Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16723


This item is only available as the following downloads:


Full Text
/ ? .y -
1XXOLXXI
Domingo 9 de lullio de 1895
\rui:ito 152



PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE i SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgES NA FRAN- J
Por tres mezes adiantados. 85000
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
(5S000
30000
100
CA E INGLATERRA
Us Srs Mayence Favre & C.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Bftelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado .
Por trimestre vencido. .
Numero avulso de das anteriores.
161500
331000
9&000
200
ISSTBUCCAO POPULAR
1S17E3S DA SCZESCXA
POR
Gastao Tinsantlier
CAPITULO VII
CREADORES DE SCIENCIAS
BLAISE PASCAI. HUYGENSNICOLAU
I.KMEllY CfiELE PRIESTLEV LA-
VOISTER.
(Continuaco)
Poi vinle e dous annos depois da morte de
Pascal, que lu l XIV, Cedendo influencia le
Mine, de M.iinienoi), do rere Luchaise (1) e de
Loarais, .2, cuiuuit leu ssm negra hc^, no
noa do seu remudo e Dodoa d;i historia : a re
\ igaco do edito de Nantes (17 de Outuhro de
1695]. Todo o culto publico fui proh bido aos
protestantes; os seus sacerdotes loram expul-
sos; nao havia liara elles estado civil; os ti
lllua pjtliain ,-tr-lhes tirados e recebera eiluia-
p4o ile tneslres caihol eos ; a.juellis que tacitas
sem lugr eraui cotileiiinaios ;is gales.
Clcala-Sil em irezentos mil o numero dos
protestantes que abandonaran) a Franca, levan-
do pra o eslruogeiro as n ssas artes e a nussa
inaustna.
O rigor d'esta perse!U'cao ferio grandes sa-
bios. No numero d'esses, para nao cilannoe
seno os raais celebres, cnntani-se : Diii'u Pi-
pil), a respeito do qual fallaremos no segu
meiiio d'esta obra. Huygens e Ntcolau Leinere;
dos grandes trabalbos dos quaes vamos ocru-
par-nos.
O mainematico hollandez Huygens, (3i eda-
bru pelas suas grandes descebaras a-iioiiomi
ras phvsicas, nasreu na Haya, a 14 u Abril
de 1889. Depois de ler recebido de seu pu
urna iiislrurcno solida, esludou direito na Uni-
ursidade de Leyde, consagrando-se lanibem ao
escudo das ruailiemalicas e das s lencias j11 y
sicas, que tinham para o espirito d'elle OlOa
altrarcac irresisiivel. Beiu depressa se tornou
notavel, anda inulto novo, por memorias im
portantes sob'e as curvns geomeiricas. Aos
vinle e quatro at.nos, veio para Franga, entran-
do como professor de direito para a universida
Je de Ah t. De ralla a Hollanda, entregou-
se com seu irino Constaniino ao estudo da
ptica e da aslionomia, cliegnnlo con-iruir
um uculo astronmico, por uieio do qual deseo-
bro o primara wieflite de Saturn>.
Xo anno de HJ53, aos R d- Margo, diz Huy-
gens na sua bella obra De Saturm Luna., ob
ervaodo SalVM com o ineu tubo dmpinco
(uculo de 12 pos) descobn pela parte de lora
das azas ou bragos do plauela, para o occiden-
te e a uina instancia de tres escropulos (imnu-
lo-;. urna |i quena estrel a situad i p. uco mais
f.u menoi no plano das atas ( innel de Saturno).
Considerando que aqujllo poda muito bem ser
i):n corpo no genero oas quatro las di* Jpiter,
Uiarquel a posii.fr i respectiva de Saturno e d'a-
queli.i pequea estrella. Nao me engaara : no
da Rpguinte, a estrella tinha-se movido, e pude
as-im medir, nos di* immedtalos, a sua duslo
Ci gao n'um dado lempo.
(Continua).
(1) Jesuila confessor de Lutz XIV.
(2j M.uistro da guerra uo mesmo nnnar-
clia.
(3) A orlhographia d'esle nome t-m sido con-
testada. Huygens as-ignava os seus escripios
em latim-luijcnw. Em varias obras do seu
lempo, enconira se o nome escnpti indilTer^n-
teniente Uuygau uu Hugliens; mas. Bal carias
escripias, por suu prouno puulio, iii-se a assi-
guatura Huygens.
PABTE OFFICIAL
dioverno do Eatado de Per-
nambneo
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTICA,
NEGOCIOS INTERIORES E IN5TRUC-
CAO PUBLICA DO ESTADO DE PER
. NAMBUCU DO DA 5 D JULHO DB
S95.
tm ian Tel.-plionici liourgard, pedindo pa*
r nii'iiin iia assiu..tura 'lo lelephone a eervico
do orpo 'le Cavaiiana Informe o i.onuuan-
(Jante do lloro de Cavallaria
A !M'sii:a, pediodo pagamento da asignatura
lo appareliu teiepliotnco a'cargo d> 2." t;orpo
Policial ') l'iTi'tu no* termos do officio desla
dala S'. S-iretano ua PavslKts.
.1.1 i>|'iim Kii-10 Maia e gil**, Jui* do 2.t dis-
tri nii'iipal de Onnda, pedimio payamenio
u,- \.-iii-.inei:t'>s liefenrtii, com ollicio dosta
dala ao S'. S.-cretani d.i l'a/enda
Baraan I Luu Haibr.lbo Ucha Cavalcante,
JDi de Dtrctto do Municipio de Quipap, reque-
rendo um anno de lieenga.(lomo requer.
l'.irtirio Jos Vii-ira, senienciado, pedindo car-
lido. AO Sr. Uirecior do Presioio de Fernan-
do de N ironba, para mandar entregar au poli
rionarlo a c -rlidao junta.
Mara andida le fr'igue.iredo Santos, profes-
sora da Aula Pratca do sexo fe minino, annexa
a E.-C"ta N innal, requerendo um auno de ligen-
ra. Passe-se portarm na forma requerida.
O porteiro intprao,
Ilinnen'yitdo de Sii/uftra.
_-----------.------------
DIRECTORA GERAL DO TIIESOURO
Detpjcho dt da 5 de Julh > de 1895
Phili'meii'i .Sorberlo Gmues .e Moura e nto-
nio Martins Moreira.Informe o Sr. Dr adra-
ais rador da Recebedoria.
Mello &. Velloso, Puntual & R;zende.Volle
ao Sr. Dr. sub-director da ^uiitabilida le.
Albullo Jos do Canno, irji Uaetano de Mes-
3ina, Jos Machado Guimara s, Magdalena Mas
sula. Antn o Goedes Valente e Antonio Joa-
quim Cascao.A' s rcao do Conteucioso para
lazer as notas e devolver.
Joan Antonio da Co3ia Moreira.-Ao porteiro
para enregar ao interessado.
Alfr do Almei la <;., Jos Houvp, Mmoal
Candido d'Albuquer,ue, Sama 1 asa de Miseri-
cordia, niomo Francisco ua Cruz, Kelic ano
Jos lavalcante, Austnaltano Pergcnt no d'Al-
metda Andrade, (orr.panhia F. rro Carril Boa
Viagem, JirronytDO Tneoonio da Silra Louret-
ro. Companbia Progresso Colonial, Poniual Re-
Z'-nde & C, Helio & Velloso, ompanhia Ano
nyma Florestal. Informe o Sr. Dr. sub dire-
ctor da Contabtlidade.
Es rada de Ferro do Recife a S Fnncisco,
(uiltierme Degal, Jos Paulino < avaluante de
Aibuquerqoe Antonio Santos Villaga, F. P.
Boulureau. Mor ira da Silva C. Manoel Pro-
copio da Silva, Antonio Pinto da Silva &C.
Diga otSr. Dr. procurador fiscal.
Joo Mar ins de Andrade. Ao Sr. Dr. sob-
direclor para fazer 01 devidus aatentamentos.
ti
Jos de Mello e Uaaoel Har ins da Paixao
Oveira.-Informe o Sr. a lintnistrader da Re
Ceb doria.
ompaaMa de Lunoeiro -Informe o collector
de Timbaba.
Gustavo Ero stino da Cunha Galva^, Clara
O'ympia de Luna Freir, Arcenio Alfonso Pe
reir Borffes, Franciscu Catao dos Santos, Es-
irada de Ferro do Recife a s Pracciseo. la
forra 0 Sr. Dr. sub-director da nnt.ibili I Me
Eugenio Antonio Go'galves Pires.Ao Sr
Dr. con ador para os a vid os fins.
Jcao Firmino da Croa, rVlismina /Sljxand'i-
na o'Uliveira, Jos Ivo Augusto, Jos S >ares
Naves, Francisco >ntonio de Souza Ayres, ir
mandade de -S- B >m Jess das .-'ortis, Carlos
Alberto de Menezes, Pinto Alves & i..,nerdei-
ros dj Paulo l'ereira Stm'S, Anto lio Mana da
Conceigo, Guiiiariu'sj ..t C., Jofta da Silva Lei-
te, Jo .ij'iim da S Iva Barbosa, Agoslinho Jos
d;i Cosa e. A exandre Riirgues dos Anjos.
Diga o Sr. Dr. procurador fiscal.
O protocolista,
Francisco ildilino Ferrara.
CJiestara rolielal
SecgSo 2. -N. 14' Becrelana da Queslura
Policial di. Estado da Peruaiiibuco, um 6 de
Jullio de 1895.
Ao Sr coronel Dr Julio de Mello Filho,
mu digno Secretario da Justiga c Negocios In-
teriores.
Participo ven que forarn hontem recolh dos
Casa de Deengo os seguintes individuos :
A' minia ordein Mara Heliodora da Pureza
e uina inulber, cujo nome ignora-se ; esta v n la
do municipio ilo Cabo e aqu lia, de Sminliaeni,
ambas como alienadas, com destino ao respecti-
vo Hospicio. Joo da Rocha Barbalho, por crime
de oefloramenlo e Joventmo Eneas ua Costa,
preso rm fiagr.iule por iriiU! de leriuiMito.
A'oriem 00 rabdel<*gado da regoexia de
Sinlo Antonio, Joo Biptista de Barios L'raa,
cjuio desordeiro.
A' ordein do subdelegad do 2" dislrirt) da
fregue/ia Ua Uua- Vista, Jus Antonio da Silva,
como alien .do, afim de ter o conveniente des-
tino.
A' ordein do sublFgido da Magdalena, Porli-
rio dt Santiago, orno gatuno.
ommunicou-ine o telegad 1 e polica do
municipio de Goyanna que p eudeu e recolb)
cadeia do inesmo munic pi-, < dispo-
sigo do rspecnvo juiz de direito oS in-
dividuo* de Domes Loutvngo Jos Alves, Jos
Jorge da Costa, Amonio Biptista U.-z.-rra e
i;o*0>-i Thomaz da S Iva, os quaes se acham pro-
nunciados noarl. 301 do cdigo peni'.
Coinraunicou-me inda o delegado da polica
do municipio de Goyanna, qu no di.i 21 le Ju
oho ulllino, s 8 lloras ila 11 >Ute a em Ierras do
engenbo I'apirema de Baixo, daquelle mtinici-
p o, o indivi luo de nome IVanquilino Vieira.
desfecbou utn tiro de pistola em Salnsiiano Fe
lix do Espirito Santo, o qual ricou gravemente
ferido ev.idindo-se em i-egBid*.
Ni raesma occasio, Salustiano cora urna faca,
ferio leveraenle a Ftaucisco Viein,pu de Tran-
quilino.
Aquella autoridad* tomou conhecimonto do
faci, e prosegue as necesarias diligencias Con-
tra u criiiiinomi, que evadise.
No oa 23 de Junlio prximo rindo, 0 eida-
do uiajor Jos Ferreira da Silva Lima, reassu
ni 1 u o dxercicio do cargo de delegado de polica
do municipio de G jajina.
S Hi'le e fraiern laa.
' Pelo queslor, o delegado do 1" dislnclo la ca-
pital enearregado do expedante, Ral Teixeiru
Ltiie Cintra.
SECRETARIA DA INDUSTRIA2.a DI-
RECTORA
Inspectora Geral de Hygiene
M*Batel Joaquim Pessoa, reclamando contra a
intimarn do ur. Commissano do 3. districto.
Em vista da nforraigai Inleferido.
Forara considerados c:u conltges Bygienicas
para seren habitados :
Pelo Dr. 1. oinmissano do 3." districto, os pre
dios ns. 30 da ra da Soledade ; 51 da ra da
onceigaii e 19 da ru 1 da Imper.itriz.
Pelo D CoramiS:-ario do l districto, os pre
dios ns. 3 da ra das Flores; 5> da ra do
Fogo e o 3.' andar do predio n. 53 da ruado
Mrquez de Olinla.
Pelo Dr. Commissario do 2. districto, os pre-
dios ns. 35 da ra d .s Pescadores ; 7 da ru 1
CristovAo olorabo ; ~> 'a ra do Jardira e 158
da ra do Mrquez du Herval.
Secretaria da Inspectina Geral de Hyciene,
do Estado de Pernambac ; em 6 de Judio de
1895.
Apollinario A. Mera Henriques,
-ecreiario.
oel
SECRETARIA DE ESTADO l>OS NEGOCIOS
DA. INDUSTRIA
D'tpaeho do da 5 de J ulho de 1895
Fieldea Brolliers. pedindo pigainento da
quantia d 2">:633Sl40 importancia do ga* con-
sumido durante o IDez de Junllo Ultimo pnssa-
do.=Deferido, com olficio desta data, ao Dr.
Secretario da Fazenda.
Engenheiro Francisco Apoligorio Leal ex
i director geral da reparlico das Obras Publi-
cas, pedindo memoras da nnosentadorla de ac-
cordo com a le n. 114 de 25 de Junho prximo
Ando.Pedio-se nifortna^o ao Secretario da
'a/end.
Engenneiro civil Eillalio da Cos'a Victoria
sub-direcior da 2.* sub-direetnra da Secre aria
da Industria pdindO exoneragSo do cargo que
oceupa. -Sun.
Bacbarel Antonio de Pinno Borgas, pedindo
eliminago do apparelho da Campanilla Rer.ife
Draynage da .asa n. 16 sita ra da ReStiU
rago. -Nao pode ser attendido.
O porteiro,
^rcAias iafra.
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAJ-
BUCO
De$pachos do da 5 de J alliO de 1895
Delpaino Lopes da Uros -Certifique.
Josep Lili ain -Al* ecgo para os de'idos
j fins.
j Bernirdino Jos Pereira Guerra-Informe a
11* Secgo.
Manoel Francisco AlvesInforme a 1 Sec-
t gao.
O porteiro,
Custodio S da Silva Gnimares.
---------------?---------------'
QUARTEL DO COMMANDO DO 7* BATA-
LHlO DE INFANTERA DA GUARDA
NACIONAL DO MUNICIPIO DO RECIFE,
EM 5 DE JULHO DE 1895
Ordein do dia n. 2
Para conhecunen o de 10 ios os officiaps e
pragas, sob o met comraando interino, fago
publico que oesta data ii/.eram a proraessa do
est vio e totnaram posse dos postos para que
forara nomeados por Decretos do Presidente da
Repblica de 25 de Fevereiro e 8 de Abril ao
crrante anno os segrales olficiaes perleoceo-
tes a este balalho :
Capito a udante Luiz dos Sintos Agoiar.
1 apito da 1.* coinpanhia, Olyrapio Pinto
Dmaso.
Teaeote-secretario, Jos de Ges ravalcanle.
Manoel Thomaz de Souza, major-ncal cora-
maodanie interino.
O Congrsso Legislativo do Estalo de Por-
nambuco decreta :
Art. 1." Fica creado o Monte PioAbrigatorio
para todos os empregados do lsta.dodeclarados
na presente lo.
Art. 2. Formamos fundos de*a instituco :
1." Contribuices mensaes o jolas ;
2." PensOes extitictas;
3. Pemsoes proscriptas;
4." Pensos nao E.pplicadas por falta de quem
a ellas tenha direito ;
'>." Legados, doa beneficios promovidos o feitos pelos xidiros pu-
bucos, pelos intorcsstdos ou por estrauhos.
Arl. 3." Sao obrigados a contribuir para o
Monte-Po todos os empregados activos o inacti-
vos que percebatn'ordenado, sold mensal ou pen-
sao. i
nico Nao p^dem fazer parto do Monte-Pi
os que, nao sendo fuucciouarios eljectios, servi-
re:n interina ou provisoriamon'3 qualquJjL' etnpre-
go, nem os que exetcorein ^mplesmslto com-
inissao ad tempus ,,
Art 4." Os empregados ojeclaradoo artigo
anterior contribuirlo mensalirwito cor#a impor-
tancia de un dia de seu orderiido rnednanie des-
cont feito por occasiao do [lagamefito de seus
vencitnentos.
^ nico A contrbuico ser relativa ao orde-
na lo, peusao uu sold integral, excluidas as gra-
tili^aces.
Art. 5." Alm dessa contribuicao mensal os em-
pregados concorrerao,' nos dozo priraeiros mezes,
inais com a importancia da um dia, em cada inez,
a titulo de jota.
I nico E' licito adiantar a importancia da
joia pagando-a de urna s vez, ou em duas, tres
ou quatro prostacoes.
Art. 6.' O em pre gado que tivor augmento de
ordenado por qualquer circumstancia embora haja
pago ajua da ins ripea?, adiatuara, nos termos
do art. anterior, doze prestacoes alm da contri-
buic > mensal a que obrigado ; p >rem esse
adiantameuto limitai-so-ha dillersuca entre a
contribuicao correspondente ao ordenad > superior
e as doze prestacoes anteriormente feitas.
Act. 7." O que for apjsenado com ordenado
inferior ao que perceoia, pober continuar a pa-
gar a mesuia contribuicao, para deixar a sua fa-
milia a peusao mais. vantajosa. Limitan lo-se a
contribuicao ao ordenado inferior, a peuso da fa-
milia ser ua prop >rcao deste, soja quil fot* a im-
port incia com que ten lia coniorrido durante o
exercicio do emprego.
Art. 8 Quindo o contribuinte depois de cin-
co anuos de exercicio. fr privado do empreg),
por sentenca ou domijsao, p jioc continuar a con-
correr com a quo'a c >:n > d'a:;tes, alin ile que por
sua morte, a familia gose da pens^o correspui-
dente ; ma, se aquelle praso nao estiver vencido,
ser-lho-hao restituidas as contribu roes o presta-
ces da joia ja percebidas pelos cofres pblicos.
Si, entretanto, vier mus tarde a oceupar o
mesmo outro e nprego, se llie c miar o tempo do
exerjtcio anterior para complemento do sobrodito
praso da cinco annos, des le que rev,jrtam para os
cofres pblicos, da urna s vez, as contribuices
0 prestacoes restituidas na forma cima
Art. 9.u Aquello que tiverde cumpr r senten-
ga por motivos estranhos ao emprego assim
como o que acbar-se fra de exercicio deste por
outra qualquer cousa e nao puder durante esse
tempo concorrer com a quota, voltando ao em-
prego, indemnisar o Mmte-Pio por prestacoes
mus es, correspondentes ao tempo da interrup-
co do servico.
nico Si fallecer antes de satisfeita toda ou
parte da importancia das contribuices atrasadas
ser esta descontada na mesma proporcao d cada
penso mensal.
Art. 10.* O empregado que se demittir volun-
tariamente, depois do praso ixado no art. 8., po-
de r continua-- a concorrer com a quota que s
descontava em seu ordenado, perdendo o dir*eito
quando assim nao precoda passados dous mezes,
em qualquer tempo i por qua quer modo, as quan-
tias com que bouver contribuido e cessado por
conseguinte o direito do sua familia ponso.
Art. II. A' contribuigo corresponde urna pen-
so, que por morte do contribuinte devida fa-
milia declarada no artigo seguinte, na importan-:
cia de metade do ordenado do qual tenna sido
1 escontada.
Art. 12. Entende-se por familia do contri-
buinte parajus penso:
1." A viuva se nao estava divorciada e vivia
em familia; os ilhos menores de 21 annos, si j
nao estiverem emancipados por qualquer dos meios
legae3, e as ilhas solteiras que viviam na compa-
gina do empregado ou fra della com o necessa-
rio cmsentiinento, legitimos ou legitimados, se-
gundo a logislaco vigente ; sendo metade da pen-
so para a viuva e a outra metade repartidamente
paraos filbos o Albas aqu indicados. I
1." No caso de ter licado grvida a viuva na opo-
cba do fallec ment do contribuinte, far-se-ha a di-
viso da penso contando o lho posthumo ,cuja
quota ser entregue a ella, einquauto o contrario
' nao fr determinado pelo Juiz de (jrphos
2." Si o contribuinte ora viuvo estava divor-
ciada, si nao vivia com o marido e os lillios, si
tornar a casar, ou si vier a fallecer, toda a penso
sor repartida com igualdade pelos fhos e fillias
do contribuinte as mesmascondices cima.
2. O pao invalido e a me quer seja viuva,
quer nao tenha sido casada, si nao tiverem outro
amparo.
S 3." Os irmo-s menores e as irms solteiras,
quando nao si der a oxistenca de me ou pao as
condices do paragrapho anterior.
Art 13 Os pensionistas declarados preferem
unsaos outros na ordem em quo se acham collo-
cados e podem receber mais de urna penso. com
tanto que a importancia de todos nao exceda de
2-..JO0SOOO.
Art 14. Extingua-se a penso e reverte para
o Monte-Pio:
1." Com a morte do pensionista observada a
disposicodo art. 12 1 n. 2.
2." Com a maioridade dos filhos e irmos e
com o casamento das filhas e irmes do contri-
buinte.
Art. 15. Logo que o contribuinte complete o
pagamento da joia ser, por sua morte, devidida a
penso as pessoasque a ella tiverem direito.
Art. l. Si o contribuinte fallecer som ter com-
pletado a joia, ousem que esteja decorrido o praso
deque trata o artigo anterior, as prestces e as
coniributces j pagas, sero restituidas aos seus
herdeiros, si pertencorem ao numero d'aquelles
que a presente lei considera como pensionistas;
no caso contrario, porm, revertero para o fundo
geral do Monte-Pio.
Paragrapho nico. Esta disposico nao ap-
plicavel penso deixada pelo contribuinte que
bouver pago a primeira joia, segundo a hypothe-
se do art. 6., mas o pensionista s tora o direito
penso correspondente ao augmento do ordenado,
si houver sido pelo contribuinte preenchida a dis-
posico d'aquelle ariigo.
Art. 17. A importancia das contribuices e
joiasdos empregados que fallecerem som daixar
pensionistas, fie ir igualmente portencendo ao fun-
do geral do Monte-Pio-
Art. 18. A' faml lecerem quitos da contribuicao mensal e joia ser
abonada a quantia de 200*01)0 para funeral ou luto,
logo que fr reclamada.
Art. 19. As penses deste Monte-Pio nao esto
sujeitas em caso algutu a penhora, aresto ou era-
ba rgos
Art. 20. Inorroom prescripeo a penso que
nao fr roclamada no espago de cinco annos.
Paragrapho nico. Dessa prescripeo esto sen-
tas as p'nsjes dos menores, interdictos e outros
que pola legislaco vigente estejam privados da
direccio do suas pessoas e da administrafao de
seus bens. .
Art 21. Nos casos omissos nesta le ss recor-
rer ao Dect-ato n. 94 A de Outubro de 1890 do
Governo Provisorio da Unio. .
Art. 22. Fica o Governo autonsado a expedir
os Regulamentos e Inslrucces necessari;is para a
execuco da presente lei.
Art. 23. Revogam-se as disposices em con-
^ Senado do Estado de Poiambuco, 28 de Junho
de 1895. ^ '. 0.
Francisco Tei|eira de Sa,
Presidirte.
Herculano Bandeira de Mello,
1". Secretario,
Joo Baptista Regueira Costa,
2". Secretario.
Palacio do Governo do Estado de Pernambuco,
em 3 de Julho de 1895.
Alexandre Jos Barbosa Lima.
SENADO
39a SESSO ORDINARIA KM 1.'de junho
de 1895
Presidencia do Exin Sr. Dr. Francis-
Teixeira de S
ntinuaco do n. iy)
(Con
rsolugo
dos pelo
1895. PAKECE.R N. 92
A 2.' '"ommissao tpndo-oresente a
iniciaa na Cmara .109 S-*. Depiji
prtiji'do n. 88 Ueste auno, de parecer que "-ja
a topiada oos termos em que Se cha cutte;-
bida.
Sal da ComraiFOeJ do Sanado, 1.a de Ju-
nno de 1895
.lutonio P'rnimbuco.
Eduardo de Oliveia.

