Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16739


This item is only available as the following downloads:


Full Text

M

AMMOLXXI
Scxta-feira de Jnllio de 1895
Mllllt IOS

i

PBOPRIB&ASB BB MASeBirfZGCBSWA BE tf&BIA & miMQS
REDACTORES AIVTOXIO WITRUVIO PIXTO RAXDEIRA E ACtfOLI DE VASCOXCELLOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE i SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAQOES NA FRAN-
R-nnn gA E INGLATERRA
t?Sk 08 Srs Mayence Favre & C.*, residentes em Pars18 rae de
30000
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezs adiantados.
Por um auno adiantado
Numero avulso do mesmo da.
1100
La Grange Batelire

MANOEL Vil.iiO
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16$500
Por um anno abantado .... 335000
Por trimestre vencido..... 9$000
Numero avulso de das anteriores. #200
Telegrammas
zsa '150 ^stislas so um:
Rio de Janeiro, 25 de Julho, s
i2 horas e i2 minutos da tarde (recebi-
do na estaco as 5 horas e .. minutos da
tarde e entregue as 6 horase iO minutos
da tarde).
Grande a indignaco produzida pelos
termos|das notas do ministro inglez, re-
ferentes ,questao da Ilha da Trindade.
O ministro das relacoes exteriores, Dr.
Carlos de Carvalho, reclamando, discute
escudado em provas histricas e geogra-
phicas, e segundo os principios univer-
saes do direito ao passo que Phipps, mi-
nistro britnico aqui acreditado, nao
I.XSTRUCCAO POPULAR
03 XSI7BE3
DA SCZBTCZ
POR
Gastao Tissandier
CAPirULO Vil
CREADORES DE SCIENCIAS
BLAISE PASCAL HUYGENS NICOLAU
LMERYSCUELE PRIESTLEYLA-
VOISIER.
(Conlinuaco)
Quando era ministro Turgot, o grande ch mico
foi convidado para a directa > geral do fabrico
' da plvora e salitre. Em Essonne fez experien-
iciasnotaveis, com queconseguio em breve lem-
po augmen ar consderavelniente o poder ex-
plosivo (t'aquilla substancia. A elle se deve a
aboligo do use, em virtu le do qual os empre-
(I >s da rgie dos salitres podiam, em deirimento
da Iranquilidade publica p> ndrar cm todos os
I subterrneos para tirar a Ierra salitrada. La-
l voiaier aprove tou a lavagem das caligas, de
qu ? at ah fe nao fazia caso, e quadruplicou a
! a produego do salitre,
apresenta urna so prova do direito ; que, Eleito membro da Asserabla provincial dTJr
tenha a Inglaterra aquella Ilha, dizendo lans e u 178;, adjuncio no anno seguinte
Sooia Baroo'a de Ara ojo, Dr. Artbur da Slua
R go, confuira de Nossa Senbora da Soledad?,
Couipanhiilu 'UJiriai Pern.m u.ana. Lu.a Fir-
mtDa de B'rros Moutei o e i^s Felipe Aives
da Silva. Hjja ViBt o Sa. lir. procoraaor ffseai.
O protocolista,
Francisco Militino Ferreira.
O Sr. 1.
guinte
Secretario procede a letura do se
EXPEDINKTE :
SECRETARIA DE ESTADO DOS
DA INDUSTRIA
Despacho do da 24 de Julho de 1895
J ao M ivni k don S-tium CnVatcaue, pe .indo
exjrar.ij do pagamento de dolo apparelhos
evtenles em soa pruprieda-e roa Copde da
Boa-Vi<-li n SI.-.Pedl ae taforaac a^S^ce
tna na Fazcnd.
E-Htorfcio Mnedo 4 C. pedindo pagameo o
iSiuj, nos te-mos do tffi;io des'a data ao D-. Se
I crel.no da Fazenda.
O porteiro.
Arduas Mafia.
Outro do mesmo remllenlo a resolugo all
iniciada pelo prnj-clo n 131 A, explicando o
art. 70 da Con.-t toigo do Estado, e declarando
m cilicio ,il*Br. S ecretirio di Justga re- !3U,8 na0 8e entende com os juizes em diaponi-
metiendo unTr}aenmenio dos funecionarios raimarte a duposigo do referido artigo.-A'3-
pblicos aposentados dirigido ao Exm. Sr. Go- L(\"ml? ,
- J vernartor do Estido, em que solicitara que Ibes
seja extensrp o decreto de 30 le Uezemhro de
NEGOCIOS 1893 A'3. Commissao.
SECRETARIA DA INDUSTRIA^--' DI-
RECTORA
Inspectora Geral de Higiene
Antonio G.i.c.lve de Azeveo re;laiiaodi
coulra a ntimago do D-. 10 omissaiio do i"
dlt. iclr. Boa isla da informagao, ueterido.
Outro do 1>
Deputados coa)
que o nome Jos
constante dar
ject) n 3 flW
de Carvai
Passa ss ao
fetario da Cmara do3 Srs.
cando para os devidos flns
i.tonio Pereira de Carvalbo,
toan all iniciada pelo pro-
no < Jote Tuejlonio Pereira
lirado,
feeoiwite do Sr. 2" Secre-
Outro -do Concillio Municipal de Agua Prela
informando con ra o projeclo n 19 dete aano
que Ihe tira os engenhos Pereira Grande e
rescondin, passando-os para Gamelleira.A'
quein fez a requtsigo.
Urna petigo de Henriqu< Fouqueau, e-tib -
l'-ci lo com urna fabrica d gelo, reclamando
contra o augmen o de imposto relativo ao seu
establecimento pela apresentago de urna
emenla no projecto de ore, unentj estadoal de
1895 a 1896 A" 3.' Coramissao.
Forara
taro. jM
E' lido e approvato s^ra debate o parecer n-
100 da 5* Commisso, j impresso no Jornal
da Casa, rcdigindo a re oluro iniciada na Ca-
raam dos Srs. UepuUdos -j)elo_ proj-clo n. 75
det-j anno. I
Foi tambera lido. in lo imprimir o seguint: ProJec>o n. /8 do crrante anno e iiootcn ap-
irecer 1 K provado nesle Snalo em 3." discussao; e ds
,r.-u. .idos, indo a imp'mr os seguintes
pareceres :
1893 PARE ER N. 163
! A 5." Commissao tendo presente a resoluco
iniciada na Cmara dos Srs. Oepulados prlo
parecer
1*33.-PARECER N. 102
A 5.a Commisso a quem foi presente a re-
solucAo iniciada na '".amura dos Srs. epuiados
pelo projeclo n. 79 desle anno de parecer
JoSo ce M-M'a Lio*, peciido para mand r exa- ,qi)i -sp: a01)ta<1, nos termos" em que se acia
Tiinsr a 1* e i* andaos do preJio n. 2/ .'"I^conc-bida.
lacnica e desembaracadamente que o
seu governo tomara posse das ilhas da
Trindade ede Martim Vaz, porque nao
achou as mesmas ilhas vestigios de oc-
e como se lhc faz
.s-l
cupac o estrangeira
precisa a Trindade, para urna estacoj'ugur. Como sabio e como invento^
, .. s alturas dos mai>res genios, quM
telegraphica.naopodeconsentir no aban- pr0duzio, e d ao muido a theoiu da combu"-
t.'aixa dos descont-, Lavoisier ioi oomealo, em
1790. membro da celebre Commisso dos pezos
e medidas, para os trabalhos da qual conlnbuio
poderosameme. Em 1791, publicouo seu -Tra-
tado sobre a riqueza territorial da Franca,- livro
cuja mpresso foi eita cus do estado
V-se que Lavoisier, quer como hornera, quer
como administrador, oceupou dignamente o seu
Como sabio e como inventor, eleva-se
dono dos seus direitos.
O referido Sr. Phipps, alludindo con-
tra ordem dada ce m relacaoa partida do
cruzador Quinze de Novembro>, diz que
esta convencido de que o governo brazi-
leiro bem comprehende nao ser agora
cas: de enviar vases de guerra para fir-
mar direito de soberana n'u : a ilha,
quanio tst ella em poder do governo
britnico.
O ministro das relacOc exteriores im-
mediatamente protestou contra essa nota
arrogante, accentuando, Jquc, forte em
seu direito,o Brazil nao o abandona.
Os nimos acham-se exaltados, tudo
faz receiar graves successos.
A opinio geral que a usurpacao da
Trindade constitue offensa a todas as na-
ces americanas.
Desde ante-hontem tem estado o Sr.
to e da respiraco, de que explica t dos os por
menores n'uma serie de mem ras, que eslabe-
lecem definitivamente a sua doutnua e Ihe as-
seguram para sempre a immortalidade.
Uo mesmo pnsso que se applica a esses gran
dc-e trabal es lueoricos, o eminente sabio entre-
ga se a esludos de qne um chiinico dos nossos
dias nao quererla lalvez eocarregar se. O b
jecto d'es^es trabalhos era estudar e anal vsar
os gazt's, que se exhalara das fossas para ver se
descobria algum meio de soo orrer os desgra
fados trabalhadores, que algumas vezes sao vic-
tiroas da ssp rago d'esses gazes deletenos.
Lavoisier, nndeiro geral e millonario ; La-
voisier, que, em ca la m nuto M arrancando os
segredos s inve^tigagOe* que exiga a sua
theoria, dnvia ver um roubo feilo sua gloria;
Lavoisier rntrrga-se com a sua costumada per-
severanca a urna tonga serie de experiencias
nauseante?. Essas experiencias durara alguns
mezes, e Lavoisiei dedica se a esse trabalho re-
pugnante com simples fins humaoiiariot, porque
d'i quedas experiencias nada espera va, anuo
ser salvar a vida a alguns desgranados. (1).
Nadn ha qu* po*sa egualar a activdade do
grande ch mico. Durante qnalorze anuos suc-
cedem-S s memorias, e 0 infaligavcl trabalba-
dor levanta, pedra a pedra, o monumento da
chimica moderna. Revela a constuiyao do ar
atraospherico, que at ento erradamente se con-
siderava como um elemento ; descobre que esse
ar formado por um gaz, que entretem a cora-
Phipps a bordo da esquadrilha ingleza.. busio dos corpos que ardem, ea vida dos a;i-
maea que respiram : o oxvgenio, ligado a um
Hontem na Cmara dos deputados
o Sr. Belisario req.uerendo a publicac o
dos documentos alirmou sua confianca
no povo. que nao permittir nunca que
em trras brazileiras tremule pavilho
algum que nao seja onacional; e conci
tou a que protestem todos, desde o Se-
nado at o povo, por que ha de mostrar
como o Brazil sabe arrancar-sc das gar-
ra do leopardo britnico-
Tambem hontem cm S. Paulo, che
gando noticia telfgraphica da resposta do
ministro inglez, populares em numero
superior a i5oo pessoas fizeram manifes-
tace^ ionalistas.
Na) 'O \ieram desordens, apezar da
iodignactu uc que todos se achavam apo-
derad
_ [o'gi ram de Londres, que hoje
reu :<.--- o 1 Foreing Office com o fim de
e tudar a reclamacobrazileira.
E'opiniao nos circuios diplomticos
qu. os direitos do Brazil sero reconhe-
cidos, seguindo-sa a evacuaco da Trin-
dade.
Est realisado o emprestimo exter-
no, que fo: coberto com excesso.
Todos os ttulos brazileiros tiveram
alta.
O paquete Rio Pardo, procedente
de Porto Alegre, encalhou em praia de-
serta, abrindoaguae ficando em parte
submerso em frente de Ponta Grossa.
Os passageiros e a tripolaco salva-
ram-se com a roupa docorpo.
Telegrammas de Paris, New York
e Madrid annunciam ter sido levan-
tado ojsitio em que achava-se o mare-
chal Martnez Campos, que ento a
frente de reforcos que Ihe chegaram,
seguio emfperseguiQo da columna de
Antonio[Maco, a qual dispersou.
Ostros telegrammas porm, diver-
gem desta vers5o a dizem que Maceo
retirou-sa approximacao dos refor-
cos.
O marechal nao deixou anda Baya-
ma, onde muito tem soffrido as suas
tropas em consequencia do desenvol-
vimento entre ellas da dysenteria e da
febre amarella.
J
out'o gaz inerte, o azote.
a' analyse, sabe oppor a synlhese ; depos de
ter separado o elementos, combinaos, e re-
(1111-I le o que destruio. Explica o fado do
argum-in'o de pezo dos met es pela ca'cinago,
e anca as bases das reaeces, que presidem a
todos os phenomenos de combu^lo ; estabilice
a verdadeira compusicao da agua, demonstra a
deficiencia da Iheona do ph ogislico, fundada
por S'ahl e admutida no seu lempo; aprevena
a co>posicSo do acido carbnico, imagina as
equai5es atmicas, reforma a nomenclatura tech
nologica da sciencia e faz brilhar por toda a par
te a verdade, que elle impOe pelo rigor das suas
experiencias e pela lgica dos seus racioc nios.
Encontrava-se Lavois er em toda a parte, diz
Lalande; suppria a ludo cora a sua facilitada e
o seu zelo que eram egualmeote arimtraveis.
(Continua).
PARTE OFF1CIAL
Governo do Estado de Per-
iiamliuco
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTICA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUC-
AO PUBLICA DO ESTADO DE PER
NAMBUCO DO DA 24 DE JULHO DE
1895.
Auara Hj.ipoUi B nie;ra de Mello, cabo do
3 ^utilbao de lilMtona es baix .S-|a fubn.e.iidj i i..s,ie cao medica, de
ccnfurmicade com as rdeos ea> uor.
Antmi F aaciscj de Suato Uoror e Jos Pe
reir de Barro*, p-p-os ra Cisa de Oeengio,
rqoereodo liberdad-1.-Ea vista da nforouca,
nio ba o que deferir.
la t. arel Anlnlo Pedio da Silva Marques, ex
joiz de direlio do auaiclpio ae Ca-uaru, reqoe-
rendo ota auto de licecc. Sin.
or Crios Gjm s, teneote do 3 bataltiBo de
infantera erUdoal, peaiado noto t lulo de ana
oome. gSo.Sim.
Jos Joaqom de Meo"?, sentencia lo, ppdindo
perd.'.-^o lera I gar o que preien&t o pett
cinnario, vala da in'orjucio do juta de diref.
lo de Garaobons, qne lem loodameolo legal.
Arseaio Affa fo Pete ra Borges. alferes do 3a
ba(a>bio re iaf .nteria es'adoal.-Iuforme o Sr
corone -^ommaodaale iD'.erlno do S* DalalDAo de
Infan eria esi.toii.
Jjatica Tiiot d di Silva Lio-, proiessora em
disponlbilicid?, reqoerenlo p gimeolo ae veu-
"im-iUe.ef-ri o, com oflisio drsia data ao
Dr. Secretarlo ua Fazeoda.
EM
DO
ADDITAMENTO AOS DESPACHOS
DA 20 DE JULHO
Leopoldina Feliciana do Nasctmeoto, protec-
tora em diipooibilldade, rrqaerendo p-gamen-
to < o vencimeot.s.Delerldo, cera ifficio desis
dota ao Dr. Secr- t.r o da P-zend
Hermenegildo de Slquera,
Por elro int> rio.
DIRECTORA GERAL DO THESOURO
Detpackot do da 25 de Julho de 1895
Aloai o Jos do Carmo, Antonio Jo-qoim Cs-
cSo e Fre uietaoo de Meisiaa.Ao porteiro
p*ra entregar ao toteressado.
Actcnlo Angosto de Lesos. Antonio Pereira
Freir, Jo- de Mello, M>nrel Martina da Paixlo.
Oliveira Jorge F-cb.-Iiforme o Sr. Dr. (0-
Jire tor da Contabilade
Gailberae D. da Cotia Silva Mala, Joaquina da
Sil Barbo. >.=A' sicc&o do Contencioso.
Antonio Goosaltes de Atando, AaUolo de
15 de Novemora.ao D. commissirto do l
d siricto rara examinar.
Fraacico Jess Radngaes Prac. pedlodo nara
mandar examinar o preaia n. 83 da roa ViJal
d! iNerei.-os.Ao Br. co uiL.ssario Co Io du-.ric
to para examina''.
Pelo Dr commli^ario do dispelo, Oca inti-
mado o popritlario daFa;rc< C xi8 ar.enda-
lario oo 1 andar do predio n. 66 da roa do
Qjpimado, para co praso de oo dls ace;ar o
refe Ido a dar.
F.caodo o mesmo sanbor sojeito as pen inda-
des da lei na falta de cnmurimeuio di intimacSo.
Foram considerados em condisOes bjg.euicab
pira eer.m babiiaJo? :
Felo Dr. commieir'o do 3* i'itricio. o preilo
0. a da roa da Fiorenl na.
Pelo Dr comuiisi'ario do 2o dltrclo, 08 pre-
dios na. 32 da ra Vital de iv^reiros; t da t a
vessa do Prixolo j a Ijja ao predio a. 40 j ra
Padre Fioriano.
Pelo Dr. commi?8arlo do distnco, o predio
0. 15 da roa das Tnoctieiras.
Secetaia da tnspec'.oria G;ral de Hy,er;e
do Estado de P.-rnjo buco, em 25 de Jalao de
1893
O secretario,
Apolllnano da Trindade Meira Henrique.
Questura Policial
Secgo &. 16i -Secretaria da Questura
Policial do Estado de Peroambuco, om 25 de
Julbc de 1895.
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mello Filho,
mu digno Secretario da Juslica c Negocios lo
tenores.
Participo-vos que forara hontem recolhidos
Casa de Delencj os seguintes individuos :
A' fflluna orociu J sepba F.bnc.sa de Sjuia
como alieoada at qne pataa tero coateaieole
destino.
A' crdem do *e egado do 2 dtetricto da Ca i
tal, Germana M .riada Cunceit&o, por embna-
gaez e isla 00.
A' ordem do aabdelrgado da fregaeiia de S.
Antonio, Manoel R drigoes do NaiimeLto, pra
averigoa(0 s policiaes, M*na Am lia P-rei-a do-
iLto?, como desoroelra e Albino de tal coobe-
c do pir Trevei por emrriaeoez e d'sta'biop.
A' ordem do soDueiegalo da Tone, Mmuel oa
Cota Santos, por emon gnet e nislorbijs.
Commuoicoc-me o Pr motor Publico doma-
ntcloio aa Victo-i?, por cfficio d 2 do rorreo.e
qoe tinto visitado a caoea 'aqoelle moulcipio
eoceutroo al. 20 p eos. sendo 5 candi mcadoo
os qnaes oeubuuu reclam<>co bzeram.
Sale e fiaternidade.
O Qiestor,
Jote Felifpe Xery da Silva Filho.
RECFBEDORIA DO ESTADO
Despacha do dta 25 de Julho de 1S95
Euk.-ii u Smico Ai C, DclUm Lo.ei aa C'Di
Cernliqnc-s?.
L.oiutio R de Carva ho, li,bdl Utn dos Prateres.Infjr
me a seccao.
Joaqu m Ferreira Ramos Jnior.D-ferido
Francia-o de Arauo Ioformea Ia se gic.
Paulino de Anua LiusCildap.Cer inqa-.-se.
O porle ro,
Custodio B. da Siloa Guimares.
Q------------------
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE, EM 25 DE JULHO DE
1895.
Jos Aives Barbosa.Manteodc-3e a colle la
de 1 2uo0.0
Commeadadorlozcbe-ti Darbo.a da Silva.
Pegue o sopiilicaote o 2 eiue;t.e do anno paa-
nao e mantena se a collecta de l:00.'i'XX),
Lb z Jjf da Silva Gjlma-4e8.Delendo, re
pondo oletto da ra.
Fi-m no Le.te Aves.--Avir:e se.
Paiva Ferreira & C. Jo?en ina Arcelii C. de
Oliveir, Alexanore Lopes de Medicee, Jjo Jj=
de Figoelrdo.Deltrido.
J, a jaira Jote Miams, Eagene Chali ie, Anto
nlo Joeo Canea-;, Pedro Carvalbo, Comoanina
Tbetes. JsCampello & C. Antonio J Cas-
co, Mana L. da Cosa e Silva, Adriano B. 1*
Costa, Serapbina Mana da Conceicj, Beltrto &
Irmo, Mame! Joaqcim de S Cruz Sobnobo & C.-lodeferldo.
Bacbarel Jj&j N. C. Campello, Aielico Mar-
ques da Cunta. veroe-se
AntoDlo Soires Pinto.N*di ba a deferir.
. Jj Emjgdi F. lia a. -Deferid j de aogordo
com as postaras.
Manoel Correa da Costa.Satisfaga a exigen-
cia da repartido tetbMca.
Antonio J. C Lins, Miooel J. C. Lios,Defe-
rido pagando 01 imposlos.
Eli-a Gergeosen.Deferido de accordo cora a
loformacoda C)otadcria.
Ign.cio P. Rlbeiro de Meodcnga.- Iadiqoe a?
dimeneOes da obra.
Secretaria da Pn-feilora Monicipal do RCife,
25 de Julho de 1893.
O porteiro,
iVuno Alvet d-a Fonseca.
Sala das C-
nlio do 1895
mmissOes do Senado, 19 de Ju-
Baro de Nazareth.
Reguera Costa.
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PER1IAMBUCO, RESOLVE :
Art. nico. Pica o Gjvernador do Estado
autortsado a copeiderar em disponibilidade o
professor publica" Juo Cordeiro Fonseca de
Medairos. a ctnlr do da 20 de Margo Je 1893,
epocha em que ae municipio de timbres foi en
trege o magisterio publico.
Cmara dos Deputados do Ertido de Per-
nambuco, 25 de Margo d 1835
Jos Marceuno da osa e Silva,
Presidente.
Celso F. Hnriques de Souza,
.l.Secn-tarlo.
Affonso de Barros Cavalcanle de Albuquerque,
ii. Secretario.
O SR. ERMJiO COOTINHO:- Oceupou a
tribuna para fazir uraa ivelaraago sobre a acta
dn sesso at't 'oedente, ficando niiafeiio com
informaiOesqueilhe so dadas pela M.-sa.
(Sao devolveu b seu discurso).
>'o haven.to'raais qtem qupira utilisar-se
da palav:a oa ptiineira hora da sesso, passa
se
RHEM.DO DA
Approva se B> 2' dtfcussao, sendo dispen-
sa 10 do inli-r.-ticio a requerimento do Sr. An-
tonio i'.:inninbeo, a resolugao da Cmara dos
D-'pu'ados sobrio orcamento do Estado, com as
eiin-ii las de ntJ? 17, e reguladas as de ns
18 a 21, cuj daecuso ficra encerrada na-ses
s o aiitt'cedejah.
Vil Mesa a W^ninle declaragi de voto :
.. Declauo que vlei coat a tolas as emendas
que produzem augmento dja rapososEr-
inirio Coutmbo.
Vo'an-e em .' dlscussio havendo sido
tambem approvados, o parecer n 143 e o pro
jecto n. 27, sendo este -lispens ido do interslc
ci a requerimento do Sr. Eduardo de Oliveira
eaquelle a requerimento do Sr. Bardo de Na-
zareth, cuja discusso fcara tambem encerrada
na sesso anterior
Submalle-se a 3" dscusso, seu lo approva-
do sera debate e r. met ido a 5.a Commisso
para o redigir, o parecer n. 101 desle anno,
que adoaXa a resoluco da Cmara iniciada
P- lo projeclo n. 78 desle anno (emprestira.i da
500 contos para a construcco de um passeio
publico eru o Recife).
Finalmente approvam-se era 2.' dis;ufo
sm d bate os pareceres ns. 140, 141 e 143 e
o projecto do Senado n. 23, sendo respectiva-
mente dispensados do intersticio a reqoet men-
t dos Srs. Ndpardo de Oliveira, Herculano
Bandoira Antonio l'ernambuco e Baro de Na-
zarelb.
Os pare eres acira > ad ptira as re< luces
iniciadas na Cmara pelos projectos os. 101,
60 e 41 deste anno, sobre auxilio Companhia
de Estradas de Fjrro Njrle do Brazil; e en-
campago da Esirada do Ferro de Ribeiro a
Bonito e premios a agricultura de cal e cacao,
e o projecto sobre auxilio Fabrica de Vidros
Esgola-se ordem do da.
O Sr. 1.* Secretario cotnmunica que vo
sanego as seguintes resolucOes :
l.1 Autonsando a apjsentadoria do ex sar
geoto do Corpo de Polica Joj Damacceno
Paes de Carvaluo e a reviso da reforma do
ex capito Jos Thectoa o Per. ira de Carva-
lho.
2." Idera, a aposentiioria cora todos os veo-
ciraen os a Aristides Honorio Bezerra de Me
nezes, porleiro da Bibliotheca do Estado.
3* Cooced ndo aos promotores pblicos o
augmento de 250,'o sobre os seus vencimen-
tos.
O SR. PRESIDEETE :Levanta a sessa ten
do designado a segu nte ordem do dia: 3.*
dscusso dos parecer s ns. 185,143. 146. 141,
140 e 110, o dos projectos ns. 27, 28 e 24 2.'
discosfo dos pareceres ns. 142 e 111 e do pro-
jeclo n 23.
parecer que lique redigda do seguuU rao lo :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, DECRETA :
Art. 1." Fica o Governadsr do Estado aulori-
sado a levantar um etnpreslirao ate 500 030t300
appliCiveis a coastrucg&o de um passeio pu-
, Ll co em a t i lade do Retire.
Io As apolices, de 103, 203 e 50D ris de
pequeo foiraatj e ao portador, vencero o juro
animal de 5 % 9 sero resg.tadas na propjrgo
que convit'r uo Estado, dentro de 10 anoos.
2.a O Thesouro e Ooileclor'as carflo en-
c u ligados da col ocago do emprestimo, res
gate e pigamenlo de joro, que s:r fefto anual-
mente aos portaJores das plices d.i 203 e 500
ni< e de dous em Jous anno) aos de 100 is.
Arl. 2." Revogam-se as disposigoes em con-
ttario.
Sala das Comraisses do Senado, 20 Je Junh>
de 1895.
Reguera Costa.
Barv de Nazareth.
1895 -PARECER N. 164
A 5.' Commisso a quem foi p-es nte a reso
luco iniciada na Cmara dos Srs. Deputa 1os
pelo projecto n. 111 do correle anno. de pa
recer que seja elii adoptada nos termos em que
8: a lia concebida.
Sala das om:nis0 s do Senado, 20 de Junbo
de 1395.
Biro de Nazareth.
Reguera Costa.
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO KESOLVE :
Art. 1.' Fica auionsado o Governador do Es-
lado a crear tiesta Capital uinu facul iade de
medicina, despenlendo para isso a quintia a;-
ownrio.
An. 2." Os actos pratcados pelo chefe do po-
der execulivo eu virtude da presenta lei, biin
como regularaenlo expelido para sua execuglo
Caiao drp-:iidenle de approv.igo do Congresso
do Estado.
Art. 3 Revogam-sa as dlsposicO-s em con-
trario.
Cmara dos Deputados do Es'ado de Pernam
buco, 14 te Junbo de 1895.
Jos Marcelino da Rosa e Silva,
Presdeme.
Celso F. Uenrques de Souza,
1." Sjcretatio.
/u/t Anlero.
Suppleute do 2 Secretario.
dias. para qu o projecto volta respectiva com-
missao, aflio de que esta, es'.ud indo devidamen-
le as d fferent:s representarais dirigidas ao Se-
nado, omita a sua opinifio a respelto. -Ermirio
Coulinho.
E" este, Sr. Presidente, o requerimento que
enlen-l deer submetter eonsiderago do Se-
nado, coneideraeao dessa illustre corporaco
de que t-mho a bonra Je fazer parle.
Ella, na sua sabedoria, o julgar como Ihe
aprouver, ficando certo, porm, de que assim
procedendo, julgi cuinpnr ura dever e no ve-
nbo aqui coraraissionado por nenhum dos gru-
pos polticos em que se divide a opposigo aeste
Eslado Tenho aqu serena, Iranquillamente se-
gurado s nente os dlciam^sda tn nlia-Consc'iea-
cu, tratar dos inleresses pblicos pelos quaes
devo zelar.
No havendo quem quelra utlisar-se da pa-
lavra na hora di expedienta passa-se
ORDEM DO DIA
Submette-se a 3.a liscusso o parecer n. 155
que adopta a resolugao iniciada na Cmara dos
srs. Depul dos p^lo projecto n. 131 desia a> no
(orcamento do Estado para o exeroio de 1895
a I070J.
O r. Erro rii dutinio (Nao devol-
veu o -eu oscurso).
Vera Mesa, sendo lido, apoiado e entrando
em dscusso o segrala requerimento ;
Re^ueiro adiamanto la dscusso por tres
dias para que o projecto volle respectiva
commisin, arim de que, emulando devidamei-
te as differentes representaces dirigidas ao
Senado, emita a.-u. opiaij a respT.to. E
Coulinho.
Sr. Antonio Pemambueo : Sr
Presidente, sempre com pesar que tenho de
oppr-me n qualquer projecto, emenda ou re-
querira nlo do rau honrado colleg o Sr. Er-
tr.irio Coulinho.
50* sbsso ordinaria em 19 de junho
de 1895
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francisco
Itixeira de S
A' btfra legal, eita a chamada, verificndo-
se ettartm presenlet os Sra. BarSo de Naza-
reth, Eduardo de Oliveira, Herculano Baodeira
Salazar Moscoso. Albino Silva, Reguera Cotta'
Antonio Pornambuco, Teixeira de S e Ermi-
rio Cootinho, o Sr. Preaidenti declara abeita
a sesso.
Falta o Sr. Serra Martina com participado.
B' llda, sendo approvada, sm debate, a acta
a* sessao antecedente.
51 sesso ordinaria em 20 de junho
de 1895
Presidencia do Exm Sr. Dr. Francisco
Teixeira de S
A' hora legal, feta a chamada, vericando-se
estarem presentes os Srs. Baro de Nazareth,
Reguera Costa, Antonio Pernarabuco, Hercu-
lano Baodeira, Salazar Moscoso, Teixeira de S,
Aibiqfl Silva, Eduardo de Oliveira e Ermirio
Coutinifo, o Sr. Presdeme declara aberta a
sesso.
E' (ida, sendo approvada sera dbale, a acta
datess&o antecdeme.
O Sr. 1." Secretario proceda loilura do se-
guinte %
EXPEDIENTE :
Ura oficio -dotl.0 Serretario da Cmara dos
Srs. Deputadoa remeltendo si is resolugOes all
iniciadas pelos seguintes projectos deste anno :
N 97-Approvando com modificarlo o con
tracto de 5 de Dezembro ultimo para a extra-
cco de lolerias*.A' 3." Commissao.
N. 93-Aulorisaudo a diviso de metale do
archipelago de Fernando de iNoronha, em pe
quenos lotes de trra, sendo arrendados em
concurrencia publica at 15 annos.A' 4 com-
misso. "-."
N. 109-Elovando cathegona de cidade a>
villas da Pelrolina. Bon.to, Agua Prela e Igua-
rass A' 2." Commissao
N. 111-Autoritando a crear-se oesta capital
urna Faculdade de Medicina.-A 5.* Commis-
N. 120 -dem a conceder se um anno de li-
ceaca com os venclmeolos a que ver a re lo ao
porteiro da Secreiaria de Justga, Elias tor-
deiro Cintra.-A'3.' Commissao.
N 133 Autorisando a cootar-se tempe- n.i
anliguidade do jai do Sapertor Ir.bunal de
Jusliga, Manoel caldas Brrelo. -A 3.' Com-
n t-io. '
O Sr. Ermirio Cuutinho: -Sr. Presi-
dente, o projarto de urcnmento e materia im-
porlantssima que no Jeve passar aqui coto a
rapidez das disrus-:s couimutis Duendo isto,
no tenho a pretenco de atser urna nov iade.
E' siraplesraente urna verdade que todos conde-
cen). .
A dscusso do orgammto o assurnptj pn'Q-
cipal da oossa reumao ueste recinlbo; urna
dscusso que deve correr com loda a calma
cora loda a reflexo, ouvindo-se e attendende-
se, em ludo que lr possive!, as parles recla-
mantes
O orgaraento no ple ser aquillo qu6 passou
na Cmara e lalvez tenha de passar nesle Se-
nado. Como est, elle oj deve ter o nome de
oigaraeaio; antes, Sr. PreaidenU, urna contri-
buico lorgada qu 1 um paz conqu stado p.ig*
os s-us vencedores; una conirbuicao de
guerra, no um orgara nto falto em tempos
uortnaes ; um imposto sem Ihanle quille
que os exercitos aliemies, dentro dos muros de
Haris, tizeram cobrar do povo francez.
Infelizmente para a Franca Duba ella frente
do seu governo Tbiers, e nos, desgragalamnte,
nao traos ura Ttitert, era era talento, nem era
illustragao, e seja dito cora franquea, era era
patriotismo.
O SR. EDUARDO DE OLIVEIRA : -Se alinde
ao Sr Barbosa Lima, eu dire que elle o m .is
compelenle de quantos se lem sentado naqu -Ha
cadeira.
O SR. ERMIRIO COUTINHO : -V. Exc. (pira
o Sr. Eduardo i'Oliteira/ que me bonrou com o
seu aparte, magoou-se sem motivo.
O SR. BARlt) DE N 1Z UlETtI d um aparto.
O SR. ERMIRIO OUTLNd : -NSb fago aliu
Oes a quem quer que seja... fApaites).
nobre Sanador magoou-se sera motivo. Eu
no lii allotOaa absolutamente ao Sr. Gjveroa-
dor do Estado.
O SR. EDUARDO DE OLIVEIRA :-Fallou
era chefe de Estado----- ,
O SR. ERMIRIO lOUTINHO :-No fallei em
chee ae E;tido. Disseque nos inelizm nle
no trabamos um Tbiers nem em illustraco,
nem era talentos e nem em patriotismo ; mas
no fiz refereucia ao Governador do Estado ;
nao aia passou pelo espirito, n*ra de leve, a
idea de fazer alluso a 8. Exc. nem a quem quer
que seja. .
Si V. Exc. entendeu assim, declaro que no
tive tal inteng&o. (Apartes).
Fallei genercameute, referi-me a todo o Bra
zil. .. .
Mas. Sr. Presidehte, en pens que a discussae
do ogameotj no deve correr precipitadamente,
nao deve lero impulso das discussOiS polticas,
poraue oella poltica nao deve entrar.
O SR. BARA0 DE NAZARETH :-Mis o pro-
jecto poltico.
O SR. ERMIRIO COUTINHO :-No. Nao deve
mirar. poTica na d.s asso do orgamento do mos volado no ** 6 moraen.o
Estado. Nessa dscusso nao devem entrar as
paixoes polticas, oas simplesmenle o patnotii-
rao, o desej"o de ver progredir esle Estado, mas
progredir deserabaragadamente sem os vexaines
le urna contributgo, forgada pasadissira^ de
que se queixa toda a populac 0. (Aparte)
No me reflro a classes no me rearo anle-
reasea particulares lesados; absolutamente, no.
Ougo o clamor que se levanta por toda a parle.
D;sde o pobre al o rico, o opulento que possue
predios, terrenos, aegoes de companhias, apolt-
:es, emfim, at o pobre oprario, que se alimen
ta mal e veste se mat, todos clan im contra o
grande augmento dos imposlos. (Apartes).
Mas repilo como convm que o orcamento no
>enha urna dscusso precipitada e para que te
io poaaa mais larde nos acoimar de precipta-
los, de pouco refiedldot naquio que diz rea-
ieito aos altos interestes pblicos, eu envo &
neta o seguiote requerimenlo : (U).
Reqooiro adiamento da diteussao por tres
O SR. ERVIIRIO COUTINHO l um apare
O SR. ANTONIO PERN iMBUCO: -Sou porm
a isso obligado, Sr. Presdeme, porque oceupo
um lugar na corarai83o*de o gnenlo, e porque
dei parecer acceUn lo tal qual veto da Cmara
o projecto era discusso e assim cumpre me
manifestar as ra0es que tive para isti.
Nada raais ditficil do que orgauisar um tra-
balho que lo .ha por fim agradar a lodos.
(Apartes;.
Quasi Smpre, se agrada a uns, desagrala a
oraros, e, mullas vezes, 6 necessario qu, par
ser bom, venha deoagradar a uns e outros.
Njo certo, qua ouvimos tjiosas das di-
zer-se que nada se faz era beneficio desta tr-
ra, que nao se laz.-ra meliioramealos em bene-
ficio deste povo ?
Sm, ouvimos dizel o constanteraeate.
Mis, Sr. Presidente, para se conseguir esses
melhoratnentos o qu* necessano?
Ser, por ventura, padir-se aos paizes rices,
opulentos, a Inglaterra, por exemplo, ^pres-
timos que iijs facullem os raeios necessarios
para conseguir esses melhoraain.os?
Cora certeza, no.
E" melhor exigir ou antas, podir a tolos os
habitantes deste Estado, sera distncgao de
classes, qu" concorram cora raais alguma cou-
sa para o eugrandecuujuto da sua ierra.
< Aplalos).
V. Exc, (paja o Sr. Ermirio Coulinho) com
certera deve ter lido o orgamento da despeza,
e deve ler v sto que si irata de diversos m?-
Ihoraraenlos dos quaes s agora que dalles se
cogi'a e para cuja realisago foi marcada urna
verba Ae qu asi ires rail e sescectos contos.
(Ap res).
Para que esta grita, para que se dizer que
este orgaraento u.n roubo que se taz as clas-
ses soi'iaes ?
Qorque razo ?
Si o noble S nador tivesse estulado os or-
gamehtos dos outros Estados, viria que a recei-
ta de todos ellas quadiuolicou quisi, com o
augmento de imposlos pare occorrer a despe-
zas cora servigos que hoje Ibes esto a cargo,
era virtude da autonora a de que gosara.
Si V. Exc. lesse o orcaraeuio dos outros Es-
lados, >iri.i que no Estado de Hernambuco a
receila no se el )V;i tanto como se suppGs ;
si V. Exc. lesse Jos orgamentos de Minas Ge-
raes, de S. Paulo, do Para e m sido da Bafiia,
havia de ver que a nossa recolta est tnutto
aquera da desses otros Es'ad s.
(Apartes do S'. Mermirio Coulinho).
Mas, Si. President'", n in esle augmnt> da
nossa receila nolavel, potquan o esta verifi-
cado qoe no exerctcio passado importou ella
em seis mil e setsceutis contos, e o ornamento
que sa discute orga essa raesma receila em olio
mil e s tsceu'.oi cootos, do qoe resulta um ac-
cresc'nno apenas le 2000 033S3D3 seo lo en-
tretanto conveniente declarar que nessa Impor-
tancia se af-ha comprehendida a qumtia de...
450.003S303, rans ou menos, do imposto de de
cima, que, de certo, oinguem dir que uraa
tnposi.o nova, apenas passou de fazer parle
da receita municipal para a estaduai, por isso
que tambera o Estado vai ser sobrecarregado
com servigos qua os Municipios do Reif e
Olinda dev am satisfacer.
Agora vejamos era que roosist o esse aug-
mento de 150:000S000, na receila orgada, e
que tanta grita lera levntalo.
Foi elevada a taxa de 6 para 7 | sobre o
assucar exportado. Ora qoera qulzer estudar
a nossa legislago a luaoein, (o que de fado
no e urna cousa agradavel) encooirai o valor
das laxas a que eslava sujeito o assucar ex-
poliado e coohecer* que j houve exercicios
em que sominadas as ditas taxas, geral e en-
to provn ial, o assucar chegou a pagar mais
de 7 |. e portanlo hada ha que autor.se a con-
siderar se essa elevado de lu como amas-
sillo a Dropriedade agrcola.
Quanto ao imoosto territoral* que dever
ser cobrado sobre todas aa propriedaies silos
nos municip os serv los por estradas de Ierro,
por oavegagao fluvial effecliva ou ma-gem de
estradas de rodagem, sem duvida alguma un
imposto novo, mas ninguem pode serium nte
contetar a necessidade de sua creago para
ver se assim obtem-3e um cadastro regular.
De raais anda na nossa legislago se en oa-
tra at rm leis orgameotarias autorisago ai
Governo para iniciar o trabado de organisagao
de dalos precisos para a cobranga e codela do
imposto territorial.
* E' preo so d zel-o concordei eom a elevago
da taxa sobre o assucar exportad porque no
orgamento da despesa e nos projectos que te-
dos inleresses da agricu tora.
OSR EDUARDO D'OLIVlIRA :-Apo\ad.
OSR. ANTONIO PERNAMBUCO : --Pisemos
lei ele raudo o auxilio para con>trucgo de usi-
nas, facilitando atstm aos agrtcul ores o aug-
mento da proJuogo assuiareira ; con ederaos
imprcslimos e garanta de juros a estradas de
ferro como sejo as de Tamandar. e ftiab*
finalmente cousigoaraosicreditos para consf dc-
go de estradas de rodag m. Para cooJBJUlir-
se tudo isio necessarte que aquelles qoe vo
auferir vantagena com esses serv coi agUern
mais alguma consa.
O SR. EDUaRjO D'OLIVEIRA :- Cettemea-
eO SR. ANTONIO PERNAMBUCO :-Op0-
to territorial exclusivamente destinado a con-
servugo de entradas ponas e canaes e a n.o
dida que o seu producto foi augmentando ira
s-ndo redusido ode exporlago.
OSR DR. ERMIRIO COUTINHO :-0 nc&ra





>-*.


