Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16740

Full Text
mm
I
K
t
AIMOLXXI
Satobado fe? de Jalfto de 1SQ5
vi iii:ito <;>
REDACTORES AMOXIO WITRUVIO PINTO BANDEIR^ E AiCClOEI DE VASCONCELLOS c MAIVOEE ARO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.... 8000
Por seis mezs adiantados. 45&000
Por um anno adiantado .... 30&000
Numero avulso do mesmo dia. |100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBUGAgOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA ,
Os Srs Mayence Favre & C.*, residentes em Taris18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes achantados. .
Por um anno adiantado .
Por trimestre vencido. ..
Numero avulso de dias anteriores.
161500
331000
9&000
200
Telegrammas
Rio le Janeiro, 25 de Julho, s
6 horas c .. minutos da tarde (recebi-
do na estacao as 11 horas e5o minutos da
noite e entregue pela manh do dia se-
guiote).
A Cmara dos deputados approvcu
por unanimidade a seguinte mocaojipre-
sentada e fundamentada peto Sr. Nilo
Pecanha :
A Cmara dos Srs. deoutados nter
pretando os sentimentos do poro brazi-
leiro, cm presenca do attentado com-
mettido pelo governo inglez contra a in-
tegridade do territorio nacional e ap-
plaudindQ a conducta altiva do poder
executivo da Repblica, concita-o s
mais enrgicas e briosas afl'n mames do
direito incontestado do Brazil. 1
Realisou-se o. meeting annunciado
no largo de S. Francisco de Paula.
Oraram ahi os Srs. Pedro Moacyr
Martins Ju br, Nicanor do Nascimento,
Muniz Varella e Annibal Mascarenhas.
O povo em seguida percorreu varios
pontos da cidade, levando em sua pas-
sigem pelo Jornal do Commercio a
bandeira nacional, que ficara basteada,
conforme o desejo popular, at que seja
terminada a questo.
Em frente do Paiz oraram os Srs.
Lopes Trovo, Nilo PeQanha, Bocayuva,
e Annibal Mascarenhas.
O Sr. Quintino Bocayuva pedio ao
povo que se retirasse aos seus domicilios
aguardando a soluijao dipl matica, por
que dever se-hia confiar na energa, sa-
bedoria c patriotismo do governo.
Em frente da tGazeta de Noticia, fal-
lou o Sr, Ferreira de Araujo ; do Jornal
do Commercio, o Sr. Antonio Leito ;
da 'Cidade do Rio' Martins Jnior e Jo:
s do Patrocinio.
Urna commissao foi ao palacio do go-
verno dignificar ao presidente da Rep-
blica, Dr. Prudente de Morae9 o apoio
do povo,
Oconselho da Intendencia approvou
urna moco de protesto contra a oceu-
paco da Trindade pelo governo inglez.
Em frente do Caf de Londres o povo
excedeu-se um poucoda ordem em que
se havia conservado; mas nao chegou
violencias pessoaes, nem a outros actos
de hostilidades lamentaveis.
A autoridade, pouco antes de comecar
o meeting tlnha tomado providencias
para manter a ordem, distribuindo pa-
trulhas de cavallaria e de pulisia embala-
da no ponto da reuniao e as ras adja-
centes.
A ordem manteve-se e continua inal-
terada.
Kio de Janeiro, 2G de Julho.
O ov censerva urna attitude expec-
tante, > no entretanto certo uque
nada pr.-d.-ra .< nter a colera popular, si o
gov-.-. o dj i laterra mantiver a usur-
pagCo.
. P.iipps, ministro inglez subi
para Peiropotis, tendo antes conferen-
ciad > com o Dr. Carlos de Ca.valho, mi-
nistro das relaces exteriores.
S. Paulo. 20 de Julho.
Continuaram aqui as manilestaces
hostis a Inglaterra.
Enorme multido excedente de dez mil
pessoas percorrem as. ras, dando vivas
a repblica e ao Brazil e morras Ingla-
terra.
Coma bandeira nacional hasteada,
pronunciam discursos violentos. Fo-
ram ao palacio da presidencia, nao ap-
parecendo para responder s sauda-
des o respectivo presidente, Dr. Ber-
nardino Campos por seu estado de
saude.
Os nimos cada vez mais se exal-
tam; a multido avoluma-se em nume-
ro, e para receiar que sobrevenham
gravissimos excessos, que at agora
tem-se podido conter.
Rio de Janeiro, 26 de Ji'Uk), s
3 horas e 35 minutos da tarde (recebido
na estacao s 6 horas e 3j minutes e
entregue as 6 horas e 5o minutos da tar-
de).
O governo recebeu teleramma de
Londres dizendo, que o governo inglez
ignorava o (acto da oceupacao da Ilha
da Trindade.
Sabe-se que o Sr. Phipps, mi-
nistro inglez, pedio a retirada das no-
tas ao ministro das relaces exterio-
res, Dr. Carlos de Carvalho.
Lisboa, 18 de Junho.
Foi absolvido pela Cmara dos pares
o Sr. Mendonca Cortez, que fora en-
volvido no processo do Banco Lusitano-
Est longe de pacificar-se Lu"
renco Migues. Os cafres continuam
rebellados no sul dessa possesso.
O corpo expedicionario que se or-
ganisa em breve ir emprehender alli
rigorosa campanha.
Rio de Janeiro, 20 de Julho, : s
4 horas e 18 minutos da tarde (recebido
na estacao s 6 horas e entregue as 6
horas c 2o minutos).
A secretaria das relaces exteriores
acabado communicar a imprensa que a
Legaco brazileira em Londres tele-
graphou noticiando que Da entrevista
quo tivera com o Sr. Mrquez do Sa-
lisbury, presidente do conselho de mi-
nistros do gabinete inglez, lhe decla-
rara S. Exc que ha poucos dias que
teve conhecimento da oceupaco da
llha da Trindade, assegurando que es-
tava no entretanto prompto a discutir
amigavelmente qualquor reclamaco.
A Agencia Rster e o Times foram
autorisados a fazer idntica declara-
Cao
Informou mais o Sr. ministro das
relaces exteriores, que o ministro in-
glez lhe enviara nota dizendo que
communicou pelo telegrapho ao seu
governo o protesto do goveno brazi-
leiro, bem como que pelo paquete, que
hontem parti para a Europa, enviara
copia das notas de 22 e 23 do corrente
E LATORIO apresentado ao Ivi. Sr. Gpvernador do Estado
pelo Dr. Julio de Mello I illio, Secretario da Justica, Xc
rocos Interiores c Iiiwti-i^py$io publica.
SEGURANZA E TRANQl ILLIDE PUBLICA
ai
e documentos que acompanharam a.ul-
tima destas notas. J^s documentos t;unwe.$e acha ella istruitD. A qoeiia ou denuiu;ia.cuie coniiver
os requisitos do art./D 9o Col. do Proc. Criminal, achando-se firmada por pes-
sa competente (o Promotor Publico 011 o offatdido) nao pode ser rejoitada por
dizer-se
em que adenuncia ou queixa nao devemser recebidas ver esp
75 do mesmd Cod. do Processo: fra desdes casos, toda queixa oa denuncia que,
contenha os requisitos legaes, sendo firmada por pessa competente para dal-a,
nao pode deixar de ser acceila.
1NSTRUCCAO POPULAR
os mmu DA SCIUCU
POR
Gastao Tissandier
CAPITULO VII
CREADORES DE SCIENCIAS
/
BLAISE PASCAL HUYGENS N1COLAU
LMERYSCHELE PRIESTLEY LA-
VOISIER.
(Continua(o)
Um bomem lao raro, lao extraordinario, devia,
parece me, ser guspeiUo pelos horneo* por
pouco instru ios ou muito mus que elles fs-
sem.
Pois nao o foi. A sua vida.tao pura, lao bella,
foi despedcela Dlos furiosos, que eslaYaai do
poder desde 1793
L:ivoisier era rendeiro geral, e foi compre-
hendido na conderanac&o a desterro, que os ful-
inmou a tudos. O grande chimico eslava a pou-
to de terminar as MM memorias, quando soube
que Kouquier Tinville tinha apreseHtacio peranie
o tribunal revolucionario urna aecusaco contra
ell;.
Lavosier advinhn mmediatamente que a vida
lhe corre risco. Deixa a sua casa, e encontra
um horaem decoraco, Lucas, qu< q esc<>n le no
L'iuvre, 110 gabinete mis cscuso da Acadomia
das Sciencias. O infeliz L-ivoisier esteva dous
das escomido alli; aotimd'esse lempo, vieram
d zerlhe que os seus collegas tinhaiu siflo pre
sos, bem como seu sogro. Lavuisi^r n5o hesi-
lou. Considerando como um dever sigrado
comparliliar a sorte dos seus companlieiros,
saino d'aquelle asyloe foi entregar-se pnsao.
A' 6 de Maio de 1794, o grande Lavoisier con-
demnado morU comu convic o, diz a odiosa
a ridicula senteoca, de ser autor ou cumplice de
urna coospirac&oiqneexisiii contra o povo frao
cez, tendente a favorecer os intentos d8s inimi-
gos da Franja, o principalmente a exercer toda
a sope de exagOes e coucusses sobre o povo.
N'esia sentenga tambem acctfsado como chi-
mico por misturar no tabaco agua e ingredien-
les nocivos saude dos c dadaos, que d'elld fa-
ziam uzo.
____________^__________(Continua/.
"parte offical"
(Continuarlo)
Eis as raquee de recurso e o despacho a que cima me refer:
Razes do Dr. 3* frpnbtoi Publico
Em respeito .tei.-Ieiy3p o Pr. '{." rMno1r Pubu>o' queixa peante o Juiz 'do 7. istricto municipal, contra Joaqun* Jos? def Vale,
pelo crime previsto no art. 2G8 do Cod. Penal, instruio a sua queixa, entre u-
tios documentos, com um attestado da miserabilidadc da oflendida, passado pelo
Dr. Delegado do 2. districto. O Juiz a quem foi presente a queixa nao a accei-
tou por considerar Ilegal o attestado cima referido ;desse despacho o Dr. 3.
Promotor Publico nterpoz recurso para o Dr. Juiz de Direito do 5.' districto cri-
minal. Damos aDaixo a integra do despacho recorrido e as razes do recurso
Nao posso aeccitar a presente queixa por faltar-lhe base jurdica. 0 Sr. Dr.
Promotor baseou o seu procedimento official em quatro documentos, tres dos
quaes n5o trn valor algum. Refiro-me ao auto de pergunlas feilas offendida e
aos altcstados de sua idade e de miserabilidade. Os doas primeiros nao sao parte
integrante da queixa, podiam ter sido dispensados pelo orgo da Juslica Publica.
Quantoao ultimo, porm o attestado de miserabilidade, em face do art. 27 i do
Cod. Penal, imprescindivel, com elle nao poderia agir a Promo!,oria Publica.
Ora, esse attestado jurdicamente nullo. Firma-o o Sr. Dr. Joao Pacheco de
Qjeiroga que se intitulidelegado do 2. districto. Nao posso nem devo reco-
nhecersemelhante autoridade. A lei da Questura Policial, em substituicao da
anliga Chelalura de Polica, creou, para auxiliar o.servico do Questor, aos sub-
queslores, que nao sao absolutamente os antigos subdelegados muito menos os
exiinctos delegados. Essa lei est em vigor e nenhuma oolra cogita da entidade a
que me retiro. N'essas condig5es, actualmente toda essa maltido de delegados e
subdelegados, sem existencia na lei, firma-se apenas no capricho de manter urna
situacao illegal e criminosa, para a qual nao concorrerei. Sr. Dr. Promotor,
requeira, pois, o que julgar necesaiio em beneficio da Justica que me encon-
trar sempre disposto a conceder-lh'o, temi por norma a Lei c o Direito. Poco
da Panella, em 12 de Setembfo de 181) i.Arthur Henrique de Albuquerque
Mello. Para o Dr. Juiz de Direito do 5. Districto Criminal recorre o 3. Promo-
tor Publico, do despacho pelo qual o Dr. Juiz,do 7.- Districto Municipal nao ac-
ceitou a queixa de lis. 3, dada pelo recorrente contra Joaquim Jos do Vale, pe!o
crime previsto no art. 268 do Cod. Penal.
Nao preciso esforco de raciocinio/ para vr-se a procedencia do re-
curso interposto. Funda-se o despacho recorrido para nao acceilar a queixa em
snpposla nulhdaile ou illegalidade do documento relativo miserabilidade da
olfendida. Mas, em face da le e dos principios que regem a materia, nao procede
tal
presente lei, e fica autorsado a regulamentaP, submettendo, porem, o regui*-
mento que expedir approvaco do poder legislativo para ter execugo. Ora
dos precisos termos da disposicao citada se v' que a primeira execuco da la?
invocada, depende das instruyes e regulamento que ficaram a cargo do Gover-
nador : e nao tendo este anda expedido taes instruccSes e regulamento, segae-
se que nao se ache alterado o estado anterior. D'o.nde e claro que os img-
cionarios policiaes que existiam anteriormente lei da Questura, continan a
exercer as suas futicgoes, at que tenlia execugao a le que os supprime. Sobre
esse ponto nao ha, nem nunca houve duas opiniOes. A lei da Questura foi pu-
blicada em 15 de Novembro de 1891; muito tempo depois foram eleitos os Jut-
zes de districto, os quaes collaboraram sempre com a polica, aua gmente agora
consderarnfillegal. Sabemos que a impreijsa partidariarpor'p^Vca^Mn, tero le-
vantado ulnna'iiente essa magna questo, como elemento de opposico ao Go-
verno, nao obstante esse mesmo Governo ora malsinado, j ter sido elevado
altura de um baluarte dos direitos do povo, servindo-se dos mesmos auxiliares
ora considerados illegaes. Ser que o despacho recorrido se tenha querido inspi-
rar nessa fonte ? Nao o acreditamos. 0 honrado Juiz a quo tem criterio bas-
tinte para ver que o procedimento do Magistrado, que ou deve ser a lei en
acgo, nao pode ser pautado pjlos desvarios de grupos ou partidos polticos. Ac~
cresce ainda que aos Juizes da segunda instancia (Juiz de Direito ou Tribunal),
sao presentes diariamente processos em que figuram os funecionarios, cuja exis-
tencia o Juiz a quo ora desconhece : e ainda Juiz algum decidi por tal funda-
mento. Quando mesmo a lei da Questura nao eslabelecesse expressamente qcc
a sua execugo dependa de instruegoes e regulamento, devendo este ser subuit-
tido approvago do poder legislativo; isso se devia subentender; pois prin-
cipio corrente e g^ralmente conhecido que as leis para a sua execugo depender
de acto do poder executivo, isto de instruegoes e regulamento. Do exposto temos
liquidado os seguintespontos donde decorrea procedencia do recurso: 1. a quei-
xa de que se trata est Grmada por pessa competente para dal a e contm todos
os requisitos que a le estabelece; 2." que a miserabilidade d* offendida, questo
de fado, pode e deve ser liquidada na ormago da culpa e nao ha lei que faga ai
acceitago da queixa dependente de prora previa da miserabilidade da oft':ndida;
3. que, quando assim nao lsse, o attestado e dem s documentos esto firmados
por funcionarios que tem existencia legal, como se prova com a propria lei qpo-
cida no despacho recorrido. Em taes termos, o recorrente espera e confia qtie
Juiz a quo, atlendendo para essas ponderagoes que sao feitas em noaie e ms ter-
mos da lei, reformar seu despacho; mas se assim nao succedor o integro e Ilus-
trado Juiz ad quem, supprindo com suas luzes as lacunas deste trabalho, dari.
provimento ao recurso para desaggravo da Jusliga. Recife, em 22 de Setcrabrc
de 1894.0 3." Promotor Publico, Manoel dos Santos Morelra.
Despacho do Dr. Juiz do 5 Districto Criminal
Dou provimento ao recurso interposto nsles autos pelo Dr. 3." Prom*-
. tor Publico, do despacho do Dr. Juiz do 7.* districto que lhe rejeitou a queixt
al fundamento : i. porque, a llegahdade dos documentos instructivos da queixa ^
u denuncia, nao pJe ter por eonsequencia a rejeigo desta; 2." nao sao illegaes ^ ^
espacho recorrido nao tem fundamento na lei.
Nao est no arbitrio do Juiz deixar de acceitar ou nao -esta ou aquel^
peligo de queixa ou de denuncia; mas, s poder fazel-o em virtuda da lei.

O art. 50 da Lei n. 2033 de 20 de Setembro de 1871diz bem clarar-
due sao ilegaes ou nu os os documentos que a acompanham. Us casos I___ ___, ,___. .
4j s __- ,u-jd a-n,.n;fi,.afJna na -irt mente qual e a queixa ou denuncia que nao sera acceita, apontando como tal
a denuncia ou queixa nao de vem ser recebidas vem especitiuados no art. *mmJ*Z -ZL:^ i.....'..::.____......i '_______w. .L.
e nao contiver os requisitos legaes, requisitos que estao enumerados, co/co
lspensaves, no art. 79 do Cdigo do Processo, alm do que se l no art.vi
que
in:
do mencionado Cdigo.
Desde, pois, que o facto objeclo da queixa se acha cm eonflictaxom &
O Juiz a quo, deSv.ando-se da le, para M^P^fu penal, que o previo e applicou-lhe penas;-desde que a queixa est lanfU
ronte,por suppor ^'f ^ o ittctetado d^^ ^^ JP P 1 em de f
que a prova se faga antes de instaurado o swnano. bim, a eonsequencia Jur1' 'despacho recorrido
dica a tirar da supposta illegaldade do atestado relativo a esse ponto seria a falta A ^ do ^ do soccorre
de prova do facto all aflirmado; mas, essa prova que le nenhuma exige seja g^-,.^,.,.^
feita antes da queixa, pode ser pro luzida posteriormente a ella e sem quebra Ah procedimento official da justiga, no crime de
do que ha de elementar em processo, nao p^od.a ser e.^g.da an es da pe.gao n.-1 se t da ^^^ de P ^^^ a off dJa>
cal. Se era exacto que a queixa ou denuncr, nos cazos em qu a le a perm.lte 1 t ^
urna vez revestida dos requisitos legaes, nao poda ser rejeit da u m ,ne por nbada da I 4 falla de proceden Jo office-e ahi un
fados nella expostos, com ma.ona de razao sel-o-ha hoje .,_.,P encona ^ ea'uvale & paIarraLac^). /
processo, entre as
falta de provas dos .acu* ueu pmns -.-TT ^^"'Z: allocugao se encontra 4ue equivale palavra-acgo; e quem diz acgo i
quandoaleacabou expressamente com V^"^^^^^ P^^ -*J ^preSende as tersas phases d^
quaes se acha a da lorm
por dizer que Ilegal o attestilo da miserabilidade da offendida, o que importa t
o honrado juiz a quo a queixa de fls. 3, daifa por Pessahle?ai^^7r^^:' quaes se acha a da formago da culpa, logar opportuno para a exhibigo, exae
contendo todos os requisitos legaes, em caso em que cabe o recorrente oiciai,
por dizer que illegal o attesMo da miserabilidade da offendida, o que importa
dizer, por falta de prova de um'farto que poder ser demonstrado no curso do
Publico pode offe-
ara a formi-
Governo do Estado de Per
nambuco
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTINA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUC-
5AO PUBLICA DO ESTADO DE PER
NAMBUCO DO DIA 25 DE JULHO DE
1895.
Jos Francisco Barbosa, sen'eociado, pediod
certidao. Ao Sr. Dr. juiz de direito do munici-
pio de IguarnsB, para allender.
Manoel Barbosa dos Santos, roajor do 3." ba-
lalhao de i fanteiia estadoal Deferido, nos
termos do oflii:io ao Dr. Secretario da Pazeoda.
Porphirio Nunes da Silva, sentencalo, pe-
diodo perdao.-Ao Sr. Dr. substituto do procu
rador geral do Estado, para que se digna de
informar.
Abino Rosa das Mercs Jaoseo, 3. official da
3.' directora desta Secretaria, requereodo don
meces de licenja.Sim, com ordenado na forma
da'lei.
Hermenegildo de Sxqvera^
Por.eiro interino.
O contrario seria admitlir que o procedimento offi- ial ou a acgo seja &
"nho acca,
summano
gao inicial?
os documentos
que-acabamos _
como cundigo essencial o ser acompanhada de prova ou documento Mas c- j e fl miserabilidade,
attestado de miserabiliuade da z* \ ,' ,
esenpto e firmado pelo delegado de polica, longe de ser nullo, por nao ter exts-
como entende o Dr. Juiz a qua,
uj uu Lisiauu e com a le da yucstura.e aix
despacho recorrido ? 1 No citado art. 274 diz o legislador:
ver
1- Se que a Constituigo poltica do Estado em seus arts. lile
tando o art. 274 do Cod. Penal, considera o
offendida parte integrante da petigao'de queixa a ollerecer por parte da Ju ten ^ & ^tode que o sbscreveu
t.ga! Onde e como esta no art. 27 i do Cod. Penal a eonsequencia l ada pe o mJenbndo com a ConaJllIc5o dj Estado
apacho recorrido?! No citado art 274 diz o legislador. Nesles crimes ha- ^ v impugnado pelos motivos que foram dadas
jr lugar o procedimento official da Justiga somente nos seguales c808: no desoacho recorrido
. Se a offendida fr miseravel... Dos termos da, le iranscnpla se v que 0( ^g, rf^ "
' condio para o officio ila Juslicaem certos es. "J?; 72, creando os juizes deXlrictoT deu-hes, alm de outras, as funegoes fc
[S ^^tm^^^^J^l^ enio incumbame autoridades policiaes,-/
legislador faz
circumstancia
-e estas attribuigOes se achara aiot.
repellida in limine. O Juiz a quo confunde a iserabilidad* datffendida, (cir- ^TJ^T^^ ^ ??* ^ ^
F f ^"'"c -,j Z j, servigos do Estado, permanecerao estes como se achara, conservados em
cumstancia de facto a que a le. penal se refere^ cora o alletado oujprnwda ^^ q$ {ac6oJTm respeclivos. ,
das Dis-
oruanisados o
seas
A lei da Questura'de 14 de Novembro de 1891, nao se pode conside-
mi serabilidade. A lei s admitte que a Justiga Publica fimecione em certos casos
quando a offendida seja pessa miseravel, m3s isso nao quer dizer que o Pro-
motor Publico seja obrigado a fazer prova ^^0"fan- ^raI EUa mesma diz em seu art. 27 das Disposigoes Geraes : O Gove*-
rauto menos se pode dizer que tal prova seja Jar te ntegr ante da queixa. -para as necessaaias nstru oes na forma ^ ^ do arl 57 da CoM.
a acc itagao desta, basta que se ache conform J^r,Jf ? d,ssc^s' luigo para a primeira execuco da presente lei: e fica autorisado a regulame*-
sera fe a em lempo opportuno Ja claraos as disposicOes ^Ud ^ Processo ^ /ubmete^ 0 ^J^ e dir a ^ do 8poder Jft.
que declarara as pessas competentes para dar queixa ou denunc a e bem assim i J>
os casos em que estas nao podem ser admittidas; em nenhum desses casos se vxhi.* ri0 emikm
acha a queixa- de aue se trata ; otro o iuiz a quo, sem iniusliga nao podia rejei- ., .
j,1 ,4 7r ,, jJ Jl;U, r ;nLnio Ha Questura tenha tido ja a sua primara exeeucao, quando ella depende daquelc
tal-a. Mas, quando mesic, o attestaflo de ^^hdaae ^^ part megraute da h coriforJme &l/reconhece 0 r. j av e na0 \ so hU) d4epefc.
queixa como quer o Juiz que, arada ass.m ag^bu recomdo na0 poda sub- ^.^ q Rq ^ ^ ^ ^ J >
sislir, em face d*j>ropria lei alli invocada. Pretende o Ilustrado juiz a quo que os
logares de delegados e subdelegados de poiicia*ipprmidos pela lei da Questura,]
nao tenham rioje existencia jurdica.'D'ahi 9 querer quet>s actos desses fune-
cionarios, com quem S. S. collaboVou muito Igmpo depois da lei da Questura,
sejam hoje urna especie de incendio que destrua ou devore urna queixa ou de-
nuncia que com elles se ponba em eonlacto Nao tero razo o Juiz a quo.
A lei da Questura, que de 14 de Novembro de. 1891 e emcuja confecgo S. S.
collaborou como %. Secretario da Cmara dos Deputados, diz no art. 27, sob
a rubricaDispoufCcS Geraes :' O Gobernador dar as necessarias instruc-
ces, na forma do j %: do art. 57 da Conslituicao, para a primeira execacao da
Era face de semelhante disposigo seria errneo entender que a lei da.
nha tid
o, coril
Regulamento que se organisar de approvago do poder legislativo.
Seja, portanto, aceita a queixa e prosiga-se nos ulteriores termos.
O presente recurso devia subir nos temrios do art. 191 do Reg. de iX
de Janeiro de 1893.
Recife, 27 de Setembro de 189 i.
Mino de Ara>
(Continua.)
*
-t
J MUTIUDO
4
f


---




- :'