O CONGRESO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PEttNAMBUCO RESOLVE :
Art. Uoico. Fica el^vnda cathpgoria de
ciuade a villa Ue Serinhaem com a mesma de-
notnmagao.
Cmara dos Depulados do Estado da Pornam-
bucj, 30 >le Maio de 1895.
Jos Marcelino dt Rosa e Silva,
Presidente-
Ceho F. Hmriiiuei de Sousa,
1." Sec-elano.
A/fonso de Barros CavaUunte de Albuquerqie,
2* Sec-etano.
1895.-PARECER N 93
A 3" Commisso a quim foi presente a re-
solosoiQciaiU di Caroari; dos S'S. Depnlada*
pelo projcto o. 94 deste anuo, de perecer
que eja awpiatla nos termos em que se acha (
concebiJa.
Sata das Coatnisses do Senado, 1 de Janno
d-1895. .
Edui'di deOliveira.
O CONGRESO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE rVllNAMBUCoi. RESOLTE !
At 1 *. Fcmd extinclos 3*. dividas prove-
nientes de cargamentos da cidad do Recife,
anteriores ao anuo de 1880 a que nao se acham
escriptumdos no Theaouro
Art. 2 Revogam-se as djsi03it;e3 em con-
t amaMdni Depulados do E ado de Pernam-
buco, :W de Mho de 1895.
Jus Marcelino da Rosa e Silva,
Presidente.
Celso F. 1nrique* de Souza,
1. Secretario.
Alonso de Barro* Cavalcante de Albuquerque,
2. Secretario.
1895. -PARECER N. 91
A 4" "ommissSo, a quem foi presente a re
solucSo iniciada na Cmara dos Srs Deputa los
pelo projecto n. 12 desle anno, de parecer
que seja adoptada nos termos em que se acna
concebida.
Sala das CommissOes do Sealo, 1 de Junno
de 1895. M
Albino Jos da Silva.
Luiz Salizar Moscoso da Yeiga Pessoa.
O CONGRSSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, RESOLVE :
Art. i. Pica o Gorernador do E*fc:do antn-
risado a despender a quamia de 40:0 wwu
pra caaattsca3 d'afjaa do lufr Brejo Novo
ou Qaandus para a cidade de uruar.
Art. 2." Revogara-S as disposiges em con-
trario.
toara dos Kepu'adn* du E buco, 25 de Maio de 1895.
Jos Marcelino di Rosa e Silv,
PreaMen'fl.
Celso F. llenriques de Ssuza,
1." S-*ereiartO.
de ttirra* Cavatanlede Albuquerque,
2. Secretario
Affonso
1895 PARECER N 95
A 4\* Comtuissao a quem fot presente a reso
luca inicrada na Cmara dos Srs. Diputados
pelo pr ijeclo 11
21 ilesie anno. de oarecer
que neja adoptada no< termes em que se acha.
Sala das CommissOes do Senado, 1 de Junho
de 1895. .,
Albino Jos da Silva.
Luiz Salizar Moscoso da Veigi Pesia.
O CONGRSSO LEGI^ATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, RESOLVE :
Art. 1." Fica o Governador do Estado auto-
risan a disnender a quaotia de seis contos de
reh (6:003S090) con a concluso dos trahalhos
de que neccessita a asa de -arilade, na cida
de da l'aruir.
Art 2 o Ftcam revogadag as disposiges em
contrario.
Cmara dos Diputados do Estado de Pernam
buc 25 de Maio de-1893.
Jos Marcelio di Rosa e Suva,
Presidente.
C/sj F. Henru/ues de Souza,
1." Screlano.
Affonso de Barro* Cavalcante de Albijuerque.
t* Sicrelario.
1895.-PARECER N- 96
A 4.' Commi**o a quem f-> presente re-
solucSo inioiaU na Cambra dos Srs. Depotados
pelo projacto n. Binaste anoo,d partir
que seja adoptada, nos termos em que se aooa
conceb la.
Sala das CommissOes do Senado, 1 de Juat
de 1895.
-1/itRG Jo* da SiUa.
Luiz Salazar Moscoso da Venja I'essa.
O CONGRSSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO RESOLVE :
Art. 1. Fica o Governador do Estado ama-
nsado a dispender a quantia necessaria com os
concertos e melhoramenios de que necessita-
reni as estradas de roddgem e pontes do Es-
tado.
Art. 2. Revegara-se as disposicOes em con-
trario.
Cmara dos Deputa los do Estado de Per-
oambucu, 25de Mato de 13.
Jos Marcelino da Rosa e Silva,
Presidente.
Celso F. llenriques de Sniza,
l.' Secretario
A/fonso de Barros Chivateante de llbuqaer'\tc,
2. Secretario.
1895.-PARECER N. 97
A 4.* Commisao, a quem foi presente a r&-
solucao iniciada na teman dos Srs. eputa-
dos pelo projecto n. 53 d'Ste auno, Je pare-
cer que seja adoptada nos termos era que se
acba concebida.
Sala das ommisiiOes do Senado de Percatn-
buco, 1 de Junho de 1895-
.1/6!) Jote da Silva.
Luiz Salizar Moscoso da Yeiga Pessos..
O CONGRSSO LEGISLATIVO DO ESTAD9
DE PERNAMBUCO RESOLVE :
Art. 1. Fica aulorisado o Governad.ir do Es-
tado a dispender at a quantia de Tinte contos
de reia com a construyo de urna cade 1 oa
cidade de Barreiros.
Art. 2. Revogam-se as disposices em eos*
trario.
Cmara dos Depulados do Estalo de Pernanr
buco, 30 de. Mno de 1895.
Jos Marcelino da Rosa e Sitia,
Presidente.
Celso F henriques de Souza,
1 'Secretario.
A/fonso de Barros Caval ante de Albuquerque^
2 J Secretario.
1395-PARECER N 98
A 4 Toraraissao, a quem fo pe-seo a a ra-
s )liii,ao in ciada na Cmara dos Srs. Deputa-
dos pelo projecto n. (il deste anno, de pare-
cer que seja adop ada nos termos em que a*
acha concebida.
Sala das C mmiaiOas do Sanado, 1 de Juoi
de 1895
Albino Jo' da SHva.
Luiz Salasar M acoso da Yeja Pems.
O CONGRSSO LEGISLATIVO DO ESTADO DE
PERNAMBUCO RESOLVE :
Art. 1. K ca o Governador Uu Estado autori-
sado a despender no Crrenle exerc Co, a quar
t a de 30 contos de res para a constroegao de
urna cadeia na cidade de Tirubauba
Ar 2 Revogam-se as d spositO s em coa-
traric.
< amara dos Depu adns do Estado de Pernam*
buco, 25 Ue Maio de 1891
/' IfnrrWfnr >- A^oi* c Oliva.
Presidente.
Celso F. lenrqu' de Souza.
1 Secretario.
Affons de Birros Cavilcanti de Albuquerque^
2* Secretara.
1895-PAREC N. 99
A 4.a '"oraiiiis-o a quem foi presente a reso*
lugau iniciada naoCuara dos S*s. Dr-pu ados
pelo projecto n. 101 des e auno, de pirecer
que seja adoptada nos termos em que se acha.
Sala das Uotumisses do Sonado, 1. de Ju-
nho de 1895
Albino Jos da Silva.
Luiz Salazar Moscoso di Yeiga Pessia.
CONGRSSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, DECRETA :
Art. I." Fica o Governador 00 Estado auto-
nsado a aol citar a interrenfiao do Ministro a
Secretar o dos Negocio do Exterior para a d-
Jiinu ao dos oaus sobre a .mportayo de aasu-
car des e Estado as Repblicas dp U-uguay,
Argentina e Chile, ptdendo para eSle fim. as-
sutntr compromisso de favorecer a mportar;3o
oes e Es ado, do trigo e do Xarque, provenien-
tes d'aquellas procedencias.
Ait, 2' Revgam-se as d sposifes em contra*
rio.
amarados Depu adoa do Estado de Peroam-
buco. 30 de Maio de 1895.
Jos Marcelino da Rosa e Slra.
Presi'lente.
Celso F. Henrc/ves de Souza.
1.* Secretario.
Alfonso de Birros Cvaletnti de i'buqucrque.
2 Secretario.
' O Sr. Presidente -Devo dar con"eci-
meo:o ao Senado de um tacto, de in eresse
para elle, aft u de que o iome na coosideraci-
que merecer.
Nao est presente o Sr. Senador Albino Met-
ra...
OSR. EDUARDO DE OLIVEIRA :-Re rou-
se.
OSR PRESIDENTE :-..-. qu-m se refe-
re o documento a que ma vou reportar. Dse-
jaria nquerirdelle se esse documento an-
illen ico, antes de o apresentar ccosid raca
da Casa : mas. ao mesmo lempo, nao posso dn-
vidar da sua au henticidade, porque acha-sa
transcripto no Diaaio Oficial de 2 do raez pas-
8ado.
E* o caso, que o Sr. Sanador Albino Me ra
dirigiu li Cmara dos Depu alos Federae? urna
representaso animosa contra o Governador do
Esiado e contra o Congrsso e, o que ma s ,
diz udo-se nesta representado Presidente do
Sinado I e arguindo-nos de piocedimen'.e irre-
gular e cr minoso na verificacio dos nossos po-
deres.
En re anlo, como o Senado sab o aa-mo Sr.
Senador lera aqu collaborado comno quer diier que ha reconhecido a legiltinidade
esla corporacao
Es.e proceduneato nao i5 comp ivel com a
d goidade poltica de um represen ante do Es-
ta o.
0 SR. EDUARDO DE OLIVEIRA :~Apo a*
do.
0 SR. PRESIDENTS: Suppondo que est Se-
nado nao funecionagso legiiimamenle S. Exc.
nao deva fazer parte >l lie, e si fI parte do
Senado, dignamente no pode arguil-o de cor-
poraco iliegitlma e intrusa.
Passo a ler diversos tupeos da^ dita rapre-
sentagao, os que se re :reiu au Sanado ; porque
desies que desejo que elle seja s-ibedor e o-
me a delibera.o que sobre o assutuplo enlea-
ler conve iente. (W) :
Escuso ler o que o Sr. Albino Metrr- com re*
la^o ao illusire Govtrnad r do -s ado.
Occupouse da uull dade da eleigao por fal'a
de representac*-0 das roinona-qs}krj qoe ji
foi vencida com cieticia e pacienaiv m->, por
que coatiou a fazer parla desta corpo a,&o.
-
Lj.
r mtttB 1
i

