Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16743


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Full Text
\
A'N1\T LWI

Qriarta-fcira 31 de tfullio de I8B5
NUMERO I*
P80PRISB&BB BE M&.TOE3L g]
REBACTORES AXTOMO WITRIVIO PIXTO lAXDI-IK
PARA A CAPITAL E LUGARES- ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mes adiantados. 8&000
Por seis metes adiantados. 15&000
Por um anno aciantado .... 30000
Numero avjlso do mesmo dia. $100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS1 E PUBLJCACOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Majenco Fame & C.*, residetes em Paris18 rae de
tf *La Grange Bate^ire
IB6& I PABIA & FILH0S
ACCIOEI DE, VASCOXCEELOS e MAXOEL ARO
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .
Por uro anno adiantado .
Por trimestre vencido.
Numero avulso de dias anteriores.
161500
335000
1200
i:\STRUCCAO POPlAR
0 HSITBfi DA HllKlL
POR
GastSo Tissander
CAPULLO VII
CREADORES DE SCIENCIAS
ii hrr pascaii mhtoens nic6la
'' I.KMERYSCHELE FKIESTLEY LA-
YoISIER.
(Continuar)
bavoisier morreu ; mas a sua obra, essa ficou
O Universo repele-nus constantemente o seu
nonie, diz J B. Dumas. O ar. a agua, a Ierra,
os raeiaes, fui lia que uos raustrou qual era a
Balares, deltas, a combuMo dos cotpos, a
respiiN.yio do.- am tunes, a lennentaio das ma
tena.- orgnicas. Coi elle que uos revelou as ra>a
leis e dos k'sveu'i u os seus mysienos. Os lio
meas nunca llie eiigiraoi um monutueuio de
bronze uu ile marraore, un elle erigi a si pro-
prio um uionuuieuto nuperce lou.-u, qua (01 o
grar.de n onuraeato da cl)iitfl|i.
Mullas v-:/.es i desgraca >quipara OS mais mo-
desUa do cojidores aos maiores genios. l)"en
tre eosea. Citaremos Eduardo Adain. que su lor-
nara u itivul pelo .eu amor p;lo esludo da cli -
mica, Inventor de um processo de dislillago
dos alojes, arruraou se para tornar contienda
a sua descolarla e raorreu de ladiga era 1807,
aos Iriota a uove u..iius deixaudo a familia ua
miseria.
Bernardo Courtois, ao qual se dedica a des-
cocerla do iodo, rujas apphca';0es as artes e
aos usos therap-ulicos sao verdaderamente 111-
numeraveis, morreu ua miseria, aos 27 de Se-
terabro de 1838
Podaramos aicda encontrar muilos nomes
que mencionar n'esla lista do martyrologio da
Chimica, mas preciso que deixeinos este ramo
da scencia, para saodar alguns dos gloriosos in-
ventle-, que contribuirn! para levantar o edi-
ficio da uidustiia moderna e que, cou,o aquelles
de que acabamos de fazer a historia, e quttmnr
reram victimas da sua dedicagao pelas sciencius,
80 receberaiu lUgraluliVs, quaudo u&o a morir,
era troco da sua dedicago pelo progresso iu-
aasirial.
(Continua).
Lnmm;i:
:::::::
Ministerio de Industria e Viacao
Do.reUtorio desse miuieie lo ext, metamos os
EeguKites trecdoa:
Ao ni lar o Si". Dr. Actinio O yalbo o ir. lu-
irlo de expu.icao dos servidos de sua pasta, loo
signen :
< E n observancia ao p-ecello coos ilnciona],
veuho apre.eutai-vo* o leUturio aos eervigo a
ca go do Miuis.eno, coja gestao vos sprouve con
bar mt.
A r- serba dos Tactos occorridos oeste impr-
tame ramo de udujiuist-agao pivilca .tiesta que
percuui algutrias das cau.-as perturbado-.-,
apuLud^p nos leatorios dos meos il unes ante-
cessoreso Srs. eugeub.To Au:umu francisco ae
Piula S.mza e general de iv sao Dr. Hidudo Ser-
gio JI cr.!u ib Fontoura ostallat, como sendo
emptcilus naturats para o d^se volvimen o que
ceviatn ter alguna dos mltiplos s,rv goda que
aqu teutio de me oceup^r.
Sao, entretanto, ae tai forma p; jar les as torgas
e oa recursos do pan, e lio vivo e impulso qua
Ibe impriQia a Irausformacao poltica por que
jasseu -m 1889, qoe, apez..r da cnsa^audj des-
sea i:u- unimos annoa, e uigoo de nota o Dcr-
aen.r qce tiveram algtm oes servicos a cargo
Oeste Miu'sieno, tflBcieaies factores ua p o;per.-
Obfl- l> i i ual.
To:o i.-to no trai a lisongeira esperanga de
que, orna vea normal.Sida a situago poltica e
ecooooiica da Re publica, qoe o oDjecio aatiJoo
ce fosen Se.-vuiau solicitud?, ter oe oiu queOr.-
do s fias que toltiem o e.-euvulvimeuto de nos-
va |0<:ua ra e iu pe eru a acquisigao oe novos
eiexej ua para a (.ruspcrioaue do pan, tr a iar urrrrS vaoia^e .s a desejada urJim oa ad-
I] 1,3 agao puonca, a reguiansag&o e u desen-
folV e ijfl; 10 oa seas servicus.
T ta di ua ktkffto Ierres un e segainle :
Od -erivo MUiei.lo da ID 'Oitria Oe tra'igpo' -
tes o iiobi 1 Oe i ar 1 da para o eugraodecimeaio
e pro-pi < 1 .'-e os povos.
A E-'onR a America demo-straram trida
evidencia e-a veroaue, a p< oto de uzer ueila
om axn ira na scieoci eiooomica.
A gr:irne Kepoblica An ericana, fazeodo desse
principio o iiiui.- ampia aapnc.gao, ojosiruo coilo
orna iiacaD iivia (i-uia iioxbrear, por eoa rique-
za orfusirin1, -''Ti os poves aiais coitos 00 velfio
conuurt ^.|,i teursos, de toda edem. rep.e-
MiiUH.li experiencia e o ecloigo de milbarcs
de 'erriops extioctas.
O piu i.uja da vi;.gao publica se ImiOe, per-
Ur.it, osio ama das mais r-ias cogitagoes nos
guveruoa qoe presidem a eiolocio dos panes 00-
vua :iio qoercmja ctm tssas palavr.s a qur s-
cer ao preconceito one infelizmente domina a
monos eplr)ioeae qoe exclusivamente ao go-
veriio deta Cabera uicutiva oas grandes o.itas;
pelo i-outrari >, conviejio no'Sa que i \uv at-
va privada esta reservado om satieote e impor-
tante papel nesse concert barmooico dos r te-
res sea ii.c ouses ; e o grande mpulso qno uve
ram ellrs. bod essa forma coi Esudos-Uoidos e
oa Inglaterra, exemplo prati:o e eoeioameoio
provt-itoso.
Em om [aiz como o ocs>o, oode os capitaes
nao sope-aoondam e encentrara apphcagao fcil
e faramente lucra.iva em oumerosoa ramos oa
inuusuia Lscente, nao se pode deizar as f an-
des oDras, e nomeadameote a vuc&o publica en-
tregue aos recursos exclusivos das emprezas par-
ir u.are-.
Taes exprebeodimentos mesmo qoaod} repre-
sentes applKac&o segur dos cannaes, nao tm
para e.les os atiractives que cfferecem ontra :
emp-eaa de renda immediata e Igualme jte certa.
Desbravar as maitas para ai.bsiito'.r o silencio
gcctkr de ,-eo aDandcoo pelo rodar locfnaante
da locou o iva, transformando o dererio em eeo
tro de popolafiso e actlvidade, para arrancar do
eolo os recarg* qnas! ioexgot veis da sua uber-
daae. nao obra qoe pessa trotar o capital sem
qoe teaba elle bem garantida soa applicacao con-
tra o Jraca-so qoe tem sido o ep.logo de algosas
emprezas mais aodazes.
Acs poderes pblicos ae impOe tambes o de-
ver de estrenar as relaies aos Estados da Re-
pblica, facilitando entra elles as commoolciicOei
e os transportes, qoe geram os ioteressrs rec-
procos,a mais tolida argamasas eos qoe s fe-
deragia ba ae levaotar moralbas para resrstir ao
sopro na desaereg8(ao e do fracciooam>nto.
Moiaa vetes o espirito oe desoraem Daoe mais
do qoe a degeoeresceo.ia de torcas vivas aoan-
dooadas i esterllldade e de actividades podero-
sas, qoe i.ao eacootram ama >pplic*(ao pru\t
tosa e Btil.
E' geralmeme entre oa dsoccupados qoe o<
caodilhos desoraeiro8- vSo rrwanbar torcas
qoe se avolumam pelos povoados ai trazfr a
perturoagao as ci adea, paraly^aDdo e aDO'ma 1
sando a vida e as rel^gOes narioOcea. qu-1, o
taes foras podiaro *er factoresppsitivos da pr^s-
peridade geral se hoovessem sido renven'en'.e-
mente canahsadas, oou se se (tveesem radi aao
no slo psio interesse comitioa. E iso podem
lazer as vas de curumuniesgo rapu, qt e fan.--
formam os campas m centros de iodosirta; e
essas aue fatem do bon^mio um trabaihadc cdo
otopista 03 esnirito conservador e reflecudo-
Ji foi syqibetisado esse pessameoto por om
uotavel pobiicisi-a qna-ido dia toe as revelo
VCes riodam nc da em que comegam as grandes
or>'9 por utllidade pobiica.
Nao sae menos vaHcass as ,rait>eg de ordea
e"oi;omlca qoe aconselbam os paites novo i fa-
zerem todo 18 sacrificio para iienenvolver e
apft'le'coar os seos nietos de transporte.
E' sabido que no interior do Braill co-ram nu-
merosos nos, 1 e navegagio I anca, e .. conside-
ra el extenso. cojo valle?, bem como os de seus
. lTlaen:es. esli cobotas ae florestas e de cate-
pos deaapruvei'anos, em soa maior.a, oslo qoe
altes1' ru t-m sna exut.e*an>e selva a r ujang dos
fertilisa .tes natoraes all accumolados. .
El*** lerrenof, boje desv&lo'i-a 'os e Incnltca.
tPureul'Oi uos cei Iros ca de q lalquer raetos de transpone, estao a e--
te a de qoe as ferro viaseo ap"r veihara rraO'-
formai-os un Lotes uoerrimas de abastanga e de
r'qopza.
Na grande Repnb'ica Americana essa transfor
m gao operoc-.-e com ota ttIpz admiravel,
as Hn-ferreas eeoelraram na floresta 00 1O8 cam-
pos aeshab aaos, delxando na eua pa^agem os
germees da grandes cidades e das sorprenden
tes indostnas, que snrgiam. como qoe por en-
cinto, ao lado dos tnlbos oa ma'gm dos rios.
E Dio so o cooforto e as commooidades q> as
vas de transporte trates : ellas podeao I b '-
t ir as populagfles das cida> es do triclo qoe pa
gara agM nnuri do estrangeiro. memo.para
os gneros maia commous de prime| a neessi-
dade.
A sorrm avallada q-a representa boje a nos"
a imporia'.a-i ae cereaes e.oe gado, su:>"es8tva"
m-ni- eresieote, nos a^ooseloa a cogitar de
raeos que venDas facilitar essa prodocg&n, a
que to bem se prestara os terrenos aie agora
in ul os, no interior do pa:z, onde a Cultora se
limita &8 ne e-i-i a es locaes, pela nifficuldadade
que itTerecem Ofilraasporius para os ceotros
consnuitilores.
Sob ou'ro aspecto deverio ainda encarar o
ry-i--nn ferro-via.io da RepoOlica.at'eodeudo aos
interesses ioteroacionaes que uos advera de us-
na collocagao geograp..ica.
Posto qne n.-!da lenbamos a re-eiar das boas
relagoes de aujisade das oagOes riainbas qoe
cooti^m com as oossaa fronteiras, nos compre
acaotelar iDtereeses de futuro, aparelbandc-rjoa
para a lela econmica qoe nella Fe ba de fatal-
mente travar, a meada qoe forem germinan 10
os elementos e progresso e de aitividade loaos-
trial qoe a porSa procoram roltivar all.
As tstiada* rropriameo'e denominadas estra-
tgicas, ooti'ora lempradas para as eveDtoalida-
des da goerra, devem boje ser lvalas a efleiios
com toda preststa ; rao qoe tenharoos o peos'c-
meotj de otilisal-as propriaoiente para a goerra
oa como elemento, de transpor e rpidos para
as forga e armarentos, mas slm como sea 10
ellas aa fortalezas com qoe uos compre batmar
noisa fronteira para a Iota econmica qoe ja oos
offerer.eu) oa nossos vlsiobos do sol, t'asendo
soas liabas a quasi todos os pontos Impo tastes
dos marcos divisorio', de modo a obrigar a el -
colagie, em sua1 estradas, de avoltados Interes-
ses brasileiros.
Para prepararnos orna po'itic internacional
qoe facilite exe-cicio desassombrado de nos-
sas m.-tiiuicOes. acceciaando ao mesmo temno o
desempi-obo do papel qoe nos cabe na po itica
sol americaua.compieqoe aao de*fiemo* igual-
menie oossas vi-tas da fronieira occidental, por
maia iracas qoe boje e dos agorem as oossas
re-(oes commerfias com o Paraguay com a
Bohvia. ?
Prepararnio-pos para receber em nossos por-
los os prodoclos na'u-aes oo de indosiria des-
sas dnas nagO-s amigas, 6 acto de prevideoc a
poltica, qoe nos dpve preoccopar.
A tronada ligaga' dos doos grandes cceaoos.
e Atlat.tico e o Pacifico, 00 cominelo sol ame-
ricano, deve ter o contingente dos esf rgos do
Brasil, s>-qu z-*sos tirar desse ci'Smeuimeotu
os re-oltados qoe elle pode ter para nnsa pa-
tria :o qoe horUro era osa olopia, prle hoje
ser cm plano para se transformar amaot em
sorprndeme realiadade,
A falta de rs odos tchateos on meaos do sim-
ple rpcootiecimento 0S0 oos permute ppnar
ocr emqoaolo qoala directriz qoe poderla tomar
e-sa liaba ; entretanto, a solldariedade d.s aspl-
racOes am-rlcacas nos fazem an>erer a possibi'
ildade de conf'aternisir-mos, por va t' rresfe
Dosmesmos mercados.com o povo chileno, que#
bradas ao seja pelo p'ogresso as fronteiras das
nages qoe delles nos separam.
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PARTE 0FF1CIAL
Uer-
GovcrnQ do Estado de
nambut'o
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTt-
gA, NEGOCIOS INTERIORES E INsTRUO,
CAO PUBLICA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO DO DA 27 DE JULHO DT 18'J5.
Abiho Gomes de S Novaes, capitao da 3' ba'
tafbao esfadoaj.Deferido, 1108 teriooa do olficio
ao Or. Secretario da Fazepda.
29 A,
Cypriano Das 'io Espirito Santo, sentenciado,
p.-oindo perdi.-A'eadido, por Decreto desta
dita.
EM ADD1TAMEXT0 AOS
de Barros, Joo Gom?s de vigo Companhia Rjcife Drainage, refere-se
Matbias Rodrigues Franga.J laulo a seus eslaboleeiraentos. como aos pre-
dios da seu patrimonio eabrange nao s as con-
iribuiges vencidas como as futuras.
Arl. 2." A iseng&o de qus trata o artigo an-
tecedente extensivo contribuigio por calga-
mento de ra e passeo.
Art. 3." Sao declaradas extinctas as dividas
rovenienles de conta de anouidades a Corapa-
pital,'aaio li.iptista
MatUSSilvu, Jefe-
Lu* Anikiiiin (l'Miranda, onliecido por Gam
birra.V Aulio Coriolaoo Das, comodesordeiros,
Jim Mawanno da Silva Sobral, para avirigua-
i,Xwa pX) iCiaes.
''stjm do subdelegado da freguezia do Re-
'e. JaaBn.i Mana da'.onceigao, como gatuua.
rsjem do subdelegado do 1. districto d
de S. Jos, Joanna Baptis.a Evange
offensas a maral publica
Oj do subdelegado do 2 liislrico da
da B6a-Vista/Julia de tale elmtra
Bis, para averiguages policiaes.

hia Recife Drainage, que peodi-m de execugo
movida pela Fazenda do Estado contra a Santa
Casa daJlisoricordia do Recife.
An. # Revogauj-se as disposiges em con-
trario.
Cmara los Diputados do E po
DESPACHOS
DA 26 DE JULHO
Companliio Great Weslernjof Brazil Railwiy
Limited/requereado pagamento de passageas
coocedidas por conta do Estado.-Deferido nos
termos do oflicio M Or. Secretarte da Fazeoda.
Alfonso Freitas das Chagas, requereado cer-
tidao.Certilique--'e
Hermenegildo de Squeiro^
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PER-
NAMBUCO
espachoe ii da 30 de Julho de /8P5
Manoel Francisco Alves e S Iva Guimaraes.
Cenitique-se.
Mario Gongilves Ferreira e Domingos das
Neves Teixena Hastos.-Inforrae a 1" secgao.
Eugenio Alves da Fonseca, Andrade Ma &
C, lnoeu Leao & C Thomaz .B.^zerra Caval
cante, Francisco Jos de Sani'Anna, Vicente
Alves Machado, Vasconcellos & C, J. S. Ama-
rl & C-, Leal Araujo Aren es. ;& C. Veutur 1
Malheus & ., directora da Assdagao i.om-
mercial Beneficente dos Mercieiros e Boxwell,
Williams & C- Informe a 1* secgao.
Directora Geral da Secretaria da Fazenda,
Jos Jnaquim Dias.Informe a 1* secgao.
Joaquim Bernario Reis & C -Dirija-se a
Secrolaria da Fazenda do Estado.
A'ardein do subdelegado da freguezia do Re-, bucovem 2l> le Junho de 1895. -Jos Marcelino
Cita, id:o lia vado Muclwiju, oai" desordeiro. 'i-i tta e tica, Presideats. Celso F. Hmriaves
otrinL^a" suidaixadtf do. Z? .Lstccto ta .de naza, L .-iacrolano. Jaiio Attro ie Steici-
fre^Tue? a?%. Jci.-, BTziliatio Jos da Silva e
Varia antonia Bezeria dt.Mallo' por embriaguez
o oli'ensas a mural publica.
Nb d :a 2):
A' ord/m do subdelegado do 1,- distrietc da
freguesa de S. Jos, Jos Carlos de Lamos,
como gatuno
Nesu data communicou me o subdelegado do 'unido nocturna, relativaraent: ao parecer n ID),
2.- disriielo. da faegaeiia do Boa-Vistas ter ful- sendo approvado.
lecido ponum a li rerusntinamente s 9 horasdaj Sr. Albino lelra: (Nao devolveu o
notte, ^individuo de nome Olegario Beoto. seu discurso).
ros Furtado, servindo de 2 o Secretario.
O SR. BARO DE NiZARETH (pela ordem,
requer e obtein seja dispensado olio parecer oa
puulicago devendo ser dado para discusso ua
prxima, ordem do da.
Voiou se o requentnenlo tlentico do mesmo
Sr. Senador, que nao pu lera ser votado na re-
Aqutilla auloridade lomando conneciraento do
fado, Uz traiisportaro'cadaver para o Cttniteno
Publicf de Samo Amaro, aiin tfi sjt vistor ado
lelos mdicos da Polica, e depo s inhumad 1.
- Por otficio desia da a, cotninunieou-tue o
adm nistrador da Casa do boje is 9 oras da manh naquelle estab:ls-
cimento o s nlenciado Mano 1 Sibino do Espi-
rito Santo.
Camrjjun cou me o jui do 2. dislricto do
municipio de Munbeca, por olli io de liontem da-
Vein mesa sendo I ido, apoiado e subinet-
tido a diacussao esti requeniueiito :
I Reque ro que se implores, -io Sr. Presidea-
le da nepublica, por t.'legramma, garantas
j para a vida e liberdade dos peroainbucanos,
IqCfl esl&o merc do Governador do Estado e
. seus agei,t;8 /ttino.l/ira.
O Sr. llur.io de C\azareth : Sr
' Presidenl-, teaba pena de na-i ser i'nno da Pa-
raliyha para ter a pruteegao de Nossa Senhora
das Neves. S ella oie dar pago eaiaor,
Joaqun*
O purtelro,
/. S. Guimaraes.
I

s
9
i
1
1
s
s
s
I
s

a
t
X
-
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despachos da (La 27 de Julho di 1895
Joaquiua XpM Maclia lo, pediodo para que
seja passado o Ululo delinitivo do lote de Ierra
na Colonia Suassuna sob n. 18 de conformida-
de cora o artigo 9, modelo n 2, que baixou cora
o Decreto a. 3781 de 19 de Janeiro de 1867. -
Pedio-se lufoiuiaco ,u luspecloria da Alfuude-
O mesmo, pedindo para que Ihe seja patsa
do o mulo do lote de trras ua Colon.a Suissu-
n sob n. 19, de eooforinidade com o arl eo Q,
modelo n. 2 que ba xou com o Decreto n. 3.7SI
de 19 de Janeiro de 1867. -P dio-se iiifonna-
gao a inspectora da Ailaudega.
Alberto L'pes Machado, pedindo para que
Ihe seja passado o titulo delinilivo do lote de
turra na i.olotua Suassuna sob n 21 de con-
fonnidade cora o ariiK" 91. modelo i. 2, qua
baixou com o Decreto u. 378i de 19 de JaiieiRj
de 1867.iJedto-se inforraago a luspectoria da
Al ( Miaga,
O mesmo, pe lindo para que Ihe seja passado
o mulo dettniivo do Iota de ierras na Colonia
Suassuna ibu 15 de conforraidade com o
artigo 9, model n. 2, que baixou cora o Decre-
to n. 3,764 de 19.de -aneiro de 1867. Pedio-se
informadlo a inspectora da Alfandega.
Carlos de Paula Lopes, pedindo para que Ihe
seja passado o titulo definitivo dos lotes de ier-
ras na Colonia Suassuna. sob 113. 22 e 28 de
conormidade com o artigo 9, modele ti. 2, que
baixou cora o Decreto n 3,784 de 19 de Janeiro
de 186". Pedio-se informagao a inspectora da
Alfandega.
Franciaco de Paula Lopes, pedindo para que
Ihe seja passado o titulo dUmtivo dos lotes ni.
51 e 55 da Colonia Suassuna de accordo cora o
artigo 9, modelo n 2, que baixou rom o Decre-
to n. 3,784 de 19 de Janeiro de 1867.Pedio-se
informagao a inspectora da Alfau.ega.
Jo&o Horoncio Franco, pedindo qoe Ihe seja
passado o titulo definitivo de lote n. 23 da Se
gunda St-cgao da colonia Suasauna. de accop-
oo cora o artigo 9, mode-lo n. 29, baixou com o
Decreto n. 3784 de 19 de Janeiro d 1867. -Pe-
dio-se informagao a inspectora da Alfandega.
FielderalBrotbres. pedindo paganismo de um
cont duzentos e Innia e ura mil Iresun os e
oilenta ris (l 231S330) importancia da male-
r al usado, pessoai empregado e gaz consumido
na Secretaria de Industria durante. 1 s mezes de
Fevereiro a Junho do earrmia anno.Pedise
informagao da Secretaria da Fazenda.
Abaixo assignades proprielarius e meradores
no Campo Grande, pedindo que seja desobs-
truido os dous vallados exts entes ao norte e
sul da roa S < aelano, afim das aguas pluviap
lerem passagera. 1 Comple o sello e volle que
rendo.
Auguto Combe, concessionario de lote a 33
da 1" secgo da colonia Suassuna, pedindo
abate de um cont e setecentos oito mil e se-
tecenlos e quarenta ris Jdo pagamento do lote.
Complete o sello e volle quereado.
Andr Piobeiroj Albuquerqoe Arco Verde,
pedindo para *er contemplado em um dos lu-
gares da 3" Directora da Secretaria da Indu s
tria.-Inferido.
O porteiro.
Archias Mafra
DIRECTORA GERAL DO THe'sOURO
Despachos do dia 30 de Julho de 1895
Jos Maynnk dos Santos Cavalcanle, Manoel
Gomes da Cuoha, Ribeiro A. Almeida Infor-
ferraa o Sr. administrador ja Recebedoria.
Jos Felippe de Souza L-o. Jo&o Felinlo de
Oliveira Barros, recolhimeot da Concegao de
0 inda.A'secgao do contencioso para fazer
as olas e devolver.
Fielilen Brosthera, o mesmo, F. P. Bouli-
trau, Manoel Manins da Paixiio. Antonio Au-
gusto de Lemos, Clemenlino Philomeno de Sou
za, Jorge Fech, Jos Ildefonso de Souza Rao-
gel -Haja vista o Sr. Dr. Procurador Fis-
cal.
Antonio Rodrigues da Costa' Revoredo, Fe
liciano Jos Cavalcante e outros Julio Barbosa
de Souza e outros, Jos Policiano de Macado.
Iaf rme o Sr. Dr. Subdirector da Cootabili-
dade.
Joao Alfredo Quintal.Informe o Dr. Sub-
director da Contibilidade.
0 protocolista,
Francisco Militmo Ferreira.
lado, qoe Antonio Just iano da Cmara, ferira energa da pbrases e "talento para fazer con-
gravemenle cara urna facada a ura meuor de vencer que estamos aqu era um estado deplo-
tume Joo Caocrb de Liiua. ravel, tnerr do despotismo, e esse despo-
A autoridarte respectiva tomando conhecimen-1 tisiuo nao apparece setiao da parte dos corre-
to do facto, fez transportar o offeodido para o hgionarus da S. Exc. -(paro o Sr. Albino
.Hospital Pedro II e contra o delnqueme que i Meira).
evadio-se procede nos termos da lei. O SR. ALBINO MEIRA :Apparece na ca-
Comtnunicou-me o sub lelegado do 1/ ds- pangagem da hooiem.
trelo da freguezia da Graga que na sexia-feira
2> do correte, ra da Amisade d'aquelle dis
tr co, o indiv do de noiue JoSo Chrvsostomo
da 1 osta, ferio con urna estocada, a Iguacio
Bandeira da Luz.
A respectiva au'oridade tomando conheci-
mento do faci, faz recolher o criminoso a Casa
de Dele gao, contra o qual procede na forma
da le.
S. ule e f-aleroidade.
O Qaetor,
I J* t'elifpe Xery da Silva Flho.
---------------*---------L_
DESPACHOS-.D.VPREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE 30 DE JULHO DE 1895.
Leoncio Pinto, Fellippa da C. Figueira.
Na'fa na o que d ferir.
Willsons Sons & C Manlenho o mau des
pacho aoteri >r.
CapitSji Jorge do R Baptisla, Mara I da F.
Pinto.efendo limitando so ao requerido.
Manoel dos S. Araujo, Jos M Braodao.
AVerbe e.
Marce/lmo J. Gomes, Joao G. do Espirito
S .rio. ./imquiui J. de Ataujo, Hermelifida Y..
*do Espiruo Sanio, "Francisca de P. Cabral,
Francelliiro J Gomes. Ant in o C. de Medeiros,
Antonio B. do Espirito Santo. Guiinerraioa C.
da S. Carnoiro, D\ da Silva. Tertuliana M. da Concegao, Ismael
V. Correa, Senhonn a de A. Silva. Antonio M.
d M. Seve. Deferido.
Secretaria da Prefeitura Municipal do Recife
3Q de Julho de 1895.
O porteiro,
Nuno Alves da Fonseca.
55a SESSAO ORDINARIA EM 27 DE JUNHO
DE 1895
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francisco
Tetxeira de S .,r22
A' hora legal, feila a chamada, verificando se
estarem presentes os Srs. BarJo de Nazaielh,
Albino Silva. Her ulano Bandeira, Teixetra de
Lsijtala^r Moscoso. Eduardo d'Oveira, Cons-
tando Puntual, Albn Meira. Antonio Pernara-
buco e Ermtrio Coutinho, o Sr. Presidenta de-
clara aberta a sesso.
Falla <]pia partlcipagao o Sr. Serra Martina.
\\ lida e approva la sem debate a acta da re-
unido nocturna antecdeme e tambera approva-
Oa a da sessao anterior.
O Sr. l. Secretario procede leilura do se-
guinl6 expediente :
O SR. BARAO DE NAZARETH :-Sr. Presl-
dente, o oobre Seoador sempra infeliz as
suas representagOss ; ellas sempre sao injustas
e esta a razao porqut S, Exc. n5o v defe-
ridos os seus requernnentos-
S S Exc. quera conhece que.n sabe
que o povo apuntiou, que a patria est era pe-
Dga...
O SR. ALBINO MEIRA : S quem conhec
foi quera apauhuu.
OSR. BARAO DE NAZARETH :-S. Exc.
coin-c. .u o seu discurso ti alando da le guver-
nameutal e retirando esse seu requeriinenlo,
que substituto por um uuiro, em que vem inda-
gar qual o mol.vo porque Peruambuco se acha.
e que se pedisse a intervengan do Presidente
da Repblica, em vista dos actos praticados
pelo Gove nador e seus agentes e vem aflrmar
i esses factos em nomes Ua pesadas suspeitas.
S. Exc. nao cttou ura nome de um c.dadao que
naoesleja imraiscu do ua poltica adversaria, e
jassira raesmo so citou um u dous noraes.
OSR. ERMIRIO COUriNU:-0 f .co est
na consctencia publica.
O SR. BARAO DE NaZAKETH : {para o
Sr. Xrmirio Cuuttnlw) Tena paciencia o no-
br. Senador; nao se inororaode lauto.
I OSR. ERMIRIO COUTINHO:-Bu na me
incoiouiodo
OSR B\RAO DE NvZARETH:V. Exc.
(pora o Sr. Krmiro C>uinho) vem com urna
lamentac .o..
O SR. ERMIRIO COUriNHO.-Eu disse e
repito que o faci est na cousciencia publica, jassim redigula :
OSR. BARO DE NAZaRETH :-0 Tacto COi
pode ter se dado, mas pode ler sido filho do
acaso. V. Exc. sabe que para os jornaes
a'essa ordem, que nao vera niuguem lionraoo,
o hornera por mais seno que seja nao tem pro-
bidade.
O SR. ALBINO MEIRA :-N'este caso, nao fi
a c-ipanyageiu que iiisulla la.
O SR. BARO DE NAZARETH :-V. Exc.
falla era CaBangagem, se a.la existe 00 par-
t.10 de V^xc.
Ej preciso dizer as cousas cora franquesa, do
modo qu- estamos acoslumados a vivar, -pode
ser que com a appargo honesta de V- Exc
n'aquelle partido as cousas eslejam muda-
das.
O facto que hontera se duu e que eu tanto
lamento inuito commum entre nos..
OSR. ALBINO MEIRA :-e caito tempo
pa'aca.
O SIL BARAO DE N VZARETH : E-tabele-
gamos ura simile V. Exc. sabe qu nao vio a
conta dn Governo os autos dos agentes de po-
lica ; o que se deu houtera nao se poda pre
d afargada,
OSR. BARO DENAZARS1H porque elle
lem talento e coragem bastante para adminis-
trar um Estado I Fallou V. Exc. aqu que o
Sr. Goveroaior tinha muilos soldadqa ; no as-
anlo no terapo da aimtnistragao de V. Exc.
haviam 1431 soldados Agora o Sr. Barbst,
Lima so iem 1 800 horaens e no tempo de V.
Exc alm dos 1451, anda V. Exc. tinba a
forga federal a suadispoaigo. V. Exc. coraa
nao Ihe agrada o Sr. Harbosa Lima acia qae
o lampo de S.Exc. est udo, e entende que ella
deve sahir sem ligar u'este caso importancia a
le qua reconhece o tempo que S. Exc' deva
deixar o Governo.
(Trocam-se apartes!.
O Sr. Barbosa Luna nao agrada ao partido
dftJivfixc. porque eileao se presl a ser ,.-
lomafo, elle goVerna por si e tem a corageoa
precisa para sustentar os seus,actos. Por mais
que o p-irtido de V. Exc proelira nodoar a sua
admioistrago j queren.iojrebonaabilizal o par
aelos que nao pratica, jaquerendo compromet-
tel o nuraa revolugo que ella(ez abortar, pro-
curando por este modo a paz dos peroambuca-
nos, S. Exc. ha de governar com o mesmo bri-
l'ianiismo que at noja tem feito e talvez que
algum dia V. Exc. anda se sent naqualla ca-
teira e merega mais accusagOes do que elle me-
rece.
O SR. ANTOMO PERNAMBUCO E OUTROS
SRS. SENADORtiS :- Muito bem, muilo bem.-
Encerra-s- a discussao.
Procedendo s votagao regettado o reque-
rimanto.
O SR. CONSTAN 10 PONTUAL : (pila ordem)
pede e obim prorogagao da hora por c neo mi-
nutos.
O r- Constancio Pontual [para ums
explcaedo ptuoal, Nao devolveu o seu discur-
so.)
OSR. ALBINO MEIRA (pela ordem) pede e
obtem prorogagao da hora por 5 minutos.
O wr. Albino Meira [para urna explicc-
qopessoal Nao devolveu o seu discurso-.)
O SR. PRESIDENTA passa
ORDEM DO DIA
Approvam-se sem dbale as seguintes mate-
rias, que Uriain ficaio encerradas na reuma*
nocturna : ra 2* discussio os pareceres ns. 189,
185, 188. 190, 175,183, 174,176 e 154 e eos 3" o*
de 11. 102 a 113, >udo osdoua uCitnos a 5* Cora
missao para o redigir ; senloos demais dis-
pensados, da iolerslicio a requerimenio de 4i
vrsos Sra. Senadores, excepto os de 01. 183 e
185.
achaodo se sobre a ruesa, sao lidos e dispen-
sados da impressao a requenraeoto do Sr. Baria
de Nazareti os seumules pareceres, e sobinatti-
dos a disenssao sdo approva.los sera debate :
1895 PARE ER N. 195
A 5.' Commissao a quem foi presente a raso-
lug&o iniciada na Caraaxa dos Srs. Deputados
pelo projecto n. 76 e approvaJo em 3.* discus-
sao oeste Senado de parecer que se Ihe dd a
segninte redaegio :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, DECRETA :
Art. 1 E' concedida a Ciar Umbelina da
Resurreigao dispensa da idade para matricular-
se na Escola Normal.
Art. 2* Revogam-se as disposiges emcoa-
trario.
SaU das CommiSifles do Senado, 27 de Joota
d* 1895. Dr. Constancio Pontual.Dardo ic
Nazarelh.
Quentura Policial
Secg5o 2.'N. 165 Secretaria da Questura
Policial rio Estado de Peruambuco em 30 de
Ju'.ho de 1895.
Ao 8r. coronel Dr. Julio de Mello Pilho,
mu digno Secretario da Jastiga e Negocios In-
teriores.
Participo vos que foram recolbidos 4 Casa de
Detengao os seguintes individuos :
No dia 27:
A'ordem do delegado do 2." dis rielo a ca
ver; nao foi a polica di-f.irg.ida, foi o p>vo
Governador do Estado e aos distinctus cida-
dos que o auxiliara.
O uobre Senador mosrou se escaodalisado
com o ataque a typograpoia mas eu acho qua S Exc. o&o t-in razio para
isto, porque acios idnticos, mullas vezas, ja, se
l*-n produzldo Bella capital.
QLembre-se S. Exc. do que ba trez annos li-
zeidiu os seus amigos contra a imprensa oppo-
sicionisia ; lembre-ae que a typographia u'.-l
Provincia fot arrebenlaJa, varias rezes sendo 0.-
reriactores dessa folba atrozmente perseguidos.
(Apirtes).
V. Exc. ja se esiueceu do terapo da junta T
OSR. EDUARDO DE OLIVEIRA .E das
raeiralnadoraa diante A'A Prooin-.ia t
O SR. ALBINO MEIRA:Eu u3o estava
dQ0 SR. BARO DE NAZARETt :-Deve, pj
rea ter tido no tcia
Senhores, o assalto s typograpbias naj um
faci HoTO entre na.
O SR. ERMIRIO COUTINHO d ura anar e
O SR. HARAO DE NAZ ARiTH : -O que
quero accentuar qua nao foi a polica que, por
ordem do Governador, perlubou a paz publica
e pralicou esses actos de violencia ueuuuciados
pelo nobre Senador Apartes).
O Governidar tem a polica para manter a
seguraoga, a paz neste Estado, e para castigar
os que alien am contra essa seguranga, con ra
essa paz (Apoiados)
OSR. ALBINO MEIRt:Hont;m, manteva
perfeitamente dando cacetadas e Tacadas-
O SR. BARAO DE NAZ ,RETH :-Quem pre-
senciou isto ?
O SR. ALBINO MEIRA d ura aparte.
OSR. BARAO DE NAZiRETH :-A3 teste-
munhas que V. Exc. apresen a sao suspeitas.
(pa-les).
Esta historia rae parece que to verdica
como a las cobras verdes da Qaaresma que, da-
pois de bngarera por rauto, engulirara-se e de
sapareceram (ritos).
Estou cooviciode que V Etc. reconhece que
tenho rasdo, mas, como politiaa, nao quer dei-
xar de ter .ama questao com ^fbverno, fazendo
de cousas pequeninas um alante. Sai que V.
Exc. quer prestar servigos a jeu partido, mas,
emquanto Alexandre Jos Barbosa Lima, pode
Bear V. Exc. cert, dm nistrar esta ierra, ha-
veraos de ter a traaquilidade paz e adiaota
mentns...
OSR. EDUARDO D'OVEIRA:-Apoiado
tenlo tres exetnplares da- resoluges sanecio-
nadas aob ns. 110 a 112. -A archivar.
OutrO do mesmo, dem, da qual fr* rem"tt -
(11 ppla C-iniara d > Srs. Deputados aanccionada
seb n. 113.-A archivar.
Ouiro do mesmu, i lata, dous exemplares das
reolugoas saucciouadas sob ns. 114 e 115.A
archivar.
Outro de 1.a Secretario da Cmara dos Srs.
Deputados remetiendo duas resoluges all ioi
ciadas nelos seguintes projectos deste auno :
N# 90 Autorisando a .ispeosa de pagamen-
to de aonuidades da Compannia Recife Drainage
referente casa n. 32 da ra da SoledaJe.A'
3." Commissa..
N. 161. Declarando qua a isengao de que
gosa aSanta Casa de Misericordia do Rcife re-
Intivarbente aos servigos da Drainage e calga-
mento refere-se ao* seus estabelectraentos e
predios e abrange ar oontnbuigJS vencidas e
futuras.A' 3* Commissio
Pa-sa-se ao expedieule do Sr. 2." Secretario
E' lida, suUmailida a discussao e approvada
sem debate saguiute proposla : r'
< A C>m4fc*sso de Polica tendo em vista a
represenragao verbal do Director da Secretaria
deste Senado sobre a creago de um logar de 3"
ofBcial da 2a secgao da mesraa Secretaria, por
ter passado a catgorja de 2 official encarrega
do das actas o 3* official da mesraa secgao Mal-
dades Bandeira de.Mello. prope que se crie o
referido logar, sendo para elle noraeado o ci-
0 FraneiscorPrimo do Couto, percebendo os
ctmenios da actual tabella.
Masa do Sajado, 27 de Junho de 1895 Tei-
xeita de StzTriVsideme.Hereulano Bandeira,
I. Secretario.Baro de Nanreht, 2.* Secreta-
rio supplenie.
E' tambera lido, iodo a imprimir, o seguinta
parecer:
1895 -PARECER N 191
A 3.'Commissao, a quem foi presente a raso
lugao iniciada na Cmara dos Srs. Deputados
pelo projecto n. 161 do correte anno, de pa-
recer que seja adoptada nos termos em que se
acba concebida.
Sala das Cotnmiisss do Senado, 27 de Junho
de 189.) Eduardo d'Oliveira. Antonio Pernam-
buco.llardo de Saiareth.
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, RESOLVE:
Art. 1.* A isengio d* qae gosa a Santa Casa
da Misericordia do Recife de pagamento de ser-
1895 PARECER N. 195
A 5.* Commissao a quem lo> prrseule a resolu-
go iniciada na Cmara dos Srs. Depuiados pelo
projecto n. 82 deste anuo, e approvado era 3*
discussao, nesta Suado, de parecer que fimie
LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO DECRETA :
Art. 1." Fica elevada a pensao que percebe a
chefe de secgao aposentado la extincta Secre-
taria, do Governo, clemennno Philomeno Heu-
riques de Souza, a importancia mtigral dos
venci.nenlos que perceoia quanto no exercicie
effeciivn do mesmo cargo.
Arl. 2." Revogam-se as dispo3igje3 em coa-
trano.
Sala das omrai^^O dn Senado. 27 d Juhna
Je 1895. Dr. Constancio Puntual. Bardo dt
S zarelh
Nada mais havendo a tratar o Sr. Presidente
levanta a sessio designaado a seijuinte ordea
dos trabalhos para a sessa.i nocturna : 3* da-
cussao dos pareceres ns. 189. 18S. 190. 175. 174,
176 e 151 e 2.' dos de ns. 170 193, 194 e 150.
56* SESSO ORDINARIA EM 27 DE JUNHO
DE 1895
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francisco
Teixetra de S
A's 7 horas da nout-, feila a chamada, veri-
caudo-se estarera presentes os Sr.'. Barao de
Nazareih, Albino Silva. Constancio Pontual,
Teixeira de S, Salazar M ideoso R:gusira .os-
la, Hereulano Ban eir, Ant mo Pernambuco o
Eduardo de Oliveira, o Sr. PresiJenie declara
aberta a ses.-o.
Falla cora parlicipago o Sr Sorra Martins.
E' l'tda, sendo approvada sem debate a acta
da sesso antecedente.
O Sr. 1.* Secretario proceda leilura do se-
cutle
EXPEDIENTE :
Um officio do 1 Secretan > da Cmara dos
Srs. Deputados, remettendo a resolugao all ini-
ciada pele projecto n. 160 desie auno, equipa-
rando os vencmemos do auxiliar do demogra-
phiita aos que percebe o auxiliar de chimica.
A' 3 Commissao.
Ou'ro do mesmo, idem, iniciada palo projecte
n. 13S leste anno, aatori 15:000300), com diverses raelhoraraentos na
villa de Panellas.-A' 4.' Commissao.
Nao ha expediente do Sr 2. Secretario.
Nao havendo quem quizase u'ilisar-se da pa-
lavra na hora do expedanle, passa-se
ORDEM D I DIA
Approvam-se em 3.* discussao sem debate
sendo reraeltidos 5." "omnjissSo para os re-
digir 03 pareceres ns. 189,188.190. 174,176 e.
154. que adoptara resoluges iniciadas na Ca-
ma ra dos Srs. Deputados pelos seguales prpje-
etefs tes e aono :
N. 167Eleigo de Prefeito, sub-prefeto
concelhos mumeipaes.
N. 98Divisao e arrendameato do arcbpelag
de Fernn io de Noronha
N. 157 -Recursos das deliberage dos coace-
Ihn* manictpaes.
N. 105 Autoiiaando o pagamento integral
dos vencimentos do priraeiro escripturario apo-
sentado, Thom Joaquim do Reg Barros.
N. 96Autorisando a isengao do imposto de
industria e proflssai ao Collegio S. Vicente da
Paula.
N. 116 \at Tisando a modiicago do contra-
cto da Companhia Santa Thereza com o Estado.
N 66-dem o pagamento da qnanlia da. ..-
2.-6USI00 a Marcelino Jos Mana de Almeid*
por inderanisago do excesso de despeza na
construego da ponte de Manes.
App'ovam se, tambera sera dbale, em 2
discussao. os pareceres n. 170,193,194 e 150
que adopiam resolugao da Cmara dos Si a. De-
puiados iniciadas pelos projectos os. :
109-Elevando a catbegoria "*
*

