo pjaiada.
Reci'e, 19 de Julbo de i 893.
Joaqun Aives da Pontees.
Jo.- Ferreira Marques
Co.-b.ulano de Aqcino Fcrueca.
A, M. P.
Aibeneo finsical Permambac no
De ordem do conceibo adminirtrative, declaro-
vos que se acba aberia a quota como marca o
art 48 da nossa lei pira solemnizar o II* anni
versarlo desta instruetivi sociedade pa-a a
qaal acba-se aiie-u das 7 horas as 9 da noite
todos os das utei, onde r>s Sn. socics acbvro o
tbesou'viro para quila em e.
Recife,27 He Ju'ho de 93.
O 1 SECRETA RIO,
Odorico A C Ferreira.
C ompaohia Agrcola e Mer-
cantil de PercambucD
Assembli gerai eAtiaordintria
De conformidade com o ar'. 31 dos est.tu
(03 .-ao convocado.-: os Srs. accionistas se rea
nirem em assembla peral extraordinaria no da
8 de Agosto prximo : 1 bora da tarde, no salSo
da Associagao Commercal Agrcola, para se
tratar da reforma dos estatotoa, ce acardo com
o art. 29, 39 e ees .
Recife, 28 de ta'iK d- 1893.
Manat Joo de Amc-rira.
^__________________Presidente.
Companhia de Bunbeiros do
Pccife
Fardameoto
Pi-Io presente coevida-se aos Srs. pro-
pocentes e contratantes apresentarem
na secreta, ia desta (Jompahia, as sdbs
proaos'.as para o fo. necia ecto das pecas
abaixo declaradas.
As prop'j.-taj everSo ssr futas em car
tas fechadas ac^mpanhadas das respectivas
a'-cetras e competentes precia e serlo
aberti-.s na presenta te todos os concur
rentes s 11 horas ia mucha" de sablazo
5 do cerrente jx.fi.
Relami das jcr- s
31 blusas de brim pido.
31 calcas do brav pardo.
31 camisas de morim.
31 gravatas de seda.
85 pares de botinas de m z rro.
Secretaria da Companhia de Bombeiros
do Recife, 1 de Agosto de 1893.
O aire.te almoxarife,
Jodo laypo Lugan
Hospital Portuguez
de Beneficencia
Premio a virtude
A junta administrativa do Ho.-pital Portugus
de Beneficencia, tendo de adjudicar o premio de
500JOOO lilba ou Hlbo familias, oatu-al da
cidace do Recife, que pelo seu trabalbo honesio
tiver concorr.'do eliicazoiente para sustentaeao
de seos paes, cu assisiiio a seu pai cu mal com
verdadeira dedicago e amor blial, duraole do-
enga grave e prolongada.., premio que fui in-
tituiio pela fallecido commendador Antonio
Jet de Magalhaes Bastos, cBama as pessoas que
se joliuem no ciso tie concorrer a esse premio'
a ap'esentarem no praio de 60 das, contados
desta data, Da secretaria deste hospital, os do-
cumentos comprobatorios de sua preltngo, os
quaes devem declarar: nome, estado, protis&o,
Idadee residencia; e provar ser nataral desla
tidade e baver preenchido os requisitos exigidos
pelo testador, sendo para este fim indiFp-nsavel
uma exptsigao do (actes em que fundam sua
pretengao.
Secretaria dj Hospital Portugaca, 11 de Juotoo
de 1893.
A J. Birbcsa Viacqa,
1* scretarto.
[ por eicripto ao agente respectivo do porto da
destara;, Tnt d tras diaa depois de Hnali-
da. ^^k
rfeU tormalidade. a compa-
nhia flea isenta de toda a responsabilidade.
Para passagaa^.-lretM eocommendas tra-
ta-se caja os
fjfcmJcs
PfcreirakVCiHitiro &X.
6-Rm ao **m>-6
_________Io gjfc__________
OflAREflS REUNS
raojapannra, raacema
-Vave4a?5o a vapor
Lrcaj. regalar- entre o Havre, Lisboa,
Perrambaco, Babia, Bip de Janeiro *
Santoa
O vapor fCocsica
Commandante Esnel
Ef (esperado dos portos da Eu-
ropa at o da t de Agosto
segoioao depois da demora in
dispensavel paca
de Janeiro e Santo
Rogi-ee aos Srs .importadores de carga pelos
vapores desta hoha, queiram ap esentar dentro
de 6 das, acontar do da descarga das alvaren
gas qualquer reciaoo concepnenle a volumes
3ue porventura tenbam seguido para os portos
o ful. atm de se pederem dar a lempo as pro-
videncias oecessarias.
Espirado o reOrido prazo a-compaobia nao se
re8ponsa bilis por extravos.
Re-ebe carga, ercomnumdas passageiros para
os qcaea tem escelleotat accommoJag&es.
Para carga, passagens, en^ommenlas e di
nbeiro a frete trata se com o
AOtNTE
A.uguste Labille
9BA DO COMMEBCIO-9
Gonpanhia Bablaoa de Navega-
$a a vapor
Uacei/Tilat Nova, Penedo, Aracaj, Es-
tancia e Babia
O paquete Estrella
Commandante Domingos Viegas
Leli9
Em coutinua^ao
De grande quantidade da cabos e vira-
dores, salvados da galera ingles c Crowa
bf Austria naufragada oa praia de liara*
gog*.
Quiota-feira, 3' do crrante
AS 11 HORAS
No armasem n. 5 di Alfandega
EM SEGUIDA
De grande qaan'idade de velas para
navio existentes no arntasem alfandegado.
O agento Qusmao autoriaado pelos Srs.
Blackburo Needbam & C, agentes do
Lloyds Londoo e oom licen^ do Illm.
dr. Dr. iospect r da Alfandega e em pre-
seng* de um emprsgado da mesma, tari
leilSo dos objectos cima mencionados per-
tecceotes a referida galera.
Leilo
Agente Britto
De nm grande estabelecimento de mo-
bados em am das pricipaes pontos da
Boa Vista.
Constando
De 1 grande e b nita e importante ar<
maullo de amarello enveraUada, babona,
pesos, medidas, canteiri, registo e enea-
oaxnento para s aa, 1 importante lustre de
cristal, pipas, bsrris, e muitros outros ob-
jectos,
Ao correr do nartello
Spgoir para, os por-
tos cima no dia a
do correte s 4 boras
da 'arde.
Para carga, pangeos encommendas e dinbei-
ro a frete, trata ee coro o
AGENTE
Pedro Oso rio de Cerqu^ira
Ra do Vi gario n. 17
Io andar
Empreza Esperan^ Martima
O paquete Ocano
E' esperado des pertra
dn ful oestes pou'o* >.ias e
drp is da demopa in n.-pt n-
savel pguir& pa-a
Rio de Janeiro e Santos
Recebe carga e fnomnofndas a tratar com o
AGENIE
M. S. iVIaia
Ba do Commorcio n. 7
1* andar
Pacific Slean Nvigaiion Com*
STBAITS OP MAQELLAN UNE
O paquete Potos
E' esperado dos portes djfci
at o d'a 5 de Agosto sesnin-
do depoia ua oecessarla demora
pira Liverpool com escala por
tiisboa, Bordcaui e Plymoat
Para carga, passagens .eDCommea^as,e uinbei
la frete trata ee com os
/GENTES
lli
(jainl>feira 3 de Agosto de 93
Ba do Viseando Goyaoaa outrora
Cotovelo n. 45
A's 10 \\i Horas
Cojo leilSo foi tra: sferido po" causa da
chava.
O aseite Silveira
2. Leilo
tre/uezia
43, a ru es
de Santj
Do sobrado de 3 an ares n
treita do Bosario
Aotonio.
Quinta-feira 3 do corrente
Ao meiodia
No armazem a ra da Imperador n. 41
O agente Silveira por mandado e com
assistencia do Exm. Sr. Dr. Jais da Pro
vedara e & i -quer'roento do ioveotariaote
d Padre Antonio GoDj'i'veB Ferreira e
Silva levar a leitSa o referido sobrado
para pgxniento di castas, sello ce be
ran^a e entras tlesoez s judieiaes.
Os Srs. preterdentea podem examinar
o referido predio.
3. Leilo
De bo:s predios
Sendo um sobrado do 2 andares e so-
tSo n. 64 da ra da Lomas Valentinas.
Metade do sobrado de 2 andares n. 6
da ra Estreita do Rossr o.
Espolio de Antonio Joaquim Vinbas
Maia.
Sexta-feira, 4 lo
son, Siflsi P., Limited
10-BUA DO COMMERCIO10
EILOES
Sexta-foira 4 deve ter logar o leilaa
de movis na ca da ra da UniSo n.
49, por tras do Gymnasio, conforme est
annuociado.
Leilo
MARTIMOS
ovd Brazileire
PORTOS DO NORTE
O paquete
S-$>aWador>
Commandante Joo, Maria Pess,oa
_ ^.-^_*. e^perao doj portos d. carie
at o dia a de Agosto, ftguin-
do '.'epois ta demora necessaria
cara
'jEspiri'o Santo c Rio de Ja-
neiro
Recebe carea a naldear no Rio de Janeiro
para Santo?, apana, l?nape, Paranagn. Ar-
toEioa, S. Pranlfeio, itejhy, Santa CEba'rica-
Rio Grande, Pilotas e Porto Alegro.
As enrommtcdaa terSo rccebidss a' I bora
da tarde'do dia ?ta cabida, no trapiche Barbosa,
no largo dfrCorpo Sabto d. 11.
Aos Srs. c;rregdores pe imes a eoa atteDCo
para a clausula1 IO drB cctheciuiedtos^ue :
No caso de baver ilgqjEa reclamaao cortra a
companbia, por avara ou perda, deve ser fei'a
De pechas de algodao avariado d'agua
do mar do fardo marcatriangulo F S no
centro n. 124, viudo pelo vapor cEx-
plorer* entrado em 29 de Maio. prximo
passajo.
Hoje. 3 do corrente
A's 10 ,|2 horas
to armazsm a ra do Mrquez de Ollnda
n. 48
Por intervenido do ageate GasmSo.
corrente
ao meio dia
No armazem da roa 15 de Novembro
d. 39
O agente Martina far leilSo pela tercei-
ra vez por mauri.d) do Exm. Sr. Dr.
jaizde dirato da Provedoria em sua pre-
senta dos prddios sema perteacectes ao
referido espolio.