1


* -.
~~ 0

Diario Domingo 9 de Infln
cito

Falla tarabem do reconhecimento de poderes
argundo o de inconstitucional, porque proce-
demos contra o addlivo que o Sen ido liniia lo-
t-ido para ter effo to re roaclivo, como perfeila-
taiuentii se explicou no parecer da 1* Comm f
5o de Poderes.
Aflnal, termina d zendo. (16) :
O mais, que accrescenla, se reduz a islo (t.
E* o que me compre expor no desempenno
do rneu ever de Presidente (leste Senado.
O Sil ANTONIO PFRNAMBUCO:-, Nao de-
volveu o seo discurso. )
O SU ERVIUU) COUTINHO :-( Sao devolveu
O seti discurso.
O SR PRESIDENTE: O nobre Senador re
coohece que eu proced correctamente, lomando
em coosiderago o requenuiento leito pelo il-
luslre Sr. Dr A. Pernambuco, no intuito de tc-
legraphar Cmara Federal dos Srs. Deputa-
dos, protestando contra a represeutaco ao Sr.
A. Meira. ,
Enlendo que o requenmento nao esia inhi-
bido da apreciago do Sjuado.seja qu-il for o
assum|) o de que elle se occupe ; lauto mais
quanto este rtqueriinento di respeitu a objeclo
de ntercsse do Senado.
O SR. A. PERNAMBUCO d ora aparle.
O SR. E. COUTINHO : Ac o tnais razoavel,
9r. Presid-nte, qu V. Esc. na hora do expe
diente ponha i-so en discu^sao.
O Stt. PHESInENTE:-Depos de feito o
requenmento, caba subiueltcl-o deliberago
do S*n-do
Consultado o Senado, approva o r< quertraento
do Sr. Au'onio Pernambuco.
Vera mesa a eimitiie declaracao de voto :
< Declaro que votei contra O requeriinenlo do
Sr. Senador Antonio i'eruainbueo. E. Coiit-
nho.
Nao havendo mais qu^m qurira ultltsar-se da
palavra na hora do expediente, passa-se
ORDEM DO DA
Approva-se sein debate a eiuenda n. 5 apre-
sentada em 3' discusso ao prujecto n. lo'
d'estc aono ( Conservatorio Musical, i indo o
projecto, assim emendado, 5* Coiaunssao,
para o redigir.
Sao approvados em 3* discussao, sem debate,
os pareceres os 67 e 68, indo i 5" commissao
para os redigir : este aulorisando a despender-
se 20:0008000 com os coocerius da ponte Pi"
rauhira, coustruccio d oulra sobre o rio Cap
baribe e reparos as estradas que v5o de Pedra
Tapada a Lnuociro e Victoria ; aqueMe Oto-
risando a 'depender-ee a quaalta precisa para
' a conslrueg&o de utna estrada de rodagein de
Gamellcira a Burreiros,
Subiuettido 3" disussao o parecer n. I
< projecto da Garuara n. 3 delta anno ) que au
lorisa a reforma do ex-sargento Joa -mac no
Pues de Carvalho e rafuao da reforma do ex-
capitao Jo' Antonio Pereira de arvalho,
adiado por 8 das a requenmento do Sr liriu to
Couti.iho, que requereu e obteve se solicitarse
da i-amara dos ivpulados documentos que
originara esta volago. _
Approva se era 3 discussao, sera dbale, o
Darecer n. 7o' que restaura a lei n. U->0 de la
de Junho de 1895, nido a 5' lliwln para o
rediir.
Entra em 2' disrnsso e e approvado, sem
debate, o parecer n. 77 que mana perteucer ao
Municipio de Bonito os eugeiihos llha das Flo-
res, Peda Firme Tigre, Rio Uranco, Flor da
liha e a U*ina Pedrosa.
Subraelten lo se 2" discu*so o parecer n.
82, addiado por 21 boras, a requeriutento do
Sr. Constancio Puntual.
Esgoa-se a ordem do da
O Sr. Presidente era seguida Infanta a s"ssa >,
designando a segrate ordeni do da :__3." di
cussiio dos pareceres 58, (ij, 73, 74, 7o 88, 2*
dos proje los ns. 17 e 18 desle auno.
40.a sesso ordinaria em 3 de junho
de 1895
.Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francisco
Tcixeira de S
A'hora legal, feia a chamada, veri ti cando-se
ostarem present-s os rs. Regueira Costa. Her
culano Ran letra, Harto d Naarelll, Albino
Suva Salazar Hoscoso, Teixeira de S Eduu-
io de Olireira, Constancio Pontu>l, aIDioo
Meira e Enmno Couiinho, o Sr. Presidente de-
clara abarla a sesso.
Falta cora participarlo o Sr Serra alamos.
E' lula, endo approvada sem debate, a acta,
da seasto niecedente.
O Sr. Io Secretario procede leilura do se-
grale Ex ediente :
l"m oilicio do Dr. Secretario da Fazeida de-,
volvendo informada a peticiio de Jos Francisco
do ego Harreto. A quem frt a requisigao.
Onlrn do I nncplho MllIllCI [lUl de CanhOlInllO
informando favoravelmi-nle soore o |nvj 15 desle Senado.A quera fez a requesigao
Outro do Io Secretario da Cmara dos De p-
lalos da J3alua enviando o* Annaes da Cotisii-
tutnle e os da referida -amara em 1894.-A
archivar. .
Pa rio. .
SSo fubm^ltrdos a dlscoacfto e approvados
sm debate os pareceres, ja imprassos no Jor-
aai la asa ns. 87 e Si, redigiudo as resolucoes
Dictadas na l"amara dos Sis. Depulados pelos
nrojectos ns. 22 < 2.' deite anuo.
Sao lidos, nido a nujrnnir, os seguintes pa-
receres, couclundo o de u. 100 pelo s.-guiote
proii-cio : __
18)5-PBOJE.TO N.20
A 3 Commistao, a que foi presente a pe -
Viagem, erecta no povoalo do mesmo nome,
solicitando disp'-n*a lo pagameolo da impor-
tancia de 3:5378000 de que C aioda devedora a
Faze da do Estado por imposlos de decima e
de inao mora, compremeiiendo-se a edificar
um cemiierio publico afastado da povoayao,
condicao iodispeosuvel pa mesma povoagao, de parecer que seja a peli-
cionana attendida, pelo que aprsenla o se-
guale p'Ojecto.
O CXOKESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, RESOLVE :
A t. nico. Fica a Irmaiidade de Nssa Se-
nbora da Boa Viagetn, erecla no povoado do
do mesrao nome. dispenaada do pagamento da
importancia de 5 J37S00D, da qual anda de-
vedora a Fazenda do Esiado por irapostos de.
dcima e de mao mora, coiu a eondico, uo-
rm. de edificar um Ciinileno publico aasmdo
Ja dita pnoaca.
Revogam-se as disposices em contrario.
Sala das Goramisses do Senada de Pernam-
buco, em 3 de Junho de 189o.
intomo l'ernambuco
Ldtiurdo d* (Micti-U.
liaia dt Nazareili.
18?5-PARECER N. 101
A 3' t'ouimiesuo, a quera loi presente a re-
solucao iniciada oa Cmara dos depulados pelo
projec'.o n. 78 do correle anno, aulorisando o
iovernador do Estado a levantar um empresti-
mo a c 50D.000S00O applicaveis a coosiruevao
de um passeio publico ua Capital, de parecer
que seja a dita resolucao adoptada tal qual se
acba.
Sala des comuiisses de Senado, 3 de Junho
de 1896
ylnlonto Pernamouco.
Eduardo deOiveira. .
llardo de Sazarelh.
O CON'GRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, RESOLVE :
Art. 1. Fica o (iovernador do Estado auto-
risado a levantar um emprestimo al 500 0008
applicaveis construccSo de um passeio publi-
co na capital.
1 As apolices. de 100. 200 e 500 ris de
pequeo formato a ao portador, vencerao o ju-
ro annuo de 5 |0 e scrao regatadas na propor-
c,5o que couvier ao Estado, dentro de 10 an-
o >>.
2." O Thesouro e Collector as ficarSo en
carn gados da collocacao do emprestimo ; res-
gale e pagamento de juro, que ser feito an-
nualraeoie aos portadores dos apolices de 200
500 rs. e de dous em dous aonos aos d 100
ris.
Ari. 2 Revogam-se as dsposicoes em con-
trario.
Cmara dos depulados do Estado de Pernam-
buco, 20 de Maio de 18S5.
Jos Marcelino da Ros i e Silva,
Presidente.
Celso F. Henriques de Souta.
1 Secretario.
Alfonso de Barros C. de Albnquerque
2 Secretario.
1895PARECE N. 102
A 5' Commissao a quem foi pn-sente a reso-
lucao iniciada na Cmara do* Srs. deputaio-
pelo projecto n 76, desle anno, 6 de parecer que
seja adoptada nos termos em que se acba con-
cebida.
Sala das Comraisses do Senado, 3 de Junho
de 1805.
Bardo de Sazarelh.
llegticira Costa.
r. Constancio Ponina!.
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PEHNAMBUCO, HS0LVE:
Art. umeo. Pica.concedido a -lara Umbelina
da Resurreico dipensa da idade para matriro-
lar-se na Esco'a Normal.
Cmara dos Depulados do Estado de Pernara
buco, 30 de Maio de 1895.
J a Marc-slino da Rosa e Silca,
Presidenle.
Celso F. Hent'ique de Suuza,
1 Secretario.
Alfonso de Barros C. de Albaquerg te,
2 Secretario.
1895-PAR lCEIt N. 101
A 6 Commissao, a quem foi pres-nle a reso-
lugo iniciada neste Senado p"lo projecto n. 16
do correiite anno, emndalo era 2" e 3 discus
sao e nesla npprovada na sesso de 1 do cor-
renle, de parecer que se Ihe d a seguale re
daocto :
O CO-VRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO RESOLVE '.
Art. Io E' creado tiesta cidade um Iustiiuto
de Instruryao Musical que, > >i a denominaba
de i'.onservalono Mu-ical de Pernambuco, tein
por lira o ensino completo de msica em lodos
os ramos da arte.
Ar:. 2. O curso da* materias do ensino ser
de 6 annos e dividido era 3 series de 2 anuos
ca la una.
Art. 3" O Conservatori > poder ser frequen-
tado poraluuiaos de ambos o< sexos, exismdrj-
se para matricula na 1* serie i idade de 10 a 15
annos a as demais d- 15 20 annos
Art 4. No Rgolamenio, que o Governsdor
do Estado expedir, serio distribuidas as (Bale-
ras que deveiu consumir cada uma das series.
bem como as condiie* para a matricula dos
alumnos, a era das meucionadas no anigo ante-
cedente.
Art. 5 o As primeiras nomeac-iS de professo-
res sarao felas peio Gavernador uideyendeate
de concurso que, entretanto, se tornara nce-
sario as que se seguirera depos da organisa-
gao do Insiitulo
fuico. No proviraeiilodos lugares de profes-
torea sera penn.ttido coniractar, por lempo de-
terminado, algum eslraneiro, na hypothese de
nao se encon rar no paz brazleiro que nos3a
preenclnr o luyar em igualdade de eobdifoea,
Art. 6." O (iovernador se entender coiu a So-
ciedade dos Artistas Mchameos e Liberaos pira
o fim de funccionar < Instituto no edifi :io lo
Lyceu de Artes e Offieios, nxntionie urna sub
vnco nao excedenh- de 2:400,i030 annuaes.
Art. 7." As despegas com Instituto nao po-
derte exceder de 60:030$000 annuaes. para o
que tica des leja o Govemador aulorisado a
abrir o crepito it'-cessano.
Art 8 Revogara se as disposices em con-
traro.
Sala das Comniss's do S ni lo, 3 de Junho
le 1895. Regae'ira Cosa. Baio de Sazare.h
Ur. C.sl'inao l'oniu-'l.
1895 PARECER N. 104
A 5* '"omiuisso, leudo oresenle a resolucao
iniciada na Cmara dos Srs. 0-putados pelo pro-
jecto n. 2s desie anno, app>ova la era 3* >ns-
cus^ao neste Senado, 6 Je parecer que se Ihe di
a s-"gutni redaccao :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO DECRETA :
Art. 1." Fica o Governador do Estado auto
risada a despender, ilonipo do correnle exerci-
co a quantia necesiana para as sesuintes
obra*: uma estrada de rodagein que partindo da
villa de Gatnelleira cnnduia cidade de Bar-
reros, e una ponte no klgar uiais conveiueuie
do no Una.
Art. 2. Os estudos precisos para a reahsacao
das uieiicionidas obras serio approvados pelo
poder comp-t'tile. tepois do que dar-se-ba co-
mec. aos resolutivos Irabalhos, seraullanea-
inente, nos dous pomos a que se dirige aquella
estrada.
Art. :}.- Revogam-se as dispo ic5es era con
trario
Sala das r'.ommiss6es do Senado, 3 de Junho
de 1895. Regueira Cosa.-Bard da Sazareili
- Dr, Ponlual
K3 15 I" AB EM S. IOS
A .V Commissao, a quera foi presente a reso-
lOga iniciada, saleara, na cmara dos Srs.
iiepulados, pelo projecto n. 3i approvada em
3* dis'usso neste senado, de parecer que se
Ihe d a si-suinle redaccao :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAVBUCO DECRETA
Art. 1. Fica o Governador do Estado nn-
tonsado a despender a cuanta de 20 OO3SOO0
com os concertos urgentes, de que necesiia I
ponte d-nominada Pimuhira. a conslruccao de
urna ponte no Riach" Carapcho, povoagao de
i'edia Tapada, e os reparos precisos as estra-
das qu-, no municipio de Limoelro, seguir des-
sa povoaco pata a cidade desle nome e a da
Victoria.
Ar. 2." Revogam-se as disposices em con
trario.
Sala das CommissOes (o Senado, 3 de Junho
de 1895. -Regueira Costa. Bardo de Suzrelh
-r. Ponlu-U
1895-PARE ER N. 10J
A 5* Camoissao, a quem foi presente a reso-
lucao iniciada, este anno, na Cmara dos Srs.
imputados pelo projecto n. 70 e.approvada em
3.a .iicuss5o neste Senado, dpaiecer que se
:lie d a segutnte redaccao :
O Congreso Legislativo do Estado de Per-
naitibuco, decreta :
Ari. 1." Fica restaurada a lei n. 1180 de 12
de Junho de 1875, que creou nesta capiml o ol
ficio de 'orador eral de orphaos e interdictos;
sendo o rsped vo servcnluano vitalicio e net-
c.ibendo 3:00S0OO de ordenado e 1:6005000 de
gruiiii cacao.
nico. Os omolumentos devidos ao referi-
do luuccionano consti uir&o renda do Eslado e
seao cobrados em sello p los esenvaes jle or-
phaos, na forma do art. 65 da le n. 15 de 14
de Novembro.de 1891.
Ari. 2." Revogara se as disposices em con-
trario.
Sala das Commisses do Senado, 3 de Juabo
de 1895.
Begueira Costa.
Bardo de Nazaretk
Dr. Constancio Ponlual.
O Sr. Albino Meira-Sr. Presidente,
ped a palavra paia fazer uma reclamaco, ou
aniee, para urna explica&o pessoal; e, confor-
me o que se passar duraute esta reclamaco ou
explicacdo, eu apreseatarei ou deixarei de apre
tratar Casa o requenmento que tnho em
mao.
Lendo a pubhc.ijo dos 'rabalhos desle Sena-
do relativos ao da de sabbado, publicagao feita
no Diario de Pernambuco de hontem, vi urna
l -ia referente minha pessoa.
No hiaric de Pernambuco de hontem depirei
com urna comiuunicjvao feita ao Senado por V.
Exc, communicagao que me diz respeilo e,
como me parece que ba, nos termos em que
ella loi concebida, algomas injusticas feita a
minha humilde pessoa, venho reclamar muilo
respeilosamenle coaira essa injustica, desfeiia
a qual denarei de apresentar o requertraen o,
que tenbo em mos.
Coramunicou V. Exc. ao Sonado ter eu diri-
gido uma representag o ao congresso Federal,
na qual me dizia Presidente desle Senado.
N o exacto islo. Permita V. Exc. que eu
corrija esta expresso.
N sabemos que ba em Pernambuco uma
doaJidade de Senados, e eu coutno a reputar
me Presidente de um delles, mas n&o deste.
Nao porm, esse o ponto principal de coi
nhas observaces.
O objecto desta representacao, V. Exc. que a
leu sabe, foi provocar da pare dos poder s Fe-
deraes, uma 3elU&a legal para o conflicto po-
li ico de Pernamouco, porque esiou informado
de que a Cmara dos Depulados Federaes co-
gita de dar uma solocao a estas questOes esta-
ouaes.
Pensara nns que devem ser dec didas nypo
theticamenle, islo cada uma de per si, e, pen-
sam uros que devem volar ama lei que viras
m
de padrao solugo de todas ;*e a minha r
presenta^ao nao leve ouiio objecto sinao ped
ao Congresso que apresse essa S'tluyao : enten-
dendo eu que deve ser d, la do um modo geral
e nao individual,
V. Exc. nao informou ao Senado o facto tal
qual elle .
O assuapto da representacao foi pedir espe-
cialmente ao Coigresso Federal, a volacao de
urna le cranlo ura poder competente, um tri-
bunal, ou seja o que fe--, esiubelecvu lo uiua
uUtoridade incumbida de, em OOUle da M, re
solver es e? Conflictos, pira que.e les o)o con
linuem a ser resolv ios. como lem succedido
al hoje: pela fuigi armac.a.
Disse V. Exc.Sr. Presul-nls, que, em minha
representacao, eu iintia i-ito a este Senado ar
guicfteg injustas e IN VERDINAS.
Ora, Senhore, eu esloi muito acosturaado a
O ivir laxar de injustas a; ininhas aecusiges.
de vilenla*, de palZOM las e. a (s. mesmo, de
desbaratadas, comoaqm ja se Fes.
N ida disto, porm, me te:n incoramodado :
um direito dos a iversar os julgarem as o,>l
ujs djs ounos conforaie enlenderem que o
Derecera.
O que eu nfto no*so permitlir, porra, sem
vehemente protesto, que me aecu-e u de inve
ridteo.
Este foi o termo qu; rae maguo:, e que eu
nao posso Jeixar pissar tem reparo, sein exi
gir a man cabal exiilicayo.
l'ma arguigo, una accasagao invendica, V.
Exc. sabe bem o que ; u lamo assun que an
upo/, uu njiiiiiou a esse aijectivo inoerid .uljeclivo injustas.
Cjiii e.l'e.ti, eu poSSO fazer aecusaces iniO
violenlis, muilo apaixooadas, muilo injustas f.o
modo de apreciar ua faolo, ou tal e tal laclo:
posso a um faci dar qual catvos que elie nto
mereca, ClllO, uor exeinido, dlzerlilO Ull
mcm lalo, lato 6 u:na denlioaestidada ; e, ne*ie
caso, as unidlas aureciag'S podem ser OOBI
lera las uijusias, violenta) e at erradas. Mas
t;t ver id lea a aecu-aga que versa eobre faoos
^iayliiariis sobre laclo que niis se deram ; <
quaudo se inventa um f.iClo para, por raeio
delle, acensarse al^uein (Apwts).
Si nao fui esse.o pensauenio que V. Etc. leve
era iiieule quaudo dis-e. que -cu fiz a este Se-
nado aecusaces t/iiindic..; 81 nao foi este o
i'nsainenio de V. Exc, d sejaria que V. Exc.
para |. lermo a esle acdenle, que poiera
lomar iTjpoiges desagra lavis, OdlMesse; e
retirando esta expresso, eu dcare salisfeilo.
O SU. PREllENTE :-Quer j explica'.-es?
O SIL ALUINO MElItA :-Quero, sira, para
saber DoflBe devo p oe-Her.
O SR. PRBSIDENTK : -Era preciso que eu
lesse a represeniagao luda.
u SR. ALBINO MEIRA: Nao estou c>a-
inan lo, nito esiou convidando V. Exc ja para
a dtscussao da rupresenlacao. (.!;< ir.vs;.
Nao fui bem coraprelun ndo : vou me fazer
coinareliender melhor.
Nao es ou chamando V. Exc. j para a Jiscas-
sao da represenlag.lo...
O que quero saber 6, si quando V. Exc. eai-
pre^ou a expressa nve^idicas quiz realmente
dizer que eu tinha attnbuido a esle Senad>
facios que.elle nao praiicotl.
O sil. CONSl'ANCIO PONTUAL :-Exacta-
mellle.
O SR ALBINO MEIR V :V. Exc. trace o
modo porque devo Conunujr esta reclauago.
O SR. FRE-IUEN1E : O que eu quiz dizer
foi isso mesmi que V. Exc. lallou a rer-lue.
0 SR ALBINO HEIR/Li-De ouvir que tu
fui aceusado pelo Sr. Presidente de ter tllalo
verdade, de teraecusado este Senado de lacios
imaginarios, de factos que elle nao pralicou.
(Afartet). ,
Seniiorex, isto muitc grave, islo muito
serio Da cavalheiro de honra nio faz a ouiro
cavalhetro de hmira a Cisages desta urdeti,
sein ter em raaos a prova. Eu espero que seja
exhibida essa prova. para que o Sena to joL'Ue
si realmente praliquei o ocio de que sou aecu-
aado.
Eu nao admiti lergiversages n'este ponto :
ou eu pra iquei a deshoueslidade de ultar
verdade, ou o Sr. Presicente ser obeigado a
retirar aquella expresso. O Senado decidir,
S Ec provocou O Sen.do, de ura modo nao
positivo, verdade, mas muito significativo, a
se pronunciar sobre este assumpio: si quera
unlia leiiu o que V.Exc. me aiiribuia, eia digno
de fazer fiarle desta corporaM".
Porque v- Exc. a<:abou j seu discurso disea-
do, que o Seuado julgasse t si quem ceden era digno de ser Senador do nado .
Foi, |ioi-, V. E i|ue8iao nes.e ponto.
V. Exc. cousiitoio este Senado juiz nesla
qo-'siau. l-'oi V. Exc. qel: convidoo esia Casa
a que julgasse da procedencia da sua aecusagao
e ua indiKiiida le de minha conduela.
Urna vez que V. Exc. convidou o Senado a
ser juiz nesta questao de honra, eu, por mus
aattKuoicaa que sejam as nnssus upiuies poli
iicas. nao recelo da ju-tiga desta Casa.
Acceiio esle Senado por juiz: e confio le
sua honra, que elle nao da: a Lina senleuga con-
traria as proras.
Eu acceito esle Senado por juiz, querendo
somente que elle diga : pnmeiro, si na repre
senlagao que dirigi a Cmara Federal a 4 de
Maio altirinei alguma cousa qw. ndi se livesse
dado, si inventei albura fado que o Seuado nao
praticou para por ess:1 faci accusal-o?
Esta a pnmeira questao, a qual encerra em
si a solugo da segunda.
Mas, como a represeatagao de que se tracta
muito extensa, preciso, para esclarecer e abre-
viar a Jiscussao que V. Exc. me diga, em que
ponto delta eu fal'.ei a verdade dos fados.
O SR. TEIXEIRA DE SA':-V. Exc. quer
que o diga ?
O SR. ALBINO MEIRA :Sim, deajo que V
Exc. declare m que poeto eu faliet com a ver
dade dos lacios.
Eu de conhecimento ao Congresso Federal
dos fados passados em Pernambuco, e quererla
que me dissessem em quo ponto d'e-.sa exposi
gao me appartei eu da verla le ...
O SR. CONSTaNJIO l'ONTAL :-Dizendo
que nos eramos um grupo de cididos.
O SR. ALBINO ME1HA : -K por ventura Vv.
Excs. nao sao cidadaos ? [irocam-se vehementes
aparta).
Esperera. tenham paciencia. -. (l)
UMA VOZ : Somos representantes do Eslado,
somos Senadores, e V. Exc. deve convir que o
somos, e nao simples cidadaos.
O SR. ALBINO ME1HA : Ora, nao.fagara
quesio de patavras.
L'M Sil. SENADOR : -V. Exc. foi quem collo-
cou a questao nesse ponto. (Trocaia-se diverjo*
apartes/.
O SR. ALBINO MEIRA : -Um grupo de cida
iKtos, disse eu na minha represeniagio, apoiados
pelo Governador do Eslado, reuni se fora deste
recinto, onde eslava o Senado funecionando, e
d -senihecetido a auiortdadu do mesmo Senado,
u-urpou as funeges do verdadeiro Senado e
prociaranu-se a si mesmo SeHadores. Islo ve-
rdico, Senhores, e si islo conetitoe a minha
falla de verdade, eu nao sei onde pos-a existir a
verdade.
Em mais de um ponto de minha representa-
cao eu refeii-me a Vv. Exc, cl,ssicanJo-os de
ovos icios. O que, ponauo. vale que em uma
passagera apena, isolada, tcctd nial, depiis de
lanas referencias aos noos ?iioj, eu tenha me
abstido de repitir a palavra eleilos, e tenha dito
siiDplesmeute um grupo de cidalos '.'
Est claro que eu rae retiro queiles que li-
nham sido eleiios, desde que por raaw de uma
vez em minha representagao faliei de um grupo
de cidaddos eleitos senadores.
O SR. CONSTANCIO P0NTUAL d um longo
aparte.
O SR. ALBINO MEIRA :No correr da repre-
sentagao eu me refer a Vv. Ex-s. em mais de
uma parte, como ten lo sido eleitos. Portanto
esia claro, que esse grupo de cuidaos de que eu
fallo n'aquelle ponto nao podiam ser outros sino
os novos eleitos de que seoecupa minha repre-
sentagao. Nem eu poda prever, que o qualiflca-
tivo de cidadaos incorainodasse lauto a vv. Excs
0 SR. CONSTANCIO PONTUAL :Eu estou
apenas respondendo a um tpico da sua repre-
sentagao.
OSR. \LBINOMEIRA :Em minha represen-
lagao. repilo por mais de urna vez, relen-me a
Vv. Exc. como os novos chito*.
Ora, o que vale era uma pas.-agem dada dei-
xar eu de repetir esse qualificativo, quando
serapre me relerir a Vv. Excs. coma eietos se- j
nadares'.' }
Isto claro. A verdade moral dos fados, Se-)
ohores....
O SR. BARA0 DE NAZARETH d um aparte.
0 SR. ALBINO MEIRA.... me d o dtrtito
185
de perguniir ao Senado, si iU no vindico
ludo quanto u disse.
O SR. B.RA.0 DE NAZARETH di um aparle.
M SR. ALBINO MIR V : -Varaos por partes.
En sua estructura eu faltei por ventura ver-
dade quando disse, que um grupo de cida-
daos-----
0 SR. CONSTANJIO PONTUAL : -F.ltou,
dizendo smenie um grupo dt cidadaos. V. Exc.
deu a entender, que era ura grupo qualquer de
cidadaos que aqu se apresenlou, diieiilo-se se-
nadores. V. Exc. nao disse que tinha hav lo
eleicSo, e que a apuragQo linlu sido feita era
nosso favor.
OSR ALBINO MEIRA:-Disse ludo isso:
lulo isso, e l ua muiha representado. E que
V. Exc nio a leu.
Senhores, si a questao se reduz a isso, mui-
to simples. Eu qmro que i Sead i, so n a res-
ponsabdiilauo de quera faz u na alHrmigao cm-
scienciosa, reapon la-me si faltei verdade, d -
zendo que Vv. Excs. eram um grupo de ciis-
d)s.
Eu nao oceultei absolutamente que Vv. Exc
tinhain sido eleilos senadores ; pelo contrario,
odeclarei muito positivamen e. Onde est, pois,
a falla de verdade?
Sr. Presiden e, eu pago pennissao a V. Exc .
nao tenho remedio senao ler alguos ireclios da
representagao por mira dirigida, d).
Bem se ve qoe ustou iratanuo Vv. Excs por
senidires notamente eieiios.
O que querum mata ?
U.vi SR. SENADOR: -Sim lores a quera
V. BxC coroominou de ui'/rttao de cid ida is.
O s|(. ONSl'AN TO POSTU \L : -Eu me re-
fer ao modo de V". Exc. dizer aai grupo di cida-
UI OUTRO SR. SENADOR: -Concluiodjste
modo
O SR. ALBINO MEIRA : -A esse gruoo da
cidadaos s laitou accrescettiar a palavra elei-
tos.
OSR. CONSTANCIO PONTUAL :-E' justi-
mente isso V. Exc. devta ter duo un grupo de
cidadaos eleito*
OSR.ALBINO MUIR:Isso est dito n>
currer da repr.-seniagao.
UM Stt. SENADOR : -Ura grupo de cidadaos
podia 3er qualquer ci ladao.
(lia outros apartes).
UM SR SENADOR: -Devia ter repelido isso
no resumo.
iCmhmiim os apartes).
O SR. ALBiNO MEIRA:-Oh! Senhores: o
res no deum escripio deve-se entender pjl >
coriio do mesmo escnpio.
Si eu fosse repetir no resumo tudo o que est
no texto da representagao, nao lena feito ura
resumo e sun uma repelico enfadonha.
E' da naiureza da recapilulago dizer em
poucas patarras aqudlo que ticou dito era mul-
tas. E quaudo a hievidade do rjsujio gera du-
vida, deveraos enien lel-o serapre de- accordo
cora o que esl desenvolvido no texto.
Eu expu* ao congresso federal o modo Ilegal
como Vv. Excs. forana eleitof, e o modo violen
to como se apossaram d'esias Cadeiras.
E. ilepi., re um indo essa exposigo, digo :
Ess fac), em su. extru.tura, reduz-se ao sj
un- : ura srapo de cidadaos usurpe as fuuc-
efies de senadores.
ura, em boa l. qu:m que.lando esta repre-
sentagao, desde o principio aio fim, nao v> que
esse grupo de cidadaos de qu: talla o resumo
nao pode.ti ser outros sinao os senadores oca-
mente eleitos le que talla o lamo ?
Poderia eu me referir a ouiros cidadaos ?
Pjr i'ouseguinie. o mais que Vv. Excs. podem
fazer laxar aquella expresso, quando muilo,
ds grosseira, incivil, mas nao de lanar verdade
material Jos lacios. Quem que. no uso de suas
(acuidades menlaes, p le dizer que faliei ver-
dade? Quem affiruur islo de boa f Na re-
presentagao tratei-os desde o eoraego al o lira
com o maior aditamento.
O SR. CONSTAN 10 PONTUAL :-Eu con-
fesso a V. Exc, que o uni -o tpico que ouvi le-
fol aqueile, isto ii, um grupo de cididos.
(Contmuam os aparte).
0 SR ALBINO MIRA : -Eu logo vi, que V.
Exc havia de me fazer iaalica.
' O SR. CONSTANCIO PONTUAL :-Eu desco-
nhecia toUlm-nie a represenlagn.
Yroc&m-H mnitos aparte/
OSR ALBINO MEIRA : Pois, Senhores, eu
me darei por salisfeito quando in- chainareni de
cida iao. Sr Presidente, eu eslava muito long
de acreditar que tratando esa corporagSo por
um grupo de ciduild i, tivesse atacado melindres
e li/.esse nasr.er qu ixse resenlimenlos...
OSR. CONSTANCIO PONTUAL:-V. Exc.
est dando uma leigo dilerente s nossas pa-
lavras.
O SR ALBINO MEIRA : E' por isso que pedi
a palavra.
OSR PRESIDENTE V. Exc. restringe o
sentido da expresso inveriico do que contra-
rio verdade material dos fados ; mas ella tam-
bem sigidtiea aqniho que contrario a verlade
da* inietices e dos actos.
O SR. ALBINO MEIRA : Isto esl muito BMta-
phyico. Eu nao sei o que quer dizer uma cousa
contraria verdlie dis intemes. E duvido
que haja no Senado quem entenda isso.
0 SU. TEIXEIRA DE SA' :-E o qualificativo
de usurpadores ?
O SR. A .(UNO MEIRA :-0 que usurnagao ?
O SR. CONSTAN 10 PON TU AL: -Val V. Exc.
discutir O lermo.
0 SR. ALBINO MEIRA : -Perfeitaraente.
OSR. CONSTAN 10 PONTUAL :-Eu sei o
que elle significa.
OSR. ALBINO MEI KA:-Eu nao posso dei
xar de fazei-o, desde que o Sr. Presidente aciia
o termo injurioso.
O Governador do Estado mandn proceder
urna eleigao para Senadores, e Vv. Excs. foram
e ellos. (Apartes)
Vv. Excs. nao me interrorapaia, eu digo mui-
ta cousa era poucas paiavras; e por muito resu-
mir que offendi a Vv. Excs., charaanlo-os
simpiesraente de cidadaos
A turma a tiga se julgou investida do privi-
legio de reconhecer os poderes dos novos elei-
tos. lApariesi
O SR. sLBINO MEIRA : Tenham paciencia :
deixem-me continuar; e ho de concordar que
eu nao poda usar de outro termo.
O Senado existente, tal qual eslava, se suppoz
investido do privilegio de julgar es a leigo : e
firmado no seu Regiment e leis do Estado, l-
ete ou a oullidade d'essa eleigo. V.eram Vv.
Excs., os novos senadores eleilos, 'orara de eu-
contro a essadeliberagfto ese r.cooheceram-...
iTruCam-se muilo apartes).
Oh! meu Ueus 1 deixem-raecontiouar.
OSR. PRESIDENTE:V. Exc. nao d at-
lengo aos apartes.
O SR. ALBINO MEIRA:-Mas V. Exc. (para
oSr. Constancio Ponlaal) me merece unta esli-
ma que eu nao posso detxar de altender aos seus
apar es.
O SR. CONSTANCIO PONTUAL -Agrade-
cido.
O SR. ALBINO MEIRA :Ora, eu p rgunto a
V. Exc. : tendo sido annullala a eleigo, po-
damos..... (Apartes que nao Aeixou ouvir o
Orador).
Senhores (con forga) esta ques o muito
seria ; aqu nao se trata de baixa poltica : tra-
ta-se da honra de um homem que foi aecusado
de mentiroso...
OSR CONSTAN UO PONTUAL:V. Exc.
sabe que esle qualtlicauvo uenhum de nos seria
capaz de dar a V. Exc.
O SR. ALBINO MEIHA :-Essa declarago de
V. Exc. minga muito a magua de que estou
possuido ; mas nao m- inhibe de concluir a ex-
posigo que a fa/.endo.
Desde que o poder competente, o nico que
nos julgdvaraos competente, anoullou aquella
eleigao, os diplomas de Vv. Excs. acarara sem o
menor valor jurdico, licaram valendo tanto como
ura papel branco ; e por conseguinle Vv. Excs.
ficarim valendo lano, debaixo d'este ponto de
vis a, como quaesquer outros cidadaos do Es.ado
de Pernambuco.
Perante o nosso julgamenlo, que annullou
aquelles diplomas reduztndo-os a um papel bran
co, Vv. Excs. uo eram mata senadores, erara
simples cidadaos do Eslado.
Parante a nossa opinio, perante a opinio
d'aquelles que julgaram que Vv. Excs. eram
portadores de um diploma oullo. a calhegoru