-N

de cidadafl as
NUMERAGAOINGORRETA
L





v>
jr
%
narlo de Peraambnco Quarta-fcira 31 de Pulfoe ce &&&
T
villas de Pelrelina, Bonilo, Agua-Preta e Igu i-
ras su.
59 Transferindo a sede do municipio de Mu
ribera para a povoacao dos Prazerus.
ltil Isengo da pagamentos de annuidari- b
Companh a Recife Urainay aos edidcios da
Santa Casa de MtterkMHlia.
80 Aut usando a despenderse 30008009
com os meihoramentos na serra de Joao C >ngo
e 2:0008000 com os da* asir las a Bora Jardiui.
d precitados pareceres sao dispensa los do
inlersiicio o primeiro a requenraento doSr.
Antonio Pernambuco e os tres ltimos a reque-
rimento do Sr. Bario -le Nazareih.
O SK. RKGUElHAlOSTA (pela erdem) pede
que seja incluido na orb-m do da da prxima
sesso o parecer n. 142 (M nte-Po), visto ter
fundado o adiamenlo de 48 horas, contra o qual
?otaria se eslivesse no recinto.
0 Sr. Presidenta declara que ser atteudido o
pedido. .
Acbando-se sobre a mesa sete pareceres de
redacgo, o Sr. Brao de Nazarelh requer e
oblem que sejam Hilos e dispensados de Im
pressao para serem immediatam ote disautr-
dos.
Sao lidos e approvadoa sem debate ditas pa-
receres, que sao o* seguales :
1895 -PARE ER N 197
A 5* Comimssio, tendo presente a resolucao
da Cmara dos Srs. Deputados iniciada esie
anoo pelo projeclo o. 167 e approva em 3' dis-
cusso oeste Seoasro, de parecer que fique
assra redigida :
O COHGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PKRNAMBUCO, DECRETA ;
Art. 1- A eleign para prefeito, aub-prefeila-
e membros do Concelho Municipal se far em
cada uiu dos municipio- do Estado, por suffra-
gio popular directo no da 30 de S tembrodo
crreme auno, votando cada eleilor em cdulas
disluslas-Para Prafeito, Para Sub-PreleiU>>
Para Membros do Coocelbo Municipal.
Arl. 2o Volaro oeasas eleicOiS nao s os
eleilores, contemplados na lista geral orgam-
sada p-lo prefeito do municipio em vir ude da
lei n. 93 da 10 do crrente me* e anuo, como
tambera os estrangeiros, nos termos do arl- 92
da Consiiluigo do Estado.
Paragrapho nico Si o prefeito do munici-
pio, o prazo acuna declarado, nao tiver publi-
cado a Usa geral dos eleilores ou deixar de
afflxar os editaes de que ira a este artigo, o
sub-paefeito o far na falla dest- qualquer eloi-
lor do Municipio.
An. 3' Vime lia* antes da eleigo, o p.-efei-
to dividir, o municipio em secgGes eleitoraes e
designar os edilicios em que devera ellas fun-
ccionw, nao podando conter cadaina raais de
250 aleitores.
Io Devero ser designadas de preferencia
os edificios pblicos scolas.
2* A d.v sao das secgs nao podera ser
mais alterada e a designagio das respectivas
sedes s o ser por motivo iinpe'ioso e-declara-
do al cinco das aules da Heicao, nnnuociada
a mudanca por.meio de edita! aflixado a porta
do edificio que be Drimeir.imeule designado-
reproduzndo ie oedilal pela impreosa ondea
houver.
3o .Si.no prazo cima declarado, o prereiu
Do tizer a diviso-das secges ou nao designar
03 edificios, o sub prefeito o far e na falta des-
te qualquer eleitordo municipio-
g 40 us municipios em qu- deu-se a vaga
de prefeito no ou 2 anno aps eleigao e
OSO se procedeu a nova, preval-cero a diviso
das secgoes a designago dos edificios fetas
para a eleigo federal.
Art. 4o Em cada icego haver urna mesa
eleitoral composta de cinco membros para rece
bimento e apurato dos votos dos eleitores e
demais.trabalbos eleitoraes.
Arle 5o O presidente e raais merabrw das
mesas eleitoraes sero ilesin*d<>s lOdHis antes
ia eleico na sala das sessoes do Concelho Mu
DiCipart, as U horas da maulla, .por urna eoia
miss compo ta do prefeilo, do*sub prefeito e
do cneelheiro ma a volado, ficand em seu n-
tiro igor as disposijjs conliJa* nos aris.
12 1U irasitre rucees 11 de'eaembro do
anno \ issido.-
l: A caramissao poder i funccionar de-sde
que c>-:uriaregam dous deeus inembvo^.
2- A COauniMto elege i MD pruneiro lu&ar
Os'prHsiderUM dad mesas eleitoraes e depois de
mais membros.
3 Na eleico dos mesara* volar cada
aieiiiliro.da commUso- em 4 uomeg.
| 4- SerSo proclamados presidentes e men-
ores das mesas eleitoraes os cidadaos que obti-
verem maioria de votos.- decedido a sorte no
caso de empate.
5- .Terminados as Irabillios, spr lavrada
pelo decreta no du Preleilur assigiida plos
membros da commisso, em livro proprio, urna
acta na qual seia d-dar-idos o- ame-dos
Cidadiusota-lo* com o num^rade votos que ob
tiver cada um, e mais occurrencia que se de
rem
Art 6o 0 proiwao-elenral ser o'estabelerido
njs anig ir. 18. 19, ILtl 1-.2-3- 4. 5 ti,
7 8 9 10 11. 12. 13, 14. 15. 16. 1.. 18, ). 20,
21, 2, 23 2, 25 e 26 das msirucces de 11 de
Dez mbro, do aano pagado, cuja*.disposifiOes
ficam fizando parle d'esla lo, com as segumtt
alteracues
g 1* Caso nao baja djwiKoacaofde msanos, o
eieitomda p-esentea secto asclaraara aquello*
que d.vero constituir a mesa eleitoral.
1 J Cada el:itor vniiira em trez cdulas,
seii lo -urna para Prefeilo ou ra para Suh-
Prefe lo e- outra para raurabros do Concelho
Municipal a.qual contera t noines, se a sede do
municimo- for cidaslei 3 se lr villa e 10 na
Art. 7 A apurago. geral ser fejta 10 dias
depois da eleigo' por urna junta composta do
Prefeito, que a presidir, do Presidente do Con
celtio Muoicpal e dos pres dent s das m sas
eleilorae*,' so poden lo ella fariccianar com o
eomparecimen o de melsde e maiS um de seus
membras.
Io Na falta do Prefeilo, a junta ser presi-
d ':a rula presidente do Concalio Municipal, que
por saa vez ser substituido, r.aso nSo compa
reca pelo pr^i enie da i* secciio eleitoral.
.Si .\ apuragiio podero ansisiir ios tiscaes
dos <-,m lidatos em numero mximo de qualro,
quanto se iratr de Prefeilo ou Sub Preteito e
de cinco quando de couselheiros.
g 3" Terminados os trabllios da apuracuo,
ser kvrada em livro propno. por um dos
membros da junta, que for designada pelo pre-
SidentJ, e assignada por todos e pelos tiscaes
presentes, urna acta, em que serio declarados
os nonuss dos cidadaos eleitos com o numero,
de votos que obiiver cada um e mais oceurren-
Cias que se d rem.
Ari 8' Sario pelo presidente proclamados
Prelei o, SubPrefeito e membros do oocelho
Muiii'pal, os que obtiverem maioria,de vocs.
SDMCO- A cada um dos eleitos ser remet.,
Urja pelo Presideute da junta urna copia da
acia da apurago, a quol servir de diploma
Arl 9 Contra u validade ou nullidade das
eleict* municipaes darse-la recurso, com
eftViio suspensivo para o '-befe do Poder Exe
cativo do Estado, no praso de 15 das na Capi-
tal e de 30 nos municipios do. interior, contados
da apuraco geral, e este recurso podera ser
jnterpoalo por tret elitore.
Art 10 A posse dos novos eleitos lera lugar
em lodo Eslado. no dia (5 de Novembro desU
-nno por term nar n'est* data o periodo dos
actuaes prefeito', sub-prefeitos e couselheiros
dos municip'os d'este Eslado.
Art 11 Km ludo que nao estiver previsio na
Tiresenle le e observados os preceitos estatuidos
na V.onsttu'Co do Eslado, vigoraro as dispo
sico-s do Reg. Federal n. 586 de 31 de Dezem-
hro de 1892. .
Art. 12. Ficam revogadas as disposigOes em
"Su'um Commisses do Senado, 27 de Juoho
()^l895._fl<3llira Costa.-Barao de Nazareth.
Chutando Poutual.
1895-PABECERN.193
a ".' Cmmwso. woilo presente a resol ucSo
da amara dos Srs. Deputados pelo projeclo
n 93 lo correase anno, e approvada em 3.'
disco sao. neste Seoado. de parecer que
be d-a seguinte redaejao :
OCONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO. DECRETA :
Ari Io Fica o Goveroador do Estado au"ori-
sado a dividir metade do archipelago de Fer-
nando de Noronha em pequeos lotes de tarra,
qu*1 devero ser arrendados em concurrancia
publica, por impo nunca superior a 15 anoos,
a quera m;lli'res vaniagen3 0tferecer.
nico. E->ses arrendara^ntos nio poderSo
ser feitos com eslrangeiros, e devero ser ni
transfenveis.
Art. 2* Findoo praso do CJOtracto oo arren
damento, tolos o edificios, obras, machinas a
mais bemfeitorius. fritas pelos arremaiaites,
revert-r&D para o Estado, sera ind<'innisa<,,)
a sumo, rilando porein. ao ex-arremaUnte o
dir 11 lo de preferencia, caso tenha de ser nova-
mente posto em concurrencia
Art. 3o Podera o Governador do Eslado des-
peoder a quanUa, que f >r ueoissuna, contio*
esiud08, divisoes e arrcndamenios dauellas
trras.
Art. 4o Na outra parte do archipelago podera
o Governador eslabelecer urna penilenciaria d*
accordo com os principios da sciencia.
Art. 5.* Kevogam-se as dtsposicOes em con-
trario.
Sala das ''ommisso>s do Sanado, S7 d Junho
da 1895.-w de Nuzanlk.-Dr. Comtanco
Puntual.Regueira Costa.
1893PAREJER N 193)
A 5.' Comnnsso. leudo presenil a resolugau
da Cmara dos Srs. Depuiados iniciada pelo
projeclo n 157 do corrente anno e approvada
era 3" diseus.- neste Sjnado, ae parecer qu
fique a-sim redigida:
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE TERNAMBUCO, DECRKTA :
ArL 1." Das deliberado""* dos '^onselhoa Mu-
nicipaes que porve. tura offendam Consli ui
Cao e leis do Esla lo ou sejam Udas por contra
ras aos intereses dos respectivos municiptos,
caliera recurso com eff-'ilo suspensivo para o
Congresso do Estado, nos intervallos las ses0:3 do Congr..sso, den-
ini do prazo de 30 das cantados da dala da de-
liB-:racao,,e maquelle elf-Mlo se for intr.rposto
fra do dito praxo.
1. Estes recursos devi>ro s^r decididos
pelo Congrusso ou pelo G>vernador no prazo
de 30 das, subsistin lo a deliberago recirnda
caso nao seja o recurso resolv o no referido
praxo.
J 2." O recurso dever ser nterposio |ielo
Promotor Publico do Municipio, quando a del
beracio for ofensiva a Constituido e Leis do
Estado e pdela sel o por qual |Ucr cida U'io,
que esteja no gozo de seus -ireiios civi3 e po
laicos, quando a deliberaco for contraria aos
nter-ss-'s do Municipio.
3." No caso de ser o recurso resolvido palo
Governador, suje ta a esl a sua resoluta >
approvago do Onuresso.
Art. 2* Emquanlo nao f" organisado o Tri-
bunal oh Justiga Administrativo, de que tratara
o* arta. 115 a 117 da Constituido, na Esta io,
cahm ao Governador a aUribui^ao de resolver
as eclaraac6es fetas por qualquer cidado que
se julgar lesado em seu direiio, por deciato oU
providencia tomada pelo l'refaito de qualquer
municipio do Eslado.
Arl. 3. Ficam revogadns o art. 12 da le n.
52 le 3 le Agosto de 1392 e maia dispjsiges
em C'ju rano.
Sala das CommissOes do Senado, 27 de Ju-
nho de 1895 Biro de Xaiuretk. Ur. Ctnstan-
ci tontual.titymira C'ta.
1895-PAP.ECER N.200
A 5* Coraraisso, lendo prsenle a resoluco
na Cmara dos Srs. Deputados iniciada pelo
projeclo n. 105 do co;rente anno e approvada
em 3* discusso nesle Sealo, de parecer
que fique assira redigida :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, DECRETA
Art. Io O Governador do Eslado fica nutori
sado a mandar p-gar ao ex-l-escrip(urario do
Thesour Thom Joaqun do Reg Barros, da
dala da puhucaco desia le ra dianle, os ven-
cimeiitos qu* Iae compeiein, pwmi aposenia-
doria. sera o descomo da quinta parle, a que
eslio sujeiiov.
An. 2' Revogam-se as disposic.-s eai con
iixirio.
SaLi das ftwwniasO1 'lo Senado, 27 de Junho
de 1895..Regueira Coila.-t. 4e Sazoreth.
ti:. Constancio l'onlual.
1895 -PARECER N. 201
A 5" Comiuisso. leudo prseme a resoluc&o
la Cmara doj Srs. UepuU'Uis iniciada nu cor
renle anuo pelo projeclo u. 96 e appruva ia em
3* discusso neste Senado, ae parecer quu se
llie iiii a seguinte redaejo.:
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, DECRETA :
Art 1 O Governador do Estado tica autori-
saJo a iseuiar do imposto de industria e pro-
flses o Collegio de S. Vicente de Pauto, no
caso de manter 50 orphs desvalidas.
Arl. 2 Ravogara-se as disposicJS em con-
trario,
Sala das omuiisses do Senado, 23 de Junho
de 1-89& -Uaraj de Sazarek. tir. Constancio
l'lU lu. A/'f/L'dittt L" !!...
1893-PARECElt 5-202
A 5.* Commisso, a quem foi preseate a reso
lucas da Cmara dos Srs. Uepulados iniciada no
oorrenle auno pelo projeclo n llti e approvada
n-sie Senado em 3' discusso, de parecer qu
liqae assim redjgida :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, DECRETA :
Art. 1*0 Governador do Eslado tica auton-
arto a entrar em arcordo com a Compantua
Siula Tbereza, modificando sea contracto BMB a
Estado e rei;ularisando os servjQos, a que a mes^
ma se obneou.
Art. 2.* Revi>gara-se as disposirOiS em con-
tra ru.
Sala das ''omraii<*6>* do Senado, 83 de Junlu
l 1315. -Bardo de Sazareth Jr. Constancio'
Pontual.Regiteira Costa.
1895-PARliCER N. 203
A 5.* Cramlsso, n quem foi presente a reso-
lucu,iniciada na Cmara dos Srs. Deputaaos
pelo projeclo n. 63 de 1891 e approvada em 3."
nscusso neste enado, e de parecer que se Ihe
di* a seguinte redaco :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO DE
PERNAMBUCO DECRETA :
Art. 1." O Governador do Estado fica tori
sado a mandar pagar a quan ia de 2:6115100 a
Marcelino Jos Mara de Alrauda, por md miii-
saco do excesso de despeza sobre a oreada na
reconstrueco da ponte de Manes na estrada que
vai da cidade da Victoria para Gravat.
Art. 2 Revogam-se as disposicOiS em con-
trario.
Sala das '"ommis- :s do Senado, 28 de Julho
de 1S 5. Regueira Cosa.Bardo deSazarelh.
Jr. Constancio Pontual.
O SR. PRESIDENTE declara que opportuna-
mente serao enviados saneco os decretos de
que trata os pareceres supra.
L^go aps, cornmumea que amanh, hora
n'_'i nental, haver nesso, a s 2 horas da tarde,
efTeclu-ir-se-ha a do encerramento dos trabalhos
legislativos do correte anno, no edificio da C-
mara dos Srs. Deputados, fazendo-se naete sen-
tido as devidas comraumcac6es.
Em seguida o mesmo Sr. Presidente levantnu
a sesso dando a seguinie ordera do dia : 2.a
discusso do parecer o. 147 e3." de ns. 142,170,
194,193 a 150,
TiMSCRircES
filia daTrlndade
j Jornal do Commercio)
Escreve-nos o S-. capiUo-tenente Collatioo
Marques da Silva :
Ho de estar.os nossos leitores lembrados
de que. (telas colauoai deste Jornal* o Sr. P.
da Sin-'An aN -ry, poblicoa, a 22 de Agosto do
anno paseado ora a-tigo na secc&J Palestra Di-
plomtica, aob o tiiolo0 principado da Trin-
dade>exprimiodo-se aS'im :
Ha poneos metes anaaociei lammarlimen*
te neste mes o Bario Harden tticcey, eslafa orginlsando
ama expedio para se apossar da liba da Tria-
dade, 1j laieifafaeote noesa, e que, aegalado
erts-
?b pisadas de Orlie I, qae se proalamou re da
AaMCUCaott, de Joles G'osf, qoe ae pro -laaiou
rrra.de'i e da Repadllea de oanam, e de oat-*
farga .te aue se pruelaraou re as* Hidiugs.
este patricios di> re Leopoldo esubsiecera o
prmC'psdo u Una da l p-iade.
R-ceoo agir de iva Tj k a primal-a circu-
lar dtttriouida oelos bovoi co aquistada rea. Ra-
prnuzo-a, iraituinido-a lineraiusuie.
O principado da T.iodateO priocipado da
Ti'iatane cimOi'-e do mesmo uome, n
a qual uo dee ser cenfun lida com a q ie t >m
a mesraa .pp-il .cij e --sia ni .'o O eouqae,-perene n u nos agleies. A ubi'
que forma o taontortit d principaio uiT lo >
-ti-a aitoaaa po- %) ia de Ukiuii ul e f
tf iie Ijog'iGfe a v't; a urnas se eseaiM ni1
Ibas da :oila do traail, entre a baha e o Rio
de Jaueiro. Tvm cinco mdbas de compnraeuio,
e dais a tres de u-gu-z.
Vistaram-oa Hulrtj e eii 1801 e uwai era I6i, e oa uarraces .les*
ses viajantes loi qae se uaa-lraia ordiaer amet
i- as iuo-m*tc5ej puolicaidS acerca da Una.
Todava, Ge aUa s a iuos o.ra ca, dnerics ea-
versos expluradores tei:a *Ua-iO a lina ua
Tiuiai'.eoi na i s v;u, que rearesaara
pura a Eu opa ou a Aue.-ica du J-ie, servem*
se d-lla pa a a ven -cagaj dos. coroJomeiro<;
3 ou seis n .vi js por all passara quotiduoa neu'
t.. AIkhus Da al qae por all cm. oauma
cosa nos .seas re-f s ue coei. O est uclec1.'
in-io de um pharol. na parte eul da i ta. seria
mullo anxillo para a ,iav<^a:aj. ( orina*
ressa-as ur-iiui por v-aes nflic i a .'O'tir a ilb ;
uiaa>,qaaa ;o o lempo tjvj'avel. pode*secne
ka wpraia s-ra parigj e se u graadj d li;ul'
uad '
Ura rio, que nuica Oca seccj, atravesaa e liba,
e, |ior ci.ua d'Ha, p>l a at mesmo nos du
raais ciara.- urna espessa nuvem qae, aetuuii
da uflaeacii do- valos, uai .s.-.nn .s
atas. P^roitr-e s1 d-adeaia de uaveus
-. u. --r; ns i'im js .a tnontiuiiS de recDas u.-
ras. a raais aiu Xi< qu.es en e va a i ea mi
ucma do nivel do mar.
Taiavia. o ruciieao, p.)-- arandioio quo leya'.
nao sullieote para aum-atar noDon^. FArf
nenie aqu, ao lado do pi I irasco, en uira-.e
o til. Njs i! joiiios do nov.i priucipe 0a raais
ao qua i -.ciieiios e vailes. Um pl c c:a- e ia (eijes oravos. p opios para a al -
ai-ii ..^o lo na uem, e ritOiius vales, po le
rl.mse aqullle fosse de^oastado d estes cul.i*
ndossasieninr ara respeitavel numero de co-
lonos.
E .sea acbariara recursos iadustriaes impor-
tsoiisimos as ta:ia'ugas, que lll abundara ua
ma i do p ovos e que pe-aai ic 500 a G'JJ II
crjs.
Ua, sabido qu; o coramercio das ar;a-u:is,
auu uejkixo do pjrito de vista da culi lia craa
ja i-a >,e, ai lagar a .ranss.-jOea avalladas
remaoeradora .
cas :o empregalo deoaixo de rail forma-, e
a earaa ia lanaug- e je cousurao cjrreiite 1.9 *
isi idos-(Jai 10 e ua I ul tora, pira onde pone
ser xpjruda, que- era Ir-as de coaserva, q-ier
fif, u*r i8ao que as la.-i-ruas sappartara sem
-uff.-er os mala prolongados J-JUQ-.
Alen -iis-o js av-.'s aquaiuis, qae era quan-
laaies enormes .-e junara aa llaa da Tr n la-
de, all forraba) imporUmes depos.tos de gaauo.
eslrurae cujai verijas fo-ueceu durante um quar-
tei ue se ralo ao Pe. e mus tarde ao CQUe, as
sua< iLB'b-res lomes de receita.
Alm diaao. a liba ie\. naa seos u>u:os um
eooraid Ihe-ouro qui os piratas all eaierrarara
|i p a le23.
,e alguus anuas para ca diversas ext>edic.68
lera ido era busca daquelle ibesauro, ma.-',
o-aani-adaa as pressas e urlo dispoado da ra-
cn-s:s tu'Jici-n -s, lera ellas nao a son qu
merecala. A. desauer a do toesooru uJ avie
ser o Oto pr.u.ipal dos coloaos da Triadad-,rak.s
tao sraeaia um accesso-t > qaa ae oo ion
desprezar, Jeve ser n-omovida aaburaeaie.an-
cora persev ea -(,-a teaacidade. u tnesourj
all tata rojobnrio por ancceaaivos d sraaro-in-
ui a;n a, terr^uo. mas aoe-ss ou!e j 1 i>
aa motivo para que nao seja descoDi-no.
O Precia-' Sioeraiio da lina da Tr.udade 6
0 darao Hjrd r Hi kjj. que. ha r-ze aunos.
despasoa-se coa a tltba ae Miste' dob Hi Fu-
*o rica neme.ra uo-ta americana.
> As a mas do Principada r, ae oaro ;a-
paado de goles. A 'oaajeira 1 -m as raesmas
uarea: ura triangulo amarello era um laudo
v, raieibo, pasto nonsoataimeoie.
Nmgoera aqu ua Urazit aa 1er seojeina<-ie
noilcia acreotion no tal principado do Ocano
Atlanticj do Sal; mas o quo ceno que o di
redor lule.ino aos uorrei-js o S". MiNuiuo de
Preiias acaBa da receber ama commuoicaco
ofliciai di director coral dos crrelos de Ber-
Um pediudo-ibe a remessa de ama coliec^o des
sellos do P mcipado da Tria -a n*! t
Tudo, port.oto, leva crer que aUuraa cou-
sa se esta paasaodo uctu Imenie na Kunp= era
relac aqoeile P.-mcipado das Mi e Urna Nju-
lea.e como erta ita-a brasileira, e senore o
f.i desde os lempos aa me'.ropole, q 1 s a i o foi
explorada e po oaJs, coovera que os Poderes
Legisialifoa e ExecuHvos a faioo devidameole
aor v-na-, pelo meaos pira servir da oo:leo a
fornai^o de boas manuneiro que se empre-
los peixes, das eapoojas e das ta-tirugS. as-
sira co oj na fjDr cacao do sai, ap'ove.iaado a
energa do vea o para armazeaai-3 afl a de 03-
easiLjar os oyaamos elctricos, pa-a a n-odac-
cu da torga e da luz, quer ua iustalla.-j de
ura bom pbnJ aa ya-.-- ul daqaelia slaa, qaer
para accioaar at macbiaas e as bembis elctri-
cas para a elevacia da agua salgada, s diver-
sas attila.ies adra de ser all evaooradi para a
opieoco do sal, oaqaeila rewlla d s aliaina oo
ventos geraes, quer fiaalmeste para t-aasraittlr
mais larde os despartios tele^rapbicsa.daili pro
sedales, qoaado referida Una io ura eii-co meteorolcglca e ara panto da soc
corro macitimo para os navios que precisaren
de coaiboslise, de vveres de sob-e^aleataa e
al mesmo do< cooselbos da um m.'d ca ou qae
i-v-seixi -de (azur comraaatsaefies importantes
para qualquer ponto do globo.
Sena all qae poderla api" lostaU.a a primei-
ra escola para o ensiao (ecbolco e prohssiooai
da neaca maiium -, com a da Croi, re'eute
mente crala na Praoea, lastltuicao est ,se
proraeito dar os mais eeplennlos resultados,
qaer roo o poni de lata econmico e flnaocei-
ro p-da lastracco dos boas processos ie pes
c..Jj lu mar, qoer pela form-cao onetro* ade.irados na ana prossao e qae se-
r) mais tarde van.ajoaameata milisado bo sr-
vtco da manaba de guerra em aafeza da patria.
Aquella eecoa tem cono presideate uoaora-
rio o vice-almirante Doperre, ama d s lorias
da P-aoca, e auxiliada pela muaicipalidade
da Pa is, e pelos miaue-ios da mancha e do
cimmerci 1 daqaella nago, e cutas ideticas
vo ser creada no IUtoral oa Prauga.
iSTADOS DA
WiO
SUL
Rio Grande do Su I
A-'soxio o cocamandu da 1* diviso o Sr. co-
ronel Taomaz Toompaoo Plores, qae publ coa a
seeututo oriem do da, por es-a occasio :
Quartel G-neral coramandodi 1* d'.visj, Por-
to Al^nre. i de Jalao de 1895
Assami boje o commaado desla divl-o.
Os meas loioltos sio os do illust-e en ral
comraandante- em ebefe maoif-aiados em sai
luminosa ordera do da n. t, o qae francamente
visara i paclucaco deste Estalo, cooiorbado ba
mais de doas anoos por una lata desesperada
de partidos polticos qae arrasiam nos seas con-
flicios armados o bem estar das popolacoeg do
RiaGraade e a tranqailiidade da cacao brazi-
lera.
E' de necessidade por ora termo a esta lata de
i maa.
A felieldad da patria, a ana propria lotegri-
dade, o (atoro glorioso qae est destinado Re-
pblica dos Estados do Branl.ao seia dos poos
araericano', o exigem.
Espero qae os meas cantaradas me auxiliis
oeata -isaa, qae ea repito, a mais patritica da
actoalidade. Paremos o que esiiver em qs para
conseguir dignamente esse m.
E' po-ra lndispensavel para isso qne os not-
aos pairicios qa tornaran armus contra as aato
ridadea uonstunidus se revelara po- acios de-
cisivos aa altara do monelo b'.storico qae
atraTiuamoi.
Nao nos compete trscar-lbes normas de con-
duca, ioas pirece-me que mura de aois anuos
le cornOuiea eocaroigaoos, esfarcos aiKan'.eir.is,
aud ses coramaitiraentos para o ti n q 1 vr*wia
sem o ati igiren, s-n lobrtgarem ama esp ranc. <
da victoria, veado-os tolos aaoiquinado peio
valor insamugavel dos defeasore aa leia:i ude*,
j os oeveru ter acooselbad 1 a diposicao ata
a.-mis e a'aaouvasao semp-e proficua e honrosa
aos di Maraes o 1 lu.
A coascleocia d js revolocionarlos deve 1 Umbi
ter ap ma to o term 1 d revolaco.
0 amor da Patria (fies concita a cessaso di
lata 1
Ox-l 3Ui baja entre os n-volios-is iU'm este-
la aoi-nado deste peajaraento.
ao' meas corarasadados fg) saber qae a
guerra ser eia sera enfraoflemeno, a quera
erapaubar as anus cootra o i,m p:;> di ,1111o-
rma-f. Ds ii, porra, que na refrea dos com
Pa as, os 1 a.'nedieuii'H a le lancera de si as
armas da aerra, a vida mes sera pouoada o
uaraiit do o resuelto devido s pessoas dos v -11-
Cldrw.
iNlo sei qae naja eot-e os meos cornmolidis
quem reja capas de macalar-se com excessas
d-sfiurn gara iDus j, ci.ideno.'Vel pelos prec-*ltas de hi -
militar e dos sentimeiiios bansnitarios, fo*
curara-tudo, o seu aator oaj ser eaotrabido ao
jaato e eeve-o caatigo da le.
rfsiou eerto de que Udos paa'.-rra semor* "
sua coodocta pela liotn do dever mulia- era..
ral s-m rnatnci;6es, tarado sempre era vista os
aieresse3 superiores e estaveis da sociedaile
brazileira e a dieoioaie do Gove-no, mereceodo
assim a con.lanca do poder publico e a coniu- -
nfio de cosaos conp trilas.
Teaba por maio recomneodado o mximo
resueiio a todas aa familiis, bem romo a pro-
pnedade p irticola-, seja de qa-ra Id*.
Toda vialago do territorio estraogeiro am
enme eviui coran>-t el-o.
Consiaocia. v l>r, frai-rnidad", disciplina. o3o
precio lerabrar aos lesa servidores d* Reou-
blica. Conbeg as suaa vnoles nobres e sa;rr
Botos.
Dantro da let venia quantos ao'es a paz.
Cora ella, esta a definitiva conso'idagio da 1 ef-
mera aooslitaldo em t te Peve"-ir >.
Viva a Repblica l-Thomaz Tlwmpson Flores
Cironel.
O general M-ona Brrelo astumio tambera
o comma-ido da 5* diviso.
Apaarecea a orime rj oamero da Rapa*
Mira., ;ecd 1 como redactor ebete o Dr. Hjratro
Bautista.
Eis o proramma da nova folha : reorgun.-
sacio do Partido Republicano rio graaleuse.
d.uir.i d 13 Bo-raas estabele nas pelos cjng'e--
sos reun 1.1- m aot gt u-ovn :\; aggremiago
e umo de t dos oa cidadas que, Siatindice
vera deiramenta republicanos, se sobordins'era
ao rgimen de i-< 18 e de c m iu ta por aqua'le.s
coogressos institoidos e s por '-rxa idntica
moditicavel ; a p.icltiai.o do Estado por an
p-acesso resnlar e legitim:i; a nvls > da Con"
t tr.icao Poltica do Es a lo, de conforaii ia I
con as >rid cOes do partido republicano a Jau-
ta applicaco do sy-tema caes 'tu "lu I de 2
Pave-eira ; a c nti'raaQo do processo revo uo nario para solver aue=tCea polticas ; o liv.-e
exercicu de loJas as acti/idades legitima-,
qaer na orJem no-mal, qaer oa inellclaal oa
material ; o desenvclvira-ralo g-adasl da don-
trina republicana, fortalecida pelas ladicoei qae
o issa b'8to."ia caasagra; propugnar cor toos
os iuteresses de orlan puolica, que coacorre'
rea tura o bem estar e eograodecimeato do
Paiz.
- Apesar de conUnuirem as versbes no sen
(ido de qae a paciticaci ofio ser lena, caei-oa
coraraanicico da fronteira dizeado estar de val-
ia o general Tarares, e que nao se pzrderara as
esieraicas de ser ella feta.
Sabe-sa une o geaeral Gilvo. de-padrado se
do general Tavarcs, asou das m no es provaa de
conetia para cm este.
Devta realisar-se 00 dia tS. na fronteira orna
cinferen :ia entro os priacipaes cheles d^ re 'olo
Cao. sendo os oroposiioi de toios toodeaies a
facilitar a pacifiriaco. e oexact 1 por coasa^cin-
'.e a noticia publicad* por ara jornal, de qa-* o
general Tavares, comoarecendo a confe*ea ia,
nao lavaba adbaso explcita do Dr. t-ianoar.
Ayoiricio a ooiros ebefes.
O general Tavares ti-itra a adb>so dos prin-
cipaes cnef-s da revolugj, pa-a asstrti- a essa
confereoc a.
T-lag-apba o de aeoos Aj-es qae a part
oa no Dr Aocu para o Alto Urogat-f a lagar
a manas coajectarss.
lado ao limite da provincia de Gorriones e
passaado pira o E-'.alo do Uu Gr n ie, dizera
sjae oercorr u a frootel-a, couferea uauuo cora
as autondaies e passoas de ms cmsideracao
daqaell-ss ponto-, accresceatanlo o mesmo tale -
grarama que o tira da ugem era resubu ecer,
ao ssu pais, a oea.raJiiade en relajo s coa
ledas daquelli urovacia argeatiaa.
Ptrece que rnmarts de aovo ataqae contra
Corrientes, auxilalo por elementas d* ronte.ira
b-az;leira. nerara motivo a excusa), duendo
oniras versoea qae o ministro .iDoi. coaversoa
longsmente com o general Lina.
Dizem qae o (oriselbelro Gspar da Silveir
Mvtius parti d Bu-njs-Ay-es em direcc/o
foi:eira do Rio (x-jo-ie do Sal. coastaudo q ie
o giverno daquella reoublica resolven mandir
preadai-o por ter infrigido 1 o-dera de oo pe-
man-cera-n territorio oriental, ao que accrescen-
tara qae aem do i overoo brazileira nam da 1 ~' .-
Qo ti nive pedido oa reqais>o nesse sentida.
O S*. general Innoceucio Gilvo dirigi
e-te telegramma ao Sr. ministro da guerra.
Pelota-, 15 de Jalao de 1895.TraosmH'-
vo-i o et-goile telegramma resabido do coronel
Garln Talles, comnandaote da 2' diviso de
liaba:
Bjg. -General Galvlo. Aoreaentaram-se
a este coran indo, desisti do da revoiuco, o-
coron-is Pedro maral e Garlos Chafas. O pn-
meiro p ometteodo nao se envalver mais de
modo a'gim en revolugo ; o segando promet-
iendo serrir mesmo como simpies edado as
fon.-ai da gove'no. se oo se tizer a pai.
Sa1o-vos Ganeral Gil'o.
Segaudo diz o Diarl Popular, de P'letas
em 9 do corrente foi aprisioaaia oa enlacio de
Miscedles. estrada de (erro do R o Graud a
Big, ama escolta do tfr batalbSo de 1 itaatona
sob o coranaao do alteres Aleacastro, pilo re
folacionario Salvador R'Deiro a frente de liho
m-ns.
Devido a faterTenco de vanos vstalos foi
-ilto apenas aquel.e aier-s levanto comsig os
revoltosos ai p.-acas e o respectivo armamento.e
oanaipOM.
R-ceaeram-se em Porto Alegre telegram-
maa afirmando qaa om grupo de revoltosos em
diversos pontos do mame po de Gixaqoam tem
assal ado e saqaeado maltas casas, pritlcaado
luda sorte de tropelas.
Deveriam ebegar a 19 aquella cidade doas
rgimen o* la bagada eatidoal e o coronel Pan
taleo Tejjes coram alante da mesma.
Cinmanmam de Big qui o geae-al Hjp
potito esta maro me.bor, e j pouue no d.a 17
abmdooar.o leito.
Js seas medico* asilsteates declarara que soa
Cuavaleseenca aera carta.
Da Pelotas seguto para o Bio da Janeiro o
vapor Ualpava e a seu bordo o coronel Wo lf,
em uTBsaj reservada do geae-al Galvao.
< revoltosos reg-essarara ao acampamento
do Piraky ; e ao ae retiraren pnblicaram aa lm-
prensa ostensiva despedHa os correligionanor.
Confirma is a noticia relativamente a de-lara
cao de qae os revoltosos exigiram a revogaco
aa ConstitaiC/io. qaerendo a coosagraco in-tita
staraal do parlameatarismo no Estado.
A opmio republicana agnarda com ancieda-
de openoamento do goveroo federal
Na cidade de Pelotas foi extraordinaria e
ndescnptivel a homenagem qaa acaroi de
prestar a poonljco maoaoria do glorioso sel
dado, ctdadao oolvidavel, marecaal Floriano
Pe 1 xoto.
O c^mmercio fechoa s 6 bora.
A'a 7 horas princiuiou a mponeatissira 1 ses-
so fonene, no theatro Sete de Abril, presidida
pelo Dr. Cirios Barbosa, vice-pra-Hdanie- do Ei-
tado, que se acha/a de passaqem em Pelotas pira
a capital, lomando tamoem assento misa pe
sideacnl o intendente e membros do ooaoelho
mu iipal, junes da comarca e districial, p-onc-
tor publico e commisso exacativa do partido
repobll:aoo.
Oroa em p'imelro lagar o Dr Liaalaao tias-
cimenio, que (ex um bnihaite discurso, occa-
pan.o a t ouna durante ama bora, e terminando
por cammovente evocago ao esnirtto do grande
marecbal. pira qae continu a illamtnar e gaiar
os defensores da repblica.
Fji ana or.co magistral, meditada e eloqaaa-
|SS*SM.
S.golraru.ie ::ol-o ar-Mrores; e qa-nttci o
quino orador o:sup misa a masa opilar que ncaia o tb->aco. qae
pirte da primeira ordera doi .marotes desabou
i'.eleolo ao p-si extraor 11 ian ., nj tiaver.do
felizmaats mor a Umeniir, eeOotanio maltas
neasois ticaram f--idas e algam^s seaboiastcoa-
tu.'i illas.
Con o pnico de uu s apjderir.irn as (ami
lias, di imo-suv-i res.ioelecer-seardem, para
Continuar a sesso.
O tbeatro eiiava >-|goro-ame.'te ora mentado
de loo, com t-rop"ea*, ar i oerta e escodes
ar-bavaai-i- us astros d- Coriano B-mjamii.
C msta ii, )3- loro e ifaidariiia MiUIDj.
E [itei*r>-a iresen es oie.ii-rai I*ocencio G.-l
vo, fmilu i dio seo e.-:a lo-raalo-, a offica-
lbale da gaar,i;ai era peao, cnsules, .repre-
neoiayea ..h t,.i- a a .-;u^-s. eiodm a reu-
mocivica mis Impoeeots-sjoa b p esenciado
e la cida if.
ai
LITTERATUS'
O Ieopiardo Britnico
impressOes da afkrontosa occupa-
CAO Da. ILHA DA THlNDADE PELOS IX-
GLEZES
(A o Povo Brazileira)
Sangra da Patria o coraco alllicto !
Como um brado de .idr, ouve-se u;n grito
Qae estraga nos sspagos...
E' que da humilde cnoca aos ricos pagos,
Dos dsenos ao cen'ro rfSs Cidadas
Esmiga o neso das fatalidades
Os nos3os corages,
D'onde logein, quaes son -o* que voassem,
Paz, alegras, crencas, lllusas !
Como sa f-a um raytho e nao bastassem
Lucias puugi-mes, fundas agonas
Dramas atrases, paginas sombras
Qu; a Historia escr.-Ver.
Vimo. anida na ponco, i dignados,
Pelo sangue -le ir.naos ensanguautaios
Os campos do Amap :
Agora a vez do temeroso abutre.
Que de sangue 8 de lacrimas se, nutre
Sera nunca se fartar .
E' a b-i deira trgica, sangrenta
- Ave da Tyianiia, lutul-nta,
Sobre nos a pa rar!
Mais faro? do que o p-rfldo jaguar,
De longa farej u... c cread 1 exange
Esla faina de hroes,
as derraleiras gofas do sea sangue
Liorreu a mingar a se le liorrivel
Esla siile i.iiilaiica e lerrivel,
DeSCOlll liun il e airo'..
Que nao extinguira no perverso
Nem mesmo a posse iulcira do Univarso !
Eil-o que a nos se alira
O Leonardo auna/..
Que, como a bruu fera, a'dendo em ira,
Linca as garras laiaes
Atemerosa fila lis canho>3,
Bando negro a. cevar-lhe as arabigOes t
Brasil :ros : que aifronla nossa Raga !
Que insulto Hegemona Americana t
o oufco livre da Patria Soberana
O atrevido Breto
Finca a bandeira negra da [>esgraga
Corvo sangue sed nlo que eavoaga
N1 rubro pavilbo I...
II
Pavoroso dragas do Despotismo
Qu! siirg-.s |)-n- nos do leu abysino !
TU que le humidias, trmulo, medroso,
Aut-i a voz souboril do poderoso,
E que soiueiile ao frico, ao desvalido,
Kazas ouvir leu iiorride bramido;
Tu que lemes a voz dessa Umo
A quem laugaste ou r'ora um desali,
Por vel-a quasi m clio ;
E qje das amhiges 110 desvario,
novelando a Ita^o universal,
A reholcar-te em funio -.sterquilinio,
Amaagas de morte a Portugal,
Para lartar a tido de dominio ;
Tu que na lei nefanda do exterminio
Apotas tea poder;
Que urna vez nossos bros abaler
Procuraste, assestando os lius canh5es,
Para ouro extorquir-u.ts aos milhes ;
Tu que inda ha pouco em plena Guanabara,
Tramado a convenci universal,
Langaste rao do raio que estalra,
Para fundir um sceptro imperial...
E qu? nesl'liora. era honra de teua'krios,
Raeorres ao chavo do res nullius...
Tu, velha Albion : ave execranda !
Que sob a tua garra lens a Irlanda,
Em ancias a geraer;
Que a Ierro e fogo s uscas vencer,
Desbaldando o pea lo da Tyrannia
Oa le quer que fulgure a luz do dia ;
Tu, faro drago da lo quidade,
Qae zelas s a la liberd ide
E qu prendes, cruel ao nobre Egypto
A grlheta infamante do precito ;
Tu, egosta perfila, assassina,
Que envenenas a China
Era prol das teus milbOes ;
Quj. da senda feroz nos invios trllhos
Nem escutas, se quer, -los propnos filhos
As tristes mal lices ;
Os gritos da Miseria que apavora,
Que rouqueja, que ri, que braim e ciora,
Qaa conirango os mais duros coragas ;
Nao poda, no afn da tantos crimas
Com que da Humanulade o peito opprimes,
Fugir le fatal da sina ingloria
Que as povos assignala a tua historia,
Nao pulas deixar de em pleno da
Firmar mais ura pidrao de covardia !..
III
Lvre solo iraraortil de minha Terra,
Qae deste alent vida dos hroes !
Tu que foste do3 nclitos Avs
O bergo, a campa qu^ o Passado encerra ;
Tu, Patria, qu3 os hymnos da victoria
Incru*nta cunaste ao sol la gloria ;
Tu, M-i fecunda, tecto nospitaleiro.
Que abres o seio irarae iso ao mundo iouiro
E que nutras no vasto coragn
Con esse amor divino Libardade
E f sublime da Fraternidade,
m odio eterno ao jugo da Oppressao ;
Ou surgirs unida, grande e forte,
Livre, intera e teliz, do sul ao norte,
Fitando o co azul e os au eos bnlaos
Do sol da Rederapgo ;
Ou torahars na lact-i cora teus flirtos,
Esmagando camtigo o vil Rreto '.
Manoel Cactlcanli de Mello FUho.
Pereuntaa respeitoaas dirigidas a
um minlaitra da Ggreja Evangeli
capor um neophito da mesma
rsgreja-
(Continuacdo do n. 1G7)
Pdrgaata segunda
Desc-ever as atrocidades praticidas n'aqnelle
paiz contra os catholieos nos reinados de Henrl-
qui VIII, Duarte VI, Iiabel, Diogo I e aegointes
aien ae aer trabaibo pira maitos e grossos vo-
lumea. sena muilo superior s miabas torgas.
Limitir-me-hei po-taoio a nirrar apenas alea-
mas, servindo-me das palavrasdoa propnos pro-
tes antes.
0 aobrecuado Gullherme C;bbot, aTepois de
ter expo:to na 60a kis'oria da Reforma na lo*
g aterra o acto de serv.llsmo dpg.-adan>e cora aue
o Parlamento Intlez saoc-onou as ImposigOes
desse ebefe reformador (Heariqoe VIH; oator-
gaado s p'oclamagfjes do Re a -resma forg?, e
talidade qae UnOam os ctos do Parlameoto, .-
qaanio segus 'Os procesaos foram da-inte
maito lempo urna especie ae entreroei, e porflm
posios de pa- te, prescradlouo-se deiles, de mod
qae os a casados eram conden nados morte
sera ue* oavidos, e *raa execatados -em saber
os crim8 em raaao aos qaaes soffnam essa
pena. Temo- lldo.queba Deya de Argel e Beys
de Tnr (10), po era oonca oa'imoa, ae n mes-
rao as relag-8 mais exageradas oos relataram,
qoe elles commetessem ai.tos tte injas'icaF croei-
dade, e barbarilade, qni se nossa ra coaoarar
com os deite borne u (Henrijaa VIII...
As victinas -a sua sanvioinana crn^Male
foram tirad s gerairaeuie -i^nire os mais v< too-
sos dos feos vss-'los. porqae. como natural,
estes erara aquelles, qae ura no nem como H-ra-
rique VIH mais is-via teme-. O jea cutello abat-
leo familias lotei-as, jumamente aqaeii--s que
a ellas estavam 001 o< pelas I-g s da ami'ade.
Nio pouoou srx-j nem uta le q-,ando as (a-tes
tnbam.oa elle suspeitav, qae lv-ss^m aquella
fateirtM, que necessariumente bavia de fasl'sa
dft-approvar o seu prrtcediraenta. olhar ae
travez basUva pa a excitar as saas sasi.-eiias e
estas e-ara sempre .-egaidas pela mone......Os
p-j.e.os do n 1-ic.o desie rt-formado* e-ara s;rB*
des matadouros de boraei-s...... A oa-rago de
toda e la carnecina nao (aia seno mangar, e
deogostar o leio-. A' aqn o ci'aio amor (i\).
Talo lelo fez H-anqu VIII, cnefe r.fcrmiior,
oara la-otusir a oo-s.i Smi Rom n l:wla-
t.-rra Vejamos agora, o que fe a isuoha Iza-
bl, digna liina do rvmtfn Hen-lqoe, na' sr.a-
bele.cer com toda segaraoca a mesma Reforma
no citado reino.
E'ta c-lebre Herona, gem embafeo de t r, no
dia de S'Ja co-Gigo, ja-a-lo -e- caib li;s, aoos-
i.ilica, remana, e conservar, defender, e dila a"
esta u-'a'ua religio era a casi (lana nsscido. e
na qual ejce* ma f.-zer qaa-ito d"S"i va para ann qu:lar a reii-
giao, que jurara professar e conservar, estabele-
:eo a mais horrorosa inguisiaio )s i uido am
commisso ce Bi-pos e oo'rss pess as prries.-
un", a qn*"i confera o poder de julgar at das
opinies de todas as pessoas. e castigabas confor-
me Ihes parecesse. us po-ie-es oe-ia corarais-J
t-raui sera limites ; e 'Ma .d ; -i;i : -;. n de
ama pssMB, sem artengo algaraa nem a con-
tiguo nem ao sexo e ne.u daa?, e sera al en-
der M;a de aecnsago, e de tfcoeriinuhae,
pela nnica saspia, mandavam-nVi pren-
do-, imnanbam-ine ara jaramento, que cha-
mavs'n e-cfB'.io. obrianio a mesma p-ssoa
son pe,ia de morte a accasar a si i.csih, aos
seas Kmas, e al aos nronnos na'sf! (2i,
Mea Reverendo, ningtiem acreditara estas con-
sta se uo fosee ora protesiaote, qasm as escre-
ven.......
Quando 8 examina e*U icmraissSj, conti.
oda o citado autor, impossive, que ee nf-o olhe
cora ve-gonhae horror para o qae ba lan'o lem-
po fe lera dito e ;e diz amda cootra n -i-iqni-
sico Hespanhola. a qual, desde o principio do
eu era' elecixemo al aor, nao coramtt30
lanos artos de cneldade quaotos Ciraroetten
sata i".-i estnie fa Boa Itanei) em cada ara des
43 annos que rem.u E compre nfra esqaecer,
que qaando o? catholieos casiigavam, fuada-^am*
se era que o--'criminosos tiobam abandonado a
f na quaUonaajraiscido. e qae linham por tan-
tos aoiiossTrrofrSsa'o ; ini-etanto que os prcUs-
antes castigava d os r.atno'icos porque estes Bao
queru 11 deixar a f em qoe iloham nascldo e na
qual tinbam sido educados e ti-bam por tantos
aonoa profersa'o, e a mes>na iabel liaba ju-
rado orofessar e gasrdzr (til....)
E' rxulto jiffil re'at.r os tormentos qoe aof
ireram os catholieos durante o reinado oesia ose
Iner (1 Do Isabel)... Ouvir m3sa, d.r p.usadt
a cm sacer-iote, coofessar a supremaca no pa.
pi, ne/ar a supremaca espiritual des'.a vi go.
(a oca Iubel) emanas outras cousaf, que o ca.
molico bonrado oo poda deixar de feer, era
raais que rulfi -.lente para ser elle ar-astado ao
patbulo, ou entregue f <. que Ihe devia ar.
ranear aa eatrauhas (. .(23)
Sinio, du alna o mesmo autor, ir ferir a
sensi"lldde dos p-i-leuautes. porm a insnga
pede que ea d>-s rs* um na dais des iastra.
meatos com qae ella (1 boa Isabel) mandava dar
tratos, porque neile- acharaos algms dos meios
podergos de qoe I ngoa m3o para eslabelecer a
suaigreja protstame. E don gragas ao Dr.
Llagar! por me ter oropurcionao. na nota V do
V vulume da ana hitorta, oa rav.os oara taier
esta descripgo.Ura genero de tortoras, qre
se cbamava a tilha ao Almotacei (S'.avioger) ti-
nna ama areclla de ferro larga coraposta de unas
partes, que se amam com un amecha fe mea. oa
docraJig 1. Fatiam ajoelhar o nreso no chao e
reduzara-no ao ra is pequeo volom", qoe po.
diam. E-ito o algox pomo os joelbos sobre os
hombres do padneente, mema.Ine a argolla as
pernas. e comprim a a victima at que chegas-
aem os ps e as mos jamo a parte erais delga,
d das citas (ihe small of the Dacfc). 0 lempo
que durava este tormento era de hora e mea, e
uarante este tem do o sangue rebentava pelos
r.arizes. e algamas vezes pelos f: a pelas
mos .
De outros muitos g?oeros rtear?amentos
laugou moa illostre Isabel para operar as con.
versdes, atxi de arrancar do mel do sea po.
vo os erro* do papisrao, digis das penas ter.
as : porn o argument) de sua P'eduecgo, e
o mais eoergico era o cavalete. Este iostra-
mento se comoaoba de ama machina grande de
pao de carvalbo 'evaoiada do chao tres ps. Os
pulsos, e os tornozel.is da victima ersm amarra,
dos com curdas a do>s rollos assemados as ex.
tre oriades da machina de forma qae o p decen.
te ti -ava deltado pela parte debaixo da rxeama,
e com as costas 00 chao : faziam mover os rol.
los em direcgo opoosta por meio de alavaocas,
de molo qus o corp da nobre victima ficasse
anido a machina. Estando cesta posigo, faziam.
Ihe as pergonlas, e se as respostas nao eram
satisfactorias, davam voltas as escravellas at
qae os nssos deslocado8 eahiesem dos seas lo.
gares (I I i).
Aqai teodes, conclae indignado o mesm
autor, aqoi tendee, calomoiadoies da reliis>
catboilca, atgans dos meios de qc a boa Isabel
*e stvIo para fundar a relig'So protestante.
'J3 Se anda tendea am vislumbre de instiga,
com rar ai estes meios com aqoellea de qae fize.
ram aso os qae Dregaram, o estabeleceram a
igreja catbolica (2i).
Honrado ministro, ennside ando estes a-gu.
mentas de forte persoaso, de qae se servio a
boa I abel pira esiahelecer lirmemeote a nossa
santa reforma: reflictindo ainda as maltas
raais qoe exborbiantes de 3 230 libras, qae as.
nial mente eram (orgadOB a pagar aquel es ca.
'hohcis, que oo qaizessem assistlr aosofficios
divinos celebrados conforme o novo rito ; mol.
tas qae empobreceram familias riqoissimas re.
.iuiiodo.as a mendigar o pao para Dio morrer
a fome ; ponderando emfim a barb. ridade non.
ca v sia de eatnihar as sadeas de calbolicos po.
bres, e deixal.os morrer a mlngoa nesses antros
raedoohoB, privando.os asnm da lberdade e da
vida, pelo ooico fado de nao qoererem regatear
com a propria consciencia e nao terern cora qae
saciar a cobiga voraz dessa reformadora ; (25)
poderei ea, podereis vfts, amado pastor, aitri.
ba nossa santa reforma "?. ..
Sois por dunais probo e honesto, amado pas.
ti-, para davidar da veracidade dos fados alie,
gados as passagens clt.das, e al boje Dio con.
testados pelos mais imparciaes, e eradnos bis.
(orladores protestantes, exceptuados Barnet e
Hume, ns qaae, como j disae, escreveram saas
-nisrarhs com vista nos plagues benefi:ioa ec.
dessneos, qoe obtiverara.
Ponanto, admittinio os fados allegados, co.
mo podis raaoavelmente esiar convencido da
iotervengio divina no rpido progreisoda nossa
santa rtlorma TI...
Re Ito a pergnota, nSo po-qae davide da vci-
sa sioceridade, mas porque desejo poder crer
Cjm firmeza oa divina InstKaico da nossa Sao-
ta Reforma, aBm de me livrar de ama ves para
sempre das peoosas aogostias, qae me stor-
ineaiam. Dize'.-me, pois, hoarado Ministro, 8
era t'mos claros, se possivel ser considera-
da divina ama religio, qoe para se dilatar e
e Ublecer, langa mi de meios lio barbaros
e crois?.l.E se por onsegninte terio sido
laenirano" por Deosos seos autores? II...
A conformidade 00 oso dos mesmos meios,
qaa bserva en toda em lodo logar onde a cea
sa Santa Reforma sanio vi:to- o 1 dos seas
Uaimigoi, fortificando aa doiai de qae proel