Agente Oliveira
2. Leilo definitivo
Da c< 8a terrea n. 2, ra da Salgadei-
ra hoje ra das Ca-rojas" no municipio da
Victoria, em terreno proprio, tendo 3 ja
uelliB, de frente bastantes com&odos e
c*m quintal cercado.
Sexta-feira, 4 de Agosto
As II horas
No armazem a ra I do Imper .dor n 35
O agente cima a mandado de J< aquim
Ferreira de Carvalho d C, e oom anto-
r:-(;a-) de Domicgoa de Souza & C, ven-
der em leilo a refer la .casa pertencente
j aos mes-ros Domingos do Sooaa as C,
afim de ser o producto r .teiado com todos
oa credores destes.
Os Srs. pretndanles poder&o desde j
examinar a referida casa.
Ageste Pestaia
Leilo
Da excsllente casa terrea sita a rea Io-
perial n. 282 livre e d-smbarasds de
qualquer onua.
Sexta* f ira 4 do corrente
As 12 horas em poni
No armazem a travest do Corpo
Santo n. 27
0 agente Pestaa vender por conta e
risco de quem pertcnoar a casa cima
mencionad a qaal tem 2.salas, 2 quar-
tos, o sioha fra e quintal co. c.cimba e
banbo salgado no funda da mesma.
Leilo
Ageate Britto
De 1 mobilia de junco, 1 dita de ama-
rello, 1 cama francesa, 1 t itate, 1 com
moda, 2 marques" -s, 1 relogia de parada,
1 lavatorio, 1 goarnioSo de porcelana para
lavatorio, 1 mesa elostioa, 2 apparadores,
12 cadairas de juoco, (quaai novas) lonja
para almogo jantar, quadrea, tapetes,
vidros, garrafas pt-ra vinho, mesa de ee
ainba, jarros, oaodieiroa de kerosene, 7
cadeiras de amarello e outros muitja
objectos.
O agente cima autoriaado par nma fa-
milia que mudo j de residencia far leilSo
des mo-eis aoims.
Sexla-feira, 4 de Agosto
Praga Maciel Piobeiro n. 15 2- nadar
As 11 horas
Agente
& c.
'o. 70
Oliveira
Leilo
Na caea ce 70 ra do Socego
De urna arma$ao, balcao e med das
aividas cobravo s na importanoia de
6 302^600, pertencente8 a Dias
acba dj-sa a dita armagao na casa '
a ra do Socego.
Sabbado lid* Agosto
A's 11 horas
Na casa cima referida.
O agente Oliveira mandado dos Sr3
Figneiredo Costa & C. e oom autorsacSo
dos Srs. Dias & C, levarA a leilo ar-
njr^-ao, balcSo e medidas e dividas cima,
afim de ser o producto dos mesmos ra-
teiado com todos os credires dos ditos Srs.
Dias & O.
Os Srs. pretendentes desde j poderSo
exnminar os ttulos e relajao
em pode' do mesmo asete.
das dividas
Leilao
Agente Britto
De 1 armacSo e^vernisada, moderna de
Bmarello, propria para qualquer negocio,
bilanja, pesos e medidas, I balanca de-
cimal, pipas barris para cervejas.vinhos de
diversas qualidades, leu? s e muitos g-
neros em ptimo etddo de sonservscao,
que serao >eididoB ao correr do martello.
Sabbado, 5 do corre te
Praea Maiie1 Pinheiro n. 4
Em seguida ven lera o metmo agente
uma importante b.-lauca romana columna
de latao.
Garante si a chave d casa.
Leilo
Ageote Br.tto
De 1 armagao e balcSo envernisad j
tente na ra da
SANTA CRUZ N. 7
Ao correr do martello.
Quiata-feira 3 de
de 1893
exis
Agos to
Leilo
A's 10 horas
Agente Pinto
Leilo
Ce ama rica mobilia estufac'a, obra de
gosto, urna dita de Jacaranda, l candieiro
belca, 1 cadeira de viagem 3 malas, 1
carteira, 1 cofre, 2 fiteiros Ditas e envidra-
gados, 2 fiuiroj. de, b*\l>, 1 bagatela
(iog')i ^ prados, 1 realejo grande com
excellents quadrilbas, plkas, e walsas, 2
lindas pyrauides de cryft', rjcos globos
para caodieiroa gaz, 4 redomas' de vi-
dro e fguias.
Quinta-feira, 3 'e Agosto
A's II horas
No armazem a ra do Bom Jess
ra do
n. 45
lo coatsimo
5 caisas C m queijoa do Kh no.
Em peqoeacs lotes, a vontade dos com-
pra iorfs.
de ama mobilia a Luis XV com 1 sof, 2
conslos, 2 cadeiras de bragos e 12 de
gnarnicSo, 4 jarros -para florea, 1 can-
dieiro a gas o escarradeiras.
Q.,bDet3
Urna mobia de jujeo com 1 sof, 2
coosloe, 2 cadeiras de bracos e 11 de
guarcsao,;4 jarroB para fl>res, 1 eapelho e
1 irosa redonda.
Sala de jantar
Urna mesa elstica cois 7 t bos, 2 ap-
paradores de columnas, i quartinbeirs, loo-
5a para cha e jintar, copos, calicss 9 gar-
rafas, q 1 guarda-comida.
Quartos
Camas, marquesas, commodaSj cabides,
cadeiras e muitcs outros movis de caja
de familia
Sexta-feira, 4 de Agosto
Agente Pinto
No sobrad da ra da UoiZo n. 49 por
traz do Gjekazo Peroambucano.
Lsiiao
Do botel tito no ; ateo a Penha n. 33.
Sexti-feira 4,do corrente
A's tj b >r>s
Constando
Gafeiras de junco, guBrda louja, fitei-
ros, aparadores, uofre prova de fogo, ro-
tlas par p rus, bebid*, ougas, vidros.
trem de cosinha, e.ncaat.n)eDtp, caudieiros
e regJBtro.de gaa o.muitos outros objectos
que tarao avista des compradorep.
O agente tjrusmSo, autorisado far lei-
lSo das roercdoc;as es"tte tes no botel
cima.
m um tu mais.lotes a voutade dos
compradecaa.
Agente Burlamaqui
Leilo
Terca-feia 8 do correle
As 1$ horas.
Na casa a ra do Vuconde de Goyanns
n. 74 em trente a.ctsa que foi collegio
do Sr. Amorim.
Bond di Jlogilalena oa porto
O agente cima por- mandudo do Exm.
Sr. Dr. juiz de orphaos, a reqaerimento
do tutor dos menores filbos do finado
Antonio Augusto Pcsreira da Silva, ven-
der o seguinte :
Um pian furto de Piey, estante, r-
roik figuras de brQDze..
Duas mobilias, sendo ama quasi nova
e moderna.
Espelhos, tapetea,. jarros, qnadroe, es-
carradeiras e cortinados, guarda vestidos,
cabidas, cadeiras, mesas e cadeiras de
vime.
Cama francesa, marquesa, bidet, to-
lete, lavatorio.
Mesa elaa ica moderna, guarda \oaqs,,
aparador e relogio.,
Apirelhos [de porcelana para jantar e
almoco, copos e garuara.
Cadeiras, quartiaheiras, vidros, resfria
dores e cadira3 de balenco.
Cofre de ferro, fogSo, bancos de jardim,
moLbo > trens de oosinba toilete, lava-
torio, bandeijas, obJ9Ctos finos de electro
plata, machina de regagao objecto de jar
dim e muitos outros artigas que
a vista dos Srs. HiiUntes.
?rofes8ora
Um iDeca Dao i litada oas Bfguiotes materias :
Skuu as l-ira, g-og-aptiia,. isto.-i. piano.
Ores s bordados, prorO -so a leccioiar em
casas particulares, na cidaJe e nos arrabaldes
pro'.iB08, mellante ajuate raxoavel: tratar na
travessa ce i. J j.- n. 13.
Sitio
A*a-fe oo arrenda fe um bom sitio em Be-
bpnbe, osi de vtveeda, -ixa de cap m e co-
qieims: a tratar na ru<< mmercio n 38.
(losinbeira
Precisn ge de ama i roa da Concordia n. 10.
Caixeiro
i Precisa-fe.de um qie leua bai*Bte
de (averna descoso, de ;uaconducta :
S. Jorue n. 139.
p-at ca
ra de
Precisa se
Caiias n. 91.
Criado
de um : a trat r ra Duque de
Caxang
O acbarel Leal de Barros oerece seos se'-
vicos como professor de ungira e scieocias.
Ao publica
MdCO'l Llemeatmo Correia de Mello 4 C
succeasores de Mauoel da Silvr. Fana. previ^em
ao res.ie't. vcl pjblico de que cooiini o arma-
sem que compraram ca metma casa n. 3,
praca Marques >-o Herv:i', onde encontrar? em
grosso e a re'.albo iodo material necessario para
ediflcacoes
Pedem especialmente aos fregueies da casa
que os ruxiliem com sea raltjra concurso, cor-
tos de que serao satisfetas suas ordens com
toda prettesa e por prfc>s muito rnzoaveis.
Pataco ?s
Comprara se de todas as najCes; na ra de
Cafcnga n. 9, loja de Augaato do Regf.
Moedas brssileiras
Compra se de 00 rs O000, itOOO co centro
da moeda ; na ra do Cabug n. 9. loja de An-
nstn i\n iUsfija
Vo commercio
0 abiatt assignaios declarara ao repeitavel
corpo cimmercitl, quj em 0 2e Jaubo ul-imo
dfsfo'fpnm migavelxesle a fociedadp, qu' gi-
rava te-ia p~a(a oj a raz3o de Domingos Amo-
rim & C, retirndose o socio Jjs Mariins t
iti a najo e safsfetto de seu capital e lu-
cros, Boan lo o activo e pasivo do estabeleci
ment a cargo do socio Maooel Tenorio Domiu-
gos Amorim.
R-tife, 29 le Julbo de 893.
Manoel Teocrio D-imingrs Amirirn.
Jote M,!rtir,< cip \loielri;-.
Cosinheira e engomma-
deira
Prei'.isa-^fl na Flnrmacia a D-oearia O'^nt'.