*x
litarlo de Pernambuc ab8ado 91 de f iiIEm
e
1S&5
*-
>
DESPACHOS DO SR. DR. SECRETARIO DA
FAZENDA, EM 24 DE JULHO DE 1895.
Antonio Jof de Moraes Sarment, professor
jnbilado da 2* cadeira de lingua franceza do
extinto G ymoasio Pernambucano, pedmdo por
certidao ; desde quande Ihe foi paga a gratifi,
cago de bons servtgoa; quamo tempo eateva
no goso da dila graufieago e quai a p rcep-
5,-ao mensal d'essa sgratilicagoAo Sr. Dr.
nireclur geral.
M^Doei Clemenlao -Gorra de Mella, pedmdo
pagamento da importancia, referente a illumi-
nglo publicado Jaboato nos raezes de Agosto
a Gutubro do anno prximo pausado.Ao Ur.
director geral para mandar pagar.
Mano^I Francisco de Barros Campello, col-
lector no municipio do (abo pedindo aposen
tadoria.-Ae Sr. Dr director geral para in-
formar.
Di 23
Lniz Francisco d Cruz, pedindo pagamento
de25 0|0 sobre sus vencimentos de escr vao
do municipio de Serinbein. Informe o Dr.
director geral.
Enedino Gongalves Ferreira da Lo?, pedindo
pagamento rio quantia de 4:4788444 que se
acba escripturada Informe o Dr. directjr
geral.
DIRECTORA GERAL DO THE90URO
Despachos odia 24 de Julhode 1895
Antn o SouU de Araujo AlbioaAnnorim &
C, e Manoel Das Moreira. -Informe o Sr. Dr.
administrador da Recebedoria.
Companhia. do Telegrapbo Submarino.In-
forme-a secgo do conten i so.
Fielden Brelheres e mesrao.F. P. Boulitrau,
Anua JMasairaraoa do Reg, Jos Ildefonso de
Souaa Rangel, Manoel Ferr ra Bartbolo e Ju
mor, Manoel Gomes du ( unha, Manoel Fran
Oseo derfiarrea Campello. Vicente frVrre ra de
LimaInforme o Sr.*r. ubdtrcctor da con-
tabilidade.
Jos Joaquina Pereira de Mendonga,.Compa
abia Dfstilagao de S. Jos,. Joaquim Apngio
de Meodonca Sraioes..Haja vista o Sr. Dr.
procurador fiscal.
ilaximilano Alexandre Eugedio Huth Jos
Faustino Porto, Jos Soares Co rea Brazil e
mego Dr. Antonio Arcovard,- de Albuquerque
Cavalcante. -Ao Sr. Dr. Sub director da Co-
teoilidade para os devidos ns
O prelocolista,
Francisco Militrao Ferreira.
RECEBEDORIA DO ESTADO
Derechos do dta 26 de Julho de H95
Tavar & Freir^ Coropanbia de Segaros
indenmisadora desta cidade, AtTunso Maia &.
Informe a 1.' secgo.
Joaquim Gongalves & C-Informe a 1.a sec-
tas-
O portel ro,
Custodio B. da Silva uimares.
----------o ----------
Questura L'olcial
Secgo 2.aK. 103 Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 28 de
JBbc de 1895. w it ma_
Ao Sr coronel Dr. Julio de Mello Filho,
30 digno Secretario da Justiga c Negocios I"
errares.
Par'icpovQs que foram houlem recomidos a
Jasa ile PteneSo os seguinies individuos :
A' ordem Jo delegado do 2. districto da
rpita), Manoel Gomes FTivira, como desof
Jeiro e Faustino Joao da Silva, para avergaa-
"ies poliejaes
A' ordem rio subdrligado do 3a districto da
raga, Hosa Mana de Lima, como alienada at
JO* possalero conven:'nte destino.
Tiesta dnta o cidado teorue Manot-1 W'al-
Anido Soares, assumio o exercicio do cargo de
gbdflpgado do 1." districto da freguezia de S
'd? na qualidade de 2. supplente.
Sa te i f:atraidae
O O^KlO',
Jote Ftlitpe Nery da SUm Flho.
SECRETARIA DA INDUSTRIA2* DI-
RECTORA
luspcctoria Geral de Hygicm
Bernardioo Pereira Ramos, pedindo para man
v examinar o predio n. 33 K, da ra da Ca-
^eia Nova.Ao Dr. co in ni w sano, do 2o districto
C.-.i examinar.
Foram considerados osa condigis higinicas
ra serptBihabi'ad >s:
Pe > r commusano do 5 districto, o 2 an-
dar do predio n. 2 larua do Bm J*us.
Pelo Itr. commissano d-> 2o disinclo, os* prp
dios ns. 83 e 109 da run Vidal de Negreiros, li
da roa do t al lere'no, 81 da ru i do Coronel Suan
anna, 9 da ra do. Jardun e Io andar do predio
2. Ti da ra Marcilio ias.
Pelo Df. eominis*anod 4> districto; O pre
dioso. 3'ta ra das Granula e 348 da ra do
Coronel Suaasuna.
Pelo Dr. mnima"* 4o 3 districto, os pre-
diOj us. 78 e 91 da ra da Gloria.
Secretaria ajiwpaatprta ilado de Pernambuco, m 2J de Julhode- 189o
Apolluiario da IriiAade leira Henriques,
Serreario.
4*ECI-JTARIA ;DE ESTADO Os NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despartios do da 25 de Julho de 1895
Manoel iogo Chav, fiscal do 1." districto.
pedindo gratificarlo de mais de30ann-8 de
arncoa -ffeatrvog. -sSim, mos krmos do a<-u-
i'esladata.
O porteiro.
Archiaes Hafre
O Sr. 1." Secretario procede leitura de um N 118 -dem a oagar-ge a gratiflcagao de Barra Velba a Sertaosinho, passando-o para a. Ritcble, preaidente da ministerio do commercio ;
officio do 1.* Secretario da Cmara dos Srs. mrito ao proessor Manoel Marinno Cavalcante
l\.uu*.rf^ .nnn*A ilmn uitnlii^A nlli i n .' i\ i ^ H -l rfit A I l\ l, n lia m 11 Q ___A' K* I 'o til 111 ^ i.' "l l
Uepotados enviando urna resolu^ao all iniciada
pelo projecto u. 162 prorogaudu por 5 dias a
actual aess&o do Congresso.
O Sr Presidente lendo o art. 74 do Rgi-
raento Interno,sdbmit- ditareaolucao e apoia-
meBlo, resolvendo o Senado arfirmaiivamente.
Sao approvados Beta debate os pareceres us.
143,146.140,141 e 110, adoptando, as resolu-
cOcs iniciadas na Cmara pelos seguales pro
jectos rteate anuo :
N. 100 (Companhia Lyrica,) indo a 5.* Cora-
mtssa para o redigtr;
. 44 (auxilio a plantadores de cuf e cacao)
indo tambem mesma-Comausgao para o rete
rido um,-
N. 101 (auxilio Companhia de estradas de
ferro Norie do Brazil,) indo tambem a mesma
oinmissae para o referido ti ni
. 60 (encarapacfto de estradas de ferro de
Rtbewao a Bonito,) dt clarando o Sr. Presidenta
que ia otSciir-se a Cmara, sobre a emenda
fiia pelo Senado.
N. 93 (poseotadora do engenheiro Francis-
co Apoligorio Leal) indo 5.* Commissao pura
facer a redaegao
Yema mesa seguint* declarago de voto:
Decrarn que vot i contra a eucin-pagao da
estrada de farro, rte Rieirao a RonitoErml-
tio CoLtmbo*.
Approvam-se em 3.' discussao, os projectog
.lo Sena.io ns. 7 e 23 deste ,anuo, o primeiro
que manda construir urna ponte sobre o Rio
boce, loi 5" Commissao para o redigire o
segundo rpn auxilia a Fabrica de Vidros, que
recebeu tres emendas, sendo approvadase que
entrarao em 2* discussao.
Sao estas as emendas :
1 o art 1.Em vez de directores, dga-
se a Companhia Fabrica de Vidros.
Dr. Srmtrio Gouilnhj.
Eduardo de llreira.
Antoui* firnimbuco.
Albina Jos da Silva,
. 2 Ao art. 3.-Em lugar do que esl, di-
ga-se : O emprstito ser feto em duas prjs-
tagOes de 150:0003000 ra la urna aendo pri-
raeira realizada deps de assignada a escrip-
tura de pnmeira 'iypotneCR,'a segunda quando
a empreza pruvar que a fabrica se acha lunc
clonando regularmente.
r Ermlrio Coulinho.
Eduardo de Olveira.
Albino Jos da Silva.
Antonio Pernambuco.
N. 3 Ao art. 4."Surjstitua-se ;-Os juros e
amorusaco do emprestuoo eerao regulados
pela le qu- concede aaxilios as usmas, deven-
do, porio, a amortisago tifio ser inl'er.or :
10 0,o mmilinoAte.
Dr. Ermirio Coulinho.
Albino Jos da Silva.
Antonio l ernambuco.
Edairdo de Otiveira
Submette-3e a 3.* discussao o projecto do Se-
nado n 24 deste anno, (aposeotaiona do 1
escripiurano Caetano Maria-de Fan> N -ves
Vem meea aendo,lid, apoiada <; subaaeltid^
conjuntamente em discus^) a seguate emeada:
N. 1Igual favor a Joao Osario de Milo
ticulan Banletra.
Eocerra-se a oiscussao, deixaudo de volar-se
por faifa de numero.
Pelo mesrao motivo nao se votan- as seguintes
rxatetias, que firam enceiradas, e sobre as quaes
no houve debate :
Pareceres ns. 142 e 144 em 2/ discussao. que
adoptam rasolug:s iniciadas na '.amara pelo*
projactos ns. 25 e 125 dato anno (Monti Po
dos mpregados da Estado e emolumeutos da
Junta Commercia');
Projecto n 29 do Senado, tambera em .' du
cdsso (exlinegao.de responsabilidude de fiado-
res ao finado thesouretro Irineu Coelho da
Silva).
Esgoia-se a ordmi do di.
Achanio-se sobre a mesa fio a imprimir os
seuuiates pareceres :
1895 PARE ER N. 165
A 5.a Cumuiigg&o a quera foi presente a reso
lugao iniciada na Cmara dos Srs. Deputados
pelo projecio n. 93 do correnle auno, e boj ap
provaJo em 3.a di.cussao : de parecer que se
Ihe d a seguiot reda -go :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, DECRETA:
Art. 1." Fica o Governador do Estado autori-
zado a melhorar a aposentadora do ex director
da Reparlig'io das Obras Publica*, engenheiro
Francisco lApoli^crio Le.I, ooiiceieado-Itie os
vencimentis que^uiao percebia e raais a grai
tirago equivalente a um tergo de dos venc
toentoS.
Ari. 2 Revogara-se as disposigSes em con-
Sala das Comraissas do Senado.20 la Junh,
de 1895.Reijueira osta.Barda de Nasareth
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO .RECIFE, EM 26 DE JULHO DE
1895.
Joaqun Carneiro, Antorrio Fernandas de Ate-
. .i), 'Manuel dos Sanios C. de Barro*, Affonso
Ferreira Bailar, Francisco de Paula \. da Sil/a,
Santos da Figueira & C. Joaquim Nafoetaa da
Silva, Manoel Joaquuu Pessoa, Resalma M.iru
da Conceigo Olifeira, Uottno Susano G. de Mi-
randa, N. Grumbert, Antonio H S'lva Ferreira,
Jos AH)gueira de Souza, ,Jos E. F Jacobina,
Jos da Silva Ferreira e Jonhn Howey Brox-
Tell.Deferido.
Mara C. do Carmo Figueiredo, Tito Livio
3oreg, Joo Becerra de Alouquerque, Jn-^ Ma-
rhado Brafdo, Augusto Oouviao de Souza r
Dta G. Carne ro da Cuaba, Deferido de ac-
xrdo cora as posturas
ManOTl Angelo da Cruz.Deferido, pagando
M imposto?.
Coronel Justino R. da Silveira-Deferido, a
isla da info'magao.
Antonio ardoso Ayres.-Deferido, Umtando-
se ao requerido
Antonio Bjpusta de Arauje Satisfaga a exi-
gencia do engenheiro.
" Jos da Silva Loyo Netto.lodeferido, o sup-
piieante poder^fazer urna reedilicagao.
Jeronytno Jos Ferreira. -Indeferido.
A Unio Beneficento dos Proprietarios de
"."nical s.Em vista das diaposigoes orgamen-
iarias nao pode attender ao portador.
Secrelarr da Pceleitura Muaieipal do Recfe,
'i de-Julho de 1895.
O porteiro.
Sano Alces d-a Fonseca.
I* SESSO ORDINARIA EM 20 DE JUNIIO
DE 1895
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francisco
leixeira de S
Continuago do n. 166
E' encerrada aem.debatei dicusso do su-
pracitdoparecer, sendo approvado.
O SR. PRESDEME -Declara que vao fa-
rer-se Caara dos Srs. Deputados as de vi-
das communicagGes sobre as emandas adop
ladas-
Vem Mesa a geguinte declaragSo de v*to :
Declaro que votei contra o projecto de or-
jameote- Ermirio Coutinho.
1895 -PAR.iCER 166
A 5.a Commwsao--Wnd presente a resolugo
iniciada na Cmara-.los Srs. Deputados pdo
projecto n. 100 do ce-rrnt anuo e que buje
este Senado approvoa em a* discussao ; de
parecer que fique assitu redigida :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, DECRETA :
Art. 1." Fica o Governador do E-talo autori-
sado a despeo ter a quautia de 20:0009000, aRra
detoasraetu urna, companhia lyrica qu^ come
gari a .trabal&ar uo Theatr SaQU Isabel n >
rjjei de >elembro do correte aono.
8 l. O contracta, ae tana cera Giovanni San
son ou cora quem. melhores vaotagens off*
recer,
8 2.a A quanti sjihv raciona la er tirada da
coutntnigaj paga pelo couiractaute das loteras
do Estado.
S 3." O contraciantececeberA subvengo era
3 prestages, sendo al.'depois do 1 espeeta
culo, a 2 a dep is do 10" a ultima depois do
penut'imo
Art. 3 a ttevogamrse as dispisiges, em con,.
trario.
Sala das omfnaC^3 do Senado, 20 de Junho
da 1895. Requera .Costa.Bardo de Nazarelh.
1895.-PARECER N..167
A 5.a Commissao. irado presente o projecto
deste Sealo n. 2" 1o corrente prcv.ido em 3*discussao; de parecer que se
ihe d a guate re lacgao :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DB PERNAMBUCO, RESOLVE :
Art. 1* Fica o Goverrrador do Estado anrari-
nado a dcspeoxlen at* aquaiiia de 20 O00JO0O
cora a construegao de um ponte no lugar deno-
mina lo Ro Doce, municipio de Oltnda.
Art. 2.a Revogam-se as- dLisposigoes em con-
trario.
Sala das Comnris?o>s doiSeoado, 2id8 Junho
de 1895.-/l3iMtra Costa.r-Bardo deSJ^aretk.
O SR. PRESIDENTE d esta ordem do la
para a,prxima sessio : discussao da resolugo
que proroga a actual sessao ; das emeodas ao
projecto n. 28, 3* oiscussao ao projecto a. 23 ;
' do parecer n. 62 e volagao das materias adia-
das, e em seguida 1 vaota a sessao.
52a sesso ordinaria em 21 de junho
de 1895
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francis-
'leixeira de Sd
A' hora legal, feta a chamada, verificando se
estarem presentes os Srs. Harculno B iBdeira,
Albino Silva Salazar Mo.icoso, Teixeira de Sa,
Albino Meira, Bar o d Nazarelh, Ra^ueira Cos-
ta, Eduardo de Olveira, Antonio Pernambuco
e Constancio Puntual, o Sr. Presidente declara
aberta a sessao.
Palta cora participagao o Sr. Serra Martins.
E' lida, sendo approvada &em debate, a acta
da sessdo antecedente.
O Sr. 1 Secretario proceden leitura do se-
guintn-Expedieale :
Um officio do Dr. Secretario da Justiga re
met'endo tres exemplsras das resoluges sanc-
cionadas.sob os. 106 a 108 -A' archivar.
Outro do 1 Secretario da llamara dos Srs.
Deputad >s communicando haverem sido all ap-
provadas as emendas feilas pelo Senado aos
projectos ns. 15 e 38, na mesma iniciadas.
Inletrado.
Outro do mesrao remetiendo tres resolugdes
all iniciadas pelos segrales projectos deste
anno :
de
de Albuqsrque.A' 5a Commissao
Outro ao onceltio Municipal na Garanhuns
informando contra o projecto n 13 que manda
perttmeer o povoado de Angelira no municipio
de CauhotinhoA- quera fez a requisigao.
Outro do Coucelho Municipal de Gamelleira
em resposta a um deste Senado datado de 6 do
correnle, julgando conven ente a annexagao dof
engenhos Pereira-Grande e Frescoodim a dito
mumcip.oA. quera fez a requiaigao.
Passa-se ao expeda t do Sr. 2o Secretaria.
Sao lidoi, sendojapprovados sem debatel,
quairo pareeeres da 5a Commissao, ja impres-
sos no Jornal da Casa, sob ns. 103, 165,165a
167 redtgindo os tres prima ros as resolugis
iniciada na Cmara dos Srs. Deputados palos
projectos ns. 78, 93 e 103 eo ultimo proj-set
do Senado de n 27, todos deste anno.
0 Sr. Presidente declara que est vai ser en-
viado Cmara e aquellas, oppjriuaamrata, a
sangao.
Sao lldba tambera os dous seguintes parece-
res da mesma Commissao, sob os. 168 e 169,
sendo dispnsalo da impressao a requerimiento
do Sr. Barao de Nizareiii e approvados aeic de-
bate.
1895-PARHCER N. I8
A 5o "omraissao lando presente a resolugo
ipiciada na Cmara do-Srs. eputilos, pe'o
proj'-cto u 44 do correte anno e approvado
t*ra 3" di cussao na sessao de hontera ; de pa-
recer que tiqge assira redigida :
O] CONGRESSO LEGISIATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO DECRETA I
. Art- 1 Nenhum municipio poder onerar com
imposto* direct"s ou indirectos os genero- de
produegao doJSstado por qnalquer forma tribu-
tados por este, ncm os gneros de paodugao outrns municipios que por elle transitar m
Art. 2a Fica prohibido as municipalidarfes
langar impostps qupr s ibre n plantg&o, p-odu-
cgo Biexportugao du caf e do cacu, (juerso
bra os agricultores que se dfio ao cultivo dessas
plaas e. neaoctintea que as exporlareiu
Ar 3o Fica o Governalor do Miado autorisa
do a pagar.o premeio de 2 OOOSOO a iodo agri-
cultor que provar possutr de mil cafeetros
fructfirand >, ou olio mil cacauairos as mes-
mas co.idiges.
1 ^o a^ncultor que prevar possuir e cul-
tivar cem.'mil cafoeiros fruc.lilicando auxiliar
o Estado pagando todos os direitos d* Importa-
gao e aliantande como emprestimo so-, penrio,
agrcola, a raetade em ouro da importaucia dos
tnacbnisra necessario ao preparo do caf
para exportarlo
S 2 Para reasagao desse auxilio fica o G-
rernattor do Estado autorisado a emittir a pli-
ces de 7 % as condigas daquell-is a que se
refe o Decreto de 16 de Outubro de L390 nSo
devendo esses auxilios exceder do total de 200
conlos de ris.
. 3o Os agricultores assira auxiliados ae obr;-
garao a beneficiar mediante lucro rasoavel, os-
upulado no regalamento a ser expedido pelo
Governo do ElUdo o caf que para esse tim
fr l'vailo uo seu estabel,cimautn pelos p-que-
oos lavradores crcuiiv sinhos para o que seria
lavradoe contractos anlogos aos da foruecimen-
Ui de. cannas as usinas de assiipar.
Art. 4. Fica o Governador do Estado igual-
mente autorisado a chamar concurrencia para
organizagao de um servigo regular subvencio-
na lo, me liants contracta, para transporte de
merendonas entre Jatob (eslacao da estrada
de ferro desse ponto a l'iranhas) e a c.idade de
Triurapho.com escala pelas pnneipaes villas e
culadas da regiio da Baixa-Verde.e valle de
Paje.
% 1* Para esse fira a subvengo ser propor-
cional ao numero de kilmetros mnsaimenid
p -rcorridos e ao peso total de mercaduras nesse
prazo transportadas.
2.a Esse servigo em qumto raelnor nao se
poder organizar, lera feto por alm icreve?, em
numero d"terminado naquelle regulara-rato e
segundo a linfa approvada pelo Governo
Art. 5 Ao agricultor da Sarra da Baix;i-
Ver.le, S-rra-N-'ira a regies adjacentes que
primeiro exportar por Jatob. era um auno, mil
saceos cora 75 kiIogramraas de caf Cidaura,
regu trmaotn prepralo, cora tanto que prove
ter sido, todo elle colindo era sitios de sua pro-
pnedade no srtSo desle Estado, ser pago o
premio de -.':O3OS000.
Art. 6, Fica o Governador do Estado gual-
ra;nte .-luorisado a chamar concurreiicia puo.,-
,-a para a organizacao de um servico r-nalar de
transporte de mercaduras pelo rio S. F ancisco
entre i'etrolma, Boa-Vista, Cabrob e Jatob
de Tacarat.
Art. 7.a Para auxiliar as degpezas motivadas
pelos artigos 3. e 5.a,-o Estado cobrar o ira-
posta de 1 <>to sotire o cal exportado, devendo
essa arreca.lagio -reaiuar-se na Alfan lega
do RiCife quando naootenha sido palas exacra-
rias dos tnudicipios d'onds procede esse ge-
nero.
Art. 8.a Os arligos 1.a e 2." s terao execugai
do da 1." de Janeiro de 189o era diaute.-
Art. 9. Ficara ravogadas as disposiges em
contrario.
Sala daa Coinmises do Senado. 21 de Ju-
nho de 18)5. Rrg'ieira Cosa.Bardo de Saza-
relh.Dr: Constancio l'ontuil.
do rio Jacuiiipe e fleando
era territorio de Pernam-
margem esquarda
assira todo o ramal
buco.
Art. 3.a Para maor garanta do contracto a
cel.ebrar-se entre a concessionario e o Giverna-
dor do Estado devar este se entender cora o
Governo Federal, re ativamente aos auxilios
prestados a mesma concessionaria.
Art. 4.a Rvogara-se as disposieflas em con
trario.
Sala dae ComraisfOes do Serrado. 21 de Junho
de 1895. -Retueira Costa. -Baria de Nazarelh. -
Dr. Constancio Pontual.
Fragmente sao lidos tambem, indo a irapri
mir os seguate* pareceres :
895-PAREJER N. 170
A 2a Commissao a quera foi presen'e a reso
lugao iniciada na Cam-ira dos Srs. ne[iutados
pelo proje'-to n 101 des e aira, de perecer
que aeja alopiada uos termos em que se acba
concebida.
Sala las Com-nisses do Senado, 21 da Junbo
de 1895.Antonio Pernambuco Eduardo d'Oli-
oeira.Di. Constancio Pontual.
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO DE
PERNAMBUCO RESOLVE :
Art 1 Ficam elavadas a ca hegona de ci-
dade, as villas de Pelrolina, Bonilo, Agua Preta
e Iguarass.
Art. 2." Revogam-sa as disposges em con-
trario .
Cmara dos Diputados do Estado de Per-
nambuco. -Jos Marcelino da Rosa e Silva, Pre-
sidente.- -Celso F. Henrqut* de Souza, 1.a Se
cretario. Ju/i Autero, 2.a Secretario.
1888 -PARECER N 171
A 3 a Commissao tendo pres-nte a resolugo
da Cmara d s Srs. Deputados iniciada este
anuo pelo projecto n. 120 de parecer que seja
dopada corao se acha concebida.
Sala das CoramUades do Senado, 21 de Jun-
ho d>. 1895.'Sarao de Nazarelh- Antonio Per-
nimbmo.
1393-PARECERN.169
A 5." Commissao, n queai, fot presente a re-
solugo ioiciuda ni Cmara dos Srs. Deputados
pelo projecto n. 101 deste anno e hontem appro
vada em 3. discussao ; de pareeer que seja
ella assim redigida :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, DEGRETA !
Art. 1.a Fica o Governa lor do Estado aftori-
sado a auxiliar a Companhia de Estradas de
Ferro do Noria uo'Br.uil, para a construegao da
via-ferrea de Tamandar a Palmares e cual da
Barm Velha a'Ser'.eosinho. .
S 1 0 auxilio de qu; a trata, consistir no
emorestirao. em apolices.do Estado de juros da
7 [o ao anno, da quantta de 40 contos d> ris,
no mximo, por kilmetro de edtraJa con-
struida.
5 2.a Avallada a importancia do custo de ca la
secgo a construir dentro de 6 mezes. de accor
do com o fiscal nomeado pelo Governador do
Estado, aero recolbidas rio Tnesouro, ou em
qualquer eatableciment bancario, a)0lices e?-
tadoaes^ correspondentes a mesma importancia,
das quaes ser- entregue -eoacessiouari men-
sal mente, cora certificado, do Jlscal e de ordera
do Governador, a importancia das obras feilas
em cada raz, importancia que e-r ajustada.em
cada aomastre, segando^ acta da tyufljda de
comas, aporova la p-ta Inspectora das Estra-
das de Ferro, princininodo as ditas "apatices, a
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO BESOLVE
Art. 1.a Fica oGorernalor do Estado auto-
risado a conceder um anno de licenga cora to-
los os vencimentos a que tiver direito ao actual
porteiro da Secretaria oa Justiga. N.-gocios In-
leriores e Instrucgo Publica, Elias cordeiro
Cintra.
Revogain-ae as disposiges.era contrario.
Cmara dos Deputados, 15 de JuolM) de 1895-
Jos Mure Uno di Rosx e Silva, Presidente.
Celsi F. Hmeupm dt Sjuza. 1 Secretaaio -
Julio Antera, supplente de 2 Secretario.
A requerimeoto do Sr. Herculano Bandeira
este ultiraj parecer dispensado da publ cago
era avulsos devendo ser dada para a ordem do
da da sessao prxima.
Nao haveiid) quera quizesse utisar-se da pa-
lavra na primeira hora da sessao, passa-se
ORDEM DO DA
Approvou se sera debat; a resolugo da Ca
mar prorogaudo por cinco das a actual ses=o
leg slativa do Congresso-
O Sr Presidente declaren que vao se: fetas,
