Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16738


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Full Text

V
AMMOLXXI
Quinta-feira 5 de Jallio de I SOS
m ui:k< 1G?

f.
R?
PB0PBJ1B&BB BE M&K0I3L FIG^IEe^ I VAB1& & FILEE6S
REDACTORES AXTOMO WITRUVIO PIXTO BAXDEIRA E ACCIOIJ DE VASCOXCELEOS c M AXOEE ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiaotados.
Por seis mezss aduntados. .
Por um anuo adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
81000
15&000
30000
1100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBUCAgOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.*, residente em Pars18 roe de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes achantados.
Por ara anno adiantado ...
Por trimestre vencido....
Numero avulso de das anteriores.
161500
33*000
Q
1200
Telegrammas
ZS&'ISQrtfTZCULAfi SO BIASU
Rio de Janeiro, 2.4 de Julho, s
i2 horas c 25 minutos da tarde (recebi-
do na estacao as 5 horas e iO minutos da
tarde e entregue as 5 horase 33 minutos
da tarde).
Chcgam noticias de que, lancado hon-
tem o emprestimo brazileiro na praca de
Londres, fora coberto, nao lhe ialtando
tomadores.
Rio de Janeiro, 24 de Julho a
1 jra e 55 minutos da tarde,
O Supremo Tribunal Federal julgou
improcedente o^processo instaurado con-
tra o Sr. Deodato Pinto dos Santos, ex-
contador ;da Reparticao dos Correios
nesse Estado.
Fallou se em advertir o juiz pelo par-
cial julgamento, tendo sido o parecer do
procurador da Repblica muito honroso
para o ex- contador.
Rio de Janeiro, 24 de Ji'lho, s
6 horas e i0 minutos da tarde (recebido
na estacao as 9 horas e 50 minut.s e
entregue as lo horas da noite).
Foram presentes a Cmara documen.
tos relativos a Ilha da Trindade,
O Foreign Office communicou ao
nosso ministro que os direitos da Ingla-
terra desde 1700 nunca foram contesta-
dos, e ainda ltimamente o cruzador
Raby deixara all signal de posse da In-
glaterra.
Telegrammas posta accresccntam, que
o cruzador Barracoute chegou trazen-
do carta de saude passada pelas autorida-
des inglezas da Ilha da Trindade.
O Sr. Belizario Augusto Cmara pedio
apublicaco dos documentos e referindo-
se com energa usurpaco ingl.za, fi-
cando com a pavra para discutir ama-
0b a.
A taxa cambial que afrouxara, fir-
mou-se depois da noticia da realisacao
do emprestimo, fechando a lo i5ti6.
IXSTRCCAO POPULAR
os iu&itbes da sczeitcia
POR
Gastuo Tissandier
CAPITULO TU
CREADORES DE SG1ENCIAS
viga da informacao do Or. substituto do procu-
rador g -ral do Bulado.
Jos Vicenta Ferreira, vulgo Jos de Barros,
sentenciado, pedindo perdo.Ao juiz de di-
reito interino do municipio de Triumpho.para
salisfazer a exigencia constante do parecer ao
nexo, do Dr. substitu'.o do procurador geral do
Estado.
Luiz Baptista de Mello, sentenciado, pedin lo
perdo A' vista das InformagOes, nao pode
ler lugar o que pretente o supplcante.
Manoei Francisco Ferr. ira (jomes, senten-
ciado, pedindo perdo.Ao Dr. juiz de direilo
do nunicipio de Jaboato para informar.
Mareelliao Jos do Rosario e Silva, alferes do
3." batallio da infantera esladoa .Oeferido,
nos lencos do olcio ao Or. secretario da Fa-
zenda.
Manoei Lniz Ribeiro, sentenciado, pedindo
perdo. Volte ao Dr. juiz de direilo do 2.' dis
tricto crimina!.
lira Olyrapia de Luna Freir, professora em
disponibilidad-, requerendo pagamento de ven-
cimeGios. Deferido, cora ollicio desta data ao
Dr. secretario da Fazenda.
llerinenejildo de Slqueira,
Poneiro inl-rmo.
Comrauncoume o cidado Alexandre Fer-
reira du Albuquerque, que bontem assumio o
exercicio do caryo de spbdelegaoo do 1/ dis-
tricto do municipio de Tiinb lba na qualidade
de 3.' suppledle.
Sable a f.aiernidade.
O Qoeslor,
Jos Felipe Sery da Silva Flho.
DIRECTORA geral do thesouro
Despachos do da 24 de Julho de 1895
Francisco Guilberme de Asms Alera, Malina
Marganda Cardoso e Silva e .tffonso Frailas da*
Oliagas Certifique-se.
Jos Machado uimares, Manoei Joaquim da
Rocha e Magdalena M issula. Ao porleiro para
entregar ao iuteressado.
Izab. 1 Mara dos Prazeres e Mara Adelaide da
("arvalno.Iaforrae o adminis rador da Recebe-
doria.
Armanda Carnero da Silva Farias, Costa Reis
Cisoeiro &. C-, Christovo -ios Sanios avalcan-
te. Gustavo Erneslino da Cuuha Ualvo, Desem-
b rgadir Jos Pili DDO de Soasa Leo, Marcelino
Jos Gongjlves Felinio de Olivara Barros, Jos de Sa Pereira,
Manoei J >aquim da Costi Carvaltio, Manoei da
Bocha Ferraz de Azevedo e Miguel du Barros
Lins Haja vista o Sr. Dr. Procurador Fiscal.
Cleraentino Philoraeco -Hinriqu-' de Souza e
Aprigio Ferreira da Silva. -Informe o Sr Dr.
Sub-director da Contabilidad.;
Luiz Francisco da i.ruz. Informe o Colleclor
do municipio deSerinh;ai.
Herculano Herval de Moura. Henriqua Miner
vino Ferrao Caslello Braoco.i.Oljrapiu Piolo D-
maso, Ernesto Vielra Santos e Luiz Francisco
de Paula avalcante.Ao Sub-Director da Con-
labilidade para fazer es devidos assenlameutos.
O prolocolista,
Francisco Militino Ferreira.
RECFBEDORIA DO ESTADO .
Despachos di da 24 de Jullf de 1895
Antonio Teixelra de MouraCertifiqusa.
Paulino d- Oiiveira Mala, Lourenco Jt'belro
da Cunha Oiiveira Braga ATcavaj^fc, Manoei
Angelo a cruz, Amonio dooHflB*Ainaeidn
Dr Francisco Augusto da rosta. Jos Duarte
Pereira, Manoei Monteiro da Cuuha, Mar a
Amal.a de Moraes Pinbeiro. Informe a 1.*
secgo.
Manoei Fortunato &. C Informe a 1.* Sec-
go.
O porte ro,
Custodio B. da Silva Guimarei.
cllecti Uta'
fica collrciado o pre-
BLA1SE PASCAL HUYGeXS NICOLAU
LKMERVSCHELE l'KIESTLEY LA-
V .>1EK.
(Conlinuaco)
LaroilJpr, un:a vez eleto menjbro da Acade
miadas S lencwa, re'lobrou de arder o* esludo
da scienci.i. u amava cora paixSo. Todo o
seu tenip) ida a sua.foriuna empregava-as
em exper > 6 muitas vezes dispendiosas ; e
assm q 1 rara occorrer s despeas a que o
ob.'igavd.u (juell-s Irabalhoa, resoiveu solicitar
O lug i'' de rendeiro geral. Esse lugar obteve o
em 17t9, e n'essa mesma epocha casou cora Mlle.
l-dUize. que era lilha d'ura reodeiro geral.
Lavoisit r coosagrou d'ahi por dianie urna par-
'e imprtanle das as rendas ao cusleio do seu
l.ibdiuior o: as manhs e as noiles empregava-as
-eus traballios cliimicos, e as tardes coosa
frava-aa aos deveres do seu cargo.
Uragas a urna ordem perfeila, e aos admira-
veis recursos do seu espirito methodico, Lavoi-
sier linha lempo para dedicar ludo, s suaa des-
cobert s, e aos seus irabalhos, e s obrigacOes
da sua proflsso Hnanceira.
Acolhia com benevolencia os mancebos, qoe
se coosagravara ao esludo da cbimica allrahindo
a sua casa sabios francezes e estrangeiros, e
remirado os artislas uujo concurso lhe era pre-
ciso para a execuco dos si us apparelhoa de pre-
cisan. Na casaLavoisier formava se ass m urna
especie de Academia ; faz am-se all coneren-
cias era que o mestre lomava a palavra, e abra
brecha no desconjonclado edificio da antiga
cliimica, e esclareca os seus ouvinies, fazcudo
bnlhar entre ellas a luz das ideas novas.
(Continua).
PARTE OFFICIAL
SECRETARIA DA INDUSTRIA.* DI-
RECTORA
Inspectora Geral de Hygiene
Jos Muzurabo, agenie da casa E. Hollanda
successera de Eugenio Marques de Hollanda,
pedilo liceaca para vender em grosso os pre-
parados Tintura sala caroba e inanae, Pilul is
de velamina, Vinho de ananaz ierro e auina,
Elixir de LubariJioa, Vinhode Jurubeba, Xaro-
pe da roeTra, Xiirope de mulung, Pomada an-
tiherpelica e Vinliojle cacao lacio phosphato de
calcio. Sim, lirailado-se ao requerido.
Silva & Santos, ptdindo licenca para vender
tintas para pintura de edittcios. Juntein do-
cumentos firmados por profiss onaes provando
terem hbil taces para o que requeren), fleanuo
scientes que as casas de vender unas ou leos
sSo consideradas Drogaras para lodo; os efle -
tos li-gaes.
D. Maria Amelia de Frelas Moraes Pinheiro,
pedindo para raanoar examinar o predio n. 1
da iravessa do Peixoto.ao Dr.Coramissano do
2 distncto para examinar.
Pa o Dr. COTimissano do 3. dislrici", foi in-
timado o proprie ario do predio n. 55 da ra
do Conde da Boa-Vist 1, para no praso de 15
das, canalisar aguas servidas, collocar lalrina e
proceder o aceio necessano em dito predio, fi-
cando o mesmo proprielario sujelo as penalidii-
des da lei na falla de cump:iraento da imi-
raaco.
Foram considerados emcoBdiceshvgienicas
para serem habitados:
Pelo Dr. Couiraissario do 3." districio, os pre
dios ns. 31 da ra do carao de S Borja ; 144 da
ra do Viscoode de Albuquerque ; 21 da ra do
1 onselheiro Aguiar e 19 da ra do General
Sera.
Pelo Dr. Comraissario do l.e dislri 1j o pre-
dio b. 2 da travesa Saldanha Marinho e o 1."
andar do predio n. 11 da ra do Cabug.
Joo Pires, pedindo para mandar examinar o
predio n. 109 da ra Vidal de Negreiros.-Ao
Dr. Corumissario do 2." distrcto para examinar.
Secretaria da Inspectora Geral de Hygwoe
dn listado de Pernaubuco, em 21 de Julho da
1895.
O seerelario,
Apellinara da Trindade Meira Henrique.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE, EM 24 DE JULHO DE
1895.
Manoei Marlins Fiuza. Deferido, quanto a
primeira parte, manteudo-se a
nor e quanio a seguuda
dio em 1:203*000.
Salles Menezes & C, Manoei Francisco Bar-
bosa, Joaquim Vieira de Magalhes, Joo V.
Pereira Laodin, Joaquin F'ermndes de Mello,
Antonio Jos de Aleucar. Deferido pagando
os imposto*.
Josepha Maria da Conceicao Indeferido.
Manuel F. Alves, Mano J- da Paz, Manoei
Francisco Alves, Manoela M. da Conceicao,
Hercuiano M do Nascimeuto, Francisco de
Sallrl Albuquerque Antonia Rodrigues do Sa-
cramento, Aolonio Augusto da LeUiOS, Tbo-
mazia Pacheco de Soua. Deferido.
Secretaria da Prcfeiiura Municipal, 24 de Ju-
11 o da 1895.
O porleiro,
.Yuno .Uies d-a Fonseca.
Arl. 2,* Revogain**
Irano.
Sala dai* CommissOes
nbo da 1895.
as disposijes em con-
do Senado, 18 de Ju-
SENADO
49" sesso ordinaria em 18 de junho
de 1895
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francisco
leixeira de S
A' hora legal, falta a chamada, verificando se
cataren prsenles os Srs. Uaio de Nazaretli,
Herculano Bandeira, Te xeiiu de a, Antonio
Pernambuco, Eduardo d'Oliveira, Albino Mrira,
Salazar MosCoso, Itegueira Cosa, Ermirio Con-
i nbo, Alnino Silva a Constancio PoLtual o Sr.
Bardo de Nazarelh.
Eduardo de Oiiveira.
Sr. Albino Meira .--Sr Presilen'e
vindo ribuna, neste m^in-nto nao posso dei-
xar de convidar o Senado a dar gracas aos deu-
ses pela paz de que anda gosamos, e pela
iranquilidade de que se presenc a em roda de
nos.
E romo dasejo, qua essa paz e essa tranqui
lidade a>>;anv perpetuas e se ejt-'ndoin pelo Es-
tado iritdif.voi -presenU a considerao da
Casa um requer ment que, daqiff a pouco le-
rei.
Nao preciso, Sr. Presidente, dizer V. Exc.
e Casa as angustias porque tein passado o
meu espirito, no da 11 do correte para ca
Acostumado a ver todos os dias o sol nascer
no oriente e pr-se no occidente, sera que nc-
nhuma inverso das leis naluraes o demovesse
do seu caranlio ; acosluniado a ver a popula
(o q.-st. eidade levantir-se e .tenar se, lodos
os iiia, si ni recelos pelo da seguinte, eu fui
profundamente sorprehendido no da 11 deste
mez por urna communicago ottieial que o Dia-
rio de Pernunbuco fez, e da qual, as, circura
slanclai que sobrevierara, me impediram de oc-
cupar me.
As chutas torrenciaes'o diluvio de lama, que
invadi as eslra as, me impossibilitarain, aim
de a!guns p^-qnenos uicoiumodos de familia, de
vir al aqu desde entio al hoja.
Tendo comparecido sabba lo, o Senado nao
fonrcionou. e s boj j qae posso occupar-iue
desta materia.
Vv. Kxcs. ja tero advmhido que me reflro
ao aviso, u dar a po-
pulaco inteira, deque a paz publica eslava
ameagada ; e eu, que at aquelle momentt,
dorma naquelle engauo d'alma ledo e ceg que
que a comrauoicac ollicial nao deixou que
durasse muito, nao pude dexar de tomar-ine
degraniesirpreza.de grande desassocego,
vista d aquella gravisaima comraunicacao : por-
gue, Sr. Presidente, nao comprehsiidia, como
mf> toiupTeh-ndo atada, que o Governador do
'Tti-lo posse lanzar no raaio da ponulac&o o
5)bresalto,Nnandando que aquelle oigan oe pu-
lade des-a noticia de que a paz de rer-
har.t) aalava a.neagada de perturbago, sem
sso'fjs verdade, sem qu< elle tivess-
eiieu ccKt proras extiuheranies que geras-
Mm una^oaviccao firmada.
CoinpialKiiie V. Exc. Sr. Presidente, o ter-
ror da populars esperando a cada n.O nent>
ver desaliar este caiaclTsma de que Tilla o avts
Cjiu todas as sus hornveis cousequeucias
c. rao representante, membro de um dos po
I eres pblicos do EstaJo, eu nao poda dexar
de le rae r aquein quer que fosse, a miiiha
cuoperaco para conjurar tao grande perigo.
Com effrito, si o Uove nador do Estado lera
certeza, leiu iuformacftaa led gnas, de que
a paz publica era Pen.ambuco es a ameagaa
estando o'Cungresso aberlo, elle devia vir pe
dir ao Congresso os meios necessarios para
impedir que ella fosse (terlubada.
^o inieresse do socegn do povo. o Governa
DOtd
Jkwb
llin is
Presidenta declara .iberia a sesso.
F.lla com parlicipago o Sr. Serra Mar- ,|0r jft oevia teriomado^iuedjd'as que o irauquil-
Governo do Il-lad< j&e Per-
nainhuco
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTICA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUC-
5AO PUBLICA DO ESTADO DE PER
NAMBUCO DO DA 23 DE JULHO DE
I895.
Compaobia Great Western of Brazil Railway
Limed, pedindo pagamento do fornecimento de
passagens feto por conta do Estado.Deferido,
nos termos do offlcio ao Dr. Secretaiio da Fa-
zenda.
FelismiBa Alejandrina da Oiiveira, viuva do
teneote do coito policial Josino Alexandrino
do Olivfira. padindo pagaraanio da veocimealos.
Indeferido, vista das ioformaces.
Francisco Alves da Silva, sentenciado, pe-
diodo perdo.Iodefei ido.
Jos Lui da Silva a Antonio Luiz da Silva,
6entencudo8, padindo perdi. Iadefordo, ft
DKSPACHOS DO SR. DR. SECRETARIO DA
FAZENDA, EM 24 DE JLHq DE 1895.
Jos do Reg Barros por sea tutor pedindo
que se lhe pague a quanlia de 113801a devida a
seu fallecido pae Antonio Sonano do Reg Bar-
ros.Pague se.
Luiz Francisco da Cruz pedindo providencia
con ra o procedmento do colleclor de Seri-
nhera. -Informe o Sr. Dr. Director Geral ou
vindo o Colleclor.
Clemealtno Pbi omeno Henriques de Souza,
cefe deeco aposeniado pedindo aagameoto
a que tem direilo. Informe o Dr. D rector
Geral.
----------------^>--------------"
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despachos do dia 23 de Julho de 1895
Joo Francisco de Amorim Lima, deseihisla
de 2.* classe da secretaria da industria reque-
lendo aposentadoria. Apresenti-se a junta me-
dica aim de ser nspeccionado.
Franc seo Barbosa Langanto pedindo suspen-
so da mulla que lhe [foi imposta pela segunda
directora desta secretaria.Informe o Dr. di
rector da segunda directora.
O porleiro.
Archias Mafra.
Questura Policial
Secjao 2.N. 161Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 24 de
Julhc de 1895.
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mello Pilho,
mu digno Secretario da Jaslica e Negocios lo
tenores.
Participo-vos que foram bontem recolbidos
Casa de Detengan os segulnles individuos :
A' ordam do subdelegado da freguezia do Re-
cife, James Stables, como desordeiro; Pamaeu
Francisca Antonio, por embriaguez p Luiz Anto-
nio Brando, por uso da armas prohibidas.
Palo subdelegado de Baberibe, foram reeaet-
lidas a esta Qoesiura, as segrales armas: 6
facas da ponta, 4 compassos, 1 caivete, 1 nava
Iba, 1 lima e 1 espeto, tomadas a diversos dea
ordo1ro.
tins.
E' lida, sendo sem debata approvada, a acta
da sass antecedente.
O Sr. 1. Secretario procede leitura do se-
grate
EXPEDIENTE :
Um offi'io do Dr. Secretario da Justiga, re-
meltendo 11 exemplares das resolugOes saoc-
Conadas sob n. 95 a 105. -A archivar.
Um abaxo assiguados dos propietarios das
cinco umeas deatillages do municipio do Re-
cite, reclamando contra o imposto que, no pro-
jecto do ornamento do Estado I lies foi langado,
e pedindo ou que seja reduzi lo o referido ira'
polo attendendo-se ao pequeo numero de de
ullages xeisteoles no precitado municipio < u
t rnando o extensivo a todo Estado.A' 3."
Lorainisso.
Passa-se ao expedienta do Sr. 2." Seerela-
rio.
Sao li los, sendo approvalos sem debate, qua-
tro pareceres da 5* i.ommisso. j impressos
no Jornal da C-s.-r, ns. 156 a 159 redigindo os
projectos do Sanado ns. 14 e 21 desla anno e
as resolug6es iniciadas na Cmara dos Srs. De-
putados peles projecios ns. 3 e 61 timbero
desle mino.
OSrt. PRESIDENTE:-declara que vo ser
enviadas as resolug:s a que se retere os dous
primeiros pareceres Cmara djs Srs. Deputi-
dos e as constantes dos dous ltimos sanc-
go, opporiunamente.
Sao lidoa, lodo a imprimir, os seguintes pa
receres, lando O o. 161 o qua procede ao pro-
jacto n. 29:
1895-PARE<:ERN. 160
A 5" Commisso, a quera foi presenta a re-
solugo iniciada na Cmara do- Srs. Deputa
dos pelo projeelo n. 75 do corrent: anno, ap-
provado em 3.* discusso neste Senado, de
parecer que se ihe d a segrate redaegao :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, DECRETA\
Art. 1." E' concedido aos promotores pbli-
cos o ao
montos.
Art 2.
trario.
Sala das Commisses
ubo de 1835-
Regaeira Costa.
Bardo de Nazarelh.
Dr. Constancio Pontual.
1895 -PROJE';TO 29
A 3.' Commisso tendo em vista as petiges
datadas de 24 de Maio ultimo era que o Dr.
Prxedes Gomes de Sou/.a Pitaoga a Joo
Luiz dos San os reclamara que se considere ex
ueta a responsabilidad!* que tra para com-
pletar a fianga que prestara o tinado tbesou-
reiro Irineu Coelhoda Silva ;
Considerando que nao leudo sido sufflcieote
para pagamento do desfalque verificado o pro-
duelo dos bens vendidos, o Thesouro nao deve
julgar que os dadores sejam responsaveis pe-
rmite elle era pr tsader fazer eifecliva essa
retponsabilidade ;
Considerando que o mesmo Thesouro haven-
do recebido por seu valor nominal os ttulos
apresentados, inclusiva apohees, raandou que
fossein v ndidos em listas, contra a disposigo
do art. 269 do proprio Regulamento do The-
souro ;
Considerando que qualquer que tenha sido o
produelo da venda dos referidos ttulos, nao
poderu os peticionarios ser respoosaveis, pois,
a sua obrlgaco era resnela a limitada a el-
las ;
E' de parecer que sejam diferidos no que
requerem, para o que aprsaentu o segrala :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DB PERNAMBUCO, RESOLTE :
^menlo de 250 o sobre os seus venci-
Revogam-se as disposiges em con-
do Senado, 18 de Ju-
li- ssem.
Eirtr. tan o, os ijias se lera passado, y ainda
nao vi u n*"ineilid tomada por S. Exc. no sen-
tido de garantir paz contra essa ameaga que
elle mesmo maiidou anuuucur.
\ desidia governameulal ser um incentivo
OSR.'brAO DE NAZARETH:-Quena fo
OS anarclustas ?
0SR ALUINOMRIRA:-V. Exc. nao rae-
dio o alcance do apatti que acaba de dar-rue ;
seno uo o dara.
OSR, BARO DENAZ.VRTII d um apar-
te.
Sr. Presidente, eu ttnho o direita de dizer
que nao sei quera sao os anarclustas deste Es-
tado; que quera os couhece o Governador.
{apartes),
Desde que o Goveroador affirraa, que alguma ;
cousa se tenha contra a ordeui pubi ca, elle 1
que sabe quera sao os promotores dessa araea- j
pa, quvra sao os anarclustas, nao eu, elle que diz
que a paz publica es ameaga la, quera devj
conhecer .8autores dessa ameaga.
Dianle dessa ameaga gravissima que elle
mesmo annunciou contra a paz publica ao Esta-
do, eu nao sel, ignoro completamente que me-
didas tem tomado o Governador para fazer abor-
tar esse projecto de resolugo. (Apailes).
Correu por atii, Sr. Presidente, que o Gover-
nador pedir aos poderes feJeraes a decretago
do eslado de sitio para Pernambuco.
Sa a ameaga seria, se elle acredita realmen-
te que estamos sobre um vulco, acno que fez
muito bem, e pens que erraram crassamente
os poderes fed raes recusando-lhe essa me-
dida.
Elle deve ter muos motivos de queixa con-
tra esses poderes que lhe recusaram essa laboa
de salvago... (Aparte^).
Mas nao tendo conseguido essa medida, S.
Exc. ] devia ter lora ido oulms, no sentido de
evitar a desordena qu^ e3i immuiente.
O SR. PRESIDENTE pede ao o ador que in-
U-rrouipa o seu discurso atina de nomear urna
commisso, que devia entender-se com urna
commisso da c mmerciaoles, que se achavam
na ante-sala.
O Sr. Albino Meira senla-se.
Sao Horneados os Srs. Albino Silva, Eduardo
d'Oliveira e Barao de Nazarelh para se ireui en-
tender cora a commisso.
O Sr. Albino Meira (Continuando) ,
Nao vai muo longe o lempo era qoe factj la
preciago dos aclos do governo, ara um enme
gravissitno, levou rauia gente cadea, ou ao
menos a dar explicafies' u# polica, quer aqui
quer no Rio.
Nao acredito que S. Exc. tenha sido o autor
do que se publii-.ou no Diario de Pejoarabuco
da 11, sem estar seguro d'aquillo que aflirmava ;
e como o caso mutio grave, talvez S. Exc. pre-
cisar do concurso do poder legislativo para
manler a ordem no Estado ; e por esse moti-
vo, que eu venho subraelter considerago da
Casa esta requerllenio, que nao um requer
ment de opposigSo, pois que trata do inleresse
publico, e muilo menos um requerimento de
anarchisla, porque lena por Ara maoler a or-
dem.
Sr. Presidente, eu desejaria muito ver a or-
dem constitucional restabelecida em Pernambuco,
desejaria muito ver o governador dexar o seu
cargo a 17 da Junho, como manda a Constitui-
go ; mas, ja que assira nao tbi, nao quero ver o
meu Estado as coodiges em que se arha o
Rio Grande do Sul, que sa acha em completo
estado de anarchia. Eu nao hesilarei em fazer
um grande sacrificio, com tanto que se mante-
nba o socego neste Eslado.
para raim nao ha cousa mais penosa do que
ver o Sr. Barbosa Lima goveroar esta trra
pois bem, eu preflro esse suplicio a ver atami
lia pernambucana mergulhada nos horrores da
urna guerra civil. Pelo meu voto, asseguro a
V. Exc, nunca a guerra civil enlutar esle Es
lado.
O SR. PRESIDENTE :-Eu pego ao nobre se-
Art. 1.a Pica extracta a responsabilidade do ; nador que faga urna pequea pausa am aeu dis
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitanga a da curso, pois lenho de nomear urna commisso de
Joao Luiz dos Santos, como fiadores do finado senadores para entendei-se com urna outra da
Uiesoursiro do mudo Iriaeu Coellio da Silva. Asaociagio Commercial Beaeficealu.
Para asta commisso noraeio os Srs. Bario dt
Xatarelh, Albino S Iva a Salazar Moscoso.
SB. ALBINO MUIR :-Eu reputo o gover-
no de S. Exc uraa dictadura : mas prefiro sup-
portal-o por mais dez mezes a ver acceso o fa-
cho da guerra civil; porque seria termos, em
logar de urna, duas dictaduras.
Sr. Presdeme, eu quero que se cheque a evi-
dencia dos factos; eu quero que se apure a
verdade; eu quero que, se forem phanlaslicos
os boatos que alarmaram o Sr. Governador. bem
como1 a populago da Pernambuco, sejaiu cha-
mados polica os boaleros para serena puni-
dos.
O illustre Sr. I." Secretario, que acabou dt
Sarcorrer o serlo era sua faina elei'oral, belD
bs poder dizer se enconirou alguma cousa qu:
indicasse preparativos..le anarchia....
OSR. HERJLANO BANDEIRA :-Perd4o.
eu fui apenas a Palmares.
O SR. ALBINO MEIRA : -Neste caso, eu feli-
cito a V. 8xe. por haver ganho uraa batalfia
sempetejar. Por conseyuinleo meu requenmeulo
conceb lo nos segrales termos : (ll.
Requeiru que, pelos canaes compeientes, se
solictelo do Governador do listado as segrales
informales : Io se a ordem publica est araea-
gada era signa paulo do Eslado, e em que co-
siste essa ameaga ; 2, no caso atfrmalivo, que
providencias lem e goveruo lomado para jaran-
til-a ; 3", oo caso negativo, se torara punidos os
autores .ios boatos alarmantes publicados no
Diario de Pernambuco de 11 do correte.
Sala tas Seseosa do Senado, 18 de Junho dt
193 >.Albino Meira.
E' apoiada e p>sla em d'siMS- >.
O Sr. Barao de Nazareth pela ordena:
Sr. Presidente, a Commisso por V. Exc. no-
mea.la para se entender cora Ulna ouiradas As-
sociages Commercial e Agrcola vem dar coma
ao Senado da sua misso.
Ouvimos aquelles cidad is, que nos apresen-
tarara uraa pe icio, era a qual diera que os la-
postos langadus no orgamento erara muito one
rosos classe commercial, e que preferiara pa-
gar o antigo imposto de gyro a estes novos im-
postas.
A raesraa Commisso d clarou que, sa foase
necessano, estara prora pa a eleger urna com-
misso compnsla de algUHS Cidadaos represen
antes da classe commercial para conferenciar
com a Cominis-o da l-'azenda.
Esta representaglo vetuassignada por 400 ne-
gociantes.
Envo mesa a repres?ntago. (Manda-a i
mesa).
OSR. PRESIDENTE dechra que opporluoa-
fflente ser lida.
O r. Barao de ftazareUi: -Sr. Pre-
sidente, subo a iribuna aierradissirao, a liuira
dissimo e contris adisstmo por ver qua o Sr.
A bino Vieira no coraego de sua argutuenlago
se moslrou rancoroso com o amigo Nazarelh.
Eu lamento islo porque ja eslava de pazes
f Has cora S. Exc.
Sa?. Presidente, nao quero alimentar p lix -s.
nao lenno g-nio irascivel, sou at muilo dcil
para qunu rae trata bem.
Ora, desde que S. Exc. me irate b ra, ancon-
Irai em iu i (11 um collega que estar Sdiopre di
su la lo para d.scutir com toda a lealdade e lo-
do o aculara:nlo.
Qnauto, porra ao ra^u aparle, que me forgou
a v que nao ouvi It'-r por eslar ao servico do 8usia-
Mo.. ..
Eu roa explicar-ras:
Sr. Presdanle, comefipi fazendo pazes cora o
Ilustrado Sr. Albino Me ra ; cielo, porm, que
vamos brigar de novo.
OSR. ALBINO MKIR\ Nio. nao.
O SU. BARO DE N AZAREl'H : -O que deu
logar a communicago otcial foi contiendo por
este Estado ; 'oi couhecido por lodo o inundo.
i Prooincia, filha de que faz parle o Sr. Albi-
no M ira, todos nos sabemos, tralou de alarmar
a populago, publicando ariigos e raais artigos
sobre o ai* 17. Era d'alli que devia partir
providencia para o Guv mador do Estalo de-
xar a cadeira, era o da 17 o dies irde ; era pre-
ciso, por iodos os raodos, tirar oSr. Barbosa Li-
ma do [io i. r
Senhores. eraquaoto o'esta trra se ftzer poli
tica caprichosa e rateresseira, o Sr. Barbosa Li
ma nao agradar.
Por que nao ha da Gcar o Sr. Barbosa Lima
na cadeira goveruamenial, quaudo o Senado re-
conheceu que o da marcado para S- Exc. dei
xar o governo do Eslado, logar que tanto lem
sabido honrar, o da 7 da Abril de 18 U e ni i
17 de Junho coi rente ?
E' sraente pala gana do podsr; porque
nao querem um nom>-ra superior e dn elevados
raareciraenlos; porque qu rera impr ao go-
veruo, 80. Tojos os das o Sana lo tratado de raa-
oeira pouco digna, os amig is do Govarnador sao
subsarv entes, indignos e nao sel o que mais (as
sira sao chamados), etc.
Depois a revoluco era no serlo ; era era
Barreiros; era era Triumph; era era Papacaga.
Erali u, se quiz dizer, |ue o Eslado de Pernam-
buco eslava em rcvolugo qoe nao se poda
mais supportar al admimsttago. ele, eic.
xas o Goveroador qua peusiTque o capitn
nao dorrae, e Dada ha ue maluor do qua prev
nir o crime. foi cortando logo o mal, foi p rasan-
do em punir os criminosos qua por ventura ap-
parecessera.
E o qua nos vimos? ,
Em vez de revolugo, f>rara manifeslagss
ao Governador do Estado ; o povo fazendo pa-
seialas, indo comprimenlar S. Exc, offerececi-
do-lhe (lores, como elle mereca.
O SR. ALBINO MEIRA d um aparte
O SR. BARAO US NAZARETH.--V. Exc.
sabe que nos somos de Pernambuco; aqui fe
..uuve revolugo ha lempos passados para iu-
commodar a admlcislrago. e foi preciso que a
forga publica lossa a Goyanna, Triumplio e
Aguas Bellas, nao foi a gente do Sr. Barbosa
Lima quera a fez ; nos bem sabemos quem o -
deiiuu semelhaute raisaria.
Eu de cerlo uo sou revolucionario, mas per-
guuio a V. Exc. (para o Sr. Albino Meira/ V.
Exc. nao revoluctooario ?
E como revolucionario anarcliista, a man
fesiago qua V. Exc. fez pelos jornaes era de
revolugo.
O SR. ALBINO MEIRA:-Mas nao de anar-
cbista.
0 SR. BARAO DE NAZARETH :-E aquelle
que o faz soffrer j vai muilo raelhor.
O SR. ALBINO MEIRA d um aparle.
O SR. BARO DE NAZARETH :Porlanio,
Sr. Presidente, as providencias aram tomadas,
ea prova nos temos: uo houve raoviraeo'.o
sedicioso; a torga publica eslava toda de au-
lata para reprimir o raovimento.
Agora eu quero locar em um ponto, quero fa
zar una pergunta ao nobre Senador.
S. Exc. est lo incommodado cora o dia 17,
a dala gloriosa da promulgag&o da Constttuig'o,
S. Exc. sabe perleramente, presidenta come i
de um oulro Senado, que eu desconhego qi-
houva um cidadc. qualidcado que, vivando t.a-
bra o no Capibanbe, foi dar desembarque oa
Ponte d'Uchoa a foi parguntar ao Sr. Dr. Ana
broso Machado se o prazo governamental devia
ou bao terminar no dia 17 de Junho; mas
aquella cidadao honrado que nao se presta a
certas papis disse a essa passoa que loi ler
com S. Exc. : Eu fui eleilo por 4 aunos pelo
Congresso e este lempo nao est lindo. Agcra
compare is lito com u ouiras ballas, que w
tou cerlo eslo oa consciencia do nobre Sena-
dor. Esta requerimenlo nao pode ser approva-
do e lenho cert-/.a de que o Senado assim pro-
ceder deaccorlo cora o seu criterio.
Tenho dito.
O Sr. ALBINO MEiRA : -Sr. Presidente, doia
pontos apenas do discurso do meu honrado
impugnador merecera alguna reparos, porque os
oulro* nao se prendera ao assumpto do mea
requerimenlo.
Diz S. Exc. que eu me liona iocoramodado
muito cora o dia 17. Nao exacto islo; e em
aproveito da occasio para dizer que a questo
do governo de Pernambuco, do exercico do
cargo pelo Sr. Barbosa Luna-, uo tnudou da
fte.s a 17 d'e-te mez
De 6 de Maio de 93 para c ella contina na
mesmo p ; porque desde aquelle da eu pens
qua S. Exc. esia na posse illegal do cargo.
S. Exc. governador de fucto, mas nao de di-
reito.
Si a dous annos eu o repulo assira, nao
posso ter hoja novo motivo de mcomraodo
O criraa do 17 de Junho nj novo ; elle
ananas um proloogameni i do de 6 de Malo
o posse Ilegal do cirgo. Si eu livesse, pois, da
aconseihar revoluco, tel-a-ia aconselbado u"a-
quelle lempo.
O outro tpico se refere conferencia que
sobre o assumpto eu tive com o Sr. ur, Arab.-o-
sio Machado.
Quanlo o Sr. Dr. Ambrosio Machado veis
com suas tilhas do engeuho, como cosluma
faer lodos os annos, eu, que lhe dovia a fineza
de uraa visita, apressei rae era pagar lli'a.
Com eflello, quando eu cnegu i o anno pas-
sado do Rio de Janeiro, S. Kxc. foi ura dos
primeiros amigos que ma derara o prazer de su*
visUa. Es'ava elle ento de partida oara o seu
engeuho, e eu nao pudo logo oa^fr-lha o seu
tavor. ,_^*^
Esle anno, tendo S Exc. vindo cora a familia
fazer no Recife a estagao do cosiume, eu ea-
tendi que era occasio de me desobrlgar, e fui
casa de S. Kxc.
O SU BARAO DENAZVRETH: Eato, foi
V. Exc?
O SR. ALBINO MEIRA :-L fui e, depois de
trocanuos os cotnprimenios do estjlo, a con-
versa recahiu, como muito natural, sobre a
poltica local E como da poltica local a ques-
to de momenln, a queslo incandescen e, era a
durago do peno lo governamenlal, nao podia
dexar de ser este o assumpto de nossa ma-.
versago, referiodo eu ao Sr. Ambrosio Machado
a discusso Iravada a essa respailo ultima-
menta nos jirnaas, da qual se moslrou inieira-
mente alheio, por nao ter recebido uem lide
cora regularidade as folhas.
Explican io eu os pis e os contras das opi-
mo-s que sa deb itiam na iraprensa. per^untei-
lhe qual era a sua opini&o; e elle rae respoa tan,
qua uo tinha opin io formada, mas, que
vista das razes que eu lhe dava, para mostrar
que o prazo gavernara -nial lerrainava no dia 17,
Sa pareca que eu iraha razo
Emo, p-tdi-KM que aeiudasse o assumpto, e
rizesss una public-ago n'essa seniiuo ; porqua
acredilava, qua tssa sua mainlestagao leria
grande nlljoiicia ni opimo public... (Apar-
tes. )
Disse-mo Sr. Dr. Ambrosio Machado, que na.;
me promeitir cousa nenhuma. porque, qualquer
que fosse a sua opimo. tinna de suoiuet'er
preciago de directorio' do seu partido a con-
veniencia dessa publicago.
Vnzes : Efle devia ler-se manifestado.
O SR. ALINO MEIRA :Porque? (Apar-
tes. )
Srs.; desde que eu nao lenho necess iade de
expr em publico as mmlias opn0i9, posso
muilo bem abster me de fizd-o sera inco'rer
em censura ; a verdade que nenhuma ucees--
sidade jurdica, uem siquer moral, ob gava o
Dr Ambrosio a vir dizer na imprensa : iminha
opniao e esta,
S Exc., poriai o, fallou muito correctamente.
Elle disse, que uo me poda prora tter nada
quanto ao ponto de fazer ou nao aquella publi-
cagao ; pois que, anda mesmo estando conven- '
Cl i-j de que o aciU'l perodo goveroauentul
acaba no dia 17, nao se julgava obngado a vir
declarar sso; a qua, sendo isso um negocio p
Lilco, s podia ser resolv.lo de accordo como
directorio, ao qual comp:tia decidir, si couvta
ou nao que elle faca essa declaraco.
Achei ramio crrecto o procedmento de S.
Exc, e nao se falln iu: n sobre o assumpto.
O SR. ANTONIO PERNiMBLXO :-Eu fago
lo alto conceilo do carcter do Dr. Ambrosia
Machado, que creio bem que, si elle peosasse
como V. Exc., tena feto o Seu manifest.
O ?R. ALBN J MEIRA : -Isso e urna exigencia.
desanasoada.
Eu desalio a V. Exc, cuja honorabilnlale
colloco a par da do Dr. Ambrosio Machado, que
rae diga : s V. Exc. nao fosse obrigado. como
Senador, a manifestar sua opimo sobre essa
questao incandescente e apaixonada, V. Exc se
tena raetti io em to azada discusso?
E quera tena o d reilo de censura.-o por se
conservar calado ?
UMA VOZ:-*tas elle o Vice-Governador
Jo Estado.. ...
O SR. ALBINO MEIR l:-Eo que t:m sso?
O lilulj de Vice-Governador nao obnga
aquelle que o traz a envosver-se as aiscussOes
polticas; pelo contrario, o acons-lh'o abster-
se d'essas discussOes. A nica obrigago (que
ao mesmo terapo ura direito), qu: esse titulo
envoive, a de assumir o exercico do cargo
quan 11 se apraseutar occasio.
O actual Vice-Governador tena sido um im-
prudente, si sem ntcessidade se livesse vinda
metter n'uma discusso, na qual s tem rece-
bido insultas aqu lies que nao ap Mam a proro-
ijacdo.
O SR. PERNAMBU.O:-Todos respeitamos
muilo o Dr. Ambrosio-----
O SR. ALBINO MEIRA : Apezar disBo, e
apezar de nao se ler elle pronunciado, aquelle
honrado cidado j mereceu as mais torpes al-
luses de um esenptor do Diario que, pelo pulido
di phrase, bera parece ser oficial.
Eis aqui, Sr. Presidente, o que se passou en-
tr mina e o Sr. Dr. Ambrosio ; e desafio a
quemqujr que seja a que me conteste.
(Apartes).
Nao sel si alguem alera de mim fallou a S.
Exc. sobre este assumpto ; sei qua eu fallei, e a
que entre nos se passou j refer.
Encerrou-se a discusso.
Procedendo-se votago rejeitado o reque-
rimenlo.
O SR. 1." SECRETARIO procede le ura do
abaixa as.-iguados apresenlado pelo Sr, Baro
da Nazarelh ero noma da Commisso do Se-
nado, indo 3." commisso.
O SR. ALBINO MEIRA :-Sr. Presidente, a
poca de sustos.
Outro dia, erara Vv. Excs. que tremiam
idea de daposigo: agora, sou eu quera trame
perante os factos qua se es io desenrolando
nasia eidade.
A um mez. pouco mais ou menos, foi preso
um cidado que 6 coohecido por Joaqmm das
Couves
Eu nao conhego absolutamente Joaquim das
Couves e devo dizer, al, que fallara delle des-
favoravelmente. ,
Mas, nao raft oceupo do indjsidao, e sim dos
lireiios qua ella tem, e qae sao lo sagrados
como os do mais honrado cidado.
Ora, a am mez poaco mais ou meos, foi presa
^
"**.
:'