Ao publico
Declaro pplo smeo" qie nr> Hja 8 lo correa-
te vend ao Sr. Jjio Alvea de Sal -a o iiieu e?'-a-
belocmeito de secoca e mi litados ao o. tk da
ra do Vigario T^no lo. livre p deiembaracaiti
de qualquer coJiprojiiso ; ; q :em pJ0liar
mtu credor qieira arreseuiar ac-me n:i pa^o
d? 8 dias, a eootarda poblicag&o ceste q ie ter
promplaooente .-ai'ei o.
Reie, 2i de Julho de 18?3.
J o Biptit a R-.dr'gces.
Ni padar-a da roa do
pralica e toa con-ucta.
Caixeiro
Rmgel precisa se com
t
Trajano aIidio de Carfelbo Meidooca e
sua mutte. Jo v.ulo Moreira Temporal
e fu uuifiir,ipi.tes, Lpoeoldm i Celina
Tea poral, Jo> Xaster Ciralno de Man-
1lec", auzeiite, Trajaoo. Apio Temporai.de
Veadonca e ra uauhtr. J ;qiim .a. de Mea-
docc^ bures e soa mu he^ i. D a< Cardoio
Sobo h 'tus uiolb'. atze-t-f, nos e p-imos
dsBru*idtua Tcrnpur. I W.i. aVwre, falleci-
da na iJade da Escasa em it de iulbo, rogam
308 eeus m'gos e para-ve* na Qoada que assis-
tam a urna m-s.-a que pelo t-rn descaoco da
mesmas mandan rnr ivrrja m*rida Boa-
Vista, no ii i a 3. .- 7 ticas J i m,- confessan-
do-se desde ja sa'imau.e Id agradecidos por
e?8e acto dfl c.iril e.
t
(iiIiirw A.tn<-r.o tuiii.4|(u:iir M
Aotooio Aiberto de tiu Ayoiar J-
nior, 1' Sj Ferreira da Co ta, acne-
gilda Leopoldina de Agnia-Costa e sena
tiltaos comoaerjOad o Joaqulm Pbriippe
da Cjs'a, tendo recetido por I'l-gram-
ma a infausta ooticii de ter faiteado iu Portu-
gal seu sempre lembrale pai, s rbjp, a 6 e cu-
nbado, A.:onio Aloenu e Soosa/gumr, con-
vidan! seu prenles e amigcs para s*S'8i*cea a
m!"a que por aro et;roo repouso se celebrar
as 8 ticraa da maora na i^reja da Soledae, 5
de,A*u:t 7" Jia do seu fullee.m mo.
Anticipando desde i o* seLs r conhecimentOB
por e>le acto de re g") e cari :adp.
t
J Duqulm trapea Altaelro
Joe da Suva Aibtro, Jo L-jpes Albeiro,
au??!)'.!1, convidas a todos os s-us prenles e
amigo pira sswst'r m s a s^ u ror alma
de u preiido i-raao t -i>- n-., q tm Lopes
Alb.iro, mandara celrt ,.r ca mutnz da Boa-
Vista, si xia fia i o corate, s 8 boras da
manba, J>a oe su llecoenta.
Asim, poi.', hy >othecuj aniectpadameote aos
qiiecomparec.'.'.era a es*-' ac'o. s-u eterno reco-
. ner-imenlo.
t
Caixeiro
Mor u J. luOCdt'UU SJtlSNR
Joao Bni.o> da Suva, -i-i.i Jodith
Aljuqnerqu^ bilva Bea riz Aih qierqce
S 'V.i tbrm Ju.i h F;!ba, Alio.. Albu-
qoe i|j" Silva, o^-'cc-.1!] a- peesuas que
se dignaram acempasDer ao cemiterio pnbiico
os restoii uiotaes de ana insuda m&i, sogra e
EVO, Mari I. oatt i > e Silva e convidara a to-
dos o* seu parale e amibos para a-i.-'irem
as rcisfa^ qa--p'lo eu drscinjo mand im cele
erar ao dia 5 uo cor.eme, s 8 oras :. tnaab.
m crdi-m 3 de S Francia.-.,) desta ciclada, pelo
q >e je nonVsara ag-:iriT-:doj.
Ilull lltf k ;.'<'. 1 II i> i.- J-'li l'lli'O
I. :n \
Bxba^eraucta Mura Lima, Piiomni de Fuaj,r.'do Lima,
.4 tino r<'=*; i ') i' Figu reJa L ma,
muinr e ii i) >< do .u lo j ] ir R jiillio
Totcnti-io te P'iraMrsIo L' ua, agrade^
ceu do intimo a'alma mlis ai pe^oas que
acora'acnaraai o seat reswd raoriars ate a sua
ultima moradas de dovo as oo'jvidjm cara a3sis-
i'rem as misa- q i", mauda'a, celeorar no da 7
do ecren'e s 9 bora da ra.nh, na m;triz do
Cahw. p'i'. q t se i*rml"aii cato.
Padre flurril liupe, ii i > i r
3* anoiversario
Gaspar Francico Vi, so:i multier e
lilbo, c nvican os ps'set-< amig03
do tinado paire Marca I L. s de.Sl-
queira, a assistirem u missa que man-
bflll dam celebrar na matriz da ri 'sde de
Paleares, -i 8 horas d.> da sabrjado a do cor-
rente, 3* arr.-ivers.ir:o de seu infausto pa;s irnen-
te, e desde j a.radcem a tolos que compare-
eco a es'e arlo de r-i'g o ca'idadf.
9UBBZW*S.'Z&?Z*aSJ :^i'4^aBBWBWBBs
Jun rruurincii : <-.-.s lardosa
Francisco Parei > Carooco, Fr.n-
cico Pereira Cardos iJootore Igna-
cio Pina Jjrdav, \i\, irnoeliO,
convidam ao.- Besa pa- ;:i*> e ami-
co p r.i a.-rislireoj tai.-sa do "*
da "e-tea passroeo*'1. fxta fera
i do cern n p, n^ i-'r a da Cong.e-
K'CSo, 7 borfs daruatl:, Ci;:if-s-enrto-8e
srinraaraHMP grnU>.
%.
'W&
Precisa se de ora de iti asnos de iJa^p,
com cu sern pralica d-^ mclnadts, dan co conhe
cim iio oe sua conduela : a Iratir na Giqui
o. 45, Afor*do..
Ama
Hod
a
estarSo
HH
AVISOS DIVERSOS
Preci.-*-sj ae orna ama
ra Duque de Casias n. 57.
para co.-mlur oa
VENDE-SE a laverna sita a roa 89, ao'.iga
Imperial, n. 58 cera afreguexada, propria para
principiante : a tratar na mesma.____________
Pao "e i, tdlo.ipg'.es, tolo gordo, pastas
de Dala, t o de lolo, creme, pods bocales, t-
linbosmiudo (kilo), pao de-l orrado, (lulos),
caogica, arroa de lene, toucinbo dooo, o:eae
ovos, podim. mnssa, pac, preparara se bandejas
para estamento, oa ."'oltdade d. 56, ra Desem
bargador Nones Mochado.
d'ag'iia a venda
O-propietario do engenh! Xlirrccas, sita no
Estado de Alagoas, xaoic'p o da ciJade e Ma-
ragogv. Iimitrcpb com o de Barreircs. deate Ei
tdu. torcido p.-ios asuado3 dispendios ariouaes
com a maotiienco da m'agem com agua, es I
veu se a moer ja esta cifra com motor a vaper
epansao venle urna bi r',da O'agua oara enec-
olio cepeiro, de graode orea. :ejdo 38 palmos de
dimetro, 5 de largu-a. s:inbo rosfo de fe^ro
b.tido, cavrbes e cavilos de ferro, cirenafe-
rencia de maleira de qu-l: !a!e e multo tem
clntaaeijionovo ni sitra pausada o ptnri -
ra a mesma um jngo ds rodetes de ferro de ?or-
tissimn conslru yaj, ,... .; ca serviros.
O pi'oprielario ob i.a se a botar a roda e todos
os seos per ten es uo porto de rnbarqui, que e
oda dita cidad*.
recTt --"
ami.i
dp nma p".-' toco e v ct de um
(^ (Jciao ii. B6
ima
? teisa s1 de U3;a nma qne co:inh e com-
pre, na tua B:rao da Vioto-ia n. '5. 2* aedar.
Precisa-se de urna aun
do L'vrt mea'.o D. i.
para
cn-irefcar ra rea
Ama deleite
Precs-e de urna na >ui Formcsar. 25.
n
Cosinlieira
m
P.ec.;a re e urna ama para c;;:E:ar, na ra
Thom de Souza ft. <
Barcada
Precisase de urna cosinheira,
bem ; na roa do Bru a n. 96.
pagando-se
Costureiras
Precisa-se de cortoreiras na Fabrica de
po, ra Visconde de Goynnoa n. 147.
Cha-
Rendimento meosal
de 2401000
Venlem-se as casa, de p-dra e cal, a ica de
S. Joo ns. Si a 62 e os. 1 lo, a roa do Cees
ds Gizomelro, fo-eiro o solo a marioba e s:ra
freguezia de S Jos ; ven em se barato para li-
qai.'ar : enlender-se om F. P. Valeuca, no
mesmo loga-, sobrade n. 3.
Jaoipaba, caja e mara<
CU.P
A' ra da Iraperalriz n. 3*. compra-re tm p -
qaenas e grandes porc> s.
Atten^ao
Pede pp 8 q iem iem otoortaa de chapias
P"aca anauiptmieficia tx 27, o fcMOP de vr re
liraioj uo prass de 3 aise sab peo ce par ir
o direno, visto ter de mmm oe oeKocia, n ene
lar desta data.
Recile, 23 de Julbo de 189).
AI vea it C.
Vende se um i barcaca de c.rga ce 3C0 saceos,
.e toa constru-cao, arraua a tres mastroe,
ratir na loa Dires n. 81. scip'or c.
c
xeiw
P.-p(isa--e de b.i cera p-at'
Ferraodes Vieira n. 24.
a de lavern?, em
Todos leiam ?
Roga-e ao cidadSo Jt4 Ser.tim To-res a vir
I Praca Mc-ei Praheiro n. 7, a ufgo.ie gaira, na urese '- 8 iias
Hecife. "I ''e A resto de 1S93.
I
Chicote-> de b dera.
Para carro e montria ptimo so'iimento na
loja de msicas de Paive.
Boj Kcaa n. 13.
- nMA. precisa se le orna para cosmhar
para familia de 2 pessoa?, oo Paleo do Terco
n. 40.