I

im



litarlo de Pe mam buco Sexta-feira $6 de Jullio ce l$t*5
candidatos do partido republicano e a tres do
partida calholico.
Na poca legal o novo caris.Ibo reuoic-se para
verifi'acao de poderese nao pode foneelonar por
(alta de ou'nero le.al, porque so comparece:am
cinco por estarem dais coco assecto na Cmara
dos Dtyatadoa e recosaram se a comparecer tres
C'.ttlOltCOB.
Consta que estes tres riierarn <>8sao clandes-
tina em casa part alar e verific. ram os refp ;(
vos peder* cnamaodooutroj mecus votados nao
dlplomadrs, cojos podere foram igualmente rr-
coobecides e bem asaltn os do intendente.
Este coTununicoB no da 13 Societaria estar
em rxercio, de sorte que o municipio da capi-
tal asjim aa.acba cota goterno-era. .uplicada :
un legalmaote coostitotdo e ootro oSo.
Oa empreados da Secretaria da Ioleoden-
c!a reco-aram se a recoo'j er a anioridade do
intendente Felicsimo, allegando que a toa ln-
vestttBra nao foi revestida aas formalidaaes le-
gae?.
A"Saere'aria acha.se fecnaifa. O intendente
pretende organisar out.a em sus casa, com tm-
p regados no vos.
Ignora se anda qual a conducta de governo
que est ligado so partido ratbolico.
Consta que vai ser inslaoraio pro:osso contra
ocooselboeos I tendentes illegaimeute consti-
tuaos por cicoo de osurpacao te fuacgOis, con-
omeo ariiso li do Coligo Penal.
Rio Grande do Sul
coiitranou
Senador muito versado n'es a questao e sabe municipal reuni se e expedlo diplomas a sel o
?erfitamenle o que transposicao de verba. "
OSR. ANTONIO PERNaMU O: A tran-
sposicao de verba f pode darse em virtude
de autorisagao legal poitinto se lal acoule-
oer em essa aatonsacr, ssra abuso que, es-
pero, nao lera lugar. Agora passaret a Ira ar
da parta da receita sobre a qual tnaior escar-
ceo se tem frito e que refere-se as iraposgo's
sobre o commercio. Creio que foi o qua des-
pertau maior attengao ao moa honrado collega.
J disse que senta me c-in eiubaragos quaudo
tialia de refutar e contrariar qualquer opimao
de S Exc nao porque assira procedendo dei-
xe de respeilal o, raas porque vejo-me obrga-
do a nao acompanh! o.
O SR DR. ERM1RIO t'OUTINHO :-Obrig*do.
O SR- AN IONIO HERNAMIiUCO : A classe,
comraercial, cuja respeuabtltdade nao deseo
Qhego, sem duvida aqu.lla em que o interes-
se mais praiiomina e por isso vemos que foi ella
a que maior gri a levanlou Marca do augmento
os respectivos impotos.
Para provar a sem raso dessa coleuma prio
cipalm- uta tratando-se do commercio importa-
dor basta saber se que nn existenciado im-
posto de gyro, depois de iodusiria morca' til
se conmrercio pagava parto de 1,100 0003003
rs. Ora se conouasse o dito imposto, que era
juasi em sua olalidade. sobre o valor offlcial
urna renda superior a doua mil coiilo3, inuit-.
mais do qun foi exig do as tabellas A e B.
V. Exc. talvez ignore qua liavia armazem de
fazendas, por cxemplo, que no flm do ex bra-
cio linha paga de imposto de gyro raais oe
OO.OOOSOOD ris e agora nm se exige desse
mesiBo armazem era 10 030S000 rs.
O i DR. ERMIIUO COUl'INHO d nm aparte.
O SR. ANTONIO PERN \MliUCO :-0 impos-
to sobre Uvernas d em resultado pagar cada
ama dellas, no casi de ser a quoU igual para
tolae; menos de 2003000 ris, p^r iasj qna exis-
!eai no municipio do Recite mais de 500 laver
as e na tabella flgura a mportancia de......
100.000SOOO rs. para todo3. J v" "que o ira-
nos to nao e exagera lo pois um a tvogado que
muitas vezes nada faz paga 100S000 rs. e V.
Exc. pela sua praiissao de medico paga tam-
bera 1O0S000 rs.
O Sr. V: ERMIRIO COGTINHO:-Est.u con-
formado. _
OSR. ANTONIO PERNABJO:-Pois benJ,
ae to ios ivssem o trabalbo da estu lar e apre-
ciar com c Ima o actual projecto orgamentano,
veriam que as-recramaces irao passao de urna
u vuniade con r< tudo quanto nao der em re-
saltado maior somraa de vantagens para aquel
es que sequeixo.
Estou certa que da parte de V. Exc. nao ha
nroposito defazer opposrgo sjrsiemalbica ao
hoIpcIo e conliado no sen carcter vejo que
esta (azendoqaesto coovencidamentf, vej > que
ao levado por espirito de opposigao, pelo
coolraro sei que esta possuido du boas nten-
jOea.
Ao Ilustre Senador o orgamento
ist me -
OSR- ERMIIUO COLTINHO, V- 1
mal informado.
O SR- ANTONIO PERJAMBUCO... produzo
wna ceria- seosag o porque S-Etc. nao o es-
tudou roais detidamente.
O Sil ERMIRIO COLTINJO Est estuda
do e muHo estucado.
O SR ANTONIO' PERNA.HBUC0 : Com
franqueza diga :- deseja-va que o orgamenio fos-
-se ainda mais modesto ; norem como podere-
aos ere xar do attender a tintas necesidades
publicas, priucipaliuente seuao tdososdias
aocuaaioS de uiua' forma acre por nao satisfa-
- sil-as 1
& preeiso portanto mo?traT a estes que nos
' aecusara que nos o qoequeremos 6 en^ciar
sste Eado, o que temos em vista o bera do
povo; procuranuo facil^ar-lhe todos o* meios
oara instruirse, creando escola de errgenbaria
d metlleina,-animando as artes com a crea
5*0 de urB'Coiiservatorio.
Deojai8 tiragnem- ignora e V. Exc. o sabe
perfeitamente que a instru'gao primaria teado
tmo a cargados municipros- toroou se quasiJ
milla e por conseguinte as criangas habitanies
(tos munic rno* principalraente -da interior, fi-
Caram privados da educaco qtn esperaram re-
beber.
Para ffbrir e?a grande falla que-considera
ialvez a-mais prejulicral para um p>vo, encon-
ra-*e no orr^amenio urna verba de 500 conlos
is riis.
(.in reiag5o-aos memerairreDtos malenaes
eocontra-9" tamrwra verba* para sat:sfazel-o.
Un entreant urna vjrba que 6 exactamente
jqxellaqoe prvoecupa mais a aitengao dos ad-
versarios do (Joverno, quero (eL-nr me a desu-
aada f>rga-publica.
Nao obsante reconhecer que rrao lla lao
xagerada coro'> se suppOe-, ttesrjav-a conforuie
v* di-*e aqu urna re que ella fusse-muito re-
batida ; mas para isso era n cidaiiao se convencesse que devaser ora patrio-
ta, etiaoqu* osen papel na socirdade era a
*! rebellar se seumre contra os pnneipros da
autoridade.
E' por consegoinia imprescendivet a torga
ara faz r-se re?pitar a le e coagir aos cida
osacumprirein os seus devereg.
-- So instrualo se o- rajchlade. tazendo se-lhe
c;oprfhenaer quats or seus deberes de c.da-
410, afinal cnsinaitno-se le a ler que se po-
ner nh-angiro soblnue dniderattnn Ue reiuzir-
se a despesa cora a forga publica a umaverdadei
Ta-irwigniricancia. I
Agora pargumrr eu como fe pole salistazer
todos esses melttorarn'ritos moraes e-matenaes,'|
sea-o ex-giudo-se -dos c dadaos um pequenj
acrifico ?
Por exemplo do commercio que prognde,
o grande sa isfagao nossa,- du urna maneira.
esoaniosa T
Tenho certeza de que talvez bera cedo todos
cuantos le-nr levantado griti eontra esse pra-
>ecto renharr. dar p-irabeiis ao Estado por ter
com nm pequeo sacrificio- da parte dos contri*
-ijuintus. conseguido eqwiparar-ee oi-flwiriora-
- -mentos moraes- e -aialeriaes aos ou ro Eitados
mais prsperos.
Sr. President, deve sgtra apreciar o reque-
rimeoio doUenrado- senador Sr. Enairio Cou-
"inho
Sioto muito nao poder dar o neu voto em seu
:tvo:
Pens quea comniissio j estudeu convenien-
'eHenf, examirtou- -deiidamente-o orgamea-
*.a quando tjve de-sobro elle dar o seu parecer,
e nao tem mais necessida te de revelo.
Lma demora de 3 das aera demasiado lon-
^a ; prejudicial porqaanlo, pelo ari 1" do pro-
jecto, venflea-se que o orgamento deve come-
Car a vigorar no da Io.de Jolbo prximo.
Ora, comprehende V- Exc. que demorando
-riis 'Jou 5 dia, entra o exercieio novo e os
3ao temos argamento para regel-o.
Qnem conhece pralcamente os embaragos
com que lula a Fazenda PuWIca, quando o or-
jmenlo nSo votado no perrodo determinado,
-.So pode cru^rtosamenle v tar por um adia-
ment desta nalureza.
Em principios- de Julho, sanao i r publicado
juanio anlas o orgamento ser regulado o ex-
rcicio novo nos pnmetro das.por urna legis
lacio diversa daquelra qua ter de regular o
reto del le.
-- Portanto, vista desta razo que acabr de
dar alem de outras cons deragdes que &'., deri
!a, com muito pesar.l de darjo raeu voto pelo
rrque rimen lo do icbrtSenador o Sr. Ermirio
Coutinho.
O S. EDUARDO DE OLIVEIRAe outraa Se-
aBdori"3 iMuito bem muito bem.
O Sr. Krmir.o Coutinho:Nao de-
- volveuo seu drscurso.)
O Sr. Barao de Naeaw tli: -(Nao
levolieu o ten discorso.
Euc rra se a discassao do requerimeulo a
procedendo se votagio 2regeilada.
BELIGIO
ESTADOS DA tlliO
SUL

Goyaz
Nao tendc-! a Cmara dos Depolidos reunido
o doo passado, o prta dente p*orogou o orga-
aiento.
Reuotndo se este-aono a referida Cmara
votoa as leis de fis^Se de fjrja e a orgameo-
tarta em 30 para o S. senr'stre do exerciclo
O p-esiden'e votou as- por roconstitacloaae>,
listo entender que sendo'sonmea. nao podiim
en caso algum sur votadta por om semes're
A 12 de Juabo a jonta aparadora di eleigao
O soverio do Estado receben commaoicag6e>
de que os grupos de federaliaia* que tcace.am
do Alto a> Taquary, fjram ao mautclplo de S.
Jofto de Montenegro ebegaado at urna legos de
attasela.
Dabi leva am m;i- de seis^eotas rezes e mul-
l cavaibida, perleoceote ao '.euente-coronel Nir-
isu Garca T'i-to Qaadras e outros.
D.zem a cjmmunic^gej que os revulloEO ^Ko
em direcgao ao- municipio de Triompbo,. cea o
tatemo de autm -rilar a provisao de gado.
Nj dia la do corrate, aoniveraano da pro-
molgagSo da Conatltoig&o do Estado e da tomada
da Baanlba est.v.-ra n erxbaooeirados oa edihcios
pblicos, que illominaram a noite.
O coronel Pabtaleo Tells de Qjeiraz li-
aba viodo e Porto Aleg-e.'para Pelotas aflm de
levar para all a brigada militar do Estado, a re-
qul.ng) do prudente do metmo qoe disfeofiu
para a meama brigada as vantagens de campa-
nna'que Ihe eram concedidas pelo governo da
Uoiai.
O^ge-ieral Ianocencio Gilvao elogien em b i-
Ibarjteo-dera do da a uigada, pelos relevante?
8ervtOS prestados Repblica, auxilian lo pade-
roaaoaeote oexercuo nacional no empenbo para
que (ri-ropbaese a legalidade.
Assumio o coxmndo do 6 districto mili-
ar o geoeral Meooa Birrelo.
-> Na rrdtce oo R o Grande estar em orga-
nw gao orna io npantiia com o o de faier ao
qaisigSo do vapor Atayde,* aotlgo Pirany,
que passa a denorauir-e Sultao. ra-a faz--
1-3 empr-gar na carreira emreo Ro Grande, Pe-
l tas e Po'io Alegre.
O eapltai ra Comninh a de 30:0004, dividido
em 150 aggOes de 200j cada orna.
Foi ma'to concurrido o enterro do Dr. Or-
lando Faro.
Comparecern) io sahimento o Dr. Julio da
Castilbo, presidente do E tirio, o jala seccional,
aivoea a soc'odade ric-grandens".
Foi de ig'iado o di' 9 de Agosto prximo
oara a eleigao de depaiado federal na vaga liber-
ta pela renuncia do Dr. Abott.
T ata-se de laudar em Porto Alegre um
erando Cu b da Guarda Naciooal.
Occ pa-a nm edificio do centro da cldade. com
accommoiCOes para .as secretarlas do coman-
do superior e dos corpos.
Tera sala de leitura. joraaes, etc.
abe-w tjn? o5r. honrado- Heck, ajudante
deordens dosHntraote Saldaoba, deelsrra nao
ter dito, como-lhe foi at ponido em orna noticia
-da -fronteira, qoe o almirante Saldaoba sutei-
dou-se.
Bste, lo eontrario, accrescen'on e le, apeoa-
8 du cvalo, faz mo frente ao inimlgo.
Ni etpttal o fri tem sido Intenso.
O ioiende-ite municipal da capital resol-
veo ven 1> r em publico leilot parte dos terrenos
diiDTtriho ivo li ha pon'o iptypd de-carjla-
dos pela familia do Sr- Vlceate K. tu'.
C-ia o-prodoctj total panera eer raga a divida municipal qie de
1.IC0 conloa.
Parece que vo ero camtnho de grande prospe-
rilade a< floaneas rtaqmlle mooiciflio.
Os joraiea de Bige no'iclam ter sido dif-
p -osado do servigo militar o geoerit iuflorario
Elias Amao emandado subseiter a conseibo de
toveitipagao.
i Sabe-8 que. p lOltvelra. qu* eutamandava ana piquete que tora
araximamenteteun descerjerta ale os campos .do
cidatao Jusa Ka-la Lopes Patcao, foi preso o
Moor Vctor. 40a aadava.com a forc,i de Ap
,paricio Saraivj.
Era aleUra que (nvnmaj con easi mea3r,no?
arient'.a alle.do segoime :
..Caama-se Vitor. M)-J"sto Vieira de Camargo.
. Tren i4 aaaos. da-idade e fllrio legitimo do
cabo da tui'da nieimai Pedrj de Fre as Viei
ra.de G^nargo, maraior em S. F an i ico de
Assit, cq le colman 1a a ama pjlicia arganisa-
da. (telo nij r Joo Licaues, per encame, for-
ga do teoeaie-ooranel Pedro Machado.
.Vctor foi feitoprl'ieoeiro.no du 28 de Feve-
reiro ultimo, no Danhaio-da .Cinza, n i Vacca
coa,-na Serra do Ctver, qaaode, viuda de
Sam'Anna, foi.alM batdo o co'ooel Simoao
pela io'C* da Aonartcio. Calcla qoe a forga
actoal .cesta atoge a 1.30.) baneas mais ou
tMOi, estando aaito mal maia la.
Qarf possneo acmam-Q'o v-rudo, mas.que
muito pooca manlgio existe; aveado -pragas
que .apauas'carregij 8 a 10 irtuchoa o saas
bolsas.
Disse o..1 rn-.r>:na qu' Aapari :1a fez do lagar
dea ominado Erej;aba, as fraateiras de Big
do Estido Orieatal. foi apaaa realzala cam o
Jim daaocUiana aaaeaeem de troaaa de gados
arreb'Qiiadus aqu naE>U1a-por loca.Tajares
que os iransporioa para o E Cdolloua o arrasanhamento de gada no
muaictais de S. Jobo de Mouteaeg-o, segundo
telagrammas recebidos oa capital, dizaodo
mais ea u-m re :rut.menta e apsUionam varios ctda-
dios
Achan sa apootados como praticaudo esses
icios contra-ios o armisticio oaclufsa feiera-
istas Alfixiodre, Jiaquim, Aioibai, Carolioo e
Ev*r:to B-abo e Zca Ferrsira.
. A Federando- menciona ainda, por commoaf-
uagoea, positivas aaqoes e morticinios, por parte
dos rebelde-, i eombra do armisticio, em Santa
Croa, Lageado e oolros pa tas.
- De Pe.otas dizen qu- estao se pataa;eaa-
0 p-nihes de ameacas i Rjpubltca es effeitas
da coofereocla para a aacicagaD.
Rafael Cabeda. o connecido gasparista. Ins-
pirado pelo? rebilde'declarou aoertamsate a
oaspicoo membro da partido republicano, os
insurrectas ftze.ro qaestao da iitervengao da g).
verno feleral, para que seja revogada Casa*-
inga > da Estado e se coasagrem os principios
oarUmentanaias.
O partido repabtleauo, uar seus cuefas aoto-
risados, declara desde j sotemaemeote que
resistir* em todos o* terrenos ao aiteatado i
or-iem cinstitucional.
Es Pelotas, oa mei-i* Janhj prosmo Ha-
do renden i iesa de Rendas do Estado.......
170:709*951.
A Mesa de Reodas Alfandpgada deesa cidade
irrecadao 00 mesmo mez I04-9253I
No mesmo periodo foi recolnida a Caixa Ejo-
nomica que fuoeelona junto qoella repartigo,
a qoantla de 79:570*Wi.
__ A alfandega do Rio Grande, renden no
mes flaUo 803:359*951. '
Em lgoal mez do sboo passado 273:8S9W15.
MitS agors 9:i70|136.
A mesa de rendas arrecadon 177:591*815
Bm lgoal mez do anno passado 101:196*997.
Mais agors 7:J9#85i.
A renda da agencia do correio de Pelotas
na mez de Jaobo olt mo foi t seguate :
Venda; de sellos....... 3:000**90
Premia de vales......... 16*800
Receita eventual........ 1*250
' mi 1
Tetal 3:018*540
rerguntas resipeitoaas dirigidas a
11111 nainiatruda Kgreja Evangli-
ca por um neuphilo da mesiua
Esjreja.
(Continuaco do n. 166)
Pt-rsUQti segunda
Os meus velhos correligionarios dlzem que a
razao daate vosso silencio porque nao vo?
atrevis a expol-os em sua nades, com receio de
serdei tomadas, s podralas pels geate de boua
eenso.
Eu oaouuere-ia acreditir tanto ; poroi 03
trechos cnados de actores losuspeilo?, me levam
a crer, qoe, senil em toJc% ao meios era pane
verdate o que dizam os mpi-i.a. Que me
respondis, honrado Ministro ?
1'aiveitSje oigis C03i o conselheiro Piank
que haveis r g-ita 10 serneibiote doutrina, e que
< teeua bavido multas qoe sa tem esfO'sdo
Inu lmenle para Mrih'ar a historia a re. p-ito
das cooiC(,6;s de LotUeo *;(5).
Pois seja, honrado P sior, pa 6 n dize:-m->
com que auton-iade podestes rejeitar essa doc-
trina?... Seria acaeo porque tos a jaUraetee
iuvengao humana ? !... Logo os nossos faodado-
rs nao terlam sido luspirados I... L g-huma-
na invengao seria a nosffi Sania Rjfjruaa ; "or-
que a ve-nade, sea lo um, e eterna como D os,
de que a diuaaua, nao admiile alti-rajio oem
para mais oes para meooa !.,.
Seria por ventu-a porqae vos julgaste edm
musSc para leso?... Porm, meu honrado Mi-
nistro, confor tic acbirnos de ver as paiavas
dos nossiltU8'.re Patriar:ha aerma citada, una
missao desta oaluez> taai tanto ou quinto du
extraordinario.
Temos pois direlto a tos nep?tir : tMestre,
queremos um sigaal.. que noaiirovo a teraci-
dade de^ta mlss'. Sa nao tendas seaouma
simples revelag nao vos coohego, repetire
com o grande homem.
D.zst-me msia, boarado MiQ'stro. que.u fo.
que se esforeou 1 iU.i mente psra fals tirar a
nisloria a resp. todas c-civi-^Oaa de Luf>9ra,
como 11 o D-. P-aok n.s palavras c adas ?
Se me fosse penunudo, vos dina coaa-tod ) o
respeit", qoe no meu fraco entei ier, os papis-
tas nao poleriim tar sido,- porqae, -ando e
loatMoa extrahid das ooraa dos uoesos r^-lor-
formadorea, imn-tssae siuda em vida del.es, se
os papistas as i-e. s;m viciado ou de qualquer
modo alterado, esses santos Varees teriaua re-
clamado, e devenamos ter nuticla destaa isala-
sjfiej.
Entretanto, nada oosla a respeiti : ligo se
pode dizer, qoe os papistas nao foram. E quaiu
foi ento, boarado Ministro, eenaa os meemos
protestantes, que, tlaacando mao do me o frau-
dulento de riscar* das obras do. Patriaren 1 La-
ibero essas pas8?geos obscenas e entras etT-it atada mais percieiaeo. conforme diz o D .
Kern aas palavres que citei i pagina qalze
ram deete modo pd; um paradriro a en heole
dos i es e dos crimes, qu-, excitados por e;-
sas doutrinas, tentavam alagar a trra t i...
Sim, h orado M.oistro, seria eu por demais
inu3(o fe quizesse euppor que os pr. tes au e.
de boje professem em todo o itu rigor a pu a
doutrina i.osoossos fundadores.
Hoje, entre os protestantes ba caracteres ho-
nestos e boorados, virtudes estas incompativeis
com a citada dentria?.
Nesse tempo, (quero dizer 00 principio da
R-fo-ma) o nome de protestante era j. o reo
de salteador que o mesaao que matado*, d.z
Gailberme Cobbet (6) e coafirmam oa outras
Historiadores nrotenantes^os mis imparciaes
como sejam Maoiei, Scbrockb, Fm-Wnliau,
Pian-, Arooli Kern e oolros. E como po.'e-
riam deixar de ver esses tristes effelto*, quando
nao os pode deseoobecer o propr.o Lutbe o, o
qual, ecreveodo em flm de Jj'.ho dfl 1545 i soa
amada Catbarina Ocre, a exbo'ta a fugir S*
WtitexDerb por causa de devassldo, que alii
reioava : longe, lnge, Ite dizanda ceio de
ladigoagao, ioage demim essaSadomaf V.va-
mos auirs co'aiu nmades, e senda necesario,
me litiguemos o nosse pa de pat 1 em paria,
antes que acatiarmos os ltimos dias da oossa
vida entre as lo'turas, que faz s.il'rer s vista
de tantas deva.sidOea e ce la grandes escn-
dalos .
Ora, amada Pasto-, se. o ll.uitre Patrl.r.ha
lauto diz a respailo do sea querido Wittemoeg,
bergo fia nossa Santa Reforma, que se devera
d zer dos uu'.roi lugar, s aonle fo. esUQelect-
da?l...
Cssaaon, bo seu livro olilulado Ta'p.tado
omutum torpissima e: nocenttasima. livro que
elle asignou agooisiole coaa eaias palavns :
inus Casmannus agonlsans e na coniextu
n cbami seu itvrs postbumo, diz que a ci-rup-
gao geral tanto se ttoni elevado, qas o vicie,
fosse de qornatureza fosse, nao era mais reco-
nheclda como tal.
E aqu algumas de suas Dalavras : A de-
vas^idao, diz elle a pagina 27, nao nuis cod-
s.derada como pec:ado; e que digo :' A ha
qnem nao se envergonce de defender-o publica
mene I A Inudeiidade tO'Oou-e objecto de
gracejo ; e eaa aqoellea me-mo!, que teeaa as-
sent nos nossos tribumes, nos nossos conce-
ibos, Gas cadeiras das rrossas FacuHades Tbro-
loeieas, e teem as mos as redeas des altos
uegocioB da Repuolica. que mais frequ^oteaaeo
te bb tornsm culpados ueste crime. E ox.l
que o tois anomiuaval dos vimos.. ofta
estlvesse derraaaado at entre squelles qus ee
dizeu ebefes da nosea Egreja, e loberanos di-
rectores da relU'iao e da f christa ti...
Cono veles, meu amado Pastor, nada tenh
qne zccresceotar as palavras citadas. Ellas no.-
dlzam indo; porque ee os vicios mais torpes s-
lunam asaeohoreado dos memoros da.mais alta
socieiade, das- pnaaeiros fnnecioaari, s punir
eos, do mesmo alio Clero pro-estaoie. fcil 6
conjeturar o estado de desmoralissga) a qu-
imba ebegado orestodopovo !f... -E om* dou
tnaa qoe produz frusto lo peruiciosoa e tao
degradantes para a natureza humana; poie-se'
ft cUsmir divina e por consegatnte considerar
sons amores como inspirados po- Deas ?
R'opoodetTxe, honrado tHoisiro, porqae, com-
qoaoto isto repugne furteaaente i miuna cuu-
sciencia, todava se me coaveucerdea da diviua
instituigao da nossa Egreja, estou resolvido a
permaaecer nella at mesmo com esacriticio da
minha vida.
Kscueado dizer, que o rpido estadera-
meato da nossa Saota Reforma nao f.6Je servir"
nns de argumento-para aosirar otea iQltr.ea-
gao iviaa un 11 fav r.
E ca verdade. boora 10 Ministro, como pode-
rla a nossa razio recoohecer orna a ca qualqaer
sobrenatural no estsb?lecinento de orna reli-
glao, qae Uvraodo o nouaem do jugo de toda
le, eolia o freio mais torpes paii-ia, >
eoncedendo ac -mesoaa Uomem urna iibardade
i>limitada de as. satisfaxer, saalilia alada os
exceasos abomtaavela, que tamos visto ?!.
C msideraad a natural couapgao do bomem,
e mais ainda, a que retnava quanlo fo enveta*
da a Reforma, o ra rap do esiarjelscimenlo ao
tem coosa algima de extraordinario, e multo
menos de eobreaatoral.
E dizel me, amado Pastir, teria sido nica-
mente pelo meta da perssasao, qua a nossa
Santa Reforma se estab-le:eu 7 OaviBds-vos a
v>, e aos vossos collegas fallir to frequsme-
mente em toleranctz, deve'iamos supp^r qa--
slm : porm lendo os nossos mata%rulttot)ais
tortadores, somos foreadoaa crer o contrario.
Com effelto, o protestante venias Collier asse*
gura-nos queos novos degmas for im esciae*
cidos com plvora.das gcaaadeiras, e prava
dos com os morteiros e canhO-s (17) ; eom-
bra citado Gu Iherme Cobbet assevera qua
toado sido 5-rada a Reforma por aaaa. las.ivu
bestial; dada a los pela hypocrisia e peraia ;
foi alimeatada com ro' os, davasiagon e r.os
de sangue (18). E se nao vejamos, nonrado
Ministro, oomeeanao pela Inglaterra.
Dizerme, honrado Pastor, qoal foi a causa
de serem decapitados os celebres Thamaz Jioo.
re, o Bispo Fisher, e a Coudessa de Salisba 7,
tio IIlustres por n?scimeato, virtudes e saber,
como ooofdssaoa os meamos protestantes Heok',
Mullir, Sebo kb, Fitz-Wlii;im e outros?
Nao podis oega que isto teve luar unica-
me ite por oio terem quarid estei Varas ace-
tar a nossa Snitn R.-forma.
Pala mesma razio, diz Cobbet, o Prior dos
Cartaxeaem Londres, Joao Haoghtonr, foi en*
foreado, e cortando a corda pela qua I o sus-
pen:eraoa a forea, deixarara-no oabir au a
t va, rasgar oaltn o hioito, arrancaran-Ike as
entraosa e o coraban, qae deitaram atada pal'
pitantea n'uma (o.ueira, oortaram-lbe a cab -fi'.
dzeram-ibe o corpo em quartas, e depais de en-
gatados, foram estes suodivididos e pandora-
das em differanles parl-s da cldade (19) :
Sem dunda, atim de que, em vis a destea sr-
gumoatos de persuasn, o poro catboli o abr .-
oasse mais espontaueamente* a Santa ftefor-
ma II...
(OOQli.)
Historia dAirigero-da Riforma, val. II.
nafta X, g 291.
(15)
ft6) b. clt. c
(17> CollierKoodametoi para o restbala-
lioeuto. pa^. 166.
(18) Obr. clt. Cart. 1 4.
(izVpnr. clt. Ca-t. III, Jg 96 e 97.
-s-
WSTAUi PATiA
A
figura de pedra da casa n.
Ul da utiliza rea da Cruz
e a leuda popular.
E' este 0 trabalho do Sr. major J.
omiogues Codeceira lido em sesso do
Instituto Arche ilgico a Gaographico Per-
uainbu ;ano em eassao de 3) d<* .Man;
ultimo, e do que faz uieno a respectiva
acta.
Foi sempr; tradigo antiga a legenda-
ria neste Estado que urna figura de pe.
dra, q ;e ainda sa cou-erva collo.ada em
urna especio de nicho, na frente da casa
n 64 da antiga ra da Cruz, roprasenta-
va o emblema da antiga Capita.ia de
Per^ambuco.
vado por essa crenja popular o nosso
illustrado coeatadano, An on:o Pedro oe
Figueiredo, de saudosa memoria, ao du-
vidou, quaa o no anno de 1857, escreveu
urna serie de rticos no Diario de Per-
nambuco, em forma do folhetiu, deno-
minado Carteiraafianar qua esia fi-
gura, que ainda all sa v colloaada ness
especia de nicho, iudicava ter sido essa
cana primeira qua nassa bairro -ehavia
educado, e a figur representava o om-
bl'ina da->ntig Cipitania de Pjrnumbu-
co, aioda que teve a cautallada dizaq.e
essa tradi^So p pul.r nao se fuudava era
r.iv- alguma histrica.
Voltaadj sjbra 1 masmo assumpto, no
Diario da l' de Outubro daq ieUe anno e
1857, di-sequ' essa figura, tem na p rte
superior urna inscripcio quasi apagad*,
e qua havia sido desfigurada pelos p -
taguezes depois da restauraco do domi-
nio bollan iez ; porqu nto, na planta dest i
cidadj, que vem na obra oe B r'e z, ^e
v representando esta Capitana, um vulto
da mulher, teno na mo direita urna
c*nna de aist-car e na esquerd* >m espe-
lho, syoib lo qua a uidad Mtturicia le
dera o seu fundidor, o Canda Mauricio
de Nassa 1, e auj, nao q terend > os co 1-
quisiador-s cousetvar aqualle siga ti do
doaainio hollandaz, figuraram da do-lhe
as feiso s varonis, que hoje representa.
Esta notioia deu logar que o finado'
Dr. Joaiuim de Aquiuo Fon eca, v essa
pela imprensa contaataado q e essa figur
domappade Barleos tenh* i.a maoesquer-
da nm espelh, quaado urna fouce que
ella tem uessa mo I
lato dau lugar a que o illu.trado autor
da carteira, quareodo p6r lermo a cor-
teada, e tirar lirnp a verde se reso -
vesse a suhir por urna aseada a' chegar
fig ra, e ahi copiar fiel e litt ramente
a inscrip'co que alli ex ste na parte su-
per.or da mesma figura, em hollande
antigo, a le .-and) a effeito o seu in ento,
se dir gio com a cop a da inscripjio ao
Sr. Brander a Brandes, qu a essa tempo
exarcia aqu o lugar de Vice-Consul da
Hollanda, o qual teve a bondade de a tra-
duzir, dando rile publicdidi na reeriia
carteira, tanto da in cripcAo como da mb*
traduco que a segainte : Jacob Bin
ek jeuaemt Jacob o meu nome.
Ficou de de e ta > liqu.do, que essa
figura nao represen a o emblema da anti-
ga Capi an a ds Peroambuco, oun t
en'ao era creasa giral, e 8 m qua ella
exprimi simplsm-rnte urna entidade de
nome Jacob de coja dofinicao adianto tra-
ta>ei.
Nao h por conseguate razSo para o
no ao illustrado conso io o Dr. F.-anc co
Augisto Periira da C ata, vir ainda h ja
affirraar no seu trabalho, que corre im-
p essa no u. 46.da n ;ssa Rev staA In-
quis'iQao, sua iuffuencia em Pemambuco,
que ees -. figura de pedra representa a es-
tatua de S. Thiago I
E t>nto mais almiro, porqae sou o
primeiro a reconheoer o seu me iio na
persevarancae paciencia com qia p-ocura
fazar escv*50es nos noiaos araaivoa, que
taota luz nos tem tr zid para o desco-
bri ment da. verdade. hiatorica de nossa
patria.
. Tambara n&o.-exacto que essa
a. 64 ti?e:sa se-vido & synagrtga
Judeu, como ainda afianca o no-ao i lus-
trad) conso.io nassa seu trabalho, e muito
menos qua foss esta casa doad* t>elo
a.-neral Barreto de Menezes a Joao Fer-
nanda! Vieira.
A casa que servio de synagog* aos
Jadeui e que f .i doaia a Jo2o Fernandos
Vi ira n&o esta a a m aquall* que hoje
temon. 26, situada na meem ru, -
qual seach. reidifia.da, em cons-qunci*
de ter aido a primitiva devorada por um
incendio.
Nalla funeciona ac ualasenta o Banoo
de Crdito Real do Pornambuco.
(T]A noticia desta casa e da doacSo que <>
Genera Barreto de Senezes tez a JoSo
Feraaades Vieira, consta do iavent-rio
doi predioB, que o hollandezas ed fica-
ram neata cidade, duraate o seu dominio
nesta Es ado, inventario, que corre im-
oresso por autorisacao do poder legislati-
va proTiocial, no qual pag. 5. se v a
decla'as&o de qua foi essa a c>sa a que
aurvio desynagoga dos Jadeus, contindo
a seguinte ve ba Esta casa cima se en-
treg-iu ao govarnador loo Fernandas
Vieira por urna provuSo passda pelo
Meatreda Campo General Fraacisco B.r-
reto da Menezes, em nome de Sua Mages-
taie, como c asta deate livr folhas 216
e possa quelhe deu o tabli&o Seba>tio
Torres, da dita casa om 23 das do m--z
da M-ia d 657, da que puz esta verbt
em2l de Fev:reiro da 659 Luiz da S-
queira.
N3o poda haver aaia^utais claro e po-
sitivo.
Acasnn. 64_]dessa ra que toiafi*
gura, de pedra, tambera se acha descripta
e reiacio.ada nesae inrentario a pagina
11, e consta do seu iancaaiento que fo-
ram fabricadas de novo por um F amengo
de n m 1 Baire, e nalla sa aquartellou
Joao Pe nan es Vieira, bem coobo a de-
edaracn seguinte :-*Estas Tusas contidas
neste termo sa eatregaram por o.dem do
ca-a
dos
Provedo- da Fazenda o Dr. Simao Al ves
de la Peihi a Joa de Oliveira, por jus
tificar serem sua-, com condicio de que
paga ia o valor das bemfeito ias, quo
ellas se acharara obradas paloFamengo;
a outro sim aos alugueis della, em caso
qua S. M. n3o houvasue por biestaen-
treg-, a qual se fez ao dito JuSo de li-
ver* em... de Dezernbru de 659, em vii-
tude da seate-9. que o dito Pnvedor
deu sobre oaso e qua est neste carto-
rio, a que me reporto. Silveira
J sa v, p"is, que esta casa f i ent-e-
gue a Jo5o de Ovei a, em u xa vrtude de
sentea^a, e toa Joo Fernanda} Viaira,
oomo affirma o illu^tre coasocio.
Com relaco a entidada que aprasenta
esaa figura que alli aiada se c nsarva,
existe no archivo deste Iustitut > uas autos
findos de Libado civel, no qual figura
como autar o mencionadla Joo de C);ive:-
ra E'pinosa, (c mo alli se v) e R D.
Mara Casar viuva de Juao Fernand-s
no qual p-ovou o autor Espinosa ter sido
a mencionada casa edificada (.el 1 holl n
dez Jacob Baire (a:ms que se acha no
r sto do attt s), am um terreno qua par-
tencia a seu pai, de oiieD era successor,
confrma ha;ia pra'-ado na Provedoria
da Fazeada, a quem indemnisara as Hem-
feitorias feitas pelo Flamengo am ditas
casas ; em virtude do que obtivera sos-
tenga, c nf'irma consta doa respectivos
autos, e sendo oceupada palo Giveruador
Joio Fernaudes Vieira, no dia da rastau-
raco nella se havia conserva o, du#an-
te a apa vida, recusaedo-se a entregal-a
a p etexto do que Iba fura doada palo
refoido Flamengo
A R D. Maria Cesar dafendet-se al-
legtndo essa doa$o feita a seu finado
marido desda o dia da rettaurago om
qua a cecupou, por nao ter aquella que
servio de svnagoga, as acoramodaces
da qua praeisava o seu marido para nalla
seestabe'eC'tr', seudo que seu fiaado mari-
do hivi* rec instruido de novo a dita casa
por ser enta'> a que ex stia, da r*.onstruc-
90 fraca, etc.
Tendo afiual o autor Eapinoaa obtido
encauma a -ei favor, O. Maria Casar
abri mo da posse e dominio, qus tmha
em dita casa, conforme consta dos re-
taridos autos, por mim vistos exa-
minados, oade encontre notici-s imper-
taates do que era ento o bairro do Keci-
fe, b>m como outras noticias da valor
histrico.
Quauto entidade quo representa essa
figura de peira, q ie sa d^aorntaa t Ja-
cib bem natural que se ella nao re-
presenta o antigo pastor e grande patriar-
cha da qua nos falla a sagrada eacr ptu-
ra, sem duvida representa a individuali-
dade dessa hollandez Jacob Baire, que
edifi:ou a mencionada caa de que nos
temos oceugado.
O Ilustre consocio deixou-se levar pelo
que escreveu Varnagam no sen livro
Historia das Lutas com os Hallandezes
no B.-azil a pagina 9J, oade tratan-
do de urna forga de 8 JO horneas, com-
inandadas por utn dos membros do Con-
selho, Jacob Sac/iozuer, quebateu em S.
Lourenco da Matta ao bravo Francisco
Raballo diz em tima nota o eguinte
Morava S.achowar no Recife em amas
(t casas da ma da Cruz na. 62 e 64 de-
traz da Corpo San o, casas que depois
passaram a J So Feroandes Vieira.
Ainda na fachada se v um busto de
t S. Thiago, por baixo do qual sa le (em
hollandez) chamo-me Sao Tb ago (S.
J*cob bem id genamt) a imagem allu-
a dida sem duvida ao dono primitivo da
casa por nome Jacob. >
Sao eataa as auas textuaas palavras.
Foi aem duvida guiado p >r esta falsa
noticia que o illustre consocio, apezar de
pesquizador, se deixou levar cegamente
pela airmativa de um ceg pertinaz em
aio querer ver, que o levou ao abysmo
do e ro.
/ Como se v e tenho provado, nJo ha
em toda essa noticia de Varnbagen urna
s-verdade, e como estas outras muitas
qua sa encon'ram em seus escriptos.
A ra que teve o nom s de Cruz e hoje
do Bom Jess, chamava-se DO dominio
hollandaz rui dos Jndeui, e a casa a qna
se refera o illustra escriptor, bem como
as demais dessa ra, nao tinha numera-
fio alguma, e nao eram duas e sim s-
mente urna, que tem actualmen e a nu-
roeraco de 24 ; (nea funeciooa hoje o
Banco Popular) segundo ae v do inven-
tario a que me tenho referido, nunca
foi.habitada, e muito meaos edificada por
Jacob Stachowe% e aira pelo flamengo
Jocob Baire, qua nella morou ; tambam
n5o for a doada a Joao Fernandas Vieira,
conforme fica provado com o mesm in-
ventario, e a inscripeo que existe 1 essa
figura nao est collocada por baixo della,
como affirma, e sim na parte superior ;
como visto a olhos ns por todos quan-
tos por alli passam a nda hoja.
K foi asstm qu esse Sr. esceveu a
Historia das Lutas com os Hallandezes
no Brazil. >
Nao tem por tanto razio e menos des-
culpa o Ilustre consocio em Be deixar le-
var cegamente pelo que escreveu Varna-
ghea de cujos erros tem aido convencido
j pelo general Abreu e Lima e com-
mendador Mallo como em resposta que
Ibes deram oa Ilustres consocios Ur.
Aprigio Guimaraes, de saudosa memoria,
e desembargador Luna Freir ; raspostas
qne correm impressas em nossas Revistas,
a principalmente porque nao esta a pri-
mera vez em que o illustra consocio nau-
fraga por ter seguido ceg^meate o que
escreveu esse escriptor, que o fez empor-
calhar urna das paginas do seu Diceio-
uirio Biograpkko, estampando nella urna
injuria, e propositalmente calumniando a
memoria do proclaro patriota e eminente
madeirense a quem Pernambuca dave a
ua restauraco do dominio hollandez, e
;om elle o Brazil intairo, por ter sido elle
e e sangue pernambucano os que firma-
ram e maativaram a iategridade d ate
rasto e rico territorio que hoje se deno-
mina Estadas-Unidos do Brazil; assum
pt < de que apportunamtne me oceuparei.
Todava nao serei eu o que me atrevo
a p6r em duvid o grande merecimento
do illuatre eicriptor, que tio bsns servi-
901 preatou as letras patrias na oolheita
que fez nos archivos que oonsulou em
suas viagana a Europa, da importante
msae de d cumentos com que veio enri-
quecer o 08tudo da nossa historia patria 5
raas forc confessar, que como ecri-
ptor, nem sempre se guiou pala verdade
histrica e eim pelo seu capricho, como
por mais de urna vez tem sido aqui con-
vencido.
Nao da va concluir sem pedir venia ao
iliustre consacio, esperando da sua hon-
dada a desculpa desta rectific83o & essa
parte do teu importante rabalho, atten-
dendo a que fui lavado pelo zelo que de-
vemos tar pelo crdito das nossas Revis-
tas, qus 8&0 sempre lidaa e apreciadas
como h expresso da verdade hi-tonca ;
e sendo assim nao riseavol que corra
como verdade aquillo qua um erro. E'
Dar aos auxiliarmos que aqui uos-acha-
mos .eunidos e congregados, afi u de que
se acerie sempra com a verdade.
Se o trabalho do illustra consocio ti-
ves e sido publicada em algum das jor-
naes desta cidade, sem o cunho do raba-
lho do Iastituto, por certo qua eu me
nao dara ao trabalhi de o rectificar,
como tenho f jito com outras que sa tam
publicado.
Nao me teraho em conta de mostr, 6
nam aspiracas s?l-o, pela idada can-
9ada em qua- ma acho ; tou apaos um
dilect'inta das glorias da minha pitria, e
por isto uto estou i spost > a perder o
pouco tempo que ma r*s a da minha vi-
da labor osa, pata sustentar polmicas
pida imprensa, com pr.ejuizo de tempo
a da m nht bolsa.
4'ommunico ao Instituto quajiobtive
permisso da pruprietaria do predio para
consentir qae seja restaurada a iuscri-
p9ao em hallandrz, si extincta pelas d fTerentas bordura-. por
qua tem passado, afira da qua de urna vez
para sempro sa desvane9t aatEaaoa pa-
pular.
Recifo, 30 de Mam de 18^5.
Tose Domingues Cadicc ras
^^BaMaaiiaaaai
MSICIANA
SROR THEREZA.
Assistimosem a ultima terga fein, no lh-a-
tro anla Isalidl reprp.sentacao deite trana,
a, cotnquanto o seu enredo s?ja baseado em
na Mea antigo* e oa s us person i(?-ens u pre sejatn os mais facen de executar, llevemos
tueroue u onpintua Modena, forma la tista distmciisiimo, soubj bera levar a ''.ruz
a-t Calcari-i, dawlo-1 -e una execut;o cima de
lodo o eluvio, e arrancad) por vezes francas ap-
plausos .os espectalores.
a falla de espajo tem n'os inhibido de, as
apreciacis 11 Reirs qu^ temos (eJUr sobre as
pecas j representadas, a homnagem que. deve-
nios a dois artistas que pela vez primeira pi-
sun o palco do San a Isab !, e com os quaes a
Companhia Modena se enriqueceu dipuis que
aqui esteve no p-incipio deste anno.
Vamos-nes referir ma s de espagn, poisqua ja
o fizamos honlem em poucas inlias, ao espect-
culo de terca feira, e dar aos-nossos leilorts
tima ideia do qu>. vilem oj dois nevos, artistas
Vi llorna Seratini e fiiovanni S;ralini.
H muito que aa nosso Theatro nao vem urna
dama dramtica como a Sra Serafitii, qualquer
que 3eja o lado p r que a encaremos. E este
ava iC) para nos de tanta maior rusponsaDili-
dade, quanio i certo am anda ba poucos mezos
ah livemoa a Sra. TiO'.'O, artis a taiubem de
grande merecimento e que foi muitissiino ap-
nlaudida.
Entretanto, a Sra Tiozzo, se disponba de qua-
lidides aosolutamante dramaticias, se d'um temperamento arrebatado, que davam o
vigor ao seu trabalho 6 forcoso dizer que nao
dispunba da qualidade de observago, do porte
nobre e altivo qu a tanto distingue a Sra. Sara^^.
tioi e, ainda para aaais, no dispunha da mes-
ma imponencia physica, o que muitas vezes de-
termina a syinpattaia do publiso e o t iumpbo
da arti-t. .
Sarafini, sobra ser urna mulr.er prsicamente
bella, tambera urna senhora ftnameut: eauia-
dae de bistante peso int^llectcal ; sem roesrao
a tratar de perto, basta cuvil a duas vezes na
plateia, para nos ape.-cebemos disso. Anceia-
mos por val a na Maria Stuart, e na Judith,
personagens que devam ter na il uslra artista,
urna das suas roelores interpretes, sem que-
ra moa fallar na Tosca, Maria. Antonielta, ele.
Aqui ca, em rpido? traeos, o nossa opiniao
sobre anMslinciissimaartista, queo publico il-
lustrado lera quasi o dever de ir ouvir e que,
instinctivamente ha de applaudir.
Na especuculo de aat -ti ntem W a Sra S:-
radni muito applau.lida, e ainda que quizassa-
mos aqui dar urna ideia da intrrpretajSo que
douao pfrsonagera de Sror Thereza, nao t mos
palavras com que possamos significar a gran-
deva de execu(&o dos 3' e 5 acto neste p inci-
palraent*,a> que obteveura triumpho completo,
A scena da raorte, que temos visto fazer com
esgare- e estrebuc amentos irritantes, fel-a a
d slincta art sta d'u-u modo difiranle e bem
ma'B verdadeiro,serenment-, valendo-se apenas
d'um sagrado que possu* :da raobilidade phy-
sionomica ajudada pela expressao do olhar,
O pubhco coroou as duas scenas principaes
qus a Sra. Sarafini tem n'eta acto, com duas
prolongadas salvas de palma?, e nos que, ?abin-
do fra dos nossos hbitos, tambem lo'as demos
entao, mais urna vez aqui lhe dirigimos ae nos-
sas Micitages pelo bello talento que possue.
O Sr. Q. Sarafini um artista de duplo valor,
pois que, com igual vunlagem, consegue insi-
nuarse na scena dramtica e na scena cmica.
N'esta, florera, eximio, e pelas provas qus te-
mos podemos mesmo dizer que completo.
A grande partioularidade do artista cnico
est em fazer rir dentro do seu papel, sem re-
correr a expedientes que muitas vezes compro-
metiera oartsta dianta d'um publico exigente
ou medianamente conliecedor da arte,e esta
qualidade esseocial possue-a o Sr. Serafini, que '
mesmo as scenas mais pesadas sabe beraap-
plicar os seus recursos de artista conhecedor do
seaofficio, a ponto de muitas vezes surpreben.
der o proprio collega-que lem de fazer coro
cora a risota da platea.
Eocbe as scenas com sobriedade, nao dando
t-mpo a que a platea deixe de interessar-se pelo
seguimento da ace&o, tem "xpresso e ges'.o
propr os da sua qualidade artisica, n&o exage-
ra insinua-se e faz rir. E' quanto basta dizer,
para os nossos leilores, amantes do genero, se
convencerem da necessidade deir ver applau-
dir o distmeto ortisia &r. Serafioi.
a comedia-t''mft omem de TMjocio-teve nel-
le um interprete superior, e nao seria mo que
odislincto artifta continuaesse a deliciarnos,
de vez em quando, cam as suas proiucces c-
micas, tanto mais que tem a prova de quanto a
nossa platea o aprecia.
No numero dos artistas novos, vieram mais
duas seuhoras-Mic lelt e Milani,-a primeira
das quaes j aqui esteve e tomou parle em tres
espectculos da Companhia Modena, na poca
passada. ... ...
Micheli parece ser urna artista cuidadas, ao
mesmo tempo que urna mulher el gante o
sympathtca; Milani parece destinada aos pa-
pis de ingenua, o qus nao Ibs ser penoso, a
despert do seu feio desenvolto, da sua voz um
pouco bronzea e da sua pronuncia sibilada,
cualidades, entretanto, alliadas a uus 18 anuos
presuraivels, a uns olhos fascinadores e a am
physico mignone e elegante-ao mesmo tempo.
Os restantes artistas sao j dobsos cooheci-
dos e das fuiura3 representac0e3 fallaremos em
tempo. .^
Ante-bootem, o mo tempo impedio que se
realuasse o espectculo, ficanlo, portanto, adia-
da a r-present5ao do novo e magnifico drama
da Damas, intitulado -A mulher de adio.
Amanh ser representado o drama Mara.
AiUonietta, em que a Sra. Serani e notaval ar-
tsta-emprezario Lolti lm os princpaes pa-
pis.
1
x
l


