Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16732


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Full Text

_
^
l
ASMOLXXI
Quinta-fefra 18 de JuSlio de 1995
\ l 11 ERO lOl

&
PERNAMBUCO.
PB6PEJSBABB BB aAK65L FXG^BfEOA BB W&m& & FILH6S
REDACTORES AXTOXIO WITRUVIO PIXTO It WDIIIt A E ACCIOLI DE VASCOXCELEOS e MAIVOEE ARAO
SS ONDE NAO SE PAGA PORTE SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgOES NA FRAN- I PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
CA E INGLATERRA | D ,. 1(.IKnft
n c \i vM.ni ..;jnl., d io. j Por seis mezes achantados. 161500
Os Srs Majenca Favre & C, rendentes em Pans-18 rae de ?QI QQ) anQ0 adiaQtado ; 33S0OO
1. rM RtaiuM Por trimestre vencido..... 9#000
La Grange Batehre Numero avdso de ^ anteriores# # |200
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezes adiantados.
Por um anno a dianta do
Numero avulso do mesmo dia.
8S000
151000
30000
1100
DIARIO DE PERNAMBDGO
I 111a medida
A proposito da soltura da alguna detentas de
oulros Estados, e (ue ha 5 annos se acbavam
> horas e 40 minutos da tarde (r;ce- reclusos na ca.a de Detencao, lercbraraos nos
bidona estaca o s 7 horas e 25 minutos aconselhar um medida que, lomada era con-
da noite e entregue s 8 horas e lo mi- W*o pelos poderes competentes, concor-
Telegramms
TavifCASTiauAa jo rusia
Rio de Janeiro, 1" de Julho, as
utos).
O Sr. Josi> Marianno tallou contra
a ordem de cousas desse Estado, reque-
rendo informacoes c providencias de par-
te do governo.
O mesmo Sr. sentou-se m meio do
rer para evitar muilos males cuja remota ori-
g*m escapar certamente maioria dos que
, Yeeru os lacios pelo que elles representara em
si, sem analysar a sua origera era examinar a
infinidad* de cousas onde vio ellWwi3Car seus
fundamentos.
A medida que nos referimos e que asienta
silencio da Cmara, j quasi de todo des- na experiencia das cousas e na observarlo coos-
povoadu, qualificando-o de revoltoso O lante de factos que por certa anorraahdade que
Sr. Buenos de Andrade. | revestem, exigem por isto- mesmo urna analvse
A discusso foi adiada, pedindo a pa-.mais delda dos prdromos onde germinaran
lavra o Sr. Cupcrtino Cintra.
i as sus prirxeiras raizes -essa medida, dizeroes,
Rio de Janeiro, 17 de Julho as ue uma v 1" 8f<* posto em i.berdade
, ... qualquer individuo de Estad) differente e que
C horas e 10 m.nutos da tarde (receb.do .^^ ^ ^ por aclog rovela(lore3 de
na estaco s9 horas da norte e entre-^ .^ g ^ incl-macao para o mal -po-
9 horas e 15 minutos da
gue as
te).
Est nomeado director geral dos cor- de veio
n01~ j deriam os podores pblicos providenciar de
I modo que tal individuo vollasse ao Estado don-
reios o Dr. Joao Felippe Pereira.
Telegramma do Dr. Cassiano do
para ser aqui recolbido e em ultimo
caso sersm-lhe facultados os meios de regresse
ao seu Estado de residencia, correndo as res-
Nafcimcnto affirma, que os federalistas pectvas despezas por conta do Estado,
querem garantas de vida e propriedade I O lira de (al medida dever ler occorhdo a
resalvamo direitode 'qualquer, e a sua utilidade 6 verdaderamente
indiscutivel.
pela forga federal;
reclamar indemnisa-jo ; c querem a
reorganisacao do Estado do Rio Grande
do Sul com intervenco federal.
O emprestimo brazilciro ser na
sexta feira prxima.
Hontem inauguraram se os traba-
mos da linha frrea S. Paulo a Rio!
Todos que estudam um pouco 03 phenomeno?
psychicos devem saber como em individuos ja
por ndole perverso?, lera desolador influencia
a reclusao por cerlo espaso de lempo. K-se
(acto incide no seu animo nao para modificar
as tendencias trazidas do bcrgo-que para isto
seria necessario um espigo lempo tao longe
Grande em Ponta Grossa.
'que qufbrasse-llie lodos os impulsos de sua na
--- Fizeram-se nomeaces para a guar- tureza revoltada e indomada-mas para ainda
da nacional dos municipios de Villabella, com maior energia revoliar no s Granito elngazeira nesse.Estado. jpulsionado por instmeos mos e perverso*,
Em Pelotas antehontem, durante a esse odio que 6 um collorario do carcter de
qualquer individuo que vive de guerra aberia
cora a sociedade porque a sociodada Ihe nrga
assento na fileira dos que, luclando material ou
sessao fnebre em homenagem ao mare-
chal Floriano desabou um camarote pelo
accumulode pessoas, e ficaram feridas le-
vemente e com algumas contusoes dif-
ferentes senhoras que do mesmo cama-
te assistiam a solemnidade.
O pnico foi enorme, tornando-se im-
possivel a continuacao do acto.
A taxa cambial fechou a 11 q8.
instkucca' POPULAR
os ^.::::: da ::::::::-
POR
Gasino Tii-saudiei-
CAPULLO Vil
CREADORES DE SC1ENXIAS
olell se tivameute, concorrem para o engrande-
cimento da familia, e consequenleneote dn
mesma sociedade e da patria.
Estabelecida essa premissa, claro e decorre
como natural consequencia d'ella, o inocula-
ment > de urna mo virus no nosso corpo social
por cuja possivel perfeclibilidade temos o dever
de zelarcorao parte que somos da imprensa que
nunca se recusa a coliocar-3e frente de todas
2. Comparecer as ses'jfccla congregagao e
acin de concurso.
3J Curaprir o prograrany^jlo ensino o quil
dever ser limitado doutrleit esc usivaraente
mil, si, e substancial, e anlo, no mais alto
grao, oslenlag&o apparatosa do cooliecimenlo
4." Coraecar e concluir o ens no da cadeira,
seu cargo, por urna serie de lices tendra es a
ligar o assumpto ao das disciplinas anteriores o
subsequen es.
5. i'ropor aos alumnos tojos os exercicios
que Ibes possam desenvolv- a Inlelligencia,
nortear o carcter e f-jitalecer es conhecimentos
adquiridos.
6 o Marcar com 4S horas de antecedencia,
pelo menos, a materia das sabbatinas ampias,
habituando os alumnos a este genoro de provas
para os ev.nns. |
7." Marcar, de trez em tw.; mezes, um con
curso sobre questOiS da materia ensinada,
julgar com iuidadosa attengao as provas do
mesmo concurso e a lisia deltas, prupor os seis
in .'Inores alumnos de sua aula, merecedores do
Bince it Honra.
8." oinparecer aos exames ns d as e horas
determinadas, funecionando Desses acto?, Cjmo
presidentes ou arguentes, couforme Ihes com-
pet i r.
9. Observar as in3'rucg0es recommendajes
do director no concerncnie polica interna das
aulas e auxilul-o oa manuieii^uo da ordem e
da disciplina.
10. Salislazer a 'odas as requisijCes leitas
pelo director no imeresse do ensino.
Art 3i O direct>r, lentes e professores do
Insl.uio compOein urna congregacao, qu func-
coner com maioria de seus meinbros e sob a
presidencia do director.
Ari. 37. congregacao incumbe :
I Approvar nos pnmeiros das de Janeiro os
proi;rammas d ensino e os compendios que
d-vm ser adoptados as aults, e organizar o
Qorario.
II Formular, no fim de cada anno lectivo, o
programma especial do eiaue de madureza,
para o candidatos ao certificado de estudos
secundarios e de bacharel era 3C)encus e
leliias.
III Propr ao Governo as retamas e melbo'-
raenios que convier ntrodBVft n<> nsino do
Iiisniufo.
IV Prestar as informajes edar m pareceres,
que Ihe forera exigidos pela aulondade tupe-
rior.
V Decidir sobre os Bjmo de honra, premios
e outras distinc^Oes conleridas aos alumnos,
vista de proposias dos resp ctivos leales, pro-
fessores e director.
Art 38. O din ctor convocar a congregarlo
quando. lr misler; no caso de achar-se mpe-
ndo por justo motivo, fal o-ha seu substituto
nato nessa funec&o.'
Al 39. O Secretario do Iustuto exercer as
func^Oes de secretario da congregacao, cum-
prindo lodosos deveres inheren.es a seu cargo.
Arl. 40. Os lentas e professoras contara,)
como Teinpo de servido eftaciivo no magisterio,
p: ra os i-fflos da jubilara;), alein do que se
acha estiibjfecido na les sbc.> 'in vigor:
l t) teWfo de seiviro puulico em comms-
fOeJscienlificas.
2. O lempo de trabalbo legislativo.
3. U numero de faltas por motivo da moles ia,
nao excedan lo do 20 por anno cu 60 por trien
nio.
4* ServiCo g-aluito relevante ero prol da io-
sirurgao publica, nitj^jcedeiile de 5 annos.
." Servico gratuito e ubngatorro por lei.
. Servir) di guVrro.
Arl. 41. Oslantes e professores que houve
rein bem cumpndo suas funcrOas, lerSo psrioai-
Incumb-lhes :
1 Ter lodos os objectos do gab'nete e museu
ratalogado e disposios na raelhor ordem e es-
tado de asseo.
2 Prepirar as collecres conforme as in-
stnicgOes do lente.
3" cumprir o que pelo lente Ibes for orJtna
do, relativamente s demonstracres praticas as
aul as.
DOJABDIX3IRO EN"AHREGAD3 DO IIOitTO
BOTNICO
Art. 4). Ao jardioero encarregado do bordo
bolanic 1 compele :
1. Ter no devido asseo o jardim de Icsti-
tuio e o hor o botnico.
8 2.' Distribuir os vegetaes em iMiliai e
tribus, procurando tan o quaoto pdWrel ^ue"
urnas se distingan] fcilmente dis outras roiu-
7 Escripturar os livros de lerrao da noraoa- lando-as com os nomes vulgar e technico, mido
jao de todos os fuocclonarios. lo professor de botaai'a. .
8o Convidar os membro3 constiluintes das I 3 Ensaiar selecjOes artsticas, enxerl a e
mesas exa'minidoras, annunciar os das de exa- jouiros meios conducentes a proiuzr novos spe-
rao e os em que le deve reunir a congregagao. ciraens de vegetaes, provocando o apparecimenlo
9o Ter em bi ordem e devldaraanto r.alalo- de variedades de espacies hvbridas que sirvam
gados os papis d Secre aria e os livros da bi de estu lo aos alumnos.
Arl. 45. 0 vc^j director subs'iluir o d.redor
nos seus impedimentos.
Art. 48. O Secretario ser noraaalo por de-
cre'o:
nico. Iicumbe-lhe :
1 R-idigir, expedir e receb;r 'oda acorres-
pondencirflicial sob as ordens do director e
seun lo as suas nsirurrfj's.
^' Pornecer as precisas inforraaces e enca-
rainhar todos oj requonraentos felos dlrec
loria.
3o Sevir de Secretario n.s sessOes Ja congre-
gacao. sem o itirelto de volar ou discutir.
4 Subscrev^r com os examinadores os fcr
mos de exime.
5- A-f.ignar os terraoi de matricula, 03 lilu-
los de hab 6o Encerrar o poni d >s cntinuos, do porte:-
ro, bem como dos demais funecionarios.
bliotbeca; manterrdo se.npre que for p03Sivel,
sob seu immediaio cuidado, a conservaba) da
bibliuthec-i.
10. Propor ao director luio quanto fr a bem
do servico do Secretara.
lt Ter. 9 ecrelaria aberta todos os dias
uteis, da Ja. q>an a as 2 da tarde.
Art. 47*03 preparadores e o conserva lor do
museu sero nomeadas pelo director sob pro-
posta d>s lentes de biologia, zoologa, botni-
ca, mineraloga, geologa, phislca e ch>raica, ca-
da um doiquaes votar a descoberto o'nra no-
me, cabendo ao director decidir em casos de
empate 00 duvidas quj occorrerem.
S a regularidad da aula de bjtamca.
5." Cumprir e f izar cumprir pelo) auxilia-
res que podera admulir a sua cu3taeptlos
quaes ser responsavel. as determinarjs do
lente de botnica e do Director.
6.* Cumprir a nsca as instrucg)s qu* Ihe
fjrem dadas pilo lente a quitn acimpauhir
as exous33 bolanica3 que aste fizar com os
alumnos.
Ar. 49. O jarlineiro ser responsavel ior
qualquer deteriorar) ou damno causado no jar-
dim ou no.borto, coramunican lo ao Director ira
mediatamente, se taes damnos forera pro'oli-
dos pelos alumnos, os quaes s tera entrada no
horto ou jardim acorapanbados por um dos
meinbros do corpo docente.
Art. 50. O jardn tro de oomeacSo ou coa-
tracto.
Art. 51. Para bem cumprir suas funcgfjes do-
ver estar presente s 6 horas da manha no esta-
beleclmento, para o que lera chave especial,
demorando-se ahi o lempo que o lente da ota-
nica julgir necessano.
Art. 52. O amanuense qui ser tambera
bibliotecario, trabalhar na secretarla sob as
ordens do secretario, cumprinda aos continuos o
serventes o servige que Ihes for designado pelo
director.
Ait. 53. O portairo ser nomeado, sob pro-
posia do direcior.
Incumbe Ihe :
1>-er sob sua guarda as chaves da portara;
2.' on^ervar em asseo e ordem a portar
e suas dependencias ;
3. Receber os requerimentos e papis das
parles, encarainhaoJo-os secretaria ;
4.* Receber com loda a urbaniJade os.pape's
dos alumnos, be n como todas as pessas que
vierem /isitar o eslabelecimeolo ;
5o Enderezar p?lo correo aos pais dos alum-
nos, ou a quera suas vezes Star, os boletins re-
lativos s olas de proced manto, applicaQo,
etc., b^ra como dirigir aos lentes e professores
os avisos concernentes aos das de exame e do
Congregacao;
6." Advertir s pessoas que na portara nio
procederem cora a devida regu'aridade, comraa-
nicando ao director qualqur incidente contrario
00a ordem, desde que nao forera atteodidac
as advertencias.
g Uai o. O por eiro ter, para auxilial o, ana
aju-Jaute nomeado pelo director.
(Contina).
I^ei 11. i
Congresso Legislativo do Estado de Per-
co
DECRETA :
as iasqua concorram para o nos?o progredi- camenie(ijrel|0in)edianle inforraavoJo director
ment, no trplice ponto de vista material e in- e ouvda a congregaro, a urna ratificac&o ad
BLAISE PASCAL HUYGENS NICOLAU
LMERVSCHELE PRIESTLEY LA-
VOIS1ER.
(Coninua(o)
lo Sebela ia iualmeule podar disfructar
08 1 su lados (le reu irahulhos, quando se va
em posiciu) da pagar as dividas do seu anieces
sor i!e se esiaelccer definitivamente e de des
.. vi uva, que 1 aba parulbodo o seu destino,
Amolle ass.illuu-o liairoeiramente. Prersa-
lellectual.
E isto posto, quem sabe os males que para o
futuro tarjamos de arraslar, si urna medida
aconselhada pela prudencia- e auclorsada pela
experiencia, nao vi;sse, como meio preventivo,
evitar c-sses mesmes males cujas propor{6es
nao poderiara ser ainda avahadas e que exce-
deriam ta vez nossa expectativa ? Porque
motivo nao estabeleceruraos esse cordSo sani-
tario, afira de evlar para o futuro, emquauto
em n coubesse, a contaminaco do mal sendo
que germina muilas vezes a deshoras nos bal-
cesdas avernas e cobra alent as pesadas e
e travosas meditare3 solitarias, arrancadas de
no da do casamento v-io-lhe uraa febre desiquilbrado, entre as severas pa-
aguda, de ceno causada pulo excesso de traba- ,ul '
In '. quat'o das depois, 0 modeato e Ilustre
Se r xbalaya o ultimo suspiro, aos 22 de
Main ->, leiMfo 11 anuos de idade.
E n Sebele exei-u'ava na Suecia os
seus 1 i-a irabalbos, um sabio inglez da
urna s e adumave, con ribuia lambem
coma h. fcib:i las |iara lanzar as bases da
clinni (I :n.
1.- d -:a 11 .> 1 (le Ltvds, no ork-bire, a 30 de
redes de vra ca cere ? Porque nio suppor que
esse mal lerrivel que lavra era grande parte as
baxas carnadas populares, lera constituido em
todas as epocha?, e era lodos os povos, pertur-
bares profundas da ordem social e insubordi-
nacOes nos espiritos contra principios acceilos e
eslabelecidos?
Para essas ponderacOes que ah ficam e que
ao correr da penna nos sahiram, despertados
ja o dssemos pelo eslulc decerlos factos cojos
antecedentes procuramos aprofundar, nascidos
gmenle com o intuitJ de concorrermos, no al-
cance das nossas forjas para a eslabilidade e
prestigio da nossa socioiade-para eaoas pon-
derares, dizemos, invocamos a esclarecida at-
ien?ao dos poderes pblicos do Estado rujo au-
xilio pedimos em favor da idea que levantamos
d'estas columnas.
E, a sermos aitendidos, com esperamos dos
mesmos poderes, ficar-nos ha a nestimavel
ventura de lermo^ n'este pinto concoirido para
o bem esiar da familia pernambucana, cuja fe
licdade >anio almejamos.
dicional n >s segrales termos;
Os que contarem de servijo effectivn do ma-
gisterio 10 annos 5%: 15 annos 1%/,: 20,
15 V-; 25 annos 20 % : 30 annos 40 '; 35 au-
nes 50 / e 40 annos 60 "'<,
A porcenlagem, cima tixada. ser calculada
sobre os vencimentos da tabella vigente.
Arl. 42. O director ou qualquer merabro do
magisterio que >screver obras sobre as discipli
as profesadas no Instituto, ter direilo im-
presso do m-u irabal-o por conta do Governo,
si este o julgar valuso de utilidade para o en-
sino.
1 Nos casos de raeri o verdadeiramefile
excepcional da obra, a juizo da congregacao,
o autor tei direilo a uina gratificarn pecu-
niaria arbitrada pelo Governo e nunra Inferior
a 2:0008000, oem superior a 5 0030O3.
2." uesde que esse juizo da congregarlo
nao seja apoiado pela unanimidade dos seus
mcmbro8, o Governo uvir sobre o merecimen-
lo de laes trabalh s a congregag.o de outios
estabelecimenlos congeneres fra de E'-tlado.
rt. 1." Fica a Irmandada de Nossa Senhora
.a-Viagem, erecta no povoado do mesmo no-
^pensada do pagamento da importancia de
.J0O0, da qual ainda devedora Fazonda do
EstafLo por impostos de decima e de raao morta,
com a condico, porm, de edificar um cemiterio
publico afastado d'aquella povoacao.
Art. 2.- Revogatn-se as disposic5es em con-
trario.
Cmara dos Deputados do Estado de Pernam-
buco.'em 28 de Junho de 1895.
Jos Marcelino da Rosa e Silva,
Presidente.
Celso J Henriques de Souza,
1." Secretario.
Affonso de Barros Cavalcanti 'Albuquerque,
2. Secretario.
\
r*53ttio do Govorno do Estado de Pernam-
buco, em 12 de Julho de 1895.
O Congresso
nambuco
Lei ii. 1.10
ligia
tivo do Estado de Per-
decreta :
ALEXANDRE JOS BARBOSA LIMA.
Art. 1.* Fica dispensada D. Maria do Carmo
Pereira de Macedo do pagamento do que devedo-
ra Fazenda por impostos, custas e multas.
Art. 2.* lilevogam-se as disposicoes em con-
trario.
Cmara dos Deputades do Estado de Pernam-
buco, em 28 de Junho de 1893.
Jos Marcelino da Rosa e Silva,
Presidente.
Celso F. Henriques de Souza,
x* Secretario.
Affonso de Barros Cavalcanti de AlbuquerqiuL,
2." Secretario.
- Palacio do Governo do Estado de Pernam-
buco, em 12 de Julho de 1895.
ALEXANDRE JOS BARBOSA LIMA.
E*SPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTICA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUC-
CAO .JUBLICA DO ESTADO # DE PER-
NAMBUCO {DO DIA 16 DE JULHO DE
l895v
ManaLtnda Leopoldina, viuva do Calcereiro
da Cateia do- Municipio de Caruar, pedindo
pagamonio de' vencimentos. Deferido, com
officio desta data ao Dr. Secretario da Fazenda.
Hermenegildo de S\qvera,
Porieiro interino.
M. i 1734
ciu ;-ni', que era fabnrante de pannos, que-
ria 'i He fosse o coniiooador da sua industria,
mi- 'ri stey entreguva-se de preferencia s
que- J 9 Ibeotogiooo, manifestando desde nuilo
novo urna exa laro religiosa muito pronun-
ciada.
Anda novo perdeu soa ra5e, mas o des ino
dep rou-lhe em urna das suas tas lodos os ca-
rinhos que perder, e esta senhora satisfazla
ComplelatnenU os goxlos e endencias de Priea-
O-y. a juella expeliente senhora IransforHura
a sua casa n'um* especie de academia onde se
acbavam rupreseniadas Udas as seilas. Pres-
llev la se desenvolvend j assim n'um meio la-
voraVl as controversias religiosos.
[330 fez com que oUe se dedicasse a ellas com
fervor, tratando de estu lar profundamente a
E-cnitura Sagrad; e, para melhor conseguir
os seus intentos, aprendeu o chaldairo, o svno
e o trabe. Mosirava urna disposirao extraordi-1
nana paia o estodo das linguns, com o qual se
comprazia em descansar do das inaihemaiic-s.
ItrOlveu Pnestley dedicar se completamente
rarreira ecclesias ica, e, lono que se ordeLOU,
foi nomeado pregador da sua congregado, no
Soffolk; mas, ou fosse frieza da sua paria ou
fose fallo de eloquencia, o que cerlo e que
os st U3 parochianos n o tardaram a deixal-o
Prieitley, sem por sso perder o animo, eolrou
para una outra congregacao no condado de
Lhester, em Namwch. AO', foi dirigir urna
escola, e conseguio forga de economa e de
prv>iro33 adquir r al^uas instrum -utoi de ptijsi-
ca, pnucipalmenie uraa mach na elctrica e uraa
raacnina pneumtica, que elle fazia funcci>nar
diaiiti dos discpulos Era aquelle o primeiro
raio de luz scienlifica, que penelrava no cerebro
do grande chiruico; mas nem por isso es e dei-
xava de dedicar as suas raeditatOes aos proble-
mas theologcos, porque, n'aquela eso ha, pu-
blcou um livro, no qual se empenbava em pro-
var que a tnorte de Cbristo nao consegu o red
mir completamente os peccadores.
A reputaro de Priesl ev comer.,u espalhar-
se, e em Wanogion, para ah ensmar as lnguas
antigs: foi ah que elle casou com Hiss Wil dar ijrOes nos
kinson, iilbade um tundidor, o foi.o'ssa epocha p,naoe excluaivaraenle na classe cora o en-
que verdadeirameule se uedicou carreira gjno das materias que professam. e, no caso de
scieoliflca. impedimeno, participar ao director com a pos-
(Continuo). ] 8ivel antecedencia.
PAUTE OFICIAL
Governo do Estado de Per-
nambuco
PALACIO DO GOVERNO DO ESTADO DE
PERNAMBUCO, EM 15 DE JULHO DE
1895
Regulamento do Instituto Benjamn
Constant
(Continuacao)
DOS LENrES E PROFESSORES
Art. 31 Os acluaes professores do Gymnasio
e os que forem nomeados em virtude da pre
sent reforma serSo ioamovivels; excepto a
pedido, e considerarse ho vitalicios, desde a
data de suas nomearOes.
Art. 35. Os lenles e professores devem :
1. Comparecer oas aulas com pontualldade,
licOes nos dias e horas marcadas, oceu-
DO PESS0AL ADMINISTAaTIVO
Arl. 43. O Instilu'o Benjamn Ccostaoi ter
o seguinie pessoal aimiuistralivo :
1 Director.
?1 Vice director.
1 Secrelarir.
1 treparador de sciencias physicas, minera*
logia e geologa.
1 P.-eparador de biologa, zoologa e bot-
nica.
1 Conservador do museu.
1 Amanuense bibliolhoca io.
3 ominos.
i Serventes.
1 Portel ro.
Unici. Para os lugares de preparadores
ou conservadores serao preferidos alumnos do
Instituto que mais ae houverem distinguido no
esludo das respectivas disciplinas.
Art. 44. O direcior e vice-director serio de-
signados d'enirejos membros dopessoal docen-
te do Instituto ou ue ouir a ^Mabelgclraentos
de ensino do E-tado que tiverem lati da-5 an-
nos de efTeCtivo exercicio.
S Uniro. Ao direcior incumbe:
1* Inspeccionar cuidadosamente quao'o res-
peila ao eslabeleciin-nio e sobre ludo o que se
r ferj parte intelleclual e moral dos alum-
nos.
2* Ob3ervar e fuer executar as disposicoos
do legulamenio, a Iverlind'.i os^spessores que
n3o cumprirem seus deveres *roftrehendonde
os empregados negligentes, suspeaoe'ndo os ale
15 da?.
3o Assistir, com a possivel frequencia, as li-
j6e8 dos lenles e professores, tiscalisando a
perfeila execurSo dos prograraraas e o eraprego
dos raelhores methodos de ensino.
4o R:ceber, e por s mesmo dirigir reclama-
ras ao Governo, por faltas coraraettidas pelos
empregados que nao puder demillir.
5 Apresemar annualmen a ao Governo um
relatorio so're a marcha do estibelecimento e
suas necessid des.
6o Rubricar todos os livros de escrip'ura
qSo.
7- Apresentar o ornamento annual ao exame
do Governo.
8 Ordenar as despezas de promp o, paga
ment.
9o Representar ao Governo sobre qualquer
caso omisso no presente Regulamento, p opo -
do as medidas que Ihe parecerem conducentes
prosperidade do Eslabelecimento.
10. Organsar o regiment interno do Institu-
to, o qual ser posto em execugao, depols de
approraio pilo Goveroo.
- *
ESTAD03 4
SUL
Rio Grande do Sul
Foi moite concorrMo o desembarque do i- e
3- bttal"o- da brigoda estadoal, lommaodados
^TcoVferencla dos gener.es Silva Tavares
P innocencioGal'ao cooliooa a provocar cora-
raSTo irr.tautes e p-ote.tos veLemeutes do
TSOTKpX., orgaocmcal. prose^uena
ana enerKlca impugo^o, tsenlo jott-fi* ao II-
faire Sr I Gal.o, que nio descera a Ira-
?rm Ibeldes, contrariando os disposisoes
nato ca do gowno e do poder ie.lsUttto.
P n z mas que o brioso compaobeiro e amigo
n ma-rorMt Flonaoo ^Condescender com os
.SiSo.b.l. que preteodem .Iro.Ur 03
oi._p.nMo. w^; glln TdVare8 nao
^neral em tbefe se dei-
xar levar por bo
ira a Prfloias, oem o enera* (_
. bondad* illio.lt ida a ponto de eo
trevislar um caodilbo, abrioao precedente ta-
Dea-ats tarde pba-iYer allegado ae goveroa fl;
sinbo pS reeonaeclineoio ao direilo de be.nge
rt-roBia qoe rctam-se no Alto Urogu.y os
cheTe ?PUnhoVFreHM e Jaca Tigre com H
e Sbenos homen.V o m-smr. ^'-'!
_ Sm Mootevldo foi puoiwaau roiw
como?-ssoqae foi prooorar .e cadver do alni
MKd.nl e delta coo.un os secutes to-
plC.Vcemmiisao esgoioo todos os melos efflca;
se ioterwocoes ofliclosas e expedientes posbl
v, g para alcaocar o compr.mento das ordeM
exoedidas pelo Sr. Presidente da K'!P Bruil soh-epoodo a toda, as f1"8 *b*
taTin eaoreoados pela* autorlddes de b.ul
K dol.vrfmen.o c?- in imltaco de ima;
ma-losperigos.negaBdoaos at doi gol, re-
s UemosP.eg0ll- 'rarf o ^focM. paj
aerifl ar no lerreoo a sincerldade bo^ e e pe
Sent boa voniade, qoe aquella, autoridades
tinham aemp-e nos lautos. ___.
11 a Jbndade do L'vrameoto tffirmou sera-
pre qoeTcdaver ficoo 00 campo je b'iita. .A
Si ima ora asseguraram qoe .ae 'ossemos .11,
encentraramos forCa do geoer.l ^ppoltlo o
di. 1 de Julbo, ao me o di, que eotreg.f o
cuda*er do lmir.n e.
Iitlcve no. Diiccloaario., acoja poria furnia
krr, ror obertleocia e respello 4s ordeos lo
.'resl-leo'e da Repblica lio villipendiido pir
essas autoridades, emo lomos nos.
Eitaoios convencidos de qoe a aotondaie
negou-se a eotrezar o cad.fer, para nio coebe-
cer-se a3 horrendas e selvageos molilarOes.
Cbeuoo de Mmtevido o Sr. Marque. e
Carona, que tem nest. cidade imprtame estile-
lecimeoto lodistnal.
Parte dos operarios da grao Je fabrica ru-
cio e Tecidos decl.roose em greve.
Nao houve translorno algara no trabalbo, por-
que a polica intervio promptamoate, preodeoio
os cabefias e f.teodo voli?r os operario, ao tn-
balhr. _. .
Da frootira duem, qu^ nm da ante, te
receber comrroocacao do armisticio, tinba o
general Hioolyto todido ao Dr. C.:tilboi a re-
messa de 2 000 cavalloa.
Suop0e-8e que o lim dees, reqosicao era ala-
bar Aoparicio e Cabeda.
S. Paulo
A sessSo do tbeatrodeSaoJo commeuio-
rativa do passamento do marecnal Floriano
comecoo tare ; eram qoasl nove horas.
O tneatro eslava Itlieralmente chelo, actas,
dc-se os camarotes revestidos de crep poatea
do de estrellas de p.aia ; e a orchestra de en
coenta professoes, eraregila por bamee La -
dim sendo ao levantar o panno execotado o
btmoo brasileiro, coroo todoo auditorio de p5-
Viamse 00 pa co os S s. presidente do Ba-
lado eos reos secretarios, seoadires, depua-
dos, membros da commtssao organisador., re-
presentantes do exercito, da guarda oasiooai,
magistrados, etc., formando doas Blas.
Aorta a sessao o Dr. Bernardtno de Campos,
qoe produsio om excellenle dtscorso, pon t-m desUqm a iodividoalidade polit.ca e mili-
ar do arecbaiPiorlaaoe seas servisos pres-
tados ao pai ; e .0 termioar o sen discorso. S.
Exc. foi mulo applaudido. "
A orchestra execoloo em sagotda a mar. lia
fouebre, fioda a qOii foi dada a palatri ) on-
oor offlcial do plido repu3l-*oo. Dr. Aira-
do Poiol, que era sao .dlscorso estodc-o a re
CSo bistorii-a dos qoa ro hoaena qne mais Ber-
v cei pres'.r.m a Repoblic. ____
ueoaoro, ef>da legendaria qoe rutila cono
om sel as chronicas da nossa bravora.
BeoiamiQ Coualaot, alma parisstma como o D
sonho de cria"ca, o graode espirito qoe a seien
cia educara para ser o roteiro fulgurante ca
nossa pat'I. .
SaUaoba Mariobo, a eacaroacSo mais visa
da idea republicana o caefe araaJo, em cojes
ol os nos iam.s pedir a sceolelba de oa> est -
molo. Un foi grande pela tarca e pelo berom-
mo, ootro pela caliura esplriinal, ootj anda
oel j coracao mais que pelo geulo.
Floriano Unalmente qoe a todos exceden,poc-
do o o-ador em relevo toda a obra grandiosa
ao bere mo to, aegaldameote foi ao terminar
applaoaldo por tolo o auditoria.
Falla-am aioda o Dr. Antonio Prestes. Darlo
Ribeirj e ontros. qoe foram applaodlditsiajc!.
fechando a sessao, com om magoilco dtscorso
o Dr. Alvaro de Carvalbo, qoe a asseabiea ec
ebea de applau-os.
Realuarai-)o tanbem no da 7 as exeqn.as
par alma do mesmo marecbal, nk S, esplet-
didameoe oruamea aJa
rds-speT^Vodo qoanlo vamos e ouvu N, centro1 di.templo ergoia-se mages^o ci
ia..dn ola e.rdnlldade aue da f e pro* *aaice de 15 metros
i
,1 nmlm
me?, leidos pela credoltdade que
te.tos de boa vootaUe e iealdade, qo^ foram le-
tos com loftacao da seriedade coaramada eutre
-avalheiros, acreditamos qoe seria iraposslvel
na eoconr 00 wnpo o corpo do mallogr.do
almirante, quando bomeos de lerledade offl-'i-t
..segoravan, m nesiitr e sem modar ae to .
qoe elle eilava all olamos sem correr o menor
.101 pericos com qne not medrotavaai, co
vencido, de qoe Uoba;mos .'.do borla-Jo. ni
AoMimJNioplodosa, pa bot tootsdo inqor
de airara >a tintada po
oolomoas ; o meo, as armas da Rpubllca, .
bandeira nacional envolio em crep e o retrato
do lllo.tre morto eotre doa. estatuas de bro -
.e mediado 2 metros de altara e empooaando
ricos candelabros. ,
. docoracio da igreja foi fetta de vellulc
seda e gallo do prata e a do ltar-m6r proo
xia grDde t-ffeito.
A orcheiira qoe tocou oas exeioias com-
poi-se de SO professores.
Realuoa-se depcis o cor ejo cvico qoe foi
eberlo pelo co'do de ravallaria de policia cocc
150 pracas.; o i. batalbo com 300 bomaos, os
bombei os com 80, o 5* bsalhj com 500,
lodos commao 'ados pelo coronel Silva Telles.
Poram prestadas baxenagem tanebres, exe-
cotadas do s*goiDte modo: as 11 horas la
manbS missa sjiemoe na catbedral, absolv-
oes pelas dlgotdades do cabido, sendo dadas
as salv-ts da e3tylo por om pa qoe de ariilha-
rl*. A's 6 hora, p rtin do commando ds i.*
listric-o militar a p-o-issao cvico, sendo com-
prido todo o programma. A procissao loi nal-
10 coocorrida ven-io-se 01 prestito represen-
tintes de todas as elasses e enorme qaantldado
de povo.
O general Pinheiro Machado passoo pro-
carabao ao adfozado Dr. Octavio Meodes, para
rerpoosabiliiar a Vos d> Povo, joroal sorocaba-
oo, por enme de iaiorias.
Cuasia i Platea que na segunda delegacia
corre um in4U rito sobre falsiti :^&o de, bebi-
das, estando odie cnvjlvidos diversos commtr-
ciaotes.
Espirito Santo
O presi lente do Estado tai ncammbando para
o sol a corrale 1 umigraloria-
Parece qoe graida parle dos Immlgrantoi,
Cbegados ha pouco pelo *La* Patinas segu"
ram para I a> poaoa, sendo tcompanbados aos
campos por um empregado da repartido ea
carregaaa desse eervlgo.
Se, como de e.-p -ra', os agricultores 8sta
floreeceote parta du Estado ajodarem a tenta-
iva qoe se val faser, serviram, logo aps no*
tos cootlogen.ea desses irabalbadores.
Preparam-se fesus para ommemorar o
aooiversari,) do Dr. Monis Freir, no da It
do corrate.
Sera Icaogurada a esia trada ds Ferro Sol ao Espirito Santo; baveri
Dalles, ker. ess-s |e collocac&o de retratas do
. Exc. em diversas repart c6es pub icas, o
-8te aobttdo-ie em expsito ca ljooterte
diaocbi o reir.t) do mesmo saDo:, ira-alio de
Berna 1elll e offe.-eeldo ae palacio do goveroo
deste E lado pelos espiri.- jmeos -s no Rio do
Jaaeiro. .
Esl qaasi concluida a liqh telegraphic*
ds Liona ei para o barra do Rio Doce.
Tambem vai muito ad anta la a conset vario
do pbirol oaqneile pooto. deveado ser inaugu-
rado >' Selembro prximo.
Foi oom a 10. promotor da jastlca da ca*
pital o 3r. Aogosio Vieira Bra^a, aeodo (X*
oaerado o D-. Joao Taom% da Cosit, per nao
?aver raossomido o ca-go' qoando tirmtnoa o
uceo*, em cojo goio se .cuava.
O commer-i ule Rodrigues da Si'va cffo-
, ecea am como de res pira a lcjnn-s8se em
favor das obras de no.o hospital da Misericor-
dia.
Cbegaram no dia 6 da Italia por conta de
Estado oe paquete -las Palmas- 175 immigraa-
ies.
Cao.oo erceiiea e imp'ei-aa a concia da
pa licatho do Rio G.ode, .em bumilaacao para
oa federalistas nem deshoora pira o goveroo.
A imprensa do Bst-do 6 unan me em ap*
pliDsoa pelo modo [orqae o governo munici-
pal de*la capital tem genoo ae soas fJnanQas.
No da 5, as 3 oras ds tarje, desaooa
oe cidade o Vxtoria temporal com tro o d t e
ciuva tosrencul, chindo mui'o graoiso em
lagares proxiaios 4 capital, leado esse fcto
.oraco rapilo.
a aifandega reodeo no mes ul'imoe.-
88:.o3:213. tendo sido 00 mesmo mei expor-
ta tas 27 872 soceos de c.f, com 1.663,320 ti-
lo, itniu o valor offi-UI de 1,161:1614157.
Babia
O govemador exoneran do regiment poleiai
o altares F ansiaco Pedreirt, por e.t.r alie loo
,\itido como .olor mandante co .1 e tdo
onlra o Di.no da B.bia.
T *ltf| I'II


Dsoa



>r*

PSarlo de PeynamiMico Qainto-feira l de tf ullu de fl S i#,
Ba
*s>
ani-
da*
id
Ui.
Ha
00
II .
Anda nao foi preso. Manoel Pedro, coroeieiro
do regiment polica*, par haver deae udo.
O governador essVioa, doseaad quatr
metes de liceoca paa tratar de sua *aua>
constando qoe asswnira.o varoo oD Do
te, logo que entre Hgou da itcenca 0 D:
drigues Lima.
E ti terminaos'a frmica:* de culpa coa'
tra o inspector e catres conproumtidos oas ir-
regularidades da aaodtg-1.
inspector pedia, a loi coocelido, P"
para jaular tlocumeoios.
No da 7 no palazo do goveroo raamra
se oa congresaistas pa'a tratar da re'oma
.-apa: ti O s e do ornamente.
Era eeu rotatorio ao governador do bata
d o secretario D\ Aolojio Pedro de M lio, em
30 de Ma'fio ollimoi one as BuaBjai. t=udoa
cooliuuam a prospe-ar.
Do rcovirueoKJ do .a roo do 1785 resta oa
Baldo de 903.000*. qo> foi re:ol.ido ea co
correte no Bao--, rSmissor, para o) ucir
inactivo qo B-*'io;.e em Feve elro ultimo aia
o me: mo leve logar com reitero a mais..
600:000*000, q*e nao hara neceaetaade
coosenar paralystdo una cofres do Tnesuu
mesaos poraoo e* avam pagas < ai^aa
estado its e em cof-eaio'a ncaram37:ol)S*z
sufficieotea pu aideapea* occrreie9.
Tem. pois, anualmente o Salado t.oUU.UJU
de-ree rva em couta c-rreoif, e ialo 6 prova
affirmacij do digno secreta-lo
A ana divida ruerna ( de 4.yM:6# roda
en a.-olt> ae 5,.. e-a exlera. 746 iOJ-igu
aro em jo o.
No acoa nulo arree'ac) da ralas pr
duiij meaos 1.79 M)3i*6i9 do enrulado, p
irregalari ladea oa setlisaco da cobraoca i
tireiioe de expanaco
Sergripe
O governo do Esiaau uaixou decreta seb im
7, 113 e (30 consideran ao peli prime-iro en
go'.ido o .erapo us luteudentes e ceaceln
_iuGicj.es, em vi ta da refo'ma cocatituciom
lepa am Beaeao extraordinaria da a sembl 1
mor ando a eletcao P^ra Uetemt-o; commutai
do pelos segaooo terceiro i sano aos en
ttuciados de panas .maior-a e perd.-audo
oui'la parte do lampo-de p'ifao, dlssenaau 1
es oforaiacOe d-o inDO al ex gidas pela to:
siltoifio. bm-co:najas coospiracOes exp-essa
no ar. 4o da le.
Ni capital e em diversos ponto he uve de
monsiratas de petar pela morte do mareeb-
Fiaran. .,,
No stlino di 1 do fallecimento, o batalbao a
maodou c-lebrar exequias e funeral que tora
coocorrniasitao', orando o vigario Diogo e
Cidado Gabriel Lessa.
O templa arhsvc-ie ricamente decorado.
O batatnso 33 dea guarda de onra, comaiau
dido pelo coronel Gou'ea.
Ae inteacias mooicipaes leem dirigido ao co
ronel Valiaoj 'elegrammas de coniolen las.
a fu'ien.ti ceremonia riieram-ee repesen a
as rediCfiOes da Gatela, .Folna ae Ser^ipe. 1
-D'.a.
de
ira-
!
"7,
da
ada
j I
pur
dos
bal
ID
EXTERIOR
Grecia
Em Atbeaas correram mantete* boalos sobre
prxima abdicafio do re Jorge, mas tieram a
cabir por ai meamos esies boatos, a qoe iem
duvlda faltaram fuadamaotos.
A recepfiao do Sr. Deljionis em Atbenes,
dix o j .mal Esti?a, fot impoaentes
Milbares de cidados de AUenas e de Pireo
foram recebel-o com msicas e baodeiras ca es
.afilo.
U< Kiiri dizem que a recepfiao nao causou
a impresso esperuda. Nao bavia, afora os cu
riosos, mal8 de 3.090 nesaoes. Gracas, porn,
33 bandas de mnsicas^ aos fogus de bengala e
13 illomiaafie, a rocepelo leve am aspecto
tbeatral.
A Troia diz que a recepeo passoo en bn
.Qintismo tudo o que se lem visto na Grecia.ate
aoje.
Odtro3 joriaes mauilestam-ae pro e contra a
recepfiao Uadelles o Epicaecrlssis compa-
r I-a a urna apo beose a um combate de gigan-
tes, (gigantomacbi* aem effaao da mangue.
Era seus discursos o .-r. D- Iftnitt solicita^
a confian (a do povo para a obra de coasolid.
fiio da suaico grega, actualmeate tao ameaca
aa, te ene fosae ubamade ao poder.
Effectivamenie o foi afiaal em aolofiS] a crise
do g: bnele Tricoupi--.
Acampaona eleiloral moveu.se logo, mesmo
antes da diaeoloc) da cmara.que ina.
SO oovia.se Miar em -ycdiasm'. 00 colllga.
;o, qualiticativo que dao em Atoen o* as com,
misOes eleitoraes, seodo eases ajaiasmU qae
faze_ as eleice?, porque a massj dos eieiiores
belleoios, priooipaimeute oa que. babitam oa
campos, uao 10 nunca os joroaee. Sao absolo.
tameate ignorante em que-.oe potincas, e -.(>
a populafio urbana intereaaa.se pela poltica,
com um ardor sem igual.
Uavia uta-i trea partidos em preaeoca nm do
outro, tendo o nome dos cbe(es reepeciivos. :iu :
o partido tncoopista, o GlvaiGisla e o rbal.
lisia.
Na c mira qoe vai desaotarecer oj iricon.
pistas* eslo em maioria. Eram 102 sob'e 207
membroa d cmara. Oa dilyaamsue sao em
.umsro de 30 ; oa rballiatas* de 70 e ba urna
deaeoa de iodeoeodentes que nao perteoce ne.
nbum deases plidos.
Nao sio couoeciios oa Grecia as denomina
;5~s de conservadores, adicaeA, etc. Ou ae
ninis'pr-ai oa da opposicar. Qoaodo um dos
partidos est no poder, os dous outroa formam
a oppoaifiao e o atacara por di ca aquella palaa
at fazl.o cabir.
Foi aaalm que ?cboa seo H'iuo Hell^ni^o
em plena criaa eleitoral, amea.aodo a luta tor.
nar.se de da para dia mais viva, as nvala.
dades mais ardentes e o re altado meos m.
ceno ; pois o mioiaterl qae era coosiierado
como o ao espec e deboocbe.lrou Jesmemio
logo essa o jinio desatrosa, pelos seus actos
polticos.
O eeu ebefeo Sr. Delyannis de ama aclivi.
dade pasmosa : fez victoriosos.
O Sr. Dely e de patriotismo, aceitando o convite do re Jor.
ge, em circamslan illodido quaoio a responsabilidaie e ao perlgo
de soa missao. Collocado entre doas partidos
bistorlcos, quaaso do sao bomonymo Tneodo-o
Delyanais eodoS'. Tricouois, recebido fra,
mente potos inderteodentes que escolaerara 00.
tros ehefe, elle conloa para vencer a luta com
o Dora neo e a sabedoria do povo gregu.
De far.to, fendo o combate eleitoral, foi o S>-
Tricoupis derroado, vencendo 0 ploUo o go.
Yerno ; mas, aps a rau-io da nova cmara, e
por ser o g bnete do Sr. Delyannis provisorio,
dea este a ana demis outro, sob a presidencia do Sr. Tneodoro .
iyannis, e que coa comongtodssta forma :
Ujiaada o presidencia do eooselbo : S-.Tuea.
doro Delyannis.
Negocios estraogeiros : Atexandre Skoaxes.
Interior Kiriakoalls Mavromicbalia.
Guerra : coronel Smolenti.
Marinha : Levidls.
Iostrocgao publica : Petrids.
O Sr. DelyaanU apreseotoo j a Cmara
dos Depurados o projecto de orfiameoto com
. T-n miibOes "e eeooomia.
Apreseotoo mais diversos projectos, nomea-
-laraente o da creafio de um conseibo da divi.
da publica.
O ex'preatdente da conseibo, S\ Trieou-
pa, fiaio para Marieabad, na Bobemia, onde
vai fazer uso das aguas, cootando ficar por al*
gura t mpo no esi'angeira.
Cruel desventura acaSa da ru'.eeder a om
rofejsor da Umversidade de Amenas, o Sr.
-rmmun.da cadeira de arebeorogia.
E' a historia do galo com ae penosa de pavao.
Tendo adquirido a soa cadeira pela apresen
tagao de um trabalbo, que obtere a approva'
{la do eooselbo da Uoiversioade, descobrio-e
que o livro em qaeotao cao era sea. Era a tra-
coefiao oa arranjo de ama obra alleml pooeo
conbeclda, indignamente plagiada.
H uve grande coosternafiao na roda oniver-
sitaria.
OS-. Icooomon foi logo demtttldo.
Annunciam da liba de Zante qoe oovos
itao-ea de trra foram aentldos nesta regiao
durante a ultima noite.
Al urnas cesas foram desiroidas sem feliz-
rxente cansar rlctlmas.
Telegrapbam de Cbypre qae a agitacao
augmenta nesta liba.
Teem sido realizados freiaeatei meetiogs*
contra o dominio inglez, e nelles os ora 10 es
que pedem a aoaexafifco da itba a Grecia e lac-
lara a popotacao a trabalbar com ardor pa-a
OBiet-a, moatraram as vaniagens qoe aJvirSj
dessa a? aexiao.
Apeaar dar- rigorosas me lilas adoptadar
pelo goveroo, bandos de aileitores cootinaam
a infestar o sU] rou3aodo-os campooezes.
Dlfersas co abalea leerase traalo entre a
pllela a oa baodid;?, resaltando 111 ir.os e fe-
ritos.
A eabega do tea principal cefe Taoulia, au-
tor de muitca rnmes, acaba de eer posta a
premio.
Servia
Tendo-habido srioa daasordo3 entre O rei
Alexaadre I e os m'nlstros, o presidente do
cousdbo Sr. Nuola ob-islttca envioa-lbe a de'
ralsso coliectiva do gaDiaete a qual Sua Ma-
gestJde aceitn immediatamenie.
Nos circuios poli'i:os coraraeutam eate acn*
teciHjento, teodo-ae por provavel que o rei Ale-
xaadre encarregou o Sr. Slmitcb ai roarganiar
o aMmsrerio.
Oaorgios iiberaes. e oe radicaes esto satis-
leitos cora a queda do prinalro mtolslm, o S".
CruuicU, coutra o qual puolicam .-cquonies
artigos de grande violencia
A cr'sj ministerial coatinuuu sem solu;a ,
nao leudo designado o re Alexaadre a p;sxoa
que deveria rejrgaoisar o gabinete ; e por btn
resolveu o gabinete conserv^r-ae no governo a
pedido do re, v.sto qu; a situafiai meliodrosa
do paz tornara dilal a o-gausicAo de.ora
oct-.i minlst rio.
uao taaoeco como causa di d->an>slo pedida
p-lo gabioete o faci de liaverae negado a re-
caber o residente do conselru, o S Cnnatitca,
a ratnba NitDaha.
Eta s*nb&ri, que dea le sui expolsao em
1891. aao bavia voitado a Servia, trana ebegado
ba pauco a Belgrado.
Abi fji recebida por sea tilbo o re Alexaa-
dre e pelos ministros, alera de mnerosisairaa
concurrencia d-: povo, qae fez i rainba aii
ama recepfiao raura entbusias'a.
A rainna Naibalia carialgura tempe junto de
eeu Ulbo.
>As elelfiOes legislativas, que r-cabam de
realizar-se, loram ojuo diapatadas, baleado
em dlveraos logares sanguinolentos tumulto?,
de que resultan grande numero de caortos e
feriaos.
O escrutinio deu ao ministerio Carisiitcb
ama maioria coasideravel.
A Vitoria dos prag'es8i8t88 nao era duviiosa
em vista da reapparifie do aysiena de ^0'. gao.
que tlnba justamente por tira afastar das liaia*
eleitoraes os radicaer, que representam a gran-
de massa de povo. O desejo, porra, de Bdrem
os Srs. absolutos da situaga-) fea com que.oa I -
beraee se afstisaem deiles, pespectlva que oo
de certa fsvorave ao ministerio.
A Skoucbtloa foi convocada em sessao extra-
ordinaria, e parece que abi prevalece.ura ele-
mento bostil a todo o p-ojecto de empreairao
do Governo.
Cooclulo.se cem a Austria um accordo so.
bre a oavegac&o do Danubio, salvaguardando oa
loteressfS das dua; oafie:.
Urna comnissao of&ctal de goveroo do Hao-
ie-negro, respoadeodo a urna brocbora de erai.
grado mootenegrino Bo.kwies, na qaal eete ul.
timo acensa o principe Ni olo de favorecer a
agitafio costra a dynaslta da Servia, declara
qoe nunca o Mon enegro procaren fomeaur nem
lavoe er os tumultos na Se'via.
Essa commnnicagao alfirma que aa boas rea.
<;oe* entre as cortos do Ceitigne e de. Belgrado,
desde qae o priacipe Nicolo fez o coabecimea.
to com o re Alexandre, em S. Pele sbu-go,
adquenrim um carcter mais intimo ; e qae tal
approxinafiSo entre as duas cortea prolozo oa
*eaa effeitos nos doas governo-, que entreiem
lgaJmente boje as mHhnrea relagoes.
Blgica
A opposjcio contra o gabinete, presllido pelo
Sr. Caiarg, augmenta no paiz.
frecuentemente e realisara em Belgrado e
as oat-as ci ludes meetiogs de protesto contra
sua poltica.
Aa prximas sessOe do Parlamento prome:-
tem ser agitada?. M>s o gabinete acaba de pe.
dir dimissao.
A 'i tf-fio fiaanaeira oeiora ; o tetici!
do o'fiamento aug aenton mu to oestes ltimos
metes pencando o g-verno em crear alguna no.
VOS irupOi'OP.
Daraote as e!eifi6;s a qoe se p-ocederam,
deram.se em Sopnia diversas matice, para cuja
represa&o e restabeleclmeaio da o-dem leve o
adeqoadas em-rgenci.'.
C ciinuam rnaaifesiafiO.-s populares contra
a Bassi?, apez-.r das severas medidas de repres
jo empreadas pe is autoridades.
A viagem do prlraei-o m'nistro Sioilof a
Vienna teve na opimo ae muit^s, am lira e*.
sencialmente poltico, peojaodo.ee qae o prin.
cipe Ferdioando Ibe le-u dado plenos pj"ere
pa-a tratar com o priactpe Lobarof, o novo rat.
otsto dos nego:io? es.r.ingeiros rasso, em t*J>
coo, de recoaciliafia 1 i-o-u a Rusia, ama vez
que o pnne pe declarado mais tie ama vez qae
e-a impo8Bivel que a Bulgaria existiese sera a
ROiSlB.
O governo encarragon timbera o Sr. de S 01.
lof de negociar com o Conie Knocky a qoe>.
do Imposto, que foi aus lo estremecimeoto
das reiafi s oramer'iaes da Balg.r.a cem a
Austria Huag ii.
A "ommis??o de ioqoer ta parlamenta- en.
carregada de examinar o procesao de U. 3(a n.
boulotl ccusa.o de ba er violado a cons-HuifiS)
per rxe lidas arbitrarias, de baver eatravado a
liberdade de impreaaa e de se baver ap-opriado
de bens pe-ten eates aa estado.
Alguna roaboi recentes lem chamada a
ateofao do Governo para o latrocinio as pro.
viicia.
Serias medidas sao nece3sa"as para fazer
ceasar este estado d- causa) perniciosas aas ia-
teresses commerciaes do patt
O jornal goveroamen al Mir confirma a
noticia espalbada de ama agg-eseaa egreja
protstame da Lara-Palanki.
Dona Individuos, seguidos de urnas quarentas
crianfiaa vadi ;s, forfiaram as portas, deairui/ara
tad 1 o que bavia no interior e carregaram al.
gans cbjectos.
Oj rnal coodemna severamente esae atienta-
do e aaonnci que os culpados foram preaoa e
que 3offrerara urna condemnafiSo bem merecua.
Boumania
A pol.cla, tendo tido deon .cia de umi coas.
Dirafilo contra a vida do re Carlos I, dea ace .
tadas provtdearjia, de forma qae o plano foi
burlado, estando j presos os priocipaes auto-
res.
Oj disturbio? promovidos pelas estudan e
ne-a cidade assnraem carcter serio.
Varias maotfesiafiOes publicas lem sido feitas
contra o ministro da ia-truccSo, ioterviodo a
polica pira iiaperscLa?.
A cidade da Baclcareat vai ter a sua pa J. -
ila monicipal.
Os pi letroj de Bdckarest, dit a laJeoeod ri-
ela Romaica, angmentaram anda o preco do
pao, apexar do preca balxo do trigo.
Por causa dease aormento Je prefio a Cime-
ra Municipal da citada estabelecea padartas,
onde o pao fosse vendido pelo preco anterior.
Jjlga-se, porm, que ellas nao se manlm da
mote mallo tempo.
Tem cabido chavas lorrenciaes abnndvotes
fatendo transbordar diversos ros, e causando
aasim a ioandacao de grandes extensOes de ter
renos.
Mmto gado tem perecido e os estragos gerees
sao IramensoB.
Tarqnia
Satd Pacba foi nomeado grio-vizir.
0 decreto, trazando essa nomeacao, diz qu
elle foi nomeado para elaborar todas as medidas
proprids a melborara situar ao de todos os vas-
salios do soltaa sen dlstlncco.
Tarkbaa Pacba foi cbimado de Cresta.
sera substituido por Karatbeodori Pacb, antl-
go governador de Samo?.
Den-ae am encontr entre tarcos e albane
zea, tgnoranio-se, por ora, o resaltado do cox-
bate.
Tarabem annunciam de Tyr, na Syrla, qae
deram-se nesaa cidade graves conflictos enire
os ebrtstans e os masolxanos.
Hoove lutas sangrentas, varias casas de cbrls-
laos foram saqueadas, baveodo grande numero
de mirtos e fertdos.
O governo manden ao governador da Syria,
Oaman Naarl Pacba, ordem para repellir com
energa todos os excessos.
A commlssao inlernaciooal de loqoerito
sobre os ac o tea neo tos da Armenia, lercuioou
os seas (rabalbos, pelo meaos qa-nto aos dele-
gados europeas.
Estes, diz !um telegramma enviado de Ccn
stantinopla ao Daily News foram forcadus a
declarar aos comiiiiasanitarlos que nao podum
mais agir de accordo com elles, nem approvar o
seo relaioria, qae um rosario de loveocoes,
Oaseadas em testeraunbis oblidas pormeode
oorrupcao e oliaaidigao.
O mesmo jornal a na noxea(a do Said-Pacb
para o posto de gri-vur am indicio de qae a
Turqua esta dtsposia a ceder a aejao concorde
da Franca, da Rassia e da laglMerra.
T.mbaiH opioiao do Suadarol., qoe se en-
trega a considerares de alta poltica em oaa
artigo de fondo qae a Agencia Uavas resume
aasim :
, Se o projecta da reforma na. Armedla nao 10-
acc-ito pelo sultio, diz o o-gao conservador, nao
se aegoa que sejam oecesaarias hostilidades con-
tra a Turquu.
Ha ootros melos a err pregar: a formag&o de
urna commlssao europea permaoente na Arme-
nia, por exemplo, ou a retirada dos embaixa lo-
res, ioglez. francs e ruaao, de Cons'.antinopla.
A Inglaterra deaeja maia do qne nunca man-
ter a integldade do Imperio Ottomano, qae o&o
pide se desagregar sem arraatar g-ande perigo
p ra a pa da Europa, mis em ailima anaiyae
ella o) recuarta mesmo diante da eventuallda
de da queda da antoridade (urca.
Se a manuteceso di 1 upe-i) Ottomano se to--
nasse impasslvel, a divisio pacitica desse imperio
entre as patencias, todas ellas sensatis para nao
se di8putarem nesae sentido, serla muito mais
provavel do qoe urai guerra geral.
Apparecem ooiicias de novas mataocas de
cbristSos oa Armenia.
O fiultao vai brevemente oomear ama commia-
saa eocarregada de reformar o governo de'sa
provior.i.
Tarabem tem bavido grandes conflictos em
Treb'tonda entre masalmanos e christaos.
Couta-se grande uuraero de morios e feridoa
de aibos os lados.
Age rea ue polica, sob pretexto de frau-
de?, suotrahiram ao corre.o de Par. -..arlas des-
tinadas a diversas casas importantes, fransezas
e alterna).
A.s legago'S respectivas pediram Immediata-
m -me reoarafio. tendo atdo ja preso os agen-
tes de polica que sao inculpados da suotraccao.
O exercito tu'co tem ja SO regimentos ar-
madus com carabinas de repettcS >.
Era 2.horas sentiram-se 26 tremores de
trra oa Turqua Asitica.
E' coloaaal o oamero de ca^as destruidas, con-
tando-se mais de 50 monos a 160 feridos.
Aonuaciam de tiecca que o cboiera-mo-bus
augmenta cada vez mus naquella cidade, e '.e-
me-ae que a epidemii ss propagua por lodi a
IQgtlO.
J no dia 2 do correte um caso suspei o de
cholera produzio se noa arredores de Crastanti
nopla.
Foram logo adoptadas grandes medidas de
precaufiao pelas autoridades banitanas.
Cue.jaram noticias de Djeddaa aa quaea
annunciam terera os bedulooB atacado <.s co.su-
ladoa estr.ngeiroa.
No ataque foi morto o vice-consul ingle e fe-
ridos oa cooaales inglez W. S. Recbards, o rus-
so e o agea e trance Bobot-Decjutonres.
Coflataaiemeuie oaestraageiros sao aticados
pelos beduinos, e vista disso os embaixidores
deasaa patencias reclamam a Sublime rorta con-
tra esses aboso, exigmdo satisficao imm8diita
e castigo dos culo-.doe.
ATarqau far-se-tiia representar oa aber-
tura do canil de Kiel n^lo courafiaoo ilaasu-
i'.n. e dlgumis torp- deiras.
i.
EVISTA DIARIA
P ra publicar-Da geera'aria do Uo-
verno remeiterun-aos :
Q Gover:ador do 3lado, >le onformidade
cora o Regulamento neita dalo expedido, re-
solve nora.-ar para os lugares de lont s do Insti
tuto Benjamn Conslant :
Bactiarel Joaquim Cavalcanle Leal de Barros,
da cadeira de gooraetria geral, calculo e g -o
me'ra descriptiva, mecbanica e astronoma.
Maximiliano Alexaadre Eugenio Hutb, da de
iinsua allem.
Ur. Siaooal Bastos de Oliveira, da de botnica
e zoologa. .
Dr. Alfredo Arnobio Marques, ua de biologa.
Luiz Loarbard, da de mineraloga, geologa e
meteorologa.
Bicbarel Jos Perreira Muaiz, da de littera
tura nacional, precedida de noges sobre a lilte
ratura uuiversal.
Daniel erard, la de doaanho.
O lJrTJuiio de Melio Pilho, secretario da JU3-
tifia, N-gocios lote torea e Instrucgao Publica,
assiai o lenba enUudico e faga execular..de-
xinire Jos liurbosi Lima.Julio de Mello Filho.
Palacio do Governo do Estado de Pernatn-
buco, em 15 de Jultio de 18)5.
O Govetnador do Estalo, ds conorrnidade
com o Begniaraenio nesta data expedido para o
Iusiituio de Benjamio Constan!, determina qce
os lentes do extracto Gyranasio Pernambucano,
abaixo mencionado', continuara, na regencia das
respectivas cadeiras :
Bichare! Affonso Gongaves Ferreira Cosa e
bacbarel Antonio Justino de ouza. das ca lei-
ras de lingua portugneza.
Bacharel C-lso Florentino Henrques de Sou-
za e bacar i Joaqutra Pereira da Silva Guima-
ra-js, das de lingua latina.
Bacbarel Joao Baptisia Regueira Costa e ba-
charel Bianor de Medeiros, das de lingua fran-
ceza.
B .charel Pedro Celso Uchoa Cavalcante, da
de lingua ingleza.
Co e^o Dr. Antonio Arcoverde de Albuquar-
que Cavalcante, da de lingua italiana.
Bacbarel Etequiel Franco de Si, da de his-
toria universal.
Bacharel Manoel Cesario da Silva Brasileiro,
da de hls oria u choragraptiia do Brazil.
Bacharel Joao Feliciano da Motta e Albnquer-
que, da de geographia,
Bacharel Cicero Odn Peregrino da Silva, da
de arilhraetica e algebra.
Dr. Joaquim Antonio de Castro Loureiro, da.
de g raraetria e trigonoraetria.
Dr. Jos Berardo Carneiro da Cunta, da de
physica e chiraica.
O Dr. Julio de Mello Fillio, Secretajio da Jus
tifia, Negocios Interior s e Iostrucfiso Publica,
asslm o te-nha entendido e faga execaiar.A'.e-
xandre Jos Barbosa Urna.Julio de Mello Filhi.
Palacio do Goyerno do Estado da Peroara-
buco, em 15 de Jullio de 1895.
O Governador do Estado, de conforraidade
com o Regulamenra nesta dala expedido, deter-
mina que o lente do exiincto Gyranasio Per-
nambucano, bacharel Jos Lopes Pessoa da
Costa, passe a leccionar na cadeira de sociolo-
ga moral, noc&es de economa poltica e direilo
patrio do Instituto Benjamn Constani.
Outrosn, determina que continua oa regen
gia da cadeira de msica o proles :r Trajino
Felippe Nery de Barccllas, e bem assim que o
cidadao Eduardo Gadault, passe a servir no
caractar .de prolessor sub:t tato do da cadeira
de desenlio.
O Dr. Julio de Mello Filho, Secretario da
Justifia, Negocios Iotiriores e Inatrucfiao Pu
blica, assira o tenha entend lo e faga ejecutar.
Alexandrt Jote Barbosa Lima.-Julio de Mello
Filho.
Palacio do Governo do Estado de Per-
nambuco, era 15 de Juho de 1895.
O Governador do Estado, de conformidade
com o R jgulameoto nesia data exped do, de tur
mina que o professor addido ao extine o Gim-
nasio Perna ..bucano, Jos Paustiilo Porto, pas-
se a (accionar na ca eira de allocu^aa franceza
e ingleza .do Instituto Benjamn ionstant e
na de escripturac&o aercantil o professor
Juvniano Manta.
O Dr. Julio de Mello Filbo, Secretario da
Justica, Negocios Interiores e Instruccao Pusu-
ca, assim o tenha entendido e faga executar.
Alexandre Jos Barbosa Lima. -Julio de Me! o
Filhe.
Palacio do Governo dt> Estado de Per-
narabuco, em 1$ de Julho de 1895.
O Governador do Estado determina que o
hacharel Celso Tertuliano Fernn les Quintella,
Secretario do extincto Gvmnasio Permmbuci-
no para aasumir igual cargo no Instituto Ben-
jamn Gonstant nesta data creado.
O Dr. Julio de Mello Filho, Secretario da
JuBtfia, Nagocioa Interiores e lo^trucc^o Pub i-
ca, aasttu o tenha entendido p fagt exirular.
Alexandre Jos BarDdsa Liraa. lia de
Mello Filho.
Sicelaria da Juatiga, Negocioa Interioes
e Instruccao Publica do Estado ds PernaraDn-
co, era 15 de Ja'ho de 1895.
O Secretario da Justifia, Negocios-Interiores e
Iostrucfio Publica resalvo designar para os
lugares de :
Director do Instituto Beajamin Ccnstant o
lente hachar-1 Cicero Olon Peregrin da Silva.
Vice director, o lente bacharel Joao F^liciaao
da Motta e Albuquerq ie.
(AsslgnadoJJulio de Mello Filho.
Secretaria da Justiga, Negocios Ulteriores e
Instruccao tunicado KsUdo de Pemarabuco,
em 15 de Julhode 1335
0 Secretario da Justifia, Negocios Interirese
Instrucfio Publica resolve noraear Tiburcio b'ir-
, mino da S Iva Cavares para exerce.o cargo de
amaouenae bibiiutecario do Instituto Bsnja-
min 'ranstint.
(Assignado) Julio de Mello Filho.
rVunneaoes o Sr. D-. Secretanj da
Just'fia de accordo cora a proposla do agente
da Polica Martima noraeou por acto de 1 i do
corrente os cidados Gustaro Alvares Pareira
de Lyra e Mtnervino Ferrao Castello Branco
para exercerera os cargos de auxiliares do
raesrao agente
Anaiyae chimlca -Abaixi publicamos
o relatono apresentado pelo cbmico da Inspe-
ctora de llvg.ene do Estado sobre a exarae le
to no resto da fritada, que continca substancia
toxica.
Rappor sur ftnde toxicologique efun
chantilln remis par l \nspectorie a"Hy-
giini
Le vingtdeux Juin de l'aone conraote I nmis
a t reras par l'Inspeclorie d'Hygine un fl-i
con conteuan, soi-iisan, un dqemm 'omelet-
te fatt-av-cd s crustcea, om.lete ayant pro-
voqu un coraraencemenl d'ampoisonnement.
Le laboratolre eal pn de faire l'analyse de
cette subsianc 1 el d-" del rminer:
1." Si elle renferraj na alcaloide vegetal ?
2."'1 Quel est cel alcaloide?
3.e'e Si -lie renferme une aulrc subatance al-
colodique?
L'e flacn contenant la suba anee analyser
est un llacon-lube en verre blanc el 1 larga ou-
verture, flacn ayant d renfermer prcie-
men. des fruila ou des lguraes de conserve el
importes.
1 est bouch avec du papier-colier en 2 paia-
?eurs, miinienu par un licelle entourant 5 fola
le col el ferm^par un double cachetsaos era-
premie specialsv
Le flacn contient deux fragmenta du mel
serv, sur presque rautes les tables brsiltennes
et onfe. lionn avec : l." des ceufs, 2.'"1) de '
viande, de poisson ou de crustcea, 3 "") avec
quelques horbes ua produts aromat.ques. 4"=)
avec divers condunants.
Le fI*con sembir avor refiu l'chantillon
analyser apri nattoyage. c.-. d qu'il na
semble pas contonir d'autres impurets que cel
les pciurant O re conlenues dans l'oraelotte
mrae.
L'- poids de l'char.tilloa remis est de cin
quan'e cnq gramtnes.
La suostance a i analyse par troia m?tho
des et c'est le resumo de ce travail que ous al
loas donner
RauHat de l'analyst
Les liqu des purifis et concentres, oltenus
dans nos recherches d'ensernble ont et souras
aux reaenfs les plus sensibles des aleatoiaJ
ou substances alcaio l|Ues, (1) i fin de de
terminer s'il la.t intressant de poursuivro
l'analyse ou s'il lait i utile d'entrer duns I
dtail des raetno les etaot donne Tabsence de
ees principes toxiques.
L s reactions i-nt l aaaez netles pour d
montrer la praence d'un ou pluaieurs alcaloidea
sana prjudice de la praence simultanea de
substances alcalu liquea aulrea
La question des substances alcaloidique3
ayant 1 se poser dans toute aualysa de la na u
re de celle qui nous oceupe, nous devons des le
debut chercher nous debirrasa-:r le plus pos-
sible de ees 'raents.
Nolre trav-l a i raen dans ce sens, aprs-
quoi, ayant continu l'analyse graorale et l'iso
lemeat du ou des alcaloides contenus, nous
avoas pu proceder ii l'iule dea diverses Solu-
tions.
C'est ainsi que nou3 avons pu caracteriser,
avec la precisin relative que permet la science
actuc'leraent, avec la purei relative de nos pro-
el u ts chi iques, la prsenos de substance of-
frant las rtction3 de l'alropine
Si nous nous perraettons d'user maintenanl
des constatalions ralicales qui ne puvent res
ter trango-es au chimis'.e, nous devons aua
deraander si la dilatation de la pupille n'a pas
t produile par l'hyoscyamin, de Thyosctne,
de r.'i matropine ou de l'atropine
Cea divers poisona ayant une activit gale au
poiot de ue toxique, leur differencialioa n'a
pas grand ntrt.
Ce qui et certain c'es'. que les reactions con-
slalent la presence en quantn relativemen
petite, de subitance ayant les caracinstiqois
de l'alropine.
Les reactions faites sur la solution aqueu?e
pui serait inlereasam d'tuiier au point de vu-
8cientidque aeul alio de dterminur leura com-
iosant s; la labaratoire n'eat pas encor pour-
vu de son mairiel complet et ne peut, pour le
raomenl, s'occuper de cene tude.
La recherce de subslances alcaloidiques n'a
pas donn de resultis tant donne la qanlit
faible de liquide.
En foi de
l'analyse pour
i laquelle il est remis i la dale ci-dessoua.
Le Directeur du Laboratoire, /. Wed. Recife,
le 6 Juillet 1895.
Copiei e confer. Era 7 de Julho d-- 95-
Apolinario A Metra Henrique, secretario.
Traducco :
Relatorio sobre o esludo toxicologico d'urna
amostra reraeltiia pela Inspectora de Hyg ene.
A vate a io3 de Junho do correte anao
nos Um reraettido um frasco, contendo, dizia-se,
ura padafio de fritada preparada com cru3taceos
qne provocou um conuco de eovenenamento.
O Labora orio encarregado de proceder a
anaiyae desta subs ancia, e de determinar :
1 Se ella conira un alcaloile vegetal 1
2." Qual es e alcaloide ?
3. Se ella conira urna ou'ra suba anc a al-
coloidica,
O frasco coa endo a substancia analyaar
ura ir isco tubular de vdro branco e da bocea
larga, tendo servido precedenlemen e para fruc-
tos ou legumes era conservas e imporados.
Eslava embrulhado com papel escolar em 2
dobras (epaisseurs), preso por um ba bante que
envolva 5 vezas o eolio e fechado por ura du-
plo stne e (cachel) sem marca especial.
O frasco contera 2 fragmentos de alimento
serv do em quasi todas as mena Brasil iras e
preparado cora 1.*)ovos -2.) carne, palxa ou
crustceo*, -3.j cora algumaa h3rva ou produc-
tos aroma fcos--4.'/ cora diversos condimen-
tos.
O frasco parece ter receb do a amostra ana
lysar depos de tirapo, isto ; nao parece con
lar ou ras impurezas alera das que provm da
propra fritada.
O peso toral da amostra de cincuenta e cin-
co grarara.ia.
A subatatic a foi analysada por trez melhadoa
e o resurafed'esae (rabalho que varaos dar.
" Resultado da analyse :
Os lquidos purificados e concentrados, ob-
tdos era todas aa nossas pesquizas forara sub-
met dos aoa reactivos os mus seus veis dos
alcaloides ou substanc aa alculoidicas, (2) afira
de determinar se convera prosegu r na analy-
se ou se era Intil entrar no de alhe dos rae-
thodos dexando-se a, parta essea pnncip.os
toxicas.
A reacfiOes foram bastante claras para de-
raons rar a preaenfia d'ura ou muitos alcaloidea
sem prejuuo da presenfia simultanea de outras
substancias alcaloidicas.
Aquestaodas subatancios -alcaloidicas, im-
pondo-se em toda a analye di natureza desia
que nos oc upa, devenios desde logo procurar
quoi, nou3 s'gnons ce resume de
r servir i l'Inspectorie d'Hygine,
1
(1) Nous designons par suRstances alcaloi ii
ques, toutes les substaBces qui donnent avec le
ractifsgeneraux des reactions semblablas eel-
les que donnent les alcaloides; ainsi les po
m lints.
(2) Designamos por substancias aicaloidi ti-
cas, todas as substancias que pro iuzern com os
reacf vos garaes reacfiOes semelhantes as que j
p-oluem os alcaloides, assim como as ptol
malnas. >
nos desembarafiar.0 ma s possvel d'estes ele-
mentos.
Nosso trabalho foi dirigido n'eat i sentido,
depois do que, tenio continuado a analyse ga
ral e o isolaraeno do ou dos alca loidis comi-
dos, oa potemos proceder ao esludo das di-
versas SlUfiiS.
E' as3jra que podemos caracterial.r cora a
preciso relativa que permilte o sen ica attu-
almenie, cora a pureza relativa dos nt.ssos pro-
ducios chimlcos, a presenta de subslaiciaa offa-
r'cendo as reacfiOes da airopina.
Se nos perraitt33e:noa entretanto usar das
declerafies medicas que na> podem ser igaora
las p^lo chimio, nos iO"tagavamoii de nos
raesrao se a dilatafiii 1 da pupil a nao fora pro'
du'.ida pala iy.istyainina hyoxina, boraatropioa
oupela atropina.
Es3es r| vorsos venenos tendo uraa idividade
igual no ponto de vista toxico, sua diff-reacia-
fifi ni tem grande interesse.
O que cerlo que as reafies denonslrao a
a presenfia em qaantdade relalivainen.e peque-
quena, de substancia que tora 03 caractersticos
da atropina.
As reaefi ?s feitas sobre a soltcco iquosa es-
golada dao umitas chris allisaccs que converia
esludar no ponto de vista scientilico aura so-
mente de determinar seus componentiis; o labo-
ratorio no est anda prvido Jo sei. material
completo e no pode, nesta occasio oceuparae
d'esle esludo,
A procura do substancias alciloididicaa foi
infrui fera pela pequea quantidade de liquido.
Em f do quo nos assgnamos este -esurao da
analyse, para servir a Inspectora de Hy-'iea :
a qual rum:ttida n'esta dala. (Assignado)
O Director do Laboratorio. J. Wed-Recife 6
le Julho de 1895. Traduzi o cooferc Apoll
nario J.Miira Henriques. Secretario. Era 7
de juIIio de 1-95
Huiher esquartejadaDantos o auto
de pergunlas a que hontera alluiiraoa:
Como se procure marcar a gloria quo cabe
a pol'Cia acerca da priso do lacciaora Manoel
Perreira d'Assurapco, autor di assissina'.o e
esquartejamento da" infeliz menor Mina Joa-
quina, pefio-vos que vos dignis publicar o auto
de pergutitas feitas a D. Joaquina le Jess,
ifira do que o publico fique certo (te que
verdade qce esta se hora prestou ua grande
auxilio a polica, mas qus no fr, orno se diz,
nunca a denunciante de tio auiaze perverso
crimino o.
Convra scientificar-vos de que, ha mais lera
po, n8o foi publicado o presente aolo, porque
conrinlia polica as suas indagiifiOes no
deixal-o ser conhecido era todos os seus deta-
Ihes por pe3soa3 suspeitas Jo connivjntes era
lio luitislruoso crina-'.
Auto de perguatas feitas a Joaquina de Je-
ss.
Aos seis dias do mea do Julho do anno de
mil oiloc ntos e noventa e cinco, nesta cidade
do Recife e na ru 1 da Iraperatriz, numero qua
lorze, segundo audar, casa de remitencia do
delegado, presantes o m rsrao del.-gido lenle
Bartholomeu Sopliocles Wallece coelho Meira
ile Vasconcelloa e o Dr. Virginio Ca neiro
Mende3 da Silva, aegund) promotor publico da
capital, coraraigo abaixo assignadu aervinao
de c crivao, ah cirapareceu Joaquim de Je-
sus, a quera o delegado fe as aeguiiiea per-
guntaa.
Perguntido seu nome. Ulade, natnralidale,
proiisso, estado, residencia e ae Biibe ler o
escrever ?
lespandeu chamar so Joaquina de Jesu^,
com tnnta o tres annoa, natura! de Portugal,
servifio domes ico. solteira; rui di Iinperalnz
numero quinze primeiro andar e sabe.
Perguutado o que sabe sobro o appareciraen-
to, no tnez prximo Ando, no rio Ci.ntbaribe,
de partea do corpo de uraa mulher nvolvidas
era um sacco ?
Respon leu que no dia dezoito da rt ez prxi-
mo passaio, eslava el'a respndeme em casa'
quunJo por volta de o,u; horas do dia soub:,
por urna seniora que na casa chegou, do ap.ia-
reciraento no caes do Apollo de ura sacco de
estopa contendo pedamos de uraa mu'her ;
que ella respindeu e lalo necossi lade d;
sahir a coa e tendo ouvido lizcr que eslava no
Cemiierio o sacco cora a3 partes da mulher en-
conira la, para all dirig j-sa adra d ver do
que se traiava ; .
qu no Cemiterio ella respon lente isststio o
exarae procedido pelos mdicos, no que bavia
sido encontrado no sacco, reparando principal
mente ella respondente na mi encontrada,
porque alm de ser a mo pequea, faltava o
dedo annullar;
que no da dezenove, pela manha, estava ella
responden e era cas-i na varanda quando Ma-
noel Perreira d'Assorap.So dono de uraa otfici
aa de sapateiro do pavimento terreo do predio
numero quinze, cbamou ella respondeale din-
giado--e para a escada ;
que ella respondente, acudindo ao chamado
du Asaumpco, dirigise a porta di escada
onde j o encontrou e convidando o a entrar,
Assumpfio nao acceitou o convite e perguntou
a ella respondente se tinha sabido appareci
raento da raulner uo sacco, respondeodo ella
que sra, pelo que AssnrapfiSo diss> a ella res
pondente que saben lo que ella tinha se quei-
xado aos seus empregados da uns geciidos que
era Abril des'e a-iiio, ouvira em sua loja, la
lhe pedir ura grande favor e era o segttinte :
que nao desse par e a polica dos gemidos
que ouvira porque a mulh;r qne gemeu j es-
lava boa e que se ella qutzesse vel-a, encontra-
va-a na ra das Carrofias, onde taralietn esia-
vam receila8 do medico ;
que ella respon len e dssa a Assumpfio que
os gemidas que ouvira j hava decorrido al
gura tempo e que ella nada tinha a ver com
que Assumpfio replicou dizen to a ella res-
pndeme que 1 polica poda iotervir por cau
sa disto e o menos que suicedia-lhe, era pas-
aar o seu estabeledtnentn fechado dous ou tres
mezes; ,.
que dito isto Assumpfio re rou se e ella
respondente d'ahi era diante coraefiou ;i descon-
fiar de que fosse elle o autor do crime appare-
c do Da vespera e a note, as sete horas p juco
raas ou menos, ella respond nte chara)U o con-
tra mostr da loja de Aasumpfiao, a qiem ella
contiec a pelo nome de Maduro e pergun oa-lhe
pela viuva que era amasia la cora Assumpfio
e pela filna desta, responderlo Mac.uro que
estavara na ra das Carrofias e indagando Mi-
duro della respondente porque lhe faz .a seme-
Ihanta perguota, ella coraefiou a pedir a Madu-
ro que guardasse segredo soDre o que a com.
mullicar e narrou-lhe a conversa que com ella
respondente hav a tido Assumpfio pela ma-
nija, conversa que conclu la, Maduro dssea
ella respondente que a mulher que gema na
loja nao era a v uva e sira Joaquina, que esti
verana loja de raiudezasda Ma a, tarabem na
ra da Iraperatriz e que ba meze3 estava traa
cada no quar o da toja de Assurapcao ;
que depois do que Ine dissera Maduro, ella
respon lente pirguntou-lhe se tinha certeza de
que anda estava na loja a Joaquina, de que
elle lhe fa lava, respondeu-lha Maduro que
s m porque pela manhi do mesmo da, tinha
Pedro, tambera empregado na lojad'Assumpfiao
comprado muoguz para ella;
que ella respondente pedio a Maduro que
nada d S3es3 a pes3oa alguraa a conv;rsa que
cora ella acabava de ter e que no da segrate
lhe farasae ; ,
que logo que Maduro sabio, ella res jondete
tol a seu quarto e arrancou um pedaco do soa-
Ino e coraefiou a espiar pan o quarto da loja
que tica por baixo do quarto era que e;dava ella
respndante e pela claridade da luz que estav
na loja notou ella respondente no quarto urna
tigella de loufia branca, urna cama de lona,
aberta, com traveaseiros e roupa espalbada em
cima, uraa corda estendida no quarto com uns
pannis, ura batid pequeo de flandres um em-
brulho redondo nos ps da cama no chio, como
que parecendo ser uraa alraofada ;
que deitada no soalho, posifiao era que estava,
quaalo ella respondente veriflcou o que acaba
de referir, continuou na mesma posifio ate as
nove horas e meia da noute ;
que pouco antes de nova e meia, otivio ella
respondente fecbar-se portas na loja e logo de
pois no quarto Assurapcao e pegn no embruiho
redondo que eatava nos ps da cama sahindo
com elle e voltando logo depois novosme ao
quarto Assnmpiao accendeu ara phosphoro, pe-
gou na tigella que nesta occasiSo verucou ella
respondente estar com raunguz e derraraou
em cima de urna mancha grande que tinha no
meio do quarto;
que depois disto feito Aasampcao r;tiron-se
do quarto, pouco depois vio ella respondente n-
car a loja completamente a3 escuras e rstiran-
do-se do ponto do observajao, correu varanda,
vendo que Assumpfio fechava a porta da loja
pelo lado de fra e relirava-se em direccSo
ponte da Boa-Vista, levando comsigo o embru-
iho redondo que hava retirado do quarto ;
qoe no dia vinte pela manha ella respondente
foi para a varanda e depois de sete horas che-
gou Assumpfio e abri a loja e ella responden-
te, depois que elle entrou, cerreu ao seu quarto,
onde pelo buraco do sialho arrancado esteva
algum tempo nao ven lo Assumpfio entrar no
quarto da loja ;
que sahindo' do quarto ella respndante foi
para o lado de detraz lo pnraeiro andar e da
janella vio Maduro que j estava trabalhania a
ilisae-lhe que no quario nao havia ninguem, res-
poadeodo Maduro que esperasse que d'ahi a
pouco chegava o almofio, que Pedro tinha ido
comprar para Joaquina;
que ella respindenle depoia que Maduro lhe
dase isto foi para o seu quario, onde do ponto
de observac&o, pouco depois, vio entrar Assura-
pcao cora a tigella de raunguz, despejou-a no
chao no mesmo lugar, onde tinha derramado na
vespera, deixando a tigella no quarto e sahindo
logo depois;
que ella respondente, durante o da vinte,
poucaa vezas sabio do seu quarto e por diver-
sas vezes vio Assurapfv.o ebegar oa porla do
quirto, que estava pouo aberta, como qua fallar
para dentro e retirava-se, e uraa das vezes elle
eutrou, lirou ura panno que estava era cima da
cama, estendea- > no chao e aj lelhou-se, notan-
do ella respndante que o panno era encarnado
e branco;
que na nou e deste da ella respondente este-
va at nove horas e meia em seu ponto de ob-
rvafiao, a vio pouco antas desta hora Assnra-
(K') entrar no quarto retirar debaixo da ca-
ma ura embruiho, sahio e pouco depois voltou,
accendendo ura phosphoro estere olhaado para o
lugar onde despejara o raunguz;
que logo depois ella respondente vio ficar a
loja as escuras e pouco depois Assu npgo fe-
chou a toja e sabio lomando o lado aa ponte da
Bo-i-Viaia, o que ella respndanle vio da varan-
da ;
que no dia eeguinte pela manha ella respon-
dente, vio do seu ponto de observacao Assum-
pfio novamente despejar raunguz no raesrao
lugar, em que o fuera nos das anteriores ;
que raas tarde ella chara >u M duro, di3se Iha
novara-ente que nlo tinha ninguera no quarto e
que nao deixasse de fallar lhe naquelle da ;
que durante o lia ASsompcao, por diversas
vezes,anegara porta do quarto ura pouco aber-
ta, e corao que falla va para dentro ;
que as 8 horas la nouta Maduro sub o e fallou
cojo ella respndante na porta da escada e nesta
occasl&o elia respondente alnVmiu aimla urna I
v-za Maduro que nlo linha ninguera Do quirto, .'
coniinuanio este a insistir que tinha,e foi ento
quaplo ella respondente disse-lhe qua tinha
arrancado ura pedaco do soalh > do seu quarto
e por isto nt&rmara nao ler ninguera no quarto,
e ain la neata occasi pedio a Maiuro que dor-
raisse na loja. duendo Maduro qie naquella
noute nao poda dorrar, proraetten lo dormir
na noute siguite, prora?ssa que fez. porque
ella respondente disse-lhi que se nao dorratsae
na loja eutao elle era cmplice de Assurapcao ;
que no da segrate, sobbadi, vinte e dou3,
pela manha, ella respondi-nte vio As-urapfiio
derramar 110 quarto o raunguz corao tizera nos
das anteriores;
que durante o dia Assurapfio,*por diversas
vezes, ch,'ou na porla do quarto a corao qae
fallava para dentro;
que s dez horas da noute pouco rcas ou me-
nos, Assurapcao fechou-o porfracoin o ferro-
Iho;
que nesta noute Maduro dorraio na loja, como
proraetteu a ella respndeme ;
que depois que sanio Assumpfio, Ma i uro foi
ao quintal e venio ella respndeme na janella
disse-lhe que estava liaposto a fazar o que ella
quizesse, comanlo que ella n3o suppuzesse que
elle era cumphee;
que ella respondente disse a Maduro que fosse
baier no quarto, o qua este fez, balando por
rnais de uraa vez com forga, chaman io por Joa-
quina, nenhuraa resposta obleado;
que pouco depois, ella refpondent3 vio entrar
no quarto, naturalmente por alguraa ouira porta.
Maduro era companhta de Pedro, com o caudiei-
ro acceso e ella respndeme (..liando decima,
daduro disse que ella dissesse o que qncil e
ella respondente maniou elle abrir o bah de
flandres que estava ebeio de roupa, arredar a
caaii, levantar os travesseiros, arredar doas ti-
jollos que estavara no meio do quarto, o que
Maduro fez, vendo ella respondente uraa man-
cha preta que estava junto do3 tijollos e per-
guntando a Maiuro se aquillo era sangue, este
respondeu-lhe que a mancha estava muito preta
para ser singue, mas que exhalava mo cheiro ;
que ella respndante pedio a Maduro que ar-
redasse uraa lampa de caixa que eslava encos-
tada a ura dos can oa da parede, o que Maduro
fez, dizendo que tioha urna garrafa, o que ella
veriflcou ;
que neta occasiSo ella respondente pergun-
tou a Maduro quintos saceos bavii na loja, res-
pondende Maduro que tres e ella respondente
pediu-lhe qua procorasse em toda loja para ver
se ochava, o qoe elle fez, voliando, pouco tem-
po depois e dizendo que nao tinha encoairado
nenhum ;
que depois de Maduro examinar toda loja,
voltou ao quarto e disse a ella respondente qua
nada t n a encontrado digno de nota, que d'a-
que'la occasio em dian e ficava convencido
que Mara Joaquina nao estava na loja, que fi-
cava sabendo, por tudo aquillo, elle Maduro que
Assumpfio havia rmalo a elle e a seus com-
pameiros urna ratoeira, mas qui el e Maturo
eslava innocente ;
que o exarae feito nesta noite par Maduro foi
feito tambem em compaoha de Pedo e aca-
bou-s a uraa hora da madrugada ;
que no dia seguinto, domingo, vinte e tres,
Assurapgao abri a loja mas-lia resp >: iea'.e,
aoezar de ter pascado todo dia no seu ponto
de observagao nao vio Assurapjao entrar no
quarto ;
que durante a semana segrate Asaumpfia
enirava toda noite, riacavajura phoapboro|e txa-
iu nava o lugar uu le daspajava o muoguz ,
que da s.-xti-feira vin e oito para o sabbado,
a noite, As3urapc o tirou a cama do quarto
cornos traves3eiro3 e disse para o interior da
loja ora m esta cama porque a dona nao dor-
ia* mais oella, pois mudou-s.' para a ra Im-
perial :
que tudo isto ella respondente na sexla-feira
vinte e o o, comraunicou a D. Bellarmma de
Moraea Vlesq uta Piraenlel, mi do Dr. Arthur
Orlando e ura casa de quem ella re.'ponden'e
mora ;
que no dia seguate, sabbado de dez para
oize horas da manha ella respndante, sem que
ninguera de casa soubesse dirig o-se a casa de
HllariSo Maia e p rgunlou a es e se Joaquina
que ba tampos estivera era su casa tinha al-
gura signa no dedo annelar e estran-'ando
Maia a perguota della respon lente, dizendo
nesta occasio ,'que Manoel d'Assurapfifio d as
antes, pedira-lbe que nao fallassa a ninguem
acarea do naraoro que elle Assumpfio teve
com dita Joaquina quando ella estava em casa
de Maia, alia respndeme disse a Maia que
descontiava cora mu o bon3 fund mantos qua
era Assurapfio o assassino da mulher esquar-
tej ada enasta occasio conloa a Maa o pedido
que Assumpfio IIara a ella responden e no da
dezenove e tudo mais que observara de l para
c, pedrada em concl nao a Maia que viesse
fazer coramunicaces a polica, o qu ella res-
pondente deixav de fazer porque as pessoas
de casa onde ella mora impadiamqua ella re-
velaste a polica porque tmha receio, ficando
todos amedrantados depoia que 6lla respon-
dente tudo comraunicou a D. Bellarmina ,
que Maia, quan lo ella respoodeote pedio-lhe
para enmmunicar a polica disse-lhe que nao o
fa-.ia,porque a mulher delle tudo ouv ra della res-
pondente quando coaversava cora Man, peda-
me chorando que na la dBsesso porque linham
dlftos e nao queriaia se envolver em crime tao
horroroso ;
que no domingo, trinta, pela manh muito
cedo, es ava ella respondente, na janella da
sala de detraz quando Pedro que estava no te-
Ibeiro do quin al disse a ella respndante qae
perguntou a alie Pedro por Assumpfio, que
ese a emoarcar para ontraa trras e pergun-
tando ella respondente a Pedro, porque sabia
da viagem de Assumpfio, Pedro disse lhe qua
D. Mana Freir lhe havia dito, em vista do qua
ella respndante, mais ule, tendo da sahir a
pedido de D. Bellarmina e a neg io desta,
nassou na, loja de Maia e tornou a dizer-lhe que
comrauuicaaseo fado a polica porque o n0.
m
1



wr.
Diario de Pernamboco Qniuta-feira 1 de fiilho de MSQ5
3
i
tnera ia embarcar, nada mais 8 lendo paseado
sobrj semelhadte fado al cerca de dez horas
do da, depois que ella responaente voliou a*
roa quando a essa tora appareoeu o delegaao
Tenenle Meira, que ora imerroga, o qual en-
trando dissefoue precisava falUr a ella respn-
deme ; n.
que depois de longa conversarlo e da mullo
ter ella responden'e o ientado ao mesrao tenen-
h Meira, que al foi ao quart delta r8pon te olhar do buraco por onde ella respondeate
tudo examinara, esta retirando-Se promelteu-
lhe, em vista do medo de que se achava apa-
derada a ramilla de D. Bellarmina .ac que pes-
soa alsuma de sua casa, passana por vexames e
at ,iefo contrario poderiam marecer-lne muito
D0i3 que milito lioha auxiliado a pMicia.
Perguntadj se ella interrogada c mmumcou
a mais alguem o que acaba de narrar ?
R^sriondeu que no da vinln e seis toi a ty
po?;a hia do Jornal do R cife. e a uin dus
seus redactor s, cujo notne nao sabe narrou as
auu5 desconfan.as, isto fez cora a certeza de
que "uardavam silencio cumo afflrmavam no
io-r.al mas Uie parece que nao derara credio.
E nada ma s lhe sendo perguntado nem re
iio;i lido deu se por findo este auto, qu* depois
de d e achado conforme vai assignado pelo
ten*nle dnlegado, pela respondente, pelo Dr.
Pn:uotorecomraig*, Arlhur Freir, escr.yao
que o ejcrevi.Bariholomeu Sopliocles Wat
lo e Coelho Metra de Vasconcelos J aqu>na
de Jesu* Virginio LarneiroMc des da Silva
Ait'iur l'reire. .
Manuel Banielr A. arte radical aca-
b i le perder um dos seus mais disiinctos apos-
tlas. .
Dota lo de urna intelliaenc a robusta, amante
da ur.e que to nobremente professava como
clarinetista solista, Bmdeira Filho c egou a
conquistar um nome que na Europa nos orgu-
lnata.
Cono autor deixaelle diversas coraposifo-s
qu bem revelara o seu merecmento conn,-:naJ
do p>r diversas vezes era au-iiccOes no nosso
th a ro. .
Drecrar da orcb^slra do Thea ro Santa Isa
bel elle ah sernpre se soube impor pela direc-
c.a l segura que dava a execuc&o dos trechos
oue fazia exhibir.
M. Bandeira Filho era um dos professores
culos serviros hiam ser aproveitados para o
novo Conservatorio Musical de Pernambuco na
ic enca do cur90 declarinetto.
Como caTalheiro elle, sabia conquistar as
maiores sympatbi de toios que o commuiu-
cavam. .__
Deixa ura vacuo que nao pode ser preen -
chilo, l>gaudo a seus tilhos um nome digno de
admiraco. .
, Teve a sorte de todo artista-morreu pobre.
Em signal de pesar, a Inspecioria dos Tnea-
tros conservou h mtem as portas do Santa Isa-
bel meio-fechadas.
Dr Felip:e de Fgrueir -Tiveram
logar honiem pelas 7 hora-, da raanlia a egreja
do Ccnvento de Nossa S'-nhora do Carino, as
mis>ai mandadas celebrar pela Devocao de
\ ai Senhora da Ba-Morte. por alma do nosso
presado chefe Dr. Felippe de Figueira, rinao
da alludida devocio.
Depois de celebradas ts missas leve lugar o
responso tomando parte dois religiosos Carme-
litas ,
Somos gratos devocao pela prova e amor e
consMerncao a) nosso bom amigo e chefe.
Relaturi Recabemos ura exempla- do
rel.tjru apre-entado em Margo ultimo pelo
Dr. Alitpnit Pedro de M-rll), secret irio d ) go-
verno d liahia ao govern .dor do raesm Es-
ta lo, o r. Dr. Joaquina Manoel Rongues Li-
ma
Agradecidos, _
Tribunal do Jury do Recite-I-unc-
conou tiontim erte T-ibunul sob a presidencia
do Dr. Jos Julia. Regueira Pinto da Sou'a,
jui' de d reito subst tuto Reciproco do 3- dis-
trito criminal.
Compareceram 32 j urados.
Fonra subraett:d Manoel Honorato Kerreira Ferro, Joao Francis-
co da Silva, Joiio Antonio Nepomuceno. pronun-
ciados no art. 356 d cdigo penal e Adclpho
G tivo Dotoyi pronunciado no mesino art.
33") combinado com o ait. 21 3- do, dti
codito, os tres pritttyros reos por haverem sub-
trahido mediante violencias diversos objectos
S'rt'ncentesao Dr. Jos'Rodrigues Tavares de
-Uj. eoro Dut>j por ha ver comprado os
objectos subtrahidos s-ibendo quehaviam sido
roubodos.
Frz a aecusagao o Dr. Yidoriano Regueira
Pinto de Souza, 3." promo'or publico
Produzio a defesa o Dr. Luiz Emygdio Rodri-
gues Vianna, a vogado nos presos pebres.
Os reos Manoel Honorato Ferrcira Ferro e
JoSo Antonio N pomuceno foram condemnados
a pena de 5 annos e 4 mezes de prisao-e na mul-
ta de 13 1/3 por cenio do valor dos objectos
roubarios, e o reo Joao Francisco da Silva
pena de 3 annos e 4 mezes de pri5o e na multa
de 8 l o do valor dos mesmoa objectos.
O reo Adilpho Dutoya foi absclvido.
Serviram no conselho de sentenga os jurados:
Odilcn Coelho da Silva.
Jos Monieiro PesBa.
Carlos Bandeira de Mello.
Manoel (orre a Maciel da Silva-
JcSo Pinto Bandeira Accii ly de Vaaconclos.
Umbelino Possidonio de Barros.
Bianor de Oliveira.
Tiburcio Adt lrao de Oliveira.
Arniinio de Figueiredo Passoa
Hoje serio julgados os roa Jos Rodngues
Almeida e Manotl Diego do >iaBeimento.
Desastre -Hontem s 2 horas da tarde,
jucto ao arco da Conceigo, o Sr. Manoel Ferre
ra Pinto sendo apanhado peto estribo de um
bood da Imha de Afogados, ficou com a perna
esquerda fracturada.
O cocheiro do referido bond, evadi e.
Obrada Adora?o Xoetarna-Hoje
18 do corrente ter lugar na Matriz da Ba-
Visia s 7 horas da noite a sassSo raensal desta
Obra
Inspectora .eral da Hygienc-
Cbamamos a attengSo aos interessados para o
eiital que a Iospclona de Hygene publica
hoje na secgao competente.
Multas-O Sr. tiscal interino de Santo Ao
tomo muliou 09 seguintes individuos :
eraliin Peruira Lopes, em 63S000, por mfrac-
gao des arls. 75 e 91, titulo 7." da le n. 1129.
Santos Figueira, em 63S000 pela aesma in-
fraegao. nn
Manoel Fernandes Merene era 10S500. por in-
fracrj do arl. 5., cap. 5. do titulo 2." da lii
* '
As referidas multaa foram recolhida9 aos co-
fres municipaes.
Vapor NileTelegramma recebdo p ia
agencia da real mala innleza diz, que o vapor
Nle sabio do Rio de Janeiro no dia 16, as 4
horas da tarde.
BTelegrammas retidosAcbam 9 re
lid s na R^p^rugao G-.ral dos Telegrphos os
segointes avisos:
ParaGussil, de Barreiros.
Para Antonio Guimaraes, de Mjcahyba.
.Lichas funecionando bem.
Casa de Detencao Movlraento dos
Sresos da Casa de Detengao do Recife, Estado
e Pernarabuco, em 15 de Julho de 1895 :
Existiam....... 478
Entraram. ...... 2
Sahiram...... 16
mas de casamento dos ssguintes contrahec-
Us:
2.' Publcagao
Marcelino da Silva Araujo, natural de Portu-
gal, negociante, com Iiabei Maria Felicia de
Araujo, atural do Estado da Parahyba, soltei-
ros e residentes na freguezia de S. Jos.
1.* Piblcao
Joao de Deus Vianna aatural do Ceari, era
empregado publico residente na freguezia de
Santo Antonio, com Adelina Gomes da Silva,
natural deste Estado e residente na freguezia de
Se Jos, solieiros.
CoraraissJao de Slelhoramento do
Porto do necife-Recife, 16 de Julho de
1895.
Boletira Meteorolgico
Borai.Term centi- Uarome'ro iensao do Huma
grado (0,0*) vapor dado
6 m. 22 O
fP 22,'9
12 24'4
QS t. 25 '4
6 24,4
761-21
762-03
760,-97
759,'04
76J.-09
18,61 93
19,35 91
20U2 89
20 30 81
18.88 81
Temperatura mnima 21,"75 Thennometros
desabrigados ao meio dia.
Temperatura mxima 28 "00 Ennegrecido
51.-8 -Prateado 33,-2.
Evaporago em i horas ao sol 2,-5 som-
bra 1,-2.
Chuva 10-.8.
Dirergao do vento: W de mea al 9
h. 21 ra. da raanh; S\V alll h. 41 m.; S
0 h. 25 m. da tarie ; SSE at 1 h. 03 m : SE
com uii^rrupges de ESE e SSE al 2 h. 40 m ;
iE e SSE al croados al 11 h. 35 ra. ; SE al
mi:a noite.
Tres lloras de calma pela madrugada.
Velocidade media do vento 3,*85 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,80.
Holetim do Porto
Pra-mar ou Dias Horas Altura
baixa-mar
B. M. 16 de Julho 10 h. 45 ra. da m. 1.-80
P. 4 n. 55 m. l. 1.-00
i'assaseiros -Sabidos para o sul no va-
vapor naci ;al Brazil:
francisco M. da Fonseci e sua sinhora. Sil-
vino D. Muniz, Tertuliano >'. Fonseca, Fran-
cisco Leao e Pedro de Alraeida Francisco L
Machado, Jos F- Machado, Maria Conceigo,
Zuliura Rocha, A. M. Ribeiro, Firmmo Tre-
raoulieie, r. Manoel L. Oliveira, sua senhora,
e2lha-. J. J. T ledara, F. Salom, R. F
Geieohi'use, Rosita Cubeng, Sarar Slouber,
Dr Clodoallo de Lindaros, Dr. Joaquim de
Castro, Helena Fonseca, 3 lilhos e urna
criada, Francisco M. Fernandes, sua senhora e
lilno, Manoel L. Hotelho, Chrislovao Reg Bar-
ros, Joaquiu A. Teixeira, Pedro A. Costa, Dr.
Joao T. da Costa, sua senhora. 1 cunhada c 1
criada. Dr. Luz Jeha Cavalcante, Joo Duar-
te, Olegaria G. C. Cnuha, Ozeas F. Telles, An-
tonio M- R. Costa, Francisco M. Benigno,
Franci ca J. da Silva, Alh.no Teixeira, A.
O lam. Mana C. Silva, Julieta Ferreira.
Sahidos para a Europa ao vapor allemao
Santos :
Joao S. Paixo, Joaquim Jos Gonjalve3
Bellrao e 2 irmaes, Joao Moreira, sua senhora 4
tilhos e 1 criada, t. thampson, F. Q. Saken,
Hugo Tscheschech,
Hat'idouru Publico Foram abatidas
no Mata iouro Publico da Cabanga 93 rezee
para o consnsjo de boje
Hospital Pedro IIO movimenlo desse
estabelecimento cargo da i anta Casa de Mise-
ricordia do Recife no dia 16 de Junho, foi o se-
guate :
Entraram..... 25
Sahiram..... 1 >
Falleceram .... 2
Existem..... 821
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
tes mdicos:
Dr. Barros Sobrinho, entrou s 6 1/2 da ma-
nb e sahio s 7 12
Dr. Rerardo entrou s 12 da manbS e sabio
s 12 1/4.
Dr. Arnobio Marques entrou s 9 3,4 da
na i na e sanio s 12.
Di. Lopes Pessoa, entrou s 9 3/4 da manb
e sahio s 11 3) 1.
Dr. Vieira da Cunha, entrn s 11 da mantia
e sahio sll 3,4.
Dr. Bastos de Oliveira. entronas 10 l| da
manh e sahio s 11 1/4.
Dr. Tavares de Mello, entrou s 9 1/4 da ma-
nh p. sahiu s 11.
Dr. Nunes Coimbra, entrou s 9 da ma-
nb e sahio s 10.
Dr. Joao Marques, entrou s 10 da manb
e sahio aslO 1/2.
Dr. Baptista de Carvalho, entrou s 10 da
manh e sahio s 11.
Pharmaceutico, entrou s 9 1/2 da manh e
sabio s 2 da tarde.
{. Ajudante do pharmaceu ico, entrou as
81/2 da manh e sahio s 3 1/2 da Urde.
2." Ajudante do pharmaceutico entrou as
8 da manb e sahio s 4 1/2 da larde.
GALEPINO
Existem .
A saber:
Piaclonaes.
Mulheres .
Estrangeiios
Mullier. .
Total .
Arragoados
Bons .
Doentes .
Loucos. .
Loucas. .
431.
" 16
26
0
473
438
402
20
12
4
"38
Total.......
Movimenlo da enfermara :
Tiveram alta :
Francisco de Paula Alves.
Manoel da Rosa.
Andr Manotl dos Santos ou Joaquim Antonio
conhecido por Andr Manoel.
r- casamento civil-O escrivo aos casa
mentos que funeciona nos districos do Recife
Santo Antonio, Sao Jos e Afogados affixou na
repartido do registro dos casamentos ra
do Imperaor n. 75 1.- andar, edital doprocla-
^ovid des iNovidades
llonnet-Manuai do cap tal'sta, ou conles
feitas de juro sobre qualquer quantia, 1 vol-
ene. ., .
Teixeira Bastos Poetas brazileiros
Ravmundo Correia, Alberto de Ol.veira, Va-
lentim Magalhes, Fontoura avier, Theopbio
Das, Mucio Teixeira, Izidoro Marlins Jnior,
Svlvio Romero, Felinto de Almeida, Hugo
Leal, 1 vol. broc.
Rene MatieroyJournal d'une Ruptu-
re, 1 vol. broc.
LIVROS RfiCEMCHEGADOS
Paula BaptistaPratica do procesao
civil, ultima edigfio, 2 vols, ene.
Pere-.ra e SouzaPrimeiras linbas so
tre o processo civil, 2 vols. ene.
Uouveia pinto-Testamento e succes-
, es, anotado por T. de Freilas, 1 vol. ene.
Ufiacker-Livro do promotor publico, ul-
0 i a edigo, 1 vol. ene.
Araripe -Cdigo civil brasileiro, 1 grosso
vol. ene.
IbasAcg5e3 possessorias, 1 vol. ene,
Lelsda RepubHea, 1892 e 93, 1 vol-
ene.
autran -Manual da Justiga Federal, 1 vol
ene.
,1 de Mattos-A Loucura, 1 vol, ene.
Crrela Telles -Doulrlna das aeges,
porT, re Freitas, 1 vol. ene.
LaffayetteDireito das causas /edigo es-
gutada e rara) 2 vols. ene.
T. de Freitas Consolidago das leis
civis esgotado) 1 vol. ene.
Liberato Barroso Contractos com-
uer' rtesl vol. ene.
Julio de Hattos-Manual das doengas
menta-s, 1 vol. ene.
Mafra Formulario, 1 vol. ene,
agapito da VelgraO amigo dos com-
al -rciau.es, 1 vol. ene.
Perer de Carvalho -Primeiras li-
ahas sjbre o processo orplun,lgico, 2 vols-
ene.
Alexandre Damas-A dama das Ca-
melias, nova edico, 1 vol. 18500.
pi-berro Chagas Tristezas a beira-
mar, 1 vol. broc. 1J0O0
I. de MendoneaMemorias de um doldo
1 vol. broc. 500 res.
V..Hugo -Ultimo dia de um condemnado, 1
vol. broc. 500 res.
Laura perfil da mulher, tradugo de J. S.
1 vol. broc.
Doc-iro Nacional, manual completo
oeste genero, 1 vol ene.
Austett-Historia natural popular, ultima
edigo, 2 vols. broc.
Luiz FiguierAs ragas humanas ed gao
Ilustrada, 1 vol. ene.
Julio Bibeiro-A carne, romance natu-
ralista, 1 vol. broc.
Jos e Alencar-0 Guarany, 3 vols
ene.
Anse.mo Ribas -A Capital Federal, m-
pressOeBdeum sertanejo, 1 vol broc.
Jos de Alenear-As minas de prata, 3
vols. ene.
DaadetO immortal, 1 vol. b.oc.
Memorias de una eantora, leilura
para homem, 1 vol. broc.
G. Obnet -Derradeiro amor, nova edipo
1 vol. broc.
ova Bibliotheca Econmica, col-
lecgSo de bona romances, 1 vol. broc. 800
reis.
F. VarellaObras completas, 3 vois.
ene.
A. de Azevedo Obras completas, 3 vols.
ene.
Debay Physiologia do matrimonio, 1
vol, ene.
Debay-Physiologla do amor. 1 vol. ene.
Burga'n = Grammatca franceza, nova
edicaw, 2 veis. ene.
Waldez Diccionarios ingV^portuguez 2
portuguez-glez, 2 vols. ene.
Jos de Alen car-Til, 4 vols. ene. em
Ublrajara.
Romaneos de G. Ohenet.
Romances de Macedo.
Romances de P. do kock.
Comedias, sccnas-comicas
dramas, grande sortimento or
preco barato.
Lifleraiura, rom anees,
poesas, grandes remessas
por todos os vapores.
Nossa casa nao faz con-
venio em presos de livros,
vende sernpre pelo menos
que pode.
LIVRARIA ESCOLA DO POVO
ra
SOUZA PAZ <& C.
81RA DO IMPERADORti
Compra e vende livros novoa e visados
1BDICAC0ES fltS
Orcullstas
Dr. Barreto Sampaio, occulisla, d
consultas de 1 s 4 hoqft do primeiro
andar da rna do Baro da Victoria o.
51.
Residencia a ra Hospicio n. 46.
Telooboue a. S3&.
Dr. Vereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
Imperador n.* 63 i." andar. Rezide em
Caminho Novo.
Telephone n. 588.
Medico
O Dr. Pedro Ponina!,ex-chefe de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, 1. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de 1 s 4 horas da
taide. Chamados a qualquer hora.
Dr. Joaquim Zoitreiro medico partei
ro, consultorio ra du Cabug n. 1 i,
residencia na Casa Forte n. 5, casa de
azulejo, defroote da igreja da Campia.
Dr. Sd Peretra, ra da Imperatriz n.
6, d consultas medico-cirurgicas todoi
et dias das 8 meio dia, menos do
domingos e dias santificados.
O Dr, Lobo Hoscoso d consultas em
sua casa ra da Gloria n. 39 das 10
horas da maah 1 da tarde. Achan-
do-se fra do servico publico offerece-se
para acudir a quaiquer chamado com
promptidao para fora da cidade. Espe-
ciaiidade, operacoes, paitos e molestias
de senhoras e raninos.
Drogaras
aria So&rinko & C, droguistas por
atacado, ra do Mrquez de Olinda o. 41.
Guimaraes Braga C. Depsitos
Je Drogas e productos chimicos, espe>
cialidades Pbarmaceuticas, medicamenN
tos bomeopali6os e tintas, leos, pill-
eis etc., etc. Ra do Mrquez de (Jim
da o, 60.
A. P. Braga Guimaraes Agencia de
todas as especialidades pharmaceu ticas,
tintas, drogas, productos chimicos eou
tros medicamentos homeopathieos, ra
Larga do Rosario n. 34.
Papis Pintados.
(iCasa especial de Papis pintados de
todas as qualidades para forrar sallas.
Ra Mrquez de Olinda n. 12.
O Bacbarel'EsparidiSo Ferreira Mon-
teiro tem escriptorio de drogado a Praga
7, antigo Pateo do Col'egio n. 77, 1.
ndar.
-------------------------^-------------------------
O abaixo assignado sci*ntifica ao
respeitavel corpo commercial ou a quetn
intereasar possa, que, desde o dia 1* do
corrente, a sua casa commercial entrou
em liquidadlo, fijando esta a seu cargj.
Recife, 10 de Julho de 1895.
Bernardina Gomes de Carvalho.
Au Paradis des Dame s
Especialidade era sedas, brancas, preta
de cores, gases, surahs, para casamen-s
etos, bailes e passeios, para grande esco
iba.
38 Ra B. da Victoria 38
Telphone S9
riBLl4C0E5 A PEDIDO
"J Despedida
Jos Joaquim Rodrigues Saldan!)* Jnior e
sua mu' er. par lindo para o Rio de Jane ro no
vapor Mendoza e nao Ibes ten.lo sido possivel
despediretn-se pessoalraeote de seus prenles
e pe-s jas de sua amisade, pedein desculpa des-
sa Talla e offer cem seus prestimos n'aquella
capital.
Recife, 17 de Julho de 18 5-
DeclaraeSo
Para os devidos effeitos declaramos que, de
aecrdo com a carta que dirigimos a um amigo
nosso em 31 de Maio ultimo, deitamos de re-
ceber assucarou outro qualquer genero a com-
al ssao ou consguacao.
Recife, 15 de Julho de 1895.
Albino Moreira & C.
Declarac&o necessarla
yo bacbarel Apollinario Antunes Meira
Henriques declara que de hoje em diante
assignar-se-ba
Apollinario da Trindade Meirs. Henriques.
Recife, 15 de Julho de 1895.
------------
Aviso
Nos abaixo assigaados, com negocies
de estivas nesta praca, agiadecendo aos
nossos amigos que honraram-nos com
c nsignasoHS de assucar, vieir.os declarar
Ibes que nao continuaremos a acceital-as,
por ter deixado este rano de negocio.
Figueiredo Cosa & C*.
4 os Sr. fabricantes das diversas
bebidas espirituosas e fermen-
tadas
Couvocam se para urna reuniao s 6 horas
ras da tarde do da 18 do correte mez, na fa-
brica cita ra da Florentina n. 11, afim de
accordar se no melhor modo do pagamento dos
imposios de class Estadoaes decretados pelo
governo,
Pede se o compareeimento de odos es fabri
cantes, a bem dos Interesses Feciprocos, e nao
haver motivo para rectamagao.
Recife, 15 de Julho de 1895.
Diversos fabricantes.
Capas impermesveis para homem
recebeu o
Ao Paradla des Pames
-----------------*------------------
Anacahuita Peitoral
As curas produzidas pela composicac
da Anacahuita peitoral, sao real-
mente milagrosas.
Don elemento Silva, que reside na
ra do Estado, Santiago de Chile, escre-
ve aos nossos agentes em dita cidade,
que havendo sofJYido atrozmente de as-
inina, peio espaco de mais de selle anuo*
fem que medico algum jamis lhe ouves-
iis proporcionado o menor alltvio ; decidi-
a-a finalmente em lomar da composieao
de Anacahuita Peitoral, e depois do ha-
ver apenas tomado dous frascos, deseo"
bro com sorpresa, que a grande opprcs-
so do peito havia quasi completamente
desaparecido. o eulanto fui coi. I i
nuando a fazer uso delle e no fun de tres
mezes se achou completaraonle curado,
com grande assombro e satisfago de to-
dos os seus prenles e amigos, os quaes j
haviam perdido as esperancas de jamis
vel-o bom. Disse lambe tu qua desde
enlo esla parte o tem reccmmendado
um grande numero de seus conhecidos
que soffram de diferentes affecees pul-
monares to frequentes as costas do mar
Pacifico, na America do Sul, e que seu
bons resultados tem sido universaos.
Como garanta conlra as falsificares,
observe-se bem que os nomos de Lan-
man g Kemp venham estampados em
letras transparentes no papel do livriuho
que serve de envoltorio a cada garrafa.
Acha se a venda em todas boticas o
drogaras.
An Parad8 des Dames
Casa especial de artigos para
Noivas
Ra Bario da Y v& 08
Teeplione 39
Adverado
O bacharol Antonio Tolentino Rodri-
gues Campos, procurador dos Feitos da
Fazeuda do Estado, poda ser procurado
em seu escriptorio a Pra?a 17 n. 79, das
10 horas da manha s 4 da tardn.
Dr. a* Ilyyino le Miranda
Medico pela Faculdade de Pariz, cir-
nrgiao parteiro, abri provisoriament
seu consultorio na ra Nova n. 19, 1.'
andar. Consultas das 1 s 3. Espe-
cialidades : partos, molestias das senho-
ras e dos orgaoi genito-urinarios. Re-
sidencia: ra do Bario de S. Borja 33.
Dr. Barreto Sampaio Oculista
Consultorio aruaBarao da Victoria n. 51,
1.* andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e dias san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade a. 26 Telepboue
n 287.
Todo o corpo medico reconhece que a
Quina de Pelletier > o melhor medi
camento, quando tomada em pequeas ca-
psulas que trazem o nome de PeHetier.
lilla goaa de acc&o prompta e certa con-
tra dores de cabeea, enxaquecas, nevral-
gias, febres intermitientes, dores rheu-
maticas e gota. Fortalece ts pe soas fa-
tigadas pelo trabalho, pelas viagens e vi-
gilias ; urna s capsula produz mais effei-
to qua um grande copo de vinh quinado.
Coqueluche
Curas 4o Peitoral de Cambar
Declaro que crianfas de minha casa
que se achavam atacadas de coquelu-
che ficaram em poucos dias restable-
cidas com o uso do PEITORAL DE
CAMBARA, de Souza Soares.
Americo Salvatori.
[Socio da firma Manoel Joaquim M
Aeixa &C, do Rio de Janeiro.]
----------?
O asthmatico aoflre opprass&o,"suffoca-
95o e in8omnia. O fri e o nevoeiro pro-
vecho accesos de toase e a expeotoracfto
difficil. A eatea soffrimentos a medici-
na moderna oppoe o emprego dos Cigar-
ros Indios de Grimault e C, que tem por
base o Cannabis da India.
Todos os medios do mundo con
corduai em iso
Rio de Janeiro Dezembro 11, 1887.
Empreguei a Emulso Secll e oblivd nuito
bons resultados. -
Dr. A. F. Franca
Cura de tosse as th matica
com o Peitoral de
Cambar
Pessa da familia do Sr. Jos Car-
neiro da Silva Reg, da Bahia, que sof-
fria de urna incommoda tosse asthma-
tica, que resistir a cinco annos de tra-
tamento, curou-se com o Peiloral de
Cambar, de Souza Soares.
O AGENTE Companhia de Drogas
e Productos Chimicos.
Elixir M. Ilorato
Rheumatismo : curei-o, completamen-
te, i com o-Elixir M. Morato-pre-
parado per D. Carlos.
S. Paulo.
Matheus Alvares da Cunha.
Deposito em Pernambuco : -Companhia
do Drogw, ra Mrquez de Olinda
n. 24.
Peitoral de Cambar
Opiniao do Dr. Cruz Cordeiro
O Peitoral de Cambar, preparado
pelo Sr. J. Alvares de Souza Soares, o
um excellente balsmico, e como tal
tenho empregado nos doentes de bron-
chites e affecfes pulmonares com
grande proveito, tanto mais por ser
um expectorante suave e efficaz ; o
que affirmo em f de meu grao. Dr.
Autonio da Xruz Qvrdeiro. /Parahyba
do Norte
::,. PBSITAS NIUAS3
Avisa a seus amigos e clientes, que
mudou o seu consultorio para a ra
Larga do Rosario n. 0, antigo con-
sultorio do Dr. Ferr ra, onde continua
dar c nsultas das 11 1 hora da tarie
e resida no. Cajueiro n 4.
Telphoie n. 292.
< 'inir j;io dentista
Jos Hygino de Miranda, cirurgiSo
dentista, abri 6eu consultorio na ra
Nova n. 19, Io andar.
Dr. Francisco Leopoldint
Especialidades : Febres, molestias de
enancas, syphihticas e da pelle.
Consultas de 1 s 3 horas da ta-de i
ra do Mrquez de Olinda n. 38, 1/
andar.
ResidenciaRa da Santa Cruz n. 72
Telephone n. 214.
Chamados por escripto.
o--------------
Dr. Nunes Coimbra------Clnica M
aico Cirurgica Consultorio, ra Mr-
quez de Olinda n. 64, 1. andar, onde d.
consultas das 12 s 2 boras di* tarde.
Especialidades Febres, partos, moles
tias de senhoras e crianzas. Cbamadoe
a qualquer hora na sua residencia, na
ra da Soledade n. 84, esquina da ra de
Atalho ou no consultorio
Telephone n. 387.
Dr. Alfredo GasparMedico Con
sultorio e residencia ra da Imperatri;:
n. 71, 1 andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nhoras e creancas. Consultas de 8 s K
da manh. Chamados (por escripto)
qnalqure hora, telbphonb n. 226
MEDICO
Dr. Amaro Wanderley
Avisa aos clientes e amigos que
pode ser procurado de 12 horas s 2
da tarde na Pharmarcia Bom Jess,
ra do Bom Jess n. 24
Residencia Ra Direita n. 10 em
Afogados.
Clinica niedico-cirursica
Medico, parteiro e operador
Dr. Manoel Carlos de Gouva,(
de volta de sua viagem, previne-
[aos seus c'ientes que reside ej
tem seu consultorio aberto
/ra Baro da Victoria n. 61, l.*<
i andar.
m D consultas de 1 s 3 horas"{
IR, da tarde.
^ Acceita chamados a qualquer'
^hora para dentro e para fra da^
acidado.
Clnica Medica
DO
Er. Alberto de Mendon^a
Consultorio : Ra da Imperatriz d. 8
1.- andar.
Consulta* : de 1 s 3 da tarde.
Peitoral de Cambar
*: Do-se :ooo$ooo em moeda cor-
rente a quem provar a nao authentici-
dade do seguinte attestado:
Minha mulher foi accommettida de
perigosa pneunomia, que cedeu a atu-
rado tratamento medico, continuando,
porm, depois a soffrer de urna tosse
secca de mo carcter.
Reapparecendo-lhe a pneumona,
passados tres annos, e, em condicoe:t
ainda mais graves, dei-lhe ento o Pei
toral de Cambar, de Souza Soares, t.
apenas com akjuns frascos ficou radical-
mente curada. J. J do NascimenU'
[ S. Jos dos Campos, S.Paulo. ] >
O AGENTE Cmpanhia de Drogase
Productos Chamicos _
Com a sua profunda obstrvacSo, que
nunca se desmente, disae Michelet que s,
i a mulher urna doente perpetua o
momenti critico no qual a molestia, i
que allude, se manifesta pela primem.
vez, sensivel para todo o organismo o
especialmente para o estomago que perd*
'parte da sua actividade e nao pode dige-
rir os alimentos, acarretando doloroaat.
incbac5es intestinaet. Para disaipar ta'
estado, rsceitam os mdicos o a Elixir de
Pep ina de Grimault e C, que torna cer
ta a aeaimilac&o do elementos constitu-
tivos da carne, dos obsob e dos musculoii
e contribue para adiamar o phenomeno
da puberdade, com as novas forjas dada
pelo organismo.
Botueat
Deve ser lida com interease a seguint
noticia, qua a FaitftUla publica a pro-
posito dos prodHCtos medicinaes, propa-
gados pelo Sr. D. Carlos:
Todo o Brazil, e espeoialmente esta
floreacentissimo Estado, tem ouvido 'fal-
lar do Elixir e de ootras especialidades
mediciaaw do Sr. M. Morato, mas-nem
todos conhecem o alto mrito, a honda-
da, a tenacidade e a gentileza do prepa-
rador desses productos, o Sr. D. Carlos,
que um joven cheio de intelligenca,
de estudo, que com o seu labor incan
cavel soube ganhar os elogios da var ia*
celebridades medicas e tantos attestados
de benemerencia por parte de numerosos
doentes, boje perfeitamente curados pelo
imravilhoso Elixir.
E vhto abordamos ste fesumpto, de-
vemos dizer, por amor verdade, que
tanto as pilulas de Tayuy como o Eli-
xir M. Morat* 2o productos examinados
e approvados pela Inspectora Geral de
Saude, do Rio de Janeir e que a sua
venda foi autorisada <-elo governo federal,
primeiro, e pelo de S Paulo, depois.
O Elixir, tendo por base certas plan*
tas raras que se encontram na flora de
nossos ser,oe', s serve para a cara mi-
racul sa da astbma, do cancro da* do-
res rheumaticas, da syphiles da terrivel
morpha.
O seu segredo foi revelado, ha bastan-
te tempo, pelo chele de urna tribu de in-
dios, cujo nome agora nos escapa, mas
que opportunamente designaremo', por
que este facto se prende urna interessante
historieta, que vale a pena,ser narrada.
O estabelecimento do Sr. D. Carlos
tem urna importancia excepcional e pode
comp.tircom os melhores desse genero,
que se acham as derxais partea do
mundo.
gAs:istimos ha algn dias, prepara-
gao deste Elixir, acoinpanbando atienta-
mente todi s o< trabalhos, desde a tritura-
ao qual se segu a expedigSo para as
mais importantes pbarraacs da Europa.
Alm do curioso processo, sao dignos
de admirar a fiscalisacSo, ordem, disci-
plina que reinam no ampio laboratorio,
do qual s hoje o Sr. D. Carlos, comeja
a c lher os fructos, alias altamente lison-
geiros, tanto pelo lado moral como pelo
peenniari >.
O Sr. D. Carlos nao se deixa, porm,
dormir sobre os louros, cogitando sern-
pre em ampliar mais o seu estabelecimen-
t, estudando o processo para o fabrico
de outros productos xiedicinae' que se-
rao, antes de tudo, submettidos analy-
se dos mais notaveis e intelligentes m-
dicos.
Os noisos cumprimentos a esse ho-
mem Ilustre que em Bitucat, goea de
geral sympathia e ao qual de ejamos
prsperos negocios.
INBLUENZAl
A bronchite que sobrevem a Infln
enea, as Corysas (difluxos) acompanha-
das de reaccao febril, bronclwpneumo-
nia, catharro pulmonar com febre ele-
vada, tuberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthma,
larangite, molestias da g%*ganta, insom-
nies e tesses suffocanttz c-dem immedia-
tamente ao uso do
Xarope de Lobelia nflata
lOtber bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico'
approvada pela Ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
Os grandes resultados obtidos pelo
Xarope do Lobelia nflala, no.tratamen
to da Influenza podem ser attestados
por centenas de pessoas da maior ex-
cepfo, residentes n'esta cidade.
Depsitos *
Ra do Baro da Victoria n. 37, I." an-
dar, sala posterior.
Pernambco
Industria Nacional
t O Sr. Antonio Martiniano Veras
pharmaceutico, actualmente em Pernam-
buco, mimeseou-nos com urna garrafa do
Cognac Brazileiro, preparado com todo
esmero Ljor aquelle laborioso cavalheiros
O Cognac Brazileiro possua sabor ex.
cellente sendo igual aos melhores simila-
res eatrangeiros
O preparado do Sr. Veras ob'eve e
maior acceitacSo no Recife, onde a im-
prensa noticiando este novo producto na
cional externa os mais lisongeiros concei-
tos.
Agradecemos a fiaeza do offerecimen-
to. *
Do Federalista, n. 10 do Maranhao.
G^fP Garrafa 2(5500
^^ Duzia 25*000
Nafabica a dinheiro pot este pre$o
remet e-se urna duzia do cognac paro
qualquer ponto do Estado, por caminho
de ferro u martimo, sem despeza.
Pedidos de 10 duzias mais 5 0/q de
descont.
J consta que o cognac estrangeiro.est,
sendo vendiio mais barato. Ha de che-
gar ao ponto de nao ser procurado. Tal
a concurrencia do
Cognac Brazileiro .
----------- ^
Elixir Ati-Febril Cardosq
8EONDO A FORMULA
de
Manoel Cardoso Jnior
Approvado em 21 de Marco de 1896 pela Inspec-
tora Geral da digoa Jaota de BygieBe do Rio
de Janeiro.
Este Elixir de cemposicaa toda vegetal pre-
,.arado segando as rearas pbarmaceuticas, acn-
Beldadas pelos autores modernos e de recoobe*
cida capocidde scieni.ca Unto no paix come
no exlraogeiro.
fiste Blixir o producto oao i do grande ei.
lado das accC s pbysiolagicas das sabstaaciai
como iimbem paioiogicas, como tmbeme o re-
sollado das tmmensas applicatOes nos diversos
cato de febres de funde palustre,
A applicficaa de Este Elixir na grande eptde*
mia de bexigas de 4890 a 1891 mais ama vei
demonsirou a sua effieacla; poisno principio do*
primeiros syoipiornas a bexiga aborta, e em ca-
los mais allantados a bexiga pat>sa a ser orna
loeoca febril volirar apreaentindo peqoeeas 'ta-
mefocO^s que com a conUnoafiio do elixir desa-
parecen! sem todava presentar recelos de pe-
rigo.
Os maltcB attestados publicados no Diario de
Pernambuco e Gaieta da Tarde provam oqte
oizemoa.
Nos obbos de febre amareUa o efTeilo e adni-
ravel.-apreaenlaado pbeuomenos lao maravilbo-
80 qw msta cidade do Recife e no ds Rio de
J*neiro pouoo rece cttMa a febre anwrell
meaoK) MUido o doente com vomito pretos.
paaguloeonestea oliimos periodos eolio ne-
cesario a applicasao em alta doce, despresando
Ubellaoanaexa.
Este Elixir jft conhecido 4o publico de um
grmde numero de dignos mdicos presentado




!


4

w



-
M


Diario de Pernambnco Qninta-feira lde .lu lio de 1*1*5


ara combater os diflereoles DCommodos tolos
elle de carcter febril.
Por maito tempo tivemos occagiao de raser i
ipplicacao aas teb:?a erjeipelloaaa e com tao
born resaludo qae ficacos admirados de tao ti-
lo i effeilos.
Pela praiica cbegarocs r- coabecer qoe dos
ataques de feDre eryslpelloia od erysipeila como
valgamente se dli e neceseario o nao de 10 diae
do Elixir.
Nos grandes incommodos das senhoras mens-
roaco, gravidex e nos casos de parto com fe.
ore de om resoltado mtrio cerio e seguro em
a ana co.nposicao tao sl-oples qoe nao offerece
receio de applicar o Elixir nena niesmo em doses
superiores as indicadas na tabella ofra.
Pedimos aos dignissimos mdicos aae deseja-
rem faxer oso deste Elixir em soa cimica nao se
sojeitarem oossa prescripcao, mas sim faxer a
a^plicacao em barmoaia com os casos qoe dse
jrem combater, certos de que o medicamenio
a composicao innocente para o organismo por
mais frgil que se]a.
Modo de asar "
A'a crtancaa at om aDno 10 gotas de 2 em i
horas em orna colher das de sopa cbea d agoa
fra.
De om a tres anno.- lo gottas.
De 3 a 1C annos em aiante 40 gottas etc.
Estas doses devem sempre ser applicadas em
agua fra.
tepoNito*
Compannia de Drogas e Prodoclos Cbimtcos
ftecife, roa do Marqoex de Olinda n. 13.
Nacional Pbarmacia, roa Larga do Rosarlo o
Pharmacia Oriental, roa Estrei'a do RofaoiJ
n 3
Pbarmacia Alfredo Farreira. roa do Bario di
Victoria n. 14.
Pbarmacia Martina, rus Dnque deCaxiasn.
M.
Pharmacia Ribeiro, praca Maciel PiDbeiro 22.
Poarmacia Victoriense de Loit Ignacio de An-
drade Lima, cidade da Victoria
Para qualqoer informaclo ser encontrado o
autor na ra Estrella do Rosario o. 17.
Oa no8to8 frascos sao qoadrados e conta jo-
tas. N'um lado teem gravadoEluii ante feoril
no ontro Manoel CardosoPernambnco, e to
doa o: prospectos eao assi .nados por Manoel
Cardoso Jnior, sendo falsos os qae nao forem
asolguados.
Elixir depura
tivo vegetal
Formula de Angelino Jos
dos Santos ndrade
ApproTadc pela Inspectora Geral de Hi-
giene Publica do Rio de Janeiro em 2(
de Julho de 1887.
Es() depurativo de grande eficacia as mo
ostias sypblliticar oe irr.ureza do sangae; assim
como em todas as molestias das senhoras.
Tem curado radicalmenteSnaitas pessoas ac
commettidag da terrivel moles cariberi.
Rbeomatlsmo syphilltico ou gotozo, dor acia-
tica empees de peiie, cancros, e cancros Te
areos, ores brancas, hyateriamo, froaxidio de
ervos, irites e outras ioflammacoes dos olno
molestias do ligado, escropbulaa, escorbuto
joffrimentcs de estomago, ulceras, gommaa, lis
ulas, empinge dos, al tros, pannos e manchal
da pelle, bobas e booes, sarnas, catarrbos e
quaesquer moldstiaa da bexiga, entre outras
albuiouria, ourinas doces e sanguinolentas
memia, paralysia, erysipelas, e inilammac;!*
pas peroas hemorrboidas, ma, es. h'Hjy^oe
celles, tameres, nevralglas, e eiepbantlaz 'da
tnorpba, as irregularidades damenstruacao.
Pro va-se com aquelle numero de atieatados
publicados e os que existen: em nosao poder
efficac: deste elixir as molestias indicad?.
Kneontra se venda na Botica
do Rosarlo n. 35
A'rua Barau da Victoria n. 37 se dar toda
joalqoer explicac&o qoe for prcciaeecerca dest
1= eparado.
Colado con fala!tfuVa$oe
Modo de usar
Os adultos tomarao qoatro colherc das a
eopa pe manb e natro i oolte.
As criaucas dt i i l annos tomaraofrma ce
Iber pela manbS e ouira a neite e as de 5 a
tonos tomarao duas colheres pela manb daas
cite
Attencao
QPrevino aos ntiremdos qoe meo maro Ar-
mlo Jos Pereira da Cunb, natural co Remo
de Portugal, fallecido oa cioade d R cife.Esu-
do de Peruamooco, oa Repuolica do B axil,
delxi odo qoat'O limos legriuus, todts maiores
a tualmsnte. e qae nao facan negocio com a
heraoca dos oaes do fallec do. po qae a abano
asignada (ra valer sea direr.e e o ae sea*
til Do*.
Peroambaco, 8 de Julho de (895.
Joquioa Tiauiana da Coda Cucha.
jomo procurador
Uaocel G. Feroandes-
O TONI :0 ORIENTAL REVIVE E FOBTALS-
ce o cabello doeotio e ralo, fax augmentar o es
cas'o e formotea admiraveloiente o ahon-
dante 30
KDITAES
m
mmmm
Bolea lommerclal de Fernn
buco
I CTACBS OFFICUBS DA 1BNTA DOS C0BBBT0RI8
Y$a io Rteife, t7 ie nlho ie :895
Cambio sobre Londres a 9j d)v a 11 d por <
ao banco.
O presidente
Antoaia Marqoea de Amorix.
O secretario
llaoael G. do Silva Pi lo.
Cambio
Os Baocos abriram com a laxa de 11 d sobre
Londres a 90 tfiap, appare eodo lomaJorer, a
eata laxa fes-se oto negocio regular.
Mais tarde com oollcia da terse alnoado o
amprestlmo em Loodrea, o mercado rmou'se e
os Baocoa o'ereciam saccara 11 |8.
Letras part.colarea fora eflorecidas a 11 1|8
i 11 Ij4.
:(ac5es de gneros
J*f o agneutr
Assucar
Branca, icka, idem. 3A800
Saaeocs, lieo, dem < 3*3iW
Maacavadt, idea, dem. 343*0
Bruto melado dem, dem 21249
Heiarne, dem idea U00
O Pcfeito do Municipio do Rer-ife de con-
formidade cem o art. 4 da L-i o. 99 de 10 de
Jooho do 'or-ente aano fax pjDlio qoe orgi .
soa a segoiote tkta des cidauaos qoe m de vi- '
tar oa eleigo de Govoroador e Vice-Goveroador
no da 7 de Otzembro de 1895.
Affogaacs
3. dist.-ico
Aotoo*o Ignacio nn Medeiros.
a j ooio Teixelra L ma.
Antonio Peroatidei t-ereira braga.
Aotonio Broab da Aononcugo.
A itonio Gomes Pd-elra Gaerra.
A tomo Joaqolm da Suva.
A Ijoio Jcs Teix-i a Ltma.
51S00
3iKM
JSuO
24400
JllUiO
nlgodio
CoUso i 104500 por 15 kilos.
tleool
2v. pipa da 480 litros 1054 venda.
.(oardente
Por pipa de 4M litros 1104 veada.
ra
Seceos salgados oa baae de
venda.
Verdes 700 reta, loainal.
II kilos 14 rla.
Carnauba
Uota-ae da 234 a 354000 por 15 luios.
Mel
Por 1004000 aomlaal.
importaefo
Liverpool e Lisboa, vpar iaglex Schalar,
entrado, em 12 do co rente e coasigoado a Bia-
txboro & C.
Cirga de Liverpool
Anost a< 1 volme a di ve-su.
Arr z 250 saceos ordem. 100 a P. de Olivei-
ra Mais.
Agoa mine-al 70 caixaB ordem, 8 a Abran-
iei & C, 50 a Joaquirn Ferrelra d' Carvalbo & C
Aros de ferro 1.006 feixea a BjxwoI W.luam
x C. 1 000 a Ylaooa Castro & C.
Birriioa 50 tamborea a Saotos Araojo a C.
Bs;ooto.- 5 caixas a ordem, 17 a Joto F. de
Aineid, >:, Y. Cuita & C, 7 a C. de Au
a &. Fnous, 21 a Fe r:ira Rodrigues & G.
Bigoraas 9 A. Uva & C.
Rsrr de tarro 103 e 100 feixes a C. Halli-
d. y & C 109 fe xes a Uiraoda & Sonsa.
Ca uto 100 brrricas a A. A. de Sooza, 200
a S. H. Das doj Santos. 800 a T. de D. Va>.-
L-on ellos, 20J a B Cnaros 1 cnxt a Bra^a & Sa.
Canoa de chambo 10 roloi a Miranda & Soa-
r.
alc dos i casa a Manoel de Barros Caval-
cante, 1 a M. Cimero. 1 a T. de C r.albo, 1 i
ordem.
Ca 4 volomes i ordem.
Cerveja 25 <-aix--a a Costa & Rocha, 15 a Jlo
Silva & C, 15 a Goocaives Rj.a & Domiogues
15 a 1.r.es & (raaos, 140 a ordem, 30 a Joao ?
$t Almetda. 30 a P. de Oliveira Mata.
Cabos 4 volomes erdem, 57 a J. A. da Sil-
va Sao'o.
Cidra 59 caixas a Farreira Rodrigues & C,
100 a Suizer K uff aon & C.
Canos de ferro 22 Mxes a J. de Sooza Agoiar
25 a ordem.
Cofres df ferro 9 tolcmes a C. Halliday 4 C.
Cobre 9 volomes a A. de Carvalbo & C.
Cnapeos I -aixSi a Ferrelra & C.
Eii-s ico 1 caixa a Fraocisco R. da Silva & Ce
Estopa 4! fardos ordem, 2 a C. Halliday
a C.
E ixaias 50 b-rricas a A. P. da Silva & C.
Kerragens 59 olomes aoa erleiros Bcwman,
16 a Gomes oe M.lio* Irruios. 2 Compaohia
M. de Pe.roan.boco, 2 a G. de Sonsa Peixe.100
aC. H.lli-iiy&C, 123 a ordem. 4 a L"i;ao &
Costa. 5 a A. lia*tos, 11 a J de Macedo, 25 a
Silva & S-nio<, 60 a Antonio D. C. Vlaona, 18
Carjoz i & Imftos, 35 a A. de Carvalbo &
C. 2J a V.aoo* Cstro k C., 15 a A. P. da
Silva & O, 37aMiraodakSoaia1196aAlbl-|algoo.
3 Sil a ft r j c. de MHhorimeotof, 8 pipas cora 4000 lifos
Pogirelroi 209 a Aolooio D. C. Viaaoa. I de alcool.
Folbas 6t flaodrs 10 canas a Vanos C -
ro & ('.. 20 a C. Hd I.J.y C, 93 a Compa-
nbia P. PvW er Paito y 10 a A. ae Carvalbo
& C, 50 a Olivera bastos & C.
Fo 2 laidos a ordem.
Gioger-ale 10 osrncas a Tjrres Iruoe.
Geoebra 20 cusas ao meioao.
Limoiaia 5 ba-ncas ao mesan.
L ma 3 faru s a Cjmjau a Ferro Cirril de
Pernambnco.
L)iie caudeosado 10 ca xis a Jjaa F. de Al
meiJa, 20 a F. Cista e co i.p., 20 a Guedea de
Arau]o e F.lbo?, z) a Lopes Alheiro e coup-
Merca lorias 2 voiaoi'S a Machado e Lopes, 6
aWest-ru B. eleeran Coaaaoy, 38 a R Dluage C^mpaoy, 4 a Joai Hmiios, 1 a Pe
rein Ua'Deiroe iooi. 1 F ed>rricn e comp-
10 a Parete Vunoa e comp., 42 o Soasa Agu ar
IiWi soo Soos ecomp.. 3 a J. B. da Pdose
a, 17 a ordem, 13 a Abiooij O. C Vianoa, 6
a Gomes de Manos Irmao-, 10 a Olivei a asios
e coup. .
Ma'eriaes 20 vd mes a Cumpanbla de Fisga.)
e Tec dos. 204 on-en. 9J a Campadnia uo
Gas, 46 a Cardod e IjSj 10 a CjmpaOb
luJost lal Poroambocana.
Oleo 10 narria a J. A. da Suva Santos, 15 a
P. da s, iva ecomp., 10 a A. de Crvalu e
c:mf., 5 a er em.
Pipas 100 a Braga e Si.
Fxe l o rns a J. A la S'lva aotot.
frovsOea 6 aixaa aSalter Ktdffiaaa e comp
Pa aos 3 caixas ord- m.
Salitre tOO oarruas a A. P. di Silva e comp
Tijoloi ur.vi de lo> 8.0 0 a Barbo-a S*
qneira, 5.000 a S. H. E.as dos Sanios, 3 003 a
uardoso e Ira Sos.
T^cuos 2 volamos a A. Lopes e comp., 8
S. Mala ecjmp.. 12 < A. de Brito e coop., 14
a Maceado e pereua, 4 a Aooso Maia e comp..
2 a Goe-ra e Perianto, 3 Silvei-a e comp., 2
a Mjara Borgea e comp-. 13 a A Amorim e
comp., 2 a R. de Cirvamo e comp-, 1 a S. Ni
vseira e comp., 1 a Mallos Cimiuba e comp.
3 a Francisco de Aieveds e comp., 5 a L. Miia
e comp., 10 a ordem, 1 a Farreira e coop-, 3
Mieoei Isabel e como., 1 a J. Lu.i Ttixelra. 4
a Gomes de Maltes Iriaos.
Tialas 83 vounes ai. de S- Aguiar a comp.,
3 a Parete Viaoaa o comp., 8 a C. Halllaay
comp.
Wnitk>y 45 eaixis t ordem.
Z ac 20 barricas a Silva e Saotos.
Carga de L'aboa
Aaoite 15 caixas a Dais Silvo e comp.
Agua mine al 4 caixas a Compannia de Dro*
gas.
Batatas 200 caixas a E. M. de Barros, 50 a
Ferreira Rodrigues e cemp-, 20) a Compannia
de Ettiva.
Ceaolaa 100 caixai a E. M. de Cirro>, 150 a
Fe'teira BoJrlae< e com".
Dngas 3 calxaa a H. Rouquajrol.
Llcures 1 ca xa a M. La y c
Vinho 12 pipas, 60 barra e 50 caixas a Com-
paohia de E tiva, 25 harria a Amonio Soares e
comp, 15 a E. ae Gmnao, 3 a t. Biltoi, 2 a
D. P. Wilrf, 60 a J. F. de Almeldi, 13 a Mea-
dea Lima e comp.
fciDonseae
Aeclfe, 15 de Julho'de 1895
fara o exterior
o vapor ioglea Corler, para New Yjrk,
carregaram :
R. Brothsrs, 1,500 coaros espichados pesando
10,500 kilos.
E. Kibo 20,051 pellos de cabra e 14.3(8 ditas
de raineiro.
No vapor Ingles Explorer*, para Liver
pool, carrejaran) :
V. aeeaeo, 32,900 kloa de caroets da algodao
J. Pater & C, 337 500 kilos de carocos de
algodao.
No vapor inglez C. Prioce, para Ntw-
York, carreearam:
J. Pate: a C, 2,874 saceos com 115 550 kilos
de aetocar mascavado.
Para o ioterlor
Antonio Jo. Vieira.
Antonio Maooel da Silva Baga.
Araenlo G iu.es Graogeiro.
Aoonio M la de Lima.
A naro Jos Ghojpp.
Aoionio Coneia M ia.
Aotonio Jut da Costa.
Aolooio de Mello FalcSc.
Amaro Alvet Baodelra Ctmoello.
Aeemiro E'eolerlo 11 de Hollanda.
A'fredo de Aodrade Paes Barreno.
Alfreao de Carvajo Para de Aodradf.
Alipio de Asumpcn Cavalcante Pesij.
Antonio Goces fa Silva.
Ar.lio'o Jof Ferrelra.
Ao o. lo J.s de Moora.
Beato Mancet Carlos de Mello.
Beroardloo Pere.ra lUmalbc.
Belmiro L9ite da Po iHcigao.
Uernardino da Silva Mslttx.
Cicero Gorxe^ Pereira Cue ra.
Cbrlatovao Eoeeolo P ixolo.
i.bris o>ao das Mercez Goocalves Gierra.
Claodioo Alleui daGam-.
Caetaao Jo- de Barros.
Capitulioo JofC do N.scimento.
olaodioo Jor ce.Alaeida.
Canudo Tbenionm 'ilandmo Jo; dos Smios.
Djqjokos A idr Chaves Jallo.
Enss Ce Almeida Lia a.
Eieqnlel da Reisarrcicio Allfluia.
Smyedia Cvalcint- ne Alboqoerqoe L So.
Ernesto Ju oe Metetes.
E oesto de .arva bo Paes de Aadrade.
Fraoc fco Migael Mooteiro.
P ancisco Ueoaes Peraln Gaerra.
Francisco Joaou m de Miara.
Fraorel no Pereira Ramalbo.
Firmleo Jote dus Sainos.
Francisco Loit dos Sanios.
F aocisco Pereira R.a albo.
Francisco Marques da SiiVj.
Frates o Jo. Li.-ba.
Felician.) P.es B.r- t-i.
Fraucisco de Pau P mo.
Geraido Jos de Barros.
H-urique A (redo oe Auneiia.
looojeocio Aolooio oe Farias Tjrres.
I ii o tuno Currla .Vi.
Jjs Tavarea de Meuezts.
J.s Pedro oe Farias.
Jos Francisco Marnns.
Jos Rod igoes dos Sanos.
J ao Luis ae S ma.'
Jo. Gregorio oa Croz.
Joao Penetra 'a Silva.
J s un Jt-sos Mort-ird S brinbo.
J o Joaqolm do N cq e lo.
Joto F aocisco P.oJr goes.
Jos l Joto Fratc soo borges.
Jos Sebas lo na Siotos
Joe Ildefonso de Sooza Rangel.
Jos Antonio de A sumitau.
J. io Rudrlgoea da Silva.
Juao Manoel doa Pra:ee8.
Rae.ro
J Vieira de Lioia-
J iiqa tn M ooei de U i vera e Silva.
Joaquirn M thadjLioa.
Dr. Jj.quim J.s Fer e,ra da Rocha-
Jos I.n>cio Go oes.
Jos Uurgontiu Carlos.
Julio Cesar Marluho Palcao.
Joao Evanselitta de outa.
J >r de Mou'a BarrOH.
J.iAo B pt sta da Silvr. -
J ao 'iu.rque de il. Trevas.
I
fau
Nj va| o: raocei, V. de M mevido para
Hi i ue Jaueiro. carretn :
J. Gmcalve* d Ar.ioj >. 30 pira* com 150*0
lit-oa de alcoi I e 80 dil s cc-m 28 400 ditos de
guanate.
- i3 vapor nacional 3. F. aocisco. para
| Macei. c .rreparara :
F. ttodrigoea a C, 1 caixa com 9 i kika de
mo.
Para Peoedo, carregaram :
J. S. do Acosr.il & :., 10 cana com SO litros
de akUirdenie, 10 barra coa 800 ditos de Mino
de f actas. 10 ca xas e 10 garrafn* com 240
ditjs de. geoeora.
Nj vapor ioglez C. Price, para o Para,
carreteara] :
F. Ircnios & C. 2,700 caixas com 35.100 kilos
de sabao.
P. Al/es & C 200 oarric a com 13 613 kilos
de assacar bra-jco
L. M. de Araujo, 50 barricas coai 37,0 0 k las
de 2 No mate m Jess*, para Macio, carre-
Karam :
M. Viegaa a F-lbos. 2 ca xas com 16 litros de
Clara.
No biate V.ctoria. para Camoeim, car
reearaon :
C- Piulo AC, 25 bairia com 910 litros de
vicho de frnctas 6 caixas com 48 di 6 ditas coa 48 ditos do c.dra e 6 s com 150
di o de cervej i
T. Lipa & o., 2 barril com 80 litros de vina-
gre e 1 caixa cum 8 dos de geoebra.
no iu;er J.goarary, pa a Nitai, carrt-
garam :
' S. Araujo a C, 40 canas com 410 kilos de
sabao.
Na barcia Adelina Meaiee, para P. de
Alagoaa, carregaram :
C. Feroaadea 4 C, 9 calzas com 13J k los de
cen ea ellas.
Ni barraca Mana dos Aojos, para Para-
tuba, cirreeoa :
F. de Bar-os Filbo. 40 barricas com f 00 kilos
de a-socar braaco.
Na oarcaca Uaiao Social, para Micei,
carreuaram :
F. Irsia A C, CO axaa rom 950 kilos de
sabao e 40 ditas com 200 ditos de velas.
Rendlnientoa publleoa
No vapor nacional Itaqui, para Ro Gran
de do Sol, carreg.ram :
F. Silva. 6000 cocos fracta.
i. Goimaraes & C, 15 pipas com 7,200 litros
de agurdenle.
Para Rio de Janeiro carregaram :
E. Silva, 10,000 cocos f ocia.
M. B. Abrea Lima, 30 caixas com 600 kilos
de dce.
Para Pelotas, carregou ;
M. S. Mala, 20 pipas com 11,000 litros de
aguirdente.
No vapor allemj Mtn'oaa, para Saotos,
carregaram :
B. Williams & C. 200 fardos com 35,435 kilos
de algodao.
Na barca noraegof me Eslella, para Bio
da Janeiro, carreearam :
O. Goaveia, 449 saccas com 40,356 kilo3 de
Mes
Renda geral :
Uo da i a 16
dem ae 17
ce Jolbo de
Alfundega
1895
815:911*034
109.816*960
Beada do Estado :
Do da 1 a 16 78.ii6.3l5
dem de li 1:819*1.6
925:728*014
Somma. total
de
80.045*461
1,005:. 73*475
Pernambnco, 17
2* saccao da Alfandega
de Jalbo de 1805.
O chefe da seceso
L. F. Codecera.
Pelo theaoareiro
flemeaeglldo N. Chavea.
R ECEBBDORIA DO ESTADO
Do da 1 a 16
dem de 17
RECIPE DAINAGE
Da da 1 a 16
dem de 17
4i:538*6"i
1 825*650
49 364*424
2:018*8.1
93*911
T~82*752
XCovimcni o do porto
Navios eotri.dos no Ola 17
Hambu'go-54 das, barca allemao Dona Dolo-
res, de 334 tooeladas, capitao W. Di ks,
eqnlpagem 2, carga varioa gneros; a Fonse-
ca I maos & C,
Terra Nova40 das, lugar inglez Vidoni8,
de 196 loaeladas, capitao James Wilson, equi-
pjgem 9, carga bacalhlo; a BlacibOfn & C.
Santos e escala10 das, vapor italiano Las
Palmas, de 1222 tooeladi, comnuBdaote M .
Molla, eqaipagem 58, carga varios geoeros; a
Blackboro & C.
Loodre8-43 dias, lugar noraeguense Palan
der. de 430 tooeladis, capillo T. J. Pedei-
eeo, eqoipagem 9, carga varios gneros: a
Wihon Sons & C.
Nanos sabidos no me. Porto-Alegre e escalaVapor nacenal I aqu,
commandaote M. R. Millos; carga varios ge-
oero?.
Rio Grande do SolEscasa portagaeza Auro-
ra do Vouga. capitao Maooel J. S. Csmarao?
carga varios geoeroa.
J s Clauflito oe Alm-ida.
Joao Aoteportom oe Salles Menez
JoAo Pi.o Ma:badu.
Joaquirn da Silva Cimiona.
Joio Francia-o de P. Fraoco.
Joaoom R Uj Btde.
Jote Ped.o Crrela. 3 t. fl
Jo'iqulm Joa da Parlas. _^.;
Leeoillo Jos de Sam'Aqoa.
Ljix Bernardo CasleOj Braoco da Hach:.
Manoel Meo-zea de Alboqoerqoe.
Mnoel Cela de C s> o.
Miooel de Me'lo Fil'ao.
Maooel Tbomgz do.Ni.-cimer.to.
Mar oel Antonio ao Espiriio-Sanlo.
Maooel Jo de Lana.
Manoel Ferreira deC-stro.
Maooel Augusto C.v.lr*nte de Alt u^ erqoe.
Maooel Horculauo de P. Plato.
Marceliioo Jos da Paixio.
Manoel Germano de Azevedo.
Miguel Gcmes V rrai.
Malaqo.as H xiuff de Salir.
Ma.ioel Il.-meterio de Ikllaoda Trevas.
Maocel L>oes da 8 Iva.
UartiDbo Paca Bar-e to.
Maooel Jos Pereira.
Manuel T-iumpho dos Fassoj.
M oel Jos de Panas.
M.do. I Jcr.inyroo de Soasa Lopes.
Maooel Antonio da Cu na.
M N coiao Verde Ramos.
Hedro de H >Uaaa T'e'ar.
Pea ro Jos Corltio.
Pedro Catello B-aoco di R>cba.
Siivmo Roir>ttoes Car-ioso de Barros.
Sllv DO Mnlaqoa- Pacheco.
Severloo Jos do Niscimeoio.
Sya prooio de Mjara B.rros.
Tnouaz de Carvalbo Pare de Andrale.
Tmnaz de Aqomo Ce-n-.
Virgilio Vicente Ferreira.
Z .chaas Jereaias Celar.
(Contina).
Or. Diomedei Gon^al-ea da Silva, joiz
substi'uto da Fase nda do E.udo de
Peroambaco.
Fas Bfcb-.r pelo p eierte qce o sgen'.c
de leilSo (iaam&o vi u era no dia 25 de
Julho do correte sano ua agnocia a ra
d eadtia a caa n. 262B a n a Inope ra' ,
I e-rnesiada 8. Jos, com porta e jioeiU
dr frente, 2 aalas, 1 quarto, coainha a-l
t-r.ia rxede de frentn 4 me'roa e CO C-n-
timetros e de fundo 9 metros e f 0 cent >.
uetros, qum'al em aberro avallada em!
3005000.
Perteooe a (*eraldo Anloaio da Mitta,
feraselo e baUao de madeira de iouro pin-
tados olao exiatentea no eatabeleciro^nto
a ra di Cadma novn, '"regueaia de Joa
ava i.dos em 400O
Pertencem J ao Pinto c C.
E p r* constar p-asou-ao edital na fo:-
ma da iei.
D do pastado nesta cidade do Rnrii'e
de Peraamouco a>s 15 de Julh> de 1835
En J >t da Coat. Keg.j Lima, etenvao
subscrevi.
D.umedea Q.ognkea da Silva.
Pagameoto da calcanaento d
parte da ra da Atisatnpco
fre^uezia de fii. Josi.
O prefeito do muoiepio do Kecre, man-
da fazir puolico aoa proprietinoa da aa-
pracitada ra qae no praao improrogavel
de oO diis contados da data do presente
edital, deverBo vir recolber o cofre n?u-
nicidal a importaocia do calamento feito,
caloado oa razio de 15 0,q nobre o vsior
kc>tivo doa respectivos predns de oa-
formidade com o diaposto do 70 artigo
1 do truameoto vigente.
4* D. Oliodica Lina d> R go 528447
<8 Antonio de A. Vlarouco 2b#9a7
55 D. Marganda Munn Freir
e Jos 'JaUjana.Ri.fi Ouart. 33*547
52 Frano^o Jos Fernanilas
Marcos 69(300
54 Jos Nunes da Cuoha 4997
56 Joae Fraccuo de Paula lia-
mos 33547
58 Jjs, filho do Ji,iuim S ta-
za Maia 424997
60 D. Amelia M ria de Car ra-
lbo e Albi.iu Joequimfde Car-
valbo 7U35S
62 Manee' F<,rnandes M.sca-e-
ohaa 42937
64 Irmandade do Sar tissim i'v *#B
crametto de Santo Antonio 42H97
66 Francisco J.t Rga'o B'a^a 47aj50
6H Bsrrardino Antor o da Silva
L sboa 334547
7J Joo Fratese) Rece Riia
de Carvalho e Jos Mcreira
Kr.goao 88S20O
72 Acto io Sosrea Pn'.o 5i|^97
74 Jos d S Iva Lope- 15040.;7
76 Uemno Jgoacio de Ase-
edo 334547
78 Igoac'a Joseaba da Jess 3105CO
80 Maooel Feria.dea Mast:a-
reoliaa 53(5417
(JonUdom, 16 da J ho de 1693.
O contador
O' uino fon.
O Dr. icmedea
j lia subat.tuto
Mereado iiain.-ipi de H. Jos
Omovimeoioaeatt) mercado oo da 16 ie Jolbo
ra o segoiote
Bntr; rtm :
51 bois pesando 6 075 filos
200 kilos de peixe 20 rs. 4.000
l compart.com mariscse 100-s. *lui)
i ditos com camarOns 100 rs. aou
26 i/2 coiumoaa a 600 rs. 154600
3 carga com galliabaa a 500 rs. 1*.MHI
6 casRoaee coa eailionas a 300 -s. itS 0
1 cargas com m1 > vene a :I0 rs. uo
i carga com ameodolm a 300 al'00
2 cargas com batatas a 300 re.
t cargsseoo macacbeiras a 300 rs
4 cargas com cebelinbo i<( ie
1 cargas com genmuos a 300 ts. 43 i
10 carga8 com verdoras a 300 rs. 30:>0
1 caraa com canoa a 300 rs. J30
6 cargas com laraojaa a 300 rs. laOU
2 carcas ton abaute a 300 46JO
< cargas cem toncas a 30 > rs. 4300
3 cargas com divc.-saa a 300 rs 49uO
I carta com tariana a 200 rs. 34800
10 cargas com milbo secen a 200 rs. 2*<>O0
2 cargas com fejao a 200 ra. 4400
72 lugares a 200 rs. 144400
13 Sumos a 200 rs. .tOJ
12 comp. com -unciros a 14000 I24OU0
7 comp. com sci i io-a 700 rs. 4*9 X)
8 comp. con Irasaara. a JK -s. 44800
3i comp. com comidas a 70U rs. 234800
7H como, com lateadas a 600 ra. 45400)
49 comp. com verduras a 300 rs 144700
90 comp. com feriaba a 400 rs. 364000
56 comp. com tainos a 240OO 1124000
uovaivtn J Silva,
na jarisdicQao pa o>l
das Fe toa da F z-a la diste Estado
da PeraamK c> e a vir od da le etc.
F. z 8ili:r aa qus o prts^ote eiital
virem q m oo da 25 de Julb) do c 'ente
aono o sge.nte trittt. vencer em Iei 5o
jiioial a quem maia der a < tu de n 161
A, a rja da A iro- freguea-a da doa-Via
ta com porta e 2 janellas di fr> Ote, 1 s< 'a
om 1 quarto, >d ti-ad em om grand
terreno tm > ra irado com p >r:&> de ma-
' ei 'a na f n'e, mide de nenie diU cas,
14 me-rus e 60 ceot metros e de iuodo 4
metros e 40 ceotimetroa, ava' 5.000S.
Perteoce a I doro Btstos d O iveira.
E para que ebegue ao coohecimenio
de todos niaodei p-tsaar o pr que aera publicado pela imprisnsa a affi
Xado nos logrea do oi-atum?.
I).do e psftaao nesta oidads do Reeife,
Ciptal do Eatado de Peroambaco, aoa 15
diaa do mea de Julo de 1895.
Ea Jos d* ou Reg i.iaia, eacrvSo
subscrevi.
Dneles Go^c,
As propjttaa devem ser con veniente sel-
labas e couter em termos claros :
1.' O prego pelo qu citantes a execut.r metro qaadrado do
calQamento
2 Eadereo de stia residenci <;
3.' Pro vas de ido eidade p r* d r girem
e ezecutarem as obra?.
Ha vendo duas oci n>a 'g'.ialdaia de cond c jQcurreo'e que melhores provaa de do-
neidade offdrecer.
NJo serSoaoceit.s ta proposite qae se
reeetitirem das aaguintea faltas :
1.a As '.ns ae basei-rem em preyoa de
ontros concurrentes ;
2 a Aa que forem firmadas por pe so as
que tivere-r j deixado de camprir con-
tractos celebrados com a ex iacta reparti-
cSo ^e ULr.s Pubc-s :
3.* Aa que do cff rece rem ss gfrntas
o quilidadea exigidas uo preeeote edital.
Nenhuma propu o propoaente aprsente reciuo que prove
hacer d< poaitado na theaouraiia a i n in a
de )06 e perder o direito de restituicio
Se, esoolhida sua pro 'sta, raousar-ae
or ponente a asaigoar o contracto respe-
ctivo.
As p'antas das obr. a de q ie trata o
presente edical <-cbam-je n-*ata repartigSo
a diaposicao doa propu .entea, que podero
examnl-aa das 10 i 4 horas da tarde.
Rec fe, 17 de Ju'bo e l-5
A Urbano P. )&oiileneg o
De8apropriagao das casas
ao becco do Focinho
O Dr. Preleito do municipio do Recifs
pelo p-esente convida -oa propietarios
das caaiobas Ja travesaa do P.oabo qae
tem ts rs. i-upares a presenta.em aeua
tituljs de di.minio, tfim de convencioaa-
rem o pre^o de desap 0| r.i.Zo por utili*
ada publijf, p< r ttr.-m tllaa de ser de-
moiidis par perfilamecto da raa do Dr.
Tobiaa Brrelo.
Secretaria da Prefei'nra Municpal do
Recite, 6 de Jubo de 179 .
O s-crctario,
Juaquim Joa Ferien a da Ritht.
Ivs da S l'a.
S Secretaria da ladus-
tria
Randlmaoto des dias 1 a 15
Precos de da:
Carne vetde de 2)0 a 14000 rs. o
Sainos de l a 14200 dem.
Ca-oeiro de 14200 a 14500 dem.
Faricba de 800 a 1440) rs. a cala.
Milbo de 700 a 14000 re. a cuia.
Keao lo 14200 a 148C0 a caa.
3074000
4 7684000
o.07540JO
kilo.
avloa r.prradof
De Pelotas
Lugar dicamarqaei Aaoe & Commy.
Patacho argeniiuo Almioa.
Lagar rtiaamarqaes Varde.
Lugar BrtsilelD Brstll.
Lugar argeotloo Gxiodeixi.
Lagar allemao Netto.
Lagar noraegaeoie Sylphe.
Paiacbo oorueguesse Haoe.
Patacbo ailerxao Aoiye.
Pa'acbo ooruegoeo?e Eiaar.
Escuoa aliema Blise.
Be Cardiff
Birca noroegoeare F> a.
Barcu oornegaense Ganyaiedez.
(.irea noraeguense Ida.
Barca inglesa Pelllcaoa.
i>e Terra Nova
Lugar ingles Menoo.
Lagar ingles Oera
Logar ingles Vidonia.
Lugar leles Vidonla.
Logar ingles Clutha.
Oe Hamburgo
Brigoeallemao Otto Grat xa Slalberg.
Birca alterna Albatroea.
Barca aliemt D. D.lore.
Da Porto
Brigue portogoei Varelro.
DeLeadrea
Logar noruegoeese Palaoder.
Lugar ingles Paony.
Vapores a entrar
Mes de Julho
Mercurio, do tul a 18.
Maranbao, do sol. a (8.
Matapan, da Baropa, a 19.
tColendge, de NtwYork, a 19.
3ourboo, do norte, a 19.
Barro, de Triesire, O.
Orcaoa, da Eu-op1, 10.
Alaguai, do norte, a 21.
Niie. do sol. a 20.
Taguo.da Earopa, it.
Ifia-daleaa, da Europa, a 25.
tlfwrtk Prioce, de N-w York a 25.
Orelana, do sol, a 29.
Vapores a sabir
Mez de Jalho
Sanies e esc. V. de Montevideo, 19, as 4 horas
Par e New-York, Greo'e Prioce, 19, as 3 b.
Rio e esc, Alagoa;, 20, as 2 horas.
Manase e etc., MaraLb&i, 20 s 5 horas.
Baenos Ayres e esc, Oraoa, 20, ai horas.
6. Ayea e eic, >M napat, 20, As 4 borta.
Valparaiee e esc, Orcana, 20, as 2 horas.
piymouib e esc, Orelana, SO, ie 5 horas.
Tereera 1 rectora*.
S ibciiioic&u E tuai :
Pelo prsenle f..go roblo qoe oo dia 27 de
co'reute ao meto u:i,sero receriirias oeata se-
cretaria prcposias paa f us'.itoi^'io ae ib (I i
ras de qoe pred arem as poutes do Estado aoa
4 e 5- dictric-ios-
Aa prcDosss devem s-r coo selladaa ecoo l. O p-eco telo qoj se p'O|0dDios lictaote-
a collocarem cada urna dis pecan de ponte de
uiaJeira de igo.ei qoalidades adoptada* oecta
"iric o u, intluindo desletelo das qae teem
de ter EuDeii eidas.
A a.etro correte de corrimSo ;
B Prego de cada pilastra e pre;oe de cruze-
as uo iniermeaia las!
C Peco do metro correte de m>pi e coatra
rasas.
Prejo do metro qaadrado fle iatto (eoa
l.o) de 0.a(8X0 20.
CPegj oo ineiro cubico de Vga ,m o22
0,u 30 de sec{ao ate 10 metros oe compria.eoa
lo.
FUem dem das meants seises de mala
de 'O metrc'S de comprlmeoto.
G-Iiem le contra vigas chapos ;b e maos de
fo ca.
H-Diio de i ad-e.
IDito de emenda" de esletos ait: 6 metros de
compnraeoto .. 0,X0 25 a 0 30X0,30.
J .-reco de um eeieio de 0,3t0 3 at 8 matroa
de co primen to.
KDito de dito de mais de 8 metros
LDito de metro de loogarlna ce 0,12,0.12 e
0,12.0.13.
2 Os leles de suas residencias;
3' Piovas de Idooeidade profissiaoal para di-
riglrem e execaiarem os irabalaop.
Haveoo auas oa mais proposta em igoalda.
de de coDll"6es, g r preferido o coocuneate
que melho'es provas Ce uoneidad* ifferecer.
Nao serao aceitas as propotias qie ae receati-
rem das seguinias faltas:
* 1* As qae nao foreii organisadas de.accordo
com o presente edital;
2- As que se bazearem sobre presos de pro-
posta de o.tros coccarreo.es ;
3- Ai qae forem firmadas por pe:soas qae ti-
vtrem j deixado ae camprir contractos cele-
brados com a exmela repartijio de Ooras Pu-
blicas ;
4- As de concurrentes qae nao offerecam aa
garantas e qualidadea exigidjg do preaente
edital.
Cada proposta versar sobre as oliras de cada
um des dislnctcs a cootractar e deve iraaer
no involucro a deciarac'to daquella a qce se re-
ferir.
Ne&buma proposta ser a-ea sea qae o p*o-
ponente aprsente recibo que prove haver depo-
sitado na Theeooraria a tmporisncla de 5004.
O propone ule qae tiver propona escolbioa e
serecusar a asslgoar o termo do contracto, per-
der o ireito a cao^io a. imi e.uka.
As infurmacOes aos tabalbosde qae trata o
prosele edital, acbam ee oesta reparlicAo a
dicpomco dos propoteates, qae [oaeroex-
mioal-as das 10 a 4 horas aa larde.
Eate se publicado pela Imprema e anisado
ca) porl'B da sala de audiencias'3 matrize* e
onde mais os cbefes de disi-ico ju garetn coc-
veniedte. -
A duragao do contracto ser al 16 de Nj
vembro de 1893.
Recite, 15 de Julho de 1985.
Antonio Urbano Pe;i Mont:neg.ro
L. director geral Inleriaa
*Jai-sir -. I t ENtado de l'er-
nambuco
KDII'AL
CONCURSU
Od ordim a> Sr. r o r-ctor g> ral la
aecre aria da Faaer d i, f-r; puil c qu o
oaiic. rao pal a qroencamdato <\m crgos
ie terceiros offioia* di Sub-Dir itor a da
Contal ilida.de do Tuesouro, p.-.oti ji. ira no
dia 22 de oorre >te mea, neaca aenriitaria,
a 10 horas da inaahS.
Se retara do Tn-ifo iro do Eatado de
Peroambaco, em 17 di Jalho ie )833.
O chefe,
yiariaiwo A. de ^[edeiros.
Edital
Secretaria da Industria
3:' DIRECTORA
Tendo sido rescindido o conlrelo qoe
oa Srs Slivs QaamSo A C, frniaram com
esta directora para conctraoolo do calos-
ment de largo da Rapablica, mediado
doae mil metros qaadrado (12m2,000)
fajo publico qae no dia 15 de Agosto a 1
hora ds tarde recebem se propc staa pira
o mesmo servido.
E cola lodust ial Fiei Ca-
oe. a
Edital
De ordem do S-. Dr. S oitnio dos
N-gocioa da Industria do t tar o de Per-
uambaon, lago pablio qae serSo aoiitaa
na Seu-etana desta Escala propoataa pira
o irrendameoto da prupriedade a este es-
tabeleoiment incorporada e situada na
B-rra da Jangada a, margem da E. F.
Sol de Pernambuco.
As propoatas devem ser selladas e en-
tregues em caita fechada, contendo o
nome e reiideooia do proponente e versa-
rlo aobre os aegointes pon'os :
1. Pr-co da renda annual, qoe notes
poder ser inferior a tres contoa e aeaceL-
tos mil reu(3.6X|J'O0,
2.* Modo de pag^meato deasa renda.
3.* Especificayo de g-ractiaa para o
compri ment do contrac o de arrendante i-
to e pagamento das reudap.
4.* Valor (fferecid para a compra, a
iohe roa vista, da safra actualmente pea-
dente a corte.
5.- Oecl relo de assomir o compro-
miaao de conservar aa mattas e predios ds
propriedade.
O praao do arrendamento ser de 3
annor.
Nenhuma prcposta aera ceseitaaem qae
o proponeote apreaente recibj de deap si-
to, na Thesoararia da Escola, ds impor.
taocia ue 2000000, qae servir de caocSo
para a asignatura do contrfoto .
Aquelle propoaente que recusar aatig-
nar o termo do contracto, depois de prete-
rida a aaa propoata, perder o direito a
esa*'cao cao.
Eata Directora nao tomar o compro-
miaao de moer aa Usina do e.tabeleoimento
aa canoas deesa propriedade.
nicamente aoeitar para a prxima
moagem, ae forem piiitas as EatagSes
de Colonia da E. F. Sal de Pernambuco
pelo fornecedor, as canoas actualmente
pendentes so corte.
Os pretendentea so arrendamento pode-
rSo viaitsr a propriedade, para o que en-
contrarlo li pee.oa qae os guiar.
O praao para a apresentacSo de propoa-
taa de 30 dias, a contar desta data-
O contracto de arrendamento ser as-
signado, depois de eaoolhida a proposta,
na Secretaria da Icdaatria.
Escola Indastrial Fre Caicos em 23 de
Juuho do I89f\
Adolpho B rbalho Ucbda Cavalcanti.
D. rector.
Edital
el-
llluiiiiiint-iio elctrica da
dade do He elle
A Secrataria da Iodoatria co Estado de Per-
oambaco, faz publico qoe de accordo com a Lei
o. 73 de 18 de Malo do cbrente anno receber
a' o dia 20 de Selembro prximo propseaa
para o eervico de illumlnaco elctrica da cida-
ae do Recife, as coBdl^Oes secoinles qae ser-
virao ce ba:e- para a ctlebraco do contracto
qae nos t-rmeg 'aquella lei se nouver de la-
vrar. #
Art. i.* A concurrencia versa'i.
i.* S.bre o praso do privilegio durante o
qual o concesionario lera, excluilo qualquer
concurrente, o monopolio desse seryieo.
2." Sobre as condljOes a qoe se prope o
coocessiooarlo, spg a leraiinacao do praeo do
privilegio.
3. Sobre o aystema de sssenlamen'c, cana-
bsc&o dlatriboico e rtgulatBentagto da illumi-
naco.
4." Sobre a iatenaidade mnima da illnmin:-'
caas A altara do taicamett-), em qaalquer ponto

I
i


-i." 1.
Diario de Pernambaco Qninta-feira 1* de .lulio de 1S&5
d-v.ro do perimetro que limitar a rea do pri-
vilegio.
5. Sobte o proco d* nnidade ie ,01 elctri-
ca, discrimioadamen'e para aillaminscao pobli-
ca, quer daa roas pracas f, qoer dos edlflclos
pooluose para a pariicolar e domiciliarla.
6. Sobre oa abat menioa feltoa nesse p-eco
qnaodo se t'atir da illominacao as caeas de
caridades s escola*, palaco do goveroo, quar-
teis e mala repartijas publicas qoer estaJoaes,
mnnictpaes oa fedrres.
7.' Sobre a reduccao oo Dreco segundo o
numero de boras deillomioieilo emcaianoute,
e segando augmentar o cootaxo.
8.* Sebre a ioiensidade media da lu as
lales, que devereo rr servidas "por lampadas
nanea inferiores a 2.000 vela?.
S 9. Sobre a divieao cu nao das cidades em
secio-ea iodepeadroies oo nao.
g 10. Soore o praso para cometa- os traba-
lbii.
M-* Sebre o praso para te'mloacao de^es
Iraealhos, Dem f do servico total para diUoiti
vi metallacao e foocelooaaieoio da illumioagi'o
em toda rea do srivileglo, como cebradamen-
te para os diversos bairroa da cidade. de modo
a ?er a par e central iliumma la a luz electriza
no maic oreva praso qoe poeaivel fr.
Art. 1- Cada proposta devera oer acompt-
Dhada do certiflcjdo qoe atte6te ter o proponen
te depositado oo Tneroure do E-itaio, como
caucac para signaturj do contracto, a Imper
tan ca de 16:000 (quiaie conloa de res) em di-
Obeco oo em -po ii->s da divida punir a.
Art. 3." Jolgada a coocorreoca se restitoir
o cepooito se* propoofotes p'ejodicados.deveo
do a caocao do proconeote preferido ir eleva-
da a 30:000 por occas'So da asfi^oatu-a do
cootracto, a qoal ci peder ser demorada mate
de qcmze dias aps o jolgaroeoto da concurren-
cia, sendo aquella qoaatia destinada a garanta
das molas que bouverem de ser impostas para
fiel exerugao So memu cootraelc.
1 Esta caogao tlo.l permacecer no The-
souro do Bstado a a expiragao do praso do
priv iio.
g 1 O-vera ser inl-gralis d', di-atro de oito
das, toda a vez qm lor ..esllcada por multas
imposta peto fiscal ao so eroo em virtode de
lofrac^aD de qaalquer das ciaosolaa cont ac-
lua-e
Art. 4 O contratante casejeito as se-
guales manas.
i) Pena total da caugao si deatro de tree me-
zes cootades da assigoatoa o contracto nao
ncuver iniciado o aervig i- in*ialiaco.
b) Multas de 2C0 a 1:001* dorante o privile-
gio, pe* inlracgao de qnaiqaer ('.tasla coatrac-
toal oa disposigo do regalamento qoe rom au-
dieocia oo coocees'oBario te de ser elaborada
pelo tegeLhriro riscal para boa execucao do
mesmo cootracto.
c) Poroa de metade do preco da laz corres-
pondeoie a cada foco qoe for eaco 'Irado enfra-
qoecHo oa apreaeotaudo freqoeotes e incoos-
ao '-- i(ii->rmitteacias.
d) Perda de doos te-coa desse prego qoaado
foco apresefct.r freqoentcs eclipses.
i) Perda tcial desse prego qoaado o foco esti-
ver apagado dorante mais de metade da noote.
I) QdQio o numero da focos oas coodices
da Iriiraesabir l|3 do total de foco, ac
crescer a malta de 1:0004, e a de 5:000* qaao-
ao fuDir a mais de rxeuae.
do sobir a mais de metade.
e) Quaudo eose faci se reprodoia mais de
trloia vezes oo aono o giveroo poder rascio-
dir o contracto si Bao preferir ebegar a noto
accordo de que rossam resaltar vamagens para
o servigo.
b) Cadocidade do cont-acto si por colpa do
contrarame Bear a edade as escoras duas ooi-
les etnsecutivas oa cao.
Art. 5. Para toa flscallsacao do oontracto o
gove-no maucra jaoto companba om enge-
nbeiro Hscal, om jbrtann* o oomero de goar-
das ce niiuiuncft qae fr jalgado necessa'io
mas qoe i a >acedera de sei>>, para o qoe deve-
r o cont'ac.tfcbjo emnr aunaalmeote coro a
qoaoii de 20.0 O/iO para o Toeeooro do Esta-
do destinada a pagameoio desee pes.o.l.
odico. Alem deesa qoanna annaalmeole
reaiisada pelo coocssiooar.o, devera es e foroe-
cer ui costa e de ama vt por todas para o
ecripiono de fiscal sagfto o iBgircmeotos qoe
forem necessarios t veriB' agao das cenJigOes de
orna bOa illomioagao. l&j exceleolo todava
es.-a despeza a 10:000*.
Art. 6 Dentro do praso mximo de um aooo,
a coo .ir da data da assigoatora do contracto de
vera es.-ir foncciooaodo em toda a saa plepitade
a illuu.ir agio elctrica nos bairros do Recife, S.
Saoto Amoiio, S. Joe e B.a Vista.
Art. 7.* O praso mximo para termiaagaode
todos o> trabalboB sera de doss aouos.
Art. 8 Sera de tres metes o praso mximo
rara iniciscac do servigo, contado esse p aso d
asslgoaiora do cont acto.
Arl. 9." Deotro desse praao deberlo con^s-
Biooano preferido aob peoa de caducidade t
perda da caugao eot-a/ para o Toe^ouro do Es-
tado com a impo'taocia de 994.917*528 ao cam-
bio do da, segoodo a avaliaco do arbitro des-
empaiaacr, como valor da actual e apresa Ce
illomimagao a gal e nos termos da clausula 13
do coo rct celebrado entre o gove-no da aa-
tiga provincia de Peroanbac e Fielaeo Bro-
iners. en 26 de Abril de 1856.
I.* Esta Importancia destinad nos termes
da Le u. 1.901 de i de Juouo de 1887 ao paga-
mento a que esta sojelto o Ettado por loca
daqnea claaeola e nos termos do art. i" 7*
desea le. e portarla do governo do Estado de 7
de Ou uoro de 1890 e respectivos considerandos.
2 Realisado no Toeeooro do Ettado pelo
concesionario o deposno daquella Importan :1a
cabera ao Goveroo do Estado liquidar com Fi I-
den B-iners o extiacto cootracto e o pagamen-
to a estes devido como n^emotsagao, todo oos
tercos da citada clausula 13* e mal declsOes
cima indicada?.
3.* Nessa liquidaba > eer avallado to4o o
material da Empresa rjoc nao tiver sido inclui-
do na avaliagao de 1889 fetla por aqueile arbi-
tro, para o Um de ser lodemoisada a mesma tir-
presa da importancia respectiva, que igualmente
terao de realisar os novos coocesaioDarios, om
anno atsa cata dessa segunda avaliagao.
4. Para esae flm logo que fr asslgoado o
novo centrado o Governo nomeart os scus arbl
tros para qoe procedam avaliagao do material
accresjido.
Art. 10. Em todos os pagamentos devidos por
ndemnisago do Estado a Bmpreja o Gjveruo
osara coa o melbor Iba parecer do dlraito, que
Ibe garantido pela ciau-ola 13 do cit. contrae
to, de realiear ditos pagamentos em preitagOes
acnuaes segundo as torgas do cofre estadoal,
juro de 6 /. e a qoaoiia que reatar at a exiinc-
gao da divida.
Art. 11. Podendo a actual empresa de illuml
nacao a gaa concorrer apreseotaodo proposla nos
termos do presente edtlal, Bca entendido que a
preferencia s ibe cabert nos termos do art. 1.
|S 5 e 6* da ctt. Le o. 1 901.
i. O novo contracto to pod.-ra ser lavrado
com Fielden Brothers como inoovagao do de
28 Ce Abril de 856, fetas as devtdas modiOca-
gfies lj janio ao tystema e illom'nagao e
sua3 coDseqoeccias lecooicas como prioclpal-
tienle depois de expresta declaragSo dos mes-
mos Fielaen Brotbers de acceltarem a Inoovagao
como liquidando defloiiivameote todas as ques
toe3 existentes entre ejses empreaarios e o Go
verno do feMadc, desobrigado este do p*gameo-
to da indemnisagao da cit. claasula 13* do con-
t acto de 2o de Abril de 1836 e sem mais dlrel-
to da empesa reclamago de qualqoer psga-
rxeElo por parte do Estado, c-alvo todava a divi-
da do gax consumido na illumiosgao publica e
ja es'r.p'orad.
2* O concessioDario, Fl-lden B-otoera oo
ouiros, poderao empregar o gax carbn co para
illomioagao dos suburbios da cidade do R^cif-',
tento igualmente privilegio pira esse r, oo
qual po erSo empregar c material actualmente
em servigo, fetos a juixo do eDgenbeiro fiscal os
devidos reparos, coocertos e sube uices bem
como conslrncgOes novas que forem petisas.
Art. 12. Os conceBBionaiios gozaro igaa'-
menledo privilegio de forcecer no permetro da
cidade forca metrix para o servigo das iodos,
trias quiquizerem empregar [ara esse flm o
gaz carbnico oo a electricidade, ficando obri.
gados a conservar durante odia a pressao do
gaz e mais requisitos necessarloa a alimentagao
de motore?, ao feraecimento de laboratorio, e
aos demais misleres a qoe poder servir aqueile
8"
Art. 13' 0 governo foroacera aos propooeo.
tes e ao coacessiooario as plantas que possae
da cidade e seus suburbios, cabeodo a aqoelles
organisar as demais plantas, trabalbos grapbi
eos e dados techles que forem precisos i coa.
feccao das a os propoitxs.
Art. 14 A illomioagao elctrica defer se-,
vtr aos balrros oo Recife al a fortaleza do Brum
e a ponte do Limoelro, Saoto Antonio todo, s.
Jos (i- e 2- di si indos) al a ponte de Afoga.
des, Boa-Vista a comecar oa ra da Aurora te.
daa devendo abraoger todos oa poatoa desse,
bairro servido actualmente pelo gas carbe
oico.
1- Todos os demais poa'os fora dessa rea
presentemente ilion ioados a gaz peder ao coo.
louar a ser illumiaados da mesma forma oo a
loz elctrica segoodo mais coovier aos [.ropo.
Beotes e for accordado com o goveroo.
2- Nos suburbios o governo poder con ce.
der prtzos alores para terminaiao dos trato.-
ibos destioados a levar.Ibes a llomiz
oa a luz e:ec rica, ludo anda secundo o que
mais coovier aos proponeo'es e for Igualmente
accordado com o goveroo.
An. 15' Para mala rigorosa dellmilago da
vea 2 ser illuminada o coocessionario asstgoa
estar rigorosameoie
ra com o contracto um exemplar da planta da
cidade onde essa rea
marcada,
g nico. No caso de illumiagao mixa a rea
de urna e a de cu ro syUema serao rigorosa.
mete marcadas oessa planta a (lats diffe.
reates.
Art. 16- No caso de illomioagai mixta, ba.
vendo de ser ease servigo fetto a gaz em orle
rea do privilegio e a electricidade em nutra
parte, os propoaentes deverao apreseolar alm
dos pootcs sobre qae versa a concurrencia para
illumiosgao elctrica, anlogos detalbes tecboi.
ees malatis mutandis para o servigo a gas, co.
mo typo de bico iodusive os mai- modernos do
avstema Aaer, cujeitando^e as clausulas do
edital da prefeitura muoicipal de 28 de Agosto
de 1891, adiaste transcriptas.
A-'. 17. O cootracto ser geral para toda rea
do muoicipio o Recife, sojeita a decima orba.
sa oo qae de futuro es'.iver sajeita a essa de.
cima.
A-i. 18- Para todos os efTeitos do contra to
serio nicos competente! os tri-umes doEsts.
eJo de Prt'Bimbaeo.
Art. 19 O goveroo do Es'ado se obriga a
conceder iseogao de mpost a estaduaes e mo.
n'cipaes para o material, combastivel, obras,
tc.caoeado ao coanessloaarlo]solicllar se qui.
J.>r do goverro da UaiSo iseacao de direitos fe.
eraes.
CLAUSLaS A QUE SE REFERE O ART. 16
Da qaaolidade do gas
I.9 0 gaz ser carbnico, extrabido do carvao
de peda ou outras soDstaocias qae o possam
dar osa con ngOesem que elle exigido pelo
pi-eseote coatracto.
ri.m Antes de ser langado na rle de caaall-
sago, o gas ser exporgado de tol s as ma-
materias nocivas tanto i saude publica como a
boa cooservsgao dos eocaaameotos e appaie-
Ibos.
3-* A laz do gaz ie- o poder illomioaote e
dex vellas de eapermacale das qoe qoeima aele
grammas e oiteota ce ugrammas porbora, cor-
respndeme ao 120* iaglezes.
4.* Bse poder iliacatrinte ser verIBrado
em photometro aberlo queimaodo o gas oo
mesmo oico qoe od. llumioagic publica em
Cada occatio.
5 As experieocias pbotomeiricas para veri-
fleago do poder illomioaote, ser j fetas todas
as ooi ei entre 6 e 10 boras e os seas resalta-
dos coos'gnados pelo inspector da illaminago
em hvro especial e sob sua guarda. De des
em dez dias se addiciooaro esses resallados
para se coobecer o poder Iluminante medio da
decada, incorreodo o contradaote em multa,
como abaixo se eitaiue, sempre que a oidi da
decada, : inferior a velas, aesim como, sem-
pre qoe a rxlia de cada nol'e, tomada uolala-
mente, fr inferior a nove e oito decimos de
vela.
6.* A i rs8o do gaz em qoalqaer ponto do*
ejcpameoto* pblicos jamis ser malor de
20 millimelro1, uem menor de 4 millim-tro?-.
TITULO 3
Da fabrica, suas dcpeodencUs, canalisagao e
laoeroar publicas
10. 0 coolractaote produzir o gaz em ama oa
mais fabricas, comtaoto que jamis posea invo-
car a ooidade da (arinca para iseotar-se de for
oeeer gaz oode loe for reclamado, tanto reo
moni Ipio como pelos particulares, deutro do
permetro da lllom raco publica actual ea rea
a accresceotar, qae sri mircaaa ai plaa que
eile deve assigaar por occaaifto da assigoatora
do cootracto.
11. O coptractante mantera sevonre a soa fa-
brica oa fabricar, gasmetros e offiinasem es-
tado de ateoder a todas as oacessidades do ser-
vigo da illumiaago publica oo part ular ; te-a
as bateras no lomo que forem precisas, de
sorte a bver sempre urna batera, pelo meos,
de reserva; empregar os appareinos mais mo-
deraos para a aporagio do gas, continuando.
porem, rnenle com os acluies ercqaanto elles
battarem e sstislizerem as oecessidadea do ser*
v go da distribotgo ; mas os gasmetros qae
muotar loa da fabrica sero ligados a esta por
om conductor virgem, de sorte qoe, nem mes-
mo dorante o da a regolaridade de emissfto
possa ser perla'bada pela operago do eocbi-
memo desses gasometroa ; ter lodos os ma
at pirehos precisos pira a re ularidade do ser-
vigo ; mantera sempre a tJe ne car.alisico
publica e denvagbes a parla dos cooiomi-
dores. em Dom a'alo e cora os dimetros cor-
respondentes as coasumo.
As actoaes laoterois p'opnaieale ditas se-
ro, dentro do praso de ires aoooe, contados da
data ia assigoatora do conlracto, substiioidas
pelo cooiraciaate -por oatras do typo actual d*
cidade de Parle, ito laoternas esm idros
curvas reflexo e oa porte surerior.
As aovas laoternas que se asseotarem serao
ogo desle typi.
Todas as lanteroas publicas serao sempre
maalldaa em p rfelto estado de asaeio e de pin-
tara e oomeraaas com algarismos de metal pre-
(o nos vid roe.
15* Para a lilumioaclo publica, correr por
coala do contradaote o forcecimemo e o asseo-
lamento dos comboetores, camprebeodendo o ra-
mal, a colomna oa anadella e laoterna, e bem
assim a cooservigo e aeseio desses orgos e a
operago de acceuder c apaear, se.anJo um
borarlo, qae ser fizado pelo eogeobelro fiscal
de accordo com o comprlmeoto das ooiles.
16. Para a illumiaago particular ter o con-
traanle o privilegio exciu vo para o foroeci-
i eoto, asseotameoto e reparago do ramal al o
aedldor, correado as despezas por con'a do
consumidor, sslvo as le assentameolo, foroecl-
ment do ramal e sua censervico, na exteoso
do dez primeiros metros cootados do encana-
ment geral, de oode deve partir o raoial para
o consumidor, parte esta qoe ser cusa do
coolradaote.
O eDgenbeiro fiscal fixsr, de accordo com o
ceoiractaote, a tabella dos pregoa para essas
obras por coota dos consumidores, deveode esta
tabella ser revista de 3 em 3 aaoos.
18.* Neobum medidor poder ser asseota'o
ou reassentado sem qu prime!ro teoba sido of-
ferecido pela loepectoria do gaz. Essa afferlco
gra'uiu.
22 O cootumo de gaz ser pago por mez
vencido, effectaande-se esse pigameato at o
ultimo dia oul do mez seguale. 24a falta de
pagameolo por parte do Eitado, vencer o debi-
to juros razo de 6 < oo primeiro son, 8 ,.
ao segando, 10 no terceiro de demora, e as-
sim segaidameote. Na particular, o contradao-
te ter o direito de cortar a communicagao do
gaz t restabe ecel-a qoando a divida Ibe for
paga com os com ttenles joros, a razan de 6 ..
ao.aooo. Na falta de pagameato por parte do
joqailino responde o proprletarlo do predio.
23. Os medidores serSo do systema mtrico,
cootioaaodi-je, porm, a asar os que existlrem
asseotes na data deste contracto, em quaoto e-
ti\c em em bom estado oa poderem ser repare-
dos. U coasumidor livre de comprar o medi-
dor a quem qoizer, inclusive ao contra tante,
qae oeste objecto exercer sua iodustria em
uvre concurrencia com o mercado ; n&o poder.
porm, o me idor ser de um calibre soperior ao
numero de bicos de gaz qoe boover oo predio,
nem ser asseotado oo retirado por oulrem, que
nao o extractante.
24. A canalisagao a partir do medidor e os
apparelbos da illumiaago correm por coota dos
consumidores (salvo da illaminago publica)
podem ser vendidos e astales por quem coo-
vier ao consumidor, inclusive o coot'sctsnte,
que oesee objecto exercer soa iodustria Uvre-
mente.
25 Os cooiumidores sao
gi-traio pelos meaidores, imbora se perca nor
dtfei.o no mo estado de seas apparelbos i' M"
lomioagao oa na caaalissgo alm do medidor-
2G Tanto o cootraclaote como o consumidor,
sempre que euspeltare o que o medidor tem
deixado de bem funcionar, tero o direlto de
reclamar da inspectora um exame oo medMor.
correado a de>pesa por coala daqoella dasdoas
partes que reclamar o eiame. Se pira o exa-
me for necessano a retirada do medidos, um
oat O ser provisoriamente tostallado por conta
da parte reclamante, ie por accordo entre ellas
Do seasBeoiar em avallar o consamo no lte-
la) pelo Dumero de bicos. O medidor, seodo*
ma p'oprledade do coasumiaor, se do exatie.
Coobecer-se a necessidade de eua sabsiimigo
e aova despes corera por coala ao conta-
midor.
27*. O coosomllor jamis podor impedir so
coolradaote o ingresso at o medidor, (auto
para a lettura da aiarcg!o como para eotreter o
Mirla Campos, dita D. 1 A,
Leal, dita o.
uivel d'agua ueste apparelbo.
28 Taoto o coutractante como o C nsomidor
sao respectivamente responsaveis perante os trt-
buoaes pe'a fraude que niroduzren bo me-
didor caoendo parte leeada accionar a oaira
por rardaa e damoos.
2i O oonsumidor oSo poder oes permittir
adaptar ao uiedHor apparelbo de natnresa al-
gama com o carcter fizo e qoalquer appsrelho
oesse gene o sosera adaptado canalisagao
depols de pasalo o medidor.
TITULO 5.*
Do cootracto
31. uraale o praso do coatraclo prefelloma-
olcipal nem o Estado podero conceder nem per-
mitir qoa uniros asaeotem oa va publica lobos
para cooducgo de gaz de illaminago, por aereo s
oa inberraneDs pa'a transporte de elecinci ade
com applicago lluaioago poDllca oa partica-
lar. nem lafjO, fiosocoeaba para transporte de
[qjaiqoer forga qae possa ser applicada a illomi-
Dago pobiica ou particular aemro da referida
rea, eaivo accordo amigavel com o contra-
cunte.
33 Durante o pnso do contracto, o con-
trae ante dever ter sempre em seos dep-
sitos oo no port desta capital o carvo pre-
ciso para o foroecimeuto de gas d ota trimestre
e bem assim um aprotisinoameoto de tubos i aa
o de. envolviruento e sebsiiluicao na rede ge.
ral publica provavel em um trimestre. Com ao
lecedencia de sais meses o eogenheiro fiscal fi-
lar essas qoanttdades a visorsr em cada exer
ciclo.
. 33.' Para todos es efiMtos lo prsenle coolra
do sao uqico competentes os trlsoaaes do Es-
ado de Pernambaco.
TITUL'J 6.*
Da mspecgo
37. Todas as obras qoe o conlractaate boovej
de faser, quer em augmento da canalisagao pu-
blica, qoer na sua fabrica e dependencias sero
fiscalisadas pelo ioepe tor, para que seiam fel
tas rom a oecessaria seguraoga e proprledade.
38. Cabe, ouiro sim, ao inspector decidir
qaaes qoesiOes que se sasciure eotre a em-
presa e os particuires, qaaoto so fornecimento
de gaz e cootis de coosomo, fijando livre as
partes recu-as pa'a os tribuales.
39. No p'ioclpio de cada trimestre o coi.tra-
stanie remettsri ao inspector urna Una do pe-
soal de accededores com as suas respectivas
residencias e deeignago dos respectivos distri-
cich em qoe faoccionarem.
(j jal quer alterago nesia lis'a deve ser imme-
diatameote commooicida ao iospecior.
Recife, 2 ds Juolu de 1895.
A. rybaoo P. Uentenegro,
Director geral ialerino.
Edital n 9
inspectora geral de hygiene
Por esta secretaria aa fas publico, qae,
de cooformidade oom e disputo no art.
44 do Regalamento sanitario vigente s
p dem vender aedicame t e droga a aa
pharmaoiaa e drogaras; inotrrendo o in-
fractor na multa de lOOf.
Secretaria da Ioscectoria Geral de Hy-
gie'e do Estado de Pernambaco, em 17
de Jalho de 1695.
O secretario,
Apollinario da Irindade leira Henri-
ques.
204000
36*000
28J800
24JC00
2J030
24*X)0
24OOO
20*00)
28*8C0
32*000
2i*0)0
2l*0C0
38*iOO
38;400
20*0u0
24*000
DECLARARES
Recebedoria do Estado
Ano.
idea
48 Joaquim Luiz Ftrreiri
3 A, dem
46 Ao'ooio Pedro ds Cost, agougoe, o.
83 A, dem
47 Maooel Jjsde Luoa, deposito de ci-
garros, o. 70 A, estrada do Giqui
Jaooato
48 Beato Maooel Carlos de Mello, ran-
cho, o. 74, dem
49 Jos I. da Soozi Rtngel, deposito de
cigarros, o. 82 A, dem
50 ntonio Jos da Costa, agoogue, n.
86 A, dem
51 Praocelioo Pereira Ramalbo, depo-
sito, sem numero, dem
52 Amaro Boodetra Campello, dito o.
218, dem
t3 Joaqoim Laariaoo Rlbeiro, agoogue,
sem oomero, dem
54 Antonio T. xeira Lima Jnior, funl-
leiro, o. 51, idem
55 Astbena B. Lima, ra.ncho, n. 119,
idem
56 Vicente Costa, deposito, n. 161,
idem
57 Joaquim da Silva Camlnba, rancho,
n. 151, idem
58 Geraldo Jos de Barios, dej o-ito, o.
233, Idem
59 Francisco Pereira Ramalbo, dilo n.
255, idem
1' secgo da Recebedoria do Ettado, 15 de Jo-
Ibo de 1895.
O laogador,
D. C. de Souz< L"5o.
Capitana do Porto de Peroam
buco
Aviso Hydrograph co
Di ordem do Sr. capitlo de fragata, e
cepitSo do porto deste Estado, Jo Pe-
reiro Quimar&es, mando publicar o segua-
te aviso.
Ministerio dalfarioha
E. U. de Braail
Repartilo da Carta Martima
Aviso Hydrogrtphioo
N. 22
Costa d > Estado de S* Paulo
Bec nbecimento daa ilhau dos Baaios s
NE. da ilha de S, debasti2oe
Para coobeciinento dos Navogantei fajo
publico que segando a ommamcacSo, qoe
oabo de reoeber do quartel general de
marioha, o cruzador escola tBeajamim
Constant sob o com mando do oapitSo de
mar e guerra Antonio Al ves da Cmara,
ao passar pela ilha de 8. SebaatiZo, em aeu
ultimo oraaeiro, pela costa do inl, tove de
rect.ficar a davida oue paira sobre o ver-
dadeiro numero das ilhas, qae iormam o
grupo dos Busto.
Em sua participacSo official dia o cida-
dSo commandaate: Na ultima edicto do
reteiro de Louchcz, tratando dos Bastos,
e ilhotas que fcam ao NE. da ilba da Vic-
toria, dia qoe o cav.o de guerra allemao
cAlbatron nto encentron a teroeira ilba.
e qae tasim nSo te sabe exactamente ae
ba daas oa trea ilbas.
Paisaodo pelo canal de S. SebastiSo.
em demanda da Ilha Grande, tive cect-
siio de recoobecer qve alo tres bas ; a
graoda formada da doui moctes, ligados
pela base, oatra affastala, arredondada, e
urna teroeira anda maia affaatada, menor.
As deas primeirns etu arborisadaa no alao
e a ultima moito pouco.
RepartioSo da coata martima do Brasil
25 de Junho de 1895.
(Assigoado) Frnctseo Ctlbeiro da Ora-
ca.-Capitao de mar e guerra, chele in-
terino.
Capitana do Porto de Pernambaco em
.6 de Juho de 1895.
O secretario
Mnnoel Jos de Castro Yilellr.
INDICADOR COMMERCIAL
BO
DIARIO DE PERNAMBUCO
Diversos ramos de negocios
Escriptorios
Coramercio n. 38.
Jess n. 64.
Ra do Commercio n. 40.
Ra do Commercio n. 6, !. andar.
Ra do Commercio n. 9.
Caes da Cornpanliia Pernambucana n. 12
Ra do Commercio n. 42.
Ra do Commercio n. 6, 1 andar.
Ra do Commercio n. 6.
Ra do Commercio n. 10,1* andar.
10.
46
Relacio dos contribuales da fregoesla de
Aligados, sojeitos ao imposto de 4U /<>, como
du.ermioa a lei n. 121 de 28 de Junto de 1895,
execicio correle.
Afjaados
1 JoacBrreirr8 dos Santos, deposito,
a. 52, roa Dlreita
2 Joaqo m Nicolao Ferreira, agoogue,
o. 52, idem
3 Jos Isidoro da Silva, barbeirc, o. 76,
dem
4 Joaqoim Meollo Ferrelrs, acoogae,
o. 80, idem
5 Joc Joaqoim Rodrigues Braz, depo
sito, a. 8 A, dem
6 Carlos Roberto Sioboreste, coebeira
de carros de alueuel, n. 3, dem
7 Antonio dos Sanios Franca, idem 0.
31, dem
8 Lois Jos Carneiro, garipeira, n. 65
a, Itjiocolomb
9 O D. 4 S Miguel
10 sjdronio Ignacio de Mello, scoogne,
o. 18, idem
11 Mana da Costa Vooteiro, garapeira,
o. 97, dem m ,
12 Antonio Rlbeiro da Silva Gulma-
raes, otaria, c. 117, idem
13 Aotoato Soares Rapoio, dita sem oo-
mero, idem
14 Francisco de Si LettSo, dita sem
aamero, idem .
15 Jos Custodio Loureiro, fuoiteirc, n.
7, Bemflca
16 Mamede Paulo de Alboqoerque,
acoogae, n. 27, idem
17 Alvaro Fraocleco cha tiavalcante,
otarla, em numero, ilba do R-li'O
18 Josa Acrello de Oiueira. dita n. 68,
largo dos Kemedios
19 Maooel de Sa Leitao, dita sem no-
merj, Uem
20 Praucisco DamiSo Cavalcante Pee
so diti r. 5, dem
21 Bernardo Oamlo Cav Icanle Pesaos,
dita sem numero, Idem
22 Salles Menezes te. C, dita n. 5, tra-
vesea dos Cerneoios
23 H reiros de Antonio Caldas da
Silva, dita sem oomero, Idem
24 Manoel Antonio Goncaltes, dita n. 7,
dem
25 Augu.to Octaviado de Sooza, dita n.
9, idem
26 Maooel GoocalteB da Laz, dita n. 20,
travessa do Lacea
27 Salles Menezes & C, dita o. 22. idem
28 angosto T&ncrdo de Aimeida, casa
moneara, sem numero, ra real da
Torre .
29 Francelino Francisco Daarte, acou-
gae, dem
30 Joo Igoacio Ribeiro Roma, olarii,
Sm numero, Taqa; n
31 Maooel Nones da Silva, dita sem nu-
mero, idem
32 M.noel Clemeniino Pires da Silva,
dita eem numero, idem
33 Antonio Pedro da Costa, scoogne, o.
14 B, tuado Rio
34 Alceiro Silva & C, olera, na. i e 5,
largo da Torre
35 O mesmo, dita sem numero, Idem
36 O mesoro, dita sem numero, dem
37 Beroardino Seona Vieira Lima, agoo-
gue, dila a. 2 A, estrada N va
38 O mesmo, d lo o. 4 A, Idem
33 Maooel Lacas Giocaives, barbeiro,
o a, ida 1
40 Fel z Cipriano di Silva Telxeirs,
garapeiN, u 28, dem
41 Heoriqae Lui. Ferreira Leal, dita n.
78 A, Idem
42 Amelia Ferreira de Sonsa, rancho, n.
84, idem
responsaveis pelo 43 Antonio Jos da Silva Oliveira, gt-
64J0D0
574600
484000
604000
334600
724000
964000
484000
404000
13746)0
404000
1204000
16040)0
'.64000
404000
404000
4840C0
6140:0
8040CO
404OOO
404GO&I
644000
48400
1204000
104000
48*010
48/0^0
244000
404000
724000
724000
7J4C00
384400
1604000
604000
364000
eo40"o
6040C0
(ommepcio delooca e vidro
Sio coDvidados os senho es comat^rciautes
d loaca e vidro 4 comoa-ecerem no 1." an 1, r
do sobrado n. 26, i ras Largado R>zrio, i 1
bou da Urde do dia 20 do eorreotr, itim de re-
solver se scerca da distrioa'cao do imposto de
classe o. 34 da nova lei do ocameato ea'adosl,
e ama ves que ar*e sem perda de tea po desie
negocio, sera tratado oom qoalqaer aamero de
loteresBados qoe compsrec'.
Recife. 16 de Ja'ao de 1893 Miooel Joaquim
Pereira, Deodatj Tjrres & C, Aquilioo Rioeire
O. Oliveira. Joan Dias Morona & C.
Ra do Commercio n. 18, 2- andar.
Ra do Vigario n. 31, !. andar.
Ra do Bom Jess n. 44,1.- andar
Ra do Commercio n. 15,1. andar
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem do cidadao teoente coronel Dr. di-
rector do Arsenal de Gaerra, distribaem-se eos
taias nos das 18. 19 e 20 do corren'e mez,
com as cocturelras. possoldoras da* guias deas.
301 a 350, de conformidade com aa ordeus em
vigor.
Secjao das costuras do Arseoal de Gaerra do
Estado de Pernambaco, 15 de Jolbo de 1895.
Flix Antonio de Alcntara
CaplUo idjQQlo.
VTO. 3.a S.JP.S. Fran-
cisco do Recife
De ordem da mesa regedors, convido a tolo?
os oosos cinssimos Irmios a comparecerfm,
revertidos de seas babilos, as 3 horas da tarde
dedo iogo 21 do corrente, paraucorporados,
acompanharmes a procissao de f. 8. do Carmo,
que sabi a docooveoto dos religiosos carmeli-
tas, satisfazeodo sssim ao honrosa coovle que
nos foi dirigido.
Secretaria da V. O. 3*. de S. Francisco do Re-
cife 18 de Jalao de 1895.
O se retario interino
Alfredo Augusto Macoado Purto.
Convidamos a todos os :ontriDuioies do.
classe o. 41 do Imposto da Industria e ProBf-
fSo-PADARIASa r00irex-;e no dia 22 do
correte, ao mel dia 00 escrjptorio da Com
paobla Recieoae de PaniScaco oa praca clr
cular do Caes do Apolo a. 65, sBm de esol
Ter a destrlboicao do respectivo imposto.
Recife. 17 de Julbo de 1893.
La z da Poniera Olive'rf.
Figueiredo & Mendonga.
Alfredo Aimeida & C.
Marcelino Jos B.ptistd.
Companbia IVorth Brltlsh & Mei
cantile e Insurance
Capita. subscripto 3,000,000 0* Cfi
Fundos aecumuiados 9,452,452, 18d 5'
BECBITA ANNOAL
De premioa contra
Fogo 1.495.418 10* 9
De premios sobre
divida 992.379 6- 1*
2.488.196. 12* lld
N; B.A repartico de fundos aecu-
muiados sobre seguros contra fogo, nio
se responsabilisa pelas transaccSes fei
*as pela de seguro sobre vidas.
Wilson. Sons & C.
pagamento do gss ntralo em suas cssas e re rapetra n. 146, dem
404000
214000
94?00
484000
284800
Banco da Repblica do
Brazil
Paga-ge o Io dividendo das 8Coes deste Ban-
co, relativo ao semestre vencido em 30 de Jnnbi
prximo Bndo, seodo 64000 por cada acc&o in-
tgrala e 34000 pela que tem Brrenle 50 V.
realisado; no escrlptorlo de Preir Caroeiro &
C, a roa do Commercic n. 6 i9 andar.
Recifs, 15 de Jolbo de 1893.
andar.
andar.
Ra do Commercio n. 10 and ar
Ra Duque de Caxiasn- 52.
Bsteos
Banco EmissorDirectores, Drs. J. E. Ferreira
Jacobina, Jos Marcelino Rosa e Silva e
Jesuino Al ves Fernandes......Ra do
Banco PopularGerente Gustavo da S;lva An-
tunes.......,......Ra Bom
Banco de PernambucoGerente William M.
Webster........
Conipaahlas de Naresa^o
CariocaAgentes Pereira Cameiro dt C. .
Chargeurs Reuni (Franceza)Felit Bandeira
Comuanhia Pernambucana de Navegaco a vapor
Gerente Coronel Ulisses A de Curvalho .
Companhia Messageries Maritimes Agentes H.
Burle A C...........
Lloyd BrazileiroAgentes Pereira Carneiro & C
Norte e SulAgentes os mesmos ....
Pacilic Steam Navigation Company Agentes
Wilson Sons & C. Limited......
Red Cross Line of Steamers. Agentes Jobston
PateriC............Ra do Commercjo n. 15,1. andar.
Companhlas de negaros
Companhia AmphitriteDirector Artbur Augus-
to de Aimeida..........Ra do Commercio n. 48,
ndemnisadoraGerente Joaquim Al ves da Fon-
seca-. ".............Ra do Commercio n. 44.
Curto British Mercantile-Insurance Conpanj
Agente Wilson, Sons &C Limited Ra do Commercio n.
Phenix Pemamoucana=Administrador Gerente
Luiz Duprat..........Ra do Commercio n.
Companhlas diversas
Tbe North Brazilian Sugar Factores Li -nited
Gerente Henrique Svrales......Ra do Torres n. 34,2* andar.
Consfgnaces e comsvlsades
Augusto Labille.Casa de Commisses e Con-
signa^-oes...........Ra do Commercio n. 9. 1* andar.
Borstelman 4 CEscriptono de CommissOes e
consignarles..........
Carlos Rabello & C. Casa de commissOes. .
Joao de Meira Lins.. Casa deCommisses .
Johnston Pater 4 CCasa de commiises e
consignaes ......
Max Drechslercasa de agencias e coramissoes Ra da Cruz n." 16 e 18,
Machado Pinto & C. Importadores, exportado-
res e coinmissarios.........Ra do Vigario n. 19
Manoel da Silva MaiaSuccessores de M. Maia &
CEscriptorio de commisses Ra do Commercio n. 7, I* andar.
Manoel Ferreira Bartholo 4 CEscriptorio de
commisses e assucar.......Ra do Bom Jess n. 4.
Pereira Carneiro & CCasa de commisses. Ra do Commercio n. 6,
Silva Guimaraes & C Escriptorio de cammis-
ses e consignages .... Ra do Commercio n. 5
Souza Pinheiro CEscriptorio de commisses. Ra do Bom Jess n. 7.
Agostinho Cosa & Fiuza successores di; Tava-
res de Mello, Genro & CCasa de commis-
ses ............Largo do Corpo Santo n. 91 1- andar.
Tneod Just=Casa de commisses e represen-
taes............Ra do Bom Jess n. 62,
Wilson Sons C. LimitedCasa importa lora de
carvo de pedra de todas as qualidades .
Armazeas e lojas de fazi-ndas
Andrade Lopes & C. Annazem de fazen las em
grosso .........
Andrade Maia & CArmazm dejfazecdas em
grosso e a retalho.........Pateo do Livramento n.- 22..
Francisco Gurgel & Irmao.Loja de fLz modas...... .....Ra 1 de Margo n. 20 A
Joaquim Luiz Texeira A C. Loja e arinai-em de
Fazendas das Estrellas.......Run Duque de Caxias ns. 56 e 58.
Lola do Coelho Sortimento de Fazendas e
Modas.......... Ra da Imperatriz n. 56
Rodrigues Lima A CArmazem de fazen las em
grosso............
Vianna Castro & CLojade ferragens .
Massames
Joaquim Alves da Silva SantosAnnazem de
macames.........c .
Litograpnia
J. Purcell. Ljtbograpbia e Tycograpnia a
vapor..........
Fartalia de trigo
Machado & Lopes.Armazem de farinha de .
trigo. Importador.........
Armazem de bacalhdt
Seixas IrmaosImportadores de bacalbo .
Fuadlcdes
Alian Paterson 4 C Fundicao geral. .
Cardozo 4 Irmao Grande fundicao de ierro e
bronze............
Luiz da Cruz Mesquita. Caldeiraria e fundi-
cao de bronze..........dem n. 66.
Diversos negocios
Abe Stein 4 CNegociantes de couros em ge-
ral e borracha.........Ra do Bom Jess n. 62
Resbach Broters.Armazem de couros, \ elles e
diversos gneros de exportacao .
Fabrica e lejas de calcados
Albino Cruz CBotina Maravhosa -Loja de
calcados estrangeiros e nacionaesi .
Braga S Fabrica de Chapeos.
Chapelaria VictoriaVariado sortimento de
Chapeos, para homens e senboras. .
Serrarla vapor
Jos Rufino Climaco da Silrs.Serrarla a vapor, Caes da Regeneracao u. 24.
Armazem de fumo
Aimeida Machado 4 C Annazem de fumos, ._______
papel e outros gneros.......Ra da Madre Deus n
Armazen de cativa
Henrique Loureiro & C.-Aamazem de gene- Travessa da Madre Deus n. 8.
ros de estiva em grosso......
jEnchlmento de agurdente
Fabriia de vmhos aguaraente e mei.Pinio
Ferreira & C.......
Enchimeto de alcool. agurdente e mei.-Pinto
Ferreira & C ........
i Mercearlas
Pogas Mendes & C Armazem de estiva em
grosso e a retalho.......ua do Rosario Estreita n. 9.
Typographia c I.it^rsi.phia
Atelier Miranoa -Typograhhia e litogniphia a
vapor, pautacao e encadernacao
Kerozene e cemento.
Fonseca Irmaos & C G.-andes importadores e
exportadores..........

Ra do Mrquez de O linda n. 20.
Ra Duque de Caxias n. 115.
Ra do Vigario n. 8.
Ra do Mrquez de Olinda n. 8
Caes do Apollo n. 47.
Largo d'Alfandega n. 3
Ra doBaro do Triumpbo n. 44.
dem n-104.
Rna do Bon? Jess n. 5, 1*
Rua 1- de Marco n. 18.
Ra do Livramento n. 24.
Praca da Independencia n. 36
36,
Afogados.
Caes da Companhia Pernambucana n. 13.
da Penha n. 33.
Ra Duqifwe Caxias n. 37.
Largos da Alfandega n. 2 e do Baro
Trihumpho ns. 6 e 8 e ruados Guararapes.
Companhia Centro
Commercial
Convidamos os Sr?. acclo-lsm desta oomra
ohi a Tazerem a sera eolrada de sen cap-t.l
noBacciae Pernambuco, maj de 10 0/0 e
ten ro 00 prazo de 30 .lias, cootados de boje.
Maoei 7 de Jolno de 1835.
Os directores
Tit'Oruiu Alves de Carvaldj.
BjaveritU'a Amorim.
Pedro de Almetaa.
Estrada de ferro de tii-
beiro ao Bonito
De ordem da directora convido aos Srsiccio--
oistas desn compaobla para se reooirem em
issembla gral extraordioa la, qoe ie logar
no di 24 do corrente, 4 1 hora da tprde, 00 1-
indar do predio o. 71 da ra 15 de Novumbro,
*Um de trilar-se de negocios qoe muo miare
s Recife. 12 deJolho de 1895.
Manoel Carceiro da Caoba
Secretarlo.
Importo de industria e pro-
fissao
Pelo prsenle covjdamos as pessoas inier<8-
sedas oa dlsiriboicao do Imposto de Iodustria e
prossao a que rtfere se o orgaoento do Esta-
do. Tabella A ns. 25 e 31, Fabricas de picsr
lomo, de fazer cigarros e charutos, casis de
vender cigarros, cniu'o? e fumo em grosso e a
retalbo a reuoir-se ao meio da de 18 do cor-
rente a roa Mrquez da Dunda o. 1.
Recife, 16 de Jolbo de 1895.
Moreira & C.
Xavier "e Simas k C.
Sulser K.ti tnaou a C.
Joaquim Jo-Doarte.
Paulino de Anuda Llns Caldas.
Maooel Biptista Seixar.
Miguel Ramos de Oliveira.
J. F. Carvlhc
Por procuraco de Barel k C. Successores, A.
Cbarra.
Joaqoim Beraardo des Res & C. Successores.
de
Emprestimo Nacional
1895
O Banco de Peroamboco avita acs Srs. sob
scriptores do emprestimo cima qae, autnrlsado
pelo Banco Nacional Brazileiro, pagara tm seo
escriptorio, roa do Commercio b. 40, de Io de
Julbo prximo vindooro, em diaou-, o joros
as apolices qae cubscreveram por sea inter-
medio, cerrespoodeotes so semesire. s vencer-se
om 30 do correle, na rsiao de 25*000 per cada
urna apolice.
Recife, 20 de Jaono de 1.895.
Rojal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL 800:000
Fundos aecumuiados L 80:080.
AGENTE
POLHMANN & G-
I
SEIjRS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Phenix Pernambu-
cana
RA DO COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO

rf i
_


"
Diarlo de ffernamboce Qointa-fotra B de Jnllio de l95
Sociedade dos Artistas Mecha
nlcos e Liberaes
IMPOSTO DE CLA'SE
A d rectora d'esta sociedade resolveu de con-
formidade cora o arl. 21 da lei a 1,786 de 26
de Julho de 1883 e instrucces da mesma, no-
mear as coramidS abaixo declaradus para fa-
zereai a collecta das respec ivas classes, segan-
do a tabella A do orcamento de 1895 a 1896.
A sociedade espera que nenhuma das classes
se exima de tal incumbencia e faca-a com toda
equidade e juslica, devendo remelter dito tra-
ba, to a mesma sociedade no prazo improroga-
vel de 8 dias, a contar da data da publicaco
d'esta, das 9 boras da manha as 2 da tarde.
R.cife, 17 de Julho de 1895-
Jos Antonio Vieira da Cunlm,
Director.
Gaspar Antonio dos Res
1. secretario.
21-FundiQ6esavapor
Alian Pa'erson.
Cardoso Irmio.
Villaca.
22-Fabricas de sabao
FerreiraL. & C.
Fonseca & Irmao.
Jos Soares de eixas.
33-Fabricas de cervejas e bebidas espiri-
tuosas
A. A. Lemos & C-
Antonio Francisco da Cos a.
Augusto Kruss.
24Distillajao e nstillacao de alcool
Pinto Ferreira >-V; C.
Companhia de dislillarao.
25-Picar fumo, fazer charutos e cigarros
Antonio Francisco da Cruz.
Azeredo & O.
Joaquim Bernardo dos Res.
2i -Fabricas de fazer cartas de jogar
Manuel Joaquim de Miranda.
Azevedo & U.
27Fabricas de calcados que trabalnam com
mais de 10 operarios
Bruija & S.
3S-tJellin3 e arrei03
Guarino Pexe.
Domingos Jos Ferreira.
Marcos d Alnieida Lua.
40Fabrica ou loja de movis do paiz
Angelo da Malta anirade.
Gulierme Spillr.
11Typographia e Ijthograpbia
Manoel Joaquim de Miranda.
Azevedo & C*
Jornal do Itecife.
- Capitana da Porto de Pernam
buco
Aviso Hydrographico
De crdem do Sr. c-pitao de fragata e
oapitSo do porto deste Estado, Jos Pe-
reira Guimarlea, Bando publicar o ee-
uainte aviso t
Ministerio da Marinha
E. do Brasil
RepraticSo curta martima
Aviso Hidrograpbico
N. 21
Costa do Este d j de Sergipa
Madanca do canal na barra do Aracaj.
Para conbeoimento dos navegantes fac, >
publico, que segando oommanicacilo tele-
graphica, qne acaba de dirigir-me o oapi-
t5o do porto de Sergipe, o canal que ac-
ta ai mente ai entrada na barra do Aracaj
o do Propri, no norte da masma barr*.
O canal do sol, por onde eraui feral-
mente taitas as entradas, se acha actual-
mente com poaoo {ando em conseqnencia
da aova dircccJo das egoas moto avolu-
madas dorante este invern.
ReparticSo da cirta martima do Braail
em 19 de Jaoho de 895.
(Ass'gnado) Francisca Calbeiroa da Gra-
sa, capit&o de mar e guerra chefe inte
rio.
Cjpitania do porto de Pernambuc em
16 de Julho de 1895.
O secretario
Mnoel Jos de Castro Vtlella.
I
::: \mmi mmm comn
ILUZTSS
DE LONDRES
Estabelecida em 1803
Capital i.oo.ooo
(Rs 24,000;000 BBGUBA EDIFICIOS E MERCADURAS
CONTRA O FOGO
7 AIXAS BA I XAS
PEOMPTO PAGAMENTO DE PEBJDIZO
Sem descont
Agentes
\uum\s c.
Pede-se aos Senho-
res consummidores
?ue queiram fazer
jualquer communica-
cao ou reclamac,o, se-
jaesta feitano escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
5 5,ondetambemsere-
ceber qualqaer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigue?
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
desta empreza deye
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
Prado Pernambucano
A directora desta sociedade, em reuciao de
boje reaolveo mollar os segoictes jockeys:
Deoliodo em 2005 e Antonio Luis de F.-sngs
em 300$, de accordo com o Art 52 cuco do
cdigo de corridas.
Secretaria do Prado Pemambncaoo, em lo de
Jolbo de 1893.
S;r'indo de secretario
i', de Ab-ea
Cipawa PBflBioicaiiii i% ii-
nptfi
PORTOS DO SL
Maceio, Penedo e Aracajii
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
Segoe no dia 18 tfo cor-
rate as & boras da larae.
Recebe' carga, encommendas, passagens e di
oheiro frete al as II boras da macha do da
da partida.
Cbama-se a attencSo dos Srs. carregadoree
para a claoaola 10* dos conbeclmenlos que a
seguiste :
< No caso de baver alguma reclamado con
ra a Compaobia, por avaria ou perds, deve ser
(eita por eecripto roagenle respetivo no port
ja descarga, dentro de tres dlae desos de tioa
lisada.
Nao precedendo esta formsli iade a Compa-
obia Oca iseota ne toda a reeDJnsabilidade.
ESCRIPTORIO
No Cea da Companhia Pernanbocana
n. 12
Norddeutscher Lloyd
o VAPOR
Kroaprinz Friedrich Wilhelm
E' espe-ao da
Eo opa at o d>a
*S do correte,
e seguir depois
>d> oecessaria de-
mora para a
Baha, Rio de Janeiro
e Santos
Para
com o
passagens, carga, frete,
AGENTE
V. Neesen
Caes do Ramos n.
etc., trata-se
Lloyd Brazileiro
O VAPOR
Maranho
:mt**m
no aeauo da.
E* esperado do
sul at o dia *o
do correte, se-
igoiDdo para os
torios do norte
O VAPOR
Alagoas
Commandante Carneiro
E' esperado dos portoe do
norte no dia 91 do correte
segnindo para es portos o
fuI no mesmo dii.
As encommeodas sero recebidas al 1 bora
da tarde do dia da sabida, do trapiebe Barbosa
Caes da Companhia Peroambocanan. 4.
Aos Srs, carregadores pedimos a soa attencao
p?ra a claosnla 10* Jos coobecimeolos qoe
segoiQie:
No caso de baver algum a reclamacSo contra s
companbia por avarias ou perdas, deve ser feita
por escrlp'.o ao agen:e respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de fioali-
sada.
Nao precedendo esia tormaiidade, a compa
ob'a tica ieenia de toda a r sp nsabilitiade.
As paespgens sao tiradas no mesmo escripto
rio, at s S1/2 horas da tarde do da da sabida
do^vapor.
Atiencao
As passagous pagas a bordo custam
mais 15/-
Para carga, passageos, encommeodas e valo-
res trata-se cornos
AGENTES
Pereira Carneiro & G.
6RA DO COMMERCIO-6
1* andar
Instituto Archeologieo e Geogra-
piico Pernambacano
Qflinia-feira 16 do correte, bora docostnme
havera tesso ordinaria.
Secretaria do Instituto, 16 de Jolbo de 1895.
o 1- secretario,
Bapuaia Regneira.
Ki.?.:73ess
Prince Une of Steamers
James Kuott, Newcastle-
cu-Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Eslados-lDideseoBrazil
E' esperado dos por tus do sol
al o dia 15 de Jolbo e sauira
.depois da demora necessaria
ParTNew-York
O vapor inglez
Crele Prince
Tem ptimas accomodacJJes para paasa-
geiros e .Iluminado las electriea.
Para cargas e passagena traa se com os
Consignatarios
Johnston Pater e lomp.
Ra do Commercio n. 15
PaciOco Steam Havigalion m
paoy
STRAITS OF UAGELLAM LINE
O paqnete
Orcana
Epera-se da Eoropa at o di
SO do correte a segnirft de
pols da demora do.cosime para
iValpaiaiso, com escala por
Baha, Rio de Janeiro e
Montevideo
NSo tem acccmmodacoes para passageiros de
2.a classe.
Para carga, passagen?, encommendas e di-
nbeiro a frete, trata-se coia os
AGENTES
Wilson Sons & C. Limited.
10Ra do Commercio10
1. andar
ro al Mai Packii'uw
O paqaeta
Nile
Commmandante J. D. Spooner
Espers-se dos
portos do soi oo
dit SO do cor-
|ren depois da demr-
vi goe Non
Pacific Steam NaYigatioD Com
STRAITS OF MAGELHAN LINE
O paqoe e
O paquete Orellana
Espera-se do sol al o
dia SS de Jubo e seguir
depois da oemera do eos-
teme para Liverpool coa
e Plymouth
aecommodacots
5tt e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
Resolveram liquidar pela quarta parte de seu va-
lor todas as roercadorias que se achavam no Centro da
Moda.
A saber
MadapolSo para noiva a 4-S50D a pega.
Dito Americano 80000 e UOO.
Dito fazeada para caamiza, punhos a colarinbos 13820.
Cretonn s Ciar. 6 a 320 oovado. o
Ditoa esenros claros 320
Crones inglezes a o covdaors.
Brins brancos e de cores.
Cretones de 1.* qualidade para coberta a i 00 rs.
Sedas escosseas e lavradas a 1S5G0 e 28COO.
Setim de todas as cores a 800 rs.
Cortes de setim da Persia de 705 por 2 $000!!
Ditos andnesuk de 308 a 6J00O !l
tos todos de renda de gripure valinciane da 800 a 12S0O0 ^m
Cachemiras escuras de 33 a 800 rs. !1
Atoalbados para mesa a 28000.
Panno de cores de quadro para mesa a 28000.
Guardanapos duzia a 38 e 40000.
Capas e pelerinas de seda e cachemira.
Chapeos de sol, com renda de 908 por 258 3 308000.
Caigas de casemira de 358 a 128 e 150000.
Um complete sortimento de frak, de 1008 58000.
Colletes de oasemira de 128 por 4$00.
Ditos de brim de 88 por 28500.
Grande quantidades de retalhos de sedas, 12a, cachem ras,
eto. etc.
Pede a todos os seus freguezes
lias em geral que se digaem visitar o nosso estabeleci-
ment, afim de se convencer da grande reducto de
presos.
cretones, lynon, chitas
e as Exmas. fami
o

I
\i
Loja das Estrell
56 e 58 Ra Duque de Caxias 56
s
e58
escala por
Lisboa
N. B.Este vapor 1.00 tem
rara passageiros de 2.* ciaste.
Para carpa, passagens, encommendas e valores
trata- se com os
AGENTES
Wilson, Soqs I C, Limited
10RA DO COMMERCIO 10
Io andar
LEILOES
Leilo
De (axendas, miodexas, cbapos de palba,
goarda cbova e movis
Quinta-feira, 18 do corrente
A'S 11 HORAS
Agente Pinto
RA DO BOM JESS N.
48
ra.iuoisperjsavel p>ra
. Vicente, Lisboa,
thampfon
O paqnete
Tagus
s
Esperarse da Eoropa no da
** de crreme, segoindo de-
pois da demora oecessaria pira
Commercio de lerragens e
miudezas
Convidamos a todos es Srs. contribointes da
classe n. 2 tabella A lojas e armsiens de Ierra
gens e miodetas) a reooirem-se no dia i9 do
correte, ao meio dia, col* andar da caeada
roa Marqoez de Olioda n. 57, aOm de^^iver-
sesobre aisirlboKlo do respectivo TBposto.
presumtodo-se qoe se deliberara como nomero
qne comparecer, pela engoid-de do lempo para
tratar se da relerida dUtriboicSo.
Recire, 17 de Jubo de 18?5.
Mi ai el Colaco & C.
Oliveira Rjsio C.
Nones Fonteca & C.
Carlos Hallida; & C.
Albino Silva ft C
Manoel Joaquim Ribeiro cV C.
S.lva & Saotoe.
Prente Vianna & C.
Companhia Santa The
resa
Empre?aria de agua e gaz cidade de Olindi
Ro caes da Companhia Pernambocana, escrip
torio do Sr. SebasiiSo Lopes woimares, direc
tor e ibesooreiro da compaobia, estao sndo
pacos os joros das debentores do semestre ven-
cido- -O d3:tor presidente
A. Pereira SlmOes.
"" COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
MUYIUVAVN
|De JLondres e Aberdeen
Posicao financeira
Capital gubscripto
Fundos accumulados
eeeita animal:
De premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
Arente em Pernam buco,
Boxwell Wliam &.C*
3.780.000
3.000.000
626.0000
208.000
155.000
rbMP\fflA TETEYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
BCA DO VIOABIO N. 1, 1. AHDAJl
Diractorea
flrfto de Souza Lato
Tbomaa Comber.
Julio Coear Tae Barretto.
Msssapiis Mantineti
LINHA MNS AL
VAPOR
Matapan
E' esperado da
Eoropa at o dia
i de Jolbo de 95,
,jeguindo depois
'da demora neoes-
sana para a a
Bahia, Rio de Janeiro San-
tos, Montevideo e Buenos-
Ayres
Entrar no porto
Preine-se anda aos Srs. recebedores de mer
cadorias qne s se attendera a reelamaefles por
talas, qne torem reconhecida'' naoccasilods
lescarga dos voluntes ; e qne dentro de 48 bo'
as a contar do dia da descarga das alvarengas
devero faxer qnalqoer reclamaco conceben-
te a Yolumes que porventura tenbam segmoo
para os portos do sul, afim de serem dadas s
lempo aa providencias necrc ~*-'as.
Roga-se aos Srs. passageL Je se apresenU-
rem na vespera da ebegaca uo vapor para toma
'em as snas passagens.
Para carga, passagens, encommendas ediabei.
ra a (rete tratar com
OS AGENTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
1. andar
Boyal Hongarian S?a Nsiigation
Company \dria Limited
O vapor hngaro
Baross
E' esperado de
Trieste at o dia
*0 de Jnlbo, se-
Jguiodo depois da
tndlspemavsl de-
>mora para os por-
tos da
Bahia. Rio de Janeiro e
Santos
Para carga, passagens, encommendas] 9 di-
nbeiro a frete, trata-se com
OS AGENTES
Henry Forster & C.
Roa do Commercio n. 8
1* andar
Macei, Bahia, Rio de Ja-
neiro e Santos
O paquete
Magdalena
Espera-se dos portos da Eu-
rooa at o dia 95 do correo-
so segoindo depois da demora
iodlispensavel oara
Asente Oliveira
Leilo
Do importante eetabelecimento de calcados,
miodexas e qotnaoilbariaa sito a roa da Impera-
trit n. 3, consundo de grande nuntldade de
calgados de todas as qoalldades, miodezas e
meos a armcao, O'.elroB, cartelra, cofre e qne
ficam no mesmo estabelecimenio.
Quinta-feira, 25 do corrente
A'S 11 HORAS
No Btabeleeiaeolo lito a roa da liperitnz
n. 3
O agente Oliveira. aoterisado oslo Sr. Manoel
Antonio Pereira de Asevedo, quo vai mudar oe
negocio, levara a leilao em diversos lotes todas
rntrcadorlas exlsteDies no seo estabelecimento
de miodezas e calcados, cima mencionados.
.7'tSf
Baha^ro de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
. B.Prevlae-ee aos 8rs. recebedores de
mercadorias, que a Companhia Mala Real ingls-
Ga, cootrattoo com aGenual Steam Navegaiion
pompanvom servico da vapores semanaes qos
cartindo de Bordeaox, Cognac, Cbarente, devem
ebegar a Sootbamptoo a lempo de baldearem as
xargas destinadas America do Sal para os va-
dores desta compaobia.
Esta companhia acceila por precos rasos veis
tara Valpaialso at Abrli, pass3ageiros com este
destino por va de Buenos-Ayres e entrada do
Tambem aceita passageiros para Nevr-xora
a Soutbamptoo, por especial arraojo feito cora
a Compaobia Allemand Llovd.podendo demora-
rem-se na Europa casi o desejarem.
Redcelo nos presos das paisaa,ens
Ida Ida e volta
A Lisboa 1* classe JO t ;0
A' Sonthampton 1* classe 28 62
Camarotes reservados para os passageiros de
Pernambnco.
Para carga, passagens, encommendas e di-
nbeiro a frete, trata-se com os
AGENTES
Amorim Irraos & C.
M. 3Roa do Boa JasasN. 3
Prince Line of Steamers
James Mnott Hew-Castle-ou-
Tyne
LDHA REGULAR ENTRE OS
Estados Unidos e o Brazil
E' esperado do porto de New-
York al o dia do corrente e
sabir depois da demora oeces-
saria para a #
Bahia, Rio de Janeiro e San-
tos
O VAPOR INGLEJ;
Moorish Priuce
Para carga e passagens trata se com os
Consignatarios
Johnston Pater e Comp.
Ru do Commercio n. 15
Agente Pestaa
Leilo
De dow cavados andadores de baixo a meio,
gordos e sadios, 1 rosso e oulro
mellado, Inteiros
Sexta-feira, 19 do corrente
As 12 horas
o armazem travessa do Gorpo Santo
n.27
Agente festaa
Leilao
De Coas carros de 4 rodas, com i ba que
trabalham nos meamos
Sexta-feira, 19 do corrente
AO MEIO DIA
No armazem a traveua do Corpo Santo
n. 27
LOJA DO POYO,,
Ra I." de Marco -19
Este acreditado estabelecimento continua a
vender por precos sem competidor os
artigos abaixo mencionados
Constando de
MadapolSo psra noiw a 405CO e 5|000 a peca:
Dito americano a 8JOOO e 100000.
Dito francs para omisas, punhos e col annnos Jd0UU .
Cretones claros a 320 o covado.
Ditoa oscuros mnito largos a 400 o covado,
Etaminea arrendados a 500 o covado.
Bramante para lecceB 4 larguras 2:10(0 o soetro.
Atoalbado branoo e tavrado para mesa a 2,J500 e 3,5000 o metro.
Cachemiras com 9 largor., para veatitido. de 2A500 por 1^200 sondo.
Ossem.ra preta de agonal psra roupa de l.omem a 2|000 o covado.
Cschemires de 12 com 1 str.s de aea a 102OO o covado.
Grande sortimento de benitos padrSes a IJ000 o covado.
L ndos chamalotes conhonetis a ^00 o ovado.
Meia de 15 para aenbo ras a 40J0OO a duuia.
Ditas de alg'dJo para senbora a 125COO a duaia.
DHss de or para homem a 120COO a dalia.
Ditas cruaa com floa d asda pora bomem a 120OUU a duna.
Setioetas de tods as cores a 600 o covdo. ,
Sedas bratess Uvradaa para vestidos de coi va a 20500 o covado.
Cortinado, de crochet e cambraia bordado, para cama e janella a 1U0UUU o psr.
Capella. com vo psra noivaa a 10*000 e 120OCOnma.
Espartilbos de cooraea a 6|500U, e 80000 am.
Mosquiterros aaoriosaosa 150OCO um.
Camisas para bomen dormir a 6$000 ama.
Ditas para senhora idem a 60000 om. ____.
Finos cortes de aaemira inglesa para ea'f a 80000 e 100000 nm.
Camisas de malba de 19 para homem o seobora a 60OCO urna.
Vestuarios de Jercey para meninos a 15)(0C0 am.
CoberUs de crelone para cama de cssal .. 50000 ama.
CasiLeUs pra roopa de homens o creanjas a 500 o covado.
Brim braoco r. 6 a 20500 a vara.
Dito preto a 10800 a vara.
Sobretudoa com orna e duas vistas, cobertores, colx s, ceronlas, msntilbas, tudo pttr
procos sem competencia >
S na ^^
LOJA DO POVO

19
(4ntiga de Crespo)
AVISOS DIVERSOS
Clnica medica cirur-
gica
Do Dr. Domlngaea d Silva
E*pecialioad68 : icelesitas de seohor*r, crian
cas. de apparelbo reso rattrio e diue*vo.
Dt consoltas des 0 a t da larde mru res:-
deucia e pateo do Terco n. 33. B
Allende a chamados para fr.ra da cuafle.
SS71S? a-
__ Aloga se oo vende se orna cata em solo
nroprio, no primeiro Becco do Pemedlo n, 1,
com 2 ea|a8 e a Quartos, leodo om graod. qoln-
ul Dem arborlsado e orna boa cacimba ; a tra-
tar na mesma. ___
~Z"Cempra-e l CO0J00O de spolices directas
do EsUdo, e vndese as casas terreas na. IDO
192, a roa Imperial : a traiar oa iua Larga do
Rjn'arlJ o. 14-_________^^__.
'fondease
rrOs cava'les Traosporle e Chimbte, os quaes
cnam se inscriptos para a coTlda de domingo
no Derby Club ; a tratar no armaiom travesea
do corpo Santo d. 27.
V^ende-se
Dnas casas estrada do \rrsiat, -teada s*prl-
rrei's 5 qoartos, 3 islas, despensa e cosinba,
com um pequeo sillo ; a leuood. com 3 quar-
ios ealas, cosinha e om peqoeno sino ; o
motivo da ven na psdarla LoiHana na estrada do Arraial, com
p Coelo.
rUNDlUAlB GSBAL
ALLANPATERSON&G
44--SUA DO BARAO 0 DTMl'MPKO-44
MaohiDasa vapor.
Moeadas.
Rodas d'agua.
Taixas tundidas e batidas.
Taixas batidas sem cravatjao.
Arados. ____
Precisa se de orna am, a traiar a roa Bar-o
da VtcUria n. 68 2. andar._______________.
Bom emprego de capital
Prectss-se de socio capitalista para urna ir-
doslrla sacion.l f bem eocamtobada, qoe rer
de mais de SO % de lacrosi lquidos.
Para inlormacOes com o Sr. major Francisco
Litino deCarvalbo roa do Qoeimado n. 60 1.
andtr, das 9 da maobi s 5 da tarde..
Ama
Precisa-se de orna ama para coelnhar, a ro>
Yisconde de Pelotas, antiga A gao n. 27.
Amas
Precisa-se de dnas amas, sendo urna para co-
gin^ar e ontra par engommar, para casa de pe-
qoena familia ; a tratar na ra do Hospicio nu-
mero 8. _____^_^_
Caixeiro
Precisa-se de om caixeiro cora pratica de
mclbados e qoe d conheclmento de soa con-
duca ; na roa de S. Joto o. 12.
Urgente
Precisa-se de ama ama para coiinbar, na
rna Larga do Rosario n. 9, R "guiador da Ma-
naba.
/L


Diario de Pernamboco -. Qointa-feira 1S de falli de 195

Br,
t
H
auael Joqul SU***
2 aoniversurio
, "ermina Amalia fiotmarae Silieir
bos, georo, ora e netos, mandando celebrar
missas por lma do seo msrido, pal, itg'O e sv-
Dr. Maooel Joaquina Silvelra. sabba crrenle, 88 8 1/2 horai da manha, Da matriz aa
Boa Visi, convidam para assistil-as aos seo
pareDtes e amigos caos do finado, bjpolhec n-
do-Ibes eterno recenneoimeoto.
f
Dr- Francisco Ferrcira de SiqueSra
Varrjo
lt ao Antrn'o Barbosa, adob Laoriuda Va'ejSo
Barbosa a Zolmtra Prescilla Barboaa rogam a
; jdos os seas prenles e amigos e do talle ido o
eosequio de cnvirem a missa que em euff-aeio
d'alma de seusempre lembrado cuchado, irrt ao
e tio Dr. Francia o Ferreira de Siqoeira Varojao.
a'le-ido no Estado de Santa Catharina, mandan
rezar as 7 12 horas da maoD de qoicta f 18 do correte, no convento de N. S do Carme,
pelo qoe se confessam eternamente gratos.
Corocel Angawfo Laecrda
Dr Catato Xavier Pereira de Hriio. D. Aona
Lacerda Xavier de Brlio, Einardo O. Xivier de
BMtc, sua malbet e fibos (ausentes). Carlos F.
Xivier de Brito, soa molber e Blnos (suseotee).
Leopoldo B- de liei'a Andrade, toa molber e
filho e Anhor O. Xavier de Bnto. lendo noticia
de baver fallecido no Estado da Babia oo da 13
do crreme mei, sen cuoPado, irmivj e tio co
roael Augusto Licetda. convidara aos seos pa
rentes e tmigos para a's'stirem a- miesas de 7
dia qoe rxandam r. zr no fabbado 80 do rorre-
te, s 7 1/2 dam'anba, na iereja de S. Pedro, em
Olioda.
t
D. Thcreza L'fcauia Monteiro de
Abreu
M'.Doel daTrindade Perettt. MaManna de Me
deirce B. Peretti e sene filboa tendo a noticia de
baver fallecido era Liaooa, co ola lidette mez
=oa presada ta D. Toerexa L'bania Monteiro de
Abreo mndate mar al, urnas m ssas. Da roa-
rii da Boa-Vista, texia fena 19 dj correte, a?
boras da rotaba, '.'da do (allecimeoto aa
me8masebora,e convidara, para assistiraeesas
miseas, os eeoa paredes e amigos.
HBKnEESaHSmBBMai
nenio Caetaao Vielra
Trigsimo da
Mancel Caetano Vieira, soa malbe- e fllba
conviiam a todis 03 pareute3 e amigos do fe:
eempre lembrado pai. seg-o e av. pira a.-stsr
as miesas do 30' da qoe mandam rezar na igre
ia te Sania Ri'.a, s 7nras da manb do da 18,
coefeseando se desde ja agradec, oa por esie
acto de candade.
f
Antonio Barbosa de O i v eir
Florlnda Ferreira Barbosa, Alfredo Barbota
de Oliveira, i'ari-j F-rreira 003 .Santos, Bernar
dlno Pala>ei-a dj* S3nos, Anna Jolia Barboia
Lopes e Miooel Alves Lop.a agradecen! a to
dos os paredes e amigos qoe se dif;naram de
accmpQbar os restos mo-taes de seo prezado
cuebado e lio Antonia B.rboia de Oliveira a
sua tltima morada e de novo convidSo a a
meamos p:n asststirem a orna missa qoe por
alaa do mesmo finada m Capella de Santo Amaro das Salinas oo da 20
do corren'.e as 8 bo as da manba 7. da do
sen pa88Bmecto pelo qoe desde ja se confes-
gam eommau-ecte gratos.
Grande expisiyao de Coraes
53-BA BarAo da Victoria-53
RAPHAEL COLOMBO & C.
De pass3gem pela primeira vei p?r este E do resolveram expr em casa do Sr. Loiz Ver-
Det o grande eortimento qoe poeenem nao f
pela verdadtira qoalidade como modecidade
dos preco?. m .
Soia exposicSo ce- dorante 8 dia das 9 ho-
ras do dia s 8 da nene,
53Ra Baro da Victoria-53
Arma cao de amarello
Vende-se orna esplendida armagao c am.f-
l'o propria para aerceart, faaeodas, lencas
e on ras ramos de negocio o traUr a roa to
Bom Jess n. 38 Iqa._____________
Ao commercio
Tendo comprado ao ?r. Jollo Francisco de
Azevedo o seo efiabelecimento alio no lo?ar
deceminado CoqoeiriDhos, ett Santo Amaro n.
1, livre e desembargado de todo e qoalqoer
odus ; qoem aejnlger credor aprosente-se no
prazo de seis d as no mesmo etabelecimento
para fer pago.
Recife, li de Jnlho de 1895.
Bibildes Sadoc dos Saoic.
Amas
Precisa-se de tres amas, sendo ama para co
6 nbar, ootra rara arromacea de casa e oo-lr.'
para andar com menino; a iratar no Cbon.me-
nios, ultima casa ao lado direito, antes oa
Don'.eginbaj_____^____________________
Cosinheira
Preciaa-?e de cositr-ira na roa das Nym-
pbas o. 14 A._______ .
NEM MODIFICAgAO DE COSTUMES
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o 50 B
JO o
co m 1
V V
O
o
ESPECFICOS de
Eugenio Marques de ollanda
Salsa, earoba e manac -Cura to-
das as molestias da pelle, rheumatismos agudos
ou chronicos, todas as affecges de rigem sy-
philitica, escrfulas, ulceras, bobas, darthros "
rapgens.
plulas de vciaminaCornbaem as
prisOes do ventre, as enchiquecas e sao depura-
tivas e reguladoras.
Elixir de imberiblna-Restabelece os
dyspeplicos, facilita as digestOes e promove a
defi"Cac5o.
Vinho de annaz ferragiaoso e
quinado-Para os chloro-anemicos, debela
a poemya intertropical, reconstitue os hidrpi-
cos, benbericos e convalescentes.
Xarope de flor de aruelra e mu
tamba-Muiio recommendado na bronchite,
na bemoptise e as tos es agudas ou chronicas,
n influenza e aslhma.
Xarope de mulung e flores de
larangreiras ontra insomnias, nevrose
cardiaca, bysterismos, clicas hepticas, tosses
nervosas, astbma, coqueluche e convutses das
criangas.
Vinliit de eaco, peptona e laeto
phospliato de cal, quinado Contra o
racMii.-mo das crianfas, desenvolvendo-as, rea-
nimando o organismo ; faz recuperar as fora.s'
perdidas por molestias prolongadas e anemia.
Estes c oulros preparados do Ilustre cbimico
coniinuam a ser fabricados someote no sen afa-
mado Laboratorio ra Visconde do Rio Bran-
co, n.-12. Capital Federal.
Cuidado com as imitaQcs
Vendem-se as Pbarmacias e Drogaras de3le
Estado e no Deposito geral ao Largo da Compa-
nhia Pernambucana n. 6, 1." andar, Escriptorio
de Jop Musumbo.
Homem casado
Nato'al dese Elado de (flr branca, com nu-
merosa lamilla, sabendo Itr, escrever e coa-
tar era baixa encala cosiomado a viajar para
os cen.,-8 desse Botado e em ootros visiDbos,
?ahen"o encs.dernare fabricar calzas de pape-
lan rffere pobtici mediante o jornal de
50C0 fia'iispara deteropobar qoalqoer in-
ccmben:ia do qoe cima fco dito, pote ser pro
cor. d.i rosta redaegao por chamados eacriplos
com as loiciaeg A. B. S.
Cal Branca e Vir-
g;em de fag'aa-
ribe
A Companhia Explp-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a unc^
exploradora de cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores qae nao
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu armazem do caes do
Apollo u. 73.
Criado
Precisa se de urna boa
cosinheira, com urgen-
cia a tratar na ra da
Soledade n. 82 A
Barbeiro
Precisa-se de vm na roa da Croi n 1._____
Gaixeiro
Precisa-se de om menino de 14 16 anuos,
com p'atla de molbidos, e qne ci conbecimen-
io de sea cendu ta, a tratar n j pateo do Terc
n.3^________________________________
Caixeiro
Precisa-se para bo'.el na roa Larga do R'ta-
ri o n. 25._____________________________
FundijSo Geral
Roa Faro so Tr.um- bo o. 14, tem para
vender
CHUMBO ingles em ba ra.
MACHINAS para padaria.
GUINCHOS para barcaca.
MOTORES a petrleo (lo febricanteHarnby.)
ALAMBIQUES de ferro co.do.
Precisa-se de om criado para casa de familia,
a tratar na roa Doane de Caiiae n. 84, loja.
Amas
Precisase de orna ama para cobinbar e outr*
para andar com criaras, a tratar no Cbora le-
nio, Peyssan n. 3.___________________
Ama
Preci-se de orna ama qoe eosiobe e faja
compras ; a tratar co terceiro andar desta ivpo
graphia^______________________________________
Tijolo
s
Fabricados na fabrica de Camarsgibe, de eo-
perior quaMdade, \eDde-se to eseriptorlo da
Corapaobiiladostril Per ambaetna. i ruada
Commerclo d. 6._____________________
Regulador da Marinha
Concerta-ae relogios de algibeira, pn-
dulas de torre deigrej chronometros de
marinha, caixa do msica, apparelhe
elctricos, ocolos, binoculoa, ocaloesbo
alcance, joias e todo e cjualqner objecto
tendente a arte mechanica.
9Bna Larga do Roaario 9
Caixas de msica
Importantes modallos noTos.
Secretarias proprias para presentas.
Receben a Reloj o aria Darid ra do
Cabugan. 14 desde I50tf000a 400O0O.
Grande sortimento
Cc8nheiro
De om perito occisa se a ra do Commereio
44. ou Pi.vssaodA i. ^______
Chegaram! I
Bonecas com mollas
a lc^OOO a duza.
LojadaPerola
Roa da Impera-
triz ii. ?#
DomiDgos Feroandes.
Plvora
De todas aB qualHade
ei baTrs e em latinhaa ven-
de-se no e?criptorio do Per
nambuco Powder Factoiy.
Ra do Commereio n. 6.
PH03PHO-GLYCERATO DE CAL PORO
*ctt*OSINEJ>0*/..
Esta proparacSo rrae se pode tomar sem nenhum "
feconstitutnte geral
do S/srema nervoio,
Hturuthenl,
P/Mtpnatur/a,
i pfeparaco que se pode -.
perlgo. emOora qne lnvenud h pouco tasapo, de'u ji resultados maravillosos como o certlflcam miniares de attesiaoes.
DcposlU (wal : CHASS.4XNQ Ou, *, mu Vlotoite, "Psria. a D*pedtoi em Pirmtmbuco : V ii DB06U k PI0DDCT1S CHIM1C0I un tada* Fi
ASTHMA & CATARRHO
C^do. pel^ CI^f? ESPIC
OPPH.E3SOES TOSSE DEFLUXOS NEVRALGIAS
AI'PIViTADOR E IICP.UCIAI s PILA I^'F^CTOhlA IKIlAL HE VOtttMl l0 BhAZlI.
Vtrnaa por atacado J- ESPIC. 20, roa Saipt.Lamar em PARS. Krija-se a firma
l-Oll-Oi KM lUI PfllMClP *** rK*HACUa DE IRARC* K DO KKTHA9SA|k4>
TOSSE PERSISTENTE, BRONCHITES, CATARRHOS
DOENgAS DO PEITO
capsulSTognet
De Eucaljrptol aDPOiuw lOQotornio-creosouao r.
PARS 4. Ru de-Charonne -SAJFtIS
'Deposito em Pernambuco : Franco M. da Silva & C"______
J
j****Gt,
^# ^ MOVA PERFUMARA EXTRA-FINA
COBYIOPSJS BO JAPAO
SABIO. ESSENC1A. AGDA DE TOILETTE. PO DE ARROZ. OLEO.
Llcencia&o pela Inspectora de Sygiene do Imperio do Brasil.
VIN de MOITIER
Kidico, Pitsiiiait da codtmta di riu i QBctot di guil
DIGESTIVO, TNICO, FEBRFUGO
PREPARADO COM
Quina e Pyrophosphato de Ferro
BSTB VHfHO FOI PRECONIZADO POR TODA A IIIPRSMSA MEDICA
COMO SENDO O MAIS PODEROSO
Tnico empregado para curar
ANEMIA, CHLOROSE
EMPOBRECIMENTO DO SANGUE
Soberano contra as Pebres
HOUTVET, Pnirmacentico de 1* Classe, thompson W
PARS 44, ra des Lombards, 44 PARS
Depcs tos em PLMHHBUCO 0> i DBOSAS i PRODUCTOS CIIMICOS
E AS PRINCIPAES PHARMACIAS

viW
u"rtti<&W[-'
^j'aa; Sjffl
DIGESTOES
OIFFICEIS
Dyspepsla
Parda
do Appetlte
TNICO-DIGESTIVO oom QUINA, COCA e PCFSINA
I adoptado km todos os H0SPITA83 MsdaUuu do Oopo e DDlomaa de
n PARS COIXIH o O*. rn*3 Haabenc*. 49. o es PlunucUs
ELIXIR GREZ
GASTRALGIA
ANEMIA
Vmitos
Diarrha
ciwonlca
GRAGEAS
INJECQAO1
o* Copthiba. Cubtb A^& Hyglenle* Vsssrvadara
Kattnhla s Ferro, ilisntutho KAAlSL22u "m cau,v
leatrio, Tertbenihina, ir mHHs^H BuSHfl aoeltffirta algum.
As OHAOKAS FCHTIN, forlo as pnmelras qne obtivoram a cffzovi^loiAemdmim
de sudioina (1830) e que adoptaram-se ao Hcspitaes. Cnram ana molHa crta
tamiz rsbeldet um fatigar oa estomago mala delicado.
? !MJ1I0QJ.0 PCNTIN aempra recocunendada ooaao a coajpleniaaaa oa medicado.
Z>os>oaUtMrl.3a m Pax-ziauxUsvioo FEAN* XC. ag^laWa*%af'-#%>%WaNaftMa%aNI
MATICO de GRIMAULT &. C
IA
PHABMACEUTICOS em PARS
Approvado pela Junta de Hygiene de Rio-de-Janeiro
INJEC^AO DE MATICO
|Xclusivamente preparada com
as folhas de Matico do Per,
esta injeccao adquiri em pou-
cos annos urna reputac5o uni-
versal. Ella cura rpidamente os
corrimentos mais rebeldes.
E
CAPSULAS DE MATICO
resultado infallivel no tra-
tamento Gonorrhea sem
nunca fatigar, o estomago, como
sucede com as capsulas de
copahiba liquida, Safi empregadas
nos casos chronicos.
0
Deposito em PARS, 8, ru Vivienne, e nos principaes Phtrmociat e Drogaras.
------------------------- --------------------- t- -------n~
mi%@ k\
A$ DORES,O; ARASOj
A JUppRE${AO RECRAJ
PH.BRA^t -150 R.ROolf
IM Topaj PH'-'DRQ&'-'
u^k\ Nova f>rflina ^^t\
t* efflcaclacerU: Bupprlme *\*jt\
^ oCopahueoCubeba^Si
' e cura radicalmente, sem ,<*
perlgo de relncldor.cla, pela sua accao *J
estimulante e antisptica.
I
FiZ-SJ USO CO
MATICO-SANTAL/
so ou juntamente com a s
\ INJECCAO VERDE /
, Cx.iir tAuignattira do Fabricante: ^f
V DUPERRON, Ph-da i'Ol.^
\ 3W, ruedet Hosier, 3ter ?
*,A PARS ,f
n
As nicas Verdadeirai Pastilhas da
YICHY
PASTILHAS YICHY-ETAT
Vendidas em caiiinhas melallicas scelladas
EXIGIR A FIRMA DO ESTADO
ESTACAO DOS BANHOS
25 de Maio 30 de Setembro.
Osisiioi ea Psrnamtuco-- AOG. LAB1U.E; HABA SILVA JUNiOB ii us wiueiews iwiuuua a DrctuiU.
Fabrica de re!o
.4gnss e limonadas gimas de
(sd $ as qoaHdsdcs
Seda water, giogfT, ale, I i mo laraoj,
carabao, abaoazii, gransdiua, gruiea
fracbeiSBi. baanilba, hortelS pimeota etc
ate.
12A=OAES DO SAPIBARIBE IA
Bichas de Hauburgo
Vende-se em grandes e pequen a
porf5es applica-.6 ventosas seccas *
sarjadas; na ra las L-arangeiras n. I
de Pepsina Pura
DYALISADA
de CEAPOTEUT, Pliarmaceulico.
Foi o Sr Chapoteaot o primeiro chimico
3ue conseguio preparar e fornecer ao me-
ico e aos doentes, em perolas redondas,
urna pepsina pura, nao contendo nem
amido, nem assucar de leite, nem gela-
tina. E' Cinco vosea mais activa que a
pepsina que figura na ultima edicao da
Pharmacopea francesa e digere 100 veres
seu peio ae carne.
Sua aeco da maior efficacia; duas
parolas tomadas depois da comida bastao
para favorecer e activara digesUo, e fazem
desapparecer no fim de um quarto de hora
as enxaquecas, as dores de cabeca,
os hocejos e a somnolencia, que sao
a consequencia de urna m digestao.
PARS, 8, Rae Vivitnne, X,
i em todas is Drwirlas e Phsmiacias. /f,
Duas jovens em conflicto
NO THEATRO
Da repen e novio Be grande rumor nos cama
rotes da i' ordem, era grande conflicto entre
rJaasjoveo: auqaee, choro, mato, toorre, api-
lo?, o diabo emflm tbega a polica, iudasa do
facto e rica sabendo que tiobam Ido s vas de
Uc-e, D. Elvira e D. ueooveva; verifleada a
cau'B, liaba raiao D. Elvirt.
Eslava indigaada, (urioea mesmo, D. Genove-
va.com soa amiaa e compaobeira de camarote
pelo fado de ver qoe todas as peesoas |oe esta'
vam no tbeatre, olhavam sonetite para eua ami-
ga e nSo pra ell, indignada cuse: cao per
ana bonita cara Elvira, e?le sea lineo vestido
qoe est cbamando a aueticao de todDs' ; om
vestido de urna bonita nbantazla o lao cblque,
qoe. tendo o meo de seda, otea ie'* molto
mais qce elle e o qoe mais me coairara Toc
nao qoerer dizer me a oj oude tomp-oo a ja-
zenda de s* u vestido
Elvira, conirariia, diana gargaloalaa arca-
tira e diz : para qne nao lea os anna icios da-
IcjiST para qne nSo paselas no commereio a
ora Sra. O. Genoveva, oufo tfficio q soppocba qoe a soa ralva ca por cansa do pri-
mo Jaca, vem b Srn. dizer qae lao (i.ente por
qae mea vestido moito bmito e qae sendo de
pbmtazia realza a ai qae osea tenao de tia
e perqoe en nao qnlz dizer a Sra. a Iota onde
conprel. E' o caso, nao somes nada oeste
mondo.
Sra. D. Genoveva tenba joiio, nao venba para
o tbeatro dar nm espectculo deste, ti qnando
qoizer comprar qoalqoer 'azenda oe fta ou
pbantazia de moito gosto, v roa d3 Crespo
n 12, lojt Estrellas da America, qne, lo
encontrar om lindo e variado 80 tmenlo de L-
zendas finas e modas e bom com amenldade no
trato, agrado, sincendade na medida e p-ejos
com modos.
D. Genoveva reqner verbalmente ao commisea-
rlo qne Ibe mande D. Elvira dar por inscripto o
numero da loja. o aome ca roa, o da f: zenda de
tea vestido, o prego e bem aseim o nome de
todas as azeodas qoe ella vio na loja referida'
o qoe foi deferido.
Estrellas H'merka
flS-Roa 1 de Har^o 1*
Aotiga do Crespo
MARQUES & LIMA
Agrado a todos, paotazia em tecdo de gorge-
rao, liO o covado.
Soobei com ligo, pbantazia, <100 o covado.
Pd'y, pbantazia de salpicos de listrss e lavra-
Oas, 14200 o c vado
Sedas de efl es, Vaidosas.
Ditas de ditas, Suspiros qne vo e vem.
Cacbemiras de corea, Botubardeio.
Pbantazia, Sirandinba.
Las coro llstras de f'a. Adelaide.
Ditas idem idem idee, Elvira.
Ditas ilem idem idem. Horacti.
Cacbemira de (6:, Teobo cintres de t
Las com salpicos, Qs 3 Jacars.
.Jar, padrees noves. As sogr Dita tecido gorgarao, Hei de amar-le at morrer.
Cacbemira preta de cores, Nao qnero amores.
Merino preto para botinas.
i Dito cal para babito.
f Grande sortimento de merir pretos (i lavrados'
Ve.botina de todas as cores.
Grande sortimento cambalas bordadas.
Cortes de vestido braaco bordados, 185000.
Vestidos de cartee, bordados s la.
Linda ph .Dlazia. Beijos de amor.
Ficts de 1 2040UO.
Pei iibos de inbo lizos e bordados.
Pannos de crocbet para sof e cadeitas.
Camisas bordadas para noivos.
Camisas brancas e de c es.
Ventanos pa-a baptisados.
So retado de urna e duas vistas.
Flant lia liza e de listas.
Cbale8 pretos.
Cortinados de cambraia e de crocbet para camis
Cortinados para janella.
i Manii bas de cia de <.-es e pretas.
! Ditas de algodau de cores e preta.
Camisas de 'i para borneen.
Cobertas, colchas e t(obertore.
Ditos americanof, JoOO um.
Baeia encarnada e azul.
Lindsimas casemlraa de cores para homma
gosto especial.
Cortes de ios-oes branco e de cores (ara colete
A oalnado de liBbo a de algodao.
Pann* da co-ta para; mesa.
Seronlas elsticas.
B -amante de lee e de algodx
Lindos pad'Oes da-crepe para cobert;..
Crep prelo.
Ment preto lavrado, I 803 o covade.
Las.com salpicos de seda, Cannlnba \erde.
Seda de iistra, Atbayde.
Paletn folbade Eaa.
C.roisaB de meia com llstras de eflreu.
Cacbeoiiras pretas com salpicos de c)rea, Abra
r_a porta Sioba.
L nona lisos, de qoadro e de salpicot.
Cacbicet ce teda decores-
Vellodilbo de cores.
Sor de tedas M cores.
Gorgorao preto, diversos pregoa.
Satn de todas acores.
Bo falo.
Meiic da (bina, 4a00 a pega.
Cretone de barra om metro de largcia.
Caspa baptista Dna, 400 rls o corado.
Dita dita, 200 -is o covado.
Cbita refeita. 240 ris o ce vado.
E mtilas ouiraa lazendas que impnssivtl
desciever. ___ .
RA CO CB8SPO-12
Estrellas a'America
Criado
Precisa-se de om qae eaiendr do servijo de
c sa : na roa do Hospicio n. <>____________
Criado ou copeito
Preclsa-ee de nm ; na roa de Paysauan' nnrre-
ro 19.
Madeirts de con truccao e
d atelises para edific^^ao
A Companhia Explorad* ra de Pro,u,tos Cal-
cireo veode em feo armazem oo caes do Apel-
lo n. 73 :
Maderas para conat-n^o.
Cal t- a-.ca oe jaguaribe.
Cal p'et.
Cal virgem para assucar.
Tijolli'B de ladnln e commnns.
Ti|ciilcs ref'acta'ioi
Pedras ie can i p ra sol*ras, etc.______
t osinheira
P'e'i-a ie fie nm^i ps'acasa def-ma c"etre
8-o^s pae; e brm; ra r '8 da I te airiz D.
, negondo sudar.

S ementes de Hortalicas
Cbegadas boje
Completo sorcimetilo
Boa estrella r"o Rosario n. 9
__________Pocas Meodcs C.
Attenc(h
1S Boa \ isconde de Inhanma 15
(Antiga do Rangel)
O proprietario deste novo estabeleci-
mento chama a ittencSo de seis nume-
rosos freguzes a das Exmaa familias para
o explendido sortimento de nissimes
Bramantes de puro linho, Bretsnhas, Ea-
g-ui3es, grandes atoalhados e guardana-
pos, toalhas para rosto tudo adamascado
e de puro linho, lencos de camhrsva de
linho fnissimo ; boa recasi!) para os
Srs. noivoa adqairiram um fino e bello
enxoval em roupas de linho por precos
que impossivel ser obtelos em cutra qual-
que- casa.
Nesta casa alem de um bom sorti-
mento de f-zondasfinas, ha seaipre gran
de deposito de camisas, ceroulas, punhos,
collarinhos e camisas para neniaos de
todas aa idades.
INOFFENSIVO
O GRANDE
PTJRIFICADOR
SALSAPARRILHA
S
8RI8T0L
OURAT ODAS AS IMPWTC2A8 OO
SANOUE E_hUMORE8
IE E^JUPK
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S

55
S
Su
Veode-se
Urna mobilia de Jacaranda oa roa da Palma
n. 67.
a Phosphatina Falires
alimento o mais agradavel e mais recom-
mendado para as enancas desde a idade de 8
para 7 mezes, sobretudo na poca do desmamar
e durante o periodo do crescimento.
Facilita a denticao, assegura a boa formacao
dos osr.os, dte e eslorva es defeitos de cres-
cimento, impede a diarrha to frequente entra
as enancas.
Paris, f, avenas Victoria em todas os phaimaciu.
PRISAOneVENTRE
Cara pelos
I Vardadeiroi
y&
VB?.
te
Itfl
ou*
^W **" lautivo csrU, s I
d saoriralav6ls!illitsar.|
Parts.6,Avenne Victoria e >>~.> .< n Pbrm>cl.

%
s^f Novo preparado ^
|0^iein Caustico, nem irritante'
m acalma a dore
2 centro de 24 horas
i
2
sbb desti-e o micro! Ico, e
cura com masa i promp
Udao une I
Faz-se uso s ou ru COJB o
i MATICO-SJNTAL
txigir a As Mate." ^T
V DUP: r ;#
*< 3 isr, uc dos r35irs, %'
RS
,?








I
OlITIlMOl






Diario de Perirambueo Quinla-feirtt 18 de fu I lio de 1895
amiiiiiiiiiiiiifiiiiuiic
i
a
LUZ
MTU
& MARTNEZ,
NEW YORK.
re de Explosao, Fumaca ; Mo Chebo
A venda em lod _ arrnazems de seceos e mo
ajMuniinucinn
Criado
Precisa-se de nm criado copeiro ; no Caroiobo
d'cvo D. IOj
Carne verde a 700 re. o kilo
Vendem ob abatxo aesigoados, carne de prl-
meira qoalmaae, dob tain).- da roa terquez du
Herval e. 57 e \ e Gamboa do Carmo n I.
Este pnco soffrera alleracao par rr.a's od
para meaos, sempre re accoido com 03 prego*
do gado o>8 tei-a.-.
Recite, 18 e Maio de 1895.
___________________Flua L'w.a A C
Bois e carrosas
as obras de ealcaxtoto cooslrorto de ga-
lerita deesgoto do largo dad CID20 Pon isa, cem
Dram se r, u bola e anas icrrocas : a tratar do
Rcrrac5o a rxe-ma.
ttencao
Yende-se o acbrado de 2 andarea bcISo 1q-
temo, Bitoado roa da Hoda d. 17, e a cata
le rea o. 102. ro Parro, estrada oa jdoj lo, eJi
tirada em nai lerreoo de 59 i almos de frente e
G89 de fondo, pa te morado, rom po-iao de ferro,
a iraiar com o Folictiilrr Amonio Beie-ra Ca
vilcante de Albuque que, a roa 1* a Margo i..
lg 1-andar.
Costures ra
Precias se de orna costn-eira para ronpas
braceas : oo Caannbo Aovo o. 120.
Casas
Vodei-se as seguir.tes na fregnexia do Afo
gados.
Hoa Direlta oa. 22 e 56.
Laig-< do? Remedios ns. 50, 50 A, 50 B, 50 K
10 D. 60 A,60Be 60 C.
Ra do Castalio n. 16.
A. tratar oa loja do Caboclo, roa Doque de
Caxiaa o. 8G
CoBaheira
Freclsa-ie de tina que dorm em casi do.-
a'r&es, a roa do Rjsricio o. 14.
FOLHETIM
4
a mu m ssa
POR
JWIIS GAEIIES
O M1KADO
(ContinuacSo)
_ Eu, Go-Mitzon-No, o cettesimo-
nono da rainha raca, retomei o Mikado ;
iosaltaram-me, e, se a torra anda nao se
abri em quatro pedamos, porque meus
ps ainda pousam sobre ella.
Sim : borneas, meus subditos vieram ao
dairi, forcaram as portas e quzeram me
prender, fazer prsioneiro do filho dos
deuses! E para Ibes escapar, fugi.
Um Mikado fugiado dos homeos!
Ab 1 se soabesseis a minha colera I Eu
vos mergulbarei na obscuridade, apaga-
rei O sol, transbordare! os mare?, espeda-
%rei a trra em mil pedacos 1
Nos somos teus escravos submissos,
fallou o ministro da Mo-Esquerda,
Se sois meus escravos, obedecei-me,
exclamou o filho dos deuses : ordeno que
se acabe com isso, que nSo baja mais
guerra e que tudo entre em setis ios.
__ Senbor divino! Dono dos nossos
destinos I disse o principe de Nagato;
parmitti que eu falle em vosaa preseasa.
F*ll, disse o Mikado.
Hiyas, ene monstro, isse o prin-j
GRANDE.
HOTEL
ERMNO
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimentcde primeira o dem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais higini-
cos da cidadn do Recife.
A commodacSes magnificas, todas com janellaa para a ra.
Esplendida sala de refeicSe-, a mai r e mais arej da nesta capital.
A cosinha achare a cargo de dois peritos cosinh^iros, sendo um francez
centimente chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especializas najar-
te cnliara
O proprietario d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
de que com os elementos que cima offere se acha-se habilitado a satisfazer aos
mais difficeis dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre-
parar banquetes, jautares etc., dentro ou forado mesmo c eatabelecimeoto.
FALLA-SE BiflBSiS IIIOIAS
PHECOS KASOAVE1S
PROPRIEDADE DE
N. GRUNBERG
TIEI.
Den tes
Casa de commisses e repre-
sentaces
IS-SBA M MM 3Ma
EXPOSICAO
^V.IWXOSX3B.A.S
CATLOGOS 3S
de innumeras fabricas de todos os paizes da Europa ei
dfes duas mericas, lo Ja espacie de mercaduras, de
machinas e de materia prima.
Deposito do afamado REOL cCSM o me'hor des
i afectante conhecido.
Deposito da bem conhecida cODONTINA c
Dr. H. Rirted.
GRANDE
HOTEL COMMERCIAL
^COS^DeAR.XA.S
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e33
Este importante estabelecimento, sob a direc^ao do seu hbil proprietario MA-
NOEL GA RCIA, a auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em serja
nico sem competencia nesta capital, ja pelo esmerado gosto de sua architectura *
altura interna, j pela promptidao e aceie do servico culinario aduaneiro, j tam-
bera pela posigo hygienica do seu edificio.
SBPABTAMBHTOS
Depoia di innmeras transfornaaces por que tem pausado este Hotel, consegnio
afinal o seu incancavel proprietario offereeer boje urna bospedagem que devo ser
preferida pelos Ilustres viajantes
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aeeio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podeffl" ser realisados jantaree e
banquetes, a contento dos' Srs. pretendentes.
APERI "
POR SE MANGER. Salpicoes, ostras, lagostins, salchichas, etc jjeixes em
latas, queijos flamengos, suisos e do sertao, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ABEfiA
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermout
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivds & a se boiro, odos recebi -
dos directamente do3 mais acreditados coramittentes da Europa.
Alm do que % destinado ao comraum do Hotel, tem aempre grande deposito de
bebidas de su* importacio, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos, que vende as melbores condiciies do marcado e precossem competencia.
GRANDE HOTEL' GOMM^ROILA
vw^iMmmz

rnr=yjp^rfaa l-. J^3gJJ^K^x.lipToi^3 J
>j aslde-m i'd easte7rtodTgrjarrri5ci' **Z*\.^/A
v
EMLSAd VERMFUGA
Forniulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
' H\RM*cETICO
:::::::: m ss::u se ::::::::: i mimi sa sasia*
APPROVADA PELA INSPECTORA DE i-YGIENE
Esta Emulso faz expellir completamente em poucas he ras os vermes
tinaes, conhecidos vulgarmente com o nome de lombriga. Tem vantagem
os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de nao ser preciso purgan-
tes depois de seu uso e ser.tgradavel ao paladar, pudendo ser usada' pe -. cranlas
sem repugnancia. Em sua composicao nao entrara substancias mineraes que de
mandem de cuidado ou prejudioem ao org.nismo. ^
Modo de usar
. Adultos colheres das de snpa. Crianzas colheres das de cha. D^va, ser
tomada pela manha bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou mesmo com
agua adocada.
i otes-'
iiobre
Piiqo 1/2 vidro
1 c
Duzia de 1/2
le
DEPOSITO GERAL
19PRAQA MACIEL PlNHElRO19
ltfOOO
2S000
10SC00
200000
Pharmacia Ferreira
PERNAMBUCO
DESCOBERTA DO
ELIXIR M- MURATO
PROPAGADO POR
D CARLOS
Elle cura toda a ^yjihilis. ""
Elle cura orhtumatismr.
...... 'Elle cura a asthma.
EIK cura calieres.
lle cura a morpha!!!
Procurar
pagado por
ELIXIR M'JRATO. pro

-
o.
cipe, nao teme c^usa alguma ; entretaoiv, r e-Nagato.
se 1 orden que acabas de dar fosseouvida K"i*o o^mensageir contou tolrs os
por todo o Japo, ella seria obrigado a a^ntecimentos que se tinha^o dado na
obedecer e consentira na paz. provincia : as batalhas, a Tomada de Ha-
Explica-te, disse Go-Mitz.n-No. gai,.a captura de Fatkoura j,elo,S/. de
Com pezar reconheco, ^xplieati o l"sa-
principe, que nao obstante as numros: s
derrotas que tem soffrido, Hiyaa ainda
o mais forte ; seus partidarios augmen-
tam dia a dia ; ms dinrinuiriam rapida-
inente e l>go todos o abandonariam, sa,
sbertamente, elle resistase a urna ordem.
unive -latente cr'iecida e emanada do
I* Sem duvida alguma, confirmarn)
o' |.jin8tros e eenhorjp.
' Entao o que e preciso fazer? per-
guntou o Mikado dirigioda-se ao principa
de Nagato.
Sublime ebefj, disse o principe, ee
sou de opinio q1, se mandasse um arauto
a todas as cidades, a todos os burgos,
para proclamar tua vontade e que, ao
mescao tempo, se enviasse a Fid Yori e a
Hiyas urna embaixada, composta de
grande numero de homens, cuja missao
fosse dizer-Ihes que era preciso acabar a
guerra, q;e tal o teu desej".
Lembras bem, disse o Mikado, e
para te agradecer o conselho, dou-te o ti-
tulo de Nai-Dai-Tsin.
Sonhor, disse o principe, eu nao sou
digno de tamanha honra.
Que sigam logo oa emissaris. Basta
de guerra ; volvamos ao repongo, paz
de outr'ora.
E dirigindo-se ao primeiro ministro, ac-
crescentod o Mikado :
Sinto-rae abatido pelas emosSes ;
nao sei como j nao morri.
Levantou so a reuniao.
Ao sahir do castalio, o priucipe de Na-
gato encontrou um mensageiro que o pro-
cura va.
D'onde vena, Yvakoura ?
; Como ek.uamou Nagato. Fatkoura
os*l em podar dease miseravel que manda
da^.jpTtac os principes? Nao posso mais
doT rar a vinpratta.- Voa partir imme-
diatam.'jnte. Ees9 infama h de pagar
oar^eus orimes e sua impudencia.
O principe informou-se de sua pequea
tropa ; quera sabar o que restava do
combate da nianhi!.
Dos duzontos marinheiro, oitenta -
nham morrido, cincoenta fer dos, e de sessenta aatavam em coadijSes de mar-
char.
Raiden tivera o braco fleohadtv sem
que o osso fosse attingido ; j estava cu-
rado e pedia para seguir tambera.
A viagem me far bem, diz!.-, elle ;
alm disso somos apenas sesseata, o que
nao rauito para tomar um-reino. TJm
bomem de mais ou um homem de menos
pouco vale.
Preciso de vnte mil homens para
marchar contra Toza, disse o principe ;
vou rejuisital-OB do siogoun. Vai des-
cancar.
Que fiz ea para que me afastes da
tua presenta ? perguntou Raiden.
xy c^.R.aL,os
DEPOSVm.'&M PI&RK&MIllXa
A GOMPANRiA- DE AHOGAS E PRODUCTOS GHIMICOS
Ra Mrquez de Oliuda 24
9SBBI
s infatigavel
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o excellente preparado de Manoel
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigid*
pelos jornaes de maior cireulaejio, attoe-
tam a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va &. C., ra do Mrquez de Olinda
n. 23,
Piarmacia Martins, ra Duque de
aiias n. 88.
Pharmacia Oriental, & ra Eatreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do
lo da Victoria n. 14.
Fharmacia Virgilio Lopee,rua Larga
o Roatrjo n. 31
Pino
Verd'-seooj novo com capa,
'eroas, rea Imperial o. <3 loja
caifira e Un-
Molduras
Para porta e janellas. forros de salo,
guarda-vestidos, lavatorios, quadros de
qualquer,largura, de pinho, amarello, ou
qualquer outra madeira na fabricada
movis a vap rde Sil/ Femandes &c C.
Deposito ra do Baro da Victoria
n. 49-

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S 8 *0 Q a
r3 S ^S U

s a
es ?> a
^ TI
P.is olha,
ou que sou,
O principe afastou-se.
por natureza, neglig?nte, sinto-me exte-1 Antes, porm, de deixar a sala olhou-a
nuado. pela ultima vez, i;
Se for preciso dormir, dormirei de;' sivo.
inquieti e apprehen-
- Nada, bravo servidor, fez o j.;*inoipe
onioio; ir, se quizeres; ficara em
Osaka, se a feridf te incommoda'.
Partimos agora? tornou^aw'iBari-
nheiro.
Est doido 1 exclamou o principe.
Nao te lembras da noite e do dia quepas
saraos? E' preciso repouaar. Realmente
bomgrado, disse Rtiden ; mas, se for
preciso marchar, marcharei logo.
Ondaest Loo ? perguntou o prin-
cipe ;' perdi o de vista no combate.
*-- Dorrae n'u'ma cu a da praia, e to
profundamente tjue podia ser Wado sem
o saber. O joven samourai tem direito
ao somno, coitado dizem-me que bateu-
se ;omo um demonio.
E nao foi ferido ?
' -^.Felizmente, n5o.
Bem; vai para onde est elle e
descanca. Amanha ao meio-dia partire-
mos.
No dia 8egujnte Nagato foi despedir-ae
de Ki8aki ; ella tinha voltado ao palacio
de verSo.
Nem ao menos descanjaste excla-
mou ella.
Veu com o corajo amargurado,
disse o principe ; mas um dever imperioso
me ohama ; preciso, antes que seja as
signada a paz, que eu v ngue o ultraje
feito a meu nome, que eu salve Fatkoura,
minha noiva.
Fatkoura est em perige?
Est prisioneira do principe de To-
za, um mensageiro trouxe-me hontem a
noticia.
Ei vista disso cumpre o teu dever :
castiga asse infame, e que te acompanh<
o ,deus aa batalhas.
Sua voz trema um pouco ; l a elle
rWoda correr perigos, expor sua vida,
morrer tal vez.
Creio que sou invencivol, disse
Nagato^ urna densa omnipotente me pro-
tege.
A Kisaki sorrio.
Vai, triampha e tolta logo, ditse
tila.
2
o **
a ise
a
<^>
cu
c
m
Ce sioheira
na roa Marqoei do Herv.l o 10
Prerjas sa
Sempre qua me separo dalla, pire-
ce-rae que nao voltarei mais...
Ella o olhava tambera, presa da iass-
ma ioquietac&o; apoiava nos labias a
penta do leque o principe lhe dera.
Na mesma tarde chegou elle a Osa ka e
dirigio-ae logo ao siogoun.
Tu exclamou Fid-Yor, alegre
gremente. Nao esperava ver-te tao cedo ;
tua presenca um aliivio para mim, que
vivo cheio de tedio.
Como I dase Yvnkoura. Porquti es-
ts triste, se somos vencedores ?
Vencedores? E' certo que Yck-
Moura expulsoo o inimigo da aldeia que
oceupava perto de Osaka, mas Harouraga
acaba de ser (completamente batido, re-
fugiando-so em Yamasiro. Dous tercos
do reino estao em poder do inimigo.
Nao importa ; vencemos em Sou-
miosai ; plantara s a desordem no acam-
pamento de Hiyas, triumphamos em
Kioto ; e o filho dos deuses vai ord( nar
aos dous partidos que ae reconcilem.
- Hiyas n&o aceitar.
Nao pode deixar de aceitar; o
Mikado quem ordena.
Que importa I A sua audacia nao
tem limites.
O que elle quera er* atacar o Mi-
kado ; mas o Mikado contina a ser omni-
potente.
O interesse de Hiyas continuara
guerra.
Comtudo elle ser obrigado a obe-
lecer anda que -momentneamente, e o
que nos precisamos sobi-etudo de alguna
mezes de tregoas.
Aaaim poderamoa reunir toda;; as
nossas forcas. As communfeacoes foram
interrompidas, os exercitos dos principes
nao vieram.
Sigaenari e seus vnte mil homens
continuara na ilha de Avadsi ? perguntou
o principe.
Semprn, disse o siogoun, e o joven
general est desesperado por ter sido ra-
duzido inacc&o.
Eu desejava que lhe dsses ordem
para entrar em combate.
Como assira ?
Quero vingar urna injuria pessoal.
-jvllraa injuria pessoal?
Sim, do um dos que te trahiram, do
principe de Toza, que atacou o meu reino,
saqueou a fortaleza, raptou minha noiva,
e, Iludido por urna apparencia, decapitou
a um dos meus servidores, acreditando
que fosse eu a victima.
Taes cousas, com effeito, s podem
ser lavadas com sangue, disse Fid-Yori ;
vou mandar ordem a Signenari, e ponho
tua disposico um junco de cuerra.
N3o poupa esse infame Toz, esse
traidor, invtjoso e cobarde, indigno do
titulo que usa.
Ah de certo. Farei arrasar as
auas torres, incend cGes e matal-c-hei como se mata um por-
co, disse o pr ncipe, lamentando que Toza
s tenha tima vida para pagar todos oa
seus crime.
r Deaejo que aejas feliz, disse o sio-
goun ; mas, ab como eu ainto a tua
partida 1
Que solido, que vacuo ao redor da
mim Que tristeza E' qua palpita em
meu coracSo um mal secreto, cuja origem
sabors um dia.
{Contima.)
m

'

<
.-
'
Typ. do Diario, roa Duquirdo Gexia*, 42


]_ MUTILADO


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