Olinda
ti
de Lisboa
SBSOXKQ
Guima --aes
PAti;i
relogK
Aluga le um? casa erm 2 .-;!,!-, 5 quaiti?, co-
PRECISA-SE de 2 erapregados para enge- sioha, e I qoar o re qjinlal, ta ra oe S. Rento
o. 8, em Uiiuda. lerto des bsnhos salaados : ce
cbavec-. na me'ma ra n. 19, a tratar na io da-
falcadas n 10, ret;co.
Aos p ro prieta rio s
upe desejam fazer calcarlas r- ladrilbos ro inte
rior das casas e arma'ens, avi.-a se orne achar.":i
ui, grafl'l scriimen'.o le^elrae tp av*> so
>-ma?eui "do Gats do Ga&ibarU*' o :.-8 e mes-
tras oa na da Cruz n. 18, arojoierm.
nbo, servico do campo. prefere-S por.ugcez :
iralar na tua da Pecln n. 8, V" andar.______
F.ca tem eirmio a procurt,aj qie pissei
so Sr. Jos LopCiMiCbaelo.oaopoaenaoasignar
por mimem docomeato neohum.
Rec Us 3 de Agosto de 1893.
Josquim E. C. Alboqii--,qi.
Aviso
Eu ntiaixu a-slgnaoo, ao commercio, que ven
di a minba (averna sita a ra 83, aaiiga Ira pe
rlal, n. 58, aos Srs Gome3 & AH.cquprque, livr
e desembaraesda de qaalq'ior onuo: e quera jte
jolgar creder .a mesma apresenie-ee at o ..la
5 do ccrreoie.
Recife 2 le Agosto de 1893.
Ji aquim de Mello Ju)cr..
A luga
st*
A encllente caaaidpiLro de. S. Pc*'o N.vo
n. 4, t-m Olala, oara p< ar a fdsta cora ooti
mas accommodacOes para graode famli?. Tem
z.e.*;oA, frente a raorWna e rcdflstipr ,tP
uov'o ; a iralar na ra co Ccmaierric-n 56 A,
Reoife.
Vt.Ient:
4e6LargooOpftSrit< 4e6
Esplendido
Grande deposito de
de toii-is as
qualidades.
Esplcodido corta-
ra ento.
Vendas em stoso
eare ; lho.
Modicidatk em pre-
sos.
R^L:m flo Boseflo ds. 9 e 11
Regulador da Ma-
rinha
, J. C. Aranjo i &


,




I1 M
.i
WTY
* i11 .rei ii cu
ijiu ira lannawals
\


9

Pario He Pwnambueo Quinta-eira 3 A* Agosto de-4893

I

CaTRAD
*?
lygf y ;^^mmm^^
0^tT3STil^.s eLicor
peritncias fe i tos nos soto grandes hospitaes de Parii
ISVYVYTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTaT ??*"*"?? ?**? YT
i o qne serviu para as experiencias feitas nos soto grandes hospitaes de Parii cntra a Con ntipaoCcnr+8
I Bronehite, a .4*f7tma.os CatarrHos dos bronehios e da beoraa, as AjBTeefOeii-im^pellm^
mi o ec^owta. Por sua compos9ftc. o Alcatro de Guyot participa das propnedades iAguM+Vichy, sendo no cutaSte*
I nais tnico. a raiao porque de urna notavel cfficacia contra as molestia do estomago. Como to*>*
i sabem, do alcatro medicinal que se tiram os mais efficazes principios antispticos; eis porque durante os fois
I calores e quaudo grassa qualqner epidertia, o Alcatro de Guyot urna bebida preservativa e hygienic*que refresss*
I e purifica o sanguu- As Capsulas de Guyot nao sao mais do que o Alcatro de Gayot poro, no e8tad*ondo.
da esperar qne esta preparado saja, em brere, unlversalments adoptada. > Menor BaZIH, IM U lupiUI LHt "";
^ jouc-se, umotendotWlcaoto,lq\itr r.-sco d AlcatriodeQuyot (tico/ ou Cntalas) r' "io lew o e; lenco: lS>,ruaJmmob,.F'a*tm.
AS.
>***
FERRO QUEVENNE
nico npprovado
pela ACADEMIA DE MEDICINA DE PARII
EXIGIR O ySRDADKIKO
14, Ru dea Beaux-Arts,PARS
ANEMIA, OHLWOStS
FRAQUEZA
POBREZA DO SINGUE

Ctilorose, AnemiaDatharro pulmonar, Bronehite chronlca,
Catharro da Bexiga, Phtisica, Totse conoulsa, Dyspepsla, Palidez,
Per das seminaes, Catharros antlgos e complicadas, etc.
Soulerard Senain, 7. em PARII, e na prlucpaes Pharmacias.
papelfayardeblayn
uper.or p.,ra curar CONSTIPARES, IURI-BACES ao PEITO, RHEUMATISMOS,
DORES, LUMBAGO, FERIDAS, CHACAS. Tpico eicei/ente contra os CALLOS,
OLHOS de-PERDIZ Vndese em todas as Pharmacias e Droaanas (F.xua-se a uos4 uruw
ELIXIR DIGESTIVO DE
PANCREATINA EFRESNE-
0 Elixir pancretico Defresne preparado com vinho tnico e generoso,
excita o appetite e facilita a digestao : aproveita muito na diarrhea das
criancas ou nos meninos durante o crescimento, quando a puberdade
parece custar a estabelecer-se, e as enhoras nervosas, cujas funecoes
nao se operam regularmente, na atona, e em todas as molestias das via
digestivas. dse : um copinho de licjor depois de cada comida.
Em casa. DEFRESNE, Autor daPeptona, Pars, e em todas as Pharmacias.
ESPECFICOS
OO !XI 2BRE
Dr. Hamnrireys de Hovff York
Rin wr nuits e SO anncw, mpies. f'iroro. f-m-
i./>-- < !*i......'. A iiil.1 ni* lindaras e 1 bar-
.laclas pninclpaes e BMla praatMafl do Miiouo.
So. CL'UA
i. gr\>w,ConswiAo, Inflaiuiwclil.-.......
2i h'fflirpeCoUciicHUutilu i.or i..-:v.l.rl;.is .
1 OolicUjCiHiroelrsoniuladasfrlan,-- -.
. IHiMT'-ien fto Irlunipi c Adulfos ..
V llysciirtriu, DCvesde llai-rlira, c.ol.ciUIiGsa
6. i'olcvii.--, Ci'kTa-Morbo. Vmitos...........
i Toiuk'i l'outflpni-uo. Ilou-IUMAO. Bronthlte.
S. ..rilo l)jie-edeC'ara,e.'.c;ra]j::a.......
9. I..r de CitlH-co, Enchai|iieva, Vortb:em.....
n. IW Bf-in. WalKWlrto, lfixiodo Veiiuv.....
.:. Sui>;.r<-iuilo da Krcrr,. Escafsaou uen.o-
ix;da.....................................
'4- Lemoi-Thi-O. lli.ns raucas, Icijrn iirofusa
W. 'pbii.., Toi Houca, MRIculdadedB'Itaiisiirar
li. IIitlis, Kru|M,-oes, Kryslpola.................
u. Itlteuio.iii-ni'i. IVin-srhMiniailcw..........
t. Ser-fn-v, Malflla. l'>Oru lntcrniillcutc........
:. ilcniorrlietdnK. Almonvliuns. lutorua ov
eztenu, shnplps t.i sanRrentas.......
X. !i>liili:iliiiia,<>;iios frac ou Inllarieieaoe
19. <.':* I ii ri-, aira-I,) ou cl..-ouico. Uouxo.......
'.i "iMlucii<'!n-,To'>ciHiu^v.odlcr...........
.-i. Aiiiu. .' 'Prtalodlawnltoac.. .............
ii. Sui-riirhviio ilo :-lo. >urdeie ..........
i. Ks, i-nluiu, l'i< i.i '"<< ollciras...........
II. Ilrtilidade en'..... oliy-Ua..........
V llT'lropeHa, Acumulc.-'S mldaH .......
K C.iijoo c Mar, a- Von'lt.is.....,. _. .
na BexUra.......................... vi *
v? Impotencia. iVhlNdnilc nerrosa, nuasl
.. 'Iiui-n'.iiliii. !ii "turen, ou APhtn.........
X. lu onlh'cucia do Ourina. Ourlnar-ae ai
Caina........... ........ :............
.. .IriiKiruatu i.olro:i. Prurito. ... .
Si SalfMlUM 4a Cor.n;ao, l'al|>IUcces. etc
Si Kl.yli-i.iii,M3!ca(,ie:o.OottacoraI. Bailet
3". II: t, il'i-T.:i. ^T-il i'i*ii!-'i:o .1' ;;.iila-,a
, ("Iniimf mi l'nieiif i *^ f*
^ tonaaido >r. Huiii-^rjy-. im>(Cuc -oTt
-**->; ^O rf?ti b&UwV.'K^ .' -
;. -.3. I* *;">'- -'- V'i ''..
.ir l NICOH AGENTES
rara venda* esa jercaao -ceu, *
hrb tohrvii i L
JckbJdcktek:
^dbfc:
Agna. MelissaCarmelitas
TJsxico Successor cios Carmelitas
PARS -- 14, Uiut de l'Abbaye, 14 PARS
CONTRA:
1
^HUEoiLV
m
itp]
MJ
Apoplexia
Cholera
Enjo do mar
flatos
Clicas
Iidigestocs
IR l
Febre ama.ella, etc.
Ler o prospecto no qual tal enrolrido
cada vidro.
Deve-se exigir o let*eiro branco
e preto, em todos os vidrsa,
seja qual fdr o tamanho.
Dsposrros km todas as raABiiiciAS
do Universo
+#-:
Desconfa,?
DAS
Ifalsifirarts
e exigir a Aasignarui*
de
Jfepppp^^
h asta
DefluxQS,Bronchtes
INFLUENZA
i
APPROVAQAC DA ACADEMIA DL MEDICINA DI PARS
Contra as AFFEIQES dos BOFES e dos BRONCHIOS, acalma a TOB3E
e supprime a INSOMN1A. ------------
F. COMAR & I LHO, 38, Ru Baint-Claacie, PARS. EM TODAS AS PHARMACIAS,
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de Holloway um remedio infallivel para os male de pernas e do peit; tambem para as ferida
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o rbeumasmo e para todas a& enfermidades de peito nao
se reconhece eguai
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestia.1! da velle cao teem semelhante e para os membros conUahidoi e
juncturas recias, obra como por encanta
las BtodidDM sao prf parada* bdisente no Lstabelecimcnto do Professor Holloway,
T8, NEW OXFORD ST3EEI (ante 533, Oxford Street), LONDKES,
K vendembc em lod:u a> pharmacias i!q universo.
tmW O compradores Uo convidados respeitsamente a examinar os rtulos de cada cauta e Pote se fto teem a dirjesao,
33, Oxford Street, sao falncacoes. #
a-------=.