' !

Diario dePernambnco>. fitexla-foiru-MI:de JnlLW de B^ttS!
3
CoDlinuam o* usaios para a testa vocal e -m
Btnnimi.il qu* se prepara era honra de Carlos
SE aqaaJ sa realizar n'estes 8 das prxi-
ma _iaiv t no di 30 le crrante.
O rli^tir.clO maestro Carlos Gomes vai escra-
ver urna marcha que dedica ao Club Carlos Go
como n'conhcicunanto pelo modo a distincia
socielada tem honrado o seu no:ne.
A Companhia 'Operetas do Theatro Lucin-
da, do R.o da Janeiro, estreou na da 5 do
corren e, com grande successo, no Theatro da
Paz no l'ara, represantando o Tim-Tim, que
conlinuava em scena a data das ultimas noti-
cias _____ ____-_________
b EV1STA DIARIA
Lieei9O Sr. Dr. Secretario da Juslica,
por CIO de 21 do correnle e de conforoiiilade
COIH a Le n 135, de 3 do m-;smo mez, conce-
deu um auno de liceoca cora todo3 os venci-
ment-', ao juiz de direito do municipio da Ci.-
ruar, bacharel Anlomo Pedro da Silva Marques
em cujo goso devera entrar no prazo de 15
das.
i, Xoitirac&o -Foi nomoarto director do Ins-
t lulo Vaccinieo Municipal o Sr. Dr. Z^phermo
Ferreira Velloso
A Cirfadc dos Cesares-O nosso illus
trado collega e dislincto publicista chileno Izi
doro J. Fernandez, cuja estada entre oj noli-
riamos ja. teve a delicadeza de env ar nos urna
descnprfio histrica dessa pliantajtosa cdade,
dMCriptao que, aqu in?eniaos "polica dos
nossos leilores.
Di/, elle :
afollas veraoea mHravilhosas o poticas cor-
rem obre essa cMade. Uns suppoeru n'a si-
laada no centradas cordilhelrasao sul do Chile,
alm dos pont. a era t|ue elevara seus brancos e
elegantes ruines os volces de Villa Rica e La-
gu n outros no nieio das pampas argentinas,
d ztndo a reapeito da mearas cdade D. Francis-
co Solano Ar aburuaga, em seu Diccionario Oeo-
graphrco Chileno, o seguinle :
Poveajao qu o espirito visionario dos con-
qoistadores sunpoz era um v 11le do interior des
And-:s boj II groi de lalitude ou as margena
do lago X ilrael-Huapi, dando a esta phantisli-
caert-aea de urna cidade en notada edificios
co.u Uetosde pMta, egrejas com lorres de jaspe
e campanarios de ouro, a cujos moradores, re
traJjs de todo o trato exterior, possuiain quan-
lo posaivel im-iginar-se de delei Carel-
A pasmosa Idea, qu-- se forraava dessa ma-
ravilha de esplendor e opulenc a, fez com que
se proinovessein expedii'Ocs para sua descoberta
a maueira das que emprebenderan Gonzalo Pi
zam, P-dro Ordaz, Francisco do rellana e o
ing!ez Walterio Raleigh para descobrir o famoso
Dorado, esse paiz do ouro que o visionario Joao
Mari nei asa igu ata existir entre o Amazonas
e ojOrinoco.
A primeira tentativa formal era boea da
ci la o dos Cesares fo effeciuada em 1638 por
Jeronymo Luiz de Calvere, governador do Tucu-
man ;" e es a segaram <; ouras igu.iliuenle
eemexilo. Amia depois novas expedigOes ti
veram logar, mas ap as del'as resullou reco-
nhecerem seas loclda es onde se assignuliva
a sua existencia, (ste o X huel-Huani, e dessi-
paren se os sonaos phaniaslicos sobre a idea da
encantada c.dacle que anda preoecupava a pes-
sons n3o vulgares Diversos v< 1 os indgenas araucanos e argen-
tinos de Pucon e Xeiiquen.com referencia a este
assnrapto, flirraavam que as Cordillieiras si-
tuadas ao ul do lago de Villa Rica existi, a
nao ha muiios annos. urna gran le cidade povoa-
da Je hornees brancos e mulhires farinosas, ci-
dade que assehtava no cinio de urna montanha
cobta dorante o (lia de denso veo de nuvens
emb'Jinquicadas, e Iluminada noite de gran-
des .'amina- que se elevavam dos pontos mais
culminantes da raesraa mon anha.
Alguns assegoravan ter ouvido o som de
cantpapbias eoiros de msicas deliciosas,ten-
do divisado atravez dos bosques e as margens
de cristalina fonte que I he banha as plantas,
lindas mulheras que alisavara os n-gros cabel
los de que eram p.ovidas com pentes de ouro e
martim.
O indio lanel ,,'re; di h-nos, ha lempos
que el e, por occasiao da invaso argentina em
18S0 e 1SS1 no Ciu'.e. haui fal ado no lugar
deaom.njdo N;al-Ouillen (placida lu) com
uns indios, qu loe fnncararu ezisiir ao sudoes
le da ra mianiia Bnlilloer (ol qae se levanta;
lima ci laile encantada, a que os naturaes appel
lidavam Cesares.
Quando o exercito argentino avaocou sobre as
comarcas ao ul de Nahud-rluapi em perse-
guiao do poderoso cacique Saihueque, coniou-
nos um sol lado ter observado que sahia do lago
um n a desaguar no mar, acrescentando que
todos os indios, com os quaes conversara, Ihe
lia v mu arfirmado, que as margeos do m;srao
no exia'la a cidade dos Cesares.
O cacique Purran contava que em um corre-
rla, que fizen na provincia de Ren m-Ayres,
quaudo rei dis Pehuenches. divisou em seu re
gresso, no meio das pampas, os delineamentos
de urna grande cidade; e que tendo instado o
seu ligeiro cavall> para aproxinar-se d'ella,
notiu quo a cidade se alfaslava de mais em
mais a perder-se em longinquo horizome, nb-
lervando-lhe enlao os i idios que o acompanha
\am. que a sua visao era a sombra (la mesraa
Cidade encantada, existente na codilheira dos
Ande?.
Segundo nma tradicSo araucanea, vio-se, nao
ba a unos annos, no xlremo Oriente da lagoa de
Villa Rica, pe lo do ponto era que desagua o rio
Pucon, e n'umas rochas escarpadas que all ha
Una j ven morena e tao bella como urna rosa,
que depois de enloar triste cangao de amor, la
mentando-se e arrancando no ssomno da dor
os bellos cabellos, escreveu na rocha em twita
Cor de rosa : 5 de Abril idade dos Cesa-
res palavras que hoje mal se descobrem por
achar-.'ra--e expungidas urgi das chuvas e do
terapo ; e desappareceu >.-m meio de urna nuvem
de fogo.
Muitas sao as versOes sobre os Cesare3.
Todas filhas da plianlasia, oceupam se na
maior parle da situayao da ailudida rilade, de
suus fabulosas nquezes e das appariges de
suas veliias raulheres, urnas vezes as margeos
das cry-ulinus fontes das Cordiibeiras.do sul, e
outras vezes em meio dos embalsamados bos-
ques d aquellas an,i pjissimas regiOes .
A Constituicao do Brazil -Fomos
Obsequiados cora ura exemplar da obra do Sr.
Dr. Ari-tulis Milton, que sob esse titulo historia
e comrm na a Contiiuigao da Uniao.
Concebendo a idea dessa obra, dil-o o proprio
cutor, so leve elle ere mira contribuir para que
os preceitos da le fundamental, de que fura
Collaborador,se generalisem pir lodas as cama-
das sociaes pois urna vez bem conhecidos, de-
se.r mais fcilmente respailados.
A obra, coratudo, anda elle que o diz, pela
sua estruciura simples e pela modestia da seus
foto'ios, oSo visa o elogio dos douto?, prelen
den'o sobre ludo, porm. servir de algurai uti-
lidal aos alumnos das i-acuidades de Dirailo;
aos qoaes dedica o fructo de um paciente labor
empregado ni organisago da mesma obra, que
com cert za nao ser regeitada pela mocilade,
essa crjsalida animada, por (antas aspiraces
generosas e bellas, e que bem tfomprehende
qu mo preciso saber-se e ao mesmo lempo
hon-r-se a li.
D'ah u'-se que o Irabalho do Sr. Dr. Aristi-
des Milln um valioso subsidio para o estudo
de nosso direiio constitucional, e por isa > mesmo
aproveitar.t mocidale acadmica, sem exclu-
aio no entretanto de toda* as outras classes da
socu-Ja ie pelo inleresse geral que n-ille se con-
de:.
Conselheir. Ruy Barbosa A' bordo
do Majdileita passou hontem com destino ao
sul o Sr. conselheiro Ruy Barbosa, que recolhe-
se da Europa, ondo eslivera.
S. Exc veio a Ierra, e aqui esleve com o
nosso collega e prestimoso amigo Dr. Jos Eus
taquio Ferreira Jacobina, cora o qual almogou,
tornando em seguida para bordo em pros gui-
menlo de sua viagem.
Capito de fragata Carlos Aeelo
II.1 bordo do mesmo vapor tambera veio com
sua familia o distinctooDicial da raarinha bra
zileira, cujo nome titula ssla noticia, era deman-
da da capital federal, onde vai contiuuar a
prestar saus valiosos servigos a Repblica, como
o fizera na liuropa no deserapenho da honrosa
commissao de que volla depois de tel-a ulii-
mado.
S- Exc. que tem pare de sua familia aqu,
desembarcou e esteve no seio d'ella durante al-
gumas horas da esladia do vapor no porto, e te-
ve de abrogar a seu lio e nosso collega da re-
dacjo Dr. Witruvi >, em qu-m cumprimentou a
nossa redaegao, que agradecendo/lba a liaeza,
despja-lhe bfli vigen.
Espancamento-A proposito da noticia
por nos dada hontem sob esta epigraphe, veio
anda ao nosso esenptorio o Sr. majnr Jus ino
bardan qua nos coramunicou ter sabido que a
patrulha qua e paucou o seu -obrinhj, urna
que se acha acta mente destacada ra Lomas
Valentinas, e era na occasiao commanlada por
un sargento que se acbava vestido paisano.
Alguns desses soldados se achavam embria-
gados quaido aggrediritn o referida mogo, con
forme anda nos accrescentou o mesmo Sr. ma-
jar Cardim.
i'edem providencias -E' caso de ser
saiisl'eiio o pedido pela au' >ridade competente,
pois ntoleravel a existencia de um lamagal,
na ra do Luna om Santo Amaro, que origina-
do o ni mudo por aguas servidas de alguraas
casas d'alli, exhala feudo insupportuvel e assim
incmimo la grandemeale a vuinhanga.
Os orphits de Calecut -A empreza
editora Mello de Azvedo & publicou reca
lemenle esse romance histrico mar.limo,origi-
nal deiiemique Lopes de Mendong, escriptor
festejado as let ras de Portugal.
Recominendamol o aos nossos leilores, qua
d'elle enconliarao exemplares na Agmcia Lit-
teraria do Sr L--opoldo A. da Silveira, a quem
agradecemos o que nos enviou obsequiosa-
menta.
Instituto Vaccinieo Huairipal
Reulisou su hoje a sesso annunciada de vacci
nagao animal directa cujos irabalbos forara
executados pelos Drs. Ferreira Velloso e Viei-
ra da CunDa em 51 pessoas ente adultos a
Changas.
Aos vaccinados e revaccinados, pas e prote-
ctores, recoraraendamos qua coraparegam entre
0 6 e 8 das da vaccioago para verificagao das
vaccinas e Ihe ser d 11;. de accordo cora o des-
onvolvirai'nlo das pstulas, os respectivos altes-
lados na falla lnco(reiao en urna multa de 53
as p ssoas que nao comparecer].
Os das marcados para vaccmogao sao as se-
gundas, qu.ir as-f.-ir. s e os sabbados, das 10
as 11 hora< do Ij'Etoile du Siid Pelo agente geral d'es-
sa bera elaborada revista fraoceza, o Sr Mi-
noel Feoirippa de Souzi, nos foi offerecido um
exemplar da luxuosa ediegao especial, da raes-
ma revista, era 14 do correnle.
Essa ediego ui::a homenagam da distincta
colonia f anee a no Brazil, e publicada como
testemunlio de reconhecimento ao povo brazi-
leiro
A presente edicg&o que acompanha, em bo
nilo qu dro pholoiypado urna significativa aMo-
gorica s glorias da Franga collaborada por
muitas p.-nnas conhectdas, quer do Brazil quer
da Franga.
Somos gratos ao Sr. Feodrippo de Souza
por mais essa genlilesa u-a-la para comnosco.
A Tr bunamlica -Temos sobre a me-
sa o n. 13 s:rie 2* 'essa revista fraoceza de
me liema qa; se publica na Capital Federal.
Clicgf-ida Chegou da Europa hontem o
es'mavel commcrciante de nossa praga, Sr.
Manuel da Silva Almeldn, socio da firma com-
ruercial Alves de Bnt > & C.
Saulamolo rauto att';ctuosamente, agrade'
cenio ocarij de compiiraenlos que enviou a
esta redaegao.
Urna reclamap\o-Em original apra
sema ii 1-a a providencia doSr. gerenle dos in.
1 u> O'banos do Recife a Caxang.
Srs. Redactores do Diario de Pernambuco
Pego vos para que chamis a allengo do Sr.
Gereute da Companhia da Caxang, atim de fa-
zer cessar o abuso quolidi-ino que se di na li-
nlia prncipal da m s:ca estrada, de ficarem ns
trens qu- parlera t!o Recife, s 3 e 20 e 4 20
mira us ele, a espira em Ponte ',d Uchoa de 10
a 15 minutos, pelo que parte de Dous Irra&os
quasi sempre alrazado.
0 encommodo, alera ^e granda ranitas ve
zes prejudicial, para quem ten presas por qual
quer motivo de chegar a sua residencia.
Sendo justo o pedido, espera ser atlendio
umVossn Antigo Assignante.
Club Musical de Belm -Este club
tendo procedido no dia 21 do correnta, a eleigao
para a sua nova direUoria recabio ella nos ci-
dadaos seguintes:
Presidente-X de Souza.
Vce-pre8denle-Manoel Santiago.
1.* secretario -Augusto Sanigo.
2" secretarioMauoel Bastos.
Orador -Francelino Silva.
Thesoureiro -Henriqu; Qudroz.
Prucurador eodalo Sunios.
FiscalJoaqumi d Caslio.
A posse lera
rente.
1 nuandade do Senhor Bom Jess
das Chagas-lendo-se procedido no dia 31
do correnle a eleigao dos novos funccionanos
que leem de reger esa irraandade no anno cora-
promissal de 1895 -189J, deu esle resultado ;
Provedor, Joaquira nofre de M. Ribeiro.
Secretario, Manuel Alves da S Pinto.
Procurador-geral, Pedro Alejandrino Franco.
Thesoureiro, Jos Benedicto da Silva.
Procuradores, Mauoel Pedro Goncalves Ma-
noel Jos do ascinsenlo.
I)-unidores, Ludgero Lopes Lima. Theodoro
da Silva Carapello, lldefonsa Florentino da C.
Ribeiro, Lydio Purpuraiio S. de Oliveira, Jero-
oym Jos R. Chaves, Francisco de Moraes Pi-
menlel, Ladislao Jos de Frenas, Jos Eozebio
Benlo da Cruz, Raymundo X>naio da Silva, Ma
neel de Mendoaga Bibeiro, Antonio Joaquim
F rreira de Sant'Anna e Sebastiao de Souza
Brando.
ZHador, JosOlboin da Costa Vasooocellos.
Suicidio do advogado Carr de
suat mullier O conhecidissimo Eugenio
Carr, drogado, traductor do Amon e mor de
Leopardi, e amigo iot mo de Clemeoceau, ma
tou-se disparando um revolver na cabega aps
urna aliercago que teve cora a sua ciuraeota:
mulher-
A mulher da Carr inmedialamente tarabam
matou-se, com a raesma arma cora que o mari-
do tinha procurado tirar a vida.
Eia tragedia causou grandissima sensa-
gao.
A explicagao do drama avahada pelaa pala-
vras daSra. Carr. Te perdo, mauquerido 1
Carr linhi-se casado com a Sra. Bolitzer,
mulher div r: ida, fazendo um casamento da
amor o assim muito feliz. O advogado ganha-
va rauito e a mulher Ihe havia proporcionado
um rico matrimonio, e alera d'isto o adora va.
Infelizmente Carr nao era o typo da fideli-
dade conjugal e por ultimo havia-se enamorado
perdidain-ote da mulher de um parsonagera
;pi urna posigaoimportante.
0 uia'-i'd) engaado porque tinha descoberto
a v'er-lule, e dirigir urna carta a Carr, na qual
annuiCtva iue o levara pranla os tribunaes,
coma caaip'i-e de adulterio.
Carr le"/. ib*r immedialaraente ao autor da
carta que as parag-s d'essa ordem so rag-
lam da uin ou:'O modo, e que eslava sua dis-
posigao
O marido tinln aceitado o convite e ludo pa-
reca aplanado ; mas a amante de Carr saben-
do da iramiriencia do dullo, e lomo la de urna
especie de delirio, correu mulher d'ests e Iba
revelou ludo.
Carr soube da Visita e em frente dr da
muther e consequente escndalo inevitavel, se
maiou e a pobre xnuiner o aegai.o mora.
Sua mulher era bella anda Tinha os cabel
los j brancos, apezar da idade, o que nao m-
pedia que Ihe c amassem fadi.
casamento civil O escrivao aos casa
menios que funeciona nos dislricloa do Recife
Sint) Antonio, Sao Jos e Afogalos aflixou na
repartigao do registro dos casamento! ra
to Imperaor n. 75 1." andar, edital de procla-
mas de casamento dos segrales contraben-
tes:
1.* Publicago
Jos Emilio Barbosa, natural de Portugal,
empregado no coinmercio, com Joanna Mara
d* CooceigSo, nalural do Rio Grande do Norte,
sol le ros e resideates na freguezia Sanio An-
tonio.
O respectivo escrivao do registro de caaa-
meotos da Boa-Visla, Graga, Pogo e Vanea,
arflxou na repartigao do registro a ra do Im-
perador n. 41, 1.- andar editaes de proclamas
dos seguintes eontr heniea :
i." Publicando
Jos Soares do amaral, viuvo, com Dulce de
Bonos Falcao, solteira, residente na freguezia
da Boa Vista.
Theodomiro Duarte da Barros, residente na
Barros, sollriros, -residente na freguezia da
G raga.
Commissito de Slelliuramento do
Porto do eeife -Recife, 24 de Julbo de
1895.
Bolet m Meteorolgico
Borat. Term cnit- Barmetro fento do Humw
grado
(o.O>)
vapor dado
6 m- 23,'1 762,-8S 18.45 87
9 23,9 763,-74 19,35 87
12 25/1 761*87 19.19 81
3 t. 25/8 7,61-13 19,19 78
6 25',3 7GI.-37 19,97 83
T fe-nperatura mnima 22,73 Thermometroa
daaabriffadoa ao meio dia.
Temperatura mxima 2r,5) Ennegrecido
83.J-Praleado 37,-6.
Evaporago em zi oras ao aol Z,"l i som-
bra 2-8.
Chuva 10-8.
Direrglo do vento : S3E cora rnterrupcoes
da mea al 3 h. 10 ra. da manha ; SW al 4 h.
50 m ; SEE cora interrupges deSE e E al 2
h. 51 m. da tarde ; NE al 9 h. 11 m.; ESE com
interrupges deSE e at mea noite.
Velocidade media do vento 4,-39 por se-
gundo.
Ncbulosidade media 0,72
Holetim do Porto
Pra-mar ou Das Hcras Altura
baixa-msr
B. M. 24 de Julho 6 h. "15 ra. da m. 2.-60
P. 12 h. 25 m. t. O.-lO
Casa .-irosos da Casa de Detengao do Recife, Estado
1 a i'urnarabuco, em 24 de Julbo de 1895 !
Exisliam
Entrara m.
Sahiram .
Existera .
A saber:
Naclonaes.
Hulheres .
Esiranueiios
Mulher. .
Total .
Arragoados
L'ons .
Doentes .
Loucos. .
Loucas. .
Total.....
Movimento da enfermara :
Teve baixa.
Stverino Nery da Silva.
Tiveram alia :
Gongalo Ferreira de Queiroz.
Antonio dos Santos.
420
8
9
~419
384
10
25
0
419
409
377
22
6
4
403
Hospital Fedro II -O moviraenlo desse aerie broc.
Jorge Palmer '-Como me tormi kneip-
pisia, i vol. ene.
iir Pires de almelda-Anah-sa .das
ourmas, 1 vol. ene.
notlrigo Octavio Sjnhos funestos, 1
vol- ene
Col'ecco Ectmooiica n 1.
LIVROS RiiCEMJHEADOS
Lanjfsard-Diccionario de medicina, 3
vols. ene.
Viridano de Carvalno -Manual mer-
can il, 1 vo'. i nc
Valentina Es'apa-Metbolo do alfaiate,
2 vols. broc
lli-thitili rio violan, 1 vol. broc
WeinsehenokManual do euganheiio,
1 vol ene.
Vinlinla braz'leira, 1 vol ene.
Va-olia i Paillia-allistonas do arco
da velha, ene.
anstett -Historia Natural, 2 vols. aac.
Refarm Ju lidiara, 1 vol broc.
Tobas Barr ttoE-tulos de direito, 1
vol. broc.
Autran-Leide fallenciss, 1 vi. ene.
4iiir:in -Lii de casamenlos, 1 vol. ene.
Regiment de cuitas, l vol. broc.
Mil c urna noites, 1 vol. ene
Dointjuixiite, 1 vil. ene
Rcvolia d'A. mada, 1 vol. ene.
Medicina caaeira, 1 vol. ene.
Omedlrodoa pobres. 1 vol ene
asmemn lasde juda-, 1 vol. ene.
Ararlpe Cdigo civil 1 vol. ene.
cantor de modinbas, 1 vol. ene.
Garufalo-Criminaloga, 1 vol. ene
Tratad d- Tachigraph a, broc.
Bucbner 0 Hornera conforme a sciencia,
broc.
Lyrad Trovador, broc.
a I bu n ilo Trovador, broc.
T. de Frcitas Doutrma das acgO s, ene.
Robert-l'bysica, broa,
Hobert Sirtes do cartas, broc.
Robert -Pre lidigltagOes, broc.
Secretario l> a/.iiei o, ene.
Droz apai, H.mai a Nene, broc.
Demersay Histor a do Paraguay, broc.
Arthur Azevedo -Con os .Jassiveis,
broc.
Broums -Viagens no dorse de uma Da-
l a, o roe.
Fiainmurion -Urania, ene.
Ribas Direito civil, 2 vols. ene.
Aleucar=Garaluja, ene.
G. Jnior-Curvas zig-zags, ene
. Romero Liltera ura brazileira,2 vols.
ene
o. Das -Poesas, 2 vols. ene
F. vareila -Obras, 3 vols ene.
P da Silva-A His oria e a Legenda, 3-
no domingo 28 do cor-
.reguezia da Boa Vista, com urea Mendes de
estabelecimenlo cargo da .-aula Casa de Mise-
ricordia do Recife no dia 21 de Junho, foi o se
guinte :
Entraram..... 9
Sahiram..... 13
Falleceu..... 1
Existem..... 787
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
tes mdicos:
Dr. Barros Sobrinho, enlrou s 6 1/2 da ma-
nh e sabio s 7 3,4
Dr. Rerardo entrou s 111/2 da manh e sahio
s 12 1/2.
Di. Lopes Pessoa, entrou s 9 1,2 da manh
e sahio s 11 3/4.
Dr. Vieira da Cunha, entrou as 10 3,4 da msnha
e sahiu s 12 1 4.
ur. Rastos de Oliveira. entrou s 10 da
manh e sabio s 10 3 1.
Dr. Carneiro da Cunha, enlrou s 10 da
manli e sahio s 10 1/2.
Dr. Octavio Freilas, entrou s 9 3 4 da manh
e sanio s 10 3| 1.
Dr. Nunes Coimbra, entrou s 10 1,1 da ma-
nila e sahio slO 3,4.
Dr. Alfredo Costa, entrou s 7 1|4 da manh
e saino as 11 1|4.
Dr. Joao Marques, entrou s 8 3,4 da manh
e sahio s 10 ; 1.
Dr. Baptisla de Carvalho, entrou s 8 da
manh e sahic s 8 3.4.
Dr. Amaro Waoderley, entrou s 10 3/4 da
mamanh e sahiu s 11 3,4.
Dr. Amobl Marques entrou s 9 3/4 da
na.ihae sanio s 111/4.
Pharmaceutico, entrou s 9 1/4 da manh e
saino s 2 da larde.
i. Ajudante do pharmaceu ico, entrou s
8 da manh e sabio s 4 da tarde.
2. Ajudante do pharmaceutico entrou s
8 li2 da manh e sahio s 4 da tarde.
Cemiterlo publico -Obituario do dia 24
d Julho de 18)5:
Manoel di tal, Perfarabuco, solteiro,Graga.
Luiza Soares Fereira, Pernambuco, 38 anno,
viuva, Santo Antonio.
Adalgiza Cardoso Ayres, Pernambuco, 3 an-
nos, A logados.
Viceocia Furlado, Pernambuco, 3 mezes,
Graga-
Arcelina Thsreza Pinheiro, Pernambuco, 7
das, Rec.fe.
Luiz Carneiro da Silva, Pernambuco, 40 annos,
casado, Boa-Vista.
Ant>nio Perera Mesqua, Por ogal, 61 anoos,
viuvo, Boa Visla.
Clara Mara da Conceigo, Sergipe,- 40 annos,
solteira. Becife.
A. Naterland, Noruega, 16 annos, solteiro,
Boa-Vista.
Om fio de sexo masculino, P rnambuco,
Graga.
Manoel do Nascimanto, Pernambuco, horas,
Boa-Vista.
Jos Lucas Filbo, Pernambuco, 5 das, Re-
cife.
Manoel, Pernambuco, 3 dias, Afogados.
Antonio, Pernambuco, 2 das, Boa-Vista.
Mana Josa, Pernambuco, 8 annos, Boa-Vista.
Salusiiano Daniel Vanna, Pernambuco, 42
annos, solleiro, Baa-Vista.
Passageiros -Sabidos para o sul no va
nacional Alagoas :
Jacob L. Kalaes, An'onio O. Bastos Ayres
dos Res, Jos Vieira, Manoel Jos GuimarQes,
Mara Lima, Manoel J. Nascimenlo, Manoel
Bento e sua m>, Manoel de Mello Francisco
G-v;ira, Fredenco de Barros. Augusto Meo-
donga Jovelina F. Souaa. Tranquelino Antunes,
Eulalio Victoria, sua seuliora, 4 filhos, uma
irraa. sua sogra e 2 criados, Jos da Costa,
Amalia M conceigo, Mara Amelia, Justino
Jos, Severioo Nelson Dr. Archlmedes O Sou-
za, Adolpbo Astolpho e 1 filhe, Antonio S. de
Castro, 1 lho e 1 irraao, Dr. Candido G de
Albuquerque, Dr. Saontino Lobo, Manoel Ri-
b -iro, Augusto Claud no, Manoel dos Sanios,
Alexandre Silva, Man el Luz, Henrique de
Araujo, Palyd ro Domingas, Joaquim Vieira,
Manoel Fernandos, Germano Sanios, Jos de
Souza, Joo da Costa, Vicente SlmOas, Antonio
lialbno, Jos Joaquira Carvalho, Antonio Mu-
niz, Joaquim Fonseca, Firmno dos Sanios, Ida-
lina B. Lima, Jorge Rocha, Antonio Fgunra,
Amelia Rosa.
Sahidos para o norte no vapor nacional
Maranho :
Manoel Borba, 1 irmo e 1 filho, Antonio J.
da Costa, Mara S. Castro, Manoel Jos Mandes,
Joaquira B. de Mello, Manoel Joaquim Molla,
Antonio de Ma tos, Jos Vieira, Albino Dantas,
Agostioho Sanos, Dr. Rodolpho 3-Ivo, JoSo
Perera, Appolonio Barroca, Joo M. Macado.
Urbano R. Mello, Antonio R. Portugal, Manoel
H. Oliveira, Jos C. Santos F Iho, Antonio F.
'.. Araujo, Caio C. Cavalcante Martinlio O. G-
Barret), Belmiro B. Barbosa, Porapeu Lyra,
Jos Cabral, Lafayete C. Freitas, Manoel G.
Oliveira e Silva, Joo Lobo, Jos Pereira, uma
praga, 1 mulher e 2 ios, Thom G. Magalhes,
Joaquim Oliveira Torres, Leoncio S. Mallos,
Abilio de S e sua senhora, Joaquina M. de
Araujo, Alexandre Seelig, AVelino de Almeida,
Manoel da Costa, Jo A. Lourenga, Antonio
de Oliveira, Joaquim R. do* Santos e 1 filho,
H. Otio Franco, Franc seo Marlene, Jos G.
da S.lva e lillio.
V. Ilu^o N S do Paris, ene
A. Hercuiano bobo, broc.
Ir Sant'Anna Manual das javens
mus.
LIVRARIA ESCOLA DO POVO
DB
SOUZA PAZ C.
81 RA DO IMPERADOR8i
Compra e vende livros novos
e visa
dos
1NDICA0ES OTIS
GALBPINO
L^iovid.des ^ovidades !
Badar-LVgiseau Bresil, 1 vol. broc.
a. F. de Cliristo Loto Maravilhoso.
Gustavo Konigwald Mappa da ame-
rica do sul.
Th. Haseiey-S.iencias Naturaes, 1 vol.
ene
Drogaras
I1 aria Sobrinko 6l C, droguistas por
atacado, ra do Mrquez de (Jimia o. 41.
Guimaraes Braga C. Depsitos
Ju Drogas e productos chimicos espe*.
cialidades Fliarmaeeuticas, medicameo\
los homeopticos e tintas, leos, pi-
ceis etc., etc. Ra do Mrquez de lin
da o, 60
A. P. Braga GuvnarSes Agencia de
todas as especialidades pharmaceuticas,
liutas, drogaa, productos-.chimicos e ou-
tros medicameDtos hooeopathicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
nedlco
O Dr. Pedro Pontual,ex-chefe de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagera a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, i. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de I s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr, Joaquim Loureiro medico parte-
ro, consultorio ra du Cabug o. 14,
residencia na Casa r/orie n. 5, casa de
azulejo, defroolp da igreja da Campia.
Dr. S Peretra, ra da Iwp.eratriz n.
6, d consultas medico-cirurgicas todos
S3 dias das 8 meio dia, menos do
domingos e dias santificados.
O Dr, Lobo Mocoso d consultas em
tu* casa ra da Gloria o. 39 das 111
horas da maub 1 da tarde.. Achan-
Jo-se fra do servico publico offerece-se
para acudir a quaiquer chamado com
promptldao para fora da cidade. Espe-
cialidade, operaces, paitos e molestias
de senhoras e raninos.
0 eullsta
Dr. Barreto Sampato, oceulista, d
consultas de 1 s 4 horas no primeiro
andar, da rna do Baro da Viotoria n.
51.
f jsidelicia a ra Hospicio d. 46.
Teleibene o. 3.>S.
Dr. Pereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de 1 s 4 da tarde a ra do
Imperador n.* 63 1. andar. Rezide em
Caminti Novo.
Telephone a.' 588.
Papis Pintados.
Casa especial de Papis pintados de
todas as qualidades para forrar sallas.
Ra Mrquez de Olinda n. 12.
rfant) Elias a igreja do Carmo despia as suas
galas c roltava ao silencio, as vetes interrom-
pido pela -sta de Sinl'Anni e do tnez de Agos-
to ; mas n tsie auno os Carmelitas, esaes acti-
vos cultores da vinha do Senbor posto qae
saiisTaitos com o esplendor das Testas dos das
i6 e20, quizeratn amda abnllianlalas com
uma procissao que esteve esplendida.
Aos leilores que nao gresenciarain essa so-
lemne demonstrarlo d fervorosa evocao, dire-
mos algumas palavras, qua smote po*dem dar
urna idea do que- accorreu
Pelas 4 horas da 'ar le, como eslava anouncia-
da sahio da igreja conventual a solemne procis-
sao seguida dos religiosos carmelita, capuchi-
nhos e sacerdotes, d Ordara 3. do Carmo e de
S. Francisco, varias irrnindadus qu^ s^ dst'n-
guiam por suas insignias, guraaanglicas, col-
legiaes de S. Luiz Oonzaga, tres msicas mar-
ciaes que alt ra am suas melhor s pegas e de
crescido numero de devoto, Indo em carro
triumphante ricamente ornamentada a efflgie
sagrada 'aquella que ab inilio exaltada sebre
lodos os choros ngel eos a esperanza dos
mortaes, o consolo doa desvalidos e a gloria da
humanidade 'aquella que isenla do pecealo
original e bom Ira por lodo universo a alegra
do co cor gosijo da trra 'aquella que, invo-
cada cora fervor por todos que Ihe rendem cullo
de hyperdulla, onde soereuem templo.'1, capellas
e hermidas; e na imreensidade das aguas im
plorada com T polos nau'as acossado por ven
los procellosos, surge pressurosa em soccor-
rel os, nunca abandonndoos, e sempre ani-
mndolos nos perigos, consolaudo-os na adver-
sidade e guiando os salvos ao porto desejado
d'aquelit perante quem se prostram admiradas
todas as geracOes, que a denominara esplendis
sima estrella d'onde nasceu o Sol da Justiga.
E' preciso nolnr que as ra por ond: pass-
ra o sequilo religioso, esluvam repletas da es-
pectidores, e raaior seria a concurrencia s nao
fosse um dia chuvoso.
Itecolhida a procissao felizmente s?m inciden-
te a Igum, foi cantado com toda reverencia o
psalrao Icjin e depoia da benco do Sanlissi
mo retiraram se lodos satisfeilissimos, ao mes-
mo lempo saudosos pela terminado das feslas
que Unta alegra econsolacao Ihes deram.
FiQamos sinceros votos pela saie de lodos
os carmelitas, que muito se lera esCorcado em
beneficio de sua Ordem, sem deixarmos de
m ncionar os preclaros noraes do muitj digno
frei Cynllo, em bi hora escolhide commissario
da Ordem, e de frei Mariano (iurdoo, esse illus
Ir e instruido religioso, gloria do claustro e
que ha sido incansavel no cun primen o de seus
deveres.
Recife, 23 de Ju ho de 1895.
P'o e*lo cm lempo
Os abaixi 888lgnao8, hprdeiros do Mjrgado
Antonio de Sa e Albuqoerqu'', lendo paseado
procurado a Andr Oe S e.AlPnqDTioe para
recebe- o que Ibes luna na beiarja do pi o r&trido morgado, veem pelo present
ca-sar o ^cierB da mesxa procorao, a qua!
tica desde ja tem erl-ito. e p-ctesiar cootra
qu. 1 joer acto que po:venin-a pralicar o mesmo
A tar de Sa e Aibuquerqu, depois da r resente
lpr*iii"i*S'i
ig'ipi, J0 de Jnlbo de 1895.
A n go de I-ioa Aononciada de S e Alboquer-
qoe Fi-mino B aga Juoi9r.
A iogo de A tomo Julio ce S e Alboqueique
Antonio do Monte T<-\if\e,
lyradee i nieiit<
01 abxo f sitwaai' commissario e maie
reiuierO1 da trina carmelin i/t-sta ridade,
vein p.ij impreosa sigaihcur a soa g'atidSo a
todos os devotos qae re digoaram offerectr soar
e^molus pa-a a fes'a da SantiSima Virgem do
Gdrmo. .b lo as s -e-onheci ks o* Rrm.- ca-
poebiobos e sacrrJetea que mullo os auxmaram,
as irmim laiies ereclis no convento, e quella.-
que se dioaraxi por sua vez acomoaotar a p.*o.
cis.-a da Mi Saotiesima. no domicg 21 du
correnle, assim como ao Rm. padre Veoiurino
director da Ub-ado Patrocinio, que com seos
(nenios e msica moi-o concorreo para obriibm
tismo do atlo.
A ti dos note, noRos ae-adecime- las.
Reeife, J5 de Julho de 1895.
Frei CjriHo Foni,
CrmoDiiisario geral.
Marechal Florrano Pei-
xto
A commissao abaixo assignada, em
notne do Govarno do Estajo e Coronel
Commaudante da Guarnido Militar,
querendo prestar homenagem de sau-
dosissima lembranca e immorredoura
gratidao ao Homem que, morrendo, dei-
xou impreenchivol vacuo na Sociedad
Brizilaira, manda celebrar, no dia 29 do
crrante, s 10 horas da manha na igreja
Concsicjlo- dos Militares, exequias solemnes
pelo repouso eterno do pranteado Mareehai-
iTloriano Peixoto, para cajo acto convida
geralmente a todas asclassas, hypotecan-
do-lhes, pelassuas presenoas, eterno rco-
nhecinrento
Recife, 23 de Julho di 1893.
Assignados :
Commissao Federal
Alfa es Luiz Gom s Monteiro.de Mello..
Joaquina Manoel de Medeiros.
Mario Rom-do Vaz de Oliveira.
Conamisso Estadoal
Coronel Leoncio Luiz Piot Ribeiro.
Tenente-coronel Francisco Teneira de
Carvalho.
Tenente-coronel Rarmundo Magno da
Silva.
Tenente-coronel J.s OttonLRiheiro Franj-
eo.