'

fr


1 iit GhftZj.
1 _------...... ^~is^BI
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>
-*
Diario de Pernambuc Ha^rta-fe&ra 31 de tiiUut de *SOo
Ihr r-sia, obfuaios >
rpi>K eii pe -
Sui:ia. di* o ^i-fo-i *o- Mi'WB, ra-
,4 polm^ Uno. n-ce-vi. a R-loran 4e
Liicfj. 0 re Ga lno :- lenca mai
a hefj mi. cj .m os*.e a *; t-*-*1*' D "
bb- o seu tnroio .l.-i,.-m- uo' iaii.i*awil.> os
tetl-ipoierao clero. A eatpfe-u po'm n&o
era taajR, po-que o ?M"oti ocotal 'ios
SCiad.favos, se un a i rit icado io a ...
Othelo
Na noite do doming) representou-ae o
Othelo, que urna cor da glo i do
Sr. Cuneo qua valora ao dBlincto ar
tiata applausos repetidos e unnimes da
plateia.
A Desdemona, foi a Sra. Serafai, de
quem nos dispensamos da dizer a!jo, pur
4. a tmMado era a.. car- a --niig Ev- ; -UQ : ^ t m disemos,
esutoio a >H> S**' 'Uaram -u-
t-r
,-auj
lhes t l em con effjiio J-. nno 1*0.0 es. M. *-
nun >*'.- o pjvo popv-rasnn -el ii neta
p-eiaaa.e ue-OOi i. no< tu moros 10 c^-.t
(matos Jes quaes dtsp|a dea uialore-) lora 11
tjroentoi tiunuin sua Pro*fWHa *-<>-
od ) >"'' m*10 J" l'WMe, oo eignu, e d.
periu ix-ais que habira, poji-uR-i 80-n-
]J(!ll. iet riSMlil '-' Xle- m:)S 11 "up O UiTiSl C>D
BQ'-ca oo i igai tte aa arveeoia'-eio ae*arn>-
oh iu io QU* ele je-m!.a.* .. 09M
C -s.-a vl a puuvra d** R*i l.uili .-tilo >
dj, jcrri tara <>s ci iiuii'Mi n can pareo -
;.j ingtr ii-irruii-"'0. mis Mirep*ntt*-
,u- h toada*-4.Wu sjutdji a->alos
e p 11 B'iuo o Re d-v ar todas as oessias d*
ro irl(i-rCl i. *Jil mu edrs sea tlirum. If -
prria do ** aopplie a ueases itifctWH ***t -
cUiu-Co do*- propnoa anuo'. EeVi'-..------
la carufliu ,o.-esu d no p.n ai) te; a
Oi-i-ja r-or e, *e t]-i.jt (7). A- Jjvin-
cus q e se m.>si-'i) -,ii:et.s ( m I
u. a ) iu b*-m*uj' nypjsns ^-u
otei'.j cj.DOoUai pai.i ^oca.e pai> p-ao
tfuoi tinari 8jbjaj{i ij os aa^tf-'0*oos vallas
a u .-'i-. -S)
.Na D Qmavj e a' N)-o'i a 11 fj m to e -
tir ni i .j-.-io ino ii qu-na a lo
Corfstiaaa II. i!> 8-
asneo e cruel diz 80' a *a pi uja i a B ffor, a
nao porque eitivesaacoafeau-ido da toraana a
nova dontrioa, mas porque Ine e-a p.-ov-suo-a
(29; podendo, medame a Heti na ap ---r
ae doa bees do clerj, coaid I04J f pnaa-li
da liberdade e al na vida tq ella q'e hj
coocordavam rom suaa vistas lwo< fi ws I
Ni Snissa o propno Cliop, b*' ttmwr a
nos-a Saota Keforma. e .--ervio Ja lffii, e co.u
a fcrjj subjuRon seua advranos.
As execujOBj e ut!r..'nuli0-!-' na s {ie t:a -
baras por el;e prouovnias cool .o p Oprtoa
pro'.esiai-'tes nos duaai iu:o qaaa'.' rolIrer caltlicts. (3)
uonaooa.
C2J) Tyrannos que tai>'nara een haaiioiJade
;.l, u.ir. Cll. caria 1/ g lli .
(U Cobool, Otr. cll ui. XI ^ 333-
-j>( Cobbel, d-s. e i c|i,
. *) C*M, Oar. 1 ci'.jJSWeJW.
(!5) CoDuet i.d i cu. fe 33 4ie3u.
E i-'v > z 1,-uovi H a >-'. - I p r. Broa Kll o. C T. p*if. 17.
'27) /n. Ha;o-i' -a S >-::i. !.> O F eierc
B.' '!..-::.- de 18)5, : HiUTi. 1 Sejia oe
H u nj- iisiav (* S p -. on-. C. tiv- II o-. 63.
,-.. ('!. Lll. T Ii. pst- 'if-
(0) V a/ool i'Sbis k:i ob ciis e Bo-
l.
Loui, tem no papel de Yago um persona-
gr.m tai perte to, une agente ao ouvir-lhe
aizqrmette dinhciro na bolsa, e Odeio o
mundo, revi>lta-se de tal lrma contra o
egosmo e o'cynismo do personagun, que
noa cbega vontade de ir l dentro dar ca'oo
d'elle. Um typo como Yagj, nao devia
andar no raeio da sociedade, davia ser
po3to n'uma altura de tres leguas, cima
da torra, e depois dizer-si pira ci-
ma : Ora agora, pode voc odeiar o mim
do, tita vontade.
A comedia 1/ Disordiriato foi mais nma
victoria para o distincto artist Govanni
Serafini, que da de quo entrn ara cena
at que o panu cahio, teve o publica oa
urna gargalhada continua. Nao preci-
so accresientar mais nada, e quem esti-
ver atacado de hypoondria que rk o
tbeatro era n-iite que o Serafini entra as
pecas brillantes, ou p^rtuguszmente, co-
miusa.
AmnahS d-ve aubir scena a tragedia
de a-dou, 'fosca.
*
E* na prxima sexta-teira o festival de
Carlos G>mej, oa um gran e concert
que so realizar noite no Iheatro San-
ta Isabel.
se houfe, como oficial da Secretaria da C-
mara dos Depuladoa.
Diaposlos aempre a abracar todos 09 pensa-
mentos que vitem ensng-ir urna lagrima e la-
var um lenitivo a corai'8 itflictoa. praalamoa
iodo o nosso apoio a -asa i'("i qut> juU-mo9
juauaaima, e am favor da qual, lazamos d'aqui
um appello 4 generomdudo do povo purnain-
boeaao
Dade ja a peaaoaa que dssejarem acquies
Cer ao appello, po'lerau vir irazer ou euviar-
n)8 a quaniia que dnaejar-m cub.screver, aflra
iie BOtregal'O comiuisso que nos re fe
rimoa.
V\va, p lia urna lisia p?ra esse fim aberla em
nosai escrinl'irio.
Barliarii nssusslnito No da 16 dn
ciirrjn1.', .'(uii'io .i)l'oriuai;i,s que lemoa, foi
as:'si"Miailo baibarameiiia. no en?en o S Joao,
maiios de esiarum dos meamos caes atacadc* mili AT' V TIIliTPfADTt
.e livdropUo.ia j Lfll\l>Ulli JUUlLlAnll
Aht uct-a-reetatnicao qu esl no caso da ser i_______________
atiendida-
t*rvideneia pedidla Tumbam ooa pe ,
dem qu.; cnamamos a attaiiQo da compleme
au onda le pura o que se pasa n'uir samba que
similor lTri*>uttal de atlca
aainpra se rene aa roa a Iniendencia, no qu 1
em alia voz sao proferidas indecencia que i-aio
rameme conairaagom iu familias residentes as
circuiuvisuiliani;..s.
I'essoas que os presenriarim nos refariram,
Miando por urna promlencia urgente que, con-
aino-, aeja dada em bam da tranqu UJada oaa
laaaina* lamillas.
'ali-j; luiati -Falleceu honUm o acad-
mico da l. son Fr.ncisco Gomes l'arente
Fi ho.
Muiio joven a nda, quanio mais a trahenies
nicipio de Sermtiem, o capuao Joo Bap- dospoulavaiii as suaa asp rarCes ue mogo, e
lista da Concenao propriolano do nieamo en-
geuuo.
Consta serem olores d'esse cnme, o indi-
viduos de liornas Launndo Oe tal, Epiphanio de
tal e Antonio de lal que se eva urain apuz a
perpeiragSo do mesuio onm
eertaioaue beiu depluravel esse acontecido que
rouba iao bollas esp rangas.
Hoje as 4 hora da larde, lera ligar O ente
runenlo do. iQdiiiiso mogo, realisaiidu-se o sulii
ment da ra do Hispido n. 59.
Damos s-ntuto, pesamos a suu Exma. firailia
liireito civil Ricebinna e agradecemos eapecialmente au seu disjno pal e nosso respeita-
ESCR1NI0
i.
Ii i ,na oa Rel.i iu na S-ls=a.
1 ci n t ge ta'oitas.
MSICIAUA^
Ave indiscreta
Nao B9 afastem muito, olhem que
me caussm cuidados, gritava a avosinha
vendo samir-se n'uma curva da alameda
e Juca a Marietta .
O sol ia no pino, as vira55es estavarn
quietas e silenciosas e a atbmosphera so-
brecarregaTa de perfuaes calidos
Nenhuma folba se movia, nenhama
borboleta adejava, e, alrn do murmurio
dos risos e dos cochtcbos dos dous jovens,
neohura outro murmurio ousava p r-
turbar a mudez religi-sa daqueliea si-
ti w.
O gr 'o a avosinha, evado de echo em
j:b>, perdera-se no chao.', e o Juca e a
! Marieita desappareceram na curva da
alameda ..
No eoitano a velha resmungava :
' Sao mocos, san uoivos, e, sobretodo, aSo
'primos,perigso... parigoso... e
deslisava o ciliar enfraquecido pela idade,
ao longo da alameda e.~n ea\* curva aca-
bava de desapparecer o enamorado par.