relativamente a essa appcovago as commxinica-
c) i]levidas.
Approvam-se era 2.a discussao,- sem "debate
as UM emendas ao project) do Sanado 0. 23
leste auno (auxilio Fabrica de Vidros,) indo,
5.a Commissao para fazer a competeuts re-
daceo.
Em 3a discussao approva-se o projocto do Se-
nado ii. 23 (melhora da penso da professora
ana Au a de Jess Campello) indo tambem
aquella Commissao para o redig r ; e em senoo
dispensado do iniersticio a requerimeoUJ do
Sr. liaro de Nazaretn, ambos sem '.debate, o
parecer a. 162, que adopta a resoluc' iniciada
na Cmara pelo projacio u. 79 deste anno (iis-
ponbilidade do professor Joo CorJeiro Fon-
seca de Usdeiros
Votara se, sendo approva-las, as materias $ue
liiibam fleado encerradas na sessao antecedente,
a saber : era 3." discussao o projecto do Sana
do n. 24 com a emenda, ficanlo esta depen-
dente de 2* discussao, tend i-se retirado do re
cinto o Sr. Antonio Pernambuco ; era 2.a dis-
cussao os pareceres ns. 142 e 141, sendo dis-
pensados respectivamente do intersticio a re-
quer mentos dos Srs. Regu ira Costa e Anto-
u o Pernambuco ; e o projecto n. 21 do Sena-
do, sendo tambera dispeosado do intersticio a
i e (o- rmenlo do Sr, Barao de N izarelb.
Achaudo-se sobre a mesa os dous seguintes
pareceres da 5.a Commissao redigiadnos pro-
jecos do Seoido ns. 2i e 23 d;8te auno, sao
dis ensados da publicagao a requerimenta do
Sr. Baro de Naarelh, e, postos em. discussao,
sera dbale approvados :
1895-PARE ER N. 172
A 5." CommissSo,:a quera fot presume o pro-
jecto iniciado nesle Senado sob r>. 28, cora as
tres emendas que Ihe foram fa las, e,boje crm-1
ellas approvidi que se Ihe d a geguinte radaego :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE.PERNAMBUCO, .RESOLE :
Art. 1 Fica o Govi-roadordo Estado autori
gado a conceder Fanrica^e Vidro3 desta ci-
dade um erapreatirao de 300:0308 em apolac-s
de juros de 7 |0 ao anno.
Art. 2.a fara garana do Estado a Empreza
hypothecar lodos os seu"t>ens, que ficaro
ujeitos uo pagdiuenlo Integral do auxilio coo-
cedido.
Art. 3.a O empresttmex ser feito em duaff
prestagas de lo0:000J000cada urna, sendo.a
pnmeira realisada depois^de assignada a es-
criplura de priraeira hypolbeca e a segunda
quando a Empreza provar que a fabrica se
aclia funeciooando regularmente.
Art. 4.a Os jurse,a amonisago do empras-^
timo sere regulados pela le que concede au-
xilios a Usinas, devendo; porra, a .amortisagSo
Ho ser inferior 10 |. anauaimeate.
Art. 5.a Ficam ravogadas as disposiges.em
contrario.
Sala das Commissoas do Senado, 21 de Jinbo
de 1895 Regutra Costa.-Bardo de Nasareth.
veuceiijs respattiyos jurse partir da'efllrega
aXonfjfaolii.i.
3. A'concessionaria a^jder ser adianta-lo
0 custo do material fix > e rodante da estrada,
em lre3 prestaga e com as nece3sarias garan-
tias, sendo a 1.a quanlo-ella flzer a eoc%ramen-
da, a 2.' quando o material for entregue pelo
fabricante e a 3a quando chegar na Aiandega
deste Estado.
4." Para garanta do auxilio prestado p^lo
F.slado, rica o Governador auforisado a receber
da Unio a importancia da garanta dejaros de
t (o que ella obrigada a dar concessionaria,
assim como a concessionaria dar ao Estado a
concessau federal, a que se refere o DeC n.
193 D. de 30 de Janeiro de 1890 com lodos os
favores e garantas a ella inherentes. ^
5 A* medida que forera sendo ternnadas
as varias secgOeg aa eslra la, a Comoantiia a
ir hvpoihecandn ao Es ado, e nda a cnstrnc-
go, estas hypothecas parciaes sero substitoi-
da< por urna fivpotheca geral, comprehendeodo
todo o material riso e rodante
g 6.a Ura anno depois de inaugurado Ira-
fego de toda estrada, se obrigar a concessiona-
ria a amortisar o auxilio prestado e os respecti-
vos juros com raetade dos lucros liqunJosqu-*
excederera a 8 "|. da renda da estrada, t
S 7.a A coneessiuarta ser tambem obn'ga la
a entrega ao Estado a renda liquida do estrada
a 6 %.
% 8.a A concessionaria ser obrigada a ter
neste Estado um representante effactivo, at
que-possa mudar sua sede para este Estado.
9." A concessionaria ita obrigala a re'o-
N. 50 -Providencian lo sobre assumptos de {Iher mensalmente ao Thesouro do Estado a im-
iuslica do municipio do RecfeA' 3a commis- portancia dos vencimentos a qua tiver dtreito o
gj I fiscal do Governo.
>'. 116Autorisando a entrar-se em accordo Art. 2." Fica a concessionaria obrigada a mo-
com a Companhia de Santa Tnereza.A' 4a djficar logo depois de firmar contracto com o
Comm'flSo. Governador do Ettado, o trajoio do ramal de
1895-PARECER N. 173
A 5a Commissao, leudo presente- o projecto
deste Ssnado, sob n. 23, luja approvado em 3.
discussao, de parecer qua nque assim redi-
gida a resolugo :
O" CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBVCO, RESOLVE :
Art. 1. Fica o Governador do E*tado auto-
risado a m*lhorar, nesta data, a jubilago da
(Jrofessora D. Mana Aula de Jess Campello,
coocedendo Ihe a penso igual aos vencimento>
que percebia quando foi juoilada
Art. 2." liavogam se as disposigOes em con-
trario.
Sala da3 -ommissOes do Senado. 21 de Joobo
de 1895. -Bardo de Nazareth.-Reaviva dista.
0 SR. PRESIDENTE declara quo opportuna-'
mente sero enviadas Cmara as doas reso-
Iug5es da que tratara estes pareceres.
Esgoti-se ordem do dia.
O Sr. 1.a Secretario coramuolca a remessa
sanego das seguintes rasologOes :
l. Auiorisando a levantar se um emprestirao
de 500.000S003 p ira a construegao da um pa3-
seto publico em a cidade " 2.a dem a dVspendcr-se 20:OOOSOOO p racon-
;ractar-se urna Companhia Lyrica Italiana.
3. Idm a auxiliar o'aiqmpanhia de Es-
tradas de Ferro Norte do razil Dar a cons-
truegao da Estrada de Ferro de Tamandar a
calmares e da Barra Velha a Sertozinho.
O Sr. Presidente''era aegjii-ia levanta a sea-
sao, leudo designado, para a prxima, asta or-
dera do,da : 2a d sOs&o dos pareceres ns.
148,154 e 17l; 3.a s ae ns. 144, 142 a 162 e
do projecto n. 19,'e nica da emenda ao pro-
jecto 24
EXTERIOR
EUiior
iaglaterra
Pjrm nimcidos pura o novo gablne'.e.crga-
Oisodi por lord S.lisou y, o iscondo ross i-rd
do ^eito ortvadi : sir HsBry Jume, cbaooelier
>o ducido ie Loc sier ; sir Mat'iew WiUe
Riil Y, i --ereuno de Estado doi'e'ior; ornar'
Lto 0JW,ie, secretario dje Estado da
lord Asrtboorue. lord coaoceller da Irlanda
iord Balfourt de Bnrleig, secretario para a Es*
coca ; o Sr. Akers-Dooiiias. ruioistro das obras
publicas ; o Sr. Hiiter Hume Loog, presidente
do ministerio da ag'iculiur...
Segando a praxe, o ministerio, antes de
declarar dados os iraoaln.s parlamentares,
apresen oa aos represeataates Ja ng'o o a^u
programma de governo.
B' um docomenli curioso a io soa precisas e pela ana simpllcidaie.
Nos naises latinos os pro.-rammas dosgover-
nos sai stmpies documentos espectaculosos,
vagos, adecis.s, probiemancos, ce modo que
nao possaus envolver respuusabildaiea eff^ctivas
ou compromi6SOs, a que se nao deva faltar, de
modo qne se po.'sa fazer uu deixar de (axer o
quo ee prome'.te, com margem para radas as va-
naot s, anda as mais ceatradiclorias ou ai
mais aosu-uas. Em Iaglaterra oo. O prog-am
ma de um governo ca ne-ronco e preciso,
tranco e leal, em artiticioe e sem subterfugios.
Nao pedemos resistir ao detejo de reproaoiir
o programla tory; e como 8 val ver, a ques*
to social predomina otila, sendo principal*
mate sobre ella que veem convergir as a.ten-
gO-.s do governo, de modo qne soore esta ponto
ae vista aligora-se.oos maito hbil a tctica de
lord s.lisna y.
O o,igra urna tory eonsabatancia assim :
I Questo impe.-ial:
Urna poltica imperial e ama forte es*
ojotara.
II Coloaias :
a) deseovolviolento da frica.
b) proporcionar facilidades para o des*
volvimeato das reiagOes entre a me*
treple e as colouias-
III Qu^eioea nterons :
ai relorma da le dos cubres; concentra*
gao ddg casas de trabtlbo em cum*
mum ; cs*i-sgo dos eomnanne:
ros e sepurago dos racapazes uas
otis; applicagao do sjsiema de ex-
trnalo para rapazes ; pensiooado
para os vetaos.
b) cuap-i e tacil transm.ssao da trra.
c) remugo dos leguimos aggravos uo
registo.dcB eleitvres.
d) restriego sobre a entrada de pobres
esiran^eiros e imporlsgao do estrao-
goiro de mobiliario para as pr.soes.
e) reforma tributaria.
I) emeeda le de tespooaabllidadedoe
emprenaios.
g) _.e-'u:a.:.eQt3d8 ha-i.a:s dos po-
bres,
b) (acilidaile para os invalidas do ira-
oaino adqai-irem M eaas babitages;
ex:eus2o dos pequeos tratos de ter-
renos.
]) agncal'ura ; prnmr-ta resolugo so*
bre o relatorlo da commissao Ue an-
cuitara e medidas propostas ; res-
aggravameu.o dos encargos da ierra
k) oora na cesta uts'.e ua Esco:ia.
A impreusa-lib-ral diz qu* por ;ate prog'am*
mase te que lo'd Sal'.sbiiry quer abrir om pa-
lenthesis is affirmagOes revolccionarias do oi-
iimo gabinete ninig, mas para nao descocieatar
0 pjii fot condescendendo com a qaesto do
aog en.o das forgis aavaes e o'.icinJO no ato
plano governaiivo medidas cooside-aaas urgen-
t-g, como se jara todas as que se referem as
clases trabatbadoras, a p-op-ie-UJe rural, 3b
reclaiagbes da agricultura, reforma dos im-
postus para coateotar oa g-aades capitalistas
attraiudos pela-- ultimas medidas financeiras de
sir Wtliiam Ha-:oan e a moJidcag5o dos re*
ceosesmeo'.os eisitoraes para altsader a legiti*
mos aggravos.
Esta ultima pane a natoral prevengSo ro*
veruaiiva para a eveatualidade das eteigoes
geraes.
A reviso dos receoseamen'.os foi a grande
arma ue qoe ge servio o Sr. Consol para or;a-
oisar a soa f. re rmioria, e lord Salisuury ue-te
ponto, toma Ihe o exemolo.
: Anno de ele:cOas, anno de r.-vuo das listas
eie-tones, para assegurar o maior uumero pos-
sive de votes para o governo.
O Sr. J. Atkinson fot nomeado procarador
ge a1 pra i I-lauda.
A R'iioba Victoria con iecorou lord Rose-
bery com a ordem do Cardo ou de Sinto Andr,
:umo agrade.nmen.o pelos,seos grandes serv-
gos prestados ao paix du-anie sua permanencia
co cargo de primeiro ministro.
Este Sr. discorsando no dia 2 do rorrete
em um com :io, aavertio qae a absorpgo dos 11-
(e-aes-amonistaB pelos conservadores simpliB:a
1 suuago para os elel'ores. a- quaes devero
d'sqai em deante fazer a soa escoma entre -lo-
ries e vrighs, e accresceotoa qae a reforma
da Cama a uos torda contina sendo ama parte
essencial do programan do par ido liberal, a cuja
(reme ee acbava, e nao poupar esforgos para
tazer spprovar defia.tifamente esta reforma, qoe
reclamada por grande maioria du puvo in-
gles.
. Na Cmara dos Lords o Sr. Salisbury prooon-
ciou no dia 6 om discurso poltico, refalando
com energa as declaragOea hostia f-iiaa por lord
Resebery, censurando sooretudo a campaDDa em
pretendida pelo ex-primeiro ministro contra a
Alta Cmara
O Parlamento foi suspeneo em seguida at 2k
do corrate, Dio sendo Udo neabam discurso ao
tbrono.
O manifest da federago do partido liberal
consigna qae o iDiaisierio presidido pelo Conde
do Rosebery canto em consequescia de urna vota-
go de urpre.-a, e anima qoe o p'ogramma I:-
Deral uto soff.-e alterago, continuando a ter
como pontos esseociaes o borne role* da Irlau-
da e a reforma da Cmara dos Lo-ds.
A impreasa estrangeira coatinia oceupar-
se da demissao inconstitaciOGal do gabinete pre-
sidido por lord Rosebery, eas folnas liberaes in-
gieras faiem a este respeio cariosas revelagoea.
A ruaba Victoria mostra-so sempre muno fa-
voravel aos conservadores e punco offecta aos li-
berase, nao tendo com estes as mais rodlmenta*
res illeogoes. Assim, quando M. Gladstoue foi
cbamauo a Wiodsor pa-a formar gabinete, a rat-
oba esqueceu-Sc de mandar por na estagao, como
ae praxe, orna cariuagem para o conautir ao
palacio.
Cbovia tonenciarmente eo glorioso velboleve
qae f^zer a p o trajelo entre a estago e o
pago, onde ebegoa' completamente encharcado.
A raioba reco?oo terminantemenie acceitar
como ministro o Sr. Laboocb'e, declarando se
incompaf.vel com elle ; o Sr. Laboocbre havia
ama ves proposto ao parlamento a reuocgo dos
apansgios da familia real.
Como se sabe, a aemisso do gabinete Rosebe-
ry teve a sea ongem o'cm cbeqae dado ao mi-
nistro da guerra, ao qoal a opposigo propox ee
reducissem 100 libras nos seos vencimentos.
Este cbeqae foi provocado depois do ministro da
guerra haver declarado, coto applaaso da Cma-
ra e completo consentlmemo da opioio liberal
que ia applicar a lei do limite de edade ao Du-
que de Cambridge que como se sine, oceupa o
mais elevado posto uo exercllo ingles, tendo
notorio urna capacldade noflssion.l muito fon
jmente coatestada, sendo apenas om alegre e
espirituoso conviva de banquetes e om dos me-
mores copos do Reino-Unido, aptido que elle
oo esquecia, nem mesmo as eccasi&es mais
senas e graves, como succedeo em Lisooa por
occasio das exequias de El Ral D. Luiz.
Assim, qoando lord Rosebery foi pedir a de-
missao a Rainha ac-eitoo-a logo, nao tendo nem
ama palavra de sgradecimenio .osra com o Mus-
ir estadista, pelos serviles prestados nem para
deplorar a soa re irada dos consolaos da corda.
Todo tato mano commeatado, como o o
faci do actual ministerio ser mais om conseibo
de (imilla* de M- lord Salisbury e de M. C-iam
berlain, do qae om gabinete repreaentaodo leg-
timamente o partido tory.
0 primeiro mloistro fea ministros dois parea-
tes prximos e M. Cbamberlam tambem cotlocou
no ministerio toda a pan tella valida, qae la
pole tazar entrar.
Isto soccede na livre, oa exemplar, na parla-
mentar Inglaterra, onde domina a influencia dos
nriacioios e o respeito pela opiuio publica i
No Memorial Deplomatiqae l se so ere a
pbase poltica ama correspondencia dirigida de
Londres para esse jornal e qoe assim se mant
lisa ministerio de coalisfio e de dtssoloco
leventaado-se inopinadamente sobre asrninaade
um governo em deeompostgao, tal a situago
actoal em Inglaterra, em seguida a derrota mi-
nisierial na Cmara dos Commons, acerca,aos
armamentos brltannicos. Em ootros paites, o
atancia8 em que o governo se debata desde mul-
lo tempo, eram de tal forma graves, o desaccodo
to profundo, desiotelligencia to evidente, a
ai'.i ule dos borne rulis landezes to com-
mioatoria, o odio dos cre't'rs escossezes to
ameagador, ooe depois da defeegao ou da censu-
ra de M. Gladstone, era impos ivel miatel-o.
E isto era to verdalei-o que oem io:d Rost
bery uem sir William Hirctrart oasaran pedir
so maloria am voto de contianga.
O correspondente pretende de os explicar o
motivo porioe o mioisterlo se oo conLervou pe-
diodo a dissolugo da Cmara, mas as eiplica-
gdes d&o panr-;-2m. poique, em verdade. a sola-
cio constitacion*l devia conservar o gabine'.e li-
beral e coasii','.r o pan sbreos pootos e.seen-
ciaea do sea prograiama, especialme.ite soore as
reformas que mais agitara e preoecupam a opralao
IDr-le**a- ^ Ae.
Nao nos parece conhecidos os precedentes ae
lord Salisbury, dada a soa attitude ca cmara
alta, como enefa da opposigSo perante as refor-
mas o parluo liberal, qae o novo gabinete con-
servador posea modifica: a situagj dos borne
ruie*s irUudezes, dorlaaroodio dos -rofters
o coociliar em seu favor todos os elementos li-
beraes que segu n o* principios tooob-emente
sus eutadus por M. Glads'.oae.
E isto tanto a- sim, qua o correspondente j
diz que o mioisterio Salisbury tem um carcter
essemialm-Dte transitorio, e qae todas as pro-
babilidades eleitoraes esio a favor dos unio-
nistas.
O GovFrno mandoa activar o mais posslvel
os navos navios de guerra em construegj nos
diversos estateiros uo Estado.
Outros craiaiores sero mnUo brevemeae
comegados.
Assegaram qae o ebefe do novo gabinete,
lord Salisoory t'.r b-evemeule importaotea
macangas no corpo diplomtico acreditado jualo
aos governos eotraogelris.
Dijera que diversos emcaixsdo es se*o coa*
mauos e subatitaidos por oatros personabas de
ana sjmpatbya.
Tamoem <;..cm que, pa*a f-ubsituir o fe!d-
marecUral Daqae ae CamDrdge. no commando
ebete do exercito mglez, sera nomeado o mare-
chai Rab^rls of K*udagar acoja nomagao o
chefe do novo gabinete, lord Saiisou-y, favo-
nvel.
0 Dqae de Cimbriege dexir seu po=to no
CO'rer do oLtono p-..xi :.o.
Laru SO-'eDc y aoolava o felrt-marecosi Wol*
8e!ee, porem esta nao tea as sy.apralas jos
membros do ac.ua. mraioierio.
O Sr. Gladstone pobLcou um manifest
excoriando o peiz a sas.eotar os dirertos da ca*
mar dos cjuimuus e a aamiltir as reivindica-
cfj-s justas e coostttocionaes da Inania.
Teve lagar em Westminster a collocago
da primera pedra da gran e Caihadral^aa re*
solveram construir nesia cidade.
O arcebispo de Westmiasier e as ou:.ras priu*
cipaes autoridades catb >licas do reino assisti*
rain a ceremonia.
Daily-News en su numero da maob,
de 10 do crreme, puDcm ora telearamma de
seu correspondente especial en S. Peiersourgo,
baouacianio que o czar Nicols II pedir oe
rm momeuto i>ra outro u China a cesso de
: turnas aifaulegas da fronieira que de^eodem
hoje do Celeste Im 'eno.
Naa espberas olii:iaea russ; s cao se duvida
que a China ceda ao pedido qae Iba sera for*
miado.
TeiegraDhaoi de II : r'-II iag que ama mis*
ao sueca que purcorna a Ch.oa desde aUu.s
mezes f-1 majea :raaa quasi lea na pro.iacu
de Eian-Si, por indgenas boaikos.
Aigans memb'os de-ta ra sso que coosegai*
rau escapar ctregaram a oog-Hang e relata-
tarara as perioecias desse massacre, no qoal os
indgenas mutilaras, brbaramente os mS:iona*
ros cnidos em seu pode-.
E:li grave noticia causou viva impresso ena
tre a coloaia europea estabelecida no porto de
Hoog Kd-.,g.
Julga-se que o governo sueco, apoiado por
diversas outras potencias do continente euro-
pea' exigir das autoridades caiaezis nie'ra
saiis'agao deste monstruoso crime.
Os telegrammas do Oriente chegados de
Londres eo inoito alarmantes, temeoao-se qae
a qaas j da Kacedoma provoque om conflicto
armado i pois a attituda qae obrerva a Borga*
na a respeito la Turqua e muito uavidosa.
As re agOes entre, esses pases aggrasavam*
se da a da. Os espiritos e-to neste elimo
pismaitj agitados contra a .Sublime Parta, a
favor da fjual.se manitestam os servios e os
grezos.
A' vista da gravidide da tiungo qae rema
no urieate, e para evitar compucagOes qoe pe*
di-rum ter desagradaveis co i-equea: as para
Sz ,-uropea, as poieocus signatarias Oa'tratido
a Berlim oe 1878 acabara, depois de om ac-
cordo previo eutre ellas, de coofl'dar o aoveroo
rjulgaro a nao sob evar a qaesUa da .Mielo-
oa, causa do cooSiato armado qae ameaga sur*
gir entre os dous paizjs.
Espera ae que o governo bolg?ro atienda a
esse, aviso.
Tambem consta que reina em Candia grande
agitaso, temendo-se mesmo qae os indgenas
se suolevem de novo cintra o dominio turco.
De Calcula noticia n que grandes demraeus
tem-se dado peno de Bandas., eoire os Hindoas
e os Moeaimanos, tendo bavldo ] cuuflictos
sangremos, com numerosas mortes e mauos fe-
riaos.
4 siraaco grave nessa regio do Orados
lo.
A cmara dos commons que foi dissolvida,
.reabrir a 12 de Agosto prximo.
As eleicOes para soa reoovago comegaram
no dia 12, sendo na cidade de Londres soffraga-
dos 29 caadidatos unionistas, 3 liberaos e 3 oar-
nelli8taa, e por nao bsver mais concurrentes,
toram estes eleitos.
As eletges cootioaam no reino anido mei-
to favoraveis a lord Salisbury.
A agora (15 do correule) canbecem se 136
resaltados detinitivos.
Dos candidatos j elellos 118 sao unionistas,
10 liberaos e 8 do partido nacional, sendo i par
aeilistas e 4 anti-parneliisi-is.
0 chefe desta oltim frsegao poltica Sr. Mac-
Carty, acba-se entre os candidados triompban*
tes.
Os jornaes conservadores felicitara lord Salis-
pelc tnurapho que obteve ; e aogoram que os
resaltados flDaes Ihe daro grande maioria, per-
mittindo-lhe assira Rovernar sem difficoldade.
o nart do do Sr. Giadstooe perde at agora 1
adeiras.
s_ Em Mansfield, coDdado de Nottiogbao, &-
zeram os liberaos na maob de 13 urna grande
reuoio publica, oa qoaloei-ministro das finan-
gas Wiilian Vernon Harcouri, que sssistia ao
metiag, tai um discurso poltico, no qoal
aucou o novo presidente do congeibo e seu par-
A' sabida desta reoniSo. o 8r. H'rcourt foi
alvo de orna manifestaga bogtil dos seos ad-
versarios polticos, os auaes em grande numero
seguiram-no at o boiel, apnpaodo-o.
Algons soceos foram-lbe atirados por diversos
adversarios.
O Sr. Harcourt receben ua cabeca um teri-
meuto; seu estado, porm, no grave.
O Sr. Vernon Harcourt, a qoem os llberaes
aDOlavam, foi derrotado; e a uoticia em Lon-
dres muito com mentada
__ A rainha Victoria recebeu a uo te de 12,
ao ?eo eas'ello de Windsor. o duque de Geoova
e os ofliciaes da estjuadra italiana actualmente
na babia de Portsmoutb.
Soa magestade a raloba traton-os moito cor*
dialmente.
O Duque de Genova e seus omclaes partiram
esta manb cedo para Portsmootb.
O embiixador da Italia a 13 visitn, a tar-
de lord Salisbory para agradecer*Ibe em nome
de seu eoverno o acolnimento sympatbtco que
foi feito em Port8mouti aos marinbeiros da es*
qoadra commaodada pelo Duque de Genova.
\
HISTOA
O grupo das illaas da Trindade
["Este 'grupo situado 20* 30' de L.
S? o.30" eacassos de log. W de Grenwi-
ch ou 11 de Long*. E. do Bio do Janei-
ro no Oces.no Atlntico, dista, parto de
1,113 kilmetros da costa do Brazil ao
mloistro da goerra tao vtvamen.e criticado, te-1 oriento do Estado do Espirito Santo :
na dado a soa emisalo, iai-oblam 'Bbst|toidoJnnmnoito p^ m^ a Trindado, pela
Jre-ra S I,"rd"Gao:7'F-nc.s H.milton, secrer Ira dado a sea aem-ssao, ^* "UB"''U"ioomposto
rio ce Esulo da Iadta; u Sr. Carlos Tomsoa'e todo fleana llqotdaao,. mas qae as circumfc
v
, '"
)
u
MOTIlMLi
1 IHiKl