Ao connercio
Jote Augusto de Campos e .Salvidir
Mende Martin deoiaradi que neijta 'dota
dissoiversai aig*velni&ote a locied.d--
que girava a este, poro >-do iob a rasSa de
Augusto Campos dfc Meudea retiraodo-se o
soco SalvadorMnde* Martio pago e sa-
tisfoito do seo oapital e lucro e fie todo o
activo e o paeaivo da mesm^. a cargj .do
0010 Jote Augusto de Campos.
Ipojue, 2 de Julho do 1895.
Joi Aigu't) d^t^aTipo.
Salvador M^odcs MartiuB
Conselheir Joso Aulouio Sa-
ra iva i 'S
Benjamn Aristides Fo j-eira. Bandeira,
sua mulher e Slbos, tendo recebido a in-
fmsta notic a do fallecrmeuto de^seo pre-
sado primo e ge-eroso-amigo Conselheiro
Jos Antonia S raiva, convidam asases
nigos e aos do Ven raudo morto .para
assistirem s missas que. pelo seu eterao.
repouso, mandam celebrar,-na segu-da-
feira, 29 do corrente, s 8 horas da ma-
nha na ma'riz da Ba-Vista.
Ao conimercio
Joao Mara d'.41bu<|uerqae
Oliveira tA Filhos eommnnaV
cana ao commercio e sen
aniigos que miniaran seu eat-
criptorlo para a ra do Com-
aaercio n: 1S andar.
Reeife, 3 de Julho de l$tt.V
Joilo II111-a I \ I Imi| ncri(iic Olt
veira ft FJIko.
BBUC4C0M A PEDIDO
Ao, commercio
0< abaixo ass'snaiioi commnnlcam ao com
xe'do e em particular a'eos frega-ies, qoe
resolvern) n-ia dcadirpengar ns ee'vrccs -e
sea ca'xeiro >Lq'z iniio Gjncalves da Ro.'ba,
eocarresado das cobraren da ca<*a ; em vista
dique nimoT valo- lera qia'qoer iransacgAo
pelo mesmo feita em nome aa cas, a cror de
boje.
Recife, S5 de loirm te 195.
T.borcio de Oliveira & C.
Advogado
O bacharel Antonio Tolentino Rodii
gues Campos, procurador dos. Feitoa *
Fazenda do Estado, pode ser procurado
em seu escriptorio a Praca 17 n. 79, das
10 horas da manha s 4 da tardn.
ixir depura-
tivo vegetal
Frmula de Angelino Jos
dos Santos ndrade
Festa de Nauto Elias e procls-
'sSo do dia Si
Damos hoja uma breve descripfio da festa
do l'atrarclia Sanio Ellas na igreja do Carmo.
A-featt de Santo Elias, celebrada tolos os
*ios pelos Carmelitas no nltar-mr de sua
eja, cerlameate urge solemnidads comple-
meuia'r da de Nossa Senhora do Carmo, por-
que e com os mesmos. Rvms. Padres, com os
meemos ornatos e com a raesma orebestra que
se encarna a feslividade do da 20 de Julho.
Pelas 11 horas entrou a raissa solemne, ot-
ciaado o Rvm. Padre commissario, lendo por
dicono e subdiacoDO Frei Augelo e Frei Car-
melo ; e sendo o orador do evangelho o eru-
d lo capuchmho Fre Celestino de Padavoli,
qu senhor da tribuna descreveu com admira-
ve! eloquncia a vida sobrenatural do Patriar-
cha, os seua estupendos milagrea, o seu mis-
terioso desaparecimonto da vida terrena e as
sombrosa missao que Iha esl reservada do
m dos seculos I...
^0 inspirado orador discorreu 15o brilhante-
inente sobre esse inleressante assuxplo, que
nao sabemos, s na igreja da Penh onde tan
tas e (requemes vezes ha exhibido seus tlen-
los oratorios, houvesse proferido ura aermao
tao instructivo e pbilospphico, como o recitado
na Igreja do Carmo no dia 20 do corrente.
Que se proloDguem os preciosos das desse
servo de Di-us. ornamenlo de eui ordem, o
voto unnime de lodos calholicos.
Nos annos passados concluida a festa de' ndar.
Protesto
O Directora da A socia-
Qao Com nercial Reneficea-
te doa Mescieiios, na quali-
dade de ztladora dos iote
resses de sua classe, tendo
sciecc'adecqneoutraa classes
contribuintes dos impostos
referentes a tabella A anne-
xa a lei n. 121 da 23 de
Junho de 1895, qerenr in
elui Jos na distribucao dos
impoitos que lhes compete
pagar, vem solemnemente
declarar que protesta desde
ja por estas llegalidades e
fara opportunamente preva-
lecer os direilos da lei, pe-
rante os poderes pblicos do
E-tado.
Recife 18 de Julha
de 1895.
O director,
Joaquim Chistovo,
O secietario,
Polybio de Oliveira Pinto.
O Bacharel Eeperidiao Ferreira Mo-n .
teiro tem eseripterio de advogado Praca DOS as bronchites e molestias doappa-
|7, antigo Pateo do Collegio n. 77, 1.
\pprovadc pela Inspectora Geral de Hj
giene Publica do Rio de Janeiro em SO
de Julho de 18S7.
Est 3 depurativo de grande eficacia as mo
eatuaaypbilitica pe a.urea do saogne; asan
cmo em todaB as molestias das senhoras.
Tem curado radicalmente muitas pesaoas se
coormettidas da terrivel moles- beriberl.
Rbeomaiismo.syphilUico om gotoso, dAr acia-
tica ernpeoes de peile, cancros, e cancros ve-
nreos, flores brancas, bydterismo> frouxidio de
ervos, irites e outras iDlammaces dos oaos
molest.as do ligado, escronbulas, esccrtmtcs
soffrimentc8 de estomago, ulceras, gommas, tit-
ulas, empinge deas, al tros, pannos e manchaa
da pelle, bobas e uooOes, sarnas, catarrbos e
quaesquer moldstias da beziga, entre outras
albuinuria, ounnaa doces e sanguinolentas
^nemia, paralysla, erjsipelas, e inflammacie
pas" peroas bemarrbeidas, ma, s. borjypfle
celles, tnmeres, aevnlgla, e elepbantiaxs da
tnorpba< as irregularidades da menstruaedo.
Prova-se com aquelle numero de atiestados
publicados e os que existem em nosso poder
efficac:? deste elixir as molestias indir larontra so a venda aa Botica
do Rosarlo n. 35 _
A'ruaBaro da Yictoria-n,37 39 dar- iiJa
qealqut'r expjicsfio que for preciscecerc deste
]= e para do.
Calado eom fsUlfIFaeOes
VIodo de usar
Os adultos tomaro quairo celherc d*? di
.-opa pe manh e auairo noite.
As criausas d i l 4 a-:pos tomaraolutua co
Iber pela manha* e oatra a noite e as de 5 a
annos tomaro duaa colheres pela manb daas
oite
Baro da Malta Bacellar
Parecer sobre o Peiteral de
CambariE
O eminente clnico paraense Exm.
Sr. baro da Matta Bacellar, em pare-
cer que deu sobre o Peitoral de Cam-
bar, de Souza Soares, declarou havel-o
empregado na sua clnica civil e hos-
Lpitalar COM PTIMOS RESULTA-