i


fftiffr
f



%
Icario d<* Pernambuco ~ Quinta-fe ira $5 de fnllio de 133*5
Joaquim das Couves, e os jornaes noticiaran!
que o seu advogado requerera habeas-corpus.
(Aparles).
A principio, se procurou occultar o facto,
mas, depois, chegeu-se a saber que Joaquim
das Couves eslava no quarlel do 1.* batalhio de
polica .. nao sei se e segundo ou priraero.
VOZES -Priraeiro.
O SU. aLIHNO MEIRA : E' o que esl sob o
commando do coronel Magno.
Ahi foi a mulher de Joaquiru d*s Couves des-
cobi.l o, e ah levou lhe durante algura terapo a
pobre ra^ao.
Un da porm. Sr. Presidente, a pobre na
mulher, indo ao quartel levar urna ngo para o
marido, foi informada de que o homem nao es-
lava mais all, porque tmha sido solt.
Imagine V. Exc. qual nao foi o espanto dessa
mulber ao saber que o marido havido sido solt
o nao havia ainda chegado em c>sa; e anda
foi maior o seu espanto, quando Ihes enlrega-
ram urna calca do marido, que apezar da haver
sitio s:./o, nao levava a roupa cora que estafa no
quartel. .
AITLitissima a pobre da muuVr toi procurar
pessoa de *ua arazade para interceder era favor
do seu mando, que suppuuha ter tido ura nm
trgico. .
Dentro aspessoas quo inlerce leram era ravor
de Joaquim das Couves, eu citarei urna qu nao
poje ser >U?p^Ua, porque uca amigo da itua-
ao, que foi oom?ado a pouco tempo olctai ua
Guarda Nocional no Pogo da Panclla.
Niogueni ignora que especialmente para o
Poco da Panella o Governo s nomea pes^o>
dedicadas; pois b m foi um homem nesgas
coodices foi um amigo do Governo qn-- i >i n
pouco nom-ado official da Guarda Nacional
quem inlerveio em favor de Joaqmm das um-
%"R PRESIDENTE :Previno ao nobre Se
nador de que r-sla linda a hora do exp-dient-.
0 SR. ALI3INO MEUW : Eu pego a V. Exc.
que consulte Casa si me concede a preroga-
c.5o de 5 minutos.
O SR. BARA. DE NAZ\RETH : -E' insuffi-
ciente; pep qu seja ti* 15 minutos a proroga
c5o. (." approvada a prorooafao por lo mmu-
'S0 SR- ALBINO UIRA : -Es-e cdado que
altores da guarda nacional, e que se chama
Jac nmo Darfao, in.-rve.u eui favor de Joaqu.m
das Couves junio ao Sr. Prete.lo, o qua lbe res-
Jondeu qu.se admirava que lie pedase por
um individuo iao ruim.
Enio o Sr. Jacintho BarrSo disse-lhe que os
bons nao precisavam de proteccao ; e era res
posta o Sr. PMeito disse-lhe que uada faria a
iavor de Joaqn'm disCouve^-..
O SR BARO E NAZAREril :-E on.le es-
l Joaquim das Couves 1 ,.,_,
3 .i mvn mf.iha -.E wlo exactamen-
tal a justira
Mesa,
apre-
duv-
0 SR ALHINO MEIRA
te o me eu aut-TJ saber __
Sr. pVes.d"n e, s. Joaqun, da Couves um
cr.ramoso, eu desojara mu.lo vel-o cunpr ndo
a pena v.m que t.vesse .ucorrMo por seu crime
mas ver ss.m um cidadao desapparr d. mo
da sociedade, **m qu- se saiba. o seu pandeiro
" urna cous1 horrorosa. ._.____
- Si Jo.quim das Couves era um criminoso,
m.i. urna nato para ser conservado -a* s.pu-
mcio seria um bom exemplo para os outio^
Porem desapnarecer assim ura hornera semque
se sa.ba qual M e &e desuno .'o grave-
Hontem desapparereu Joaquim das Couves.
anual* desparecer Zumba do Macaco, que ja
M ada preso, e depou nutras ato thegar a to-
do nos E por esta razao que eu aprsenlo a
jasa o secante requeriinent : _.le) fo.
assumpto por esquecimento
que eu Tejo luhereiita a elle.
V. Exc. sabe que os Senadores que trabalha
ram aa sesso legislativa de 94, nao quiz o Sr.
Goveroador do Estado mandar pagirosubsi
dio.
Eu nao entro na indagicfto dos motivos des-a
recusa. O GovernaUo- do Estado esta acostu
mado a proceder como uai horaem de estaltt
ra...
O SR. EDUARDO D'OLIVEIR 1: -Qua au
liuinem sup-rior nao ha .luvida.
O SR. ALBINO MEIRA : -Provavelrnente esta
foi alguma raedi la de estatura qu- elle toniDU.
Acredito, porm, que o Senado nao conhece os
motivos desia medida, e si conhece estou quasi
a jurar que uo os adopte. Estou cario, qu^
nao approva a recusa que o Sr. Governalor do
Estado deu ; daixaudo da mandar pagar o sub
sidio dos Smadores na sjsso de 91
Ora, oSo posso enxergar duvila sobre o di-
reitod.iquelles Senadores.
Ss. Exc. reuniram-se ; consliuiram
funecionaram o, durante a sessio inteira,
gen la ram e discutir-ira projectos.
p>rt-tito, nao etixirgo inolrvo para sa
dar do direilo que minara ao subsidio.
O facto 6, porra.que o pagament > nao rol
fcilo at hoje ; e nao vejo oeste- orcameulo v -r-
ba para iso.
Arim da suppnr essa la:ur.a, eu veoho apre
sentar urna emenda.
V. Exc, Sr. Hresulen'e, ha da estar noiao >
o desembarago cora que eu fallo oeste assum-
^ O SR. BARO DE NAZARETH da um aparte.
O SR. ALBINO MIRA: -N4o advogo o raeu
uiteresse ; V. Exc. val ver que nao foi esse o
nove! que actuou no raeu espirilo.
Estive preso durante Iota a sessio p.-
O SR. BARO DE NAQAREL'll : -O que mui-
OSR. ALBINO MEIRA... por conseqnencia,
o Govarnador lera esta pretexto para por em
duvida o pagamento do subsidio em MafitO a
mim. ...
Pnanlo, nao liquido que esse subsidio ve-
oha me aproveilar, porque depende de acto do
Goveroador e eu, como V. Exc. sabe, leiibo
motivos para nio esperar e nao querer favor
de S. Exc.; a po? isso tallo neale assumpto
como si a mmha passoa asile nao estivesse en-
volvida. _
OSR. B\.RAO DK NAZ vREPH :Fazeraos-
Ihe jusilla.
O SR ALBIN MEIRA :A respeiti dos ou
tros, porm, elle no lera pretexto; e. urna vez
aulorisado o pagainealo, elle nao poder recu-
sarle a fazel-o.
Alm de que, essa pecha de trabalhar pro
domo mea me podesse ser applicada, potera
sel o com o mesrao funda nento a Vv. Excs.
que esiao tratando do subsidio para o aoao que
vem.
i Apartes).
Cito tata, para mostrar a injustiga de tal cea
aira Si por vellora ella viesse a ma ser feila
Nao posso ser suspaiado de trabalhar prodo-
mt mea sem que Vv. Excs. inorressem ua
mesma pecha.
bre terrenos n5o edificados oas freguems *-
baas, diga-se 23 rs, por matro corrate e 5 n.
tambem por metro corrente aas freguezias su-
burbanas. E. Coutinho.
O Sr. Albino Meira (Nao devolveu o seu
discurso).
Eocerrase a discussao, mas se procedendo a
votagao por falta de numero.
A discussao dos demais artigos da reso'ug&o
ficou encerrada nao se votando pelo mesmo
motivo.
Kncerra-se a segunda discussao do parecer
n. 143 e do projecto do Seuado n. 27 deste anno
o 1- adoptando a resoluto da Cmara iniciada
pelo projecto n. 180 (subvenco a Coraoanoia
Lyrica) o o 2- autorisaodo a construccSo de
urna poote sjbre o Rio oca.
Esgota'se a ordem do da.
O Sr. Presideate levaota a pesso, Iteodo de-
signado a seguinte erdem do dia : v jlrgao das
materias cuja discussao ficou eocerrada, 3- dis-
cussao do parecer 101 2 discussao dos de n.
Ii6 e 141, 2. do projecto n. 28 e 2- do parecer
n. 140
de
I Apartes/. .
Os Senadores de 1894 nao trabalharam t
Sr. Presidente, o'que Jacinlho disse
uvi.lo -uuienie por mira elle o diana tai.be
fl0 Sr. Dr. Seba^to de Barros, bmr*da uu de
direilo era disponibihdade, e em preseuca
muilas ou.rus.eidad os j
E' precia* que essa. .boraem seja chamado*
polica para sur interrogado Elle d *.e que
Cqu-m das Couves fo. preS0 peto W*1'**
da )U e recolb.do. ao quarlel do l c rpo de
PSiCeas e boroom ^i otaria, fi caso paraS-
Exc o Sr. Goveroador, tomar em coBSidera-
r,o esse negocie e obngar o coronel M*gno a
dar con la de Joaqu in da t'ouves.
Esiforiueni.ra,S.fc.xc dve;fazer prnde-
lo e pun.l-o com s peJtt* que s-o impostas aos
^o'sTbaRO de NAZARECH-.-Isteoao
motivo para se prender oiogueiu- ,,
Sr. 1-resi.leuu, eu ve;o uisso urna reprodu-
rio daa.#MxM monarciucas da idade media-
5iaquellaBt.c* se tmha nolicias das. suppres
kes sumaiarias dos cidadSos, .isso nas mo-
nanhiis. da idade med.a, nos governo* feu-
BstoB vindo que varaos camiohaado para as
Tiraxes monarchi'as, .. laM
Lihoie um teleeramma no Jornal do Reufe
concebido mais ou menos ne.tes teraoa.^ue
havia fallecido 0 tildo primognito do Presiden-
te da Repblica, de.xando a^s.m .comprehendeT
que ratuva do tierdeiro presumplivo do ihrono
^Eu'vejo insto oini tandeada para a reetaura-
5Eu pego Casa que lome em consideraca o
desappafecimento aB Joaqu.m +M* ..
E- preciso que esse Jcitl.o Barrfto-seja -
vado a polica, e digo o qu sabe -obre o desti
o do infeliz preso (L)
- lUueiro que pelos canaes competente**
=olicite do G'.vornador 4o EM -, que
o alteres da Guarda Nacional
morador na Lasa Porte, sobre a
interrogar
tilo Barra,
man le
Jacin-
fize-
pristo e o di no d% Joaqu.m dasouves cem
assisteacia ao advogado desle Dr. ioBies de
remeltendo-se ao Senado coota des-
\% de Junho
ass
Miranda
e interrogatorio.
. Sala das sessOes do Senado,
de 18I5 -.l/6lo Metra:-
E" aooiada e posto em discussao.
O tr Baro de Waa\reh :-Rjqu e oblen,'a prorogacao da tora do expediente
por 15 minutos.
Fnrrrr se a dSCUSSa>>'.
fubmUido a votos regeitado ..
ment.
Passa-se
VOZKS: Nao. .
O SR. ALBISO ME1R v :-Ora, eis ala 0 que
eu quera ver demonstrado.
Em oruneiro lugar desejava saber, qual e. o
trabalho que se exige do Seoador para qua elle
lenna direito ao subsidio; para que utao se
possa dizer, que os Senadores da sessao de
1891 n uo trabalharam.
0 SR. BAR.VO DE NAZARETH : -O Goveroa-
dor uao leve scieucia da reua;ao do Congres-
SU
SR ALBLNO MEIR\ : 0 facto de o Go-
bernador ao ter tido sciencia da reuniao do
Coogre-so nao abala o direit) dos coogressis-
tas ; qua do muito aifetia a a yalidade de suas
resolucas. ,
OSR. BARAO E NAZARETH:-Nao
ram leis nao fizerain nada.
OSR. r LINO MEIRA :-rd>sde que se poe
em duvida o direilo dos Senadores, eu provo-
co a quera quer que seja que o negu, a esia-
belecer sobre este ponto urna discussao ampia
tranca leal.
1 Aparles). '
0 meu iditivo .esle (l).
K. 8. Aa $ l. accresc*nie-se : sulisilios rt <*
Senadores relativos a sesao de 1394 27:0J0S.
Albioo Meira.
E-apoiaia eslu em-nda enirandj coujuacia-
ui.nle em discussao.
O Sr. A.i..n o Peraambieo-Mnni-
fesia-se a favor da emenda (Nao devolveu o
- u discurso)
O sr. arao del!N"azareth (Nodevol
veu o seu discurso).
Ence rou-se a discusfo do ari. 2
Proceden o-se voiai,ao ai-provado com as
emendas de ns 1, 2, 3, 4 8 licando prejuii-
cada adens. 6 regeitalas as de ns. o a o
O SR. EMIRI0 COUUNHO pela ordem d
ciaron ler-seabs ido di votacao da
n 8-
" Submette se a discussao o art. J.
Veem a mesa sendo lid.*, apoiadas e sub-
ma il las conjuntamente em discussao a pro-
porcJlO que sao apresentadas as seguintes emen-
das :
N 9.-A' Tabella A.
N. 3. Diga-se :
Ajina, ens de estiva em gros?o
dem de caca ho
Tabernas
N. 4 Uiga-se
6
I'or^unlas reHpeitosas dirigidas a
uiu iiiiii'*lr< i:i Ksreja Evaageli.
capur ii "i neopuito da mesui-.
Ksreja.
(Coniinuac5o do n. 163)
Per^ootd seguu.ia .
O faadadores da No-si Sima Raforrm foram
ve-Jadeirameote insDirado por Deus ?
Como fie, amado pasto', eata sezunda per.
u".u cGisequeacia i. r.irai da pri'oetra.
Esposado prevaar vos de que ella ser am
tanto complcala, norque eicerra ootras, que
lbe sao eEtencialmenle anidas.
Vou entreunto com isto obrigar.vos a malii.
pl>e r as respoiUs ; mis vossa profouda sabe,
doria e fin perpiJicii. que nos tolosaamira.
mos, vos nroporei toara meto* para corlar to.
das as dirfi;aidadea cero pon:a3 palavras.
Qdem < eicada e faolameuta afoutameite
na verdade nan:a fraca. E por esta raiio
qae-eu espero ver oissipadas todas as mintias
mvidis. e restituida ao meu espirito a pai que
tanto desejo
&' uecessario sappor, mea vaaeraodo pa tor
que qaando at cosso santos palriarcha3 LlD^,
roe Ciiviuo coinega-am osen apostolado, en.
ceiaodo a rjforma, iivessen j conbecido, que
a verdadeira egreja de Je*os Consto ou nunca
tioha existido, oo linda daixado de existir.
Se nnoca tinas existido. eaiSj conven dizer,
que elles foran os laadalo.-es della : se lioba
deixado da eiisltr. mister, qui nos dtgaes en
ace anao, oa ao menos em que secuto sa deu
semeloaate d-sappareoimento ; porqaanto a bi-i.
lona a qual aos lem con-iervalo a memoria de
lanos acooiecimentos, oSo poda deixar de fal
lar oesta grande peripeci, caja importancia 10.
leregsava a todos.
Amado pa tor, s nao me engao, entre os
oossos.doctores ha muito poaca certeza a este
respeuo- Com effeiio, iriesti-y pensa, qu- a
verdadeira e2reja da iesus Gurisio desappare.
ceo no aaoo3ida oossa e,-a, de rao lo o,ue, ooo.
lorce a esta aotior. a ve-dadeira enreja mal
tena existido 38 anaos (I), G obon ja ea ter a
. egrsja desappafecld* no J- uecuti (2). Beao-o.
o-e dis que a igrea desapparecea no scalo 3'
oa 4 (3). O Dr. Aabi' assevera ler a eg-eja
deixado d^ existir ao 5- sejuio (V) O celobre
dosniaian qaer qa- leona desapparecdo no 6-
scalo (5). Aadr Reive. affirm, que a egreja
des..pKretir* oo secuto 7- ('i). O pasto- Glaa.
diuj, me suas controversias com Bossoet, sos.
teaU qoe a egrea delxara de existir no 8- se.
col. Fmalm-fote o aagltcaoos qoerem que a
verdadeira egreja desapparecesse no secnlo 9-
i7). Da mol.) qae, oo tu am s entre tantos
o tan liastres dootores. qae saiba determinar a
poca ea que se realisau un fato de taata im.
portaocia I I !
Parm, seja como for, aceito como bom crea.
ORDEM DO DIA
a.
155
dos
131 desle anno
Subraet'e se a 2' discusso o parecer
aue ad >pta a resolugao iniciada na^Camara
Srs. Diputados pelo projecto n.
(orcamento e.stjdual)
Annrovase o arl 1" debate.
Subraelte.se a d scussao ao art. 2-, ao qua
vecm as seguintes emci das, que sendo apo'a
,inni emaicusao:
ve* de 42 OOOSODO
emeola
U
15
19
22
9':OO0SO0O
30.000SOOO
100:0038000
30 000S00D
35:0008000
18:0008000
110:0008000
20 0003000
15:000800
2J:000S000
5:0008000
25.OO0SO0O
Baro -de Xazartth.=*Anto-
da^ntrara-conjunriamepte em dicusrte
N. 1. Angln 2. Em
di-a-se 49:6408000.
u,a intonio Pernambuco.
Eduardo de Oliven a.
Baro de Xasareth.
. N. 2.
mero.
Aoxjl-n.13. Suprima-se esse nu-
Antonio Pernambuco.
Eduardo de Oliveira
Baro de yazartih.
X 3 ko S Io n. 25. Em vez do que es a,
rlica-se-Vencimenlos do procurador geral e
ds iuizes do Superior Tribunal, tendo cada um
12 0003 -96 0008
M,uw" Antonio Pern mbuco.
Eduardo d'Oleira.
Baro de Nazaretlu
\ 4 Ao S 3- n. 11 ~Em vez do que. 14,
diga se Porcenlagem dos empregados das Col-
lectoras-200.0008000.
Antonio Pernambuco.
Eduardo de Ollvtira.
Baro de Xasareth.
X 5. Supprima-se a verba de 5:0008 para
I estabeiecimento do Goveroador.
E. Coutinho.
N. 0. Supprma se a- verba de 12.0008000
pan veucimento do Vice-Governador.
ECoutiuho.
N 7 Supprimase a verba de 2:4008000 para
o eladcr da mobll a do Palacio do Goveroador.
. Coutinho .__.
Osr Ermirio Coutinho (Nodevol
ven o 8"o discurso).
O *r. Eduardo d*01veira u>ao
volveo o seu dscarao). ,. ._
Albino Meirat-St. Presidente,
jreseniar ao art. 2. do orcamento um
de-
O Mr
eu vou ap
, e estou convencido de que a illusire
Smm5o que estudou e deu parecer sobre o
p?ojeclo viudo da Cmara s nSo Iratou deste
N. 24
N. 25 '
N. 28
Eduardo i'Cltoelra.a
uto Pernambuco
X 10 -Ao g 3- n. 1. Depois das palavras
Sociedades Cooperativas-arecresc-nte se pe-
pnlar-s.eem vez de 100:0008000-dige-se-
300 000S000-. _
G mais como est Antonto- Pernambuco.
Eduardo dOUvelra 'Sarao e xazareth.
N 11. A'TABELLA A.
Depois das palavras prensas de algedSo-ac-
crescente-se-a vapor ou nlo e era vez de
15-0008000 dgase 18:0038000.-Antom) Per
nambiuo.-Eduardo de OUveira. Barao de .\a-
zareth.
N. 12. A' TABELLV A.
ao n 43 accreseente-se excluidas as com-
preh ndidas no T.. 35 -.4noito Pernambuco.-
Eduardo de Oliiera. -Barao da Xazareth.
N. 13. A' TABELLA A
Accrescente-se no n. 7 : Agentes auxilia-
res do rommercio con be c dos p>r zangues
8;0000000. -Antonio Pernambuco-Eduardo de
Olwelra. -Baro de Xazareth.
N. 14 A' TABELLA A.
Accrescente-se no n. 48Despachantes de
numero 10 0008000.-4ntonio Pernambuco.
Eduardo de Olceira.-Baro de Xazareth.
N.15. A" TABELLA B.
Ao n. 3 em vez de l:000|O00 mga se 2.O00S
Antonio Pernambuco.-Eduardo de OUveira.
Baro de Xazareth,
N. 16 A' TABELLA B.
Ao n. 5em vez de 1:0009000 d.g.-se 50"SOO0
Antonio PernambuccEduardo e Ohvttra.--
Baro de Nazareth.
N 17. A'TABLLA B.
Supprima-se os ns 17,24 e 32 por terem pas-
sado para a tabella A. -Antonio Pernambuco.-
Eduardo de Ohvelra.- Barao de Xazaretn.
N. 18 supprima-se o n.
tabella B.-E. Coutinho.
2, das laxas flxas da
N. 19. Ao S 13- .
Supprima-se a palavra -venda ; e em luga.
de alienar, diga-se .arrendar..-/. Mexra.
N. 20. Ao 25,
Supprima-se o que
.sello.A. Merr:
est depois da palavra
V *M i a 0 fli
Em vez de 100 rs. sobre metro quadrado so-
.e ai referidas oplotes.: e com ludo, me tor.
coso disel.o, nao me posso livrar de certas do.
vidas.
Porqoe, admitlidas como certas as opimoes
riladas, segai'.se.ow comj corolario ioevilael
que verdalei-a eg.eja oe Jess Corlsto lerla
ueixado de existir peio menos mais de 500 ao.
toe antes de naCarem os oossos S. Patriar.
cbas. .
0r3, meo amada pastor, como se podera core,
binar esie desapprecimento com a promeasa
que Jess Cbristo le a eua verdadeira enreja,
de esiar com ella at a conaommacSo os eco.
l08 fSis uqui que ea estarel comvosco al
conHommagao dos scalos (8).
A-Jmittio m por taoto este desappareclmeoto
ronvina ilizer.se ou qae Jesos Caristo mentiooo
que nao pote conservar a sua egreja: e em
qualqoer destes casos oSo Eoffrena a diviadade
de Jesos Consto 1 I
Dir me.neir. aae ge a egreja desapparecea uao
foi por culpa J'EUe e sim pela maldade uos bo.
mens.
Pois bem, amado pastor, se a maldade dos
emeos oi ao forte, qoe pd acabar com a
obr,. ma|s perfeila do Verbo E'.eroo felto bo.
mem, qoe serla da oulra oromessa, queJsas
Cbrsio fes a sna verdadeira e?reja, aaseguraa.
do.a de que oooca aem a malicia dos borneo?,
nemas forc.* todas do inferno prevaiecerum
cun'ralla ?Eas porUsdo ioleroo nao pre.
Vilecero contra ella (9).
nVolta por unto o dilemma qae aclm ht: ou
iTsus Christo meuito solemnemente a face do
c j e da larra oa oSo teve torca bstame para
sustentar a obra de eoas mos omnipotentes ,
e em qealqoer destas hypotbeBes, que viria a
er Accresce, qoe Jesas Cbrlsto, Homero Deu<,
sendo JBniumente poderoo, pode enniorme
.He dii. lormar Qlbos de Abrabao das mesmas
pelras ; tslo se vos Beis e obedieotes, que
cemieloededicas4o. campram a sua santa pa
lavra. Ora, aendo assim, como poderia ler per-
miltido,.qae perecese a sua Egreja, a qoal lhe
cuBioe tantcs irabilhos e al a prop-ia vida T
Pelo ion te correr de tamos seclos uao tena
elle podido achar oem seouer ama alma jasta,
iue comprisee, eaononclasse sua Santa Vonta-
-. ?!... Entretanio oa mesma Egreja Romn*
lem navido em tolos os seclos bomens, cuja
recudi, caridade, probidade e dedicagao n3
meemos protestantes atmiramos, como sejau
om Cbrydostomo, am ieronymo, am Ambrosio,
um Lou IX, um K-aacisco de Assis, nm Vicente
de Paulo, e oatros moitos, que seria por demais
extenso eoumerar; bonoeos todos, que com
heroica abnegac&o trataram do oem dos seus
semelbantes, e desejaram ardeo'.emeate a sua
propria jalvaco, e a delles I
Ora, boarado Ministro, ooder-se-bia crer qne
Deas delxasse de se .naollestar a estas almas
iostas- para loes fasf-coana^r, qae a Enreja
Remana o4j ef asna verdadeira Egreja 71...
E que p.ra restabelecer a saa Egreja, pretenu-
do estes bomsne sem minche, e ricos de virtu-
des, escoibesie os bomens ^noi perversos e
corruptos do s?u scalo, horneas expulsos nSo
b da Egreja, mas at da oropria pairia Dor
causa df suas devassidOes-l... Eis um mjr
terio, qne me fana duvidar m da santidaie de
Dos, se tivesse de ser obrigado a crei-o.
Se v, honrado Pasior, me diseis, jae a Egre-
ja de JES CHRITO oSo ttaa anda existi-
do e qae por ooasegaiate tora melles os pn-
mlros Fundadores della, a dlfficuldade abe
anda de ponto. Porque como ser* possivel
snppor, que aqutllo, que nSo ple JES CBR
TO nem seos apostlos com todo o apparato
np sua Santldade e milagres, o tivemm poiido
1500 anaos depois, bomens como Luihero, Cal-
vno, Zaioglio e Heonqoe VIIII! I Mis coac^-
damoe pox om pouco, qae esse horneas ie-
bam podido faaer Uto; eis que se nos apr-
senla mais urna dlfficuldade, e esta da tal na-
turea, que a f mais robusta fica abalada for-
temente oa preseuca della.
Com effeito. me baveis de conceder, honrado
Pastor, ser absolutamente necessarla ama mi'-
sao extraordinaria para alguem (andar ama re-
li. iio verdadeira, ou mesmo para reformar ra-
dicalmente aja existente,a qual mlssao trai
sem pre comsigo as suas provaa.
Esta, verdade alm de ser claramente anana-
da pela Santa Biblia em muitas passagens,
cuer do. Novo quer do Velo Testamento, pas-
sagens que delxo de reproducir por amor da
t re*idade, foi ainda publicamente entinada pelo
oooso S. rairiarcha Lotbero, o qoal, na Ora-
ca > qae recltua em Wittemberg contra Carlos-
tadto profer.) estas palavras : Queris fon
dar orna Enreja? Pois bem, dliei-noi: Qoea
vos e ovia?... Quem vos dea a mlssao?...
Porque, como vos dais testemunbo de vas
masmo, nao vos de remos crer; mas, confor-
me o conseiho da S. Joao, vos devemos pro-
var...Sa oio tendea para nos apreseuta- seuao
ama simples revelas&o, oio vos cnoeci...
Quando alguem vem para mudar a lei. loe
uecesario obrar milagrea: onde esio, oots,
os vossos milagrea ?.. .0 que os Jadeos diam
ao Seohor, nos vol-a repetimosUestre, que-
remos um signalaflu de vos recoBbecer Evaa
gelicos. *
E na reaposta. qae o Santo Vario dea aoi
peiidng dos Annabaptistas, accre*centa lnta:
< I* i.ao3, nSo fallis em revelares que ao-
tbariem a vossa rebeliSo I ..Oade es'5o os mi-
lagros, qoe atteetem a vossa missSo 1 (iO) >
Pois bem, honrado Ministro,- qaaes sao as
prjvas, qae atte-tem a miss4o nos oossos San-
tos Fundadores? 1...Da qae argamea:os se
Bervlram elle oara nos couveooer de qae eran
iusmrados po' Deas ? I ,o
Escusado 6 procurar na vida destes Va-Oes
ilustres a p-ova dos seas milagres; porque, a
oSo quererreos considerar mllagre a a vida fol-
gasa, e sempre divertida, qoe levaram este
nov'U apostlos, outrjs n&o eicootraremos.bem
como nao ha oelles a samidada nesessaria, co"-
farme provei oa exposicao, qne i dns moti-
vos da mo a prtmeira du'ida,
Portanto, resta-nos aoeoas examinar a doi-
trina que elles ereearam, e ver se oa *ua su-
i,l,:nidade. e oa santldade qoe della deve traus-
pira-, lem algama oosi de dil'io. polemo
maito bsm ser, que este'graades bomens per-
lences'em aquella clssse de gente, da qoal, dli
o Salvadorqoe diaem, e oio fazemHveis
pois de permittir, honrado Ministro, que vos
cite pelo meaos aleaos trechos dessa dontrins,
atim de ma diierdes se q realidade ple ser
coj a divina.
Os noasos FnodadoTs, com qoanto dividi-
dos a respeito da doairiaa qu easioavaTi, con-
cordavam todava en que as boas obras nao s2>
aecessariassegando dizem todos os histora-
40"8.
E ois'o eram leteos porqoe admi'dida com
Lo ero a F Jasfcaoie, e a Jostica irnuuta-iva
oa a Predeatioav&o abaaluta e a Justtflcacao gra-
tuita com Citrino; oa a Nacessidalo de nec-
ear com Zaiaglio; oo com lodos tres a Impo
teora absoluta da vontade, e a absoluta uoili-
dade do hvre arbitrio, a ioatilldade das boan
obras sa torna coaseqoeacia necessan ..
Por e la franqueza aosaluti, que Ue propria. enere-
ve :Nao ha acaudalo maior, mais pernicio
sse mata venenoso do qae orna vida boa mani-
festada exteriormenie pelas boas obras, e por
ama coodacti piadosa. (11. : c, confirmando
Id la eua doutnaa, accres^oota : E'necessano
que de neoboin modo percamos o animo, mes-
mo qaando a nossa ceosciencia euramecer e
sa aguar sob o seoumenlo dos proprio: pseca-
los; porqae qjanto mais infames, e immao-
los tornos, tanto una es a Deas dispo3io a
oos coacedara s .a e aja (i2) oorqie. todo i o*
poccados, que eu, tu.e ni todos temDS feito oo
oossamo^ faaer ni po-vir, sao tato prop-ios de
Je^us Corlsto, como se elle mesmo o< tiveise
feiio:e .ie qua temer, se Jess Christo iO'
mete quem oos justifica contra as nossas
oas odras,. e sem oo3sas boas obras? (i3)
Da molo qua conforme a dootrna do aato va-
ro, o nico paccado, que nao pole ecr preju-
dicial o peccado daincrednlidade purque.
diz e'.ie, qoe Jesos Caristo arranjou e coorde'
nou as cousas da tai nadeir', quo nao ex Ble
m.is outro peccado afora a increlolidade (la).
e po.-iaoto o torio, o bnmicidio, etc., eic,
a* > sio peccatos, qoe nos possam prejuiiJtr.
Honrado pastor, uizel-me com toda franqueza
sera di vina essa douirlua? Pode-enos ler como
aspirados par Daos os oossos Htostres fonoa-
loraa que a ensinaraa ? R=spoodei-ma catne-
lortoameaie, iporqae a vista de tamas e lao
vdrgjnhosas ooceoidades se me depsert no
animo am dos precoacattos da miaba eiacajo,
cunira o quil comban rouiio qaando protoiiei
a Santa Reforma julgando-o sem fondamemo ;
elle torna a me dizer,que lanto mais proli-
glosa 6 a actividade, a mais gigantescos sao os
e:forcos, qoe vos e vossoo uonrados collegas
en pregis paia lntroduzir a reforma em to-
das as nagOas esobre todo na. naces ca-
tnolicas, quauto mais profoaio o vossj ellen-
co a respeito'aa vossa religio.
(Cantiaa)
(i)
(5)
euic.
(6)
(7)
(1) Moore, Viagem de um islandez em procu-
r ne ama religiao, cap. II.
ti) Da queda do imperio romano, por Gibbon,
cap. XV.
(3) Historia critica do macnloismo, T. II, pag.
662.
Memorias pelo Dr. Aubgo, pag. 13b.
Vid. o Imperadur anoujrao de Gioooo,
de Pis-.
A odre RMveOs crticos acros.
Palmer. T atado da verdadeira lgreja, cap.
Vil, pag. 150
(8) B. Mstheus, cap. 28.
(9) S. Maibeus, cap. 16.
(10) Vid. Viaa de LUthero, edl.de Pars de
(ii) Lnthero.ob. edi. de Valch. Vol. XI, n.
319.
112) Latbero, ob. edi. de Ltpsia, vol. XIV,
o- 1J8 .,,
(13) Lu'b-ro od. e;i. Co o ii. suore a carta oa Galatas.
(14) I lem eoi. le Lipsia, vol. VII. n. 5
Auloriclade policial -O Sr. Dr. Secre-
lano Ja Juslica de aceordo com a proposta do
Dr. Qaestor Policial interino, uomeou.em 23 do
crreme, Maaoel Marianno Barbosa, para o car-
go de ielegado do municipio de Iagazeira.
Dr. Rosa e Silva-Consta-nos que ama-
tiba embarcar na Europa, com destino e-
gresso paina, o Sr. conselbeiro Dr. Francisco
de Assis Rosa e Silva.
Ci.nsresso doJttio Grande do Nor-
te-Por telegramma particular sabemos que
foi eleito presidente do Congresso do Hio
Grande du or e o nosse co-esladano Dr Ma
noel Moreira Dias, digno juiz de direito da
comirca de Marlins no mesmo Estaco.
Espaieamcato -Hontem veio ao nosso
escrip.ocio o rir. major Justiuo Lopes'.ardim'
a9ompaohado de seu sobr.uho, da Dome Henri-
que Florentino Sobral, moco de 18 anuos de
Tdade e caixeiro da casa commercial do Sr
Manual Soares a Praga da Independencia reto-
a lo-nos o mesmo Sr. major o seguinte facto
pas>ado s 8 1/2 horas da noite de antehon
eNi"occasiio emque o mesmo seu sobrnbo-
(iue reside ra Sauta Rita, n 18 2 andar, sa,
lila do esUbelacimento em que empregado
em direceo a casa d- sua residencia, ao aira-
vessar o Largo do Mercado foi abi inopinada-
mente aggredido por urna patrulha que sem
motivo nenhura espancou o, do que resuliou
muitas cootusOea no mesmi moco, como elle
mastno nos moslrou. ,
Seauamos, que as autoridades superiores
do Estado nao tiveram conheetmento nem ^uto-
risanara semelhante facto que s pode ler or-
gara em quem mal comprehende os deveres que
lhe curapre observar. .atar\An
Por tal motivo damos publ'Cidade ao referido
faci cartos de que as memas autoridades ao
ter delle conbeciraento tomal-o-hao em conside-
raco, outiindo os seu autores.
Thebaida-Agradecemos ao digno pro-
pretano da ar.acm LUterars Sr. Leopoldo
A da Silveira. a reraessa dos os 1 e 2 des=a
notavel publicacao uminense.____
O dstincto collega estampou em protosao de
'.: Entre raonunbas... Na Thebaida ... O
estridor de um echo tamanou. no silencio, pro-
fundo: gemar.m arcanas p;sadas, abobadas
80porrnum'r>sgao da pedra, o sol entrn victo-
riosamente, clan^orosamenl-, batendo a tr.va
Fo-essa janelia aberla para o paco virno-
lo, o co, era como a placa de brome de um
broqual, a panoplia onde refutgissem laminas
CaSam..dCda5couraCa rutila do sol e a comba-
ter sahimos I
Serena Forma, ua I tburgia dos cnticos, entre
pomo.is cathedralescas e rituae da Arle.
Somos olciantes da missa nova.
A soledade de hontem emprestou- nos esse
vigor de ato cantante de urna i-nn na do rol,
tornou-nos fortes ; porem a hostia qui cooirau-
gainraue em a brancura de urna paz, imacula-
bilidadu de urna alma virgem.
L entre montanhas... ouviamos a vez de
ferro dos le-js urraodo, vtooras assanhavan-se,
mordidas do p do deserto, do sol da frica.
Aqui, onde viemos ter, hao de faltar lees e
han de sobrar as vboras !....
Estay;o telegrapuica-Foi inaugura-
da a esiayao telegraphica de Bananeiras. no
Estado da Parahyba, sendo a laxa 70 res por
palivra a partir desla capital.
Desltumianidade -Antehontem s 1 bo
ras Ja larde na ra Uireila, transitava um veh-
culo puchado por um boi magro e cansado que
era brutalmente espancado pato carrocero do
mesmo vehculo.
O Dr. Prefeito deste municipio, passando na
occasio pela mesma ra e presenciando o facto,
man lou prender o deshumano carroceiro.
Tbeatro anta Isabel -Cura ocrama
Sror Tereza realiaoo hontem a Cumpanhia
Mo lena o seu terceiro espectculo, consegu ndo
mas um triumpho assigoalado. A Sra. Sera
Un mauevebrilhantemenie o seu papel ingrato,
e onseguio arrancar francos appiausos da pa-
tela.
0 ultimo acto valeu lhe urna raanife.- aco
entliu-'iiislica do publico.
A comedia.Um homem de negocio, foi naag
nificameute interpre a'a pala Sra, -Taliai, um
dist'.iMt)artista cmico.
Os demais artistas, j sobejamente conheci-
dos, lodos sustentaram os seus crditos.
IJniu Familiar Essa esp3 ancosa so-
cied.ide recr ativa promove para depoiE de
ain-iiiia o seu -aro trimestral.
Sao dreciores aNa feeto os esforgados so
ciss D. Luiza Leopildina F. de Paula eos Srs,
Jos Lopes de Almeida e Gentil da Silveira
'Mandonga.
E'decrercue neste sardo, ainda umi vez
consiga a digna sociedade offerecer urna prova
do seu continuo progredimeniopor que taato se
estorcamo- seus numerosos socins.
Da nussa pane, somos-lha agradecidos ii fine-
za do convite qua nos dirigi para o prximo
sarao. .
A papisa Jonuna -I-oi durante seculos
um erro Histrico, ou antes um escndalo acre-
ditado. Vainas earaaieu, oela maior parte es
criptas nos claustros, admittiarana sene chro
notoglca ds napas do scalo IX, entre LsSo IV
e liento 1II ama mulher que se assentou na ca
doira de S. Pe iro e gOVOfWoa a Egreja.
Esta fbula foi muito tempo recebida como
facto histrico na historia dos Pontfices Roma-
nos. Ajulou a propagar a fbula o facto de
no seculo XV Bartnolomeu Sacchi, mais conhe-
ci lo pelo n mo de Platino, blblioihecario do
Vaticano, escrever a historia dos Papas, por or-
dem de Xislo IV, e n'essa historia chegando a
Joo VIH faz d'elle a.ai mulher, que dislargou
o s^u sex> para ser eleita.
Era, cmia elle, uirn ingtezi. qua depois de
te-- feito brilhantes esiuios em Alhenas veio li
xir se em liorna, onde oinguein a exced.a na
scienci-i das Sanias E< riptorae, e onde o .alen-
t lias controversias ideolgicas lhe adqu rio um
tal renorae, qua depois da morte le L-.':> IV
(8'>3; foi eleila seu succ-ssor por suffragio ge
ral.
O grave historiador ajunta qua veio raorrer de
parto indo processionalra:ine da baslica de S-
Joo de Latrao Egraja de S. Alemania.
Is o nao resiste analyae.
Joao VIH foi eleiio em 872, e morreu era 88 :
governou 10 anuos a Egreja. Logo Joao VIH
nao poda ser a panisa Joanna, que s re.nou z
anno3, 5 raezes, e4 dias oo dizer dos que acre-
ditara a fbula.
Vejamos a outra byp >ihese.
Foi eleiti depois da mirle de LaQo 1 v mas
LeSo IV morreu em 855, e 855 nao sao 87:!, em
que to el-it-. JoSo VIH.
A Lean IV quem succedeu foi Bento Ut, cin-
co das depois. '.orno que entre os dois po
dia regar a E?rjaa popisa Joanna, que no di-
zer dos cradulos ou dos impostores a governeu
2 annos 5 mezes e 4 dias ? !
E ha infilrzmenta urna obra era 4 grossos vo-
lomes, escrvpta por um protestante que depois
de contara fbula da papua, termina fazendo
crer que depois de sua raorto a alma loi luiga-
da 3 pen is do inferno, nao podando entrelan
toemrarsua alma ahi; ficoudependurada no
portao do inferno. ...
Basta as datasacimareferidas, para repellir
como lalsa, absurda e irrisoria a crenga de que
honvA a nnpisa Joanna. ,
Magdalena-Nesse vapor que locara hoje
em nosso pono vem em transito para o Rio de
Janeiro c enganheiro nscional capilao de fraga-
ta Carlos accioIi.
O distincto marinheiro, que faz honra a ma-
rinha nacional, regressa patria, depois de
desempenhar-se satisfactoriamente da coramis-
sao, de que na Europa tora incumbido pelo go-
ve'no federzl.
Sala Bra^a -Os nossos leitores nao po-
dem ter e-quecioo esse primoroso sali de ca-
belleireiro rua.do Bom Jess n. 40 ; o proprio
testemunbo, pms, suppre qualquer recommenda-
A'quelles que nSo teoham, pirm, tido. occa-
siio de aprecial-o por si, nao sera tora de pro-
posito dizer-lbes que o facam, e com isso se nao
arrependerao. .
O sali Braga como cabellerana nio deixa a
desejar aos seus fraguezes, servido como de
pessoal habilitado e que prima por sua delica-
deza de trato. A m di-so, acha-se prvido das
raelhores perfumaras, producto de afamados
fabricantes da Europa, perfumaras que por
sua vanedade em odores e escolha sausiazem
a lodos os oHactos, anda os mais exigentes
PasteUaria Mello Bisiet-A convite
do digno gerente dessa pastellana o ar. luiz
de Mello Bisel, tivemos hontem occasiao de,
em visita feila ao seu b*m montado es abele-
cimenio, ver cinco bolos art slie .mente arran-
jados. e feitos deencommenda para um casa-
"sse trabalho, que do novo pastelleiro man-
da o v r pelo gereote do mesmo estabe
ment, muito recommenda aos crditos
que assim precura dia a da melbor
seus freguezes, e, palo raerecimenio
quista'- anda mais o favor publico.
A Vctor a-Temos visla o n. 21 desse
peridico que se publica neste Estado.J na cida"
de do mesmo nome.
Postholomia a canuete, reclamada por phomo-
sis inflamatoria o cancros veneraos.
Pelo Dr. Vieira da Cunha :
Raspagem a thermo-cauteno, reclamada por
vegetages syphililicas da vulga e vagina
Raspagsm uterina, reclamada por metrite he-
morragica.
Pelo' Dr. Alfredo Costa:
Quatro posthomias a caivete, reclamadas por
pbimoses laflamatorias.
Pelo Dr. Berardo:
Duas larsorrapnias com retalbo ovalar e trans-
plantages dos bordos, indicadas por triebiases
da palbebra superiora dos olhos direito e es-
querdo. _
Inchajao do olho direilo, pelo processo bo-
net, indicada poralropbia do olbo e optiitolraia
sjmpalchica.
Indetomia com fim ptica, indicada por man
cha central da cornee.
Exlracgio de catarata do olho direito, pelo
meihodo periphena a retalbo, processo de We-
cher sem iredeiomia.
casamento civil -O escrivao aos casa-
mentos que funeciona nos districtos do Recite
Sant > Antonio, Sao Jos e Afogados aflixou Da
repartido do registro dos casamentos ra
do Imperador n. 75 1." andar, edital de procla-
mas de casamento dos soguintes contrarjec-
tes :
.' Publicacao
Joao de Deus Vianna aaiural do Cear, em
empregado publico residente na freguezia de
Sanio Antonio, com Adelina Gomes da Silva,
natural deste Estado e residente na fr-'gueziade
Se Jos, sol'eiros.
Cemiterio publico -Obituario do dia 23
da Julho da 1896:
Jos Cbrisostorao de Albuquerque, Pernarabu-
ca, 25 anuos, solteiro, (iraca.
Dolores Telles Alves, Hespanha, 39 annos,
casado, Recife.
Julia Thereza Torres Fernaade3, Pernambu-
co, 13 annos, solteirn, S. Jos.
Fedualina Guimaraes, Pernambuco, 2> annos,
viuva, Santo Antonio.
S. Suernringsen, Noruega, 29 anuos, casado,
Recifa.
Porlira Mara da Conceo, Parahyba, 65 an-
nos, viuva, Boa-Vista.
Joao de Souza, R.o Grande do Norte, 22 an-
nos, solteiro. Recite.
Saunito Knedsen, Norusga, 26 annos, soltei-
ro. Boa-Vista.
Laura Gongalves de Olivera, Pernambuco, 2
annos, Graca.
Maria Luiza, Pernambuco, 20 annos, soltoira,
Roa-Vista.
An onio Bezerra d^ Mello, Pernambuco 53
annos, viuvo, Boa Vista.
Fehppe de Paula Arruda, Pernambuco, 23 an-
nos, solteiro. Boa Vista.
Antonio F. \ndrade, Pernambuco, 23 annos,
SOltiro, Boa-Visla.
Joao Bartholomeu Peraira da Silva, Pernam-
buco, 30 annos, solteiro, Recife.
Francisco Rodrigues da Suva, Pernambuco, 13
dias, Boa-Vista.
c iMiimiss ni de Melhoramento do
Purto do lleeife -Recife, 23 de Juibo de
1895.
Meteorolgico
Sa metro
(a O")
Bolet-m
>ioras. Tertn cent-
grado
6 m. 24,'0
9 -. 25.5
12 25 ,'3
3 t. 25/4
6 . 25,9
isoo vapor dado
17.3? 77
19,35 80
19 3 i 76
19,84 78
1853 74
Thermometros
deste
servir os
rea', con-
766,*24
766-14
76-72
7.60-72
766,-48
i'mperatura mnima 23,73
desabrigados ao meio da.
Temperatura mxima 27,"25 Ennegrecido
85."^Prateado 46,-0.
Evaporacao em ii horas ao sol 8- 0 a som-
bra 3,-9.
Chuva nulla..
Direccio do vento : SSE eS E alternados de
meia al 4 h. 01 ra- da tarde ; SE com rnter-
ruptes de SSE e ESE at 9b.03m.;SSE
com interrupQes de S e SE at meia noite.
Velocidade media do vento 5,""6 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,48.
Roletira. do Porto
Pra-mar ou Dias Horas Altura
baixa-mar ^_
R. M. 23 de Juibo 11 b. 15 m. da m. 0,-lo
P. 5 h. 25 m. t. 2."4c-
Matadouro Publico Foram abatidas
no Matadouro Publico da Cabaoga 96 rezes
para o consumo de hoje
Hospital Pedro IIO movimenlo desse
estabeiecimento cargo da ^anta Casa de Mise-
ricordia do Recife no dia 23 de Junho, foi o se-
guinte :
Entrarara..... lo
Sahiram..... 16
Falleceram .... 5
Kxistem..... 797
Foram visitadas as enfermaras petos segua-
les mdicos:
Dr. Barros Sobrinho, entrou s 6 1/2 da ma-
nh e sabio s 7 3/4 .
Dr. Berardo entrou s 11 l/4damanha e sahio
s 12 1/4.
Di. Lopes Pessoa, entrou as 9 1/4 da manb
e sanio s 11.
Dr. Vieira da Cunha, entrou as 11 da mnna
e sahiu s 12. ,
Dr. Bastos de Olivera. entrou s 9 12 da
manba e sanio s 10.
Dr. Carneiro da Cunha, entrou as 8 1/2 da
manh e sabio s 10.
Dr. Jos Avila, entrou as 10 1/2 da manhi e
sahiu s 12.
Dr. Octavio FreitaS, entrou s 101/4 tt manba
e sanio s 11. ..
Dr. Nunes Coimbra, entrou as 10 da ma-
nb e sabio s 10 1/4.
Dr. Alfredo Costa, entrou s 7 da manh
e sahio s 8 1|2. _
Dr. Joo Marques, entrou as 8 3/4 da myiba
e sahio as 11. .
Dr. amaro Wanderley, entrou s 11 la
mamanh e sahiu s 111|2.
Pnarmaceutico, entrou as 9 1/2 da manh e
sabio s 2 da tarde. ....
i Aiudante do pharmaceu ico, entrou
81/2 da manh e sahio s 4 3|4 da tarde.
2 Ajudamo do pharmaceutico entro
8 da manh e sabio s 4 3j4 da tarde.
Casa de Deteacao Movimento dos
presos da Casa de Defengo do Recife, Estado
= uo-nomhHe i 23 de Julho de t!
; 4
13
entrou s
Companhia Trilhos Urbanos de
Olinila -Pedem-nos a publ ajo das seguio-
tes lnhas : .
Constando nos que a Companhia do i tri-
lhos Urbanos de Olind-. ir fazer v gorar do l.
de Agosto em diante urna nova tabella aug-
metrattva nos pregos as passagens quer de
1> e2 classes, tinto as avulsas como as
caderoatas, e j sendo um pouco elevado os
presos de ditas passagans para as classes ine-
nos favorecidas da sorte de crer que o Sr.
gerente atienda o justo pedido que fazemos de
Sao elevar mais ditas passagens, em vtrtude
da quadra ditfictlima que alravessam todos,
mxime as classes pobres que habitam em
Olinda a seus suburbios.
Ha exemplos Dem trisantes de em mitras
li has farreas, nao terem sido augmentadas a?
passagens ; e como elevar-se a tabella de pre-
sos dessa l.nha, quando j ella bem onerosa
D*ra os seus passageiros i
. Atienda, pois, a to justa reclamaCao o Sr.
gerente, e estamos certos que nao sera aug-
menta la a referida tabella de presos.-Juntos
O pedilona caria ac ma publicado,
Viso de navrotados 1
' Chegamos com as rosas de maio-.
... Almas em flor, aromas como
| arcendendo, entre arw, para o Awi
o locenso
Sereao de
nos pa-
rece de juslica quesea attendido, atenas as
razes penderoaas qua o a&ompanham.
Queremos acreditar, pois, que o digno Sr. ge-
rente da alludiia via-ferrea,o tome na tlavida
cons d-.raco.
Operaees cirurgicas -Foram prati-
ca las no rtospal Pedro II, as seguintes .
Pelo Dr. Arnobio Marques:
Duas tilhas hypogastncas com sultura total
da bixiga e extraegio de clculos, pesando um
13 e outro 15 grammas. .
rethrotoma interna pelo processo de nuison-
"""Isarleculago do 1 metartoso, palo metho-
io ovalar, reclamada por lumor maligno
Posthotomia a cainvete indioada por pbimoses
inflamatorias. n__
Amputago do penis, plo processo da Uujn,
indicada por epUilioaia da gland,
de Pernambuco, em 23 de
Existiam .
Entrara m.
Sahiram
Existem
A saber:
Naclonae.
Mulheres .
Estrangeiros
Mulher. -
Total
Arragoados
Bons .
Doentes
Loucos. .
Loucas. .
420
388
25
0
420
419
382
23
10
4
"419
Total. .
Movimenlo da enfermara:
Tiveram alta :
Erco t-'erreira da Silva (soldado).
Manoel Hermiro Ribeiro (soldado).
Miguel Torres Gallindo. u,_
Joaquim de Olivera Costa ou Dameao Mximo
Pereira.
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SESS.VO 0UD1NARI .. DE "0S5E. EM 30 DE
MAiO DE 1895
Presidencia do Sr.Dr. Cicero Pere-
grino
' A'I bora di tarde, preieotes os Srs. Drs.
dse ai riargad r Lona Freir, cons-lbeiro Piu o
aeseajoarna.or F. Luiz, Viislino CorJeiro, Al-
c:buat8 Velloso, umjur Coue^e ra, sotisMuiodo
o i* secretario, qus ui cjuipareceo, e Augusto
Ceiar ojcupanJj a ca.tei.-a do 2o, ab-'io-se a
Lijas as acta. das sesses de eleicao de 1S de
Feveeiro e solemne da 6ie Marco. ,loram ap-
provada. .
o Sr. Io aecreano oieniGon o segolnte ex-
peditcte:
L'o couvite dodirectoru do partido otoo-
no uisa, para o Iosm o assis ir, no di* 4 de
Abril as soleaue* exequias, que deviam ser ce-
lenrauas pelo fallecan .nio do Dr. J^a Mana ae
Aibuqu.rqDeMt.llo.
T.veram confia imealo do convite todos os S'8.
bo nos que compireceram n**de do Iosutoio.
Unoiciodif. Jaaj b-piiaia Perdigio de
Oliveira, de 14 de Mirto, aecu-todo a recepgau
e a^rarceudo o eu uipioma de socio orres-
pon letta do Liatitoioluitirado.
Um u uo Reoi. Sr. p4drearlo8Teacbwsr,
de 7 de Fevereiro, arcuaaado a recepcio e ara-
dtceodo o s u diploma de socio correspondente
do lsitoio. Ijteirado.
Um di'OooBxm. Sr. n-esldeo e do Senado
do Ettddo, louvidaodo o Instituto para asiisiir
sesao Oirmne ue aier.urt o Cjogreaeu, que
devia realisar se ai 23 de Marco.
TUeraai conOeciuit-uo 'io couvite toda* os
Sr. socios qne comparecern uj sede oo Ins-
tillo. _
Ucn dro do dtreetc do Eslembo do uyama-
sio Minerro, de 16 de Mrfa, peum* a reiurs.
das pool cate que ttttr-o Iisutu o.
Mindoo-se aatisfaier o pedido.
Um uno do Io secretario do I Jet ^ato Hlitori
co e Geogripmco de S. Pau o, ue 20 da Margo,
commomcanjo a luiflac&o to mesmo Institoto,
remetteodo Dm exempiar dos respectivos eU-
nioa e pedindo o coucofao desle paa aoxilia-
taquelL associacao noa Qos a que se dentina.
Mana oo-se respoodr agradeceudo a commo-
nicago e ijue este Iosioto e*ta prompto p'0
auxiliar no qoe e=ii ve- ao sea alcance.
Urna caria da Reaaccao da Reviaia Acadmi-
ca do Cbile, offerundo por liermeaio do con-
socio tbeBooreiro, djveros oomroa da meam
Revista.
Maodoo-se reapooder gradcendo.
Um oflicio ao director da Bioiijteca da Sj-
cieaade de Geograpbia de LisDoa, pediodo ao
Iosutoio diversos oomeroa da Revista, que !
Um a aqaella tiDl'.otaeffi para compleiar a -
colieic&o.
Manjoo-se fati.-fazer o pedido.
Um iio ao D-. auecior da Fjcoldaie de Di-
reno des'a c.dade; de 1 de ADril, agradeceono,
de ordem do Exm. rninisiro da jasica e ur^go-
CI08 ulterioras, a ifferta le llvroa que lea o I iS-
titota 4 biDliotneca da mesma Facoldaae.tu-
teirado.
Un dito do Dr. director da Sacr taria do Se-
nado do E.tado, de 3 de Abril, cSeataoiio m
expropiar do reijlmento iotero do mesmo Se-
naao, uotra da Syoops do iraDalnus de I89i .
doos dos Aanaea de 1893 e 1894.
Un dito do S-. Dr. Lu Aotoaio Fer.-fUa
Gua.Oetto, de 5 de Abril, acensando o recep-
(ta e ag'adecaado o sen dipioma ae socio cor
rc-ponaeote. Ioteirado.
Um dito do Giob Carlos Goxe?, convidando o
losutnto para asaisiir a soa fe ta ioaagoral,
qne devia realisar-se em 3 ue Aonl.
Tiveraa coDbecm'-ato do convite todoB os
8rs. sjuos qoe compareceram na tie do lus*
liioto.
Um dito do consocio secretario da joaiica e
Iasiruccao poblica, Dr. J no de Mello Fimo, de
9 de Aonl, remetteodo copia da carta, qne em
8 do mesmo mez dirigir ao Dr. Qoveraador ao
Eaiaao, o director do estabelecimenio rorai de
S. Pedro de Alcntara do Estado do Piaatry, e
peaiodo pira ser atieadido o pedido comante
da mesma relativo ao 1 istnuio.
Mandn se officiar sa iifaiondo o ped lo.
Um dito do conseibo deliberativo da Le>lao ce
Sjccorns Mo*.ot>s dos Officaes da Guarda Na-
cional, coovidaodo o 1 ,sti.uto paa? aaslilir a
ae^taj magua em relisacaj ae eea faaaiver*
garlo, oo ca S de Maio.
Tiveram cooheclmeoio do cogite todos os
Srs. socio qoe comparecern! na sede do Ins-
tlalo.
Um dito do Dr. secretar o da inica e nego-
cios interiores d Estado, de 30 de AOril, co'o
monicando, de ordem do Exu. Sr. Dr. Go-
bernador iio Estado, que segundo eoo.-ta do avi-
so n. 1.852. de 30 do meemo mea, o Exm. Sr.
ministro da jastica e negocios ut-s iore-, solici-
tara do da Tazenda a expedicao da ordem aflji
de qoe pelo n. 37 do arl. t. do orcamento vi-
gente, tesse posto na Alfaouega deate E diapoBlc&o do mesmo Exm. S Dr. Governa-
do-, o crdito de 5:000/1 para as despeai do
Iosutato, inclusive pub icagO-sde ir toreoslateiralo e maadoa'ie ornear agr-
dejado a commualcaco.
Um dito do Iostitoto Geograpbico e Histrico
da Babia, de JO de M.10, commanicaodo a elei-
gao d sna mesa adrnioUtraiiva do aoo Bocal
de li-9396, e remetiendo a lista do ele:tos.
Iateirai.) e mandn ee ofnciar igra lerendo a com-
momcacao.
Um dito de d-rerior da Bagla I-idosTIalF-ei
CfO-ca, d.- 2i ae Mjio. commanicaodo tur asso-
mido o dilo carfo e off-5rfc--odo or "eos seriigns
ao Instituto.Maodonse agradecer a Ciimaui
caco.
Offertas:
Pe i.i RepartifSo de Df psito, Reparto j Gaoge
de Mintevi-:o. as segal' tjs :
Um folheto intitulak Msnsafce del Presld^nv
!e i i BeOMOtle- al ao-lr las sesiones de la h-in -
raali" asamolea eo el segundo periodo de la XVIII
leg c.ou-
Qnatro ditos intituladosRisgos blograobxo
d?i i-enor Preside'ite de i tlepublica del U u
goay.
Tri-s bolelin.' meosaes.
Um cleioBlaisea TaB'mlqnes do si'eil.
Um iilO-DucreOd y Hegianaeotos Vigente.
Uj v.ilu ne Annoa- o Estalla ico da RdfWOtl-
ca OrleoUl jo U-oguuy
Pela redareao d-< rcvis'aA'cbivo do Dist- c'.o
Federal, os us. 3 i e o da mesma revista uo
corrate *o o.
Prflu Dr. director da FJ^nldade de Direito do
Reoif-, od volme da Reusu Acadmica da mes
ma Fa oliade.
l-'elo S-. Dfoss. v-eira em Pin', utn cav.lo-
PO litro? :'6 SU livra.-la.
Pela Secretaria do Seralo do Estaic, doos nn-
me'OS dos Anna 8 du mewno Sealo 3 Sesi-a.i
leeialanTa de 189t e om ti>lito -Syaopae di" 'ra
b*lboe legislativas na Sssao aborta em 29 da
Marco e encerrada un 19 de Jaibo de 1894.
Pelo ante-, o cenro '.u D-. Loiz Anselmo d
Fondea, om volme da soa o/(a intitulada -A
Bteravidto, o Cleo e o Abol.ijnismo.
Pc-i* Comranbia Pe.-0i.mba-ana ue Nae^acSo,
o sej-Jretatono do anno uo 18.5.
Peij consocio cjoa--lbeuo Pinto, o Memo-:a>
que ingio eos Exms. Srs. Membros do ongres-
ro NoCiona!.
P: iQstc'c Hi-icrl-o f Ge'grapfiico Bw-
leiro, o tomo LVII d- na Relata tnm^oaai.
Pelas respectivas rediccObs diversas (erases
le-te e dt> outro-" E-tados.
Foi ainda presente ac^Iwnio. por ioterme-
lio dos C0DSOetos Dr. Cicero Peregrino e major
Code eir n a coil^c^i de docamenios ai3cus-
crir.to.*.Maodoo ae gradear aa offert^s e re
m Iteo-se oa ducomenios offerecidoa pelo D
Eioardo M Barros SetcD de BistoriaColinial
aara dar parecer.
O Sr. m i)0- Codece.-a olT^re e uo Iiatiloto um
vccaOo;a|-lo colllgldi) entre osirdios coroadi'8 de
Vonobay e Ca-ros, ?oelho fui envaio pelo
Revioi. Consocio padre Garlos Tjacnawsr do
Km Qrsade do Sol.
O ne8iio consocio major Codeceira comroan -
ca qae pjssoiudo entre os do romelos qu teai
adq rido urna copla fl-l dos osentimentooa os
preso) polticos de 1817 e 182i, qae tiveraa ea-
rada na lOiigs cadPia e desuno que sa ih-'S dea,
essps docomeBtos off-rece ao Inslitnto, nropouo
p^ra qu- sfja pu ilicada ea H^vista e rpglstrada
oo i|v o de uotos cc'io'^s, d'unde se devera ex-
tranir copia para ser rff-r.ada aj ilius'.-e Dr se-
cretario da Jastita, &fio ue sea iealmente re
gisirala co archivo da C: de Deieocao, re as-
gim o ivie v sto ter se ext-aviado cu achar-se
ioutilisado o livro que naqoella repariicio coan-
nba aqu- lies as*entam-ou>s.
A propcata A aporovada.
Gommoaiva anda qu-j possuindo orna psssdi
de sja conhecimenio vari, s documentos imoor-
i.oe?, tendentes nosea biaioriy, es qaaea se
aatiam pobre a mesa, e68i p8:4a oa cu"ere:e pur
vend- ; proponlo pa^-a u> tejam elles examina
dos per oma commisso alim de qoe era vi?ta de
seo pa'ecer resjiva a I jstliato se conv a oo oao
corrp-al o*.
Seoiio app'ovada a p-pp^sta foi comeada a
comrnlsfi composia do aejoin Sr. rxajur Gode-
ceira e dos Prs cooselbeiro Pinto e deaembar-
gador Loca Freir.
Finio o exoedieote o Sr. president" dedaroo
emposfa los os Srs. socios fenos em 15 de Feve-
reiro para a mena sdanoislrativa do corren'.e
anno 8o:ial de 1893-1896.
Foi lido e remetiipo a commiaso de coola
para dar parecer o orojecio fie orcamento da re-
ceia e de^pesa do li- tu o beca orno o balan
co da receiu e despesa venneadas do trimestre de
Jan-iro a Mirc^ olitmo.
O consocio Exm. cooselbeiro Pinto, commooi-
ca qoe a comtnissao de qoe tet parte, uomeaia
para an-i-ur fe-la solemne do GrmBasio Per-
oambacaao. desempenoou se de sua ncaxbeu-
Cia.
O Sr. prwtdpote comxonica o fallecimento do
coosoclo Dr. Felippe FioeuO" de Fa-la aasim
como o do son honorario o Exm. cooselbeiro
SildanQa .Marinbo, non ia qoe (o IransmUllca
per lelegramma aa Capital Federal.
O Sr. major Goieceira commooica anda qne
por pane do I istitutu comparere-a *o soterr
do consocio Dr. F. lipne Fikroeirda de Faria.
Maadoa-se lancr aa prsenle acia am voto de
petar por ei-pft|inlaosio* aconte rmenlos.
Finalarjaate o mesmo Sr. Hajor Codeo- ra, ob-
teodo a oalavra lea m tranalbo seo relativo e
eatatoa de pudra difl a-a o. 61 da an I^a ra da
Croa do b.ir'o de Kecife.
Maodoo-se imprimir aa Revista.
Aljamas questSes sobre a hy-
potheca
Appelkfio commercial n. 1174
Embargantes Ernesto & Leopoldo
Embargadas D. Seahorinha Maria Fer-
reira e outra
(Continnacao do n. 154)
UMA ASPlRAgO A REALIZAR
Urna Eoeiedade, em que espiritos, que
se presumem cultos, manejara, a zomba-
ria alvar contra os que explanam com
elevaco de espirito assumptoa ju-iidicos
da m'aior importaacia, de certo ama ao-
ciedade, qoe, para aalvar-se da imminen-
te ruin* de que est ameajada, reclama
os valeates e3f1r90s.de quantos amam e
caltivam a grandiosa sciencia do direito.
A so iedade pernambucaaa acha-se in-
felizmente neate caso.
Existe, verdade, nesta capital urna
Faculdade de Direito, que tem a seu ser-
vico os mais distinctos professores. lato,
p>rm,nao basta, nem contradiz, a mi-
uha asserc&o.
O direito nao s faz valer na socieda-
de himples mente palo seu estudo theorico
as Escolas. E' mister antes de todo
une .rile se irradie constantemente sobre
a vida soc:al, para que esta se fortifique
e se torne apta para resistir as deleteriaa
influencias, com que tem de lutar.
Essa irradiajao a pode vir da pratica
do direito.
O direito se pratica por dous modos :
pela sua applica^o offlcial aos factose
esta a missao dos tribunaes judiciarios
e pela critica, qur das leis e das dou-
trioas, qur daa deci oes judiciaese esta
a tarefa dos competentes, que, se com
penatrando das necessidades jurdicas da
sociedade em que vivem, se empenbara
na gloriosa faina de trabalbar pela com-
pleta satisfacSo dessas necessidades.
Existe nesta Estado a pratica do direi-
to debaixo do primeiro ponto de vista
em que acabo de consideral-a ; mas essa
mesma ainda em geral milito /otineira.
Falta-nos, poro id, esaa pratica exacta-
mente sob o mais importante dos seus as-
pectos pelo lado do desenvolvimiento e
consequente aperfaicoamento do direito,
i to sob o aspecto da critica, que se
faz de um mod 1 permanente e metbodi-
co pelas discusaQes, qur oraaa, qur
escripias, as asaociaedes e na imprensa.
E' um facto naturalmente impresaio-
nador e determinante das mais nocivas
consequencias para a vida juridica no |
meio pernambucano a ausencia, tanto de
um Instituto de Advogados ou de qual-
quer outra associaco equivalente, como
de um orgao na imprenBa a servigo da
causa do direito em suas variadas appli-
039088 na sociedade.
Faltam-nos, pois, no ponto de vista de
que me oceupo, as duas maiores fo^as, as
dua-. mais po-ierosas alavaocaa da critica
juridicadessa critica que um eiemento
de formacao e ao mesmo ternpo de pon-
dera95o e aperfeicoamento do direito,
que estimula o iheoristas, ampara e cor-
rige os iuize8 e edifica a sociedade pelos
salutcres effeitos de seu eafor9o patrio-
tico.
J mais que terapo da sabir desse es-
tado pouco decoroso para um povo, que
se arroga foros de civ.usado e cuja cultu-
ra litteraria e identifica tem inquestio-
navelmente feito notaveis avan5s nestes
ltimos annos pela nova direccSo dada
ac estudos superiores.
Ainda boje e quasi litteralmente axacto
o couceito emittido por Tobas Barretto
em seu artigo As Faculdade Juridics
como factores do direito nacional que
se le a pagina 251 doa seus Estudos de
Direito : parece o traquejo rude e grosseiro dos nos-
sos tribu oes, onde Jliemis e Minerva
nao se beijam, porm, brigatn e esbofe-
tciam-se.
Para esse estado de luta, ainda boje
predominantf, em que virem nos nossos
Tribunses, a sciencia e ajustica, nao pou-
co tem concomio e contina a concorrer,
alm de outras causas, a falta de critica
juridica pelos dous meios por mim apun-
tados.
Os juizes tem por tal modo se acostu-
mado a contar com os estreitos limites
dos autos para a viia vegetativa das suas
decises, qu j chegam a erigir em direi-
to a pretenyao de qm essas dec sas es-
capeen critica doa competentes e apre-
cia9ao do publico em geral.
Abalanyar-Be alguem a essa critica
toma, as poucas vezes que ito acontece,
as proporces de um crime ou pelo me-
aos de um grande desaforo, como j tive
occasiao de dizeUo.
lato nao pode continuar.
Si a sciencia j nao teco pretencSas a
escapar critica, como admittir h je que
a tenba at a ignoraacia ?
E' preciso acabar com semelhante pre-
coaceito e ensinar os juizes a terem mais
sc'encia e algnmas vezes mais moralida-
dade e em todos es casos menos amor
proprio.
Para conseguil-o indispensavel crear
para os juizea urna situa^ao teda diversa
da em que olles se achara actualmente ;
necessario fazel-os ter sempre diante
dos olhos a certeza da constante ficali-
saco de seus actos como orgSos do poder
judiciario, obrigando-os assim ao estudo
e ao mais escru >ulo&o Comprimento de
seus deveres ; sujiitar esses actos ao exa-
me e critica dos compe'e tea, para qne
sejam apoiados e pplaudidos, quando di-
gnos d'isto e combatidos e condemnados,
quando o merecerem.
Estou certo de que postas as cousas
ueste p, melborar&o as eondicSes juridi
cas e at moraes dos nossos tribunaes e o
nivel de nossa justica come9ar a subir
at attingir as emneacias dos nossos fo-
ros de povo civ Usado.
D'aqui fa90, pois, um appello aos mena
distinctos collegas do loro e da Faculdade
de Direito, para que, congregando as
suas for9as, a que juntarei o frac con-
tingente da minba boa vontade orga-
nizem neati capital um Instituto de
advogados, tantas vezas tentado e outras
ta itas maUograd e criem na imprensa
um o'go, que ambos sirvam especialmen-
te para a explana^o das questSes de di-
rei-o sob o ponto de vista prat co-so-
cial.
A a-tis'acao de to urgente necessidade
j nao pode ser adiada.
Outros Estado da Repblica, alguns
dos quaes, alia, nio sao sedes de Facul-
dades Juridica*, nem tem ama vida fo-
rense to ex pau d a, como o nosso, j se
compenetraram do dever de oesorrer
sati>fa9ao de idntica necessidade.
S Pemambuco nfio se move.
A Capital Federal tem o Direito, a Re-
vista do Instituto da Ordem dos advoga-
dos brazeiros e nao sei ee ainda h"je a
Gaceta Juridica.
8A0 Paulo possue a Gateta Jurdica do
Estado de So Paulo.
A Bahia sustenta a'Revista dos Tribu-
oaes e Alagoas publi a a Jurisprudencia
O procedimento desses Eatados digno
de ser por bs imitado.
Si n propria Europa, onde os estados
jurdicos tem ebegado a um grau de
desen vol cimento, que por ora constitne
apenas urna as-irago para nos ; si na
E iropa, o ide se encontra urna magistra-
tura em geral selecta pela cultura intel-
lectual e por oa^as razSes, a boa admi-
niatracSo da justifa e a necessidade di
favorecer os progreasos da jurisprudencia
aconselbam e determinam a cre^ao de
revistas e do jornaes, consagrados ao
estudo theorico-praticj ou exclusivamen-
te pratico do direito em suas mltiplas
relaces com oa differentes ramia da acti-
vidade social, o que diremos do Brazil,
onda, na phrase do j citado Tobas Bar-
retto, a juri'prudencia ainda se ocha con-
demnada a trabal/tos de SERVENTE sob ai
ordena da praxe >
E' meamo para notar qne exactamente
nos paizes, em que maia ae desenvolve e
progriie o estudo do direi.'o, que mais
numerosos sao 03 jornaea e revistas de
jurisprudencia.
Para dar um s exemplo, bata citar a
I'alia, qi*, neste particular, talvez boje
a nenbum outro paz da Europa ceda a
palma.
P.r* fazer-8e urna ideia do que acabo
de affirmar ci'arei algum dos importantes
jornaea e revistas de jurisprudencia, que
ae p blicam nease pa E I-08 :
Annali de lia giurisprudenza italiana,
reviit* fundada em Florenja por urna 10-
ciedade de magistrado*, de professores de
d reito e de jurisconsultos do reino ;
Archivio giuridico sob a direcc&o de
Feliopo Ser.fini e do outros proleasores
da Univeraidada de Pisa;
Giurisprudenaa italiana, publicada em
Roma 9 em Turim j
II foro italiano, que se publica em
Roma ;
La giurisprudenza de Turim ;
Lalegge. folha judicaria soo a d reo
9*!o do urofes'or Saredo em Roma ;
Monitore dti tribunali, |>ublica9&o de
Ml&o ;
Revista giuridica bolognese, que, como
seu titulo o indica, apparce em Bolonha ;
7ew{ genovesi, soo a cirecgo de Tito
Orsini, B'sna or e presidente do Institu 1
dos Advogados de Genova ;
lemi vneta, qus sa publica em Ve-
neza sob a direito do professor Bolaffio;
La scienza del diritto prvalo, revista
critica de pb losophia do direito, e le-
gisla95o e d* j risprodencia, que se pu-
blica em Flora 9a sob a d reC91lo de
ic'Ageanno, a vogad em Palomo e de
Alfredo Tort .r, advogado em Floren9;
II diritto commerrcial, sob a i rec9o
dos pr.fessoraa Supino e Seraoni, em
Pisa;
Eco de giurisprudenza commercial de
Geqpv.a ;
Revista pnale, sob a drec95o de Luigi
Luchini, deputdi ao parlamento e c^n-
aelheir) naCorte de C-ssa93o de Roma,
em Tur-m ;
Giustizia administrativa, cuja publi-
c cao se fa em R.m.
Diante de taea exemplos, que s5o bera
eloqumtes, e mais do qie i=to, da neceh-
sdads real e palpi:mt' de amparar oa
interesse jiiridico da sociedade, no meio
daqual vivemos e cujo p o^resso n senda
do dir ito devem pr moer t dos aquelles
'que por se s ta entos e estudos especiaes
estao no caso d f zei-o, aoirtdito qua ser
, tom da em coisdeia9ao a minta lem-
I branfa, vi- do assim em breve a ser urna
lrealid.de entr toso Instituto dos Advo-
gafloa de Pemambuco e urna Revista coo-
sagrada aos interesaos d> f^ro e da juris-
prudencia.
Recife, 22 de Julbo de 1893.
Dr. Jos Vicente Meira de Vasconcellos.
(Contina)
fDBUUCOE* PED,D0
Avisto
Nos abaixo assignados, cora negocios
de estivas nesta pra9a, ag-adecendo aos
nossos amigos que honraram-rios com
c>nsigna95ns de assucar, viemos declarar.
Ibes que nao continuaremos a acceital-as
por ter deixado este ramo de negocio.
Figueiredo Costa & C*.
O Bacbarel Esperidio Ferreira Mon-
teiro tem escriptorio de advogado Praca
7, antigo Pateo do Coegio n. 77, 1.
ndar. ____
Commerclo de Fazendas
Convidamos os Srs. commerciantes de
fazendas a comparecer no d a 25 do cor-
rente, ao me o dia, no 1 andar da casa
n. 73, ao caes do Apollo, afim de toma-
rem conbecimento do occorrido relattva-
men'e diatnbai$2o do respectivo impos-
to sobre estabelecimentos de vendas de
fazendas.
Recife, 23 de Julbo de 1895.
Rodrigues Lima c C.
Souza Noguq ra & C.
P. p. Gon9alves, Cnnba & C.
Augusto Cunba Lel.
Joaqu m Gon9lves Se C.
Agos-inho Santos & C.
Guerra & Fernandes.
Martina &c R drigues.
Rodrigo 1 arvalho &. C.
J. Fernando da Silva. Pinto.
Albino Amorim & C.
Loureiro Maia Se C.
Al ves de Brito & C.
Ventura Matheus 4 C.
Piaa, Loureiro &&C.
Andrade Maia & C.
l'ere ra 4c Magalhes.
Silveira & C.
Ciniwellicro Josm Antonio Sa-
raiva
Benjamn Aristides Fcreira Banderu,
sua mulher e Sinos, tendo recebido a in-
fausta notic a do fallecimeuto de seu pre-
sado primo e ge eroso amigo Conselheiro
Jos Antt nio S raiva, convdam as seus
amigos e aos do Venerando m'-rto paia
assistirem s missas que pelo teu ter o
repouso, mandam celebrar, na segu dn-
feira, 29 do corrente, s 8 horas da mu-
nhS na ma nz da Boa-Vista.
Marechal Floriano Pei-
nlo
A commissSo abaixo assignada, em
nome do Governo do Estado e Coronal
Commaudante da Guarni^ao Militar,
querendo prestar horneoagem de sau-
dosissima lembranca e immorredoura
gratido ao Horneas aue, morrendo, dei-
xou impreenchivel vacuo na Sociedad^
Brazileira, manda celebrar, no dia 29 do
corrente, s 10 horas da manha na igreja
Conce9o dos Militares, exequias solemnes
pelo repouso eterno do pranteado Marechal
Floriano Peixoto, para cujo acto convida
geralmente a todas as classes, hypotecan-
do-lhes, pelas suas presen9as, eterno reco-
nheci ment
Recife, 23 de Julbo da 1895.
Assignados :
Commiseo Federal
Alfe es Luiz Gom s Monteiro de Mello.
Joaquina Manoel de Medeiros.
Mario Romulo Vaz de Uliveira.
Com missao Es tadoal
Coronel Leoncio Luiz Pint 1 Bibeiro.
Tenente-coroael Franciaco Teiseira de
Carvalho.
Teen te-coronel Ry mundo Magno da
Silva.
Tenentc-coronel Jos Ottoni Ribeiro Fran-
co.
Despedida
Retirando-me temporariamente por mo-
tivo de molestia para Europa a bordo do
vapor Nile e n5o podendo pela presteza
de u.nha viagem, despedir-me dos ami.
gos, o fatjo pelo presente offerecendo meus
limitados prestimos emqualquer logarem
que meache.
Recife, 19 de Jnlho de 1895.
Francisco Lauria
Protesto
O Directorio da A socia-
^ao Comnercial Beneficen-
te do3 Mercieiios, na quali-
dade de z^ladora de* inte
rsse8 de sua classe, tendo
scienc ade queoutras classes
contribuintes dos imposto*
referentes a tabella A anne-
xa a lei n. 121 de 23 de
Junhode 1895, qnerem in-
cluidos na distribucao dos
impontos que lhes compete
pagar, vem solemne mente
declarar que protesta desde
ja por estas llegalidades e
fara opportunamente preva-
lecer os direitos da lei, pe-
rante os poderes pblicos do
E tado.
Recife 18 de Julho
de 1895.
O director,
. Joaquim Chistovao,
O secretario,
Polybio de Olivara Pinto.
Ao commereio
Jarto Mara d'Albu(|aerqae
Olftreira t Filhos commuiii-
caan ao commereio e seus
amigo* que madaram seu es-
criptorio para a ra do Com-
mereio u: 1H andar.
Recife, 93 de Julho de 1895.
Jouo Maria Albnquerque OU-
veira ajfc Fiihos.
Peitoral ^e Caucar
Parecer do Dr. Francisco Sil-
i veira
O Peitoral de Cambar, de Souzaj
Soaresr um poderoso expectorante)
Tenho-o empregado commuito pro-1
veito as molestias brorrcho-pulmona-
res [ Dr Francisco Augusta da Silvf-t
)%a) Recife.
---------------^----------
Agencia geral de privile-
gios de inveneao e registro de
mareas
ADOLPHO BAILLY
caixa do Correi 8t4=-=20pltal
Federal
Trata se por correspondencia
Advegado
O bacharel Antonio Tolentino Rodri-
gues Campos, procurador dos Feitos da
Fazanda do Estado, pode ser procurado
em seu escriptorio t Pra^a 17 n. 79, das
10 horas da manha s 4 da tarda.
Bronctiite ?sthmatica
O DR. COELHO LEITE, Clnico de
justa nomeada na cidade do Rec.fe,
attesta que o
Xarope de Lobelia* .aflata
ro
PHARMACEUTICO
ILDEFONSO 1 AZKYEDO
E' excellente no rratamento da B RON-
CHITE ASTHMATICA
Depsitos:
Ra BarSo da Victoria 37, 1.- andar.
Pharmacia Conceisao.
Pharmacia Alfredo Ferreira e vea todas
as boas pharmacias.
Pemambuco
O l)r. Geminiano Costa
Parceer sobre o Peitoral de
. Cambara
Tendo empregado por varias vezes o
Peitoral de Cambar, do Sr. Souza Soa-
res, de Pelotas, tirei sempre muito
bom resultado, quer na .enfermara de
^marinha, quer na mnha clnica parti-
cular, pelo que aconselho sempre es*
preparado aos que soffrem de bronchi-
te, principalmente asthmatica Dr.
Geminiano los da Costa. [Belm do
Para.]
Botueat
Deve Ber lida com interesse a segointe
noticia, qne a Fanfwtla publiea a pro-
posito dos productoa medicnaes, prepa-
rados pelo Sr. Di Carloa :
Todo o Brazil, espeoialmenU este
floreacentiasimo Estado, tem ouTido val-
lar do Elixir e de ootraa especialidades!
ja^dicinae. do Sr. M. Morato, mas uem|
todos conhecem o alto mrito, a bonda-
de, a tenacidade e a gentileza do preua-
rador desserproductos, o Sr. D. Ca los,
que um joven cheio de intelligencia,
de estudos, que com o seu Lbor incan-
cavel soube ganhar o elegios de varias
celebridades medicas e tantos attestados
de benemerencia por parte de numerosos
doentea, hoje pfrfeitaarente curados pelo
mu'a vil huso Elixir.
E visto abordamos1 este fssumpto, dd-
vensos dizer, por amor verdade, que
tanto bb pilulaa de Tayuy como o Eli-
xir M. Moratj sao productos examinados
e approvados pela Inspectora Geral de
Saude, do Rio de Janeir-, e que a sua
venda foi autorisada cel governo federal,
primeiro, e pelo de S Paulo, depois.
O Elixir, tendo por base certas plan-
tas raras que se encontram na flora de
nossiw ser.oej, s serve para a oura mi-
racul aa da asthma, do cancro da* do-
res rheumaticas, da syphiles da terrivel
morpha.
O seu segredo foi revelado, ha bastan-
te tempo, pelo ebefe de urna tribu de in-
dioa, cujo nome agora no? escapa, cas
que oppoBtunamente designaremo3, por
que este facto se prende urna nteressante
historieta, que vale a pena ser narrada.
O estabeleoi ment do Sr. D. Carlos
tem urna importancia excepcional e pode
competir com. os melhoras desse genero,
que se acham as domis pariea do
mundo.
As istimos ha alguna das, prepara-
cSo deste Elixir, acompanbando atienta-
mente tods o trabalhos, desde a tritura-
co d>-s vegetaes at ao eacasotamente,
ao qual se aegue a expedido para aa
mais importantes-pbarmacis da Europa.
Alm do curioso -rocesso, sao dignos
de admirar a fiscalisacjlo, ordem, disci-
plina que reinam no ampio laboratorio,
do qual s hoje o Sr. D. Carlos, cometa
a c.lher os fructos, alias altamente lison-
geiros, tanto pelo lado moral como pelo
pecuniario.
O Sr. D. Carlos nao se deixa, porm,
dormir sobre os louros, cogitando sem-
pre em ampliar mais o seu estabelecimen-
to, estudaado o processo para o fabrico
de outros productos medicinad que se-
ro, antes de tudo, submettidos analy-
se dos mais notaveis e- ntelgentes m-
dicos-
Os nosaos cumprimentos a esse ho-
mem illustre que em Btucat, gosa da
geral syaipathia e ao qual desojamos
rosperos negocios.
------------ ?----------,
Terrivel tosse secca
Cura do Peitoral de Cambar
O Sr. Joaquim Alves Ca\alcanti, resi-
dente na cidade da Fortaleza, declara,
que sua mulher, soffrendo durante aous
annos de urna horrivel tosse secca com
dores no peito, para a qual o---achoti
allivio na medicina, curou-se com o
Peitoral de Cambar, de Souza Soares.
O agenteCompanhia de Drogas e
xoductos Chimices.
A.u Paradia des Da mes
Especialidade em sedas, brancas, pretag
de cores, gases, surahs, para casamen-s
etos, bailes e- pasaetos, para grande "esco
.ha.
38 Ra B. da Viciara 38
Tlete S9
------------*--------r\
Au Paradis tiesDames
Casa especial de artigos para
Noivas
Rila Ba:*j da V doria 38
Teepboaae i9
Duzia
Garrafa
250000
20500
Bronchite asthmatica
Curada pelo Peitoral de Cam-
bar
O Sr. Joo Antonio da Silva, residents
no Barreado, Minas-Geraes, curou-so
de urna bronchite asthmatica que ha
8 mezes o atormentava, j n5o o dei -
xando dormir, com o uso do Peitoraldt
Cambar, de Souza Soares.
O agente Companhia de Drogas Pro-
ductos Chimices.
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto dr Mendon^a
Consultorio : Ra da Imperatra n. 8,
1.- andar.
Consultat: de 1 aa 3 da Urde.