Decorrera mais de meia hra e -s
dous nao regressavaro, e a boa da velha
Masria Antoinietta
O renome d'est$ velho e populariasimo
drama e a excedencia da Contpanhia Mo-
dcu.i ciainaram, ao ultimo sabbado, urna
concurrencia numerosa e escolhida, que
encina o 7/ieatro 'anta Isabel, sendo
mais utnanoae de tnumpho para todos !rtpatia aempre, n'um t' s ai lis as, porque iodos soubaram mantar ; lsando o olhar ao longo da alameda:
o crdito jue conqilistaram pelo taleuto, g peri"-oso... perigoso...
de ;.gus, o pelo estudo, de todos. AJ fihas dobravam-.se soh a accao do
Nutava-se certa cur osidade em ver [calor, o co tinha um nao B6 que de ex-
citante na suavidad^ do co -zul...
Tudo tendia a enlanguecer, a desfalle-
cer. De sbito surgiram no extremo do
jardim os uous interessantes vultos de
Joca e iVarietta..
A avosinha deu um suspiro de allivio e
foi lbea ao encontr ralbando :
Ak teimoaos Que de
me deram... que de cuidados !
nroxiraando ae mais reparou)
Estilo zangados ? nao olham um para
o outro... e tu, Mariet'a, como es as cora
o teu vestido novo amarrotado h sujo... e
o Juca .. como tem o fato em desordem e
08 cabellas arrepiados-..
Neste ponto a tag>rehco da velha foi
interrompida pelo grito agudo de um
bem-ti-vi que repeta muias vez s conse-
cutivamente,*
Bam-t vi... bem-ti-vi...
A mo';a laocou um olhar de deapeito
ao psssurmh > e a velha um olhar de de--
Sra. S t e o seu trabalho e o de Tiozzo que
aqid desempenh u, ha poucos mezes, o
panel de protogouista, e vimos que as
UftiuiSoa estaram divididas. Di^ainoO o
q.i pensamos \
Tiozzo, que esta longe do possuir a
llustragao a o tklento de Ser*noi, pos-
sue, entreunte, como ja, ha d:as dissamoa,
excedentes qualidades de agrado para
urna pateia que se enihusiaama cora os
b 1 o- na opera, a os gritos na tragedia.
Mu toa do< espectadores apreciam mui-
to i-i, e isti e:n toda a parte. Ora,
a quahdaa da gritar, de irrebatar-se,
de euturecer-ce, de dar pas..us largos e
trgicos, dar aos olhos exprestes de ter-
ror, e aos bracas movimeatos -cor.tiuaos,
poasuia-a a Sra. Tiozzo, em dna-ia, e
vimol-a nos app'.icar em quM todas as
gceuas de V.au 1 draui- = ana ra esti-
. uie divorcia
c iadoB
,. (eap-
um foltiiio coutenJo razuea tinnes n'uma aceta
civil ordluaria de nulli ad-, inient >ua 110 loro
da comarca de llubavanna do E lado da f*
rahyba.
Esiaa ra*6es ao fermiadaa pelo Dr. Dugo
V. C. ile liiuiinerqu Sobriiiho.
Importante descoberta Urna im-
poriau a descobsrla foi leita em l'reJmoat, Ma-
ravia.
M.,is de 100 esqueletos de animaes mons
IrDOStM fosseis, foram aeHadoa, nestos dia.
ao la 10 dos mos d >s Boimaes aoUdUo-
vi:irios, encontrarara-se squeleloa inteiros doa
componentes, d'uma familia hu.nmu conUm
poraoaa, composla de se s inaniouos
Estes amigos habitantes viam no mamo lempo dos animaes das caver-
nas, eram ^ _- u 1 l a sua assmlura e o sus
crneos, d'uma estatura xtraordinaria.
Ui e*quel :tos dos ii.i:i-ns sobreludo npre-
st'iit.iTam dimensOes veidade ramate aurpre-
bendentes.
Se diz que 6 a pnraeir.i des oferta desle
genero, na Europa do Centro e do S irte, o que
para a comemporaneida le do horarm e do m-
Biuniit. niia I i por multas natura istaa.
A a'gm do vapor Planeta Pando,
abaixo a cana qu^ nos dirifjio o digno Sr. Ha
noel Zepnertno dos rfan os, enm que faz a ex
posigo do estado do urna seuliora carecedora
do aux lio d is almas beiu formadas, aceitamos
a incumbencia di subseripeo quo ello suggere
Ja C-ga du^vapor lela.
Consequenieaienie abn'ndo em nosso es-
cripioriu a lembrada subscnpgao, appellamos
pura o publico, ped'ndo-lha o seu concurso
para essa obra de laridade; e ceamos qu.i
a boa s iM-iii" de iniciativa do Sr. Matioel Zc-
phermo nai ser laoi.-ida em terreno estril ; e
.o co,i:rar o germinar d indo os Iruclos espi-
ra los da generosidade e corago caridoso de,
BOasa pnpularo :
IHusiro amigo Dr. Miguel de Figueira
Tive cilio companheira .ie viagem a bordo do
vapor Mansia, da Capital Fe'ral al ao
porlo deta cHa le, urna cega, nfelu lillia do
Esludo do frari.
Essa infeliz, que chama-^e-Maria Ilenrique
de Fana, viuvu. com um filhiulio do i anuos
de idade, aociosamenie deseja enrar se da mo
les ia que a envolve 0111 soiuhras; o, perturba-
na por esse desejo, com a Conflaaga das almas
beiu formadas, entieaou a Cerlo individuo as
economas que aeconuilara alim de que elle a
aoo-tuzMsa a Cap u| Federal onde ella quera
ouvir a opmio do seu iliuslre patricio r.
Mouri Brazil.
Ali ebegando, ess individuo, para o qual
en nloeucontro um adjeclvp que bom o qua
hliqno na especie licmana, deixou essa desdi-
losa mullier lias ru\. daquella grande capital
e nao mais a proeurou.
A polica tomou coniu dola. levou- para a
Sania asa da Misericordia onde llie loram le
ios Improductivos Ira amemos o no da 20 do
cudeuto mez dU-ihepassa^-esn at o porto do
Cearl
A'bordo, oSr. alferes Manoel Alvares dos
Praseres, auxiliado pela Exma. esposa do Sr.
Coroaol Adriano Pimentel, commenlador Vul
piano avalcanle e oulros diatnictjs cavalb i-
ros, prumeveram urna subscnpgo que prodir
zio a importancia de tresentos e viole e sete
mil ruis (327S0OO), queme foi entregue; por
isso que couirab peranie alies o compromiso
da vigiar pelasorie deam corajosa cearanse, ra ida pr inpvema e listula pleural na. regiao
que, animada pela t que lem ne Deu* dos'-
clinaios. e pela esp-runga que Ihe deu o ii*
lustrado e caridoso Ur. Barreto Sampaio, de
v E' esperadoII >je. a bordo do vapor Ja
boalo deVe chegar da Cldade do Natal esia,
em visila a aua familia o ."ir. Manuel Moreira
Das; nosso coestadanu a presidi.mie do cougres
Bo do E-t:do do Bu lirande do Norte, onde
lem resi lenea.
Auiecipamo-. Ihe os nossos comprimcalaa, e
damos as liossas boas viudas uo illusiie Sses-
tadano.
a*ecliracaoA inusicn que acom-ianliou
a proeit-sao ia aiitissiina Triudade na" foi a
do Club Musical lense; mas a de oulra so
Cledade de Igual natureza.
'-interna Ma-fica-Foi distribuido 0 n,
4iir.
Vea chistosa a proposito do incidente Trio
daie.
negado No vapor Planeta vei da ca
pilal forera! u nossu amigo coesiadauo Su Mu
noel /. enno Sanos, uliimaicciili' nou.eado con
fer*nie para a Alfaildega desta cldade.
O illu-ora cidadao ja assumio oextr;iciodo
seu cargi.
Ceiiiprimenlamol'O.
(ii snlatliide Portugal-I'or ser boje
o aooivaraario do Juramemo na Carta Constitu
conul da monar.:!:ia ponugueza nao ha expe-
diente lio Consulado de Perlugal o qual has*
leara o pavilnao nacional em grande gala.
Operacdes cirnrgicas -Foram paati-
cadas no H ispual Fadro II as seguiules ope-
rag0:-8 :
i'elo r. Arnobio Marques:
Talha l^rpogastrica e exlracgao de calculo
ve.-ic I, p 'salido 14 gramil)as co;n sutura lotal
da bexiga.
Amputaeo da perna no lusar de eleigo re
clamada ()or carie dos usaos tarsos.
Exlracgao de kistos sebceos, da mo e da
nadfga
Hosiliot imin caivete, recknnBda por phi-
tnu-i-< iiiamalnria.
Pe;) L)r. Vieira da Cunha :
Dilatagao a tliermo-cauterio reclmala por
Salla ilo iierineo.
Iucisao dos tecidos endurecidos do escroto e
penir, reclamada por InfiliraccSo Drnosa.
2 rasnagens n cau'ensago tuerum-caut:-
rio, reclamadas por vegetagO:S i.vphiluicas da
vulva Vagina e perineo.
Dessefegao e sutura roclamada feilula da rc-
gio lulea.
Pelo Dr. Alfredo Costa :
i posiiioiomas reclamadas por phimosis in-
flamatoria?.
Pelo Dr. Daptista le Carvallli :
li^.urii'-ulu. > los dedos medio e annular,
reclamia por esraagamento.
Pelo Dr. Alfredo Costa:
Ureihrotomia interna, pjlo processo le Mai
oooeova, reclamada por eslreitaaenlo da ura
tra.
Cbeilopla mala por epnhelioma -lo .labio superior, gan-
glios Infiltrados da regi'io cernea!.
Ampuiago parcial do p-iiiis pelo processo
deOuyon A*saby, reclamada por epithelio-
ina da penis.
Excis.'u dos lacillos endurecidos pjiiure-
Ir-i--.
lie-ecco da 9" e 10-* coaiellaa, abertura de
fisiula e lava.:, ni da cavidade pl-u'ai, recla-
SESSaO OMOl.NARIA EM 30 l)B JULHJ
"RE*Ui;iCNClA DO 8K. US. FBANCISCU ORg
tncrnlario Dr. Virgilio Coelho
A's bertaa do costamo, praseoiea t)i Sr., ju:a r
en numero bjgal e o sunsiiimo no Dr. pfiuotua*
dor erai :io sudo, fui soe/ta a -cacao, la
a ..pu'ovada a tata oa aoleoe-leute.
Dl-iinuaiaos b ifkasaduti UK-Ieiwa, dtram-.-e
3 s. lmulia
JCbsAMUTOi
Recrrso cr:me :
Da Gloria d- (i o Re-yjrrenie. o ju to, re*
r-orrtifl Ki'.-o .irco Uuuiu a Silva. IteUio- h ;ou
CaiosM 6ar ii. Adjuntos os jones Solvao e
Co a Hio.-ir.-.Vb&tm-mB provi.eno. yinar
BtaoBsa .ei*e|aiidj-o a rmaao*'oaonaan-ualo p.*
mo'o." Ipuuii ,o e carcereiru jesiiecuvo.
Apiielldges 3ri9b*s :
De lanerPMAo.-, ani-Jj Ai'o iu di i,|-
fa, a-pel>.! rreio. tleviio.r- o- junes Aiiu -loa e Ci lo
Vaa. jeu-cy prov:m-?uio, tm parte., pora mau-
da- o reo a novo jury.
Da Vijiorarppettaaia o o'omotor pnb ico,
api elt-,doi Jj- Frau l-co do NaSUtaM lie !
tros. Relator o |ail Carloi Va. lt-*vsos o-
lUi.-a Joao-CarlOi e Gtlvao.- urBlrOCa, contra os voiua no- ja'zei aliUa t>-,
riioe J uo Carlos.
O; N ilar-iliApneilante S'.yermo J > 'o
Ai>|js, appel ada a ;u<:.ga. fl I lorojuu d-m
Vai. Rev.'sorts os janea Almeida ; i.a.-ios Viz.
A'ii.ulou-.se o jula i e tj, comaos Vilo.....
june- Joaj Oo'Oaa e Coouo Bar ni., ; uuooj ne
o reo a novo jury.
U Da Jtiiu K-'O'rent'* Ardon ii Cirloa ata Hj-
cha Hoiirado. i-cornii a Cj xa E-o.-i idlCa. ,,e-
aior o jau tiaivj. Hev-foores os jaies iJo^ia
liiD -iro k C .1 j... B .rreo. Aduuiou Sa o u'
ad ea paie.
PA8SAUHN8
D)JDiiGd>i)ajiii -jj u R'beiro :
Aopellaguocivel :
Dj *#>o P.eaA |h>i> liante M ooel Moniii.
Gosotao, ..ppe Loo A lelo Ai aa su va Fee.-
r..
Enc-'oo-'.'e a aesan a* 2 iiras ^t; ta'de.
Dr. Sa Peretra, ra \i* viriperairiz n.
'i, d consaltas mwiioo-Birurgcas todos
B r.ias -das 8 idbo &ia. njenos uo-
dominRM e dias santicadu.*.-
0 Dr, Lobo< Motcosfi d cotreultas em
*aa casa rila da loria ov 3y tina 10
horas da iMHah a ida larda. Achan-
do-SH fra do aami-aai publioo affarece-se
para acudir a quiqtisr eha*aiado com
promplidao para fura da cidade. Espe-
oiaiidade, operaciiep, putnaj e moostias
io seahucas e r"uniuos.
itrog/art
aria %obrinho di C, dngwMiii pe
afinado, ra do* Mrquez de Olioda .41.
Gvimares Braga C. Duposilos
le Drupas ppotlttctos chimicos, espes
alidadus l'iiarmacftulicas. niedL-.i/tieoN
ios bomeopaiiso* e alas. .otetm pin-
res en*., ic. Una de >larquaz de Olio
l.i n. 6D.
A. P. Braga Gtmares A-gencia de
lodis as .speci.i:nJades pliarma^eulicas,
J1U.1.S. droga.-, producios rhhsslliw e ou-
Inm meiiic.iiueoiis.-. Iiuin opaihicus, ra
l^arua do fipjtlio n. 34.
ibuH{^ i mm
sijoar
Prado Pernamlineano
Resultado da inscripc&o da 2* corrida que lora
logar no domingo 4 de Agosto do crreme anuo.
1 pareo PernambucuElulo-
vMaFiniuuo.
ilelor-Mauri
2o pareo Diario de PxrnombucoTudo- '.'u-
maca 2o IdaTenor 2oQuand-meme.
3o parpo Jornal do R"CifeCngc Quand-me-
nieCunqaistadorMauntyDublin Turco 2o
4o pareo ProvinciaDicladrMaestroUu-
bl niVingadorTimoneiro.
5o pareo SportLogo.D'go-MalangeBala.
IbaAccionislaIbo--TouloaFaustoLoe fer
"*>eU Ueiu.
6* pareo CidadePianc IndioMatury
GirafaN':lu Flautn.
Nao tendn sido realisado o pareo Gaxeta da
Tarde, tca aberto um peceo que na seceio com.
plente o annUeiamna^__________^_^_^____
PERNBCCT
lateral esqu-rda.
Inoculara') de vacnlna n Dr. Coe-
lho Lelt;, peoido do Dr. Alc-biaila Velloso,
fazel-a recuperara vista, nao obaianle preci- Tarcma gratuii menie hoje a 4 oras da tarde
sarde mullos mezea pa:a chegar a esse fim a lo,*as us paguas qus se apresentarem ra
resolveu-se a desembarcar nesta cidade e aqu 0 Capitao Lima, em Sanio Amaro, n. 1.
Mear em tratamenio na casa do Sr. Jos Fran- ... .i_...j
cisco carne.ro, loa Barao da Victoria n. 53 "f'f dHUrnL) E&fiJUF T>!,dM
3oa dar no Mitadouro Publico da cabanga 8o rezea
Peco a' V. o obs-qoio de publicar esta mi-! P"* corwomo de *o\*
nha .eclamcao no seu conce.tuudo rftiarlo.o' Cemlterio publico-Ob tuano do
de conservar ahi aberla urna aubscripco em S
favor dessa indilosa creaiura, cum a epigraphe
18! Ja.
-A cega do vapor Plunela ilebaixo da
qual permiuira lambem prestar publicamente
Alano A'v-s da Silva Rabello. Pernambuco,
aunas. abwadiM .
Juvelina M-iria de ani'.vnna, Pernambuco,
vesse multas vezes inte
da do pe^onagem.
jeraui, porm, nao j:ossue essas qua- tavam
lidades, ab-.ulutamente, r era quo ai
possuisse as empregaria, pois que a sua
aducacao a:-iistrca d-lhe a consciencia e
o carcter do personagem, e temos ab-
servado que 8 distiocta .rtiata prelera
sacritiear a popclaridade que podara
obter,a Bxer utia coisa-que ella entende
que nao deveBer fe:ta de tal mudo.
E t niato o aeu maior elogio.
O que fica dicto entretanto nao quer
dizer qae a distincta artista uao aaioa
car o vigor preciso ao seu traba b,
quando a scena o reclama, como se vio
q .ai > loo loram tirar o filbo, a quando
no ultimo acto, de joelhos em trra e
mi. amarradas, repelle o braco de i-
mlo, que lbe offreoe o seu apao. A ob-
80 va?o, a verdade com qu^ feito e-te
acto, basta p vj. firmar a reputaco de
nma -ir.isla.
Adetpsit) da opini&o de muitoi, ei
n esm dej algun3 colleg. s, anissaop*
.10 "quea. Sra. T ozzu ea bwa, mus
a Sra, Serafini meibor.
mnaanca aos dous namorados quo v-l-
I tavam para casa corados, contusos
cali sbaixoa.
Eecife1895.
Ernesto Paula Santos.
..KVISTA DIARIA
Tclegramma offlftda Rio. 27 de
Jumo Ao teveruador de Peroainiuieo -Me-
c fe.
T.*ndo sciencia da occupc da ilha da Tri -
lad-, o governo federal dirigi nota ao ministro
mgls-*s u.'sii capiial. expond. o* direiloa incon-
lesiaveis do llrazil e protestando vivamente
conira aqu.-ile fado
O min:str.. inglez rem tt-.n imraeJi.itamenle
copia dos papis ao seu governo, do qual es-
pera i(isiruc;es pava responder.
E'de esperar que o incid*-nie fique reaolvi-
do en br;ve saliafacloriamente mauti la asaica
a cordialidada reciproca entre .13 luaa nages.
Rogo-vis que deis a publicitaria
siuda<>8 Ministro do Interior.
Secretaria al* Paseada-Por porta-
ra de 19 do co'Tenie foi pro-uovido o 3." ofll
cil Capia Olvmpio Pino Camaso da 2.*
aec.ao dajRcebe'doria do Estado* nomeado
ililan urr.a artista maito corretelo > 1 < idlo Am mo de Albaquerqne Hollanda
Cava ante para o cargo de 3 offli; al iulerioo
milito-uiidadosa, e aSBtaa qualidades al-
liada< a da belleza de que dotada, tor-
nam-u'a aempre credora daa.*ympatbiaa
do publico que a aopaude.
Assim tamb m a* Sra. Micheli quo foi
urna completa Princesa, papal am que j
a anreciamoi na outra epoclia.
i. tu l'oi um Luiz XVI t-lrcz ura pou-
ca demasiado nj phyaico (o que nt
uipa do dittincto artista, mas da aalu-
re* qiie llio l'oi prodiga) maa perfuta-
mente e a bal uta mate urna copia do ea-
praQ-ido re- que pagmi com a c.becaa
i..nutir.a, a cu.pa dos aeus Crimea e a
fraqueza do sea carcter. Urr bravo ao
nuuvel artiita.
Cuna tem no General Lafayette ura
doB Mua per nagons mais pere toa e
svmpatbicos, e que n* deaeiavamos ver
ao menos uma vez poi semana. A nar-
raban do efeito que produziram ao povo
os acordes vir s o- canto pico da Marte-
llieza, uma scena futa com tal verda-
de e eothusiasai que parece ester follan-
do o proprio vul o eyrnpathico de La-
fayette
Cerutti, um Alaileaherbes corractissi-
mo, como aempre.
Todos ob restantes arstaa muito bam,
merecendo especial mencao o Sr^ Focmi*
gini e Salavarezza.
i,1 r eccao da mesmii Iteceae.loria.
Cas t de 1." andares -Como sabido
as c i--.- le habiiui.ao as principaes cidadaa
dos E*:. lee Un ios sao extremamente altas.
Ha, (.0 ''. em Nova-1'ork um edificio cuja
abura cuIoomI. K' um predio destinado a
habilacao, lenrio 15. andares.
A sua al'ura to'ul de 41,~50.
Es a aevuR.ia torre Babel lem o esqueleio
feio de 32 olumnas da ac legadas duas a
duas e firiiiariaa em resislonle-s pUores de can-
tara, cujas fundar-Oes descem a 15 metros
anaiao do solo. Calcula se o poso da casa em
30 099 toneladas.
E' provavel que para servir a eeses andares,
naja eleva loras em constante movimenlo.
Bandeira FllhoAlguna companbeiros
d'esse disiiucio profesaor de msica, ltima-
mente fallecido, auxiliados pelos discpulos do
meamo, tivemiD a ge 'r sa idea qua nos com
inuiiicarain e que appla jdiinos, de p/wnover
umo subscripjo publica aflm da formar um
patrimonio para a famil a do meamo ludnoso
prolessor. roubado sua eaposa e lilnos quando
mais era necessario para promovr-lhe .o'liem
atar.
A esta penaamento jae alliou generosamen-
te o maestro Euclides Fooaeca que, lendo de
dar um beneficio em breve, (toado j dechirou
a comraiaao promotira d'essa irta que cede-
na 103 burieles do tnesoio beneficio em favor
do patrimonio
A raeama commissao, por nosso intermedio,
appeli para lajas as clasaes aflm deroilju-
val-a ns aeu.,generoso intuito, a especial a
digna clasae dos* mnceiooartos pblicos, de
que era o jluslre finado ltimamente raiii.doa
ornamentos, pela ,iDlellgencia .oorraejao que
lilil 1 luiuii'i'a ionii/1-iii 01 li.-iai uuurnuii'i-iii -, .
comas da ardua larefa que toraei.-Sempre 28 annos solieir... s. Antonio-
Joanna Francisca los Aojos, Pernambuco,
80 anuos, smteira, I). Vista.
ilanoel AI ve* dos Sanios, Pernambuco, 95
Do"lgaar8S0, em d.to de 2, com- annos, casado. S-Jos > ._.. ., i.
s sabr o passamento dessa nosso Antonio lavares LatanllO, Braz.l al anuos,
vuva, S- Jos.
Josepha, Pernambuco, 12 da, Saalo Anto-
nio _
Joao Can liJu de Si, Pernambuco, 2 das, B.
Vis*o.
Celiaa Salles Haearo, Pernambuco, 8 dias
Graca.
Joao da Matla Barretto. Pernambuco, 3 dias,
S. Anioi
Franc- Gongalves da Silva, Pernambuoo
13 annaa. Vista.
Mara Thereza de Jess, Pernambuco, Gra
Birtliolomee, PernaTchwo. 1 anao Poco.
1 -<>uiiiil-i de MclliuriMuwnli dai
orto do Keeir* -Recite, ) de Julbo de
189S.
Bolet m Meteorolgico
seu amigo obligado. Manuel Ztfer 1 no. We-
cife 30 de Julho de 1895
Commendador Juan Francisco do
amaral
muuii'aiii-nos sabr o passam
.amigo, e do qual j booiem demos noticia :
Victimado por nma paralvsia beribenca,
suecumbio hontem. s 2 I/i horas da manh,
rom 72 annos do idade, o commendador Joo
Francisco do Amoral.
Sao foi possivel ao illustre Dr. Seve, que era
o-eeu medico, debellur o terrivcl nal, que 111-
cleiv.anie, paralysou urna existencia lo querida
e necessaria.
A aua pasaagem por este mundo deixou um |
saleo luminoso, que nern.. mesmo aacg do
lempo poder apagar
1 eputado vanas vezes a Assembla Provin-'
cial, no lempo do imperio, fez eniao a mais bo-!
Dita das figuras; j pelo aeu carcter rijo e ;
pnb., e j pelo cabedal de uitelligencia, de
que dispuulia.
E a sua probidade foi tal, que na sua moci-' -for. Term centi- Blirstaasfi a Tenido do Bmmk*
daiie, vivenrio quasi na abasiauya. tudo gasiou
para servir a amigos e d. poltica, no amaiiro-
veitanio como muitos, da poaigo, naraoear-j fim.
rumar. I 9
Exerceu papel saliente Hasta municipio Foi 12
sempre chefe do partido cocseivadm-.amanie 3 t.
11a mouarchia, advogado de nota, e,'ultima-' (>
grado
lo. O")
vapor i'idv
23.-S 762,-52
-25.-7 762 -78
i'o.'o 730-48
25,5 7,60-48
25 0 760.-8S
mente, na Repblica, era prafa to. cargo que | Temperatura mnima 23 "0
sempre desempenhou com moderaco, boiiounai desabrigados ao meio dia-
e loieliigencu | Temperatnra mxima 27,50
Tinlia qualidades por demais notavis : como | S5.Prateado 40,*2.
ainieo era de urna deduagao toda prova ; j vaporaco em 24 noaaa ao sol ,(i'9 a aom-
como esposo, ajiubolisava a paz ea concordia :bra 3 *4.
17.27 79
17,35 70
16 8!) 65
17 35 67
17.81 72
Thermometros
Ennegrecido
no lar ; como pa, tantas*-eram as auitt virtu-
des, que descrevel-us seria eofaiionho.
Cnuva nulia.
Direcgio do
vento : SSE com interrupcOes
Deixou raulher e filhos na maior pobreza ; de SE e S le meia al 8 n. 54m.damunlia
mas em compensacio, legou-lbes um noinelscom in:erru|)Ces de SW, t>W e SSE al
honrado, que servir a lodos ellos de norma,! Vetccidada iedia do vento 4,"73 por s-
(iii iodos os seus actos ueaie mundo.
Paz sua alma.
Bevirata Cunteiuporanaa Foi hon-
tem distribuido o o 14 dasafl importante qum.
/.enano cujo exeinp ur recebemo-. agradecidos
visita do colleg 1.
Club Bfutieal RecifeaKe Reuiie*se
e-sa soitiedude umunliu s 7 horas da noile em
seosao extraordinaria, para deliberar sobre a
celebraco da fe>ta solemnisadora do respectivo
anniveraario.
Faeulitade de Dlrelt Reunem se
hoje pelas 10 horas do da os alurjnos (la P'
cuidad no edificio da rteama, alim de trataren
sobre o en erramenti do estimado e malb'gra
do collega Francisco Gomas P..rente Flho.
Passaoaentu) -Toiirse noticia lel'-graphi-
ca da que, 2 das cals de chegar a Lisboa o
Magdalena, falleceu 9eu bordo o S-. Del
phim Lopes da Cruz, que nelU seguir a con'
seibos mdicos para aiiuellacnpt.il em pro'
cura de melhorar a molestia que Ihe minava ha
lempos a existencia.
O tinado era comm-rcanie de noasa pcaca,
fasta parte da firma Delphim Lopes da Uro* &
C, e (ispunha de fonuna que adquirir hon-
radamente na vida cominera .1 a que so dedi-
cava.
Paz a sua alma !
Caes -fedem-nos qu^ chamamos a at engo
do Sr. fiscal respect vo para urna malta de cajas
que vive a incomnodar continuamente os mo-
radores da roa da S -ota Cruz, que es'ao ulor-
otiado.
iNeouiosidade inedia 0,41
Kolelim do Porto
ft-eaiqWOfl Das Horas Altura
baixa-mar
II. U. 2) de Julho 10 h. 50 m. da m. 1.-90
p. .5 n. 00 ui. t. O.-oa
1 l'ub'.icaco
El lt ac lo 1.* semestra de
Janeiro a Jim lio de> muni-
cipio de Pamares no anao
de ISJI5
RECEITA
Saldo do auno de 1S94
I.)ipolosabre prupriedalea.aifri-
ColaS
Dcima urbana
Af-ncao
Revizo
Licencas de estabelecimonto
Diversos impoaios
luipi.s'o sobr e galo abat do
Imposto sobre-bebidas espirituo-
sas
Divida ac iva recebida
L'concus de edificarlo
*lugul de predas
Expediclo dd liiulos, I c-ncas
etc.
Mu U
Rendimento do mercado
Falsas dos povoados
R-ndimeniodo cemiterio de Ca-
lende
Evenluaes
Somma
DESPEZA
Pagamen'o a empregadoa
J lem a in.istr.iiura
dem a 4.1 -.ruccau publica
dem a gu-. la municipal
Obras doii. -rcarJo
Divida p.is-r.a
Far lamen o
Limpeza 11 a cidade
Exped eni :
llliisninai.il 1 da cidade
alnguel do maladouro
Alu.'uel ilu paga e quarleis
Lu para a cadea e quanel
Eventuaes
Saldo
130S275
7:87W115
8 502S018
2: SOS120
880S3S5
3:30bS660
3:0,-58 oOO
3:1158350
1:8019^00
2:0*56*) 11
2dlS66
230399o'
178S500
399.1000
3.92 8740
1:12330Q
638750
1003000
39.8333926
5:83286S3
2:2718010
7:1118527
6:3338400
4.1878020
4:5258 ."68
1:18O8O0O
7418390
3303700
4418 100
150S0OO
3308OOO
648800
1:3103720
5:0418478
Sjmraa 39:8338926
Palmare3, 5 le Julho de 1895.
O ilieariureiro
Joaqun Firmo de OHeeira.
Visio Preleiiu'a do Municipio de. Palmarea,
da Julbo de 1895.
Le nido MarUtho At. Paula Llns.
I'refeito.
mmm dteis
Casa de belenes Moviraen" oos
Hieaos da ae-a de IVtenglo do Recite, Estaau
da Pernambaco. era 2) de Julho de 1895
Exlatiam
Entrara m.
oali.ram .
Existem .
A saow :
adonae*.
MeJiMires .
utangeiros
tltier. .
Tjiai .
Arraeoa.toa
Bous .
Doentes .
Loucos. .
Loucaa. .
Total.....
Movimeoto da enfermaria :
leve alta:
Severino Nerj da Silva.
413
l
6
403
375
8
25
403
3 9
370
25
1
3
1m
culi atas
Dr. Brrelo Stpmpaio, occuata, d
oiisuiu. de 1 s 4 huras uu. pnuiiio
ad.ir da rna do- Btvio. da Victoria n.
51. *
H-jsuJtcia a ra Hospicio n. 46.
Teleiiioue u. 35.
O Dr. Pedro Pontual,ex-chete de
cbnica do professor Wecker, de volta
de sea viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova a. 18, i. andar, e
residencia era S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de I s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr. Pereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de I s 4 da tarde a ra do
imperador n.* 63 I.' andar. Rezide em
Caminho Novo.
Telephone n. 588.
medico
Dr. Joaquim Zoit*mro.inedico.pariei-
10, consultorio ra du Liliug a. 1-4,
Iresidwrcii na Casa Po-rte* n, 5, casa de
aUtleja defroflle da igreja da Gampioa.
Engealio Pao* Sangue
Em ruapnass a um protesto feiio pela irnpren-
sa por L). Harta Zulnnra Marques a respailo do
meu engenho Pao S mgue, s to 00 municipio de
Giillelleira, fugo "baiKo publicar as luminosas
sent-jicaa do integro Dr. juiz de dir-iio d'aquel-
'e municipio, as quaes esclareoem la o bem a
quesio, que me poupa o trabalho de mais ex-
poaicOea.
As senieiicaa slo to claras que, com a 8m
pies Miara d'eilas, se icard conheceudo a boa
l -ios meus contenilores.
30.de Julho de 1895.
Stlviano iloreira Cavalcanti.
rVajSMca tos autos d manttitmwo em mu auto-
ra t. Muria Zulmira'Mwpies t lio o coronel
Sttvian Muretra Cavilcamt
Valos instes autos, le. D. Mura Zulmra
Marques da Silva em de Julho de 1891 em
ajusie de canias Com a firma comu rcial Fran-
cisco Amonio de Briio {c Fillioa, segundo, a-aa-
criplura de fls. 60 a '67 veodeu a esu as partes
que nwasaia nos engenhos Pao Sangua u Ca-
cnoeira, d'eaie municipio, com a condig&o de a
firma compradora no pra/.o de 6 anuos, revender
a ella uu a seus erdeirua as raesmaa partes
pela quautia de 12coulos de icis alm das des-
pezas de sisa, etc., etc.
Em 5 de Abril de 1834, pela escriptu-a de
11-, 70 a 75, por accordo das mesinas panes, foi
elevado o prego da rev 'da a 29:3778000.
Em 20 de Janeiro do correte ann., a r'-ferl-
ria firma commercial, pela escripiura de lis.6
..-yne a 31, tra-passou para o Coruotl Sdviauu
Moreira CAvalCaulI todos os direitoa consagra-
dos nos referidos contractos de 6 de Julho de
1891 de 5 drt Abril de 1894, ficando tambera
obngajJo o referido coroa.d a mapriar e ram-
prir a clausula da receiula den'ro do prazo esti-
pulado.
Finalmente, pela escripiura de 20 de "Feverpi-
ro do corruiiie auno, que se encomia a lis. e
21, Mana Zultuira Marques da Siiv-a,.reconhe-
ceudo como mu legitima a cuss&o feilappela
firma allulida ao coronel Snviano Moreira Ca-
valeami, nor sua fas e medante a quautia de
8.000SOOO, desisiio do dire o de recomprar as
partes dos mencionados engenhos. 'oste ulti-
mo contracto, a desistente expres-amenia trans-
firi logo para o comprador a posse legal do
qu- tinha em taes engenhos, em a clausula
ssaMfslaaf, e obrigando-se lambe.n a fomeuer a
semi-Dte para faedacao da nova afra.
Certo o eoional aliviano M >reira Cavalcanti
da qu-* era verdadelro-o estipulado na ascriptu-
ra de 20 de Fevereiro, em 23 d'esse mesia >
mea dirig* se por cana no advogado e rilho da
desistente reme tiende gado, e le a eiaresposta
a caria que se v a ti-. 22. Ivxisiindo (udo isto,
D. Mara Zulmra Marques da -Siiva veio a jjjizo
com a prtico a fls. 2 sol-citando ura-manda-
do de maiiutengao contra Minervino i.a-Hello
Branco, por estar este perturbando-a na possi
do engeuho Pao Sangue.
Occultanlo a obrigaclo qua contrahira, fon-
dou o sau p*dido em um auio de posse lavrado
quando des*mpenhra ella o papel d i invanta-
nante de seu casalfis. 4 e 5.
Mediante previa jusiitcagao.f >i conoedido o
mandado fl. 76 o qual.na tntciaiio de ser inti-
mado a Mmervino. por este foi dito aos offi-iaes
que eslava all Irabulliand i por ordem do coro-
nel Silvano fls 17. ContestanJ >, disse Sil-
viano Moreiraque M.nervino era seu preposto ;
que man lava fazer seralgos no engenho, porque
assim he aulorisava o contradi referido, effe-
cluado com a clausula coHstUuli; que o proprio
advogado da autora sua rali nao ignoenva a
exialaucia d'esse contrae o. pus o hara firmado
como lesietDnnha, e finalmente, qua ae-ria ser
ella considerada carecedora da accao
Posia a causa em prora, apenas a autora re-
quereu e effecluou uma vialona-fls. 48 49
que nenhum alcance tem para a hvpotliee dos
autos. as razes floaes procuraram as partes
fa/.er certa a sua-im-ncSo, juntando a autora 03
documentos a fia. 70 e 75 que nada aproveilam,
nesta accao.
qua tu lo visto examinado : CoosidacaQ-
do que a autora em 20 de Fevereiro do corrmto
anuo por escupi.-a publica desisti do direito
de recomprar.aa parles do engeuho Pao Sougue
e Carhoeira d'este municipio, direito que tinha
em face da -asensMara Ue 6 de Julho de 1891,
ratificada pela de'5 de Abril de 1894;
Considerando que alm do dominio ""essas
parles, trjnsferio logo a outra posse que tinha
das mesmas para o comprador, o reo, e espe-
cialmente a do ongentio Pao Sangue, onde esla-
va encabezada, como se v das proprias pala-
vras do contracto na seguate ponto : enmpra-
li arte laoib-m as pos- a da ihtn* i..-- > do
eliheulio i'ao -jaiiyue. que lMe ,a colica ao
meamo coronel.... fl. 21;
Considerando qua essa desistencia foi feita
em instrumento e com a clausula Constituti, cu-
jo alcance bem compreheudeu a .autora desda
que se comprometteu logo a foruacer ao reo a
sement precisa para a nova safra, loe. cit.;
Considerando que por essas actos a pelo que
dizemas cartas a lis 22 e 76, manitestou a au-
tora por modo claro e preciso a sua iuleucao de
renunciar desda logo a posse que tinha no enge-
uho Pao Sangua, e isso o faz no exercicio ple-
no de -mas faculdades ; pelo que. qualquer acto
em contrario torna suspe ta da ma f a mesina
autora;
Considerando qu quem as cond*>s da
autora assim procede, -diminuido de si e por
semelhante clausula a posse que tem em aigu-
tua cousa immovel lorna-sa simples 4rlaolor
d'aln por diante, papel qua nenhum dtreiio for-
uece contra o consumarlo como ensinam Ri-
bas A ce Pos Tit. 9-Laffavet9-di-iio das
cousaapag. 46. Savigoy T da Hos 32 ;
i.o'isideraildo qu n'estas Conllg.-s o aCtOS
praiicohi' pelo io e qua forain considerados
periurpadores da p .sse que suppuuba ler a au-
tora iiidi no referido-*engenho, looge da terem
esse carcter, eram. ao c ntrurio, umaconse-
quencia necesaana do eatipulado pela partes e
uma bomenagem a clausula admiiuda uo tas-
peclivo conl acto;
onsiderandn, finalmente, qua os diversos
pontos adduztdos pala aulora em suas raz es a
ls. nio podeio, os mais importantesser re-
mediados na presente negao, quando meamo
procedentes fossem em direlio.
Por tudo isso e mais mi que dos autos
consu relaiivamenle ao ponto principal da can-
sa, julgo a autora carecedora da accao e da
nenhum effeito o mandado a fls. 16.
Pague a aulora aa cusas. Hei esta por pu-
blicada no carbono.
Gamellera, 11 da iuabode 95.
Aquilino Gomes Porto.