P""
H"
*"
^mMttBaHI^^BBMB
i
Otarlo dePerftambweo SaMmdo 1 le Jelho ^ %%&5


-
ba de Martina Vaz, e por trea ilhotea,
chamados QailhoJ. __ ..
Foi descoberto em 15)1 por Jlo da
La Nova em viagem para aa lidias, e
deu-lhes o norne de liba, da Assumpc&oe
depois pas de, nome da princ pal.
muitu pouco connacidas es-
Passa-se o prologo em urna sala das Tultie-
rias Malas- erbes, ministro discate com o Mar
quez de Lifayette sobre a approxiraac&o da re-
volucao.
Euira Maria Antonietta cora a corle, disposla
a ir a Trianon par* representar a comedia de
Beauraarchais O matrimonxo de Fgaro.
N'esse ralerim cbega Luiz XVI e pede lha en-
carecidanieote que desista de seu intento por-
que seus inimigos espalham em Parz maligni-
' OIO B<> multo pOUCO COUU^'" cb-.|ub seus iuuui^us espdiiiiiui eiu rain. iu
* -iv, --Hacc&o do Daro de Per- dades scerca d'essa represen aco.
tas ilha*, redaccao ao "*> ^ Marift cometa, porm, inumpl d
nambueo offereco as ti anscnpvoes jumas cler vaci|lanle do ri. e eoeamiDba-M
um
ciira descrit>:a.
te" f z
um* a d scripcao da ilha publicada no
Rio de Janeiro em 1892 : e a outra, a de
urna no ici s-bre a pretendida occupa-
eo da ilha da Tr ndada pelos Inglezes
em 1700e tantos -
Descripco pa Ilha
i- a. ilha da Triniade tem cerca de 3
t milh-8 emsua maior extencao daNSO
< a SSE. e prximamente 5 milh.s de
c icumferencia : toda montanhosa e
cercada 'e roches ponteag dos as
bordas do mar, excepto do lad de
c SE., onde ha urna praia pequea ds
c rea muito alva na nica enaeala que
c tem a ilha Antes, porm, de etagtf
praia, en^mtram-.se muitas pedras ;
era' encobertas oulras vista.
j Nes parte da ilha fiaa o Pao de
Asaltear, rochedo pyramidal de 1,200
t pi de altura e muitissimo <.em.elb.ante
ao rochedo do mesmo nom > da barra
do Rio de Janeiro.
Por urna qu brada, que principia em
c umapequena planicie cum.pp reuciade
alguma fertilidade, no cimo da monta-
i ha do lado de SE., corra por nm sul-
bo irregular e poeo profundo um fi-
c lete d'agua que se lauca no mar
c po co ao N. da praia
O equeno voluiae dest* corren
s ppo.- qaa ella nao seja perenne
No txtrem i S. a Ilh ha nrn roche-
do immonso de cO avermelhada e fe
mais de 2)0 ps de alturs, no qual o
mar tbrio um tnel no sentido de NE.
c ao SO. de ma s de 400 ps de exteucao,
por onde ai vag s atravessam .de um
la o a outro pro-uzindo um grande es-
a trepito. E' este o nico ponto da ilha
que larca f-a um rteife de "40 ma-
l tros de comprimento.
As faces NE. e NO. sao alcantila-
das e bordadas de coraos ponteagudos.
aspecto geral do lado io N. o de
c tica montanha de rocha complet raen-
< t3 rida.
O lado de O. levanta se ?ertic-1-
mente a pequea distancia do m-r e,
destacado da montanha, lateralmente,
um r chedo cylindrico de 800 ps da
altura aoqual fciguns roteiros tfco o
nome de Monumento, e que muito
< semel ante ao pico de Peinando de N -
rooha.
Entre o Monumento e um outro pico
c que ha ao SO. corre do alto da raonta-
c nha principal um outro filete d'agua
* tambem escasso ; e esta a nica par-
te do terreno onde se v arvoreo cres-
c cido as quebradas dos pincaroa mais
elevados. O coniorno de SO. da ilha
c forma algumas reentrancias ou peque-
as enseadas em urna das quaes ha
urna praiazinha de arca vermelha, na
a qual se poder talvez desembarcar en
balsa ou jaugada, em coudises favora-
veis. m escalreso desembarque nes-
te ponto da ilha ha de ser eoi t'wiaj
as circumstancias arriscado em conse-
quencia dos rochedo encobertos que
existem fra da praia.
O mar limpo a meia milha de dis-
c tanoia ao redor da ilha.
II
? occupac;Xo da ilha
Sobre a primeira oceu-
pacao desta ilha pelos
inglezes, houve o se-
guinte ;
' Luiz de Vasconcelles e Souza em 20
e de Dezembro de 1782 dirigi a Marti-
tinho de' Mello e Castro um officio com-
a municando-lhe que, em obea.eucia s
ordensdeS. M. e da carta expedida
' c pelo almirante da GrS Bretanha ao of-
- ficial iuglez, que commandava a ilha
na qual positivamente se determina
a este a evacuaco da referida ilha, fi-
c zera embarcar "na nao e fragata de
guerra, que se acbaram no porto do
Rio de Janeiro,' e em tres transportes,
alm da tropa, que devia ser emprega-
da nesta expedico commandada pelo
marechal de campo Joto Raymundo
Lhichorro, artilharia, munices # pt-
c trechos. Toda a expadisao era dirig-
pelo capito de mar.e guerra Jos di
Mello, que de Lisboa veo na nao N.
c S. dos Prazeres para fazerem ea ingle-
c zes evacuarem a ilha. A expedico
sahio d > Rio de Janeiro a 16 de Ua-
zembro de 1782 e chegou a ilha a 10
c de Janeiro de 1783, j nao encontran-
do ahi os inglezes.
Os ingl-zes quando ahi estiveraro
tinliam plantacoes da milho, feijio me-
lancias, meles varios iegumes e horta-
lices, que produziam bam. Ha agua
c potavel em grande distancia e ao redor
da ilha muito peixe.
(Extr.)
Racife, 25 de Julho de 1895.
E. Franco de S.
do cara-
com a
CONe pa-a Tnanon, onde deve rpal:sar-se a re-
proseutncSo do-Matrimonio de Fgaro.
O piim.'iro acto representado em urna sala
da corte em Veraailles.
O re volla da caga de Saien1 Cloud e repre-
hende Hara Antonietta por t:r assistido a um
banquete de omciaes, acompanhada pelo jI-
plum.
vonsenhor Cnde de Provenga, inno do rei,
pnlra indignaao por ler achado na sua bibhothe-
ca um numero do jornal de Marat denomiuado
O Amigo do Povo.
0 re, dpois de ter despedido o irraio cora-
munica a ratona <\U". Marat incia o povo a vin-
gar-sn da Austria, alfirrnando que no banquete
le oiliciaei tallou-se contra a nu(;ao e brindou
se a monarchia. As palavras >ie Uarat acha-
ram cello na plebi <-ia Parta .ue avmea furiosn
sjbr Veraailtea para rtngar o iosnllo falto
naqao Iranceza- Sm-;nlo a lealdade de La-
faje le, general em chefe da suarda nacional de
Cari*, -liegaa silvara fara lia real.
No 2 o acto que p.issa-se era uina sala das Tu-
Itienas, cega a prince-.a Mana Carignano de
Lamballe que triz raioha a promessa de nter
veoc^O que Ihe ti/.erain os principes estrangei-
roa.
Lifayette annnncia rainha a chegada, em
Pnnz, de Carlos Uarbaroux que suolevou a
Franga corn o canto pico da Marselhexa .
As Tulherias achain-sa careadas, e ein quanto
a familia real teia fugir, o p >vo prende-a e o
minia ro Barat, em nome da As^erabla N*cio-
nal, declara aestituida a monarclia dos Cape-
tos.
No 3. acto, no carcere de templo, pronuncia-
da Malenca de morie conira Luiz XVI, o mi-
instro da justiga liarat, cunseute que o rei se j
despeca da familia.
Dilacerante scena a despedida do rei sua
familia consternada por lo grande desven j
tura. i
No 4. anlo que ralisa-se wa outro carcere do
templo, em quanto Luiz XVI paga cora a vida a
sua fraquiva, a Convencao Nacional ordena ao
sapaleiro Smao que apodere se Jo Delphm
para cnal-o.
Por lao dolorosa separag'io a rainba accom-
netida de um ataque epilptico.
No epilogo Mana Antonietta, que nao conse-
gue fizer chegar s maos de sua eunliada Elisa
beih o seu tesnmento e um medalbao, sobe im-
pvida ao patbulo, duendo: ustenta me
Deus.
LITTERATORA
senhori a
romntico
mu.lo se
como em
ad70gada
escomida
O palacio de cryatal
All, naqu-'lia olympica planura
que se avista oas plagas do Ideal,
do milis custoso e luigtdo crystal
teui o amor seu palacio... all- na altura !...
Vos 1 E' formoso :o todo, a architectura
como jamis vi, era viste igual...
ue artista, medirs? .. que genial
artistafoi o autor de tal moldura?!
E.emquanto assim.eu ia-lhe fallando,
vi que scisinava, os olhos alongando
pelo paiz do sonho, elnereal...
Nada vejo* -afinal disse-raeAonde,...
mostre-me... aponte : onde que elle se es-
(conde
o formoso palacio de crjstal ?...
Honorio Carr'dho.
AVISTA DIARIA
MUSICIANA
MARA ANTONIETTA
A compaohia ilodena leva hoje cena o
drama Maria Antoiuetis.o esenptor PaoloGia
cometti
Dividido em nm prologo cuja aegao pissa-sa
no aono de 1796, tem ainda quatro acto3 e um
epiiogo no correr de 178'.* a 1793, o grande dra-
ma e urna pagina dolorosa da revologao franc*-
za, na qual fm-se passar os vultos d una XVI
e de sua mulner Maria Antonietta, victimas de
suas \aidades, de sua ignrasela e dos seus er>
ro*. e que foram cruelmente espiados, diante
de um povo, que vinba do soffrimento e cujo
corago se feciira toda piedatle do perdao.
Os persooagens sao:
Mana Antonie ta regina de Francia, Luigi
XVI, II Del fino, Maria Tereza, dama reate i Ma-
dama KUsabet a, orella del re ; Principesa Ma-
na Casigoaoo \ Lamballe, Madama Ginet di
Campan, 1." camarista della regina," Monsignor
Stanslao, Cont di Proveuza e fratello del ra;
Cristiano Malesberbes di Lama^gooo, guarda si-
gilli, Cario di Caloone, controlloregeneralle;
Marcbesse Glbertd di Lafayetle, generalle de-
gli Stati nili; Carn de Beaum >rchais, poeta
cmico; Aolonio Santerre, birraio poi general-
le delta guardia nazionale ; Duca Luigi di Bris
sac, colonello della guardia reala ; Garat, Cle-
ry, 1 camerier del re; L'Abale Edgerwoth di
FrimoBli Siraon, ciabattino; Lebeau, custode
delle Conciergerie, Rosala, addelta ai servicio
dalle carceri; Un oficale, Henro San son, ese
colore di giostizia ; Pescivendola.
O drama desenvolve-se do segrale nwdo :
Autoridades polielaesPor actos de
24 do correa e, e sob proposta do Dr. Questor Policial iBterino,
foram nomeados para oa cargos de delegado do
municipio de S. Jos do Egypto o cidauao Se-
cundno de Souza Limeira, e para o de sub ie-
legado do 1 districlo de Amxragy o cidadao
Jos Rufino de Oliveira Llma> sendo exonerados
osacluaes.
Carlos Goiaes-E' no da 2 do mez pr-
ximo que se realisar o beneficio em bomeoa-
grtrn ao grande Carlos Gomes.
Ter o mesmo logar no iheatro Santa Isabel,
que de esperar regorgiie de espectadores n'es-
se da em que se trata de man ftslar ao grande
brazileiro a justa admiragao que Ibe inbut o
[ovo pernambucano.
Em seguida publicamos o programma, que so
por si vaUri orna recommendagao essa testa
artstica :
1." parte
Symphona da opera Guarany-Orcbestra.
Iloroance de Isabel na opera Salvalor Rosa-
Mme. Segalla
Pnantasia para harpa. Mlle. Ria Cerut.
Ma pceiorellacangonetta da opera S. Rosa
-Mme. Bernabei.
Marcha militar. Piano a 4 maas -Carlos Go-
mes e E. Pomp lio.
2.* par:e
a) Minuitlo de Bochenoi.
b) Pizzacato de L. Dlibas-Orc^estra.
c) Marcha Nupcial da Fosca
Ballata da opera Guarany -Mme. Tnggen.
Cangao do AvsoioreiroCoraole ti.
Aria da opera Sch avoMme. Sjglla.
Dueito do Guarany-Mme. Brnabei e A.
Rayol.
__a Oorapanhia Mod na tambera dar na se-
gunda-Mra um espectculo em homenagem a
Carlos Gomes.
Exequias do Marofhal-.Flonano
Peixoto A digna commisso estadoal en-
carregada de mandar celebrar as exequias so-
lemnes pelo repouso eterno do inciyto mare-
chal Flonano, leve a gentileza de vir bontem
ao msso esenptorio convidai-nos para assia-
ir ao mesmo acto qne se realisar depois de
airuno as 10 horas da manB. na igreja da
uneeigao dos mlua^es.
Mote peahorados somos a a sa fineza da
bros commisso, e lemos toda a aatisfagao em
correspandel-a, acquiesceodo ao alteacioso
OCMIVll .
Tur ira ianta Isabel-Vai boje a
scena o .'randa drama.Mana Antonietia, que
tanto su --so fez quando o anno passado a
mesan a ipanhia Molea represeatou.
O bello ama de Giacoraetti feito para ex-
plorar lagrima e compaixes, urna pega es-
cripia tamil n para exhibigSo de artistas da
forga da Sig, Seraftnt e do Sig. Lotti.
O lypo d'<: -Maria Antonietta, a mulier aris-
tocrtica e orgullnsa, tera occasiio de offere-
cer a primeira dama da comaanbia Modeoa um
dos seus bellos iriumphos.
Deve ser um excellente espectculo, o de
hoi*. ...
HisteriaSob este titulo inserimos uns
extrae os, que obsequiosamente enviou-nos oH
Sr. Dr. Franco de S, a respeilo da liba da Tr n-
dade.
Assompto da actoalidade, convidamos os
nossos leltores a aprecial-o, afim de verticar a
lisura da pretendo da Inglaterra e o grao de
attenlado que nella se inclue.
Hissa cantada-Amanba 3 8 horas do
dia sera cantada na igreja da veneravel Ordem
3. do Carmo, urna mista em louvor de Santa
Ann, padroeira dos oovigos carmelitanos, de-.
xando de haver fesU solemne por aonar-se a
respectiva capella em obras.
Reetlflcacao -Refere-se i fregoezia da
Graga a declaragao da Recebedona do Estado
honlem publicada com desmnacao de Afogados,
relativa ao imposto de 200 ris por litro de
agurdente.
Assim corregido o equivoco, flqoem da sobre-
aviso os contribuir reaes para sao governo.
Instracco Priiuaria-Com a publ
caglo da carta abaixo inserida, satisfazemos o
adido da lixm. Sra. D. Maria Amelia Cardoso
de Oliveira Quintal :
Srs. redactores do Diario de Pernambuco.
Rogo a V. o obs-quio de declarar a os Srs.
pais de familia, pelo seu mu to jonceituado
jornal, que nao oostante ter fallecido minha
tii a professora Amella Aogusia de Oliveira
Quenlal (posta era disponibllirfade) eu conti-
nuo, como ella, embora estala P da Propaga
dora, a leccionar na ra do Rangel n. 1, 2. an-
dar, gratuitamsnte a todos os meninos, cujee
pais quizerem e rae jolgarera digna de mere-
cer essa honra, assegurando a lodos a minha
dedieagao.
Queiram acelta^ Srs redactores, 8 sincerida-
de do meu agradecfmento.Mana Amelia Car-
doso de Oliveira Qucntal.*
Esereveram nos--Ulnas. Srs. redac.o-
res da revista do -Diario de Pernambuco.
Com toda a v^nia notamos a Vv. Ss. qje,
sem duvida, so pessoas desparladas pela mar-
cha regular dos trabalhos da irraaodada de S.
Jos de Riba-alar; abusando da coufianga que
depositaos os informantes, vieram em nome
da mesa regedora, implorar caridade publica
para a lerminagao das obras que empreheude-
mos; ainda mais levantaram urna calumnia
era relatar o encontr de urna iusonpgio refe-
rentes a irmandade e a fundago da igrej i no
anno de 1735.
Sjndo ludo isto falso, eu abaixo assignado
cm norae da mesa regedora enrgicamente
protesto, nao autorisago do que diz o Dia-
rio de 21 ; nem a verac lado do que ulluie o
-Diario de 23 do corrate.
Cumpriudo notar, que acceitaraos qualquer
obuio que a expontaneidade publica offerecer ;
pois a m.'sa regadora pauprrima ; mas ata-
da nao autorlsamos quem quer que laformou
este obsequio.
E convicto de que os Srs. redactores e o be-
nvolo publico se dssuadirao desta acto de
injustiga a desta calumnia, a mesa regedora
agradecida da insergo deslas linhas ua sua
conceiluada revista, reitera a Vv. Ss. os seus
protestos de alta estima e maior consideragao.
O secretario adhoc, *s indino de Souza.
Casamento entre dois niag stra-
dos -Verdadeirameute estas cousas nao suc-
cedem seoo na Americi
E' para admirar-se que em S. Francisco de
California, J. Haskell procurador geral do Es-
tado do Montana se cusasse com a subsiituta
procuradora do mesmo Estado,
Knoles, j sua adversaria poltica.
Este casamento ser o desenredo
de urna realidade poltica, da qual
fallou em todo o Estado americano
oulras partes.
A seuhonta Ktiowles a unca
laureada doMoniana e em 1892 foi
pelo partido democrtico candidatura cara o
lugar de procurador g-ral do Estado conira
Hankell que era o candidato republi ano.
Ella recebeu .esde ogo um botn numero de
votos, mas nao bastantes para ser elita ; o
candidato victerioso, poreni, teve a galantem
de nomaal-a logo ao pnmeiro cargo depois do
seu, isto a substitua procuradora.
A cousa tao Dem encaminba la, niio pod a
terminar senao com um casamento entre os
dous mais eievados represenUntes da juris-
prudencia e do loro do Montana.
Revista Moderna Kscreve-nos o Sr. Pe-
reira da Costa Filho, gerente e ura dos redac-
tores dess. revista luterana, pidindo-nos para
declarar que por motivos imprevistos deixou a
mesma revista de dar a sua edicao, co respn-
dante a est* mez
Tribunal do Jury do RecifeFoi
convocada para o da 2o de Agosto prximo
viodouro a 4.* sessao ordinaria deste Tribunal,
que funecionara sob a presidencia do Dr. Joo
Joaquim de Freitas Hennques, juiz de dreito
do 4* ilistricto criminal.
Foram sorteados alim de servirem na mesma
sessao os jurados segumtes :
Santo Antonio
Carlos Horacio da Silva.
Joao Villman Ferreira.
D>-. Joo Jeronymo Ponlual Rangel.
Herraino de Figueiredo fessoa.
Joao Pedro Das.
Manoei Gongalves Pereira.
Joao Ribeiro Lopes.
Joao Rodrigues Pinto.
Joao Jos oe Abreu.
JoSo Rodrigues Albuquerque.
Francisco Amando da Silva.
Jos Bezerra de Menezes S.
Vicente Ferreira Araujo Lima.
Vinalo Silva.
Thomaz de Cantuaria Pires Ferreira.
Ernesto Damiao dos Santos.
Ildefotfttyae Frrttas-f?lQheiro.
Joao Antonio de Parias.
Eufrasio da Cunha Cavalcanle.
Elpidio Araujo Ferreira Jacobina.
Izidoro Waoderley Lios.
S. Jos
Jos Francisco da Cosa Fialbo.
Jos Antonio da Silva Oveira.
Boa Vista
Francisco Olympio Sirafim da Silva.
Alonso Jorge de Mello.
Joao Pedro SimSes.
Joo Paulo Regueira Pinto de Souza.
Jo > Auguslo Ferreira Jacobina Jnior.
Alfonso Aogusio Mari,us dos Santos
Dr Pedro Secundmo de Souza Landln.
Jos Antonio da Cos'a Maia.
Dr. Jos Antonia Almeida Cunba.
Rodolpbo Jos de Souza.
Pogo
Manoei dos Santos Eloy.
Alfredo Garrett. ,
a Vanguarda--Est publicado e temos
sobre a mesa o n .,5 d'essa bera orientada revis-
ta l.tter*ri.*>fgftflpiGreraro Tobas Brrelo.
QO' presante numero, collaborado por ronheci
oas peonas da aoasa. -aociedade < estudiosa, est
digno de demorada ietura.
Eis o seu suramai io :
Os quinze das, Ernesto Paula Santos A
nosa redaegao Resurrectio, Honorio Carrilho
Notas pessiraisias, Manoei Arao-rA minha
raSi, Arthur BahiaClamydes e Ortivos, Joao
Brrelo de Menezes Intimo, Epaminoodas da
Albuquerque Carnet.
Telegrammsts retido* -Achara sa re
ti dos na repartigo geral dos telegraphos os se-
grales :
BarSo de Lucena, Rio.
Vieira, idem.
Antonio Marques, Caraaragibe.
Jos Gongalves, S. Luiz Qu lunde.
Tilo Livio Silva, do Maranh&o.
uinhas sul, norte a centro (Estado) boas.
Lendas Hlndas-Os hinds exprimiram
era muitas das suasinteressantes lendas o poder
irresislivel da msica e attribuiram, mesmo, a
essa arte urna influencia dlrec a sobre bs ele-1
mentos.
Eis dots exemplos escolhidos deo're os m
populares-
Emtempo muito remoto, poroeca9iSo de um
grande secca qne durara longos mezes, os po
vos, sedentos, mornam por falta absoluta d'agua
procurando em vo um pouco de frescura oas
sombras dos sens templos subterrneos.
Os vegetaes mirrados pendiam melancholiea-
raente para o so o esbrazeado, fendido sob os
raios do sol, o ar quenta soprava como se tives-
se alravessado vastas fornallns, o co implaca-
vel pareca que jamis ss povoara de ouvens,
e o homem desesperado, r. gava em vio aos deu-
ses que tivessem compaixao dos seus adora
dores.
Entretanto, no meio da desolacao publica, es-
palbou-se o boato de que orna rapariga famosa
pelos seos cantas consegua fazer curvarem se
os elementos ss pela influencia de sua myste-
rosa voz.
Urna deputagao de homens, pallidos, sequo-i
sos, arrastando-se a cusi, dirigio-se a ella,
aps, longas jornadas de marcha, penosamente
fetts, e, deitando-se tfos-seas ps, pedio-lhe que
fosse at o lugar ou te o flagello se fazia geotr
afim de cantar a Cacao da chuva,
A rapariga era um tanta' sobrancera, mas ff-
cou possuida de piedale, vendo os desgragados
que a imploravam e por sso accedeu supprica.
Poz-se a camiobo com a escolta languesceote,
qual, no entanlo, a esperanga dava algumas
forgas, e tendo ebegado ao paiz devastado, onde I
a eperavam -nciosaaieote, comegou a cantar a
desejada cangao.
Apenas algumas notas tinham vibrado no ar
secco e quenta o co comegou a povoai-se de
ouvens, que nao tardaram a regar o solo rese-
quido.
Os homens, os animaes s as plantas reanima-'
ran>se com o ar humedecido e os nos- foram ro
lando nos seus letos impetuosas correntes d'a
gua.
Aontra leuda6a seguinte :
Um celebre cantor teve a desgraga de entrar
um dia na corte de um soberano desptico e in-
flexivei.
Abper, era o n rae desse rei, que ordenou ao
artista que canlasse a Cangao do fogo.
0 cantor conhecendo os effeilos dessa msica
terrivi'l, balbuciou algumas descuipas ; mas o
re insisti e o cantor pedio apenas tempo para
fazer o seu testamento, tlndo o qu.l despedio-se
da mulher e filhos.
Depois irMteu se no rio Jub, conservando a
cab -g i fra d'agua, e poz se a cantar a cangao
exigida.
A agua comega a ferver : o cantor pede cle-
mencia : insiste o re e o homem morreu envol-
vido as aguas, qu se evaporam ruidosamente
com I argo do logo.
Matadouro PublicoForam abatidas
no Matadouro l'ubltco da Cabanga 93 rezes
para o consumo de boje
Gasa do lefencao -* Morimentt dos
esos da Casa de Detenco do Recife, Estaao^
de Pernambuco, em 25 de Julho de 1895
V. Huyo -N. S. de Pars, ene.
A. He remanoU bobo, broc.
Dr. Mant'Anna Manual das jovens
mes.
trmand Silvestre-Fa ribo les amusan-
tes, 1 vol. broc.
O Estado do Rio do Janeiro, 1 vol.
ene.
LIVRARIA ESCOLA DO POVO
DB
SOUZA Pa C.
81RUADO IMPERADOR81
Compra p vende livros no vos e asados
g-.
Existiara
Enlrarara. .
Saiiiram .
Existem .
A saber:
Naclonaea.
Mnlheres .
Bstraaeeii'oa
Muliier. .
Tolal .
Arragoados
Sons .
oentes .
Loucos. .
Loucas. .
419
4
420
334
11
25
0
~420
408
376
21
6
5
408
Wtipcilor
SESSaO
TrMtunal de Justina
DE JULHO
Total.....
Movimento da enfermara
Tiveram alia :
Jas Albino.
Por fall cimento Agostinho Ferreira de Araujo
Lindares.
cominissao de Melhorainento do
Pcrto do Recite -Recife, 25 de Julbo de
1895.
Bolet ra; Meteorolgico
Horas. Term ceni- arometro fenso do
grado
)
vapor
II ii mi t
dado
Ennegrecida
som
ar-
Lou-
6 ra 24;l 768-49 18.27 81
.9 2.O 763,-71 19,04 7o,
12 26,8 761-85 19 53 75
3 t. 2i5,8 7,61*35 19,53 75
26.3 761.-67 19,36 76
.eTperatura mnima 23,73 Thermometros
desabrigados ao meio dia.
Temperatura mxima 28,25
64.8 -'rateado 40.-6.
Evaporagao em 2i doras ao sol 7,-t a
bra 3-6.
i Chuva nulla.
Direcgio do vento: ESE com rnterrupcoes
de SE e E de meia al l'.h. ,14 m. da tarde ; SE
com interrupg6es de SSE a EE a 8 h 13;m.
SE alternados al meia noile.
Velocidade media do vento 5,-25 por se
tunda.
iNebulosidade media 0,57.
oletiin do Porto
Pra-inar oo Das Horas Altura
baixa-mar ,
I! M 25 de Julho 7 h. 10 ra. da m. 2.-*>
p' 1 h. 20 m. t. 0.-00
Passageros -Chegadoe no vapor inglez
Magdalena .
Arnol Foy. sua senhora e 3 hlno=, Jos
doso Kilz He ver, Taurino Bapltsta, H.
rence Richardson Samuel Agnew e sua senho-
ra Mauoel Joaquim de Araorim Jnior, ti.
Guiler d. Swales e sua senhora vlolelUin.s-
tian, H. Bran, N- H rch, William Haulow, J.
Mococli, Joaquim Pereira, 'Joaquim M. faoiigal-
ves liosas, Manoei S Almeida e sua senho.a,
Orthur S. Urilo, Domingos G Cosa, Antonio
Monteiro, Gracindo Morgado, Manoei F. Silva,
JoSo P. Gomes, Marganda K. Ferreira, Manoei
Ferreira, Antonio Joaquim de Abreu, Baltbazar
Affonso, An onio Ferreira.
Che gados do sul no vapor nacional "Be
beribe. .
Luiz Francisco do Nasciraento, Roger L. dos
Santos, vianoel Machado.
cemiterio publico ^Ob.luaMO do da
25 de Julho de 1895. ,
Firmina Theodom *da Silva Braga, Cear, XO
annos, soliiiro, Gaaga.
Olimpia Francisca de Souza, Pernambuco
2 i.iiHO, casado. Grag,..
LgnartoOlsenators, Noruega^ \> amos, ca
sad, Boa Vista.
Um feo Biuloino, Pernambuco. b. Jos.
Ierne Maria de Souza, ^ernimbuco, 5 das.
Boa Vista.
. Ismael, Pernambuco, 8-meaes, S: Jos.
Mariolio, Pernambuco, 70 anuos, solteiro, B.
Marioel Bello, Fernambuco, 12 annos, Boa-
VlAdlina Mara da Conceigao, Pernambuco,
SOlt-iro, Boa Vis a.
Escolstico Rodrigues d Jess ) Portugal,
50,aQOOs, solteiro, B. Visto.
GALEPINO
tovid des FowidadesJ !
Badar -L'Pglse an Bresll, 1 vol. broc
* F. de Chrlato Lio Maravilboso.
Gustavo Koiiigwald -Mappa da ame-
rica do aOl. .
Th. HuseieySeocias Naturaes, 1
snc
Jorge PalmerComo me toras i kneip-
ista, i vol ene.
Dr. Pires de Almeida-Analyse
ourraas, 1 vol. *-nc
Bodrl.ro Octavio Sonhos uaestos,
vol.ei'C-
Colieeco Econmica n l.
LIVROS RiiCEMCHEGADOs
vol.
das
de medicina, 3
Marjual raer-
LangsardDiccionario
vols. eBC
Vlridiaao de carvalno
"v'lent'imEsiapa-Metbodo do alfaiate,
2 vols. broc
Methodo *e-violao, 1 vol. broc.
\Veliseeack-Mauual do. eugenbeiro,
1 vol. ene.-
Vinhola br^zileira, 1 vol. ene.
VirulilMO .PadilhaHistorias do arco
" velrra,.enc.'' ,
stett-TIiftona Natural, 2 vols. ene.
.rm* Judiciaria, 1 vol .'broc
Tdb.as Barr.ittoEitudos'de dirallo, 1
Vaarn-Li de fall'endas, p**\-*-
luirn -Le de casameotos, 1 vol. e*c.
Ke^imento de custas, 1 vol.' broc
Mil e urna noites, 1 vol. ene
Dm Qalsole, 1 vol-ene
Revolia o'A mada, 1 vol. ene
Medicina caseira, l vol. ene
O medico do pobres, 1 vol ene
limeo lasde juda, 1 vol. ene
Araripe-Cdigo civil 1 vol. ene.
cantor de modlnbas, l vol. ene.
Garofalo-Criminaloga, 1 vol. ene
Tratad &* Tachigrapn a, broc.
Buctiner-0 Homem conforme a screnwa,
broc.
(Lyra d* Trovado*, broc.
lbum do Trovador, broc
nt. de Freitas -Uootrina das aeges, ene.
BrobrtPbysica, broc,
mobert Sortes do cartas, broc.
Roherl -PretidigltagOas, broc.
Secretario braziiei o, enc.J
Droz- apai, Mumai a Nene, broc.
Uemersay -Histor a do Paraguay, broc.
Artbur Azevedo-Con os Pasnveis,
broc.
roums-Viagens no dorso de urna
l>ia, oroc.
Fiammurion -Urania, ene.
ibas Direiio civil, 2 vols. ene.
Aleucar=Garatuja, ene
G. Jnior curvas zig-zag; ene.
RomeroLUteratura bralenra,vo.
ene.
. Dasavkoesies, 2 vol. ene
F. Vareila -Obras, 3 vols. nc.
daSllva-AHisona e a Legenda, 3-
serie broc.
ba-
ORDIHARIA EM 26
E l&Jo
PRESIDENCIA DO SR. US. FRANCISCO LTJIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costume, presentes os Sr., juizes
em numero legal e o suastiluto do Dr. procara
dor geral do Estado, foi aberla a sesrao, uua
e app'ovada a acta da antecedente.
Distribuidos e paasadoa os fetos; deram-oe
os SL-juiutes
JULaAUBSTOS
Recursos crimes :
Do RecifeRecoirente o jeizo, recorrido Mi-
Doel Fran^Hco de Birroi. Relatot o ;uiz GalvSo.
Adjuntos os joizes Caldas Bete e Carlos Vaz.
.N^ou-se provirceato, aoanimemente.
Hecurreoie o juizi, Recorrido los Ba'balbo
de S.iu.'Anua. Ku-tor* jan Garlos Vaz. Adjun-
tos es juizes Almeida e Galvao,Negoa-ae pro-
vimento, ananiroetten e.
Embargos iufringentes
De Palto-resEmoargaute os'ria Pereira oe
Ja?albes Barbosa, embarcado Jof Vctor.no
de Paiva. tntor dos meno es, llhoj de Antonio
Carlos de Avellar. R-.-lator ojuiz Alaeida. Re*
vn:irtr* os june-; Carloii Vaz e Joo Cario-;.
Fora-o' despresados os embargos, unnime-
mente.
AppeiLc6e8 civeis :
Do Recife Appe ante Jovioo Bandeira, apa
reliado Anlooio de Souza Pootes. Relator O-joiz
Cusa Rraelro. h. visores os juizes Caldas Bar-
reto e Almeida.Negou-se provimeolo, oaant-
memeate.
De OiradaAppellante Ernesto Arsehoo de
Barros Franco, appe laca a Cjmpanbia de Tr!.
lnos (Jrbao .o io Recife a Olinda. Relator o juiz
Co-la Rib iro. Revisores os juizes Caldas Bar
reto e Almeida.Negou'se proviment3. contra
o voto So jais Almeida.
PAR8AQBN8
Do juiz Coaa Ribeiro ao juiz Caldas Barre
to:
Appellaco crime :
Do Recite Appellante o promotor-puilico,
ap allano Eogemo Jos da Costa.
Appellaco civel.
De S. Loo rencoAppellante Antonio Fraoc.s
co d Cotia, appellauoj Francisco Faostioo de
linio & C
DISTRIBDigSES
Aggravo de peticao :
Aojoiz Joao'Carios:
De JabortSi*jwavaotB'o Di-. Sopbronio
Eutichioiam da Paz Portilla <> sua uulhrr, an-
ravado o coronel Jjsquim Mizimiauo Pereira
Viaooa.
A.'p-ili.cn crime :
Ao jais JoSoCarlos :
De Jaooaiao Appellante Jos Vicente de
Sani'Aiio, Hppeilaia a justicn.
Eo;errou'S8 ase3sao al ora e 10 minuto
Ja larde.
ftBLCaCOES A PEDIDO
Irater n idade l'Iir ttil
. Abaixo ouiili :a,LOi a c ra que aos catboli-
cot de S. Silvador da Babia uingiram os catno.
lieos de Si Padro d'Areui, de Genova, narran,
do.loes a Della e flaaemfisa recepcSa qee foi foi.
ta oeasa cidade ao oosso amado- paaior, o S:.
D. Jirooymo Totia da Silva.
Esia carta veiu pooiicada oa Sica a'Lalia*
de II de Mjio. i
Em seguida a essa caria. puol:camos a. que
em reepogta, fot dirigida ao* camdeos de S. Pe.
dro de rea* pela St.> goveroador. ao arcebis.
pado, em oome jo clero e dos catbolioos aesti
ddide.
Qianto 6 belia esta traca de seotimentos de
cerdea! caiernidade entre coragOds uaidoi pe.
la mem*> i reoces 1
Qaaoto nos alegra ver a merecida estima e q
alto apreco co d qee os nossos irmaos de Ge.
o..va traiaram ao oosso i 'asir e estremecido
prelado.
Vivam oa catoolico* de Genova a de S. Pedro
d'Arena !
Aos brazileiros cataolicos de S. Salsafor da Ba,
bia es catbot coa de a. Pedro j'A .eua, Da Li.
| guria.
Cerissi me* i rajaos em Josas Ch isto -
i Um contecimeuio que se. poderirditer c<.
sual, maa aue na realidade foi '.todo provide.
cial, creoo uea relacoes de reverente affacio e
recoobeeimenso ecare o6, o pequeo aovo de
* Pedro de Arena, e o vosso zelois.iooo aece.
bi-po ; enUe o6s, oibae do Siotissiavo Salva.
dor, e vos, o grande povo de Santa Crox do di.
?in Salvadcr, 15o ardenie oa f; qae efru
faltaramos ao oosso dever, e nos privaramos
de orna grande coosoacao rciprorameote, Ja.
zeado.oos ama violencia demisiadimeote forte
ao oosso amor cnnaiao, t uao o dissessamos
com franqueza.
Vi qoe son tao bois dtoceraooa, qn; tanto'
amis o vosso arcebtspj, e o bavflisa.odado
cotn tanto ffecto no pono da voasa flabrt, ao.
BU-andi.Ine ama boa viagem, con torio de in-
feliz regresse, sem "duvida tendea rnOea beu.
laodadas em procurar caibece.- de qne modo-
as o recebemos e loe prestamos es nossas bo.
meoageos.
Hoi tamoem nos seniimoa impellidosa man,
fesiar.vos a felicidade-qae: experimentamos em
Bo.suir, anda qae por poaco tempo oo meto de
nos, o vossoarcebispo; era comea fortuna de
haver conbecido um p-stor da -Ssnti JM*dre
Baraja Uo aeloso, to affavel e de mauei. as tao
delicadas.
Entre oulras particulares circomstanciss da
que nos oceupamo, caemos faxer ebegar ao
vossx soabecimento quanto nos doce ter es.
trasado os los de ama cara fraternidade eotre
os Jioceaanoa de S. Pedro d'Areaa b os da Ba,.
n>a, coafessando.nos comvosso quasi ecudioee.
sanos para amar, honrar a acclamar o arcebie.
po de S. Salvador. ""
S. Exc. Rvma. o Sr. D. Jeronymo Tboma da
Silva, areebiapo-de S. Salva*er aa Bania a pru
max do Brasil, depon* oe urna felis irevessia de
17 das no paquete Rosario*, entrava no porto
de Geaova n'oma qoarta.lelra l" de Matoso
mtio da.
A eaaitaoia do porto da cidade faciliten ao
illistre personagem todos os meios da desero.
barque, pondo a saa disposice a laucha a va.
por do commaudaue toda maodeirada.
O Rvm.- De Amicisv secretarlo do atcebispo-
de Geoova, acompanbado do guarda.nidr D.
Maldotti, apreeeotaraai.se rw leseada regle de
bordo para obsequiares a nosso-arcebispo.
S. Exc. tiooa loteocaide occoltar debalxo
do incgnita sea alta uiandade, maafol'obn.
ead#a appareoer osmtodooi apparsto.
Sandado e> Rehollado pelos pasaageipo to.
do o nessoal da bordo, pato delicadlssimoy com.
mudante do paanete, o Sr. Jese*Bnaoo, qoe
durante toda a viagem mostroefe enero de at.
tencao pelo illnstre viajante.
Ka aseada do desembrace esperaran para
recebel.o a represenlafiao do clero de Sao Pier
d'Areos com sea chefe, oereipreste.
Tambem se acbava para reprewesar a Maare
Geral e- Faadadwa das Filbas da Saat Aooa, a
irma Rosa Goltoruo, a qual com repetidas car.
tase ie:mamaBeoearregsr* a ireoa o- ria Baggljr, saperiora dacasa da ano Pedro
d'Areoe*. de recebar em seo nosnecom
inepecior lo porto-de eeoda.e cavalbeiro N. Mal
osle, a por toda a commissao do porto.
Ni] po tiam eot-e (odas estas homenaeenc
oa siKnaei affe tsosoa da avauade e da reveren
Ca qoe o oo so arcebi:po-dao por meio falta
de sea Secretario, offereceado so grato hospe-
de o sen palacio arcbleplscopal; mas o S: D.
Toon. lioba ioteogaer 4a de hospedar se coas
ou Jesoitae; porem a Boperlora de Sao Pedro
o'Arena insisMndo por. aerulado, ven;eoose
convite.
S. Exc. o Sr. D ToouA, aco-rpanbado da
aau secretarlo o cooeg) Aotoaio Mchalo e doc
jovens enlodantes Jote Franen brrela e Laiz
Simplicio Mirtina, em breve ebegoa i iodas-
lria*a cidaiie- de fea Pedro- a'Aeaai aaaade
de 46 000 habitantes, e paroa no graadioso pa-
lacio Paliavicmi ocenpado presentemente pelas
Filhas de Sant'Anoa.
D'ab, depoii de nm brve epoos", S. Exc
desejea visitar 1 ci lade e. fez ama lUtira vui-
ta aes 8'lesiaooa ae D. Boscoe adorou o SS-
Siorame.Uo na Egreja matriz ae inania'Marta
Della Celia.
U Sr. arcebispo desejava pa tir para Rima
no saoca *o, 4 do correte, mas rtfle lindo que,
do domingo 4, se devia celebrar a festa pat.-o-
nai de S. Salvador, e considerando isto ama
combinEfo provideocialojeats preciosa^ vdect-
dia desie logo flear. Bellissimo .mimo .na ver-
dad* a ptiofcoirmos dos para precitir a f^sta de
nosa eoleaaudade o arcebispo de g. Salvador.
Viva I
9.0 da 2 de Maio recebla da commaniJaJe
re San.'A :na as provas de cjosiJeracoes ai
mais calorosa. Receben a visita de -i. Ex*- o
ooso arcebispo Toomaz Dar5 Roggri. Na sex-
la-feira, 3, diriga s piedosas irmsama atfeo
tucs -. pratica sobre a Santa Cruz, commmo-
rando a grande sexta fe ira da descobena da
America e a ereccao da Cras pelas rnius de
Coi o abo.
Acompaobado- por tres, parashos da cidade e
recebido pe admiaiairacao .uo Como Sanita-
rio e pt.ias Irmas oa C-rilade visitn o bos-
p til da cariaatfe e escreven n'um alnum oa-
lavras de onro. En sti^nai de agraleiimenta
ao C'p:iao do Porto efleneeeo ro< Exc. a esta
cavalheiro ama p>-lle e tigre, e ao S Inspec-
tor Naluaie oul.-a pelle de crocodillo do Ana-
zonas.
No nresoao dia vis tado pelo Cabido Metro-
politano, S. Exc. loi admirar o precio.'OToe-
cjuro ua Cathedral de Geneva, onde 0. tou sar-
prehendido preciosa reliquia da Sinta Cruz e o
b-a0 de San.'Anua. Es palacio do oosso arcebispo e depois visiloa a
nca Bgreja de S. Ambrosio, o eiegarjtissixO
templo da Immacaiada Coocvlco. e a. magea-
t08a nasilica da Nauziata.
No da 4 celebruaa Santa Missa oas Diro-
ibeas de Alba-o e visrou os luorjuiiitu'os de
Genova.
Nj comineo,. 5 de Maio, te logar a nosaa
soiemnldade o memoraael acontecimiento que 80
lcitos quizeramos- memorar, gravando-o esa
curo, aos [X-< -d 1 m ragrwu imagen) do SS.
Salvador, ja qee 9.-Exc. 0'a-eebiaoo Je S. Sal-
vador, aonuindo e grafiosame its cooperando o
noss 1 arcebispo, assistido ue 2(5 ?a erdoles pa-
ramntalos e #e oraa repraseotacAo do Semiaa-
rio Metropolilarj-j, eelebron olemue PootiHcal.
Qoem poderla narrar o uiibasiasmo de todoa
or concliados? O syodir da cidade,- Ca.
Uff. Malfetanoi visitot afnoialmeoie o do so il-
lusire hospede. Esla visi a. foi logo paga a
recibida no grande sala.) do Palacio iacidade.
As diversas parochas com anas jomas de ad-
mioistracao, as sociedades ca.noli-.as e uiver-
sas redaccOes de jsrnaea ealbuli.:os Seram da
mesme modo reoder eaaa- houien-ageoe ao ar-
cebispo da Babia.
Na sega ida-feira (*3) celebroo o Saots Sacrifi-
cio da Missa na mairts de Santa Mana dasGra-
gaa, recordan lo-6e comsoaimo prazer da SOS
orimeira diocese-de Nossa Senhora daj. .G ajas
do Par. Depois visitn o colieg uas Imana
da Caridade.
No da 7 vih.-Ito a reliaiosa coujrnunidade das
Madrea Pas;. pela tarde .asiaila oa casa da
Saot'ADuaa orna oen desemoenrraae eaiemta
potica e musicalda respectivas alunaras.
No da 8, fesia'de Nosa Senhra ao Pompei,
S. Exc. celeoroo anda aa caoella d^s PiOas da
Sani'Aioa, e dorante a m'saaa* aluana ex>-
r-oUram bellisaimos bjttellos em mos'ca. D'a-
hi pasaoo S. Ex a visiur iuJa oi.t a vez o
oollegio, admirado da amplidao, ac-,o, riqoe
e ornatos da casa : n s la do., trbalbos' apre-
c en bel 1 s'imu' bordados em -oo u e oraocoa,
de qae le a saperlora mereci.ioa eliiio?. De-
pois receben s visi a do Director da Navegaba
La Veloee Cav, Offl :al tirano.
No meara" ola, em compan to Rm. Arci-
ireste e mais cle'o visitn casa Jas Ftiaeada
Sant'Auna em Sesln PoOto:a.
A' tirde na egreja da Celta digooc-se de co-
roar o encerrameotoda festa do SS. Salvador,
pregsuda eoai:ftoilidda wp*aaMjd*Je Miinna
ao povo qoe exultava de cooieaUoiealo. Falloa
do oosso qoeriaColombo, o lera de Santa
Cmz. do myaterio da Croz do Nosso Senbor Je-
sos Cnrieto. Abroc/ooo ao povo oo Brasil e a
ni>, povo de 8. Pedro'o'AreBa.'Ooidoe coa ele
pelos tacos da f e do enoiy conclualo com en-
toar aayawo-de ceAoi e geacae.
No aia-9 {eiota-teira) celabra oa essa do*
Pedrs Saleaiaoos de D. Hosco, e ah anta (ca-
tiva academia liUerana^e o voios djs asplraa-
tes a forao3 rvisaionariet do Braz; e as accia-
mafiO^s ue 400 joveos se repeliam ao soto da
hy-ooo oaciooal brasilero.
Tirou-se enlo oro grupo pbctographlco na
qual tomn parte S.-xa-Jioia.
U cese Exm. maoifesioa entao.a esperaoca
Je que U- Boa ha da maodar tambem Sldate-
nos para a cloade da Bania, prometiendo la ra-
'ceberraigoa* dos loveos p-eaentes.
Tocn igualmente as Iriians Pietrlnas, e a
Casa da P-oiaenc a a bodra da orna tuiu da
eit> Prelado. .
A commiasao proieciora dos migrantes m
ignalmeoie bem recebtda e S.- 'Exe. leve para
cotn ella palavras de beocac ede animacdo.
Wa sextx-feira (10) telo o triste momento da
desoidida. .
iBotte aa lagrimas e solocos rtsr'meeraaseaaa
I mana {S. Exc aisse afleas a Caa a dea-Miea
urna ofma bencao palernai, repeliado-lhes alu-
da ama vez qoe conservara sempre em seo eo-
raco o carisslmo InsiUoto da Filhas de Sanf
Aooa e a cidade de S. Petfrod'Arena.
No momento da partida digaod-se de dar ana
iras parocb.s da cidade orna beoco especial a
um teroasisoo amplexo ao meio da admiracA
do oovo inteiro. __
Visittu de novo ao nossa Arcebispo, a Lisa
de Saot'Anoa e a das Doroibeas da Genova aos
Rvma Padres Jesoitaae ao director da Veloee.
e a 6 1/x da tarde parti para Roma, promet-
teodo-oos a graga de aiada ama vez 003 visitar.
Esperaaios que o Divino Salvador nos concela
01 que desejamos.
E agea, brazilelros, nossos carlssimos ir-
mas tendea bem comprtdeodido o moli?o de
ooasa' immeosa alegra, manifestando a fnote
wva daqnelle affecto qoe-neseea das nos noto a
Nam podamos deixar de ves communicar toda
a Do-e 1 consolagao. _
Vos amaes exiremamenie au vosso Areebisj
e 068 tambem o estimamoamoilo I Qaica no
tornoo inoisrelo o amor, caosaado-oos aem-
siadas fadigss 1 Mas em compensacao os done
povos do Divioo salvador Be outram juntos a
Cris, e se reoovaram aa f e na piedade. Seja
por sso Jesos Gbristo glorificado.
Acceitai esta nossa caris cono a expresso e
de dosso amor fratarpu ; e seja loo-
aiaruai
o penhor _-
vado Nosso Senhor Jesns Cr
S. Pedro d'Arena, 13 de Malo de 1895, anni-
hersario da visita qne fez o SS. Paire Hlo Vil
ao oosso Divino Salvador em 1815.- O Ueroe
o povo da cidade de Vicariato Forneo de S.
Pedro d'Arena.
0 Arcipreste Francisco Olees*.
(Dae *Laltaras Religiosas da Bibla).
A.O commercio
0) abaixo ass'gnados commnoicam ao cooi-
mercto e em psrticolar a seos fregaetes, qae
resolvers nesia data dispensar os aervlcoa de
seo caixeiro Luiz Jallo Gincalves da Roda.
ienoarregado das cobraocw ta casa j em nata
id j qae nennnm valor lera qoalqoer ttanaaetfa
pelo mesmo feita era nosae aa casa, a contar da
rhweremVlssigiiiflcatms provaa de apreco ?{J;c|f J5 e ,0,ho de im.
grande hospede. ,___,1 k./.i a> I
Foi mala ainda recebido obsoqBteeamenta peto^
corrrxoodante do peno Cu, Ruggeo: pe
i
T.burcio de Oliveira C,



m
<>!