H
"-"ASTHMA
Oppre.aaAo, Catarro, com o
JP C3I_.-V-. -
OMere s ms/ e.'ai reeompe/iM.
Deyo>iU> em todas as PharmacU
irritucdo do Palto
Tcsse
Expectoragao
Insomnios
Nevrstlffias
Dores
Pars 28, ru Bergere.
Fabrica de cigarros
No tMWl Pemambucano a ra Larga
do B aario d. 30 prcia-ae do eeohoraa
que 'rsbalhem em cigarro e platicantes ;
facuiUado-ae o trabalho em sua residen-
cia.
Y
Cigarreiras
A fabrica Mioha Espe-
ranea acceita mulhece^.me-
nina8,3nieoioGs para apren
derem a fazer cigarros, iua
^arga^do Rosario n. 20 A,
Fabrica Caxias
Precisa-sc de mulheres que Iraba-
lhcm de cigarreiras e tambem se ad-
mille aprendizas.
As sccc5es em que trabalharem as
mulberes serao completamente inde-
pendentes e separadas dos homens
serao administrad.is unic mente por
mulheres e reinar a mais completa
moralidade.
E' ama profissao muito vanlajosa,
por quaulo urna operara desembar-
cada pode ganhar de 4^000 a 5&000
por dia, e alm disso o servico apro-
priado para mulheres como se tem ve-
rificado era todos os grandes centros
commerciaes da Europa e America, no
Rio de Janeiro e especialmente na Ba-
bia, oude quasi todos os operarios cha-
rutiros sao mulheres.
Le n. 15
E
Regul ment a mesma
le.
Vende se I#000 os
dous exemplares ao escrip-
torio do Diario.
LINDS
CORTES
EM
Chamamos attencSo
das Exmas. familias
para o '-randa e varia-
do Bortimento que ex-
pomos a venda pelo
P A T?T I C\ d'n_nt0 PreS<> de..
12 Au Paradis des Dames
38Boa Bsrfio da Victoria-38
Roteiro
DA
Costa do Norte do Brazil
No escrjptorio do Diario encontram se a ven-
da por 5s>000 cada exemplar deete importante
trabalno do provecto pralico da Costa do Norte
Felippe Francisco Pereira.
E' obra qae iateres?a especialmeote aos nave-
ganlea.___________^_______________
A questao do theatro
A TRAVIATA ra da Itop^ratriz n. 80 acaba
de retirar da Alfandega es s?gointes arligos :
Bicos finsimos, branco, creme, preto e de cor.
Pitas de gorgardo e cbamalot, esplendido so.-ti-
meno.
Esparti bos finos, brancos e de cor, para senho-
ras e meniDas.
Maotilbasde reda para ceobora.
Sintos e fivellaa de metal doorados e prateados.
SJa frooxa para bordar todas as cores.
L' quea de ga'e pretos e de cores, fios.
Meias fio da Escossia para eenhoras e meninas,
tirampos de chifre para cabello, grande sorti-
men.o.
Gravatas o qne ba de mais cbic.
E-cova? para fac.o, dt-ntes nabas e cabello.
Extractos, leose sabonetes, variado sortimento.
BoDt-cas com movimtnto?, granles e pequeas.
Bengakas-para bonafis e meninos.
Brit quedos para crianca, orna grande variedade.
A Traviata
si la Imperalrli n SO
A' Pepa
A TRAVIATA rea da Imperatris n. 80, rece-
bes o finieeimo extracto Foogre Royale, do
fabricante Haoblgant. assim como o oleo legiti-
mo de babea do fabricante Pinaud.
\. Traviata
da Imperfatriz n. 80
bordar todas as
Ra
Receben seda fronxa para
eflr s
Attencao
Veode-se burato aloja de chape s da Praca
da Independencia e a officina de chapeos da tra-
.'. s-a do Qu imalo n. 7, antigo Peixe Frito a
tratar na mesma
I&E&Ira
DO
Gram Para
Negocio bom
A que corre no sabbado
5 de Agosto a 9.a serie da
57.a cujo maior prem'o de
30:000^000.
Os billetes l'esta acredi-
tada ilotea se encontram
a venda em todas as caf as
lotricas d'este Estado.
Aoi- nio Braz de Souxa, negocia ama conta
qoe tem no Tbesooro do Estado po talar det
iltf#300, provenien de eocaderDacao que fe
i a/a a BiWiotbe.-a Publica oessa Estado, por na
melade de seo valor, a ooeda avista : i trslar, Casa Amsrella, as chaves para ver estSo na ven-
Cmomesmo seabor em sna officina de enea- da defronte da eU?aoe para tratar na loja
deriseBO-noBecco do Onvidor n. II. d Eatrellss, roa Doqae de Caxias a. 86.
A luga-se
Urna boa casa coa commodos para familia,
travessa la Osa Forte, perto ra estacio da
Grande -e importante
de
56 Sil A DUQUE E CAXIAS 56
RfQAS hespanbolas de algodfio o seda com irm metro e'^ariura
c4O06aBAl3sVQQQ.* 25000, 3500) a 65010 o metro.
Um's, s-hidas de baile por 500 res, 800-e l^OOO.
JK1A8 para senb-ra, homens e criarlas a OO e 80f>reis o par.
VELLUDO DA BUSSIA divesas cores de 15200 a 500 res o coa
vado.
e 600 reis.
COLLABIMHOS para senhoratlisos e de phatrtaai de 2000 a 1^100,
Pecas de bicos de ocres e matisados de 4-jlOOO a 35000 e 21000 a peca.
CollarinhoB de uro ;nho para homem de 125000 a 6^000 a uzia.
Gangas encarnadas para cobertas a 240 reis o covado.
Damasco? de todas as cores para reposteiros e coicbna de lf 400 a 500
Crotones lindos padrOes de 800 a 320 reis o covado.
Setim de seda liso e de qoadros de 10800 e 25000 a 600.
Cortes de cambraia branca com lpicos de cores de 125000 a 650C0.
Pecas de casBas adamascadas oom 22 metros de 188000 a 95000.
Capas para secLores, ricamente enfeitadas do 605000 por 305000 e
APPEfilTIVOS
sm ssssbis
Ur*i .lh--ir &c,
Com irmsiem do sativa eso grossoa
Travessa da Madre Deus n. 12
Becebem rnensalmante *
VINHO GENU110 COIaBES en bar-
ril de 5 e 10.'
VINHO PUBO ALCOBACA em barril da
5.e '0
VINHO MHtO VE8DE opariorm bar-
ril de 5.
VINHO PUBO VIB4E&I snparior em
barril de 5
VINHO FI9UEIBA, diversas marcas em
pipas, 5."a 10
Vi ho .Aagrime Ooritta em barril de
dcimo.
Vinfao do Porto em caix-s, diveseas
marcas.
Vjnfco BordeauxCbateu Pasqu.
COGNACS
Ctignac Real Macieira.
Id-.-m.Matki.-lle &C.
___________ Lopes AUm.ro & C.
355u00.
Aig. eites liodisBmos de cores variadas
15500 e 25000.
Variadisaim sortimento de plumas de 30000
15000.
covado.
e novas de 55000 e 65000
e 45300 a 500 reis e
Meltons de 2 largaras paro roupa de hnmem de 3f000 a 15600 reia o
Brim pardo para roupa de creanca de 800 a 500 reis o covado.
Chales de casimira de 71000 o 85 a 35 e 45000.
Mantilheles de 12 para mooinhas de 85'. tK) por 21000,
Capas de 1S de cores p&ra aenhora de 155000 a 60000.
Bramante trancado 4 larguras de 2S500 por 15400 reis o meti.
Uem liso 4 largaras de 28000 por 900 reis o metro.
Guardanapos de linho adamascado de 65000 por 35000 a dusi.'.
Toalhks de puro linho adasmacadas para mesa de 155000 e 18$ 000 a
85000 e 105000 urna.
VelbuJnas lisas e lavradas de todas as cores a 15000 e 10500 o co
vado.
metro.
covado.
1005000
tigos.
Setirs diversas cores com peqoono toque de mofo a 400 reis o "evado.
Atoalhado branco adamascado para mesa de 45000 a $500 reis o
FostSo de cotes, lindos padrSes de 6C0 a 320 rois o covado.
Ditos brancos proprios para collete de 45(00 a 15500 e 25000.
Panno da costa para mesa de 20500 a 10600 e 10800 reis o covado.
Merinos pretos e de cores de 10000 a 300 is. o covado.
MadapolSes finissimo preparado annrieano de 15$00 a 105000.
Casacosde jerseys diversas cores a 9000 ,55000 e 60000 nm.
Flanellas do quadroa para ves'i o, ultimo gesto de 10000 a 500 reis o
Las de qaadros diversas cores de 500 por 200 e 240 reis o covado.
Cpelas para noivas de 128000 por 50000.
Meias de 15 para senbor s de 40000 a 20000 o par.
Cortes de cambraia brancas bordadas de 200000 por 120.
Linn oom 2 lareuras, lindos paarSes de 800 a 500 reis o evado,
Setim dos alpes de 800 a 240 reis o covado.
Cortes de blondo de aeda, ricamente bordados de todas as cores de
200000.
dem, idem dealgodfto de 400000 a 120000.
Grande quaatidade de retalhos de chita, ISs, sedas e tcnitos outros ar-
L0J1 BIS ESTRELLAS
5I Ra Duque de Caxias
56
Vende em grosso e a retalho
Leva ao cor.hec-imento dos numerosos treguezet. e amigos
amilias que acabara de receber um completo sortimento de fazendas
b o aue de mais chic e moderno.
e das Ex mas.
de phantasi
A saber:
TodoE os freguezes que comprarem da quanta de 500000 para cima tem
direito a dez porcento em seas compras na loja de Turradvt.
Novidades seni competencia
Um lindo sortimento de zepherinos de cores com bollas, ricas sedas diversai
cores, cortes de setim bordado, cortes de cachemira lavrados a seda, gorgurSo de
seda a 2|O00 o covado, mantilbas de seda pret* e do cores, ricas toalhas para banho,
brancas e de cores, linn listrados, muraulinas d< ceda damaca, brins trancados,
cachemiras de seda, um completo sortimento de saias e camisas bordadas para
senhoras, camisas de dormir para homens bordadas h sede escocesas a 320 o covado
mirinos -pretos e de cores, capas, grinaldas, loques, espartiibos vistuarios para
oreancAB brancos e d? cores, renda hosp-n :ola, camisas e seronllas felpadas para
homens paralticos, meiss de ores o,i escocia, Itamines brancos e de cores,
1 ndos tecidos bracees arrendado, crotones franceses,
S no Torrador
Madapolao a 100000, dito B6a-Vista verdadeiro a 120000 com 20 varas
garantidas, ditos de 200000, idem, idem, bramantes de linho com 9 palmos de largara
a 30500 o metro, dito de algoda. a 15500 e 20000 o metro.
Camisas branc&B para homens, ditas com peitv. de cores, collarinhoa de linho
seroullas fraccezas, um esp!endici> sortimento de casemiras.
Depsitos de rotipas fe i c. c tambsm nos encarregamos de execatar qualquer
encommenda.
Pedimos aa Exmas. kauiB u todos os nossos frogueaes afim de faaer um
visita ao
Torrador
qne vende por preces sem competidor.
3 Una Du me de Caxias43
I
Lima Couiinho & C.
OLIVEIHA CAMPOS
21-Ra Io de Marco21
Acabara de receber um variado e e8plendoroao sortimento do faiendas finia
de aparado gosto, pelo que peder s Exms. familias e fregnezes a honra de ama
visita ao seu estabelecimento.
Tae sao:
Sedas brancas e de cores lisas e lavradas.
Cachemiras esoocezas de seda e 18 e de pura 18.
Cortea de cachemira bordados, lindos desenhos.
Satin ras, ricos gostoB.
Toile fine ricos desenhos.
Livantine de ramagem.
Velludo russo, lindas cores.
Chaohemira oom listras de seda.
Enxovaes para baptisado.
E ama infinidade da artigos que toroa-se impossivel enameral-os.
VER PARA CRER
31-xvrjr.A. i* db mAjaga-2x
Tabella
Dos presos de cigarros da Cabrea
OftSlttHHA
dantos & C.
7 A-Ru i 1 de Maro-7 A
Os proprietarics desta bem c nheeida e
acreditada fabrica resoiveram coatinuar
com a antiga tabella abaixo, para es fre-
guezes que compram a dinbeiro na fa-
brica.
Acontar de i de Agosto de 1893
POB MILHEIBO
Picado
Cara Dura groases 9850X)
c finos 80503
Morenos grossoa 90000
c finos 85C0O
Flor da Floresta 90000
c .Voreninh^ 90000
Acjo das Flores 90000
Operas 8S000
Desdados
Flor da Virginia 100000
Palha esmagado 120000
c chato 120000
c amarrado 12$000
c aber 09 115000
Flor de Cuba 80500
Goyaz amarrados 95000
c abertos 80500
Flor Moreninha amarrados 90000
Ditos ditos abertcs 805CO
Daniel amarrados 90000
c abertos 80500
Papel tabaco, amarrados 95000
Dito dito abertos 85500
Clarinetos 98000
Observares
Os consumidores gozarSo dos deacontoa :
De 1 a 20 milheroa 10 lo
c 20 para cima 15 lo
ma
Royal Blend marca VIAD
Este exoellente Whisky Escoces pre-
erivel ao cognac ou agurdente de uacns
para ortificar o corpo.
Vende se a retalho nos m ore arma
ens de molhados.
Pede Stoyal Blend arca Tlado
sujo nome e emblema aSo ragis tradoa pr
toco do Brasil.
__________BBOWNS & O.____________
Licor depurativo vegetal todado do me-
dico Quintella
Este Dotabilissimo depurante que vem
precedido de 3n grande fama, infallivel
Da cura de todas as doencas syphilicas,
escrofulosas, rheumaticas e de pelle, co
mu tumores, ulceras, dores reumticas,
osteocopas e nevralgica.s, blenorragias
agudas e chronicas. cancros syphiliticos,
inflammaces viceraes, d'olhos, ouvidos,
gargantas, intestinos, etc., e em todas as
molestias de pelle, simples ou dia Ibricas,
assim como na alopecia ou queda do ca-
bello, e as doencas determinadas por sj-
luraeao mercurial.
Do-se gratis folhetos onde se encon-
tram numerosas experiencias feilu com
este especifico nos hospitaes pblicos e
muitos attestados de mdicos e documen-
tos particulares.
Faz-se descont em casa de
FAR1A SOBRINHO & C.
Una do Mrquez de Olinda n.
A Fabrica Laflayette
Admitte operaras e aprendizas cigar-
reiras, administradas por mulheres e em
logar completaments separadas de homens,
garantirlo absoluta moralidade.
E' urna rofisaSo honrosa e lucrativa
attendendo a que em 10 ou 15 das de
spreodizagem podem auferir lucros diarios
superiores a 40000, mxime nSo tendo
despendi algum.
Garante-se as aprendizea durante a
aprendizagp.ru qae de dias, 500 reis
diarios at qae saibam, que depois ganha-
ram, sera embaraco, 3, e mil reis
diarios.
O mnimo em tempo de crise ser de
3$C0 .
E' portento mui van taje so para tantas
familias qae sempre teem vivido honeste-
mente.
Para tratar, na caa de residencia da
familia dos propritarios roa do Bange
n. 28 Sobrado onde tem vastos salSes
pata cfficina provisoria.
Becife, 28-7-93.
Morara A C\
Fabrica de gelo
mjm Smmi' asesas e
todas as calidades
Soda water, gingertalen limao, laranja. cura-
c5o, aoacaxis, granadina, Rroaaes tranbosas,
^A^BBrsWMgia-di
Janipabo
Gomara se qnalquer anantidade de janipabo :
na roa do Principe n. m C,
.
mi
mmmmhma^maWSm
[W I
\


s


I
J
Diario de Pefaambco Quinta-feira 8 e Agostle 1893
IMW1IPIMM
BPLOSftCinil
Vendes
FonM3 IrmSos
AuUA asitica
Dr. Bosc
A melhor tintura
conhecida para tingir
instantneamente a
barba e os cabello da
mais bonita cor prta
natural.
Vende-se na Botica
Franceza, ra do Bom
Jess n. 22. Recife.
VINHO
Siria Estrella
O estabelecimento de Pocas, Mendea
& C.a, acaba do receber ama im-
portte remessa da vinho da ,
Sorra da Estrella (Portugal)
quai dade superior a todos
qoantoa tem apparecido
neste mercado em vi-
nhos d& mesa. Eato
vinho agiadavel
ao paladar curo
e hoje conside-
rado superior
ao de Col-
lares.
Reisbem s igualmente grande sortimen-
o de OBR\S DE VIME como sejam :
L'nda? oadeirsB.
Be;o?.
Cestos para compraf.
Papeleiros.
Roupeiros.
loa Estrciti do Rosario n. 9
Poc,as Mendes & C
Qnem espe? desespera I...
Afnal recebemos grande eor-imento de
ementes nov s de hortal cas e lindas flo-
rea.
Pof-s Hendes i C
Hanleiga pura
qaereis ter em vossa raesa mantega in-
suspeita de acido brico ou de margarina,
usai nicamente da mt>ntoiga Bretel Fro-
res, lat-a encarnados ou verdes, qno pela
ana superior quahdade coata um successo
de 16 annos, e qu sendo a preferida em
tojos os mercados, s no Rio de Janeiro
o consumo desta acreditada mantenga at-
tinge annualmante a dois milhSes trezen-
tos mil kilos.
Vende-so em todos armazcns de estivas
e casas de retalho, desde 1876.
Para collegios e escolas
Vende-se 6 classes e 6 baucos, sen o 4 com
encost e pea de ferro : tratar na roa do
Apollo n. 18.
FOLHETIM
POR
HKMIQUE BEMKSSE
CAPITULO II
CH INTRUSO
lontinuacJo)
O pintor oontinaoa:
b metteu-me medo, o bicho...
Medo ?
Confesso que sim. Aquello homem,
allucinado pela paixXo, parecen-me capaz
da commetter todos os orimes.
Ora adeus, mestre, a saa imagina-
5J0 o llude. Os homens de hoje nBo t a
narvos para enlouqueoerem de ancor! Vio
kmge os tempos em que os povos se dla-
ceravam por causa de urna mulher.
E d sendo isto, ella cobrio os hombros
oom um pequea chale de renda.
At amanhS.
Sim, at amanhS... Nao deixe de
vir,.. Com mais ama sessJo conclairei o
m*u quadro. Mas espere, preciso pagar-
la*...
Aceito, porque nfto poaauo um sou.
O artis'a abri a gaveta de um movel
finamente esculpido e rou oito moeda
da ouro que entregou a Manette.
Como 7 exclamou ella. Todo ito ?
s me devia metade 1
O resto gratificaclo para comprar
fc AGRADAVEL *
< z o Q UJ Se recoramenda cono o melhor remedio da sua classe a TI O 33 H
i EMULSAO f
UNAN e kemp O
UJ O 7 C0MP08TA DOS MAIS ESCOLHIDOS INGREDIENTES combinados scientificamente e a todos os respeitos a melhor preparacio de > m m z
UJ -J < OLEO DE FIGADO DE BACALHAO COM HYPOPHOSPHITOS o O >
* DIGESTIVO *
Cos turnes para crean cas De todaa aa idadea encontra-ce grane artimento no JLouvre
Grinaldas, leqoes e chapeos
de sel
De phantasias acabam de chegar para o
LOYRK
bjectos e rosto pare
presente i
Ha oeste artigo grande escolha no
LOUVRE
jiscas brancas, pretas e d*
cores
Noves padrSes e para grande escolha,
nedo despachada restes ltimos diaa.
LOUVRE
cortes de l,nnno,se(ia
e algodo
Ricamente enfe:teios, tem recebids el
ovte o
LOUVRE
Capas, jerey s e visitas
Gestos ictein-.'uei.u novoa acaba de re
seber
Chapeos e capotas
Ultimas aovdades de Pars receHna C
loavf
fisteiras dt Iridia
Branca o do faotcB'.a de nevos dssenhoo
ata forros d \o LOUVRE
frcifco finrgel I Irarto
Boa Io do Margo n. 20A
TELEPHONE 158

-Cm
VINHO
pza
t
/ [I V ^
CAJ BRAZIL
e^q
c^a

ES
N*"-feEABRICA' N?
m"* RA DO VISCON DE DO RIO
tfh BRANCO '
ANTIGA DA AURORA
U
P=H
O proprietsrio deste estelecmen'.o dasejandu tornar bem conhecido, do pa
blico e i commercio em geral os productos de ana fabrica, eztrahidoa do Caj, Aba-
caxi, Qenipapo eoistras fruetss de nossa flora, cujas formlas e modo de preparA^ao
foram approvados pola Inspectora da Hygie! ''et'.o Ett'do, vf.m apresentar a lista
dos ditos productoi, que Coda ;'ia vSo Bendo cofieccio'jaioa com mais perfeigSo e
aceio, conservando de modo cepecial toda parte mediciial dos respectivos fructos.
Alm das virtudes m8d;cinaes dos prepardus da acarea supra, qae tem por
base o caj e genipapo, com sgn8C3, que j sSo perfeita-
mente conbecidas, sobresae atadu o uzo qnotidiano que dellea se faa lembrar por occa-
siSo das refdicSes diarias, com) bebidas de chairo e sabor agradavel a qualquer pala-
dar, principalmente as pesioas que scffrem do estomago, anemia, eyphiles, molestias,
pelle, etc., ec., provocando ao m"nmo Eempo nelhor appetite, os vinhos finos que se
disting.em por etiquetas de um at t-cs A, cima dos respectivos rtulos.
V V'l^nB^ 4aK
VINHO^DE CAJ' de diversas qnalidados, en Baril, Ancoret-. e em caixa da um l
duzia de garrafas.
DITO DE A8ACAXI de diveraas qualidades era barril, anccicta e om caixa de 1 dusia.
DITO DE QENIPAPO de diversas qualidades em barril, ancoreta e em caixa del dusia
LICOR DE MANGA E DITO DE LARAN1 A em caixa de l duzia de garrafas.
APERITAFS de Caj, Lnta i* o de Genipa' > tm caixa de 1 duzia.
COGNAC DE CAJ' em caix de 1 duaia.'
CuGSAC DE LARANJA E DE QENIPAPO em caix de 1 dusia.
VERMOUTH DE CAJ' em caixa de 1 dasia de ga-rafa.
Vende-se tamben os productos cima em oiixa de 1 dusia de garrafas srrt-
daa (urna de cada qnaliade) pelo prego de lbiJO.O liquido, ou a vontade do compra-
dor. Dase precios correctos dos prcdictos s^t>!.
Dees en cada, secco e eiystal'B-do do c-j, .b eaxi, Inrarja e outros con
ato
TV'
jsCIDOSJJJS PHAM-
TA8IA
Ser-de impossivel de se deacreTar i
fraste variedade je tecidos de divertai
oga-se ao publico ere gara] e principal
asnte s Exmas. Easa a finesa de vi
itarem o
LOUVt
tna 1/ de Margo n. 20
fraacisco (orge^ & irado
TELEPHONK N. 158
lilil
Q'iem cou pra constante
mente e paga os melhores
preeps do meicado a
Companhia Oh til af? Central
Viveiro do Muniz
Telephone 174.
Telegrapho, Prats.
*&**iEMI?*>t>
Para a cura tffica* t prompta da*
Molestias provenientes de im<
pureza do Sangrue.
E' nraa loucura anclar a fezer expe-
riendas co". misturas inferiores com
postas c!c t'.r ordinarias ou de plantas
Hidigcnas cija oificacia nao conflraade.
pclr. ''a, cmquanto que a moestif
cae- i. -! fiauhando terreno.
..i mo, sem demora, de mr. re
i ido gantido cuja efficacia seja fitetc
kssigcalodo e inquestionavel!
c Extracto Composto Concentrad'.
ee Salsaparriiiia de Ayer 6 conhccidc
e recorcmendado pelos mdicos mais c-
elligcntos dos p.iizes adiantados. i
tirante 40 annos,
Centenas de militares de doentet
5m colhLlo bcnecios do seu emprego (
sao entras tantas tcstemunUas da su
affieacia positiva e mcomparaveL
PREPARADO PELO
OR. J. C. AYER & CA,(
i.ime, Mass., Est.-nid->6>
nn\m iiii biwi.ik
Contina a manter em seus depsitos coraplc.- :mcnto de utensilios para lavoura ven-
endo sempre por pregos mdico? ;
MACHINAS A VAPOR de differentes systemas e tauaanhos, de Robioson e outros fabri-
cantes, e de 2 a 12 cava I los.
CALDEIRAS A VAPOR multitiibulares de Fletcher, para funecionar com o fogo das for-
nalbas das tachas
CALDEIRAS A VAPOR Cornish e typo locomotiva para funecionar com bagaco e lenha .
RODAS para agua.
BOMBAS de motuo-continuo.
MOEXDAS e meias moendas. garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas.
ARADOS de differentes systemas.
CRIVAQOES para fornalhas.
MACHINAS para descarocar algodo de 14 a 50 serras com alimentadores e empastadore
vontade dos agricultores.
Fazendo parte da direcgo de sna fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clark, vantajosa-
mente conhecido dos Srs. agricultores, pelos seus trabalhos de montagera de grande numero de
Usinas funecionando neste Estado, incumbem-se de mandar vir e erigir garantindo a produccao e
qualidades do assucar;
APPARELHOS e meios apparelhos de vacuo ,
DISTILLACOES completas para alcool e agurdente, a vapor e a fogo n, para grandes'e
pequeas fabrica3.
52RA BARIO DO TKIUMPHO -52
flores. Fiz nm expeliente neg(ci na ven-
da de no quadro.
O brigada !
Manette apertou a mSo do artia'a e aa-
hio.
Ficando e, Csrolua preparou um cigar-
ro, e pensativo sentou-se no jardim som-
bra de urna arvore.
Bevia em penvamento, com desgoato, a
carranc-i do emissario do barSo de Au-
riga .
CAPITULO III
LOUCO DE AMOR
Manette nasedra em Pars, de urna pro-
fessora que morrea ao dl-a las, de um
ofScial superior de preclara estirpe.
Sua mai, que eos 25 annos entrara para
a casa do offieial, afim de educar urna sua
filhinha de 7 annos, foi sedozida por elle,
e abandonada depoia de aer mai.
Estando grvida, foi-lbe impoaaivel ar
ranjar outra eollocacSo.
Durante mais de seis meses a infelii vi-
ve a na mais atrrz penara
Deu luz no hospital, fallecendo urna
hora depoia do parto.
Tendo sabido disto, o offi;ial, movido
por serodio remorso, qaiz tomar oonta da
enanca.
Manette velo a saber deasaa oousas aos
18 annos,
A directora do collegio em que foi edu-
cada ibe forneceu as explicares, annun-
ciando-lhe a morte do cffio al que at en-
tlo pagara com regnlaridade a pensSo.
Despedida do collegio, sem recursos,
ella a princ'pio qu;z ezercer a mesma
profissSo de *ua mfii, mas a ana natn-esa
independente nao se adoptou exigencia
das funccSes.
Sem amor, tornon se amasia de um es-
oalpter que ao fim de nm anno a abando-
f t?
Olicina de costuras
Hua do Cabula
Fazendas, mudas e chapis de alta novidado.
Sedas pretas, brancas e de cores, isas, lavrad^s a bordadas.
Sbsb de seda de cores e brancas bordadas.
MatineB e corpinhos de surah, de carobraia e nan:cuk,
Para meninas completo sortimento de vestidos, toncas e chapeos.
Lingrie fina, camisas, caigas poignoira, c be corset < oombinaiBons.
Colchas de ted e renda.
Espartilhos de tidos os tamanhos, marques rauitc aonhecidas.
Leques da phantasia, de madreprrola b tartaruga.
Meias de seda, fitas, rendas o guarnidos de seda, de perolas e vidri
que ha de mais moersno, fil para veas de noivao c flores de laranjas.
Cintas LAN TEN Na para homers o senhoras, e muiios outros artigo*
o que se ventdixi por pruyos rasoaveir.
Tudo escolbido pur Madame Koblet.
if^Mja^mmmm^8
ho
de
ALMANAK LITTKRARIO
rsmHsucAHO
PARA 1894
ANNO VI
Redactor e Proprietario
Gaspar Begueira Cosa
EDICTOR-LIVRARIA BOULITREAU
Este excelleote annoario qoe ji cootava!
cinco annos de rxlstencia qb indo uspen leu
a soa poblicacao, vai de novo continual-a
-ob melbores auspicios e em condic;'
mais favoraveis ao respeitavel publico qoe i
ao bem o solhen durame o sea primeiro |
irocinio.
Assim, o novo ALMANAK LITTERARIO
PERNAMBUOANO para 189i ser um tra-
balho perfeitj do seu genera, um obra va
iadissima, onde o leiior mais exigente po-
ler encontrar, par de excedentes predne-
cOes Iliterarias, scieniificas e recreatms
ios melbores escriptores brazileitos e por-
uguezes, as mais utels inform.-coe?, indis
" n?avels na vida pratica, u-j.j tabella de
ambio tao necc^saria ao commercio, con-
iuin Jo to -o lato um h vi- ho de grande
proveito e u'ilidade para toda3 as claBses
la nossa Boe'.e'ae.
Alm desta vanogens o ALMANAK LIT*
TERARIO PERNAMBC^NO, cuja tiragem
-ir de 2.000 txemplare?, terem eua^ pa-1
.. :ias annuncios de casas ccmmerciaes, de |
c criptorios dos Sre. advogados e mdicos
a de cutres estabelecimentos congen res,
"-.do que ditos anonnclos serao publicados i
-ou na parte lai r ria on na seccSa para I
sse nm dr-etinada, caudo isso vontade
:ob senberez ;rr uv. i n: \>. qne ti rao di-1
reito a nmexemplar do Almanbk.
Preco dos annancloa
yeia pagina....... 5/00'
i :iKna in!-ir 80O0
O paga tato srra f..:o na entrega do ex-1
-mplar.
Os Srs. que qaiz p.i snoaadar os reos
alabeb'ciccentM poiiro -esde js ee diri !
uir a L^vraria Boulitreau, ra do Imperador
0. 46 jns' ncharao coca quem traiar.TjJa
materia referente a Darte 1 iterada poder
se: dirigida ao Sr. Gaspar Regoeira Costa1,
ra do Arago n. 2.
A CASA EDICTORA
noa para se casar cjjq urna re Ler-
dira.
Fez-se eotao modelo para pintores e es-
culptores.
Certamente, formosa como era, e das-
proviia de qualquer senso moral, tem po-
doria encontrar nm amante de truz, que a
op lentasse.
Pora Manette amava sobretodo o (r-
mente; succedia-lbe frequentemente pas-
sar das inteiros deitada iendo, fumando
innmeros cigarros sem se mover qaasi.
S prosava quando nSo possnic um sou
Se gauhava um iuii, isto o bastante
para viver durante tres dias, ella jl ana va.
Flanar ,ts a sua felicidade.
Ao sabir da casa de Carolus estava con-
tentissima, porque tinha diante de si quin
ze dias de olce/amiente.
Est bem claro que ella gozara da boa
vontade todos os prazeres que Paris offe-
rece aos ricos... Mas nSo quera dar-se
ao trabalho de os procurar, e entenda nao
valer a pena o inoommodo de agradar a
nm homem que lb'os pagasse.
A indolente creatura nunca se qaeixava
da sua miseria, a qual Ihe dava a inde-
pendencia, primeira nicessidade da sua
singular catare z .
Si bem que o esculptor, seu primeiro
amante, nao foaso rico, ella vive bem,
porque elle Ihe dava iuteira liberdade.
Esperava urna occasiSo para agarral-a
pelos cabellos.
Um dia em qae regressava casa, um
cochicholo sito n'um sexto andar da roa
dos Aiartyree, ao descer lentamente por
cansa do olor arieute, as ras da Mcnt-
martre, percebea que um homem a se-
gua.
A principio nSo se importou, porque j
estava habituada a nao dar um paaso na
ra sem levar a reboque dous on tres in-
dividuos, qoasi sempre velbotes.
Entretanto, como o seu perseguido: in-
sistiese, ella qaiz vel-o.
Sem se voltar de todo, com aquella ha-
bilida i caracterstica da parisiense, a
qual ine permitte >r o que se passa atrs
olhando de travs, de am modo todo es-
pecial, ella recoibeu u o homem que avis-
tara de relance no ateher de Carolus
Bem I murmurou para si maliciosa-
mtnte.
E divertic-se com o caso.
Daaceu a calcada e atravesson a roa, e
o homem fez o mesmo.
Por duas vez a reoomecou a mesm. ma-
nobra e por daas vezss o homem seguio-a
como urna sombra.
Caminhando, ella sorr'o a aorrelfa.
O desconbejido de vez em quando se
adiantava para vela de frente e oravava
nella os seus olhos ardentei.
Notou qae trema ao con'euplal-a.
Por fim ebegou porta da easa em que
morava, urna casa veiha e aoja, hospedara
de clientela suspeita e ephemera.
Metteu-se na alea sombra e estreita
que ia ter escada. O homem ousaria
entrar no hotel ?
Em vio, galgando os degros, prestou
ouvidos... o homem fioara da parte de
fora.
En tao ella sabio para o sexto andar, en-
trn no sen quartinho, despio-se, e j es-
quecida, deitou-:e.
CAPITULO IV
NOEL FRICABT
O senhor estar muito bem aqu I O
quarto de 45 francos por mez, mas en
Ib/o deixo por 40. V se que o senhor
am homem deciente, e para o ter como lo-
catario, fare urna ooooesalo...
Est alujado. Pago o primeire mez
adisntado.
Ourives oceu-
lsta
Theodoro Esiabflecido coa offici a de ourives roa
daa Larangeiras n. i, avisa aos seus fregueze
e ao respeitavel pub'ico. que maotm officiae
babilitadissimos para execucao de qualque
trabalbo coBcerneote saa arte, especialmente
cravaces para brilbonies, ceulos, pencioez, mo-
nculos, etc.
Ooura se, prateia se qualquer metal, concer-
tos em leqoes de madreperola on outra qualquer
especie, garantndo pr co.? mdicos.
Roa fas Larangeiras o. I
lato dava-Be no quintu andar da casi em
qne resida Manette.
O novo locatario era o horem que se-
guir Manette.
O se?hor d-me o seu nome parA fa-
ier o recibo ? disse a proprietarie, ama
velha dama toucinhosa, cojo sembltnte de
expressSo viciosa era constantemente var-
rido por daas mechas de cabello a in-
gleza.
O homem, qae pareca preocupado e
vagamente aquieto, poz sobre a meBa
duas moedas de ouro.
Depoia, sem dizer urna palavra, entre-
gou proprietaria um oartSe oom os se-
gu ntes dizer es :
Noel Fricart
Caixa do Banco de Emprestmo e Pe-
nhores.
Sooiedade Anonyma, capital 15 miihSes.
17 ter, ra Poissonirs.
A velha tomou o cartSo, leu o que es-
tava e&cripto, fes ama careta em forma
de sorriso e guardn depreasa o verso.
O senhor nSo ser inoommodado
aqai, disse ella... Neste patamar s a
um qmrto, que est agora desoccupadi.
No sexto andar tenho apones neste mo
ment urna locataria, mas esta nSj incom
moda a ninguem, porque aohando-se em
casa est sempre a dormir.
Os olhos de Noel Fricart fusilaram.
Bem, j sei, deixe-me.
Se precisa do alguma couaa, mur-
murou a valha remane ando.
De nada preciso, exclamo a enrgi-
camente Noel, fulminando-a com am
olhar.
A hespedeira retiron-se enoafifada, rss-
moneando entre dentes :
Qoe arso Nunca vi am locatario
assim 1 Mas oom certeza homem rico...
Para que diabo vem elle hospedar-se aqu ?
Hei de penetrar este mysterio.
Emquanto iito, oomolava-se pensando
3111111 llllllil
i LUZ
DIAMANTE,!
LONGMAN & MARTNEZ, Z
j* NEW YORK.
Livrc de Exploso, Fumaca .- Mo Chcs?_ ^
A venda em tod .s os I
E armaflans de seceos e molhacoi S
aioni ii muui luuiiiC
ChapelarU Ctelho
mm i iiMii
49Ra da Imperatriz5$
Neste novo e bem montado eatabelesi
meato de chapeos e art'gos concernastar
a cese ge ero encontrar5o rs Exmac. 4
milias e o valhei os que nos quizase
honrar com suas visitas um completo s;?
timento das ultimas modas, come b-
jam :
Chapeos tara senhoras e meninos.
Ditos inglezes e allemSes para la-
mena.
Capotas de phantasr. para senhora.
Flores, passaros. fitas, gases, plumfe-
psssaros e igrettes.
Chapeos de fellro e castor.
Offici na
Para concert de chapeos de secarse,
e homeDE.
NSo asbmoa reclame para nosace p?
ees, pois podemos garantir que os fia
^uezeB que, pe'a primeira vez entrar ase
nossa estabelecimento nSo sshe sem tasar
negocio attento as boas condic3et dar
ai saas transa^Sds commerciaes.
Coelho & Fe mandes
411Boa da Imperatriz #
4 e 5 Largo do Corpo Santo 4 e
Casa aviadora
em gresso e a retalho, especialista ec
Vg/o ci emanteiga
importam todos os gneros directamente *
vondem a prejos mais rnsoaveia do f
.u Iquer oatra c a
Vinhos para mesa
Figueira especia), paito, Collares, \vt
calbao e Bordecus
80BRE MESA
o j muito conhecido e acreditado visiXi
do porto de
p'oprio pai i convalepctsoteB : e oslrai
marees tos cora ADEGa O FRAOD^
quinta de BEMFI A
Bretel Frre?, F. Demagny e F. Htj-Q*
no (Dinamarquesa).
Ch*
oreto e veid., o qoe-ba ta melhor e esk.
especial no mercado
ompl t sortimento
de c gn. cb; corveja'7, champagnes, liccra^
bolaxinhas, conservas e doces
Conslanle deposito de arroz de cs5 -
ca. alfafa flor, milho, farinha e fareile.
gaz inexplosivo, luz diamante.
4 e 6 Larg) do Corpo ^anto 4 ef
Terreno
Vende-se dois terreno.', situados na Torre
s- .do um sem a freale para a ra Real e o os-
tro com a uvuie para a ra de Po Nono, t ta-
lar na loja das Estrellas, ra Duqie de Ci5&
n.56._______________________________
Libras esterlinas
Vendern se na leja dr joias de Ai-gast* (L
ifcfcO & C, ra do Cabug n. 9.
em ter alagado por 40 francos nm or
gabinete que ordinariamente nSo Ihe rea
dia a metade desta somma.
Ficando s, Noel sentou-se.
O cochicholo em que estava era miser
vel; immnndo buraco em que se aloMvas
pobres diabos famlicos, os quaes maia-
vam se logo qae dispunham de mais sea
tro vintens. A cama era um crabaor.
mais daas cadeiras velhas e am lavatem
de ferro completavam a mobilia ; jante
cama via-so qne qualquer cousa qae e
algum tempo poderia ter sido tapete.
Emfim aqu estou ds;e Noel astee
mecendo. Ella est em cima...
Mas que diabo I Parece que estou ci>t
medo agora I Besta que sou I
Durante o dia conversara com a crisis
e mediante dez francos, tomou informacSc
sobre Manette.
Re fleo ti o do, de vez em qaando um ea
lefrioo sacuda, e pronun iava a meia ver
palavras incomprehensiveis.
Tinha ar desvairado.
Sou idiota 1 Porqaa tanto hesitar?
Tenbo dinheiro e ella me seguir.
E quasi delirante, esvasiou as algibat-
ras sobre o leito.
Sobre a cobesta velha, remendada
suja, cahi.-am montes de moedas de earc
e notas do banco.
Poz-se a remecher frenticamente ees
ro, sentindo indisivel aiegria eom e saz
telintar.
Hivia all talvez ana vinte mil trance*
Todo para ella.' TaiI As minias
economas de des annos.
Tudo quanto poaauo 1
Depois, mais calmo, por om instante
parecen reflsetir.
(Contina).
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T7P- do Diario, ras Duque de Caxias n.JF
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