5



relho broncho-pulmonar.
1 ileeHe i



Diario de Pernambnco Scxta-feira G de ?Inlho de l $95
mnm^mm^mamhh
i ClfILr A SPHIS
ELIXIR
DE
HOGEIBA, SALSA, CABOSA E E-7ACC
IRDOSADO
( Grande depurativo do sangue ). Approva-
do pela Exma. junta de hygiene do Rio de Janei-
ro, premiado na exposico de Chicago e prepara-
do por
JOAO DA SILVA SILVEIRA |
Pharmaceutico diplomado, residente na cidade.
de Pelotas, Estado do Rio Grande do Sul.
Feitoral de Cambar
i:ooorooo
D-se um cont de ris em moeda
corrente a quem provar a n5o authen-
ticidade do attestado abaixo :
Tendo sido accommettida de tuber-
N&om migue que esta culose nc ente uma minha filh de
?eUuniSatao^^J 13 anno.dSidade, sujeite..a rigo^so
ma",ao%ffeitt'srdV^r6^0 med'C' Prm' "" ""*'
ilis duas mirnigas, pa- Vendo 0 mal marchava um
desfecho fatal, resolv, por conselho de
pessa que me era dedicada, dar mi-
EBITAES
recelo de applicar o Elixir cera mesmo em ioe-B de benemerencia por parte de numeroso*
8T=!o;nd1S^r?^ desej.-^1". **Perfeitamente curados pelo
rem faxer oso desie Elixir em sua cimica nao se m ravunoso elixir. _. 0 p,eM.0 to Hanic|ni0 aj R<.fjfP i vuto abordamos este issumpto, de- ro-midade cora o at.4daLM o. 89'de 10 de
vemos dizer, por amor verdade, quejJuooo do corrente anco, roblico qne orjani-
tanto as pilulaa de Tayuya como o Eli-
snjeiiarem a ncssa prescripcao, mas Bim faier a
a .plicacao em harmona cora os casos que dse
jarem combater, certos de que o medicamento
11 composicao innocente para o organismo per
mais frgil que seja.
minharem juntas,
acti-
mas
Tendes qualquer manifostayao tuberculosa ? l'rocurai a fundo della :
rreis[eicontral-o na syphili-, se nao adquirido por vos, representando um
ente legado de vossos antepassados. Tendes dores irradias as pernas.o
vas e vigilantes, nuw|lha filha 0 Pjoral de Cambar, de
sempre promptas a dar Souza Soares, e com tanta felicidade o
combate entre si, porque 'fiz, que, depois do uso de alguns fras-
a syphilis um dos na-' Cos, a molestia desapparecia comple-
gellos da humanidade lamente. lodo Antonio PereiraSan-
sopor si, ella abrange iago ( Socio da firma Santiago, Irmo
dous tercos das molestias ^ c., do Rio de Janeiro,
clnicas, revestindo de o agente Cotnpanhia de Drogas e Pro-
mascarando todas as en-'prios Chimicos,
tidades do quadro neso-
ogico.
Elixir Aii-FebrI CarJoso
SEGUNDO A FORMULA
de
nos bra-cos, no tronco, em todas as articulares emfim ? ,to P^^ MaklOel CardOSO JUDOT
mais nada para ficardes convencidos de que tendes emvs o germ
syphs. Cahem-te os cabellos, os pellos do rosto, a pello se enruga, orna-se
tirfu/racea, os unheiros manifestam-so em larga escala, e ficareis incerto
sobre a origem desses malos : acreditai, porm, ainda a sypkilis a gerado-
ra de todas essas manifestages. Nos combates do amor, sahistes ferido
Approvado em 21 de Marco de 18'8 pela Iarpec-
ui id Geral da oigoa Junta de u"jRiene do Rio
de Janeiro.
E-te fclivr de & mposcao loda vegetal pre-
nao percais tempo : ainda a syphilis a causadora do vosso mal presente e aTi^
futuro. Nem mesmo a innocente crianca escapa a essa praga universal;
ella acaba de nascer : aprosenta maculas pelo corpo, que, a simples vista e
aos olhos profanos, parecem casos de nonada ; pois bem : ainda uma ma-
nifestaco precoce da terrivel entidade mrbida; e a pobre crianca nao
passa de uma luredt-syphilica. A syphilis finalmente, o Protheu, que, sob
todas as formas e as maisextravagantes.se manifesta e transforma, tra-
yendo a hnmanidade todo o seu cortejo de dores e incommodos. que
cumpre, pois fazer? Evitar o mercurio e o arsnico, que so em condicOes
muito especiaes podem aproveitar : e s lancar mo dos depurativos vege-
taes associados ao iodo, nicos agentes que sabem alliar a grande efficacia
cfla co (lili de scienl tica tanto no pas cao
do eitraneelro.
ite Elixir o prodncio nao e do grande c.
tuno dif a~gu s pTy-ioirgicas das raostanclr-a
orno tambero patolgicas, como tambem o re-
sollado das Imtceosas applicac6ea nos diversos
casos de feares de fundo palustre,
A appliracao de'Este Elixir na grande epide-
mia de bexigas de (890 a 1891 mais orna vei
iHiroos'roa a soa Cucada; pon no priuclpiodos
pnuiciros tymptornas u bexiga aborta, e i m ca-
nodo de asar
A's criaccaa at um aono 10 gotas de 3 em J
trrasem uma colber das de sopa ebeia d agaa
fra.
De nm a tres iones 15 golfas.
De 3 a 10 annus em aiante 40 tollas etc.
Estas doses devem sempre ser appiicaas em
egna fra.
l?epoitoa
Companbia de Drogas e Productos Chimicos
Recife, ra do Marqoei de Oliuda n. 83.
Nacional Pbarajacia, roa Larga do Rosarle o
35.
Pbaroascia Oriectal, rea Estrei'a do Rcao,;
o 3
Phsrmscia Alfredo Frreira. ra do Bario d:
Victoria d. 14
Pbarmacia Martina, roa Doaae de Caxias o.
P3.
Pbarmacia Ribeiro, praca Maciel Pinheiro 21
Pcarmaria Victorinoae de Lciz Ignacio de Ad-
drade L>ma, cidade da Victoria
Para qualquer informa fio ser encontrado o
autor na ra Eatreita do Rosario o. 17.
Os uost08 frascos sao quadrados e con!a y,
tas. N'nm lado ieem gravadoEIiti ante feftril
e no outroManoei CardosoPernambuco, e to
dos n; prospectos f&o sesi.nados por Msnoe
Cardoso Juolor, aeDdo falsos os que nao forem
aseigoados.
xir M. Moratj sSo productos examinados
e approvados pela Inspectora Geral de
Saude, do Rio de Janoir e que a sua
venda foi autorisada elo governo federal,
primeiro, e pelo de S Paulo, depois.
O Elixir, tendo por base certas plan-
ta raras que e se encontram na flora de
Sjo a ceuioe lita dos cica .i qUe if(n
volar na fleico de Goveroad&r e Vici-Gjtcoa-
aor no ii* 7 Je Deiembaj de 8H5.
Frfgoexia ce S. Jo
Sa'a'tlaro Frarciaco M.n o.
Silvhuno da Silva amo .
Se'aibim laoacio ue J-su*.
Se oodino Alves de A aoju.
Silv o Pere a da Silva,
nossos ser,5d', sf serve para a cora mi-'Silvano To'jqi.x de Souza Mjgalbie?.
m mais aKiaotados a bexiga passa a per orno
de seus effeitos a innocuidade relativa d seu uso e empregb. No numero' Jo^S 'fb-il voigar apreseoiai.do pequeas 'to-
dos preparados emcuia confeceo entram estes agentes, oceupa inquestio- ^J^^i'^l"DM'Cl d e"X'r
navelinente o primeiro logar o O GRANDE DEPURATIVO DO SANGUE.
Elixir de Nogueira, Sais?, Garoba e
Guayaco iodurado
rigo.
IIO '. 80
preeeoiar receles de pc-
e muils atice lados publicados no diario de
Pi rcambucc e Gaxeta da Tarde pruvam oqce
dizemos.
Nos casos de febre amarella o effeilo e admi
ravei.apresentando pbenomenos (o maravi'bo
-os qoe nesta cidade do Reclfe e no do Rio de
Jiueiro pouco recelo causa a febre amarella
mesmo estando o deeote com vomito preioe.
sanguneonestes ol irnos periodos entao ne-
Eflicazmentebmpregado as seguintes molestias: syp/ii/issob todas as suas
formas e manifostacoes; escrophulas, fstulas, rheumatismo .empigens,
boubas, boubes, gonorrhas, ulceras, manchas da pelle, cancros venreos,
rachitismos. ores brancas, espinhos e darthros. E cujas propriedade tem cesino a apphcacAo em alta dose, deeprexando
sido j preconisadas por innmeros clnicos dos do maior nota entre nos 9 ttreiu annexa
por professores dos mais distinctos das nossas faculdades.
DEPSITOS:Companhiade Drogas de Guimares Braga & C.
PKRNAMBCO
MEDICO
Or. Amaro Wanderley
Avisa aos clientes e amigos que
Dr. a* IIyiio de Miranda
Medico pela Faculdade de Pariz, cir
nrgiSo parteiro, abri provisoriamente
pode ser procurado de 12 horas s 2 seu consultorio na ra Nova n. 19, l.*
da tarde na Pharmarcia Bom Jess,'andar. Consultas das 1 s 3. Espe-
ra do Bom Jess n. 24. jcialidades : partos, molestias das senho-
Re-iiancia Ra Direita n. 10 em
Afogados.
COSSERHO
Bolea 'om me rol; I
tlHfO
(CTAQ0B8 OmWABS D, JUNTA DOS COBBBTORHS
tvafa do Hect/e, 15 de inlhode :8&5
> o booe colaao.
U iesidente
Antonio Mdrqoee e Aoi.rT..
O 8ecrelrin
Moiel b da Silva Puto.
Cambio
Os Bancos inicia au nje tuis ir.n-'irc.fl' a
10 5,8 snhre Liodre- 90 rli .a, baixard 1 aepois
ca^ uulli 'as clu R o p^ a 10 3.8 o ir e'-aJu ttr-
mouse ir t< iii appareceuuo poucus toma.
dorf.'.
Em letras particulares e bana- 'a repassada*
ronsiaram aitn* oegocioj a 10 1,2 10 9,16 e ti*
clmente a 10 f)(8.
ras e dos org&oi genito-unnarios. Re-
sidencia: ra do Bario de S. Borj 30.
Gile Elixir j condecido do publico de un
grmde numero de d para combater os diBerenies incommodos todof
elles de carcter feb'il.
Por muito tempo tivemos occasiao de 'aaer a
ipplicacao as feb;38 eryaipellosas e com tac
bom resaltado qne licvros admirados de to al-
toa effenos.
Pela praiica ebegamos e coobecer que oot
ataques de feore erysipe.losa ou erysipeila como
valgamente se dix 6 necessarlo o oso de 10 dlae
do Elixir.
tiot grandes incommodos das senhoras mecs-
r Qcj, gravidex e uoa casos de parto com fe.
b e e de oro reaoltado mu'i> ce to e seguro eos
a ena con(osic5o to sijipl soe nio ol-rece
Tendes tosse ? Soffrei
do peito?
Usai o mais efficaz dos remedios, o
PEITORAL DE CAMBAR, de Sou-
za Soares, garantido por Decreto do
goveruo geralde 30 de Junho de 1884.
Este preparado foi distinguido com
tres medalhas de 1.* classe e acha-se
approvadj pela Exma. ex-Junta Cen-
tral de Hygiene Publica do Brazil.
O PEITORAL DE CAMBAR^ tem
realisado curas maravilhosas e por
sso, o remedio de maior consumo em
todo o paiz.
Vende-se as prncipaes pharmacias
O agente Companhia de Drogas e Pro-
ductos Chimicos
(olaret Je geaer
fan flyricui'vr
AaMCar
B'su-n. ido ,1dem. X 6 K) a 3J5M>
Sao eoos, ilem, dem i*wa a 116*
Mascafado dem, dem. 11890 a 14010
Brniu melaao dem, dem 1,'tiwa 1*7*>
Reame, dem idetu U3<0 a ttM
Algodo
Veodid) 1 11/000 por IS kilo.
leo*l
*r pi;a de 480 litros 208/ ven la.
.%*uarf>Me
Por pipa de 18 litros 1154 leoda.
tasroi
Seceos ealgadoa aa base de
renda.
Verdes 700 rls, nominal
Carnauba
Coia-te de 23/ 35*000 por 15 klios.
el
Por 100/000 oomltal.
TAEELLA DAS ENTRADAS D3 AS-
8UCARK ALQODa
Mes de Julbo
fiarcacas ....
Vaporea.....i
Ammaes.....(l
Ssirada de Perro Central. I
dem de S. Francisco.
dem do Llmoeiro.
Somma. .
Das
1 4 13
a 20
1 20
a 20
a 17
16
'en e V anoa & C, 10 a Albino Silva & ('., 0 a
A. de Cirvalbo & C., H a Vianoa Castro & <:.,
15 a Mi -nda & Souxa. 3 a B agu & G^t-o 1 a
,J PeroaMT- 'Pde[r< 2 a Jjau Dus M .-reir & C, 1 i Lite
B sloe & C.
Girrola 3(0 axao a Co'lbo Pio'o & C.
Ha-mo:.:ico6 1 e*lxa a MaQoel Coluyo & C.
Joiae J raixaa 3 J K-aa'9 A C.
Looga 4 r-uix.s a J>o Oas Mreir & C,
'ets 7 caixas a Ba-baa Foofe>*x & ;. I a
Ar bar Ce.de, I a C. FernaudeH & C, 2 a P> r-
" iri A Irxaos 6 a O. de Gnwo.
Madei a 2 cmxis a A. de Carva b 1 A l'., I a
Vaoua C-.tro&C.
Ma ninas i caixc a o dem,
Mp'cado'ia8 2 v. lomes a E Pal*, 1 S Pi
abo & C. 3 a A. F. Are:a, i a Ooane & C 1
a M-inuel Jia'inina Rib>-i-o. 4 a P. Lora & :.,
1 a >iav& de B. Goagalves Cs-Jo, 4 G. de M g
us Iraiaut i ;, A. ti'icii-n C,l a A. P. de
Atevejo, 17 a ord-m, I a P-*'rei*a Riingasi* &
C. I a Pre ra & M .lb> s, 8 a J Joai. 4 a C. H.1-
'i1sj & C 2 O. Caiipoa &. C, t a Mau & S I-
ta. (I N. Pon^eca &. ''., t a J > quiro Pinnei-o
k L. 2 b S. A. Salaxar Jnior, la C. B rx\ 4 a
.aeroio & C. 1 a C. Canpot&C, 6 a M. S
Praoco, 1 a HVha o & Pe-ei-a, 3 a Cai>a'o &.
<" ive a 3 a Maooel Ci!a;o & C I O. 8aai. a
& C, 1 a A'roe'da G m-s & C, I a C. Peroati-
a-s Si G. 2 a Brag-i & C*(tro, 1 a Max Drecns-
ir, 3 a A. Rolngaea Soare', 1 a A. A Fena--
d.-, 1 a Rapbael Oa' & C, 2 a B. B. Cojper &
C, I a B. Campo) &C.
M>olena 10 ca'Xia a Sulier Kiolcaon & C
2 a P I-aacF.
M.el.i 11,moa 16 Tolomes a Ja.- Goocalves
Piolo.
Pi-neoh 50 saco) Compaatita Estiva.
Papel 55 fiMoa e 130 caixaa i O'dem, 10 f r-
dosali.noel Lipea de S. 2 a G Iiiara doio & C. 5 ca xai a Aiee 'O & G 3 a A. C
t I-os. 3 a Cost. Lraa & C.
Di o de embrlbo 50 faidjs Cimpaibia de
bttva.
Dio de impreata 15 fardos ao Jornal do R-
cife M a Maonel Fiecei 0a de Paria & Filaos.
Pelles 1 caixa a Al' elo & Fernandez
Pboephoros 20 ca x6; a Mattoi Camlnbi &
C, 1 4 or iem.
Parada* 15 oitaa a G. Fernando! & Z.
Sat 20 fca-r.!-d a Gj-icalves Ri-a & DiOin-
gnes.
Rjlbas 1 c ixa 1 J. G da Amorim.
Teci os 2 raixaa a A. Lopes & C, 5 a Roiri-
gaea Lma .t C. 1 a A. Caspas I-maos, 7 a
Hernet de C., 1 a C Campo A C. 1 a J ajoiii
Lo z Teixetra, 1 .a N. Fonseca & C, 3 a A.
Amonm & u,li Joaqaim Gjnc.l'es & C. 1 a
A, Mala A C 1 a Guerra & Fernando, 1 a L
Mala & C. la Domingos Coelbo & S >are>, 1 a
ordem, 9 a Joto Das Miti-s, t a R. de Carva-
li) & G, 1 a H. M.la & C. 1 a A. Viera ft C.
Tinta 2 canas a Gaimtres B aKa & C., 1
orrfem.
Vidros 13 csitas ordem, I a Ferrelra Rjd-i-
gne'& G iOaJdG. ds aaorlm, 1 a M.x
Drecbsler.
Vioho 30 caix8 ordem.
Cirga de LUboa
A88U-
car
Saceos
492J
Algo
do
Sacca
i:o
fcKoariaeao
Reclfe, 24 de Jaldo de 18V5
rara o exterior
No vipor ingiei Scbolar*, pata L virposl
carrecoa :
F. J. Das Pereira, 12 amarrado; oai tunOes
csido pesa ido 1000 kn s.
S v,pir 1 itiitz C. Prioce., para Kew-
Yo-k, carrejar .m :
B. Wilnatuj & C., 8,'OJ pelles de cabra e
2, 00 Jitcd ue carneiro.
Para o ioterlor
Nj pala hi nacional Rival, pa-a Pellas,
c-rreaou :
A. J. ttaoius, 1.500 eo. o> fructa.
No vapor oacioual Mercurio, para P. Io-
ta?, car.c..u :
C. A. Barh, 400 saceos com 30,000 k 1 s de
a'anear branca
No vapor ingles C. Priora., para o Par,
Cirreearatr :
E. Cardoso & C 20) barricas com 14/ 00
kilo* deagu'ar oraoco.
J. Bailar & C 1 p:pa com 500 litros de alcool
No vapor ooroegueose Stlla, para Rio
de Janeiro, carretn :
C. da Melao-ameoto. 8 pipas com 4.000 litros
de a cooi.
-Vita raate D. AnUaia, pn Aracaty, car-
son :
M.aaoel do II go, 3 cuixis com 5 k los de c> r,
em e.l:ae.
Na barcac Marida, para Pa.-ib.ba, car-
regaram :
a. MacbadoA C. 7000 cb'rotos.
Ni bireaca J. Taurino, para Pilar de
AUgoas, carretiaram :
Macbato & Lopes, 2 barricas com 2.0kiljs
de c.r'i animal.
Na barcac* Sempra Viva, para Porio
Calvo, carreearam :
C Leoios C, 100 caixis com 2,300 -ilos de
sabo.
Na barcaca Divina Providencia, para S.
M guel, car-e>aram :
J. Bailar & C, 20 casas coa) 460 kilos de
sabo.
S. da Flgaeira & C, 5 calas ron 125 kilos
do sab), 1 barril com 40 litros de vio ser, 1
calxa com 60 kilos de assacar rrfljade, 3 l.tas
com 23 litros de gen3bra, 200 charutos, 5000
cigarros.
Iloliicalii
Djve ser lida com interesse a seguinte
noticia, que a Fanfulla publica a pro-
posito dos productos meoicinaes, propa-
gados plo Sr. D. Carlos :
Todo o 13raz I, e especialmente este
flore8Centi-8mo Estado, tem ouvido" fal-
lar do Elixir e de outras especialidades
m'idicinaei do Sr. M. Morato, mas nem
todos conhecern o alto mrito, a bonda-
de, a tenacidade e a gentileza do prepa-
rador dassea productJs, o Sr. D Ca los,
que um joven cheio de intelligenc:a,
de estudos, que com o sen 1 bor incan-
cavel soube ganhar 01 elegios de varias
celebridades medicas a tantos atteatados
racul sa da aethma, do cancro da do
res rheumaticas, da eyphiles da tenivel
morpha.
O seu segredo foi revelado, ha bastan-
te tempo, palo chele de uma tribu de in-
dios, cujo nome agora no escapa, r. as
que opportunamente designaremo por
que este facto se prende uma interessante
historieta, que vale a pena ser narrada.
O estabalecimento do Sr. D. Carlos
tem uma importancia excepcional e pode
comp tir com os melhores desse genero,
que se acham as derrais partei do
mundo.
As istimos ha alguna das, prepira-
580 deste Elizir, acompanhando at enta-
mente tod s o- trabalhos, desde a tritura-
cio d s vegetaes at ao er.caxotamente,
ao qual se segu a exped9o para a?
mais importantes pharraacs da Europa.
Al'm do curioso rocesso, sao dignos
da admirar a fiscalisa?.^, ordem, disci-
plina que reinara no ampio laboratorio,
do qual s hoje o Sr. D. Carlos, comeca
a c Iher os fructos, alias altamente lison-
geiroi, tanto pelo lado moral como pelo
pecunuri >.
O Sr D. Carlos nao se deixa, perm,
dormir sobre os louro?, cogitando sem-
pre em ampliar mais o seu estabelecimen-
t, estudaudo o processo para o fabrico
de outros productos ..jedicinae^ que se-
ro, antes de tudo, subrnelt'os ana'y-
se dos mais notavei e intel'igentes aie-
dicos.
Os nossos cemprimentos a esse h>-
mem Ilustre que em B.tucat, gosa de
geral sympathia e ao qual de ejaraos
arosperos negocios.
i
i
Di-. Aillnu- Caval-
canti
967
4367 451
15805 857
679 3615
263to' 50*5
I ni |torlaran
Jlmbargo e Lisboa, vapor allem M^nJoi: ec-
trado em 16 do orreate e coi sig'iado a Borf-
telman & G.
Carga de Himbirgo :
Arjiot a,i 19 vlumea a dive- Attgos de vidro I caixa a A Gime?.
Alboos 1 caixa a J. Kaose & ti.
Coros 2 ca xae a Oe?ar Lipe & ".
Caminbo.i 30 saceos a C mpat.b.a de Sstiva.
Citalogaa l*baixa a G. B.ria.
CaPdieiri
Cognac 20 caxis a CUmen K-igler.
Gev&dmna 10 garafo-s a Gjiic Ivs Rasa &
Dialogue*.
Cerveja 91 caixa a O'dsm, 20 a Solxer Kiof-
fmann & C 10 a C. Ba a, 40 a Nuaes Pou-e a
fcC. 80 a E. t. Co. per.
Cense vis 1 caixa a C Buza.
C'Vala 4 barricas a Jo; R il-igoe', 12 a J.
S. kxt-\.
Cnipos 1 ciixSo a Raph>el Da & C, ti
MinLfl da Silva C.rvalho, 2 Sjirea & C.
Cabos 10 rolos a ioo Fui.l s.
C- lc-3d-).i I calxii a M. Carneiro & 1.
Chpeos de eol 2 -auas a Tavarss & Freir 2
a Max D-echel 9 a Jj. Ferreira & (.'., 3 a Ma-
noel G. da Crui &. C
F-esco 1 c ixa a J. S. A-nara!.
Ferraeeni 8i o'umps a A. H.nto da S Iva &
C, 4 8 Aittnio Doarte Caraei o Viaona, 1 a Pa-
Bautas 100 caixa a B. M. de Barros,
crdem. 50 a Companh a de Es iva.
Q.e jo 1 calxa a J. F. Ltm*.
48
Carpi*, barc noraeguenso lia, entrada
em 17 do corrente e consignada a Wilson Sons
&. c.
Carvio de podra 933 toneladas i ordem.
Cardiff, barca noraegaense xindal, entra-
da em 14 do correle e coosigos 11 A Lopes Gal-
mares & C.
Carvao de pedra 568 toneladas i rr.1t.ni.
Cardiff, barca oo'aegoeoae Dilpos oad, en-
trada em 15 de correr.ts e consignada a Lipes
Go ini'aes I.-miis.
Carvo de pedra 964 toneladas ordem.
Te-ra Ni','ar lagle VMonia entrado
em 17 do corrente e con tgaado a Blackbarn
4C.
bacalbo 2 220 barricas e 1 950 ixeias ditas i
o dem.
Pelotas, lugar dlnamarqaez Anne Emmy*
eotrado em 18 do corrtnts e consignado a Njva
Slaia&C.
Aplate 21 saceos a M. S. Maia,
Cbocolate 3 caivas a J. C Lipes.
, G.-axa 20) pipas a Poniera I-mSo< & C. 127 a
Jj Blur&C.
0 e> 50 canas a Forjs'ca Irmo3 & C.
S*j o 800 barricas sos me.moi, 100 a M. S.
franco.
Vi abo 41 barra a M. 3. laia.
ReadlaieaCos poblleo*
Mez de Jolho de 1895
Alfaniega
Renda geral
Do da 1 a 24
dem ae 25
1,236:472*304
37.830*151
Navlcs (sabias 10 mesmo dia
Boeao8-*y na, r mmaodan'e J..mei Poop, carga rafei
S^ene tr.
Ha bn-toVaDor In.lei Morlla k', comise
*- e '.. h. Fo'Sle-, carga vanos geoeros.
ulereado Uanielpai de los
O movimeaio deste marcado ao dia 34 ae Juih
fol o segoiQte
Bntrsrtm :
51 bois pesando 8 964 kilos
455 kilos de peixe a 20 rs.
14 comparl. com manscosa 100 *r,
6 ditos com camarn > 100 rs.
26 1/2 columnas a 600 rs.
1 carga com gallinbas a 600 rs.
7 ca8oaeg com eallinhaa a 300 rs.
1 cargas com milbo vene a 300 rs.
1 carga com amen io:m a 300
6 cargas com batatas a 300 rs.
i cargas com macacoeiras a 300 rs
1 cargts com ceboliobo a 300 re.
I cargas com gerimuos a 300 is.
11 cargas cem verdaras a 300 rs.
1 carga com canoa a 300 rs.
19 cargas com Uranias a 300 rs.
2 cargas con iobame a 300
i cargas com toacas a 30-' rs.
2 cargas com diversas a 300 rs
2'- carga com farinba a 200 rs.
8 cargas com oiilbo neceo a tOO rs.
5 cargas com fejio a 200 rs.
78 lugares a 200 rs.
12 Su i n os a 200 rs.
12 como, com uinelros a 14000
7 comp. com pej. i-ui a '00 rs.
8 comp.com freasuraoa '-'X- s.
34 comp. com comidas a 70o rs.
73 comp. com faseadas a 600 ra.
49 comp. cora verdaraa a 300 rs.
96 comp. com farinba a 4W ra
57 comp. fAim talboe a 24000
9*100
1J4C0
i6Ml
15*600
A)
2*1.0
4300
43.IU
I48OU
4600
43 O
3(301
4300
5470U
46 m
i3J0
46'"
4UM)
i*oo
l.-oi'i
(o'DO
2*40'
iz4yxi
419'Jf'
4480
234800
434SO0
144700
38HOO
11.4000

?
co
i
I

Par cipa seus rl.entes e
ni. igOa qu' niU'lnu seu consul-
lorio e residencia para a ruado
Baro da Victoria n. 43 1.* a-
ilar onde coniins a exrcjr os
roy leres da sua profisso.
Conullas de 1 s 3 horas
larde.
TELE'HONE N. 433
da
co
CO
?
i
s
s
a
I
i
K
n
?
liendlmento dos diae 1 a 23
Precos do da :
Carne verde de 2K> a 14000 rs. o
Sainos de 14 a 14200 dem.
Ca-oeiro de 14200 a 14500 idea.
Fartoba de 8 JO a 14403 rs. a cala.
Milbo de 700 a 14000 rs. a cois.
Feiifto lo 14200 a 14800 a cala.
3244500
29446 K)
f f
A laryngite e o Peitoral
de Cambar
O Sr. Dr. Telasco Lopes de Gcmene
soro, medico da armada, certificou que
uma pessa de sua familia que desde
mezes soffria de uma laryng-ite com ac-
cessos de tosse, re ;tabeleceu-se com o
uso do Peitoral de Cambar, ^de Souza
Soares.
O AGENTE Companhia de Droga
Productos IZhimicos.
--------------->---------------
Dr. Aunes Coimbra-------Clnica M
aico Cirurgica Consultorio, ra Mr-
quez deOlinda 11. 64, 1." andar, onde d
consultas das 12 s 2 boras d> tarde.
Especialidades Febres, partos, moles-
tias de senhoras e enancas. Chamados
a qualquer hora na sua residencia, na
ma da Soledade n. 84, esquina da ra do
Atalho ou no consultorio
Telephone n. 387.
Dr. Barreto Sampaio Oculista
Consultorio na Ha rao da Victoria n. 51,
l." andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nosdoming-os e das san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade a. 26 Telephone
n. 287.
7.6234100
kilo.
1,174:30:4^1
110:1714231
1,384.477479.
2* saccSo da Alfandega de Pernambuco 25
da Jalbo de 1895. '
O ebefe da seego
L. F. Oodecera.
Pelo ibeaooreiro
flemeoegildo N. Caves
Renda do Estado :
Oo da 1 i 24 116:9204396
dem de 25 3:2504837
Somma. total
R ECEBEDORIA DO ESTADO
Di da I a 24
dem de 25
95 6184233
31484241
98:7764476
RKCirE DrtAINAGB
Di dia 1 a 24
dem de 25
5.3894718
1.0944953
6.l8i468~l
ovlmento do porte
Navios entrados oo dia 25
Sontrampton e escala 15 das, vapor inglex
Migialena, de 3,369 toneladas, commandante
James Poop, eqolpagetn 157, carga varios g-
neros ; a Amorim Irmaos & C.
Araraj e escalaVapor nacional Beberlbe de
391 toneladas, commandante Fablo R Do
equlpag^m 30. car .-a vanos gene-cs ; a Com-'
panriia Pernambocana.
MaTlOS) esperado?
De reloia
pjtrcho noraegnense Eioar.
Eseana allem Elise.
Logar diaamarqaea Varde.
Logar Braxileln Bratll.
Lagar noraegoeose Sylpbe.
Paiacbo no-oegoer.se Han-,
Lagar argentino Condena.
Patacho allemao Elise Hoy.
Patacho argeotloo Almina.
Paiacbo allemao Aniye.
Dj Porto
Brigae portogaei Vareiro.
De Cardiff
Barca nornegoeofe Sala.
Barca inglesa Pellicaoa.
Barca noroegoeare Fi.m.
De Bambargo
Brigae illemio Ouo Grat a SUIbsrg.
Bia alterna Albairosa.
Birca.aflemi Liv.
De Memel
Barca allem T. C. Bery.
ue Terra Nova
Lagar Inglex Clatba.
vapore a eairar
Mea de Julho
larro's, de Trieatre. 26.
Sa-itelmo, do rol, a 26.
I apoan, do sal. a 26<
.Mio-.l Prloce, de N-wYjrk a 26.
Itatlay, do tal, a 26.
K'onprini F. Wllberai, da Europa, a 28.
Hat eo Bou. de Genova, a 28.
P rigu, da Europa, a 28.
Orelaoa, do sol, a 29.
Harvelioe, do snf, a 31.
Vapore a sabir
Mez de Julho
Para e New Yrk, Crele Prt ce, 26, s 3 horas.
Sia os e e c, uaroro. 26, 3 boraa.
P.ytDooib e esc. Orelana, 26, 5 boras.
S ,0'os e eic, Uoorlsb Pilnce, 29, ss 3 bsrss.
Siotos e esc, Malteo Brosio. 29, 3 boras.
Santos e e'r., P.raga^s-, 30, s 4 Doras.
NewYjtk. e is"., HjnellUf, 31, a 3 borss.
Avisa a seua amigos e clientes, que
mudou o seu consultorio para a ra
Larga do Rosario n. 0, antigo con-
sultorio do Dr. Ferre'ra, onde continua
dar c nsultas Jas 11 1 hora da tarie
e reside no Cajueiro n 4.
Tdlepho en. 292.
Elixir M. llorato
Ha quatro annos que estava entrevado
sem poder ir na roja nem cuidar na
minha vida, com forte rheumatismo a
qua ninguem dav* remedio. Tv.mei seis
frase s de Elixir M. Morato, e estou
completamente curado. Ajudado de Deus
seja quem descobrio este remedio.
Villa de Lencea.
Wenceslau Psreira Bonil/ut.
Depsito em Pernambuo Camp. de
Drogas e Productos Chimics.
Olympio de Oliveira
Cura do Peitoral de Cambar
O Sr. Olympio A. de Oliveira, sendo
atacado de forte constipaco com tosse
desesperadora, s conseguiu restabele-
cer-se tomando 1 Peitoral de Cambar,
de Souza Soarer.
O agente Ccn.panhia de Drogas e Pro
duc tos Chimicos.
.silvectre Manjoes da Silva Fe rao.
trapera Jos do* Aojos.
Si'ij.biri' os Augtio aos Santos.
Hiivioo Ciduaoo de Alboqaerqoe Sibreir.
Silvlr o Jerooya.0 Silviuo Pi es 1 e HulUnda Cavalcanle
Silviuo Luz liuixa.ii.
Sebaa ao Valer a 10 Alves de S.oia.
Slviuo Ferreira de Looreoa.
lUMrrxuijd Pinto de Qjeuot.
SeveriiQ.. Jos da Shva.
t-ll ano Ptssoa de Lemos.
SeDastio Barreno oe Meno R.ego.
S basiiao da P^i Fragoso.
Sergo Aa^o. o Vni a.
Simad Tiborcu de ui vei a.
Severbn. A I1..0 n.- Alboi erque.
Sebattiio Muaiz Basilio Py.-ro.
Si eao lui e tm. V.;ju SiUlO.
Seboet-ao Faz Gimion?.
:o'.er Cato de Sona.
saiy o J s COTeii.
Sec lao Curraa e Araojo.
Thonaz A .lola Golnar-s.'
rneot.Olti P^re a a Silva.
To--olano S T.ieuiiiiio Ju e Melio.
Te tuviauo de M;IK. C r e ro
T.ii-o orlo Pereira dua Saaton Piolo.
T. im.z Antoaio Pra ..seo Barreno
Tn.iu.e rterl o e L m*.
Taurnaa de Oliveira Lipef.
Tneoioalo Jjs .e Sao *a i a
Tnomit Aoasta^i Cola Plmt-olel
lioarcio Valr-.iato le Si oa.
Tnom-a tl.-qo.s V eir.
Torcio Hplltta Je H'fitas.
T. rioaiu H.-sriQU' Lo:o uaSil'i.
Tr jaoo Pe.-ei-a Leite.
Tiborclo AveliLO Peoroaa
Tr 1 "< Hy 001,10 <- Mi-ii.ip lao'or,
T-iomaz a'qono Ferreira da Silva.
I' uu iu Jjce da Kcgo.
Tunnat Soars- B^t- bo.
Tbeo onio de Bjrroa e Sil?.
T aoqan nu Fiaacixco das Cnsgas.
Trajai.o F-lippe dos Aojus Cusa.
Taumai Qjioiico de Catro Delgado.
T u uji.'ii dos Sa! 1 -s Sel"a
II sonno de Torrea G'hooo.
Ursalin Franc seo d; Sooi.
Vicenie Nanea Maiialtiep.
V -(i:n> Can imo Kdrr.ira.
Vicente L ns Teclp.
Vicente Fer-eira Accioly.
Vi eme Saralva de C rvalho Nelva.
Virtfllio Graciliaco na iJocbi Civalcote.
/arco Pairicio do R-t;o Pa rt,s.
Vi:ente 0ive'ra Hadtfl.
V.lenuiE Candi-o ria Silva B.stiis.
V:eote J'f da Sllvu.
Vic ole Aounlo de Oliveir.
Vic^.iie Ferreira Pae Barreno.
Virhoo da Costa Palmara.
V;cto iano L'cs Fran*' .
Z charias C cilio o E.-pir to Santo.
Z 'ei' o C^ndidu F r Ira.
U Dr. Ma'O'i Moreira Tavarea dn S Iva,
jaia da direita deste munciaio da
Victoria do Estaio de Pernam-
bcc.
Fajo aaber aoa que o presente eital
le pract virem, que na audiencia desto
juieo que ter logar no dia 27 do correr-*
te mez as 12 horas da manha no logar o
costme, nesta cidade e a requer liento
do Dr. carador do espolio vai a prsga em
publico preg&o para ser vendido a qaem
mais der e maior lance offar. cr o r-i tan-
to dos besa que foram arrecadad c por
este iniso perttDQeote ao fallecido Bernar-
do M.yor brosileirj natoralisado i lecid)
iote t do e aem herdeiros cothe3doff
consistentes am varias joiaa de eoro, al-
gumospec-s de r- apa e diver. os objectos
de cao di metra i Bar ardo M jor pelo
prec'i da ultima avaliacSo, como tado
coasta dos auto-.
Convido a todos os pretendentes com-
parecer 00 da, horas o legar cima desig-
nados afim de proceder se a al'u nca r-
rtmatatao na t">rma da le;.
B para que obegae ao conhecimeato de
todos mandei affisar o presante edital co>
logar do coatume e publicar pela im
prensa.
Dado e paseado neata cidade da Victo-
ria aoa 19 de J.hi da 1893.
eu Aoionio Ludgero da Silva Costa,
acriv&o que o esorsvi.
Manoel Mana Tararas da Silva.
Est conforme ocm o original___En
Autooio L-idgero da Silv Costa, escrivto
o escrevi.
1
Pcrto, 17 do Abril de 1886.
Illms. Sr*. Scitt e B wae,
Ddd ro que terh'i emp-e^sdo com
vaotagem a EmnlsSo <,e Se t', torra-do-
se u*il principalmente na therapeatica
infantil pela faoilidade com que tomada
pelos pequeos aoentes. Compondo se de
oleo de fijados de baoalhau e liyp pfcos
ph'trs, cocstitue em grande numero de
m< 1 siias, um medicamento til e de
fac pplicacSo.
E. Fontes,
Fscoltativo doa Hospitaea de S. Antonio
e de S. Francisco.
Estado ce Pernambuco
1 Directora da Secretaba da Industria
(ORAS POBLIGAS
Edital
Para oonbecimento dos ioteresssdcs, fago
puble > que at o dia 30 de Agosto prxi-
mo vindouro, resebem-se nesta ReparticSo
pnp staa em cartas fichadas devidamente
selladas, para o fornecimeato de quinfen*
tos mil (500.000) paraleleppedos de gra-
uito nu gaeiss com as seguintes dimt s5es
0,26X0, 12X0.18, desembarcados no
caes qne for indicado por eita ReparticSo.
Para ser idmi'.tido a concarrecco de-
p i'itr cada proponente na Tbeaooraria
deBts Directora a qnantia de um cont de
res (L.ODOfSrOOO) qne perer se aoceita
ana proposta e convidado para aasignsr o
contracto, nao o fizar dentro do praio de
8 das, cantadas da data do aviso que Ihe
fr expedido para tal fim.
Os precos das propostas ssrSo eeorptos
por extenso, sem rasura, emenda ou vicio
de qualquer especie.
A concurrencia versar sobre o prego,
tempo do fornecimeota e condignas do pa-
gamento,
Para garanta da boa exeoagSo do con-
trasto,depositar O cor.trsctatne no Thest u-
ro do Estado ,um caugSo correspi ndente
a 10 .|* do valor total t'o fornecimeato,
qnantia qne id poder ier levanttda de-
pois de terminado o sen or tracto.
A dirsetoria nSo reonheoer, no caso
de f lecimento do oontr>ctante, direito i
reveralo do oontraoto a herdeiros.
He;t\ 24 de Julho de 1895,
Antonio Urbano Peesoa Mantenegro.
3 Directora da Secretaria da Industria
EDITAL
Para c nheciment dos interesados,
fago putuco que esta RepartigSo aceita
como praticante g atuito de desenlio, me-
nores ds 13 a 20 annos de idade.
Reeife, 18 de Julho de51895.
A. Urbano P. Montenegro.
Director-geral-interino.
-




Mb
itfHHMBHHBHBaHBWHBBMBBBBBMH'ii^^B
Diario de Pernambnco Sevta-feira *<5 de liilho de 1895
Secretaria da Industria
V DIRECTORIO
Passeio Publico 13 de Malo
EIDTAL
Para conhecimento dos interessados,
fago publico que, estando o Governador
do Estado auctorisado pela lei n. 112
de 22 do mez p. findo, a despender at
a quantia de 500 contos com as ob as
do Passeio Publico 13 de Maio rece-
bem-se n'esta Directora, no dia 30
de Setembrovindouro, ao meio dia,
propostas para a construcco dessas
obras, de accordo com o plano do En-
genheiro Emilio Gustavo Beringer, con-
stante da memoria abaixo transcripta,
exceptuando-se duas tercas partes do
aterro que j se acham feitas e desa-
propriafo de casa para o jardineiro.
As propostas devem ser convenien-
temente selladas, entregues em car-
tas fechadas e conter em termos cla-
ros :
i. O preco pelo qual se pi*>pem
os licitantes a executar as obras ;
2." Endereco de sua residencia pro-
fissional ;
3." Prova de idoneidade para dirigi-
rem e executarem as obras.
Havendo duas ou mais propostas em
igualdade de condicoes, ser prefirido
o concurrente que mclhores provas de
idoneidade offerecer.
Nao sero acceitas as propostas que
se resentirem das seguintes faltas :
l. As que nao forem organisadas de
accordo com o presente edital.
2." As que se basearem em prefos de
outros concurrentes.
3. As que forem firmadas por pes-
soas que j tiveram deixado de com-
prir contractos ou promessas de fon-
tractos celebrados com o extincta Re-
partido das Obras Publicas.
4.0 As que nao offerecerem as ga-
antias e qualidades exigidas no pre-
sente edital. P
Nenhuma proposta ser acceita sem
que o proponente aprsente recibo que
prove haver depositado, at a vespera,
na Thesouraria, a quantia dereis........
5;ooo$ooo e perder o direito de res-
tituido se, escolhida sua proposta,
recusar-se o proponente a assignar o
contracto respectivo.
As plantas das obras de que trata o
presente edital acham-se:
Em Pernambuco nesta Directora,
nc Rio de Janeiro na typographia do
Jornal do Commercio, em S. Paulo na
typographia que pubbicar o presente
edital.
Recife, 9 de julho de 1895.
A. Urbano P. Montenegro,
Director Geral interino.
As entradas do passeio sao em numero 1 e
cqco das quaes tinas cSj entradas principie*
Minadas Das dnas txtemid.des do palelo, a
primeira na ra oa Auro-a e ? s coot o dai rus D Uub 1 e Hospicio.
As entradas secundarias eso para as roas do
Mj'picio, D. Itabel e prolongameoto do da Sau-
dade.
Melhoramentos
Passeio Publico 13 de Maio
Memora d-scrn uva apresemado pelo p"Kobe'.-
ro Beri yer i ai 1 de Julho de 1878
O premie pr j -1 lo lera por fim a loistruc-
ao i rr oca dos guartelrOes d> ci tade do Recite,
nm pa-s-'o publico ue genero conde.ido pelo
roce de J rdim Inglez.
Cs je aires Ja-din*, pn'li'os em Londres fi<
mollas e--s de; omina o os pulrxG. s d> ci-
darte.
E' per abi, realmente, qoe respi a, tanto no
phyico romo no mor I, grande ci.ade.
E'ab qv ooperaio, depo s de ter de x*do
sna cffi ina, vai-se reereperar; ah q^e o pen-
sador ci procurar a raima e o reponso oeres-
sario a a>eiilac.ao abi 'iue a mocidade i de
se entregar a sms pa8satii>po*, acostumar-S a
respear a poprieaaae publica e instruirle di-
vertindc-se.
E'abiem ima oalavra o erante laboratorio
em qne se parifica o ar das c-dades populosas,
0 que loroa iooisvensaveisos jardins interiores,
ain.ia mesmo nao deveado elles ser I ementa-
do-".
Cot,o diz o S A'tbor M nein na toa magni-
fica ob-a aobre os jarins publico ama grande
cidade qne nao t-m Jardlng Pblicos nao vive ;
aquilas que nao n scfflciente viven mal .
A-s m todas as cidaues cuja siinagao. com-
mercio tu induatia, gosam de dio ceno renom
nao >m exilado em entrar largamente nesta sen-
da, e. a capitel do B-.zil di, ueste mesmo mo-
melo, a p ova do grande ioteresse que Hita a
esta qu'fti, relimando nm grande carneo da
cidade a rr^acao de aa> jardim central.
Em N-.w.Y rk mesmo, onde rs quesioes otili-
Istias p'imam iobrr todas as omris os memoro*
da edilidade cabana) por autonsar, por moli-
dos de salubridad?, a cresgSo do passeio publi-
co que denom na.se Central Par:.
A cidade do Ri-.ife pesque j dous
elegantes, o prlmeiro no Campo das Princesas e
a segunda na prici co Conde o'Ea.
Ees serven) para ornamentaren} e arejarem
a? rfca- em qne foram construidos, e ctl-re-
cem ou cffe ectrao ao passelador urna soteb-a e
q precise logar de r

