Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16733


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Full Text
m

ANNO LHI
Sexta-feira 19 de Jullio de 18*15
VUERO ie$
REDACTORES AXTOXIO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
PKOPBJBB&3D1 BI M&J0I& 3H6VBZB6A BB F&BIA & *XBQ-;^
WITRUVIO PICTO It \ MU 11; V E ACCIOI.I DE VASCOACELLOS c MANOEL ARO
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado
Numero avulso do mesmo da.
8$000
i5$000
30000
4100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgORS NA FRAN-
QA EINGLATERRA
Os Srs Mayence Fayre & C*, residentes em Paris18 rae de
La Grange Batelire
PARA O LUGABJBS ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adan ados. .
Por um armo adiantado .
Por trimestre vencidc....
Numero avulso de di as anteriores.
161500
331000
9&000
#200
Teiegrammas
::;,';:;: ::::r.::::. so iabi
Rio tic Janeiro, 18 de Julho, as
o horas e 3$ minutos da tarde (reci-
bido na estago s 8 horas e 5 minutos
da noite e entregue s8 horas e 15 mi-
nutos).
Correram hoje aqui boatos dando a
proclamaco da repblica em PoiJu-
gual.
Qconsclheiro Thomaz Ribeiro foi a
Itamaraty immediatamente pedir inlor-
macoes a respeito dessa noticia difundi-
da pela cidade. O governo nenhuma
communicacao tinha, e o illu tre diplo-
mata telegraphou logo ao seu gobern,
cuja re;posta, ato a hora da recepcio
di-ste, nao havia ainda chegado.
Quer mais parecer que taes boatos sao
infundados.
- E' provavel 'que.o almirante Coe-
lho Netto ceja nomeado membro do-Su-
premo Tribunal Militar.
A taxa cembial fechou a 11 \8.
Guayaquil, i de Julho.
O general Allaro acaba de revogar'a
Constituico do Equador, de 1878 i e no-
meou o general Vermugo ministro da
guerra e marinha, Lizardo Garcia da fa-
zenda e Felippe Corbj das demais pas-
tas.
O reerido general tambem supprimio
tratamentode excellencia e senhoria; e
decretos amnista geral.
Madrid, 18 de Julho.
Falli em Havana o Banco doCommer-
cio.
Os cubanos ncendiaram a_aldeia San>-
ta Clara.
Ucrlini, 18 de Julho,
Fugio o barao Hamentem, director da
Gazcta da Cruz, carregando os fundos
da caixa do jornal.
LNSTRCCAO POPULAR
~0S 1CABT7BES DA SCZENCIA
POR
Gasto Tissandier
CAPITULO Y1I
CREADORES DE SC1EXCIAS
PARTE OFFICIAL
Governo do Estado de Per-
namhuco
PALACIO DO GOVERNO DO ESTADO DE
PERNAMBUCO, EM 15 DE'JULHO DE
1895
Regulamento do Instituto BttljamtH
Constant
m
DO CURSO COMMERCIAL
Artigo 54. Ann-txo ao %sututo funecionar o
curso coramercal nos termos do Regulrnoslo
du 16 do Janeiro de 189d.
Artigo 55. A3 suas aalas lerlo lugar noute,
no edificio em que funceiona o Instituto.
Artigo 56. As aulas de fr.uicez e inglez desse
curso serfio reg las pelo professor de elocu-
g I* A 4.a cadeira do 2.a anno (Direito a le-
gialagao coramercal) ser regida pelo lente de
sociologa rio Insluulo.
' $ 2 A de iisloria e g.-ographia eoramercial,
pelo len:e de Qeograplna ou o de Historia, 8a-
gundo designaco do Director.
3." A de ilngua materna por um dos pro-
-ssore de Portuguez, segn lo designaglo do
mesmo Director.
8 1 A lie ralligraphn, pilo professor ou
peo subslitAo de a.senlio.' escolha do Dire-
ctor.
5.' A de arilhraetica e algebra, pelo lente
dessas materias no Instituto.
Artigo 57. Pela regencia dessas aulas noctor-
uas pereeberlo os respectivos.professres a gra
t'ficaglo ad licin il de 600.^30), salvo o de es-
crlpturago raercatO. que uio funeciona no In-
stituto, **ae-di e'.dcuglo f.-moeza e ingleza e de
anttraetica,-3gebra que funccioui em todos os
anoos do curso:
Artigo 53 Os progrmalas da esludo desse
curso serlo annualme .te revistos em sesslo es-
pecial Jos respectivos pro'essores, prendida
pelo ftrecor, o qual os submelter a approva-
glo do Governo.
Artigo 51. Pica sob a iisinediaU iospeccao
do Director do Instituto ludo quanio entend
cora o curso comru-~cial e seu regular funecto-
Bamento. '*
DISPOSK.ES GERAES
\rligo HO. Haver no Iostituto:
1." Urna eacolhi'' btbtiotheca para us> dos
professores e a I ltanos, romposta de hvros apro-
pnai ,a ao ensino, Ji ubru i* eteriptorefl aa
cia*aes de mrito .Iliterario e de mappas, glo-
bos, carta a ravistas.
2. Um gabinete de pnysica e um laboratorio
dp chitnica pan as demouslrago.'S dos respjcli-
?o* i(roe-ores.
3.' Um m'.'.seu e collecgao elementar da ob-
jecto de historia natural. 9-
4L'mhorto boln(co anoo ao estabeleci-
mento
Artigo 61. Pira as cadefra? a"'da ni prvi-
das poder o Governador nemear os lentes n-
cessar.os inde|>endenlmenia ^ concura, iu
contractar por lempo ueler.i::na lo pessoia de
provada competencia, p
de circum tancias o* Ululados
cnrsoj superiores da Repblica.
uoico. A nomeagao para qualquer das ca-
deiraa qua viarara a vagar ser feta por con-
curso, excepto si algura dos lentes do, curso jo-
querer o provimento, nos t;rmos ihs Ui n. 153'
de 28 de Abril de 18*1, art. 3, dafci tv J^i
de 10 ds Julho de 18i0, srt. W caso erB^jUB u
Governador, ouvida a congr^sao, podar de
cratar a transferencia.
Artigo 62 Quando qualqnar leBte do Inetitu-
lo a.; pres e a reger algunaa mente creadas, o Governador 'do UHado podar'
dojextlnct Gyranasio servirlo com os ttulos
que j t n, faz^ndo-sa nos meamos as necessa-
ras declarag-'S.
Artigo 61. A taxi para a tmlricula nos diffi-
rentes annos do curso ser da 129333, paga na
repartigo complenle, midiante guia passada
pelo Secretario.
Artigo 65. No regimealo interno que tm d;
ser expedido, altender-se-ha ao que lr oecesaa
rio e qua nao esteja previsto no presento Regu-
lamento.
Art. 6i A lei D. 1497 de 10 de Julho de
1883,0 reg.m-inio intern de 19 de Abril do
18/86 os regulara-nto^ de 12 de Margo de 1585
e de 16 da Janeiro de 1393 [Instituto Bjnjaram
Go stan!) continuara em vigor ni parlo nao
alterad i por este regularaonto.
Ari. Q?. Os veocnnanios Jas lentes, profjs-
sores e Iunccionari03 do Instttu'o seri regu-
la los pela tabitla annexi ao preseulj regula-
metilo.
Art. di. O Secretar!) s-r vitalicio e inamo-
vielcomo os lentas; nenhuma gi >tilicagao
exiraordimr a Iha cabera, porm, par motivo
de temno de exercicm.
Art. 6). As dlsposic0s3 do rejralamento da
instruegio publica, relalfVas -graiiflcicis 4e
manto, bons servigo*. antigu-'dade ou outra
exlr-ord nanas rtcam ravogaia pdo disp >sto
00 art. 41, segn lo o qual dilas gratiticag-s
serio substitu las pelos accresciraos propor-
ciooaes nesse artigo iMicado, salvo o direito<
iniividua'mente adquirios pelos aeluies pro
fes^oras e demais serveoluanos do Insltluto.
Art. 70. O Instituto Benjamn ^oastant ne-
nhura diploma de bamarel conferir, datando
1 aos alumnos que cai|iletarem ocurso ser ex
pediio um simple? certiflcido .le exarass pres
lados nesse es'aelecimento de ensino, para
que pro luza os effeilbr pravhloi as lets e ra
gulamuo os estaduies 'federaos.
Art. 71. Fi' suppnmida a aula primaria
asnexa ao antpi intrnalo qua funecionava no
edideio do eitincio Gimnasio, a declarado em
lispombilidade o respec ivo professor que sera
opportunaoenta aprov^iudo, segundo a lei
92 de 9 de 'unho de 1395.
Arl. 72- Ot srvenles desdi que ten tiara cin-
co aui.oJ de exeretcio, ftcari) equiparados ao
e.npr^-gidos titulados para a8 van'.agens da
aposentad iria montelo, qo houver da ser
creado, segcnlo a L:i o. 122 le 3 de .Julho de
1895. deven lo ihes ser e.-.iao expelido liluK
do nameago, pelo qual pagarlo os eraolu aen
tos correspondentes
Ar 73 O leales das cadeiras qua accres-
ce-am ao amigo Gyranasio, Pernarabucanc^.-s
perceberlo os vencimenios corresponleu.es
iipois que estiverem funcciooaoJo as su-is au
DI3P03ICE3 TRANSITORIAS
A't. 71. O eHiuo da hngu s que actualmen-
tj se acna dis nbutdo por ratis de urna CmW
ra, B-ar redundo a uin so, d^sde que qualquer
lella. venda a vagar, caso em que considerar-
se-lia osta sU'prup'da.
Art. 75 O plarrrfde ensin d) presente U:
gulamen* executar-se-ha sem prejuizo do-
alumnos que actualmente se a hara. mairicula-
dos e tenham sido approvados em outras ma
lerias, cabando oJDireclor. ouvida a Congr
disinb.iir os a'umnos p-los diffrantd
qua llverem
do l. d stricto da
1895. -Ao r. r.
b'ilho, M. D. Qu:s-
gago,
ref.rind i em igiiJJSIe SW**. 5ftMWTJiei|'>" em (
lados por qualquer dos sido approvados. --
Art. 6. lm caso nenhura p)derlo"o a!a.n
nos asura distribuidos prestar exame das m i-
lerias de um anno sera ter sido approvados as
do anterior. ._, .
. 1531A, -Art 77. No seguinle anno de 139o llavera
-xvD.es u.j inez le Jun.io sraento para esses
aluginbs.
Art. 73. Os acta
como lented Oji reg n
audacia de aggredir de faca em puu'io os dous
sol lados, os quaes desarmarara-n'o, arrebatan-
do Abicaxi em acto continuo das mos do 2 o
sargento tambera do corpo municipal, estaciona
do no 2.dislricto de S. Jos, de uome Jos Ao-
ionio da Sant'Anna, um sabr.
Tratando lula fano o sollado Benedicto Sa-
bastilo de Mello ao lado esqu^rdo do umbigo,
senlo tatnoem "m l> ua luta entre 33 duas re
f-n las pragas e as mais qua comparecrara, o
celebre -Abicaxi.. Julgo grave o f.-rimento
lo soldido qu) 3 reoolner ao Hjspilal Pedro
II e pego V..S.4ara mandar proceder a cora-
pe ente v;-t*ri%^a prac, a quanlo ao enrai-
i '<'. |d: pi-daj recolhido no xadrez deste quartel, e tico pro
cedendo as deraa-s diligencias, j lendo lavra
do c aut) de p.isao e resistencia, que opportu-
naraente 1 V. Si remetteroi.Sude e fraiern-
dad.'. U .-ubieingad ) de polica, Ttiejdomiro
Thomaz Cavalcante Pessoa.
jlegip a de polica
cajpilal em 16 da Julho de
On Felippe Nery da Silva
lar Policial.
Incluso remello vos o auto de prislo p resis-
tencia teito pelo subdelegado do 1." dislricto
de Afogados sobre a prislo de Joaquim Josa
de Sanl'Anua vulgo Abaeaxi.
Era virlule de delermmaglo vo?sa, tt^do
t una lo coniisciraenlo do faci, para o q% fiz
avenguag^s minuciosas cingue, a concluslo
de qua o Tacto deu se do molo seguinle : ao
pjjsar p;lo Atierro da ra Imperial o boal de
bigagem que chega a Afogidos s 6 horas e
quarenta minutos da larde, Abaeaxi qui ah
se acliava msultou o conduitor do dito bond e
o sollado da guarda municipal de n) n Anto-
nio Jos Tavares, que faz o servigo polieial do
raesraj bond, desaria do-os Abaeaxi a que d s-
Cesse o porque quera dar-llns umi lcglo, e
como ellas, soldados e conductor, procedessem
com prudencia ni), acceitando o desafto, AOa
caxi Ibes am ra que na valla Ibes ensioaria.
negando o bond a Afogados, o conduc or e
o guarda municipal fo-ain ao quartel alai ex.s-
tcnte pedirem providenc as
O sargento \rauj > que se uchava comman
dando o desticaraen'.o, fez-lhes ver que por si
nao pol:a delibrar, porm, que elles dirlgis-
serc-^e ao subdelegado major Tneodora ro, qu
se achata em sua residencia, sita adestrada de
la Motocolorab n. 22, e que ara o nico que
poda lar-Ibes as provileocias pe lulas.
DiiigiftMU-se i solado e 0 conductor casa
de Th-alomiro. qui em vis a das reclaraagO-s^declararam o seguinti^
ordenou que os soldado de nome Benedicio Se-
oa->to da Mellofo aconp nhisse adra de pre-
ven r quiesquer n >vas aggres.sOes.
Ao cOegar odio bond a > Atierro da ra Im
perial, .n-smo lugar em que elles na viagem
para Af gados tinhtm soffrido a aggresslo de
A lacaxi, all atada se acliava o m-smo Abac
xi, quem sem razio plaustel os ageredh de
faca era ou lio.
lira v sla de lal aggreslo apeiaram-se Be-
nedicto a Anlo do para effectuarem a prislo de
Abaca'. o qual invesfo contra Bnedictoe
An'onio ferindo gravemente a Benedicto, cora
urna lacada na regio umbelical, sendo tambera
bu to ro l'-atado por Beae licto. por Antonio
e Jos evenno Mendes, soldado da guard-i
(ounicipil, destacad-) no 2- dis'ricto da fregUJ-
ua de j._,-. que t .mou parta no confl'Clo.
a Abaeaxi, este ferio a Benedicto com urna Pi-
cada profunda na regilo umbelical, e elles de-
clarant s reagiram forlemeote tratando de dei
armar a Abicax, travando-S3 forte lucta.ee
onde sabio rauito ferido o referido Abaeaxi. an
sira como Benedicto, e ligeiramente contundido
Jos Severino Mendes. soldado da guarda mu
mcipal destacado no 2 d stricto de S. Josi ;
que forara elles declarantes obr gados a agir
cura vehemencia contra Abaeaxi em vista da
a gresslo suffrida da '-arte d'elle, que, como
disseram, foi o prime>ro a promover disurbio,
so conseguindo prndelo por ler o di o Aba-
eaxi I vado urna queda, na qual perdeu a faca
com que eslava armado; que lendo comparec
do o sargen o da guarda municipal Araujo,
Abaeaxi desarmouo e c.m o faci ainda ten -
tuu aggredir a elles declarantes, sendo de no o
desarmado; que ahi Abaeaxi j multo ferido
lelas diversas lucias que com elles sus entra,
oi cor.duzKlo por elles declarantes casaco
subdelgalo, local onde se eal fazendo o pre-
sente auto.
E nada mais declararan), paasando o subi-
legado a Interrogar a Joaquim Jos de Sin.a
Aona, 'vulgo Abaeaxi, com 23 annos de idade,
na ural d'esle Estado, solteiro, sapalero, n'.o
sab i lr uem escrever, r siden e em Afogados,
este fez as seguintrs declaragOes:
Que eslando em um bond de Bagagem na vi-
gera que este faz do Recite a Afogados s 6
horas e 40 mnalos da noute, foi provocado pir
um soldado di guarda municipal: que elle r?-
pi-llrra esta provocaglo dizendo Ihe que ni.o
contava com elle, apeian :o-se em seguida c o
band q a ao vallar o mesmo bond, vinham 2
soldados e querendo elle Abaeaxi tomar dio
bond, leve voz de prizlo e como resistissse con
urna faca que encontrara na ra, foi ferido pe-
los ditos soldados, sendo afioal p-ezo em vis a
de urna queda qne dera; qu) travando-se ro
utu la luti elle querendo desvencilhar-se des
sldalos, ferra-os, sendo timbera muit>ma:
trtalo, que vendo se elle Abaeaxi sem a faca
e estando junto a si um |sarsctit> da guarda
inunicipa', qua corren ao conflicto, conseguio
tomar o fcil lo sargento, resietindo sempre
prizlo, porquanto uio se julgava culpado.
Ao estar parajencerrar se esta auto, comp.-i-
receram ne.t'i casa Ignacio ,da Cunha Soul)
Maior, cora vint e seis annos de idade, natu-
ral de-t Est ido, casado, residente, sapataini e
Luiz Jos Oarneiro, com tn'nti e sete anoos ce
idade, natural dest; Etido, casado, n gociant?,
sabe ler e escrev-T residente *- Afogados que
pelo sabJelegalo, por Jos da Hora Bedp a
Como \\ ^se reagiram forlomenle as pragas rogo do resistit-, por Manoel L'iidel no Mai
-"._ i -A -._^. D ___ ___.x. f... r... rii^i 7..pr:i a ma.x drt ItRUA.Ili-to Seha.dilO d
Qie esta ido no Atterro da ra Imperial de
passagera pira Afogadas, virara qua Hatia uta
serio conflicto, e chegando por curiosidale, t -
ram que o individuo qua elles conbeciara per
Abaeaxi, que o mesmo presente, de faca en
punho tica va dous soldados da guara muni-
cipal, que pocuravam prendel-o; qm soube-
rara depois que tsndo Abaeaxi assultaloura
bond de Bagagem, os ditos soldados, procura-
vun prendel-o, o c^ue dera-lugar ao referido
conll cto ; que demorndose el'js declarantes!
para ver o fita do conflicto, viram que Abacaj.i j
tevou urna grande queda, onde perdeu a faca-
sendo afinal prezo
*Z fila mais"havendo a declarar, deu-ae porj ||aria Seie, Dontor Augusto Cctlho Leile, Jola
finio 'ftft) auto de prizao e resist-ncii, que dt -, FraQcisco do Reg Barros, Gervasio de Soaz*
pois da lido e achaio conforme, vai assignado Mello, Jos Uchoa Sobrinho.
Auto de exame feito no cadver de Joaaaut
Jos de SanU Aona.
Aos dez das do mez de Julho do anno de tafl
oitoceotos noventa e cinco, n'esta c.dade d*
Recife e Cemiterio Publico de Santo Aman,
presente o Dou-or Jos Felippe Nery da 5ilt*
Filho, Questor Policial, commigo abaixo assig-
nado servindo de escrivlo, 03 peritos notificada*
Doutores Augusto iJoelho heile e Joao Mari*
Seve, moradores nesta cidade e as testerauaaas
Joo Francisco do Reg Barros e Gervasio de
Souza Mello, tambera moradores nesta cidade o
Doutor Questor deferio aos peritos juramenta*
na forma da lei, de bem belmente desempeona-
mi suas missOes, declarando com verdade o
que em suas conscieacasenlsndessem e eocar-
regou-lhes que procedessem o exame em o ca-
dver de Joaquim Jos de Santa Anna, e qaa
respondessem aosquesitos segrales: piimewo,
se houve a morte ; segundo, qual o maio f M o
oreas onou ; terceiro, se foi ice .sionada por te-
ueno, substancias anesthesicas, in endio, agphj-
xia ou nnundaglo ; quarlo, se por lezlo qaie,
par sua naturez e sede, foi causa efhciaa-
le d'ella ; quinto, se a coostilu co ou o al-
iado morbilo anterior do offend do concorreraat
para tornal o irremedavelmente moual; sexto,
se a morte resultou das cradiges personatisai-
mas do o lien li lo ; stimo se a mor e resoltaa.
nlo porque o mal fosse mortal, e sira por ter c
offetidido deixado de observar o tegmen me-
dico hygenca reclamado pelo seu estada. |
Em consequencia passaram os peritos a Faxac
os exames e invegiigagO.-s ordenadas e as que
julgaram neceasanas, coecluidas as quaes te-
clara m o seguinle :
Que-Axamioando o cadver de Joaquim Jos
de Santa Anna, conhecido palo nome de -Aba-
eaxi de vinte e seis anoos de idade, parda,
solteiro. constituiglo regular e pernambucaao,
encootraram na regilo parietal esquerda, ama
soluglo de continuidade, com qualro centiiDe-
tros de exlenslo, bordos regulares, direccia
obliqua para baixo e para lora interessaadoa
espessura de cauro cabelludo, out.a na parte
m;dia da face anterior do brago esquerdo com
dous centmetros de exlenslo, bordos regulares,
direcelo vertical, interassaado a pella e tecidoa
cellular subjac-mies, e mais ou ro na regilo ma-
I r esquerda com tres cent inetns de exlansaa,
bordos regulares, direcglo traosversal e micros-
san lo a pelle, duas fortes contuses na regia*
frooll e diversas extensos e> liymoses as fa-
ces anteriores e dorsal uo ronco ; pelo o qae
respoodem : a < prime rq quesito, sim; ao se-
gundo, instrumento contundo corlante ; ao er-
ceiro, nao; ao quarlo, sim ; ao quinjo a sexto,
nao; ao stimo, que a morte resunou em conse-
quencia de commoglo e bemurrhagia cerebral.
E sendo essas as declaragOes que em saaa
coosciencias e debaxo do juramen o tm a fazer
deu-se por coocluido o exame ordenado e ae
ludo se livr u o presante auto, que depois t
lido e achado conforme, vai rubricado pelo Doc-
tor Questor e assignado pelo mesm -, peritos
testeinuohas, a commigo Jos Uchoa Sob nata.
amanuense da Secretaria da Questura Policial,
escrivlo que o escrevi do que iudo dou f.
Jos Felippe Nery da Silva Filho, Doutor Jote
ci*8das pira suDjog4i^yiacaxi, que s foi pre-
so quiodo ao recuar deu urna ~qii;d.a de costas
per Je do ah" a fa"a. .
N-ste inieri -iigara ao local do confl cto
sublelerado do dislricto.do S. Jo, acn
.panhado da sargenjo da guarda municipal de
iRa das- respecifras cadei p3rm, Ahacaxi pr*.-o.
daiignal-o para esse fim, p- rcebendo, alm do
gratitcaglo extraordinaria rair-
teocim--ntb,
cada na
Artigo
o-.-ntOL-, a i.
ia tabejra.
go 63/0 S
Se ratano e demais empegados
salvo si Wjuererem o pro vi mito lo" em on-
tra que aa bceasilo se ache vaga, e servirte
com os titulds que j tem, fazendo-se as m'
mos as ne'.essarias declaragOes.
Art. 79. Ficam reyogadas as diposig5e3 ca
contrario. ,.
_________julA-J&Ktlb. Filho.
CARGOS
ULAISE PASCAL HUYGENS NICOLAU
I.KMERVSCHELE PRIESTLEY LA-
YOISIER.
(Coniinua;o)
I'ms vingetn, que Pnestley fez a Londres, de-
cidi da sua vocaglo. O acuso pl-o em rela-
glo com B;njamin Frankln, e as suas conver-
sa_ rom aquelle grande puilosopho fizeiam-
l.n" (1 gp -r ar a da de estudar a historia das
desc heras elctricas. Frankln facihtou-lbe
annelle prujecto. Passado muos .de um anno,
Priestlej eacrptia urna obra imprtame, a His 'profe90r de msica
tori i da elecirici lade, na qual se expem com ; Secretario.....
mui'o melhodo e clareza a ongem e os progres- I Amanuense-biblothecaro
sos dVste ramo da physica. Preparador ou conservador
As experiencs realisadas per Pnestley con-'3 L-^nlinuog a .
quistaram-lhe urna cena reputaglo no mundo 3 Servenie8 (diaria 2S503)
dos sabios; foi Ihe confer do o grao de doutor, I jardneiro ^ontractado)
e abriram-se-le as portas da Sociedade real de
Tabellas de vencimen^s
Ord>
rJr,tif>cafoi
TOTAL
Director .....
Lenle......
Prof ssores da elocuglo.
Professor de deseuho .
Subs iluto de desenho.
fraiiceza e ingleza
Londres.
Em 1767, Priesll-y ?ahio de Waringlon e foi
para Leeds tomar a direcglo d'uma coDgregagio
de dissidantes, e ahi continuou a levar por oan-
te as discuss s Iheologicas e as inves gages
scienlificas. A crcomstaada de estar visinuo
de urna cervejaria levou-o.a entreter se (segun-
do a expressao de que elle se serve), e a inten-
tar algumas experiencias sobre o gaz acido car-
bnico, que se etolava da cerveja em fermenla-
glo. Fez ensaios muito otaveis, que reso veu
communcar Sociedade reak^em 1772, eob o
ttulo de Observagoes sobre 1S differenles es-
pecies de ar. At entao, apenas se conhe-
ciam dous gazes : o acido carbnico, que se
chamava ar fixo, e o hy.irogeoio, que se desig-
nava sob o nome de ar nflamraavel. Pries-
Ujv re/, conhecer melhor esles dous corpoaaa
descobrio outros gazes; o azote, um dos ere-
memos lo arathmospherico, o bioxydo de azole,
do qual descubri as propnedades antiseplicas,
o gaz clilorhydnco e o gaz amoniaco. O protu-
xydo de azote, o acido sulpliuri o, o oxigenio,
euiliui, devam successivamente surgir das suas
experiencias e trabuloos. A' 1 da Agoste de
1771, Priestley conseguio extrahir o oxydo de
mercurio, mas .- no anuo seguinle qu? elle
descubri a proprte lade, que tem este gaz, de
alimentar a respiragao.
Se se accresceotar anda a estas descoberlas
as do oxydo de carbone, do hydrogeniosulphu-
rado e varias outras, ver-se-ha que o grande
genio, de aue aqu tragamos a historia, desco-
bno os principaes gazes da cbimica, todos es
cujas propnedades a sciencia e a ioduslr
Uo utilisando todcs os das A" gente flcaluM
prehen lula com a importancia d'estas descobT-
tas, exceuladas com tanti facilidae por um
bomem que, as suas m.-moras, se compraz em
repetir que nlo cbimico, e que ludo o que fez
foi devido ao acaso M .s as qualidades que elle
nlo disse possuir, aflirmaram-as por elle os seus
biographos. Priestlej, diz Thornton, era do-
lado de urna sagacidade, que nenhura obstculo
quebrantava, e de um talento de observaglo,
qua o toroava apto a tira' partido de iodos os
pnencmenoa. que se Ihe apresentavam. Era
Uo regular nos seus hbitos, que nunca ae es-
quena de registrar exactamente o mais peque-
o pormenoc, que obaervava. To sincero qulo
deainteressa.de, parece que fuera da investiga-
glo di verdade o nico fim dos seus constantes
afore:.
('Continua;.
L?nt de grego (contrac ado .........
Wrofessor de escriplu-aglo mercantil
Gralificaglo addicional ao professor de elocuglo, pela
aula nocturna e ao de arithmetica e algebra
Gratificago addcional aos prolessore do curso corn-
mercial ......:,'',",'"*'
Gralificaglo ao continu) que irabalhar a noite
3 2003 00
2.400SOOOJ,
2.4ODS0O0
2:00 '8000
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1:2WJ000
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1:8008000
6008000
5008000
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1:S|000
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4 800S0I)- >
3:6003000
30 800)
i0080Mi
Tfcoooo m
4-Sl^iflO
3.0 OS-i- 0
1:8008000
1 5008000
9008000
3 00)8000
1:2-008000
600S000
3003000
Julio de Mello f.Vio.
"Questura Policial
Secgio 2.'N. 155-Secretarla da Questura
Policial do Estado de Pernarabuco, em 17 de
Julho de 1895. m_m m .,.
Ao Sr coronel Dr. Jallo de Mallo Filho,
mu digno Secretario da Jusliga e Negocios In
tenores. **
Participovos que forara recomidos honlem a
Casa de etengio os seguintes individuos :
A' ordem do subdelegado da fragura do Re-
cife Uidro Baiada alachado, como desordetro e
Mana do Carmo, por offensas moral pu-
-Tilica.
o dia nove do correte mez communicou-me
o subdelegado do 1." diatrto de Afogados o
major Theodorairo Thomai Cavalcante Pessoa
ter sido preso n lugar Atterro o celebre e per-
wr-o desordetro Joaquim Jos de Sant'Anna,
conhecido por Quincas Abaeaxi, aquelle que,
alm d muitas outras desordeos e crimes.no
dia 21 de Setembro do anno prximo passado,
pela3 cinco horas da tarde, tenlou matar Fran-
cisco Leopoldino Lemos de Freitas,2.* supplen-
te do subdelegado do mesmo districto, eracom-
panla dos seus irmlos Jlo Jos de Saat'Anna
conhecido por Cuatinbo e Atelino Jos de
Sant'Anna, e que nessa occagiio resistindo
prislo ferio ao cabo do corpo de polica Fran
esco Antonio de Araujo praga Antonio de
Barros e Silva e ao paisano Jos, conhecido por
Casusa da Donata, sendo alinal preso e reco-
mido Casa de Detengo.
Communicou tambera em igual data o referido
sublelegado ter sido preso Quincas Abaeaxi por
haver aggredido e ferido com urna faca praga
da guarda municipal de nome Benedicto Seb-is-
tiio de Mallo, na occasiio em que tentava preo-
del-o, o que afinal conseguio fazer auxiliado
por algnns companbeiros, depois de forte re-
sistencia por Abaeaxi offerecida, do qual sanio
este morlalmente ferido e contundido, vindo a
fallecer na madrugada do dia seguinte.
Sem perda de lampo determine! ao Dr. dele-
gado do 1." districto da -pital que para o lu
gar do conflicto seguase e enteijdeodo-se com
o referido subdelegado abrisse a mais ngor.-s i
syndicancia afim do mi informar com verdade
o que havia tal respeito occorrido para que
pudesse esta Ques ura proceder na forma da
lei.
Tendo o Dr. delegado hontem me apresentado
o resultado da sua syndicancia apresso me em.1
fazer-vos esta comraoncaglo pedindo-vos Itcen^
ga para inserir neste officio os oficios e autos
que abaixo vao transcriptos, afim de que pos-
saes verificar que perversa e cobarde a accu
saglo que a respeito de tal 'faclo'se tem para
inonfessaveis fina part darlos, letiintado contra
a Polica.
Cumpre-raa accrescentar-vos que contin) as
ultimas indagag.'s a respaila do-caso para pro-
ceder como for de just ga.
Subdelegada de polica do 1 districto de
Afogados, 9 de Julho de 1895
Illustre Cidadlo Dr. Jos Felippe Nery da
Silva Filho, M. D. Questor do Et-ulo de Pernara-
buco.
Communico-vos, que hoje por volta das 8 ho-
ras da noute, miis ou menos, corapareceu era
casa de minha residencia o conductir do carro
de bagagem da Companhia Ferro Carril, das 7
horas da noute, acompanhalo do soldado do
corpo municipal d: nome Antonio Jos 'lavares.
pediodo-ce provileocias no sentido de 'orne-
cer-lhe mais urna ou duas pragas para seguir
no mesmo carro para o Rscfe, em vitt^e de
ter o individuo de norai Jos Joaquim dTSaqg
t'Anna celebre desordetro, conhecido p r Aba-I
caxi aggredida o dito soldado no trajelo de
ra Imperial para Afogados,e que (emendo-se da
volt, pedia estas protideeclas, pelo que flz se-
guir na supradita bagagem, o soldado de nome
Benedicto Sebastilo da Mello, do mencionado
corpo municipal, com o corapanheiro,'e com ef
feito no regreaso para o Recife na ra Imperial
appareceu o celebre Abaeaxi, o qual Uve a
Houco depots d-6egar o subdelegado de S
Jes, houve novo cooflict\ porque .Abaeaxi
t-n lo se aprovit i lo U tifa o sargento Jos^Xhlooio dos Santos desar
raou o, tirandoiie o I .dio com o qual ferio a
Joai> Severino nij^.com um forte golpe na
regile frontal. ,
Abi Ae novo f^ra ma.trata ioAbacaxi era vista
.la naz resistmca. que offarecera para ser
desarmado, conseguido Tiialmente os refer
103 soldado* desarinal o.
Abaeaxi foi levado con grarfde *nsu j)re-
sanca do subdelega :o de AfogadOj**t;ndo sido
rau'to ferido na luva que^u-t-ntara om a fo.'-
ca, mu penosamwii po lu an lar.
Chafados que foram a ALiga loa foi Abaeaxi
l.ado" presenga do ailbuelegado local major
Theodom.ro qu^ se acOaVa -)a aua rejtden:ta
e nue fez immed tatfrtPtelavnr o de prislo a reslftenc-a'^afcfliia.,. pelo qui de
preliendi das UstemnonV,' i^caxi responda
cora grande juncada-le.
Ktalo o aulQJaV- Abaeaxi rememeltido para o
aulrTel de AWgados, emec.-o -i-.tr^fji elle
trancado, sendo guardada a crate p^" sargento
beoois de encerrado. To xafiaji *evu Abac
xi a lamentir-se, asshn como peda, frecuente:
vezes agua. quJ lh*era errtd p ir um a
alo destacamento.
Por volta das 4
sargento no xadrez, encontrn Abicaxi mono,
Indo tmmediatamefa communcar o occorrido
ao maior subdelegado, o qual por sua vez man
dou uue ccnservrsse Abaeaxi na prislo era que
f sla va mandando pela .manh prevenir mo e
aos medie s da policia, cimparecando eu era
companhia do Dr. Jlo Mar.aJJjfr*TrqueJez.o
_..,.. vame caaavenco e nassando a
ques Bezerra a rogo de Benedicto Sebastilo de
Mello, c,om as te-temunhas, por Antonio Jos
T.vares, palas t-istemunhas que presenciarara )
f..'1-Ve-Wiii- Jos Francisco da Camar.
Santiago.escrlvSo au hoc que o escr*vi. T eodu.
'to Cavalcante Pesso, Jos da Hora Beda,
Manoel Lindelino Marques Bezerra, Hilarino doi
Santos Franga. Horoucio da Cunha Moreira,
Auto de corpo de delicio f-ito em Benelicta
Sebastilo de Mello:
aos ooze das do mez de Julho do anno da
mil e oitoceotos e noventa e cinco nesta cidade
do Recife no H ispial Pedro II presente a B-r.
io Felippe.Nery da Silva Filho, Questor Poli-
cial, commigo aba.-io muigoaiio stjrvindo d es-
crtvlo, os peritos notificados Drs. Augusto Cie-
lito Leite e Jlo Mara Seve, moradores neact
' Ant mo Jos Tavares. Ignacio da Cunha Sout) cidade e as testemunhas Joao Francisco do Riga
Maior, Luiz Jos Carneiro, Jos Fraoeisco di Barros e Gervasio de Souza Mello lambem ra-
Cuoha Santiago. rador s nesta cidade, o Dr. Questor deferio aos
Auto de pirgunlas feitat. a Francisco Anto- peritos o juramjato na forma da lei, de besa
nio de Afaujo. fielmente desempenhirem suas raisses, decla-
A03 dez das do mjz de Julho do anno ds raado cora verdade o que em suas coosciencias
mil e oito en os e noventa e cinco ne la cidade en gnlessem e encarregou Ihes qu-' procedessem
d) Recif -, e no quart-l do V d s'ncto d Ala- a exame em Beaedicto Sebastilo de Mello eqae
gatos corapareceu o Dr. Riul^ Teixena t,,_J'' respondessem aos que3iios seguintes :
;tnlra, delegado da policia do 1 dislricto di,
capital, e o Dr. Mano I Nunes Correia, 1 pro-1
motor publico desta capital, conmigo abaxi;
assignado servindo de escrivlo a ah foi inte'
rogado, Francisco Antonio de Araujo com 23
aunos dea ade, solteiro e natural da Para o-
ba, profissio 2. sargen o da Guarda Munic-
pal, sabe lar e escrever, e aa pirgiolaj que le
(oram feitas respondeu da forma aeguune .'
Que est indo boa em por votta de set; horas ,
da uoute elle respondente, no quartel dse
districto, o conductor da bond de Dagagero, que f
chega do Racifo a esta mesma hora, e mais 0
eldalo la Guarda Municipal de nome An onio .
Jos TutafeaT ah* eojipara eram pe lindo pro-j
vid.t*Sfl*s a elle respondente-afim da fazer cea-,
aar o di3iurbio que Joaquim Jos de Sant'An-
oa, vulgo Abaeaxi promova de faca era puaho
i.-m3ino Sotfd-, a>qu* elle respndeme cot
sidarou que se di:Igiss6m ao subdelegado coci-
maud iiil-i Theodomiro. que era o nico compe-
J3no exame cadavrico e passando ,
fompeiente certificado de bito, foi iiutn,aqfi o" ou
referido Abaeaxi. > s
Rerae to-vos lambem o auto de perguntaa c-r,
las ao sargento Arauje, que,-se chama Frajfa
co Antonio de Araujo. ".
Bade e rrat..TDidade.-ilnt Teae.ra La.
Ljnlni. I
1." se ha farimento ou offensa phyaica :
2.a qual o meto que o occasionou ;
3.a. se fot occaaionado por veneno su batane as
anesihesicas, incendio, asphixiaou oundagla
4.* se por sua natureza e sede pode ser cau-a
efUciente da morte r
5 se a coastituigla ou e^lado morb'.do ante-
rior do offen lido co^correm para tornal o irre-
medavelmente mortal;
6 s das condig6a peronal ssima} da offea-
dido poude resal ir a aua mo te :
7.'se resultiu ou po d* re.-u t ir mutilacM
ou ampatiglo defjnni.ta.ie ou privaglo peraa-
nentj de algura orglo ou membro ; -
8.* se resulteu eu poude resu'tap-engenuidade
incuravel e que prive para seiiipr* o dffeuJiJt
de poder exercer o seu trabalho;
9.* se produzio encoraraodo de sale
inhab lite o ofeodido do servigo activo
mais de trila das.
Em consequencia passaram os peritos a fazer
, que o dito major manijo que o^ 03 exaine3 e invastigagOes ordenadas, e as qae
soldailo Benedicto Sebastilo de Mello, acera- juigarain necess.ria, concluidas as quaes da-
panhassi o bond afim d evitar qua squer d i- ciaram 0 seguinte :
lufmosriiua mej* b>ra d-pois mais ou ra>n s, I
voltario os dous soldados AotoniqJosd E.- Que examinando Beoedictj Sebastilo de Met-
uediclo cooduzmdo Abaeaxi muilissimo ferido, lo. da cor preta. soldado de polica municipal,
um grande goVpe oa cabega mui as ce- pernarabucano, de constituiglo regular; encoa-
iHi85ea pelo rosto e corpa ; que a* referidos! traram na parede anierior do aolomen, taa
toldados jAntonio Jose Beatditto ihe relata-esquerdo, no limite da cicatriz umbelical, uaa
U'liochegar o bmi ao atterro da luatlbrida de bardos r-gula/es, de mdimetroj 4a
al ahi encoatraram-e com Abaeaxi que 'exlenslo iniereaaando a pelle e attingindo
^aca em punho pretenda lomar or>ad peritoneo e calmada nuscufTar da parele, cea
ameacando-os que em vista H&to proc*?,'n paritoniti circumscripti,- pelo que respondem:
ea deaarmal-o a isio d>-u lugar a que 8T.
hor'-iTda manhl elrandOr U-ie para" dar ai providencias solicitadas ; qi.a
aingirao-se os recia nantes ao subdelegtfo ma
j'or Theolomiro a quem fizeram as aiesmas re-
clamagces
n*esta
Aulo dt prisa e resistencia .
Aoa 9 dias dmez de Julho !.> anuo de 1305,
cidade do Recife e no 1. dislnsio da
frecueia-de Afogados, na casa sita ra de
Motocoldllb n 22, residencia do subdelegado*,
por volta das 8 i oras da noite presante o mes-
mo subdrlegado, major Theodora.ro Thomaz
aalcante-Pes8oa, commigo abaixo assignado.
eacrivao mFkoc,' ahi compareceram Benedicio
S-bastiSo de Mello, cora 33 aaooa de idade, na
lurai d'estajjistado. solteiro, p'aga da guarda
mu licipaljblo saba lr era escrever, residen
e na truairdmperial. e Antonio Jos lavares
com- 23 atSa^de idade, natural d'este Estado,
sol eiro. paaO.IJa guarda municipal, sabe lr e
escrever, aVdsid-me no Recife. trazendo preso
Joaquim Jos de Sant'Anna,.vulgo Abaeaxi, e
declararan) o egainle :
Que antonio Jos Tavares, soldado qui fez o
servigo do bond de bagagem n. 14, na viag ra
que o dito bond fez do Recife nara Afogados as
6 r.oras e 40 minutos da nciteTsoffreu forte ag
gresslo de Abaeaxi, o qual at Ihe prometteu que
na volta do bond para o Recita Ihe dara urna
lelo; que vm vista disto elle Antonio, em com
aohia do conductor do bond foi pedir prov -
enea ao major Tneodom ro, afim de evitar
aesquer aggressOss do meimo Abaeaxi, e o
rido n-ror em vista d'isto mandou que a
praga municipal de nome Benedicto Sbastillo,
de Mello .cempaohassa a Antonjo; que ao che-
aar o boidLSVrfttferro da ra Imperial, o refen-
do AbacaJPtwaltou o de faca em punho ; que
elles- declarantes apeiaram-se para effectuar a
prislo de Abaeaxi; que ao darem v de pnelo
qte
par
elles aesannai-o e isio u^u .ugar a _
vasse luta renhila na qual nobeu Abad
os ferimentoi qu apresemava, o qual Abac
xi por sua vez ferira-os {^uj elle respaod n-
ta por ordem do subdelegado fez recollier
Abaeaxi ao xadrez do qual guardia c ave;
que Abaeaxi desde que c.-egou ao quartel 1c-
vou lodo o temoo a gemer e a queixar se (iue
daquella nlo scapava, qu-es ava muito fe-
rido etc ; que Abaeaxi pedira-amiudadas ve-
zas agua que Ihe era servida por ura sol Jado
que por volta de urna tura da ma lrugaua ou-
viu elle raspoadenle que os gemidos di ni
nuiam terminando por extnguirem se ; que
por volta das qualro horas da raaohl entrardo
elle respondente no xadrez para ver se Aaa-
caxi anda abi aa achava veriflcou ler lie
bacaxi, morrido; que elle respondeate fo
v rficar se Abaeaxi anda se acaav no xa-
drez ou tinha fgido, p)rque lendo cassado os
gemidos elle respondente nlo sabia a que al-
iribuir isto, verificando ahi, como ja d ssera
ler o referido Abaeaxi nnrndo : que elle res-
pndeme logo que viu Abaeaxi tnorto, lot
communcar ao major iheodomtro sublelega-
do d i mesmo dislricto, que 89 achava em sua
residencia. .
E nada mais Ihe sendo pe guntalo n*m les-
pondido deu-se por fiado este auto de per
guatas que depois de lido e achado conr -mi
vai assignado pelo Dr. delegado e palo Dr. pro
motor publico, com o respondente e commigo
Jos Ignacio da Silva Santos escrivlo que o
escrivi Ral Teixeira Leile Cinra. Mano I Nu-
nes Correia, Francisco Antonio de Arauj > e
Jos Igaacio da Silva San os.
i 1." quesito, sim ; ao 2. instrununt) perfa-
aote ; aos 3., 4.a, 5.a, 6.a, 7.a, 8.a e 9. na.
E sendo essas as declaragOes que em su*c
onscieacias e deba no do jurameat) prestada
i_. a fazer, deu-se por concluido o exame ar-
denado e da talo se livrou o present aut\
que depois de lido e ach lo conforme vai Ol-
bricado :1)D.-. Questjre assignalo p?l)aas-
rao pent)s e testemunbas, e commigo Joss
UchOa Sabrinho. ammuense da Sicretuia 4a
Questura Policial, e escrevi do qu tudo do
f. Jos Felippe Nery da Silva FiUio, Dr. Au-
gusto Coelho Lete, Dr. Jlo Mana Seve, Jda
Francia o do Reg Barros, Gervasio de Soaxa
M'll) e Jos Uchoa Sebrinho.
Sade e fraternidade.
O Questor,
Jos Felippe Sery da Silva Filh.
RECFBEDORIA DO ESTADO
Despacho do da i8 de Julho de 19S
M.Lucio & Braga e outros.A' 1.* seegia
para os devidos fios.
Hanry For.ter & C. -A' 1. sacglo para oa
devidoa fina. f
Joaquim Ferrera Ramos Jnior, Mallo & vel-
loso, Jos Ildefonso de Souaa Rangel.-Iaforma
a 1.' seegao.
O porte ro,
Custodio B. da Silva Guimarei.

I
a.
MUTILADO |




HfeH^^H ^ "v^f*iw*yi*,,-*"'i
Diarlo de Pernambuco Sexta-feira 19 do Jialho de 18&5
Palacio do Goyerko do Estado de Pernambco, esi
8 DE Junio de 1893.
0 Govedwdof- da Estado, usando da* attfau*-
g<5es que lhe sao conferida*, peto art.-57 da Constitm-
gao, resolve, de conformitfade com o art. 17 de De-
creto de 16 d Jnllw de 1894; expedir provisoria-
mente o ftegulawa* anneco para a Escola Indus-
trial Fre Caneca.
0 Doutor Julio de Mello Filho, Secretario inte-
rino dos Negocios da Industria, assim o tenba*ent*n-
dido e faca executan
Alexandhe Jos Barbosa Lima.
. Julio de Mello Fdho.
Itl.l I.Alli;\T ORGNICO
DA
Escola Industrial Fre Caneca
CAPITULO I
Do Instituto eseus fts
Art. 1." A Tscola Industrial Fre Caneca, crea-
da pelo Decreto de 16 de Julho de 1894 em substi-
tuicao Colonia Orphanologica Santa Isabel, ter a
sua sede no edificio da mesma-extracta Colonia e por
patrimonio todos os bens movis e iramoveis que per-
tenceram ao estabelecimento a que succede..
Art. 2." Seus.fins sao :
1 Proporcionar mocidade que se destina
agricultura as nocoes scieotiGcas e praticas necessa-
rias melhor explorago das propiedades ruraes,
creando profissionaes competentes' para os trabalbos
ca grande e pequea lavourae das industrias agrcolas.
II Estudar experimentalmente todas as ques-
t5es relativas lavoura do Estado.
III Servir de centro technico cobsuHvo para os
agricultores, satisfazendo os pedidos de coaselhos,
analyses e experiencias.
" Art. 3." Para satisfacer a seus fins ser a Es-
cola dotada de diversas dependencias, que constitu-
rao seccoes- distinctas immediatamente subordinadas,
administragao geral ou Directora.
| Coico. Estas dependencias, sero:
I Intrnate Orphanobgico destinado ao rgimen
interno dos- alumnos, que abi recebero alojamento,
alimentaco, vestimenta- e edacaco civil e moral.
II Escola Agrcola, onde se far a. educaco te-
cbnica agrcola e cujo pessoal docente constituir um
corpo consultivo para os agricultores do Estado.
III Fazenda modelo, servindoao ensino pratieo
dos processos de cultura e de criaco e appcaco
dos resultados dos estados experimeotaes, sem pre-
juizo das rendas que poder produzir.
IV Usina ou fabrica de assuear, prestando-se s
experencias de methodos de fabricago, ao ensino pra-
tieo e servndo de foite^de rendas;
V Estacao agronmica, tendo por obj seto efec-
tuar invesligacoes cbimrcas e physiotogicas tendentes
ao aperleicoameulo das culturas j adoptadas e inlro-
dueco de outras novas no paiz.
VI Servio) metereologico, para o esludo do clima
da regio em que se aeba o estabelecimento situado,
como um complemento das observacOes da estacao
agronmica.
Vil Offiaiuis de artes mchameos, em que se
preparem orerarios idneos para o eier ;icio das pro-
fissoes que al3efS adoptar..
CAPITULO II
Do ensino
Art. 4. 0 ensino dado na Escola tbeorico e
pralico.
Art. 5." 0 ensino theorico ser elementar; ver-
sando sobrias .seguintes. materias :
a) Instrucg primaria" cmnfleta; conheci ment
de lingual estrangeiras; geographia.e historia, espe-
cialmente de Pernmbuco, mathematica elementar.
b) Pbysica e ebrnea, nogSes geraes1 e applica*-
goes agricultura.
c) Serondas na tu raes- (zoologa, botnica, mine-
raloga), em suas applic.icoes s industrias agrcolas.
d) Agricultura-geral e especial do Estado; syl-
vicultura; economa rural.
e) ..Zoothechnia geral e especial; hygiene e me-
dicina veterinaria.
f) NocOes de aggrimeasura, nivellaoaento, mer
charca eiconstrucg5es' ruraes.
Art. 6. O ensino pratieo ter o- maior desen-
volvimento que fr compativel eom os recursos da
Escola e comprehender a execugo de trabalho&no
campor na usina, nos gabinetes e laboratorios, as
officinas e era quaesquer ins-tallagoes do estabeleci-
mento, sendo completado por excurs&es com o carc-
ter de exercicios pratioosL
Art: 7." O ensino ser dividido em dous cursos
com as denowinacoes de:
I Curso preliminar, comprelieridendoos estudos
. preparatorios.
II Curso profissional, coroprehendendo os estu-
dos tecbnicos.
ArL 8." O curso preliminar dever ser feito
em tres annos ; o curso profissional em cinco annos,
conforma o Decreto de 16 de Julho do anno, lindo.
Art. 9. 0 lempo dos alumnos modo que urna parte seja consagrada frequencia
das aulas e outra aos trabalhos praticos, o que se rea-
lisar organisando turmas que se alternem urnas s
outras.
CAPITULO III
Admtsso de alumnos
Art* 10. A Escola, organizada sob o rgimen de
internato, receber nos primeiros tempes sement,
alumnos internos gratuitos e pensionistas.
Art. 11. Sero recebidos como alumnos gratui-
tos os orphos desvalidos e os expostas.
Art. 12: O numero dosJalum*os gratuitos nao
poder exceder, e 100 (cem).
Art. 13. SerSo recetados alumnos pensionista*
mediante o pagamento da annuidade de quatrocentos
mil res (400&00), que Ibes dar direito a serem
suppridos de ludo que necesstarem para sua subsis-
tencia, edacace e instruccao, excepto roupas.
Art; 14. A*1 pensao annual ser paga adiantada-
mente por prestagOes trimestraes, sob pena de reti-
rada do alumno por falla de pagamento.
Art. 15. A admisso de educandos gratuitos
ser feita por ordem do Governador do Estada ao
qual deverao os interessados, mee ou tutores* dirigir
um requerimenlo acompanhado de documento que
provem a idade, desvalimento, a orphandade, o estado
de perfeita saude e de vaccina.
Art. 16. A idade-para admisso de alumnos in-
ternos nunca poder ser inferior a dez annos, nem
superior a quatorze annos,
Art. 17. Os alumnos gratuitos devero perma-
necer no estabelecimento, durante o periodo de oito
annos. Podero, porm, demorar-se menos tempo
quelles que, tendo entrado com algum preparo pu-
derem concluir depressa seus estudos e receber o di-
ploma profesional.
nico. Nenhum allumno poder continuar
no estabelecimento depois de completar a idade de
vinte annos.
Ai*. 18 Os allumnos pensionistas podero re-
tirar-se do estabelecimento em qualquer epocha, mer
diante requerimento de quem os liver collocado e
sem que possam reclamar a restituco da pensao
paga.
Art. 19 Poderam tambera os educandos gratui.
tos ser retirados em qualquer tempo, urna vez que
seus prenles ou tutores o requeiram e paguem a
pensao correspondente ao periodo de peimanencia no
estabelecimento.
Art. 20 Sero admittidos alumnos externos, pa-
gando matricula, quando a Escola pudorrecebeL-os.
nico. Como Allumnos externos gratuitos
sero acceitos os filhos dos empregados do estabele-
cimento.
CAPITULO IV
Administracao
Art. 21 Para todos os fins de administragao,
fica o estabelecimento dotado de urna Directora Ge-
rale diversas seccoes a saber:
Directora Oeral oom Secretara, Thezouraria e
almoxarifado.
1.a Secco.Internato.
2.a- dicta.Escola Agrcola.
3/ dita,Estacao Agronmica^
4.a dita.Usina1.
5.a dita.Fazenda.
6.a dita.Viaco e Obras diversas.
Art. 22 Incambe Directora expedir e fazer
observar todas as ordens do servico geral e corres-
ponder-se com o Governo do Estado.
nico. Para este fim serao organisadas:
Urna Secretara, que ter a seu cargo a cor-
respondencia ofticial,. o registro de todos os actos, o
archivo de livros e documentos.
II Urna Tltezourana, por onde correrao todas
as operagOes econmicas, cuntas, arrecadagao.de ren-
das e pagamento de despezas.
III Um Almoxarifado, encarregado da guarda,
conservago e movmento de material e de mercado-
riiSw
Art. 23 A's diverjas secgSes incumbe encarre-_
garem-se de lodos os ser, icos#cj& lie' orm" p'ecu^"
liares, de^acjJid^-eftiffTr'ordens da Directora.
- "'"I nico. Para esse fim ser cada urna confia-
da a um chefe e varios auxiliares.
Art. 24 Panto bom desempenho dos diversos
servigos ser constituido do seguinte modo o quadro
do pessoal administrativo :
1 Director Geral.
1 Reitor do Internato.
1 Director da Escola Agrcola
1 Director da Estago Agronmica.
1 Secietario.
1 Thesoureiro.
1 Almoxarife.
i. Ecnomo.
1 Feitor da Usina.
I dito da Fazenda.
Ajudanles, auxiliares, serventes e Irabalhadores
em numero sufficiente para todos os servicos, con-
forme ficar determinado nos regiment;, internos das
secgOes do estabelecimento.
ArU 25 O Director Geral ser nomeado ou
conlractado pelo Governador do Estado.
Arl.2o Os cargos de Directores da escola agri>-
cola e da estacao agronmica sero desempe-
nhados por dois; dos professores do curso profissio-
nal ; o de Reitor do internato, por um dos professores
do curso preliminar.
Art. 27 O Secretario, o Thesoureiro, o Almo-
xarife, assim como o Reitor do internato, sero no-
meados pelo Governador do Estado meianle.propos-
t& do Director Geral.
Art. 28 Os demais eropregados serao nomeado3
ou contracladoft pelo Director Geral.
Art. 29 Os- trabajadores e.serverites sero en-
gajados pelos cheles e encarregados de servigo cora
autorisago do Director Geral.
Art. 30 O Director Geral. o Reitor do Internato
os Directores da escolaaercola e da e Ugo^agron-
mica e o Thesoureiro, formarlo um coasalho admi-
nistrativo e econmico com wrto consultivo.
CAPITUtQ V *
Do corpo docente
Art. 31 O corpo. docent se corapor dos,e-
guintes professsore:
II O curso preliminar ter:
1 professor de linguas.
i dito de geographia e histeria.
1 dito de mathematica.
1 meslre de desenho.
2 repetidores.
II O curso profissional ter :
1 professor- de engentara rural.
1 dito de cbimica e physica.
1 dito de botnica e mineraloga. a
i dito de zooktgia e zoolechina,
1 dito de agricultura.
2 repetidores chefes de servico pratcos
Art. 32 Os professores dirigiro os trabalhos
pratreosrelativos s suas cadeiras.
Art. 33 Os professores do curso profissional serao
contractados pelo Governador do Estado; os do curso
preliminar serio nomeados pelo mesmo mediana pro-
posla do Director Geral: o da aula primaria ser
nomeao pelo Director Geral.
Art* 34 0 Director Geral, o Reitor" do Internato
e o Director da escola agrcola se reuniro com todos
os professores em congregagao para as deliberares
adianto jdeterminadas.
Capitulo VI
Attribuicoes do pessoal
Art. 35 O Director Geral o chefe de todo o
funecionalismo e suas dependencias e o responsavel
pela boa'marcha dos trabalhos..
Compele-lhe:
I Fazer execular os decretos, regulamentos e
decisoes relativas administrago, economa 0 rgi-
men da Escola.
II Communicar-se com o Governador do Es-
tado por intermedio do Secretario da Industria para
reclamar todas as providencias1 que juigar necessarias
e prestar informag5es: e nos casos urgentes, directa-
mente com Governador do Estado,
III Exercer fiscalisagao rigorosa sobre todos
os servigoSi
IV Contr.iclar ou nomear e dispensar lodos
os empregados subalternos.
V Propor a nomeagao ou a admisso dos
chefes de sorvico e auxiliares.
VI Impor penas disciplinares- de multa at
cem mil reis, (100$000), e suspensaa at trinta dias
aos empregados que commetterem faltas no cumpri-
mento de seus deveres ou causarem damnos aos bens
do estabelecimento.
VII Conceder lcengas aos empregados nos
termos das leis applicaveis aos funecicnariospblicos..
VIII Presidir os conselhos e congregacSes
que convocar sempre que juigar necessario.
IX Ordeoar todos os pagamentos.
Art1. 36 O consenio administrativo e econmico
se reunir regularmente ao principio de cada trimes-
tre e extraordinariamente sempre que: o Director o
convocar. Ter por objecto :
I A discusso de todas as medidas necessa-
rias boa ordem, disciplina e economa do estabele-
cimento;
II Organisar os orgameatas de reccita e des-
peza da Escola no comego de cada anno e para o
anno que se seguir.
III Organisar nojeomego de cada trimestre as
tabellas de distrbuigo do tempo dos alumnos.
Art. 37 A congregagao se reunir sob a presi-
dencia do Drecto-r no comego de cada anno para or-
ganisar 03 programmas que servirao nesse anno c
propor medidas relativas ao ensino elementar e pro-
fissional
Uio Reunir-se-ha, alera, disso, sempre que
o Director Geral a convocar para decidir sobre ques--
t5es urgentes.
Art. 38 As reuntoes doconsolhoe a congre^'
gago podoro ter lugar por proposta dos respectivos
membros ao Director GTal. '"
Art. 3(J Ao Reitor do Internato compete ins-
peccionar completamente o rgimen interno do mesmo
velando por ludo o que for relativo ao alojamento,
alimentaco e acceio dos alumnos.
T Providenciar para que elles comparegam re-
gularmente as aulas,.estudos1 etrabalhos praticos.
II Velar pela boa ordem e disciplina dos a-
lumnos aos quaes depois das convenientes admoes-
tagoes, poder infligir correegoes moderadas e propor
1 a expulso dos que se mostrarem incorrigrveis,
III Distribuir e fiscalisar o servigo de seus
auxiliares.
Art. 40. Aos Monitores cumpre auxiliar o Reifor.
Art. 41.a Ao Secretario incumbe.
1 Redigir a correspondencia de accordo com
as iostruecSes do Director Geral.
II Fazer a escrpturagao dolustituto de con-
formidade com as notas que lhe sero fornecidas. por
todos os chefes e encarregado de servigo.
5III Lavrar as inscripgCes de entrada e sahida
dos alumnos.
IV Redigir as actas'Mas reuniOes, do conselho
e. da congregagao, devendo ellas assistir
V Lawar termos de conlractos, ttulos.de no-
meagao ei diplomas de capacidade.
VI Ter sob sua guarda o archivo e a bibiio-
theca.
Art. 42' Ao Thesoureiro compete :
I Receber do Thesouro do Estado as quanlias
destinadas as cusleio do estabelecimento.
II Recolher ao mesmo todo o producto de
rendas, arrendamentos, taxas de pensao e matricula,
bem como .qualquer quautia que represente renda do
estabelecimento.
III Fazer todos os pagamentos de ordenados,
salarios e mais despezas; mediante' ordem do Direc-
tor Geral.
IV Fazer a escripia do movmento de dinhei-
ros. servindo-se de livros especiaea..
V Organisar trimensalmente rnn balango ge-
ral de receta' e despeza^
VI Prestar suas contas ao Thesouro perante o
qual responsavel.
Art. 43 Ao Almoxarife cabe :
I Ter sob sua guarda os armazens de depo-
sito de mercadorias de todo, genero destinados ao
consumo ou qualquer emprego no estabelecimento.
II Recolher a ditos armazens todos os gneros,
que forem comprados ou que resuitarem daproduccSo
do estabelecimento e que nao forem destinados venda.
III Fomecer s diversas seocOes do estabele-
cimento todos, os gneros que lhe. forera requisitados
pelos respectivos encarregados mediante ordem do Di-
rector.
^* IV Inscrever em um livro todas ai entradas e
9 sabidas .de gneros no acto de effectual-as.
Art. 4& Ao Ecnomo incumbo zelar pela co-
servagao dos movis que estavo a sua. guarda, lim-
peza- das repartigQes e tudo qaanto disser respeito a
economa do estabelecimento,
1 Art; 45 O Director da escoto, agrcola ter a
seu cargo a organisaco interna da escola, devendo
,'"
velar pela boa e fiel esecugo dos programmas de ensi-
no e de trabalbos praticos. Compele-lhe :
1. A distribuigo do servigo de experiencias
de cultura.
2." Substituir o Director Geral em seus im-
pedimentos.
Art. 46 Ao Director da estago agronmica com-
pete a organisaco- e direcgo do respectivo servigo
nos laboratorios e no jardim de experiencias.
Art. 47 As atlribuigOes dos empregados subal-
ternos sero reguladas pelos regimentos internos das
diversas seegoes do estabelecimento.
Art. '18 Os prolessores ho de regular as suas
licgSes e dirigir os exercicios praticos dos alumnos de
accordo com as instruegoes contidas nos programmas
de ensino.
CAPITULO Vil
Rgimen econmico
Art. 49 A Escola ser mantida por meio das
seguintes \erbas:
I A renda de seus bens movis e mmoveis.
II Productos dos artefactos c colheilas agr-
colas .
S III As pensOes dos educandos pensionistas.
IV As subvengoes dos Governos Federal e
Esladual.
V As doagoes de particulares.
VI A melado da renda do antigo patrimonio
dos orphos adjudicado a Santa Casa de Misericor-
dia.
Art. i) Todas essas verbas sero recolhidas ao
Thesouro do Estado por quem de.direito fe escritura-
das como receita da fscola destinada ao seu custeio.
Art. .51 Para as despezas da Escola, o Thesou-
reiro do Estadoientregarrnensalmente ao Thesoureiro
da mesma as quantias designadas para este fim nos
orgamentos annuaes organisados pelo Conselho eco-
nmico e approvados pelo Governador do Estado.
Art. 52 O Thesoureiro prestar anga de dez
contos de rifi (10:000$000), perante o Thesouro do
Estado e elTecluar todos os pagamentos e recebimen-
tos que se frzerem por conta da Escola, mediante or-
dem escripia do Director.
Art. .53 A guarda do cofre do estabelecimento
ficar exclusivamente a cargo do mesmo Thesou-
reiro.
CAPITULO VIII
Disposices geraes
Art. 54 Cada secgao do estabelecimento, func-
ionar de accordo com um regiment interno que re-
gular todo o que for relativo a ordem do seu peculiar
servigo, disciplina e attribuig5es de empregados.
S 1." Estes regimentos sero organisados pelo
Director Gsralauxiliado pelos chefes de servigo e te-
ro execugo logo depois da approvago do Governa-
dor do Esl.ido.
Art. 55 Per raeio de programmas de ensino se
regularo .' 'Art. 56 Todos os casos duvidosos ou omissos
(leste Reglamento sero resolvidos pelo Director e,
em casos que affectarem a organisaco do Instituto,
de accordo com o Governador do Estado.
Art. 57 Nenhum empregado poder exercer
funegoes alheias ao servigo da Escola, sob pena de
perder o logar.
Art. 58 O estabelecimento publicar urna re-
vista'destilada a divulgar os resultados dos estudos e
investgacoes nelle effectuados e a propagar os melho-
res precei ,os da scencia agronmica applicaveis s la-
vouras culturadas no Estado.
Art. 59 O pessoal da. Escola perceberos ven-
cimentos narcados na tabella annexa, em que nao sao
incluidos os funecionarios contractados, cujos honora-
rios sao os estipulados nos respectivos contractos.
Art 60 Tero residencia no estabelecimento os
empregados que tiverem servigo interno ou os contrac-
tados quando isto estiver estipulado. Os demais
quando oceuparem casas pertencentes ao estabeleci-
mento pagaro o respectivo aluguel.
Art. 61 O presente. Regulamento comegar a
ter execuco plena quando o estabelecimento estiver
de todo organisado; comtudo entraro loga em vigor
as disposi;5es nelle estabelecidas que vo depender
do pessoal especial e nao entenderem essencalmente
com a orginisacao completa da Escola.
Art. 62 Os empregados de nomeagao e os pro-
fessores tero a cathegoria de empregados pblicos do
Estado para todos-os effeitos legaes.
Disposifa transitoria
As alteracoes ou modificaeoes que. verem a ser
feitas no presente regulamento, sero precedidas de
audiencia ou de proposta do Director Geral. da Escola
em quanlc durar o praso do sea contracto' que teve
por fim a organisago e conveniente rgimen do esta-
belecimento durante o mencionado praso.
Ficara revogadas as disposigOes cm contrario.
Tabella A
QUADrO DO PESSOAL
1 Di rectoif. Geral.
1 Reitor do Internato tambera professor do cur-
so preliminar.
1 D rector da Escola Agrcola, tambem profes-
sor do curso profesional.
i D rector, 'da Estago Agronmica, tambera
professor do curso grefissional.
1 Secretario.
1 Thesoureiro.
1 Almoxarife..
i Ecnomo:
2 Monitores.
2 Escriturarios.
2 Feitores das-lavouras da usina.
i A udante do Reitor.
1 Ejfermeiro.
1 Porteiro.
3 Professores do curso preliminar, sendo um
Reitor.
2 Repetidores, um para cada secgao.
i M3Stre de desenho.
1
I


I MUTIUM
.------------------------------------------------
'


_,.

Diario dePernamboro Sextafeira IB de Jnliio de 1SOS
3
LZS
1 Professor primario.
6 Professores do curso profesional, sendo um
Director da Escola Agricola e outro Director da Es-
tacio Agronmica.
Mestres de officinas. operarios, serventes, etc,
era numero sufficientc.
Tabella B
YENC1MEST0S ANNUAES
Secretario
Reitor do Inter-
nato
Monitor
Thesouroiro
Almoxarife
Ecnomo
Escripturario
Profossor do cur-
so Preliminar
Ordenado Gratificaco Total
-J:-100*000 1:200,?080 3:GOj?000
4:000S000
800*000
3:200$000
l:600$000
1:6005000
1:J0)$000
2:030*000
400$000
1:6001000
800I0O)
800S000
6005000
GtOOOflOOO
1:2008000
4:8008000
2:4000000
2:1008000
1:800*000
3:2008000 1:0008000 4:8003000
dem Primario 1:6008000 800*000 2:4008000
Repetidor 2:400*000 1:200*000 3:600*000
Mestre de dese-
nlio 2:4008000 1:200*000 3:600*000
Todos os demais empregados perceberao venci-
mentos fixados pelo Director Geral, no acto de rea-
lisar os respectivos contractos ou de fazer as nomea-
cOes, tndo mediante approvacao do Governo do Es-
tado.
Os Operarios e serventes perceberao salarios dia-
rios marcados no dia do engajamento, pelo Director
Geral.
O Governo do Estado designar os professores
em disponibilid ido que forem precisos para ter ejer-
cicio na Escola Industrial Frci Caneca. ]
Alexandre Jos Barbosa Lima.
Julio de Mello Filho.
directora geral do thesouro
Despachos do dia 1', de Julho de 1895
Francolina Maria da Conceigao.-Ao porUiro
para entregar ai ineressado.
Antonio Pereira Freir, Joao Barbosa de Mel-
lo Piulo & Irmo, Mara Francisca Egipciaca
de Paulo, Dominaos AI ves Guirnaraes, Jorge
Fech. Informe de novo o Sr. r. administra-
dor da Recebedoria.
Manoel Joaquim da lloclla.A secgo do
Conle: coso p ira fazer as notas e devolver.
Ernesto Gongalves Pereira I.ima.Informe o
Sr. Dr. subdirector da onlabilidade.
Jos Lopes Dias. Cornpan ia Florestal Agr-
cola Jos Scares Fernandes d'Oliveira, lancna-
lo Velloso S Iveira, Medeiros & C, Jos do Re-
fo Barro?, Gaspar Jos de Mello, Co:upanlna
erro-Carril da Biu-Viagem. Jlo R d Moura.
Joaquim Maximiano Pereira Vianna, Tu >rae
Roirigues daCunha e Jos Paulo Boteluo.-Di-
ga-se o Sr. r. procurador tiscal.
W -
Antonio Rodrigues da Costa Revor-do, Abilio
Gomes de N>va"S Alexandre dos Santos
Selva, Eslrada de ferro do Limoeiro, Grancilia-
no Mirtina 4 <:.Informe o Sr. Dr. subdire-
cor di Contabilulade.
Alfredo Lucio de astro e Manoel Cavalcante
d'Albuqu rque.irtiliqui a.-.
Lvceu de Arles e olcioa. -Informe o br. r.
sub'luvclor da l-on abilidade,
Joao Pereira Mendonga.-A' secgo do Con
tencioso para pagar as notas e devolver.
M-ircelhno Jos Gongalvos da Fonle, Chris-
toxo Jes Sanios cav.lcaule Informe a secgo
dj Contencioso.
Francisco B rnardino Lisbri, estrada de ier-
ro do Ricife a S. Francisco Infarme o Sr.
Dr. subdirector da Contabilidade.
O protocolisla,
Francisco Mdino ferreira.
reuxiXo em 11 de Jcnmo DE 1895
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francisco
Jeixeira de S
Continuaco do n. 160
1805.-PRECER N. 142
A Z.' Coramissao a quem foi presente a reso-
luto iniciada na Cmara dos Sr?. Deputados
pelo projecto n. 25 desle auno, de parecer
que seja adoptaua nos termos em qu se aca
concebida.
Sala das Coramisses do Senado. 11 de Junho
de 18
Antonio Pernambuco
Bard da Sazareth.
Eduirdo de Olivara.
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO DE
PERNAMBUCO RESOLVE:
Art. 1." Fica creado o monte po obngalorio
para todos os empregados Jo Estado, declarados
na presente lei.
Arl. 2 Formam os fundos desla instituigao:
1.* ContribuicOas mensnea e jolas;
2. Pensoes exmelas;
'3." Pen;es prescriptas ;
4. PeoOes nao applicaaas por falla de quem
a ellas tcnba direito ;
5. Legados, doages, stfbscripgoes e quaes-
quer beoelicios promovidos ou eiios, pelos po
deres pblicos, pelos interes3ados ou por es-
tranbos. ., .
Art. 3o So obrigados a contribuir para o
monte-po 'odos os empregados activos e inac-
tivcs que percebam ordenados ou sold mensal.
g nico. Nao podem fazer parle do manie-pio
os que nao sendo funecionanos effectivo ser-
virem interina ou provisoriamente qoalqner
emprego, nem tambem os que exercerem sim
plesmenle commiaso ad lempas.
Art- i* Us empregados declarados no artigo
anterior contribuirn inctisalmente co:u a Im-
portancia da um dia de aeo ordenado mediante
descont reilo por occasao do pigmento de
seus vencimenlos.
g nico. A conlribuigao sera relativa ao or
denado ou sold integral, excluidas B9 grattti-
cacOes. .
Art 5." Alm desta contribuigao mensal os
empregados concorrero, nos doze primeiros
meie9, mais com a importancia dean dia: em
cada mez, a titulo de joia.
nico. licito adiantar a importancia da
joia pagando a de orna s vez, ou eraduas, trez
ou quatro prestog* s.
Art. 6." O empregado qua tiver augmentad*
ordenado por qualquer circunstancia embora
baja pago a joia da inscrpgo, adiantara nos
termos do artigo anterior 12 presmg6es alm da
contribuigao mensal a que obrigado ; porem
ese .daoianieo o Iiojitar-8e-ha a dift'erenga
entre a conlribuigao correspondente ao ordenado
superior e as doze preslages anteriormente
fe las.
Ar. 7. O que fr aposentado com ordenado
inferior ao que percebia, poder coniinuar a
pagar a mesma coatribuigo, para deixar a sua
familia a pensao mais vao-ajosa. Limando-
se a conlribuigao ao ordenado inferior, a pensar)
da lamilla ser na proporgo deste, seja qual fr
a importancia com que tentia concorrido durante
o exercicio do emprego.
Art. 8. Quando o contribuinte depois da o
anuos de exercicio, fr privado do emprego, por
enlenga ou demissac, poder* continuar a con
correr com a qujta como d*antes, aflm de que
por sua morte, a familia gose da pensao corre.-
poodeole; mas, se aquelle praso nao esliver
vencido, ser Ine-bao resiiluiiaa as conlribuigOe;
e preslages da joia j percebidas pelos cofres
publico. Se entretallo vier mais tarde a oc-
cupar o ruesmo ou outro emprego, se Ibe coo-
tar o lempo do exercicio anterior para com-
plemento do sobre dito praso de 5 aonos, desde
que revertam para os cofres pblicos, de urna
su vez, as coolnbuigOds e preslages restituiJas
na forma cima.
Art. 9." Aquelle que liverde cumprir sen enga
por motivo estranbo ao emprego, assim como o
que achar-se fra do ex- rciciowdeste por outra
quaiquer causa e nao puder durante esse lempo
concorrer com a quota, voltando ao emprego,
iniemnisar o Montepo por pres ages meo
saes, correspondentes ao termo da oierrupgo
do servgo. .. ,
S unic. Se fallecer antes de sat sfei.a toJa
ou parle da imporancia das centribuigOes aira-
sadas ser esta descontada na mesma proporgao
de cala pensao mensal.
Art. 10. O empregado que se demittir volun-
tariamente, depois do fnso fixado no arl 8.'
poder continuar a concorrer com a quota que
se descontava em seu ordenado, perdendo o
direito quando a*8ira nao proceda passados 2
mezes, em qualquer lempo e por qualquer
modo, as quantias com que houver contribuido
e cessando por coQ3eguinte o direito de sua
familia pensao.
Are 11. A' contribuigao corresponde pensao,
que por morte do contnbuin e devida a fami-
lia declarada no artigo seguinte, na importancia ^"ntos',
de melade do ordenado do qual tenba sido
descontada.
Ar>. 12. Enteoda se por familia do contri-
buinte para ter jus a pensao :
Jl'A uva se nao estava divorciada e vi-
va em familia ; os flllios menores de 2lannos,
se j nao estiverem emancipados por qualquer
dos inaios legaes, e as filhas soleir.is que vi-
viam na companhia do enpregado ou fra della
com o necessario conseotimento, legtimos ou
leg timados, segundo legi-lagao vigente; sen-
do metade (a pensio pira a viuva e a outra
melade repart lamente para os tilbos e tubas
aqu ndica -os.
1 No caso de ter ficado grvida a viuva na
poca do fallecimento do contribuinte, far-3e
i a divsao Ja pjnso coo'andn com o lilho pos-
tliuino, cuja quota ser entregue a ella, emquan-
lo o contrario nao for determinado pelo juiz de
orphaos.
2'Se o contribuints en viuvo. se a viuva
eslava divorciada, se n5o viva com o marido e
filhos, se lomar a casar, ou se vier a fallecer,
toda a p-n-ao ser repardi com igualdale
pelos Minos e Albas do coniribuinte as raesmas
condigea cima.
I >' 0 pu uival lo e a mi quer seja viuva,
quer nio tenha sido casada, se nao tiverem ou
iro amparo.
3o Oa irmos menores e as irras solle:ra?,
qiian lo uo se dar a existencia da mai ou pai
as eondicOes do paragrapho anterior.
Art. 13. Os pmsionistas declarados preferem
uns nos oulros na ordem ero que se acham col-
locados e polera recebar mais de urna pvnsao,
com lano que i importancia de todos nao exce-
da de 2.500S000.
Art. 14. Lxtingue-se a pensao e reverte para
montepo :
! Com a morte do pensionista observada a
dispositodoart. 12 Io B. 2.
2- Com maiondade dos filhos e irmos e
cora o casamcnlo das filhas e irms do contri-
buinte.
Art. 15. Logo que o contribuinte complete o
pagamsulo do joia ser, por sua morte, devi-
da a pensao as pe9soas que a olla tiverem di-
reito.
Art. 16. Se o contribuinte fallecer sem ter
completado a joia, ou sem que esteja derorrido
o prazo de que trata o artigo anterior, as pre
stages e as coolriruiges j pag^s, cerao res-
ti uidas aos s;us herd iro3, se pertencerem ao
numero daquelles que a presente le consilera
como pensionista ; no caso contrario, porm,
revertero para o fundo garal do monle-pio.
g nico. Esta disposigo nao appiicave! a
pensao neixada pelo coniribuiole que liouver
pago a primoira joia seguodo a hypolhese do
arl. 6o; mas o pensionista s ter direito a
pen-ao corresponden e ao auL'minio do ordena
do, se houver sido pelo contribuinte preenchida
a iiisposigAo daquelle artigo.
Art 17. A imporlancia das con'.ribuigoes e
joias dos empregados que fallacerem sem dei-
xar pensionistas, ficar igualmente perleucendo
ao fundo geral do monte-pio.
Art. 18. A's familias dos empregados que
fallecorom quites da contribuic&o mensal ejoia
ser abonada a quantia d: 200100D para funeral
ou luto, logo que for redimida..
Ari. 19 As penses des e monte pi no es-
iao sujeias em caso algum a peuhora, arresto
ou embarg s.
Art. .0. Incorre em p.-escripgSo a pensao
que nao for reclamada no espago de cinco an-
uos-
esta prescripgSo estao isentas as pensas
dos menores, interdictos e ontros que pela le-
gislagao vigente estejam privados da direegao
de suas pessoas e da admmistragao de seus
bens
Ar'. 21. Nos casos onvss^s nesta lei se re-
correr ao Decreto n. 91 A de 31 de Outubro
de 1890, do Governo Provisorio da Uniao.
Art. 22. Fica o Governo autorisado a expe-1
dr os Regularaenlos e Instrucges necessarias
para a execugo da presente le.
Art. 23. Revogam-se as disposigas com con-1
trario.
Cmara dos Deputados do Estado de Pernam-
buco, 8 de Juobo de 1895.
Jos Marcelino da Rosa e Silva,
Presidente.
Celso F. Henrique de Souza,
V> Secretario.
A/fonso d Barros C. de Albuquergue,
2' Secretario.
elevar at o duplo as
d8posiges em con-
tos era vigor, podeado
taxas respectivas.
Art. 4* Revogara-se as
trario.
Cmara dos Deputados do Estado de Pernam-
buco, 8 de Juoho de 1895.
/03 Marcelino da Rosa e Siloa,
Presidenta.
Celso /'. Henriqacs de Souza,
l.c Secretario.
A/fonso de Barros Cavalcanle de Albuqaerqae,
a." Secretario.
1895 -PAR SCER N. 23
A 3." Coramissao a que foi presente a petigao
da professora da aula pratici do sexo femenino
da Escola Normal Mana Candida de Figueiredo
Santos, solicitan lo o pagamento da ditl'erenga
de vencimenlos que d'ixou le recebar de 14 de
Janeiro da 1888 a 4 de Abril de 1899, tendo em
vista as ioformages ministradas pelo Triesouro
de parecer que seja a peticionaria atleudida
pelo que aprsenla o segrate projecto !
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, RESOLVE :
Art. nico. Fica *o GovernaJor do Estado au-
torisado a mandar pagar a professora da aula
pratca do sexo femenino da Escola Normal,
Hara Candida de Kgueiredo Santos, a diffe-
renga de vencimentos que deixou de recebar
desde o da 14 de Janeiro da 1838 a 4 de Abril
de 1890, correndo a Jespeza pela verba exerci-
cios fiados.
Revogam-se as cisposices em contrario.
Sala das Commisses do Senado, 11 de Junho
de 1895.
Antonio Pernambuco.
Edaardo de Olivera.
Bardo de Sasareth.
1895-PARE^.ERN. 27
O CONGXESO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO BESOLVE :
Art. 1." Fica o Go/ernador do Estado autori-
sado a despender at a quantia de vinte conlos
de res com a conslrucgao de urna ponte no lu-
gar denominado Rio Doce, municipio de Olinda.
Art. 2." Ficam revogadas as disposiges em
contrario.
Sala das Commisses no Sonado, 10 da Junho
de 1893
Edaardo de Olivara.
Jnton) Peruambuco.
Baras de Sazareth.
i ase poder a ob'igago d' trazel.o ao conbe. soppimeoi-se i8 ('bardadas pob' s, aeirav:-
cimen'o do Congresso. pa-a verificar el foi de.; se o systema e Oca o particu ar eem acgo, sem
clarado as condiges pela mesma Co'iEtutcio
o. 26 precedido de um parecer
da
O projecto
sob o. 145.
Nao bavendo quem quizesse uiilisar se
palavra na hora do expediente passou-se
ORDEM DO DIA
Encerra-se, sem debate, a 3.* discussao do3
pareceres ns. 111, 115 e 71 que adoptam reselu-
ges da Cmara dos Sr*. Deputados iniciadas
este anuo pelos projectos :
N. 61 Aposediadoria, com todos 03 venci-
menlos, do porteiro da Bibliotbeca do Estado,
Aristides Honorio Bezerra de Menezes.
N. 69Dispensa da divida de D. Maria do
Carmo Pereira de Macado.
N. 3Autorisagai para aposentar o ex-sar-
Senlo do corpo de polica Joao Damasceno Paes
e Ca tjllu e revoau do raFormn ito T-capil&o
Jos Aoionio Pereira de Carvalbo.
Esgota-se a ordem do dia.
O Sr. Presidente d a seguin'e para o dia 12 :
votagao das materias, cuja discussao tieara eau
merada a 2.a dtscusso do projecto o. 23 e dos
pareceres ns. 126 e 127, todos deata anuo, e em
seguida dissolve a reuaiao.
coNGaasso nacional
SEXADO
DISCURSO PRONUNCIADO NABSS') DE
1895 PARE ER N. 143
A 3' Coramissao, tendo em vUta a resolugao
da Cmara dos Oeputados sobre o projacto n.
109, de parecer que seja elle adoptado tal
como se acha.
Sala das Commisses do Senado, 11 de Junho
de 1895.
Eduardo de Oliveira.
Antonio Pernambuco.
Bardo de Sazareth.
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, RESOLVE
Art. 1. Fica o Governador dos Etado autori
sado a despender a quantia de 20:0095000, afim
de conlractar urna companhia ivrica que come
gara a trabalhar no Theatro Santa Isabel no mez
de Selembro do correle anno.
| 1." Este contracto se far com Giovanni
Sansone ou com quem memores vantagens offe-
recer.
g 2." A quantia subvencionada ser tirada da
contribuigao paga pelo contactante das loteras
lo Eslailo.
3.* O contraclan te receber a subvengo em
'res preslages, sendo a 1.* depois do 1." espe-
laculo, a 2.a depois de 10 e a ultima depois do
lenultiino.
Arl. 2. Revogam-se as disposiges em cou-
U ario.
Cmara dos Deputados do Estado de Peroam
bu >, 10 de Junho de 1895.
Jos Marcelino da Rosa e Silva,
Presidente.
Celso F. Ilenriques de Souza,
1 Secretario.
Alfonso de Barros C. de Albuqaerqae,
2." Secretario.
1895 -PARE ER N 144
A 3.a Commissao a quem foi presente a reso-
lugao iniciada na Cmara dos Srs. Deputados
p-lo projecio n. 125 deste anno, de parecer
que seja adoptado nos termos em que se acha
concebida.
Sala das omraisses do Senado, 11 de Junho
Je 1895.
.lomo Pernambuco.
Bardo de Sazareth.
Eduardo de Oliveira.
I DE JUNHO DE 1895
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, RESOLVE :
Art. 1. O Presidente a Deputados da Junta
Corararcial do Rjcife exercero os seus cargos
sem remuner gao de especie alguma.
nico. Os emolumentos, actualmente por
alies parcebidos, aerao Jeslribuidos em quotas
iguaes pelos empregados da Secretaria da mes-
ma JuQta, inclusive o Secretario, sem prejuizo
dos que percebe pela legislagao vigente.
Arl 2." as aposentadoras concedidas aos
ditos empregados serao computados estas emo-
de conformidade .cota o estabelecido
na lei n. 486 de 17 de Maio de 1860 manlida
pela de n. 1108 de 29 de Maio de 1873.
Art. 3.a Fica o Governador do Estado au'o
risado a expedir novo Regulamento para a Junta
Commercial e a rever a tabella dos emolumen-
O >r. Joao Barballio -Sr. presiden?,
esianao muiio esclarecida a aucDssSo e adhniD-
da a bora, eu pode-ia deixar de eulttir a miaba
opiniao nes.a graade que nao, se nao sa tratas,
a justamente de um oojecio da taita magollo,
de e de orna das mais importantes aiinbugOes
do Congresso.
Ea me alisto entre aqoeiles que taem avena.
do a opiniao de que a proposigo viada ida Ca.
mar dos Srs. Deputados rea iva a apprevagao
des actos ortica ios em estado de sitio sao de.
ve ser approvada.
Pens que. o Congresso Nacional nao tem attrl- enomitida
buigao de approvar os actos do governo e seos
agentes dorante- o estado de sitio, parecendo-roe
que cousa diversa o que dlspOe a nossa Cona-
titni;ao, em vJrtade de sua le.ira e dos prlo;i.
pioscardeaes que a domioam.
No exercicio de urna attribu'eio de lamaoba
importancia parece maiio curial que nos aleba-
mos o mais poasivel leitra da Constitoigao.
Tratando.se de competencia e actos qae restrin-
gem a liberdade convm piuclpi t por exim,
nar o artigo da Constiluigaj que da ao Cosers.
bo a a'.tribuigo ce decretar o -ilio, e pesar bem
em sena termos, o que se comprenende na dis.
pos'go de que se trata, a que por sua naturesa
nao pode ser ampliaba, deaao enteadida airicta-
meote.
O art. 3i da Cins'itaiga i de 2i de Feverelro
de 1891 comega i-or estas palavras :
Compete privativamente ao Congresso Na.
conal. Esta expresao privativamen eflo ari.
34 da logar a una distincgo qae, bavemea de
f .z-r Da parte em que se refere ao estado de
sitio.
Diz o II : declarar em estado da sitio um
ou mala pontos de ternto-io nacional, na emer-
gencia de aggressao por fo-gis estrangetras ou
de commogio Interna, a approvar oa suspender
o sitio qae boaver sido declarado pelo Poder
Execotivo, oo seos agentes respoosaveis, na
ausencia do Congresso.
CoDlm.ae abi daas parte distinctas. Con)
effeito, a 1' parte deste paragnptio compreben.
de a fun gao privativa no Congresso, a declara,
gao do sitio, e decrelgaj della por acto das
duas casas do parlamento N.s te.-mos do pa.
ragrapbo nao ba seoso a declarare sitio a miis
Dada ; nao tem essa atribolgao clamla alguma
8inao relativa ao ooico acto de decretar.te o
e-tado de sitio. E asaim ni bypotnefe do Sitio
declarado pelo prop-io Cjng-esao, qaaodo nao
nouve decretagao pelo Poler Executivo, o qae
que ba a approvar T
A Constitoigao nao cosita deapprovsga3 oes.
ae caso; basta ler o clt. $ II:
Declarar o-estado de sitio em um oa mais
ponto-* do territorio nacional oa emergencia de
agg'es'3) por forcas estraogeiraa on de com
mogao tolerna, ais o qae pertence ao Congres
so eia o qae esta commettilo 4 ra privativa
competen ia. Contlaui o piragrapbo : e appro
varoo suspender o sitio qae Dea ter sidjue/la
rado pelo roder Execotivo, etc. Da maoelra
que a 2a parte o exereicio dessa attribaic&o
privativa do Congresso, extepeioaalmenle corf.
cedida ao Poder Executivo. E porque assim. se
trata de ama attribui.ao qae Je privativa com-
petencia do Congresso, (isto o, a de declarar o
sitie) a Coostliotgao, tendo cogitado da oeiesri.
dada della ni ausencia do Cingresso, e confe-
r ndo ao Poder Execotivo, por excepgao, essa
[acldale (a de declarar o sitio, noie.se), Impe
tandas oa previstas.
Desde qaa a attriboig; privativa do' Con.
gresso. nada mais natural do qae, fjoando, s-or
causa de ausencia delle, ootro poder o exerce,
ter logar a veriftcagSo das condiges em que foi
usada essa facoldade excepcional; e por i.sn
qae a Constitoigai diz: suspender oa appr-. o sitio Ora, as palavras saspeaderoa appro
var ea coa-a diversa de approvar oa repro-
var os actos pratte d:s dnraete o -estado de
Bltlo.
A attribnigao de approvar a propriu declara
gao di estado ae sitio, iadependenie da sppro.
vagD dos ac'os do governo, tem, pois, este fun.
damento: a veriBcagao de qae as cond!gas
cooetltaciooaes para a decreUgao do estido da
sitio re teoham realmente dado, oa, por outra
se hoave effectivamente raot v) para ser deern.
tado o sitio pelo Poder Executivo ; mas nao vn
ao exame e a apreciago pa-.i>1 on em globo,
oecesiarla e obrigalona restiocaao, no mi-
liento de conbecer das condigea em qae foi
prilo e declarado o sitio,dos a tos pr.ticados
dnraute o periodo delle.
Assim 6 qae, Sr. presidente, o tnto nonstita.
cionil s por si resolve peifeitameote a qoesti
e nos nao temos qae approvar actos do governo
ama.- o act i so de ter poKti o sitio, de te- asido
da pre oativa pr pria do Coogreiso Nacional, da
ttribnlgao privativa defte.
Esses actos, Sr. Presidente, pratlcados pelo
governo e seos agentes dorante n sitio, oa sao
conformes Coastitoigao e s leis, e neaie caso
80t)8i8tem p -la autorid.de, pela competencia qae
o Poder execotivo tem para executal-os, nao
precisando eaao de approvagao ; oa sao coi
trarios as leis oa ferem a Constitaic&o.
Si sao infrlngentes da Constitoigao, neate i a-o
nem o Senado nem o Congresso, nem poder ne-
obam tem a ficaldade de approval-os, pela ra-
llo qo3 dava o gra ide publicista amei auo
Alexao re Hamilton, s o que a vootade do
Pjvj exp-e-si na Coostitoigio, 4eve prevalecer
sobre a vontade de seas representantes, expre:-
a nis lela ordinarias.
Da maneira que baveria om obatacolo loven-
civd acceitago desses actos, anda mesrao
que o Cong eiso tratasse de coonl-as com a ea
apprcvago, e este embarago a propria Caasti-
taigao. (Apoiados).
Nao ba comoe'.eucia parafaz^r le contra ella
e a le assim feta, approvanlo actos ioconsti-
tocionaes, seria ama lei nuil sem effe'to.
E'8es actos podem ser contrarios, por varios
i.od s, s leis ordinarios ; podem. v. g., ser
C3ot arias s leis tiscaes, medidas Bnaoceiras
lllegaes, iof-a'gas dos ergamemos, ce. No-
na i temos necessidade, rao temos obrigagSo de
nesti occasao verificar isso.
Contra actos taea no oosso eyalema de gover-
no bi correctivos e no caso verteite nao ba
necesaidade de crear nova ; as leis ordinarias
bastara, e ellas proveem. II- de haver o ca&iao
e forma regulares de reformar os actos qae nao
devam subsistir, oa regalaran os qae compre
manter.
Mas, tr laudo de approvar o estado de si'in,
no temos qoe ent-ar oa diaqaisigao desea ma-
lero. Si os actos a res pe U das leis lis -aes,
o'iiuirias, forem algoma disposigo legal, ba o
Tnbaoal de Cunta:, que na ccasio comoeteote
(lo ba sentir ao Congressn, e por essa occasao
o mesmo acto ser examinado, revalidado ou
sopp imido.
Eites actos contrarios lei podem '.smbrm
referir-se a leii d edem aimloistraiva, a sim-
ples actos de admmistragao. Neste caso eaaes
actos infractores das leU teriam a sea lempo, na
occasiio competente, alfrlormen'e, para qua nao
vtogaem, a impogoiglo da autoridale a que
las! tocar e terao a opposlgae, a reclamagao da
parte prpjodlcada, que ba ae fazer valer o seo
direito peraote triouoaes, te-ao centra si a in-
tervengan do ministerio publico, qae ba de fazer
valer igualmente peraote a juslga, o qae coc-
vier. E o qae necessitar de ser prvido por le,
o Congresso proven opportanamente.
Por coniequeocia se podem conciliar perfeta-
mente a 1.com a 2a parte do 21.
O decreto de eltio< orna atiriouigao privaliva
lo Pider Legislativo ; se pela ctrcamstancia de
nao est.r reunido o Coogre*p, o Poder Exeio-
tivoeeacba na emergencia qje s C nstuu g.:u
trat na necesaidade absoluta, imprescloaivel,
argentisslma de hogar o s.t o, o Congresso n
occasao oppo-mna coobece disso, simplesmeote
las codigO-s em qae ol laogado o sitio, ve-i-
deando se si data realmente essa emergeLCU
qae a c ratiiuiglo prev. (Apoiados).
Oa actos (voito a dse ), que foram p di a io-
|.e!o governo dQ'ante a BoapensAo das g >-; nas
qaa consume o sitio, fl:am son a argo da le,
sob a aegao da lisiiga, sm ser preciso qoe
o poder Legislativo, ooe tem fuocgao mano dif-
irante, se veaba io r.>meter niato.
O Sr. Coeibo Rodrigues Pode conbecer ael-
les em forma de processo.
O i'- Joao Birbalbo Qnndo fdr occasao,
qaaodo fdr opportaoo.
U Sr. Coelno Campos E nao por acto legis-
lativo, approvando, como si fosse de sua compe-
tencia.
O Sr. Joao Barbalba Sr. Presidente, a roa
alderarmoa de outro modo, o vamoa suppriam
o processo de responiabilidade do Presideate
da Repblica em um grande numero do caaos;
foroece-se por esta forma ao Congresso o meio
do illa iir esse respoosabiiidade.
O Sr. Goagalves Chavea Nao Hule, porque
nao pode derimir a acgo da joetiga ama
coasa escasada.
O Sr. Joao Barbaibo- V. Exc. m ougi.
Qaaodo ama m doria facciosa est ver de accOrdu
com o Preaidenie da Qepaolica e este qouer
laogar o sitio a eos vootade, com esta facolttade
de approvar nao so- o sitio, como os actos e todo
o qoe tlvtr sidopralicado pelo Poder Execati'O
por si e por seas agentes, em contrajo t Con-
tliaigao. exa contrario e leis. a qoestfio vai ser
a essa a,aioria de actrdo com o
Presidente da Repblica e ella declara qae nao
Oa motivo para a responsallldade.
0 Sr. [Googalves Claves Nesse ponto nue
digo: iuuiI porqae a aegao do triounai oao
pode ceder deante dease acto exborbltaoe do
Poder Legislavo.
O Sr. Joao Barbaibo Mas, oSj se pode tor-
nar efftciiw a sua respa.isaUidade sem que
baja orna accosagao da Camera dos Depatadoi
a oeste caso a approvagao dos coa do Poder
Execotivo omaabsolvg&O prc.-u: declara-e^
qae ee approvam os acto?, nao ba materia para
ae acensar. Por conseqeencia, supprime-ae oa
matiitsa-ae nessa engrenagem, sesse mecbaoie*
mo qae contltae nosso sistema de governo, ama
pega esseocial.
E isso falsea completamente o eviterna, de-
torpa-o com um processo incompativel com eoa
aaiure'a e n.u tos, eqaivalendo essa approva
gio em globo de actos administrativos oa de1
carcter legislativo, abusivamente praticados, a
ama reforma ceoutitocioDal.
Os priociptoa cardases da Coostitaigao de Si
de Feve eiro de 1891 nao toleram esta anoma-
la...
Esta ioterpretagao qae estoa combateodo, vae
inda ferlr dlreitos muito preciosos tos indi-
viduo?, porqae desde qae a Cons.itaigao, en-
tendida" por este modo, fa:altassa s commis-
bOes eliminar, ror esta forma oa por outra
qa>lqaer (porqae as circamstaneias podem ser
mu o diversas). >s responsabilidades do ebefe
e dos agentes do Poder Ixecutito, estes ri-
caro superiores a todas as reivlndlcages lo-
gaea.
^ Se cbegaraios a eaia conclwio de qae o Con
gresso pode approvar todefrt actos praticados
em estado de sitio, quaesqaer que sejam as cir-
camstancla,Ce &te sem examina! os, como est
succedeudo preaeaiemente.
O Sr. Coelho Rolrin#-em estarem pub!:-
cados.
O Sr. Joao Barbaibo.;. os particulares .qoe
iverem soffrido em seus direnos oa saas prc-
prie^adea oa pessoas de eoa familia que tiverem
sido victimas de verdaderos attaotados no pe-
riodo to sino e a pretejto deste, estacirao diao-
t da ansolvigao previa qae o Congresso tiver
proferido, declarando qae fleam approvados to-
dos es'es actos e por coosequencla, eliminada a
poasibilidale da re poosabllldade criminal e po-
ltica, qoe poderia ter logar com o processo do
Presidente da Repblica por iniciagao da Cama
ra dos Srs. Dapatados e com o de seas agentes
subalternos pelos metos legats. E deste. modo
Sr. presidente, venca-se como ba poaco .disse
qae a approvagao em globo, por jauto, necessa
na, ob-igaiorii desssaaclos, vem a falsear com-
pletamente o rgimen upa licano, tal como esta
constituido em nosso cadige fundamental.
Com semelbante inteligencia da Goasiituic: o
proifcgio. fra da lei, raaote o a Mo e 'lepis
delta sem meio efn;az de rebaver os se >s dire-
10 e repara gio; viga ao-aem co'reoiifo osa-
tenta-tos co'it-a soa pesado e libe'dde c a si o
-goveroo qatier pole- sapDrimil-as; e <|uanto
> soapropriedaie, si o entender ebegar cor-
r eil-a.
Ni) se estranbe fallar em conliacagan.i'orqoe
a resoeito de-om-dos actos de rteir!acao do ee-
t do de sino, ctiegoa-se a ler o Diario AjUI*
oo em muida mano desembarecaiameole,eai't8I,
s a asrerg&j ; qee o governo nao traba tilo ue-
cemidade oe lanca- mfto do co-isjo.
Por conaegninie ni eatou Hga-aoJo orn t|V
po'neae ra eiramente despabila noapoia em qu
tant > se allegara es praepdentes.
O fi'io 'e exieir a Cons'-laoigao oe o Proel
dente da R>pubi o np eseote o-Contreaso um
reino io motivado dai medidas de ex .-engira qne
ttver tomado dorante o sitio nao sioac urna
bom^nagem ao Coogresso, qin tem a p-lvattv^
competen "ia pira o Kitto, a bibtia^o a tota ir as
P'OHeociis de ordem legislativa qae ii-s fo em
eu/>en a< palo intereses paolico ; mis i8o no
que* uize- qa M actos prnti a loa em tito tt-
nbam de ser approva 1os.
Tanto mais que esses a"tos s nod^m ser as
taes medidas de excepgao, as do 2.a do art.
80, Isto un -meme a dete^go e o desterro,
e estes actos, ama ves qae estao aatorisados as
ei a pela Coustitoig&o, nao necessitam de oer ap
provados.
Por ootro lado pretender que por una otago
do Cong-e .so os abasos, excessus e atteotados
podem Qcar conooisados, com prejuiso da Caes-
t tuigo ctm etrimeuto dos dtraitos ioiividaaes
qae ella patroclo, aberrar inteirameDte do re-
giment a optado e estabelecer a supremaca de
um dos poderes rublicos sobae o propria Cons
liiuig&o donde emanam soas prerogativa, coosa
asuseniavel.
Esta approvagao pretendida tem aio le o^ ef
fetto, como lembroo o nobre senador pelo Hac-
he de nos fazer Infringir o precello coositucio-
nal da nao retroactividade da le; ama da a mata
importantes garantas constitacionaes; pode fa
ser vinnar e permanecer actos queja p-oOuzi
ram (fTailos, por lela novas qae comegar'o a vi-
gorar daqai em dame, o qua vedado a pode
ser prejodicialissimo.
O Sr. ooelbo RodriguesDe um bil de
indemnldade como este nao se cogltoo na In-
glaterra onde o parlamento omnioo'ene.
O Sr. Joo BarbaiboSr. presidente, a hora
es a adrantana nao tena o lempo pa a mais cen-
alderages; quero simplasmeile deixar faada-
me'.ta :o o mea voto.
Pego ao Senado descolpa de te.' aboeado da
sua atiengo (nao apoiados), e concioo declaran
do que eaieoao ace esta medida nao dee pas-
ear, j por Incompetencia do Poder Legislativo
para approval-a, j por ser inuul ce tos respti
tos, visto como, por mais qae approve-oa, pe-
raote o Poder Jodiciano podem faier prevalece'
os seas arenos aquellas que se jugaren preju-
dicados pela delibe-ago oo i,o .resio.
Es es direos esao estampados pela Gonsti
taigo e prevalecem soDre quae-quer appro
vages, aioda as mais solemnes e categricas.
MUSICIANA
Odetta
Representa-se hoje no Santa Isabel a
comedia -drama de Sardou dividida em
4 actos, sendo assim distribuidos es per-
soaagens.
II Cont di Clarmont-Latour Caneo
Filippo la H icbe (Jerruti
Recbamel SERA.7FINI
Genrale di Clermon-La-
tour F Lotti
Morizot F. L tti
II dottor Oliva Giglioni
Frontenac Graasi
Di-Merian R. Latti
Narciso F . Forndggini
Cardailbao R. oLotti
D. Ignacio Guglie'mo G . Salvarezza
G glloni
Eustacchio Forniiggini
Odetta V. C. SEEAFFINI
Berangere T. Milani
Barn asa Cornaro Do-
ria De Traversi
Giulietta kMiobele
Madama M rizot Bossi
Madamigella Bertiu Serrft
Olga |Finck
a aegao do seguinte
mal -
aom,
BJUito
Latour
e Be-
Desanvolve-se
modo.
ACTO I
Os sea-vos de Clermont Latour
ciam sobre a honeetiJ.de de soa
recordando' que a .mSi deata.deu
qu fallar da 'i.
Ch gam do theatro a condessa
com Felippe La Hache, Cardillier
chamel ;De;ois da-urna espfritnosai c in-
versa, a condessa ratira-M Iranquilla aos
seus aposentos, tendo recebido ruina car-
ta do marido que est no campo ? pro-
matte acharj-ae de volt no di* aecruinte.
Inesperadamente chega o .coc ,com
eeu irmSo-, e La Hocbe os actmipanha
para entregar ao conde una teleg rama
da condessa, annunciando que Berange-
re, sua filha, esta um tanto-indisposta
Estao para r.tirar-so quando peicebqm
pa8sos na escada de servigo ; p3em*se em
guarda e aarpraadam Cardillier que vai
entrar nos aposentos.da eondsssa.
Depois de urna terrivel acea,.-retira se
Cardillier, emquano que o conde adqui-
ri .a certeza cruel da traij&o de sua mu-
lher.
Appaxece a c.udessa e abrasa o conde,
tomando-o por Cardillier. O conde, ao
onvir as palavras impudentes da niulher,
lanca-a lora da caaa, doclarano-lae que
sobre a sorte da filha dicidirao os tribu-
naos.
Consolado pele irmSo, comprehtnde a
arrande desventara que o ferio.
ACTO II
SSo paseados 14 annos, Felippe La Ho-
che conta a sua joven, esposa que o conde
Latour vive ha 14 ann;s separado de sua
mulher, s cuidando da educaco da me-
nina Berangere.
Obega Isidoro Bchemel e declara que
o clima a sociedade de Niza sao insup-
peraveis.
Chegados ha pouco tempo a iNiae o can-
de e Berangere, viaitstn La Hoche o com-
binam um pasaaio i carro assistimlo de-
poia, de urna daa sacadas, ao desfilar do
carnaval pela ra S. Francisco de Paula.
Sabindo Berangere, o conde amuldifoa
a falta do divorcio, que o obriga a dei-
xar arrastar o seu nome, pois qua .a con-
dessa, passando de um a outro limante,
chega ao ultimo degrao da escala social,
endo introduaido o joven Di Meyran,
noivo de Berangere, conta qua obteve de
aua m&i permisslo de espoaal-i, com
a condicao da condessa abandonar a
Franca. O conde desesperado cenia b-
ter que a condessa/parta, poia soabe que
ella se acha em Niaa a deside-se a per--j
snadil-a.
Passam os carros carnavalesco.}, todos
se avizinham aos carros, em quanto que
Beohamel diz a Felippe : que a condessa
tst na ra Sao Francisco de Paula, y
filha pasear phantasiada -por baixo da-
quella janella ; mi filha jogarao con-
fea't s. Oapoisde lannos eate o pri-
meiro encontr.
ACTO Ili
A acea se desenrola na, casa de jogo
onde habita a -condes>a com Frentenae,
seu ultimo amante. Ohega Filippe La
Hoche e pede condessa que escute o
conde. La Hoche censura-a por procu-
rar o esqueeimento de seu passado fazen-
do no pr prio corpo injeegoes de mor-
ph:na.
A condessa ae desculpa declarando ser
este o nico meio de atteouar a profunda
dr que a afflige
Ratirando-se La H che, os jogadores se
arremessam sobre Frontenac a quem cha-
mam ladra >. A condessa, a vista das
cartas asaignaladas que se acham na
frente de Frontenac, tambem o aecusa.
Entra neste momento o conde e depois
de urna lucta do desdem, de preces, re-
cusando-se a condessa a consentir no Ca
samento da filha, o conde pare dissua-
dindo-a de fazer-se rec gere, consentindo porm, que a condessa
veja sua filha e depois parta para sem-
pre.
ACTO IV
Bechamel obteve o silencio dos jornaes
do lugar sobre o escndalo de Frontenac
e da condessa. La Hoche introduzio a
condessa a qual apresentada a Beran-
gere como intimo amiga de sua m5i.
Berangere c.mmovida conta a veneracSo
que tem por sua mai, morta renegada,
porque tal a mentira que o conde foi
obrigado a adoptar para nao diz-r a ver*
dade a sua dina.
Depois de urna scena dilacerante, a
condessa parte resol v da a desapparecer,
ma&tendo sua nromessa.
Di Meyran recebe de sua mi a ordem
de partir e abandonar o projectado ma-
trimonio.
Tudo esta perdido, quando La Hoche
entra annunciando urna cataetrophe que
permitte a BeraDgere espesar D: Mey-
ran. O coade fica afilelo, porm, tran-
quillo sobre o futuro da sua filha.
EVISTA DIARIA
Para publioar-lt>3meuem-no3 da Secre-
taria du Governo :
Palacio do Governo do Estado de Peruam-
buco, em 5 de Julho de 1895.
O Governador do Estado para execugSo do
disposto noa nmeros 8 e 9 lo 3.", artigo 3.
da Lei n 121 de 23 .le Junho ultimo, decreta
que sejam observadas as Inslrocges que com
este baixam, aslgndo8 pelo Secretario da Fa-
zenda Dr. Pairo Jos de Oliveira Pernimbuco,
que aasim o tenha entendido e faga execular.
Alexandre Jos Barbosa Lima. Pedro Jos de
Oliveira' Pernambuco.
Iost'negas a que se refere o Decrelo supra:
Ait. 1." O administrador da flecebedoria, para
effeito (1* promover a ar-ectdago do imposto
sobre as poul*s e premios nos prados do muni-
cipio do Recite, designar um dos empregados
ile sua mimediuta conflanca para as isttras cor-
ridas nos dias em qua 'verem de ser repisa-
da?.
A't. 2.* Esse empregado se apreserrtar em
carcter paiticular, e sem dar* conhecer a mis-
sao de.que vai encarregado.
Arl. 3. A designegS') sei feita reservada-
mente no dia anterior -oorridn, a de maneira
que nao seja connecdu nem mesmo pelos de-
mais empegados da R^partigau.
Ar'. 4.* Quando o empregado.desgnalo fizer
constar qualquer pessoa, mesmo- sendo essa
empregado da Repanigao, a sua desgnagao,
seri suspenso por oito das das fumeesde seu
emprego
A't. 5. A designagSo do empregado poder
ser alternada,, quando conhecer o administrador
da Recebedona a oecessidade de tomar essa
providencia.
Art. 6 O empregado encarregado da misso
de qae se trata, apresentar Recebedona no
dia seguinte ao da corrida para cuja fiscalisa-
gao toi ella designado, urna nota por elle assig-
nada, em visla da qual procejer-se-ha a,oc-
ranga do imposto j mencionado.
Art. 7 O administrador da Recebedcla, nes-
se mesmo alia, oo no-s^froint, -lar. aneeadar
o impo?to i que atttvor aoiri'o o prado, em
vista da nota precedente.
Ait. 8--6e-tr}>do-ito-effBtt*iado-opaga-
mentde8se--.iropto.,aBtea.da -nova cnaida,
dever o administrador.da Recebedora publicar
dentro de quarenti a oto heras, edital, convi-
dando a directora a realisor o.mesmo paga-
mento no pruzo de 8 dias, findo os quaes, o
administrador enviar ao l'heseoro a notado
debito, aflm de aatrahirse oota na secgSo do
:ont:ncio80 para o Procurador dosFeitos ini-
ciara competente acgo exeutiva.
Secretaria da Fazenda do Estado de Pernam-
boco, 5 de Jolho d1895 -Pedro Jos Oliveira
Pernambuco. ., .
Teiecramma offlclal Macelo 16 do
Julho de 1895. Governador. Recife.-Por con-
vite do Governador BaroTraipu, que por doen-
te segu para-cidude de Penedo assunii hoje na
analidade vice-governador, a admimstaago do
Estado. Offerego-vos, -pois, naeus-sarvigos e
sidovos.-JoV Vieira de Araujo Peixoto,
Vics-Oovernador. .
oromotorta rabile -Por portara de
17 do conenle- o Secretarlo l da Jastiga, uNago-
c os Interiores e Instrurgo Publica, nomeou o
bach re Jos* Cavalcante da Costa para exercer
o careo de Promo or Publico do municipio de
Tacara' que dever assumir o exercicio no
Precrer d IodStr-Por. acto da
17*rcoSnTe do Dr. Secretario Intenno dos
Ne"oc"s%la Industria foram dispansados oici-
daios Joo Das Souto e Miguel Jos da Costa
Me ra dos caraos de auxiliares technicos da 3.'
gda 3 a di ectoria d'essa secre-
sub directora
^ADri-odlzes de descebo Ci^vmdo
defa' er o mais possivel entre as elasses des-
&u- rofluS. conb -c|o. ybra um
tria convic a dessa necessidade, acabado adon-
ar ama medida de grande alcance, qual a de
dmiufr no escr.p or.o tecbnico que na mesma
diraclerU maotem, pr.ticantes gratuitos de 13
"iSe de Ecuadores -Extraordiua-
riam'Se reuni se hootem a assembla geral
di Soc edade Banelicente dos Estivadores, para
draS?d.olufiSo da grave que a di.j.e ma-
nifestou, tendo comparecido cerca de 4WU pes
8dEm discussao, calma e reflectlda, aconselban-
do oVem e prudencia, fallaram doua, socio [ ho-
norarios, pedlndo ao mesmo lempo toda.i tole
rancia alien de qua estes operarios n5o passas-
Sa'TraTaorseda0meioPratico de soLver quanto
ante.feta crise, foi resolvido unnimemente
convidassU todos os mestres estirado-
res para urna reuoio hoje na sede.social,_e afim
qua se
4e3Str4aoUqu"a'resolverse for mais
aepe^endo portanYo dos mestres a solugao da
emergencia
'aaeuumu ..----
rres-O.tbesoureira d'esta socieda
de comrauncou-nos, que recolheu bontem a
SoeiedkdelJ0io Beoelleente dos
ra^nena -O taesourei.-o d'esta socieda;
nrefeasores

i

Caixa Econmica -^ntia de 1^que reu-
nida de 1.6138000, j existente, prefaz a quan
tia dal:T39S000.
LamacalPedemaos para chamarmos a
attengo da au oridade competente para o lama
i



MM
Piarlo de Pornambaco Sexta-feira IO de Inllio de 1SOS


jal qae ex ste no Largo da Assemblca freguezi"
eo Recife.
Adiamos justa a reclamagao, pois, aquelle
Largo muito transitado.
Carlos Gomes -0 grande concert que
md homenagem ao notavel artis a Carlos Go
es lera lugar n'es es das no Thealro S. Isa
ae), tem encontrado a mais franca nccellaco
por parte d'aquelles a quem se tem dirigido a
commissao promotora.
O concert ser composto de pare vocal e
jauirumental, preencbda esta por grande or
ebestra e aquella pelos mais selectos dilettantes
e artistas da nossa sociedade.
Diferios producces do grande brazlleiro se
rao exhibidas em tao imponente fasta
Carros de espectculo -Assm como
sal grandes cidades de Pars, Londres, Vien-
a, S. Peter&bourg, Lisboa e oulras vas ser
iniciado hoja um serv co de carros, disposc&o
sos frequeot&dores do Tbea ro San a Isabel.
Esses carros que tomam o nome de ca ros de
japeciaculos actiar se hao em frente ao mesmo
meatro, depois das fuoccOes da compaohia Mo-
dela atim de facili ar conduccSo aos especta-
dores, pelos :
Dsitro da cidade 8000
Arrabaldes 15S000
O servijo ser fe to com toda commodidade.
Applau limos mais este melhoramento esta-
mos certos que elle offerece, sa sfurao plena-
atanle a quem d'elle se utilisar.
Tb entro Santa Isabel-Chegou hon-
arrsa a bordo do vapor Las Palmas a compa-
ohia italina liodena da quai sao directores os
Sigs. Cerrut e Lotti e que em virtude do con-
tracto de 15 de Fevireiro ultimo ;vem tfazer no
neutro Santa Isabel urna eslacao dramtica du-
ra(e os mezes de Julho e Agosto.
O pessoal d'esta companhia. que em S. Pau
Jo araba de ter a mais viva acceiUcao, compe-
se de d stmetos artistas como sejam .
Vittor na Seraffini, M cheli, Bossi, Traverei,
tolaa ii, Milam, Eorico Cuneo, R Lotti, L. Cer-
3ti ti, Seraffini, Orassi e outros.
O repertorio conlm pegas de raerecimento
vitas das quaessero exhibidas pela primei-
ra vez n'esta capital, e sao :
Mar Aatonieita, Maria S'.uarda, Giuita e
Oiferna Massa'lna, I Napoletaai del 1799, Raba
as, Tosca, Dora, Fru-Kru, Sulivan Fernanda,
aodora, Andreana Claopatra, Bb, Dionisia,
D. Cesare Ji Bazan, Kean, Moglie di Claudio,
Fddrone delle Ferriere, Otello, Amisto, Fals aff,
Giulietia e Rinnu, Miserabili, Cont d, Monte-
risio, Teresa R quim, Orestre, Ebrco errante,
1 ccambol, Morte Cirila, Suicidio, Rinndita,
Soor Terza, Suonatr ce d'arpa, Bolla di sapo-
ae, Mana io campagoa, Guheloo Ra c iiff, Bat-
Uglia di Tolosa, Uapora da Simn, Due orfa-
ae.le, Galileo Galilei, Signora dalla camelie,
Ga-rra in temo o di pace, Gosue I guardacoste,
Mural, .Nana, Ninicne, Triouo d'amore, Partita
a sebacchi etc. etc.
A orchestra confiada ao profassor Santino or
4 n.-oii excedente repertor o q'ie apreseotar
aos Mit-rv*llos dos espedaculos.
Os precos para os tugaras do thealro serao :
Omaroteede 1. e 2 ordem 2">g003
Camarotes de 3 ordem 15SO0O
Cmaro es de 4" ordem 10S0O0
Gadeiras de 1' ordem 53009
Cadeiras da 2* ordem 4S0OO
Plateas 2g003
iavendoo descont de 10 / Para urna ass gna-
*>ra de 12 recitas a qual car encerrada boje
is 2 horas da tarda.
A esin':.i sar hoja com a represantagSo da
peca Odetts, a do escrlp or francas V. Sar-
aso.
(omegando dehoje, daremos na secgao Musi-
an> o argumento das pegas que forem sendo
representabas pala companhia Molea.
Os especiacuios camagarao as 8 horas, haven-
do depois cuuducgaj nos iraus da E-trada de
jVrre de Caxinga e us carros da Compaob a
Perro Carril.
Consta-nos que pouc e bilhetes se encontram
para a recita de boje.
Via frrea de Olinda -Kscreveram-
306 a seguate carta pira a uual chamamos a
Xlengao de qu m comp-tir proden riar sobre
W factos neila ua.iado?.:
- Mms. Srs. redactores do Diario de Pernam
acA precipilugio desusada com qu t partem
s trena da < omjjiiru d Trilhos U Danos de
alinda, logo que chegam as respectivas esta-
fes, tam daao lugar a atrop los taes, que, se
sao lora a beuanVa inteneog&o de pessoas do
aovo e mesmo de alguns conductores mais u-
snaos, j anxiliando senhoras e c cangas que
procuram a.-scer dus carros ou para eilis su-
air, j clamando em altas vozes para obriga-
iem os marbiai t s a pa ar como se deu na
Enciuziihada no trem de 5 1|2 da larde de hon
tem, inuiias desgragas loriamos a lamentar.
Reunidos nessa eslacao os Irens que seguem
jara o Racife, Olinda e Babanbn, os pasvagei-
ros que, viudo do segundo dessas ponlos, t -m
de lomar o liem de Beberlba, sio forgadot a
Uravas-ar pala que vem do Racife e flca na I
aba central, como aara seguirem ao longo do
memo a alravassarem os inlhos no se Ihes
olea Cosjsaicrclal de Peral;
feo.es>
IcsaoSb* otnauH ba jinta d oaaaBTORM
h-afa 4$ Renfe, 18 de Hhe ie :$95
Cambio sore Pars 876 rs. o franco de banco
BSatSSB'
Cambio sobra Loodres a 9Jd|* a 11 1|8 d po
i i do banco boje.
6 presideale
Anlaaia Marques Se Amorim.
0 secretaria
Maaael 6. do Silva Pi.to.
(amblo
Os Bancos sbriram com a laxa de 11 1|8 d so-
bre Londres a 90 das, coatmoaodo dorante o
ala mais ou meaos firme, reriisando-se negocios
regalares.
O : oaso marcado fechn em posicio firme.
Letras particulares foram procuradas e poocas
ispaieceram constando algons negocios all|i.
Cota^es do genera
**rm o agricuUtr
AsBDCar
Braoce. idur.idem. 34600 a 3JSM
Sorxeoos, lieai, ideas iiino a Sa6ai
Mascavado, idea. Idea. U8M S40M
Bruto metido idem, i4em 16UV a U790
Reame, dem dem 14300 a 1JM6
di abaolu'araente lempo. Posto porm em pra-
tica o nnico alvitre que Ihes resta, e entrando
logos trens em mov ment, dao-se repetida-
mente os factos que vimos de expor e qu' re-
damara promptas providencias, as quaes, ea
taraos certas, que Vv. fs. solcitos como sao
em pugnar pelo bem publico se dignarao pe-
dir a qum competir em ra conceiluada re
vistaj
concurso-No da 12 de correte lera
logar o concurso para pro-1 memo das vagas de
ler'eiroa esrrip'U'a-lns <*o TfeiOU'O do Esta lo.
lina pru videncia -E' com o Sr. Daca!
da Irfguma da Gac. a quem se pede pars
providenciar do eeotido de qae .s rnas da mes
ma fr-gnei a Dio se t^rnem logradooro de por-
cos qoe all an lam a voniade.
A tclersocla grandemente IncoaveDUote
pon os referidos soimaes, slem de ejtrigarem
os locares que Dio tem calgsmecto, revolver os
(amagues e aesi n fasem levantar e derramar
miasmas pondas com incommode e prejaixo
ger'l.
Dr. OliveiraLima-Hoaroc-coj bootem
com a soa eslianve visiu o oosso coe-tidaoo
Or. MsookI de O'ivei-a Limi, digoosecretarlo da
L'gagao Bamleira em B-rlim, uon e chegeo ba
das a eua cidade.
No goso de liceng, vem o '.Ilustre diplmala
passal-a mtre os eu*; e iraieado-ms os seas
comprimeotus pessoaes, como amatelmeate a
fz relevou o dit.ncio cavali-eirismo de qoe
dotado, a mais nos obrigno parame essa geoU
lexi do bom coafrada u impreosa.
Da aovo cor pr.meitaodo, repeta is-lbe os
oo-ana agradecimeatos.
Lina medida-Sio e-e litlo, laagmo'
huuiem aigomas ideas que aos occorreram a
respeito da coaventencla de toroarem aos res
P'cuvjs Estad ii os p esos '.iadoi delles e qae
aqoi tivessem colara em soiugao aos procseos,
a que foram soom i idos.
Aveotaoloaqaeas ooslde-a^o^s, estavimos
qo a idea nlo liona sido cogitada, e m-nos sjae
sebre o assoiopto ja hiavesse providencia.
Acabamos de ser informados, pors, qoa a ma-
nda ji acba-se pralicads, de ioicutlva do S .
Soveroador do Estado, desde moito.
S. Ei'. nao ten consentido qae os presos de
oatros Esudos, ama ves comorida a senienga e
par coosgatnte livres de prisSo. sejam fo'to*
aqai, e os tem man-lado rameler para os Bsl<-
dos de qae p-ooedem, por coat dos respectivos
fiovernoj.
feca nos qae fol ams provi lela a-erta Jif-
3roa e rtiuna de spr-go.
Procissao do Carmo-Oi mnradore>
das ro.s Direila, Cjronel Su ssuna e P-teo do
T reo, pedem que os eacaireieadoi da procissSo
djC-irmo, laga incluir as roas cima no lime-
ra r o da meama procista).
Iriliunal do Jnry do RecifePooc
ciouoo Uuui<*m es e (riouua! soo a presidencia
do O'. Jote lu So R-gneira P nlo de Soasa,
jais de Jirel o sabstiluto reciproco do 3 disinc.
io criminal, occopaido a inr-uia da ac o Dr. Victoriano Regueira P nio de Sjuza, 3-
promotor poblice.
Fji sabme t Jo a jolgamajto o ri Jjs Ro.
irinoes de Almeja, nronoacialo oas pe.as do
i". VH unco do Congo Peni pirbaveroo
lia 29 le Mirgode 1893. na freguexla do Pjg >
da Paoella p a'.iaado e o Antonio F'aici^o ie
Pagl >, praga do corpo monic Dil, d'ver^as le.
sO.-s cnrqoraes quo lobabiliUr.m o/nTeodito
para o servido activo por ows de 30 dus.
Foi uni--runaio oo gao mioioo ar*. 303
do Codieo Panal a ;en de 3 mese^ e 15 das
de p'i-ao simples e nosio em libe.*dadep..r es.
lar onda a pena em la e do diipostj oo ar 60
do dito Codtgc
Em seguida foi jalgado o reo Mmoel Diog
lo Ni-ioeno proounci&di oo mesmo ariieo
Ji nico porque a 5 de D z-mb-o de 189.
n e-i.gijla e-trada de ferro de L'm>ilro, fre
ga sia do R;cife, pralicoa con orna faca d-
poota na p'ssoa d A-.ionlo Eleoterlo de L'ma
cinco ferimeotos que p* d iram erave Incom.
modo de aaode e Kibibiiltaram a cff.-iadido pira
o .- rvigo >c ivo >or maii de 3 i dus.
Pe eocdemoadooo grao mximo do diado
art. 304 | unco, combinado co o a-'. 409 do
Co ngo Peoal, a peas de 4 aaaos e 8 meies de
pnsao simples.
O reos foram paro'loadjs plo D*. Lolt
Enyg'io RoJngcee via;aa advocado dos pre.
sos p>nre.
O o M n>cl Duce appelioo da dec sao do
ory uars o Superior Trioooal de Justfgi.
O ja y de setenga co-oooz.se dos jurados :
CaoJido Jos de GOes T-ile'.
Praocisco do 4sis Albaqoeque Miraoba).
Il.nont Jos Sosrss de Avellr.
A-^eniiro Molla.
Aribnr MarliosS Hanrij.
If.gatl A rhaojo de S ona Santo?.
Srvalo do Nascimemo Be la.
Amonio Ales V.lI s.
Manoel Per'ira d-" A-anj Viaona Jjnio-.
B .rerroo.s" a sessi?.
Maladouro rnblieo Foram abatidas
no llatadooro Publico da Cabanga 87 rezes
para o consumo de boje.
Casamento civil -O escrivao aos casa
mentos que funeciona nos districtos do Recife
Santo Antonio, Sao Jos e Afogados affixou na
repartigao do registro dos casamenlos a ra
o Imperador n. 75 1.' andar, edital de procla-
mas de casamento dos saguintes contrayen-
tes:
2.' Publcago
Francisco Monteiro Barbosa, natural do I-Mi-
do da Parahvba, com Emilia Hosa de Souza
Reg, na'ural deste Estado, solteiros e reeiden-
tes na freguezia de S Jos.
O respectivo escrivao do registro de casa-
meatos da Boa-Vista, Graga, Pogo e Varzea
affixou na repariigio do registro a ra do Im-
perador n. 41, 1.- andar editaes de proclamis
dos seguinles emir hiies :
2." PMieagao
Bernardo Gomas de Souza com Ignacio de
Ponas Marinho. solteiros e res dantas na fre
guezia da Boa Vista.
Manoel Jos de Stiles com Lucria Mara da
Conceigao, solteiros e residente na fraguezia da
Boa Vista.
Francisco Gong Ivs Guimaraes com Mura
Eugenia Villar, solteiros e residentes na fre-
guezia da Boa Vista.
Hospital Pedro IIO moviraenlo desse
estabelecimento cargo da -anta Casa de Mise-
ricordia do Recife no dia 17 de Junho, foi o se-
guinte :
Entrararu..... 18
Saturara..... 16
Falleceram .... 6
Existem..... 822
Foram visitadas as enfermarlas palos seguin-
les mdicos:
Dr. Barros Sobrinho, entrou as 6 1/2 da ma-
nha e sabio as 7 3.4
Dr. Berardc entrou s 11 3 4 da manila e sabio
s 12 1/4.
Dr. Lopes Pessoa, entrou s 10 da manha
e sahio s 10 3 1.
Dr. Vieira da Cunha, entrou as 10 3/4 da mannn
e sanio s 12.
Dr. Arnobio Marques entrou s 9 1,2 da
m i ih e sanio s 10 3,4
Dr. Bastos de xir-tira. entrou 4s 10 da
manila e sahio s 10 1/2.
Dr. Tavares de Mello, entrou s 0 3/4 da ma-
ah ". sahlu s 10 1,-1.
Dr. Octavio Frailas, entrou s 9 3/4 da manhS
e sahiu s 10 1/3.
Dr. Nunes Coimhra, entrou s 9 3 4 da ma-
nila e sahio s 10 1/2.
Dr. Joo Marques, entrou s 9 da manh
e sanio s 11.
Dr. Baplista de Carvalho, entrou s 10 da
manh e sabio s 11.
Dr. Amaro Wamlarley, entrou s 11 da mi-
manh e satiiu s 12.
Pnarmaceutico, entrou s 9 1/4 da manh e
sabio s 2 da tarde.
i. Ajudante do pharmiceu ico, entrou 4s
7 3 4 da manh e sabio s 4 da tarde.
i.0 Ajudante do pnarmaceutico entrou s
8 da manh e sanio as 4 da tarde.
Gasa de UeteacAo Moviraenf dos
presos da Casa de Detengo do Recife, Estauo
1e Pernambuco, em 17 de Julho Je 1895 :
Existiam
Entrara m.
Saturara .
Existem .
A saber:
Naclonaet.
Mulheres .
Estraneeiros
Muilier. .
Tolal .
Arragoados
Bons .
Doentes .
Loucos. .
Laucas. .
A. I mos & C, 3 pinas com 1,673 litros de
alcoal e 40 dlt s cr-m 19,303 di'os de igoarente
M. S. Mala, ISC pipas com 63,600 litros de
agu rdeote.
No vapor nacional Itaqol, para Pelotas,
carregoa :
473
12
14
~471
431.
14
26
0
471
425
391
17
12
5
425
dade de zeladora dos iole
resses de sua classe, tndo
cienciade queoutras classes
contribuintes dos impostos
ref^reotes a tabella A arme-
xa a lei n. 121 de 23 de
Junho de 1895, qnerem in-
clu .os na distribu^ao dos
impostos que Ihes compete
pagar, vem eolemn mente
declarar que protesta desde
j por estas ilegalidades e
fara oppoitunameute preva-
lecer os direitos da lei, pe-
rante os poderes pblicos do
E tado.
Recife 18 de Julho
de 1895.
O director,
Joaquim Chistovao,
O secietaric,
Polybio de Oliveira Pinto
4' luoiuoria de mea innocente
fllhinho
JOAQUM LOPES NETTO
30 lia de sea pacs.meato
Eu sinto asacaras e dor no ror-g -1
L-"1 brau-.as de mea bl' jamis esqaecere1.
A D os, roga p r os leruo cannboso
Pur ti, Blbiobo amauo, saudades cnorarei I
V<>a te para o infinito, e fen'ato junto a Deas
B'a por teos pas, anj.obo, fe-voroso ,
E i simo toa taita, os i> kjoa delicado-,
Me'Ku'bo sob un lago, ueu co ago penoso !
T-'orJ a tua idsde e t-rn) coragan
Seoti-ido t as f s eiernau<-Ote vivo;
Qjixera jnnto a Deas olhar o iu TOrtlnQo,
A. Deas, ibinh ui-u, ea ca.ro compaisivo.
Q i'me metes r de vida, liveEte to, ob Olho.'
jiii Deij-is del cados, < h jaemim Cfetroso I
Adeos, a'icos rsela ie meas das.
Teus pas deixaats t/jn la.o teatbr^so I
Peitoral de Cambar
1:500*000
D-se esta quantia a quem {.i ovar a
o authenticidade da declarafc infra"
Ha mais de 5 annos que eu sorTria*
de um grave bronchite, havendo dias
e lanzar mais de msia garrafa de san-
gue e nao podendo muitas vezes con-
ciliar o somno.
J sem esperanzas de restabelecimen-
to, com as forcas exhaustas, rsolvi,
a conselho de um amigo, tomar o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e,
logo aos primeiros frascos, senti urna
melhora consideravel, podendo dormir
e deixando de lancar sangue.
Com a continuaco do remedio, os
soffrimentos foram gradualmente desap-
parecendo e hoje acho-me completa-
mente restabelecido iodo io. Zt
hendo (Xavrador em Canta gallo, Esta-
do Rio de Janeiro ]
O agenteQompanhia de Drogas e
Producios C/iirnicos.
EDITAES
8. Beaedlcto, 20
e JjIUj de 1895.
F. L. S. L
Algodo
Foi negociado i 104600 por 15 kilos.
alool
7>r pipa de 480 litros 205* venda.
({lrdente
Par pipa de afta litros 115* veadi.
Canroe
Seceos salgados aa base de 12 kilos 1* ris.
tea Ja.
Verdes 700 ris, aoaoioal.
Carnauba
Cota-ae de 23* a 3**090 por 15 kiios.
el
Por 100*000 nominal.
ttipnrcac
fcie, 17 de Jaldo de 18V5
fara o eiterior
No vipnr iogle Scbolar, para Hambar,
jj, carreta-am :
C L'ma & C, 200 kilos de caroets de algodao
Pa a Liveroojl.carreaou :
F. J. Das Peralra, i,20d kilos de garras de
aara.
Nj vapor ingle* Explorar, pira Liver
pool, ctrregoo :
V Neesea, 16,625 kilos de carocos de algo-
a vapa: iogle Carier, pira New-Yirk,
rarreearam :
B. WiHiams & C. 1,530 pellos decaiaeiro.
1. B-o:rnrs. 612 penes de carueiro.
Para interior
Nj pr'acbs nacional Rival., para Pelotas,
.rega'am :
C. de Estiva, 10 pipas com 4 500 litros de
aguarden'*.
Para Carotina, carregaram :
Beltria A Irmao. 150 saceos com 9000 kilos de
assocar mascavado.
Para Paraoaga?, carregaram :
Beltrao fc Irmao, 5 pipas e 5 barris com 638
litros de alcoel.
No vapor fraocet V. de Montevideo, para
Santos, carregaram :
Beltrao A Irmao, 900 saceos com 64.000 kilos
de escurar braceo e 953 ditos com 57,180 ditas
de dito mascavado.
P. de Oliveira Mais, 200 saceos com 12000
kilos de issocar mase vado.
E. Bellion. 4 pipas com 1,830 litros de alcoal.
Kanthack ft Goiner, 100 saceos com 6000 kilos
de assscar mascavado e 150 ditos com 9,000
ditos de dito braoco.
Para Bis de Janeiro, carregaram :
5. Gnimaraas & C, 30 pipas con 4,850 litros
de alcoel.
Na vapor noroegaenie Kstella, para Bio
de Janeiro, carreeoa :
D. Ooavela, .000 saccas com 66,500 kilos de
algodao.
Na vapor allema i Menion, para Santos
carregaram :
S. Gaimaraes k C, 300 saceos com 18X00
kilos de assocar braceo e 250 ditos com 15X10
I sitos de dito mascavado.
P. de Oliveira Mili, 10 pipas com 4,800 litros
dealcool e 136 saceos com 8,160 kilos de agiocnr
braoco.
C de Estiva, 2070 eaixse con 8000 kilos de
sabio.
Para Rio de Janeiro carregaram :
S. Gaimaraes ft C, 50 pipas com 25000 litros
da agurdente e 5 ditas com 2,723 ditos de al-
cool.
M. F. Leite A C 278 saceos com 16,680 kilos
de assocar braaco e 65 ditos com 3.900 ditos de
dito mascavado.
No vapor iogle C. Prioce, para o Par*
carregaram :
D. Lyrs. 16 cala com 480 kilos de doce.
Layo a Filrjo, 200 barricas com 13,190 kilos
de assocar braoco.
C. Industrial, 200 barricas com 13 930 kilos
de assocar refina Jo.
No blate Bom Jess, para Uaco, carre-
garam :
M. J. Pessoa, 100 saceos com farlnba de man
dioca.
J. B. do Amara A C, 9 barris com 410 litros
de vlobo de iradas, 1 dito com 90 ditos de vi-
nagre e 19 calas com 80 ditos de cognac.
No biatef'Yietoria*, para Camossim, car-
regaran :
J. 8. do Amiral & C, 0 calas coa 150 litros
de cerveja.
Na bsrcaea J. Asseocla, para Pilar de
Alagoas, earregaram :
F. traaos & C, 300 calas com 6.900 kilos
de ssbao.
No coter Jigoarary, para Natal, car?t-
eoa :
C. de Estiva, 5 barris com 255 litros de vina-
gre.
Total.......
Moviraento da enfermara :
Tiveram bata:
Eunco Ferrem d i Silva, (soldado).
Manoel Harmmo Ribeiro, (soldado).
leve alta:
Por fallecimento, Ezequicl Ho orio Gomes Pal
meira.
i LBLiC4(j)ES A PEDIDO
Protesto
O OirectoriD da A socia-
^ao Com nercial Beneficea-
te dos Mercieiios, na rjuali-
Reaidlaaieaitos publico
Mei de Jalbo de 1893
Aifaniega
Elxir II. Mora (o
A ferida da per Da que por um anno
de tempo me prohibi de trabalhar, e me
fez viajar tanto tempo atraz de mdicos
especialistas, s pode fechar tomando o
o trande remedioElixir M. Morato
lato que verdade.
Cidade do Rio Ciato.
Silvestre Msa Sabulosa
Deposito em Pernambuco : Companhia
de Droga', a ra Mrquez de Olin-a
n. 24.
0 LHEM,
que muitas
pessoas do interior, que tm pedido o
nossoCOGNAC BRAZILEIROaaeuscor
respondentes, tem rece ido Cognac Es-
trangeir i, ignorando o motivo da sabsti-
tuiejio.
Para evitar isto rogamos, que se no-
dirijam directamente!, que lu'o reme.teres
moa por 25S0OJ a duzia, sem despeza de
frele, por camiuho de ferro ou martimos
Os pedidos de 10 dusias, tem alem desta
vantaga:n, ais 5 /o ^e disconto.
A. Martiniano Veras & Ct.
Despodida
Jos Jeaquiin Rodrigu-s Sil.lanha Jonior e
sua mu er, paitm-lo para o Itio Ce Jane ro no
vapor ilendiza e au Ibes Un lo sido posa vel
dei>prdl.cm-se pssoahuenti de si'US pareles
e pe soas de sua amiaad)*, pcdiin desculni ds-
sa falta e otl'er emu seus preslimos u'aquella
capital.
Recife, 17 de Julho de 18 5.
!K<-!aracito
Para os devidos erT^iios declarames qje, de
ai-< onio cora a carta que dirigimos a ura irngo
ross') em 31 de Man- altiioo, deixnraos de re-
i'-ii- r assucarou oulro qualquer g-.nero a (ora-
ra ssao ou consigtiac&o.
Recire, 15 de Juh> le 1833.
A Ib itu Moreira < C.
Beoda geral :
to da 1 a 17
dem ae 18
925:717*994
60:253*476
Reada do Estado :
Da da 1 a 17 80:0454461
dem de 18 1:568*459
975.981*470
Somma. total
de
81:613*9!0
1,037.595*390
Pernambuco, 18
2a saecSoda Alfandega
do Jalbo de 1895.
O cbe'e da seccao
L. F. Godecers.
Pelo ibesoareiro
flemeaegtldo N. Cbaves.
R EGEBEDORIA DO ESTADO
Do da 1 a 17
dem de 18
Do da 1 a 17
dem de 18
RECirE DRAINAGB
49 364*424
9456*579
"8:920*903
1:082*752
1:109*989
3:192*741
iioTlmenlo do porto
Navio entrado oo dia 16
Pelotas17 dias, lAgar dlaamarqoes Aooe Em-
mi, de 247 .toneladas, capllao N. Sawrs,
eqafpagsm 9. carga isrqae e gordaras : a N>
va Hala & C.
Navios sabidos oo mesmo dia
Santos e escalaVapor allemao tlradosa >
commaadaate H. Barman ; carga varios se-
eros.
Genova e escalaVanor Italiano Las Palmas
command.nte M. Mjtta; carga varios gene-
ros.
N.w-York e escala-Vapor ingles Cavler.
commandan e J. Carnan ; carga varios gene
ros.
HamborgoVapor allemao Loxor. comman
danie J. Btbrmann; carga" varios gneros
Aracaj e escalaTapor nacional 8. Francis-
co, commandante Antonio A. Pinto: carra
varios gneros.
Maco-Hvate nacional Bom Jesas, mestre
Manoel F. de Mello ; carga varios ganaros.
Falmculti'=Patacno noraegoeose Gamor, ca-
pltko A. AQder8eo carga varios gneros.
Mercado Manieipau de *. 4oa
Omovimeoto deste mercado no dia 17 de Jalbo
foi o segointe -
Bntrsrim :
39 bols pesando 5.873 kilos
255 kilos de pene a 20 rs.
3 compart. com mariscosa 100 ra.
4 ditos com camarOes ? 100 rs.
26 1/2 columnas a 600 rs.
2 carga com galliohas a 500 rs.
6 casaoaes com gallinbas a 300 rs.
4 cargas com mllbo verde a 300 rs.
2 carga com amendolm a 300
4 cargas com batatas a 300 re.
Terrivel tosse secca
Cura dO li'I do Camlw.
O Sf. Joaquim Alves Ca\alcanti, resi-
dente na cidade da Fortaleza, declara,
que sua mulher, soffrendo durante aous
annos de urna horrivel tosse secca com
dores no peito, para a qual nao achou
allivio na medicina, curou-se com o
Peitoral de Cambar, de Souza Soares.
0 agenteCompanhia dt Drogas e
ioductos Chimicos.

1 cargas cool aaacacbeiras a 300 rs *30Q
1 cargas com cebellobo ICC is *-'*'H)
4 cargas com gerimaos a 300 is. lifio
13 cargas com verduras a 300 rs. 3*900
4 carga com caona a 300 rs. t *200
12 cargas com laraajas a 300 rs. 3*6U0
2 cargas com iabaae a 300 *600
I cargas cem loucas a 30o rs. 4300
3 cargas com diversas a 300 rs, *9O0
20 cargas com rarioba a 200 rs. 4*000
12 cargas com milbo secco a 200 rs. 2*100
10 cargas com feiao a 200 rs. 2*000
71 lagares a 200 rs. 14*200
11 Sainos a 200 rs. 2420J
12 comp. com sainelros a 1*000 12*000
7 comp. com scimi-oe a ?00 rs. 4*990
8 comp. com fressnra a '-ot -s. 4*8O
34 comp. com comidas a 70o rs. 23*800
74 comp. com rateadas a 600 rs. 44*400
49 comp. com verduras a 300 rs. 14*700
87 comp. com rarioba a 400 rs, 34*800
56 comp. un tainos a 2*000 112*000
Aviso
Nos abaixo aaeignados, rom neg^ci s
de estivas nesta praca, agiadecendo eos
nossos amigos que hinraram-t os com
cousignagSrts de assucar vientos declarar
Ihes que nao continuaremos a acceital-as,
por ter dtixado este r mo de negocio.
Figuciredo Costa f C',
Clnica medica cirur-
gica
Do Dr, Domingae* da 8llv E-pecuii-iadrs : ,elc Cas, ae appareloo rsoirati rio e i e?tiv(.
Da coosoltas a 10 a < larae em sua res
(eneja pateo do T-rco n. 33.
Alende a rbairudoa para r ra da cilsds.
314*200
5.075*000
5 389*200
kilo.
5*100
*300
*400
15*600
1*000
1*8 JO
1*200
600
1*200
Rendimento des dias 1 a 16
Presos de da:
Carne verde de 200 a 1*000 rs. o
Sainos de 1* a 1*200 dem.
Ca-neire de 1*200 a 1*500 dem.
Fancba de 800 a 1*400 rs. cola.
Milbo de 700 a 1*000 rs. a coia.
Peuae oe 1*200 a 1*800 a cala.
iTloa eaparadoe
Pelotas
Luirar dicamarqaei Aooe & Commy.
Patacho argeatioo Almloa.
Lagar dioamarqoei Varde.
Lugar Braiileiro Braiil.
Logar argentino Coadeixa.
Lagar allemio Netto.
Lagar noraegoeose Sylpbe.
Patacbo noroenoeese Haas.
Patacbo allemao Aaiye.
Pa'.acbo noraegeeose Eiaar.
Escuna allemi Eliee.
Be Cardiff
Barca noroeeaenre Fian.
Barca noroegaeose Gaoymedes.
Barea noroeeoeose Ida.
Barca inglesa Pellicaoa.
Oe Terra Nova
Logar ingles Mennlo.
Lagar iugle Dora
Lagar iogle Vidonia.
Lugar lele! Vldonla.
Logtr Ingles Clama.
Vapore a entrar
Mea de Julho
Matapan*, da Baropa, a 19.
Colerldge, de NewYork, a 19.
Boarbon, do norte, a 19.
Maraoso*, do aol. a 20.
BarrosE*. de Triestre, 20.
Orcaoaa, da Eu'op a 20.
Alagoas, do oorte.'a 21.
Vapore a aahlr
Mez de Jalho
Sanies e esc. V. de Montevideo, 19, As 4 horas
Par* e New-York, Crele Prioce, 19, as 3 .
Rio t esc, 4lsgoas>, 20, as 2 horas.
Uao&os e esc, Maratibao, 20, s 5 horas.
Boeoos *vres e esc, Orcaoa*. 20, s 5 horas.
B. Ayres e esc, Mtapan., 20, as 4 horas.
Valparaso e esc. Oreara, 20, as 2 horas.
AtteuQaj
Previno ros mur-sades que meo marido Ar-
t oo Jos Pereira (laCbDh', naiurv do Reoo
an Ponausl, fallecido ua Odade de R efe Eata
do de Poriiaaniaro, ua R-patlica do B axil
deln ndo quat'0 rllbos leg imis, todts maiorer
a tiid Un i-i t. e que ca > to(a'o negocio com a
berao(a nos paes do falle<; do. po que a a'iano
a-<<<'goada fara valer sea direr.u e o de oeu-
Olbos.
Peroamboco, 8 de Ja'ho de 1895.
Josqutua T.auiuna da Co.-ia Cucha.
Jomo procoridor
Manoel G. Feroaudos.
MOLFSTIAS do ESTOMAGO. cYInho Chassaiio
O Dr. Geminiano Costa
Parecer sobre o Peitoral de
< 'ambara
Tendo empregado por varias vezos o
Peitoral de Cambar, do Sr. Souza Soa-
res, de Pelotas, tirei sempre muito
bom resultado, quer na enfermara de
marinha, quer na minha clnica parti-
cular, pelo que aconselho sempre est
preparado aos que soffrem de bronchi-
te, pnricipalmentft asthmatica Dr.
Geminiano Jos da Costa. I Belm do
Para ]
10
Penafirl. 19 de Mao de886.
Illma. Srs. Scott e Bcwae.
Na minba dioica tenho reoeitsdo muit.a
?eaea a preparegdo EmolaSo de Seott de
oleo de fgado de bacalhaa com hyoc-
hosjhitj de o*l e soda, e sempre tem
dado boa resultado na esorophulose, n
raobitismo, e em todos os estados patlio-
lograos em que paeciso levantar a< fur-
oas do organismo .'raio e empobrecido.
Alem disao, todoa os doentes tomam ma
prepsrac& sem grande repugnancia n na
diffiouldade o que j oSo acontece oom o
oleo de fgado de bpcalhii;.
Abii-o A. Fre i tas,
Medioo-CirurgiSo pela EieU Medijol
Cirurgica de Porto, Fucelutivo Muoicip-
e do Hospicio d Penafiel, etc.
Paganaento do calcanaenio d
parte da ra da Assunapcao
Trea;aezia de 8. Jos.
O prefeito do municipio do keci'e, man-
da fczir publico sos proprtetanoa da su-
pracitada roa que co prazo improrogavel
le oO dias contados da data do presecte
edital, deverSo vir rccclber i o cofre mu-
oioidal a importancia do calcfcmento tcito,
caluu'ado oa rtzao de 15 0q sobre o valor
i formidade cm o diapoato do 70 att:go
1 do i rcamento vigente.
4tt 1>. liodica Lina do Uego 52S447
i 8 Antonio de A. Vilurouco 250987
b D. Margarida Uunis Freir
e Jos iJalaians Kvff Duarte 3347
52 Franeirc Jos Fernacdes
Marcos 6PS300
54 Jos Nuuea da Carha 42997
56 Jyse Fracoiio de Paula Ra-
mos 33547
58 Jvt, filLodo Jtaiuim Sju-
la Maia 42^997
oO D.Amelia M-ria de Carva-
lho e Albino Joaquim de Cur-
va to 71J333
62 Manee' Foroaodes Mascare
t-haa 42^9d7
64 Irmandtdo do SatiissimoS -
cramo tode Sai to Aotorio 42 -. 97
66 Francisco Jote K-galo B-a^a 4<.;50
6rt Bsrcardioo Actor io da S'lva
L sboa 335547
7J Joo FrstCCJ Rece? Rais
de Carvalbo e Jos Mtre; a
Fragoso 888200
72 Antonio Soares Pinta 5i8i97
74 Jue aa S Iva Lepe- 150^0^7
7o Ue^maao igotcio da Aae-
veiu 3,5547
78 I^nac'a Josepha d) Jess 'rJ'5xO
8U Mauoel Ferra'jdes Masca-
reo ma 53^447
ontadoria, 16 de J-.l-.o de 1695.
O contador
Ge ,uioo Foca.
Secretaria da ludustria
3.* directora
Tondo sid'i rasci'dido n (O'itrfc'o que
os Srs Silva GnsmBo C, Brmaram "nm
esta directora para conttroccSo do cslja-
iu cto de largo da Rapublc, m-diodo
doe mil uetroa q-i -'ir>d i- ('20)2,000),
t 90 publico qo* no di i 15 de Agosto 1
ora da tara: r-i-cem-e propostaa par*
j m s co ser v io
A pr^p >atas devem aer conveniente sel-
labas e o ter em termos claros :
1." O pre^ pelo qu oitaotea a execuUr cero quadradj do
: Igamnnto
2.a Endereoo de ?'n resideaci< ;
3.- Provas de ido eidade p ra d rgirem
) executarem as obras.
Havendo duaa oo na's proposUa em
goaldade de condgSes ser p-e'endo a
conourrenfe quo melbores provaa de tdo-
oeidade offerecer.
Nlo serSoacceitns sa propostas qae se
reseotirem das segoiotes tahas :
1.a As cn se baaesrem em pregis de
oatros ctncurrectes ;
2 Aj qae forem firmadas por pecsoia
que tivere j deizado de cumpnr con-
tractos celebrados com a extincta reparti-
do fle ir.a Public-s:
3.a As qoe co 1 SVecerem as garcetas
e q'i-lidaiea exigidas 00 presente edital.
Neobuma ptopoett ser acceita sem que
o proponente aprsente reoioo que prove
baver depoaitado na thesooraria a qnsntia
de 7) X)(5 a perder o direito de reatitoicSo
ae, eaeolbtda aua pro-iosta, recosar-se o
pr.ponente a asaigaaro contracto respe-
ctivo.
As plantas das obrs de que trota o
presente edital chato--e nesta repartigSj
i di?posiuSo dos propo-.cotes, qae poderlo
examinal-aa daa 10 a 4 horas da tarde.
Recfe, 17 He Jalbo de |-5
A Urbano P. Monleneg o
Bronchite asthmatica
Curada pelo Peitoral de Cam-
bar
O Sr. Joo Antonio da Silva, residente
no Barreado, Minas-Geraes, curou-se
de urna bronchite asthmatica que ha
8 mezes o atormentava, j n5o o dei
xando dormir, com o uso do Peitoral de
Cambar, de Souza Soares.
O agente Companhia de Drogas e Pro-
ductos Chimicos.
Desapropria$ao das cacas
do becco do Pocioho
O Dr. Preeito do municipio do Recife
pelo presente convida aos propietarios
das aaeaaaaa da travassa do I',cnHoque
tem oa ns. isparea a spresentaiem seas
titolos de dominio, sfm de conveocioaa-
rem o prego de desapopriacSo por utili*
dade publics, por tersm ellas de ser de-
molidas para perfilamento da ra do Dr.
Tobas Barrete
Secretaria da Prefeitara Municipal do
Recite, 6 de Juho de 1793.
O secretario,
Joaquim Jos Ferreira da Rochi.
Thesonro do Estado de Per-
uanabneo
EDITAL
CONCURSO
De ordem do Sr. Dr, director geral da
secretaria da Fasecda, fago publico que o
concerso para preonchimento dos cargos
de terceiroa offioiaes da Sub-Direstoria da
Contabilidade do Tnesooro, princi jiar no
dia 22 de correte mez, nesta secretaria,
* 10 horas da inanhS.
Se retara do Thesoiro do Estado de
Percambuco, em 17 de Julho de 1895.
O chefe,
Marianno A. de Medeiros.
_________i_
Edital
c-
Illiiiuiiacilo elctrica da
dade do Recire
A Secretaria da lodust-'.a Co Estaco de Per-
oamboco, faz publico qae de accordo rom a Lei
a. 73 ce 18 oe Malo do co-rente anno receber
a' o dia 20 de Setembro prozimo propalas
para o eervigo de lluniinagao elctrica da cida-
de do Recife, as coHdlcOes secointfs que ser-
vi rao e baso- para a ctlebrajao do contracto
qae nos termos d'aquella lei sa boaver de la-
vrar.
Art. 1 A concurrencia versa'4.
i." Sjbre o praso do privilegio dorante o
qoal o coocessionaiio lera, excluido qualquer
coocurrente, o monopolio tesse sertRjO.
% 2. Sabr as condlces a que se propCe o
cooctssionarlo, sps a terariinsgo do praso do
privilegio.
3. Sobre o eygtems de asseQtamen'o, cana-
iii.cao distribaicao e regclamentagio da illumi-
nacao.
V Sobre a intensidade minima d illcmina-
cao, a altara do calcamect', em qcalqaer pcato

*S



i i '-""
Diario de Pernambnco Ne\ta-feira 19 de Jnllio de 1895
5

-*
)
antro do permetro que limttr a rea do pri
5 "Sobte o prego da onidade e las elctri-
ca, ductiaioaoameG'e para a illominscao publi-
ca, qner das roas pacas t\ qoer dos edlhcioa
puoh os e para a particular e domiciliarla.
6 Sobre ai abal meotoa feitos nease peco
cuando se tratar da illominacao as cisas de
caridades s escola", palacio do goveroc, quar-
tel e mals reparucO e pobhcas qoer esiaioaes,
mooicipaea ou ffdrroea.
8 7Sobre a redooc&o oo orejo segando o
numero de borss oe illuminacao em caa ooute,
e segundo augmentar o conmino.
8* Sebre a io.enidade media dilu as
-.oni.s, que deverao sr serviaae por lampadas
Danra inferiores a 000 velas.
9 o Sobre a divieso tu nao Jas cldadei em
eecio-es niepeudfoies ou nao.
10. Soore o praso para comec.ar os traba-
Sil'Sebre o praso para te-nclnacSo de-ee
Iraiialho, nen f do eervcu ktal para diflniti
va lu.-Ullacao e. (onccionaa,enio da illominscuo
em toda rea do privilegio, como separadamen-
te para os diversos bairros da cidade, de moflo
a ser a par e central iliuminada a lux elctrica
DO mais breve praso qce possiiel for.
Art i. Cada proposta dever ser acomer-
nbada do certificado qse atieste ter o propoten
te dpposi'ade no Tceouro do Esta lo, como
cjucac para awgoaiur: do ccniracto, a impar
taocu de IP:0O0 (o,o me conloa de res) em B>
nbei'o on em apones da divida poolia.
Art. 3. Jalgada a cmcurrerjca se restituir
o tieponto 03 propooeotea p-ejod cados, deven
do a caecto 'lo proronente preferido ier eleva-
da a 30:000* por occssiao da assignaluia do
COD'.racio. a qoal t ) poerstr demorada mal
de qo:me nas aps o jalgaueoto da concurren-
cia, sendo aquella quana eeitieada a garanda
das molas qce booverem de ser impostas pa-a
fiel execcco o metrco coitracle.
8 1 Eata caocao Oa-I permanecer no The
souro do Estado a i tapido do praso de
1 D-vea ?er inli-gralis d', drolro de pito
dis, loda a ei qu- lo- -esfalcada por multas
imnoftas peio riscal ao go erno em virtude oe
)o(rac\a> de qulquer das c aosulas cent Bfi-
toa-8
Art. 4. O cou:;a tanto fica sejelto s Si-
guiles molas.
i) Ferna total da caucao si dentro de tree me-
zesccDladis da asaiymio a ao contracto na.'
bouv-r iniciado o servios <* msialliCo.
c) Hullas de 21'04 a 1:00'* durante o privile-
gio, pela olracc&o fie quaiquer (Uusola contrac-
tual cu dispoiso do regulamento que com au
dieucia pelo .rgenbtiro fiscal tara boa execucao do
mesooo contracto.
c) Piiroa ce melade do priQ) da lux corres-
pondente a eaua foco que f^r enco 'Irado enfri-
queco ou apreseutiudo reqoeolcs e occna-
mortas irit-rmitieocia*.
(i) Perda de doos te ca deas preco qoaa'o
foco afrrsebt.r fr-qa^ulea eclipses.
t) Percla nial desse p"g> quaodo o foco can-
ter n.gado durante mais de mt-tade da noole.
OQij.oio o non ero da focos as condice
da lei.r. e-sobir l|3 do loUl de focn, ;c
cresceri a mol-.a de 1.000*. e a de 5:000* qoan-
oo socir s ma-s ne rrewur.
do sobir a mais de metade.
g) Quacdo esee fado se reproduia mais de
trlnia veres no anno o giverno poder* rjscin-
dir o contracto si nao p.elenr ebegar a novo
accordo de que rossanj r*sultar vamageos para
o servico. ,
b)Cadocidade do c rtacto si por colpa do
contrahace Bear a c 'arte as escoras doaa noi-
tts rDSfcotivaa o oao.
Art ". Para toa tis<-l>tacao do 'onlracio o
governn man tra jomo compaoba om enge-
nbeiro Hscal, om jutan* o oumtro de guar-
das de lltmiofco qae 16." jolg.do necessano
mas qoe raj exceder de seis pra o qoe neve-
ra o cont'sctanie emir aunoalmeote d.m a
qoann- de 20.0 0*i0 pira o Tnesooro do Esta-
do destinada a pigamenio desee pes.o-l.
ouico. Altm desa qoso'.ia annualmeote
realisada pelo conc*s?-.onr o, dever es e forne-
cer ui costa e de orna v.'i por todas para o
escrlptoro de Ha al sacao o iesircmeotos qoe
forero neceesarios a verioVacSo das ceodicOes -
oma Loa iilomioacao. oau clenlo todava
esa Ceer za a 10:0 Art. 6 Deolro do p.-aso mximo de um anno,
a con ar da data da asignatura do cootracio de
?era es ar aoccionando em ioda a eua pleniuae
a illoiuicaco elctrica nos bairros do Becife, S.
Santo Aoiooio. S. Jos e Bia visl*.
Art 7. O praso mximo para te-mioacSodr
todos o trabalbos sera de doos aaooa.
4rt. 8 Sera de tres metes o praso mximo
tara InKugac do se v 50, contado esse p aso da
asslgra'ora do ce ni acto.
Art, 9.' Dentro desse praao meterlo conJ Biona.-io preferido sob pena de caiocidade t
perda oa caucSo ent-a,- par oTneaouro do Er-
tado com a importaocia de 994 9t7*SS8 ao can-
tio do da, segondo a avaliacao do BtOitfO des-
emta'adcr, como valor da actual enp'exa ce
illomiroacso a gil e nos temos da iUosula U
do couiracio celbralo entre o goveroo da an-
tia provincia de Perraxbuc e Fielaea Bro-
thers, ex 2o de Abril de 1866-
I !. Esea importancia destinad oos termes
da Le n. 1901 de 4 de Joobo de 1837 ao paga-
memo a que esta sujeito o Ertado per 'g
daqoea claofu'a e nos termos do art. 1" /
dessa lei, e ponarta do goveroa do Esiado ae 7
de Oo'uoro de 1890 e reepeciivos coosiderandos.
2 Bealieado no Tnesouro do Bttado peio
couctssicnario o deposno daquella tmporiancla.
caber* ao Governo do Estado liquidar com Fi-1-
den B-otners o exocto cooiracio e o pagamen-
to a esies deudo como in lemnisacao, iodo nc*
termos da diada clausula 13" e maie declsoes
cima indicadas.
8 3.* N^ssa liquidaba) sera avallado to material da Empresa que nao tiver sido inclui-
do na avaliaSo de 1889 feita por aqueile arbi-
tro para o lim de ser odenolsada a misma tm-
pre'a da imro taocia respectiva, qoe igoalmenie
terao de reatisar os oovos con(e;siouarios, om
anno aps a cata desst segunda avaliacio.
4. Para eBse flm logo que fr assigoado o
novo centrado o Governo nomeara ob seus arbi
tros para que procedan) avaliafio do maierial
aceres ;)do.
Art 10. Em todos os pagamentos devidos por
iodemnisajo do.Ertado a Empre3 o Giveroo
uarl co o melhor Ifce partear do dlrito, qoe
Ibe garanndo pela nao-ola 13 do cli. couirac
to.de realUar ditos pagamentos em prestacOes
aonuaes segundo as forcas do cofre estadtal,
joro de 6 /. e a qoaniia que restar al a extinc-
co da divida. _.._..
Art. 11. Podendo a actual empresa de lluml
na-ao gax concoirer apreseotando proposta nos
ternos 00 prfsente editel, uca entendido que
nr^f-renda eO ibe 1 aber nos termos do art. 1.
g5"e 6* ca cit. Li n. 1901.
8 I O novo contracio io pod.ra Br lavrado
roiL. Fielden B-o hers cemo innovacao do de
25 e Abril de i856. feita as devidas modiflca-
coes tioqo.nto ao lystema eillom'nacao
nas copseqcecciai eebnicas como priocipal-
aenie depo <> expresta declaracao dos mis-
mos Fi'laen tretners de acceitarem a innovacao
como liquidando definitivamente todas as qaes
tOes eiiB'.eoleB ectre e3ses empresarios e o (o
veroo do BUadr, deBobrlgado e-do psgatneo.
to da indemo.satao da cit. rlaosula 13" do cen-
ado de 20 de Abril de 1836 e sem mais direl-
to da tmp'esa reclamado de qoalqoer paga-
me-to por parte do KsUdo. cal > todava a divi-
da do gax onsomido na i.iumiouao pablica e
,411 '0c*r!"Moirlo, Flldeo B-otoers ou
out'o?, poderao empreaar o gax carbn co pa-a
illominacao dos suborbios da cldaJe do Recif-,
lenco igualmente privilegio pira esse bm, no
qoal po?erao empregar r material toalBoole
em aervifio, feitos a joixo do engenbeiro fiscal os
devidos reparos concerlos e sobetroicoes bem
como cooBtrnec6e8 novaB qoe forem P'ecis.
Art 12 Os coace8Sionanos goxarao igual-
mente do privilegio de fornecer no PeJ
cidade forca mct-ix pa-a o servlgo das iodos,
trias qu^quixerem empregar l "mrl0
gax ca bonico ou a elecincidade, hcando obri.
gados a conservar dorante o dia a pressSo do
gaz e mais requisitas necessarioa a alimeotacao
de motores, ao ftrnecimenio de laboratorio, e
aoB demala mlsteres a qoe poder servir aqueile
gax.
Art. 13- 0 governo foroecer aos proponen
tes e ao coacessionarto as plantas que possue
da ci :ade e seus soborbios, cabeodo a aqaellei
organizar as demals plantas, trabalbos grapbi
eos e dados lecbnic;s que forem precisos a coa
feccSo das suas propostas.
Art. 14" A illomintcio elecinca rteierase-.
vir aos bairros 00 Recife al a fortalesa do Brom
e a ponte do Liooelro, Saoto Aotooio todo, s.
Jos (1- e 2- distlrietos) at a ponte de Afoga.
des, Boa. Vista a comecar na ra da Aurora te.
das devendo abraoger (odas os pootos desse
bairro aervido acioalmeite pelo gas carb-
nico.
8 1' Todos os demals pomos fora dessa rea
presentemente illonioados a gal pederao coa.
iooar a a ir illomiaados da mesma forma oa a
loz elctrica segundo mais coovler aos propo.
aeotes e for accordado coa o goveroo.
2- Nos soborbios o governo podera cooce.
der prizos malores para termiaato dos traba-
lbos desiaadosa levar.Ibes a lllomis
oo a lox eiec rica, todo anda secundo o qoe
mais coovler aos proponemos e for Igoalmenie
accordado com o governo.
Art. 15- Para mais rigorosa delimilagao da
a-ea a ser llamloada o concesioaario aes'goa-
ra com o contracto om exemplar da planta da
cidade onde eesa rea esiari rigorosamoate
marcada,
g uoico. No caso de iflamiac&o mix'a a rea
de orna e a de cu ro ty.iema sero rigorosa.
mente marcadas oessa planta a tintas diffe.
rentes.
Art. 16- No caso de illominac.a) mix'a, bs.
vendo de ser esse servlgo foito a gax em Darte
arta do privilegio e a electnciJade em ootra
parte, os p-opoaentes deverao aoreseotar alm
dos postra sobre que versa a coocorrencia para
iilomioacao elctrica, anlogos detalles tecboi.
eos moiaiis outaodis para o servico a gax, co.
mo lypo de bico inclosive os mai- moderaos do
sistema Aaer, tujeitand\ edital da p'efeiiora municipal de 28 de Agosto
de 1891, adiacte transcriptas.
A'. 17. O contracto ser tferal para toda rea
do monicipio do R-;iife, sujeita a decima urb.
sa oo qae de (taro esiver sujeita a eesa de.
cima.
A-i. 18- Pa'a todos os elsos do contra-to
serSo voleos competeotei os tri.ooaea doEsia.
eto de Peruambnco.
A*. 19 O governo do Es'alo se obriga a
coucetder isengao de impoet'* estadaaes e mo.
aicipaes para o material, combostivel, obra:,
etc.cabendo ao coace^slooario solicitar se qui.
d r do goveri o da Uaao iseocao de direitos fe.
deraes.
CLA5L4S A QUS SE BEFERE O ART. 16
Da qoantidade do gax
1.a O gax ser carbnico, extrabdo do rarvao
de ped a ou coiras sabstaocias qoe o possam
dar nss ccnucoesem que elle exigido pelo
presente costracto.
f"t. Antes de ser laBCdo na rie de caaali-
sacio, o gas aera expurgado de lo I s as ma*
materias no:ivas Un'o i saole pobuca como a
boa coo8rvsc3o dos eocauamentos e appme*
Ibos.
3. A lox de gaz lera o poder illomioante de
dex vellas de esperta;cete das que queicoa sete
grammas e oileota ce tigrammas po'(bora, cor-
respondente ao 120 inglexea.
4." E-fe poder lium iunte sera verificado
em photometro aberto queimando o gax na
mesauo oico qoe o d illumiaaclc publica em
Cida occatiao.
5." ti esp;::eac-s photoaficae para ven-
rlcacao do poder illomioante, serai fetas todas
aB ooi es entre 6 e 10 boras e oe seus resulta-
103 coos toados pelo inspector da innTii(.a;io
em livro especial e sob sua guarda. De des
em dex das se addicionarao esses resollados
para se cenbecer o poder illomioante medio da
decada, locorreodo O coniractaote C'jbjo aoaixo se estatu, sempre qoe a oioia da
decada, (r inferior a velas, aesim como, sem-
pre qoe a aiia de cada ool'e, lomada isolala-
mente, fr inferior a nove e olto d-.cimos de
el.
6.* A 1 ressao do gas em quaiquer porto o1
e :coameo'o< pblicos jamis ser malor de
20 milliaelro', aem menor de 4 ccillim- tro;
TITULO 3*
Di fabrica, snas dependencias, caoal8ac.ao e
laoeroar publicas
10. O roritraclante pradozlrft o ai em orna 00
mais fabricas, comanlo qae jamis possa invo-
car a unidaie da faDrica para ueotar-se de for-
oecer gax ende Ibe Idr reclamado, tanto peo
mooi ipio como pelos particulares, dentro do
permetro da Illum cacao publica actoal ea rea
a accresceor. qae B^rl marcada na planta que
eile feve asalgoar por occaeiiu da aseigu.tu a
docontracio.
11. O cootraciaote mantert se-nore a sua fa-
brica oa fabricas, gixr-metrose offi ioas em es-
udo de at ender a lonas as necesidades do ser-
viqo da illominacao poblica oo part, otar; te'4
as bateras 00 forno qoe forem precisas, de
sorte a hver semore orna balera, pelo aeoos,
de eserva ; empregar! os apparelbos mais mo-
dernos para a sporacao do gaz, ciotlnoaodo
po-em, somenle com os adoses exquaoio elle
oa- ta-em e seiisrite-em as uecessidades do ler-
v o da sisiriboicao ; mas os gasmetros qoe
raootar f a da faorica serao ligados a esta par
am coodoctjr virnem, de sorte que, neso ik.ea-
mo duraote o da a regalaridade de emisso
possa ser perturbada pela operado do eochi-
ment desses gasmetros ; ter lodos os ma
appareloos precisos pa'a a re olaridade do ser-
vico ; maotera sempre a ile oe canatisacSo
publica e deniaces a i porla doa cousomi-
dores, em oom esiaio e com os dimetros cor-
respondentes as consumo.
As setoaes linternas proprlaieale ditas se-
rao dentro do praxo de tres aonoe, contados da
dala da tsslgoatera do coatracto, sobsiiioidas
pelo cootracaute por ootras do ijoo actual
cldad-j de Paris, llo lante-nas esm ?i'
curvas uflexo e na porte soferior.
As bovbs unternas qoe se aaientarem serao
ogo deate typo.
Todas as lantfirnas publicas serao sempre
maotidas em p rfeiio es'ado de asseio e de pin-
tora e nomeraias com algarismos de metal pre-
to oos vidruB.
15. Para a llluminac*o pobca, correr! por
coota do coatraclante o forcecimemo e o asseo-
lamento dos combuitjrea, cemprebendeodo o ra-
mal, a colomoa 00 aiandella e laoterna, e bem
assim a coeservacao e asseio dessea orgSoe e a
operaco de ascender e apagar, serondo om
horario, que sera fixado pelo eogenbelro fiscal
de accordo com o compnrxeoto das noites.
16." Para a illominacao particular ter* o cen-
irac ante o privilegio excio vo para o foroeci-
. enio, as3eniameoto e reparacSo do ramal at o
aedidor, correado as despexas por coma do
coisumidor, salvo as le assentameaio, forneci-
meoto do ramal e sua censervacao, na exieosio
do dex primeiroa metros contados do encana
ment geral, de onde dea partir o ramal para
o coosoii''or. parte eaia que sera i cusa do
coniradante.
O engenbeiro fiscal fixar, de accordo com o
ceoiraclante, a tabella dos precos para essas
obras por coota dos consumidores, deveodo esta
tabella ser revista de 3 em 3 aanos.
18" Neobum medidor poder! ser asenla o
oo reasseotado sern que pnmelro teoba silo of-
ferecido pela inspectora do gsz. Easa aflengao
gratuita.
22 O consumo de gaz ser! paeo por mes
vencido, effedusndo-ae esse psgamenio at o
oltimo dia uul do me Begninle. a falta de
pagamento por parte do EiUdo. vencer o debi-
to uros 4 rexao de 6 -(. 00 prlmeiro anno, 8 >..
00 segundo, 10 ,o no lerceiro de demora, e aa-
im segoidameole. Na parlicolar, o contractan-
te tera o direiio de cortar a cemmuoicacSo do
gz e i restabeecel-a qoando a divida Ibe for
paga com os com detentes joros, a raxao de 6 -,.
ao anno. Na falta de pagameoio por parte do
mqolino responde o proprletario do predio.
' 23 Os medidores eerao do syatema mtrico,
contmnandt-se, porm, a osar os que exiatlrrm
asseotes na data deate contracto, em quanto ef-
tue em em bom estado ou poderem aer repara-
dos O consumidor livre de comprar o medi-
dor a quem qoixer, inclusive ao cootra:tsoie.
que neste objedo ercer* eoa udostria em
llvre cooenrreocia com o mercado ; nao poder!,
porm, o me Mor ser de om calibre soperior ao
numero de bicos de gaz qoe boOver oo predio,
nem ser asaenUdo 00 retirado por ootren?, qoe
nao o contractante.
24. A canalisacao a partir do medidor e os
apparelbos da illominacao correm por conta dos
corjanmidores (salvo da Illominacao publica) e
podem aer vendidos e asseates por quem con-
vier ao consumidor, inclusive o contractante,
que nesse ubjecto exercera soa indoatria Uvre-
mete. ,
25* Os coobomldores sao responsaveis pelo
pagamento do gax entrado em snas casas el l
oa
vid ros
gi-traio pelos medidores, ecabo-a se perca p. r
di fe.o 00 mi estado de seos aoparelbos de il-
lominacao oa oa canalisacao alm do medidor.
26* Tanto o contractante como o consomidor,
sempre que enaceitare o que o medidor tem
deixado de bem fuaeciooar, terao o direlto de
reclamar da inspect correado a de>pexa por cou'a daqoella dasdoas
partea qoe reclamar o etame. Se para o exa-
me for necessario a retirada do medidor, om
ooto sera provisoriamente inf tallado por conta
da parte reclamante, se por accordo entre ellas
n!o se assentar em avahar o consumo un Inte-
im pelo tunero de bicos. O medidor, sendo*
ma p'oonedade do rootu ci io-, se do exame.
Conbecer-se a oecessidade de coa ubs'.noico
e nova despea! coreru por coala ao conso-
midor.
27*. O consomiior Jamis podor! impedirn
contractante o ingresso at o medidor, tanto
para a leliora da aiarcco como para eotreter o
nivel d'agua nesce apparelbo.
28 Tanto o contractante como e c naomidor
sao respectivamente responsaveia perante os trt
buoaes pe'a fraude que lufoiuzren 00 me-
didor cabendo a parle leeada accionar a entra
pnr rerdas e damnos.
2, O oonsumidor oSo poder oes permitr!
adaptar ao uiedior apparelbo de oatoresa al-
guma com o carcter fixo e quaiquer apparelbo
lesse geoe o so sera adaptado a canalisaiao
depois de pajeato o medidor.
TITUlaO 5.*
Do contracto
31.* Dorante o praso do contracto prefellomu-
nicipal nem o Estado poderao conceder nem per-
mu ir qua ootros assentem na via poblica lobos
para condcelo de gax ue illamlnac!o, por aerees
on sub'errsneje pa-a transporte de electnci ade
com applicacao illuniaacao poblica oo particu-
lar, nem tur/08, Uoeocoeaba para transporte de
quaiquer forca que possa ser applicada a illumi-
cagao publica ou particular, dentro da referida
rea, salvo accordo amigavel com o contra-
ctnte.
33 Doraole o praso do Conrado, o con-
trae ante dcv--r ter sempre em eeoa depo-
aitos 00 oo prt deaia capital o carvao pte-
ciso para o foroecimeutn de gaz d: um trimestre
e bem assim um aproiisiooameolo de loco 1 aa
o de. envolvimento e substituido na rede ge.
ral publica provavel > m am trimetre. Com an
tecedencia de seis meses o eogei.fi-'i'o fiscal fi-
lara essas qoant'.dades a vigorar em cada exer
cido.
35.* Para todos es e(T itos Jo presente contra
do sdo nicos competentes os tri;u .aea do Ea
ado de Pemambaco.
TITULO 6.*
Da inspeccao
37 Todas as obras qoe o contradaote boavea
de faser, qoer em augmento da canalisacao pu-
blica, quer na sua fab lea e dependencias serao
Hscalisadi8 pelo iospe tor, para qae sejam fel
tas rom a necesaria segoraoc* e prepriedade.
38.* Cabe, ouiro sim, ao inspector decidir
quaes qoesten que se so*cii.re. entre a em-
presa e os partuivrs, quanto ao forntc'meoto
de gat e coatas de coosnmo, Ociado Uvre as
panes reco-a para ps iribooaes.
39. No p'iocipio de cada trimestre o contra-
stante rmet e.-a ao iospecior ama lisia do pas*
soal de accededores eos iroas respectivas
.(..rucias e desIgoacSo dos respectivos distri-
co' em que fooccionarem.
Qialqoer alteracao oeala lista deve eer imm-i-
duumenie rommunicada ao Inspecior.
Recife, 2o ds Jortn de 1895.
A. Q-baoo P. Menlenegro,
Director geral interino.
Edital n. 9
INSPECTORA GERAL de hygibne
Por e*U aecrdfsna aa fai ^uolico, qoe,
de c informidad.) oom s dispost > no art.
44 do Regulamento sanitario rigente a
p dem vender medioameotca a drogas na
pharmaoias a drogaras; inerrendo o !n.
fractor na multa de 100f.
Secretaria da Inste:toria Geral de Hy-
gie e do Estado de Pecnlimbuco, em 17
de Julho de 1895.
O secretario,
Apollinario da Irindade leira Henri-
g/ies.
Secretaria da Jadus-
tria
Tereeira directora
Substitolcaodemadeiras de poetes
Edliai :
Pelo presente fago publico qoe no dia 27 de
crreme ao mel dia, serao racebidas nesla se-
cretaria propostas para substoicao dem-di
ras de qoe precharem as pootea do Estado aos
4', e 5' dislric os.
As propestas devem aer convenientemente
selladas e comer ea termos claros :
I. O preco pelo qoal se propem os licitantes
a collocarem cada orna ds penas de poote de
madeira de izares qualldsdes adoptadas nesla
-Mrectoria, iocloiodo dealoca4o das que teem
de ser substiuldas.
a metro crreme de corrimaos ;
B-Preco de cada pilaeira e precoe de ernze-
as 00 intermediarias;
C Preco do metro correle de varas e contra
rasas.
DPreco do metro qoadrado de iaet-o (roa-
l.o) de e.ml>8X0 20.
CPrego 00 meiro cubico de Viga ,m (ti
O,a 30 de seceo at 10 metros oe comprimena
to.
Fdem dem das mes as seccOes de mala
de (O metros de comprlmeoto.
C-iiem de contra vigas cbapoaes e m&os de
fo ca.
H-Dilo de ladre.
IDito de emenda de estelos ate" 6 metros de
comprimeoto .. 0,2AX0 23 a O 30X0,^0.
J teco de um estelo de 3(0.3 al 8 matros
de ro r. primen to.
KDito de dito de mais de 8 metoa
LDito de metro de loogarma de 0,12,0,12 e
0,12,013.
2 Os locaes de enas residencias;
3' Provaa de idooeidade proflasional para di-
rigirem e execotarem os trabalboe,
Havendo duas 00 mais propostas em ignalds.
de de condi-es, s r prefeido o conenrreme
qoe melbores provaa de idooeidade ttlerecer.
Nao sero aceitas as propottas que se reteoti-
rem das segointaa faltas:
1- As que nao forero organisadas de.accordo
com o presente edital ;
2- As que se basearem sobre precos oe pro-
posta de o .tros coreurreoteB ;
3- As que forem fi-madas por pessoas qae ti-
verem )4 deix.do ae cumprir contractos cele-
brados com a extiocta repartlcao de Obras Pu-
blicas ;
4- As de concurrentes que nao offerecam as
garantas e qaalidades exigidas no presen
edital.
Cada proposta versar sobre as obras de cada
am des districtts a contraen.r e dever traxer
ao involucro a declaracao daquella a qoe ae re-
ferir.
Nerihnma propoala sera a vi a sera qae o p-o-
ponente aprsenle recibo qoe prove baver depo-
sitado na Tbesooraria a importancia de 500*.
O propooen'e qoe tiver proeceta escomida e
serteusar a assignar o termo do contracto, per-
der o irelio a caogao cima exizida.
As Informaces dos t-aba bosde qoe trata o
presente edital, acbarn se cesta repartigao s
dicposicao dos propooeotes, qoe poaero exs-
minal-ss das 10 ae 4 boras di tarde-
Este se pobiicado pela imprensa e anisado
cas porUs da sala de audienciase matriie* e
onde mals 03 che'es de dlstricto julgarem coo-
ventedtK.
A dnragao do contracto ser at 16 de No
vembro de 1895.
Recite. 15 de Julho de 1985.
Antonio Urbano Pe-:i Monteneg ro
1. director geni interino
3.* Directora da Seeretaria da Industria
EDITAL
Para c nhecimento dos interesados,
faco pub.ico que esta BepartigSo aceita
como praticante g atuito de desenlio, me-
nores de 13 a 20 annos de idade.
Reeife, 18 de Jallo 31895.
A. Urbano P. Montenegro.
Drector-ger >\' interino.
De ordem do Illm. Sr. Dr. Insp-cto',
afto convidados os seguintes cidadEos
abaixo declarados, nomeados para a guar-
da nacional deste Estado a virem satisfa-
zer tiesta repartigao os direitos de suas
patentes :
TAQUARETINGA
Siajor J0S0 Luiz de Oliveira.
CapitSo Manoel Mar/ins da Cunha.
Serveliano de Farias Costa.
Aaecleta Correa de Queirz.
Jos Pereira de Castro.
Francisco Barbosa de Suiza
Borges.
Tenente Basilio Correa de Queirz.
Apolinar o Bszerra de Jess.
< Francisco Muniz FalcSo,
Nabor da Silva Carvalho.
Jos Baptiata da Silva.
Manoel Pare ra da Silva Br*z.
Luiz de Franca Reg Farias
Alferes Francisco Geralberto de Oliveira.
Jos Pereira de Lucena.
Manoel Albino da Cunha.
Manoel Firmino da PaixSo.
Joo Ignacio Barbosa.
Jos Braz Peretra de Sucena.
Antonio Aleixo da. Cunha.
GRAVAT
Major Walfredo Moreira do Coata.
3.* Seceso da Alandega do Estado de
Pernambuco em 18 de Julho de 1895.
Servindo de chefe,
Sebastiao M. Bazilio Pyrrho.
c


1
<

c

0 Dr. Diomeiea ttorgaivea da S.lv, jai-
de diatricto e substituto do de direits
da Faseoda Estadnal de Peroamo
bnco,
Faa aabsr pelo prosete qoe no dia 19
da Julho do correte auno, se ho de aa-
romatar por venda a quem mala der em
oraga pnb'ica deate jumo oa D*ns seguintes
peahorados por execacSo da Fasenda.
Fregneaia de Saoto Antonio
Um cofia de forro e xdetenta a ma de
'oao do Beo n. 18 a 20, pe qoantia
de 1350000, feito o abatimeato leal, por
aer a segunda praca. Pertence a Augusto
Broxver & C.
A casa n. 6, no segando beooo da um-
boo, oom porta e janella de frent?, 2 salas.
2 quartos a coaioha, mede de frente 2 me-
tros a 90 centmetros a da lando 11 me-
tro! e 70 centmetros, nSo tem quintal,
pela quantia de 4805000. por ser a i-oei
ra pr-v. Per cea a Ciaadina M. da Jess
Brandao.
Fregues A armacSo de louro e baloao p ntado a
oleo, 1 oandieiro a 5 quintoa vatios, todo
pela qaotia de 65*250, pO' aar a aagon-
ca praca, exialeates a ra de Lomas Va
leninaa n. 46. Perteoce a Antonio Ma-
uis Pereira.
Fregaeeia da Boa-Vista
A casa de pelra s cal n. 5, na Tra
veasa dos Coelhoa, con 1 porta de frente,
1 sala, 1 qoarto, oosioa interna, mede de
feer.te3 metros e 80 centmetros e de
lando 5 metros e 20 centmetros, nao tem
qaiit-1, pelaqnaotia de 180*000 p >r ser
a aegaada praca. Pertence a Candido
rbomaa Pereira Dntra.
A casa a. 60, a ra do Rosaro. com 3
portas de trente, 1 sala. 2 quartos, mede
de frente 6 metros a 20 centmetros o de
futd Gsnatroa e 20 centmetros, peL
quantia de 1.8O0SOO0, por aer a segunda
pr-ce. Pertencn a Cl.ra Argemire da
Ja ata.
A armaoSo 'e loaro pintada a oleo,
bl;5>, batanea e uteocilios existentes na
oaaa n. 6 B no Largo da Santo Amaro,
pela qoantia do 117(>000 por ser a se
ganda praos. Pertenoem a Beato Jos
Ferreira.
Fiegnesia da Ahogados
A oaaa do Uipa n. 279 na Es rada do
Giqoi a Jaboatlo, com 2 janollas 1
porta de frente, 2 salas, 3 quartos e coai-
oha fora, mede de frente 6 metres e 20
centmetros e de fando 9 metros o 40 oen
timetros, qoint.l cercado, terreno toreiro,
avaliado es 2000000. Prtenoe a Mara
Roaa Goncalvoa Ferreira.
Aca84 de podra e el o
aa do Motooolonb, oom
trente e 1 porta, 2 jane'las
00 ootro 3 ditas, 3 salas, 4 qaartos e coi i-
nha fora, irede de frente la metros, 20
centmetros e de fundo 13 metros, sitio
Cum arvores froctif iras, cercado, oom a
frente morada e portao de Ierro, avaliida
em 3.0000000. Pertenoe a Jos Pedro
Velloso da Silveira.
A casa de Uipa, n. 9, na Travewa do
choa, com porta e jaoella de frente, 2
aalaa, 2 quados, ooainha, mede de frente
4 metros a 60 centmetros o de fondo 7
metros e 40 centmetros, qnintal ceroado,
pe quantia de 900000, por ser a segun-
da praca. Pertenoe a Emilia Pereira
Viaana.
A casa de taipa n. 146, na Estrada do
Gi^ui a Jaboatau, oom porta e janella de
frecte, 2 salas, 2 a>artos o cosinhe, mede
de f eote 3 metros e 60 centmetros e de
fando 10 metros e 90 oentimetros, quintal
em aberto, pela quantia de 3080OO, por
aer a aegonda^praga. Pertenoe a Floren-
tina Mana do Rosario.
A casado peora e cal n. 3 A, na roa
da amleira da BoaViagem, com porta
e jaoell do freotr, 2 salas, 1 qu.rto, co-
aioha interna, mede da frente 4 metros e
90 centmetros e de fando 9 metros e 70
centmetros, quintal en> aberto, pe* quan-
t* de 180500P, por ser a segsmda praca.
Pertencea Joao Baptiata da Stlva Dael.
Freguesia do Poco da Panella
A cas de t. pa, n. 6, na Estrada de
Pedra Molla, oom 2 portas, e 2 jaoe.la.
de frente, 2 -salas,- 2 qaartos, coaioha n-
teres, mede de frente 8 metroa e 10 cen-
tmetros e de fando 7 metros e 90 cent-
metros, quintal em aborto, avahada em
150(5000. Pertenoe aJoaquim Franciaco
de Sousa Reis.
A caa d taipa n. 11, da Estra-ia d<>
Brejo, oom 2 janelas e 1 porta do frente,
2 aalaa, 3 quartos, coanha tora, mede de
trente 8 metros e 20 oentimetros e de
f.ndo 13 metros e 10 oentimetros, em
cada oit5o, 3 janellas, pequeo Jo, todo
cerosdo, e cacimba, pela quantia de dbO0,
por ser a segunda praca. Pertencea
Pedro Alem
E para conS'ar pasaouse edital na forma
da lei.
Dado e paseado nesfa oidade do R--
cife, aos 8 de Julho de 1895.
Ea Alfredo Diamantino de Torres Ban
deira, escrivXo o esorevi.
Diomedes Gol calves da Silva.
, 2, na Traves-
4 janellas de
em 1 oitSo e
D rectora Geral do The
souro do Estado
EDITAL
De ordem do Sr. Dr. Director Geral
deata Repartigao, convido es Srs. poegui-
dores das apolioes do Valor nominal de
cont de reis, emittidas a favor das Usinas
iofra mencionadas, a vircm resgati l-ss e
recebar os respectivos jaros at o (lia 30
do correte, visto terem side as mesmas
sorteadas ; soientes de que desse dia por
diante nao vencerao mais juros as referi-
das apolioes.
RelacSo das Usinas a que se re-
fere o Edital sapra :
Csiu-AsApolices ns. 219-28-
4589115138-168203 e 225.
TrapicheApolioes ni. 14 2938
85-140195210232- 248 e 114.
Ipojoca, outr'or BandeireApolnea ns
7 13 -2383101129241 -145
^237 e 249.
Secretaria do Tbeiouro do Estudo, 5
de Julho de 1895.
O efcefe,
Marianno A de Maderos.
O Dr. Diomedes Goocalves da Stlv, juia
substituto da Fazenda de Estala de
de Pernambaoo.
Fas saber pelo presente que no cla 19
de Julbo do correte anno se ha de arre-
matar por venda a quem mais der eoi
praca publica deata juizo, os segniotes
beos penborados por exeou^So que move
a Faieoda do Estado.
Fregaeaia do ReoiFe
A casa mria agua n. 3, na Travessa
para a FnndicSo de pedra o cal, oom
porta e janella de frente, 1 sala, 1 qoarto
0 cosioha interna, mede de frante l me-
troa e 40 centmetros e de fmdo 3 itetros
e 60 oentimetros em mo estado, avtliada
por 2000000. Perteoce a Helena M*ria
dos Rea Silva.
Dose cadeiras de junco e ama mairqae-
ia de madeira de amarello enveroisads,
eaisteote naoasa n. 15, Largo Corno Ssnto
avaliadoa per 12O0OCO- Portenoem ao
Dr. Beatos de Oliveira.
Fr>gueia de Santo Aotonio
A caaa de n. 21 no Largo do Paraso
de pedra* c;!com um portao na frente,
1 grande salSo, sotSo interno cota 1 sais,
2 quartos, pequeo quintal, mede de fran-
te 4 metroa e 40 oentimetroa e de fundo,
13 metros e 50 centmetros, avahe- por
1.2000000. Pertenoe a Joao Jos Soares
do A mar I.
A oasa n. 33 a roa dea T.iocheirus de
podra e cal, oom porta e janella de frente,
2 salas, 1 qoarto, cosioha fora e quintal
morado, mede de frente, 3 metros e 90
oentimetroa e de fundo 11 metroa e 70
oentimetros, avahada por l.O00OG0.
Partenoe a Joaquina Rosa de Sant'Anna.
Um cofre de hno prova de fogo sx's-
tente no eatabelecimento n 29, a ra da
Visoondo de Inhaoma, avahada em 00f.
Pertanee a Antonio Feroand s C.
Fregaseis de SSo Jote
A meia agua de o. 2, a raaC Colom-
bo, de pedra e cal, oom porta e jaisJia
de frente 1 sala, 1 quarto e 1 pequeo
quartinho, qoe serve de coanha, mede de
frente 3 metros e 70 ceotimetros e de
fundo 5 metros e 5 oentimetros, ivaliada
por 7OO0OPO.- Pertence a Victorio Jos
de Sousa.
A oasa de n. 52, a ra Vidal de Ne-
greiros de pedra e cal, porta e janella de
frente, 2 salas, 2 qaartos, coanha fora,
quintal morado, med de frente 4 motroa
e 40 oentimetros e de fondo 13 met os e
80 oentimetros, avahada pr 2.0000000
Pertenoe a Jos Flix da Silva.
A eass de n. 98, a na da Palma, de
pedra e cal, porta e janella de freoUi, 2
aalaa, 2 qoartoa, ooainha tora e quintal mu-
rado,' mede de frente 4 metros e 60 cent-
metros ede tundo 11 nutros e 75 cent-
metros, avahada em 2.0000000. Perten-
oe ao Or- Franciaoo Augusto da Coala.
O aso fraoto da casa n. 3, a roa de Uias
Cardse-, da pedra e cal, com 2 portas da
frente, 2 sa'aB, 2 qaartos, eosiaha fc>ra e
quintal n.nrdo1 medindo de frente dita
casa, 3 metroa e 80 centimetroa e de fon-
do 11 metros e 50 centimetr-s, avaliado
por 250COO meosal. Pertenoe a Bento
doB Santos Ramos.
A caaa de n. 261 G a roa Imperial com <
2 portaa e 1 janella de frente, em sutao, j
com a parede de detran c.hida, quintal eml
aberto, em mo estado, avtliada por.
1000000. Pert< nce a Jois Selond Jonk. |
Fregaeaia da Boa-Vista
Dois mlheiros de t-jollos de ladiilho
existente! na caaa n. 85 a roa do Visoon-
de do Albaqoerquepela quantia de 720'XH),
feito o abatimento legal, viato como foram
avahados em 8C0OOO, visto ser esta a se-
da em 1500000, e es a a tereeira pra a-
Pertenee a D. Joanna E. Soares da Ro
cha.
A oasa n. 5, a ra da IIha de psdra e
cal, porta e 3 jaoellas e de frente, com
um alpendre, no oitao 3 janellas e 1 portp,
4 quartos, 2 salas, cosinha fra, mede de
frente 8 metros e 10 ceotimetros e de
fando 13 metros e 60 centmetros, quintal
am aberto, pela qnantia de 5638200, feito
o abatimento legal, viato como fra avas
liada em 8008000, e asta a tereeira
praca. Pertenoe a Guilherme C. doa San-
tos.
A oaaa o. 17. na Estrada das Barreirss
oom porta e janella de frente, 2 salas, 2
quartos e coainba fra, m. de de fcente 7
metros e 90 centmetros e de fondo 10
metros e 70 centmetros, da taipa, pela
quantia de 4050000, feito o abatimento
legal, visto como fera avahada em 5000'
e esta a tereeira praga. Pcrtance
Aaevedo Braga & C.
E para constar passou-se o edital na
forma da lei,
Dadc e passado nesta cidade do Ra-
erte capital do Estado de Perosmbco,
aos 9 das do mee de Julho de 1895.
;Eo, Jes da Costa Reg L'ma, eacri*
vio, sobscrevi.
Diomedes Gon$aIvea da Silva.
DECLARACOES
gonda prag.
Arza.
A oasa de n.
pedra e cal, 2
Pertence a Billanuino
11, a roa do Carnario, de
janellas de frente e orna
porta, 2 salas, 3 quartos, cosinha fra e
quintal morado, mede de frente, 6 motros
e 25 centmetros e de fondo 11 metroa e
55 centimetroa, avahada por 2.5000XK).
Pertence a Manoel Luiz Cerdoso e oclros.
A oasa n. 8, Da Travessa do Joao Frac-
oiaco, do pedra e cal, com porta e janalla
de frente, 2 salas, 2 quartos, cosinha fora
e quintal morado, mede de frente 3 me-
tros e 60 oentimetros e de fando 11 me-
tros e 30 oentimetros, avahada por'i&Xty.
Pertence a Jos Francisco L. Peesoa.
A casa d. 33. a roa [do Bario de SIo
Borja, de pedra > cal. com 2 poetas de
frenie, 2 salas, 3 quartos, ooainha lora,
oom 1 sotlo interno com 1 saleta e 2
quartos, quintal morado, modo de trente,
4 metros o 4 centmetros e de fondo 1
metros e 40 ceotimetros, avahada
i .0000000. Pertenoe a herdeiroa
Eduardo Duarte Rodrigues e ootros.
Fregaeaia de Afogados
A oasa de d. 81, a ra de Sao Miguel,
da pedra e cal, porta e janella de frente,
2 salas, 2 quartos o cosinhs, made de
frente 4 metros e 50 centmetros 1 de
toado 12 metros e 80 centmetros, qa .otal
murado, avahada por 2.0000000. Per-
tenoe a Domingos Rodrigues Christella.
Fregaeaia da Vanea
A casa de taipa n. 28, na Eatrada daa
Barreiras, oom porta e janella de tr )nte,
2 salas, 2 quartos, cosinha interna, nodo
de frente 4 metros e 90 oentimetros e de
fundo 11 metros e 50 oentimetros, qnintal
ea aberto, pela qnantia de 1210500, feito
o abatimento legal, visto como foi avulia-
15
por
de
Ao publico
A empreza de illuminacao gaz, por
seu gerente, avi.a a todos os consumi-
dores que desta data em diante quaiquer
reclamaco s ser atteudida quando os
artistas da mesma empreza forem porta-
dor de um livro que cond'zem comsigo
assignalado do modo seguinte : om dous
carimbos Empreza do Gaz Pernambuco
sendo um em alto relevo e outro cora a
data do dia em tinta azul no centro do
nesmo.
Esta dehberaso tem por Sm prevenir
que industriosos entrem as casas para
furtarem, como tem succedida, intitulan-
do-se para isso empregados do Gaz.
Samuel iones.
____________Gerente.
capitana du Porto de Pernam
buco
Aviso Hydrographco
D > ordem do Sr. capitBo de fragata, e
oapl'-ao do porto deste Estado, Jo. Pe-
reiro GaimarSes, mani publicar o segua-
te aviso.
Ministerio daMarinha
E. U. de Brasil
Repartilo da Carta Martima
Aviso Hydrogrsphico
N. 22
Costa do Estado de S* Paulo
Rec nhecimento das i I has dos Bmios ao
NE. da ilha de S, SebaatiSoe
Para ooobecimento doa Navegantes fajo
publico que sexuado a ommumeacao, qae
aoabo de rsceber do quartel general de
marioha, o crasador escola Beojsmim
Conatant sob o commando do capito de
mar e guerra Antomo Al vea da Cmara,
ar paasar pdailba de S SebastiSo, em sea
ultimo craseiro, pela costa do aul tdve de
rectificar a da vida que paira aobre o ver-
dadeiro numero das ilhas, que formam o
grupo dos Bustos.
Em sua participacSo offioial da o cida-
dlo commandaote: Na ultima edicto do
rtairo d) Loaches, tratando dos Boato,
ilhotas que ficim ao NE. da ilha da Vic-o
eeria, dis qoe o navio de guerra allemS.
oAlbatros nto encontrn a tereeira ilha-
e qae sssim nt 1 ae aabe exactamente se
ba duas on tre ilhas.
Passando pelo canal de 8. Sebaatito.
em demanda da Ilha Grande, tive ecoi-
siSo de raconbecer que sSo trz ilhas ; a
grande formada da dous montes, ligados
pela base, ootra affastala, arredondada, e
urna tereeira anda mais affastada, menor.
Aa deas primeirns sSu arboriaadaa no also
e a ultima moito pouco.
Repartioao da costa msritima do Brasil
25 de Janho de 1895.
(Aesigo-do) Frsn disco Celbeiro da Gre-
ca. Capitlo de mar e guerra, chefe in-
terino.
Capitana do Porto de Pernambuco em
i 6 de Jaiba de 1895.
O secretario
Manoel Jos de Castro Vilellf.
Cofomercio de looca e vidro
Slo convidados 03 senhoes commer:iaotea
de lonca e vtdro a corona ederem no 1.a an lar
do sobrado o. 26, a ra Larna do Rjurio, 1
hora da Urde do dis 20 do correle, am de re-
solver ee acerca da ouiriduicio do Imposto de
classe n. 34 da nova lei do orcamento estado^,
r ama ves que or*e sem perda de lerapo desse
negocio, ser tratado com qualqoer somero de
interesBados que comparecer.
Recife. 16 de Joino de 1893Manoel Joaquim
Pereira, Deodato Torres & C, Aquilino Ribeire
O. Oliveira. Joao Diss sforrira & C.
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem do cidadao tenente coronel Dr. di-
rector do Arsenal de Guerra, distribaem.se cos-
turas nos das 18, 19 e 20 do corren'e mes,
comascostartlra?, posaoidoras das guias dene.
301 a 250. de conformidade com as ordena em
"igor.
Secgao das costaras do Arsenal de Guerra do
Salado de Pernambnco, 15 de Julbo de 1895.
Flix Antonio de Alcaniara
Capit. o adjunto
V.O.rS.P.S.Fran-
cisco do Recife
De ordem da mesa regedora, convido a todos
os 0088OS cariesi oos Irmaoa a comparecerrm,
reve-tidos de eeus hbitos, as 3 boras da tarde
de do ingo ti do Crrente, para encorporador,
acompanharmos a pror-iaeSo de 8. do Carmo,
que sao! a docov-olo do religloaos carmeli-
tas, satlsNieodo assim ao honroso convite que
00a (oi dirigido.
Secretaria da V. O. 3a. de S. Francisco do Re-
cife. 18 de Julbo de 1895.
O se retario interino
Alfredo Aoento Macnado Porto.
Emprestimo Nacional de
1895
O Banco de Pernambnco svisa acs Sr?. sob-
scrlpiores do emprestimo cima qne, autorlsado
pelo Banco Nacional Brasilelro, pagn.- em pea
eecriptorio, a roa do Coxmerclo a. 40, de i" de
Jolbo prximo vindou-c, em diaote, es jaros
jas apollcea que mbacreveram por sen inter-
medio, correspondentes ao semeaire, s vencer-se
em 30 do corrate, na raiaa de 254000 por cada
urna apollce.
Recife, 23 de Jocho de 1895,



\



m*mmw n. i,. 11. >*jm*msgmmn
Alarlo lie Peraambaco ~ ftcxta-feira 19 *ie iiillio do tSBS





THEATRO
SANTA ISABEL
H0JE-ESTRE4-H0JE
DA
Grande Companha Drama, tica Italiana Modena
ODETA
Grandioso drama cm 4 actos de V. Sardou
DCBY-ELUD
DE
Fecebedoria do Estado
Relagao dos eontrbutri es da fregueaia da Boa-
Vieta, Bojeto8 ao imposto de 50 [. sobre va-
lor locativo de CDOformldade com a le do or-
garxento a. 111, conctales pelo lancadorHe-
meterio Mjciel da Silva.
Roa da Ixperatriz
K?.:
22 Matbeos La R>ccj, offi;iua de
calcados
50 Carlos Firmino Montlro, co>
epeira de carros
5i A Floscub Msg Ibaes, photo-
graphia
60 Oliioo Duarte, loja de cabillei-
retro
74 Francisco Morato, inicios di
doorado
5 Jos Francisco dos Pasaos Gui-
maraes, I ja e cigarros
9 Pilla & C, barbeiro
31 Damom Alberto, oficina de
chapis
39 Rodrigo & C, offiJaa de taal-
leiro
43 Jos Goxes da S Iva c i in de
aUalale
47 Jlo Francisco de M?raes, uffi.
etna de alfatate
53 Manoel Alvea de Olivis, cffi.
cia da mareineiro
55 Silva 4 C.,cffl:taa declcalos
52 A'tbur Pereira B)rges, officina
de calcados
63 Bemvenutc B. SilveiraLaeerda,
barbeiro
63 A Joj M noel Mandes da Co.
Dba, relojoeiro
63 B Angelo Romano, calcados
67 Manoel de A-aujo & <. pwul?.
75 Leocadio Marques Correia L'.
me, macblaisla
77 G. Fercbantt, estufador
79 Joaqun Nieolo Ferreira, agox
gue
21 Agripino Branco, loja de bar.
beiro
33 Aogo3to Ceiar da Rocha Fa!.
cao, cfficina de fonilelro
P aga Maclel Piubelro
Na>:
2 Jos Cieaeotioo, deposito de
carvao
15 Joaquim Nicolao rerreir, agju,
gee
28 Luz daS.lv Baptist, maree.
nari
31 Cooliobo & C, loja de (nnilei.
ro
32 A Pedro Francelino, Io]a de fa.
nileiro
1 Agostinbo Floreo ina Alves, lo.
ja de barbero
3 joaquim Nicolo Ferreira, aoa.
gue
7 Tavire-- & C, casa rxortoarla
9 Casimiro Francisco O. Parelra,
deposito de carvo
13 Radrigoes 4 C, casa mor'.Baria
17 Hermino Yianca de Medtiros,
officina de alfaiaie
17 A Aribur MaMat. loj de bar.
Deiro
21 V.ceo'e Palemo & C, iflwina
de cilidos
Raa d. C nceijao
Ns.:
J4 Francisco Flix Goncalves, ce;
~ vailance "fi
~" 1 Secgaodi Recebedorla do Estado de Per.
nambuco, em 17 de Jnlbo de 1895.
O ebele,
Frederico Golmaraes.
(50*000
20010C0
2C00C0
400*000
75*000
150*000
159*000
175*000
3005000
150*000
210*000
109*000
300*010
90*000
150*000
30*000
30*060
100*000
120*000
300*000
150*000
100*000
PERNAMBICO
Praociico fijngalves de Aru]J, 100 Hem.dil
Camillo 1 is Douiogues. 300 Hem. dita.
Aatooio de Carvalbo Axevedo & C, 300 ld:m,
dita.
Lino de Abren Cerqoeira, 200 dem, traves-
a da Casa FOrle.
M^noei Padroa dos Santos, 300 dem, Mac-
telro.
Francisco dos Santoj MO'aes e SilJa, 200 dem
dito.
Mansel Fernira da Crut & C, 200 dem, dito.
Manoel Gomes de Freita, 200 dem, dito.
Manoel Ferreira dos Santos Braga, 200 dem,
dito.
Minoel le Cirvatho, 300 Hrr, P"!e.
Benedicto Jj Gjbj^s, 200 idein, ceceo do
Qoabo.
Maaoel Ganclves Nogoeira.SOD dem, estrada
de Apipe o?.
Ianoceacu Aires Crrela, 350 dem, dita.
Primeira sfcco a R^ebeoria do Estado de
Pernambucj, em 17 de Jalbo de 1893.
O che fe.
Frederico Guimares.
IRMADADR
DJ
Senhur Baon Jess das
C hagas
De ordem da mesa regadora, teoho a hocn
de convidar a tod33 nosioi ca-tssimos Irinaos a
comparecereoo em O's-o ronsistorlo domiQko 2l
do cortele, pelas iO horas da maoba. aQji de
em assembla geral procede -se a elelcio tos
oovos fjncciooencs para o anao compromifsil
de 1895 a 1896.
Consistorio. 19 de Jalbo de 195.
O secretario
tirifalonsa Rxe ro.________
COMPANHA
Progresso Colonial
No escriotorio desta companha i ra do Com-
raercio o. 34, 1" and-, acbam-se a disposigao
dos Sr, accionistas o u tango e mais documen-
fOiOO l08 exigidos por let. reUtivos ao anno lindo eai
30 de Janbo prximo passalo.
Recife, 1/ de Jalbo de 1895.
J. Goocalves Pinto
Presidente.
QUE SE REAL1SA.RA' NO
Da 21 de Jiiiho de 189S
Noi
e
!
Pello*
Katar
lid.
e
a
Cor da vesti-
menta
Proprletarfo
1.
PareoOra Brrtanha -850 metroeAnircaes de Pernamboco que dSo tenbsm ?a
nho li e 2- prem03 nos prados do Recife. Premios: 250*000 ao 1.*, 50*00
ao 2. e 55*000 ao 3\
Merlio.....
Nabea ...
Moscardo..
NizaretB...
Ajnd.n e..
Tamandar...
8or boleta....
Flaotlm......
Castanho ..
\ aio.....
Castanho...
m
Mellado....
ROElIho ....
Rodado....
Perosmb.. 51
51
c 51
51
51
t ;51
c 51
c 51
Oaro e preto. .....
Encarnado e branco...
Encarnado e branco..
Amarello e encarnado
Encarnado e oaro
Ainl e branco........
Verde...............
Amarello e branco.....
C. B.
C. C
Vicente.
C. Oliveira
A Pernandes.
Coud. Uaiao.
A. M.
J. Frederico.
30*000
180*030
150*000
150*000
48*000
72*000
150*000
100*000
60*0 0
75*000
75*000
60*000
80*000
120*000
2.
ParesMneedonia1100 me'r s.-Animtej de Pernambuco. Premios: : 350*000
ao Io, 70*000 ao 2', e 35*000 ao 3.*.
Phariaeo....
Hironrielle..
Baralbo.....
Garimpeiro...
Beiji-Flor...
jMUnbo....
Rodado.
Pero-mb.. 50
i 50
56
c 50
( 50
Encarnado e branco.
Azul e encarna:o ...
Branco ..............
flrenat e preto.......
c <
J Motta.
J. Nev.
A. A. S.
Coud. Campos.
Coud. Caupos.
3.* pareo-Heapaaba800 metro. Animaes de Pernambuco. Premios : 250*C00 ao
1 50*000 ao 2. e 55*000 ao 3.
Relagao dos contrlbolotes da freguexla do.Re.
ci.'esujeitoe ao Imposto de 50 -[.sobre o va.
lor locativo de seas estabelecimeitos de con
formidade coma le o. 11 de28de Jun.o
nltimo, colleclidos pelo lanfador aqiocIo A.
Borge Leal.
Arco da Concetao
K. 2 Soux Gomes, oflistna de cba.
pos de sol 100*000
iMarqoezde Olinda
N.:
12 Braga & Travasios, loja de pa.
pe de lorro 250*000
26 Vctor Graodin, relojoaria 200*000
36 F;eder;co e C, loja de pellea
para calcado 400*000
48 Thomax J. de Gismao. agencia
da tenues 200*000
3 Lula Neuhaus, telojoaria 100*000
Bom.Jesos
10 JoE Nazario dos Santos, barri.
qoeiro 120*000
28 Antonio J. Moreira, fooilelro 60*000
40 Antoolo Miguel da Ciui Braga,
cabelleiro 100*010
1 M.noel Francisco RiDeiro, bar.
beiro 60*0.0
13 Escriploriotelegrapbico estrada
. de ferro de S. FncHeco 150*00
23:Aifredo & Feroaudes, loja de
peiles curtidas 200*000
29 Procopio Pessoa Dornella?, ba\
beiro WWOO
39 Pestsna Santos e C, loja de
fogeis 50*000
43 Minoel Macedo, caiista 50*000
45 Francisco Ignacio Pinto, agente
de leiles 150*030
47 Bel armio Silva Piolo, ilfaiate 40*000
47 Francisco Perea, sapateiro 40*009
51 Heimenegild) A. de Asis bar.
*: beiro 60*000
59 Francisco das Cbagas Silveir,
alfaiaie 60*000
Raa do Commercio
Nj. :
4 Joao Albertinc e C. sebips eban-
dlers 150*000
8 Deltas 4 Cluie, sebips chao..
alers 250*CO0
1> SeccSo da Rscebedoria do Estado de Per.
n;mfuco em 17 de Jalbo de 1893.
O chefe,
Frederico Guima-ies.
liifio doa contribnintos softeitos ao imposto
de ("uieotos i ;s (200) por litro de agurden-
te na Iregoesia do Pogo. conectadas pelo lan-
gsdor Antonio Joaqolm Crrela de Araujo.
Jo: LU'i Rtbeiro, 3C0I tro?. Arrayal.
Custodio Rodrigues Neves, 700 dem, dita.
Joaqun Francisco L-moJ, 300 dem, dita.
Lloo de Abren Jerqoeira 300 dem, dita.
Hypolito Manoel Carreiro S iva. 250 dem, raa
de Sao lo Jo.
CarvalDo & I-mao, 250. tem. dita.
Amancio B aga & C. 250 dem, iravesn da
Sao Joao.
Feroandes Moara. 300 dem, Mangbelra,
Abel da Rocha Pereira, 250, dem, Encana-
meato.
Rodrigues Gongalves 4 C, 250, dem, dita.
Antonio de Brlto Lyra, 200 dem, estrada de
Sant'Anoa.
Jos de Araujo Carvalbo, 200 dem, dita.
Hiplito Martina Gomes Pinbo, 200 dem, dltt
J So Anastaclo Cavalcaote Pessoa, dem, aita
AotoQlo Mariano de Soma, 200 dem, Faroa-
merlo.
Manoel Simplicio Torres, ZOO dem, Caia-
Porte.
SOCIEDADE
Refaaria e Destila^o
Pernambucana
-.' Acbam-ee ft disposicao dos Srs. accionistas, do
escriptorio des'.a socie ade a roa do Commercio
n 3%, o balango e mala documentos exigidos
por le, relativos ao auno fiado em 30 de Janbo
prximo pateado.
Recif.', 19 de Jalbo de 895.
J. Goncaives Piulo
Presidente.______
Cungresso Draiuaiico
BeQeficente
ASSEM-LKA GERAL
De ordem do Sr. directer, convido a todos os
nossos consoct s para ama recniao de aesem
bla ga a' do domingo 21 do correle, as 10 1/1
Puras da m iib, atino de t r lugar a prea.o
de coatas do eeooeglre Sudo, e tratarmos de as-
sumpto de interesse social.
Reiifa. 18 de Janbo de 1895.
O 1- secretario
Alfredo Heoriqae da Matta.
Companha Centro
Commercial
Convidamos os Sr?. aclo-isus detta eompa
nbia a-fazerem aeex'-a entrada de sen cap Ul
no Banco ae Peroaaboco, a r^io de 10 0/0 e
den rodo prazo de 30 lias, contados de boje.
Macei, 7 de Jolne de 1895.
Os directores
Tirurcio Alves de Carvalbo.
Boavootnra Asoorim.
Pedro de Almetaa.
11 Sara joca..
2 Ujscardo..
P-usse......
Pirata.......
Pleade......
Accionista...
Nilo.........
Cistanbo.. .

AlatSo......
Preto......
Ridado.....
Castanho....
Mellado.....
Peroamb.. 50
50
* 50
c 50
c 50
50
c 50
Azul p p-eto----......
Encarnado e branco...
Encarnado e ouro.....
Encarnado e bon.pret.
Oaro...............
Verde...............
Azal e branco........
k. C.
Vicente.
Coad. Arrajal.
Magalbfes & C.
Cond, Belem.
Vi res.
M. Barros.
8.' PareoAlhena-iOOO metros. Animaes de Peraamboco. Premios: 300*000 ao l>,
60*000 ao 1* 30*000 ao 3.*
TaHcier.....
Dablim.....
Uascotte.....
Patcboolj....
Talispber....
Baio.....
Rodado..
Castaobo
Roaso....
Rudado..
Pernamb..
50
50
50
50
50
Branco e encarnado..
Azul e encarnado.....
Eacaroado e branco...
Ainl e branco........
Verde e amarello ... .
B. Campos.
Magalbes & C.
Coud. Mouriscana.
I. Perreira.
J. S. Ferreira.
Estrada de ferro de i-
beiro ao Bonito
De ordem da directora convido aos Srs accio--
Distas desta compaobu para se rennirem em
assembla geral extraordina ia, que tere Inear
oo dia 24 do correte, 1 hora da Urde, no 1*
adar do predio d. 71 da roa 15 de Novembro,
atino de tratar-se de negocios qoe muro lnteres-
sam i mesma companbia.
Recife, 12 de Jolho de 1895.
Manoel Cameiro da Caoba
Secretario.
5. PareoCario Jomes -1.609
ib os : 400*000 ao l.
metros. Handcap Animaes r*e Perc mbuco.
, 80* 'ao !.? e io* ao 3.-
Pre-
Tado-......
Triompbo...
Feniano.....
Platao......
Ua.........
Balo........
Mellado.....
Rodado......
Pernamb.. 45
5i
66
45
40
Verde e amarello.....
Encarnado e preto...
Lyrio e ata).........
Listrado............
Azul e encarnado
J. Mora es.
Coud. Vigilancia.

Coud. Nerucdio.
Coad. Cruzeiro.
6.'
PareoJudea 00 metrosAnimaes de Pernamboco.
ao 2.* e 30*000 ao 3.*
Premios: 300*000 ao 1.*, 60*
1 Parisen....
loo........
Saos-soocl..
Vingador.....
aralbo.....
Garimpeiro.
T..lisfer.....
Castanho. ...
Mellado.....
Baio........
Rodado......
Castanho....
Rodado......
Pernamb.
50
Azul e branco........
Rosa e preto........
Azul e rosa.. ......1
'Amarado..........
[Azal e branco.......
Preto e grenat.......*
Verde e amarello
J. Motta.
J. FiRaeiredo
O. A. L. de Mallos.
Coad. Poitatase.
A. C.
Coud. Campos.
J. 8. Ferreira.
7.'
PareoCiallla900 metrosAnimaes de Psrnambaco.
2 e 25* ao 3.-
Premios: 250* ao 1, 50* ao
Gitano.
nimbte....
Pirata.......
4 Malanga.....
Divertido....
Peroamb.. ro
Mellado.....
Preto.......|
Rodado..... C
Castanho
Kocarnado e amarello
Encrnalo e preto...
E icaroadoe boaet pr.
Encarnado e pranco..
Verde,.....,........
H. L.
Coud. Arrajal.
Magalbes4c C.
K Mala.
T.
Sflgnros Contra Fogj
Royal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL 200:000
Fundos accumulados L 80:080.
AGENTE
POLHMANN & G-
a pareoRoma-SCO metros.Animaes de pernaxbaco.
2* e 30*000 ao 3.*
Premios: 300* ao IA 90* ao
Nazaretb----
Baliza......
loo.........
Direb.......
Divertido....
Castanho....
Roiilho......
Baio.........
Rodado......
Cas'anbo....
Pernamb..
50
Encarnado e amarello
Encarnado e preto.
Branco e
Verde...
lOxo.......
O. Oliveira.
J. P.
J. P.
A. S.
T.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companha Plienix Pernambu-
cana
RA DO COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
Campanilla North Brltlsb & Mei
can tile e Insurance
Capita. subscripto 3,000,000
Fundos accumulados 9,452,452,
BECEITA ANNDAL
De premio* contra
Fogo 1.495.418 10" 9
De premios sobre
divida 992.379 6* 1*
O-
18d
5'
Otatroffts
Noceiladc doa Artistas Mee ka-
nleas e Liberaes
IMPOSTO DE CLASSE
A d rectora d'esla soctedade resolveu de con-
formidade com o art. 21 da lei n 1,786 de 26
de Julho de 1883 e instruccoes da mesm;, no-
mear as commissGes abaixo declaradas pa*a fa-
zerem a collecla das respec ivas classes, segun-
do a tabella A do orgamento de 1895 a 1895.
A sociedada espera que nenhuma das el teses
se exima de tal incumbencia e faga-a com toda
eqnidade e justica, deveodo remetter dito tra-
ba'hoa mesma sociedade no prazo impro-oga-
vel de 8 das, a contar da dala da pubiieago
d'esla, das 9 horas da manha as 2 da tarde.
R cife, 17 de Julho de 1895.
Josi Antonio Visir a da Cunhi,
Director.
Guipar Antonio dot Reis
l." secretario.
21-Fundieres a vapor
Alian Paierson.
Cardoso &Irmao.
Villaga.
22-Fabricas de sabao
Ferreira L. & C.
Fonseca & Irraao.
Jos Soares de Seixas.
23-Fabricas de cervejas e bebidas espiri-
tuosas
A. A Lemos & C-
Aotonio Francisco da Cos a.
Augusto Kruss.
24 -Distillajao e r-slillagao de alcool
Pinto Ferreira & C.
Companha de distillagao.
25-Picar fumo, fazer charutos e cigarros
Antonio Francisco da Cruz.
Azayedo & C.
Joaquim Bernardo dos Res-
2o-Fabricas de fazer carias de jogar
Manoel Joaquim de Miranda.
Azevedo & t.
87Fabricas de calgados que trabalhan: com
mais de 10 operarios
Braga & S.
3-Sellm3 e arreos
GuarinoPeixe.
Domingos Jos Ferreira.
Marcos d'Almeida L'raa.
40Fabrica ou loja di movis do pab
Angelo da Matta Andrade.
Guilherme Spiller.
41Typographii e lythographia
Manoel Joaquim de Miranda.
Azevedo & t*
Jornal do Recife.
Commercio de trragens
miudezas
Convidamos a todos os Srs. coctribuintes da
classe n. J tabella A ,lojas e armazens ue Ierra
gens e miodezar) a reucirem-se no dia 19 do
correte, ao meio dia, no andar da catada
ua Mrquez de Olinda n. 57. aOm de res olver-
sesobre a disirlbok30 do respectivo imposto,
presumlndo-e que se deliberara como onmero
que comparecer, pela exiguidade do tempa para
tratar se da referida di.-t- bcgLo.
Recre.STSsJn'feodfttSiS.
Mmiel Colago & C.
Oliveira Rjsio & C.
Nones Fonseca & C.
Carlos Halliday & C.
Albino Silva C
Uanoel Juaquim Ribeiro & C.
Silva &'aaolos.
Prente Vianoa & C.
Prnce Line of Steamers
James Kuott, Newcastle-
ou-Tyne
LINHa REGULR ENTRE OS
Estados-Unidas e o firazil
E' esperado dos porto! do sol
at o dia 15 de Jalbo e eabira
depois da demora necesearia
Para i New-York
O vapor inglez
CreoJe Prince
Tem ptimas ac3omodag5es para paisa*
geir o Iluminado luz elctrica*
Para cargas e oassageus trata se com os
Consignatarios
Johnston Pater e Comp.
Ba do Commercio n. 15
D
LINHA MENSAL
VAPOR
Matapan
E' esperado da
Europa at o di
19deJolbode93,
seguindo depois
da demora neces-
Companhia Santa The-
resa
Empresarla de agua e gaz i cidade de Diinda
No cae da Companbia Pernambucana, iscnp
torio do Sr. SebasiiSo Lipes baimarSes, direc
tor e tbesoureiro da companbia, estao sendo
pagos os juros das debentores no semestre ven-
cido.O dirsclor prestden'e
A. Pereira SloiOes.
Imme-
eslar os
EOb
Deixa de haver o par o e animaes de puro sangae por nSo ter appwecido iaseri
de accordo com o i rtieclo publicado. ..__ mm^-----.-m
Tocando a pesagem os animaes dever estar jontos respectiva casa par erem
.tam-nteensilbadosesegoirem para o barracSo no centro da raa onde 6 ipoderao i
jockeys e os traiadoiea ou criados ob quaes nao podero ter communicago com pessoa alfiama
"le8deSnTamSmv!goVted.a as resolagOes at boje adoptadas pelas sociedades bjppicas
deste Estado, constantes dos seos cdigos de correa e instruccOes jft Poblicadas. {nt^..0
Dentro da cara das apostas, na sala destinada a vende daa pooles. nao teri Ingres
pessoa algama alem da directora, commissao scal e empregados.
Os Srs. juizes e terao ingresso na sala epntigos ai da venda de Pooles.
Os Srs. empregados devem eBtrar no Derby Clab s 10 horas da maohS em ponto
nena de nio serem admitd. s no servlfio. ___ ___
Cuama-se a attengao dos Srs. apostadorea para o horario que seri restrictamente obser-
vado, fechando o pareo s 11 toras em poBto. .. .
Os ockeys que nao ae apresentavem convenientemente trajados com as cores adoptadas
o proaramm- Jr eeus patroes, nBo serao admittidos i pesagem e sero maltados de accardo
com o art. 61 do cdigo de corridas. ^ _
Os animaes inscriptos para o J pareo 'deverao achar-se no ensilhamento i 9 l/I horas
da man ^ ger5|) rfeceDdog al Babbado SO do correte, fia 3 horas da tarden na Se-
cretaria JJ|JT que oao forem pigag nQ prtd0 da Balancia no da da corrida e serao pagas
3'd!s depcs na Secretaria do Derby.
Os premios perao pagos 8 oras
Duque de Caxias n. SO, andar.
O expediente para esta eorrida encerra--se-na
Uf 6* A directori chama a atteoca; dos S s.iproprielariaa e jockeys para o art. SI e seas
eart. 6 que sao restrictamente observados.
Secretarla do DerDy-Clab te Pernambaco, 18 do Julho de 1895.
O gerente,
COMPANHA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSE3
BOA 00 VIQABIO N. 1, 1. AHDAB
Direc torea
Bar&u de Sooza Loto
Thomaz Comber.
Julio Osear raes Barref._
Capitana do Porto de Pernam-
bneo
Afiso Hydrographico
De crdem do Sr. oapitSo de fragata e
capttSo do porto desta Estado, Josa Pe-
reira Ooimaries, mando pnblioar o se-
uuicte aviso t
Ministerio'da Marinha
E. U do Brasil
RepratioSo oi Aviso Hidrograpbico
N. 21
Costa do Ea'f dj de Sergipe
Modanr;* do canal na barra do Araoaji.
Para conbeotmento dos navegante s taoo
publioo, que segundo oommunrOa(|8o tele
graphioa, que acaba de dirigir-me o eapi-
tlo do porto de Sergipe, o canal que ac-
tualmente d entrada na barra do Aracaj
e o do Propri, no norte da mesma barra.
O canal do sol, por onde etaui geral-
ments tei'.as as entradas, se aoha actual-
mente com poneo fondo em oonaeqneBCia
da nova direcc&o das sgoas mnito avoln-
madas drente este invern.
Repartigao da carta martima do Brasil
em 19 de Jaabo de 1895.
(Ass'gnadr) Francisc Calbeiroa da Gra-
os, oapitSo de mar e guerra chefe inte
rio.
Capitana do porto dePernambnso em
16 de Jalbo de 1895.
O secretario
Manoel Jos de Castro Vilella.
far a para a
Bahia, Rio de Janeiro* San-
tos, Montevideo e Buenos-
Ayres
Entrar n o porto
P;evine-se anda aos Srs. recebedores demer*
cadorias qce f se a'.tentsr a reciamag5es_ por
lalas, que forem rccothecida na occasio da
descarga dos volumes ; e qoe dentro de 18 bo*
rasa contar do dia da descarga das aivarengaa-
deverao fazer qnaiqcer reciamaco concercen-
te a volumes qne perventara tenbam segaido
para os porto3 do sul, afim de serem dadas a
ta2po aa providencias nec- ~tas.
Roga-se aos Srs. passag-.. le se spresenta-
eva na vespera da cbega'riu o vapor para toma
em as anas pasaagens.
Para carga, pas?agens, enccmmendas e dinbel*
ej a frete tratar com
OS AGENTES
TT JJ____1- C_ ^
O., oune ol v/. .
42RUA DO TORRES42
1. andar
loyal Hnngarian Sea Navigation
Gompany Adria Limited
O vapor bnngaro
aross
E' esperado de
Trieste at o dia
20 de Jalbo, se-
".guindo depois da
indiepenravel de*
f mora para os por-
tos da
Bahia. Rio de Janeiro e
Santos
Para carga, psssageos, eDCmmeodas] 9 di-
obeiro a frete, trata-se com
OS AGENTES
Henry Fw^ter & C.
Ra do Cjmmeroio n. 8
1 andar
deools da corrida na Secretaria do Derbv Clab i ras
sabbsdo SO do correte as 3 oras da
ILliZTSD
DE LONDRES
Estabelecida em 1803
capital t,00,000
(Re 4,000;000<|0OJ
BBGUBA BDIFICIOS B MBBCA.DOBIAB
CONTRA O FOGO
7 A IXA S B A I-XAS
PBOMPTO PAQAMBNTO DB PBBJTJUSO
Sena descont
Agentes
MOWXS C.
Pacifico Steam Kavgalion Ca
pany
STRAITS OF MAQELLAM LINE
O paquete
Orcana
B-pera-se da Earopa at o di
SO do correte e stgoir de
pois da demora do costme para
Valparaso, com escala por
Babia, Rio de Janeiro e
Montevideo
Nao tem acccjomodagoes para pessageiros de
V classe.
Para carga, passagen?, encommendas e di-
nbeiro a frete, trata-se coiu os
AGENTES
Wilson Sons & C. Limited.
10Ra do Commercio10
1." andar______________
Ltoyd Brazieiro
O VAPOR
Maranhao
E' esperado do
sol al o dia SO
do correte, se-
goindo para os
torios do norte
WiiK
no mesmo da.
tfARITXICCS
O VAPOR
Alagoas
Commandante Carneiro
2.488.196. 12* 11*
N; B.A reparticio de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, nao
se responsabilisa pelas transacr^Ses fei
Vas pela de seguro sobre vidas.
Wilson. Sons & C.
Banco da Repblica do
Brazil
Paea-se o S* dividendo das aegOes deste Ban-
co, relativo ao semestre vencido em 30 de Janbo
prximo Ando, sendo 64000 por cada acc&o lo
lgrala e 3*000 pela que tem Boxele 50 */-
real'sado; no escrlptorio de Pereira Carneir. &
C, i roa do Commercic n. 6 Ia aadar.
Recife, 1S (le Jalbo i? 1895.
A.. A. Gomes Pemia.
Imposto de Industria e Pr.fisSo
M-jr^t?**.
Comidamos a todos os :oatrlbointes da clas-
se n. al PADARIASa reanrerx-3e no da
ti do correte, ao meio dia no escript irlo da
Companbia Recifense de PaniacagSo na praca
circular do Cies do Apollo o. 65 aflm de re- {
ver a destrlboigao do respectivo imposto.
Recife, 17 de Julbc de 1893.
Lata da Funaeca Oliveln.
Figoeirado & Mendong.
Alfredo AL.elda & C.
Marcelino Jos Biptista.
Comqaabla Recifense de Panic agio
P. I Pi nlo,
COMPANHA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
Noivrai&RN
[De Londres e Aberdecn
Posi?*o financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados
eceita annual:
De premios contra fogo
De premios sobre ridas
De juros
Agente em Pernambuco,
Boxwell William &C
3.780.000
3.000.000
626.0000
,208.000
155.000
Norddeutscher Lloyd
o VAPOR
kronprinz Friedrich Wilhelm
E' esperado da
Europa at o da
98 do corren te,
e segoiri depois
di neeet sarla de-
mora pai a a
Bahia, Rio de Janeiro
e Santos
Para
com o
paseagens, carga, frete, ele, trata-se
AGENTE
V. Neesen
Cea do Ramos n. 4
E' esperado dos portes do
norte no dia SI do corrente,
seguindo para es portos do
sul no mesmo dia.
As encommendas serao recebidas at 1 hora
da urde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
Caes da Companbia Pernambucana n. 4.
Aoa Sra, carregaderes pedimos a sua attengao
para a clausula 10* dos coobecimeotos qoe e a
seeainte: ,
o caso de haver algoma reclamagao contra a
companha per avarlas ou perdas, deve ser felta
por escripto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de nnall-
sada.
Nao precedendo esta formaiidade, a compa-
otra rica iseou da toda a r sp-nsabilidade.
As paesegens sao tiradas no mesmo escrito-
rio, at as J i/J boraa da tarda do da da sabida
do^vapor. ^
Atlen^ao
As pasaageos pagas a bordo custam
mais 15 /
Para carga, passagens, encommendas e Talo*
res trata-se com os __
AGENTES
Pereira Carneiro 8t G.
6RUADO COMMERCIO-6
! andar


1

Diarlo de Pernambnco Sexta-foira lt de falli de MM5
Boyal la iai mm mmi
O paquete
NHe
Commm andante J. D. Spooner
ra^inaispensael pira
ts. Tcenle, _leoa,
Esperi-se dos
portes do- sol 00
dit to do tor-
een te, legulodo
depols da demo-
?Igo e Son
tiaanion
Opaquet*/
Tazids
Espfe-sa da Europa no da
e rife cotrtn'e, segolndo de
po.yda demora uecessaria para
Leilo
De S63 eacco com arroi Indiano, marca e
*. algunas del;.a com loqoe de avaria, des-
carriad, s do vapor Rrootw ck.
Sabbado, 20 do correte
A'S 11 HORAS
No trapiche Bailar
Em lotea, a \omade doi compradores
O agente Piolo, levar a leilo por coota e rls
co de quem perteocer e em um oa coats loies,
663 saceos com arroa da infla, descarregados
de vapo'jij-'l-mao B-uctw: k e existentes ao
trapiebe baltar.
AVISOS DIVERSOS
Macei, pahia, Re de Ja-
Santos
O 'saquete
Magdalena
.se dos norlos da Ec-
a'at o da 5 do corren-
,ro aegoicdo depois da mora
lodiispeoea\''jnara
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ay?fe.
N. B.Previne-se aoe Srs. recebedores
mercaduras, que a Compaohia Mala Real i .
Ca. contractoo com aGenual Steao Navegatioc
pomcanota servico da vapores semanaes que
carilindo de Bordeaax, Cognac, Cbarente, devem
crjegar a Soothampioo a lempo de naidearem as
largas destinadas i America do Sal para oa va-
dores des'a compaobia.
Esta compaobia accelta por precos risoaveie
para Valpaialso al Abril, pasasageiros com este
destino por la de Buenos* A jres e entrada do
Andes. .
Tambem aceita passagelros para Ifewiork
8 Sootbamptoo, por especial arraojo leito coa
a Companbia AMemand Llojd.podendo demora-
rem-ae na Europa ca i o deBejarem.
Redcelo no preoa daa passaftens
lia Ida e volta
k Lisboa 1" classa t Vi t 20
A' Southamptonf dasse 2 oa
Camarotes raservadea par oa passagoiroa ce
Pernambaco.
Para carga, passagens, eocommendaa a di-
Bbeiroafrete, transecom^g
Amorim Irrao* & C
H. 3Roa do Bom JeautN. 3
Aloga-se oa vende se orna caca em solo
proprlo, no prlmeiro Merco do femedto n, 1,
com i salas e 3 quartos, tendo om grande qoc-
tsl bem arborlsado o osa boa cacimba ; a tra-
tar na rxesma.
f
Dr. afanatel Joaquina Silvelra
! aoolversario
He'mina Amalia Guimarts Silveir
Ibos, georo, noraa e neto, mandando celebrar
musas por lma do seo msrldo, pai, irgo e avo-
Dr. Manoel Joaauim Silvelra. sabba'io SO do
crrenle, as 8 i/i boras da maoba, na matriz da
Boa Vista, cooviasm para sssistil-as aos seos
pareotes e amigos eaos do finado, bjpotbec ?
do-lhes eterno recenbecimeoio.
Prince Line of Steamers
James aiiot New-Casaie-on-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-Unidos e o Brazii
E' esperado do porto de New-
York at o da do corrente e
sabtr depois da demora neces-
sarla psra a _,
Bahia, Rio de Janeiro e kan-
tos
O VAPOR INGLEZ
Moorish Prince
Para car^ e passagens trata se com oa
Consignatarios
Johnston Pater e Comp.
R;a do Commeroio n. 15
Coronel Angnolo Laeerda
Dr. O tar.o Xavier Pereira de rilo. D. Aona
Laeerda Xavier de Brito, Eiuardo O. Xivier de
Brih>, sna mulber e fleos (entes). Carlos F.
Xivier de Brlto, soa molber e fil&os (ausentes),
Leopoldo B- de Olweira Aodrade, coa mnlber e
flloo e Ar'hor O. Xv*er de Brito. leodo noticia
de bavtr fallecido no Estado da Babia no dia 13
do crreme mea. sea cuotudo, irmao e lio co
onel Aaausto Lceida. convidara aos seos pa
reotes e smigoa para a''sttrem a- mlesse de 7-
dia qoe mandam rf lar no sabbado SO do corren-
te, as 7 l/i damanba, na Igreja de S. Pedro, em
Olioda.
Empregados para tele-
phones
CONDIQ ES
I.Sabir montar e desmontrar appare-
lhos terephonir'.oa mxime os cen-
t es daa Estajea.
2.'Saber 1er, escrever e contar e ter
alg-uma pratica de construcefos de
trabalhoa exteriores as EstagOes.
3,Ser preferivel soltsiros podendo
tambem ser casado.
NOTAas propostas deverSo ser foitas
em cartas fechadas e remettidas a Em-
preza Telephonica de Cearfc ou a seus pro-
prietarios Pamplona, IrmSos &c C1
CearCaixa do Correio n. 31.________
Compra-te S COOJOOO ae apolices directas
do Eat. do, e vende-se as casas terreas ne. 190 e
193, roa Imperial : a tratar na iui Larga do
RasariJ n. 14- ^^_^_^___^
tymde-'Se
Cs cvanos Transporte e Cbimbnte, os qnaes
acbam si inscriptos para a co'rlda de domingo
|.bo Derby Club ; a tratar no armasen i travessa
do ^o'po SaDto b. 27. .___
Vende-se
Doas casas a eatrada do Arraial, tendo a prl-
cetira 8 qoartos, 3 satas, despensa e cosmba,
com um peqoenu sitio ; a segunda com 3 quar-
los, 3 salas, costosa e om pequeo sitio ; o
motivo da ven a se dir ao comprodor ; a tratar
oa psdarla LuHaoa na estrada do Arraial, com
o Coelbo. _________________
t
D. Therea Lifcania Mantciro de
Abre a
Hinoel da Trindade Peretll. Marianna de Me
deiros R. Peretti e seos Albos leodo a noticia de
baver fallecido em LiBDoa, no da 13 desta mes,
soa presada tia D. Tbereza Libania Honteiro de
Abren mandan; reiar aLuuss missas, na ma-
n da Boa-Vista, texia feira 19 do corrente, s
boras da mi.Dh8, .'(ta do fallecimento da
mesma seobora.e convldam, para assleuraessas
misas, op seo narp-ripi amigoa
f
Antonio Barbota de liveira
Florloda Ferreira Barbosa, Alfredo Barboza
de Oliveira, Marta Ferreira dos .Santos, Bernar
dlno Palmeira dos Santos, Anoa Julia Barboza
Lopes e Manoel Alves Lopts agradecem a to-
dos os pareotes e amigos que se diKoaram de
acompanbar os restos mortaes de sen prezado
cuonado e lio AoIodo Birboza de Oliveira i
soa ollima morada e de novo convidio aos
mc-smoB piri assistirem a urna mlssa que por.
alna do mesmo finado mandam celebrar na
Capaila de Santo Amaro das Salinas oo dia 20
do cerrenie ss 8 no-as da maoba 7. d:a do
sea passamento pelo qoe desde ja se confes-
sam eimmamente gratos.
Gosinheiro perito
Admitle.se por coolrato um co iobeiro que d
boa^ refereacias de soa conduela e fcablMUfiCes
desna.arte, pa otra casa de peoio Irequen-
tada pela ineibjr sociedad*, 6o >6 ea'a espit-
cooTodo ealraogelro, ao-anle-aa MsjM*:
a tratar na roa 15 de Noembro n. 40, das il as
3 boras da tarde-___________^____
Ama
Precisase de urna ama para engommar ; a
tratar na roa da Matrii da Boa Vista n. 18, se-
guado andar.____________________________
Barcaca nova brasileira
Vende-se em leilio sabbado 30. ao mel da
sen casco e todos seos macames. ""?";"
ella na praia ao IrsocBe da umpanbia Servas
de Portos, caes do Ramos : paia iBrormacCes a
ra do tom Jesos o. 51, aodar.__________^
Amas
Precisase de orna ama para cotinhar e ootra
para andar com criare", lralr no cbora "e'
nio, Pissan n. 3.__________________-----
Ama
Precisa.se de nma ama que coaiohe e fas
compras ; a tratar no terceiro anoar desta tjpo
graphis.
Tijolos
Pacific Steam Navigaoa Com-
MR
STRAITS OF MAGELHAN LINE
O paqoe'.e
O paquete Orellana
Espera-se do sol al o
dia V de Ju.bo e segor
depols da demera do cos-
tme para Liverpool corx
escala por .
Lisboa e Plymouth
N. B.Este vapor uho tem accommodaeos
para passageiros de3. classe.
Para carga, passagens, encommendas a valores
trau-secomos ^^^
Wilson, Sobs 4 C, Limited
10RA DO COMMEROIO 10
1 andar
t
Clandlno Jote de Araum
Mara Francisca da Cooi(&o Araojo e seos
Bllios, Joe Nicolao Tolentloo de Araojo. Fran-
cisco Severino de Araojo, Eustaquio Fausto de
Araojo e Joanoa Oaofre de Araujo (ausentes)
Epbigenia Amelia de Araojo, Francisca das Cba-
ga Araujo, Rita Silvina de Araujo, agradecem
a toda as pessoas qoe acompanbaram a ultima
morada os resloa mortaei de sen estremecido
esposo e pai, Claoduo Joe de Araojo. e de novo
soovidam os pareutes e amigos do Boado para
asslEtirem asmlssie de 7- da do seo passamen-
lo, qoe te- lugar na igreja de S. do Pilar,
Begonia fei-a 38 do correte, as 8 boras da
maoba, coBfesaaodo-Ba deede j eteroamente
sratosa todos por este ac'o da rellgiao e can-
dida.
LEILOES
Sabbado, 30. deve ler lugar o leilo de C63
saceos com arroz, em om ou mais lo:es, no tra-
piche Bailar. ____________________
Agente Pestaa
Leilo
De doas cavallos andadores de baixo a meio,
gordos e Bsdios, 1 rosso e onlro
mellado, lotalros
Sexta-feira, 19 do corrente
A'a 12 horas
No armatem travetsa do Carpo Santo
n. 27
t
Manoella alarla da Conocloe
Fenelra
Alfredo Ferreira L.disiao Ferreira. Affanso
Ferreira, Ernesto Frrrelra, irnoas, conbadas, Je-
ronymoS. de Miranda Castro e Biaos, Antonio
Joi Leal Res e tillaos, Dr. Joe Marianno C B.
Cavaleaakr, convidam aos pareotes e amigos
para aestsUrem as nuesai qaa mandam rezar na
matriz da Boa Vista, sabbado 30-d correte, s
6 boras damann, poraimaita soaprezada m,
sogra e av, Maooeil Mara da Conceico Fer-
'aira, celimo oia de soa morte.
Fabricados na (abrm de Camarsgibe. de su-
perior qu^itdade, vndese 10 escripjorio da
Companbulidostriat Per .auoocaoa. a ruade
Commercio n. &_____________,_____________
Atten^ao
Vende-se o sobrado de 3 andares e solio [in
temo, Bitoado ra da Roda n. 17, e a casa
terrea n. 102, no Barro, estrada de Jaboa'io, edi
rieada em um terreno de 89 raimo, de, frautt e
689 de fondo, pa lemursdo.com po'to de ferro,
a.rataTcomo soIlciUdor Aotonio Bezerra, u-
valcante de Albaque-qoe, a roa de Margo n.
lg i-aodar.______________________________
Caixas de msica
Importantes modellos novos.
Secretarias proprias para presentes.
Recebeu a Relojoaria David ra do
Cabug&n. 14 desdi l50J000a 400S000.
Grande sortimento
Homem casado
Nalaral desse Ettado de cor branca, com nu-
merosa familia, sabendo ler, eBcreyer e coa-
lar ero ba.xa escala cos.omado a "ajar para
oa centros desse Estado e em ootroa visiobos.
ZSS encadernar e fabricar caixas de pape-
iao offereceseaipoblic mediante o joroai de
84000 diarios para desempjobar qoaiqoer in-
combencia do qoe cima ftco dito, po.lo aer pro
corado nesta redaeco por cftamados escripto?
com as Iniciaes A. B. S._______________
Precisase aeuina ba
cosinheira, com urgen-
cia a tratar na ra da
Soledades. 82 A
Caixeiro
Preciea-ae de um menino de 14 i 16 aoaos.
com pratia de molbados. e que d cooDeclo-
iodBoacorjdu:takatratar m paleo do Terjc
a. 34.
Grande expsito de Coraes
53-Rua Baro da Victoria-53
RAPHAEL AjLOMRA &.. C.
De pasaagem pela prime.ra vez por este Esta-
do resolveram expAr em casa do Sr. Loiz Ver-
net o graode sortimento qoe poseuem nao e
pela verdadelra qoalidade como- modecldade
dos precot.
Sata ex por icio ser dorante 8 dias da 9 bo-
ras do dia s 8 da ocote,
53Ra BarXo da Victoria-53
Agente Pestaa
Leilo
que

De ("o -3 carros de 4 rodas, com 2 bois
trabalbam nos meamos:
Sexta-feirr, 19 do corrente
AO MEIO DIA
No armazm o travma do Corpo Sana
n. 27
Agitt ounin
Leilio
Do importante estabelecimento de calcados,
mludesas e qoinqolbarias sito roa da Impera-
triz n. 3, coastando de grande quantidade de
calcados de todas as quaRdades, mindexas e
menos a srmato, fUeiros* cartatrav cofroe qee
ficam do mesaao estabelecimenlo<-
Quinf a-eira, 25 do corrente
A'S 11 HORAS
lio ealabeleolmenio sito i roa da Imperatrli
n. 3
O agente Oliveira, auterlsado palo Sr. Manoel
Antonio Pereira de Azevedo, que vai mudar de
negocio, levara a leilo em diversos lotes todas
mercaduras existentes no seo estabelecimento
alrjflf MI < ',af'ft, afma menclnaadoa.
Armacao de amarello
Veode-se orna expieBdda armaga de ama-
relio propria para u ercearlJ, fauadU( Icurjas
e outjs ramos de negocio o traUr a ruado
Bom Jess n. 38 toja.
Ao commercio
: Tendo remprado ao *r. Julio Francisco de
Axevedo o seo eslabelociiuento alto no loar
denominado Coquelriobos, em Santo Amaro n.
i, livre e deaembaiacado de todo equalqaer
ooos ; qoem se olear credor apresente-se no
prasode seis- d as no mesmo eitabelecrmento
para ser paga.
Recife, 14 de Jolho de 1895.
Bibildes Sadoc dos San:os.
Fundieo Creral
| Roa Barj io Trmmbo n: 44, tem para
vender
CHUMBO oglez em ba ra.
MACHINA8 parapadasla.
GUINCHOS para barcaca. -- ^
MOTORES petrleo (do fe brcente norosny)
ALAMBrQUE3 de ferr coado._________
Cosinheiro
De om perito pseolsafsArta do Commeroio
44,oo P.y3sandi9.
Amas
Preeisaee de tres amas, sendo ama psra co
a nbsr, ootra para arroma^oea de casa o ootra
Jara aodar com menino ; a tratar no Cbora.rae-
mos, ultima casa ao lado direito, antes da
pon tamba. ^___
Precira-ie
pbas o. 14 A.
Cosinheira
de costnretra ; na ra das Nym-
Criado
Proeir-ardeourcfta-do- para casa d famtlfa^ Rijo A^ Claaimaraicu n..6 .
* irstar na roa Doque de Oaataa ni /lia. *** .viiiaAa*wTHaa u. san
Ghegaram! I
Bonecas com moHas
a It^OOO-a duza.
Loja daPerda
Ra da Impera-
triz ii. YB
Domingos Fernandes.
Plvora
De todas a qualiJades
em bairia eem latn ta ven-
de-se no eficriptorio do Per-
nam b u co Fowder Factory.
uinium Tr abarraque
VINHO FEBRFUGO 1gr~\ TNICO DIGESTIVO
APPHOVADO S*EL^.
E>E MBDlOrN^i1DB
O VINHO DE QU1NIUM de Alfrbd LABARRAQUE, eminentemente tnico e febrfugo, deve ser preferido a
r^INtW^^i^ preparado com o QUINIM (extracto de verdadeira cruina),
constitue um medicamento de composico determinada, rico em principios activos, e sobre o qual os mdicos e
(fviNHodfoUINIU^
causas d'enfraquecimento, seja por antigs molestias; aos adultos fatigados por um rpido cremmento, &*#m9*
tSmdifficudade em se formar e desenvolver; s mulheres depeu dos partos; tmveOos enfrontados pela tdade eudoenai.
No caso de Chlorosb, Anemia, Cores paludas, este vinlo um poderoso auxiliar dos ferruginosos. Tomado jonta-
mente, por exeruplo, com as verdadeiras PILLAS deVALLET. produz effeitos maravilhosos, pela suarpida aceio.
19, ma Jacob X-" KRBJHH Om A. CItAlCHWT e C, Suco"-
B NA MAIOB PAHTB DA PHAitM*G143 DE TODOS OS PAIZgS
PAEIZ,
VERDADEIRAS PILLAS do 0" BLAO
BBorecam-ae oom opttma xlto tu, mala de ao pela matar
vos Francene Eartiangalroa para a curada AMMMMA* CMLOMOUlb
V#a*isaVA4^Btsi) Ttii* wmw ^ rt H >T.
A insercao no qoto C* varmc*ao a r'Ucacla d'eataa mtats, autorttwadoHlMS a veoda, asean qualqt
Sj lasswiwsi naa nUr s i aa a srwaat mum w* a fSata aam.
DE800NFIEM-8B OA HVXITVA. ota. a mrtfaaM N*iu 0> JBSanaal ola m mtm-mH m Aaisas 11-
HKQ* 100 fitju, mu ** por mtrt.
V-AXIS, S, SOA ATXWBI. DIPOSITOS BU TOBAS AS nUSIOXPAa* SMS]
r PARA Cflt.llt 1
a ANEMIA o RACHITISMO
nLEUCORRHEA as ESCROPHULAS
o RHEUMATISMO ^SftW jbbbW a TSICA, etc.
de EXTRACTO de F1GA.DO de BJLCA.LHA.O
mais efflcaz anda do que o eleo cr de figado de bacalhao
O GOSTO do Vinho Vivien e TO AGRADAVEL que as
mesmas crianzas tomam-no com prazer.
STof prittctp&ea pharmaciaa. PA.RIS, Ra Z.aCayat. tBO .
m
s
o
-s Sl
2 N H
a1- a
8 3-3
2'Mo
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<# Medalbas < Ouro ni Exposigoes Universaes *
pars
0$
a
9
a
J. FAU
BOROS (FRANCA)
O
en
SABONETES
"Ni e d\ e a\ e iv\,o sos
Ds GRIWAULT e C*
SABONETE SULFUROSO contra as bor-
bulhas, as manchas e as diversas erupcOes
que se manifestao na pelle.
SABONETE SULFURO-ALCALINO
chamado sabonete de Helmerick, contra
a sarna, a tinha, malhag escamosas e a
pityriase do couro cabelludo.
SABONETEdeALCATRAOuNORUEGA
empregado nos mesmoa casos que o
precedente. ^^^^^^^
SABONETE DE ACIDO PHENICOpre-
aervativo e antiepidemico.
SABONETE de ALCATRAO coa BRAX
contra as affecces cutneas, chronlcas ou
ligeiras, crostasdeleite,dartros, eczema.
Dapoiito om PARS, 8, roa Vivienne.
PERFUMES
OA
Paira o lenco
DE RIGAUD E C
PERFUMHROS DAS CORTES
d'Espanha, da Grecia e da Hollanda
EXTRACTO: Graciosa.
Iris.
Violette blanclxe.
Ylang-Ylang.
Lilas blanc.
Ascanio.
Rosina.
Melati.
Muguet des bois.
Sabdes e P6s de Arroz
COM OS MESM0S CHEIROS
' O S
mi es 52 5-2,2
?fSo,B^
.2,S3i^"g'
% S-2 S2 Sj
r- (I m
p -S.2 ofa.
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a. ,J*;
S.2 ^ |
aa,r3
J

1-o-S
o
'2 j _a 3 a es .
< "I fe -3 w 8- M
Molduras
Para porta e janellas, forros de sala,
guarda-vestidos, lavatorios, quadros de
qualquer largura, de pinho, amarello, ou
qualquer outra madeira, na fabrica de
movis a vaper de Silva Fernandes & C.
Deposito ra do Barao da Victoria
0. 49-
Criado
Precisa-se de om qoe erjleoda do servico de
4 sa : na rea do Hospicio n. la. __________
Criado ou copeiro
' P'pr.isa-te de um; na roa de Paysanou' nome>
to 19.
Deposito em PARIZ, 8, Ru Viviennu
Se mentes de Hortalic,as
cuerdas aoja
Completo sonimeoto
i! Boa estreita Pocas Mendea C ^___
VINHO e XAROPE de QUINA e FERRO |
De GRISMULT A Cs Phc<" de Paria
HpprovidospeltJunf dHygiendo Mo-dt-Janelro I
Gracas s suas propriedades tnicas e
reparadoras, estes preparados produ-
zem os mclhorea resultados quando em-
pregados contra a anemia, a calorse,
a leucorrha, as desordens da mens-
truacao, ascaimbraado estomago,conse-
cutivas a essas enfermidades, o lympba-
tismo e oulraa molestias provenientes |
da pobresa do sangos.
Esta Vinho esta Xarop sao prepa-1
rados com a oasoa da ezcellanta quina
a abricacao da celebra
MORRHUOL
De CHAPOTEA^
0 MORRHUOL contm todos os prin-
cipios que entr&o na composico do Aleo
de figaao de bacalhao, excepto a materia
gordurosa. Elle age com mais rapidez e
representa 25 vezes o seu peso d'leo.
As experiencias effectuadas nos hosp-
tes provaro que o MORRHUOL
muito efficaz as Bronchites, nos fesfri-
mentos, nos Catarrkos e naa Molestias
de pato em seu principio. Desde os pri-
metros dias de sua applicac&o, cessao os
sures nocturnos, reapparece o appetito,
avivSo-se as cores de face, -os doents
accuso um sent ment de bem estar,
achfto-se mais fortes, a tosse dimine, o
corpo augmenta de peso. O MORRHUOL
modifica promptamente a constituicSo
das creangas debis e lymphaticaii,
sujeitas a resfriamentos frequentes.
PARS, 8, RU VIVIENNE
et em todas as P.harmacias
Cosi n lie ira
Pie'ifs se e nma psra casa de familia de tres
M63008' psga-fe bem; na r >, segor do andar.__________________

Dentes
Termina a korrivel dor de dentes usan-
da oexcelleute preparado de Manoel
Cardoso Jnior. >^^
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos jomaos de maior circulacao, attaa-
ra eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
Ta& C., ra do Mrquez de Olinda
23 n. j
Pharmacia Martina, rea Duque de
axias n. 88. __
Pharmacia Oriental, 4 ra Estreita do
.Rosario n. 3. t ,
Pharmacia Alfredo Ferrerra, a ra do
3. To da Victoria n. 14.
tharmacia Virgilio Lopea^rua Lary
o Rossrjo n. 31
Pino
Vende-se um novo com capa, caleira e lan-
jeroas, roa Impeal o. 13 loia
Amas
Prec*ta-se d doas'amas, sendo urna para ea-
sin-ar e outra pamogooimar, jara swi da-ps-
qoew familia? a trato* iu re* do ttjspito Sa-
maras. ^______________
Caixeiro
Preelta-so de om caixeiro cora pratica de
moloartos e qoe d conbeclmento de sna con-
ducta ; na ma de 3. Joao n. ti. _____________
Urgente
Precisa-se de oma sma para coiinbar, na
ma Larga do Rjaario n. 9, R'guiador da Ma-
rioba._____________________________________
Precisa se de orna am, a tratar a ra
da Victoria o. 65 i. andar.
Barao
Bom emprego de capital
Precisa-se de socio capitalista para urna in-
dustria nacional ja bem eocaminhada, qoe ren-
de mais de 50 % de lucros lquidos.
Pa-a informaQOes com o Sr. major trsncisco
Livino deCarvaibo a rna do Qoeimido n. 60 i.'
andtr, das 9 da manbi s 5 da tarde..
Ama
f PrfctBt-se de nma ams para coslabar. i re;
! Viaconde de Pedas, antrga Ar^gao n. 87.
Fabrica de relo
Aguas e limonadas pasosas df
lod- s as qatli*au>s
Soda water, ginger, ale, limto laraoja
coraoo, abacaiis, granadina, groae!la
fraabataas, baunilha, hortelJ pimentar etc
oto.
12AGAB* DO CAPIBARiBE 1A
llilili
orj a o L
Criado
Preci88-se U vo n. ISOi
Carne verde a 700 re; o kilo.
Venda oa baiao assigaades, carne de pirt-
H*rTai (t J7 e e CaroOOa do Carman 1.
H kS pri so-re- altaraC8o Pan m.-s ou
parar aaaeasaeapre e accordo com os prepoa
,do ado as lelra.-.
atola, 18 de M.i.4aiS9a.Li_t Cast^reir;
preciaos* 'de ma eosteretrt pa-a' roupai
brancas : noCsmiobettoWB; 0-
Caixeiro
Pretisr-a* pira notl na ra targrea-Rota*
non. as.
i MUTILADO



1


..--
Sr





^2=4
Diario de Pernambnco exta-fefra 19 de ?fullio de 1895
Duas jovens em conflicto
NO THEATRO
D? repen e ocio se grande romor nos rama
rotea da t* ordeno, ers gande clIicIo entre
do3S jovens: ataques, cbo'o, malo, tnorre, api-
Iop, o diibo emboo tbega a polica, indaga do
fado p tica sibeodo qoe iiDham ido a vita de
ficto, D. Elvira e D. euoveva; verificada a
caira, tinha raiao D. Elvira.
Relava Indignada, furiosa mesmo, D. Genove-
va.com sea rnica e cooopanbelra de camarote
pelo taco de ver ?ee lod, e PS'soas qoe esta'
~'m no lbeat'9, olfcavaTi conecte para fu. roi-
ga e rao p ra y\\>, Indignada .lfei Dio per
03 booita cara Elvira, jeste seo lindo vestido
que Mi cbsauodo a aitercao de todos' om
v:elido de urna boni* phantazia o lao caique,
qoe. eodo o mea de teda, o peo iea!c moito
mai8 qoe file e o qoe m o2o querer 011er m" a loj onde comproa a ja-
zenda de s; u vest 'o
Elvira, coniraria i, d ur- a gayaloadas arca-
tica e da : para qoe nao lela os annuucics da
lojiS?psri que cao i>a?selan no commercio t
ora Sr?. D. Genoveva, outo cfficlo. qando eoT
sopponta que a ana ra va ra por causa do pri-
mo Jaca, vem a Sra. d te.r que tao fnente por
que meo vesii'o moito bmtto e qoe sendo ^de
phiotazta realca aui- que o s-u rendo de t a
e porque eu nao qu x dizer a Sra. a Iota onde
compre!. E' o caso, nao somos cada oeste
mondo.
Sra. D. Genoveva lenba joiio, nao veoba para
o tbealro d?r om espectculo deste, e quande
quizer comprar qualquer 'azenda ce (Ja ni
pbartaiia de moito gosto, vi roa do Crespo
n 11, loj\ Estrellas da America, qoe, ci
encontrar om liado e variado so'timeoto de b*
zeodas finas e modas e bom com amemdade no
trato, agrado, siocendade na aeJida e piejos
commodos.
D. Genoveva requer verbalmente ao comroisea-
rio qoe Ibe mande D. Elvira dar por escripto o
numero da loja. o nome a roa, o da (-senda Ce
ttu vestido, o prego e bem aeeim o nome de
todas as aienda* que ella vio na loja referida'
o qoe (oi defe i o.
Estrellas r)'America
12 -Roa 1- de Barro 1
Antiga do Crespo
MARQUES & LIMA
Agrado a todos, pbantazia em tec do de gorge-
rio, lOOo covado.
Sonbei com 'eo, pbantazia, i100 o covado.
Pe y, phantazia de salpicas de listras e lavra-
das, IS20 o c vado
Sedas de c es. Vaidozas.
Ditas de ditas, Suspiros que vo e f m.
Cachemiras de cores, Boxbardeio.
Pbantazia, Slrandioba.
Lis com lisiraa de ta. Aelaide.
Ditas dem dem idee, Eivia.
Ditas ilem dem iderr. Moract.-.
Cachemira de o-, Tenho ciumea de t'.
Lis cem salpico:, Os 3 Jacaree.
Sedas, padroes nov s. A? sogrs.
Dita tecido gorgurio, Hei de amar-te atmorrer.
Cachemira preta de edres, Nao quero amores.
Merino preto para botinas.
Dito Col para habito.
Grande aortlmeoto de merino pretos e iavrados-
Velbotina de todaa as c 6-es.
Grande eortimento cambraias bordadas.
Corits de vestido b-anco bordados, 1800J.
Vestidos de cartee, bordados i se a.
Linda rh.ntaiia Re>ios de amor.
Ficts de i i 200J0.
Ptiiilbo8 de iinbo liaos e bordados.
Pannos de crochet para sofi e cadeirae.
Camisas bordadas para ooivos.
Camisas brancas e de c es.
Vestuarios para baptisados.
So retado de ama e daas vistas.
Fianlia liza e de lisias.
Olales preto.
Cortinados de can.braia e de crochet para camas
Cortinados para janella.
Manli has de .ca de (ores 6 pretas.
Ditas da algodao de (ores e preta.
Crnicas de li para bomem.
Cobertas, colchas e cobertores.
Ditos americanos, 24500 om.
Bsela encarnada e azul.
Limifsimas caemiraa de cores para homma
gosio especial.
Cortes de fus Oes branco e de corea para colete
A'oalbado de Imbo e de algodao.
Panno da co.-ta para mes?.
Sercolss elsticas.
Bramante de lmbo e de algor 2).
Lindos pad Oes de crep para coberta.
Crep pretr*.
Merm preio lavrado, I 803 o covado.
Las com silpiecs e seda, Cannlnba verde.
Seda de lisira, Athayde.
Paletots folbade itYia.
Camisas de meia com lletras de c6'*s.
Cachemiras pretaa com salpicoa de cores,
fta porta Sioha.
L nons Iiz03, de qoadro e de salpico?.
Cacbioet Ce tela de cores-
Velludilbo de cores.
Ser de todas as cores.
6orgur5o preto, diversos precos.
Setim de todas as cores.
Be Balo.
Merino da Cretooe de barra om metro de largor'.
Cas a baps'a fina, 400 res o covado.
Dita dita, 200 -is o covado.
Chita re-fbita. 240 ri o ci vado.
E moi'as ootras lazendas que impoiBivel
desciever. ,m
RA DO CRESPO12
Estrellas d'America
Abra
Ccsinheira
Precisase ;"na roa Marqoezdo Herval o. 10
Cosi heira
Preclsa-ie de orna qoe dorraa em casa dos
atrftes, i roa do Rjapicio o. li
FOLHETIM
49
a i&il m ^sa
POR
:::::: :::::-
XXII
OM1KADO
(ContinuagSo)
O principe erguou os olhoa para o sio-
gouti; lembrara-so de que por diversas
vezes o rei quzera dizer-lhe urna cousa,
mas arrependia-se logo.
Anda agora Fid-Yori perturbou-se
vUivelmente.
Qac ser peasava Nagate.
E ajuntou alto:
Voltarei depois da ving-anc-a e pro-
metto nao abandonar te.
Ao salir do aposento do siogoun, o
principe encontrou Yodogimi.
Ah! fez ella. Vena recolher os lou-
rores que mereceste pela tua bella con-
ducta ?
Taes palavras seriara para mim de
urna docura infinita, aenao exprimiaaem
um desdea altivo e esmagador...
A culpa tua, que te fizaste meu
inimigo, d:sse Yodogimi.
Procure i sempre nao te desagradar ;
mas o meu mrito trabio-me. Declaras-
58 e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
Resolveram liquidar pela quarta parte de seu va-
lor todas as mercadorias que se achavam no Centro da
Voda.
A saber
MadapolSo para noiva a 4*500 a peca.
Dito Americano 81JOOO el000.
Dito fazenda para caamiza, punbos e colarinhos 13SC0.
Cretonioa Clar> s a 320 corado, o
Ditoa esenroa claros 320
Orones ingleze3 a o cordaers.
Brins brancos e de cores.
Cretonea de 1." qualidade para coberta a 800 re.
Sedaa escossezase lavradas a 1J500 e 2S0OO.
Setim de todaa as cores a 800 ra.
Cortes de setim da Persia de 705 por 2' $000!!
Ditos andnesuk de 308 a 68000 !!
tos todos de renda de gripure valenciane de 80]a 128OO0
Cachemiras escuras de 33 a 800 rs. M
Atoalhadoa para mesa a 2JO00.
Panno de cores de auadro para mesa a 28000.
Guardanapos duzia a 38 e 40000.
Capas e pelerinas de Beda e cachemira.
Chapeos de sol, com renda de 908 por 258 e 308000.
Caisa9 de casemira de 358 a 128 e 15)5000.
Um complete sortimento de frak, de 1008 a 58000.
Colletes de oasemira de i 28 p 48000.
Ditos de brim de 88 por 2S5Q0.
Grande^uantidade8 de retalhos de sedas, las, cachem ras, cretones, lynon, chitas
eto. etc.
Pede a todos os seus f reguezes e as Exmas. fami
lias em geral que se digaem visitar o nosso estabeleci-
ment, afim de se convencer da grande reduccao de
precos.
NA
Loja das Estrellas
56 e 58 Rna Duque de Caxias 56 e 58
TOO. J
Casa de comnoftsses e
repre-
sentaces
EXPOSICAO
CATALOGSE
X33SS3B0NrXXOS
de innmeras fabricas de todos os paizes da Europa e
das duas mericas, tola espacie de mercadorias, de
machinas e de materia prima.
Deposito do afamado REOL cCIM o melnordes
infectante conhecido.
Deposito da bem conhecida cODONTINA c
Dr. H. Rirted.
niNDIGAO GBRL
ALLANPTERSON&C
44-RUA 00 BA80 0 DTR1UMPH0-41
Maohicas a vapor.
Mcendas.
Rodas d'agua.
Tiixas funiidas e batidas.
Tixas b itidas sem crava^ao.
Arados.
^^
chama para ai toda a luz, nao permittin-
do que ninguem brilhe a seu lado,..
Aihas ? Emfim deixaste escapar
urna palavra de louvor !
Basta 1 exclamou Yodogimi. Fil-o
porque quiz ; mas acredita que odeio-te.
NSo me perdoa a derrota a liarou-
naga, iznrmurou o principe.
Yodogimi afastou'se, lan;ando a Xa-
gato um olhar cheio de colera.
Outr'ora a bella princeza amara secre-
tamente Yvakoura ; o principa fechara os
olhoa a esse amar ; d'ahi o odio dalla.
Nagato sahio do palacio, e, horas de-
pois, erabarcava, fazendo de vela para a
ilha de Avadsi.
XXIII
FATKOURA
A prisioneira do Sr. de Toza achava os
di as longos e montonos.
Esperava o sea vingador, mas elle tar-
dara. O crescente amor de Toza obseca-
va-o.
Depois da execucSo daqaelle que elle
suppunhi ser Nagato, abstivera-se de a
visitar ; mas, percebendo que nao f a
grande a dor de Fatkoura e que ella pa-
reca resignada, decidira-se a continuar
suas importunaces.
Ora fazia-se humilde, sobmisso, pie-
doso ; ora exalta va-se, ameacava ; mu tas
vezes procarava enternecel-a com lagri-
mas ; ella, porm, nao se mova.
Lagrimas de tigre que v ana presa
eecapar-lhe, diaia.
Nao me escapars exclamava
Toza.
Fatkoura recriminava Tika, perqu
rapariga, favoreca o amor do
te-me guerra, entretanto en nao a aceit
O contino tea escraro. i Tika desejava fazer
Escravo muito pon co humilde e queprioceza de Toza,
ras-1 ella, a
itei principe.
> Tika d
Ja n5o existe o principe de Nagato,
dizia ella. Demais Fatkoura resignoa-se
1 go com a sua perda. >
Agora s livre, diise ella um da ;
podes amar o principe de Toza.
Nunca deixarei de amar Yvakoura,
respondra-lhe a outra.
Amar um marto pensou Tika.
Mas desde esse da Fatkoura nao Ihe
fallara mais e nao lhe permittia mesmo
estar em staa presenca.
Tika cherava, mas a outra "Unga n5o
a ouvir.
Entretanto a joven serva iazia-lhe falta.
Era a companheira da sua desgraca, a
confidente de suas tristezas.
O captiveiro parecia-lhe mais duro, de-
pois que a exilara para longe de si; urna
couaa, sabretudo, lhe faltara : nao poder
fallar do seu bem amado eom Tika.
Resolveu perdoar-lhe e confessar que o
principe ainda estava vive.
Um da chamou-a.
Arrependida, Tika ajeelhoa-se no meio
da sala, cobrio o rosto com as m&os e
chorou.
Promettes nSo me fallar mais na
principe de Toza ? dase Fatkoura.
Nunca mais, aenhora, disse Tika, a
aSo ser para o mal-di zer.
Bem, eu te perdo ; falla do meu
amado, como d'antes.
Ah I que direi eu, se elle ja nio
existe, disse Tika.
E nao achas que mis consolei da-
prsssa ?
Tika, sorprekendida, e.'gueu os olhos
para Fatkoura ; ella sorri.
Mas, pareceu-me... balbuciou a ra-
pariga. Na verdade, estranho que elle
se deixaaae vencer diante de ti...
E se eu te diisesse que elle nunca
foi vencido e que ainda existo ?
Vive no teu espirito, triumpha no
tttt ceraso, o que queres dixer.
EMLSO DE SCOTT
DE OLEO DE FIGADO DE BACALHAO
Com Hypophos^iitos de Cal e Soda.
Approvaita pela Junta Central de Hygiene PuMIca e autorisada pelo governo de BraiU.
Os mais afamados mdicos do mundo receitam constante-
.nente esta prepara^So. Leia-se o seguinte testemunho :
O abaixo assignado, Doutor em Med
cjna pela Faculdade Medica da Bahia,
Estados Unidos do Brazil, Delegado de
Hygiene d'esta Cidade, etc. Attesto sob
f de meu grao, que tenho tirado os mel-
hores resultados na minha clnica civil,
com o emprego do vosso preparado de-
nominado Emulso de Scott" aos escro-
phulosos, tuberculosos, rachiticos e em
todas as enfermidades que deixam em sua
terminaco um depauperamento das for-
cas. Alem do bom resultado em seu em-
prego, alem d'isso, fcilmente suppor-
tado pelas enancas as mais rebeldes
medicacao. Poderao fazer d'este o uso
que lhes convier. De V. V. S. S.
Dr. Antonio Muniz Ferreira,
O Dr, Muniz Ferreira Sio pAL-LO, Brui. Modca.
A EmulsSo Scott urna prepararlo d'Oleo de Figado
de Bacalhao, de urna apparencia agradavel e fcil a to-
mar.. Nao tenro gosto repugnante do oleo puro e simples,
e ao contrario d'este de fcil digestao e assimilacao. Os
hypophosphitos, cujas qualidades tnicas influem tanto
sobre s ervos, ossos e cerebro, e que entram n'esta
preparaco, augmentam as virtudes j reconhecidas, do
oleo de figado de Bacalhao.
Nos casos de Thisica, Escrophulas, Anemia,
Chlorose, Rachitismo, Affecgoes da Gar-
ganta e Pulmoes, a medicina nao encontrou ainda
nada que iguale Emulsao Scott.
Vends-se em todas as pharmacias.Scott &. Bowne, Chimicos, New York. |
LOJA DO POVO
19 lina 17 de Margo 19
Este acreditado estabelecimento continua a
vender por presos sem competidor os
artigos abaixo mencionados
Constando de
MadapolSo para no ya* a 455 0 e 5*000 a pe^a-
Dito americano a 88000 e 10*000.
Dito francea para camisas, punhea e col'arichos 13*000.
Cretones olaroa a 320 o covado.
Ditos escaros muito largos a 400 o covado.
Etamioea arrendados a 500 o co?ado. '
Bramante para lencea 4 largoraa 2*000 o metro.
Atoalbado branco e lavrado para mesa a 2*500 e 3000 o metro.
Cachemiras com 2 larguras para veati'idoa de 2*500 por 1*200 o oovade.
Qaiemira preta de agonal pira roupa de homem a 2|0C0 o covado.
Ukchemirai de II eom 1 Bir.s de sea a 1*200 o cavado.
Grande aortimento de bonitos padrSea a 1*000 o cavado.
L ndog cbfcmalotes c< nhi'cnctis a f00 o cavado.
Meia de II para aenho ras a 4 0$000 a dosia.
Ditas de alg dao para aeobora a 12*000 a duaia.
Ditas de c r para homem a 12fic00 a duaia.
Ditas eruaa com flos dd asda pora homem a 12*000 a doiia.
Setinetss de todas as corea a 600 o evado.
Sedas braceas Uvradas para vestidoa de noiva a 2*500 o covadr.
Cortioadoa de orechet e cambraia bordados para cama e janella a 10*000 o pal.
Capellaa eom veo pra noivaa a 10*000 e 12*0C0oma.
Ecpartilhoa de couraya a 6*000. e 8*000 um.
Motquiteiros amer c*bob a 15*000 um.
Camisas para homem dormir a 6J0OO orna.
Ditas para aenhora idem a 6*000 urna.
Finos cortea de oasemira inglesa para ca'ca a 8*000 e 10*000 um.
Camisas de nsalba de 12 pir homem e aenhora a 6&0C0 urna.
Vestuarios de Jercey para meninos a 15*000 em.
Cobertas de crelone para cma de c-sal a 5*000 urna.
CaaLetas pira ror-pt de homens e c-eanyas a 500 o covado.
Brim,branco r. 6 a 2*500 a vara.
Dito preto a 1*800 a v-re
Sobretudos com urna e doaa vistas, cobertor??, c:\x s, ceroolas, mantilbaB, tndo pjr
pre>;( sem competencia
S na
LOJA DO POVO
(Antiga do i retpo)
CllIIi M CIMA i SOilM
^
<
Ti
O
h
H
ACTIVAS
PILULAS
DE BRISTOL
VEGETAES
ASSTJCABAOAS
URA3 2J

QQ
Attenco
NSo, nSo s isso: elle respira
ainda a atmosphera terrestre.
Ah 1 nao... Vimol-o suecumbir %
mos do carrasco ; a sua cabeca rolou no
chSo...
O homem que tu viste morrar nao
era Yvakoara.
Tika suppoz que a razio de sua ama
nio estivesse perfeita.
Pensas que estou louca ? disse Fat-
koura. Veris, quando nes abrirem as
portas da priso, se eu digo a verdade.
Tika nao oubou replicar.
Sempre melhor bssa estranha al-
lucinajSo, que o desespera..., pensaba
ella.
Gomo outr'ora, no Ddiri recomeram
a fallar do ausente.
Lembraram as palavras que elle dissera
e as aaecdotas que ello contara, procu-
rando imitar a nflex&o da sua voz ; re-
conatruiram cada urna de suas toilettes,
rememoravam seus tragos, seu sorriso,
suas attitndes.
NSo raro tinhnm discussSes sobre um
detalhe, urna data, urna phrase que elle
pronunciara.
Desse modo as horas corriam rpida-
mente.
Todos os das o principe de Toza man-
dava presentes a Fatkoura : eram flores,
pasearos raros, tecidos maravilhosos.
todos os das Fatkoura soltava os paasa-
ros, e lan;ava as flores e os tecidos pela
janella.
O principe n&o se can$ava. Durante
o da viuha visitar a sua prisioneira e fal-
lar-lhe de seu amor.
Mas um di* entrou com urna singular
expressSo no rosto.
Com um gasto mando Tika retirar-ae
e, adiantando-se para Fatkoura, olhou-a
flxamente.
Ests decidida a resstir-ma T psr-
gontou.
Sempre, e a odeiar-te.
Reflexiona bem...
E' isso, odiei-te desde e primeiro
da em que te vi e hei de odeiar-te cem-
V Boa Yisco:d de Inbanma 1S
(Antiga do Rangel)
O proprietario desta novo estabeleci-
mento chama a tt tenca o de seus nume-
rosos freguzes e das Exmas familas para
o explendido aoitimento de fnissimea
Bramantes de puro lmho. Bretanhas, Es-
guioes, grandes atoalhadoa e guardana-
pos, toalhas p ra rosto tudo adamascado
e de puro lmho, lencoa de cambra a de
linho finissimo ; boa rccasiSo para os
Srs. noivos adquirir^m um fino e bello
enx val em roupas de 1 nho por pregos
que i nipos ;i val ser i btelos em cutra qua-
que- casa.
Nesta casa t>lem de um bom sorti-
mento de f zendas finas, ha semp e gran-
de deposito de camisas, ceroulas, pnaos,
collariohos e camisas para meninos de
todas as idades.
Madeiras de construc^ao e
nateriaes para edificagaa
A Compaobia Exploradcra de Pro:u:its Cal-
csreos. vende cm een armazem do caes do apol-
lo n. 73 :
Maderas para ccnst-orcSo.
Cal brai.ca cejaguaribe.
C.-.I preta.
Cal virgim para aseucar.
Tijoilcs de ladnlno e commors.
T.jollos refractarles.
fedras de camaria para scleira?, etc.
Para familia
Alagase om commodo a orna pequera fami-
lia ; a tratar na rva de Horias n. 66, Ia audar,
>i* 4 horas r*a tardo em dlsn'e.
pre.
at a morte.
i
I IUTUMO
Bem 1 exclamou o principe n'uma
voz terrivel. Haa de ser minha mulher !
Desafio-te, disse Fatk ura, sem ba -
xar a vista.
Juro-te que aeras minha I
Fatkoura teve um sorriso irnico.
Sim, continuou o principe, esgotaste
minha paciencia ; meu amor tinha-se tor-
nado clemente, humilde e tmido. Sup-
pliquei, chorei. esperei Tua resiste ocia
inflammava a minha ternura ; exaltt.va-
me, porm humilhava-me logo.
Mas basta de tortura ; acabaram-se as
supplicas ; nada de docura, nada de la-
grimas ; agora s tu que vais chorar.
Ainda urna vez : amas-me ou nao ?
Realmente possues urna alma estranha,
disse Fatkoura ; o abutre cao pede satis-
facoes ao passaro que elle esmaga em
suas garras, e tu exiges o amor de urna
mulher, cojo esposo mataste !
Eu bem sei que n&o me amars nun-
ca, disse Toza, quero entretanto que digas
que me amas, convence me disso.
Hao de ser curiosos os meios que
empregars para me obrigar a dizer taes
cousas.
Vais conhecel-OB, diseo o prncipe,
afastando-se.
A partir desse dia comecou urna serie
de sonTrimentos para a prisioneira. D jsde
logo foi separada de Tika e fechada em
seu aposento, onde apenas entrava om
pouoo de luz ; deesa maneira ficava ella
privada da vista des jardins e do ar froaco
da tarde.
Quaai nio comia. Poaco a pouco c.es-
appareceram todos oa objectos de aeu jao.
Niuguem a procurara.
Depoia recolheram-na a urna prieilo,
-
onde o seu alimento era apenas um boca-
do de arroz fro.
Sao -estes os meios que elle em-
prega para se fazer amar I dizia Fat-
koura.
Mas um iia cesaaram esses rigores; a
joven dama foi de novo recolhida ao anti-
go pavitbao. Tika voltou tambem muito
alegre.
A provincia de Toza est invadida,
exclamou ella; approxima-se um exerci-
to ; vamos ter liberdade.
Ah I elia que chega, meu senhor,
meu esposo bem amado, disse Fatkoura ;
elle que vom nos salvar e viogar aquella
que soube morrer tao corajosamente era
seu lugar.
Nao se fallava senao no general Sign-
nari enviado p lo siogoun.
Yvakoura vem com elle.
E' possivel, disse a rapariga.
E' certo At que emfim vou tor-
nar a vel-o Depois de tantos soffrimen-
tos, valta a felicidade! Sabes alguma
cousa do combate ?
O principe de Toza parti precipi-
tadamente ; seus soldados, que n&o espe-
ravam essa aggress&o, foram completa-
mente batidos. O exercito do siogoun est
perto.
Breve estar sob estas muralbas,
disse Fatkoura, e pela segunda vez soffre*
remos um cerco.
Passaram das de febril nquietacao. Da
repente o exercito de principe de Toza,
rechacado, entrou tumultuosamente na
fortaleza.
{Contina,)
Typ. do Diario, ya Duque da Oaxia> 41



Full Text
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