poltica de Vv. Excs. liona d-saparecdo. Sim-
ples cidadaos, dos mais Ilustres e respeitaveis,
c-rto, mas simples cidado. i Apartes repeli-
Pois seotior s, eu sou muito claro. Continua-
ram a valer muilo como cidadaos ; como sena-
dores nao.
0 SR. CONSTANCIO PONTUAL d um aparte.
OSR. ALBINO MEIR\ :-Eu p-rguito: qual
o qu-iiiticaiivo jurdico que se da a quera se
investe de funcgis para as quaes nao tem reco
bulo mari talo legal ou cujo mndalo foi annul-
lado? [Apirtes).
Para nos e para os que se.'U"m a cossa dou-
trina, Vv. Excs nao i iiliara diploma, porque a
eleigo foi annullada.
Senhores, preciso firmar b m esle oonto.
Pan nos a os que seguem a no*sa doutrina.
Vv. Excs. nao tintiim mais diploma; desde
que foi, annullada aquella eleigo, Vv. Excs.
tinliam perdido o mandato de senadores.
Por consiguite, desde qua se invesiiram de
funefea a que nao tinham dir-ito, eu rao podia
dar loes outro qualificativo sino o de usarpa-
lores de funeges.
OSR CONSTANCIO PONTUAL E O'JTRJS
SR. SENADORES do apartes.
O SR. LBINO UEIR i:-Estou mislranlo
que eu nao poda usar de oulra expresso : pois,
segundo o enaceito jurdico, investir se alga-m
de funeges a que uo lem direito, usurpar.
(Apartes/.
Essa expresso nada tem de insulluosa, o
lermo teenmeo. (Contuinim, os aparten.
Por lira, Vv. Excs. fazeiu quesio de lerem
sid i ou nao anotados n'esja usurpago pelo Go-
vernador do Eslado.
Pergudio: o Uovernador nao os reconheceu
Senadores t nao julijou que eram competentes |
para decidir da i-I igao ?
Por consequencia apoiou ou nao apoiou o
acto pelo qual Vv Excs. se invesiiradi das
funeg-s dj senadores ? (Ap irles/.
Logo que elle se comraumcou cora Vv. Excs.
reconheceu. que este Senado legal.
Mas a tninlia questao outra.
0 Sr. Presidente disse, qu* eu :iz a este
Senido arguices contrarias verdade dos fa
eos
A expresso de que usou foi esta .ii'guicoes
inveriiCs.
Isto quer dizer, qu; eu attribui ao Senado um
fado que ella nao p.-alicou. (Apies).
Sr. Presididle, u rae deixei arras ar pela
violencia dos apartes para um terreno que nao
era -quelle era que eu devia assentar a discua
sao.
Eu qtialitiquei Vv. Excs. de cidadaos ; isso
nao o propriaueute argir falameiue.
Argir aecusar..... /
arguigo invendica a accustgo por ura fa-1
cto iioasiuario que nao fci praticado.
Qdero sabe.- sa eu ailnu ao Senado Tacos'
que elle nao praiicou?
E' preciso tirar isto a lirapo. A ramia honra
nao. permit qu; sobre islo purea m-iuor du-
vida.
E' preciso que o Senado julgue, que se pro-
nuncie soDre es e ponto : si na representagao
de 4 de Maio ha alguma cousa contraria v r-
dade dos factos, si ha alguma cousa que torne
o s -u autor indigno d'es a corporagao.
Perante os meas pares fui aecusado; palos
ineus pares quero ser julgado-
l'ara isso u euvio a mesa o seguiote requer-
ramio (lo).
CONGHKSSO N4GI3NVL
Senado
Presentea Srs. seuadore< e-i nom-aro leeal.
ab-to-ie no da 20 de passaio a 35a ses.-ao, pre-
tanlo o coraproraisso cnnsiltu:ioudl e tomando
assento na Srs. A toa- Fe-reira de Ao-eu e M.-
uoei oeQi-iroz Ma'.toso Ribei-o, eedadores elei-
tos e re:ootiecidos peles Eiuaos do Psraoi e
Rio de Janeiro.
No expediente i'oi lido um requerlraeoto do
Sr. Cost< Aie.vedo, que approvado.
Entrando na ordem do da, procede-ae vota
gao as materias caja sseoslo Qcava encerrada
e aoprora tas em variao discussOes prop sta3 da
Cimarauos DepuUios. emendas e projecio do
Seuaio, arando os Srs. Coelho Rj iribes, Pires
Kerratra, Joajaiai Corit e Juo Halla.
Eocerraia a dlscussao de ootras materias e
adiada a votagao, o S presi lente d i ordem
do dia e levanta a ses ao.
No da 21, havendo numero legal de Srs.
sen*o'es, aorio-se a 35* segjao.
Ni o-* do expedieule lera n-ie offi:ios do Sr.
t* e: etano da Cmara dos Depala ios envan lo
var ai p oposigfie1 da me-ma Caa-ra.
E iiraodo ua o-lera do da, traase de diver-
sas materias; e lavanta-se a seiso, designada a
orleai do da.
Presente numero lesal de Srs. senadores,
leve logtr no da 22 a 37a sesso soD a presiden-
cia do Sr. Manoei Victorino.
Li u e discut.da, foi app;ovada a acta da ses
sao aniernr.
O Sr. 1 secetario deu coala do expediecte.
Em-a 'do em di.-cussao e odem do da ora-
rata os Srs. L-ite e Onicca, Presidente, Gomes
de Castro e Liite e Oiucira.
A votago ricou eucerrala por falta Je nume-
ro legal.
Designada a ordem do da para acanta, pus-
pen te-te a sess3 s 2 boras da tarde.
Nos das 23 e i o) houveaessao por falta
de nu ero.
Presente numero legal de Srs. senadores,
abri se 00 da 23 ao tneio du a 34* sesso, sob
a residencia do Sr. D M. Victorino.
Fui approvjJa a acta da sesso antecedente,
nao haeodo reciamago alguma.
Os Srs. 1 e 2o secretarios declarara qae nao
ha expediente nem parecer1.
OSr. Googalves Chaves mana mesa uma
'enresentago da Eicola de Miuas, de Oaro
Preto.
Sao approvados diversos pareceres
Depjia de esgoiada a materli da ordem do
dia, o Sr. uresideote di a palavra ao Sr. Baro
do Lilario, qoe fes um looeo discorso, envina-
do a mesa doas reqaenmentos.
Usou tambem da pa:avra o Sr. Vicente Ma-
cha do.
A votago Ocoa adiada por falta de nu aero.
Desigoada a oruem do dia para boje, levan*
toa ?e a se sao as 3 1/2 da tarde.
No da 26. praseute nao>ero legal de Srs.
eeoadores o Sr. presidente Dr. M. Victorino abre
a 39 sesso.
Lida e diuatida, f ji approvada a acta da Bes-
ado anterior.
Nj Paveado expediente, o Sr. 2o secretario
l diversos pareceres.
Orar.m nessa hora os Sr. Correa de Araojo,
Pires Feri-etra e Moraes Barros.
Bufando na ordem do da em discasso a le
de ti ago das forcas de terr para esie exerci-
ci fallaram oa Srs. Laite e Oiticica e Joo Neiva.
Nao hivendo oumeio leeal de Srs. senadores
oo recinto, o Sr. presidente desteoa a ordem do
da para baje, levautaado a sesso s 3 1, da
larde.
Nd dia 27 ao meio dia, presente nimero
legal de senadores, foi aberia a 40 sesso sob a
presidencia do Sr. Joo Pedro (vica-presideote).
Ltda p discutida a acta, foi approvada sem re
cUoi.go.
OS', t"secretario deu coala do expediente,
conataaies de doas reqaerimeatos.
fiairaodc oa ordem do dia. orn o Sr. Alrael-
da Brrelo e depos os Srs. P.res Ferrel a. Ca-
tunda, G jm-'s de Castro e Bocayuva, que (nstifi-
coo no reaoeMmeaio.
A disussao fleca adiada e com a palavra pa-a
boje o Sr. Q. Bocayuva.
S;a lo designada a ordem do dia para boje, u
sesso ioi levaoiada s 4 horas da tarde.
Sob a presidensia do Sr. Dr. Mstoel Victo
rio, realixoo-se oo dia 28 a 41* sesso, presea
le numero legal de Srs. senadores.
L'io o expediente, pedio a palava o Sr. Ba-
rdo do Lida'io, que justicoa e minloi a mesa
ara requenmento.
Eauaa lo a ordem do dia, coatlouoo a 2* dis-
cussSo do projecto de fixago de torgas, usaado
da palavra o S-. Q. Bo:ayava, cajo discurso pre-
enshea toda a hora.
Encerrada a discasso e dada a ordem do dia
para boje, suspeodeu-se a sesso s 4 boras da
tarde.
Cmara dos Depulados
N> da 20 do passado, presente numero legal
de S*s. depatados, abre-se a sesso.
Coutnoa a discassa j do requenmento do Sr.
Minios Janir.fallam os Srs Armioio .Tavarea e
Gaspar de Draranaad, seodo aliada pela hora.
Sio approvados varios requerimentos.
E depjis de tratar-se de diversos oatros as-
sumptos, em que se tntereseam com a palavra
os Srs, Alfredo Bilis, Googalo Lagos, Lemoanier
seriedello, Predeneo Borges e Olyajpio Cam-
pos, foram regeitados varios reqaerimentor.
Foi approvado o reqoeri nenio do Sr. edei-
roa de Albnqaeque pedlado nomeafiao de
orna cosrjDi'sao especial oara regalar a dispo-
igi coiatru-ional relativamente a liberdaie
de imDrenaa. A commissao li:oo composta dos
Sr?. Nilo Pega'iia. Albe'ti Torres, Uedeiros e
Ainaquerque e Beoediclo Leite.
Dada ordem do (Jta levan a-se a seesSo.
No dia 21, abarla a sesso, conloo a
dlacaas) sobra o reqnerimaato do Sr. Martina
Jooior, e fallaram oa Srs. Aribor Orlando, Gly-
ceno e Jos Mariaono, nao termlnoa este o sea
'iiscu-so oor dJualaaieato oa bora.
Fallaram sobre oouos assamptos na bora do
expediente oa Srs. Jos Igoa lo e Vespaaiaoo
de Atoaqoerqoe.
Deooi o'-aram os Sr. Broao de Aadrade so-
bre o contrario com a empreza loglaza de es-
tradas de ferro ; S-sriedello e Augasto Severo
a re-(p3iio sqbre ootro.s objeclos.
D*da orden do dfa. foi levantada a aessaoe
Na sesso do da 22, depon de approveda
a aea ,ii aaierior, leo-na o exeeiiente.
N ordem do dia, pro?ea!o-se oa di3Cusso
do requarimeotd do Sr, Martios Jnior, tendo
o-ado oa Srs. Josa Miriaooj, Coeioo Cintra e
G y arto.
a dncasao coa encerrada.
Lev-n'oa-se a se, sao as 4 hora3 e 50 miaotos
a t.f le.
Sj diaa 23 e 24 orlo bjuve sesso por fal-
ta do uamaro legal.
A ordem do lia para a s.-gaiata sessj coas
ta do segrate :
Voiagio do requerimeoli da Sr. Martina Ju-
ni e oatros;
2*dncussio do p-ojedo aatonsando o go-
erao aorir un crdito arpleraenta' de.....
600:030* veroa de d. 33 do artigo 2.' da lei
io orgameo'e vigente ;
Cjouoaago da 2.* dicij8o do projeno ra-
o'gamaaa^o o easiao as Facaldadea de Direi-
to ;
Diacasso orvia para estabelccer a preferen-
cia enire o projecto da Commissao de Coasti-
iQieao, Leg:stagl)e Jasiig, para esc'oloa do qoe
leve servir >ie Dase i discUJ8o.
3.* dHcasio lo projecto diKoanaaodo djcoa
curao iliterario to loa o* fuoc;io-.a*los das rapar
ucO-s do Correio, ojm-aios al 2} de Novem-
oro da 18J4.
2.* discasso do projedo deilaraodo de con-
mi-so os ca-cos de chafas das repartigSes de
Pateada da Uiio;
3.* Ji^cossao do orojedo concedeido a E
preaa I.'iuos.rial Meluorameolos do Branil, eeg-
siona-ia da Estrada de Parro d* Naiaretb ao
Grao, p'orogago do prazo, a 6 31 de Detex-
or, de 18J. para comagj aaa obras de conti-
,u.igo ia mt8ma via-Ierrea ;
DiMossao onica do projecto au'orisaodo o
Poia- Exeoutivo a mandar cootar, para os ef-
f-ttas da jabitago. o lempo era qoe servio na
A rada Naciooal o 1 ci-urgio reformado Dr.
J.atuira Monteiro Citninboa;
iscu Poder Execalivo a conceder ao bacbarel Manoel
Porpni 10 de Oliveira Santoa, juii aecciooal do
Estado ao Ru Gmaie do HiifW, ora aono de ll-
cengi, cora ordenado ;
Discoasao nica do projecto cincedeodo 4
vio v do Dr. Anloolo da Crui Cordeiro Janio: a
pensao aoaual de 2:400*000 ;
.scuso nica do proieco conceiemo
vma do deseaibargador F'n iaco Josa Cari-
lo, a pensao aonoal te i-.OO* por sua vida.
A' aescio do du 25 caaipireceram 149 Srs.
depotados.
Approvada a acia da sesso anterior e lido
o exsedieete. falln o Sr. Jos Cario*, qae apre-
eeotoo ara reqaerimenio ae iaformagOes.
Na ordem ao da foi aporovado o soosti'.ati-
ia oflareciuo ao requenmeoio du Sr. Martias
Janior e outros, e fljoa enserrada, depois de
orar o S'. Liuro Mullr. a 2.* discuasa do aro-
jecto que ateressa o aavarna a aonr ura cr-
dito supplanentar de 60':000* verba a. 38
do truo 2. da lei do orgameara 'en'e.
Aaoaaciada a cooiiouago da 2 discasso
do proiecto reformaalo o eosao das Facalda-
des de Direito, tratarn do a-sompto os Srs.
S.-riedello Crrela, Au-eliaoo Br.rboaa e Anzua-
to de Frailas, qoe eegotoa a hora reglmeoial.
Levanioo ae a sesso i 1 horas e 10 m natos
da tarde.
Nj sesaao do dia 26 depois de aiprov-ida a
acta da sess&o anterior e lido o expediente, o
S\ Arisddea de QaeiroL osticou aoo requeri-
meato, que foi app.ovado, pediodo a noxeagSo
de uma commissao mixta para, revenio a ton*
fas dos direitos de Importago em vigor e estu-
daodo as conaigbea oas industrias fabris e ma-
aafactareiras ao pas, propooba as reformas das
taesma8 tarifas e indique outras medidaa de pro-
tecgo.
O S. Presidente noraeoa pira a eferida com-
mi-so oa S'i. Serzelelio Crrela, Lais Adoi-
pbo, Coelho Cintra, Augusto Montenegro e Aris-
tides de Qaetros.
Entraauo-se oa ordem do dia, foi approvado
em 2* discasso o p'ojdo n. 69. sutonsando a
abertura de era crediu de 600 000*000, e ticou
encerrada a 2" d:acasao do projecto n. 38, re-
formando o ensino n tendo orada sobre esle assampto o Sr. L-oie*
g:ldo Filgueiras.
Aooooctada a discasso Drvia para e.staDele*
cer a preferencia entre o projecto daCororalss.'o
de Coastitoigo, Lgislagao e Jus'.igi. sob n.
53 e de o. 11, para eacoina do que deve ser-
vir de Dase ditcusso, fallaram os Srs. Jan-
queira Ajres e Erico Coelno, at esgotar-se a
Dora regimenial.
Levaotou-se a sesso s 4 Doras e 30 minatos
da tarde.
A' sesso do dia 27 compareceram 146 Srs.
Deputadoi.
Approvada a acta da se expediente.
OS-. Jos Manan a o tratoa de negocios relali*:
vos poltica ds Estado de Pernambuco.
Na ordem do dia foi approvcuo em 2* discua*
sio o projecto reformando o ensino as lamida-
des de uiretto, e os Srs. Paulino Ce Souia J-
nior, Erico Caelno e Eiotruo Ramo- fallaram
sobre a discasso previa para estabelecer a Dre-
ferenca entre o projecto da Commissao de Coo*
atitoigo, Legislago e Jastga. sob o. 53 e de c.
tt, para escolba do que vem servir de Dase a
d.icassio, foi encerrado o debate e adiada a
votago por falta de numero.
Eocerrou-se a discasso dos rvojectos o. 69,
aoenora ae am ere lito de 600:000*000 ; o. 25,
prorogtgo de praxo Empresa de Melnoramea*
tos ao Brasil-, o. ti, maaueico e administra
gao do deaosiio paoiico, e o. 74 seago de im~
postos para os maieriaes importados pelas m*
teodeacias maaicipacs.
O Sr. Jos Carlos failoo sobre o orojecto n. 25
e o S-. Silva Maris soare o de a. 74.
Levaoiou se a sesso 4 horas da ta-de.
Ni sesso do da 28, depos de approvada
a acia da anterior e lido o expediente, oceupa-
rara a tribona oa Srs. Alvaro Boteloo, Neiva e
Ceibo Cintra.
Na ordem do dia deram explicagoes pessoaes
os Srs. Erico Coelno, Mirtins Costa e Eduardo
Ramos.
Foram approvados : reqaerimeatos dos Srs.
Jaaqoeira Ajres e Paulino de Soasa Janio', so-
bre a preferencia entre os pnjedos oa. 11 e 53
para escolba do qoe deve servir de base a dis-
casso ; proiecto a. 69, aberture ae um "rdito
de 600:000*003 ; reaoerlmento dos Srs. Helve-
cio Mjnte e Jos Carlos offerectdoa ao proje-
cto o. 25 sobre prorogac&o de praao Empresa
Indasiml de Melborameatos no Brasil, e pare*
cer n. 26, referente maooteucio e adminictra
gao do Deposito PoDiico do Distncto Federal.
Aonooeiada a i* discasso do projecto n. 7$
A de 1895 concedemo irmandaae do Siatis*
simo Sacramento da Cmdelana tres loteras de
1.0X3:000 cada orna, fallaram contra o meemo
projecto os Srs. Joo Peoldo e Thomai Caval-
canil.
Levaolou-ae a sesso as 4 boras e 10 minlos
da tarde.
ESTADOS DA (INliO






