Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16736

Full Text


ANO Ii
Ter^a-feira 23 de Jal lio de 1895
HUMERO 1G5
PB6PBJ1B&BS BB IIj&SGSZ. Fl:EFBBeA Bl PABIA & 3PILH8S
REDACTORES AXTOXIO AVITRUVIO PIXTO BAXDKIRA E ACCIOJLI DE VASCOXCELEOS o MANOEL ARO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBUCAgOES NA FRAN- PARA OS LUGARES PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezs adiantados.
Por ura auno adiantado
Numero avulso do mesmo da.
8S000
(51000
30000
li
CA E INGLATERRA
Os Sr8 Mayence Favre & C.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
Por seis mezes adiaotados. .
Por od anno adiantido ...
Por trimestre vencido....
Numero avulso de das anteriores.
161500
33*000
9&000
#200
Telegrammas
sss;:;:rASTiciASJ3 5iASi3
Kio le Janeiro, 21 de Julho as
. uS o 30 minutos da manh,
Grande foi a victoria que obteve as ur. i
RELATORK api-esenl ado ao Exm. Sr. Govcrnador do Estado SECREt^iA DE estado DOS NEGOCIOS-N-
Tflho, Secretario da Justiea, \'c- DA industria
pelo Dr. Julio de Mello Fi
ocios Interiores c Instruccao Publiea.
JUNTA COMMERGIAL
(Continuaro)
2115, c o Dr. Andracb Figueira por i262.
Rio de Janeiro, 22 de Julho,
1 hora e 25 minutos da tarde (recebido
na estago s 4 horas e 15 minutes e
entregue as C horas e 15 minutos dem).
Funcciona esla Repartido no predio n. a ra do Vigario Tenorio,
sendo ltimamente elevado a 1:200>000 o respectivo aluguel.
Ainda vigora para os seus trabalhos o Regulamenlo que baixoo com o
Decreto do Govemo Provisorio da Repblica, n. 596 de 19 de Julho de 1890.
E' de conveniencia a expedicao de novo Keguhmento, que mclhor satis-
! faja s necessidades desta Repartico, p irquanto algumas disposicOes nao tm
as o Dr. Lopes Trovo, cujo nome fo> jappiicaCa0 e outras devera ser supprimidas como a que se refere lista dos com-
suffragado por 4191 votos, ao passo que mercianles que tf;m de ser convocados para o collegio eleitoral, na qual, segundo
o Dr Bezerra de Menezes, s o foi por'pcnso, nao devem ser incluidos aquelles que deixaram de fazer proQssao habi-
tual do commercio.
0 pessoal da Junta compoe-se de :
1 Presidente
1 Secretario
2 Officiaes
2 Amanuenses
1 Porteiro
4 Deputados
2 Supplcntes.
Exerce o lugar de Presidente o negociante Joaquim Lopes Machado e de
Secretario o Bacharel Joaquim Theotonio Soares de Avellar.
Em vista do resultado da inspeccao medica a que submetleram-se, foram
aposentados em 6 e 13 de Dezembro ultimo o Oficial e o Amanuense Innocencio
Anlunes de Parias Torres e Baoharel Luiz Rodrigues Villares, com a pensao a
que tintara direito, sendo nomeados para substituir ao 1: o Bacharel Joao de
Alcntara Parias e ao 2. Elydio Cavalcante Ribeiro Pessa.
Em virtuds de requisir.ao do Presidente da Junta em officio de 11 de
Janeiro findo, autorisei o pagamento da importancia de 225#000, proveniente
de despezas de expediente e asseio da casa, tendo, porm, precedido o Decreto
de 28 de Fevereiro do correnle anno, em seguida transcripto, abrindo o crediio
suppleinenlar de 162^500 : Palacio do Governo do Estado de Pernambuco.
Em 28 de Fevereiro de 1895. O Governador do Estado resolve abrir,
sob sua responsabilidade, um crdito suppleraentar na imponencia de 162&500,
t verba do $ 41, artigo Io da Lei n. 64 do orcamento, era liquidaco, afim
t de occorrer s despezas com o expediente e asseio da casa em que funcciona
a Junta Commercial, nos mezes de Novembro a Dezembro do anno prximo
K findo.
Os Doutores Julio de Mello Filho e Pedro Jos de Oliveira Pernam-
buco, Secretario da Justiea, Negocios Interiores e Instruccao Publica, c da
Fazenda assim o tenhara entendido e facam executar.
Entre os annexos encontrareis o relatorio do Presidente da Junta.
A imprensa bonarense noticia, que o
cruzador Barracouta oceupou a Una da
Trindade, onde o goveano inglez estable-
cer urna estaco carbonfera, no ponto
intermedio linhi telcgraphica submari-
na de Inglaterra e o archipelagodas Mal-
vinas.
Em S. Paulo, ofliciacs do excrcito e
de polica, bem como cidados eminentes
convidam o povo para um meeting hoje
afim de protestarem contra aquella oceu-
paco.
O ministro aqui acreditado nega a
occupac2oollicial,accrescentando, porm,
que o tacto de seus concidados estabele-
cerem-se na Ilha da Trindade, tem-n"o por
causa natural, urna vez que, falta de do-
no considera-se res nullius a mesma
liba.
Acabam de ser demittidos os consu-
les portuguezes que aqui e no Rio da Pra-
ta festejaram o falso boato de proclama.
$ao da repblica em Portugal.
Rio de Janeiro, 22 de Julho, as
6 horas da tarde (rjcebido na esta cao s
y horas e 40 minutos da noite e entregue
as 10 horas.
Realisou-se no largo de S. Francisco de
Paula o meeting de protesto contra a oc-
eupaco da Ilha da Trindade.
Presentes para mais de 3.000 pessoas,
oraram os Srs. Annibal Mascarenhas, Ni-
canor Nascimento, e Joaquim Sarmanho,
cumprimentando em seguida a multido
a roi'accao do Paiz, em cujo nome fal-
lando o Sr. Flix Bocayuva, disse que
acompanhava, como orgo da opinio, o
prot; 1 em todos os terrenos em que se
elle c II,...se.
Oraram tnais OS j referidos Srs., inclu-
sive o Sr. Vj i.ira de Mello, despersando-
se o povo em seguida entre vivas a Rep-
blica.
Na estjco da Mangueira da estra-
da de ferro Central deu-se um choque de
trens, do qual resultou ficarem feridas 6
.pessoas, urna das quaes gravemente.
A taxa cambial fechou a 10 15x16
V
Despachos do da 20 de Julho de 1895 i
Asevedo & C, pealado que flqae eem MT--itn o \
Imposto de Drayna-e "os precios d. 22 e 24, |j|
Sitos i roa o Jardn). Da trruu-i a "e t. Jos,
tialo terern de ser demolidos dito* preaios.Pe-
dio-se Iofo-macao Secretaria da Faieoda.
Paaltnn ce Olivti'a Mala, procuranor ae Jos
da Silva Lopts, reqoereado lli>mioigao do irc.
posto D aynag* do predio n. 120 ello a roa Do-' jf
miogo8 Jote Martina. Pedio-e ifo:magao a |fl
Secr taria da Fazeodr.
Mjuoel Jos Aives, negociante domiciliado
oa cidade de Palmare?, pedalo para man a-
entregar-lce-eus sobnnboa menores de nomes
Manoel J>5 Gomes e Jjse Joarjuim Romes, flibos >,-.
luiiitiuiiB 0(.s tinados Joaquim Jos Gomes e Can-
dida de Mello G wi", qu- -e a;nam rpcolbidoa y
CLoia Ioiiuirial Fe Cansa.lofjrme o Dr.
-nrector da e-cola industria! Fre <,aneca, teodo
m vista o offi:io de 28 de Ji.obo Bono.
Autnrj'O Lu'Z dos S oto?, Manuel Loz dos San
ios e O Jo.. Luiz dos Saaio*, ped'.do o auxilio
Je qi:e iratk a lei o. tii ae 35 de Jonnj de 1895,
para foodacao d aona osloa.t"edio-te olorm-
-io a Secretnria de Pateada.
0 porteiro,
Archia ilafra.
16 I./7a'ninacao do Palacio e
Corpo da Uuarda
. 17 Mobilia, decora^o e repa-
ros do Palacio
18 Zelador da mobilia
19 Gratificugao do ajudaoie
de ordens
1:500)090
OOOOJOOO
2:400JOOO
18001000
65:100)000
N.
^r.SEGUMKCA
E TRANQU1LUDADE PUBLICA
Questura Policial
SeccSo 2. X. 159 -Secretaria da Questura
Policial do Estado de Peroambuco, em 22 de
Julbc de 1895.
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mello Filho'i
mu digno Secretario da Justiea e Negocios In ]
tenores.
Participo vos que foram recolhldos Casa
ile Uetencao os seguotes iodviduos :
No oia zo:
A* ordtw no delegado do 2 distrlcto da cap
'a!, Justino RIOeiro de Je-us. como laraplo e
Francisco Perreira da Cunta, comodesordeiro.
A' oriem do subdelgalo da Ireeoeiia do Re-
M(e, Ladislj jse de Onveira, Dimiaio Ji-imi-
ru oos Santos e Jo Luis dos Santos Naiaretn,
:omo oesurseiroi", Daniel Francisco e Mara
Haplisla de Paix-, por embriasuex e Aona liita
do Sacramento, pjr tlf-Uo<8 a mjral puolica.
No di i i :
A' ordem do delegado do 2* dtstricto da capl-
t.i. Pauuno Frauciaou ao Carmo, como desor-
deiro.
A'ordem do subdelega lo do i distr co da
f'-KU'-na de S. Joae, Joao Prreira de Araojo,
con de-oraeiru e irr.o Peixoto, con:o aluno
A' or iciq uo sondeleitado do 2o natncto da
' eia-z: ae S. Jos, Benedicto Joo da Costa,
por embnaxuoz e disturbios.
Coiiiuiouicou-me o delegado de nolicia do
1 dlsincto do municipio de Jabo^So. que oa
manlia de i) do correo'.e mez. em te-ras do eu
ibo Cavalieiro do disiricio deTigipi, t a eS'Dfc-
a pelo treai expresso que desta rldadi sanira
ci m de Concedi.
a reepecnva cutoridade tomando conbecimeo-
to uo facto proerfle-u i necessa aa dingeociab
ebegando ao resoltado de que Lucia tioha por
oslse enftritia'.se o oesao estado cjslumava
psaseiar dentro da linba.
Em aaia ae 19 do correte, o cidadao Sctero
Marques de Araujo PiOtteifO, reassumio o exei-
SECRETARIA DA JUSTICA
20 Vencirnentos do Secretario 12 000?000
21 Empregados da Secretaria
inclusivo o officiai de babi-
nele (Tabella annexa no de-
creto de 1 de Dezsmbro de
1894) 132:8003000
22 Archivo annexo Secre-
taria 18.400)000
23 Differenga de vencirnen-
tos do director da 3.* Dire-
ctora e de tres tercetros olfi-
ciaes 600S003
24 Expediente e asseio da
casa 6:0003000
169:800)000
94:000)000
10:000)000
378 3583000
185:200i000
31:5751)000
3:000(000
702:1333000
44:0005000
PODER JUDICIARIO
25 Vencirnentos do Promotor
Geral e dos Juizes do Supe-
rior Tribunal, undo cada
Juiz 12:0008300
N. 25 Ajudas de cusi sos ma-
gistrados, de accordo com o
dispusio no art. 274 do Re-
gulamenlo de 23 de Janeiro
de 1893 e tabella annexa
N. 27 VeHcimei.tos do Juizes de
ireito
N. 23 Vencirnentos dos promo-
tores pblicos inclusive os
25/.
N. 29 Vencirnentos dos escrivaes
e funccionanos do Superior
TV bunal de Justina
N. 30 Expediente do Superior
Tribunal de Justina
OUTRAS DESPESAS
N. 68 El eiraes
N. 69 Publicacao e impreggao do
expediente da Secretaria da
Justiea
X. 70 ImpreasSo dasbiographias
compradas pela ex-provioca
ao Commeiidador Antonio
Joaquim de Mello
"v' 7.\ <;"8ervatorio de Msica
-V 72 Erentucs
3:O00S0M
10 ooosooo
5 000SO8D
60:0O0s00C
5:000<0e9
83 OOOOOO
Total 3 713:337# l*
S 2 O Governador do Estado autorisado a
uiTtZfm-M9* da IndU8,ria a 1uaa
11. t 3770di>9a42 com os gervic.s dasiSUr
Jos as segu ntes rubricas :
SECRETARIA DA INDUSTRIA
BUCO
Despacios do dia 22 de Julho de i8g$
Carks ai tomo de A.oio, Seve iuo Bexrr &
., Caros D. Lopes Ma.rbado e ootro, Amalia
F-ao".isca da Costa. Dr. Tonio Bruno da Silva
S lia. Angusto Octaviao ue Sooia, be'd-tros de
Francisco Jo6 de ztvedo. A .na C.rolina do
Reio Dantis e ootras, Francisca Amnela das
.\ee?. Marcoiino Pedro de Sooxa Braga..nfur-
me a 1' tercio.
Teoorio ae Amoriai C CBrtlBqoe se.
O Porteiro,
Custodio B. da Silva Guimaraes.
PARTE OFFICIAL
Go\ erno do Estado He Per-
nambuco
E'ESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTICA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUC-
CAO PUBLICA DO ESTADO DE PER
NAMBUCO DO DIA 20 DE JULHO DB
1895.
Bacharel Jeaquira Velloxo F.elre de Menioo-
ci, promotor publico ao muoicipio de IiamD,
pediouo justiBcacao de faltas.Deferido, corx
tffijio de-ta data, so Dr. Secretarlo da Fazeuda
Jiaj Flrxlno da Cruz, ex-pr.ga do i* Dataioii
de iofanterla estadoal, pedioao p?garceoli d>
veccijeoios.Deieridu, aot termos do offi:>o
0 Dr. Secretario da Faxenda.
Pedro Napile&o de Sobral, sentencl ide, pedio-
do perdao. -Ao Sr. Dr. Ques.or PolicUlintetloo,
para informar.
Vlceote Ferroira da Silva, ex-praja do 1* ba
talbao de infantera Estadoal, pediodo potiameo
to de veocimeo tos. la forme o Sr. commauatutt
do 1* Datalbao de infanterit estadoal.
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO
DIA 19 DE JULHO
Paulo de Amonm Saijiauo, reclamando contra
a cobraoca de Imposto ae enneooos que esta fa
sendo a Muotctpalldada do Cabo.Netts dala so-
licito mformacSes ao prefeilo do mumciplo do
Cabo.
Hermenegildo de Siquera,
Pormro uitnao.
vcio ro t*tt\} de delegado tio municipio de Pao
d'Alho. ^
s. .e e frateroidade.
O Queslor,
Exerce interinamente o cargo de Qucstor Policial do Estado o Dr. Jos ou e im ery lV3
Fulippe Nerjda Silva, Juiz de Direito do Municipio da Pedra, que tem se reve-REcEBEDORiA do estado de pernam-
lado um distincto auxiliar da administracao.
As nossas leis de polica reclamam seria reviso. (
A lei n. 14 de 14 de Dezembro de 1891, que creou a Questura Policial,
defeituosa e incongruente, veio de certo modo cercear a aegao policial, tornando
os agentes de que nella se trata incapazes de sua missao. Por outro lado, pare-
cen lo que com a creaco da Questura se procurara evitar a confusao e balburdt
resultantes do facto de ter a Constituyalo commettido aos juizes de districto, um
dos orgaos do poder judiciario do Estado, attribuic-oes policiaes, a mesma confu-
sao e balburdia mais se accentuam, pois a lei n. 14, longe de corrigir
os inconvenientes de semelhante accumulaco, commette tambem ao Questor,
chefe do scrv'150 policial, a altribuigo de formar culpa aos delinquentes concur-
rentemente com os juizes de districto, respeilada a prevenc3o destesart. 3.
11 da citada lei.
Alm disso, em seu artigo 2. diz a referida lei que a Questura Policial
destinada a auxiliar a polica municipal na prevencao e represso dos crimes...,
tornando-a assim como que subordinada a esla, o que, alm de absurdo, seria
impraticavel.
D'ahi os celebres conflictos entre juizes de districto e autoridades poli-
ciaes, conflictos que nao tm razio de ser, em face do ?rt. 27 da propria lei da
Queslnra, que faz depender a sua completa execu^ao da expedigo do respectivo
regulamento, que o governo dever submetter approvacao do poder legislativo.
A' proposito de laes conflictos julgo conveniente transcrever abaixo as
luminosas razoes do recurso interposto pelo talentoso Dr. Manoel dos Santos
Morcira, que enlao exercia o cargo de 3.Promotor Publico desta capital, e o jurdico
despacho do Dr. Aluno de Araujo, Ilustrado juiz do 5. districto crimina1, trabalhos
estes nos quaes se acha perfeitamente elucidada a questo da existencia legal
dos delegados e subdelegados de polica.
Ao Congresso Legislativo do Estado cabe, em sua prxima reunio, re-
mediar os males resultantes da oossa pessima organizacao policial.
A meu ver, daria elle a ultima palavra sobre tal assumplo, declarando
subsistente para toilos os seus efleitos o rgimen do Cdigo do ProcessoLei de
3 de Dezembro de 1841.
Atientas as nossas condices, essa lei, separando as autoridades poli-
liciaes das judiciarias e harmonisando ao mesmo tempo as respectivas attribui-
fcOes, deu a uims e outras forfa sufficiente para a manutenco da ordem e re-
presso do crime.
Que de garantas nao precisa o cidadao se a autoridade que prende,
averigua o facto e collige a prova, a mesma que afmal processa e julga ?
Onde encontrar ella a repressao de seus desvos, a reparaco de seus
erros, o fiscal do seu proceder, a norma immutavel de sua conducta, sendo ella
o proprio juiz, que julga, c, mais que ludo, sem um centro director?
E mais do que as theorias lallam os fados!
Estude-os quem tiver interesse pelos negocios pblicos e encontrar-se-ha
a cada passo cora as funestas consequencias do impensado syslema adoptado
pelas leis ns. 14 e 15, nao podendo deixar decondemnar a desastrada e infetiz
creagao de juizes districtaes.
Separe-se a justiea da polica, deixe-se ao juiz'simplesmele a missao de
julgar e os males serao em muito menor escala.
Por outro lado, deixe-se a polica livre, sujeita apenas responsabilidade
por seus excessos, responsabilidade firmada por poder estranho, e qp direitos
individuaes estaro mais ao abrigo de violencias.
Em ultima analyse, tire-se do juiz todo o arbitrio e d-se polica plena
liberdade de ac$ao, obedecendo a urna s orientago, presa ao mesmo centro
director, e teremos urna justiea desprevenida e urna polica diligente e uniforme.
47* SESSO ORDINARIA em 14 DE junho
de 1895
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francisco
leixeira de S
Continuado do n. 164
1895 PARE JER N. 155
A 3.* Comralsao, a quem foi presente a reso-
lucSu iniciada na Cmara dos Srs. Deputados
pelo projecio n 131 desta anno, oreando a re-
ceita e despez do listado para o exercicio de
1895 a 1896, e de parecer que seja adoptaba nos
termos em que se acba concebida, nao tendo
duvida m ndmitlir as emendas que julgar cabi-
veis, em vista da discussao.
Sala das Commissas do Senado, 14 de Junho
de 1895.
Eduardo de Oliveira.
Antonio Pernambuco.
O Congresso L gislativo do Estado de Per-
nambuco resolve:
Art. 1. O anno financeiro comecr em i.' de
Julho e terminar em 30 de Junho seguinte.
Art. 2* A despeza do Estado de Pernambuco
para o exercicio de 1. de Julho de 1895 a 30 de
Junho, de 1896 oreada em 8.534:0078674, pela
forma especificada nos seguales paragraphos :
1." O Governador do Estado au'orsado a
despender a quantia de 3 713:3378132 pela Se-
cretaria da Justlga, Negocios Interiores e lo-
struccie Publica com os servicos designados
as seguales rubricas:
SENADO
N. 1 Subsidio dos Sanadores
N. 2 Empregados da Secretaria
N. 3 Ajudas de custo
N. 4 Expediente e asseio da casa
N. 5 Apanhamento e publicacao
dos debates
8:171(1500
10:000000
2 4008000
80OS0OO
51:60.>800D
1 OOOSOOO
2.640S000
1 5008000
60.0008003
9 600;000
SEGURANCA PUBLICA
N. 31 Vencirnentos do Queslor
e dos empregados da Ques-
tura
N. 32 Vencirnentos do Agente de
polica miriitma, d; ccordo
com a taoella annexa ao Re-
gulamenlo approvado por
DeCrflo de 1 de Dezembro
de 1891, inclusive remado-
res
33 Despezas secretas a cargo
da Que.tura
34 AlugU'-l da casa
35 ExpeJieote e asseio da
casa
36 Empregados da Casa de
D t'.-nco
37 expediente e asseio
38 Kornecim--nto d'agua
39 ILlurnm.ic&o
40 Alimentos e curativos dos
presos pebres
41. Servico antropomtrico
(Decreto de 18 Je Janeiro de
1895)
42 Sold |dos officiaes e pra-
as dos tres batalh -s de
infantera e corpo d cavM-
laria, Hclusive 5 0008000
para ajuda de custo dos offi-
ciaes que 8eguirm em dili-
gencia para o inte or do
Estado, de conformidad
com 'o Regulamento de 31
de Dezembro de 1804, ap-
provido por Decreto e
gual dala 1.020.O0SS000
43 Expediente e livros, inclu-
sive 30 8009 para os da ca-
ga da ordem 3.00 8000
44 Fardamento. equipameo-
to, reparos de armamento,
arreios, remonta decavalhi-
da, ferrageas, mobilia, for-
ragens e utensilios para os
respectivo quarteis. inclu-
sive 10:0008000 para trans-
porte de torca 300:0008000
43 Agua e luz para os quar-
teis dos referidos taUlboes
e corpos de cavallana 15.000OOO
N.
N
N
N.
N.
27:0008000
42.0008000 ,
1:5008000 .*
1:5008000 v
40 0O0S0O0
112:0008000
CMARA DOS DEPUTADOS
1 529 7165500
INSTRU CA.0 PUBLICA
46 Instruccao primaria, in-
clusive 2:OX>S0JO de venci-
rnentos da professor de la-
tim e franci-z da cidade da
Victoria e 2008 para aluguel
da casa e expediente da
mesma aula
47 Aluguel de casas para
escolas
48 Mobilia e material esco-
lar
49 Vencirnentos d< 8 proles-
sores do Uymoasio e dos
empregados
50 Expediente e asseio da
casa
51 Laboratorios e gabinete-,
ronservac&o e acquisicao de
material escolar
52 Vencirnentos do profes-
sores da Escola Normal e
dos empregados
53 Expediento e asseio da
cusa
54 Acquisirao de material
escolar
55 Venvimentos dos empre-
gados da Bibliotr-.eca
56 Expediente e asseio da
casa
57 Illuminacao
58 AcquisicSo de livros e
k vii'.as e encadernac&o
ESCOLA DE ENGEN-iARlA
59 Corpo docente do 1* e 2
anno
60 Administracao
61 InslallacSo
62 Expediente e eventuaes
450:000(1030
30 OOOOOJ
20.000J000
110:676?SG5
6003000
20:0O0?0OO
59:7393166
1:0008000
3:0003030
12:6003000
6038000
1:5008000
150003000
42 4003000
11 600,'009
30 OOdjOOO
3:000?000
N. 1 Vencirnentos do Secretario
N. 2 Grat ficago do ofcial de
gabinete
N. 3 Publ cages e impresses
1" Directora :
N. 4 Empregados, expedien'e e
asseio
2.* Directora :
N. 5 Inspectora de Hygiene
N. 6 Desinfectorio central
N. 7 Laboratorio cnimico (con-
tractado)
N 8 Auxiliar do chimco
N. 9 Veterinario (contractado)
3.' Directora :
10 Obras Publicas, escripto-
rio techinico, administran
gao e flscalisago das obras,
pessoal dos cinco distnclos,
(icalisagao das emprezas
subvencionadas ou privile-
giadas
N. II Cooservacao das estradas,
pontea, acudes e caoal da
Gojanna
N. 12 Con6truccSo de estradas
rodagem, primeiro lanco
N. 13 Construcgao de edificios
para escola primarlas
N. 14 Construcgao e reparos de
cadeias
N. 15 Calgamenlo e galerias de
esgot)
N. 16 Ponte de llapssuma, es-
tados e primeiras prestagOes
N. 17 Podes e pontilnoes no-
vos
N. 18 Agudes
N. 19 Passeio Publico 13 de
Mato
N. 20 Illuminacao da capital
N. 21 L'nhas lelegraphicas
N. 22 Obras da penitenciaria
em Fernando dd Norooha
ESCOLA INDUSTRIAL FRE
N 23 Corpo decent i
N 21 Administrago
>', ~; In-tiillagao
N. 20' Aiimen ago e vestimenta
-e ceiu alu.nnos orpaos
X. t?' ust-io da usina. laianda
modelo r cooservagao da li-
iioa frrea
12 0308000
1:2008000
14.OOO800O
45 9008030
61:8008000
6:6008000
10:0308000
3 008003
5:0008000
86:4003009
277.3951542
300.003009
50 000S099
100:0008000
150.0008089
200.000OW
60:0008030
! 50:0008009
30:0008009
100.0003009
300:0008009
40.0008009
40:0008038
CANECA
93.0008039
56:4008000
82:0008000
3o:O0503Q
152:0008091.
2 2 7:595| 42
Total 2.377005854
3 O Governador do Estado autorisado
a despender pela Serretiria da Fazenda a
quantia de 2.473:5758000 com os servaos de-
signados as seiruintes rubricas :
SECRETARIA DA FAZENDA
N. 1 Vencirnentos do secretario 12 0008093
GABINETE-DO SECRETARIO
N. 2 Um ofcial de Gabinete
(gralificago) 12008039
N. 3 Auxiliar 2:4000009
THESOURO
N. 4 Pessoal
N. 5 Exped ente e asseio da ca-
sa
Y 6 Eventuaes
JUIZ0 DOS FEH0S
EL 7 Pessoal
N. 8. Despezas ju liciaes
3:6003008
199:2758009
10:0008039
5 0OUS038
214:27; 8008
50.0008003
lz:0003008
62:0008000
RECEBEDORIA E ALFANDKGa
N. 9. Pessoal 250 0038030
N. 10. Expediente 10 OOOSOOJ
260:0008009
COLL'CTORIAS
N. 11 Porcentagem dos coilec-
tores e esenves S00.003S009
DIVIDAS DO ESTADO
N. 12 Juros e auiortisagao da
oivida fundad.. 639.0008009
N. 13 indsde exercicios fin-
dos 450.0008009
N. 6 Subsidio dos Deputados
N. 7 Empregados da Secretaria
N. 8 Ajudas de custo
X. 9 Expediente e asseio da
casa
N. 10 Apanhamento e publicagao
dos debates
54:0008000 N.
67:5718800
2:0008000
(Continua.)
1:5008000
56:0008000
181:0718800
Y
JUNTA COMMBRCIAL
63 Vencirnentos dos empre-
ados da Secretaria
64 Expediente, asseio e alu-
guel
11:7153832
GOVERNO DO ESTADO
N. 11 Vencirnentos do Governa-
dor %
N. 12 Primalro eslabelecimento
N. 13 Vencirnentos do Vice- Qo
vernador
N. 14 Oficial de Gabinete
N. II Auxiliar
24:0008000
5:0008000 N
iH,
12:0008000,
6:0008000
2:400Q0C I
estatisti;a
65 Vencimen os dos empre-
gados da Commissio Cen-
tral reduzidos os vencirnen-
tos do efficial a 3:6008000 e
suprimido um dos lugares
de anxiliar
67 Expediente
67 Despesai com o recensea-
ment
16:800!000
30008000
19:8005000
18:4008000
6008000
20 00(1000
PESSOAL INACTIVO
Y 14 A psenla jos, jubilados e
reformados
SUBVENQO S
N 15 Juros He ap< lices de 7%
garantidas i Estrada de
Ferro do Recife a Itamb
N. 17 Ao Collegio de Artes e
Officios dirigidos pelos Sa-
lesianos
N 18 Inti uto Arcbeologico
Y 19 llecolhiment, de Bom-
Conselho
N. 20 casa de Beneficencia em
Bezerros, escola annexa
X. 21 Casa de Caridade em
Grvate
X. 22 Recolhimento da Glora
X 23 Casa de Caridade em Ga-
ruar
X. 21 .asa de Caridade em Goy-
anna
X. 25 i a a de Caridade em
Itamb
N. 26 casa de Beneficencia em
Tnumpho
Y 27 Casa de Caridade em Gra-
vat de Taquaretinga
X. 23 Recol melo de desvali-
dos em Iguarass
X. 29 Recolhimento de Oiinda
X. 30 Recolhimento de Gojanna
X. 31 Sociedade dos Artistas
Mechancos e Libertes
N. 32 Sociedade Propagadora da
Boa-Vista
X. 33 Servigos de cargas entre
Triumpbo e Jatob
N. 34 Premios aos agricultores
res de cafe e cacao
039:0008000
400.0098009
40 0003009
19:0003009
3:OOOS009
6:0008001
5:00080)9
2 0008009
2:5001039
5:0008009
5:0008009
2:0008030
3:0008309
2:0008009
1:2008009
1-0008009
1:0008008
5:0008009
5:0008988
12:OOOJ038
20:000J|
210 7001999

t
Total l.4!:57SJQU
i ,.i



litarlo de Pernambuco Ter?a-feira 23 de ?lulio de Itlo
^BBSfSIB"1
N. 35 RestituicOes e repo3i-
C6es 10:0008003
N. 36. PublicagOes e imprea-
loea 12.000SOOO
de pro-
neste pa-
Tolal 2.473:5753000
Art. 3. A receita do Enlodo de Pj.rnamr.uc.
para o exercicio da 1 da Julho dr 1895 a 30 de
Junhode 1896 oreada em... 8 54:00.So(4.
jue dever ser arre adada segundo o que dis-
pem os paragraprios seguintea :
1 Imposto de exporiagao.
N. 1. 7 0,o aobre assucar.
N. 2. 90o 88bre olco1 agurdente e mel.
N. 3. 60|o sobre algodao.
N. 4. 90o sobre carocos de algo-lao.
J. 5. 90i) sohre bagas de mamona.
N 6. 7 0|0 sobre viobos, genebra, licores, vina-
gre e ouiros preparados acoolic 8.
N. 7. 30 0,0 sobre couros verde* e 25 0 o obre
seceos, espichados ou salgados, calculado so-
bre o valor da unidade segundo a pauta se
manal. .
N. 8 7 0|0 sobre pelles e edurinhos da cabra,
carneiro, seceos, espichados, ou salgados, so-
bre o valor da unidade segn lo a pauta.
N. 9. 60.o sobra milhos
N 10 6 0 o sobre (anona de mandioca.
N. 11 6 0|0 sobre sabao.
N. 12 6 Oin sobre c.'os .
N..18 20o sobre cal ci-a vegetal ou animal,
leos tegetacs, sola e courinbos curtidos, ve-
las de t-arina, arroz e fumo.
N. 14 1 0 o sobre o caf e cacao.
N. 15 sobre calcados.
N. 16 4 0|0 sobre-os demais gneros
ducyoilo Es ado, nao especifica ios
to eeroa de produeco do Estado expor-
tados pelo inlerior para os Estados vwinhob
esiao Vujeitos s mesmas conl.ibuicujs cora
ercepcao de couros verdes, qie pagarao b os seceos, espichados ou salgados 50,0. os cou-
nonos e palles de cabra, crneiro, ec; que
pagarao 4 Oo, carocos de algodo e baga de
mamona 50|0 algodao 40|0
O sabao e oulros producios d este tsiauo,
quando exportado* para Estado onde sejara
laxados incons itucionalmeute, pagarao metade
da laxa fixada ueste -
2. lmpostos sobre transmissao de pro
n"i. io'o sobre heraoga e legados aherlei
ros oecessanos, mesmo consisten es em usu
N. 2150io sobre herancas de lodos os herdei-
ros nSo neceasarios -ab Inlasta o. ou te.-ua
mentarlos, inclusive os espurios, at o 3 grao,
e 20 0,o d'ah por diaote, inclusive estraonos
N. 3. 150,0 sobre dotS4o de qualquer especie,
consumado mesmo em usufructo, excepto as
ieitas em liaba ascend-nie ou desceodenie,
que pagarao 10,0 a as menores de 2008000.
O imposto as doages causa raorl.s. pe-
dera ser pago por oecasifco da transferencia da
propriedade doada e o das outras sel o-ba na
occaiSo do contracto, sob pena de multa de
SOOSOOO, paga pelo tabelliao que lavrar a es-
N.TlOO. sobre legados de usufructo vita-
ndo a bereiroa aao neoeasanos ou eotraiiiios
eOio, quando frem temporarios, cobrados
sobre o valor do bem legado. moia
N 5 80n sobra transferencia de mmovets
ruancos ou urbanos, pagos nos lugares em que
sstiverera sitalos os immove, compreoend -
das as permutas na razao de 40,o sobre o* va
iones permutados. ____n,
N 6 80in sobre transferencias de vapores, na-
nos,' barcacas, lanchas e alvareogas, sendo as
permutas 40l0 sobre os valores permutados
N 7 150,0 sobre transferencia da qualquer
contracto m o Governo do Estado ou-coe-
cesso feda or leis do mesmo Estado.
N 8 2 / obre conlraclo de arr-odamento
oa aforamen o de immoveis, com exeepca. "o*
que forem celebrados com Fweuda Federa
oEstadoou municipio, cora locatarios; calcu
l ado sobre a baae da lolalidade das preatacOe*
anneaesnos contractos de arreodametilo -.sobre
, a sotnma das pres aces de 10 anoosnos de aK>-
' *$ 9 112o'. sobre transferencia de.acc.oes
>ou.obriga?Oes decompanhia. ______.__ .
N 10. 2 sobre dividendos dos ttulos da
componas ou socirdadea, ann v mas oom sede
ii'es.o Estado. ,
N 11 3. sobre o producto de qualquer le
iodemovis ou iraraoveis e semoventes cmn
.exwpcao dos que pag.m as laxas dos ns.. o>
& g** paragrapho. pagos dan o de 43horas
depois da terrainagao do lailoo e feita a a.v*rba-
Vo.do pagamento no. reapeolivo diario de sa-
Qida- .. .
S 3 Imposto de induslr a e protissao.
JJ 1 Taxas de reparticao, conforme a tabella
A. no municipio do Recite, exceptuados os ar-
mazens.de sociedades eoon-ralivas cujo cap
. ul nao exceda de 100 0008000. aao haven io so-
cio que tenlia mais N 2 Taxis fixas, contarme a tabella o, s n-
do'as de protissao cobradas na raiSo de meu-
le. fra do penm tro.da cidade do Kecile.
N 3. 50 "i. sobre o valor locativo das casas
da commercio. industria a ptotiiso na cidade
do tooife, nao comprehendidas as laDeiias
A., e B.
N. 4- 40|.90breo valor locativo das <"asas
de commfrcio, industria e profissao fra da ci-
dade d. R-cife.
Os e8laneleciraentos coramercia s ou de in-
dustria aero colleciados em lantos nmeros
das tabellas A. e B qoanlos forem os ramos de
negocio que realisarem, podando ser tributados
em todos o nmeros d'este paragrapho. urna
vetque iucidam as disposicOes de cada um
faltes.
Os depsitos ou dependeacia3 de es abeleci
menos commerciaes ou do .industrias estfto
comprehendrdostias laxas respectivas das tabel
las A e-B e osque dependerem de stabeieci-
mentos sujeitos a imposlosde 50 e 40 | sobre
o valor locativo.
X 5: 200 iis por litro de.agjjardente, quer
riura, quer transformada, que for retalhada. no
Estado.
N, 6- 3S000 por 'unelada da alvarenga ou ca-
sia de carga ou descarga, conforta* a arqu-a
5S0 mi roa'ricula.
N 7. 300 ris por tonelada de todos os va-
pores, navios mercantes e embareacOes- de co-
berra enxuta, es rangeiras que descarregarem
uo porto quer interno, quer externo do Recife,
destinada a sua importancia ao cusleio do ser
vico d* policia raaril ma
N. 8. 6 *|. sobr os premios de corridos ou
prados, nao se considerando como tal o que fr
restitoico da ntrada-
N. 9. 10 i. sobre a 'mportancia total das
poules vendidas era cada corridas nos Prados e
HippodroT.os.
N. 10. 3*|. sobre o capital daslr,tenas rede
raes ou de ouiros- astados, cujos bilhetes forera
vendidos n'esle Estado, devendo esses impos os
ser pagos p ;ios respectivos coneeasionarios an
tes de serein os brinetes expostos venda, sal
T0 os qu' for m vend ios era v rtude de con-
tracto fi mido com o Estado. Os planos des
sas loteras, quer federaes, quer estaduae^. de-
Yerto ser depositados no Thesouro, com os
aclos offlciaes emanados dos poderes pblicos
dos nuaes resulte a sua approvacao e julgados
conformes pelo mesmo Thesooro
Nds ^ilnetss ser feita a declancSo. de sera
lotera federa ou estadual o n'este caso a que
Estado ella pertence.
A. flscilisagao das loteras sera feita por
mpresalo do T esouro designado pelo Sacre-
tan o da Fazeoda. .
E livre a venda de bilhetes das loteras es
taduaes e federaes n'est-? Estado desde que fo-
rem saiisfeitas as formalidades cima exigidas
o as determinadas por leis e regolaraeotoi que
nao forem manifestndote contrarias a esta
N. 11. Emolumentos das reparlices do Es-
tado cobrados segundo as tabellas em vigor.
Os 10 |0 de novos e velhos direitos dos em
pregados do Estado passarao a ser cobrados,
addiconada a sua importancia do sello respe-
ctivo, em doze prestacOes mensaes, pagas no
primiro anno da ooraeagSo, aposentadora, re-
moc'io ou acceiso e melhoria de vencimeolos
por qualquer motivo.
S 4-' Cusas judiciaes que serSo pagas em
sello de verba, depois de feitas as contas resp;-
ctivas pelo con'ador e as averbaepes e recebi-
itnto ao propnos autos e pelas repar rgoes ds
laes que printurando esse imposto em lyro
g 5.' Sallo do Estado, cobrado de accordo
com o regulamento da 18 de Fevereiro de 1895,
com as seguimos raodi&cacOcs :
fr'ica elevado a 200 ris o sello sobre cada co-
nbecimento de carga as estatOes das estradas
de ferro, exceptuados os de bagagom e os (re-
tes inferioras a 28 ; sobre Cuntas crrante, con-
las de vendas commerciaes de quantia sup rior
a 508000, cheques de qualquer valor recibos
de quantia superior a 2003000 ; a 600 ris sobre
procuracao de proprio punim que tinha de pro
luzr effeito denlro do Estado, neranle autort-
dade ou repartigao d'este; a 603 ris sobre
substabolecimcnto de proprio punno em quans-
quer proeuraciS que tentiam de produzir elfji-
lo na Estado; a 400 ris sobre despacli > ou
guia de exporlac&o, processado as estarO-s
tiscaes subordinadas ao Estado ou por es e en-
carreadas, medanle convenio, d>- arrecatar o-
seus impostas de exportaga. i a 400 ris a ti-
tulo de expediente sobre as guias de mercadu-
ras vindas de oulros Estados e que por este
transitara Fica elevado ao decupulo o sello a
ser pago como multa nos casos 0e revalida-
cao.
6." Imposto predial cobrado nos municipios
do Recife e Olinda raxao de 10 "|0 sobre o
valor locativo das casas, ficando desde j re-
vogada nessa n irte a le n. 52 do 3 de Ag >so
de 1892, art 2." das d'sposices transitoria-,
r art. 1. da le n. 1541 com relacio sm nte s
casas que nao. uverem sota ou dependencia
que augmente o seu valor e isenta a sede de
estabelecimentos de caridade ou de ins rucc4o
maalidos por associagOes e quando propnos.
7.' Imposto terrlional coorado sobre toda<
as propiedades silas nos municipios servidos
por estradas de ferro, por navegaQfio fluvial
effectiva ou raargera de estradas de rodagera,
construidas, calgadas e custjaias palo Estado.
Ter por base esse imposto o valor veoal da
propriedade, pro-ado por escripiura publica,
escriptos particulares, forraaes de partilha ou
estimativa feita por urna commissao do que fa-
ro parte o Juu Territorial, o Collector e o
Prpsideate do Concelho Municipal ou o sju
substituto legal, no caso de impedimen'0 ou
ausencia ; estimativa que ser feita, em todo o
caso, quando se traiar de valor constante de
documentos que lenham raais de Ginco aonos,
ta ido-se em vista a reduccao da moeda o O
valor actual da propriedade : a laxa ser d.
400 ris por 1:0038003 de valor ve :al.
o) O produeio desse imposto ser exclusi
vameule eslinado cooservucSo das estradas,
pontes e cana es.
6) A' rae i ida que for augmentado o producto
desse imposto, ser proporcionalraeota redun-
do o da exnortaco, at que aquella possa de
todo substituir a esle.
g 8." Imposto sobre terrenos bal 1 os, nao
edificados, anda que. murados, razo d.- 103
ris por metro quadrado as freguezias urba
as e 10 ris as suburbanas, no pjrimetro da
lecima urbana do Recife.
5 9." 15 "| sobre a nlevida retengo das
rendas.
10 Multa por infraccSo.
11 Divida Activa.
$ 12 Restituices e reposicChs e outras
quaesquer indemuiaagCas provonieaiea de pro
Cesto judela1.
13 Venda--* renda dos propnos estaduaes
o dos sorveos custeados pelo Estado, licando o
Governador autarisado a rever a tarifa do C i
nal de Ooyanna e a alienar em hasia publica
os Iotas devolutos da Colonia Suassuoa, bem
cox.o os -ramoveis all existentes.
14 Renda da Usina e terrenos perleuc;n-
tes Escola Prei Caneca.
15 Matricula nos estabeleciraeotas de en-
sino secundario e superior do Estado.
16 Renda das collectorias, autons
Governador do Estado a nUbelecer
rendas, nos municipios limtrouhas.
g 17 Contribuigao para o calcamento e ron
si'ucv-o de caes segundo as leis ns. 3o0 e
796.
S 18 Beneficio das loteras.
5 19 Contribus federaes para estubale-
ciraen 03 subvencionados.
i0 Contribuico das companhias e empre-
zas'fiscalisada.
g 21 Padagic naa ponUs novam^nts construi-
da cujo cu^to tenha sido superior a........
100:09008000.
g t2 Para extinc.ao de incendios lSfXW
por eatabelecim nto comraercial ouluduj;'!l''
cu.o luguel tr nfen..r a8OO8OO0: 20S000
pelos de 8003000 a 1:8008000 a 408000 pelos d^-
mais do 1.8008030 ; tica do o Governador au
tunsado a adquerlr muars para o servigo de
traeco do material da itarapauhia de Bomhei-
ros, e a rever a tabella de vencimonios desta
no sentido de augmental-a rasoavelmeute.
23 Bens do evento.
S 21 Saldo do exerci io anterior.
| 25 Para a Santa Casa de M sencordia do
Recife : 10 /. addicio;.ae3 a todas as impost-
Ces desta le, raeno* a do sello.
5." parte desse addicion I para
Caneca.
| 26 Imposto de importac&o s'gu 'do O con
vemo que fdr celebrado 0 lo Governo do Es-
iado nos termos do art. 9." da Constituigao l?e
daral. _
DISPOSICOES GEBAEs
o
do
serem as respectivas operagOes de receita e de3"
peza devdaraente classificadas.
g nico. Fica autonsado o Governador do
E'iado a expedirs instrucgis necessarias am
de ser observado o disposto no pr seote artigo.
Art. 5.* Revogam-se as disposijOes em coo-
irano.
Cmara dos Depurados do Estado de Pcroam-
buco, 12 de Junho de 1895.
Jus Marcehno da Rosa e Silva,
Presidente.
Celso F- Htnnques de Souza,
1 Secretario.
A/foaso de Barro Cavalcante de Albuqaerqte,
2." Secretario.
a Escola Fre
Tabella=A.
1 Armazens ou lojas de fazen-
das era grosso ou a retalbo
2 Mera idem do feragens, miu-
dez is e ma hias de costura
3 dem de vender gneros de
estiva era grosso, bacalho e
tavernas
4 Idera de farinba de irigo
5 dem de assuc ir
6 dem de xarque em grosao a
a retulho
7 dem de madeiras de serra-
ras, inclusive armazens de
matenaes que venderem un-
diras da construccao
8 dem de magames
9 dem ou scripionos de eom-
raiso ou consignago e de
commisjes ou consigna^Oes
10 dem ou deposito de recolDer,
alfan legados ou nao
U I lem de nispecgo de algodao
12 dem de compra e veuda do
algodao, conhecidospela de-
nomiuagoprensa de algo-
dao -
13 Ideraou depositas de kerose-
ne, alfan legado ou nao e o
de recolher outras materias
imflainmaveis
14 I lem de drogas e nharraacias
15 Bancos, agencias liliaesou re-
presentantes das incsmas,ca-
sis llaucanas, pessoas que
descontara lemas
16 Companhias de s;guros e
agencias compre hendida
qualquer p:s>oa que no ca-
rcter de agente ue compa
nlia (ize coniracto dessa
ta ama, exceptuabas as
c mpanilla coniractanles do
8ervigo de b 'lubeiros
17 Casas de veuder bilhetes de
loteras
18 Emprezas anonymas ou agen-
cias nao tributadas directa-
mente em seu ramo espe-
cial de negocio.
19 Enguiemos de alcool e
aguard nte
20 Fuudues a vapor.
21 Pabricas de sabo.
2 dem da cerveja, limonadas,
licores, gecehra e vinagre.
23 dem di dest llarao e restilla-
gao da alcool.
21 dem de picar fumo c fazer
ciiarulos e cigarros.
23 dem de carias de joaar.
26 dem de ca gados, que raba-
harem com mais oe 10 ope-
rarios.
27 Loja de joias ou relogios e
joias e relogios.
28 dem de chapeos.
-i dem do chapeos de sol com.
pretieii tas as.olTicinas Jaen-
tro do estabelecimenlo.
30 dem ou casa qus vender
cha utos, cigarros e fumo
em grosso e a jretalbo.
31 Id- l de calcados.
32 dem especiaes de roupaa
feitas com ou sera otBcinas.
33 dem de louga e vidros.
:i dem de cera.
35 dem de livros e papis com-
prehendidas as respectivas
otcinas de earaderoacao
ou impresso dentro do es-
estabelecimenlo.
33 dem de pianos, msicas e
instrumentos.
37 dem de sellis e arreos.
38 Id m de movis.
3J Fabrica ou taja de movis do
paiz
40 Padarias
41 R-nages
42 Reboca lores
43 Typograph'.as e lithographias
44 Agentas de fretam nto de na
vios
43 Hoteis.restaurants e casa de
pasto
46 Ioternatos ou Qexteroatas do
ensino secundario para qual-
quer dos sexos, inclusive
os que s&o mentidos por
co poraQes religiosas
243:0038300
90:0DJS00D
260:0008000
20 0008000
50:0308000
-^O?00d3003
18:0308030
4:0008000
100:0008000
33:0108000
10.0003030
15:0038000
16.0033000
15:0008030
120.0303000
A mpreusa toda manifestou-ae sympa,; Entretanto envera, sempra teitar o
tnica a dolorosamente emociada perda-: meio de empreatimo com e Unido, porque
diaae-o U Amazonas, qua anacao aeabou nada se perda, e pelo menos alguraa
de soffrer e que todos deplorara.
es-
pop ilao
, paranga vai a entando a aosaa
- A mosma folha noticiou, quveuma.de melhorar de sorte.
?,"*!?*0 composta de peaaoaa gradas da O Dr. Loaren^ de Cerqueira, fiscal
Villa d Manicor, sera cores polticas, do governo junto Companhia de Melho-
tora Caa do Dr. Banicio Nelson Tava-! ramentos, no Estado, recebeu ofiiodo
res da Ounha Mello, juiz de d:reto da; inspector geral de Trras Colonuac3o,
comarca, e fez-lb.8 antrega de um anael j determinando-lhe que proceda a neiiessa-
eagaatado de um primoroso brilhante, ria fiscalisar;ao a bordo do vapor que
mimo que aa mesmo magistrado offerecia brevemente ghegar da Europa condu-
o povo peles 8ervicos prestados ao muni-! zindo 40 fam.il as de immigrantes, qua
cipio pelo maamo Dr., aalientando-se en-! se d sti'.am a fazendas nacionans do
tre estes a eonstruegao do b lio templo I P-auhy, de que arrendatario o Dr. An-
matriz. obra projectada ha longos annos'toio Jos de Sampaio
e levada a effeito por esforcos inauditos Os referidos imraigrantes serSo trans-
do referido magistrado, que pondo em portados ao porto de S. Luiz at o da
pratica actividade, economa e forga de AmarragSo em um dos vapores da Com-
todos os
vontaco mostrju-se superior a
obstculos que surgiam.
O Amazonas este anno subi ex-
traordinariamente, tendo po m, rea tur-
no attingido o Ro Negro mais tres
mos que o anuo passado.
panhia de Navegajo a Vapor do Ma-
ranhao.
- Cons'a-noa, diz a Pacotilha que
S. Ex.. o Sr. Governador do Estado, em
pal-, carac er particular, pretende maudar cele-
i brar urna missa de t igesimo dia por
Jac mecou a deacida, mas ainda nao alma o con8p cuo almirante Saldanha
8enavel ; vai-ae fazando muito lenta,! da G ma, seu amigo e preatigi^so com-
de sorte que por isso aind* nao come9a- panbeiro de classe na Armada Naccnal.
40 00 8000
300038000
33:C003033
20.0008000
15:00080)0
16:0008000
22:0008000
40:03)8333
23:0008003
4:0038033
5:0003033
23:000300)
20 0033003
10:0008033
40:^038030
30:03)8030
20:0008000
10.0338000
3 0003000
4.0008003
3 0303030
5 000800Q
10:0008000
3:0008003
10.0008030
10 00080 0
15:0008000
8.OO0S000
10:0308000
15:0000000
ram as pescas, o nico recursa para que
tem se de appellar ; pjis acba-se a carne
verde por pregos fabulosos.
PWUt
Datas at 13 do corrento.
laalisou-sa no dia 11 a inauguroslo
do primiro trecho do ramal de ferro-
via de Braganca para Salinas, na exten-
so da 16 kilmetros, a partir da eataijao
do Castanhal.
1 Vai dar-se corneo ao recenseamen-
to do atado.
A' Provincia do Par ebegaram no
dia 8 informales de que o Sr. Charvain
foi demittido do cargo de governador da
Guyanna Franceza cuja eede Cayenna.
Desde 3 do corrente, diz a mesma fo-
lha, est nomeado o substituto do Sr.
Charvein.
A ffotilha de vapores do commer-.io
da pr 9a do Para eleva-se ao numero to-
tal de 83, inclusive aeis rabocadores do
8ervico do porto.
Esse vaporea p^rtencem: Compa
nhia do Amozonas, Lim tada, 26 ; ao
Lloyd Braziloiro, 11, a diversos, inclu-
sive os 6 rebocad Tes, 46.
O movimento martimo das embar-
cagSes de longo curso, no porto de Be-
lm, durante o 9eme3tre de Janeiro a Ju-
nho findo, foi o seguinte :
ENTRADAS
a vapor vela tonelag.
Em Janeiro 29 5 35-557
Fevereiro 30 7 36.5U9
c Margo 34 7 48.240
t Abril 27 4 31.609
Haio 33 7 43.047
Jud&o 40 13 43.839
Total "93 43 236.8 7
Pncederam essas embarcacoes, com
escala ou sem ella ;
Vapores:De Manaes 55, Sao Luiz
15, C-mocim 3, Amarraglo 7, Fortaleza
16, Recife 5, Capital Federal 23, Santos
7, Londres 4, Liverpool 32, Glasgow 1,
Antuerpia 1, Naw-York 18, New-Port
3, Montevideo 1, Leith 1, Cardiff 1 ;
total 193.
Navios vela :De Manos 2, Camo-
cim 1, Recife 6, S. Salvador 2, Capital
Federal 4, Londres 2, Liverpool 4, Ham-
burgo 2, Porto 2, Nautas 2, Valenga 1,
Naw-York 1, New-Port 6, Cardiff 5, Hull
3, Rosario 1J total 43.
SAHIDAS
a vapor
E' digno de louvor esse acto de mari-
dada chr st. e applaudimol o.
BEL1B0
Gracas ao zeio aevuUuo N>ssa Sauh K i-
io Catlotica pelos p-o.metari ,s do Diario*.
que vai se' puolicarla n'oasa tei-ga.. a iri^res-
saaia oDra que corre muodo con o licjioPer.
eanias resoeito;as dirigida- a um mus ro da
Bi-ea EaTu-liea. Por 00 ae.ipnito.
A referida orira prova tinueraenie que s a
Eg'eja Cunoiiticd a orelllecti de Oeus ama
s retisiao ser verdadetraa CatOoca A)oato-
lic> e H)Ui.m.
Na qaalra ae.UJ* que a travemamo, em que
os fortes IoimiKus oa Esposa I omacel da do
O'deiro Snto. trabalham. de todo mid? uitj
ver se o meaos coosegaem, arranc r des me-
nos iQSt'Uio', a ; ae -eas corac5J* z cessano ^ae u nnvn de nona p t-, Htnqae.
iu .iqu-.ies fi-acdi e loezp^rieaiea caiclieos.
E' <- e meo fiaj.
R;ci'e. 22 d-Joino d 1895.
Francisco de Assis Epphanio R. P'.nto.
4:000:000
espacial, daro parte quitacao em duplcala,
sendo a L* via junta aos autos, e ficando o ao-
" vernador do Estado autonsado a expedir as |n
^stroeces para melhor percepgSo d'este imposto
e a reformar o regimeoto de cu-tas.
Art. 1." Immediatamsnte aps a pnblicagao
tata le o Administrador da Recebedona con
vidar por elit.es e c rtas circulares s asso-
ciacis cornm8rc aes para que dentro do prazo
improrogavel de 30 das fagam a distribaigao
iaqaota da-iiuaaa a classe respectiva.
l. Terminad 1 o praxo cima, a Recebedo-
na aoaunciar, dentro de cinco dias, que vai
proceder a disiribuico doa irapostos de rapar
U^ao, sen lo nesse caso a quota elevada a mais
10 V
l i. Feita e publicada iramediatament a
listribuigao, marc r-se Ira o prazo de oto das
pura apresentagao doa rer.ursos -que poderao ser
interpostos para o Tribuaal do Thesouro, que
ouvir aos membros das diversas classes, se
julrar cenvenieate.
% 3." Escotado esne prazo. o Tribunal do
Tneeouro dentro de 15 das decilir sobre as
recUm'.gOes apreseotadas.
[( I i.* Findos os prazos previstos nos S prece-
dentes, a Recebedoria immediatamente cnamar
os eentribuint'3* para recolherem as qoantias
pelas quaes Uverem sido tributados em quoias
semestral, sendo pagas dentro do prazo de 8
dias nos respectivos semestres.
5." A Rucebedoria, dentro do prazo impro-
roisavel de 30 das, remetiera ao Toesouro a re
lacio dos contribuintes era debito, acorapanha-
da dos respectivos certificados com as multas
de 20.'| aura de, depois de esenpturado no
Cootancioso, serem no prazo de 30 dias envia-
dos ao procurador dos Feitos para iniciar im-
mediataraente as respectivas erecugOes.
Art. 2. Ficam dispensados de multa e cus-
tas os contribuintes que, dentro do exercicio, se
apresentarem voluBlanamente para liquidar de
ama s vez todos os seus dbitos, provenientes
de iraooatos e reodas do E de 1833, exceptuando, porm, aquelles que s o
fizeram depoia de arrematagao e antes da as-
signatura da carta de adjudteagao.
Art. 3." Fica o Governador do Estado au'ori-
sato a abrir os crditos suppleraentares que lo-
rem preciso?, inclusive aquelles que se torna-
ren neesssanos em virtuJe de reformas de re-
partigftes e estabecimeotos de Instrncgao Publi-
ca autorisadas por le.
1. Fica tambem autorisado a abrir os cre-
diloi "extraordi lar os e fazer operagOes de cr-
ditos que julgar necessarios paia auxilios a Es-
tradas de Ferro e Usinas.
2. Ficam approvados os crditos extraor
dinario8 e supplementares abertos pelo Gover
naJor s diversas rubricas do orgamento ern
prorogigao al a data da presente lei.
3. Flcam approvadas igualmente todo os
regulamentos pedidos pelo Governador deade
1.' de Janeiro prximo passado at a data da
presenta lei, para a arrecadagio e fiscaliaago
das reodas do Estado.
8 4.a Fica o Governador do Estado aatonsaao
a innovar o contracto da Companhia Pernambu-
cana ou a contracar com quem melnores van-
tagens offerecer a navagaoao cosleira,, n&o de-
vendo a subvengSo exceder de 24:000(000, po-
dendo para es41m abrir o preciso crdito.
S 5 Fica autorisado o Governador a mandar
fezer a arrecadagao dos impostas de exportagao
pela Alfandega ou pela Recebedoria da.Estado,
podendo neste caso reorganisar a referida Re-
eebertorla. -
Janeiro a Junho do
TABELL4B
TAXAS FIXAS
Fabrica de gaz
Recife
Fabrica
O inda
Fabrica
carbnico do
de
de gelo
leos
rap
perfumadas
velas de stearinas
12:0008000
2:OOOD0
1:0003000
600S000
1;000030
6OOS0O0
500S000
Em Janeiro
Fevereiro
Margo
Abril
Maio
Junho

*
Total
33
27
29
31
31
33
184
a vela
13
5
8
10
2
9
47
escala
tonelag.
43.80
32.860
43A730
38.354
36.768
38.780
231.293
ou sem
. carvo animal OSOOO
Protissao de dentista 100S000
. advogado 100S030
> solicitador 40S003
contador e avaliador 50SO0O
> partido e avaliador 50S000
. medico 100SOOO
agrimensor 1008000
de engenheiro civil ou
mechanico 100S000
de*pacbante de nume-
ro J50S030
caixeiro despachante 60S000
ajudante de des p a-
coante 30S000
i agen'e de leilOes 230S000
escrivao de qualjuer
juizo ou triiunal 50S000
corretor de numero 200SO0)
> tabelliao lOOjOOO
agentes auxiliares do
commercio condeci-
dos por zangOes 500*000
25 guarda livros 50S000
25 interpretes 508000
27 directires, ag nte ou
gerentes de compa-
nhias ou sociedades
anonuraas, quando re-
munerados agentes
oo consignatarios de
vapores 3008000
28 Por joalheiro que masca'ear no
listado quer tenha ou uao estabe-
lecimenlo 5008000
29 Por deposito de carvo da pedra
para vender em grosso 3:0003000
30 Porcaixsiro viajante 200gOOO
31 Por bilbar, pagando smente 80| |
cada um que exceder uuidade lOsOOO
32 Prensa a vapor de algodao \ 000^003
33 Por casa de penhores 1,0008000
Destinaram->e com,
ella :
Vapores :A Manos 59, S&o Luiz
21, Camocim 1, Amarra 23. Recife 2, Capital Federal 18, Liver-
pool 21, S.int Nazaire 1, Santa Lucia
2, Wilmington 1, Cuba 1, Barbados 1,
New-Castle 1, New York 29; total 184
Navios a vela-A Camocim 3, Recife
1, Capital Federal 1, Londres 1, Porto 1,
Nantes >?, Barbados 20, Belise 2, Campe-
che 1, Ndw-York 1, Mxico 1, Pensacoia
8, Laguna 2, Cape^Haita 1, Pascgonha
2, Savanna 3, Mohile 1, l Guadeloupe 1,
Monte Christo 1, total 47.
Ar-oravam essas embarcagoss as se-
guintes bando ras
Entradas Sahidas
Brazileira /a vapir \a vela 71 1 68 72 1 69
Inleza /a vapor Uvla 118 113 8 126 8 121
Portugueza f a MM ^ a vela 3 3 3 6 14
_
Peruana a vapor Noruaguenza & vela Uinamarqueza Hollandeza Russa Franceza AUema Norte-americana 1 15 18 15 5 :i i 3 4 4 3 4 3 1 4
236 231
MaranhEoJ
ESTADOS 04 Nli
eerreate anno ser -
nal ao balaoco do exercicio de 1894, afltn
de
NORTE
Amazoaas
Datas at 10 do corrente.
Nes'a dia abrio-ae o Congresao em ses-
sao ordinaria, mas com poderes consti-
tuintes parn reformar a constituido em
pontos definidos.
Com justo sentim nto foi rebebido
8emeS,rcon.rderadorcomo addcio- naEaUdo a/noticia do passamento do ma-
rechai FlorUn
Datas at 15 do corrente.
No louvavel intuito de promover rne-
Ihoramentos no Estado e arancal-o d>
abatimento em que jaz, o Governador
reuni em Palacio negociantes importan-
tes da praca para ouvir-lhes oa pare-
ceres.
Sabe-se que o Sr. M. F. Jorge sugge-
rio a idea ele um emprestimo pedido a
niao, e foi tambem lembrada a immi-
grag&o japonesa ; mas em taes medidas
encontra o Federalista inexequibilidade
actual de realisagio.
< Trate o MaranhSo, conelae elle as li-
^eiras coasiderag3es que extsrna a res-
peito, de arranjar-se* com a prata da
casa e resigne-se a viver pjbr-mente,
poia os meioB apontados nos parecem de
problemtica realisagfco.
PE3GUTA PRIMEIRA
Pjs^o eu mmar Jar* ojrma (la miona vi la a vi.
da ios FQda-lorps da oissa Sinta R-fcrma ?
E' esia, aneado Pasiur, a primeira peigoota
que o nexo lgico los meus estados, e o dse.
iu ardeote da miaba ete*na salv ^o mtt oorl.
eam a dirigir.'os, p. rqae professando a r.ligiao
evaogel C'i com o uair.j de a-i?ega a- os io.
lereasaa eteruos da miu'ia tima, a qaal, n. vos.
aa respeitave opiuto, corra risco, se pormai;'
lemoo nermijece88e rahulico. e com eat mes
mo miento me dedicando a am eslaJo s-lo ro.
bre a vida e doulnaa eos Fan'iadores da oessa
Santa Rffonoa, encoolrei pa3sag3s, qier na
vida quar oa dontrioa dsses mostrea ra 6s,
que, escandalizando profaadamenle a mi ib
ccnsciaocia, aoalaram a miuDa f. Qier.j cer,
que se|a isti deviio a minha coadicao dn nei.
pnu i ; todava, recelando com mana laimque
ande msto alu a ardil do inimieo da Vdrdade,
o qaal procor.. todos os taeioi para nu* r erder,
e querello livrar. e tas a-iu'las deste [erver.
so, soa forcaio a dirtKi-.voa eo primiro logir
a referida p erzunu, a qaal, como bem compre,
beodei, lumoem o ioadameoto das oatras
. p*i n!as, qoe en s gnida, e com a devlda vv
Dia, tos larei.
M;u Amid, Pator comecemos pelo primiro
Pitriarcua da nossa Santa Reforma. M irtlnbo
Latherm n-'sseo em Islebia do aono de Ii83,e
foi bapvaado, e educado na Egreja Catliolica.
Aos 21 urina de idade abragou, muito e .poota.
nea e livrfm'nte. a vida monstica enlre es fra
des Aeostin&os, cuja regra profeasou p* lo loo.
n > cor er de la anooe, vive^do por todo esse
terapo, do jejom, na mortiticagao, e oa castida.
de, como elle meamo altala repetidas vetea em
suas obra, e ool.o assegora com ootres autores,
o contemporneo e insuspelto. Erasmo le Rot.
erdam na sua caria ao Cardeal Ebroicenae (de
York).
Preterido pelo Papa Leo X na publiescao de
c.-rtas indulaeoct-s, o orgaino ue Kr. Minio no
8e ..ffeoaea, e, aelxando.se levar mais pea pal.
xao do que oeU rasio, porque, diz o ini.aspei.
to AnciHoo, mais se delxava arrastar d'irjoella
do qoe ovaroar por esta, sacudi o juito, re.
Deilou.s contra o Papa, a eoretou a grande
obra da Reforma. Deste graode Reforma lores,
creve o Protesiaoie CoD0et;e*tas palavrai :
Todas as relagSes concordara en que Laihe.
roeraam homam lepravadiaaimo. Para mi
dar de relieio talves julgasse, que ciencia* o obrigasse a uso. Porn a sui coqs
ciencia uonca poda obrigal.o a commimer os
Crimea aDominavels de que esta convencido
mesmo pelas preprias cooflsss (l).
a Luthero nin era o n Santo, ais um eroatto
proiestante (). Tima grandes vicios, accrs:en.
la C>nrado ScDlusselourg, e bom teria (tdo, se
uvesse tratado com mais empen&o de oa co.
ajeoer (3) .
Este mesmo autor nos assegura, qoe o uoso
insigne Patriarcba Calvluo, deplorando acDtrgM.
mete estes excessos de Lntbero, repeta multas
veies :
Oila, qaeLethe-o cnidasse seriamente em
vencer aquella tra violenta, qee tao visuelmeo.
te o domina (4), o pron-io Malancton, disci.
polo querido do Ilustre Faoaadcr, tee de dr
zer, tamoem qoe Luibero era bomem brutal,
sem piedade, sem bomanidade. e mais jcideo do
qoe cbrislao* (5).
Pol cortamente em vista destea excessos, que
Hoasios, contemporneo da Lmhero e collaho.
rd;r Incansavel dos illustres Fondadotes, die.
se que DBUS privara Luibero do sel. verda.
delro espinto por cuaa do orgulbo destaedido,
qoe 0 nomina va (6).
E o que duem Marbeineck (7), Scbuppins (8),
o me-mo t,ntber* (9) e Eernesio de Roiier.
dam T (10).
Mea Amado Pastor, confesso-vos, que ao er
as passagens citadas, e muitasootras, qn>. a mo
oba penoa tem pejo de reprodniir, e o decor-
da minba familia at de fallar aellas me jrobibe
a micha poore cooseteocia arripiou.e, levaDtm-
0 se contra o meu procellmeoto, cautemnon
altamente a minba aposlasia da religiao de meas
Pas. Fot me preciso urna torga Cercolea de
vontide para resistir I
Qaix largar meus estudos; porm reflectado
em que talve a inveja on a vingaaga tiv.isse es
cnpto essas coasas, e alterado as mesmas obraa
do itlastre Fundador, ma reaolvi a continuar n
conaoga de qoe bavia >1e achar entre tainoi es-
criplores, quem afloal juetifieatae o llloiitre va-
rio. Eneanel-me l porque tendo langalo mao
da obra citada do protestante Xero nella encou-
trel as seguiotes palavraa : Luibero era ui
homem iosiavel, que com a maxitia facilidade
se deixava arrastar das snas patxCes e perver-
sas tendencias, e os protesianles mais sinceros,
inclusive PlaDk, recoobecem e confessaoi eites
e ontroe dtenos de Lntbero.
Seria muito convename, que 08 t,rotdRtaatee
de commum accorao tcatassem ae jasiflcalo
pabllcameote, nao se servlndo (nota as palavras
soblinhada-). das descolpa', 00 laocanco m&o
do meio trau loleato de riscar as obras dalle,
estas anas passaiteas, mas sim do meic leal e
sao to de coodemnar nelle tantos excessos (II).
Mea Amado Pasto-, a einceridade, que a evi-
dencia sobrepuja uestas palavras, me ciiprimlo
de maoeira qoe se a graga do Divino lispinto
Santo nao me Uvesse promptameote |soci:3rndo,
a mi as f teria naufragado. B as minliaa au
gostias aluda aubiram de ponto qoando, conti-
nuando mua esta los, encontr! a vida roa oo
troa Fundadores eom aa mesmas irregularidades
seoao anda peioree. Porque Joao Cdvir o, as
cido em Noyon na Ricardla no anno de 1509 foi
baotisado e educado na RellgiSo Catbolita. Ma-
nifestando dispoalgoes para as seicocias, nos da
Freudeofeld, aloda multo moco foi pro'ldo rm
um benfico ecclesiastico aflm de pode dedi-
car- e nos estados, o que elle fex as cldadea da
Orla sede Bourgea oode leve por meitre da
iiagaa gre^a a Wolmar, emisaarlo de Iutbero,
E que !
le moiO a
eicriptores
.)i lana en
oor-n sao
o qaal Inicfou Calvlno oo novo evangelho. Com
o coracft cbeio da oova dootrioa foi Calvioo a
Pars a ri-r de obter um beneficio de catne;orla
superior e ma'B reodoso qoe aquelle qoe pos.
eoia; porem, sem resonado, porque o benatcio
que pretenda, foi couferido ao tilQo i) condes.
tavel de Franga.
Pungido por esta repulsa, tratou Calvino de
lanfar as primeiraa semeates da nova Reforma,
qoe de ha muito premeditara em sen nobre co.
.-ata. (12;.
Persegoilo po* causa da soa doutrina, e ferl.
do por ontra adversidale anda mais pungente,
-e vio CalvDona dora ne essidade de abando.
aar a ana trra natal: porque tendo sido acca.
taao, e jurdica n-nte convencido d'am c-ime
nefan lo. por aenteoga jadiclal fo. marcado as
estas com fer-o em braia, e como infame, pri-
vado do beneficio que po suia (13).
O erudito bisiorladir prrteetaDte Scbrceckb,
"08 aesegura, aoe depois de sua sabida de Nojon
foi C Iviao a Ginebra, onde Guilberme T^rel, e
Ped*o Viret acabavam de iniroiazir a reforma
de Zuiuglto, a qaal elle rjovanisou de maneira
que poude ser coasiderado Retormador em Che.
te.
Em 1539 esteve CatvinD em Strasnurge uade
casoa com a vio va Aooa Burri, coavertida por
e!le ao nova evangeloo, e dab voliou para Ge-
'ebra, onde se toroou o dspota mais abso'u*
to, qoe jamaia foi visto sobre a fa:e da ter-
r>. ((5)
O C-lfinista G.lf- nos traga o qual-o .sis
trise e-l bomem iosigae, descreveado-o
comj! S-deato de saoga-<: criminalieat? fa-
moso : Sdbremaneira infirante, a cajas vistas
nogaem poda occulu----e. aem livrar*ae da
saa nexoravel vingang^. (16)
Com effeito, o e.-unio D &. ?t). C. Heofc nos
88-egura, qoe os protestantes Boiser", Castel-
lias por obra de Calcino (ram desterrados de
tieueora, Jeronymo Gruet. e Miguel Srtelo sen-
tenciados, aquelle a -e- decapitado, este a er
queimado a fago lento. (17)
Para ni m tornar p >r oemaia extenso, del-
xo da citar oatroi fasto? toitirmados pjr au-
tores proiestames, c mesmo Calvinistas.
Nao julguels, mea Anudo Pastor, que seja
ea levado a citar estas passagens para mos-
trar erudigSo, oo cootraduer a vosss doutrina.
Nj i par isto. oaj; aites pplo coitra- o,
pelo dezejo de me firmar na Fe evanglica, na
qual ma nictaates; porgue estas p.-sig':is
suscitara duvidas era meu esDinto, e qierea-
dc-me livrar dellas, as exprioho a vi cora a
misma couaoga e aimpllcidade com qae am
ooid fllho exporta euia davidas ao proprio Pal,
e nra discpuli a seu mestre. T'inde, poi?, pa-
cie-:ia commigo, e emo bom Pai, que aiis,
dmxai-me anda citar um n pissag-n1, que
dizem respeuo a ene biraem ia w afigeiii bastaote.
Wjimar. emn-a-io de Luthero, e mestra de
Calvino, dli que Calvioo era violenti e pe -
verao. Bucero, amicisaimo dn Calvioo, o ma-
ma : Escripio: mldizente (18) e oufo ainda
accreaceota (oo obstame ser prou-tsnie,) qse
Calvlno a "gura mais triste, que aor seita
a Rslorma. Vrruadeiro monalro de corruogao
e ue bypo risia sempre caraiohou na sonbra-
Tiloso." 3-us pasaos foram caicalado', e dir
se-bia, que fe;s olrio-, soguead a de Impa-
rta, matavam as peaauas sonre quem elie os
fliavi. (*9)
s mesmos p'Otest.otes Ifatau des-
eases illas rea ares t !...Se os
ciUdos forera aibolcos, nao tre-
em air-ka-os ao maior d -sprezo .'
protestant-s, e protestan:es de re-
aome I...Amado Pasiur, eou lo-cao a dizel-o,
ibto aoala a minba F. Acodi-me, pois: II-
rai-xe deltas duvids, que, perturbanJD-me
prulaodamente o espirito, dilacerara a minba
comciencla com temeroso8 remoraos, porque
nao mano meluore* que estes encooiro8 atada
os outrus reformadores. Ex. gr. Ziinglio, foi
Padre e at Vigarto de urna noa freguezii aa
Suiaaa. Elle tambem por despeno reoeltou-se
contra o Papa, e couiegou a sua reforma. Em
152a, imitoa os outros Padres e Frades refor-
maao.'es (20) viveodo ama vida bastaote livre
a ponto a Ecolampadio, amigo in-imo delle,
e por certo uao muto escrupuloso a ei-te res-
peito (porgue tambera seeulo o mesmo exem-
plo,) qoeixar se fortemeuie desse molo de vi-
ver de Zuinglio. (21)
De tal modo viven eate insigne vara \ que
o sobredado Scbluselborg. asaevara te- -mo
um bomem de trale memoria (12) e H>spi-
uiaaus, accresceota, qae Laibero por veies
diiaera qoe Z oglio morrera nos seas pec-
cados, e que or isso oo tinha e?peranga al-
goma de que se tive3ae salvado (23.) pois,
camo sa'ide, Zaiug;to foi miaeravelmente
mono na Databa de Cappel por elle meamo
pro'ocada.
Horique VIH, rei da Inglaterra e rero-mz-
dor de88a DagSo, foi catbolico fervooso a poa-
to de escrever obras contra Lothero, e em ds-
fesa da Religiao Calbolica : pelo que mereiea
do Papi o tialo de Defensor da F. E sendo
isio asilo, como se fea elle protestante, e ce-
f- reformador ? O historiador da Reforma de
Iaglaterra, Guilberme obne', que cima ci-
tei. nos diz francamente, que o motivo nico
porque Hennqae VIH abandonou a Egreja Ca-
tnolica e se fea ebefe reformqdor, foi a lascivia,
qoe o domtnava. Este foi o motivo nico da
rtfjrma de Inglaterra, como diiem lodos os
i8toriadores mais mparciaes (2) a excepQo
de Hume e Bornet, os qaaea, cooforme a--seve-
'a Cobbel, escreveram eoas historias pira as-
segurar os beneficios rendoans de que liaban
sido investidos. Lord Fitr-William, com toda
a lmparcalioade de bomem honesto esc-evo a
e-te reepeito as seguiotes palavras:
Para honra de minba trra ( mglez,)
quererla nao fallar e reapeito do motivo prin
cipal, qne foi canea deste grande
to (a Reforma;) porm, poderm
incorrer na nota de parcial? Devo porUOW
dixer qae eaae motivo foi a Daixao deshonesta
de Heonque por Auna Bolena. (25)
Duei me agora, honrado Ministro. poler-e-
ba tomar por norma da propna vida, a vtds
destea Domea I
Se oao posan tomar por oorma da minba, a
vida doB Fundadores da nossa Santa Refo-ma,
ao menos, Amado Pasior. podesse ea encostrar
coasa menor entre os pnmeiros discpulos e
coliaboradores incansavel desses illustres va-
rCNeVte rropoaito dirig meus estudos para
easa pleiade de beeoa evanglicos, e aula
ama vea fui desilludido !..
Cliliwla.it. cooego e arceblspo em Wiltm.
bere foi um dos primeiroa qae sesuiram a Lu-
thero, juntamente com Joas, cooego tambem
(16) MartloLo Bucero era Frade dominico, des1
fradn-ae para se:uir a Lntbero...(17)... Ca*
piio era cooego, e at deao do Cabido de Mo-
guaca quando se declarou pela Reforma...
Por amor do noaao bom Dos, teade pacien-
cia commigo, Amado Pastor I Todas estas con:
sas me perturbara de tal modo, que recelo a^e
de eidoodecer. N5o posso. pois, nem devo oc
caltar-vos cusa algoma : *-"f!1*?
anda um?s palavraa a reapeito de Taeolcr*
Reza e Crammer.
Toeodoro eza. talterego deGahHno, nasu-
do em Veaelay de Bordonea, leve Wolmar por
mestre e desde muito moga moetron era si mes-
mo o libertino que viria a ser (28). Filerai:!
Heshustus escreve de Beza que : Elle (Beza)
por causa dos seos depravados costuraos, fo: a
de-boara das honestas disciplinas : cantn ao
mando todo com sacrilega poesa os sena nefaq*
doa amores ; as suas devassidOes ; nao atura'
to de como aoimal immundo se enlodar no la*,
macal das mais vergonbosas torpezas, qaiz am*
da contaminar cora anas infamias os ouvidos da
mocidade estudiosa (29).
Crammer (o brago direito da Henriqoe Vlll)
de-os d ordenado sacerdote e de ter reno
voto de Celibato., asslstiodo em Allemanha e
tendo-88 eito protetante, dia Cobett, em oao
acaben f... (30) Disto se segu, meu amado
Kastor, que todos estes apostlos do nove> Bvan
gelho ontra cousa nao Procorarsm seufto pra
aerea desbanestos, como ainda ha pouco fez en
tre nos um laMb sacerdote, cujo nome po. r
rldade d5o declino : de modo qoe cinoBW ero
dito Cobbet, atim de cooservar-se lfflPare,aT"
vio na dora oecessidade de escrever, quei. Tai
ve* o mando aoBoaTisse eo> oselo algara uma
cafila de tio atroxes e infames patifes como La
tnero, Calvino, Zoioglo. Besa e o resto da ca
lerva dos dlstioctos reformadores da Egreja oa
tbollca. Todos, e cada um dalles foram farno
sos peloa seoa vicios, os mais escandalosos, se
gando disom os seo meamos socios. &o em
ama doutrloa coneordarao, e esta foi, qae as
aconteca! eu-
calar-me sem



L
.?


Diario de Pernambnco Terqa-feira $3
de Jn
lho de 195
3
t

*p
boas obres eram iuotela. e as sois vidas e coa-
iu3>-- foram conformes a esta doulrioa : eram
ponanto coherentes ; e entre ellea nao havia
neo que pelos crlmes nao merecesse a fr*
ca (31).
Venerando Pastor, pego*vos mil descnipas
deita amostra de agencia, que me atrev ti-
xer em vo>si i resees, porque a flx, nao para
oateaar erudicp, mas sim para vas pe soadir,
que reaimeute rsindei a vida ao Fundadores da
noasa Sania Reterma ; etambem pa-a vos per
gomar se a vosaa < snscieocia vos ooderia pe--
miuir locoiear, en ao menos concede- vossas
ovelhis viverem urna vrla eemelnaate a dos
Dossoa Pao .adorea ?! Coosiderai bero, Ana-
do Pastor Qae para viver desta manei-a serla
mister nao respaila- de modo algara nem as
leis divinal, nem as leis nsmaoas, cem msmo a
le oata-al alo naveria portaoto nem puior
nem bostiliaaie ; por consegua e deaappa-ece-
liara 08 I i Coa da lamilla, e da soeiedade Boa
DOQ'-as paiavras ; se seguirmoa os exempio*
dos noseoa Pais al na f, cobo parece qae de-
beramos fazer, ser-oos-bia forcoso viver em
Dleno -ocialismo. E devo dizervos. meo
Amado Pastor, que o socialismo, sempre me
cau'ou sus os, recelando ver o mala vadla de*
hmeos Uncar miro das poneas cooaaa qoe pos-
no e o msis devasao, carregar-me a mniner
ou as !ba*. Esta a primera duvida qo se
me cravoi oo cordgo, e leude a abater a roiha
Qae quer dizer, qoe a nosaa Santa Reforma
teve ror Funda ores domen', qoe foraui Lalao-
lieos Ronunoo, e qae se tornaram xelo-os e re*
formaueres gmente depois de tereco sido mar-
cados naa costas com l6rro em braza, ou de-
pois d^' t.-rera sido expolsos da Eg* lica por cansa das suas devassubss ?! Anda
em no-soa das os Padrea Cattioli-oa, que abra-
can) a rteforma, nao sao por cario exeroplares
de moralidade* eliea se fazem evanglicos de-
p de leremsido suspensos pelo propno Biso-.,
por cusa da vida escandalosa, que pretendem
levar umo ba p u:o succedeu eutre na com o
nie;t; infelici.-sioio sacerdote du qoem acixa
Jali-i. Vos uiesm, mea Amado .'amor, deve*
coDfo s.r, qje todo lato capia de aoier a le
co mais I ivoroso protestante, que nao ae acbe
vmcuUdo io pro'.estaotimo peio oterease, ou
po- tu', i os anda mais vergonnosos.
Dirm. b l( po ven ora, qae devenios limitar-
no- a lser o que .os enaraarara os uo;808 Fun-
dadles, sera jes imporl-r de saber da vida
d:!cs : po-que, direa vos : S- Pedro neguo
Jess C:risio. e comilo d" lenca as Cartas
ceiie, e e-eumes a so doctrina : David foi
pe-calor, e todava, r s caoiraus oa seus Paal-
mo?. e co n umita edic c. E' verdade, ve-
ne-adu Pastor: porm entre e3tes ltimos e os
nos-cs Fundadores acbo muita nlfferenca. Da-
vid e Peoro peccaram, mas depos do peccado
liie.'Km r goro8.-irrja penitencia dorante todo o
t d pa que depois meram : ambos elles, doi e
e lia, erramaram copiosaB lagrimas de anv-
peodceu o ; entretanto nada disto se eacj a-a
nos d>4 Fundado:?. Pelo contra-io, ado
cu- deptij do p imeiro peccado coDtiUorm
i :-, e se abandonaran a nina vida relxala
e perversa tea foZ^rem neotinma peoitencia. e
norrendo na maia borroroaa desesperagao
L'iia doeoca, di o prctastacie Piaok, isvoo
Lntoero o m d.a seus das doenca uue pro-
nbi de nao poder mals o sen corpo aervir d^
asylo a urna alma desde mu.toa an-oa dilacera-
da celas ;>ixe8 mala va (31).
Calvino, esc.eveHjreu us, acabando a vida
na ceies .erag&o, morrea de 6-pe e vergo-
nbrissima doenci... lato posso eu certifica-
coto toda a verdaae, porqae i com meus olnos
0 lia faoesioe trgico deile ^33).
Zunglic, portettmuobo de Lutbero, morreo
no peci-.ado, como cima disse, accreacenta-
re, mo-ren combateodo uo toeio dos sena, e
contra os (ja bolleos, o que nao Ibe valen para
OD>er a saivaco (34)-
Heonquf VIII, alguna anaoa antes de mor-
rer, por Cusa da eUi devassiaao, e uieaipe-
raeja, 11 on redasUo a urna massa de carne
ptrida, que so se mov;a por maquinas fets
ae propoeilo... Qaando eslava para morrer,
cioeuem se atreveu a desengaoai-o, e mcrrtu
.-cj que o anspeilaaae (3o).
Eis aqu, Amado t-aelor expsato o objecto da
miaa p imti.a onvioa; aigoarvoa agorar
re.le.'a rea ndendo de mo o conciso, ca
e eaieKorieoa. Traia-s- da miiba eterna salva
Cao, e or sso empero, que me responder
iiom aquella doedra augelica, por cuja caos
vo- tona de-aremjs rumo om oracoio.
No tntaotd que espero pela vossa reapost^,
Amad i pastor, perojiiu que trate ae tormular
ee&pora xinbasegoodi p-gooti.
(Cooto (1) Historia da Reforma Protestante Ae. Car.
ta 111 tOO, edi. d^ LiaDoa 1827.
(2) frotessor G. Kera. M >aamonto O.-toso.
pbts.ico, ed'. to 18 5 : pag. 33, nota.
(3) Tneoiogia de Calvioo ds Conrado S:blns.
seonrc. edi. de 1594. Tono. II, pag. lo.
(4) C. Scbluaselourc, ob. cu.
(5) Cubt>e>. obra cit. Carta VIII, g 251.
(6) Joo Hessius, Sermao in Ccena Dooiini.
(7) Marbeioeik-, Historia da Reforma Allema,
eai. ue .816 Pane 1, pag, 78.
(8) Senuppina, Manual de bialorla moderna,
edi. de 1833, Toa. 1. pag. 78.
(9) Obras de Lclhe o. eai. d: Jea de tooo.
T. ti t'tolo deConjagio.
(10) Vin. earta Eraaruo d Rot rrdam sana a
Daniel Sanch, escripia de Bisuea eui 6 de Ou-
tub.o d I85.
(11) Kern : ob. cit.
(12) Ved. Freodenield.Qaadros analticos de
Hispa Uuiversal, edi. de 1848, T. II, i". 309.
(13) Ved. Scbloeselbur?, od. cit. T. II, pag.
72, Bolsee. Vida oe Calvioo e oe Toeouoro Be.
ze. 'eemprimida em 1835.
(14) S^sroesbLHistoria da Egreja Cbrlsi
desde o lempo oa Reforma, edi. de 1805, T. II,
pag. 175.
M5i Vid. Eccyclopedia real de Damstard,edl.
de 1824, V. L. II, pag. 225.
(16) Noticias Genealgicas, edi. de 1836, T.
III. pag. 21.
PargoDtas respait)saa ett, 2.
(17) H stO'ia Urjiverv! da Egr. Cbri8'. T. III
pa. 287, Sebee kn, >o. cit. pag. 132.
(18) Vid. Freodenfel-i, ob. I. cit.
(19) Vil. o Trado.ior Ioglex proles, das obras
do '.acnein, T. IV, oota a pag. 91.
(20/ Scbrceckb, ob. cit P. II, pag- 125.
(21) Carias ue Ecolampadio aZ.ioglio. iib.
IV, pag. 981,
(22) Ob. cit. T. H, pag. 72.
(23) HobpioiannsHioioria Sacramentara, ed
de 1544, pag. 187.
(24) Vea. Cobbet, Scbceckb, Henk, Arnol),
Ob. cit.
(25) Cartas a tico, edi. de 1834, P. III, pag.
126.
(26) N jva Bis oria AllemS, T. V. pag. 159.
(:7) Osandrio-coost. 10, lio. I, cap. 28, pag.
88
(28) G. Scblns-elbu g, ob. \t. cit.
(19 V iBmano Hesboams. Da verdadeira t
Baconflssao.
(30; Od. c\t. carta III, | 104
(31) Ob. cit. carta Vil, 200.
(32; Historia da Ofigem da Reforma, \>%\-
Coas-lbeiro Dr. G. T. Plaok, ed. de 1816, P. II,
pag. 5G7.
(33) J--50 HoreniosVlia de Calvioo.
(34) Hjsplniann.-, ob. e lug. cit. carta VI,
190 |
(35) Cobb'l, ob. cit. carta VI. 190
Ge
a-u
a-
SIS
So
CO RRESPONDENCIA
<*
Do Diario de Pernambuco
RIO DE JANEIRO, 3 DE JULHO
Devem seus leitores estar anciosos por noti-
cias rniouciosas, que os poobam a par do que
ge paaaa oa alta poltica do paiz, e do que vai
pelo congrta80, pertinente aos intereases desse
Estado.
Para bem desempennar-me de comprom'.ssos,
e informal-oa do que se passa, encelo boje estas
narrativas que sero singelas descripcOes das
oceurrencias que se derem.
Ja devem abi saber dos incidentes passados
na eleigao da mesa da Cmara dos Srs. Deputa-
dos, onde a deputajao autonomista, deaae Esta-
do, demasiado salientou se, pela desconsidera-
cao em que tida, e onde revelou-se balda de
conbecimento completo da compostura, e decoro
que bomena educados deve manter nos corpos
colletivos, mxime nos parlamentos.
Infelizmente, para Pernambuco, se lem pro-
curado macular seas crditos de povo civilisa-
do, calculadamente, propalando ios csp:cu!ado-
ras politicoa,]aeram os pernambucanoa desordei-
ros e turbulentos. A campanba do descedito
Uo caminbado, sendo seus principaes coripbeus
os representantes do grupo maranista, ao qual
est ligado o Sr. Mariins Jnior!
Parece que nao ba baixesa bastante baixa,
nein vilania bastante vil que esses elemento*
amorpbos, qae constuuem essa minoria nao te-
nha explorado para fazer crer, (ora d'ah, que
Parnambuco geme sob o guinte frreo de uin
lirannele ; esquecidos de qua eom laso apenas
conseguem aviltar os bros d.< Estado, e exbibi-
rem-se fi^ura truaneacaa de comediantes poli-
tiqueiros!
A. sufficuco da revolta agulou a matilha de
rebeldes suojuga los contra os qua Uveram a
hombridade precisa para repellir au lases caudi-
Ihos, com elles fazendo o que se coilunia prati-
car cora os gatos mal ensioados : agirral-os palo
gasoete e esfregar-lbes o focinho no tapete que
ajaran.
Nao muito, pois, que aos governadores do
Rio Grande do Sul e dease Estado, sejam atira-
dos todos os apodos com que os agitadora* se
exornara, anda mesmo oa mais injuriosos e qus
s em taes detrptorea aaaentam.
Com a repulsa do3 agitadores e perturbadores
da ordera, de toda parte convergem ellea para
esta capital, vidos de truanescas exhibige.,
em busca da explorages eapetaculosaa sute o
anhelo de uraa miragem : o poder que jamis
oblerSo.
H>je o que mals os tortura o ostracismo.
Sem crengas, sem palriotisrao, estao vidos
por se alugarera, pelas raigilhas iO n que o po-
der eoatuma conter oa lzaro- polticos, que gri-
tara nicamente porque t-.-m fome e sede de
mando.
S assim poderiam cscabujar na lama da vin-
dica : no lodagal apelecivel pilas creaturas
sera senso moral, e onde medra o elem:nto de-
leterio. E* realmente uma sirte triste, essa qui
esses caricatos demagogos esio dando com
prejuizo dos credito8de povo civiliaado 14o jua-
tiiuenta anhelado peloa paccoa habitantes
desse Estado:
Mare de uma Ilimitada audacia, da ausencia
completa e absoluta de senso moral,* da impu-
Bidade que as instituigss ibes garantem, esta-
deiam era publico, sonideniea o fructo de auas
igoobeis proesaa!
A. poltica para *88es degenerados nao passa
de uma industria, um mero e obter proven-
tos.....
Logo nos primeiros dias da sesso, exhibi-
se um Sr. Gongalves Maa, por mo io tal que o
Sr. Glyceno, cuja urbanida le e corte/.ia sao
proverbiaes, leve nccessi-lade dj caaligal-o com
vehomancia, ch iinanJo-o a urdera pela despeja-
da iniolerancia cora qui proceda.
Imagine M qua .-mies essa humilbago, to
justamente inflingida, o Sr. Maia, apenas pode
dizer que linna vervos Ao que replicou o
digno eider da Cmara pois tome agua fria...
contenha-se isso nao proprio. Alguos depu-
dos peulistas attribuiam esses excesso< do Sr.
Maia a certas cousas que compelliatu-n'o a taes
demasas. Observaram entao que a pratica djsses
acios em S. Paulo, valeu ao exaltado deputaio
a alcuBha de CAN JA t
Esta, poi?, de alguraa forma, justificado o des-
espero em qua icou por pretender impedir a
eleigao do Sr. Rosa e Silva.
Realmente essa prelenaSo se nao houyesse
sido con-ierada uma petulancia, causara d
dando lugar a crer ser esse pretencioso alguin
evadido de hospicio da alienados?
Procedendo-se a eleigao obteve o Ilustra per
namhucano 90 votos em 103, o o coodidato do
Sr. Cnja-Maia, tres votos Tendo os demais
votadj em braco para nao se confundirem com
os notaveis representantes da opposgao dessa
Estado A agitagao nervuda desse Sr. canja-
maia, tocando a seu auge foi mister applicar-s -
Ihe urnas ihaitcantes da has gtacaes lerabradis
em apartes palo Sr. Erico Coeho.
Terminado esse incidente, da eleigo da raeaa,
conservaam-se os opposionistas desse Estado,
n'um esiranhavel mutismo ; em quanto o Sr
Mariins Jnior, era a servigo dos deleterios de
Pernambuco, a tina va seu violo para locar era
d maior os seus lamentos contra o governado-
dessa Evado. Parece que os colligados julga-
viiu-se inc pazes de enfrenlar com os deputa
dos da maioria, sem a presenga do uolaval tri-
buno parrana que ora os dirige.
Aaaim queapenaa aqu chegado esse irre-
quieto caudilbo, seus asseclas espalharam que
era dois das seria morto o Goveroador desse
Esado 1
O proprio Sr. Jos Mariano, faza grande
alarde na propagagao desse boato I Na porta
do Victoria Store, arraazem de molhados, S.
Exc. biasonava, que em dos das Pernambuco
ea aria livre do Sr. Barbosa Lima I
Em suas fanfarronadas blasooava estaroGo
vernador irremediaveiraeute perdido i Na c-
mara, por toda parte, as fanfarronadas do bra-
vo heredos cubos apareciam ; j sonhavam com
os proventos da poaae do poder, que sabera
tanto explorar, quando d'ah veio noticia de
que o Gouereador e3tava de perfeila sade, e
paasava bem I Foi a peala de rosa no copo
dos 8 lenciosos da Peraia !
O Sr. Mariins Jnior assoma a tribuna : cu-
fiando o bigode, metiendo os dedos na gafuri
na, endirea o pioce-nez e anouncla uma ur-
gencia de uma hora afim de tratar do usurpa-
dor do poder, o Governador de Pernambuco :
S. Exc. em sua pose magistral, semelhava um
sachristao de arrayal na porta da Matriz de
Muribeca, tendo na dexlra a probidade poltica
envolia n'um sudario, formado por um bolle-
tim falso, e na sinislra a cornadura de apodos,
qne, em orne do vigari de sua nova frague-
zia, o Sr. Jos Mariano, U atlrar sobre seus
adversarios l
Tendo acabado de fazer tal pedido da urgen-
cia, o Sr. Coelho Cintra, soba a tribuna e soli-
cita que em vez de uma hora pedida pelo Ilus-
tre reconhecido de Muribeca... uma saraivada de
apartes dos alliados, interrompem o orador qut
sem embargo concluio seu discurso, declarando
que a bancada federal Cpernambucaua, solidaria
cora o Governador do seu estalo.assum'a a res
ponsab lidade da defeza de seus actos e doa de
seus amigos, e que dariam resposta cabal a to-
das rs accusagOes que fosaem fetas.
O Sr. Martins pedio entao, 3 horas, toda sea-
sao, ficando assim a reapoata para o da ae-
guinle.
Cora effeit8 24 horas depoia dessa eacaramu-
ga, as galeras ebeas de uma claque adrede
preprala, e ruelhor annnnclada, exnibio-se o
gamenho Sr. Mariins, todo calila, com o seu
Impronto degestagao to penosa, quio laborioso
foi o parlo dessas lucubrages.
0< deputados da maioria resolveram nao dar
o menor aparte, deixando aos aggressores o
guadio de arrojarem todos os doestos e inju-
ria-, i. nira o Goveruador desse Estado ; certos
da que nulo que o esforgo colligado de elemen-
tos to c n lemnaveis conseguisse araonioar ero
lorno do i'4estal da gloria, conquistada, a paso
de lano ,-acriflcio e dedicagao, pelo emrito
governail > se esboaria ante o sopro tangido
pela lgica dos tactos, postos em evidencia
pelo desespero de seus propnos de raclores t
O Sr. Martins Jnior, fallcu gineteou em
torno de si mesrao ; laucando olbares concupis-
centes para ama das tribunas, dava as costas
para o presidente, e voltava, em repetidas pi
rusias, como que sen iodo um certo rnau estar.
Fez cuagoes latinas, erradas, emendava as
logo em seguida., fallou.-. fallou sempre...
seu duende era a deposigo do governador tan
las ve/.i's annuoclala e outras tanta malgrala 1
O Sr. Jos Maranno sorna se... sen trium
pho era completo : recebia o pagamento d'a
queMe trale sudario, pralicado oas prisas do
rum, e no qual foienvolta a probioade polti-
ca ue um mogo propagandista, que preso da
vaidade que tanto cootribue para perturbar o
errante entendimento bumano, deixau-se arres-
tar a esses papis ignobeis que o tem obrigado
representar !
Hobre mogo l
Alguem que ouvira serie de diatibres adra-
das ao governador desso Estado dizia o Sr.
Zama : realmente o Jos Mnrianne tem rasSo
quando diz ser o Martins o gato morto que
elle atirou ao Barboza por va de Muribeca.
O orador pareca antes uns desses gaobado-
res que se costumam alogar, para o transporte
de pezados fardos, s que dao se pressa em
chegar ao termo da jornada e atirar com o fardo
ao chao para detcaogar.
S. Exc. suava, em bcas, ao peso da execra-
gao de seus melbores admiradores I Mas, esia-
va reservado aos republicanos historeos mais
uma decepcao : Esse mogo qae se dizia o ph-
rssmo, nem ao menos leve liberdade de fugir a
apotbeoseda villana !
S. Exc. nio leve liberdade de retirar-se, ar-
rastado palo enxurro da claque, foi de brago
dado com Jos Hananno at o escriptorio da
Ciade do Rio, orgao revolucionario do Jos do
Patrocinio, e da sacada completou aua vernna
contra o governador que o despresa !
..Mais esle facto deprimente do carcter dasse
neophito-deleterio, para escandalisar enorma-
mentaos republicanos sinceros, que julgain-no
boje com os mais daspresiveis couceiios !
O Diario de Soticias orilicou com muita jus-
iga esssa cambalhota do galam oa nova come-
dia delettria ; c a Revista Ilustrada piniou o in-
genie tnbuno dei ando fallacao, era quanto Jos
do Patrocinio esfregava as maos da comente
vendo aunuilar-sa um de seus detractor.1* I
Quando lerminou na Cmara seu discurso o
Sr Martins sabio a tr buna oSr. Mede ros Al-
buqjerque. As prmeiras palavras deste ora-
dor surgu uma sara.va-la de apartes para in-
terroiiipel-o O Sr Jos Maranno gesiiculava,
gritando, ou falla diredo ou nao falla I
Foi urna borrasca inedontia '.
O Sr. Glycero de punhos cerrados para o
Sr. Jos Mananno, bradava falla... falla... ha
de ouvlr.
O Sr. Erico Coelho e outros deputados grita-
vara Vi de ouvir ha de oitur... falle.. filie. .
Suspeodeu-se a sesso por 5 minutos Se-
renados os animas raabnu-ae esla continuando
o Sr. edeiros Haveraos de rebater todas as
infamias, lodosos toestos, 'odas as miser as que
sao de habito atirar-nos os nossos adversarios
rlo de ouvir ooa e haveraos -le d zer Ibes o que
entendermos com a mesnia liberdade com qua
laMaram, sc-m nos intimidar aa fanfarronadas de
cau .Ilios e seus ass-clas.
Uescendo da tribuna foi o deputado pernam-
tucano saudado por lodos pela correegao e eoer
gia cera que repelliu as amaagas do Sr. Jos
ariannoTermina la a se3^o desse dia sabio
ento o grupo Martannista levando 03 enxurro
da claque da CIDAliE o oeopliitodeleieri > -
Respoudeu, no da saguinie, ao Sr. Mariins o Sr.
Medeiros da Albuqujrque.
N > meio do mais prol'un lo s lencio, subi a
tribuna o Sr. Mcdeiros Albuquerque e apenas
enceloo seu bellissimo discurso coinegaram os
apartes vehementes do pequauo grupo opposi-
oiomsta : mas a -amara tendo na justa cont- o
eleva lo coneeito em que tido o ilustre Sr.
Mideiros cercou o applaudiudo-o a cada passo,
coro uma severa e laciti condemnaco ao tur-
bulento procedimenio do grupo Aart.tmsfo, qua
esqoecidos do decoro propno, menosprasam o
Ja Cmara.
A ura aparte do Sr. Jos Mariano classinVao-
dode/Kuauim o manifest dos Srs. represen-
antes desse Estado distnbuindo na Cam-ira,
replicn o Sr. Madeiros.
S m s;ra pasquun porqu nella se v a an-
hologia do enra^ na coHecuaei de lama e san
gue para o qual ollabarouo Sr. Jos Marian-
uo : e S- Exc. s escreve pasquira.
llevo dizer a seus leitores qua 03 deputados
desse Estado, os da maioria, deslnbuirara pela
Cunara ura manifest descreyendo oa opposi
cionistas que lutain cora ellas ah, pondo os era
evideociajulgados os Uaranislas palo Sr. Jfar-
tns Jnior, e esle pelo Sr Jos Maranno e por
aquelle qua era vida charaou-se Jos Mana !
E- um trabaluo bem redig do e de subido va-
lor histrico.
Tero sido muilo aprec ado.
O discurso do llustrado deputado pernambu-
cano, foi uma pega oratoria de subido valor po-
ltico- e a cmara deu-lhe o verdadero merec-
manto romp-mdo em appUusos ao orador, que
fo> abragado pelos collega* que tributara a seu
ment Iliterario as devidas horaenagens. Se
guio se na tribuna o Sr. Arlliur Orlando, que
tallou de raais para encher a hora e ganhar
lempo, caudo ain la cora a palavra para o dia
aegMIte; Nao foi demasiado aggre3sivo. S.
Exc. parece tar a mama do amor: em iodos
seus discursos ha sempre referencias a deusa
do amor!... a Phryna ele. N:ste ult mo, pa-
rece, entretanto, qua pairava no espirito de S.
Exc. algumi duvlda de envolla cora o norae de
alguraa Lucrecia Borg'a !... Iropressionou a
forma da orago do Sr. Orlando porque muitos
deputados procurarain indagar o que elle qua-
ria dizer e calou 1 Pelo que nao disse o Sr.
Orlando, poderam logo os conhecddores levan-
lar a pona do vea que em denso mys erio en-
volva um plano simstro Havia o, s conbe-
cido desse grupo da proiellar a discusso, mas
elle estiva transparaota. Os nuriunt's/as que-
riara manter a agitagao al qu caega-se a no-
licia do bim eilo do plano que ah daixara em :
va da execugo o faraigerado chefe desse g u- ,
po Seguio sena tribuua o Sr. Anninio Tava-
res: a,estra desse deputado foi mu ti correcta.'
S. Exc. oceupou-se somante da quastao de di-
reito constitucional, elucidou a esgolando o as-
surapio.
Fu um discurso muito conciso e irrespondi-
vel. Mas era preciso manter a agitagao para
desviar a atieogo de algara plano sinis ro,
cuja realisago esperavara ancosos.
O tlegrapno, eutrelanio, tardava e transmit-
tir-lhe a aimejada novi. 12-a alero disto mis-
tar destruir o efieilo produzido pila palavra
autorisada do Sr. Armm o e pelo verbo eloquen
te do Sr. Madeiroa. Poi iocumb do dessa ten-
tativa o Sr. Gaspar de Drummond, que para
cumulo de desas're vina mais por em eviden-
cia a figura do Sr. Mala
Esle Sr. Deputado fez a aua estra em lingua-
g m bem prxima da poruograplnca, leu ex-
tensos artigos da Provincia de linguagem in*
qualificaval, enfastiando o auditorio, e, apesar
dos grandes auxilios prestados palo sea chefe,
seulou-8e murmurando, com a can ja pendida
ao peso do que irazia maiores nut aqu tem
naufragado I Ao terminar esse orador sua le
tura ta artigas dizem que o Sr. Lourengo disse-
ra ao Sr Toleotmo eu bem dizia ao Jos Ma-
ranno que o Maa era fraco de cabeg uo
guardava tudo que lia.
OSr Drummond um orador esperimenta-
lo, falla com facilidade, trnela bem a pbrsse e
gesticula com moderago ; o mesmo orador
que, como senador, deffendeu o anno atrasado o
Governador desse Estado e disse horrores da
Gazeta da Tarde do Sr. Martins Jnior? Mas
isso nao servio de embarago a S. Evc. para de-
le o na violencia da aggesso tnlbada pelos
seus collegaa de grupo, empanando o brilrio de
sua orago com as coodemnaveis expresses de
que uaou ; mas era preciso continuar a manter
a agitagao para desviar a attengo do almejado
golpe, e nesias condigOes o llustre deputado
julga que todos os meioa sao l.ciios : a queslo
chegar ao flus.
E' bem sabido que o jogo o plano]inclinado
que conduz a todos os crlmes aquellos que a
elle se enlregam !
Nao havena mesmo nada a eslranhar, Si nao
vissemos mogos que os estados mandaram ao
Coogreaso como aeus representantes, abendona-
rem as aessGes para gozarem o precioso tempo
que devem a seus eleitores, as casas de lavo
lagem a merc da policia complceme! No
caso de que nos oceupamoa Causa pasmo que
alguns desses infelizes ifio depressa se tenham
esquecido dos beneficios recebidos para atira
rem apodos aquellas de quera os receberam es
quecidos boje dos e ojos que honlem teceram
Na poltica os passos sao simplasmenie despre
siveis. 0 Sr. Gaspor Drummond fallou duran-
te duas horas, nao adiant >u nada que elucidas-
se a queslo do praso governaraental, entretan-
to, foi feriilissimo em apodoi e dialribes con-
tra seus adversarios.
Mas o telegrapho zombava dos esforgos pro
telatorios e nao transmittia a suspirada noti-
cia Urga gaobar tempo, era preciso fallar.
Sobe tribuna o Sr. Jos Maranno, e pela or-
dem d sse que nao baviam oradores inscrip
tos, e que seus collegas ten lo adduzido argu-
mentos que estavam sem resposta dezejava
que o Sr. Presidente ibe in'ormasse se se en-
cerrarla a discusso.
0 Sr. Erico L'oelhe replicou se nao ba argu-
mento novo como qaerem resposta, falle V. Exc.
O Sr, Pereira de Lyra pede a palavra, o Sr.
Jos Marianno senta-se. Mas o Sr. Coelho C.n
Ira troca algumas palavras com o Sr. Lyra e
este senta-se desistindo. Nao havia meio se-
no fallar o Sr. Jos Marianno, que levanta se
e encela sen discurso, o Sr. Coelho Cintra pede
a palavra, o orador senta-se desistindo, o Sr.
Coelho Cintra faz o mesmo...Forgoso foi ao
caudilho peroambucano accaitar a luta, cahin-
do sob o latego da palavra caustica do Sr. Coe
lho Cintra. Visivelmenle contrariado encetou
o Sr. Jos Marianno o sea discurso, a que os
seus asseclas, cbamaram cou> d'hohneur, enebeu
o re-io da sesso desse dia ficando com a pala-
vra para o segrate. ..Mas nada de caegar a
boa-nova. A orago do afamado deputado per-
rarabucano, foi a repetigo de tudo quan o j
tiaviara dito aeus antecessores, e elle mesmo ba
ti ja dito dos Srs. Mariins Jnior, Lucena e
lanos outros vicuas da saoha partidaria do
grupo da politiqueros chefado por lo eximio
explorador.
No dia inmediato a claque j estava canga-
da, ou nao liona sido bem paga, de forma que
os applausos forara parcos quan lo S. Exc. ter
minou seu discurso.Subi enio a ribuna o Sr.
Coelho Cintra, que rebateu as accusagOes fe-
tas ao partido federal de Pernambuco e atiron
apostropbes vehementes a seu anlagonis aque
fura de si gesticulava, bata na bancada.acoin
panda lo dos gritos dos Maias, que vocifera-
vara de modo desusado no parlamento.
Tendo o Sr. Jos Marianno dito que nao ha-
via sido elle o vasador de cubos e sim a C-
mara, resnondeu-lhe o Sr. Cuellio Cntra.
Nao Nao p usvel que um hornera que
pretende t r i estatura moral a que V. Exc. se
arroga, su degradasse a pusilnime poaigo
de vasador de cubos! Nao! S. Exc. nao ,
nao pode ser pernambucano Quero, prefere
morle pelo marlyrio, que tanto dignifica o ho-
rnero no coneeilo de seos concidados, uma
vida de pusilnime fachmeiro nao pode ser
pernambucano I Jamis os pernambucaoos co-
sos das glorias de seus maiores se pre^tanara
a degradante urailhugo a que vos subjeitaa-
les !...
A tamaita affronla o Sr, Jos Marianno vi-
! sivelmeiiie perturbado replicou. Isso o que
I V Exc quera : ver-se vre de miro.
0 discurso do Sr. Coelho intra. cortado dos
| mais vehementes apartes, foi uma serie inin-
terrumpida dos mais ferinos trop >s; e a jul-
gar pelo alucinante dese-pero em que se man-
iinliam, seus adversarios foram demasiado
caustcalos.
S. Exc. disse o que julgou conveniente, com
uma roperturhabilida le admiravel ; o qu; an-
da mais exjsperava o Sr. Jos Manan.-o e seus
asseclas.
r^arrou o assassinato de Ricardo Gu maraes,
leu trechos do processo de Paula Nery, mos-
trando qu; o fmigerad) Jos Mana, fora o
protgonista principal dessa scena da canlba-
: lisrao atroz, fea essa narrava com ludas as
! minudancias do horroroso crirae, cora enorme
I desespero dos roariaoistas, que roantmham
. uraa saraivada de apartes vehemen es n3 !
' O deputaiio Coelho Cidtra, dapois de varias
! outras cjii.-iJera.as que demasiado aggrediaro
[ seus adversarios, disse que os opposiciomstas
! ao governador de Pernambuco erara demasia-
do habis, para nao dizerem o qua preteodiam
era raisler lar as entrelrarias desse requer
raen lo
0 que seus adversarios querem, exclama o
orador, manter a agitagao com lim oceulto.
I Ss. Excs. pretentlera voltar aos lempos calami-
! tosos das exploragOes da admraislrago Crrela
! da Silva!
Allude aos abuzo3 e esbanjament03 enio nra
I ticadoa.e a condemnago dessa administrago,
feia em termos severos pela classa commer-
cial do Rec fe.
Tendc recebido um telegrararaa noticiando o
'caso de tentativa da envenenamento, qae abi se
j havia dido. S. Exc. varberou acremente o pro
icadimnlo da opposgao em termos de um ex
Icen demasiado inconvinenies, exclaman lo :
Cohhvia a poltica dis dulenos dt minha trra
como a policogem da audacio, da mentira e da
| irapac'* mas, senhorts, estava lunge de acreditar
. que fose lambem a polilicagem do veneno, dos
! Borgias caricatos! Entre os apartes os mais
desbragados S. Exc. afflrmou que o governador
! desse Bstado se mantena no seu posio de honra
i at a cncluso do prazo, e que entregara a 3eu
! successor o poder, prestigiado pala manuteng&o
'da orden; e qua apoiado pelaquaai unanmi
dale des pernambucano, o governador desse
Estado senlin-se bstanle forte para zombardos
qua o aggndein. e eonter pela acgSo da ob;dien
ca a le os agitadores que buscm na desordem
a consecugao da seus gananciosos fins. Con-
cluindo seft-dscurso deixando a Cmara emocio
nada pelo acto de f-roz crueza dos adversarios
do governador, subi a tribuna o Sr. Gliceno,
para declarar que uma vez que o Sr. Jos Ma
riaoao p sua amigos, baviam racuado de suas
pretengOes, qua ella de accordo cora os repre-
sentantes da maioria de Pernambuco, aceitava a
emaoda ao requerimento Martins, o votaria para
qua fo3se o requenmenio a commisso mixta,
O golpa tendo falhado, a tentativa de euvene-
naraenlo estando burlada e os erobasteiros co-
nhecidos, nao se aniraarara mais a fallar. Sahi
rain corridos de desespero; parece que conia
vara com grande certeza cora o golpe decisivo,
e que haviam preparado champagne para brin-
dar o lgubre aconlecimento '. No momento da
votago para qua o requerimento deleterio violo
fosas para o necroterio, o Sr. Medairoa Albu-
querque declarou que de accordo com oa depu
lados da bancada pernambucana federal, o lea-
der havia aceito a emenda do Sr. Joi Marianno.
que portaoto elle requera preferene a para
easa emenda. A Cmara volou a preferencia
pedida por 103 votos contra uns 13 eolre os
quaes estava o Sr. Gaspar Drummond. Foi
assim para o necroterio essa requerimeno cujo
nico tira era manter aqui a gitago em quanto
ah eosaiavam o plano do enveaenamenlol Pa-
rece qua o desesparo do malogro dessa tenta-
tiva desconcertou um pouco as trastes aguerr,
das dos mananisias, pois s una quaxo diaa
depois, animou-se o Sr. Jos Marianno tratar do
caao do envenenamento. Com effeto no quario
dia apz o malogro dessa tentativa o Sr Jos
Maranno fallou na hora do expediente negando
que seua amig08 tvessem parte nesse plano
snstro, mas declarou ante a Cmara estupefacta
que applaudria o assassinato I......
S. Exc. fallou durante uma hora, negando e
applaudindo mais esse nefando crme !
Succedeu a S. Exc. natribuna.no dia se.
guinte o Sr. Coelho ntra, uue com sua pala-
vra sarcastica comparou o grupo dos adver-
sarios do governoEde seu estad j, dos selvagens,
que faziara grande alarido, infernal algazar-
ra, para ver se assim oceultavam o declinio da
seu prestigio, pelo abandono em que cabiam
execrados por seus proprios amigos ; Os quaes
nao pactuando com a serie de desatinos e cri-
mes praticidos por chefes execravels, busca-
vamsob a bandeira de uma poltica moralisada
o meio de bem servir sua trra natal 1 O Sr.
Jos Marian o estiva louco de furor l
O fracasso da tentativa do envenenamento
levava-o a alucinante desespero 1 Cuoviam os
apartes ;v bementes sobre o orador que im-
pertubavel e implacavel zursia aeus adversarios
por forma tarnvel A um aparta vehemente
ao Sr Jos Marianno, replicou :
Sois maragatos de sacco e pena, 03 do sul
corajosos batem se sob a bandeira branca dos
caudilbos arriscando a propna vida Vos ou-
tros do oorte mcditicastes essa bandeira : no
tr po branco pintastes um cubo smbolo da pu-
silanimidade, e escrevestes nella a palam VE*
NNO que simbolisa a torpesa
A troca de apartes vobemeotes tocou a seu
aue O Presidente cbamou a ordem vanas
vezes a Sr. Jos Marianno, este possesso bata
balaustrada como uro louco l
0 Presidente insist ordem, ordem Sr de
putado Jos Marianno. Nao sendo attendido
diz: Se o Sr. deputado Jos Marianno nao
se contera farei pol-o fora do recinto.
So sahirei de rasto disse o Sr. Jos Ma-
riano.
0 Presidente replicou :
Nao ser preciso porque V. Exc. como le-
gislador, por sau proprio decoro ser o pnmei-
ro a sabir :
Dante dessa ameaga reg mental ferido em
sen orgulho de fanfarro, o Sr. Jos Mariano o*-
vio o resto do discurso de seu Iroplacavel con
lendor com mais resignago. Foi uma sesso
lormeotoza.e o que mais impressiooon foi a cal-
ma e a sobrancena, com qu- o deputado i.oelbo
Cintra, com um sorrizo sarcastico desesperava
seus adversarios demasiado magoados p los tro-
pos ferinos com qu- zorziaos
Felizmente passoa-se daprassa essa semana
em que a Cmara deixou de ser o augusto re
cinto da representago nacional para ser trans-
formada n'um palco onde os comedian es po-
lticos sa exhibiram truanescamenle !
Nao se ac.edita, entretanto, que os chama-
dos outonomita8 desse Estado, se limitara a
essas exhibgOes. Acredita se an es, aua elles
levera por dianta o plano de perlurbarem as
sessOes, para manteram a aguago pregada pela
imprensa revoltosa desta capital.
0 que passa como certo entre os aran guados
deasa grey, que seu chef nao supporta mais
o ostracismo, e qus uo pe seus sarvigos a ds-
posigo do governe, qua absolutamente nao Ihe
d quartel, ou retira-se para gosar os proven-
tos olbidos naa situaces que explorou:
Nao deixa de causar
aqui, nos circuios btm. geoda Industrial Temos vlsu o
nfo-madns, uma certa estranheza, a delonga) fascculo o. 8 do ..uo 2* aessa repertorio de re-
enorme que tem hav do por parle da juslica laiorios de paieates ue ovego.
deral desse Estado, na organisago do processo j A.ir d.-eno
crime contra o Sr. Jos Mariano e seus cun-
plices. I S.
lDscri|i(-a.<> mem ravcl-Ni egrpja de
. Jo-e de HiD-Mar. ro encomrala ha das, de-
Ha mais de tres mezes que esse processo ;o I vido as obras q0e esto fazendo nessa ecreia a
ara ahi remettido e at hoje nao foi enviado segrate oscnpco :
Deputado a requisigao da ecas
para
Cmara. d03
san i licenga para o prosegumenTe desse prj
cesso.
Se bem que esse julgamento nao possa aii
ter lugar coniuno neceesario que ah saja or-
ganlsado. S depo s de complel i esae sumraa-
rlo que lera d ser remettido para Aiagoaa*
afim de ier lugar o necessario julgamento. Dos
aulos consta a confisso do reo em duas cartas
por >lle dirigidas ao Sr. Custodio de Melle e
Seabra.
K' preciso que a juslga federal cumpra o sau
dever, e bem melhor que proceda cora urgencia
no cumpnmeuto da le, e as im tornar-se digna
dos que pre.am a ordem como primeiro ele-
mento de 'ibardade, do que m nter-se nessa
inercia condemnavel, que s pode trazer o des-
lenlo quelles que mo confiam ao rap-rio la
le. Esperemos.
Depois do desastre do Campo Oiono parece
que a revolugo do sul desalentada suecumbe a
falta de combatentes
Falla-se muito n'uma celebre carta que o ge-
neral Galv&o dergio ao Caudilho Tavaresccn-
vidando-o a uraa conferencia. Nao se liga cas
rodas ofliciaes grande importancia a esse acon-
lecimento, que realmente em nada inQua na
poltica forte e segura que o Governo mantim
contra os rebeldes.
Sabe se que anda quando aqui, o Sr. Dr.
Tavares ob eve do general Galvo uma caita,
era termos genricos, pedindo uma entrevista
ao famoso caudilho. O Dr. Tavares porlailor
dessa cara, dizem, que divulgou-a, dando del-
ta copia a um dos jorn^es d'aqui e mostran-
do-a em Montevideo a chefes revoltosos.
Desse aconlecimento tem as gazeias que ex-
plorara a luta civil tirado partido, para esta oe-
lecer babl in'riga enlre o governo e seu ge-
neral no sul. Nao ser pois para sorprehet Jer
se o general Galvo envolv do incautamente
P'-la habilidade dos chefes revoltosos emara-
nhado em difficil meada se torne incompati-
vel com o mListro da gu rra.
Reina completa paz, e o governo forte e
prestigiado pelas classes derigentes da Nai&o,
prosegue reorganizando a admin strago pu -li-
ca, reduzndo as despezas extra rdinanas com
o louvavel intuito de equilibrar o orgamenlo.
At breve.
(Do CBrrespondenle.)
,'^?u" Imandade do patriarrha S.
Jos oe Rib.-Mir fundad i ceios mesires dos qoa-
tro oDn.ios carpios, ptmire, roa-cinero e tor-
er-)a oo Ho.-pital Oe Nossa
aeiro em 173S na
.aKVISTA DIARIA
Dr. Plato DmasoConforme foi ao.
nan.'iadp, cei<-Dr..r m.se aontem, na mat'ii de
Sanio Aa orno e as 8 horas da msnb. as mis.
s s em -ubTragij d'alma lo Dr. Maooel Pinto
Damiso.
o ce tro da nave d'aqaelle templo erguia.se
um rico cadafalso u ndo oo cimo um can ro
c m u im g-nialda oa quii acbava.se escripia
palivraSaudade.
Ni mesmo cid .falso eslava collocado o reir,
to do morto em lioiselma mol lora que os uro.
p .g.do do monjcioio (I .closive. o ..gisie'ic)
ca n laram fazer aQm de pol.o no salo ue bon
ra do conceibo o qoe Dzeram aps ie:ebago
das iD'ssas.
O'-rapo acbavn.se replecto de envdalo-,
sob'esabinlos repre.-entaotes oa impreca", cao.
sal**', div-'s.j autoridades ote.
L'ma carta do marechal Floriaao
Petxoto: ule os pjriage.-zes mais us.
Uucmm Ud colonia, o'e-ia Repblica, df8taca.se
onome de Carrilba Viieira, qua na mpeasa
portugueza e nr.isile. a tem combatido em tuvor
do ideal 'ep'jMic.3o, e que foi um dos raais ar.
Jeotea defea-O'es da cansa ea legalidade, da.
rante a rcvoua restaaradora.
O aaunoso ma-'Cial Floriano Peixoto, qae era
amigo intimo de Canino Videira. dirigi.Ib; a
a-'goioie ca-la :
C-mouqui-a, 8 de Man de 1895.Ao iliu-tr.-
J "loiudo e graude repabl c-ao Jos Carr Ibo
Vid-Ira, ag-adeco cardealm-nte as ceusiaotss e
ep-tidas pravas de estima e de consideigo
com que me lem inorado.
A nossa amada R publica, continua a ser guer.
reada, covarda e iraigoe ramete, p-lossebaiia-
aisti. Je toda a especie, mas teobo f aegna,
oaoalavel de qae elia tnumph .- I
Us p irio'.as qoe ai ida podem t-atwlbar eite.
jam aler a. #
Viva a Repblica!
Aqui, samare ao vosso dispor oAmigo mu
g'Mo.Florlaoo Pe xot>.
Tin* a tro Santa IsabelCom ama i on-
carreocia recalar tete logar aoie-nooiem oo
Santa Isabel, a orltneira representago do dra-
ma hisiari u MeiSalina.
O dasempenno fot completo, destacaodo-ne o
traoalho da Sig. Seraffiat que oo difficil pipe
de protoooi* a, reveloo-se rusta qaefjcabt fa
zcr sa admirar pela platea a mai-i exixeata.
janeo, f >i semp e o mesmo ariisu, que lem
sabido imcor-se pela fina imepretago qae c ibe
dar aos papis qae Ibe sao < oatiadus, presentan
lo sempre novas puaaes do sea talento supe-
rior.
Loiii, a qoem cooba o papel de Claudio, fot ad
m raveimeaie.
Te miaea o especl calo c m a repreaentigo
de una espirituosa comela em qoe o 8ig. Se-
jeraffinl, mostreu-se um excedente amata.
H 'ie ai a acea a Sror Thereza
Trem de espectculo Conv n qie o
S-. gf-eoie aa Companhia de Caxaoga, anguja-
t- o numero de carros nos treus que conduzem
os e-p. ctidoreg ou The. tro Sama I-abel.
Djos car os que tem comoosto someute o trem
da lioba p 1 icipoi sao ..tufficieotet. No ui .mo
e-pe ti ulo vino. bom muero de passagoiros
qae bzeiam a viagem ds p.
E' preeso providenciar, e esta. 03 ctrtos o
Sr. perente O far.
nnuario Commerclal e Indas
trial dos Estados-Unidos do Brsi.zii
O Sr. Eugeoe Cazue um aos ui'ec'.orea acose
A'inu .mo, anuc-ment; chimado Franco b az -
leiro, teve a bon lado qae agradecemos de vir
noniem pesaoaimenta aonosso esenptorin, affe-
receu-aos am exemplar jo mesmo correspoolen
te ao crreme anno.
A pre-e.ite edieco. a par de ser luaos.raen
te eacade-nada, vem maito melbo.-ada, atetar
de qoe anda estej mcomoleo, na op niio do
Sr. Challo -, o que bem prova o qae se*ao as
loaras edu g5es.
O uiesmo Sr. Cballne, na ana recente vligem
f-na ne-se proposito, nomeoa agentes em os
Estados, da Babia ao Amazonas, pelo que cenia
dar os maia completos dados dessa regiSo na
e -icao de 1896.
Oa competentes annancios desde ji sao rece-
idos neste Estado, pelos Srs. A. da M>ta e
Mauricio Weiller, a travesea do Corpo Santo
D. 23. ,
A present edlco acba se a venda na L v-ana
Con lempo-anea.
A Madrugada Temos sobre a rusa o
olomo oomero, correspondente ao mez pro umo
rindo desea bem elaborada re.ista publicada em
Lisbfla, sob a cuidadosa direccao do nosso :om-
patr:ot3 all residente, Dr. Osear Leal.
O presente numero est ma to bem fei'.o a va-
riado. Irazendo em xcelleoles gravoras, a re-
traes do litteraio portaguez Toeopbilo Br.iga e
do coo8al de Portogal em Pe.-nambaco, Dr. Joo
Salgado. .
Agradecemos moito a visita do distrae! col
larr*
Quasl a desabar Miradores das proxi-
mioadaa da esiago de Sant'Aoni da Italia de
Apipoeos, pelem-oos ara reclamar do poder
competente a demolicSo de nmt casa de taipa a
ella perlencenie, caqoella localidade a qual
aroeaga cabir a cada da preju ncindo caso isso
occeda. as paredes dos preu:a viainboa.
E" conveniente quo seja lomada en cocside-
ragio essa reclamag5o qae realmente muito
procedente.
Dr. DupontEsse Ilustre e activo propa-
gndola qae prosegaio na ana iagem p*ra o
-i i da repabllca. maodoa delicadamente t -azor-
nos as soas despedidas.
Pe bo-ados a mais essa flneza, deaejamos-lbe
n nito feliz viagero.
Chegada- Viudo do Estado da Babii ene-
gon a eau cidade acompanhado de sus lxma.
estjosa o nosso co-etadaoo Dr. Jas Manada
S Iva Freir, jalt de direi.o do Joaseiro naqaelle
Esta io.
Si-.asol-o.
senbora do Paraizo, de oro.-. villa e hoja ci-
em 1752 no local em rme. 8^ a.D, psr[eDcenie
Linda polka -O d'gtincto comDositor e
proeaaor Uo ,iau Claodra da Gama, em borne-
'iagem a ta-entosa pe?oe-ma E vira e-aiva ac a
da imprimir para plano moa lindsima poka in-
tiiolaaa-Pequeiiila, offarececdo-a ao seu bom
amigo Eduardo Pdiva.
Aura lecemes ao anto." a offirta qoe nes fez de
nm exemplar e acodera mos aos pianistas qne
a proco-em ua raja de mancas do mesmo A:
Eduardo Pal va, a roa do Barao da Vicoria
Revista Theatral-Re<-eaemoi engrade-
cerno- o laocicuio 12 uesea imprtame revista
porto.oeza, qae acaoa oe cbear-nos as mos.
Cmiu noiaveis artigos, como v-sede, le snm-
mario :
.iD.aT-a8atro NaciODal' PorAlroeida Gjrret (con*
R'-vuta os Tbeatros-Coljeu de Lisboa: A
Compatible Rus.-a po* A. M <-
QaeaiOas uodia-Uma camoanha (As compa-
TirrfBao e Juaqom Miranda.
Ei t-Ha-toa-0 Amor (ersor), por Fernando
Actoaiidades-O Krach dos artistas f*sn:ezes
na America. O D.reio dos pobres. O Desdo*
rameoio do Theairo F.-ancei.
Go rejioodencias-De Paris. por Garca de Mi-
Bihoiheci Damatica
n.iramfi(n:?;.AQloalEnee=Ac,o,V;sce-
Arade.-Trio? a fineza la remes >a.
Revista das Escolas-Tambera romos
ot -eqaiaous com cooimogo da remessa d'essa
^ub.icagao por.oeoee, behaomadaria e dedicada
aos professo-es e as Emilias, da qual proprie-
tario e a.recor o Sr. Antonio Joaqatm de Mes-
S P?,ehn adl^f"ibiio.beca?ic da Acade-
d>u Polji-vtini-a e prore-ror d'e8|D0 |1VPe.
Lea do IVorte-Com este molo foi po-
Mivaaa 2.' eaics;ao de ua,a qnud-ima para pa.
no composigo no babil amador Dr. Alfredo de
Albuqoerqoe Gama. "
A Leao do Norte locontestavelmen'.e uma
beila msica escripia em esivio moderno.
-Cada om doa nomeros qae a coropSe em om
tiioio qoe e um facto correspondente a ama data
gloriosa para ro.
Aos .apreciadores, recommeodamos a referida
quadrilna qne acba-se a venda oa ua do Baro
aa Vicicna o. S mjade mus -as dos Srs. Preal-
ib a- l a qoem agradecemos o cff;re:imeoto dt
Um exempiar.
Centro Commerclal do Porto -O
Io secre.ano deasr respeiiavel ^eniro, Exm.
Sr. Beroardino Carlos de Azevedo Vareta, fez*
aos o o33eqoio de remeitcoos oro exemplar
do relatono da rtjr-rgo do osmio Ceniro
:nmmercii.l do Pono, relativo a gs.-encia do
anno de 189i. e apresen ado por 3. Bxc. em
aasembea eral ordinaria do correte anno.
' am p-ca imprtanle, oa qoal da muita li-
go a lomar-ee; porque ahi se lctea a persis-
lenca do esrorgo qae fas viogar as Iniciativas ;
ani sobresebe a dedicago aos fias qae consumera
a aggremlaga; abi se senta a auna patritica
do organismo conectivo, qae age contra a forca
da inercia 00 do egosmo.
Nosso -econhecimento p^l? oferta.
OccidenteA Livrarii Luteraria do Sr.
L-.-i-uiflo a. a S Ivera ebegon ooamor}S9o
desa-rwU4iuerana de Ponagal e de estrau*
geiro.
T .ronero a roesraa Liva-ia. roa Primeiro de
M-i'i'on. 10, re ebeo o o. 61 do Go-oie de l
Miie, pabiieago parisiense, e veraad'iracon-
seibeiro das senboras n coafecgo das soas
(oi'ettes.
Proclamas de casamento Foram
liaos na matiz aa Boa Vala no da SI do cor-
rele os segaintes :
1> denoociago
J. > de C'ftro Maocaret.has com D. Mirla
Amelia Gmgal.es de A'bjquerque.
Canato late 1 om D Antonia Mariae
ot eixeira da Silva con
de Olivelra.
Mih jei J >s de afedelros com
das Neves.
Joo Euzebio Bmto com D. urea Amella
R'ia.
Salvador dos Sanios araejo com D. Elita.Fer*
re-a Gnimares.
Ped'O Adgasio da Silva Lima com D. Ursuli-
na O m nda Rosa Bj.-ges.
-*S5 I* ;eooncigo
Pedro Affoo60 S-.b-a com D. Isabel Candida
Borgs Cabral.
F.-ancisco Firmico de Sani'Annacom D. Car-
lota Carolina Ferreira da C su.
Lncisno Romb com D. Benedicta Clara Fer*
reir Gomes. to*
Jo-e Oas com D. Mari a Amel a de Oliveira.
Francisco Gj-ga.v s Galmaraes com D. Ma*
ria Eageoii Villar.
3 dedunciago
Dimiao Francisco Risa de Lima com D.
Bnoiaoge Mana da Conceigo.
D P>de*ico W.llam Coi com D. Eeunoxa
de Miranda Bello.
Tno i az Antooio Soares Brando cam D. Fran-
cisca Julia Ferreira Leal.
Bebedores de abslntho -O Dr. Lan-
cereao acaba de ler oa Academia de Medicina
uup. memoria em qae diz qae ba dea anoag
apresenloa ao goveroo fraocez am relatorio
contra os dmeos prodaaldos pelo aboso do
absiDibo, mostraodo-se o goveroo dispoeto a fa*
ser a'.guma consa para atteoaal-o.
Foeo ue palnal disse Lancere^a \ enio o coa-
sumo que era de 57,700 ectolitroa: boje ebega
j a 165 000.
O J. u nal dea Beba.es a proposito diz :
Qoxlqoer qoa ooiibega a lando certos oair-
ros ae Paris, nao te 1 necessidade oe estatistica
para conveocer-se entre parisienses, deste per*
nicioso habito. Das 5 Ss 7 horas da larde abi
respirareis o ar suata* ao absiotbo, como em
torno de N se o suave perfome das violetas.
B dizer qae este abaso prodoz altnragfjea
meotaes que loroam-se Hereditarias, e nlluem
sobre a vida politiza e social de todos os po-
vos t
Gragas a Deas nio estamos ebegados a islo no
Brasil.
Como nao nos damos aioda ao laxo dos di-
vocios legaes, aasim bebemos menos champag-
ne e licores, e igualmente menos absintbo.
Soeiedade Gonpalves Dias-Reu
nio--e anie-uouiem essa socieuaie sob a presi-
dencia do a:ademico Hanorio Carrilbo.
Depois do expediente segato-sa a parte l.tta-
raria, oa qoal osaram da palavra os S-s. Joan
Morissoo,sobe Pbilosopb'a de Dreno; Laiz
Gomes, sobre Anatoma pattaologica; Honorio
Car ilbo, sobre Lilleratara|brasileira ; Fernando
Cavalcaote. sobre Pbysiologia ; e Soriano de Al*
buqueqne, lendo o contNa gonde'a.
A oui-a sesso t.-r logar no prximo iomia,
go.
Soeiedade Fraitrnidade e Instru
ccao doa Caixelros do Pilar.-tata
soeiedade, am ses.j ae assembla geral ordl.
n ra no da 7 do correte, leseo o ronselbo
administrativo para o anno d 1895 1896. son.
da eleitos :
Presidente, Cardoao Filbo,
Vlee.Presidente, Jo> Peona.
1 Secretario, Le te Jnior.
2 Sec-etario, Joo Cavalcanti.
Ineecnrelro, Jos Pereira dos Santo'.
Procarador, Francisco Ignacio de Lima.
Orador, Pedro CBttrym.
Gommis-o fiscal, Lsdilo Flix de Oliviira,
Mraoel Laopordina e Xisto Cardoso.
Os eleitos tomaran, poaae no da 21 do cor.
rente, data em qae a soeiedade solemnisara o
ii>anniversarlo de sua faodacBo.
Fallecimento.Sabbado ultimo flnou.se
o Sr. J jao Evangelista Gomes, maior de 55 an-
uos e honrado despechante da nossa Alfsndega.
Era o finado dolado de excelleates qtulidadei
D. Mi-ia Rouana
D. Bellarm'ni