oso.
Mas sens beneficios tygieoicos nao podem se
esleoder ceoo em om> pequea xoia ; o pa.
seador que demora.se oeile, continua a ticar no
meio do ruido e da agitaca; da ra a multidao
cao encoolra ah o espago necessano ; e as gran,
des fesias populares sao abi impossiveis.
E' pois de toda necessldade que sejam com.
pl-Udos por um paseio aai imprtame.
O local para esie novojardim ee impOe por ti
mesmo e'e es terrenos devofutos que ee ei
tendem per ir-;z do Gymaasio e do P.co da Ai.
semblfa P.ovincial aia ra do H spicio.
F.cara assim suppnmido um argado de a?.
pecio repuiainte que nao se dave coatiouar a
tolerar no ceotro da cida-e.
1). ->-.,-.a ao Pago da Aseemb'i e ao Gymna.
sio urna visinbsoga mais agradavel e mais salu-
bre, um lugar de recolbimeolo para o legisla,
der, um logar de diatracgao para o alomoe, e,
para os don', asuas frescas e sombra eapesaa, o
trigas opacom do velbj II irado
Em omra occasio ja foi apresentado um pro-
jecto para transformar este local em passeio pu-
blico ; o que acba-se mencionado on ultimo re-
latarlo que S. Ex<*. o Sr. presidente da provincia
presenlou a Assembiea Provinc '.
Mas sua superficie era multo dimir.ua para
nm jardim de paysagem ou ingles.
u presente projecto augmenta esta superficie
primitiva em uci'i. larga proporgoem barmooii
com as neceasiadea tuluras da cidade, recaan
do, para este tim, os limites do lado do sol at
o camin&o de ferro de Oiioda.
Supprioie alm disto, os ca-a pr mi menle
proj cadoa ao lado do Norte, e adopta clara
men e os .yo3 dos psseios chamados Jardins
Jngleze-. com lagos, foitos de vista e outros
accef80rios.
Os limnes exactos do novo passeio sao, o ra
ver a planta, ao Norte o canal de sabida das
anuas, ao Oes'e a ra do Hospicio, ao Sol a ra
0. Itabel aproveHaodo a primeira iltaa desla
rus a Leste o prcloosamento da roa da Sanda
de, o Gymnssio Provincial e a ra da Aurora.
Ese: limites deixam, ao lado do Gymoasio
Provincial, urna superficie de 18,A50 destinada
a ser transformarla em om jirdlm rejtr.ado es-
pecialmente pira dislracgao e inslrucgao dos
alumnos do Gymoasio.
A superficie total do novo passeio de......
i3H\ 13A
Esta (uperfirie nao excessiva nem dlmlnu's.
Eila correaponde .pproxlmadamente a super-
ficie do Parqoe de Rrux^llaj (UlA.iA). ou a
do Parque de Anvere> (2IK) e um pouco m..io-
que a co g adoso Pare de Manceac Ce Pars
(91A ou ojardim de Bordtaux (iOIA) ; e final
mete excede moito de superticial do Jardim da
Estrella de Lisboa 61A), e a de Natura artls
aagst-a deAonslerdam.
As ro t s rao destruidas de modo a pemil-
tlr que is peaori que morara oca a'redore'
posdata atravesiar o passeio s m grandes rodenie
e sotar as im di bo.-pilalidi.de do p8ieio dirl
gin u-ie a a u irabalboe ou a seos negocio i.
Os po.tOes sao frmalos por gran tes presas
i pilares de alveoaru co.sirui 'oj dos kdor.
fieles sao construidos de tal ma eir que nada
faa obstculo ao ir iparte das arvores e que,
po8.-:m dar fcilmente franca passagem doi
carro..
E' com effeilo rrnit j conveolen'e cors>rvar a
faca Cade de de xar ircular es ca ros de passeio
em certas rosa do jardim, como seaaspra ica na
aaorrarie dos pa'ques pblicos ama dimi-
nuta rtnbulcao r^cebiia des carros de passeio,
compensara por demats, as despesas da conser
vagao do calgamento.
Para o uso des carros e em geral para a df-
colacao dos graodes grupos o projecto prev om
caminho de circuito cora 12 me roa de la-KU a
e un kilmetro e 100 metros de desenvolvimento
sem contar o< carnin os d<* accesso.
sta gr.ule arteria secue an'o qaan'O pos-
sivel o cootoroo do Jardim, mas deixanio sem-
pr- om algrele com grandes arvores entre o ca-
minbo e o muro, porjue oecessano qoe nestas
especies de jardins possa-se erqaerer iotelra-
mente a ra com seas ruidos e ent:i -se real
ner,L' em cetro lugar.
Na parte septeolrional o caminho do circuito
renorna um lago a tiHcial.
Duas ootras grandes arterias destinadas lotei-
'amente a peseca< a p eompletam a roda de
g ande circulic&o; a primei a setu* a pa'le su
do lago, e. m planta, val denomiuadi por ave-
o a do Aqnari m; a cegaoda cnmmuuica a
avenida do Aqosiiam com o porlSo coocado
na p'oximidade da ra 0. Itaoel.
Km tim samiobos de mejor largura estable
rem communicatOes < n're as grandes arterias e
c rtara o pasieio em tipe.es de verdura de di-
menioas convenientes.
Nj traca-'o de todo' e>t->s caminhos foi ad-
optado, corro oso, corvas de g'andes ralos li-
gan'o'ae de modo qoe nao tirara a vista.
Tambem feram adoptadas gran es larguras
para o* ramlobos, para que i circulabas ja-
rasl* posea s v embarazada o e-mo oo- momeo'
tos d i grande anlmagao, como por qaalqoe-
festa popolar, concert, fogos de artificio, rega-
la, ou out-as jue reooam em alguna lagares a
poixl cao de moltos quarieiroes da ci'ade.
Ai peque jas veredas nSo va) representadas
no deaeobo, mas podem ser feitas so mesmo
tempo que as >. terias pnocipaes.
Creio dever baver muita prudencia a este res'
pelto, no-qae a moral e a decencia sao inters-
sudas oislo.
S 'guineo o costme da Ioela'e r poder4 ser
concedido ao puaco, em deter. loados das
lltr* eexo de um taboleiro de relva nos q aes o
pul I co possa livremen e pasjeiar, divertirse a
seo o-io-
O lago artificial que ser o nico vestigio do
alagado actual tera orna soper e de 2* 8
comprebendealo nes:e numero a superficie das
duas nbas.
AJ rguas serio abi mantiJas ao nivel das al-
tas mares por meio de orna cempona collocada
por baixoda poate qce io> em communtcago o
lago om o canal, qoe ao norte limita o Jardim.
A rxesrxa comporta permiltlra renovar as
aguas tolas as vexes qne for ne essario, e fran-
qoear passagem as embarcagOes de passeio ou
decerrida que devem povoar o lago.
A menor das duas ilaas do lago nao sera liga-
da trra firme.
Ella liba e destinada a servir de refogio aos
enimaea aqoaticos. tzea coi o cysoes, gaotos
palos, ele. qoe aoimaram o lago.
A m dist j pode-a servir nmoea como o tim
os paselos dos barqieiros.
Na grande ilda estar o pavilt&o da msica.
Ao redorado pavbao baveri ama priga nen-
iada de lal maoeira qoe os soaa da msica che-
go*>ra fcilmente at a avenida do Aqoarut
D.verses camloboa cort.io a ilda em dive-roi
midos, indo todos terminar oa praga ou o s
doa< roolesinbas de commumeagao.
Es'a disposigo permute, gragas as duas pon-
tesinbas que dSo accesso i lina, verificar sem
Ifficui lade as pessoas admittidas circular.
squer ira e'se de urna reumao official, qur d
aiguma festa publica, daolose lugar i parce
rea i de urna qoantia qoalquer.
A dis'o aalufas ama oecessldade para
muios paceiadores, que, ouviodo a msica,
querera ccoinuar a passeiar.
Emfin, ip'eienta um loogo desenvolvimento
de ca nimbos oes qnaea os passeadores polem
assistlr commodameole ao jogos nuticos, que
poderfto ter orgaoisados na lago.
Ao larJo do Jardim do Gymoasio ficen reser-
dado um lugar para um jaroim botaol o.
Pens que todo passeio publico seta um jar-
dim de estodop. is'o que seguindo o exem*
vio do que se comeg a faser geralmeote na Eu-
ropa, as qualidades das arvores e das plaas
se-o as mais variidas que for posslvel e cont-
rao inscripgOes Indicando sen nome scieotitico e
sen nome vu'gar.
O que cbamo oa planta mais particularmen e
iaroim boUoico o local reservado a culturas
de certas plaitas especiaes, d qu-llas qu? de*
vem e-la- em grupos, oa qoe nao baja um oairo
'Ug*r conveniente.
A superficie destinada a este jardim pnico-
la< qaasi de IA,00, snperQcie maio', de que
a do Jardim Boiauco de Bordeaox.
A escolba do local foi feto de man eir a col -
locar este campo de estudos ao alcance imme-
dalo dos profesores e do' alumnos do Gya
nasio, que poderao por abi dirikir-se, quer por
orna pona especial abrir no mure doproprio;
Gyaioaslo, quer pela pona puoii.a que p^ra es.e
Om acbase i pou a distancia do edificio. I
Tambem estao representados no piado os lo*
gars em sjoe tem de ser collocadoe um Aqua-
marium, um Pailib&o, om caf Restaurad,
ama casa dos jardioeiros, um mi-aa'e e umi es-
tatua monumental.
Outros qoeesquer edificios pederio ser feitjs
ao depo's, sem qoe baja iffi.uidade.
Os Aqoanuoe publ eos lendem a seespa-
Ihar de mais a mais, e o sea successo dos
mais proveitosoe a scencia e des mais legti-
mos.
O sabio abi en:ootra um lugar de observaga>
e de enlodo perfeitameote o'ganl->ado ; o bomem
do mundo abi se amiliarisa com os costomes
rinda ifto pouco coobecidos dos diferentes se-
tea, allomas veas tfto my-terioso?, oa t&o es-
ranbea que povoam cosaos m.r -a oa nossos
ros.
O Aqaa'iam*. qae acba-se projectado, rom-
i Oc-se de nm eoitjdo principal, e de telhe ro
com t nques e de nm resrvalo- o d'agna.
E'paco sufGcienle tceu reservado para o fe
lu o deseovolvlmvnto des as cGnsiroci.Oas.
O edificio principal, do qual val juoto ao pre-
sente memorial um deaeobo da faenada prin-
cipal, tem a forma de um cdalet com dona pa-
viities salientes nos extremos rem.idos por om
terrgo coberto e ama solea com janelUs de va-
randa.
O visitante, depois de ter circulado no trra-
go, atravssa um dos dous pavilbOes e acba-se
euao em urna galera que se esleade em todo o
comprimeoto d edificio-
Esta galena ventilada aboadant-mente pe*
Isa venei'aoas qae seabrem para o tarraga e
para as dais fates exiernss da galena.
Ella recebe a los pe'os vidros collocadoe na
frente dos tanques qne conteem os diversos
ammaes e que sao dlspostos de modo qne a la
t penetra na galera depois de ter atraveasado
a agua dos tanques.
O espectador pode assim commodameole as-
sentado em f ente dos vidros, assistir a B'n goa-
to as evologoes do) seres cariosos de qoe se
cosiuia (ovoar os Aqnanuos: anemoDes, pol-
vos, caraogueijos, cavallos marinbos, macropo*
dea da China, etc.
Os tanques teem i.ra00 de altara sobre i."00
de largo e i."30 de comprldo.
Alguna tem o comprimeoio duplo- Todos eao
prvidos de lorneiras ce allmentagao e de es
go.o e de canos de eangadon:o
A alimentagao feita por meio de um rrse"
valorio o'agua construido de alvenaria.
Os tanques, sendo Independentes uns dos ou-
tros, podem conter agaa noce ou salgada.
Eil s .-ao dispostos conforme o lypo que foi
adoptado qae tem dado multo bom rebultado no
\quariom da elefante
Arcbors.
eBtagao de OmOOS de
Os Aquariuos da exposigio ooive-sal de 1867
apreseutaram oo sea laitrior o aspecto de gra-
tas com si.la-ines e etahgoiltes pelos proces*
sos doj S s. Combe* e Btlleocoort.
Kaia duposigao de felis effaito, mas exige,
para nao ser ridiculo artistas tsp das e ne-
. essita de grandes despeas de coneervagao,
ltn de ser de um casto mullo aUo.
Balas consideragOcs decHiio a rejeital as e
a a .o .lar um iypo m.ia simples qoe se em
outros lu.area como por exemplo do jarJlm da
acdmalago do bisque ce Borgooba em Pars.
A.agua depois de ter circulado nos tinquea
de vidro, corre pi-a os depestos consiruuo-
soh os lelbelros airas do edificio p-iocipal.
Nasies depo-itos conservir-st-bi ib reservas
dos pe xes do Aqosriom ou os animas iqoa-
ioos de mu lo grandes OimensOes para os tan-
ques de vldro.
0 psvilnao cojo desenho timbem aciimai b o
presente memorial foi prijeaUdo pelo lypo mou-
risco.
Elle tem des lados ci-camscrlptos a um cir-
culo de des metros de dimetro.
A soa coostroegio de m d ira recortada, com
ornamentos em sallencla, (croando assim fcil
cooservsg&j e piolado com vivas c es.
A escolba des inspirada pela coosiderago de qae em um pas
que poasue as mais bellas maltas e as qualidades
de madeira as mus variadas e as mais raras, i
io lugt-id da maneaaria e ca'piateria deve ser
aoimaaa e desenvolvida de manera a poder lu-
lar co :ir> a levasio. mallas veies pouco just3-
cada, de ferro.
A morada dos Jardioeiros sera co oolco edifi-
cio jl ex'steote e qu sera remido ao jardim,
jpresen.ando una superficie enfiicieote para esle
destino.
Ud mirante feito de madeira de f-ma rustica,
abrigado dos ralos do sol por urna cobe.ru de
aup'\ elevar-se-oa em frente a entrada principal
da esqaina das ras de D. Isabel e do Hospi-
cio.
Ks e mi aite perm ttlr ao passeiante gosar da
vista dos arrederes.
Em face da eotrada principal da roa da Auro-
ra baver om taboleiro circular qae po.era ser
aproveitado para nelle eollocar-3e lgum moQU
m^oio biatorico oo synbolico.
Na proximidade da roa D. I-abel, um dos n-
gulos poaera ser coocedido pira a constrorgao
ae om caf-'estaorant.
O jaMim formado de graades canieiros com
plantsgfies de arvores diapestas de modo a de-
xar claros por ondeoolbar dos pas.-eaoies posas
descobn pontos ae vista ao long .
As direciOes segondo as qoaes e.-tes clares
evem acbar-se estao indicados na planta, por
liobas encarna as pontaada*.
Assim, de alguna pontos da ra do B> picto
apet( erjer-se-ha o mirante as duas pootesiobae,
o paviibao.
Do mnate gosar-se-ba da vista de urna par.
da ra da Au-o-a e do rio Capibaribe.
O massigos de arvores devem ser plantados
com grande cuidado e de maneira a fundlr-se
com a relvs.
Evita-se assim a lr mu.o geralmenle nos parques.
As diversas qualidades de arvores serio esc -
lindas de maneira qae as folnas e os tractos pro-
dusam oppos ci de matlzes.
Cachos de Qores de om vivo colorido Ce lentas-
rio os conirnoi de cents mass gos.
Nos l-.gares m ia vistos plaoiar-sr-ba g apos
de plantas de folbagem ornamental.
Alguna can'eiros de Ojres serio i-iantadcs as
proximidades dos logaren mais frequeotados.
L mi o me doia a assignalar sm'.ote estes deta-
Ibea : 11 ea deverio ser e.-todadoa com o maior
coldado quando ebegar a occas io de fazer se as
plaotacO s-
As diffarente8 alturai do slo do jardim sio
indicadas, entre pareo'beses, no proprio plano.
Parecea*me dever resl-ingr-ie, por cansa Ca
grande qaaotidade de aterro neceasarlo, a rio
dar ao passete ser i o movlmento de Ierra lo-
dispensavel oara evitar a moootoo'*.
A co a (KO.xOO) corresponde ao nivel medio
das mares, i?, o e, a cuta de l.a.30 da escala do
Arsenal de MiMoba.
As alias mares altiogiodo a cota (iOi.o 76) fo-
ram dmelti t:s como altara miaima para os
camin a a cota que corresponde as solei'ai das
casas da vialobanca.
Trea emio A mus alta a pac* do pavilnao qae no cea-
tro Sea a cola 104 m07)
Ao redor o terreno val se aballando at o ni-
vel do 'ago.
A segooda eminencia a praga do miraate
que esia S cota (1-3,07).
A terceira c local do aoarium, a cota 102 a57.
Entre o miraote e o quarium esiende-se urna
deprrsso que reeoibe as aguas de cada um dos
lados e as esgota por om ooeiro oo lago colloca
do atrs de casa dos jardioeiros.
O passeio ser cercado de urna pequea grade
de ferro, colkcada s- bre nm maro de alveoaria
de tijolici com as jautas visiveis e com urna
cornija do cimento.
A altura do moro se- de (l,mU)J arim de dei
xar ver, as pessoas qoe paaaaren, o aspecto de
verdura e algumas perspectiva do passeio.
As verbas da: oniveis para as obras da cidade
parecem-xe nao permitlir peosar oa realisagio
immeduta e completa do presente projecto
Mas, possivel, e cre ser argente, determi-
nar desde logo o local exacto da jardim, regola:
suas principies diaposicOea e tratar da execogSo
progresBiva.
ciudo um g'adil, instalar o aquarlam, o pav
ibio etc.
Nestas comiedes ss despesas para crear o
giro do nasseio, crcalo com nm muro (com
roora sufcieote para p-.n'er sopprir a falta do
atadil) coostralr os poriOes e a poote de rom-
orla desuada a maule: a agua no mesmo lo-
cal ser o segu'o'e :
Aterro JI3.311-3 850
Moro 1-87-a 201000
Portees S a 801*000
Poote de comporta
Compra da casa do jardineiro
Imprevisto
E' preciso evita-qne um terreno perfeitamente
aproprialo para a creagao de om passeio publi-
co seja ctilnado para oatro fim, qae fiqae-se
m.i8 tarde na contingeocia de demolir quarte-
roes ja edificados.
A maior despera e a mais iniiapensavel a
do aterro cojo volme eleva-se, conforma mos-
tram os pe- lu juntos a 213 "f J02.
Mas, coovm nao pe-oer de vala qoe ]a foi
decidido qae o? alagados sobre os nuaes devera
se elevar o jardim se-ao aiterrados por meto
das escavagfis do porto, e que alm disto o vo-
lme de 213,"SJ02, i o superior ao qae noces-
Hilaria o aterro feito nnieitrente para a coos-
'uegio de casas : com efleito, os diminuios mo-
timeotos de trra qne foram Calculados para
dar alguma varledade ao jardim sio mais que
compensados pelo lago das regatas onde o
terreno fisa ao nivel actual.
lofelismenle a quaotidale de areia coo'nz da
ot boje iolfciramene iasignificaute, e parece
mesmo qae algum lempo fot quas complea-
mente abandonado este servigo.
Neste momento a occaslio a mais proprla
para obter-se sierros por barato prego, por-
que sentiodo o servigo do porto falta de con-
ductores a vapor para a arela exirablda pelas
dragas, mostra-se uisposto a fater o transpor-
te gratnilo, se Ibe fdr fornecldo o material ne
cessario.
Parece-me ser multo conveniente sprovei-
ar-se esta occasiio porque mais tarde o nene
ro dos condactores a vapor estara augmt -,
do, e lio ser mais pcsivel ao servigo do po-
lo encarregar-se deste tsnarorte por barco
im pelillos a mo, smao pagando se-ibe as der*
pesas dos coodactores a vapor e da inpukgio-
Admittindo qoe o volume transporta o pelo
servigo do porto at o passeio seja de laO.-IO3
por da, o aterro por anno elevar-se-ia a 250
xiu ,150-00=37.500,3, e seria nec-ssanc
para lodo o aterro cinco ou seis anuos.
O prego do metro cubico se esiabeleceria da
maneira segulnte :
Compra de seis canoas de vlnte to-
ne alas, necessaria8 para o transporte
alem das que j poisue o servigo do
po to : 6x.:5O0i=13:0O0, oque d
por metro 15.0001
2I3,3013=
Carga em carros, descarga regula-
risag =
Transporte em cirros a distancia
meta de 200=
Desperas geraes, beneficio etc
Total
W00
400
280
0*750
ICO
08j0
Ao mesmoj'temp) que se flzer o aterrse
coustroira c ranro, a comporta, os poriOis e po-
der-se-ba comegar ai pUntB<,6es.
Assim poder-se ta brevemente e econmica-
mente vlr a construir om passeio qae passa
ser franqueada a circalagSo publica.
Mais larde tntao e contorne os recursos dls
ponlveis poder-ss-ba compie'ar o muro co'lo-
Ni-ia imporlanci) a despesa occasionada real-
mente pelo passeio publico i ao entra seo)
pela dimiDota quantia de cerca de SO contos,
po-qae a presente projecto, coao j dase nio
augmenta o volume do aterro ja decidido pe-
cedeot mente, e exige smenie qae o trabalbo
seja concluido dentro de cinco ou seis aonos,
em logar de vlnte oo trila annos.
S'ja como (6*. a despeza anoual nio exce-
der lermo medio de 41:5001000 sendo a de, -
pesa total parlilbada em seis anoo.
Esta quantia basta para a rpida creago de
nm grande paselo que. mais tarde, e a pro-
purgo dos recursos de que se dispozer, se aper
fegoar por meio de diversos alormoseameo-
to e ebegara ao nivel dos passelos publico^
qoe as oo.ras cldades importantes podem
servir de modelos.
Recite, em 1 ae Jalbo de 1895.
_____ O eogeobeiro principal. Beringer.
~EdltoI n. 9~
INSPECTORA GERAL DE HYGIENE
Por sata secretaria, ae fas pnolico, qoe,
de conformidade com o diaposta oo ait.
44 do Regalameoto sanitario vigente s
p dem vender medioameotcs e drogas as
pharmaoias e drogaras ; inerreodo o in
tractor na malta da lOOf.
Secretaria da Ioapestoria Geral de Hy-
gie- e do Eitado de Pe.-namboco, em 17
de Julho de 1595.
O secretario,
Apollinario da Jrindade leira Henri-
qnes.
Secretaria da Iadus-
tria
Teroeira director la
Sobstltotgiodemadeiras de pontee
Edital :
Pelo presente fago publico qoe no dia 27 de
correte ao meio dia, serio recosidas nesta se-
cretaria propostas para eubstitoigio den. di
ras de qoe precbarem as poetes do Estado oes
i-, e 5' districtos.
As prcDos'.as devem ser convenientemente
selladas ecooer en termos daros:
i. O prego pelo qoal se p'opOem os licitsoies
a collocarem cada urna d-s pegas de ponte de
madeira de iza; es qualidades adoptada* nesta
^rectora, indotado deslocagio das que leem
de ser eabsti'efdas.
Ametro correte de corrlmios ;
B-Prego de cada pilastra e prego? de cruze-
as ou intermediarlas;
CP.-ejo do meiro correte ia vatns e contra
rasas.
D Prego do metro qaadrado de iaet-o (eoa-
lio) de 0,mC8XO2O.
CPrego do metro cableo de Viga ,m q
0,a 30 de Becgio at 10 metros ce compricena
lo.
FIlem idean das mesmas secgOes de mais
de 10 metros de eomprlmeoto.
GIlem de con ira vigas chapuaes e mios de
fo ga.
H-Dito de t adres.
IDito de emendas de estelos al 6 metros de
comprimento .. 0,25X0 2$ a 0 30X0.30.
J. reg de um esteio de 0.3|0.3 at 8 matros
de ronprlmento.
KDito de dito de mais de 8 metro*
LDito de metro de longarlna de 0,12,0,12 e
0,0,0.11.
2 Os locaes de suas residencias;
3' Provas de idoneidade profisional para dl-
riglrem e ezecatarem os trabalbop,
Havendo duas oo msts propostas em Igualda.
de de condl-Oes, a r preferido o concorreoie
qne melbores provas de idooetdade cfferecer.
Nao serio aceitas ai propottas que se receotl-
rem das segoiu'es faltas:
1- As qae rio forera organisadas de accordo
com o prsenle edital;
2- As que se basearem sobre pregos de pro
poiti de o .tros concurrentes ;
3- As qae forem timadas por pessoas qne ti-
verem j deixado oe cumprlr contractos cele-
brados com a eitincta repartlgio de Obras Pu-
blicas ;
4- As de concurrentes qne nao offeregam is
garaotias e qualidades exigidas no presente
-dital.
Cada proposta versar sobre as obras de cada
nm dts distrietts a cootractar e dever traser
no involucro a declarago daqaella a que se re-
ferir.
Nenbuma proposta sera a-ei'a sem qae o pro-
ponente aprsente recibo qae prove baver depo-
sitado na Tbesooraria a importancia de 500'.
O proponen'.e qoe liver proacsta escomida e
serecasar a assignar o termo do contracto, per-
der o iretio a caegao cima exiida.
As loformagOes aos t'abalbosde qae trata o
prosenle edital, acbam se oesta repartigao a
dieposigio dos proponentes, qae poderio exa-
minabas das 10 ar 4 horas aa larde.
Este se publicado pela imprensa e alunado
cas portas da sala de audiencias a matnzea e
onde mais os cheles de distrido julgarem con-
ventedle.
A dnrago do contracto ser at lo de no-
vembro de 1895.
Recife, 15 de Julho de 1985.
Antonio Urbano Pesrda Mooteneg ro
i, director geral loterioo
De bordo do vapor francs Villa de Monie-
vlt) entrado em 15 do correte o sezuinte :
MaraBC-Uaa dita n. 2, com indicio ce
falta e lacrado.
De bo'do do vapor allemio Mendoza* entra-
do em 16 do correttj :
Marca CHUrna dita o. 2102, com Indicio
de avarla.
181:3061700 Mirca A P A-Una dita n. 3505, com indi-
23:54(1*000, ci de falta e lacrada.
4:000*000 Mirca R S C-Tres (3) altas n. 6203 6205.
10:0 0*0 0 sendo aa duas primelraa com indi.ios de falta
8:000*008 e lacradas e a ultima avarlada.
-------------I Do vapor inglrz Belleoa entrado em 6 do
226:8'i6*700 co rente:
28:153*300 Marra T J-Tres (3) atados n-. 6, 8 e 10,
Marca M MB-Uo dito n. 18.
165 000*00) Mirca M G AUrna caixa n. 3, total (1) cin-
co volumes todos com indicio de avarias.
Primeira Secgio da Alfaodega do Estado de
Pernambnco, 22 de Jalbo de 1895.
0 ebefe,
Manoel A Ivs da Suva.
Alffcndga
Jdital
Aforamento de terreno de
Marinha em Maranguape
de O inda.
Do ordem do Sr- Dr. Inepoctor deata
Alfaodega fa.o publico qae, tendo reqaes
rdo Joaqaim de S Ca?nloanti de Alba-
qaorque o aforamento de nm terreno de
marioha alagado aito no logar Sio Jos,
povoado ConceigSo dos Milagros, fregu-
ia de Maranguape do municipio de Olinda,
no qaal ha amas salinas, tendo ama rea
de 250 X 250 conforme menciona a res-
pectiva planta qae foi apreaentada, foam
intimados oa toreiros confinantes, o a ros
intereBsadoa ou oa que forem oopostoa ao
rtfjrido aforamento pira no praao d) 3o
diaa, que Ihei fioa marcado par prov/a-
rem o direito d^ preferencia qae por ven-
tara tiverem, ficando deode j acientaa de
que. findo o mesmo praao nenhama reole-
macSo ier acceiU.
3,a SesgBo d'Alfandega de Peraambaoo,
25 de Jalbo deI189&,
Oobefe nter'ni
Sabaitigo M, Basilio Pyrrho.
Alian dega
Pelo presente edital [Intima-se aos donos oo
consignatarios das mercadorlas cootldas noi
voiumei abaixo declarados, com Indicios de fal-
ta oa ce avarls, descarregadas de bordo dos
vapores abaixo meaclooados, para oo praso de
o'ti (8) das a cootar da data do presente edital,
requererem o que for de seus direito?.
De burdo do vapor allemio Argentina* en-
trado em 8 do corrn-Ue os legulntes volme? .'
Marca D J A C-Una culxa n. 55?, com ln
dicto de falta.
Secretaria da Industria
3." directora
Tendo sido rescindido o contracto que
os Sra Silva QasmSo A C, firmaram com
esta directora para oonctrocoXo do caloa-
mento de largo da Rapablica, mediado
dose mil metros qaadrados (12m2,000),
faco publico qoe no dia 15 de Agosto a 1
hora da tarde recebem ae propostas para
o msino servido.
As propoitas devem ler oonveniente sel-
arias e conter em termos claros :
1.* O prego pelo qual se proptaa os
oitantes a executar metro qaadrado do
calgamento.
2.' Enderezo de sua residencia ;
3.* Provas de ido- eidade pira d rigirem
e executarem as obras.
Havendo duas oo ma s propostaa em
igualdade de condicSes ser preferido o
c incurren* qao melbores provas de ido-
neidade offerecer.
N3o serSoaoceitas as proposta" qae ae
resentirem das seguintes taitas :
1.a As <^ne se baaearem em pregos de
outros concurrentes ;
2.a As qae forem firmadas por pessoas
qae tivereac j deixado de camprir con-
tr ictos celebrados oom a extincta reparti-
dlo de Ot raa Publicaa :
3.a Aa qae nSo offerecerem aa garantas
e q u ida dea exigidas oo presente edital.
Nenhuma propotta, ser acceita sem qae
o propoaente aprsente reoioo qae prove
baver depositado na tbesooraria a qnantia
de 50O|| e perder o direito de restitaigu
se, escolhida sua proposta, recusar-se o
pr.ponente a assignar o contracto respe-
ctivo.
As plantas daa obrt de qoe trata o
presente edital; cham-je nesta repartic&o
disposifiSo dos propoaeotes, qae poderSo
examinal-ae daa 10 a 4 horas da tarde.
Recife, 17 He Julho de {85.
A. Urbano P.Montenegro
Secretaria da Industria
3' directora
EDITAL
Para conhecimento dos interessados,
faco publico que no dia 27 do correte,
at 1 horada tarde, rec bem-se nesta re-
partico propostas para o calgamento da
ra Gervasio Pires, medindo 57l6mJ. e
12 metros de galera de 2* classe.
As propostas devem eer conveniente-
mente celladas entregues em cartas fecha
das e conter em termos claros '.
1 O prego pelo qual se propem os
licitantes a executar em metro quadrado
o calgamento e metro corrate a galeria
de 2' classe ;
2.* Endereco de sua residencia;
3.* Provas de idoneidade precisa para
dirigirem e executarem a obra.
Havendo duas oa mais propostas em
ipualdade de condigas, ser preferido o
contratante que melbores provas de ido-
neidade offerecer.
NSo seraa acceitas as propostas que se
resiutirem das seguintes faltas :
1. As que nao forem organisadas de
accordo com o presente edital ;
' 2.a As que se basrarem em pregos de
outro concurrente;
3.* As que forem firmadas por pessoos
que tiverem j deixado de cumprir con-
tractos ou promessas da c ntractos, cele-
brados com a extincta Repartigao das
Obras Publicas :
4.a As que nSo offerecerem as garan-
tas e qualidades exigidas no presente
ed tal.
Nenhuma proposta sera, acceita, sem
que o pr ponente aprsente recibo que
prove haver depositado na Thesouraria
a quantia de 301$, e perder o direito de
restituigSo b, escolhida sua proposta, re-
cusar-se o proponeute a assignar o con-
tracto respectivo.
A8 plantas dar obras de que trata o
presente edital acham-se nesta reparti-
do a disposigie das proponemos, que po-
derSo examine 1-as das 10 ks 4 horas da
tarde.
Recife, 10 de Julho de 1895.
(Aasigaado)
A. Urbano P. Montenegro,
Director gersl interino.
Secretaria da Indus-
tria
3.a Directora
PONTE DO RIO DOCE
Edital
Palo presente fago pnbco a qaem
se interessar qae no da 6 da Agosto ao
meiodia recebe-so nesta Directora pro-
postas para a construego de ama poote
de madeira oom v< randa de ferro aobre o
Rio Doce orgada em 19.3010951 reia do
local em qae em 1682 foi maroada, ama
poote qae se ufo levoa a flffeito por moti-
vo. de orden superior.
A fisnga aera de 10 ./* do valor do
0(0 tracto.
As propostas devem ser conveniente-
mente soltadas, entreguaa em cirtm fleta-
das e oonter em termos c'aros :
1* O prego pelo qual ae propSars os li-
ci'ant :s a executar as obras ;
2' Enderego da sua residencia ;
3* Proras de idoneidade pracisi para
dirigirem e execut irem aa obrar.
Havendo duaa oa mais propostas em
igualdade de oondigSaa asri. preferido o
concurrente que melhorea provas de ido-
neidade offerecer.
Nlo aerSo acceitas aa propostaa que te
recentrem daa seguintes faltas :
1- As qae exooderem aos pregos do
orgamento ;
2* As que nSo foram organisadas de
aciordo oom o pniento edital;
3* As que se basearam em pregas de
outro concurrente ;
4- As qae forem firmadas por pessoas
qae tiverem j deixado de camprir con-
tractos oa promessas de contractos cele-
brados oom a extincta repartigSo das
Obraa Publicas ;
5* Aa qae a&o offoreoerem as garantas
e qaalidadea exigidas no presente edital.
Ne chuna propost. aera acceita sem que
o proponente aprsente recibo qoe prove
haver depositado na Tnesmraria a quantia
de 6005000 e perder o direito de resti-
tuiglo se escolhida ana proposta, recusar-
se o proponente a assigaar o contralto res-
pectivo.
Oa crgamentos e plantas daa obi'oa
de que trata o presente edital acham-se
nesta repartigSo disposigo dos propo-
nentes, que pode.So ezaminal-os das 10
aa 4 horaa da tarde.
Recife 22 de Julho de 1895.
A. Urbano P. Montenegro^
Director geral interino.
Pagamento do calcamento .1
parte da ra da Assumpcao
freguezia de H. Jos.
O prefeito do municipio do Recife, man-
da fazer publico aos propretarioa da su-
pracitada raa qae no praao improregavel
de 30 diaa contados da data do presente
edital, deverSo vir recolber ao cofre mu-
nicdal a importancia do calgamento feito.
calcu'ado na rsaSo de 15 Ojq sobre o valor
locmtivo doa respectivos predios de coa-
formidade oom o diaposto do 70 artigo
1 do orgamento vigente.
46 D. Olindina Lins do R-go 528447
48 Aotonio de A. Villarouco 250987
05 D. Margarida Munii Freir
e Jos Calaians Roff Dnarte 33-J547
52 Franoiio Jos Fernandos
Marcos 691300
54 Jos Nanes da Cuoha 421997
56 Joae Francuc) de Paula Ra-
mos 335547
58 Jos, filho de Jcapim Soa*
ia Maia 42997
60 D.Amelia M.ria de Carva-
Ibo e Albino Joaquim de Car-
valbo 715358
62 Manoe! Fernandos Mascare*
^ nbaa 425997
64 [rmandade do Sandsimo Sa-
cramento de Santo Antonio 42-597
66 Francisco Jos Regale Braga 475250
68 Bsrcardino Antonio da Silva
Lisboa 335547
70 JoSo Francisco Regei Reia
de Carvalho e Jos Mereira
Fragoso 888200
72 Antonio Soares Pinto 5ifg97
74 Joa da Silva Lopes 1505097
76 Germano Ignacio de Ase-
vedo 335547
78 Igoaoia Josepba de Jess 315500
80 Manoel Fernandos Masca-
renbaa 535447
Contadoria, 16 de Julho de 1895.
O contador
Gs'iuino Rosa.
AVISO
Psgamento do cilcemento da traressa do Corno
Santo, ang) becco da Lama, na Traguean di
Becife.
O prefeito do municipio do Beeifa manda faier
publico aos proprietanos da inpracitada ros, qae
no praso lmprorogavel de trite dias, contados
da data do presente edital, deverao vir recolber
ao cofre municipal a impo tanda do clcame nlo
feito, calculado oa raa? de 15 0 0 sobre o valor
locativo dos respectivos p-eios, de cooformida-
de com o dlsposto do 70 A*i. 1- do orgamento
vigente.
He. Antonio Josqalm Giscao 22,5680
u, e flerdeiros de Manoel uongalves
Chaves 5 6 Eduardo Marques sfuuls 12*080
8 4atooio Joaqaim Cascio 22*58)
to Haria Julia, oe Almeida 2680
II Amelia Mana CoelUo 2ii
ti Mara Justina 1/3 6*300
> Amelia C. da Silva 2/3 1!600
16 Amelia Augusto Chaves 321680
18 Manoel Moreira de Soasa 18*900
20 J j- Francisco de Sa Leliao 22*680
22 J ic Joaquim Perrelra Soasa 18*909
li Manoel Uoreira de Sonsa 18*900
26 Amelia Miria Coelbo 18*900
28 MioobI M jrBi.-a de Sonsa 18*9 0
30 Amelia Mara Coelbo 181900
Cootadoria, 23 de Jalbo da 1895.
O contador
Genuino Rosa.
DECLRALES
Gonfraria
DO
lenhor Bom leeaa da va Sacra da
igreja da Saata cruz
De ordem aa mesa regedora, convido a todos
os nossos cirinimos l'maos comparecerem
ea oos-o consistorio, [elas 3 boras da tarde de
domingo 28 do correte, revestidos com seus
babos, fin de eocorporadof, acompsobarmos
a prociseao da Saotisslma Trindsde. para a qual
litemos booroso convite.
Coc8istorlu, 25 de Jalbo de 1899.
O escrivao
Joo Jcs de rigueiredo.
Veneravel
Coofran de S. Benedicto
do Recife
De ordem di mesa regedora, convicio sos
carissimes irruios para coxparear a boje s 4
horas da tarde em ooseo capitulo, atim de para-
meaiados, assistirem o lesanlamen.o da baodeira
e novena ; e bem assim convido para compare-
cerem no dia 28. s 3 dores da tarde, alien de
eacorporados, acmpanbarmos a prociaso da
SS. Triodade, para a qoal tivemos booroso con-
vite da respectiva contraria.
Ootroiim, de ordem da mesas, coavido para
oo dia 1* de agosto, As 3 boras da tarde, assis-
tirmos a bfneto do nosso capitulo.
Pa-sovmpnjs
Coronel Je So Goocalves Leoucio.
Capiiao Antonio Lau de Franca.
Eduardo Jo Cardoso.
Marcolio do Moole.
Fellppe Nerv Santiago.
Benedicto Diogode Asevedo.
Uirmogene8 Somifs de Mello.
Antonio Carlos Borronea.
SevenanoMartins.
Sabino Doarado C-ivalcante.
Alfredo Pellpne Boa Vh^em.
Carloa Leal Pllbo.
Joao Martios Lene.
Eduardo de Barros Macbado.
O secretario interino
Berovenulo P. Lacerda.
COMPANHIA rTETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
tUA DO VIGA.RIO K. 1, 1." ANDUt
Directorea
Bario de Sooza Lato
T homar. 1: Co mber.
Julio Cesar Taea BarrettoJ