.-
A
SL
Babia
Datas al 30 do paasado :
Foi pn>:ogada por mais um mes a aduai aea
ac do Coogresao do Estado.
No Senado foi apreaentado om projecto de
reforma eleitoral.
Esl em discasa*o na Caara o projecto
aotorlsaado o Governo a contratar a introdcelo
de cincuenta mil iramigrintea enropeos no Es-
tado.


/


"9T
y


Diario dePernambnco Domingo 1 de Julho de ISt5
-
3

i
A commis'o de orcameaio da mesma Coma Demlsso-0 Sr. D'. secretario da lusiica
apreseotou un projecto aotorisaodo o Governo por portara ue 6 do correte demiu o Manoel
- Mariano de Ai.drade do cargo de subdtleado do
2- damete de G^melelr. \
Hareehal Floriano Peixoto-H^J*
tena pe<0 8 oras da oiauDa, resiiaaritiQ'xe as
musas mandadas ceieorar oa mairisda B>a Vis-
ta pela alma do oclyto marecbal Floriaoo Peixot >
i ojo nera iparerirneaio d-otre os vivos, eompao-
ge anda o c.crac&o da patria lnieira q09 nalle
Ta um dos aeus mais de .odsdos Hit ti.
A coi currencia fui grande, apezsr domno tem"
po qoe e7, iiotaodoae a presenta do Ekoj. S .
r. Gou-ri.aJor do Ksudo, acoojpaoDaao de to-
da a i ffi:ulidade dos 3 carpos de polica ca-
doa!, rommaadan inao. offioaes da guarda nacu ai, representan-
tes da 1 prensa auna e multas cutras pessoas
grados.
As Landos 'o i- corpo de polica e do 14 a*
til o, io:aram diversas marchas fnebres du-
rante o acto, findo o qu l o S-. coronel edeiroa
co.uinoname da gnarnicao fui comp-imentado
por todos os prstales em cojo semblante se es
lacopava a profonda magia cansada pela pero
do grande brazileiro.
Il-prefentoj e'ia re^aeco, o noaso collega,
acade'iilco Jos Pinto Mendos.
CornpanhiH Industrial Assucarei-
ra Usina Beltrao U Deieuimelj .idastr.al acabamos de raceber una
caixinha, centn 10 assecar tablette de soa fa-
bricado, f.i" do-a acompai bar de urna amos-
tra du assocar primeiro, nara que s>: pigsa
notar e apreciar a tr.nformacao, si fiem dlze
nos, por lu* oa?sa o proiuc o primiiivo-
Pjdemos cfGrmar qae o assocar.tsble te ma-
gnitico e de una clarificado o.-ilbau'e a oais
no desejar se.
A aplicado ao consumo ordinario, nem ba com-
pareci com o refinado de qua otamos, impoo-
do-BB por lano, de preferencia ao melbor deste,
ao co i-omo a qae elle destinado.
E-:a quali >al-. do producto da Usina Beltrao
ja esa sendo retalbado pela cas dos Srs. Sal-
go i al 4 C-, onde o publico poder-se ba prover
desde ja.
Aqueila Usina fabrica tambem o typo torrao
(one) e o pO, qoe oppo.-tonamente tambem sera
cxpo8'o >o crn*omo publico.
t Era .\ova-Foi boo'.erjn distribuido o seo
iium-ni 25, ejicao do mesmo da.
El Rei-A Bmpreta Elietota Mello de Ase-
ve io & C. acaba de dar a publicidade o rornaj-
ce de D. Joao da Caara, sob a de3om'om.S.)
desta no:ic:a, Mostrado bellaneote por F- ?i -
lela.
Original portuguei, desenrolaodo scenas pir-
tufeoens bistoricc-remauisadas, encanta em seo
enredo e deleita ua acjjao qu d^aenvolve coro
a mestna ao s u autor, festejada iatelli^eacia de
Po-.ugal.
Ilecentemen'e dado luz all esse bello pro-
ducto de litteratnra, delle acabara ebegar ej-
emplares i Ageac.j L'tt^-a'ii do Sr. Leopoldo
A. da Sil leira, que tem-n'os t disposico no pu-
Dllco, a cuja leilura rf.ommendamos esse mimo
Iliterario.
DespedidasO Sr. commeodaior Coper-
tio uuiu. an liniB, bonrado commerciaote
desia praca, e propr'.etario do estaoelec memo
Ao Paradla dps Daines, segoindo para a Eo-
a'cob'ar a decima urbana do u uitcipio, atim de
saldar o compromieso adquirido pelo Governo
municipal com a compri do material da Compa-
rla do Ga; e a de pottdi o projecto de Torcas
fixando-as pm 2.500, po^endo se- elevado o on-
mero a 3.000em eso de necessida.ie.
O orcameto fol bem recebido pe!o com-
C "fo approvado em 3* discueeo o projecto
ioire crteira hypotbftaria ae aoxilios a la-
'^-ram circuios polticas, coasta qua os mem
troJ do partido constitucional nai se reonirai,
como tenciooam, em Jumo prximo v.odooro,
n^ra formar kglslatora.
E-ta quai bom o depntado Maooel Freir.
Por bem iuienciocalas a pesquitas da polica
Dar a descobena dos autores do rime do
D.ario ja deram o resoltado de lerem sido
deseoDertos os autores do attentado. deveodo
em breve ser dada a den-r.cia pelo promotor.
O Goe-nador tomou parte ac iva as poequi-
ias esfor;an1o-se pes30almenie para o deseo-
bnlento dos criminosos, como qo-staa de non-
ra do sen Govemo.
Cootirma-se o boato sobre o adiamento da
Assemt>la opposicionista.
__O DUno pnblicou o manifest das me-
sas do S^nsdo e da CaroarE Coos.itncl.naes,
adiando as seasOes indendsmeate i: que
fique deniuvamente resoivila a crise p do Estnao.
P.-eparam grandes festejos para o z de Ju-
ico, e a nauguracao do mononeoto.
O Secado e a Cim.ra nomearam connuissO-s
para represenlal us as (es'.a-.
Por teleg-amma8 aarticolares consta qoe "
Dr. Manoei Victorino vira asslstir a oaucora-
ci do monumento, devendo embarcar no "Ejua-
Esie monumento tem sido objecto de geral
admiracao, passaado como o mais importante do
Brazil. .
O D-. Maooel Victorino corrorrea poderosa
meme p ra o seo levanumen'O e den as bas
p^ra a soa construccSo.
A polica tem prosecuido na pesquizas
son-e o mjterioso crime oo Urngoay. P..rec*
que estao descobenos os aototes de tbO nefando
assafsioato. A polica guarda por ora se.redo
soore a ide-iidade da asfassinada e o nome do
criminoso. SaDemos qoe o movel dn crime foi
questdo de a-denta ciume.
O governador, que bavia enfermado, vi
exDrr.meotauao meiLoras no seo estado de
satde.
CAPITAL, FEDERAL
Datas at 9 do paseado.
a coramisaao de marioba e goerra do senado
ap-fsentou no dia26ao passado o seo pa-ecer
rejeitjo o a proposigo da cmara dos denota
n. 18 de 1693, que manda conservar, pira to-
dos 08 effettos, a ccmmisaao oo po^to ue guar-
draa-ma-iuba obilda pelos asslraotes qoe eeti-
veram em servijo na esqoaora legal, al- a con-
c.oso do resaectlvo corso ; e toma outras pro-
videncias. .,
A comnissao conclue o sau parecer do se-
gu me modo :
Qae a r^admisso dos aspirante?, com a
ccmmifsao que Ihes foi cassada pelo poder ex
ecutivo, importa em queb-a o desprestigio oo
p locipio fia uc'.ondade, cootra 0 dirello ea
lUStira. .. .
'.No dia 26 do mez ultimo o Sr. presidente
da Bepublica ^anccionou a resoiofio legislativa
em qoe auiorisa o governo a desprende: a quatr
ta de 25:0003 para a oustruc^o de um pn.-
rol en Amapa. .
Anda nn ruesmo dia o referida Sr. presideo-
teaesigoo oaia mensagem dirigida ao Coo-
gres-o, pediodo o crdito de 10i:036* para as
Ob.as do quartel da brigada policial oesta capi-
tal.
O Sr. mluisiro da guerra approvoo os actos
to commanlaota do 2 disocio miluar com rb-
lacio aos lacios praticados por amonos da es-
cola militar do Ceara e dos quaes da conta em
oficio.
a co!iimi385o de orcam9nlo da cmara dos
tepo'.ado3 resolveo oovir os representa ates oos
bao os emissores de S. Paolo, Babia, Pernam-
boco e Para, obre a.ump.o de interesee des-
ses tstabele:imen.os.
Traa- a da inemoisacao que elle3 solicitara
e oe qoe se occopt o Sr. ministro da taMMi
no seu relatorio.
Form demitiido8 de agentes do c rreio
de Pernamboco Jos Flix de Moura Brito e Loiz
Goniaga da Crui. aenoo substituiuos na agio,
ca de Cortei para D. Catoarlna Catalcante de
Q jei-oi Bdrro-, e oa da liba de Flores por Fran-
cisco Torres.
Foi exonerado do cargo de director das
CoostroccSts navaes do Arsenal deM.rlnba de
Pernamboco o cap Sj de fragaia graduado en-
genbeiro naval Jos ibooai Macbado Porlella.
__ A cmara des depotaaos convidoa oo da
28 do mez findo o senado para faier parte da
commi88ao mixta qoe tem de Ur-af da revisao
das tarifas aduaneiras, segundo votajao daquel-
la casa do congresso.
rjAnnoiodo o senado qaelle convite, o i .
presidente desigooa os Srs. L?o,.jido de Ba-
iBOes. Leile e -Oicica, Esleves Jomo', G.l
Goolart e Joaqoioi Pernamboco para faae.-em
parte da referida comaissio.
__ pu prorogado por mais 18Jmezes, a con-
tar de 28 d l89i, o praxo para a coostrcelo
a* estrada de ferro do Natal ao Ce.ri Mirio,.
no Rio Grande do norte.
Como j noilamos, a canboseira Lamego
aprasia-se para sabir em commwsao qoe se
preade aa projecto de mudanfa do rseoal de
maulaba deela capital.
OSr. almirante ministro da marioba, segun-
de oii em seu relatono, iocliaa-se para er es-
tabelecido o arg-oal em om porte militar, oas
proximidades desta capital, de prefereBCla a
liba do Boqoeirac e a pane ooroeete da liba do
Ga-eroador.
Assim, eremos qoe a Lamego. na commi-
sao que vai emprebeoder, levara o pesaoal da
repartida da carta martima necescano para o
lejantamento de plantas, as immediages pe
Aczra dos Res, Jacoecaoga. etc.
Nj reaiono do tribunal oe contas l-ae
eta nota caracterstica :
Para qoe se poasa ajuzar do estado de
aralo aa tomada das contas, com o malo' de-
trimento dos inleresses da ibesouro e dos oos
respooeaveis e seos tiodores, basta laocar oo
olbar sobre esta relaco, fornecida pela 3a di-
rectora do tribunal.
Exislem para serem tomadas aa contas destes
responsaveis
Agentes tiuaoceiros em
Loadres
/gentes da imposto do
gado
Alfiodega "da Capital
Federal
Cana da amortlsacaa
Casi da Moeda
Del.gacia do tbesoaro
em Londres
Imprensa Nacional
Pagadora do tbetoaro
Rcebedoria da Capital
Federal
Tbesooreiro do tbesouro
Recebedor do sello
CollectonaB (38;
Mes-is de reudss ,7)
Tnesoorelro das loteras
Todas estas contas So anteriores a ostalla
gao do tribunal. *
la annos
12 exerclcioa
20
8
15 9
24 m
7
1G
20 >
5 j
IS *
453 roaua
7 9
20 loteras
REVISTA DIARIA
Secretarla da IndustriaPor actos
de 1 e 5 do correte foram axo lerad.s a pedi-
do, dos cargos de director geral da 3 direc
tona e su'u-director da 2.* sub directora da
mesma directorla.dessa Becrta't, oa Drs. Jos
J:aqoim Ridngues Saidanba ionlor eEulaiio da
Cusa Vi loria, seado nomeados para tubsiitoil-
os ioterioamenle na ordem em qoe vSo collo-
cados o Dr. Antonio Urbano Pessoa Montene-
gro e Jaciutbo Strlglio Sarta n de Cappol.
Lieenca 0 Sr. Dr. Secretario da Jostlca
Negocios fatrrlores e IostruccSo Publica, por
portara de 5 do correte, resolveu conceder
oe conformidade com a le o. 133 de 3 do an-
dante, um anuo de liceoca com ordenado, ao
Joii de Direo domonielpio de Qoipapa, ba-
cbarel Loix Barbalbo UcnAi Cavaicante, de-
vendo eolrar do goso da mesma do prazo de
15 das.
opa a bordo do Tame*, > tese a geateza de
deixar-nos o seo cart de despedidas.
Agradecemos-lae a oosequiosa lemoraosa, de-
stjanlo Ibs praspera viag-m e feliz r< torno ao
se"> te sna familia e amieos.
Theatro Santa Isabel-H boje espe-
ctculo n'esie ,neatro Cjji a representacSo ap-
piaoaido dramaJ.ao Brandt o Salteador,
terminando cora a representacSo da costosa
comedia Os Proverbio) do Sr. zalas.
Comejando s 8 bora* os espectadores terSo
depois la fooccao, boods par jMag iaieiia, AfTdga-
dos e Feroandes Vieira.
Sendo a ultima vez^que vae a scena tao apre-
ciada peta, oe esperar qoe baja orna toa ea-
ebente.
Companhia Hodena-Para esse com
paobia con lua abena a assigoatora de 12 re-
citas u ncas, havendo o des orno de dezjpor cento
sobre os precos, conform 8c v no annuncio que
faz a connannia.
ssiirin;:'n Sledico-Pliarmaceuti
ca-ri-uuc-se boje em sesso oraioana.
Ao meio da no logar do costume-
Cidade de Itainbe-D'ab es:reve-an-
nos em i do c.rrmte :
A sanegao daomj'cti que cria-a a cjos-
traccao da ferro-va ao Rsclfe a esta cidade ,
por ce'to. mais oo faci que eooorece os be-
oeolos seotimeotos do actual governador des-
te Estado.
Es.a popoUc,ai, dominada do maior regoz -
jo, e conscia oo risonbo pjrvir qoe tea. oe ser
manifestado por esta va de ira aporte, esp -
ra aaciosa qoe se realize em bre*e a sua con->
trocao.
E' por demais lameotavel o facto, que aca-
ba de se venr ar ani de tentativa ae enven-
namelo cooira a existencia do Exm. Sr. Dr.
Barbosa Lima governador desie E'tado.
Felicitamos, po- aos*a vez, ao Exn. Sr. go
ver.iador do Estado, soa Exoa. familia e as
dais pessoaa gradas que fazi; m parte e j ja i-
tar de S. Exc. o S". Dr. Barbosa Lima 10 da
Ji do mez Bodo por biverem escapado de ser
vid mas da sanba de taa barba.o e inaudito
alternado.
Na dia 29 do correte o Club Dramtico
Familiar desia cidale letn a scena o d ama
O Ciraano Amonio ou a eacrava Andreasen-
,1o riastaoteneme eonr-orrina.
Suicidio aos 80 annos! -Da Escada
era5 do cor ente mandio-nos esta noiina:
< Benedico Jos de Alnelda, bomem bonrado
e iivrador de ara engeobo aesia fregoezia ba
mais de 12 aanos, saicdon-se iogenado nma
po- io de verde francez.
Fd levado a esse acto de desespero, porqoe
o resf ectlvt 8enbor de eoganbo nao loe qoiz
pagar o producto de eo assncar. Meando cum
eiip or divida* de oul-os lavradores. >
E* esperado Hoje a bordo do vapor in-
gl. t TUame deve ebegar a 03ta cidade proce-
aeo'.e .i* Capital Fede-al o Sr. Dr. Antoaio R -
bnro oe Albuquerqoe Miranhio. coofereo e aa
penc noneado para a Alfaodega oeite Estauo.
Anaoiaiiio8-lbe os ncsso (umprimeoios.
i. ao ii.c,o ou reone-se --isa assoeiavao ue offi-
cice oa Gj.roa Niciooal era sai sede, para ter
ln^ar a irHori do relatono do aooo encerrado,
a posse solemne da nova dir-to ia e a nao-
goracao oo re cojos st-rvico" iS'ira honra a mosma as o:iaco.
Tribunal do Jury Coo toaou neot m
a 3' seseao ordinaria deste Tribunal sob a pre-
sidencia oo Dr. Jos Junio Regueira Pinto de
S -uza. ju z de direno sobttanio reciproco, do
d stricti cntnioal, occopando a tribuna da ac-
r.usaco o D Victoriano BegoeiraP.ato ae Son-
ta, 3 promotor puolico.
Fol suomettido a jolgamaoto o reo Mancel
Alv.s de Oliveira, proooociado como incurso
038 jenas do al. 304 do Cdigo Penal, por ba-
ver u. Ha 27 de Setembra de 1894. na praca oe
Macul Piobeiro, atirado orna pear* em Jacob
Flix t 'Bes, produzindo-lbe om ferimento do
qoal resiioo deformidade.
Fez a aefeza o D-. Luiz Emygdio Rodrlgoss
Ylanoa, advogado aos presos pobres.
Foi conueraoado no grao mnimo do art. 303
do Cdigo Penal, a tres mezes e quiote das de
pnsao simples e posto em liberaade por estar
linda a pena, em vista do danoslo oo 60 do ano
Cdigo.
Serviram na conselbo de aeaienga os Eegulo
les jorados : _
TDomaz de Cantoana Pires Ferrera.
Jaao tarneiro Los Sonano.
Jalio Lelis Peizoio.
Manoel Jos Soares de Avellar.
J< o Pinto Bm ie ra Ac:ily de VaEConcellos.
Umbeiino PoSldooio ue Baos.
ArtDor Mariios Saldaoba.
Maooel Pereira Araujo Viaona Jnior.
D-. Joaquim Cavalcante Leal de Barres.
Amanna ser jalgada Anoa Mara da Concei-
cio.
ranellas Desea villa commumeam-nos
era data ae 29 do passade:
< Eacerroo-se boje' a 2 8e3sao peridica do
jury deste Municipio, sendo presidente o Dr.
joiz dejdireito Argemiro Galvao, promotor o Dr.
Joa Marilns de Audrade e esenvao Jos M-
tbeus de Olivelra Goimares.
Neata seasao foram jolgados quatro reos:
Maooel Pinto Melrelles. Jos Fellppe do N-isci-
mento, Cyriaco Jos dos Santos e Manoel Tbo-
maz de Mello ; o pnmeiro acensado por crime
de bomleidio ; o segundo por crime de resisten-
cia ; o t-rceiro por crime de ferlmentos graves
e o quario por crime de runo.
Fo*ara todos defeodidos pelo advog do Oa-
vo Crespo, sendo absolvaos os tres primeirus e
cond mnado o auarto, mas fol posto em Une-
dade vist < j tr comprldo a pena de tres m-
zes a que foi condemnado.
D-ixaram de ser sobmetiidos a joleamento
tr s proce.-sos, comprebeodendo seis reos, por
falla de p eparo e de adtogados que patrocina!-
s-m as cansas.
Os jurados fjram asslduos, compareeenoo
sempre numero superior a trtnta, pesar da es-
t-ica) ser a raaia propria dos labores agrcolas.
e as decieOes foram todas unnimes e consenta
neas com a equidale e jostl^i.
As cliovas abundantes em principio, teem
escasseado ulumamente e j ee val seoiindo a
sua falta para as plantarles denominadas fejao
de saf-a.
A tentativa de envenenamento na pessoa d
ebefe do poder executivo de Estado, causn se-
ria indignacao as pessoaa sensatas deste Mu i
cipio, t quaes bendixera a Providencia por ter
mais una vez, conservado a vida d'iquelie qoe,
cora sabeaoria e iuexcedivel eoergia, tem livra-
do e>t esladn da anarrhi .
Unlao Typogrraphica Esta asjo-ii-
c"io r t-aodmaria hoje as 10 ho-as; :u-ccionandc
en seguida o eoncellio do delegudos, soa as pe-
nas da le.
Providencia pedida Miradores da#
rnas da Assom^vao e D^miucs Tieoionio, an-
uga d :s Cabalas, escreveram- ios ama caria
pedlodo-oos para publicar a sna reclamacao so
tire 0 faci da existencia all de ama grande cor-
va oa liona dos bou is, o que tem j originado
atrope'lamentos e ood dar loear a maiores des-
astres, acc-es-en'am oh reclamantes.
Realmente as parece qoe a reclamajao de
-Iguma lorma jos'a e deve merecer a attenc&o
da camoanbia Ferro Carril, evltaodo-se a--eim
para o "uiu-o qualquer occurreccia lamenta-
Vel.
Publlcacies Recebemos :
N* leooiva, commeutanos rrorle do
Dr. Jos Mam. .' ciui brocbnra > perto de
50 paginas lo 4-, qoe consta da reuaaa de al-
ans artigos publicadea na .-'cao inedicto'ial
deste Diar 9 e cojo tira di I o o seu ao'.or t
dar a confiecer, por um meio mais convenien-
te e duradouro todos os fados polticos mais
importantes a que ligan aquello indliosocidadao
o seu nome.
O Brazil e os Estados U lides, ns. 4 e 3.
'orrespondentes aos mezes ue Abrti e talo oltl-
noe, de proonedade do Sr, A. H. de Paula Cot
Ibo. O p-esente numero dessa revista ven mul-
to recommeodavel quer no 'ex; > qoer as gra-
vuras. entre as quaes traz liodlssimas vistas da
Capital Fede-a".
O n. 12, auoo II, da Rivista Contempo-
rania que se ppblica nesta cidade.
.S'ociedade Cnlo e De verA com-
ruinsao aiiuiiinsiraii'a u-sia sociejam; benefieen'
tn reune-sa noje, as II boras, era soa sede.
Subsidios para a moderna scien*
cia de ni re to = 1 llustrado I)-. Suuuei
MaruoB leve a tiueza ae oferecer-nes om livro
utnalado, Sabsia'o para a moderna se.enca
do direio.
Lamos o trabalbo do Dr. Sarane' Martina e ii-
vemos occaslSo de apreciar mais urna obra qae
Honra sen autbo'-
AP'-idecinos pela ollera.
OfTensas a mor.-i publica Eis eem
ama casa a ro de S. Francisco, orna muiner de
ma vida que tem por costme diario embriagar-
le, e como resultado da embriaguez, cffender of
iratiseootes com palavras immnraes.
A'amorldade competente, pedimos providen-
e^n aflrn de f^zer cessar tal abuso.
ios ti vi il:ulo das chagas C-lebra
boje a irmaoaade do Sr. Bom Jess da< Cbagap,
erecta na igreja do Paraizo. a festa solemne do
sen padroelro.
Depois de resada pela madrugada ama misssa,
e em seguida i Tercia", emrar a missa solem-
ne, dorante a qoal sera exe'uiada grande rr.
ebestra a missa Natal e rama lo om bello solo
pelo distlocto bi-y 000 Camcleiti.
Ora ao Ev>ngeino o vigario da Capunga, reve-
reodissino Z-fenno Ferrera Velloso.
A's 6 aoras da larde entrara o Tc-Ueum, oran-
do aiod: o referido Sr vigario.
Incendio-En dependencias da Fabrica de
Piaco e Tecidos da Torre oeo-se na qointa-fera
ultima um incendio que destroio-lbe differeotet
saceos de algodSo, Depositados n'um armaiera,
caja cooerta foi tambem destruida. 0 tocen i
exurguio-se tu 3 horas da manb.
Ignora-sa a qaanto mnotao prejuizo resollante
desse siois-o, coja origem tambem anda nao
es* defl ntivamcnte vnnrada.
contraria de Santa RitaReaiisa-se
boje o empossaiiRoto da nova mesa regedora.
Operares clrugicas Farara pra-
caaaa 00 Qospital Pedro II as seguales opera-
cfe8 :
l'ela Dr. A-nobio Marques.
Ligadora fenorai 00 canal Hanter.
Uretbolamio Interna pelo procesto Maiason-
nenr.
Ureibo'onoia interna sera condoctor.
Pelo Dr. Alfredo Costa.
U'etrotorcia uteraa e nretroplastra Pastiro
toloia.
Ureirolomia Interna pelo processo de Mais-
saoneur.
Pelo Dr. Avila.
AmpuUc&e de Penoii pelo processo de Oo*
jaor.
Doas tras irpbapbias com re'albo o valor e
transplaot rgaa das bordas na palpebra superior
indicado po-tny;ba?es.
En-oeie-agi i-do olbo direta pelo processo
de Bibet Indicado par tropilla.
Irodictoooia aaluica ao olno esqoerdo indi
calo par Bstapbilomo incripiante u.anehi da
carnea.
Tarsorbapbia com retalbo ovalar com traos
plaoiag) desbados indi jada par Tricbass en
olbo a'qnerd.
Telegrammas retido -Acharc-se re
tidos na reparticao geral ao Telegrapbo Nacia-
oal os segutntea :
De Mamanguape para Lniza.
Da CurKyba para Z 'yo.
De Jaragu para Jolio Barbosa de Sanza.
Da Rio para FredeMco Rmos.
Um aviso pa a Macbado. .
Ur. Bastos de ';ivei.~d. utruo as 8 3/4 .a
r mae sanio as 10
Dr. Tavares de Mello, entrou as 9 1 2 da ma-
nila a sahiu as 9 3/4.
Dr. Josi' Avila, enlrou s 10 1 2 da manha e
sahiu s 12 .
Dr. Octavio Freas, entrou s 10 3 4 da manha
9 sabio as 11.
Dr. Nunes Coimbra, entrou s 9 12 da ma-
nila e sabio s 10.
Dr. Alfredo Costa, entrou s 10 1/2 la manha
e sanio is 12.
Dr. Baptista de Carvalho, entrou s 18 da
manha e sabio s 10 3 4.
Dr. Amaro Wanderley, entrou s 11 da mi-
manha e sabia s 11 :t, i.
Pburmaceulico, euirou s 9 1/4 da manli e
sabio s 2 da turde.
. Ajudante do pharmacen ico, entrou s
7 3|4 da maulla e sahio s 3 3,4 da larde.
." Ajudaote do pharmaceulico entrou s
8 da manha e saino 1 da turde.
casamento civil-O escrivo oos ensa-
rnemos que luncciomi nos dislrielos do IVcife
Sitot) Antonio, Sao Jos e Afog.i ios ailixou oa
reparti{ao do registro dos casamentos ra
o Imperador n. 75 l." andar, edilal de procla-
mas de oa.-amenlo doa sogmnies contrai en
tes:
1} Publicacao
Buibido Jos du Silva Ramos, natural deste
Estado, com D. Anna (tosa de Jess, nalural de
Alagoas, sulieiros e residentes na l'reguezia de
8. Jos.
Cominissao de Helhoramento do
siirlo do Hecife-Recite, 5 de Jullio de
1895.
Bolet m Meteorolgico
doras. Terra cento iir'>met>o lensio do flnm>t
grado
(*&>)
vapor
dad
6 ra. 23,'I
9 25 8
12 > 27,'2
i t. 27.2
0 26\6
18,30 85
20,li2 81
19 85 i )
19 85 75
19 20 71
Tbermometros
761-05
762 -24
700," !I2
759,-13
7,,:).-49
fe-npei-atura mnima 23."00
desabrigados ao meio da-
Temperatura mxima 2!) 00 Ennegrecida
52.2-l-rateado 38,-2
vaporiii;o em 24 oras ao sol 4 "7 som
bra 2,*3.
Cbuvt l",6.
Diii'(g.'ao oo veoto : SE de meia nolle atrt
0 h. 37 in. da manha ; S\V al i h 02 ra ; S?"W
al 2 n. 37 m.; SW al 8 h. 3! tn. ; WSW
al9 li. 37 ra.; SSE al 10h. 17 in. ; ESE al
4h 03 da larde; SE ate5 b-44 tu.; SSE at
10 h. 07 m.; ESE al 10 h. 33 ra.: SE e SSE
alternados al meia noiie.
..jVelucidado media do vento 2,-72 por se
^undo.
Nebulosidade media 0,62
Holetim o Porto
Pra-mar ou Das Hc.-as Altura
bai xa-mar
11. M. 5 de Julho 9 h. 30 ra. ta m. 0,"50
P. ., 3 b. 40 m. I. 2.2D
Casa de Deteny&u Movimenit uus
presos da Casa de Delonco do Recife, Estauo
da l'ernambuco, era 5 de Julho de 1895
Existiam.....
Entrarara.....
Sahiram.....
audar du rna do Barao da Victiria n.
51.
Bjsideocia a ra Hospicio n. 46.
Telpohoue u. 335.
Oeenllsfas
O Dr, Lobo Hoscosa d consultas em
na casa ra da Gloria o. 39 das l
oas da laauh a 1 da tarde. Achau
lo-se fra do servico publico offerec-si
para acudir a i;unquer chamado com
iiroiaptido para fora da cidade. Espe-
ciaiiilade, operaces, paitos e molestias
le seohoras e r^ linos.
Dr. Pereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de 1 s 4 da tarde a ra do
Imperador n. 63 1. andar. Rezide em
Caminho Novo.
Telephone n." 588.
Drogaras
I1 aria >obrinho & C, droguistas por
at railo. ra do Mrquez de OUnda D. 41.
A. P. Braga Guimaraes Agencia de
odisas especialidades] pharmaceutieas.
t ma, drogas, productos chimicos eou-
iros medicnueoios hoin^opathicos, ra
Larga do Hosario u. 34.
(rui/nanes Braga C. Depsitos
J>. Drogas e productos chimicos, espe-
cialidades Fliarmaceuticis, uiedicamen
tos h'jmuopatbos e titilas, leos, pit>.
001a eic, ele. Ra do Mrquez de Ola
i* 60.
Papis Pintados.
Casa especial de Papis pintados de
todas as qualidades para forrar sallas.
Ra Mrquez de Olinda n. 12.
iiiiii. 1 iinin 1 ii 1 tm .11
Existera .
A saber :
Nacionae.
Mulbe.res .
Estraneeiios
Mullier. .
465
*
0
473
IBUC0*S A i'EiO
Convento to ('armo
Lendo por alsrumas vez^s ue3te Diario
9 no Jornal do Recife uns artiguetes provo-
cando os Revdms. religiosos deste cen-
wento e s costumando a dar resposta de
accordo com a quero as manda escrever,
pee a este para assignar o seu nome afim
de dar-lhe a resposia de accordo com a sua
pessoa e seus costumes.
O verdadeiro eonfradi.
Total .
Arragoados
Ron3 .
Doentes .
Loucos. .
Loucas. .
439
9
25
0
473
429
395
23
8
3
429
f.inhas Sol, Norte e Centro, boas.
Cemiterlo Publico-Foram sepultados
no Cera lerio Publico de Santo Amaro, no dia
4 de Julho:
Loiz Aotooo Apolinario, Pernambacs, IOS
annos, casado ; Bi Vista.
Angosto Alleraao da Costa, Pernamboco, 38
annos, casado; S. Jos.
Jacintba Mana dos Aofos, li innos, v:uva; S.
Jo .
Francisco Jeronyrao Peri-a da Silva, Pernam-
boco, 39 annos, casado; K-cife.
Cnistol Jabemsem, Noruega, 17 anco-, soltei-
ro; Bda-Vutu.
Adalgisa Pires Galvao, Penambuco, 3 meifs;
Boa-Vista.
Autooio Cardoso, Perpambnco, 12 sdoos ;
Graja.
Aotonio Uarqoes da Silva, Pernamboco, 18 an-
nos, solteiro; Boa-Vista.
Narcisa, frica, 80 aonos, soltelra ; B6:-
Vista.,
Uaria Bemardi da Conceig5o, Pernamboco,
SO annos, ova ; Ba-VIsta
Francisco Roberto da Suva, Paratayba, 46 an-
003, G-aga ; BOa-Viata.
Uobeioo ds Jess Pereira, Pernamboco, 40
aunos, vlava; Boa-Vista.
Eusebia da Silva, Pernamboco, 80 annos, sol-
teira; BOa-Vista.
Matadouro Publico -Foram abatidas
no Matadouro Publico da Cabanga 110 rezes
para o consumo de hoje
Hospital Pedro IIO movimenlo desse
estabelecimento cargo da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife no dia 5 de Junbo, foi o se-
gu ote :
Entraram..... 18
Sahiram..... 8
Falleceram .... 4
Existera..... 778
Foram visitadas as enferma-ias pelos seguin-
tes mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, entro a s 6 l/2dama-
nba e sanio s 8
Dr. Berardo, entrou s 11 1/4 da manhe Bahio
s 12 1/2.
Dr. Arnobio Marques entrn s 101/4 da
manb e sahio s 12.
Di. Lopes Pessoa, entrou s 9 3/4 da manha
e sahiu s 11.
Dr. Vieira da Cunha, entrou as 11 da manha
e sahio as 12.
Total.......
Mevimento da enfermara :
Tiveram alta :
Herculano Jos Lete.
Manoel JURISPRUDENCIA
Despedida
Cupertino Guimaraes Bastie, embar-
cando boje para a Europa, com o Sm fe
fazer compras [.arn o estabelecimento
Aa Paradis des Dame, pede desculpa
as pesoai de suas relages de, pela pres-
teza de sua viagem, nao lhes ter pesaoal-
mente feito suas despedidas.
Keci'e, 6 de Ju'.ho de 1895.
Algumas quest9as sobre a li v-
potlieca
Appeliajao commercial n. 1174
Embargantes Ernesto & Leopoldo
Embargadas D. Sanhorinha Maria Fer-
reira e outra
(Continuadle do n. 148)
O RESULTADO DO MEU APPELLO
Eutra 09 Ilustres advogados desta
foro, que, antea de ter vindo a imprensa
o Sr. Dr. Benjamim Bandeira, respoade-
ram consulta por mim publicada ueste
Diario, acha-ae o ilustrado Sr. Dr.
Joaquina pires Goncalves da Silva, or-
namento que foi da magistratura deste
Estado, de cujo antigo Tribunal da liela-
cao foi membro durante mu tos ano s
Por s havor bontem [recebid a res-
posta, que tao dlstre collega sa dignou
dar ao meu appello, foi que deixei de
mencionar o seu nome no artigo que
sob a epigraphe cima escrevi em 28 do
prximo pas&ado mez de Junho o publi-
que! neste Diario no dia 3 do corrente
mez.
Eis a i- aposto do meu illustre amigo
Sr. Deseuibargador Jjaqutm Pirs Gon-
calves da Silva :