\

*
HYGIKNE DA BAHA
(Copia)
Usando das attribnii,oes qne me sao con-
feridas pelo Regulamento San'tarii em vi-
gor e tendo em vista os documentos pre-
sentados comprovaado a anal-ysa ea licen-
ja concedida pelalnapectoria Geral de Hy-
giene do Estado de Purnambuc, concedo
licencaao Pharmaceutico Antn o Mar-
tiniano Veras para expor a venda neste I
Estado o preparado denominado Cognac
Brazileiro de sua conteccao. E, para
constar passou-se o presente que, pagos
oa emolumentos e assignado, se registrar
para os devidos effeitos.
O inspector.
(Assignado) Eduardo O. Costa.
Secretara da Inspectora de Hygiene
da Bahia, 12 de Julho de 1895.
O secretario
Pr. Antonio Augusto de Figueiredo.
(Sobre estampilhas) de 46400.
N. 2.872-Rs. 5*000.
(Pagon de emolumentos na Recebedoria
da Baha)
O fiel
(Assignado) iV. M, da Silva.
Reg. a fls. 88 V. do L. compatente.
I. de H. do E. Federado da Baha, 12
de Julho de 1895.
(asignado) Dr. Muniz Barrety.


i
i
*m iO
I HftEI
------------------------
i



*?
Diario de Pernambaco > ftainta-feira $5 de Jullio de 18*15
mm*
Peitoral de Cambar Clnica medica cirur
\

1:&00$>000
D-se esta quantia a quem {trovar a
io authenticidade da declara?o infraj
Ha mais de 5 annos que eu soffria
de um grave bronchite, havendo das
e lancar mais de meia garrafa de san-
gue e nao podendo muitas vezes con-
ciliar o somno.
J sem esperanzas de restabelecimen-
to, com as forcas exhaustas, resolv,
a conselho de um amigo, tomar o Vei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e,
logo aos primeiros frascos, sent urna
melhora consideravel, podendo dormir
e deixando de lancar sangue.
Com a continuado do remedio, os
soffrimentos foram gradualmente desap-
parecendo e hoje acho-me completa-
mente restabelecido Joao Jos Z
bendo (Lavrador em Canta gallo, fcsta-
do Rio de Janeiro ]
O agenteCompan/tta de Drogas e
Productos Chimicos. ^^
NMJMZrV
f A bronchite que sobrevem a Influ
tnza as Corysas (difluxos) acompanh-
das de reaeco febril, brotulwpneumo-
via, catharro pulmonar com febre ele-
vada, tuberadose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, as/ima,
larangite, molestia dagff'ganta, tnsom-
nirs e tosses sufocantes Cidem immedia-
tamente ao uso do
XaropedeLobeliainflata
Ether bromad
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico'
approvada pela illustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
Os grandes resultados obtidos pelo
Xarope do Lobelia Inflata, no tratamen
toda Influenza podem ser attestados
por centenas de pessoas da maior ex-
cepfo, residentes n'esta cidade.
Depsitos *
Ra do BarSo da Victoria n. 37, I an-
dar, sala posterior.
Peraambco
Coronel Frederico Chaves
Medico horoeopatha
Ra BarS* d Victoria
N. 37 I.' andar
i
gica
Do Dr. Donalncuea da oliva
Especialidades : melesilss de eeoboras, crlaa-
cas, de apparelbo respiratorio e cieesiivo
Da coosoUsb cas 40 a ( da tarde em saa resi-
dencia e paieo do Terco n. 33.
Alteode a chamados para fera da cidade.
Elxir M. Norato
Tcmeio Elxir M. Morato preparado
por D. Carlos, e estuu boni completamente
das empigens que me perseguiam. Agra-
decendo.
Sou etc. etc.
S. Paulo.
Jos A Ivs Marquee.
Deposito em Pernambuco Comp. de
Drogas e Productos Chimicos.
Cirnrgiao dentista
Jos Hygino de Miranda, cirurgiSo
dentista, "abri aeu consultorio na ra
Nova n. 19, 1*andar.
f.OfflfflEBC.lO
olf a Com me rol a I <* Pe mam-
bOCD
fCTACOBS OWHAH da IWNTA OS 0rbT0R8
iraja o Recite, Iidel*Uiode 1895
No bou ve cola cao.
O presidente
Antonio Marqoe* aeAmerim.
6 secretario
Mantel 8 do Silva Pi.to.
Cambio
Os Bancos abrtram coui a laxa de 10 3|4 10-
b.e Londres a 90 aias, bauaodo depois para
10 5i8 appareceodo poneos tomadores.
De tarde o Lindoo Bank e Rier Pate oere-
iiam saccar a 10 3,4.
Letras particulares e nanearlas repassadas lo-
m vendidas a 10 7,8.
Cetace de genero
T*rm agneullor
Aasucar
Branco. idetr, dem. J/600 a 3SW
Soaeaos.llenjjdem x*W0 a JoOl
Mascavado, dem, dem. 1-8W a >f Brnio melado dem, dem I60 a 1*700
Rtame, dem dem 1*3(W a 1*W0
Algorfa
Vendido 110*600 por 1S kilos.
tleool
?>r pipa de 80 litro 205* venia.
Agaardrnte
Por pipa de WW litros 115* venda.
Caso roa
Seceos salgados aa Dase de ll kilos 1* ris.
nata.
Verdes 700 ris, ootntaal
Carnanba
Cota.se de 23* a 35*006 por 15 kiios.
el
Por 100*000 nomina!.
TAEELLA DAS ENTRADAS DE AS-
SUCAR E ALQODaO
Mez de Julho
Dr. Francisco Leopoldino
Especialidades : Pebres, molestias de
crianzas, syphiliticas e da pella.
Consultas de 1 s 3 horas da tarde
roa do Mrquez de Olinda n. 38, 1."
andar.
ResidenciaRa da Santa Cruz n. 72.
Telephone n. 214.
Chamados por escripto.
Capas impermaaveis para hornera
receben 0
Aa Faradls des Damos
Elixir depura-
tivo vegetal
Formula de Angelino Jos
dos Santos ndrade
Ipprovadc pela Inspectora Geral de Hy-
giene Publica do Rio de Janeiro em 2(
de Julho de 1887.
Est a depurativo de grande eficacia as mo-
estiaa svphilitica pe inr.orexa do sangoe; assim
somo em todas as molestias das senboras.
Tem curado radicalmente militas pessoas ac
commettidas da terrivel moles bariberi.
Rbenmatismo sypbilltico ou gotozo, dor acia
tica erupces de peile, cancros, e etncros ve-
nreos, flores brancas, bysterismo, frooxid&o de
ervos, irles e ootras iotlammacea dos olho
molestas do ligado, escropbnlas, escerboto*
soflrimentcs de estomago, ulceras, gommas, fis-
olas, empinge dens, auros, pannos e mancbat
da peile, bobas e boooes, sarnas, catarrhos e
qnaesquer moidstias da bexiga, entre ontras
albuionria, ourinas doces e sanguinolenias
anemia, paralysia, erisipelas, e inflammacle
pas peroas hemorrboidas, ma, s b '^yi 0>-
oelles, tumores, nevralgias, e elepbsntlazs da
morpha, as irregularidades damenstruaco.
Prova-se com aquello nnmero de attestados
publicados e os qoe existen: em nosso poder
afficaci deste elixir as molestias indicad?*.
Encontr so a venda na Botica
do Rosarlo n. 3&
A'rua Barao da Victoria n. 37 se dar loda
jna!qoer explicado que for precisoecerca desti
Sopare*.
Calado rom r.linFsk$oe
Modo de usar
Os adultos tomario quatro colhere das d
-opa pe maob e aoatro & uelte.
As criaucas de i a 1 annos tomarao'uma ce
iber pela manda e omra a naite e as de 5.a
annos tomarao duas comeres pela maob daas
cite
Elixir Ati-Febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
de
Manuel Cardoso Jnior
Approvado em Si de Marjo de 896 pelala?pec-
lu'ia Geral da digna Junta de UyKiene do Rio
de Janeiro.
Este Elmr de ctmposicSo toda vegetal pre-
parado eegoudo ae reeras pbarmaceuticas, acoo-
eelDadas pelos autores moderos e de reconbe
cida caD.cidsde scientiHca tanto no paiz cemo
00 extrangeiro.
flarcacas.....
Vapores.....
Animaes.....
Estrada da Perro Central.
dem de 3. Francisco. .
dem doLimoetro. .
Semoia.
i)is Haccoa
1 t 13 4192
i a 20
i a SUj 967
i a 20* 4367
1 a 47 15805
I 16 679
Sacca*
120
(51
857
3615
' 26310' 5045
KiBortaean
aeclfe, 23 de Julho de 185
rara o exterior
No vapor ioglea ExpUrer, para Liver-
pool, carresoa :
V. Neeseo, 16 fardos erm 2,752 kiloi de algo-
_ No vspor iacle C. Prioce, para New
Yo fe, carreer.:m ;
t. Williams & C, 17000 pelles de;carneiro e
9000 ditas de caora.
R. Brotbars. 2.693 pella de cabra e 722 diia
ae carneiro, 1000 coures salgados paaanao 1SC00
kilos.
i o Poto, carreaou :
C. de Estiva, I caixa eom 48 k los de doce.
Para o interior
No vapor fraocex Matapao. para Uru-
goaiana, carregaram :
P. Pin:o & C, 50 pipas com 24.000 litros de
agurdente.
Para Smlos, carregaram :
Kaotback &, lirunler, 300 saceos com I8,uj
kii'a de assocar mase vado e 350 ditos com....
llOOO diioi de dito braoco.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
J. 6. de Araujo, 50 pipas com 2t,6O0 litros
de agurdeme.
S. Bels Rodrigues. 553 saceos com 33,180
kilos de assucar braoco e 23 nos com l.Joo
diios de dito mascavado.
G. Paolle, 10 pipas com 5,120 litros de a
cool.
Para Babia, carretaram :
J. Salgueiral & C 80 Darricas com 5000 kilos
de asBucar refinado.
No vapor ioe'ex Bourron, para Rio de
Jaoeiro, carreitaram : ...
M. Lima A C, 38 pipas com 18,240 litros de
aguardeate.
No vapor nacional Alagoai, para Babia,
carregaram : _. .,
P. Alvea c C 70 barricas com 4,110 kilos de
aasucar reflaado
Para Rio de Janeiro, carregaram :
E. Suva. 1000 genmaos.
M. s. Franco, 23 kma.
J. A. de Abren. 295 saceos com 17,700 kilos
de assocar Draica.
No vapor nacional Mercurio, para Victo-
ria, carregoa :
J. G. vleme, 337 barris com 21,356 litros de
agoardenie.
No vapor Ingles C. Prioce., para o Para,
carreeararo :
J. a. Foaseca. 2000 calxas com 26000 kilos
de aabao.
J. M. de Abren, 586 saceos com 42.116 kilos
de assucar braoco.
No Diate Crrelo de Natal*, para Natal,
carrecaram :
P. Irmaas & C, 120 caixas com 2760 kilos de
rabie.
S. Araojo 4 C. 120 caixas com 2760 kilos de
sabio.
Oliveira C, 1 barrica com 99 kilos de asso-
car brauco e 14 ditas com 981 ditas de dito re-
Aseste.
Para Macabiba, carregaram :
Beltrao Irmae, 20 volantes com 400 kilos
de estopa.
Na barcaca Amelia, para Villa da Penca,
carregaram :
S. Araujo A C, 30 caixas com 2,990 silos de
sabio.
Na barcaca .Pheou*, para Maragogy, car-
regaram :
P. carvalbo & C, 1 barril com 40 litros de
vinagre 4 caixas com 88 kilos de sabio.
No biate O. Antonia*, para Aracaty. car-
earan :
P. hodngne8 C, 1 calxa com 30 kilos de
fumo.
J. S. do Amasa! A C, 30 caixas com 240 li-
tros de eenebra, 20 ditas com 160 ditos de vinbo
de fru'tas. 10 dltts com 100 ditos de cidra-
M.noel do Reco, 8 caixas com 120 kilos de
cera em vellas.
No biatc Victoria, para Camossim, carre-
% o :
Maooel do Reg, i caixas com 30 kilos de cera
em vellas.
Este Elixir o producto olo s do grande cr.
ludo das accO s physiologlcas das sobstanclps
como tambem patolgicas, como tambem o re-
soltado das inmensas appIlcacOes nos diversos
casos de febrps de funde palustre,
A applicacao de^Este Elixir na grande epide-
mia de bexigas de 1890 a.1891 mais orna vea
demonsirou a ana fincada; pon no principio dos
i rlmeiroa symptomas a bexiga aborta, e em |ca-
si'B mais aaiaotados a bexiga pai>8a a ser amo
loenca febril volear apresentaodo pequeas *tu-
mefrcOes que cem a continuaco do elixir desa-
parecem sem todava apreseotar recelos de pe-
neo.
U multes attestados poblicados no Diario de
Pernamboco e Gaieta da Tarde* provam o qce
diseos.
Nos casos de febre amarella o effeiloeadml
ravel.apreaentando pbenomeoos to maravtlbo
os qoe nesta cidade do Recife e 00 da Rio de
Janeiro pooco recelo caosa a febre amarella
mesmo estando o doente com vomito pretos.
sanguneonestes ol'imoe periodos entio ne-
cesario a applicacao em ;alta dose, desprexando
tibella aonexa.
Este Elixir j conhecido do publico de nm
grande nomero de dignos mdicos apreseotado
para combater os ditferentes ncommodos todos
ellea de carcter febril.
Por muito lempo tivemos occasiao de 'aier a
applicacao as teb:3e erysipellosas e com t4o
bom resultado qoe ficacos admirados de to al-
tos effeiios.
Pela pratica ebegamos r. conbecer qoe nos
ataqoes de feore erysipellosa oo erysipella como
volgamente se dn necessarlo o uso de 10 dlar
do Elixir.
Nos grandes incommodos das senboras mene-
roacio, gravidei e nos casos de parto com fe.
ore de em resoltado mu > ce to e Begco em
a sna composic&o tao sijiplesqne nao off-rece
receio de applicar o Elixir nem mesmo em dos<>s
superiores as indicadas na tabella infra.
Pedimos aos digniBsimos mdicos aue deseja-
rem fazer uso deste Elixir em sna curuca rao se
sajeitarem a oossa prescripcao, mas srm faser a
applicacao em Darmoaia com os casos qnedese
jarem combater, certos de que o medicamento
da composicao innocente para o organismo por
mais frgil que seja.
Modo de asar
A's enancan ate um anno tO gotas de 2 em 2
horas em urna colber das de sopa cbea d agoa
ira.
De nm a 'res 3nno? 15 gottas.
De 3 a 10 aonos em atante 40 goltas etc.
Estas doses devem sempre ser applicadas em
agoa fra.
TepoaitoH
Compannia de Drogas e Producios Cbimicos
R".cife, roa do Marques de Olinda n. 23.
Nacional Pbarmacia, roa Larga do Rosarlo o.
35.
Pbarmacia Oriental, ra Estrella do Roraoii
n 3
Pbarmacia Alfredo Ferreira. roa do BarSo da
Victoria n. 14.
Pbarmacia Martins, roa Doque de Caxias n.
83.
Pharmacia Ribeiro, praca Maciel Pinbeiro 22.
Poarmacia Victorieose de L011 Ignacio de Ao-
drade Lima, cidade da Victoria
Para qdatqoer InformacSo sera encontrado o
aotor na roa Estreita do Rosario n. 17.
Ob nostos frascos sao quadrados e conta go-
tas. N'um lado teem gravado Ehrir anle-feonl
e no outroMaooel CardosoPernambuco, e to
doa o: prospectos rao asswnados por Maoue
Cardoso Jnior, sendo falsos os que nao forem
assigoados.
UDITAES
0 Prefeito do Monlclnio dn Recife, de <"or-
fo'mldade com o arl. 4o da Le n. 99 de 10 de
Junbo do correte anno, fa poblico qoe organi-
aou a seeoin-e lista dos cida'S" qoe teem pe
votar na elelcao de Gobernador e Vioe-Goveroa-
dor no da 7 de Deiembao de 1895.
Fregoeilade S. Jo t
Julio Carneiro da 'Jooba,
Jos Calasans de Figu-irtdo.
Jo.ama, Frederico de Stnt'Aona.
Joi Fraacirco de Palva.
Joliao Augusto da Rocha.
Joo Emiliano Pai de Vasc.ncellos.
Jos Conolan de Souia.
Juse Camillu Rmaeoeira,
Jof Peixolo ae ADr. u Lian.
Joao Pedro da Croa Salles.
Jos Horges de M oeies.
Joao Marques da Silva.
Jos da Cambra Haot'lago.
No blate Crrelo Paranibaoo, parv Para
hiba, carreeararo : *
S. Araojo & C, 120 caixas com 2760 kilos de
sabao.
Na barcaca Pbenix, para Miragogj. car-
resaram :
J. S. doAmaral & C. 2 ba-rls cem 180 litros
de vinagra e 1 barril com 90 ditos de viobo de
frucUs.
S. Figueiredo & C, 1 caixa com 25 kilos de
sa ao.
Rendlntentoa pabileoa
Mes de Julho de 1895
Alfanega
Renda geral :
Do dia 1 a 23 1,190:616W6
dem de 24 45.8>79o8
Renda do Estado :
Do da 1 a 23 101:4454100
dem de 24 5:474*996
Somma. total
1,236:4641784
106:9204396
M43:385*180
2* seceSo da Allandega de Pernambuco, 24
de Julho de 1805.
0 chefe da seceo
L. F. Codecera.
Pelo tbeeoareiro
Bemenegildo N. Cbaves.
R ECEBEDORIA DO ESTADO
Do dia I a 23
dem de 24
RECITE DttAINAGB
Do dia 1 a 23
dem de 24
76:9294365
186984868
95 6284233
5.3894728
4
5:3894728
JHoTimento do porto
Natos entrado no dia 24
New-York e escala24 fdias, vapor alleoao Ss.
leroo de 1419 loneladas, commandaote F.
Chamberg, eqoipagfm 29. (carga varios gne-
ros a Pereira Carneiro & C-
Boeoos Ayres15 das, vapor ingles Mortlbke
de 1670 toneladas, commandanle c. S.
Fnrsier, equipagetn 26, carga varios gneros,
Wilson Sons & C.
Navios sabidos 00 mesmo dia
Pbilalelphia Barca ponogoesa Venturosa
capitao Antonio Domingos 1 Concalves, em
lastro.
Mercado Mauieipol de S. los
Omovimento deste mercado no da 33 de Jolbo
(1 o seguinte *
Entrsram :
48 bois pesando 7.642 kilos
360 kilos de peixe a 20 rs. 74200
4 compart. com mariscosa 100 re. 1400
5 ditos com camarOes 100 ri. 4500
26 i/2 columnas a 600 re. 154600
2 carga com gallinbas a 600 rs. 14000
6 cassaaes com gallinbas a 300 rs. 148
8 cargas com mtloo verde a 300 rs. 24400
1 carga com amendolm a 300 4300
4 cargas com batatas a 300 rs. 14200
t cargas com macacheiraa a 300 rs. 4309
1 cargas com ceboliubo a 300 r*. 4600
1 cargas com gerlmuDS a 300 rs. 4310
9Jrargaa com verduras a 300 rs. 24700
os-. Anselmo Velloso,
oaqom Cavalcaote.
Jof do Reg Accioly.
Jdr MkoofI Ferpira,
Jce ne Oliveira Gures.
Jo-e Fer-eira de Meodonca.
Joaqnim Loix da Cosa Waoderley.
Jos Francisco de Mello.
Jos Jcaqoim Hilario da Silva.
Joao Pirriplig oe Sonsa.
Jorqotn FanciBco da Costa Fialbo,
ore. Fraooi-c de Aimeida Qutiroi Fonseca,
Joao Capistrano nos Sanios.
Jos Jaooano da Silva Saotor.
J0A0 da Hora Reg Vieira.
Joao Fran:lCo da Silva,
Joao Aueoso de Siqoeira.
Juno Alves da Silva.
Joao da Silva Sanio- Jome.
Jos Ctlazans Mello do* Santos.
Joaqoim Jos N ^uei-a Cdstello Branco.
Joaqolm Antooto SjpIo- Lima.
Loix de Franja das Cbagas.
Libanio Presidio de Carvalbo.
L011 Km Cesr.
Lu Marios Z-fenn Costa.
Leopolmco II iefouso de Santa Anua.
Lo'z Anooio Civalcanie de Albuquerqoe.
Luciano Doroellas Pereira da Silva.
Loiz Alves ua Silva B'azil-iro Alencar.
Ludgero Ferreira de Freltas.
LmzCordeiro uavaloote Galvaa.
Liberato Jos dor Siotos.
Lu 1 Cordeiro Benevides.
Luiz Morelra da S isa Pinto.
Ladgero Antonio de Freltas tne-ra.
Luiz de Franca Prix-'de-'.
l)r. Luiz F eienro Codecetra.
Levioo da Cosa Goimarae^.
Loiz Gallberme da Fonseca.
Loii Cozaga Muniz Menaes.
Luiz Sllvino Braga.
Lau-emino Odorico de Freitas.
Luiz Francirco dos Sinias Fragata.
Luureoco J j> quim VirSes.
Lourengo Alves de B-itto.
L odeeario A-ilooio de O iveira.
Ludee e Rkuob Chaves.
Luiz Francisco Vieira de Luna.
Loureoco "as Neves Gomes.
Lodgero No^oeiri Lima.
Lu z Rodrigue MtDdes da Silva.
Luiz beserra.
L'iiz Francisco Ribeiro.
Loiz Dam:5a de Ar^n) 1 Mello.
Loiz Francisco da Cunta.
Luiz Jacio ho Pavso.
Loiz A nonio Abes Pa-soa.
Luiz Joo da S Iva bapusia.
C.D'iao Lo gero Pereira Dutra,
Liu*eo(o Josi'iii.iio L-un-i.
Alteres Lino Macbado D as.
Leobalio Llbtrato -ios SOtos Fragoro.
Lo z Gomes de Finonrelo,
Loiz Francisco das Cbagas.
Loiz Jo-e Feroauo'S.
Lucio Hraziliaoo M Pires.
Loiz de Franca S^ni'Anou.
L npoldino C ros da Veiga.
Luiz Frauciscu Rib-iro aa S.lva.
Luciano Jo' Du- Go mi-ae-.
Ladislao Fe'ppe de M> edo.
Luis K'aucisco de Mello Sar>tos.
Luiz Bserra o* Saltos L ma.
Luooiuo Francisco ti Cbagas.
Launodu Gome* Vital.
Leodegario Rodriga- dos Santo,
L urtico Thomaz da S.iva.
L'nz derojel ndj da TnuaaJe,
Mno>-l dos aujo Nogoe.ra.
Manoel Alves da siiv* P nto.
M.r;lino fla Coala Bello.
noel Venancio Alve* aa Fonseca.
Mioiel Gomes P.110.
Manuel Ro rguesN-guMra Lima.
Mximo Fraocisco da Silva.
Maooel Caetaoo ae Aod-ade Falco.
Madot I Saolno do H g > Muuiz.
Maooel Gunjalves Maooel Francisco Barbosa.
Maooel B.nn-u de Au,aral.
Maooel Jo Ferreira.
Maca-io Alves de Araojo.
Maooel E|/ipbaoio de unveira.
Mjnoel Juao de Almtlia.
M-lcoiades Ferreira oe souza.
Manoel Britio de Qaeiroz.
M Mantel Joaqom de C^rvalb9 Seara.
Motel Rodrigues Btzerra.
Martiobo Fraocisco de Ararjo.
M-noel da Cus a Fi-ruande.
M tierlFrautuco de Salles e Silva. *3
Miooel Anonio da Silva Ol.veira.
Mi ni el Francisco oas Cbagas.
ttazimiano AIvhs da Silva.
Manoel Tho ds Sooza hiDe r \
M inofl cyriaco de Alboqaerqoe.
2 carga com canua a 300 rs.
3 cargas com laraojas a 300 rs.
3 caritas com mbame a 300
2 cargas com loocas a 30 rs.
2 cargas com diversas a 300 rs,
2 i cargas com farlnba a 200 rs.
10 cargas com tuilbo secco a 200 rs.
5 cargas com fei|2to a 200 rs..
71 muars a 200 rs.
t2 Solos a 200 rs.
12 comp. com oineiros a 14000
7 comp. com sciati-ue a 700 rs.
8 comp. com fressora a *>ou -s.
34 comp. com comidas a 76o rs.
74 comp. com rateadas a 608 rs.
49 comp. com verduras a 300 rs.
85 comp. com fanooa a 40 rs,
55 comp. com tainos a 24600
364
*SIH)
4900
4600
46(10
542W
240OO
14000
144200
2440J
124000
44900
44800
234800
444400
144700
344000
1104000
3104400
6.9884200
Rendlmento das das 1 a 22
7 29846:10
Preces do dta:
Carne verde de 200 a 14000 rs. o kilo.
Solos de 14 a 14200 dem.
Ca-neirode 14200 a 14500 dem.
Pancha de 800 a I44O0 rs. > cuia.
Milbo de 700 a 14000 rs. a coia.
Feiiao ,e 14200 a 14800 a cala.
SaTtoaesprradee
De Felotas
Patrcbo norueguecee Einar.
Escuna allema Elise.
Logar dinamarqoez Varde.
Logar Braxilelro Brasil.
Logar nornegueose Sylphe.
Paiacbo noroegoense Hans.
Lugar argentino Coodeixa.
Patacho allemao Elise Hoy.
Patacoo rgeolino Almina.
Patacbo allemao Antye.
Da Porto
Brigoe portegoez Vareiro.
De Cardiff
Barca nornegoense Sala.
Barca inglesa Pellicaoa.
Barca noroeeoeore Fr.o.
De Hamborgo
Brlgue allemao Olio Grat zu Stalberg.
Barca aliema Albaiross.
Barca aflemi Liv.
De Msmel
Barca allema T. C. Bery.
ue Terra Nova
Lugar ingles Clutha.
Lugar ingles Mennlo.
Lugar inslez Lavlua
Logar Ingles Peggy.
Be Londres
Logar ingles Fanay.
Vaporea a entrar
Mea de Julho
Barrosa*, de Triestre, 25.
Santelmo, do sol, a 25.
Iiapoan*, do sel. a 25
M'daleaa*. da Europa, a 25.
Moorsk Prince, de N-.wYork a 25.
Iiatlaya*. do sol, a 26.
Kronprioz F. Wilherm, da Europa, a 28.
Matieu Broue d<> Genova, a 28.
Paraguats,da Europa, a 28.
.Orelana, do sol, a 29.
Uervelloa, do sof, a 31.
Vapore* a ahlr
Mez de Julho
Par* e NewYtk, Crele Pricce, 25, s 3 horas.
Boenos Ayre e esc, Madalena 25, Ss 2 horas.
Saa'os e esc., Barose. 26, s 3 bo'as.
Piymontb e esc. Orelana, 26, Sb 5 boras.
Sanios e esc, Moorish Prlnce, 29, s 3 oras.
Manoel Mirla de M.raes.J
Manoel S:u>6es Pereirade Si na.
Manuel Fraucisco Marqoes d.s Saalos.
Maooel Caetaoo de Mello.
Maooel O lav ano Manta.
Maooel Bezerra dos Sanios.
Mirtmbo Jos Esteves Guimares.
Manoel Coelbo ae Soasa Nctto.
kaooel Jos Doarie.
Mauoel do Ha imeoto Piiva.
Manoel de Melle Caorai.
Manoel Francisco eereira de Abren.
Marcolino Vicio-ion de Freilas.
Maooel PanUleo Morelra.
Manoel Goncalves de Mara.
Maooel Firminu de Frenas e Silva.
Maooel dos .Santo* Siqueira.
Maooel Arcbaijo Teiles.
Maooel Veqoeto ne Souza ibeiro.
Mamel Joo Das de Amonm.
Maximiano PernaDdes Doarie.
Manoel Ivs dos Sictos.
Manoel Waldoaido Soares.
Maooel Dioio Chaves.
D Manoel Jj-e Dom'OKoes Codeceira.
Milioel Joo de Faria Julio.
Manoel Francisco de J-sos.
M .noel Ferreira da Costa.
Man >el Francisco Nooes.
Max miau 1 Alves te Mello.
Manoel Joaquim da Sil a.
Manoel Antonio Uuoiz Tavares,
Manuel Arroda de Vascooceilos.
Mai o I Ignacij do Sicaiiieoio.
Manuel J.K; de LetDbS ba roe.
M..noei Gomes da SiIvp.
Maooel Sebastio oe O Iveira.
Maooel Fernanaes dts Res.
Manoel Alves C-rdoeo.
Maooel Joaqom de Sam'AoQa Castro.
Mantel Gomes ue Oliveira.
M.i-iano Gomes de Clver.
Manoel Joaguim ae Mello Reg.
Maooel Meuue^ de Souzi,
Mancel Marques da Silva.
Maonei Gregorio dos Sanios*
Manoel J >f Mamila.
Maiiano aloraes da Silva.
Manoel luna io Torrea Bandeira.
Manoel Fraiicisio Hartos.
Mel biades Floro oe Miranda Forjas.
Maooel du Nascimeoie Ayres de Almeja.
Manoel FramlfCo Sarnosa.
M M.n. e Tr)ano LnpGliino dos Santos.
M.ooel iia Coia Pereira.
Ma o-l Liberato Acacio Rarg-l.
Manoel Jo.qom Pae* B.rr--iu.
M.noel |i 1-ios de Aoreu e L ma.
M nre Foreotmo Sobral.
Mmoel Gimes Cjrdeiro.
Marcos finneiro di Nascimenlo.
Manoel de Bu os P mjelel.
M-nol Sevenaoo oan Mercj.
Manoel rtodrigoes Heves.
M.ooel BjaveMo-a Pe-soas Pires.
M mo.l rtodrigue< ue Snoza Ccoio.
Dr. Migoel dos Aojos B rW.
Manoel Fernaode3 de Olivei.-a.
Manoel Flgueredo da Caoba.
Minoel Baceilar de Olivera.
Mmoel Jos da Silv<.
Miuoel Cypriano Fereira RabeVo.
Manoel Tn>pbilo da Si v 1 Guimares.
Mirco'ino M Manoel Feraan es de Moora.
Manoel Jjf la Ccs'.i".
Mmoel AatU-to ae Mello Reg.
M noel Hjitnii-.no Parao.
Mmoel de Salles L-)
v n.i-l Coioiio do N.fcimento Chave.-.
Mu. uel Antonio Fraoco.
M.niel Jote Cyp lar.n de Seoza.
Mu mi-no Heoriqoes da Silva Santiago.
Ma loel Go'i es ia Silva R-ib.
Minoe! n-i.t} Braga.
M ni el Lopes do Nascimenio.
i oi-l Patfto do N is 'i i.en c.
Mi-i-no Ferreira da Paz.
Yllguel R oeiro Pavo.
Manoel Guilhrme do Nascimento.
M -oel Hv Ino de Carvalho Cooto.
* noel Firmloo de Barros.
Ma ioel Maibias de Azevedo Villaroo.
M .noel Gomes de Pa-va.
Maooel de Mello Lms.
Mario de Atoiar Cardoso.
Maooel Maibias Sao iaeo.
Maooel Sergio dos Anjo3.
Mar.0-1 Tbejdoro Alves de Olivera.
Manoel Flix Pinto Gomes.
Mai oji Alvea da Si'va Frece.
y .io. el Marlios da C-oz.
Manoel Aogosio G >nc* ves.
Miooel dos Aojos Pereira.
Maooel Herrolaoo Ai M-nuel Gomes doj Prazeres.
Manrel de Olivera.
M*noel GoDcalve8 Ferreira da Silva Junio.'.
Me hudio Olekario Francisco Mendes.
Manoel de Canalho S Iva.
Maooel da Silva Amo-i n Jnior.
Martr aao El seo Paos Barretto.
Mioervinn de A^oqoerqoe M^ndonca.
Man e C --re'a Mt le da Suva.
Manoel Tavares Ferreira.
Maooel Ant 1 no Crrela.
Mioerno Sehast'fto da Rocha.
Maicel Ramns ae Batos e Silva.
Miguel Mn'bado Campa-.
Manoel Apollinano da Aimeida.
Miguel Accoly Wanderhy.
Marcolino Go'des Al ufor.ido.
Manoel B.p' s'a RidrjgaeS'
Maooel de Siqieira B rbosa.
Manoel Tavares G<-des Maogerona.
Maooel de Freitas Gu maraes.
Martlniano Pepreira das N ves.
Mancel Felippe rta Silva.
Maucel A.-cba' jo de Mello.
Maooel Borges de M-i-iros.
Mm el Ignacio Duane.
M.noel Francisco e Souza.
Maooel Fernandos de Oliveira.
Manoel Candido Marinho de Sooza.
Manuel Jov,po de Saoi'Anna.
Manoel Francisco da Silva.
Mmoel Martins Pires.
anool da Costa Ayres Velloso.
Maooel Baptista Boaveniura Rodrigues de Al.
meld>.
Mino-I Tivares de Sioz.
Maooel silvino Amorim Lima.
Manoel gnaco de Mello.
Mmoel da Casta Guimares.
Marciooillo da Costa Cabral.
Maximiaoo Vieira J-'.-us.
Manoel Pacheco da Svelra.
Mmoel Jos dos Prazeres.
Maooel Pereira da costa e S Iva.
M noel Joaqom de Siqoeira Cavalcante Jnnior
Migcel Domingos dos Santos.
Manoel Lms Paes Barrelio.
Maroel Nones Pacheco.
Manoel Goncalves de Arru a.
Miguel Jote Ribeiro.
Mauoel Alves da Silva Caldas.
Manoel Candido Feroandes Peres.
Maooel Ferreira da Cuma.
Miof.-edo Joaqom de Miranda.
Moyss de Souza Costa.
Maooel Fernandos de Soosa.
Mmoel Joaqoim dos Santos.
Maooel Aro
Miguel Pereira de Miranda.
Nabor Aagus:o Pereira da Costa.
Narciso Jos da Costa.
Nicolao Toieo'.ino dos Santos.
Nicolao Marlins Meok.
Olegario Saraiva de Carvalho Moura.
Ociaviano Francisca da Silva.
Oiympio de Suosa Galvj.
Otu o Jos de Alboquerque.
Octaviano Pigueiredo de Menezes.
Olorlco Amancio Concesso Ferreira.
Osvaldo Leovigildo de Biiito Macedo.
Ovidio Pereira da Sllvs.
0 drico Feliciano Branco.
Orate Alves da Sjlva.
Ovidio de MendDca Paes Barretto.
Odilon Coelbo ds Silva.
Orla do Ferreira da Silva.
Pedro Alexaodrlne Macbado.
Perl re Joi de Sani.Anna.
Pedro Ferreira da Silva.
ProDbirlo de Alboquerque Magalhies.
Pracefes Joe Javeotlno.
Pedro Bastos de Mello Albnqaerqoe.
Pedro A Hongo Fiosa de Olhelra.
Pocarpo Nones Pacheco Costa.
Pedrn Advincula de Aimeida.
Prudeocii Peseoada Veiga.
Pedro A Sonso de Fieneiredo.
Pedro Antonio da Costa-
Pergentioo Rodrigues Macbad0
Pedro Alves ae Sooza Brasil.
Prophino Nooes de Figoeiredo.
Paulino Augusto de Siqaelra.
Pedro Carneiro Lms.
Pedro Aoionio da Sllvs Basles,
Pedro HDto de Qoeirns.
Primo Feliciano ue Barros Mello.
Pedro Theortoro Raangoes Picio.
Parizio de Valladares.
Pbllomeoo de Oliveira Coelbo.
Pedro Martina ce Suoza.
Pedro Rodrigos Lima.
Pedro Praoclaco de Aimeida.
Perg'DUoo Cavaicanie oe Araojo.
Padre Ignacio de Alboqoerqoe.
Paulo Francisco de Sooza.
Pedro Paes Correti ae Figoeiredo-
Pedro Argemlro Didz e Siva.
Pedro Jos aa Silva.
Pergentloo Jos e Lina.
Porcio Alves da Silva Pinto.
Pacnphilo Barbofa de Carvalho.
Pedro de Alcntara Pereira.
Pedro aeGusm srreto.
Pedro de Sooza Barbcsa.
Peiro Barreto de Menezes.
Ped-o Jof Crrela.
Quintino Jos dos Santos Vaa'erley
(Juntlno Alfredo ae Mel! .
Qalrtlno des Aojos Pereira.
Quinuliano MartiDF Fraaca.
Qjiuiino de Aasumi>co Pires.
Kodolpho Jjvi ,0 (if Saut Anca.
Ranhaei Evaristo Rioeiro R ma.
Rufino dos a-jos Pereira Caljas.
Rolino Leopoldino de Alboquerque Brando.
R-ioamaroue Pantalea os Res.
Rodrigo Lao'iaoo da C sta.
Rainundo Ildefonso do S cramec.
Romeo Manoel Rapozo.
Boln" Ferreira u- Cosa.
Rodolpbo Pere ra Bargoj.
Rsgaciaoo de Ameua Andrade.
Rodolpbo Pires deCarvalbo.
Rodolpno U pi Riymundo Caroeiro rto Reg Vanderley.
RutiiiO Olimpio Cavalcante.
Ronerio Joaquim ij .-.
Roberto Prudooclo ne Sooza.
R cardo Jo.-e' S ares das M-r.s.
._________ (Contr)
O Dr. Ptrtunato Baphael Alvea de Car-
valho, juii de dueito interico do cam-
fliereio do municipio de jLttnoe.ro, em
virtode da lei etc.
Fao abber aos qoe o presente eiital
virem que 00 dia 2 de Agosto d c>r:ente
animes 11 horas da manta na saladas
audieucias deate |nisn tora 'ag*r a r-;nr!."o
de credores co msoa fallid, de devcr.no
Rodrigues de Azevelo e 81?., para veri-
fi ;ado os respectivas ttulos (crdito ) o-
iDarem conhecimeoto do balando, i ven<
tario ezames de livroa e causa que deter-
minaram a falhncia do ditj Scverioo Ko-
deigaes de Aceveao e Suva, afm de q le
poasam formar jmso ob a boa ou m
fe, culpa ou dolo com o que o mesjso pro-
cedeu e resolveren! a r-speito.
Asaim convoco para iaso os rred:>es do
talleoidu Sevarino Kodrigues da A 67:1o
e Silva.
E para qoe chegue a noticia a todos
mander paeaar este e mais nutro de igca
theor, que ser publica io pelo Diario
Official ao Ss'.ado, outro affixado no logar
do costume, na forma da lei.
Dado e paseado nesta cidade de Li*
moeiro aas 3 das do mes de Julio de
1895.
Eu Ernesto de Olivara Cavalcanti er-
crivHo o eserevi.
Fj, tunato Raphael Alves de Carvalho.
OoiaVi o presente r-.oi lber na col-
leotoria a quantia de 15100 res do sello
e aasigoataraEra etc snproO escrivlo
Erneeti CvilonniRes mil e cem reis.
Pagoa mil e oem res de sellu e asig-
natura d jaisColleotoria de Limoeiro
23 de Julho de 1865O oollector Jos
LopesO eacrivSo Rivoredo.
mais se nSo contioha em ditu edital
c piado do proprio original ao quSl me re-
porto dea l.
O bsc'So do commercio,
Ernesto de Oliveira Cavalcanti.
O Dr. Macool Moreira Tavarea da Silva,
juis de direito deate monioipio da
Victoria do Estado de Pernam-
docj.
Fayo saber aos que o presente edital
de praca virem, que na audiencia deste
juio que ter logar no dia 27 do corren-
te mez as 12 boras da manha no logar do
costume, nesta cidade e a requer ment
do Dr. carador do espolio vai a pra$a em
publico pregSu para ser vendido a quem
mais der e maior lance offerecar o restan
te dos besa que foram arrecadad s por
este juiso perteaoente ao fallecido Bernar-
do Mayor brasileiro naturalisado f Decido
intestado e sem herdeiros ooohecidos,
consistentes em varias joiaa de curo, al-
gumos pegsa de roapa e diver-os objectos
de uso do mesmo Berjardo M yor pelo
prego da ultima avaliacJiot como tado
consta dos autos.
Convido a todos oa pretendentes a com-
parecer jo da, horas e logar cima desig-
nados afm de proceder se a alluaida ar-
re matacSo na forma da le.
E para que ebegue ao conheoimento de
todos maadei affixar o presente edital no
logar do costme e publicar pela im-
prensa.
Dado e passado nesta cidade da Victo-
ria aos 19 de Julho de 1895.
E eu Ao ionio Ladgero da Silva Costa,
escrivSo que o escravi.
Manoel Maa Tavares da Silva.
Est conforme com o original.Eu
Antonio Ladgero da Silva Costa, escrivSo
o eserevi.
Alian dega
Pelo presente edital intima-se sos dooos oa
consignatarios das mercadorias comidas nos
voiumen abaixj declarados, com Indicios de fal-
ta oa de avaris, descarregadas de bordo dos
vapores abano mencionados, para 00 praso de
oitj (8) das a cootar da data do presente edita!,
reQoerersm o que for de seos direitos.
De bordo do vapor allemao Areeottna en-
trado em 8 do correte os segoiotes volomes :
Marca D J A C-Una caixa n. 55), con in-
icio de falta.
De bordo do vapor francs Villa de Miote-
vico entrado m 15 no correte o sezoiote :
Mar-aBC-Uua dita o. z, com indicio de
falla e lacrado.
De do-do do vapor allemao Hendoia* estra-
do em 16 do correte :
Marca C HUrna dita n. 2103, com indicio
Marca P A-ma dita n. 3505, com indi-
cio de falta e lacrada.
Marca R S CTres (3) dilss n. 6503 6205,
sendo as doas primelras com indi.ios de falta
e lacradas e a ultima avarlada.
Do vapor ingles Rellena* entrada em 6 do
co*rente .
Marra T JTres (3) atados n. 6, 8 e 10,
Marca M MB-Uin dito o. 18
Marca M G AUrna caixa 3, to'.al (5) clo-
c voiomea todos com indicio de avarias.
Prlmeira Seccao da Alfandega do Estado de
Pernamboco, J2 de Jolbo de 1895.
0 ebefe
, Manoel Alves da Silva.


MkkMte


y
1
Diario de Pernambnco Cfcninta-foira $5 de Jnllio de 18.95
13
Edital n
inspectora geral de hygiene
Por eata secretaria 80 f poolico, qae,
de conformidade com e diapesto no art.
44 do Regalamento aanitario vigente a
pidem vender medicamentos e drogas as
pharmaoiaa e drogariaB ; inocrrendu o in.
tractor na multa de 100$.
Secretaria da Ioaf ectoria Geral de Hy-
gier-e do Eatado de Pernambuco, em 17
de Julho de 1S95.
O secretario,
Apollinario da Trindade Metra Henri-
tjiies.
Secretaria da Industria
3.a DIRECTORA
Passeio
Secretaria da Indus-
tria
Teroeira directora
Sobstiiaicao de uiaaeiras de pootes
Edilal :
Pelo preeeote fago poblica qoe ao da 27 de
crtente ao meio aia.eerao recease pesia se-
cretaria propoatas para eobslituico de de i
ras de que preei.-arem as pootes do Estado oos
4\ e 5* districtos.
As prepoatas deveru ser coovenientemecte
selladas ecooier en termos claros :
1. O prego pelo qoal se propOeco os lictame*
a collocarem cada ama das oecas de ponte de
madura de temes qoaiidades adoptadas cesta
**irectoria, oclaiodo aeelocacao das que teem
de eer eutisti unan.
A metro correte de corrirjoSos ;
B-Proco de cada pilastra e precoe de croze-
ss oo lotermedia-ias :
C Prejo do metro correte de var-a e cootra
rapas.
DPrp{o do metro qoadrado de lastro (eoa
lno) oe 0,ixt8XO2.
tiPego ao metro coftir-o de Viga .m o22
0,a30 de seceso at 10 metros ce compriceoa
to.
Fllera idem das mes nas seigoes de mais
de 10 metros de compriroeoto.
G-Iiem de cootra vigas cbapuees e mos de
foca.
HDito de -rad-e.
IDito <.e emeod >i estelo* t 6 metros de
compnmento .. 0,18X0 23 a 0 30X0.30.
J. recJ oe om e--ieio d* 0 3| 3 at 8 matroe
de coT:unmento.
KDito de dito de mois de 8 metros
LDito de metro e loogarloa de 0,12,0,(2 e
0,12,0 t3-
2 Os locaes de oas residencias;
3' Provas de tdotieidane profieeiooal para di-
rigirem e execaiarem oe trabalbop,
Haveodo auas oo m. is proposta- em ienalda.
de de condi-es, s r preferido o concurrente
qoe rrelhores provas ce loooetdade tfferecer.
Nao sero aceitas as propodas que se reteati-
rem das setain'es faltas :
1' As qoe i fore esm o p-e---o e edital ;
3- As que se bazearera sobre pregos de pro-
posta de o.tros cortorremes ;
3- A que fon-ai fi-madas por pefsoas qae li-
verem ja de.zado ae comprir contrares c<>le-
brades com a extiocla repartigo de ODras Pu-
blicas ;
4- As de concurrentes que nao offeregam as
garantas e qualidades exigidas do pedente
edital.
Cada propoeta versara sobre as obra3 de carta
um dts disincus a contrariar e deve' trazer
no involucro a aeciar?cao daquella a que se re-
ferir.
.Vi.huma proposta sera a >i a sem qoe o p-o
ponente aprsente recibo qoe prove baver nVpo-
sladu oa Tbepoorana a importancia de 500*.
O propcnen'.e qoe i ver propesta escolDiaa e
serr-casar a assignar o termo do contracto, per-
der o ireito a caccao aitm exigida.
As informagOes uos t'abalbosde que trata o
presente edita!, acbam se nenia repartigo a
diepodgao dos proponentes, que pouero exa-
minaias das 10 ar 4 boras da tarde.
Est t>e pubucauo pela impreosa e atusado
ca porl. 8 da sala de audiencias e matriies e
oode mais os cheles de disirido jolgarem con-
veniedtf.
A doragSo do contracto ser at 16 de No-
vembro de 1895.
Recite (5 oe Jalho de 1985.
Antonio Urbano Pe*6a Monteneg ro
l, director geral interino
Dr. Diomedea Googaivea da Silva, jaiz
substituto da Fase nda do Sitado de
Pernambuco.
Fas saber pelo presente que o agente
de leilSo GuemSo vender no da 25 de
Jolho do correte anno ua agencia a roa
da eadnia a casa n. 262B a roa Imperial
frezueza de S. Joa, com porta e janelia
de frente, 2 salas, 1 quarto, cosinha in-
terna rnede de frente 4 metros e 60 cen-
timetroi e de fundo 9 metros e 80 cent-
metros, qointal em aborto avallada em
3003000.
Perteace a Geraldo Antonio da Motts,
arrasgSo e balcXo de medeira de looro pin-
tados a oleo existentes no estabelecimento
a ra da Oadeia nova, freguesia de S. JoB
avallados em 406000
Pertencsm a Joao Pinto c C.
E p-ra constar passou-se edital na for-
ma da le.
Dedo e paseado nesta cidade do Rncife
de Pernambuco aoa 15 de Julho de 1895.
Eu Jote da Costa Reg Lima, eccriv&o
snbscrevi.
Diomedes Goncalves da Silva.
U Dr. Diomedes
juia substituto
Goo9alves aa Silva,
na jorisdiccSo pa-cial
des Fetos da Fzenda deste Estado
de Pernambuco ei virtude da lei etc.
Faz saber aoa qoe o presente edital
virem que no dia 25 de Jolho do crente
anno o agente Britto, vender em leilSo
judicial a quem mais der a casa de n. 161
A, a roa da Aurora fregoeaia da Boa-Vis-
ta com porta e 2 janelia de trente, 1 sala,
com 1 qaarto, edifoada em om grande
terreno todo morado com portSo de ma-
dei-a na frente, ruede de trente dita casa,
14 metros e 60 cent metros e de fundo 4
metros e 40 centmetros, avallada por...
5.0001.
Feneces a Iaidoro Bastos de Oveira.
E para que chegue ao conhecimento
de todos mandei passar o presente edital
que ser publicado pela imprensa e afil-
iado nos logares do costme.
Dado e passauo cesta cidade do Beeife,
Capital do Estado de Pernambuco, aoa 15
diaa do me* de Jolho de 1895.
Eu Jos da Coata Reg Lima, esorivao
subscrevi.
Diomedes Gongalvea da Silva.
Arrematado de porcos
Faz-ee poblico a quem loteressar qne do da
25 do correte, ao meio dia, na roa Imperial, em
frente a casa frontena aoquartel municipal, trio
em pr;ci por pregao qnatorse porcot apprebeo-
didos fregoena de S. Jos, para pagamento das des-
pesas de deposito, multa e pregao, os qoaes
.-er&o entregues a quem mais tfferecer, se at o
trjomer.t) da praga nSo forera reclamados por
reos dooor, pagando estes as despesas referidas
Secretaria da prefeitnra municipal do Recite,
23 de Jalho de 1895.
0 secretario
Joaquim Jos Perreira da Rocha.
Publico 13 de Maio
EIDTAL
Para conhecimento dos interessados,
faf o publico que, estando o Governador
do Estado auctorisado pela lei n. 112
de 22 do mez p. findo, a despender at
a quantia de 500 contos com as ob as
do Passeio Publico 13 de Maio rece-
bem-se n'esta Directora, no dia 30
de Setembro vindouro, ao meio da,
propostas para a construccSo dessas
obras, de accordo com o plano do En-
genheiro Emilio Gustavo Beringer, con-
stante da memoria abaixo transcripta,
exceptuando-se duas tercas partes do
aterro que j se acham feitas e desa-
propracao de casa para o jardneiro.
As propostas devem ser convenien-
temente selladas, entregues em car-
tas s fechadas e conter em termos cla-
ros :
i. O preco pelo qual se pi-opem
os licitantes a executar as obras ;
2." Endereco de sua residencia pro-
fissional;
3.0 Prova de idoneidade para dirigi-
rem e executarem as obras.
Havendo duas ou mais propostas em
igualdade de condices, ser prefirido
o concurrente que mclhores provas de
idoneidade offerecer.
Nao sero acceitas as propostas que
se resentirem das seguintes faltas :
1 As que nao forem organisadas de
accordo com o presente edital.
2* As que se basearem em precos de
outros concurrentes.
3. As que forem firmadas por pes-
soas que j tiveram deixado de com-
prir contractos ou promessas de con-
tractos celebrados com o extincta Re-
particao das Obras Publicas.
4.a As que nao offerecerem as ga-
antias e qualidades exigidas no pre-
sente edital. 1
Nenhuma proposta ser acceita sem
que o proponente aprsente recibo que
prove haver depositado, at a vespera,
na Thesouraria, a quantia dereis........
5;ooo$ooo e perder o direito de res-
tituico se, escolhida sua proposta,
recusar-se o proponente a assignar o
contracto respectivo.
As plantas das obras de que trata o
presente edital acham-se:
Em Pernambuco nesta Directora,
nc Rio de Janeiro na typographia do
Sornal do Comtnercio, em S. Paulo na
typographia que pubbicar o presente
edital.
Recife, 9 de Julho de 1895.
A. Urbano P. Montenegro,
Director Geral interino.
lie I hora me uto*
Passeio Publico 13 de Maio
Memoria dt-scrutiva .postulado pelo "iieohei-
ro Beringer om 1 de Julho de 1878
O presente prijcto lera por fim a toistruc-
gao em um dos quartei 6e- da ci >ade do Reci'e,
om passeio puolico de geoero coohectdo pelo
oome de-J.rdim Ioglez.
Gs ('alies |3-diB^ no.' Heos em Londres -2
multas veres de.-omiua os os pulasOts da ci-
dade.
E'por abi, realmente, que respi a, tanto no
physico romo no mor |, grande cuade.
E'ah qa- o operario, depo s de ter delxido
eoa officina, vai-se reiemperar; ah qoe o pen-
sador ysi procurar a calma e o rppooso Deces-
sario a meditagao abi >ioe a moeldade pode
se ectregar a s-oa passatmpos, acostomar-s^ a
espeilar a p-oprieoaae publica e iusiruir-te di-
vertmdo-se.
E'abiem ira oalavra o erante laboratorio
em que se parifica o ar das cidades popalosas,
o que toroa iodispeosaveisos jardios interiores,
anda mesmo nao deveado elles ser freqaenta-
de'.
Cono diz o S\ A-ihur Maneie ua sea magot-
tica ub-a soore os jardios publico* ama graBde
cidade que nao t-m Jardtns Pobli:os nao vive ;
aquellas qae oao m soicieoie vive u nal .
Assim todas as cidaoes cu|a sitoacae. cora-
mercio cu innust'ia, Kosam de um ceno reoomr
oio tm exitado em entrar largamente nesta seo-
da, e a capital 10 li-, zii da, oeste mesmo mo-
mento, a prova do grande toteresse que Itea a
esta qoeeto, estioaodo nm grande carneo da
cidade a cr-agio de om jardim central.
am Ntw.York mesmo, onde ss qoestoes utili-
tarias pnmam sobre todas as oo>ras os metnbros
da edilidade acabaram por antonsar, por moti.
vos de salabridade, a creagao do passeio publi.
co qoe denom oa.se Central Par:.
A cidade do R-e.ife pos'oe j doos squa-es
ele^autes, o prlmeiro no Campo das Princesas e
a segunda na praga ao Coade a'Ea.
Ei.es servem para ornamentarem e arejarem
a t rsgas em qne foram constru Jos, e ctl-re-
cem 00 offe-e'>rao ao passeiador urna sotobra e
um precioso logar de rep-oso.
Mas seus beoeticios bvgiemcos nao podem se
esterjder eeuao era nm 1 peqnena zd la; o pas.
seador qoe demora.se oeile, continua a Hcar no
meio do ruido e da agitagao da ra a multiaao
oaoeocoDtra abi o espago necessario ; eas grao,
des festaa populares sao ah impossiveis.
E' pois de toda necessidade que aejam com-
pletados por um passeio mais importaote.
0 local para este dovo jardim ee tmpe por si
mesmo ; elle os terrenos devofntos qoe ee es
tt-ndem por traz do Gvmnasio e do P-50 da As.
sembiea Provincial aia ra do H.spicio.
Ficar asstm Bnppnmido um augado de as.
pecio reoognaote que Do ee deve continuar a
tolerar 00 centro da cidaie.
Dii-se.ba ao Pago da Astembli e ao Gvmns.
sio urna vislnbauga mais agradavel e mais sala.
Ore, om lugar de recolbimelo para o legisla.
dor, nm lugar de distraccao para o alamoo, e,
para oa done, asnas frescas e sombra espessa, o
(rigus opacum do velbo Horacio.
Em outra occasio \i foi apresentado om pro-
jecto para transformar este local em passeio pu-
blico ; o qoe acna-se mencionado 00 ultimo re-
latorio que S. Ex o Sr. preeideote da provincia
apreseotoa a Assembica Provincial.
Mas eoa superficie era ramio diminuta para
am jardim de paysagem oo ioglez.
O presen'e prejeelo augmenta esta superficie
primitiva em gm> larga proporgi em barmoula
com as necessidades futuras da cidade, recoan-
uo, para este Um, os limites do lado do eol at
o caminbo de ferro de Onuda.
Snporime alm disto, os caes pnmi iaraerjie
proj ciados ao lado do Norte, e adopta clara-
mece os tjcos dos passeios cnamados Jardios
oglezee com lagos, pontos de vista e outros
accersonos.
Os limites exactos do novo passeio sao, o faz
ver a planta, ao Norte o canal de sabida das
aguas, ao Oeste a roa do Hospicio, ao Sal a ra
D. Izabel aproveltando a primelra ilha deata
roa, a Leste o prolooeamento da roa da Saada
de. o Gymnasio Provincial e a roa da Aurora.
Es et limites deixam, ao lado do Gyraoasio
Provincial, urna superficie de 48,50 destinada
a ser transformada em am jardim reservado es-
pecialmente pata distracgao e iostroegao dos
alumnos do Gymnasio.
A superficie total ao novo passeio de......
i3Ha,18A.
Esta superficie nao excessiva nem diminuta.
Ella corresponde approxlmadameote a super-
ficie do Parque de Broxellas (14IA.4A), co a
do Parque de Anvers (121 a) ; e om pooco maior
que a flo g'acioso Pare de Maoceao de Pars
(9IA) oa ojardim de Bordeaax (I0IA) ; e final
mete excede molo de superficial do Jardim da
Estrella de Lisboa '61a;, e a de .Naiura artls
'sagist-a deAmsterdam.
As eotradas do passeio alo em numero de
cinco das qoaes duas oao entradas prioelpaes
imadas as duas extremidades do passeio, a
primelra na ra da Auro-a e segunda no en-
contr das ra>s D. Isabel e Hospicio.
As entradas secundarias alo para as roas do
Hospicio, D. Izabel prolongameoto do da Sau-
dade.
As potas rio destribaidas de modo a permit-
llr qae as pessoai qoe moram nos arredores
possam atravesiar o passeio sem grandes rodems
e gozar a3-im da bospitalldade o pasieio din
giorto-se a s-a* irabalhos oa a seos negocio <.
Os portOes rao formados por graodes presas
4 pilares de alveoana coustroldos dos Uiior.
Elles sao coostruidos de tal ma; eir qoe nada
faa obstculo ao transporte das arvorea e qae,
possam dar fcilmente franca passagem dos
carros.
E' com effeiio mnito conveniente conservar a
faca'cade de de1 zar (.ircolar os caros de passeio
em certas roas do jardim, como seasspraica oa
maior parte dos parques pblicos ama dimi-
nuta retriboigao recebida dos carros de passeio,
compensara por demals, ss despeas da cooser-
vagao do calcamento.
Para o uso dos carros e em geral para a cir-
co I a gao dos grandes grupos o projecto pret um
aminno de circuito com 12 metros de largo*a
e am kilmetro e 200 metros de deseovolvimento
sem contar o* caminos de accesso.
Esta granle arteria segu amo qoanio pos-
-ivel o contorno do Jardim. mas deixando sem-
pre om algrete com graodes arvores entre o ca-
minbo e o muro, portee oecessano qoe oestas
especies de jardios possa-se esqoecer ioteira-
meute a roa com seus ruidos e eent.i-ee real
mente em ootro logar.
Na parte septentrional o caminbo do circuito
contorna om lago artificial.
Duas ostras graodes arterias destinadas intei-
rameote a pessoas a p eompletam a rede de
gande clrculagao; a primelra segu a parte sa
do lago, e, ni planta, vai denominada por ave-
nida do Aqnari-ra; a segunda commuoica a
avenida do Aquariom com o porlSo collocado
na proximidad da ra O. Isabel.
Emiim -aminho8 de meaor largura estabele
cem coromunicages rntre as graodes arterias e
e rtam o passeio em tapetes de verdura de di-
men6eg convenientes.
No iracado de todo" ectss caminbos fol ad-
optado, como aso, corvas de grandes ralos II*
gaodo'se de modo que Dio firam a vala.
Tambera foram adoptadas gran.es largaras
oara os caminbos, para qae a circulagao la-
mis possa s embaragada rre-mono- momen-
tos de grande animagao, como por qoalqoer
feeta popular, concert, fogos de artificio, rega-
tas, ou oot-as que reuoam em algn lagares a
popolagio de moitos qoarteirOes da cinade.
A pequejas veredas nao v5o representadas
no deseobo, mas podem ser feitas ao mesmo
lempo que as a terjas prioelpaes.
Creio dever haver malta pradencia a este res*
pelto, porque a moral e a decvocla sao nteres-
Sidas Oste.
Segoindo o costme da Ioelate-r poderi ser
concedido ao pandeo, em deterxiaados das
ivr gozo de om tabrlei'o de relva nos q>aes o
poblico posaa livremen'e passeiar, oivertir'se a
sea go-'o.
O lago artificial qoe ser o nico vestigio rln
alagado actual tem ama soperthia de z* 82*
comprebeodeDlo oeste numero a superficie das
duas libas.
A' tguas serio ahi mantidas o nivel das al-
ias mares p r meio de orna ci mpnrta collocada
por baixoda ponte q< p 1 o- era commonica^ao o
lagj om o canal, qoe ao norte limita o Jardim.
A u-esna comporta permittira renovar as
agoas todas as vezes que for nece3sarlo, e fran-
quear passagem Ss embarcares de passeio oa
de corrida qne devem povoar o lago.
A menor tas duas Haas do lago nao ser liga*
da trra firme.
Esta liba (: destinada a servir de refngio sos
eBimaes aqaaticos, tees can o cysoes, gaotoa.
patos, etc. qoe aoimaram o lago.
A'm disto podera servir lambed como o fim
Co* passeos dos barqoeiroa.
Na grande liba esiar o paviir? da msica.
Ao redorado pavilbfto navera ama praca orien-
tada de tal mtoeira que os sois da msica ebe-
gn-m faciloji-nte at a avenida do \quanui
D.verses caminbos cortaro a ilba em diversos
midos, indo todos terminar ua praca oo u.s
doas rooieiinbas de commaoicag&o.
Esta dispo8igio permute, gragas as duas pon
(estnhas qae do accesso 6 lina, verificar sem
difiicuijade ae pessoas admltilias > circolar.
sqaer ira e'se de ama reon-ao official, qur d
aigama feeta poblica, dndose logar 4 parce
pg&o de orna quantia qoalqoer.
Aim olso satisfaz orna oecessidade para
mono* paeteiadores, que, ouvindo a msica,
qoe-ern conunoar a pacseiar.
EmGm. aprsenla am longo desenvolvlmeoto
de camiohos nos qoaes os passeadores podem
aesistir cemmodamente aos jugos nuticos, qae
poderlo eer orgaoisados na lago.
Ao lado do Jardim do Gyaioaeio Ucea reser-
dado am lagar para nm jaraim botam 0.
Pens qae todo passeio publico ser um jar-
dim de estndos, isto qae segoindo o exem-
vio do qae se co'iiega a faser geralmeote na tu-
rop-, as qualidades daa arvores e das plantaa
set&o as mais variadas qae for posslvel e cont-
rao osiripco-s lodicasdo seo notne scieoiifico e
seo oome vnigar.
O qoe cbamo oa planta mais particalarmen'e
Jardim botnico o local reservado a canoras
oe certas plantas especiaes, d quillas qu; de-
vem estar em grupos, oa qae nao baja om ontro
lugar conveniente.
A superficie destinada a este jardim partico*
lar quasi de 1IA,00, superficie maior, de qae
a do Jaroim Botnico de Bordeaox.
A escolba do local fol feto de maneira a col-
locar es;e campo de eatudoe ao alcance imme-
diaio dos professores e dos alomos di Gyn-
nasio, que poderlo por abi dirigirse, quer por
ama porta especial abrir no mar* do proprio
Gya*oa8lo, quer pela p3ria pun.a que para este
Dm acaa'se pou :a distancia do edificio.
Tambera esto represeotadoe no piado os lo*
car-a em que tem de ser rollocados um Aqaa-
mariam, am Pavllbl3, am caf Restaurad,
orna casa dos jardiaelros, am mirante e orna es-
taina monomeotai.
Outros qoeeeqoer edificios poderlo ser feitas
ao depois, sem qoe baja ifii. uidade.
Os Aquanuns pubi cas tendem a seespa*
Ihar de mais a mais, e o sea euccesso doe
mais provellosos a scieocia e des mais legti-
mos.
O sabio ah encontra om lagar de observara)
e de e-todo perfeitamente o-gaoHaio ; obomem
do munuo abi ee lamiharisa com os costames
riada to pouco conbecidos dos ditTereotes se-
les, algumas vezes to myetenosos, oa lio es-
raobes qoe povoam nossos mar -s oa oossoe
rio*.
O Aqoariam. qae acba-se projectado, com-
pOe-ee de um edificio principal, e de telbe ro
com tonques e de om resrvalo- o d'agoa.
Espago suflicleote liceo reservado para o fu-
turo deseovolvlmvoto dea-as construcgOes.
O edificio principal, do qual val jauto ao pre-
sente memorial om deseobo da fachada prin-
cipal, tem a forma de om chalet com doos pa-
vnboes salientes nos extremos reauidos por om
terrago robe no e ama solea com janelia s de va-
randa.
O visitante, depois de ter circulado no trra-
co, atravessa am dos dous pavilb6es e acba-se
eotao em urna galera qi.e se esteade em todo o
comprimeoto d> edificio.
Esta galena ventilada aboBdaotemente pe-
las veneiiaoas qae se abrem para o terraco e
para as daas faies externas da galera.
Ella recebe a luz pelos vidros collocadoe na
frente dos tanques qae conteem os diversos
aoimaes e que sao dispastos de modo que a las
e penetra na galera depois de ter atraveesado
a sgoa dos tanques.
O espectador pode assim commodameote as-
sentado em feote dos vidros, aseistir a sen gos-
to as evologoes dos seres curiosos de qae se
cosiauja povoar oa Aqnartuos*: aaemonee, pol-
vos, carangueijos, cavallos mariobos, macropo-
des da China, etc.
Os tanques teem i.-00 de altura sobre 1.--00
de largo e 1 ."SO de comprido.
Alguna tem o comprimento doplo. Todos eio
prvidos de toroeiras so alltaeniagao e de es
go.o e de canos de sangradoo'-o.
A alimemaglo feita por meio de am reser-
valono o'agua construido de el venara.
Os tanques, sendo Independeoles una dos ou-
tros, podem conter agua oce oo salgada.
Elles co dispostos conforme o lypo qoe foi
adoptado qoe tem dado muito bem retaliado no
Aquariom- di elegante
Arcnors.
eetagao de baaos de
Os Aqusriaos da exposicio aoiverssl de 1867
apreBeutaram 00 seo Interior o aspecto de gru-
tas com et.lactnes e etalogoaltes pelos proces-
sos doa S-s. Combes e Bilteocoort.
Beta disposiglo de feliz effailo, mas exige,
para rilo ser ridiculo artistas eap cla-s e oe-
cessita de graodes despesas de cooservagao,
clm de ser de um cesto multo alto-
Ests coosiderag6c8 decidir- a rejeitalas e
a aioctarum iyp mais simples que se em
ouiros lugares como por exemilo no jarilm da
aclimaugu do bosque oe Borgooba em Pars.
A agua depois de ter circulado nos tanqoes
de vldro, corre pa os depoe tos cooi'roi'os
sob os lelheiros airas do edificio principal.
Neates oepoatos cooservar-ar-bi as reservas
dos pe xes do Aqoanum oa os aaimaes aqaa-
icos de muitj graodes dlmensOes para os tan-
qoes de vldro.
O pavilnlo cojo desenlio tambem ac. moarh o
present memorial foi pruectado pelo typo moo-
risco.
Elle tem dez lados ci-camscriptos a om cir-
culo de dez metros de dimetro.
A sua coustroccao de m d-ira recortada, com
ornamentos em salteada, tornando assim fcil
conservagij e pintado com vivas cft-es.
A escolha deaie material de cous -o-el" roe fji
inspirada pela coosideragio de qoe em om paz
que poBue as mais bellas maltas e as qualidades
de madeira as mais variadas e as mais raras, 1
lO'iost'ia da marcenara e carpintera deve ser
aniujjjH e desenvolvida de maneira a poder lo-
tar co-iin a Invaslo. manas vezes pouco jast3-
cada, de Ierro.
A morada dos jardineiros eerl co ootco artifi-
cio ja existente e qua sera reunido ao jardim,
apresen ando ana superficie eofiiciente para este
destino.
Un mirant-j feito de madeira de forma rustica,
abrigado dos ralos do sol por urna coberca de
sape, eletar-se na em frente a enfada principal
da esqonu das roas de D. IsaDel e do Hospi
ci.
Ks'e mirante perm'.ttir ao pa-aeiante gosar da
vista oos arredores.
Em face da entrada principal da roa da Auro-
ra haverl om taboleire circular que po .era ser
aproveltado para nelle collocar-se algum mono
ment histrico oo symbolico.
Na proximidade da roa D. I-abel, am dos n-
gulos pooera ser concedido para a coostrorclo
de om caf-restaurant.
O jardim formado de grandes caoteiros com
plantagOes de arvores dispostas de modo a dei-
xar claros por onde, o olbar dos pas;eiaotes possa
descobrr pontos oe vista ao loog- .
As direcgOes segundo as qoaes etes claros
.evem acbar-se esto cdicados na planta, por
linbas encrnalas pontaada.
Assim, de algn- pontos da roa do Ho-pi'lo
apetteber-ee-ba o mirante as duas pooieziubas,
o pavilblo.
Do mrente cosar-3e-ha da vista de araa part
da roa da Aurora e do no Capibaribe.
Os massigos de arvores devem eer plaotartoe
com grande cuidado e de maneira a fuodlr-ae
cera a re va.
Evita-se assim a iraosigio brusca qae vanos
multo geraimente oos parques.
As diversas qualidades de arvores serlo esc -
inidaa de maneira qae as folnas e os froctos pro-
dazan oppos glo oe matiies.
acnos de flores de om v.vo colorido ("e'eoha-
rio os contornos de cenes maee'gos.
Nos l.gares mais vistos plan lar- st -5a ge pos
de plantas de folbagera ornamental.
Alguna caoteiros de flores serlo plantados as
proximidades dos logarec maia (requemados.
Limi'0-me dois a assigoalar smeote estes d-t---
10es : elles deverlo ser estudadoa com o maior
cuidado quaudo ebegar a occas lo de lazer se aa
plaoiagO 8.
As difTarenlea altaras do slo do jardim slo
radicadas, entre parembeses, no proprio plano.
Pareceu*me dever rest-iugi'-me, por canea Ca
grande qoantidade de aterro oeceesarlo, a olo
dar ao paselo ser) o movlmeoto de trra lo-
dispeosavel para evitar a moooioo-a.
A cola (ICO.xOO) corresponde ao nivel medio
daa mares, Isto e, a cota de i.n.30 da escala do
Arsenal de Marinba.
As altas mures attingtodo a cota (10l,rx76) fo-
ram admetti las como altara miaima para os
caminbos a cola qoe corresponde as soleras das
casas da vislobanga.
Tre* eminencias dominara o jardim.
A mais alta a prac do pavilbio qae 00 cen-
tro rica a cota fi04m07).
Ao redor o terreno sai se abaixando al o ni-
vel do lago.
A segunda emlnxocia a praga do miraale
qae esta i cota (1-3,07-.
A tercelra c local do aoariom, a cota 102,0.57.
Eotre o miraote e o quarlum eateode-se ama
depreseao qae recolhe as aguas de cada om dos
lados e ae escota por om Oueiro ao lago colloca
do airas da casa dos jardioeiros.