Diario de Pornambnco Sabbado fe? de falli de MSQ5
Marechal Floriano Pei-
nlo
A commissao abaixo assiguada, em
aome do Qoverno do Estado e Coronel
Commaudante da Guarnidlo Militar,
"juereudo prestar hornee agem de sau-
dosissima lembranca e immorredoura
gratidao ao Hornera que, morreado, dei-
xou impreenchivel vacuo na Sociedad*
Brazileira, manda celebrar, no dia 29 do
crrante, as 10 horas da manha na igreja
ConceicSo dos Militares, exequias solemnes
pelo repouso eterno do pranteado Marechal
Floriano Peixoto, para cujo acto convida
feralmente a todas as classes, bypotecan-
do-lhes, pelas auas presencas, eterno reco-
sheciirento
Recife, 23 de Julho d* 1895.
Assi groados :
Commissao Federal
Alfa-es Luiz Gom a Monteiro de Mello
< Joaquim Manoel de Medeiros.
Mario Rompi Vaz da Uliveira.
Commissao Estadoal
Coronel Leoncio Luiz Pint> Ribeiro.
Tenente-coronel Francisco Teiieira de
Car val ho .
Tenente-coron9l R*ymimdo Magao da
Silva.
Tenentc-c ronel Jos Ottoni Ribeiro Fran-
co.
Commercio de Fazendas
Os commerciantes de fiendas que com-
arecer m hoje no 1 andar da casa n.
3, ao Caes do Apollo, deliberaram orga-
nisar as commistoes ab'ixo mencionadas,
afim de que essas commissoes, informan-
do-ae sobre quaes *b casas que devem ser
collectadas nesta classe, embora tenham
de o ser em i utras e orientando-se sobre
o movimento commerci.l de cada um, for-
necam os dados precisos para se proceder
a des'ribuico do respectivo imposto, de*
vendo essas commissoes apresentat o re-
sultado de seus trabalhoa at o d a 29 do
corrent, ao meio dia e naquelle mesmo
lugar.
Recife, 25 de Julho de 1895.
COMMIS8ES
Rectfe
A. Vieira & C.
Mulle: & O.
Manoel da Cunha Lobo.
Sardo Antonio e Sao Jos
Andrade Lopes &, C*.
Joaquina Luiz Teixeira.
Aodiade Maia & 0*.
Guimaraes Bastos & C\
A. Martin & C '
Guimaraes Cesar.
Boa- Vista
Joo Ribeiro.
Abil o Magalhes.
Epiphanio Lopes.
* --------
Protesto en lempo
0- aba xo ssMguados, Deraeiroa ao Morgado
Aotinio de Sft e AlliuqD"qu-, leooo passauo
procoracao a Ande de t e AlsoqnTjor par
-eo-be- u qoe Ibes loca na Pe ai (a de seu lina
o pal o re^rido morcado, veem pelo prest-ote
ca aar o- eideres da mt-gma procoracao, a qoai
tica desde ja eeo eff. ilo. e prcUs.ar coutra
qu ljuer acto qoe 10 vemrra paiicar o rotsaio
A-ior de Sa e Aiboquerqoe, depon da ratele
4ee)t.*i>e**-
Tgipt, JO de Jobo de 1895.
A rigo de Irloa AnMJ-.naimie S e Albuqoer-
qoeFirmiuo B aga Jaoior-
A iefo de Aotoolo Jaiio oe ? e Al&oqueiqoe
Aoti-o:o ao Monte Teixeira.
Consellieire Jos Antonio Sa-
ra va
Benjamiu Aristides Fe reir Bandeira,
jua mulher e Sinos, tendo recebido a d-
fi.H8ta notic a do faliecimeuto de aeu pre-
sado primo e ge eroso amigo Conselheiro
Jos Antonio S raiva, convidam a s seus
amigos e aos do Ven rando nxrto para
aasistirem aa missas que pelo aeu ter o
repouso, mandam celebrar, na segu da-
feira, 29 do corrente, s 8 horas da ma-
saS na mam da Boa-Vista.
Ao commercio
1 > Augusto de i lampos e Salvad, >r
Mend-s M-rtioi declarar que nesta dta
Bsoire-sm am vie girava oeste povo-do aib a raaSo de
Aog isto Campo 4 lleude* retirando-ie o
neo Salvador M'ndes Martini p->eo e bb-
.-ifeito do ee i o*-pi aotivo e o paasivo da meim, a cargo do
>ocio Jote Augnato de Campos.
Ipojuca, 2 de Julho do 18 '5.
J A go'ti de Campos.
Salvador Mandes Martina.
saasSBsaa
*
m
CfiMMEBnin
Advocado
O baoharel Antonio Tolentino Rodri-
gues Campos, procurador dos Feitos da
Fazenda do Estado, pode ser procurado
em aeu escriptorio a Praca 17 n. 79, das
10 horas rta manhlas 4 da tarda..
O Bacbarel'Esperidiao Ferreira Mo-u
teiro tem escriptorio de advogado & Praca
7, antigo Pateo do Coliegio n. 77, 1.
ndar.
Protesto
U Directorio da A socia-
cao ComiiTcial Beneficen-
te dade de zvladora do? iate
resses de sua classe, tendo
scier c ade queoutras classes
contribuintes dos impostos
referentes a tabella A anne-
ca a le n. 121 e 2 3 de
Juobo de 1895, q'ierem d-
clui.es na distribucao dos
impostos que Jhes compete
pagar, vem solemnemente
declarar que protesta desde
ja por estas ilegalidades e
fara oppo tunamente preva-
lecer os direiios da lei, pe-
rante os poderes pblicos do
E tado.
RecifelH de Julho
de 1895.
O director,
Joaquim Chistovo,
O secretarte,
Polybio de Olivara Pinto.
As Tiriudesda Einu'sao Seott
SO III ( ll<-StM>ll: S. Domingos, Mil therov 20 de Janeiro, 1^88.
Eu abaixo a-sii/iuniii doutor em medicina
pela Taruldade rio Rio de Janeiro, medico effec-
roy e adjunto do da V. 0. T. de S. Francisco de
Paula a do Aaylo de S iota Leopoldina etc., ele.
Att-sio, que ti-nho empregado com o nelhor re-
bultado em mioha el nica, o preparado Emulsao
Scott de oleo de Sgado de bucalho com os hy
pophosplu os de ca e soda ; nao 6 nasanerees
ebroniras doapparelho resniratorio, como anda
nos individuos de consti uigao frica e tempera-
mento lymphatico e gob'eludo na crianjas ra-
chuicas e escrophu'osag.
E por me ser pedido deu o presente allestado
sub medici fide et jure jurando para consttr
onde convier.
Dr. Plinio Travassos. (14
Peitoral de Cambar
OOO-tiOO
Do-se :ooo$ooo em moeda cor-
rente a quem provar a nao authentici-
dade do seguinte attestado :
Minha mulher foi accommettida de
perigosa pneunomia, que cedeu a atu-
rado tratamento medico, continuando,
porm, depois a soffrer de urna tosse
secca de mo carcter.
Reapparecendo-lhe a pneumona,
A applit'f ca ae, E mu de bexigas de (890 a 1891 mais ama vex
detiioosiroa a ana efficacta; poitno principio dos
primeiros eymptomas a bexiga sborta, e em xa-
fus msis ai-iantadcip a bexiga pa-?a a Jer rima
Dr. Alfredo GasparMedico Con
sultorio e residencia ra da Imperatria
n. 71, 1* andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
Joenca febril volgar apreneniaodo pequeas 'lo- nhoras e creancas. Consultasde 8 a 10
CLffc".- qoe ctm a co.un -.;igao do elixir dt-sa-
parecem sem todava apresentar recelos e pe-
rigo.
Oc muitrs attestados pnbliciaoe r.' Dli-ooe
Pernambaco e Gazeta da I irde l ra ara '0.t
dlzt-mos.
Nos casos de ftbre amarella o efe' 0 6 4mi
ravel.apreeeniando pbenonienos U< mar bo
mm cfi-e cesta cidarie cu Recife e c> do io >e
da manh. Chamados (por escripto)
qualqure hora, telephonb n. 226
MEDICO
Dr. Amaro Wanderley
Avisa aos clientes e amigos que
pode ser procurado de 12 horas s 2
passadostres annos, e, em condicoes *w wco rece.o cao,, feo- ira "da tarde na Pharmarcia Bom Jess,
mesmo estando o doente c-m vot i o p et)-. ra do Bom Jess n. 24.
sauttneo oestes ol:imos periodo- < anuo a Re-idancia Ra Direita n. 10 em
anda mais graves, dei-he entao o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e
ae souza aoares, e cesario a applicacau em ;aita dose, aeepoauJ0 lAfogadcs.
apenas com alguns frascos ficou radical- i tir-eiia annexa
mente curada. /. J do Nascimento
[ S. Jos dos Campos, S.Paulo. ]
O AGENTE Cmpanhia de Drogase
Productos C/i micos
elf a Cemmerolal Pernau
bue*
rcTACBs orwtmkta da jsnt& eos mbbitorb
J-raja io Reafi, ti ifUhoie :95
*l^o boove colacio.
O presaeate
Aatosi Mareae t secretsria
Maoael S. da Silfa Pi t.
t amblo
O Bancos ab'iraai com a ux de 10 318 lobre
^podres a 9 da*, labimo depois para 10 5)8 e
i3,4 fecbaode o metCido araae.
Letras particulares foram negocia a 10 3,i
U moviraeoio foi r-gular durante o dia o mer.
:ado esieve animado.
(o Incoe de geaers
>r fnevUor
Assucar
raoco. idee dem. U6C4 31800
3oa;eBos, I Jem, dem M4M a SI6M
Joucafade, dem. dem. UMIi jaoeo
Bruto melado dem, dem l*6*# a 117M
Setame, dem Kem i*3W a 11^9
Algdo
%ao coQiteo oegocio.
klevol
?ar pipa de 484 litroi 108* venda.
caardente
?0r pipa de i8t litros 1154 veada.
Seceos salgados aa base de 11 kilos H ris.
Mdjg.
Verdes 700 ris, oemioal.
Carnauba
'Joia-ae de i3i a 354000 per 15 klios.
Drogas 40 dimes a Ga'ms&es Braga & C.
Fogareiros 3.0 a A. P da Silva C.
Lonja S5 u'goi* a J. It. N. d S Iva, 14 cixag
A. P. da Silva & C. 8 a A. de Cirvlho & C.
Materiaea 661 volamos a Compaob a Recite
Draynage.
Ditos para ejtrada de Ierro 2>4 volames es-
trada de ferro do Rel(e 1 Sao Francisco.
Oleo de lintiaca 20 harria a Guimaraes Braga
& C 40 a A. Pinto da Silva & C
Paoeiias lii v lomes a A. P. da Silva & C.
Plvora 200 barricas a Blackboro & C.
Provi Oes 54 -aixas a ordem.
Pies reas 4 caixas a A. P. da Silva & C.
Salitre 3(0 OiT'-cag aoi mesos 600 a G. de
Mattos Irjiaos, ICO a Viaona Caatro & C., 100 a
A. de Carvalbo & C.
To a 55 caixas a V. Ciit-o & C, 20 a Galos
ra B.-iga & fl
Vidros 429 caixas a A. de Carvalbo & C.
N.w-Yjik, vapor iDgl--i Coleridge entrado
em 20 do correte e coasiga.oo a Blackboro
& C.
Au.ostras 5 volames a diversos.
alca o 10 barra a Be t ao k Costa.
Bsobj (00 barris a Joao F. de Almeida.
Lerveja 5 Oarrls a branles & C.
Bnaltiao 306 barricas e 80 meias ditas aos'
contigoaia 10 339 e 179 a ordem.
E-iupa 20 fardos a Beltrao & Costa.
Frac.as 4 caixas a ADraotes .
Graxa 3 b*rrlcaa a erdeo.
Mobiila 7 caixas a ordem, 4 a Delmiro &. 600-
vela.
Maizpn 1 100 caixas a Maooel Lopes de Sa, SO
a Suva Marque- & C, ICO a JoSo F. de Almeida.
Mercado- as 3 volanes a Leopoldo Irmaos, 6
a ordem, 5 a A. GolmarSeg & C, 2 ao River Pa-
te Bai k.
Oleo 112 caixas a ordem, 8 a J. N. da Fon-
seca.
Objectos para navios 5 volooes a Be t-ao &
Costa.
Perfomariss 15 calas a Nones Fon3eca & C-
Relogios l caixa a ordem.
Tecidos 5 caixas a N. Maia & C, 1 a A. Maia
*C, 1 a J. F. da Silva Piolo.
Touciobo 30 barris a Joo F. de Almeida.
el
Por 100*000 oomloal.
T&.EELLA DA3 ENTRADAS DE AS-
SUCAR & ALGtUDaO
Mez da Julho
arcacas .
Vapores.....
Aoimaes.....
Estrada de Ferro Central,
iem de S. Franciaco. .
dem do Limoriro. .
omma.
Como est Vine, da ana toase
Esta pergunia feila diariaineate com
benffica solicitude milhares de pessdas
e noetanlo muito uielhor seria se os per
gunlantes inilicassein o meio de conseguir
um alivio imuiedialo e seguro, recommeo
dando aos seus amigos enfermos, o Petot-
ral de Anacahuia porque anda mesmo
e embora o doente h iuvesse eslado sof-
fretido durante semanas iuleiras d'um.i
losse violenta ou d'unia couslipa^o for-
(issima, esle soberauo remedio para lorias
as infermidades pulmonares, os aliviairi
e curara dentro do curio espaco de viute
qualro horas.
Os nativos do Mxico cooheciam per-
feilameoteas extraordioarias virtudes mt-
tticioaes da arvore da qual se extrae es-
la niaravilhosa ureparaco. e era o seu
grande remedio favorito em todas asen
iermidade da garganta e a dos pin nidos.
O Peitoral de Anacahuita, nao tem
seu igual entre todos os puluionicos da
na loria medica, e por isso pode-se-lhe
chamar com toda proprierlade e razo, o
nico remedio digno do nome.
COMO G4KA.NTIA contra as Msifica-
Qes, observe-se bem que os uomesde
iMnman e Kemp veuhaiu estampados ero
letras transpaieule no papel do livrinho
que serve de emoltorio a cada garrafa.
A cha-se venda em todas as boticas
e drogaras.
----------------^-----------------
Coqueluche
Curas do Peitoral de Cambar
Declaro que criancas de minha casa
que se achavam atacadas de coquelu-
che ficaram em poucos das restabele-
cidas com o uso do PEITORAL D
CAMBAR^., de Souza Soares.
Americo Salvatori.
[Socio da firma VLaiwel Joaquim Mo
aeixa rC., do Rio de Janeiro.]
"^^"'^^^^^"""'^^
Agua mineral 5 Cidxan a A. Figoei'pdo & C-
BjiOQaeg 25 saceos a G. de Araojo & Fimo
Bagas S caixas e 2 barricas a Paulino de O.
Mala, 5 a G. de Araojo & Pilona.
Ferrameotaa I caixa a A. M. da S Iva.
Ferrageoa 1 a J. F. Salsa, ( a P. de Ollvel.a
ala.
Macis I barrica a A. M. da Silva.
Torueiraa 1 barrica ao mesmo.
VmLo 2 pipas e 2 barnia a Alves de Freltas
Iraiaof, ii aj. F. S ., 10 a Neves Pedrea & C 2S a N. Fotiaeca &
'., So a nrd^m, 25 naixas a Neves fed'Oia 55 a J. R. Maia, 75 a N. Fosieca & C.
Viaagre 1 barril a ordem.
SiXDertac*
Huelle, 25 de Jalao de 18115
o exterior
rara
So hoove.
Para o Ioterlor
ItnporlacSo
Londres, loga- noraegoeose Palaader entndo
em 17 do correoie e consignado a Wdson
Son > & C.
AJoe'.aa 200 a Medeiros Carvalbo & C, 100 a
A. Flores, 10 a or^em.
Acido tol'orico 100 barris a A. P. da Silva &
C-
Barrag de fero 70 aot mesos,
Cbambos 60 barricas o* rtiesrnaju
Cimento 50 bar leas a crdejj, 50 a Gu'm.:-
iti S Vileoie, i.M7 aos coiHfjIaUTioe.
Bordeaox e escala, vapor francs tMatapac en-
l>ado em 20 do correte e consignado a H.
Borle & C.
Carga de Bordeaox :
Amenas e velas 6 canas a Joao Silva & C.
Cutuac 1 cana a Curiatiani & C 200 a Sjlier
K^offinane te. C.
L cores 18 caixas aos mesos.
Lunetas 1 cana a M. Villard.
Perfumaras 1 caixa a A. O. de Lima, l a G.
Cardosor'& C.
Seda 1 caixa a Cbristiani & C.
Tecidos 1 caixa a Beroet & C.
Viobo 4 barris a ordem, 20 a O. Lima A C,
20 a H. N.emejer, 3 e 45 calas a P. dos Smtos
1 a 3 a Cbristiani e 100 a Companbia de Estiva, 20 e 20 a Lopes
Aioeiroa & C. 12 e 16 a Goncalves Rosa & Do-
mingues, 24 e !2 a Ferreira Rodrigoes C, 20
e 2a a Joao F. de Almeida.
Carga de Pars :
Papel de embrolbo 120 fardos a Compaobia
de Estiva.
Viobo 21 pipas e 170 a mesma, 10 a ordeo.
Carga de Lisboa :
Batatas 100 caixas a E. M. de Barros, 200 a
P. r. Hala.
Cai;i00 barricas a Ferreira Rodrigoei & C.
Ceblas 50 caixas a E. M- de Barros, 50 a P.
de Ouvelra Maia, 50 a Ferreira Rodrigues & c.
Video 2 pipas, 2 roelas ditas e 15 barris a A.
Mara da S Iva, 41 a Paoliao de 0. Mala.
Carga do Porto :
Ateite 4 calxis a J F. Silva.
Albo? 60 coastra a C. Lima & C.
No vapor nacional Itaqol, para Rio G.-ac-
ue do Sol, carreiiarao :
S. da Figoelra & C, 20 barricas com 2,100
kilos deassocar branco.
fio vapor allemao Paraguauc-, para San-
tos, carre^aram :
B. Williams & C. 187 fardos era 33,132
kiioi de algodao.
C. de Estiva, 10 pipas com 5.4CO litros de
alcool e 100 ditas com 13.503 ditos de agaar-
deote.
No vapor nacional Mercurio., pira Rio de
Janeiro, carregaram :
G. Vascooceilos A C, 330 saceos com 19,800
kilos de sotar branca.
Para Babia, carregaram :
S. da Figoeira C, 6 caixas com 270 kilos
de doce.
Para Victoria, carregon :
C. de Etliva, 30 pipas e 1200 barils com....
101 600 I uros de aguarden e.
No.vapor logles C. Prioce>, para Para,
carreearam :
F. Irmaas A C, 2C00 Calzai com 26,000 silos
de sabio.
J. A. da Fonseca, 500 calxaa com 6,500 kilos
de sabio.
Na barcaca llajaby, para Parabiba, car-
regaram :
J. S. do Amaral a C, 2 barricas com 48 litros
de cerveja, 25 barris com 1760 litros de vinagre,
26 caixaa e 15 garrofdes com 440 ditos de ge'
oeora.
F. 1-rra js C, 45 calas com 225 kilos de
reas 120 ditas com 2,760 ditos de sabio.
Dia 26
Para o exterior
Nao bouva.
Para o interior
No vapor nacional l.aqtii, para Rio Gran-
de do Sol. carregaram :
S. da Figoeira & C, 5000 cosos trocla.
No vapor allemao Paragaaisa, para Sao-
tos, carregaram :
B. Williams A C, 313 fardos com 5,394 kilos
de algodao.
No vapor allemao Friedrick*, para Santos
earregoa :
V. eesea, 60 fardos con 10.032 kilos de
algedao.
No vapor nacional Mercarlo, para Paia-
nagoa, carregaraii :
Layo & F.ido, 300 saceos com 18000 kilos de
assacar mascavado
Para Ro Grande do Sol, earregoo :
C. de a socar braoco.
Para Porto Alegre, earregoa :
M. S. Maia, 15000 tilos de cas:ode aogi;o.
Para Rio de Jaaeiro, carregaram .-
Elixir depura
tivo vegetal
Formula de Angelino Jos
dos Santos ndrade
lpprovadc pela Inspectora Geral de Hy-
giene Publica do Rio de Janeiro em 21
de Julho de 18-V7.
Esi depurativo de grande eficacia as mo>
estiissvpbiiitica oe irr.oreza de saogae; assim
orno em todas as molestias das seaboras.
Tem corado radicalmente moitas pessoas ac .
tommetlidas da terrivel moles bariberi.
Hbeomatismo sypbilltico ou gotozo, ddr acta !
ii;a erup^oes de peile, cancros, e can-ros e- .
tereos, llores brancas, by^tensmo. frouxidSo ae I
lervoB. iriies e ooirts iiiflammayCes (o.i oi&as!
aolRst as do ligado, es'Tonholaa, escerbutes '
tolfrimentcs de estomago, aicerae, geminas, h> |
las, emping>- deas, ai iros, pannos e maacbas
u pelle, boDas e booOes, sarnas, catarrbos e !
joaesquer mcldstias da bexiga, eutre ooiras.
tlbuinoria, oorinas doces e angamoleoia j
4uemia. paralysia, erysipelas, e intiammagl* ;
pas pernas htmorrbuidas, ma, s n-r.y,6e;
elles, moeres, oevralgias, e elepbantlazs da
iiorpna, as irregularidades da roestroacSo.
Prova-se com aqaelle numero de attestad is
publicados e ot que existen: em nosso pjder
>tficac: deste elixir as molestias indicio;(.
tiacoalra se a venda na Botica
de Rosario n. 3
A'raa Biraj aa Victoria o. 17 ** Sari tola
j'iaiquer explica'.aoque (or precisoocerca deata
Reparado.
Calado coaaa raliflVaa*;6ea
Hodo de usar
E-ite Elixir ja conhecido do puDlico de oa 1
grande oomero de dgnos medicus > apresentadb 1
paa combaier os differen'eg ncumujudos toa.-n
uilcs de carai.trr frbnl.
Por moilp leopo tiveoos occ-'siao de 'tzer a
applicacao cas feo;-' eryeipellceas e Cuo taa
bom rescltaao que BCMS4M aamirua-s de io al-
tos "Beo.
Pela 1 rauca rbegamo r coitis-.-er qoe nos
ataques du feote erysipelosa ou erysipeiia como
valgaoueaie se 011 necrssarlo o aso de 10 alar
'<- E>ixir.
us grandes incoomodos das senboras mens-
r m cao. graviuex e dos Ssos de parto com le.
D-e e de gm reroitado a> ce 10 e segoro eo>
a roa co.iifOBigio lio siuuleso.ue. nu iff-rtce
receio de appncur o li xir r.em njesmo em aoo<-
eup?.riores as indicadas na tabella ufra.
Pedimos aos dignissimos medcj? uae desea-
rem faxer uso deiste Elixir em saa clnica au m
xaieuarem a : casa presenpgo, mas sim faze; a
a fiiicacao em naruju ia com o casos que. dse
jareo combater, oertos de que o meillcamenio f
a ccmt>osico innocente para o organismo pe
m-.i- (ragii que seja.
Modo de usar
A's BrfaBfM ate om auno tO gotas de 2 em 2
n .ras em urna colber das de sopa cea d ago*
(na.
De nm a tres idc? 15 gotias.
De 3 a IC aonus em laote 40 .cas etc.
-stas doses devem seropre ser aapUeaHtaa eu.
egoa fra.
DepoNtoi*
Compaonia de Drogas e Provectos 'Jb'.m'coc
R<-cife, raa no Marques de OliDda 0. 23.
N.cional Pburjia>.ia, ra Larga ao Kosari; ti
35.
Poarmacia Oriental, roa Estrena do K01 ao;.
o 3
Parmacia Alfredo F irreira. rna do Barao dt
Victoria o 4
Poarmacia Minios, roa Duque de Caxias n.
n.
Pharmacia Bibeirc, i praca Maciel Pinneiro 21
Koarmacia Victon^nse tir Lon Igtiacio oe An-
drade Lima, cidade da Vicuiria
Para quaiqoer informarlo aert encontrado c
antor na roa Estrella do fAoear'.o 0. 17.
Oe nostos frascos nho anadrados e conta go
139. N'um lado leem grvaloElurii anie f-unl
e uo ooiroManoel Csrtoso -f"-rr.ait)UCO 10
d n.- praepectos >ho assi nai.'os per Mano*
Cirdoso Jocior, sendo falsos o? qoe nao fe rem
aSiguudos.
da^ a
Os adoltos tomaran qoatro coihere
opa pe manba e ntvatro & ootte.
As enancas d- 1 a l annos tomarao^uma ce
oer pela id-cha e oavra a nene e as de 5 a
:onos lutu'ao ouati coiheres ocla manba oua-
Hte
Peitoral de Cambar
Opiiilo do Dr. Cruz Cordoiro
O Peitoral de Cambar, preparado
pelo Sr. J. Alvares de Souza Soares, o
! um excellente balsmico, e como tal
i tenho empregado nos doentes de bron-
chites e atfecfes pulmonares com
grande proveito, tanto mais por ser
j um expectorante suave e efficaz ; o
que affirmo em f de meu grao. Dr.
.ilanOe. CardOSO JUniOr Antonio da Cruz Cordciro. /Parahyba
Approvato em 21 d* Marco de 18!"6 pela Inn.t-c- d Norte
Eli:
ir Ati-Febril Cardoso
SEUNDO A FORMULA
de
Clnica medica cirur-
gica
Do Dr. Domingoea dta Silva
E-teCuhwade : iBeitni- Ue firbur.a, crian-
fias, de aprarelno renmatcrio e ri.esuvo
Da consonas $ 10 a 1 da >&rae em soa res>
df-cia e p* eo do Terjo o. 33.
Atieode a cbamados para fera da ti.iade.
Dr. Francisco Leopoldina
Especialidades : Febres, molestas de
criancas, sypliiliticaa e da pelle.
Consultas de 1 a 3 horas da ta-de
ra do Mrquez de Olinda n. 38, 1.
andar.
Residencia -Rua da Santa Cruz n. 72.
Telephone n. Jl4.
Chamados por escripto.
Dr. Barreto Saiupui o Oculista
Consultorio ruaBaro da Victoria n. 51,
L* andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sna viag-em a
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nosdomingos e dias san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia rua Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela rua da Saudade a. 26 Telephone
n. 287.
. su. ::,::::3 :-:::s'S
Avisa a seus amigos e clientes, que
mudou o seu consultorio para a rua
Larga d>> Rosario n 20, antigo con-
sultorio do Dr. Ferr ra, onde continua
dar c neultas jas 11 1 hora da tur-a
e reside no Cajueiro n 4.
Tlepho e n. 292.
tb Clinica lucdico-cirurgca &
Medico, parteiro e operador
1 Dr. Manoel Carlos de Gouva,
% de volta de sua viagem, previne i
^aos seus c'ientos que reside e}
* tem seu consultorio aberto a |
ruaBaro da Victoria n. 61, l.*
andar.
6 D consultas de 1 s 3 horas
^da tarde.
% Acceita chamados a qualqueri
I hora para dentro e para fra da'
cidade.
tafia G-ral da oigoa Jauta de dy>:ieoe ao Rio
de Ja ifi'O.
Bale Klix'r de c..mioic5o loda vegetal pre-
jh''Io >-eguudo as rearas iibarmaceoticas, ai no-
elbKdas iielo* aotnres nde-noa e d<" rectorie
Ma Co (Mide scienliQca tanto uo pala c-u;0
ao fxtranKHro.
te Elixir o n'uanclo oSo s do jranrie a.
U'io ai. a'c' pnysioh'Kicas oas aaoalauClra
como lambeoj p^iolu^icag, como 'ambeo a re-
-uliao iias imu.i-u.-ni> applicncOes nos diversos
sor de fertg de fundo patoslre.
Dr.
IIvsino de Miranda
Medico pela Fe.culdade de Pariz, cir>
nrgiao parteiro, abri pro%'isoriamenle
seu consultorio na rua Nova n. 19, 1 *
andar. Consultas das 1 a 3. Espe-
cialidades : partos, molestias das senho-
ras e dos orgao genito-unnarios. Re-
sidencia: rua do Bario de S. Borja 3?.
S. J. Cavalcant', !0 caixas com 500 ki'os oe
dj^e.
Cunha I/ma 4 C, 200 sancas coo 16,340 kilos
de alirod&o
J. G. de Axa-im i vo ooe com 70 kilos de
tnico.
C De-tllacao Central, 13 pipas com 5,000 litros
de a cool.
Para Victoria, earreeoo :
C. de Estiva, 200 barris com 8,800 Utos de
agurdenle.
Para Desierro, carrettoo :
C. de Kstiva, 10 barricas com 609 kilos de
aasacar refinado
>- N.i vapor iogA C Prjnce, para o Para,
cirreearam :
M. P. Leiie &, C. 46 barricas com 2 992 'js
deassocar braoco.
Loyo & Filbo, 320 barricas com 23,400 kilos
oe ifiii'i' braoco.
Lojj4Mareira, 300 barricas com 20,70) kilos
deaa.scrr oraoco.
L. J- S- Gaimaraes, 342 barricas cam 2..620
kilos de aisacar braoco.
PAUTA DA ALFANDEGA
VALOBBS
DAS MCADOIIAS NACIONAU
P1BRITOS Di BXPOaiACAO
SBITAS
tend
Mea
Kenda geral :
Do dia i a 25
fuem de 26
Meatos pablleo
ue Jalbo de 189S
Alfandega
l,J7.::(0';l
51.442A393
Renda do Estado :
Do da 1 ? 23 1I0:<7U23
dem de i, 6:0364&o3
Somma. total
1,327:7441854
116:2071796
1,443:9321650
2a aaccao da Alfandega de Pernambaco, 26
de Jalbo de 1895.
O cbe'e da seccao
L. F. odeeera.
Pelo ibesooreiro
Semeaegildo H. Cbaves.
R ECEBEDORIA DO ESTADO
Semana de l a 27 ae Julho de 1895
Agoardanle, eacbca litro.......... 256
Dita de canoa, litro................ 400
Dita destilada oo alcool............ 438
algodao em rama, kilog........... 6t
Arroz com casca, Htn.............. 120
.asacar branco. i em............. 190
Dito mascavado dem............. uo
Dtio retinado. dem................ 350
Bases de mmona, dem........... 130
Borracba de lei te maogabeira, dem. 11500
Cacao, dem...................... 900
Caf bom. dem................... 11700
Dito escolaa ou restolbo, dem...... 11200
Dito moide, dem................. 21400
Dito ordinario, dem............... 11400
Sement de carnauba, otilo....... 47
Sa bao, kilo....................... 330
Sebo em rama, kilo .......... 666
Tatajoba madelra, kilo........... 120
Taboaa de aoarello, dot,.......... 1601000
Cera em feias.kile................. 1J6O
Dita vegetal em Druto, kilo........2811000
Carocos no sement dealgodae, aem 045
Carrapaleira (sement;............ 190
Carnauba, dem................... 11933
Carvao ae pedra, tonelada.......... 40*000
Dito anlmel...................... 150
Coaros seceos espichados, kilug----- 905
Ditas ditoB salgados, dem.......... 855
Ditos verdes, dem............... 620
Counono om...................... 11700
Cocos em casca, eento............ 91000
Cornelias, par..................... 11500
Botiaas. par...................... S000
T.mancoa, p.r.................... 600
Doce, kilo........................ 1000
Panana e mandioca, kito.......... 152
Graxa sebo, kilog................. 693
Genebra, litro..................... 360
Jaboraody (folna), idem.. ........ 800
Metos de sola, valer nominal........ 7* 500
fiel de lanqoe oo melaco, litro...... 156
Milbokiiogr...................... 130
Oleo de mamoaa ou de ricino lmparo
litro.......................... 530
Pelles de cabra em cabello, valor
do cento...................... 2i0*
Id im de carneiro em cabello, valor it
ceoto .......................... H01
Sapada de curo braoco oo lin'o, par 21100
D) dia 1 a 25
dem de 26
RECirE DaUlHAGI
Da da 1 a 25
dem de 26
98:776*476
20991679
Agencia geral de privile-
gios de invencito e registro de
marcas
ADOLPUO ISAII.I.V
Caixa do Correio n. si 1 -^capital
Federal
Trata se por correspondencia
T comp. com fazendas a 660 ra.
49 comp. com verduras a 300 rs
95 comp. com fariaba a 400 rs.
56 comp. com tainos a 2*000
Rendlmeoto dos das i a 24
44*400
141700
381000
1121000
3261600
7.6231100
7 9491700
100:8761155
6:48.1681
1831363
6.658*044
Kovimento do porto
Navios entrados 00 dia 26
Minlevido e Rahla 15 dasVapor ooraeeoen-
se Argo de 804 ton. I das. eqalpagem 21, com-
oanduQie h. Boodelie, carga varios gneros ;
a parpira Caroeiro & C.
Cardff 66 oaeBrigne noraegaense Pina, de
255 toneladas, equipasen 8, commandante
Ja<-ob Re, carga c^rvto de pedra ; i Cimpa-
obla Peraamborana.
Navios sabidos do mesmo dia
MaceloVapor noraegaense B'atsberg, COO-
oandanta J. Taoosoa, em lastro.
Mercado Municipal de s. Jos
O movimento deste mercado no da 25 de Jalbo
foi o seguinte *
Enirxram :
47 bois pasando 8,369 kilos
140 kilos de peixe a 20 rs. 2*800
4 compart. com mariscosa 100 rs. 1400
4 ditos com cmaro es 100 rs. l&OO
26 1/2 columnas a 600 rs. 15*600
< carga com gallinbas a 500 rs. 1503
7 casRoaes com galliobas a 300 rs. 2*it0
10 cargas com mllbo verde a 300 rs. 3*000
1 carga com ameodoim a 30Q *300
5 cargas com batatas a 300 rs. 1*500
t cargas com macacbeiraa a 300 rs 1309
i cargas com cebolinbo a 300 rs. 1600
2 careas com eenmoos a 300 rs. 1600
8 cargas com verdores a 300 rs. 2*400
I carga com canoa a 300 rs. 1300
46 cargas com laraojas a 300 rs. 13*800
1 cargas com iabame a 300 1300
1 cargas com loucas a 300 rs. *300
5 cargas com diversas a 300 rs. 1*500
35 cargas com farinba a 200 rs. 71000
5 cargas com milbo secco a 200 rs. 1*000
1 cargas com fej&o a 200 rs. 2*000
76 logares a 200 rs. 151200
14 Soinos a 200 rs. 2800
12 comp. com soinetros a 1*000 12*800
7 comp. com sciasi'oF a '00 rs. 4*900
8 comp. coa fresanra a W -8. 4*800
34 comp. com comidas a 7Co rs. 231800
Precos do da :
Carne verde de 2 M) a 11000 rs. o kilo.
Salaos de. 11 a 1*200 dem.
Ca-oeiro de 1*200 a 1*500 dem.
Paricba de 8 Kl a U40J rs. a cala.
Uilbo de 700 a 11000 rs. a cala.
fe nao ue 1*200 a 1*81)0 a cola.
Sano esperado
De Pelota
Patrcbo noraegaense Eioar.
Escuna alterna Elise.
Logar riiaanarqoes Varde.
Lagar Brasilelru Brasil.
Lagar ooroegoease Sylpbe.
Patacbo ooroegoense Han*.
Logar araeotloo Coodnxa.
Palacbo allemao Elise Boj.
Patacbo argeotloo Almioa.
Paiacoo allemao Aoiye.
Da Porto
Brigoe portogoex Varelro.
De Cardiff
Barca nornegoenie Sala.
Barca inglea Pellicana
Barca noroeeoeore F> o.
De Uamoargo
Brigoe iliemao Ouo tirat xa Stalberg.
Birca aliem Albaiross.
Barca aflemiLiv.
De Memel
Barca alleoS T.C. Bery.
ue Terra Nova
lagir Ingle ClDtba.
Lagar infles Uennio.
Lugar im lex Lavloa
Logar loglex Peegy.
De Londres
Logar iogle Faooy.
Taporas a entrar
Alea de Julho
Barrosa, de Treslre. 27.
Sautelmo, do ral, a 27.
Iiapoao*, do sol. a 27<
Moorek Pnnce>, de N-w York a 27.
Itatia;a>, do sol, a 27.
Krooprinx F. Wllberm, da Ea'opj, a 28.
Matieo Boiac de Genova, a 28.
P.ragQa.8, da Europa, a 28.
Orel.iiia, ao sol, a 29.
Hrvellos, do sof, a 31.
Vapore a saklr
Mez de Julho
Par e New-Y >rk. Crele Prn ce, 27, s 3 horas.
Sia os e e-c, earose, 27, as 3 bo'as. -
Piymootb e esc. Orelana, 27, aso hora.
SaQ'08 e esc, Moorisb Prlnce, 29, as 3 Horas.
Sioto8 e esc, Matteo Broaxo. 19, j3 horas.
Sanies e ese., Paragnass, 30, as 4 Doras.
New York e es"., B*rveiia 31, s 3 boras.
Rojal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL ,000,000 0>, O'1.
Fundos accumulados 8,274'973,lt3s.0d.
AGENTE
POLHMANN & C-
>*.
t






Diario de Pernambiico Sabbado %V de Inllio de i5
V
^so
V

I-
*jr
Cura de tosse asthmatica
com oPeitoral de
Cambar
Pessa da familia do Sr. Jos Car-
neiro da Silva Reg, da Baha, que sof-
fria de urna incommoda tosse asthma-
tica, que resistir a cinco annos de tra-
tamento, curou-se com o Peitoral de
Cambar, de Souza Soares.
O AGENTE Ccmpanhia de Drogas
Productos QJtimicos.
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendonca
Consultorio : Ba da Imperatriz n. 8,
l. andar.
Consultas : de 1 s 3 da Urde.
^-

A
Dr.
?
'A

Ai'llinr (".aval
canti
Panicipa seus clientes e
amigos qu* muduu seu consul-
torio e residencia para a ruado
Barao da Victoria n. 46 1* an-
dar onde contina a exercer os
id y teres da sua profissao.

