Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16729


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Full Text


AXMOLXXI
r w
t Doiuing-o 14 de Jullio de 1895
M Mi:IIO loS

RKDACTORES AXTOXIO WITRUVIO PIXTO ISVMtlIl'.A E ACCIOLJ DE VASCOXCELLOS c MVXOII, AlA O
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezes adiantados.
Por um auno ad i anta do .
Numero avulso do mesmo da.
8S000
15&000
30&000
SAO N0SS0S AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgOES NA FRAN-
CA EINGLATERRA
Os Srs Majenco Favre & C.a, residentes em Paris18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado .
Por trimestre vencido.
Numero avulso de das anteriores.
i6$500
33*000
91000
1200
Telegrammas
ssbtxso mmm so sx&aia
Rio do Janeiro, i3 de Julho.
Est publicado o parecer da commis-
sao mixta.
Senador Goncalves Chaves de opi-
niao que o caso de Pcrnambuco est
plenamente resolvido pelo Congresso
Estadoal, nada tendo que ver a Unio.
A commisso quasi em sua unanimi-
dade pensa da mesma forma.
Schele nasceu em Slralsund, na Pomerania
sueca, a 9 ile Dezembro de 1742. Aos don para
os treze annos era p.aticante de um boticario,
em casa do qual esteve durante dous annos para
aprender.
A vida de Schele foi to cheia de decepgSes
e contrariedades, que dir-se na que o persegua
algum genio raao Era ura rapaz limido e n-
cesstvaraente modesto. No comego da sua car-
reir, os companheiros faziain d'elle multas ve
zes o seu arre-burrmho. o alvo de rados os seus
gracejos e partidas. Schele era to trabalha-
dor que roubava ao somno o t'mpo de que pre-
nsava para os esiudos. Um da, um los s us
collega*, n'um accesso de rnaldade de esiu lanle,
misrurnu-um pd fulminante aos productos com
que Schele linba de trabalhar. Quando este, a
altas horas da imite quiz trabalhar as suas ex-
periencias, deu se urna exploso to violenta,
que todos ns inqulinos do predio acordaran)
sobresaltados, eo pobre mvesligador foi cons-
derado uin visinho perigoso.
(Continua).
(1) Nasceu em 1539, perio
Derg, na Arde-che.
de Villeneuve-do
no po-to de e'i-r&i (i- ni gad. K'.V:rtod Qaedr s.
Inilrro d Hrln*
Pjram declarados -em elTeuo os de-reto que
refomaram o ciniiao de mar e guerra Benji.
ojo de Cerqoeira Liu* e o capito.ieuente O
car E (na Je Far Rimo, nsaaoJo ambos pa.
ra a re<-rva oa (oruja da le'.
Foi promovidoo t- a-'.e Joio Maxlmia.
oc Aigeoor Jjdriey S:-i 111-r. ao iras lo de cap,
ao.lente, na forma da loL
Foi d >raeado o capi.o.neate J -
PUsra d s Sioioa PoMoj, rrUactor da R*vila
Mnima e exone-ado asea pedido, do rt fe.
oiiocarg' o capiio.teueute eformedo EnS
Olear de Faria R-m >.
Foi MVMado u Dr. Hemeteno FerDuodS
Riposo de Melle, par., o lo*ur de eBi,rii"Urario
* (oromis.-i cas Oo as de Melborniaeoios do
i*.rio do Natal.
ISSTKITCAO POPULAR

MSinZDA 8CIEVCU
POR
Gasino Tissandier
CAPITULO Til
CREADORES DE SCIENCIAS
BLAISK PASCAL -* HUVGEXSNICOLAU
I..M ERYSCHELE PKIESTLEY LA-
VOISIER.
(Continuaco)
Foi admiitido como focio da sec;ao chimica
da Academia das Sciencias, publicou um Trata-
do do Antimonio, e dispuuha Se a emprehen-
der Dov.s irabalhos, quando fui assaltado por
ditleremes ve/es por i. sul os apoplticos, suc
cumbindo a uin d'elles e ai 1715. Quasi toda
a Europa aprendeu a ctniica com elle, dizia
Ponteadle. Era um homem que (rabalhava m
cessant mente; nao contiena st-nao o quarlo dos
seus doeotes, o seu gabinete de esludo, o sen
laboratorio e a Academia, e provou claramente
que, a quem nao perde o seu lempo, este chega
pura ludo.
01 ver de Serres, (t) que pode chamar-se o
creador da agronoma, foi laiuDein urna das vic-
timas p sthutuas da revogago do edito de Nan-
( s. Nu seu Thealro da Agricul ura,. obra de
um alcance grandioso, langa as bases da verda
(t'ir '.Hin'i:t rur.I, o intMlra-ev o caiuj'ao d
agricul ura racional e meifmdica.
H larde, Implanta e naturalisa em Franca a
OdBtiria da se la e bastara este fado para Ib i
asegurar o reconhedinento mnerecedou o dos
seus descendentes. Desde 1675, as obras de
Olivier de Serrcs deixaram de ser impressas. O
CaKlOista prejudicava o xito do agrnomo. O*
pnv legios dos livios deviios peana de um
protesi-nte nnham sido retirados, e, durante
cen o e viutt anuo-, nao se reimprimi em Fran-
ca j '"heatro da agricultura, porque a unpren-
sa perteacia exclusivamente as obras catoo
lica-.
Olivier de Serres, no termo da sua existencia,
vio o estrangeiro vingal-o do injus o esqueci-
menio a que o votara a sua patria.
Os fundadores da astronoma tm, na sua
maior paite, pago c>m os seus infortunios a lu-
nesia heranca do genio, como vimos em uin dos
caD lulos precedentes Se nos deiivermos aqu
a estoiiar a vida do^ creadores da clnmica mo-
derna, coremos tambem que a existencia loes
fot |>:riu-bada por desvctiiuras tnais ou menos
erad*.
Pelo auno de 1773, diz J. B. Duraas, appa-
receram na scena do mundo tres botnens qu*
devjaui mudar a lace das sciencias. De diver-
sos paizes, de idade e posigao differentes erara
eui genio e espirito, lodos tres trabalharara com
Igual roragem, duran e o meBflM espago de tem-
QaS nao Colliegual lorluna.
0> lies homcRi de que se trata sao Scbel-,
Pn PARTE OFF1GIAL
ninisteriu da Justina e nie^ucios
Interiores
For^m de I ra as >-ui efl-ito as oomac6-s
dos bub.rets Jo.- Ciernioul Ri'ol Fero.udo
Olas de Mello pareos logares de 1 e 3- aun.
penles d< substituto do Jou te^ilooal do E la
do do Para.
Por proposta do re.-pectio joit de ^ecco
tarara nomeados es bichareis Jos Rarboaa Ro.
drifroe* e A'ttiur de Sa e SoOi', paraos loga.
res de 2 e 3* suppleme' do su> sutum do m z
de secyo do Esiaoo do Pa.', pein temoi de 4
anoo* n* frma oa le i. il ue 2) de Ne'i.
b:o de 1894.
Foi iransfe-ido o 2- snpplente do eob-ti o-
to do ]oix seccional do Ejivio jo Ptra, Dacna-
rt\ Joaijoia) Augusto de Aadraie F.'itas, para
o tagar ce 1.
Ministerio da, tasenf a
Foi dirigid* a s'ainie :
Circula' n. SO-Mmisto |n da FaicndiR:o de
Janeiro, 9 de Jaubo de 1895.
Declaro aos Sr*. cOefes o repa'tjj^es so")o--
dinma? *'* niiiisie'i > qae o urz > ra ircd >
oort.3l|4- eo rPKuMm.-n'o 0. 1 6i ie II
de Feve hi o Je 1893, de'O're da doU en qu-
for pooluado u aonoocio dj pig.raen o dos di-
videod a ejo-osdos oinciis, c iioiianbias h ao-
cied des atiooyaias. sendo esta cooiauetn fet ,
Cimo no 'o. oe osme tj a m^oseui', Ui 'cma
la O d. L. 3- Tit. 13 I.Frauciico ot P Rodrigues Alve?.
Slinisterio das Relarucs Exte-
riores
Fat exooerao e posio >-m dispO''ibiliad o
oacnarei L u RjJngues le Lireoa Fer.eira, I"
src eta-n. daiegacao Dratwei.a em -rlim.
Fo'am euiuvilos : o ba'barel Aogdsto Co.
ckraoe de Aloca-, 1 mcroUno em Mouievidi
ara Beniai.e l- ser- uno D\ Graccbo dj os
Valle, oo Cuile para M.olcvi i,.
Foi desgnalo pa'a 8erv,r ni legiCSo do
Chile o f neratariJ Allr.aode Mor-es jae
Ferr.i'.
(nenio do lOituilo de Per-
uambuco
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTigA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUC-
CAO PUBLICA DO ESTADO DE PER
NAMBUCO DO DA i 2 DI! JULHO DE
1895.
Alfonso de Hollanda de Albuq ierque Mira-
nlio, esenvao de orpiiaos do raouicipio de Na-
zareih, requer.ndo tres mezes de licenca.
Uorao requer.
F. P. Boulitreau, pedmdo pagamento do fur-
oecimenlo de olijectO' que fez para a Casa de
Detencao.Informe o Dr. questor.
Luiz Bap'isla de Mello, sen enriado, pedndo
perdi.Ao Sr. Dr. substituto do procurador
geral do Estado para que se digne de informar.
Hermenegildo de Stqueira,
Por eiro tulrrino.
NEGOCIOS
Ministerio de Industria e Viac
Uto 4f ii-s' a leg*>C*u o azne ra em Loo <-*
qoe (o'am approvaas as bases p
do systema movel n-s urifaj ,1.
ro > HocifH a<> S. P'nciCo O'BO'io u mi >"'
expeiient- pendeoie do p-g;i n-nt) do 1 n;> s.
tos devidoa pela expedicao do respe tivod*.
creto.
Foram appro'ados os eat.U'ios e organen.
to< Jas obras do ram-1 de T.j-a a Gl.iria oo
Goita, na entrada de Ierro Ceoir<>! de Peroam.
Do o.
Foi exonerado, a seu peiido, o eageab-i.
ro Tjeoub' o Coeloo O as. do cargo de r-oge.
OQeiro le classe d coastroc o da estrada
de f-s'ro d^ Porto Aleare a Urogana, seo 10
romuv oo em s'i.i uosii u ca 1, o eog-m-i'o de
i' < lasse da referida coos'.ruo^i i, jesi Coelbo
'arr^ir.g
Foi exonerado no cargo
SECRETARIA DE ESTADO DOS
DA INDUSTRIA
Despacho do da 12 de Julho d 1895
Paulino de Oliveira Hala, procurador de Jos
da S Iva Lopes, requerendo illimioagao do im-
posto draynage do predio n. 1:20, sito rui de
>ara PouMc-gao i Domingos Jos M irlin.Informe o Dr. director
esl ada d-t er- geral da 3.* directora Ja Secretaria Ua Indua
tria.
Dia 12 -
Companhia Progresso olonial, reclamando
con ira a prelencao dos Srs. Franco &, C, pro-
pnetar os da distillagao denominada Unio do
inun ripio de Jabomo.-Pedio-se infoiojago a
Secretaria da FazetiJa.
O portei ro,
Archias iafra.
commi sao de "jx j-.is na mi-uw desie miis.
leo, o major Tao Ao^o-to Pjrtoj.rreiro.
DIRECTORA GERAL DO THESOURO
Despacho di da 13 de Julh di 1895
Theotomo Amaa':io de Suza Cavalcanle.
de secretarlo da jHaja vista o Sr. D procurador fiscal.
\Iini*tci*io da Guerra
Foram traa-fori-iM oa .'Ui< i i'fiuU'la :
Par* < 22- aUlo > o alfe*ea do 2>' Julio Ca.
Ibeiros li-udeira de Mello ;
Para <> 7- bai.Iao o alteres do 19- J&o Go~..
galves C -eiho ,
Par. o 38- uatalhao c aleres do 3- Pedro Pi.
nbeirn ae Ai"oquj-que M-raoOao.
Foi maodddo loovar em ordem do dia d-
repartico de ajudaoie gei.eral o S co onel
F-usiioo Jos daSiWa peras st'icos uresialo?
oo cargo do ajU'ianie geueral.
Pe decreto de 4 do royente foi r-forma lo
Manoel Ferrer a Bartholo Jnior, Medeiros
Guerra k ., Silva Borges & C, I'hotnaz Soria
no de Souza, N1I0 Rodrigues de Miranda, Jos
Felippe Alves da S.la, Joanna Tiburtina da
Silva Lins, Estrada da Ferro do Limoeiro, An-
tonio Valentn] da Silva Barroca, Mara Auta de
Jess (.'ampollo e Mara Adelaide de Car/albo.
Informe o Sr. Dr. sub-direcior da Cont.bili-
dade.
Guimaraes & ('., Jos Soares Neves, Joaquina
Gomes Per-ira da Silva Alexandre itodriguei
dos aiijos, Pinio Alves & C, Agostinho Jos da
Cosa, Amona Mana da Conceigao e Innandade
ile S Bom Jess das Po'tas.A' secgao do Con-
tencioso para fazer as notas devolver.
O protocolista,
Francisca ililitino Ferrara.
Escola Industrial Fre Caneca
Em 27 de maio de 1895
Cidaddo Secretario da industria
Pa880 as vaaai tuos o Relatorio junto, que explica sumnia-
riaiueiile o tieseinpenlio que dei minia cuinioissao na Europa.
I-.' mu uabilho orgaoisado rpidamente o com o carcter de
mfoi iiiato preliminar ao Relatorio que estou redigindo gora.
A data qu; leva a mesma em que lio ao Extno. Sr. Dr.
Covernador do Eslado, logo aps a minba chegada a i'ernambuco
ee volla da Europa.
Pego vos de?culpar os defeilos que apreseota em consequen-
cia da rapidez com que o confeccione- e da ra copia dos or-
gioaes.
as contas a que se refere o texto esto em m-u poder j
prepaiadaa, p ra serem entregues o Thesouro do Esta ra, coa-
forme ordem verb I que reesbi de Sr. Dr. Governador.
Sadu e l-'ralernidado.
Adolpho Yarbal/w Uclwa Cavbante.
Recife 18 de Abril de 1895.
Exm. Sr.
(.'ommunico-vos que acho roe des ie hontem de vol-a da
\igeiu que emprenendi em virio le do couiracio que convosco
assignei para encurregar-me da fundaco e direcyao da Escola
lo ustrial Fre Caneca.
l'ara cumpnmento da clausula 3." do rer do con'relo, deve-
ria eu upresentar vos agora minucioso reluorio a respeilo da
lunilla inis.-aO.
Mas como a ?u> redaegao n> pode deixar de ser demorada
por exigir elle longos esclareciuenlos e eu desejo dar-vo ja
Cuidiecnuento dos principies actos que praliquei, comple ando
assiui as 'Inform ges parciaes que vos presle duran e a mioha
saladla na Europa, pego-vos aro relatorio preliminar junto,
Fuiumano de outro que estou ja preparando com todo o aeseu-
volviinento necessario e que vos eoiregarei brevemente.
Sade e Fraternda 1e.
Ao Escojo Sr Dr Governador do Estado de Pernainbuco.
Adolplw Barbai/io Uc/toa Cavalcantf.
PREMBULO
Em Julho do anno passado rece.bi de V. Exea, honroso
convite para rncarregar me da organisago do Instituto Agron-
mico do Estado de Pernambuco
Nos pnrneiros das do mez de Agosto vim conferenciar com
V. Exea, a esse respeilo loraei conhecimento do Decreto de 16
de Julio, que reorgaoisou a antiga Colonia Izabel daodo-lhe o
carcter de urna escola agrcola indostrial
Acceiland* o c^rgo de Director technico da nova Escola
Industrial Fre Caneca, firmel com V. Exea, eui la de Agosto,
o contracto que regula a rainha incumbencia e em virtude do
qual devia cu antes dt todo faz^r urna viagem Europa e
America do Norte para visitar as me Hieres escolas agronmicas,
examinar os processos da pralira agrcola, adquirir material e
cootractar pessoal para a nova Escola.
Essa viagem limitou se aos paizes oais adianiados da Europa,
pois o lempo ra limitado de ruis, conforme m lempo expuz a
V. Exea, para oceupar-me de assuoip os diversos e delicados em
lugares moito affasudos.
Tendo ido de Pernambuco ao Rio onde precisara liquidar ne-
gocios particulares e despedir-me da commisso que servia,
par e no da 12 de Se embro para a Europa, desembarcan o no
aia 29 em Southauoton de onde segu para Londres.
Demorei-me em Londres alguo. das somente e no dia 6 de
Oulubro fui para Paris, onde liquet al o principio de Novembra.
Duran e sse lempo visitei os eslabelectinentos de ensino agr-
cola em Pars mesmo e em alguns lugares do interior da Franga,
e tambem paz-me em relacas com varios fabricantes de produc-
tos e apparelhos para laboratorios.
Em 6 ae Novembro lu para a Blgica, onda demore-me t
o da 21 do mesmo mez em visitas de esiabelecimenios a tratan-
do da queslao de contracto do professores.
Em 22 de Novembro, comegei mlnlia excursao pela Allema-
nha, oooe visitei escolas compre material para labora orio e
entret etn relagOes com varios professores a contraclar.
Em 12 de Dezembro, sahi da Allemanha e fui Naney (Franga;
visitar eslabelecitnentos e de la voltei Paris em 11 de De-
z .rabio.
Entrando de novo em Paris, comecei logo a organisar as lis-
tas de material a adquirir e a fazer as respectiva encomraendas
as propnas casas que fornecem s escolas do Governo Franoez.
Ao mesmo lempo visilava fr.equ-niemente, os depsitos e
fabricas de app.relhos, examinando e escolhendo as que me pa-
reciam melhor sa'.isfazer as necessidades da nossa escola.
Tambem me oceupe durante essa lempo, em reunir e orga-
nisar raiulias notas sobre os esiabeleciaentos visitados, atim de
jirepirar os elementos do presente Relatorio. Anda oais, con-
unuei a me oceupar, por correspondencia, com os contratos de
professores. Poderla ter sahido novameo e de Paris no flrc de
Janeiro, porque nessa poca tinha concluido as priBCipaes en-
commandas. Mas prefer ticar mais algum lempo por varios mo-
tivos : 1) Precisava de algum repouso por achar-me faiigadissi-
mo de um Irabalho pesado e de grande re pon^abilidade e adoen-
indo mesmo, com resfriameoto que apanhei no rigor do invrno ,
2i cenhecenilo apenas o prego liquido das encommendas, sera o
custo de emballagem e remessa, necessitara de esperar que se
concluissera os mais imporlantes, para verificar o saldo dispo-
nivel e fazer outras encommendas accessorias; 3) esperando
respostas de professores, nao quena viajar sera esta' de posso
da certeza de que elles aceitavam minhas propostas de contrac-
tos.
Em 22 de Fevereiro fui novnmente Bruxellas, onde conclu
as negociagoes para os contractos de 2 professore., assignando-os
poucos dia-. depois.
De Bruxellas, fui Berlira. com o mesmo lim^e assignei ou-
tres oniract s de professores.
Voltei de Berlun Paris em 14 de Margo e abi oceupei-me
at a dala da oinlia partida (3 de Abril) cora a conclus.o dos
negocios de compra de material. Ah assignei outro 1 ootraco
de professor.
Por esu explicqgao do eraprego do tempo v-sa que miaba
missao comprebeadia tres incumbencias, a saber :
1) Visitas de esiabelecimentos de eosioo e de pratica agr-
cola.
2) Contracto de professores.
3) Compra de ia..ienal para gabinetes e laboratorios.
P880 a dar corita de cada urna oesias incumbencias, pela or-
dem referida, mas da primaira tralare suntuariamente, reser-

vando os diversos longos esclarecimenlos a ella relativos, para
urna Memoria especial que apresentare brevemente, acompanha-
da do prograrama para o easioo agrcola na E cola Fre Caneca.
1. PARTE
Visitas de estabelecmelos de ensino de pratica agrcola
Deaccordo com as mstrueges que lorara expelidas para o
deserapenho de muina missao no estrangeiro, devia eu visitar os
estabaieciraentos de ensino agrcola < observar os i-yslemas de
lavoura na Europa, oa Amanea do Norte e as Anilinas.
Enin-taii'o, por motivos que opportunam-nte levei ao conhe-
eiraetito de V. Exe. fui obnrado a lunitarunnlias excursOes e s
piid)r^uparme dearnis qtfesies na Europa.
V"iiiei as princioaes es'-olas de diversos g'is na Franga,
na Blgica, e na Allemanha, paizes oad o ensmo agriflola se
acha mais d .envolvido e auerfeigoa lo ; ao mesmo tempo visi-
tei vanas fobricas de. assucar e observe! os diversos sysieioas de
Iaveura. Infelizmente nao pu le ver de psrlo mu o"s irabalhos
agrcolas era propiedades par iculares, porque cheguei Euro-
pa no comego do invern e quando os principaes servigos esta-
vam terminados e os cultivadores prepiravam-se para a inver-
nada.
Era Franga : 1) Instituto nacional agrononico /ensino supe-
rior) em Parta ; i) Escola nacional de agnculiura em Grun
(ensino superior) : 3) Escola pratica de agricultura Malhieu de
noinbasle em Nancy (ensmo eletoentan ; Instituto agrcola era
Beauvais (en.-ino medico) ; 5) Esiagao Agranoinica da Faeuldade
do Sciencias em Naney ; 5) Estacao para experiencias de ma-
chinas agrcolas em Paris; 7 Escola veterinaria de Allorl;
8l Fabrica central de assucar em Meaux ; 9; Secgao de technolo-
ga agrcola uo Conservatorio de arles e manufacturas de Pars ;
10i Concurso agrcola em Parts; 11 Museu colonial em P--
ns.
Na Blgica : 1) Instituto agrcola do Estado era Gembloux ;
2) Esl"cao 'agronmica do Estado etn Gembloux, 3) Laboratorio
agrcola do listado em Gembloux, 5) Escola de norltcullu.a e
agricultura era Vilvorde 5) escola de agncuUura e horticultura
em Gaiid b) Eslabelecimenlo horticolo do Sr. Luncl etn Gand,
7) Fabrica de assucar do Sr Mescbhynck era Gand, 8) Labo
ratono agrcola do Estado tm Lige, 9) Encola manul'actureira
protissional etn Vervier.
Na Allemau'ia : 1) Real Escola agrcola superior era Bjr-
I1111, 2. Museu agrcola em Berlim, 3; Instituto agnccla da L'ni-
versidade de Halie, 3) ECola pnauca de agricultura em Ba-
dersl-bem. t) secg) agrcola da Keal Escola technica superior
em Munich. 7) Academia agrcola do Reino dn Wurlemlorg em
Stuilari, 8) Escola agrcola de invern em Wuiemberg.
Era cada ura desses es abeleciraentos tnintias visitas foram
demoradas e reptidas, de molo que muito minuciosamente ob-
serv-i installagOss e os respectivos func "unaiuentos. Exa-
mine! bera os gautneies, laboratorios, campos de exper encas,
esiabulos de ensaios e mais d .-pendencias assisli varias au
las iheoncas e mticas ; conferencie! cora diaectofts e pr fes-
sores a respeilo do rgimen administrativo e docen:e ; reun
notas reguiaiuenlos e programmas.
Emtod8 0s lugares onde estiva proturei ver os trabalhos
agrcolas de particulares e assisti a tnuios servigos de colhetlas
de belerrabas e preparo do terreno para o repouso durante o
invern ; mais larde, vi os pritneiros trabalhos da primavera,
lavias, esiruraago e s.-nieadas.
Pwdi e ootive multas infonnages a respeilo da pratica agr-
cola durante as eslages de aelmade (primavera, verao ou-
totio).
Este sumraano que agora nnresenta, deixar talvex acre-
ditarte que rae oceupe pouco cora esta parle da miaba 111 ssiu.
Observo, poim, que p eferj ver um pequeo uumero de esta-
belecipenios, escollndos entre aquellos que podem servir de
typotfara esludal os minuciosamente., a olhar rpidamente para
Ui.ithi^j sene dilles; uo ha duvida, que a uiiulia maneira
de proceder a mais lgica e p oveitosa.
Eu tena podido visilar- um maior numero de escolas, e
tive ?e man tempo disponivel e nao fosse obrigado a rae ocen-
par com outros serviges iraporlai.tes e irabalhos >s, a quo pre-
cisai dedicar grande narte do prazo estipulado para a ranilla es-
tada na Europa
Na escolha dos estabaieciraentos a visitar, fui guiado por
peso as da mais alia competencia, a saber :
Na Franga, pelo Sr Wery, director do ensino no Instituto
naciual agronmico de Pars; na Blgica, peio Sr. Leyder,
professor aposentado do Instnuto agneda de Gembloux ; na
Allemanha. pelo conselhelro Tiel, director da agricultura 110
respectivo Ministerio em Berlim.
Das visitas aos estabelecim ratos de ensino agrcola e do
estudo dos respectivos regulaineolos, deduzi as ba es para a
orgsmaacft do ensmo technico na Escola Fre Caneca. Trata-
re? desla questo 110 prximo relatorio. Agora quero smente
refenr-vos as bases que orgamsei, de aecorau cota o disposio 00
Decreto de 16' de Julho de 1891, para a organisago geral do
estabelecimento.
Essas bases que serviram de norma para os contractos de
professores e a elles expuz em urna circular que a elles couiinu-
niqus por occasiao de propor-lties os respectivos engujamen-
tos, sao as segrales :
. O Insiilu o se corapor de difluentes secguss, subrael-
tidas a ura plano de conjunctn uniforme e, lauto quanto possivel
fr, independentes. a) O intntalo cuja direegao se oceupar
cora a eoucagao moral e scientitica elementar dos alumnos or-
pliaos; b) a escola agricoh, que receber os orphaos que uverera
coucluido o curso elementar e os alumnos exlernas que presta-
ren um exarae de aduussao veisanuo souro as materias ensina-
das no curso elemeular; esta e.cola sera dirigida pelo profes-
sor de agricultura, que velara sobre ludo o que Ihe fur pecu-
liar c) a estacao agronmica, cotnposta de um laboratorio ch
unco ejardim*de exp'-neucias, dirigida p.-lo professor de chi-
mica agrcola ; d) a fazenda (lavouras e gado) servindo pra-
tica dos alumnos e a applicagao dos resullados das inv-stiga-
gOes da estagio agronmica, tlcar, assira como e) a fubrica de
SMtsar, sob as vistas immedialas do director geral do esta-
belecrasento. Alera disto, ser o Instituto dotado de um posto
meteorolgico central e dous oalros auxil ares de que ticar&o
encarregados pessiS que opporiunimeote o director escole-
rU*' 2/ PARTE
Contractos de professores
Esta parte da minha missao foi a raais difficil, aao s por caa-
sa de sua alia importancia e extrema delicadeza, como tambera
por multas circumstaucias diversas, que refenrei opporiu.ia-
raente. .
Minha princi al preoecupagao foi recrut r para a nessa escola
pessoal bastante habilitado.
Sera pretender obier proflssioaaes da mais alta reputagao
8cientilica, pela mposstbilidad de tiral-qs das pos g:s que oc-
cupama Europa, procure escolber alguo- na esphera das nota-
bilidades principiantes, na classe dos mogos que apresentam j
serias promessas da bnlhante futuro, pr meio d provas de
competencia l.clnica betn aprecalas pelos grand.s raes.res.
O rat-tbolo que adoptet para a reaiisac.ao do raeu desidertum,
consisti uo segu nte : Em pnmeiro lajar, tratei de enlreler re-
lagOes cora 08 principaes mestres da scteuc.ia agroaoraica nos de-
ferentes paizes que ViSilet; ora seguida, dz ura estnio compara
livo das diversos systemaa di ensino na escolas que podem ser
consideradas como typos-, era ulumo logar, aii-.lyse a quistan
do pe-soal docente nos estaba eciman'.os olBciaes.
Aos mestres ped referencias de prorlssonaos competentes,
do esludo dos syat mas de ensino, deduzi as bases para a nossa
escola ; do exara da questao do pesraal docente, venhquei a
possibilidade de obter proilssionaes j empre-ados as escolas
officiaes. ...
Tendo verificado que o ensino agrcola raais desenvolvido
e mais cuidado na Alleraaoha da que em outro qualquer dos pai-
zes que visitei, paizes que sao racontesUvel.iiente os raais a lian-
do* da Europa a respeilo d'essa quesi., procure obier profes-
sores das escolas de la. Mas a dtlliculdade ue conseguir ura nu
mero d'elles suficiente, o que s teria sido pjssive! demorndo-
me muito lempo u procoral-osera logares lis aaH decidio-me a
engaiar lainbem alguns da Blgica, on le o sysiHraa de ensmo
calcado sobre os medrados alUraaes. Tambera contrate! um pro-
fessor na Franga, para urna especialidade que la se ada muito
bem cuidada:
Kis os nomes dos con ractados:
li Or. F. einr.ede, formado era agronoma, director (na
occasiao do sju engajimeoto) da escola anc da elementar de
Wiltenberg. na Allecanha. autor de vanas publicagoes soora
agricu tura.
Recommenda o de um modo muito lisongeiro para elle o at-
testado qu me forn ceu o Sr. eonselheiro ir. Maescker, agrno-
mo de alta nomeada, memoro do cooselo director das escolas
agrcolas da Prussia. _.
2) Sr. M. Trips medico veterinario das coudelarias do go-
v rno de Wurt mberg, em Marbach. e a digo preparador drt
zootechnia no Instituto Agrcola da Umv rsidade de Hal!. In-
dicado a recommendado pelo eonselheiro l)>-. Maescker.
3) Sr. K. L.r, auxiliar do conielneiro Dr. Kud, direcor
si.
do Insuiuto agrcola da Universi lade de Hall na Allemanha.
Tara grande pratica de adrainisiragao de irabalhos agrcolas, coa-
forme atiesta o Sr. couselheiro Dr- Khn.
4) Sr G. de Mirneffe, engenheiro agrcola ajudante do di-
rector da estago agronmica de Gembloux, na Blgica, profes-
sor nmade de agricultura, autor de vanas broenuras sobre agro-
noma. R'corainenca-o sutfljienteraenta os atiesados dos sTs.-
professor Oaraseaux lente da cadeira de agricultura do Instituto
Agrcola de Gerablon, o raais importante estabel-.c memo de en-
sino agrcola na Blgica; do Sr. professor Dr. Petermaro. lenta
do referido instituto director da esiagao agronmica do Estado
em Gembloux.
5) Sr. E. Lecocq, engenheiro agrcola, chiraico no laborato-
rio agrcola do Es ad > em Gembloux. E' recoraraendado pjr al-
tcilados dos dous pnfessores de Gembloux.
o) Sr. E. Sachol, veterinario de Jurar, o raais a-ianlado
estabelecimenlo no ara genero etn Franga. Itecoinraendado por
alteslados dos Srs. Dr. NacarJ, director d'essa escola, e Tras-
bot, lente da raesma
Para a relacgao dos contractos d'esses profissiocais, cingi-
me anto quan o ni' foi possivel, s instru-g s para ess? tm
expedidas: ent etan.o, tive por mais de urna, vez de accrescen-
tar-lhes certas clausulas para completar as inJicaces geraes das
raesraas, e applical-ai s condigfjes especiaes aos* contraciados.
Se alguns dos coniraclos sao ura pouco onerosas, p-eciso ob-
servar que nao lena sido possivel obter pessoal que uffere. esse
senas garan us de capacidad 1 sera conceder-lhe vanugens que
os decidissera a deixar o. cargos que oceupatn na Europa. Eu
podena, talvez, obter pessoal cora oniractos menos onerosos
para o Estado se rae sontentasse era recuial-o entre os prolissio
naes que se ncontrara desoecupados es;mpre prorapto a aceiten
eraprego no estrangeiro, mas julgu i arriscada uraa escolha le-
viauae sera bises para a lorinagio de uraa opraio a respailo oa
capacidad* lechn ca dos muitos candida'.os.
prefer, e estou cerlo que proced correctamente, recorrer a
prolissionaes que pocfim apresratar serlos tesiemunhos de sua
corapeiencia e nao htsilei em conceder-lhes tidas as garaoi as
de urna siiuago que offerecesse vantagens sobre a que elles ti
nhara ua Europa. Jjolo a este incluo os contractos efectua-
dos e os ai-stados a que ja rae refer.
Tres dos professor 3 coutractados, a saber: Srs. Marneff'.
Secocq e Sachol acatara d-! cnegar aqu; os outros parlirao de
Hatnburgo uo dia 1 ce Maio futuro, dev ndo ebegar a Pernambu-
co no fira do mesmo rae. De accordo cora os trrraos dos refe-
ridos con ractos ell;s lerao no eslabeleciraento os logares que
passo a referir :
Dr. S einriede tsr a seu cargo a cadeira de agricultura ao
mesmo tempo era quo a direegao d^ lodo curso technico. como
director que acaba de ser de unja .scola pratica, lie se acha
completamente no caso de inspeccionar lodo o corpo docente,
que d'elle licar.i d -pen leudo era ludo o que sa iefenr ao rgi-
men do ensino technico. Como professor de agricultura, ier
elle tambera a seu cargo as experiencias scienliQcaa de lavoura,
nos campos de eusaios.
Sr. llarne/fe encarregado de professor a cadeira (ou cdai-
ras) de pbysica e cajonea agrcolas do curso techraico. Dirigir
ao mesmo lempo a Eisiagao agronmica, procedendo aos iraba-
lhos chimicoa e pby.- lologicos da raesma. a parte que tem da
Estacio agronmica de Gembloux babilila-o cabalmente a essas
funeves.
Sr. Tryssse incumbir do ansino de zootecboia e arta vete-
rinaria uo curso tecl meo e da organisago do servigo -ie cnago
de aniraaes.
Sr. LecocqBear i como professor adjunto de phvsica e chy-
rr.ica e como chumen la Eslago agronmica. Auxiliar do Prof.
Marneffe, poder se encarregar delecciouaralguraa outra cadeira,
quando for necessana.
Sr. Ler -chefe Jo servigo de culturas, ao mesmo t ;mpo
auxiliar do Prol. Ste nnede e podera leccionar utQi pane do res-
pectivo curso, que assai complexo.
Sr. Sachot -chefe do servigo do criago auxiliar o Prof. Tryps
e poder leccionar urna pa.ia do resp cuvo curso e'raesmSa ca-
deira de botjjpica.
Cora o pessoal :ontratado poder-seha organisar um curso
technico eleraeniar tiasiaiiie regular ; ao meaos para o comego,
pens que devoraos imtlar-aos a curaos Iheor eos mu lo elemen-
tares deixando a mirar parle do lempo escolar disponivel para
a pratica, que f .re to vanada e methodica quanto me permilti-
rein os recursos de cue di.-p a esco a. N i.uralra ;n-e, uo ser
possivel inaugurar j os cursos, poique ser preci.-o, primeira-
menie, orgaosul-us maienalmenie, preparando o edificio e iu-
stallaudo os laborat'.iries e gabinetes. Nesie traballio serao era-
prega los lodosos pr)fesores,que lero assira tempo para aprea-
der a nossa lingua e preparareui-se para se lazeiera bem com-
prebender na occasiao em que comeg.rem a leccionar. -
Como poder parecer singular e pouco razoavel que eu tenha
j contratado e trazi lo para c os professores antes de ter a es-
cola preparada, desejn -xpli -ar e raeu procediraento. Pensando
que a escola deve irr uraa organisago especial adaptada as coo-
digdes do 11 sso Esludo e do local era que se acha situada, condi-
g-ss estas que se ra unfesiaio ao clima, no systema da lavoura,
nos hbitos le vi la do povo, rae pireceu raafcabida uraa appli-
cago dos raelhodos de ensino das escolas europeas sera raodit-
cagues, porque desso raodo conseguiramos produzr ap-nas obra
imperfeila uo inesmi unprestavel. M>s, para organisar ara ensi-
llo verdaderamente elficaz, era preciso conhec.-r beta o qu: se
faz nos paizes raais adiantados e dispdr de pessoal competente
de cuja coilaboragn podesse resultar uraa boa esculla Je me-
1 lio dos.
Tendo de procurar esse pessoal no estrangeiro, porque em
nosso paz sao aiuJa muito raros os esp;ciai islas era cralieei-
raenlos agronmicos, tolspensavel loruou se de fazel-o, antes de
ludo, udopUr-se ao nosso mera, ad-iptago que Ihe fcil perqu
elle dis|: do preparo e experiencia necessarios.
Era resumo, a viada dos professores ames de achar-se a es-
cola t'un lada tem su 1 razo de ser ua oecessidaJe te tazel-os col-
laborar na organisai;o do Regularaenio e programmas da escola
e de fazel-os a.laptar-se ao novo maio era que vo exercer a pro-
risso de ensino. Craa vaaiagem que preciso lembrar tambem
consiste no faci de poderera elles preparar seus laboraionos e
meios de ensmo e a:harera-se assira inieirameme vontade para
irabalbar ; seria grve inconveniente preparar ludo de anlerao a
depois fazel-os resiriugir-se ao que j estivesse leito.
3.' PARTE
Acquisico de material
A compra de mal rial foi feita directamente as fabricas ou
nos depsitos de faL ricas importantes, em Pars, Berlim, Boun.
ludicages de pesjoas competentes rae serviram de guia na
escolha das casas fornecedoras. Assim, em Pars fui apreseniado
a vanas casa's por ira na embro (Sr Dybarrsk') da cominisso de
compra da material para as escolas lo governo fraacez. Em Ber-
lira e Boun, procure as casas que fornecem des le lo iga data ao
Instituto agr noralco de S. Paulo e cujos matenaes j eu c nhecia
do t rapo era qu 1 abalhet nasse esiabeieciraento.
De alguraas casas 1 btiva descoulos nos preces de catalogo
por pagamento vista ; de outras no foi possivel obter porque
lem os procos xos e nao sujeitos a descontos.
Todo o m il.-nal adquirido ucllavi-se reuittiJ 1 aa occasij
era que paitl da Europa, excepgo feila de alguraas cousas que
menciono na lisia jjnto.
Reraetti opponunamente a V. Exc. as facturas e conhecimea-
tos de todo o material expedido, e agora resta-rae sraenle pre-
sentar as respectivas cintas cora recibos que junto a esle
Para os p-igaiuei tos servt-nie da carta de creuito que Y. Exc.
me forneceu. Sacar lo medida que precisava fazer pagamentos,
clieguei quasi a esjiotar o crdito; mas havia deixado para as ul-
timas liquidages de contas a quantia de t 250, que nao pude re-
ceber por ter-se terminado o piazo da caria de crdito antes que
eulangasse-raio de la. Por isso ped a V. Exc e receb em Pars
a quauia de 5.090 francos, com o qual hqaidei as contas.
Junio incido lodos m recibos e um balancet?, por raeio do
qual se verifica un sudo de Marcos 895, 86 que devo restituir ao
Thesouro. Mas como ba anda ornas a pagar conforrae demonstro
uas listas de material, nao posso entregar essa quaalia antes ds
liquidar lodaa as contas de fornecedores ; pego, pois, que V. Exc.
mande dar-toa quitago da quanlia de que aprsenlo recibos de
fornecedores, aguardando a liquilago nal de contas para quan-
do esiiverera era nieu poder os ltimos documentos, que me de-
verao dragar dentro de poucos das.
Com o material adquirido pode-se iostallar : dous labora-
torios, de chira ca, ura para o ensino pratico aos a u cooj, ouiro
para as inves(igag<)es da eslago agronmica ; um gabinete de
physica experimental, para eaaro., lr--Z observa onos meteo-
rolgicos, sendo u 11 ce* ral e dous secundarios e dependentes
d'aquelle -Almd s.-o.v^Bder-se ha fundar uraa bibliotneca agr-
cola regulare |, a-parar aa aulas de zootechnia e agri. altura
com modelos p o.ographias e desenhos.
Falla porin uraa coilecgo dw pegas anatmicas e esqueletos
para as aulas de zoodrh e veterinaria, o que 6 de lodo mdis-
peusavel. Nao os adquir por insuflicienria de verba ; mas or-
gaoizei duas lisia.-, para mandar vir esse material, caja compra
importar era cena de 40JO francos conforrae especifico na lista
juma, augmemad de ai#kttas pequeas causas diversa..





"5




i
vpp .."

.,

Piarlo de Pernambuco Demingo 14 de Jalln de lio
ACQUISIQOES A FAZER
Pegas anatmicas em masa, reproducgao
do natural (chez Anzoux em Paris)
Esqueletos na'uraes preparados rom articu-
larles (enes Frammood. em Pariz)
Apparelhos para urna leitera (fabrica de
manteiga e queijo) completa (chez Me-
lolie. em Gembloux)
Livros de agronoma
Frs.
Frs.
3000,00
1240,00
Frs.
Frs.
Emballgpns e fretes
LISTA GERAL DO MATERIAL COMPRADO
OiJO.OO
300,00
5500,00
500.00
Productos chimicos para
Gerbardl em Bouo
dem, dem, dem, Bou-
lene em Parts
Instrumentos de meteo-
rologa, Richard, em
Paris
los rumentos de meteo-
rologa, Fonlaine, em
Pns
Apparelhos de laborato-
rio para aquectmento,
Wicsnyz em Pars
Instrumentos de ptica
iara laboratorio, Pou-
ene, em Paria
Microscopios e acceso-
rios completos, A. Nu-
che!, em Paris
Apparelhos e u ensillos
de chimica, C. Gerhar-
dh, Buwn
Instrumentos de physica
experimental, G. Fon-
taine, Paris
Apparel. os e instrumen-
tos de chimica, Brer-
rer, Pars
Balaogas e nstrumen-
menios de pressao, A.
Collot, Paris
Appareinos de photogra-
pnia, Brerrer Pans
Hstrumentos de veteri-
nario, Brerrer, Paris
Modelos de machinismos
aratorios, (idem), Bel-
toise
Modelos de typos de an-
maes, Landsberg. Ber-
lim
Sementes e marcas de
plantas, Vilmorio, Pa-
rs
Livros fraocezss de agro-
noma, Micoelel Pa-
ris
Livros Allemaes de agro-
noma, Paul Parey,
Berlim
Livros Belgas de ero-
nomia, Mayalz, Bru-
xellaa
Photograph a e desenhos
do machinas agrcolas
animaes, fazendas,
modelo, diversos, Pa-
riz e Berlim
1260,20
3000,90
Frs. liquidado
Frs. liquidado
771,25 Frs. liquidado
1413,15 Frs. liquidado
3103,30 Frs. faliao 300 frs. para liqd.
1033,05 Frs. liquidado
SI 1,30 Frs. falli 203 frs. para liqd.
4000,00 Frs. a liquidar
7230 50 Frs. a liquidar
11759.25 Frs. faltao 703 frs. para liqd.
2196,30
500,00
300,00
Frs. liquidado
Frs. a liquidar
Frs. a liquidar
600,00 Frs. liquidado
625.00 Frs. a liquidar
111,40 Frs. liquidado
2117,00 Frs. liquidado
1875,00 Frs. a Lqu dar
651,00 Frs. liquidado
356,05 Frs. liquidado
A pagar
Soturna
por saldos
45503.65
1200.00
46186,65
Data
18 de
LISTA DE MATERIAL REMETTID0
Fornecedor Objec o Vapor que conduzir
de
cuas
CtliJl-
Saiat Nicols.
Freres i caixa
instrumentos de
T C. Ge tardt 11 caixas pro-
ductos chimicos
Fevereiro Re ard Freres 2 caxas
com instrumentes
metorologio
. Paulene Freres 2
com productos
eos
Paulene
com
phys ca
S G. I'otane 1 caixa com
instrumentos de phy-
s ica
Brerrer Freres 18 caixas
com apparelhos de cai-
raica
A. i ollot 3 caixas com
instrumentos de phy-
sica
Brerrer Freres 7 caixas
com apparelhos de la-
boratorio.
Wiesnez' 1 caixa com ap-
parelhos de chtinica
A. Lollot 1 Caixa com ba-
laogas
A Aacbe' 1 caixa com
microscopios
J. Mi Hele i i caixa com li-
vros
G. Fontaine 9 caixas com
instiumentj de phy-
sica
G. Mayolez 1 caixa com
livros
C. Gehardt 10 com appa-
relhos de chimica
Ob3ervacao
Bemetli opportunamente todas as facturas e conhecimentos
relativos as rtmessas feilas. Tmho em meu poder documento
relativas as tres ultimas remessas, de que devem ter sido re
medidos directamente pelos torneadores os respe, ti vos cenhe
cimentos.
LISTA DE MATERIAL ARE.EBER
ll Maiscn Wiesoezz Resto de encommenda de a pparelhos
chimicosA pagar.
2) FUl Parey-Liv os.
3) Landsberg-Modelos de ragas de animaes, pagos o Sr.
cnsul brasileiro em Berlim encarregou-se de liquidar as contas
a rene tttr
4) Brerrer Frers-Appare tos de photoz : pegas anatomi.as
L'ogolinaA pagar-me ludo.
5, A. Nacbel-Collecgo de preparados microscopio de bis-
6/ Fdg3eltoise-Modelos de machinas /Pagos, serao rematt'-
aratorios i dos Por Brerrer
de macas/ Frers com outros
objectos.J
6 de Margo
15
c
6
15
23 >
30
Crdoba
Parahyba.
Cordiba

Parahyba.
V. de Montevideo.
7) VilinorienSemen es
para plantas.
8) Bodmer-lbum de photographia de urna faienda modelo
;deVichyJ-Pago.
MATERIAL QUE SE ACHA EM MEU PODER
lbum de machinas aratorias.
dem de photographia de animaes premiados em Pariz.
dem .na Allemanha.
Collecgo de quadros de anatoma de animaes.
PIUCO APPROXIMAD0 DAS ENCOMMENDAS A PAGAR
Wtesnezz=Apparelhos cbi-
Maison
micos
Brerrer FreresApparelhos de pho-
tographi.g anatmica gozoluia
A. NacbtPreparagOes microscpi-
cas de histologa
Frs. 300,00
" 1500,00
" 200,00
Landsberg^-Modele de animaes.
Total Frs.
BALANCO
JOOO.OO
625,00
~2625,00
1-Dioheiro reeebido :
De Londoo R P. Bank em
Londres 200, Outubro 2
De M ndelssonl era Berlim
carta crdito 250, D^zembro 5
Do Loo :un R P. Hank em
Paris 25'), Uezembro 21
Do mesroo em Paris 1000
Janeiro 31
Do.Banque des Pays Bas
em Bruxellas 100, Feverei-
ro 27
e Mendelssont em Berlim
Jt 200, Margo 5
Do mesmo 100, Margo 6
Do mesmo 50, Margo 12
Uo ministro brazileiro em
Pars (fora da carta crdito)
2 Despez-is.
Acquisigao de material
Contractos de professores
Expediente
Frs. 5016,00
lllh 506S.80
6251,00
25034,20
2499,85
" &057.P0 ** 2027,30 1013,75
275000,00
_4330l,03 1216V5
37080,45 6800,00 323,20 5430.15 5516,65
41203.65
10346,81
do
Observagao : ...
Comparando as duas contas, v-se que ha ara saldo em
meu favor de Francos 102,60 e oulro em favor do Governo di
Marcos 1217,94. Donde resulta que o saldo effactivo
Marcos 835,86 em favor do Governo.
DESPEZAS COM ACQUISICAO DE MATERIAL
1 C. Gerhardt. Frodu-
Nov. 24 Frs. 500,00
dos i.himicos
2 P. Gross. lbum de
arados
4 J. Graf'.ian. Appare-
lhos chimicos
5 Richard Freres. Ins-
trumento meteoro-
lgico
6 dem. Remessa de
Instrumento me
teorologico
7 A. Collot. Balangos
de "instrumento s
de de preciso
8 C. Gerbardl. Produ
ctos chimicos
10 C. Gerhardt. Appa-
relhos chimicos
11 G. Fontaine. Instru-
mento meteorol-
gico
12 Paulene fr reres. Ins-
tumeoto de pti-
ca
13 dem, productos chi
micos
14 J. Michelet. Llvro3
de agronoma
15. A. Nacbei. Instru-
mento micros.
16 Maison W esn ezz.
Appare I lio S de
aquecimento
18 F. Belteix. Modelos
de instrume n t o
aratorios
19 Paulene Freres. Re-
messa de material
20 G. Fontaine. Remes-
sa de instrumento
22 G. Maylez. Livros de
agronoma
31 Schwarlz. Photo
graphia de ani-
maes
32 Bchrend e Seluid.
Livros e revistas
de agrou
33 J. Micklet. Livros de
agronoma
35 dem. Remessa de
livros
36 A. C0II0L Balanga e
remessa
37 Vilmorim. Sementos
c marcas
31 Maison Wiesne z z.
Remessa de mate-
rial
40 Brewer Freres. Ap-
parelhos chimicos
e remessa
41 G. Mayly. Livros de
agronoma e re-
messa
42 Goio. Quadros ana-
tmicos
41 Fontaine. Inst r.u-
menio de p y sica
43 dem. Instrumento
e remessa
47 Bodneer. Photogra-
phia de animaes
Dez. 10
Dez. 20
Dez. 24
Dez. 24
Jan. 5
Jan. 8
Jan. 26
Fev. 2
11 k
35,00
62,50
715,00
59,25
2003,00
603,15
3200,00
1319,00
Fev. 4 u 1029,00
Fev. 4 te 2700,90
Fev. 14 ti 1000,00
Fev.517 H 2314,30
Fev. 18
Fev. 21
Fev. 22
Fev. 22
Fev. 27
Fev. 7
2819,75
603 00
331,05
79,15
350,03
87,00
Mar. 12 "
Mar. 14 1036,95
Mar. 19 " 59,05
Mar. 20 " 196,30
Mar. 21 " 111,40
11 k 1500;
l
Mar. 21
Mar. 23
Mar.
Mar.
Mar.
Mar.
Abr.
239,55
11759,25
23 " 301,00
25 " 8,55
27 " 5000,00
30 " 2245,50
1 130,00 Frs. 37080,45 E EXPEDIENTE e Pars ao
Total
DESPEZAS DE
3 Dezerobro 14 Telegramma de
Exra. Sr. Dr. Goveroador
9 Janeiro 24 dem, idem, dem
17 Fevereiro 18 dem, dem, idem
38 Marco 21 dem, dem, idem
13 Margo 26 dem, dem, idem
43 Abril 6 dem de Lisboa dem Rs. .8350
21 Fevereiro 27 Impres.-ao de contractos
de professores
Total
5 11 k 5130,15
Frs.
53 35
48,50
67,90
53,35
34,00
35,70
30,40
323,23
DESPEZAS COM OS CONTRACTOS DE PROFESSORES
Marcos Fru. N. do recibo
Dr. Steinriede
Senr. Trips
Senr. Marneffe
: Passagcos
[Ordenado do 1." mez
Passagens
(Ordenado do 1. mez
(Passagens
1500,00
1100,00
1000,03
916,66
Senr. Lecoeq
Senrs. Sachot
Seors. Luer
(Adiantamento
{Passagens
Adiantamento
1 Passagens
(Adan amento
) Passagens
Totaes
1200,00
1200,00
1000.00
12C0.0O
1000,00
1200,00
27
23
28
2)
23
24
25
26
45
30
1000,00
5516,66 6800,00
Leandro Beierra de Oliveira, rameitidos pelo
jais de direiio do municipio de Buiqae, opn-
metro como desordelro e o segando como crl.
minse do municipio de AUgoa de Baixo.
A' orden do subdelegado da fregoezla de
Santo Antonio. Be-nardioa Francisca da Costa
Goedes, por embriaguez e disturbios ; Manoei
Vctor, por crime de ferimento e Jas Luis Pe'
reir como deiordeiro e por oso de armas pro.
blbidas.
Saude e fratenidade.
O Qaestor,
Joii Felppe Nery da Silva Fiho.
I' Secgao.Secretaria da Questu-a Policial do
Estado de Penamb-co, 13 a< Jolno de 1895.
Ao IHm Sr. coronel Dr. Jallo de Mella Fiiho,
moldlgoo Secretarlo da Jastiga e Negocios Inte-
riores.
Participo-vos que foi hootem apenas recclhi-
da a Casa de Deleogao, a ordem do subdelegado
da fregaezla de Samo Antonio, a mulber de no-
me Luisa de tal, por embriaguez e diatumioi.
Commooiceume o jais do {digirilo do mu-
nicipio de Qaioar po officio de 9 do corrate,
aue 00 da 7 do mesmo mez, no dislrlcto de
Ja-ema, do rxesmo moaicioio, dea.se am con-
flic o eatre Pearo Cesar. Francisco Loureoga e
MariaeooB.trra, resaltando sanir este ferido
com cloc fa alas.
Contra os delioqaeotes. qae evadiramse, pro-
cedea a autondaae respecuva nos termos da
le).
SaJe e fraternidad?.
0 Qa^tor,
Jote Felippe Xery da SeaFUh"-
QUARTELDO COMMANDO SUPERIOR DA
GUARDA NACIONAL DO MUNICIPIO DO
RECIFE, 13 DE JULHO DE 1893
Orden do dia n. 47
Fago publico, para conhecmento da Guarda
Nacional sob meu comraando, que apresenlou-
se hoje, munido da competente guia de passa-
gem, o tenente-coronel Augusto Farreira Bal-
lar, coramandaote do 3." baialhao de nfaaiena
da comarca de Santa Rita, no Estado da Para-
hyba, o qual transferio sua residencia para.esta
capital.
Julio do Mello Filho,
Coronel commandante superior interino.

CONGftKSStl NACIN\L
Pela paz no Sonado
SECRETARIA
DI-
DA INDUSTRIA2.*
RECTORA
Inspectora Geral de Hygtene
Expediente do dia 12 de Julho de 1895
Joaquim Augusto dos Res, pedindo para
mandar examinar a casa n. 92 da ra Imperial.
Ao Dr. commssario do 2." dstricto para exa-
minar.
Costa Lima & C, pedindo para mandar exa-
minar cal.Sira.
Foram considerados em condigoes bygienicas
para serem habitados :
Pelo Dr. commissario d 4." distnclo, o predio
n. 18 da na do Nogueira
Pelo Dr. commssario do 3.' disincto. os pre
dios os. 5 da ra Das Cardoso e 9 A, da ra da
Palma.
Pelo Dr. commssario do 1 dislricto, os pre-
dios ns. 26 e 50 da ra do Visconde de Goyanna.
Dia 13
Jos da Costa Ferreira, pedindo prorogagao
do prazo para mandar fazer urna latrina no pre-
dio de sua propnedade, sito a ra do Progresso
n. 20 A. -laforme o Dr. commssario do 3." dis-
tricto. ,
Agapito Mooiz Tavares, procurador da viuva
do major Jos Elias, pedindo para mandar exa
minar o predio d. 42 da ra Vidal de Negreros.
Ao Dr. commssario do 2." dstricto para exa-
minar.
Joaquim Emygdio Carneiro Aibuquerque, pe-
dindo prorogagao do prazo para mandar concer
lar os apparelhos, caiar, pintar e fazer esgolo
das aguas servidas do cortigo, de sua proprie-
dade denominado Padre Antonio, sito ra de
D. Vital n. 1.Informe o Dr. commssario do
3/ distrelo.
Evaristo Mendes da Cunha Azevedo Jnior,
pedindo para mandar desoecupar o cortigo de
sua propriedade denominado sobrado do Vi
veiro do Muniz, visto com os inquilinos recu-
sam-se a cumprir a intimagao.Sim.
Lopes & Araujo, Companhia Industrial e
Commercio de Estiva, pedindo para mandar
examinar caf.Sim.
Foram considerados em condigOes bygieaicas
para serem habitados :
Pelo Dr commssario do 4* distrclo, os pre-
dios ns. 18, 20 e 22 da travessa da Casa Forte e
48 da ra das Pernambucanas.
Pelo Dr. commssario do 2." dstricto, os pre
dios ns. 92 da ra Imperial. 74, da ra Vidal
de Negreiros e 94 da ra Direita.
Pelo Dr. commiasario do 1.* dstricto, os pre-
dios ns. 10 da ra Occidente e 1 A da travessa
da ra Bella.
Pelo Dr. commssario do 3. districto, os pre-
dios ns. 35 da
Maciel Monleiro.
Secretaria da
do Estado
1895.
ra do Riacouello e 16 da ru
Inspectora Geral de Hygiene
de Pernambuco, em 12 de Julho de
Apollinario A. Meira Henriques,
Secretario.
RECEBEDORIA
DO ESTADO
BUCO
DE PERNAM-
Despachos do dia 13 de ,'idho de 1895
Antonio Augusto de Lerooii, Senna & C, Ma-
ra Olympia de Oliveira Jyrillo e Daniel Berald.
Informe a 1." sergio.
Companhia de Seguros Amphtrite.laforme
al." secgao.
O eorteiro,
Custodio 3. da Silva Gturnar*e$.
Questura Policial
Secgao 2. X. 151-Secretarla da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 12 de
Julbe de 1895.
AoSr. coronel Dr. Julio de Mello Filho,
mui digno Secretario da Justica e Negocios In-
teriores.
Participo vos que foram recolbidos bontem
Casa de Detengao os segulntes individuos :
A' miaba ordem, Cesarlo Aives da Silva 0
Quanao o povo brazilei o esp-ra ancloso a ul-
tima noticia da 'ooclu.-ao da paz do Rio Gran-
de, Dem uzelo o nome do general Inoo^encio
Gaivio qae a inicia all, ermimodo de vez com
o irucidameoto de braiileiros llostres pelo seu
passado ans e pelos servigos pn stados & nossa
patria outros, o Sr. Viceote Machada levanta-se
00 Senado para protestar cooira esta niciava
humanitaria e clvilisadora, pedioto a goerra, a
contiuaag&o dos factos succedidoa co kilmetro
63 e na fortaleza de Santa Cruz.
Nesle proposito o honrado representante do
Paras manaoa a mesa o seguate requer-
meoio :
< Reqaeiro que, por intermedio da mesa do
Senado, se solicitem do poder executivo po'
mio dos ministerios da guerra e di relagOes
exteriores as se^uiotes ioformagOes :
I." Se tem o governo coohecimeoio da conces-
so de armi8tl3iocooveogo miliUr de carcter
poluico, que so pode effeciaa'-se entre belliue-
rantesconcedida pelo general Ionoceocio Gal-
vao de Qaeiroz; aos revoltosos do Rio Grande do
Sul; e se eteg foram recJDbectdos como belli-
gerdates por qoalqaer potencia estraogeira?
2.- Se coosegnimemeote, a esae commandante
eci cSele das torgas em operages no Rio Gran-
de do sul, foram dados poderes especiaes e di-
plomticos para convencionar o armisticio, oa
aioda se esse armisticio foi ratificado pelo ebefe
do EaiaJo, conforme os principios ae direito pu-
blico ioteroaciona'.
Aoerla a discoseo corxegoa o Sr. Vicente Ma-
chado pedindo a attengao do Senado para a ques-
lao que o trazia a tnoona, visto ser de somma
gravidade
E' ja do conhecmento publico o telegramma
publcado em todos os (uroaes a'esti capital, so-
bre os fados ltimos em lelagao a revolugao do
R;o Grande do Sal.
Refere-se ao telegramma do Sr. geceral Iono
ceacio Galvlo. Na ultima oarte desse telegram-
ma v consignada a palavra armisticio.
Ex.raoba extraordinariamente qae em docu-
mento ef&cisl, porque nio pode separar a qnali-
dade official do commandante chefe das torgas
do Rio Grande, se escreva ama paiavra qae oio
teaba absolotameme a significago jurdica qae
se pode affirmar ao fcto E sabido qae o ar-
misticio am* ceoveogao m litar, qae implica
am acto poltico que no tie ser praticado sem
pode es especiaes e diplomticos, concedidos pelo
befe do Estado.
Nao se comprebende o armisticio seoao entre
potencias beiligeranu-s e nos restrictos termos
do diretto publico internacional-
Das cooveogoes miliUres permitttdas pelo dl-
reito pabllco internacional resaltara as segaintes
a suspensao d'armas, o armisticio, a capitalago
e a troca de prisioneiros.
A saspeosao 4 armas d se quando aps bata-
Iqis sangrentas oecessano ntervallo para pen-
sar os (orlaos, sepultar os morios e ahnal nao
eliminar ua guerra os s. mmenlos de caridade
dos que tomam parte a'ella.
O armisticio am pooco mais do qae Uto:
ama convengao militar qae implica am ficto po-
ltico, qae, como ja disse, nao pode ser dado se-
nio com poderes especiaes e quando ha poten-
cias beligerantes, e anda, dado por ebefes mili-
tarea Investidos d'esse poder e sojeito segundo
prescripg&es do direito poblico internacional a
redificagao por parte do chefe do Eatado.
Nao (01 ama simples suspensao de hostilida-
ies e de armas o.que acaba de dar-se 00 Rio
Grande, foi. como diz o telegramma, am armi-ti-
co coucedido pelo chefe das torgas aos revolto-
sos, armisticio que crea os maiores embaragos
para sologao da grave qaeetao qae preoccapa
actoaimeate o espirito de todos os b azileiros.
Isio foi o mesmo qae o chefe das forjas reconbe-
cer nos re7olosos sqaelle qae elles nao t@m.
Isto o direito de belligeraotes. porque e en-
tre bclligerantes se pode reconhecer o direito de
coovencionar o armisticio. O armisticio am
direito de nagao para nagio on entre belligerao-
tes, qoando omaorevologo lem ganbo taes In-
crementos, qae adqu.re dire.to para qae na-
gOes estrangeiras a considerem como bellige-
raotes.
Parece-lbe que nada disto se da no R o Gran Je
do Sal. Nestas condicOes, o commandante ge-
rl das torgas, em operacoes no Rio Grande no
Sul, creoo ama sitaagao excepcional e gravsi-
ma para o goveruo da Repblica, excepcional e
gravissima porque nao er qae o gove. na da Re*
po lica tivesse dado poderes paliticos ao com
mamante geral das forgis, oaqaelle Estado, po-
deres qae absolatameote n5o poder Ibe-iam ser
dados, iporqoe o commaudaQte geral nao la tra-
tar com beligerantes, mas sim com revolto-
sos.
Em vista das promessas do goveroo em sua
menxagem e ulteriormente confirmadas em saas
deliceragOes, nao comp eCende como o comman-
dante em chefe das torgas em operagoes se arro-
oe a ua> direito qae nao tem e cbama a si attri-
buiges que nao poditm ser-lbe dadas, conce-
dendo armisticio.
Niagoem repelle a paz, isto ama verdade,
mas preciso qae ella seja feita de accordo com
os principios do direito, de modo qoe ella nao
consuma am tvlltameol? para a Repblica.
O Sr- Mo'eira ne BarrosV. Exc. esqoece-
se di misso do Sr. Caoba Ja mor, qae, no en-
tinto nao merecen censa-a algama.
O Sr. i.iclca0 iilusire represeotaate do
Paran o qae qaer o ex'.ermiaio de seas ad-
versarios.
0 Sr. Vicente Machado (coDtiouaodo) A
missao do 8r. Cunha Jaaior foi de carcter re-
servado. O poder oablico oo intervelo nella, de
modo qae se possa comparal-o a este do com-
mandante em chefe aas forgai em operagao no
Rio Grande do Sul.
O Sr. Mora es BarrosFoi ama missao espe-
cial mandada pelo poder executivo.
O Sr. Vicente MachadoEsta convencido de
qae o general Ianoceonio praticou este acto sem
ronbacimento, sem instru c5-s do presidente da
R publica qae alias neo poda dar semelbantes
losiracgoes, sem 1 neniar contra os principios
vu'ares e coutiesidos.
O Sr. Campos SallesO qae oo deve haver
do senado quem embarace a paciQcagao.
O Sr. Vicente MachadoIsto nao embara-
gar a Dacifiuagao.
O Sr. WandekoliE' pelo menos pe-tur-
bal-a.
O Sr. V MachadoO qae preciso que
ella se faga de accordo e sem quebra de digci
dade- A imprensa tem disentido se foi o (Oefe
revoltoso quem pedio o armisticio, oa se este foi
solidado pelo chefe das torgaj em operagfieci do
Rio Grande.
Sus'eato qae o acto do general Galvao Que
roz crea embaragos ao presidente da Repudies,
e, om dos menores este, qae se o govsrao
declarar qae e solidan j com o acto do commao-
daote, as oagoes estrangeiras teem o dlreito de
recoonecer os revoltosos como bellige'aotes.
(BvciamagSo gera ) Ob !
U Sr. Moraes BarrosEm 18i5 Caxias tralou
da pas com os revoltoso9, sem qae por Isso
aqaelles toasen) considerados belligeraotes pelas
nacoes estrangeiras.
0 3r. V. MachadoO nobre senador o me-
nos competente para dar este aparte, visto ser
'ormado em direito e ter coobecimeoto dtstes
principios.
O Sr. Maraes BirrosE tambem om pouco
de bistona qae V. Exc. parece esquecer.
O orador cita aa condigSes em que diva-sa.-
veses '01 concedido o armisticio, baseandrsa
as opioiOes de Wbceiton e Foigoet e diz que
s por urna ticgSo seutimental se poie aceitar o
qo>- ee passa no Rio Gaode do Sol -
Lembra anda o armisticio de 1797 ao archi-
duque Carlos, rlepois da ^victoria de ragua eo ;
o tratado de Campo Formio; o a-misticlc de
SUyer, em 1800; e de Bruce, em 1801; o de
Moral, em 1805 ; e, boalmente, o de Aaste-litz,
concedido por Napoleeo ao imperador da Aus-
tria.
Poderia citar anda outros, nenbuc, porem,
as conaigOes do actual.
Pode carecer exagerago oque vai di ser;
mas a verdade qae no dia em que se es;-e
ver a historia e se di-se- que om governo re-
publicano concedeu armlstilo a revoltosos qoe
nao erara belligeraaies, e qae este tacto pa-s >u
sem prole-to ; ningaem acreditara qae domina-
ra o espirito pabllco na poca, o desejo de
paz, o desejo de concordia; o qae ha ds se
ju!gar deste tacto:' Ser que o panuco do pas
o&o condeca ou esqaeceu os p-iocipio* im-
prescriptiveis da jorisorupencia internacional-
Acba grovissimo o tacto de qce tratara o: te-
legramm s qae veera crear urna situagao espe-
cial para os pode-es pblicos ; por s o sajeita *
coosideracao da casa o requerimiento qae uiaa
da a mesa.
O S-. J. Camoda so'preheodea-se extracrdl-
aariameate com a vebemevcia do represeniaote
do Paran ha jatti&cac&o do sen reboericaeo-
to.
Nao ba negar qoe co tumultuar das paixOes
qae ora trabalham a al a braaileira obf um pneoomeoo qae se impOe com a torga ee ras-
gadora da eviaencia solar: a aspiragau rlen-
te do Rio Grande.
ESTADOS DA OHliO
faria
ama
para
Essa aspiragao nao est latente ; j comegou
a posit.var-se e os passos qae foram dados para
alcaogar este desidertum, sem comprmetter-
se o orestieio da Repblica, serio louvados por
lodos os bomens de boa vontade.
O reqaerimentoapresentado palo o*ador pre-
cdeme pede certis in(oroiag6es, algara-'s das
quaes, parece-Ibe, nao podem ser satisteias;
sobre ootras tara algomas consideragOes.
S. Exc. dea demasiado valor a paiavra ar-
misticio empregada nos teleerammas paDlica-
dee a rexpeito dos preliminares da pas rio-
grandeuse.
O qoe de boa f e desprevenidamente todos
comprehsnderam foi qae houve saspens&o de
bosiilidades po: algans dia, emqvaoio oh re-
voltosos BDrtsenlam ao ebefe das fo-gas lezaes
as i ondicoe-<, mediante as qoaes d-porac as
armas. E' este o cooceilo a tirar dos t.ele-
grammas-
Em nossa bistoria ba precedentes de felos
anlogos. La meema 00 Rio Grande j o ebefe
das torgas leg?es tratou com os revoltosos a
submissae delles em coadigOes excepcionalinen-
te consideraveis.
Houve a convengao de Bac, e depois a coa-
(eaencia qae am Ilustre sjaador absndooiudo
sosa fuocges, teve com o chefe dos revoltosos,
o general Joca Tavares, a mandado do aiare-
cbal Floriano, particular amigo daquele sena-
dor.
Nao foi em carcter particular qoe l foi,
responde a um aparte do Sr. J0S0 Cordeiro,
oesse sentido; e deve-se mais notar qoe. nao
s uoraQte o itinerario do enviado, como do*
raote otemoodas neaoclagSes, as armis esti-
veram suspensas de ambas as partes.
B se as copdigfies que foram estipuladas e
r'tuzidaa a protocollo. Dio foram aceitas,
que o marecbal ja'gaa qae o&o eram aceita-
Teis.
Nio perianto am precedente novo.
E' ieto o qae ora se di ; suspensao de a-mas
par sgaos dias, emquanto ee negocia a pai,.
O Sr. V. Machado fez cavallo de batalba da
paiavra armisiicio, porque no entender de S
Exc. ieso importa reconhecer aos revoltosos o
cara ter de belligeraotes. Mas nao basia esse
(acto para affirmer tal carcter, sao precisas
ootras cuodigOes, como estabilldade, oceur. aeao
permanente do territorio, forrxsgSo de um go-
veroo, ecusas de que evidentemente carece a
revologao.
O alladldo telegramma que tao g-arjie vulto
assome aos olbos do represeotaate do Paran,
ama coraraontcacSo de carcter particular, e
todos sabem qoe nesse geae-o de correspooden-
cia DlOKoem vai esmerilnar a tecboica rigorosa
de palavrasqua ponem ser viradas ao talante
dos sopbistas e casuistas.
era acredito qne o general commandante,
p 'ventara, desse om passo meos nil tido qae
padesse comprometter a dignidade da aotorida*
de e a magistade do poder publica.
Portaoto, o que se pode simplesmeote iudazir
qae houve suspensao de armas, emquanto s-
(rata essa pas tao sincerae ar'eotemente dse-
jada.
Sa o resaltado da conferencia for satisfactorio,
como todos o desejam, Dlogaem teri motivo pa-
ra acensar o poler pabllco de fraqaen, turki-
versagao, ou liomplasceocla para'com os ruvol-
tasos ,- e est bem certo de qu o illnst-e chefe
do Estado ba de proceder a esse respeito cam 8
correegao com qae sempre costana pautar seas
actos.
Niagoem, dir, como diese o Sr. Vicente Ma-
chado, qae no Brazil non ve tempo em qas se
desconhecea o direito panuco, coqcedendo-se
armisticio a revoltosos, mas ser rnuito honroso
ss algoem diseer qoe nesse paiz, em algam lem-
po se desconhecea a accepgao jurdica da f ala-
vra armisticio, para sffi'mar os nobres sentiinea-
tos d Lumanidade, obedecendo s exigencias
da civilisagao, para terminar orna eaerra* cuja
bis orla re -heiada de horrores e atrocidades ba
de ser o docameato de nossa vergooba nese) pe'
rlodo luctuoso qae se vem atravessaado, desde
o assassinato dos fllhos de Facoodo Tavares at
a mntilagao do cadver do Ulaslre almirante Sal.
daoba da Gama.
Vota contra o requerimeuto e faz votas para
qae so realise a psi do Rio Grande, raediinte
condlgOes cignas psra aRepobllca e prestigiosas
rara a antondade constituida.
D scotido o requerlmento e encerrada a dis-
cosso, o Sr. marechal Alm"ida Barreto pde a
pilavra pels ordem e reqaer a votago nominal,
por isso qoe era preciso flear bem saliente qises
os qoe se interessavam pela prosperidade t fe-
licidde deste pais, e qaaes os que querem c seo
desmo'onamento, sustentando a guerra.
Consltala a caso accella a votigao nomi-
Pocede-se I votagi e resDoadem nao, ii o ,
reieitavam requerlmento os Sa.:
Baro doLsdario, Francisco Machado, Bsena,
Joao PedroVGomes de Castro Cataada, A'm'ida
Barreto, Jo Neiva, Joao Barbalfo, Reg Mallo,
Messias de Gasmao, L. Oiticica, Rosa Jo lior,
Leaudro Maciel, Coelho de Campos, Eugenio
de Amorim. Bomingos Vicebte, Gil Gonlat, L per,
Wandeokolk, Gongalves Chaves, Paula e Sruzs,
Moraes Barros, Campos Salles, Balboes Jardim,
Jaqa'm dp Soasa, Generoso Pance e Manoil de
Qaeiroz(J8).
Votaram pelo requerimeuto os S's.:
Sarmeoto, Barata, Cruz, Nogueira Accioly,
loo Cordeiro, Jos Bernardo, Abdon Milaoes,j>' .
iartlnbo, Vicente Machado, Richard, Ii'eve, Ja- 6" taaipa. 4- serie assigaadas com a
nier, Julio FroU e Abroo (13). de M. P. T. Siteoo.
CAPITAL FEDERAL
Datas at 5 do correte :
Estao convidados todos os Iliteratos residentes
na Capital Federal, a assistlr a orna seseao pre.
paraiona da commemoragSo do 1* centenario da
more de Basilio da Gama, autor do poema
O Uruguay.
A reuuio lera logar no da 7 do correte,
O collega do Jornal do Commercio publica
e segrate sob tulo O territorio do Amapa :
A imp-ensa f anceza cooiioaa a occupar.se
da qoesto do Amap, apresentaodo variadas
ooioiOrs sobre a (orma le resolver. Damos em
argida extractos dos anigos de algaus jornaes
pa-isL-nses, sobre o alludido assumpto:
O Journal des Deoais en rega-se a ordem
de commeotarios geralmeote formulad* pela im-
prenta francesa e qoe, se sao justos no qae dl-
zem respeito solugio do conflicto entre as
duas potencias interesadas, tao injustos quando
p eiendem demooetrar qoe o ocs'O Governo en-
vin agentes sena enea r regad os de darem pre.
texio para se iniciar a qaesio.
Em verdadediz o referido jornal mais
que tempo de por termo a ama sroagao qoe
comprometi as cossas relagOes com um paiz ao
qoal estamos libados por tau'os lagos. Os es*
pintos mais esclarecidos pedem qoe se recorra
ao arbitramento ; boje para sen ir que ha mais
tempo se nao tivesxe provocado esse meio de
regalar a qaes So. Se isso se tivesse teito, nos
nao teriamo8 ago:a a deplorar am sangrento
conflicto entre os oossos soldados e os agentes
brasileirds.
E' para notar qoe estes ltimos nSo nos 'os.
.-ero to bosiis. antes da descooerta das minas
de ooro ; aa relagfies eatre o A ospj e a Gayaa-
na franceza sao ofinitameate oais facis do qae
com o Amazonas, e flzeram.se esforgoB, em tres
occasies differenles, desde 1883 a 888, para
qoe o Goveroador de Cayena mootasse all ama
oresnisago franceza.
Mas Qels ao dispcsto na coavengo de 1841,
nos nanea demos acolbimento a esses dselos,
mas, pelo vi- to, os b-atileiros nao tem seguido
a mesma lioka d^ coodacta.
O Jirn-I >L' bsiaffetie diz :
O Amap r fu ple continuar indefinida,
mente res nallms porque com isso se permit.
te qae os soldados francezes vao sendo tazilados
pelos seus irmcs da outra banda.
E' esia ama sitaagaoqoe na pide durar mais
poto qae nos a estamos pagando com o saagae
do nossos.
O Rappel qoe oo est com meios te-m03.
precooiaooo sem a meoor besitagaj qoe se d
ao cooQ'cto ama solugo brutal, qae nj
grande honra i poltica nierpacional de
grande potncia clvilisada:
Po? que no se aproveita a occasiao
regalar o assumpto .'
O Brazil nao est em sitasgio de poder resis.
ir, e, alm diso, os seos direiios nao existem.
Elle uo poder reclamar com firmeza, quando
do* tivermos ganbado a causa.
Nos precisamos de ama solugo e contamos
ob'el.a. grggas a energa de M. Hanot- ux
O Petit Parisin mostra.se favoravel idea
da arbitragem :
O nasso Goveroo e o do Brazil resolver.se.
ho a sobmettea a umi arbitragem a questio do
direito sobre esse territorio, que agora est ea.
tregne aos bandos que o percorrem e que se
empregam 00 roabo e no assassiaio, de que sao
victimas os estrangeiros qua se aveota'em a ir
para lem busca do ooro?
Ja foi ror meio da arbitraeem qae se resol-
veo, em 1891, urna comesirgo da mesma nata,
esa, entre a Guyanna franceza e a Gujanna hot.
andeza.
Podaremos nos recorrer, de accordo com o
Brazil, a um semelban'.e meio de. coocillago,
(.a-a o territorio qae cou&na ao este e ao sul
couj a Goyanoa T
A Jasuga exprime-se da segointe forma :
E' locootestevel que o assumpto deve ser
reaolvido definitivamente, tanto mata aue esses
territorios e sobretodo os do Amap, sio multo
ricos e oQerecem recursos coosideravels.
Accresce qae os Braziieiros se teem iostallado
para explorarem as jazidas de curo, de qoe ti
zeram propriedade soa, repelliado para fra do
Amap, mesmo empregando a forga, os nossos
quoiodoc-, quaodo { Corto qno foram OS Fra;.
cezes os primeiros que, com pengo da propra
vida, descobrlram esses thesooros do slo.
E' devras para sentir qoe a admlmstrago
colonial estlvesse espera que se dsse um to
sangrento recootro para tentar pOr fim a am
conflicto qae dar ba longo tempo.
E' caso para admirar, diz tambem o Soleof
qoe a admioistragao colonial s tratasse de pdr
m a om conflicto qua dora ba to loogos au-
nos, depola de ter noticia do sangrento ro
contro. ,
Ua muito qoe o governo est inrormado da
falsa sitaago em que se encootram os Fran-
ceses que se aventoram a percorrer o territorio
coatestado, entre o Brazil e a nossa colonia de
Goyanna.
Se em logar de ter seguido urna poltica de
inaifferenga, se tivesse, em tempo opporiano,
tomado urna resolugo enrgica ; se as neg*
ciage8 com o Governo Brazileiro tlvessem sido
prompiameute levadas a sea termo, cao nos
encoot anamos boje presos s dif&coldades qae
necessarlameote nascero de deploraveis suc-
cessos qae veem de produzir-se no paiz, do
Amap.
O Tempe, noticiando que vai ser feto nm
ioqaento pelo Brazil sobre o incidente que so*
breveio no territorio contestado, dis :
Nao se pode saber qoaes sao as disposigOea
conciliadoras do Governo do Rra, desde que elle
trata de fazer prova. E' bem evidente qoe o io*
quento em qaesio nao pode ser feito no respe-
ctivo local, por isso que o territorio do Amap'
oode a colieo se prodozio, nao pertence ao
tfrazil, e o governo trancez nao deve permit-
ir qoe se realizo por esse meio um acto de so'
beraoii 1 I
De faco. diz L Brsii. commentando esta
opiniaj do Tempe,o territorio do Mapa ou
Amap foi neutralisado desde 1841, por com-
mum accordo eotre os govtraos trances e bra-
zileiro, e, portaoto. nem om cera cutro desees
governos pode realizar om acto de soberana,
mas tambem certo que o accordo coocluido
entre elles em 1862, relat.vaiuente ao jolgamen-
lo dos criminosos dos deas pases, domiciliados
no ter>itono contestado do Amap, d a cada
urna das duas nagoeB urna certa latiiude para
exercerem a sua aaioridade em certos casos.
Parece-oes, pois, qae foi fundndose o
oessas denlas do accordo referido, qoe o go-
verno francs fez desemnarcar no Amapa 03
mannheiros da caubonelra Bengal:, e qae o
governo brazileiro, a acreditar em um tele-
gramma publicado no Herali. ordenou qne
se procedesse a um nqusrito sobre o desagra-
d*vel incidente qae os doos pases deplorara.
Um oqoeruo franco-braiilelro lmpe se argn-
temeate, atteodeado ao estado a qoe as coasas
chegaram, segundo diz o seguate telegramma
que nos eaderega do Para o conbecido explora-
dor Henn Coup-eau :
Cnego do Amap, qae est toriincado e em
estado de occoDago pariicolar, por um brazi-
liro de uome Cabral. Amap est meio des*
troilo e mtade da populagao massacrada pelas
tropas de Cayeoa ; 14 mulneros, 4 criangis. 6
veaos e enfermos, 13 amitos, sem serem com-
bateles ; 100 soldados franceses mortcs ou fo-
ndos contando-se tambem 4 officiaes mortos.
Pilbazens, roubos e raptos em Carsevane, com;
manicagoes cortadas eom Counsnl, oode est
Mme Coudreao. Pais rolna e eu tambem, pelo
-yadicato goveroador Charvein e negro fagido
Traiaoo etc. Goveroador traocez engaado por
Coarvein e seus cmplices Defendo c mclliagao.
Esercem-se viogaogas pessoses. Cbarveio na*
va dado ordem de me prenderem em Ooanaoi.
Meu associado Bisson. preso, reclama jostlja-
0 goveroador do Para eafioa naTio para prote*
ger Mme. Condreau.
Amigos do Dr. Sampaio Ferras preteodiam
levaotar a sos candiditarra cadeira de sena-
dor oelo districto telera!; mas o disincto ci-
dado de:liooo da honra que lae qaenam fazer
os seos apreciadores. .
M Alfandega de Rio Graode do Norte foi
mandado por dlsposigaodo Governador do Es-
tado a qaamia de 30:0004 para as despezas do
Lycea de iosfuego Secundaria do Estado
__Tem apparecido Bltimamente em circala-
go grande numero de notas falsas de 100* da
" rubrica
1*
*-Ai
...iifc
1
.

J*J*-



-
r.
p'
i
i

Mario de Pernfembnco Domingo 14 de tTnlho de 1S95
a
Eb?as nras sao as que trazom no reverno
orna gravora, representan lo a bataihi do* goa-
rarapes.
No verso a gravara (ella com capricco e 10-
doz fcilmente a erro; avara das cosas,
porm, representando a batalba deteatavel, e
pode fcilmente servir de criterio para dialin-
gil*aa das verdadetras.
Duem qoe no Thesooro tm sido receidas
diariamente r uitas dessas olas, provenientes
das eatages Bcaes. .....
O Sr. Ir. Maura Ca-li, l" delegado auxlli ir,
tem em mos ama impo-taoie diligencia, q e
mnito o recoaimeodara se ella f- coroada de
felix xito. Trata de descubrir os fabricante,
Acha-se restabelecido aa grave molestia,
que o accomettera, o aosso collega do Paii,
Jovlno ayrea.
Eia provisoriamente resolvida a qnesiao
dos foguistas do Llcji, qoano a s.hida don
paquetes.
lio iDiuito de solver as diffi nidadas sobrevin-
das ao commercio e ao pnDlieo, o Sr ministro
da manoba destacou para o LlcjJ alguna f>
cui3ts da armada.
Com taes elementos os psqne'es vicioria e
OlinJ?. aattram no na 6, aqu-llo ao meio da
para o sol e eaie as 10 boras da manha para o
norie.
__Pelo ministerio da faienda rol designado o
Inspector da Aifaodgi do Ro Graoae do Norl',
pacbarel Jos* de Mo-aes toedes Aleoforado.
para cervir como auxiliar da cjmjlisa'j eocir-
resada de inspeccionar a Alfaoega de Penam-
bco.
Communicou se ao ctete da corarnisiao a.-
compras nos siados-nidos Norte qoe, secundo rarticipa a estrada de ferro
de Porlo Alegre a U.-uuaynoa, a lo^omiuva
do upo compcond clas-e 8226 foroecid. pe*
casa' Balcwm 4 C. de Philaelpbi3, pe-tio a
barra superior do loogeroa do lado dlreito no
quadro da cala de graxa da roda motrix, acci-
dente que aqucll director attnbue a mi calde*,-
cao dafcbrira. qua deixou gr.ndes .sitios no
Interior do ferro.
De-larou se mais ser feia esia commonics-
gao para que Bqu) de sobre aviso a futuras en
cotDffieaaaa que leobam de aer feia a referid!
fabrica.
KECROLOGIO
A' idcmoria
DA EXMA. SRA.
JESS FIGLEI-
FAUI.V
dis-
familia, bem
D. THEREZ1 r
ROA ii-:
Vo completar-se sete dias, qua um
novo e irreparavel golpe ve o ferir cora-
jes ainda magoados por urna inolvida-
vel e eterna separacSo 1
Ha bem pouco pranteava a illustre
familia Figueira a perda do Dr. Felippe
de Figue r6a Faria, vulto saliente da im-
prensa pernambucana, esposo, pai, amigo
e cidadao, cujas quadades j loram ^pa
tenteadas por todos quanto* sabem
tribuir justica a qu-^m me;ece.
Hoja sente-se a mesma fai
como os seus amigos, aaiquillados em ex-
tremo pelo rcente passamento da Exma.
Sra. D. Thereza de Jess Figueira de
Faria,a consolado dos filhos, o carinho
des netos e bisnetos, o allivio da pobreza
desamparada 1 I
O humilde escriptor d'estas linhas, en-
tao mui crianca, j conbecia quem era
a re8(.eitabilissima senhora que aca^a
de entregar o espirito ao Creador.
Ella foi caridosa sem ostentaco. Sem
importar-Be c-m o que de esmolas j
bouvesbe distribuido o seu honrado es-
poso, o commendador Manoel Figueira
de Faiia, de eterna recordacao, por sua
vez tambem mitiga va as dores da pobreza
desvalida, estenaendo as suas ene'osas
ma s s infelizes que a iam procurar em
aeu domicilio.
E sempre na permanencia da pratica
da caridade, viveu ella todos estes annos
depois do fallecimento de seu pranteado
consorte, rodeada das virtudes com que
Dens a adoruou, acaiic ada pelos entes
que lbe eram caros e abencoada pelos
coracoes reconhecidos.
......
Depondo sobre o tmulo de D. The-
r peco ao Omnipoten'e o just- repouso para
sua alma e consolo aos seus dignos filbos
para supportarem com resiynacao maia
este golpe tao cruel.
Julho-14-1895.
Guilherme Patricio.
Segando para o tneairo Santa lsbel abi foi
recebtdo ao som de msicas, acoaodo-se presen-
tu taaibem a o'Cbestra do m^smo tieato, sanio
nessa occasi&o aiva de expoaiaue^s raanifes'.a-
gfles.
Ao meio dia Carlos Gomes foi visitar o Bxm.
Dr. Goveraador do Estado, demoraado-se por
algnm lempo e mostrando grande coctentimeoto
em saber da creago do Conservatorio Musical de
PeroamDuco.
Ao retlrar-se o Maestro offereceu ao Etn.
Dr. Goveroador todos os servicos do veibo ar-
tista brazileiro, em favor da gran je realisago do
C>n*rv.. lorio.
Theatro Santa IsabelNeste tbeatro
reahsa se nojeum grande espeelarulo dramaiico,
promovido pelo actor A. Llvramento. para so
lemoisir a cnegada do grande Maestro Cirios
G.-ra-s i esta capital.
O drama escoibido pjra a relebrac&o da f^sta
artstica o Jos do Telbado, divid 1o em 5
actas.
A orches:ra dirigida pelo professor Sanno
Piolo, tocara nos intervailos oovenuras do
mais conbecidos ancores.
O especiacais comecara logo ebegada do no-
ijve ariis'a Drazilnl'o.
Habeas-corpus -0 Sr. D-. Jair. Ssc:i -
nal coocedeu a ordem de habeas-corpus. qus
forj raque-ida pelo nosso coiifga J. Ro:ua San-
03 a favur dos presos, a que uoaiem nos r;-
fer S-rao alies boje ouvidos pelo dign9 ju z, na
P'op'ia Cisa de Djtenco, onde ir o mesmo
u z para esse flm.
' pacientes sao detidos por autoridades fe
deraes, em Est>do oa Estados diversos, e que
nara aqu foram remetudos, a aguardar res:-
iucio ulterior.
Corpo de cavallaria-Esse corpo fez
botem um passeio mniur pelas diversas ra-
desta eidade. attesiaodo mais urna vez o s eu
asseio e acert na marena, desenvoivendo-8"
perfeitameme. e apresetaoao-ae o commaoilao-
te da respectiva bfficiaiidade, em uniformes
i'esa de \ossa Scnhora do Car
iuo.Nj uu 16 do lorrene, re -Usar.sc. n ^
com a maior pompa e briiDaotismo, a f sa de
No-sa SeiQora do Carmo.
O pro^ramma e o eegaiate :
as i 1|2 boras da maoDa ser resada urna
m r-a. as 11 boras principiara a fesla navea.
do vwa'ij Augusto Frackhn Moreira da Silva.
A 7 oras da noote lera logar o Te.D-um-
eeido regador o Rvdm. Provincial Frti Au.
gusti Aive.
ssoe avo dos Empreados do
Coniiuerelo de Pernauabuco. Hjje s
10 uos oa m.ona, a uirlcoria u'essa aesocia.
iao rene.se para tratar, com os associados
leiios ltimamente, de assumptos que nteres.
Sm a rae.ima associaj ..
Pesqoeira Pedem nos d'essa eidade a
puoi.CdLdo do seguiote :
< Srt. Redactores:Ha mais de um anoo que
os B03-os habitantes auxiliados poderosamente
pela briosa classe commercia1, tem-se esforgadu
cj is.iiij-fie entre si atim de ser concluida a
mitriz dcsta ciaade, delxaado-a aformoeada
Com doas altas e bellissirubs torres. E para esse
di, dSj ba negar estucos, sacrificios, eBiimulos
aa parte de ceitos negociantes.
AKora, a i&3 hoii-s a guo boorala claes.-
ie fazeooeiros, apreseota-se para cada um coo-
iriDnijido com u bolo de urna rez, f,.zjr-se o
di* 15 de Agosto urna grande arrematijs, re-
vertrudo o resollido em prol da mesma ma-
triz.
C-.imimos a alteogD dos criadores e com-
objeido Dr. Oapoat discreto dioico da Facul-
dafe N PaM*, que desti vez traz nova espe-
cie e varieade de re'.larjj* doi proloctus pbar-
maceutlcos dos quies tils aoior e represea-
lante por parte di So;lelade Voigarisacj
Scientloca e laiernajinnal.
O sen representante >m Pernambuco nos
avisa que como dos coe'ume o distiacto D-.
Donont pos noirar com a soa visita.
MultasPelo admiointraior do Mrcalo de
Sao Jo-, uram multados os Srs. Amonio Mar
celioo de Mello e I/rJio Lana par infraejo do
artieo 3* capitulo 4 da mi n. 4.
Telegrammas retidasAcbam-se re
tidos na rejlVucno gerai ao Teiegrapbo Nicia-
nal os sezuintfa :
rtico de Santos, Dr. Oitario.
De Pelotas, para Carvallo Pinto.
De Natal, psra Joaona Agotar.
Ds Macei, para Baptisl i de C'stro.
D*. Pirtaleza paraL?oa:io Mulos.
Cea 9, Bibia, AlfandeK?, Panedo.
Linbas raic-.ionam r.galamen'te.
Casa de Detenciio Movimentt dos
presos da Casa de Deteiico do Recife, Estaao
de Pernambuco, em 12 do Julho de 1895
Existiam
Entrara ra.
Sahiram .
Existem .
A saber:
Naclonae.
Mulheres .
Estraneeiios
Mulher. .
Total.
Arragoados
Bons .
Doentes .
Loucos. .
Loucas. .
478
1
5
*474
437
11
26
0
474
423
393
21
10
4
428
Oeeallsta*
Dr. Brrelo Sampaio, ooculista, d
consultas de 1 s i horas no primeiro
andar da roa do Baro da Victoria o.
51.
Rosideucia a rna Hospicio n. 46.
Teleohone n. 3>5.
Dr. Pereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, da
consulta de i s 4 da tarde a ra do
Imperador n." 63 i." andar. Rezide em
Caminho Novo.
"Ielephone n.' 588.
Drogaras
l1 aria SoirinAo & C, droguista por
atacado, ra do Mrquez de Olioda 0. k\.
A. P. Braga Guitnaraes Agencia de
todas as especialidades pharmaceuticas,
tintas, drogas, productos cbimicos eou-
tros medicamentos bomeopathicos, ra
Larga do Posario n. 34.
Papis Pintados.
Casa especial de Papis pintados de
todas as qualidades para forrar sallas.
Ra Mrquez de Olinda n. 12.
Companhia Florestal Agrcola
BALANCO VERIFICADO EM 30 DE JUNHO DE 1895
Activo
Companhia Progresso
Colonial
BALANCO EM
Despezas geraes .
PrPDjios.....
Movis e utencilios
Despezas de ins'allacao
Semoventes .
Safra de 1892 a. 1893 .
Danco Popular conta de aviso
Ordenados .
Honorario da directora
Uespezas geraes da usina
Deposito da directora
Banco Popular com caucao .
Immoveis.....
Lucros e perdas .
Honorarios da commfssao fiscal.
Combustivel .
Usina Lustosa .
I anuas.....
Obras novas .
Transporte de cannas
Conservagao da linha-ferrea
Salarios.....
Con* ruccao da linba frrea.
Almoxarifado .
Cooservago da usina.
Diversos dcvedore3 .
4:576S620
80:1278238
320S000
1:5428870
3:8958000
2:3968690
38440
19:3968663
7:2008000
3 328S020
15 0008000
50:000.8000
3-324S000
31008000
9008000
6:2008369
975:7668060
102:9848867
6:8968655
8:7158858
76*98835
292318792
1 7618050
4008620
7038848
69:5228192
1.409 933S687
l'nssivo
de
A memoria de D. Thereza
Figueira Faria
Desappareceu do sceoario da vida, aquella
que soube ser a encarnacao do bom, dojuso,
do honesto e de tudo em fim que nos podo no-
b.l.iar perante a communnao soc al.
Quatro annos de relagOes de amizade e dou*
em que com ella conviv na liarmonia mais
fraternal, foram para mim, lempo demasiado
sufficiente para co hecer lhe o carcter, a sua
iadole e os seus costumes.
Dizer o que fo D. Thereza de Figueira Fa
ra, aponiar os seus dotes, os seus predicados
em un.ma e principalmente, salien'ar a mag-
nanimidade do seu coracSo essencialmenie bom
e generoso, nao me possive Ifazel-o, devido
commocao que sin to loltier-rae a penna e a dor
crucianle que me neutralisa a acedo.
Direi, entretanto, qu, se a socieJade senle o
desapparecimento de urna Sra. respeilavel por
todos os titulos, se a sua familia praoieia a falia
do ente estremecido, eu, que conbecia de perto
a illustre nada, que, tumando-a como urna
segunda mt, ouvla genuflexo os seus sal-
tares conselbos o os seus bons ensinamenios,
nao posso dexar de deplorar tao fatal, quo
desastroso aconlecimento.
(Jue Deus, a tendendo s supplicas que ora
lhe faco, e, para compensar o bem que fez na
trra D. Theresa de Figueira, acollia no seu
immenso e paternal seio essa alma pura e ge-
nerosa, proporcionando lhe a paz e odescango
eterno, so estes os meus votos.
Olinda, 14 de Julho de 1895.
Ltonel Brandao.
REVISTA DIARIA
QCarlos GomesViudo do Estado do Par,
cneitou nonlem a Dordo do vanor uaciooal
Bazil i o celebre Maestro Carlea Gomes, o fes-
tejado arti-ia que com toda pujaoQa de seo la-
icato tem briibantemente honrado o oome de
braiileiro peraote o muod civilisado.
Logo que o ?apor fandeou ioram a bordo com-
pnmeotal o o Dr. M. Siqueira, inspector dos
theat'os, a cjoimisao do Clob Carlos 6 me-
representada pelos Srs. Antonio Leonarao R -
ongues Euclldes Ponseca e 6. Kraase, e pelo
commenaador Luiz Duprat.
Desembarcando s 8 hom no caes da L:
gueta, o Maestro foi recebido pelos repeseo-
lantes da imprensa, D~. Tbom Gibson, repre-
sentante do Jornal do Brasil 6 o Sr. A'tbor
de Mello, e pela commlssao do Lyceu de Arte-
e Onlsios.
Carlos Gomes agradecen aquellas prevas de
rcnaiderigao externando o seu grande ceoteoti-
ment vende-se em ama eidade onde ba trese
gqos j linba esiado, lendo sempre gratas re
co:daoes.
pradores de gado doj municipios visiohos t
circu uviinDo?, para que se aprsenles e ci
pe Cim urna ptima occaato para boaj compras ;
po.'S garantimos ser avallado o nmero de retes
urna vez qu s em nosse municipio ba para mais
de l-0 criadores.
Eflo alio da imprenta, solemnemente, cj .-
vloamos a todos em geral, masime s Eiuja*.
familias pesquei'ea.->3, para que com a g-ai;.
pecoliar do sexo que rep e.-eatam, am viia,
anima(o e encanto a brilbante fesla. Ao 15 de
AtfJ-tO !
Au revoir .
Estrada de Ferro Central- Alada
nos euviam as seguales liabas a proposito dos
irens de coburbius dVssa ferro-via :
Iilm?. S s. Bedacto-es do Diario de Peroam-
oa:o>.Se nSo fossea iuaJuv.1 necessidade, se
oaa fosee a cons.aucia do mariyrio qoe sol-e
oos, de ceno nao coatlooariamos a solicitar a
vossa beneSca ioterveDcSo no sentido de aerem
resiabeiecl ios os :r-us de 9.29 da maoba e4
'oras da larde da E. de F. Central de Pera*m-
baco.
NSo adduzlremos coosideraOes outras ales
das que j coobeceie, coop leraces asas que a
aflmiijiuraso, por vosse intermedio, tamoem
conbece.
Ailegavam 08 da Estrada a falta de material
rodante e, se bem que esta allegacio cap tosse
-na, cemtado, aceitamola como tal; boje, po-
rm, e8a d-SBlpa oo tem mais razSo ce ser
visto como a Estrada possoe mala daas locomo-
uvaa novas e tarros oo faltam.
Pa-a o Sr. Dr. Jos Antonio de Almelda Per-
nambuco qoe to solicito se tem mostrado em
atlender os pblicos interesses, appellamos con-
vicios de qoe o aosso pedido, justo como s;ra
lomado na devida coosi JeracSo e 63, Srs. Reda-
ctores, qoe vos tendea collocado ao oosso lado,
cooflamos, continua'ets a advogsraoossacaosa.
Moradores de Tigipi t Jaboatdo.
/.uuibi-A Dome de aote-boolem os la ra-
pios em anas correrlas fo-am ao quintil da ca-a
em qoe reride o cap ao-rJical do Corpo de
Cavallaria, e o'abl conduslram oito gali abas,
e de ontros, levaram roopas e outros objecios.
Couvm que a aaioridade local providencie
para evitar a reprodcelo, rateado afugeotar
luviiviiuos qoe por all apparecem a noate im-
provisando sambas e oairas briocadeiras taes
qoe servem por ventora para encapar planos
dando resoltaCo vedicados.
Tribunal do Jury do Recite Hon-
tem reuuio-ee este iriDouai sod a presidencia
do D Joo Joaquim oe Freius Henriques, Juiz
ie Direuo subsliioio reclpro:o do 3. dietncio
cri.uioal.
Nio bouve jolgamento por baver o reo Joa-
quim Siixes dos Sanios Garlbaldt requerido ad-
diameu.o por cao ter comparecido seu advo-
gado.
Amaoha ser julgado o reu Jos Lucio
Lins TavareB.
Assuciaco ledico Puarmacen
ticaKeuue-se noje em assemoii gerai, para
>ratar de assompto importante da mesma ases
cao ao meio da no logar do costeme.
ErrataEscaparan ao oosso eaictorial de
1 niieui diversos erros de reviso, que cena
ueale terio sido do adas, e por que pedimos
-3 ulpa aos leilores, reprodotindo o Denoio
s guate, io intuito de guardar a Bdel dade dj
."8 escretemut, pols qoe oa ooiros su de fa-
h corec(o ao lel.or nielligente :
Qae volte a paz aos Campos devaetadoB pe
cendice, e exterminados por urna lata
Total.......
Movimento da enfermara :
Nao bouve : .
Matadouro Publiico-Foram abatidas I Accionistas
no Matadouro Publico da Cabanga 108 rezes'Deposito da Directora
para o consumo de hoje. i Banco de Pernambuco
Hospital Pedro III-O movimento desse crrante^
estabelecimento cargo da santa Casa de Mise-', Vc'nt* crreme;
rcordia do Recife no dia 12 de Junho, foi o se ] Uain F^ogresso OjIo-
30 DE JUNHO DE 1895
A divo
5.86^8000
30 O0OSO0O
ian as vezes uarbara, esses campos onde ou
^'ora m popo atfies pacificas e laboriosas lira-
ram a saa sube.enca, e boje desgragadameote
irautformados em solitarios cemilerlos, em
que a t-adiccao guardar para o historiador fn-
toro, moito horror e rau tas lagrimas.
PublicacesRecebamos :
O u. 4 ai'uol, aa lribona Medica qoe se
publba i.a Cipiial Frderal, .^
O n. 2i e *5 do Bratll Medico, que se
publica na mesma capital.
Aurora Essa brilbaole scbaliiscb para
piano, composta pela Exma. Sra. D, Mara Ame-
ii M.rque da Suva e onVrecldas as mimosas
rjlbmhas do Sr. Jos Marta de Lemoa Duarte,
acaba de ser editada ; e esi&o disposigao do
pablico os seos txemplares.
E' oa be U proiucjo musical, qoe da co-
pia do gosto e taleolo aa autora.
Iofcrmic-noa que acba se em ensaios na
oaoda du 14 oatainao qu3 em breve produ
1 ri a audl5o do publico.
Vaccinacu-0 Dr. Ignacio A. Velkli
noje pelas 9 uoras da macb va:cinar a todas
as pessoaa qoe se apresemarem para tal fim,
na casa de aaa residencial raa do Lima n...
-m Santo Amaro.
SportFoi bontem distribuido o n. 13 des
se peridico sportivo.
O collega vai satisfazeodo os fias, a qoe e
oropoi, de modo completo.
Agr 'ecemoi a visita.
Dr. DupontSomos informado que alada
ama vea sempre em excorsao de propaganda,
chega- ooje oa amanba bordo do vapor (ran-
cet. VUle de Montevideo o nosso ja 18838 CO-
guinte
Entraram..... 19
Sahiram..... 10
Falleceram .... 3
Existem..... 822
Foram visitadas as enfermaras pelos segua-
les mdicos: \
Dr. Barros Sobrinho, t ntrou s 6 1/2 da ma-
nb e sabio 3 8 3/4.
Dr. erardo enirou s 111/4 da manhae sabio
s 12 1/4. L
Di. Lopes Pessoa, entrou s 9 8/4 da manb
e sahio s 11.
Dr. Vieira da Cuaha, untrou is 10 da mantia
e sanio s 12.
Dr. Bastos de Oliveira, entrou s 10 da
manila e sahio as" 11.
Dr. Tavares de Mello, sntrou s 10 1/4 da ma-
nba p. sahiu s 10 1/2.
Dr. Octavio FreUas, entrou s 9 1/2 da manha
e sabiu s 111/4.
Dr. Nunes Coimbra, entrou s 10 1/4 da ma-
nila e saino s 11.
Dr. Alfredo Costa, entrou s 7 1/2 da manh
e sabio as 8 3j4
Dr. Joo Marques, entrou s 9 da manha
e sahio as 11. ,"-.
Dr. Baplista de Carvalho, entrou s 9 1/2 da
manh e sahio s 111/4
Dr. Amaro Wanderloy, entrou s 12 da ma-
manh e sabiu s 12 1|4.
Pbarmaceutico, entrn s 9 1/4 da manha e
sabio 3 2 da tarde.
I. Ajudante do pharmaceu ico, entrou 3
8 da manh e sahio s 4 1/2 da tarde.
2.- Ajudante do pha-maceutico entrou s
81/2 da manh e sahio s.s 41|2 da tarde.
Passageiros-Chgados do norte no v-
vapor nacioual Brazil
Constancia G. de Oliveira. Julius &ountag,
Ma oel A. da Silva sua sieobora e 4 filhos, Au-
gusto Jess, maestro Carlos Gomes, Theoaolin-
daM. C Jnior, Amelia J. Mamede, Nemesio
Cmara, Urbano Reis, Izabel M- da Concec5o,
Malhilde Peres e 1 filbo, Esperidiana Cmara
A. Luigl, Raymuida, Athur de M. Sarmen o,
Dr. Alcidesrf Lima Pereira, Jesuioa A.Sara
paio, D. B. Montenegro, EuRenio R. C da Ro-
cha, Joaquim A. Teixeim, Pedro de Aleantara,
Dr. Firmino C. Lima. Leoncio S. Mattos, Joa-
quim Oliveira Torres, Atiel da Silva GuiraarSes.
Anna R. de Oliveira, Antonio Gabriel, Anna e
Mana, H liodora F. Barros, Antonio O. Bas-
tos, Guilherme Leal, Joo B. Azevedo Leile,
Joo M- de Carvalho, Orias F. Salles, Antonio
P. de S Barreto, Antonio A- A. Gaho, Mi-
cheliGrisa, Filomena M. da Conceigo, Manoe
L. Duarte Fileueira, Joi Vieira, Albino Dan-
tas Silva.
Sabidos para o su! no vapor inglez Cly
de:
Jos Rabello Padilha, Jos A. Regueira Coa
ta, H. Needbam, Edgard Fort, Julio GalvSo
Carlos Scrber, sua senhora e 2 Alba-, C W.
T. Girdwood, Dr. Jos de Miranda Cuno, 1 fi-
Iho e 1 criado, Manoel Moraes, Thomaz Silva,
Eduardo Prauioni, Dr Arihnr Moreira, Ante
oio Leo, C. W'ilson, Angelina Carlos, Abraham
Elias.
nil
Vias Frreas da Usina
Movis & Utensilios
Bens de Raz
Emisaao de ObrigacOes
Saogerhansor A.ctien M.
Fabnk (conta de
caujao)
Deatillaco
Caucse
Administrajo da Usina
Caixa
Diversas contas
Ris
Vassivo
Capital
Caucao da Directora
Titulos de Ubrigajea
(deben tu re.)
Juros de Obrigaces
(debentures)
Banco Popular (conta
de caucao)
Contas correntes
Titos caucionados
Diversos cr dores
8OS6OO
341.000S370
155.9783040
39HS0O
11.5000600
161.^000J
85.40 $000
34.O05&750
60.0008000
.848010
1.9989140
201.988S120
Capital......
Letras a pagar.....
Eslado de PernarLbuco
Ttulos de obrigajOes ....
Madeira......
Caucao da directora ....
Banco l'opular coola corrente garantida
Assucar......
Arrendamenlos.....
Cambios......
Balanca......
Ensacamenlo.....
! Impostos ......
Baldeago e frete ....
Carreos......
:ommiss6es.....
Mel.......
Diversos credores ....
1,091.2558831
400.0008000
ao.oogouo
250.0008010
4.440S000
47.416510
14.0938310
145.40^000
199 9065010
45O.O0OSO0O
50:0008000
277.180S460
OOOOOsOOO
6 329S64'i
15 OOOSOO")
45:0008000
ltS:40)010
15:4978190
3:0218530
1118840
3728800
1498120
4:14S30
1:3478360
30578013
1 8498700
170:4938388
1,409:9838687
S E. & O.
Recife, 12 de Julbo de 1895.
Fernando MagaUies da Silva.
.____Guardalivro8.
lBLiaCOES k PEDIDO
Reis
1,091.255,5830
SPORT
Prado Pernambucaoo
Dedicada a colonia francesa, em cnmmemoia.
gao da tomada da Basilios, o prado do Lacea d
note a i* corrida do set aovo aaoo tarfleo.
Ser ama bonita fesla.
Attractivos nao lbe laltam : orna corrida de
inicl-cSo; orna dedicado de entbasiasmo; e
sobre iodo em prog asma e inscripc&o, coja
excellencia nao pode aer contestada.
O prado do Lacea convida boje una visita aos
seus estabelecimeolos; e o puoiico amador dos
duertimentos bippicas nao recusar a sua asais-
'.eacta a esse que boge Hie all propcclonado.
PALPITES
Nessa grande corrida sao os seguales os nos-
sos progoosiici-s.
i pareoLimelralidioPleiade.
2o pareoBatborvCingoBtralbo.
3o pareoPalbacol'lu'oIda.
4o pareoSana Souc BoblrGariopelro.
5o pareoMiertroIoo-Cajafurado.
6o pareoTodoFe alanoIda.
7 pareoFrnceNa oeitaaAccionista.
8o pareoDivertidj-CajafuradoNilo.
INDICAGES OTIS
Medico
O Dr. Pedro Ponlual,ex-chete de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, 1. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de I s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr, Joaquim Loureiro medico partei
lo, consultorio raa do Cabng u. i-,
residencial na Casa Forte a, 5, casa de
azulejo, defronte da groja da Campia.
Dr. S Pereira, ra da lmperatriz n.
6, d consultas medico-cirurgicas todos
i dias das 8 meio dia, menos no
domingos e dias santificados.
O Dr, Lobo Hoscoso d consultas en
tua casa ra da Gloria o. 39 das 10
horas da manh 1 da tarde. Achan-
do-se fra do servico publico offerece-se
para acudir a quidquer chamado com
promptido para lora da eidade. Espe-
cia lidade, operaces, paitos e molestias
de senhoras e raninos.
S. E O.
Eecife, 13 de Julho de 1895.
O guarda-livros.
Cometi Gouveia.
Sociedado Refloaria e Deatil-
laco Peroambacana
BALANCO EM 30 DE JUNHO DE 1893
ACTIVO
Fabrica da Capunga 315:7728100
Deposito da directora 30:0008000
Propriedadps 11:7848592
Mjveis e utensilios 3:2318000
Obras novas 18:7628520
EmbarcagOes 4:1408000
Almoxarifado 00.9588560
A A. Portella Filho (conta de
usina) 5638850
Banco Popular (conta de caucao) 7818190
Cauc5es 50:0038000
Illurainaco elctrica 8:4218310
Diversas contas 368 1478380
Caixa 1:5738790
R9. 904:1448792
PASalVO
Capital
Caucao da directora
Fundo de reserva
Ttulos de obrigac.es
Juros de obrigacOes
Amortisacao de obrigaces
Letras a pagar
A. A. Portella Filho
Contas correntes
Credores geraes
Diversas coalas credoras
Lucros Suspensos
160:0008000
30:0008000
27:3828778
112:0008000
4:2008000
8:0008000
84:8808380
10 6288550
5269288-50
16:03194(30
297 9538 00
100:3758474
Rs. 9041448792
S. E. O.
Recife, 13 de Julbo de 1895.
Cometi Gourela.
Guarda-livros.
Banco de Pernam-
buco
Rs.
Capital do Banco,
dem realisado.. <
Fundo de reserva t
Balanco
Activo
Accionistas:
Letras descontadas.
Contas cor ren tes
caucionadas, etc.
Caucao da directora
Diversas agencias..
Valores depositados
Diversas contas...
Letras a receber...
Caixa :
Em moeda corrente
8:000:0000000
1:600:000,5000
1:600:000^000
6.400.000OOO
1.171.33041)60
'5.767.518*880
20.000*000
11.061.118*930
.'96.903*790
1.160.161*800
3.711.409*930
2.802.802*920
Rs. 36.891.246*910
Programma
da festa de nossa senhcra do
Carmo
VESPERAS
No dia 15 pelas 12 horas di manh
sero queimadas girndolas de fogos,
fazend-se ouvir a banda marcial do
corpo de polica.
Polas 7 horas da noite serao canta-
das vesperas solemnes.
No dia 16 pelas 4 Ii2 horas da ma-
drugada ser rezada missa, acompa-
nhada pela mesma banda marcial,
queimando-se salvas annunciando o
grande dia da Vrgem do Carmello.
Pelas 11 horas do dia entrar a
festa, precedida de tercias, a grande
orchestra sob a batuta do maestro
Rosas.
No Evangelho pregar o Rvm. vi-
gario Augusto Francklin Me reir da
Silva, que em estyllo eloquente j
conhecido, far o panegyrico da Vir-
gem do Carmello.
Terminando a solemnidade da
missa ser dada a bengo papal, con-
cedida pelo Santo Padre Bsnedicto
XIV, seguindo-se a rasoura do eos-
turne.
Pelas 7 horas da noite dapoisdo
sermo proferido pelo ex Provincial
Frei Augusto da inmaculada Concei-
co Alves, cantar-se-ha o To-Deum.
Assim terminar a grande solem-
nidade do dia 16
PROCISSaO
No dia 21 realisar-se-ha grande
Erocisso da Virgem Santissima, pu-
licando-se opportunamente o res-
pectvoBitinerario.
O templo acha-se ricamente
nado, e de modo deslumbrante,
direceo do Sr. Agr Filho.
2008000 quantia que ser sut
lario de vine por dia.
A Associacio Beneficente
iciente para o sa-
pnedade sob a guarda e* vigilancia d%m
encarecidos no serv go da estiva e que sao dij!
'"ida confianca S
deixando de pagar um tanto
aos in-
Por esta forma
gg/fg* W 3 rao para enriquecer
titulados, acarreando-vos enorme desne-
augmento solicitado com tanta iusfica ter a
SS todoSr ^^^ -vaendCoa,uc^
n^'i* a laboricsa cUsse doseslivadores que
v f re?de? reHC,am0 confl'"'o "ais 2ma
vez a recudan das vossas
vossos sen imentos de
humanidade.
onsceocias e 03
ju-iija, patriulismo e
ador-
sob a
_ P- defpn'menlo
Recife, 12 de Julho d- 1895.
A commsso,
Jos AlberoTrigueiro.
Luii Gomes Ferreira,
Bernardino de Senna Oliveira.
Manoel Athanazio M'vra.
Raymundo Jos da Silva
-----------------------------------------------^-----------------------------------------------------_
Festa de la-ata Senhora do
Carmo do Recife
PROGAMMA
I*o da Id do correle ao meio dia urna salva
real acorapanhada rom diversas gyrandolas de
foso ao som da band marcial do 2 batalho
esadoal, annunciar aos devotos da Virgem
Nossa Basten do Carmo que ebegado 8 ves-
peras da festa da mae de Deus do Carmello
A s 5 horas da tarde entrarfio com toda pom-
vesperas solemnes, com
pelas 5 oras ser
AvUo
Nos abaixo assigoados, com negocii'S
de estivas neata praca, ag aderando os
nossos amigos que honraramnos com
c nsignafns de assucar, viemos declarar
lhes que nao continuaremos a a ;ceital-as,
por ter deixado este ramo de negocio.
Figueiredo Cosa cr C".
Capital:
Fundo de reserva,
Lucros suspensos.
Reserva especial..
Depsitos:
Contas correntes de
movimento.....
Ditas correntes com
aviso...........
Letras a premio...
Pauivo
8.000 000*000
1.600.000*000
388.283*510
227.429*410
-----------------2.215.712*920
5.489.892*980
1.045.098*910
5.311.198*240
Diversas garantas e dopoeitos vo-
luntarlos
Diversas agencias.
Diversas contas...
Dividendo n. o, 7, 8, 9,10 e 11
11.846.190*130
4.816.903*790
5.491.366*510
4.433.(77*560
87.896*000
Rs. 36.891.^46*910
S. E. & 0.
Pernambuco, 13 de Jaibo de 1895.
T. Combe r
Presidente.
Ed.Ffsilva,
dotador.
AssociacSo Beneficente dos
Estivadores
Esta associajo drigio-se hontem por meio
de urna commsso eleita aos Sis. coos gna a-
rios e carregadores de navios no porto desta
capital am de lhes ser augmentado o salario
da respeciva classe, presentando aos mea-
mos seohores urna pe igao com a ma tabella
f rmulada, cuja petivo do seguinte iheor:
Illms. Srs. Consignaiarios e Curregadores
da navios 00 porlo do Recife.
A Associaco Beneficente dos Estivalor s
unanimente identificada com a respectiva
classe e representada pela commissao eleita
abaixo assigoada, vem mui respeitonimeotc re-
camar justo augmento na tabella do salario
dos eslivadores, convencida de que a inteire
za e rectidaode vossas conscienciat e os vos-
sos sentimentos patriticos e human tario lbe
assegurara melbor xito a sua rasoavel pra
tengo.
E' impossivel ao operario eitivacor provpr a
sua subsistencia e de sua familia com o -sala-
rio de 6*000 por dia e 128000 por noite da ta-
bella vigente.
Os geueros de primera nacessilade, subi-
mesma porporco
pa e brilhinti8mo as
Jubileo Pleuissimo.
Na madrugada do dia 16
resada urna missa.
dd?de7erseQ'rar 3 h,ta qae Mr *
A orches ra a grande trissa chamada Monte
Carmello sera dirigida pelo maestro Rosas sen-
?e0s0d8es8tad:deCU,ad08 ?el< V'? *
ni^V,ane9lh0!''omar lribun sagrada o
Rvdm. Lonego Vigano Auguso Prankln M.
da Silva, que em arrobos de eloquencia que lhe
peculiar expora aos nV.s devotos da Excelsa
aenhora do carmello, as virtudes e milagrea
de tao boa mae. '' '
Ao terminar a fesla sabir, como de costume
1 seodo dado ao raeotner-se a bencao
deantc de si o es
a
Papal.
Alarde pelas 5 1|2 horas ser entoado o
Te Deum,. occopando a triuuoa sagrada o ro-
I gloso carmellita e insigne orador sacro Frei
Augusto da lonceigao Alves.
No dia 20 s 9 r oras da manha ser entoada
Lnin p? tmDe d? Pa,ria,'c''as fsanto Elias e
santo Eljso orando no evangel o um dos dis-
tinctos pregadores desla cioade: e, no da 21
domingo, s 8 horas ser celebrada a festa de
Nossa Senhora do Fronlespicio, havendo no
evangelho sermo, D0
O Templo
Rico e caprichosamente acba se decorado o
magnifico Templo de Nossa Senbora do Carmo.
A profusao de flores, luzes e arabescos e as
suas disposices symetrieas formam um con-
junto harmomco de encantadora perspectiva
cuja ex-cucSo est a cargo do Sr. Manoel G.'
Agr Filbo.
ProcissSo
Os religiosos carmelitas convictos da grande
levoco que tem o povo pernambucaoo em seu
religioso coraso, resolveram com todo sacrifi-
cio, expor em solemne procissSo o grande vul-
to da rae de Deus do Carmo, em carro trium-
phal e puchado por crianembas ; no dia 21 do
corrente pelas 3 1|2 boras da larde cujo itine-
rario o seguinte ;
Pateo e Camboa do Carmo, ras, das Flores,
Nova, Cabug, Pracioha, Cresao; Imperador,
pateo do Espirito Santo, ras, do Queimado,
Livramento, Direila, travessa e paleo de S. Pe-
dro, Hortas e recolher.
Os mesmos religio-os n5o tm ponpado es-
forgos para o realce e brilhaniismo da fes a de
Nossa Senbora do C?rmo. e esperara a coadiu-
vago de todos os devotos para tao sublime
fim.
ram a enormes precos e na
o vestuario, a luz e o tecto.
As classes operaras tem
pecro da fome.
Deveis se sao de vos honrados e consciencio-
sos consignaiarios e carregadores d- navios do
porto do Recife as conheceis perfeitamente e
sabis que nao 8a irabal: o mais ingrato e com-
prme edor da saue e da vida como o da
classe de estivadores, que vivem pouco qu.odo
oSo8ao esmagados por volumes penados den-1
tro das alvarengas ou no po o dos navios.
A commsso concillando os jus'os desejos
da classe dos estivadores com os vossos res-
pe! aveis ioteresses vem solicitar da f. rma a
mais respeitosa que vos dignis augmentar o
prego do salario do actual tabella para.....
108000 por dia e 168000 por noite mediante a
seguinte vantagem para vos que assaz com-
pensadora e tavoravel.
O servico de estiva dirigido pur um mes-
tre ao qua! vOs paguais tanto por vjlume e as-
sim admitltdo o prego de cem reis por sacco 10
trabajadores veoceodo pela nova abella.....
108000 por dia e fazendo o embargue de 2 000
saceos, determinaro a despeza de salario, ao passo que o mestr^e receVe de vrj|
Aos refinadores
O abaixo aselenado convida sos Srs. refina-
dores para urna reomo que ter lugar no dia IX
do corrente, as 11 boras da maoba, oa casa n.
49 di^rua de S. Jorge, afim de ser comala ca
eomtBiesSo para trat.r da dlstriboico do impos-
to -elaiiv 1 a classe.
Recife, 12 de Joibo de 1895.
Manoel Alves da Sena.
Ao commercio
Declaro que o Sr. Justino Firmino da
Cunha Moreira nao vendeu o eatabeleci-
meno de molh^dos, ra do "Amparo,
n. 95, mnnicipio de Olinda, mas sim as
mercadorias, nelle existentes; porque a
armacSo e utencilios sao minha proprie-
dade exclusiva, e somente eu posso delles
dispor.
Fajo esta declaracSo para obviar qual-
quer duvida futura.
Olinda, 13 de Julho de 1895.
Gentil Crrela de Gusmfo,


f
1
I MmIMOTI
:-----------------J


_^-^^^^^D
Diario do Pernambuco Domingo 4 ie .lu lio do 1*95
D. Thereza de Jess Fi-
gueira de Faria
Miguel de Figueira Faria, eeus raaos
suas fami as, muito rgradecem a tedas
as pessoas quj se prestaram a assistir os
ltimos auffragios de corpo presente, fe
tos a sua idolatrada m i, sogra, av e
bisav D. THEREZA DE JESS FI-
GUEIRA DE FARIA e de aovo Ihes
rogam o caridoso obsequia de assistirem
a miasa do 7. dia que mandam rezar s
8 horas da manh5 do dia 15 do corrente,
aa igreja da Ordem 3.* do Carmo ; e s
7 horas na igreja de Nossa Seuhora do
Amparo, em Olinda. Desdeja sgradecem.
svi im<;\<>
A' Boaveniura de O ive'ra Marque*
enviamos muitos rordeae* comprinn'D-
tos por raats una primavera que hoje
se conia na sua ex troca.
Mara Chrlstina C. Medeiros.
Anna A. ampos Medeiros.
Leopoldina Campos deMedeiros.
(Y HojeII de Julho He (r
1895 -faz annos a nteres
sante menina Mari;i do mo deGusmao Lobo, filha j\
dilecta do lente coronel y
1 Amonio Grncindc de Ghs- S
ir raao Lobo. l"or lao auso- T\
^ coso anniversario felicita- y
I roo* soa illustre familia, e i
Ir desejanios que por longos Ir
>g miiii!* possa ella anda
Sk fruir o seu grande regosi- 5
>\ JC deste din. T>
f Hecie, 14-7-93.
rP S.C.-D. A.-A.B. %
CSMEWM
Bol? a omine ro ni <*4 Pernan-
haco
fCTACOBS 0FFIC1ACS Da JUNTA DOS C0SBKT0RR8
traa io Recife, 13 de Uho de :895
Rio hoeve totscio
O presdeme
Antonio Marque* deAmorim.
O secretario
M.Del G. do Silva Pi lo.
Cambio
Os Bancos aoriram com a uza de II i|4 sobre
Londie a 90 das, sobiodo depois para 11 i,
CGm priDaDiliuade de 11 5 8.
Mais larde eco consequen^ii d Dolidas do R o
d marcado aflVooxoo e o Banco* retlruram as
laxas, orereteodo ao lechar 11 3.8 sem atraoi*
rem tomadores.
Em papel parfcaiar boove aigans negocios
11 5.8 e II 7,16.
Despedida
JoSo de Siqueir Barbosa Arco-Verde
e sua familia, retiraado-se desta jeidade,
despedem-se pelo presente das pessoas
com quera tena relaces de amisade, p-
dindo desculpa de nao f-zel-o pessoal-
mente de vi do a presteza com que se re-
tirara, devendo quem tiver negocios pen-
dentes dirigir-se para o Engenho Souza,
municipio d'Agua Prea.
Recife.5 de Julho de 1895.
Botuoat
Deve ser lida com interesse a seguate
noticia, que a Fanfulla publica a pro-
posito dos productos meoicinaes, propa-
gados pelo Sr. D. Carlos :
Todo o Brazil, especialmente este
floreacentissimo Estado, tem ouvio fal-
lar do Elixir e de outras especialidades
medicinae do Sr. M. Morato, mas nem
todos conhecera o alto mrito, a bonda-
de, a tenacidade e a gentileza do preoa-
rador desses productos, o Sr. D. Carlos,
que um joven cheio de intelligencia,
de estudos, que com o seu 1 bor incan
gavel soube ganha* o elegios da varias
celebridades medicas e tantos attestados
de benemerencia por parte de numerosos
doentes, hoje perfeitamente curados pelo
miravilhoso Elixir.
E vito abordamos este assumpto, de-
vemos dizer, por amor verdade, que
tanto as pilulas de Tayuyo, como o Eli-
xir M. Moratj sSo productos examinados
e approvados pela Inspectora Geral de
Saude, do Rio de Janoir e que a sua
venda foi autorisada celo governo federal,
primeiro, e pelo de S Paulo, depois.
O Elixir, tendo por base certas plan-
tas raras que se eucontram na flora de
no88os ser>oa', s serve para a cora mi-
racul sa da aathma, do cancro, das do-
res rheumaticas, da syphiles da terrivel
morpha.
O seu segredo foi revelado, ha bastan-
te tempo, pelo chele de urna tribu de in-
dios, cujo nome agora nos escapa, iras
oue opportunamente designaremos por
que este facto se prende urna interessaote
historieta, que vale a pena ser narrada.
O estabelecimento do Sr. D. Carlos
tem urna importancia excepcional e pode
comp -tir com os melhores desse genero,
que se acham as demais partes do
mundo.
As 8timos ha alguns dias, prepara-
dlo deste Elixir, acompanbando attenta-
mente tod'-s o trabalhos, desde a tritura-
cao d 8 vegetaes at ao encaxotamente,
ao qual se segu a expedido para as-
mis importantes pharrnacias da Europa.
AUm do curioso urocesso, sao dignos
de admirar a fiscalisacSo, ordem, disci-
plina que reinam no ampio laboratorio,
do qual s hoje o Sr. D. Carlos, comeca
geiros, tanto pelo lado moral como pelo
pecuniari >,
O Sr. D. Carlos nSo se deixa, perm,
dormir sobre os louros, cogitando gem-
pre em ampliar mais o seu estabelecimen-
to, estudando o processo para o fabrico
de outros productos medicinaei que ae-
ran, antes de tudo, submettidns 4 analy-
se dos mais notaveis e intelligentes m-
dicos.
Os nossog cumprimentoa a esse hn-
mem Ilustre que em B geral sympathia e ao qual desojamos
prsperos negocios.
Ao brioso eleitorado do Par-
tido Republicano Federal
da Freguezia de H. Jos.
Eu abaixo assignado convido aos llus-
t es cidados eleitoros do Partido Repu-
blicano Federal, para urna reunio poli-
tic*, hoje as 6 horas da larde no predio,
n. 12 i.- andar pateo do Terco, para tra-
tarse de assumptos importantes.
Recite, 14 de Julho de 1895.
Alexandre dos Santos Selva.
Elixir II. Mualo
Tomei o El xir 14. Morto preparado
por D. Carlos, e estou boni completameute
das empigens que me perseguiam. Agra-
decendo.
Sou etc. etc.
8. Paulo.
os A Ivs Marqnee.
Daposito em Pernambuco Comp. de
Drogas e Productos Cuimicos.
8
g

t
Parabens
Completa hoja mais urna riso-
nlia primavera interessantn
Aonn Mana filria do nunca esque-
cido Dr. Kelione de Figoairoa Fa-
ria, desejo &penas que das iguaes
a este s^j* smnpre orvulhado de
flores. 14 -795.
Elysio Layes.
t
t CQ
O laboratario do sabio Pasten e todos
os estabelecimentos 'creados sobre estes
m dlo, em Franja e no estrange ro,
utilizara para as suas culturas a pepsiaa
mais pura, que a de Chaputeaut, da
qual urna colher de cha representa 25
gramm s de carne de vacca de primeira
qualidade, dige id* pela pepsina, a raes-
ma que a base do Vinbo de Pcptona
de Chapoteaut, receitado tolos es dia
peos mdicos para completar urna ali-
mentadlo insufficiente, despertar o appe-
a c Iher os fructos, alias altamente lison- tite e facilitar as digestoes laboriosas.
Itwml M0 fe Nossa Sb-
flBa Irte
Dr. Fel ppe de Figueira
Faria
60 DIA DO PASSAMENTO
A Mesa Re^edora desta D.vocao grata
aos relevantes servijos prestad' s pelo seu
digio e Ilustre ex-irmao Dr. FELIPPE
DE FIGUEIRA FARIA, manda cele-'gosto de doucj, tinhn pouoo patito, e de
brar rnisaas e memeoto no dia 17 do
corrente s 7 1/2 horas da manliS, na
Nao obstante sZo ellts obrigadas r ira-
balhar duro para a gaohar e sSo entina-
das a diier em anas resas. tO po nono
da ca^a dia nos dai i ojo Senhor. Morrer
a foma aam re e morrer. EII-b o sabi-.m
(Jontudo rl'ta apenas comem iot um
especie de comptalo a escravo r.cmc um
bumem oondfmaado a au'cidio involualario
poda engulir ama u^ de veneno.
Ellas recatara urna bsmare-itarnca
cimparativamence a qual tudas s demais
beisuventnraa^as da terfa sao paramante
p. S<>ff.*er por Uso ? De certo que
sim. Nense caso porque que ellas se
destrosm 1 Nao natura'. A re sonata
o : Nao o podem evitar. A aimphs bis-
tor.a deata bo* mu h;r mostra c 'mo isto
aj d. T'davi n2o o caso nem rtro.
T-icto peiur.
Di> ella : tVla tioha sempro sido nota
velmenta aadia .\l A^( de {8o7, quw idc
urna macbS comm^cei a vomit mugo urna quautidude d'agoa.
Uepjja disto .e.iti pi-. mnhS ata rco
Curadetosseasthoiatic
com o Peitora 1 de
Cambar
Pessa da familia do Sr. Jos Car-
neiro da Silva Reg, da Bahia, que sof-
fria de urna incommoda tosse asthma-
tica, que resistir a cinco annos de tra-
tamento, curou-se com o Veioral de
Cambar, de Souza Soares.
O AGENTE Companhia de Drogas
e Productos Chimiccs.
Falle agora a imprciisn. dos
Estados &Wi#*i
Recebemos a offerta de i garrafa da
Cognac Brazileiro producto de nova
industria nacional, de que autor o
nosso conterrneo, pharmaceutico An-
poia da c>ai.rii Bestia eu dores e peso
tanto ao peito co o r,o estomagu. C'ioe-
cai a teatir-no gradualcLeota muito trnCc,,
igreja de N'gsa Senhora do Carmo, em lucc.dendo s vez* mal mi poder eu eus-
s ffragio d'alma do mesmo finado. teita- de \ u a>a etomi-go sa encba
_ ... de t-unieucia, e as dorea se turoav m :So
lJa a assistirem a esses actos de pieda- __ j j- .-j .
r agudae que eu quasi perda os sentidis
de christa, a referida Meca cinvida nSLo Tudo se torna va negro e tiaao diaote
de mnus oihos e teotin-oie oomo se iti-
vera embriogadn, levand'-me muita vet.e
urna hura uu duaa antes que tornarte a
mim. tra fro^uentemei.te accumettiiv
Nussa Senhora da Boa Morte, 13 de Julho' dem- tontr^c, e estando c trahalnr oj
Red Bank Mili em Hed.liffj p^.r duas tezes
s seus irmos.como ainda a famil a e
amigos do illu tre morto
Consistori > da V neravel Devor.ao de
d 1895.
O e8Criv3o,
Manocl C. Liborio.
f na
em una
ooudi^So
Quem tem me io de comer:
me tu arara p ra
de sem -ceimaio.
c Uepoia destes ataques p^stava ex-
hibir inra cor lemvtl mal pdenlo
respirar, o pasto que as dores em tiu.iw
cabera eram temveia ; o u-oe nbrrg-t-
da a ir para Ckaa e Helarme, Se euj4
moia senta um aijue ao -ppr xim.r-c
ao an-Jiiteu-T o d ixar do traoalbo, uSo me
euu- tonio Martiniano Veras, estabelecido
na cidade do Recife.
Nao se pode notar a menor difieren
ca entre o Cognac Brazileiro e o que
nos vem do estrangeiro, tanto no gos-
to como na bonita cor, e engarrafa
mei.'o.
Os collegas da imprensa pernanbu-
cana, as apreciacSes, que temos
vista, sao unnimes em affirmar a excel-
lencia do novo producto, que est ten-
do a melhor acceitaco, por saber se
ser a sua corrposico isenta de qual
quer preparado, que possa prejudica-
a sade.
E' actualmente recommendado como
u-n dos melhores productos no genero
Diario do Maranhao, n. 6406.
sigaitisativos pra ere qt;
naturea
porque
< oiaee* de geoerf
t'ara 0 agricultor
Assacar
Braoco. idtO'.idem. 380O a 5*100
Son eeoB.ileiL. dem 34300 > 3*500
Mascatado dem, dem. 243&0 a J5H0
Bruto melado dem, dem iHM> a IMoa
fieume, dem iaeu> loou a 2o algadio
NSo eoDsloa negocie.
tlcool
?3r pi[ a de 480 litros 205* venda.
Afaardeate
Por pipa de 480 litros 110* venda.
ara*
Seceos salgados a bise de leuda.
Verdea 700 rls, ootcinal.
Carnauba
Cola-se de 33* 35*000 por 15 kilos.
Me I
Por 100*000 nnmlral
Importa,';"!*
New Yirk, vapjr BtMg. rl:elas, entrado
em 6 do correte e conainrini> a Blaekbu-u e dt
All08trad 6 3 uiu-s a diversos.
liacalhi) 188 aarric', 75 meias ditas e 50
Canas aos consignatarios.
Breo 5 'arriban a ?nva Sanios.
Btnha 50 narria a F.gueireJo Cosa & C, 25
a Caioas & G 50 a Ca'tro Ltmo) & C.
Cera 11 caixas a C. Fj-oaaies & C., 51 a P.
J. dos Pdssos Gamares. 4 e 1 barrica a A. C
B: dos Sauos.
D-o'i 12 Tj'uae* H Rooqa>y>'ol, II a Fa-
ria Sm-i'>--io & C. 3 f. impaanta de Drogas
Escoai 3;olom^n a or en.
Eiteiras 4 rolos a I. N di Fjaseca.
Ferrageos 6 volnmes ao Dr. F.ancisco do Ra-
po Birros de Licerda. t a Viaooa Castro & C.
Paran* ae trigo 170 ba-ncas a Alfreda Al-
melda.
Jolas 1 calxe a Coiceiro & Irmaos, 2 a J.
C. de Arf>o'.
Llvros 12 caixas a W. E. Eatymenj'.
Mrcalo js 22 ca xas a Gimes de Mittoslr-
mios, I a Cardozo & Ir naos, 21 aos consigna-
tarios, 2 ordem. 2 a Silva Ferjaode*, 1 a A.
J. C. fle Araojo.
Manteiga 22 ca'xas a Dal s & Clnni.
Maizeoa 25 caixai ordem, 40 a Castro Le-
so? a i..
Oleo 3 barris a Braga & Si. 20 o Lipes &
Araojo. 23 a Res & Santog, 14 a Gaimaraea &
Valente, 6 i i.rden. 4 a Companhia Ferro Car-
ril de Pernambaco. 20 a -Uva & Santo?, 7 a A.
Cruz & (-'. 9 a Coaapandia Mercantil de Pe--
Qsmhu o 5a Companhia de Stvico dos Por-
tas, 5 a Compaobia Pernambacana, 4 Comp*-
nh.ia de Servigos Martimos, 8 a M. L. M. Rama*
IO a Miranda & Soozi, 8 a Viaooa Castro dt C,
3 1. N. da F>nseca, 3 a Cardoz > & Irmau;.
perfamarias 1 caisa a ordem. la Go. os de
Manos [rmios
PDs de ferio feixe; a Silva Sanios.
II idas 4 a ordem.
Hdoioa 1 caixa a D. G. Gibeiro 2 a Con-
ceiro I-uios, 1 a J. A. C. de A-aojo, 3 a E.
P. de A'evndo.
Sapouc 50 caixas a orden.
Te.ldts 1 caixas a L. Mais & C, 2 a N. Mtia
.k. C
Toocioao 20 barris a F. Cota & C, 20 a Cal-
djs &, C, 10 a C. Lemoi & C.
.New Yo k gar americano Mmvi. SwaD,
nuado 00 da 5 di correte e c naignado a
F nseca Irmao> & C.
Keros ne 26 275 iaixa.
Maiei-aoe piooo 36.000 i l aos conMgna a-
r.os.
K*poricao
ftecife, l2deJolbo"de 1895
nata o exterior
No vapor ailemao .Santos, para Himbor-
gj, carrega an :
Uor-telmao & C, 5G0 coaros verdes pesunlo
13500 kilos.
Para Lisboa, carreea-am :
A. Irmaos A C, 307 s.coas com 22,500 kilos
de algcdao.
C de Sativa, 138 caceas com 11,494 kiloa de
aigadaa.
no vapor ingles Curier, oara New York
carreitoa :
D. G iuvpi, 37,047 pellos de caora e 15 435
duas ae catoeiro.
Para o Interior
No vapor nacional luqu para Rio Grao-
de do Sal, carregarim :
J. B.liar & C 2U0 barricas com 21,000 kilos
de aesocir ornuCu.
Para Pelotas, carregaram :
J B.ltar C-, 130jbarnca* com 15,7.0 kilos
de siiuc r braoco.
Na vipo- fraacex V. de M.ntevlda, para
Sanios, carregoa :
J. T. Carreiro. 100 saceos com 6000 kilos de
assacar mase.vado e 100 anos com 6,000 ditos
de dito braoco.
no vapor nacional Braxil, para Rio de
Jaoeiro, carrejon :
A P. Meoeles, 1000 saceos cora 6 ,000 kiljs
de atu:ar braoco.
Par Victoria, carreeou :
J. T. Carreiro, 100 barris com 8 800 litros de
agurdeme e 110 saceos com 6.600 kilos de
asacar uuecavado.
o vapor oaciuoal Bebaribs*, para Pene
do. Carregaram :
C. Pinto a C, 1 barril com 90 litros de a -
cool.
No vapor naciooal Olinda, paraMioos,
carregaram :
P. de Oliveira M?ia, S barricas com :iOJ kilos
de asHocar refinado e 105 ditas com 7.8'Jj ditos
de dito blanco. 115 barra com 10.120 litros de
aguan- n e.
E. Cardos; A C, 35 barricas om 2,675 kilos
Je assucar braoco.
C. Pmto C, 2|oarris com 180 litros de vinbo
de (rocas, 10 caixas com 90 d:tos de geoeora e
30 barra cot 2.640 dito* de agaariente.
Para o Para, earregaram :
P. Uiroeiro A C.,200 barrica scom 14,190 kilos
de assocar braoco.
M. F. Lene C, 128 barricas com 11.520
kilos de assocar b-aoco.
Pa-a Miraob&o, carrecaram :
A. P- deMeoez-is, 20 oarncaa com 2,136 kilos
de assocar braoco.
Borel a C. Soccessores, 3 caixas com 152 li-
tros de vinoo de caj.
= No vapor uacuual Ajsu, pira o Para,
carrecaram --
ti. Braga & C, 1 pipa com 435 litrode alcool.
M. M. do El ado, 80 barricas com 5,400 kilos
de assacar braoco.
Para Ceara, carregaram :
J. Salgoeiral & C, 20 barricas com 1,100
kilos de assucar retioalo.
Para Camoseim. carregaraaa :
G. Crrela & C 10 barricas com 90) kilos de
asnacar retinado.
M Amo'iai, 20 volnmes com 480 litros de
cerv.-ja.
lio vapor nacional Jaboato. para Cear,
earregaram :
Barbosa a C, 26 caixas com 140 lros de
genebra.
P. Vianna A C, 120 cbocolbos.
J. S. do Amaral A C, 33 caixas com 732 II-
ros de cerveja, 20 pipas com 9,400 litros de
agurdenle, 1 oarnl com 90 duna de alcool, 2
caixas com 48 ditos de cerveja, 12 ditas com 96
ditos de geoeora, 11 barra com 440 ditos ae
vicho de (rocas, 1 pipa e 46 barra com 2,140
nos de ditas.
P. Pinto A C, 10 pipas com 4,800 litros de
aguardeo'e.
j. rodrigis, 20 caixas com 180 litros de
cidra.
Para Micao, carreearam :
P Vianna & C. 2 canas com 18 litros de
cidra e 1 dlja com 24 diios de cerveja.
No vapor nacional asb, para o Para,
carregaram :
L. J. S. Gaimares, 200 barricas com 14.780
kilos de assocar braoco.
Para C ans m. carregaram :
J. A. Fooeca. 40 caixas com 72) kius oe
sabio.
C. de Drogas, 8 calxa* com m dicamenioi
No vapor nacional uliuaa, para MjQios,
carreearam :
J. O. da Cala. 1 bar-'i com 90 litros <1-
aicool, io ditos com 1,350 'Utoa de agoi d-ute t
4 nir'lcw com 339 k* de a^sai-ar rra' o
P. dos Santos A C, 2J barris com 1,800 litros
de agurdente e 5 caixi com 500 Kilos ne doce
C. de Estiva, 3 raixas con 200 knos de duce,
10 naceos coa 300 oros de 1-ijho, 10 oarns ci ni
970 litros de agurdente, 10 oa-ricas com lii
tilos re assocar branro
P. Ciroeiro h ti, 51 barra com 4 5J< litro?
de egoardeote.
Para o Para, carregaram :
P. Craeiro A C lOOoarncas com 7,130 \:o-.
de assocar brancu.
Para Cee-, carreearam :
P. Carneiro A C, 2j bancas com 1,917 k.Ls
de assacar draocu.
Para Maranrao. carreaaram :
Barboaa &. C, 100 caixas com 120 litros dr
cogdac.
No biate >Deoi te Guarde* para Iraca;,
carregoa :
C. de Estiva, 1 calxa com (0 kilo de doce.
No biate Boo Jeao, p earaio :
C. de Estiva, 5barn com 440 litros de agur-
denle e 2 duas com i76 ditos aecervej*.
P. Vianoi A C. 10 oarricas com 104 kil-s
de assocar braneo*.
F. Irmiis A C 10 caixas com 210 silos io
88Dio.
No biate Teotadoora, para Naial, c rre-
garam :
uliveira C 8 barrieas com 480 k loa de
assocar branno.
C. de Es iva, 16 barricas com 1,410 k los de
assocar etiiaJo 1 din com 105 ditos de diiu
braoco e 1 oarnl con c8 Uros de vinagre.
Na barcaya Lioda Rosa, para Miceio,
carregou :
Compaobia de Ertiva, 4 barricas com 480 kilos
de carvio animal.
Na barcaca Mara dos Aojos* para Paia-
biba, carregaram :
C. Picio &, C, 20 barra com 900 litros di
viuagre e 20 garraf'8 com 300 ditos de ginebra
P. G. de AlDoqaerqoe, 5 uaixas com 2i" kilon
de cera em velas.
Kendloaeatos pablleo*
Mex
Beoda geral :
Dj da 1 a 12
dem de 13
ce Jnlbo de 1895
A fandega
667:987*534
5i:2o4*l
Rcoda do Estado :
Do da 1 a <2 49:754*1.1
dem de 13 554*759
Somma total
70:241*684
oo.7w8930
764:950*614
J viram algama ves utra eriaoga 00
animal faminto comer ? Por certo que
aim. muitaa vetes. Como ees o goeam. atreva ir par- can:. autes de aeoii.- reaWK
Osatiafaoer-soaf.no um dos ma a ; vidas as dores.
ue sentimos. Al EutSj toroei-me caa vea mais fraca
determio. u que aaaim fo.se,! po'8 que a minha a'iioenibvao nio mi
p eciso 4imenttrae a fim de 'aprovetthva. Ainda qce eu tomarse apt>-
vivermo, a a.dil'o de que n-.cesasitamoa oh pao c^m m*oie-a p^a na ella uo meu
ella o torna agradavel p**a qus nao c ne- j estomago, e qu.i que uutia reoeio do
glegencieuina. comer.
Tudavia e'S qoi orna mu'her que dia :, p0 gm fi, ter anal nm medioT da 8u:y,
t Qiasi que tinba medo de comer. Na|aM e|(e ca0 m eu allivio Igum. fcm
eoumo a criaoi;- deaej >sa ou o 0S0 ta-l,e,u,d, fU| um medico em M.a-8 &ate,
niotn no t ib medo de comee. E porque e m8M ttrde OOOMltWI out'O n-ertico eir
oo ? Porque nenbum dalles jamaia ex- ,ltie L-ver. Todos ^le< o diseeram a
perimeotou aenSo praer e beneficio de wota^ coua*. DiOir*rSB que era u
urna ul operacac. Folia criaoja Fel r- d,gsla., a dyapepai, ma oa oua medi-
cax>- 1 oameotoa Dnuhuai benetfio me caus^ram .
M'loarea e migares de pesBoaa neste por eapae di ma a de do* meaea eu t v
patl Ihum para a su com da cm dea- OUP oterromper o
preso e receto.
Navioa sabidnii ou >r e uto dia
meu r.tiaibn C'd.
patn, e n'. hn palavaa f m pna.aui dto-
criver quwoto eu aoffi.
c Cerja do N-tal de 7888 urna das mi-
irn'- -Iti,; me coa
P-'o-aa -LZa- po-togue. Temerario, capillo fa compaobeiras de tr-r-loo
Rjhe'io de Freiu^ ; ca-ga v.ri.i* ge ie os. v -.. n
E.a-Bacooa alia.-a .Sanli.smo o ano,, venoe.i a experimentar o Xtope Curan
caoi Si F. Cappela ; oara* varios geuerus. vo da MSa Seigel pra o que eu maodei
a Faiowrth buscar tima garrafa delle.
Ulereado M.nieiwai de. Jos Ssuti-me melaor ddai de haver lo
O movimenlo deste mercado ao dia 12 Je Jultu md a primeira g r.afa, a ao ter tomad.
(el o segoioto -
Enirmrn :
33 bois pesando 5.492 kilos
95$ kilos de peixe a 20 ra.
18 compart. com manscosa 100 -s.
9 ii 10- com camarera 100 rs.
2 I! columnas a 6U0 rs.
1 carga com talliobas a 500 rs.
6 cassoaes com Kalliobas a 300 rs.
U cargas com milho verle a 300 rs.
i carga com ameodoim a 300
5 cargas com batatas a 300 rs.
2 cargas con macacbmrag a 300 ,-u
< cargas coro ceboltnbo <(( is
1 cargas com gerimans a 300 is.
8 cargas com verduras a 300 rs.
i carga com canoa a 300 rs.
10 cargas com laraoiaa a 300 rs.
i carvas ron labao-.e a 300
< caigas com loocas a 30" rs.
3 cargas com divc-sia a 300 rs,
28 cargas com (arinba a 200 rs.
z cargas com milho secn a 200 ra.
3 cargas com fei&o a Jt>0 rs.
8i logares a 200 rs.
9 Sumos a 200 rs.
11 como, com ainelros a 1*000
7 como, com selrM-oi-a 700 rs.
9 comp. cora fressura a ou -a.
3a C'iuip. com comidas a 7uu rs.
"i comp. com (aseadas a 600 rs.
49 comp. com verduras a 300 rs
92 comp. com farinna a i'V) rs.
55 comp. '.om tainos a 2*000
11*100
1800
*UUU
l.'.M)
*500
1*8 '0
'6 girraias sstava completa-nente curada
Desdi entSo rjuma ra*'., tive qoe deixai
o m>-u trabalbo.
Tenbo rp.c- a muita g-jnte del nm pon -u deile a
nuaaa Saperimendente e besa aisiai u. urna
r .parig que tr-ibr. h va ao meu 'ado na
2*700 oSciua, amos foi elle proveitoso. Va e
*300 ene maja do que o dobio do diobeiro qu"
'^i10 o-atara.
'^. i (Aas'gn.) i. HMlen H.tchmn.
300 .vi. lior de. Kobeito tlaichioao, N. 'i,
2*4|,!l Markt Street, Lttle i^ever, junto de
jj5 B.ltoo, Iogl-terr...
*3 id \ A inellej qu tivrrem fortuna te-
*q! 0jnu apfl''ie e bona estmagos pouoo se
",^,Q imp rr5o com a kistoria de Mra.
400 H tchman. Mas a immensidade de ho
*b00 mdos e m'i'h're* eropregadns em fabricas
16*?00 e outros m stares que soflram C"do olla
12()0q aoffna seotirao o peso dt sua variada a
49K) fympathia. tfi qualquer coura que cora
Garrafa 2S50
Duzia 25SOOO
Na fabrica a dinheiro por este pre?o
remette-se urna duzia de cognac para
qualquer ponto do Estado, poi cami-
nho de ferro ou martimo, se m des-
peza para o comprador.
Pedidos de io duzias mais 5 o/O da
pesconto.
Peitoral de Cambar
3:000^)000
Do-se :ooo000 em moeda cor-
rente a quem provar a nao authentici-
dade do seguinte attestado:
Minha mulher foi accommettida de
perigosa pneunomia, que cedeu a atu-
rado tratamento medico, continuando,
Dorm, depois a soffrer de urna tosse
secca de mo carcter.
Reapparecendo-lhe a pneumona,
passados tres annos, e, em condiipes
ainda mais graves, dei-lh'e ento o Pei
toral de Cambar, de Souza Soares,
apenas com alguns frascos ficou radical-
mente curada. /. J do Nascimeno
[ S. Jos dos Campos, S.Paulo. ]
O AGENTE Cmpanhia de Drogase
Proditc"s Chrnicos
------------*----------->
sO acido phenico, que mate os micro-
bios, faz parar as fermen agSes cioatrisa
a feridas e ferimentos, tem tambem a
propriedade, em daes mininas, de curar
a tosse os catarrhos, as bronch es, as
molestias de peito. O Sr. Vial, com
urna dosagem bem estudada. fez do sen
X^rope Phenicado o peitoral mais ra-
cional.
Peitoral de Cambar
Opinatto do Dr. Cruz Cordeiro
O Peitoral de Cambar, preparado
pelo Sr. J. Alvares de Souza Soares, o
um excellente balsmico, e como tal
tenho empregado nos doentes de bron-
chites e affecfoes pulmonares com
grande proveito, tanto mais por ser
um expectorante suave e efficaz ; o
que affirmo em f de meu grao. Dr.
Antonio da Cruz Cordeiro. {Parahyba
do Norte
MEDICO
Dr. Amaro Wanderlcy
Avisa aos clientes e amigos que
4*800 iudigeatao dy-pe{ia o noa torna aptos p6de ser procurado de 12 horas s 2
.1*81X1 m aceitarmos o que Deus nos ra ._-.
**iOl ,._______,. /* j_____ k.,
5
14*701 alimeniatjao, seria ainda assim barato em-
36*800 b^ra tivesaimos tiao qne darre'.er ouro
110*000 para o alcaocar.
0 'm" da tarde na Pharmarcia Bom Jess,
ra do Bom Jess n. 24
Residancia Ra Direita n. 10 em
Afogados.]
Reudlmeoto des dias 1 a 11
317*700;
3 49 *500 !
3.819*203
--M.Q-
1* sacgSoda AKandega de Pernambuco, 13
de Jolbo de 18C5.
O cne'e da seccao
L. F. odecera.
Pelo tbesooreiro
tlemeaegildo N. Cnaves.
R ECEBED0RIA DO ESTADO
Do dia 1 a 12
dem de 13
39 150*423
663*464
39:8l3*8r
RECIFE DiiAliSAE
Do dia 1 a 12
dem de 13
1:39)*79R
39*648
1:420*444
Mi o vi ment do porto
Navios entrados no dia 13 de Jnlbo
Santos e escala8 dias, vapor allemao San
tos, de 1378 toneladas, commandanteJ. K-oe=
ger, ieqopagem 46, carga varios gneros;
Borslelmaan A C.
Saotos e escala14 da?, vapor ioglez Cre< !
Prince, de 1304 toneladas, commandan'.e ty'.
Flett, eqolpagem 27, carga varius gneros; a
Jobnsion Pdtter & o.
Ceara e escala7 olas, vapor nacional S. Fran-
cisco, de 382 toneladas, commandante Anto-
nio Alves fioto, eqoipagem 30, carga vario*
gneros; a Ccmpanbia Peroamboeana.
Rio oe Jaaeiro e escala8 da?, vapor naciona
Olinda, de 1999 toneladas, commaodaoie
Roberto Ripper, eqoipagem 60, carga varios
gene os; a Perei-a Carnelro A C-
Precos do dia :
Carne verde de 230 a 1*000 rs. o kilo.
Sainos de 1* a 1*200 dem.
Ca-neiro de 1*200 a 1*500 dem.
r'ancna de 800 a 1*400 rs. > coi*.
M1ID0 de 700 a 1*000 rs. a caa,
r'ellao ue 1*200 a l*8u0 a coi*.
Savlos esperado?
De Pelota
Lugar dinamarqus Anne & Commy.
Patacho argeoliuo Almioa.
Logar dioamarqoes Varde.
Lugar Braxilelrj Brasil.
Logar argentino Coodeixa.
Lngar allemao Netto.
Lugar noroegoeose Sylpbe.
Paiacbo noroegoeose Hanir.
Paiacbo allemao Aoiy-
Pa'acbo noroegoeose Einar.
Escuna allama Eliee.
De Carditf
Barca noroegoense, Ganda!.
Birca norneeoenre F> n.
Barcj ooraegoenae Gaovmede;.
ora noiuegaeose Ida.
Hirca noroegaenee Dellissead.
Barca inglesa Pellicaoa.
Vapores a entrar
Mee de Julho
Mercarlo, do mi a 14.
Ville de Mon evido, da Eu-opa a 14.
ovier, do sol, a 14.
Maraobao, do sol, a 15.
Mendosa, da En-opa, a 16.
Las Palmas, do en', a 17.
tfatapan, da Europa, a l'.t.
Coleridge, de NewYork, a 19.
Orcanaa, da Europ>, a 20.
Maguas, do norte, a 20.
Nile, do sol. a 20.
Taga,da Europa, 22.
M daleoa, oa Europa, a 25.
M torea Pnoce. de N w York a 25.
.Orelaoa, do sal, s 29.
Vapore a sabir
Mez de Julho
Ceara e esc, Jaboatao 14, as 4 boras.
Uauaos e esc, Odada, 14. as 4 boras.
Araca Uaoos e esc, Maraiib&o, 15 as 5 bnras.
Liscoa e Hamonrgo, Sanios, 15 s 4 horas.
Hueuos Ayrea e esc, Orcana, 15 as 5 boras.
Sanios e esc. V. de Montevideo, 17, as 4 boras
Genova e esc., Las Paimas, 17, s 4 horss.
Para e New-York. Crco'e Prince, 19, as 3 0.
Rio e esc,, Alagoas, SO, as 2 horase
Fcliciiace
A' nosa amiga Clotilde far-
malia Pereira do Lago, pelo
seu feliz anniversano utnanba.
Jesuina de OMveira.
Engrela M. de Oliveira.
Palinira M de Oliveira.
-w
-VA_Q",W'
A laryngite e o Peitoral
de Cambar
O Sr. Dr. Telasco Lopes de Gomene
soro, medico da armada, certificou que
urna pessa de sua familia que desde
mezes soffria de urna laryngite com ac-
cessos de tosse, restabeleceu-se com o
uso do Peitoral de Cambar, de Souza
Soares.
O AGENTE Companhia de Droga
Productos Chimicos.
t6 Porto, 17 de Abril di 1886.
Iil-Dd. Srs. Soott e B wie,
Dacliro que tenho empajado com
vaotagem a EmalsSo oe Scit t -rra-do-
se u'il principalmente na tberapeatica
infantil pela facilidade con que tomada
pelos pequeos aoentee. (Jompindo se de
oleo de rifados de bacalhau a hyp ph't s, constitue em grande numero da
molcauas, nm medicament) til e de
laci applicasio.
'^a^F. Fontes,
Fscu'tativo dos loepitaea de S. Antonia
e de S. Francisco.
DTAES
Os mdicos so unnimes em reconhe-
cer a efficacia das Perolas de ether do
Dr. Clertaa para combater s t nteiras,
as vertigens, as caimbras do estomago,
as indigestoes, os vmitos nervosos, os es-
pasmos e a maior parte das prturbaoes
nervosas. Este medicamento foi recom-
mendado mui especialmente pelo professor
Trous-eau em seu tratado de therapeu-
thica.
------------s>
Coqueluche
Curas do Peitoral de Cambar
Declaro que crianzas de minha casa
que se achavam atacadas de coquelu-
che ficaram em poucos dias restabele-
cidas com o uso do PEITORAL DE
CAMBAR/\, de Souza Soares.
Amrica Salvatori.
[Socio da firma iatwel Joaquim Mo
4H43 &C, do Rio de Janeiro.]
Alfandega de
Bambuco
Per-
Edi tal n. 7
Sa praca
Pela Inspectora desta Alfandega se fsz
t ubi ico que no dia 16 do corrente sarao
vendidas em basta piblica, s 11 horas,
porta deata KeparticSn, as mercadorias,
bixo decriptaE, que f raa de-pachadas
no p azo da le por eeus donos ou cons.g-
riat..r;o8, aos qnaes, alias, a marcado o
praEO de 3 diao, a contar deata data, pera
ai retiraren), aeb pena ue, realisada a ven-
da, rao se attender mais a ree amac>o 1-
guma.
Armazem n. 5
Msrca J. Aa (iUm grade n. 831,'
vi oda de Liverpool no ve por .S-hoiar em
17 de Novembro de 189 3 com obras n3o
olassfictdas de ferro batido, c oeignada a
Jncintho do Azevedo & C*.
Mate A P S & O. Dois peios de
ferro de 5 kilos coda um, dem no vapor
tEoclid em goal data, cDnsigoados a
Amonio P. di Silva A Ca.
Marca D V. Um pacota sem numero,
vindo de New-York no,vapor Onger
em 14 da Deiembro da 1893, contendq 4
kilos de enveloppes impressos, consignado
a Ardrade Lopas 4 C*.
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I M8THAM


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V



Diario de Pernambaco Domingo 14, de Jalho de iS5
Mure J F M. Urna caixa o. 1, viada
de Liverpool no vapor Editor em 15 de
L/eaembro de 1893, oonteodo arreios par-
carros do um b animal, com guamicSo
de metal ordinario, consignada a ordem
Marca M & S. Uai barrica n. 957 da
misma pr-c-dnci, co {vapor Explorer
em 12 do Janeiro de I8i*, conloado 236
kilos de correte! de brfJ, consiguada a
Miranda & Sonsa.
^;M-rc quadrado com B no centio. Duas
eticas os. L e 2, vindas de Liverpool no
vapor Me.-chaot, em Janeiro de 1894,
oonteodo 165 kilos de morim estampado,
consignadas a Bnwjs & Ca.
Ailadcga do Pornembuco, 11 do Julho
de 1895.
O inspector,
A'ex nre ^e Soasa Poreua do Carmo.
O L)r. Diomedes Gjcyalvca a Silva, juic
substituto da Fzanda do Estado de
de Pernambaco.
Fai saber pelo presente qoe no dia 19
de Jalho do corrente anno se ha de arre-
matar por venda a quem mais der e
prac publica, detta juiso, oa seguites
beDs p?uborados por execucSo que move
a Fasecda do Estado.
Freguetia do Resife
A c&a ni ia agua a. 3, na Traveosa
para a Fundido de pedia o cal, com
porta e jnelU de trente, 1 sala, 1 quarto
e cosIil interne, aiedo do trante 3 me-
tros e 4a centmetros e de fundo 3 metros
e 60 cn:ii metros em mo estado, avahada
por 2005000. Pertence a Helena M-na
di 8 Rea Silva.
Djzo cadeiras de junco e ama marque-
sa do rotdeira de amarello enveroiaadf,
existen!" na casa d. 15, Largo Corno Santo
avalados per liOOCO- P-rteocem ao
Dr. Bastos de O.'iveira.
Fr- gueaia de Sioto Aotonio
A c.isa de n. 21 no Largo do Paraiio
de peora e cilcom um portSo na fente,
1 grande sa.ao, soteo interno com 1 sal,
2 quartos, pequeo quintal, modo de fre-
te 4 metros c 40 centimetros e de tundo,
13 metros e 50 centimetros, avalia-apor
1.2006K.-0. Pertence a Joao Jos Soared
do Arxaral.
A casa n. 33 a ra das T.iccoeiras de
pedra e cal, com porta e janc'l de Ireute,
2 f ales, 1 quario, coe.ub tora e quiotal
mo.-ado, mede de trente, 3 metros e 90
centmetro* e de fundo 11 metros e 7U
centirretrcs, avahada por 1.0004000.
Pertence a Joaquina Roa de Sant'Anna.
Um cjfra de tro prova de fogo ex e-
tento no eatabelecimeoto n 29, a ra di
Visconde de L.haams, avahada em 30J.
Pertenue a Antonio Fernand-.e & G.
Freguesia de Sao Joi e
A meia *gua do o. 2, a rja (J. Colom-
bo, de ptdra o Bl, com porta e janeila
de treste 1 sala, 1 qua-to e 1 pequeo
quartiebr, que serve de cosinha, mede de
frente 3 metros e 70 centmetros e de
?undo 5 oetrus e 5 centimetros, avahada
por 70l'(JOPJ. Pertence a Victorio Jos
de Sou2A.
A casa de d. 52, a ra Vidal da Ne-
grezca de pedra e ca
trente, 2 sa.ap, 2 quattoe,
quintal murtdo, medo do trente 4
e 40 centmetros e de tundo 13 metros e
80 centmetros, avahada pnr 2.000(j000
Pertence a Jos Flix da S Iva.
A oasa de n. 98, a ra da Palma, de
perira i al, porta j-m lia do fronte, '
salas, 2 quartos, cosinha lora e quinte! mu-
rado, uiede de tiente 4 metros e 6U cent-
metros e de tundo 11 metros e 75 cent-
metros, avahada em 2 0004000. Perten-
ce ao Ot francisco Augusto da Costa.
O oso fructo da casa n. 3, a ra do ias
Cardobo, do pedra e cal, com 2 portas de
trente, V sa'as, 2 quartos, cosioha lora e
quintal u.ur-dof medindo de frente dita
casa, 3 metres e 80 centmetros e de fun-
de 11 metros e 50 centmetros, avahado
por 25o00 me usa I. Pertence a Bento
dos Santos Ramos.
A casa de n. 261 G a ra Imperial com
2 portas o 1 janeila de frente, em sotSo.
com a parede de detrae oahida, quintal em
aberto, em mo estado, avaliada por
ICOtJOCO. Pert.nce a JoSs Selnnd Jook.
Freguesia da Boa- Vista
ois milheiris de tjollos de ladrilbo
existente! na casa n. 85 a roa do Viscon
de de Aiouquerquepela quantia de 72r50O0,
feito o abatimento legai, visto como toram
avallados em HtiJOGO, visto ser esta a se-
gunda prc. Pertence a Ballarmino
Atxa.
A ct.sa de c. 11, a roa do CamarSo, de
pedra e cal, 2 janellas de frente e urna
porta, 2 salas, 3 quartos, cosinha lora e
S) O a bat ment legal, visto como fura avas
liada em 8001000, e esta a terceir
praca. Pertenue a Guilberaae C. dos S i -
tos.
A casa n. 17. na Estrada das Birreiras
com porta e janeila de frente, 2 salas, 2
quartos e oosinba fra, m< de do frente 7
metros e 90 centmetros e de tundo 10
metros e 70 centmetros, de taipa, pela
quantia de 4050000, feito o abatimentc
legal, visto come fera avahadt em 5001$,
e esta a tareeira praja. Pertence
Aaavedo Braga & O.
K para constar psssou-se o edital n
rma da le.
Dado e passado nesta cidade do R-
cife capital do Estado de Perntmbuco,
aos 9 das do mez de Julho da 1895.
.Eu, Jos da Costa Reg Lima, osen-
vSo, sunsurevi.
Diomedes Goncalves da Silva.
Aifaode^a
Edital
Da ordem do Illm. Sr, Dr, inspector desta
ep,iriigao .e leado bvido eugaao DC.dital po"
o U.io em dMg de Marc) e Abnl oltimos com
referencia a si oacao do terreno requerido po-'
Ouaa Joauaa M.na da Conceico livelrs, visto
ue sane turreuo oso rija em coalioaacSo do
ioioial da'cs-a n. 181 da roa Oitrota e Nove,
(iDtenor imperial) desta cidade, ocHf.irm e al"
ieou a mesma l>. Joaoaa em sen reqoerlmeo'
0j mis sim enire a Estrada a Sa3 Francisco o r;o Capbarioe conforme o
ei'jre.'ibeiro agrimensor dos terreos de mannba
e na'.'ionaes por occaa o de proceder a respes"
tua medicao, de novo sao coamadog os que fo-
- iu onpor tos ao aforameo o do refundo terreo'
iriio d qoe veoriao requerer o que 'dr a bpm
de sena oireitos, no praso U trila das qoe Ibeo
dea marcadr.
Terceira Sec{ao d^ Ai'aide^a de Pernambn
co, 14 de Jodo de 1895.
Servmlo de rhefe
Stbastwo Muniz Uaztlio Pyrrho.
Secretaria da Industria
3* directora
EDITAL
Para conhecimeato des interessados,
faco publico que uo da 27 do corrente,
t 1 hora da tarde, rec bem-se neata re-
partico propostas para o c.ljamnto da
ra Gervasio Pires, medindo 57 i6ms. e
12 metros de galera de 2' classe.
As propoatas cevem ser conveniente-
mente tellada entregues em cartas fecha
das e conter em termos claros :
1 U preyo pelo qual se propoem os
licitantes a execatar em metro quadrado
o calcamento e metro corrate a galera
de 2* classe ;
2.- Endereco de sua residencia;
3.' Provas de idoneidade precisa para
dirigirem e executarem a obra.
Huyendo duas ou mais propostas em
ig^ualdade de condices, ser preferido o
contratante que melhores provas de ido-
neidade offerecer-
Nao sera-' acceitas as propostas que se
resintirem das seguiotes faltas :
1." As que u.lo forem organisadas do
accordo com o presente edital;
2.a As que se basearem em precos de
outro c ncurrente ;
j^3.# As que forem firmadas por pessoos
que tiverem j deixado de cumprir con-
tractos ou promes8&s d. c ntractos, cele-
brados com a extincta Repartico das
Obras Publicas :
4.a As que nao offerecerem as garan-
tas e qualidades exigidas no presente
ed tal.
Nenhuma proposta ser acceita, sem
que o pr pjnente aprsente recibo que
prove haver depositado na Thesouraria
a quantia de 30-S, e perder o direlto de
restituijao si, escolhida sua proposta, re-
i. perta e janeila de
cosinha fora,
metros
cusar-se o proponente a assignar o con-
tracto respectivo.
As plantas da- obras de que trata o
presente edital acham-se nesta repart-
cao disposico das proponemos, que po-
derlo examinsl-as das 10 s 4 horas da
tarde.
Recife, 10 de Julho de 1895.
(Assignado)
A. Urbano P. Montenegro,
Director geral interino.
quintal murado, mede de frente, 6 metros
e 25 cei.tirr.etroB e de fundo 11 metros e
55 centmetros, avaliada por 2.5O05O0.
Pertence a Manoel Luiz Cardosoe outros.
A ctsa n. 8, i a Travessa de Joao Frac-
cisco, de pedra e cal, com porta e janeila
de frente, 2 salas, 2 quartos, cosinha fora
e quintal murado, mede de frette 3 m -
tros e 60 centimetros e de fundo 11 me-
tros e 30 centmetros, avaliada por '450('ifJ
Perteccs a Js FraociiC) L. Pessoa.
A cf>sa n. 33. a ra {do BarSo de Sao
Borja, de pedra e cal. com 2 poitaa de
fre.r.'.e, 2 salas, 3 quartos, cosinha fra,
com 1 sotSo interno com l saleta e 2
quartos, quintal morado, mede de frente,
4 metros o 4 centimetros e de fundo 15
metros e 40 centimttros, avaliada por
3.OOO0CIO. Pertence a herdeiros de
Eduardo Daarfe Rodrigues e outros.
Freguezia de AtogadoB
A casa de n. 81, a ra de Sao Miguel,
de pedra e cal, porta e janeila de frente,
2 salas, 2 quartos e cosinha, mede de
freate 4 metros e 50 centimetros e de
fnado 12 metros e 80 centimetros, quintal
murado, avaliada por 2.0000000. Per-
teoce a Domingos Rodrigues Chnstella.
Freguesia da Vanea
A cesa da taipa c. 28, na Estrada das
Barreirax, com porta e janeila de trente,
2 salas, 2 quartos, cosinha interna, medo
de freate 4 metros e 90 centimetros e de
fundo 11 metros e 50 centmetros, quiotal
em aberto, pela quantia de 121j550, feito
o abatimento legal, visto como foi avalia-
da em JO0OOO, e es:a a terceira pra.a.
Pertence a O. Joanna E. Soarea da Ro-
cha.
A cssa n. 5, a ra da liba de pidra e
cal, porta e 3 janellas e de frante, com
um ilpe-d.e, no oitSo 3 janellas e 1 portr,
4 quartos, 2 Balas, cosinha fra, mede de
frente 8 metros e 10 centmetros e de
lando 13 metros e 60 centmetros, quiotal
i
c&lfaodega
Terrenos de marioha em
Ifamarac
Conforme determina o Sr. Dr. Inspector
e para evitar ai!ega(,5ea futuras ror parta
d s poeta ros de terrenos de marinha na
liba do llamarse* que telo Decreto o.
4105 de 22 de Fevereiro de 1868, loi
preteren ia no respectivo aferameato e a
tnr.m valer por pet coes ja despachadas,
tica marcado aos meamos posseiros, cujus
nomes vSo abaizo mencionados, um novo
prso de 15 dis para virem completar o
proceBso de aforameoto promoveodo a soa
custs, de accordo com as disposicSes em
vigor, a medicSo, demarca^So c avahacao
des alludidos terrenas, usando certos de
que si o nao fiire dispor livremenle dos meimos terrenos,
seudo iulgados insubsistentes os despachos
pelos quaes forsm concedidos os referidos
atoramantoa :
D. Rosa Fraoklir^de Qjeirai Dourado
Cava canti.
Tneatino Carneiro Tavares de Mello.
Manoel Fragoso da Silva.
Marcos Jos dos Si ntos.
Jovioa Alezandrina de Miranda Alba-
querque.
Josepba A. de Miranda Albuquerque.
JoSo Alvea da Motta.
Maiia Tavares d*. uilvs.
Jos Vilectim Vieira de Mello.
Prancisco Salles de Albuquerque.
Francisco Theodoro de Macaco.
Francisco de Borgias e Paivs.
Ernesto Ai ves Pra^ana.
Carlota Mara da Pas.
Antonio Quedes Sidronio.
Franc sea Mara da Conceda > e irmSs.
Antonio Doroellas Camsra.
Joaquim Jos de Barros Moraes.
Hermjo Marques Ferreira.
Jo Pedro da Costa.
Ricardo Vieira de Souss.
Pedro Marques da Silva.
Jos Rufino de Paiva.
MarceIit.0 Barbosa da Costa.
Marcelino Martyr da Crus.
Marianos Joaquina da Corjoe:c2o.
Dina Mara de Barros Moraes.
Ursul Mara do Ecpirito-Santo.
3.* Seaclo d'Alfandega de Pernambaco,
12 de Jalho de 1895.
Servindo da chefe,
Sebastao M. Basilio Pyrr .
A i-remata cao de porcos
Fas se publico a quem interessar posss
que no dia 16 do corrente, ao meio dis,
na roa 89, oatt'ora Imperial, em frente a
casa do oidadao Heorique, confronte a
entrada da Cabanga, irSo em praca 10
porcos, entre estes tres pequeos, ap-"e-
neodidos em ccrreicSo fiscal do segundo
districto da freguesia de 8. Jos para
pagamento das despesasdo deposito, multa
o pregSo, os quaes serSo eu treges a
qaem mais der. se at o momento da pra-
va nao forem reclamados por seos doucs,
pagando estes as despeas referidas.
Secretaria Ha Prefeitura Municipal do
Recife, 12 de Jalho de 195.
O secretario,
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
Secretaria da Industria
3.a DIBECTORIA
Passeio Publico 13 de .11io
EIDTAL
Para conhecimento dos interessados,
far;o publico que, estando o Governador
do Estado auctorisado pela lei n. 112
de 22 do mez p. findo, a despender at
a quantia de 500 contos com as otras
do Passeio Publico 13 de Maio rece-
bendo-se n'esta Directora, no dia 17
pe Setemb o vindouro, ao meio dia,
dropostas para a construcipao dessas
obras, de accordo com o plano do En-
genheiro Emilio Gustavo Bringer, cons-
tante da memoria abaixo transcripta,
exceptuando-se duas tercas partes do
aterro que j se acham feitas e desa-
propriaco de casa para o jardineiro.
As propostas devem ser convenien-
temente selladas, entregues em car-
tas fechadas e conter em termos cla-
ros :
i. O preco pelo qual se piopem
os licitantes a executar as obras ;
2." Enderezo de sua residencia pro-
fissional ;
3.0 Prova de idoneidade para dirigi-
rem e executarem as obras.
Havendo duas ou mais propostas em
igualdade de condicoes, ser prefirido
o concurrente que melhores provas de
idoneidade offerecer.
Nao sero acceitas as propostas que
se resentirem das seguintes faltas :
i. As que nao forem organisadas de
accordo com o presente edital.
2. As que se basearem em precos de
outros concurrentes.
3. As que forem firmadas por pes-
soas que j tiveram deixado de com-
prir contractos ou promessas de con-
tractos celebrados com o extincta Re-
partico das Obras Publicas.
4." As que nao offerecerem as ga-
antias e qualidades exigidas no pre-
sente edital.
Nenhuma proposta ser acceita sem
que o proponente aprsente recibo que
prove haver depositado, at a vespera,
na Thesouraria, a quantia dereis........
5;ooo$ooo e perder o direito de res-
tituico se, escolhida sua proposta,
recusar-se o proponente a assignar o
contracto respectivo.
As plantas das obras de que trata o
presente edital acham-se:
Em Pernambuco nesta Directora,
no Rio de-Janeiro na typographia do
iornal do Commercio, em S. Paulo na
typographia que pubbicar o presente
edital.
Recife, 9 de julho de 189,*.
(Assignado) A. Urbano P. Montenegro,
Director Geral interino.
Inspectora Geral de
HygicDe
Por estr Secretaria se faz publico, em
cumprimento ao que preceituam os arts.
51 e 52 do Regulamentu Sanitarv vigen-
te, o segointe : o medico que primeiro
verificar em doeote de que trate algum caso
de molestia traosmissivel, devet participar
inmediatamente, o tacto ao commissario
do districto respectivo ou a Iocpectoria de
Hygiete.
Slo molestias transmissiveis, cuja no-
diticaco obligatoria na forma cima es-
tabelecida :
A febre amarella, cholera raorbus, va-
rila, escarlatina, sarampSo e diphtena.
Fica sojeito es pinas eaUtaidas no
mesmo regulamento todo o medico qne se
opposer 83 proscripto.8 cima.
Sacretaria da Lupictor.a Gejal de
Hyg'eoe do Estado de Pernambuco em 10
de Julho de 1895.
Apellinarlo A. Meira Henriqoes,
Secretario.
Edita
da
ci-
III11 mi inicua elctrica
daile do Recife
A Secrataru da Industria do Esiao de Per-
oarnboco, faz publico qoe de accorJo rom a Le
o. 73 ce 8 ne Maio do ccreote aooo receber
a' o da 20 de Setembro prximo propasias
para o servico de illurnloacao elctrica na cida-
de do Recife, as coedices se^uines que ser-
viro ae batei para a cele braceo ro contracto
que dos termos d'aqcella lei se noaver de la-
vrar.
Art. 1 A coocurreacla versa-.
1. Svbre o praso ao privilegio durante o
qoal o concesionario lera, exclni.to qualqner
concurrente, o monopolio oesse servigo.
2 Sobre aa condig0r8 a qoe se prope o
coiictssionarlo, aps a teroiioa^&o 1I0 praso do
privilegio.
3." S ibre o ayatema de asflentarxen'.o, cana-
idocao distribmcao e regalamentaS) da illnmi-
nato.
4. Sobre a iotensidarJe mnima da illcmina-
{&u, a altura do calcaruet t', em qoalquer ponto
entro do permetro que limiur a rea do pri-
vilegio.
5." Sobte o prego da nnidadp fie las elctri-
ca, discrimioaaameate para a illuminsgo pabll-
ca, quer das roas, pracas et-, quer los edificios
pui'ii'O', e para a particular e domiciliarla.
6. Sobre os abat mentoa feitos nesse p*eco
quaodo -se tratar da illomina(ao as casas de
caridades as escolas, palacio do go;eroo, quar-
teis e mais repartijas publicas qaei estajoses,
ujunicipaes ou tedies.
7.* Sobre a rtduccSo no nreco segundo o
numero de bcras de illaminacSo em cada nonte,
e segando angrneniar o consumo.
8." Sobre a iutensidade media da Ini as
tontee, qoe deverSo ser servidas por lampadas
aonca ioeriores a 1.000 vela?.
9 Sobre a divuao on Dio das cidades ere
sectores odepeadenies 00 nao.
10. Sobre o praso para comecar oa traba-
lbo8.
II Sebre o praso para (ermioacSo dei-es
trasalfos, oem b do eervico total para din t'
va inftailaco e foDCcIoaamenio da illuminaji'o
em toda rea do privilegio, como separadamen-
te para os diversos bsirros da eidade, de modo
a per a pane central illumlnada a los elctrica
00 mais oreve praso qoe possivl fr.
Art. 1. Cada proposta dever ser acompa-
ohada do certificado qoe atieste ter o proponen
te depositado no Tfeeoure do Estado, como
caucao psra aasigoatara do contracto, a Impar
taocu de 16:000 (qoiate conloa de res) em di-
nbeiro ou em apolicis da divida punir a.
Art. 3. Jalgada a conorrenc a se restituir
o depodlto aes propooeotes p'ejodicados, deven
do a caocao uo proponente preferido te eleva-
da a 30:0004 por eccasiao da assignatara do
contracto, a qoal nao peder ser demorada mais
e qoinze das aps o jalgameoto da concurren-
cia, sendo aqnella qnsaiia seslloada a garanta
das multas qoe booverem de ser Impostas para |
i>l exerugo So meemo cootraetc.
1* Esta caocao Oaal permanecer no Tbe-
cooro do Estado at expirado do praso ds
privilegio.
Dever ser IntegraliBda, deatro de olto
das, toda a vez que for .'.esfalcada por multas
impostas peio fiscal do gobern em virtode oe
lofracio de qualqner das claosolas cont-ac-
toaes.
Art. i. o contraclante fica' sejeito s se-
guintes multas.
a) Perita total da rauco si deatro de tres me-
zes coolades da asslgnalora do contracto nao
boever iniciado o service de iastallaco.
b) Hullas de 200/ a l:00o" dorante o privile-
gio, pela infracco de qualqoer clausula contrac-
tual oa disposico do regolameoto que com an-
uencia do conce8sioBar!o ter de ser elaborada
oelo t-Egetihi-iro fiscal para boa execujao do
mesmo contracto.
c) Purda de metade do preco da laz correg-
poodente a cada foco qoe for eacoMrado eofra-
qoecido ou apreseotaodo trequeoles e incom-
modas int"rm:tiencian.
0) Perda de doas te-cos desse prego qaaado
foco ipregeBtfr Trequeoles eclipses.
*) Perda total desee prego qoaodo o foco esti-
ver apagado durante mais de metade da noote.
') Qu nio o numero de focos as condicoes
da letiraesubir s 13 do total de focop, ae
crescer a mola de 1:0004, e a de 5:0004 quan-
00 eobir a mais de metade.
do subir a mais de metade.
g) Quando esse facto se reprodota mais de
trlnia veses no anno o governo poder rescin-
dir o cootraclo si Bao preferir ebegar a novo
aicordo de que poaeam resultar vamagens para
o servico.
b) Cadocidade do contracto si por colpa do
rontraciante ticar a ctdade as escoras doas noi-
tes consecutivas 00 nao.
Arl. 5. Para toa BacallsacSo do contracto o
governo mamer jodio compaubia um eoge-
obelro Bscal, om ajadante e o Damero de guar-
das de lllomlnecao que fr julgado oecessario
mas qoe oa-i exceder de seis, para o qoe deve-
r o cooUactaote entrar annualmente com a
HoantiR de 20.0' 0JC0 para o Tbesouro do Esta-
do destinada a pagamento desse peseoal.
ooico. Alt-m deesa quantia annualmente
reaiisada pelo concessiooano, dever ese forne-
cer sua costa e de ama ves por tonas para o
ecr-riptono de fiscal saco o* iostremeotos qoe
forem necesearios verificaco das cendiges de
orna boa lllomloaco. nao exdenlo todava
esa tespeza a 10:0004.
Art. 6 Deotro do praso mximo de um anno,
a contar da data ds assigoatura do contracto de-
ver estar fooccioDando em toda a soa plenitode
a liuuoicacSo elctrica nos bairros do Recife, S.
Santo Aotomo, S. Jos e Boa Vista.
Art. 7.* 0 praso mximo para te-mioacao de
lodos o Irabalbos ser de doos anuos.
Art. 8 Sera de tres meses o praso mximo
i-ara lnicio do aervico, contado esse p:aso da
aeslgoatara do cent acto.
A'l. 9." Dentro desse praso dever o conecs-
sloDario preferido sob pena de caducldade e
perda da caago eDt'a." par o Tnesooro do Es-
tado com a importancia de 994 9174328 ao cam-
t io do da, eegondo a avaliago do arbitro des-
emeatader, como valor da actual e-rpreta de
illumimacao a gas e 008 termos da clausula 13
do contracto celebrado entre o goveroo da aa-
ilge proviocla de Peroamboco e Fielaeo Bro-
Ibers, em 20 de Abril de 1856.
Io Bsea importancia destinada nos termos
da Le u. 1.901 de i de Joobo de 1887 ao paga'
meci a qoe esta sojeito o E*tado por fo'C_>
daqoella claorola e nos termos d art. 1 7*
desea lei, e portarla do goveroo do Estado ae 7
de Ou'uoro de 1890 e respectivos considerandos.
2o Realisado do Toeeooro do Ettado pelo
couctesionario o deposi'o daqoella Importancia,
cabera ao Governo do Estado liquidar com Fi-1-
den Brotbers o extincto contracto e o pagamen-
to a estes devldo como tnderooieacao, iodo nos
termos da citada clausula 13' e mais decleeee
cima indicadas.
3. Nesea liqaidaco er avallado to<*o o
material da Expresa qoe nao tiver sido Iuclui-
do Da avaliaco oe 1889 feta por aqaeile arbi-
tro, para o m de ser lodemnisada a mesma em-
preta da importancia respectiva, qoe igualmente
terao de reahear 03 oovos eonce'BiouarioB, om
anno aps a data desea segunda avaliacao.
4. Para eese flm logo qoe fr assignado o
dovo coolraclo o Governo comear os eeua arbl
iros para que procedam 4 avaliacao do material
accrescldo.
Arl. 10. Eoo todos os pagamentos devidos por
iodemnieaco do Estado i Empresa o Giverno
usara co.io melbor Ibe parecer do dlraito, que
loe garantido pela claosola 13 do cit. contrae
lo, de realisar ditos pagamentos em preetages
annuaee segundo as torgas do cofre eetadoal,
luro de 6 /. e a quantia qoe restar at a exime-
gao da divida.
Art. ll. Podendo a actual empresa de illumi-
nagao a gas ccocorrer apreseotaodo proposta nos
terecos do presente edital, tica entendido que a
preferencia s ibe < aber nos termos do art. 1.
8 5 e 6* da cit. Lii n. 1.901.
I. 0 novo cootraclo e poder ser lavrado
com Fielden B'n'hers como inoovago do de
Zft de Abril de 856, feitas as devidas modiOca-
gee noequanto ao systema ellluminago
suas conseqceoctas tecnolcas como priacipal-
rxente depois de expresta declaragao dos mes-
mos Fielaen Brotbere de acceltarem a inoovago
como liquidando deOnr.ivamente todas as qoes
ie3 existentes entre essee empreearioe e o Go
veroo do Ettadc, desobrlgado eete do pagamen-
to da indemnisago da cit. clausula 13* do con-
tacto de 2 de Abril de 1836 e sem mais direl-
to da empresa reclamaco de qualquer paga-
mento par parte do Estado, r-alvo todava a divi-
da do gas consumido oa illamioago publica e
j escr plorada.
2 O coDcessionario, Fleloea Brotoers 00
outros, podero empregar o gaz carbn co para
illamioago dos suburbios da cidade do Rjcifj,
tendo igoalmeote privilegio pira esse Om, do
quil po ero empregar c material actaalmente
em servigo, feitos a juizo do eogenheiro fiscal os
oew ios reparos, concertos e snbelroiges bem
como coostrueges novas que forem precisas.
Art. 12. Os coaceBSionarioa gozaro igaal-
meotedo privilegio de forcecer do permetro da
cidade orfi motriz para o eervigo das iodos.
trias qu? quizerem empregar \ ara esse flm o
gaz carbjoico oa a eledricidade, ricando obn.
gados a conservar dorante odia a presso do
gaz e mais rquiems necesearios a alimeotago
de motore?, ao forBecimento de laboratorio, e
aos demaU misleres a qoe poder servir aquelle
gaz.
Art. 13* 0 goveroo foroecer aos proponeo.
tes e so coacessiooario as plantas que possue
da cicade e seos eaborbioe, Cbeado a aquellee
organiear as demais plantas, Irabalbos grapbi.
eos e dados tecbnicos que forem precisos a con.
fecgao das anas propoetas.
Art. 14" A illominago elctrica dever ser.
vir aos bairros qo Recife al a fcrtalexa do Brnm
e a ponte do Limoelro, Santo Aotonio lodo, S.
Jos (I" e 2- distirictos) al a ponte de Afoga.
dos, Boa-Vista a comegar na roa da Aurora lo.
das deveodo abranger lodos oa pontos desse
balrro eervldo actoalmeite pelo gaz carb-
nico.
1- Todos
. 00 a los eiec.rica, lodo anda segando o qoe
mus convieracs proponeates e for Igoainente
[acordado com o governo.
Art. 15" Para mais rigorosa delimitagSo da
area a ser illamioada o coocesaionano aeeigoa-
r com o contracto om exemplar da planta da
cidada onde esea rea estar rigorosaaiente
marcada.
uoio. No caso de illamioago mixta a rea
de ama e a de eu'.ro systema sero rigorosa.
mate marcadas oeeea planta a ilotas dille. I
reoles.
Art. 16- No caso de illuminago mixta, ba
vendo de ser esse eervigo feito a gaz em parte
rea do privilegio e a electrieldade em caira
parle, os propooeotes deverio apreseoiar alm
dos postre sobre qoe versa a concurrencia para
illuminago elctrica, anlogos delaloes tectioi.
cas motatls mutandis para o servlgo a gaz, co.
mo lypo de bico inclusive os mais moderos do
i-vstema Auer, eajeitando.se as claosolas do
edital da prefeitora municipal de 28 de Agosto
de 1893, adiar.te transcriptas.
A-i. 17. O contracto ser geral para toda a*ea
I do municipio do Recife, snjeita a decima arfa,
na 00 que de futuro esliver sojeita a esea de.
cima.
Art. 18- Pa'a todos oe efJeitos do coolra lo
sero rneos competentes os tri^anaes do Esta,
do de Pe'Bambaco.
Art. 19 O governo do Es'ado se obrign a
eouceder isengo de imposta estadoaes e mu.
oicipaeg para o material, combostivel, obras,
eic.cabeodo ao coacessiooario solicitar se qtii.
zer do goveri o da Uaio iseogo de direitos le.
deraes.
CLAUSULAS A QUE SE REFERE O ART. 16
Da qoaotidade do gas
e aova despez corer por coata do cooea.
midor.
27a. O consumidor jamis podor impedir ao
contraclante o ogresso ate o medidor, tanto
para a leltora da marcagao como para ntrete: o
olvel d'agaa neese apparelbo.
28 Tanlo o contractante como o censomidor
sao respectivamente reepoDsaveis perante os tri-
buuaea pela fraude qoe otrodazireii no me-
didor cabendo parte leeada accionar a oaira
por rerdas e damnoe.
29 0 oonsomidor oSo poder oen permitlir
adaptar ao uiedUor apparelbo de natnreza al*
gama com o carcter fixo e qoalqoer apparelbo
deese genero so ser adaptado canaliaago
depois de pstalo o medidor.
TITULO 5.
Do coolraclo
31.* Doraste o praso do cootraclo prefelto mu-
nicipal neme Estado podero conceder nem per-
muir qoa untros sssentem na va publica tobos
para conduego de gaz de illamioago, por aerees
on subterrneos para transporte de electricl >ade
com applicago a illusioago paollca oa particu-
lar, nem torxis, tiosocoeaba para transporte de
qualqoer forga qoe pessa ser applicada a iilomi-
oago publica oa particular, deotro da referida .
rea, eaivo accordo amigavel com o contra-
clante.
33 Durante o praso do coniracto, 0 con-
trae ante dever ter sempre em seus dep-
sitos oa do port deeta capital o carvo pre-
cito para o fomecirneuto de gaz de om trimestre
e oem assim um aprovisioaameoto de tubos para
o derenvolvimeno e sobstltuigo na rede ge.
ral publica provavel em un trimestre. Com an-
tecedencia de eeis mezes o eogenheiro fiscal ri-
xar essas qoaottdades a vigorar em cada exer
elcio.
de pedra cu oatras eaDstaoclas que o possain
dar ntscondigesem que elle exigido pelo
presente costract).
2.* ABtea de ser laaga-lo oa i1e de caaal:-
sago, o gaz ser expurgado de tol s as ma
materias nocivas tanto a sande publica como i
00a coas6rvago dos encanameotos e appare-
Ibos.
3.* A loz do gaz ter o poder nominante t"
der. vellas de esperioacete das qoe qoeima sele
gramaoas e oitenta ce.-tigrammas porjbora, cor-
respndeme ao 120" Ingleses.
4-* Esee poder illominaDie ser verificado
em photomelro aberto queimando o gaz no
mesmo Dico qoe o di llumioagac publica em
cada occatio.
5. As experiencias pbotometricas para veri
fleago do poder lluminaote, sero feitas ludan
as nenes entre 6 e 10 boraa e os eeoe resulta
eos consignados pelo inspector da illamioago
em hvro especial e eob sua goarda. De den
em dez dias ee addicijoarao esses reaultadot
para se coobecer o poder illomioante medio da
decada, incorrendo o contractante em molla,
orno aDaixo se esiaioe, sempre que a -adla du
decada, !r inferior a velas, aesim como, sem-
pre qoe a rxna de cada oolte, tomada solada-
mente, fr inferior a nove e olto decimos de
vela.
6." A t resalo do gaz ero qualqoer ponto don
ejeaoamentos pblicos jamis ser Diaior de
20 mlllimetros, nem menor de 4 millimetros.
TITULJ 3
Da fabrica, suas dependencias, caoalieago e
lao'eroas pobhcas
10. O cootractaote produzir o gaz em ama oa
mais fabricas, comtaoto que jamis pussa invo-
car a uoidade da fabrica pata Isentar-se de for-
neeer gaz onde Ine fr redamado, tanto peo
mooi ipio como pelos particulares, deotro do
permetro da lllam cacao publica actual ea rea
a accresceotar, que S;r marcada aa planta qoe
eile tfeve assignar por occasio da aeslgoatara
do contracto.
33. Para todos os eff-itos lo presente contra-
_!^T.g" 8_r* carDiin".C0' extrabide do carvo co eo uaicos competentes os trlbaaaes do Es-
lado de Pernambaco,
TITULO 6.
Da lospecgo
37 Todas es obras qoe o contractaate boovex
de fazer, qoer em aagmenlo da caoalisago pu-
blica, quer na soa fab-ica e depeodeocias sero
Hacalisadas pelo iospe tor, para que aejam fei-
tas com a necessaria seguraoga e propriedade.
38. Cabe, ouiro sim, ao inspector decidir
quaes questes que ee eoscUnre 1 entre a em-
presa e os pa-tii citr. s, quaoto ao foroec'mento
de gaz e contas de cooeomo, fleando livre as
partes recosas para os tribouaee.
39. No principio de cada trimestre o contra-
stante remetiera ao inspector orna Usa do pes-
soal de accededorea com as suas respectivas
residencias e deeignago dos reepeclivos diatri*
ctos em que fuoccioMarem.
Qjalqoer alterago cesta lle'a deve eer imtm-
diaumeoie commonicada ao inspector.
Recife, 26 ds Jai In de 1895.
A. Qrbano P. Montenegro,
Director geral interino.
DECLARACUES
THBATKO
II. O contraclante mantera semore a sua fa-
brica oa fabrica?, g-izometrose offi'-inaa em es-
lado de at ender a todas as necessidades do ser-
vigo da illamioago poblica oa particular ; ter
as bateras do lorno que forem precisas, de
eorte a 0 de reserva; empregara os apparebos mais mo-
deros para a apuragSo do gaz, cootiouaodo.
porem, somente com os actuaes emquanto eiles
battarom e satisrizerem as necessidades do ser-
vgo da distribuigao ; mas os gazometros qoe
mutilar f'a da faorica sero ligados a esta por
om cooduct > virgem, de sorte que, nem mes-
mo dorante o da a regularidade de emisso
posea ser perturbada pela operago do eocb-
meoto desees gazometros ; lera lodos os ma
apparelnos precisos para a re ularidade do ser-
vlgo ; maniera sempre a rede De caralisago
poblica e denvages a i porta dos consumi-
dores, em Dom esiaJo e com os dimetros cor
I respoodeotes as consumo.
As actuaes laDteroas proprlaxeale ditas se-
ro, deotro do prazo de tres anno?, contados da
data a aeslgoatara do contracto.
pelo coatracaute -por ootras do lypo actoal da I
cidade de Parla, *to e, lantemas esm vidros
corvas reino e oa porte superior.
As novas laoternas qoe ee asienlarem sero!
ogo deste typo.
Todas as laoternas publicas sero sempre 1
maotidas em p rfeito esiado de asseio e de pio-
lara e numeradas com algarismos de metal pre-
to nos vid ros.
15." Para a lllumioagao poblica, correr por'piHTO. ser executado pela orchesrra do
coota do rootractiute o forcecimeato e o assen- -
Desapropria^ao das casas
do becco do Pocinho
O Dr. Prefoito do municipio do Recife
pelo presente convida eos propietarios
das casinhas da travessa do Pjcinho que
tem os ce. impares a apresentaem bous
ttulos de dominio, am de convencioaa-
rem o prego de desapropriagSo por utili*
dade publica, por terem ellas de ser de-
molidas para perflamento da ra do Dr.
Tobas Barreto.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Recife, 6 de Jalho de 179').
O secretario,
Joaquim Jos Ferreira da Rocb.4.
ESPECTCULO SOB A DIRECCO
DO ACTOR
Antonio do Livramento
Domingo, 14 de Julho
sudMiodas GRANDE FESTA DE ARTE DEDICADA
AO
Celebre Maestro Braxileiro
Carlos Gomes
os demals pontos fora deesa rea
presentemente Iluminados a gaz pedero coo.
tincar a ser Iluminados da mesma forma oa a
loz elctrica segundo mais coovier aos propo.
Gentes for accordado com o governo.
2- Nos suburbios o goveroo poder conce.
der prazos malorea para termiaago dos tr ba-
lboa destinados a levar.Ibes a Illomiz
lamento dos combastores, comprebendeodo o ra-
mal, a columna oo arandella e laoteroa, e bem
aselm a cooservago e asseio desees orgos e a
operago de azceoder e apagar, ee.undo om
Dorarlo, qoe sera Qxado pelo eogeobelro flacal
de accordo com o comprimeoto das ooltes.
16. Para a illuminago particular ter o cco-
iracianie o privilegio exctuivo para o foraeci-
mento, aseeotamento e reparago do ramal at o
medidor, correodo ae deepezae por conta do
coQsomidor, salvo as le aseen-tamento, fornecl-
meato do ramal e sua ccoservaco, Da exieoso
do dez primeiros metros contados do encana
ment geral, de onde deve parlir o ramal para
o coosomidor, parte esta qoe ser custa do
contractante.
0 eogenheiro fiscal 6xar, de accordo com o
ceoiraciaole, a tabella dos pregos para eesae
obrae por coala dos consumidores, deveodo eela
tabella ser revista de 3 em 3 annos.
18." Neobum medidor poder ser asseota'O
ou reassentado sem que primeiro tenba sido of-
ferecido pela inspectora do gaz. Essa affengao
gratuita.
22 O consomo de gaz ser pago por mez
vencido, effectuaoilo-se esse pagamento at o
oltimo dia all do mez segaiote. Na falla de
pagamento por parle do Estado, vencer o debi-
to juros rtzao de 6 |, uo primeiro anno, 8 ,o
oo segundo, 10 V oo lerceiro de demora, e as-
sim seguidamente. Na particular, o contractan-
te ter o direito de corlar a cemmaoicagao do
gaz e t restabe:ecel-a quando a divida Ibe for
paga rom oe competentes jaros, a razio de 6
aojaono. Na falta de pagamento por parte do
inquiliso responde o proprietario do predio.
J3. Os medidores sero do systema mtrico,
continuaodi-ae, porm, a usar os qoe existirem
asenles aa data deste contracto, em quanto ee-
tiverem em bom estado oo poderem ser repara-
dos. U consumidor livre de comprar o medi-
dor a qaem qoizer, inclusive ao contractante,
que oeste objecto exercr sua iadostria em
livre concu-rencia com o mercado ; n > poder.
porm. o me idor ser de om calibre superior ao
numero de Dicos de gaz qoe bouver do predio,
nem eer asaenUdo oo retirado por oolrem, que
nao o cootractaote.
Ji. A canaiisago a partir do medidor e os
apparelnos da illuminago correm por conta dos
consumidores (salvo da iliominago poblica) e
poiiem ser vetididos e asenles por qoem coc-
vier ao coosnaiidor, inclusive o contactante,
que nesse ebjecio ezercer eoa iadostria livre*
mente.
25 Os conbomido'es sao responsaveis pelo
pagamento do gaz entrado em suas casas e re-
gistrado pelos medidores, embora ee perca por
di feito oa mo estado de seos apparebos de Il-
luminago oa oa caoalieago alm do medidor-
26 Tanto o cootractaote como o coosumidor,
sempre que euspeitaren que o medidor (em
deixado de bem fuoeciooar, tero o direlto de
reclamar da inspectora om exame no medidor,
correado a detpesa por conta daqoella das doas
partes qoe reclamar o ezame. Se para o exa-
me for necessano a retirada do medidor, om
oot'0 ser provisoriamente Detallado por conta
da parte reclamante, ae por accordo entre ellas
nao se aeeentar em avaliar o concomo ao inte-
im pelo Romero de bicos. O medidor, sendo,
ma Q'ODrled^de do consumidor, se do exame"
Coobecer-se a necessidade de eua striHliioigo
Sob aregencia do professor SANTINO
' str
nmeros de mu-
os
seguintes
Theatro
sicas.
Le poete et le Payson Barbicire de
SevigliaRainJia Santa IsabelLe C/ie-
valier de Brethon lutti in Mascare
J0SDOTELHA00
Urna banda de msica abrilhantar
esta festa de arte.
BONDS PARA TODAS AS LINHAS
A's S horas
Derby Club de Per-
nambuco
Nao ee tendo reu i 1o numero eafficiente de
accionistas em assembla geral, convocada para
os das 31 de Margo e 10 ia Abril t.roxiroo pas-
sade, para assis i-era a leitara do relatono, pa-
recer fiscal e coatas do anuo social findo em 31
de Dezembro de 1894, -ode novo convdalos
ob Srs accicms'as para o dia 15 do rorrete, as
2 oras da tarde, ca sede desta empresa, i roa
Uaque de Caxias o. 20.1* andar, certos de que
poder fooccionar cem qoalqoer numero de
jocio8, nos termos do 3- Art 15 do Dec. a.
16i de 1800.
Por esta occasio se proceder a eleigo da
lirectorta e commieeo bocal.
Secretaria do Derby Club de Pernambuco, 5
de Jnlbo de 189o.
O secretario
__________A- J. Rodrigues de Sooza.
Companhia Centro
Commercial
Convidamos oa Srs. acclo"lstas desta compa-
nhia a fazerem a sexta entrada de sen capital
co Banco ae Pernambuco, razo do 10 0/0 e
dentro do prazo de 30 dias. contados de boje.
Mace, 7 de Jaloo de 1595.
'. directores
Tihu-i-iu Alves de Carvalbo.
B aventn-a Amorim.
Pedro de Almeiaa.
Companbia Nortti British & Mei
eantilee Insurance
Capitn subscripto 3,000,000 0' 0*
Fundos accumulados 9,452,452, 18d 5*
BECEITA ANNUAL
De premios contra
Fogo 1.495.418 10" S
De premios sobre
divida 992.379 6' 1'
2.488.196. 12- 11a
N; B.A repartico de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, nao
s) responsabilisa pelas transac5ea fei
lis pela de seguro sobre vidas.
Wilson, Sons & C
r~J* ^0
i




I
A~



6
Piarlo de PernambDco Domingo 14 de Jn/ho de 15S5
DERBY-CLUB
DE
PERJAMB13C0
Proj
3.
>jecto de inscripco
Para a 10a corrida a realisar-se no dia 21 de
Julho de 1895
1 PAREO KgyptO 2.500 metros. Animoes de puro sangne. prjmios :
5.COW000 ao primeiro, 1.001000 o segundo e 5000000 M ter-
ceiro. .
o. PAREO Grecia 1.609 metro. Handcap Animaos da Pernamboco.
Fbkmios: 4000000 ao primeiro, 800000 ao segando e 40|000
ao terceiro.
peso__Feniano 52 kilos, Trinmpho 50 kilos, Cmors, 45 kilos, Bismarck 2..
45 kilo, Malor 45 kilos, e os demais 40 kilo.
PAREO Macedooia 1.000 metros. Animaos de Pernambucoo. Pre-
mios : 35CI000 go primeiro, 700000 ao segando e 350000 ao ter-
^rt# 5.. __ Feniano, Triumpho, Camors, Bismarck 2.*, Malor, PlutZo, Tado-,
Palhaco e Ida.
A PAREO__parta 1.800 metroi, Animaes de Pernambuco. pkbidos :
*' ^^^ 35O0tOO ao primeiro, 700000 ao segundo e 35|000 ao ter-
Art 5 Os do pareo Macedonia.
f. p&rfo Atheaas 1.000 \metros. Animaes de Pernambuco. pbb>
>. raa^u ^^ j 3moQO m primeir0> 6O0OOO ao segundo e 300000 ao
a^j 5 .__Os do pareo Macedonia e mais Furioso, Piramon Hyrondelle, Beija-
Flor. Famaga 2.- Turco 2.- e Pjrilampo.
k PARFO Jadea 900 metros. Aon;: ei de Pernambuco. Premios :
. raae-v 3o(W)00 ft0 prnieiro, 600000 ao BJgundo e 309000 ao ter-
Art. 5.-=-Os"do pareo Macedonia, Sparta, Atbenas e mais Patchouly, Mascotte
Tacier, Conquistador, Malaio, Qallioleto, Timoneiro, Dictador, Ciogo,
Batory, Dablim e Maurity.
7 PAREO __ Roma 900 metros. =- Animaes de Pernambuco. PRBanos :
3000000 ao primeiro, 600000 ao segando e 300000 ao ter-
Art 5.'- Os do pareo Macedonia, Sparta, Atbenas, Juda e mais Gallet, Ta-
lisp^er, Tenor 2.-, Phariseo, Vmgador, Berlim, Fortaleza, Lucifer,
Garimpeiro, Tiberio, Peiropolis 2.*, Baralho, Pian) SansSouci.
o, PAREO Calila __900 metros.. Ani&aea de Pernambuco. Premios :
25OS0OO ao primeiro. 500000 ao segando e 250000 ao ter-
Art 5-- Ostio'do areo Macedodia, Sparta, Atbenas Juda, Roma e mais Eni-
reby Narciso, Prusiano, Vinganca Mouro, Qood Morning, Mendigo,
T"imoo, Ybo e Balisa.
9 PAREOIIe!>ailha 800 metros. Animaes de 'Pernambuco Premios :
2500000 ao primeiro, 500000 ao segundo e 250000 ao ter-
Art 5 -Os do pareo Macedonia, Spsrts, Atbenas Juda, Rom e mais Sea
Bem, Divertido, Gatuno, Maestro, Caja Furado, Topy 2- e Malango.
10 "r Brelanha800 metros. Animaes de -'Pernambuco une nSo tenham
gacho l.' e 2.' premios nos prados do Recife, contando ou nSo victo-
ria. Premios : 2508000 ao primeiro, 50JOOO ao segando e 25 ao ter-
ceiro ,
bsm$o
Os pareos s serSo considerados realisados inscrerendo-ie e correndo 5
animaea de 4 proprietarios differentes.
O animal que for inscripto sem estar matriculado e que deixar de correr
pr este motivo perder a inscripcJe.
A inscripsao encerrar-seha impretenvelmente na terca-feira Ib de Julho
ai 6 li2 horas da tarde, devendo vir acompanhada da respectiva importancia,
e caso nao venha poder a Directora, querendo privar o animal de tomar parte no
^Ke o propietario que fiaer insorever seas animaes para as oorridas do Derby
Club de Pernambuco, assim como os jockeys, empregados de coudelarias e maia
nessoas que tenham iuteresse n-s corridas presume-.e que So conheoedoras das
disposicoe. do cdigo de corrida e qae a ellas se sujeitam, bem como ae deci.Be
da Directora. ....
Tocando a pesagem oa animaea deverSo estar junta da respectiva casa para
seren inmediatamente ensilhados e segnirem para o barrado no centro da raa, onde
6* poderlo estar os jockeys e os tratadores ou criados, os quaes nao poderlo ter com-
municasao com pes.oa alguma antes dereali.ar.ae a corrida.
Secretara do Derby Clab de Pernambuco, 11 de Julho de 1895.
O gerente,
A A. Gome Penna.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
A Ulma. Junta administrativa, em sessao do
da 16 do corrente recebe proposlas em cartas
fechadas para o deseotulbo de terreno sito no
becco do Abren, em qoe Be acbva edificado o
predio n. 2, sendo entregue tal semco a aoem
maia barato o fier, devendo o contraanle dar
fiador Idneo que se obrlguc a acabar o mesmo
eervico scb pena de pagar urna multa.
Igualmente se cntrala e desentumo do predio
contieno, por coala do respective propietario,
conforme como este foi accordado.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite, 11 de Julno de 1895.
O escrivo
los Hoporio B. de Meneieg.
Imposto de industria e pro-
fissao
Convidamos as peeaoas interesaadas na distri
bolcao do imposto de inda tria e proBsaao a qoe
refere-Be o orcamento do Estado, tabella A n.
16 (Banco, ageocias Bliaes, ou reprentantea das
memas, casas bancarla e peesoas qoe deacoD-
lam letras), a rennirem-se na terca fera 15 do
corrale ao meio dia, no andar do predio
onde foneelona o Banco de Pernambuco.
Recife, 10 de Julbo de 1895.
Banco de PernambucoTcomaz Comber, pre-
Dito Emissr de PemambacoJ. Aires Per-
candes, director.
London & Brasilian Bank L.^. H. Bton,
cpFpntp
Londn & River Pate Bank. L'mited-T. Lilis
gerente.
Barr.o Popular-Gustavo da Suva Antones
gerente.
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
BOA DO VIGA.BIO N. 1, 1. ANDAR
Di rectore
Bario de Souza Leo
Thomaz Comber.
Julio Cesar Paes Barretto.
Emprestimo Nacional de
1895
O Bsnco de Pernambuco avisa aos Sra. sub-
scriptores do emprestimo cima que, autoriaado
pelo Banco Nacional Brasileiro, pagara em sen
eecriptorio, ra do Coxmercio b. 40, de 1 de
Julno prximo vlndouro, em diante, os joros
das apolice8 que aubacreveram por sea inter-
medio, correspondentes ao aemea:re, a vencer-ae
em 30 do correte, na rsiao de 25/000 por cada
urna apolice.
Recife, 20 de Jacto de 1895.
Companhia do Bebe-
ribe
Aviso necesssrlo
Tendo de novo chegado so conbecimento da
gerencia desta companbla que individuos indus-
triosos leem adoptado o eyatema de irem em
casas particulares, iniitulando se empregado da
companbla, com o fim de revenorneiras e hi-
drmetros, Impondo multas e exlglndo logo o
pagamente das meamas multas e de concertoa
que dixem ser necesa los previne-se pele pre-
sente que a excepcao dos empregados encarre-
gadoa de tomar o consumo E em ootroa casoB
previsto no regulamento, a compaiibta s maDda
empregados em casas particulares qoando ha
reclamago, e ampre muoidos de autorisagao
eacripta ; e assim pede-se que aprarecendo em
qualqner casa alcnm desees individuos, seja
preso e remettidoi autoridade competente, dan-
do-se aviso a e-ta companbla.
Recife, 28 de luego de 1895.
Gracllisno C. da C. Martina
Director gerente Interino.
PRADO
PERNAMBIJfAN
3SXWX
Commemoraco da lomada da Bastilha
QUE SE REAL1SARANO
Dia 14 de Julho de 189S
Nome
o
3
Cor d Ti-
cuenta
Propr Jetri o
l." PareeCoudelarli Perdigad-850 metrosAnimaes de Pernambuco. Premios:
250*000 ao 1.', 50* ao i." e 25*000 ao 3".
Pleade..
Maurity
Limeira.
Girafa...
Indio. .
Matury .
Guama .
Russo
Gastar ho
Russo....
Roslll-o .-
Rodaoo...
c

PernEmb.
54
64
54
Si
54
54
Ouro..................
Verde e amarello......
Encarnado a preto....
At! e branco........
Encarnado e branco...
Azul e branco........
Coud. Belem.
J. F. Maia.
C. Oliveira.
L. S. de Franca.
J. Salgado
C. Bragarense.
X. Babia.
2. PareoCoadelaria Bella Vlna1C00 me'.rcs. Animae3 de Percambuco. Pre
mioa:: 300*000 ao 1, 60*000 ao 2-, e 30*000 ao 3.*.
Petropolis 2.
Doblim......
Galioleto....
Ciogo......
B ralb).....
Bathory ....
Rodado.

Zaino...
Castaibo
Mllalo.....
Peroamb.. 52
52
52
< 52
52
c 52
Eora-nadoe branco.
Encarnado e azul....
Encarnado.........
uro..............
Branco .............
Azul e encarnado...
J. Francisco.
M. J. Rodrigues..
J. M. A. Sanloi
Silveira.
A. A. S.
Coud. Nacional.
3.* pareo-Candelaria Gerundio 1.200 metros.Animaes de Pernambuco.
mloi : 300*000 ao 1.', 60*000 ao 2.'e 30* Pre-
llPlotSo.
Palbapo.
Todo..
Camors
Ida.....
Rodado..
CnslaDtio.
Mellado..
Fretc-----
Rodado..
Peroamb.. 52
52
c 52
52
50
Azul e.encarnado...
3raoco e preto.....
Verde e amarello ..
Verde.............
Encarnado e branco.
Cond. Nerandio.
Flix G.
J. Moraes.
M. L. M.chado.
Coud. Cruzeiro.
4-*PareoCoadelaria arraya!-E0 metros.Animaes de Pernambuco. Premios:
ao t., 50* ao 2* e 25*000 ao 3.*
250*
Sans-Souci..
Malaio......
Doblim.....
Maurity.....
Garimpeiro..
Conquistador
'Baio......

Rodado...
oastanho.
Rasan...
Caatanbo.
Pernaxb.. 54
54
54
c 54
54
54
Branco e preto......
Encarnado e branco.
Encarnado e azul...
Rosa e preto.......
Grenat e preto......
Encarnado t preto..
Coud. Cruzeiro.
M. Pimental.
M. J. Rodrigues.
J. Costa.
Coud. Campos.
Coud. Vigilancia.
5.* PareoCoadelaria -Nacional-1 000 metrosAnimaes de Pernambuco.
2c-0*000 ao i.*, 50*000 ao 2.* e 25*000 ao 3.*
Premios:
Ibo.........
Maestro... .
Pbariseu-----
Barlim......
Caja-forado .
Petropolis 2*.
Mellado..... Peroamb. 54 Grenat e preto.......
| Azul e brinco........

Zaijn...... Branco e azul.......
Alasiio....... C f Encarnado e preto....
C Encarnado e branco..
J. Figaeireao,
SI. Ferreira.
J. Motta.
Coud. Cruzeiro.
U. C. Simas.
J. Francisco.
6.* PareoCoadelaria Cruzeiro2.600 metros.HandcapAnimaes de Pernambuco.
jfremus: 1:000*COO ao 1.*, 200* ao 2.* e 100* ao 3.*
Maurity...
Ida.......
Camors....
Triumpho.
Feniano...
Todo-....
Casu.oho....
Rodado.....
Preio........
Mellado....
Rodt.do......
Uellido.....
Pernimb.
40
42
40
50
52
43
Rosa e preto.......
Branco e encarnado.
Verde..............
Encarnado e preto...
Lyrlo e azul........
Verde eamarello....
I. Costa.
Coud. Cruzeiro.
M. L. M. Jnior.
Coud. Vigilancia.
c c
J. Moraes.
PareoCoBsaiaciio700 metros. Animaes de Peraambuco que nao tenham canto
premios, nos Prados do Recife. contando ou nao victoria. Premios: 200*000
ao i.*, 40*000 ao 1* 20*000 ao 3.*
Pruco.......
Nabeita, ex
V Comendo|
Handolia...-
Ajudante...-
Cahor.....| 5
Candi de. ..-I 5
Accionista .-I 8
Castinbo....iPeraamb.
Alazao..
Rodiido.
Mellado.
Casianbo...
54
Branco e preto.
Branco e azul......
Amarello e preto...
Encarnado e preto.
Verde e amarello...
Verde,..............
Coud. Arraya!.
Coud. Cruzeiro.
A. Cabral.
Coud. Arrayal.
I. F. S. Mala.
Fortado.
L. J. Viraas.
8" PareoCondesar la Mourlsrana-1.050 metrosAnimaes de Parnambaco.
mios: 250* ao 1, 50* ao 2 e 2o* ao 3.
Pre-
Caja forado..
In<".......
Divertido....
asilo.........
5 iAIizSo.....
5 Roilado......
5 Caitanho....
5 iMellado.....
aaoaiaaaaaifai
Peroamb..
El
Encarnado e preto...|U. C. Slmoeg.
Encarnado e oranco..|J. Sa'gado
Branco..............jT. Peaso.
Azul e branco.......I A. Barros.
Obswva$*s
COMPANHIA
DE
Drogas e producios ehimicos
Nao ae teudo reunido numero legal de accio-
nistas desta companhia na primelra convocac.ao,
sao de novo convidados i comparecerem no dia
15 d-> crreme, ao meio dia, no eacriptorio da
companbla a roa do Marques da Olinda n. 24,
afim de ter lugar a reunio da assembla geral
ordinaria que tem de tomar conbecimento do
relatorio, contaa e parecer fiscal, relativo ao
anno findo em 31 de Desembro de 1894, e eleger
a commlssao fiscal para o corrente anno.
A reonlau tera lugar com qualqner numere de
acclooiati8 presentes oa forma da le.
Recife, 6 de Julbo da 1895.
O director secretarlo
Gracliano O. C. Martina.
Clab dos Jacobinos
AmanbS mesma bora e lugar do eos-
turne haver sessSo secreta, na qual |a
dever tratar de assumpto importantese
momentoso.
Viva a Repblica !
Secretaria do Club dos Jacobinos, em
Pernambuco, 13 de Julho de 1895.
O secretario,
Danton.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Pkeni* Pernasaab-
cana ~
BUADOCOMMERCIO.
SEGURO CONTRA FOGO
/
Tocando a pesagem os animaes deverao estar junto respectiva casa para serem imme
diatamenle enslibados e segnirem para o barracan no cenlrj da rala onde s poderao estar os
ockeya e os tratadores ou criados e oa joizesdo meamo barracao os quaes nao poderao ter com-
munlcagao com pessoa a guma antes de realisar-se a corrida.
Oa animaes inscripto para o f pareo deverSo acnar-se no enailnamento
ai 9 e 1|2 horas da ttanhS.
Os forfaits serSo reoebidos at sabbado 13 de Jalho, i 3 horas da tarde,
na Secretan* do Praco.
Os jockeys que nao se apresentarem coavenientemente trajados com as
cores adoptadas no programma por seus patres, nao sero admittidos pesagem
e sero multados do accordo com o art- 51 do cdigo ub dornaas.
Previne-se acs senhores accionistas de procurarem os seus ingressos na se-
cretaria do prado ra da Imperatriz o. 26 1." andar.
A Directora chama a attencao dci Srs. proprietarios e jockeys para o art.
21 e seus e o art. 46 que sero'restrictamente observados e o horario que for
marcado na pedra ser rigorosamente cumprido.
Chama-se atlenc,o dos Srs. proprietarios, e jockeys, para procurarem os
seus cartees, e cadernetas na Secretaria do Prado afim de serem entregue aos
oorteiros no dia de corrida.
0 porto do ensilhamento s d entrada as pessoas que vierem com animal.
AVISO
A archibancada do centro, fica exclusiva-
ene reservada para s directoras congeneres,
autoridades, civis e militares e imprensa.
Presos
Entrada geral. 1#000
Entrada para senheras GRATUITA.
Sumar., do Prsdo Pero.a,buc.no, j*^ 8ECRETABI0#
C. de Abreiu
Estrada de ferro de tSi-
beiro ao Bonito
B De ordem da directora convido aos Srs s'icio-.
ni8tas desta companbla para se reuoireci em
assembla geral extraordtna-ia, que lera lugar
no dia 24 do corrente, a 1 bora da Urde, io i*
andar do predio o. 71 da ra 15 de Noveinbro,
arn de tratar-Be de negocios qoe mui'o le eres-
sam mesma companbla.
k Recite, it de Jolbo de 1895.
Manoel Caroeiro da Cuobi
______________________Secreiario.
Veneravel
Ordena Terceira V M. do Carao
do Kccife
De ordem da mesa re^edora dessa ven;:arel
ordem, convido a todo os nossos carissimos
irmios a crmparece:em em a no-sa Igreja nos
das 15 as 6 oras da tarde, 1S s 10 no-as da
manba e 6 ta larde, paramentados com bpds
bsbitos, para assletlrem as veaperaa, (esta e Te
Daum em louvor da 8S Virgem Seobora d3 Car-
mo, que ter lugur oa Igreja do eeu convento, e
beu assim, no domingo 21, todo do crrante,
pelaa 2 1/2 doras da tarde, para, paramentados
e encorporados, acompanbarmos a solemoi! pro-
cissao da mesma Virgem, para cojos act. ve-
mos bonroso convite.
Conskto.-!i>. 13 de Jolbo e 1895.
Migael dos Szntos Cosa Jnior
Secearto.
Companhia Santa The-
resa
Eoipresaria de sgea e gaz cidade de Olinda
No caes da Companbla Pernsmbocana, jscrlp
torio do Sr. Sebastio Lopes wnimara- s, direc
tor e tbesoureiro da compandia, estao sundo
pagos o jnres das dfbentores co semestie vn-
cido.O dirsstor presidente
A. Pereira Sim6e?.
Confraria
DE
IV. S. do Roaiorio da FregueEia de
Santo Aaiomo
A mesa regedora desta coi t-aria (eodo de
mandar celebrar no da 16 do correte, )elaa 8
no-as da manba, una musa em arcao d( graca
c-m sat'f fita > de comoletj rfStabelecimt^Qto ue
oobso Irmao Uanoel Sjare de F.?uelredo, v-m
por meio de*te convidar nSo s ao ditc i mao
como aos demais, e uniaai'nte aos seos amigos
Kecife, 13deJulnod- 1895.
O secetario
_________Bidlano Aguoso do Monte
Societa Ifaliana^de FenePfi
^ cecza Franceico Crisp
Son pregad i soci di qaesta societa a volersi
riuoire nella sede delta siessa domaoi 14 corren-
te alie 12 me-idiaoe.
Pernambuco, 13 Luglio 1895.
II Segretario
Uber'o Nardelli.
Legiao de Soccorros Mutuos
dos Officiaes da Guarda
Nacional
De ordem do Sr. leoente-coronel presidente,
coccmuQlco aos Srs. aesociados, que a'ora em
diente se eSectoarao as sessCes ordinarias as
sextas-teiras, i bora do costme.
Sala das eestes. 12 de Jolbo de 1895.
CapitSo Leoncio Lobito
1* serreUrlo.
Royal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL SOO:0<0
Fundos accumulados L 80:080.
AGENTE
POLHMANN & C-
Prince Liae of Steanfers
Tame8 Unolt New-Castle on-
Vfie
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-Unidos e o Brasil
E' esperado do porto de New-
York at o dia ZB do corrente e
sablr depoia da demora neces-
> s s: k
aarla para a
Babia, Rio de Janeiro e San-
tos
O VAPOR INGLEZ
Moorish Prince
Para carga e paseagens tratase con os
Consignatario!
Johnston Pater e Comp.
Ra do Gommeroio n. 15
Hamburg Suedamerikanis-
che Dan pfschiffahrts-Ge
sellschaft.
o VAPOR
Mendoza
E' es oe^ado da Europa
ate c dia do corrate e
segoiri depoi8 da demora
Eecessana para
Rio de Janeiro e Santos
Para passagens, carga, frete e etc., trata-se
com os
Consignatarios
Borstelmann & G.
18Ra do Commercio18
1* andar
Entrar no porto
Roya! fflail mm Pacre mwi
O paquete
Nile
Commmandante J. D. Spooner
Espers-se dos
portos do bu no
di 6 do cor-
Ir en te, segulndo
depois da demo-
ra'.hidispeosatel para
. Tcente, Lisboa, VJgo e Son-
(amn u
O paquete
Tagus
Espera-se da Europa co dia
tt de crreme, segulndo de*
pos da demora necessana para
Macei, Bahia, Rio de Ja-
neiro e Santos
0 paquete
Magdalena
Eapera-se dos portos da Eu-
ropa at o da *5 do corree-
ro segoindo depois da aemora
indliapensatel nara
Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ajres.
N. B.Previne-se aos Srs. recebedores'de
mercadorias, que a Companhia Mala Real ingje-
Ca, contnctou com aGeccat Steam Navegation
pompanvum servicoda vaoores semanaes que
cartlodo de fiordeaux, Cognac, Cbare.ile, devem
ebegar a Sootbampton a lempo de baldearem as
largas destinadas a America do Sul para os va-
deres desta compaobia.
Esta companbla acceita por precos rasoaveis
para Valparaso at Abril, passsageiros rom este
destino por va de Buenoa-Ayres e entrada dorf
Andes.
Tambera aceita passagelros para Ifew-York
a Soutbamptoo, por especial arraojo feito com
a Compaobia AHemand Lloyd,podendo demora-
rem-se na Ecropa casi o desejarem.
ReduocSo nos pre$o das pasagen8
Ida Ida t tolla
k Lisboa Ia claase iO A 30
4/ Soutbampton 1* claase 28 A 52
Camarotes reservados para os passagelros de
Pernambuco.
Para carga, passagens, encommendas e di-
nbeiro a frete, trata-se com os
AGENTES
A-morim Irrao & C.
W. 3Boa do Boa JeeaeN. 3
JtaPIBS HSFItM
LINHA MENSAL
VAPOR
Matapan
Prince Une of Steamcrs
James Kuott, Newcastle-
ou-Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estads-lldeseoBnizil
E' esperado dos po'tos do sul
ate o dia 15 de Julr o e sabir
depoia da demora necessana
para o
Para e New-York
O vapor inglez
Crele Prince
Tem ptimas ac3omodac8e para paasa-
geiro o Iluminado luz elaotrioa.
Para cargas e oassagens trata se com os
Consignatarios
Johnston Pater e Comp.
Ra do Commercio n. 15
Rojal Hongarian Sea Navigation
Company Adria Limited
O vapor hngaro
Baross
E' esperado de
Trieste at o dia
tO da Julbo, se-
guindo depois da
indispentavel de-
mora para os por-
tos da
Bahia. Rio de Janeiro e
Santos
Para carga, passagens, encommendas] e di-
nbeiro a frete, traU-se com___
OS AGENTES
Henry Forster & C
Roa do Commercio n. 8
1- andar
E' esperado da
Europa at o di
OdeJulbode95,
seguiodo de pola
da demora neces-
sana para a
Babia, Rio de Janeiro, San-
tos, Montevideo e Buenos-
Ayres
Entrar no porto
Previne-se anda aos Sra. recebedores de mer-
cadorias qne s6 se attendera a reclamacOes por
taitas, que torem reconbecida" na occasiSo da
descarga dos voluntes ; e que dentro de S ho'
ras a contar do dia da descarga das alvarengaa-
deverao faier qnaiqoer reclamacao concernen*
te a volumes que por ventura tenbam seguido
para os portos do sol, afim de serem dadas a
tempo as providencias neerfr-^as.
Roga-se aos Sra. passageU Je se apresenta-
'em na vespera da ebegada uu vapor para toma
rem as suas passagens.
Para carga, passagens, encommendas e diabei-
r j a frete tratar com
OS AGENTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
1. andar
Oawnn REUNS
Companhia Fraaceza
DE
WavregafS* a Tapar
Linba regular entre o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Macei, Bahia, Rio de
Jaoeiro e Santo.
O VAPOR
Ville de Monteyideo
Ccmmandante Lonis
E' esperado da
Europa al o dia
14 do corrente,
e seguir depois
da neeesstria de-
mora para
Macei, Bahia, Rio de Ja-
neiro e Santos
Roga-se aos Srs. Importadores de carga palos
vapores desta llnba, qoeiram apresentar den-
ro de 6 dias, a contar do da descarga das al-
vreogas qualqner reclamacao concernente a vo-
lumes qoe por ventura tenbam seguido para es
portee do sol, adm de se poderem dar a tempe
asjprovidencias necessarias.
Expirado o referido praio a companbla cao si
sponsabllisa por extravos.
Recebe carga: a tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Boa do Commercio$
'
T

*



*
/
k
7
r

-----a-BP--*-aWiBPa-
Diario de Pcrnambaco Domingo 11 do ^ullio delS05
Companhia Pernambucaoa de
Havegaco
PORTOS DO SDL
Macei, Penedo e Aracaj
0 paquete Beberibe
Commandante 1* tenante Fafcio Bino
Segu no da 16 do cor-
rente as 4 oras da tarde.
Recebe carga, encomm?Ddis, passageos e di
nheiro frete at s il Doras da maoba do da
da partida.
Cbama-se a attencao dos Srs. carregadores
para a claosola 10* dos conbeclmentoa que a
seguate :
No caso de baver algntua reclamagao con
ra a Compaabia, por avana ou perda, deve ser
feita por escripto .-o agente respe tivu no porto
da descarga, dentro de tres diae depols de tina-
lisada.
NSo precedendo esta formalidade a Compa-
nbla Dea isenta de toda a respinsabilidade.
ESCRITORIO
No Caes da Compctala Pemambucana
n. 12
Pacifico Stean ftavigalion Con
pany
STRAITS OF MAQELLAM LINE
O paquete
Orcana
Espera-se da Earopa at o di
SO do correte e segura de
nois da demora do cosime para
Valpaiaieo, com escala por
Baha, Rio de Janeiro e
Montevideo
E.No tem accommodaces para paesageiros de
1* classe.
Para carga, passaeens, encorr meadas e di-
rjceiQ a re:e, trata-se cota os
AGENTES
Wilson Soos & C- Limited.
10Ra do Commercio10
1. andar
Jos Joaquiui Harroco* Perelra
tD. Aotooia Villar Marroc.s Meodes e
sena timos, Eduardo Pereira Rebocbo e
Joao Evangelista da Silva agradecem a
todaa as pessoas qae acompaabaram at
a ultima morada os restes mortaes de seo estre-
mecido genro, coobado, primo e eobrtobo e de
novo convidara os parales e amigos a assisti
rem aa missas qo* do* ana atma mmdam cele-
brar na matriz da Boa-Vista, a'a 7 1/2 oras da
maoba, qoarta-felra 17 do correte, 7* da de
o pasaamento.
t
tarros
Coronel Hanoel Gomes de
e Silva
Antonio Secaedino de Barros e Silva, sin
molber Cberubina Amoral de Barros e Silva e
Albos, rosa a todos ca seos prenle) e amitos o
obsequio de oavlr ama misaa, qne em ecffra^io
da alma de seo extremoso pai, aovru e av o
ororjel Manoel Gomes de Barros e Silva, man-
dam retar as 7 1/2 horas de terca fera 16 do
do andante, na igre,a dj convento de S Fran-
cisco.
A lorfng oo insistir cof""-!-* D^nhn'adrs.
Coronel Manoel Gomes de Barro* e
Silva
Amalia Endocia Medeiros e Silva, Antonio Se-
candiao de Barros e Silva e sna molher, Jos
Moreira de Barros e Silva, Leonor de Barros e
Silva e Hanoel Gomes oe Barros e Silva agrade-
cem de corceo a todos os prenles e amigos
que acompanharam al a ultima morada oa d s-
pojos mortaes do ten eytremoissimo marido,
pal e svgre. o coooel Haooel Gomes de Barros
e Silva ; e novamecte convidan a assietir as
miscas qae em memoria do ioolvidavel morto,
maadam celebrar na igreja do convento de S.
Francisco, la 7 l' horas de terca felra 16 rio
correte, e Da capella do engeobo Rlbelr&o, 7*|
dia de sen passamento. A' lodos bypotbecam '
saa gratidSo.
AUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pilulas purificao o Sangue, corrigem todas as desordems do
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecen) a saude das constitucoes delicadas, e sao d'um valor incrivel para todas as enfennidades pecnlii
ao sexo feminiao em todas as edades. Para os meninos assim como tambem para t pessoas de idade avanzada
a sua efficacia e incontestavel.
Essu medicinas sao preparadas sement no Esiabelecimenlo do Profesflor Holloway,
7, NEW 0XFOBD STBEET (antea 638, Oxford Street), LOHDBES,
vendemse em todas as pharmacias do universo.
' Os oomvradores sao convidados respetosamente a examinar o rtulos de cada cala e Pote se nao teem a direcQao,
533. Oxford Street, sao falsicacues.

Cura certa em 3 das sern outro medicamento
l'AJUS 7, Boulevard Benain, 7 1'AIIIH
Depsitos em todas as princiDaes Fhai-iuaciaA e V>vw>ixla&
BABA
RECONSTITUIR O ORGANISMO ARRUINADO POR
NATUREZA DO CLIMA FEBRES
CHLOROSE POBREZA do SANGUE
FLUXO BRANCO ____, -- DEBLIDADE, etc.
f
AVISOS DIVERSOS
O abaixo assipnaao declara ao publico e
pecialmente ao comm-^cio, que nesta data ven-
deo ao Se. Joo Celestino d Oveiri Me lo, a
saa taverna sila roa Dr. Gomes de Maltes o,
22 A, autiga do t'rio<-ire, lvreedesembaracada.
e qoem se jolgar credor queira aprese itar aoas
contas dtntro do p aso de tres diaa a contar
de* a data, atim de serem pagas.
Recife, 13 Jaibo de (895.
Jos Crrela de Britto.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
De embarcador Hermosate* *o
rait'H Tavarf de Vaaconceilos
A Illma. junta arircinidtraiiva da Santa Casa
de Misericordia do Recife convida aos parentea e
amitos do finado esembargador Hermogenes
Soc-a'.ea T. de Vasconceilos, mordomo da Hus-
ma pauta casa, para assisrem a miasa de r-
quiem que por sua alma farl celebrar a mesia
jonta, oa da manta do dia 15 do rorrete.
Secretaria da Sania Casa de Misericordia do
yecire, 11 de Jiltio de 1893.
O escrlvao
Jos Honorio B. de Meoexes.
f
Coronel Hanoel Gomes de Barras e
Silva
Josa Moreira de Barra e Silva seniivelmen'e
penaleado pela morte de sen nunca esqoeeido
paf o coronel Manoel Gomes de Barros e Silva,
convida seos prenles e amigos paraonvir o a
missa que em soffragio de sua alma manda dixer
a 7 1,2 boras de terca teira 16 do correte, na
igreja do conovnio de S. Francisco, 7- de seo
trasoasso.
t
Coronel nano* 1 Gomes de Barros e
Silva
Lea & Irmao, profundamente sentidos pelo
pas-amento de tea prezado amigo o coronel Ma-
noel Gomes de Barros e Silva, maadam rezar
ema mise oa igreja do convento de S. Francis-
co, s 7 1/2 baias de terga reir 16 do correle,
7* dia de saa morte, e coovldam para assiatir
aos carentes e amigos do mesmo.
Coronel Hanoel Gomes de Barros
e Silva
Jof0 ICarcozo da Silva pede a seos pareles
e amigos o caridoso obsequio de oovirem orna
roissa qoe por alma de seo presado amigo <
Coronel Manoel Gomes de Barros e Silva, man
da celebrar na Mar z de Gamelleira na terca
feira 16 do crrente, i 8 boras; 7. dia do seo
faller'irenio.
t
Coronel Hanoel tomes de Barros
e Silva
Lourecco Bezerra Alves da Silva convido seui
pareles e amigos para aisisiirem a orna mif-
sa que manda dizer na Capella de sea coge-
nbo Tabatiaga, do rrunicipio do Cabe, terca-
elra 16 do correte, stimo dia do passamen-
to deseo rraoteado compadre e amigo o Co-
ronel Mi noel Gomes de Barros e Silva.
t
Joao Blbeiro Lopes
D. Maria Francisca Gomes Lopes e seas filnos,
Antonio Martios des Santi s Lopes e Mana Rl
beiro Caldas Lopes (aoc-eB'ee), molber, lbos,
pai e mal do finado Joo Ribeiro Lopes, coovl
dam aos cmigoB do finado para asslstirem as
missas qne por alma do meamo maodam cele-
brar na igreja do Espriio Santo, segunda felra
15 do correte, ; da de sea fallecimente. an-
tecipando seos agradeclmentos a qoem poder
asslsiir a este acto de relig.ao e caridade.
Coronel Hanoel u me de Bairos
:e Silva
Frociucso Diaa Ale.- da Hi'va em cemmemo-
racio do fallecimento de >eo sempte lemb ado
amigo o coronel Manoel Gomes oe Barros e Sil
va, manda retar ama missa Is 9 boras de te'ca
felra 16 do actual mea. na capella do engeobo
Bibeiro. sa>imo da de ana morte.
Para assietir esto aelo de piedade ebristi cea
viaa sens parevtes e amigos e aos do pranteado
raorto, asaeguraodo a todos qoaolo comparecer
seo reconhecimenio.
Uevcgao de 8. Joao tiapti-
ta, 2o districto de S, Jos
EXTRACTO de CARNE HYPOPHOSPHITO
O VINHO JOHANNO tem por base o vinho de MARSALA
dos PRINCIPES .
Sus tirincip o APIOLA JORETe HOMOLLE.^TlBaJ|lo
fWEDALBA DE HONRA
0 OLEO CHEVRIER
dcninlectado pelo AlcatrAo,
tnico 9 Oi/a/n/co, o Que multo
augment n propriedtdei de
orto.
0 OLEO de FIGADO
DE BACALAO FERRUGINOSO
0 1 uniC* prepartci Que permita
tdmmittrar o Ferro tem pro-
duzir Priso de Veotre, nem
IncommoJo.
DirOSITO |Bal PiEE
11, ni lo Fiab'-IoDnartre, 21
, BRANCO. LOIRO ,
E FERRUGINOSO]
" o alcaT^. '
^EVRIB.
DIPLOMA DE HONRA]
BKCUTADO POB. TODAS A8
CeleDiidad.es Mlicas |
DA NUNCA E DA EUROPA
molestias"do peito.
fAFFECCuESESCrOFULOSASl
CHLOaOSIS,
ANEMIA, OEBILIDADE,
TSICA PULMONAR,
BRONCHITES.RACHITISMO
Vinho de Coca
UCENXIADOS PELA INSPECTORA DE HYGIBNE DO IMPERIO DO BRAZII-

de For
f
MEMA CHLOROSE
O FERRO
9S
De ordem do presidente do conseibo vientos
corvados sobre e campa daqoella qoe se cbama-
va Tberesa de Jefus Fieaeirda de Faria, irma
bemfeitora deasa corporacJ. para rendermoa
nm trbulo de bomeoagem sua iocooaolavel
familia, com especialidade ao Sr. Or. Mieoel de
Figoeirda Paria, filbo daqoella/virtuosa seobora,
pea sua perda, .o que desde ja anleciramoe oos-
sos sinceros ppsan.es ; e ao mesmo lempo con-
vidamos a ana Exma. familia, lodos oa ;ranos,
devotos e mais pessoas qae se digaarem asis-1
tir a missa de 30- da de seo passamento, qoe
(era lagar na ir. ja ds N. 8. do Terco pelas 8
boras da maoba.
O seeralario
Bellarmino Eufrasio da Silva.
BRAYAIS
ExpermenUdo pelo prmeiios nndicos do mundo,
passa immcdiatam^ntt" na Efooomia st'in ficcasionar
i iDfomauHlos. Kestitu.- ao sangue a sua cor, recons-
tuindo-o e dandc-lie o rigor oecessario.
Desconfiarse das Imitaces e Falsifieaces.
fMdttiprtUui'oei Paris,40 4 42,Rue St-Lazare
I EM TODAA AA PHAAMAOlAfc
Joo Ribeiro Lopes
Rodrigo Carvalbo da Cunta em soffragio da
alma do seo sempre lembrado amigo e ex-socio
Joao Rioeiro Lopes manda celebrar mistas no
dia 15 do correle, spiiaio dia se sea passamen-
to, na egreja do Espiri-Saoio, ;s 8 horas da
maoba, e para assiBiil-as convida oa seas ami
gos e os do (loado, pelo que Be coufessa eier-
oameDte grato.
Bar&o de Serinhem
6* anoiveraarlo
A Baroneza de Seriobaem convida aos prenles
e pepsoas de sua amisade para assistirem no
dia 15 do correte ptlas 8 boras oa manhS, na
matriz de Afogados, e capella do engeobo Ribei
rao, as missas qoe maodam celebrar em corx-
memora(ao fe 6o acniversario do fallecimeBto
de seo herrpre lembrado esposo o Baro de
Serlnhieui antecipaado leude j seas eter-
nas agraaecimeots a todos qae comparecerem
a este acto de ne^sa rellgiao.
gnea >. Ramos ale Olivelr*
tur. Beato Jo-e da Costa, saa mol er e
Blbcs, convidam aoa seu< pa'entes e ami_
gos para aesisiirem a missa que por aim"
de sua conbada, irm e lia, D. gnea Ra'
mos de Oltveira, mandam rezar oa matriz da
Boa-Vista, na segunla-feira, 15 do correte, a*
8 boras da manbk, pelo qoe anteo pam os agr
decimeoios. __.__________
Joo Teixeira Bailo
t Miguel J. s Bar. cu Gaimaraes e seos
filbos, oras e neto*, mandam celebrar
missas por alma do sea presado genro,
cuobado e to, Joao Teixeira Basto, oo
da 17 do correte, pelas 8 boras da manPa, no
convento de S. Francisco, e para este a to ce
caridade convidam os pareles e pessoas de soa
amisaoe e do finado, e desde ja .-e confessam
gratos.
CITBATO DE FEBR1
CHABLE
300,000 curamos t GonorrlMa
Fluxos brancos
Perdas seminaes
Debilidade*Orgaoa
El TOil AS PHiRMAOH
&&*
DO>^
w
y HIT ANTPHUQUE
O LEITE ANTEPHELICO Q
puro oa misturado cotr agua, dlulpa
SARDAS, TEZ CRESTADA
PINTAS-RUBRAS, BORBDLHAS
ROSTO SARABULHENTO
E FARINCEO
RUGAS
A
^s
ro,r
'rva a cutVe
Voibvexa do Sangue
phosphtOe ferro
de LERAS
Doutor em Sciencias.
Approrado pela Junta de Hygiene
do Rio-de-Janeiro.
A anemia, as cores paludas, as
dores d'estomago, a menstruaco
difficil, as flores brancas, curao-se
rpidamente com o ferro soluvel e
com os phosphatos, que se acbao reunidos
no Phosphato de ferro de Leras, muito
recommendado tambem as creanc^is palu-
das, delicadas, sem appetite, e as meni-
nas que se desenvolvem difficilmente.
Deposito ei todas as Pharmacias
CURA CERTA
de todas as AffecQoes pulmonares
Todos aquelles que soffreml
do peito, devem experimentar!
as Capsulas do Dr. Fournier.[
Depotitos em todaa aa principada Pharmacias
do Braxl
r
Molestias das Creancas
XARQP.E DE RABOI0DAD0
de GRIMAULT e C
Approvado pela Junta 6t H;|ini II BJa-da-Juair*.
Mais activo que o xarope anti-
scorbntico, excita o appetite,
resol ve o en gorgita ment das
glndulas, combate a palli-
dez, torna firmes as carnes,
cura os mos humores e as
crostas de leite das creancas,
e as diversas erupcoes da pelle.
Esta combinajo vegetal, essencial-
mente deparativa, 6 mclhor tole-
rada que os ioduretos de potassio
e de ferro.
Em PARS, 8, ra Vivierme.
??????????????????
.FALTA 0E
Anemia, Chtorosis, VebiliUadc
Hzctenuncio
CUBA RPIDA K CERTA PELO
PEPTOKATO de FERRO ROBU
NICO FERRUGINOSO
]Deconhec/do assimifavef e preferido
pelos melhores mdicos do mundo.
Desonfiar-se das falsicacdes e imigOts.
POR ATACADO:
113. Ru Grenier-S'-Lazare. m PARS
Oepoiiloiem lotfai n principies Phtrmictu.
??????????????????
Cosinheiro
De um perito precisa se a ra do Commercio
44. oa Pijaaaod 19._______________________
Ama deleite
Precisase que aeja bea, paga-sebeo ; na roa
doRaogtl n. 17. 1- andar.________________^
Ama
Precisa se de urna ama qoe cosinbe com per-
fe cao, paga-se bem ; a tratar na praja Maciel
Pmbeiro n. 32, 1- andar.______________
Aos iabricant^s de sabao
Os abaiio asslgnadoa coofidarc os fabricantes
de sata) estabelecldos nests cldade a' te reoni-
rem no dia 16 do crreme a| 1 bora da tarde no
tandar da travessa da Madre de Deuan. 10,
atim de faier sa a dlstrtbnic4o do imposto oa
respectlta classe.
Recite, IS de Jolbo de 1895.
Fonf eca Irmao & <->
Sanios Araujo & G.
Jote Soarcsde Selxas.
Regulador da Marmha
Concerta-ae relogioa de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometree de
marinha, caixa do msica, apr>relhe
elctricos, oculos, binculos, ocalossbo
alcance, joiaa e todo e qualquer objecu.
tendente a arte mecbanica.
ttiua Larga do Uoeario 9
Hoje sim
O A-r-ra e;U na purt e p-ecisa teum tificii.l
decartpioa para faaer aiaJe.
Cal Braoeae Vir-
;r(Mii de tJagua
ribe
A Companhia Explp-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a unc
exploradora de cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores qae nao
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade, e
que os verdaderos pro-
ductos se ene i ntrameni
seu armazem do caes do
Apollo n. 73.
DE
Xarope e Pasta
SEIVAoePINHEIRO martimo
da LA3ASSE, Fharmaceulico em Bordeauc
Aftnitioi pela Junta de Hygien* do Rit-de-Jtnrij
Popular ha 30 anuos, o nico
preparado com a verdadeira
Seiva de Pinheiro, extrahida
pelo vapor d'agua, logo depois
de cortada a arvore. Cura os
de fluxos rebeldes, a tosse,
asgrippes, catarrhos,bron-
chites, molestias da gar-
ganta e rouquidoes.
Em PARS, 8. Rae ViTienns,
na< prlndpau Pharmacia.
Plvora
De todas an quali ades
em bams e em Utinhas ven-
de-se no eecriptorio do Per-
oambuco Powder Tactory.
Xua do Commerc'O n. 6.
Gaixeiro
Precla-ge de um menino de 14 a 16 annos,
om prail a de molbadoe, e qoe c conhecimeo-
o d sua condu ta, a tratar o pateo do Terjc
a.34.____________________________________
Vende-se
tjTamobllia de jacsranda oa ra da Palma
SI. _______________________
Co8nheira
Preclsa-ie de orna que dsrma em casi dos,,
patibes, a roa do Hospicio n. 14.
team
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Barbeiro
Preciga-ae de om 01 roa da Gru n 1.
Carne verde a 700 r?. o kilo
Vendem os abaiso assignados, carne de pri-
melra qcali lace, noa talbas da ra Harqurz do
Herval n. 17 e 3, e Gamboa do Carreo n 1.
Esle prtgo soffreri alleracSo par i mai3 ou
para menos, sempre de accordo com os piejos
do eado ni feira.-.
Recife, 18deaaiode 1895.
__________________Fiota Lima & C
Bois e carrocas
as obras de caifamente) e construcfo i ga-
.eriss deeagoto do largo das Cinco Pootas, com-
pram-se dous boia e doas carro(aa : a tratar no
>";.-r^ro da meama.
Attencao
Vende-se o sobrado de 2 andares e sotic [io
temo, situado roa da Roda o. 17, e a casa
terrea n. 102, no Barro, estrada de Jaboaiio ed
rcaria em um terreno de 59 palmos de frene e
689 de fundo, parte murado, com po-iac de ferro,
a raiar com o solicitador Amonio Bezerra Ca
A-ilcanie de Albaquerqne, roa 1* de Man;o n.
18 1- andar.
Madeiras de construegao e
nateriaes para edifcala o
A Compaobia Exploradora de Productos Cal-
csreos. vende em eeu armazem no caes do pel-
lo o. 73 :
Madeiras para constrneco.
Cal branca de jaguaribe.
Cal preta.
Cal virgem para asaucar.
Tljollos de ladnlno e commoos.
Tijollcs refractarios.
Pedras de cantara para solelras, etc.
Molduras
Para porta e janellas, forros da sala,
guaraa-veatidos, lavatorios, quadros de
qualquer largura, de pinho, amarello, ou
qualquer outra madeira, na fabrica de
moris a vapirde Silva Feruandes c C.
Deposito ra do Baro da Victoria
n. 49-
Attencao
.S Ra Yiseonde de Inhanma M,
(Antiga do Rangel)
O proprietario de8te novo estabeljci-
mento chama a attencao de seus nume-
rosos freguzes e das xmas familias jara
o esplendido sortimento da fnissiines
Bramantes de puro linho, Bretanhas, Es-
guiSes, grandes atoalhados e guardaia-
po8, toalhas para rosto tudo adamascado
e de puro linho, lenyos de cambra a de
linho finis8mo ; boa cccasiSo para 03
Srs. noivos adquiriram um fino e bullo
enxoval em roupas de linho por precos
que imposiivel ser obtelos em outra qual-
que" caaa.
Nesta casa slem de um bom sorti-
mento de ftzendasfinas, ha sempre gran-
de deposito de camisas, ceroulas, puntos,
collarinhos e camisas para menino!, de
todas as idades.
Chegaram! I
Bonecas com mollas
a lcWOO a duza.
LojadaPerola
Ra da Impera-
triz ii. M&
Domingos ^Fernandes.
Sementes de hortalizas por-
tuguezas
Con ve lor.
Dila mac8.
Dila repoolbo.
DIia manteigi.
Dita troncboda.
Rabanete.
*boa.
Alfoce.
Ceooant.
^blcorla.
t8!c.
Alhn
Ysada e oa roa do R.ngel n. 15.

Criado ou copeiro
Precisa-te de um; na roa de Paysando' nome*
ro 19.____________________________________
S ementes de Hortalizas
Chegadas atoje
Completo sordmeato
Roa estreita do Rosario o. 9
Pocas Mandes C.
Pino
Vende-se nm novo com capa, cadeira e lan-
lernas, roa Imperial o. 13 toja
Bem bom
O Arara est na ponta e precisa de nm meni-
no de (0 a 15 annua para calxeiro.
Precisase ae.uma boa
cosinheira, com urgen-
cia a tratar na ra da
Soledade n, 82 A
Ama
Precisa-ge de ama para andar com enancas :
a fatar na ra doCabugd o. li, de malo da at
I boras.__________________________________
Criado
Precisa-fe de nm criado para casa de familia :
a tratar oa ra Duque de Caxias 0.84
Urgente
Precisa-se de nma ama para cozinbar, ni
oa Larga do Razano n. 9, Regalador da Ma-
naba.________^_________^_________
Precisa-se de orna ama na travesea do
Peixoto o 37.________________________
Amas
Precisa-se de doas amas, nma para sala e onlra
oara coslnbar, a tratar na ra Barao da Victo-
a n. 65. t andar._______________________
Ama
Precisa-se de urna ama para coslnbar. i rna
Visconde de Pelotas, antiga Arsg5o n. 87.
Ama
Precia-se de urna ama qne cosinbe e faca
compras; a tratar no terceiro andar desta lypo-
graphia.

Criado
Precisa-se de om qoe eutenda do servico de
c ga : na roa do Hospicio o. H.
Urna hirtoria curta e certa
Pede-se a qnem !-r qoe cont a ontros
Duas letra de 75^000 cada nma, saccadas e
acceitas no Pilar de Iiamarac em 30 de Setem-
bro de 1874. a prazo de 11 e 18 seies (em re-
forma) i al agora nada de novo, neu real lli
A consequecia a tirar qoe o flgor.o qua do
as acceliou foi com a iotec.ao de nao as pagar
assim como a prlmeiras.
rois bem, SO a 21 anuos lempo de mais para
econbecer esse mo proceder.
Este aviso que agora vai simples, para o mez-
ir eafettado com o roine e posto do persona-
gem, para qoe o publico bem coobeca a perola.
Talvex se cont onira Historia que confirma
esla. Basta por ro;e._____________________
Caixas de msica
Importantes modellos no vos.
Secretarias proprias para presentes.
Receben a Relojoaria David ra do
Cabugn. 14 desde 1505000 a 4001000.
Grande sortimento
_-_i--- -
--.



*;,VMBi*- : --. -w |

M






**<

Diario de lPeraambuco llomiugo 14 de #Julho de 1895
Duaa jovens em conflicto
NO THEATOO
De repen e oovio se grande rumor nos cama
rotes da t' orden;, era R'ande cucflicto etre
doas oven?: aiaqoes. cboro, mato, roorre, api-
lo;, o dhbo erafim cnga a polica, iodaea do
fado e h'ca gherUo ir noham ido a vas de
far'p, D. Elvira e D cau'a, Eslava ind'gnai'a, fu < ta rrf8aJ0, D. Genove-
va, com coa arciza e r. a paonelra de camarote,
pelo faco de ver que toi.n a ppfsoas qoe ests-
v;m no tbfatro, olKs'-am for e tj pjra fu m'-
c- e nSo p ra til D'tignart* -use : Dio por
tua booita cara Elvira, f e -e su liodo vestido
nce esli chamando a altercada mcor, om
valido de urna boni a pnautazis e to (h;ou-,
qo ;endo o aea de reda. <> eco tea-ca moito
mi? qoe file e o que mar me contraria voc
nn querer dtiee roe a leja onde comproo a la-
zeada de sea'vestido
Ei.ira, coniraria?, orra ea'galbadas arcas-
tica e oa : para qte nao lela os aocuncios da
lojrs? para qo* rao pas-eas no commercio ?
ora ttt. D. Genovera, out'o officio. qosndo eo
scpp&nba que a -uj raifa era por cansa do pn-
n o Jaca, vem a Sr,i. dizer que to tmenle por
qne meo veeiido moito bi mo qo" sendo de
rbintazia realca nrai qupos- rendo de i- a
e porque eo nao quix dizer a Sra. a loja onde
conpret. E' o caso, dSo somos oaaa oeste
mende.
Sra. D. Genoveva tenha julio, nao venha para
c tbesiro d-r om espectaccio deate, e onando
qoizer romprar qo8lqoer 'azenda oe liato
pbantazia de moito posto, va a roa do Crespo
o 12, loj Estre'las da America, qoe, rao
enco'.ir^r om liado e variado sciimenlo de U-
xendas finas e modas e bum com araenidade no
trato, adrado, 8incendade na metida e p-ecos
CuatBOdw.
D. Genoveva reqoer verbalmente ao coinroisra-
r:o qoe Ihe mande D. Eivira d.r por esenpto o
come-o di loja. o orime ca ra, o da"ftenda de
tu vestido,o pr.vo e b>m a^im o nome de
todas as menda- que ella vio na loja rtf.-rida,
o qoe foi deferido.
Estrellas d'America
2-Rea l de Harfo fi
Aotiga do Crespo
MAHOUEb & LIMA
Af rado a tonos. puai/azia en, tecido de gorge-
rao, (rO o covade.
Sor iii-i com tino, pbauazia, i&'.CO o covado.
Pe y, phaotazia oe sslpicos Ce iistras e lavra-
das, 15200 o c vado
Sedas oe i es, Va:dozas.
Dita* de duas, Suspiros que vo e vem.
Cachemiras de cores, Bombardtio.
P^aoiazi?, Sirandinba.
Las coro he-ras de l.'a, Altlaide.
Ditas idem inem idee, Eivi-a.
Ditas i 'i id ijtm idem. Muract.
Cacbemira de (r. Tenso ciumes de ti*
Las cem salpico*, Os 3 Jacars.
n*Ja?, paorOee noves. As so^r.s.
Dita tecido orsarao, Hei de amar-te at rcorrer.
Cacrerrira preta de (ores, Nao qoero aao.es.
Merio preo para bolinas.
Dito ef para babito.
Grande sortlmenlo de merio preos e lavrados.
Velbotina de todas as <'es.
Grande scrtimenio cambraias bordad?.
Coro s de vestido raneo bordados, 1800Q.
Vestidos de cart^er, bordados a t.a.
Linda [hintana Heijos de amor.
F.cta de Ki a 2000
P, i ilnos de mbo luos e ho'dados.
Pannos ce crochet para sol e led-as.
Camisas bordadas para nonos.
Camisas blancas e de c es.
Vestcanos para baptisados.
So retudo de urna e doas vietar.
Flan>lla liza e de lisias.
Cbalt-s preto?.
Cortinados de cambrais e de crochet para c amas
Cortinados para jaoella.
Maoti bas oe.ia de >-es e pretas.
Ditas de algodao se (ores e preta.
Crnicas de 'i para homem.
Ccbertas, colchas e roheriirB.
Ditos americanc e, 2300 om.
Bse'a eiicaina>ia e azul.
Liniissimas ca-emiras de [cores para bomma
Ir0s>u esp'Cial.
Corles de (os Oes branco e de cores para col te
A'oaii.a.io de lmho e de algodao.
Panno da co-ta para mesa.
Seroolas elsticas.
Bramante de I.dio e de algofaj.
Lindos padrC?8 de crep para coberta.
Crep preto.
Merm preto lavrado, I *803 o covado.
I4i com silpicos de i&u, Caonlnba verde.
^Ja de iH\ra, Albayde.
Palelots tolbade tJa.
CarjisiB de meia com listras de c''s.
Cachemiras pretaa com salpicos de cores, Aira
a porta Sioh.
L nons lizos. de qoadro e de salpicos.
Cacbinet oe fda de corea-
Vellodilho de cores.
Ser de t.dcs as cores.
Gorgoro preto, diversos prf jos.
Se m de todas as coree.
Buflo.
Meiic da ihin, MEGO a pfa.
Cretone de barra uro metro oe lareora.
Cas-a baptisia fina, 400 ris o covado.
Dita aia, 200 *i o covado.
Chita i e-fsita. 2W ris o ct vado.
Emii'as ootras laxeodaa que imposaivele
desc;evr. .
RA 10 CRESPO12 _
Estrellas 'America
Tijole
Fabricados na tabnoa 'de Camarsgibe, de se-
penor qmhdace, ^ende-se lo escriptorio da
Compachialadotrial Ptr. aBbocana. ruada
Commercio o. 6.
FOLH3ETIM
44
a ma i
POR
JUSITZ &A?Tisn
A KISAKI
(Continuajao)
" Um negoc'ante de cha foi completa-
mente deepojado ; todas as variedades ex-
quisitas da aromtica folha, enrolvidas
em papel de seda, em caixas de chumbo
ou em cofres preciosos, foram aproveita-
das e serviam de alvo s balas ; o ar ficou
embalsamado.
O inimigo exaltava-se, mas nSo podia
trnsp5r a ra.
Para o lado do rio travara-se outro com-
bate.
O principe enviou um de seus homens,
ordenando lbe que voltasse, caso a victo-
ria fosse de Yama Kava.
A luta tornara ee horrivel ; algumas
barricadas cahiam por trra ; ma raa ebeia
de fumaca e poeira, soldados batiam-se
corpo a corpo.
Coragem 1 coragem bradava Na-
pato. Um momento anda !
O enviado volton.
Victoria dizia elle. Yamt-Kava
paseou o ri.
Entao ob homens de Nagato comecaram
a recoar.
E' A DESCOBERTA DO
ELIXIR M- MRAIO
PROPAGADO POR
flf
D GARLOS
Elle cura toda a sjphilis.
Elle cura o rheumatismi?.
Elle cura a asthma.
Elle cura caeros.
Elle cura a morpha!
Procurar: ELIXIR M RATO, pro-
pagado por
DEPOSITO EM PERN\^lBl]CO
A COMPANHA CE DBOBAS 1 PBODOCTOS CHUCOS
Ra Mrquez de Olinda ^4
1 asa de commisses e repre-
sentaces
EXPOSICAO
C JLX ALOGOS K
de innmeras fabricas de todos os pnizes da Europa ?
das duas Americas, lo la espacie de mercadorias, de
machinas e de materia prima.
Deposito do afanado REOL cCIM omehordes
i afectante conhecido.
Deposito da bem conhecida cODONTINA o
Dr. H. Rirted.
EMILSAO VERMFUGA
l'oi-iiiiilacla e preparada por
Jos Marques Ferreira
I HiRMaCETICO
TITULADO PELA ESCOLA 11 milU l PSAUACIA ZA SASZA
APPROVADA PELA INSPECTORA DE i-YGIENE
Esta Emulsao faz expellir completamente em poucaa heras os verme' intes-
tinaes, conhecidos vulgarmente com o nome de lombrigas". Tem vantagem sobre
os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de no ser preciso purgan-
tes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pe b creafleas
sem repugnancia. Em sua composicao nio entram substancias mineraes que de
mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sopa. Crianeas colheres das de cha. Deve ser
tomada pela manha bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou mesmo com
agua adocada.
Preco 1/2 vidro 1(5000
1 t 28000 1
Duzia de 1/2 10S0O0
. 1 205000
DEPOSITO GERAL
19Praqa Maciel Pinheiro19
Pharmacia Ferreira
PERNAMBUCO
GRA1TDE
HOTEL COMMEUCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, sob a direccao de seu hbil proprietario MA-
NUEL GA RCIA, a auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em serja
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura
be tura interna, j pela promptid&o e aceie do servico culinario aduaneiro, j tam-
ul pela posio hygienica do^seu edicio.
GKANDE
ERIfiP
Letra perdida
Tendo pe'dido urna letra do valor de 5:6C0,
nrazn de qoatro meies, e do accelte dos Srs.
I-Alvaro Prtiga & C. ; coja leira perlencente
rs rnfos padrfies Moreira & C, pievino qae
Dao fagom trabt>arc5o alpoma coco a referida
icira, a qoal inda fco fui saccadt pelos meos
referios ptr6e.
Recife, 10 de Jolbo de 1895.
Mabael Coelh de Soma Nette.
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimentode primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni-
cos da cidade do Recife.
A commodacoes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeice*, a mai r e maia arej da nesta capital.
A cosinha achare a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um frac ees
centi mente chegado da Enropa e outro braaileiro, ambos especializas na
e uliara
O proprietario d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
de que com os elementos que cima offere-se acha-se habilitado a satisfazer aos
mais dimce8 dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para ]>re-
parar banquetes, jautares etc., dentro ou forado mesmo c estabelecimento.
FAUi*$E DifliSIS IDIOMAS
PRECOS RASOAVE1S
' PROPRIEDADE DE ____
' N. GRUNBERG
Depois de Dnumeras transformacoes por que tem pausado este Hatel, consegnio
afinal o seu ecancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem que deve ser
preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de l" e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
POR SE MANGER. Salpicoes, ostras, lagostins, aalchichas, etc peixes em
latas, queijoB flamengos, suissos e do sertao, doces seceos e em caldas, eajran-
geiros e nacionaes.
ADKCA
E' espiendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermout
cognac, cervejas, licores, champagnes e jutroa aperitivos a a se boiro, odos reoebi -
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem eempre grande deposito de
bebidas de sua importac3o, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finis8mos, que vende as melhores condisoes do marcado e precossem competencia.
GRANDE HOTEL COMMRGlLA
Yama-Kava, protegido pelos cavalleiros
do co, que do alto das torres mandavam
flechas aos assaltantes, entrara com cinco
mil homens na fortaleza.
O Mikado estava fra de perigo ; sete
mil homens entrincheirados valiam bem
dez mil homens a descoberto.
O general immigo, cheio de colera, mal
obedecido, comprehendendo o erro que
bavia commettido, reuniado os toldados
no cruzamento das ras, investio k frente
de aeus homens para os encorajar, forcar
a passagem to bem defendida e ganhar
as margena do Kam-m-Gavu.
Achou-se em face do principe de Naga-
to ; ambos eatavam a cavallo ; olharam-ae
nm instante.
s tu, exclamou o principa, que
serves de instrumento a esse crime odioso,
t&o odioso que parece incrivel ; s ta que
tens a audacia de tocar no divino Mi-
kaio!
Em resposta, o general mandou urna
flecha a Nagato, que atravessou-lhe a
manga.
O principe replicou com urna descarga
de foail, tao bem visada que o general
cabio, para n5o mais se erguer, sobre o
pescoco do animal, sem um grito.
A noticia de sua morte espalbou-se r-
pidamente ; os soldadas, agora sem chefe,
hesitavam.
__ Tudo por causa de sua audacia, di-
ziam ; quasi que nos sacrificou a todos.
O principe, comprehendendo a hesita-
c3o da inimigo e o remorso confuso que
nascia na aima dos soldados, teve um pro-
jecto qua decidira da victoria, caso pro-
duzisse effeito.
Correu a margem do rio e hradou aos
soldados que guarneciam a f rtaleza :
E' preciso que o Mikado appareca
no alto da torre 1
Seu pensamento foi comprehendido, el
Go-MitMQ-o, veio, quasi forja, maii
morto que vivo, parte mais alta do cas-
tello.
A deusa Sol parecer 1 anear todos os
seus raios sobre esse hmem divino ; as
vestes c6r de purpura do Mikado resplan-
decan!, a alta lamina de ouro da Cora
brilhava em sua fronte.
ljuve um clamor :
O filh dos deuses I O filbo dos
deuses!
Og soldados ergueram a cabeca e virara
essa explosSo de purpura 0 ouro em cima
d* torre, o homem que ninguem poi
ver l estava em todo seu prestigio,
aquello que acabava de ser ultrajado !
Sem duv'ida o Mikado ia abrir o vo, dei-
xar a trra, para os punir.
E todos cahiram de joelhos, depongo as
armas.
__ PerdSo, diziam os revoltosos. Per-
dio N&o nos abandones 1 Que seriamos
sem ti ?
Seohor sublime chefe omnipoten-
te Nos somos uns misera veis, tem Be-
dade de nos 1
Inundaremos a trra com as lagri-
mas do nosao arrependimtmto.
__ Fomos arrastados, femos Iludidos !
Embiagaram-nos de sak 1
__ O geueral pagou o sea crime com a
vida! ".
Maldito se ja elle I
Que as raposas o leirem I
Que o grande juiz dos intero seja
inexoravel para com elle !
O Mikado passava o ol *r sobre a ci-
dade cheia de.fumo, a, com o braco es-
tendlde, indicava ob pontos incendia-
dos.
Em baixo, os soldados, pensando que
aquello gesto era urna ordijm, correram a
apagar os incendios.
A victoria foi completa.
O principa ds Nagato sorria, vendo o
rUNDCAO GCHAL
ALLANPTERSON&IS
44-BUA DO BARO 0 DTRlUMPHO-44
Machi; as a vspor.
Mceodas.
Roelas d'agua.
T*iix'i8 tundidas e batidas.
Tcixas b tidas sem crava^a?.
Arados.
Ao coikimercio
Joftioo hirfi :oo Conhd Moreno lax scient" an
comiLe'i'.in, qoe nema dula vtndeo o seo e.ia-
Delcimriiio dr mulbadoK. sito i ma te Amparo
o. 95, aomdplo de Oiin-38, livre e dea*njbara-
{ado de qnalquer onv.
Ooirrsiu), oecl-ra qoe, qoem se jo'par >ee
credor, quelra apreseniar-fe, dentro ae 3 dios,
a contar da dato da presente.
Recife, 13 de Julbo de 181-5
Jfet no Firmn) da Cooha M reno
4o ixmmercio
i rinyoiorie II lis ma Car. I :a it., jx scienle
u cotuiercio, qo" ^enla dala cotnpr fB ao Sr.
Jnino Pircr:n.' i Cunna Moreno, o seu eita-
o 1 c. ment re o , li-i 9 roa do Am jaro
n. 95, o u-iicioin i* Olinda, livre e desemtarj-
iaao (Ir qo-iqoer co
i u ro*im. orrtan qoe qu-m ee jalgarcrsdor
o mermo qo-ira ipfeolsr-M deotro de 3
das copiar a tala do ;>rerrQie.
Hecife 13 ce J'ilhn d 1895.
J ooy.u H. Cavilcaote.
Ao comrcercio
O abano firmado scieoira ao corxmenine
ao pon i ico qoe nesta data compren uve .- n-
euibarrC"do de qo.efqoer o;.os so Sr. Hermeoe
Kildo Jote Tuva'ee a casa oe uePo:in que loi Sr. Francisco ce Paula legado, u. v lia de Ipo
jaca.
Recife, 12 de Jolbo 1895.
Flix de Barros Pimentel.
belle effeito que produzira a prsena do
Mikado.
Mas, de repente, no memento em que
elle ia pondo o p na fortaleza, ouviram-
se grito :
A rainha R -ubam a rainha !
Qua isso ? fez o principe empalli-
decendo.
A rainha nSo esta na fortaleza ?
Nao teve tempo de se refugrartqai;
est na residencia de esto.
Nagato precipitou-ae como urna flecha
na direcgo do palacio, seguido pelo resto
de seus marinheiros, cincoenta homens,
ma;s ou menog.J
Mas esses homens perderam de vista o
principe durante o trajecto, e desappare-
ceram,
Nagato chegou rpidamente porta do
p*lacio de ver3o.
Pagens guarnavara a entrada.
Por la Pjr l disseram ao prin-
cipe, mostrando-lhe o caminho ao p das
raontanhas.
Nagato seguio por essa estrada cheia de
arvores, tortuosa, mas no vio nada. A
cavalgadura sangrava nos flancos, n'umal
disparada.
Quinze minutos depois de urna carreira
louca o principe vio a garupa de um ca-
vallo n'uma nuvem da poeira e trntou de
ganhar terreno ; i inmediatamente distin-
gui um vo que fluctuava e logo um ho-
mem voltatido a cabeca inquieto.
Que homem ousou tomal-a uos bra-
cos t pensava Nagato, rtlhando *a den-
tes.
O raptor lancou-se a um valle ; o prin-
cipe sempre atraz.
Por fim o homem, vendo-se perdido,
ftltou do cavallo, deixando a rainha efu-
gio a p. T?
O principe reconheceu no fugitivo Fa-
xibo, o antigo palafraneiro, confidente de
Hiyaa.
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I
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ee -o
s
H
se->

Ccstu reir
Predas se rte orna cos'ureira paa ronpas
branca8 : no Caaiiobo novo a. 120.
Cosinbeira
P e'lsi se e orna para casa de familia r/e trea
ps'ons' pigfl-e bem; ia rea da luperatnz n.
5, segoedo andar.
Ccsioheira
Prerji, se ; na ro Marqoei no Herval n. 10
Criado
Precfs-s- de om criado copei o ; do Caminbo
ivo n. liOi
E, com effeito, era elle.
Esse homem, que no respeitava cousa
alguma, vendo perdida a batalba e o Mi
kade fura de alcance, lembrou-se da Ki-
saki, solada e sem defeza no palacio de
veri.
Comprehendeu todo o valor de ama tal
captura e resolveu apoderar-so da sebe-
rana.
A pretexto de sajr enviado de Yama-
Kava, penetrou no palacio.
Estava a cavallo ; a rainha chegou
varanda e entao elle tomou-a nos bracos,
e, ligeiro, sem dar temp^ a nada, fugio.
O principe esqueceu Faxibo, par s
pensar na rainha.
Nagato atirou-se a elle e recebeu-a nos
bracos, desmaiada.
Levou-a para a sombra de urna nnita
de cha, estendeu-a na gramma e, trmulo
de emos&o, perdido, louco, deixou-se ca-
hr de joelhos.
A fadiga do combate, a viagem que
elle acabava de fazer e a noite passada em
claro, perturba*am-lae o espirito ; pare-
ca estar sonhando ; e ao raesmo tempo
que olhava o resto daquella que era todo
seu pensamento, bemdizia a ilusao qie o
collocra diante della.
Estendida, em urna posico abandonada
e meiga, a cabeca deacahida, o corpo en-
volvido as pregas finas de seu ves:ido
c6r de lilaz. que aecusava as palpita(3es
de seu corac&o, ells pareca dormir.
A manga, um pouco arrega9ada, des-
cobria-lhe o braco; a pequenina mao
pousada na herva, com o dorso para bai-
xe, dir-ae-hia urna flor de nenuphar.
Que belleza ideal, murmurava o
principe extasiado ; s deosa Sol nao de
certo maia esplendida Parece que urna
luz fra atravessa a brancuradesua polle,
ruboriaa-lhe a bocea o aangue de urna
flor; e oa oaos, osolhos... sao como
duas andorinbas nadando em leite... Es-
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porfoes applica-se ventosas seccas e
sarjadas ; na ra das L-arangeiras n. i
Cas-as
Vendem-se as srgnintes na fregnezta de Afo
gados.
Hoa Direit ns. 21 e 56.
Laig-> dos R^mertio ns. 50, 50 A, 50 B 5) K
rOD, 60 A,6UBe60 C.
Roa do Caslello n. 16.
A tratar na loja do Cabocio, roa Doqoe de
Casias o. 86
?luga-se
O 3- andar do snbrauo o. ki a roa do Irpera*
dor ; a tratar no e-cimono do Dr. Alcofjrado
oo na ra Angosta d 198. a cbave est do se-
eoodo andar.
pera, visio celeste Fica sempre assim
diante de meus olhos I
Pouco a pouco voltou-lhe a sensaySo
da realidade e pensou entao em soccor-
rel-a.
Mas que podia elle fazer ? Olhou em
torno de si, procurando um regato, urna
cascata ; nada Tirou o leque e comecou
a movel-o docemente sobre o rosto da ra.
nha.
Ella couservou-se immovel.
O principe tomou-lhe a mao, suppon-
do-a fria ; mas ergueu se vivamente, re-
cuaado, sorpreheodido pelo effeito que
lbe causara e contacto dessa mao, doce e
tepido.
Chamou. Ninguem respondeu. Os que,
como elle, perseguiam o raptor da rainha,
em vez de tomar o valle, tinham seguido
o caminho direito.
Nagato voltou para perto da Kisaki.
Como que ella fizara um movjmento.
Ajoelhou-8e elle de novo e pozse a con-
templal-a.
A rainha abri os olhos, mas fechou-os
logo, daslnmbrada pela ;luz. O principe
inclinou o busto sobre ella.
Querida rainha, murmurou, eis-me
aqui !
Ella tornou a abrir os olhos e vio o
principe.
Ento um sorriso deliciosamente meigo
entreabri lbe os labios.
Centava um passaro. o
s tu, Yvakoura ? disse ella n'uma
voz branda. Erofin Gomo foi clemente
a morte reunindo-nos 1
Ah > xclamou principe ; estamos
vivos anda.
{Contina.)
Typ. do Diari*,, ra Duque de Gaxia*, 42
.

J
-

*
*>%J


Full Text
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