t




?V-i***


ct
Diario de Pernambnco *e\lu-l>4ra *l rie fuliis* le tSfHS
\
Recebedorla do Jislaii
de Pernambuco
Erereicio de i8g$ a i8g6
Uelagao dos coatibointes aa fregaesu de Ato-
gadOJ qae deveai pagar o i-aposto de 300 rs.
por litro de auoamea e, couljrme ea seoiJa
se \S.
Roa Pcyaand. a. 2 Jos Joaqaim
Oas
Viscoice de G^yaana a. 191 C Joa-
quim da Suva Ferreira
Dita d. 2.5 Mea ei 1 ao & Primo
Qreoulas o. 21 Jos Joaqun Oas
Ferreira
Dita o. 33 Seve:iaoMartD8
Pernamoncaaaj a. 38 Vutor e Sob.i-
nbo
Dita o. 25 D Miooel de Azevado
Ramos
JoaqoiE Nabu.'o u. 36 Vicente Bar.
balbo U:bOa Cavalcaote
Dita a. 33 IineoL:6o & C
Dita o. 39 Aqioqio Aires Pacbeco
Graca o. 3 Jo M.reira da S.y
Dita a. 13 Silva lt irnos & C.
Eitraaa Ponte ,e Ucba d. 1 Gui-
lberme Francisco dos Sanios
Dita o. 2 Luz Alfonso 4 F.lbo
Dita a. 57 Rioeiro & Roirigaes
Dita sem numero Antonio do Silva
Verissimo
Becco ao CopiPi idem Jo. Jacintho
- de Ulive ra
CoGted.s o. 1 Aotoaio Apoloaio
FurlaJo
Dita o. 2 Arrantts & Oliveira
EstroJa de Belm a. 6 Ju io Costa
Dita u. 4 2 ti Antonio da Cruz Res
Dita n. 10 C David Al ves & C
Dita d 3 Jos Jojquitn dus Santos
Jomo:
Dita sem uumero Antonio Jos dos
SiDtOJ
Estrada o'Agua Fra n. 9 B-rnar.ii.
no da Oliveira .t G.
Esiraia os All el,s o. 20 Augusto
Leal A C.
Dita o. 5 A Pre'eito iJAIves
T;aves=a uo Pcrtelia _n. o Aa'onio
de Alineida & C
Non^s Macbido n. 2P Jos Sjares
Ferreira
Hora n. 20 Joaqun Albino e G.
Estrada ue Joo de Jarros o. 6 C.
Jjaqu m Antonio de Souz
Dita 6 E francisco de Paula Ga-
ma
D:a ue 20 A. Mancel Joiquim dos
Sauloa Ferreira
pitan. 22. Antonio RibeiroldeMello
g^ Joa i de Pars sem namero- Mi-
Doel LunA'ves
Pita sem nouiuro Joaquim Arjtunes
pila idem. Costa & Silva
Traversa do Campo Grande n. 2.
Lulz Macbado Botelbo
Pilan. 3. Maooel Gorreia Mendes
da Silva
Campo traode sem numeao. Fran-
* cisco de Miranda
Pi a sea .omero. Jos de Gusmao
Pua icem. Jlo Ferre.ra Braga
Estrada de Beberiae n. 2 A. Jacia-
li o' Soares Pessoa
Tr ve-sada Mailoba o. 5 A. Desl-
ggd r o Basjlta de Senna
P ta s^m numero. Francisco Jos de
Sant'Atxia
Pita doRo3a-lnh3 dem. Alexandre
Lourenco Pinbeiro
Pita do Feitoaa n. 6. Felippe Ma-
chado
Pila n- 6 J. PcrgeotmoFerreira de
Farias
Dita :e~a numero. Antonio de Mello
Salgado
lauannelra n. 9. Miguel Garvalho
Neves
Travesa ele Campo Alegre n. 2. Jos
Lu de Mfllo
Pita do Macbado sem n. Fidelii Aa*
toa o de Souza Cesta
Estraia lo L'moeiro o. 2. Doxin-
gos Marques & G.
Dita teco camero. Maooel Maceio
Dita n. 19. Maooel Francisco de Al-
ujeida
130J0GO
193*000
136*000
140*000
100*000
130*000
10 Qi
160*00:)
130*000
100*000
110*10J
120*000
80*000
130*000
160*000
96*000
100*000-
100*OCO
100*000
100*000
116*000
.(120*000
90*000
96/000
100*000
140*000
96*000
1*0*000
140*000
100*000
140*000'
100*000
100*000
90*000
100*009
80*000
6*000
140*000
90S00O
80*000
90*009
90*000
120*000
110*000
80*.Oj
100*000
9;*000
140*000
110*000
110*000
136*000
100*000
120*000
140*000
160*00
Padre Floriaoo
Ha.
5 Eitevao de Gomao
41 Gregorio Pereira de Ale. cir
CbrisiO'A. Colimbo
N*.
14 Jj Ferreira Sonto
T.avtssa do Serigado
N.
1 Joj R beiro Gaimar&es e C.
Ba do Porte
Ha.
19 Trajano J)3e de L ma
54 Joo Finto e C.
Nogueira
:N).
4 Manoel do N. Ribero Pesroa
29 Eugenio da Silva Oliveira
T.-avessa de S. Joie
N.
1 Mirceliao Aosberto Lopes
S. Joae
N.
2
56
N.
Gomes e I.* mitos
Jo=e Autoaio de Aiutor
Pescadores
litro*
600
700
litros
800
l'itro
700
litro*
too
700
litros
600
4500
litros
700
litros
700
600
litro*
600
Recebedoria da Estado
dePernaifbucj
De ordem do Mm. r. Dr. Administrador e t
coi.ormidade com o regulndolo em vieor, eco
vido aos cootriboiotes do la:poeto-de 300 ra. por
onelad, que nao paga am uo praso deoitodias
co'A-.dc da entrada de navio* oo vapoes pira,
oo praso de 15 diaa mais contados d'aquella data
recoiberem com a mnlta de 10% aos fofres des.
ta R 'pirijco o imposto reii-t vo ae exerclcio de
4893 a 1896 conforme a relao abano deca,
rada.
O caefe,
Fredenco Guimaiaes.
Mez
D ti de ptrata
oo
-
O
45 HercalaD M rqae Lem
Santa Cecilia
^. litfos
45 Bap'ista e lm So 600
RebQSo dos tontrlbaintes sobre o imposto da
200 r?. pnr litro de sgiia'deote oo exerclcio de
1890 a 1896, de conformidad com a LM n
121 de 28 de Joono do crranteanno pelo lar-
idor H-meteno M. da Silva.
Freguezla da Boa-Vista
Ruada la per tria
N>. Litros
2 Francisco SaHanba & C, 500
26 J. Gancbes & G., 70O
42 Luiz Mara Rioeiro Gulmaries 500
21 Francisco Cardoao da Silva Pialo 09
Paga Miciel Pinbeiro
Ns.
2
4
Aotcnio Jos Martias & Q.,
Jos Antonio Ferreira Porio
6 l,ni Jos Silgado
8 Antonio Perrrira Dcarle & C ,
10 Joaquim Dsmir-io & C-,
42 Asdelo & Maracaji
20 Be'nardioo lna;io Guimarei
15 Jos Francisco Domiogoea 'Olivelra
Ba da Conceda?
N
8 Goimaraes & Mittos
Jcao Antonio o'Oliveira tkiosqce)
VisconJe 'Albcquerque
Na.
52 Fernando Jnior & C.,
23 A. Crui S brinho & C,
27 S Iva Araujo & C,
131 Antonio Jos d'Oliveira Silva
Jjs L uo de Br.iu (kiosqcej Ponte
da Boa-Visa
Ba da Ponte Velba
Xa.
81 atanoel Valaote da ruz
148 Jeronymo ktartics d'Oiiveira
97 Jos Amonio omingues & C,
Francelloo d'Almeioa Birrcs (kiosque)
Kja do Leao Coroado
L'tros
500
500
500
BOJ
500
600
800
500
Litros
500
160
Litros
500
500
500
500
500
100
Litros
500
500
500
500
-N
Na.
2
J. Moreira Go'.mar&es
Praga da SaoU C.ux
Rosendo & Az v do
Ra Visconde do Rio Brawo
Lit'o
500
Litros
500
Recebedoria do Esta-
do de Pernambuco
Pe ordem do Sr. Dr. administrador deala repar-
tan, previno aos its. ccairibuinles do im-
posto de iCO ris por litro de agurdente quer
paro quer ime'urmado qae or retalbado n
Eatsdo, constante da relajao abaiso, conforme
a le do ornamento em vigor, qae loes tica
marcado o praso ue 30 das para aprsenla
rem cesta rep>rtio os seos recursos a con-
tar do presente edital.
1 Secc&o da R< celedona do Sitado, 24 de
illJj;Qo4l 1893. m ,
O ebefe,
Erederico GulmarSee.
Relacro dos coutribniotes eujeitos .ao imposto
de 200 ris por litro de agurdente quer pora
quer tiansformada, que se retalbar na cidade
e conectados na fregoezla de S. Jos pelo lan-
zador Isidoro Tneodolo de Mutos Ferreira,
para o exerciclo de 1895 a 1996.
M.rcllio Das
Ka. litros
137 Adelino e Silva 960
141 Joao Crrela de Gazmio 960
Lomas Yaleotioas
Ns. li'ros
21 Miooel de Oliveira 500
Coronel -oaeauna
218 Jote Gomes Ferreira e C. 600
296 eximir Adolpbo eC. 700
180 J t Joaqurm Lopes EOO
119 B-ilarmino L. da Silva 609
149 Maooel Gonjlves Mireira 900
S. Jjo
ti. Ltros
12 R.'cca Pereira e C 1.000
Mrquez do 11-rval
>-. litros
68 Cactina Candida do Monta 400
96 SimOes e C. 600
124 Jote dos Stnlfs Mo-eira 800
160 D.niel Marqoej 600
146 Amc;o e C. 500
170 Jos Adelo do Naacimeato 7c0
141 lo Das Guimaraes 700
165 Joaquim de S e C. 700
Travessa oo Poociobo
N.
33 Jote Malasia* Mutias
v Das GardosD
Ns.
60 Vicente Jote da Silva
94 lote Jacint'.o dos Saotos
Padre NoBrega
N-
66 Caetano Pacheco da Silveira
Cadeia Nova
N8.
29 Dr. Munoel F. de Sooaa LeSo
33 Scaza e C.
65 Maoel Jos P. da Siiv-ira
20 Jos Silveira e C.
Vidal de Negreiros
gf.
2 Maooe B. Ferrei a GuimarS's
30 Gnijalvs Filni e C.
34 FranciECo dos Santos Moreira
86 Joc Martina de AlneiJa
154 Jos uopes Ferreira Maia
SI Pereira da Costa e C.
23 Augusto Cmara
P3 Jote Ferreira
115 J> f c Dias de Almeida
113 M.'cos Ribeiro Pires
151 Firmico F. Ges
155 Nicolao Jo? Ferreira
157 H-notl A ves de Senna
S-"^ Travesea do Prata
na.
20 Cesta e Silva
7 Manoel Poppe Giro
Domi-^goa Tbeotoaio
Na. Litros
39 Manoel Ferreira da Silva 500
81 Vasccncella Sobrinho & -, 500
Francisco Rodriiuea Vieira 85 Jos de M-lio & G, 500
113 Costa Raaos & C, <^0
Adelino Francisco Alves (k o-qot) 500
Ra Cinde da Boa Vleta
Ns.
15 Pedro Jvo Cavaleanle 500
29 Pearo de Souza Oliveira 600
31 Soaza Oliveira fe C. 700
79 Jo. Pereira & C 60
87 F.-a.ci-co Roingoes Ja^imbo de Souza 500
97 Amonio Feroandea da Silva Macieira 500
143 A Dox-ingos Fernandos de Azevedo 550
Rosaio
Ns.
43 Domingos Nouoeira 4 C 500
51 Viuva Rme.ro & c. 60o
Qervaeij Pires
Ns.
40 Marseihoo Jc Bsp:ia'a 500
54 valongueiro C. 500
49 Juaneo Ferreira dos Saotos 800
53 Jote Goncalves Martina & Q. 500
139 Pedro Joe Ssteves 500
Boa da Santa Cruz
aj*.
3g Gorreia & Oliveira 5oa
1 Sebast a> Remondo Nogaeira ce Me lo 600
% Domingos ti Jostioo Gorues de Alueida 500
1 Sec$o da Recebtderia do EsUdo defer-
nambuco, 25 de Juibo de 1895
O ebefe,
Frederico oimaraea.
ug.\ e Resp-, Loj.-.
Cap \ Vigilancia e Sc-
gredo.
Ir.\ -Ven.*-
sossaXo ex.
sevta-feira
m- 9' horas
2 Jos Alves dadiva Maia
15 Maooel da Costa Fernandos
49 Joaqaim Francisco Lopes
litros
700
litro
600
700
litros
600
litros
900
700
500
40H
litros
600
500
600
900
700
960
960
300
600
700
600
eoo
600
litros
600
500
litros
800
700
900
O Ben.-. e Pod.-
m u n ila convocar
traortlinaria para
9% do eorreitte. I
da noito.
Pede a todos os leaos e xe-
losos OObr.'. do quadro para
acudirem t referid con vaca-
cao pola para tratar de im-
poriantissimo asounapto qne
interesaa a nossa Aug.*. e
Hc*p.\ Loj.-.
O Sccret.1.
la. B.* C-: 18.*;
COUPANHIA
Progresso Colonial
No escriplono desta companhla roa do Cem-
merclo o. 34, 1- andar, acbam-se t disposigao
dos Sre, accionistas o taloneo e mais documen-
tos csigidos por lei. relativos ao auno rindo eco
30 de Janbo prximo passads.
Recife, 1/ de Jolbo de 1895.
1. Goncalves Piolo
____________________Presidente-
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhiu Pbenix l'ci-iiaoaltu-
cana
RA DO COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
Etecife Orainage
A compaobia Reeife Drataage fax publico, para
-0 hecime ito dos inieessailos, qae eolio oa no
mei de Joobo prximo pacsado, osapparelbos
abano declarado*.
S n o Antonio
Prac* Barao de Lacena n. 49. appa'elbcs os.
6823. 5824. 1 andar. .
Rerle, 11 de Jolbo de 1895.
i. F. Mackiat08h,
Gerente.
z
o
m
t/j
O
o
(O
2
>
5
i
I
B
5- I
Niclooalidade
" a
B
a
o




oo
O
N. das toneladas
oo -
-- I w
TOTAL
SBADO 27 DE JLHO DE
Grade Conpanh'a Drama.ica Italiana
1895
-.-t,
MARA ANTONIETTA
Principiara as 8 horas
Bonds e trens para todas as linhas roer os para 01 inda.___________________
a
O
S9

x
u
-
a
Si
O
i
ICANO
Projecto de inscripQo
Para a 2.a con ida que se realisar
no
i.<
Pre-
so ter-
Companhia Florestal
Agrcola
Acha-se a disp sijSo dos Srs. accionis-
tas rio escriptorio desta Companhia, a roa
do Apjllo n. 22 o ba'ang) e mais docu-
mentos re'ativos ao anno findo em 30 de
Junbo do corrente anno.
Recife, 24 de Julho de 1895-2
7os Gontalves Pinto..
Presidente.
Nort British And Mer-
cantile Insurance Cozn-
pany.
Capital subscripto
Fundos accumulados at
31/12/94 11.671.018
RECEITA ANNAL
De premio contra fogo t 1.546.856 :
De di os sobre vidas t 1.359.821 :
3.000.000 : 0- O1
2- %>
18* 7J
16" 9a-
2:906.678 15 4
N. B.A Repartigao de fundos accumulados
sobre seguros con'ra fogo, nuo se responsabiliza
pelas transates foilas pela de seguros sobre
vidas.
Agentes,
A. t. Dallas.
fO Coiuinn-cio f IO
Companhia Nortli Brltlsb & Mei
eaotile e Insurance
Capita. subscripto 3,000,000 0" 0a
Fundos accumulados 9,452,452, 18d 5*
bece:ta annual
De premios contra
Fogo 1.495.418 10* S-
De premios sobre
divida 992.379 45 1*
COMPANHIA
DE SEGUROS-CONTRA FOGO
De Londres e Aberdeen
Posi?ao financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fondos accumulados 3.000.000
eceita annual:
De premios contra fogo j 626.0000
Dejpremios sobre vidas > 208.006
De juros 155.006
Agente em Pernambuco,
BoxwoWilliam & O
2.488.196. 12* lld
N; B.A reparticSo de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, nao
se responsabilisa pelas transacjSes fei
Xas pela de seguro sobre vidas.
Wilgon, Sons & C.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
A lllm. junta sdministrsfa desta Santa Casa
em ses.-So do da 30 do correte, las para a demolicfto e reedilr-scto dos predios
xa. ie 26 a roa aa Miare de Deas, trenaesia do
R"cif-, de accordo com as coodiede^ biixo
ueclaiadas e a plaa qae re acba nesla secreta-
ria para ser examinada pelos concorreotes :
CoadicOes
O contratante obrigado a derxolir os don
predios e levantar im, de cooformidade com a
dIjdu, aproveitande on cao os mtense doe
demolidos, conforme or esiipolado.
A nii fazer molincapao alloma as respec-
titus obras, sem qae sej deaccordo com a San<
U Casa.
A empregar em todas as portas de pavimento
teneu-omoreirage sclelras de cantara de Libea
i empregar matenaes da meibor qnalidsde.
A dar fiador idneo, qae assigne com o con-
tratante o contrato que sera iavrado oesta secre-
tarla.
O preender.te devera execa'ar e faser entrega
da oora dentro ao prazo deseismeaes.
O pagamento da importancia da oora ser-
reali.-ada em presUtoes.oHBraes confarme o ser
v jo execoiado drente o mez.
Sscre'.iria da Santa Casa ae Misericordia do
Recife, 32 de Joobo de 4893.
O escrlvSo
______________Jcse Honorio B. de Meoezes.
Companhia Centro
Commercial
Convidamos oa Sr?. accionistas detta compa
nbia a fazerem a sexta entrada de sen capital
oo Banco ae Pernambuco, rzo de 10 0/0 e
den ro do prazo de 30 das, costados de boje.
Macei. 7 de Jolbo de 1835..
Os directores
Ti^urcio Alves de Carvalbo.
Boaveolnra Atnorim.
_____________Pedro de Aimeina
Banco da Repblica do
Brazil
Paea-se o S dividendo das acg5e-i desle Ban-
co, relativo ao semestre veociJo em 30 de Janbo
prximo findo. sendo 64000 por cada aegao lo
legrada e 3*000 pela que tem soneoteSO*/-
revl-sado; no escriptorio de Pereira Carneir. fc
C, a roa do Comrxercic a. 6 1 andar.
Recife, 15 de Jolbo de 1895. ________
Imposto de industrias e pro-
ssoes
Convidamos a todoe os coot'ibolates da ta-
bella A, classe n. 11, trapiches de recolher e
aifaodegados, a reuDirem-e no dia 26 do cor-
rente, ao meio dia, no escriptorio ao largo da
Uomnanbla Peraambocana o. 6, Ia andar, afim
de resolver a dittrlbotclo do respectivo imposto
Recife, II de Jo.'bo de 1895.
Fonse a 'rmaoaA C,
Adorno F, Bailar & C.
3/
4.
5.-
6.
7.-
domingo 4 de Agosto de 1895
PAREOPernawbaeo 1.050 metros Animaea de Pernambnoo.
mioa: 3C0010 ao primeiro, 601000 t.o segundo e 30$ .00
oeiro
Art. 5 Bauque re.
P. REODiario de Peramaajbnco 1.400 metrosAnimaes da Peinare.
baioPrem-.oa : 300|}000 ao primeiro, 60-J 00 ao segando e 0-5000
teroeiro.
Art. 5 B-nqueirc, Malor, Feniano, Triumpho, Aventureiro, Palbaco e
PlntSo.
PAREOloroal do Recife -.500 metros Auimaea de Pereammbuco.
Premies : 3OO-J000, ao pnoneiro, 60$000 ao segando e 300000 ao
teaceiro.
Art. 5.-= J do pareo Diario de Pernambuco) e ma's Ida, Pi.-amon, H rondelle,
Tudc-, lieija Flor 2 Forics>, e B smaick 2-.
PAREO l*roTncl*i1.200 metros- -Animaos de Perca moaco. Premios:
30060CO ao primeiro, 60S0C0 so segando e 30)5000 so terceiro.
A. 5oUs do pareo Jorrai do Recite e mais f- arnaco 2.-, Turco 2 ', Pyrilam-
p, Maarity, Masootte, Goaqaiatador, Ma'aio, Patchoaly, Betory, Q 1 o-
lstj, yans-Souc', Ciego, e Camors.
PAREO Sport-2000 oatrosAaimues da ParnambucoPremioa 500)5000
ao primeiro, 100)5000 ao segando e 50)5000 so terceiro.
Art. 5.*Os do p*reo Provincia e mais Tatispher, Dablim, Dictador, Vingador,
Phrsu, Gariaipeiro, Baralbc, Petropolis, Timoceiro, Qallot. Te-
nor 2.a, Berlim, Meeatro e Talioisr.
PAREO--Gazcta d Tarde 1.100 metros Animaes de Pera Premios : 250^000 a o primeiro, 50(50 JO ao segundo e 23(5000 ao ter-
oeiro
Art. 5.Oa do pardo I prensa e maia Ally-Stoper, Tiberio, Baliza, Caja Fu-
rado, Piano, Ybo e Tei^oao,
PAREO Cldade 1.000 metros. Aoicaea de Pernamboeo. Premios :
250)5000 ao primen o, 501000 ao segando e 25000 o teroeiro.
Art. 5.*Os do pareo Queta da Tarda e maia Lacifer, Mour >, Pirata, Tupy 2*,
Saragoasa, Maseardo, Mendigo Good Moroing 2*, Piussiano, atuuo,
Enireb, ViagaD9<). Mauriiy 2.', Chimbute, Pleiade, Ideal e Ma-
lango.
PAREO Estado 1.200 metroa Animaes de paro sangae. Premios:
300)5000 ao primeiro* 00(5000 ao segando e 300003 ao terceioo.
NSo poder aer inscripto o animal Divertid".
Ner.hum di pareos contar victora e s aerSo considerado realiaadea
sa forem inscriptes pelo menos 5 animaos dn 3 proprietarios differentea.
Previoe-t? aos Srs. proprietarios que nao serao
admicives obfervacoes as proposta* e tero direito por
cada animal queforinscripto um cartao numralo, que
dar direito aos brindes que est.em expositjao.
A ioscripcSo enoerrar-te-ha teroa-feira 30 do corrento as 6 Ij2 horas
da tarde na Ssoretari*. do Prado, ra da Imperatril n. 26, 1.a andar.
Secretariado Prado Pernambucano, 25.4a Jolbo da 1835.
Servindo de Secretario,
C^ de Abreu.
S, U, F,
Socirsdade Luio Familiar
De ordem do ctdadao vice-pcesideote, coovi
do a todos os socios a coraparecersm oo do-
mingo 28 do correte, pelas 3 horas da tarde,
ea noasa sede social, para effc tuar-se a ses-
sao de assembla eral, aflu de traar-se do
interesse social.
Secretar a da Sociedade VoiSo Familiar, em
23 de Julho de 18-5.
O*. Secretario,
____________Joo Jf. M.'Brag:
S. U. F.
S aciedade I nio Familiar
SARAO TRIMESTRAL BM 27 DO CORRENTB
Soba dirtCQao da Exma. Sra. D. Lutza Leopoldi-
na F. de Paula e dos Sri. Jo Lopes de Al
meida e Gentil da Silveira Mendonea.
O iogresso aos senhores socios ser o recibo
do mez corrente e convites em mSo do Sr. Ihs-
soureiro, todos os dias, no 1". andar deste
Diario.
Secretaria da Sociedade Uoi> Familiar, em
23 de Julbo d 18:5
O l-. Secretario,
Joo AI. AI. Braga.
Pede-se aos Senho-
res consummidores
>ue queiram faz er
jualqiier communica-
go ou reclamaijo, se-
jaesta feitano escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador bp
5 5onde tambetn sere-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Sr.
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues?
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
desta empreza deve
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
ruado pelo gerente
sem o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
Refioariae Destilaco
Per nam bucana
Acbam-S9 a diapeaieao doa Srs. accianist88,.Do
escriptorio des a Boctedade roa do Commercio
n 3i, o balaoco e mais documentos exigidos
por l', relativos ao auno nudo em 30 de Joobo
prximo passado.
Recifd, 19 de Jolbo de 1895.
J. Goncaves Pinte
Presidenta
Sogoros dtitra Mi
Royal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL 200:000
Fundos accumulados L 80:080.
AGENTE
POLHMANN & C
Llojd Brazileiro
O VAPOR
Planeta
E'esperado do
sol al o oa *
do correte, se-
goindo para os
torios do norte
no dia mmedlato da chegada.
As encommendaa serio recebidasat 1 hora
da tarde do dia da sabida, oo trapiche Barbosa
Caes da Compaobia Pernambucanan. 4.
Aoi Srs, carregadores pedimos a sos atteo(&o
p?ra a claoaolaW' dos conbecimeatos que a
sescime:
No caso de ha ver alhema rerfaraagao eootra a
companhia por avsrizs oa perra?, o;-ve ser fetta
por escripi ao a^ene respect vo do porto da
descarga, deatrcdfftres-diatalspctfl de finali-
sada.
Nao precedendo esla formandade, a compa.
ob'a Oca isema de toda a r spnsabilicade.
As passpeeos eo tiradas na meemo escripto*
rio, at s i 1/3 horas cia Urde do diada sabida
do. vapor.
Atten^ao
As passagoifs pagas a bordo custara
mais 15 /%.
Para carga, paseageos, cMtcratna>8 a valo-
ree trala-se cornos
AGENTES
Pereira Carneiro & G.
6EA DO COMMERCIO-6
1* andar
Norddeutscher Lloyd
o VAPOR
Krooprinz Friedrich Wliielm
E' esperado da
Eo ora at o dia
'i>\^ *8 do correle,
""se Begair depois
da ni'Ctsfaria de-
mora para a
Baha, Rio de Janeiro
e Santos
Pa-a
com o
pasEageo?, carga, frele, etc., trata-se
AGENTE
V. Neesen
Cea do R: m a o. 4
Companhia Pernambncana de
Navegado
PORTOS DO NORTE
Parakyba, Natal, Maeo, Mossor, Ara-
caiy e Cear
O paquete Beberibe
Commandacte 1* tecente Fa io Bino
Segne no dia 99 do cor-
rente .- 4 horas da tarde.
Recebe eocommenda?, pasfajene e diaheiros
a fre.te at as 11 horas da maob do tid?.
Chama-se a altencSo dos Srs* carregadores
para a clausula 10 a dos conbecimentos qoe a
eegninte :
No caso de bsver alguma reclamscSo con-
tra a Compannia, ror avaria ro perda, deve ser
feita por escripto ao agente respectivo no porto
da "escarpa, dentro de t ea das depois de tina-
lisada.
NSo precedenin es a formalldade, a Compa-
nhia flea isen'.a de toda a responsabilidad*.
SJRIPIORIO
Ao Caes da CJompanbia PeruambucaBB
__________________-. 12__________________
Companhia Pernamiucana de fia-
vega^ao
PORTOS DO NORTE
Fernando de Noronha
O paquete Una
Commaodante Carvalbo
Segae oo da 9 do cor-
rete as i horas da tarde.
Recebe" carga, encoromPdaa, passagens e di-
nbeiro frete at as 11 borae da manba do dia
da partida.
Cbama.ee a silencio dos Sre. carregadores
para a clausula 10* dos coobeclmeotos qae a
segatote :
No eaeo de haver rim reciamacSo coa-
ra a Compaobia, por a varia oa penda, deve aer
feita por escripto ro afete respectivo no porto
da descarga, dentro de tres diae depois de tina-
usada.
Nao precedendo esta formalidade a Compa-
nhia Oca idela de toda a respjnaabilidade.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernmbacana
n. 12
Pacific Sleam Kavigalion m-
pany
STRAIT3 OF MAGELHAN UNE
O paqaeta
O paquete Orellana
Espera-fe do sol at 0
dia S de Ju.bo e seguir
depois da cernea do cos-
te me para Liverpool com
escala aor
Lisboa e Plymouth
N. B. Este vapor bao tem aceommodacfcs
para paesageiros del.* ciaste.
Para carga, passagens, eocommendas e valores
trata-se com os
AGENTES
Wllson, Soas I C, Limited
10RA DO COMMERCIO 10
1 andar
CAaGLIJ&S BEUS1S
Compaonia Fraaceza
DE
Xaveg- 5 a vapor -
Licha regalar, entre o Havre, Lisboa,
Pernamboeo, Macei, Babia, Rio de
Jar airo e Santos.
_0 Tpor
Parahjba
COMMANDANTE LUCE
E' esperado da Europa
at o dia 3 de Agesto e
segoiri depois da demora
cecessaria para a
Babia, Rio de Janeiro e
Santos
Ruga-s aos Srs. importadores de car2a palos
vapores desta llnba, qoeiram aoresentar den-
ro de 6 das, a contar do da descarga das al-
vareogaa qualquer reclamacto concernenta a vo-
lomes qae por ventora lenbam sencido para oa
portos do sal. ajm de e poderem dar a tempo
as'.provldencias neceesarias.
Expirado o reteriao praso acompala nao so
Mponsabllisa por extravos
Recebe carga: tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Boa do Commercio9

A







I -
Diario de Pernamliaco ISexte-fcira %H de falli de 1905
Prince Line of Steamers
lames Itnott ew Caatlc-on-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados Unidos e o Brazil
E' esperado de porto de N* w-
.York al o di? do correle e
jsabir depois da demora necet-
saria para a t
Baha, Rio de Janeiro e San-
tos
0 VAPOR INGLEZ
Morish Prince
Para carga e papsagena traa se com os
Consignatarios
Johnston Pater e Comp.
Ra do Oommercio n. 15
fijj SSS 6-
PORTOS DO SUL
Maceio, Penedo, Aracajii
e Bahia
O paquete Jaboato
Commandaate Alfredo GuimarSea
Srgoe do dia ti do cor-
rate as 4 tioras aa tarde.
.Recebe ewga, encommen-at:, pa?sageo3 e di
Dheiro i frete at a II horis da manba do oia
da partida.
Cb3ma-fe a attencao dos Srs. carreeadore?
para a claojela Kj dos coebecimentos qne a
seguinte :
:^e ceso-de baver igoma rec'amacao con
traa Compaubia, poravaria ou pe-da, deve re
feita por escripto ao a?ente respectivo do port
de descarga, deotro de tres das depoie de Bna-
iisada:
Nio precedendo esta fcrmalidade, a Compa
nbia tica Uenta de ma a responesbilidade. >
E9CRIPT )RIO
Ao Cao* da Comnanhi'i Pernambucana
Q. 12
FERRO QUEVENNE
TJnico approrao
pela ACADEMIA DE MEDICINA DE PAIIS ,<
pXIGIR O yBROADBIRO ^
14, Ru des Beaux-Arts,PARS
FRAQUEZA
POBREZA 00 SANliUI
AROPE PHENICADOIALYCO-PHENICO
DO D' OCLAT DO C DCLAT
Toase, CatarrhoB, G-rippe, Bron-II I Antisptico poderoso,Hrgienedo
ichites, Tsica, Coqueluche, etc. I %C^ toucador, da Bocea, Curativos, etc.
QUECAS
Cura instantnea
CATARRH0-0PPRESS0
e todas as adecenes
das vas respiratorias
pelas PILULAS ANTI-NEVRALGICAS do v Curados peln
X=>on.tor GHOIVIER ITubos l_.E3"VuV.^SBJXJ"I*
Pk ROM QUE T, aamOro da ludenwa de Itdicint, 23, r. de la lonnue, P4.BIS.- Era PEMUHBUCO: C di Drogas Productos Chlmicot
mam
LEIL9ES
Agenie Pestaa
Leilo
D 60 canasiras com maosas de alhes
Sexta-feira, 26 do corrente
A'S 12 HORAS EM PONTO
Em f.-Hn-p a pona da Alfandega
ageiite Pestaa Jtode* por conta e eco de
qoem p- rleacer, as canaslras con albos acin
mencioDadfs.
Leilo
Ee rere de 1S4 saceos com arroi da Indi',
na-ca # limpo e cem teqoe de avaria.
Em Em oo maie lotes, a vontade dos comprado-
res.
Sabbade, 27 de Julho
/.' II horas
Agente Pinto
Dio trapiche Bailar
AVISOS DIVERSOS
Perdeo-ee da Caixa Econmica le Pemam-
boco a camelia de o. 30569 : qoem acbr qu-i
ra levar aa officioa da fabrica Lafaiette, das 7 da
macha asi aa tarde, qoe sera gratificado.
Veode-ie duas casa* na Ctenla, sitas nc
becco do Jactnibu os. 7 e 9 : a tratar no Epi-
nbei-o. roa Desuxot reidor Nones Machado na
mero 80-______________________________
Regulamento
para o servido de hygiene
publica do Estado
- Art. 14
Nenbom estabelecirmoto, excepto as fcharma-
:.as, e drogaras, podera vender medicamentos
e drusa, locorreodo o infrtetor na molla de
lOOjOCO._______________________
Cosinheira
Precisa-se de orna cosinheira ; na roa Larga
do Rosario o. 9, relojoaria.
Precisa se de orna ama boa cosinheira : a
tratar Da loja das Es relias t roa Doqoe de Ca-
nas ns. 58 e S8.
Aos mercieiros
Hassa de tmale especial a 1*400 o kilo, na
roa de Hartas os 17.
Muita attenejio
Qaem preci?zr de o eicelleote pino para
seo oso, do acreditado fabricante allemao Ksll-
m'-n-j dirija-se a roa do Arsgao n. 41, que dabi
indicara a cas. _______________
Sementes de Hortalizas
C llegadas boje
Completo so na en l o
Rea estrella do Rosario o. 9
Pocas Menes% C.
Bom emprego de capital
Precisa-se de socio capitalista parr amsi in-
dostrla oactoDarja bem eocamiobada, qoe ren
de mais de 50 % de tarros Hqoidoa.
Para informagOes com o Sr. mejor Francisco
Li'ino deCarvalbo i roa da Qotimdj o. 60 1."
andr. das 9 da manh a 5 da tarde..
CAPSULAS AZTMAS i. BGRUH
f
X OBREIAS
I TINTAS PR5TAS
I OBOOSflB
I CXU Upmit Fri.
***~*btt|
ITOJICIADO S. GK S. CK
la.
kCW: 01*0 Slh|ktB<9aV>calba*, Oleoil Ricino,
SIMW -QpaH, Opiato, Alcatro, U.
fODO 08 MEEUGAHENT08 EM P
trin.M.rn nin&.tm Pars.- tu ?,t<*b**r tTSAjr-m. m saw V
QMl omii wimai aaamoi
KOSTIAv
arafk-MMi
HOBTIAB
-ii-.
t
Fortunata Harta de aalqaeira
loho Mdiibel ue Siqoeira e stos nios agrtde-
cem tu !.m.impD e a todos os parales e amigos
que se prestaran* a levar os resma mortaes de
soa fempre leDbrada esposa e mai, a soa ultima
morada, de novo os convidara pira a-.-utirej;
i ra si que por soa alma ee caiei>rar4 fis 8 bo-
as da maoba do da 29 do correte, i a igreja
o Mopiplrn.
AaUoailo Pereira, de Ollver*
Bamoa
loaqaioi Snnno de Fi^aetredr, eua senbora e
li'hoa ci nvi'iam seus pareles e amigos A asale-
tirem a mUsa qoe por alna do aeo compadre,
a'-0 bi-a- e padnnno, lall-c: o em 7 do cor-
rete na cidade do Poto, {oaodam celebrar na
ordem o armo, ai ti boras di maoba de
seonda felra J9.
LINIMENTO GNEAU
lastra, os. Cavallos e ]Vxa.la.s
SuppressMOdo Fogot
e da Queda do Pello
oaatapraciou Topiroti uieoqm
i sabstaue a Caustico e cara raicil-
mente em poucos das aa maaquelraa
i noru e ur.iv, ai Torcedoras,
Contmooi, Tnmoret e
I XnchacdeB das persas f
Eiparavao, Sobre-Caimas, Pra-
| qaesa e Kneortrltamento dal pcrnai
' doa potros, etc., aeaoenaaw aenaaaa ckaga. oca
i queda do pello mesmo duraflW e traiaaeDaO.
Deposito em Pars: Phannieii GNEAU,
OAnnos de xito,
sem rival
AGUA
Miniril natural Purgatiti
RBINAT
- Fonte do Doutor LLOEACH^
A Analysis da Academia de Hodierna de Parh prora que a |
Jita agua eontem 103*814 de sttbsancias fxas das quaes .
SULFATO DF. SODA j. SLKATC. DF. MAONESIA
8Cg265 f 3g268
>/*

Os resollados estraordinarios qoe I
lem obtido oas diteraas Affecc&es '
do Pelto, os Catarrhos,|
Broncnltls, Molestia* da
Siriant, Opbtalmla, etc.,
Dio-dio tfgiM coaevrencia. ,
A gars fa%-se com a mdo em 3 minta-
fo*, aem dor e sem cortar, nem raspar o pello. |
raaSt-Honor,275,eerotodi!aiPbarnaeiii.
\ta de ForPa
*" ANEMIA CHLOROSE **
O FERRO
Experinealario pelos primeiro* mdicos do mando,
passa itnmeilialami'nle na Eioaomia sem occuiooar
i locotmnotlos. Restue aa sangu a sw cor, feeons* t
I tuioto-o t d*tDdc-llie o vigor ncct'uario.
Deiconfitr-se das laitardes e Falstf.eaces.
Teoo-v fot UaH a Pars^O* 42,Rue e t-Iiaaj-
tU TODAS AS PHlKMAOUft
t
AMfcre* Bfanoel Juiluo Baptlata
Antuuiu Lola Bapoxia e soa familia convmam
aos seus prenles e amigos, e ccmpaobeiros
u'arma de s^o pr llao B.ptlsla pira ;s?istlrfro as raieeas qoe
mu"'- celebrar na Igrrjt da Santa tros sex'a
f*ira S6 do correle, s 7 horas da mauet, 30-
da da maosla o Hiela de one p rpnf"'''!! tjratOR.
HanUel
T
le ralva
ranciaco
Seliu.0 da
tj velioo de Paiva, sua rrolber, fi bo
e irmSjs coovidtm aos seos pareles r
amigos para assietirem a nltssa que pe
alma de s-o s-mpre lembrado toprj, pai
?\ elro. rraniim celebrar na matriz de SiUti
Anionio do Cabo, no dia 27 do correrte, e desde
ja conrersam se agradecidos por este act -
i lipiS'i e ca't'lar'P. _____
de
I
Julio Banaem
Exigir sobre o Jetreiro
;**/.
'*at Sourc
tu*Sk
^^ej^jRAo^^ ^
?A,
P*
K3T GRANULADO 'r^
^FRAUDIN ^,
infallivel contra
Bypepsla, Gastralgia.
Flatuosidades, Dysenteria,
Diarrlioas dos palmes quentes.
Precioslssimo para a .iiUscpsia
do tubo digestivo na
Tebre Azaarella.
DOSE8:
3 para 6 colbcradas (di^s psra
caf) por di iIupoU daa
rofeifes.
S*"1
"f : r a taofti
a^
Segondo aoolversario
H'-lena Hansem e Hara H n-ra, tenio d
' mandar celebrar na matrix da Boa V|-ta, as 7 1/i
i horas da maoba de i6 do ccrren>e, musa po"
alma de seo espnco e pal, Jul o HaDsem ; con
vidam a seos parentes e amigos para assisilem
este ado de relicio e candare, e desde ja se
fOp'eS'arn p'ernarre"t ag'^de',irto. _____
Pode-se preparar si mesmo
e com grande economa,
A AGUA HUMERAL
anloga s aguas naturales
com os
sessoTde vich
GAZOSOS
l'reparados
"com os Saes extractos das Celebres!
AGUAS DE VICHY
i Fonlea do Estado Francezj
!|IirnHiT!'v7vn^iS!riiTili!
UlUUUlUlTICIT,rilll.-4JlUllKtC''.rHli
Cm PHMAIIBUCO: r> tKKlS ( rtOinTOS ClUm
f
D. Al
28
iCHABLE
200,UU oentea
CURADOS DE
Impigens, Borbulhas
Virus, Ulceras
PRLO