0 paeseio ser cercado de ama pequea grade
de (erro, collocada sobre om maro de alveoaria
de tijoilcs com as jautas vlsivels e com ama
cornija do cimento.
A altara do moro ser de (l,m40) afira de det
xar ver, as pessoas qae passarem, o aspecto de
verdura e algamas perspectiva do passeio.
As verbas dispooivels para as obras da cidade
parecem-me nlo permittir pensar oa reallsacio
immediata e completa do preseote projecto
Mas, posaivel. e creio ser argente, determi-
nar desde logo o local exacto do jardim, regola:
eaas prlocipaea diepoaigOes e tratar da execogSo
progressiva.
can lo am gradil, instalar o aquariom, o pav
Ibio etc.
Nestas con-flgOes ss despeas para crear o
giro do passeio, cercal-o com am maro (com
toara entibente pira poder anpprir a falta do
atadil.) construir os portOes e a ponte de com-
ilrta cesunada a maoter a agua no mesmo lo-
cal ser o seguate:
Aterro S13.30S-3 a 850 i8l:30->*700
Muro 1187- a J0*000 23:5411*000
PortOes 5 a 800*000 4:000*000
Ponte de comporta 10:0u0*0 0
Compra da casa do jardioeiro 8:000*000
Imprevisto
E' preciso evita* qne nm terreno perfeitamenle
apropnade para a creaglo de om paeeeio publi-
co seja ctilisado para ootro fim, qoe fiqae-se
mais larde na contingencia de aemolir qaarte-
roes ja edificados.
A maior despeza e a mais indispensavel a
do aterro cojo volme elev-i-se, conform mos-
trara os per fia juntos a S13 mtMi.
Mas, convm nlo peruer de vista qoe ja fol
decidido qae os alagados sobre os qoaes devera
se elevar o jardim eerlo (terrados por meio
das escav-gO"* do porto, e qae alm disto o vo-
lme de 213,mti02, ra soperlor ao qoe oeces-
sitarta o aterro feilo unieao-ente para a coos-
rucgla de casas : com efJeito, os diminutos mo-
tmenlos de ierra qae foram calculados para
dar algoroa vartedade ao jardim slo mais qae
compeasados pelo lago das regatas* oode o
terreoo tica ao nivel actual.
Infelizmente a qoantidade de areia conduzida
at boje ioteirameme insignificante, e parece
mesmo qoe algum lempo foi qaasl completa-
mente abandonado este servico.
Naste momento a occasilo a mala proprla
para obler-se sierros por barato prego, por-
que sentiodo o servigo do porto falta da con-
ductores a vapor para a arela extrablda pelas
dragas, mostra-se disposto a fazer c transpor-
te gratoito, se Ihe fr fornecido o material ne
pasearlo
Parece-me ser multo conveniente aprovei-
Ur-te esta occasilo porque mais tarde o nt me
ro dos conductores s vapor estar aogmt --
do, e nlo ser mais pos-lvel ao servteo do po-
to eocarregar-se deste t-snsporte por barco
impellidOB a mo, seno pagando se-ibe as des-
pejas dos coodsetores a vapor e da tnpoUgSo.
Admituodo qoe o volume transporta o oelu
eervtgo do pono at o passeio seja de 50,"103
por da, o aterro por anno elevar-se-ba a 250
xdia .160 00-=37.500,"3, e seria necesario
para todo o aterro cinco ou eeis aooos.
O prego do metro cubico ee eatabeleceria da
maneira seguate:
Compra de sais canoas de vate to-
oeiadae, necessarias para o transporte
alem das qne j possue o ser?igo do
porto: 6x:500*=l3:000*, oque d
por metro 15.000*
213,302'=
Carga em carros, descarga regula-
rlsagli =
Transporte em carros a distancia
mella de 200m=
Daspetas geraes, beneficio etc
Total
*0'00
400
280
0*750
100
0*830
Ao me3mo|temp) qoe se flzer o aterro se
coustrmra o muro, a comporta, os porto a e po-
der-se-ha comegar as plantacOes.
Assim poder-se-oa brevemente e ecooomica-
mente vlr a construir am passeio qae possa
eer franqueada a circalagao publica.
Mais tarde entao e cooforne 09 recursos da
pjniveis poder-89-ha completar o moro co'lo-
NeMa importancia a despeza occasiouada real-
a-eute pelo passeio poblico nlo eotra aeolo
pela diminuta quantia de cerca de 50 cootos,
porque 9 preeeote projec.o, cono j disse nlo
augmenta o volme do aterro ja decidido pre-
ceden! mente, e exige sement qae o traoalbo
seja concluido dentro de cinco ou seis annos,
em logar de vinte oa trinta annos.
Seja como fu-, a deanes* aonaal olo exce-
iier termo medio de 42:500*000 sendo a des-
peza total pariilbada em seis aooos.
Esta quau'ta basta para a rpida creacf.o de
am granie passeio qae, mais tarde, e a pro-
porglo dos recursos de que se dispuzer, se aper-
fegoar por mc-ij de diversos atormoseameo-
to e chegara ao nivel dos paselos pblicos
qoe oas ooiras cldades importaates podem
servir de modelos.
Recite, em i ae Jalho de 1895.
_________O engenbeiro principal, Beringer.
3.* Directora da Seeretaria da Industria'
EDITAL
Para enhecimento dos interesados,
fago pub.ico que esta Repartidlo aceita
como praticante g atuito de desenlio, me-
nores de 13 a 20 anuos de idade.
Reeife, 18 de Julho da^J.895.
A. Urbano P. Montenegro.
Director-geral -interino.
cklfaadega
Terrenos de marinha em
Itamarac
Conforme determina o Sr. Dr. Inspector
e para evitar al!egac.5es futuras por parta
des poaseiroa de terreos de marinha na
liba de Itamarac que relo Decreto n.
4105 de 22 de Fevereiro de 1868, tm
preferen ia no respectivo alera ment e a
fiseram valer por patijSes j despachadas,
rica marcado acs meemos posseiros, cujas
nomes vSo abaixo mencionados, um rovo
praso de 15 diaa para virem completa,r o
processo de aforameato promoveodo a bus
casta, de accordo com aa disposiQS em
vigor, a medie-So, demarcacSo o avahag-a-
doa alladidos terrenos, fioaodo certos de
qoe si o nffo surera nesse prazo a fasenda
diapor livremente doa meamos terrenos,
seud) iulgados insubsistentes os despachos
pelos qoi.es urem concedidos oa referidos
aforamentos :
D. Rosa Fracklin de Qoeirai Dourcdo
Cavalcanti.
Theatino Carneiro Tavares de Mello.
Maaoel Fragoao da Silva.
Marcoa Joa doa Sin tos.
Jovioa Alezandrina da Miranda Albu-
querque.
Joaepba A. de Miranda Alboqaerqoe.
" Joto Al ve a da Motta.
Matia Tavarea da Silva.
Jos Vi leo ti m Vieira de Mello.
Pranoisoo Salles de Albuquerqne.
Francisco Theodoro de Macedo.
Francisco de Borgiaa e Paiva.
Erneato Ai ves Pra^ana.
C- rlota Mara da Pas.
Antonio Quedes Sidronio.
Franc c Mara da Coaoaigo e irmZs.
Antonio Doraellas Cmara.
Joaquim Joa de Barros Moraes.
Herm jo Marques Ferreira.
Joi Pedro da Coata.
Ricardo Vieira de Souaa.
Podro Marques da Silva.
Jos Rufino de Paiva.
MaroelLo Barbosa da Cesta.
Marcelino Martvr da Croa.
Marianoa Joaquina da ConoeicSo.
Dioa Marta de Barroa Moraes.
Urania Mara do Espirito-Santo.
13.' Seoolo d'Altandega de Pernambuco,
2 de Julho de 1895-
Servindo ds chafe,
SabastiSo M. Bamio Pyrr.)
grande, 1 porta o de ferro por 7.2004000.
aegunda praga. Pertencente a Companhia
Maunfaotarera de Pernambuco.
A oaaa a Estrada do Oiqui a Jaboatlo
n. 319, oom porta e janelia, 2 salas, 1
quatto, 3 metros e 10 centmetros de
frente 8 metros e 70 oentimetres de fundo
quintal em aborto, por 1350000, segunda
praca. Pertenoente a Manoel Antonio de
MagalhSet.
A oaaa a roa do Quiabo n. 78, com
126.8.i!*70O porta e janelia, 2 salas, 2 qaartos, 4 me-
0 tros e 70 centmetros de frente, 11 metros
e 30 oentimetros de fundo, quintal em
aborto, avahada em 303,9000. Perten-
oente a Aiazandrina Mara Vieira.
Caaa no Largo dos Remedios n. 23,2
salas, 1 qaarto 4 metros e 30 centmetros
de 1 -ente e 10 metros e 30 centmetros
de tundo, ava'iada em 120SO0O. Perten-
cente a Auna Roaa dos Prsieres.
Freguesia do Poco
Casa a Estrada do Brejo n. 11 A, com
porta e janelia de frente, 4 metroa e 10
centimetroa de trente, 6 metros e 70 cen-
tmetros de fundo, avallada em 50-5000.
Perteocente a Miguel Alvea doa Res.
Casa em Saeta Anna de Der.tr> n.5,
com 8 metroa e 40 centimetroa de frente,
5 metroa e 60 centimetroa de fundo, 2 sa-
las, 1 qaarto por 2430000, par ser ter-
ceira praca, Pertencente a Manoel de
Ase vedo Andrade.
Fregaezia da Varaea
Caaas a Eatrada daa Barreiraa de Ga-
langa n. 17, comporta e janelia, 2 salas,
2 qoartos, coainha lora, 4 metros a 90 oen-
timetros de trente, 10 metros e 70 cent-
metros de fundo, quintal em aberto, por
4055000. terceira praga. Pertenoente a
Asevedo Braga & Comp.
Caaa no lugar denominado Ilha, n. 1 A,
1 janelia e 2 portas, 2 salas, 1 qaarto, 7
metroa e 90 centmetros de trente, 7 me-
tros e 40 oentimetros de fondo, quintal em
abert>, por 900'JOO, segunda praca. Per-
tenceote a Antonio Joaquim Corroa de
Araojo.
B para qae chegue ao conhecimanto da
todos passou-se o presente qae ser pu-
blicado e atusado.
Dado e paesaio nesta cidade do Re-
cite, aoa 23 de Julho de 1895.
Eu Alfredo Diamantino de Torrea Baa-
dsira, escriv&o o escrevi.
Diomedes Goncalvea da Silva.
O Dr. Diomedea (ioocalvea da Silva, jais
doa Feitos da Fasenda do Estado de
de Pernambuco*
Fas saber que nidos os diaa de lei
ae ha de arrematar por venda a qaem
maia der en praga poblica deate juizo,
no dia 2 de Ag'iato prszimo vindouro,
os predioa abaixo declarados penhoradoa
por exeoucSo da Fasenda.
Freguesia de Sao Jot>
k caaa a ra Imperial o. 302, com 3
metros de frente, 10 metroa e 70 oentime-
tros de fundo, 1 sala, i quarto, por 2700.
segunda praca. PerUnce a Amaro Anto-
nio de Faria.
ArmacSo de piuh > envidracada pialada
a oleo, balcao, balaaca, pesos e medidas,
no estabelecimento a ra d Santa Rita
a. 1, por 1250, aegunda praga,. Pe ten-
ce a Antonio Cardoso da Silva.
Freguesia da Boa-Vista
A caaa no Becoo de Santo Amaro n.
4 By com 4 metros de frente, 6 metros e
30 oentimetros de laudo, 2 salas, 1
qaarto, qointal, avallada por 2700*100.
segunde praga. Pertenoente a Feliamua
Alve Cordeiro.
ArmagSe de looro, balcSo e utencillos
ao estabelecimento a raa do Conde da
Boa-Vata, n. 97, por 990000, aegunda
praga. Pertenoente a Antonio Fernandos
da Silva Macieira.
Fregueza da Graga
A casa no Campo Grande aem rebouoo
coberta de palha, oom porta e janelia,
2 salas, 1 qaarto, cosinha fora, 4 metroa
e 60 centmetros de frente, 7 metroa e
50 centimetroa de fundo quintal cercado,
por 900000, aegnnda praga. Pertenounte
a Erneato Roma rico de GuanaSo.
Freguesia da Aiogodos
A casa a roa do Bom Costo n. 13 A,
com 2 salas, 1 qaarto, 4 metroa e 10 Den-
timetros de frente, 7metroa e 40 cunt-
metros de fundo, quintal em aberto, por
2430000. terceira praga. Pertenoe a An-
tonio Isidoro de Sousa Barbosa.
O sobrado do Becco do Quiabo n. 12,
em solo proprio, li metroa de frente, 20
metroa de fundo, oom aitio, por 1.215 $000,
teroeira praga. Pertencente a Francisco
Carneiro Machado Ros.
A casa a ra do Rio n. 36, oom tar-
rago, gradea de ferro, 2 salas, 3 quattos,
cosinha ao lado, oom 2 quartos, 3 quartos
f ,re, sotSo com 2 salas, 3 qoartos, litio
O Dr. Diomedes Googalvea da Silva, jais
substituto parcial da Fazenda do
Estado.
Fas saber pelo presente qae no dia 2
de Agoste do correte anno, se h2o de aj-
ramatar por venda a qaem mais der em
iraca pnbiica deste juizo os bns tegointes
peoborados por eiecugSo da Fasenda do
Estado.
Freguesia de Sao Jos
A caaa de n. 261 J, a roa Imperial,
oom 2 portase 1 janelia de frente e aalSo
em mo eatado, detapa, quintal em aberto,
mede de frente 6 metros e 70 centimetrose
de fundo 7 metros e 60 centmetros pela
qaantia de 900000, feito o abatimeoto le-
gal, visto como foi avallada em 1001000
e esta a segunda praga. Perteace a JoSo
Silend Janh.
Freguesia de Graga
A casa de n. 33, a ra das Pernambu-
oanaa de podra e cal com porta e janelia
de frente, 2 salas, 3 qaartos, coainha in-
terna, mede de frente 4 metros e 70 sen-
timetros e de fondo 8 metroa, qaiotal em
aberto, pela qaantia de 4500000, feito o
abatimento legal, visto eomo foi avahada
em 5000000 e eata a aegunda praga.
Pertence a Graciano Joaquim Nasario.
Freguesia do Poco
O terreno onde foi edificada a casa de
n. 8, no Chacn, mede de frente 9 me-
tros e 70 centmetros e de fundo 58 me-
tros s 90 oentimetros ezistem no mesmo
terreno ama cacimba pela quantia de
1808000, feito o abatimento legal, visto
como foi avahado em 2000000 e eata a
aeganda praga. Pertenoe a Silverio.
Freguezia de Afogados
A casa n. 158 A na Estrada de Giqui
a JaboatSo da laipa oom porta e 2 janellas
de frente, 2 salas 1 quarto, cosinha inter-
na, mede de frente 4 metros e 70 centi-
metroa e de fondo tambem 4 metros e 70
centmetros, quintal em aberto, pela quan-
tia de 135S000, feito o abatimento lega',
visto como foi avallada em 1500000 e
esta a segunda praga. Perteace a Anto-
nio Jos do Carmo.
A casa de o. 1 A no Beocg do Qaiabo,
de taipa, com porta e janelia de trente,
2 salas, 1 quarto, cosinha fora, mede de
frente 4 metros e 10 centmetros e de
fuodo 7 metros e 90 centmetros, qaiotal
em aberto, pela qaaotia de 1210500, feito
o abatimento legal, viato como foi avahada
em 1500000 e esta a terceira praga.
Pertenoe a Tertuliano Marques de Mello.
A casa de n. 200 na Estrada Nova de
Cazang, de pedra e cal, com porta e ja-
nelia de frente, 2 salas, 2 quartos e cosi-
nha fora, mede de frente 3 metroa e 90
centmetros e de fundo 12 metros o 90
centmetros, qaiotal cercado, pela qaantia
de 6480000. feito o abatimento legal,
vate como foi avahada em 80G$003 e
eata a terceira praga. Pertence a Fran-
c'.tco Manoel de Ol ve ira.
Freguesia da Varaea
A oaaa de n. 166 na Estrada Nova de
taipa, otj-n porta e janelia de frente, 2
salas, 2 janellas no oitSo, mede de frente
4 metros e 30 centmetros e de fondo 10
metros e 40 centmetros, qointal em abor-
te, em mo eatado, pela qaantia do 45$,
feito o abatimento legal, visto como foi
avahada em 500000 e eata a aegunda
praga. Perteooe a Leopoldina de Sonsa
Moraea.
A casa de taipa n. 23, na Estrada daa
Barreiras oom porta e jane'la de frente,
2 salas, 2 quartos, cosinha interna, mede
de frente 4 metros e 90 centimetroa e d-s
fundo i 1 metros e 50 centmetros, qoin-
tal em aberto, pela quantia de 121SS00,
fsito o abatimento legal, viato como foi
avahada em 15()S00) e eata a teroeira
praga. Perteuoe a Joanna E. Soarea da
Rocha.
E para constar passou-se o edital na
forma da lei.
Dado e paasado nesta cidade do Re-
eife capital do Eatado de Pernambuco,
aoa 22 diaa do mez de Julho de 1895.
Eo, Jes da Costa Bogo Lima, escri-
vSo, sabscrevi.
Diomedes Googalvea da Silva.


1



-$'

o
Diarto de Pernamiraco 4|nintafcira $5 no &oIho de 1595
mm^amm
DECUUCOES
Recebedoria do Esta-
do de Pernambuco
Oe ordem do Illm. Sr. Dr administrador
seientifioo es Srs. oontribmotes doi im-
posto! de industria e pr..flsai compra-
hendidos as classea ns. 7, 17, 20, 29
e 30 da tabella anoesa a lei do orna-
mento em vigor, que se acham colleo-
tadospela forma constante das relacSes
abaixo, que nos termos do 2* do art.
1* das disposiyo'ej ge. aes da mesma lei,
Ibes iba marcado o preso de 8 diaa im
prorogaveis a contar da data do presan-
te edita!, para apresentarem do Tribu-
naldo Thesoaro qiaeaqaer reclamayues
od recursos.
1* Seccao da Recebedoria do Estado, 23 de
de Juobo de 1895.
O cbefe,
tfrederico Guirrariee.
Dita da Utos Pidelldaae de (Lis*
boa), Conmercio n. 46. 3a dita
Ola ae ditos Royal Insoraoce, Ces
da Compannia o. 6 3* "ita
Dita de ditos Impt-riai Iisaraoce,
Commereio o. I. 4*'li a
Dita de ditos Tetlye, Vigsrlo Te-
norio d. 1,5* apa
Dita de ditos NewYork Life Ineu-
a-ice, Mirquez de Olinla n. 36,
6* dita
Dita de d'tos Eqaitable Life lasa*
ranee. Commereio n. 44, 6* dita
Dita de d ios .No-ttiern Insarance,
dita o. 36, 6 dita
Dita de ditos Norin B itisb & Her
cantile Insurance, dita n. 16 6*
tina
dltns Marine Insarance,
26, 7* dita
Dita de
dita n
CLASSE
CLASSE N. 7. Armazem de xarqueem grosso
e a retalbo
Contribuir tes Freguexias Roas V. D Qootas
Amorim Ir Sos e C, S. Fre Pedro
Goncalve?, Caes da ;Compaobia
PeroBbncana n. 10 :OCO<000
U. S. Maia, dita, largo do Co-po
Santo n. 17 4:000*000
Jos Jltar & C, dita, dita, n. 17 VOOO50uO
Pereira (jaraeiro &. C, dia, dita
n. 6 4:000*00
Nova Maia fc C, dita, dita 3. 9 2:000*000
Joo Baptisia P.nheiro & C, Santo-
Antonio, Pedro AffoQO n. 7 663JI-5
Viuva Conba Genro e C, dita, dita
n. 14 563*125
Prreira Carvalbo e u., dita, dita n.
6 563*125
Lonreaco R:hero e O, dila, dita n.
63 4I3*!23
Silva Aevedo, dita, dita, 0. 24 413*125
Antonio Pern ndes R irnos, dita,
oitaa. 20 413*123
Domingos Villa Verd<. S. Frei Pe-
dro Goocalves, Madre da Deas
n. 0 413*125
Pirmino Gomes Leal e C, Siglo-
Antonio, Pedro Atronco n. 12 4!3*:25
Joe Rodrigues Villa Cnao, dita,
dita n?. 54.53 413*125
Maooel Joaqaim da Costa Ramos,
S. Fre Pedro Goocalves, Madre
de D us n. 28 4i3i25
Vlira e S iva. SantoAntonio, Pran-
Cisco Ja:;nibo n. 26 413*125
Delnm Lopes da Croz, Santo-Anto-
nio, uarga do R,sario n 23 413*125
Franco e C, Santo Antonio, Largo
do Mercado n. 8 413*125
Francisco Braga e C, Si-to Anto-
nio, Pedro Alfonso n. 43 4i3$l25
LoDes e Araojo. oto Antonio, Li.
vramento n. 38 413*125
Lopes Maga.caes e C-, Santo Anto.
nio, Penba n.8 413*125
Manoel Fero-noes Ramos, Santo
Antonio, Pedro Affooso n. 16 350*000
Antonio Soares Feroandes Oliveira,
Santo Antonio, dita o. 66 350*000
Rodrigue* e C.Siuto Antonio, di.
ta d. 70 350*000
Antonio Sirques e C, Saato Anto.
nio, Larga do Ro?ano n. 38 350*000
Santos aa Figneira e C, Santo An.
tomo. Pedro Affonso ns. 78|80 350*000
Sanios Lopes e C S. Frei Pedro
Goncal'ee, S. Jorg* n. 139 350*000
Manoel Goicalves Estella, S. Frei
Pedro Gtncalves, S. Jorge ns.
133|135 350*000
Fregoezia de Sao Jos
EtavSo de Gosmio, Roa do Padre
FionsnoL.o 350*000
Fraga Rocha & C, dita da Madre de
Deus os. 18 e 2o 350*000
Jo3 Tavares Carrelro, S) Frei Pe-
dro Goocalves dita da Madre de
Deus n. 20 350*000
Jos Saratva & C, Sanio Antonio,
Pedro AEfonsoo. 2! 350*000
Saal Marques dos-auw, Recite,
dita do Vlgario n. 12 350*00.)
M noel Soaret de Piguetredo, Santo
Antonio, dita Larga do Rasarlo n.
250*000
Manoel Moreirs de Soma & C, Re-
cile, dita D. Mara Cesar n. 3e 5 250*000
Antonio Goilhermioo os Sanios,
Santo Antonio, dita Marcllio Diaa
n. 16 250*000
Antonio da Silva Ramos, Santo An-
tonio, ita Pedro Affooso o. 76 180*800
Alvaro Cabrai C, Santo Antonio
dita, o. 50 190*000
Francisco Jos de Mello Costa, dita,
dita o. 26 A 150*000
Antonio Jos urpes Brag?, diU, di-
ta n. i 8 160*000
Silva & Senna, Boa-Vista, dita da
oiao n. o* 150*009
Adriano Pereira da Lnx, Santo Ao-
tonio, dita V. de Iobaoma c. 53 150*000
Figoeira & Silva, dita, Pedro Affon-
son. 46 e 46 A 150*090
Jos Lopes Forreira Maia, S. Jos
dita Vidal de Negrelros o 154 i50*':00
Antonio Joaqaim da Costa, Santo
Antonio, dita Larga do Rosar.o
n. 9 150*000
Antonio Lopes da Silva. Campos,
Boa Vista, dita Loii do Reg n. *
40 150*000
Antonio Jos Dias, Affogados 160*000
Francisco Farreara da Silva IReis,
Santo Antonio, dita General A.
Lima n. 8 150*000
Manoel Alves dos Santos.ldila, Jlo
do Reg o. 2 180*000
Jos Raymocdo Rodrigues Paala di-
ta Pedro Affouo n. 64 150*000
Joo Marinbo, dita dita n. 34 A 150*000
M noel D. da 3.Iva Gyrio, dita dita
n. 2i A 0*000
Roang > Ernesto Pereira, dita dita
n. 18 130*000
Antonio Pereira de Magalbie3 & C.
dita V. de lubauma o. 7 150*000
Engracio R:beiro de Mello, S. Jos
Largo do Mercado n. 1 150*CtO
Gimes A. Gaio de Miranda, Santo
Antonio, Bario de Lucena n. 14 159*000
Jos Crrela Leite, aita, Roa V.
de Iobaoma n. 5 150*000
Jos Rodrgaos Mala, dUa, 15 de
Nov-mb-o n. 28 150*000
Manoel Gomes da Conba, dita. Pa-
dre Jacintbo n. 80 150*000
Maaoel Martiof G me?, dita, Baria
de Lacena n.f 16 120*000
Antonio UcQoa & C., Sao Joac, dita
Marcilio Das a. 75 150*0OJ
Albino Jote dos Sanios, Santo An-
tonio, dita V. de I iDaoma n. 75 160*000
Joaqaim Nogaeira da Silva, dita,
Largo do Mercado n. 6 160*000
Salfiaoo Luis de Siqoeira, dita. Pe-
dro Alfonso o. 28 150*000
Antonio Braga, dita, dita n. 72 150*OUo
Vasconcelios &. C\ 8o Jos, Largo
do Mercado o. 15 150*000
Ferreira Gylo & C, Santo Antonio
Pedro AlTousu n. 8 150*000
Pereira da Silva C. uta, dita n.
48 120*000
Lopes & C, dita, dita n. 74 120*0u0
1:818*180
1:818*180
2:727*280
3:636*360
4:545*150
4:545*450
4:545*150
4:545*450
5:454*5CJ
JO Encbimento de alcool e agur-
dente
Taxa 20.000*000
Contribuales, fregaeiias, roas, nmeros, dvl-
sOes e qootas)
J. S. Ama-al & C, Reclfp, Largo da
Assembla o..., Ia civi o 476*191
Companbia ReBoana DesiiUacio
Peroambocana, Capnoga, 1* di-
visa j 476*191
Gasoar Paille, S. Joa, Viveiro do
Muqzo..., Ia dita 476*191
A Flores & C, dem, Padre Mo^iz
o. 79, %' aia 952*381
Jos Pioto Lapa, Racife, Moeda o.
9, 2> diviaao 952*381
Amonio do Reg Lima. dem, dila
n.2l,2>dlta 952*381
Manoel do Cooto Medelros & C,
id^m. Amorim o..., a* dita 952*381
Jote Goacalvet de Araoio, idem,
Apollo..., 3'dila 1:418*171
Jos Rodrgaos Ma-ieira, fdsm, tra*
veasa da Compaodia Piruamba'
taua u. 2, 3 dita 1:428*571
Me lelroa & Carvalbo, idem, Caes
do Apollo n. 81, 3a dita 1:428*571
Uan & Silva, idem. Ira'
Pernamba*
4C-.
Anlooi
veesa da Compaubia
casan. 8 3a dita
Joe da Costa Ferreira, ilem, dita
n. 14, 3a dita
Manoel Marqu-s da Oliveira
idem, dita n. 10 A, 3' dila
Pinto F-rre ra & C, idem,
c.,4' dita
Compauma Exportadora de alcool
e aguarden e, S. Joe, Padra
Muqiz o..., 4a dita
Pereira Piolo C, Recife. Caes da
Cumpanbia Peroa.i bu:iOa n. 8,
5a dila
dita
1:428*57 i
1:428*571
1:428*571
1:904*762
l:90i762
2:380*953
20:000*000
Classe n. 29-Ljjas de cbapecs-R?. 26:000*000
Roas :
Duque de Cixlas n. 87. R. Mello &
Azevedo, 2.a 217*389
Imperatriz o. 8 Alvaro Dimz, 2.a 217*38J
Barao da Victoria a. 34, Silva Rea
& L. 217*389
Cabug d. 1 A, Mae. Koblet, 2a 2i7*i89
Mrquez de O.i^da n. 39, Francisco
Laona & C, 2.a 217*389
Pr; ca da Iodepeodaoiii o. 17 Cos-
ta & C, 3.a 119*852
Bario da Victoria n. 56 Mme. Ll-
eno, 3.a 289*852
Praga da Independencia ns, 7 e 9
Francisco Ramos da Silva 3" 289*852
Duque de Caxias n. 117 Nones da
Foueeca & C. 3a 289*852
l.o de Marco 4 A, Jos de Souza
Mello & C, 4.a 434*778
Fraga da Independencia os. 32 e 38
Bruno da Silva C.rv&lbo, 4* 434*778
Praca di Independeacia ns. 23 e 25
Soares & C, 4 434*778
Imperatriz o. 49 Cotbo & Fernaodes 4> 434*778
l. de Margo o. 14 A. J. Maia, 5.a 579*704
Barao da Victoria n. 12 Maooel da
Silva Carvalbo, 5.
Bario da Victoria o. 42, Manoel Li-
cio & B-aga, 6.*
Bario oa Victoria o. 44, Cbristlani
& C, 6.'
Marques de Ola la n. i7, Oliveira
Bastos & C. 6 a
Uarquez do Oiinda n. 68, Souza
Nogueira & C, 6.*
Mrquez de OlioJa n. 15, Joaqoim
Gongalveb k C. 6*
Viscoode de JabbOma o. 33 A, Mar-
nos & C, 6.a
4, Albino Amo
Onque de Casias
rim &C..6.a
Barao da Victoria n. 2, Rapbael
Das & C, 8 a
Llvrameoto o. 22, Aidrade Maia
& C, 8.*
Llvramecto n. 20, Diaa beureire
& C, 8.a
Marques de Ooda n. 35, Alfonso
Maia & C, 8.
Biro da Victoria n. 8, Adolpno de
Castro e Silva, 9.a
Cabagi o. 20,. Augusto Eernandes
& C 9.a
Ooque de Caxias n. 59, Samarcos
c* C, 9.
Livraruemo o. 18, Ventora Malbens
& C, 9.
Llvrameoto o. 12, Alves de Brilo
& C, 9.a
Livrameufo o. 8, LofOiro Mala &
C, 9.*
Duque de Cusas n. 52, Aodrade
Lopes & C, 9.a
Doque de Caxias n. 39, J. Cordel-
ro. 10.a
Mrquez de Oiinda, os. 20 e 22 Ro-
drigues Lima &C, 10
579*704
724*630
724*630
724*630
724*630
724*610
724*630
714*630
1:014*482
1:014*481
1:014*482
1:014*482
1:159*427
1:1595427
1:169*427
1:159*427
1:159*427
1:159*427
1:189*427
1:304*400
1:304*400
Bj.
Boa Vista
Alfredo Gaocbe A C, u m da Im-
peratriz o. 48.3a 'i>t>. dem
Domiogos Coelbj Soares, dem,
ii'eiD, idun
Olindioa Falclo hAL, idem, 2a da,
idsm
Augosto Pioto de M randa, dita n.
200*001
200*001
4, Ia dita, Idem Domingos Fernandos, dita n. 78, 1* dita, idem A logados Campos Dariel, 1* divisan, idem Classso D. 4. Armazens de bacalh 30.000*000. Fregoezia do Recife Seixas tsjsMk 8, Largo da Alfndega o. 3, Ia dlvisSo, quoia Men >s Lima & i'., ra Mrquez de linda o. 63, 2a dita, dem 6*667 66*667 65*667
lo. Ri.... 11:000*000 19.000*.00
-34 QUINTA-FEIRA. 25DEJULH0DE1895
Gra de Coirpaith a Dramtica Italiana
A DESFORRA
Principiar as H horas
Bo3ds e trena para todas as linhas meos para Oiinda.
Classe n. 5. Arma.-t^ de farlnii de trigo
Rs. 30:000*000
Heury Fors:e: J4 C., aes da Boge-
nervio ns. 3 6 e 7
Macbatiu & Lopes, Caes do Apollo
i.m'an!ii K^cifense de Paoifici-
C U Caes ao Apollo ne. 63, 65 e
67
10:000*<
10:000* .90
10-000*000
l
30:000*000
l* Secg&o da Rscebedoria to Est.ou ae Per-
nambuco, em 24 de Junno de 1895.
O cbefe,
Fredenco Guimaraes.
Recebedoria d-j Estado
de Pernainbucj
De ordem do I lm. Sr. Dr. AdmiQ,strador e do
coaiormid vido ao* contritioinies onelada, que r.5> paga-am lio prasa de olio dies
coa its da emrada de utv.os oo vapc es para,
oo ir i>o de 15 diaa mais contados d'aquelia data
recoiderem eom a moita de 10 % aos eofres oes.
ia R'puiicao o imposto relavo ao exercicio de
1893 a 1896 conforme a relugao abaixo decia.
rada.
O caefp,
Fredenco Guimatos.
O
Mez
D^ta de entrada
o 2.
ca rv
2
O
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o 1
5 90 |
M 0 1 | Nicionalidade
1 .-----_----------
co
S
CP
o
O
o
5

>-
G-.
m
SO
00
co
o
N. das toneladas
o
o
s
6
TOTAL
Recebedoria oo EstaJo de
Pern.mbaco
IMPOSTO DO EXERCICI DE 1895 A' 1896
Re gao cii.s ooOfiMloiea oji-io* ai impi^tc
de 40 /, tobre o valor lo Htivo, (Olleciaaos ce'n
laog-nor Domingos de Stoza Leo, na fregoezia
de AfjKaaos de coaiormuade com a le n. 121
do crreme anuo.
Roa Direita
Deposito n. 52. J, B dos SjiIos
Acooue n. 52, Joaqulta Nicolao Fer-
reira
arbriro n. 76, Jes? Isidoro da Silva
Acouk.ua o. 80, Joaqoua Nicoho Fer-
rsira
Deposito n. 84 A, Jos Joaqoim Rodri-
gues Braz
Coctieira a. 3, Carlos Rooerto Sinborelle
Dita o. 31, Amonio dos Santos Franca
Motovolomb
Garapeua n. 65 A, Lu z Jo6C Correia
8. Miguel
B rbtiro n. 4, Oiinto Bipita Rodri-
gues
iyougoe G. 18, Sydronio Ignacio re
Mello
Garapeira o. 97, Mara da Costa Man-
tel ro
Olaria n. 117, Antonio Ribeiro da Silva
Guiieu es
Cita bem numero, Automo Sobres Ba-
poso
Dila stm numero, Francisco de S4 Lei-
lao
P.emdca
7 J s Custodio Honor o
27, Maute Faulu ce Albu-
64*000
80*000
80*000
80*000
72*000
200. OOu
120*'HJO
72*000
72*000
96*03
72*^00
Poaeiro n.
Ag,ugui n.
,_queiqne
160*00
160*000
160*000
S6*0,0
GG*000
86*000
96*000
160*000
160*000
w
O
O
s
t.
X

m
*
5
5
Aug.'. e Resp-, Loj.-.
Cap.'. Vigilancia e Se-
gredo.
O len.-, e Pod.-. Ir.-. Vea.*,
manda convocar eswlo x.
traordinaria para soxta-f'eira
'itt do earrente, as 9 horas
da noite.
Pede a todoa oa leaos e zc-
losoa OObr.-. do quadro para
ac-izdironi A referida convoca-
cao pola para tratar de im-
portaatissinto assumpto que
interessa
Besp.*. Loj.*.
IV
nossa Aua;.-. e
i
O Stecret.*.
B.* C-: 18.*;
35:000*000
CLAsStS N. 17Compaobias de Segaros
(Cootrioaintes. ras, nmeros, divises equo^as;
Comnanbla de Seguros Americana,
Praca 17, Ulha. 909*090
Dita da Seguros Motuos IVogresso,
Maiqoes da Olioaa n. 13,1* dita 909*090
Dita de ditos Interesse PodIico (da
Babia), Conamercio n. 46, 1.*
dita 909*0S0
Dita de ditos Popoitr (do Mar-
nhao) dna o. 44,1* dila 909*090
Dita de ditas ira aa ta a tica (de
Hamborg:', Bom Jjsos o. 18, 2"
aiU 1:363*W
Dita de ditos motos Chombo, dita
B. 51, J'dita 1:363*640
Classe n. 30 Lojas da napeas do sm.
10:000*000
TABELLA A.
Fregaeila de Santo Antonio
Contriboiotes :
Leite Bastos & C, roa do Livra-
ments n. 6.17* ivisao, quota 1:133*339
Jis de Souza Mello & C. dita Io
ae Marco n. 4. idem, Idem 1:133*339
Tavares &, Freir, ana Doque de
Caitas, 16* dms&o, idem 1:066*672
Jo> Ferreira, dita Barao da Victo-
ria n. 17, 8* dila, idem 533*336
Tavares Preire A C, dita Io de
Marco. 8a dita, idem 533*336
Alte.ru & Irmao.dita Bario da Vi-
ctoria, dem, idem 533J336
Aoiooio Francisco Areias, dita do
Csbaga, ideo, dem. 533*336
Bca Vista
Costa Campos & Coiard, dila da f"'^
Imperatriz, idem, dem 533*336
Santo Antonio
SI va Antunes & C, dita do Cabu-
gS o. 7, a* aivi.-o, dem 400*102
Maooel Gomes da Cruz & (J., P. da
Indepeniencia o. 6, idem, idem 400*402
Jos Pereira Amares, dita do Cres-
po, 4a diviaao, idem 266*668
Aooa Aitones tC, dila Direila, 3*
diiisio, dem 300*001
Sonsa & C, dita Estreila do Rosa-
rio, lem, dem 200;001
Goim^ries Lima k C, dila 1 de
Marco, ideal, dem 200*Ool
Guimaraes Bustos & C, dita Bario
da Victoria. iSem, dem 200*001
Francisco Gurgel & Irruio, dita 1'
drMa^o, dem, idem 200*001
Villela & O., dila Bario da Victo-
ria a. 4lr2a divisko, ileai 133*334
Martina & Gomes, dila do Rangel,
Idem. idem 133*3i4
Silva Res & ., ita Ba*o da Vi-
ctoria o. 34, idem, dem 133*334
Ribeiro & Almeida, dita Bario da
Victoria, idem, idem 133*334
Francisco Antonio Areias, dita do
Rangel n. 39, Ia divlfio, dem,
dem 66*667
Maooel T. Cardoso Soares, dila
do Rangel, idem, Idem 16*667
Rectfe
Oliveira Bastos & C dita Marqoez
de Oiinda n. 3, 3a divislo, idem 200*001
Manoel da Caoba Lob:, 3" divislo,
aidem 200*001
Sooza Gomes, Arco da Conceicio,
1* dita, ideo 6*667
COaPAtNHlA
Progres8o Colonial
So escriptono destsempnala 4 roa de Cem-
mereio-n. 34, 1- andar, acbam-se 4 dispea>cM
des Srs, accionistas o balaogo e mais documen-
tos ezlKidos por lei,' relativos o anuo nodo em
30 de Jonno prximo paseado.
Recife, 1/ de Julbo de 1895.
J. Ooocalves Piolo
____________ Preaideoie
GOMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
BU* DO VIOABIO N. 1, 1. ANDAB
Directores
Barao de Sooza Lefio
Thomax j, Comber.
___________Julio ear Taeo Barretto.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Plienix Pernainbu-
cana
RA DO COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
Instituto Vaccinieo Muni-
cipal
Vaceinacio roimal directa
Boje (jotota feira 25 do correte/ das 10 boras
as.41 do dia, navera neste Inaiiuuo vacciaacio
animal uireci, sendo a lympda tirana dirtcta-
menie do aniaal para a peasoaa que all se
apreseoiarem A esse tim.
O e8crevente
____________ Adolpbo ltidro da Matia.
Recife Dr ai ti age
A companbia Recite Drainag faz publico, para
ooubecimeoto dos iote.-essadoa, qae eolio oo no
mez de Joobo prximo passado, os apparelbos
abano- declarado.
Sanio Antonio
Praca Bario de Lacena n. 49, apparelbos na
5823, 6824, 1 andar.
Recife, 11 de Jolbo de 1895.
J. F. Mackiotosb,
Gerente.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Por esta secretarla se declara qoe do dia 25
do correle (quinta (eir) fts lOborts da maoni
se far pagamento as amss de crlacio, em urna
das saias da amiga casa dos ezpos.os.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 20 de Jolbo de 1895.
O iescrivo
Joe Honorio B. de Menexes.
liba do Reiiro
Olsria sero nnmero, Alv.ro Francisco
Urba CiValcanla
Largo tos Rexedio.
DUa n. 58, Jos Aurelio de Oliveira
Bita sem nomero, Manoel ce Si Le tio
DUa n. 5, Francisco amio Cavaicaoie
Pesroa
Di a seco numero, Be-nardo DamoCa-
valcanle Fessua 160*000
2* becto da travesea dos Remedios
Dita o. 5, Salles Menezes & C. I60*0.u
Dita stm comerc, nerdtiros de Antooio
Caldas da Silva 160*000
Dua n. 7, Mauoel Antcn'o Goocalves 2i0*
Uiu u. 9, Augusto Uctavuuo de Souza 32.*000
Trave-saoo Laceas
Dita n. 20. Maooel Goocalves da Luz 160* 00
Dila c. 12, Salles seuezes & C 320*000
E.-taua real a Torre
Casa moriuana sem uoaaero, Augos o
Tancreao Je Almeaa 24*000
Acuocue o. 61, Francelino Francisco
Du-ne 80*000
Taquari
Diaria sem nomero. Joao Ignacio Ribei-
ro Roma
Dita eoj notaero, Manuel Nones da
Silva
Di a sem nomero, Micoel Cierzentiao
Pires da Silva
Rio
Afoogoe o. 14 B, Antonio Pedro da
Costa
Largo da Torre
Otaria ns. 3 e 5, Albtiro silva & C.
Dita sem numero, os meamos
Dita sem numero, os mesmos
Es.raaa ova
AceoKOe c. 2 A, Bernardino de Senna
Vitlra Lima
Dita o. 4 A, o mesmo
Barbeiro u. 16, Mnoel Laceas Gon-
fjslwa
Garapeira n. 28, Flix Cjprtano da SU
va Ferreira
Dita o. 78 A, Hcnriqoe Lmz F rreira
Leal
ft-ncbo n: 84, Amelia Ferreira de Scoza 48*000
terapeira n. 146, Aatouio Joaua Silva
Oliveira
Dita n. 1 A. Auca Mara Campos
Dita n. 3 A, Joaquim Lino Ferreira Leal
Acougoe n. 83 A, Autooio Pedro da
Costa
Estrada do G qu a i Jaboatio
Deposito o. 70 A. Mautieiios deSeuna
Raocbo o. 74, BeDto Maooel Carlos de
Me"o
Deposito o. 8? B, Jos I. de Sooza Ran-
gel
Acougoe n. 84 A, Antonio Jos da
Costa _
Deposite svm nnmtro, Fraocellno Pe-
reira Ramalbo
Deposito n 218, Amaro Bandeira Cam-
pello
Atoutue aem nnmero, Joaqoim Laoria-
i no Hioeiro
Pomleiro n. 51, Ac'.oolo- Ferreira Lima
Jnior
Raocoo o. 119. Asteria B. Lima
Deposito o. 141, Viten e Cosa
R neno n. 143. Antonio Gomes de Lima
DepoBilo o. 289, Geraido Jos de Barros
Deposito, Frauclaco Pereira Ramalbo
Ia secco d Recebedoria do Estado de f/er-
namonco. em 22 de Jolbo de 1895.
O cnefe,
Fredenco Guimaraes.
160*000
160*000
10*000
12*000
320*000
160*ui.O
96*000
i>*0(
60*000
48*080
'72*000
96*0CO
57*600
40*000
72* ,00
60*000
33*600
H*'-oa
38*400
28*800
38*400
48*3i0
39*000
24*000
28 389400
57*000
87*600
37*600
Sociedade UniSo Familiar
SARAO TRIMESTRAL EM 27 DO CORREKTE
Sub direceo da Exma. Sra. D. Luisa Leopoldi-
na F. de Paula e do Srs. Jos Lopes de Al
meidaeGeni da Slveira .Vendonen.
0 mgresso aos senbores socios sera o recibo
do mez correnta e convites em mi do Sr. Ibe-
soureiro, lodosos dias, no 1\ andar dtste
Diario.
Secretaria da Sociedade Cnii) Familiar, ein
23 de Jnlbu da 18.5.
O l-.Secretario,
Joo M. AI. Draga.
S. U, F,
Sociedade I uiil Familiar
De oraem do cidadio vice-preBidente, coavi
do a todos os socios a couiparecerem no do-
mingo 28 do correle, pelas 3 horas da tarde,
em nossa sede social, para efl'etuar-se a ses-
so de assembla eral, alim de traar-se c!o
interesse social.
Secretar a da Sociedade Uoio Familiar, em
23 de Julbo de 18^5.
0 1". Secretario,
Joo Af. Ai. Braga.
Secretaria do Estado dos
Negocios da Industria
Pernambuco, 20 do Julho da 1895
Dj*ectoria Centra! e de Con
tabilldade
O Secretario interino dea Negocios da
Iadnatria resolve determinar que teubr.m
comeco, centro do praao de um seno, a
contar desia data, e sob pena do caduci-
da de daa respectivas cojcesaSes, os tra
balboa da fabrioa de teoidos de licho, la
e seda de Joao Correin & C*; da de
meiaa e linbus de Eduardo Jarlie Leigh e
Antoaio Martina de Carvalbo e da Ubica
da Companbia Industrial Assucsreira.
Julio de M-illo Filho.
"SOCIEDADE
Refiaaria e De8tila PerDamiJucana
Acbsm-se i diapoBigio des Srs. acciinistss, do
escripiurio oes-a scciedade roa do Cummerclo
o 3'i, o balance e mata docomentos exigidos
por le, relativos ao auno bndo em 30 de Jonbo
prximo passado.
Recife, 19 de Jolbo de 1895.
J. Gunealve- Pinto
Presdeme.
Companhia Centro
Commercial
Convidamos os Srs. accionistas deita coma
nbia a fazerem a sena enfada de sen capital
no Banca oe PernamDuCo, i razio de 10 0/0 e
iien'ro oo Drazo de 30 das, contados de boje.
Macelo, 7 de Jalao de-1845.
Os directores
Tihurciu Alves de Carvalbo.
Boaventora Amurim.
Pedro de Almeida.
Conapanhla Xorth British & Mi
eaatllae Insurance
Capitn subscripto 3,000,000 0 0*
Fundos accumulados 9,452,452, 18d 5*
BBCBITA ANNAL
De premioa contra
a roa
e mais docu-
findo em 30 de
Companhia Florestal
Agrcola
i Acba-se a dispo89o dos-Srs. accionis
tea oo escriptorio desta Companhia,
do Apollo n. 22 o ba'any >
mentos re'ativos ao anno
Junbo do corrente anno.
Recife, 24 de Julho de 1895.5
Jos Gvnfalves Pinto..
Presid-nle.
Nort British And Mer-
cantle Insurance Coni-
pany.
Capital subscripto
Fondos accumulados at
31/12/94
HECEITA ANNAL
De premio contra fogo 1.546.856
Oe di'os sobre vidas i 1.359.821
3.000.000 : 0 0a
11.671.018: -8 8*
18a 7*
16-9a
2:906.678 .15 4
N. B- A Reparticio de fondos accamulados
sobre segaros conira fogo, nio seresponsablisa
pelas transacoes feitas pala de seguros sobre
vidas.
Agentes,
A. t. Dallas.
O Commereio I t
ra do Imperador n.
5 5,onde tambemsere-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs,
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
c sta empreza deve*
rao ser passados em
talo carimbado e fir'
mado pelo gerente,
iem o que nao tero
valor algnm.
Samuel Jones.
Gerente.
Banco da Repblica do
Brazil
Paea-se o 5o dividendo das aeces deste Ban-
co, relativo ao semestre vencido em 30 de Jonbo
p.-oximo timo, sendo 60()0 por cada ac*io ln
legrada e 3#000 pela que t-m su-en-.e 50 /
realsado; nu escriptorio ue P>- reir Carneir. &
C, i rna do Commercic o 6 l andar.
Recife, 15 e Jolho d- 4895.
Imposto de industrias e pro-
fissoes
Convidamos a toaos os cont-ibaiotes da ta-
bella A, classe o. II, trapicbes de rpcolber e
aifandegados. a renoirem-5e no da 26 do cor-
rente, ao meio da, oo t--c-irHo-o ao larcro da
omDcDbla Peraambocana u. 6. 1- andar, afim
de resolver a dietriboico do respectivo imposto.
Recite, 22 de Jo.'bo de 1895.
Fonseta rmios & C.
____________Alcoso F. Bailar & C.
Derby Club de Per-
nambuco
A directora desta sociedade, em sessSo de
Bootem reaolveu o s-euiu e :
Hollar em 10 o'jockey CaMmiro por ter
embars{ado a corrida do anim.l Violador qoan-
do mootava o anima! Pnariseo no 6- pareo da
corrida realisada em 21 do corrente, Hcando con-
siderado distanciado o animal Pnariseo de a>
cordo com o An. 49 do codig de corridas.
Suspender por 30 das os jockevs Casimiro e
Oljmpio pelo mao procedimemo qoe tiveram
dentro de Prado da Eslaacia, desfeitiando-j^ma*
tuamente.
Maltas em 200 o jockey Ke|:e* de accordo
com o % ooico do Art. 53 por nio ter uispntado
o premio ao 6* pareo qoano moniava o animal
Saos-souci.
Privar por lempo iDdetermioado qoe o animal
Divertido seja isempio as futuras corridas do
Prado da Estancia.
Finalmente cbamar a attncio de a!Kons dos
Srs. propietarios para o 6- dj Art. 67 do
conlgo de corridas, e o jotkev para os Aris. 52
6 53, a-m d. evitir a decretaeo naa penas con-
signadasnos referiios anigos.
Secretaria do Derby Clob de Pernambuco, 23
de Jolbo ae 1895.
O aerete
A. A. Gomes Penoa.
De
Fogo
premios
divida
sobre
1.495.418 10* 9
992;379 6 1*
COMPANHIA
DK SEGUROS CONTRA FOGO
iNORTHElVS
De Londres e Aberdeen
Posicio fnanceira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.000
eceita annual:
De premios contra fogo 626.0000
De|premios sobre vidas > 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
BoxweWilliam & O
.2.488.196. 12a lldr
N; B.A repartic&o de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, n&o
se responaabilisa pelas transaccoes fei
tas pela de seguro sobre vidas.
WiLaon. Sons & C.
Ao commereio
O' abaixo assiguados commonicam ao com-
mereio e em particular a seos fregueses, qoe
resolveram Desta aata dispensar os servlcos de
seo raixelro Luiz Juno Gjocalves da Rocba,
ocarreeado das cobrancaa da casa ; em vista
do qoe nenbom valor teta qualqoer traosacefto
pelo mesmo feita em oome aa casa, a contar de
boje.
Recife, 25 de Joino de 1893.
______________T.borcio de Oliveira & C.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
A lllma. innla administra'iva desta Santa Casa
em se8so oo da 30 do correte, ie:ebe propon-
as para a demolico e reedifli-agao dos predios
as. 2i e 6 a toa aa Madre de Deus, fregoesia do
Bec.I-, ae accorao com bs coodigdea ibalxo
aeclaradas e a plana que seacba nesta secreta-
ria para ser examinaos pelos concorrentes :
Coodicea
O contratante 6 obrigado a derxolir os deus
preuios e levantar lu, de conformidade com a
plaa, a pro venando oo oio os matenaes dos
demolidos, coaformefor esiipnlado.
A nio fazer modibcacio alloma as respec-
tivas obras, sem qoe seja de accordo com a San-
ta Casa.
A empregar em todas as ponas de pavimento
terreo omoreiraae soleiras de cantara de Lisbea
A empregar matenaes da meinor qnalidade.
A dar fiador idneo, qoe assigoe com o con-
traanle o contrato que sera lavrado oesta secre-
tarla.
O pre.endent deveri execnar e faaer entrega
I a oora dentro uo prazo oe seis meses.
O pagameolo da importancia da obra ser-
realuada em prtsuces.mearaescoolormeo ser
vico exocntado dorante o mes.
Secretaria da Santa -Jasa de Misericordia do
Recife, 23 de Junno de 1895.
O escrlvio
Jcs Honorio B. de Menezes.
Pede-se aoe Senho-
res consummidore'a
me queiram fazer
nialquer communca-
Qao ou reclamacao, se-
ja esta feita no escrip-
torio desta empreza
Rojal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL 00:000
Fundos accumulados L 80:080.
AGENTE
POLHMANN & C-
Lleyd Brazileiro
O VAPOR
Planeta
E' esperado do
sol al o dia ttt
do corrente, se-
goindo para os
porios do norte
oo dialamediato da ebegada.
As encommeodas serio recebidas at 1 bora
da urde do dia- da sabida, oo trapiche Barbosa
Caes da CompaDbia Peroambocaoaa. 4.
Aos Srs, carregadores pedimos a soa attencio
p?ra a clausula 10a dos coobecimentos qne a
segnmie:
No caso de baver algnma reclamacao contra a
companbia per ovaras oo perdas, deve ser feita
por escripto ao asete respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de finali-
sada.
Nio precedaedo esta tor.nandarle, a compa-
nbia tica isenta de toda a r 8p naabilidade.
As paesagenn sio tiradas no mesmo escripto-
rio, at is 21/2 boras da tarde do dia da sabida
do^vspor.
Atlencao
As passageaa pagas a bordo custam
mais 15/i
Para carga, passagens, encommendas e valo-
ras trata-se com os
AGUNTES
Pereira Carneiro & G.
6RUADO CQMMERCIO-6
1 andar
Norddeutscher Lloyd
o VAPOR
kronprinz Friedrich Wilhelni
E' esperado da
Europa at o dia
*8 do correte,
ie seguir depois
'da necesssria de-
mora para a
Babia, Rio de Janeiro
e Santos
Para pasiagaos, carga, frele, etc., traU-sa
com o
AGENTE
V. Neesen
Cea do Ramos n. 4
:'



m
m
&m
$
Diario de Peraambnco Catnta-feira 5 de falli de 1SS5
CHAIGEURS REUNS
Companhia Fra aceza
DE
\avegco a vaper
Lucha regalar entre o Havre, Lisboa,
Pernamboco, Mooei, Baha, Rio de
Jar airo e Santos.
O vapor
Parahyba
COMMANDAMELUCE
E' es oerato da Enrona
al o da 3 de Agosto e
segoir depois da demora
seieesaria paiaa
JBahia, Rio de Janeiro e
Santos
Ruga-se acs Sra. importadoree de carra pelos
vapores dcata Itntia, qoeiram aureeentar den
ro de 6 das, a contar do da descarga das al
varengas qoalquer reciamaco concemeote a vo-
lomes oue ior ventera tenbam segoido para os
portes do sol, adm de se poderem dar a lempo
asipror ierjcias oecesssnas.
Ezpiraao o reterido prazo a comprtala nao a
esponsaollisa por extravos
Recebe carca: tratar cora o
AGENTE
Flix Bandeira
9Roa do Oommwrcso 9
BOfgt I.til rMM OflfiPI
O paquete
Magdalena
Espera-.-e dos portos da Eu-
ropa ata o da S5 o correo-
rir pegoiodo jlepois da demora
itj4iifpeti.-a.fi Dar
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo & Buenos-Ayres.
N. B.Previne-te aos Srs. recebedores de
mercacorius, qne a Companrtia Mata Real ingls-
Ca, OMtraCttM core aGencct Steam Navegatioo
pompan*cm servicode vapores semanaes qoe
cartlndc de Bordeaos. Cognac, Lbarenle, devem
ebegar a Soctbampton a tempo de Daldearem as
sargas destinadas America do Sol para os va-
dores Ceda companhia.
Esta cotcpannia acteita po-- precos rasoavele
para Valpaialso at Abrii, paessageiros com este
destino por va de Buenos-Ayres e entrada doe
Andes.
Tambera aceita paasageiros para New-York
8 Soutamptoo, por especial arraojo (eito coa
a CoropsDbia Al lemn a Liojd.podendo demora-
rem-se oa Ecropa cas c desejarem.
ReduccSo coa preyoa das passagens
Ida Ida e volta
A Li!t>o i* ciasse 20 20
A' Soatnaapton i' c:asse VI 52
Camarotes reservados para os i-asaa^eirof de
Pernambrco.
Para carga, psssagena, encommendas e di-
Ebeiro a irete, trata-*e com os
AGENTES
Amorim Iriao* & C.
. 3 fio* Pacific Sleam Havigation Com-
pny
STRAIT3 OF MAGELHAN LINE
O paqoe'.e
O paquete Orellana
Espera-te do sel at o
da J de Ju.bo e segoiri
depois na aemera do cos-
tme para Liverpool com
escala por
Lisboa e rlymonth
N. b. E?te vapor bao tem accommodajOes
para passageiros de.* ciaste.
Para carga, passageos, encommendas e valores
trata-se com os
AGENTES
Wiison, vSoos I G, Limited
10RA DOCOMMERCIO 10
1* andar .
Companhia Fernanibucana de Na-
Teflrdrl
PORTOS DO NORTE
Femando de Noronha
O paquete Una
Commandante arvalho
Segoe no da SO do cor-
rete as 4 oras da larde.
Recebe' carga, encommendas, passageos e di
Dbeiro 'rete at g 11 boras da manb do dia
da partida.
Cbama-se a a t tea cao dos 3rs. earregadores
para a ciaosola 10* dos conbeclmentos qoe a
segolnte :
< No caso de baver alguma reciamacao con
ra a CompaBbia, por avana ou perla, deve ser
feita por etoripto ro agente respectivo no port
da descarga, dentro de tres das depois defina-
Usada.
Nao precedendo esta formalidade a Compa-
nhia Dea iseota de toda a respuosabilidade.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Peroaabocana
n. 12
Lompaobja Pernambueana de
Navegado
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Mateo, Mouor, Ara-
caty e Cear
O paquete Beberibe
Cemmandante 1- tenente Fabio Rio
5rince hie oSt^amers a evitar ox *****
James Knott New-Casiic-ou
Tyne
CXI TOi EKIJIR O RPIOb Jo, DI JORE
HOHOUE
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados laidos e o Brazi!
w*mn
E' esperado n oor'.o de N*w-
.York at o da ao torrente e
'. abir depois cu demora neces-
saria para a
Baha, Rio de JaDeiro e San-
tos
O VAPOR INGLEZ
Moorish Prnce
Para carga e passageos trsta-se com os
Consignatarios
Johnston Pater c Comp.
Roa do Coromercid n. 15
Cim Msc ie Na-
PORTOS DO SL
Mtceio, Penedc, Aracaj
e Bahia
O paquete Jaboatao
Commandante Alfredo GaimarSea
Spgoe no dia SI do cor-
rete as 4 boraa da tarde.
Recebe carga, encommendas, passagena e di
nbeiro a frete at a il boras da manb do dia
da partida.
Cdama-fe a attfocSo dos Srs. carreeadore?
para a claasola 10' dos coobecimentos qae a
segoicte :
ro caso de baver algoma reclamacSo coo-
iraa Companhia, poravaria ou perda, deve ser
feita por escripto ao agente respectivo no porte
de descarga, teotro de ires dias depois de Boa-
lieada :
Nio p'ecedendo esta formalidad, a Cotupa-
ohia Oca iseota de toi a respooaabilldaae. >
ESCRIPTJRIO
Ao Cae da Comitanhia P&rnambucana
n. 12
LEILOES
Agente Pestaa
Leilo
De gneros de estiva abaixo
declarados
A SABER :
Garralah com cognac; ditas com licor, ditas
com cprvejB, ditsacom cid-a, ditas com vicho
de c j. ditas c m vinbo de genipapo, das com
viDbo brao o, frascos erm genebra, lata, com
aseitonas, jabonetes, dusias de copos, calta, deposites de folb?, novenos de fio, paco
tes com ail, dusia de prato.o, bolis, milbeiros de
cigarros, naco* de vellas, 19 caixas com bata-
tac, 85 grosas de pbosphoros. esteiras. balaios,
balaDgas, machinas de costorar, relogios de
onro, de prata, botas com casoletas, aoeis, roo-
pas feita., cortes de vesiidos e oo ras, moitos
oojectos qoe acbar se bSo palate a vista aos
Srs. compradores oo oa.
Quinta-feira, 25 do corrente
A'a 12 horas
No armazem travetsa do Corpo Santo
n.27
CftfSUlft,
APTO L d JO R E T*H0M01LE s"?.t: "..",";;:/.
V H "u jt_B_ft JftjTT ~..1.5Q.._R^R L V P> ___ TOPA PHftftMACIftt Btr g gft RIA > I
km\i oiiwd
Leilo
Do tmpertaote eptabelecimento de calcados,
miDdezts e qoioioilharias sito a roa da Impera-
rtrli o. 3, coBstando de grande quaotidade de
"calcados de tedas as qoalldaaes, mindesas e
. meos a armaco, fi'.eiros, curielra, cef-e e qoe
fleam no meemo estatelefimento.
Quinta-eira, 25 do corrente
A'S 11 HORAS
No eslabeleclmenlo sito a roa da Imperatriz
n. 3
O agente Oliveira. anicrUado pelo Sr. MaDoel
Antonio Perelra de Aievedo, qa" vai mudar de
Degecio, levara a leil&o em diversos lotea todas
mercadorias existentes do sen estabelecimeoto
mtodexaa e calcados, cima mencionados.
Pestaa
Leilo
Agente
De 80 caoasiras corr maocas de albos
Sexta-feir, 26 do corrente
A'S 12 HORAS EM PONTO
Em treme a porta da AlfaDdega
O ager te Pestaa ?tnder por conta e risco de
qoem pertencer, as caoastras coa albos cima
mencionadla.
Segoe "o d;a *s do cor'
rente ae 4 boras da tarde.
Recebe encotmnendaR. pas;agens e dlnheiros
a Irete at s 11 horas da manb do da da par-
tida.
Cbima-se a attencSo dos Srs* cirregadores
para a claasola 10 dos conhecimentoa qoe a
sego'ote :
No caso de baver algnma reclamajao con-
tra Compaobla, por avaria vn perd, deve ser
feita por escripto ao agente respectivo do porto
da descarga, dentro de tres das depois de ftna-
lisada.
Nio precedendo esta formalfdade, a Compa-
nhia fica iseota de toda a responaabilidade.
ESORIPTORIO
Ao Caea da Companhia Pernambooana
a. lz
l AVISOS DIVERSOS
Perdeo-se da Calza Econmica de Pernam-
flaco a camea de o. 30569 : qoera acbtr qn-l-
ra levar na officioa da fabrica Ljfaiecte, das 7 da
maobS. 8 4 oa tarde, qoe sera gratificado.
, O abaixo asoleado comprara todas as bi-
blias falsas !00 cada ama.
W. E. Eotgminger
Roa da Aorora 43. andar.
Veodem ie vaccaa crioola coca crias, bo '
leiteiras ; n> rea Vizconde de OcryaoBa, ontr'ora
Cotoveilo taveroa n. 45.
Veooe-f e doas casas na Capaaka, sitas nu
becco do Jaclotbo nt. 7 e 9 : a tratar no fispi-
nbeiro. rea Desumocrgador Nones Machado no-
mero 10.________________________________
Heg-u la ment
para o servico de hygiene
publica do Estado
Art. 44
Nenbnrn estabelecimeoto, excepto as pbarma-
elas, e drogaras, podera veader medicamento-t
e drogas, locorreodo o infractor na molta de
100OOO.
Cosinheira
Precisa-se de orna coslobeira na ra Larga
do Rosario n. 9, relojoaria.
.AJCUX.A.
Precisa-se de ama ama boa cosinheira : a
tratar oa I o ja das Estrellas t roa Duque de Ca
xlas ns. 56 e 68.___________________________
u: -Aos mercieiros
Ifassa de tomate especial a 1*400 o kilo, es
roa de Hortas os 17.
Muita attencao
Qoem precisar de os excedente piano par
sen oso, do acreditado fabricante allemao Kall-
mann, dirija-se a rae do Aragao n. 41, que dah
abo asa .
PH08PHO-GLYCERATO DE CAL PORO
fiffconsifuine geni
do Sytttm nervoso,
ffaurastftMfa,
Phospriafur/a,
Oebilidid geni,
Enxaqueas,
Hejnlgiu,
Dtpnttio do jnfama "tmio-
EUROSIHE-XABOPt
NElJft3SINE-33**JUA0A NEU^OSINC-OaReAS
Esta preparacao qae se pode tomar sem nenhum
...til-c, ,'m or ana taveutad* ha pouco taanpo, deu i resultados maravilhosos como o certifican milhares de aUesUgocs.
V^ i^M^ ^wT.c*.*^*?*;._____________De--, ..m i>e*|.M '-'*"ta.
ASTHMA & CATARRHO
_ CIOABB9S
Curaaos pelas o PO
OPPrtESSES TOSSE DEFLUXOS NEVRALGIAS
Venaa r atcalo J. ESPIC, 20, rua Sa.rt-L-r m PARS. Lxja-e
?U IH TODAS AS Pl-.mc !--k- ~
maM*CA8 DE l-KANCA
HKA/.M
__ > firma
fcXIAA'HIJ'u
TOSSE PERSISTENTE, BRONCHITES, CATARRHOS
DOENpAS DO PEITO
CAPSULAS COGNE
De Eucalyptol acaoiuiu iuu".wiju-iireoBoiao
PARS 4. Ftixe do-Otxarotixie PARS
Deposito em Pernambuco : Franco M. da Silva & Cla
Licenciado pela Inspectora de Sysriene do Imperio do SrazU.
#
A* 00o
VINdeMOITIER
gtdle, Pmiiinli da Cdtaa di rtis l Scioi di guU
FEBRFUGO
'J
PREPARADO
Quina e Pyrophosphato de Ferro
Ksn
FOI PRECONIZADO POR TODA A IUPREHSA MEDICA
COMO SENDO O MAIS PODEROSO

'"a
Tnico empregado para curar
ANEMIA, CHLOROSE
MPOBRECIMENTO DO SANGUE
Soberano -contra as Fbres
hotvet, Ptaaceiico"ue l" Classe, thompson Sner
PARS 44, ra des Lombards, 44 PARS
Oepositos em PC/ntMBUCO O i* DROGAS A FB0D0CT08 CBIMICOS
E AS PRINCIPAES P1IARMACIAS
CHLOROSIS
Cores Paludas
GTTRA RPIDA
OLTai^mT
DEBILIDAOE
Consumpco
LCERTADA
S LICOR DE LAPRADE *
COM ALBUMINATO DE FERRO
Empregsdo ei todos 03 Hospitetes. o methor ferruginoso para
I cura das Molestias da Pobrera do Sangne. Nao enegrece os dentea
PAR i. COLLIH C. 49. Bu de Maubauae. O em os Daruiaclas
PARA
reconstituir: o ORGANISMO ARRUINADO por
NATUREZA DO CLIMA FEBRES
CHLOROSE POBREZA do SANGUE
FLUXO BRANCO ^^ ^ DEBILIDADE, eto.
EXTRACTO de CARNE
O VINHO JOHANNO
tem
dos
Na principies pharmaeiaa.
- HYPOPHOSPHITO
MARSALA
de
por base o vinho
PRINCIPES .
PAH1T. Ftaa r,a/nytt>. 18Q
feeJ:
ALIMENTO DAS CRIANQAS E DOS CONVALESCENTiIS ____
Para substituir o chocolate, de dlgest&o multas vaos dircll, e o cafe com leitu jjiyos_efreltosoeJ)inunias
judlcam em extremo a sade (3
renler, por ser um alu_____-----,-,----------------------------- ---. -
arlaiicas, 1 CBoas idosas 00 anmicas, ouma palavra a todas as pessoai que carecera de fortitl
e das Seohoras, os Mdicos recommendam o Haoationt dos armosa
alimento leve, agraiavel e multo substancial; receltam-no tarnDem as
Delangrenler. por ser um
idosas 00 an
3, roa VirMOOft OKPOaiTOB BM TOtS AS paAe^lACIAS do mundo aiTaom
SNDALO MIDY
O nico preparado com o celebre Sndalo de Mysore
Inofensivo, supprime a Copahiba, as Cubebas e as
InjecQes, e cura em 48 horas todos os corrimentos.
Sua eficacia universalmente reconhecida as affeccoee
da bexiga, na cystite do clo, no catarrho vesical, na
hematuria, sem causar dores dos rins, que produzem os
sndalos impuros ou.associados a outros medicamentos.
Cada Capsula tem iipresso coi tinta preta o Dome
toaas as Pharmacia
Perfumistas
8, Roe Vivienoe, 8
PARS
4 a mais refrigerante, a que naais- vigor
d pelle, e que mais branquea a
cutis, perfumando-a delicadamentev*
e aristocrtico perfume para o lenco.
ileoiigananga.fgSl
abril han ta, faz cresceT e impide de carr.
jabonete de(gananga,
davel e macio, conser.a cutis sua
nacarada transparencia.
elegante cor mate e a preservo
de sardas. ..........
tkootito nts principtai Pirfumarits.
As nicas Verdadeiri.s Pastilhas da
VICHY
sao as
PASTILHAS VICHY-ETATl
Vsndidas sm caixinhas metallicas scelladas
EXIGIR A FIRMA DO ESTADO
ESTACAO DOS BANHOS
15 de Maio 30 do Setembro.
DsBJiitos < Pirnambuco; 0G. LABIS: MAHA O
SILVA JOniOH e SU iriictfus \unodu bntta-
Semeotes de Hortalizas
Clieg-*claa ax>J
Cou pieto SOrl(CD0l0
Esa estreita do Rosario n. 9
Pocas Mondes 6.
POLYBROMURADO
de BAUDRY, PbKsseeuuco da 1* Clan*
Approrada pela
J-.M* de Hygiene do Rio-de-Janeiro
Numerosas experienciastem con-*^
firmado a immerrsa efficacia deste 3
Elixir j preconisado pelDr Charco* a
contra as Enchaquecas, as Agita- ^
c6es nocturnase as P alpitaces,
calmando irmnediatemente a excita-
bilidade nervosa as senhoras que
soffrem d'espasmos* desmaios e at-
taques nervosos.
Este Elixir una auxiliar pode-
roso da medicina contra o hyste-
. rismo, a epilepsia e a chorea ou
dansa de Sao Guido.
PARS, 8, ru Vivionno
e em todas pharmacias.
Duas joveos em conflicto
NO THEATRO
De repen e oovio ee grande romor nos cama
otes da i* ordem. era grande coofliclo entre
tos, o dUbo emritD tbega a polica, iodaea do
r rto e rica subendo ana tiobam ido a vas de
facto, D. Blvira e D- Ueooveva; verificada a
t^aofa, tinba ratao D. Elvira.
Eslava indignada, furiosa mesmo, D. Genove-
va, com soa rnica e companneira da camarote
pelo facto de ver qoe tedas as peesoas qoe esta-
v;,m bo tbeatre, olhavam sOmecte para sua a mi-
ma p nao p Ta ella, indignada tuse : nao por
>oa bonita cara Elvira, este sea lioo vestido
qoe ert rbamndo a aiienco de todos' om
salido dftutna bonita pnautazia o lao chique,
que.: eodo o meo de seda, o am reaica rcoi o
mais qoe elle e o qoe mais me contraria 'ti
nio querer dizer me a toja onde comproa i ja-
senda de seo vestido
Elvira, contrariis, dotsagargalbada ssr:ae-
i ra e dit: para qoe nao leis os aoonneics das
Iojks? para qae nao passeas no commercio ?
ora Sra. D. Genoveva, oo'.'O cfficio. q-.nde eo
upponba qia a fui raiva era por cansa do pri-
eto Joca, vem a Sra. diser qoe tot rnente por
qoe mea vestido mallo benito e qoe sendo de
ih.ctazia realja nai-' qne osen cendo de t ta
e torque eu nao quli dizer a Sra. s Iota oode
'.onprel. E' o caso, nao somos nada oeste
mondo.
Sra. D. Genoveva tenba joizo, nao vecba para
o tbealro dar nm espectacoio deste, e qoando
qnizer comprar qoalqner 'azenda ce fda ou
pDantazia de mnito goato, va a roa do Crespo
n 13. Ujv Estrellas da Aoierica, qoe, nao '
encootrar nm liodo e vanado sortimento de U-
zendas finas e modas e bom com amenidade no
trato, atr;;do, sinceridade na medida e pregos
commodos.
D. Genoveva requer verbslmente ao commisea-
; r o qoe Ibe maode D. Elvira dar por escripto o
i numero da loja. o nome oa ra, o da faieoda de
; -iu vestido, o pr?co e bem aspira o nome de
: todas as lasenda* qo ella vio na loja referida'
' o qoe foi deferido.
Estrellas ''America
i 2-Una i-de BarfO 2
Antlga do Crespo
MAR.Q0B8 4 LIMA
Aerados todos, pflantazia em tec do de gorgn-
. rao. 1*100 o covado.
i Soohel com tigo, pbantaiia, 1*100 o covado.
IV y, phantazia de sal picos de listras e h.vra-
aas, 15200 o c vado i
Sedas de id-es. Vatdotas.
Ditas de unas, So?piros qne vSo e vem.
. Cachemiras de coren, Bocobardeio.
' Poaotazia, SirandiDba.
'Lis com iisiras de f'a, Adelaite.
i Ditas idem idem idee, Eivra.
' Ditas iiem idem idftn. Moracb.
Cscbemira de cor, Teobo cinmes de ti.
; L'is cem salplcos, Os 3 Jacar?.
'ias, padrOes novos. As scgr<8.
' D'ta tecido gorgorao, Hei de atoar-te at morrer.
O nemira preta de cores, Nao qoero amores.
. Uwin preto para botinas.
' Dt'o c>f para babito.
Groce sorilmento de merino pretos e lavrados-
i Velbotma de todas as cores.
'Grande sortinrentocambraias bordadas.
i Cortei de vestido braoco bordados, 18*000.
! Vestidos de cartfe*, bordados 4 se.ia.
L | Fiars ae l* i 20*000.
f< mios de iinbo luos e bordados,
i Plios ce crecnet para sof e cadeiraa.
i Camisas bordadas para nolvos.
\ Camisas brancas e de c es.
I Vestuarios para baptieados.
' Sooretodo de urna e duas vistan.
' n.;D'iid liza e de listas.
; Ctial-8 preto*.
. Cortinados de cambraia e de crochet para camas
, Cortinados para janella.
' M'otilbas de ria de 'Ares e pretas.
It.tis de algodao de cores e preta.
i Camisas de 'i para borneen.
I Cobertas, colchas e cobertores.
' Bus americanor, 2*500 om.
Beu encarnada e aznl.
Lindwsimas casemlras de cores para homma
-osto esprcial.
Cones de for-Oes braoco e de cores para colete.
Atualbado de llaho e de algodao.
fauoo da costa para mesa.
SetooUs elsticas.
Bramantes de linio e de algoio.
L na s padrfies de crep para coberta.
Creoe preto.
Menn preto lavrado, 1 *803 o covado.
Lis com salplcos de eda, Canolnha verde.
Seda de llstra, Albayde.
Paletols folba de teda.
C-misas de meia com listras da cores.
Cacnemiraa pretas cem salpicos de cores,
a pona Sinba.
Lios, de qoadro ede salpicos.
Cachiuet de seda de cores.
Velloillho de cores.
Sara de todas as cores.
Sorgorao preto, dlve'sos precos.
Se'im de todas as cores.
; Buffaio.
' Merino da China, 1*300 a pega-
C-ttooe de barra om metro de largura.
' Cassa pabuMa boa, 403 rts o covado.
Dita -dita. 300 ets -covaOi- -
! Cona ptrfelta, UO ria o covado.
E monas ootras (azeodaa qae mposaiTet
descrever.
RUADO CBBSPO-H
Estrellas dAmerica
t
Alftre* lanosl Julia. ICapMntu
A.touio Lois Baptista e soa (amina coovidam
aos peos prenles e amigos, e compaobeiros
o'arma de seo orezado filGo. alteres Maooel Jn-
llao Baptlsia. para ; saistlrcm es mtssas qne
maoiarr celebrar oa Igrrja da Santa Oros sexta
feira 26 do correte, s 7 bor.s da u.anba. 30-
da da ntaosta n jticia de eu faiiecimento, pelo
nue *> rt-nf-aBrr> ppalos.
anoel Franciaco de ralva
Seliujo da
Joi Aveltno de Paiva, saa mnlber, fi'bo
e irrxos couvidem aos seos pareotes e
amigos para assielirem a mlssa qae per
alma de s<-n sempre lembrado sogro. pai,
av e t;o mandam celebrar na matriz de Sauto
Antonio do Cabo, oo dia 27 do corrate, e desde
ja confessam se agradecidos por este acto de
rt-lipiS" e ruruliSp.
t
Julio II a ns.-ni
Segando anolvereario
Helena Mansem e Mara H-.nsem, tendo de
mandar celebrar na matriz da Boa Vi-ta, as 7 i/2
oras da manba'de 26 do corren'e, mlssa por
alma de sea esposo e pal, Julio Hansem ; cod-
vidam a seas pareles e amigos para ass'jii-em
este acto de rellgiao e caridade, e desde j se
CO"'e8jam ete^nsmenlp ap'adp"id D.
t
ornea
amella Auataata de
quemai
O Instillo d 8 Professores maada rezar ama
missa oa matriz de Santo Antonio, no dia 26
(-exta feira) s 8 boras da maDb, por alma ae
roa dedicada e prestimosa coosocia D. Amelia
Qneotal. Para dito n'm convida todos os colle-
gas, prenles e amigos.
a aocieuaue l'nio Benenueute dos pro-
fossores manda celebrar orna missa no dia 15
do corrente, s 7 boras, na tgreja do convento
do Carmo do Recite, por alma ie soa coosocia
D. Amelia Angosta de Moraea Quental, e para
assistil-a convida aos parentes da tinada e aos
cattarM.
t
Amella Aaansta de Moraea Quental
Joao Alfredo Qoeolal, Julia Angosta A. Lima,
Antonio Aogos'o de Oliveira Quental, Izabel An-
gosta Constantlna de Oliveira Qoental, Maria
Angosta Clerr.entina Cardozo. M*ria Rodrigues
Barboza, Maria Amelia Pereira Cardozo. Odos.
irrxop, ora e sobrtnba, sgradecem a lodos os
pareles e amigos da fallecida o lerem acompa-
nnado os restos mortaep de Amelia Aogosia de
Maraes Qaental e Ce novo os coovtdam para
assistir ss miseas qne por soa alma mandam ce-
lebrar na qointa-feirs, 26 do correle, s 7 horas
da manb, no convento do Carmo.
-f fiT- -ttrrm^ '^-'""'
t
Antonio rereia de Oliveira Ramos
Damio Pereira dos Sautos, tendo recebido a
irute noticia do fallecimemo do sea irmo, An-
tonio Pereira de Oliveira Ramos, convida aos
pareotes e amigos para assiatirem a missa qoe
manda reztr na ordem 3* do Carmo, segunda
feira 29 ''o pofe"'1.
<
Abre
Joo da Cimba Brando
Hanoel da Conha Brando e soa familia agra-
decen a todas as peseoas qoe acompaobaram
uiims morada os restos mortaes de sen estre-
mecido hlbo Joo da Caoba Brando. e de novo
coowd.m os parete amigos para assietirem
as missas de seiimo dia do seo passamen'o, qne
ter lagar t a matriz de Santo Antonio sexta
le: i a 26 do correte, s 8 horas da manb, con-
fesando-se desde j eternamente agradecidos par
ef t sdo de rpjifiiao e caridade___________
Ama
Precisa-se de ama ama para coslnhar. ro*
Visconde de PelotaB, antiga Arago n. 27.
Precisa-se de urna ama para cssa de peqaena
familia ; ea roa Daque de Caxias 9.16.
Urna mob'Ma
o. 67.
Vende-se
de Jacaranda na roa d i Palma
Criado
Precisa-se de omqoe enea 1
3a : na roa do Hospicio o. la.
servigo de
ro
Criado ou copeiro
fi-ecisa se de om; oa roa de Paysanou' nome-
18.
Tijolos
Fabricados na fabrica Ule Camarsgibe, de sn-
penor qu^lidade, ende-se lo escripicrio da
Companhialadostrlal
.Commercio n. 6.
Peroamoocana. rnade
Molduras
Para porta e janellas, ferros da sala,
guarda-vestidos, lavatorios,' quadros de
qualquer largura, de pinho, amarello, ou
qualquer outra madeira. na fabrica de
.movis a vaptrde Silva Farnandes &-C.
Deposito ra de BarU> da Victoria
u. 49-
\
centro de 3* horas
i;eiroe o microtlo espoelfleo.
cura com mais aaaasm o promp-
Udo uue outro(|uaiu.T.
Faz-se uso so ou justamente com o
KIATICO-SANTAL
tullir ,i i-' ltun rti F*
OUPZKS*'-'**, I
3 ter, ra do -_-._
PftRis sy
Declara cao
Jos dos Sanios Aguiar, 2a oflBcial do Tbeson-
ro do Estado, deparando com ootro de nume
igual, declara qae de boje por diante assienar-
se ha Jos Bympbronto ae Agotar. Recife, SI
de Jaibo ae 1886.
^mde^se
r:cante--
l'cl.
rae das Roaiors.
/
riav
^
"sreaflot-
t*^
Bom empregj de
Precisa-se dp so 10 (apllalists
capit&l
para urna in-
dustria oafM,"ai | bem ocm>inhada, qae sen
de mais de 50 % de lo^r-1 lquidos.
Pa-a loloru ages com o ir. m:jor Francisco
Li-lno deCarvalho a roa d Qoeim*d3 n. 60 !.
andar, das 9 da manht a 6d* larde..
Urna boa casa oa cldade deOlinda, roa Baro
deTacaraoa; a tratar no largo do Corpo Santo
n. 17, 3- andar.
Fabrica de arelo
A*nas e limonadas gasosas de
lod s as qualidades
Soda water, gioger, ale, limSo, laranja,
coraoo, abaoaxis, granadina, grosellas
ranboiaas, baunilha, hortelB-pimenta eto
CAES DO CAPIBABBffi 1A
etc.
l2A
Cosinheiro
De om perito precisa-se ra do Commercio
44. oo Payssaodfi 19.
Mobilia
Veode-?e urna mobilia nova de jacaraod ; a
tratar na na Duque de Caxias n. 60, terceiro
andar.____________________________________
Cosinheira
Precisa-ie de orna que dnrma em casa dos
patroes roa do Hospicio o. 14.______________
Arma cao de amarello
Veode-se orna explendida a-maco de ama-
rello proprfa para u ercearii, fasendas, loucas
e ouTos ramos de negocio o tratar a raa do
Bom esos n. 38 loja.
Aviso
Aluga-se
K grande casa e sitio bo largo do MoBteiro n.
12, jooto a esiajao ; na Gambos do Carmo nu-
mero 16. _________^______
Caxas de musica
importantes modallos novos.
Secretarias proprias para presentes.
Receben a Relojoaria David rna do
Cabugi n. 14 desde 150-WOOa 4001000.
Grande sortiniento
Nos abaixo assmados, com negocio de xarque
neeta prsca, roa de Pedro Affooso, agradecen-
do acs m 8808 amigos qne bonrarsm nos eom
consignscoes de assucar, vi mes declarar-lnes
qne rio eontimaremos a acceiial-as por termos
aeixado este ramo de negocio.
Loorenco Ribeiro *.____
limpregado
No hotel americano roa do Imperador n. 29,
tem nm hospede qoe oreetsa com urgencia de
om menino de 14 a 15 anoja 'para acompaohar
at o Rio Graide do Norte, por espe de nm
anno, garaotiaao bom ordenado e toda a despesa
para a soa vlagem, preferindo nm qoe saiba ler
e tseraver._________________.
Carro de passeio
Vende-seum osado ; na Magdalent, iodo
commenador Barroca.


I
_
X.

.


J


Diario de Pernambnco Quinta-feira 2o de Jnflio de 1895


A TOSSE E
PEITORAL
DE
ANACAHUITA
&
MEPAMSC POB
LANMAN E KEMP
NEW YORK
O BALSAMO MAlS EFFICAZ
PROOur CUHAS ADMIRAVEIS E TEM
T01UPH0O M MUITC* CASOS O
PMTHIS.CA INCIPIENTE.
NFALLIVEL
M
Pino
Vecde-se um novo com capa, cadeira e lan
ternas, roa Imperial o. 43 loj_____________
Criado
Preclsa-s" de om criado copeiro ; no Caminbo
i1ovo d. 110.
Hornera casado
Natural (leer Estado da > branca, com nu-
merosa familia, ssbenao lir, escrever e cor-
lar era baixa e.-rala cosiomado a iajar para
os cem os deese Estado e 8'/i oolros sinhcs,
sabenrio enc-de-nare fabricar csixas de ppe-
lao cfferece c? a> robiic mediante o jornal de
5JO0O dta'i<8para efemp nbar qoalqoer in-
combracia do qoe .cima fleo dito, t'ie ser pro
corado neta redare* por chamados escriptos
COO a? IDiciaes A. B. S ____________
Ccsiuheira
Prec'sa-se de ooia coalnnelra qne 'booe a sua
coodoca ; na roa da laperairlx o. 9, i- andar,
paea-f bem.________________________
Carne verde a 700 re. o kilo
Vendem os abaixo assigoadoa, carne d prl-
mera qnalifaoe, no talhos da roa Uarqoez do
Herval i s. J7 e 8, e Gamboa do Carrxo.n I.
Este prego scffre- alterado par mais on
para menos, dfirjpre re accordo com 03 prego*
do eadonjs tel'a.-.
Becife, 18 de kiaio de 1895.
Fu L'ma A C
Ce stu reir
Precisase Ce om cos'U'eira paa ronras
brarcsH : no Caminbo Noto n. 120.
Em tempo
Ao publico e s familias
Madapolo 4*0(0 a per.?.
it^odio a 3 f W a pega.
Creones para *>u argelina diagonal de cor 300 rle.
adapolo para rorro, Dom, a 240 ria a
vara.
Cobertor* m de la i> MSOOom.
Bicos e fllaa a 20o e 4 O ris o metro,
i.inbas e ioi.ut-tt-8 e preparos, dase de graca
a qotm comprar oro v*stido.
Sidas para nona a 600 e 800 ris o covado.
Grande e assorobroso sortimento de todas as
faiendas em Retal e qoe i: vedetp sem limite
de prejoe no
Grande Oriente
LOJA DE DUA8 PORTAS, BA DO C*BU:A
Madeiras de construccao e
nateiiaes para edificacao
A Compaobi Exploradora de Productos Cal-
creos, vende em eeo armazem no caes do Apel-
lo n. 73 :
Madeiras para Goost necio.
Cal branca d jaguarioe-
Cal prett.
Cal Tirgnn para assocar.
Tijollos de ladrilbo e commoos.
Tijollcs refractarios.
Pedras de cantaria para soleiras, etc.
Para familia
Aloga se um commodo a ama pequea fami-
lia : a tratar ra rva de Hortas n. 66,1- aoaar,
das 4 horas fia tarde em dlan'e._____________
E' exacto
Qoe o A-ara es' na ponta e precisa de om
caueiro de 10 i 15 annos. ____________
Gosinheiro perito
Adritie-se por contrato om coinbeiro qoe da
boas referencias de soa conducta e babilitac! e-
oe sea arle, para orna casa de pensao trequeu-
taa pela meibor sociedad-, lco j des'a capital
como do eelrangeiro, ea-aote-se bom ordenado :
a tratar na roa 15 te Novembro n. 40, das 11 as
2ooras da tarde.
Precisare de um por-
tuguez para tratar de vac-
cas, a ra ds S. Gonzalo
n. 29.
OLHETIM
53
a asil s s POR
JUSIT2 5A1IES
O GRANDE THEATRO DE OSAKA
(ContinuacSo)
Algumas prefarem sentar-se no tabique
e daiXf>r-88 escorregar.
Cada divisao pode contar oito peasoaB,
que se agachan sobra urna esteira ; urna
vez installadas, um servente do theatro
Ibes traz, em um prato de laca.-.ch, sak,
urna brazinha e cachimbos.
\cima da platea estendem-se duas or-
des de camarotes noa trea ladea da sala :
o quarto lado oceupado pela scena.
Os camarotes, ricamente ornados de
euro e pinturas em funda de laca verme-
lha ou negra, sio os lugares mais procu-
rados do theatro, sobretudo os do a
superior.
Ahi que as mulheres maia elegantes
installam a magnificencia de suas toi-
IetAgvista de sala urna feata para os
olhos ; a maior parte das malheres s&o
encantadoras com a sua c6r de -"-"eon
hranca sua cabelleira luente, aeus olhos
nebros': os frefflitos da seda, as pregas
brijEm^^wtim, brilho da. c6res e
dM Vedado, formam um conjoncto ale-
LOJA BO FUTO
19 Hua I' de Marco -19
Este acreditado estabelecimento continua a
vender por presos sera competidor os
artigo s abaixo mencionados
. Constando de
MadapoUo pera noivan a 4(J5C0 e 5?000 a pe?"
Dito amer.catio a 8(000 e 1O0OCU.
Dito fi-BDcea para c*misas, punhoa e col arinbes 13^00\
C'r-tones otaros a 320 o oovado.
Ditoa escaros amito largoa a 400 o corado.
H tamices arrendadoa a 500 o corado. ------
Bramante tara leDCea 4 largora 2'000 o metro.
Atoalbado braceo e lavrado para meea a 20500 e 3000 o metro. (
Cachemiraa com 2 larguras para veatitdos do 2(5500 por 13200 o oovado.
Qasemira preta de agonal para roupa de bomem a 2$000 o covado.
Cachemiras de ia com 1 stras de sea a 1(5200 o covado.
Grande aortimento de beniloa padrSes a 1(5000 o covado.
L ndos chamalotes ccmhifooets r >00o evado.
Meia de \l para snoho ras a 405000 a doaia.
Ditaa de algodao para aeDbora a 12i5C00 a dotia.
Ditaa de cr para bomem a 125:00 a duz'a.
Ditaa c.-uas com os i s-da pora bomem a 12)5000 a doaia.
Setioetas de tod.-s as corea a 600 o c>vdo.
Sedas brancas Uvradaa para vestidoa de noiva a 255C0 o covade.
Cortinados de crochet e cambraia bordados para cama e janella a lOfJOOO o par.
Capailas eom veo para ooivas a 10(5000 e 12|50GO ama.
Eapartilhos de couraca a 6|500U, 8i5000 um.
Moiqoiteiros axer c*bm a 15(5000 um.
Camisas para bomem dormir a HJOOO urna.
Ditas para tenbora dem a 6J000 urna.
Fisoa cortes de. casemira ioglesa para ca'^a a 8)5000 e 10(5000 om.
Camisas de mal ha de II para homem e senhora a 65010 urna.
Vestuarios de Jercey para meninos a 15(5000 om.
CoLertas de cretona para cima de casal a 5AO00 urna.
Ca8Letaa para ro pa de homens e creancas a 500 o covado.
Brim branco d. 6 a 2)5500 a vara.
Dito preto a l(58CO a vara.
Sobretodos com urna e daas vistas, cobertores, cclx s, ceronlas, mantilhas, tedo pr
precia sem competencia.
So na
LOJA DO POVO
19-DaxjcA. x- nsxwxjaOaga-i
(4ntiga do Crespo)
MI M Cl'ffli k S08BIM0
HOTEL COMMERCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29, SI e 33
Este importante estabelecimento, sob a direccao ds seu hbil proprietano MA-
NOEL GA RCIA, a auxiliares entendidos na materia sui generts, prima em ser.a
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura a
altura interna, j pela promptidao e aceie do servico culinario aduaneiro, ja tam-
bera pela posicao hygienica do'seu edificio.
Depoia de innmeras tran8forma95es por que tem pausado este Hotel, conseguio
afinal o seu incancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem que deve ser
preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1 e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da memor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares e,
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
aJC*.
POR SE MANGER. Salpicoes, ostras, lagostins, salchichas, etc peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do sertio, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ADEGA
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermout
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a. a se boiro, odos receb -
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importado, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos, que vende as melhores cond55es do mercado e precossem competencia.
GRANDE HOTEL COMM-RClLA
aaaBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBaBBBBBBJBl ^aBaaBBBBaBBBBBaBBBBI
Raconhecem-se fcilmente as mulheres gaze, que ella trazia no rosto, seguro ao
casadas por seus dentes ennegrecidos de cabello por grandes alfinetes, naicava
urna mistura de limalha de farro e sak,' intencSo de guardar o incgnito, absolu-
tamente nao d8far9ava a princeza ; fcil
seria recouhecel-a ao primeiro olhar.
Entretanto a sorpreza mudou-se em ad-
mirado.
gje 9 ftbtrb.
pelas sobrancelbaB arrancadas e pela cin
tura dos vestidos que forma um grande n
no ventre.
as mogas o n fica sobre os ria e
ellas conservam a brancura natural dos
dentes.
Fenteiam-Be tambem de modo differen-
te ; em vez de deixar cahir o cabello
n'uma longa madeixa ou de os juntar em
coco no alto da cabeca, o collocam na
fronte, dispondo-o em azaa de cada lado
do rosto, formando um toucado volu-
moso.
Algumas trazem, em lugar de alfinetes
de escama, alfinetes nao meaos longos de
ouro lavrado ; outras ornam o cabello com
florea e cordSes de seda.
Os homens nao sa mostram menos cui-
dadosos em suas toilettes ; o crep, o bra-
oado, o velludo nao loes s4o interdictos ;
alguns tm nos hombros urna mantilhs
bordada com as pontas para a frente,
quanto mais longa ella, maia elevada
a classe da pessoa ; quando se campri-
menta alguem deve-se inclinar at que a
ponta da mantilha toque o chao, o que
quer\izer qne, quanto mis cumprida
ella, tqilbr a inclinacSo do sujeito.
Muitos sanhores, protegidos pelo in-
cgnito, o rosto oceulto n'um capaz de
crep negro, que nao deixava ver senfto
os olhos, enchiam oa camarotes de pn-
meira ordem ; mas um delles, prximo
scena, eatava vasio ; abrio-se bruscamente
e apparecau urna mulher.
Os espectadores nao puderam conter
urna exclamacao de sorpreza, reconhecen-
do Yod gimi.
Era possivel ? A mai" do siogoun en-
trando abertamente n'um theatro 1 Teria
ella perdido todo o reapeito aoa usos, as
coTeQiencias, a ai propria f Sa o T d
m m
m
E' A DESCOBERTA DO
ELIXIR M- MURATO
PROPAGADO POR
D GARLOS
Elle cura toda a hjphilis.
Elle cura o rheumatismo.
Elle cura a asthma.
Elle cura caeros.
Elle cura a morpha!!!
I Procurar: ELIXIR MUBATO, pro
pagado por
XD( C>A.3aX,QS
DEPOSITO EM PE,RN\MBCCO
A GOMPANHA OE DROGAS E
Ra Mrquez de Oada 24
Utencao
EMLSA VERMFUGA
por
Formulada e preparada
Jos Marques Ferreira
THiRMacEUTICO
:::::::: :::l escola ::;::::::;:- s mimi sa ::::
APPROVAUA PELA INSPECTORA DE i.YGIENE
Esta Emulso faz expellir completamente em poucas herasos vermes intes-
tinaes, conhecidos vulgarmente com o nome de lombrigas. Tem vantagem sobre
os demais medicamentos empreados para o mesmo fim, a de nao ser preciso purgan-
tes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pel-s creanc.as
sem repugnancia. Em sua composic&o nao entrain substancias minerae3 que de
mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sopa. Criancaa anlheres das de cha. Dcve ser
tomada pela manha bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou mesmo com
agua adocada.
Preco 1/2 vidro 15000
1 t 28000
Duzia de 1/2 10S0O0
c 1 c 20)5000
DEPOSITO GERAL Pharmacia Ferreira
19Pra$a Maciel Pinheiro19 PERNAMBUCO
TH
Casa de commisses e repre
sentaces
EXPOSICAO
A.3CWXOSX3R.A.S
X3al3S3e3NrX3:OS
de innmeras fabiicas de todos os p^iizes da Europa ?
das duas Americas, tola espacie de mercadorias, de
cnachinas e de materia prima.
Deposito do afaaaado REOL CIM o melhor dee
infectante conhecido.
Deposito da bem conhecida cODONTINA c
Dr. H. Rirted.
15 Boa Yisconde de Inhanma 15
(Autiga do Rangel)
O prop-ietario dest- novo est .beleci-
mento chama a attenco de seus nume-
rosos freguzes e das Exmas familias para
o explendido eo timento de fo asimos
Bramantes de puro 1-nho Bretanbas, Es-
gui5es, grandes atoalhados e guardana-
pos, toalhas p r* rosto tudo adamascado
e de puro linho, lenjos do cambra a de
linho fniasimo ; boa rccasio para os
Srs. noivos adquiriram um fino e bello
enx' val em roupas de l>nho por precos
que imposiivel ser .btalos em outra qual-
que- casa.
Neata casa f.lem de um bom sorti-
mento de f zendas finas, ha semp'e gran-
de deposito de camisas, ceroulas, puuhos,
collari.-hos e camisas para meninos de
tedas as idades.
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O
a
i
es *
/ende-se
Doas cai>ag estrad < do Arraial, tendo a pr-
nua 5 ona-t i.*, 3 t>aiaa, despensa e cosinba,
cem om peqoeoo sitio ; 8 segunda com 3 quar-
tos, 2 salas, cosinba e om peqoeno aHia; o
motivo da *en a se dir ao comprte ; a tratar
n^i nadar.a LoiiUoa na estrada do Arraial, com
C elhn.
As sias palavras eram esperadas em
proiundo silencio.
Todos sabiam qual era a misso desso
individuo, cujos discursos ninguem pode
entender.
O papel contm o resumo do drama
*que se vai representar, o nome dos perso-
irayao. i -- i------------.-
Todos gostavam de ver a sua encanta- nagens. dos actores e dos lagares onde se
dora physionomia que o fino veo ainda '
embeliezava mais.
13, uus at
passa a acc&o.
O annunciante, cortando palavras,
Alm disso a extraordinaria toilette de phrastf, parando onde nao preciso, jun
j.w_ _._..;iv,n... mii;,tjn ia. tmln n nua deve ser seDarado, chegra i
Yodogimi maravilhava a multidao ; o ta- tando o qua deve ser separado, chega a
cido de sua roupa era cor de ouro palli- desfigurar completamente o texto, a crear
do, coberto da perolas finas e acontas de qui-pro-qus, a construir phrases burles-
crystal; toda ella estava deslumbrante; cas^ "jue^fazem rir at s lagrimas,
pareca trazar estrellas as prefgs .do
vestido.
desfigurar completamente o texto, a crear
pro-<
ILtt
TW*' attencSo pouca para se com-
prehender o verdadeiro sentido. Mas e
A princeza sorrio, comprehendend"4 annunciante 6 hbil; retira-se antes de
_.-- t.nnci'nSn An nfimaim mngimanin t m nodef saber de auo se trata.
brosca transijo do primeiro movimento { s
sentou-se devagar, e vio-se ent&o atraz"*
della um guerreiro mascarado. .
Ouviam-se vagos sons da flauta. Os
msicos tomaram seus insOTimentos : ia
comecar o espectculo. t
O publico voltou-se para a scena fe-
chada com um panno coberto delesangos,
e ao centro do qual apparecia n'um disco
vermelho urna gigantesca indicacao chi-
neza : era o nome do Pido-Roncador, o
famoso actor sem rival.
Rico negociante de sedas Iba havia offe-
recido essa tela que nao devia ser substi-
tuida aenio no dia em que Pido-Roncador
encontrarse entre os seus confrades um
que o excedesse, ou que pelo meaos o
ignalasse. .
Agitou se o panno de bocea e um ho-
mem, erguendo-o um pouco, passou por
baixo.
Ho'jve lago um silencio brusco entre os
espectadores que euchiam a sala. O ho-
rnera saudou o publico muito affectado.
Estava vestido como um rico senhor ti-
nha as maos um rolo da papel, que co
meca a abrir.

o poder saber de que se trata.
Quando elle desappareceu, fez-se ouvir
i urna msica formidavel atraz da scena, e
o panno subi.
A scena representa um aposento ele-
gante, com janella sobre urna paizagem.
Ricos biombos, um leito, isto um col-
chao de veliado, coxins.
O publico reconbece logo as decorares
de urna das pa?as mais em voga.
__ E' o terceiro acto do Vampiro, mur-
mura-se de todos os lados.
Um joven senhor apparece em scena :
est triste e cheio da remoraos, porque
ama urna rapariga, com quem acaba de
casar-se, e foi sedazido por urna feiticeira
que o persegua.
Indigno da esposa, nao sabe camo tor-
nar a vel-a.
Ella, porm, chega e exclama :
Ah! querido esposo, porque me
abandonas assim ?
O marido jara fidelidade ; mas repelle-a
quando Ha e quer abracar.
A' forca de lagrimea e rogoa, a pobre
mulher acaba por enternece-o, e, abraca-
dos um contra o outrt, cahem no leito. i
Nesse momento urna mulher vestida de
encarnado e negro chega dancando ; os
cabellos fluctuam-lhe nos hombros, os
olhos deitam chispas ; bella, mas de
urna terrival belleza ; sua danca um en-
cantamento ; ella faz sigoaes roysteriosos,
acompanhados de urna msica bizarra e
entrecortada.
Os dous esposos tremem.
A faiticeira arranca a mulher dos bra-
cos do homem e o attrahe a si. Elle es
tremeca de horror; seus dentes baten
us nes outros ; por fim cahe sem sen-
tido.
Ent&o o vampiro precipita-se sobre elle
e morde-lhe a peacoco, e, depois de sugar
bem o aangue, reeomeca a sua danca des-
ordenada.
Finalmente, com um punhal, ella vara
e peito do rapaz o come-Ihe o coraclo.
O publico exprime o seu entusiasmo
com am longo mssurro, e o panno cahe.
S se representou essa acto do Vampi-
ro, o melhor, o mais dramtico.
Mais tarde o joven senhor resuscita e
entregue sua esposa.
No entre-acto a maior parte do publico
deixa a sala e invade a casa de cha pr-
xima ao theatro.
Servem-se comidas e bebidas quentes
no meio de um atropello e de urna con-
fusSo indescriptiveis.
Cada qual dia o que pansa sobre o m-
rito da peca e sobre os actores ; imitam-
ae attitudes, gritos, coutorsoes; alguns
ensaiam pasaos de danca e cabriolas com
grande hilaridade dos assistentes ; outros
jogam o xadrez e os dados.
O entre-acto longo.
Os rapazas que faziam os papis de mu-
lheres aa primeira peca reappareceram aa
aegunda ; preciso deacancar, tomar ba-
ndo e vestir novos costemos.
Mas o tempo patea alegremente: come-
Bichas de Hauburgo
Vende-se em grandes e pequea!
porces applica-se ventosas seccas o
sarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
Cal Branca e Vir-
gem de Jag-na-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de cal bran-
ca e virgem, avisa sos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu arn.azem do caes do
Apollo n. 73.
se, fuma-se, bebe-se e ri-se, para depois
voltar ao theatro.
O aspecto da sala mudou completamen-
te, todas as mulheres que oceupavam ca-
marotes trocaram as toilettes por outras
mais luxuoeas.
Os olhares voltam-se para Yologimi;
queria-se ver at onde ia a riqueza, o
luxo de suas toilettas, e desta vez ainda
todo o mundo cou sorprehendido.
Ella parece trajar pedradas e chata-
mas : seu vestido todo coberto de pen-
oas de beija-tlor, de colibris e e papog-
de-fogo, e lanca brilhos multicores de sa-
phyras, de rubis, de esmeraldas, de bra-
zas ardentes.
Hoove urna carnificina dessas joias vi-
vas para se poder cobrir tao rico vestido
que vale o preco de um castello.
Tornou a apparecer o annunciante, o tal
que ninguem comprehendia : pronunciou
um discurso nao menos mysterioso que o
primeiro, e subi o panno.
Representase desta vez urna scena do
Onomo-Komati-K.
Omono-Komati-Ki era urna bella rapa-
riga da cSrte de Kioto, que, apaixonan-
do-sa pela poesa, entregou-se a estudos
serios e comp z versos ; mas em seu amor
pela perfeic&o, urna vez escripto o poema,
ioutilisava-o para fazer de novo.
Encantados pela sua belleza, os rapazes
a perseguiam.
Ella, porm, repellio-os a todos e con-
tinuou seus estudos favoritos ; mas os na-
mordos qua ako Iba perdoaram o desdem
e & forca de calumnias, intrigaram-na
com a corte.
A joven inspirada deixeu o palacio e
atirou-se aventura.
{Contina.)
Typ. do Diarit, n Duq,ue da Oaxiaa, 2

'
-


Full Text
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