Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16735


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Full Text
AMOLXXI
Domingo 91 de ti n I lio de 1SOS
UlUHERO 1G4L
REDACTORES AXTOXIO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
PBOPBISB&BS BE MAKeSL P3TCFSXIte& Bl .F&&1.& & VILSOS
WTTRUVIO PIXTO BAXDEIRA E ACCIOEI DE VA9COXCELLOS o MAXOEL ARO
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezes achantados.
Por um anno adiantado
Numero avulso do mesmo da.
83000
(5000
30000
100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE POBLICAgOES NA FRAN-
gA E INGLATERRA <
Os Srs Mayence Favre & C/J* residentes em Pars18 rae de
i
La Grartge Batelire

PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .
Por um anno adiantado .
Por trimestre vencido....
Numero avulso de lias anteriores.
161500
33000
9#000
1200
Telegrammas
:::-::: mmm do biabii
Rio de Janeiro, 19 de Julho as
10 horss da noite (recebido na estacao a
meia noite e entregue hontem)
O cruzador Quinze de Novembro
set^ue para llha da Trindade.
Foram transferidos :
Da Alfandega desse Estado para o The-
souro Federal, como 1/ cscripturario An-
tonio Leonardo de Menezes Amorim, e
como 3.- Luiz Elesbo de Miranda : para
a Alfandega de Santos como i> escritu-
rario Anronio Borges da Fonseca; e para
a Alfandega do Para como 3.' cscriptura-
rio Joo Andr Backer.
- ^oram nomeados:
Para a Alfandega desse Estado, Manoel
'/pherino dos Santos, confcrente : Anto-
nio da Silva Pesoa, I.' cscripturario ; Fe'
lippe Lopes Netto, ->.*; Joo Manoel d*A-
raujo e Costa Jnior, 5.a
A taxa cambial fechou a li dinhci
ro por ijjooo.
Madrid, 19 de Julbo.
Ha n-ticias de que foram os revoltosos
de Cuba derrotados crn Bayama.
Nesse combate, em que commandava
em pessoa ornarechal Martnez Campos o
exercito hespanhol, foram victimas Anto-
nio MacC-o e o general hespanhol Santo
Gilde.
Sophia, 19 de Julho,
Succumbio afinal o ex-ministro Stn-
buloutT aos ferimentoa que recebera no
ataque traicoeiro, de que fra alvo.
Rio de Janeiro, 19 de Julho, as.
lo horas e 3o minutos da noite (rece-
bido na estacao s 11 horas e 40 minutos
e entregue hontem).
Felizmente acaba de concluir-se o in-
querito sobre as notas falsas do valor de
5oooo descoceras na fronteira do Rio
Grande e Uruguay.
Esto presos os prineipaes falsificado-
res ; o mandante Frankl'in Vaz Ferreira
em Montevideo, e o lythographo Francis-
co Bionsset em Barcelona.
Foi aberto aqui o ioquerito sobre of
Realisou-se a elei$a > para Senador na
vaga d > Dr. SaldanhaJMarinho.
Com excepcSo de 7 freguezias, j
conhecido o resultado da votaco obtida
pelos candidatos ; e o eeguinte '
Dr. Lopea Trova 2630; Dr. Bezerra
de Menezes 1502; Dr. Andrade Figuei-
ra 992 ; e ou'ros menos votados*
J n5o duvidosa a eleicSo do pri-
meiro.
Hou-e grande abstencao e emnini-
tos collegios deixon de liaver eRicao.
A taxa cambial firmou a 11 nos
bancos naciunaes, e em 10 15/16 nos es-
trangeiros.
INSTRUCCAO POPULAR
gbrh n sciucii
POR
Gasto Tiesandier
CAPITULO Vil
CREADORES DE SCIENCIAS
posto, na prujaeira taga qoe se der, de confor-
roiuaue tom o duposto do art. 32, 1" do re-
KUlaoieuto approvado pelo decreto ?. 771 de 31
de Marco de 1851, roando a aotigaidaae.,d.e 10
ds Deiunbro ae 1891 uia da promocao eqVqoe
tfeixoo ue s*r cooi-u.pl*ido pelas razoes cima
pastas Bernardo Vasques. Comtnuoicoa ae
director, administradores, atas ajudaates e coa.
iadors dos co-reos.
! Pica exmelo o cargo de theaonrelro da Mi
rectora gem, no-apelllo ao alm xirlfe o veo
m-Mto a* 6 000# ananaes.
2- As llcencas, apoeotadorias e monte pjo
dos cor-pregados da reparncao eral dos Co',
reos serio regidos pela disposicei vleeole
para o foncciouarlos no Ministerio oa lodoswh
e Viacao e pela le de 4 de N verubrj'de 18W..
3- O* concursos fetos oa a a primei.a eotrao.
cia sero validos por uta anno ; e bem jMaio|i a Keparuco do A-udaoie General.
os qu- fo*em presta ios para os. cargo i*'
cetros officiae ni directora gerai e admi*H*ra
cOes de 1* classe, seznndos oas adrolaisincOe'
.e 1* e 3* ilaases e officiaes os de i*.
Art. 2~ \\ ivoga n se aa dlsposic0esem can)
trario.
C>tftal Peie-al, 10 de Junno^ de 18,93, ? R puhliea.
, Praderte J. de Moraes Barros- .f
Antonio Olyotbo dos Santos Pires
BLAISE PASCAL HUYGENS NICOLAU
LMERYSCHELE PRIESTLEY LA-
VISIER.
(Continua(o)
O lugar onde davam reunir-se os convivas
d'aquella feota fui assallado e saqueado. Pries*
iley nao se encoulrava all. En'tio, a mullidlo
dos allucinados precipita se para a casa de lia-
biiagQo do grande chimiio, para aquelle foco de
lanas d-s 'obertas uteis e de tamas verdades
novas Essa multido, composta na sua raaior
parle de operarios de Binninghain, a quem o
furor poltico cegava, assalia a bibliollisca, ras-
ga os livros, quebra os instrumenios, dispersa
os maoujcripts. reduz tmio a ]) e lauca o fogo
caa. Pnesllev, que se esconder n'um< casa
prxima, assistio d'all aquella bornvel scena,
encarando-a com a placidez de uma ala plnlo-
sophia. Sem o menor queixume, supporiou a
adveisidade com aDirao sereno
A patria tornou se-lhe ento nm lugar insup-
portavel para ah continuar a viver. A' 7 de
Abril de 1794, erubarcou para a America, e foi
residir em Norlhuraberland, as oascentes do
Susqupannah, onde comprou um terreno de
200 009 acres.
O malaventurado Prirstley nao disfructou o
descanfo, que tmlia ido procurar alm dos ma
res; as prevenk0es inglezas perseguiram-o e
pertnrbaram-lbe a vida c^m as mais es raqhaa
suspettas. Chegaram a espalbar que elle era
um agente secreto, assalariado pela Hepublica
Franceza. Prieslley leve um fim de vida ex
tremamenle dramtico. Depois de ter visto
morrer sua mulher e o seu filtio mais novo,
apparecimento de notas falsas do valor de prieslley foi envenenado n'um banquete. )os
o k^^, -. -..-ninhir. Qde assistiam com elle ao ianlar nenhuin
iooyooo : vai b^m cncaminnaao. ^"
Parece que a emisso clandestina attin-
ge a 1.000:000^000.
A nomeacao do Dr. Joo Fclippe
Pereira para director geral dos corceios
ainda nao foi assignada pelo presidenta
da Repblica.
Sabemos que o emprestimo exter o
ser lancado na prxima segunda-feira
Rio de Janeiro, 2O de Julho, s
il horas e 3o minutos da manh (rece-
bido na estacao a 1 hora e 25 minutos da
tarde e entregue a 1 hora e 45 minutos).
Depois d'amanh segu para a llha da
Trindade o cruzador Quinze de Novem-
bro ..
O governo guarda reserva quanto ao
lim dessa viagem Presume-se que a de-
termina o intuito de prevenir a oceupaco
da Una pela Inglaterra.
Parece certo o trumpho do Dr. Lo
pes Trovas na eleicao senatorial, que hoje
se procede para preenchimento da vaga
dei.xada pelo Dr. Saldanha Marinho.
A derrota do Dr. Andrade Figueira
tida por infallivel. v
Dizem de Porto Alegre, qu$ conti-
nuam os revoltosos .impunemente a sa-
quear o interior do Estado
Madrid, SO d .lullio
O marechal Martnez Campos, sorpren-
dido perto de Bayama, foi derrotado,
mirrcndo muitos offlciaes, inclusive o ge-
neral Santo Gilde, quando protegia-lhe a
retirada.
Os cubanos maateem o sitio ao mare-
chal, tendo eegnidu para protegel-o o
general Navarro.
Esta noticia produzic immenso alarma
aqui, tendo o governo resolvido enviar
para o tbeatro da guerra em -Setembro
prximo um exercjto de trinta mil ho-
mens.
Nao confirmada a motte de Antonio
Maceo, que commandava o cubanos
nesse combate, em que teve a victoria
Rio de Janeiro, 2O de Julho, s
6 horas e 5 minutos ,da tarde (recebido
na estacao s 8 horas e 25 minute* da
noite e entregue as 8 horas e 40 minu-
tos). .
mor-
reu, mas elle, j alquebrado pela idade e ptlas
fadigas, pouco tempo durou. Os ulnmos co-
mentos da sua vida, dizCuvier, (1) foram dados
i expansao dessa piedade que encuera toda sua
existencia, e, que, por nao ser bem regulada,
llio liona causada tantos desgoslos. Prieslley
pedia que lie lessem os Evangelhos, e dava
gracas Deus por Ib* ter dado urna vida Bill.
Vou adormecer como vos, dizia elle aos tilni-
nhos, que tratava de retirar de ao p d'elle ;
mas acordaremos juntos, e espero que ser para
uma felicidade eterna. Foram usas as suas
ultimas palavras. (2).
Os piimeiros tribalhos de Priestley de
1770. Foi tambera nessa epocha que Schete
tornou coobecidos os resultados das suas primei-
ras experiencias. O anno de 1770, por uma
coincidencia verdadeiramente singular, foi lam
bem assignalado pela apparigo da primira
memoria de Lavoiser; e assim, pode conside-
rar-e como a dala da appar cao da chimica
moderna, fundada por esses tres bomuns de ca-
rcter e nacionalidades to differentes.
Esles immorredouios creadores da sciencia
nova nao icm entre si pooios de contad senao
quaedo se Ira a da grandes descobertas e, infe
lumenie, tambem de grandes infortunios.
' Lavoiser, que inconlealayflraBnte o verda-
dero fundador da cliimica rrrode:na, nasceu em
Paris, 26 de Agoste de 1753 Seu pai era um
rico negociante, que nao reouou diante de sacri-
ficio algura para dar ao seu filho a inslrucQao
mais solida e a educagao mais completa. O jo-
ven Lavoiser foi um dos alumnos mais distiuc-
tos docollegio Mazarin : concluidos os stus es-
tados classicos seguio os cursos de La t'aille no
Observatorio, do mesmo passo que praticava no
laboratorio de houelle no Jardim das Plantas e
acompanhava Jussieu as suas herborisaces.
Continua).
(1) .Elogio de Priestley, lido 24 de Junho
de 1805, no Instituto.
(2) Jonh Corry, Vida de Priestley, Birming-
hauj, 1805.
Actos do poder iecauvo
Ministerio da Justica e Negocios
Interiores
Por decretos de do coireule .oes, fofVn o*.
meados pira a goa'da nacional :
Estado de Perosmbuco
Municipio de Garaunnns ,
90- baiainao de iofaoiaria '
1" companniaTeoeie, Jos Soires Correia(
B'-izii ;
Alteres. Antonio de Miranda Scuia.
S* compaobia
Tonenie, Bisilio de S Jofio Gualberto.
Alferes, Auiouio Bernardo de Millo.
3' compannia
Tente AgostioDO Jo/ge da LOiti.
A'feres, Candido.
4* compaobia
Teoente, Joao Manoel da Silva.
91- batalbio de infautarla
T-ne-ite coronel commaodante, o major Ao.
loni > da Silva Sonto.
Estado.maiorMajor fiscal, Jop Bercardino
d- oeuun. 1
Ia compaobia
'apitSo, Antonio Paes da Suva Sonto.
Teneoie, Francisco Ferreira de oronba Brn.
co.
Alfcre-, Custodio Corris de Araujo. ,
z* compaobia
Cipliao, Miguel Qiirioodos Santos.
Teneoie, Agostiuuo Qainoo dos SanVoe.
Alteres, Jjaquim d> Keoa Wanderley.
3a compaobia
CipitSo, Ago^tniQo Jjs de Gdes-
Tenenie, Amenco Kerrelra de MelK
A'feres, Pran:isco Fitrentino de Araojo.
4* compaobia
CapiSo. P'an msco da llva Sonto, (
T'O''e T.mai Lopes de Aqutoo.
Alferes, Ai're Jaiimbo da Caoba.
92 Daialuaj de lotaiiaria
Tcoerjte.co'ODel csmajanaoie, Jof de Sojiia
Perra.
Eiaio.rmlormajor fiscal, TbeoioaA Tk.
mala tarde haver sido ipnsioneiro, sendo ahsol-
vido em cooae'ho oe goerra a que f a euomel-
tldo, reveriHQdo emo A /t* cas", que deve o
mesmo oficial ser promovido i elTiciividadi^doJEESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTICA,
vares de MiraaJa.
1" compaobi
Capito Loarencida Silva.iOlo. J"
Teoene, J'i> liipiis Alfe-e.j, j;(: Faustino de Araojo
2' compaobia > -
Cap S Aitooio Gomes de Vascoocelloa.
Tencote, Mmoei Alyes da Coat.
Alteres, Joaji.im Perrera da-.Ncona^rao
ai- a r*
3" zompanb'a ;,
Capitio, Jos Alve- da llv BJ(jo.
Teoente, Jo quim Tar^ioo de Axevedo. <
Alfetes, Jos A. ve- Penosa.
4a cumpanbia
Capi.ao, Aatoaio Joaqom dos Santos.
Teoente, Antonio H-n aiano de Barros.
Alteros, Umiei de Godo; Vasconcello?.
23- regiment de cavallaria
i- esqotdro Capiao. Joaquim Rodrigues'
Carrapaieira.
Teneote, Ionocencio Alves da Silva Hjgo.
gSIinisterioQda Fazenda
Foi permetuo o emplmenlo do alfandega
m-ntj do nnazm na Fortaleza, a pedido de
Ant aio D is Pmbeiro.
-- Fot eionerado, a pen pedido, cario" Pinto
de Castro do lavar de offietal da Caixa Econ-
mica do Estado de Uioas-Geraes.
Mioite-10 dss Negocios da Gcerra. Rio de
Jaoeiro, 5 de Julbo de 18J5.
O Sr. preoiJeoie da Kenoblra manda por
eau secretaria de Balado declarar ao Supremo
T-ibu'-al Multar ^pe em daia de 4jU^reote
resodveo, de accor 10 coi) a. parecer duWsmo
i-ibuoai exarado em consulla de 4 de Mjtj
nltimo, indeftrir o requenaiecio do coronel ft-
formxjp do exereiio FUmioio Antonio de Vas-
concellos Medrado, pejisdo a patente de gene
ral de orgad booorario.jnot ae jugar com-
prenenlido no decteio de 12 de NoseBbro do
anno prximo paisaoo, que concede aos ofli
cues superures e aobaliemos reformados e bo-
norarioe, con servicos da goerra ao Paragajy
as bonras dos posioi immediatos aos que 11-
un.im oaquilla bata, at ao posto de coronel ia-
'.lusive fernardo Vasqats.
.Consulta a que- te refere o aviso supra
Sr. presidente da RepblicaMindastes, pelo
ministerio da gue ra, em aviso de 4 de Janeiro
ao correra auno,' consultar a opioiao atgie
^tribunal aj' re os melosos ppela relativos a
preiengao do coronel reformado do exercito Pls-
minio Antonio oe Vascoucellos Maibaio, pe-
oinco qoe se Ibe mande passa pa^euie de en- -
ni de brigada bono a-10 do mesmo exercito,
aor so julgar compr>-beodido as dispoaices
do decreto oe 12 dt N mo passado. *"
ts.e aecrelo, publicado na ordem do da da
remrticao de ajadaote general do exereiio o.
602 de 17 .lonesruo a-ez e anno, -oncede a
loaos os officises superiores e subalternos re-
lormaoos e noooranos, com servicor da guerra
ao Paraguay, as nooras dos postos imtcediaios
laos aae actaslmenie teem, ao pesto de corooel
laclante.
Nao padece duvida que, sendo o intuito do
decreto ciado' conceder simplesmenie bonras,
a li'raiacao estabelecida no seo Unalat ao
posto a Cirooel loclosiverefere-se aos oovjb
pjlo tioaora-i s -leile consequeaies, e ..io aos
a^ttos t divo., r.o:;o-ar.os 01 reto maji.qu-
aC'Qaloieuie leeai os officiaes que Surviram ua
goerra do Paraguay.
AJcres:e qoe. oeodo mencionadas as duis
:lases de oflicr.es superiores e sabaliernos a
ncoiacaJ riqal "ornar se-aia dr!iue.:essana 01 a
imen^o da governo nj fos.-e exildir do fa-
vor'as non-as do generala o ; per quanto, sen-
do p'i jciuio co-r-nle de bermeoeoiica ju-id -
ca qoe s%lei nao t-outm p^lavr^s d^ mais, e
onfrae eliver es
PARTE OFFICIAL
Actos do poder legislativo
DECRETO N 272 DE 10 DE JUNHO DE
1895.
Antoras o governo a rever o regnlamento da di-
rectora geral *o Crrelos, approvado pelo
decreto o. 1692 A, de 10 de Abril de 1894.
O pri-aideote da Repblica dos Estadus-Uol.
dos 10 Brazil :
Paco saber qne o Congresao Naciona' decreta
e eu sancciono a segointe resolu.ao :
Ari. 1' Pica o nOverno antori ado a rever o
regulamenlo approvade pelo decreto n. 1.692 A,
de 10 de Abril au 1894, para execucar/ da le n.
194, de 11 de Onmbro de 1893, observaudo,
lm s bases estatuidas nessa le, as dlsposi-
cCes aegoloies :
I- Conferir aos administradores dos correios
nos atados e- Capital Federal a attributcao de
nomear e demittir os empregados segutotes :
.1- amanuenses, praticantes, carteiros de l* e
2' classes e ruraes e de agencias, coilectores,
carimbadores, contlooos, po.'teiros e ajadao-
les i ,
2 agentes de V, 3' e 4* entras, seos ajadao.
tas, Ueaoureiros e fiis, beaodo ao director ge.
ral a attriDoicao de nomear amanuenses, praii.
cante*, fiel do almoxarife, port 1ro continuo
da directora.
S 2* Ser de livre escolba do governo di UolSo
o provimento doa cargos de director geral, iuD.
..1
Ministerio da Iadostrla, Viarao e
Obras Vublidas
Por decretos de 11 do crreme :
P01 aposentado o cidadao Delpbino Ferreira
Gu'erres, no ca-go de aro .noense d* 4* diviso
1a Estrada de Ferro Central do Brazil, oos ter
moa da 1' parte do ari. 75 comb nado com a do
iri 78 ao reeolameoto anprovado pelo decreto
0. 406 de 17 d- M .10 de 1890.
Foram ncmea tos nara a Repartirlo Garal
dos Teleerapbos telegrapbistas de 1' classe, os
cldadoos J.'So de Miranda Santos e Marcallo
Justino de Carvalbo ; telegrapbistas de 2a clas-
8fl os cidadaos Jos Leopoldina ae V-scooceiio*
Cibrai e Antonio Simplicia da Silva, com 08
veoctmenins que ibe competirem.
Foram declarados sem > lcito os de 11 de
Joobo nltimo, qne dispensaran] dos cargos de
engenbelros ajuca- t.-s da mesma repartido, o
teoente do corpo de e*tado-u*aior de 1' classe
Coorado Mnller de Campos e o Io tenente de
artilbaria Joao Vespucio de Aoreu e Silva,
P ram nomeados telegrapbistas de a* ca
se da Reparlicao Geral dos Telegrapnos, Anto-
nio Manoel da Costa, Jos Bernardino Garca e
Paulo Manoel ae Gadoy.
Foi removido o ajuJante de Ia classe da
Estrada de Ferro Central da Parabyba, eogenhei-
ro Jorge Duque Es rada, para igual cargo na
Estrada de Perro de Baturll.
Ministerio da fuerra
Por decretos de 12 do correle, foram promo-
vios no estado-maior general :
A marechal. o general de dlvisio Bernardo
Vaxquee ;
A marechal graduado, 0 general de divi'o
Carlos Machado Bltteoronri.
A generaes de dlvfco, os generaes de briga-
da Praeclsco Jos Teixeira Jnior e Jcao Tbo-
mas Cantoaria.
A generaos ae brigada, 09 coronis Fumino
Pires Ferreira, da arma de artilbarla ; Carlos
Eugenio de Andrade Gulmaries, do corpo de en-
geoneiroa Claudio do Amaral Savage', de In-
famarla ; Jos Mara Marinho da Silva, de ca-
vallaria e Miguel Mara Girard, do corpo de as-
tado maior de 1* classe.
Fo-am dirigidos os segulnles oficios ao
Sop* lor Tribunal Militarl.
Ministerio dos Negocios da Guerra. Rio de
Janeiro, 5 de Junho de 1895.
O Sr. Preaideole da Republfsa manda por esta
Secretaria de E-tadu, declarar ao Supremo Tri-
bunal Militar que em 4 do co rente resolten, de
accordo cora o parecer do mesmo Tribunal,
exarado em consolta de 6 de Mato ultimo, qoan-
to promocao do leoeote-corooel gradalo do
corpo de estado maior de 2a classe Antonio Se
rafim de OH-el ra'Mello que, le ado alto traaafe-
rldo pira Ia citase como destruir, ferMoo4o
Governo do Estado
namhueo
de Pei-
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUC-
CAO PUBLICA DO ESTADO DE TER
NAMBUCO DO DA l'J DE JULHO DE
1895.
Aritpio Vctor f'ordeiro Cavalcante, se enca-
doptfWilo certidao.=Ao Dr. Jutz de DtPHo
do municipio de Palmares, para aitender.
Mftanrisco Xavier de Andrade, sentenciado', p-
Fernando de Noronlia. para manda-*OTat*gar ao
petmiuti.iio as cerlidOes inclusas.
Jcs Marinho Btrbosa, pedindo entrega de do-
cu lientos. S^jam entreguas os attestados an-
.oexos a peticao despacb da era 18 de Junho.
Bacharel Joaqunn Alcehiurtes lavares de
Hollanda, Juii de Direilo do mnnicip o de Boa
Vista, pedindo remocao para o de Afogados de
Iogazeira. Ao Sr. Dr. Presidente do Superior
Tnbuoal de Juslira, para que se digne de infor-
mar.
Jof Peixoto de Souza, ex praga do 1." bala
lli > de infantera esladoal, pedindo pagamento
de venciraenlos.-Deferido, com oncio desta
da'a ao Ur. s^creiario da fazenda.
Juo Baptista dos Santos, sentenciado, pe lin-
do perdao ao Sr. Dr. presidenta do Superior
Tribunal de Justica para providenciar, em ;ace
da informacao do Dr. Juiz de Direito do 2.' dis
trido criminal.
TlieophtloCorreia deOliv. ira, sentenciado, pe-
dindo perdao- Ao Sr Or. Presidente do S Jpe-
rior Tribunal de Justica, para que se digne de
providenciar, a vis a da informacao do Dr. Juiz
de D re lo do 2 dis rtc o criminal.
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO
DA 18 DE JULHO
Arislides Honorio Bezerra de Menezes, por-
teiro da Bibliolheci Publica, pedindo aposenta-
dona.ttendido por decrelo desla data.
Ildefonso Marinno de Araujo, professor publi
co requerendodisponibilid.ide.Atlendido, com
portara dvsla data, declarando o supplicinta
em dispombildade.
Hermenegildo de Siqueira,
Por eiro iotrhno.
joe de e ser interpretada
'Air
ojli ueg saperjores, daveriam ter Do iras l
-val de brigada p js o mmeliaio ao sea,
*t nao fossa aqoelra limuacto.
Mas as-iai oso acontecen e a davtda que se
qoer resolver nao (eria sugerid as au'.o-i a-
iea administrativas si nao fjsscu aqueiUe pa-
arfae rlnae qoe a iaj ajr opimio qeel' tri-
Dal, cocnpiet.tn O peqraaierjto do goveroo,
niaodo a co n:e.-saj de Honras do' posto de
inel, ultimo da classe dos officiaes soperio
r, pois fra de dovida que a intensa) de
qoeui prjmolgoa esse acto, foi liiutar as hon-
ra ao posto ae coronel inclusive, do con.ra-
no tria assigoado o decreto sem as nalavras
Qnaes, desde que no comece dlscrimioava as
iiBoes de officiaes snnenores e subalterno].
Cirece, ponanto de (andamento legal a oreteo-
510 ao coronel reformado do exercito Flamraio
Autqoo de Vascoocai'os Maciad 1 ; vos, po-
'aa et-jioor presidente reolverea como me-
loo jolacdes.
lio, de Janeiro, 4 de Mirco d189o D. Car
alqot-P-". ir 1 PiuloMiranda ResR. Galvo
Tode IteivaFoi voto o Sr. ministro uiare-
nalK adoado C. Niemever.
Como oarece-Rio 4 de Julho de 1893P;n-
denie de MoraesBernardo Vafqi.e.
Foram transferidos para o 8.- batalbao de
aaiaolena o alferes do 24. da mesma arma H >-
oono Hortopal de 8Yao Lobato e para este
batalbao o alteres do 16. Joao Antonio de Ar..u-
jo Costa.
Fui trancada, a seu pedido, a matricula
com qoe (> qu otava as aulas da escola mi-
litar tiesta capital, o cap Uo do 38.* Datainao
le infamarla Ludgero Jos da Croz.
SECRETARIA DA INDUSTRIA.'DI-
RECTORA
Inspectora Geral de Hygene
JoaqQim Augusto dosReis, oedindo provilen-
cias visto a companhia da Estrada de Ferro
Cralral n4o ter concedido permissao para ptrfu-
r.ir o leito da estrada atni de passar a cana isa-
cao exigida por esa Inspectora de Hyg em.
Informe o Ur. Comais-ario do 2." disiricto.
Foram considerados em coodices hyieoicas
para serem habitados:
Pelo Dr. Commissano do 4 dis ricto, o pre-
dio 11. 2 da Iravessa da Wmura.
Pelo Dr. Commissano do 2.- districto, os ?re
dios ns. 78 da ra do Conde da BOa-Vi ta ; 147
e b2 da rui Auusta e o 2.a andar do predi j n.
2.3 da ra do Lvraraento-
P-elo l)r. Coinmissario do-1. districto, os pre-
dios ns. 14 da iua Larga do Rosario depois de
retirado o luo do quintal; 18 da ra de Frei
Hennque e 26 da ra Eslreita do Rosario.
Secretara da Inspeclona Geral de Hyg:ene
do Estado de Peruausbuco, em 20 de Julbo de
1895 *~
O seerelario,
Apollinario da Trindade SI eir enrique.
Questu.ra Policial
Seccao 2.'X. 15-S-Sacrelana da Quesera
Policial do Estado de Peruambuco, 0111 20 de
Julhc de 1895.
Ao Sr coronel Dr. Julio de Mello Pilbo
mu digno Secretario da Justica e Negocios la
tenores.
Participo-vos que foram recolhidos hontem
Casa de Oetencao os seguinles individuos
A' ordora do del gado do 2." disincto da ca-
pital, Cosme Jos do .Nascimenlo e Lu.ua de t..l.
como desordeiros.
O Qaeslor,
lote Felifpe Sery da: Silva Filht.
Ministerio da Marlnba
Por decretos de 8 do correte foram exoae'
rados :
O contra-alaniranle Joao Garealvee Doarte
do cargo de metnbro effectivo do Conselbo Na*
al ;
A pedido, do cargo de inspector do Arsenal
le Marlnba desla capital, o cootra-almiraote
Carlos Frede.'ico de N'mtiha, sendo nt meado
para o referido cargo o contra almirante J0S0
Goocalves Daarte.
por deeretos de 11 do correle :
Fui oemeado*J vice-almirante Francisco Jos
t'oelbo Nato para exercer o cargo de ebefe da
R-pariicao da Carta Martima do Brasil ;
Coucedeu-se ao let.te catoedratteo da E-cola
Naval, Dr. Agoeliobo Luiz da Gama a gratifica*
ci addicional de 20 por ceoto sobre sem ven*
rimeatoa. na f ra> do decreto n. 1.159, de 3
de Desembro de 1891 e a p>r.ir da data -so mes*
-no decreto, visto cootar mais de 20 anooa de
servio no magisterio -,
Poram, de coo'o-*JrTdada com os pireceres do
Saprerco T ibanat Militar, declarados sem effei*
io o de 17 de Abr; de 1894. que retorno a o 1*
lente N.rclso do Praao Carvalbo e o de 5 de
aoril do mesmo anro, pelo oual foi reformado
o commisario de 2a classe Antonio C&pistrano
de Minra, devendo ambos esses officiaes ser
con->iderado8 na reserva a contar da data em
qoe foram reformados.
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despac/ios do dia 20de jul/10 de 18yf
Manoel Jonquim Pereira, Jos de Miranda,
Rodrigues Lima &C Informa a Ia seccio.
Eugenio Samico & C, Delphim Lopes da
Cruz.-Cerlitique-se.
Joo Buptisia Piuheiro & C, e outros, L
Ferreira & C, e ou ros, Leite Bastos & 1.., o
outros.A' Ia seceo para as devidos los.
O Portero,
Custodia B. da Silva Guimarde.;.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE, EM 20 DE JULHC' DE
1895.
Antonio Pires de Oliveira, Antonio Joaquim
Das, Alexandnno M. da Concetcao, Mara Tbe-
resa de J. Machado, Florentino Luiz do Mente,
Feliciano de Almeida Falismino C. da S Iva.
Vital J. do Espirito Santo, Pedro Luiz do Mente,
Rita 51. da Conceico, Gabriel i azar P. de Oli
veira, Gen;ro-a Augusta Ramos, Genoveva da
Silva Bastos, Alexandrina Rodrigues do Sacra-
mento, Jos Theotonio Rodrigues, Major Joa-
qutra Santino de Kigueredo Jos Lu/- Ribairo,
Jorge Tich, Joaquim Beriioldo J. Rodrigues,
Joaquim Carneiro dos San o^s,'Candido Pe eir
Mattoso, Antonio Francisco do Monte, Abilio A.
de Menezes Hamos, Bernardo F. dos Sanios,
Leopoldina M. do Sacramenlo, Francisco de O
Mscahiba, Joanna G. Porto Machado e Maicel-
linoAnsberto Lope.-De'erido.
Luiz M. Rodrigues Valenca.Indeferido
Secretaria da Prefeitura Municipal, 20 de Ju-
lho de 1895.
O porteiro,
.Yuno Alves da Fonseca.
Ministerio das Rela-r-es Exte-
riores
Foi removido, ajudido, para S. Petersborgo,
cnsul em BtMmore, Bpamlnendas Lelte
CLermont.
Foi oomeado consol em Baltlmore, Fran-
cisco Jos da Silveira L>bo, Uando sem effeitt
o decreto de 18 de Maio de 1894. qoe o nomeoo
consol geral de Ia classe em Antuerpia, contra
o disposto noarl. 6- do decreto o. 997 B de 11
de Novembro de 1890.
em Antuerpia, o de 2a em Trieste, bacbarel
Jof Fortunato da Stlvelra Bulcao.
Poi designado para servir no consulado ge-
ral de 2a cima -m Trieste, o cot sal geral de
Ia classe am diaponioilidade Joo Carlos da Fon
seca Pereira Piolo.
46a SESSO ORDINARIA EM 12 DE JUPHO
DB 1895
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francis-
leixeira de S
A' hora legal, falta a ch mada, verificndose
esta em presentes os Srs. Salazar Mdscoso, Ba-
ra de Nazareth, Kegu^ira Costa, Albino S Iva,
Constancio Poniual, Eduardo de Oliveira, An-
tonio Pernambuco, Teixeira de S Hercu ano
Baudei.-a e Ermirlo Coulinho, o Sr. presidente
declara aberta a sessao.
Palla com licenca o Sr. Serra Marlins.
h' lida, e sem debate approvada a -.clti da
reuniSo de 11 e tambem approvadts as acta
-r Po promo?io a consol eral de i" cIh< 'da reuniao de 10 a da isssad.de 8, cuja dis:us-
sao lloara encerrada.
O Sr. 1* Secretario procede a lei ura d > se-
gu n te Expediente :
Un officio do Dr. Secretario da Justica en
vvando um exemplar da lei sanccionada sol) o.
93.-A' archivar.
i
Outro do mesmo, dem, dem de o. 91.X*
archivar.
Uma peticSo do representante da Fabrica de
Rap de Kenroo & C, reclamando conira o im-
posto que Ihe e marcado no projecto do orca-
I ment. A' 3* Commissao.
Passa-se ao expedienle do Sr-2a Secreta-
rio.
Sao idos e approvados sem debate os pare-
ceres ns. 123 a 139, todos j impreisos nojor-
nal da casa, sendo ps onza primeiros redigiudt
resoluces que vo saoccao e o ultimo da Cota-
misso de Policia sobre a petigo do finado Dr-
Felippe de t-igueira Pan.
Sao tambem liaos, indo a imprimir, o segjuia-
ts pareceres:
1895-PARE.-ER N. 148
A 4* Commisao lumio prsenle-ja resolucio
iniciada na Cmara dos Srs. Depulaios pelo
projecio n. 44 deste anno e confirmando-seco
o exposH-.no- Parecer o. 134 da 3a Commissao,
de parecer qu se adopte a referida resolu-
cio, nos tinnos >sm que se acha concebida.
Sala das Coiuii3)#*rfe .-enado, 11 de Junao
de 1895. 5
Dr. E.Coutinho.
Alblnu Jos da Silva.
Luiz Salazar Atoscoto da Veiga Pessa.
O CONGRE9SO LEGISlATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO RESOLVE *
Ait. 1 Vutiuin municipio poder! enerar
com imposlos directos uu indirectos os genero*
de produco do Estado por qualquer forma
tributados por este, nem o* geueros de prudu-
ceo de outros municipios que por elle traas-
larem.
Art. 2' Pica prohibido s municipalidades
tancar impostos sobre a plaotacau a producc*
e a exportarlo do caf e do ca u.
$ 1 As municipalidades mo poaer&o lancar
impo tos sobre os agricultores que m doao
cultivo dessas plaatas a os negociantas que a
exporlarem.
Art. 3o Pica o Governador de Estado autori-
sado a pagar apremio de S.OOOJOOO a lodo agri-
cultor que provar pos*uir dz mil caf-etros
fructiMeando, ou olio rail cacaueiros as mes-
mas condicGi-s.
Io Ao agricultor que orovar pos utrecul-
livar cem mil cafaeiros fructificando, aux liara
0 Eslado pagando lodos os direitos de imporU)-
i'So e adiaolando como emprestimo sob penbor
agricola, a metale em ouro em que mportarem
os machinismos oecessanoa ao preparo do caf
para a exportaco.
2o Para realtsago desse auxilio fica o Go-
ve nador do Eslado aulorisado a emiltir pli-
ces de 7 "o oas condicOes daquetlas a que reT
fere o Decreto de 16 de Oulubro de 18^0, nao
devendo esses auxilios exceder do total de 200
con los de lis.
S> 3 Os agricultores assim auxiliados seobri-
gar. o a beue&.-iar mediantd o lucro rasoavel,
estipulado oo. regulamenlo a ser expedida pelo
Governo do Estado, o caf que para esse fim
for levado ao seu eslubelecimeolo pelos peque-
os lavradores circumvisinhos para o que sern
lavrados coniracios analogus aos de fornecimeu-
lu de cumias as usinas de as.-uc.r.
AH. 4j Pica o Governador do. Eslado iguaf-
mente autunsado a chamar concurrencia para
rgamzaco de um servigo regular subvencio-
nado, medanle contrac o, para transporte de
mercadoriaa entre Jatob fdsia-.o da estrada
de ferro desse ponto a Piraulias) e a cidade de
Trumpho, com escala pelas prineipaes villas a
cidades da reg o da Baixa- Verde e valle de
Paje.
g 1 Para esse flm a subvengo ser propor-
cional ao numero de kilmetros meosalmenta
percorndos eao p ;so total de mercadorias n'ea-
se p.azo ti aiisportadas. ,
$ 2 Esse servicu emquanto melhor nao se
puuer orgamsar, ser feiio por almocreves em
numero deiermtoado o'aquelle regularaan-to a
segundo a tarifa approvada pelo Goveroo. ,
Art. 5V Ao agricultor da Serra da Baixa-
Venie, Serta-Negra e regi*s adjacenies que
p-imeiro exportar por Jatob, em um onoo, mil
fasto* cotn 75 kiligr.immaa de cal cada uta,:
regularmetits preparado com tanto que pruv;
lar sido ti lo e>la culbido em s tos de sua pra-
priedade no se.tio destd lisia io s;r pago .
premio de 2.O00SO0O.
1 Art. 6." Pica o Governador do Estado igual-
mente autorisado a chamar concurrencia publica
para a org-mizaco de um servigo regular de
transpone de mercadorias pelo rio S. Francisco
e entre Petrolina, Boa Vista, Cabrob e Jatob
de Tacarat
ri. 7.* Fara aux liar as daspezas motivadas
pelos arts. 3 e 5, o Eslado cobrar o imposto ds
1 "/, sobre o cal exp-rudo, deveodo essa arre-
cadaco s realisar-se oa Alfandega do Recife
quaodo nj o tenha sido p-las exadorias dos
municipios d'onde procede esse genero.
Art. 8." Os arta. 1 e 2 com o seu respectivo f
s tero execuc&o do da 1. de Janeiro d<* 189
em diante.
Art 9.a Picara revogadas as disposicOes em
contrario.
Cmara dos Deputados do Estado de Pernas-
buce, 23 ie Junho de 1895.
Jos Marcelino da osa e Silva,
Presdeme.
Celso F. Henriques de,Souza,
1 Secretario. *
Affonso de Barros C. de Albuquerque^ .
i' Secretario.
1895-PARECER ti. 147
A 1." Couituissaj tendo presente a resolucio
iniciada na Cmara dos Srs. Diputados pelo
projecto p. 33 deste anno de parecer que sej
adoptada nos termos em que se a.ha conce-
bida.
Sala das Commissoes do Senado, 12 de Juana
de 1895 '
Dr. KrinrW^nHinhoS
Luiz Sah^K^cqso da Veiga Prssoa.
Albino Jus^BWpia.
O COXGRESSo'l^EGISLATIVOV DO'ESTAD
DE PERNAMBUCO,. RESOLVE :
Art. 1.a Pica o overnador do Estado autori-
sado a disp'-n'ier atquaBtia de quinze conios de
ris (15:0038000' com a construeco de um edi-
ficio que sirva para cadea na cidade de BoB-
Jardim.
Art. 2. Revogam-se as disposices em con-
trario.
Cmara dos Depuiados do Estado de Paroaa-
buco, 5 de Junho de 1895.
Jos Marcelino da Rosa e Silva,
Presidente.
, Celso F. Henriques de Souxa,
1.a Seerelario.
Affonso de Barras Cavalcante de AJkuquerjne,
2a Secretario.
1895-PARECER N.*148
A 4.a Commissao a quem foi presente a rese-
ioco iniciada na Cambra dos Srs. eouladoa
pelo projecto o. 66 desie anno, conciue peta ,
aJopcao da mesma nos termos em que est
concebida.
S* das CommisaOes do Senado, 12 de Junas
del89&.
V*. Ermrio Coutinko.
Lvi: Salmwmr Motcaso da Veiga Ptssot..
Albino Jos da Suva