5 *C >
o s
o a -3 g o -
S"o -

eo- 2 '
'i-

03 O
73
m
9
-
yo
p OJ g o os
p u S t o
o
oa &--a
a-,
_
gH5
O* U H
.81
3 o ^ t*
*l 8
U>B 3
3 a> > a *!
T3 ib i s al
p > o U S3
'3 ^2S!
553 2%
os a>
_. _^ v- g- <_*
- O 2^ 5 2 O W
^a -g S. a ..
- 9'w 5 5
2 5 S |*1
Hillfi^
es o t, >
- O & *-
eo
t3
o c
! DEPURATIVO CHBLf
Piano
VeuaVsP'Jim novo com capa,
erua, ca eira e lan
elia AutuMa de Moraea
tuctaial
0 Injtato d 8 ProfeffO'es naada reztroma
mise na rn^trix de Santo Antonio, no dia 86
(exia feri.) s 8 ho-as da manb por alma t"
-ca dedicada e preslimosa carsoci D. Ameli
Queotal. Pa'a duo Hm convida todos os colle
(tas p'en'es amigo.
t
Antonio Pereia dcOIlvepa Hamos
. D.aiao Pereira do6 Sautos, tpodo rectbido a
irite noticia oo falleciaen'o do seo irmao, An
Ubj Pereira de Olivara Ramos, convida aos
prenles e arr.ig.-.-s para assistirem a missa qoe
rrania retir na ordem 3' do Crmo, Begonia
lera S9 ('o crenle, Ss 8 horas da manba, n
ando cieroameaie agr. decido.
Juo da Cunta Branda
Manoel da Conba B'andao ecoa famaaera-
dpce.ii a todas as npsca qoe acompanbaram i
nliima morada os restos mortaes de seo estre
mecido tildo Joao da Cnoba Braodao, e de octo
convjrj m ou prente. e aroigos pa'a aesi-tirem
as mlssas de stimo dia doseo passimtn o, qoe
teri lagar na matris de Santo Aotcnio sexta
feiis 26 do crreme, i 8 boras da msob, con-
feBaodo-se desde ja ete-cament agradecidos por
ptte acto de re eiao e carldide
Criado
Precis>- de sm criado cootiro ; no Camiobo
Novo n. JtO.
C^ree>^r(e a 700 r?. o kilo
- Venlem os abrto araBioa-tos. carne de pri-
iapk qealirtedet wi talh.n da roa Marqoez do
Hrival c 17 e 5: eiUamboarto ''arrr.o n I.
fieUt'4)rco->scffr?a'altaracao par mais on
^ajra^nerroavsemprawt'e^ictvdo com os prejos
tftr.aado-oa" fe'a.-.
v.Ks*ifff,M8 deMaode 1895.
Fi'iza Lima A C
.Cfist-tiieira
Ama
Precisa-se de nma ama para corintia- i ru:
Visconde de Pellas, antiga Amgao n. 47.
Carro de passeio
Vpne-se um tsado ; na Magdalena, sitio do
commeadador Barroca.
Vende-se
Una mob'Ma de jacrand na roa d
0.67.
Palma

X
es
9
er

* C8
b a s .a a g
>= o 5> a

|
*1
o -a
a
ca o
AUencao
Instrumentos de msica
Msicas modernas
Vende-ee trora-se BARATIS;Ii'0. s enorrre
eortimenio -que recebemos boje.
Eduardo Paiva f,
Roa Bario da Victoria n. 13
vedo) P mam tuco
(antiga lesea xe-
Braz, Silya & C
Ssciedade em commsndi'a por arefiee
S&o convidados os Srs. sisoclados a faxeretn
a segunda entrada de seo espitar i raxlo de 20
0/0, no ecrlptorio da sodedade roa do Qom
mere o o\ 13, 1 andar, dec-tro do p'aso de 30
das, cootadoada boje.
Recite, 58 de Joono de 1895
Brai, Sa S C.
Declar&^o
Jof dos Sanios Agotar. I- oficial do Tiesoo-
ro do Estado, derarando com ontro de opme
tgnal, declara qoe de boje por dtaole assicoa-
se-ba Jos Bvmnbronlo de Agolar. Reclfe, 22
-daioihotiaiWg.
.5 M Visconde oe Inhiinma \15
(Antiga do Rangel)
O propietario dest6 novo eetabeleci-
mentt chama a attenc.lo de seus nume-
rosos freguzes a das xmas familias para
oxplendido so timento de fioM'mos
Bramantes de puro lmho. Bretanhas, bs-
gui5es, grandes atoalhados e guardana-
pos, toalhas p ra rosto tudo adamascado
e de puro linho, lencos do cambra a de
Hnho finissimo ; boa cccasio para os
Srs. noivos adqairiram um fino e bello
enx-yal em roupas de I nh i por prefos
que impoBsivel aera cbteloB em outra qual-
quor casa.
Nesta casa slem de um bom sorti-
mento de f zendasfinat, ba semp de deposito de camisas, ceroulas, punhos,
collaricihos e camisas para meninos de
todas as idades.______________________
Molduras
Para porta e janellas, forros de sala,
guarda-vestidos, lavatorios, quadros de
qualqner largura, de pinho, amarello, ou
qualquer outra madeira na fabricado
movis a vap.rde Silva Fernandes & C.
Depsito ra do Barao da Victoria
a. 49-
Prec's* se' 4ns%W os'O'eK paa rospas
torawiM-i oo>CxaotnT-Woao n. 110.__________
-Jmtempo
-rxr publico e asi familias
f MaAaadlio WO00 a- B#QS,
..is;os) a o a 3 t 4 a peca.
Crvinne para ^ve#iwo a 240 e ICO rea.
-raeHaaa dgonal de-coit-SK) ris.
Madapolao para forro, nom, a 240 ris a
vara.
C-nerisM* He la a U200 um.
icos e flta* a 100 e 4 0 ris o metro.
CiuhAS e col iitt-s e prepares, di-sede gfa '
a qum comprar sra vfstio.
S'8 para noiva s 600 t 800 ris o covado.
Srande e aisombreso soriimi-oio /de. loda- as
faiendas em gera! e qce S-' vendem sem limite
de precos no
G-rande Oriente
L0JAD8DUA8 PORTAS. RA DO C*BD-A
Madeiras de construccao e
n ateiiaes [>ara edifica ao
A Compobia Bxploradrra >'e Produ -.les Cal-
nreo. vende em teu armazem o* caes do Apel-
lo o. 73 :
Maderas para censt arc.ao.
Cal branca de jagnaribe.
Cal preta.
Cal virgfm para assucar.
Tiiollos de ladrilbo e commons.
Tijollcs refractarlos.
Pedras de canuria pera soleiras, etc.
Criado
Preei*a*ge de omqne eatendi do servigo-de
cas : oa roa: do Hospicio, n. 14.
cVmde^e
Urna boa casa ca cldade deOliod*, rns fiarc
deTacarnoa; a tratar no largo do Corpo Santo
p. 17, 3->aodar.
?luga-se
K grande casa e sitio do largo do Mooteiro n.
12 jont j a esiagao ; na Caovboa do Carmo nu-
mero 16.
Tijolos
Pab.icsdos ni fabri.a de Ctmarsgibe, de su-
perior qu'lidaL'e, 'nde-se 10 escripiono da
Compaobitladostrlal Pemaqiaocan*/ ruada
Commercio n. 6.________
Cosinheira
Precisa-te de urna qoe dorma em casa dos
patrOes i roa do Hospicio o. 14.
Armacao de amarello
Veode-se orna expleodida armagao de am-
rello proprla para u,ercearla, faseodas, -Ir-ocas
e coros ramos de negocio o IraUraroa do
Bom asas n. 38 leja.
Aviso
Gaixas de msica
importantes modelloa novos.
Secretarias proprias para presentes.
Becebeu a Relojoaria David ra do
Cabugn. 14 deade 1500000 a 400K000.
Grande sortinieiito
Para familia
Alaga pe um commodo a orna peijuPna falsi-
lla ; a tratar na rva oaHjrias n. 66, i- andar,
das 4 boras da larde em dian'e.
i Ccstnheiro
Oe um perito orpcisa-se a roa do Commerclo
44, on Pry?saoc 19.
Mobiia
Nos abaixo assinados, com negocio de xarqoe
nesta prsga, i roa de Pedro Affooso, agradeeen-
do aos OlSsob amigos qne boorarim nos rom
consigoagoei de aseu'ar, v'm: a declarar-Ibes
me nio cuniinoaremos a aeeeusl-as per termn
delxado este ramo de negocio.
Lourengo Ribeir cA C.
Vende-se ona-mobllia nova de Jacaranda ; a
tratar na oa Duque de Canas n. 60, terceiro
andar.
Ama
Precisa se-de urna perita cosinheira para Tim
baba ; a tralarna nada Concordia n. 47, pa-
(ie bem._____________________________
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porfSes applica-se ventosas seccas e
sarjadas ; aa ra das Larangeiras n. 14
Regulador da Marinba
Gon<5erta-M relogios de algibaira, pn-
dula de torre deigraja ebrooometro de
.marinha, oaixa da musicca, aparelhjs
eleetrieo, oculot, binoooiea, oeulos de
alenoe, ioiaa e todo qualquer objecto
tendente aart m.ehanka.
9fina Largad icario9
\RMAZEM
DAS
TESRELLAS
O'randepliquia^ao de azeadas para acabar dos
seguintes artigos:
A saber:
FaatSes lindissimaa cores de 1J200 a 4OO reia o cofad?.
Madapolao americano moito largo de 18rJ000 a peca pjrJ8C00.
Dito para noiva a 40500 a peca.
AlgodSoaiaho americano a 5$ JGO, 70000 e 80000 a pej.
Crotones ingieres olaros e e-curo a 300, 400 e 500 rs.
Brins de cores liados padrSes a 600 e 800 ra. o covado.
Setim d6 cores a 800 rs. o covado.
Sedas oba-alotsdae lindos desechos de 48500 e 13500.
L-qaes de gaae e de aetim a 58000, 60000 e 8S000.
Meias ornas para hornera a 70000 e IOSO11O.
Ditas cruat pa. a senbora a 120OCO e 15$000.
Collaiiekos da linho diverses formatos a 60OCO a duaia.
Etamices brancos readadod com toque ce mofo a 6C0 o 800 rs. o covado,
Btetanha de linho, fina a 10300 vara.
Merinos pratos lites e de coras a 134 0/ 16000 e 20000.
Ditos de coi es da 10200 a 240 rs. o covado.
Orgacdys a Pompadour a 400 e 500 rs.
Cortes de cadmiras para cl;as a 6000"' e 100000.
Camisas para hornera a 480000 o dtz-a.
h-spartilhoa fiaos a 70OCO, 80000 e 98000 um.
Sergelim de (od.-s as cores t> 240 rs. o covado.
Uasemira preta diagonal di 85000 e 100000 o 30000 e403
Cheviot preto pura 18 de 78000 a 30500 rs. o covado.
Msntiihaa de seda crome com toque de mei j a 10000 um!
Guardan*pos da IgedSo para cha a 300.0 a dusia
Casemiras decores a 48000 e 5JO0O o covado.
Livas de seda, cores diversas a 100 rs, o par.
Pluc a 200 rs. o motro.
Robs de crotones de corea a 61000 um.
Crepona lindissimaa cores da 28nOO a 185^ 2 larguras.
Sedas eecosseisa finisaimas de 50000 a 20000 o covada.
Ditas prefas letradas a '0500 c covad).
Surah de cores a 18500 o covac'o.
Cobertores amerioanoa a 18500am.
Lencos brancos com bordados de cores a 53000 a dasia.
Brim br.nco pare linhon. 5 e 6 a 3000 e 30200 a vara.
Voilea franceses a 200 rs. o covado.
Camisas de meiaa para homem a 10000 umi.
Canga adamascada a 200 rs. o covado.
Ualleriohoa cellaloid a 300 rs. um.
D'tos de aho bordaoi para snhoras a 5C0.
Cortes de Lin.n p>ra veatido finismos de 458000 a joflOOO !!
D.toa de eaehemira-brdalo a rea de 800000 a 253000 e 300000.
Lis eicossezas e outroa padrSes a 320 e 400 rs. o covado.
Plumaa e aigrees a 18500 a 21000.
Brim americano bonitos paaroes a 500 e 600 ra. o COVdo.
Dito psrdo de 18200 a 500 rs. o covado,
Cachemira de 12 para invern de 48000 a 1 00 o covado.
Colchas braness e de cores a 30000
Flanel'as enoarnadas com desemhos pretos a 5.0 rs.-oeovatto.
Ficbns, sahidas de bailes a 10000 um.
Fustoes brancos C~ desenhoi de cores dellaOOa 800 rs. o covado.
Lencos de setinetas de cores a 200 rs.
Caetones f.ancez.s claro, e oscuros de JJOOCU 600 rs o covado.
Ditos finas para cobertes a 00 700 rs o oovado.
Atorlhados para me a ds 580OO a 20500.
Tapecana
Tapetea de cooo paro forro de aa la a 18300 a jarda.
dem de juta a 28500.
dem de ale-tifa a 20400.
Esteiraa brancas fiaas a 20500.
dem de corea tinas a 38000. AaA lojinnn
Capachos de cooo para entrada de salla de 68000 a.120000.
Grande qnantid.de de retalhos > 13, seda, cretone, etc, e.c.
56 e 58 Ra Duque de Caxias ob e 5
rUNDICAQ CBRAL
ALLANFifTGRSONSG
44-BUA 0 BAS0 0 DTMUMPH0-44
Machinas a vapor.
Mcendas.
Rodas oi'agua.
Taixas tundidas e batidas.
Taixas b tidas sem cravaijao.
-Abades.
!"
.
ili 11 V9t_
' A'DESCOBERTA DO
ELIXIR M- MORATO
PROPAGADO POR
D CARLOS
Elle cura toda a syphilis.
Elle cura o rheumatsmo.
Elle cura a asthma.
^Elle cura cancros.
Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR MORATO, pro-
pagado por
XJ. CAJBXaOS
DEPOSITO _M P_x\N\MBl]CO
A G01PANSIA DS DBOBAS E PRODUCTOS GBIIiGOSS
Ra MaiHjez i de Olinda 24




.^"^r'
PHBnHIHB

l^^gMifl

Diario de Pernambuco Sexta-feira O de tlullio de 105


Dentes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o excelle ite preparado de Manoe)
Cardoso Jnior.
As cartas que lbe tem sido dirigida
pe s j raaos de maior circulacSo, attae
taru a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va &. C., ra do Marques de Olind
n. 23,
Pkarmacia Martins, ra Duque de
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, 4 ra Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, & ra do
B. 15o da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopas,rua Larg
o Rostrjo n. 31
u <
. o
-o-l
a as >
=>-P-i 5
o"* 3
<
o-12
'I
a
i
c:
IJj
--2
o a
te o
I
oSoS
3tg .*.o
a
p
5-
A a
i
- bo
m a
o

5 S
"i o
'C

s.9
a o.
S
es o
M *
5
45 &0
o
-O
O
i.
O
E
8
a
o
s
I
&bcfl
1 s-?
a o l
ce

a
"> _
3 os .
o *
2. 5
*
3 "O
. s
ep


53
T
O -
a o
v E
g
IX
o
E
c

<&
EMULSAO DE SCOTT
DE OLEO DE FIGADO DE BACALHAO
Com Hypophosphitos de Cal e Soda.
Approvada pela Junta Central de Hyglene Publica e autorisada pelo governo de Brazll.
Os mais afamados mdicos do mundo receitam constante-
mente esta prepararlo. Leia-se o seguinte iestemunho :
O abaixo assignado, Doutor era Med
cia pela Faculdade Medica da BaJiia,
Estados Unidos do Brazil, Delegado de"
Hygiene d'esta Cidade, etc. Attesto sot
f de meu grao, que tenho tirado os mel-
hores resultados na minha clnica civil,
com o emprego do vosso preparado de-
nominado Emulsao de Scott" aos escro-
phulosos, tuberculosos, rachiticos e em
todas as enfermidades que deixam' em sua
terminarlo um depauperamento das for-,
9as. Alem do bom resultado em seu em-
| prego, alem d'isso, fcilmente suppor-
tado pelas crianras as mais rebeldes
medicacao. Podero fazer d'este o uso
que lhes convier. De V. V. S. S.
Dr. Antonio Muniz Ferreira,
O Dr. Muniz Ferreira SAo Paulo> Bm1. Mcc.
A Emulso Scott urna preparado d'Oleo de Figado
de Bacalhao, de urna apparencia agradavel e fcil a to-.
mar. Nao tem o gosto repugnante do oleo puro e simples,
e ao contrario d'este de fcil digestao e assimilac,ao. Os
hypophosphitos, cujas qualidades tnicas influem tanto
sobre s ervos, ossos e cerebro, e que entram n'esta
preparaco, augmentam as virtudes j reconheeidas, do
oleo de figado dtf Bacalhao. *
Nos casos de Thisica, Escrophulas, Anemia,
Chlorose, Rachitismo, Afreccoes da Gar-
ganta e Pulmes, a medicina nao encontrou ainda
nada que iguale Emulsao Scott.
Vende-se em todas as pharmacias.Scott & Bowne, Chimicos, New York. ]
GHANDE
HOTEL
mmt
C03
%

DO FOVO
&i
Criado ou copeiro
P-o-lca Ee de um ; ? r a de PajBaoao' actet-
Plvora
De todas as quali ades
em barris e em latinhas ven-
de-se no et criptorio do Per-
nambuco Powder Factory.
Ra do Commercio n. 6.
19 Ra I." de Maceo 19
Este acreditado estabelecimento continua a
vender por presos setn competidor os
artigos abaixo mencionados
Constando de
MadapolSo par* noiva* a 455(0 e 5*000 a pegar
Dito americaaoa 88000 e 1050.
Dito trance para ctmieB, punhoa e col arinhes 13iOU\
Cretooes clarua a 320 o covado.
Ditos escaros muito largos a 409 o covado.
Ctaminei arieaddoB a 500 o carado.
Bramante para leoces 4 largorcr 2;'00O o netro.
Atoalbado braceo e lavrado para me;a a 2(5500 e 3000 o metro.
Cachemiras com 2 larguras pra veati'.idos de 20500 por 1)5200 o oovade. .
Qasemira preta de agonal para roupa de bomem a 2S000 o corado.
C chemira de 12 com 1 slr^s do Be a 15200 o covado.
Grande aortimento de benites padrSea a 15000 o covado.
L ndos cbamalotes ccmhonetia a tOOo evado.
Meia de 1S para senho ra a 405000 a daaia.
Ditas de algodSo para senhora a 123C00 a daaia.
Dit-s de c r para homem a 12r0J a daiia.
Ditas c.'oas com flus id ssda pora homem a 12jj000 a doiia.
Setieetas de tods as cores a 600 o c vado.
Sedas bri.ee >s li vradas para vestidos de roiva a 255C0 o covadr.
Cortinados de crochet e cambrai* bordados para cama e jaoella a 105000 o par.
Capellaa e ra veo para noivas a lOOCO e 125010 ama.
E*parti)bos de cour-ca a 6500U, e 85000 um.
Moequileiros amer esosa 15)5000 urr.
Camisas para bomem dormir a 6S0O0 orna.
Ditas para senhora idem a 65000 omr,
Finos cortes de casemira ir.gleaa pira c*'ca a 85000 e 105000 um.
Camisas de malba de l p .r.. homem e senhora a 650(0 urna.
Vestuarios de J-ic-y p Cobertss da cretona pira c ma d^ c sal a 5^000 ama.
CaBLetas p^ra rcip> da bomens e creaocas a 500 o covad>.
Brim braoco r. 6 a 25500 a va.
Dito peto a 15&C0 a vr*.
Kua 15 de Novembro 29
Estabelecimentode primeira o-dem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos maia hygieni-
l da cidade do Recife.
A commodajSes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeicSe', a mai re mais avej da nesta capital.
A cosinha achare a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo nm francs
ntimente chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especiali.tas na ar-
cnliara
O proprietario d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
de que com os elementos que cima offere se acha-se habilitado a satisfazar aos
mais difficeis dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre-
parar banqm tes, jantares etc., dentro ou forado mesmo c estabtlecimento.
-FUU-SI DI1B50S IDIBIiS
PKEC0S KAS0AVEIS
PROPRIEDADE DE
N. GRUNBERG
HOTEL OOMMERCIAL
DrH!aS3PDDOA.^.XA.S
Ra Larga do Rosario ns. 29, 1 e 33
Este importante estabekcimento, sob a direccSo di sea hbil proprietario MA-
NOEL GA RCIA, e auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser a
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura
altura interna, j pela promptidao e aceis do servicn culinario aduaneiro, j tam-
bera pela posic&o bygienica do seu edificio.
Depois de innmeras transformares por que tem pausado este Hotel, con?eguio
afinal o seu incancavel proprietario offerecer boje urna bospedagem que deve ser
preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
APERIiTFOS
POUR SE MANGER. Salpicoes, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixes em
latas, queijos flamengos, auissos e do sertao, doces seceos e em caldas, estran-
geirs e nacionaes.
ADEGA
E' esplendido o sortimento de vinbos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermout
cognac, cerveja8, licores, champagnes e outros aperitivos a aseboiro, odos recebi-
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importacSo, principalmente vinbo Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos, que vende as melbores condicoes do marcado e precossem competencia.
GRANDE HOTEL COMMRCLA
Sobretudoa com nma e duas vistas, Cobertores, c.'i
prec" s sem competencia .
So na
cerou'as, mantilbas, (odo p?r
FOLHETM
POR
;::::: ::;:::
O GRANDE THEATRO DE OSAKA
(Continuacao)
Pouco a pouco foi cahindo na miseria,
ma3 o seu amor 4 poesa nao cessava:
ella contemplava as bellezas do mundo e
canta va as com rara perfeiclo de estudo.
Veio a idade, vieram os cabellos bran-
cos ; a pobre andavaquasi na, vagabun-
da, de aldeia eca aldeia, apoiada n'um
bastSo, um cesto no br^co, contendo seus
poemas e um pouco de arroz vivia de
asmlas ; aa criabas redeavam-na quan-
do ella sentava-se porta de algum tem-
po ; e ella, sorrindo, ensinav-as a deco-
rar seus ?rsos.
Muita vez um bonzo vinha-lhe pedir
respetosamente licen9a para copiar aa
producjSes.
E asaim morreu a doce inspirada.
Foi entio que cassaram oa odioa e o seu
nome brilhwi m plena gloria. Todo mun-
do lembrava-se della.
Depois de ter-se representado a vida de
^Poemo-Kmati, leYou-ae om intermedio
burlesco.
A sceaa paeaa-se n'um banho publico,
e, segundo o uso, bomens e mulheres, ia-
teirameote na, banham se juntoa COO*
LOJA DO P00
19-D.xjA. i* x33exyxjLaB.gai -
(Anliga do ire^poj
i 1 SOBRilO
54 tam, uos aos outros, ancdotas cmicas
e tazem mil loucuras. Apparece urna
mulher grvida que, sorprebendida com
as dores do parto, abre a gritar e langa
ao raudo um rapagao.
Banhistas de ambos os sexos acolhem o
pequerrucho com um estribilbo desca-
bellado.
Emfim corneja o Taiko-Ki.
Erguc-se o panno sobre vasta dscora-
cao, representando um acampamento de
soldados.
A barraca do ebefe destaca-se ao cin-
tro, mais alta que as outras
Cbegam enviados aturdidos, com gran-
des gestos de pamas e bracos.
^ O chefo 1 o chefe queremos tel-o
j!
Abrem-se ento as cortinas da bar rata
e apparece Taiko.
ariko-Ma conseguio reproduz'r exacta-
mente a attitude e os costumes do bere
que elle representa.
O publico manifesta a sua satisfacao.
Aquellas pessoas que em sua mocidade
conbeceram o ;llastre siogoun, pensam es-
tar vendo-o.
Que querem ? perganta Taiko.
Calam-se os emissarios.
Vamos exclama Taiko franzindo a
testa e levando a mo ao sabr.
que emquanto bates os inimigoi
do paiz, Mitzou-Fid, a quem confiaste a
direcc&o do reino, apoderou-se do poder.
A esta noticia, o rosto de Taiko passa
successi vamente da sorpresa & inquietado
e ao furor.
Um homem com urna luz amarrada
extremidade de urna baste horizontal,
approxima-a do rosto do actor para que o
publico nao perca nenbam dos movimen-
tos de sua physionomia.
Partamos 1 partamos I exclama elle;
s a minha presenca pode restabelec:r a
ordem do palaio.
Confia o commando das tropas a um de
seus generaos e deixa a scena per um ca-
minu que atravessa a platea e perde-se
entre urnas bambinelaa.
A scena gyra sobra si mesma e deseo-
bre o interior de um pagode.
Taiko entra, pede para descansar e pas-
sar a noite no pagode.
Annunciam-lhe que Mitzou Fid acaba
de chegar com sua mulher e sua mfii.
Andam viajando.
Taik) d um pulo para traz.
wn ; ^
^to fESOto&:o m ye rt.s 0jsiim i
' *g^yteygos i 1 iondelCf imn
e^agaf^'pTpiarjnaaaaAa
id
Taiko acha-se no pagode ; chega furioso, i Este, depois de um longo discurso, no
perguntando em altos gritos onde est seu qual recrimina o procedimento indigno de
nimigo.
Agora esta no banho, disse um
bonzo.
N3o me escapar.
Durante esta scena, Taiko retira-se.
Mitzou-Fid certa no jardim urna baste
de bamb, faz-lhe urna ponta e enda e-
ee-a ao fogo de um aqaecedor de bronze :
depois investe para a sa dos banbos,
fura o papel da abertuia com essa lanca
preciso fugir 4o, preciso me disfar
car.
Pede urna nvilba, raspa elle proprio a
cabeca, e enfia urna roupa de bonzo.
Apenas tem acabado de abotoar-se en-
tra Mitzou-Fid e lanca-lhe um olbar des-
confiado.
Taiko, para nS dar a percebor a sua
nqaietac&o, poe-se a cantar urna canc.ao
popular no reino inteiro :
f Do alto da montanha eu Tejo o fundo
do valle.
< Os pepino* e as bringelas, esperanza
da colheita, est&o em flor.
Vem c, bonzo. diz Mitzou-Fid.
Mnha mai est muito fatigada ; preciso
preparar um banbo.
Criado de banho, eu 1 exclama Tai-
ko, voltando-se para o publico.
E alto :
Obedeco.
A sala de banbos separada do aposen-
te que enche a acea por urna abertura
coberta a papel oleado.
Taiko prepara o banho, divertindo o
publico com mil eatranhas reflexoas acom-
panhadas de caretas.
A mai de Mitzou-Fid entra eaa scena e
pergunta se o banbo est prompto.
Prompto diz o falso bonzo.
E ella desapparece.
Mas Mitzou-Fid acaba d saber que
Meu inimigo tfto perto de mim i t- improvisada e, pensando matar o inimigo,
nreciso me disfar jta sua mi.
Que fz eu I exclama atemorisado,
ouvindo um grito de mulher.
Mataste tu mai! diz a joven esposa
de Mitzeu-Fid, que entra paluda de hor-
ror, toda trmula.
E canta :
< Arrepcnde-te, arrepende-te em-
quanto ella expira.
Esta morte cruel feita por tuas maos
um castigo do co.
Nao te dizia eu : nao traas teu che-
fe ? Usurpaste o poder.
Ah est onde te levou a ambico.
Mataste tua mjli ; Sri'epende te emquanto
ella expira, i
Ai de mim 4 ai de mim berra o
matricida. Deixemos este lugar maldito;
fujam.8 ; o remorso espedaga-me o cora-
gao.
Estiva ras das no poder, mais o casti-
go foi terrivel: matei minha mai, parece
incrivel!
Pracipita-se na sala dos banhos d'onde
rolta desesperad, quasi louco.
A scena gyra ainda. urna vez e repre-
senta um acampamento.
Taiko, em costuro* de .guerra, rodeado
de soldados, espera o inimigo fugitivo.
Mitzeu-Fid atravessa a scena com um
squito pone* numeroso e v-se cercado
pala geate de Taiko,
!seu subdito, mette-o em ferros e condul-o
pjisioneiro.
Cahe o panno : est terminado e espe-
ctculo.
A peca agradou vivamente o publico,
que encontrou analogas com os aconteci-
mentos da actualidade.
Mitzou-Fid era, nada mais, nada me-
nos, que Hiyas.
Todo mundo recira-se satisfeito.
Todo mundo, nao, Fid-Yori tem a
morte na alma.
A rapariga nao assistira a representa-
Sao.
Nagato consola seu amigo.
Nunca mais a verdi! exclama elle.
A sorte contra mim.
Antes a morte que este desespero 1 A
conducta de minha mi, seu luxo ruinoso
e louco, ostentado publicamente, enche-me
o coracao de amargura.
Quantas vezes tive vontade de esmagar
aquello soldado, que ella tem a fraqueza
de amar t
Depois cresceu a miuba affliccSo, por-
que.. tu bem o sabes, ella nao foi ao
espectculo; a que eu amo.
Est tudo acabado 1 Tudo tristeza eu
minb'alma.
XX Til
OMIT
Chega o invern ; aos das quentes auc-
cedem se dias gelados.
O co cor de cieza trocou o papel com
a trra, muito branca, muito igual as
suas roupas de nev.
Parto dos suburbios de Osaka, a praia
deserta conservou intacta a espessa pasta
cabida do co.
Duaa jovens em conflicto
NO 1HEATR0
De repet e oo se gr^ude romor nos cama-
oies da i' ordem. era e ante roiflicto entre
loas jovpds: aiaqoes, rho-o, tr:ilo, morre, api-
lo, o dubo emfim rnega a nliis, iodaea do
(ilji tica sibeodo one ntihiiD Hoa vias de
hele, D. Elvira fD enoveva; venfiada a
as-*, linba raiao D. Elvirs.
Eslava ind giaCa, fanesa rcesrro, D. Geoove-
va, com soa suiBa f coa paoDfi-a de esmarote
pelo fac o de ver qce todas as ppfsias que esta-
vam bo tbeatre, olavam foae tapara tu) imi-
ta e nSo p ra til-, 'ongrtada uifae : caj por
-oa b&oita cara Elvira, f e-'e sto Imdo vestirto
que eM cbamiLdja aiieicJo de tods' om
i'sa'ido d? urna bom a phanUzia o lo chique,
que. endo o meo de teda, *o seo lea'ca mol'o
mais que ele e o qce m me con'rara voce
io querer dizer me a loja onde comproa a ]&-
zeoda ce e-u vestUo
E ira, con:rana^a, ri 02 a ga-galbala sf reac-
tora < niz : para qi e cao tela os aii:.oi;cl(S das
lojts? ora Sra. D. Genoveva, ou o > ffic^o u ndo eo
opponba q -e a pu raiv. ea por caosa do pri-
xo Jura, vem a Sra. d *er que taoiiente por
iu- mi o ve-su-.'u muiio t>. tuto e qu- sendo de
h'i.t'Zia realga nai qu- os u rendo de la
- porque eu o&o i;u 2 dizrr a Sra. fl Iota oode
onfi'fi. E' o caso, cao soaus na:a neste
tiOOriv.
S'd. D. Genoveva tenha juizo, r.) v-cba para
9tbelr>d<>r om ppeclacoi>) deste, e quando
qnizpr romirar qpalqoer 'aieoda ce liatn
phantazia oe mnito (eosto, vi i roa flo C'espo
o ti loj Er'ri-li- ti, Arcerica, qoe, r so
1 orvj- om lindo e variado so timeuto de h-
:?nd 8 fisas e modas e bom com amenidace no
ralo, adrado, Bicendaae na u eJida e p ecos
D Geiicveva reqnef vprbalmente ao commisea-
no <|oe Ib-- macae D. Elvira d-.r por escripto 0
uroe-o da loja. o ajene ra roa, o da f. zeoda de
tu vestido,o r-r.\o e bim asaim o nome de
ludas as .-zerKia- que ella vio na loja referida'
o que Id defer o.
Estrellas ^'Ameii< a
fi* -Roa l de Mareo 13
Anliga do Crespo
MA0()E8 4LIMA
Aerado a todos pianlazia am lee do de gorgu-
rao. l/!uO o covado.
Souhei com t no, pbaDiaiia, l.00 o covado.
Pe y, phantazia de saipteos de ustras e lavra-
cas, l.'0 o c vado
Sedas de es, Vadozas.
Dita* de oiias. Su pi- ^ que vao e em.
Cabemiras de core, Bo.Lbardeie.
Puaolazia, Sir.ndioba.
Li com ihna de t a. Alelade.
Ditas idem iiem idetc, E'.vi a.
Ditas i lem ntm idprr. U rso .
Cachemira de id', Tenlio oumes de t'.
L4s cem etlpicos, O- 3 Jacar?.
>Ja, padrOns novis. A* fcpr.s.
D la tecido gorKorao, Hei de axar-te atmoner.
Cicbemlra prea de cores, Nao qoero aao es.
VeriD prelo para bolloae.
Olio efe para habito.
Grande sonimeoto de merino pretos e lavrados*
Ve!bol na de todas as 1 o-es.
Graode sortimento cambraias boididas.
Coros de vestido braaco bordado?, 18003.
Vestidos de cartee?, bordaos i a.
Liada [h .(itatia. Heijos de &mor.
Fict.s delfl 20#0JO.
PtiulOos de lobo Utos e bordados.
Pannos de crcebel para sof e cadeirae.
Camisas bordadas para ooivos.
C>mieas b-anras e de c es.
Vestuarios pa'a baplisados.
S)br m lo de uxa e doas Mata?.
Flan- lu liza e de listas.
Cbal-s pretos.
Cortinada.' de can.braia e de crochet para camas
Cortinados para jaoella.
Mantilbas de te a de < J-es e petas.
D;tiS de algodau de (Orea e preta.
Camisas de a pars bomem.
Cobertas, colchas e robericres.
Bi os americanor, 31500 om.
Baeta encarnada e azul.
Lindsimas cssemlras de cOres para bomma
telo esp'Cial.
Cores de fos 5s brasco e de cores para eolete.
Atoalbado de liebo e de algodau.
u*nno da cota para mesa.
erooUs elsticas.
Bramantes de linbo e de algo3o.
L no. 3 pades de crep pura coberta.
C.-epe prelo.
Merino preto lavrado, fSOO o covado.
Las com Sulpicos oe sJa, CaoLinba verde.
Serta de i le ira, Alhayde.
Paletots roba de iJa.
C.rxi.-as de meia com listras de cd's.
Cacbemiras pretaa com ealpicos de core?, Ajre
a porta Sioba.
Lios, de qoad.-o e de salpico?.
Cacbuet de teda de cures.
Vello libo de core.
Sari d todas as coree.
Sorguro prelo, divesja prec.0).
Se im de tudas as cores.
Babia.
MeriL da Chica, U100 a p Crttooe de barra om metro de largura.
Cassa pabtla fina, 403 ris o covaao.
Dita dita, 200 rls o cuvado.
Cira pireit, 240 ris o covado.
E mollas outras faiendas qoe impossivel 6
descrever.
RITA DO CRESFO 1S #
Estrellas dAmerica
Precisa-;e de um por-
tuguez para tratar de vac-
cas, a ra ds S. Gonzalo
n. 29.
As ondas, reflectindo as nuvens, tem
aspectos de tinta.
Aqui e all erguem-se rochedos ; a nev
prndese s suas aspeiezas. Vam gai-
votas contra o vento, batendo as azas-
A ultima casa do arrabalde estende ao
longo da praia a alta palizada do seu
jardim.
Toda ella est coborta de nev e a ta-
boleta transversal pregado sobre a porta
de entrada illegivel.
Pendem grandt s lanternas de cada lado
da porta principal. X> tactos parecem
cebertos de urna palha argntea.
Esse edificio a casa de cha do sol nas-
oente.
All que, ha longos dias, Omiti soflfee
o destino cruel que Ice foi imposto, sofre,
mas silenciosamente, com urna resignaco
altiva, que nao aceita consolo nem pie-
dade.
Sacrifcou-se para salvar o chefe do rei-
no e ninguem a v mnrmurar contra sua
aorte.
Se bem que ainda continu a amaro
rei, nao desojara tornar a vel-o. Seu
amor nasceu de um sonhe de moya.
Antes mesmo de ter visto Fid-Yori,
esse principe joven e bello e magnnimo
vivia em sua imaginacao.
Quando ella aorprehendeu a terrivel
eonspiraeSo que ameacava a vida daquelle
jue era todo seu pensamento, receiou
morrer de medo, mas o desejo de o salvar
deu-lbe a energa e a coragem de nm
bere.
Na sua nica entrevista com o rei, per*
to do bosque de limoeiros, comprebendra
que nao se bavia engaaado e que s a
a'le amara.
{Contina.}
Tjp.de Diario roa Duque da dtttt**

N
i
\





Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EB1ARNTXO_6L4H9S INGEST_TIME 2014-05-28T01:09:35Z PACKAGE AA00011611_16739
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES