Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16730


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Full Text
r


^v
v.
AIVNO LXXI
Ter?a-feira IO de .ful lio de 1895
VI 11 HltO 159
Ifi
PBePBIBB&BE BS SASeXi. FZGVBiROA 9B.3PABZA & FILHOS
REDACTORES AXTOMO WITRUVIO PIXTO BAXDEIJjJP. ACCIOLLJpE VASCOXCEIAOS e MANOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezs adiantados.
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
8$000
15#000
30$000
1100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAGOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Farre & C.*, residentes en^Parts18 rae de
La Grange Batelire
j
Teleprammas
mW PASTICULAS 20 21 ASI 3
Rio ce Janeiro, i3 de Julho, s
2 horas e 5 o minutos da tarde (rece-
bido na estacaois 5 horas da tarde e en-
tregue as 10 horas e 15 minutos da noi-
te).
O Sr. Jos Marianno na sessao de hoje
provocou na Cmara escndalo, sendo
repellido pelo Sr. Glycerio e outros
putados, por occasiao de requerer
gencia, que foi regeitada
maiorin, afim de tratar de
Pernambuco.
de-
ur-
por grande
negocios de
da
Rio de Janeiro,
4 horas e 45 minutos
bido na estacao s 8 horas
da noite c entregue s 10 horas e
utos).
de Julho, as
tarde (r;ce-
e 40 minutos
ia mi-
INSTRCCAO POPULAR
gs umm da :::::;::-
POR
Gastao Tissandier
CAPITULO Vil
CREADORES DE SCIENCIAS
Foram removidos para os Consula-
dos :
De Baltimore,'Francisco da Silveira
Lobo ;
De S. Petersburgo, Epaminondas
Chermont;
De Antuerpia, Jos .da Silveira Bul-
cao.
Foi designado para servir no con-
sulado de Trieste o cnsul em disponibi-
lidade Pereira Pinto Cmara.
A Corte criminal de appellacoes jul-
gou improcedente appellaco cx-oflicio
interposta da sentenca absolutoria obtida
peloDr. Mello Barrettonoproeesso a que
fora sujeito,
O emprestimo externo brazileiro de
7 i]2 milhes esterlino ser lancado por
todo este correte mez.
O seu typo de 85 e os juros de 5 ojo.
A taxa cambial fechou a n 3i8.
Pars, 13 de Julho.
A Cmara dos deputados regeitou por
3I0 contra i9i votos a indicaco do Sr*
Goblet no sentido do goveruo tratar desde
j da separacao da igreja do Estado.
BLAISE PASCAL HUYGENS NICOLAU
LMERYSCHEELE PRIESTLEY LA-
VOISIER.
(Continuaco)
Um pouco mais larde, Scheele deixou Stockol-
mo e i" i para Upsal, onde ao lempo Bergman
ensinuva cliimica coiu fraude lama, (i) um
'esses homens privi egados, que se ornara
ntatela pelos progresso* que trouxeram aos
diferentes radios do sun :r humano, e tumbeiu
mais urna victima do Tabaliio.
A saude de Scheele fora sempre muilo f ac,
e 03 trabalhos a que se enlregava aonbaram de
loa arruinar. Aos quarema e nove anuos, e
quando dava um passcio de barco, cuino a agua
e nao pode resistir as cons.;quencias d'um re-
friameiita, morreado depois de ter solTrido urna
febre cruel.
Quando Schele foi para Upsal, travou rela-
ces com Berguian, que apreciou os raerecimen-
tos do estudante rte pharmacm, e que o prole-
geu, faendo conhecidos ;na Europa os impor
tantea iiaballios Com.que elle eariqueceu a
sciencia.
Enlreanlo, o desgranado Schele lao feliz
quando se trntava Ue descober as, era de urna
mfelicidade pasmosa era tudas as cinurastancias
da vida. Ao passo que o seu uome era accla
mudo na Frang, na 1 glaierra e na Allemanlia,
era ignorado na a* proprt patria.
O re da Suecia, por occasiao de urna viagem
que fez pelo es range ro, leii'io ouvido fallar fre
qumlerneute de Sebele como d'um ChimiCo
eranente resoveu, na suu volia patria, dar
um tesleinunlio deaprego ao sabio, qu brilhan-
tmeme illu trava a sua nacao, e m o inscrever
na lista dos cavalhairos da sua ordem. 0 m -
m.-tro ou muio admirado de ver o nome de
Scheele D'um decreto firmado pelo re :
Sebele!... Scheele!... exclaoiava elle,
O que querjdizer isto?
(1) Nasceu om Calerineberg, na Suecia, a 9
de Margo de 1735.
(Continua).
ucea e'ojlbix
.
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
v'
Por seis mezes adiantidos.
Por nm anno adiantado ...
Por trimestre vencido....
Numero avulso de das anteriores.
161500
331000
9&000
1200
ciooal deflaio os delicias pcliiiccs e^ajpTBix o*,
para o ti ai de ser oj r^f concedida a ex railc-
c o i o adiada ati a ceasacfcj das Intan civis du
ranl' as qoats tiverem sido *0ttl( adoa.
PARTE FFIGIAL
ammstiusaq::::::
Londres, 13 de Julho-
Na eleico procedida para a Cmara
dos CorMnuns, foram eleitos 2O unio-
nistas, 3 liberaes e 3 parnellista?.
Per", 13 de Julho.
governo repellio o .ultimtum da
Boltvia concernentea satislacao que esta
pede pelas inrases de seu territorio oc-
corida durante a ultima revolta.
~t mnente o rompimento das re-
lac entre os dous pai2.es.
Rio de Janeiro, i3 de Julho as
0 hor c rij minutos da tarde (recebido
na estacao ? 9 horas da noite e entre-
gue as 10 horas e 15 minutos da noi-
te .
Telcgrammas que acaba de chegar de
Porto Alegre assegura, que o revoltoso
Fidencio com a sua gente acampou as
immcdiacoes de S.Jos dj Patrocinio.
Ailirma-se alli, que esse chefe, Appa-
ricio Saraiva, Ismael Soares e Delibio
Soares, aproveitaramo armisticio e a sua
capa vao arrebanhando gados na Encru-
zilhada.S. Gabriel, D. Pedrito e Serra
de Caver.
Com referencia a pacificaco nada
mais consta.
Falleceu o Dr. Ferreira Nobre.
Rio de Janeiro, i3 de Julho, s
i> horas e 3o minutos da manh (recebido
na estacao s i2.horas e 3o minut.s da
manh e entregue as 3horas e 30 minu-
tos).
Est cleito deputado pelo 4- districto
do Estado do Rio de Janeiro o Dr. Por-
ciuncula.
Telegrammas de Montevideo aqui
recebidos noticiam que naufragaram as
tentativas de pacificaco do Rio Grande
do Sul, visto ser condico dos revoltosos
areti.adado governo do Dr. Julio de
Castilhos.
Falleceu no referido Estado o almi-
rante Abreu.!
Ministerio das Relaces Exle-
rawres
Sobre MpirtV*e*i''rf<#ttWwndiccao e
crimea ponncos, da o rehiono desie minlaieMo
o se^uiie :
Esia medida de ordem poltica e de noticia
aiminBtralia lem dao logar a exolicacOes pe-
didas per diterais leg-cOes. A' francesa del <
begorate reapoaia :
i." Se'cao N. 17-Rio de Jjoelro. Mloiatt-
rio das Relacfcs Exteriores, 13 de D:zexbro
de 1894
\ Teoho presente a nota qoe o Sr. A. Imbert,
enviado extraordinario miuia ro pleolpoteocTi-
no da Repotlica Praocexa, diriga ao mea ao>e
leeaeor em 13 de Uotooro oltimo, a reapei 0J11
ci a>aos do eeu oaix Alexa dre Ricbet, Lois
Lon, Magdalena Faore, H,pp.lyto Vacce e Al
foi.ae lia bier, expuUos do lerrlto'io bratlei-o *
embarcadoa 00 da a6 do mex aoierior, com des-
uno a Luta, ao paquete Tnames.
egoi.do iBformacoes prstala pelo eqtao
ebee de polica ao Uiois'.erio d< Joatt^a e eia
ocios Ioierorec, (oi decelada a expoisao dus
irea primeiroa, visto aerem aospeitos de f.lsifi
cadorea d mu a divisionaria; de Alfonae Ba*
bier, recem-ebegado da Repaolca A-gentioa,
por *er aoarcbaia perlgo?o 1 como tai ] se ba-
ver mauifeatado por acioa, tentando ama parede
d04 o,.er.nos da Com aobia de Vldros e Cry<
ties, oode e-a empegado ; de Hippoiyto Vacbet.
por aer ladraoe n.rc, tiaaaor. taif, na o:caaiao
de aer preso, lioba em sea poder om frasco,
cooiendo narctico | alm disao, bavia anier o -
mete reapondido a jo'j, prlo crime de r.ubii
de lolaa, para coia perpeiracao u-ou do cboral.
MaDifesta o Sr. mioiairo o d.sejo de aaber
corto a exiulsao pode *er aopl'Cd. aos cin'0
f accezes cima mencionados, sem que a Laga
cao de Franca livease sido aviaada.
Como o S'. mioielro a.be, a expols.'io de ec
traogel 031- coosequencialoeica e neceteana da
soberana e lod'-peo lencia de qa.lquer nacac,
o exercicio de (al direilo emeote anbordiua-
se a formalidades tT.cepcionaea e entre estas a
commoaica^ao aos agento diplomticos Co pau
a que perieiicem ca enmlsao ios, quando existe
le, tratado 00 convenci esilpnlande-is. E'
asMm qne a le franexa de 3 de D remoro de
I4S, o decreto de J6 de Ouiobro d-- 1838 e a le
de 8 de Aosio de I8i3 nao impa;eram s aoto
rid.des fraocetaa tai obngacao, que alias devem
preeoeber qu.ndo a expulsao referir s a clda-
daos das repoblicas do Eio|dor. de Goaemala,
Coau Rica, Hoodoraa, Peri. S. S lador e da
Snlasa, altela a existencia da esllpul.cOes in-
teroacionaee. obstrvando o pobllcista Anhur
esj-irjina (.Revo dea Deox Monleal88i
que, tratando com Estados longii.qoo e ee:un-
darios*, qoaea os da Aoj- rica Ceotr.l, a Franca
poda, sem tinconvenienu, sobordin.r o exei-
ciclo do eeu dreno ao preen:biment de forma-
lidades exiepi iooans. Nao ex.siiodo entre o
Braiil e a Fraoca 00 ou ro qnilqner paix conven
(io a esse resuelto, compreiiende o Sr. mtoi-tro
qoe o governo braxlleiro so a de .oda a Lb^r-
nade ae acc&o, e qoe a expalsSo iadepejdeate
da formal! iade qoe o Sr. mioiatro inaiuna como
aeodo da direito lommom.
Aorovei o a opporiaoidade para reiterar ao
Sr. Imbert aa 8egor*nga8 da miara aiti oos -
derajo.Ao Sr. A. Inberl.Garloa de Carva
Ibo.
A necasidade re regular por le ease aa-
anmptoja foi recoobecida por urna das caea* do
Congreaao.
Os eatodoa a oae o Instillo de D reito Iiter-
nacional proceden aeb e tile e o projeto de r -
golaneoto qae merecen na aesaSo de Oenebra
(1892) o voto de nolabill88imoa pool natas e ju-
risconsultos, moito po-ierio cootriDnir para que
o Branl cooaiga ama to< lei.
Conirla tambem ampliar as diaposicoes da le
o. 2 6i5 de i de Agosto de 1875 de modo a dar
a ju iga federal competencia para julgar os ci-
enes de anarcblamo ende quer qae ieubam.ll oratlcadoa, uoa vea qae aeua antorea aejasi e ;-
cootradoa no territorio nacional e Dio bajam
sido reclmales por extradlClo.
Km tolo cao, neceaaano indicar o aoe pa a
OS effeiioa da le de expnlao constltoe a resi-
dencia e o qae exchse o animo de hxl *. A
tanto obr'ga o ari 71 10 da CoBaii'mcao, e
lodo o arbitrio deve ser eliminado em tempo de
pax 00 em cirromalaociaa normas*.
Al referida mmq o IasUtsjtie de D.reii Ur-
Gorcrno do Estado le Per-
naniltuco
PALACIO DO GOVERNO DO BSTADO DE
PERNAMBUCO, EM 15 DE JULHO DE
1895.
O Governador do Estad", usindo da aulorisa-
gDo qu; Ihe confere a le n 91 ce 6 de Junho
ullim>, resolve npprovaro Regulamenlo que com
este bai xa, creando o Insloto de :nsino Secun-
dario Benjimin Conslant* para o fim de equi-
parar o plano de estudos do aoii?o Gymnasio
Pernambucnno ao do Gjmnasio Nacional e as-
sim alcanjar para aquelle Instit Jto a vahdade
de-exames de admissso nos cu-sos da ensino
superior da Repblica e mais d reitos constantes
do Decreto n. 152 de 15 de Janeiro deJ1894.
O Dr. Julio de Mello Filho, Secre'.ario da Jus-
lica. Negocios Interiores e Insiruccao Publica
assim o lenha entendido e faga exi-cutar.
Alexandre Jos Barbota Lima.
Julio de Mello Filho.
Regulamento do Instituto Benjami/i
Constant
Fina do Istituto a sua orga:iisacao
Artigo 1." O antigo Gymnaso ?ernambucano
passa a denominar-se Instituto Bjnjimin Cons-
lant. Esse Instituto tetn por fim proporcionar
um curso geral do en-iino secundario, necesaario
matricula nos cursos superiores da Repblica.
Artigo 2 O ensini, assim proporcionado, ser
gratuito para os orphaos pobres.
PLANO DE ESTUD03
Artigo 3. O Instituto contina, como exter
nato, a funecionar no mesmo ediRVio que actual-
mente oci upa.
Artigo 4." O curso integral de 'siudos 00 In-
stituto constar das aeguinles disciplinas :
I.iiuui porlugueza.
- latina.
franceza.
. ingleza.
aliina.
< alleua.
rega.
M themalica.
Asironomia.
Phvsica.
Chiraica.
Geographia.
Chorographia do Brazil.
Mineraloga.
Geologa.
Meteorologa.
Biologa.
Historia universal.
Hulona do Br.izil.
Lilleratura nacional.
Siciologm.
Moral.
Economa poli ica.
Direilo p.lrio.
Msica.
Desenbo.
Artigo 5 o O magisterio do Institu'O constar
dos seguuiles lentes:
da
lingua porlugueza.
latina,
franceza.
ingleza.
italiana,
allema.
grega, ru lmenlos de sanscripto,
hebraico e rabe. Lilleratura oriental.
1 de aritlimetica e Ig-bra.
1 de geometra e irigouometria.
1 de geometra geral, calculo e geometra
descriptiva.
1 de mecnica e astronoma.
1 de pbysica e chimica.
1 de geographia
1 de mineraloga, geologa, meteorologa.
1 de biologa.
1 de historia universal.
1 de historia e chorographia do Brazil.
1 de hileratura nacional, precedida de nocOes
sobre a IMteratora universal.
1 de sociologa, moral, ocois de economa
poltica e d'.reilo patrio.
E dos seguintes profesoros :
1 de elocuco francesa e mglezi.
1 de desenlio e 1 substituto.
1 de msica.
Art. 6." Constituem o curso olirigatorio para
a matricula nos cursos superiores da Repobl ca,
segundo o plano de estudos do Gyranaaio Na-
ciunal, (Decreto do Governo Fedjral n. 1652 .le
15 de Janeiro de 1894),a9 disciplinas distribu
da?, por sele aonos, da forma aegaiole :
1. ANNO k
Arilhmet'Ci ate proporcOa inclusive.
I'ortiiijuez : estudo da gramma;ica expositiva,
leitura e recilacao expressivi, exereicios de re-
dacvao com auxilio ministrado pelo lente.
Franott,' grammaiica elementar, leitura e
tradcelo-de auciores faceta; veraao de trechos
simpres de prosa.
Geafraphla : geographia phrsica, exercicio de
carieiiraobia.
Detenho.
Huaica.
2. ANNO
Ariihmelica: estudo complete ; algebra al
equacOes do 1.* grao.
Poriuguez: estudo completo da grammalica
expositiva.; ieitu'a e recnacao eipiesaiva, ex-
ercicios de composigo gradualmente maia dilli-
ceis com subsidios ministrados palo lente.
trance-: revisao da grammalica elementar ;
graintnauca complementar: le jra e tradcelo
U autores gradualmente mais ditRceia ; exer-
ccios de verso e converaago.
Geographia : geographia poltica e eeonoria,
exercicios carto^raptncos ; noces de cosrtflfgra-
phia.
Latim: grammalica elementar, leitura e ira-
dueyo de trechos facis.
Geomittia Untar e plana.
Uetenho.
PWluSICJ.
3." ANN )
Algebra: estafo completo.
l'orlugeez: grammalica nistorica, ejercicios
de composigo, sem subsidia ministrado pelo
lente.
Latm : revisao da graranatica, leitura. Ira-
duccao de prosadores facis. ***
Inglez: grammai ca elementar; leitura, tt%
dueco e verso facis.
Chorographia do Brazil.
Destnho.
Ai utica
4. ANNO
^^SPP""^"^
Lattm: lei ura e traduejo de autores gra-
dualmente mais difliceis.
Jng'.ez: revipo da grammalica elementar,
Sranroalica cnmplemeniar, leitura e Iraduccao
de au Ares gradualmente mais d Hlceis ; excr-
cicioa de^rersoe de conversaco.
Allemo: grammalica elementar ; leitura,
traluccao vers5o facis.
Htxtortavntvtrsal: historia antiga e m da.
Desenlio.
Msica.
5." ANNO
Geom'l'io./]rral, calculo e geometra descriptiva:
geometra ((ral, seu compl-memo algbrico,
noyes de calcuio differencial e integral, limi-
tado ao ciiniccimenio das-theorros indiapmsa-
veis ao enlodo da mecnica gernl propriamen e
dita; nci;6;s de geometra d senptiva e traba-
mos gra^|i;cos correspondentes.
^l'eaaWBrfeviso da gramm-itica ; leitura e
iraducgao de autores mais facis, exercicios de
versfio e de conversaQo.
Grego: crammatica elementar; leitura e Ira-
ucciio de trechos racis.
Misiona univfrsal: historia moderna e con-
tempornea, particularmente dos paizes am-ri-
canos ; revis&o da parle anterior.
Physiea e chimia : nocOes fundamen aes.
Desenlio.
MnsieC
G* anno
Mtsica e astronoma nocss de mecnica
geral limitadas s theorias geraes de equ librios
e mmenlos dos solidos invariaveis, e prece-
dida das noges ngorosamen e indispen*aveis
do calculo das vanaeftes, noges de astronoma,
precedida da trionometria espherica, noges
succinlas de geometra e mecnica celestes.
G'rego: -revi o da grammalica, leitura e tra-
duego de autores mais difflceis. Rudimentos
de sanscripto e hebraico.
Hiitotia do Brasil.
Italim:grammalica, lei'ura e Iraducgao.
7o anno
Biuloji.
.>ufe> de icmomii poltica t de direito patrio,
sociolgico e moral,
Minerahgla, geologa e metoerologia.
Historiada literatura nac onal.
Historia e chorographia d 1 Estado de Pernomc
buco.
Rudimentos de linjua rabe. Nocoes sobre li-
teratura oriental.
CcmcEuai' ou me o delegado do man ciplo di;
Bjcd Uooselhi. poreffielo ne 12 do coTeote, qoe
1 a 1 oite de i do meamo mas no diatricto d^.-'er
ra do Ra bo dos Pocos, do memo nuo'cipio
J6f Damel Ferreira u FirmiDO Dioiel Ferreir
a:-ta preso uro doa cnmiuoscs e eiadiodo-se o cu ro
A respec iva ; uto'i lade procede oos termos da
lei a al rrspette.
Commonicuo me o delgalo do rrmicipio de
Limi.ei'0 que ro da 11 do correte no loga-
d-no uinado Ts, d'aon-1 le monictpio, ''aassas-
maito Jote Barbosa da .i 1 va, coobe:ldi) por ior's
dtfx mees, cor Aa-onloSaleado dos Santos, vq1-
go Aniel j C^iaiigro.
Co itaocr mico o, qae foi preso em flag'ait",
e U":r8 "a fe!.
Saude e fratenidade.
O Qaeslor,
Jote Felipe S'ery da Silva Flho.
SENADO
Dos prrgrammas
do ensino,
pendios
horarios e com-
Arl. 7. 'O ensino ser regulado por program-
mas, 1 orarlos e compendio?, annualmenie ap
provados pela t'ongreg.-gao e de accordo com
os do Gymnaso Nacional.
Oa adrais o dos alumnos
Arl. V O* pais ou encarregados dos matri
culandoa dverSo spre3 tabeloCiSflento, do da 15 de Janeiro ao da lo
de Peveeir de cada anno, os requerimentos I
instruidos aom todos os documentos justifi-
cativos das condiges em que se aenam os can
didatos Bialricula.
Art. 9" Para a matricula no Gymnaso exi-
g*- se-V*a* aegumtea co .liges.
1 Certldo de ldade ou documento equiva-
lente ;
2* AUesiad > de vaccinago ou revaccinagao ,
3* Certificado de que o caBdidalo nao soffre
de molestia algnma contagiosa ou Infecto con
tagiosa. .
4- Atiestado de bom procedimento passado
pelos professores e directores das escolas que
e houver frequentado, ou por pessoa recontie-
Cidamente idnea. .
Arl. 10- Quando se tratar de matnculandos
"ratui os dever o director bast-ar a preferen-
cia para scolha dos candidatos as seguales
condig'S :
2- Serem rilhis Oe lenes, professores ou
nuaesauer outros funeciomnos do Gymnaso,
Escola Normal e outros estabelecimenios de en-
sino publico lo Estado ou de otficiaes dos cor-
pos de polica do E*tado.
(Contina)
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JU8TICA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUC-
CAO. PUBUCA DO ESTADO DE PER
NAMBUCO DO DA 13 Dfi JULHO DE
Manoei Dias Barbosa, sentenciado, ped ndo
perdo. Indeferido.
Maria Jos dos Prazeres, sentenciada, pe-
dindo perdi. Indeferido.
M ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO
DA 12 DE JULHO
"Manoel Alexandrino de Salles, sentenciado.
pedindo perdo.-Iodeferido, 4 vista das infor-
Hermenejildo de Slquera,
Por eiro int-nno.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE, EM 15 DE JULHO DE
1895.
Irraaudadedo Sanlissirao Sacramento de baji-
to Antonio-Indeferido a vista da lorornaco
da Comadoria.
Manoel A. de Senna-Indeferido'
Rayraunda !' Braga, Claudino J. F. de Al-
meida-Deferido pagando o que deve.
Joo J.da S. Alves, Antonio J. M. Basios, An-
tonio doC. Farreira, Joanna J. da Pixlo. Mana
p dosSantos, Manoel F. Alves-Lefer.do
Aiuia F. G, da Silva. Antonio Guimarae'.
Berardo P.da Silva, Joaquim C. P. "lorrer, Jos
. de Brito, O ndina L. Loyo. ;n.on>o a de
FarUs, Viceute F. de Menez J. F. de Menez ,
Candida G. de S. Azevado've. oe ?r.
Secreinria da Prefeitura Municipal, 15 de Ju-
lho de 1895
O porteiro,
Nuno Alves da Honseca.
Qucstura Policial
SecgSo 2.--N. 153-Secretaria da Quaslura
Policial do Estado de Pernambuco, om lo de
^St^cronel Dr. Jull. de Mello Filho.
mu di|5o Secretario da Juslica c Negocios In
"pariicipo-TOs que foram recolhidos hontem
C)saS*|l Detengo os segulntes individuos :
A'-cinhi criem, aiodo* Candido de S^oas.
Cipriano dr eia de-Amorim, Francl-co Ioaclo
ue Pal.". Joaqnim Toeonmo dos Sintoa, Jos
%iJ#aqin ae Frama, Jo C-rre'a e Joaqom J s.
deSaorAnna. r mettidos pelo O |u s de di ello
deJAboaiao, afim de a^oardarem a prox ma te -
SjM&tO''-
^Jnr-w(te an^ elegado da frtgue;a "o Re-
to .PbleBiMaria da Concr-ijo. por offeosas
Geometra e Irigouometria : gecmelrin prelimi-
nar e trigonoin? ra, r ctilinea ; geometra es-
pecial (tsiudos perfuDClorio8 daa seccOes cni-
cas, da .coochoide, da cissoide, do caracol de
Ptcal e da espiral de Arcbimedes.
Jiii-00 Bbdetogado do J districto
fre.oeila de%eJof, Claodsaw foadda-M.ita Gm
ma a#s. pSr 010 de armai prohlbidae.
A'ordem do afbdtiegado do 1." dial-icto ai
freguexla de Alosados, Maooel Fio
coonerio por Bo.-braba, como
mone-
da
criminse de
REUNIO EM 10 DE JUNHO DE 1895
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francisca
Jeixeira de S
A' hora legal, feita a chamada e verificndo-
se eslarem presentes apenas os Srs Albn}
Silva, Antonio Pernambuco, Baro de Nazarel,
Texeira de S, Eduardo de Oliveira, Constancio
Pon ual e Reguera i.osta, o Sr. Presidente, nos
termos regimenlaes, manda proceder leitura
do expe.dieule e passar ordem do da-
E' lida e encerrada a dacusso da acta da
sesso antecedente.
O Sr. 1." Secretario procede leitura do se-
guinte
EXPEDIENTE :
Um officio do 1." Secretario da Cmara des
Srs. Depu ados cotnmunicaudo os motivos poi-
que deixa de reiuetter as petiges e mais docu
menios relativos ao proj co o. 71 deste anno-
A quem fe/, a requisigo-
Oulro Jo D.\ Secretario da Justiga remellen
do 20 exemplares noDressos da Mensagem inau-
gural apreseoada pelo Exm. Sr Dr. Govern;.-
d r do Estado ao Cougresso Legislativo em 23
de Marco ullimo -A distribuir.
Outro'do mesmo remetiendo um exeraplardi
resolugo saneciooada sob n. 92.-A archivar.
Out o do l>r Secretario daFazmda, remet-
iendo as iiiformagas solicitadas sobre a peligo
de D. Maria Candida de Figueiredo Santos.
A quem fez a4equi-igo.
nutro do mesmo. dem, dem sobre a petigo
de diversos proprietanoa que reclamam cootra
a manjira porque ae passam pela Reparligao
Fiscal as ceriidos concernentss a irapostos fe
Oecunas e addicionaes.A quem fez a requi-
sfefte.
O mesmo Sr. Dr. 1." Secretario comraunicj,
ns termos do R-gimenlo Interno, a remessa
sanego da resolugo relativa forga publica
para o exercicio de 1893.
Passa-se ao expedienta do S 2." Scro
tario.
Sao lidos, indo a imprimir 03 seguiotes pa-
receres :
1895.-PARECER N. 123
A 3.* Commis.-So a quem foi presente a reso-
lugo iniciada na Cmara dos Srs. Deputadas
pelo projecio n. 75 deste anno, de parecer
que aeja ad piada nos lermoa em que se aclia
concebida.
Sala das Comraissjs do Senado, 10 de Junho
dele95.
Bario de Nazareih.
Antonio Pernambuco.
Eduaid de Olivei'a.
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADD
DE PERNAMBUCO RESOLVE :
Art. Io Fica conedido ao promotoras nub i-
cos o augmento de 25% sobre seus vencimen-
tos.
Revogam-se as disposiges em conliano._
ala das Coramisses do Senado, em 5 de
Junho de 1895.
Jos Marcelino da Rosa e Silva,
Presidente.
Celso F. Henrque de Souza,
1" Secretario.
A/fonso dt Barros C. de Albuquergue,
2' Secretario.
1895.-PARECER N. 127
A 3.' Commissao, len lo presente a resolugi
iniciada na Cmara dos Srs. Deputados ptlo
projecto h. 121 deste anno. de parecer que o
S-nado adopte, concedeudo a licenga com or-
denado e nao com todos os venoimentos.
Sala das Couimsse3 do Senado, 10 de Junho
de 1895.
Bard da Sazareth.
Antonio Pernambuco.
Eduardo de Oliveira
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO DE
PERNAMBUCO RESOLVE:
Arl Io Fea o Governador do Estado, au-
lorisado a conceder um anno de licenga cum
tolos os veoennentos ao bacbarel Antonio Fe-
dro da Silva Marques Juiz de Direito do mum
cipio de aruar.
*rt. 2 Ravogam-se as disposiges em con-
Camara dos Deputados do Eitado de Pernam-
buco, 1 de Junho de 1895.
Jos Marcelino da Rosa e Silva,
Presidente.
Celso F. Henriques de Souza.
Io Secretarlo.
Alfonso de Barros C. de Albaquerque
2o Secretario.
1895-PARE ER N. 123
A 5.* Commissao de parecer que se adopte
a seguidle redaego para a resolugo, iniciada
na (Jamara dos Srs. Depuiados pelo p'Ojecto n.
17 do conente anno, e que foi approvada en 1."
discusso ueste Senado.
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, DECRETA I
Art 1 Ficam pertencen lo ao municipio do
Bonito os engenhos Ilha das Flores, Pedra Fir-
me, Tigre, Rio Braoco, Flor da Ilha e a Usina
Art. 2. Revogam-se as disposiges em cen-
Sala das Commissss do Sanado, 10 de Junho
Je 1895.
Regueira Costa.
Dr. C nstancio Pnnlual.
Baro de Sazarelh.
1895-PAREGER-N. 129
A 5' Commissao, leudo em vista a resoluto
iniciada na faraara dos Srs. Deputados pulo
tirotelo n. 23 do corretre anno e approvada
,n $ discusso nesle Senado, de parecer c.ue
para ella se adopte a seguale redaego:
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE TERNAMBUCO, DECRETA :
Arl Io Fica o Governador do Estado auto-
lisadt) a despender a quantia de seis conloa de
a concluso dos trabalhos.
Casa de Caridade de Ca-
em coa-
reis (6:0008000; com
de que necessita a
ruar.
Art. 2. Revogam-se as disposiges
trario.
Sala das Corarais.*s do Senado, 10 de Junho
de 18)5.
Regueira Costa.
Baro de Xazareth.
Dr. Constancio Ponlual.
1895-PARECER N. 130
A 5> Commissao, teodo presente a resolugo
inicia la na amara dos Srs. Depu'ados pelo
projecto n. 51 do corrente anno e approvada em
3." discusso nesle Senado, de parecer que
se Ihe d a s-guinle redaego.
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO DECRETA .*
Art. Io Fica o Governador do Estado aulo-
risado a despender a quantia necessara cora
os coccertos e melhoramentos, de que precisa-
ren! as estradas de rodagem e pontes do Es-
tado.
Arl. 2. Revogam-se as disposiges era con-
trario.
Sala das Commissss do Senado, 10 de Junho
de 1895.
Regueira Costa.
Baro de Sazarelh.
Dr. Constancio Ponlual.
1895-PARECER N 131
A 5.a Commissao, lendo em vista a resolugo
iniciada na Cmara dos Srs. Deputados pelo
projecto n. 53 do corrente anno e approvado
em 3.a discusso neste Senado, de parecer
que fique assim redigida :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO DECRETA :
Art .1. Fica auterisado o Governador do Es-
tido a despender a a quao a de vinte conlos
de ruis com a consirocgo de urna cadeia oa
Cidade de Barreiros.
Art. 2 Revogam-3e as disposiges em con-
trario.
Sala das Commisees do Senado 10 de Junho
de 1895.Rrgueira Costo.Biro de Nazaretk.
- Dr. Constancio Ponlual.
1895 PARE ER N 132
A 5 a Commissao, lendo presenn a resolugo
iniciada na cmara dos Srs. Depu ados pele
projecto n 64 do corrente anno e approvada em
3.a dscusso n'este Senado, e-de parecer que
se Ihe d a seguinte redaego:
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO DECRETA:
Art. 1. Fica o Governudor do Eslado auto-
riaado a despender, no corrente exercicio, a
quanlia de irinta contos de res com a constrno-
go de urna cadeia na Cidade de Timbaba.
Art. 2." Revogam se a disposiges em con-
Sala das Commisses 0.0 Senado 10 de Jouba-
de 1895 -Regueira Costa.Bardo de NoxarelA.
Dr. Pont ual.
1895 PARECER N. 133
A 5.a Commissao, >endo presente a resolugo
iniciada na Cmara dos Srs. Deputados pelo
projecto n 88 do corrente anno e approvada em
3.a dscusso n'este Senado, de perecer que
se Ihe d a seguinte redaego :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, DECRETA:
Ar. 1 Fica elevada a Cidade a Villa de Stv
nhem.
Art. 2.* Revogam se as disposiges em coa-
Sala das Commisees do Senado, 10 de Junho
de 1895 Regueira Costa.Baro de Nasaretk.
Dr. Puntual.
A 5.a
1895-PARE El N 134
Commissao de parecer que se de a
seguinte redaego a resolugo iBiciada na C-
mara dos Srs. Deput das pelo projecto n. 94 do
corrente anno e que foi approvada em 3.a dis-
cusso nesle Senado:
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, DECRETA:
Art. V Ficam extinctas as dividas proveni-
entes de calg-mento da Cidade do Recife, an-
teriores ao anno de 1880 e que nao se achara
escnpluradas no Thesouro.
Art. 2.- Revogam-se as disposicoe3 em con-
trario. .... .
Sala ''as Commisses do Senado, 10 de Junho
de 1895 -Regueira Costa.-Dr. Pmtual Bara
de Sazarelh.
1895-PARECERN. 135
A 5.a Commissao, tendo em vis a a resolugo
iniciada na Cmara dos Srs. Deputados pela
projecto n. 104 de corrente anno e approvada
n'este Senado em 3.a discusso, de parecer
que fique ella a sim redigida :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DB PERNAMBUCO, DECRETA :
Art. 1.- Fica o Gov mador do Eslado autori-
sado a solicitar a inlervengo do Ministroe
Secretario do Exterior para diminuigo dos
onus sobre a importago do assucar deste Esla-
do as Repblicas do Uruguay, Argentina e
Cbile, podendo, para esse Bin, assumir o cora-
promiaso de favorecer a importago, n'este
Esado, do trigo e do xarque provenientes
d'aquella Repblica.
Art 2.- Rovogam-se as disposiges em con*
Sala das Commisses do Senado, 10 de Junhj
de 1895 =fi^ou!ra Costa.Bario de Nazaretk.
Dr. Puntual.
Nao bavendo quem quizesse utilisarse da
palavra na hora do exp -diente passa-se Ordem
do dia.
Encerrase sem dedate, 2 a discusso dos
pareceres ns. 101, 110 e 113 que adoptam as
segulntes resoluges iniciadas da tmara dos
Srs. Deputados pelos projectos
N. 78 Emprestimo de 500.000S app icayeis a
construego de um passi ij publico na capital.
N. 93. Melho a da aposentadona do engenhe-
ro Francisco Apoligorio L-al.
N 82. Elevando a penso, que actualmente
recebe o chefe de secgo aposentado d extiocta
Secretaria do Governo, CkmentinoPh'.lomeoa
Henriques de Souza. .
Submellese a 3.a discus5o o projecto ds
Senada n. 14 deste anno (aposenladoria do
bacharel Jo /as acio da S.iva Guunaies )
O Sr. Eduardo de Oliveira : -S%-
Presidente, quaudo entrou em discusso esse
projecto, eu requer ao Senado que consentase
era um pedido de informages ao secreiario da
Faxenda, a respeito da prelengio do peticiona-
stas aformages ainda nao rae cheganm s
mos, entretanto en rou o projecto om 2 a dis-
cusso e fot approvado, nao estando eu pre-
sente. ,
A primeira vez que falle contra o parecer,
contrah o compromisso de dar ao SM 10 as

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litarlo de Pernambuco Ter^a-feira 16 de ?lulio le l$f5
razSes pelas quaea ti*ha-me assigoado veo-
01 No parecer dado pela M commissao, da qual
fago parte, manifeste-ise logo contra a prelengo
do alluddo uaccionario. ..u^.
Sr Presidente, son o primeiro a reconbecer
que o funccionario a que se refere o prej acto
cumpre com os scus doveres. mas es oQo im-
porta na obrigago do Secado coooedeulbe o
favor aue elle pede. ,
Todos nos sabemos que este funecionano
um empregado zeloio ma levemos coavir que
por esse facto o Senado nao deve abrir urna ex-
cencao na le da aposentadoras, concedendo
o grande favor de ser esse fuoccionano aposen-
tado com o ordeaado quando a isto nao tem di-
"esm funcionario, canta apenas, anoos de
servicos effectivos, e o:to em virlude de urna le
Ispee a da passada Assembla, que m.Bdou
Je toase compreheodido do tempe.que te ha
va sido demitlido do Consulado Provincial ale
O em que foi nomeado-para o Thesouro.
. Temos, portanto, abi um P;onBd ^S
de inaciividade: p r consegunta o"'Da"
conta apenas 12 annos desemeo e > por esse
motivo que rae signe;- mwldo no- parecer *
que voto contra o projeclo, accresceadci .qu^o
atteslado medico junto a sua petigo n5o o de
Clara em estado de ^validez. Sr p...[m
O SR. BARAO DE >AARETH_b,rJ^n
dente, veio a esta Casa um requermc!no do Dr
JonA AnasUoo da Si va Guimaraes, contador
doThtsouro do Estado; oesse requmenlo
funecionario pede ao Senado que irie
S. I gS da. ^ps:3K
< iho mais alcuns anuos para o coinpieio
o mircadfpor le, ltenlo o estado preca-
Va! ESb DE OLIVEIRA :<-. pa
"oSR BARIO DE NAZARETH :-Sr.Presi
deu\f este 'accionario illustrou a sua petigo
cr?rr a od niao de um dos mdicos mata abalisa-
CdoTdaestPe EsUdo. o quat nos deve =^oda
Ctodse!:SrCprrge0sldeoe, porque razo devemos
neear a este funcionario, que vem pedir ao Se-;
nXoprimeiro favor de ser aposentado, essa
^Nao conheco absolutamente os motivos pelos
Dr Eduarlo de Oliveira se
foneona-
bem : a 3.a Commissio agradece ao nobre se-
nador.
Encerra se a discussSo.
Finalmente encerra-se a 3* discussao do pa
recer o. 82, emendado em 2.* e redigtdo pelo
de n. 122, mot vado pelo projecto n. 15 daCa
mar dos Srs. l>t-putado< (auxilio a usinas.)
Esgotou se a ordem do da.
O Sr. Presidente em seguida dlsolve a reu-
nido, designando esta ordem do dia :
Yotaco das materias, cu a discussao foi en
cerrada e 3' discussao dos pareceres ns. 114,
115 e 71, lodos dse anno.
MNGSSSO NACIONAL
quaes o illuslre Sr. -
manifestou contra a PKr*len0tad?fe.8a
-ir. iiprlapRndo aue nao acceitana essa preieu
A naolobauMter ella dirigida a 3." com-
-^' JSi^SBft o que quera
aquelle faccionario eslava de corto co o q.
dizia o seu requerimento; e, apezar de serem
Kgeiraa a7 .as pesquizas, toaavia nao o sa-
" Eu lemmbro a S Exc que em todos lempo,
se lm feito idnticas cooc-6m nom sraos
nesta sesso temos concedidos ideticos lavo
"o SR. EDUARDO DE OLIVEIRA : -Nao com o
m0 S*BARAO DE NAZARETH : -Mullo em
boFaEm todas as corporales col ectivas,,
maioria quen. decide, ?"'" rne"'rea1"^
qnestes ; por consegu.nle o Senado "n *
esponsabl.dade de ludo 4uan V^lnaVo ler
DenVais.nio vejo nenhum desarem o senado ler
urna certa cons'.deragao p*f com e=te funeco^
nano, v.sto como isto wrvira de estimulo a de
an.mago aos demais fuoccionanos, quei como
eliesaibam curaprir como os 3eus deveres, se-
cundo allirmara es seus superiores.
fi O nobre senador sabe perfei.araente que aqu
se seula um outro senedor, o s'" 'X"
ionio Pernambuco, que o prime roa reconhe
cer os bins servicos e a moralidade des e tunc-
conariSequer5con.,,cetambemqueoseue^
tado de ^ade nao o permute continuar no exer-
*?HL J&SIS0 DE OLIVEIR A da um aparte
O SU- BABODE NAZARETH .-b.ud.o
V Exc e ao 9 nado que nao basta que se diga
em urna petizo, que .Ilustrada com um ages-
tado medico, estar do-nte o fnconr,0:nJnp:
der execulivo nao o apresentar aera man lar
ouvir a unta medica e so dP0'3xcd0naeoxadBePf
que decidir a qnpstao; e V. Exc nao y*
ignorar isto por ler sioo luspector do Ibesou-
r0 SR EDUARDO DE0LIVE1RA :-N< todo,
sabemos que mullos etnpr. gados com Parecer,
da juma medica, depois de aposen ados, vao
exercer proCssiS ramio m*is lj;balb9fa3ianh
O SR. BARAO DE NAZARETH : Nao oaanb
fallar do pasado, nio quero fallar do fatuoj
quero apenas ocrupar-rae do requerimento que
ora nos apresemam. .
Quero duer ao Sena o que o faci de dizer
V. Exc. que c fun ciooario gosa de ssude nao
basta; porque V. Exc, nfto professor de rae-
d,AnSroposi o vou iembrar um laclo passado
comml o. Urna occasiao v. um cidadao ro-
busto, que me parecii vender sau le, e que eu
duvidava que fosse doenie como me a un .
entretanto, o Sr. Dr Pereira do Carmo. de sau-
dosa memoria em cooversa que avernos sobre
mesmo cidadao me disse : uao queira ler a
sau le deste hornera, que esta muit peno aa
morte. E effectivainente, das depois expi-
ra va elle de um ataque do coragao.
Sr Presdeu e, d go e repilo, u3o tenho aqu
ueste Senado proieg dos, nao dispenso proiec-
co aqui a mngue.n ; apenas fugo jusliga a to-
dos que a mereceai, unho um grande cora^ao
cosiumo sempre fazer o bera. muito embor.- elle
pareca urna iniustica. Pou'-o importa que se
auerreie as preiensfjes do Sr. Jos Anaatacio
Os restos ah estao para provar que favores
idnticos aqui se tem feito.
Por conseguinle nao vejo motivo para que se
aja urna recusa ao Sr. aos Aoastacio da Silva
Guimaraes.
Mas, Srs. esta urna lei de aulorisxcao que o
Senado d ao (joveniador do Estado, ella pode
ser sancionada ou nao pode o Governador dei-
xar de aposentar ao peticionario se quer.
Eu tenho conhecido muito funecionarios que
por urna imusiica sera ooine vao para o cemi-
terio, cump'nndo o seu dever al a ultima hora
?o servico por nao loe fazerem justifia e por nao
ter^ra iirotecgao
O Senado proceda como quser, aprova o pro-
jecto on regeile o, ceno de que, uada lenbo
mais a d zer.
Portanto o Sr. Goveroudor do Es'ado aposen-
tar o Sr. Jo? Anastacio se bem Ihe aprouver;
mas nao necessario que se levante essa grita.
O SR. ALU1N0 ME1RA:-Mas qual essa
grita ?
O SR. EDUARDO OLIVEIR A : Sou eu so.
OSR. BARO DF NAZARETH :-Sr. Presi-
dente, a petico do Sr. Jos An;sta io foi a
comuiissao, que deu parecer, e por esta ras&o
vim a tribuna, porque ha dois das que se pro-
cur&o as informajOes e ellas nao foram encon-
tradas, mas es ao na casa.
Estas informatoes sSo em favor do Sr. Jos
Aoastacio e elle nao faltou a f do Senado.
Nao vejo portan o rasao p ra se levantar esta
rita con.ra 0 peticionario. Os annaes estao
ah mostrando que muitos tactos iden icos tem-
3e dado ; 6 preciso que baja o principio de
equidade.
Eu vo'o pelo proj ecto.
Tenho dito.
n sr tiitonio PcmamljuCa : .Nuo
decokeu o eu discurso).
Encerra se a dscussSo.
SuDmelle-se em seguida a 3" discussao, qua
i encerrada sera debate, o projecto do Senado
ns 20 deste anno dispensando a Irmandade de
Nossa Senhora da Boa->agem do pagamento
de ana divida, proveniente de impostos.
Annuncia-se a 3." d:s Senado n. 21 d'este anno, que autorisa a cria-
cSo de um Gabinete de Bacteriologa.
O Sr. Constancio Ponlual: -(Sao ie
tolvei o seu discurso.)
E' suDraeltido 2" discussSo o projecto do
Senado, o. 24 que autorisa a melhora da apo-
sentadora do 1. escriturario do extineto Con-
sulado Provincial, Cae ano Mana de Fana Ne-
O SR. CONSTANDO PON TU AL .-Ped a
palavra Sr Presidente para dar ao Senado algu-
mas inforraacOes acerca do estado de saude do
peticionario.
O Sr. Dr. Faria Neves fot meu dosnte duran-
te bastante lempo ; e a molestia de que pade^
ce (A'ax a locomotriz) urna doenga incuravsl
e que o torna inapto para qualquer servico.
O SR. BARAO DB NaZARETH :-Mu lo
8E.I4DO
Realisou-se no dia 5 a 44' sesso sob a presi-
dencia do Sr. Dr. Maooel Victorino.
Presente numero legul de Srs. senadores, loi
aberta a sesso, sendo em seguida approvada a
ac da sssao anterior'depoia de lida.
O Sr. presidente declara que lendo o Senado
resolvido comparecer s exequias do marechal
t'loriauno Peixoto, a mesa da Cmara dos De-
puiados offerece o edificio) onde funeciona
aquella ramo do corpo legsMivo, para n'elle
ri'unirem-se os Srs. senadores que quizerem
comparecer ao acto. J
O Sr. 1. secretario d conta do expediente.
E' depois posto em discussSo o requerimento
do Sr. barao de Ladaro, sendo encerrado sem
debate.
Posto em volagao reconhece-se nao ha/er nu-
mero, fie ndo por isso adiada.
Passa-se ordem do da.
2.a discussao da proposito da Cmara tizan-
do a forja naval para o anno vindouro.
O Sr. Oiticica declarase francamente pela
proposigo, notando s deficiencia na redacjo,
por isso manda i mesa o segrale requerimento:
Requeiro que, sera prejuizo da 2." discussao,
o projeclo n. 14 volte a commissao de marioha e
guerra, afim de redigil-o para a 3.' discussao,
substituindo a phrase-como na proposta a que
o projecto se refere .
Acceilo o requerimento approvado conjun-
ctamente a proposi$ao.
Segue-se a discussao da proposito da C-
mara que maotem na commissao de guardas-
marinhas os aspirantes coinraiss onados n'sse
posto e que serviram na esquadra legal durante
a revolt a.
O r. Wandenkolk declara apoiar tu tolum
o parecer da commissao, que nao assignou por
nao adiar se presente quando elle foi elaborado.
Nao havendo quem pedisse a palavra encer
rada a discussao e posta em voiacao a proposi-
gao que unnimemente rejeilada.
Segu a discussao do projecto do Senado que
dispe sobre accumulages de empregos publi
eos remunerados.
O Sr. Gomes de Castro diz que foi mandada
me.-a urna 111:11 la resalvando as disposi(6es da
lei n. 44 B, de 2 de Junho de 1892. Cre que a
lei a que se refere a emenda a que declara
que sao corapaliveis os empregos de professo-
res, mas a 2.* parte declara que n&o sao incora-
paliveis os cargos pofissionaes, scienuficos.
Nao sabe porque se ho de tornar incompati-
veis os cargos de professores, quando nao dis
pomos, principalmente nos Estados, de um tal
pessoal habilitado, que fcilmente se achem len-
tes e professores para todas as materias.
Mas essa nao e a questo; a quest&o que,
depois da Consliluicao, urna le dedarou possi-
vel a accumajao dos empregos profissionaes,
portanto deseja saber se, rejeitada a emenda do
il 1 ust e senador pela Baha, contina a vigorar
a le a que a emenda se refere.
O Sr. Crrela de Araujo emende desnecessa-
no repetir se esta disposicao no projecto, por
que a garanta aos direitos adquerdos resuliam
Ja Consiituijao contra o que nao se pode legis-
lar, portanto ser des^ecessaria a emenda.
Nmgueui pedindo raais a palavra encerrada
a discussao e adiada a votaao por falta de nu-
mero.
Sao igualmente encerradas as discusses dos
projecios :
N. 12, de 1895, que crea na cdade de Cayen
na, um consulado de 2.\classe e autorisa a aber-
tura do crdito necessario;
fi 9, de 1835, que auctorisa o governo a abrir
o ,credito supplemenlar de 3.341:8168713 ao
Ministerio da Industr a, Viac > e Obras Publi-
cas, no exercicio de 1894, app ic'do rubrica
t garanlia de juros s estradas de ferro ;
N. 13, de 1895, que aucionsa o gowrno a abrir
um crdito ext aordinano de 6:O00S0O0 para
despender, no corrente exercicio, com o Insti-
tuto Benjamn Constant, no cusieio de tres ofi-
cinas.
A votacao d'esses projectos fieju adiada, por
falta de numero.
C4M1RA DOS DEPUTADOS
Nao houve no dia 5 sessio nesta casa do
Congresso falta de numero.
ESTADOS DA uMlO
SUL
Goyaz
Na mensagtrn dirigida Cunara dos Depata-
dos pelo presidente teaeaie-corooel Xavier de
Brito, l-se o segoinie sosre as Qnsngas do Es-
tado :
* Um asutrpto que est reclamando a vossa
atteocao de preferencia a oualqoer outro o que
se retere ao oosso estado fioaocelro.
Qaaodo a Jomo de 1893 (ai eso estado de nossas tinao-
(as qu me vi forcado s laucar irao de opera-
res de crdito para a udlr aos diversos servi-
cos lodispeosaveis e sopprir ssdm a deficiencia
da I i de meios que votastes ja cem o dficit
de 298:848#U0.
La: ei mao desse recurso que me facoltastes
na respectiva le: do orea nenio, n&o > por esse
motive, col porque do suxilio ooncedidj pela
U .i3". e do qul o mea antecessor apenan rece'
a-o 100:00. qie foram aplicados em cotirir
o d< H -n de 1893, e mais larde, em Dezembro
de 1893 e J^neirj de 189i, recehi mais 100:000
sendo parte nnqi-lio mese parte oe te, e bem
assim mais 20:000* para a lns'raccao publica
do Estado.
Do iuxilp a qoe me referiaioda deve a Uoiao
ao E-tado 30G:000<, que at h je nao foram en-
togues ao mesmo, oio obstate as reciamacoes
.oiistant-s do Goverou.
Com as ope-.15.6es de crdito, com parte do
auxilio recebido, e com as rendas arrecadadas
(arante o exercicio, de 1893 a 1891, qoe
amia o foi liquidado, qoe leabo podida la-
ser face s deepezas que decretistes tanto para
um como para outro exercicio desoezas que as
respectivas leis da orgainento j eo por demais
sope 10 es recolta* calculadas.
Pelos balao^os e syoopses anoexos ao relato*
rio do director de Finaogas dos exerciclos de
1893 a 189, ver-se- qoe o mea governo tem
sido o miis solicito e escrapuloeo ua applica-
Co dos dinbelroa pblicos ; e qoe para o Esta-
do poder viver llvre e desombaragado, preciso
qoe p'ocnreis melos de elevar a nossi rcelia,
e de cortar aa cossas despezas. do modo a oto
desorgauisar s-rvigoa \i creados e de indecli-
navel oeoessidede, pois nu pcesivel qoe o
Estado coQiiooe a .vivsr de auxilio da U01S0,
quinao j se acba consumido e na pesie de sua
.UlOQOUDia.
Pra elevar a nossa receiti, entra oulras me*
dides que por certo lomareis com a necessaria
pradencla para nao sobrecarregar o coo.nbuin-
te de pesados ooas, lembro-vos a conveniencia
de se fsz-r ata pequeo accreacimo no Imposto
de transmisso de immovelsdes por cento por
exemplo; a creacao do Impasto de capitaco,
proviauriameote e at qua du-em as difficnlda-
des q.e ora nos aasoborbam; um augmento ra-
zoavel uo imposto de indas tria e proflssOes que
excessivamente mdico presentemente ; o afo'
ramento dsi terraa devolatas que nlo forem
vendidas e que, aloradas, sero aproveitadas
pelo Estado, em vea .de o representaren) como
ao presente ama propnedsde improductiva e
inu-il. >
Rio Grande do Sal
O general Galto ordtnou a saspensio de
bostilldades crarra os revoltosos por Ibe ter
peIIlo o general Tavaree ama conferencia, qoe
effectaa-->eOa da 9.
O repoblicamsaqoi eoodemuam a aititode
de commandaote do dlstricto, quaoto a eete
acto.
Com effeito tem cansado m impresiSo no seio
do pitido republicano oo s a eusptnso das
hostilidades, como a conferencia prestes a reali*
sjr-se entre os dos generses e igualmente o
dlter-ee ter sido essa conferencia combinada
qaaodo anda o referido general aobava-se no
Rio, por carta dirigida ao ebefe revoltoso.
Ji fssem constar em Pono Aleg-e qoe Ap-
prtelo Saraiva, aproveltandoo armisticio, acha-
se oaa proximidades de D. Pedr to, arrebioban-
do gado que passa para a froateira Oriental.
Em reonilo de militares enVctoada 00 da
2 delioeroo-se fazer, em honra memoria do
.narechal Flor ano, u na sestaj fuobre 00 sti-
mo dia ; poDilcar do vigeasimo da ama polyaa-
iba, com a collaboraco de ;miges e admira-
dores do marecbal; leieg-epUar so Clob Militar
da Capital Pederal bypotbecando adbeeo as
oanifestat'S tributadas ao marechal e pedindo
depositar no esquife ama cordi de loaros.
As exequias do marechal Florlano foram
irui O concomas.
O templo nio conporlou 0 povo que atlluio,
ftcando a praca frenteira spinbada. Compare
ceram as primeiras aaiorldades federaes, esta-
duaes e moolclpaes. e mallas familias.
A igrrja e-tava robera de lato, lendo no
cealro om vis oso cffslco com o retrato do
marecbal.
Fiadas as ceremonias eltglosis, orgaatpoo se
xtec80 prestito cvico, qoe percorrea diversas
rota da cidade e dlsaolveu-se no salo do Centro
Republicano.
Esse acto foi de imponencia indeacriptivel.
A' aoite effsclaoa-se ama sesiao fuoebe, pro-
movida pela officialidade da gaarmco, com-
mandante, officiaes e aumoos da Escola Mili-
tar.
O sallo do Csntro Repablicaoo eitava rica-
mente preparado ; e fallaran: diversos oradores,
entre elles os D-r. Veapucio e Lola Manos.
O retrato do Marecbal foi condolido da Esco-
la sala da sesso em magestosa protissao ci-
vira, A inz de arebstes, oxecotaodo as mesi as
marchas fnebre?.
A fede a(o publica Da edico de 4 do cr-
ente, dealbes sobre o comb.te de Campo Oso-
Dorante j quasi duas boras o combate, quan-
do o inimlgo vendo assaltadas e lomadas as soas
melborts posiv6es qne eram evadas de aesalto
Dla forga legal do cerpo 18.a provisorio de io-
faitena e corpos pe civallaria hento Martias e
General Bfppolito debandoa em retiraba as
completa derrota, perter.do alm de Saldaiibs,
grande namero de officiaes e 1 ragas e quasl todo
oarmameoio, raaotcOes e mais de mil cavados, a
correspondencia, etc.
Saldanba eslava entrinebeirado em Maagnei-
ras, e Cercas de Pedras e us bem armados e mo-
iclados.
S. Panlo
O Iistitntc H storico, reunise em sessSo so-
lemue. commemo'ando a Iidependencia dos E->
tadi s-Uado, sob a presidencia do Sr. Dr. Cesar 10
da Motta, e com aesiatencia, entre outros dos con-
sales americano e francs.
Ads a lostallago e eleitos socios honorarios
oa Bardes co Rio Braoco e de ParaoaiacaDa,
tomou a palavra o Dr. Joo Mo tsiro, que leo
brlhante dlscarso, sebre a erando dati, aps o
qoal receben prolongada salva de palmas e fe-
Iicitac6es. Tambem falloa o Sr. Ral, cnsul
francs, agradecendo a disfnrgao do convite.
En segoida foi saspeosa a sesso, e asstm ter-
minado o acto commemo'ativo
Rjallzou-tf do da 2 com grande roncar
iencia le peasoas gradas a inaugurago da ca-
pola do hospital dos pobres da Saeta Casa.
Aps o beniimeoto feito pelo bispo diocesano.
(ol rezada missa solemne pontificada pelo
mesmo.
Na Faxfna, foi col locada, 00 dia 1.- a pri-
meira pedrajdo edificio ao gabinete de leltura.
= O Senado suspenden a sesso, consignan
do em acta om voto de petar pela morte do Ma
*ecbal Florlano, e telegrapbtu a familia dando
pezi-mes.
Na reunio da guarda nacional, ficou delibe-
rado que esta corioracao se fizesse representar
em todas as manifestacOes de pesar, seouo 00
meadas does commiasOes para esse fim.
'Mullos republicanos resolveram fazer exequias
em S. Paalo e aomear orna commitso para re-
presentar o oovo panlista no l( 0.
A cemmisso popular encarreeaia de promo-
ver homenajeas ao Marecbal resoiveu em rea
niao de 1.* do correte, que, essas bomeoageds
coostem de prociseo cvica e ses&o fuaebre.
Nomecu comtsissOes para angariar donativos,
afim de realliar taes manlfestacOes.
No da 3, no Ir. m da manbS, segalram as coa-
missOes qoe vio assislir ls exequias do Rio, e
entre ellas a da Cmara Municipal, acadmica
poiular. guarda nacional, etc.
O T-iDooal de Jastiga, aps diversas resoluces,
saspendea a sesso no da 2.
Telegramma do presidente do Estado ao D-.
Cerqueira Cesar, aotorisoo a declarar s comis
sOes eDcar retaias di manifestagOes de pezar
pelo ma/echal Florlano, que todas as despezas
se.'lam por coota do governo.
O actor Novelli, com gentiles captivamente ac
ceden commissao que Ibe foi pedir a transfe-
rencia do espectculo.
Esleve bastante concorrida a missa rezada
em Saeta Epoueaia por alma dos officiaes da
armada e cutras pessoas moras na bataiba de
Campo Osorio.
Na Frang os monarebistas e federalistas
tizeram pomposas exeqa.as a Saldanba da Ga-
ma.
Na capital ligaos rio-graodeoses promove-
rn] sobscripcj para realisar exequias pelo
mesmo revoltoso.
Algunas lejas masnicas resolveram com-
memorar o fallectmento de Saldadba Marrabo-
Est a apparecer urna tolba artstica, t inti-
tulada Ecbos heatraee, a qu3l tratar des
acoDter.imento8 de sceoa.
Minas Geracs
Em ouro Preto caasou geral conten ment a
noticia do omegodas negociagOes para a pac-
licago do Rio Grande do Sal. o qua vem a-
tisfaz r a aDiraco nacional.
Celebraram-se no da 5, na matriz de Oiiro
Preto, solemoes exequias e varias mlssas em
soffragio da alma do marecbal Floriaoo.
O vasto te. po acbava-se completamente
chelo de di ver-es familias e reoreseotantes de
todas as classes soeiaes, notando-so alm do
presiden e do Estado e seus secretarios, moi.as
oulras aaiorldades civis e militares, memhros
lo coogressa. maglitratara federal o estado.il,
ebefes e faoccionarlos das repartlgO mineiras
e federaes; lentes dos creos superiores da ca-
pital, acadmicos, etc.
O 1 batalbSj de polica preetou honras tu.
oebras.
REVISTA DIARIA
LITTERATUM
(Aos Revolucionarios de Cuba)
Sa a voz do clarn. Era liolia de batalha
Eslendein-se em tropel cerrados batalhOes :
De mil boceas de fogo a hrrida melralha
Va e ruga do ar horrsonas cangOes.
Do valle ao alcantil e solitaria gruta
Repercu'e o fragor da sanguinosa lucia,
E a trra, semelbando a gue a de um vulco,
Estremece ao nbombo horrendo do canbo.
Quadro horrivel da Guerra a ttrica figura,
esgrenhada e feroz, -- o espectro da loucura,
Que ha mais de seis mil annos,
Na dextra levantada a espada dos tvrannos,
A' sombra do pendao^imstro, ensangueulado,
Despedaga o Porvir M nome do Passado 1
Eil-a que surge all, lerriveI, implacavel
Como n lei do Destino a lei nexoravel!
De um lado o frreo brago, o brago prepotente
Da Metropole audaz, pezando eternamente
Como um guante de algoz ;
Do outro a Reacgo : um resurgir de hroes
Que de-ramam do peito o derraleiro sangue,
E morreen a sorrir aos ps da Patria ex ngue,
Amrrala ao patbulo infame da Oppressao !
E' a lucia tremenda era prol da RederapgSo
De um Povo que se insurge era nome do Direito,
Da Liberdade em nome, em nome do Progresso.
Da Luz nc vasto templo os povos tm iogresso ;
E no cruento pleito
Em que IJimraeja a espada intrpida dos bravos,
A quera nao subjuga a lei de vis escravos,
Palpita, estrepitosa, a grande aspiragao
De um povo que desperla ao fulgido Claro.
To'lo aquelle estalar de peitos offegantes,
Como um bratlo a rugir de indmitos gigantes;
Aquelle tropear titar.eo da lefias
Por entre o ribombar horrendo do3 canhOes ;
A confuso,- o horror,
O chaos aterrador
Onde paira da guerra o torveolio escuro.
Onde um mundo de Anthaus se choca e despedaga,
E' a gerrainago pujante do Futuro
A romper do embyro fecundo de uma Raga !
O que pretende a Hespanha? 'Os louros da victoria?
Recuar o Porvir? Sustar a lei da Historia?
Reter, como um tropbo, a vida, a propriedado,
A luz e a liberdade,
Para gloria e esplendor da c'/a soberana ?
Senhores de alem-mar I a Raga Americana,
Que ao brado viu surgir do grande despertar
Washington, Vieia, Aodrada, Bolvar,
E era Queretaro ergu -u se voz de Jurez,
E' altiva demais,
R' forte, muito audaz.
Para servir de adorno purpura dos reis'
Manoel Cavalcanti de Mello Filiio.
NECROLOGA
Ao opataMiamrta.do passameutoda
preclarisslma e veneranda
ira. D. Tlaereza de Jess de
Figueiroa Faria
Nao se olvida a linda flor....
Inda murenatem primor!...
/. Elias.
Quem, por norma, seguio sempta a virlude,
A razo, o bom scuso, a probidada ;
Quem, aqui, praticou a candade,
M I louvoies merece, plenilude,
D'um ousado cultorda s verdade :
O vulgo desprezando em tudorude...
Eu, empuuhandoagorao alaude,
O bollo elevareisem velleidade 1
-
Jamis eu cantaraa v5 grandeza...
Fallazes dotes -de qualquer mar?ueza...
Tenho orgulbo, bem sabem nao me vendo t
Na ljra canto canto, apenas, a nobreza,
Di senhjra exemplar=. Thereza,
A quem, por gratilao, boje me prendo
Pogo, Julho de 1895.
Joaquim Elias d'A. Barros.
PSAMES
Ao meu dislincto amigo e compadre Dr. Miguel
de Figueiroa Faria, pelo fallecimento de sua
88udosissima me D.|Tberesade Figueiroa
Faria.
A vida serepre assim Um goso e mil raar-
tyrios
Depois da uma esperanga, um desengao vo.
O leito de Procusto ; de Tntalo o sup
plicio,
Uma existencia, ingloria, um sonno, uma illu-
sao '.
Sete das apenas marca do lempo aampulbeta;
Setj das apenas conta a dor de uma saudade,
Em que a mo da morte impiedosa, impa,
Sem ter ao menos d, cruel, sem piedade.
Dos bragos da familia, das afieig&es sinceras,
Arranca aquella eu e com os ventos do jlufao,
E vai bem traigoaira, depol-a cuidadosa,
Na fra se pul ura, no marmreo chao t..
Quanto te triste hoje o recordar saudoso
u'aquella a quem arxavas com lio ardente
amor.
D aquella a quem unias uma affeig&o perenne
D'aquella por quem vertas hoje lagrima da dor
Oremos, charo amigo ; os morios s precisara
Das pompas da orago dos praatos da sauda-
de,
No tmulo de Tberesa, eu em leu nome venho
Um lyrio desfolbar em symbolo de amisade.
16-7-96.
Julio Soares de Atevedo.
Autoridadespolldaes -O ,Si Dr. Se-
cretario da Justiga, de aec. do com a proposta
do Ur. Questor Policial interino, nocieou em
12 do corrente, as seguintes auloridade 1!
3. supplente do subdelegado do municipio de
Timbauba, Alexandre Ferreira de Albuiuerque,
e para o de 2." supplente de subdelegado do
districto de S. Vicente, do mesmo manicipio,
Joo Americo de Aodrade Lima, sendo exone-
rados os acluaes.
Tclegrrantmas offlelaesColoniaAo
Exm. Dr. Uovernador do Esiado-0 curso pie
liminar acha-se installado, funecionand) as au-
las de malhematicas, linguas, geograpr.ia, de-
senlio e msica.
As aulas primar as foro reorganisaclas pelo
raitor.
SaudagSest Adolpho Barbalho dirnctor da
Escola Fr. Caneca.
Manos, via Belm, 14 de Julho Gover
nador de Pernambuco -R cife.
leve logar no oia 10 a abertura do Ccngresso
do Estado, s m as formalidades do estylo, em
razo do luto pela morte do Marechal Floriaoo.
Li a mensogeni, n-lla pego a reforma de va-
rios artigos da Constduigo que constituem ur-
gente necessidade para o funccionameuio regu-
lar da adminislrago.
O pr-.-gresso notavel, e o melhoramento do
estado llnanceiro animador.
Apaz completa. SaudovosEiuaudo Rl'
beiro, Governador do Amazonas.
Fesla ie Nossa Senhora de> Car
naoE' hoje que pompos ente se realisa, uo
conven o dos religiosos Carmelitas d'esta cida
de, a tradicional fesla de Nossa Senhora do Car-
rao.
O Templo ac-a-s* decorado cora 'oda a mag-
nificencia rev lando otilento artls ico d3 iiabi-
lissimo armador o Sr. Manoel Agr Filho.
A direcgo daorchestra foi confiada ;.o dis-
tinelo professor Rosas.
E' de esperar, pol', que era vista dos incal*
i'Ul.ivei- esforgos empregados pelo3 dignos Car
mtlitas, seja esla umi brilliante fesla.
Eis o seu programma :
As 5 l oras da manti resar-se-ha uma missa.
As 11 horas principiar a fes a qu se pre-
cedida de Tercias, pregando ao Evangelio o
Revd. onego Vigario Augusto Frakliu Morai-
ra d Silva. .
As 6 oras da tarde ser entoado o Te-Deum
oceupundo a tribuna sagrada o re gioso car-
melita Frri Augusto da Immaculada Conceico
Al ves.
No dia 20 as 9 horas ter lugar a fetita so-
lemne (.os patriarchas Santo E|ias e Sau.o Ely-
sio.
no da 21 as 8 horas da raanh, celebrar se-
da a fes a de N >ssa S nhora do Frontaspico
A 1 rda dVsie dia, sahir em procs'o, a
imagem de Nossa Senhora do Carmo ca r co
carro triump ante puchado por cr ancinhas, des
ti lar. lo pelas saguinles ras :
Pa'eo do ("armo, ra Paulino Cmara, raa das
Flores, ra Nova, ra do Cabugi, Praga da In|
pendencia, ra do respo, ra de Imperador,
praca de 17, ra do Queimado, Livramenlo, ra
bireita, Pateo de S. Pedro ra de4 Ho'las a
recolher.
tssM-iat.'.o Bsncflcente dos Esti
vadoresao nos-o esenptorio veio loniem
uma commissao por pane d'essa associagao,
pedir o nosso auxilio era pro da sea prelengo
exarada n'uma petigo dirigida aos Srs. consi-
gnatarios e carregadores do porto do Rec fe, na
qual pedido o augmento na tabella do alario
dos esiivadores.
Quer as raz s que nos foram. expostas pela
r-ferida commissao, quer as da petigo publi
cada era nossa ultima edigo. nos pareceram
prec den es.
0 s rvigo de estiva penosissimo, e a sua
remunerago nao chega para as necessidades a
que tem os esivadores de attender, em virtudc
da grande cares ia actual com que lutara todas
as classes.
1 to posto de crer qua to ponderosas ra-
z6e8 acluem no animo dos Srs. coas graUrios e
carregadores do porto que attendendo a tal
prelengo te rao praticado um ac o de jusliga.
Carlos Gomes -Realizou se antehratem
no theatro Santa Izabel o espectculo oil'e-ecido
ao maestro Carlos Gomes.
Grande numero de admiradores espera'am o
nolavel artista pera saudal-o, significando por
este modo o alio aprego que Ihe devo'.am.
Eram oito e raea horas quan lo Carlos Go-
mes entrou no theatro sendo recebido oc meio
do raais vivo enthusiasmo. Bandas de mus
cas marciaes o sau laram tambera, agradecendo
o maestro na mais franca expanso toda acuella
exponlanea raanifeslagra.
Chegando ao camarote da inspectora dos
tbealros, de onde assistio o espectculo, todos
os espectadores saudaram novameote > ar-
tista.
A orchostra do theatro n'essa occaso tocou
o hymno nacional e em .seguida agrardiosa
Sinfona^ da opera II Guarany, ouvida de
p por o tos que mais urna vez alniira"aui e
artista brazileiro.
Novas manifestages de enthusiasmo foram
erguidas ao autor de to inspirada contposi-
go.
Era ura dos intervallos do espectculo dis
lindos mogos do commercio, dirigiramse ao
artista, significando-lhe o seu vivo canienta-
melo em vl-o no seio da trra que se orjulha
de possuil-o como o mais admirado dos seus
filhos.
Foi uma fesla muito bonita feitaao brazileiro
que tanto em sabido hoarar esse noma nos
grandes centros europeus.
Cons'a-nos que uma commissao de Exmas.
Sras da nossa sociedade, vo organisar um
grande concert vocal e instrumental em ho-
menagem a Carlos Gomei, comeando par essa
festa de arte outras commissOes, que se mcum-
biro do modo mais grandioso para solenolsar
a visita que a esta capital acaba|de fazer o maes-
tro.
A'iuspectoria dos tbeatros pflz a dispesigo
das commissOes o theatro Santa Izabel para a
realizago de to justa homenagem, nao se pou
pando com o seu .oncurso. para que ella enha
o raaior brilhantismo condigno ao Grande Maes-
tro.
E urna vez que se trate de urna natnbilidade
nacional, offerecemos desde j, lodo o nosso
diminuto, porem franco auxilio.
Logo que tenhamos noticias mais detalladas,
com o mais vivo enthusiasmo, daremos as nos-
sos lcitores.
Deve ser uma festa imponente.
A commissao compOe-se dos Srs.:
Bario da ''.asa Forte.
Commendador M. da Silva Mala.
Dr. J. B. GalvSo Alcoforado.
Antonio L. Rodrigues.
Jos J. Das Fernandes.
Commendador Luiz Duprat.
Dr. Joo Salgado.
Commendador Joseph Krause.
Dr. A. Witruvio Pinto.
Dr. Thom Gibon.
Dr. Celso de Souza.
. Phaelante da Cmara. ,
Dr. A. Pereira Jnior.
Dr. Oswaldo Machado.
Fernando Barroca.
racilmno Martins.
Dr. J. Moreira Aives.
Baro da Soledade.
r. A. B. L Caslello Branco.
Euclides Fonseca.
Dr. J. E. Ferreira Jacobina.
Ur. Corbeniano Fon?eca Filho.
Secretaria da IndustriaA' fal a de
concurrentes, foi transferida a licitago do ser-
vigo da subslituigo de maderasnas poetes dos
4.a e 5 districtos para o dia 27 do corrente.
Eutbellezamento da cldade-OSr.
Josa Maria de Carvalbo, negociante desta cida-
de cedeu gratuitamente Prefei ura Municipal,
para ser demolida a casinlia da ra do Riac mel-
lo que se acbava fra do perfilamento da ra
do Socego.
E' digno de louvor o procedimento do Sr. Car-
valho.
DerbT Club de Peruambaco- Pro-
cedeu-se nootem a eleico para a nova diiecto-
ra e commissao fiscal desta sociedade, dando o
seguate resultado ;
Para Directores
Joaquim Luiz Teixeira (reeieilo) 67 'tolos
Antonio Jos Rodrigues de Souza, dem 68
Guilberme Antunes Gumares 68
Suppleules
Joo Benigno da Silva g votos
Antonio Adalberto Gomes Ptnna 6
Antonio Ignacio do Reg Medeiros 3
Commissao Fiscal
Dr. Manoel Martins Fiuza Jnior (re-
eleito) 70 votos
Commendador Joo Jos de Amorim,
idem 66 *
Dr. Antonio Pedro das Neves 70
Supplentes
Alexandre Lopes de Medeces 12 votos
Manoel Martins Pires da Fonseca 10
Manoel Joaquim de Andrade 9
O nosso Ministro eiu Portugal
O Dr. Assis Brazil, nosso ministro junio ao go-
verno de Portugal, durante a sua estada n?
Porto visitou a officina de S. Jos, ond4 era
aguardado porta pelos educandos, meslres e
director do estabelecimento.
Um dos educandos recilou os seguintes ver-
sos :
Bem vindo sejais, ?enhor,
A esta casa do Bem !
O oosso corago tem
Uma divida de Amor,
Essa divida sagrada
Que nao podemos pagar
,E" ao povo d'alera-inar,
Que nos deu esta morada ;
Ao Brazil ludo devenios:
A crenga, o tr-balbo, a f.
Esta casa vossa
E o que um dia seremos..
Dizem que sois nosso irmo,
A consciencia, escutui,
Consultando o corago,
Cl ma qu: sois um pai.
No livro de honra do esrabelecimenlo oos-
so ministro deixiu consignada a impresso da
sua visita aquella instilu:gio as seguintes pa-
lavras :
1 orno a hygie'e previne a doenga do cor-
po, a educago previne a doenga da alma,que o
crime. E' por penar assim que nao posso de3-
ped r-me desla casa s :? salur amraio a quera
explica a sua existencia, ao- benemrito padre
Sebaslio Leite de Vasconcellos. Porlo, 25 do
Margo de 1893. J. F. de Assis Brazil.
Faileciaueaato Victima de amigos pade-
cim-nlos falleceu no sabbado passalo s 1 ho-
ras da tarde ocdado poriusuez Daniel Augus-
to dos Res irmo do antigo negociante da nos=a
praga Dugo Auguslo dos Res.
Era o finado maior de 15 annos e deixa mu-
Iher e filhos a quem senmeritamos..
O 3 ;u enterratnento etlectuou-se lioutem s 11
horas do dia.
Compianb'a HodenaO Sr. Poltronieri
secretario desta compnnhia que no thealro Santa
Izabel vem fazer a eatago dramtica de Julho
e Agosto, nes raoslrou o telegramma que rece-
beu no qud o emprezario L. Cerutti Ihecommu-
nica que a mesma cotupanhia pretende estrear
no d a immediato ao da chegada do vapir Las
Palmas.
Os Srs. aasignantes podero d sde j procu-
rar os seus bilhetes em m3o do Sr. Arantes, uo
theato, das 9 da rnanhi s 2 da tarde.
Tribunal <1<> Jury do Recife Nao
houve hontem julgaraeoto neste tribunal falta
e jurados em numero legal.
i.ompareceram 26 jurados.
O Dr. Jos Julio Rgueira Pinto de Souza,
presiden e do Tribunal, raullou em 58 os jura-
dos qu; deixaram de comparecer.
Adiou-se a sesso para hoje as Iiora3 do eos-
lume, devendo ser julgado o ro Jos Lucio
Luiz Tarares.
Matadouro Publico -Foram abatidas
no Matadouro Publico da Cabanga 193 rezes
para o consumo de boje
Missa-Ura devoto da Vrgem do Carmllo,
raauda celebrar hoje uma missa era seu louvor
no altar maior da Egreja de No-sa dea-iora do
Carino, pelas 61,2 doras da raanh.
Ser celebrante o congo Martins.
Casa de Detencao Moviraenli dos
;>resos da Casa de Detengo do Recife, Estado
4e Pernambuco, era 14 de Julho de 1895 :
Existiam....... 478
Entrara ra....... 3
Sabiram......< 3
Existem .
A saber:
Naclonae.
Mulheres .
Es trnsenos
Mulher. .
Total.
Arragoados
Bons .
Doentes .
Loucos. .
Loucas. .
478
441
11
25
O
478
436
401
21
10
4
"436
Total.......
- Movimento da enfermara :
Teve baixa.
Francisco Pereira da Silva.
Teve alta:
Jos Francisco Alves.
Casamento civil -O escrivo aos ca sa
raemos que funeciona nos distrlctos do Recife
Sanio Autonio, Sao Jos e Afogados affixou na
repartigo do registro dos casamentos ra
do Imperador n. 75 1.' andar, edital de procla-
mas de casamento dos seguintes contrllen-
les :
2.2 Publcago
Thomaz Amonio Soares Brando, residente
na freguezia de Alogados, com Francisca Julia
Ferreira Leal, resiJenic da freguezia da Boa
Vista, solteiros e naturaes aeaie Estado.
Jos Soares Peixoto, commerciante, residen-
to na freguezia de Santo Antonio com D. Anna
Clauiina de Arruda Franga, residente na nida-
da de Olinda, solteiros e naturaes do Estado aa
Parahvba.
O respectivo escrivo do registro de casa-
raeutos da Boa-Vista, Graga, l'ogo e Varzea
atflxou na repartigo do registro a ra do Im-
perador n. 41, 1." andar editaes de proclamas
dos seguintes contr-hentes :
Lucio Romo. praga do 14 batalhSo de infan-
taria. com Benedicta Clara Ferreira Gomes,
solteiros, resideutes na freguezia da Boa Vista.
Augusto Romarco de Amorim Lima, residen-
te na cidade de Olinda, com Maria Lupicina Cor-
deiro, solteiros e residen es na freguezia do
Pogo.
commissao de Uelhoramento do
Porto do RecifeRecife, 14 de Julho de
1895.
Boletitn Meteorolgico
doras. Term centi- Barmetro Tenso do Humie
grado (a 0a) vapor dado
6 m.
9
12 >
24,'5
26,0
26,<5
25,'8
25',5
760-41
761 ,-62
759,-33
759,-17
759,-84
18,73
21,80
21,13
21,10
20,78
80
80
82
86
86
Temperatura mnima 24,00 Thermometrcs
lesab .gados ao meio dia.
Temperatura mxima 29150 Ennegrecido
7.2-Prateado 37,-2
Evaporago em 2i horas ao sol 2,-6 som-
bra 1,"5.
Chuva 14-.8.
Direcgo do vento : ESE com i nterrupgjs
e SE e E de mea al 2 h. 13 ra. da manh ;
SE at 7 b. 57 m.; SE e ESE alleroades at 9
h.54m-; ESE e E al eraados at 2 b.-20
m. da tarde ; NE at 4 h. 25 ra.; SE at 4 b.
50 m.; SSE at 5.h. 01 m..' S at 6 b.- 01;
ESE e E alternados at 11 h. 46 m. ; ENE al2
mea noite.
Velocidad media do vento 3,'0t> por se-
gando.
Nebulosidade media 0,50.
Boletim do Porto
Pra-mar ou Dias Horas Altura
baixa-mar
B. M. 14 de Julho 9 b. 20 m. da m. 1,-35
P. 3 b. 30 m. t. 0,-35
GALEPINO
i^ovid.des Novidades !!
BonnetMaouat do cap'talista, ou cootes
feitas de juro sobre qualquer quantia, 1 vol-
ene,
Teixeira Bastos Poetas braztleiros
Rajmundo Correia, Albeldo do OLreira, Va-
lentim Magalbes, Fontoura aver, Theopbiio



r*
Diario de Pcrnambnco Terqa-feira MO %..

V .
Das Mucio Teixeira, Ixidoro Martina Jnior,
Sjvlo Romaro, Felinto de Almeida, Hngo
Leal, 1 vol. broc.
Ken Haieroy-Jouroaldune Ruptu-
re, 1 vol. broc.
LIVROS RECEMCHEGAD03
Paula BaptistaPratica do procesao
Civil, ultima edicao, 2 vols, ene.
Pereira e Souza-l'rimeiras ltnuas so
bre o processo civil, 2 vols. ene. ____
Uouveia Pinto-Testamento e succes-
Ces, anotado por T. de Freilas, 1 vol. ene
liriacker-Livro do promotor publico, ul-
0 ia edicao, 1 vol- ene. ,
Araripe-Codigo civil brasileiro, 1 grosso
toI ene
Ibas-Accoespossessorias, 1 vol. ene,
Lelsda BepubUca, 1892 e 93, 1 vol-
ene -
utran -Manual da Justiga Federal, 1 vol.
MU*
, de Mallos-A Loucura, 1 vol, ene.
Curreia Telles-Doutrina das aegoes,
or T, ile Freilas, 1 vol. ene.
fcaffayetleDireito das causas (edigao es-
cotada e rara) 2 vols. ene.
T. de Freitas -ConsolidagSo das leis
civis escotado) l vol. euc.
Liberato Barroso Contractos com-
merciaesl vol- ene.
Julio de Mallos -Manual das doencas
mentacs, 1 vol. ene.
Muir Formulario, 1 vol. ene,
gapito da Veiga-0 amigo dos cotn-
m -roanies, 1 vol. ene. .
Pereira de carvalho -Pnmeiras U-
nhas sobre o processo orphanjlogico, 2 vols-
ene.
Alexandre Dumas- dama das Ca
mellas, nov edicao, 1 vol 18500.
pihcro ChagasTristezas a bcira-
ir ir, 1 vol. broc. 1S0O0
E,. de Mcndonea -Memorias de um do o
1 toI. bioe. 500 res.
\.\Hugn l.'liimo dia de um condemnado, 1
yo\. broc. 500 res.
Lauri perfil da mulher, tralugao de J. S.
1 vol. broc.
Doc-iro Nacional, manual completo
nefte genero, 1 vol ene.
A uslell -Historia natural popular, ulti lia
edigo, 2 vols. broc.
E,uiz F'guierAs rajas humanas ed cao
illutrada, 1 vol. ene.
Julio tbeiro-A carne, romance nalu-
raiisia, 1 vol. broc. __
Jos de Alencar-0 Guarany, 2 vols
ene
Anse.mo Bibas -A Capital Federal, im-
presses deum sertanejo, 1 vol broc.
Jos de Alencar-As minas de prata, 3
vols. ene.
Dandet-0 imraortal, l vol. b oc.
Memorias de urna cantora, leilura
para homeiu, 1 vol. broc.
G. Ohnet -Derradeiro amor, nova edigo
1 vol. broc. .
Nora Bibliotheca Econmica, col-
lecco le tona romances, 1 vol. broc. 800
res.
F. Varella-Obras completas, 3 vols.
CDC,
A. de Azcvcdo Obras completas, 3 vols.
ene.
Bcbay Physiologia do matrimonio, 1
vol, ene. ,
Uebay Pin Biologa do amor. I vol. ene.
Burga*n rammatica franceza, nova
edice, i vfls. ene.
AValdez Diccionarios inglez-portuguez
porltguez-glez, 2 vols. ene.
Jos de Alenear-Til, 4 vols. ene. em
Cblrajara.
Romances .tle C. henet.
Romances de Hacedo.
Romances de P. do Kock.
Comedias, scenas-comicas
dramas, grande sortimento por
preco barato.
Lit leratura, romances,
poe3aF, grande* remessas
por todos os vapores.
Nos?a casa nao faz con-
venio em presos de livr^s,
vende tempre pelo menos
que pode.
LIVRARIA ESCOLA b0 POVO
DB
SOU1A PAZ 4 C.
81RA DO IMPERADOR81
Compra e vende livros tiovos e visados
PERNAMBUCO
SPORT
Pra lo Pcraanbncaao
1. CORRIDA
Deu ante-hontem o prado do Lacea a
sua 1.* corrida do anuo, com a qual
comraem rou urna data celebre na histo-
ria da humanidades
Homenagem & Colonia Franceza pelo
14 dd Julho, all esteve ella devidamen-
te representada; e a festa correa bem
e ordenadamente ; e apezar do dia,
houve concurrencia e animado relativa,
apezar de nao ter-se realisado o ultimo
pareo.
A casa das apostas emittindo 4.132
poules, apurou a importancia total da
20.660*000.
O multado das corridas foi o se-
guate :
" 1.' pe reo850 metrospremio 250,5.
Vencedor Pleiade em 64", jockey Olym-
pio, 54 kilos. Sua poule em f rimero
31S9D0 em segunde 1232 0.
Girafa em segando 73C0.
2.' pareo1,100 metrospremios 300$
Vencedor Bathory em 83", jockey Pedro
Alexandrino 52 klos, sua poule em pri-
meiro 138100 e em segundo 78300.
Cingo em segundo 78500.
3.- pareo1.200 metros premio
300$. Vencedor Pluto em 89", jockey
Pedro Alexandrino 52 kilos, sua poule
em primeiro 12J70O e em segundo 5*800.
PalLaQO em segundo 5J9O0.

4. pareo950 metrospremio 25nS.
Vencedor Garimpeiro em 70 ', jockey Deo-
lindo, 54 kilos, sua poule em prime ro
3900, e em segundo 7J400.
Sans Souci em segundo 6*200.
*
5.- pareo1.000 metros-premio 250*
Vencedor Pharisen em 76 1/2", jockey
Casemiro 54 kilos, sua poule em primeiro
14*800 e em segando 6S200.
Maestro em segundo 5*500.

6.- pareo2.600 metrosHandcap
premios 1.00O00O- Vencedor Feniano
em 207", jockey Pedro de Qneiroz, 52
kilos, sua poale em primeiro 9*700 e em
segundo 88300.
Tiiumpho em segando 33$800.

7.* pareo700 met:oa premio 200*
Vencedor Accionista em 54", joehey Ca-
semiro, 52 kil:s, sua poule em primeiro
11*100 e em segundo 78400.
fi-uce em segundo 7)?|QQ.
Coiicellio Municipal do Recife
BALANCO DA RECEITA E DESPEZA DO MEZ DE JUNIIO DE 1895
RECEITA
Aferico 26
Ajougues 62
Botes e escaleres 34
Baixa de capim 44
Corticos | 22
Canoas e alvarengas 33
Coqueiros 45
Curral e viveiros de peixe
46
Fogo do ar 50
Fogo de salao 49
Guindaste 29
Garapeiras 61
Jogos nao prohibidos
Jogo de poules 2 / 58
Muro baixo 21
Machinas vapor '31
Taboletas 37
Trilhos na ra 64
Terreno nao murado *
23
Enchimento 41
Bancos, agencias, etc.
67 n. 1
Rebocadores e canoas %
35
Fabricas de sabo, leos
e tecidos 67 n. 4
Olarias 65
Solo inferior 17
Suinos 28
Espiritos 63
Divertimentos pblicos 3
53, 54, 55 e 59
Imposto de 40 rs. 68
Decima deduzido 1 0/0
para a limpeza, as qua-
tro freguezias da cida-
de
Padarias, refinarias e es-
tabulo 43
Mascates 30
Calcamento da cidade
70
Multas | 13
Carros e carrosas 32
Cornijas e parapeitos '
18
Limpeza inclusive 1 0/0
dos impostos de deci-
ma
Matadouros 3
Mercado 2
Cemiterios s 24 e 25
Fabrica de fructas do paiz
67 n 9
Divida activa 6
Casas de negocio 67 n.
IO
E-nolumentos 15
Edifica?o 16
Eventuaes
Fabrica de serveja 67
n. 8
Casas de venda de bilhe-
tes de loteras 67 n.
Sociedades anonymas "
67 n. 2
1:1368995
525$ooo
97S000
318S150
2:3738000
239S000
158S550
iosSooo
io.isoo
840SCKX)
4725oo
10S500
2108000
3:0778200
528500
42O$O0O
73S500
1058000
738164
3:1508000
6:3008000
1058000
630S000
1058000
1:1038000
1738000
3:3968750
4988750
4:8938960
106:3708804
1:7858000
1578500
1:1698509
9608750
1:5645500
4:2738387
9:43754o
24:8458000
9:3368900
2:4258775
420S000
8:8148967
3:0578899
i :992883o
8018398
59$8oo
5258000
1:5758000
3:1508000
213:3768578
CAIXA
Dinheiro sardo de taio 139:0698386
Rs. 352:4458964
O 2.0 escripturario Antonio Lopes de
Carvalho,
Servindo de escrivao da receita.
Antonio M. Pereira Vianna,
Thesoureiro.
DESPEZA
For?a municipal i
Instrucfo Publica 2
Saneamento e calcamento
3
Limpeza do Paco Munici-
pal 4
Desapropriaces 5
Limpezas, jardins da cida-
de 6
Obras diversas e micto-
rios 7
Aterro do alagado Fernan-
des Vieira 10
Eventuaes dos cemiterios
* I2
Juros de apolices 14
Instituto Vaccinieo e Hy-
giene 15
Jury e eleices 16
Expediente da Prefeitura
' 17
Impresses e publicares
M8
Custas decahidas 19
Vencimentos dos juizes
districtaes do mez de
Maio 20
Vencimentos do Dr. Pre-
feito idem idem 21
Vencimentos do thesou-
reiro e fiel idem idem
22
Vencimentos dos empre-
gados aposentados idem
idem 24
Vencimentos dos empre-
gados da Prefeitura in-
ternos, externos, foro,
etc
Custeio com os matadou-
ros 26
Custeio do Mercado de S.
Jos
Eventual
9:9118/92
27:0138376
5:5318620
2288400
6:6268100
6:105^387
2765S460
2':4268470
4498000
908000
1:7198000
2808000
6898400
9588350
1:2 598475
2:296.8846
8338333
1:0838333
9858133
25:5088584
3:3668670
239SOOO
5748010
sbuiarem do unce de V. S. por aquella f rma.
Nao.o fdiedo, com qae cara, no Om do bodo,
(ara aoi mealnos pe'eaolas sobre as regraa da
syniaxe o da oriiiograpdla oo julgjr as proraa
ejcnniat ?
Alen iiiso, o pavo pode acreditar qae en
ilsse a V. S. ron-ag pxl'aord;nar:aa e faifas, o
qne nao r^ioav e jn>ta I
Eu fia capaz .le me ulUisar das Torcas qne
a nato-e:a me deo contra orna p-.-ssoa .o tm
evldeocia oomo V. S., pac.tJ, lona;et,te, peri-
to do&redj, que eol-oa no cemiterio, -i'onde
se reii'ou por uao rompa'eci lo, f Fra ler o
goslicbu de ver com oj prjprlos olbos a verda-
ueira (- dj abacar.i?
Ri o la ua cooscleocia.
Veana imj ves riada a Impr'nia Sr. 0*.
BaTO Scbrmho. etiha por livor!
O povj deba E-ttdo e do reato do um lo
ee' ancioao por ver V. S. fazeedo mais 0^0'
ra aioda/
S lemaro a V. S. que prreiso declarar a
iodos, que o Barros Sob-mno do Jornal de
boje Dio o propr o, mas o fal'incado pela
multada dos gaiato.-; que o proprlo la-a
como o Prorr,ri--, de.laraeao desia data em
diaoie qoae>i as ama verdadeiras prolog".
Aqoi Donhi termo a estas mal tragadas II'
oaa, que ei-crev 1, smente per 1er mullo em-
pello a V. S-, e rcuit simo a su lingua.
Procu ando (,-arba* o pao boueelameoe a
cu-ia ne ttto trabaIhocanapro oa ^uariia mu-
nicipal os uieu- deveres, respeltando a t d>-.
Nao coobiqio que se ose do meu nome pura ti-
Imir o povo e as autoridades.
Veniiqut! V. S. o tal artigo e venta com en-
cripto |de stu proprlo ponto, duer qae mdo
qosn'o encerra falso e lorpe.
No mas, aceite V. S. os p.oteslc-8 de mioba
coiifeiierj^i e respailo.
0 eareeDtn,
Manotl Bezerra de Jess.
R?cife, 14 de Jaiba de 1895.
CAIXA
Dinheiro saldo para Ju-
lho
Rs.
loo:940S739
251:5058225
352:4458964
O 1/ escripturario servindo de escri-
vao da despeza,
Marianno de FigueirSa Farta.
Festa lo .Vi^tu Senkora do
Carino do Recife
PROGAMMA _____
No da 15 do correle ao meio dia urna salva
real acompanbada com diversas gyrandolas de
fof^o ao ora da baoda marcial do 2." batalho
es adoal, annunc ara aos devotos da Virgera
Nossa S;nhora do Carrao qua chegado as ves-
peras '1a festa da mae de Ueus do tarmello.
As 5 horas da tarde enlraio com toda pom
pa e brilbaniismo as vsperas solemnes, com
Jubilo Plenissimo.
: Na madrugada do dia 16 pelas 5 horas ser
I rea la urna uiissa.
A's 11 horas, entrar a fesla que ser prece-
dida de Tercias.
A orches ra a gran le rrissa chamada Monte
Curmello ser dirigida pelo maestro Rosas sen
do os solos executados pelos principaes canto-
res desla Cidade.
Ao Evangelho as-omar tribuna sagrada o
Rivdm. Conego Vigario Augus o Fraukln M.
da Silva, que em arrobos de eloquencia que Ihe
peculiar ex pora aos tieis devotos da Excelsa
Senhora do earmeilo, as virtudes e milagres
de lo boa mae.
Ao terminar a festa sahir, como de costme.
a rasoura sendo dado ao recoloer-se a beiicao
Papal.
A tarde pelas 5 1|2 horas ser entoado o
Te Deum,' oceupando a tnuuoa sagrada o re
I gioso caimullila e insigne orador sacro Fre
Augusto da t.onceicao Alves.
No dia 20 s 9 oras da manda ser enloada
a fesla solemne dos patriarebas sanio Elias e
santo Elvso orando no evang-l o um dos dis-
tinctos prfgadores desta cidude; e, no da 21,
domingo, s 8 horas ser celebrada a fesla de
Nossa Seohorn do Fronlespicio, baveodo no
evangelho sermo,
0 Templo
Rico e caprichosamente ac^a se decorado o
magnifico Templo de Nossa Senhora do Carmo
A profus&o de ores, luzes e arabescos, e as
suas rispoBigoes sy me incas formam um con
junto harmnico de encantadora perspectiva,
cuja ex-cuc&o esta a cargo do Sr; Manoel G.
Agr Filbo.
Procissao
Os religiosos carmelitas convictos da grande
devoc&o qae tera o povo pernambucano em sea
religioso coracao, resolveram com todo sacrifi-
cio, expor em solemne procissao o grande vul
lo da me de Ueus do Carmo, em carro trium-
phal e puchado por criancinhas; no dia 21 do
correle pelas 3 i\2 horas da arde cujo itine-
rario o sppuinie ;
Pateo e Gamboa do Carmo, mas, das Flores,
Nova, i'abug, Pracinba, Crespo, Imperador,
paleo do Espirito Santo, ras, do Queimado,
Livrameoto, Direita, travassa e paleo de S. Pe-
dro, Horlas e recolher.
Os mesmos religio os nSo tm poupado es-
toreos para o realce e orilbanismo da fes a de
Nossa Senhora do C?rmo. e esperam a coadju-
vacSo de todos os devotos para tao sublime
flm.
S E&O
Contadoria Municipal do Recife, 9 de Julho de 1895.
Genuino Josi da Rosa,
Contador.
IND1CAC0ES OTIS
Medico
lilas, drogas, producios chimicos e ou-
Iros medicameotos homeopathicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
Papis Pintados.
(,Casa especial de Papis pintados de
todas as qualidades para forrar sallas.
1
O Dr. Pedro Pontual,ex-chefe de
clnica do professor Wecker, de volta Ra Mrquez de Olinda n. 12.
de SUa viagem a Europa, tem Seu COn- j umm^m^^^^^^^mmmm^mm^m^mm
sultoriorua Nova n. 18, I. andar, e FURl |f if AF8 A PUllllll
residencia em S. Jos do Manguinho rLDLltlVpS UlUl"
n. 4. Consultas de 1 s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr, Joaquim Loureiro medico pariei-
10, consultorio raa do Oabug a. 14,
resideucia na Casa Forte n, 5, casa de
azulejo, defroole da igreja da Campia.
Dr. S Peretra, ra da linperatriz n.
6, d consultas medico-cirurgicas todo
C das das 8 meio dia, menos uo
domingos e d|as santificados.
O Dr, Lobo Hoscoso d consultas em
na casa ra da Gloria o. 39 das 10
toras da maah 1 da tarde. Achan-
lo-se ra do servido publico offerece-se
j..ia acudir a quaiquer chamado com
pro:aptido para fora da cidade, Espe-
cailade, operaces, paitos e molestias
de senhoras e raninos.
OecnlUUs
n j>____/ C~.m nniiota H aunar ae to^unuo com os timlos dos que
Dr. Brrelo bampaiO, OCCUllSta, da. avCe e dos que nSo conbece para saber bem
consultas de 1 s 4 horas no primeiro da via Interna de caa quai| conbfcendo em
andar da rna do Baro da Victoria o.
51.
Bjsidencia a ra Hospicio n. 46.
Teleohone n- 3o5.
Dr. Pereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
Imperador n.# 63 i." andar. Rezide em
Caminho Novo.
Telephone n. 588.
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aria Sobrinho & C, droguistas por
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cialidades Pharmaceuticas, medicamenN
tos homeopalieos e tintas, leos, pn%
ceis etc., etc. Ra do Marquuz de Olio
da n, 60.
A. P. Braga Guimares Agencia de
todas as especialidades pharmaceuticas,
lllm Sr. Dr. Barros Sobrliiho
Ssodo V. S. o facultativo rnais procu-ad.i e
querido destj cidade e n9o teodo, por este moti-
vo, lempo 8ofBcieote para ler joroaea, lalve
leoore que om gaiato pobllcoi; do Jornal do
K'cife de boje om capltob da Caocao da
Tarmeliuda, do delicioso Garrido, sob a respei
tavel sasigoatora de V. S., subiitoiado os ne-
mes proprios smeote.
Como >>e Islo co bastaess varios invejosos
incomblram-se de espalbar qae V. S., m-smo
foi qoeco escrevea o assigooo aquella cou;a e
levoa-a ao Jjro = l por eoaa propriai oaos.
Eu dovidel, duvido e duvldiirei d'islo, em-
qoaoto tiver vida e saode.
Pols sera possUel que V. S., aotor de gram-
matlcs, pr jfess.r eem igoal, a imirado por todos,
nio saibi mals a ortbograpbia, disparando :
por toda parte furiosamente? oa mole o lem-
po dos verbos e obrigae a pobe syotaxe a pas-
sar por forjas caodinis, oo digo asoeira com
timanba coavirga) ?
V. S., palmatoria do muado, qoe parece con
fabu ar de continuo com os f imolos dos
Pretendida exhanaacOo
Ao Sr. Dr Barros Sobrinlw- vulgo Dr.
?nata b'irTao
Improbi-na pereant perdwit.
i a bella prodcelo de seu admirabi-
lissimo talento e confesso que gostei.
O Sr. Dr. Phaelante e Manoel FalcSo
e V. S. me obrigaraa a assignar como
verdadeiro, facto, que nao presenc el 1.a.
V. S. merece urna estatua equestre
a pj
Lamento n3o possu'r urna giammat ca
da de sua lavra para dizer cousas, com a
mesma curreccao, com que V, S. to
brilhantissimamente se esmera para fazer
pasmar o universo.
Limite-se ser busina de phonographo
e deixa-me em paz, que nao tenho tena-
po para ficar esttico ante seu gr-nde
talento incgnito, especial, especialisai-
mo, como perito do abacaxis.
Vale.
Ceniiterio Publico de Santo Am ro, 14
deJulh.de 1895
O administrador,
Ascencio M. Meira de Vasconeelios.
(Do O Estado).
todo o B'aiil dous bomens de bem someu'e
(Sabuco e S. S), nao terla semelban e procedi-
mento.
O meo julio certo porque, no tal nunca as
siz bastan e decantado sobredlto, affima-se qoe
V. 8. 1 ao podeodo mals esperar, retlroc-se
por nao ler comparecido II... jue tu d.ssera a
V. S. qoeestaia all para ecjpregar a minba
fo'ga(pbyslca?j para evitar que se Uzease ex -
m ; e mal adunte qae V. S., qoe nao
caxpareceo e por islo retlron-se, oto podendo
esoerar m s, obrlgoa o Sr. administrador do
Cemiterlo a assigoar declaragOes falsas, leodo
por t-'stemuDbas os quatrn empreados Caldas,
Braodao, amanoense e guardi, a en do portel-
ro a qnem dirigi leitras.
Respetosamente declaro a V. S. que d8o tem
de qoe se qaeixar po: esta DioUcagem alies
le mo gosto. que o tal patato I-s.
V. S. meamo tem ltimamente compa'ecido na
tribOQd grande da imprensa para gemer aos po-
vo?, qoe tal..., que consa..., Bem ser chamado,
sem ootra ratao alm do furor em qoe est de
tfaier figura, on bem merecer do fotoro aos
Dgratos qoe at agora nSo teem encontrado
senoo, e quUqoer consa na cabeci de V S., lora
os cabellos.
Proteste V. S. centra a poo?a vergonba de
Programla
da festa da devoco da excelsa
virgem do Carmo da freguezia
da Boa Vista.
No dia 17 ser celebrada a missa
cantada da nossa excelsr Padroeira, as 8
horas do dia na igreja de S. Goncalw
depois da missa haver as esmola do
cos'ume.
A noute haver iadainha na sede da
mesma devocaa sito a ra Velha n. 118,
a orchestra estara confiada ao hbil pro-
fessor Flavianno Martina Vianna, no
lntervallo subir ao ar diversos bal3es
aerstatos um denominado paraquedas.
Em todo actj tocar um* banda mar-
cial.
Bafife, 16 de Julho de 1895.
O secretario,
Nomnalo Vieira do Cunha.
Ao eommercio
Declaro que o Sr. Justino Firmino da
Cunha Moreira nao vendeu o estabeleci-
aien-j de molhados, ra do Amparo,
n. 95, municipio de Olinda, mas sim as
meicadorias, nelle existentes; porgue a
armacao e utencilios sSo minha proprie-
dade exclusiva, e somente eu posso dellea
dispor.
Faco esta declaracSo para obviar qual-
quer duvida futura,
Olinda, 13 de Julho da 1895.
Gentil Correia de Gusm&o.
tifia Irt
Dr Fel ppe de Fgueira
Faria
60 DIA DO PASSAMENTO
A Mesa Re^edora desta Dvoj&o g:-ata
aos relevantes servicos prestad s pelo seu
digno e Ilustre ex-irm5o Dr. FELIPPE
DE FIGUEIROA FARIA, manda cjle-
brar rr.issas e memento no dia 17 do
corrente s 7 1/2 horas da manha, na
igreja de Nossa Senhora do Carmo, em
3-ffragio d'alma do mesmo finado.
Pa a assistirem a esses actos de pieda-
de christa, a referida Mesa convida aao
os seus irmIos,-como anda a famil a e
amigos do illa.tre morto.
Consistorii da V. neravel Devoro de
Nossa Senhora da Boa Morte, 13 de Julho
di 1895.
O escrivao,
Manoel C. Liborio.
---.--:._ ;
V memoria do meu nunca om-
quecido amigo coronel *<*-
liaslian l.'.l. I.iu.s \% ifitlc r-
ley
Fazem roje tr nta das que no occaso su-
mi se o impolluto e re.'peiiavel cidadao de
quem 'screvemos o nome uo alie destas linlias.
Fazem hoje trinta das que n morte, essa :ra-
p edosa e a roz.devasladora do genero humano,
arrebalou urna vi la preciosa e til a familia
oela sua devogo ao culto do lar. Fazem
hoje trinta das que nou-se um pni de faini
lia amoroso e exemplar, um esposo extremoso
e dedicado e um amigo sincero e pre-tanlc,
deixnndo a lotos en\otos na roais acerba ior
e inexprimivel saudade.
Sao inoxoraveis e caprichosos os juizos^las
Parcas !
Peran'e a lerrivel tropos nada valeu as
supplicaseas lagrimas da espofa virtuosa, da
mai carinhosa, los Albos, dos irmaos e los
am gos aifdduosos l
,E, quem tal dara ?. .
Anda i-ontem, cheio de vida, prasenteiro e
risonho, cercado de ^sposae lhos, dando-hes
ensinamentes e txemplos proveitosos :
Anda hontero, na doce convivencia 1I03
amigos, no meio so ial em quevivia fazen-
do-se notar pela sua prove.bial affubiltdade,
p lo seu carcter franco e leal, pela sua ener-
ga mascu a, pela sua honradez inquebranlavel
e nunca con esiada '.
A sua alma elle a tinha aber o a todos os s in-
timemos oltrui li os, o seu caragao magnnimo
e generoso era um lhe9ouro onda se aninna-
vam os mais nobres e elevados dotes 1
Porem, nada Ihe valeu I
A cruel fouce tu O coronel Sebastiao Antonio Accioii Iiins
Wand rlev era o prototypo da bondade es-
pirito naturalmente inclinado para o bem e
educado para o amor.
A amisade era para elle urna relig ao perno e
cujo altar se presiava com verdadeira e sincera
devegao.
A'sua incoosolavel iuva a Exma. Sra. D.
Gerlrudes T erexa da Rocha Lins, aos sus
dignos t I tina e irm&os, as mnlias sinceras
condolencias !
Descanja em Dcus, bom amigo ; Sotie o neo
tamul' depooho minhas saudades !
PesqueiraJulho 1895.
Bimjamin Caraciolo.
Ao publico
. Tendoo Superior Tribunal de instiga do Eta-
do julgado imprecedente o ; rresto reqa rido oor
Jacinlbo Pacheco Ponles contra o meu esUJe-
lecimento coimu' rcial, a ruada Imperalriz n. 3,
vjiiIi 1 declarar qu> fui victima de urna perse-
gu gao do mesmo Sr. Pacheco como cou pro
vado pelo accoroao do Tribunal.
as le tras que esse mesmo senbor possue,
acceitas por mim e venciveia e u Dezembro do
corrente *noo e outra em Junho do;anno vin-
d uro, serio pagas em seus vencimentos pon
tenhoja minba bonra de cominercianle honesto
a zelar.
Nunca faltei a comprom sso de qualquer es-
pecie na minba carreira coinm#rcial e o mesmo
uao se si poder dizer o Sr. Pa naco.
A justica iriuiap a mos'raudo a violen:ia
que fui victima.
Fago esta declarado para evitar que as [es
soas que nao me coohec m fagam juizo poaco
favoravel a meu respeito.
Outro aira declaro que vou mudar de negocio
estabelecendo-me em breve nesta cidade.
Ao meu aivogado Dr. Antonio Tolen'ino
driKues Campos 03 moui agradecimantos.
Recife, 15 de Julho de 18 5.
Manoel Antonio Perei a de Azevedo.
Ro-
riiiiii:\s
A Exra Sr." D Matlhilde Augusta Scolla
Pinlo, pelo completo de suas 23 primaveras 00
sabbaio 13, a Exm." Sr. desejo muilos das de
existencias e um risonho futuro.
Recife, 14 de Julho de 18!>5-
Jos Alves Almeida-
Aos Sr.s fabricantes das diversas
bebidas espirituosas e fermeu
tadas
roQVcan>89 para urna reuniao s 6 horas
ras da larde do da 18 do corrente mez, na fa-
brica cila roa da Florentina n. 11 aflm de
accordar se n < melhor modo do pugamenlo dos
impostos de cJasse Estadjaes decrelados pelo
governo,
Pedese o comparecimeolo de todos os fabri-
cantes, a bem dos interesses recprocos, e nio
haver motivo para reclamaeao.
Recife, 15 de Julho de 1895.
Diversos fabricante?.
Qnem que nao teta tido noites d'inso-
nia ? O'que nao dari* eu para poder
dormir, dissemos nos uns outros em certos
dias de incommodo e de soffrimentos ?
Pois beT, eu Ibes offereco o somno por
preco mdico : um vidro de Xarope de
Follet contem rlnca ou seis noites ds des-
canco completo, natural sem pezadello,
sem nenhuma consequencU desagra-
da vel.
Elixir H. Uorato
A ferida da perna que por um anno
de tempo me prohibi de trabalhar; e me
fez viajar tanto tempo atraz de mdicos
especialistas, s pode fechar tomando o
o irande remedioElixir M. .Morato
Uto que verdade.
Cidade do Rio Claio.
Silvestre Misa Sabugosa.
Deposito em Pernambuo) Companhia
de Droga, a. ra Mrquez de Olinda
n. 24.
Calende
AO MAJOR POMPOSO !
O abaixi bis giaoo deparando no Jornal de
12 do corrente, com as nomeagOes das autor a-
des policiaes deete diaincto. qoe foram lem-
brados pelo mesmo m.jo-, e entre mas lamui
o abaixo assigoado no lu^ar de 3- sappleote de
delgalo de polica, do mesmo dulrlcto; e por
qoe o mesmo abaixo assigoada eoba ba miis
de i an ios exerctdo o cargo de molele^ado do
refer:o dislrtcto, at mesmo faxendo sert >;cs
da comp teciu dos delegados, e oa> poi 1 por
mals lempo aetxar os s-.us afaie te ; po- uso
vem do al'o a imprensa agradecer a boa ler
brnga do mesmo majo: I I e pelirlne une
lembrb'se Ce ostro nomi para subti o l-o.
Citende, i5 de Jolno ce 1895.
Joo Manoel de Farias.
Declaraetto neeeosaria
O bacharel Apollinario Antunes Meira
Henriques declara que de hoje em diarite
aseignar-se*ha
Apollinario da Trindade Meira Henriquss.
Recife, 15 de Julho de 1893.
---------- O) -------------
Aviso
Nos abaixo assigoados, cota negocies
de estivas nesta pra$a, agradecendo aos
nossos amigos que nonraram-nos com
consigna95es de assucar, viemos declarar-
Ibes que nao continuaremos a acceital-as,
Ipor ter deixado este ranao de negocio.
i Figueiredo Costa & C\
Aviso
Paulino de Arruda L ns Caldas, para
os fias convenientes, avisa ao publico e
ao eommercio que desde o dia 28 de Ju-
nho prximo paseado pertence lhe o esta-
belecimento commercial denominado Ta-
bacaria do Recife, sita 4 ra do Bom Je-
ss n. 43, por compra, livre e desemba-
razado, etfectuada com autorisa^&o do
lllm. Sr. Dr. juiz de direito do eommer-
cio aos administradores do espolio do fi-
nado Antonio Jos da Silva.
Quem se achar prejudicado se apresen-
te no prazo de tres dias, a contar desta
data.
Recife, 13 de Julho de 1895.
Paulino de Arruda Lins Caldas.
Botucat
Deve ser lida com interesse a seguinte
noticia, que a Fanfulla publica a pro-
posito dos productos medicinaes, propa-
gados pelo Sr. D. Carlos :
Todo o Brazil, e especialmente este
florescentissimo Estado, tem ouvido fal-
lar do Elixir e de outras especialidades
medicinaei do Sr. M. Morato, mas nem
todos conhecem o alto mrito, a honda-
da, a tenacidade e a gentileza do prepa-
rador desses productos, o Sr. D. Carlos,
que um joven cheio de intelligencia,
de estudos, que com o seu 1 bor incan-
cavel soube ganba" oj elogios de varias
celebridades medicas e tantos attestados
de benemerencia por parte de numerosos
doentes, hoje perfeitamente curados pelo
msravilhoso Elixir.
E vi to abordamos este pssumpto, de-
venios dizer, por amor verdade, que
tanto as pilulas de Tayuya como o Eli-
xir M. Morat-j sao productos examinados
e approvados pela Inspectora Geral de
Saude, do Rio de Janeir e que a sua
venda foi autorisada elo governo federal,
primeiro, e pelo de S Paulo, depois.
O Elixir, tendo por base certas plan-
tas raras que se encontram na flora do
nossos ser.e1, s serve para a enra mi-
racul sa da asthma, do cancro das do*
res rlieumaticas, da syphiles da terivel
morpha.
O seu segredo foi revelado, ha bastan-
te tempo, pelo chefe de ama tribu de in-
dios, cujo nome agora nos escapa, ttag
que opportunamente designaremos por
que este faeto se prendo urna interessante
historieta, que vale a pena.sor narrada.
O estabelecimento do Sr. D. Carlos
tem urna importancia excepcional e pde>
comp tir com os melhores desse genero,
que sa. acham as domis partei do
mondo.
As istimos ha alguna dias, & prepara-
cSo deste Elixir, acompanbando attenta-
mente tod s o* trabalhos, desde a tritura-
do d s vegetaes at ao encaxotamente,
ao qual se segu a expedi^ao para ai,,
maia importantes phrmaciss da Europa.
Alm do curioso processo, s3o dignos
de admirar a fiscalisacSo, ordem, disci-
plina que reinam no ampio laboratorio,
do qual s hoje o Sr. D. Carlos, corneja
a c lher os fructos, alias altamente lison-
geiros, tanto pelo lado moral como pelo
pecuniari >.
O Sr. D. Carlos n&o se deixa, porm,
dormir sobre os louros, cogitando sem-
pre em ampliar raais o seu estabelecimen-
to, estudando o processo para o fabrico
de outros productos oedicinae que se-
rao, antes de tudo, submettidos analy-
se dos mais notaveis e intelgentes m-
dicos.
Os nossos cumprimentos a esse ho-
mem Ilustre que em Bitucat, gosa de
geral sympathia e ao qual desejamos
prsperos negocios.
Peitoral de Cambar
l:5UOrOUO
D-se esta quantia a quem ^rovar a
5o authenticidade da declaracao infraj
Ha mais de 5 annos que eu soffria
de um grave bronchite, havendo dias
e lanpar mais de meia garrafa de san-
gue e nao podendo muitas vezes con-
ciliar o somno..
J sem esperancas de restabelecimen-
to, com as forjas exhaustas, resolv,
a conselho de um amigo, tomar o Pei-
toralde Cambar, de Souza Soares, e,
logo aos primeiros frascos, sent urna
melhora consideravel, podendo dormir
e deixando de lan?ar sangue.
Com a continuafo do remedio, os
soffrimentos foram gradualmente desap-
parecendo e hoje achc-me completa-
mente restabelecido. iodo os Z
bendo (Xavrador em Canta gallo, Esta-
do Rio de Janeiro. ]
O agenteCompanhia de JDrogas e
Productos Chimicos.
o '
PHOSPHATWA FLIERES.*limentotoCrlancM
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s

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Diario de Pernambnco TVrca-fpira IO do ?fnllio de :>


0 Ur. Geminano Costa
Parecer sobre o Peitoral de
Cambar
Tendo empregado por varias vezes o
Peitoral de Cambar, do Sr. Souza Soa-
res, de Pelotas, tirei sempre muito
bom resultado, quer na enfermara de
marinha, quer na minha clnica parti-
cular, pelo que aconselho sempre est
preparado aos que soffrem de bronchi-
te, principalmente asthmatica Dr.
Geminiano los da Costa. [Belm do
Paf ^
O Cognac Brazileir*
DE
A. M. VERAS
E' superior ao cognac estrangeire
porque tem o sabor da agurdente do
uvas, tendo mais a vantagem de custaj
2S500 a garrafa.
0 verdadero cognac estrangeiro cus-
ta 8O0O a garrafa, pelo menos II!
O alcool, quando puro, um alimen-
to, mas ingerido com as essencias epy-
reumaticas que o acompanham, um
veneno.
Por melhor que seja, o cognac es-
trangeiro contem essas essencias nefas-
tas ; ao passo que o Cognac Brazilero
est privado d'ellas por um processo
chimico.
Este facto tem grande importancia
tratando-se de criancas e pessoas de
licadas.
A Imprensa j deu a sua approvafo
e a Hygiene acaba de autorisar a ven-
da doCognac jjrazleiro.
'Garrafa 2$500
Duzia 25S000
Na fabrica a dinheiro por este preco
remette-se urna duzia de cognac para
qualquer ponto do Estado, por cami-
nho de ferro ou martimo, sern despe-
ga. "
Pedidos de 10 duzias mais 5 0/0 de
d esconto.
Peitoral <*e Ca-nuar
Parecer do Dr. Francisca SII-
vera
O Peitoral de Cambar, de Souza
Soares, um poderoso expectorante
Tenho-o empregado commuito pro-
veito as molestias broncho-pulmona-
res [ Dr Francisco Angust da Silv-i
; a) Recife.
A \bronchite que sobrevem a Injfu
tuza, as Corysas (dfluxos) acompanh -
das de reacco febril, bronclwpneumo-
nia, catliarro pulmonar com febrc ele-
vada, tnberadose em segundo perodo
com catharros sanguinolentos, astkma,
larangite, molestias dff r"~ganta, insom-
nifs etcsses suffocantct c-dem inmedia-
tamente ao uso do
Xarope de Lobelia inflata
Etlner bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor .therapeutco'
approvada pela Ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
Os grandes resultados obtidos pelo
Xarope do Lobelia Inflata, no trata men
to da Influenza podem ser attestados
por centenas de pessoas da maior ex-
cepco, residentes n'esta cidade.
Depsitos *
Nao se julgue que esta s
duas palavras acham-so
reunraas to so para ar-
mar ao efieito. Sendol
is duas inimigas, pa-
recem entretanto a ca-
minliarem juntas, acti-
vas e vigilantes, mas
sempro promptas a dar
com aate entre si, porque
a syphilis um dos fla-
geaos da humamdade
s por si, ella abrange
dous tercos das molestias
clnicas, revestindo de
mascacando todas as en-
tidades do quadro neso-
logico.
Bote Kiiur j coDbecido do publico 6 de um nuando a fazer oso doli e no iim de tres
grande numero de d'goos mdicos apreseotado
DE
MUEISA, SALSA, CA80BA l GUATACO
ADOSADO
( Grande depurativo do sangue ). Approva-i
do pela E.tma. junta de hygiene do Rio de Janei-|
ro, premiado na exposico-de Chicago e prepara-
do por
JOAO DA SILVA SILVEIRA
Pharmaceutico diplomado, residente na cidade
de Pelotas, Estado do'Rio Grande do Sul.
Tendes qualquer manifestayo tuberculosa '( Prucurai a fundo dalla
rreis encontra-o na sypkili-, se nao adquirido por vu, representando um
ente legado de vossos antepassados. Tendes dores irradias as pernas,
nos bracos, no tronco, em todas as articulages emfim t Nao precisaos de
mais nada para ficardes convencidos de que tendes era vos o germen fatal da
syphiis. Cahem-te os cabellos, os pellos do rosto, a pello se enruga, orna-se
tirfu/racea, os unheiros manifestam-so em larga escali, e ficareis incerto
sobre a origein desses males : acreditai, porm, aindu a sypkilis a gerado-
ra de todas essas manifestacoes. Nos combates do amor, sahistes ferido ;
nao percais tempo : aindaa sypkilis a causadora do vosso mal presente e
futuro. Nemmesmo a innocente crianca escapa a essa praga universal;
olla acaba de nascer : apresenta maculas pelo corpo, que, asimples vista e
aos olhos profanos, parecem casos de nonada; pois beir.: anda urna ma-
nifestaco precoce da terrivel entidade mrbida; e a pobre crianca nao
passa de urna heredt-syphilica. A sypkilis finalmente, o Protheu, que, sob
todas as formas o as mais extravagantes, so manifesta e transforma, tra-
zendo a hnmanidade todo o seu cortejo de drese incommodos. Oque
cumpre, pois fazer? Evitar o mercurio e o arsnico, que s em condicOes
muito especiaes podem aproveitar : e s langar mo dos depurativos vege-
taes associados ao iodo, nicos agentes que sabem alliar a grande efficacia
de seus effeitos a innocuidade relativa de seu uso e omprego. No numero
dos preparados em cuja confeceo entram estes agentes, oceupa inquestio-
navelmente o primeiro logar o O GRANDE DEPURATIVO DO SANGUE.
Elixir de Nogueira, Sata?, Caraba e
Guayaco iodurado
Efficazmenteempregado as seguintes molestias: sypkilissob todas as suas
frmase manifestacoes; escrophulas, fstulas, rheumatismo .ompigens,
boubas, boubes, gonorrhas, ulceras, manchas da pelle, cancros venreos,
rachitismos. flores brancas, espiuhos e darthros. E cujas propriedade tm
sido j preconisadas por innmeros clinicosdos do maior nota entre nos 8
por professores dos mais distinctos das nossas faculdades.
DEPSITOS:Companhiade Drogas de Guimaraes Braga & C.
PERINAMBUCO
Bronchlte asthmatica Elixir Ati-bebnl Cardoso
8EQND0 A FORMULA
de
Manoel Cardoso Jnior
Curada
pelo Peitoral de Cam-
bar
O Sr. Joo Antonio da Silva, residente"
no Barreado, Minas-Geraes, curou-se
de urna bronchite asthmatica que ha
8 mezes o atormentava, j nao o dei
xando dormir, com o aso do Peitoral de
Cambar, de Souza Soares.
O agente Compankia de Drogas e Pro-
ductos CAimicos.
para combaier os diBereoies incommodos todos
elles de carcter febril.
Por muito tempo tivemos occasiao de 'azer a
pplicacao as leb;as erveipelloaas e com tao
bom resaltado que cacos admirados de tao al-
tos edeiloa.
Pela pratica ebegames B coabecer qoe nos
ataques de! feote erysipeiloea oa erysipelia como
valgamente se du aecessario o aso de 10 diae
do Elixir.
Nos grandes incommodos das senhoraB mens-
traaclo. ravidez e dos casos de parto com R*.
mezos so acbou completamonla curado,
com grande assombro e satisfago de lo-
dos os seus pareles e amigos* havlaui perdido as esperanzas de jamis
fel-o bom. isse tambem qua desde
enlao esla parte o lera reccmmendado
um grande numero de seus condecidos
que soUViam de dilTeretiles afftcces pul-
monares to requenles tas cosas do mar
Pacifico, na America do Sul, e que seu
it de om resaltado m. ce to e sego'o m
a toa conposico to ampies que nio off-reie hnns remillado tpm irla nnivM-una
recelo de applicar o Elixir nem mesan em doses D0"s res>ulldU09 lem Sl0 ulllve *<.
superiores as indicadas na tabella nfra. j tomo garanta COUlra as fuiSldcacOes,
Pedimos aos dignissiicos medico* coe desej*.- observe-se bem que os nomes de Zan-
man if Kemp venham estampados era
rem fazer oso desie Elixir em soa curaca nao e
jOjuii&tem a uossa prescriin.io, mas sim fai-.n a
ar.plicaco em barmoaia com os casos qaa dse
larem combaler, certos de que o medlcameaio
a rmposicao innocente para o organismo P'.r
mzis frgil que seja.
letras traiisparcnles no papel do livriulio
que serve de envoltorio a cada garrafa.
Aoia se a venda em todas boticas c
drogaras.
odo de usar
A's chancas at om anno 10 otas de l em i \ ^^^^^i^^:^^5
boras em urna colber das de sopa cbea d apoa
frii.
De uro a tres anno? 15 gottas.
De 3 a iC aDDos em uiante 40 .ollas etc.
Estas doses derem sempre ser appcauai to
egaa fra.
epoito
ompannia de Drogas e Producios Cbimicos
aecife, roa do Uarqoez de Olinda n. 23.
Nacional Pnarmacia, ra Larga do Robarle- o
35
Poarmacia Oriecta!, roa Estrera do Bo^aoiJ
o 3
Pimmacia Alfredo F-.rreira. roa do Bario di
Victoria n. 44
Pharmacia Martin, ra Dona-: de Caxias n.
83.
Pbarmacii Ribeiro, praca Haciel Pinbeiro 21
Pnarmacia Viciorienso de Lola guaci de Ao-
trade L'-ma, cidade da Vic ca
Para qualquer mformacSo ser encootrado o
autor na roa Estreita do hosario n. 17.
Oa oostos frascos sao qnadrados e con'a i-
193. N'um lado leem gravadoElix.1 ante f-t.rl
e noootroMaori CardosoPerr.aicbnco, e to
4 C^rdogo Jcaior, sendo falsos os qoe no forem
asaigoados.
Clnica uicdico'ciruirsica
Medico, parteiro t operador
Dr. Manoel Carlos de Gouva, f
'de volta de sua viagem, previne4
[aos seus cuentes que reside ei|
tem seu consultorio aberto
/ruaBaro da Victoria n 61, l.'
andar. 5
D consultas de 1 s 3 horas i
,da tarde. J
Acceita chamad )s a qualquerf
hora para dentro e para fi^a da^
kcidade. \
Clnica llcdicfi
O
Dr. Alberto de Mndon'Ca
Cnsultorix, : Kua da Imperatnz o. 8,
1.- andar.
Consultas : de 1 s 3 da taide.
Dr.n. Ilygino tic M runda
Medico psla Ke.culdade de Pariss, cir-
O BacbarePEspendiaoFerreira Mon-|nrgi0 parteiro, abri provisoriamente
teiro tem escriptorio de advogado & Pi-uqa. seu consultorio na ra Nov n. 1 7, antigo Pattjo do Collegio n. 77, 1. andar. Consultas das 1 i.i 3. Espe-
nd
Capas impermea?eis
recebeu o
para homom
un l'aradis desltws
*r.
O abaixo
I cialidades : partos, moles'ias das senhn-
. I ras e dos orgao genito-urinarios. le-
scientica o_8denca. rua d Bsrao de S. Boria 3'.
respeitavcl corpo couimercial ou a quemj ___ ^________
iuteressar possa, que, desde o dia 1* do Dr. Barrcto Sampaio Oculista
corrate, a sua casa coramercial entrou Consultorio ruaBaro da Victoria n. 51.
assignado
em liquida^ao, fioand-" es'a a seu carg>.
Recife, 10 de Julbo de 18'5.
Bernardiuo Gomes de Carvallw.
Au Paradis des Dame s
Ruado Baro da Victoria n. 37, i.* an-
dar, sala posterior.
Pernambeo
r.OBMEBr.10
ola Com me rol al 09 Peruam-
bueo
CCTAgOBS onuciAn DA IBNTA DOS C0BBETOB18
traa o Rtetfe, 15 de inlho de 1895
Nio bonve cot3{ao
O presidente
Antonio Marqoes de Amorto.
O secreta rio
liotel t. do Silva Pi lo.
Cambio
0 Bancos abriram com a taxa de II 3|8 sobv
Londres a 90 das La.xando em a-gaida al
aia larde o mercado reanimc-3e e os cin-
cos da vaco 10 1,4 acbaodo poneos tomadores, fe-
cbande :xe.
Em 1 api-; ruriroii' coostoa pequeos nege-
.-!o^ a 11 3.8 e II 7|l6.
<:otave de gneros
tara o agruutlur
Asucar
Brando. id(n>, idem. 3#800 S1100
Snn-eaos.llem, dem 34300 a 3*500
aascavado. dem, dem. M3M 2*500
Jru.o melado idem, dem iHM a 2*400
Pe'ame, dem ideta 1*800 a 2*0t0
Algodio
?co censloa negocie.
%lool
'i pi|>a de 480 litros 205* venda.
Agurdente
or pipa de 480 litros 110* venda.
Car*f
Seceos salgados na base de II kilos 1* rla.
Verdes 700 .l?., oooiinal.
Carnauba
ota-ee de iif 35*000 por 15 kilos.
Hel
?or 100*000 nominal.
ImportacSo
Humborgo e Lisnrt vapor allemao Argenti-
na, eotr.-do no da 6 e coosign.dj a Bjrdel-
m_ & t*.
Carga de Hambar(.o :
Atnogt as 18 volarocs a diversos.
Aua mineral 1 >aixaaordem.
rame de ferro 300 rolos a F. ox.
Alcalrio 20 bairis a ordera.
Cevada 10 btr i.aa i ordem, 6 a JaSo Rod-i-
ces. 25 a A. A. de Lemos.
Loaros 1 caixi ordem, 2 a Ramos & Gap-
9tn.
Cria.J 2 eatxu a fct. L. Mirones, 2 a R-
rbael Das 4 C i a M. S. Guvalbj, 3 a B. da
Silva Carvalbj.
Ga fiado 2 calxdes a P. R. da Silva, ? a C
'.ampos ('., I a Paira Oli'eira 4 C, 1 a Pa-
KD'.e Via'ni 4 G., 1 a T de Carfalba, 1 i or-
der, i a U no I de Barros Cavalcaate, 1 a Per-
rtira Barbj.-a Se, U 1.a Braga A Ctro.
Todos os medieos do munil con
curdum em isxi
Rio de Janeiro Dezembio 11, 18S7.
Empreguei a Emuhao Scru obiivj muito
bons resultados.
Dr. A. F. Franca.
Anp'nvado em 21 d> M*rrn d 18:9 rea Iarper '
Epecialidade em sedas, branca, preta
PD'ivano fj 21 ne Mjrrn fle tari. Ger.l da dlioaJ.au de HjVne do No de Cure,8 g^es, surahs, para casamen s ^ g^.
etos, bailes e passeos, para grande esco |
iha.
38 Rua B. da Victoiia 8:
1.* andar. Ex-chefe de cii:iica do Dr.
de Wecker, de volta de si a viagem
Europa, d consultas de 1 .i 4 horas da
tarde, excepto nos domingo e das san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia rua Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela rua da Saudade a. 26 Telephone
Terrivel tosse secca
Cura do Peitoral de Cambara
O Sr. Joaquim Alves Ca\alcant, resi-
dente na cidade da Fortaleza, declara,
que sua mulher, soffrendo durante aous
annos de urna horrivel tosse secca com
dores no peito, para a qual nao achou
allivio na medicina, curou-se com o
Peitoral de Cambar, de Souza Soares
O agenteCotnpanhia de Drogas e
ao duelos Ckimicos.
Cene)* 2 ciixai a ordem. 2 *ax Drectisler,
20 C. Baria. 4 i a Salaer Kioffiana & C.
Cao ei os J ca xas a Bapiisia Fe reir & C.,
i a II. Baielno & C.
Cbapaos de id 1 caixa a T. & Freir, 2 a A.
P. A-eiaj.
Cola 1 calxi a A. P. da Suva & C.
Drogas 3 calx8 a P. F. 1 al 4 G.
Ferrage a 28 cix-s A. P. di Silva & C i
a I. N. da Fooseca, 1 a Ayes dos Res. 1 a Max
Drecbsler, 2 a M rao u dr Soma. 2 a A. de Car
vamo & G I a Paol Jolieo. 2 a Banoaj 4 G.. I
a Manoti '". lUfio a C, 11 Bra^a 6t G.siro. 11
a rrdem, 87 a A. ae Ca'valbo A C, 55 a C'do-
to & trmaos, T a A R da C. Oliveira, 2 a F &
Preire.
Fio 1 caixa a J. A., da Mofa Gaim i-Se*.
Loofia 1 caixa a Deodato Torres & C, 2 bar-
ricis a Jaao Dlaa Moreira 4 G.
Lona i fardo a J3o Fm'es.
Uacbtoia de cos'ora 6 volsme a afaniel U.
Botelho, II a Parele V.aoai k C, 3 a A. Silva
4 Com-."
Mi-m re 1 caixa ordem.
l .ve s 3 caixas a ordem.
Uanteiga 1) caixas a Companbia de E-uva.
Mircalorias 3 volnmes a I. R. da Pooaeea 4
C., 8 Braga 4 Caalra, 4 a v.ova de E. Gonfial-
ves Caeco, 24 a ordem, 3 a Max Dre -n-ler, 2
aos berdeiros de Manoel Cardoso Ayre. (2 a
Nones Fonseca & C, 3 a Almeida Goaaes 4 C ,
3 a P. Launa 4 C 2 a Maaoel de Souza Mello.
1 a C. Bar.-, 5 a Baptisia Ferr.ra & C.. 6 a I. N
da Fanaec, 2 a Parate Vianna & G.,6 a M.ia
e Silva & G 1 a Soares & G.. 5 a R Soa ea &
G., 3 a Ferrelra & G 4 a A. P. oe Aieveuo
3 a A. P- Arelaa. 3 a J. Almeida, 8 a BirOisa
Lima 4 C. 5 a J. K auae 4 C.. 2 a T. Ju-t. I a
Paol Julieu, 1 a R. Mello 4 Aieveiio. 1 a Jou
qoitn Pinbeiro 4 C.. 2 a Maoael de Sooxa Pran
co, 1 a A. P. da Silva & C. 1 a Manoel Collago
4 C., 2 0. Barios & C., 2 a R. de Desloa 4
G., 1 a P .Ue & C., 1 Rapbael Das & C, 3 a
Crdoo-4 Irmos. 1 a A. A. Lsmoa. 1 a 1'avarei
&. Freir, 7 a Miranda & Souia.
Madeira de piabo 2<)0 pranchSe) a ordem.
Maebioas 1 caixa a P. ul Jaleo. 2 nrdem.
Materiaes 186 volumen a Barbosa S Bjstos.
Oleo 1 caixa a Gomoanbia de Drogas.
Papel 11 caixas e 3 fircoi a ordem. lela
Affjoso Daarte & D., 2 a J. A. Das, 10 a J. R
da Fooseca. 10 caixas a C. Lima 4 G, 1 a J. L.
de Ohveira 4 C, 1 a C. Baria.
Dito de impresea 15 tardos a Manoel Figuei-
ri de Parta 4 Filos.
Pedras 6 caixas a o dem.
Papelao 10 fa dos a J. A. Motla Gaimaraes.
IVcellana 1 caixa a Mu Drecbsler & C.
Paralioa 32 caixas e 1 barrica a C. Fernandcs
& G.
Piano 2 caix6as A ordem. 5 a Prealle -y G.
Popboros 15 caixOes a Ferr ra RjJngoes
& G., 130 a Companbia de Estiva. 10 a Ci.-t-o
L'HO' 4 G., 2 a R. Soare & C 30 a Batuar
Maea baes & G.
Qaeijos 24 janas a Affoo Tabo da, 5 a T.
Juji.
Tiola* 2 birricis a M randa & Sota, t a I.
N. da Ponseca, 50 a Cxnpanb a de Draga, 4;
caixas a ordem.
Tecldos 18 volumes a orderr, 4 a Micbado &.
Perelra, 1 a Ajres dos Res, 1 a C. Barta, 1 a
P. de Axevedo 4 C, 1 a Joaqoia Lnn Te xsira,
2 a Aloino Aiorim & C 1 a Gjofinlvea Cuaba
4'C-,6 a Bernet & G.la lavares & Freir.
<4 a A. P. da Silva & G., 1 a Olalo Jarditn &.
Ur. ,i iPl'C.
Ene blu r de c< mposlfiaa 'ola vegetal pre-
arauo pegoudo ae rearas i barmaceuiicas, aion
elbadas uelos autores moderoG-i e te recoobe
cida cu tiende scient tica tauo uo paiz etno
on exuangeiro.
Ese El xir o prodneto nao f do g-ande es
iu io dac a fi s p'iv-iolrgiias uas fuusiauci.
ionio tambem p soltado das imu.eo.oa appiica^Oes nos diversos
caso' de febrig de funde pa'ostre.
A applicaca au E.-iie Elixir na grande epide
ma de bexigas de <890 a 1891 mais orna si
euioos.ioa a sua efficacia; pois no principio dos
primeiros -yupiomas a bexiga abona, e em ca
aos mais allantados a bexiga pa-sa a' er omc
loenfia feb'il volcar apreseotanuo pequ>oas ij-
meLfifiea qoe i-im a :o itiniag do elixir des,
parecem sem todava aprrseniar recelos de pe-
rigo.
Os mullos attestados publicados no D.ano de
Pernamboco e Gaselada larde* provuiu oq.e
oiirmoa.
Nos casos de febre amarada o effeito e admi
ravel.apresentando pbenomeooa lo maravilbo
"oe qoe nesia cidade do Recife e no do Rio oe
Jineirc pouco receio cansa a febre amarella
meimo estando o doente com vomito p.-etos.
sa i guineonestea ol.irnos periodos enlao oe
cesario a appcafiao em alta dose, desprexando
tuella aonexa.
C 1 a M oo-l Coila*; & G 3 a Matler & G.. 2
a A. j- Brilla 4 C 3 a Garra & F rnaoi
1 a A. Mil 4 C I a a I, >pe< .vi.',, ULi-
pes&C. i a P. K, di Si Vldroa I c.aixi a lia Decnl-', a H >p,i -
la Perr-ira & C, 3>r DeoJa o To-'ea &. C, 1 a
J K ame 4 a J.2) Diai Mjreira & G 1 a Ga
mea 4 C., I a ordem.
Carga de Lisboa-
Az ite 40 ra xis a C mpaoon de i. Vi, 40
a Ramas & Gepperl 45 a Fraoeisoo R. Po o
Gui ares, 18 a Ab aolj* 4 C.
fl latas 103 canas i Compaabia de E'tiva,
100 a E. M. de Bi ro--.
Cenlas 5) cai.a i Jompaohia de Estiva. 50
a Freir Hod ieuea 4 C, 50 a E M. de Bar-
ro .
Livros 3 caixas a L. V. da Silveira.
Kiportaeio
eclle, 13 de Julno'de 18U5
rara o exterior
No vapor loglea Expo e-, para Liver
pool, carrettaram :
V. Meeeeo, 2,i30 saceos com 142,100 ilea de
caroio e ak'odo.
No vapor ailrmao SjuIo, para L'sboa,
carretn :
Jallo rara 30 ei:tos de sicapira, 120 varas
i ara gailDaraas e 51) qaer.s ccete.
Para o interior
No vapor nacloaai Itaqai, psra Pelotas,
carregaram :
J. Baltar 4 C, 40 pipas com 17,838 Hitos de
agurdeme e 10 dita coia 6,037 ditos de alcooi.
Para Rio de Ja, eirj, carregoa ;
J. [j. Barros, 36,300 cocjb trocla,
ta vapor nacional Brasil, para Rio de
Jiaeiro, carregaram :
F. G. do Cabo, 8,'.00 cocos fracta.
G. de Britu, 2 barns com 100 litro? de agur-
dente.
J. B. dot Re', 5 barriese com 100 Ules de
doce.
Para Babia, carregaram :
A. Irmaos 4 C, 10 barricas com 12C0 kilos
de carvio animal.
A. 4 Cardoso, 200 volnmea coa 17,055 kilos
de aasucsr branca.
D. Ly a, 10 caixa i con 300 kilos de doca.
no vapor nacloaai Bebaribs, para Ara
cajA. carregaram :
P. Irmaos 4 C, 150 caixas com 3450 kilos o
sabao.
Pa a Panado, carregaram :
S. Pinbo 4 C", 12 barris com 690 iitosde
vinno de fraciaa.
Nj vapor nacional Ass., para o.Para,
carregaram :
C. de Estiva, 80 pipas com 40 000 litros de
igoardente.
J-. L-cate, 20 caixis com 1200 kilos de massa
de tomate
C. dd Drozas, 25 jjxs
iaraoeba.
Para Cear, carregaram :
J. Lieate, 12 barra com 420 litros de vinr.o de
f notas e 6 caixas com 400 Itiljg d-massa de
tomate.
M. G. B. deMeilj, 140 barricas coo 7,150
Itilus de assncar refinado.
Para Camosdo, 'carregoa :
J. Li ;aie, 46 bairii coin 1680 litros de viubo
de fractas.
Telphone 59
*------------
Anacahuita Peitoral
As curas protluzidas pela composiee
da Auacahuila peitoral, sao real-
mentti milagrosa.
Don Clemcte Silva, que resile aa
rua do Estado, Santiago do Chile, escre-
vc aos nosses ageutos en) dila cidade,
que liaven lu solTridu atrozmente de as-
Ihma, peio espaco de mais de selle anuos
cein que medico albura jamis Ihe ouves-
i'.s proporcionado o menor allivio ; decidio-
s-a linalmerite em lomar da composicc
it Anacabuila Peitoral, e depois do Ua-
ver apenas lomado dous frascos, deseo*
brio com sorpresa, que a grande operes-
sao do peilo havia quasi compleUmeate
desaparecido. No eulanlo fui coi.li
na vapor naeioual Jaboa-i, par Mac^o,
Ctrrricaraa! :
J. S. to Atna-al & C, 4 caixis co'a 96 litros
de c-rv-|a e 6 'JiUs eos 44 dios de geoeora.
- No Date Teutadoura, para Natal, c>rre-
^araui :
Axevedo & C-, 10 oarricas com 630 iilis de
(OjO.
Para Micabiba, carrela :
D. Lire, 4 calxai com 12J kilos de doce.
Na oarcafi* Uuiao Mlial, para M catrettoa :
S. Ma q-ies, I caixa com 30 Kilos de doc.
Na barcaca Camara,(ioe, para Camaragi-
be. carregaram :
J. B. Pioneiro &C, 20 ralxas com 4') xiioa
de sabao.
Na barcaca Apollo, para Jaragua. carre-
goa :
M. J Pesaos, 20.00J litros de sal.
No vapor aglez C. Prinee*, para o Para,
arregou :
J. A. Ponseca, 50G0 caixas com 65000 kilos
de sabao.
No vapor nacioaal Oliodi., para Minaos,
carregaram
.::. mim :::;::..:
Avisa a seus amigos e <;lientes, oue
raudou o deu consultorio para a rua
Larga do Rosario n 0, antigo con-
sultorio do Dr. Ferr ra, onde continua
a dar c neultas das 11 1 hora da tar.e
e reside no .Cajueiro n 4.
Toiepho-o'n. 292.
i ii-ui- iiio dentista
Jos Hygino de Miranda, cirurgi0
dentista, abri teu consultorio na rua
Nova n. 19, Io andar.
Dr. Francisco Leo polaina
r specialidedes : Febres, molestias de
crianfas, sypluliticas e da pelle.
Consultas de 1 s 3 heras da ta de
rua do Mrquez de lind<>, n. '8, 1."
andar.
ResidenciaRua da Santa Cruz n. 72
Telephone n. 214.
Chamados por eacripto.
Dr. Nones Coimbra-------Clnica M
ico Cirurgica Consultorio, a rua Mr-
quez de Olinda n. 6i, 1.' andar, onde d
consultas das 12 s 2 Loras da tarde.
Especialidades Febres, partos, moles-
tias de senhoras e criancas. Chamados
a qnalquer hora na su residencia, na
rua da Soledade n. 84, esquina da rua de
Atalho ou no consultorio
Telephone n. 387.
Dr. Alfredo Gaspar Medico Con
sultorio e residencia rua da Imperatrit
n. 71, 1* andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nhoras e creancas. Consultas de 8 s 10
da rnanh. Chamados (por escripto) a
qualqure hora, telepkonb n. 226 "
Elixir depura-
tivo vegetal
Formula de Angelino Jo*
dos Santos ndrade
Approvadr. pela Inspectora Geral de Hy-
giene Publica do Rio de Janeiro em 20
de Julho de 18V7.
Es!} depurativo de prande eficacia as mo-
ests sypbiluica pe ir.orezu do sanpue; assim
como em todas as molt.sii.-ia das senhoras.
Tem curado radicalmente muitas pessoas : C
commettidas da terrui niol> a beriberi.
Rbeomaiismo sibiltico on goozo, dd' seta-
tica ernpe/es de pene, eancrw, e cancros ve-
nreos, lores braceas, byaterismo. rouxidio de
ivrvaa^ iriies e uainrs iLtlainna6es dos olios
molesl.aa do ga-io, eBcr'ibaiaa, escerbotes
orJnueuii de estomago, ulceras, giminas, s-
elas, empinge dene, a iros, pannos e manchas
Ja pelle, booas e Doooes, sarnas, catarrbos e
maeaquer moldstias da bexiga, entre ootras
lbuinaria, odrinas doces e sanguinolentas
r.-mia, paraiysia, erisipelas, e nllammacde
pas pernas bimorrbuidas, ma, s a;'.-y.
jriilea, tomares, oevralgia, e elepbanliazs da
uorpha, as irregularidades dameoslrna^o.
Proa se com aquelle nombro de ttajtad is
jablu-ados e os que existen: em n: s;o poder
^cac.a deste elixir as molestias indiCajee.
Eacontra se a venda na Botica
do Rosario u. 35
A'rua Barao da Viciona o. 37 se dar toda
jaaiqaer exphccc.ee que for preciscocerca desta
= ".parado.
tinado com rhlmlTiZm^ca
Modo de usar
da, d
Os adolios tomaro qaatro coihere
*opa pe manh *> "tro i noite.
As criaucaa at i a V annos tomarao'oma co
Iber ela muba e uuira a nene e as de 5 a
annoa tomaro duaa coiheres pela manb dais
o U.
Au Paradis dea Dames
Casa especial de artigos para
Niivas
Ba Baro d TecwHone 59
Advogado
O bacharcl Aotonio Tolentuo Rodri-
gues Campos, procurador dos Feitos da
Fazenda do Estado, poda 'sr>r procurado
em seu escriptorio u Praca 17 n. 79, das
10 horas da manhs 4 da tarda.
Sabao.kilo....................... 30
S--oo en rama, klo ...... 666
TaUjoba madeira, kilo ......... <20
Tabuaa de amarillo, uaii.......... t60<000
Cera em eas,Kil ua vegetal em bruto, kilo........ 28t4uu
Carocos oa semeute dealgoo&o, icem 04->
Carrapaleira Carnauba idem.................. U9J3
Carvao e oelra, tonelada ......... 400'0
Dito aoimel...................... 150
Coaros ecco espichados, kilog.... 905
Dit*s ditos saleados. dem......... K6S
Unos verdes, dem.............. 6 JO
Counubo um...................... l/OJ
Cocas em casca, cerno........... 9Od
Camellas, par.................... U500
MEDICO
Dr. Amaro Wandcrlty
Avisa aos clientes e amigos que
pode ser procurado de 12 horas s 2
da tarde na Pharmarcia Bom Jess,
rua do Borh Jess n. 24
Residencia Rua Direita n. 10 em
Afogados.j
A. Irrxaos & C, 7 barricas com 567 kilos de i Mitoo kiiogr
Batinas. par.....
Tamancos, pr...................
Dice', ktlo.......................
Parlona emanakca, Kilo..........
G'axa sebo, kilog................
tiene ora, litro.....................
Jaboraady (fulQa). dem..........
M-*idj ae ola, vaiur nominal........
Hel de tanque oa melaco, litro......
com prepa'ados de
asacar rtliuado, lii ditas com 10 465 'Mos de
dito braoco, 1 pipa e 7 barna rom H5I litros de
alcool, 120 narria cem 10,860 duos de aguar
dente.
Oleo de mamona oa de ricino imforo
litro..........................
Peiles de cabra em cabello, valor
da cerno
P. Alves & C, 725 barricas com 51,395 kilos !em decarneiro em cabello, valor do
Je aaaac.-r braoco. II barra com t'Ci litios de
alcool, e 95 ditos com 8360 ditos de agurdente
r'. Imaja & C, 1500 caixas com I60>) kilos
de sabao.
P. Plato C, 80 barra com 7010 Ijtroa de
ago rdante.
A. & Carde so, 70 barricas cem 5134 kilos de
assocar braoco.
Para o Par, carresaram :
P. Carnelro A C,. iUO barricas com 32,300
kilos de assncar braoco.
E. Kininac* & C, 50 saceos com 3.50 ki!o
de aasurar braoco.
A. & Cardoso, 20J barricas cosa 14,230 k los
de ausacar branca. **
E. &Cirdose, 3 barricas com 360 kiloa de
carvao animal e 150 duas com II 2id kilos de
asacar braoco.
F. X. da S. Gnimaraes, 3 barris com 180 litros
de vinbo de caj e 3 caixas cora 30 uU.s de
cegoi c.
F. Lemos C. 4 0 alas com oleo vegetal.
PAUTA DA~ALFANDEGA
VALOaiS DAS MK1CAD0BIAI NACIONAIS SCJX1TAS
DIBE1TOS DB EXPOITA^AO
Semana fe 15 a 23 ae Julho de 1895
Aguardante, cch.ga litio.......... S56
Duade canna, litro................ 400
Dila destilada on alcool........... 438
Algodao em rama, V i g .......... 6t
Arrc com casca, u tu............. 1S0
Assucar brance.i em............. 154
Dito mascavado idem............. 142
Dito retinado, idem................ 350
Baess de mamona, idem........... 130
Borracha de Veite maogabeira, idem. 1*500
Cacito, dem..................... 900
Caf bom, idem................... 11700
Dito escolba oa restolbo, idem...... U200
Dito moido, idem................. 2*400
Dita ordinario, dem............... 1**00
Sement de carnauba, o kilo....... 47
acate
Sapataa de curo branco oa iin o,
par
CJ0OO
fro
U00O
152
693
360
800
7*500
166
130
530
240*
HOi
2*tu0
Rendeteatos patilleoa
M. ce Jaiba de 193
Kenda geral :
Uo da 1 a 13
idem de 15
Alfandega
7<<9:240*98.
51:)*l;0
Renda do Estado :
Do da 1 a 13 55.708i93O
llem de 15 y.-,J5ilii6
Somma total
742:714*880
65.704*546
80.198
2* sacsao da AKaadega de Pnrnambuco, 15
de Jalho de 18S5.
0 cbe'e da secgSti
L. P. Cociecera.
Pelo ibeaooreirc
flomenegilJo N. Cbaves.
R ECEBEDORIA DO ESfADO
Do dia 1 a 13
idem de 15
RECIFE DrfAIMGfi
D3 da 1 a 13
dem de 15
39:813*88-
3:528*391
4i:342*!78
l:420*4i4
608*397
2.' 28*841
ttovlmento dojporto
Navio entrado no dia 14
-ardid31 das, barca ooroegaense Gaupa
de de 360 tonelada), capitao R. Suendgen.l Para e Ntw-Ki'k, Ceo'e Prnce, 19, s 3
equipagem 11, carga ca va j de pedra; a Lo-
pes G lina a8 lrmlo'.
Navios samaos no memo dia
rliarbargo e esclVapor *\.*mt.o 3anto.',
(Ommandaote J. K'ojer; carga va: o gene-
ros.
Matius eecalaVaoor nacioaal Olioda, com-
mandante ljo-rrtu Hippa:; carga vario, gne-
ros.
Par e escala Vi por nacional As, commio-
dante i. U. D. Canalbo; carga varios gt.ut-
io.
Fernando de Noronha Vpo? racional CaDi*
Caribe,, ccmtmnaante Verl.-sico Cisla; Cir-
ga varios K-neros.
BarbadosLugar loglex Belle o tbe Bxe, ca-
pito J. M. '.'.ongeo- ; em lastro.
Navios eolrados no dia 15
Hav-e e encala20 dlaa, vapor fraocez Ville de
Montevideo,de 1184(meladas, ccrnua danta A.
Loois. eqalpa^em 39, carga varios gneros ; a
Flix Bandeira.
Cardiff-52 -das, barca ingleza Dilpassnnd,*
de 530 toneladas, capitao J. A. Cray, equipa-
gem 30, carga carvao de pedra, a Lopes Gal-
arara.- Irmos.
OberViigSo
No boa ve sabida
Savlos esperados
De f elotas
Lugar dinamarqaez Anne & Conmj.
Patacbo argealiao Almiaa.-
Lagar dinamarqus Varde.
Logar Brazilero Brasil.
Lugar argentlon Coodeixa.
Lugtr allem&o Nettc.
Lagar noraegaeose Sjlpbe.
l'aacbo oo'oetuese Hana.
Patacno allemao Aoiye.
i'a acbo noruegaense Emar.
Escaaa alema Blise.
De CardifT
Buca noroegaeore P< n.
Barc noroeguense Ganymede-.
ra no'uesaeoae Ida.
Barca ogleza Pelhcana.
Ve Terra Nova
Lugar ingles Uennio-
Logar ingles Dora
Logar i iglez Vidonia.
Lugar luglez Vidoala.
Lug.r Ingles Clutna.
Vapore a entrar
Mes de Julho .y
Mercurio, do sul a 16.
Uaraobao, do sol. a (6.
Mendoza., da Estopa, a 16.
Las Palmas, do sol, a 17.
Maiapan., da Europa, a 19.
Coleridge, de NcwYork, a 19.
arcana, da Eu'opa, a 20.
Alagoas, do norte, a 20.
Nile. do sal, a 20.
Vapores a sah!r
Mez de Jalho
Cearft e esc, laboatao 16, s 4 horas.
Ganaos e esc, MaraLbao, 16 As 5 hnrs.
Lisiea e H-mourgo, Sioloa, 16 as 4 boras.
Renos Aires e esc, Orcana, 16, ai 5 boras.
Santos e ese. V. de Montevideo, (7, s 4 toras
fcuova e esc^tLas Palmae, 17, a 4 horas-
l
J


I I
1
Diario de Pe mam lineo Terc*a-felra IB de ?Inlho de f 895
ED1TAES
0 Preleiio do Municipio do Recite de co.
formidade c m o arl- 4 o da Le o. 99 de tO d*
Janbo do rorrete aauu fax publico <|oe organi
loa a aegoioie lista dce cidanoa qoe ie de te-
tar oa eleigao de Goveroador a Vice-Goveroador
no da ? de U'zemDro de 1895.
i Antonio Aqunmo de Campos.
D Aiunio Vente do Naaclmeuto Feitoaa.
A'jI-uio Aueoaio da Frota Meneses.
Antonio Gral'io ce Lima.
Andr aa SnvaDntra.
Aiitooio Ferreira Tava es.
A2oo8 Jos de Oliveira SoDrinbo.
A (odio Arco-Verde ae Mello.
Aiiii i'io Aogoso de Olne.ra.
Alfonso Sil vi no Bandtl.
Aiuur Paco L ma
Aoiooio Ferreira da Coala Pinto. *
Angosto Aj es oa S.lva.
Aitxaodre Eojjd.o < M-rdelroa.
Aqoilioo dos Pssr>9 Gu-nies.
Antonio Machado B>ie:no.
A Iuur da Silva It-gaua.
Amonio loi ou Sil**.
Antonio Hoarituej di> Almeida.
Antjoio Loo e ii;o ce Freitas Atnaral.
Antonio Ricardo uo Riga.
Au_u.-io tiulner.ue de Li'ca afele.
Au'o i:o J.aiu m de Sao.'Anna M .lio.
b, l-duuii lio oa Suva Miadello.
temardiuo Joaqoi b de Aievedo.
Beoto M.rt os l- Aimeida.
Berja:oi jo Pj o Mo eir.
DeiemDar^alor Constantino Jos da Silva Braga.
Ole < eot'Do PrederCO Xavier da Fonaeca.
Cesarlo Brono S. do Ho-ario.
ClerneutiiiO Sj. res Baterra.
Cirios Jo-e Anlouio
Capiiao in y.'tovao Santiago de Oliveira.
Clemeutioo Gjuji-s u Silva.
Cactdro Aogosto Beaerra.
teleo Marn..- F rn-tra.
Diogo Bap 1 a Fe uaedea.
Dor.ai de Uive.ra Pjiv.
Djmio ce Aa;jo Gimes.
tooaroo Fns oo Sacramento.
Kdnarro Pioio ua Cjsia.
Elisia A geuii'o Bmo.-a
Dr. E unao Cirrua da Silva.
E-te- o Jos da S Iva Braga.
Francisco Mauricio oe ADru-
Fraocieco lrlutu da Silv .
Francisco rtulino ae SaD>'A003.
F.b.o e AlDuqa.'qce Gama.
Francisco da Si va Hamo?.
Francisco Ferreira Tatares.
Felippe Minril o F rreira.
Antonio Joaqouo ila Silva.
Fraicisco da Si.va L'n .
Frm l seo hor.auo ce M 'donja.
Fel'ppe B. Cavalcanie ae AiooQuerque.
Franceliao R irnos da Suva.
Francisco ua CosU Fofo.
Francia o Deitiuo ae Ui.vtira.
Gabriel Tavares de I.J a.
Gao n i Pereira da Suva.
Uerruum X-virr Findeiro.
Hermenegildo .S-:\e lao Gancalves.
H lario oo Corojo Pereira f*inlo.
Honorio L-ou.ij d. u veiro.
loooccocio Jo: de Sallrsl
li.iru iose Pereira.
zalas Francisco ie Paula s Silva.
Jeremas ue Azevedo Mello Janior.
JcSo Joaqoai de Sani'Aooa.
fc) J aqu m Sabino de L oa Picho.
Jor Amouio do N.sciaieuio Feitoaa.
Joo oa Costa lt 8.
J..c Napoleo ae Lima Freir.
Joao M ur.i io de Aureu.
Jo4o ltoarigiea de Monea Campos
Jote diloo JCome Pires.
Jacuutio Ua Ho.-d P.re .
Joi Soarf-8 Ferr>Pt.
Joaoide Lemos Djartr.
Joaqun Francisco de Moraes.
J a > Aioert.n. Gomes da Guana.
Jote Soares Cirrea.
Joo Francisco GoucalifS Orem.
Joaquim de l iros Los Waoderley.
Jote de iooii M ae .
Jote Feruaodta Pe-tlra da Silva.
Dr. Jos Franc seo irn-iro M cnado.
Jos N colao Ferreira G> *s.
Je o Laza-o aa Ko na Wauderley.
Joao Mo aira Larval.
Jeautoo Jo> Morelra.
Jo qnim Anngoao oos Santos Ferreira.
JoiC Florencio Pociea,
Joao EvaoRtl ata Peno Cavalcaals.
Jacini.o Uanoel Vieirti.
Jote Ferreira da Uva.
Joao M chale Botelbo.
Jos Joaqnim dus Santos Janior
Joaqaim Eageni > Ferreira Gomes.
Jcao Fer.-ci a dj Visitaco.
Jc&o Quiutino Gainardo.
Joe rereira da Silva.
Jos Felipye dos Saotoc
Juaqolm Macbaco Botelbo.
Jetcioo da Rohi Gontjlves.
Jos Antonio ua Silva.
Jos Heonqoe Macb Joaqaim Antonio ae Oliveira Baduem.
Jote oe Sooia como.
Jalo Pimentil de Am rim.
Jo-f' Fracci-ro da silva Miadello.
Jote Heradio Pereira Fite.
Joaquim Toeotonio Stares de Avellar.
Joaqoui Francisco de 11 nlanaa Cavalcaote.
Major ioaquim Salvajor Pessoa de Siqaeira Ca-
valcaote.
loti CariosjMascarenhas.
Jote F ancisco da Tnudade.
Joaqom Pedro dos Saatoe tieterrs.
Jolio Paulino ios Santos.
Jc) K i isce Googalvea Orem.
Leoncio Godofreuo do Nascimeato Feitoaa.
Leoncio Gomes <
Lu z Machado Botelbo.
Lou Antonio da Costa.
Lydio P. Santiago de Oliveira.
Mantel F-ancuco das Congas Beierra.
Mane el Joaquim dos Santos Ferreira.
Manael iinc.au Ferreira Gomes.
Mantel Jos d- Campos Ba boea.
Mano-l Joi de Campos.
Macoel Francisco das Cuagas.
Manoel Amonio Telles.
Moysa de Lemos Doarte.
Maoel Oa Siha Aroujo.
Manoel Capimiino de Limos Daarte.
Maacel de Franga Oliveira.
Miooel Francisco de Sooza.
Manoel lt.vmuudo Caroeiro Pena Forte.
Manoel Pedro de Souza Baga.
Manoel Francisco Gancaives Orem.
Manuel Pereira da Silva.
Ma i .el Joaqom ae Mello.
Manoel dos Aojos Aiooqu rqoe Mello.
Manoel Antonio Ferreira Gomes
Mitioei Angelo do Nasclmeoto Feitoaa.
Manoel Joaquim dos Sao o?,
Ma'Cos Antonio do Soir. nisnto.
Manopl '"vnruiio Aoiri-k dos Siotoa.
Manoel Pedro de Souza.
Mauol Anoolo Peteuade B ilto.
M-noel Joaqoim da Rocha.
Manoel Antonio de Alooquerque Machado.
Manoel J.aquim Alves nos baoto.
Manoel Pinto Rtbeiro da SHvj.
Matiotl Sergio dos Santcs.
Manoel Machado Botelbo.
Manoel Toeotonio da Rocha Lias Wanderley.
ulavo Joi da Fooseca.
<) nvo Antonio Ferreira.
Pedro Jos Murtins Braga.
Ped o Abilio do Sacramento.
Paulo ce Albuquerque Gama.
PauloJoj Meniea.
Pedro Ivo de Cimpo?.
Pedro Jufc de Souza.
Pedro Celestino dos Santos.
Rjgobertj Googalvea de carvalbo.
Sevonno Jeroaymo de Lima.
Severino Martios.
Samuel Paulo de Siqoeira Cavalcaote.
Tneodoro Braga de Fre.tji Barbosa.
Thomb Mauricio de Abren.
To qoato Jos Mooteiro.
Toeotonio de AssisPadilba.
Ui-. Tertuliano Francisco do Naecimenlo Feitoaa.
B.cbarel Tbeodoro Jos da Silva Braga.
Cosido Baplistt.
Uiysses da Silva doral.
Vaaco da Gima Lamenba Lina.
Vicente Antonio do Nascimento Feitoaa.
Vctor Sosrea de Avellar.
V.ceute Guilberme da Silva Panlea.
^ontina).
Alfandega
Terreos de marinha em
Iamarac
Conforme determina o Sr. Or. Inapeotor
e para evitar al!egc,5ea futuras por parte
d a poaaeiros de terrenoa de marinha na
liba de llamarte i que telo DiCreto n.
4105 de 22 de Fevereiro de 1868, lea
preferen ia no respectivo aferameato e a
fii(r>m valer por petijBe ja deapaohadaa,
rica marcado aos meamos poaaeiros, cojos
nomes vao abaixo mencionados, am novo
praso de 15 dias parA virem completar o
proceiso da aorameoto promovendo a aua
casta, de ooordo oom as dispoiicSas em
vigor, a medico, demarcayBo c avalia(So
des alladidos terreouS, fijando oertos de
que si o nao fisrem nesse praao a fasenda
dispor livremente dos meimoi tarreaos,
seudo ju'gados insubsistentes os despaohos
palos qni.es torsm concedidos os referidos
atoramentos :
D. Rosa Fraoklir^de Qieirai Doarcdo
Cavalcanti.
Tbeatino Carneiro Tavares de Mello.
Manoel Fragoso da Silva.
Mrcos Jos dos S> ntos.
Jovioa Alezandrioa de Miranda Alba-
querque.
Josepba A. de Miranda Albaqaerqne.
Jlo Alves da Motta.
Ma; ia Tavares d* dilva.
Jos Vlettim Vieira de Mello.
Prancisco Salles de Albuquerque.
Francisco Tbeodoro de Macedo.
1 Francisco de Borgias e Paiva.
Ernesto Aivea Piaana.
Carlota Mara da Pas.
Antonio Grued s Sidronio.
Franc ec Mana da Coacaie > e irmSs.
Aatonio P-oraellas Cmara.
Joaquim Jos de Barros Moraes.
Hermiio Marques Ferreira.
Jo Pedro da Costa.
Ricardo Vieira de Soua*0
Pedro Marqaea da Silva.
Jos Rufino de Paiva.
Marctlii.o Barooaa da Cesta.
Marcelino Martyr da Cras.
Mtrianaa Joaquina da Coooe'sSo.
Dioa Mara de Barros Moraes.
Ursals Maris do E-pirito-Santo.
3.* Se3(So d'AHandega de Pernambaco,
12 de Julbo de 1895.
Servindo da chefe,
Seba8ti8o M. B*ai>io Pyrr .
m
m
KDito de dito de mus de 8 metros.
LDito de metro de longarlna de 0,12,0,11 e
0,11,0,13.
3 Os locaes de euas residencias;
3- Pruvaa de tdsneldade proflssional para dl-
riKirem e execetarem os trsbslbo?,
Haveodo duas oa m.is propostas em ieaalda.
e de condl-es, ser preferida o coocuneale
qoe melbores provas de idooeldsde cfferecer.
Nao serao aceitas as propoetas que se receaii-
rem das seguimos (altas:
1- As que nao foreno orginlsadaa de accordo
com o presente edital;
I- As que se bazearem sobre oreos de pro
posta de o.tros concurrentes ;
3- A* queforeaa fi-ruadas por pessoas qoe ii-
verem j deixado ae camprlr contractos cele-
brados com a exmela repa'tieao de Ooras Pu-
o lea ;
* As de concurrentes que nao offerecam as
garantas e quainiad.es exigidas no presente
adltal.
Cada proposta versar sobre as obras de cada
um des districtcs a cootraciar e deve- Irazer
no involucro a ueclar.cao daquella a que se re-
ferir.
Nerihama proposta aera aceita sem que o pro-
ponente aprsente recibo que prove bsver depo-
sitado na Toefoururia a importancia oe 500|.
O propooeoie qne uver proacsta escolbioa e
serecasar a assignar o termo do contracto, per-
der o uireno a cac(;ao cima exigua.
As lolormacOes dos tsbalbosde que trata o
presente edital, acbam ee oesta repjrticao a
diepoeicio dos propooentes, que poaeao exa-
miual as das 10 a- 4 oras oa tarde.
Este ee publicado pela imprensa e anisado
ca-t portas da sala de audienciase matnze-i
onde uoais os ihales de dstico jolgarem coa*
vemedtn.
A darscSo do contracto ser at 16 de No
vembro de t89S.
Recite. 15 de Julho de 1985.
Aitonio Urbaao Pa-.i Mooteneg ro
director geral interioo
Terreao de marinha entre
Gaib e Suape (VIassan-
gana)
De ordem do Ilim. Sr. Or. Inspector,
teado D. Rita Alves da Silva requerido
por aforan ento o terreno de marinha si-
tuado entre Qaib e Suape em Ntaareth
do Cabo, contiguo ao eogenho Maaaaoga-
na de propriedade de D. Caliope Pires
FalcSo de Asevedo, fago publico que o
mesmo Dr. Inspector tendo em conside-
ra$3o que a dita D. Caliopa foi ooicedido
por aorameoto, em 26 da Sotombro de
1894, o mencionado terreno, p r ae Ihe
ha ver reconheoido n direito de (referencia
garantidos pelo Decreto n. 4105 do 22 de
Fevereiro de 18 58, nao se tendo, porem,
espedido o respectivo titulo por nSo ter
ella promovido, soxno lhe cumpria f.z-r,
a sua casta, as diligencias legaes (a-edujo,
demarca^So e ava.iac&o do terreno) e de
accordo com as dispoBicSos oa vigor, falta
easa quo deve facer cessar os etfaitos do
qaa asaim se to. -
nai irsubaiatente ; reaolveu marcar a re-
ferida D Caliope o praao improrogavel de
30 das, alem dos que j lhe foram ante-
riormente coccedidos, para completar pelo
medo indicado o precesso do aferamento
que Iba fui mandado faser, sob pena d*>
car a fasenda livre o direito de atorar o
terreno de que se tiata mencionada D.
R ta, ou ctmo rnelhor oo-vier, por isso
que alo licito protrahir iuiefiuidamence
os procesaos de aforamento de terrenos,
com manifest prejuiao dos u'.ee mesma f.zonda.
3a secflo da Alfaodega de Pernambaco,
20 de Junho de 1895.
O chefe ialerino
SebastiSo Mua Basilio Pyrrho.
Drectoria
so uro
Arremata^ao de porcos
Fas se publico a quem interessar possa I despacho de concessSo,
que no d'a 16 do correcta, ao meio da,
i a ru-\ 89, outr'ora Imperial, em freote a
casa do cidadio Henriqaa, confronte a
entrada da Cabanga, irSo em praca 10
p ireos, entre rstes tres pequeos, apre-
hendidos em crrreiclo fiscal do segundo
diatrioto da freguesia de 8. Jote para
pigamento dts despesasda deposito, multa
e peg&o, oa quaes serao entregues a
quero mais der. se a.c o momento da pra-
va nao f jrem reclamados por seos doucs,
pagando estes as despees referidas.
Secretaria da Prefeitura Muoieipd do
Recire, 12 de Julho de 195.
O secretario,
Josquim Jos Ferreira da Rocha.
EDITAL
O Dr. Joaquim Elysio Maia e Silva, juiz
de direito interino do commercio do
municipio de Olinda, em virtude da
le, etc.
Faz saber aos que o presente edital vi-
rem ou delle noticia tiverem, que se lia
de arrematar em praja publica deste jui-
zo, depois da respectiva audiencia, co da
17 do corrate, as 10 horas da manba,
os bens seguintes:
As casas terreas na. 14 e 16 sita a ra
do Coronel Joaquim Cavbante, outr'ora
do Sol, e hoje Barao de Caiar, edificadas
em tolo proprio, com frente ao Nascdnte
e fundo ao Poente, com seus respectivos
quintae', e divide a de n. 16 com a casa
de Joaquim Monteiro da Cruz, e a de u.
14 com a casa de Carlos Antonio de
Araujo.
Ditas casas vao em terceira a ultima
praca com o aegundo abatimento de 10
0[Q sobre o val r estimativo de 5:0005
por 4:0008. para pagamento da execu<5o
que move Jos Joaquim de Souza Motta,
concessionario do Banco Popular deste Es-
tado, contra D. Alexandrina Figueira de
Oliveira.
nao havendo lancador que cubra o
preco do valor estimativo com o segundo
abatimento. a orrematsco se far pelo
maior lance que fr offerecido, sem que
em hypothese alguma seja permittida ac-
c3o de nullidade por lesao da qualquer
especie, na forma doart. 24 do Regula-
memo de 23 de Janeiro de 1886.
E para qaa ebegue ao cochecimento
de todos, mandei passar o presente edi-
tal, que ser publicado pela imprensa e
ailado no lugar do costume.
Dado e passado nesta cidade de Olinda,
aos 5 de Julbo de 1895.
Eu Joao Theodomiro da Costa Montei-
ixeral d> The
do Estado
EDITAL
De ordem do Sr. Dr. Director Qeral
deata Reparticao, convido os Srs. pctsii-
dores das apolioes do Valor nominal de
canto de reis, emittidaa a favor das Usinas
iofra menciooadas, a virem resgatal-as e
recebar os respectivos jaros at o dia 30
do crrante, visto terem sido as mesmas
sorteadas ; scientes de que desse dia por
diaote nSo vencerSo mais juros as referi-
das apolices.
RelacSo das Usinas a que se re-
fere o Edital sapra:
Cai-AsfApMices di. 21928
4589115138168203 e 225.
TrapicheApolices ne. 14 2938
85-140195210-232- 243 e 114.
Ipcjuca, outr'ora BandeiraApolices na
_7_13_2383 01129241145
-237 e 249.
Secretaria do Tbeouro do Estado, 5
de Julho de 1895.
H otefe,
Mar>anno A de Medei-os.
ro,
esrrivao o subscrevi.
ioaquim Elysto Maia e Silva.
Secretaria da Iadus
tria
Tereeira directora
Sabstuaicio de madeiras de pontes
Edital :
Pelo preeote fago publica qoe no dla27 de
corrente ao meto da, eero receidas neMf se-
cretaria propostas para sobstitoigao de ros- r i
ras de qoe precUarem as pontea do Estado aos
i e 5' districlos.
As propostss devem ser coavenientemecte
selladas e comer em termos claros :
i. O preco pelo qo3l se propOem os licita o le
a collocarem cada ama das pegas de ponte de
madeira de igaaes qaahdades adoptadas nesta
'.rectora, inclaindo deslocagao das que teeo
de ser eahstitnidas.
Ametro corrente de corrimaos ;
B Prego de cada pilastra e precoa de croze-
ai oo intermediarias:
CPrego do metro corrente de vacas e contra
rasas.
DPrego do metro qoadrado de lastro (ios-
Ino) de 0.mO8XO.JO.
CPrego do metro cableo de Vigs ,m o22
0,rx30 de secgSo at 10 metros oe compnnena
to.
Fdem idem dss mesmas secgoes de mais
de 10 metros de comprimento.
dem de contra vigas chapases e maos de
fo ca.
11-Dito de madre*.
IDito de emendas de estelos al 6 metros de
comprimento e 0,15X0,25 a 0.30X0,30.
J/reg de nm esteio de 0,3(0,3 at 8 metros
de comprimento.
Desapropriacao das catas
do becco do Pocioho
O Dr. Prefeito do municipio do Recife
pelo presente convida aoa propietarios
das caainbas da travessa do P ,c.nho que
tem os rs. impares a spresenta:em seas
titalos de dominio, sfm de convencioue-
rem o prego de desaproprac3o por utili-
dade publicp, por terem ellas de ser de-
molidas para perflamento da ra do Dr.
Tobas Barreto.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Recite, 6 de Ju ho de 1795.
O secretario,
'Joaquim Jos Ferreira da Rocba.
EdtS
Illuminaclo elctrica da ci-
dade do Recife
A Secrataria da Industria do Estalo de Per-
nambaco. faz publico qoe de accordo com a Le
o. 73 de 18 de Haio do arrele sdqo receber
at o dia 20 de Setembro prximo proposias
para o servigo de illa:nloacao elctrica da cida-
de do Recife, as coadlgOes segointes que ser-
irao de bato para a celebragao do contracto
que nos termos d'aquella lei se hoaver de la-
vrar.
Art. i A concurrencia versar.
1. Sobre o praso do privilegio dorante o
qaal o coocessionario tere, exclnido qoalquer
concurrente, o monopolio desse servigo.
2. Sobre ss condlgOes a qoe se propCe o
cooctssionarlo, aps a termioagao do praso do
privilegio.
3. Sobre o syitema de asBeQiamen'.c, cana-
iaagao diatriboicao e regolamentaco da illumi-
nagao.
4." Sobre a inteosidade mnima da illamina-
gao, t altara do calgament?, em qualqner ponto
dentro do permetro que limitar a rea do pri-
vilegio.
5." Sobre o prego da unidade de las elec'.ri-
ca, diacrlminadamente para aillaminagao pobli-
cs, quer das mas, pregas et-, qoer dos edificios
publico?, e para a particular e domiciliarla.
6. Sobre os abat meatos feitos nesse prego
quaodo se tratar da illomtnagao as casas de
caridades s escolas, palacio do governo, quar-
teis e mais repartigOes publicas qaer estaJoses,
mnoictpaes oa fedtr.es.
n mero de horas de illomlnagio em cala noaie,
e segando aogmenisr o consamo.
S 8.' Sebrea loien?idarfe media da lu na
lontes, qo devero ser servidas por lau Badas
banca inferiores a J.0O0 velas.
% 9 Sob-e a divirao co nto das cldsdes em
sectores iadepeadeoies oo nSo.
g 10." Sobre o praso para corneja: os traba-
Ibns.
i ii.* Sobre o praso para terncraacao de^-es
iraLalhos, oem e do servigo total para dinoiti
va tnstallagSo e fonecioaamenio da lilamioagfio
em toda rea do privilegio, romo separadamen-
te para os diversos bairros da eidade, de modo
a ser a parie central iiiominada i los elctrica
no mais Dreve praso qoe poestvel for.
Art. 1. Cads proposta devert ter acomps-
nbada do certificado qoe atieste ter o proponen
te deposade no Tfieeoore do Estado, como
caugao para asigoaiara do centrado, a impor
tancia de 15:000 (quiste contos de res) em I-
nbeiro oa em apolices da divida poolita.
Ari. 3.o Jalgada a concorrenca se restituir
o deposito aes propooentes prpjodicsdos, deven
do s caagSo do proponente preferido eer eleva-
da a 30:0004 por eccasiao da assignatara do
contracto, a qaal nao peder ser demorada mais
e qoinze diss aps o jolgamento da concurren-
cia, sendo aquella qaaatia destinada a garanta
das mallas qne neoverem de ser impostas para
li-i execugo do mesmo contracto.
i." Esta caugao flaal permanecer no The
souro do Estado al expirago do praao de
privilegio.
5 Dever ser inlegralissda, dentro de oilo
das, toda a ves que for esfalcada por multas
impostas pelo fiscal do goterno em virtade de
lofraci'i de qoalquer das claosolas cont-ac-
toaes.
Art. fc. O contratante Bcar sejeito s se-
gu'ntes molas.
t) Perda total da caugao si dentro de tres me-
zesrcontados da assignaiura do contracto nao
oover iniciado o servica dn iaslallago.
b) Multas de 200* s 1:001* durante o privile-
gio, pela ofracgo de qualquer claasala contrac-
tos! on disposigo do regolamento qoe com au-
diencia do concessioBano tea de ser elaborada
oelo eegeobeiro fiscal para boa execugio do
mesmo contracto.
c) Porda de melade do prego da las corres-
pondente a cada foco qoe for eaco arado eofra-
quecldo ou aposentando (requemes e incom-
modas int-irmittencias.
dj Perda de doos te-cos desse prego qaaado
foco apreseaUr [requemes eclipses.
) Perda toial desse prego qoaodo o foco esti-
ver ansgado durante mais de metade da noote.
f) Qaando o oomero da focos oas coodigOes
da leiiraesabir 4|3 do total de toco?, ae
crescer a mola de 1:000*, e a de 5:000* quao-
do sabir a mais de metade.
do sabir a mais de metade.
g) Quaodo esse facto se reprodoia mais de
irlnia vexes no aaoo o governo poder rescin-
dir o contracto si ao preferir ebegar a novo
accordo de que possam resultar vaniagens para
o servigo.
b) Cadaddade do cont-acto si por colpa do
contraciame Bear a cidade as escoras doas noi-
tes consecutivas oa cao.
Art. B. Para toa Uscalisaco do contracto o
governo maucr jonto compaobia om engr-
nbeiro fiscal, am ajadante e o oomero de guar-
das de lllomiotglo qoe fr jolgado necessario
mas qoe nao exceder de seis, pra o qne deve-
r e contractaote entrar aoooalmente com a
(joaons de 20.O 0*C0 para o Tdesooro do Esta-
do destinada a pagamento desse peseoal.
onico. Alem desss quantia aonualmeote
reaiisad^ pelo concessiooar.o, dever es'.e forna-
cer sua costa e de ama ves por todas para o
e.i-nplor o de fiscal sago o* instromentos que
forem necessarlos venOcago das cendigOes de
urna boa illomlnagio. nao exceJendo todava
esta desoeza a 10:000*.
An. 6 Deatro do praso mximo de am auno,
a cootar da data da assignatara do contracto de-
ver estar funecionaodo em toda a sua plenitode
a illomlnagio elctrica nos bairros do Recife, S.
Santo A'.ionio, S. Jos e B.a Vista.
Art. 7.a O praso mximo para terminagaode
odos o* trabamos ser de doos anuos.
Art. 8* Ser de tres metes o praso mximo
rara Inidag. do servigo, contado esse piaso da
aseigi a'ora do cont acto.
Art. 9." Deatro desse praso deer o concs-
slonarlo pre'erido sob pena de esducidade t
perda da caugao ent-a.- para o Tr.a lado com a importancia de 994 917*328 ao cam-
rio do d'a, segundo a avaliagao do arbitro des-
mroatader, como valor da actual enpreta Ce
llumimagao a gas e oos termos da clausula 13
do contracto celebrado eotre o goveroo da an-
iua provincia de percaubuco e Fielaen Bro-
Ibers, em 26 de Abril de 1856.
I." Esas importsocia destinada nos termes
da Lei o. 1.901 de i de Janho de 1887 ao paga-
mento a qne est so jeito o Estado por fo-ga
daquella clausula e nos termos do art. 1* 7*
dessa lei, e pona-la do goveroo do Estado de 7
de Ou uoro de 1890 e respectivos considerandos.
i Realiaado no Tnesouro do Ettado pelo
coocessionario o deposito daquella Importancia
cabera ao Governo do Estado liqaldar com Fi 1
den Brolbers o ezlincto cootractoe o pagamen-
to a estes devido como odemoissg&o, todo ooa
termos da citada claasala 13* e mais decisOes
cima indicadas.
g 3.* Nessa liqaidag&J ser avallado todo o
material da Empresa qoe o&o tiver sido iuclei-
do na avatiag&o de 1889 feila por aqaeHe arbi-
tro, para o Um de ser lodemnisads a mesma em-
presa da Impo-tancia respectiva, qoe igoalmeme
tero de reatisar os novos con.e-sicuarus, nm
anoo aps a data desss segunda avalacio.
g 4. Para esse flm logo que fr assigoado o
novo contracto o Goveroo nomear os seos erbi
tros pars que procedan avaliago do material
accres:ldo.
Art. 10. Em todos os pagamentos devidos por
indemoisago do Eetado S Empreoa o Goveroo
usar coxo melbor Ibe parecer do direito, que
loe garaalido pela ciau-ula 13 do c.t. contrac
to, de realisar ditos pagamentos em prestages
atmuaes segundo as torgas do cofre estadoal,
joro de 6 /. e a quaniia que restar at a exttnc-
go da divida.
Arl. 11. Podeodo a actaal empresa de illumi
oagaoa gas cencorrer apresen lando proposta nos
termos do presente edital, Bca entendido qoe a
preferencia s lbe isber nos termos do art. 1.
5 e 6* da cit. Le o. 1-901.
8 1. O novo contracto e poder ser lavrado
com Fielden B'oihers como innovago do de
25 ce Abril de 836, felaa as devidas modidca-
ges nao e qaaoto ao eystema e Illomtnagao e
seas coDseqaenctas lecbnlcas como principal-
,i ente depois de expres a declarago dos mea-
mos Fielaen Brotbers de acceilarem a inuovago
como liquidando definitivamente todas as qoes
loes existentes entre esaes empresarios e o Go
verti do Bttado, desobrlgado eele do pagamen-
to da indemoisago da cit. claasala 13* do con-
t acto de 2 de Abril de 1836 e sem mais direi-
to da empresa reclamago de qualquer paga-
mento por parte do Estado, e-alvo todava a divi-
da do gas consumido na illaminsgo publica e
j esrr piarada.
2*0 coocessionario, Fl-.lden Brotoers on
ouiros, podero empregar o gas carbn co para
iliomnago dos subarbios da cidade do Ricife,
tendo igualmente privilegio para esse Um, oo
qual po ero empregar r material actualmente
em servigo, feitos a juno do engenheiro riscal os
devidos reparos, concerios e sabstt uiges bem
como constraeges novas qne forem p ecisas.
Art. 12. Os conce8sionaiios gozaro igual-
mente do privilegio de fornecer no permetro da
cidade forga motriz para o servigo das iodos,
trias que quizerem empregar rara esse flm o
gaz carbnico ou a electricidade, Bcando obri.
gados a conservar dorante odia a presso do
gax e mais reqaisttr-8 necessarlos a alimentago
de motores, ao foraecimento de laboratorio, e
aos demals mlsteres a qoe poder servir aquello
gaz.
Arl. 13* 0 governo foroecer aos proponen,
les e so conce'sioaarlo aa plantas qoe possue
da cidade e seus suburbios, c-beodo a aquellee
organisar as demals plantas, trabalbos grapbl.
eos e dados teibnicos que forem precisos s con.
fecgo das snas propostas.
Art. 14' A lllominaglo elctrica dever ser.
vir aos bairros uo Recife al a fortaleza do Bram
e a ponte do Limoelro, Santo Antonio todo, S.
Jos (1- e 2- disltrictos) at a ponte de Afoga.
des, Boa. Vista a comegar na ra da Aurora te.
das devendo abrauger todos oa pontos desse
bairro servido actualmente pelo gaz carb-
nico.
S t Todos os demala pontos fora dessa rea
presentemente illaotinados a gax pederSo con.
loz elctrica segando mais convier aos prjpo. da pgrte reC|ntnie, se por accordo entre ellas
nentes e for arcordado com o governo. nJo ge 8genl8r em avahar o consumo no inte-
2- Nos oburbios o governo pocerl conce. ,, pe|o DQtnero de Dicog 0 ,edld0P genilo
der przos maiorea para termlnago dos traba- ma p.0Drledade d0 consumidor, se do exame"
ibos destinados a levar.Ibes a illomli Coohecer-se s necessidade de sua snbstoigo
ou a luze.ee rica, todo aioda segando o que e nova despez corera por coata ao conu.
mais convier aos proponentes e for Igualmente niidor.
serordado com o governo. ,,,, rta S7*- O consum Jor jamis podor impedir so
Art. 15- Para mais rigorosa del.milacio da C0Diractante o logresso at o medidor, tanto
a_;ea a ser illummada o concessionsrlo assigna- par, a |enra da como entreter o
r com o contracto om exemplar di planta da nivel d'igoa nesee aooarelho.
cidade onde essa rea estar rig irosamente 18 Tanto o contractaote como e cnsumidor
ma0rca, j ... s ...o. 8So fespectivamente responaaveis perante es tri-
nico. No caso de illnmiagao mix>a rea boaaeg pe,a fraode mtroduzirej bo me-
de uma e a de entro Eysteraa ser, rigorosa. dldor caBendo parte leeada accionar a outra
mema marcadas nessa planta a mas difle. por rerdas e damoos.
r*8D,le8', 2i O oonsumidor nSo poder nem permitlir
Ari. 16- No caso de lluminago mixta, ba. adaplar ao a,^,^ apparelbo de nataresa al-
vendo de ser esse servigo feto a gtz em parte aaa coa 0 caracler fixo e qoa|qaer apparelbo
rea do privilegio e a electricidade em ootra deg8e .ene.0 80 er adaptado canalisaco
parte, es proponeotes devero apres;ntar alm aepoi8 de paseado o medidor,
dos poste s sobre que versa a coccarrencia para TITULO 3
illumiuago elctrica, anlogos detalfles tecboi. rj0 contracto
ees motaiis matandis para o servigo a gaz, co. %{ DuraBte o praso do contracto prefello me-
mo lypo de bico inclusive os mat. mederaos do Qicipal neme Estado podero conceder nem per-
sj^tema Auer, sujeiiaBdo.se as cliiusulas do m|,lir ontro8 a88tDlem na ?la p0Dlica tobos
edital da prefeitura municipal de 28 de Aosto pa;a conduego de gaz de illamlnago, por aerees
de 1893, adame iraoscriptas. on sob'.erraneas pa-a transporte de elecirici iade
Ai. 17. O contracto ser geral par, toda rea cotn app|cacao a il|Ujiiaago puolica ou partien-
do municipio do Recife, snjeita a decima urba. ,a._ neaj WjQg> aosocoeaba para traoeporte de
aa oa qae de foturo estiver sujeita ,i essa de. qGaiqner fora qae p(8ga ger applicada a iilomi-
C|1Ba- ,n oago publica ou particular, dentro da referida
Art. (8- Pa-a todos os effeitos docontra-to area ga!vo accorao amigavel com o contra-
sero nicos rmpetemej os trunnats do Esta. C[3ntP. ^
do de Persambaco. 33 Dorante o praso do comracto, o con-
Art. 19 O governo do Es'ado se obriga a tracante dever ler eempre em seus depo-
couceder isengo de impostos estadoaes e mu. glog 0 no p:)rt degla capiiai 0 carV5o pre-
nicpaes para o material, combastivl, obras, c|e0 p3ra forDecimeuto de gaz de um trimestre
etc.cabeodo ao cojcesslooario solicitar se qoi. e Dem a8gim u;D apr0u8iQari)emo de tubos ta-a
zer dogovenoda Umo isengo de cireitos fe.J de.-en,olvimento e substitnigo oa rede ge.
aerae8- ral publica provavel em um trimestre. Com an-
CLAUSULAS A QU SE REFERE O ART. 16
Da quaotidade do gaz
1.a O gaz ser carbnico, extrabido do carvo
de pedia oa ootras snbstancias qoe o possam
aar osa con Hgesem que elle exigido pelo
presente coatracto.
i" 3.* Antes de ser laBgado na rle de caiali
sago, o gaz ser expurgado de lol s as ma-
materias nocivas Unto saude publica como
boa conservagd dos eocauamentos a appate-
Ibos.
3.* A laz do gaz ter o poder nominante des vellas de eaperm.cete daa qoe qoeima sete
grammas e oitenta ce.itigrammas porjbora, cor-
respondente ao 120* inglezea.
4. Esse poder illomibante ser verificado
em photometro aberto queimando ) gas no
mesmo cica qoe o d. lluminagic publica em
c.da occaeio.
5 As experiencias pbotometricas oara veri-
Bcago do poder illumioaole, sero fetas todas
as noiiei entre 6 e 10 Doral e os seus resalta-
dos condenados pelo inspector da illnmioago
em iivro especial e sob sua guarda. De dez
em dez dias se addicieoaro esses resultados
para se cenhecer o poder Iluminante medio da
decada, incorreodo o cootraciante em multa,
como abano se enlame, sempre que n oodia da
decada, fr inferiora velas, assim como, sem-
pre qae a mia de cada noi'e, tomada isolala-
mente, lr inferior a nove e oito decimos de
vela.
6.* A iresao do gaz em qualquer ponto dos
eocaoamen'ot pblicos jamis ser maior de
20 millimetiOj, uem menor de 4 millicutros.
TITULJ 3*
Da fabrica, suas dependencias, caoalisago e
Un eruar publicas
10. O cootractante produzr o cas em uma ou
mais fabricas, comanlo qoe jmala possa invo-
car a unida de da fabrica para Isentar se de for-
necer gaz onde lbe fr reclamado, lano peo
moni ipio como pelos particulares, deutro do
permetro da tllum cacao publica actual ea area
a aceresoeoiir, que str marcada aa planta que
eile eve assigoar por occaai&o da aaslgnatura
do contracto.
7.* Sobre a reduego oo prego segando 0' tinaar a ser illumiaados da mesma forma ou a
II. O contractaote mantera semore a sua fa-
brica oa fabrica?, g-izomelros e offitas em es-
tado de at eoder a todas as oecessidades do ser-
vigo da illumiuago publica oapartkslar; ter
as bateras ao (orno qae forem precisas, de
sorte a b-ver sempre orna batera, pelo menos,
de reserva ; empregar os appareihos mais mo-
dernos para a aporago do gaz, continuando
porem, smente com os aetaaes exquanio elles
baetarem e sstisBzerem as oecessidades do ser-
v co da dislribolgo ; mas os gazomelros que
montar lora da faDrica sero ligados a e.-ta por
om condactor virgem, de sorte que, nem aei-
mo dorante o da a regularidade ce emlssio
possa ser perturbada pela operaco do eocb-
meuto desses gazometros ; ter lolos os ma
appareloos precisos para a re ularidale do ser-
vigo ; mantera sempre a rJe ne tarallsago
publica e denvages a' porta don consumi-
dores, em oom esialo e com os diameires cor
respoodentes aa consumo.
As actuaes laaterois propi-laxeale ditas se-
ro, dentro do prazo de tres anoof, contados da
data ia {asignatura do coatracto, sibstiioidas
pelo contratante -por ontrss do typo actual aa
cUade de Pars, l*lo lanternas cum vitfros
curvas reQexo e na porte suterior.
As aovas lanternas que se assenisrem sero
ogo deste typo.
Todas as lanternas publicas seruo sempre
mantldas em p rfeito es'ado de assei) e de pin-
tora e numeraias com algarismos de metal pre-
to nos vidros.
I3. Para a lumioagSo publica, correr por
coma do coatracuote o forcecimento e o assen-
tamento dos combuetores, cemprebendendo o ra-
mal, a columna oo aiandella e laoterca, e bem
assim a cotsa-vsga e aeseio desses orgoe e a
operago de ascender c apagar, sn.nndo cm
borano, que ser flxado pelo engentelro flical
de accordo com o comprimento das nuiles.
16." Para a illuminago particolar ter o cen-
traciante o privilegio exc.u ivo para o forneci-
i ento, assentameoto e reparago do ramal at o
aeJidor, correodo as despezas por conia do
coasomidor, salvo as !e assentamenlo, foroecl-
mento do ramal e sua censervaco, ra exienso
do dez primeiros metros contados do encana-
ment gera!, de onde deve partir o raoial para
o coosumifor, parte esta que ser casta do
contractaote.
O engenbeiro fiscal Bxar, de accordo com o
centraciante, a tabella dos pregos para essas
obras por coala dos consumidores, de vende eala
tabella ser revista de 3 em 3 aanos.
18." Nenbum medidor poder ser assenta o
oa re868entado sem que pnmelro teoha sido of-
ferecido pela inspectora do gaz. Es;a afferigo
graluita.
22 O consumo de gaz ser page por mes
vencido, ffectuaudc-3e esse pagamento at o
olilffiO dia nlll do me seguate. Ha falta de
pagamento por parte do Eilado. venc;r o debi
lo juros r*zo de 6 ( go prlmeiro aono, 8 ",
oo segundo, 10 ,o no lerceiro de demora, e as-
sim seguidamente. Na particular, o contractau-
te lera o direito de cortar a cemmuticagao do
gaz e t restabe ecel-a qoando a divida lbe for
paga rom os cempotentes jaros, a rano de 6 ,
ao.anno. Na falta de pagamento por parte do
mqalino responde o preprietario do predio.
23. Os medidores eero do sylema mtrico,
continaaodL-3e, porm, a asar os quo existirem
asseotes na data deste contracto, em quanlo ei-
tiveiem em bom estado oo poderem ser repara-
dos, consumidor livre de comprar o medi-
dor a quem qnizer, inclnsive ao centrbante,
que nesie objecto exercer sos iaclostria em
livre concurrencia com o mercado ; nao poder.
porm, o me idor ser de am calibre iiuperior ao
oomero de bicos de gaz qoe boaver ao predio,
oem ter asentido oa retirado por octrem, qae
nSo o contractaote.
J4. A canalisago-a partir do medidor e os
apparelnos da illuminago correm por conta dos
consumidores (salvo da illuminago publica) 6
podem ser vendidos e asseotes por qaem con-
vier ao consumidor, inclOBive o afectante,
que nesse ebjecto exercer sua iudoitria livre-
mente.
25 Os consumidores bao responsaveis pelo
pagamento do gax entrado em snas casas e re-
gistrado pelos medidores, embora se perca por
difeito on mo estado de seas appar^lbos de ir
lumiciaco ou na canaltsago alm Co medidor-
26 Tanto o cootractante como o consumidor,
sempre que auspeitareo que o n.edidor tem
deixado de bem funeclonar, tero >> direito de
reclamar da inspectora um exame no medidor,
correndo a detpesa por conta daquela das doas
partes qoe reclamar o exame. Se rara o exa-
me for necessario a retirada do nuididor, om
ouiro aera provisoriamente loetallad) por coata
lecedencia de seis mezes o eogenheiro fiscal fi-
lar essas quantidades a vigorar em cada exer
cicio.
35. Para iodos os eff-itos lo presente contra-
cto sao nicos com plenles os IrlaoaaeB do Es-
tado de Pernambaco.
TITUL'J 6.
Da mspecgo
37.a Todas as obras que o contractaote boavej
de faser, quer em augmento da caoalisago pu-
blica, quer na soa fab ica e dependencias sero
Bscalisadas pelo iospe tor, para qae seiam fe-
tas com a necessaria seguranga e prepriedade.
38. Cabe, outro sim, ao iospecior decidir
quaes quesie* que se sasciiarej entre a em-
presa e os particulares, quanlo ao foroecmenio
de gaz e contas de consumo, fijando livre as
panes rpco-as pa*a es tribunaes.
39. No p'inclpio de cada trimestre o coLtra*
staute remetiera ao inspector orna lisia do pes*
soal de accededores com as suas respectivas
residencias e deslgnago dos respectivos distri-
cto< em que fonrcionarem.
Qaalqaer alterago nesta lisia deve ser imme*
diaiumeote commonicada ao iospecior.
Recife, 26 de Jai lio de 1895.
A. fj/baoo P. Monleoegro,
Direcior geral interino.
O Dr. Jos 'Jomes Villar, juiz do segundo
districo municipal da cidade do Re-
cife, Eatado da Pernamauoo, ext vir-
tude da lei etc.
Fago saber aos qne o presente edital
virem que por este juiso tem de ser arre-
matado a quem mais der co dia 22 de car-
rate mes, as i 2 horas do dia, na Baila
das aadiencies publ'cis os beos penho-
rados a Bernardino da Asevedo por exe-
cov5o qae Ibos movem BeirSo & Almeida,
cojos beaa sSo os segaiotea.
Vinte pajas de madipol^o Purissimoa
avaliadaa em 10^000, cada uma, prefa-
eeudo ao todo 2G0 jOOO, aendo que a dita
mercadoria, vai a terceira prafa pela
qaantia de 1621000, feito o abatimento da
10 por ceoto, sobre o valor de 1805000,
por quanto tai a segunda praca.
B para qae chegae ao conbecimAnto de
todos maodo ao porteiro do juiso atusar c
presente no ligar do castume, paseando a
respectiva cortiao.
Dado e pastado neate 2. datricto mu-
nicipal do Recife em 10 de Julbo de
1895.
Antonio Florencio da Silva, esc ivSo o
esorevi.
Gomea Villar.
Secretaria da Industria
3.a DIRECTORA
Passeio Publico 13 do Malo
EIDTAL
Para conhecimento dos interessados,
fafo publico que, estando o Governador
do Estado auctorisado pela lei n. 112
de 22 do mez p. findo, a despender at
a quantia de 500 contos com as ob as
do Fasseio Publico bem-se n'esta Directora, no dia 17
pe Setemb o vindouro, ao meio dia,
propostas para a construefo dessas
obras, de accordo com o plano do En-
genheiro Emilio Gustavo Bringer, con-
stante da memoria abaixo transcripta,
exceptuando-se duas tercas partes do
aterro que ja se acham feitas e desa-
propriacao de casa para o jardineiro.
As propostas devem ser convenien-
temente selladas, entregues em car-
tas fechadas e conter em termos cla-
ros :
i. O preco pelo qual se pixpoem
os licitantes a executar as obras ;
2.0 Endereco de sua residencia pro-
flssional ;
3. Prova de idoneidade para dirigi-
rem e executarem as obras.
Havendo duas ou mais propostas em
igualdade de condices, ser prefirido
o concurrente que mclhores provas de
idoneidade offerecer.
Nao sero acceitas as propostas que
se resentirem das seguintes faltas :
i. As que nao forem organisadas de
accordo com o presente edital.
2. As que se basearem em precos de
outros concurrentes.
3. As que forem firmadas por pes-
soas que j tiveram deixado de com-
prir contractos ou promessas de con-
tractos celebrados com o extincta Re-
partico das Obras Publicas.
4.0 As que nao offerecerem as ga-
antias e qualidades exigidas no pre-
sente odital.
Nenhuma proposta ser acceita sem
que o proponente aprsente recibo que
prove naver depositado, at a vespera,
na Thesouraria, a quantia dereis........
5;000$000 e perder o direito de res-
tituicao se, escolhida sua proposta,
recus.ar-se o proponente a assignar O
contracto respectivo.
As plantas das obras de que trata o
presente edital acham-se:
Em Pernambuco nesta Directora,
no Ri de Janeiro na typographia do
Jornal do Commercio, em S. Paulo na
typographia que pubbicar o presente
edital.
Recife, 9 de julho de 1895.
A. Urbano P. Montenegro^
Director Geral interino.

s
I
'**.*

^aV




Diarto de PernamiiHeo Terqa-feira 16 de fullio de 1SOS
^-^. Melhoramentos
T|" Passeio Publico 13 dejBalo
, -Semona descriptiva apreaenlaao peio eogeobei-
ro Berloger m I de Julbo de 1878
0 prseme pr.jecto tem por fim t coostruc-
c.5o em oca dos quarteiroes di cuade do Recite,
nm passeio poblico de genero conbecldo pelo
nome de- Jardim logle.
Os graodes ]ardlBs pblicos em Londres eSo
omitas vetes deoocalnados os pulmOes da ci-
dade.
AE' por abl, realmente, que respia, tanto no
pbysico como no moral, agrande cidade.
E' abl qae o operario, depo.s de ter deixado
sos officina, val-ae reiemperar; abi qae o pen-
sador val pracurar a calma e o repooso neces-
sar-o a meditacao, 6 abi qoe a mocidade pode
Be entregar a seos passatempos, acostomar-se a
respeitar a p-opriedade publica e instruir-se di-
vertiodo-se.
E' abi em ama palavra o grande laboratorio
em qoe se parifica o ar das cidades populosas,
o que torna indiapensaveia os jardios Interiores,
anda mesmo nao devendo elies ser frequenta-
des.
Como diz o S-. Arlbor Hangin na eua magni-
fica obra sobre os jardios pobllcou ama grande
cidade que nao tem Jardios Pblicos nao vive ;
aquellas qoe nao im sofficiente vivem mal
Assim todas as cidades caja sitoacao. com-
mercio ou Industria, gosam de uin certo recome
nao lm exitadoem entrar largamente nesta sen-
da, e a capital do Brazil d, oeste mesmo mo-
mento, a prova do grande iateresse qae liga a
esta questao, destinando om grande campo da
cidade a creagao de om jardim central.
Em New.York. mesmo, onde as questes olili-
tarias primam sobre todas as oairasos membros
da edllidade acibaram por aotonsar, por moti-
vos de salnbridade, a creacao do passeio publi.
C0 que denom na.se Central Pare.
A cidade do H j.ife possue j doas sqaares
elegantes, o primeiro no Campo das Prioceaas e
a segonda na prag do Conde d'Ea.
Elles servem paia ornamentarem e arejarem
a? irecas em que foram construidos, e ollere-
cem ou offe-ectro ao passeiador urna sombra e
uta precioso lagar de repooso.
Mas seus beneticios byglenicos dSo podem se
eslender seuao emumi pequea coja ; o pas.
seador qae demora.se nelle, continua a ricar no
meio do raido e da agltacao da ra a multido
nao eocontra abl o espago necessano ; e as gran,
des testas populares sao abi impossiveis.
E' poia de toda necessidade que sejam com-
pletados por um passeio mais importante.
O local para este novo jardim se impe por ti
mesmo ; o elle os terrenos devorlos qae se es.
tendem por traz do Gymaasio e do Pago da As-
semblea Provincial alea roa do Hospicio.
Ficar assim sopprimido um a.gado de ss.
pecto repognante que nao se dsve conlinaar a
tolerar no centro da cidaie.
Dirse.ba ao Pago da Astemblc e ao Gymna.
sio urna visinbaoca mais agradavei e mais salu.
bre, um logar de recolbimento para o legisla.
dor, nm logar de distracgao para o alomoc, e,
para os doas, aunas frescas e sombra espessa, o
ingas opacam do velbo Horacio.
Em ouira occasio ji foi apreseotado um pro-
jecto para transformar este local em passeio pu-
blico ; o qae acba-se mencionado nn ultimo re-
latorio que S. Exc o Sr. presidente da provincia
apresentoo a Assembla Provincial.
Has suasoperflcie era motlo diminuta para
om jardim de paysagem ou ingles.
O prseme prcjecto aagmeata esta superficie
primitiva em umi. larga proporcoem harmona
com as necessidades (otaras da cidade, recnan-
do, para este tim, os limites do lado do sol at
o caminbo de ferro de Oiioda.
Sui prime alm disto, os caes primitivamente
projtciados ao lado do Norte, e adopta clara-
mea e os Ijco dos paseios chamados Jardios
iogleze- com lagos, poatos de vista e cutres
accessonos.
Os limites exactos do novo passeio sio, o faz
ver a planta, ao N'jr.e o canal de sabida das
asnas, ao Oeste a roa do Hospicio, ao Sal a ra
D. Iiabel aproveitaodo a prlmeira liba desta
roa, a Leste o prclooeamento da roa da Sauda
de, o Gymnasio Provincial e a roa da Aurora.
Es'.ei limites deixam, ao lado do Gymnasio
Provincial, urna superficie de 48.A50 destinada
a ser transformada em om jardim reservado es-
pecialmente pira distracgao e ioatrocgao dos
alomaos do Gymaasio.
A superficie total do novo passeio de....
13BA.18A.
Esta superficie nao excessiva nem d.mlou'a.
Ella corresponde approxtmadamente a super-
ficie do Parque de Brnxellas (IUA..&A), cu a
do Parque de Anvers* (121 A); e om poaco maior
que a do g-acioeo Pare de alancean de Pars
(91a; ou o jardim de Bordeaux (101 A) ; e final
mete excede moiio de superficial do Jardim da
Estrella de Lisboa <6Iaj. e a de Natura arlla
aagistra* de Amsterdam.
As entradas do passeio eao em numero de
cinco das qoaes doas oao entradas prtnclpaes
situadas as duas extremidades do paselo, a
prlmeira na ra da Aurora e a segunda no en-
contr das ras D. Izab.-l e Hospicio.
As entradas secundarias sao para as roas do
Hospicio, D. Itabel e prolongameoto do da Sau-
dade.
As po. tas eio de8tnbutdas de modo a permit-
tir qoe as peesoif qoe moram nos arredores
posaaio atravessar o passeio sem grandes rodeos
e gozar assim da boepitalidade do passeio din-
gindo-se a s:as irabalbos oa a seos negocios.
Os po-tOes sio formados por grandes presas
a pilares de alvenana construidos dos l.doi.
_Eiles sio construidos de tal ma-eira que nada
faa obstculo ao transporte das arvores e que,
possam dar fcilmente franca passagem dos
carros.
' com tileito moito conveniente conservar a
lacnldade de deixar circular es car ros de passeio
em certas roas de jardim, como seasspranca oa
maior parte dos parquet pblicos ama dimi-
nuta retnboic.ao recebida dos carros de passeio,
compensara por demais, as despezas da constr-
vacio do calgamenio.
Para o uso dos carros e em gerat para a clr-
culagao dos grandes grupos o projecto prev om
caminbo de circuito com 12 metros de largo-a
e om kilmetro e 100 metros de desenvolvimeoto
eem contar os caminos de accesao.
Esta grande arteria segu tanto qaanto pos-
sivel o contorno do Jardim, mas deizando sem-
pre om algrete com graodes arvores entre o ca-
miobo e o moro, por-ue oecessano qoe nestas
especies de jardins posia-se esqoecer iotetra-
mente a rna com seos ruidos e uent'.i-ge real-
mente em outro lugar.
Na parte septentrional o caminbo do circuito
contorna om lago artificial.
Duas ootras graodes arterias destinadas intei-
ramente a pessoas a p eompietam a rede de
grande circolagao; a pnmeira segu a parte sol
do lago, e, na planta, vai denomiaada por ave-
nida do Aqoarium; a segonda commooica a
avenida do Aqoaiiom com o poni collocado
na proximidade da ruaD. Iiabel.
Emm oamiobos de meaor largara estabele-
cem commonicayOea entre as grandes arterias e
cortam o passeio em tapetes de verdura de di-
mencO's convenientes.
No tragado de todo? estes caminbos fol sd*
optado, como oso, curvas de grandes ralos li-
ganto'se de modo que nao firam a vista.
Tambem foram adoptadas gran.es largaras
para os caminbos, para que a circolagao ja-
mis possa ser embaragada, mesmo nos momeo-
tos de grande animaedo, como por qualque.*
esta popular, concert, rogos de artificio, rega-
tas, oa ootras qoe reonam em algons lugares a
popuhgao de maitos qaarteirOes da drade.
As pequeoas veredas nao vao represeotadas
no desenbo, mas podem ser feitas ao mesmo
tempo qae as a terias priocipaes.
Creio dever baver muita prudencia a este res*
pelto, porque a moral e a decsocia sio nteres-
sadas isto.
Seguindo o costme da Inglaterra poder4 ser
concedido ao poolno, em determinados das
livre gozo de nm taboleiro de relva nos q >aes o
publico posaa livremente passeiar, diveriir-se a
aeogosto.
O lago artificial qae sera o nico vestigio do
alagado actoal tem ama aopertijie de 2 82a
comprebendendo neste numero a superficie das
doas ilbas.
As (goas ser&o ahi mantidas ao nivel das al-
tas mares por mel de orna comporta collocada
por balxo da ponte qoe p6e em commanlcago o
ligo com o canal, qae ao norte limita o Jardim-
A mesma comporta permittlra renovar as
agoas todas as veaes qoe for necessarlo, e fran-
Soear passagem as embarcagOes de passeio oa
e corrida qae devem povoar o lago.
A menor das doas ilbas do ligo otro sera liga-
-torra firme.
E entmaes aqaaticos, tees como cysnes, gansos,
patos, etc. que aoimaram o lago.
Alm disto podera servir tambem como o fim
tos passelos dos barqaeiros.
Na grande ilba estar o pavllbao da nasies.
Ao redorado pavllbao bavera ama praca orien-
tada de tal maoeira qae os soas da msica ebe-
goem fcilmente at a avenida do Aqoarium.
Diversos caminbos cortarao a ilba em diversos
eutidos, indo todos terminar na praga ou as
doas ooteziobas de commonicagj.
Esta disoosigu permute, gragas as duas pon
tesiobas que do atcesso a lina, verificar sem
difficuUade as pessoas admittidas circular,
squer iraie'se de orna reonio official, qaar d
algama fesla publica, dando-se logar i parce
pgao de orna qoantia qaalqoer.
Alm dis'o satisfaz urna neeessldade para
muitos pasEeiadorea, que, ouvindo a momea,
querem continuar a passeiar.
JtmOm, aprsenla om longo desenvolvimeoto
de caminbos dos qoaes os passsiadores podem
aesistir commodamente aos jogos nuticos, qoe
poderSo ser orgaoisados no lago.
,-Ao lado do Jardim do Gymnasio Beca reser-
dado um logar para om jaraim boiaoi o.
Pens qoe ledo passeiu publico ser um jar*
dlm de estados, isto qae seguindo o exem*
vio do que se comega a faser geralmente oa fio*
ropa, as qualidades das arvores e das plantas
serio as mais variadas qoe for possivel e cont*
rio inscripces Indicando seo nome scientiUco e
sea norte vulgar.
O qae cbamo na planta mais parlicularmen'e
Jardim botnico o local reservado a cuitaras
de certas plantas especiaos, dsquellas que de*
veno estar em grupos, ou qae nio baja um outro
logar coovenieote.
A superficie destinada a este jardim partlcu*
lar 6 quasi de UA.OO, superficie maior, de qoe
a do Jardim Botnico de Bordeaux.
A escolba do local foi fetto de maoeira a col-
locar este campo de estados ao alcance imme-
diato dos professoree e dos alumnos dj Gym-
nasio, que poderio por abi dirigirse, qaer por
urna pona especial u abrir co mure do proprio
Gyujoaale, quer pela porla puolKa qae para este
fim acba'se i pouca aistaocia do edificio.
Tambem es So representados no piado os la*
garas em qae tem de ser coilocados um Aqua-
mariorx-, um Pavllbii, om caf Reslaoract.
ama casa dos jardinelros, um mirante e ama es*
tata monameotai.
Ontro8 qoeesquer edificios pederio ser feitus
ao depois, sem qae baja diifi.u.dade.
Os Aqoanoos pubi eos tendem a se espa-
ldar de mala a mais, e o -eu euccesso dos
mais proveitosos a sciencia e des mais leg.ti-
mos.
O sabio abl en:ontra om lugar de observagio
e de estado perfeitameate o-ganlsado ; o bomem
do mando abi se lamiliansa com os costamos
rinda tio pouco conbecidos dos differentes se*
tes, algamas vezss tio myetenosos, on lio es*
ranbes qae povoam nossos mares ou nossos
nos.
O Aqoarium, qoe acba-se projectado, com-
pOs-se de um edificio principal, e de telhero
com t-.nques e de ou reservator o d'agaa.
E'pago aufliciente fleca reservado para o fu*
toro deseovolvlmvnto des as construcgCas.
O edificio principal, do qual vai juoto ao pre-
sente memorial am desenbo da facbada prin-
cipal, tem a forma de nm cbaiet com dous pa*
viibOes salientes dos extremos reuuidos por um
terrago coberto e urna totea com janellas de va-
randa.
O visitante, depois de ter circulado no ierra-
go, atravessa um dos dona pavilbOss e acba-se
eolio em urna galera que se estende em iodo o
comprimenlo d- edificio-
Esta galena ventilada abundantemente pe*
las venesianas que se abrem para o terrago e
para as duas faces exlernas da galera.
Ella receba a luz petos vidros collocadoe na
frente dos tanques que conleem os diversos
aoimaes e que sio dispostos de modo que a luz
e penetra na galeria depois de ter atravessado
a sgaa dos tanques.
O espectador pode assim commodameote as*
sentado em frente dos vidros, aasistir a sen gos*
to as cvolocOes dos seres curiosos de qae se
coslama povoar oa Aqoarioos : aiemones, pol-
vos, carangoeijos, cava I los marlnbos, macropo-
des da Cbina, etc.
Oa taoqoes teem i.u>00 de altara sobre l.-00
de largo e l.B30 de comprldo.
Alguas tem o coraprinento duplo. Todos ao
prvidos de torneiras ae allmeniagio e de es-
goto e de canos de sangradooro.
A alimeotagio feita por meio de am reser*
valono o'agua construido de alvenana.
Os taoqoes, sendo lndependentea as dos oa*
tros, podem cont- agua noce ou salgada.
Elles sio dispostos conforme o tjpo qoe foi
adoptado qae tem dado moito bom resaltado no
Aqoarium da elegante estagio de Daaos de
Arcbors.
Os Aqoarioos da exposigao universal de 1867
apresentaram oo sea lulenor o aspecto de gra-
tas com stalactiies e staisgoaites pelos procos*
sos doa Srs. Coranes e Bilteocourt.
Esta disposigio de feliz effeiio, mas exige,
para nio ser ridiculo artistas esp.cia-s e ne-
cessita de grandes despesas de coneervagao,
alm de ser de um casto maito alto.
Estas conaideragOes decidirj a rejeital-as e
a adoptar am lypo mala simples qae v'se em
oatros lagares como por exemplo do jar Jim da
aclimatac.o do bosque de Borgonba em Paris.
A.agua depois de ter circulado nos tanques
de vidro, corre pira os depsitos construaos
sob os telbelros airas do edificio principal.
.Nsies depsitos consarvar-at-bi as reservas
dos pe.xes do Aqoarium oo os animaes aqua-
icos de moito grandes dimeusOes para os tan-
ques de vidro.
O pavilbio cojo desenbo tambem acompaoba o
presente memorial foi projectado pelo lypo mou-
ri8co.
Elle tem des lados circumscrlptos a nm cir-
culo de des metros de dimetro.
A sos coostroccio de m.dsira recortada, com
ornameotos em salleocla, tornando assim fcil
conservagio e pintada com vivas cores.
A escolba desie material de constro:gio me fol
ospirada pela coosideragio de qoe em um paiz
que possae as mais bellas maltas e as qualidades
de maoeira as mais vanadas e as mais raras, a
industria da marcenara e carpintera deve ser
animada e desenvolvida de maoeira a poder lu-
tar conra a invasio, mollas vezes pooco josU3-
cada, de ferro.
A morada dos jardinelros sera co nico edifi-
cio ja existente e que seri reonldo ao jardim,
apresentando ama superficie eofli-iente para este
destino.
Um mtrante feito demadeira de forma rustica,
abrigado dos raios do sol por urna coberta da
sap, elevar-sena em frente a entrada principal
da esquina das roas de D. Isabel e do Hospi-
cio.
Este mirante permittira ao passelante gosar da
vista dos arredorss.
Em face da entrada principal da roa da Auro-
ra bavera um taboleiro circular qae poder* ser
aproveitado para nelle collocar-se algum monu-
mento bistorlco oo svmbollco-
Na proximidade da roa D. Isabel, am dos n-
gulos podera ser concedido para a coostrucgSo
de um caf-reslanrant.
O jardim formado de grandes caoteiros com
planiagOes da arvores dispostas de modo a dei-
xar claros por onde o olbar dos passeantes possa
descobrr pontos oe vista ao looge.
As dlrecgOes segando as qoaes estes clares
devem acbar-se esio indicados na planta, por
lionas encarnadas ponteada*.
Assim, de alguna pontos da roa do He-pielo
aperceber-se-ba o mirante as doas pontezinbas,
o pavllbao.
Do mirante gosar-se-ba da vista de ama par-.
da roa da Aerara e do rte.Capibaribe.
Os massigos de arvores devem ser plantados
com grande cuidada e de maneira a fuodlr-se
com a relva.
Evitase assim a transigi brosca qae ve nos
moito geral mente nos parqaes.
As diversas qualidades de arvorea serio esc -
luidas de maneira qae as foloas e os tractos pro-
daza m oppoa gao de matizes.
Cenos de flores de om vivo colorido c'esenba-
rSo os contornos de cenes massigos.
Nos legares mais vistos plantar-se-ba gapos
de plantas de foibagem ornamental.
Alguna caoteiros de flores serio plantados as
proximidades doa logares mais freqaeatades.
Limito me dois a assignalar somante estes deta-
lles : elles deverio ser eBtodados com o maior
cuidado qoando ebegar a occas'.ao de (azer la as
plantacS s.
3As differentes altaras do slo do jardim sio
indicadas, entre parentbeses, no proprio plano.
Pareceu-me dever restringlr-me, por caoaa Ca
grande qoaotidade de aterro necessarlo, a oio
dar ao passeio senis o movlmento de (erra lo-
dlspeosavel para evitar a monotoo a.
A cola (t(O.mOO) corresponde ao nivel medio
das mares, isto a cota de l.rx30 da escala do
Arsenal de Martnba.
As altas mares attloglndo a cota (101,m76) fo-
ram admettMBs como altara mioima para os
caminbos a cota qoe corresponde as soleras das
casas da visinbanga.
Tres eminencias domioam o jardim.
A mais alta a praga do pavllbio qoe no cea-
tro flea a cota Ao redor o terreoo val se abaixando at o b-
vel do 'ago.
A segunda eminencia a praga do mirante
qoe esta i cota (L 3,07).
A terceira c local do aoariam, a cota 102,rr.57.
Entre o mirante e o qaarlam eatende-se urna
depressio que recolhs as aguas de cada um dos
lados e as esgota por am oaeiro no lago colloca
do atraz da casa dos ja.rdineiros.
O passeio sera cercado de ama peqoena grade
de ferro, collocada sobre am maro de alveoa-ia
de tijollos com as jautas visiveis e com orna
cornea do cimento.
A aliara do moro se-i de (l.miO; afim de del
xar ver, as pessoas qae passarem, o aspecto de
verdura e algamas perspectiva do passeio.
As verbas dispooiveis para as obras da cidade
pareceui-me oio permittir peoear oa realisagao
immediata e completa do presente projecto
Mas, possivel, e creio atr urgente, determi-
nar desde logo o local exacto do jardim, regular
suas priocipaes disposiges e tratar da execugSo
progresBiva.
E' preciso evita* qoe am terreno perfeltameote
apropriade para a creagio de am passeio pabii-
co seja utilizado para ootro fim, qoe fique-se
mais tarde na contingencia de demolir qaarte-
res ji edificados.
A maior despexa e a mais indispensavel a
do aterro cojo volurae eleva-se, conformo moa-
tram os perfis juntos a 213 :uj02.
Mas, convm nio peraer de vista qoe ja foi
decidido que os alagados sobre os qoaes devera
e elevar o jardim serio atterrados por meio
das e3Cavagr>s do porto, e que alm disto o vo-
lme de 213,B*J02, oao superior ao que naces-
8itaria o aterro feito nicamente para a cons-
raegio ele casas : com efleito, os diminuios mo-
l memos de Ierra qoe foram calcolados para
dar algama varledade ao jardim sio mais qoe
compensados pelo lago das regatas onde o
terreno fica ao oivel actoal.
Infelizmente a qoaotidade de areia con luida
at boje inteiramen'e insignificante, e parece
meeooo qoe i algom lempo foi qaasi completa-
mente abandonado este servige.
Neste momelo a occaslio a mais propria
para obter-se atorros por barato prego, por-
que senlindo o aervigo do porto falta de con-
ductores a vapor para a areia extrablda pelas
dragas, mos'.ra-se disposto a fazer c transpor-
te gratuito, se Ibe fr fjrnecido o mateial ne*
cessario.
Parece-me ser muito conveniente aprovel-
iar-sa esta occasiio porque mais tarde o nume-
ro dos conductores a vapor estari augmenta-
do, e dSo seri mais p-. s -1 vel ao servigo do por-
to encarregar-se desle transporte por barcos
impellidos a mi, etno pagando-se-lbe as des-
pesas dos conductores a vapor e da iripultgio.
Admitlindo qae o volme traosooria o pelo
servigo do pono at o passeio seja de io0,m03
por da, o aterro por anuo elevar-se-ba a 250
xdia ,150" 30O=37.6O0,'-3, e seria neetssano
para lodo o aterro cinco oa seis annos.
O prego do metro cubico se estabeleceria da
maoeira seguiole :
Compra de sais canoas de vinte to-
neladas, necessarias para o transporte
alm das que j poseue o servigo do
porto : 6xi:500*=l5:000V oque da
por metro 15.0004
DERBT-CLB
DE
PERNAMBIJCO
Projecto de inscripeo
Para a 10" corrida a realisar-se no (lia 21 de
Julho de 1895
213,30in,3=
{Carga em carros, descarga regala-
ri8agi.=
T.aoapone em carros a distancia
media de a00^=
Despezas geraes, beneficio ele
Tolal
OJO'O
400
280
0*750
110
0*850
Ao mesmo temp. qoe se fizer o aterro se
construir o moro, a comporta, os porles e po-
der-se-ba eomegar as pUntagOes.
Assim poder-sena brevemente e econmica-
mente vlr a construir nm passeio que possa
ser franqueada a circolagao publica.
Mais larde entao e ooofo'iie os recorsos dis-
poniveis poder-se*ba completar o moro co'lo
cando am gradil, instalar oaqaarlam, o pavl-
lbio etc.
Nesln con.lges as despezas para crear o
solo do passeio, cercai-o com am maro (com
altara sufriente para poder aupprir a falta do
gradii,) construir os port&es e a ponte de com-
porta destinada a mame.- a agua no mesmo lo-
cal Bera o seguate : ___^
Aterro 213 3)1- a 850 181:306*700
Maro ltS7* a 20*000 23:540*000
PorlOes 5 a 800*000 4:000*000
Ponte de comporta 10:Oo*0<,0
Compra da casa do jardineiro 8:000*000
1.
2
3.
4.
5.
0.
PAREO Egypf 2.500 metros. Animaes de puro sangue. premios
5.0000000 ao primeiro, l.OOfQOO ao segando e 5000000 ao ter-
ceiro.
PAREO Grecia 1.609 metros. Handcap Animaes da Pernambuco.
Pbbmios : 4000000 ao primeiro, 800000 ao segando e 40*000
ao terceiro.
Peso-Feniaoo 52 kilos, Triumpho 50 kilos, C-mors, 4a kilos, Biamarok 2.
45 kilo, Maior 45 kilos, e os dentis 40 kilos.
PAREO Hacedonia 1.000 metros. Animaes de Pernambucoo. Pre-
mios : 35CI00Q an primeiro, 700000 ao segando e 350000 ao ter-
ceiro.
Art. 5 Feniano, Triumpho, Camorsj Bismarck 2.*, Maior, PlutSo, Todo-,
Pal hago e Ida.
PAREO__Uparla 1.800 metros. Animaes de Pernambaoo. premios :
3500000 ao primeiro, 700000 ao segundo e 35fO0O ao ter-
ceiro.
Art. 5.* Os do pareo Macedonia.
PAREO Atheaps 1.000 metros. Animaes de Pernambuco. pre-
mios : 3000000 ao primeiro, 600000 ao segundo e 300000 ao
teroeiro. .
Art. 5.*Os do pareo Macedonia e mais Furioso, Pir&mon Hyrondelle, Beia-
Flor, Famaja 2.* Turco 2.- e Pjrilsmpo.
PAREO Jadea 900 metros. AaK e> de Pernambaoo. Premios
3000000 ao primeiro, 600000 ao BJgnndo e 30?OC0 ao ter-
eiro.
Art. 5.-=s do pareo Macedonia, Spsrta, Athenas e mais Patchoaly, Mascotte
Trtcier, Conquistador, Malaio, Gallioleto, Timoneiro, Dictador, Ciugo,
Batory, Dablim e Manrity.
7." PAREO __ Roma 900 me tros. = Animaos de Pernambaoo. premios :
3000000 ao primeiro, 600000 ao segando e 30000 ao ter-
ceiro. #
Art. 5.a Os do pareo Macedonia, Sparta, Athenas, Jadea e mais Gallet, Ta-
lispV.er, Tenor 2.*, Phariseo, Viogador, Berhm, Fortaleza, Lucifer,
Garimpeiro, Tiberio, Peiropos 2. Baralho, Piano Sana Souci.
PAREO Oallla 900 metros.. Animaos de Pernambaoo. Premios :
2508000 ao primeiro. 500000 ao segando o 250000 ao ter-
ceiro. .
Art. 5-' Oa do do pareo Macedodia, S.arta, Athenas Jadea, Roma e mais Eni-
reby Narciso, BruBsiano, Vioganca Mouro, Good Morning, Mendigo..
Temoso, Ybo e Baliss.
PAREO-IIe*pailba 800 metros. Animaes de 'Pernambuco Premioa :
2500000 ao primeiro, 500000 ao segundo e 250000 ao ter-
ceiro. .
Art. 6.-__Os do pareo Macedonia, Spsrra, Athenas, Juda, Roma o mais Sea
Bem, Divertido, Gatano, Maestro, Csj Forado, Topy 2* e Malanga.
10."__Ur Bretanha800 metros. Animaes de "Pernambuco i,ue n5o tenhan
gauho I.* e 2.' premios nos prados do Recife, contando ou nio vioto-
ris. Premioa : 2503000 ao primeiro, 50JO00 ao segundo o 25 ao ter-
8.
9.
cetro.
ObsrTaj)8
Imprevisto
126:816*700
J8:1S3*300
5.0K00J
Ne>ta importancia a despeza occaaiooada real-
mente pelo passeio publico nao entra stoao
pela diminuta qoaotia de cerca de 90 contos,
porque a presente projec'o, coito ja disse nio
augmenta o volme do aterro ja decidido pre-
cedentemente, e exige smente qoe o trabalbo
seja concluido deotro de cinco oa seis annos,
em lagar de vinte oo trinta annos.
Seja como fOr. a despesa ancoal nao exce-
der termo medio de 42:500*000 sendo a des-
pesa total partilbada em seis annos.
Esta qoantla basta para a rpida creacao de
um grande passeio qae, mais tarde, e a pro-
porcio dos recursos de qae se dispazer, se aper-
(eicoa-a por meio de diversos aformoseamen-
to e ebegart ao nivel dos passeios pblicos
qoe oas ootras cidades Importantes podem
servir de modelos.
Recife, em 1 de Julho de 1893.
O eogeobeiro principal, Beringer.
Os pareos so aerSo considerados realisadoa inscrevendo-se e oorrendo 5
animaea de 4 proprietarioa differentes.
O animal qoe for inscripto sem estar matriealado e qae deizar de corre-
por aste motivo perder a inacripcSo. ss**
A inscripclo enoerrar-ae-ha impreterivelmente na ter}a-feira lo de Jnlho
a 6 142 horaa da tarde, devendo vir aoompanhada da respectiva importancia,
o caso nSo venha poder! a Directora, qaerendo privar o animal de tomar parte no
pareo.
O proprietario qae fiaer osorever seas animaes para as corridas do Derhy
Clab de Pernambaoo, aasim como oa jockys, empregadoa de coudelariaa e mais
pessoaa qoe tenham interease naa corridas pretmme-se que a3o conhecedoraa das
dispoai-jSas do oodigo de corrida e que a ellas se aujeitam, bem como s decisSes
da Directora.
Tocando a peaagem oa animaos deverio estar jacta da respectiva casa par
aerem immediatamente enailhadoj e aegoirem para o batracio no oeotro da raa, onda
poderlo estar os jockeya e oa tratadores on criados, oa qoaes nio paderlo ter com-
mnnicacBo com pesaoa algama antes de realisrse corrida.
Secretaria do Derby Clab de Pemambuoo, 11 de Julho de 1895.
O geiente,
A A. Gomes Peana.
Ven era vel
DECLARARES
Companhia Centro
"Commercial
Convidamos os Srs. acclo-lslas desta compa
nbia a fazerem a sexta entrada de sen capital
no Banco de Pernambuco, & ra;ao de 10 0/0 e
dentro do praso de 30 das, contados de boje.
Macelo, 7 de Julbo de 1895.
Os directores
Tihnrciu Alves de Carvalbo.
Boaventnra Amor:no.
Pedro de Almeida.
Companhia Fabrica de Vi
dro de Pernambuco
Sio convidados os Srs. accianistaa desta com
panbia para no da Si do correlo mes, ao meio
dia, sareunr, m no sea escripiorlo a roa da
Aurora, em assembla geral, para os Ons dos
Arta. 14 e 13 1' da lei das sociedades ano-
nymas.
Recife, 6 de Julbo de 1895.
O Director secretario,
Antn o Mioervloo de Soza goarres Pilbe.
Estrada de ferro de tti-
beiro ao Bonito
De ordem da directora convido aos Srs secio--
oistas desta compaobia para ss renoirem em
assembla geral extraordioa-ia, jue tere losar
oo dia la do correte, 1 hora da tarde, oo 1-
tndar do predio o. 71 da ras 15 de Novembro,
alim de tratar-ae de negocios qoe moito lateres-
sam mesma compaobia.
Recife, il de Julho de 1893.
Manoel Csrneiro da Caoba
Secretarlo.
Hospital portuguez
DE
Beneficencia
Premio de viriude
A junta admioia raliva deste hospital tendo de
adjudicar o premio de 50ti* a tilba oo filfio, fa-
milia, notu-al da cidade da Recife, qae pelo sea
trabalbo bone.-to ttver coocorrido tfBcasmeote
para sostemac&o de bous pas, oo assistido a sen
pal oa mai com verdadeira dedica(*ao e amor
nual, dorante doenja grave e prolongada; pre-
rulo que foi inst laioo pelo fallecido commeada-
dor Antonio Joa de twgslbafs Boslos, cbama as
pessoas que se Julgarem no caso de concorrer
a esse premio, a apreseotarem oo prazo de 60
das, contados desta data, na secrttaria deste
hospital, os docomeot03 comprobatorios de soa
prelecso, os quaes dtvem declarar nome, es-
tado, proseao idade e residencia ; e provar
sereno natoraes desta cidade e baverem preeo-
cbido os requisitos exigidos pelo testador, sendo
para este flm indis, ensavel ama exposlao, dos
factos em qoe fondam sua ore.eniao.
Secretaria do Hospital Portuguez de Beae
cenca tm Pernamboco, 15 de Jotbo de 1895.
Antonio Jos Mirtina
Secretario.
(posto de industria e pro-
fissio
Pelo presente convidamos as pesBoas
nteressadas na destribuiepao do imposto
de industria e proSsslo a qae refere-se o
orcamento do Estado tabella A n. 25 e
31 (Fabricaslde picar fumo, de lazer ci-
(rarros e charutos, casas de vender cigar-
ros, charutos e fumo em groase e a reta-
lho, a reunirem-se ter$a fera 16 do cor-
rente ao meio dia na ra do^Marquez de
Olinda n. 1.
Recife, I5de Julho de 1895.
}.oreira & C. ^^
Fundicao Geral
Roa Barao io Triumpbo n. U, tem para
vender:
CHUMBO ingles em ba ra.
MACHINAS para padarla.
GUINCHOS para barcaga. __
MOTORES petrleo (do febricanteHornaby)
ALAMBIQUES de ferro co*do:____________
"SEGUROS MARTIMOS CX3NTRA
FOQO
Companhia Pbenlx Pernaml*-
cana
RA DO COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
Santa Casa de Misericordia
do Recife
A I Ims. junta administrativa, em sessSo Co
dia 16 do correte recebe propostas em cartas
(ecbadas para o desentumo de terreoo sito co
becco do Abreo, em qoe se acbava edificado o
predio o. 2, Beodo entregue tal servigo a quein
mais barato o fizer, deveodo o cootratanie d;.r
Dador Idooeo qae se obrlgac a acabar o mesa o
servigo seb pena da pagar urna malta.
Igualmente se cntrala e desentoldo do predio
contlcoo, por coala do respectivo proprietario,
conforme como este foi accordado.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia no
Recife, 11 de Julbo de 1895.
O escrivao
Jos Honorio B. de Mene-es.
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
KCA DO VI8A.BIO M. 1, 1. ANDAB
Di rectores
Bario de Souza Lefio
Thomaa Comber.
Julio Casar Taes Barretto
Ordena Terceira *e "V H. do Carao
do Heeife
De ordem da mesa regedora dessa venetarel
ordem, convido a todos os nossos carlsslmos
irmSos a compsrecerem em a nossa Igreja nos
das IS ts 6 boras da tarde, 16 s 10 doras da
manba e 6 da tarde, paramentados com seos
bfbitos, para assisilrem as vesperas, festa e Te
Djom em loovor da SS Virgem Senbora do Car-
ino, aoe ter lugxr oa Igreja do seo coa vento, e
beiiaBsim, no domingo 21, todo do corrente,
pelas 2 1/2 oras da tarde, para, paramentados
e encorporadoe, acompanbarmos a solemne pro-
clssao da mesma Virgem, para cojos actos Uve-
moa bonroso convite.
Consi.torio. 13 de Jolbo ere 1893.
Miguel dos Santos Costa Jnior
Secretario.
Conraria
DE
IV. do los or o da Fcguc/ia de
Sauto Amonio
A mesa regedora desta coof arla (eodo de
mandar celebrar do dia 16 do correte, pelas 8
horas da manba, ana musa em acedo de graca
em satisfiaco de comnieu restabelecimento de
nosso rmao Manoel Soares de F euelredo, vem
por meio ce-te convidar cSo s ao dito irmae
como aos demais, e juntamente aos seos amigos
Uecife, 13 de Jolbo de {895.
O secretario
__________Bibiano AUobso do Monte.
Companhia Santa The-
resa
Expresarla de agea e gaz cidade de Olinda
No caea da (Jompsnbia Peroambocana, escrip
torio do Sr. Sebaso Lopes uuimaraes, direc-
tor e tbe8oureiro da compaobia, esto sendo
pagos os jaros das debentores no semestre ven-
cido.O dirsetor presiden'e
_______________A. Persira Slm0e3.
Companhia l\'ortti Britisb & Uer
van tile t> Insurance
Capita^ subscripto f 3,000,000 0* 0a
Fundos accumulados 9,452,452, 18d 6*
eece:ta annual
De premios contra
Fogo 1.495.418 10- S4
De premios sobre
divida 992.379 6* 1*
2.488.196. 12' lld
N; B.A reparticSo de fundos accu-
mulados sobre seg-uros contra fogo, nSo
se responsabilisa pelas transaccSes fei*
\88 pela de seguro sobre vidas.
Wilson. Sons & C.
zuras
DE LONDRES
Estabclecida em 1803
Capital 1,900,000
|Rs S4,0O0;00,f0O0)
BBGKA EDIFICIOS E MERCADORIAS
CONTRA O FOGO
7AIXAS BAI XAS
PHOMPTO PAGAMENTO DE PBBJOIZO
Sena descont
Agentes
BftOWNS C.
Emprestimo Nacional de
1895
O Banco de Pernambuco avisa aos Srs- sub-
scriptores do emprestimo cima qoe, aotorlsado
pelo Banco Nacional Braziieiro, pagar em seo
escrlptorlo, roa do Commerclo n. 40, de 1 de
Jolbo prximo vindou-o, em liante, os juros
das apolices que eobscreveram por sen inter-
medio, correspondentes ao semestre, a vencerse
em 30 do correte, na raiao de 23-5000 por cala
urna apolice.
__________Recife, 20 de Jooho de 1895.
Banco da Repblica do
Brazil
Paga-se o 8o dividendo das acgfles deste Bi,n-
co, relativo ao semestre ventilo em 30 de Junbo
p.-oximo b'nrio, sendo 64000 por cada acgSo in-
tgrala e 3(1000 pela qns tem sonenie 50 '..'.
realizado ; no escrlptorlo de Pereira Garneir; St
C roa do Commercic n 6 1 andar.
Recifs, 15 de Jolbo de 1893. _____
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Aberdeen
PosicSo financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.000
eceita animal:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwell William &P
Prnce Une o Steamers
James Kuott, Newcastle-
ou-Tyne
LINIIA REGULAS ENTRE OS
Estados-I odos e o Brazil
E' esperado dos portus do sol
at o di SB de Julbo e sablra
depois da demora necessarla
para o
Para e Ncw-York
O vapor ingles
Crele Prince
Tem ptimas aesomodacSe para passa
reiros e Iluminado loz elctrica.
Para cargas e passageos trats se com os
Gonsigoatarioa
Johnston Pater e Comp.
Ra do Commercio n. 15
, -
Llojd Braziieiro
O VAPOR
Maranho
E' esperado do
sol at o dia MO
do correte, se-
guindo para os
portes do norte
.**
no mesmo dia.
O VAPOR
Alagoas
Commandante Carneiro
Royal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL 00:000
Fundos accumulados L 80:080
AGENTE
POLHMANN & C-
E'esperado dos portos do
norte oe dia do correte,
seguindo para es portos do
sol no mesmo dia.
As eDcommendas serao recebidas at 1 hora
da tarde do dia da sabida, no trapiebe Barbosa
Caes da Companhia Peroambocana n. i.
Aos Srs, carregaiores pedimos a soa atleDfio
para a clausula 10* dos coobecimeotos que a
seguate:
o caso de baver algama reclamacao contra a
compaobia per avarlas ou perdas, deve ser feita
por escripto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de fioail-
sada.
N&o precedendo esta formaiidade, a compa*
ob
As passageos sao tiradas no mesmo escripto-
rio, at as 31/2 boras da tarde do dia da sabida
dovapor.
Atiendo
As passa geoa pagas a bordo custam
mais 15*/*>
Para carga, passageos, eocommendas e""rjlo
res trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & G.
6-BA DO COMMERCIO-6
1* andar

.
i
I
..


Diario de Pernainhueo Tecra-feira O de fullio de IWo
^
*
Pacfico Steam Navigalion Can
pany
STRAITS OF MAGELLAM LINE
O paquete
Orcana
Eepera-se da Europa at o di
to do trrenle e seguir de
dois da demora do costme para
Valparaso, com escala por
lahia, Rio de Janeiro e
Montevideo
BNSo tem acctmmodacOes para paesageiros de
2.* classe-
Pan carga, paasagens, encorrmendas e d-
rjheiro a frete, trata-se com os
AGENTES
Wilson Sons & C. Limited.
10Ra do Commercio10
1. andar
CipbI FiNaioiicai i 1-
PORTOS DO 3L
Maceio, Penedo s Aracajii
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
Segoe no dia 18 o cor-
rete is i rio-as da larde.
Recebe carga, erjcommedas, pasaseos e di
nheiro trete at a il turas da manba do da
da partida.
Cbama-se a at'engSo dos Srs. carregadores
para a clausula 10a dos conbeclmenlos que a
segotnte :
No caso de baver algn.ua reclamagSo coo
ra a Companbia por avana oa perda, deve ser
feita por escripto so agente respe: tivo no porto
da descarga, dentro de tre diae defos de tina-
Usada.
Nao precedendo esta formalidade i Compa-
nhia Cea iseata de torta a respiosabilidade.
ESCRIPl'ORIO
No Caes da Compaohia Pernatabaoana
o. 12
Esta compaDhta accelta por precos rscatela
para Valpatalso at Abril, paessageiros com este
destino por va de Buenos-Aires e ntrada do;
Andes.
Tambem aceita passagerros para New York
a SoutbamptOD, por especial arraojo feito com
a Companbia Allemaod Lloyd, podendo demora-
rem-se na Eoropa casi o desejarem.
3edaocSo nos precoa das paasa&ens
da Idae volta
t liioa 1* classe 20 t 20
A' Soutbaapton i' classe 28 52
Camarotes resarvadoa para os pasaageirc-a de
Pernambcco.
Para carga, passagecs, encomiendas e di
nheiro a (rete, tratase com es
AGENTES
Amorim Irrao & C.
N. 3Rna do Bom JeantN. 3
ETamburg Suedamerikanis
che Dan pfdchiffahrts-Ge-
sellschaft.
O VAPOR
Mendoza
E' esoerado da Eoropa
at o dlt i do crreme e
segeir depma da demora
cecessana para
Rio de Janeiro e Santos
Para passageos, carga, frete e etc., trata-se
com os
Consignatarios
Borstelmann & C
18Ra do Commercio18
1 anclar
Entrar no porto
3!
LINHA MENSAL
VAPOR
Matapan
E' esperado da
Eoropa at o dia
ldeJolnode95,
i'eguiodo depois
da demora neces-
aria para a
Baha, Rio de Janeiro* San-
tos, Montevideo e Buenos-
Ajres
Entrar do porto
Prevae-ee anda .os Srs. recebedores de mer
adonasqce-se attender a rectamacoes por
faltas, que forem reconosciti" ca occasiSo da
descarga dos volumen e qoe dentro de 48 bo'
ras a contar do da da descarga das aivarengas
devero faier qualqcer i ecl&maco concernen-
te a volurres que porveniura tenbam seguido
para os portes do sul, afim de serem dadas s
tanpo as providencias necrv- 'as.
Roga-se aos Srs. passag,; le se aprsenla
rem na vespera da ebegac uj vapor para toma
rem as suas passageos.
Para carga, passageos, encommendas e dinbeU
M a frete tratar enm
OS AGENTE8
H. Burle & C.
42-RUA DO TORRE342
1. andar
Rojal Hcgarkn Sea toigation
Company Adria Limited
O vapor huegaro
Saross
E' esperado de
Trieste at o dia
o de Jolho, ee-
guindo depois da
indispentavcl de-
mora para os por-
(os da
Bahia. Rio de Janeiro e
Santos
Para carga, paseagens, encommendas] 9 di-
Dbeiro a frete, trata-se con)
OS AGENTES
Henry Forater & C.
Raa do Cjmmercio n. 8
1* andar
Un Han mu ui tani}
O paqaete
Nile
Commmandante J. D. Spoooer
Espera-se dos
portos do soi oo
dit SO do cor-
Ir en te, segalodo
depois da demo-
raianispensavel pera
m. Metate, Lisboa, Vlgo e Sos
thamp'on
?rince Line of Steamers
lames lnoU fVew-Castle-on>
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-Laidos e o Braz
E'esperado do porto de New-
|\.York at o da *o do corrente e
sebir depois da demora neces-
sarla para a
Bahia, Rio de Janeiro e San-
tos
O VAPOR INGLEZ
Moorish Prince
Para carga e paseagens trata se com os
Consignatarios
Jfohnston Pater e Gomp.
Ra do Commeroio n. 15
LEILOES
Agente Silveira
Leilo
Quarta-feira, 17 do corrente
A'$ t torai
S. Gcngalo n. 34
Urna mobilla de junco, meia de amarello, 2
marquezOee. qoadros, jarros, 1 eBPelbo oval, 11
guarda roupa, 2 bancoB, 1 sof, 1 machina del
costera, i mesa de cosloba, 2 cadnras de balan-
(o, 12 de gaarntc&o, i carteira de amarello, 1
gnarda ccj e dinereotes oDjectos de casa de
familia
AO CORRER DO MARTELLO
AVISOS DIVERSOS
O abaizo aesipnaso declara ao pabl'co e
pecialmente ao commercio, quenesta data ven-
den ao Sr. Joo (eleslioo de O iveira Mel, a
soa taverna sita rna Dr. Gomes de Maltes o,
22 A, aotiga do Principe, livree desembarceos,
e qnem se jolgar credor queira aprese itar soa?
contas dentro do praso de tres dias a contar
de-- a data, afim de serem pagas.
Recite, 13 Jaibo de 895.
Jos Crrela de Brillo.
Jos Joaquim Marrocea Per* ira
tD. Aolooia Villar Marroc s Meodes e
seos Hlbos, Eduardo Perelra Rebocbo e
Joao Evangelieta da Silva agradceos a
todas as pessoas qae acompaobaram at
a nltima morada os restos rmriaes de seo estre-
mecido genro, cor hado, primo e sobriobo e de
oevo convidam os pareles e amigos a ass'sti-
rem as missas qae or soa alma maodam cele-
brar na matriz da Boa-Vista, a'a 7 1/2 boras da
maab, qaarta-feira 17 do corrente, 7 dia do
seo Dassamento.
t
Coronel Hanoel Gomel de Barros
e Silva
Antonio Secuadino de Barros e Silva, sna
molber Cberobloa Amaral de Barros e Silva e
Albos, rega a todos os seas prente) e amigos o
obsequio de ouvir ama missa, qoe em scSraglo
da alma de sea extremoso pal, soero e av o
coronel Manoel Gomes de Tarros e Silva, mao-
dam rezar as 7 1/2 horas de terca taira 16 do
do andante, na igre,a d > convento de S Fran-
cisco.
A todos qoe assislir confeseam-ce penhorados.
Opaqoete
Tagus
i > tai
Espera-se da Eorcpa no dia
** de corrente, segolndo de
pois da demora necessarla para
i arlSS ai
Macei, Bahia, Rio de Ja-
neiro e Santos
0 paquete
' Magdalena
Espera-se dos portos da Eu-
ropa at o dia do correa-
do segucdo depois da demora
kiodiispensa^el Dar
Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
N. B.Previne-se aos Srs. recebedores de
mercadorias, qne a Companbia Mala Real ingit-
Ca, contnctoa eom aGootut 8team Navegados
pompanvcm servico da vapores semanaea qoe
camodo do Bordeaox, Cognac, Charente, devem
ebegar a Soothampton a lempo de baldearem as
sargas destinadas a America do Sol para os va-
deras dea! ooBpaoaia.
Coronel anoel Gomes de Barrse
silva
Amalia Eodocia Medeiros e Silva, Antonio Se-
candino de Barros e Silva e soa malher, Jos
Moreira de Barros e Silva, Leonor de Barros e
Silva e Manoel Gomes de Barros e Silva agrade-
cen] de coracSo a todos os parentes e amigos
que acompanharam al a ultima morada os i s-
poios morlaes do en extremoslsslmo marido,
pai e.Bvgre. o coonel Manoel Gome de BarroB
e Silva ; e novameute convidan! a Msietr as
mismas qae em memoria do ioolridavel morto,
rraodaoj celebrar na igreja do convento de S.
Francisco, as 7 1'2 boras de terca letra 16 do
cerrente, e na capella do engenbo Btbelrao, 7-
dia de sea psssamento. A' todos bypotbecam
soa gralidao.
pars
6, Ru de Mirengo
e em toda u
Phtrmacies do Brazll.
SNDALO BRETONNEAU
CONTSA :
BlENNORRHAfilA
e todi.i as
0LEST11S la BEXIG1
DoeMfas do Estmago, Falta de Foreaa,
Anemia. Febres, etc.
O MESMO
mw
QiKQSO !*~
r**XC0a
a/
- Cblorosls,
Pobreza do Sangue, Debilidade, to.
Ijmphetistio, Escrfula, AtnolUcinunto dos Ossos, *U.
fnu. nmi.ll PtOM* minuto
O MESMO
-1 PHOSPHUftDO
^v
SAINT-RAPHAEL
tm-A
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti
tuinte, de sabor excellente, mais eficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado na Molestia' do estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescenci? .; este Vinho recom-
mendado s pessoas j idosas, s jovens, mulheres
e s criancas.
B^aiUt ( Pemambuc. C" da Crefarlui Preiocla> CHulcot; FiBU SOBIUIBO C-e os viacifus Piarzui"-
AWOS GRAOOIUE u?DrFRANCK
UdSKUDOS PBA .. -i-ECTOalA JBBAL DE HTGIRNK DE R&? DE JANEIRO.
Aprientcei EatomachicoB, Purgativos, Htpurativoe
GOraa Falta de appetlto, a Obstrneco, a Bnzaqneca, as Vertigent
as CongesUiea, etc. Dote ordinaria: 4, t S ordos.
Desconfiar das falsificares. Exigir o rotulo Junto lmpresso em francez
Em TAKZZ. Pb xmacla I^BieOTri e em toda aa manaaetatv
Aviso s IS/Lxs de X^^xialllca
fm a f% ski sj Jk o melhor alimento para as criancas de tenra idade.
f f\ f\ I 1^1 O f\ i o alimento o mais completo no precisando senao agua.
LACTEA r para a sua preparacao.
NP a w pfc iS o alimento o m.us aesuro para facilitar o desmamar.
t ^2< I L Bh iS o nico alimento recommendado por todos os mdicos.
Exi,jir o nome NESTLE sobre todas as caixinhas.
GONDENSADO
Verdadeiro Leite puro das Vaccas suissas. O mais rico em Creme.
l-'.xi'-ir o ninbo de pasaarinhoa sobre todas as caixinbas.
ai urcTI it %#_.._w Km PARS, 16, Kue du Parc-Boyal. __
VlENRI NE.OTLB em VEVEY i-;,,i LONDRES, 48, Cannon Street, K.-C.
Acba ae no BRAZ1L em lodaa aa Pbarmacias, brogarias, Casal taponantes de Especiaras a Aimaiena de Cal.
OLEO
CxtraatedaFIBADOS FRESCOS
d. BACALHO
0 mejs activo, agra,dave
e nutritivo
RecelUdo lia parto da meio-icculo paloi
U.'.HIM.t.l
MBHYP0PH0SPHIT0S.CAL
.I.S0DA
Deliciosa reme de oleodeflgado
de bacalho de aXors* tSo aeradavel
ao paladar como o le te as criancas
tomamKi com gosto.
priaieiroj m.idicgi do mudo.
Contri u moleittaa de Pelto,Toie.Tumores, ZrrnpcSe* di relie, etc
(FraicoaTRiaNGUURES) Farmacia HOGG, 2, Ru Cailiglion, PARS, t
Deposito : COMPA.NHIA de D-HOGAB PRODUCTOS CH1MIC08
VIN
ONI-NTRIT1
[COM
CACAO]
O melhor e mais agradave dos tnicos, receitado pelos mais
illustrados facultativos de Pars, nos casos e ANEMIA,
GHLCROSIS, PEBRES de cuialquer natureza,DOENQAS
do ESTOMAGO, GONVALESGENCA.S.
Se acha as principaes Pharmacias.
iiiiiuuuiiiiijim
ftOP
e Grageas de (ribert
[AFFECCES SYPHILITICAS
VICIOS DO SANQUEl
Verdadelrne productos faciltente tolerado*
palo estomago e os ln isatlnoi.
Mllr tt F/rmai do
| O' GIBERT de BOUTIGNY. Pharmacautleo |
Rccettados pelas celebridades medicatt.
DSacONrUR-SIDAB miTACOIS.
ESPECIALIDADES
REMEDIOS
LE ROY
Populares em Franca, Amerita, Heapanha e
anaa colonUa, no Brazil, aonde itio autoiixadoi
palo Osoaelho de Hygicna.
Vomitorio Le Roy
ltimamente empregado ;omo prepa-
rafdo para o aso do Porgante.
Purgantes Le Roy
rat taatadoc sHitrai i Maav
Sio proprloa para qualcriier doenca.
U/na aot/oia npiioitut anro/re cada Itrrtfi.
ftMae Le Roy
Cafnefo MotaM** o*o Remtdioi liquido.
lio arasftKti xiiiitii iiwIti cala truco.
O frasco de 190 pil. 5' O traaiso da 15,1>SO
Acautelar-se das lalnificacdea
RECUSAR
aoalquer rodneto iii aja liTar eade-
ireeo aa Paimatti COTTII San s LE MT
81, ale ai, SU, ea> farla.
DKTOSlTQg SM TOAS AS PH*M4ffltS|/{
f
Coronel Maaoai Gome Silva
Josl Moreira de Barros e 3H seasivelaanje
penalistdo pela orle de sen uonca eqnfCldo
baf o coronel Manoel Gomes de Barros 0 Silva,
convids lene prenles e oIrob Pr onvlr <
mise que em soffraglo de sna alma manda diier
is 7 J boras de lera feir 16 do corrente, na
igreja do conovnto de 8. ftancisco, 7- de sen
trwasao.
Madeiras de coD&truccjao e
n 1 teiiaes para edifica cao
A Corrparhh Expioradtrj de Prora:tos Cal-
creo- veuo'e em ten a-maz-m no caes do Apel-
lo n. 73 :
Maderas para renst w cao.
Cal branca Ce jagoaiibe.
Cal preta.
Cal virgtm para assocar.
Tijollos de ladriln. e commdos.
Tijollos refractarios
Pedral decantaiii para solelras, etc.
Molduras
Para porta e janellas. forros de sal,
guarda-vestidos, lavatorios, quadros de
qualquer largura, de piuho, amarello, ou
qualquer outra madeira, na fabrica de
moTeis a vap r de Silv F mandes &. C.
Dep'-sito ra de Bar&it da Victoria
n. 49-
Caixas de msica
Importantes modal loa no ros.
Secretarias proprias para presentes.
Becebeu a Relojoaria Darid ra do
Cabuga n. 14 desde 1500000 a 4001000.
Grande so* tmente

T. JONES
K PERFUMIRU INGLES I
OXTTA-FINA
VICTORIA ESSENCE
perfume mais delicioso do mundo.
ama grande collecc&o de extractos para o hmco
da matma qnalldade.
LA JUVENIL!
6 asm mistura culmica alpjma, pana rasto,
slfileii imliilinl
OREAN IA 71F
CouauWfU em todos os climas; un eoealo
4aBonstnrr> u auperlorlcUdo sobre os oulroe
Qold-craunr
AOVA W TOUOADOR
taniea reftauaiita KswDasija
otoednras de Inaedos.
UXIH r iPABVTA CABOMTI
DtlfrWn aa sepUco ionice. Braaqaa*
1SBI1 tord*n*w 9dtm.
9, BoUawra da. nnajiaflsiM, 23
PaVMsl
>aar*pti
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a
H
S a
S ns
II
99
o
9
l
1
a Ui os
l
8 2
13

Barbeiro
Freclea-se de pm na roa da Crn n 1.
Carne verde a 700 re. o kilo
Vendem os sbaixo assigaados, carne de pri-
melra qoali Herval i s. 17 e S, e Gamboa do Carmo o 1.
Este prrex Fcffrera alleracSo par mais on
para meocs, sempre re accordo com 03 presos
do gado Di fe 1 a -.
Recife, 18 de Maio de 1895.
____________________Fiuia Lima cV C_________
Bois e carrosas
as obras de calamento s coostrnccc de ga-
lerita deesfioto do largo das Cinco Ponas, com
pram-pe dcua bois e doas carrocaa : a tratar no
barracSo da mesma.
Attencao
Vende-8e o sobrado de 2 andares e sotao in
temo, eitnado rna da Roda n. 47, e a casa
terrea n. {02, no Barro, estrada da jaboai&o, edi-
Hnada em nm terreno de 59 palmos de frente e
689 de fundo, pa-te mnrado, com po-iac de ferro,
a iraiar com o solicitador Antonio Bexe-ra Ca-
raleante de Albuqueque, roa 1* de Margo n.
ig l -andar.__________________
Costureira
Precias se de orna costureira para ronpas
braceas no Caminbo Noro o. 120.
Cosinheira
Precisa se de orna para casa de familia de tres
pessoas' paga-fe bem ; Da roa da Ixperatriz o.
5, segundo andar.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porfoes applica-se ventosas seccas e
. sarjadas ; na ra das Larangeiras n. 1
Casas
Vendem -se as efguintes Da fregoesia da Afo
; gados.
Roa Direita ns. 22 e 56.
Larg-> dos Remedios ns. 50, 50 A, 50 B, 51 K
. fO D, 60 A, 60 B t 60 C.
/ Roa do Caatello n. 16.
i A tratar na loja do Caboclo, roa Duque de
ICaxias n. 86
SIROP
duK
irritacao lio PBttO
Tosse
Expectoragao
Insomnias
Neuralgias
Dores -*
I Parts 28, ru Ber^re,
Aluga-se
0 3- andar do sobrado n. ii a rna do I rpera
dor; a tratar no eecripiorio do Dr. Alcnforado
oa na rna Angosta n. 198. a chave esta 00 se-
gundo endar.
DELAHGREMIER <^\
"PA*" Tai
f use tfcicit arta S> 1
' <; conmi as eo-
IBRONCHTES^*" INFLUENZA ]
4 u lniuaaai 4* Feita a da GirajaU.
Sem opio, marpblua oerr. co- ^
delna, sao receitado com p /
ptimo xito e seguran^
*a enancas padeoendo .
.<>, T8SIE (WllUOIC ,*-.
Gaixeiro
Preri-a-se de uro dt-ihdo ne 14 & 16 annoe,
com p'aiia de mclbii08, e qoe d coDtieciroeo-
to de sua condo ta, a tratar ai pateo do Terco
D.34.
Vende-se
Uma mebilia de jacsraDd oa ra da Palma
p.67. ________________________________
Cosinheira
Preciec-je de cma qoe dnrma em casa dos
iltfe, i roa do auspicio o. U._____________
Plvora
De todas as qualiiades
em barns e em latinhas ven-
rde-se no e>-criptorio do Per-
nambuco Powder Factory.
Ra do Commercio n%6.
Devccao de S. Joao Baptis*
ta, 2o districto de S, Jos
t
De ordem corvados sobre < campa daquella qoe se chama-
va Theresa de Jesuj Fieora de Paria, irm
bemfeitora deaca corporajSo, pSra rendermos
nm triboto de rorcenagem a soa iocooaolaveL
familia, com especialvlade ao Sr. Dr. MltocI de
Pigneiroa Faria, blbo daqoella virtnoea senbora,
peta sua perda. o qoe desde ja anteci, amos nos-
soe sinceros pesan.es ; e ao mesmo lempo cod-
vi jamos a soa Exma. familia, lodos os irmSos
devotos e mais pessoas que se dignaren) aasis-
tlr a missa de 30- da de seo passamento, qoe
ter logar Da igr boras da maihS.
0 sesrslarlo
Rellarroinn Enfraaio da Silva.
f
coroaiel Manoel mos de Barios
Te Silva
Proclooso Dias AUe.- da Si.'va em cemmemo-
ragSo do fallecimento de peo eempte lembado
amigo o coronel Manoel Gomes de Sarros e Sil-
va, maoda resar orna missa s 9 boras de terca
felra 16 do actual mez. Da capella do eDgeobo
RibeirSo. sa'imo da de soa morte.
Para asairtir este aclo de pledade chriet cea
vir>a seas parevtes e amigo? e aos do pranteado
roorto, aeaegoraodo a todos qoioto comparecer
seo recoDbecimento.
t
Coronel Hanoi I ornea de Barros e
Silva
Lea & Irmo, profundamente sentidos pelo
pas amento de ppu prezado amigo 0 coronel Ma-
noel Gomes de Barros e Silva, msBdam rezar
orna missa oa igreja do convento de S. Francis-
co, s 7 1/2 baias de Urca feira 16 do corrente,
7- dia de soa morte, e convldam para aasiitir
aos carentes amigos do mesmo.
Coronel Manoel Gomes de
e Silva
Barros
Jor Caroozo da Silva peJe a seos paren tes
e amigos o caridoso obseqoio de ouvirem urna
mise que por alma de sea presado amigo o
Coronel Manoel Gomes de Barros e Silva, man-
da celebrar na Mairiz de Gamellelra na terca-
feira 16 do corrente. i 8 horas ; 7." dia do seu
fallenrrento.
'nao Teixeira Baato
tMigoel Jos Ban oa Guimaraes e seus
filhos, oras, e Genros netos, mandam ce-
lebrar mies 8 por alma do sea presado
gTiro.cuDhjdo e to, Jcao;Teixeira Basto,
no da 17 do correte, pelas 8 horas da marina,
no convento de S. Francisco, e para este acto
de carilade cenvidam os prenles e pessoas de
soa amisaue e do Aado, e desde a ee confes-
eam gratos.
t
Coronel Manoel (.ames de Barros
e Silva
Lourenco Bezerra Aires da Silva convira seus
prenles e amigos para assisiirem a ama mis-
e qae manda d;z-r na Capella de sen enge-
nbo Tsbatioga, do acnicipio do Cabe, terga-
elra 16 do correnle, selimo dia do passamen-
to desea praoteado compadre e amigo o Co-
ronel MtDoel Gomes de Barros e Silva.
-------rantr "11 1111111 saniMiiiiiiiiiiaaBaaiaai
t
D. The reza L'nnnia Monteiro de
Abren
Manoel da Trindade Perettl. Marianna de Me-
deiros R. Peretti e seos filbos tendo a noticia de
baver fallecido em Liaooa, no da lldeste mez,
soa presada ta D. Tnereza Libaoia Monteiro de
Abren maodam rezar aLumas bdissis, oa ma-
triz da Boa-Vist?, testa fena 19 do correte, s
8 boras da msonl, .''a do fallecimento da
me8ma seohora.e convldam, para aeslslir aeesaa
mi8eas, os seos prenles e amigos.
Attencao
VENDE-SB E COMPRA-SE
Vende-se orna aslgaia de multo boa prata, e
pesada, com o emblema colorldepe a competen-
te fita branca de gjrgar&o, orlada de preto,
distioctivo de coafrede do Carmo, por nao con-
vir mais a sea dono, na roa Ma-cilio Dias n. 45,
onde se compra com orgeocla as insignias com-
pletas do G.-. 32.. da 8ob.-. Ord.-. Mag.-.
Amas
Precisase de ama ama para co*inbar e outra
para andar cam crianzas, a tratar no Cbora Me-
nino, Piyesan n. 3.
Ama
Precisa-se de ama para andar com criancas :
a t'atir na rna doCaboga o. 14, de mel dia at
2 horag.____________________________________
Urgente
Precisa-se de ama ama para coziabar, na
ua Larga do Rosario a. 9, Regalador da Ma-
ri a ba^_____________________________.____________
Precisa-se de orna ama na travesea do
Peixolo n 27. .________________________
Ama
Precisa-se de nma ama para cosinbar, i ra*
Visconde de Pelotas, amiga Arg8o n. 27.
Ama
Precisa-se de nma ama que cosinbe e faga
compras ; a tratar 00 terceiro andar desta typo
grapbia-
Tijol
OS
De nm perito precisase roa do Com tercio
44, oa P. yjeanda 19. t
Fabricados na fabrica ;de Camarsgibe, de so-
perior qmlidade, -ende-se eo escripiorio da
Companbialadrutrlal Peraambocana. ruad
Commercio n. 6.
Regulador da Marinha
Concerta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometros de
marinha, caixa do msica, apparelhe
elctricos, oculos, binculos, ocologsbo
alcance, joiaa e todo e qualquer objecto
tendente a arte mechanica.
9Rna Larga do Rosario 9
Aosiabrieant's de sabao
Os abaixo assignados convidam os fabricantes
de sat a> estabelecidos nesta cidade a' ee reani-
rem no dia 16 do correte *| 1 hora da tarde no
l andar da traveseada Madre de Deusn. 10,
afim de faier ss a distribu'jo do imposte ca
respectiva classe. 1
Recife, 12 de Jolbo de 1893
Pooeea Irooao & C.
Santos Araoj & C.
Jof Suaros de Seixas.
MUTILADO
.

1 immfl
!' t "
n


s
-


I

Diario de Pernambnco Ter^a-feira O de .fu I lio de 1805


Criado ou copeiro
P*>cla te de um ; Da roa ce Paysanao' Dame-
ro (^_________________________________________
S ementes de Hortalizas
Cbegadas boje
Completo sorunento
Toa eetreita ("o Rosario n. 9
Pocas Meodrs C.
Pino
Vecd>-sp om aovo com capa, cadeira e lan
lerna?, a ro Imperial o. 13 loj
Precisase ae)uina boa
cosinheira, com urgen-
cia a tratar na ra da
Soledade n. 82 A
Sementes de hortalizas por-
tuguezas
Coop flor.
Dita angS.
D:ta -epoolbo.
Dita maoteigi.
Dita troD'hudJ.
Rab Dte.
"ht03.
Alface.
Cenooras.
Cbico'ia.
Salea.
Albo
Veode te o roa do R ngel n. 25.
LOJA DO FOTO
19 Rua I/ de Marco -19
Este acreditado estabelecimento continua a
vender por presos seui competidor os
artigos abaixo mencionados
Constando de
MadapolBo pera noiva* a 4f$5C0 a 5*000 a poya'.
Dito americauoa 8f000 e 100000.
Dito francs para oomiaaf, puchos e col arnhes 13(500.
Cretonas claros a 320 o covado.
Ditos ecaroa moito largos a 403 o corado,
Etaminea arrendados a 500 o corado. -
Bramacte para lencea 4 largor* T00O o narro.
Atoalbado braceo e lavrado para mesa a 205CO e 3000 o metr<~.
Cachemiras com 2 larguras para veati'idcs de 25500 por l Qtemira preta de agonal para roupa de hornero, a 21000 o covido.
Ctcbemirst de IS coro I atrae dt sea 15200 o eovadr.
Grande acrlimento de benitos padr&Vs a lOOO o covade-j
L'ndos cbsmalotes ccnhi'cnttia a rOOo corado.
Meia de II para aenbo ras a 405000 a dosi*.
Ditas de alg< dSo para aenbora a 125COO a daaia.
Ditas de c r para borneo a 1200 a doi>a.
Ditas croas com flos da seda pora bemem a 125000 a c'uais.
Setioeta de tcdts t corea a 6CO o cnvdo.
Sedas trarcis hvradaa para teatides de noiva a 25500 o eovadr-.
Cortinados de crochet e cambraia bordados para cama e jan ella a 1050C0 O par.
Capellas com veo pira coi vas a 105000 e 1250C0 orne.
E*partilboa 4a cour ca a 65000, e 85O0O a a.
Mosquiteiros amerc.Boaa 155000 uro.
Camisaa para homem dormir a 6(000 ama.
Ditas para aenbora idem a 65000 orne.
Finos cortes de oasemira inglea para calca a 85000 e 105000 oro.
Camisas de iralba de IS para homem e seohora a 660(0 urra.
Vestuarios de J-rc?y para meninos a 155000 oro.
Cobertas de crefone para etnt dec-sal a 5OC0 ama.
Casiietas pora rorpa de homens e creancas a 500 o covtdo.
Brim braceo v. 6 a 25500 a vara.
Dito preto a 15800 a vara. .
Sobretudos cem ama e duas vistas, cobertores, cclx s, ceroulas, mantilbas, tudo por
precca aem competencia.
Criado
Preciss-ie de om que etitenda do servteo de
c sa : oa roa do Hospicio o. ti.
FOLHETM
a mi m m
POR
:::::: ::::ss
XXI
A KISAKI
(ContinuacSo)
A Kisaki procurou erguer-se, apoian-
do-se n'uma mo, e Iancoa a visto em re-
dor de si ; depois volvea os olbos para
Nagato.
Arrancaram-me brutalmente do pa-
lacio, disse ella.
E o miseravel qae commotteu eese
Crate merec tSD.1 mortes.
Que quera elle "dY-dOim *
Quena fazer-te prisionei'a'a, afm de
impr condicSes ao Mikado. \
Infame 1 exclamou a raiuha.'v O res-
to e*i sei : perseguiste o meu raptor e> sal-
vaste-me.
Nada me sorprebende.
S
na
LOJA DO POVO
(Antiga do Crespo)
DI CIMA & SOBBII
' 0 SUB telOIIB Bl VNtt
E' A DESCOBERTA DO
ELIXIR M- MORATO
PROPAGADO POR
D CARLOS
Elle cura toda a syphilis.
Elle cura o rheumstismo.
Elle cura a asthma.
Ella cura caeros.
Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR MORATO, pro-
pagado por
DEPOSITO EM TOANAltBUCO
A GOMPANHA I DKOGiS E PRODUCTOS CUCOS
Rua Marqnez de Olnda 24
5tt e 58 Rua Duque de Gaxias 56 e 58
Resolveram liquidar peJa quarta parte de seu va-
lor todas as mercaduras que se achavam no> Centro da
Vio da.
A saber
Madapolo para noiva a 4^503 a peca.
Dito Americano 85000 e HOOO.
Dito fazenda para caatniz*. punhos e colarnhos 135X).
Cretonu 8 Ciar s a 320 oovado. o
Ditos coros daros 320
Orones inglezes a o oovdaors.
Brins brancos e de cores.
Crotones de 1." qualidade para coberta a 800 re.
Sedas escosse*as e lavradas a 1$5'J0 e 28000.
Setim d todas as cores a 800 rs.
Cortes de setim da Porsia de 705 por 2'$000!!
Ditos andnesuk de 308 a 68000 II
tos todos de renda de gripure valanciane de 805 a 123003
Cachemiras escuras de 35 a 800 rs.!!
Atoalhados para mesa a 28000.
Panno de cores de auadro para mesa a 28000.
Guardanapos duzia a 38 e 45000.
Capas e pelerinas de seda e cachemira.
Chapeos de sul, com renda de 908 por 258 e 308000.
Caicfa de caeemira de 3 >g a 12$ e 155000.
l'm comple'e sortimento de frak, de 1008 a 5S0OO.
Colletes de oftaemira de >2S por 48000. "
Ditos da brim de 88 por 2500.
Grande qnantidades de retalhos da Jsedas, las, cachem'rap, "cretones, lynon, chitas,
oto. etc. |
Pede a todos os seus reguezes e as Exmas. fami-
lias em geral que se digaem visitar o nosso estabelecU
meato, fim de se convencer da grande reduccao de
pr eos.
NA
Leja das Estrellas
56 e 58 Rua Duque de Caxias 56 e 58
THES. JDST.
Casa de commisses e repre-
sentaces
EXPOSICAO
CATLOGOS DB
X33BS3S3NTX9COS
de innmeras fabricas xle todos os paizes da Europti e
des duas mericas, tola espacie de mercadorias, de
machinas e de materia prima.
Deposito do afaruado REOL cCIM o melhor ces
infectante conhecido.
Deposito da bem conhecida cODONTINA o
Dr. H. Rirted.
O
o
O)
UJ
ce
li-
CO
O
Q
S
loJ
Q
ESCOLHIDOS
OLEO PURO
DE FIGADO
DE 5ACALHA0
DE
UNMAN E KEMP
RECOMENDADO
por dislinctos Doutores que
Ihe dio a preferencia, o re-
ceitam cada dia para todas
is doencas Pulmonares, Ks-
crofulas, etc., e o consideran!
o mais puro e rico em
PCDEK MEDICTNAI.
QUE 6E AP8ESENTA
A0 PUBLICO
I
O
00
E MAIORES
03
Chegaram II
Bonecas com mollas
a lc^OOO a duzia.
Loja da Pcrola
Rua da Impera-
iriz ii. T
Domingos Femar des.
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s: q a Io c2
o a
m
II
o *^
c: cu
Attcncao
de
Ki-
Nos momentos
eu invocava.
Depois de ter dito essas palavras
saki voltou o rosto envergonhada.
Oh I en te snpplice, exclamou o
principe, nao te arrependaa do que aca-
^baa de diier ; n&o sabes qnanto essas pa-
alvraa reanimam !
A Kiaaki ergueu os grandes elhoa para
o principe fitou-o demoradamente.
45 Eu nao me arrependa, disse ella
porque amo-te e meu amor puro com0
um raio de estrella ; para que occul-
tal-o ?
Nunca pude abafar o que ainto por ti.
Debalde tentei dominar o corceo, calar
o pensamento.
A or nao pode deizar de nascer e des-
abrochar, o astro nao pode deixar de bri-
lbar, a noite nao pode vencer o dia que a
I invade como tu invadste-me a alma.
K Ser possivel que uu esteja ouvindo
tudo sso de tua bocea ? tornou o princi-
pe. Tu me amas, tu, filha dos deases ?
Fajamos, entao, daste reino para orna
trra longinqua, vem commigo I Ks mi-
nba, urna vez que me amas.
Dagra^ado que eu fui, son feliz agora !
Vamos; a vida curta para couter o
nosso amor !
Principe, disse a rainha, sendo eu
quem sou, minha confisslo urna prova
de auanto te amo e de quanto meu amor
desinteressado.
Eu nSo me pertenco no mundo : esposa
a soberana, nenhuma falta commetterei.
Minha alma, contra minha vontade, en-
tregoa-se a ti.
Para que negar ? Mas, se fallei boje,
que nSo nos devenios tornar a ver neste
mundo.
laso uao 1 ezolamou o principe. N&o
digas semelhante crueldade. Abriste-me
as portas do co, para de repente lanca-
I res me as tortoras do inferno f A tua pre-
Mas ae a morte illudisse, tornou o
principe, se tudo acabasse com o ultimo
suspiro ?
a-E' impossivol, disse ella ; porque o
meu amor infinito.
Bem, disse o principe, eu me ca-
larei.
Juras nada fain- ? psrguntou a Ki-
saki. N&o temos o direito de fugir ao
destino.
Quem sabe as vontades d) co ?
> Mas impossivet, nlo supportarei a
vida, disse o principe. Nao comprehen-
des a minha d5r f Porque entao me W *
turas a alma ?
Penaas tu que eu n&o soTro tara-
bea ? Juro-te que nnrrerei deste amor,
sem langar-me ao suicidio.
O principe solacava com o rosto do
chao.
Tu me desamparas, Yvakoura ex-
clameu a rainha ; toda a forca da minha
alma se erpedaca diante da tua dor.
Ao commercio
JoMioo l'irnino Co:i, Uoreoo. fai scient? ar
comoierco, oue oeaia av vt odeu o tea ena-
t)f|fC'ni-riiO d- niolhaitOH, S'to i ron o ATinaro
n. 95, oEooiriplo de O'inds, livre e des^Oibara-
(ado de qa^lquer ooop.
Onrfeiu1, >eclra que, qtero *e jo'ga- pea
credor. qnetra prepeuiar-fe, deoirc de 3 das.
a contar da dais da presarte.
Recife, 13 Je U\M de 48 5
Jottoo Pirm ni da Cooba M reno
Ao commercio
O sbaxo fl-mado eciemir.-a ao commertln e
ao pnblico que r-fita raa comproo nre e des-
ea.ba*c'->;'.i de qu p?qu. r o.u.- -o S*. H raierie
i\\ tu Joe Tdvare a caa de nckO'in qoe ro do
Sr. Fraacisco te Paul legado, oa t lia de Ipo
jaca.
aacife, 12 de Jo'ho 189S
Flix de Barros Pimentel.
perigo era a ti que JaaDf.a me t&o necessaria como o ar e
como a luz.
Nagato cobrio o rosto para occaltar as
lagHmas que lhe saltavam dos olbos ;
mas s rainha tomou-lhe doc mente as
maos.
Nfto chores, disse. Que a vida ?
Pouc|Coiisa em relajo eternidade.
Nos %0% tornaremes a ver, eu eatou
A teus pea sou urna simples mulher
sem vontade soberana.
Falla: que preciso para te conso-
lar?
E' preciso que eu te veja sem
sempre como outr'ora, disse o princ
aasim, bem ; morrerei consolado.
Tornarmo-nos a ver depois do que
eu disse...
>pft
Eu esquecerei tudo, se preciso for,
divina amiga ; aerei teu escravo humilde
e reconheuido. Nenhum olhar, nenhuma
palavra trahirSo o orgulho de que minha
alma est chela.
A rainha sorria, venio a fdlicidade que
brilbava aos olbos ainda hmidos do
n
principe.
Venceste-me,

minha resoluco era irrevogavel ; nao v
ser eu punida pela minha fraqueza I
Punida ? Porque ? disse o principe ;
que mal fizamos nos ? Todos os senhores
da corte n&o sao admittidos em tua pre-
senta ? Porque raz&o eu, que sou cgo a
tudo que nao for tua belleza, dev ser pu-
nido? Seria urna injuatica.
NSu fallemos mais disso, suspirou a
rainha.
E tornou :
VoltemoB ao palacio ; andam mi-
nha pncara. E' preciso mostrar ao povo
que fui salva.
Oh I fica ainda um instante, mur-
murou o priacipe ; nunca mais nos encon-
traremos ssim, em plena natureza, sos,
longe de todos os olhares. Para Uto foi
necessario a guerra civil, o crime, o sacri-
legio. Amanhft revestirs tjda a pompa
da tua fidalguia, e s poderei fallar-te de
longe.
Quem sabe o que ainda succeder T
disse a rainha ; o Mikado refugiou-se na
fortaleza, que foi bloqueada pelos sida
dos ; fui obrigada a ficar no palacio de
vero; tudo passou-se esta manhS ; os
revoltosos...
Foram depois completamente venci-
dos, disse 'o principe; o general inimigo
foi morto e o exercito depoz as armas ;
est livre o Mikado. Mas n&o fallemos
d>'sso. Que importa a guerra ? Dize : ha
quanto tempo me amas T
Desde que te conheco, respondeu Q
Kisaki baixando os olhos; e vim a ea-
bel-o quando um dia o ciume...
Ciume ?
Sim, um ciume lonco; eu sentia
urna dr estranha, continua ; nSo poda
dormir, os prazares me irritavam ; a cada
mrfmento assaltava-me a colera e eu tra-
ta va mal as minhas damas; fijuei
4o ocmmercio
J^ronjaio de H illaoda Cav";faate, fas scieole
m comm-r;o, qoe nesia dala compren ao Sr.
Jokiioo Firmino di Caoba Moreno, o seo isla-
b. le meoto de molosnos, eiio a roa do Am jaro
n. t)5. n uiiooio de Olioda, livre e desemtars-
(aao dr qa-iqner onoe.
la roim, ut-clara qoe qo'm se jolgar crjdor
o aie'mo qo-ira pt-peoiar-sa aeotro de 3
das a contar da dfcta do progenie.
Hec f- 13 ae Jjlho de 1895.
Ja oojjo H. Cavalcaote.
Cosinheira
Precisa se :.ot roa Ma'qoez do Hervsl n. 10
Criado
Preetsa-sa de om criado copeiro ; no Camiobo
ovo o. tlOi
dizia ella ; entretanto _a|odeiando a que eu snppunha amada per
ti; urna tarde expulsei-a de minha tra-
sen;a porque ella trahira o seu amor com
um grito ao ver-te.
De volta ao palacio encontrei-te apoias
do a urna arvore e parece-me ver-te ain-
da muito branco, cem os teus olhos ar-
dentes...
Que b olhavam para ti.
Chorei silenciosamente toda a noite.
Oh I nao me ealouquecas exclamou
o principe.
Nada te oceulto, diese ella; abro-te
meu coracSo confiada em tua lealdadc.
E sou digno dessa confianca, disse
o principe ; o meu amor t&o puro quan-
to o teu.
Dias depois, continuou a rainha, es-
tavas de jeelhos diante de mina, ua iiala
das audiencias.
Parcebendo o teu embara$o, fallei-ti de
minba dama de honor.
Disseate-me que nSo a amavas, e eu
pude 1er tudo em teu olhar.
Lembras-te como eu estava colerina ?
Entretanto, se soubesses que ineffavel ule
gria inundava-me a alma ; a gazella, que
un tigre apertasse entre as garras para
logo aoltal-a, devena experimentar igual
easvfte.
Comprehendi, entlo, que me amavas ;
tea olhar e tua emocSo m'o diziam. Ao
deixar-te, corr ao jardim e escrevi os
versos que te dei.
Tenho-os no corac&o.
Lembras-te diato ? perguntou a Ki-
8-ki, mostrando ao principe um laque
preso cintura.
NSo; que ?
Ella tornou e laque e abrio-o.
Era de papel branco, pal versado de
ouro ; a um canto via-so ama maita de
{ M Yisconde de Inhaoma lo
(Antiga do Rangel)
O propietario desta novo estabeleci-
mento chama a attencao de seos nume-
rosos freguzes e das Exmas famil as para
o explendido sortimento de finissimes
Bramantes de puro linho Bretanhas, Es-
guj3es, grandes atoalhados e guardana-
pos,* toalhas p ra rosto tudo adamascado
e de puro linho, lencos do cambra a de
linho finissimo ; boa recasiao para os
Srs. nciivos adquiriram um fino e bello
enx val em roupas de I nho por precos
que impwsaivel ser vbtelos em outra qual-
que- Casa,
Netta "casa elem de um bom sorti-
mento de f zendas fina?, La sempre gran-
de deposito de camisas, ceroulas, punhos,
collarinhos e camisas para meninos de
todas as dadas.
canicos e dnas cegonbas voando ; no ou-
tro ngulo estavam tracados quatro ver-
sos em caracteres chinezes.
< O objecto que mais amamos nao nos
pertenca ; de outro. Asaim o salgueiro
que nasce em vosso jardim pende ao
vento e nclina-se para o jardim visi-
nho... ".
S&o os versos que escrevi no Vergel
Oecidental exclamou O principe. Con-
servasteis ?
E conaerval-os-hei sempre, disse a
Kisaki.
Bfeaoo ambos, eequeoando suas dores,
goznoVas delicias dease
licidade. J ella n&o
veltar ao palacio.
instante de f-
fallava mais em,
Se fosses meu irmSo 1 exclamou de
repente ; se eu pudesse, sem ser calum-
nala, pa8sar a vida inteira perto de ti,
que ielicidade 1
E quedas, cruel,. Jexpulsar-me de
tua presenca 1
A rainha ordenou : mas a mulher
nSo 'pode obedecer,
teu amor. -
Conta-me agora o
Ha muito tempo que eu te amo,
disse o principe ; meu amor nasceu antes
que o percebesses, muito antes.
Quando meu pai abdiceu em meu fa-
vor, vim apreseatar-me ao Mikado. No
momento em qae eu sahia da audiencia,
passastes diante de mim.
Pensoi ver a propria Ten-Sio-Dai-Tsin;
fiquei mudo e sorprezo de admirajao.
(Contina.}
Typ. da Diaria, rua Duque de OaxiaT^
I HuniABe
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