l



s*
Icario de Pernambiico Dominfo $fl *le- 1 ni lio ce 18305
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMSUCO, RESOLVE :
Art. 1. Fica o Gsvernador do Estado autori-
sado a despender no pressnte exercieio a quan-
tia de dez centos da ris (tO.OOOSOOO) cora a
construcgio de una predio que se prest para
cadeia na cidade da Escada.
Art. 5 Revogamse as disposigoes etn con-
trario.
Cmara dos Deptrtades ao Estado de Peroam-
buco, 5 de JuntM de 1895.
Jas Marcttno da Rota t Silva, -
Presidente.
Celso F. Henriques de Souza,
8 Secretario.
Alfonso de Barros Cavalcante de Albuquerque,
2.* Secretario.
1895-PARECER N. 149
A 4.' Commlssao, tendo presente a resolugao
iniciada na Cmara dos tira. Depuiados pelo
projecto n. 54 deste anno, opina pela adopgao
da mesma nos termos em que est concebida.
Sala das > ommisiOes do Senado. 12 de Juntio
de 1895.
Dr. Ennirio Coutnho.
I.uiz Snlnzar hHseoto da Veiga Petsoa.
Albino Jos da Suva.
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERKAMBUCO, RESOLVE:
Art 1." l-ica o Goverondor do Etato aton-
sado a depender a quantia de 10 000S0O0 com a
coustrucca da ura cadeia na Villa lo Bonito.
Art. 2* Revogara-se as disposigoes em con-
* Cmara dos Deputados do Estado de Pernam-
iuCo, 5 de Junho de 1895.
Jus Marcelino da Rota e SUva,
Presidente.
Celso F. //nri/Hes de Souza,
1. Secretario.
i transo de farros encalcante de Albuquerque,
2 Secretario.
1895-PARE^ERX-150
\ 4" Coramisso a quena fot p-esenle a reso-
n iniciada na Cmara dos Srs. Depulados
pelo projecto n. 80 deste anno. de parecer
^ne seja adoptada nos termos em qu, se acra
C*S5a Comm.ssGes do Senado. 18 de Junho
Je 1895. *
Dr. ErminoCouttnho.-
Albino Jos da SUva. a
Luiz Solazar Hoscoso da Vexga Pestua
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO DE
PERNAMBUCO RESOLVE
\rt nico Fica o Governador autonsade a
despender a quantia de 5:0O08O0O com os me-
rhoram^tos raa.s oecessrus que se possam
... nt infin Cjifura do
transitavel a
azer na serra de Joao Congo do Municipio de
cu
Uom jardn, atira de toruar mais
estrada aue por all passa e com reparos de que
.ecet,aq oPacude de servida pubh> da jej.
d'aquelle municipio, a.qu-nl'ade 2 000:SOOO
par os im-lhorainen'oa das estradas que da
Cidade de TaqnarMiOfr. partera para os diverso
ooBtos do municipio daquelle rime.
Cmara dos Ueputados do Estado de Peraam-
uuco, 5 de Junno de 1895.
Jos Mareehno da Roioe Sdva,
Presidente.
Celso F Henriques de Souza,
1. Secretario.
Alfonso de Barros Cavalcante de Aiiiuquerque,
2. Secretario.
So havendo quera queira atilisar-se da pa
.avra na 1.' hora da sessao, passa-se a
ORDEM DO DA
Approvsnj se as seguintes ua'en's ja /iis^
issao eslava encerrada : era 2. '"O
narrares na 101, 110 e Ueem 2'o proracio
a 24 em 3.' os projectos ao Senado 08, 14,,
21. remeltidos a 5 Couiraissao para os redig.r.
retirando se do recinto na occas.ao da votado
do -projecto n. 21 o Sr. Aironio Peroambuco e
finalmente os pareceres : D. 82 red.gido? d'
ns. 122,114, 115 e 71, os quaes foram
a 5.* uommissjo para a re,ia;:gao.
Approva-ae sera debte era 2
nrojecio do Senado, n. 23 que n?11^ }**'
lagao da protessora D. M.na Aula de Jess
Strtmette se a 2. discussao o parecer n. 12b,
que adopta a rvsoragao tmetada-o* cmara peh.
projecio n. 75 deste anno, augmentando 2o .,
aos veneiraantos dos P>morar.-s publico -
O SIf. ANTONIO PERNAMBUCO : -( -Nao de
volveno seu discurso.)
Encrra se a dlscussao.
Procedendo-se votagao approvado o pa
-ecer sendo dispensado do intersticio a reque-
-itnento do Sr. Herculano Bandtira.
Art. 7.1 Revogam se as disposices em con-
trario.
Sala das CommitsOes do Senado, 12 de Junho
de 1895 Reguera Costa.Dr. Constancio Pun-
tual.Bardo de Nazareth.
1895 -PARE ER N. 158
A 5.a Coinmissao, leudo presente o projecto
deste Senado o. 20, hoje approvado em 3." dis-
cussao, de parecer que Ibe d a 8;guinle re-
daceo :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, RESOLVE !
Art. 1 Fica a Irmandade Nossa Seuhora da
Boa-Viagem, erecta ao povoaJo do raeimo no-
me. dispensada do pagamento da importancia
de 5:5J7|Q0O,ill.qualaida devedora a Ft-
zenda do Estado por impostos de dcima e de
iij raorta, cota a condicao, porm. de editi-
car urn cemiteriopublico afastado d'aquella po-
voaco
Art. 2." Revogam-se as disposcO^s em con-
trario.
Sala das < orainissa- do S 'ia lo de Pernam-
buco, em 12 de Junno de iST,. -Reguera Cos-
ta.Dr. Constancio Puntual.Bardo de Xaza-
relh.
Submettidos cala am desses pareceres dis
cusfto, '!'.> approvados seo-lebdie.
O SR. PRESIDENTE declara que vao ser
fenasas dev das communicacOes a Cmara dos
Srs Deputados, sobre o substitutivo sobre o
projecto u. 20.
Esgo a-se a ordem do Ota.
O Sr. Secretario proceda a leitura de um
otticio do Sr 1." Secretirio da Cmara dos Srs.
D.-puiados, remetiendo a resoluci alli iniciada
pelo projecto n- 131 deste anuo, orgaqdo a
receita e degpeza do Es ado para o anuo fioan-
ceiro de 1695 a 1396.-A13 Coramsso.
O mesrao Sr. 1.- Secretario commumea que
vao a saoccio as seguiutsj resolucO^s :j
l.'-Maudando perlep.cer ao uiun cipio do
Bonito cirre engenbos e a usina Pedroa
2.Autonsando a descender se 6:0003003 a
cooclusao das Obras da Casa de Candade de
Caruar.
3 dem, a quantia necessar a com os con-
certos e melhoramcnlos das estradas de rodar
gem e pontea.
4 'I lem, at 20.030J030 com a canslruccao
Je ama cadeia era. B-irrmros-
5 --Id-m. 30 030S003,no correte exercic o,
com a conslruccao de urna cadeia em Timbau-
ba.
6."ElevauJo a cidade a villa da Seri-
nhaera-
7 -Eitiagundo dividas provenientes do
calfiameoto do Recife, anteriores a i830 e que
nao acbam escripturadas no Thesouru
8 '- Autorisando asulicitar-se intervengao
do Min slro e Secrelario do Exterior para di-
minuico dos onus sjbre a iraportagao do as
sucar as repblicas do Uruguay, Argentina e
doCliile, favoreceudo'se a iuiporlagio do trigo
e x irque dessas repblicas.
9.* -dem, a dispender se 20:0003033 com a
ron*truecfto .le urna cadetr* em Craar......
15 0003000 r.om oulra era Beerros e 15 000S030
com outra era Pao d' casa que all serve de quartel
10'dem, a despender se 10:0003030 com a
contrucc5o d- urna cadeia em Altin'm.
11'- dem a despender-ge se 15:000000 com
i const'ucsao de umacaJeiaem Bom Conse-
ibo.
Era sega da o Sr. Presidente levanta a ses-
sao depois de designado esta ordem de dia :
3 Dis_ussao dos pareceres ns. 126 e 127,
2* dos projectos ns. 22 e 23 1.* dos do n.
15 e 27, todos deste auno.
projecto n. 66 de 1891, d parecer que seJ*
adoptada aos termos em que est concebida.
Sala das Comraissoes do Senado, 14 de Junho
de 1895.
Antonio Pernambuco.
Eduardo d'Oliveira.
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, RESOLVE:
Art. 1." Fica aulorisado o payanado da quan-
lia de 2:6118103 a Marcelino Jos Mana de Al-
raeida, p(U.indemnisagao do excesso de despeza
sobre a o%ada na reconstrnegao da ponte de
Maus ua estrada que fai da cidade.da Victoria
"para Grvala.
Art. 2.' Revogara-se ae disposijO-'S em con-
trario. .
Cmara dos Deputadoi dn Esado de Pernam-
buco, 9 de Dezambro de 1891.
Jos Marta de Alluquerque Mello,
Presidente.
Antonio Estenio de Oliveira,
1 Secretario.
Arlhur Henriqut de Albuquerque Mello,
2." Secretarlo.
(Contina).
SMDOS 04 lll
discnss&o, o
Entra em i'
127, qu*
auxilio ser conced to
o cambio a 20 nao ex
dis'-ussao o parecer n
adopta cora emenda da Coiara.saao a mr>jMo
melada na Ganara pelfl projecto n. 121 A*
anno concessao de um anno de Uceoca ao Or.
JuU de ireiio de aruaiu.)
O SR. ARAO lK NAZAREC9 : (Nao de^o -
vsu O'seu discurso. )
Encerra se a discussao
Procedido se votac4o e approvado O pa
-ecer i endo dispensado do tutersticw a Teque
nmeiio do Sr.-Bario de N.zarelb.
Acuando-aa sobre a ra-.sa sao lidos o se ,
.limes pareceres, aendo ambos Wm*i o L a reqnenmento do fr Eduardo
d'Oliveira, e o 2 a requenraento do br. R :-
_'Qeira Cosa, a tim de se discutirem immedia
'ame[Ue: 1895-PARECtR N. 151
A 5* Comiuissao, a quera ios presente opa-
-ec-r u.122, bo.e^ppr^vado era 3.' discussao e
em aue essie incluida* lodas as emendas lenas
na 2' discussio Io de n,82, de.parecer que
assim redigido o substitutivo do Seanto a r-
sotacAn iniciada na Cmara,dos Srs. Depuiados
pelo urojecio iu 15 denla anno :
O CONGRESSO .LEGISLATIVO- DO ESTADOj
DE PERNAMBUCO BESOLVE
Art 1 O Crovemador lo Estado psaer ele-
var al 500.0003000, si o cambio estiver abaixo
d 13dintieiros siernlmos por mil res, o auxilio
aoe os decretos d<> 15 Ae Ootubro de'18J0 e 31
ae Jam-iro de 1891 e le de 11 de trezerubro
IfBge anno facultara aos agricultores, paYa
'uodadio de usinas que Mverem capacidad.-
nara proluzr da lamente de 100 150 sacco<
de astoear de 75 kilogrammas e quatrn pipas
de alcool de 480 litros e prensaren) de 10 kilo
metros de linbas frreas no mximo.
g nico. Com a subida do cambio, cuaroada
a proporcionalidade, o
de forma que estando
ceda de 300:0003000.
Art 2o u auxil o augmentara na razao de
100 00S000 por 50 saceos de assocar que ac-
cresceretu a proporrionalmentc e diminuir
Ari 3 As usinas que precisaren! de raais de
10 kilmetros de linhas Terreas fro direito a
accresemo no auxilio de 50 030S000 razao de
^fjOOsOOO'pot- kilmetro no mximo, obrigando-
se a dar Irafego publico e seudp a tarifa appro-
vada pelo Governador e a Hiela das lionas de
75 centmetros.
Art. 4 o O auxilio, extensivo s usinas exis
tenles, masmo s que j o receberam e garan
tido com" hypolb>!ea sooretodo o activo e bens
das respectivas emprez, guando nSoferem
'.ropnetanos agrcolas, ser prestado :
' a r Para fundacio daa osioas de contormidade
cam as lea existente!;
tt) A'a usuia' funtadaa, que nao estejam
gravadas com hypoibecas, em ama prestacio.
c) A's usinas que se acharara hypothecadas,
em duas prestaron a 1.a mediante garanta de
um estabelecimento bancarra qoe, por termo
no Tnesouro, se obrigue pelo resga-. e extiac-
co da hypjtbeca, a 2* depois de jlavrada-eg
criptura de 1.* hypotbeCJ era fo'Or do Estado
uaico. A uliiua presiaco nio ser entre-
gue sem verificarse que o valor da fabrica ex
ceda, pelo menos, um terco do auxilio pedido,
por avaliacao fe' a por peseoa. de conuanga e
nomeagao do Governador atlendendo-se oas
avaliages ao valor ioduslrial da*, fatoicas.
Art. 5. Pica elevado a 2 |. o juro de que
trata o decreto de 15 de Ou ubro de 1890, no
caso de mora. .... ,,
.Art QA O-fiovernador- divtd rao Eatado em
duas zonas, s assim o julgar convenanla,, no
meando ptssOas para tisca tsar a axeeusao dos
contractos entre o governo e concessionjiriosj
de usinas e entre estes e os fomcjdQrtg de
cannai. apedmior-se o regulamento ecessa-
rio execogao da prsenla, le e sendo.oeste
caso pagos proporconalmente pelos donos das
usinas os vencimenlos scaes.
471 sesso ordinaria em 14 de junho
de 1895
A' hora lecal, feila chamada, verifiando-se
estarem os Sr*. EriDino Eoutmiio, Hercuiano
Bandeira, Antonio Pernambuco, Constancio
Pontual, Teixeira de Sa, Reguera Cost<, Aj-
Din Silva e Eduardo de Oliveira, o Sr. Presi-
dente declara aberta a sessao
palta com parlicipago o Sr. Serra Martina.
E" ti la sem debate approyada a i.cta da ses-
sao antecedente.
O Sr. 1 Secre ario procede a leitura do se-
grate expedienta :
Um lucio do 1. secretario da Cmara dos
Srs. eputados submeiteti lo a considerarlo do
Sena u> a segunte radicagao all approvada no
da 12 do correte :
ladico que a Cmara d.>s Deputados de ac-
cordo com o Senado a quera oificiar, afirme
ao G vernador do Estado completo apoio e in
eir solidariedade as medidas, que por ven
tura haja de tomar con ra os inira gos da Pa
tria Pernambucana, que, seb falso pretext de
terminar a 17 de Junho o actual periodo gover-
namental, pretendem anarchisar alguns muni-
cipios do interior, conforme denuncia formaos
cneiraio ; e. paireo ordem. da din.
Sala i'as sess6e, 12 de Junho (le 1895=sa-
co Cotmbra.K' 2* Ct.raraissao.
Outro do Dr. SecreUri d. Fazeada devol
veodo informadas as pe ges do Dr. Prxedes
Gomes de Souza Pitanga e de Jodo Luiz dos
Santos.A quem fez a requ sigo
Uraa petigao de Joao Cesarlo de Mello, 2
-se ipturarw aposentado da Recebedona do Es-
tado, requereudo, visto adiar se as raesraas
condig6es, que o baoharel Caetano Marta de
Faria Reres, a apresentag&o de uraa emenda ao
projecto n. 21, concedendo-se Itie o idntico fa
yor. -A* 3." Coramisso.
Passou-se ao expedienle do Sr. Dr. Secreta
rio.
E. lido in lo a imprimir o aeguinte projecto
nr-cedido de parecer da 4.* Coramisso, sob u
153.
1895-PROJECTO N. 28
C0NGH3SS0 NACIONAL
Senado
Sob a presiden a do it. D*. M. Victorino
reatizoa'se a 8* cessio ao da 11 do cor-
rete.
L da e approvada a teta da sessao anterior, o
Sr. I" secretario leu o expedieote.
Eniranio em o^dem do na, oraram oe S*s.
Baio do Ldano, Waadeaaolk, Gmgalves Coa-
vea eC. Otleni. *
Escotadas as materias da ordam do dia, o
Sr.'presilente deu a palacra ao Sr. Francis-
co Micuado, orando em segoda o Sr- Barj do
Ldano.
Designada a ordem do ia para huj", suspira-
deu--e a se-sao as 3 1|2 horas 4a tarde.
Presente nomuro legl de Srs. secadores,
realizoo-se a 49* sessao no dia 12.
Lila e approoda a a ,ta da sessao an'.erior e
iiii bavenlo 6xoedient., o S'. "secretario l
diversos pareceres quj vo a imprimir.
(Jsaram da pilavra uess ora os Sri C'UZ e
P'res Ferretra.
Eutranio a orden, do dia, ora am os S^s.
Leite e tticica e Moraes barros.
Eacerrada a discusso, Qcou adiada a votagao
por falta Je numero.
Desuada a ordem do dia para boje, levan-
tou-se a aetsao as i huras e 20 uiioatos da
ta de.
Sob a presidencia do Sr. Manoei VJctcriuo,
re^Uzou se oo Preseote numero legal de senadoros, depois
.le lida, fot ao.'.rovada sem reclamagan a acia da
s-s-i ante ior.
O Sr. i secretario apresent o expediente.
lendo em seguida diversas pare 'ere?.
Ufaran eot&o da palavra os Srs. Coelfo Ro-
druoes, Cama !a, o Sr. presidente e Lene Our
cica.
Na ordem do dia foram approvadoB diversos
proiectJS. ,
Esgtads as materias, o Sr. presidente da-
S'gnou a ordem do da para hoje. levantando-se
a bessao a 1 hora e 30 inioutosda tarde.
Preseot" oomero legal de Srs. senadores,
abno-se no da 15 a 51* sessao s-jO i pr slden-
cia io Sr. Mauoel Vlclarioo.
Desos de tida, lol approvada a acta da sessao
anterior.
O Sr. 1- secretarlo d coata do expedien'e.
Usaraui da palavra os Srs. Biro do Lidano
ooie Rodrigues e Catnnda.
Entrando a ordem do da, osaram da palavra
os Sr^. Gomes de Cistrc e JjIo Neiva.
A discossa > ficoo adiada pela hora.
Designada a ordem do da para boje, lvan-
tou-=e a sessSo it horas da tarde.
A 4.a.c.om'misso, a quem foi presente a pe-
tigo dos directoras da Vafe-rica de Vid ros desta
cidade cora os documentos que vierara annexos
e a mformagSo do digno Secretario de Estado
dbs Negocios da Inlustrii, depois de aecurado
extrae estado da qoestao, vem dar o seu pa-
recer do modo seguale:
Considerando que corre ao -Estado o dever de
animar a industria nacional e que a fabrica de
que se tre^ proraelte resultados compensado-
re/ era vista do consumo certo de seus produ-
cto.*, da faciri tale de obter materia prima da
nielhor qualilade com pequea despesa e da
falla de corupel-ncia no nosso mercado de pro-
ductos similares naciooaes ;
C -nsiderando que a enorme baixa do cambio
entre nos constitue um embaragoque liiliculta
e paralysa actualmente mullos emprebendiraen-
tos, industriaes ,
, Considerando anda que a Empresa, tendo es-
gota-io seus capitaes nao poder certameote
i.-var a e'aito o seu desidertum 3om auxilio do
Estado;
Considerando, Analmente, qua pelas ioforma-
c:* obtidas de fonte orK-:ial, o Estado Acata
plenamente garantido com a hypolheca de to-
dos os bens da Empresa : de parecer que se-
jam alteodidos os peticionarios, e para ease tira
fferece Ilustrada co-isideragao do Senado O
Segrate projecto de le :
CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE r-ERNAMBUCO, RESOI.VE :
! Art. 1." Pica o Governador do Estado autori-
sado a conceder aos directores da Fabrica de
Vidros desta cidade, um emprestimo de frsen-
los contos de ris em apolices de juro3 de 7 "j.
ao anno.
T Art. 2." Para garanta do Estado a empresa
fjypothecar todos os seus bens, que acarao su-
Uos-ao pagamento integral do auxilio conce
ido.
,Arl. 3.* O emprestimo ser feto em duas par-
tes, sendo a primeira de dusenlos contos de ris
Ipg'o que for assignada a escriptura de hypotbe
qa.'a segunda quando a Empreza inaugurar seas
abilUo' de fabncagao.
1 Art. 4 o 0 Govern> poder cobrar executiva-
menta no caso de falta pagamento por parte da
Bmpresa.
I Art. 5.* Picare revogadas as disposigoes em
contrario.
Tsala das Commissoes do Senado, 14 ds Ju
ntio de 1895. ,
Dr. Ermino Coutinho.
'- Albino Jos da Silva.
SSo tambero lidos indo a imprimir os segrrnj
ts pareceres:
1895-PARECER 5.151
A 3.* Commissao, tendo presente a'resolgao
iniciada na Cmara dos Srs. Deputados pelo
Cmara dos Deputadou
A' "spai do da 16 do corrente comparece-
rain 156 Srs. depotados.
Approvada a acta dos trabalbos anteriores,
o Di.ra desuada ao expedien'e, fallarara o^
Srs. Los de Vaaconcelloa, iose Ignacio e Jos
Carlos.
Na ordem do da o Sr. Jos Carl03 rettroo o
sea reqnerimento apresentado na sesso de o
do correute, e os Srs. Angosto Mootenegro t
Jii Carlos -.ratarara do requ*nmeu!0 deste ul-
timo de 25 de Juobo proxim flBdo.
Levantoo-se a sesslj as 4 no-as da ta'de. I
A* sessao do dia 12 eompareceraia li Srs.
depa'dos.
Approvadp, depois de obae?vag6es dos Srs.
Jos Ca'los, Urbano de Gaavea e Angosto Moo-
teoegro, a acia da sesra i anterior e paoUcsdo o
expedieote, orsram os 3re. Araojo GSes, N lo
Pefanba, Jo8o Lopes, Laaro Maller, Presidente e
Leovlgiido Figaeiras.
Pa saado se ordem do da, foi em votagai
nonoinal rejetlado por 102 voras contra 37 o re-
rjaeri nenio do S\ Jos Carlos sobre negocio do
Ministerio da Mancha.
Era seifoiaa encerroa-se gem debate a 1 dia-
cassao dos projec'os, n. 72, autorisando c Peder
Execativo a rejrganis'r o servigo das reparti-
c6es de fasenda : e o. 10, e: numerando os bens
nao sojeito penbora,
Aaoonciarta a coBtiouagao da i discossSn do
projecto o. 75. concedendo Irmandade da San
tissimo Sacrnoieoto do Candelaria tres loierias
.ie 1:000.000* oarJa om, fallarasa. o a. S
Peixoto, Btrros Franco Jnior, Ildefonso Lila,
Pedro Moaovr e Mtltjb, que esgotou a ora re-
glmental.
L-vantod-se a sessao s i horas e 10 minaras
da ta-de.
Aberta o sessSo do dia 13. fallaram os Srs.
Jis M.rianoae Artnr Ros, presideate, e antes
de approvada a acta tlzeraro oose-vatOes os Srs.
Frederico B >rtes, Arlhar Torres, Urhaon Mir-
ooades a Beoedicra Lclta.
fassan lo se ao expediente, occaparam a tri-
buna os S'. Pires Ferreira, Serzedello Carrea,
Victorino Mjoieira.Pioto da Rocna, Lms de Vas-
coocellos, Jos Mananno e Augusto Montenegro.
Na ordem do dia foram approvados em (* dis-
osso es projectos : o. 72, antonsaodo o Poder
Execativo a reorganlsar o servigo das repart-
ges de fasendas. e o. 10, en.iumeranlo os bens
nao su jeitos a penbora.
Sobre a cootinaacao da Ia discassao do pro-
pecio concedendo tres loteras de 1:000000*
cada ama a Irmandade do Saatissk&o fticrainea-
io da Candelaria, oraram 03 Srs. Jos Ignacio,
Lias de Vascoucelios, Her-nlano de Frena?, Cba-
ttas Lobcto e Benedicto Valladares, eacerraedo-
se o oebaia, assira como o da discassao odio
lo projecto c. ncedeado liganga ao bacbarel Ma
.oe; Porfirio de Oiiveira Sanio?.
Depois de fallar o Sr. Mari.as Costa, encer-
rou.se i 1* discossao do projecio o. 63 A, aro-
aistiaodo lodas as pessoas aue lomaram paite
sos factus ocoorridos a 1 d'Margo deste anno
jo Estado das Alagoas, e, depois do Sr. Ganga
es Mia, adion.se a diacass.'io do parecer n. 76,
ivaidao io em favor aa aova Companbla E. de
F. Enireilo e S. Francisco ao Copim a conces-
sao a que se refere o decreto o. 896, de 18 de
OaiuVo de 1890. nos termos do respectivo con.
raoto,
; Levantoa.se a sess&o asi horas e 10 mnalos
la (*rd'.
A sessao do dia 15, coa pare:eram 152 Srs.
j-na leaos.-
j Approvada a acta da astao anterior e lido o
excediente, occnpoa a tilboaa o Sr. Jos Mari.
anno, sobre negocios politices de Pernamboco.
, Bauando na ordem do dia (oram suonjetudos
a votos e approvados os projectos o. 75, conce-
dendo tres loteras a Irmandade da Candelaria :
n. 33. coucedndo aj oaebarel Maooel Porfi-io
de Olivelra Santos, jais s?cclonal do Ro Grande
oto Norte, e n. 67 A. amnistiando, todas as pes-
8bs> qoe tomaram parta nos (actos occorridos no
s'ado das Alagoas em 1 de Malo do correte
no.
ProoeguiDdo.se pa discmsio do parecer ?. 76
revalianJo em favor da uova Comp.rabia Cbo.
rima coacessj a que sa refere o decreto n..
886 de 15 de Ootubo de 180, fallaram obre o
assutmito os Sri. Francisco Tolentioo e Paula
frnmo', al esgotar a lora regimeots^.
Levaatoa.se a s:8:) s 4 Doras e 10 mlflat
ds tsrde.
CAPITAL FEDERAL
Ditas af 16 do correte.
A commieao mixta encarregada He examinar
o project* ira 43 de 1894 sobre a attrlbalgao con-
ferida do art. 6.- da Con l uig&o ao Gaverno Fe-
deral de lotervir nos negocios peculiares aos Es-
tados, da.ostras conslderscoe, fo-muiodose-
gulnte sobstitolivo :
O Congresso Nacional decreta:
AM. I.- A attrioaigSo cenfe'ida no ,-t. 6.- da
ooetttolgao (da. R-pebloa so Gcveroo'Fe'mral
para iotrvir pos negooios peculiares aos E-ta-
dos, compete ao Ongresso N-tctou' ia forma
de paragraphos seguraras desie artigo :
1.- o exercicio desta aitriu'cao, no caso
do n. 2 io citado art. 6', pertence priva iva-
mente ao Congrego Nicio-iai, o qoal nao se
achanto reunido, sera "nme'latamente coovo
cado pelo Presidente ua Repblica pa a restlver
sobre o assompto.
2.- Dadas, norm, as hypotheaes dos ns. 1,
3 e 4 do precitado arl. 6.*, na ausencia do Cu
gretso e reclamando o raiere se da Pat-ia pro-
videociai o-g-ntes, o Poder Execativo le.4 a ini
cutlva de unerve.-gao e convocara sem demora
e para o Om, meorionndo oo paragrapbo ante-
rior o Coogresso Nacional, sojei'ando sen vo;o a
approvagao do mesmo com a apresentagSo dos
d-cu.-ne t is e provas que bouve- coiligido.
3.* O Coogresso Nacional conce era a nter-
veo^ao por meio de ama le, salvo o caso em
que o-Po-ier Exe.'Utivo 8iit art.) a miervir provisonamenie e em qoe o re
fereodura* do Congresso ser dado por urna re-
sologo mdapeudente de sanegao.
Art. 2.' A intervengao. nos termos do n. 2 rio
art. 6. se veribcara sempra qoe forera atacados
aaotao pirpeiua e indisol >-! dos E-iado, oa
o livre e regola 'exercicio dis instituiges qae
elles boaverem adoptado, pa contormliade da
ae-na Coolituigo.
Art. 3.. A reijoisigo a qie se refere o n. 3
Jo art. 6.- da Coostituigo pode ser tetta pelas
Asseib s Legislativas oa pelo Poder Execati-
vo, ana vez que esses poderes eateja-n cjastito
ctonairoeate orgaob^ados e como lal reronneiidos
pera U lo.Googtlves Ctiaves (re en>r).t;or
rea de Araojo (:on; restriegio). Paoliou de Sea
ia JaoioV (veocido, qosoto aos art. 2 e 3).
Coelno toangues. Martins Costa Jm o- (v-^ci-
do, quinto ao ari. I.*, deixei de votar soore os
demais a tigos ior auseu e).
Tendo sido consultado o Seoado se devam
tomar-se em coasideragao as^qaestOes especues
levadas --o connecimenio do Coogresso Nacoaal
relativas a Sergipe, Babia e Paoamboco e ten-io
a respjsta afirmativa, sacemos que foram dis-
tribuidas a de Hernambnco ao Sr. senado- Gco-
galves Chaves e a de Sergipe ao Sr. depuUdo
Paulino de Sonsa.
As commissOes de Constitoigao, Lsgislagao
e Jasuga e de Marraba e Guerra e da Cmara dos
Deputados, reunidas oo uu 11, discoti.-am o pro-
jecto Que manda readmiltir os ex-alamncs da Es
cola Miliar, ticando veocedora a preliminar dz
que o pn.jecto S Inconstitu. loual; doas ruem -ros
aa Couomissio de Mancha e Guerra, por n.apre
sentam parecer favoravel ao projecto.
Falla-se que o geoeral de divisSo Iaaocen-
c|o Galvao de Queirot ser Demeado M.nlstro do
Supremo Tnbuual Um.ar
Em soa edigo de 12 do correte diz o
Jornal oo C )-no.ercu, a respetto do empresii-
moexterno,qoe ogove.-no tratava na Europa:
S hontem foram recebidas nesta cidade
uowcias segaras sobre o ajaste das condlgbes em
que os 8r. Rottschild se encarregam de langar
Oa praga de Londres om emprestimo de seis
mi.ue* este-Unos para o governo do Brasil.
Pelo que podemos aparar com e-capuusa
exactido nao se saDe amia ao certo se ai.ue.ia
amma sera liquida, oo sojeita ao ijp > de 85
Cjaioraado para a emlssao. U jaro ser de5o|0-
Conforme o eslo qoe e->sa operagao oD.ive:
t que de esperar, pela abundancia ae ai-nri-
ro era Londres e pelas esperaogas qce a sitaa-
(a do Brasil cbnega a despertar, posstvel
que meihorem sobremodo ascoodigOes de nos-
io crdito ex.emo e qae o capital oropeu se
voite de novo para om campo de applicagio lao
fecundo como o nosso pas.
laso depender principalmente da ordem le-
gal e da paa interna.
-Apezar da., g-andes reservas al agora guar-
dadas sobre a aegpcugOes euUbjladas uu sal
para a peciOcagao do Rio Grtaie, cuusu*uOa
qae as noliciis dalli receoidas, do proco.en.las,
sao auimaooras e de ordem a produzr cora ef-
feto ae espirito pairiotito ao.que dellas,ieem
itouiieC!meato. Se e;ses augurios se converle-
re ra na suspirada realioaie, a couhanga qae
tpspiram a iraora ex e os eslergos do Sr. uiiuis-
tro da'fazenda podero mutio coacorrer uara
melborar as ccodlg&es do tnesouro e reanimar
o nosso mando ..aaceiro.
- A directora da ConuDilidade do Tnesouro
Federal dirigi circular, etermiuaodo ao Sa.
delegados seses e inspeciores de alfatidegaa
qud. por occa=ij de ancamionar processos ae
dividas, concorreates a exercicios flndos, de-
clarem se avia aatonsago e crdito para a
despeza, ali.u de qae su possa faier etlecma a
respoqsabili ade, de qae trata o art. 14 do de-
creto n. 10,145, de (5 ua Janeiro de 1889. dos
,'sjs de oooservanuia (aquellas auascounic--
simaltaQeamente neessanas para iegalidade da
mesma despeza, como se coaolue d regra 1*
do art. 13 co citado decreto.
| Cousia que o Banco Constructor vai res-
cindir os seas contratos com a companbia So-
rocaoana, Qcanao lodemaiaado de toda soturna
que esta ibe deve.
telra de Bag. aflm de coofrrenciardes cemmigo
comen qaartei-general.
Po leis acreditar oa lealdade do vosso cmara-
da general Imoceocio G.lvo de Qaeiroi.
Poolas de Poncho Ve-de, 18 de Janbo de 1895
Cidado general Inuoceutio Galvao de Qaei-
roi-
- Acabo de receber vosea carta datla di 29 do
m-z de Mato, mocando o uea patriotismo e
dedlcagao ierra qoe me eco oergo para < om-
vosco combinar os meios de pacificar o glorio-
so Estado do Rio Grande do Sal, de mo tu hon-
roso pera o governo da Unido qoe dig- ament
reoreseoiaes e para a revologSo.
Permita qae vos resp n rarz, eoojggo nem o govurao federal lem as
instituices de nossa patria, a desp.uto da in-
terveccao da Uuio em BOTS ques o-de carc-
ter purameote local, qoe oorigou o pa:z ao
desgosto de tr seecia- Ma lata .entre ir-
rmaos era qoe teem desapparecida miihares de
Cidados U'.eis patria bras;leira, ao Esic.do e
milla.
Sju o primeiro a lamenta- as desgra;as e*"
corrida* em tao largo periodo; mas b-ra sa-
beiiJo foi meo cap-iebo qae me Irvou -<
armase miis tarde o irasil tnteiro flrijas*
tigas nosa.s inteogdes e i btsioria^seriufle-
xivel na aprciago co< (actos.
Camqoarlto p me ooujo vs com anicuo c.Jmo o. sereao par.
tratar a paz com honra para io.'os e co.o a par.
cooquiBtarmof o uireito de vivermos eci lib-r-
dade.
^ao vos nosso marca- o da em que me dev-"s
-nao lar receoer oa frootetra. porque o < xercu.
revolo-iooario acbi-se moito interoado do
tado e eo, como vos, dse jo sospeuder as ho--
Uli ladea emquanti durar a nossa con (frenen.
Por tetegram-ia, logo qoe se apprtxime o
exercito, que para i38o j mendei ordeii, mar-
care ca e logar em que estaret vosja dispo-
s gao.
ConBaB-lo oa va-ea lealdade, vos.saod-t o vo-
so carr.arada. Joao Nones da Silva Tavares
Foram ea&s o.< telegram OM 1ro :adoa otre ai
generaos Silva Tavares e G-nvao de Queiroz :
1 de Jalho. General Galvao Pelotis. N-
dia 8 do correte estoo s vossas ordens ro Ps
no oe Viola. D21 o.-deas para suspecsSo e
b.'g'ilt.iarie*; desde j espero idntico pr.jce.ti-
mei.t) de vossa parle. Estando vosso quartel
general em Pelonas, vos reg seja nossa conle-
reacia em Bag. Aguardo vossa resposta.
General Tavares.
2 de Jnlbo. Geoe-Bl Tavares Mel. Rebeb
vos^o telegramas. Ordenei suspensao ile hos-
tilidades. Nj dia 8 mao-iarei official e forga de
confianga receber-vos no Passo da Viola. Meo
estado de saace nao permute ir a Bag. Pego-
vos a 8nexa de vir ate Pelotas. Eu trera espe
eial mea e3'.a'io maior voi receber-vos all Con-
ii Da mioba lealdade o dos camaradas. A con-
ferencia son demorada e aqai melhor''abre-
mos. Saudades. Geoeral ttalv&o de Queiroz.
__ O Sr. ministro na fasenda creou uuis duas
lugares de despaQbantes goraes aa Alfaatlega 00
Estado do Ctar,
Fot concedida a demisfio qne pe ii'a da
subsiildio do ]0iz seccional do Eslado da
Porbyba, Bacharel Argem ro Alves Feneire.
Foi nomeado jaiz seccional do Es ado do
Pi- o deiembargauor do Supremo T'tbioal de
Josigi do memo Estido, Dr. Jote Gomes
Coimbra. .
C resoltado j cndbecido da eleigao proce
r!j,i. n<> BrtO0 00 Ro da t.436Vulcs ao D'.
lote Taoi::az da PurciOJcab.
srjppOe ter-se entregue aos bracos de
Silio.
A melanclica Silva abracada ao
Christianismo nascente,abandona aquel-
la casa corrupta, encorajada pelos con-
solaos de Bito, valente gladiador do
Imperio, liberto de Valerio Asitico.
Silva segu o seu destino ao passo que
Messalina infamemente obrigada a
sorprehender Silio.
Bito reconliecendo-a sent voltar seu
antigo amor. Messalina o repelle e elle
em presenca de Silio a envergonha.
Acto 3.
Narciso, Calixto, e Palante querem
reduzir Messalina e para lal m narram
e provam a Claudio, do que se tinba
passado perante Silio. Messalina porm
vence por intermedio do poder de seu
marido a lodos os seus inimigos fazendo
com que Valerio Asitico seja condem-
nado moite c bem assim Bito. Em
vao Bito pede perdi para Vale-
rio e tendo em resposta o desdem jura
vingar-se. Silio vergonhoso da surpreza
que Ihe fizera Messalina aconselha de
por termo a todas aquellas- incertezas e
esposal-a, no que acceito por Messa-
lina.
Acto 4.a
Sabendo Bito que Messalina tem ea-
posado Silio como meio de vingantja,
avisa Claudio de ludo, e este anda che-
ga a tempo de salvar a nobreza romana
e a sua cora imperial.
Acto 5.
0 povo romano pede a morle de
Messalina. Claudio ve-se obrigado a ce-
der. Messalina vem implorar ao impera-
dor seu perdo. Tudo j eslava deci-
dido. E' larde. Os libertos a matam.
0 Imperador vendo approximar-se
Agrippina tudo esquece, muito indin-
renlemente e vai a cenar com ella, esque-
cendo completamente Messalina.
NECHULOGlu
MUSICIANA
MESSALINA
Pefa p"m.)ira v,; n:sta capital, vas boje
scenao draini de Pie tro Com. escnplo em
actos, e caja acgo passa-se em Roma 00 anno
4S.
Est assim distribuido:
Claudio
Messalina, sua moglie.
Apnppina
araipi suo filio
Valerio Asitico
Bito Gladialore, suo liberto
Pallante!
Narciso > libert di Claudio
Callisto )
Cara Silio, cavaere
: O Banco da Repoblica ser responsavel pela
t-ausicgaj e liquidara saas coalas com o Cou-
strector, qae.ainaa.receoera reapelUfai salda..
Dizjra'qoa todo negocio j esta resolvido,
aepenaendo apenas dacotifecgao da escriptura
qoe esta ceado celebrada.
Pul posto em liberdale, vista da resolo-
g&o do Sapremo Tribunal Pederal, o cpitao-
teueate da armada Polvcarpo de Barros, qoe
se ach preso desde o comego da revolta.
, O Sr. cap to teoenie Polycarpo lem stda
mono felicitado por graude aamero de seus col-
legas e amigos-
L-se no J .mal do Commercio, ds 15 :
aoje as lomas de Mjoeviao de II, qae couler-
me sabemos por telegramma, pohli .-arara as car
tas trocada pala generoes Iuooeocio Gilvao de
Queroz e Silva avares paralo a-m.sti -.lo ecoc*
lerenda qae se realtsou na poaco no Rio Gran-
de do Sal.
Es-es documentos slo os seguiotes.'
Giptl Federal, 28 de Malo |de 1896-Clda-
dio general /oao Nanea da Silva Tavares.
Tea jo sido nomeado cammandante do 6 t*
tricto militara de tadas as furgas em ope a-
QOes no Rio Granie da Snl, tenciooo partir i.a-a
l|i nos primeiros .dias ao mes vtadoaro. Mea
ibtuitos ao desetQpeuho des-a praosa commis-
saj saj de todo o pootrt patritico, a feliz me
jolgarta se a pacificagao do Rio Grande se rea-
lisasse, sem qoe ama s gotta de saogoe fo.-s.-
vert jo por aquellos que latam, saben jo qae se
Oatem com ir raaos.
luieirarasma abeio-aos inteteeaes e planos
par idarios do vosso E tado natal oaj teado
od oa ou vragaogaa a ezercer ; desejjso qoe
termina essa goerra de irmaas qoe vai conaa
yindo a reina om Estado qae pode prosperar e
1er teltz, aa goso da pas, interesando pelos cr-
ditos da Repaolica e pela sorte futura ao pan,
Oomo brasilelro qoe soa e soldado que tem o de-
ver da eustentar as iostiloigoes de soa patria ;
a lobado assim com sioceridade taes princi-
pios, nao 00-80, nao devo atirar-aie 1 iota ao-
tes de emprear meios conciliatorios para al-
a car dos revoltosos a deposigaj das armas,
mediaa;e coodigoes boorosas para o governo
federal q 1 represento e para os rebeldes de
que sois o verdadetro ebefe.
, Crelo em vosso patriotismo e dedicagio i ier-
ra qao vos j. bergo, estou inteirameate coa-
veucidj de que nao nosiiliaaes as iaslltoif6es
do paiz. e s 1 qne nem nombridada vos falta,
oem Ja maior booe-abiiidade precuael para qoe
vos repota om Qomem de bara e om cidauao
prestimoso. Assim, poia, aotes de bostilisar as
jorcas qoe commaudaes meu dever oavir- vos
e tratar coaavosco, como cuetes, a padneago do
V0380 Estado.
Para isto & que vos dirijo estas liabas dicta-
das por ainor dos crditos do exercito que coov
mando apela cpnsideraga qoe me meracei-
como'-cidadao de valor e servigjs prestados a
oatrta; para is?o qu? vos convido a marcar
dia em qoe vos possa mandar receber oa (ron
Aulo Yitellio, Consola
Silvia )
.alpurnia \ Cortigiane
Cleopatra )
Gelia
Ua Tricnviro della notte
n Auspice
Messalina
P. F. Lntti
V. geraTmt
MlClleh
n.fL
Cerruti
Cuneo
G. SsrafHni
Reno Lot i
Forraiggmi
Grassi
jigom
Airotdi
Miluni
Traversi
Fink
Bossl
Sal'.'arezza
Gslli
Grande drama historirco do laureado
poeta romano.
Pielro Cossa.
Argumento
Assassinado pelos sequazes de Bru-
to, o tyranno Calligula e os pretorianos
retiradas dos pacficos estudos e das
lascivas caricias da sua mulher Messa-
lina, os pretorianos crearam imperador
a Claudio Druso, tio paterno do ectinc-
to rei.
Messalina que ficou entaa. lendft
imperalriz dirige o marido e bem as-
sim o imperio a seu belprazer, confor-
me os caprichos dilados pela sua nah>
reza. ,
Acto 1
Emquanto Agrippina pensa ser her-
deira do throno para seu filho Donizio
Nerone, Messalina a ameaca de aci;usa-
c3 de lesa magestade, se continuar a
manler ideias lao elevadas.
Irritada, porem timorata, pelas amea-
ps de Messalina, Agrippina se retira
einquanto Silio jovem cavalheiro e
amante de Messalina, vem declarar a
esta que o seu amor chegou ao domi-
nio publico e que os pretorianos decla-
rando offondida por esse modo a ma-
gestade dos Cezares, poderiao matil-o.
Esle.-pralere. abandonal-a, a. mor-
rfex.
Vem Claudio imperador d Roma a
quem os vinhos e as devassidOes per-
turbaran! o cerebro. Messalina enrai-
vecida Ianca-se contra elle, exiuda pe-
las constantes perfidias dos seus pren-
les e libertos.
Claudio nada comprehende e ece-
bendo de Narciso a agcadavel noticia da
famosa dessecacSo do lago de Ptcmo
onde tudo respira a festas, quer tornar
ai ver Messalina, que tinba desapf are-
cido^ sendo impossivel encontral-a, nao
sd no palacio como nos arredores do
Palatino.
Acto ,
A Suburra
A inemoria do Dr. llanoel Pau-
to Dmaso
UU ANNO DEPOIS DE SEU FALLEC
MENT
Dorm-, luctad ir, teu nome austero ;
Mas sobre a lousa do sepulcllro humilde,
Lomo na vida foi, surja o leu busto
Austero e glorioso.
Goncalves Dias.
m anno faz hoje qua a cidade do Recife con-
vulslonou se era profunlisslma dr pelo prema-
turo passeraento do llus re Ur. Maooel Pinto
Dmaso, digno Pre fe i lo d'esse municipio!
Um anno faz que a horrorosa paren com a
sua impiedade vibruo cerieiro golpe no fio pre-
cioso da existencia d'aquellu bomem da lel-
tras!
Um anno faz boje, finalmente, que os sinca
do alto de suis torres annunciavam cora lgu-
bres e sentidos dobres a morte do mi s ain
funccionario do municipio 1
A luz d'aquclle olhar sincero, do seu sorriso
docemente tranco apagou-se e para serapre -
Oante da dura reaiidade, liseiramente embo*
ra, recordemos a sua existencia, como urna glo-
ria, um tributo, urna ligao!
Ulona para o morto, tributo que lli devemos,
ligan para a mocidade que vem resolutamente
cheia de fi e de esp ranga lomar o logar d'aquel-
les que vao desapparecen lo na campa.
Se exacto qne todo homem de bem em es-
pliera. humilde ou elevada, presta grandes ser-
vig-is sociedade, isto aquelle que nunca
deixoude egnir os dictaraes sagrados de sua
consciencia, que pela sua corag-ra, indoma>el
reciido, pela sereoidade de sua almn espal ou
lecundos exemplos, se isto v rdade, o Dr".
Maooel Pialo Dmaso prestou grandes aervigos
sociedade pernarabuenna em que viveu.
Foi altivo, recto e bom.
. Sua vida foi serapre a lucta do trabalho, da
noestidade e forga de vontade contra a adver-
sidade e o egosmo. Nunca esraoreceu perau
le as contrariedades, porque linha perfeila scien-
cia de que :viver luctar '.
Por eare as UiiliculJades e peripecias da
existencis, abria. corajosamente caminho e vi-
;n cora todos, solicito em praticar o bem, cariati-
vo para com aquellos que corriam a magnani-
raidade da seu coragao.
No desempenlio de seus deveres deu robus-.
ixi provas de independencia de carcter e recti-
dao, disiiibumdo jusi.ga a quem a ella traba di*
Mi).
' Morreu pobre porque essa a eoodigao de
quasi todos os que prsferem a boaestidade to
dever s glorias e r.quezas.
O Dr. Pinto Dmaso era filho do visioho Es-
tado de Alagoas. e linha por bergo a velha e
Heroica cidade de Alagdas, que tantas notabili-
dades t ui dado ao nosso prospero e vasto
paiz.
Nisceu a 19 de Maio de -1840, e foram seus
pas o Sr. Joao Piulo Dmaso e sua esposa, a
Exilia. Sr. D. Isabel Mara da Rosa, ambos fal-
lecidos.
a' 4 de Novembro de 1875 recebeu o grao de 1
Uacharel am direJio a 2L de Novembro do au-
no segunte o'de doutor, m -virtudeda defesa
je theses.
ffa vida publjea dedicou-se principalmente-!.
nouilissiraa carreira de atvocacia, em que obte-
^esolendidos triuraphos, por sua vasta erudi-
o superior tlenlo.
lin de advogado ootavel, dedcou-se por a.-
gura tempo ao ensioamento de materias do cur- -
so de dreilo, onde demonstrou, a par de seas
cbnliecimentos profundos, muna facilidae de
traaamissao.
I Eleito Prefeito em 1892 por rnaioria absoluta
de votos e erapossado no seu alto cargo, dea so-
b do municipio para o real desenvolvimento intel-
lectual e material, s ibresahindo a orgaoisagio
do magisterio municipal a 8 de Margo de 1893,
tfc conformidad' cora o que preoeitua o art. 1
105 ti- 3 da Constiitiigao do Estado..
1 N essa orgauisdgo nomeou para as 8 fregu- '
*ias90 professores, sendo 45 de cada sexo. O
resonado satisfactorio d'essa organisagao acha-
sc comnrovado cora a publicagao dos oxamos
annuaes feitos as respectivas escolas e, na
grnmle frequetrtia qut> ellas aetoalmea'e tm.
i O autor d'assas linhas fazendo parta do ma- ,
fjlsterio municipal, nao Incida em dizer do alto
das columnas d'esse conceituado orgao de pu-
blicidade quo conjuiiGUimaote cpjn osa.-us col-
legas, ainda seriiem a perda irrenaravel do llus- ,
tre a -hooraa ^etadfeJ, Dr; Marreel Prnio DanJaso, c
e bdesapparfl d'.ejatre os vivos, contando ap:.n
ras pouco raats de 50 tonos de idade, resta im-
Silip conduzido pelos bracos do, dis,' f^^If^p^01"''-
solutismo, -esqaeoe Messalina. -Palaate", Reec,fe) 21 de Juino de 1895.
vre de Qaudio procura Messalina que Francisco Marques da Iriniade.

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Diario de PernamJbnco'* lloyiiii^o 21 <2e Jullw de* l&flo
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fiVISTA DI AMA
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Exnneracao -0 Sr. Dr. Secrel*no_.ia Jos-
tica ob proposia (lo Dr. Quesior FoUal interino
DJT acto .le 18 do correle exoneron. a pedido,
lio cargo de delegado do 1 distrtctO da capital
o bictiarel Ral fatal Le la Cintra
D, Man >el -A. bordo do vapor, .taaanhao
rearssou .tontera a esta cHade b Kxra. Sr.
D. Maooel dos Sanios Peraira, itltstre e *ir-
,tuoso bispo dVsia diccese.-
Cheios de satisfagao enviamos (rostas coluro-
basas respeitaveis saud^eOea ao estremecido
pastor da di cese de Olio .l-radavel visita -Tivemos hontera a
satif?ac*0 de receber em obsequiosa visita o
diimcio iornasta d lleno Sr. Isidoro J. Ker
nandez, que, vindo do sul da Rppubli a, acha-se
neta cidaie e aqui conta demorar-se por diai.
6 .Ilustre coalrade um mojo de una educa
trato ameno, e disifngw-w P r urna con-
5o,
acaricia e attiahe, iateressa e l-
abri-
verucao, que
lus ra. .
A gf-nlileza que para comnosco leve, sane-
mol a apreciar no s:u ver ladetro alcance ; e lli'o
a"radecemos emisivamente, apresentando-lha Je
novo os posos cumpriraesios, e dando ao illus-
tre hospede as noasas boas vindas.
Visto Balita -A ompanhia Modena in-
sprando-se em 8 alimento* aitruislicos, sempre
Jouvaveis e digno Jo apreso (,'eral. ;ve em
breve dar um espectculo em favor de familia
do tinado artista dramtico brasilero, rujo nonn
tomamos por mulos desta noticia urna tra-
drco gloriosa da scena nacional.
O dislincto Club Draramalico Familiar
lhantar essa festa de cariJade com o seu a
lioso concurso.
Opportunamjnte sera marcado da para su-i
reali^aco e o publico pernainbucano que em
lempos idos apreciou o tinado feslejou-ltie o t-
lenlo artstico, ter occas.ao de repetir a mam-
fesiaco desses seniimenlos com reflexao a sua
familia. .
O espeaculo de hojePela primeira
vez i o Santa [cabal, vae boj i a se Ta o impor-
tan e drama histrico de Pie\ro COssa, que tara
obtido tnuita acceiticio, toda vez que a compa-
nhia Molen-i o representa.
Tem o nome da Messalina e dividido em
5 arios, cada qual mata iBtef Manta.
Na seceo -Musiciana damos o enredo data
Ihado da peca.
Para terminar o espectculo sera representa-
da acomeda tima boa idea da creada, do
repertorio do artista G. Serafliai.
Os espectculos da companhia Modena,
comeram as S horas e terminara a tes de meia
noute.' havendo sempre conduegio nos carros
da farro-via de Caxang e nos da Companhia
Ferro Carril. J
Estao em ensaios os dramas Mulner de Uau-
dio .Raba-i,. Mana Anlietla. e Napolila-
Uoos de 179D,. que sero exhibidos esla se
man.
Theatro sautu Isaael -Com regular
concurrencia eslreou ania-liont^m a companhia
italiana ..MiImm. ap^si-nlando pela pruneira
vez nesta capital o drama OJette, de Sar
dou. ,
O desempenho foi muito bom, d^stacando-se
o tnbaitJO da Sig. Seralum, qua revelou-se ar-
tista de grande raerecimento tendo scen-is
flgmis ilos applausos que recabeo, e be.a as-
s m o Sif- Cuneo.
O trabalho do Sig. Seraffini rol digno do n >
me que o preceda.
Embora, esireaute no nosso palco, ella rev
lou-se perfe.tan.ea e artista que confiando nos
seus merecimentos nao tem uro debutto.
A papa fraucjza ji posta em scena com todo
apparnto.
j.ur. Pinto Dmaso-O Dr Emygdio
Mont negro, tendo de mandar celebrar, na ma
tnz de Santo Antonio musas em commemora-
cao ao 1." aniversario do fullecimenio do Dr-
Manuel Pin o Dmaso, dirigi nos um convite.
A8 referidas missas lerao logar s 8 horas do
da 22 do corrente-
Depois de feila esta noticia soubemos que o
magisterio municipal associou-se aoDr. aln
lenegro para o menino lim.
Despedlda-Enviou nos lea cartao de
despedida o Sr. Francisco Lauria, honrado
o.-mmerciante ue nos a praca.
O Sr. Lauria em busca de m. lhoras para sua
laude, embarcou honiem para Europa.
Boa napera o que Ihe desejamos.
Km transito -A' bordo do .laranhao
passa com desuno ao Estado do Amazonas o
distado engenheiro Dr. Jouo Martins da Silva,
commissionado p-do governo federal pura estu-
dar a viac&o meiallica n'aquelle Estado.
CapUlarina-E-'ie producto, composisio
do Sr. pliuriuaceut c Ildefonso de Azevedo, en
contra-se na pharmacia do mesmo ra do Ba-
rao da Victoria n. 31, 1." andar.
E' um precioso tonteo preparado exclusiva-
mente de vegetaes aproprialos ao flm de sua
ppplicacao; e sao seus ett\ilos a exttncgao da
caspa, lendease piulhos, manteado a cor natu
ral dos cabellos, impedmdo a qu vivificandc-lhe o bolbo, de aorte que fal os re-
nascer e crescer, alera da conservar a cabaca
agradavelmente fresca.
E" um ine8timavel preparado, pois^ que deve
fazer parle de iodo toucador; e nastis condi-
ges recomraendaiuol-o aos uossos I atores.
O alcoolismo O medico director do asylo
de alienados do Sena, cornrtiunicou Academia
de Medicina de Parimma serie de obs rvagOes
curiosas.
Os hygieostas chamam a tengao da op pablic e do governo para as terriveis conse-
quencias do alcoolismo.
O Dr. Legrain era suacommunicagio cita nu-
merosos exemplos de seus rece os.
Em urna familia, diz elle, o pal e a mai be
biam. O pai acabou dondo e amSiest-m
Completo estado de esgotamento de torcas e
constamemente doente
Esse casal teve sele flhos, dos qoaes seis
morreram criancas, d-poii d v olalas coovul-
ses d terminadas por lesCes cerebraes.
A crianga iiI a, de alcoolicos, nasce (feral-
mente d sequilbrada, com apetites irrresisll-
veis, mltiplos desejos, aos Tfaaes urna vonia-
de dbil nooppOe tenS> unB4tieio fraco.
Em 215 lamillas ouva lO.casos de loncura
assra distntuid s: 19 soffreram de delirios
melanclicos, 32 suicidas, 2 maniacos, 10 rasos
de paralysia geral, 9 casos de enfraquec ment
das facldades, lesas circumscriptas, o resto
em lourura degenerativa.
Muitos dos typos esludados, diz o sab o lie
nisla, acabaram doudos no asylo; outros forum
para prisOes correccionaes ; outros, fiaalmente,
soff era grandes condemnagoes.
Carros de espectculos -Muito boa
acceilajjo tiveram os carros de espectculos, col-
locados em frente ao Theatro Santa Isabel, para
conduego dos espectadoras que assistfram all
a esira da companhia Modeaa, oa texta-feira
ultima.
Sendo grande a procura de 15o ultilissimo
servigo, o iniciador daquee melhoramento para
esta caoifal, viose obrigado a augmentar o nu-
mero de carros de modo qua satisfaz a todas as
exigencias da occasiao.
u .Sr. J. Maia noscomrounica que aquella ser
vico contina a ser feii >, toda vez que houver
espectculos no SaBla Isabel, pelo prego de 8S,
por viagera, ao permetro da cidade, isto ata o
ponto tina! das lnbas de boads, e 158000 at o
Montero pela linba principal ou Arrayal, Olmda
at o Varadouro, e al Encruzilbada.
Devido ao pessimo estado das estradas para
Casanga e Beb ribeo prego ser por ajuste.
Depois do espectculo os carros que nao fo-
rem alugados e os que regressarem das yiagens
cima, estacionarlo en freate ao Hotel Ante-
ricano na ra do Imparador, e no Restaurad
Maison Moderne, na ra das Cruzes.
Os carros que all se conservarem, tero como
distnctivo uraa flmula branca.
Fallecimento A' complicagao de in-
C3mmoios fallecau ante-hontem n ;sta cidade
a professora em disponibiltdade D. Amelix Au-
gusta de Moraes Quental.
A finada liona 52 annos de idade, era viuva e
deixou filhos maiores.
0 seu enterramento que teve lugar hontem s
11 horas do dia ao cemtterio de S-mto Amaro,
foi coadjuvado pela beneficencia da sociedade
Uoio dos Professores Primarios e falln em
nome dos seus collegas o orador da mesma so-
ciedade professor Floriaao Baptista de Oli-
veira.
Paz a sua a ma
f- Fallec ment Em consequeocia de Ion.
gos padecimentoe, fallecen hontem. em sua re
sidencia na Magdalena, o Sr. Joao da Cunta
Braodao.
l.ontava o fina lo apaas 20 annos de idade e
ra um mogo esperanzoso.
Damos pezames a sua Exma. familii. espt-
cialmente ao seu digno pai, Sr. Manuel da Cu
nba Hrando.
Einbari|ne Prosegue hoja abordo do pa-
quete Maranho a sua ezcurso ao norte da Ke-
publica o Sr. Major Joaqun Kocha'Saatos, dlg-
ao representante rio Jornal do Brazl, e, que aa
desl na ao E-tado do Para.
0 n isso resse lavel collega ve?o trazer-nos as
suas despedidas, e fez-non a duola lineza de ex
temar conceitos, no propri > e em nome d'aquelle
importante e illust-a lo orgao da mDreasa flu-
minense, que s podemos atir buir ao cavalhe-
rismo que ti vernos de reconnecer no trato do
collega.
A' boa viagem que Ihe desejamos, ao abrago
qua reciprocamos, accraseantamos agora : At
breve I
Centro dos fumantesEsse esplendido
e-t tbelec men'o, a ra Pritueiro de Margo n. 3
de que sao proprie'arios os Srs. Alfredo Pinto
& C, inquestionavalm-ute um centro do que
ba a desejar m artgos para fumantes.
Alm de variado sortmento daciarutosde
Havana, Bahia e Ro de Janeiro, de cigarr s de
escolindas marcas, a de fumos es tange ros pro-
curados para sua precedencia, o Centro dos Fu-
mantes tem disposigao do publico varios ob-
jectos de laxo para presentes.
O mesmo irUabjIsc.uieiUo oaba agora de in-
troluztr um melhoramento para os fumantes, a
quatn pouna o us(> de corlar as ponas los cha-
rutos coto os denles, ou o trazer um caivete
para tal fim. Os Srs. Alfredo P nto & 0. fazem
acompanhar as caixas dos seus charutos de um
cortador de pontas especialmente faito para isso
e cuja forma um verdadciro bijou-
Joao ChaffasPola segunda vez, est
s.vamente no Rio de Janeiro o graode revolu
eionario portugus Joo Chagas, o notavel jor-
n^lista da Repblica Portugueza do Pono.
Joo Chagas e um outro revelucionario qua o
acorapanha, voHaro brevmente para o Porto.
Via frrea de (axanga-Chegim-nos
qu>ixas quj nos parecen) Ot-m justas a respei o
u Apczar de exis'.irall, como em t da a estra-
da de ferro, um h rario para os trens este
Observado all da tal maneira, qm succedj
multas vezes parttrera os trens antes da hora
marcada.
Ora. isto nc arreta serios tranatornos, come
se comprehan le fcilmente, e caso de severa*
providencias da parte doSr. g rente da.mesma
vi.-forran, que estamos cero?, providenciar
obre taes Irregularidades.
Aism-iacao Ucdieo Ptaarmaccuti-
co Iteune-se hoje em sess&o extraordinaria,
com o numero que comparecer, para tratar de
assumpios importantes-
Loinbrosu-E:u um jornal italiano encon-
tramos al^uiu pormenores b;ographicos sobre o
celebre piiysiologisia Cesare Loxib oso, o au-
ctor do loman Uelinquente
Lombroso. que t ntou revolucionar a scen-
ca do direfta penal, nao chegou sem esforcos
8ituago que oceupa hoje. Poietn.sa disculi-
as suas itieor as; n8o s<; pote negar qu- pos-
sne una int-lligencia curi sa, ir.fiuitameute ac
tiva e exireraamen e ousada. Na edada de 13
annos escrevia pegas para theatro ; depois oc-
cupou sa de lingistica e quasi desda a infan-
cia, esludou profundamente o hebreu, o cofta, o
chaldeu e o sanscripto. Oedtcou-se d pois
medicina e interessou-se par cularmenta pela
,iieiicima mtntal
Tem actualmente cerca de 60 annos, de
baixa estatura, sanguneo, obstinado, arrebatado
corado, ne fronte larga, cabellos espessjs e pa-
Uvra lenta.
Para elle a mulner menos que o bomem in-
clinada ao crirae; mas urna vez criminosa,
preciso consid ra -a como quasi incorrigivel. a
religio 6 um frelo muito problemtico aos ar-
astamentos condemnaveis, mas em compensa-
go, urna educagao litteratia mediocre s sarve
para des nvlver os maus instnclo.
Pe I.-dleosRecebemos o n. 46j da Lan-
terna Mgica, o 27, anno Vi da Era Nova,
que se publicara nesta c da le, e n. 20 da Vic-
toria que se publ ca na cidade do masmo no
me desta E-tad j.
Agradecemos a visitas dos collegas.
Revista Ftaarmaccutica Temos
vista o o. 3 do ai.no i dessa betn elaborada
revista, orgo da Socedada Pharmaceutica
Pnuluta d que s5o redactores os Srs. Ignacio
Puigaar' e trederco de Borba.
rhariuaca e Drogara-Os Srs. Sil-
va, Araujo & .. proprietano de urna pharmacia
e. drogara e fabrica de productos cuimcos no
Rio de Janeiro nos enderegaram urna circular
em que pedera a preferencia dos alludidos es-
tabeieciraentos, nos pedidos leitos em tal ge-
nero de negocio.
Lembram os mesmos Senbores na circular a
que alludimo, que taes eslabelec melos sSo
administrados sob a vigilante fiscalisajo dos
seus anligos fundado es Luz Edaardo da Sil-
va Araujo e Francisco Manoel da Silva Araujo
que oasiante coohecidos naquella pr ga, teem
alm de ludo habilitagOas profissionaes que
muito os recommendam.
Enreja de S. Jos de Riba Mar-
A mesa regedora da irmandade de S. Jos de
Riba-Mar, m visla de achar-se sem recursos
para terminar a grande obra que emprehendeu,
pede a todas as pessoas que dasjaram auxi-
liaba, o obsequio de eoviarem seus ohulos ao
thesoureiro da masma rmandade.
Curiosldade Ets um dos inultos meios
condecidos para se averiguar o mez em que
Cada um aasceu e a sua edade, sem se fazer
essa pergunt i que omitas veres indiscreta :
__Escreva o leilor o numero do mez em que
nnsceu, coatando oaturalmeote Janeiro por 1,
Feverer por 2 e assim successvameole.
, Multiplique esse oumero por 2 ; accresceote
t ao producto; multiplique o todo por 50;
junte-Ib a-oum-iro de annos que tem; di
toiuua do producto 365 e ao resto addicioue
Ihe 115.
Do numero que apurar, e primero algansmo
correspondente ao mez c os rest.ntas eda-
de, se os algarismos torea s tres.
Se torem quatro, os deis primeiros sao do
mez e os outros da edade.
Receta para fabricar ouro O
c Journal de i'iloitogere aonuncia que se
descobnn o meio de fabricar urna liga con a
mesma c r do ouro ; e que essa I g se cora-
pa de 10 partas de cobro a seis de antimonio
l-unde-se prime ramete o cobre, depois jun-
la-se o antimonio-
Urna vez que os dous metaes estejam era fa
so, ajunia-se a mistura cinza de madiras,
tu ignesium e carbonato de cal, o que torna mais
densa e Usa.
Ksso I ga poda ser laminada, forjada e solda-
da :ia mesma maneira qua o ouro, ao qual s-
pax-ca depois de polida.
iissagrelros -Sahidos para 0 sul no va-
vapor naci jal S. Francisco :
los i'edro de Lima, sua seahora elO filhos.
Ant ti i V. da Silv, Manoel Carvalho, Man.el
Ribar,, Umbelina Mina dos Prazeres, Paulo
Uorreia de Amorun, Joo Quinteiro de Carvalho,
Manos! i raacisco Mendes e 1 irmo, Leonel
Joana, Ai.tm o Vieira Beltro, Antonio Pereira,
Dr. Jerouymo M. Pereira da Carvalho, Amaro
G. Laeerda, l( pregas.
Sab dos para o sul no vapor allem&o Men-
doza.
Jos Joaquina Rodrigues Saldanha e sua se-
uhoro, Joo Augusto da Silva, ThomazF. de Car-
valho.
- Sahidos para Europa no vapor italiano
Las Palmas.
Gaetano Befaai, Aatooio Gabrielli, Miguel e
Mana Rosa.
jTelegrammas retidos -Acbam se re-
tidos n. Rp rttgao G-ral aos Telegraphos os
teamnies aviso*:
Do Rio para Elysa Cmara.
De Floresta para Miranda.
Linhas sul, norte, e centro do Estado, boas.
Matadouro rubllcoPoram abatidas
ao Matadouro Publico da Cabanga 115 rezes
para o consumo de hoje.
Cemiterio Publico-Obituario do dj
19 do correle:
Fre Affoaso Vtlein, Allemanha, 30 annos,
Santo Antonio.
Manoel, Pernambuco, 2 mezes, Sanio Anto-
nio.
Mara Francisco do Nascimeoto, Pernambu-
co, 32 anaos, viuva, Graga.
Manoel Jos Lombard, Pernambaco, 5 das,
Graga.
Um feto do sexo femaino, Pernjmbuca, San-
to Antonio.
Vicencia 4e Paula, Pernambuco, 4 asmes,
Boa-V'Sta.
Vicente Ferrdirdo Espirito-Santo, Pernaffl-
buco, 43 annos, solteiro, Boa-Vista.
Rosalioa Mara da Conceigao,, Pef aamouco,
48 sanos, solteira, Boa-VIsia.
Joo Rodrigues Neporauceno, Prnambuco,
49 auno-,, soil-iro, Boa Vista.
Antonia Mara da Conceigao, Pernaroljuo, 23
annos, solteira, Boa Vista.
Emigdio Kodrigues da Costa, Baaia, 25 an-
no, solteiro, Boa Vista.
Rosa Mana do Carmo, frica, 80- annos, Boa
Vista.
Casa de Deteneao-Movtmeata nos
presos da Casa de Detengao do Recife, Estaao
de Pernambaco, em 19 de Juiho de 1895 :
Existiam....... 457
Entraran....... 2
Salram......., 31
Existem .
A saber:
Naclonaet.
Mullieres .
Estranaeiros
Mulher. .
....
Total .
Arragoados
Boas .
Doente3 .
Loucos. .
LOUCaS. .
.....
433
404
10
24
0
438
424
390
IB
13
5
"424
Total.......
Movimento da enfermara:
Tiveram baixa:
Francisco da Hora do Nascimento.
Pedro Pires Teixeira.
Hospital Pedro IIO movimento desse
eslabelecimento cargo da ?anta Casa da Mise-
ricordia do Recife no dia 18 de Junho, foi o se-
guinte :
Entraran]..... l
Saturara..... 10
Falleceu..... 1
Kxislem..... 826
Poram visitadas as enfermaras pelos seguin-
tas mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, entrou s 6 3/4 da ma-
nli e sanio s 7.3/4
Dr. Rerardo entrou s 12 da manh e sabio
as 12 1/2.
Di. Lopes Pessoa, entrou s 9 3 l da manh
p sihi\ Sh 11 li*'
Dr. Vieira da Cunda, entroa as 111^ da maohn
e sahiu s 12.
Dr. Arnobio Marques eutrou s 9 3/4 da
mi-ira e sanio s 111,2.
Ur. Bastos de Jiiv^ira. entrou s 9 da
manh e sabio s 9 1|2.
Dr. Tavares de Mello, entrou s 10 1/4 da ma-
nh e sahlu s 10 31.
r. Jos Avila, eotrou s 10 1/2 da manh e
sahiu s 11 1/2.
Dr. Octavio Freitas, entrou s 9 da manh
e sanio s 9 12.
Dr. Nunes Coimbra, entrou s ft 1|2 da ma-
nh e sanio s9 3/4.
Dr. Alredo Costa, entrou s 7 da manh
e sanio as 8.
. Dr. Joo Marques, entrou s 9 da manb
e sabio s 11 1/2.
Dr. Baptista de Carvalho, eotrou s 9 1/2 da
manh e sahio s 11 1/2.
Dr. Amaro Wauderley, entrou s 111/4 da
mamanh e sahiu s 11 3|4.
Pnarmaceutico, eutrou as 9 1/2 da manbS e
sabio s 2 da tarde.
t. Ajudante do pharmaceu ico, entrou as
81/4 da manh e sahio s 4 da tarde.
. Ajudante do pharmaceutico entrou s
7 3i4 da manh e sahio s 4 da tarde.
doi ra d3 Puque de .Caxias, u. 50,
para <> ja ragwtrado,. 1
De Bsltro &i Irm&o, para igual regis-
tro. Sm. Nao t mou parto o Sr; de
potado Tbomaz Beltr&o.
De Antonio de Mello Costa Oveira,
estalilecid 1 a na do Bim Jess a. 56;
para o regi tro de sua firma nd vidual.
Como pede.
De Eugenio ^Ioreira Das, Alfredo Mo-
reir Diaa e Niomesia Moreira DiaB, es-
tabelecidos ra do Amorirn n. 44, ni-
cos responsaveis da firma Eugna Frrea
& C, para o registro da maica com qu 1
pretender u^oalar o vinho da Caja di
sua fabrica. Vista ao Dr. secretario,
Foram apresentados pelos administra-
dore dos trapiches alfandegados Noguei-
ra e Fonseca, os mappas do moviment >
destes, durante o 1* semestre do corrente
anno, os quaes foram conferidos e se
acham em devida forma.Archive-se.
Pelo Dr. secretario foi apresemado o
officio que Ihe dirigi o Se, commendad r
ot Francia, o de S Leito, deputado
supplente em ejercicio, que passa a
ler, afm de que a Meretissima Junta
resolva sobre o pedido que o mesmo Sr.
fez se:* o dito officio inserido na acta.
Satisfeito o pedido, em extracto.
O extracto o seguinte :
t O Sr. commendador S Leito parti- j
ciiou que, achando-se doentee precisan-)
do de uns trinas dias para o seu resta-
belecimento deixava por isso de compa-
recer as s atoes da Junta ; e dtjclaxou
que renun^iava, em favor dos emprega-
dos da secretaria, qualquer importancia
que venha o parteaccr-lhe, proveniente
de emolumentos arrecadados pala respe-
ctiva secretaria, no mez de Junho prxi-
mo findo, renuncia que por mais de urna
vez j tem feto em beneficio dos es abe-
lecimeutos pos a cargo da Santa 'asa de
Misericordia, quando Ihe tem cabido func-
ionar na mesma Junta.
Nada mai* bavendo tratar-e, o Sr.
presidente encarrou a sessao as 11
huras do dia.
caminho de virtudes que at aquella data
tinha eJl-percerrido4
Da l4 da mansa Celeste,' odde vives,
v-bea, querido irmio, qui |6ube cum-
piro maodato sagrade de que me inver-
tiste !.-. E hoje que termin do se acha
minha misaao, e que tenbo a certeza de
qne tambem teuB ftlbos aaberao hDar^'
sua memoria aqui na trra, venho. tra-
jando o luto d'alma, que mil vezes
mais pesado qne o do corpo, debrucur-ma
sobre teu tmulo" e rezar urna pepea pelo
repouso de tua alma ao > !
Adeus irmo idolatrado;! Espera mais
alguns das, mais alguna* dias tristes. .
e vira a telicidade infalliel de a ti reu-
nir-me !
Adeus irmo e amigo 1
Kecif, 21 do Juiho do 1895.
Marcellino Santiago Vastoncellos Leito
de Albiiquzrque. ,
FELICITACOES
Envereda boje o aminbo di seus.
Sesenta e nove janeiros o nosso galante imigo
Custodio Luiz de Araujo
Parabens Ihe damos, reunalo o desojo "de
como este que passa, amitos Ihe succdam.
*
i;0BLIC4(0E$ 4 PEDIDO
Ao
Tiloma/ Kilx-iru
SPORT
Derby Club de Prnambuco
O prado da Estancia realisa boje a sua
101 corrida, que dever ser um bello en-
tretenimento offer. cido ao publico.
O programma da coirida, bem argani-
sado e servido por exoellente inscripyao,
justifica a qualifcaco que della fazemos
as linhas cima.
O facto sena duvida no desdir de
nossa affirmacao.
PALPITES
Sao estes os nossos progaosticos :
1.- pareoNazarethMoscardoMer-
li.u.
2 pareoHirondelle Beija-Flor
Garimpeiro.
3.- pareo-PirataNilo-PIeiade.
4.- pareoTalicierMascotte Du-
blin.
5.' pareo Triumphd'Peniana Ida.
6.- pareo Sans-Souci Garimpeiro
Vingador.
7.* pareo=Divertido Pirata Ma-
lange.
8. pareo Divertido Y boBaliza.
GHRCHICA 1C1ARU
Junta Commercjal do Recife
ACTA DA SESSAO DE 4 DE
JLHODE 1895
presidencia do Sr. deputado commendador
Joaquim Lopes Machado
Secretario Dr. Joaquim Theotonio Soares
de Avellar.
As 10 horas da manh abr'o-se a ses-
sSo, estando presentes os Srs. deputados
Oveira Bastos, Prente Vianna e o Sr.
supplente Thomaz BeltrSo, faltando o
Sr. supplente commendador S Leito,
om participado.
Lida eapprovada a-acta da sessao an-
terior, tomou-se conhecimento do se
guinte
EXPEDIENTE
Oficios :
Do cidadio Candido Casimir j Guedes
Alcoorado, corrector geral desta praga
com data de 1 do corrente, participando
harer na mesma data reassumido o seu
exercicio, visto ter renunciado o resto da
licenca que Ihe foa concedida pela Me-
retissima Junta.Inteirado.
Da Junta dos Correctores desta praga,
datado de 2 do mesmo corrente, remetien-
do o boletim das cotagas otEoiaes, refe-
rentes semana de 25 a 28 do mez de
Junho ultimo.Para o archiTo.
Foram distribuidos rubrica os se-
guintes
LIVROS
' Diario de Antonio de Mello Costa O-
veira.
Copiador do mesmo.
dem de Beltra &c Irmao,
dem de Mello &.Velloso.
Tiveram despachos as seguintea
PETICES
De J. Salgado & U.f estabelecidos
ra do Visconde de Inhanma, antiga
do Rangel, a. 31 A, para o registro da
marca coramercial a O Lidador con-
stante dos exemplares annexos, marca
que serve de titulo ao seu estabeleci-
mento.Segistra-ee.
De Rodolpho Pai va & C estabeleci-
dos na villa de S. Bento, para o regis-ro
alias archivamento do seu contracto coin-
mercial.Seja archivado.
De Beltrio & Irmao, par idntico ar-
chivamento.Como pedem. Nfto tomou
parte o Sr. deputado Thomaz Beltr&o.
De Martins & Rodrigues, eatabeleci-
k patria querida, a patria luiitana,
O bergo soberbo do heroico CamOas...
Mirava-se tranquilla as aguas do Tejo
Revendo o passado de fulgidos brazes...
Mirava-se tranquilla, as agua3 do Tejo...
Espeiho de glorias que a baona de luz ..
l sacode scentelhas as pngiuas da historia
Da trra perenne, da trra da- cruz...
E sacode scentelhas as paginas da historia
Da historia fulgente que adorna o Brazil. .
Que serve de exemplo aos povos guarreiros
Que vivem ailaoeiros oa Europa sauhoril...
Que serva de exemplo aos povos guerreiros
aos povos seiosos das vethas victorias...
Que guardam no paito oa hymoos eternos
s byinnos entoados.aos cantos de glorias.
Mirava-s tranquilla, as agnas doTejo...
Do Tejo onde a barca singron velosmente...
Levaodo o poeta saodoso do beijo
Do beijo imprimido na fronte luzente. .
E depois vio alm sumir-se
No dorso imraeuao 00 mar...
E no azul do ceo unir se
As brancas vtas~do Tamar...
Chorava, chorava tanto ;
Mas as bagas do seu pranto
Eram perolas d'aljofre santo
Que se derramava ao-luar...
..............
Nao corra as terrat santas
Aos sepiUchros de #s monirchos...
E ntm apatria dos patriarchas
Desde o Egypto aCanaan !...
Mas a patriaUrazileira,
A. trra querida hospitaleira
A congrassar a sua bandeira
Com gloria e couiatan...
aa* ...a....*.
Mas sa a patria chorava,
ge a familia solucava
E o branco lenco acenava
0 Tamar que se suma...
Tinham n'alma a satisfaco
De ver coroada a sua miso
E entrelacado o seupendao
Ao pendao da sympatbia. -
' -
EleicSo
Dos devotos o devotas que tem de fo tejar
a Virgetn Nossa Senhora do Carino no
d
Juizes berafeiiores
Os Exrns Srs. :
Visconde da Silva Loyo.
Visconde Gongalves Pinto.
Dr. Manoel da Tnndade Pirettl.
Ur. Jos Antonio de Alrneida Prnambuco.
Dr. Miguel de Figueira l'aria
Julio Cejar Paes Barre o.
Liberato Jos ca Silva.
i.apao Jos Germano de Araujo Pnh iro
Anhur Qomes de Maitos.
Dr. Theophilo Benedicto de Vasconcello-.
Jos Ferr ra Calar.
Sebastiao Lopes GuimarSes.
Commeudadur Albino Jos da Silva.
fl Mariano de Figueira Panas.
^\ AnonioCarlos Borrorneu dos Santos
lapitao Manoel Lopes Vii a.
Commendador Manoel Gancalves Agr
Manoel Collayo Dias.
Atiionio Fraucisco Areias.
Joe de A'aujo Veiga.
Dellim Lopes dat;ruz.
Antonio fin o da Silva.
Joaquim de Souta Martins.
Manoel Pardal Garca.
Antonio LU bazar Alves de Freitas.
Manoel da Cunta Saldanha.
Juizas bemfeiloras
As Exmas. Sras. :
Baroneza doLivrame* to.
Esposa do Se. Dr. Laurindo de Mora
nheiro.
D. Francisca Cabral de Mello.
D. Clamen i na Gutmaraes Marlias.
D. Ven. randa na Cruz Brillo.
D. Delraira Lauria Cordairo Martins-
D. Mana Res Gongalves de Souza.
D. tuilhermina, esposa do Sr. AotoniO Fernan-
des Ribeiro.
D. Genoveva de Amorira Pereira da-'Silva.
D. i.loti de de Mandonca Oliveird.
D. Clementina, esposa do coronel Augusto Oc
tavianode Sou-a.
Esposa do Sr. Francisca Jos Joaqdim Gal-
vfio.
D. Carolina Atrgtrsta Mor eir.
D Lucilla Bism** da Ohveira
Esposa do coronel Joao Rodrigues d6 Moura.
a do Sr. Gustavo da lva
Pi-
E dapos vio snarir-se
No dorso iinineino do mar...
E no azul do co unir-se
As brancas velas do Tamar...
Chorava, cborava tanto;
Mas as b*gas do seu pranto
Eram perolas d'aljofre santo
Que se derramavam ao luar...
Recife, 18 de Juiho de 1895-
Jos Francisco Paes Barrelto.
Motcnttrio
Do capitao Hilario de Ahaydes
Vasconcellos
Completan, hoja 25 annos que desappa-
receu dentre os vivos, e ?e recolheu ao
seio da eternidade o capitao Hilario de
Athaydes Vasconoellos!
Era um irmao estremoso e um amigo
dedicado, que a natureza me havia dado 1
Era um verdadeiro crente e um pai de
familia dS-emplar. devo, portanto, acre
ditar que Deus Ihe abri as portas do
co 1
Falleceu em 1872 no engenho Antas
do Estado da Parahyba, t :ndo-o seguido
de bem perto sua segunda a virtuosa es-
posa D. Antonia Caetana de Jess, que
na pode resistir a dr que a despedaa-
va port&o crusl separado.
Deixou 12 filhos, sendo : 3 do primei-
ro matrimonio e 9 do segundo, aos quaes
leg u apenas um nome honrado e o ex-
emplo de urna existencia de quasi 50 an-
nos nobilitados pelo trabalho,
Desses filhos -existen, ainda hoje oa se-
guintea ; Idelfonso Ricardo de A haydes
Vasconcelloe, que oceupa o poste de al-
fares do exercito ; Jos Jorge de Athay-
des e Joao de Athajea Vasconcelos, em-
pregados pblicos no Rio: Agnello de
Ath-ydes Vasconcello* empregado no
eommercio desta capital; Hilario de
Athayde Vaacaacallos e Antonio Fran-
cisco Pereira de Athaydes, Jficiaee da
guarda nacional na Parahyia; Ignacia
Nunes de Athaydes e Obdolia de Athay-
des, ambas casadas, e Emilia de Athay-
des Vasconcellos solteira.
Nos ltimos momentos de sua vida,
ainda me lembro, recostado ao meu pei-
D. i.ustodia, espo
Antunes.
D. Marii de Brito Ftuza.
D. Mana Antunes Gesteira.
D. Maria Rita da Crut Neves.
D. Mana t,and da da Cunha Res.
D. Constancia esposa do Sr. Manoel Nunes da
Fonseca.
D. Josepha Beltrao Carmo da Cunha.
Esposa do Dr. Francisco do Reg Baptista.
Esposa do Dr. Jos Mariaono Carneiro da Cu-
Esposa do Dr Diogo Soares Cabral de-Melb.
E*posa do 9r. Braz Carneiro Lins da Mello.
Todos os demars devotos da Virgem Mae do
Carmello.
Frei Cyrlo Jont, co mtsano geral.

Piato
; luinivorsai'io dn ItaHeci-
mrito do Dr. Manoel
limazo.
O Dr. Emygdio Slon'enegro-. tendo de
mandar eleb'arv na matnZ: de S nto
Autonio, pelas 8 horas da raanh de 22
do corrente. missas pelo eterno-repodso
d > illustre morlo, convida aos sau^ ami-
gos eaos do. finado para asiistrrmJa esse
acto de religio.
Recife, 20 de Juiho de 1895.

Protesto
O Directorio da A socia-
5S0 Comii'rcial Benertceo-
te J03 Mereieiios, na fjua]i-
dade de z^radora dop inte"
resses de sua classe, tendo
sciecc a de queoutras cla-ses
contribuintes dos impostos
referentes a tabella A arme-
ra a lei n: 121 de 23 de
Junho de 1895,-q'ierem in*
cluiios na distribucao dos
impojtos que lhes cbmpete
pagar, vem 8olemBmente
declarar que protesta desde
j por estas llegalidades
faraoppotunamente preva-
lecer os direiios da le, pa-
rante os poderes pblicos co
E tado.
Recife 18 de Juiho
de 1895.
O director,
Joaquim Chistovao,
O secietario,
Polybio de Olivara Pinto.
Aviso
/ Nos abaizo aasignados. coto negocios
de estivas nesta praca, agradecen do sos
nossos amigos- que- honraram-nos cr.m
consigna95es de assucar, viemoa declan.r
lhes que nao continuaremos a acceital-i^,
por ter deixado este ramo de negocio.
Figueiredo Costa Sf C\
Despedida
Retirando-me temporariamente por rro-
tivo d8 molestia para Europa a bordo io
to, contemplando os fiThlbos" qu7 rod.JT.por Nile e nao podando pela preste
desea leito choraTam, e dos qaaM pre- de minha T.agem, despedir-me dos ao..
senta que estaba prestes a .ep.rar-se gos, o faco pelo presente offerecndom ue
idas lagrr- limitados prestimos em qualquer logar um
para sempre, derramando sentidas lagr
mas, pedio me. que lhes servisse de um
bom pai, educando-os na santa religio
de Christo e faaendo-os trilhar o mesmo
que me acha.
! Recife, 19 de Jnlho de 1895.
1 Francisco Lauria
Ao conimcivio
Delpfaim Lopes da Gra retiandc-se
p^ra a Europa no vapor Niie., deixa
como neus procuradores nesta Cidade aos
Srs. Joaqnm Antonio Christovao e Joj
Soares dn Saizas para represental-c: como
socio comiBnditrio dss firmas Delpbm
Lopes da Ore* ft O J. Refro FongeCa
& C'.a, deizando tarnbem como Wjtraft-
radora sen socio J8 De4phim. L?pes da
Ou* para administrar sem beos e tratar
de seos negocio pai ticalares.
Recife, 19 de Juho de 1895.
D-lpbin. Lope du Orna.
Advocado
O bachar*l Antonio Tlentino Rodri-
gues Campos, procurador das Feitos da
Fazenda do Estado, pode ser procurado
em seu escriptorio a Praca 17 n. 79, das
10 horas da manhSs 4 da taran.
Despedida
Jos Franco Ferreira segaiudo para
Europa na vapor tNile pede desculpa
aos seus amigos por d2o ter pessoalmente
fetc as suai despedid a.
Outrosim '-tpproveita o ens-jo para scien-
tifiear a quem icteressar. possa que deixa
como seus bastantes procuradores os
Srs. Jos Ferreira Dourado e Manoel de
Moura Ygleaias na forma em qee fica
descriminodos
F.eoifo, 10 de Jaiba de 1895.
Jos Franco Ferreira.
Ha dez annos que a Academia de i&-
decina de Parz nao dera parecer favora-
vel sobre os novos medie amentos, ;quando
sahio dessa reserva approyando o Ferr
Girard, producto extremamente tnico
reconstituinte, que nilo causa priaao. de
ventre como todos os outros ferruginosos,
e que, palo contrario, a supprme. Jjes
envolve o appetite, cura a anemia^a po,
breza d> sangue, reanima a3-. constitu.
5oe debis e facilita a convalescenca.
E' receiado com xito contra o diabes,
a aton.a dog orgaos a f-^qoez da vista
i senil idade, a chorea e a hysteria.
Aju Paradw desOaaves
Especialidade em sedas, brancas,-pretaj
de cores, gases, surabs, para casamen-s
etos, bailes e pasBeios, para grande "eaco
.ha.
38 Ra B. da Victoria 38
Telphoee 59
. *^
Au Paradis des Dames
Casa especial de .rtigoa para
Novas
Rns Baroil V clora 38

Teephone i9
o' ------
HYWINOA BAHA
(Cpi?.
Usando dasattribtHi,5es que me sao con-
feridas pelo Regulamento Sanitario em vi-
gor e tendo em Tista os documentos tpre-
sentados comprovando a analyse e a licen-
9a concedida pelalnspectoria Geral de Hv-
giene do Estado de Purnambuc, concedo
licenca ao Pharmaeeutico Antn o Mar-
tiniano Veras par erpor a venda ueste
Estado o preparado denominado Cognac
Brazileiro de sua conteccSo. E, para
coustar passou-sa o presenta que, pagos
os emolumentos e assignado, se^registrara
para os devidos efFertos.
0> inspector.
(Assignado) Ediuxrdo O. Costa.
Secretaria da Inspectora de Hygiene
da Bahia, 12 Ae Juiho de 1895.
O secretario
Dr. Antonio Augusto de Figueiredo.
(Sobre estampilhas) de 45400.
N. 2.872-Rs 58000.
(Pag u de emolumentos na Recebedona
da Bahia)
O fiel
.' (Assignado) N. M, da Silva.
Reg. a fls. 88 V.,do L. competente.
I. de H. do E. Federado da Bahia, 12
do Juiho de 1895.
.(Assignado) Drr Munis Barrete.
a^K"'' DlLSa 25)5000
^^ Garrafa 20500
Quem nao ter sentido alguma yaz
peso de cabeca, iochaso do ventre, lin*
gua branca e saburrosa, falta de appet-
te, de actividade e de alegra, proveAn-
tea de embanco gstrico ?... Paradia-
sipar este estado ou prevenil-o, bast. to-
mar de tempos em tempos, a Fruta Ja-
lien, que se admin stra noite ao deitar-
psrgaudo. suavemente e refrescando os
intestinos, effeito este contrario ao pro-
dazidopelJ8 purgatiros usuaes.

O Bacharel'Esperidiao Ferreira Mon-
tero tem escriptorio de advogado Praca
7, antigo Pateo do Colfeg.o n. 77, 1.
ndar.




I
i






WWf

jm ttm ^iimibirttt I JwmnfJ1' ': I
' *m*J&mF?isSfm%S**,*r'-';-T-
Diario de Pernambnco Domingo %1 de falli de 1*95

i
Nosejulgueque esta s
duas palavras achara-se
reunidas tao s para ar-
mar ao effeito. Sendo
ilis duas inimigas, pa-
recem entretanto a ca-
minharem juntas, acti-
vas e vigilantes, mas
sempre promptas a dar
comoate entre si, porque
a syphilis um dos fla-
gellos da humanidade
|s por si, ella abrange
dous tercos das molestias
clnicas, revestindo de
mascarando todas as en-
tidades do quadro neso-
logico.
X
HDErUEISA, SALSA, CABOBA E GUAYACO
IRDOSASQ
( Grande depurativo do sangue ). Approva-
do pela Exma. junta de hygiene do Rio de Janei-
ro, premiado na exposico de Chicago e prepara-
do por
JOAO DA SILVA SILVEIBA
Pharmaceutico diplomado, residente na cidade
de Pelotas, Estado do Rio Grande do Sul.
--------Tendes qualquer nianfestaco tuberculosa Procurai a fundo dalla :
rreis encontral-o na sypkili-, se nao adquirido por vos, representando um
ente legado de vossos antepassados. Tendes dores irradias as pernas,
nos brlcos, no tronco, em todas as articulares emfim ? Nao precisaos de
mais nada para ficardes convencidos de que tendes emvos o germen fatal da
srphiis Cahem-te os cabellos, os pellos do rosto, a pello se enruga, orna-se
tirfu/racea, os unheiros manifestam-se em larga escala, e ficareis incerto
sobre a origem desses males : acreditai, porm, anda a sypks a geraoo-
ra de todas essas manifestacoes. Nos combates do amor, sahistes rendo ;
nao percais tempo : ainda a syphilis a causadora do vosso mal presente e
futuro. Nem mesmo a innocente enanca escapa a essa praga universal;
ella acaba de nascer: aprsenla maculas pelo corpo, que, a simples vista e
aos olhos profanos, parecem casos de nonada; pois bem : anda urna ma-
nifestacoprecoce da terrivel entidade mrbida; e a pobre enanca nao
pasu de urna JurecL-syphilica. A syphilis finalmente O Protheu que, sob
todas as formase as maisextravagantes.se manifesta e transforma tra-
aendo a hnmanidade todo o seu cortejo de drese incommodos. Oque
cumore, pois fazer? Evitar o mercurio e o arsnico, que so em condicOes
muito esfeciaes podem aproveitar : e s lancar mo dos depurativosvege-
aes associados ao iodo, nicos agentes que sabem alliar a grande efficaca
de seus effeitos a innocuidade relativa de seu uso e emprego. No numero
dos preparados emcuja confeso n~ ^^.^"g SqE
navemente o primeiro logar o 0 GRANDE DLPURAIIVO DO bA.NUua.
Elixir de JNogueira, Sais, Oaroba e
Guayaco iodurado
Efficazmenteempregado as seguintes molestias: syphilissob todas as suas
formas e manifestacoes; escrophulas, fstulas, rheumatismo .empigens,
boubas boubes, gonorrhas, ulceras, manchas da pelle, cancros venreos,
rachitis'mos. llores brancas, espinhos e darthros. E cujas propriedade tm
sido ia preconisadas por innmeros clnicos dos do maior nota entre
por professores dos mais distinctos das nossas faculdades.
DEPSITOS:Companhia de Drogas de Guimares Braga & C.
PERINAMBUCO
Bronchite P sthmatica
O DR. COELHO LEITE, Clnico de
UBta nomeada na cidade do Recife,
attesta que o
Xarope de Lobelia I n fat a
ro
PHARMACEUTICO
ILDEFONSO M AZ6YE00
E' excellenta no tratamento da BRON-
CHITE ASTHMATICA
Depositas :
Ra Bario da Victoria 37, !. andar.
Pharmacia Concento.
Pharmacia Alfredo Ferreira e em todas
as boas pharmacias.
FerDambuco
puna que reinam no ampio laboratorio, man g Kemp venham estampados era i
letras transparentes no papel do livrinho I .
nos e
Peccam rnente por ignorantes as
maea aue vendo dimiauir-se-lhe o leite
Elixir H. Horato
Declaro a bem da verdada que estando
jnlgam poder desmamar os filhos, o quejdoente com dores nos ossos e umitas bor-
acarreta desordena perigosas e as vezes bulh.s na pelle, fz us^ do remedio novo o
m< rtaes. Nao obrarlo assim as que se- Elixir M. M rat e sarei bem a ponto
cuindo nosso conaelho tomarem o Xaro-1de ja poder trabaihar, o que nao fazia ha
pe de Dus rt, poia em breve verSo aug- bastante tempo.
mentar o le te, que se tornar mais neo
e dar s creancas urna vitalidade extra-
ordinaria, suppr mindo a t&o usual diar-
rha verde, lavorecendo o importan'etra-
oallio da denticao e facilitando o cresc -
ment.
-
COIMERCIO
do Pernatat-
Solea fommerdal
hue
rCTACB QXMtkX DA JNTA DOS C0RRBT0RK9
l-rtfa do Recife, 10 de uiho de 1695
Nao oouve cuucio.
O presidente
AaioBio Marques de Atnoriai.
e acerola rio
Haatel. do Silva Pi.to.
Cambio
Os B.ocos aiririou con a laxa dj t d sob-e
^oodMt 90 alxoda -Ihuoi para 10 7,8,
ao techar poderla-se octer 10 I5|I6 cem offertas.
Al negacisc&ss foram lirouada por aer da de
Bala pira a Europa.,
Letra part colare anda boje contiunavim i.
caera^eoLitaado pequeos Degout a 11 1|8 e
Ht.
Ctee$es de genero*
f*r* o agrtcuftr
A. asnear
Branco. i,ldem.. .
Sorxeaos.Btm, Idesa >
Mascandar|lem, idm. .
Bro'.o meMdem, dem
ae, rWtt
,ico,k
iS.lfWB.
di Wen
leame,
idam
40UO
UB99
1M0
Cota
Alsodio
ee Domioal a 10^500 por 15 kfloa.
Fazenda dos Morrinhos.
Francisco Jos da Serra a"Agua.
Deposito em P rnambuco Comp. de
Drogas, ra Mrquez de O!inda 24.
PHOSPHATlHAFAUERES.AUmentotoCriancas
tleel
."V pipa da 484 litros 2051 veo la.
Afuardraie
Por pipa de Mv litros 1151 eoda.
oral
Seceos salgados aa bise d 11 kilos U ris.
riada.
Verdea 700 ris, nominal.
Cerneaba
Coia-se de 231 a 3(1000 por 15 altos.
Mel
Por 1001000 oomlDal.
TABELLA DA8 ENTRADAS DE AS-
SU0AR E AL90DA0
Mez de Jaoho
Ola
fiarcacaa.....1 a 30
Vaporea.....1 a 30
AOimael.....'*'*}
Ssirada de Ferro Ceotral. 1 i 30
Idea de S. Fraociaco. .(t 30
oem do Limoeiro. 1 3u
ABSO-
car
dio
Saceos
31097]
1096
903
42691
2048
Saeca
1400
5177
8(5
1272
4 221
37o8
C. de Estiva, 50 barra com 4,3:0 li.roa de
aguarden e.
G. de Mattns 1-majs. 5 atados com PO doaia
ae garrafas de No v por nacional Miraniij, pan Ma
aoa, ca'reearam :
P. Carneiro C, 50 barril com 4,500 litros
de aeoardrote.
.S. Keis & Ho4riaer, 98 barricas com 7 2)2
kilos de atascar braoc.
o *apor oaciotial <$. Fraacisco. para
Peoedo, cirreitaram :
L. A'ii ko & C, 6 barricaa enm 450 kilos de
socar braoco, 3 barris com 150 litroa de vioa-
gn, I di o od 45 ditos de agoarueoie e J ca
xaa com 14 ditos de geoebra.
No biale V.ctorta-, para Camorsim, car-
reearam :
C. Piolo & C. Scaizas eam 40 litres de cidra,
30 barril eonvlttS diW de fiobo d* fruciaa,
6 dito coof $15 ditos a floagre e 20 calzas
com 180 ditoae-(eoebpa.
J. 8. do Amaral C, 20 caixia com 481 II-
tro de ceneja. i
C. de Ksiiva, 20 canas com 489 le i 1 s de aa-
Do, 2 bsrric-i com 81 litros da cerr ja e lo
volomes ecm 930 kiioa de aasocar braoco.
No biate D. Aotooia*. para Aracaiy, ca:>
reearam :
M. Viegai & Filaos, 8 barris com 24) litroa
de Tiosgre, 8 atadoi e (6 garra(6ea com 348
ditos de {eoebra.
J. S. do Amaral & C, IOS calas cim 848
l.lro* de gepebra. 12 l.us com 96 dltoi -e cog-
nac, 4fl Dama loo 1 350 ditos de m-i, 5 oarris
com 4(J dito* de tlcool e 3 canas coa 24 ditos
de agoardote, 16 catxas com 384 litro-* de cer-
teja, 10 ditaa con 80 ditoa de cidra, 29 calxaa
e 103 Darris coto 4 36T ditos de fioho de froctaa
Na barcaca Amelia, para Villa daPeoba,
crregaram :
P. da Costa & C, 2 barrilai com 150 kilos de
assncar braoco.
i na barcaca Nayle do Ocano*, para Pilar
de Alaoas, r<"regia .
R. eixas, 3 oarrta cono 180 litros de alcool.
PAUTA DA ALFANDEGA
VALOaaS
DAS CADOatAI NACIONAaa
BUK'TOS DI KXTOBTACAO
SOJKITA8
Somma. .
3m igoal mex de 94
M.isem95
(AVIO o/uo
86956, 1365
6*32
7422
86956: 1365
65999
20957
kstriorfi.eo
eclle, 18 le.Jalbo de 18S5
rara o exterior
No vapor ingle: Scbolar, para Liverposl,
carretso :
J. E-o.iy, 200 sacaos com 14,000 kilos de
:a:o;os de algodSo.
Para o interior
No vapor fraacei Mataoio, para Rio de
Janeiro, carrega-am :
N. Mata a C-, 23 saccis Com 2,225 kilos de
iu-c'dso.
L. de Oliveira Lima, 163 saceos cm 9,780
k 1'! de a-isocar branca.
Nj vato; fraacet V: de MenteTido. para
Rio de Janeiro, earregoo t
L. A da Con, 21000 copos frocta.
No Tspor ingles C. Prince, para o Para,
tarrearan :
r. Carneiq & C 150 barris cem 13,900 littos
S slgnardaoie, cactiiga litro..........
Dita de caona, litro...............
Dita destilada oo alcool............
algodao em rama, kilog..........
Arroz com casca, irfni.............
Assncar branec. leen.............
Dito mascavado idem.............
Dito reoado. idem...............
Bagis de mamona, idem........
Borracba de Veite maogabeira, idem.
Cacao, dem....... ...........tU
Caf bom, dem..............Jtl*.
Dito escolba on reatolbo, dem......
Dito mado, dem.................
Di lo ordinario, dem...............
Sement de carnauba, o kilo, i.....
Sabao, kilo ................
Sebo em rama, kilo.........
Tatajoba madeira, kilo...........
TaDoai de amarillo, dan*.........
Cera em *eias,kile
ail de Julho de 1895
256
400
436
620
120
190
110
too
130
11500
900
11700
11200
21*00
15.00
47
330
666
, 120
1601000
11600
Boliicul
Deve ser lida com interesse a seguinte
noticia, qu a Fanfulla publica a pro-
posito dos productos medicinaeu, propa-
gados pelo Sr. D. Carlos :
Todo o Brazil, a especialmente este
florescentissimo Estado, tem ouvido fal-
lar do Elixir e de outras especialidades
medicinaos do Sr. M. Morato, mas nem
todos conhecem o alto mrito, a honda-
da, a tenacidade e a gentileza do preoa-
rador desses productos, o Sr. D. Caitos,
que um joven ebeio de intelligencia
de estudos, que com o seu Lbor incan
cavel soube ganhar os elogios da varias
celebridades medicas e tantos attest: d is
de benemerencia por parte de numerosos
doentes, hoje perfeitamente curados pelo
mravilhoso Elixir.
E vi.-to abordamos este assumpto, de-
vemos dizer, por amor verdade, que
tanto as pilulas de Tayuy como o Eli-
xir M. Morat > silo productos examinados
e approvados pela Inspectora Geral de
Saude, do Rio de Janeir e que a sua
venda foi autorisada pelo governo federal,
primeiro, e pelo de S Paulo, depois.
O Elixir, tendo por base certas plan-
taa raras qua -' sa encontram na ora de
nossoe ser.e*, s serve para a cora mi-
racul ea da aathma, da cancro das do-
res rbeumaticas, da syphiles da terrivel
morpba.
O 6eu segredo foi revelado, ha bastan-
te tempo, pelo ebee de urna tribu de in-
dios, cujo nome agora nos escapa, as
que opportunameote designaremo', por
que este facto se prende urna interessante
historieta, que vale a pena.ser narrada.
O estabelecimento do Sr. D. Carlos
tem urna importancia excepcional a pode
competir com us meltaores desse genero,
que se acbam as domis pane* do
mundo.
jAs-istimos ha alguna dias, prep-.ra-
cSo deste Elixir, acompanbando atieota-
mente todos o> trabaihos, desde a tritura-
co d s vegetaes at ao encaxotamente,
ao qnal ae segu a expedicSo para ar
mais importantes pharmacus da Europa.
Alm do curioso processo, sao dignos
de admirar a fiscalisacSo, ordem, disci-
laem de carneiro em cabello, valor do
cento .......................... 1101
Sap.t jj de curo braoco o un o, par 211b0
KrailluaenioM pablieo
Hm
do qual s hoje o Sr. D. Carlos, comeca
s c lher os fructos, alias altamente lison-
geiroi, tanto pelo lado moral como pelo
pecuniario.
O Sr. D. Cario* nao se deixa, porm,
dormir aobre os louros, cogitando sem-
pre em ampliar mais o seu estabelecimen-
to, estudando o processo para o fabrico
de outros productos *aedicinae< que se-
ro, antes de tudo, submettidos a analy-
se dos mais notaveis e intelligeotes m-
dicos.
Os nossos cumprimentos a ease bn-
mem illustre que em Bitucat, gosa de
geral sympathia e ao qual de ejamos
I prsperos negocios.
--------------
Peitoral de Cambar
S:000>000
Do-se :ooo$ooo em moeda cor-
rente a quem provar a nao authentici-
dade do seguinte attestado :
Minha mulher foi accommettda de
perigosa pneunomia, que cedeu a atu-
rado tratamento medico, continuando,
porm, depois a sofrer de urna tosse
secca de mo carcter.
Reapparecendo-lhe a pneumona,
passados tres annos, e, em condi^es
ainda mais graves, dei-lhe entao o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e
apenas com alguns frascos ficou radical-
mente curada. /. J do Nascimento
[ S. Jos dos Campos, S.Paulo. ] #
O AGENTE Cmpanhia de Drogase
Productos Ck> micos
Anacahuit^Peitoral
As curas produzidas pela composicac
da Aoacahuila peiloral, sao real-
mente milagrosa.
Don Clemente Silva, que reside na
ra do Estado, Santiago de Chile, escre-
ve aos nossos agentes em dita cidade,
que haveodo sodrido atrozmente de as-
thma, peio espaco de mais de sette anuos
cem que medico algum jamis Ihe ouves-
i!8 proporcionado o menor allivio ; decidi-
se Qual mele em lomar da composico
de Anacahuila Peitoral, e depois do ha-
ver apenas tomado dous frascos, deseo*
brio com sorpresa, que a grande opprcs-
saodopeito ha lia quasi completameaie
desaparecido. No eulanto fui co>
nuando a fazer uso delle e no fim de tres
mezes se achou complelameule curado,
com grande assombro e salisfacao de lo-
dos os seus pareutes e amigos, os quaes j
tiaviam perdido as esperaucas de jamis
rel-o bom. Dase tambem qua desde
eolo esta parteo tem reccmmendado
um grande numero de seus couhecidos
que soffriam de difiranles affecces pul-
que serve de envoltorio a cada garrafa.
Adiase a venda em todas bolicts e
drogaras.
Cura de tosseasth'iatica
com o Peitora 1 de
Cambar
Pessa da familia do Sr Jos Car-
neiro da Silva Reg, da Baha, que sof-
fria de urna incommoda tosse asthma-
tca, que resistir a cinco annos de tra-
tamento, curou-se com o Peiloral de
Cambar, de Souza Soares.
O AGENTE Companhia de Drogas
Productos Chimicos.
i
"-"ci-xs*-"^**3C->**-3"< -**-e;.~
a
I
co
K
fa-
CO.

i
?
X

y
!
Dr. AitIim- Caval-
canti
Parlicipa a seus clientes e
arriaos |u muduu seu consul-
torio e residencia para a ruado
Bario da Viciona n. 46 1." an-
dar onde contina a ex<;rcer os
myitere9 da sua profissao.
Consultas de 1
larde.
as 3 horas da
TELEPHONE N. 430
i-
?;
K
i
0)
?!
V.
01
1
J
i
?!
a
y.
e-
-X-Jl-K^-KM-
I
i
Cirur jitio dentista
cirurgi5o
Jos Hygino de Miranda,
deniista, bro seu consultorio na ra
No\a 19, Io andar.
Dr. Francisco Leopoldina
* specialidcdes : Febres, molestia de
criancas, syphiliticas e da pelle.
Consultas de 1 s 3 Leras da ta de
roa do Mrquez de Olinda n. 38, 1.
and ir.
Reuider.cia Ra da Santa Cruz n. 72
Telephone n. 214.
Chamados por eseripto.
.M. P3BZTAs"firiXASifS
Avisa a seus amigos e clientes, que.
mudou o seu consultorio para a ra
Larga do Rosario n 0, antigo con-
sultorio do Dr Ferr ra, onde continua
dar c neultas das 11 1 hora da tarue
e resido ao Cajueiro n. 4.
Tdfepho n. 292.
Dr. Barreta Sampaio Oculista
Consultorio ruaBarao da Victoria n. 51,
l.' andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagum a
Europa, d consultas de 1 s 4 uor.s da
tarde, excepto nodomingos e das san-
,ares, ^ j w zzbrvs^zrsL' Si
Pacifico, na America do bul, e que seu
bons resultados tem sido untversaes.
Como garanta contra as falsihcacdes,
observe-se bem que os nones de Lari'
ca ra Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade a. 26 Telephone
n. 287.
rienda geral :
Do da t a 9
dem de 20
ae Jalbo de 1893
Alfandeaa
1,0.17:115^83
53:8704083
Renda do Ratado :
Do da 1 19 84:981*701
dem de 2 > 6:Z*8.}7
Somma. total
1,030:983*366
93.250*533
i,t8vaj5^ot
1" 8cc8o da Albndega de Pernambuco, 20
de JolDo de 1825.
U cnefe da aeccao .
L. P. jaecera.
Pelo lfcsooreiro
rtemeu-Kilu N. CQaves.
i r*------
R ECEBBDORIA DO ESTADO
03 dia I a 19
idem de 10
RECIPE DtlAINAGE
Do da 1 9
dem de 20
61:647*923
Vt3."*5til
6.1:803*434
3701*449
1:103*6j8
4:801*057
Uiia vegetal ee eruto, Uto........ 281*000
i Carocos ou sement dealgodae, dem Ota'
' Carrapateira i sement J............ 190
Carnauba, idem................... 1*933
Carvaoae pedra, tonelada.......... 40*000
Dito aolmel.....................- 150
Cooroi seceos espicoadoi, kiiog.... 905
Ditas ditos saleados, idem......... 855
Ditos verdes, idem............... 620
Cooriobo nm...................... 1 *"0J
Cocos em cases, eeoto............ 9*000
Cbioellas, pac____................ 1*50U
Batmai. par...................... 5*000
T Djcee.lcllo....:,................... 1*000
Parlaba e mandioca, luto..........
Qraxa sebo, fcilog................. 693
flenebra, litro..................... 360
Jabaraad} (folba), idem....... 800
Metos de aola, valor nominal........ 7* 600
atel da tanque oa melaco, litro...... 156
Milbo kiiogr ....................., i30
Oleo de mamona oo de ricino imparo
litro.......'................ 30
Pelles de cabra em cabello, valor
d* cento...................... 140*
Kovlmcnlo do porto
Navioi eotradoi oo|dii 20
BaenoS'Ayres essala10 dia?, vapor lugl-z
Niie,> de 3425 toaeladaa. coamaodaote J.
D. Spoooer; eqoinagem 157, carga varios ga-
ne oj ; a Amonm I maos & C.
Bordean! e escala23 d as, vapor traocez Ma-
tapan, de 2082 torelaias, commandiote F.
Leomoioe, equipai a II. Barle & C.
Rio de Jaoet-o e escala7 dias, vapor ciclonal
Mara-ih-ic, de 1V99 toneladas, commaodante
tiailberme de Castro, equ'pagem 60, Carga va-
rios eeneroi; a Pernira Carneiro & C.
Terra Nova60 das, lugar ingles Silver Sea
de 177 toneladas, cap.t&o J>mes Sacw equi-
pageai 8, ca-ga bacalbto : a atended Lima
6 C
Liverpool e encala20 dtaa. vaaor ingles Bonr
boo. de 983 toneladas, commandaote S. Hen-
dy, eqnipagem 30, carga varios gneros ; a
Companbia de Estiva.
Liverpool e enea I 18 dias, vapor logias vOrca-
na,* de 3080 toneladas, commaodante F. E.
Kue, eqnipagern 124, carga varios gne os ; a
Wiloo Son & C.
NewYo-k-li oas, vapor loglez cColerldge,
de 1645 toneladas, commiodtnte J. Brown,
eqnipagem 18, carga varios gneros ; a Black-
tiurn & C.
Navios sabidos no me;mo dia
ScVtbamptom e escalaVapor ingles Cly.ie,
com^andanta Spcooer; carga varios gne-
ros.'
ParahjbaLugar noraegoeose Patoros, capi-
llo A. Andersen ; em last-o.
Valparaso o e-ralaVapor ingles Orcana,
commaodante F. E. Kite carga varios gne-
ros.
Mercado aanieipal de H. Jos
OmoTimentodeste marcado oo da 19 de Jnlbo
(el o segointe:
Entrsram :
36' bois pesando 4,851 kilos
430 kilos de peixe a 20 ra. 8*600
9 compart. com miriscosa 100 n. *9C0
8 ditos com camarOea 100 ri. *8O0
26 1/2 columnas a 600 n. 13*600
2 carga com galliohas a 800 rs. 1*000
7 cassoaes com gallinbas a 300 rs. 2*1(0
8 cargas com milbo verde a 300 rs. 2*400
3 carga com amendoim a 300 4900
i cargas com batatas a 300 rs. 1*100
i cargas com macacbeiras a 300 rs *30Q
2 cargas com cefcolInUo ICO ib *600
2 cargas com gerlmaos 300 rs. 4600
Q cargas com verduras a 300 rs. 2*700
4 carga com caona a 300 rs. 1*200
22 argns com Urauja a 300 rs.
i caritas com iabame a 300
1 cargas com toncas a 30v rs.
3 cargas con diversas a 300 rs,
3a car a* com fartnna a ihi rs.
5 cargas com milbo aecco a 200 rs.
a cargas com fei|ao a 200 ra.
75 lugares a 200 rs.
13 Suinos a 200 rs.
12 comp. com duineiros a 1*000
7 comp. com ci.: i'w a 7oo rs.
8 eomp.com (reasura a *u '8.
3% comp. com comidas a 700 rs.
"3 comp. com faseadas a 600 rt.
49 comp. com verduras a 300 rs.
83 comp. com tari ana a a/Ml rs.
52 eoosp. com UlBoa 1*000
Dr. \imcs Coiuaitra--------Clnica M
6*600 0^0 Cirurgica Consultorio, & ra Mar-
IftOU quez de Oliuda 11. 64, 1." andar, onde d
*JJJ" consultai das 12 s 2 boras di tarde.
68)t/'. Especialidades Febres, partos, moles-
1* *600 a qualquer hora na su residencia, na
'tiMaj rua ^a f'^e(ia,le n- 8*1 esquina da rita do
12*iKKi
4*90n
4*800
23*K00
43*8lK)
Atalho ou no consultorio
Telephone n. 387.
34*000
104*000
"3I4*70
5.705*0J0
6 019*700
kilo.
Ri.dlmeato o Irai 1 118
Precos do da:
Carne verde de 400 a 1 *000 rs. O
Sainos de 1* a l*2O0 idem.
Ca-oeiro de l*2t a 1*500 dem.
Furicha de 800 a 1*400 rs. caa.
U1IU0 de 700 a 1*000 rs. a cola.
Feao ce 1*200 a 1*800 a caa.
___ 9avrS eipcndir
De Pella*
Lg' dltamarqaex AorJe & Commy.
Patacao argeuliuo Almilla.
Logar dinamariuei Varde.
Lugar Braailelro Brasil.
Lngar argentino Condena.
Lagar sllemlo utir.
Logar oruegueose Sylpbe.
Paiacbo noruegueise Haas.
Patacno alleoao Anive.
Paiacbo noraegeeose Eiaar.
Escnna allema Blise.
De Cardiff
Barca nornegoeoee Sala.
Barca noroeeoenre F n.
Barca Doraegoeese Ganvmedes.
caraa oo'Uetoeoce ida.
Barca inglesa Pellicaoa.
DeTerrNova
Lagar ingles Uennio.
Logar ingles Dora
Lagar iagle Vidonis.
Lagar leles Vidonla.
Lagir Ingler Clama.
De Hambargo
Brigae kllemSo Ouo Grat m Slalberg.
Bi'ca aliem Albatross.
Barca allem D. Dalnres.
Do Porto
Brigae portagaei Vareiro.
Da Londres
Lagar ooraegoeas Palaader.
Lagar ioglea Fanoy.
Vapores a entrar
Mes de Julho
Coleridge, de New York, a 21.
Barrots, de Triestre, 21.
Orcana, da Enrop-, 21.
Alagoas, do norte, a 21.
Tagax, da Earopa, 22.
Mudaleoa, da Eo'opa, a 25.
Mjortk Pnnce. de N-wYork a 25.
urelana*, do sol, a 29.
Vapores a sah!r
Mez de Jalho
Rifc p esc, 4lagoa8, 21, as 2 boras.
Mamas e esc, Maraiihlo, 21, s 5 b^ras.
Buenos ayre e esc, Oreaos, 21, ai 5 boras.
6. yres e esc, Mitapao, 21, s 4 bons.
Valparaso e esc, Orcana, 81, is 2 borat.
t yajooib e esc, Oreliaa, 26. as o boras.
r. Airrrdi Gaspar Medico Con
14*700 sultoro e rejidencia rua da Imperatriz
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tenho empregado nos doentes de b ron-
chites e affecces pulmonares coni
grande proveito, tanto mais por ser
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Autonio da Cruz Cordeiro. /Paraiyba
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Dr. Alberto de Mendon^a
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Coqueluche
Coras do Peiloral de Caoibar
Declaro que criancas de minha casa
que se achavam atacadas de coquelu-
che ficaram em poucos dias restable-
cidas com o uso do PEITORAL DE
CAMBAR.f\, de Souza Soares.
Amrica Salvatori.
[Socio da firma tauoel Joaquim M0
AeiAa &rC, do Rio de Janeiro-I
t-2
1886.
Perto, 99 de Abril de
Illms. Ur>. S-ji.tt e Be w e.
Tenbo empregdo maitas vetes na mi-
obs olioiua com bom resultado a EmuisSo
!e Scott, e julgo este preparado muito
7;.n*ajuBu para a admiristr' ,;ado de bt-calbo por aor toncado sem
oDu^nancia e inciloj-tita tolerarlo pelas
f esaoas do estomago maia delinco a
UjCoptive!.
Jos Antonio d'Ancie Proenoe.
Cirurgiio-Mr do Exercito, etc.
Capas
recebeu o
iinpeime&veis para hornera
Ao Paradfs desDotnes
KDTAES
Pagaoieato do calcamento d
parte da roa da A ssiimpeo
Treguezia de .S. los.
O preteito do municipio 00 Keife, man-
da f^z-r puo'oco aoa propri^tanos du su-
precitada roa que no pra&o mprorogavel
de 30 dias contados da data do preeecte
edital, deverao vir recoloer *o cofre n?u-
nicidal a mportaocia do calcamento teito,
calca'ado oa r*So de 15 0|Q aobre o valor
locativo dos leapectivra predi'. de coa-
formidade com o dispoato do 70 artigo
1 do crcamento vgent**.
46 D. Oliodioa Lio do Kego 52$447
48 Antonio de A. Viliaroaco 259o7
yo D. Margarida Maon Freir
e Jos v'alaians Ruff Ooarte 335";47
52 FrancioCj Jos Fernandas
M&rcoa 69S300
54 Jos Naoea da Caoba 421997
56 Joae Francitd de Paula Ra-
mos 33(9547
58 Jos, filho da J< a juia Sju-
aa Mhu 425997
60 D. Amelia M-na de Larva-
Ibo e Albino Joaquim de Car-
valbo 7U358
62 Manoe! Fernandos Mascare-
nhaa 424997
64 rmandtdn do Saotiasimo Ss-
crame ;to do Santo Antevio 42;i97
66 Fraociaco Jos R-gaio B.-a^a 47r>-'50
6H Bsrnardino Antonio da Silva
Liaboa 33i5547
70 J0S0 Franc'sco Re?e* Rvla
de Garvalho e Jea Mereita
Fragoso 88S200
72 Antonio Soares Pinto 5i$s97
74 Jos d Silva Lope 1504097
76' (Je:mano Ignacio de Ae-
vedo 33547
78 Igoaeia Joaepha da Jess 310500
80 Maooel Fercaade Masca-
ren .as 530447
Contadura, 16 de Julho de 1895.
O contador
Go'.uino Pesa.
O Dr. Jos (ornes Villar, juib do segando
distr co municipal da cidde do Re-
cife, Estado de Pernamouce, em vir-
tude da lei ete.
Fo saber os qce o prsente edital
virem qce por este juno tem de aer arre-
matado a qnem mais der co dia 22 de c )r-
reate mea, i2 Loras do dia, na salla
das audiencias publicas os beos penho-
rados a Bernardino de Azevedo por xe-
cagSo que loes movena BeirSo dt Almeida,
oojoa beoa sSo oa segaintas.
Vate pecas de madapolo Punsaimos
avahadas em 100000, oada ama, preta-
endo ao todo 200^030, sendo que a dita
mercadoria, vai a teroeira pr. 51 pela
qaantia de 1621000, feito o abatimento de
10 por cento, aobre o valor de 180f$000,
por qoanto fei a segunda praca.
E para qao chegao ao oonbeomanto de
todos mando ao porteiro do juiao affixar o
presente no logar do coatame, pascando a
respectiva cerddAo.
Dado e passado oeste 2." dstricto mu-
nicipal do Reoife em 10 de Jalho da
1895.
Antonio Florencio da Silva, eserivSo o
esoievi.
Gomes Villar.
Edital
Illoaaioacto elctrica da ci-
dade do Recife
A Secrataria da Industria do Estado de Per-
aamboco, faz publico qae de accordo com a Le
0. 73 de 18 de Malo do co-reue aooo receber
a> o dia 20 de Setembro prximo propalas
para o Fervijo de illamlnaco elecifica da cida-
ae do Recife, as ceadi6es seeointes que ser-
virao ee bate para a utlebrajao do contracto
qae nos termos d'aqaelia lei se boover de la-
vrar.
Art. 1 A concurrencia versa'.
1. S-bre o praso do privilegio dorante o
qual o coocessiuDario lera, excluido qualquer
concurrente, o monopolio desse servjgo.
2. Sobre aa condi0ts a qae se propCe o
coiictssioQarlo, a pos a terminacSo do praso do
privilegio.
3." Sobre o sjslema de assenl^men'c, caoa-
li.co uistribaicao e r^gularneutacSo da illomi-
nacp.
g i. Sobre a iotemidade mnima da illomina.
ao, aliara do cais-ioe^t-", em qualquer ponto


IIIGIHH

V



*
I


Diario de fernamlmco Domingo II de Jalho de 1*5
S
c
/
.
dsatro do permetro que limiur a rea do pri
Vll'gl. _. .
5." Sobe o prego da nnidide ca, discrimioadameu'e para a illominago publi-
ca, quer das roas, p-agas f, quer dos edificios
ponino'.e para a particular e domiciliaria.
6. Sobre Oa abat meotos feitos uesse prego
quaodo se tratar da Hlominago as casas de
caridades as escola, palacra do governo, quar-
leis e mais reparticO-s publicas quer estaioaee,
mooicipaes oa federes.
7.* Sobre a rtducgo oo nrego segoodo o
numero de boras oe illounnaco ein caaa uouie
t segundo augmentar o consumo.
8* Seurea oieoeidade media di lux oas
lootes, que devero f" servidas por lanadas
nunca inferiores a 200J velas.
9. Sobre a civieo (O nao las cidadea em
sexto-es iniepeHdroies oo na-3.
10. Soore o oraso para comer.- os traba-
U.* Sebre o praso para te'mlnago de^es
tracalfios, oem s do servigo letal para dio.ti
va losUJlago e foncciooauenio da illomio.go
em toda rea do privilegio, como separadamen-
te para os diver-os bairros da cidade. de modo
a ser a pare central iliumioada a lu elctrica
do mais breve praso que porsivel fr.
An. 1. Cada proposta deve' ter acorapa-
nhada do certificado qoe aiiebte ter o proponen
te depositado no Ttierouro do Estado, como
caugc para 8lgnaur.: do centrado, a imaor
Uncu de 15:000 (qomte cornos de res) em l-
nbei'O oo era -pili-ts da civida punll. a.
Arl. 3." Jolgada a coo:urreac a se restituir
o deposito .es proponentes p'ejod'cados, deven
do a caocao .10 proionenie preterido te' eleva-
da a 30:COO por occasio da assigoata-a do
coDiracto, ijca cSj poderser demorada mais
oe qoinie dias aps o jolgatneoto da concurren-
cia, sendo aquella qoaatia Destinada a garanta
Jas multas que booverem de ser impostas para
fiel exerogao do metmo contracto.
1 Esta canto Oh. I permanecer do Tne
souro do Estado a 6 a expirago do praso an
pri l^eto.
| 2 D- ver ser tolegralis-d, destro de oito
das, loda a vei qu- (o- -.esUcada por multas
imoostss peio ti-cal oo go eroo em virtone oe
Infracta! de qoslquer das causlas cent-ac-
tuara.
Art. 4* O contra .tanto ca sejeito as se-
guales molas.
a) Perna total da raugo si dent'O de t'ee me-
zea cootades da assignatora do contracto nao
heuver iniciado o seivicu ** inslall;gO.
c) Mullas de 20OJ a 1:00'* doraote o privile-
Art. 14' A Hloinnigo elctrica deveri ser.
vir aos oairros uo Mec fe < a fortalea do Brum
a ponte do Lmoeiro, Santo Aotonlo lodo, 8.
Jos (i' e 2- osttricios) al a ponte oe Afoga.
dos, B.;a.Vla:a a comgar oa roa da Aurora to.
das oevendo abranger todos os pomos dente
balrro servido actualmeite pelo gas carb-
nico.
i' Todos os temis nonios (ora dessa rea
presentemente illootioados a gal pedero coo.
iouar a ser illomia-idos da mesma forma oa a
loz elctrica segn lo mata coovier aos prapo.
nent-s o ot accordado coai o goveruo.
2- Nos suburbios o governo rodera conce.
der prazo8 maiorespara termiaago dos traba-
tbos destia.ios a levar.Ibes a lllumit
oa a las eiec rica, todo anda serondo o que
mais coavier aos proponeotes e for igulateme
accordado com o governo.
Art. 15' Para mais rigorosa dellmitago da
fea a ser llaminada o concesionario ass'gua-
r com o contracto om exemplar da plaa aa
fidade onde, essa rea estar rigorosamente
marcada.
anico. No caso de illomiago mix a a rea
de ama e a de entro syHema gero rigorosa.
m-ote marcadas uessa planta a tintas diITe.
rentes.
Ari. 16- No caso de nominara) mixta, ba.
vendo de ser 63se se.-vico feito a g;z em Darte
rea do privilegio e a electricldade em oatra
parte, os proponeotes devero aoreseotar alm
dos poati's sobre que versa a coneorrencia para
tilomioago elctrica, anlogos detalbes (ecboi.
ees motis mutandts para o servigo a gas, co.
mo typj de bico inclusive os mai modernos do
sistema Aoer, !ujuiand\-e as clausulas do
edit-i da prefe.itora mooicipal de 28 de Agosto
de 189), adiaste iraoscriptas.
Ai. 17. O contrario ser do aiooidp.o do H-. iv. sujeita a decusa orba.
aa oa que de futuro esttver sujeita a essa de.
cima.
Art. 18- Pa'a todos os euTeitos do contra-.to
serio onicos competeoiej os tri->onaes do Esta.
e io de l'-.-nari)Buco.
A-- 19 O ti.ve-no da Eva lo se obriga a
coBcetder isengo de irxpost,s estadoaes e ma.
n'cipaes para o material, combastivel, obra-1,
elc.caDendo ao conce^siona-'o solicitar anqu,
d r do goverro da Umo seogo de direitos (e.
deraes.
CLAUSULAS A QUE SE REFERE O ART. t6
Da qaanlidsde do gax
I.'O gax sera carbnico, ex'.rabido do carvio
gio, pe i n.iracgo no qnatqoer lUasola contrae-|je ped'a ob ooiras sonstancias qoe o possam
loal ou disposicao do regolatnento aua com u-
dieucia do concresioBano tea de ser elaborada
Dlo mgei.beiro fiscal para boa execugao do
tcesno contracto.
c) Pi-oa oe metade do prefr da loi corres-
pondente a caoa loco qoe for encourado enlo-
quecido ou apresentaodo trequeutes e incom-
modas iril-rm:'. bii-iaj.
c) Perda de doos te gos desse prego qaaado
focti apreseet.r frequentes eclipses.
i) Perda letal dease p'tgo uando o foco esli-
ver n;g3do duraote mais de metade da noote.
<) Qu..n da Ituraesubir |3 do total de foroe, ac
cresceri a multa de 1:000*, e a de 5:000/ qoan-
ao f uDir a ma:s de aetade.
do sobir a roals de metade.
E) Quaodo esse facto se reprodoia mais de
trlnta Vries do aooo o gjveruo poder* rssciD-
dir o contracto si Bao preferir rbegar a novo
abordo de que possam resultar vantagens para
o servir.
b) C; docidade do cont-acto si por colpa do
contrarame ficar a C'flaae as escoras doas ooi-
tes cinsectitivas oo nao.
Art. C Para toa sc lisacao do roolracto o
governo man tra jomo companb'a um eogr-
Dbeiro Bacal, om ajuiante e o numero de guar-
das de illDmimcao qne lr joigado necessa-io
mas que to exceder de seis pra o qne deve-
r o contactante entrar aunualmenle coro a
qoanti" de 20.0 OiO para o Toeeooro do Esta-
do, destinaos a pagamento desse pestoal.
nico. Alem dessa quaniia annualmenle
reilisad prlo concessiouaro, dever es e foroe-
cer i ros costa e de ama vez por todas para o
ecripiono oe tts.-al sagao o ieairemeoios qoe
forem necessanos I verifiVagao das cenJ gOes de
orna DOa illuminagSo. ou excedendo todava
essa tesneza a 10:000*.
An. 6 Dentro do p-aso mximo de am anno,
a comar da data da asslgnatora do contracto de
vera estar innccionando em toda a sua oleoitooe
a illuujiragSo elctrica dos bairros do Recife, S.
Santo Antonio, S. Jos e Boa vista.
Art. 7.* O praso mximo para terminagaode
todos o< trabalbS ser de dons aooos.
Art. 8* Sera de tres mezea o praso mximo
para iniciago do servjgo, contado essa p aso d
assigraiura do cont acto.
Art. 9. Deotro desse praio dever o cencfs-
sionario preferido aob. pena de caaucidade e
pe da da caugo entra par o Tne'ouro do Es-
taoo com a importancia de 994 9174528 ao cam-
bio do da. segundo a avaliacao do arDitro dei-
ropaiadcr, como valor da actual enprexa de
lllumimagao a gax e nos termos da clausula 13
do contracto celebrado entre o governo da an-
litta provincia de Peroarobofio e Fielaen Bro-
tns. ex 26 de Abril de 1856.
f 1.* Essa Importancia destinada dos termes
da Le n. 1.901 de a de Jaubo de 1887 ao paga-
mee te a qne est sojeito o Ertado por fo-ca
daqoella clauruia e dos termos do art. 1 7*
dessa lei, e poriaMa do governo do Estado ae 7
de Outubro de 1890 e respectivos cobsiderandos.
^fBealisado no Tnesooro do Ettado pelo
coucessioo-no o deposito daqoella Imporlanola.
cabera ao Governo do Estado liquidar com Fi-1 -
cea Brotbers o extiocto contracto e o pagamen-
to a es'es devido como odemmsago, indo no
termes da citada clausula 13* e mais declsoes
cima indicadas.
3.* Nessa liqoidat 53 ser avallado torfo o
material da Empresa aoe oio tiver sido inclui-
do na avahago oe 1889 fela por aqaeile arb -
tro, para o tim de ser indemoisada a mesma trx-
pre'sa da importancia respectiva, qoe igualmente
tero de realiear os oovos eon anno ai 03 a cata dessa segunda avahago.
4. Para esie Om logo que fr assignado o
novo contracto o Governo nomear os seas srbl
tros para que procedam avahago do material
accresLido.
Art 10. Em todos os pagamentos devidos por
iodemnieago do Ertado a Emprea o Gjveroo
usar co o melbor Ibe parecer do dlreito, que
Ibe taranndo pela ciau-ola 13 do cu. contrae
to.de reslhar ditos panameotos em prestages
aonortes seeondo as forgas do cofre estaooal,
juro fe 6 /, e a qoantia qoe restar at a exime-
gao Oa divina.
Ai. II. Pudendo a actual empresa de illumi
nagoa gz concorrer apreseotando proposta nos
termos do presente edital, Dea enteodido que a
preerencia e ibe (aber nos termos do art. 1*
88 5e 6' Ca cil. Lai o. 1901.
I. O novo contracto tO pod r ser lavrado
com Fielden Bro'hers como innovsgao do de
26 de Abril de 856, felas as devidas modiflea-
goes cSofqoaDto ao -yatema e illom'nago e
soas corsequencias ecbnlcas como priocipal-
aenle depois de expresra declaragSo dos mes-
moa Fiemen Brotbers de acceitarem a innovago
como liquidando definitivamente todas as ques
t0e3 ex'stentes entre e3res empresarios e o Go
verno do E-tadc, desooriuado este do pagamen-
to da indemoieago da cit. lausola 13* do con-
t.aeto de 2o de Abril de 1856 e sem mais dlrel-
to da empesa reclamafo de qualqoer paga-
mento psr parle do Estado, f-alvo todava a divi-
da do gax consumido na illumiosgo publica e
j esT nurada.
2*0 crmressiooario, Fl^lden B.-otners ou
ootros, podero empreear o gaz carbn co pa-a
illnminago dos suburbios da cidade do Rectf',
tenco igoalmente privilegio pira esse bm, no
po erao empregar c material actualmente

quai r
emjsrvigo, feitos a juizo do eogenheiro fiscal os
deTifO! reoaros. concerloa e substtolgOes bem
como conatrucgOes novas que forem precisas.
Art. 12. Os coacessjonaiios gozaro igoal-
mente do privilegio de forcecer do permetro da
cidade forga motriz para o servigo das iodos,
tras que quizerem empregar (raeese fim o
gaz carbnico oo a electncidade, ficando obri.
gados a conservar doante o da a presso do
gaz e mais requisitos necessanos a alimeotago
de'mbiore?, ao foraecimenio de laboratorio, e
aos demais misteres a que poder eervir aqaelie
gas.
Aft. 13- O g'overoo fornacer aos proponen,
tea e ao coneeasjpoario as plantas que possoe
dacicsde e seos suburbios, embeodo a aquelles
orgtniBar as demais plantas, trabalbos grapbl-
c;sf dados, tecbotca qpe forem preciaos a con.
fecgo das sus prepoetas
dar oes con Hg6esem que elle exigido pelo
p-eseote costra:tj.
^"2.* Antes ce ser langido na rie te canall-
sago, o gaz ser expurgado de lod s as ma-
materias nocivas boto a sauJe nobnca como a
oa conserugaj dos eocauamentos e app.ie-
ib.'g.
3.* A loz do gaz te- o noder Iluminante ce
der. vellas de espermacete das que qaeima aete
urammas e oiteota ce ugrammas porjbora, cor-
respendeole ao 120* ingleses.
4.* Esse poder illomuaote ser verificado
em pholometro aberto qaeimaodo o gas oo
mesmo meo que o d llumiaag&c publica em
Cida occa.'iao.
5." As experiencias pbotometricas para veri-
riracAo do puder illomioaote, ser> fetas tolas
as otiies entre 6 e 10 boras e os seas resalta-
dos cods Dados pelo inspector da illnminago
em livro especial e eob sua guarda. De dez
em dez das se addioiooaro esees resultados
para se coobecer o puder iilamioante medio da
decada, morreodo o contractante em malta,
exilio aoaixo se estatu, sempre que a oidia da
decada, fr inferiera velas, arsim como, sem-
pre qoe a rxna de cada oolte, tomada isolaia-
mente, !- inferior a uove e oito decimos de
vela.
6.* A i rdSBo do gaz em qoalqaer ponto do-
eicapameotoi pblicos jamis ser maior de
20 millimet;os, ue.-n mnor de 4 millimetros.
TITULJ 3
Da fabrica, saas dependencias, canallsago e
lan erua publicas
10. O cootractante p-o Juzi-a o tai em ama oa
mais fabrica, comtanto que jamis possa rovo-
car a onidade da fabrica pa'a iseotar-se de for-
necer gas onde ine fr redamado, tanto pe o
moni ipio come pelos particulares, deotro do
permetro da om cacao poblica actoai ea rea
a accresc^Biar, qoe B-ra marcada ai plaa que
eile ceve assigaar por occasio da assignatu a
do contracto.
11. O cootractante mantera semore a toa fa-
brica oa fabricas, g-izomelrofe e offi ioas em es-
tao de atieuder a todas as uecessidadea do ser-
vigo da illamioago publica oa part utar ter
as baleras oo lomo qoe forem precitas, de
sorie a haver semjre oina batera,-pelo aeoos,
de reserva ; empregar os apparelbos mais mo-
dernos para a aparago do gaz, oolioaando.
no'pm. someote com os actaaes eiqaaoto elles
O-ta-rm e satistizerem as oecessidades do te.--
go da distrtboigo ; mas os gazometroe ae
muotar '-a da faDrica sero ligados a esU por
om cooductjr virgem, de sorle que, oem asa-
me dorante o da a regularidad* de emissio
possa ser perturbada pela operago da encl-
menlo desses gazometros ; ter lodos os ma
apparelnos precisos para a re olaridade do ser-
vico ; mantera empre a tde oe carailsago
publica e denvagoes a porta dos consumi-
dores, em oom esialo e com os dimetros cor-
respondentes as consumo.
As actaaes laoie-nus proptlaceale ditas sa-
rao, dentro do prazo de tres aonos, contados da
data -Ja asstgoatara do contracto, sabatiioidas
pejo cootracaate por ootras do tjpo actual da
cidade de Pars, l*lo laoteroas cm vio ros
corvas rtflexo e oa porte soreno'.
As novas ianiernas qne se asientarem sero
ogo de9te typo.
Todas as lantemas publica! serio riempre
mantldas em p rfeito es'ado de asseio e de pin-
tora e numeradas com algarismos de metal pre-
to dos vidrus.
15 Para a (iluminarlo publica, correr por
coma do roatractiote o foroecimento e o assen-
tamento dos combustores, compretiendendo o ra-
mal, a columna oo araadella e laoterna, e bem
arsim a coDservaglo e asseio deases orgos e a
operago de ascender e apaeai", secando am
borarlo. que ser flxado pelo engenbelro fiscal
de accordo com o comprimeoto das ooiies.
16.* Para a illnminago particular ter o ccd-
iracante o privilegio exciu-ivo para o foroeci-
i eoto, aeseutameDto e reparagj do ramal at o
aedldor, correado as despezas por conta do
coosomidor, salvo as le assentamento, foroeci-
ment do ramal e sua censervaco, na extenso
co dez primeiros metros centados do encana-
ment gerai, de onde de^ie partir o ramal pBra
o coDsomrror, parte esta qoe ser cusa do
cootractante.
O engenbeiro fiscal fixari, de accordo com o
cootractante, a tabella dos precos para essas
obras por conta dos consumidores, devendo esta
tabella ser revista de 3 em 3 aanos.
18. Nenhnm medidor poder ser aBsenta^o
ou reasaenlaao sem que primero teoba sido of-
ferecido pela inspectora do gsz. Essa afferlgo
gratuita.
22 O consamo de gaz ser pago por mea
vencido, efltettuandc-3e esse pagamento ale o
oltimo dia Dtll do mez segainte. Na falta de
pagameoto por parte do Estado, vencer o debi-
to juros rzo de 6 "(o uo pnmeiro anno, 8 ,
oo aegundo, 10 ",. no terceiro de demora, e as-
sm eegjuidamente. Na particular, o cootractan-
te terao direito de cortar a cemmuolcagio ao
gaz e f restabe.ecel-a qoando a divida Ibe for
paga com os competentes joros, a razo de 6 ,,
ao anno. Na falta de pagameoto por parte do
mqailino responde o prcprietario do predio.
23 Os medidores eero do systema mtrico,
contiooandc-3e4 porm, a usar ob que existirem
asseotes na data deste contracio, em qoaoto et-
tive-em em bom estado oo poderem ser repara-
dos. U consumidor livre de comprar o medi-
dor a qaem qaizer, inclusive ao contractante,
qoe oeste objecto exercer sua industria em
vre concurrencia com o mercado ; oto poder.
porm, o meridor ser de um calibre superior ao
numero de bicos de gaz que bouver no predio,
oem ser assenlado ou retirado por outrem, que
nao o extractante.
' 24." A canalisago a partir do medidor e os
apparelbos da illumiosgo correm por conta dos
consumidores (salvo da llluminago publica) e
podem ser vendidos e aseestes por qaem con-
vier ao consamidor, inclusive o confactaate,
que nease objecto exercer toa industria livre-
mente.
25 Os conbomfa\rrea So responsavei pelo
pagamento do gaz entrado em eaas cieas e| e.
gi-tralo pelos medidores, erabo-a se perca por
dtfeuo oo mo estado de seas apparelnos de i
lomjnac) oa na canalisago alm do medidor.
26* Tanto o contractante como o consumidor,
Bempre que enaceitare n que o medidor tem
deixado de bem luneelonar, tero o direlto de
reclamar da inspectora om exame no medidor,
correudo a de>pza por coma daqoella das doas
partes qoe reclamar o etame. Se para o exa-
me for necessano a retirada do medidor, um
out o sera provisorlameote inslaliado por conta
da parte reclmame, se por accordo entre ellas
nao se asseotr em avallar o consumo no inte-
im pelo camero de bicos. O medidor, seade*
ma p-ooneJade do roobumldor, se do exane.
Conbecer-se a oecessidade de sua eubsinulgo
e nova desposa coren por conta ao consu.
mldor.
27*. O coDdumltor Jamis podor impedr ao
contractante o mg'-s-o ate o medidor, tanto
para a leltura da marcigao como para entreter o
nivel .i'*goa nes.-e apparelbo.
28 Tanto o contractante como e c nanmidor
sao respectivamente responsaveis peraote ob tr;
bouaes pe'a fraude qoe inttoiuzreurj no me-
didor caoendo parte tesada accionar a oatra
por rardas e damnos.
23 O ocnsumidor nSo poder ubi permitr
adaptar ao uieditur apparelbo de oalureza al-
guma com o carcter fixo e qoalqner apparelbo
desse gene'o sosera adaptado canalisago
depois de passalo o medidor.
TITULO 5.
Do cootracto
31.* Doraste o praso do coBtraclo prefelto mu-
nicipal nem a Estado podero conceder nem per-
mltiir qua ootros asseotem oa va publica tubos
para coodocgo de gaz ue illamlnago, por aeree s
ou subterrneas pa-a transporte de electric ade
com aoplicago illuaiioago publica oo partteo-
lar. oem lur.os. b*oocoeab4 para tranaporte de
| qoaiqaer torga que pessa ser applicada a iilomi-
cago publica oo particular, deotro da referida
rea, salvo accordo amigavel com o contra-
ctante.
33 Durante o praso do contracto, o con-
trae ante dever ter sempre em seos dep-
sitos ou no pin desta capital o carvo pre-
ciso para o foraecimeutn de gaz de om trimestre
e nem assim um aprovisinoameoio de tacos i a-a
o de eovoUimeDlo e sebstitoigo na rede ge.
ral pobhca proavel m um inmestre. Com ao
tecedencia de seis meses o eogenheiro fiscal fi-
lar easas qoantidades a vigorar em cada exer
cicio.
35.* Para iodos ct eff- ttos lo preseote contra
cto sao nicos competentes ob trlsaaaes do Es
ado de Pernambaco.
TITUL'J 6.
Da luspecgo
37.* Todas aa obras que o contractante boavej
de nter, quer em augmento da canalisago pu-
blica, quer na sua fan-ica e dependencias sero
Hecalisadis pelo n-pe tor, para que sejam fe
tas com a oecessaria seguranga e propridade.
38.* Cabe, outro sim, ao Inspector decidir
quaes questdes que se susciure eotre a em-
presa e os particulares, quaoto ao foroeemeoto
de gaz e cootas de consnmo, ficando livre as
partes recu-as pa-a ns tribonaes.
39.* No p-incioio de cada trimestre o contra-
stante remettsr ao inspecio- orna Una do pe.
soal de acceuedores com aa soas respectivas
resideoclas e designago dos respectivos distri-
cl03 em qoe funrcionarem.
Qoalqaer alterago nesta lis'a deve ser imme-
diatamenip rommonicada ao inspector.
Recife, 2)5 da Jooho de 1895.
A. Qrbano P. Montenegro,
Director geral Interino.
Secretaria da Industria
3/ DIRECTORA
Passeio
I Ilu n 9
INSPECTORA GERAL DE HYGIENE
Por esta secretan ae fas puolico, qoe,
9 Cooformidada oom e dispotto do art.
44 do Regalameoto aanitario vigente s
p >dem vender aedicamentoa e drogas as
phurmaoiaa a drogaras; inerrondo o n.
tractor oa multa de lOOf.
Sacretaria da Iosf e toria Qeral de Hy-
gie e do Estado de Peroambuco, em 17
de Juiho da 1895.
O secretario,
Apollinario da Jrindade Metra Henri-
qms.
Publico 13 de Malo .
EIDTAL
Para conhecimento dos nteressados,
fafo publico que, estando o Governador
do Estado auctorisado pela lei n. 112
de 22 do mez p. findo, a despender at
a quantia de 500 contos com as ob as
do Passeio Publico 13 de Maio rece-
bem-se n'esta Directora, no dia 30
pe Setemb o vindouro, ao meio dia,
propostas para a construcco dessas
obras, de accordo com o plano do En-
genheiro Emilio Gustavo Beringer, con-
stante da memoria abaixo transcripta,
axceptuando-se duas tercas partes do
aterro que j se acham leitas e desa-
propriacao de casa para o jardineiro.
As propostas devem ser convenien-
temente selladas, entregues em car-
tas fechadas e conter em termos cla-
ros :
i. O preco pelo qual se pi-opem
os licitantes a executar as obras ;
2.0 Enderezo de sua residencia pro-
fissional;
3. Prova de idoneidade para dirigi-
rem e executarem as obras.
Havendo duas ou mais propostas em
igualdade de condices, ser prefirido
o concurrente que mclhores provas de
idoneidade ofiferecer.
Nao sero acceitas as propostas que
se resentirem das seguintes faltas :
i.'As que nao forem organisadas de
accordo com o presente edital.
2.* As que se basearem em precos de
outros concurrentes.
3. As que forem firmadas por pes-
soas que j tiveram deixado de com-j
prir contractos ou promessas de con-
tractos celebrados com o extincta Re-
partico das Obras Publicas.
4.0 As que nao offerecerem as ga-
antias e qualidades exigidas no pre-
sente edital. *
Nenhuma proposta ser acceita sem
que o proponente aprsente recibo que
prove haver depositado, at a vespera,
na Thesouraria, a quantia dereis........
5;ooo$ooo e perder o direito de res-
tituico se, escolhida sua proposta,
recusar-se o proponente a assignar o
contracto respectivo.
As plantas das obras de que trata o
presente edital acham-se:
Em Pernambuco nesta Directora,
no Rio de Janeiro na typogrphia do
Jornal do Commercio, em S.. Paulo na
typogrphia que pubbicar o presente
edital.
Recife, 9 de julho de 1895.
A. Urbano P. Montmegroy
Director Geral interino.
As entradas do passeio sao em numero de
cinco das quaes duas oo entradas principies
situadas as doas extremidades do passeio, a
primeira Da roa da AoM-a e segaada no <>o-
eootro das roas D Izabel e Hospicio.
As entradas se rundan** sao para as roas do
Ho-picio, D. Iianel e prolongameoto do da Si u-
dade.
Melboramentos
Secretaria da Indus-
tria
Tereeira direetoria
Sabsiiioigfcodemaaeiraa de pontea
Edital :
Pelo presente fago publico qoe no dia 27 de
correte ao meio da, ferio receidas nesta se-
cretaria propostas para sobstitoigao ae ra-d.i
ras de que preearem as pootes do Estado aoa
*-, e (- distrieiOB.
As sropestas devem ser convenieotemecte
selladas econter em termos claros :
I. O prego pelo qoal se propam os licitante-
a collocarem cada ama das pegas de poote de
madelra de uo e? qoalidades adoptadas nesta
"(rectora, incloiodo deslocagao das que teem
de aer tuDsti odas.
Ameire correte de corrimaos ;
B-Prego de cada pilastra e pregoe de cruze-
as 00 intermediarias!
CPrego do metro correte de vatas e contra
rasas.
DPrego do metro quadrado de lastro (sos-
l.io) de 8.mC8X0S0.
CPrego oo meiro cableo de Viga ,m q
0,rx30 de secgao ale. 10 metros oe compnceua
u.
Fdem dem das mes as secgOes de mls
de (O metros de comprimeoto.
Gdem de contra vigas cbapuses e maos de
fo ca.
H-Dtto de t-adres.
IDito de emendas d estelos al 6 metros de
comprimeoto <, 0,X0 25 a O 30X0 30.
J.rega de um eateio de 0,3|0.3 at 8 matros
de comprimento.
KDito de dito de mais de 8 metros
LDito de metro de longartoa de 0,(2i0,(2 e
0,11,0 13.
2 Os locaes de suas residencias;
3' Provas de idoneidade profissional para di-
riplrem e executarem os iraDalboe,
Havendo duas ou mais proposta-r em ienalda.
de de conii-es, ser preferido o concurrente
que melbores provas de idoneidade offerecer.
Nao sarao aceitas a propoctas que se reseati-
rem das seoiniss faltas :
1- As que naj forem organisadas de accordo
com o preseote edital ;
2- As que se bazearem sobre pregos de pro
posta de o.tros concurrentes ;
3- A-t qoe forem firmadas por pessoas qne ti-
verem )4 deixado oe cnmprlr contractos cele-
brados com a extincta repartlgao de Ooras ?u-
DUcas ;
4- As de concurrentes que sao offeregam as
garantas e qualidades exigidas uo presente
edital.
Cada proposta versar sobre as obras de cada
um dos districtos a cootraciai- e deve- traxer
no Involucro a declarago daciaella a que se re-
ferir.
Nenbama proposta sera aceita sem qae o pro-
ponente aprsente recibo que prove baver depo-
sitado na Tbesooraria a importaDcia ue 500.
O propooene qae tiver propesta escomida e
serecosar a assignar o termo do contracto, per-
der o uireiio a caugao cima exigida.
As toformagoes ooa t'abalbos de que trata o
prasenle edital, acbam se oosta repartigao a
dieposigao dos propooeotes, que poderao exs-
mioal-aa das 10 ai- 4 boras aa tarde.
Este sea publicado pela Imprensa e affisado
as portas da sala de audieociase matruess)
onde mais oa chafes de diatricio julgarem con*
ventedla.
A duragao do contracto ser at 16 de No-
vembro de 1895.
Rectfe, 15 de Julho de 1985.
Aatomo Urbaoo Pes.-i Mooteneg ro
_____________<_ director geral interioo
3.* Direetoria da Seeretaria da Industria
EDITAL
Para c-nhecimento dos interesados,
qo publico que esta Repartigao aceita
como praticante g atuito de desenlio, me-
nores de 13 a 20 annos de idade.
Reeife, 18 de Julhe, dajl895.
A. Urbano P. Montenegro.
.D rector-geralrinterino.
Passeio Publico 13 de Malo
Memoria descri. Uva .iprtrgeDlaUO pelo -"weobei-
ro Beringer en 1 de Julbo de'1878
O preseote pnj*cto tem por fm a iontruc-
g3o em um dos quarteioes da cnade do Recite,
om passeio po tico de genero conbecido pelo
oome de-J.rdim Ingles.
Os grandes jardn* patucos em Londres e&
mallas vetes deuomlnados es pulmOts da ci-
dade.
E' por abl, realmente, qae respi a, taoto no
phyuco romo do mor I, aitrande cu ade.
E' abl qi- o operario, depo s de ter deixado
sua uOicina, vai-se retemperar abi que o pen-
sador v:i procorar a calma e o repooso aeres-
sario a meditago abi qoe a mocidade pode
se entregar a seas passateapo*, acostumar-Ba a
respeiiar a p*opriedade publica e iostroir-ie di-
vertiodo-fe.
E' abiem ma oalavra o gran le laboratorio
em que se parifica o ar das edades populosas,
o que torna ionispensaveisos jardtos inte-iores,
anda mesmo nao deveodo ellea ser liaqnenia-
dor.
Como diz o S'. A-ihur Maneto na eu> nsiRnl-
ficaobra eo.ire os jardioa ponheo. ama grande
cidade que nao tem Jardtns Pblicos nao vive ;
aquellas qae nao m soffijieote vive c nal *.
Assim todas as cida^es coja situagao. com-
mercio on industria, gosam de om ceno reoome
nao lm exitado em entrar largamente nesta sen
da. e a capital 00 B*Vzft da, oeste mesmo mo-
melo, a prova 00 grande toteresie qae lisa a
esta qneato, nominando um grande campo da
cilade a rr!>gao de am jardim central.
um Nw.Y rlv mesmo, onde as qoestfies otili-
tarias primate nabre todas as ooirasos membros
da edilidade ncibaram por autonsar, por moti.
vos de salobridade, a creagao do passeio publi-
co qoe denom na.se Central Par:.
A cidade do H-t le poB'oe j doas squares
elegantes, o prlmeiro no Campo das Princesas e
a segunda na praga uo Con ue o'Ea.
Eiies servem pata eroamentareo-a arejarem
a 1 ragas em que oram construidos, e offere-
cem oo offerectrao ao passeador ama somb-a e
um precioso logar de repooso.
Mas seus beneficios byglenicos d5o podem se
estender seuu em omi pequea soja ; o pa*.
eeador que demora.se oelle, continua a ttcar no
meio do raido e da agitagao da ra a moltidao
aao eoeontra abi o espago necesssrio ; e as grao,
des fetas populares sao am impossivels.
E' pois de toda oecessidade que sejam com-
plei.dus por um peselo osai importante.
O local para este dovo jardim se impoe por si
mesmo ; elle oa/terrenoa devofatce qae se ee.
teodem pur traz do Gymnasio e do Pago da As.
sembles Provincial atea ra do H.spicio.
Ficar assim suppnmido um argado de as.
pecio repugnante que nao se deve continuar a
tolerar no centro da cldate.
Diie.ba ao Pago da Ascembli e ao Gymns.
sio um visiobanga mais agradavel e mais san,
ore, um lugar de recoloimento para o legisla,
dor, cm logar de distr-cgao para o alumno, e,
para os done, aeuaa frescas e sombra espessa, o
frigus opacum do velbo Hiracio
Em ouira occasio )4 foi apreseotado am pro*
jet.to para traoeformar este local em paselo pu-
olico ; o qoe acba-se mencionado on ultimo re-
latarlo qae S. Exc. o Sr. presidente da provincia
apresentoo a Assemblea Provioc .1.
Mas sua superficie era multo diminuta para
am jirdim de paysagem oa Ingles.
O presente projeclo aagmeota esta superficie
primitiva em omi> larga proporg&jem barmooia
com as necessidades futuras da ciaade, recoan-
oo, para este tim, os Imites do lado do sal at
o caminbo de ferro de Oiiuda.
Snporime alm disto, os caes primi ivamcDte
proj ciados ao lado do Norte, e adopta clara
men e os lyros dos passeios cnamados Jardins
loglezet* com lagos, pontos de vista e outros
accefsonos.
Os limites exactos do dovo passeio sio, o faz
ver a planta, ao Norte o canal de aahida daa
aguas, ao Oeste a ra do Hospicio, ao Sal a ra
D. Uabel aproveftando a primeira iloa deeta
roa, a Leste o prclooeamento da roa da Saada
de. o Gymoasio Provincial e a roa da Aurora.
Es e- limites deixam, ao lado do Gymoasio
Provincial, urna superficie de 48.A50 desuada
a ser transformada em um jirdim reaer'ado es-
pecialmente pa dlstracgo e lostrocgae dos
alomos do Gjrrjrjoasio.
A superficie total ao novo passeio de......
13HA.18A.
Esta superficie nao excessiva nem diminuta.
Ella corresponde aproximadamente a super-
ficie do Parque de Broxellas (141A.4A), cu a
do Parque de Aovers- (1214); e om pooco maior
que a do g-acioso Pare de Manceau* de Pars
(91A; ou ojardim de Bordeaux (10IA) ; e final
mete excede mulo de superficial do Jardim da
Estrella de Lisboa 6IA), e a de Malura artls
aag stra de Amsterdam.
As po tas rao destributdas de modo a pe-a it-
llr que as pessots que moram nos arredo es
possam atravessar o passeio sm grandes rod os
e gozar as-im dn bospitalidade do passeio diri-
gio-u-se a 8-as trabalbos oa a seos negocio
Oa port6es sao formados por granles Dreas
i pilares de alveoana cosiroidos dos l&dos.
Ees sao construidos de tal ma eir que nada
faa obstculo ao transporte daa arvores e que,
possam dar fcilmente franca passagem dos
carros.
E' com effeilo muiti cooveolente conservar a
facu cade de deixar circular es cairos de passeio
em certas roas de jardim, como seasspra ica na
naior parle dos pa'ques pblicos urna dinil-
nula retnbaigao recebida dos carros de passeio,
compensara por demais, as despezas da cooser-
vagao do calgamento.
Para o uso dos carros e em geral para a clr-
colagio dos grandes grupos o projecto prev tu
minti de circuito cora 12 metros de largo-a
e un. kilo-cetro e 200 metros de deseovolvimeoto
sem contar os camn os de accesso.
Esta grande arteria segu tanto qosnlo pos-
sivel o cootoroo do Jardim, mas deixando seto-
pr- om algrete com grandes arvores eotre o ca-
minbo e o muro, porgue necessaMo qoe neslas
especies de jardins possa-se esqaecer intelri-
mente a roa com seas raidos e eent.i -se real
mente em outro logar.
Na parte septentrional o caminho do circuito
contorna om lago artificial.
Duas ootras grandes arterias destinadas lotei-
ramente a pessoas a p completara a rede de
e ande circalagao; a primeira segu a parte an
do lago, e, na planta, val denominada por ave-
nirla do Aqoarl mi; a segunda enmmuntca a
aveoida do Aquariam coro o portSo collocaJo
na proximldade da ra D. Isabel.
Emrn camiobos de menor largara estabele
cera commonicai;0es m'.re as grandes art-rm e
c rtam o passeio em tapetes de verdura de c i-
mentfies convenientes.
No traca-'o de todo* ectes camiobos fot a I-
optado, como uso, curvas de grandes ralos II*
gando-se de modo qne oo firam a vista.
Tambem foram adoptadas gran es larguras
para os camiobos, para que a circulagao ji-
mals Dossa s r embaragada. rrejmonoj momen-
tos de graoda animagao, como por qaalqoe-
festa popular, concert, fogos de artificio rega-
tas, oa oat-as qae reanam em alguna lugares a
popolagao de moitos quarteirOes da cidade.
A pequejas veredas nao vao representadas
no deseobo, mas podem ser feilas so mesiia
lempo qoe as a tenas prmeipaes.
Creio dever baver malla prudencia a este res-
pelto, porque a moral e a deetmeia sao inters-
sadas olstn.
Segaindo o cosame da Iaglaier poder4 (er
concedido ao panuco, em deter 1 inados dias
iivre gozo de um labolei-o de relva nos qoaes o
publico possa livremen'.e passeiar, aivertir'se a
seo gotlo.
O lago artificial qoe ser o aniso vestiglo ra
alagado actual tem ama superable de 2 ti*
comprebeodeado oeste Damero a saperflcie das
duas libas.
As aguas sero abi maotidas ao nivel das si-
tas mates por meio de ama comporta rollocada
por baixoda poote qce pSe em commonicagc o
lag om o canal, qoe ao norte limita o Jardlm.
A mesma comporta permittlrS renovar as
agaas todas as veces que for necessarlo, e fran-
qoear passageo as embarcag6es de passeio ou
de corrida qie devem povoar o lago.
A menor das doas linas do lago oo ser liga-
da trra firme.
Esta liba e desliosda a servir de refugio ios
eBimaes aquaticoa, laes como cysoea, gaDt ds.
patos, etc. qoe aoimaram o lago.
A m disto ponera servir tamoem como o fim
o passeoa dos barqoeiros.
Na grande iina estar o paviltao da musita.
Ao redorgdo pav.lbo naver urna praga trino-
tada de tal maneira que os eoos da msica ebe*
goem fcilmente at a avenida do Aqoanux-
Diversos eamiobos cortaro a iloa em di ve- -o-
euiiuos, indo todos termioar oa praga oa t .s
duas conienubas de commuoicago.
Esta disposlgao permi'le, gragas as duas p in
tesinbas qoe dio accesso i lina, verificar sem
difficuuaae as pessoas admnuoas circolar.
squer traer de urna reumo ofliclal, que d
aieoma festa publica, dndose lugar pe ce
pgo oe orna quantia qoalqaer.
Alm aiso satisfaz ama oecessidade pira
mniios paseeiadores, que, ouviodo a msica,
qne-ern continuar a paeseiar.
/Smfjtn. aprsenla om longo de>v nvolvimento
de camiobos nos quaes os passeadores pol-.ni
assistir cemmodamente ao- ]ogos nuticos, que
poJero ser orgaoisados ao lago.
Ao lado do Jardim do Gyaioasio fieon reser-
daao am lagar para um jaraim bo'.aoi o.
Pens qoe ludo passeio puolico ser um jar-
dita de esiodos, isto que segaindo o exem-
Uo do que se comega a fazer geralmente na Lu-
ropa, as qualidades das arvores e das piarlas
se-o-as mais van idas que for possivel e cont*
rao oscriptOes tndicaooo seu nome sciemirko e
sea nome vuigar.
O que cbamo na planta mais particularmente
Jaraim botnico o local reservado a cuneras
ae certas plaalas espectaei, daqaellas qoe le-
vem estar em grupos, oo qae nao baja um otitro
lugar coavaoiente. ,
A superficie destinada a este jardlm part
lar e quasi de A,00, superficie maior, de i|ue
a do Jardim BoiauCo de Bordeaox.
A eacolba do local foi feito de maneira a col
locar eaie campo de estados ae alcance imtae-
diato dos professopes e dos alumnos Ai Gym-
oasio, que poderao por abi dirigirse, qaer por
ama porta especial abrir do mora do proprio
Gymoasio, quer pela pina pooii.a qae para este
am asaa*8e A pouca distancia do ed>hcio-
Tambem eeio repres-ntados no piado os lo-
garas em que tem de ser collocados am Aqua-
marium*, um Pavilb], um caf Restaofiot,
orna casa dos jardineiros, um mirante e omi es-
tatua monumental.
Ootros queesquer edificio poderao Ser feitos
ao depois, sem que baja Ciffi uldade.
Os Aquanuns punlicos tendem a seespa-
Ibar de mais a mais, e o ^eu successo dos
mais proveitusus a sdiencia e des mais legti-
mos.
O sabio abl encootra om lugar de observag)
e de 6'tudo perfeitameote o ganHado ; o bomem
do mondo abi ,-e l.miliarisi com os costumes
rinda to pouco conbecidos dos difidrantas se-
les, algomas vezes to my ten osos, oa t&o es-
raabes que povoam dossos maros ou nossos
ros. ;
O Aqoarium. qne acba-se projectado, com-
!6e-se de aoa enidclo principal, e de telhuiro
com tanques e de ou reservato: o d'agoa.
Espago sullkieci- ficou reservado para o fu-
turo deseovolvimvnto des as construcgOes.
O edificio principal, do qual val junto ao pre-
seote memorial am deseaba da fachada prin-
cipal, lem a forma de um chalet com dons pa*
vunOes salientes nos extremos reuuidos por om
terrago coberto e ama solea com janellas de va-
randa.
O visitante, depois de ter circulado no te-r.a-
go, atravessa ora dos dous pavtlb&es e acbn-se
eoto em urna galena que Be esteude em todo o
comprimeoto edificio.
Esta galena ventilada abundantemente pe-
las veoesianas que se abrena para o terraga e
para as duas faies externas da galera.
Ella recebe a lu pelos vidros collocadoe na
frente dos tanques qae cooteem os dive-sos
ammaes e que sao dispostos de modo qne a loz
t penetra na galera depois de ter atraveonado
a agua dos tanques.
O espectador pode assim commodamente as-
sentado em frente dos vidros, assistir a sea |-os*
10 as tvolocoes dos seres canosos de qne ae
cosluaa povoar oa Aquanuns: anemones, pol-
vos, caraogueijoe, cavalloa marinbos, maenpo-
des da China, etc.
Os tanques teem 1.-00 de, altara sobre 1 "00
de largo e i.mSO de comprldo.
Algnn tem o comprimeoto duplo. Todo; 5o
prvidos de torneiras < ~s allaeotacio e de .es
gou> e de canos de aaogradouto
A alimeoiago feita por meio de um rtser-
vaiorio i'agua construido de el venara.
Os tanques, sendo independemos uns dos ou-
tros, podem contar agua noce ou salgada.
Eil a-ao dispostos conforme o typo qoe foi
adoptado quejen dado mu'. bom resuitadD no
'aquariam da elegante
Archors.
estagao de baoaos de
Os Ainarians da expnsigao universal de 1867
apresentaram 00 seo interior o aspecto de gra-
tas com st.ia -tues e stalagoiites pelos procs-
eos dos S'S. Combes a Bitteocourl.
Esta disposlgao de feliz effeilo, mas exige,
para nao ser ridiculo artistas esp ca-s e oe-
cessita de graodes despesas de conservagao,
alm de ser de om casto multo alto.
Estas consideragfies decid rio a rejeital-as e
a aioptar om lypo mais simples que v-se em
ootros lueares como por exemplo oo jarJlm da
aclimatago do bosqne c Borgooba em Pars.
A.agua depois de ter circulado nos taoques
de vidro, corre pira os depos tos coostraiaos
sob os lelbeiro* airas do edificio principal.
Uestes depsitos conservar-se-bi as reeervas
dos pe.xes do Aqoarium oo os anima.s aqaa-
cos de muitj graodes dlmensOes para os tan-
ques de vidro.
O pavilbo cojo deseobo tambem acempaoba o
presente memorial foi prqeclado pelo tjpo mou-
nsco.
Elle tem dez lados circumscriptos a um cir-
culo de dez metros de dimetro-
A sua constrnego de m d-lra recortada, com
ornamentos em salieacla, toroaodo assim fcil
coDservagj e pintado com vivas co-es.
Aescoina deste material de coi. s -u-go me fji
inspirada pela considerago de que em um paiz
que possue as mais bellas maltas e as qualidades
de madeira as mais variadas e as mais raras, a
innastria da marcenara e carpintera deve ser
animaaa e desenvolvida de manera a poder lu-
tar co iira a Invaso. multas vezes pouco juaii3-
cada, de ferro.
_ A morada dos jardinelros ser co anico edifi-
cio j existente e que ser reonido ao jardlm,
apreseniando ana superficie suflicieDle para este
deMioo.
Un mirante feito de madei.-a de forma rustica,
abrigado dos ralos do sol por urna cobena da
sape, elevarse oa em freute a entrada principal
da esquina das roas de D. Isanel e do Hospi-
cio.
Ese mirante oermittiri ao passeiaote gosar da
viola dos ar red o res.
Em face da entrada principal da roa da Auro-
ra naver om laboleire circular que po .era ser
aproveitado para oelle collocar-se lgum mona
meato bistorico 00 syubolico.
Na proximldade d roa D. habel, am dos n-
gulos poaera ser concedido para a coostrucgSo
ae um caf-restauran!.
O jardim formado de grandes caoieiros enm
planiaces de arvores dispestas de modo a dei-
xar claros por oodeoolbar dos pasnelantes possa
descobrr pontos ue vista ao loog".
As direcgdes segundo as quaes estes claras
evem acbar-se esio indicados na planta, por
lionas encarna 'as nontuia-.
Assim, de algn puntes da roa do Hospicio
aperieGer-se-ha o mirante as duas ponuziubas,
o paviinao.
Do mirante gosar-ae-ba d vista de urna parte
da ra da Aura-a e do no Capibanbe.
Os massigos de arvores devem ser praotadoa
com grande cuidado e de maoeira a fuadlr-se
com a relva.
Evita-se assim a transigi brusca que ve nos
muito geralmente nos parqoes.
As diversas qualidades de arvores sero esc;-
Intdas de maneira qoe as foloas e os fructOB pro-
dusam oppos gao de matize3.
CacboB de flores de om vivo colorido Casenba-
ro os contornos de cents masseos.
Nos logares mais vistos piaotar-sc-ba ge pos
de plantas ae fclbagem ornamental.
Algoos canteiros de flores sero plantados as
preximioaaes dos logares mais freqoenlados.
Limno me dois a aesigoalar emente estes deta-
lbes : elles devero ser estudados com o maior
cuidado qoando chegar a occas:o de fazer se as
plaotag6 s.
As diflerentes altaras do slo do jardim sao
indicadas, entre paren Pareceume dever rest-iogir-me, por causa r'a
grande quantidade de aterro necessarlo, a oo
dar ao passeio olj o movlmeoto de ierra in-
dispeosavel nara evitar a moootOD a.
A cuta It'O.xOO) corresponde ao nivel medio
daa maree, is o e, a cUi de l.m30 da escala do
Arsenal de Marioba.
As altas mares altioglndo a cota 101,0,70) fo-
ram udmetti us como altara mnima para os
camino s a coia qae corresponde as soiei-a. das
casas da visiobanga.
Tres eminencias dominara o jardim.
A mais alta a o-ac* oo pavilbo que no cen-
tro fica a cota /104 m07).
Ao redor o terreno val se abaixando a o ni-
vel do 'ago.
A segooda emioeocia a praga do mirante
que esta cota (1.3,07).
A tereeira c lucal do auariam, a cota 02,rx57.
Eotre o mirante e o quariom eateude-se ama
depresso qoe recoilie'as aguas de cada um des
lados e as esgoia por an ooeiro no lago coiloca
do atrat da casa dos jardineiros.
O passeio aera cercado de ama pequea grade
de ferro, collocada sobre um muro de alveoana
de tijolloB com as juntas visivets e com urna
cornija do cimento.
A altura do muro ter de (l,m40) afim de del
xar ver, as pessoas qpe passarem, o aspecto de
verdura e algumas perspectiva do passeio.
As verbas dispoolveis para as obras d cidade
parecem-me oo permitir peosar na reallsago
immediata e completa do presente projecto
Mas, possivel, e creio ser urgente, determi-
nar desde logo o local exacto d j jardim, regular
suas priocipaes disposigOes e tratar da execogSo
progressiva.
E' preciso evitar que um terreno perfeitamente
apropnade para a creago de om passeio publi-
co seja. ctilisado para oolro fim, qoe fique-se
m.is tarde na contingencia de aemolir quarte-
roes j edificados.
A maior despeza e a mais Indispensavel a
do aterro cujo volurae elevs-se, conforme mos-
trara os per lis juntos a 213 -jO.
Mai, convem nao pemer de vista qae ja foi
decidido qae o? alagados sobre os qoaes dever
se elevar o jardim sero. aiterrados por meio
das escavag5"8 do porto, e que alm disto o vo-
lme de 13,' ,02, to soperlor ao que ueces-
suana o aterro feito umeamente para a cons-
ruego de casas: com efleito, os diminuios mo-
timentos de trra que foram calculados para
dar algaras variedade ao jardim sao mais qae
compensados pelo lago das regatas* onde o
terreuo fiea ao nivel actual.
Infelizmente a quantidade de a rea conduzida
at boje int6iramene insignificante, e parece
mesmo qne algum lempo foi qaasl completa-
mente abandonado este ervigo.
I Neste momento a occasio a mais propria
para obter-se atorros por barato prego, por-
que seniindo o servigo do porto falta da con-
ductores a vapor para a arela extrahlda pelas
dragas, mostra-se disposto a fazer c transpor-
te gratuito, se Ibe fr forneeldo o material ne-
cessarlo.
Paraee-me ser moito conveniente aprovei-
iar-se esta occasio porque mais tarde o or vae
rj dos conductores a va par estar angmt -t-
do. e nao ser mais pcsnvel ao servigo do !po*
10 encarregar-se deste trsasporte por barco>
impellid08 a mo, stno pagando se-,he as dee*
pezas dos conductores a vapor e da iripuL-go.
Admittindo qae o volume transporta 10 pelo
servigo do porto at o passeio seja de 150, jo;
por da, o aterro por anno elevar-se-Da a 250
xdla^flSO-'OO^tf.SOO,-5, e seria necesaria
para lodo o aterro cinco on seis annos.
O prego do metro cubico se esiabeleceria da
maoeira seguiote:
Compra de seis canoas de vinte to-
ne ala*, necessarias para o transporte
alem das qoe j Doseoe o servigo do
porto: 6xi:500=lo:000*,oqued
por metro 15.00UJ
2i3,30I3=
Carga em carros, descarga regala-
risag,
Transporte em carros a distancia
mella de 20&=
Despezas geraes, beneficio etc
Total
070O
400
20
0750
10O
O*tf0






Ao mesmo|]temp3 que ee Ozsr n aterro se
construir o moro, a comporta, os portees e po-
der-se-ba comegar as plantagOes. .ssft i
A8sim poder-sena brevemente e econrmica-
menta vlr a constror am passeia que,possa
ser franqueada a crculaco publica. .,
Mais tarde entao e cocime os recurfOS dis-
panlveis peder-83-h,a completar o muro eolio-
L

ana.'


j 1





Otarlo de Pernambuco Domingo %1 de dul^d de 1S03
cando um gradil, instalar o aquariom, o pavl-
lhao etc.
Nestas cooiicOes as desperas para crear o
solo do passeio, cercal-o com um moro (com
altara sofliJiente para poder sopprir a (alta do
gradil,) construir os portes e a ponte de com-
pirta destinada a maote.* a agna do mesmo lo-
cal ser o seglo":
Aterro 2IS.3J"3 a *850 181:3064700
Moro 1187- a 20*000 23:540*000
Port6es 5 a 800*000 4:000*000
Ponte de comporta 10:0.0*0 0
Compra da casa do jar Jineiro 8:000*006
326:816*700
28:153*300
Imprevisto
285000*OOJ
Nata importancia a despeza occamonada real-
mente pelo paselo publico nao entra sena,)
pela diminuta quantia de cerca de 50 contos,
porque a presente projec'.e, cono ja diese nlo
angmenta o volnme do aterro \i decidido pre-
ceded mente, e exige gmente que o trabalbo
seja concloido dentro de c;nco un eea aonos,
em lagar ae vate oo trala anoos.
Seja como *. a despeas aonoal nao exce-
der termo medio de 42:500*000 sendo a dea-
peta total partilhada em seis aonos.
Esta qoantta basta para a rpida creacao de
um grande passeio que, mais tarde, a a pro-
porcSo dos recorsos de qae se dispazer, se aper-
fegjLi- por meio de diversos alornuoseameo-
tb e chegar ao nivel dos passeioa pblicos
qce as ooiras cidades mportaates podem
servir de modelos.
Recite, em 1 ae Jalao do 1895.
O engeobeiro principal, Beringer.

DECLARARES
Recebedoria do Estado
de Pernambuco
1) ordem do I lm. Sr. Dr. Administrador e de
co:'e niidde com o regolamento em vigcr, con-
vido ao contribuales oo importo de 300 rs. por
tonelada, que nao pagaram Do prazo de oito
dias ociados da euiraa de navios oo vapores
para, do prazo de sais 15 das coatados Q's-
quella data, re. olnerem com a molla de 10 /
sos cofres des a Rspartlc3o o imposto relativo ao
exe-clcio de 1895 a 1896 contarme a relac&o
abaixo declarada.
Recebedona do Estsdo de Pernambnco, em 18
de Joobo de 1895.
O cbefe,
Frederico Guraaraes.
ft O Me
oo 9 Data da entrada
< 2 m os a < S 5" > 3 -% 1 n '. z o kC M O o OQ 2 > < O
B S liaclonalidade SO 5T O
M en g N, das toneladas
m da M cr- c: e o o ll 1 8l S S TOTAL 9 oo -
1 gi K P sf o C
Ao publico
A empreza de illuminacSo gaz, por
seu gerente, avisa a todos os consumi-
dores que desta data em diante qualquer
reclamaco s ser attendida quand os
artistas da mesma empreza forem porta-
dor di um livro que conduzem comsigo
assignalado do modo seguinte : com dous
carimbos Empreza do Gaz Pernambuco
sendo um em alto relevo e outro com a
data do dia em tinta azul no centro do
mesmo.
Esta deliberado tem por fim prevenir
?ue industriosos entrem as casas para
urtarem, como tem succedida, intitulan-
do-se para isso empregados do Gaz.
Samuel iones.
Gerente.
Banco da Repblica do
Brazil
Paga-se o 5 dividendo das accOes desle Ban-
co, relativo ao semestre cencido em 30 de Junho
p.-oxlmo findo, sendo 0*000 por cada accao lo
lgrala e 3*000 pela qu tem sotrente 50 ;-
realsado ; no escnptorlo de Pereira Carneir. &
C, a roa do Commercic D 6 1 andar.
Recife, 15 rte Jalbo de 893.
Companhia North Brltlsh & Me!
canille e Insurance
Capita. subscripto 3,000,000 0* O*
Fundos accumulados 9,452,452, I8d 5'
BBCBITA A.NNAX
De premios contra
Fogo 1.495.418 10- S-
De premios sobre
divida 992.379 6* 1*
2.488.196. 12* lld
N; B.A reparticSo de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, nao
se responsabilisa pelas transaccoea fei
tas pela de seguro sobre vidas.
Wilson, Sons & C.
IRHA\UAUU
DO
Senhur Bom Jess das
Chagas
De ordem da mesa regadora, tenho a bonra
de convidar a todos nteos carissimoa Irmaos a
comparecer em n> o consistorio domingo SI
Jo cortele, pela lO horas da maaba arJm ae
em aasembla geral procede'-se a eleig^o dos
govos funccionancs para o auno comprumissai
de 1895 a 1896.
Consistorio, 19 de Jubo de 1895.
o secretario
___________Ildefonso Rceiro.
~COMPAISHIA
Progresso Colonial
No e8criptorio desta companhia & roa do Com-
mercio o. 34, 1* andar, a ham-se a diaaosijao
dos Sr?, accionistas o bataneo e mels documen-
tos exigidos por lei, relativos ao anno nndo em
30 de Janbo prximo paspa to.
Recife, i; deJulnn de 1895.
J. Gincilves Pinto
Presldeole.___________
SOCIEDADE
Refiaaria e Destila^o
Peraambucana
Acbam-ss a disposico dos Srs. acciomataa, do
escriptorio des a sociedade roa do Commercio
d 3%, o fcalao^o e mala documento* exigmos
por le, relativos ao anno Hado em 30 de Junno
prximo paseado.
Recife, 19 de Jolbo de 1895.
]. Goocalves Pinto
Prndenlo.
Congresso Dramtico
Beneficente
ASSEMRLA GERAL
De ordem do Sr. direUer, coov;iio a todos os
nossos coobocI e para ama recniao de assem-
bla gera! ao domingo 31 do corrate, s 10 1/i
horas da m oh, afim de t>r lug=r a presagio
de comas do se m aire :,ndo, e tralarmos de as-
sonopto de lotereeae social
Recifd. 18 de Jonbo de 1895.
O i* secretarlo
Alfredo Henriqae da Malta.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia IMienix Pernambu-
cana
RA DO COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
Empre^timo Nacional de
1895
O Banco de Pernambnco avisa aos Srs. sub-
scriptores do emprestimo cima que, autorisado
pelo Banco Nacional Pranleiro, pagar em sen
eeeriptoro, roa do t mercio b. 40, de 1 de
Julbo prximo vindooro, em diante, os jaros
cas apoiices qae subscroveram por sea inter-
medio, correspondentes ao semestre, a vencer-se
em 30 do correte, na raiao de 25*000 por cada
orna apolice.
Recife, 20 de Jonbo de 1895.
Companhia Santa The-
resa
Empresaria de agria e gas cidade de Ollod i
No caes da ompanbia Pernambocana, eBcrip
torio do Sr. SebasSo Lopes uoimar&os, direc
lor e tbesooreiro da companbia, estao sendo
pagos o joros das debentores no semestre ven-
cido.O dir3:tor presiden'e
A. Perira SlmOes.
THE4TB0
DOMINGO/21 DE JULHO DE 1895
Grande GompaBbla Dramtica Italiana
MESSLINA
Principiar s 8 boras
Bondi e trens para todaa as linbas mecos para Olinda.
OEHBY-
DE
PERNAM
Imposto de industria e Trtfiso
Ccnildamos a todos os ontriruint;s d& clas-
e n. 41 PADAR1ASa r*uPirem-'e no dia
22 do correte, ao meio da do escriptirio da
Companbia Rectense de Pama-acSo na praca
circular do Ces do Apollo a. 65. afim de esoM
ver a destrtbnijSo do resp"cti?o imposto.
Recife, 17 de Jolbo de 1895.
La i da Puost-ua Oliveln,
Figueiredo & Meodioca.
Alfredo Al eida & C.
Marcelino Jos Bipi.sti.
Comqaobla Re::fonsj do P..niicagao
P J Pinto,
Geren'te
UOMPaNUIA
Fabrica de Vidros de
Pernambuco
Acbsm-se a disposi(io doe Srs. acct soi-taa no
eeeriptoro desta cumpanb a o balani'.o e mais
dccOmeotos exigidos por le, relativo ao anno
social Ando.
Antonio Mioervino de M. Joares-
Direcor secretario.
Santa Casa de lisericordia
do Recife
Por esta secretaria se declara que ao dia 25
do correle (quinta (eir) fti lObor^s la aaoba
se Uri pagacie i-> ae amas oe crlagao em urna
aae 8aIsB da amiga casa dos esposios.
Secretaria da Santa Cas. de Misericordia uo
Recife, 20 de Joibo de 1895.
O escrivao
Jj.- Honorio B. de Mene'es.
QUE SE REALISA.RA' NO
Dia 21 de Jullio de 1893
COMPANHIA 'TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
KU. DO VIO ARIO N. 1, 1. ANDAB
Direetoreaj
Bario de Souza Lefio
Thoma \, Comber.
Julio Cesar Taes Barretto.
Companhia Centro
Commercial
Convidamos os Sr. ac?io- is'.as desta compa
nbta a fazerem a sex a entrada de seo capital
no Banco ae Pernambuco, a razio de 10 0/0 *
den ro do praio de 30 das, coatados de boje.
Macei, 7 deJolno de 1835.
3s directores
TiNirciv, Alvee de Carvalbe.
Boa ve ntura Amorim.
Pedro de Almeida
Pede-se aos Senho-
res consummidorefe
me queram fazer
malquer communica-
ja esta feitano escrip-
torio desta empreza |
ra do Imperador n.
5 5,onde tambem se re-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os jSts.
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigue?
Freir e Joaquina An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
Estrada de ferro de Ki-
heiro ao Bonito
De ordem da directora convido aos Srs accio--
nistas desta companhia para se reuuirem em
aasembla geral extraordioa'ia, que- ter loear
no dia 24 do correte, a 1 hora da tarde, no 1-
andar do predio n. 71 da ra 15 de Novembro,
atim de tratarle de negocios que multo interea-
sam I meema companhia.
Recife, il de Jatbo de 1893.
Manoel Carneiro da Caoba
tamao.
Romea
s
a
Pello*
| auara
lld.

I
i
Cor ai ?e*l-
meata
ProprlesarloBi
i. Pareocr* Bretanha 800 metrosAni^iaes de Pe^ambo^.o qa^ nio teabam ga-
nbo li e 2- premioi nos praios do Recife. P.-ejiij: 230*000 ao i.', 50*000
ao 1." e 23*000 ao 3\
Merliu....
Nabeita...
Moscardo...'
nazMet___
Ajudioie....
Tamandar...
Borboleta....'
Flaotlm......
Castanho ..
\iaiSo.....
Castanho...
Mellado....'
Kotiihj ....
Rodado.....
Pernamb..
51
51
51
;3i
61
51
51
51
Ouro e preto. .....
Encarnado e branco...
Encarnado e branco. -
Amarello e encarnado.
Encarnado e coro....
Aul e branco......*J
Verde.............>
Amarello branco.....
C. B.
C. G.
Vicente.
G. Oliveira
A. Pernaodrs.
Goad. Uaiao.
A. M.
J. Frederico.
tss immi mmwi mm:
DE LONDRES
Estabelecida em 1803
Capital l,IOO,ioo
(Rs 2 4,0O0;0OOdT0O0)
SBQUBA KDIFIClOS E MEBCADOHIAS
CONTRA O FOGO
7AIXAS BAIXAS
PROilPTO PAGAMENTO DE PBEJUIZO
Sena descont
Agentes
B&OWNS C.
Desinfeccao
Pelo Dr. Jo Ignacio Avila, commtswio de
hyieD do 1- districto eanHs,rio foi Cijrtidradi
a desinfecgSo do 3* andar -o predio a. 72 da
roa do Qoeimado e andar do predio n 16 da
roa das Tnncbejras, por terem se maijfeetado
oetles casos de varila.
Secretarla da inaoectoria geral da byciee do
Estado de Ppraamboco, e > 7 de Jolbo de 1893.
Apoliaaria da Trindade M. Qenrique?.
Secretar.o.
2. Pareo1
aeeuonta-tOOO metros.-Aina de Parcaubnco. Premios:
ao 1*, 70*000 ao 2-, e 33*000 ao .*.
330*000
PhariiPu.... uastano Pernamb.. 50
Hirondelle.. SO
c 50
Garimpeiro... 50
fieiji-Flor... 30
Encarnado e branco.
Anal e encrnalo..-.
Branco ..............
flrenat e preto.......
J Motta.
J. Nev.
A. A. S.
Coud. Campos.
Cool Campos.
Deflilacpes e reslilacoes
Tendo sido designado para distribnicSo do
impoeto flecvtado no numero 24 tabella A do
ore/ melo em vigor, convidamos a todos os In-
teresados, proprietarios ce destilagOf s e reet-
lacOes situadas neste municipio, inclusive as dos
engeottoB de assucfr, da i fabricas da viuboa e
licorps, etc., pera urna reunio em cae se trata-
r da referida distribuicao, na roa do Commer
ci n. 3i, na terja f-*tri /roxima, 23 ric corren
te. as 2 pora? da tarde.
Recifd. 90 de Jolbo -te 1893.
Degtilacfl' da Cpenla
Pinto Ferreira&C.
i GI/.
Arch *. do
3.* pareaHeipaa a800 metron. Aoimaes >to Paruaruba:3>
l.r 50*000 ao 2.' e 25*000 ao 3.
Premios: 250*000 ao
Sara.?ga....
Mascar do.. .
Prusse. ...,.
Pirata.......
Pleade......
Accionista...
Ntlo.........
datando..
Alatio.....
Preto.....
Rodado.....
Castanbo...
Mellado....
Pernamb.
50
50
50
SO
30
50
30
Azul eprelo-..-.:------
Encarnado e brauco...
Eocaroado eouro.....
Encarnado e bou. p-et.
>)uro...............
Verde..............
Azul e branco........
K. C
Vicente.
Goad. Arraya!.
Magalhes & C.
Coud.Belem.
Vistee.
M. Barros.
&. PareoAtaco a* -1000 metros. Animaea de Pernambaco. Premios: 300*000 ao 1.,
60*000 ao 2.' e 30*000 ao 3.
1 Tallcier...... Baio....... Peroamb..
.1 Rodado..... c
3 M*8COUe..... Gastanbo ...
' Pttcbooly.... Talispber.... Bosao....... c
b
50 Branco e encaraado.
50 Azul e eocaroado....
SO E.iLijroado e Dran:o..
50 IaiuI e branco.......
50 Verde e amarello ...
B. Campos.
Magalhes & C.
Gwd. Moariacana.
1. Ferreira.
J. 3. Ferreira.
L
S> PareoCarlos Gomes 1.609 metros. Handcap Aoimaes (*e Pernambuco.
mise : tAK)*U00 ao 1 80* ao 2.* e 40* ao 3.*
Pre-
Todo-......
Triompbo...
Feoiaoo.....
Pimto.......
Baio....
Mellado.
Rodado.
Pernamb.
49
Si
56
45
Verde e amarello...,..
Encarnado e preto...
Lyrloe axat.........
Listrado.............
J. Mora es.
Coud. Vigilancia.

Coad. Neraadio.
6.* PareoJadea900 metrosAoimaes de Pernambuco.
0 2.* e 30*000 ao 3.*
Premios: 300*000 ao !.*, 60*
;;i
Pbariseo..
loo.......
Sans-soucl
Viogador..
BaralDO.....
Garimpeiro..
Talisfer.....
Gastanbo.....
Mellado.....
Baio.........
Rotado......
Castanho....
Rodado......
Pernamb.. 80
C
c
c

< c i
<
Azule branco.....
Rosa e preto.....
Azul e rosa......
Amarello .....
Azal e branco....
Preto e grenat....
Verde e amarello.
J. Motta.
J. Pigaeiredo
D. A. L. de Maltos.,
ood. Portaense.
A. C
Coud. Campos.
J. S. Ferreira.
?. Pareoallia-900 metrosAoimaes de Parnambsco. Premios: 250* ao i, 50*ao
2a e 25* ao 3.*
Pernamb.- O
htm bofe.... Mellado..... i <
Pirata....... Preto........ c
Malango..,.. Rodado..... c
Divertido.... Castanuo i
Encarnado e amarello
Encarna lo e preto...
Eicaroadoe bbnet pr.
Encarnado e crneo..
Verde...............
H. L.
Cood. Arrayal.
Magalhes & C.
J. Mala.
T.
8. PareoRoma -900 metros.Aoimaes de Perna-nbaco.
2 e 30W00 ao 3*
Premios: 300* ae l', 60* ao
Naiaretb....
Baliza.......
loo
i Soireb.
Divertido___
Castanho....
Roxilbo......
Baio.........
Rodado......
Castanho....
Pernamb.. 50
a
Eocaroado e amarello
Eocaroado e preto...

Branco e rxo.......
Verde.............
O. Oliveira.
J. F.
J. F.
A. S.
T.
Ofcswvafs
de
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
XOa\TUE.tVX
i De Londres e Aberdeen
Posicao finamceira
Capital ubcripto 3.780.000
Fundos accumuladoB 3.000.000
eceita animal:
De premios contra fogo 626.0000
Delpremios Hobre vidas 208.000
De juros 155.000
Agenta em Pernambuco,
Boxwell William &P
puro sangne por nao ter apparecido inscripsto
Imme-
estar os
Univ.
AOG.-.e KESP L.-. CAP.-.
8credo e Amor d* orden
De oraem do Pod. lio -. Veo.-, scieotifico
aos OObr.-. du Quad.-. e 4s AAug"- LLdj.'. do
Or,- que as Dossas sessCes e cea.*, orlinirias
sero celebradas as quanas friras de cada se-
mana em o 2- andar do predio a. 15 d;i roa da
Iccperatrix.
Secretarla, 19 de Jaiba de 1895.
A. ceM. Cesta Oliveira.
UJLETatCS
Boyal floiigari.. Sea Navigation
Compaay Adria Limited
O vapor hngaro
Baross

Deixa de haver o pareo de animaes
de accordo com o pmjeeto publicado.
Tocando a peeagem os animaes deverao estar juntos respectiva casa para serem
latamente eosllbados e segairem para o barracto o* centro da raia onde s podero <
jockejs e os tratadores ou criados oa quaes naa podero ler communicacta com pessoa aigama
titea de realim-ae a corrida .,,
Gontinuam em vigor ledas as resolo6es at boje adoptadas pelas soledades nypptcas
deste Esudo, constantes dos seas cdigos de corrija e insiruccOes |t publicadas.
Dentro da casa das apostas, oa sala desudada a venda das ponles, ato tori logresso
peseoa algoma alem da directora, commissio riscal e empregados.
Os Srs. joizes e terto lngresso na sala contigua a da venda de pootes.
Oa-Sra emprega-los devem estrar no Derby Glab 4s 10 horas da maoha em ponto, bod
nena de oto serem admlttidv.s do servco.
Coama-se a atteoo dos Sre. apoBtadores para o borariq qae sera restrictamente obser-
vado, fechando o pareo s 11 horas em poeto. u- ...
O jockeys qae oto se apreaeDtarem cooveaUntemente trajades com as cores adopuaas
o proijramma ur seos oatroes, oto serto admittfdos t pesagem e serao multados de aceordo
com o arl. 61 do cdigo de corridas.
Oa animaes inscriptos para o i parco deverto acharase no etmlaamento i 9 1/2 boras
da maoba.
O forfaiu ser recebidoa at Eabbado 20 do correte, s 3 horas da tarde, na be-
cretaria do Derby. ,. _
As poules qne oio forem pagea no Prado da Estancia no dia da corrMa serao pagas
3 das depois na Secretaria do Derby. ; ^" ^...^.jI
Os premios serao pagos 48 oras depola da garrida na-Secretaria do Derby lafr* MH
Duque de Canas n. 20, 1* andar. .
Oexpedieute para esta corrida Dcerra--3e-ua' aabbado- 20 do carrete as 3 horas da
A directora chama a atteocjb dos 8rs. proprletarios e jocteys para o rt. 21 e sena
e arl* 46 qae sao restrictamente observados. M
Secretarla do Derbj-Clob de Pernambuc, 18 de Jolbo da 1893.
O gerente,
A.. A. Gomes' Peana.
E' esperado de
Trieste al o dia
l de Jolho.se-
Jguindo d ndlspeof ivel de-
?mora para os por-
tosda
Baha. Rio de Janeiro e
Santos
Para carga, passageos, eocommenda] a di-
nbeiro a frete, tratarse com
OS AGENTES
Henrj For&ter & C.
Boa S> C-mmerjio n. 8
1' andar
^rince Liae of Steamers
lames hnott few-Casfle oa-
Tjnse
LIlHA REGULAR ENTRE OS
Estados Unidos e o Brazi!
E' esperado do porto d i New-
.Yotk. at o da SO do correte e
sabir depois ua demora necea-
sana para a
Baha, Rio de Janeiro e San-
tos
O VAPOR INGLEZ
Moorish Prince
Para Carga e passageas tratase com ou
Coniignatarioa
Jfohnston Pater e Comp.
Boa do Commercio n. 15
___________ .___________________
Norddeutscher Lloyi
o VAPOR
hronprinz Friedrich Wilhclm
E' esperado da
Eo'opa aUi dia
%% lo correte,
e seguir depois
da neeessaria de-
mora para i
Baha, Rio de Janeiro
e Santos
'Pa^a pasrafens, carga, (rete, ele, trata-se
com o
AOENTE
V. Neesen
Cies do Rimes n. 4
.
L!wd Brazileira
O VAPOR
Alagoas
Commandsnte Carneiro
E' esperado dos portos do
norte do dia *I do correte,
segoodo para os portos do
sui no mesmo dia.
As encommendas sero recebidas al 1 hora
Caes da Ccmpaohia Pernambocana o. i.
Aos Srs, carregadores pedimos a soa attencSo
p?ra a clausula 10* Jos coobecimeotos qae a
seguate:
No caso de baver alguma reclamaco contra a
companbia por avanza ou perdas, deve ser felta
por escripio ao agen.e respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de finali-
sada.
Nao precederdo esta formaiidade, a campa-
uii-a rica iseoia de teda a r sp nsabillCade.
As pass?eens sao tiradas no mesmo escripto-
rio, at Se 21/2 horas da tarde do da da sabida
do. vapor.
At leu cao
As passagens pagas a bordo custam
mais 1*>/s-
Para carga, passagens, eucommendas e valo-
rea trata-se com ou
AGENTES
Carneiro
Pereira
6RA DO
i'
&G.
COMMERCIO-f3
andar
BOyai ffia Ms ?iH! mfSS
O paquete
Tagus
Espera-se da Europa do dia
** de correa'e, segulodo de-
pou da demora neeessaria para
Macei, Baha, Rio de Ja-
neiro e Santos
O paquete
Magdalena
Ezpera-se dos portos da Eu-
ropa aie o dia *5 do corree-
ro seguir.do depois da demora
lodtispensatel oara
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
S. B.Previne-se sos Srs. recebedores de
mercadoriaa, que a Companhia Mala Real iDgle-
Ca, coDtracioa c-m aGecoat Steam Mavegaiioa
pompaoyum servco de vapores eemaoaes que
cartlndo de Bordeaos, Cognac. Cbarente, devem
cDegar a Soutbampton a lempo ce Daldearem as
largas destinadas America do Sol para os va-
dores desta companbia.
Esta cumpanbia acceila por precos rasoaveis
para Valpaiaiso at Abril, passsageiros com este
destino por va de Boecoa-Ayres e entrada dos
Andas*
Tambem aceita paseageiros para New-York
a Soutbampton, per especial arranjo feito com
a Companhia Allemaod Llojd, podendo demora-
rem-se Da Europa casi c desejarem.
RedaooSo nos precos das passagens
Ida Ida e volta
A Lisboa 1 dasse 20 l JO
A' Soathamptoc i' classe 28 52
Camarotes rsservauoa pan os passagoiros de
Pernambuco.
Para carga, passagens, encommendas e di*
aheiro a frete, irata-se com os
AGENTES
Amorim Iroo & C.
N. 3Rn dn Bom JeanaN. 3
Pacific Steam Navigation Com*
pany
STRAFTS OF MAGELHAN LINE
O paqaete
O paquete Orellana
Espera-Be do sol at O
dia 99 de Juibo e segotrt
depois oa aemera do cos-
tme para Liverpool com
escala por
Lisboa e rlymouth
N. B.Este vapor t.uo tem accemmodac&es
para passageiros de2.a ciaste.
Para carga, passageos, encommendas e valores
trata-se com os
AGENTES
Wiison, Soas I C, Limited
10-RUA DO COMMERCIO 10
1* andar
CHAH.EIRS HfflS
Companhia Fraaceza
DE
XaTcga^o a vapor
Linha regalar entre o Hsvre, Lisboa,
Pernambaco, Macei, Babia, Rio de
Jaoeiro e Santos.
O vapor
Parahyba
mm
COMMANDANIE LUCE
E' es serado da Europa
al o da 3 de Agosto e
sfKDira depois da demora
eecetsaria saraa
Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Roga-ee aos Srs. Importadores de carga palos
vapores desta llnba, qoeiram SDresentar den-
ro de 6 das, a contar do da descarga das al-
vareogaa qoalqaer reciamacao concernente a vo-
lomes que por ventara tenbam segoido para as
portes do sal. adm da se poderem dar tempe
siprovideocias necessanas.
Expirado o referido praxo a companbia n5o sa
tspoDsabllisa por extravos.
Rtcebe carca: i tratar com O
AGENTE
Flix Bandeira
9Roa do Commercio 9
LEILOES
Agente Silveira
Leilo
Ter$a-
feira 23 do correte
Ai t hora
Xo araazem ra 15 de Xo-
Tembra n. 41
O agente cima, por mandado do Exm. Sr. Dr.
ion Bubstituto dos feitos da fazenda, levar* a
letlao a casa terrea a roa Imperial n. 283, sxe-
coc&o contra Emiliano Ferreira Carado,
i


S
I
\
J



m
tf
s
r

*.
Diario de Peroambaco Oominyo ^1 de falli dv 1*1 5
f
Agente Silveira
Leilo
De 3 sacros rom ca' ext-lentas no estibelecf
ireio D. 55 -io do Vigario Tenorio.
0 leo ser effectuaoo 10 arma eos a roa 15
deNovembro o. 41.
0 agenta acim-, por mandado do Exm. Sr. Di.
jai de direito da lateada momcipjl, necugao
qoe mve a n^tsma contra Manoel Lujes de Si
8a Comp."
Terca-feira, 23 o co-rent^
_________A's i\ horas
" AGEnTE SILVEIRA
Leilo
De um terreno
Terca-fei", '* HO corrate
A'S H HORAS
SIo armizem a ra 15 de Ko>
vembrt a 41
O asente cima, por mmJado do Exm. Sr.
Dr. jtiz de ttlrelto fin fa.tnia municipal, lew
r a leilo nm terreno i roa do Gai, freguezia
de S. Jos, com 1 portao oe u,adeira, i sala e 1
qoarto e 1 pona no oiao execoSo contra Eva-
nato M. de G. Aicifdo.
f
Auna Emilia do~ Santos
.ci Francisco dos Santos, reos ni..os e genro
multo agradecer a toda* as pi-.naoa* que acoa-
paDbaram es regios mora-* de sua presada Mr
posa, n t e sogra, Anna Emilia acs Sanios, ao
Cfmiter o de Sanio .'maro, de coto as convi-
dam, assm coci os parele e aurgos para
assistlrem a missa de 7- da. que lera lugar na
matriz aa Boa Vuia, >eganda (eir 22 ce Julho
8 7 ho '
Agente Silveira
Leilo
De 30 calas com vinho do P^rto, marca
Adriaoo, existentes t:o iargo do Corpo Santo.
Terc,a-eira, 23 Jo co/rente
A'S 11 HORAS
So armazem n. 4n da roa 15
de Novembro
O ate..:e cima, p r maoaadoda Exm. Sr. D*.
joix de direiio da f-xenda municipal, lerara s
leilo 30 catxaacom vinno Jo Pric marca Adrla
do, execogan qne move a mesma laxeada contra
Guiarts & Valen.e.
1
t
Marcelloo SsoIIjo V^ac.inre'lo L. de A!bu-
qoerqae, cap'to H larlo de A. V.sconcello',
l f"<3 Ildefonso Uc rdo de A. Vascoucelloa con-
vidara teus prenles e arouos ".ideles ne^ta
cidade, na cidade do Recita i 0 inda, para as-
aistirem urna mifsa que por alxa de seo idola-
trado irrofto c pal capiSo Hilar o de A. Vascon-
celos, mandam celebrar terca fetra 23 do cor-
rete, as 7 horas da m-.onS, na igre) ta Mipe-
ricordia em Olinda, pelo rioso conrgo JoSo
Franciico remandes, ccao festando-se i esde ja
summamenie tratos a todos por este acto de
caridade e rtlisian.
Olinda. 21 de Julo, d-1895.
f
Agente Silveira
Leilo
Terea-felra. 3 do correle
A'S 11 HORAS
Mo armasen ra l5de\o
vembro o. 41
O agente Silviira, por mai>caao do Exm. Sr.
Dr. jmz de direo da hienda municipal, levara
a leilo om terreno oo luar denominado Gaz,
fregoezia de S. Jo., sendo o dito terreno mo
rado, ro porio de madeira oa f-eme, onde
existe urna meia agua, medio lo i7 palmos de
frente o de fur,.,o 1S8 p.ilmos, execogao contra
Osear Desteb;-ox Successc re--.
_AGENTE SILVEIRA-
Leilo
De lObarris com fa"oba de irig, existentes no
armazem da Ccmpanbia de PaniOcClo
i-feira, 23 do corrente
A's 11 horas
>0 ARMAZEM A' Bl'A 15 DE NOVEMBRO
N. 41
O ageole cima, por mandarlo do Exm. Sr.
Dr. juu de direito da faze da municipal, l-^ar
a leilo 10 ba-ricus com fannba de trigo, execo-
can contra Lemos &. Sellas.
Terca-
ai Qlinin
Leilo
* Do Importante f-rt-b.lr- imente de calcados,
nrudezas e q'jin:u;ltu:ias sito a roa da Iajpera-
triin. 3, consiando de g'nn:e quantidade de
calgados de t das as qoalidaes, mmdesaa r
meos a arnuco. fl'.e.rus, crieira, cofre e qce
Scam no mesnio eetaoelerirxien'o.
Quinta-teira, 25 do corrente
A'S 11 HORAS
No estabtl'.'cimcoio sito & roa da Imperatriz
n. 3
O agente liveira. aoitri-ado pelo Sr. Manoel
Antonio Pereira de Azevedo, qoe vai mudar de
negocio, levar a leiiao em oiversoB lotea todas
mtrcadoriaB existentes no seu estabetecimento
. micdezbs a calcado, cima mencionados.
AVISOS DIVERSOS
L Coapra-ie i 100^000 de apnlicea directas
do Estado, p ven :ese as casas terrea* ai. 19o e
192, i roa Imperial : a tratar na ma Larga do
R.isari i n. 14.
t
< laudino Jos de Arauio
Mana Fraicisca da Concei(o Araujo e sene
filbos, Joi ttcoio Tolentioo de Arauio, Fran-
cisco Sevenno de Araojo, Eustaquio Fausto de
Araujo e Joanoa Oaofre de Araujo (ausentes)
Epbigenia Amelia de Araujo, Francisca das Cb
ga Araujo, Rita Stlvina de Araojo, agradecem
a todas as pe?soas qce acompaobaram ultima
morara oa restos mortaeg de seo estremecido
eiposo e pll, Claud bo Jor de Araojo. e de novo
convidam os pareutes e amigos do tinado para
assif tirem as mifsis de 7' a do seo passamen-
to, qoe 'e-a log t na g-eja de f. S. do Pilar,
Begonia fei-a 12 do correte. 48 8 boraa da
manta, coBfesaando-Sd oei-de j eternamente
.-rato- a todos por este acto de religiao e cari-
dade.
D. Isabel de Alcntara VUella B
Accloly
I 'lina dat rieren Leai vilella, seos filbos,
netos, genros e cora, teodo recebldn a infaos a
noticia qo fliecimeo o de soa orezadissima ri-
Iba, irm, Ha e con-da, Isabel de Alcntara V.
&c ioly, fa'lecida a 2i de Junbo.noo na comar-
ca de Atalaja} maooam celebrar miatas por soa
alma a 14 oo corrente, a- 7 1/2 bo.-as da ma-
nba, no convento co Carino desia cidade. e pe-
der a seo* prenles e outras pessoas de soss
rela(6e8 de amizade. o ca'idofo obsequio de
Irem asatsur .a es-e? actos de religiao e carida-
de, pelo quo aetecipam a todos o sen sincero
agradecimeio-
t
D. Isabel de Aleaulara Vil-lla
AcmIoij-
A. G. de Gosmii Lodo, seas filbos e neta con-
vMauj seos prenles e amigos para a>sirtirem a
misa q:e pelo repooso de soa conbada e ta
Isabel da Alcntara Vilella Acciolj. manoam
relar oo convenio nos religiosos carmelitas
desia cidade, 3 7 1/2 b)ra8 da mab de M e
Xulbo corren e e agradecem e qoanios se digna-
ren de ere sur assisten:ia a ene acto.
t
Amella Augusta de Morae Quental
Joo Alfedo Qneotal, Julia Augusta A. Lim-,
Antonio Aogos o de OUvelra Qoemal, lxabei Au-
goata CooetjQtina di- Uliveira Qoeotal, Mana
Augusta Clen-entlna Cardozo. M>-ia Rodrigues
Barril za, Mana Amelia Pereira Cardozo, fllnos.
iraos, ora e subrinba, agradecem a lodosos
pareles e amigos da fallecida o terem acompa-
nnaoo os rrsios moriae.- de Amelia Angas.a de
Morae? Qaeotal e de novo os convidara para
assielir as missas qoe por soa alma maudam ct-
lebrar na qcin a-feir, 26 do correle,s 7 horas
da manb, ou onveoto do Carreo.
Protesto em tempo
Os sbaixo assigeadoa, herdeiroe do mo-gido
Aotea o de Sa e Aiooqaerqae. leooo passado
proiU'acd a Andr de Sa e Alouoaerqoe para
raceber o que Ibes toca oa neranga de sen fina-
do pal o referido morgado, ?em pelo prsenle
c-ssar os poderes da mesma procora^o, a qoal
tica des :e ja aero elleito. e protestar con ra
qoalqoer arto qoe por ventora praticar o .< c.
mo Aod de S e Alboqoerque, dapo s da prt>
aeote declaraja).
Tikipl, 20 de Jolbo de 1895.
A rogo a*- 1-ina Auuuai-.i. da de Sa e Alboquer-
qoe,F.rmiao Braga Jnior.
Amouio Julio de Sa alboqoerqoe.
Antonio oo Monte Teixeira.
Aos raercieiros
M-ssa de ton ate especial a 1*400 o kilo, na
roa de H rtas os 17.
Precisare de um por-
tuguez para tratar de vac
cas, a ra ds S. GcDc,alo
n 29.
Manoel Bandeir* I'ilhe
Isabel Coolnbo Torres Baadeira e seos filbcg,
Manoel 1. Turres Bandeira. Fraocisco D. Paes
Barreio e oa molber. Yugulo Bi-Viagem, soa
molber e lbns agrad.c -m aM amigos e as as-
aociarries qoe se digoaram atompaooar aa Cern-
terio o corpo de sen prerado esposo, p*'. fi ho,
conbsdo, irrro, conounhado a to. Manoel Bafi>
delra FHbo ; e de novo convidam para aaslsu-
rem as missas do 7.' dia que nsandam diser t 23
do corrente, as 8 oras da manb, na matriz de
S. Jos.
Fabrica de arelo
4gnss e limonadas gssosas de
tod.s as qoalidfides
Boda water, ginger, ale, IhnSo, Iarani'a,
carsQo, nhaof-xis, granadina, groae!la
franboiaaa, baooilha, borte!S pimeota etc
etc.
12A=CAE8 DO GAPIBARBIE 1A
Empregados para tele-
phones
CNDILO ES
1.Saber moiitar e deamontrar appare-
lhos telephonieos ma?ime o cen-
taes das EstagSes.
2.Sabor 1er, escrever e contar e ter
alguma pratica de construc^es de
trabaihos exteriores as EstagOes.
3."Ser prefervel solteiros podando
tambem ser casado.
NOTAas propoataa deverao aer feitas
em cartas fechadas a remettidas a Em-
prera Telephinica de Cear ou a ceas pro-
prietarios Pamplona, Irmaos &c C*
OearCaixa do Correio n. 31.
Tijolo
X
8,
tita de carvam Bvedepodes Con-
naui .
Stimo dia
rrjoe da Silya Santos, prtfondamente eentido
pelo ioesperado f,ii'ecim p futura espwa, Bi a oarvalbo Bndecedes
Caoiiobo, comida soa eeo prenles e amigor\
aem como as de ma cara t futura esposa, para
assietirem a missa qoe pelo repooso eterno de
Bita auna, manda razar na igreja matriz de Af-
gadoe, uo dli 22 de Jclho, at8 oor* da asabaV,
stimo dia e seo falieclm nto. Desd jA te
confessa eternamente grato aos qoe se digearem
ccmparecei.aearatcto de religiao e caridade.
AfogtdoB, 19 de Jolbo de 1895.
,__________fcollSTOBi ntofl-
Pab.icadoa tw labrica de Gmrsgitoe. de so-
.penor qoaltdade, veode-ae e eseripiorlo da
Companbulndosirlal PenauDucana. roa de
ij Commercio 6. __^____. .
Caixas de msica
Importantes niodollos noyoB,
Secretarias pToprias para presentes.
Becebeu a Relojoaria Daf id ra do
Cabug n. 14 desde 500000 a 400000.
Grande sor Minen to
Ama
Precwa-se de orna ama que eounbe e faca
compras ; a tratar oo larceif oflar desln typo
c W! .____ .____L_
AUDE PARA TODOS.
n
V^ende-se

Cosinheira


Preciaa-se de cosmoer ; na ra das Nym-
pbasn. UA. ___________
i Precisaseaeumainia
cosinheira, com urgen-
cia a tratar n* ^rtia da
Sltdswlc iim K
PILULAS HOLLOWAY
As Pilulas purificao o Sangue, corrigem todas as desordems do
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecem a saude das constltujoes delicadas, e sao d'nm valor incrivel para tortas as cafeenidades pecnliarea
ao sexo fcnunino em todas as edades. Para os meninos assian come tamben para v pesaoaade idade avaagada
a sua emeacia e incoatestavel.
Essas medicinas &io preparadas smente no F^taWlecimeaVo do PfoSe^T l'^www.
78, HSW OXFORD STREET (ante 833, Oxford Streey, LONDRES,
E vendemse em todas as pbanaa^ia* <^o uaiverap. '
(V Os compradores sao ooovidadoi respeiiOTamcr.tc a examinar os rtulos de cada caixa e Poe se nao team a diracoao,
533. Oxford Strfet, sao talsiftcaoaes.
MOLESTIAS NERVOSAS
CURA OHR.TA.
XAROPE HENRY MURE
Bom xito verificado por 15 annos
PELA
Epilepsia-12 r/s feria
flhorea
Hyatero-Epilepsia
JIo&ftiaH do Cerebro
e Ho l-jspitmro
Diabete attsuearado
Om Folbrto multo importante i dirigid
HENRY MURE
de experiencias nos Hospitaes de Paria
CUHA DE
ConvtilHoes, Vertigens
Crinen nerrosas
I'.n.fniferas, Tonteiras
CoiiyestOe eerebrae
Iiisoiimia
Spermatorrha
t grataitamente a roalquer pessoa cae o pedir
em PONT-SAINT-ESPRIT (FBAgA)
V-NUt ofc. Kat l'UUAA A ftU.\UlrAJi> fHa H M rt < I li k LiHuUAKlAS
Dnas caa8 i estrSd" do Arreial, tendn a p'i-
trfi'a 5 qoaM'is. 3.ralas, despensa e cosmla,
c m om pequen.' s'tio ; a segunda com 3 qu r-
tos, 2 salas, cosioba e om peqoeno siiio ; o
motivo ds ven a se dir ao comprodor ; a tratar
padar.a Loii'ana na airada do Arraial, com
oelho-
E
Ivosinheiro perito
Adrcillesa por contrato nm co-inheiro qoe d
ix.a- referencias de toa cooaocta e habilitag; es
deslavarte, p^ra urca caaa de pensao freqoer-
tadapela me h ir sccieirade, lo desia capitnl
como do estrane' iro, ea-ante-se bom ordenado :
tratar na roa 15 de Novembro n. 40, das 11.8
a horas da tarde. _____________^^
Ama
Preclsa-se de orna ama para engommar ; a
ratar o roa da Matriz da Boa Vista o. 18, ee-
goudo andar.
CASA PINET, MARCASSIN, FUNDADA EM 1852, PARIZ
EXPLOTACO GERAL oo CAUTCHUC
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DescoQflar-se das falsUicacoes e imitacoel
POR ATACADOI
|13, Roe Grenlar-8<-Lazaro, em PARS
lOepoiitu en toi ai crine otes Phirmaciit.
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Para ter a Verdadeira Agua de
VICHY
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Exig? e moma eim Foto* aobrt o Latraira
ll a toara m Caamia.
CLE8TINS." ^St^Sr-
GRANDE-GRILLE.^-
1HOPITAL.-Ertom,o
Ter o cuidailo de designar a rente.
psitos em P*~.ambuco A06. LABILLE; HABA
ay.V4 JUSUOls i <2i anuafieae fiurruiu e rocaruA.
rQININAMPELLETIER^
0 DOS TRES SEIXOS
Eadoptada par todos os mdicos, em con-
sequeoa da sua reconhecida pureza e
da sua efficacia contra as Enxa-
queoas, as Nevralgriats, as
Febres intonnittent! e as ese-
zdcs, a Gotta, os Bhieuaaaatla-
raoH, as Sudores nocturnas;
eada capsula, do tomanho d'uma
ervila, impreaaa cora o nome
de..............................
ObVio mais rpidamente que as.pHulas ou
grageas, e tomo-se com mais iacilidade
que as obreias. E' o tnico mais poderoso
que se eonhece. Urna capsula somente
representa um grande copo de vinbo de
quina. ______
Deposito om PARS, 8, rae Viviente^
E AS PBINCIPAES PHARMACIAS
larope Puerteado da Vial
Destre os mierobios ou germens das
mohistias de peito e constite um medi-
camento infalliveL contra, as Tosses,
Catarrhos, Bronchites, Grippe, Rou-
quidao ct Influenza. .
i Deposito: 8, mi vifleane e m irialps Ute .
Po!vora
De tocas aR qu; li ades
em barris e em Ltirihasyeo-
de-se no ercriptorio do Per-
Dmbuco Powder Fctorj.
Ra do CoBarmerco n. 6.
Molduras
jPara, porta e janellas. forros de sala,
guarda-vestidos, lavatorios, quadros de
cjtialquer largura, de pjuho, aurarllo, ou
qualqu,r outra madeira na fabrica de
mofis a va^r de Silv* Feroapdes &. C.
, Deposito ra do Barjlt, ,d V.jctoria
.file omb ,t
(Elixir Digestivo^
de PEPSINA
ia 8RIMAULT & C", Phinn.ceiitiwi en PARS.
Deliciosa preparacao tendo a propriedade de
stipprir, no homem, a falta de sueco gstrico,
elementoindispensaveldadigesto.Cira ti rita:
Ms digestoes;
Nauseas e Azia;
Gastites e Gastralgias;
Enxaqueca;.
Vmitos;
D iarrhea;
Caimbras d'Estomago ;
Embarazos gstricos;
Molestias do ligado.
Combate es vmitos das mulheres
pejadas, e tonifica os velbos e os con-
valescentes.
Em PARS, 8, Ene Vivienue
^B n a a^wincipAsia Pmawmacia *'r
ASTHMA-OPPRESSAO
Os Cigarros Indianos de GRIMAULT
eiGuconstituemapreparagoa mais
erficaz que se eonhece para comba-
ter a- asthma, a opprestao, as suffoca-
edet, a fofa* neroojo, os catarrhos e a
insomnio.
Cada cigarro leva a firma de GRIMAULT & C
DEPOSITO EM PARS, (, RA VIVIENNC
e as principaes pbarmaoias
ivC8Dheiro
De om-rentt>T"risa se i roa do Comajereio
4fc. oo Py ""'A9.___________
Chegaram!!
Bunecas com mollas
a 10000 a duza.
LojadaPerola
lina da Impera-
triz n. *
Domneos -FerraBd"!^
Cal Branca e V i r -
sean de Jagna-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a uncp
exploradora de cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu ariiazem do caes do
Apollo n. 73.
tempo
Ao[ub co e s familias
Madar-' '.OCfl a pe^a.
Aigoue leia peca.
Cresones t Barselln* diagonal de cor 100 rls.
ada polio para forro, bom, a 240 ris a
Vra
CtelMTior* de la a 12200 um.
Bicos e Atas a 2U0 e 4 0 ris o metro.
Liabas e colcnetes e preparos, d-sede graja
a qutrm comprar um vrsdo.
SSdas para noiva a 600 e 800 ris o covado.
Grande e asaombroso surtimeolo de todas as
lateadas em g^ra! e qoe a veneoj sem limite
de prefios no ,
Grande Oriente
LOIA DE DUA PORTAS, RA DO CABD-A'
Sania Casa
Pergonta-se aos membros e mordomes qoal a
razao de t este (stabelecimento nao levar em
basta Dnblica o foroecimenlo de materiaes ?
preferindo antes comprar particularmente.____
Aos Srs. correspondentes
Chamamos soa attencao na ena prime ira or-
sanisgao para divisao de classe. nao esqoecer
qoe ba monas casas oas roas Livramento, Du-
que de C xiae, ^angele Mrquez de Olinda. que
recebem consigna(Ces de algodao, sola, assncar,
cooro?, m loo, fnijao e ontros productos e qoe
nada pasm fle imposto. Hjja, pois, providen-
ciar no sentido de seren elle cooteaipladss no
referido imposto. _____________
E* exacto
Qar. o A-ara es' na pona e precisa de um
caixeiro de 10 a 18 annos._________^________
Ao commercio
Maroel Fortonato de Souza, ten 'o comprado a
[averna dos Srs. Sircoes 4 C. cita i roa Mar-
quiz do Herval n. 96, vre e desembaracada de
qoaiqner onoa. faz sciente ao publico e especial-
nenie ao commercio para no caso da aleen) se
jolgar prejndlcado reclamar oo praso de 3 das,
e tindi esie praso nioseresponaabilisapor qoal-
qoer debito qoe possa ai parecer.
Rpcife, 19 de Jnlbu de 1895.
Mobia
Vende-e nroa mobilia nova de Jacaranda ; a
tratar na roa Duque de Casias o. 60, terceiro
andar.
1
Duaa jovens em conlietc
L NO THEATRC*
De repen e oovio-ee grande romor nos caua
'Otes da 1" ordem. era grande conlieto en .re
dnas joven: aiaqoes, cboro, mato, morrey-pi-
tos, o diabo ernBm ebega a polica, iodaes do
r cto e tica sibeodo que tinham ido a vas de
faeio, D. Elvira e D. uenoveva; veriflcada a
rach, unba razao D. Elvira.
Estava indigaada, furiosa mesmo, D. faene e-
va. com soa amiaa e companneira de camarote
pelo fac'.o de ver que todas as pessoas qoe es.a-
v^m bo tbeatro, ottavam somente para sua anu-
>a e nao p>ra ell>, indignada cese : nao ior
^ua bonita cara Elvira, este sen lindo vest jo
qne est cbamtndo a alinelo de todos nml
vsetido de urna bonita pbaulazla o rao chique. |
que, tendo o meo de seda, osea teaiga jr.o 0,
mais qoe elle e o que maia me contraria ve ei
uo querer aizer me a toja onde comproa a ia-
zeoda de sea vestido
Eira, contrarala, dorragargalbada ssrcis-
tica e di : para que nao lois os anuoncios na
'oihs? para qne nao passelas no commercio 7
'ora Sra. D. Genoveva, ouuo cfficio. qando en
scpponba qne a soa raiva era por caosa do pri-
mo Jaca, vem a Sra. dizer qne tao tmente 3or:
ju meo vestido moito bonito e que sendo de
ph ntazia realca mai^ qne seo rendo de id la
e porque en nao qnii dizer a Sra. a Iota onde
onoret. E' o easo, nao somos nada Leste
mondo. .
Sra. D. Genoveva tenba juizo, nao venba pira
o tbeatro dar un espectacoio deste, e qu&cdo
qoizer comprar qualqoer .'aienda oe reda ou
pbantazia de moito gosto, v roa oo Crespo
u ta, Ion Estrellas da America, qne, uao 0
encouirarA um lido e variado sortimeoto de ra-
leadas Anas e modas e bom com amenldade no
trato, agrado, tinceridade na medida e prejoe
commodoi. .
D. Genoveva requer verbalmente ao commisia-
r>o iioe Ihe mande D. Elvira dar por escripto 0
umero da loja, o nome da roa, o da fazenda ce
seu vestido, o proco e bem assim o nome de
todas as lazeodas que ella vio na loja retena
o qoe loi deferido. a
Estrellas d'Amenca
9 9-Raa l-de HarfOI
Antlga do Crespo
MA.H0.E& 4LIUA
Ae'ado a todos, pnantazia em tec'do de garfa-
rSo, i #100 o covado.
>oooei com ligo, phaniazia, 1*100 o covado.
Peiy, pbantazia de aalpicoa e ustras e lavra-
das, U200o c vado
Sedas de cures, Vaidosas.
Dius de ditas, Suspiros que vio e vem.
Cachemiras de coren, Bomtoardeio.
Pnantazia, Sirandintw.
Las com lisiras de sa, Adelaide.
Ditas dem idem idee, Elvira.
Ditas idem idem idem. Moracb.
Cachemira de tr, Teobo ciumes de tu
L^s com salpicos, Os 3 Jacars,
laa, padroes novos. As sogrAS.
Dita tecido gorgurao, Hei de amar-te at morrer.
Cacbemira preta de cOrea, Nao qoero amores.
Me'io preio para bolinas.
Dito caf para habito.
raoce sorumento de merloo pretos e lavraaos-
Veiootina de todas as cores.
Grande sortimeoto camoratas baBisMl^
Cortea de vestido braoco bordados, 18*0O.
VeslioOB de cartfe, bordados sia.
Lu la phintazia. Beijos de amor.
Ftchfti de U a 20#000.
f. minos oe lobo lizus e bordados.
Pannos de croenet para sof e cadeirae.
Cxrnisaa oordadaa para ooivos.
Cmieas brancas e de efl es.
Vestiarios para baptisados.
Sj*>rrtudo de urna e duaa vistar.
lan-lia.liza e de lisias.
o^maSe cambrala e de crochet para camia.
Cortinadoa para janella.
Mniilbas de t la de rorea e pretas.
litis de algodao de cores e preta.
Cami6aBde 'i para honuai.
brrtae, colchas e cobertores.
-.-os americanof, 2*500 om.
B-eta em amada e atol. h*m.n
Lindisrltrai caseaira ft cores para uomini
;,?Ta?S!SS; hranco e de cores para Goleta)
Atoalbado de Itabo e de algodao.
p^noo da costa para mesa,
aerelas elsticas.
Bramantes de lioho e de algctuo.
india pad'Oes de crep para coberta.
v^rene preto. .
Merm preio lavrado, 1#800 o covado.
La* com satpicos de seda, Cannloua verde.
Seda do lisira, A*aVae-
'aletou folba de teda.
O misas de meia com list'as de cOres.
Cactiemiras preta com salpicoa de corea, Aiire
a porta Sinba.
K.nosde qoadro e de salpica..,
Cach-not de seda decores.
Vello Uho de corea.
inri de todas as edrea
m rgaro preto, aive-sua.preco).
Se im de todas ai cores.
Boffalo.
eriu da China, 4*300 a peca-
Iretone de barra nm metro da tatgura.
asta patrulla ti na, 403 ris o cavado.
j\i dita, 200 ris o covado.
Cni' Rtrfelia, 0 ris o covado.____
mollas ootras faxendas qoe HDitaBfrvel
d6WreTOT- RA DO CRESPO-12
5t>relaa&
Grande expsito de Coraes
53-Rua.Barao da Victoria-53
RAPHAEL AjLOMBA & C.
De passagem pela primeira vez por esta Esta-
do resolvern) expurem casa do Sr. Luiz Ver-
oet o graode sortimeoto qua posroem oSos
pela verdadeira qoalidade como modecldade
doB precos.
Sata exposic4o sera dorante 8 dlaa das 9 co-
ras do da s 8 da ooute,
53Ra BaRo da Victoria-53
Armajao de amareHo
Vende-se ama explendida 8rmacSo de arna-
reljo propria para u.erce3ru, fezeodas, loucas
e oo ros ramos de negocio o tratar a ma do
Bom Jesos o. 38 loja.
Vende-se
Urna mobilia de Jacaranda na raa di Palma
n. 67._______________________________ '
Criado;
Precisa-se de umqne enen l servico'de
C 8a : na ron do Hospicio n. <4._____________
Criado ou copeiro
Precisare de nm; na roa de Pavganaa' amo
ro 18.____________________________________
Cosinheira
Precisa se de ama para casa de familia efe tres
pessoas* paga--e bem na roa da Imperatriz n.
5, segondo andar.
Cosinheira
Precisa-ie de orna que darma em casi doa
patrfies roa do Hjspicoi. 14.______________
Pino
Vende-se nm novo com capa, cadeira e lan-
ternas, roa Imperial n. 13 loja
Amas
Precisa-se d duas amas, sendo ama para co-
sln'ar e outra par engommar, para casa de pe-
queoa imilla ; a tratar na roa do II jspicio nu-
mero 8.
^cv^XVXwCjw
Precisa se de orna ama, a tratar roa Bario
da Victcria n- 65 2. andar.
Dlt
a-.-
. e._*: ,ud'laatSal M
t______t
-1
Bom emprego de capital
Precisa-se de socio capitalista para urna in-
dustria nacional j bem eocamiobada, qoe ren-
de mais de 50 % de lucros lquidos.
Pa-a )nformaa6es com o Sr. major Francisco
Li'ino deCarvalbo roa do Queimado n. 60 i.*
andar, das 9 da maobt < 5 da tarde.._______
Ama
Precisa-se de nma ama para cosinbar. roa
Vlsconde de Pololas, antjga Ara gao n. 27.
Criado
Precisa-se de um criado copeiro ; no Caminbo
aovo n. 120.
Homem casado
Natural desse Estado de cor branca, com nu-
merosa familia, sabeoao ler, escrever e con-
tar ero baiza escala costomado a viajar para
os cen.'os desse Estado e em ootros vislnbos,
sabeodo encedernar e fabricar caixaa de pape-
lo offerece se ai poblici mediante o jornal de
5*000 dlariojs para desemp-obar qualqner in-
cumbencia do que cima tico dito, poda ser pro-
curado nesta redacto por cbamaduB escriptos
com as Iniciae8 A. B. S._______________
Fundi Ra Baro io Triumpbo n. ii, tem para
vender
CHOMBO ioglez em ba ra.
MACHINAS para padaria.
GUINCHOS para barcaca.
MOTORES petrleo (do febricanteHorneby.)
ALAMBIQUES de ferro coado.
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
de o excellente preparado de Manoel
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos jornaes de maior circuacSo, attea-
tam a efficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Maaoel da Sil-
va & C., ra do Marquen de Olinda
D- 23' T^ A
Pkarmacia Martina, rea Duque | de
axias n. 88.
PhariBacia Oriental, ra JlatWkta QP
Rosario n. 3.
Phariaiacia Alfredo Ferreira, ra- ao
Eira da Victoria n. 14.
Pharmaoia Virgilio LopaJ*** hmig.
o Borjo_n. 31 '*'

-



i




3
ttiurio de Pniambao Domingo 91 de Jullio de 1995
Bichas de Hatfibiirgo
{Veade-se em grandes dJ pequeas
porfes. applica-se ventos seccas e
sarjadas ; na rua das Larangeiras n. i
fes i
-| O
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uswa ii
si;h dieta
NEM MODIFICACAO DE COSTMES
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tu ff
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o
I
Eugenio Marques de Dollanda
Sais, earoba e manac -Cura to-
das as molestias da pelle. rheumatismos agudos
ou Chronicos, todas as alTucces de oriRem sy-
philitica, escrfulas, ulceras, bobas, darlhros Z
rapgens.
Pimas de Tclamina-Combaetra as
prisOes do venlre, as enchnquecas e sao depura-
tivas e reguladoras.
Elixir de Imberiblna-Restabelece os
ii.\ pppcos, facilita as digeslea c promove 3
def'CHfao.
Vinho de annaz ferrusinoso e
quinado-) ara os chlcro-anemicos, debela
a poemya intertropical, reconstitue os hidrpi-
cos, beribericos e coovaleseentes.
\aropc de flor de arueira e mu
tamba-Muno recommendado na bronchite,
na hemoptise e as tos es agudas ou chronicas,
ui influenza e^sthm.i-
Xarope de mulun e flores de
larangeiras ontra insomnias, nevrose
cardiaca, liysierismos, clicas hepticas, tosses
nervosas, asihma, coqueluche e coavulsoes das
chancas.
Vinho de eaeo, peptona e lacto
phosphato de cal, quinado Contra o
racnuismo das crianzas, desenvoivendo-ns, rea-
nimando o organismo ; fa* recuperar as forjas
perdidas por molestias prolongadas e anemia.
Estes e outros preparados do Ilustre chimico
continuara a ser fabricados somente no seu afa-
mado Laboratorio rua Visconle do Rio BraD-
co, n. 12. Capital Federal.
Cuidado com as imiaees
Vend.-in-se as l'harmacias e Drogaras de3te
Estado e no Deposito geral ao Largo da Compa-
nhia Pernambucana n. 6. 1." andar, Escriptorio
de Jos Musumbo-
LOJ/V E ARMAZEM
DAS
ESTRELLAS
seguintes argos:
Carne verde a 700 re. o kilo
Ventm os sbaixo assigoadoa. carne de pn-
meira qcali lafe, oes tainos da roa Maraatz do
Herval i" e i, e Cambda do Carmo n 1.
Este prfeo eiflVer alie.-acSo par. mar oo
para men.s, sempre i e accordo com os precot
do gado os le-a.-.
Recite, 18 de siaio de 1895.
Fin L'roa & C
Ccsturejra
Precisa se <*e urna costnreira pa-a roupas
brarjeas : ooCaa-intio Novo n. 120.
OLHETIM
50
& UM M M&
POR
JU2.TS BAIIES
xxm
FATKOURA
(ContinuacSo)
Tika precipitou-se e abri todas as ja-
nellas.
Adeus, Tika ; ests vendo que elle
ainda vive ; nao fallaremos maia dalle...
A rapariga cborava cem o rosto as
mos.
Fatkoara erguon o olhar para o pnn-
ciPe : ,.
__ Deixa-ma ver-te, disse; na muito
tempo que meus olhos nao reectem a
tita imagem... Como s bello, meu amor.
__Vs, contnuou dirigindo-se ao medi-
co : met esposo, que vei tlrar-me do
captiveiro; mas Toza quiz deshonrar-me
eea prefer a morte...
Faltara com urna vos entrecortada, sar-
da e cada vez mais branda. Seus olhos
abriam-se muito, urna c6r a cera cobria-
lhe o rosto.
Falla de mim a tea pa, Yvatonra,
continaou ella. Ella lharlinha dito que
nao tornara a ver o castalio... Era to
boa a minha vida l, parto do quarto ero
que^nasceste e das tuas roupas da enan-
ca...
Grande liquidacao de tazeadas para acabar
m
A saber:
Fostoes lindiesimas cores de 13200 a 4OO reia o covado.
Madapolo americano maito largo de 180300 a peca por 81JCOO.
Dito para ni iva a 45C0 a peca.
AlgodSoanho americano a 58 )00, 70'03 a 85000 a pey.
Cretones ingle-es claros e e>ouroa a 300, 400 e 500 rs.
Brins de cores lindos pd3es a 600 e 800 rs. o oovado.
Setim de. cores a 800 rs. o covado.
Sedas cbamalotadaa lindo desenos de -18500 e 18500.
L-qjs de gase e da setim a 58000, 65000 e 81000.
M mus croas para bomem a 7000 e 108000. t
Ditas croas paia senhora a 1250C0 158000.
C .llsiiohoB de linho diversos for jatos a 650'-0 a doaia,
Etamioes brancoi randados com toque de mofo a 600 e 800 rs. o covado,
Bretanba de linho, fina a 1|$300 ~ vara.
Merinos pretos 1 >s de cors a 134CO, 16500 e 20000.
Ditos de corea de 15200 a 240 rs. o covado.
Organdys a Porrpadour a 400 e 500 rs.'
Cortes de catiooiraa para es.Ivas a 6600 le 105000.
CamissB para bomem a 485000 a duz'a.
EsDartilhos finos a 75OC0, 85000 e 98000 um.
Sergelim de todes as cori 240Jrs. o covado.
Caemira preta diagonal de 800O e 105000 o 35000 e 45003 o covdo.
Cheviot preto pura 12 de 78000 a 35500 rs. o covado.
Mantillas de seda crema com toque de mof 1 a 15000 um !
9uardantp3s de t-lgodSo para cha a 35000 a duaia
Casemirss decores a 480c)0 e 55000 o covado.
Luvas de seda, cores diverjas a 100 rs. o par.
Pliace a 200 rs. o metro.
Robs de ciotoes de cores a 68000 um.
Crenona hndissimas cotes de 28500 a 185^0 2 'argu-'s.
Sedss escosseaas finisimss de 55000 a 25000 e cov.ee.
Ditas preas la?radas a 5500 c corada.
Surah de cores a 1S500 o covado.
Cobertores americanos a 18500 um.
Lencos brancos c m bordados de cores a 53000 a daa'a.
Fr m brsnco paro linho n. 5 e 6 a 3$000 o 35230 a vara.
Vilea; francs a 1 a 200 rs. o covado.
C misas de muas para bomem a 15000 urna.
Ganga adamascada a 00 rs. o covado.
'aliarinos cellaloid a 300rs. um.
D t'B de 1 aho boidato) para s-nboras a 530.
Co-:ea e Lincn p^ra vestido finitsimos de 15S000 a 155000 !!
I tito i fie cachemira bordado a te a de 805000 a 25S000 e 305000.
Ui eicossezas e oatros pedrSes a 320 e 400 rs. o covado.
Plomas e aigreres a 18500 e 28C00.
Brim americano bonitos paarSes a 500 e 600 rs. o oovado.
Dia pardo de 1$200 a 500 rs. o oovaao,
C*oliemir> e 12 para invern de 48000 a 18 CO o covado.
Colchaa branets e de cores a 35000
Fianel ai encarnada) com deaenhos pretos a 5C0 rs. o oovado.
Ficbaa, sabidas de bailes a 15003 um.
FostGes branous cim desonhos de '.ore* de 18500 a 800 rs. o oovado.
Lencos de setinetas de cores a 200 rs.
Caetones fiancez;s claros e eicuros de 18000 a 600 rs. o covado.
Ditos tinas para cobertas a 600 a 700 rs o oovado.
Ato: lhadcs para mea ds 580OO a 25500.
Tapecaria
Tapet'S de coco para forro de salla a 18900 a jarda.
dem de juta a 28500.
dem t'e ale tifa 25100.
Esteiras brancas fiaas a 25500.
dem de cores tinas a 38000.
Capachos de coco para entrada de salla de 68000 a 125000.
Orande qaantidade de retalho* -'e 1S, seda, cretooe, et e.c.
56 e 58 Rua Duque de Caxias 55 e
dos
'a

:'
58
te i m
_L,
tmmm csbal
ALLANPTERSON&G
44-SUA 00 J8ARA0 0 DTR1UMPH0-44
Mchicas a vapor.
Me en das.
Rodas d'agua.
Tsixas tundidas e batidas.
Taixas batidas sem cravatjao.
Aradcs. a
EMULSAO DE SCOTT
DE OLEO DE FICADO DE BACALHAO
Com Hypophosphitos de Cal e Soda.
Approvmda pela Junta Central de Hygiene Publica e autorlsada pelo govero de BrazU.
Os mais afathdos mdicos do mundo receitam constante-
Jientc esta prepara^o. Leia-sc o seguinte tcstemunho :'
O abaixo assignado, Doutor em Medi-
cina pela Faculdade Medica da Bahia,
fistados Unidos do Brazfl, Delegado de
Hygiene d'esta Cidade, etc. Attesto soo
f de meu grao, que tenho tirado os mel-
hores resultados na minha clnica civil,
com o emprego do vosso preparado de-
nominado EmulsSo de Scott" dos escro-
phulosos, tuberculosos, rachiticos e em
todas as enfermidades que deixam em sua
terminacho um depuperamento das for-
jas. Alem do bom resultado em seu em-
prego, alem d'isso, fcilmente suppor-
tado pelas crianzas as mais rebeldes
medica9o. Poderao fazer d'este o uso
que lhes convier. De V. V. S. S.
Dr. Antonio Muniz Ferreira,
Sao PAtO, Brazil. Motea.
A Emulso Scott c urna preparaco d'Oleo de Figado
de Bacalhao. de urna apparencia agradavel e fcil a to-
mar. Nao tem o gosto repugnante do oleo puro e simples,
e ao contrario d'este c de fcil digestao e assimilaco. Os
Hypophosphitos, cujas qualidades tnicas influem tanto
sobre s ervos, ossos e cerelj/o, e que entram n'esta
preparago, augmentam as virtudes j reconhecidas, do
oleo de figado de Bacalhao.
Nos casos de Thr^ica, Escrophulas, Anemia,
Chlorose, RacFtStismo, Affecgoes da Gar-
ganta e Pulmefc, a medicina nao encontrou ainda
nada que iguale Emulso Scott.
Vende-se em todas as pharnaclas.Scott &. Bowne, Chimicos, New York.
O Dr. Muniz Ferreira

^3
H
o
o
<
<

<
PERIDAS
S
HAMAMELIS
DE BRISTOL
AVELEIRA MGICA)
UNGENTO EXTRACTO
ESPECIFICO PARA O
RHEUMaTISMO
E HEMORRHOIDAS
INCHA?5ES
POYO
I I
19 Rua I." de Marco --19
Este acreditado esUbelecimento conticua a
Tender por precos sem competidor os
artigos abaixo mencionados
Constando de
fifadapolSo para noivas a 455C0 e 5*000 a poca-
Dito americano a 8J000 e 10)9000.
Dito francs para camisaa, puohoa e collariohos 13jJOO0.
Cretones claros a 320 o oovado.
Ditos escaros muito largos a 400 o covado.
Etamioes arreodados a 500 o colado. ->
Bramante para lecces 4 largor9S 2'000 o metro.
Atoalbado braceo e lavrado para mesa a 2 Cachemiras com 2 largaras para veati'idos de 2)5500 por 14200 o oovado.
Qasemira preta de agooal para roupa de bomem a 2f0C0 o covado.
Cachemiras de 11 com I stras du sea a 15200 o covado
Grande scrlimentode benitos padrSes a l00 o covado.
Lndos cbamalotes ccmbi.'onetis a rOOo c vado.
Mua de IS para senho ra a 4()>000 a dusia.
Ditas de algodSo para senbora a 12<$000 a dasia.
Ditas de c r para bomem a 12($cOO a dusia.
Ditas croas com nos da Bada pora bomem a 12)5000 % duna.
Setioetss de todas ss cores a 600 o covado.
Sedal braceas h viadas para vestidos de roiva a 23500 o covado.
Cortinado! de crochet e cambraia bordados para cama e jaaella a 100GO o par.
Uapellaa c m veo pra noivas a lOOOO e 12(50C0 ama.
Eapartilhos de our,.ya a 500. e 8(5000 um.
Moequiteiros amrenos a 15|$0C0.pm.
Camisas para homem dormir a 65000 ama.
Ditas para senhora idem a b"(5000 urna.
Finos cortes de casemira inglesa para ca'ga a 85000 e 105000 um.
Camisas de malha de 12 para homem e senhora a 65000 ama.
Vestuarios de Jercey pira meamos a 15)5000 om.
Cobertss de cretone para c-ma de c-sal a 5000 ama.
Casiuetas para roi.pi d homens e creanjas a 500 o covado.
Brim branco o. 6 a 25500 a vara.
Dito preto a 10800 a vits. '
Sobretodos com ama e duas vistas, cobertores, cclx 8, ceronlas, mantilbas, todo por
preces sem competeoca,.
^ Sq na
L0JA DO POVQ
(Antigap Crespo)
&ID
O 2
s
05^>
Altcncao
Ah ea te amava muito 1...
Gottas de suor perolavam-lhe a fronte.
Arquejava.
De repente tirou a ligadura da ferida
Yvakoura, disse, nao te vejo mais ;
chega-te a mim... maisperto... mais
perto ainda... Ab partir sem elle I...
Acudam exclamou o principe fra
de si.
Est morta, dissa o medico.
Tika soltou um uivo de dr. O prin-
cipe oceultou a face com a mao.
Acabaram-se os soffrimentos, disse
o medico ; ella descansa e esqaoce as tor-
turas da vida na doce trauquillidado do
ultimo somno.
XXIV
0 TRATADO DE PAZ
11
Hiyas consenta em por fim guerra,
mas, como dissera FidYori, sob condi-
ces extremamente rudes.
Exijo a execnco de urna das tres
propostas seguintes, dizia elle: que Fid-
Yori abandone a fortaleza e va passar
sete anuos em Yamato ; que se me entre-
gue Yodagimi como refem ; ou que se ar-
razem as muralhas e tapem-se os fossos
do castello de Osaka.
Apenas a ultima condicjlo era aceitavel
e foi este o juizo do conselho de guerra.
Entretanto Yok-Moara considerava a
destruido das muralhas como deplora-
ve i.
A paz dura pouco, dizia elle, e de
que nos serve o castello depois ?
Optava pela entrega de Yodogimi.
Minha mai 1 exclamen o siogoun.
Nem penses oi&so. Ficariamos escravos
de Hiyag.
laso vrdae, coafirmoa o general
Harounaga, nSo pensemos em tal coosa.
Demolidas as muralhas, ficamoa inde-
.fezos. E' melbor a guerra, que urna paz
aestaa condifioes, tornou Yok-Moura.
Por sua ventado entregar-se-hia Yedo-
g;.mi ; pouco lhe importa va urna mnlher.
Hiyas especificou, disse algup,
que os fossos deviara ser taparUiisftasargnao
que as criancas de tres anoos pudessem
descer o subir fcilmente.
J)b mil bperarios~TtevefvtraDa-
lhando sempre, abater as murallias,, dfase
eutro.
Yok-Mufa suspirn.
i E1 preciso aceitar, disse o sioeuu,
iquer queiramos quer n5o. Era caolne
guerra tornaremos a construir as miira-
'lbas e a abrir os fossos. 4
Pois bem, resigaou se Yok-Moura :
abaixo a fortaleza.
Fica eocarregado o generaL Sigo-
nari para negociar com Hiyas.; elle me
representar dignamente, estou certo,
nesaa delicada questao.
Esforsar-me-hei para isso, disse
Signnari. Estou s tuas srdens.
Como apenas tiveste tempo de en-
xugar a espada, d isa o siogoun, podes
repousar um dia.
Partirei esta tarde, disse Signnari.
No mismo dia com effeito, o joven
guerreiro, acompanhado por urna escolta
numerosa, parti para o acampamento do
usurpador.
Hiyas, depois do incendio da floresta,
em que perder muitos homens, havia te
installado na planicie visinha, por nSo
querer abandonar essa posiy&o t2o proxiu
ina de Osaka.
Chegara-lhe refotfo, com o atfkilio do
qual marchara contra Harounaga, ,ae
ainda oceupava S*nmiossi. '
O general nha sido batido e seu ejer-
cito recuara. "\ a
Hiyas apenas deixara a vanguarda no
lugar conquistado e voltara ao acampa-
mento.
Era ahi que elle devia receber a ordeinf E leu ; Eu, Fid-Yon, general em
do Mikado. jehefe dos exercitos do Mikado, no intuito
Reunidos em conselho, Ovari, Dath, j de por fim guerra injusta que me decla-
Todo e Courada, foram de opinio que ste
devia obedecer ao flho dos deuaes ; que
era preciso ceder em apparencia, mas
crear um obstculo assignatura do tra-
tado.
Fagamos a cunsa de modo que Fde-
Yori recuse-se a assignar a paz, dizia
Hiyas. A colera do co cahir sobre
elle.
Com grande sorpreza recebeu elln, a
noticia da chegada de um enviado de
Osaka.
Fid-Yori aceita va as condijSas im-
postas.
Quem est encarregado das nego-
ciares ? perguntou Hiyas.
O general SignBari. --
O joven guerreiro, cujo herosmo era
conhecido, inspirava urna estima profunda
mesmo aos seus ininigos.
Quando elle chegou, em seu costume
militar, e atravessou o acampamento a
cavallo, os principes soberanos o sauda-
ram.
Signnari nao correspondeu s sauda-
^es.
Que significa esse orgulho ? pergun-
tou um senhor.
E' porque vem representando o sio-
goun.
O general foi introdazido na barraca do
ebefe.
Hiya estava sentado ao fundo com o
seu estado-m iior.
Signnari tomou assento em face delle.
E' justo, disse um senhor, este
guerreiro, to mogo ainda, j adquiri a
dignidade e a prudencia de um velho.
Signnari deseurolou um papel.
Eis aqui as palavras de meu chafe o
siogoun Fid-Yori, filho do siogoun Taiko
Sama, disse elle.
rou~Hiyas, e que desoa o rein, aceito
urna das condi$oes impostas pelo meu ad-
versario no tratado de paz ; detnolirei a
primeira mnralha da fortaleza do Osaka
e entulharei os fossos, pelo que cessarSo
as hostilidades, depondo-se as armas..
c Escrevi isto com toda a sinceridde,
no dcimo-quinto dia da segunda la do
oatono, decimo-neno anno do Nengo-Kai-
Tio, e assigno-me com o meu sangue.
Fid-Yori.
Se assim disse Hiyas :om a sua
voz fraca e trmula, aceito a paz.
Em seguida dicton o meu secretario :
Eu, Minamots-Hiyas, proclamado sio-
goun pelo predece8Sor de Go-Mitzon-No,
em nome do siogoun Fid-Tadda, em fa-
vor do anal abdiquei, consinto um por fim
guerra, com a condi^ao de que Fid-
Yori arrasar as muralhas do castello de
Osaka e entulhar os fossos, de modo que
as criancas de tres annos possam subir e
descer nelles fcilmente. >
Foi entregue a II yas um pincel novo
e urna longa agulka, com a qui.l elle de-
via picar a extremidade de dedo, a fim de
assignar com o sea sangue.
Feito isto, passoa o tratado a Sign-
nari.
Nao basta, disse o general aneando
os olhes ao papel ; est muito apagada a
assignatura. E' preciso faxer isrtra.
Mas ea iou velho, fracq a doente ;
para mim ama gotta de singue vale
muitp. I 1 0
Signnari fingi n&e ouvir.
Saspirhdo, Hiyas picn notamente 0
dedo e reforcoa a assigaatum; entio, o
joven general deu-lhe o tratade assignao
por Fid-Yori.

15 Bna Yiscoide de Inhanma IS
(Antiga do Rangel)
O propietario desta novo estabeleci-
ment-r chama a attencao de seos nume-
rosos freguzes e das Exmas famil as para
o explendido sortimento de finissimos
Bramantes de pnro lmho. Bretanhas, Es-
guies, grandes atoalhados e guardana-
poa, toalhas p ra rosto tudo adamascado
e de puro linho. lencos de cambra a de
linho finissimo ; boa rccasiSo para os
Srs. noivos adquiriram um fino e bello
enxoval em roupas de 1 nho por prejos
que impossivel ser tbtelos em outra qual-
que- casa.
Nesta casa alem de um bom sorti-
mento de f. zendas finas, ba sem pe gran-
de deposito de camisas, ceroulas, punhos,
collarinhos e camisas para meninos de
todas as idades.

Madeiras de construccao"^
n ateriaes para edifica^aa
A Compar.bia Exploradora de Pro."u:its Cal-
careos, veode em seo arazem do caes do Apel-
lo o. 73 :
Madeiras para GODSl-orcSo.
Cal branca de jagoaribe.
Cal p-ets.
Cal virg'-m para assocar.
Tijollos de ladnlbo e commons.
T.jnllca refractarios.
Pedras de caaiaria para aoleiras, etc.
-----------___-------------------------
Para familia
Aloga-ee om commodo a urna peqoena fami-
lia ; a tratar na rva de Borlas d. 66, 1- aodar,
das i horas da larde em nian'e.
XXV "i
CONtDENCIAS
Osaka festejava termins^o da guer-
ra. Cidade da prazer, de llixo, de fasta
perpetuas, tinha horror ao aangue, aos
conflictos polticos, ao lute, a tudo que
nao fosse o seu bem-estar e a sua alegra ;
o divertimento era para aeu&habitantes o
fim principal da vida.
Estavi, emfim, terminada a gftrral
Podiase entao tirar a mascara da tristeza
e rir, e rir abertamente 1 7
A' primeira noticia da paz, toda a ci-
dade poz-sa a dancar ; os marinheiros no
caes do Yodo-Gava, os mercadore4Ji porta
de soas casas e os servo nos pateos doa
palacios.
Os ricos particulares, nobres e funecio-
narios nao eram meaos felizes.
As princezas sobretudo exultavaa:
mettidas em seus palacios, longe dos ma-
ridos, pensavam envelhecer antes que a
guerra acabasse.
Acordava-ae da um pesadelo. Agora,
sim, poda.m enfeitar-se, rir vontade I
Corriam s grandes caixa de laca e,
no meio de um perfume de musgo e de
madeiras preciosas, tiravam ricos ves-
tidos.
Pelo chao havia mentes de setim, de
seda, de crep ; mas como essas toilettes
f ssem um pone* usadas, mandavam-se
vir fabricantes, modistas, bordadoras.
A corte annunciou para a mesma tarde
urna festa sobre a agua, e na qual deviam
tomar parte ricos habitantes de Osaka.
Foi ama febre. Havia pouco tempo para
se preparar, para searmarem as embarca-
ces.
! .
{Contmia.}
i4
Typ. do Diario, rua Duo,ue da Oaxiaa, 42

Ir



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