X

Aa Paradis des Dames
Casa especial de artigos para
Noivas
Ros Bario da Victoria 38
Tcophone 59
Elixir M. .llralo
A ferida da perna que por um anno
de tempo me prohibi de trabalhar, e me
fez viajar tanto tempo atraz de mdicos
especialistas, s poda fechar tomando o
o traade remedioElixir M. Morato
Isto que verdade.
Cidade do Rio Claro.
Silvestre Misa Sabugosa.
Deposito em PernambucoCompanhia
de Drogas ra Mrquez de Olinda a 24.
EDITAES
Consultas de 1
tarde.
s 3 horas da
f
*
Coronel Frederico Chaves
Medico homeopatha
Ra BarAo da Victoria
N. 37 1.* arjiar
i 'inir a dentista
de Miranda,
dentist-, abri seu consultorio
Nova n. 19, Io andar.
Jos F,ygin<

--*
na ra
^-
clnica ::::::.. :::,:.:::-
O DR. CORREA
o seu consultorio
DE SA' tem
medico cirur-
gico na ra do Rangel n. 8, I."
andar, d consultas todos os dias
de i 112 s 3 i2 da tarde.
Residencia ra da Imperatriz
n. 5, 2." andar.
Especialidad s :
Molestias e operares de olhos.
-** (L>"g ^j """' % -"' "*- r~' &"**
para
Capas impermaaveis
recebeu o
Au Paradla des Dames
homo in
INFLUENZA.
A bronchite que sobrevem a Influ
taza, as Corysas (difluxos) acompanhs-
das de reaeco febril, brotulio-pneumo-
nia, cat/iarro pulmonar com febre ele-
vada, tuberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthma,
larangite, molestias da garganta, insom-
nies e tesses suffocantts c-dem inmedia-
tamente ao uso do
Xarope de Lobelia inflata
I ,i Ir er bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico'
approvada pela illustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clinico Dr. Martins Costa.
Os grandes resultados obtidos pelo
Xarope do Lobelia Inflata, no tratamen
to da Influenza podem ser attestados
por centenas de pessoas da maior ex-
cepto, residentes n'esta cidade.
Depsitos
Ra do Barao da Victoria n. 37, I.* an-
dar, sala posterior.
Pernambco
Peitoral <^e Carnuara
Parecer do Dr. Francisco Sil-
veira
O Peitoral de Cambar, de Souza
Soares, um poderoso expectorante
Tenho-o empregado commuito pro-
veito as molestias broncho-pulmona-
res rDr Francisco Augusto da Silvt-t
i a) Recife._________
Bronchite /sthmatica
O DR. COELHO LEITE, Clinico de
justa nomeada na cidade do Recife,
attesta que o
Xarope de lobelia Inflata
DO
PHARMACEUTICO
ILDEFONSO DI AZ8YED0
E' excellenta no tratamento da BRON-
CHITE ASTHM TICA
-------*------------
Deposites :
Ra BarSo da Victoria 37, !. andar.
Pharmacia Conceicao.
Pharmacia Alfredo Ferreira e em toda
as boas pharmacias.
Pernambuco
O Dr. Maroel Mari Tavaros d S.lva,
juii da direito deate mumcuio da
Victoria do Estado de Pernam-
boco.
Fago saber aos que o presente edital
de praca virem, que na audiencia desta
juizo que ter logar no dia 27 do corre-
te mez aa 12 horas da manhl no logar o
coatume, cesta cidade e a requer necto
do Dr. curador do espolio vai a praca em
publico pregSo pura ser vendido a qaem
m.is der e maior lance offerccsr o ra Un-
ta aos bens que foram arrecadud. t por
este iuiao pertencente ao f. Mecido Baroar-
do Myor brasileirj naturalisado f-Mecido
iutoct*do e sbm herdeiros coDbejidos,
consistentes am varias joisa de ooro, al-
burnos pecta de roupa e diversos objeotos
de 1 so do meemo Bar ardo M yor pelo
prejj da ultima avaliagSu, ouioo tudo
coDsta dos auto?.
Convido a todos os pretendentes a com-
parecer o da, huras e hgar cima desig
nados am de proceder aa a allujida ar-
rematado na firma da le.
E pora que ebegue ao conhecimeoto de
todos mandei affixar o presente edital lo
logar do coatume e publicar pela im-
prensa.
Dado e passado nesta cidt.de da Victo-
ria aos 19 de J.ho de 1895.
E eu Ao ionio Ludgero da Silva Costa,
escrivfic que o eecr-vi.
Manoel Maria Tavares da Silva.
E.-ta conforme ocm o original.Eu
Antonio Ljdgeio da Silva Costa, eacrivSo
o escrevi.
Estado oe Pernambuco
3 Directora da Secreta'' a da Industria
(OJRAS PBLI2AS
Edital
Para conhecimeoto Sal interesal do?, tCO
publie > que ate o dia 30 de Agosto prxi-
mo vindooro, resebenvse nesu Repartico
pn p .stas em cartas fichada* devidamente
selladas, para o foroecimeato de quiobe 1-
tos mil (500.000) parallelepipedcs de gra
uito 00 gneisa com as seguintes dimensSes
0,26X0, 12X0 18, desembarcados no
caes que for iodioado por esta ReparticSo.
Para ser tdmiltido a concurre'.cio ae-
pofitar cada propoDeote Da Tbesooraru
desta Directora a quaotia de um cont de
res (1.0300000) qoe perder se acceita
sua proposta e ooov.dao para assignar o
contracto, nSo o fizer dentro do prsso de
8 dias, cootadea da data do aviso que lhe
r expedido para tal fim.
Os precoa daa propqstas serao esoriptos
por extenso, sem rasura, emenda ou vicio
de qualqoer especie.
A concurrencia versara sobre o preco,
tempo do foraecimeote e condijSee do p-
ga ment,
Para garanta da boa exeoucEo do con-
tracto,depositar o contractatne no Tees, a-
ro do Estado um csacSo corresp< ndente
a 10 .]' do valor tctal do forneoinoejto,
q antia que poder aer levantada de-
pois de teaiado o seu ortracto.
A diractoria nSo rejonhecer, no caso
de fa'locimento do ooctrtctante, direito i
revrrslo do contracto a herdeiroa.
Recifo, 24 de Jalbo de 1*95,
Antonio Urbano Pessoa Maotenegro.
Au Paradis des Dames
Eapecialidade em sedas, brancas, preta
de cores, gases, surahs, para casamen-s
etos, bailes e passeios, para grande esco
iha.
38 Roa Bvda Victoria 38
Telplione S9
3' Directora da Secretaria da Industria
EDITAL
Para c nhecimento dos interesados,
faco pub.icO que esta ReparticSo aceita
como praticante g atuito de de-eolio, me-
nores de 13 a 20 annos de idade.
Reeife, 18 de Julho de 1895.
A. Urbano P. Montenegro.
Di rector-geral -interino.
Alfi ndga
am
Aforameoto de terreno de
Mannha em Maran guape
de Olinda.
De ordetn do Sr- Dr. Inspector desta
Al'andega fa.o publico que, tendo reqaes
rido Joaqaim de S Cavalcanti de Albu-
qoerqao o aforameoto de am terreno de
marinha alagado aito no logar Sao Jos,
povoado CoaceicSo dos Milagros, fregu
sia de Maranguape do municipio de Oiinda,
i o qua ha amas salinas, teodo orna rea
de 250 X 250 conforme menciona a res*
pectiva planta que foi spreseotada, foam
iniimadoa oa foreiros coatinantes, ou ros
intr. ssados oa os qae forom oppoatos ao
referido aforameoto para no praio da 3o
das, que Ibes fica marcado para prova-
retn o direito d<- preferencia que por ven-
tbra tiverem ficaado deade )& seientss de
que. lindo o meimo praso nenhama reols-
macSo ser acceita.
3,a SecoSo d'Alfandega de Peraambaco,
25 de Julho degl895,
O chtte interno
Sebastilo M, Baailio Pyrrho.
Edital n. 9
inspectora gkral de hygiene
Por esta secretaria ae fax pooheo, qoe,
de cooformidade com o disposto no art.
44 do Regulameoto sanitario vigente s
podem vender medicamentos e drogas as
pharmacias e drogaras ; inesrrendo o in
tractor na malta de 1O0.
Secretaria da Inspectora Geral de Hy-
giene do Estado de Pernambuco, em 17
de Julho de 1895.
O secretario,
Apollinario da Irindade Metra Henri-
qnts.
Secretaria da I^dus
tria
Tereeira directora
Sabstitotcao de madeiras de pontes
Edital:
Pelo presente faco publico qoe no dls 27 de
correte so meto uia,serao receDiaas nesta se-
cretaria proposias pa-a aabsutoti'ao oe m d-i
ras de qae prechsrem as pontes do Estado oca
V, e 5' dlstrlctoB-
As prcDos'.aa devem ser coofeoleotemecte
selladas e comer eoo termos rlaroe:
I. O preco pelo qoii se propOem os licitante'
a collocarem cada orna das pecas de ponte ae
madeira de iKOea qualidades adoptadas nests
-*lrecioris, Inclaiodu deslocagao das qae leem
de eer tobstiiBidas.
Ametro correte de cnrrimSos ;
B- Preco de rada pilastra e pregop de ernze-
si od iniermeaiarlast
C'Preco do metro corrale d.- var.is e contra
rasas.
DProjo do metro qoadrado de laet.-o (eoa
loo) de 0,mC8XO 20.
C Peco oo meiro csico de Viga ,m q
0,u.3U de seccao ate 10 metros oe compri&eos
to.
FIJem dem das mes-nas sec(6ea de mais
de 10 metros de omprirteoto.
Gdem de contra vigas cbapunes e maos de
foca.
H-Dito de tadre*.
IDito de emenda' compnmeoto 0,26X0 23 a 0 30X0.30.
J reg de um estelo da 0.3(0.3 ate 8 matros
de co-DpriaieDto.
KDito de dito de m-iis de 8 metros
LOito de metro de loogarlos de 0,12)0,12 e
0,12,0.13.
2 Os locaes de poai residencias;
3* Provas de idooeidacte prus9ional para di-
rj^trem e execatarem os irabalbo?,
11 iveu'o auas oa oais proposta* em isaalda.
'e de condl'5eg, s. r preferido o concuneote
qoe melbore8 provas de hiooeidade ifferecer.
NSo serao aceitas aa propottas que se reetiil-
rera d sevaioies fditas :
1- As qoe i fore'Q organisadas de accordo
com o pe-o'e ediial ;
t- As qoe se bazearem sobre prefos de pro
posta de o tros co- crrenles ;
3- A* queforem fi-msdas por pefsoas qae ti-
v< rem >4 deudo oe comprlr coolr'"i08 cle-
brados com a extiocta repartico de Oarss ?u-
ti'icas ;
4' Ai de coBCorreotes que nao offeregatn as
ea-aotias e qoalidades exigidas no presente
dltal.
Cada proposta versar sobre as obras de cada
um (Ks disthctts a cootraciar e deve< traser
no Involucro a declartc^o daquella a que se re-
ferir.
.Vr.huma proposla sera a eia sem qae o pro-
poucoie aprestle recibo que prove baver i>oo-
-ado na Tbeeooraria a Importancia de 500.
O proponeD'.e qoe nver pronc-ti escoloioa e
re-teusar a a^innr o termo do cootracio, per-
der o irelto a caocao a-ima exigida.
As lofurmages aos t'abalbOKde qoe trata o
prosenie edital, acbam te oesia repartico a
dii-poijao dos prononeoies, que pooerao ex:-
minal as das 10 ar & boras oa tarde.
Este se publica >o pela impreosa e affiado
ras portas da sala de aodlfociase matrne>i e
oude mais os (.befes de districio jaigarem coo-
eniedt.
A dnragai do coUracto ser a'. 16 de No-
'rembro de 1895.
Recifn 15 ue Julho de 1985.
Amonio Urbano Pe- i Uooteneg ro
director geral oierioo
^lfandega
Terreos de marioha em
Itamarac
Conforme determina o Sr. Dr. Inspector
e psra evitar al!eg-<,5es futuras por parte
dos posseiroa de terrenos de marinha na
liba de Itamartci que telo Dicreto n.
4105 de 22 de Fevereiro de 1868, ten
preferencia no respectivo aforameoto e a
fijtr,.m valer par paticSe j deipacbadas,
tica marcado aos mesmos posseiroa, capa
nomos vSo abaixo mencionados, am c6v >
praao de 15 das psrA virem completar o
processo de aforameoto promoveodo a soa
cus', de accordo com as dispoticS.-e em
INDICADOR COMERCIAL
DO
DIARIO DE PERNAMBUCO
Diversos ramos de negocios
Escriptorios
Secretaria da Industria
3* directora
EDITAL
Para conhecimeoto dos nter'"ssados,
faco publico que no da 27 do correte,
at 1 hora da tarde, rec bem-se oesta re-
partico propostas para o c-lcaraeuto da
ra Gervasio Pires, medindo 57i6ms. e
12 metros de galera de 2* classe.
As propontas oevem fer conveniente-
mente telladas entregues em cartas fecha*
das e coDter em termos claros :
1 O jireyo pelo qual se propem os
licitantes a executar em metro quadrado
o calamento e metro corrente a galera
de 2' classe ;
2.* Endereco de sua residencia;
3.* Provas de idooeidade precisa para
dirigirem e ezecutarem a obra.
Uavendo duaa ou mais propostas em
if ualdade de condices, ser preferido o
contratante que melhores provas de ido-
oeidade offerecer
Nao sarSj acceitas as propostas que se
resintirem das seguintes faltas :
1 As que nao forem organieadas de
accordo com o presente editis
2.a As que se bascaren! em prejos de
outro concurrente;
3.* As que forem firmadas por pessoos
que tiverem j deixado de cnmprr con-
tractos ou promessas de c ntractos, cele-
brados com a extincta Repartico das
Obras Publicas :
4.a As que nSo offerecerem as garan-
tas e qualidades exigidas no presente]
edtal.
Nenhuma proposta ser acceita, sem
que o pr oonente aprsente recibo que
prove haver depositado na Thesouraria
a quantia de 30i>S, e perder o direito de
restituico si, escolhida sua proposta, re-
cusar-se o proponente a aasgoar o con-
tracto respectivo.
As plantas dar obras de que trata o
presente edital acham-se nesta reparti-
co disposicao das proponernos, que po-
derlo examint 1-as das 10 s 4 horas da
tarde.
Recife, 10 de Julho de 1895.
(Assignado)
A. Urbano P. Montenegro,
Director geral interino.
AVISO
Psgamento do calcemeoto Sinto, aniigj becco da Lama, oa fregaein dj
Recife.
O prefelto do manicipo do Rec fd manda fater
publico aos proprietarios da apracitada rus. qoe
no praso Improrogavel de trile das, cootadas
da dala do presente edital, deverao vir recolber
ao cofre municipal a impo taocla do calcamento
feito, calcula o oa raiaa de 15 0/0 sobre o valo'
locativo dos respectivo' p-eilos, deeooformtda-
de com o disposto do 70 Art. 1- do ornamento
vgeote.
Ha. 2 Antonio Joiqulm Cascao 22*680
4 Herdeiros de Maooel ongilves
ChsvHS 15*110
6 Eduardo Marques Mun'i 22X680
8 sqiooio iosqatm Cascao 22H8 '
lOMaria JjIis ae Almeioa 221680
12 Amelia Mara Coelrjo 3216^0
(4 Mirla Justina 1/3 6*300
Amella C. da Silva 2/3 12*600
16 Amelia Angosto Cbaves 22*680
18Mmi!f| Moreira de Souza 4 8*900
2(1 Jj- P'tnclsco de Si Lel'So 22*680
22 J >i Joaquim Ferreira Souza 18*900
4 Janoel Morel-a de Soasa 18*900
26 Amelia Mina Coelbo 18*900
28 MiotH Mjrelra de Sania 18*9 0
30 Amelia Maia Coelbo 18*900
Coctadorla, 23 de Jalas de 1895.
O contador
Geoolno Rosa.
vigor, a medicSo, demarcacBo o araliaeSo
des alladidos terreos, fioaodo oertos de
qae si o nlo finrem nesse praso a fsienda
diipor livremeole doa meamos terrenos,
seu do migado8 insubsistentes os despachos
pelos qoaes forsm concedidos os referidos
aforameotos :
D. Rosa Fracklin de Q lairas Duurcdo
Cavalcanti.
Tbeatioo Crneiro Tavares de Mello.
Maooel Fragoso da Silva.
Marcos Jos dos St otos.
Jovioa Ale andrina de Miranda Al bu
querque.
Josepha A. de Miranda Albaqaerque.
JoBo Alv-s da alotta.
Mara Tavares + dilvs.
Jos V'leotim Vieira de Mello.
Francisco Salles de Albuquerque.
Fraocisoo Tbeodoro de Macedo.
Francisco de Borgiss e Psiva.
Ernesto Alvos Pra^ana.
C.rlota Maria da Pas.
Antonio Graedes Sidrooio.
Francisca Maria da Cooosit,) e irmSs.
Antonio Cornelias Cmara.
Joaquim J<>a de Barros Moraes.
Hermiao Marques Ferreira.
Jo Pedro da Costa-
Ricardo Vieira de Soup.
Pedro Marques da Silva.
Jos Rufino de Paiva.
Maroeli o Barbosa d* Cesta.
Marcelioo Martyr da Croa.
M trian na Joaquina da ConcecBo.
Dioa Maria de Barros Moraes.
Ursals Mara do Espirita-Santo.
13.' Scelo d'Alfandega de Peroamboco,
2 de Jalho de 1895.
Serviodo di ebefe,
SebastiBo M. Basilio Pyrr.
Ra do Commercio n. 40.
Ra do Commercio n. 6, i.
Ra do Commercio n. 9.
andar.
Caes da Companhia Pernambucana n. 12
Ra do Commercio n. 42.
Ra do Commercio n. 6, 1 andar.
6.
Arremata^o de ca-
bras
Faz-se poblico a qoem interessar, qae 00 dia
30 do crrante, ao mel rtta, oo logar Qu 1 tro
Cantos, da fregoezia da Gra^a, irao em praca
pir pretal tres cab as sprebeodldss en cor re
gao Bsesl da dita fregoezia. pa-a pagimeoto das
desoesas de deposito, pregio e malta, as qoaes
seru eotretoes a qoem mais offerecer, se at o
monelo da praca cao forem reclamadas por
seas denos, pagando estes as despesas refe-
ridas.
Seceiaria da p-feito'a municipal do U'Cife,
26 de Jalbo de (895 =Pelo ecretario
O I* official Leoaclo Q. de Castro Leio
DECLhACOES
Goofraria
DO
M-niior Bom Jess da Via Sacra da
Igreja da Saota Craa
Da ordem aa mesa regedora, convido a todos
os nossoii ca'lssimos l'msos i comparecerem
em no8-o eooeistorio, lelas 3 boras Oa tarde Oe
domingo 28 do rorrete, revestidos com seos
frtiabiios, bfia de eocorporador, acompaobarmos
a prociseao da Saotissima Tnndade. para a qnai
tremes booroso cooviie.
Cocsistoriu, 25 de Jolbo de I89S.
O esenvao
JjaoJcs de rigoeiredo.
COMPANHIA 'TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS e TERRESTSES
RA OO VI8AKIO N. 1, 1. ANDA.a
Directores
Bario de Souza Lafto
Thomsi Comber.
Julio Cesar Paes Barretto.
CompaDhia ierro Carril nambaco
AV!S0
A comecar de seronda felra prxima os carros
da liaba de Peroaades Vleirs fa-ao bslde^gao oa
roa Deao Paris. em rooseqaeocia da eooslroc-
go de o i.s gsieria d) tffvo, no lelto da liona
de volta, sexuado com mam cacao da segaoda
sab-dtrectori< da Decretara da Industria.
Oatrosim : oesse mesmo da, das 8 horas da
maooa as 4 da tsrde sera interrumpido o irafego
pela roa B rio da Vxtoris, sen:o feito pela
pootede Santa Isabel e o da liona do H-rval por
<".>Tia. divido a ro-maiu-a da tropa por occa-
sio do faoeral do m. re:bal Fio nano Peixo o
Kcripiiinoda Coop.ub a Ferro Carril de Fer-
aamboco, 27 de Jalbo de 1895.
Felippe de Araajo Sampaio
Grinte.
*
Contraria
DE
S. Chrispm e Chris-
piniano.
Da ordem do Irioao proedor, convido a lodos
os poeto* irmaos psra 00 d;a 28 do correte,
pelas 2 1/J da tarde, reooidos em oosso consis-
torio, irmos acompaobir a procusto da SaotlE-
iima Triodide, para a qual tivemos honroso con-
Secretaria da coofrsrla de 83. Cbrispim e
Gbrispmiaao. em 26 de miho de 1895.
0 secreta'10
Mamede do Ri.
Companhia Fabrica e Vi-
dros de Pernambuco
NSo se tendo realisado a assemblea geral
ordinaria convocada para o dia 22 do
corrente mez, so de novo convidados os
Srs. accionistas na forma do art. 15 2o
e 3" d<* dec. 17 de Janeiro de 1890 a se
reunirem no escr ptorio da Companhia ne
dia 29 do corrente mes.
Recife, 25 de Julho de 1895.
Antonio Minervino de M. S. Fil/to.
Director-secretario.
Refitiaria e De8tila Pernambucana
Acham-se a disposicao dos Srs. accionistas, oo
esclp'orio des'a sociedade roa do Commercio
o 3i, o talaoco e mais documentos exigidos
por le', relativos ao aooo hado em 30 de Judoo
prozimo passado.
Recif?, 19 de Jalbo de 1895.
J. Gancalves Pinto
Presidente.
Ra do Vigario n. 19
Ra do Commercio n. 7,1- andar.
Ra do Bom Jess n. i.
Ra do Commercio n. 6, i- andar.
Ra do Commercio n. 5 l* andar.
Bancos
Banco EmissorDirectores, Drs. J. E. Ferreira
Jacobina, Jos Marcelino Rosa e Silva e
Jesuino Alves Fernandes......Ra do Commercio n. 38.
Banco PopularGerente Gustavo da Silva An-
tunes.......,......Ra Bom Jess n. 64.
Banco de PernambucoGerente William M.
Webster........
Companhias de Navegacao
CariocaAgentes Pereira Caineiro & C. ,
Cbargeurs Reunis (Franceza)Flix! Bandeira
Companhia Pernambucana de Navegaco a vapor
Gerente Coronel Ulisses A de Curvalho .
Companhia Messageries MaritimesAgentes H.
Burle A C...........
Lloyd BrazileiroAgentes Pereira Carneiro dt C,
Norte e SulAgentes os mesmos.....Ra do Commercio n.
Pacific Steam Navigation CompanyAgentes
Wilson Sons 4 C. Limited......Ruado Commercio n. 10,1* andar.
Red Cross Line of Steamers. Agentes Johston
Pater 4 C............Ra do Commercio n. 15,1. andar.
Companhlas de Segaros
Companhia AmphitriteDirector Artbur Augus-
to de Almeida..........Ra do Commercio n. 48,
lodemnisadoraGerente Joaquim Alves da Fon-
seca. .............Ra do Commercio n. 44.
North British Mercantile-Insurance Company
Agente Wilson, Sons 4C Limited Ra do Commercio n. 10.
Phenix rernamDucanaAdministrador Gerente
Luiz Duprat..........Ra do Commercio n. 46
Compaalilas diversas
Ine North Brajilian Sugar Factores Limited
Gerente Jienrique Swales......Ra do Torres n. 34,2 andar.
Conslgnacdes e cosnailssdes
Augusto Labille.Casa de Commisses |e Con-
signages...........Ra do Commercio n. 9. 1-andar.
Borstelman 4 CEscriptono. de Commisses e
consignacoes..........Ra do Commercio n. 18, 2-andar.
Carlos Rabello 4 C. Casa de commisses. Ra do Vigario n. 31; 1/ andar.
Joo de Meira Lins.. Casa de Commisses Ra do Bom Jess n. 44,1/ andar
Johnston Pater 4 CCasa de commisses e
consignacoes.........Ra do Commercio n. 15,1. andar
Max Drechslercasa de agencias e commisses Ra da Cruz n. 16 e 18,
Machado Pinto 4 C Importadores, exportado-
res e commissarios.........
Manoel da Silva MaiaSuccessores de M. Maia 4
CEscriptorio de commisses ....
Manoel Ferreira Bartholo CEscriptorio de
commisses e assucar.......
Pereira Carneiro 4 CCasa de commisses. .
Suva Guimaraes 4 C-Escriptorio de commis-
ses e consignacoes .... .
Souza Pinheiro fc CEscriptorio de commisses. Ra do Bom Jess n. 7.
Agostinho Costa & Fiuza successores de Tava-
res de Mello, Genro CCasa de commis-
ses............Largo do Corpo Santo n. 91 V andar.
Theod Just=>Casa de commisses e represen-
laces............Ra do Bom Jess n. 62,
Wilson Sons & C. Limited-Casa importadora de
carvo depedra de todas as qualidades Ra do Commercion. 10 i andar
Armazn* e lajas de fazendas
Andrade Lopes C. Armazem de fazendas em
grosso .........Rua Duque de Caxias n. 52.
Andrade Maia < CArmazm de^fazendas em
grosso e a retamo.........Pateo do Livramento n.-22.
Francisco Gurgel & Irmao.Loja de fazendas e
modas............Rua 1 de Marco n. 20 A
Joaquim Luiz Texeira 4 C. Loja e armazem de
Fazendas das Estrellas.......Rua Duque de Caxias ns. 56 e 58.
Lola do Coelho Sortimento de Fazendas e
y0(jag.............Rua da Imperatriz n. 56
Rodrigues Lima 4 CArmazem de fazendas em
grosso.............
Vianna Castro 4 C. Lojade ferragens .
nassames
Joaquim Alves da Silva Santos-Armazem de
macames.........fc
Lltograplila
J. Purcell.-Lythographia e Tyoographia a .
vapor. ..........Rua do Mrquez de Olmdan. 8
Farlnha de trigo
Machado 4 Lopes.-Armazem de fariuha de .
trigo. Importador ....
Armazem de bacalno
Seixas Irmaos-Importadores de bacalno .
Fuadlces
AUan Paterson C.Fundico geral. .
Cardozo & Irmao Grande fundicao de ferro e
bronze..... *...
Luiz da Cruz MesquitaCaldeirana e fundi-
Co de bronze..........dem n. 66.
Diversos negocios
Abe Stein 4 C-Negociantes de couros em ge- _.
ral e borracha.........Rua do Bom Jess n. 6t.
Reabach Broters.-Armazem de couros, pelles e
diversos gneros de exportacao Rua do Boa Jess n. 5, r
Fabrica e lujas de calcados
Albino Cruz 4 C.-Botina Marvilhosa-Loja de
calcados estrangeiros e nacionaes. Rua 1-de Marco n. 18.
BragaS C Fabrica de calcados Rua do Livramento n. 24.
Fabrica de Chapeos.
TJianelaria VictoriaVariado sortimento ue
Seos, para homens e senhoras. Praca da Independencia a. 3
Serrarla vapor
Jos Rufino Chinaco da Silva.- Serrarla i vapor, Caes da Regeneracin. 24.
Armazem de fumo
Almeida Machado 4 C.-Araazem de tumos,
papel eoutros gneros- Rua da Madre eus n. jo,
Araueis de estiva
Henrique Loureiro & C.-Aamazem de gene- Travessa da Madre Deus n. 8.
ros de estiva em grosso. .
tlai'hlmenio ae agurdente
Fabria de vmi.os aguamente e met.-Pimo
Ferreira &C. Arol
Enchimeto de akool. agurdente e mel.-Pinto
Ferreira & C ......
i).,.... Mande* & Armazem de estiva em
P%roSsoeareialho .. Rua do Rosario Estreita u. 9.
Typosraphia e Litographla
Atelier M.ranua-Typograhhia e htographia a
vapor, pautagao e encadernaclo Hua uuque de Laxias n. j.
Kerozene e cemento.
Grandes importadores e Largos da Alfandega n. 1 e do Bario d.
. Trihumpno ns. 6 e 8 e ruados Guararapes.

Rua do Mrquez de Olinda n. 20.
Rua Duque de Caxias n. 115.
Rua do Vigario n. 8.
Caes do Apollo n. 47.
Largo d'Alfandega a. 3
Rua do Bario do Triumpbo n. 44.
dem n. 104.



Caes da Companhia Pernambucana n. 13.
Fonseca Irmios & C
exportadores. .
Pede-se ao Senho-
res consummidores
me queiram fazer
jualquer conimunica-
jo ou reclamajo, se-
aesta feitano escrip-
torio desta empreza
rua do Imperador n.
5 5,onde tambein se re-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigue?
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibo
va 9 Li

deye-
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente;
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres o Abe
Posiclo financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados
eceita animal:
De premios contra fogo
Dejpremios sobre vidas >
De juros *
Agenta em Pernambuco,
BoxweWilliam & O
leen
3.7c'0.000 3.0C0.000
626.0000 208.000 155.000
-. \
~M
i
^a


y

Otarlo de Pernambneo ^afiliado 91 ee e55 de 1$95
!ectbedoria do Estado de
Perrmmbuco
De o-dcm di lllm. Sr. Dr. admiolslracior,
scienlitico aos Srs. contnbuintes dos imposto*
oe industria p prodsao compretrendidos as
clastes ns. 8, 9. 39. 19 da tabella inoexa a lei
do urgimemo em vigor, que se oc^am colie. ti-
doB pe forma doslante das relagoes ibaixo,
que cus termos do 2* do art. 1 das disposices
geraes di mesma le, ibes fka rxa-cado o p-a-o
de 8 das mprorogavais a coa'.ar da data do
preseu e edital, para, apreaeotarem do T-ibanat
do Tbesoore quaesnoer reclama(Oes ou re orsus.
i' secco da Receoedoria do Estado, e ji 26 de
Jo'ho de 1895.
O chele,
Frederlco Guioaaraes.
Glasee n. 8, armaiens de m lieirae, de serraras,
inclusive armazens de maieriaes que vende-
rem madeiras de constrocjao, 18:000Oo.
CoDtrioaioles:
Compctala Serrara Perraimbncaoa,
roa Dr Jos Mananto, na. 30 e 32
8' divisao. quota 4:626*320
Jas Cuuaaco da Silva, 1", de Novem-
tfbro e Caes da Regenerado ns. 13,
29 e 24, 71 dita, dem t:HMM
Costa Mamas & Pad-e Monis ns.
49 e 51, dem dem dem 1:393*520
V.cente Alves Mdcnad, dita n. 31,
idem dem dem i:393o20
AntoQio de Son Oliveira, D'. Ito
Mequillno ns. 1, 3 e 5, 6' dita, ,,.
idefr 1:161*20
Jos Bermrdo Ferreira. dita n, 7, ..,,_
dem dem dem i:ibi#u
Pedro Aogn-to da Silva Pr6i, Tria-
cbeiras n. 50, 5' Jos Vleira & C, Dr. Ivo Meqaihoo .
n. 31, 4* dita, idem 666*760
Lnreutino Pires de Carvalbo. praga
M-jrqoei do lierval o. 11. 4' dita,
dem 696*760
Barros 4 Britto, Dr. Ivo Mequ.lino n.
39, 4* dita, uem n 696*760
Silva Fernandea & C. S. JoSo n. 48,
idem dem dem 69>*7oj
Compacbia Oo as Poblicas do Brazil, -
Caes o Ramo. aem dem dem 696*7u
Poniera I-maos&C.B.rido Trlutn-
pbo n. 3, dem dem dem 69t>#7t>u
Coaaranhia Exploradora e Prodactos
Calcreos, caes do Apollo n. 73, 3' -^
Olla. dem 46i*o
Vicente Ferreira de Albuqoerqoe as-
cimento, p-ag Mrquez do Henal ie..nft
ns. 13 e 15, uiem dem i >em 4b#ouu
Francisco Afila de Mendon Mequiuno n 21, idem dem dem 4bi*;>uu
Goiiberme Spiller, Dr. Jos Mamona
n. 38. wem dem idem 45*ouu
Vieira & Briuo, Dr. Ivo Meqailno n.
29, 2" dita, idem J48*su
Joo Pereira Lima, dita n. 35, idem
idem dem 3i8*J8
Agosuobo Pedro & C, dita n. 25, dem
dem dem 348*8U
Joao a'Aquinp Fcnaec, Barao do
Tnompbo n. 22, dem dem laem 3o#su
Jos Francisco Cavalcan e, largo do
Mercado o. 7, idem dem dem 34Bju
Joae Siivioo de Alboqoerque Mar-
nbo, 15 de Nosembro o. 17, dem
dem dtm 348*Jt
Manoel Ciemeotino C. ds Mello, praca
Mrquez do Herval n. 3, idem dem
dem 34o*J8
Domingos Avila k C. D-. Ivo Meqni .......
lino n. 37, 1" dita, dem 237*280
Aniojo 4 Lobao, padre Muaiz n. 15,
nem idem dem ajz#zou
CUsse n. 9-Armazem de mac.ames 4.030* :
Coniriboiotes:
Beltro 4 Costa, largo do Corpo San-
to o 21.1* divisao, qoota .wjmiu
Joaquim Alves da Silva Sanios, Viga-
riu Tenorio u. 8, idem 'den dem l:3id*iw
Jcao Foute, dita u. 7, ideai dem dem 1:333*3.0
COMPAiNHIA
Progres so Colonial
No escriptono deauxoraaDhta a roa do Cem-
mercio n. 34, 1- andar, acbam-se a disposicao
dos Srs, accionistas o balando e mais docnaen-
tos exigidos por le. relativos ao anno Gndo em
30 de Janbo prximo pasalo.
Recife, 1/ deJalfio de 1895.
J. Goocalves Pinto
_ _________ Presldene-
H Begulamento
para o servido- de hygiene
publica do Estado
Art. 44
Nenbnm estabeleclmento, excepto as pbanca-
css, e drogaras, podar vt nder medicamentos
e drogas, incorreodo o inf.-tclor na malta de
100*000.________________________________.
Recebedoria do Estado
de Pernanibuco
De ordem do lllm. Sr. Dr. Administrador e d
cooormidaoe com o regulameoto em vigor, eco
vid aos eootriboioies to irr posto de 300 ra- por
tonelada, qne nao psgaram no praso de oilo das
Contados da entrada de nav.o> on vapoes para,
oo praso de 15 das mala contados a'aquella data
recoinerem rom malta de 10" aos cofres des.
ts R?pir:icaoo imposto reUt.vo as exerclcio de
1895 a 1896 conforme a relagao abu:zo deca,
rada.
O ebefp,
Fredenco Gaimare3.
Mez
Dati de entrada
f f
z
o
s
m
o
o
c/a
>
<
O
> o 1
ft) 1
B 1 NiCioDalidade
s> 1
1
1
re ^i
B
s ?
9 l
WlC*l
so
N. das toneladas
oo
OO 0" s-3
\ m-~ l
if I eo
I
~.
i o
o I o
i*
TOTAL
5d
pi
so
o
ss

x
i
3a
Si
e
e
Ue n. 39-Loj3s de movels-Rs. 10
Nomes :
Peoro Aotones, freguexia de Santo
Aotooio. roa Duque de Caxia,
o. 65,1" Jivieao, qoota
Bento Machado, Sanio Ant nio, rna
do arao da Vlcoia, n. 11, 1'
dita
J. Pereira Goimaraes. id ra, roa do
Dr. Feuosa. n. 12,1.' dita
Castro Medeiros, dem, roa do Bara}
da Victoria, o. 22, i.' dita
Antonio Lonrengo Pedrosi, dem, ma
Dr. Penosa, o. 21,2. dita
Alfredo Gancbes & C, Boa Vista, roa
da Imperairir, n. 88, 2." diu
Jos Acgaelo da Costa Figoeitedo,
idem, dem, n. 48.3.a dita
JoSo Fonseca, Santo Antonio, roa
do Dr. Peilosa. n. 27, 3.* dita
Mignel Meira, Reelfe, roa do Bom
Jess n. 45, 3 dita
M noel Alves de Oliveira, Boa Vista,
ru. da luperatriz, p. 53, 4.* dita
Mauoel Francisco Pedrosa. Santo
Antonio, roa do Dr. Feuosa, n. 10
4' dita
Joajrn Bernardo dos Res, idem,
roa Larga do Hozar,o, o. 30, 4.*
dita
Vuooto de Saaza R mi, idem, roa
Barao de Locena. n. 26, 4.a dem
Angelo da Motta, dem, roa Mrquez
ce Herval, o. 33, 4.a d.ta
Aogasto Honorato ue Miranda, roa
do Dr. Feuosa, o. 23, 5.a dita
Aukus'o Hermenegildo Miranda,
idem, idem, n. 31, 5.a dita
J S) Antonio Franco, Recite, roa do
Marqaez de inda, a. 28. 5.a dita
0 walao Gosmao, Idem, dem, 48,
5.a dita
Braga Castro, idem, idem, n. 52, 5.a
dita
Francisco Gomes, Boa Vista, roa da
Iaperatriz, n. 13. 5.a. diu
J. Ricardo da Cosa, Recife, roa do
Bom Jesos, n?. 12 e 14, 5.a dita
Barbosa Fonseca, Santo Antonio, roa
do Dr. Feuosa, o. 3i, 5.a dita
Eostaquio & C, idem, idem, o. 43,
5 a dita
Tbeodoro Benthezw, dem,- dem, n.
41, 6.a da
Rjcco C, Boa Vista, roa da Impe-
ratnz, n. 29, 6.a dita
Silveira Piolo & C. Santo Antonio,
roa Barao da Victoria, n. 57, 8 di
la
Oarneuo Viaooa & C Recife, roa
Maquez de olmda, c. 54 3.a dita
Carvlb3 Jonior 4 Lene, Santo Anto-
nio, roa Barao da Viooria, n. 54,
10a dita
:000*0C0
10U522
101*522
1014522
152*283
152*28}
152*283
203*044
203*044
203*044
304*563
304*566
304*566
304*566
30566
400*088
406*088
406*088
406*088
406*088
408*088
406*088
4060S8
10*088
507*610
5074610
710*654
812*976
913*780
Clas'e n. 19Gasas>de veodar btlnetea de lote-
rasRs. 33:000*000
Nomes:
Jacintos Doarte Perpira, fregnexia da
Boa Vista, roa da imperatnz, n. 59
2." dua, 1:956*519
Manoel Pereira Pinto Malbeiros, San-
to Antonio, roa do CabogS, n. 20 A,
2.a d ti 1:956*319
Domingos Gongalvea Gomes Peona,
idem, dem, n. 12, 3.a dita 2:608*692
Antonio Pereira de Brillo, dem,idem
n. 1, 3. dila. 2:608*692
Manoel Jos de Araujo, dem, dem,
roa Larga do Rozarlo, o. 24, 3.a
dita 2:608*692
Alfredo B. Nogoelra 4 C, idem, roa
do Cabog, u. 2 G, 3.a dita, 2:608*692
Joaqom de Soaza Monteiro, idem,
fraca da Indi pendencia ns. 3 e 5,
4.a dita 3:913*038
Albeiro Vianna 4 C, idem, roa t.
de Margo, o. 11, 5.a dita 5:217*384
Martin* Fiosa & t.,] dem, idem. n.
23, 6.a dita 6:521*772
SE0UBO6 MARTIMOS CONTRA
F0G0
Companhia Phenix Pernauabn-
eana.
RjCDOCOMMOCIO
3EGEO CONTRA FOGO '
Companhia Florestal
Agrcola
Aca-se a disp eio dos Srs. accionis-
tas r o escript'jrio desta Companhia, a ra
do Apello a. 22 o ba'ango e mais docu-
mentos reiativos ao anno findo em 30 de
Junho do corrente anno.
Recife, 24 de Julho de 1895.J
Jos Gonfalves Pinto .
Presidente.
Nort Bntisb And Mer-
canlelnsurance Com-
3.000.000 : 0 0a
pany.
Capital subscripto
Fundos aecumuiados al
31/12/94 11.671.018 : 2- 2d
RECEITA ANNUAL
De premio contra fogo & 1.546.856 :18' 7d
De ditos sobre vidas 1.359.821 :16a 9a
t 2:906.678 '.T5~.~4
>'. B. A Repart gao de fundos acenmoludos
sobra segaros contra-fogo, nao aeresponaatrllsa
pelas transagOes feitas pela de seguros sobre
vidas.
Agentes,
,1. t. Dallas.
O (mniftiTia w*. O
0" 0a
18d 5a
Companhia North Britlsn & Mei
cantal*e lasnraaee
Capita. subscripto 3,000,000
Fundos aecumuiados 9,452,452,
RECEITA. ANHUAL
premios contra
Fogo 1.495:418 10" S
premios sobre
divida 992.379 6' 1'
De
De
2.488.196. 12a lld
N; B.A repartidlo de.fundos aecu-
muiados sobre seguros contra fogo, nao
se responsabiiisa pelas transaccoaa t'ei
\as pela de Bcguro sobre vidas.
____________Wilaop. Sons & C.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
A Illma. junia administrativa desta Santa Casa
em ses.-j do da 30 do correle, rebebe propon-
as para a demoligao e reedifl^ago dos predios
ns. 24 e 26 roa da Madre de Deas, (regaesia 4o
Recif-, oe .aecordo com as condigOe ibatxo
declaradas e a planta qoe re acba nesta secreta-
ria para ser examinada pelos cjncorreotes :
CaodigOes
O contratante oongado a den-olir os doos
predios e letaoiar no, de cooormidade com a
planta, apreveitaofte ou oae os saterites aos
demolidos, conforme for esiipalado.
A as tazar modineagae aloaia as respec-
tivas obras, sem qoe seja de aecordo eom a San-
ta Casa.
A en pregar em todas as portas de pavimeuto
terreo omDreirase scleiras decantana deLisbea
4 empregar materiaesda meibee quatulade.
A dar fiador idneo, qoe apsigne com o con-
traante-o contrato quesera lavrado nesta secre-
tarla.
0 prebndente dever execo'ar e fater entrega
'a oora dentro a pr^ao ae stisnwzes.
O pag -ment da imporiaucia da oora ser-
realuada em prestac088,maraeeconforme o ser
vigo execotado floranie-omex.
Secretaria da Santa asa de Misericordia do
Recife, 22 de Jontio de 1895.
0 escrivSo
^_______Jca Hooorn B. ole Meaezes.
Nciedade Uni*U> Familiar |
SARAO TRIMESTRAL BM 27 DO CORRENTE
Sob direcgo da Exma. Sra. D. Luna Leopoldi-
na F.ie Paula e dos Srs. Jos Lopes de Al-
mmdae Genlil da SUveira Mendonen.
O ingresio aos senooras socios sera o recibo
do mez corrente e convites em mi do Sr. ibe-
soureiro, lodos os oas, no 1*. andar dcste
Diario.
Secretaria da Soeiedade Uoij Familiar, em
23 de Jalbo d 18S5.
0 1-. Secretario,
Joo M. M. Braga.
THEITRO Sil BUL
SBADO 27 DE JLHO DE 1895
Gra de Compaibia Drama ica Italiana
-t:
MARA ANTONIETTA
Principiar s 8 horas
Bonda e trens para todas as linhas matos para Olinda._________________
PRADO
PERNAMBUCANO
Projecto de inscripQo
realisara
i.
3.
4.
Para a 2.a corrida que se realisara no
domingo 4 de Agosto de 1895
PAREOPernaaatbueo 1.060 metros Animaos do Pemarobnoo. Pre-
mios : 300(J0C0 ao primeiro, 60OOO ao segando e 30ICOO ao ter-
ceiro
Art. 5.* Banque'rc.
P REODia-Io de Periaabaco-1.400 metrosAoimaee da Pemsm-
busoPremioa : 3000000 ao primeiro, 600100 aegando e 20(J000
terceiro.
Art. 5-' Banqaeiro, Malor, Feniano, Triampbo, A7entureiro, Palhaco e
PlutSo.
PAREOJornal do Recife 1.500 metros Animaes de PerBamn-.bnoo.
Premioa : 3000000, ao primeiro, 60$000 ao segundo e 300000 ao
tcaceiro.
Art. 5.*=^ do pareo Diario de Pernambuof e roa's Ida, Piramon, Hirondelle,
Tudo-, Beija Flor 2, Furioso, e B'smarck 2\
PAREOProvincia1.200 metroEAnimaes de Pernambneo. Premios:
30O)5OC0 ao primeiro, 60SOOO ao segando e 300000 ao terceiro.
Ait. 5oUs do pareo Jornal do Recife a maia i>amaoa 2.', Torco 2 -, Pyrilam-
ps, Maaritjr, Mascotte, (Jooquistador, Malaio, Patchoutj, Batory^ Galio-
lelo, Sana-Sooci, Ciego, e Camora.
Sport-2-000 metrosAaimaes de Parnambuce Premios 5OO0OCO
ao primeiro, 1000000 ao segunde e 5O0OC ao terceiro.
Art. 5.*Os do psreo Provincia e mais Tatispher, Dublim, Dictador, Vin^ador,
Ph- r seu, Garimpeiro, Baralhc, Petropolis, Timoneiro, Qallet. Te-
nor 2 -, Beriim, M eatro e Talioisr.
PAREO- Gazcta d*Tarde 1.100 metros Animaes de Persombace.
Premios : 2500000 ao primeiro, 5000JO ao segundo e 250000 ao ter-
ceiro
Art. 5.Os do parao Insprensa e mais Ally-Stoper, Tiberio, Baliaa, Caja Fo-
rado, Piano, Ybo e Teiaioso,
7.- PAREO Cldade 1.000 metros. Animaos de Pernambneo. Premios :
2500000 ao pr'meiio, OfOOO ao segundo e 250000 ao terceiro.
Art. 5.-Os do pareo Qazuta da Tarde e mais Lacifer, Mouro, Pirata, Tupy 2*,
Saragossa, Mas ardo, Mendigo Good Morning 2-, Prussiano, Qatuuo,
Enireb, Vioganca. Maurity 2.', Cbimbute, Pieiade, Ideal e Ma-
lango.
8/ PAREO-Ksfado- 1.200 metros Animaes de
3000000 ao primeiro' 6O0OGO ao segundo
N3o poder ser insoripto o animal Divertido.
Nechum dus pareos contar victoria e s serSo considerado reaaados
sa forem icscriptes pelo menos 5 animaes de 3 propnetarios differentes.
Previoe-e aos Srs. proprietarios que nao sarao
admicive8 observagoes as propostad e tero direito por
cada animal que for inscripto um cartao numera do,..que
dar direito aos brindes que est era exposicao.
A inseripolo encerrar-se-h terja-feira 30 do corrento as 6 12 horas
da tarde na SeorMarit. do Prado, roa da Imperatris n. 26, 1.* andar.
Secretariado Prado Pernambacano, 25 de Julho de 1895.
Servindo de Secretario
5.- PAREO-
6.
jmpattli a ^nraasibucana de
Ni.f8gaca;i
PORTOS DO NORTE
Parahyia, fatal-, Maeo, Memor, Ara-
ca/tif Ctar
O paquete Beberibe
Commandai-te 1- tenenta Fa io Bino
Sefrue r.o di so do cor-
' rente > 4 buras oa tarde.
Recebe encommenda, pas'aspns e dinheirs
a (rete at &t 11 horas da meno os d.a ii par-
2.
, Chsms-SB a att^ncao dos Srs' oarreearforps
para a clausula 10* dos conbecimentos qne t a
iegomte :
No caso de boer stgnma raclamajao con-
tra a Compasla, cor ovara ra peroa, eve ser
feita por esenpto ao agente respectivo no vano
4a .escarpa, ae-ntro de l es d as depois de tn>
lieada.
NSo precedenJo es a forrualHade, s Compa-
nbia tica isen'.a re t< ca a rerponsabilidaoe.
88 JBIPlOKio
Ao Caes da Companhia Percambncana
12
Cos|>aBii53 fernamlmcana d Na-
vegafio
PORTOS DO NORTE
Fernando de Noronha
O paquete Una
Commaodante Carvalho
Sepne no da so co cor-
rete as & Poras da ara-.
Recebe" carg, encommpcdss, Dasfagena e di
nhr-iro 'rete at as 11 boras da maona do da
da partida.
Chama-ee a attenso do Srs. carrepadores
para a clanscla 10* dos ccntieclcceutos qoe a
segainte :
No caso de baver algnr.a reclstcacaocon
ra a Compinhia por avar;a ou perl2, eleve ser
feita por escriptoro agente *espe:tivo do por:
da descarga, dentro de tres diae defois de fina
Usada.
Nio precedendo esta formalHade Coxpa-
obla Oca isenta <>e toda a resDinsabidade.
ESCRIPTORIO
A a Caes da Companhia Pernarabncaoa
n. 12
paro ssegne. Premios
e 3O0OO ao terceioo.
C^ de Abreu.
Companhia Centro
Commercial
Convidamos os Srs. accionistas desta coran ra
nbia afueren] s sexa entrada de ees capital
no Banco de femambuco, i razio de 10 0/0 e
dentro do praio de 30 tias. .contados de boje.
Macei, 7 ceJolno 1895.
h directores
Tiiurc.o Alves de CarvalDo.
Boaveoiara Amurim.
Pedro de Aimeida.
Fabricantes e lojas de cera
Convidamos aos interessaaos na reparticic do
imposto, ose pelo orcanieaio vigente cabe a esta
classe, a rtnmrem-ee. segonda-feira, 29 > o cor-
rente, ao meio dia, no i* andar ds predio o. 46
da roa Pedro Affooso, para ser feita a respectiva
distrlbaigao.
Dalioerar-ae-b com o numero qu corxpa-
recer.
Recife, 26 Jo'bo 189S.
Cssemiro Feroaodes & C-
Pranclsco Jos dos Paesos Sol maraes.
Maria ao Oarmo-Pcretra iacedo.
S, U, F,
Sociodndo Inilo l'taiuiliar
De ordem do cidadao vice-presidente, convi -
do a todos 03 socios a comparecerem no do-
mingo 28 do correnta, pelas 3 bcras da tarde,
em nossa sede social, para effertuar-se a ses-
so de assembla geral, afim da ira ar-se do
interesse social.
Secretaria da Soeiedade Unifio .Familiar, em
23 deJJulbo de 1895.
0 1'. Secretirio,
Joo M. U. Braga.
isa ^srssiAL irsmsss c:rn
msro
DE LONDRES
Estabelecida em 1803
Capital l,IOO,ooo
(Rs l,04M>;0(Od!000)
8BODR EDIFICIOS B MKBCA.DOBU8
CONTRA O FOGO
7AUCAS BAIXAS
PEOMPTO PAGAMENTO DB PREJUIZO
Sena deaeonto
Agentes
naowKS c.
lSJTOCS
Nordvaaatseher Lkyd
o VAPOR
kronprinz Friedricb Wilbelm
E' esperado da
Esropa t*- e dia
*s> do correte),'
asegoira. depois
ra necessaria de-
mora-para a
Baha, Rio de Janeiro
e Santos
Para opassageos, "esrfr*, frel, etc., trala-se
com o
AGENTE
V. Neesen
Caes do Ramos n. 4
Steam N&YLgatioo.Com-
panj
STRAIT3 OF MAGELHAN MNE
O paquete
O paquete Oreilana
Espera-se do sol at o
dia SO de Joibo e segolra
depois oa oemera do cos-
tme para Liverpool eom
escala por
Lisboa e Plymouth
5. B.Este-vapor u^u tena aceommodacOes
para paesageiros de 2.a classe.
Para-carga, passagens, encommendaa s valores
tratas com os ____
AGENTES
WBson, Sons I 0., LimUed
. 10-RUA DO COMMERCIO 10
! andar
OiVapor norueguense
Apg*o
Segoe nestet peneca das
para
Santos e Paranagu
Pan carca e encommeodss i tratar com os
AGENTES
Pereira Carneiro i C
RUI DO COMMERCIO N. 6
1.' andar
CHASCaM KBLWS
Companhia Fra aceza
DE
AaTeg^^o a vapor
Linba regalar eotre o Havre, Lisboa,
Per&amboco,. Maoei, *3*ha, Rio de
Jatteiro e Santos.
O vapor
Parahyba
COMMA.NDANTE LUCE
E' esneraio da Enroca
at o da 3 de Agosto e
secoirl depois da deaiora
secessaria para a
Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Roga-ae aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta liaba, qoeiram aoresentar den
ro de 6 dias, a contar do da descarga das al
varengaa jnalqcer reciamacao congruente a ve
lomes que or ventora tenbam seeoido para oc
.nortos do snl, aam de se poderem dar a lempo
asproviciencias necessarias.
. Expirado o reteriao praxo acomBanDia n&o se
tspjnsasiliaa pqr axcravios
#
Becebe carca: a tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Roa do Commereo9
Companhia Bob. M. oStoiflans Lioe
O vapor
Salerno
ira a Compaobia, poravana oo pe-da, deve ser
feits por escrinto ao agente' respectivo no porto
de descarga, dentro de tr?s diat depois de1 tina-
Usarla :
Nao precedendo esta fsr nhia tica isenta de tola a rPBpnoEsbilidaae. *
E3CRIPTJRIO
Ao Cae* daCornnanJv.fi Fernambrteana
a. 12
LEILOES
LeiJo
De cerca de 1S4 sacos com arrot da India,
Qja'ca iimpo e icm loque de avaria.
Em tm oa EEi.ie otes, a vontade dos comprado-
res.
abbado, 27 de Julho
A'fl 11 horas
Agente Pinto
No trapiche Bailar
Leilo
De car/isa* dfl flanpila de IS. cortes e cnstu
mes de taetmir.i, cnapox ce pallia e de feltro,
gravata coiiarmb<>, leacoa, tiaapeos Le sel,
colcha-i, cbitis e cara? turnias.
Terga-feira, 30 io co/rente
A*S 11 HORAS
Agente Pinto
A' RA DO BOM JESS N. 45
te! OIlFBira
2- leis
Em foiiticuiii o
Ter^a-feira, 30 do corrente
A'S 11 HORAS EM PONTO
De gaanrje sc.-im l'. de : .nueza?, calcado?,
ecuroj, cofre prova de lego i ajpurtsnte le^lei-
o com 30 pecas, 1 Oteiro i..-,,. rtante, mesas
p>ra escripturlo, moceos t oros moitos artigos
de qaioqoiiharias.
No esiaDel^ciaji-oiO de calcados, miodezas. e
qsinqolbarias silo a roa na lx>pertnz n. 3
U agente Oliveira, aaunsado pc:io Sr. Manoel
Antonio Pereira de Ateveio, levara a ieilao, f-m
loe?, to as as mercadorus txistsLtes co esta-
belecimento cima.
A
estaa
grente
Importante leilao
Do grande estabeleclmento com machina a
vapor para moer cafe, 1 bia artc-aifio com gran-
aes deposiios para assn.ar, tiversss balunfas
com pesos, cartetrar, tabeleiros, cofre prova de
fogo e oolros moitos oijectos perteoceoles a
massa falliaa de Joo Riheiro He. C, 4 roa alar-
cilio Dias. ool'rora Direita o. 30; garante-se as
chaves ao Sr. comprador q,e levera entender se
corneo proprletsrio ooprenio.
O leilao ser effeetnado no da
aarta-feira, 31 do corrente
A'a 12 horas
Em o mesmo estaDerecImento
O agente Pestaua vender por mandado o ss-
sisteocia do Exm. Sr. Dr. jaix do commercic e a
reqoenmento dos tynJiCLS ua massa falliaa de
Joao Riber 4 C, o g'ande estanelecimeoto
adtna mencionado, tm cm co mais leles e pelo
tnaior preco qoe for cbtido.
Q
AVISOS DIVERSOS
Preciss-se de u bem copeir:, e de urna
ama para andar com um criacQa ; a tratar na
roa Marqoez de Olmda o. 35, oo oo caes de Ci-
pibaribe, Serrara Pe oambocana n. 30 e 32.
Perdeo-se da Caixa Econoaica de Peraam-
boco a iaoirl a de ti. 30569 : qoetc acb r qo-1-
ra levar na ofS-ioa da fabnes lofaielte, das 7 da
maoba 4 oa tarde, qoe ser gratificado.______
Veone-se d'oas ci-sar. na Caluma, sitas no
beco do Ja -uiho os. 7 e 9 : a tratar no Espi-
nbei'O. roa DesemDargador Nones Machado cu-
mero SO.
Cosinheira
Segoe oestes poneos dias
para
Mace i Rio de Janeiro e
' .Santos
Para carga e encommendas tratar com es
AQE1STE8
Pereira Carneiro k C.
Roa do Commercio n. 6
1.andar
Cokitpaahb de Navegaco Ca-
rioca
O vapor
Santelmo
E' esperado do
sol oestes poneos
KNa,set modo de-
pois ds deoora
?etessaria^para os por tos o sol
Para ra?ea e eocorarrenilafl 4 4-atar com os
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
RA DO'COMMERCIO N. 6
i. andar
Gl3paM!FffiMPWIl UN-
PORTOS DO SOL
Maceio, Penedo, Aracaj
e Bahia
O paquete Jaboato
i Commandaate, Alfredo Gaimarfies
Segoe no da 81 do cor-
rete s 4 horas da larde.
Recebe carta, encommendas; passagens e di
nheiro I frete at as 11 toras da manba do dia
da partida.
Cbama-se a atteoco dos Srs. carreaadores
para a claasola 10* dor cochteimentos qoe a
segointe:
No caso de baver alguma rcclamagao coa-
Precisa-Sil ite-cma cosinheira ; oa na Larga
dOtflosario n. 9. rplojoaria.
titfwkJimtMmttfwm
Precisa se de orna- ama tM/a cosinheira : a
tratar na loja das Es'rellas i roa Duqoe de Ca-
xias ns. 86 88._______________^_^___^__
Muita atten^o
Qaem precisar Ce oa excellente piano cara
sea eso, do credilaoo fabricante allemo Kall-
m-nn oirija-se roa da Arsgo a. Al, que dabi
indicara a-cas.________________
Sementes' de- Horialicas
CHc;ads i> o Je
Completo soromento
Roa estreils 4o Rosario n. 9
Poeta eodes & C.
Bom emprego de capital
j'recisa-e de socia apliaJlsU para ama in-
dustria nacional ja bem -ocan>iBhada, qoe ren-
de mais de 50 % de lacras liqo'dos.
Para informasOescom o Sr. major Francisco
Livioo deCarvalbo a roa do Qoiimtdo n. 60 1.*
andar, das 9 da machi 5 da tarde..
I ostr omentos de mu saca
Msicas modernas
Vende-Be- trora-se BARATiSSIMO o enorme
sor ti memo qoe recebemos boje.
Eduardo Paiva & f,
Rna Barao da Victoria n. 13 (antiga casa Ase-
vedo) Pernamboco.
Braz, Silva & G.
Soeiedade em commaodi'a por arcoes
Sao convidados os Srs. aseocrados a fazerem
a segonda entrada de sen capital raio de 20
0/0, no eseviptorio da soeiedade roa do Com-
mere o o. 13, 1- andar, dectro do praso de 30
das, contados oe boje.
Recife, 58 de Jonrao de 189S.
____________________Brai, Sjha & C._______
Gaixas de msica
Importantes modellos no vos.
Secretarias propriaa para presentes.
Receben a Relojoaria David ra do
Cabug n. 14 desde 150<500O a 400S000.
Grande sortimeoto
Cesinheiro
De nm perito precisa-se i roa do Commercio
44, oo Ptyssaoda 19.
Regulador da Marinha
Ooncerta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torra da igreja chronometro de
marinha, caixa de musicca, aparelhos
elctricos, oculos, binculo*, ocoloa de
alcance, joias e todo e quslquer objecto
tendente a arte mechanica.
9fina Larga do Rosario9
s.
'


Mi
^HBRHVI
v
< r
'
Diario de Pernamfmeo -* Habbado 91 de falli de 1995
t
Fortunata Mara de Sinelra
-' Joao Maooei ueSiqoeira <= stus odos agrade-
cer fummamenie a iojos os prenles e amigo
que se prestaram a levar M resto mortaes de
ana Eempre lembrada espora e mai, a ena ultima
morada, e da novo os convidan para assiatuem
I mifaa que por sua alma ee ceieorar*. as 8 bo-
as da niacha do da 29 do trrenle, la igrejs
O Motiieir.-.
Junio 1'niir.' de Ollveira
Btrnoi
Joaquim Saniuo de Kiioeiredc, isa genhora e
hihos coovidam seo pareles e m gos a assif-
lirem aml.-saqoe por alma do leu rcmpade,
avo bi-av e padrineo, tall-c:do tm 7 do cor-
rete oa cidade to Po to, .mandam celebrar na
ordem 3* oOrmo. s 8 horas d maQua.e
segunda fera 39.
t
m
a 2
ti
o n a
CU es a
2- a
3-2
t. a "O
CS *"
JOO
5 o^
es
.2
ec
-a -a
o.2
i
5
c
j es
<3
:f
8. g
o e-s
m ?. o
a
o
S 5 ?
. a.
03 3
a
-O
O
a.
=
I
O
es
o 3
- o*
o
ja les
o -
-. o
- OJ
a. aj
31
s *
-.2
3
sa
o.
es C
Sa
15;
8
a
-
es 'Z eo
o o t. o
a c-O
3-g
w
- 8.3 a^^ *
las. o-*: a>
S -O 3 g "3
es
.fcp
"o
Si
SI
1.3
5 a
2o3
09
.9 fc 2
C ^ d
o S.S
o-a ?
' a

O n ,
3 ^
- S g
O. S s
2
O O ,(5
S^=
' 2 y
e
cota-a
*
B EO O
o o *-
* a-*
Sr*
0 o
3
02
Bd
r:
tc3 os 3
>T3 a si?-!
e u,
s
o 8
i
aS
a.2-g -
5 5/g'
o o
o s>
.2 9 a
3 > P
5
35
3 o ,~ O -3
4 u V 3 s i
ej
i-

O 83
O
3
O*
-3
!1-3
O
_ k.
n a
3"S
< J; o
-o ,-s
o
a
eS s
> ja
i
ca
S-3
t>oa
^:
5.2
Si
a
Criado ou copeiro
."Ira fe de um ; ca roa de PaTsanao'came-
ro 19.
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do oexcelleate preparado de Manoel
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe ten: sido dirigida
pelos jornaes de maior circalac&o, atte*.
tam a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
tb 6c 0., ra do Marques de Onds
n. 23,
Pkarmacia Martina, ra Duque de
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, a ra Eetreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra ao
5 I&o da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes,rua Larg
o Bostrjo n. 31
Era lempo
A o publico e s familias
Madapolo 4*1000 a pe(,a.
li^Ofiao a 3 e ki a peca.
Cr-iones para veetido a 40 e iOO lis.
MrseliB diagonal de edr 300 res.
adapola* par farro; bom, a 240 ria a
vara
Cobertor* de la a 14100 um.
Bcos e fl|aH a SOU e 4'0 ria o metro.
Linhas e rolletes e prepares, da-se de graga
a qoem c.mprar "! vestido.
gUM para doivbbcOO e-SOOiu o .covado.
Grande e asombroso striuneuto da ladas as
faieooas em gerat e ooe ae endeo em limite
de presos D0
Grande Oriente
lojaKB duas portas, ba do CABIT-A
Madeiras de construc^ao e
n ateiiaes para edificado
A Compaobia Exploradora de Productos Cal-
rireo*. .ende fin eo armazem do caes do Apel-
la B. 73 : 1 ... .
Madei'as para'CaostrsccSo.
r.gi hranea oe jagoribe.
Cal preta.
Cal irgtm para assucar.
Tijolks de ladnlbi e communa.
Tijnllcs refractarios.
Pedras decauatia pera soleiras, etc.
Tijolos
Fabricados aa fabrica de Csma'sgibe. de su-
perior qoilidade, 'ende-se co escriplorlo da
CoropaobUIadBdtrlat Pertraabncana. ruada
Commerclo n. 6.
Cosinheira
Prflerts-ie depoN ose durma em casados
patroea i rsa de Hospicio u. 14.
Armaijao de amareUo
Vendase urna, explendida armacSo de am.--
rel;o rT5t>'irpara aercearl?, faienda?, Ioucsb
e ood( ramos de negocio o tratr a roa do
Boa.--/ius4h 5fl toja. .....
AUDE PARA TODOS.
Anicnio Peveita deOllweira atamos
tDaiLiao Pereira dosS.uios, lenoo recbbido a
trif te noticia do falleca emo do sen Iroaao, An-
toBio Pereira de 0i?--ia Ramos, conio aos
parales e amigos para assialir.m a misas que
manda rez-r na ordem 3' ao Crmo. segn la
eir 29 .o core-te, ss 8 horas da maob, n-
laodo et6ruameaie agradecido.
i o o Barita olosseu Pereira da
silva
0 profesor BeDjaxin Eme.-lo
Pereira :a Siiva, eaa mulbe Ame-
lia Mara P- rfira ..a Sllwa e seos
lilhas, aus-yi^a Joaqom Mara Pe-
reira daSHn'. e sua molber Idoma
Pereira da Silva,a presentes Aribor
V Per-i'a da Silva 8 ana mu ber
Vertilinda A. Pertira da Silva A:,toalo H P;-
reia oa Suva. Fianoiscn de Apis P. d S.la,
Edoaido Ernesto P. da Sita. Joheia Amelia P.
da Silva, Waria da Monte P da Silva e Alvaro
Ernesto F. t Silva, eos- 'io?. li^s e prima?,
agradecem decomgo ostoSaa as reosoai qoe
acomp nharam oeoierro de seo tom filbo. ir-
riao.:(iwibado, sibrinbo e pirro J. ao B?nbo-
lom'C Pereira da Silva.' i sua Ult ma morada, h
Coovjdsai atadoaospar'ntes e amigos do fiordo
para a->ftir esmissas do 7 a dia. qoe lerao lu-
gar na s-'gouda fer 29 do rorrele. Da roalrix
do Co-**" Sanio, a 7 bo -s da macba, pele que
Se CD" fef n 0 agraJcCc'C.;____________________
PILULAS HOLLOWAY
Aa Pilulas purificao o Sangue, corrigem todas as desordems do
Estomago e dos Intestinos.
FortaJecem a saude das constttuoes delicadas, e sao d'um valor incrivel para todas as enfermidades pecnarea
ao sexo Trumao em todas as edades. Para os meninos assim come tambern para -s pesaoas de idade avaocada
a sua efficacia e incon.testr.vel.
Em medicinas so preparadas smente no Estabeleciroemo do ProfeMor Holloway.
78, NEW 0XF0HD STREET (antea 538, Oxford Street), LONDRES,
E vndanse em todas as pharmacias do universo.
SO Of ooapradores sao coovidados respeitosamente a examinar os rtulos de cada caca e Pote se Dio teetn a direccao,
533. Oxford Street, sao falsificaooes.
:iddA5>:.fciLu^^
Agua Melisa Carmelitas
TCTnico Successor dos Ca,r-cjQ.elita.s
14, Ra de VAbhaye, 14 PARS
CONTRA:
Apoplexia
Cholera
Enjo do mar
Flatos
Clicas
Indigestes
Febre ama ."ella, etc.
ur o cnsptoto no qutl ral intolriilo
cade ridro.
Deve-se exigir o letreiro branco
preto, em todos oa vldrcra,
seja qual fdr o tamanho.
DKPOSITOa EM TODAS M P111U1CUS
no Un i verso
*#-{
Desconfiar
DAS
falaifirarfB
e exigir Assignatura
de
%3m
_.- ---- r-rr-.r rr.
Vf3f&f&P(ZppCX
CUBA SEGURADAS MOLESTIAS SECRETAS
Uedilks. di Prttt na Expitifo Unirsestl tJt> Btrctlont tm 1889
MedaUta ds Onra, Paria, 1885. Diploma do fiooxa, Paria, UM
e Injecco de
KAVA
DO D0UT0R FOtUmiER
BLENNORRHAGIAS
8PIRBATORRHEAS, CY8TITE8
URETHRITES. CORRIMENTOS
Batas enfermidades, recentes oa antigs, enrara-se radicalmeoU m alguna lias,
OS sefredo, Mm regimea nem tisanas, e sem cancar nem pertarhor ergios digestivos.
SBBSJavOO isn osula ptala, sobro oaulm oailmau sobro acta rotulo,
a asH7 aerar rn.Tlm*a,
PAM8, 22, fraga da Kadolflino, 22^ TAXIS u
OleoJigadpJacalhao
UOUTOfl DUCOUX,
Iodo-Ferruginoso, cotn ijtiim e coin
tfe iMramja amargtu
Casca
Quaudo so trata de curar as
DOENpAS DO PEITO
ESCRFULAS LYMPHATiSfflO
ANEMIA -r CHL.OROSE, etc.
os Medios rlao aempre, sem hesitar, a preferencia co OLEO de FIGADO
de BACALHAO do D DUCOTJX, Iodo-Ferruginoso, com Quina
e Casca de liaran)a amarga, porque elle nao tem mo rosto qual*
xiuer o que a sua, composiao o tas aminentemante toa/oo corroooranta.
Deposito ertral: 7, Boulevaxd Denaia, em PABIS ti
Aoha-st para Fender em todas as Pharmacias c Drogarias acreditadas do Uaiveno.
Desconfiarse Oa* FaUiflcacoes e Itnitaetes.
J. LEPELLETIEB
em CAKE1TTA1T fcerto Isifluy (Fraacjag
CASA ESTABELECIDA E M TS30
Encontra-se esta Manteiga era casas da GcoxEiaoca.
tSSENCIA
DEPURATIVA CHABLE
{VE6ETAL)
cuk i Eczema
Herpes, Acnea
Prurigem
Eaa Pernnmhuct i O de DROGAS tt
SKO.VCTOS CKJMICOS.
ESSENC1A
DEPURATIVA CHABLE,
i I0DMADA )
cora Rosela
Manchas mucosas
Ulceras, Syphilis
D< psito em todas a> PliarraaaO'
de PAGLIANO
Depurativo a Regenerador do Sangue
rlTilsaiado salt' GoTarno do 3. VL.
ido paoFnBeorc
ol Xfi d'ltaa
B0: PA&LI.1I0
ES
HESIH'SE B ": Cl.bSI VAMKNTE EM
Capoles, "&, atxXEt.*m, ts. Marco (CZ*sue*. jpx-ox3x*lea>)
J 7ASA D3L' FZOIiEHqA EST SUP&MMIDA. 0 Sem: fcrai as re-citas etcric'as pti.a prep n mi do -JeAmfo Prttstr LSHN.YMO .'A.OLIAJSO. ttu lio.
Kxidir toorj o frmeo o '. ca.:2;a a jaa&rcs da fabrica depotiiida conformanente toi.
Depsitos um CcraMilniro: lOr.ryajnTI*. fia a.cac^a.3 PBCnjTCXOS. CSIItiZCOS
B km TOH\S \-' :IS"C i'\ :. ,n RrvuMI.
^^^sa^^vzr^^x^^&2^2.mvaaBsWMmxsBm
m VIOL.ET AINE & C* 5. Jucceaore le VIO.ET
THUIK (garreanop Orlantaao)
CdMiiIca para
O BYRRH
un fide lalag.
'BYRRH'
MIDi
O BYRRH urna bebida cujas virtudeo vonicios tornen-oe
escuzado assignalar.
Com posto com vinhos relhos de Hespanha excepcionalmente
generosos, postos em contacto-com substancias amargas judiciosa-
menteescolhidas, este Vinho contem todos.oapriacipios. das mesmas
. t nao tm no estomago aquella aeco corrosiva do alcool que cons-
titue a base da maior parte das especialidades offerecidas ao publico.
E", ao mesmo tempo, muito saboroso cbsoLutamenta irrepre-
hensivel ao ponto de vista hygien'co.
0 BTEEH pode sei tomado a qualquer hora, sendo puro na
dote de um clice de Vinho do Porte, como tnico; misturado
com tgua., n'um copo grande, como bebida refrigerante.
- EXIKMrCAO UNIVERSAL. DE PARS ISSS ----------------------
XLaV co OX7ZKO (o mais alta recompensa, concedida)
asa aVOSOSSUiaiii aa casada HU* E. d UIVA k C asa principacs cato.
SIllllHIlFIBIBIlflIlflflli^ i
i:J5
aci
LUZ
OlAiiiHTE,
LONGMAN & MARTNEZ,
NEW YORK.
jj L:vre de Ejtploso, Fumaya ( Mo Chesro
A venda em tod arraazems de seceos e mo
TnQuiJijcEnuiin
asi
aw

xsO-9
ga
o ^ 5
*<&
_. -
a
sa a
es >
2 I *
o
a ^
? a 3
bo o o
eo -
eo 3
3.2
co CD
- oo
eo Q
O ce
"oa
ao
O
2
a
S o
eo T3
88
|.S
g
I es
eo -
i*
: a
CS o
?
*!*-$*#
* "O CD__
S o .ti -'
I s
t> o
C2 ep
O
-a
"-^
g
o
3
&2

bD OS g 3
4>-5 a a
*
a o I
. =0 O
co __
, eo ~ o-
p, 9> a
Eb
m5''0
&>. a
M O
-> CJ
O cg
O -T3
a o
00
g.1
c a.

T
a
o
O
-
eS
a.

fc
-

8


19 Ra LdeiMarco -19
Este aci editado estabelecimento continua a
Tender por presos sem competidor os
artigos abaixo mencionados
Constando de
Madapolao pera noiva* a 4 Di to americano a 8J000 e 10(5000.
Dito francs para camisas, puches e col arinh&s 13)}00?.
Cretones claros a 320 o aovado.
Ditoa esoaroa muito argos a 400 o covado.
Etamiaes arrendados a 500 o covado. -----
Bramante para lences 4 largaras 200O o metro.
Atoalbado branco e lavrado para mesa a 2(5500 e 3000 o metro.
Cachemiras com 2 largaras para veati'idos de 25500 por 15200 o oovado.
Qaaemira preta de agonal para roupa de homem a 2J000 o covado.
Cachemiras de U com 1 str-s de sua a 1(5200 o covado.
Grande sortimento de. benitos padrSes a 1)5000 o covado.
L ndoa chamalotes comhi'onetis a rOOo covado.
Meia de 12 para annho ras a 403000 a dazia.
Ditas de alg aao para senhora a 12)5000 a dosia.
Ditas de c>r para homem a 120:03 a dazia.
Ditas c.-uas com floa da seda pora homem a i2<5000 a duza.
Setinetas de todas aa corea a 600 o c>vdo.
Sedaa traecas Uvradas para vestidos de r.oiva a 2)5500 o covado.
Cortinados de orechet e cambra.s bordados para cama e janella a 10)5000 a par.
Capellas,eo*n veo para noivas a 105000 e 125000 ama.
Eapartilboa de couraca a 6500U, o 85000 um.
Moequiteiros americaBcs a 155000 um.
Camisas para homem dormir a 6S0OO orna.
Ditas para senhora dem a 65000 urna.
Finos cortes de casemira inglesa para ca'ca a 85000 e 105000 um.
Camisas de malea de lfi par., homem e senhora a 64000 ama.
Vestuarios de Jercey para meninos a 155000 om.
Cobertas de cretona para c Casu.etas para roupa de horneas e Cieancas a 500 o covado.
Brim braceo n. 6 a 25500 a vara.
Dito preto a 15800a vara.
Sobretudoa com ama e duas vistas, cobertores, calza, ceroulas, mantilhas, todo pjr
preces sem competencia.
S na
10JA DO POVO
(Antiga do Crespo)

Molduras
I Para porta e janellas, forros de sala,
guarda-vestidos, lavatorios, quadros de
qualquer largura, de piuho, amarello, ou
qualquer outra madeira, na fabrica de
movis a vapt r de Silva. Fernandes & C.
Deposito ra do Barao da Victoria
a. 49-
Ama
Preci8a-se de nma ama para coslnbar.a ro
Viscoode de Pellas, amiga Aragao n. S7.
iFALTA DE FORCAS
I Ano mi, CMorosis, Itrbilidadt
M&tenuacio
CUBA RPIDA. B CBRTA PBLO
PEPTOlfATO de FERRO ROBU
NICO FERRUGINOSO
Reconhecido animilatel e prefsrio
"A pelo* mtlhoret nteicss o mundo.
S> OesconOar-se das falsificacSes < imiUcSe
f0 ATACADO:
13, Rae Grenier-S'-Lazarc, em PARIf
Oapostoi tm todn tt principia Phtrmtcitt
ASTHMsC
NAO HA
MAIS
Oppresmio, Catarro, SSB 6
Oafere as mais a'fat raoomeaasse-
Deposito em todas as PbsatBSSs?
Declarrcao
Jos dos Samo-' Agolar, S- oficial do Toesoo
i o do Estado, -dnarsodo eom outro de Dunae
tidal, declara qoe do b. ja par diao:e ossii-oa:
h na Jos Bjmptironio ae. Agotar. Recite, M
ae Jaihj de 895.
Carro de passeio
Vende-se om osado ; oa Magdalena, sitio do
eccroeonador Barroca.
Criado
r-reciaa-se de omqu e nenia do
cas : na roa do Hospicio o. li.
servlco de
tVend&*e
Urna boa casa oa cidade de OMnd, roa Barao
deTacarona; a tr.lar oo largo do Corno Sanio
d. 17, 3- andar.
luga-se
K grande casa e sit.u oo largo Oo Mooteira n-
12 joot a esiacao ; na Camb* oo Carmo nn-
mero 16.
(. arneverde a 700 re.-o kilo
Vendem es abaixo seeigaados, carne de prl-
mPlra (joalifiade, nos lalDos da roa Marqof do
Herval i s. 17 e i, e CambOa do Carmo n 1.
Este-prrco ofl7.- alteraclo- par. mais oo
oara menos, gemsre te accordo com os preco
do gado dji> ferar-.
Recite, 18 de Maio de 1895.
Fiosa Lima & C
Costil reir
Precsase de nma coslureira para roopas
bra'cas : oo Csmiobo Novo o, 110.
Aviso
No* abaixo assmados, com negocio de xarqoe
Puerta praca, a roa de Pedro Alfonso, agradecen-
doacso.ssos amigCH que nooraram ncs. eom
oo'ifnacfle de agsu*ar, vim'8. declrar-lbes
qni nao enllocaremos a acceital-as por termes
cenado este ramo de m-gocio.
LoorPDto Riheir r* C,.-
PfrCO
, Ve id i--se um novo.com capa, caieira e lan
ernas. -roa Imperial n. 13 loja
Criado
prpcisa-s"de om criado cooeiro ; noCamiobo
rovoo. lio_____________
Ama
Precisa se de-.oma perita coainbeira pa" Tim-
baba ; a tratar na rea da Concordia n. 47, pa-
gaae bem.
Calflraneae Vir-
som de Jagua-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
explorad ,ra de cal bran
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade, e
que os veraadeiros pro*
doctos seencintramem
sea ariiazemdocaesdo
Apollo o. 78.
E' A DESGOBERTA DO
ELIXIR M- MORATO
PROPAGADO POR
D CAUROS
Elle cura toda a sjphilis.
Elle cura o rheumatismo.
Elle cura a astluna.
Elle cura caeros.
Elle cura a morphea !!!
Procurar: ELIXIR MORATO, pro
pagado por
DEPOSITO WNL PERN VMBXO
A COMFANHA DE DROGAS 1 PRODUCTOS GHIIICOS;
Ra Marq o e z de Oli nda 24
EMLSAO VERMFUGA
Formulada e. preparada por
Jos Marques Ferreira
i H iRMACETICO
Tircxio rs: a sscolss mwk i iikinm i sahza
APPROVADA PELA INSPECTORA DE ..YGIENE
Esta Emulsao faz expellir completamente em poucas heras os vermes intes-
tinaes, conhecidos vulgarmente com o-nsme de lombriga*. Tem vantagem sobre
os demais medicamentosampregados para o mesmo fim, a de nao ser preciso porgan-
tes depoia de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pelas creansas
sem repugnancia. Em sua composico nao entrain substancias mineraes que de
mandem do cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sopa. Crianeas colheres das de cha. Dcve ser
tomada pela manh bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou mesmo com
agua adocada.
Preco 1/2 vidro 15000
1 c 2$000
Duzia de 1/2 c 100O0
1 205000
DEPOSITO GERAL Pharmacia Ferreira
19Praca Maciel Pinheiro19 PERNAMBUCO
\





I -

'
Iliario de Pernambnco Sabbado fc? de ftiflio de 1895
^ ESCOLH1DOS *
co O O CO UJ cr u. CO O Q < O u. UJ Q OLEO PURO DE FIGADO DE 5ACALHAO DE LAMN E KEMP RECOMENDADO por distinctos Doutores que he dio a preferencia, o re-ceitam cada da paca todas as doencas PulmonBKs. Escrfulas, etc., e o esniderain o mais puro e rico em PODER MEDICINA!. QUE 8E APRESENTA AO PUBLICO o 03 > CO O O CO 5
* E MAIORES
Attencao
IS Baa Yisconde de inbaoma 1S
(Antiga do ngel)
O propietario desta novo estabeleci-
men'.o chama a ttencHo de seus nume-
rosos freguzes e das Exmas familias para
o esplendido soititnento de finias naos
Bramantes de puro linho Bretanbas, Ks-
guioes, grandes atoalhadoa e guardana-
pos, toalhas p ra rosto tudo adamascado
e de puro linho, lencos de cambra a de
linbo finissimo ; boa rccasiSo para os
Srs. noivos adquiriram um fino e bello
enxcval em roupas de I nho por precos
que imposaivel ser tbtelos em outra qual-
que" casa.
Nesta casa slem da um bom sorti-
mento de f zendas finas, ha sempe gran-
de deposito d camisas, ceroulas, punhos,
collarichos e camisas para meninos de
tedas as idades.

Plvora
De todas as quali 'ades
em barra e em latinhas ven-
de-se no ecriptorio doPer-
nambuco Powder Factory.
Ra do Commercio n. 6.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequea?
porcoes applica-se ventosas seccas e
sarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
FOLHETQff
55
POR
:::::: ::::::
omit
(ContinuacSo)
Mas nunca pensava que alie, um prin-
cipe, um rei, tivesse para ella o mesmo
sentimento.
A saa modestia obrigou-a a fugir, e,
urna vez vendida, para gaudio de todos,
a idea de reapparecer a Fid-Yori enver-
gonhava-a.
Muitos negociantes ricos da cidade le-
vavam suas mulheres casa de cha para
Ihes fazer passar algumas horas na com-
panhia das cortezas.
Estas ensioavam lhes bellas maneiras
a arte de Xoc&tsen-sin e de cempSr ver-
so9} ~ .
As rezas, celloeadas em face de Omit,
ouvinda de seus labios entreabertos uos
cantos dolorosos, as mulheres do mundo
sorprehendiam-se vendo correrem lagri-
mas dos olhos da cantora.
Sob o sea manto de nev, fechadas as
janellas e bem que parecesse silenciosa
fra, a casa, de cha regorgitava de fre-
guezes.
v Ja ha muitas semanas que ara invadida
por ama multidao de gente de todas as
classes do poro, que pareca reunir-Be ahi
com om fim secreto.
L0J4 E ABMAZEM
DAS
TESRELLAS
(=rapdepliquiaca:> de iazendas para acabar dos
seguintes artigos:
A saber:
FustSes lindsimas cores de 18200 a 4OO rea o uovad ?.
Madapolao amerieano muito largo de 180000 a paja pjr 80COO.
Dito para nciva a 4<55f 0 a peca.
AlpodBcsinho ameriano a 5$ICO, 70000 e 80000 a peca.
Crotones iog'e'ea claros e e'ourot a 300. 400 e 500 ra.
Brins de cores luidos padrSes a 600 e 800 rs. o covado.
Setim de cores a 800 rs. o covado. J
Sedas cbau.lot*das lirdon deaenhos de -1850O e 18500.
Leqaes de gase e da tetim a 5SO0O, 60000 e 81000.
Meias croas para bomem a 70000 e 10(000.
Ditas croas pa.aseohora a 120OCO e 15JOO0.
Collarichos de linho diversos for-uatoa a 60OCO a dosia.
Etamices brancoa rendado* com toque ce mofo a 600 e 800 rs. o covado,
Bretanba de linbo, fina a 10300 vara.
Merinos pretoa liaos de cnrs a 1S4'0, 1G500 e 20000.
Ditos de coi es de 10200 a 240 rs. o covado.
Orgacdys a Potrpadonr a 400 e 500 rs.
Cortes de catimiras para ut-l.-as a 6000"* e 100000.
Camisas para bomem a 48000 a dtz f apartilbos fioca a 70OCO, 0000 e 9S0OC um.
Sergtlim de tod*>s as core 240 rs. o covado.
Casemira preta diagonal de 85093 e 100003 o 30000 e403
Cheviot preto pora IS de 7$000 a 30500 rs. o covado.
Mantillas f'e seda creme com toque d* nnf 1 a 10000 om!
Guardan*pos de tlgedAn para cha a 300 0 a doiia
Caaemiraa de core- a 4JO0O e 55000 o carado.
L ivas de seda, cores diverjas a tOO rs. o par.
Piitc a 200 rs. o metro.
Roba da cietonea de cores a 6f000 um.
Crepoos hndiasimas corea de 2Sr>G0 a 185^0 2 li rguras.
Sedas escossesas fiDisaimas de 50000 a 20000 e covado.
Ditas pre'ai lavradas a :05OO c covadi.
Sarah de corea a 18500 o covado.
Cobertores americanos a 18500 um.
Lencos brancos c m bordados de cores a 53000 a duna.
Bnm br. neo puro liohon. 5 e 6 a 3$"00 e 302OO a vara.
Voilea franete 1 a 200 rs. o covado.
C mioaa de meiaa para homem a 10000 omi.
Ganga adamascada a 200 is. o covado.
UallbrinhoB oelluloid a 300 rs. om.
D tos de lnho bordado* para s nhorai a 5C0.
Cortes de Lin^n pira veatido finita mos de 458000 a 15S00O !!
D.tcs Ce cachemira borda4o a ie'a de 800000 a 258000 o 306000.
Las eicossezas e outros padree* a 320 e 400 rs. o covado.
Plomas eaigretes a l$500s 2|O0.
Brim americano bonitos paaroes a 500 e 600 rs. o covado.
Dito ptrdo de 18200 a 500 rs. o covado,
Cachemir de IS para invern de 48000 a 18 00 o covado.
Cclcbas bracos e de cores a 300 )
Flanel ai encarnada! com deneohos pretos a 5G0 rs. o covado.
Fiobos, sabidas de oailea a 10003 om.
FustSes brancos c >m desenho* de cores de 18500 a 800 rs. o covado.
Lencos de setinetas de cores a 200 rs.
Caetones f.anctz=s clarse oscuros de 18000 a 600 rs. o covado.
Ditoa tinas p,ra cobertea a 600 e 700 ra O covado.
Ator lhados para me.-a de 58000 a 20500.
Tapecana
Tapetrs de coco para forro de salla a 48800 a jarda.
dem de juta a 2S500.
dem de le tifa a 20400.
Esteiras brancas tinas a 20500.
dem de corea tinas a 3S0OO.
Capachos de coso para entrada de salla de 68000 a 120000.
Grande qoantid.de de retalhot 'e 2, ceda, cretona, eto, e.c.
56 e 58 Roa Duque de Caxias 56 e 58
TIBB. JUST.
Casa de commisses e
sentaces
san sD mm mm
reprf-
m
(

EXPOSICAO
JLlVXOSX3.A.S
G.A.XALOG-OS 3B ,
ri3es3x de innmeras fabicas de todos os p^izes da Europa ?
das duas Americas, lo Ja espacie' de mercaduras, de
achinas e de materia prima.
Deposito do afasaado REOL CIM o meihordes
fectainte conbecido.
Deposito da bem conhecida cODONTINA c
Dr. H .Rirted.
L
GRAINDE
HOTEL
eos
I
MGPil l W
rUNOlDAQ GCRAL
AL.LANPATERSON&C
4--8UA DO BA80 0 DTR1UMPH0-44
Mchicas a vapor.
Moeadas.
Rodas d'agua.
Taixas tundidas e batidas.
T&ixas b tidas sem crava*ao.
Arados.
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimentode primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hjgieni-
da cidade do Recife.
Arcommodac3es magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeicCe, a maior e maia arej da nesta capital.
A cosinha achare a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francez
centlmente ohegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
e culiara
O proprietario d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
deque com os elementos que cima offere se acha-se habilitado a satisfazer aos
mais difEceis dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre-
parar banquetes, jantares etc., dentro ou forado mesmo c estabelecimento.
FALU-SI DiflBSIS II19IAS
PRECOS RAS0AVE1S
PROPRIEDADE DE
N. GRUNBERG
Sem duvida alguma o dono do estabe-
lecimento entrava no conchavo, qualquer
que elle fosse, porque tomava parte em
todas as conversacoes.
Tratava se de negocios do paiz ; a mi-
seria ameacava o povo ; aobrevindo a
guerra civil justamente na poca era que
os campos necessitavam de bracos, fizera
grande mal colbeita; na parte do reino
que ainda pertencia a Fid-Yori as des-
truiges tinham sido extraordinarias.
O nerte, ao contrario, lora poupado e
floreada.
Emquanto faltava o arroz as imme
diac/es de Osaka, elle era vendido pela
metade do preco commum as provincias
septentrionaes; mas Hieras prohibi a
sua exportacao para o sul.
O siogonn nao se preoecupava em man-
dal-o vir de fra.
Ao mesmo tempo que o povo morria de
fome, a cSrte ostenta va um luxo sem
igual ; todos os dias eram recepcOes, fes-
tas, banquetes.
Yodogimi provocava a indignac&o po-
pular com os seos esbanjamentos.
AHgmentavam.se os impostes e os sala-
nos diminuiam.
Evidentemente era urna loocura. A
corte amistando ondas de ouro e setim,
ao som de msicas, corra, dancando,
para um abysmo.
Todos estavam cegos ; ainguem pansa-
va na continuado da guerra ; bebia-se,
cantava-se, ra-se, entre as muralhas ca-
bidas da fortaleza; nao se tratava de
augmentar o exercito, nem de o collocar
em p de guerra.
Debalde Yok-Moura se esforcava ; nao
havia dinheiro ; as loocuras a o luxo rui-
noso da princeza Yedogimi absorviam
tudo.
E o siogoun que azia ? Mergulhado em
orna tristsaa inexplicavel, errara peles
jardins, uto so occopando de consa algo-
ma, abandonando, por assim dizer, o*po-
der.
Era claro que Hiyas aguarda va o mo-
mento para dar o golpe decisivo nesse
edificio esboroado.
Mas para que esperar? A sabedoria do
velho nao contrastava com a impreviden-
cia do mojo e com a loucura de sua cur-
te ? Era preciso chamar Hiyas : sua vin-
da salvava o p >vo da miseria e da fome.
Porque deixar-se reduzir ao ultimo re-
curso ?
Era preciso apressar o desfecho da si-
tuoslo.
Omiti, cada vez mais horrorisada, ou-
via quasi todos os dias discursos como
esse.
Succediam-se os fregnezes da taverna ;
desappareciam uus e vinham outros. Ea-
tre elles havia naturalmente emissarios
de Hiyas.
GRANDE
HOTEL COMMERCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, sob a direccSo de seo hbil proprietario MA-
NOEL GA RCIA, e auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser_a
nico sem competencia nesta capital, ja pelo esmerado gosto de sua architectura
altura interna, j pela promptido e aceis. do servido culinario aduaneiro, ja tam-
bera pela pos9o hygienica do seu edificio.
Depois de innmeras transformasoes oor que tem pausado este Hotel, consegHio
afiual o seu incancavel proprietario ofere/er boje urna hospedagem que dere ser
preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de Ia e 2a clases relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podern ser realisados jantares e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
APERITIVOS
POR SE MANGER. SalpicSe9, ostras, lagostins, salchichas, etc peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do pertio, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ADEdA
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermout
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a a se boiro, odos recebi -
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua mportacao, principalmente vinbo Bordeaux em quartolas e cognste)
finissimos, que vende as melhores condijSes do marcado e precos sem competencia.
GRANDE HOTEL COMMaROLA
O usurpador observava tudo e exulta-
va. A imprevidencia da corte secanda-
va-o maravilhosamente. Omiti acompa-
nhava todo o movimento e chorava de
Ningoem tem a coragem de o pre-
venir do perigo exclamava em suas nej-
tes de insonanias.
Um dia, estova ella bordando em seu
quarto, quando percobeu que os que falla-
ran) na sala baixavam a voz. Seu cora-
cao palsou forte.
E' preciso absolutamente que eu os
ouca, murmurou ella.
Adianton-se para a oseada e, p ante
p, deseen.
A conversa esteva travada. Omiti ou-
via phrases desgarradas.
Sim, umapraia deserta...
Entra-ae na taverna pela' porta aue
di para o mar.
E sahe se om pequeos grupos polo
lad da rao.
I E' preciso que os soldados estejam
disfarcados em operarios.
De corto, mas que tragam as armas
debaixo da roupa.
A cidade j est muito agitada ; ee-
gue-se em massa para a fortaleza e inti-
mase o siogoun a dep5r o poder.
Se elle recusar, invadiremos o pala-
cio e prendel-o-hemos.
Omiti estremeca de horror.
E' absolutamente preciso que eu
saia d'aqui, murmurava ; preciso que
eu de signal dealarma.
Os conspiradores continuaran! :
Tenhamos pressa ; amanha, noite,
os soldados pederSo desembarcar.
Logo depois ehegar urna carrega-
cae de arroz e de railho.
Omiti subi a seu quarto ; Sabia o
que desejava ; era preciso tomar urna re-
solocao, fosse ella qual fosse.
Urna especie de ardor mystico enchia-
lhe e espirito.
Minha missSo neste mundo sal-
val-o, fazel-o estacar borda dos abysmos,
dizia ella com entbusiasmo. a segunda
vea que meu ouvido sorprehende um se-
gredo criminoso, urna conspiracSo entra
quem eu amava antes de conhecer. A
vontade do co se mostrar : ainda desta
v6z devo mostrar-lhe o perigo, minha fr-
gil mo ha de impedir a realisacao do
crime.
E pensoo nos meios que davia empregar
para fugir da taverna.
Duas outras mulheres dormiam no mes-
mo quarto que ella, mas eram muito dedi-
cadas ao dono do estabelecimento, nao
inspiravam oonfianca.
No pavimento terreo todas as portas es-
tavam fechadas interiormente com pesa-
das trancas ; alm disso os criados dor-
miam em baixo.
Nem era bom pensar em fugir por all.
Resta va a jaaella ; o primeiro andar era
muito alto, mas isso nao inquietava Omiti.
Como, porem, abrir a janelia sem acordar
as companheiras ?
Se no oovissem o barulho acordavam
do mesmo modo com o fro penetrante da
noite.
Omiti pensou n'outra janelia, urna que
abra sobre a aseada ; mas a do quart
dava para a ra, emquanto que aquella
dava para e jardim, e urna vez no jardim,
era-lhe fcil transpr a palicada.
Nao importa, pensou Omiti, desee-
rei pela janelia da escada.
Mas como subir janelia ? Com urna
corda T Mas onde prender a corda sem
despertar suspeitas f Dacidie-se por fim a
faz-ir urna.
Suas companheiras tinham sahido a
passeio ; havia tempo bastante.
Abrindo as caixas que continham sua
roupa, tiroo dellas os vestidos necessarios
e cortou-08 em estreitos pedacos, que
amarroa uos aos outros. Ddpois enrolou
a corda e guardau-a.
Agora, disse ella, estou certa de
qoe o hei de salvar.
O dia lhe pareceu longo, a febre da
espera communicava-lhe um extraordina-
rio nervoso ; de voz em quando rilhara os
dentes.
As companheiras voltaram muito rosa-
das do fri e fizeram a Omiti a narrac&o
de todo qaaoto tinham visto; foram so-
mente s margena do Yodo-Gava para ver
se corriam avalanches de gelo.
Quasi tudo era nere, la um outro bloco;
avia nevo at nos feixes de ouro da alta
torre da fortaleza, que se tinham trans-
formado em feixes de prata.
Para so resguardar do fri os horneas
andarsm com uns barretes do velludo
bordado.
Omiti nlo eacutava a intermiuavel his-
toria das raparigas.
Duas jovens em conflicto
NO THEATRO
De repen e oavi se grsDde romor nos cama-
roles da i* ordem, era Brande conflicto entre
doasjofeDs: ataques, choro, mato, morrp api-
lo?, o di.-bo emfim tbea a peliela, indaea do
I cto i- tica 8.beodo oue tinham Ido a vias de
faci, D. Elvira e D Ueooveva; verificada a
eaoaa, (inha razo D. Elvirr.
Eslava ind gaads, furiosa mesmo. D. Genove-
va, com soa auiiEa r compaocetra de camarote
pelo fac o de ver qoe (odas aa petsoas qoe esla-
var.] do Ifiealre, clbavam t-Oae te para fu an-
ea e nao p ra eli-, mdiguada icse : nao por
soa booita cara Elvira, < e ie seo liodo vestido
que e.-l cbam.Mioa altrelo deludas' om
vseiido df um bom a pbautazia o lao chique.
que, .eodo o meo de teda, o sro reaica mono
mais qoe elle e o que m.. me contraria voc
i-So querer dizer m>- a lo]* onde comproa a ja-
zenda de r u vestido
Elvira, contraria a, doa agarjfalhaJtf'Srcas-
tica e diz : para qoe nao uih os au: uncios das
loj;.s?psrj qob nao papft-iaa no commercio ?
ora Sra. D. Geooveva. oot o < fficto q-ndo ea
8opponba que a ^ua rsiva e a ptr caoaa do pri-
rr o Joca, vem a Sra. i! n-r qoe Ido liteote por
qoe mi-a vestido mullo bi.nilo r que sendo da
ihintazia realga aai que o s-o fenuo de tJa
e poique eu nao <,n:z dizer a Sra. Iota onde
conprel. E' o Caso, cao eomis oaaa oeste
mondo.
Sra. D. Genoveva teoba joizo, Dio veoha para
o tbeairo sr om etpeciacoio desle, e quando
qcizer cemprar qualquer azeDda ce tela eu
pbantazia oe moiio (orIo, v a roa oo Crespo
? 12. h-j\ Estrellas di America, qoe, i So '
encooirarA um liado e variaoo sortimento de fa-
zecidbs fiaas e modas e bum com ameonace ao
".ralo, agrado, siaceridade na aeJida e p ecos
commodos.
D. Gencvi-va reqaer verbalmente so commisga-
no que l- maude O. Elvira dar por eecripto o
nome-o da loja. o ome ra roa, o da faseoda de
-eu vestido,o pr/co e bem atsim o nome de
todas as .; zerda- que tila vio na loja referida'
o que lol detono.
Estrellas H'America
flf-Roa 1 de Mareo- I V
Amura do Crespo
MA'<()CKS & LIMA
Aerado a todos, pnaotazia em tecdo de gorga-
rao. )iiW) o covado.
Sonhfi cora ieo, pbantazia, llOO o covado.
Pe y, pbantazia de salpicos e uslras e lavra-
aas, I 200 o c vado
Sedas de id es, V:dotaa.
Ditas de ditas, Suspiros que vo e vpm.
Cacbemiras de cOrea. BoabarUeo.
Pbaolazia, Siri0dioba.
Las com Usiras de t!a. Adelaide.
Ditas dem Mem idee, Eivi-a.
Ollas nem dem 0>n>. M .ract..
Cachemira de i -, Tenbo tiorses de ti.
Li com saloicoR, O 3 Jacaree.
-Oa?, padrOes noves. A.-, ac^r.s.
Dita tecido gorKorao, Hai de amar-te at morrer.
Cachemira preta oe (6res, Nao qoero amores.
iaVic preio para bolloas.
Dito Cbf para habito.
Grande sortimento ce merino pretos e lavradoa-
Velbotioa de todas as t ores.
Grande eortimeuto cambraias bordadas.
Cortis de vestido oraoco bordados, 18000.
Vestidos de cartCec, bordados a E.a.
Lioda phiDtana. Heijos de amor.
Ficr.s de ii a 200U0.
Peitilbos de intio luos e bordados.
Pannos de crucDel para sof e tedeirae.
Camisas bordadas para ouivos.
Camisas brancas e de ro es.
Vestoarlos para baptisados.
Sobretodo de una e doas listas.
Klsoella liza e de listas.
Chai -s pretOR.
Cortinado.-1 de cambrala e de crochet para camas
Cortinados para janelia.
Maottlhas de tela de Ditas de algodao de idres e preta.
Camisas de a para bomem.
Cobertas, colchas e cobertores.
itoa americaooF, 24500 um.
Baeta eoearnada e azol. **
LiodtsRimas casemiras de cores para homma
oslo espacial.
Cortes de fus Oes braaco e de cores para colete.
Atoalbado de liebo e de algodao.
Panno da cota para mesa.
Seroulas elsticas.
Bramantes de linbo e de algoJao.
L'od, s padiOes de crep para >berta.
Crep preto.
Merino preto Uvrado, 1^800 o covado.
L com salpicos Ge teja, Caouioba verde.
Seda de listra, Aibayde.
Paletols folba de ida.
C^miaa de meia com list-a^ de edres.
Cacbemiras pretas com salplcos de cores, Abre
a porta SiobS.
Lios, de qoadro e de salpico?.
Cachiuet de fda de cores.
Vellodllho de cores.
Sara de todas as cores,
fiorgoro prelo, dlveisus pre^O).
Seim de todas as cores.
Bfalo.
Merino da China, iiOO a prca.
Cretone de barra om metro de largara.
Casaa pabUhta ros, 403 ris o covado.
Dita dita, 200 ris o covado.
CBHa perfeila, 240 ris o covado.
E multas outras fazendas qoe imposaivel
deacrever.
RlIA DO CRESFO 12 >
Estrellas dAmerica
Precisa-se de um por-
tuguez para tratar de vac-
cas, a ra ds S. Gonzalo
n. 29.
Via, com prazer, que se accendiam as
lanternas.
Era quasi noite.
Nao pode jantar o fingio-se doente para
cantar ou tocar o biva.
Tornou a subir. As companheiras tam-
bera se recolh erara ; estavam atigadas do
passeio e cahiram logo n'um somno pro-
fundo.
O barulho, as risadas, as canches dos
homens que se embrigxvam as salas de
baixo prolongaram-se muito, at que afi-
ual Omiti ouvio o ruido caracterstico das
trancas fechando as portas. Toda a gen-
te sabio.
Ella esperou ainda meia hora para dar
tempo a que os criados adormecessem ;
depois, sem fazer o menor barulho, er-
gueu-se, tomou a corda que estava de-
baixo do colcho e abri um pouco a ja-
nelia da escada; passou e fechou-a de
noro.
Tudo era silencio ; ouvia-se apenas a
respiraco dos que dormiam.
O ar da noite fel-a estremecer. Viam-
80 fra brancuras de nev.
Era preciso descer.
alto I pensou a rapariga; a corda
chegara ?
Prendeu urna das extremidades e deixou
cabir a outra.
A corda tocava o solo, arrastsndo mes-
mo um pouco sobre a aove.
Omit enrolou o vestido as pernas o
ajoelhou-se ao rebordo da janelia; mas
o momento do abandonarle frgil cor-
da, apoderou-se dellauma especio de modo
instinotivo.
Haaitou.
(C#*j'tB*.>
"

4


(

1