w
m


----.--
*-

Piarlo de Pernfunbnco Qnarta-feira 31 lie Jullio de I SOS
Sentenca proferida nos autos de manuten
cao requerida pelo Bacltarel Francisco
Accioli Lins, sobre o engento Pau-Sau-
gue.
Vistos estas autos, etc.
Aitendendo que era 11 de Junho finio, por
senleoca deste Juizoeem accao de manuiengao
de posse do eugeubo Pau-Sangue desie munici-
pio, iotentada por D. Mana Zulmira Marques
mae do justificante Dr. Francisco Accioli Lins
contra o coronel Silviano Moreira Cavalcanli e
na qual tigurou como advogado da autora o pro-
prio justificante, foi a mesma julgada improce-
dente conforme o fundamentos da alludida sen-
lenca fli. 7 a 9 ;
Aitendendo que, ent'o, o justificantebino e
adogado da referida O. Zulwiia Marques, affir-
mando e sustentando que a posse de Pau-San-
que era de sua mae e constituinte, juntou docu-
mentos, e produzio lestemontias para fazer cer-
ta sem'lhante posse, fls. 7 sem nunca referir-se
a direiio algum a si pertencente por qualquer
lituloe muito menos, pelo de arrendamento, so-
Ve o alludido engenho;
Attendeado que anda pelo documento publi-
co de que firmado pelo proprio justificante em 20 de Julho
do anno prximo findo, declarou este que nao
tinba direito sobre o engenho Pau-Saogua e
nem sobre os seus fructos e reodimentos como
se v dos seguintes pontos... codeado to-
dos os tireiloa de rendelros do dito engenho
(se por ventura alguem entender que devia
allegar taes direitos nao existentes) tendo
sempre feito todas as iransaccea em nome
. de sua mae como seu procurador al esta
data, continuando do mesmo modo..., .-
. maB.....que as irausaccOes relativas ao En-
genho Pau-Sangue seus frucios e rendimenios
sejam em iodo o lempo tidos e sabidos como
feitos com sua mae, como sempre seu procu-
rador fls. 10 v.;
Aitendendo que estas de'laracOes solemne-
mente fettas juntas as produzdas n'aquella ac-
eao pelo justicanie era sustentacao do direito
de posse que dizi ler D. Mara Zulmira no al
ludido engenho. nio podein deixar de formar
agora e por modo matacavel o mais forte escu-
do contra a desarraso^da prelenco do justifi-
cante de querer manutimr-se era urna posse
que nao te ve e nao tem ;
AUendendo, finalmente, que, para que a ac-
cao de manutenjao lenha lugar, era direito,
como deve saber o justificante, indispensavel
que concorram alm de oulros requisitos, um de
Br valia, que o de achar-se o autor na posse
jurdica da causa-ul posaidetis ule non poste et
nenie qnia non possidenl ; Laffayette, Direito
das Cousas; Ribas Ace Posses.etc ; requisito este
que nao milUa em favor do justificante, quer
pelos depoimenlos das testinunhas, quer pelos
seus proprios actos, e quer finalmente, pelos
documentos existentes nos autos ;-Asslai.e era
obedienci* aos princip os que regen) a materia,
julgo improcedente a jusiittcacao de fls. para
)ndefnr, como indeliro, por lalla de base, a pe-
.caoafls. 2. Hagu as cusas o justificante.
Gamelleira, 11 de Julho de 1895.
Aquilino Gomes Porto.
Eleictlo
Tos dev tos que teem de festejar a
Excelsa Senhora do Rosario da Matriz
de Muribec., aos 6 de Outubro de
1895.
Juises por eleifo
Illms. Srs. :
Dr. Pedro Wanderley Jacques.
Dr. Maximiano Frencisco Uuarte.
Zuizas por eleifo
A8 Exmas. Sr s. DD. :
Julia Carneiro Vieira da Cunha, consorte
do capito Joao Vieira da Cunha.
Thereza Eugenia arnairo da. Cunha,
cons rte do teneDte-coronel Manoel
Xavier Carneiro da Cunha Filho.
3nices por devocao
Os 111 m.". Sra. :
Coronel Manoel Carneiro LeSo.
Capito Domingos Bandeira Manden da
Silva.
Zuizas por devocao
As Exmas. Sras DD. :
Maria Christina de S e Albuquerque,
consorte do Dr. Antonio Coelho de Sal Maria Ain-lia Carneiro leao.
te do Sophronio E. da Paz Por-
tella.
Escriv* por eleico
Vigario Padre Estevao Dionyaio Torrea.
Bscrivo por devocao
O Revdm. Padre Joao Carlos de Mura.
Juiz da bandeira
Illm. Sr. Alfredo Aurelio de Souza Mar-
tina.
Zuiza da bandeira
A Exma. Sra. D. gnac M-ria de Jess.
Zuizes protectores
Tente Agostinho Ferreira de Souza.
Augusto de S e Albuquerque.
Alfe'ea Aprigio Ferreira da Silva.
Abilio de Albuquerque Nascimento,
Antonio de Souza Ro8teiro.
Bernardo Pedro de Alcntara.
Caetano de Carvalho Miranda Varejio.
Dionytio Profiri Alvcs da Amorim.
Francelino Nogueira de Oliveira.
Franuisco Ferreira de Barros.
Capito Gibriel Germano d'Aguiar Mon-
tarroyos-
Capito Gabriel rainie de Aguiar Mon-
tarroyos.
Capito Ernesto de S e Albuquerque.
Coronel Joaquim Pedro Carneiro Cara-
pello
Tenente Jcs das Neves Chagas.
Capiao Jao Francisco de Farias (a-
bral.
Tenente Joaquim Irino das Chagas Bi-
zerra.
Alfares Joao Manoel Campello de Albu-
querque.
Capito J.is Joaquim dos Santos Cah.
Capito Jos da Silva Barios.
Professor Joo Landelino Dornellas C-
mara.
Capito Jos Pereira dos Santos AUa-
renga.
Capit*o Js Nogueira de Farias.
Aliares Ladislau Xav er da Mello.
CapitSo Man* el Carneiro LeSo Filho.
Manoel Soares de Audrade.
Manoel Mendes Caminha
Tenente Manoel Joaqui o Baptista.
Olyrapio de Souza i.oelbo.
Dr. Paulo Caetano de Albuquerque.
Zajharias Nogueira de Farias.
Zuizas protectora*
As Exmas. Sras. DD. :
Anna o a Silvcira Mendes da Oliveira.
Auna Corre a de Mello.
Aquilina Perei.-a de Oliveira.
Antoni i Pesaos de Mello Alencar.
Antonia N gueira de Farias.
AlexancVina Maria da Omceicao.
Alexandriua da Costa Moreira.
AlexHndrin Benvenuta da ilveira.
Belinir- Lopes da Silva.
Beltin* Maria de Souza.
Cl tildes Lopes dos Santos Leal.
Carolina dos Santos .eal.
Clara Pereira de Oliveira.
Candida Leopoldina de Soma Guimaraes.
Elvira Lopes da Silva.
Elvira Bonifacia do Passos.
Francisca Eugenia dos Santos.
Firmina Pereira de Lyra.
Joaona Placida da Paz Portel'a.
Julia Thereza Mendes da Silva.
Luz a Alves Palanqueta,
M-ria Celestina da Cruz.
Margarida Ferreira de Iuojoza Almeida.
Maria Rodopiana da Silva Barros S.
Mara do i armo Mendes da Silva.
Maria Cathaiina de Senna.
Maria Digna de Oliveira.
Maria Xavier Mendes da Silva.
Mari* Fernandina Pereira de Oliveira.
Umbelina Pereira de Farias.
Mordotnos
Os Illms. Sra. :
Aleres Alvoomo de Souzt Bandeira.
Augusto Carneiro da Silva.
Antooio do Monta Teixeira.
Bernardo Jos Gomes.
Cosme Francisco de O iveira.
Dionysio Ferreira de Oliveira.
EstevSo Paes Barretto.
Floro das Candeias Pinto de Souza.
Franciscs Carneiro da Silva.
Francisco Francelino Carneiro da Silva.
Hygino Coelno da Silva.
Jos de Barros.
Capito Jos Mendes Caminb*.
Jos Innoconcio de Jess.
JoSo Evangelista Pereira de Oliveira Filho.
Jo&o Pereira de Carvalho.
Joao Evangelista de Carvalho.
J ao Affonao de Albuquerque.
JoSo Nunes Correia.
Manoel do Mont Teixeira.
Manoel Jos Netto.
Manoel Pedro Arco-Verde.
Tenente Manoel Ignacio Ferreira Coim-
bra.
Olympio Candido dos Santos
Paulino Pereira de Oliveira.
Quintilliano Quintino de Farias.
Viente de Paula e Mello.
Vi eute Ferreira de Inojosa.
Mordomas
As Fxmas. Sras. DD. :
Antonia Fortunata Pinto de Souza.
Antonia Simplicia dos Santos.
Amelia Maria da Conceicao.
Antonia Maria da Silva Alvarenga.
Angela Maria de Figueir do.
Balbina Maria da ConceicSo.
Bernardina Maria da Conceic&o.
Idalina Maria de Jesns.
Isabel Pinto de Souza.
Joseplia Mar a de Albuquerque.
Jovita fc'i veria Barretto.
Jesuina Fe reir de Farias.
Joanoa Evange is a de So za Bandeira.
Levina Maria do Santos Ribeiro.
Mana Pereira de Andrade Lyra.
Maria Cathrin-t de Soma Cirne.
Meria Francisca d s Prazeres.
Maria The 'dora da Conceicao.
Maria Ferr.ra das Dores.
Maria Gomes Ferraz.
Nympha Maria da C >nceco A".cioly.
Prescilla Barbosa da Conc igo.
Rufin* Maria do Espirito-Santo
Umb lina Mar.a da U $ao.
Procuradores
Francisco Pedro Gonca'ves Biz rra.
Jos Lopes da Silva.
Flix Affoaso de Albuque que.
Bern rdo Rodr gnes dosSantos.
7 liesoitreiro
Manoel Raphael dos Anjos.
Padre Eat vao Dionysio Torres.
Viga-io de Jaboato e Regenta de Muri-
beca.
NOVENAS
Convite
Dr. Francisco Gomes Prente con-
vida aos seus parentes, amigse col-
legas do seu lilho Francisco Gomes
Prente Filho, fallecido hontem, para
acompanhar os seus restos moraos
at o Cemiterio Publico hoje, s \ ho-
ras da tarde Carros ra do Hos-
picio n. 59.
Peitoral de Cam
Cono est Vme. da son tosse rH |ra
Esta pergania feila diariamente com reHtrdl UC LidHlUera
benfica solicitude milhares de pessdas' Pinia do Dp- Cruz Cortfeiro
o Boenlato omito melhor seria se os per-1 O Peitoral de Cambar, preparado
guntanles indicassem o meio de conseguir Pel Sr- J- Alvares de Souza Soares, o
um alivio immedialo e seguro, recommeo* um,exceIlente balsmico, e como tal
dando aos seus amigos enfermo*, o PetUh 0 emPre|ado.nos dofntes de bro"-
/ a A~k.;t~ ^. \ chites e affeccoes pulmonares com
ral de Anacahuite vou\m asuda mesmo grande pr0veito, tanto mais por ^
e embora o doeate boavesse estado sof- um expectorante suave e eficaz ; ,
rrendo dyrante semanas iiiteiras d urna i que affirmo em f de meu grao. Dr.
lossa Violenta o u d'uma constirJBco for. 'Antonio da Cruz Cordeiro. /Parahyba
tissima, este soberano remedio par.', .odas' do Norte
as oufern;idades pulmonares, os aliviara
encarregada
A commissao
n ima, resolveu distribuir
pela forma seguinte :
1* noita das enancas.
da festa
as no vinas
Commendador JoSo Francisco
do t mu i-a I
Maria Francisra de Arrurfa Amirnl, Annn Mar
ganda do Amaral Campello, Jos Benigno d .
Ainaral, Sebsstiao Alexandrino do Amaral (*a
sentd) Luii do Amaral Pues Barreno, Joao
Francicco do Amaral Jnior, Krmcisca Janniha
do Amaral, Simplicio Ral do Amaral, Mana
AJexandnna do Amaral, Alitindrino Gama ao
amaral, os Ors. Joaquim Pires Campello
Francisco Xavier Paes Barreits, Guillermina
Americana Beierra do Amaral, Maria 'SerieM
Bezerra do raaral e Anna Silvina Becerra do
Amaral, a^radecein do intimo d'alma todos
aquelles que acompantinram no Oui terio Pu-
blico do Municip o de Igaarsss, os restos mo -
ta"8 de seu sempre lemhrailo esposo, pi, sogro
e irmao Joao Francisco do Amaral. e C'nvida-o*
P'ira missa do ntimo da, qU'i ser celcliradi na
Matriz daquelle Municipio no sahbado prximo,
3 do mez vtndouro, s 8 horas da manila; con-
fessamo todos sua eterna gralidSo por mais essn
ac de religifln e de amizade
Iguar.ies, 30 de Julho de 1895
""H-e
Ao publico
O abnixo ;s.-unaio rip-iam qii- bem i" pd
(i\*n\ane, peiilo de vi rao dn Migar d le'e^r
Nllala n estrada de ferro do R >l-|(e a Carnea
po' aihir pe preneoii-coeole preencbi tos os ai>-
ii.-reih.js p-r peseoas inuabilitadas para o ira
D"lil.
Re'ife 31 Julho de (93.
Varoed de T "- e Silva.
e curara dentro do curto espaco de vinte
quatro horas.
Os Dativos do Mxico conheriam per-
feitamenteas extraordinarias virtudes me-
dicinaes da arvore da qual se exlrahe es-
la maravilhosa ureparacao, e era o seu
grande remedio favorito em todas as en
ferinidade da garganta e a dos plumn.-**
U Peitoral de Anacakuita, nao tem
seu igual eutre todos os pulmonicos da
materia medica, e por isso pode-se-llie
chamar com toda propriedade e razo, o
nico remedio digno do nome.
COMO G\H \.NTI V. contra as falsifica-
edes, observe-se bem que os nomese
uinman e Kemp venham estampados em
letras transpaieute un papel do livrinho
que serve de enudlorio a cadj garrafa.
Acha-se venda em todas as boticas
e drogaras.
Coqueluche
Curas do Peitoral de Cambar
Au Paradi dea Dames
Casa especial de artigos para
Ndivas
Bift Bara h Y ctrla 58
Tecphone ?>
Capes impermaoveis
receben o
para
Aa {"arads desDarces
borne ni
13
1886.
P.irt 29 a. Abril de
Illms. Sr. tiontt e R woe,
Toi-ho cando por difTereutes vfzej. O
srmpre o m h >m resaltad', a E uulaJo
de Seotc B w e, r.3o > '9 lochatiss
oulmoDares Otiao s^nphulosag, aeado
finalmente um d'j pr:n:eiros restauraa.
tes.
F Medco d Snt G ea de Mi'S i :m"u
do Fort, da ei f-.rirariha da Caderas da
Re!ac6o e de ontras (Jaras de C>rdade. e
Declaro que enancas de minha casa' Oiu>oend<.a r d- Ordem d: Cbriato, etc.
que se achavam atacadas de coquelu- a'Jliuda o. 24.
che ficaram em poucos das restabele- I "*--------------
cidas com o uso do PEITORAL DE
CAMBAR^., de Souza Soares.
Amrica Salvatori.
[Socio da firma Manoel Joaquim M
ueiua &C, do Rio de Janeiro.]
PAULINO
dOlveira Haia.
nteressar que
escriptorio do
e Albuquerque.
Maria Barbosa" da Silva Portella, consor-
^
raiBatoo
Bol^a tomuierclal d PcrDaitt-
huce
rCTACBS OIVI01ABS o\ JONTA DOS C08BBT0BR8
t-rafa do Recite, 30 deiulho de :895
ao buuve to-.ajao.
O presidente
Aoionio Marquet de Amorim.
O secre^rio
Hiocel G. da asilva Pi lo.
Cambio
Os Bircis ah'ira o com a taia de 10 3|i sc-
jre Loadree a 90 1|V, Daixaooo logo depoi* para
.i 5,8. eem >ppa e:erem 'omadires, e o mer.a-
deesteve em couplea apalfia ; fecbaaao em
cosido dovidoea.
Letras pamcolires foram oPerecidas a 10 3|4.
Ctac5e de seoere
Mar o agrtciWor
Aseucar
Branco.idtD.idem. 2/60O 3461)0
Saneaos, lleu, dem *#30B a J0
AascavadO: dem, dem. U8Mi MOdO
Broto melado dem, dem 14500 a 1*600
ftstame, dem dem U30O a U5U0
Algod^o
Nao coastea cegocio.
tlool
?sr pipa ds 480 litros 205* venia.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 1154 >eoda.
mmarm
Seceos salgados na Dase de 11 kilos 14 rla.
Mesa.
Verdee 650 rls, oomiasl.
Carnauba
Coia-ie de 234 a 354000 por 15 kilos.
Mel
?or 1004000 ooantiai.
fe*Doreo
Kecife 3) de Jolno de
o exterior
Sophia Maria de Figueiredo Oliveira.
Urcula Pessoa de Mello.
18V5
nti
No vapor ingles Exploren, para Liver-
pool, raregoa :
E. KiDo, 481 pelle de carneiro.
No v.pur logiei ScOolar*, pas Liverpoal,
carreen ram :
B Williams & C, CO fardos com 106,305 kilos
de alpndao-
No vapor malez Hev. I -os, para Niw-
Tork, carreKOO :
S. Sano, 29 275 pelles de cabra.
Par o loienor
No pata bj nacional Rival*, para Rio
draode di Sal. carregaram :
A Irmaos 4 C, 20 saceos com 1,500 klL>B de
2i60car uraoca.
No vapor nacional Mercurio, para Porto
Alegrf. crre?rim :
A. I-ma-is C 10 pipa* cxm 4,943 litro* de
alcool e 28i ,-accoi coto 18000 llisi oe sisear
araocs.
Har Sanio;, carracaram :
S. Guima-a^s & C. 200 barris com 17,690
litros de alcool.
Pira Rio de Janeiro, carreesram :
S. Ga'maraes a C, 30 |>ipai com 14.800 litros
le alcool.
P..ra Victorii., carreg. d :
J. T. Carreiro, 10- naceos com 6,000 kilo de
sssucar i.vieva.ii-- e 20 Oarricaa roaa 1,2(0 dito
de uto retiaado, 2 barr com 180 li.ros de al-
eco e 150 <*.
No vapjr lleaiSo Horaf,uaa.-, para Sao-
toi, carreja am ;
C ir E-iiva, 350 accos com 21,00 kihs de
assocar braaco e 650 ditcs com 3J,uoo ano* de
alio m J. T. Carreiro, 00 barris com 7-100 litros
de agurdente e 3i0 saceos com 18000 Ulss de
asucar braocu.
no rapor alien j KrjQferinz, cara San-
toa, canegaram :
C. de Estivo, 1003 sarcos com 60.000 kilos
ae auruar mascavedo e 200 ditos com 12000
ditos de ofto branco.
Kaolbaik G-uoie-, 100 saeses cem 60C0
kilos de a-cocar mascavado e 150 ditos com 9000
ditos >le olio Uranio
Nj vapor nacional Plaoeta, para MaDios.
carreeartm :
a. Irmaos & C. 40 harneas com 2 810 k los
t% issoc r D-acco e 55 oarris com 4,8l0 litro4
de a^oardente.
C. A. Borle, 29 barrliis 2 950 kilos de
assocar b anco e 4 ditas com 235 di'.os de dito
masCV'do.
A. \ C rdoao, 60 barrica i com 4,480 kilos de
assocar branco.
P. alves *C, 5J barricas com 2,655 kilo.)
de asso.ar branco
C. de Estiva, 10 barris com 870 litros de
SKoardeote, 39 barricas com 2.325 kilos de as
sacar branco. 50 accos com 3000 ditos de mllbo
e 10 ditos com 300 dit^s de le jlo.
E. Cardoso C, 35 oarricas com 2,675 kilos
dE assucar brauco.
J. L'rav, 6 barra com 280 litros de eenenra.
K. hoingues & C, 1 barril com 190 litros de
mamona.
2 dos agricultores.
3a a das viuvas.
4a a dos emi regados pblicos.
5* c dos ar iatas.
6 dos negociantes.
7* c dos houii's solteiros.
8a < das senhoras solteiras.
9* das casadas.
Muribeca, 2j de Julho de 1895.
C. de D-oeas, 5 raixas com medicamentos.
Para Para, carrejaram :
P. Carneiro & C, 225 barricas com 16 230
kilos de asaacsr braaco.
Pontos! a Rieoie. loa barricas com 6,753
kilos de assocar branco.
J. Biliar a c. 30 cnixm com 390 :ilos de
sabio e 410 berncas com 28 410 kilos de assocar
tinoco.
L J. Silva Coimara*, 5 barricas com carvo
animal ao valor de 1204,
Para Mantobfio. carregaram :
C. de Drogas, 13 raixas com medicamentos.
T. Lapa C, 30 canas coa 240 litros ce
geneb'.
J. V. Sampaio nlho, 24 espaoadores de
pecoas.
Para Ceara, carreearam :
Braocks a C. 16 volomes com 1,0.5 kilos de
lomo.
C. de Drogas, 5 caixas com vlnbo medieinal.
No vapor nacional Planeta, para Maoao?,
earregaram :
P. Pinto a C., 3 pipas com 1,100 litros de
alcool, 140 barris com 12,320 ditos de agur-
dente.
Eanlbsck Gronler, 6 barris com 516 litros
de alcool e 20 ditos com 1.720 ditos de agu.r-
dente.
P. Carneiro* C, 50 barra c,-m 4,500 litros
de agurdente.
p. de Oliveira Mala. 33 barricas om 4,263
kilos de assocar braaco.
Pa-a Maraabe-o. carregaram :
Kirbosa *C, 10 caixas ron 70 litros de ge
oeDra.
Para Para, carregaram :
P. Carneiro* C 30 barricas com 1,900 kilos
deasseerr branco.
Ti. U. do Etrado, 80 barricas com 5,480 kilos
de assocar braaco.
A. O. de Sooza, 200 barricas com 14 OCO kilos
de assocar branco.
Para CearJ, crreea'm :
P. a.-Q'i'o C 475 barrica! com 38,920
kilos de assocar branco.
No vapor naciooal Beberttie, paraCeaia,
carregaram :
C. Hiato C 136 caixas com 1.088 litros de
cid-a-
J A FjQteci, 1,200 Caixas com 17,800 kilo>.
de Sioao.
C. Peroaodes & C 10 caixas com f .5 kilos
de crn m velias.
M. A. de S-na & C, 10 barricas com 1.111
kilos de a'Socar braaco e luO ditas com 5 000
ditos de dito rrOoadn.
K. SiiD'co A C, 4 caixas rom perfumaras
Para Aracatv, carregaram :
M. dnS uza branco, 10 vnlnmes com 700
kilos de fumo.
Borel a C, 9 caixas com 150 kilos de rip
Na barcac/i Ratona do Sado para Para
DiDa, carregoo :
C. ue Drogas, 4 caixas cem 120 litros de
alcool.
Ka barcaca Sempra Viva, para Porto
Calvo, carreearam :
P. Irmatu a C, 4 caixas com 92 kilos de
saMo.
a barcada Paqoete do Pilar, paraMa-
cel, carregou :
E. Monturo. 10,003 litros de sal.
Na barcada Pcuedo, para Macelo, carre-
garam :
A. Macbado A C. 5J volomes com 3000 kilos
de lum >.
Na barc ca D. Constaocis, para Micei
carregoo :
B. Mostelro, 20,000 litros de sal.
Rendloaentog publleo*
Mex de Jalbo de 1895
Alfandega
Renda geral :
o da 1 a 27 1,419:1844152
dem de 30 4
para o
n. 14, i-
avisa a <|iicm
milln o seu
predio n. ''i.
andar, Ra
do Cominercio-
Au Paradis des Dame s
Especialidade em sedas, brancas, preta
de cores, gases, surahs, para casamen-s
etos, bailes e passeios, para grande esco
.ha.
38 Ra B. da Victoiij 28
Tclphone 59
Renda do Estado :
Do da 1 27 117:6294478
dem d. 30 15:t92457
Somma total
1,419:1844651
142:6224035
1,561:006*657
2" 8acc9o da Alfandega de Pernambuco, 30
de Jalao de 1895.
O ebefe da leccao
L. P. odeceri.
Pelo tbesooreiro
flemeoegildu N. Cbaves.
R ECEBED0RIA DO ESTADO
Do dia 1 a 27
dem de 30
104:18816^8
125704285
116:7584934
RECJFE DttAUSAGE
Do dia 1 a 27
dem de 80
7:0014815
5874725
7.5894E40
tCoTlmenlo do porte
Navios entrados ao aia 30
Valparaso e escala 20 dasVapor ingles
Orellaoa de 3,509 toneladas, commaodanie
H. Hayer, eqaipagem 87, carga varios gne-
ros ; a Wilson Son di C.
Navios sabidos no mesmo da
Me-el6Vapor Ingles Explorer, commandante
R, H Jons, carga varios geoeroi.
Ceara e e:cais -Vapor nacional Beberibe, com-
mandanie Panto R ao, carga vanox gi-ne-o-
Liverpool (gcala Vupor lag et Orrllaaa couj-
maai.o e H. II y r, cargo varias gneros.
Ulereado Hnnieipiai de a. lose
Ooioviuixuio deste mercado ou da 29 ue Julb.
fol o segoint -
Entr-nm :
17 hois pesando 7 976 kilos
185 kilos de peixe 20 rs. 34700
1 comparl. com manscosa 100 "s. 4IC00
4 ditos com catnarflex > 100 ra. 4400
26 1/2 columnas a 600 rs. 154600
2 carga com gallinhas a 500 rs. lt'U)
fi cassoaes com galinbas a 300 rs. 148 0
2 cargas com milho verde a 300 rs. 4600
I carga com ameodoim a 300 4300
5 cargas com batatas a 300 rs. 14500
1 cargas co.o macacbeiras a 'too rs. 4300
1 cargas com ceboliobo a 300 rs. 4300
2 cargas com genmoos a 300 is. AfriO
7 cargas com verdura* a 300 rs. 24100
1 carga com canoa a 300 rs. 4300
1 cargas com Uranias a 300 rs. i'.\ "
2 cargas rom inbame a 300 46 0
1 cargas com o icas- a 30 ra. i J > >
2 cargas com Glvsrsts a 300 rs A6I0
2 cargan com farinba a 200 rs. 44400
3 cargas com milbo secn a 200 rs. 4600
8 cargas c.m fejo a 200 rs. 4600
67 lagares a 200 ra. 134400
11 Suidos a 200 rs. 2A20J
12 comp. com aineiros a 14000 I2JOO0
7 comp. com scia-i-i a 700 rs. 44900
t comp. com (ressoraa a mi -s. 448iKl
34 comp. com comidas a 70o rs. 234800
74 comp. com faxeodas a 600 rs. 44441X1
49 comp. com verduras a 300 ra. 144700
95 comp. com farioQa a 400 rs. 384000
56 comp. com tainos a 24000 1124000
Elxir II. Uorato
Ha quatro annos que estava entrevado
sera poder ir na roca nem cuidar na
minha vida, com forte rbeumatismo a
oua ninpruern dav remedio. T-.mei seis
frase s de tlixir M. Morato, e estou
Cura de tosse asthmatic
com o Peitora de
Ca uibar
Pessa da familia do Sr. Jos Car-
neiro da Silva Reg, da Bahia, que sof-
fria de urna incommoda tosse asthma-
tica, que resistir a cinco annos de tra-
tamento, curou-se com o Peitoral de
Cambar, de Souza Soares.
O AGENTE Ccmpanhia de Drogas
complet-irnente curado. Aiudado de Ueus *,... r *
r ., '__,- Productos L'fiimcos.
aescobrio este rem dio.
seja que
Villa de Lengoes.
Wencslau Pfreir Bonil/ia,
Oep sito era Pernambuc C-mp.
Drogas e Productos Lhimic-s.
de
INLENZAl
A bronchite que sobrevem a Influ
enza, as Corysas (difluxos) acompanh-
das de reacc/o febril, brontlwpneumo-
nia, calharro pulmonar com febre ele-
vada, tuberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asllima,
larangite, molestlis dx> rT~"ganta, insom-
nios e tesses suffocanU-.- Jem immedia-
tamente ao uso do
Xar ope de Lobelia inlata
Etkcr bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor
Dr. 1'raocMCo Lcopolcno
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sidencia: ra do Barao de S. Borja 30.
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do Cirurgica Consultorio, ra Mar-
*quez de Olinda n. 64, 1. andar, onde d
consultas das 12 s 2 horas da tarde.
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erap u ico & qualquer hora na sua residencia, na
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Hygiene do_ Estado com o parecer do Atalho Qu nQ consultori(/
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Os grandes resultados obtidos pelo
Xarope do Lobelia Inflata, no tratamen
to da Influenza podem ser attestados
por centenas de pessoas da maior ex-
ceptlo, residentes n'esta cidade.
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Precos do da :
Carne verde de 200 a 14000 rs. o
Solos de 14 a 14200 dem.
Ca'oeiro de 14200 a 14500 dem.
Paricba de 800 a l iiO'J rs. > cola.
Milbo de 700 a 14000 rs. a coia.
Peiia.0 ce U200 a 14800 a cuia.
Marios esperados
De Pelota!
Patrcbo noroegoesse toar.
Es-una al.ema Blite.
Lagar dioamarquez Varde.
Logar BraziUlro B-?rtl.
Lagar ooroegoeose Sylpbe.
Paiacbo ooroegoense Hans.
Logar argentino Coarten..
Patacbo allemao Blise Hoy.
Patacbo argealioo Almioi.
Patacbo allemao Aoiye.
Di Porto
Brigoe portogotz Vireiro.
De Cardlff
Barca narnegoeose Sala.
Barca ingiera Pelhcaoa-
'aporea a entrar
Mea de Julho
Uoa, do sol, a 31.
Kapoan, o<> al. a 31.
KrOGprinz P. Wilberm, da Europa, a 31.
JaDoatio, do nort->.a 31.
Orella. do sol, a 31.
HerveliCn, do sol, a 31.
Vapore a sabir
Mez de Jolito
Sanios e e;c, Baross, 31, s 3 bo'as.
Piymontb e esc. Orelaoa*, 31, Ss5 boras. .,
Sntos e esc, Moorisb p-lore. 31, is 3 horas. |
Sjotos e eec, Pragu?ss-, 31, asi Doras.
Peitoral de Cambar
9:000$>000
Do-se :0O000O em moeda cor-
rente a quem provar a nao authentici-
dade do seguinte attestado :
Minha mulher foi accommettida de
perigosa pneunomia, que cedeu a atu-
rado tratamento medico, continuando,
porm, depois a soffrer de urna tosse
secca de mo carcter.
Reapparecendo-lhe a pneumona,
passados tres annos, e, em condic;5es
ainda mais graves, dei-lhe ento o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, 6
apenas com alguns frascos ficou radical-
mente curada. /. J do Nascimento
[ S. Jos dos Campos, S.Paulo. ]
O AGENTE Cmpanhia de Drogase
Productos Ch micos
Advocado
O bacharcl Antonio Tolentino Rodri-
gues Campos, procurador dos Feitos da
Fazenda do Estado, poda ser procurado
em seu escriptorio a Praca 17 n. 79, das
1U horas da manhas 4 da tarda.
l dar consultas das 11 1 hora da taris
le reside no Cajueiro n. A,
Tttepho.en. 292.
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendon^a
Consultorio : Ra da Imperatriz n. 8,
'. andar.
Consultas : de 1 s 3 da tarde.
Bronchite Asthmatica
O DR. COELHO LEITE, Clnico de
justa nomeada na cidade do Recife,
attesta cien o
Xarope de Lobelia Inflata
PHARMACEUTICO
ILDEFONSO M AZEYBDO
E' excellenta no tratamento da BRON-
CHITE ASTHMATICA
Depsitos :
Ra BarSo da Victoria 37, !. andar.
Pharmacia Conceicao.
Pharmacia Alfredo Ferreira e em toda
as boas pharmacias.
Pernambuco
MEDICO
Dr. Amaro Wanderley
Avisa as clientes e amigos que
pode ser procurado de 12 horas s 2
da tarde na Pharmarcia Bom Jess,
ra do Bom Jess n. 24.
Residencia Ra Direita n. 10 em
Afogados.
------------*---------
Clnica medica cirur-
pca
Do Dr. iiumiiiKtiea da silva
E-[,ec dii .,,UcB : u.eier..Uo ue eei bor. oriaa-
(as, de apoareloo resDiratxrio e r uesuvo
Pa consonas cas 10 a 1 la roe em sua resl-
de'.cia e pateo rt.>T-rco a 33.
Allende a cbamados part f. ra da ciaade.
::::::: medica :\::i:::l
O DR. CORREA DE SA'. tem
o seu consultorio medico cirur-
gico na ra do Rangel n. 8, i.*
andar, d consultas todos os dias
de i ii2 s 3 i J2 da tarde. ,
Residencia ra da Imperatriz
n. 5, 2.' andar. <
Especialidad s :
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Molestias e opera^oes de olhos. .
e/TVj -**% *#>% ^" c^ g%"
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Cirarjiao dentista
Jos Hygino de Miranda, cirurgiio
dentista, bro seu consultorio
[Nova n. 19, l8 andar.

Dr. Barreto Sampaio Oculista
Consultorio ruaBarao da Victoria n. 51,
1." andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem
Europa, d consultas de 1 4 horas da
tarde, excepto nosdomingos e das san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete deSetembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade u. 26 Telephone
n. 287.
i Peitoral e Candar
Parecer do Dr. Francisco SU-
veira
O Peitoral de Cambar, de Souza
Soares, um poderoso expectorante
Tenho-o empregado commuito pro-,
veito as molestias broncho-pulmona-
res [Dr Francisco Augusta da SihiJ-t
tmtoml*) Recife^_______________

J^

%


i i. 'imm
Diario de Peraamboco ftu aria-fe ira 31 de Jnlho de 1855
C Clnica medico-cirurgica
Medico, pareiro e operador
i
Dr. Manoel Carlos de Gouva, J
de volta de sua viagem, previne
aos seus c'ientes que reside e|
tem seu consultorio aberto
iruaBarao da Victoria n. 61, l.'ifl
: andar. jfl
1 D consultas de 1 s 3 horas 3
da tarde. Jp
Acceita chamados a qualquer.*
hora para dentro e para fra da^
cidade. m

i
i
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K' af "31 M3C ** b
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Dr. Arthu* Caval- X
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Consultas de 1 as 3 horas da |
larde.
Participa seus clientes e
amigos qu inuduu seu consul-
lorio e residencia para a ruado
B.irio da Victoria n. 46 1* a-
ilar onde continua a azarea* os
ni v le re a da sua prosso.
TELEI'HONE N. 430