--.

.
V



Diario de Permmbnco Njer*a-feira 93 de falli de l*t5
-
qoe o bonrava bom amigo e exemplar pal de
lamilla.
Seo enlerramento tee logar no Domingo pe.
las 4 i|2 bufas da urde, s.bmdo o fretro t
na residencia, naCapuoga, compareceodo grao.
de numero de amigos
Apreseoiamos oofa condolencias a soa Exa.
familia especialmente ao 8r. los de Avile
Sitieoeoort. primo do finad".
Coanniaao de Helboraunento do
rorto do Recife -Recite, 21 de Juibo de
Boletim Meteorolgico
Hora Term cmti- Barmetro Tentdo do ffumte
grado (a&>) vapor dado
6 m.
9
12
23/6
24/3
25,5
25,'0
25 ,3
760,-71
760.-5
761-24
7.60-26
761.-04
17,85
18.-7
19 35
19,65
1,993
83
81
8H
83
83
Temperatura minima 23,'25 Thermometros
desabrigados ao meio dia.
Temperatura mxima 26,75 Ennegrecido
39.8-Prateado 31,-6-
* .Evaporado em ii boras ao sol b 5 a som-
bra 3-9.
r D?rUec do vento : SSE e E alternados de
m9aa3h.56ra. da manha: sW al 8 b.
46 ai.; S SSE e S al ernados at 2 h. 5b m- aa
tarde SSW at 3 h, 46 S e SSE al.ernadoi
al 7 ti. 8 m,; SE e ESE alienados al 9 h 22 m,
SEe SE alternados al mea noite.
Velocidade media do vento 3,-95 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,90
Boletim do Porto
Pra-marou Dias Horas Altura
^"""."ai de Julbo 9 b. 25 m. da m. 6.-40
P 3 h. 35 m. t. ."M
Casa de Detenoau Moviment uus
resos da Casa de Detencao do Recife. Estauu
de Pemambuco, em 21 de Julbo de 189? i
Existiam....... 41"
Entraram....... *
Sabiram...... 1U
Vencedor Hirondelle em 76", jockey L. All2.\ e ReSD Loj.\
de Franca, kls. 50, dando a poule em "T # J
Cap-'. Vigilancia e So
primeiro 5S50O e em segundo 5S600-
Baralbo em segundo 7|6uO.
*
8.' pareo 800 metrospremio 2508.
Vencedor Moscardo em 58", jockey L.
de Franca, kils. 50, dando a poule em
primeiro 170500 e em segundo 1.0600.
Pruce em segundo 21)5100.

4.- pareo1.000 metrospremio 300S
Vencedor Talicier em 75", jockey M.
Pereira, kls. 50, dando a poule em pri-
meiro 15$400e em segundo 7)5700.
Pa'.chouly em segundo 9)5200.
*
5 pareo1609 metros andcap
premio 4008000. Vencedor Plutao em
124 1/2, jockey Pedro Alexandrino, kls.
45, dando a poule em primeiro 18jJ40J e
em segundo 85800.
Tudo- em segundo 78500.
*
6.* pareo9 0 metros premio 3008
Venced r arimpeiro em 68", jockey
eolindo, kls. 50. dando a poule em pri-
meiro 178200 e em segundo 98700.
Phariseu em segundo 2984 '0.
*
7.- pareo-900 metrospremio 2500.
Vencedor Malanjre em 68 1/2, jockey
Oeolindo, kls. 50, dando a poale em pri-
meiro 16,5900 e em s gundo 88300.
Pirata em segundo 98710.
O ultimo pareo deixou de correr.
Existem .
A saber:
Nacionaes-
Mulheres .
Estrangehos
Mullier. .
Tolal.
Arranciados
Bons .
Doentes .
Loncos. .
Loucas. .
434
401
8
25
0
438
424
390
16
13
5
~424
Total ...-.-
Movimento da enfermara :
Tivrram baixa:
Joao Velloso dos Sanios.
JoSo Fraocisoo Bezerra.
Luiz Tenorio dos Santos ou Lua Tenorio conhe-
cido por Themoteo.
Kassaseiros-Chegados do sul no va-
vapor nacio.al Marnohao:
Bipo de lmda D. Maooel dos Santos Pe-
reira, padre Casemiro, ""odo A. Morera,
BelmiroM. LovoU, fc. G. Wanderley Alfredo
Pessoa, Alberto Correa, Joo M. A- Pereira,
Elias Miguel, Joao Jos, Miguel Jo.-. Manoei
A. NaCimento, sua senhora e 5 albos Jos A.
PereirM, Roa M. Amor Divino, Jos M. >.
Freir. aria A. M Vasconcellos, Felippe Laug,
Siaismunde Kainlz, Lucia Conc-igao Adelaide
Freir, Leoncio A. Ribeiro, A. M. Ribeiro,
Jos A. de Aguiar, Francisco 0. omes, Ame-
."ico A. Guimaraes e sua senhora, G. Freegeri,
Ua) ngos C. S- Leao Jnior. Alberto L.Pes-
80a, Jo o Cvrino esua senhora, Adolpbo C E-
Santos, Guilherme vJ. Marliu, 1 praca, 8 ex
di as e 1 mulher._______ .
greco.
O lien.-, e Pod.*
manda convocar
traordinaria para
<5tt do eorrente,
da noite.
Pede a todos os leaes
losos OObr.'. do quadro
acudlrem a referida convoca-
rilo pois para tratar de iun-
portantissimo assumpto que
interessa a j nossa Aug.-. e
Resp.*. lioj.'.
O ecret.-.
I.. I." \j'l IS.'.
Irv. Ven.*.
sessae ex-
exta-feira
s 7 horas
e le-
para
i LBLiaiOFS 4 PEDIDO
SPORT
Derby Club de Fernanabuco
10.a CORRIDA
Realisou-se no d >mingo ultimo essa
corrida, sendo o movimento das apostas
emittidas 3 841 poules na importancia
total de 19.2055o00.
Eis o resultado das carrearas :
1.a pareo 1 8'XJ. metros premio 2508
Vencedor Moscardo em 60" jockey Pedro
Alexandrino, lr.il. 51, dando a poule em
nrimeiro 9S4GU e em segundo 7340U.
Borboleta em segundo 8S700.

2." pareo1.000 metrospremio 3508
TOMEBClft
Bolea Comuaerclal Fernam
buce
fCTACOBS OFWOIABB Da JUNTA BOS COBBBTORBB
rr*$a do Rect/e, deinlho Ar. 1895
Crobio s breLoadres a 90 |v 10 15,16 d
por if do Banco.
O presidente
Antonio Marques aeAmorim.
O secretario
Uiaeel G. do Silva Pi .lo.
amblo
Q B.ncos abriram com a laxa d i'e Londres a 90 las, cfferecendo 10 15|i6 os
tomadores leuam l d e pouco negocio cooetou
durante o di.
Letras part calares fo-am onerecidas a 11 d
tem eocooirarem compradores.
(otaces de gneros
JCara o agruuUor
Assucsr
Brinco.ideo,dem. um a U'M)
Saaieao8,llem, dem SAMO a 2J600
Mascavado dem, ideen. 1*8*0 a 3OU0
Bruio melado dem, dem 1J6U0 a 1*700
Reame, dem idm 1*300 a 1 400
Algorfa o
Cota-se nominal a 10*500 por 1S kilos.
aleool
?r pipa ds 480 litros 205* venia.
4ardralc
Por pipa de 480 litros 115jf venda.
Cearef
Seceos salgados aa base de 11 kilos 1* ria.
renda.
Verdea 790 res, uousinal.
Carnauba
Cota-se de 23* 354080 por 15 kiios.
Me"l
Por 1004000 nominal.
TABELLA DAS ENTRADAS DE A8-
8CAR E ALQODaO
Mez de Julbo
Din
l8rcac9.....i 13
Vapores.....i a SO
Aoimaes.....1 a SO
Estrada de Ferro Central. 1 a SO
ioem de S. Francisco. jl a 17
dem do Limoeiro. ..1-10
omina.
Asalt-
ear
Saceos Sacca
Algo
dio
4492
967
4367
15805
679
120
461
857
3615
16310* 8045
fciDonaeo
Recito, 10 de Jol0o?rte 1895
rara o exterior
uto hoave.
Para o interior
Rj pita.hi nacional Rival, pa a R.j
Gr a-; ;o Sal. erregaram :
Protesto
O Directorio da A socia-
cao Com nercial Beneficen-
te dos Mercieiios, na quali-
dade de Z'fladora do? iote-
resses de sua cla?se, tendo
scienc ade queoutras classes
coDtribuintes dos impostos
referentes a tabella A anne-
xa a lei n. 121 da 23 de
Junho de 1895, querem in-
cluidos na disiribucao dos
impostos que lhes compete
pagar, vem solemntmente
declarar que protesta desde
ja por estas ilegalidades e
fara oppoitunameute preva-
lecer os direiios da lei. pe-
rante os poderes pblicos do
E tado.
Reefe 18 de Julho
de 1895.
O difector,
Joaquim Chistovo,
O secietano,
Polybio de Olivara Pinto.
tares, exequias solemneB pelo repouso --------
eterno do pranteado M.rechal Floriano Despedida
Peixoto, para cujo acto convida geral- Retirando-me temporariamente por mo-
mente a toaas as classes, bypotecando- tTO d,, j,^,^ para Europa a bordo do
lhes, pelas suas presencas, eterno reco- vapQr ((Ni|(J e no podend pela presteza
de u,iuha viagrem, despedir-me dos a>u .
gos, o faco pelo presente offerecendo meus
limitados prestimos emqualquer logar em
que meache.
Recite, 19 de Julho de 1895.
Francisco Laitria
Marechal Floriano Pei-
xto
A commissilo abaixo assignada, em
nome do Goveruo do Estado e Coronel
Commaudante da Guarnirlo Militar,
querendo prestar homenagem de sau-
dosissima lembranca e immorredoura
gratidio ao Humeo que, morrendo, dei-
xou iapreenchivel vacuo na Sociedad*
BrMzileira, manda celebrar, no dia 29 do
orrente, najigreja Conceic2o dos Mili-
to
nheci ment
Recife, 23 de Julho de 1893.
Assignados :
Commissao Federal
Alfares Luiz Gom a Monteiro de Mello.
Joaquim Manoel de Medeiros.
Mario Rom>lo Vaz de Uhveira.
Conamisso Estadoal
Coronel Leoncio Luiz Pinto Ribeiro.
T Carvalho.
Tenentc-cirocel Rujmundo Magno da
Silva.
Advocado
O bacharcl Aotonio Tolentino Rodri-
i gues Campos, procurador dos Feitos da
Fazenda do Estado, pode ser procurado
|em eeu escriptorio < Pra^a 17 n. 79, das
10 horas da manh3s 4 da tarda.
CPMPRimiDOSVICHY.tFEDlT
valumes com 15,(55
com 40,075
litros
B. S. taja C. 150
k l s 1h toiar branca.
Pa a Pelotas, carrppa'am :
H. 8. L'YjC, 350 barricas
kilos de a*orar branco.
A. Irmtos & C, 25 pipas com 12.438
de airn.rdeote.
Mo vapor fraore Matapan, para Rio de
Janeiro, carrega'am :
G. He Vascoocello-' 4 C, 143 saccas com-----
10,650 kilos de aleodao.
Ho vapor ine'ea Sour'on, para R o de
Jar.eiro. carreearsm :
P. Pinto a C, 25 pipas com 13,750 litros de
aguarden e.
P. de Oiie ra Maia, 20 pipas com i 1,360 litros
de alcocl.
No vapor nacional cAlagcas*, para Rio de
Jaoetro, carregaratn :
p Lemos C, 120 latas com oleo vegetal
Para Babia erreeon :
M- Oliveira, 4 caixas cora 210 kilos de sabio.
No v por nacional M.ranbao*. para Para,
carreearam :
P. Leoros & C 10 latas com oleo vpgnial.
P. Carueiro a l'., 100 barricas com 8 501 kilos
de asnear braac.
N. M. 4o Eira do, 80 barricas com 5,450 kilos
de aaMMf branco.
F Barro i, 400 barricas com 29,600 kilos de
assocar branco.
Para Manos, carregaram :
P. Piolo & C. 125 barris enm 11000 litro de
agurdenle e 15 ditos com 1320 ditos de aleool.
C. P.oto a C, 1 barril rom 90 litros de
agurdente, 10 barricas -om 879 kilos oe assoc r
branca, 10 ditas com 688 itos de dito retinado,
20 caixas com 200 Htron de geoebra, 10 barr*
com 450 ditos de vinagre e 5 caixas com 41 ditos
de vlono de frucas.
j. S. do Amaral & C. 130 calas com 1,046
Uros de agurdente, 256 dita com 2,048 ditos
de geoebra. 117 caixas com 936 ditos de viobo
de (roelas 55 ditas com 580 ditos de cognac e 5
ditas cuca 40 dlios de licores.
J. G. de Amorim, 145 latas oleo de ricino, 120
ditas de tinta para crever e 30 ditas de tnico
P. d Olfelra Miia, 60 barricas com 4.140
kilos desnucar branco.
Para Maraohan, carregaram :
F. Lemus k C, 10 latas com ol o vegetal.
No vapor iaglez C. Prioce*, para o Para
carregaram :
C. Industrial. 300 barricas com 19,442 kilos
de assocar refinato-
Loyo & Moreira, 400 barricas com 28,33." kilos
de assocar brance.
Na barcaca Itajabv*, para Parabiba, car-
rege o :
C. Industrial, 25 barricas com 1,900 kilos de
alinear refinado
Na barcaca Amelia, para Villa da Penba,
carregaram :
S. Araujo & C-, 60 caixas com 1380 kilos de
sabao.
P. Irmos k C, 29 caixas ctm 460 kilos de
sabao.
lleadiiaeiito* publico*
Mex ce Julbo de 1895
Keoda geral :
Bo da 1 a 20
idea de 22
Alfandega
1,090:9854366
32:4974*62
Renda do listado :
Do da 1 a 20 93.250*53*
dem de 21 .136*186
8:0)7*224
Somma. total 1,2.2:169*852
2a ssC(,3o da Alfaudega de Pernambuco, 22
de Julbo de 1885.
O cbe'e da seccao
L. F- odecera.
Pe ihesoareiro
HeuaeucKilJo .\. Cbaves.
R EEBED0R1A DO ESTADO
Dj dia 1 a 23
dem de 22
RECIPE DrtAINAGE
Do da 1 a 20
dem de 22
65:803*484
9:6oi*3i
75 454*803
4:804*057
345*000
5.149*057
Movimento do porto
Navios eotrados no.ota 21
Maoos e escala12 das, vapor nacional Ala-
goae, de 1,999 looeladas. ccmmaodaote Fio-
rindo Das, equipagem 60. carga varios gene-
ros ; a Pereira Uarneiro & C.
Rio de Janeiro9 diar, vapor nacional Merca
rio, de 637 toneladas, commandaote Carlos
M. Abren, equip.gem 44, carga vanos gene-
ros ; a Borle & C.
Babia3 dias. vapor ingles Norseman, de 544
toneladas, commandaote H. Adamsoo, equipa
gem 68, carga lios telegrapbicos ; a;Compa'
obla Submarina.
Navios sabidos oo meamo dia
Santos e esrala Vapor Ingles Coleridge,
commandaote J. Brtw, carga varios gneros.
Maoaos e escalaVapor nac nal Maraobio,
commaudante Goilberme de Castro, carga va*
ros gneros.
Navios eotrados no dia 22
Sootbamptjo e escala 17 das, vapor ingles
Tagrji* commaudante W. H. Oweo, equipa*
geni 78, carga varios gneros ; a Amorim Ir-
maos & C.
Liverpool e scala20 dias, vapor ingles -K ti -
toi, de 1.056 toneladas, commaod. Edwvard
Ciegg, eqopasem 27, carga varios gneros
a Biackborn & C.
Cardiff51 das, barca norueguense Ganime-
dea, de 394 toneladas, capltao O. OUen,
equipagem 10, carga carvao de pedra ; a
Companbia Perna^bacaBi.
Porto Alegre 22 das, pitacbo Doro<-i'o'-,ge
Netio, de 107 toueladas, capillo Tb. T. Wig,
eqotpagem 7, carga xar^oe; a Amorim Ir
maos 4 C. ,
Navios sabidos na mesmo da
Santos e escalaVapor iogles Tagos*, com-
maodante W. G Obwn, carga varios g-
neros
R o de Janeiro e escalaVapor oaci.ioal Ala-
goas*, commandaote Floriado Dias, carga
varios gneros.
Horcado Manleipai de U. lots
O movimento deste marcado oo da 21 da Julbo
f I o seguate -
Bntrsrtm :
54 bois pesando 8,965 kilos
150 kilos de peixe a 20 rs. 3*000
6 compart. com mariscosa 100 rs. *600
5 ditos com camarOes ? 100 rs. *50O
Ao coiuinercio
Delphim Lopna da Gru retiran i -'e
para a Europa no vapor Nile. deiza
como aeus proooradores neata cidada aoa
Srs. Jiaqu m Antonio ChristovSo e Jos
oares da Seizas, para represeotal-c como
socio oommanditario das firmas Delphim
Lopes da Croa A O e J. Rioo Fooseca
& 0.a, deizando tambem como aeu procu-
rador a sou sooio t Delphim L^pes da
Oros para adminiatri>r aeus beos e tratar
de seos negocios patticulares.
Recife, 19 de Julbo de 1895.
L)<-1 pin m Lopes da Cruz.
Peitoral de Cambar
Looorooo
D-se um cont de ris em moeda
eorrente a quem provar a no autr.en-
ticidade do attestado abaixo :
< Tendo sido accommettida de tuber-
culose incipiente urna minha filha, de
13 annos de idade, sujeitei-a a rigoroso
tratamento medico, porm, sem re5ul-
tado.
Vendo que o mal marchava para um
desfecho fatal, resolv, por conselho de
pessa que me era dedicada, dar aii-
nha filha o Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, e com tanta felicidac.e o
* l- ___ fiz, que, depois do uso de alguns fias-
Jos Franco Ferreira aeguindo para ^ t- i
c vr 1 j a i eos, a molestia desapparecia comi)Ie-
Luropa no vap^r Nile pede descupa 1 n <
r i \ "lamente. Joao Antonio Fereirazan-
aos seos amigos por nao ter peesoalmente ,c a c c t -
_.________?___![Jtj f.'go ( bocio da firma Santiago, Irraao
fetc aa suas despem J-s.
Oatroaim ipproveita o ens jo para scier -
tifiear a quem iaterussar po*sa que deiza
como eeu bastautea procuradorea ca
Sr*. Jos Ferreira Dourado e Manoel de
Sluura Ygieaias na trma em qoe fica
des'-Timin-d"
Recite, 10 de Julbo de 1895.
Jos Franco Ferreira.
J-O Bacharel Esperidiao Ferreira Mon-
teiro tem escriptorio de advogado Praca
7, antigo Pateo do Collegio n. 77, 1.
ndar. _
Aviso
Nos abaixo assignados, com negocia
de estivas nesta praca, ag>adecendo aos
nossos amigos que honraram-r os com
consignaseis de assucar. viemos declarar
lhes que no continuaremos a acceital-as
por ter dtixado este r-mo de negocio.
Figueiredo Costa b C*.
O oleo de figado de bacalho trigueiro
sempre foi considerado como o mais acti-
vo ; as recemos commuriicaoe8 ieitas na
Academia Medicina de Pris confirmam
tjssas bservasoS, effectivamente o oleo
de figado de bacalho branco conten ape
as 2 Ojo de principios activos ; o oleo
amarello contem 2 a 3 0{o, e 9 oleo tri-
geiro 6 Ojq. O Sr. Chapoteaut isolou os
principios activos no oleo trgueiro, eoi
pequeas capsulas, as qaaes deu o n-me
de Morrhuol ; seus bons effeitos sem-
pre s&o immediato-.
C, do Rio de Janeiro.
O agente Co/npanhia de Drogas e Pre-
pucios C/iimicos,
as v'riuiiesda Emu'sao Scott
Sao iil iii-sliim: veis
S. Domingos, NiCtilorov 20 de Janeiro, lk88.
Eu abaixo asititado'rtoutor em medicina
pela faculdade do 10 de Jan-iro, medico effec-
nvo do Hospital de S. Joao Uap'isia de Nn:tbe-
rey e adjunto do da V. O. T. de S. Francisco de
Paula e do Asylo da Santa Leopoldina etc., etc.
Atiesto, que ti-nlio empregado com o inclhor re-
pulalo em minha el nica, o preparado Eimilsao
Scolt de oleo de figado de b icalbo com os liy
pophospbt os de cal e soda ; n.> fnasaflecrjOoS
chroinras doapparellio respiratorio, como anida
nos in iividuos de consti uico lrn:a e ifinpera-
niento lymph ilico e eob eludo as cnanjai ra-
cnlicas e esdropliu osas.
E por mj ser pendo d> u o presente attestado,
sub inedici lide et jure jurando para constar
onde coiivut.
Dr. riinio Travasos. (1 i
Bronchite / sthmat ca
O DR. COELHO LEITE, Clnico de
justa numeada na cidade do Re-ife,
atiesta ue o
Xarope de, Lobeiia nflala
ro
PHARMACELTICO
LLD2F0NS0 08 AZSYED0
E' excellenta no tratamento da BRON-
CHITE ASTHUATICA
Depsitos :
Ra Bario da Victoria 37, i.- andar.
Pharmacia Cooceiso.
Pharmacia Alfredo Ferreira e em todas
a< boas pharmaeias.
'ernambuco
Coronel Frederico Chaves
Medico homeopatha
Itua lliir.lu du Victoria
N. 37 1.- andar
26 1/2 columnas a 600 re. io600
3 carga cou> calimbas a oOO rs. 1#AU0
6 cassoaes com xallmbas a 300 rs. U8
8 carcas com milbo verde a 300 rs. 8*400
I cara coro ameodeim a 30O fi'U't
3 carttas com batatax a 300 rs. 4900
1 cargas com macacbeiras a 300 rs. i-i)
1 cargas com cebollnbo a 300 rs. bou
2 cargas com genmuos a 300 ts. *<>
l:t cargas com verduras a 300 rs. 390i
4 carga com canna a 300 rs. 1*200
2 .:urg.!S com laraojas a 300 rs. J6ui
4 cargas ion mbame a 300 11.K
3 cargas com loucas a 3o. rs. *60i
2 cargas com divc.-sas a 300 rs, J6o
5 cargan com lariona a 200 rs. t- '
5 cargas com milbo secco a 200 rs. IJOl)
3 cargas com (eijao a 200 rs. 600
93 logares a 200 rs. 18*600
24 Suioos a 200 rs. 480j
12 comp. com aoineiros a 1*000 12*000
7 comp. com sciati-ue a 700 rs. 4*9uX
8 comp. com Iressurao a aro -a. 4*800
34 comp. com comidas a 70o rs. 23*800
71 comp. com fasendas a 600 ra. 42*600
49 comp. com verduras a 300 rs. 14*70"
95 comp. com larioba a 400 rs, 38*000
59 comp. f.om talos a 2*000 1 l8*uo
Reudlmento dos das 1 a 20
313*301)
6.365*800
6 679*100
Precos do da:
Carne verde de 400 a 1*000 ra. o kilo.
Snioos de 1* a 1*200 dem.
Ca'oeirode 1*200 a 1*500 dem.
Farmba de 890 a 1*400 rs. cola.
Milbo de 700 a 1*000 rs. a cola.
Peiiao oe 1*200 a 1*800 a cola.
Aavlos e|icrad
De Pelotas
Escooa allem Elise.
Logar dioamarquet Varde.
Logar Brasilelro Brasil.
Logar ooroegoeose Syipbe.
Paiacbo noroegoeese Haas.
Lugar argentino Coidena.
Patacbo allemao ElUe Hay.
Patacbo argentino Almina.
Lugar dmamarques Anne & Commy.
Patacbo allemao Aniye.
Dj Porto
Brieoe portogoes Vareiro.
De Cardiff
Barca nornegoenee Sala.
Barca logleza Dilpossood.
Barca inglesa Pellicaoa.
Barca nornegoenre Fu n.
De Hamborgo
Brigoe allemao Ouo Grat so Stalberg.
Barca aliema ALbaiross.
B.rca alemiLIv.
Barca al lema D. Dolores.
De Memel
Barca allem T. C. Berj.
Vapores a entrar
Mea de Julho
Bsrroas, de Triestre. 23.
Tagos*, da Europa, 23.
Ifirfdalena, da Europa, a 25.
.Mjorsa Prioce, de N^wYoIa a 28.
Urelaoa*, do sol, a 29.
Tapore a saht.r
Mez de Julho
B. Ayres e ese., M -tapan, 23. as 4 hars.
piymoQtb e esc, Orelaua, 26. aa5 orai.
Olympio de Oliveira
Cura do Peitoral de Cambara
O Sr. Olympio A. de Oliveira, sendo
atacado de forte constiparlo com tosse
desesflpradora, s conseguiu restabele-
cer-se tomando O Peitorai de Cambar,
de Souza Soares.
O agente CotaPanJtia de Drngas e Pro
ductos Lhimicos
Au Paradis des Da raes
Especialidade em ssdas, brancas, preta*
de cores, gases, surahs, para casamen-s
etos, bailes e passeios, para grande esco
iba.
38 Ra B, da Victojia 38
Telp'one S
---------------------*
Aa Paradit des Dames
Casa especial de artigos para
Novas
Ba Bara h V ctoKs 58
Tecphone 59
Elixir II. Morato
Declaro a bem da verdada que estando
doente com dores nos oasos e muitas bor-
bulh-a na pelle, fiz us do remedio novo o
Elixir M. M rat e sarei bem a ponto
de ja poder trabalhar, o que nao fazia ha
bastante tempo.
Fazenda dos Morrinhos.
Francisco Jos da ierra d'Agua.
Deposito em P rnambuco Comp. de
Drogas, ra Mrquez de Olinda 24.
HYG1SSE DA BAHA
(Copia]
Usando dasattri'nuii,e8 que me sao son-
feridas pelo Regularoenlo San'tari eni vi-
gore tendo em vibta sentados comprovamlo a analyse e a lic^n-
Qa concedida pelalnspectoria Geral de Hy-
giene do Estado de P rnambuc concedo
liceiica ao P.iarmaeeutico Antn o Mar-
tiuiaoo Veras pnra expur a venda reste
Estado O preparado denominado Cognac
BrazileiroB da sua conteccao. K, para
constar passou-se o presente que, pugos
os emolumentos e 8signailo, se regiet-ar
para os devidos effeit! a.
O inspector.
(Assignado) Eduardo G. Cost2.
Secretaria a Inspectora de Hygiene
da Babia, 12 de Julho de 1893.
O secretario
Dr. Antonio Augusto de Figueiredo.
(Sobre estampilhas) de 4)400.
N. 2.872 Rs 5S000.
(Pag u de emolumentos na Recebedoria
da Babia)
O fiel
(Aosignado) V. Jf, da Silva.
Rpg. a fls. 88 V do L. competente.
I. de H- do E. Federado da Baha, 12
de Julho de 1895.
(A.ssignadu) Dr. Munis Barret .
-a
4
?
05
m
03
4
*


i
Dr. Artliui- Caval- x
canli ^
&
0X)
Participa seus clientes e
arcigos iu muiiuu seu coosul-
lorio e residencia p:ira a ruado
Bdro da Victoria n. 43 1." an-
dar onde continua a xurcer os
my teres da sua prodsso.
Conullas de 1
tarde.
as 3 horas da
TELErHONE N. 430
at
f

0~**-C3S-*"S-ffl
t'ii'iiri'iao dentista
f
Jos Hygino de Miranda, cirurgio
dentista, abri aeu consultorio na ra
Nova n. 19, Io andar.
Clnica lledica
DO
Dr. Alberto de Mendox^a
Consultorio : lua da Imperaiiiz n. 8,
1." andar.
Consultas : de 1 ks 3 da tarde.
CI
mica medica cirur-
^ca
Duzia
Garrafa
253003
Barao da Malta Bacella;
Carecer sobre o Peitoral de
Cambara
O eminente clnico paraense Exm.
Sr. baro da Matta Bacellar, em pare-
cer que deu sobre o Peitoral de Cam-
bar, de Souza Soares, declarou havel-o
empregado na sua clnica civil e JOS-
pitalar COM PTIMOS RESULTA-
DOS as bronchites e molestias doaopa-
relho broncho-pulm ;nar.
VINHO
IVIEN
Mais efficaz anda do
i|ue o oleo cr de
Figado de bacal ha j
Oe gosto tao agradanei
que as criancas
tomam-no com prazer.
A laryngite e o Peitoral
de Cambar
O Sr. Dr. Telasco Lopes de Gcmene
soro, medico da armada, certificou que
urna pessa de sua familia que desde
mezes soffria de urna laryngite com ac-
cessos de tosse, restabeleceu-se com o
uso do Peitoral de Cambar, [de Souza
Soares.
O AGENTE Comfianhia de Droga
Productos Chimicos.
- -------------'
Tendes tosse? Soffrei
do peito?
Usai o mais efficaz dos remedios, o
PEITORAL DE CAMBAR, de Sou-
za Soares, garantido por Decreto do
goveruo geralde 30 de Junho de 1884.
Este preparado foi distinguido com
tres medalhas de 1." classe e acha-se
approvado pela Exma. ex-Junta Cen-
tral de Hygiene Publica do Brazil.
O PEITORAL DE CAMBAR^. t3m
realisado curas maravilhosas e por
isso, o remedio de tnaior consumo em
todo o paiz.
Vende-se as principaes pharmaeias
O agente Companhia^de Drogas e Pro-
ductos Chimicos
Do Dr. Domin.acs da Silva
Epe. uuaaes : ujelcoii-s oe secburos, cnaa-
>, ce aonaielbo reaoiraU.no eoiesuvj
1/4 coosQius a tu 1 i d. i&rue em soa resi-
dencia p eo toTro o. 33.
A'tendr> a ( ::' du- para [ ra da cidade.
Priso neYentre, P6 Laxativa *Vkhy
Sao u.iversalmente conhecidas as sd-
miraveis propriedadea da quina, nns v il-
garmente se ere que todas as quina) sao
boas; erro, pois que muitas ha quiai
nullas por conterem dse insignficacte
de quinina. A mais rica deste principio
curativo, a melhor e sum rival a qni'ia
real amarella, com a qual se prepara o
Xarope de Quina Ferruginoso de Gii-
mault & C. n, que tambem contm phos-
phato de fe: ro 8'luvel em toda a sua pu-
reza. Nao pois de admirar a eflnaa
deste melhoramento na anemia, chlorc.?e,
nobreza do san^ue lymphatibmo, e em
geral todas as molestias constitutivas.
Pagamento do calcainento d
parte da rus da Assiimpce
freguezia de N. Jos
O prrieiio do municipio do Kecife, man-
da f.ZT puo'ico boa proprietanoa da su-
pracitada ra que no prazo impror-gave
de oO dia rontades da data do presente
editkl, deverSo vir recolber ro cofre n?u-
nicidal a importancia do cal^amento feito,
calcu'ado oa rusiio de 15 g aobre o valor
IcCoiivo d(.a ie>pec!iv> a predios de con-
fortnidade com o disposto do 70 artigo
1 do < r^amecto vigente.
44 D. Oliodica Lina do Kego
48 Antonio de A. Viliarooco
05 D. Margarida Mumz Freir
e Jos Oalaians Ruff Duarte
52 FrancECj Jos Fernandas
Mreos
54 Jos Nunes da Cocha
56 Jos Francucj de Paula Ra-
moa
58 Jos, filho de Je a pira Sou-
za Maia
60 D. Amelia M-ria de tarva-
lho e Albino Joaquim da Cr-
valho
62 Maooe! Frnandea Mascare-
chaa
64 Irmandade do SantissimoS.-
crame tode Santo Antono
66 Fraaoisco Jos Regala Bra?r.
68 Barnardino Antonio da Silva
Lisboa
70 Jo3o Francisco Reges Rea
de Carvalbo e Joa Mereia
Fragoao
72 Antonio Soarea Pinto
74 Jos da Silva Lopes
76 Germano Ignacio de A Be-
vedo
78 Ignaoia Josepha de Jess
80 Manoel Fernaadea Massa-
renbaa
Contadoria, 16 de Julho de 1895.
O contador
Genuino Bota.
52J447
250987
335547
69300
421997
33^547
420997
710358
420997
4297
470250
330547
88S200
518897
1500097
330547
3105CO
530447
Edital
Illuminacao elctrica da ci-
dade do Recie
A Secrataria da Industria do Estado de Per-
oamboco. faz poblico qoe de accordo rom a Lei
n. 73 de 18 oe Maio do correote aooo receberi
al o dia 20 de Selembro prximo proposiaa
para o servico de lloinloagao elect'lca da cida-
de do Recife, cas coBdlcSes segaioies qoe ser-
virio ce bate* para a clebra(o do contracto
que dos termos d'aqaella lei se boover de la-
vrar.
Art. i A concurrencia versa'.
i. Sobre o praso do privilegio dorante o
qoal o conce8Bonario lera, excluido qoalqaer
concarreole, o monopolio desse ser?io.
g 2. Sobre as condlcOes a qoe se propOe o
coucessiooarlo, aps a termlDa(ao do praso do
privilegio.
3." Sobre o syilema de assentamen^o. rana-
liucao dlstriboicao e regolamentalo da ilinmi-
naco.
4." Sobre a inteoaidade mnima da illsmina-
aj. ialtora do caiamect<, em qoalqaer ponto

">

r


.