-KH a*a *Qf *<**'
"
Asencia geral de pri%'ile-
gio de invcncSo
e registro de
luarens
VDOLIMIO BAIL.LY
(aiado Crrelo .. 81-1-capital
Federal
Traa se por correspondencia
Dr. Alfredo Gaspar Medico Con
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71, 1 andar: Operador parteiro tra-
ta cora especialidades da molestias de se-
nhoras e creancas. Consultas de 8 s 10
da manh. Chamados (por escripto)
hora, telepkonk N. 226
Coronel Fredekico Chaves
Medico homeopatha
llua Barfio da Victoria
N. 37 1.- an^af
tvo vegetal
Formula de Ansjelino Jos
dos Santos Andrade
Approvadc pela Inspnctoria Geral de Hy
giene Publica do Rio de Janeiro era 2(
de Julho de 1887.
Esf 5 depurativo de grande eflicacla as mo
estiaa sypbilitica pe ururea do saugoe; assim
como em todas as molestias das aenboras.
Tem corado radicalmente maltas pessoas ac
commettidas da terrivel moles beriberi.
Rheomatiamo sjpbilllico oo goioio, dr acia
tica erupcOes de peile, cancros, e cancros ve-
nreos, Sores brancas, byslerismo. frouxidio ae
ervos, irites e uuira uflammages dos oloos
moiest.as do ligado, escronooias, escorbutos
soffrimentcs de estomago, ulceras, gommas, s
olas, empinge dens, a"roB, pannos e manchas
da pelie, bobas e Dooes, sarnas, catarrhos e
quaesquer moldstiaa da bexiga, entre ootras
albuinnria, ounnaa doces e sanguinolenta
encuna, paralysia, erysipelas, e inflammagle
pas pernas htmorrhoidas, ma, s nirsyKo>
celles, tumores, nevralgias, e elephantiais aa
morpba, as irregularidades da menstruaco.
Prova-se com aqoelle numero de atiestadoa
publicados e os que existes em nosso podera
eflicac:? deste elixir as molestias indica??.
Encentra se a venda na Botica
do Rosario n. 35
A'rua Bario da Victoria u. 37 ai dar tida
qua!quer explicac&o que for precisoocerca desu
"Reparado.
Colado con raistrivacdea
.Modo de usar
Os adultos tomarao quatro colhere da- d
sopa pe manh e ciuatro noite.
As criaucas de i a 4 annos tomarao' urna co
!her pela manh e uutra a ooite e as de 5 a
socos lemarao duas colheres pela manh dnar
me
Elixir Ati-Kebril Cardoso
SEQUNCO A FORMULA
de
Manoel Cardoso Jnior
Approvado em ti de Marco de 189 pela Inspec-
tora Geral da digna Jaula de Uygiene do Rio
na Janeiro.
Este Elixir de composigo loda vegetal pre-
parado reguuuo as rearas pbarmaceulicas, acn-
seibadas pelos autores moderos e de recoobe
oda cjD-cidrde scientitica tanto no paiz cerno
no extraogeiro.
ste Elixir o producto oao e do g-ande es.
tuoo das arcO s phyaiologlcas das sobsia-jcps
como tambera patolgicas, como '.ambem o re-
saltado das immeooas applicac>8 noa diversos
casos de febrea de fundo palustre,
A applicago de Esie Elixir na grande epide-
mia de bexigas de <890 a 1891 mala orna vei
demonsirou a sea eflicacla; poiano principio dos
prtmeiros aympiomaa a bexiga aboria, e em ca-
808 ruis allantados a bexiga passa a aer amo
ioenga febril valsar apresentando pequeas 'la-
-ief..i,'--; que com a co;:tin'iaao do elixir deas-
pareoem sem todavia aprtseotar receles de pe-
rigo.
e meites af.estados publicados no D.ario de
Pernambuco e Gazeta da Tarde* provam o qce
dizemoa.
Nos casos de febre amarella o effeito e admi
ravei, apresentando phenomenoa to maravilho
aoe qoe neata cidade do Recife e no da Rio de
Janeiro pouco recelo causa a febre amarella
meamo estando o deente com vomito preloe.
sanguneonestes ulumos periodos eulao oe-
cesario a applicaco em alia dose, desprezaodo
tabella annexa.
Este Elixir j conbecido do publico de urc
grande numero de dignos mdicos apresentado
para combater os differemes incommodos todos
ellee de carcter febril.
Por muito lempo tivemos occasiao de 'azer a
appucacao as febias erysipellosas e com to
bom resultado que ficaoos admirados de to al-
tes effeitoa.
Pela pra'ica ebegamos a conhecer que nca
ataquea de feore eryaipeiloca ou eryaipeila como
valgameuits se uiz e necesaanu o uso de 10 ame
du Elixir.
Noa graodes tDcommodoa das aenhorae mena-
rodco. gravidez e ooa casos de pari com fe.
Ore de om resoltado m'>. > ceito e segu-o em
. a eua co.npoaico lao si uples que niu uff-rece
' recelo de applicaro El-xir nem mesmo em doei-s
superiores as indicadas na tabella ofra.
PedimoE aos dignissimos medico* due desoja*
! rem fazer uso deste Elixir em suu cunica nao "te
| sujeiiarem a nosaa prescripcao, mas sim fazer a
a^plicaco em barmoaia com os casos que dse
i J->:n combater, uertos de que o medlcamcuio
I ;a ccmpo8icao innocente para o organismo por
mm TragH que seis.
modo de usar
A's enancan ate om anuo 10 gotas de S em 2
boras em urna colner das de sopa cheia d agua
fra.
De um a tres annos 15 gatas.
De 3 a 10 aunua em diante 40 tollas etc.
bsias dosen devem sempre ser appcauas em
agua Ma.
Bepoaitoa
Com pan ma de Drogas e Prodoctos Cbimuos
Recife, ra do iiarqaez de OliuJa n. 23.
Nacional Pharaiacia, ra Larga do Rosarlo o
35
Pbarmacia Oriental, roa Ebireia do Ho,aoij
o 3
Pbirmacia Alfredo Farreira. ma do Bario cii
Wtoria n.
Pharmacia Uarlins, ra Duqus deCaxiaso.
eo.
Pharruacta Ribeiro, ft praca Mac.iel Pinheiro 21
Pnarmacia Viciorienae de Loiz Iguacio ut Au-
drade Lima, cidade da Victoria
Para quaiqoe- oformacio sera encontrado o
autor na ra Estrella do Hogao o. i7.
Os nosi-os frascoa sao quadrados e conta go
las. N'am lado ieem grava JoElixii ame fcunl
e oo oatroMunrioi CardosoPertaibuco, e lo
d-.* or iiroapectoa fio naai.-nados por iiaooe
Cardoao Jnior, aeo-Jo felsus os qoe nao forero
assigoadus.
Mtniclpio de Palmares
D orneen do c aaiSo Dr. Prel ito do Munici-
pio, faco publico a qoem ioterrsaar poce -, que
ale o da 15 do mez de Agosio prximo, to
cnamauos a pagar neata Prelelw- oa aeua deur
t<8, reu'tiDiea <>e mua impoaia* oo< dtveraaa
< .-'s do jury do aoooa ie 1893,1894 e 1*
deate anuo, os cidad&os e seguida Domeadoa';
aon neoa de nerem o mesmoe neb'ioa cobrado
execuinamei ( n* forma ia le.
E pra qoe ebegue ao conbecimento de lodos
UKu-ti u e m^smo Prtfeiio larar o presente
eoilal.
Sol ra Prefeito-a do Haci.Mplo de Palmares,
26 de Julno de 189>.
Jj.-e Antonio de Fbrws,
Secretario.
Lisia de que trata o edital anpra
ou das tcianea R^pitr-
D1TAES
AVISO
Pagamento <>o clcdmeoto t iravrs-a do Corn
Soio. anug i becco da Lama, o IreguetH d
R-cife.
O prefeilo do rounicinio do Rec f' manda fater
publico aos pronrietaris da ;oi>ratitada ra. qoe
?o prazo improroK*vel de trmie da?, coai-idjit
na cata do prese i e ediul, devero vir rec.oiber
ao cofre muaicipal a impo taocia do caicimt-rio
feilo, calcla o na aiij de 15 0/J si>bre e valj-
locativo dos resoecliTO- p-e-io. de conform-na.
ae com o disposio do 70 A-i. l- do o-cameno
ivgeote.
Ma. i Antonio Joaqu'm CiscSo 2*->80
4 Herviros de Mauoel Uorcilfea
Chavea I5JO0
6 Eluardo Ma'qoea Mun z 2<680
8 Aelon'O JoaqaitD Ca-rao 225S8
tOM-ia Jnl a ae Almeicia 22468H
12 Amelia Hara CoHoo J2*5.0
14 M.ria Jtetloa 1/3 h*30fl
Amelia C. da Silva 2/3 1U600
Iti Amelia Angosto Cbnvea 22jrls0
I8Mido>I Morrira de Sonta <8<9<>0
2n Jj- Pran-Jisc.c de S< LeiiSo 22#6<0
22 J t Joaquim Fereira s, uza <8J0'j
4 Canoei Mmei a de Souta I890u
26 Amelia Mma Coelbo i* m
2riMmoel M>rei-a de Sjuza 18*9 0
30 Amelia Mata Coelbo I84U0O
CocUdoria, 23 de Jomo de iS'.
O couiador
Geouino Roa.
Giiarnicilo de Pernatnbtico
EDITAL
De ordem do Sr. Coronel commandante de=-
ta guaroico sao chamad >s coraparecerem na
secretaria do mesmo commando, os senhores
tenente do 2 balalho de infantaria Felippe
Benicio de Castro e Silva, alteres do 12.- da
raesina arma, Joaquim Ceiso L Ribeiro e do
9." rgimen o de cavallara, Candido de Serpa
Pinto ; cujos officiaes, leem de ser inspecciona
dos de saude por ordem do r. Marechal Aju-
dante G neral communcada em olRcio do com
mando do 2. d s iecrelaria do commando da guarnido, 27 de
Julho de 1895.
Aramio Borges,
Alferes secretario.
Edital n. 9
INSPECTORA GERAL DE HYGIENE
Por enta aecrfhriH ae fas (-uolico, qoe,
de coofvtrmidadd com o disp jt > oo a.-t
44 do Regulamento aanitario vigente a
p dem vender oedicament'g e drogas as
pharmaciaa e drogarins ; inc rrendo o in-
fractor na multa de lOOf.
Secretaria da I..b:e toria Geral de Hy-
giere do Eatado de Pemambuco, em 17
de Julho de 1895.
O secretario,
Apollinario da Irindade Metra Henri-
qnes.
Pelo p'ece ite e al iotima-se aos iorn s ou
cooaignfi'a'iS das njercado-ias contidas nos vo
lumes ib no declaradoa, deacarregadoa com in-
dicies de falta oo de avaria, para no o'-zo de
oito diaa rtqaererem o qoe for de su direi o.
De bordo do vapor all mSo Argentina, en-
trado em 6 do rorrente, o seguate :
Marcas A B n. 961 urna cana ; C R C em
cima f R era baixo o. 202 orna caixa ; D J A C
n. 529 urna caixa ; e A C em cima e R 8 era bai-
xo sem numero ; todas com ludirlo de fa'ta.
De bordo do vapor francez Ville de M;u-evi
do em 15 do con ente :
M*rca M F & C duan caixas ns. 23 e 527 tam-
bero rom indinos de faiu.
i.' Secjo em 27 de Julno de 18 5.
0 ebefe,
Minoel Alv-8 d< Silva.
Jovelioo Arthino de Araujo W S
Jonqmm Ale< de Ca-tro 11)0*000
Dr. Tbeopbilu Nones Sarmenlo OSO-'O
M.i.oei Pereira de Lyra 85l0'
fraociBi o das Cbauas Cordeiro Campos 70*000
Jore Aives de Miraeg 70*000
Jote aa'inhj C-v.Uante 70,!!1j!
Manoel Francitco de Araujo 70*000
PoHtidoiiO Atiloo J.eile 70*X)i
Vicenie Booa 70*000
Vicente Fr-re de Souza 7000j!
Jo.- oos Sinios Tvre8 65*000
Anionia M.-quea ue Azevedo 6"'*OO
Joaquim Eslevo de Gouvea O"!x
Jos Ildefonso de Mello 60*000
inotl Soares Bezerr- de Andrade 59*!^
Beraardioo de Seona BarDoaa jOO '
Manoel Seve-o Baneio jja*JOBi
Liinio Eiy-io ue Olivelra Cosa 5o*i<00
Dr. Samuel Martina 55*/0 Cndido Jos Me'lo 60*000
LaitSevero Rarreto ?*!!v^
J.-s Nones Pe-eira 45*000
J.- Francisco Salles Jorge 4'*0cmi
Juaqom Candido da Veig* Fieoeireao 45*000
Kr^oMjro N. Tirco oe P-nies 45*000
A-Uoo'o Augusto Pioio Ribeiro 40*000
Joo Bip la A- ciuly Wiuderley 400 0
Goocaio ne Freltas 40*00 i
D-. Jos de C48iro Si Brrelo 40*000
Tito Joaquina Alves u Cnstro 35J00
Affnso Aigosio da Silva Freir 35*000
J.a* de Andrade Cavad-ante 3->*"'0
Joi Benigno de Aodrade 35*0(0
Joo Anmo oe Mella Gusaiao 35*i'00
Joaquim Feliz Peretra 33<000
Jote Ferreira G >mea <-a Silva 35*000
Bernardino de paiva CnValcanle 3O*00J
Seia*im Praocisco de Souza 30*000
Joao Rcardo do Reg Gomes 3i)*O'i
BeroardlnoTeixeira Perei'a da Cucha 0*000
Maorel Merlina de Amorim 30*n()0
Miguel Jronymo de Carvalbo 3o*00
Manoel Njue* V.anna 30*0.0
J8o SaxldJiann da Silva 30*oOO
Anmnio Francis'o de Mello Franga 30*0'0
J s da Cosa Cavalcante 25*000
Mip-olln Marqu-s Pe-eira 25*000
Szidio Firmo ue Oliveira 2o*(X)0
Aoiooi Ber bolmo Vieira ISWjO
Juvpnal Hezerra do Amaral 25*000
C.noLno fereira de Lyra 25*000
BenjiBim Pereira de Araujo 25*0 10
JoSo Bapiista Al "es Ferrei-a 20*c0
Haoeel ce Bt-ob Ling Wanderley 104000
Alventioo Nnnes Agr I5HW0
Aooliioario G nes da Silva 15*000
Ao orno Maooel de Azeveio 15*000
Seereuria da Preleitera do Municipio de Pal-
mare.-, 28 de J iiho de 1895.
Jor Antonio de Farias,
Secretario.
Recebedoria do Estado
de Pernambuco
EDITAL N. 4
O administrador faz puoilco para coobeciraeo*
lo doa respectivos cooirihula.es que, dentro de
30 da- uiels, imprO'OgaVeie, co'.tadofl oa data
oo presente, receoe'ae a boica do c-.fr a con-
iribuigao relativa a i i alamenio execotido as
ruaa constantes d< re -cno abal.-o.
Recebe loria doEsiaoo de Pernambuco, em 31
de Julho te 1895.
O administrador.
Alljnso Albcqaerqua MelloJaalor.
Re (&o dos predio' gujeitos ao hu o-to de cal-
faueu-o a que fe leere o offi-.io do Dr. Se-
cre.iano de Es adu ooa oegocios da luoaairu.
datado de 16 do non-ente mez.
Praca Baiao de Lacena
N. 9. I-mauoeue S. Peoro 333*000
H. II. C.l lo Jone de Mello 44u*oOO
N. 13 Vicuriuo Domlogoes Alves
M.ia 500*000
N. 15. Olyrapio, fllhn de Maooel Ro*
drix-ues Noijuei'. Lima 333*000
N. 17. Rufino Stano G yo do Mi*
randa 273*000
R. 9. Fmrinda Mana doE. Santo 273*000
N- 21. Joo Jo Soares do Am-ral 180*000
N- 23. Nomenaua Toienun. Surja*
nn 273*0(0
N. 25. Jnao Mariibo Fal^So B33*l0d
tt. 27. Mauoel Martina Fiuia 213*000
N. 29. Patrimonio ae orpoaos
M. 3t. Antonio Joaqun da C8ta 360*000
Tr.vess.. do M.ri ez do Recife
;>. 20. Manoel Ma tius F.uza 180*030
N. 22. O mermo irJtSOJO
0"
Edtal
Fornecinaento
D-' ordem do Sr. Dr. inspector tica marcado o
praso de finco das para os ar.aixo declarados
virem asslgoar oa lerceira aecgo o Ct nt-ac o
oara o fornecimenlo aog c rpog da guarpicSo e
Hi-p'tal M.l tar, durante o segando semestre
ie 1895.
Laiz Maris R b'iro Goimares.
Fim*trf"-'o &> Meadooca.
Araoje & C.
F. P. B.i.htresu
Cedida Jalla Cavalcante Roses.
T-ceira 8"<-i.) d> Aifandega de Pernambo-
Cj, 30 de Julno de 1835.
O Chefp intp-ino.
Stfcoaf/tio M. Bazlo l'y rho
Arremata^ao de urna cabra
Faz-se publico a quem inleresaar que no dia
1.- os Agosio prximo, em frente ao Pago Muni-
cipal, ao meio dia, ira em praca. urna cabra ap-
orebeadtda vagaado no 1 districo do Pgo, para
paeameoto das deepsas de deposito e mu a,
sendo entregue i quem mas offerecer, ae al o
momento da praga nao apparecer o dono recia-
mando-a, ao qual sera entegoe mediante o pa
amento das referidla despesas.
Secretarla da Pintura Municipal do Recife,
30 oe Juiho de 1895.
O secretaria,
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
Instituto Benja uin Constant
30 de Julho de 1895
Pela Secretaria do Insiiloio B-njamin Coii-
tant, e de ordem do Sr. Dr. director se faz pu-
blico que, em virtade do que foi autorlsado per
decrelo do governo feder I de 56 de Junbo Ando,
conforme fol participado ao governo deate Esta-
do por.telegramma da 27 do citado mez, inserto
no Diarlo* de o. 147 de 2 do correte, acbam-
se aberloa cesto Secretaria at o dia15 de Agos-
to as ioscrlpcoee para exames eeraea e extraor-
dinarioa de preparatores, que comecarSo oo da ourreotes
16 do mesmo mez, observadas finalmente todas
as exigencias do Regulauento em vieor.
O Secretirio,
Qelio Terto'i no Fernandes Qaintella.
R> latan dos pr-1'es sojenoa ao iroposto de cal-
(amento a que sa rrere o cffijio do Dr. S-j-
arelarlo oe Knialo JoaN'gocioa da loJUstru,
datauo de 16 io correle mes.
Ra Duque de Caxas
N. 2. Antonio Gouc>lves de Ateve*
do 1:140*000
N. 4. Dr. Ajtonio Joaquim de Mo-
res e Silva 393*000
N. 6. Amonio Gor.calven de Aievndo 1:500*0JO
N. 8. Margariaa Julu Ferreira Mi-
cnado 273*000
N. 10. Leopoldo Jos Felippe 8b-
Usgo 271*000
N. II. Jo je da CoBt Amor m 273*000
N 14. Irmaodade do Sacraueoto de
Santo Antonio 713*000
N. 24. A mesma 372*000
N. 26. Dr. Jo qtii C -i di .o Mari-
nbo de Souza 1:097*0 o
N. 28. Jor Cl-.mentino B zarra de
Mello
1:536*0OO
N 30. I?oo:eoc:o Pereira de Farias ItSMfOOO
Secretaria de Estado dos
Negoc os da Iad'8iria em
27 de Julho de 1895.
1. DIRECTORA
Arrendamiento de lotes de trra
do Archlpelago de Fernando
de \oronha..
Para conbeoiLaento dos icteressados,
faco publico que, estando o Sr. Qoverna-
dor do Eatado autorisado pela le o. 124,
de 3 do corrate mez, arrendar, a quem
melhores vantagecs offdrecer, pequen-1
lotes de tena no arohipelago de Fernando
de Noronba, rec^bem-se ntsts Secretaria,
at odia 31 do mes de Agosto vindoure,
1 hora da tarde, propostas pira o rete
rido arrendamento, mediante as clsasulaa
em seguid estipuladas.
As ptopostaa devem ser conveniente-
mente selladas, entregues em carta fecha
chrda, e ooter em termos claros :
1*O proco do arrendamento de cada
um lote de trra.
2*=IndicacSo da residencia d con-
currentes.
3a='JomprovacSo de idoneida j para
ezeeutarem estrictamente os contractos.
Nao serSo eceiras as propsstas :
IUrganlssdas em desaccordo com o
presente edital.
IIBieead.s em preyo d'outros con-
Iasti^uto Benjaraia Constant
30 de Julho de 1895
Pela s ser atara do Instituto Beojamin
Constant e de ordem do Sr. Dr. Director
se fas publico qoe sa aoha aberta at o
dia 15 de Agosto viadouro a inscrip^Bo
para a matricula no curso de preprate r os
e commercial annezo ao mesmo Ios'.it.ito.
Os p4'S ou enoarregados dos metriou
landos deverSo aaresait.r ao Director do
estabelecimento os requerimentos construi-
dos comtodrs os documentos justificativos
dos eoodi\5es em que se acham os candi-
datos a mttricul, que sao ;
1- Certido de idrde oa dojumento
equivalente;
2* Attestado de vacioaoSo ou revaci-
nacSo;
3- Certificado de que o candidato nS.
aoffre de modestia alguma contagiosa oa
iole to contagioso ;
2,; 4* Attetudo de bom procedimento
presido pelos professires e directores das
escolas que elle houver frequaotado, ou
por?pessoa reconheoidamente ido-tea.
A taza para a matricula nos differeotes
annos do curso ser de 1250JJ, paga na
reparticSo competente, mediante guia pas-
eada pelo secretario.
O secretario,
Ce's> Tettuliano Feraandea Quiotlea.
Arremata^o de 3 ca-
bras
Paz-se publico a qoem inte-esaar, que no dia
l de Acogi proxiuo, as 5 boras da tarde, no
logar Qa.tro Canto?, da freguezla da Graga,
rao a nova praga tres cabras aoprebeadldas va-
gando, pa-a pagam-o'o daade-pesai de deposito
malta, sendo eotre?oes a qoem tois offerecer.
se al o moraentj da praga oao forera reclama-
das por saos di nos, ais quaes sarao eotregoes,
mediante pagamento das referidas despeas*.
Seceiaria da prfeitura municipal uo R-cife,
30 de Jalbo de 1895.=3 senretano
Joaqun J. Ferreira aa Rocba.
IIIFirmadas por quem qner que tenha
dixad) de cumprir contractos oo pro*I
IDMsas de contractos celebrados c?m qual C $ aaltora do caljment?, em qoalquer ponto
Edita 1
Illuminacto elctrica da ci-
dade do Recite
A Secratana da Industria do Estado de Per-
aamboco, faz publico qoe de accordo com a Le
o. 73 ae 18 de Malo do co-rente anno receber
at o dia 20 de Seicmbro prximo propias
para o aervico de lluiiinacao elctrica da cida-
de do Recife, as coudicOes aeguiotes que ser-
virao ce basen para a celebraco do contracto
que noa termos d'aauella lei se bouver de la-
vrar.
Art. I A concurrencia versa'a.
% 1.* Sobre o praao do privilegio durante
qoal o concessionario lera, excluido qualquer
concurrente, o monopolio desse servigo.
2. Sabr as condic6es a que se prope o
couctasioaarlo, aps a termioacao do praso do
privilegio.
3.* S-bre o systema de assenlameo'o, cana-
:i-.0cao dl8lrlbucao e regulamentago da ilinmi-
nagao.
Sobre a intenaidade mnima da illcmina-
oner das ztioct s
ticSes do Estado.
tIVQ-ie nao tfiartc rem ka garantas e
qualidadea exigidas no presente edita1.
4* Neuhumj propoata ser* aceita sem
qoe o concurrente presente recibo pro-
vando bsver dep laitaiu no Thesoaro Es-
teduu], t voapera do da designado
para a abortara das propoatcs, quantia de
doos cintos de reis (2.000)9000) qne per-
der em beneficio dos cofres do Liado,
si, preferida sua propala, rec-iaar-aa o
propnente a asignar o contracto es*
pectiyo.
5aOs concurrentes observarlo, como
Ibes compre, i>s clausulas, abaizo traoa-
criptas, do lecreto desta data, bem como
as demais dspo8(6ea legaes vigentes, re-
lativas a arreodamento de proprics eata-
daaes.
Havendo duas ou maia de duas propos-
tas em perfeita igualdade de condi^Sis,
ser preferido o concurrente qoe melhores
rovas de idoneidade tff recer.
(Clausulas do Decreto de 27 de J. lbo
de 1895 )
la=As propostss versaro ezclusiva
mete sobre cada nma das ^industrias aqu
espeo fijadas, sendo, porem, iivre a c>n-
correncia explorac&o de urna, nica-
mente, ou mais do urna das mes asa ini-
doBtriB.
2a A ca-a arrematante fisam plena-
mente garantidos :
*)o direilo exclmivo de explorar a
in iuatni que oootraotsr, e por todo o
prtzo do arrendarr eu'o da rea, o qual rao
ezceder em c-so algum de< 15 annes,
contador do dia da instaliac^So do servico ;
b)o direito de preferencia, em igud-
dade de condic,5es. gibo tenha de a r no-
vameote posto em coocurrencia o arren-
damento (lei d. 124, art: 2)
3* Eagotado o praao de que trata a
clausula precedente, tados es ed ficios,
obras, macbidss e quaeaquer bemfeitorias
effactuadt-a pelos arr matantes reverterj
para c Esudo, sem indomnisacSo alguma.
4aA 8 iperficio de cada um des lotes
de trra, cujo tamaito, medicSo e demar-
cbcSo serSo faitas casta dos arrematan
tes, ter o camero de metros quadrados
que )6r nressaario. segundo o genero de
trabvlhos exigidos pra cada ezplorai;Sn.
5aFica oonstituiudo om lote de trra,
para os effeitoi deste Decreto, o grupo
das ilhaa, tambem pertenceate m arch-
pelago de Fernando de No onba, deuom:-
nadas : cRatai, aDo Meio, Sella Qioe
tai, Rasa, M.0 Jo>>, e os ilbos all
exintentfB,
6JPor conta dos arrematantes coim-
rSo todas aa despeaas oo.n o aorvico que
o Governo instituir para fiscalisar a exe-
cacSo dos contractos de arrendaran ito,
qner em Fernanuo quer no continente.
7a Os arrendamentos sarao ictransfe-
rives.
r-Tambem nSo serSo actaa aa pro
postas firmadas por estrangeiros, tb poden-
do oonoorrer a este ariendameuto cida
d5 s brasileiros nato oo na ural sadoa a
maia de 5 aunes, fioando entendido que
todas aa quesees suactada; quer na esco
iba dus proprstas, quer ca ececuclo do
contraoto, at-ro reaolvidas em definitiva
pelas autoridades brasileiras, impirtaudo
caduoidade do contracto, sem direito
indemaisacBo de especie alguma, o appello
feito por qualquer fr^a intervencao
diplomtica ou aos bora officios de aatonda-
deTaatrangeir 8, bm cero qualquer asso
oiacBo doa conoeshionarios com cidadSo oo
institaifSes estrangeiras por instrumento
publico ou partiouiar.
O Director-geral*
JoSo Dim'z Ribeiro da Conhs
pri
aemro do permetro nue limtur a rea do
vilegin.
g 5 Sobie o prego ds anidade de lux elctri-
ca, discriminadameiite para a illominao publi-
ca, quer das roas, p-acas et.', qoer dos edificios
punh oa, e para a particular e domiciliaria.
g 6.s Sobre oa abat meatos feitos nesse preco
quoooo se tratar da HlommacSo as casas de
caridades 8 escola*, palacio do governo, quar-
leis e mala repartir08 publicas qner eataioaes,
ujoniripaes ou feder.es.
7.* Sobre a djcgooo oreco segundo o
numero de horas ae illumtnacao em caaa noute,
e se.-undo augmentar o consumo.
S 8.a Sebre a iotensidade media da luz as
"0ute8, que deverao ser servidas por lampadas
uo^ca inferiores a 2.000 velas.
9. Sobre a divieso ou nao das cldadea em
seciorea Independiles oo nao.
10.* Sobre o praao para comecar os traba-
Ib s.
M.* Sebre o prasn para te-mioarao dei-es
iracblhos, oetn s do aervico total para dirioiti-
va inetallaco e funccloaamemo aa Ulominacto
em loda rea do >rivilegio, cumo separadamen-
te para os diversos bairroa da cidade, de modo
a sar a parte ceotral Iluminada i los elctrica
no maia breve praso qoe poseivel for.
Art. 2*. Cada proposta devera ser aromoa-
nhada do certificado qne altate ter o proponen
te depositado no Ttiesours do Estado, como
eauco para ssigoatura do contracto, a imper-
ancia de 18:000 (quiaze contos de rer) em ai-
nn-ro oa em apolicts ds divida poollca.
An. 3. Jolgada a con:urreoc a se restituir
o deposito o proponentes p'pjodicados, deven
do a cangao oo proponente preferido ser eleva-'
da a 30:000* por occasiao da asslgnatuia do
contracto, a qoal nao peder ser demorada maisl
e qoinze oas aps o jalgamento da concarrea-
cta, seado aquella qoaaiia Sesunada a garanta
das mallas qoe bouverem de ser impostas para
ti : exeruco o mesrao contracto.
1 Esta ranean ObiI permacecer oo The-
souro do Estado al a expiracao do praso d
privilegio.
2 Dever eer Integralisadi, dr-atro de oiio
das, toda a vez que for esfalcada por mollas
imoostas peio fiscal do go icifr-cii) de qualquer das clausulas contrac
iua>-8.
Art. 4 O contratante ficasejeito s se-
gooles molas.
;,) Perla total da rauco si dentro de tree me-
zas contados da asslgnaio-a au contracto nao
bouver iniciado o servio, de jastallago.
b) Multas de 200 a 1:00 ) durante o prvile-
glo, pela infrarco de qualquer clausola cootrac-
tual ou eiapoBico do regulamenio que com au-
diencia do concessioaano ter de ser elaborada
pela engenheiro scal para boa execuc.o do
mesmo contracto.
r) Pcraa de metade do prego da luz corres-
pondente a cada foco que for encontrado enfra-
qaecilo ou apreseotaaao treqaeoles e ncom-
modas iot<>rmitiencia8.
d} Perda de doas tecos desse prego qaando
foco apreseatir frequeutes eclipses.
) Perda total desse prego quaodo o foco esti-
ver apagado dorante mais de metade aa tote.
I) Qaando o numero de focos as coodigdes
da teleraesubir a i|3 do total de focos, ae
crescer a malta de 1:000*, e a de 5:000* quan-
io subir a mais de metade.
do sohir a mata de meiade.
B) Quaodo esee faci se reprodota mais de
trltita vetes do aooo o gaveroo codera rjcitr
a ir o contracto si Bao preferir cnegar a aovo
a corno -'e que possam resultar vautagens para
o eervigo.
h) Cadocidade do contracto si por colpa do
ronlraciaoie flear a cidade as escuras doas ooi-
les consecutivas oa cao.
Art. 8. Para boa HscalisacSo do cootracto o
gove-no mantera juoto compaobia om eoge-
tmeiro riscal, om ajudante e o numero de guar-
das de iiluminfcao qoe lr jalgado necessa'io
uas qoe n&o exceder de seis, para o qoe deve-
ra e contactante entrar annualmenle com a
qoaolia de 2O:O0O*iO para o Tbesooro do Esta-
do desliaada a pagamento desse pescoal.
nico. Alem dessa quantia annualmenle
reaiisada pelo concessionario, dever este foroe-
cer sua costa e de urna vez por todas para o
e-i-npiono de fia.al aago o* iastremeotos que
forem necessarios i veriOcago das caodigoes de
orna ba llumioago. nao excedeodo todava
essa despeza a 10:000*.
Art. 6 Dentro do praso mximo de um anno,
a contar da data da assigoatura do contracta de-
vera estar fonectooando em loda a sua Dlenitude
a iliuinmagao elctrica noa bairros do Recife, S.
Saoto Anioaio, S. Jos e lia Vista.
Art. 7.* 0 praso mximo para termioagaode
todos os trabalbos ser de doos aoooa.
Art. 8* Ser de tres mexea o praso mximo
para iniciagc do rervigo, coatado esse p aso da
aeiguatora do cout acto.
Art. 9.* Dentro desse praao deveri o conces-
sicnano preferido sob pena de caducidade t
perda da caagao entrar para o Tnesouro do Es-
ado com a importancia de 994:917*528 ao cam-
bio do da, segundo a avaliaco do arbitro det-
empatader, como valor da aatual etnpreza de
llomimagao a gaz e nos termos da clausula 13
do contracto celebrado entre o governo da ao-
'iga provincia de Peroambucs e Fielaen firo-
tbers. em 26 de Abril de 1856.
S I." Eses importancia destinada nos termes
da Le n. 1.901 de 4 de Jaobo de 1887 ao paga-
mento a que esta sajeito o Estado pur fo ca
daqoella clausula e nos termos do art. 1 7*
dessa le. e portarla do governo do Estaco ae 7
de Oaiabro de 1890 e recpecvos considerando.
!' Realisado no Toesonro do Estado pelo
concessionario o deposito daqoella Importancia,
cabera ao Governo do Estado liquidar com Fiel-
den Rrotbers o exllncto contracto e o pagamen-
to a eBtes devido como IndemoisagSo, todo nca
termos da citada clausula 13' e mais decises
cima indicadas.
g 3.* Nesaa liqaldagao ser avallado todo o
material da Empresa que nao tiver sido inclui-
do na avaliago de 1889 fela por aquello arbi-
tro, para o Hm de ser lodemoisada a mesma em-
presa da importancia respectiva, qoe igaalmente
tero de realisar os novos concesBiooarios, om
anno aps a data dessa segunda avaliacao.
g 4. Para esse flm logo que fr asaigoado o
novo contracto o Governo nomear os seus arbi
tros para que procedan) avaliago do u:at
accrescido.
Art. 10. Em todos os pagameotos devidos por
indemoi8ago do Estado a Bmpre3a o Governo
U9ari coiO melhor Ibe parecer do diraito, que
Ibe garantido pela clau-ula 13 do cit. contrac
to, de realisar ditos pafr-amentOB em prestagOes
ananaes segundo as forgas do cofre estadoal,
juro de 6 /. e a qoaatia que restar al a extinc-
gao da divida.
Art. 11. Podendo a actual empresa de llumi
naja o a gas cencorrer apresentando proposta nos
tertnoa do presente ed.te', Uca enteodido que a
preferencia s ibe < abera nos termos do art. 1.
g 5o e 6* da cu. Lei n. 1.901.
g l. O novo contracio s pod:r ser lavrado
com Fielden Bmiuers como innovago do de
26 de Abril de 856, fetae as devidas modiflea-
goes nao s quanlo ao systema e illomnagao e
suas cooseqoencias tecbolcas como priocipal-
i ente depois de expresta declarago dos mea-
mos Fielden Rrotbers de acceitarem a innovago
como liquidando definitivamente todas as ques
toes existentes entre esses empresarios e o Go
veroo do Estado, desobrlgado este do pagamen-
to da indemoisaco da cit. clausula 13" do con-
tacto de 26 de Abril de 1836 e sera mais direi-
to da empresa reclamaco de qualquer paga-
meato por pBrie do Eatado, salvo todava a divi-
da du gas consumido na illumin&go publica e
j escripmrada.
g 2 O concessionario, Fielden Rrotnere oo
ooiroa, podero empreuar o gaz carbn en pa'a
uminago doB suburbios da cidade do Recife,
leudo igualmente privilegio para esse lim, no
qual po ero empregar c material actoalroecte
em eervigo, feitos a juiso do eogentieiro scal os
devidos renaros. concertos e BUbetioiges bem
como conairueges novas que forem p-ecsas.
Art. 12. Oa conceeBionaiioa gozaro igaal-
menledo privilegio de foroecer no permetro da
cidade forga motriz para o servigo das Indoa.
iriaa que quizerem empregar jara esse fin o
gaz carbnico ou a eleciricidade, ticando obn.
gados a conservar durante o dia a presso do
gaz e mais requlsilc-s necessarios a alimentago
de motores, ao forBecimento de laboratorio, e
aos demais mlsteres a que poder servir aqoelle
gas.
Art. 13- 0 governo foroecer aos proponen.
tes e ao concesBiooarlo as plantas que possue
da cidade e seus suburbios, cabendo a aqnelies
orgaoiear as demais plantas, trabalbos granb.
coa e dados leiboic s que forem precisos a con.
feccao das suas uropostas.
Art. 14* A lllomimro elctrica dever ser.
vir aoa balrroa oo Recife at a fortaleza do Brnm
e a pooie do Limcelro, Saoto Antonio todo, S.
Jos (l- e 2- distinctos) al a ponte de Afoga.
dos. Boa. Vista a comegar na ra da Aurora to.
das devendo abrai ger todas oa pontos desse
bairro servido actualmente pelo gaz carbo*
oleo.
g 1- Todos os demais pontos fora dessa rea
presentemente illuaioados a gaz pedero con.
uiuar a sar illumiaidos da mesma forma oa a
loz elctrica segondo mais coovier aos j ropo.
nentjs e for accordado coro o governo.
g 2- Nos suburbios o governo poder ronce.
der pnzos malores para terminagSo dos traba-
lbos destinados a levar.Ibes a llamlz
oa s luz eec'rica, ludo anda secundo o que
mais coovier aos proponentes e for igualmente
accordado com o governo.
An. 15- Para mais rigorosa delimilacao ds
a'ea a ser illumiaada o concessionario ass'goa-
r com o contracto um exemplar da planta da
cidade onde essa rea estar rigorosamente
marcada,
g uoico. Nj caso de illumiago mixta a rea
de ama e a de outro syslema sero rigorosa.
mente marcadas nessa planta a tintas difle.
re n tes.
Ari. 16- No caso de ijlomioagao mixta, ba.
vendo de ser esse servigo feito a gsz em parte
rea do privilegio e a eleciricidade em nutra '
parte, os proponentes devero anreseoiar alm
dos pontos sobre qoe versa a coi correncia para
llumioago elctrica, anlogos detalbes tecbni.
cas mataiia mutandia para o servigo a gaz, co.
mo typo de bico inclusive os mai- modernos do
Bjstemo Aoer, eujeitaRd-'.'e as clausulas do
eailai da p-efeilura municipal de 28 de Ai-osio
de 189J, adiaste transcriptas.
A'. 17. O contracto ser do municipio "o Recife. suieita a decima urna.
sa ou que de (aturo estiver sujeita a essa de.
cima.
Ari. 18- Pa'a todos os effeitos do cootracto
serio nicos competente] os tri.ooaes do Esta.
edo de Peraambuco.
Ar. 19 O governo do Estado se obriga a
coBcetder iseogo de ixpostjs eeadoaes e mu.
n'.cipaes para o material, combastivel, obras,
etc.c.aoenuo ao cojcessiooano solicilar 8* qoi.
d -r do goverio da (Joio iseogo de arenos fe.
tasas
CLAUSULAS A QUE SE REFERE 0 ART. 16
Da qoaQtidade do gaz
1.a O gaz sera carbooti.o, exirabido do carvo
de pedia os ootras saostaocias qoe o possam
aar oasconiigesem que elle exigido pelo
presente cost-a. t >.
2.' Anies oe ser laBgido na tele de caiali*
sago, o gaz ser expurgado de tod s .s ma*
materias no.ivas tanto a sacle publica Cd'co
boa conservago dos eucau&cuantoB e appira-
ibos.
3.# A loz do gaz ter o poder iUnnioante o
dez vellas de espermacete das que queicna aete
gramraas e oiteota ce.ngrammas porjbora,cor*
respndeme ao 120* isglezea.
4.* Esse poder illomitiante ser verificado
em pnotometro aberto queimando o gaz no
mesmo bico qoe od. illuminagac publica em
cada occasiao.
S.' As exparieoclas photomeiricas para veri-
ticago do poder illamioante, sera lenes tolas
as bci'ei entre 6 e 10 horas e o seos resolta-
dos consonados pelo inspector da iuumicago
em livro especial e cob sua guarda. De dez
em dez diaa se addiciuoarao esses resultados
para e ccobecer o poder illomioante medio da
decada. Incorrendo O conlraciaote cm multa,
orno abaixo se estatu, sempre que a oidia da
dcada, lr m'ericr a velas, aesim como, aero*
pre qoe a wna de cada nol'e, tomata solada*
meoie, fr inferior a nove e oiio drcimua ae
.vela.
6.* A presso do gaz em qualquer ponto dos
ejcaDameotos pblicos jamis ser maior de
20 milmetro?, aera menor de 4 millimetros.
TITULO 3'
Da fabrica, suas dependencias, caoalisago e
laneroar publicas
10. O cootractaote produzr o eaz em urna ou
mais fabricas, comanlo que jareis possa invo*
car a anidade da fabrica para aentar-ae de for-
oecer gaz ende Ibe fr reclamado, tanto pelo
moni ipio como pelos particulares, dentro do
permetro da niara cacao publica actual ea rea
a accresceoiir, que ssr marcada aa planta que
eile ce ve assiguar por occasiao da assigoatura
do contracto.
11. O cootractaote mantera semore asna fa-
brica oa fabricas, gazometrose officioas em es-
tado de afeoder a todas as neceaBidadea do ser-
vigo da llumioago publica ou particular ; teri
as bateras ao torno aue forem precisas, de
sorte a b-ver sempre orna balera, pelo meos,
de reserva; empregar os apparelbos mais mo-
dernos para a aparago do gaz, coaliouando,
porem, eomeote com os acluaes exquaoto elles
bartarem e BRliatizerem as neceasidades do ser*
vijo da distribulco ; mas os gasmetros que
ruootar fa da faorica sero ligados a eBta por
um conductor virgem, de sorte que, nem mea-
mo dorante o da a regularidade de emisaao
possa ser perturbada pela operago do encl-
menlo desses gasmetros; ter lodos oa ma
appareloes precisos para a re ularidade do ser-
vigo ; maniera sempre a rede ne ca.talisago
publica e denvages at i porta dos consumi-
dores, em bom estado e cora os dimetros cor-
respondentes as consumo.
As artoaea laoteroas proprlameole ditas se-
ro, dentro do prazo de tres annos, cootados da
data Ja assigoatura do cootracto, substituidas
pelo contrae-ante -por outras do tjpo actual da
cidada de Pars, lto Isnternas cam *idros
curvjs refiexo e oa porte superior.
As novas anternas que ee assectarem sero
ogo deste typo.
Todas as laolernas publicas sero sempre
maotldaa em p rfeiio estado de aaseio e de pin-
tora e numeradas com algariamos de metal pre-
to oos vidrua.
15 Para a llluraioaclo publica, correr por
como do cootractaote o foroecimeoto e u assen-
tamento dos combueiores, camprebendendo o ra-
mal, a columna oo ai andella e laoteroa, e bem
assim a couservago e aaseio dessea orgos e a
operario de ascender e aprea-, serondo um
borarlo. que ser flxado pelo eDgeobeiro fiscal
de accordo com o comprimeoto das noiles.
16.' Para a illuminago particular tera o cen-
tractante o privilegio exciuivo para o foroec-
mento. assentameoto e reparag) do ramal at o
meildor, correado as despeas por coma do
consumidor, salvo aa te aBsentamento, foruecl-
m-uio ao ramal e sua cenaervaco, na extenso
do- dez prlmeiroa metros contados do encana
ment geral, de onde deve partir o ramal para
o coosomidor, parte eata que ser a cusa do
cootractaote.
O eogeobelro fiscal fixar, de accordo com o
esntractante, a tabella dos pregos para essas
obras por conta dos consumidores, devendo esla
tabella ser revista de 3 em 3 a::noa.
18. Neobum medidor poder ser assenlado
ou reasseotado aem qne pnmelro teoba sido of-
ferecldo pela inspectora do gaz. Essa afferico
ejgraluita.
22 O consumo de gas ser pago por mes
vencido, effectuaodo-se esse pagamento al o
oltimo dia til do mez seguale. Na falta de
pagamento por parte do Estado, vencer o debi-
to jaros 4 rszo de 6 % oo prlmeiro anno, 8 (.
oo 8eguodo, 10 "o no tercelro de demora, e as-
sim seguidameole. Na particular, o contactan-
te ter o direito ie corlar a cammuoicagao do
gaz e e resiabe.ecel-a qaando a divida Ibe for
paga pom oa cem ptenles juros, a razo de 6 [
ao anno. Na falta de pagamento por parte do
uqnilino responde o prcprleiarlo do predio.
23 Os medidores eero do systema mtrico,
continuando-se, porm, a uaar os que existirm
assentes na data deste contraco em qoanto ee-
tlve-em em bom estado ou poderem ser repara-
dos. O consumidor livre de comprar o medi-
dor a quera quizer, inclusive ao contractante,
que oeste objecto exercer sua indueiria em
livre concurrencia com o mercado ; n. poder.
porm, o me idor ser de om calibre superior ao
numero de bicoB de gaz que bouver oo predio,
nem ser asaentado ou retirado por oulrem, que
nao o cuotractaote.
24.* A caoalisago s partir do medidor e os
apparelbos da illomioago correen por conta dos
cooaamidorea (salvo da Illomioago publica) e
podem ser vendidos e assentes por quem coo-
vier ao Consumidor, inclusive o contactante,
que nease objecto exercer eua industria livre*
mente.
Jo* Os coDbomidore8 6o responsaveii pelo



'
1
i.
i





Diario de Pernambuco ftnarta-foira 31 ce Julho de 15Q5
kK^oioto Ju Kt uT 10 cuj riu.-> oia< e ?
gistraJc peoi mejidores, emoo-a ne pairea ou-
uifi-o ou inaj atado ae seo? MWfm.i de il
laroinataj uu u caua'.isaco "leni tf0 medidor.
26* Tanto o contrapunte tomo o Cuo.-utuidor,
emp-c que easpei'are o ene o meaiflor tero
deuado gb beui luaccionar, terao o dtrelto de.
reclamar da inspectora om exame do medUor.
correado a de. p*a por cou'a daqnelta das doan
partej qoe reclamar o eianie. Se para o eia-
me lof teceasario a retirada do medidor, om
oal o fe a provisoriamente intU'lado por coma
da parle reciaoioie, se por accor o ente elle*
nao se asseo.ar em avallar o wii-ma oo h*>"
im pelo t limero ae tacos. O medidor, sende*
ma p"otriejaae do coufcumliior, se do exaf.e.
CoLbecer-se a necessidade ae coa taosivuicau
e noa desoexa corer- po<-coala ao entra.
Oidor.
17. O consum ior jamis podora imped r ao
coniractame o mgresso al o medwor, ""lo
para a leliora da luarc^So como para ntrete.- o
nivel rugaa cease apparelo.
S8 T &o respectivamente rtsponsaveis peranie ca tri
oouaes pea fraude que ntroiuxirem bo me-
didor canendo pane leada accionar a cuna
por p-d.e e dmeos.
29 O oonsomidor oto poder oen permiltira
aaaoia.- ao jir.ur ppa eiiio de oaturna al-
cuuia cus o carcter tixo e qoalqoer appm'ibu
detse geoe o so sera adaptado a canalisac.ao
depois ue pa?saio o medidor.
TITULO 5.
Do contracto
31. Doraste o praso do contracto prefel'.o mu-
nicipal neme Estado poderao conceder nem per-
miuirqoa ontroa assentem na ta poDlua tutos
para conduegao de gai ue tllamiDacao, por aerees
00 subterrneas pa'a transpone de elecirici ade
com applicacaoa illuJiiaacao poolica ca partiec-
lar. oeai tui.os. oro qsaiqoer torc que pessa aer applicada a Hloml-
nacao publica ou particular dentro da referida
rea, salvo accedo amigavel com o contra-
cta n te .
33.* Dorante o praso do contacto, o cor-
trac ame deera ler stmpre em Beu* drpo-
Itoa on no prt desta capital o carvSo pre-
dio pura o foruecimeuto de **t de oa trimestre
e Dtm -:m am apro\. o <:e eovoivimento e subsutuic,ao ca reda *>.
ral publua p-o^avel lecedeocia o seis meaes o engenhr-lro tlaca n-
xara tas qaar^dadea a visorar tm cada exer
35. Para lodos es effeilos io preseate contra
c .. ao uaico compeleres oa irlsuaaes do ha
afic de i'eruuriDaco.
TITULO 6.
Da lui 37 Tcdaa ca obras que o contracraoie Douvpj
ot- hier, quer em augmenio da CiDalisagao ^.o-
Dliea. qutr oa ana lao lea e depcdenciag aerao
Bacaliaad*a ptlu iaepe tor. para qari seiaai fe
Us i-.iji a uc.esaaria aeRuracga e pri-prledade.
38. Cabe, cuiro s'm, ao iospecior decidir
quaea qots'.O-- que t soaeiure. entre a em-
reda e o- parlicoiiM, quaoio ao forntcmenio
de Cita (ofllM t consomo, fiando livre ae
parles recu a^ para C3 littrjMW.
39. No piscipio de cada trimestre o contra
etaale r.meis.-a ao inapeclor orna lua do pe,-
goal de acce-.:edorr8 com as soa leapecl.va
residencias e tesinafio dos reapecluos diatri-
co* em qae fonicionarem.
Qaalqae.- alieracao neaia lisa deve aer Icm;-
diai.menle commuoicada ao mspecior.
Recife, 2 ds Joi ha de 1895.
a. flrbauo P. Mf nleneero,
Director geral ulermo.
BECLAMGOES
87^336
87*335
131 OOi
174*672
36x4008
i7i:.'jrj
13I40C4
34M3
26X1U8
520.8
3i9*'J4
349X34
I7i#72
QiSM n. 29-Lojas d movisRs...........:
U 10000*(K!0 (i)
Pedro Anones, ra Dnqoe de Ca-
sias, o. 63, t. divi-ao
Berto Mactado. roa do Barao da
Vicuir!', n. 11,1. idem
pereira v io aies, roa Dr. Fetoaa,
r. l l,a iuem
Cixro M-'i-io, roa Barao da V.-
t ,r:> i.. 2i,l.* dem
Io Aokosio da C. Pigoeireo, roa
o. Ijjierbt ix, n ,3.idem
Amonio Lourenso Pedrora, ma co
Dr. Fetoaa, c. 21, 4* dem
Joao Beaaa, ra do Dr. Peitaaa,
o. 27, 3." luem
Aifreuo ancbeH & C, roa ca lm-
oeratns. n, f8, 2" mem
OWjI-io Gu-o,ao, roa Harqoex de
iicd, ii. 52, S.o idem
Maco i/i.ves ue O i*eira, rna da
Imperalriz, o. 33, i.' laeuj
Mauoei Ale$ Pedro*a, roa 00 Dr.
Fe tvaa, n. 10 4* dem
Anuus:o Himeueitfdo da Silva.
ra do Dr. Fetoa*. o. 31, 5*
:t<-m
Jeao Antacio Franco, m do Mar-
quex de olinda, n. 12, 5.* idem
Mixoel yei'j, roa do Bom J-B08,
n. 45. 3 dem
J innuiui Herrrardo dos Re!", ra
L rga da Raaarto, o. 30, 4.
.oem
Braga Castro, roa Marqaei de Oin
oa, o. 56, 6.* idtBJ
VlOLto oe Si oa Roal, Bario de
Luceoa, d. 26,4- inem,
Ao*elo da Mot'a. 'oa Marqoei do
H'val, D. 33. 4* dem
Aanusto Ho.io-ao de Miranda, ma
Ua D'. Feioea o. St.'5.* idam
Fran.ia;o Gom^, roa da Impera-
tnx, o. 13, 5" dem
J Ricardo na Coia, roa do Bom
Jeaov, os. 12 e 14. 6.* dem
Barbo* Foo:e -a & ''.. roa do Dr.
FetJS-c-, n. 34, idm
EosiaqaiJ & C, roa da D\ Fe-
toaa, n. 43, 5' dem
Toeoauro Heoi*-m, rui do D.'. Fel
lo'a o 41, 6.* dem
Bor O & C, ma da Imperatrix, n.
J9 7. idrlS
Stlveam Piatj & C.. roa. do Barao
oa Vicio'ia. u. 37, 8 dem
Caweiro Viauno & C. roa Ma'-
qcei de Olmda. u. 5i, 9.* dem
Carvalbo iuoior & Lene, ma do
Barao da Victoria, o. 5i, 10.'
.aero
Miranda Soom, ma M rqoea de
Oiinda, i 6, 1.* i"em
Francisco L*< e roa do Com-
merco, n. 32, 1." dem
Gomes & Fernandea, ra da Com-
mercio. 28, I.* dem
He-mina Macnado. roa do lpe-
rarlor, i lato*
Gcilberme Ferreira da C-m. tra-
vessa das Croxea, n. li, 6." idem
Antonio Teixeira dos 8oto'. roa
Doqoe de Caxiaa. o. 33,.5.*ideu
THItTRO SUTI BHB.
Quinta-feir, 1 de Agosto de 1895
Grande Coupsnh'a Dramtica Italiana
TOSCA
Principiar as 8 horm
Bonda e trena para todaa as linhas mecos para Oiinda.
Mappa demonHtrativo do rendimento da Alfandega de Pernambuco no raez de Feverelro de
1895 comparado com o de igual mei de 1894.___________
DBM0MIMA5AO DAS RBNDAS
Diretlos de tmportdfSo
Para consumo.....
Expediente de 10 /<> dos genero9
livres de direitos de consumo .
Dito das capatasias.....
Armazenagem......
Despacho martimo
Imposto de pharea
Dito de dcas .
de 60 Vo
de 30 >/
de 10 /.
Addicionaes
Sahida
de 21/2% sobre melaes e pedras
preciosas .......
Interior
Renda do Correio Geral .
Dita da imprensa nacional
Diario Oflicial ....
Dita dos proprios nacionaes .
Laudemios ....
Sello de matriculas de aulas pre
paratorias......
Dito do papel hxo ....
Dito do papel proporcional. .
Oito do papel adhesivo. .
Imposto de transporte .
Sobre vencimentos e subsidios
CobraDca da divida activa. .
Consumo
Imposto de fumo......
Extra ordinaria
Contribuico para o Monte-po da
mannha........
Indemaisaces ....
Receita eventual, comprehendidas
as multas.......
Monte-pio Militar.....
Dito dos empregados pblicos. .
Depsitos
Depsitos da Caixa Econmica .
Ditos de diversas origens .
87*336 Contribuiso de caridade .
1895
949 869S464
33.8148934
8.0648827
26.907S644
3.4408000
931SJ00
237.7818727
199 3098 t<>S
3 8238652
20S000
13 990S230
81S00D
r'03000
3128500
1.7648030
2-1358514
8.7638100
20.3798960
8 0088150
4.1688017
2168555
1894
1.0726638103
181118460
6.6878811
25.0528270
4 860S000
1.3148.100
353.8248747
170.9858615
5.6028584
Somma
7428100
5 1628292
10-7518611
2528313
4 5348000
248.0748000
86 0208107
9 9548255
1.889.3648075
238500
8
2 4128500
5078000
3.9058540
5 152SU1
13 9989O0
6.4198100
3.1953094
618431
3.27O.J000
32*8187
4.498S899
12.0828933
8128922
3.6248398
172.2108000
3.9898766
3.6068832
1.899.1988036
DlFKBBIXCAS
Para man
I
15.7038464
1.3778016
1.8558374
I
28.3148353
208000
13.9908230
51#5O0
308003
1.2578000
8
36108989
6.390S060
1 5893050
972.S923
1558121
ara mensa
dEtrUKtt MARTIMOS CONTRA
FOOO
Companhia Phenix Pernambu-
cana
RA aOCUMMERClO
SEGURO CONTRA POGO
122 7938631
1.4208000
332S700
116 043S018
8
1.7783932
2.100^009
8
1.7691996
8 l
Pede-se ao Senho-
res consummidores
me queiram fazer
jualquer commumea-
ijao on reclamaQao, se-
jaesta feitano eserip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
5 5,onde tambeinsere-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio daSil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro NunesJ
Todos os recibos
Refinaria e Destilaco Aiwtrian L!oyd8 Steam Na-
vigatON Oompaay
Per nam bucana
Achsm-sea oigoogican dos 8rs. actlnouna, no
enc-iptorio ds a sociedade a ra do Comojercio
n. 3i, o balanco e uau cocumenio* ex:ifl09
por Irt, relativos ao auoo Ondo em 30 de Junbo
prximo oa'saao.
ltec.fi, 19 de Jolbo de 1895.
j. Goocalvej Pinto
Prej'd^ni.
Companhia Florestal
Agrcola
Acha-se a disp s9o dos Srs. accionis-
taa o escript rio dtata Companhia, a roa
do Apollo n. 22 o ba'anjo e maia docu-
mentes re at vos ao anno findo em 3 de
Junho do conente anno.
Recife,24d Julho de 1895.!
Jos Gotifalves Pinto..
Presidente.
Multas
Peles Brs. commi9Jnoa do 1 digtricto e do
5, em cutaxlsao oo !, foraoi rooliados em
cem mil iis. (I00&(K0) s Srr. R-ia Santo*,
A. ae Cirvaino fc C. aiodo Sil* O. e Amonio
P-ito oa Silva & (i., pj' infracgijOu art. 44 ao
regolameoto s.uitkrii vigente.
Apoll.nano Ja T. iota i Meira Hioriqoes
Secrtlario.
Partido Pepublicaoo Fe-
deral
0 direct rio do partido r^pobiiaco feleral do
! digtruto de Afolados cooiara main a aflbaSo
do eleitur aO xo escripto.
Joaquim X vi' Consiancio.
Afosdo--, 29 de Julno ue 1893
icAJurae
:cs


H ovo
3.2708000
4138913
663339.5
9298602
75.8648000
82.0308611
6.3478423
241.5668252
:t31S3l9
6698609
3
8
251.4003213
RECAPITLACO
DSNOMlNAClO DAS SENDAS
Importago
Despacho martimo
Addicionaes
Sabida
Interior
Consumo (de fumo).
Extraordinaria
Depsitos....
Total
Diflerenca para m^nos
1.018 6568859
4.4218600
410 9053549
20S000
59.8493056
8
21.462834:
344.0488662
1 889.3648075
1.12285148644
6 1718300
530.4128946
8
35 6723179
3 2703000
21.3478369
179.8068508
1 89X198S036
8
8
8
20S000
24-1763877
8
1148980
164.2423061
183.5335921
103 8578785
1.7589700
89 5078397
3.2708000
rao ser passados em
talo carimbado e fu-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
Pacific Steani Nwgatioi Um
Pny
STRAIT3 OF MAGELHAN LINE
O paque:a
O paquete Orellana
O VAPOR AUSTRACO
Pandora
E' esperado de
T-iCrte ate o dia
w 2 ae Agosto, se-
Ajieuindo cepos da
indipeoa! de-
mera paraos por-
tes da
Bahia. Rio c Janeiro e
Santos
Para carsa, D8?sageo?, eocommendaa,' a di-
Dbeiro a rete, trata* rnn.
OS AGENTES
Henry Forter&G.
Ra do Cjmnoercio n. 8
i* andar
O
vapur
norueguense
Argo
dantos
neeles pruecs das
aranagua
EPera-ee do eol al O
dia 1 de Ju.bo e seguir
depom oa opmera do cos-
ton>e para Liverpool com
escala por
Lisboa
?
Nort Bntish And Mer-
canle Insurance Com-
lymouth
N. B. Este vkvor u teca accon;modac.6(s
para passageiros deS.* ciag'e.
Para csr/a, passogene, encommendae e valoree
trata se com os
AGENTES
Wllso, Soas I C, LiKited
10RA DOCOMMERCIO 10
1* andar
Pan carga e *nc^n-m'ndns tratar com es
AGENTES
rereira ^roeir C.
RUJ DO COM.MERCIO N. 6
1.- andar
iots loisiB
LINHA MENSAL
Paquete
Bresii
Commandante Minier
E' ecnerado do
e d I a' o dia
.--eguiuoo de pola
'da aemora neces-
Bo:deaux com nala por
Dakar e Lisboa
O paquete Congo
OomniMi-iiante Rossignol
Espe".--e da Europa al o dia
4 d- Aguato, segaioflu depoia
< demora uecessana para
pany.
Capital subscripto
1'Um2/9n4CCUmUlad8' "-671018
31/12/94 RECEITA A2WUAL
De premio contra fogo
De di os sobre vidas
3000000
1 359.621
Goffipanbia ttobJ. StomansLine
O vapor
Salerno
2:906.678 .15 4
N B.-A Reparticao de fundos accumuladoa
sobre seRtiros contra logo, na o seres pon su b.lisa
pelas InoaatOea feilaa pela de seguros sobre
vlda3- Agentes,
A. tf. Dallas.
IO Ciaamre* -^ ^
18'7d
16-a1
198 3878882
9.8338961
2.' seccaoda Alfandega de Pernambuco, 23 de Julho de 1895
Frederico Codeceira.-O i? escripturario. Jos Monteiro Pm^.
(Assigoado)-- clree, Lu:
262*006
349344
262*008
262*008
2W4U
349*344
436*680
349*344
349*244
436*680'
524*016
611*351
698*683
786*052
87*336
87*336
87*336
131*004,
349*344
349*344.
FIADO
PERNAMBUCANO
30 ee Joit-o de 185.
Kecebedoria do EaUdo
O chef
Frederico Guimartt.
(i) Pablico'-" este mapp" de nao por l*r
fsm-m o (i'imetra pnaltcasSo aigona coatr!-
Projecto de inscripeo
Para a 2.* corrida que se realisara no
domingo 4 de Agosto de 1895
Nao tenoV sido ralUdc o pareoGazeta da
Tarde fica aberto o segaint".:
Gazeta da Tarde l.TCO metroa Animaes do Perambaoe qu nJc tenbaaa
gacho premios, contando oa olo victoria. Premios : 2505000 ao pri
meiro, 5O4O00 ao sagundo e 25(5000 o tarceiro.
Art. 5 Banqneiro MoBiaxdn o Cuaors.
lias immi awwcsxoiBMi
asan
DE LONDRES
Estabelecida em 1803
Capital f 1,,
(Rs 4,000;000rf00)
SEGURA BDIFICIOS E MKECADOBIAB
CONTRA O FOGO
7AIXAS BAIXAS
PKOMPTO PAGAMENTO DE PBEJDIZO
Sena descont
Agentes
BftOWNS C._____
Companhia entro
Commercial
Coofidamof" os Sr*. accio-iataa daita eamx
nh.a a fasorem a sex a entrad,'; J'u'
aeniro oo prwo de 30 i-.ibb. *oot*oiw:de 8]e.
Macei. 7 ce Julno de 1835.
3>e dirpctorea
TiMirciu Ales de Carvalo.
Boavenm'a Aajurim.
Pedro de Almeioa.
ObsQrTaf89
Des*j Chib de Per-
nambaco
Fica marcado o prao de tree din*, contador
e oi-je. t'a'a os possa.dnree do onhe+ee fe
miados ta t catlJM reatisad* em 28 -e Atori
de-te anno. vrem bascar os r*(eriaoB p m.o.
ijd P^na d perwem o dreito ob masux^.
Hwcnwli Derov CloO oe Pernamboo, 2
e Jatna de 1393.
o gmvente
A. A. Gomes Peona.
inscripto encerrar ae-ha boje as 3 horaa da trda na seoretaria do Prado
roa da Imperatris n. 20, 1 andar.
eonteas do P*ade Pern-naaocano, 31 4 Joiho d^ 1835.
Servindo de Secretario,
C. de Abreu.
Companhia do iebe-
ribe
No isHp'orlo, deaia romiaobia i ma 13 de
Novemoro n. 71. aeram-ae dispcaigio dos
senborfs 8<: por 'ei relativo amona social'* fiado em 30 de
Ari'il do cr-euH anno.
Rtjcife, 29 de J ilna-d- <895.
b'aolilano O C Martina
Director gerrae interins.
lastitato Archeologico-e figr-
Qalo:a-fe-ra I' deAtiOsto, bora.do coetama,
Kivera efioordlnana.
(Sflcreuna do iaatitoto, 30 de Jolbo de 895.
O 1- secretarlo,
Bapiieu.aagaara.
Companhia do Bebe-
ribe
Prefine e ao S-a. concMonarioa de penna*
a'^eoa /|U" nos MjrroaB da noa di*p. ai.-ai ao
Ar 86'do reeolamea'ode penoaa O-Hsoa. em
,iU da certiflao d iun'a de qtnviotm. Ojie
declara ter filo derlO 1/S 1. or 1*003 o Chm-
po medio ."obr* a prc de I.jod-M., oo* triuia
dir 4eeorriloa de J5 im Jor.bo a 24 de iulno do
correnta aoo, o prego o'.ana a*ca*i t'Sl.s
ennas, sr nn raio oa 6*0UU paraj taaa m-
nima, e 444 por metro cobico de excdeme n j
arriximajnai de Aeoato.
Recite, 29 de Jolbo de 4895.
ti
Royal Insurance Gompany
d Liverpool
CAPITAL tM, % '
Fundos accumuladoa 8,274'9.3)lb'.0d.
AGNTESE
PefcflMKN & c
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem do cidadSo tente coronel Dr. di-
rwtor do Areeoal de Guerra, oatritotm-be eos
toras nos da 29. 30 e 31 do corren'e mea,
rom as roBtorelra-, possouoras da eoias dens.
351 a 400, de conrormidada com as oroeos em
" Sercao dw coaiaraa do Arsenal de Guerra do
Estado de Pernambuco, 27 de Julho oe'HWo.
Peltx Anloo'o i'e Aicao'ara .
Qacit..o ad)UD0
COfAiNlA
Progres so Colonial
No Tacrlptorio ceata tonrpanb'a 4-roa do Com-
Bercio D.-34, l-*ndar-, aibam-se a disposicao
dos Sm, accioniftaa oJialaoco e uiaia docomeo-
(08 t'Xitiioos por le. relativos ao anoo findo em
30 de Jonno prximo pa^aio.
Recite, IV deJoltto c* 1895.
J. Ooncalves Pioto
PreiMeu'e.
Sesoe oestes poneos das
para
Macei, Rio de Janeiro e
Santos
Para carca e ennoroiiiwrtse tratar com as
AGENTE
Pereiri aroeiro C.
Raa do Cotaancrcio n. 6
1. andar
CIUMtiCUBS KEUtS
Companhia Fraoceza
DE
IVaTega^io a Yapan*
Linba regalar entre o. Havre, Liabou,
Pernambooo, Macei, Bahia, Rio de
Janeiro e Santoa.
O vapor
Parahyba
COMMA.NDAN"e LUCE
E' eeoeraio da Enrona
ale o oa 3 d Agosto e
st-ecirt depoisda detuora
setessana para a
Bahia, Rio de Janeiro e
Santos

R,.-se acs Sra. importade-e de caraa palos
poree desta linda, ijaeiram auresenUr aeii
ro de 6 das, a contar do da descarna- dan al
vareo iraa joalaaer reclamacio conoeirente a c
lome qneior ventora tenham seeoido para os
portos do anl. aJm de e poderem dar a tempe
as prontsimas oeceasarlaa.
Bu pirado o retenoo praxo acompala oao se
sp..osoiliaa-aor axa-aaios.
Recebe carca: tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Rna do Commeroio9
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Aberdeen
Posicao tnanceira
Capital sabacripto 3.780.000
Fundos accumuladoa 3.000.00(S
eeeita annual:
De premios contra fogo f 628.0000
De premios sobre vidas 208.006
De juros 155.00*
Agente em Pernambuco,
Boxwel William & C
. OMfAtfHIA
Industrial e Cormerciod
Estiva
Asiembla geni eat a ordinaria
S5o convidado* os robore* accitnistas i 'a
companbia a reani">m xe em -stemnlea ral
exTaordinara, no l- and-r do nob-*do a tra-
t<>ia da Maura ce Dos o. 10. as 11 bor-a do
dio 5 (*e Aojto proxiOiO. lim df tomar conhrr
cimeoio da propwt para nquiaacao dirmesm
companbi-
Recie, 594eJohodel8no.
Aoeovio ce Oliveira Mua
Director secretario.
COMPANHIA TTHYS7DE~SBrTJR0S
MARTIMOS E TERRESTSES
BUt DO V1QA.BIO N. 1, 1." AKO-i
Directores
Bati de Souza Lefio
T homaz r Comber.
Julio Lkstu* faes Bawetto..-
Cipua Purnua fie fia-
PORTOS DO SL
Maceio, Penedo, Aracaj
e Baha
O paqnee, Jaboatao
ConimBDctiinte Alfredo GaimarSea
Sgoe no dia SI do eos
rente a 4 r.oras oa tarde.
Recebe carr, Juicomoenriae, pasaaRMia e di
nbeiro 'rete atta lt tiorss da manca do Hia
da partida.
Cnama-ee a-atteoeao oos Srs. carrtadora-
para a clausola 11) do* ronbectmectoB qjie e t
seRuiuu) MSaV'WSi'SaBf
i>o caso oe bavr al(uma reclamacso con>
ira a Compaohla, pofavaria oo perde, dew sai
feila por esoripio ao asente reepeelao do porfli
de descarga, dentro de vkh das dapois de ttna-
Nlo precedendo esta formalldade, a Compa,
nbia tica sentarrie toda a neeponaabilioaae.
E80RIPTQWO
Ao Cae* da Comvanhia Ptrnambueana
a.12 '
fUT d UBI a a
Bahia, Rio de Janeiro-. San-
ios, Monte vixioe Bueaos-
Ayres
Estes paquetes &2o illnminadcs a laa ele.
ctrica-
P-evine-se ainaaia rs. recebedores Ce mer-
aortas qce 6 se attender a redamacOes por
faltas, ane fbrem reconbecida'- ra ociasiso da
Ipsu.-ga dos volnmes ; e qne dentro de 48 ho-
ras a contar do dia da descarta das alvareagas,
deverao faier qoalqoer reclamagao concernen-
te a volnmes que por7entura tenbam seguido
nara ob portos do sol, a!m de serem riadas a
ie npo a3 provideocias nec : ?"^as.
Roga-se aos Srs. passar; -e se apresenU-
rem na vespera da chegadj uo vapor para toma
rem as anas passagens.
Para rarga, pas-agens, encommendas e diabe.
rj a rete tratar com
OS AGENTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42.
1. andar
Balis! S M i w
O paquete
Clyde
Commandante H. C. Rigand
Espert-se dos
portiR so sai oo
dit S ce Agos-
eegnlodo de
pota da demora
iodispeusavel nara
Lisboa, Vigo e Southampton
O paquete
Da nube
COMSIANDAKTE G. M. HICK3
K,pcra-?e dos norios ia En-
roca a .-Beiiott da depoia da armora m-
dtispensa%el nara
Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
H. B.Prevlne-te aos Srs. reoenedores de
aiercadonas, qoe a Gonaiinhi Mala Real logls*
Ca BSOUMSM rom a8aaat Steam ^avega;lon
pompanvoco servienda laporHS semanaBS qoe
camodo de Bordeaox, Cogaac, Lbarenle, devem
cnegar a Soo*baBHua-a-^Ma-de oalcearem as
sargas dasimaoas-a America do Sel para os va-
dores desa companhia.
Esta cuatpaDMa accelia po- preces rasoavels
para Valpaialso at Abrli, pacsaageiros com este
destino por va oe Boeoca-Ajrea e entrada dos
Ande. .
Tambera acelU paseagelrcs para New-York
a SontOamotoo, por especial franjo teito eam
a Compacbla AHemaoa L'avd,podeodo Oemora-
rem-3e oa Ecropa cas i u oes-iaim.
BetrocoBo bob ptccob das paisa^ecs
Ida Ida volta
A Lisboa 1" clssse i 10 i ^0
A' Sonthamptoc 1' casan 28 a 8?
Camaroteanaarvaata pac* c* t>waaou-o* de
Parnambooo.
Para carga paaaageDx, eocommendaa e di-
obetroa dte, trata-** com es
AGENTES
Ajcaoriiift Irrato* 5 C.
K. 3__Rn* lia Rom JuanaN. 3
figfSi de Navegacao Ca-
rioea
O vapor
Santelmo
^V
E' esperado do
sol oestes penaos
idiae.seimodo de-
pois da deoora
oecessarla para os portoi do sel.
Para caiga e encomnn>Pta 4 tratar com os
AGENTES
Pereira Carneiro % C.
RA DO COMMERCIO N. 6
!. andar
-
_
1


SM

Diarto le Pernambaco ftnarta-feira f i d;5ntfc< de I *t5
Para o Porto
ABAROA POfiTUGEZA
Claudina
Eigeja desde 3 sarga para o porto cima, e
seguir coin a pcsaitei orevidade.
A' tratar com ^
Amorini Irmaos & C.
3BA DU BOM JESUS-3
LEILOES
Qointi-feira i de Agosto leilao de uro pia-
no fone, moveii de caen de familias, carieiras,
fiteiro-, armagaa* mais oi>j>4Cioda I ]a oa ra
Direna B. 15.
Agente restaa
Importante leilao
Do grande estabelerlinento coa) macuica a
vapor para mcer cal, 1 tu a arinaiao coto gran-
des deposl os para asau ar, diversas balaceas
cotn usos, carteira?, labcleims, cofre prova ae
fogo e ou'ros mullos o j-ccs le-tenceotes a
masJ failua de Jio Rineiro & C.: roa Mar-
rillo Dias. ool'ro-a Direita u. 30; gatante-se as
Chaves ao Sr. compradir ove devera eoleoder se
cora o propietario do pre-iio.
O leudo itra eff ctuado no da
Quarta-feira, 31 do correntc
A'a 12 horas
Ero o mesruo eslabtleeimenta
0 a(D'.e Pestaa vender por mandado e ae-
tisiemia do xtn. Sr. Lr )uii do commercio e a
rejuenmi nie os syndicta oa masi-a lalliaa te
Joio Rib- tj 4 C, o g-an'!e estanelecimeoto
cima mencunado, tm um tu mais loteee peio
maior pre^o que 'or obudo._________________
Leilao
De movn?. loo vidros>a qoadroe e oojecloe
de cib d f > .i-.
A sabei: :
1 piano I :. ovo p .llem&r, 1 mooi-
lia, careira? o. i.-. v' jardineiras, jarroa e
qoadror.
i to le, i cama fraocua, i guarda roopa. i
guarda \e-irm, 1 lommua, 1 cabido, camas de
!e-'o para u, amos e 6 carieiraa de junco.
1 mesa eUs'.ira, i apparaoor coto armario, 1
goardd lucg i. 12 caaeirws ae janeo, 1 apparelbo
para jauai, dito para ci3, Cupo, clices, gar-
ran s, coapott-ira e tatas para champagne, 1
meia mtbn.a de rao c>rga e 1 piano para prin-
Cipiai.ie.
Qainta-feira, 1 de Agosto
Miuoel Gocfalv s Saleaio tendo le !<" urna
viageu, a E-iropa fas leiiao por intervenga) uo
egeoie Pi'tJ uos movis sema meo'louados,
existentes Da cata, da ra Dire-ia n. 15.
LeiJo
D1 orxa srroacao com balcio. oiteiras, car-
tecas, cannieiroa a Raz. baapas registro e pe-i-
dentes a gaz, e nonos ou'ros move?.
Quinia-eira, 1 de Agosto
A'S 11 HORAS
Agente Pinto
\a r??a da ra Di'eit o. 15.
f
Duarte Bordes *m Miv/a
Jco Hermenegildo isa Silva, Caibanoa Brao
dao aa Silva e eus-hlOos convidam oo seos p-
renles e -mig.s para a^istirem a missa me
mandam reiar na uwz da Bd Miau ^^ 8 hora*
do dial- dn'AffnsU, 7- aaoieeraa io do tailer.i.
ment de sen uanra erqa^ci iq m, aigro pelo qan re axn-inna d*r-'\'iv.
Missas por auca *o> mduo-o Tilentino de Futa-irelc Liuia. hoj-, % aaalve-
saro de seu faUrcirpe itn, uran r.pletrada n matriz da cidade rio Ctbo. fo% ho-i da manila
mandadsg d1z>' r> r --na srcoioa fsOD'lla, qoe
anda ftcnti* a d>'r ti-"hi"uu o u>rm>a(;Sio.
t
Agente Silveir
Leilao
De p.e.ios
Terga-feira 6 de Agosto
A'S it E l/S HORAS
No arnaezem ra 15 de .\o
vemhro n. 41
O acr'tft tciDu por mxnlario e com assisten-
cia do Exm. S-. Dr. )art de ito da provedo
ra e a reqoerimebto do :nven a-iajie dos beo
deT.do> prlo tinado paare Friucisco AnotaDO
de Sonta A-iujo. levara a leilto do da, cora e
luer ac.u.a indicado-, duar" i '.ortaniea casas
edificaasa no aamripio ae Palmare*, ierren o
prepno ^lta8 i roa Vieconrt- do Ro Branco D.
30, e pisy-i do Mcn-ny c. 4i. teudo esta um le r-
reoo ao lao.
Os Srs. pnteDde otea pedem xamioar.
llraalB Porfirio de ArnJ>
Joaqoi/D Furtinn av antu\n seo Iiibus airra-
decendo sBwameme a lodo os aiawoa-qaa se
dienaram le' ultima mo'affa o corso de wr
nl'fmo-3 fjpca rmli, cuj i?-i?ur m a rti'>-
sa do 7- di, de novo o coaviitam ii ?irrnn
a mura co riersiroo da de sen passaoii'oio, a
qual -""ar-felia na mrtiz da mime da Escuda,
ero 14 de Aeosio, aos 14 de Aaono prximo
fu Uro.
MCLSAO VERMIFG
i n tes-
sobre
f
D. Amella Queaual e
As xeladoras e aasoriaoas da devocao do Sa-
grado Cora^ai dp JffOB e ere.ta na mvfiz d
Snt: Antonio desla cidade, n'andam felf-brao
mistad na uisma matri*, no pabbado 3de Agos-
to ariximo v indooro. s 7 horas da roanna, por
alma oa p-eoitB-ue D. Amalla Qaental, e pan;
qae convidnm nSo f seas parales e amigos e
como tambeii a (odas ansociadaB da tucHma de-
vccar>, fcando desde ja gritas por este acto de
rtligio e caridaue.
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Criado ou copeiro
Prectea ee oe um ; oa roa de Pavsanau' ncmt-
ro 18.
AVISOS DIVERSOS
Precisare de utr bom copeiro, e de orna
ama para andar com urna crianza ; a tratar na
roa Maiqici de Olmda n. 35, ou no caps de Ca-
f. ran-.-, Serrara Pe oamoocana n<. 30 e 32.
Perdeo-se da Caixa Econmica de Pernam-
bnco a i ao>l'a de n. 30S69 : quen? acbr quel
ra levar naoffi'ioa da fabrica Lifaielte,das 7 da
macha, se 4 oa tarde, qoe ser gratificado.
^"Precina-e de um criado na caixeiro peque
DO na roa Co Rosario da Boa V sta n. 11.
VeDe-se po-se'aO ama mobilia de jaca
rauda : na roa da Palma n. 67.
ARRENDt-SE um ou dous terreos corx
bom past j para criar 8 cu 10 vascas de leite,
leuda partp delles r a naiiva ; a traiar na la-
verna do Sr. Avelino. roofrocte a igreja o
Sa,ude do Poc da Pacella.
Tijolcs
Pabricados na fabrica de Camarsgibe. de so-
penor qu'hdade, >ende-se ro escripiono da
Compaobialadnstrial Ptr..amoocana. ruada
Commercio o. 6.
t
He noel do* Sanio* Hoza
Jns Jancidio dos Santos, tendo recebido a in-
fausta noticia da morte de sen irmao Mantel dos
Santo, Roza, na ciaade de Saotos, convida a to-
dos mise que por soa alma manda celebrar oa igre-
ja de Nosea Scnbo-a do Tergo. sexonda-felra, &
de Aeosi". as 7 nona da mar.ha 7* da da oon-
cia, Gcando desde ja grato, peo acto de ra-
ridade.
Joiuiaim ArMur de lanlol
EA viuva, Qrbos. irmao a conhados de ioaquim
Artbur dos Saotos. csavldsm seos pareutes e
amigos e do tinado, para aei8tirem as misaas
do 30- dia, sexta felra i de Agosto, as 8 boras
da manb. Da matriz da Boa Vista, antecipando
os seus ag adecimeotcs.
Antonio Flix Pe re ir
Joao Pelix Pereira e Maria Candi-
da a Fonspca Pereira, tae Flix
Pereira e Mana V. Pere ra, Aolonlo
". Pereira Jnior e Toereza de M
Pereira e seus filbos, Joaquim F
Pereira e Candida R. P*la Perei-
ra, Joventno F. Pereira, Lanrentino
F. Pereira e Amena R. Pereira. Gervasio F. Pe-
reira e Aurora A. da Maia Pereira c bwi albos.
Prctaria E. Pereira, Antonio Artbur v. de Meo
don(a n -o.-erhina P. i e Mendonc, Bellarmio
S- Vivnna e GdIgb P. Viana eos Blao, Ma-
ria P. Avres e aaa "'Iba. agradecem do intimo
d'alma a todas as pessoas que acompanbaraa os
restos crortaes fe sen estremoso pal. sogro e
av, Antrrnio Flix Pereira, soa ultima mora
da. e ap ovelta a oc.-asiSo para convidar os seos
pareles e amigos assisiirem a mista qoe por
na alma maoaam celebrar ua matriz de S. Jo ,
it 8 nor..B da manca do dia S de Agosto prxi-
mo, 7- di- de sea passamsnto.
SPEKIOR QEIJO
DA
SERRA DA ESTRELLA
Acsba de chegar nova
rcmessa para o
ABNAZEH DO LIMA
Telophone 323
DecJarafo
Desde o dlr 25 de Mato de 1895 deixei de sr
empregad" doe Ss Ramoa Gepperi
Recife, 27 de Jnibo de 1895.
J BonrtPB.
Aviso
Previ ni Tee to commerc'o e a aoem nossa
intereaer ne o Sr. J. Boanerg deUoo de ter
oosso empregado desde o Cia 25 de Maio de
1895.
Recito 2? de JoIbo dpi895.
Raao ai Geprert.
Aluga-se
A grande casa e sitio eo largo do Moneiro d-
1?, jonto a eeagao ; Da Camboa do Carmo do
mero 6.
Grande ofticina de serralhei-
ro e ferreiro
Roa do Padre Mnaiz
a atiaa de tanta Bita Nava n. 63
O" proprietarirs desla olcica se eocarreeam
de qoalquer trabalbo como seja : asseDtamento
d machinas, assentameotos de eogeiDos de
ozioas e de eut as fabricas, caldeara* oe foso
de aseeaiamento e ootras especi's, cbamioeiB,
tauquen. cnva'.O. s batidas, porlOee, bandeiras
varandas de niETeren'eB siete \ as. ferragens para
moeodas, erpecialidadeem t-aoalbos martimo e
pnntualiilaie em eeoa tratos, para teto tem su- s
(JBcinas bem montadas e um peesoal babilitr.
dissimo e bem ccnbecido oeste Estado.
Chamamos a. aitporao dos Srs. p-etendentes i
virem visit.r a nova faoriea auxiliadara da agri
cuitara.
Bernardo dos Sanios & C.
_____ Teiepbone d. 668
Gaixas de masica
importantes modellos novos.
Secretaras proprias para presentes.
Becebeu a Relojoaria David ra do
Cabuga n. 14 desde 1500000 a 400*000.
Grande sortiniento
Engenho Desterro
Fregoezia de Igua as.-
Ven ;e se orna parte desie eogeibo ; a tratar
no Ho?{i-tal Militar com Joi da Cruz Santos.
Vaccaa tounnas
Veode-se qaatro vaccaa. sendo que tres estio
com crias e doas novilcas qoe se acbam pre-
nn3 ; a tratar na roa da estrada v Iba de Santo
Amaro d?t Salinas o. i.tltio do corone! Adoipbo
Tetzetra Lopes, perto do eemiieric.
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
H\RMa(ETICO
::::li: rr sscola se nmn i mm*M:~ um
APPttOVAJJA PELA INSPECTORA DE ..YGIENE
sta Emulsofez expellir completamente em poucas herasos Termes
tinaea, conhecidos vulgarmente com o nome de lombrigas. Tem aantagem
os dermais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de nSo ser prqciso purgan-
tea depais de seu uso e ser ngradavel ao paladar, podendo ser usada pe s cranlas
sem repugnancia. Em Ba composic&o nao entram substancias mineraea que de
mandem de cuidado ou prejudiquem a orguniamo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sopa. Criancas colheres das de cha. Deve ser
tomada pela manh bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou meso]o com
agua adocada.
Preco 1/2 vidro ltJOOO
1 25000
Dnxia de 1/2 t 10S0O0
1 205000
DEPOSITO GERAL Pharmacia Ferreira
9Praqa Maciel Pinheiro19 PERNAMBUCO
LOJAE \RMAZEM
DAS
ESTRELLAS
ti randepliquiacao de azendas para acabar dos
seguintes artigos:
A saber:
FustSea lindissirnaa cores de 18200 a 4OO re o cova'l ?.
Madapolo americano moito largo de 18^000 a paca p jr8(JCO0.
Dito para noiva a 4&C0 a peca.
AlgodSczinho americano a 5$ JOO, 7(JC0O e 85CO0 a peca.
Crotones iofiezes claros e e^curos a 300, 400 e 500 rs.
Brine de cores lindos padrSes a 600 e 800 ra. o covado.
Setim de cores a 800 rs. o covado.
Sedas ebaa.* lo tedas licdon demhos de 48500 e 18500.
Leqaeo de gasa e de tetim b 53C0, 6OO0 e 8SO00.
Ueaa cruas para hcxnetn a 7(5000 e 108000.
Ditas eruaa pa a aeobora a 1250C0 e 158000.
Collarinboa de linho diversos forjiatcs a 6000 a duaia.
Etamices braocos rendido* orna toque oe mofo a 600 e 800 rs. o covado,
Bretinha de linho, fo a 13C0 r.
Merinos pretcs liaos de SMP-a a 184'0, ]600 e 2000.
Ditos de co1 es de 1200 a 24 rs. o covado.
Orgntidys s Pon padour a 400 e 500 rs.
Cortes de Cafimiras pa ci-ljas a 61JOO"* e 105000.
Camisas para hornera a 48000 duz;s.
; Sergelim de todas at corea s 240 rs. o uovado.
Casemira preta diagonal d* 8000 o 105000 o 35000 e43
Cheviot preto pura iS de 78000 a 3500 ra. o covado.
Mintilhas c"e aeda reme com toque do ciijh 15000 um
Guardan) pjs de a]god'< para cha a 350-0 a duaia
Caseroiras de cores a 48000 e 55000 o corado.
L ivas de aeda, corea diver*aa a O ra. o par.
Plc a 200 rs. o metro.
Roba de orotooes de cores a 68000 um.
Crepons Iinditsimas cores de 28:>00 a 1S5 '0 2 largaras.
Sedas esooBserjea fioiasimna de 55006 a 25000 o covado.
Ditas pretal lavrada a !550O c covado.
Surah de cores a 18500 o covado.
Cobertores smericao's a 18500 um.
Leocos brancos c ra bordados de cores a 58000 a duaia.
Bnm brsoco paro lirbno. 5 e 6 a 3g000 o 35200 a vara.
Voile francse-. s 00 rj. o covado.
Oumiaaa do mrias p*ra bomem a 15000 umi.
Ganga adamascada a 200 ib. o covado.
Callarinbos oelluloid a 300 rs. um.
D toa de loho borda ;o para ssnhoras a 5C0.
Cortes de Linn para vestido fioits mos de 45S00O a 15$000 !!
D.tos de cachemira bwiado a te-a de 805000 a 258000 e 306000.
LSs eicossecsw e oatms DadrSea a 320 e 400 rs. o covado.
Plumas e aigreres a 18500 e 28000.
Brim americano bnmtos paarSes a 500 e 600 rs. o oovtdo.
Dito pardo de 18200 a 500 rs. o cnvfo,
Cachemira de IS para invern de 4S0OO a 18 CO o covado.
Colabas brancas e de cores a 35000
Flanel as encarnadas com desenlio pretoa a 5C0 rs. o covado.
Fictas, sabidas de Dailes a 1500J um.
Fust8es brancus c>m desenhoa de corea de 18500 a 800 rs. o covado.
Lencos de setineua de cores a 200 ra.
Caetones f.&ocez-s clarse eecuros de 38000 a 600 rs. o covado.
Ditos finaa pera cohortes n 600 i 700 rs o covado.
Atotlbados para me a da 58000 a 25500.
Tapecana
T'petes de coco psrn forro de salla a 18800 a jarda.
dem de juta a 28500.
dem de ale tifa a 25400.
Eeteiras brancas fiass a 25500
dem de corea tia*a a 38000.
Capachos de cooo para entrada de salla de 68000 a 125000.
Grande quantidade de retalhos 'e 12, teda, cretoce, etc, e c.
56 e 58 Risa Duque de Oaxiaa 56 e 58
TELEPil 1210
Madeiras de construccao e
j> teriaes f>ara edificacaa
A Campanbia Explorad.M re Pror.ucliB Cal-
p.areo. ende em teu armazem no caes do Apel-
lo n. 73 :
Maoeiras para constroredo.
cal rtranca oe jaguaribe.
Cal p-eta.
Cal virg.ro para assocar.
TijolloB de ladnln> e commons.
Tijolloa refrattarlcs.
Pedros decamarii para soleiras, etc.
Molduras
Para porta e janellas forros de sala,
guarda-vestidos, lavatorios, quadroa de
qualquer largura, de pinho, amarello, ou
qualquer outra madeira. na fabrica de
movis a vap rde Silv* Fernandes & C.
Deposito ra do Barao da Victoria
a. 49-________________________________
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequea;
porces applica-se ventosas seccas s
sarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
Preisa-5e de un por-
tuguez para tratar de vac
cas, a ra ds S. Gonzalo
>;. 29.___________________
Plvora
De todas an quali ades
em barns e em la tirinas ven-
de-se no efcriptorio do Per-
nambuco Powder Factory.
Ra do Commercio n. 6.
Sao
XAROPE DE REUTBR N. 2
Como remedio da EstacSo calmosa, puncador do sangoe, digestivo
e aperiente, nenbum ootro appellidado deprrativo ou talsaparnlba se app-o
xima feqcer ao X.r pe de Heaier n. 2. Combina quatro grandes proprieda-
aes em oa e remedio, operando s om temposobre o* oreaos digestivos, o
sangue e os hs, n os intestinos.
AbsolontamtDle neatraliea e expulsa pelos caoaes intestinaes, rins e
po'os da rvlle, es germens nocivos, que fluctoam no sangue, na orina e na
tr*n"nir c*".
DEPOSITARIOS D2STES PRODUCTOS A Companhia da Drogaa e Podootos
ChimiooaRoh Marques de Olioda o 24.
PEQUEAS PILLAS DE REUTER
Figauo entorpecido cara-ee no^illvamenle com estas Bilolas. Ellas
O MELH0R
PURIFiCADOR
PARA
O
NA\G VE
Figauo entorpecido cora-se positivamente com estas pillas. Ellas
sao um remedio purgativo iivre de pengo para o bomem maia fraco, tao bem
como bastante activo pa'a o homem mats fo*ip, e nao consiipam depois; pela
accao geral agrada a todos aue ,as o*sm. 58o as rloia estandarte da pro-
duco medica dos Estados-Uoidos. Sao as menores e mais facis a lomar.
_______Qoareoia em cada Irasco.
PARA
O
llt-AIO
SABAO CURATIVO DE REUTER
Tumores, cravo, pelle vermelba, spera e oieosa impedido ou carado
por o mais grande de todos os aformospadores da pelle,*o SaDao Curitivo de
Reater. Prodaz a pelle formosa, branca e clara e maoB brandas; absoluta-
mente puro, delicadamente medicinado, extremamente incomparavel como
aabao para a pelle bem como do toooador, uo baoBo e do quario das criancas.
Cal'TEL.t. Nao e genuino sem cada envoltorio ter a marca re-
gistrada de Barclay 4 C. New-York.
MEDICINAL
PARA
TOIXETE
TRICOFERO DE BARRT
Urna preparacAo elegante, extremamente perfumada, ramove todas as
mporeas do crneo, perservaiivo contra a calvicie e cabello cioxeato ; fas o
cabello crescer espesso, brasdo e formrso. Iofallivel para curar erupgo-s,
doengas da pelle, glndulas e mceculo, e cora rapldao-eote as cortaduras, quei
maduras, feli-ias. torceinraa, etc.
caCteal-No 6 gemino sem cada frascr ter a marca registrada.
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A protessora
Melania de Farros Ferreira leccioaa primeiraa
lettras, poituguei e piano.
Rosidecia, rqa da Semala Velba n. 56
Segundo addar.
^ende-se
l'ma importante armacao envilragada, tendo
parte dearmac&aingleza, livree desembarazada,
e em um dos melhores pontos da ro> do Ran-
gel: quem pieieeder dlrlja-se A roa Direlta u.
88. 1- andar, oa a ra da Peoba n 23. laja.
Gasa na Torre
Aluga-se a casa terrea n. i a roa Lasserre
com commodos para f mi i, porteo de ferro
murada, receuiemente cooi't-oida e moito aija-
da ; a traiar -a roa Marqoeajde Olioda n.5i.
SPORT BANK
BOLSA DO SPORT
Sede, Ra do Sol n. 11
VENDE-SE
Poules zoolgicas (bichos) poules
geographicas
Hoj*s 31 do correte
Venda franca das 8 horas da maulla s 10 da
noite
TABELLA DOS PREQ0S
Poules zoolgica 1008000 por 58000
ou 20$ por 5. de poule de 18000.
Poules geographicas 1008000 por 58
ou 208000 por 5 de poule de 18000.
BUFFET
Bebidas de todas qualidades
O gerente proprietario,
lose Pereira de Lyra.
^Brevemente poules de corridas de enimaes)
Chegaram!!
E vendemsea metros,
bordados o que se p?de en-
contrar de melhor qualdiade
de 400 reis at 3$000, a me-
tros pruprios para enfiar
com fita?.
Loja da Perola
Roa da Impera-
triz n. 99
Domingos Fernandes.
IjafWEM ,yi UBilHH
NEM M0DIFICACA0 DE C0STMES
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Cosiriheira
Precisa-se *p orna crsinbeira ; na roa Larga
do Rosarlo n. 9 r^loioan.
Semen tes (besadas bojo
Con pie'o .itimeoio
Roa estreitB Ho R s-.n i 9
Pocas Mendts a C.
Bom emprego de capital
.?reci88--e de tocio lapltalista para orna in-
ducira nacional is bem eacamiebaJa, jae ren
de mais de 50 % de Iocmp liquiden.
Pa-a ioforujaces com o Sr. major Francisco
Livino deCarvalbu t roa d < Qoeimado a. 60 i.*
andar, das 9 Ja maobi > 5 da tarde..
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do oexcellente preparado de Maooel
Cardoeo Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos jornaos de maior circulacao, attoa-
tam a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va &c C., a ra do Marque de Olinda
n. 23,
Pkarmacia Martina, rea Duque de
axiaa n. 88.
Pharmacia Oriental, a ra Eatreita ao
Roearion. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, 4 ra do
d. tao da Victoria n. 14.
Iharm acia Virgilio Lopea,rua Larg
o Boiat^o a. 31
ESPECFICOS DE
Eugenio Marques de Dollanda
Salsa, e.iroha e manac-Cura to-
das as molestias da pelle, rheumatismos agudos
ou chronicos. todas as affec0es de origem sy-
philitica, escrfulas, ulceras, bobas, darthros '
mpgens.
Plalas de velaminaCombaetm as
prisOes do ventre, as enchnquecas e sao depura-
tivas e reguladoras.
Elixir de imberlblnaRestabelece os
dyspepiicos, facilita as digesles e promove 9
defeCacSo.
Vinio de anua/ ferruginoso 6
quinadoPara os cbloro-anemicos, debela
a poemya intertropical, reconstitue os nydropi-
cos, benbericos e convalescentes.
Xarope de flor de arucira e ma-
tamba Muito recommeadado na bronchite,
na hemoptise e as tos-es agudas ou chrooicas,
un influenza eastbma.
Xarorte de mulangr e flores de
larang-eiras < ontra insomnias, nevrose
cardiaca, bysterismos, clicas hepticas, tosses
nervosas, asthma, coqueluche e convulses das
criancas.
Vinlio de eaeo, peptona e lacto
phosphato de cal, quinado Contra o
racnitismo das enancas, desenvolvendo-as, rea-
nimando o organismo ; faz recuperar as forjas
perdidas por molestias prolongadas e anemia.
Estes e outros preparados do Ilustra chimico
coulinuam a ser fabricados somenie no seu afa-
mado Laboratorio ra Visconde do Rio Bran-
co, n. 12. Capital Federal.
Cuidado com as imitaeoes
Vendem-se as Pharmacias e Drogarias desla
Estado e no Deposilo geral ao Largo da Compa-
nhia Pernambucana n. 6. 1. andar, LEscnptono
de Jos Musumbo.
Em tempo
A o publico e s familias
Madapolo HOTO .. ftnji.
Aigrooau 3 i- il a B*C.
Creones para v-riicu U0 p !C0 is.
Saraelina dtafOMl ne c- H) rlg.
adapolAo para forro, com, a 240 ris a
vra.
Cuberiurm de l a 1*200 um.
iros e Olai !Iu r i 0 ris o metro.
Liabas e coteaeUa e. p.eparos, u-se de graca
* qii.m cemprar n"i v.s'iJr.
Si-R p-jr- noiv 600 > 800 rei o covado.
Gran e e asscmn oso rumento de todas as
fa.em.'as em grial e uce 8'veoceui seot limite
ue preco: lo
Grande Oriente
LOJA DEDUAS PORTAS, RA DO C*.BUGA
Cosiuheiro
De cm nerttn r^cisa se i roa do Commercio
(4. oo Ry-tiUi-ii i".
C*asiuheira
Precisase de ona que cosmbe e f terv JJ8 de casa de familia ; a tratar a roa da
Sania Gruta. 70.___________________________
A quem interessar
Ve^de *e orna laverna situada em um dos
melceres pontos da fregoetia de Samo Aaiomo ;
para informajao, no largo da Pean n. 6.
Oosinheira
Pre?i8t-se de ama boa osiobeira : oo Carni'
nbo iovo o. 20.
Caixeiro
Preclea-se de un caixeiro com pralKa de ta
'roa ; oa roa o Bra n. 3 B.
Veode-se
Um terreno na Torre tboia descoberia) cbs
proprloi leodo doas frentes e alguaas arvo.eo
trneUIM : a tratar na roa da filma o. lvfc
mil
A.
i
Ut,
I IKlHL


C^-'ftf" a
riB %?W>~ WT""~






&
Diario de Pernambuco 4}narta~feira 31 de f uilio de 1995
Duas jovens em conflicto
NO THEATRO
De repen e onvio se ramie rotnor ros cama
rotes da i ordem. era grande cuDflieto entre
doasjoveos: a tos, o diabo emttm thens a Delicia, iodaea d<
f co e Dea sibeodo une tiobam tdo a vita de
facto, D. Elvira eD Genoveva; verificada a
saa^a. linha raSo D. Elvirs.
Eslava ind gada, furiosa mesmo, D. Genove-
va, com 80 .. uiifa e companoeira de camarole
pelo fac'o de ver que (odas as petsoas qoe esta-
vam ho Ibeatre, olhavam fOne te para sua troi-
ca e nao p.ra ella, indignada usas : nj por
soa bonita cara Elvira, e>te a>-u luido ve-n >o
que e?i cbambDdo a atteocao de todos' um
laedn de nips boni'a pbaotaxia o io cblqoe,
qoe, sendo o meu degeda, osen rea'ca moro
maia qoe elle e o qoe maia me contraria vor
nSoqu i. uiztr me aloja oode comaron a ja-
sendi e 8>u vei do
E -ira, conirarii d., d ama gsyalbada earcaf-
tica e or : para qm uau ieis 03 amioocics da
lojas? par, que cao paguas no coinmerat* ? afinai 0%eu incancavel proprietar% offereer boje ma^holpedagm"que "deVoser
ora Sra. D. Geoovesa, ooi o 1 fficio qmdo eo. .. r r J uuo^ou^^ ^
scpponba que a soa raiva e^a per cansa do pn- P/itei P1.?1,lU8r.e" Jante8-
GRANDE
HOTEL (MWERCIAL
Ra Larga da Rosario ns. 29,31 e33
Este importaute estabelecimento; aob a directo do sea hbil proprietario MA
NOEL A RCIA, auxiliares entendidos na materia sui generis, prim a em ser
nico sem competencia esta capital, j pelo esmerado 'gasto de sua architectura
altura interna, j pela promptidao e aceia do servico culinario aduaneiro, j tam-
bero pela posi^o hygienica do'seu editcio.
Depois de innmeras transformacSes por que tem pausado este Hotel, conseguio
roo Juca, vem a Sra. dixer que toi rneme por
qo" meo vistitfo rooilo b< culo c qu- sendo de
ihiitana realga a ai qu's-u to.:o de leu
e ioiqne eo cao quit dizer a Sra. a Iota oode
coxprel. E- o Caso, cao sooais naaa Deste
mondo.
Sra. D. Genoveva lenha jnio, nao vecba para
o Ihealro l*f om espectculo deste, e quando
qcizer comprar qualqoer ateoda ue iaiu
pbanlazia de moito *e*to, va a roa oo Crespo
n. IS. leja Esire las da America, qoe, to -6
enconirs' om lindo e variado eo'timei.to de fc-
zeotas fiaas e modas e bum com amenidace ni
(ralo, adrado, sioieriade na roeJida e presos
corou-odos.
D. Gencvevareqoerverbalmenle ao commisea-
rlo qoe lh? mande D. Elvira d^r por ee.cn po o
tume-o da loja. o mime i a ra, o da foxeoda de
seo vestido, o pr.-vo e bem ai-tim o nome de
tocas as axendaK que ella vio na loja referida'
o O'ie loi defe'i'o.
Estrellas ^'Ameri a
fl* -Roa 1- de Mareo1*
Aniita do Crespo
MARQUE A LIMA
Ae-ado .> todos, pnaotana em tecdo de gorgo-
rito. 14300 o covado.
Sornei com tieo, pbaniaiia, 1I00 o covado.
Pe y, pnantdiia de salpicos ce lislras e lavra-
cs, <<20u o c vado
Sdaa ue i es. Vaidoias.
Dtias de lillas, Suspiros qoe vio e vera.
Ca> bemiras de trts, Boj-brdelo.
Pbaotaua, Siriodioba.
Las com lisiraa de tia. Adelaide.
Ditas dem iiem idee, Etvi a.
Ditas i iem iiem idero. M-raci..
Cactieroira di L*l cem i>alpicos, O- 3 Jacaree.
SJa, padras novig. Ai sonr.a.
Dita tecido gorgorao, Hei oa amar-te at morrer.
Cictieroira preta de c>es, Nao qoero amores.
Me'ic pre Dito caf para babito.
Granee sortlroento de merino pretos e lavrados-
Velbotioa de todas as cores.
Gri'Se jcrtimento cambalas bordadas.
Corus de vestido uiaoco bordados, 18*000.
Vestidos oe carlfes, bordados s a.
Lioda ph.otaiia. Bei|03 de at^or.
Ficcs ae i i iOiO'JO.
Ptinlnus de inbo liaos e bordado?.
Paiioos ce crvcbei para sola e Litdeiras.
Camisas bordadas para uoivos.
Camilas brancas e de co es.
Vesicanos para Paptieados.
Sobretodo de una e doas tistai.
Flaodla liza e de lisias.
CDal-s pretos.
Cortinados de cambraia e de crocbetpara camas
Cortinados para janella.
Maniubas de n?ra de i ores 6 prelas.
Ditis de algedao de cores e preta.
Caminas de 'a para bomem.
Cobeitas, eolebas e cobertores.
Blios amerjeaoof, 2*500 om.
Baela encarnada e axol.
Lindsimas caeemiras de edres para bomma
gosto espf cial.
Cones de los 6es braaco e de cores para colete.
At a naco ae liabo e de algodo.
Fauno da corta para mesa.
eroolas elsticas.
firaaiantes de liobo e de algo^ao.
Lindes rad 6-s de crep para coberta.
Crep preto.
Merm preio Uvrado, 1*809 o covado.
Las cem salpiccs oe tea*, Caooioba verde.
Serta de titira, A'h'ydr.
Pjiet.ts (oiba de tia.
Camixas dn meia coro liet-aa de cdr'S.
Cacbemira^ pretas com salpicos de cores, Abre
a [orla Sii l.'CO, de qoadro e de salpico?.
Cachiuet ce reda de cures.
Vciiu : lu de cores.
Sor de todas as corea.
iornurao prelo, diversos prer,o?.
Se1 m de todas as cores.
Bcffaio.
Murim da China, *00 a peca.
Cretoi e de barra om metro de largura.
Catsa pbu-ia Hoa.iOi -is o covado.
Dita dua, 300 'is o cuvaoo.
Cera ptrieiia, 20 reis o covado.
E monas ootras fazendas que impossivel
dejrever.
RA DO CBESPO tJ
Estrellas dAmerica
HOSPEDARAS de 1* e 2a clases relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordein* aceio, a voutade dob Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiljado, onde podem ser realisados jantares e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
JtPSRmvos
POUR SE MANGER. Salpicoes, ostras, lagostins, salchichas, etc peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do serto, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ADE&A
E'esplendido o sortiment de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto,' Vermoilt
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros, aperitivos a astboiro, odos. racebi-
dos directamente dos mais acreditados ctmmittnies da Europa.
Alm do que destinado ao commutn do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importado, principalmente vinbo Bordeaux em quarto^as e cognacs
finissimos, que vende as melhores condices do marcado e precossem competencia.
GRANDE HOTEL COMMRGILA
DO FOTO
EMULSAO h SCOTT
de OLEO PURO
FIGADO DE BACALBAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
DE CAL E SODA.
7&0 agradavel ao paladar como o Uite*
Approvada pela Junta Central de Hy*"
giene Publica e autorisada pelo
governo do Brazil.
---------------
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS,
RACHITIS, ANEMIA, DE-
BILIDADE EM GERAL,
DEFLUXOS, TOSSE
CHRONICA, AFFECCOES,
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto as enancas
eomo nos adultos.
Nenhum medicamento, at
boje descoberto, cura as molestias do peito e vas respiratorias,
ou restabelece os debis, os anmicos e os escrofulosos cora
tanta rapidez como a Emulso de Scott.
PRODUZ FORQAS*E CRIA CARNES.
A venda as principaes fticas e drogaras.
SCOTT & BOWWE, CHIMICOS. NOVA YORK.
GHAJNDE
19 Kiia 1'de Marco19
Este acreditado estabelecimento continua a
Tender por presos sem competidor os
rticos abaixo mencionados
Constando de
MaaapolSo para noivaa a 4^500 e 5*000 a pnca:
Dito americano a 8$000 e 10<$00.
Dito f'-ancei para cmis&, puohea e collarinboa 13^00-.
Cretonea claros a 320 o covado.
Ditos escures muito largos a 400 o covado.
Etamioea arreodados a 500 o co-ado.
Bramante para leeges 4 larguras ?000 o metro.
Atoalbado braceo e Uvrado para me ja a 20500 e 3<5000 o metro.
Cachemiras com 2 largaras para veatitidoa do 20500 por 10200 o oovado.
Qtsemira preta de agonal ptra roupa de homem a 21000 o covado.
Cachemiras de 12 com 1 air.s d sea a 15200 o covado,
Grande aortimento de benilca padrSes a 10000 o covado.
L ndos chamalotes comhiionetis a rOOo cavado.
Meia de IS para amibo ra a 405000 a Hu*ia.
Ditas de alg> dao para senhora a 120000 a dosis.
Ditas de cr para homem a 120500 a duiia.
Ditaa c-oaa com os da ssda pora homem a 120000 a dosia.
Setineaa de todas aa corea a 600 o covado.
Sedas braceas vradaa para vestid' s de noiva a 20500 o covado.
Cortinados de orochat e cambraia bordados par* cama e janella a 100000 o par.
Capellas com veo pira noivas a i0000 e 120OCO ama.
Eapartilhos de coor.ca a 6 Mocqaiteiros tmercia 150OCO um.
Csmisas para homem dormir a ri$0OO urna.
Ditas para senhora dem a 60000 umt.
Fiaos cortes de caaemira inglesa pira c*'5a a 80000 e 100000 um.
Camisas de malba de la par., bomem e aeakjora a 650CO urna.
Vestuarios de Jerc^y para meomoa a 1C0OOO om.
Cobertas do crelone para c.ma de c^sal a 50000 urna.
Casv.e!aa pira rm p. de hmeos e cranlas a 500 o covtdo.
Brim brarco n,6 2O a vars.
Dito preto a 10800 a v.ra.
Sobretodos cm urna e duas viatos, cobertores, cclx s, cerou'as, mantilhas, todo por
precos sem competeucia
S
na
Vende-s

Orna na-t.e do engpibo Bom Socceseo m valor
de 53396. do monicipi" da B'^arl, coja pro-
pr;eca e (oi valiada em 4:000*000 ; a tratar na
praga 'a IodepeDleocia os. lie 13, com Fran-
cisco Ramo? da S:!va.
FOLHETBff
5
POR
:::::: :::::::
JL TL V i a
OMIT
(Coutinuagao)
__Eras o meu nico pensamentoflor
divina que desabrochava em minba trate
?ida ; sem ella, eu j teria morrido.
Pensavasem mim e nao voltavas...
E' que eu estava longe de acredi-
tar qim tinhas a meema preoecupajo que
en. Mesmo de outro modo nao teria
Tindo.
__ E cs.^m que me amas, exciamou
o sigowi; recuavas estar pertow mim,
ser minha esposa...
__Tua esposa murmuroa Omiti com
uji sorriso triste.
__Minha esposa, sim. Que tristeza
essa em teu rosto ?
__E' ^ue n&o son digna de ser criada
de teu palacio ; quando sooberes quem tu
sou, repetir-me-has com honra.
__Qae q aeres diser ? exc'am m o sio-
eoun empallidecendo.
Escuta, disse a rapariga n'uma voz
surda. Hieras foi ao castello de meu
pai soube que eu havia deacobe to a me-
donha conspira$o contra a tua Tda e que
ei a denunciara ; entio, fanoao, reo-
POVO
(Antiga di {resp j
di di \ wm
deu-me como
taverna da
criada n'uma
peior especie.
Ahi viv como vivem as mulheres que
sao escravas.
S esta noite doixei a casa de cha
Ainda urna vez sorprehendi urna conspi-
rabas contra ti.
Fugi pela janella com o auxilio de urna
cerda. Agora ests salvo, deixa-me par-
tir, nao convm que fiques muito tempo
na companhia de urna mulher como eu
AGORA MINHA CASA ESTAR TRAN-
QUILLA
Tinham-se prendido os conspiradores
na taverna do Sol Nascente ; mas os sol-
dados de Hiyas, prevenidos a tempo, nao
haviam desembarcado, de aorta que, tendo
a certeza de que o chefe secreto da cons-
cos
Eua 15 de Novembro 29
Estabelecimentode primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni-
da cidadn do Recife.
Afcommodajoes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeicei, a mai r e mais arej da nesta capital.
A cosinha achare a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francs
centimente chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialiatas na ar-
e culiara
O proprietario d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
deque com os elementos que cima offere se acha-88 habilitado a satisfazer aos
mais difficeie dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre-
parar banquetes, jantares etc., dentro ou forado mesmo c estabelecimeoto.
F1LL1-SE DlfBBSOS liIOHiS
PKECOS RASOAVE1S
PROPRIEDADE DE
N. GRUNBERG
repre-
Casa de commisses e
sentaces
EXPOSICAO
CATALOGCS 3S
de innmeras fabricas de todos os paizes da Europa e
das duas Americas, lo ia espacie de mercadonas, de
machinas e de materia prima.
Deposito do afamado REOL cC!V! o meihor des
afectante conhecido.
Deposito da bem conhecida tODONTINA> o
Dr. H .Rirted.
01
4
0
H
AcrrvAQ yg
PILULAS
DEBEISTOL
VEGETAES
ASSuCAHADAS
SEGURAS
tteocao
IS Raa Visconde de Inhoma fi
(Antiga do Rangel)
O propietario dest^ novo estabeleci-
ment<' chama a s-ttencHo de seus nume-
rosas freguzes e das Exmas familias para
o explendido soitimento de finiss mos
Bramantes de puro 1 nho Bretauhas, Es-
guioes, grandes atoalhadoa e gnardana-
pos, toalhas p ra rosto tudo adamascado
e de puro linho, lencos dn cambra a de
linho finissimo ; boa rccasSo para os
Srs. novos adquiriram um fino e bello
enx val em roupas de I nh^> por preQos
que imposvel ser ibtelos em outra qual-
que- casa.
Nes-a ca3a alem de um bom sorti-
mento de f zendas finas, ha sempre gran-
de deposito de camisas, ceroulas, punhos,
collariohos e camisas para meninos de
todas as idades.
Pino
Veode-se um nov > com c pa,
ternas, roa )mperi>l o. 43 leja
cadeira e lan-
Criado
Precisa-8 de nm criado copeiro
aovo n. lO.
no Camiobo
Cus u ref ra
Precs sr *<> omi eoUirlri pa*a roopas
braDCas : oo Caminiio Novo n. O.
Rndese
Urna boa casa na cldade deOliodP, roa Barao
de TjrnrQ. a ; a tr-tdr oo largo do Corpo Santo
D. 17, 3- amiar.
Carne verde a 700 re. o kilo
Ven It-m os abaixo assigDados, carne de pri-
meira qusli 'are, L' 8 talriig ra ra Marquei do
Herval i s. 57 e i, e Cambija no Carmo n 1.
Es'.e preco soffrer alieracao par mais oa
para mpn, sempre re accordo com os precos
do eado o-<> (era .
Hecile. 18 ae iaio de 1895.
Fiuza Lima & C
tanto, viaitar Hiyaa sem despertar sus-
peitas.
O general Kiomassa parti, levando
comsgo tres mil homens.
Venho ver-te na qualidade de visi-
nho, disse elle a Hiyas quando chegou
ao castello de Miktva.
Hiyas recebeu-o com um sorriso des-
denhose.
Sempre te considerei muito, disse
piracao era Hiyas, nao se podia invocar elle, e a tua presenca aqui um prazer
Cala-te, disse Fid-Yori; o que aca-
bas de confessar commove-me a alma
Dize, porm, foi por minha causa, entao,
que foste reduz;da a escravidao ; foi por
minha causa que soffreste : salvaste-me
duas vezes a vida e queres que eu te
abandone, que eu te despreze ? Nao.
Amo-te agora mais que nunca.
Sers a rainha do meu coracao e de
meu reino, ouviste ? Quantas mulheres
era toas condic5es tm sido esposadas por
principes ? Nao voltaras.
O' senhor exciamou Omiti, eu te
8upplico, lembra-te da minha classe, n&o
tedeixes levar por um sentimente passa-
geiro.
Cala-te disse o rei: juro-te que,
se me desesperas, matar-me-hei a teus
ps.
Fid-Yori levou ao m&o ao sabr.
Oh n&o, n&o exciamou ella, tor-
nando-se pallida. Sou tua eacrava, dia-
p~i de mim.
Rainha querida 1 exciamou
s minba companhei-
se cedes por obedien-
Yori abra9ando-a,
ra, nao escrava;
ca...
__ Nao, eu te amo murmurou Omiti,
erguenao para o rei sena bello* olhoa em
lagrimas. '
prova alguma contra elle.
Entretanto, era evidente que a guerra
civil ia recomecar.
O geueral Yok-Moura propunha que
se tomasse a iniciativa, levando a gtrerra
provincia inimiga.
Os ontros generaos, ao contrario, que-
riam reanir todas as forcas ao redor de
Osaka e esperar.
Rebentou a discordia entre os chefes.
Es um imprudente, diziam elles a
Yok-Moura.
Sois uns loncos, replicava o ge-
neral.
N&o se decida cousa alguma. Fid-
Yori, todo entregue & sua felicidade, nao
quera ouvir fallar em guerra.
Fajam meta generaos o que en-
tenderem, dizia elle
A pedido do principe de Nagato enviou,
entretanto, a Hiyas um volho chefe cha-
mado Kismassa, caja prudencia e dedica-
c&o eram conhecidas. .
Que elle v a Mikava sob apparan-
cias pacificas e trate de saber se verda-
Ideiramente Hiyas quer recomecar a
guerra.
O mikado ordenou a paz, e o primeiro
que infringir sua ordem acorrer em co-
lera.
Se a guerra inevitavel, que nosso ini-
mi?o seja o primeiro culpado.
Kiomassa possne justamente um castello elle,
as immediacoea de Mikava ; poda, par-1 Porqae razio ?
para mim. Esta manha dizia eu aos se-
nhores de minha casa, sabendo da tua
chegada, que, a n&o serem tres cousas,
nada se podia censurar em ti.
E quaes s&o essas tros cousas ? por-
guntou Kiomassa.
Em primeiro lugar tua viagem com
um exercito, o que singular em tempo
de paz; em segundo lugar, possues urna
fortaleza que parece ameacar minhas pro-
vincias ; terceiro, emfira, porque usas a
barba fra da moda, sob o queixo.
Kiomassa respondeu-lhe sem se zan-
gar :
Viajo com um exercito para me
preservar de perigos, po s n5o croio na
seguranca dos caminhos ; tenho urna for-
taleza naturalmente para aquartelar este
exercito.
Quanto barba, ama questSo de ut-
lidade ; quando amarro oa cordjes de
mea capacete, ella me preserva de arra-
mbadnra.
De accordo, conserva a barba, mas
destre o castello, lembreu sorrindo
Hiyaa ; teus soldados poder&o te auxiliar
niiso.
Se queros eu perguatarei a Fid-
Yeri ao elle me autoriea a ceder-te o cas-
tollo. Volto a meu senher. N&o queres
lhe mandar dizer algnma coasa ?
Dize-lhe que tatou irritado contra
Poraue no sino de bronze que elle
dedicou ao templo de Boudha est&o gra-
vados os caracteres que campoem o meu
neme e batem nelles dia e noite.
Como exciamou Kiomassa. Fid-
Yori mandou gravar no sino estas pala-
vras :
Agora mi .ha casa est tranquilla >.
D go-te que todos os caracteres de
meu nome compoem essa phrase, e qu
sobre meu nome que se bate com o ma-
Iho de bronze.
Pois bem, farei saber ao siogoun que
essa coincidencia to offende, disse Kio-
massa, sem nada perder de sua calma.
Voltou a Oaaka e nairou como tinha
sido recebido por Hiyas.
A desdenhosa insolencia e a frtil
questao imaginada pelo antigo regente
indicavam claramente as suae intences
bostis.
Essa conducta equivale a urna de
claracao de guerra, disse Fid-Yori ; da-
vemos consideral-a como tal. Entretanto
n&o ataquemos, deixemos Hiyas avau-
car ; elle n&o o far logo ; teremes tempo
de desobstruir os fosaos ao redor da forta-
leza. Maoa obra j 1
D'ahi ha tempos, Fid-Yori repudiou
aia mnlhor, nota de Hiyas, e mandou-a a
sen avfi.
Ao mesmo tmpo annunciou seu casa-
mento prximo com Omiti, a quem elle
tinha dado o titulo de princesa de Ya-
mato.
Os dous noivos esqueciam o resto do
mundo, cegos de alegra; nem aequer
ponsavam nos perigos que os ameac,a-
vam.
Para elles a nica desgraca poaaivel era
urna separacSo, o estavam cortes de que,
se 8obreviease algum desastre, morreriam
j satos.
Tinham id* ver o bosque de limooiros
Yeltava a primavera ; de*abr<.cbavam fie-
Cal Branca e Y i r-
g;em de la^ua-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade, e
que os verdaderos pro-
ductos se enc-ntram em
seu armazem do caes do
Apollo n. 73._________
rea; j nao havia nevo; as arvores ver-
dejavam.
Pa8soiavam as alai brumosas do jar-
dim, brafo dado, gozando a felicidade de
estar nm perto do outro, de se conhece-
rem.
A lembranca que um tinha guardado
do outro era um pouco differente da rea-
lidade.
Parecias mais baixa, dizia Fid-
Yori.
Teus olhos pareciam-me altivos e
desdenhosos, dizia Omiti. Vejo agora que
esto cheios de ternura.
Como doce a taa voz 1 tornara o
rei.
s vezes subiam a um pequeo barec-
e, com um simples impulso, ganbavam o
meio do lago, em cuja margem um gran-
de salgueiro debrugava-se n'agua ; abri-
ram-se nenuphares em sua superficie.
Oa dous noivco atiravam a linha de
pesca.
O anzol, margulhando, fazia urna sarie
de circuios na agua. Mas o peixe podia
morder & vontade; a leve boia suspensa
podia dancar como quizesso; elles n&o
davam f ; olhavam-se horas e horas, n'u-
ma contemplado apaixonada.
Ontras vezas, porm, sentiam o peixe
no anzol e entao explodiam em risos que
se misturavam ao canto das aves.
Elle tinha vinte e tres annoa, ella de-
zeito.
Entretanto, quasi sempre era Omiti
quem se inquietava com a guerra.
N&o esquejas, por miaha causa, teus
deveres de rei, dizia ella. Olha que a
guerra nos ameaca.
[Contma.]
Typ. do Diario, ra Duque de Oaxiaw, 42
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