Diario de Pernambaco Terqa-felra ft3 de Jnlho de 9.
5
pri

t ,
daatro do permetro que limitar a rea do
Tllegio. ...
5. Sobie o prego da onidade e loa elec.ri-
ca, disGrimiaadamente para a illominago potin-
ca, qu6r das roas, pracas ef, qoer doa edificios
pooino-, e para a pamcolar e domiciliaria.
6. Sobris abat [neoto eiloe oesse.prego
qu.udo se iratir da illominago aa casas de
caridades s escola, palacio do goveroo, quar-
teie e mala reparta poblicaB qoer esiaaoaes,
mnmcipaes cu fedi-r.es.
g 7. Sobre a redoogo oo meco segando o
numero de horas e segundo augmentar o consumo.
8 Sebre a ioteneidade media da luz as
lontea, que devero servidas por lampadas
nunca inferiores a 3.003 velas.
9. Sobre a diviso ou dSo das cidades em
secioe.- imiepeodemes ou nao.
10. Soore o praso pa:a comegar os tra&a-
ii. Sobre o praso para terminacho dei-es
Irabairios, oeui s do servigo total para ditloiti
va instailago e ronccionamemo da illominago
em toda rea do privilegio, como separadameo-
te para os diversos bairroa da cidade. de modo
a ser a par e central Iluminada a los elctrica
no mais ore ve praso qoe possivel fr.
Arl. i". Cada prcposta deve' ter acomua-
nbada do ceriiflcido qae altate ter o propooeu
te depositado no Tliesooro do Ealalo, como
cauge para -msigoaiBro do contracto, a impor
tancia de 15:000 (qomie conloa de res) em al-
nbeiro ou em pilins da civida pouli.a.
Arl. 3. Julgada a ceoorreoc a se restituir
O depoeiio os propooenles p-ejodicados, deveo
do a caucfto do proponente preferido ter eleva-
da a 3O:0O0 por occasio da asiaoatora do
contracto, a qual c5j peder ser demorada mais
ce qomre das apa o jolgaineuto da coocorreo-
cia, seado aquella quaatia destinada a garanta
das molas que booverem de ser impostas para
-l exeruc.o So mesmo contracto.
1 Esta caugao do.I permanecer no Toe.
soi/ro do Ksiado a' a expiraco do praso do
privilegio.
| Dever fer int- gralis d?, dentro de olio
das, toda a vea que for -.esfalcada por multas
impuras peio fiscal ao go-eroo em virlode ne
iofr.ciaj de qualquer das c aasulas cont.ac-
toats.
Art. O contratante fica sejeito s se-
gantes maltas.
a) Pena total da caugo si dentro de tres me-
zes cooladcs da assigoatota do contracto oo
ncuver iniciado o servido "e i8sia|i,go.
b) Multas de 200* a 1:00) dorante o privile-
gio, pela inlr.cgo de qualquer dausnla contrac-
tual do disposigao do regulamenio que com au-
diencia do cooctesioBario tea de ser elaborada
pelo eDgethtiro liscal para boa execugio do
mesmo contracto.
c) Pu-oa de metade do preg da lu corres-
pondente a cada fuco qoe for eHeo Irado enfr.-
queciJo ou apriseotaudo (reqoenies e incoua-
molas ol-rmitieucias.
c) Perda de doos te'eos desse pregG quando
foco 'present.r requeoies eclipses.
) Perda total desse preg> qoaodo o foco esti-
ver Tie ido durante mais de metade da ooute.
f)-Quando o numero da focos as condige*
da leuraesubir <|3 do total de foco?, ac
crescer a multa de 1:000*, e a de 5:000* quao-
ao t-uMr a mas de rxeuae.
do subir a mais de metade.
g) Quando esse faci se reproduia mais de
trloia v.-ics oo anuo o giverno uuder rescin-
dir o contracto si eo preferir cbegar a novo
accordo de que possaui resultar vaotageos para
o servicc.
h) C. contractao'e ticar a cmade as escuras duas ooi-
tes (tnsecniia^ oo na.
Art. 5. Para toa fisc-lisaco do contracto o
goveroo Tu-du era jun'o companbia um engf-
nbeiro liscal, uro ajanante a o numero de guar-
das de illcmiorgao que lr julg.do necessaiio
aas qce i aj exceder de Beis, p-ra o qoe deve-
r o cont-artantp enu-r aunualmente Com a
quaotis de 20.0 0*i0 para o Tnesouro do Esta-
do oeslioaa a pagamento desse pestoal.
nico. Alt-m iles.-a juantia aunualmente
realisad. pelo c^lnc^8Slouar.o, dever ese foroe-
cer sua cosa e de orna vei por lonas para o
esr-nplo.-io fle lis al sago o ingircmeotos que
forem nec-ssarios i veriocago das CHOdiges de
orna toa illummago. dSj txtedendo todava
es^a tespeza a 10:000*.
Art. 6 D<-oirc do praso mximo de um anno,
a contar da dala da asignatura co coutracto de-
vela estar loocciooaodo em toda a sua pleOlluoe
a iliuu;ijac5o elctrica nos bairros do Recife, S.
Sanio Aoto iip, S. Jos e B-a visia.
Arl. 7. O praso mximo para termioacSo de
tonos os irabain.'B ser de doos aooos.
4rl. 8 Ser de tres meies o praso mximo
rara. Iniciackc do se-vigo, con'.ado ease p aso da
aspi atora do cont acto.
A'l. 9." Dentro desse pr.ito e^er o conets-
sii na'io preferido ob pena de caJUcidade t
perda da caaiSa eDt-a.' para o Tne-'ouro do Es-
tado com a importancia de 9P4 917*528 aa cam-
tio do da, secundo a valiagao do amitro des-
emra'.adcr, como valor da astnal euprea Ce
lllumimagao a gz e nos termos da laosula 13
do contracto celeoraflo entre o governo da an-
Un provincia de Peroa-ntuca e Flaea Bro-
taers, em 2ti de Abril de 1856.
l. Essa importancia destinada nos termes
da Le u. 1.901 de & de Juobo de 1887 ao paga-
mento a que esta eujeito o Estado por lo ga
daquella claofOla e uos termos do art. Io T
dessa ki, e po'ia-la do goveroo do Estado de 7
de Ou'ubro de 1890 e respectivos considerandos.
2 Bealisado no Toesouro do Eitado peio
couctssiooario o deposito daqoella Imporlancla.
cabera ao Governo do Estauo liquidar cem Fal-
deo B-others exiincto contracto e o pagamen-
to a estes devido como indemoisago, ludo no
termos da citada clausula 13* e mais decisOes
cima indicadas.
3.* Nessa liquldacao ser avahado todo o
material da Empresa qoe nao tlver sido ucloi-
do na avahago de 1889 feila por aqaelle arbi-
tro, para o tim de ser odemoisada a mesma em-
presa da importancia respectiva, que igoalmente
terao de realisar os oovos concessiocarios, um
anno apsa cata dessa segunda avaliago.
g 4. Para esse Um logo que fOr asaigoado o
novo contracto o Governo nomear os seas arbl
tros para que procedam avaliago do material
accrescido.
Art. 10. Em todos os pagamentos devidos por
iodemoisaco do Eetado Empresa o Gjveroo
usara co > melhor Ihe parecer do dlreito, que
IPe paran.ico pela ciau-ola 13 do cii. contrac
to,de reali-ar ditos pagamentos em prestagOes
annuaes s-^endo as forgas do cofre estadoal,
juro de 6 "/. e a qoantia qoe restar at a exilnc-
gao da divina.
A't. 11. Podendo a actual empresa de illumi
na^o a gax cencotrer apreseotando proposla nos
termos do presente edita!, Hca entendido que a
Tjrefe-rencia fO ibe i aber nos termos do art. 1.
SS 5o e 6" da cit. Lei o. 1.901.
1. O novo contracto e(t pod?r ser lavrado
com Fieiden Brothers como innovago do de
26 de Abril de ;856, fetas as devidas modiBca-
cCes co s6 qoanto ao systema e illummago e
goas conseqoecciaB lecoolcas como priocipal-
aenie depois de expresta declaragSo dos mes-
mos Fielaen Brcthers de acceitarem a inoovago
como liquidando definitivamente todas as qoes
toes existentes entre esses empresarios e o Go
verno do Bstadc, desobrlgado este do pagameo-
to da indemoisago da cit. clausula 13* do con-
t acto de 2 de Abril de 1836 e sem mais direl-
to da emp-esa reclamagao de qualquer paga-
mento por parle do Estado, (-alvo todava a divi-
da do gax consumido na illumingao publica e
i escrip'orada.
8 2* O eonr-essionano, Flelden Brotaers oo
ooirs, podero empreear o gaz carbn co para
lllominago dos sobarbios da cidaJe do Recife,
lenco igoalmente privilegio para esse Um, no
qual po ero empregar c material actualmente
em servigo, feitoB a joiio do eogenheiro bacal os
devidos reparos, concertos e subetroigoes bem
como construeges novas qoe forem p-ecsas.
Arl 12 Os concessionatioa goiarao igual-
mente do privilegio de forcecer no permetro da
cidade forga motrix para o servigo das lodos,
tras quequizerem empregar i ara esse fimo
gaz carbnico oo a elecincidade, beando obri.
gados a conservar dorante o da a pressao do
gaz e mais requisitos necessarlos a alimeutagao
de motores, ao forBecimenio de laboratorio, e
aoB demais misteres a qoe poder servir aqaelle
gaz.
Art. 13- 0 governo fornacer aos proponen,
tes e o coacessiooario as plantas qoe possoe
da crade e seos suburbios, cabeodo a aquelles
organisar as demais plantas, trabalbos grapbl-
eos e dados tecbniecs que forem precitos a con.
fecgao das bubb proposUs.
Art. !l' A iilumiaago elctrica nevera s<5r.
vtr aos bairros uo Recife ai a fortaleza do Brom
e a ponte do Ltmoeiro, Saoto Aotooio todo, S.
Jos (1- e 2- disttrictos) al a ooute de Afoga.
dos, Boa. Vista a comegar na ra da Aurora to.
das deveodo abranger lodos os pooios desse
gistraJo pelos medidores, eobO'a se perca por
difeito oo mo estado de seos apparelnos de n-
lominaco ou na caualisago alm do medidor.
26' Tanto o cootractaule como o consumidor,
sempre que sasceltare o que o medidor tem
deixado de bem luneclonar, tero o direlto de
servido actualmente pelo gas carbo* reclamar da inspectjria um exame no medidor.
bairro
oleo.
g I" Todos os demais pontos fora dessa rea
presentemente illualoados a gaz pedero coo.
inuar asar illomia-idos da mesma forma oo a
luz elctrica segundo mais coovier aos prjpo.
nentjs n fj,- ai cordado com o goveroo.
g 2- Nos suburbios o goveroo poder cooce.
der prazos maiores para terminago dos traba-
ibos destinados a levar.Ibes a illumis
ou a los eiec rica, todo anda secundo o qoe
mais coovier aos proponentes e for igoalmente
acordado com o governo.
Art. 15- Para mala rigorosa delimitago da
area t ser llomioada o concessiooarlo assigoa-
r com o contracto ora exemplar da planta da
cidade onde essa area estar rigorosamente
marcada,
g uoico. No caso de illomiago mixta a area
de urna e a de outro systema sero rigorosa.
mente marcadas nessa planta a tintas dille.
reates.
Ari. 16- No caso de illominag) mixta, ba.
vendo ne ser esse servigo feto a gsz em parte
area do privilegio e a electricMade em ootra
parle, os proponeotes duverio aireseoiar alm
dos poolrs sobre que versa a concurrencia para
illumioago elctrica, anlogos detalnes tecbni.
ees muiatis mutandts para o servigo a gaz, co.
mo typo de bico inclusive os mai- modernos do
sj-tem Auer, sujeiiaRdo.se as clausulas do
M|Ul da prefeilora muuicipal de 28 de Agosto
de 189J, adtacle transcriptas.
Ai. 17. O contracto ser ,{eral para toda area
do muoicipio 4o Recife, suieiia a decima urbu.
aa oa que de fdturu es.iver
cima.
An. 18- Pa'a todos os effditos docootrato
serio nicos competeotas os in-uuaea do Esta,
eno de Peraamboco.
A-. 19 O governo do Es'ado se obriga a
coocetder isengo de impostis esladaaes e mu.
n>cipaes para o material, combaslivel, obra;,
alc.cabendo ao cojcessionaro solicitar Be qui.
i r do goverio da Uuio isengo de direos fe.
deraes.
CLAUSULAS A QUE SE REFERE 0 ART. 16
Da quaotidade do gaz
1.a O gaz ser carbnico, extrabido do carvSo
de peda on entras saDstaocias que o posaam
.aar oes ccnitgOes em qoe elle exigido pelo
p-eaeoie coatraetj.
ri.* Antes de ser larigado na rle de caaali-
sago. o gas ser exporgado de lo 1 s as ma-
maierla* nocivas tamo saude pobuca como
boa conservago dos eoca-ame.utos e appite-
Ibns.
3.* A loz do gaz lera o poder illominaote de
dez vellas de eapermacele das que queima sete
grammas e oiteota ceotigrammas porjbora, cor-
respondeole ao 120* laglezes.
4.* Esse poder ilium tiinie ser verificado
em photometro aberlo queimaodo o gas oo
mesmo oico qoe od. illuminagic publica em
Cid* occaeiao.
5." As expeneocias pbotomeiricas para veri-
ficago do poder illamioaote, serj tenas todas
as oc!es entre 6 e 10 boras e os seos resulta-
dos cous:goados pelo inspector da iunmiiiago
em livro especial e sob sua guarda. De dez
em dez das se addiciooaro esses resultados
para se conbacer o poder iiluminante medio da
decada, morreado o coniractaote em multa,
orno aba'xo se estatu, sempre qoe a uidia da
dcada, for inferior a velas, asBtm como, sem-
pre qae a mella de cada noite, tomada oala-
mente, for inferior a nove e oito decimos de
vela.
6." A :resso do gaz em qualquer ponto doj
Pioapamemos poblicos jamis eer maior ae
20 mili.metro.', uem menor de 4 millimetros.
T1TULJ 3
Da fabrica, anas dependencias, caoalisag&o e
laoeroar publicas
10. O coolractanle pronuztr o eaz em orna oo
mais fabri;a8, comtanto qoe jamis possa invo-
car a uoidaoe da fanrica para iseutar-se de fo'-
necer gaz onde IQe fdr reC'amdo, tanto peo
moni ipio como pelo* particula-es, dentro do
permetro da illom cacao publica actual ea area
a accresc^otr, que s-rl marcada ni plaa que
eiln (>eve assiguar por occasi&o da ass:gnalu:a
do contracto.
11. O contramate mantera se o o re asna fa-
brica oa fabricas, gasmetros e offiinas em es-
tado de at'ender a lonas as uecessidades do ser.
vigo da llumioago publica oo par; oiar ; ter
as balerius uo loroo qae forem precisas, de
si.re a li.ver semnre utna balera, pelo ceos,
de teserva ; empregara os apparelbos mais mo-
dernos para a aporago do gaz, ciationaido
pu-i ru, smente com os actaaes exquaaio elles
bartarem e salistiierem as necessidades do ser-
v g_- da distnbuigao ; mas os gasmetros que
montar (ora da fabrica sero ligados a esta por
am conductor virgem, de sorte que, oem mes-
mo dorante o da a regulandade de emisso
possa ser perturbada pela operago do encl-
menlo desses gazometros ; ter lodos os ma
apparelnos precisos para a re ularidade do ser-
vigo ; mantera sempre a rede oe caralisago
publica e denvagoes a porta doa consumi-
dores, em bom asalo e com os dimetros cor
responderles as consumo.
As artoaes lantemas proptlameale ditas se-
ro, dentro do prazo de tres aonop, contados da
data a sslgoatora do contracto, subslitoidas
pelo coatraetaute -por outrss do ijpo actual oa
cidads de Pars, loto laoternas cm vidros
curvosrtflexo e na corte superior.
As novas lantemas qae Be asseniarem sero
oeo deste typo.
Todas as lantemas publicas sero sempre
mantidas em p rfeito es'ado da asseio e de pin-
tora e numeradas com algarismos de metal pre-
to nos vidros.
15 Para a lllumioagio publica, correr por
coota do coatractante o forcecimento e o assen-
tamento dos combustores, comprebendendo o ra-
mal, a colomoa oo aiandella e laoteroa, e bem
assim a conservago e asseio deases orgos e a
operago de acceoder e apagar, serondo om
bnrarlo. qoe ser flxado pelo eogenbelro fiscal
de accordo com o comprimeoto das noites.
16. Para a illominago particular ter o cen-
traciante o privilegio exctu-ivo para o forneci-
i eoio, assentameoto e reparagj do ramal at o
aedidor, correndo as deepezas por conta do
cousomidor, salvo as le asseniamento, foroect-
ment do ramal e sua conservago, oa extensao
co dez primeiros metros contados do encana*
ment geral, de onde deve parnr o ramal para
o cooBomitfor, parte esla que ser cusa do
coatractante.
O eogenbeiro fiscal fizar, de accordo com o
caotraciaote, a tabella dos pregas para essas
obras por coota dos consumidores, deveude esta
tabella ser revista de 3 em 3 aaoos.
18. Nenbnm medidor poder ser assenta'o
oo reafeseotaao sem que primeiro teoba sino of-
ferecido pela inspectora do gaz. Essa atTengo
gratuita.
22 O consumo de gaz ser pago por mes
vencido, efectoando-se esse pagamento al o
oltimo dia oui do mez segninte. Na falla de
pagamento por parte do Estado, vencer o debi-
to juros i razio de 6 "(<, no primeiro anno, 8 ,
oo segundo, 10 *,<> oo lerceiro de demora, e ss-
sim cegoidameote. Na particular, o contactan-
te ter o direito de cortar a cammuoicagio do
gaz e s restabe:ecel-a qoando a divida Ibe for
paga com os competentes joros, a razo de 6
ao anno. Na falta de pagamento por parte do
nquilino responde o prcprleiarlo do predio.
23. Os medidores serio do systema mtrico,
contiooandc-se, porm, a osar os qoe existirem
asseotes na dala deste contracto, em qoaoto es-
tive'em em bom estado oo poderem ser repara-
dos. U consumidor livre de comprar o medi-
dor a qaem qoixer, inclusive ao contratante,
qoe oeste objecto exercer soa iadosiria em
llvre concurrencia com o mercado ; nao poder.
porm, o medor ser de om calibre superior ao
oomero de bicos de gsz qoe boover no predio,
nem ser assenUdo o* retirado por ootrem, qae
nao o coatractante.
24. A canalisago a partir do medidor e os
apparelnos da illominago correm por conta dos
consumidores (salvo da Illominago publica] 6
podem ser vendidos e asientes por qaem coo-
vier ao Cosimidor, inclusive o coofactante,
qoe nesse objecto exercer soa indostria livre-
mente.
25 Os consumidores 6o responsaveis pelo
pagamento do gax entrado em suas catas e|e.
correado a detpsza por coala daqoella dasdoas
partes que reclamar o exame. Se para o exa-
me for necessano a retirada do medidor, om
oul o ser provisoriamente iostallado por conta
da parte reclamante, se por accordo entre ellas
nao se asseotar em avahar o consumo oo inte-
im pelo numero de bicos. 0 medidor, sendo*
ma ppoorledade do coosumloor, se do exame.
CoDbecer-se a necessidade de soa sobsiltoigo
e nova despea corera por coala ao coaso-
midor.
27*. O consumidor jamis podor impedir ao
cootractaote o lagresso at o medidor, lauto
para a leliura da toarcagio como para entreter o
nivel d'agua nesse apparelbo.
28 Tanto o coatractante como e consumidor
sao respectivamente responsaveis perante os tn-
buoaes pela fraode qoe nuoluzren so me-
didor caoendo parle leeada accionar a outra
por rardaB e damnos.
2J O oonsomidor nao podar oen permitltr
adaptar ao uiednor apparelbo de oaloreza al-
guma com o carcter tixo e qoalqoer apparelbo
desse gene o so ser adaptado canalisagSo
depois de pasea to o medidor.
TITULO 6.*
Do contracto
31.* Doraale o praso do contracto prefelto mu-
nicipal nema Estado podero conceder nem per-
minir qoa uniros asseotem oa va publica tubos
para < ondueco de gaz de illamlnago, por aerees
ou subterrneos pa'a transporte de electrici ade
com apphcago llumioago publica oo particu-
lar, nem torvos, fioaocoeabs para transpeite de
sojeita a essa de. [qaa'qoer forga que possa ser applicada a illomi-
nago poblica oo particular, dentro da referida
area. salvo accordo amigavel com o coatra-
ctante.
33 Dorante o praso do coniraeto, o con-
rac ante dever ter sempre em seos dep-
sitos oo no port desia capital o carvo pre-
ciso para o fornecimeuto de gaz de om trimestre
e bem assim um apro\isiooameoto de tobos i a-a
de.envolvimento e sebstituico oa rede ge.
ral publica provavel em um trimestre. Com an
lecedcucia de seis meses o eogenheiro fiscal li-
Lxar essas qoanttdades a vigorar em cada exer
clcio.
35.* Para lodos os eff-itos lo presente contra
co sao nicos competentes os trlbuaaes do Es-
ado de Pernamboco.
TITULO 6."
Da uspecgo
37. Todas es obras que o cootractaote bouvej
de faser, qoer em augmento da canalisago pu-
blica, qoer na soa fabrica e dependencias sero
fiscalisadas pelo iospe tor, para qoe sejam fol-
ias rota a necessana segoranga e propriedade.
38. Cabe, outro sim, ao inspector decidir
quaes quesi68s que se soscire entre a em-
presa e os particulares, qoaoto ao fornecimento
de gaz e cootas de coosomo, ficando livre as
pa-ies recn.-as para na tribooaes.
39. No priocipio de cada trimestre o cJi,fa-
staoie remetiera ao inspector orna lisia do pe.--
soal de accededores com as suas respectivas
residencias e designagodos respectivos distri-
'lo em qae foocaonarem.
Qjalquer alierago oesia lisia deve ser imme-
diaumeoip commomcada a inspector.
Recife, 2o ds Jueh> de 1895.
A. n*bauo p. Mcnlenegro,
Director geral interino.
Secretaria da Industria
3.a DIRECTORA
Pasneio Publico 13 de Malo
EIDTAL
Para conhecimento dos interessados,
fafo publico que, estando o Governador
do Estado auctorisado pela lei n. 112
de 22 do mez p. findo, a despender at
a quantia de 500 contos com as ob as
do Passeio Publico 13 de Maio rece-
bem-se n'esta Directora, no dia 30
de Setembro vindouro, ao meio dia,
propostas para a construefo dessas
obras, de accordo com o plano do En-
genheiro Emilio Gustavo Beringer, con-
stante da memoria abaixo transcripta,
exceptuando-se duas tercas partes do
aterro que j se acham feitas e desa-
propriaco de casa para o jardineiro.
As propostas devem ser convenien-
temente selladas, entregues em car-
tas fechadas e conter em termos cla-
ros :
i. O preco pelo qual se pir>poem
os licitantes a executar as obras ;
2. Enderezo de sua residencia pro-
fissional;
3." Prova de idoneidade para dirigi-
rem e executarem as obras.
Havendo duas ou mais propostas em
igualdade de condicoes, ser prefirido
o concurrente que mclhores provas de
idoneidade offerecer.
Nao serao acceitas as propostas que
se resentirem das seguintes faltas :
As entradas do passeio sao em nomero da
cinco das qoaes duas oo entradas pnnclpsts
situadas as duas extremidades do passeio, a
primeira na ra na Aurora e 9 segunda oo en-
centro das roas D. Izab.-l e Hospicio.
As entradas secundaran sao para as roas d)
Hospicio, D. Iiabel e prolongameoto do da Sau-
dade.
Edital n. 9
inspectora geral de hygiene
Por esta secretaria aa faz puolico, qae,
de cooformidada com e diapoato no art.
44 do Regulamecto sanitario vigente s
p >dem vender iaedicameotcs e drogas as
pharmacias e drogarias; inc.rrendo o :n.
tractor na multa de 100$.
Secretaria da Ioape-toria Gferal da Hy-
gie-e do Estado de Pe.-nambuco, em 17
de Julho de 1695.
O secretario,
Apollinario da Irindade eira Heuri-
qi/es.
Secretaria da adiis-
tria
Teroera directora
Sjbstuolgo de madeiras de pootes
Edital :
"eio presente fago poblico qoe oo dia 27 de
correte ao meio oa, sero receidas nesla se-
crttaria propostas para subs'.itoigo oem. di
ras de que precarem as pootes do Estado nos
4'. e 5' distrietos.
As pfcoo888 devem ser coaveoieatemecte
selladas e comer eji termos claros:
I. 0 prego pelo qoal se propOem os licitantes
a coliocarem cada urna das pegas de ponte de
madeira de goses qualidades adoptadas nesta
directora, inclamdu deslocago das qoe teem
de ter eobstitoidas.
Ametra correte de corrimos ;
B-Prego de cada pilastra e pregoe de croze-
as 00 intermediarias:
CPrego do meiro correte de. vafos e contra
rasas.
Prgo do metro qoadrado de lastro (soa-
lno) ce ,uat8XO.O.
GPrego ao metro cubico de Viga ,m o*x
0,rx3U de secgo at 10 metros oe comprimena
to.
Fdem dem das mes as secgSes de mais
de 10 metros de comprimeoto.
G dem de contra vigas cbaposes e mos de
fo ga.
M-Dito de madres.
IDiio de emendan de estelos ale 6 metros de
compnmeoto <. 0,15X0.25 a O 30X0.30.
J.-reg de om esieio de 0.3(0.3 al 8 matros
de cot primelo.
KDito de dito de mais de 8 met-os
LDito de metro de loogartoa de 0,12,0,12 e
0,12,0.13.
2- Os locaes de soas residencias;
3* Provas de idoneidade profissiooal para di-
rigirem e executarem os irabalnos,
Hsveodo duas oo mais propostas em igual da.
de de condl'6es, s^r preferido o coocorreoie
qoe melhores provas de idoneidade offerecer.
Nao sero aceitas as propottas que se reseatl-
rem das segointes faltas:
1- As que r,> forem organisadas de accordo
com o presente edital;
S- As qae se bazearem sobre pregos de pro-
posta de o.tros concurrentes ;
3- As que forem fi-madas por pessoas que ti-
verem j deixado ue comprlr contractos cele-
brados com a exilada repartlgo de Obras ?u-
DUcas ;
4' As de coocorreoteB qae nao offeregam as
garaotias e qoalidades exigidas no presente
edital.
Cada proposta versar sobre as obras de cada
om dts distrietos a cootraciar e dever traxer
no involucro a declarago daqoella a qae se re-
ferir.
Nei.hama proposta ser aceita sem qae o pro-
ponente aprsente recibo qoe prove baver depo-
sitado na Tbesoararia a importancia de 500.
O propooeoie qoe tiver proposla escolbioa e
serecasar a assigoar o termo do contracto, per-
der o irelio a cango cima exigida.
As lotormagOes uos t'abalbos de qoe trata o
prosete edital, acbam se nesta repartlgo a
dieposigo dos proponeotes, qoe podero exa-
mnalas das 10 as 4 boras da tarde.
Este se' publicado pela lmprensa e atusado
oas portas da sala de audiencias e matrizes e
unde mala os cueles de dislricto jolgarem con-
ventedle.
A duragao do contracto ser at 16 de No-
vembro de 1895.
Recite. 15 de Julho de 1985.
Antonio Urbano Pase* Montenegro
____________^ director geral interiao
3.' Directora da Seeretaria da Industria
EDITAL
Para c3nhecmento dos interesados,
fajo publico que esta RepartijSo aceita
como praticante g atuito de desenlio, me-
nores de 13 a 20 annos de idade.
Reeife, 18 de Julho deJ1895.
A. Urbano P. Montenegro.
D.rector-geral-interino.
i. As que nao forem organisadas de
accordo com o presente edital.
2." As que se basearem em prefos de
outros concurrentes.
3. As que forem firmadas por pes-
soas que j tiveram deixado de com-
prir contractos ou promessas de con-
tractos celebrados com o extincta Re-
partico das Obras Publicas.
4.0 As que nao offerecerem as ga-
antias e qualidades exigidas no pre-
sente edital. *
Nenhuma proposta ser acceita sem
que o proponente aprsente recibo que
prove haver depositado, at a vespera,
na Thesouraria, a quantia dereis........
5;000$ooo e perder o direito de res-
tituico se, escolhida sua proposta,
recusar-se o proponente a assignar o
contracto respectivo.
As plantas das obras de que trata o
presente edital acham-se:
Em Pernambuco nesta Directora,
no Rio de Janeiro na typographia do
Sor nal do Commercio, em S. Paulo na
typographia que pubbicar o presente
edital.
Recife, 9 de julho de 1895.
A. Urbano P. Montenegro,
Director Geral interino.
llelhorameiitos
Passeio Publico 13 de Malo
Memoria dt-stru Uva .iprestntaJo pelo -"k-eobei-
ro Beringer om 1 de Jjlbo de 1878
O preseate pr.j'Cto tem por fim a (O^struc-
go em am dos quanet Oes d c iade do Reife,
am passeio pooiic.) de genero coobecido pelo
aome de-.I nnm loglez.
Os giaides jardios por lieos em Londres (S. <
multas veres de omina os os pulmOes da ci-
dade.
E' por ahi, realmente, que resoi a, tanto no
phyico comj no mor I. agrande ci ade.
E' ubi qj- o operario, depo s de ter deixado
so* ; t ,.d, vai-se reiemperar ; abi que o pen-
sador n) procurar a calma e o repouso nei es-
sario a meditago, abi qoe a mocidade pode
se entregar a s-us passattmpos, acostumar-s? a
tespeiiar a p*oprieoaue publica e instruir-te di-
ve'tindo-,-e.
E* abi em ima palavra o erante laboratorio
em que te purifica o ar das cidades populosas,
o que torna imiispensaveis os jardins inte-iores,
anda mesmo oo aeveudo elles ser freqoenta-
9t.
Como diz o S A'lbor HaaglB oa sua magni-
li.-d 1 b-a sonre 08 jar lina publico ama graode
cidade qae oo t-iu Jardins Faolicos nao vive ;
aquellas que oo t'-.n sotficiente vive o mal >.
Assim todas as cida .es coja sitoagae. com-
mercio cu inaostiia, gosam de um ceno reoome
oo lm exilado em entrar largamente nesta seo-
da, e a capital no B'iizil d, oeste mesmo mo-
mento, a prova do grande ioieresse qoe liga a
esta qoesto, i.e-tiaando om graode campo da
cilade a rr-ago de om jardim central.
um N\\v.Y .rk mesmo, onde as qoestOes utili-
taria pnmam soor. todas as oairaa ob memoros
da eJilidade acibarara por autonsar, por moti.
vos de eelobridade, a creago do passeio pobli.
co qae denom oa.se Ceutral Par:.
A cidade do H Me posoe j dous sqnares
ele^ai.tes, o primeiro no Campo das Princesas e
a segunda oa praga ao Conde a'Ea.
Elles servem para ornamentaren! e arejarem
as irsgas em qoe foram construidos, e off>re-
cem oo offeectro ao passeiador ama sombra e
om precioso lagar de repjoso.
Has seos beoeficios bygienicos oo podem se
esiender seno em om 1 pequea toa ; o pas.
seador qoe demora.se oelle, coQtiooa a ticar no
meio do rodo e da agitago da roa a moltido
oo eoconlra ani o espigo oeceseario ; a as grao,
des festas populares sao am impossiveis.
E' pois de toda oecessidade que sejam com-
pletados por om passeio mais imprtame.
O local pata este novo jardim se impoe por ei
mesmo ; elle os terrenos devofotos qoe ee es.
tendem por traz do Grmnasio e do P g j da As.
semblea Provincial aia roa do Hospicio.
Ficar assim 6apprlmido um augado de as.
pecio repognaole qoe oo se deve continuar a
tolerar no centro da cida >e.
Duse.ba ao Pago da As.-embvi e ao Gymna.
sio ama visiobaoga mais agrdate! e mais salo.
ore, um logar de recolbimento para o legisla,
dor, om lagar de distraego para o alomoc, e,
para os doos, aseas frescas e sombra espessa, o
trigos opacom* do velbo Horacio.
Em ootra occasio j foi apreseotado om pro-
jecto para transformar este local em passeio po-
blico ; o qoe acba-ae mencionado do ultimo re-
latarlo qae S. Ezc. o Sr. presidente da provincia
apreseotoo a Assembiea Provincial.
Mas sua superficie era modo diminuta para
om jardim de pavsagem 00 ingles.
O presente projecto aogmenta esta superficie
primitiva em um. larga proporgaem barmoaia
com as necessidades futuras da ciaade, recuan-
do, para este Um, os limites do lado do sol at
o camiobo de ferro de Oiioda.
Supprime alm disto, os caes primitivamente
p rojeados ao lado do Norte, e adopta clara-
meneos ijcos dos passeios cbamados Jardins
ioglezee com lagos, poatos de vista e outros
accesorios.
Os limites exactos do novo passeio sao, o faz
ver a planta, ao Norte o canil de sahlda das
agoas, ao Oeste a roa do Hospicio, ao Sol 1 roa
D. Iiabel sproveltando a primeira ilba desla
roa, a Leste o prcloaeamento da roa da Sao da
de.'o Gymoasio Provincial e a roa da Aorora.
lis e- limites deizsm, ao lado do Gjmoasio
Provincial, urna soperficie de 48.A50 destinada
a ser transformada em om jardim reseado es-
pecialmente para distraego e instruegj dos
alumnos do Gymoaslo.
A superficie total do novo passeio de......
13Ha,l3A.
Esta loperncie nao ezcessiva nem diminota.
Ella corresponde dpproximadameote a soper-
ficie dn Parque de Broxellas (UI.-V.'.A), co a
do Parqoe de Aovers* (121a); e om penco maior
que a do gracioso Pare de Maoceau de Pars
(9IA) ou o jardim de Bordiaux (10IA) ; e final
meoie excede muito de superficial do Jardim da
Estrella de Lisboa 61 A), e a de Natura, artis
aagistra de Amsterdam.
As po.tas fo destnbotdas de modo a permil-
tir qoe as pessott qoe moram oes arredores
poBsam atravessaro passeio sem graodes rodeinB
e gozar as-im da bospilalidade do passeio diri
gio4o-se a s u trabalbos 00 seas negocios.
Ob poriOes rao formados por graodes presa3
pilares de alveoana consiroidos dos lados.
EMes sao construidos de tal ma. eir qoe nada
faa obstacolo ao transporte das arvores e qae.
possam dar fcilmente franca passagem dot
carros.
E' com effeito mull cooveoleote conservar;
faco'dade de deixar circular es cairos de passeic
em certas roas do jardim, como seasspra'.ica na
maior parle dos parques pblicos orna dimi-
nuta retribuigo receblda dos carros de passeio.
compensar por demais, as despeas da conser-
vago do calgameoio.
Para o uso dos carros e em geral para a clr-
colago dos graodes gropos o projecto prev urx
caminno de circuito com 12 metros de largo-i
e om kilmetro e 200 metros de desenvolvlmentc
sem contar os camin.os de accesso.
Esla gran le arteria seeoe laoto quacto pos-
sivel o contorno do Jardim, mas deixando sem-
pre um algrete com grandes arvores entre o ca-
miobo e o moro, por jue oecessario qae cestas
espacies de jardins possa-se esqoecer ioteira-
mente a roa com seos ruidos e sent:i -se real
mente em ootro lugar.
Na parte septentrional o caminbo do circoito
centoroa om lago artificial.
Doas ootras grandes arterias destinadas inlei-
rameote a pessoai a p eompleUm a rede de
glande clrcolago; a primeira segu a parte so
do lago, e, na planta, val denominada por ave-
nida do Aqoarfi'm ; a segoada cnmmooica a
avenida do Aqoarium com o portio collocado
aa proximldade da roa 0. Iza bel.
Emm :amiobo8 de mejor largara estabele
cem commonicagCe8 eire as graodes arterias e
c. rtam o passeio em tapetes de verdura de di-
meniiOes convenientes.
No tragado de todo? estes caminbos foi ad-
optado, como oso, corvas de grandes raios li*
gando'se de modo qoe oo firam a vista.
Tambem foram adoptadas gran es largura?
oara os camiobos, para que a circulago ja-
mis Dossa ser embaragada. rre-mo no- mome-
los de graode anlmago, como por qoalqoer
festa 00polar, concert, fogos de artificio rega-
tis, 00 out-as que reuoam em algn lugares a
populago de moitos qoarteirOes da cidade.
As pequeoas veredas nao vio representadas
no deseobo, mas podem ser feitas ao mesmo
tempo qoe as aiterias principaes.
Creio dever baver muita prodeocia a este res*
pello, porqoe a moral e a deesocia sao oleres-
sartas aislo.
Segaiodo o costme da Ioglate-r poder4 ser
concedido ao poQlico, em determinados das
hvre tozo de om taboleiro de relva nos q aes o
publico possa livremente passeiar, aivenir'se a
seo goito.
0 lago artificial qoe ser c onico vestigio do
alagado actoal tem orna supera ie de 2 82'
i'omprebeadenlo oeste eomero a soperficie das
doas ilbas.
As Kgoas sero abi mantidas ao nivel das al-
tas mois pur meio de orna comporta collocada
por baixo da poate qce p6e em commonicago o
lag j com o caoal, qae ao norte limita o Jardim.
A mesma comporta permitltr renovar as
aguas todas as vezes que for neressario, e fran-
quear passagem as embarcagOes de passeio ou
de corrida qqe devem povoar o lago.
A menor oas duas Unas do lago nao ser liga-
da trra firme.
Esla ilba e destinada a servir de refogio aos
eeimaes aqnattcos. taes como cysoes, gneos,
patos, etc. qae aoimaram o lago.
A ("un dista pouer servir tambera como o fim
Coa passeios dos barqaeiros.
Na graode ilba estar o pavilto da msica.
Ao redorado pavtlbo naver orna praga 1 nen-
iada de tal maoeira que os soas da msica ebe-
gu-m fac.I lenle al a avenida do Aquarium.
D.versts camiobos cortaro a liba em diversos
midos, indo todos terminar oa praga oo u8
duas f.ooietinbas de commonicago.
Es'a disnosigo permute, gragas as doas pon-
teninbas que d3o accesso a lina, verificar sem
dtflicunaae as pessoas admittidas circolar,
squer ira'ese de orna reuoio official, 'qoer d
aiuama festa publica, dndose logar parce
pgo ue orna quantia qualquer.
A'm oso satisfaz urna necessidade para
monos pa-:eia lores, que, ooviodo a msica,
que-em ccoinuar a paeseiar.
Emfim. apiesenta om longo deseovolvimeato
de caminbos oes qoaes os passeadores podem
asistir commodamenle aos jogos nuticos, que
podero ser orgaoisados no lago.
Ao lado do Jardim do Gjmoasio ficoo reser-
dado um lagar para um jaraim boiaoi o.
Pens que iodo passeio poblico ser um jar-
dim de esiudos, isio qoe segaiodo o exem-
vlo do qua secomega a fazer geralmeate na Ea-
ropa, as qualidades das arvores e das planta*
sero as mais variadas qoe for possivel e coate-
rao loacripgOes Indicando seo nome scieotirico e
seo oome vulgar.
0 que chamo na planta mais particularmeme
Jardim bot ae certas plaatas especiaes, daqoellas que de-
vem estar em grupos, ou qae nao baja om outro
lugar conveaieaie.
A. soperfi.ie destinada a este jardim particu-
lar quasi de IIA.OO, superficie maior, de que
a do Jardim Botnico de Bordeaox.
A escolna do local foi feto de maneira a col-
locar este campo de estodos ao alcance imme*
diaio dos prufessores e dos alomos da Gyaa-
nasio, que podero por ah dirieir-se, qoer por
orna pona especial abrir no mura do proprio
Gvmnaslo, qoer pela parta puoia qoe para este
Om asoa'se pouca distancia do edificio.
Tambem esto representados no piado os lu-
garxs em que lem de ser collocados um Aqua-
marium*, om Pavllbo, om caf Restaaraot,
ama casa dos jardineiros, um mirante e orna es-
tatua mooomeutai.
Oalros qoeesquer edificios podero ser feitos
aa depois, sem qae baja diificuldade.
Os Aquanoos pblicos lendem a seespa-
Ihar de mais a mais, e o sea successo dos
ma:s proveitusos a eciencia e des mais legti-
mos.
O sabio abi encootra am lagar de observara a
e de e-ludo perfeitamente o-'gaoHado ; o bomem
do mando abi te lamiliarisa com os costomes
riada to pouco coobecidos dos diCfereotes se-
les, algumas vezes to my:tinosos, on to es-
ranhes qoe povoam nossos mar.-s oa nossos
nos.
O Aqaarium. qae acha-se projectado, com-
pCe-se de om eoitlcio principal, e de telbeiro
com tinques e de um reservator o d'agaa.
Espago Bufficieote ficoo reservado para o Ir
turo deseovolvlmvoto des as construcgOes.
O edificio principal, do qoal vai junto ao pre-
sente memorial am deseobo da fachada prin-
cipal, lem a forma de om chalet com doos pa-
viihOea salientes dos extremos reunidos por om
terrago coberto e orna solea com janellas de va-
rando.
O visitante, depois de ter circulado no trra*
go, atravessa um doa dous pavilbfss e acha-se
eoto em urna galera que se eslende em iodo o
compnmeoto di edificio.
Esta galetia ventilada aboadaotemeote pe-
las Yeoexiauas que se abrem para o lerraga e
para as duas fa-.es externas da galera.
Ella receba a luz pelos vidros collocadoe na
frente dos tanques que cooteem os diversos
aiimaes e que sao dispostos de modo qne a luz
t penetra na galera depois de ter atravessado
a sgaa dos tanques.
U espectador pode assim commodamenle as-
sentado em f-ente dos vidros, assistir a sen gos-
to as evolagOes dos seres curiosos de qoe se
costuma povoar osAqaanons: anemones, pol-
vos, caraogueijos, cavallos marlnhos, macropo-
des da China, etc.
Os tanques teem 1.-0O de altura sobre l.-OO
de largo e 1 .-30 de comprldo.
Algoas tem o comprimeoto duplo. Todos to
prvidos de lorneiras oe allmeatago e de es
goto e de canos de saogradouro.
A alimeutagao feila por meio de um reser-
valono o'agua construido de si venarla.
Os tanques, sendo independeotes uos dos ou-
tros, podem conter agua noce oa salgada.
Elles sao dispostos cooforme o lypo qoe foi
adoptado qoa tem dado muilo bom resultado no
Aquarium da elegante estago de baos de
Archors.
Os Aqoarioos da exposigo uoiversal de 1867
apreseutaram 00 seo inienor o aspecto de gro-
s com sulactues e etalagoaiies pelos proces-
aos doa S-s. Combei e Bitteocoort.
Esta disposigo de feliz effeito, mas exige,
para nao ser rldlcoio artistas esp cla's e ne-
cessita de grandes despezas de cooeervaco.
alm de ser de om costo moito alio.
Estas coosideragOes decidirij a rejeital-as e
a adoptar om lypo mais simples qoe v-se em
ooiros lugares como por exempio do jaralm da
aclimatago do bosque de Borgooba em Pars.
A.agoa depois de ter circulado nos tinques
de vidro, corre para os depsitos coostruidos
sob os (elbelros airaz do edificio principal.
Nestes depsitos cooservar-se-hi as reservas
dos pe.xes do Aqoarium ou os animaes aqoa-
icos de maito graodes dtmensOea para os tan-
qaes de vidro.
O pavilbo cojo deseobo tambem acompaoba o
presente memorial foi prejectado pelo typo mou-
rlsco.
Elle tem dez lados ci-camscriptos a um cir-
culo de dez metros de dimetro.
A sos coostrocgo de m.d-ira recortada, com
ornamentos em salieacla, tornando assim fcil
cooservago e pintado com vivas cores.
A escolna deste material de coostrocgo me foi
inspirada pela coosiderago de qoe em om paiz
que possoe as mais bellas maltas e as qoalidades
de madeira as mais vanadas e as mais raras, a
1.1 usi-ia da marceaaria e carpiuteria deve ser
animada e desenvolvida de maoeira a poder lu-
tar co aira a invaso. mullas vezes pouco iusiiS-
cada, de ferro.
A morada dos jardineiros ser co nico edifi-
cio ja existente e qua ser reunido ao jardim,
apreseotando una superficie sufnciente para este
desuno.
I'aa mirante feito de madeira de forma rustica,
abrigado dos raios do sol por urna cobena de
sap, elevar-Beoa em frente a entrada principal
da esquina das ras ae D. Isabel e do Hospi-
cio.
Este mirante permlttir ao paeseiante gosar da
vista dos arredores.
Em face da entrada principal da roa da Auro-
ra naver om laboleire circular qoe po .era ser
aproveitado para oelle collocar-se algam mona
meato histrico 00 symbolico.
Na proximidade da roa D. Isabel, um dos n-
gulos poaera ser concedido para a coostrocgo
ae om caf-reataorant.
U jardim formado de graodes canleiros com
planiagOes de arvores dispostas de modo a dei-
xar ciaros por onde o olbar dos passeiaaiea possa
descobrir pontos ae vista ao looge.
As direcgOes segundo as qoaes etes clares
-evem achar-se esto indicados na planta, por
liabas encarnadas puntuada*.
Assim, de alguna pontos da roa do Ha- di mo
aperceber-se-ba o mirante as doas pooteziuhas,
o paviinao.
Do mirante gosar-ae-ba da vista de urna parte
da ra da Aurora e do rio Capibaribe.
Oa massigos de arvores devem ser plantados
com grande cuidado e de maneira a fundlr-se
com a relva.
Eviia-se assim a (ransigo brusca qae vemos
muilo geraimente nos parques.
As diversas qualidades de arvores sero escr-
ibidas de maneira qae as foloas e os frocios pro-
duzam oppos gao de matizes.
acbos de flores de om vivo colorido Casenba-
rSo os contornos de cents massigos.
Nos l-.-gares mais vistos pianiar-se-ba gupos
de plantas de fclbagera ornamental.
Algans canteiroB de flores sero plantados as
proximidades dos logares mais freqoeotados.
Limi-o-me dois a assigaalar somante estes deta-
Ihes: elles devero ser estudados com o maior
cuidado quando cbegar a occas.o de fazer se as
plootag s.
As dilLarenles altaras do slo do jardim sao
indicadas, entre parentheses, no proprio plano.
Pareceu-me dever re.-t-ingi.--me, por causa Ca
grande quaotidade de aterro necessarlo, a o3o
dar ao passeio seca o movlmento de ierra in-
dispeosavel nara evitar a moooton-a.
A coia (ICO.xOO) corresponde ao nivel medio
das mares, !e Arsenal de Mannba.
As alias mares altioglndo a cota (10l,rx76) fo-
ram admbtti.ia8 como altara miaima para os
camiobos a cota qae corresponde as aoleiras das
casas da viainbanca.
Tres eminen:iaa dominara o jardim.
A mais alta a praga ao pavilho qae no cea-
tro fica a cota 104 iOT i.
Ao redor o terreno val se abaixando at o ni-
vel do 'ago.
A segoada eminencia a praga do mirante
qae esta cota (1.-3,07).
A terceira c local do auarium,a cota li az'j".
Entre o mirante e o qoarium estende-se urna
depresso que recoiha as agoas de cada om dos
lados e as escota por om Doeiro oo lago colloca
do atrs da casa dos jardineiros.
0 passeio ser cercado de ama pequea grade
de ferro, collocada sobre um maro de alverjana
de tijollcs com as jautas visiveis e com orna
cornija do cimento.
A altura do moro ser de ;i,m!0; afim de dei
zar ver, as pessoas qoe passarem, o aspecto de
verdora e algumas perspectiva do passeio.
As verbas disponiveis para as obras da cidade
parecem-me nao permittir pensar oa realisago
tmmediaia e completa do presente projecto
Mas, possivel, e creio ser urgente, determi-
nar desde logo o local exacto do jardim, regalar
suas principies dispusieres e tratar da execogSo
progressiva.
E' preciso evita-que om terreoo perfeilamente
apropnaio para a creago de am passeio pobli-
co seja ctiltsado para ootro fim, qoe fiqoe-se
mais larde na caotiogencia de aemolir quarte-
rdes ja edificados.
A maior deapeza e a mais inspensavel a
do aterro cojo volme eleva-sp, conforma mos-
trara ob perfis juntos a 213.'*'J01
Has, convm nao perur de vista que ja foi
decidido qoe o? alagados sobre os qoaes dever
se elevar o jardim sero atterradoa por meio
das escavag5R do pono, e qoe alm disto o vo-
lme de -13," j02, to soperior ao que oeces-
aitaria o aterro feito onieamente para a coos-
ruego tie casas : com eQeito, os diminutos mo-
timentos de ierra que foram calculados para
dar algoma varledade ao jardim sio mais que
compeosades pelo lago das regatas* unde o
terreuo fica ao nivel actoal.
Infelizmente a quantidade de areia conduzida
at boje iaUiraoeme insignificante, e parece
mesmo que algum lempo foi quasi completa-
mente aoandonado este servigo.
Neste momento a occasio a mais proprla
para obter-se sierros por barato prego, por-
que eeotindo o servigo do porto falta da con-
ductores a vapor para a areia extrahlda pelas
dragas, mostra-se aisposio a fazer c transpor-
te gratuito, se Ihe for foroecldo o material ne-
cessarlo.
Parece-me ser multo convealeote aprovei-
lar-se esta occasio porque mais tarde o nc me
rj dos coDduclorea a vapor estar augme. 1-
do, e nao ser mais posuvel ao servigo do tpo*
lo eocarregar-ae deste transporte por barco
impelimos a mo, stno pagaodo-se-ibe as des-
pesas doa conductores a vapor e da iripulagSo.
Admiiundo qae o volume transporta o oelo
servigo do porto at o passeio seja de jO, .u'
por da, o aterro por auno elevar-se-ba a 250
Xda ,150-'00=37.500,3, o seria necesBan
para lodo o aterro cinco ou seis anoos.
O prego do metro cnico se esiabeleceria da
maaeira segoiote:
Compra de sis canoas de viole to-
oeladas, necessarias para o transporte
alera das qae j Doesoe o servigo do
porto: 6x:500=l5:000V o aue d
por metro l.ooox
213,302l3=
Carga em carros, descarga regula-
riaagc=
Traosporte em carros a distancia
media de 200-=
Despezas geraes, beneficio etc
Total M
0700
400
seo
04750
UO
04850

Ao mesmo|;tempj qoe se fizar o aterro se
constroir o moro, a comporta, os portes e po-
der-se-ba comegar as plantsgOes.
Assim poder-se ba brevemente e econemica-
mente vlr a constror um passeio que posaa
ser franqueada a circolago publica.
Mais larde eniao a caoforzae 03 recoreos dia-
pjniveis poder-s3-fia completar o muro eolio*



G


C 3*
Diarlo de Pernambnco Terga*f>ira tS3 rite JnlliQ de 15Q5
ando cm gradil, instalar oaqoarium, o pavi-
hao etc.
Neatas cod icOes as despexas para crear o
col do oasaeio, crcalo coto um moro (com
altara sufli'i-.ote para poder supprir a falta do
gradil.) coaatrnir os poriea e a ponte de com-
pcrta destinada a mahier a agaa do meemo lo-
cal ser o segolO'e:
Aterro 213 Z)!"3 i #830 181:306*700
Moro 1187- a 20*000 23:540*000
PorlSea 8 a 800*000 4:000*000
Pome de comporta 10:000*0 0
Compra da caga do jarineiro 8:000*000
Imprevisto
226:816*700
28:153*300
235:000*00
Ne=ta importancia a despeza occasionada real-
mate pelo paselo publico r.ao eotra scoj
pela dimioota quaotia de cerca de 50 cootos,
porque a preeeote pnjecto, coao ja disse nao
augmenta o volme do aterro ja decidido pre-
ceden t. mente, e exige sOuente que o trabalbo
seja concluido dentro de cinco ou seis annoe,
em lugar de viole on trinta annos.
Seja como f'. a desoen aonual nao exce-
der termo medio de 42:500*000 SJOdo a des-
peza to al parlilbada eai seis annoa.
Esta quant'.a basta para a rpida creago de
um grande pas?eio que, mais tarde, e a pro-
porcio dos recnraos de que ge dispuxer, se aper-
fecoa- por meio de diversos aformoseamen-
to e cbegar ao ni?el dos passeioa pblicos
qoe as ooiras cldades importantes podem
servir de modelos.
Recite, em 1 ae Jolbo d- 1893.
O engenbeiro principal, Beringer.
O Preleilo do Momci.no do Recite, de coo-
formidade com o art. 4o da Lei n. 99 de 10 de
Juntio do crtente anuo, fa publica qoe organi-
aoo a sezniQ'e li-ta dos cidaio que teem pe
volar na eleifio de Governador e Vice-Goveroa-
do: no dia 7 de Detembao de 1895.
Freguezlade S. Jos
Antonio Mihirode Mello.
Adriano Francisco Tavares.
Antonio de Medeiros Carneiro da Cunba.
Avelino Barbosa de Lima.
Antonio SlmeSo Esteilita di Souza.
Antonio te Ameiua Ricello.
Amonio Hendes da Silva.
Ante ni" Jos Bitteociurt.
Alfredo Jos dos Aojos Castro.
Aannio Maxm.iano deAlbuquerque Santiago.
Antor.o Goi'bsrmd da Silva.
Antonio Pereira dos Arijos.
Antonio Barbo-a XiVier da Silva.
Antonio Ferreira de Lliveira.
Dr. Augusto Cesar Pereira Caldas.
Antonio Barbosa de Carvalbo.
Adriaoo Googalves da Rocha.
Alfredo Gabriel de Paula Lla>a.
Aludes Tolemino Nunes da Silva.
Antonio F-accisco de Agoiar Cardoso.
Aaionio Fer'eira de Castro.
Alexandre LMii Gusmao.
Aatoaio Lina Mirtios Rosas.
Amonio Carlos Borromeu dos Santos.
Antonio Lino da Silveira.
Alfredo da Cosa Rocha Carvalbo.
Andr Avelina Pe-eira dos Santos.
Antonio Alf- do de Oliveira.
AntODio Alfredo de Carvalbo.
Antonio Crrela dos S-.nios.
A to.io Jos Monteiro da Silva.
Aostinno los Defensor.
Aifredo Coelbo ae Maraes.
Aaostiobo lit dos Sdotoe.
Antonio Caoaido Baptista.
Ange'o da Hotta Andrade.
Antonio Peregrino de Mendonga.
Autooio do Kego Barros.
Ao'onio Jos Pereira.
Aasiriclinj Gomes de Souza.
Arthar Vaubier de Stuza.
Antonio Xavier da Sil'a.
Autoiio Atb nazio de Araojo.
Avelina Francisco de Sooza e Silva.
Aifreno Gomes Damaereno.
Affotso Pompilio Augusto Rodrigues.
Actcoio Pereira Bello.
Antuvio Fernaodes Beirix.
Antonio de Freitas Barbosa.
Anello Lopes Pe>eira.
Antonio Viqoito Dornellis.
Antonio da Silva Pessoa.
Acgesto do Reeo uavaleaote Silva.
Aiol,,ho Miguel da Costa.
Alfredo Augusto da S:lva Ribero.
Artbur Bessoni de Assis Campos.
Atoaio Soa-ea Pinio.
Antonio Doarte Torres.
Aoionio Gal lino da Silva.
Amonio Alve3 Garca Marbeca.
Antonio E. Caroeiro da Silva.
A jiunio Joajuim Fernandes da Silva.
Alexandrioo Uavalcaote de Albuqoerque,
Antonio Cardoso da Silva.
An'on'.o F-ancisco de Lima.
Amonio Domingos de Almeida Passoa.
Antonio Daa Alfredo Femaodes Duarle.
Antonio Primo oe Barbos Bandeira.
Alfredo Jof Aoeosio Ferreira.
Aleandrloo Joe Soarea.
Antonio Leoncio de Souza Barros.
Antonio Rodrigoes Vieira.
Antonio da Silva Jonior.
Alfredo Googalves Lages Mello.
Antonio Francisco Cordeiro Mergulbao.
Ausincliano Caroeiro Leo.
Antonio Soarea Telxeira.
Aaacelo da Silva Ramos.
Alberto Los Vletra do Conde.
Antonio Acacio Hendes.
Antonio Ferrsira da Conba Lagea.
Amonm Gregorio Chaves.
Ao'onlo Jos de Araojo Filho.
Assei.go Cardoso de Aibuqaerque.
Ausiricllaoo de Arroda Cmara.
Agosiiobn Gemloiaoo Pereira Santos.
ADtomo Jorge do Espirito Sanio.
Antonio Jorge da Silva Pontea.
A'tomo da Alegra Figueirea.
Antonio Joaqom da Silva.
Angelo Gomes aos Pasaos.
Antonio Americo do Moote Linii.
Antonio Soares de Carvalbo.
Antonio Benigno Mendonga Macdo.
Aotooio Leal de Castro Delgado.
Antonio Soarf s Machado.
Ant .ci Paula Accioly.
Alberto Cabello Branco.
Amonio de Mendonia Los.
Antonio Joaqom de Noaea.
Anonio Gomes de Sa.
Antonio dos Sanios Falco.
Alexandre dos Sanio* Selva.
Ap'ieio Ventura de Medeiroa.
Ap'igio IzidO'O da Silva.
Antonio de Araojo Ca-ta.
Aanra Tavares de Ca-mo.
AntODio Alfredo de Moreira Mendonga.
Aatooio Googalves e Silva.
Aquilino Elias do Nasclmeuto.
Adelino Augusto Pereira de Albuquerque.
Antonio Perera de Farias.
Antonio Manoel do Reg Barros Filho.
Antonio J s dos Sanios.
Amonio Manoel doReso Rarros.
Antonio de Sooza Mello.
Antonio Muni Pereira.
Antonio Xavier de Souza.
AotonlJ de Caftr < Duane Vieira.
Antonio Moniz Tavares.
Antonio Pereira d Sooza.
Aifredo Alvea da Silva Freir.
Antonio Tolenlioo de Figoiredo Lima.
Alfredo Vehoso da Silveira Lopes.
Adolpbo Antjcio Vieira.
Antonio Aquilino Pirra.
Augusto Jolio da Conba.
Antonio Joaqom Pereira.
Augusto 'oeloo de Njvaes.
A'jiuuio Mar'ioiano da Silva.
Alfredo Moreira Harys.
Alfredo Pereira Baceilar.
Antonio Vinar de Mendonga.
Antonio Theodoro de Aihuquerqe.
Antonio Marcellido dos Saolos.
Agostiobo Jos des S nt.s Jnior.
Augusto dae Gnagas Moote.
Alfredo Ildefonso Barbosa dos Reta.
Antn o da Silva Costa.
Ago-tinbo Jos Lourengo da Silva.
Antonio Amenco Ribeiro de Carvalbo.
Argemiro Antonio de Albuquerque.
Alfredo Francisco do Carmo.
Alf'edo Adolpbo de Barr:s Lima.
Jklipio de Almeida Fonaeca.
Antonio Aoguiio Xav.er da i-oa-eca.
AntODio Manoel Ferreira aos S^nioa.
Aioilioo Pereira Lemos.
Amonio Jaeoaio da Silva Moura.
Alfredo Leal Fe,reir.
Amonio MtriuOo Fjlco.
Aatooio Paolloo da Costa.
Augusto da Silva Nevea.
A-ii^aio Botillo do Reg Barros.
Amonio Jos Momeiro.
A' tomo Pavo de Vascoaceilos.
Aroulpbo Am: C. Souto Maior.
Amaro Lnureogo l^s ue Vaso-o-Ctl!03.
Antonio Pereira nos Res.
Aibluo Nunes da Silva Passaiiabo.
Alfrelo Pessoa Caodtdo daa COaga*.
Auton o Candi de Vascoocelios G:a.
Antonio Manoel rlones Branco.
Antonio de Castro Deigadc
Antonio Alomo Patricio.
Aotonio CaBiQoiro da Triodadr.
Amonio TViseira dos Santos Filbo.
Aolenio Pereira da Silva.
Amono Eustaquio de Melein.
Antonio Ceio Alves de Vsconcellos.
Alipio Moniz da Silva.
Artnur E-ae;to Barbosa de Aquino.
Antonio Diogo da Silva Aleocar.
Amonio uudlo de Sooza Ramos.
Dr. Aotonij Codoaldo u Souz
Antonio Ignacio de Alboquerqae.
A roci Mariano de S joz; Gouvia.
Ascengo Kranc 80 Albeirojiiorges.
Amouia Goncalv. a do- Santos.
An orno Olegario de AimeU* Lope.
Aute-o Vi'.Ultauo de Alooquerqo-i S^brelra.
Antonio llen-:que Chave do< Santos.
Antonio Joe de Abren Ribeirc.
Alfredo Das da Stlza Gaimaraes.
Antonio ''erciliaoo d Brr.s Mirllbo.
Augu to da Silva Ramos.
Antonio Pr-ii e'ioo na Silva Rasos.
Adolpbo CtHuj Pinb-TO.
Antouio Lmz du R go Brrelo.
AITonso F.iius oas Coagas.
Antonio Antonio Gooes de Siqusira Cava'can'.e.
Alftedo Pereira da Silva,
Ayguipno Jorge oe Sauz >
Autouio de Moraes H.oto Tar aroga-
Alfredo Raaalp io Teixelra dos Santos.
Arlbor Goocales aa A^ruda.
CootiuO
TIMO Mk IMBEL
TBRSA-FBIftA. 23 DE JLHO DE 1895
Grande Coupanlra Dramtica Italiana
SROR THEREZ4
Principiar as 8 horas
Bonda e trens para todaa as linhas mecos para Olinda.
Secretaria da Industria
3.* directora
Tendo aido reaciodido o contracto qoe
os S.-a. Silva GaamSo tS C, firmaram com
esta directora para coo;trucc3o do calc-
mento de largo da Bapoblica, m diedo
dose mil roetros qa^drudoa (!2m2,000)
fco publico que no dia 15 de Agosto a 1
hora da tarde recebem se propostea para
o taamo aervco.
As propostas devem aer conveniente sel- tana.
aaaa e couter em termos claros :
1." O pre9o pelo qual se propBsai oa
citautea a exeouUr metro qaadrado do
calamento.
2." Enderece de sua retidencia;
3.- Provea de idoe. 'ade para dirigiris
e ezecutarem as obras.
Haveodo duaa oa ma's propoataa em
igoaldade de condicSes ser preterido o
concurrente que me Inores pro vas de do-
neidade offerecer.
NSo aerSo acceitas aa propostai qoe ae
reaentirem daa aeguintes taitas :
1.a As rne ae baaearem em precos de
outroa concurrentes ;
2.a Aa qoe forera firmadas por peasoaa
que ti ver / j deixado de cumprir coa-
tractoa eelebradoa coma extiocta reparti-
55o re Otras Public-s :
3.a Aa qu3 dSo offerecerem 88 garantas
e qu-ilidades exigidas oo presente ediul.
Nenhuma proposta aera acceita aem que
o propoaente aprsente reeioo que prove
ha ver depositado oa thesouraria a qnantia
de 50O|$ a perder o direito de restituicao
ae, etcolbid sua proooat, reoaaar-ae o
prupooente a asaigaar o contracto respe-
ctivo.
Aa plaotaa daa obraa de que trata o
presente edital cham-ie neata repart^So
dispoaicSo dos propor^eutea, que poderlo
exam:na'-.i8 das 10 s 4 horas da tarde.
Recife, 17 de Julho de 1P>5
A. Urbano P.Montenegro
Secretaria da Industria
3" DIRECTORA
EDITAL
Para conhecimento dos interessados,
faeo publico que no dia 27 do correte,
at 1 hora da tarde, reesbem-se nesta re-
particao propostas para o calcamento da
ra Gervasio Pires, medindo 57l6ms. e
12 metros de galera de 2* classe.
As propoataa devem ser conveniente-
mente telladas entregues em cartas fecha*
das e conter em termos claros :
1. O preco pelo qual se propSem oa
licitantes a executar em metro quadrado
o calamento e metro corrate a galera
de 2* classe ;
2.* Endereco de sua residencia;
3.* Provaa de idoneidade precisa para
dirigirem e executarem a obra.
Havendo duas ou mais propostas em
ijjualdade de condic5es, sera preferido o
contratante que melhores provas de ido-
neidade offerecer.
Nao serSe acceitas as propostas que Be
resintirem das seguintes faltas :
1.' As que nao forem organisadas de
accordo com o presente edital ;
2.a As que ae baaearem em presos de
outro concurrente;
3.* As que forem firmadas por pessooa
que tiverem j deixado de cumprir con-
tractos ou promesBas de contractos, cela-
bradoa com a extincta Repartis^o das
Obras Publicas :
4.a As que nao offerecerem aa garan-
tas e qualidades exigidas no presente
edital.
Nenhuma propoata ser acceita, sem
que o pr ponente aprsente recibo que
prove haver depositado na Thesouraria
a quantia de 300$, e perder o direito de
restituigo si, escolhida sua proposta, re-
cuaar-ae o proponente a assignar o con-
tracto respectivo.
As plantas dar obras de que trata o
presente edital acham-se nesta reparti-
cSo disposica das proponentos, que po-
ero examiusl-as das 10 s 4 horas da
tarde.
Recife, 10 de Julho de 1895.
(Aasignado)
A. Urbano P. Montenegro,
Director geral interino.
Secretaria do Kst icb dos
Negocios d* Industria
Pernambuoo, 20 do Julho da 1895
Dj-ecorla J'en'ra! e de Con
tabllidade
O Seoretario interioo dos Negocioa da
Industria reaolve determinar que teuh-.m
cornejo, deatro do praao de um anno, a
ooaur acata data, e sob pena do caduci-
dade daa reapoctivaa ooacesaCes, oa tra-
balnos da fabrica de teoidos de licho, la
e sel* de JoSo Correia & C.a; da de
meiaa e linhas da Eduardo arlie Leigh e
Antouio Martina de Carvalbo e da Usina
da Companhia Industrial Assacareira.
Julio de M;llo Filho.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
A Illma. junta administrativa desta Santa Cara
em sesBaj oo dia 3 ao correte, recebe propo; -
us para a demolicao e reeaifl'acSo dos preoios
na. 2i e 28 a roa da Madre de D-us Irevoesia uo
Rec.l-, ao accoroo com as conaigoe.^ ibaixo
^ecia.adas e a plauta qu fe acha nesta stcrea
ra para ser exjOiioaaa pelos concorrenies :
Coudices
O contratante e oungaoo a deaolir os doos
preuios e levaciar tm, oe conoroiidae com a
puna, aproveilaodo ou nao os maleriaes aos
deicolidos, conforme for es pulado.
A nao fazer mod;ticcao alouia cas respec-
ta. 8 obras, sem que sejj de accordo com a Sa-
la Casa.
A empregar em todas as ponas de pavimento
leneo omDreiraae aUiraadecaniana de Lubsu
A empregar matenaes da meibor qnalidade.
A dar flaaor idneo, que aesigoe com o con-
tratante o contrato que tera lavrado neata secre-
preiendecte deveri execuar e faier en'.rega
da oDra deatro uo praio aeseis mezes.
O pagamento aa imporiaocia da oora aer-
reali.-ala eai prtsti'ces.mnraescoaoruie 0 aer
vico execoiado aur.nte o mez.
Secretarla da Santa Jisa ae Misericordia do
Recife, 22 de Jniibo de 1895.
O eeenvao
Jcs Honorio B. de Meoezes.
Hospital portuguez
DE
Beneficencia
Premio de \ irtutle
A junta aauiluis roiiva deeto nospital tendo de
a joaicar o premio de 50 l a bina ou tilDo, fa-
milia, natural aa ciJaae do Recife, qoe pelo seo
irabaibo hone-to tiver concurrido ifBcasmeme
para eusiea agao Ge seos p-is, oa assistioo a eea
pal ou mai tom verdadeira aeaica^n e amo
Qual, dorante donc,a erave e prolongada; pre
mo qoe foi) dor Antonio Joa de Magalba^s Boatos, chama as
COMPANHIA
DK SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Aberdeen
PosicSo financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.000
eceita annual:
De premios contra fogo 626.0000
Dejpremios sobre vidas 208.008
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwi William &Ln
Companhla \onii Brltisn & Mei
eantile e Insurance
Capita. subscripto 3,000,000 0- O*
Fundos accumulados 9,452,452, 18d 5'
RECEITA ANNUAL
De premios contra
Fogo 1.495.418 10- S
De premios sobre
divida 992.379 6* 1'
2.488.196. 12- lld
N; B.A reparticSo de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, nao
se responsabilisa pelas transacc,5es fei
\as pela de seguro sobre vidas.
Wilion. Sons & C.
Coropanhia Centro
Commerciai
Coovidamo os BrR accio-istaa dert comra
nhia a fazerem a sex a entrada de e-a capital
no B-incD ae PernamDuco, i r z i Ge 10 U/0 e
Jen'ro oo prazo de 30 tilas, contados de boje.
Macei, 7 deJuloode 18'5.
"'c directores
Tihurc.u Aive de Carvalbo.
Boaenin-a Aojorlm.
fedro de Almeiaa
Banco da Repblica do
Brazil
Paea-se o E dividendo das aecSes deste Ban-
co, relativo ao semestre veocilo ern 30 de Jucho
p-oximo finio, sendo 60(KJ por cada acc&o in
lefada e 3*000 pela qm t^m son ente 50 /-
real8ado ; nu escriptorio oe P-reira Carn eir. &
C, ra dn Coromercic n 6 1 aodar^
Recife, 15 ne Julno d- 1893.
Desinfeccaa
Pelo Dr. Jorn knacio Avna. r.ommisMrlo de
hygiene do i- distrelo saniurio fol cerliflradi
a dcsinTecco do 3- andar .o predio o. 72 da
ra do Qoelmado e t* andar do predio n 16 da
roa das Trincheras, por terem se manifestado
oeiiea casos de varila.
Secretarla da loaoectorla geral de hygieno rio
Eaado de Peroamhoco, en i7 de Jolbo de 1895-
Apoliaario da Trindade M. flenriqueF.
Secretar o.
Boyal Hnngarisn Sea ivigation
Company Adria Limited
O vapor buogaro
Saross
E' esperado de
Tnepte al o ca
de Julho, fe-
guiodo fenols da
ndlepen^avel de-
mora paraos per-
(08 da
Baha. Rio de Janeiro e
Santos
Para carga, passagens, encommendaa] a li-
obeiro a frele, trata-?e com
OS AGENTES
Henry Forster & C.
Roa do C mmer:!o n. 8
1- andar
rince Line of St^amers
James lnolt Xew-t'astle-cn-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-Unidos e o Brazil
E' esperado de corto de New-
York at o da 2 do correntu e
sabir depois da demora nece-
saria para a
Bahia, Rio de Janeiro e San-
tos
O VAPOR INGLEZ
Moorish Prince
Para carga e passaeens traase com os
Consignatarios
Johnston Pater e Comp.
Ra do Commercio n. 15
80CIEDADE
Refiaaria e Destila Pernambucana
Acham-se i dispcsii-o des Srs. accionistas, no
MaaoaV'qae""" jVi|w?""Do"ca"o"e coeorrr! escripiorio desia sociedade i roa do Commercio
^e se premio a apreseo.arem no prazo de 60 n H, o balanco e mais doenmentoa exigidos
oas contados desia nata, oa secretaria deete por le,, relativos ao anoo hado em 30 de Jonno
hospital, os rtocomentoa comprobatorios de sua
preiecjo, os quaes d tado, pronst&o idade e residencia ; e provar
serem oatoraes desia cidade e naverem preen-
chioo os requinioa exiRcos pelo estador, sendo
paiaesie flm lod.s eueavel umaexoosicaj dos
facios em que fondam sua '> Secretaria do Hjspital Ponegoex de Bentfl
cencia tm Pernambuco, 15 de Julho de 895.
Antonio Jos Marlios
Secretario.
prximo pavsado.
Recifd, 19 de Jolbo de 1895.
J. Gonca'.ves Pinto
Presdeme.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhla IMienix Pernanabu-
caua
BA DO COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
DECLAhCOES
Pede-se aos Senho-
res consummidores
me queiram fazer
pialquer communica-
go ou reclamaQao, se-
ja esta feita no escrip-
torio desta empreza
na do Imperador n.
5 5,onde tambem se r e-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigaes
Freir e Joaquina An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
desta empreza deye
rao ser passados em
talo carimbado e fir
mado pelo gerente-
em o que nao tero
valor alg-um.
Samuel Jones.
Gerente.
Companhia Santa The-
resa
Errpre?aria de airea e pal Cidade de Olloda
No caes da Uomoanhia Pernambucana, escrlp
torio do Sr. SebasllSo Lopes uimaraos, dlrec
tor e ihesooreiro da companhia, esto sendo
papos os joros das debemores no semestre ven
cido.O dirs:tor presideo'e
A. Pereira Slm6es.
Norddeutscher Lloyd
o VAPOR
Kronprinz Friedrich W'illielm
E' esperado da
Eo opa at o dia
S8 do correte,
>e seguir depols
"da necessana c.e-
7.____mora para a
Bahia, Rio de Janeiro
e Santos
Para
com o
passagens, carga, frele,
AGENTE
V. Neesen
Caes do Ramea n
etc., trata-se
Pacific Steam Davigtion m>
psny
STRAIT3 OF MAGELHAN LINE
O paqoee
O paquete Orelana
Espera-se do sol at o
dia 2 de Jubo e seguir
cepoi oa aemc:3 do cos-
tme para Liverpool cem
escala por
Lisboa e Plymouth
N. B.E?te v(,oi bwi tem accommodagCes
para paesageiros de2.a ciaste.
Para carea, passagens, encommendas e valores
trata- se com oa
AGENTES
Wllson, Sob 11, Limited
10RA DO COMMERCIO 10
i andar
LEILOES
Agente Mirara
Leilo
Ter^a-feira 23 do corrente
A'a l hoTo$
Xo armszerai ra 15 de So-
vembro n. 41
O agen'e aca>a, por mandado do Exm. Sr. Dr.
juiz sab'.iioto dos fjitos na f-zenda. lavar a
Inlao a casa tarrea a roa Icorerial o. 283, exe-
co^o contra EroiliLjO|Ferrf n Corado.
Agente Silveira
Leilo
De 3 Farros com ca' exi?tentes no estabeleci
nrenio o. 25 i ru^ do Vigario T--norio.
O Miau ser tffeauaao co arma-.em ra la
de Novembro n. 41.
O agenta acim-<, por mandado >lo Exm. Sr. Dr.
juix de direi'.o da fateada momcip->l, execufiao
aue move a mesma coatra Mnoel Lo es de Sa
& Comp.*
T>rca-feira, 23 do corrente
A's l\ horas
AG2ME SILVEIRA
Leilo
De um terreno
Terca-fei'?, 23 do corrente
\ A'S 11 HORAS
So armazem roa f de So-
vembro n 41
O agente cima, por mi-naado do Exm. Sr.
Dr. jtiz de direito da fa ra a leilo um terreno a roa do Qai, freguezia
de S. Jote, com 1 portao de madeira, 1 sala e 1
qoarto e i porta co oiio execuo contra E?a-
sisto M. oe C. Axevedo.___________________
Agente Silveira
Leilo
De 30 caixas com vinho do P-rto, marca
Adriano, existeoies no f s;abelecimento n. 6, no
largo do Corpo Santo.
Terca-feira, 23 lo co/rente
A'S 11 HORAS
So armazem n. 4i da ra fl&
de Novembro
O age'.ie cima, pr mandado do Exm. Sr. Dr.
juix de direito da f.zenda municipal, levara a
leilSo 30 caixas com vinho lo Ptrio njarca Adria-
no. execoc*o qoe move a mesma faxeada contra
Golmarea & Vleme.
COMPANHIA "TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
BU*. DO VIOA.B10 N. 1, 1. ANDAB
Directores
Bario de Souza Lefio
T homaaj. Comber.
Julio (Jear Paes Barretto.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Por esta secretaria ae declara qne no dia 25
do correle (quinta feira] ae lOnortg da n aoba
se fara pagamento a amas de crlacao, em orna
das alas da amiga casa dos rxposios.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 20 de Julho ue 1895.
O ie8Crivo
Jos Honorio B. ae Heneiea.
IBffim ZNSSANCS COVH
DE LONDRES
Estabelecida em i803
capital 1,100,000
(Rs S 4,000;000 SEGBA EDIFICIOS E MERCADOBIAS
CONTRA O FOGO
7AIXAS B A I XAS
PBOMPTO PAGAMENTO DE PREJDIZO
Sem descont
Agentes
BftOWKS G.
COMPANHIA
Progresso Coloeial
No escriptono desta companhia & ra do Com-
mercio o. 3i, 1' andar, acham-se a disposicao
dos Sr?, accionistas o balando e mala'documen-
tos exigidos por lei, relativos ao anno Ando em
30 de Jonbo prximo paspado.
Recife, i; de Jolbo de 1895.
J. Ooocalves Piolo
Presidente.
Destila^oes e resillares
Tendo sido designados para di-trlootcao do
imposto decretado no numero 24 tabella A do
ore ment em vigor, convidamos todos os In-
teressados, proprletanoa oe destilacOes e reetl-
la(6es situadas oeste municipio, inclusive aa dos
eegeobos de aasucsr, da^ fabricas de vnoos e
licores, etc., para urna reontao em oue ae trata-
r da rr'erlda distrlbulcao, na ra do Commer
co n. 34, na terca fera prxima, 23 rio correo
te. as 2 doras da tarde.
Recife 90 de Jolbo de 1695.
DestilacS) da Caponga
Pinto Ferreira* C.
Seguros Contra Fin
Rojal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL 00:000
Fundos accumulados L 80:080.
AGENTE
POLHMANN
4' a.-.
& C-
Arel..*, do

AG. e HE9P L. CAP. .
segredo e Amor da Ordem
De ordena do Pod. I-m \ Veo.-, cientfico
aos OObr.-. do Qoad.-. e 4s AAug.*. LLoj.*. do
Or.'. que asnosaaa seeses e con.-, ordlnariaa
serio celebradas se quartas f-iraa de cada se-
mana em o 2' andar do predio n. 15 da roa da
Ioperatrls.
Secretarla, 19 de Jaiba de 1695.
A. oeM. Cesta Oliveira.
Boyal Ma stsai nm\ wtw
O paquete
Magdalena
Espera-se dos portoa da Eu-
ropa ate o dia SS do corri-
ro segoirdo depois da asnnra
iodllepensavel nara
Babia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
N. b.Previne-ge aos Srs. recebedores de
mercadoriaa, que a Companhia Mala Real in,?l9-
Ca, contraetoo com aGenuat Steam Navega ion
pompanjum servico da vanores semanses %w
cartindo' de Bordeaux, Cognac, barente, devem
cnegar a Soothampton a lempo de Daldeareo as
largas destinadas a America do Sal para oa va-
dores desta cosapanhia.
Esta companhia acceita por precos rasoarele
para Valpaialso at Abril, passsageiroa com ust
destino por va de Buenos-Ayres e entrada dos
Andes. m___
Tambem aceita passagelros para Nevr-lork
a SoutDampton, por especial arraojo feito com
a Companhla Allemand Lloyd, podendo demara-
rem-se na Ecropa casi o desejarem.
BedaocSo dos presos das passagens
Ida Ida e volta
k Lisboa 1 classe 20 t 30
A'SonthampiCu : cese 28 4 RS
Camarotes reaarvados para os passagelroi de
Pernambuco.
Para carga, passagens, encommendas e di-
nheiro a frete, trata-ee com os
AGENTES
Amorim Irraos &; CX
N. 3Ros io Bom JaanaN. 3
mSBm beihis
Companhia Fraaceza
DE
BaTrgtfS* a vapor
Linfaa regular entre o Havre, Lie boa,
Peroambooo, Macei, Bahia, Rio de
Javeiro e Santos.
O rapor
Parahyba
COMMANDANTE LUCE
E' esperado da Europa
at o dia 8 de Agosto e
aesoira depois da demora
necessana para a
Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Rega-ee aos Srs. Importadores de carea asios
vapores desta llnba, queiram aoreaentar deD-
ro de 6 das, a contar do da descarga da al
vsrengas qoalqner reclamagao concernen! s vo-
lme! qoe por ventora tenham seeoido pira os
portoa do sol, adm de se poderem dar a tsmpo
as providencias necessarias.
Expirado o referido praso a companhia oio ss
sponsabllisa por extravos
Recebe carca: i tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Ra do Commercio9
Agente Silveira
Leilo
Terea-felra, 3 do corrente
A'S 11 HORAS
o armazem ra 15 de So-
?embro n. 41
O agente Silvtira, por maoaado do Exm. Sr.
Dr. juix de direito oa tazeoda mooicipal, levar
a leilo um terreno no logar denominado Gas,
freeuezia de S. Jos, eendo o diio terreno mo-
rado, con porto de madeira oa frenie, onde
existe orna meia agua, medindo 47 palmos de
frentes de tonco 158 palmos, execoco contra
Osear Deetebaox Soccessores.
~genteIjilvera
Leilo
De 10 barra com farioha de trigo, existentes no
armaiem da Compaobla de Panitlcaco
Terca-feira, 23 do corrente
A's 11 horas
NO ARMAZEM A' RA 15 DE NOVEMBRO
N. 41
O agente cima, por mandado do Exm. Sr
Dr. jais de direito da faxena municipal, levar
a leilo 10 barricas com farmha oe tr go, execo-
co cuntra Lemos & Selxas.
Alltl DliWd
Leilo
Do importante eetabeleciroento de calcados,
miudexas e qulnuilbarias sito ra da Iropera-
trix n. 3, constando de grande quantldade de
raleados de tedas as qoalidaaes, miudexas e
menos a armco, fl'.eiroa, cnrtelra. cofre e que
ticam no meemo estatele^imenio.
Quinta-eira, 25 do corrente
A'S 11 HORAS
No estabeleclmento sito roa da Imperatriz
n. 3
O agenie Oliveira. aouneado D^lo Sr. Manoel
Amonio Pereira de Atevedo, qu vai mudar de
negocio, levar a leno em diversos lotes todas
mercadoriaa existentes oo seu estabeiecimento
alodexas e calcados, cima meocioeado?.
AVISOS DIVERSOS
Manoel Bandeira Filho
Isabel Coottobo Torres Biodeira e seos filbes,
Monoel 1. Turres Bandeira, Francisco D. Paea
Brrelo e na molber. Augo-io Boa-Viagem, sua
mulher e filboa agradacem aos amigos e as ag-
socla(oee qoe se dignarsm acompanbar ae Cemi-
terio o corpo de seu presado esposo, pse, filho,
cuobado, irmo, coocuobado e to, Manoel Ban-
dei'a Filho ; e de novo coovidsm para asststl-
rem as mlssas do 7.* dia qne mandam diser i 23
do corrente, s 8 horas da manb, na matrix de
S. Jos.
>

(

i ii


mmmmmmmmmmmmmmtmmmmmmmmmmmmmm

\
;-

Diario de Pernambnco iTecrafeira ^3 de falli de 1805
loau da Cunta Brandao
Manoel da Cunta B';o esoa familia aerc-
decen a todas as ne-caj qoe scompaobaram i
ultima morada es teg:oa moriaes de seo estre
meciuo lilbo Jlo da Caoba L'raodao, e de aovo
cooidm os pareotea e amigos para assittirem
as micsas Ce st-timo da do eco pasaamea'o, que
ter logsr i a matrit n> Saoto Aotcoio sexta
elia 2b' do corteoie, a.- 8 Doras da manb, cod-
lesanao'Se desde ja ele i.meme agradecidos por
este acto de rt 1 iao e carldade
A socio aje i nao JiR^cUoouie dos p o-
fcesores manda c lebrar cma oiissa no dia 25
do correte, -i 7 boras, na tgieja do rooveoto
do Carmo do Recite, por sima "e fu coosocia
D. Amelia Angosta de Morrea Qaentbl, e para
assiatii-a coviua aos parate da tinada e aos
Collec>8.
t
Marcelino Ssntlai"-. V-scoocellos L. de A'bo-
qoerque, capitao H lao de A. Vasconcelloj,
lente Anunto Franjeo P. de AtDayde e al
feres Ildefonso Htc.rdo de A. Vascooceilos coo
vidarn teus parales e amigos 'esldenies ce.-ta
Ctdade, Da ciclase do ReClf* < o.inda, para as-
sisti.-em ana muta qce par aiaua de seu idola-
trado irmfto e pai e api-i Hii.-r o de A. Vascoo-
ceilos, maridam ceienar teiga fera 23 do cor-
rete, as 7 bora da nvoni, ua igreja da Mise
ricordia ea, Olinds, pelo vjncoso roDego Joao
Francisco rcuaues, mao'festaBdo-se esde ja
sommameoie -ratos a iodos por tste acto de
caridade e nljgiao.
Olinda. 31 de Jul::. de 1895.
f
O. tsahtldf 4lcm.ira Vuelta
Accioly
IJ;hi-a. das hn/e* Leal .Helia, seas Olbos,
netos, gearoM e ora, t-cdo receido a iefaosa
noticia do f.illecimeo o de soa prexaciissima 11
lna, irma, na e cutr-d?, Iaabel de Alcntara V.
Ac loly, fa'lecida a 2* de Jaobo tinao na comar-
ca de ialaiaj maooam celebrar miaras por soa
al^a a li ao corete, a- 7 1/2 ho.a' da ma
nb, no conveato ;.o Carmo des.a cldade, e pe-
dera seos parentes e ootras pesso?s de soas
relaf,es de a en zade, o ca'Mo.-o obsequio de
irerx. assisnr a eases actos de religiao e carida-
de. pelo qae attecipam a todos o sea sincero
agradecilo.
Tijolcs
Fabricarles ni fabrica .de Camarsgibe, dera-
penor qa'lidade, vende-se lo escriptorlo da
-'ompaobialadostriat Peraaoncana. ruado
Commercio o. 6. ______________________
Molduras
2/Para porta e janellas, forros da sala,
guarda-vestidos, lavatorios, quadros de
qualquer largura, de piubo, amarello, ou
qualquer outra madeira, na fabrica de
movis a vap r de Silv > Fernandes & C.
Deposito ra do Baro da Victoria
n. 49- ___________________________
Declarscao
Jos dos Samos Agolar, 1- uflicial do Tnesoo-
ro do Estado, deparando com ouuo de nome
goal, declara que de boje por uuoie assienar-
se ba Jas Symparooio ue guiar. Recite, 22
de Julha de 1895. _______________^_
tyend&se
Urca boa casa bi cldade deOod
de Taca-uua ; a tratar
n. 17, 3- andar.
. rna Barao
oo largo da Corpo Santo
Vendem se vaneas cnoulaa com crias, boa;
lelieiras ; na roa Vizconde de GoyaoBa, ootr'ora
Cotoveilo taveraa o. 45.
kluga-se
k grande casa e sitio no largo do MoBteiro n.
12, ju.'itj a eaiacao ; oa Camoda do Carmo nu-
mero 16._________________________________
fcmpregado
Ko boiel americauo a roa do Imperador o. 29,
tem nm hospede qae precisa cora urgencia ae
am mmeo de 14 a 15 annja para scompaobar
a;e o Rio Graode do Norte, por espaga de uta
anoo, garaDtindo bom ordeoado e toda a despesa
para a soa viagem, preferiado um qae saiba 1er
e is rever.
t
D. Isabel de alcntara Vllella
Accioly
A. G. de Gosmat. LjOo, cus tilbos e oeta coo-
vidam seos pareuies amibos para a.si.-tirem a
mise qce pelo repouoo e sua cuabada e t'a
Isabel de AlcanUr. Vilelia Accioly. mandam
reaar oo conven o dos religiosos carmelitas
degta ciaade, s 7 1/2 boras da maesa de 2i < e
Jalbo coren e e suradecem b qnantos se dieoa-
rem de prestar aseisttncia a esse acto.
t
amella Augusta de Horaen Quental
Joao Alt e lo Quental, Jalla Angosta A. Lima,
Antonio Aueus o de nveira Quecial, Iaabei Ac-
gasta CocetaDtina ae Ulive.ra Quental, Mara
Augusta Ciexeoiina Cardoio. Mina Rodrigues
Barbrza, Mana Amelia Perelra Cardoio, nlbos.
iraor, ncra esit'inba, tgrad^Ccm a lodosos
pareles e amigos d;. failecma o terem acempa-
nnado os restos mertacf de Arnelij Augusta de
Moraes Quental e ce novo os convidam para
assistir as mtssas qce por sua alma mandam ce-
lebrar na quiota-fr.irv, 26 do correle, as 7 horas
da maoba. no roovinto <'o Carreo.
Protesto em tempo
Os abaixo asaiep.adcs, berdeiros ao mo'gido
Aotcnio de Sa e Alboqaerqoe, teoao pausado
procurar&o a Acore de Sa e Albu^oerque para
raceber o que Ibes toca oa beraoca de seo boa-
do pal o retcrido morgado, vem pelo preeenle
cessar os poderes da mesma procu-aco, a qual
tica desie ) ee.m effrito. e protestar contra
qualqu-r acto que por ventura praticar o mes
mo Aadt de Sa e AlCoquerque, depots da pre-
se' te decla'ra').
Tigip 20 ae Julbo ce 1895.
A regj de I-ioa Aouuoei: da de 84 e Albuquer-
que,Firmioo Baga Jnior.
Antonio Julio de Sa albuQUerque.
Antonio do Monte Teizeira.
Aos mercieires
Massa de tcate e-pe.: al a 1*400 o kilo, na
roa de Hartas ns t"._______________________
Preeisa-se de um por-
tuguez para tratar de vac-
cas, a ra ds S. Cealo
p. 29.___________________
Empregados para tele-
phones
CONDigES
1.Saber montar e desmontrar appare-
lhos telephonifos mxime os cen-
tres das EstajSes.
2.Saber 1er, escrever e contar e ter
alguma pratica de coDstruc$3es de
trabalhos exteriores as EstagGes.
3.Ser preferivel solteiros podendo
tambem ser casado.
NOTAas propostas deverSo ser feitas
em cartas fechadas e remettidas a Em-
presa Telephcnica de Cear ou a seus pro-
prietarios Pamplona, IrmSos &c C1
CearaCaixa do Correio n. 31._______
Precisa-se ae umabta
cosinheira, com urgen-
cia a tratar na ra da
Soledade n. 82 A,
Caixas de msica
Importantes modellos novos.
Secretarias proprias para presentes.
Becebeu a Relojoaria David ra do
Cabugn. 14 desde 1500000 a 4001000.
Grande sorniento
Cosinheira
Preciaa-se de coeicbeua ; na rna das Nym-
pbas o. 14 A.
Plvora
De todas as quali ades
em barhs e em latinhas ven-
de-se no eFcriptorio do Per-
nambuco Powdei Factory.
Ra do Commercio n. 6.
Duas jovens em conflicto
NO THEATRO
De repen e oovio se grande rumor nos cama
rotes da l* ordem, era erando conflicto entre
duasjoveos: ataques, choro, mato, morre, api-
tos, o diibo emtim tbega a polica, iodaea do
f co e rica sbeodo que nnbam ido a vias de
faci, D. Elvira e D. Ueaoveva; verificada a
rao-a, tinba ratao D. Elvira.
Eslava indignada, furiosa mesmo, D. Genove-
va, com sua amura e compRnoeira de camarote
pelo faco de ver que todas as peesoaa que esta-
vam bo tbeatre, olaavam sOmeote para sua ami-
ka e nao p ra ella, indignada cuse : nao por
sua booita cara Elvira, e esle sea liado vestiuo
qae est cbamaodo a aitetgao de todos' um
se'.iio de urna bonita pbautaila o lao cbique.
que. ;eodo o meo de seda, oseo realza muro
ruis qoe elie e o que m^io me contraria vot
oio querer dizer me a toja onde comproo a ja-
zenda de seu vestido
Eltira, contrariada, d ua a gargalbada sarcae-
t'ca p diz : para qoe nao leis os aonuucios das
lojS?para que nao passeas no commercio ?
ora Sra. D. Genoveva, ou'.-o cfficlo, qando eo
sopponba que a sua raiva era por cansa do pri-
mo Juca, vem a Sra. dizer que t&o tmente por
que meo vestido multo bunio e que sendo de
(hmtazia realca mais qae osen cendo de t Ja
e porque eu nao qniz dizer a Sra. a Iota onde
conD'ti. E' o caso, nao somos nada neste
mundo.
Sra. O. Genoveva tenba joizo, nao venba para
o tbeatro dar nm espectculo deste, e quando
qoizer comprar qualquer 'azenda ue tJa ou
pnaotazia de muito ^osto, va rna do Crespo
n 1S. lo-ji Estrellas da America, que, nao
encontrar nm liodo e vanado sortimeuto de L-
zendas fioas e modas e bom com amenidade no
tralo, agrado, slocendade na medida e precos
Commodos.
D. Genoveva reqner verbalmente ao commissa-
rio que Ibe mande D. Elvira dar por escripto o
numero da loja, o nome oa ra, o da (aienda de
sea vestido, o prego e bem assim o nome de
todas as uieodas que ella vio na loja rebrida'
o qoe foi deferi-lo.
Estrellas VAmeriea
*g fll-Roa 1 de arfo 1
Anliga do Crespo
MAKEb & LIMA
Agrado a todos, pbaotazia em tecido de gorge-
rao. 1100 o covado.
Soobel com ttgo, pbaotazia, lilOO o covado.
p,- v. pbaotazia de salpicos de Metras e lavra-
das, lJOO o c vado
Sedas de o-es, Vaidozas.
Ditas de ditas. Suspiros qae vo e vem.
Cachemiras de corea, Bouibardelo.
Pbaotazia, Sirandinba.
Lia com lisiras de t:a, AJelaide.
Ditas idem idem idem, Elvira.
Ditas idem idem idem. Meracu.
Cachemira de Las com salpicos, Os 3 Jacars.
wdas, padrOea noves. As aogras.
Dita tecido gorguro, Hei de amar-te at morrer.
Cachemira preta de cores, Nao quero amores.
Merino preto para botinas.
Dito caf para habito.
Grande sortimento de merino pretos e lavrados*
Velbotioa de todas as odres.
Grande sortimento cambraias bordadas.
Cortes de vestido braoco bordados, 184000.
Vestidos de cartee, bordados sia.
Luida phiotana. Beijos de amor.
Ficns de U i 204000.
Pf itilbos de inbo tizos e bordados.
Pannos da crochet para sof e cad tiras.
Camisas bordadas para noivos.
Camisas brancas e de c6 es.
Vestuarios para baptisados.
Sobretodo de urna e doas vistas.
Flanella lisa e de liatas.
Cbali-s pretos.
Cortinados de ca-xPraiae de crochet para camas.
Cortinados para janella.
Mantilha* de tela de (ores e-pretss.
Ditas de algodao de cores e preta.
Camisas de i para bomem.
Ccrbertse, colchas e cobertores.
Bitos americano', 2*500 um.
Bieta encrnala e azul.
Lindis-imas casemira de cures para homma
tost especial.
Cortes de fostQes braoco e de corea para colele
Atoalbado de Itabo e de algodlo. t
Henno da co-ta para mesa.
Seraolas elsticas.
Bramantes de linao e de algcdao.
Lindes padroes de crep para coberta.
Crep preto.
Merm preto lavrado, U800 o covado.
Las com salpicos de leda, Canntnba verde.
Seda de nsira, Albayde.
PaletotB folbade teda.
C- misas de meia com lietras de cores.
Cacbemiras pretas cem salpicos de cores, Abre
a porta Sinba.
Linos, de qoadro e de salpicos.
Cacbiuet de eda de cores.
Veiiu nlho de cores.
Sara de todas as cores. %
Sorguro preto, diversos presos.
Set'm de todas as cores.
Buffalo.
Merino da China, USOO a pega-
Cretone de barra um metro de largura.
Cassa pabusta fina, 403 ris o covado.
Dita dita, 200 tela o covado.
Cnua perfeua, 240 ris o covado.
E multas ontras fasendas qoe impoeaivel
descrever.
RUADOCBESPO-12 >
Estrellas dAmerica
PARS
[ 6, Rut de Mirengo
e em todaa u
IPharmaclisdoBrazll.
SNDALO BRETONNEAU
CONTBi. I
BLERNORIHAOIA
e toda aa
lOUSTUSd; BEIlCi
Estmago,
Anemia.
Edita e Fotqo,
**-**5t-
O MESMO
FEiilOSIKOSO.
deH5flflae
... dUorosls, Pobreza do Sangue, Debilidade,
ljnpMtis tVra. SI at 1*. Ka* tMeM* Riaiaaaaaw
'III
MESMO
to.
PHOSPHiTiDO
SAINT-RAPHAEL

wm
s$&
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
luinte, do sabor encllente, aaais efficaz para as
uessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
HrJB^#/ pessoas debilitadas ao qu< u.-. ^.. ~b*
fC*%A^ Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestia jo estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencic .; este Vinho rocotn-
mendado s pessoas j idosas, s jovens, mulheres
e s criancas.
**u DErfIDrFR'AKCK
ft UCENCIA IOS PELA .JPBCTOB1A ;EBAL DE HTOIMK DE RIO DE JANEIRtt
Aperientes, Estomacbicos, Purgativos, Depurativos
Contra a I'alta de appotlte, a Obstmcco, a nxaujueca, i- Vertlg-enf
as CoDCestSes, etc. Dote ordinaria: 4, z a 3 graos.
p Descoofiar Jas falslcac-cs. Exigir o rotuio juuto tmpresso em francez
Um PAXIZ. Pbr rmaola LBBOV o em toda aa Ptoamicia*v
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aa ja m I al U A v i'>''lllor alimento para as crianzas de tenra idade.
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REMEDIOS
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Populares em Franca, Anu-rica, HetpAoha.
tu coloni, no Brasil, aonde tfto aulortado*
plo 0>BaeUio d* Hyaricaav
Vomitorio Le Roy
ltimamente empregado como prepa-
racAo para o uso do Purgaata.
Purgantes Le Roy
T. JONES
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DE PERFUIURU INGLES
OXT'-.a-FINA
VICTORIA ESSENCE
prtame mala delicioso do mundo,
tena granoc colleccAo de extractos parto lasco
da mana qnalldade.
LA JUVENIL!
o Man mistura calmlca alajma, pan* Malo,
nTlstrel.
ork*r txnw
CuaJiWiiii em todos oa climas; tna enaalo
ssssooatrar^ soa superlorldade sobre os outros
am. TOUOADOR
Yomea s Rffai^ania Ki-wX^ roam
piOMtnraa de Inaeclos.
IUXIR 7 FAiT* CtHOKTI
eBUMclo u mdUco e toolcc BraaqM
gatea e tor"ca-3 qnglTae.
%%, BoalOT*r da. nagiiii.
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Pino
Veode-se um novo com capa,
lernas, roa Imperial o. (3 loja
cadeira e lan-
Bom emprego de capital
Preciaa-se de aocio tapltalista para urna in-
dustria nacional ja bem pocaminbada, qae rea-
de mais de 30 % de lacros lquidos.
Para informac&ea com o Sr. major Francisco
Lvido deCarvalbo roa do Qoeimado n. 60 1.*
ander. das 9 da manbi 5 da tarde..
Ama
Preci3a-se de urna ama para coelnbar. a roa
Visconde de Pelotas, aniiea ArfgSo n. 27.
Criado
Precisa-se de nm criado copeiro
Aovo n. 130.
no Camiobo
Homem casado
Natural dease Estado de cor branca, com nu-
merosa (?mili?, sabenao ler, escrever e coa-
tar era baixa escala coatomado a viajar para
os cem os desee Estado e em ontros visiobos,
abendo eucadernar e fabricar caixas de pape-
lao offerecese 33 pobiiC) mediante o jornal de
50CU diarica para desempacar qualquer in-
cumbeacia do qae cima co dito, fe ser pro-
corado cesta redaccao por cbamados escriptos
com as Inlclaes A. B. S. __.
CosiJjheira
Precis'-38 de orna coalobelra qoe abooe a sua
conducta ; na roa da Imperatrix n. 9, 1' andar,
paga-se bem._____________
Precisa-se Ce urna ma para cssa de peqoena
familia ; Ba roa Daqua de Casias n. 16.
MobiJia
Vende-se ana mubilia nova de Jacaranda ; a
tratar oa roa Daqae de URtoe n 60. terceiro
andar.
Vende-se
Urna mobllia de Jacaranda na roa di Palma
n. 67._____________________________________
^illZflKilllllJIlllillllC
i
Criado
Precisa-se de oroqa*' eiten
C sa : Da roa do Hospicio n. H.
ser vico de
mt noticia explicativa enro/re caos garran
Piflag Le Hoy
rita js'-idoi coDlorm i Uaii.
Sdo propiio para ojnalojaer doenoa.
Urna noticia expllatua '.nvolre cada garrafa.
:i
CttrsVi n'.euBatfo tfj '-madioi llquidoi.
I jslitav tnvtlTi cala Irtsce.
e>| e i ..cautelar-ae das ialsiicafSea
RECUSAR
ejualqaer Producto ca aje lsrar e eatde>-
reao ti rtaraatU COTTII (tan te LE NT
vi, Ra lelee, si en *.
DBPOaiTOS BM T*-S AS PUAUUl.'::t?7
Ama
PrecUa-se de ama ama para eogomnar; a
ra lar n roa da Matrii da Boa Vista n. 18, ae-
goudo aDdar.
Armat^o de amarello
Veode-se orna esplendida armagao de ama-
relio propria para n ercearh, faxeadas, loucas
e ooiroa ramos de negocio o tratar a roa do
Bom Jesusa. 38 loja.
Co8Bheiro
De nm vente nrrcisa te & roa do Commercio
44 io P y^itndn 19._______________________
Cal liraiica c Yir-
foin de lasua-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, Sfcodo a unc9
exploradora de cal oran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores q e nao
tem suecursaes nem
agencias, n'est a cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu arnazem do caes do
Apollo n. 73.
SIROP
duK
irritaco ao pone
Tosse
Expeotorago
Insomnias
Neuralgias
Dores ^
I Pars 28. ru Benjre.
Criado ou copeiro
Precisa se de om ; na roa de Paveando' nome-
ro <8.
Cosinheira
Preciss-ie de cma qoe dorma em r;si dos
patroee roa do Hosolcion. 14.
Sementes de Horalicas
Ckegadas taoje
Completo sortimento
Roa estrella do Rosario n. 9
Pogas alendes C.
DELAGRENIER f
DBt PAR % .
- as/le a asa tama mlnrtal e '**\
f asesas* sMeec/s cena ti
' I BB0NCHITE8^'ppHNFLUE1ZA i
A t ai taitsato dt PeiU de Carfuu.
*. Sem opto, morpblna nem co-
<} delna, ai receitado com cr,
', ptimo xito e segurao^a
i. a crtancaa padecendo
a. Tosse taan Mrf n
&*.,
iC80HtUICMI
^ende-se
Doas ca^as estrad: do 4rrcial, tendo a pri-
aii'a 5 qua-t is. 3 alas, despensa e rosos,
co om pequeo sitio ; a segunda rom 3 qoar-
i s, J salas cosioba e om pequeo sitio ; o
lotivo da ven a se dir ao comprodor; a tratar
pi-rtar.a Loxitaoa oa es'rasa do Arraial, com
' oeIho.___________________________________
(vosiheiro perito
Admitte-se por contrato om co inbeiro qoe d
o8" relereorias de soa conuocta e babilitacces
le sua arte, pira una c;sa de peutao freqoen-
tada pela me'bj' scciedad, n5o ?6 "eB'a capital
Domo do estrangeiro, earanie-se bom ordenado :
a tratar oa roa 15 de Novembro d. 40, das 11 a
a boras da tarde.__________________________
Fabrica de arelo
gnas e limonadas gasosss de
tsd s as qualidades
Boda water, ginger, ale, limSo laraoja,
aaraoo, sbacaxia, granndina, groaeaa
franboiaaa, baonilba, hortelS p i menta etc
etc.
X2ACAES DO CAP1BARBI 1A
i LUZ 1
1 DIAMANTE, I
LONGKAN & KARTINEZ, Z
Jj NEW YORK. J
Livre de Exploso, Fumaca Mo Cheto asr
ea BD
i A venda em tocos os ~
armazems de seceos e mo
^"aMiinncianii______
JST.
asa de comimisses e repre-
sentaQes
EXPOSICAO
GaA.'Tai.JOOOOS 3S
de innmeras fabiicas de todos os paizes da Europa e
das duas Americas, le Ja espacie de mercadorias. de
cachinas e de materia prima.
Deposito do afamado REOL tCM o melhor des
afectante conhecido.
Deposito da bem conhecida cODONTINA o
Dr. H. Rirted.
Limiaf pal aipaettna e N/fiene Imparte f tniil.
CAPSULAS de SNDALO CITRIN:
de Savaresse
rn|iraoiB alausa sala eftleas ooatra aa
MOLESTIAS SECRETAS
So que os famosos Capsulas sss Urna esjaa (om lasSroeeOee ooanleiaa pese trtr-ento) cura geraimenle dentro i
WTAMB, V, esa MTrOOl, JF>ijr, UcaCMMM df I
____________________aaroaiToe to isa am fmucipaks paasnacue.






s
Diario de Pernambuco Ter^a-feira Z3 de luilio de 1895

I
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Mante-n sempre a sua popu-
lariilade. Cautela com as
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LOJA E ARMAZEM
DAS
ESTRELLAS
Grande liquidacao de tazo odas para acabar do?
si
A saber:
seguintes artigos
ESPECIFiroS DE
Eugenio Marques de Oollanda
Salsa, caroba e nianac-Cura to-
das as molestias da pelle, rheumalismos agudos
ou chromcos, todas as aleccOes de origem sy-
philitica, escrfulas, ulceras, bobas, darthros Z
ropgens.
Pimas de velaminaCombaetm as
prises do venlre, as eochiquecas e sao depura-
tivas e reguladoras.
Elixir de imberibinaRestabelece os
dyspepticos, facilita as digesies e promove s
defecaeao.
Vinho de annaz ferrufinoso e
quinado fara os chloro-anernicos, debela
a poemya intertropical, reconstitue os bydropi-
cop, ben Dericos e r-onvnlescentes. -
Xaropc de flor de arueira e mu
tambaMuito recoromendado na bronchite,
na hemoptise e as tos es agudas ou ckronica?,
na influenza e asthma.
Xarorte de niulung e llores de
larangeiras ontra msomnias, nevrose
cardiaca, hysterismos, clicas hepticas, tosses
nervosas, asihma, coqueluche e convulsOes das
enancas.
Vinho de cacao, pepfona e lacto
pbosphatu de cal, quinado Contra o
racnitismo das enancas, deseovoivendo-ns, rea-
nimando o organismo ; faz recuperar as forja?
perdidas por molestias prolongadas e anemia.
Estes e outros preparados do (Ilustre chimico
continuara a ser fabricados somente no sen afa-
mado Laboratorio ra Visconde do Rio Brao-
co, d. 12. Capital Federa!.
Cuidado com as imitacoes
Vendem-se as Pharmacias e Drogaras deste
Estado e no Deposito geral ao Largo da Compa-
nia Pernambucana n. 6, 1. andar, Escriptorio
de Josa Musumbo.
Carne verde a 700 re. o kilo
Venden os ebutso assigoados, carne de pri-
meira qoalidaoe, dos talhis da roa Mrquez du
Herval e. 17 e 2. e Camoda do Carmo n i.
Este prego scffrer alteraco par. mas o
para menos, sempre fe accordo com os prego-
do gado n? lei-a-.
Recife, 18 de liaio de 1893.
Fiaia Lima & C
Ccstureira
Precisa se de orna costoreira para ronpas
brancas : no Camintio Wovo n. 110.______^_
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequea?
porces applica-se ventosas seccas e
sarjadas ; na ra das J-arangeiras n. i
Em lempo
A o publico e s familias
ladapolo HOCO a pe',.
ti:iioao a 3f e 4< a pega.
Crriuni-s para vestido a 240 e 2C0 ris.
argelina diagonal de cor 100 ris.
Zfladapolao para forro, bom, a 140 ris a
vi>ra.
ColMTiorfN de la a UOO oto.
(Jiros e Atas a 200 e 4' 0 ris o metro,
linlias e colcbetes e preparos, da-se de graga
a qot-m comprar oro vestido.
Sedas para notva a 600 e 800 ris o cevado.
Grande e assombroso surtimeoto de toda- as
faieodas em geral e qoe se veDdem eem limite
de pregoa do
Grande Oriente
LOJA DE DUAS PORTAS, RA DO CAB'-A'
FOLHETIM
51
a nal 99 loa
POR
:::::: :::::::
X3LT
CONFIDENCIAS
(Continuaefio)
Veio a noite ; o rio illuminou-se.
Mlhare8 de barcos desciam e subiam
lentamente, ebeios de lanternas.
Vieram logo es bateis da corte, mais
largos, mais bellos que as outras embar-
caces, tanetades de seda, illuminados por
enormes lanternas redondas de gaza ou de
vidro de cor, erabandeirados em arco.
Viam se, luz clara e doce das illu-
minaces, mulherea graciosas, debaixo de
magnificas oarraaaa, esiendidas em coiins
voluptuosos, rindo ao lado dos principes,
que Ibes diziam rail loucuraa.
As anas toilettes fulguraran. Grandes
serpentea luminosas dancavam n'agua, o
rio* todo era como urna grande serpete
de luz.
Na parta maic larga, junte a ribancei-
raa talhadas era ampbitbeatro, tinham ai-
do collocados fogos da artificio am jan-
gada.
Esperava-se a corte.
Urna multidao inmensa e ruidosa,
cheia de alegra, perambulava as praiaa,
olkando a faata.
Fuatoes lindiasimas corea de lS'200 a 4OO reia o covado.
Madspolao amerieaDo moito largo de 180000 a peca por 8t$C0).
Dito para r iva a 455C0 a pega.
Algodlocinho americano 5S )00, 7 Cretones ingieres claros e esooroa a 300. 400 e 500 rs.
Brins de cores lindos pidroes a 600 e 800 rs. o covado.
Setim de cores a 800 rs. o covado.
Sedas cbaa-tlotadaB Ikdos deaeobos de -1850O e 1$500.
Leq j-e "de gaae e de aetim a 58000, 6AOO0 e 8>000.
M ias croas para bomem a 750OO e 108000.
Ditas crasa para senhora a 120OCO e 151000.
Collarinhos de lipbo diversos formatos a 60OGO a duaia.
Etamices brancos rendados com toque de mofo a 600 e 800 rs. o ClVdot
Bretaoba de linho, fina a 10300 vara.
Merinos pretos lia e de c.rs a 1S4'0, 16000 e 20OCO.
Ditos de ce es de 10200 a 240 rs. o covado.
Organdys a Poirpadour a 400 e 500 ra.
Cortes de caiimiraa para <-;-1 ;hs a 6000*) e 100000.
Lamase para bomem a 4S{5000 a diizia,
Espartanos finos a 70OCO, 80000 e 98000 um.
Sergf-lim de todas a coro* 240Jrs. o covado.
Casemira preta diagonal de 800U e 100000 o 30000 e40)
Cheviot preto pora IS de 7SOOO a 30500 rs. o covado.
Mantudas de seda crome com toque de m< i > a 10000 um!
QmardaOf poa de blgedBo para cha a 3001*0 a duaia
Casemiraa de cores a 4$0JO e 55000 o covado.
L'ivas de seda, ccrea diversaa a 100 re. o par.
Plisc a 200 ra. o metro.
Roba de cretones de corea a 61000 um.
Crepoos hndissimas cores de 28500 a 1>5 W 2 largaras.
Sedas escoBseasB finissimaa de 50COO a 20000 o covi.de.
Ditas pretas lavradas a '0500 c covado.
Sureh de cores a 18500 o covado.
Cobertores americanos a 18500 am.
Lencos brancos c m bordados de corea a 5S000 a duaia.
Bnm brsnco poro liohon. 5 e 6 a 3gOOO o 30200 a vara.
Voilea fraocetei a 200 rs. o covado.
C minas de meias para bomem a 10000 omi.
Ganga adamascada a 2C0 rs. o covado.
'alUrioboa cellaloid a 300 rs. um.
D fri de lho bordaoj para s nhorai a 500.
Co-tes de Liov.n pra vestido rinitsmos de 458000 a 158000 !!
Ditos Ce cachemira bordaio a rea de 800000 a 258000 e 300000.
Lis eicossezas e out.-os padrSea a 320 e 400 ra. o covado.
Plomas e aigreres a 18500 e 2f C00.
Brim americano bonitos pasrSes a 500 e 600 ti. o covado.
Dito perdo de 18200 a 500 rs. o covado,
C*cbemir de IS para invern de 48000 a 18000 o covado.
Colchas bracees e de cores a 30000
Fianel as encarnadas com desenhos pretos a 5C0 rs. o covado.
Ficbna, sahidaa de oailes a 10003 um.
PustSea brancos com deseohoi de "orea de 18500 a 800 rs. o covado.
Lencos de setmetai de oorea a 200 ra.
Caetones fraocezs clarse escures de 18000 a 600 rs. o covado.
Ditos unas para cobertas a 600 e 700 ra o cevado.
to.-lhadrs para me?a ds 580OO a 20500.
Tapecaria
Tapetts de coco para forro de salla a 18800 a jarda.
dem de juta a 28500.
dem de ale-tifa a 203(10.
Esleirs brancas linas a 20500-
Idem di corea tinas a 3S000.
Capachoa de coco psra entrada de salla de 08000 a 120000.
Graode quantid.de de retalhos 'e 12, seda, oretone, etc, ele.
56 e 58 Ra Duque de Caxias 56 e

58
iLiPHii i m
rUNSiPAQ BBBAL
LLAN PTERSON S G
44--RUA D BARA0 0 DTR1UMPH0-44
Machinas a vapor.
Moendas.
Rodas d'agua.
Taixas fundidas e
Tsixas bitidas
Arados.
batidas.
sem crava^ao.
espectadores, uns em p, outros senta-
dos ou deitados, tinham lanternas e par-
ticipavam da illuminacao.
Nao faltavans toneis de sak ; rolavam
do alto das encastas, no meio de gritos e
risadas.
Alguos cahiam n'agua, e entSo era urna
comedia para suspendel-os; maitos iam
ao fundo, o que nao obstava que toda a
gente se embriagaste.
Fid-Yeri assistia festa disfarcado.
Suba com o principa de Nagato, n'um
pequeo barco aombrio, remado por dous
horneas em p.
A voz clara das cantoras de lendas na-
cionaes fazia-se ouvir, acompanhada palo
biva eu pelo setnsin. Passavam orebestras
abafando com as suas msicas a doce can-
cao feminina.
De repente explodiram fogos de artifi-
cio ; corriam foguetes em todas as di-
reccoes ; gyrandolas derramavam chuvas
de estrellas, urnas aps outras, sem in-
terrup9&o, enebendo de fumarada o es-
Paco*
Erara ailvos, crepitacSes, irradiacSds
continuas.
A barca em que estava Fid Yori cru-
zou com a de sua mai Yodogimi.
A princeza destacava-se n'uma toilette
resplandecente ; seu barco estava comple-
tamente tapetado de brocados de ouro ; o
toldo de set.m cor de purpura trazia
grandes peroles nos ngulos.
0 general Harounaga, inteiramente be-
bado, ria escandalosamente, -'estendido
nos coxins.
O siogoun voltou o rosto. A barca pas-
sou. Fid-Yori anda ouvio aa ezplosSes
de riso do soldado-r*
O princip^-wMagato scismava, todo
embebido na"'conl!amplas5o dos renexos
da laz na agua ; pareca ver palpitarem
braza*, pedrariaa, cbammas de metas em
De repente, estranbano o silencio que
o rodeava no batel, ergueu a vista para
Fid-Yori; a physionomia de siogoun ex-
prima urna tristeza profunda.
Nagato examinou e alguna instantes,
vendo-o olhar as embarcases que passa-
vam.
Que procurar elle ? pensou.
Evidentemente Fid-Yori procurava al-
guem ; de vez em quando buspirava.
Senbor, disse, emfim, Yvakoura, o
povo inteiro esta em festa. Pensei que
s houvesse tristeza no meu coraco, mas
agora vejo que tambem soffres.
Com effsito, disse Fid-Yori, eu de-
via estar alegre ; mas, a ti nao receio
mostrar-me tal qual sou. Meu amigo,
nada pode curar a ferJa moral que me
tortura. O reino esta era pdz, certo,
mas me cera$&o...
Dize, entao, o que teng, principe
amado, tornou Nagato. Lembra-te de
que prometteste confiar-me os teus se-
gredos.
Ha muito que o desejo fazer ; mas
nlo sei que estrauho pudor ra'o prohibe ;
parecia me que o sentimiento, cruel e doce,
que eu pela primeara vez experimentava,
devia ser confiado primeiramente a quem
o inspirou...
Estas apaixonado, meu amigo, eu
bem o desconfiava. Mas porque soffres
com esse amor ?
A que me ama salvou-me a vida ;
apenas vi-a urna vez, chama-se Omit,
todo que sei della.
Pobre principe exclamou Nagate;
a porque nao a procuraste ?
Ah...
Sabes a que classe ella pertenee ?
E' urna rapariga nobre, dase Fid-
Yori ; sua linguagem, sena modos, m'o
re velara m; mas fosee ella embira de
dasse reprovada, sarja minba mulher, .
GRAXTDE
HOTEL C6MMERCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, sob a direccao de seu hbil proprietano MA-
NUEL GA RG1"A, a auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em serja
nico sem competencia nesta capital, ja pelo esmerado gosto de sua archite^tura a
altura interna, j pela promptidao e aceie do servijo culinario aduaneiro, ja tam-
bera pela posiyo hygienica do]seu edificio.
Depoia de innmeras transforma;5es por que tem passado este Hotel, coiseguio
afinal o seu incancavel proprietario offerecer hoje urna bospedagem que duve ser
referida pelos Ilustres viajantes.
OSPEDARIAS de l1 e 2a clases relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, ond podem ser realisados jantares e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
APERJTIY08
POR SE MANGER. SalpicSes, ostras, lagostins, salchichas, etc., pexes em
latas, queijos flamengos, suissos e do sertao, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ADECA
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordaaux, Porto, Vermout
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a ase boira, odos xecebi-
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importacao, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos, que vende as melbores condicSes do mareado e precossem competencia.
GRANDE HOTEL C0MMKR01LA
EMLLSAO VERMFUGA
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PHAMIaCETICO
TITLASO niL E.CG-LA SE 1SEJICIUA E miWAL l ll\L
APPROVADA PELA INSPECTORA DE ..YGIENE
Esta Emutsao faz expellir completamente em poucas heras os vermes
tinaes, conhecidos vulgarmente cm o nome de lombrigas. Tem vantage n
os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de nao ser preciso purgan-
tes depoie de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pel-s crean9as
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do oexcellente preparado de Manoel
Cerdoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos jomaos de maior circulacao, attee-
tam a efficacia.
DepositoR
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va &. C., ra do Mrquez de Olinda
n. 23,
Pkarmacia Martina, ra Duque de
ax iaa n. 88 .
Pharmacia Oriental, a ra Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do
Biao da Victoria d. 14.
I'harmacia Virgilio Lopes,rua Larg
6 Boairjo n. 31 __________^__
AUeneao
intes-
sobre
de
sem repugnancia. Em sua composico nao entram substancias mneraes que
mandem de cuidado ou prejdiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sopa. Criancas colheres das de cha. Deve ser
tomada pela manh bem cedo, pora
agua adorada.
Preco 1/2 vidro
1 <
Duzia de 1/2
< 1 c
DEPOSITO GERAL
19Praqa Maciel Pinheiro19
sopa
ou misturada com caf, leite, ou mejmo com
15000
25000
10OO0
205000
Pharmacia Ferreir\
PERNAMBUCO
15 Roa Viscodedel&Vmu
(Antiga do Am\
O prop'ietario desta n > *'
ment chama a attencao dos f
rosos freguzes e das Eimas uilin r
o esplendido sortimento de ilisai i^s
Bramantes de puro lmho, Bretanhas, Es-
guioes, grandes atoalhados e guardana-
pos, toalhas p ra rosto tudo adamascado
e de puro linho, lencos do cambra:a de
linho finissimo ; boa rccasiSo para os
Srs. noivos adquiriram um fino e bello
enx val em roupas de I nho por precos
que imposaivel ser btelos em outra qual-
que- casa.
Nesta casa slem de um bom sorti-
mento de f zendas finas, ha sem pe gran-
de deposito de camisas, ceroulas, punhos,
collarichos e camisas para meninos de
todas as idades.
Madeiras de construc^ao e
n ateriaes para edificaba o
A Compaohia Eiploradcra -Je Prou:tcs Cal-
csreos. vende em teo armaxem do raes do Apel-
lo n. 73 :
Madeiras para ropat-nrc5o.
Cal branca oe jagnaiibe.
Cal preta.
Cal virgtm para assncar.
Tijollos de ladnlbo e cerntunr.s.
Tijnllos refractarles.
Pedras de camarla para scleiras, etc.
Para familia
Alega se nm commodo a cma peioena fami-
lia : a tratar Da rva oe Hortas o. 66,1- andar,
das i horas da larde em dlao'e.
E' A DESCOBERTA DO
ELIXIR M- MORATO
PROPAGADO POR |
D GARLOS
Elle cura toda a s jphilis.
Elle cura o rheumatismo.
Elle cura a asthma.
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Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR MORATO. pro-
pagado por
X5 CJLDFLaLaOS
Santa Casa
A
DEPOSITO EM PERNAMBUCO
06 DOGiS E PRODUCTOS CHUCOS
Ra Mrquez de Oliuda 24
Vamos procural-a juntos, disse Na-
gato.
Agora mesmo eu procurava-a no
meio dessa multidSo.
Cada emb.rcaco que passa faz pulsar
meu corac&o estranhamente.
Ella habitar em Osaka ? pergantou
Nagato. ,
Creio que sim, disse Fid-Yori.
Entao com certeza veio festa. Mo-
ja alguma deixou-se ficar hoje em casa.
E foi por isso que eu vim.
Vejamos, traca-me em poucas pala-
vras o seu retrato, diss Nagato.
E' pequea, de olhos grandes e tem
um arzinho de crianza ; toda ella de
urna graca infinita ; seu sorriso lenabra
urna or orralhada...
O retrato nao esta l muito bam
feito, disse rindo Yvakoura, mas nao im-
porta, procuremos ; rectificars os erros
que eu commetter.
Mandaram os bateleiros remar depressa
e percorrer toda a parte do rio sulcada
por embarcacoes iluminadas.
O leve barco poz-se a desusar como
urna andorinha. la e vinha de urna mar-
gem ontra sem parar.
Nenhuma embarcac&o escapava ao
olhar dos doua amigos, maa as suas inves-
tigacoes eram infructferas.
Chama-se Omiti; nao sabes nada
mais ? tornou Nagato.
Nada. Creio entretanto que a fa-
milia della pertenee aos meus ioimigos.
Revelando-me a existencia da conspira-
cao, ella recusou-ae dizer-me os autores.
Ah 1 exclamo de repente Nagato ;
olka aquella rapariga, nao ser ella T
Nunca vi olhos tao bonitos.
Fid-Yori voltou-ae rpidamente.
Qeal I Estas me debicando. Aquella
tem es labios grossos e o nariz chato.
Ah 1 desculpa, fez Nagato ; de Un-
ge pareca ama bella rapariga.
A embarcac&o que os conduzis. chegou
ao ponto em que o rio alargava-se e onde
03 fog-s de artificio costumavam a ex-
plodir.
Por sua vez Fid-Yori soltou um grito.
Atravz de am clarao de fogo parecra-
lhe deacobrir Omiti; nao havi. duvida,
era ella.
La! l 1 dizia elle ; atraca a em-
barcacao ; depressa !
Os remadores viraram de bordo preci-
pitadamente. Mas era preciso fazer urna
volta ; as grandes baleas que tiaziam r>s
fogos de artificio impediam a pnssagem.
Fid-Yori perder de vista a rapariga,
cuja physionomia elle apenas entrevira.
Nao sabia da cCr, nem do numero das
lanternas do barco em que elle passara.
Ilavia nesse ponto urna agglomeracab tSo
grande que era impossivei mover-ae.
Fid Yori tremia de emoejio.
-^ Perdemol-a, dizia elle, depois de es
perarmos tanto I
Nao viste de que lado a o barco ?
perguntou Yvakoara.
Parece-me que suba o rjo.
Bem, dirijamo-nos por ah: nZo
possivel que elle se af as tasa a t&o depressa.
Havemos de a encontrar.
Fid-Yori tornou coragem.
O joven siogoun debrucava-se na amu-
rada e olhava anoiosamente.
Algumas pessoas o reconheceram.
Grande numero de princezas da corte,
senheres, chafes do exercito, 'lassaram
perto delle.
Iam tambem ana mSi e o general Ha-
rounaga ; mas afio apparecia i. que elle
procurava.
Assim vamos muito depr ;ssa, ob-
servou.
Veltaram e tornaram a subir.
Pergonta-se aos membros e mor^ooics qoal a
razao de (6 este rsiabeler-imeoto oao levar em
basta poblira o fo'necimeoto de maierlaes ?
preferindo antes comprar parilcolarmeote.
Aos Srs. correspondentes
Cbamamos soa atteocao na roa prm> ;ri or-
gaoisacao para divisao ee classe. oao esqofcer
que ba manas casas as roas Livrameotc, De-
que de C xiss, Rangel e Marques de Oltoda. qae
recebem conslgnacOes cooros, mllno, l-'jao e ootros productos e qae
nada panana oe impcfto. H ja, pola, providen-
ciar no sentido de serem eiles co'eu-plad. do
referido imposto
E' exacto
Qoe o A-ara es Da pooia e precisa de om
cauelro de 10 <5 armos.
Ao commereio
Maroel Forlooto de Soosa, teo^o comprado a
tavema eos Srs. Sin Oes a C. cita a rna Mar-
qof z 1o Herval n. 96, livre e dpseuibaracada de
qoaiquer ooos. faz sciente ao r ublico e ennecia!-
ueoie ao commereio para do caso da slgnem ce
idear prejodicado reclamar do praso de 3 das,
e bode este praso oo se respocaabiliso por qaa-
qoer debito qoe possa annarecer.
R*clfe, 19 deJnlhode 1895.
Grande expsito de Coraes
53-Ra Baro da Victoria-53
RAPHAEL AjLOMBA & C. '
De paasagem pela primeira vex por este Esta-
do resolveram expor em rasa do Sr. Lolz Ver-
net o frraode sortimento quj posfuem oao 6
pela verdadelra qaalidade como modecldade
dos precos.
Ssia expo*ic2o ser dorante 8 das das 9 ho-
ras "o dia s 8 da nrn'.e,
53Ra Baro da Victoria- 53 '*
moa
rar l adiante, na passagem das embar-
C895e8.
De que lado ? perguntou Nagato.
Do lado da cidade alta ; do lado do
mar nao ha habitacSes nobres.
Esperaram em vio ; o mysterioso barco
nao apparecea ; descera o rio, dirigindo-
se para o lado dos suburbios.
Fid-Yori desanimado entrou no pala-
cio. O principe de Nagato consolava-o.
Ests bem certo de que a viste ? per-
gantou elle.
Certissimo exclamou Fid-Yori.
Nunca mais pude esquecer os traeos de
seu rosto.
Ent-, para longe a tristeza, disse o
principe. J adiantaste alguma cousa,
pois que agora tena a certeza de que ella
reside nesta cidade. Havemos de a en-
contrar. Dars outra festa e ella ir.
Tena razao, mea amigo, disse Fid-
Yori ; tu me auxiliars, nao assim?
Revolveremos toda a cidade. Ella ser
minba mulher, e entao a vida, que tem.
sido para mim cheia de tristezas e de-
cepcoes, comec.ar a sorrir-me. E' pre-
ciso que logo desde manhS ponhamo-nos-
em campo, antes que se organise nova
festa ; estudaremos a cidade, quarteirao
por quarte:ro.
AhM dste-me coragem,
calma.
restituiste-me a
A esperanca illuminava os olhos do jo-
ven siogoun ; um sorriso entreabra sena
labioa.
De repente urna nuvem passou em sua
frente.
\
V
[Contina.)
Est quaai terminada a festa, excla- -. :. \---------k-------a. o.i.a a.9
de repate Fid-Yori. Vamos eape- Typ. 2W. ra Duque da flaxtaf, U
*
i

-