c

C



Illm. Sr. Dr. Jos V. Meira de Vaa-
concellos. Satisfazendo o appello qne
V. S. fez no Diario de Pemnmbuco de
6 do mez ultimo, sou a diz r que a publi-
cacao pelo Sr. Dr. Benjamim Bandeira
taita no mesmo Diario de 28 de Maio,
em nada alterou, a mea ver, Os pontos
da consulta que V. S. submetteu ao pa-
recer da diversos collegas ; pelo que con-
tinuo a pensar sobre a ma'eria dessa c.in-
sulta como ja tive occasiSo de expr.
Soii com toda a conderaQSo
De V. S.
Collega, amigo e obrigado
foaquim Pires Gonfalces da Silva.
jjecife, 2 de Julho de 1895.
Fica assim liquidado este 002to.
Recife, 4 de Julbo de 1895.
Dr Jos Vicente Meira de Vasconcdlos.
{Contina)
1NDICAGES OTIS
Medico
Dr, Joaquim Loureiro medico pariei
ro, consultorio ra do Cabug n. H
resideucu na Casa Forte n, 5, casa de
azulejo, defroote da igreja da Campia
O Dr. Pedro Pontual,ex-chete de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, i. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de I s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr. S Pereira, ra da inperatriz .
6, d consultas medico-cirurgicas todo
1 ias das 8 meio dia, menos no
domingos e dias santificados.
Dr, Barreto Sampaio, oceulista, d
Eleicto
DOS JUIZES E JTJIZAS QUE TEM DE FESTE-
JAR A GLORIOSA SANTA AANA DA
IGREJA DA SANTA CRUZ NO DIA 18
DE AGOSTO DE 1895.
juiz por eleicao
Exraa. Sra. .Francisca de Carvalho Vi-
tal.
Jnizes protectores
Os Illms Srs. :
Joo Antonio da Costa Moreira.
Antonio Mun z Macbado.
Revdm. Sr. Monsenhor Turibio Fiuza,
Juizas protectoras
As Exmas. Sras. DD. :
Ernestina do Rasario Beltrao.
Mara Tinoco de Azevedo Maia.
Jitizes por devocaa
Os Illms. S't. :
Commendador Albino Jos da Silva.
Joao Jos de Anarim.
Antonio Gomes de Miran-
Leal.
Jos Candido de Moraes.
Fra&ciico Lauria.
Luiz Duprat.
Manoel Joo de Amorim
Jos Augusto Alves de
Carvalho.
Os Illms. Srs. :
Bario de Nazareth.
Dr. Eduardo de Oliveira.
Dr. Leandro Godoy de Vasconcellos.
Dr. Manoel Gomes da iattos.
Dr. Eatevio da S Cavalcanti da Alba-
qu rque.
Dr. adol: ho Tacio da Costa Cirne.
Dr. Jos Mrceliao da Rosa e Silva.
Dr. Jos Jtlio Regueira Pinto de Soaza.
Dr. MaBo-1 Caetano de Albnquerque
M. lie.
Dr. Podro Francisc Correia de Oliveira.
Dr. Man.cL Cesario Bazileiro.
Manoel l ollaco Dias.
Gald no 1 imentel.
Pedro Ivn Redamo Cavalcante.
Alberto Pires GalvSo.
Capitao Manoel dos Santos Pimental.
Altredo Cardoeo.
Virgilio Galvao.
Manoel Jos dos Santos.
Coronel Manoel Joaquim da Silveira.
Corbiniano de Aquino Fonseca.
Jos Qa ntino de Menezes Ga
lbardo.
i Tito Livio Soares-
Capitao Manoel Jaquim da Miranda.
Rapha'l Marques Dias.
Joao Climaco dos Santos Bernar-
des.
Antonio Jos Martns.
'ebastio Lo pesGuimantes.
i Antonia Jos Lisboa.
t Domingos Coelho.
Dr.Barratto Sampaio.
CapitSo Antonio Jovino da Fonseca.
Manoel Medeiros.
Coronel Jeronymo dos Santos Paiva.
Alfredo Antonio Fernandes.
Luiz da Cruz Mesquita.
Antonio Pinto da Silva.
Miguel Mauoel da Costa.
Capit&o Vasco Patricio do Reg Barros.
Vctor Granden.
Antero de Vasconcellos..
Antonio Nunes da Silva.
Antonio Jos Mendes.
Joao da Matta Beltrao.
Alexandre Mediis.
Jos de Azevedo Maia a Silva.
i3irtholomeu Louremjo.
Coronel Dr. Fredenco Chaves.
Marcelino Ansberto Lopes.
A.ntonio Duarte Ca-neiro Vianna.
Alfredo de Atuino Gaspar.
Juizas por devocao
As Exmas. Sras. DD. :
Zu!mira Affonso Bast.
Leonila Clementina Granden.
Juaiina Rosa Cselo.
Maria do Carmo Reg Barros.
Ann Hygina de Oliveira.
Anna Marques de Amorra.
Maria Ainal a do Reg Valenca.
Anna Alexandrina do Reg Valenca.
Maria J anna Wauderley Araujo.*
Maria do Carmo Barros tarneiro.
Cirolina Moreira du Araujo Livr mentJ.
Maria Moreira de Araujo Livramento.
Anna Ma ial Vieira Neves.
Francisca Galv > doe Santos Lima.
Sophia Rodr'gues Mendes.
Elvira Mendes Jacques.
Carolina Gonalves Villa-Verde.
Adelina Vieira da Cunhi.
A: Joanna, esposa do Sr. major Jos de Al-
cantara Velho Barreto.
Raposa do Sr. Joaquim Pereira de Freitas.
Fianca, e posa do Sr. Jos Climaco dos
Santos Bernardas.
Jo vina, esposa do S Dr. Marcos Tulij
dos leis Lima
EsposadoS. Dr Thomaz Coelho de
Almeida.
Esp sa do Sr. Jos Maria de Carvalho.
E posa do "ir. Antn o do Carmo Al-
meida.
Esposa do Sr. Joaquim de Oliveira Ma.
Esposa do Sr Venancio Labatut.
Esposa do Sr. Antonio Ceiliodos Santos.
Esposa do Sr Galdino Pimental.
D Julia Ramos, esp<-sa do Sr. Ephifanio
Lopes Machado Ramos.
Esposa do Sr. Antonio Pereia de Aze-
vedo.
Secretaria da Veneravel Irmandade da
Gloriosa Santa Anna da Igreja ca Santa
Cruz em 6 de Julho de 1895.
O vigario
A u^ieslo Franklin Moreira da Silva.
O secretario,
Lconardc Attico Lavra.
Aos encliedorcM le agurdente
Nos abaixo assgnados negociantes nesta
pratji com enchimenio de agurdente e alco'ol,
a lodos os collegas convidamos para urna re-
umo uo da 8 Jo correle ao m^io da na ra
da Companhia Pernambucana n. 8, para d'enlre
todos uomearmos uma commisso atim de dis-
tribuirinos o imposto da classe o. 20, para 0
exTCnio de 1895 a 1896.
Em it-mpo declaramos que o presente convite
e para evitar a mulla de 10 |0 qus leremos se
esla distribuieao for feila peia reparlie o. con-
siderando-s de accordo com a deliberarlo to-
mada pela reunio os qup nao cornparecerem.
liecife, 6 d Antonio Mana & Silva.
A. Flores & C.
Antonio do llego Lima.
Per ira Pinio .t C.
Programma
da festa do $e
nkor Boiu Jess das f^hagas
na igreja de %i>s;i Kenhora
do Paraizo
No sabbado, 6 do corrente, pelas 12 horas da
manha, ser annunciada aos liis a prxima fes-
ta do Senlv r Bom Jess das Chagas por uma
salva de 21 tiros.
A's o' 1,2 lloras da noite realisar se ba o uli-
mo s->p enario
Domingo, 7, pelas 4 horas da manh, s~r ce-
lebrada uma missa em enco dos devotos que
concorreram p.ra abnlhanlar a festa do seu pa-
droiro.
A's 11 horas prinepiar a missa, seado pre-
cedida de tercias; ao Evangelho pregar o ta-
entoso vigario da Graca. padre Zeferino Ferre-
ra Vellos que m .13 do uma vez exhibir a sua
el cqa icia na tribuna sagrada.
a ur hesira, confiada aos cu dalos do nosso
irmo procurador geral Lydio d'Oliveira, far
ex-cuiar a partitura do gloria dtoommadi .Na-
tal, sob sua regencia.
Antes do sermao sera executada a ouverlura
Rainna Isabel.
A's li 1 2 horas da noite tara logar o Te Deum
denominado espirito Santo, do maestro Colas,
sendo pregador o insigne padre Velloso, o mes-
mo pr- gador da fes a.
A mesa regedora roga encarecidamente ao3
distinc os morador s da circumvisinbanca, que
luminem as fachadas de suas ptrtas, afirn da
uDnlhantar a f sta.
Consisiorio da Irmandade de S. Bom Jess
das Lhagas, em 5 da Juico da 1892.
0 secretario,
Ildefonso F. C. ibeiro.
--------- m--------------
Despedida
Joao do Siqueira Barbosa Arco-Varde
e sua familia, retirando-se desta acidada,
daapedem-se palo presente dai pessoas
com quem tem relajoes de amisade," pe-
dindo desculpa de nao f.zel-o pessoal-
mente devido presteza com que se re-
tiran!, devendo quem tiver negocios pen-
dentes dirigir-se para o Engenho Soaza,
municipio d'Agua Pre a.
Recife, 5 de Julho de 1895.
Dyspepsia i
0 Ilustrado e talentoso clnico, Dr. Eparai-
nonlas Jacome, medico adjunto da sade do
porto, d'esta cidade, se refwre ao
Elixir Alimenticio
do pharmaceutico Ildefonso de Azevedo
nos segualas termos :
Atte3to que tenho empreyado o Elixir Ali-
menticio do pharmaceulico Ildefonso de Aze-
vedo, endo oblido resultado os mais satisfacto-
rios em todas as formas de dyspepsia .
Recife, 22 de Junbo de 1895.
Dr- E. Jacome.
RA BARO DA VICTORIA 37, f ANDAR
Pharmacia Conceicao e em tedas as
bSas pliarmacias
Pernambuco
E' frequente que as senhoras delicadas
a sensiveie padecam de enxaquecas, do
lado esqserdo da cabeca, pela maii insi-
gnificante contrariedade, acompanhadas
de vertigens, desordens da vista e do ou-
d cultas de 1 s i horas no primeiro Izabel Maria Barros de-Souza.
vido, com repercusso no estomago que
acaba de contrahir-se a vomitar os ali-
mentos, durando os vmitos varias vezea
de doe a quarenta e oito horas, sobretu-
do na pocas diucas ; para tao in?up-
portavel estado nao ha remedio mais em-
caz e agradavel que o Elixir Antiner-
voso Polybromurado de Baudry *, que
rene os bromuretos alcalinas em tombi-
nacao intima de constante exactido nor-
mal.
As senhoras servem-se de perfumes e
estes variam com as modas ;. ha porm
perfumes, que sao eonstantamente empre-
gados, figurancro em primeiro lugar, como
o predilecto daa senhoras elegantes o
Extracto da Kanaoga do Japao da
casa Rigaud & C, que, por anas pro-
propriedadea rafrigerantos, produz effei-
tos aalutares nos climas quentes, mino-
rando o calor abrazador dos bailes e dos
theitros.






Diarfo de Perimmbnco Domingo 3 de Jnllio de 1395
Hr
O Bacharel Esperidi&o Ferreira Mon-
teiro tem escriptorio de advogado Praca
7, antigo Pateo do Collegio n. 77, 1.
Mar.
para
homem
38
Capas impermeaveis
recebeu o
Au Paradla desDames
------------*------------
An Paradis des Dames
Casa especial de artigos para
Noivas
R;;, Bario da Velorta
Teephone 59
Sabe -se que durante longos annoe os
Jeauitas monopolisaram a quina, que ven-
diam a peso de ouro ; quando mais tarde
Pelletier extrahio della a quinina, os
medicas conseguiram curar todasas fe-
bres intermitientes e palustres. Por nao
conbecer bem a rfficacia da Quinina, o
publico re-tringe-se ao vinho quinado e
ignora aue urna Capsula de Quinina
ignora que urna v.ap
e Pelletier muito mais activa que
m o-rande c^po de Quina ; segundo o
p?. fessor Gubler a Quina constitue e
aielh. r tnico. ______^_
Nem todos sabem que a persitencia dos
accesos d'autbma determina o catbarrbo,
a bronebite e suas consequencias. Evi-
tam-se e tas complicacjjes fazendo
do* f Cigarros Indio de Grimault
C, reconbecidos como os malhores para
a cura da asthma, da oppresa&o e da n-
somnia.
Qnando faltam k trra |>s indispensa- me tiraran para fura en. ama oondigao
veis principios nutrictivos, as plantas de-Ida eemi-deimaio.
finham, enfraquecera, e finalmente sec-! Oepois deates ataques paaaava a ex-
cam; entretanto se a tempo, se der ,! hibir orna uor terrivel mal podendo
trra os pbosphatos que lhe faltam, a respirar, o pasto que aa dore em rumba
plantas reanimaram-se-bao, crescerao re- oabeca eran terriveis ; e via-me obnga-
caperando desenvolvimento e belleza; as- da a ir para cssa e deiUr-me. Sa eo j
sim succede quando o estomag. n&> con- maia senta um ataque ao ppro*im.r-a..
segu digerir por falta de sueco gstrico, ao anjuteor e deixar do trabalho, nSo me
entao que se enlraquece, produzindo-ae atrevi* ir para caita antes de sentir remo-
pituites e gastralgias acomp nhadas ds| vidas as dures.
dolorosas molestias, quando se nao admi- Eotao toroei-me cada vea mais traca
nistra o t Elixir de Pepsina de Grimault pois que a miaba aiimentacao nao me
& C. que, transmittindo as vas di- aproveiuva. Aioda que eu tornease ope-
gestivas fermento gstrico, faz recupe- as pSo cuno mantaiga pea-na elli
rar a saude assimilando os elementos da estomago, e quasi que
tmba
do meu
receio de
carne os nusculos eos ossos.
Quem tem mel de comer?
Anacahuita Peitoral
As curas produzidas pela composicac
da Anacahuita peitoral, sao real-
mente milagrosas.
Doq Clemente Silva, que resile na
3ua do Estado, Santiago de Chile, escre-
>e aos nossos agentes em dita cidade,
qne havendo sofrido atrozmente de as-
inina, pelo espaco de mais de sette anuos
sem que mdico"alf,um jamis lhe ouves-
ie proporcionado o menor allivio ; decidio-
jd finalmente em lomar da composico
ie Anacahuita Peitoral, e depois do ha-
ver apenas tomado dous frascos, deseo*
bro cooi sorpresa, que a grande operes-
saodopeito havia quasi completa ni eule
desaparecido. No eulanto fui colIi-
nuando a fazer uso delle e uo fiui de tres
mezes se achou completamente curado,
eom grande assombro e satisfago de lo-
dos os seus prenles e amigos, os quaes ja
aaviam perdido as espera ocas de jamis
vei-o bom. Disse tambem qua desde
enlo esta parte o tem reccmmendado
un grande uumero de seus conhecidos
que sotTi iam de differentes affecces pul-
sonares to frequentes as costa do mar
Paciiico, na America do Sal, e que seu
bous resultados tem sido universaes.
Como garanta conlra as falsificares,
bserve-se bem que os nomes de Lan-
nan y Kemp venham estampados em
leii-as transparentes no papel do livrinho
que serve de envoltorio a cada garrafa.
Acha se a veuda em todas boticas e
drogaras. ______
J viram alguma ves ura crianza ou
animal fammto comer ? Por oerto que
sim, moitas veseg. Como elies o goeam.
O satisfaaer-ae a fui e uto dus mu *
significativos praieres que seutimoa. A
naturea dotermini u que assim fojse,
porque p eciso r.limentir se a m de
vivermos, a aquilio de que n iccssaitamoo
ella o turca agradavel pira qus nSo o ne
glegencieui< a.
IVdavi es aqui orna mu'her que die :
t Q ia8i que tioba medo de comet. Nu
eotanto a criaoc* desejosa ou o cao ta
mioto nao t m medo de cotue" E porque
oSo? Porque nenhum dilles jamis ex-
&, perimentou senao praaer e beneficio de
urna tal operacSo. Felia crianza Fel r
cao.
Milbarea e miliares de pessoas neate
psia wlbam para a su com a c un des-
preso e receio.
NSo obstante sao ellas obrigadas a tr-
balhar duro par a ganhar e bSo ensina-
das a diter em suas resas. O pSo oosio
de ca'a dia noa dai boje Senhor.i Morrer
a tome sem re morrer. ElUs o sabem
Coatado el'as apenas comam sob um
especie de compolsao a'esurbvo como um
hornera conde moado a suicidio in voluntar i-.
poiia engulir urna t>v de veneno.
Ellas recusam urna bmaveituraoc
comparativamente a qnal todas as demais
bemaventnraucas da trra sao purameote
p. SofiF.*er por so ? De certo que
sim. N.'-se caso porque que ellas se
desirosm ? KSo natura1. A resposta
: Nao o podem evitar. A simples his-
toria deata boa mulber mostra c si d. Toda7* nEo o caso nem raro.
Tu 11 peior.
Dia ella : Eu tioba sempro sido nota
velmeate sadia at Agesto de {837, quando
urna maohS commaoei a vomittr do este-
mago urna qaantidade d'agoa.
Depois disto teoti pela nunbS um man
gosto de bocea, tioha pouoo apetite, e de-
pois da comida senta eu dores e peso
tanto no peito oo -o do estomag Come-
cei a aeatir-me gradala ente muito frac*,
uccedendo s veies mal mi poder eu sus-
tentar de i ii. O meu eatomgo se enebia
de fltulencia, e as dores se tornav m to
agudas que eu quasi perda oa sentidoB.
Tado se tornava negro e fusso diante
de meas elhos e lentia-me como se esti-
vera embriagado, levacdi-me moitas veces
urna hora oo duas antea que tornarte a
mim. Era frecuentemente accomettidu
destar tontoras, e estando a tr&balbar em
Red Bauk Mili em Bedjliffe por duas ezes
C0HMEBCI0
olea Cummerclpl 's Pernau
buco
fCIACOBS 0FFICUB8 Da JCNTA DOS C01tIT0RB8
irosa io Rectle, 6 de Jatfie de :S95
51o boave cuU(>e.
O presdeme
Aotoalo Harqoes deAmortm.
O secretario
Maooel 6. do ilva Pi to.
amblo
Oa B.dcos abrir.m com a laxa da 10 7|8 so-
ore Londres a 90 das, oKrecaudo poocoaepois
ssccsr a li d e so lechar a 11 l|16 seado da
"erudo no 11 o o mercado aqu mostroa*e me-
so? activo.
au obstante conitaram transaccCes regalares
i 11- ,.
Km papel bancario eoaversm negocios a II
a8,11 3|l6 e II 1|4 canloraie a data da entrega,
( otafes de geoero
irara o ayncultor
Assucsr
3rDCo. idfo.idem. 3*800 a
Sno.eB08,Hem, dem 3*300 a
ia8caado. dem, dem. S*3#0 a
Brmo melada idem, dem 20 a
letaae, dem dem 1*00 a
comer.
Por fim fui ter com am n.edioo de Bary,
mas elle t.So m dea allivio algum. Em
seguida fui a um medico era M.os -a Qnte,
e mais t^rde consuitei oatio medico em
Litle Lever. Todos fie* me dissaram a
meema cousa. Djciraran qoe era in
digeatSo e dyapepaia, mas os r<-.us medi-
onmeoios oeuhcm bener?cio me caussram.
Por eepaco de mas de do* meses eu t ve
oue ioterromper o meu 'rabalho a Cda
passo, e nao ba palavras que pos am det-
oriver quanto eu scff'i.
f Cerca do N.tal de 1888 ama das mi-
abas companbeiras de trKlho me con
veaoeu a experimentar o X.-iiopo Cura
v > da MSe Seigel p ra o que eu mandei
a Fainw>rth busuar urna garrafa delle.
Santi-iOH mulaor d^poia de haver to-
md > a primeira g rrafa, ao ter tomado
i garratas etav completamente curada
Desda ento nunca mata t ve que deizai
o ui'-u trabaltao.
Tenho recommeodado o Xar pe ^eigil
a Diiita g3ote dei um pou:o delle a
nossa Superintendente e bom assim a urna
rapariga que traba hava ao meo lado oa
oficio, ambos foi elle prtveitoso. Va e
elle mais do que o dubio do dioheiro qu-
ct'stra.
i (Assign.) Mm. Helle Hatchman.
s Mulber de Kobetto Hutchojan, N. 3,
Market Street, Little Lmver, juoto de
B I too, Inglaterr >.
A^uelleu qus tivorem a fortuna
Advogado
O bacharel Antonio Tolentino Bodri-
gues Campos, procurador dos Feitos da
Fazenda do Estado, poda ser procurado
em seu escriptorio u Pra^a 17 n. 79, das
10 horas ua manhas 4 da tarda.
Se vossos filhos sao paludos, sem ap-
petite, e tem as glauoulaa do pescoco
luchadas, se slo sujeitoa a erupcOes da
pello da face e da cabera recorre: ao
Xarope de Rabio iodado de Grimault
& C. preparad a fri, que contem, al:n
do sueca das plantas anteetcorbuticas, o
iodo tal qual encontra-se naturalmente
no agrio com razo chamado a t saude
do corpo.
A laryngite e o Peitoral
de Cambar
O Sr. Dr. Telasco Lopes de Gcmene
soro, medico da armada, certificou que
urna pessoa de sua familia que desde
mezes soffria de urna laryngite com ac-
cessos de tosse, restabeleceu-se com o
uso do Peitoral de Cambar, de Souza
Soares.
O AGENTE Companhia de Droga
Productos Qhimicos
Tem sido inuteis as tentativas de pre-
conizar a^uas e xaropes de alcatro e
ou tro.- productos exticos para comba ter
o a Xrrope de Seiva de Pinheiro marti-
mo de Lagasse : este guarda seoipre o
primeiro lugar, porque deve a aua efi-
cacia aos procassos de extraccao da aeiva
fresca inveutados por Lagasse e a con-
cenlraco de todo, es prmeipios balsmi-
cos do pinheiro martimo, e por isso cura
os resfriamentos, a grippes os catarrhos,
reuquiduos, astlimas e brouchites.
Dr. Barreto Sampaio Oculista
Consultorio ruaBaro da Victoria n. 51,
l." andar. Ex-chefe de clinica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nosdoming'os e das san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade a. 26 Telephone
n. 287. ________
Dr. -a. Ilygino de Miranda
Medico pela '-.culdadB de Pariz, cir-
nrgio parteiro, abri provisoriamente
seu consultorio na ra Nova n. l'J, 1
andar. Consultas das 1 s 3. Espe-
cialidades : partos, moles'ias das senho-
ras e dos orgo trenito-unnarios. Re-
sidencia : ra do Baro de S. Borja.
ae t a n. apetite e boas estomogos poaco ae
irup rUrSo com a kistoria de Mrs.
H tenman. Mas a immeaaidade de ho
mena e muiheres empreja^je em labricas
e outroa m steres que soflram c>mo elu
soffria sentirao o peso di sua verlade e
(ympathia. E qualquer liouaa que cura
iadigestao e dyspepsi* e nos torna a-itos
a aceitarmos o que Deus oob c c >m<'
alimentado, seria ainda asaim barato em-
hora tivesiemoB tilo qaa den ter ouro
para o aicancar.
----------------i ----------
Quando as rapariga ao pallidas e
tristes, de estomago doen:io e digestoea
laboriosas ; quando o& mpazee soffrem,
dorante a adolescencia, de fraqueza e
que a fadiga do estudo os debilita e pros
tra, pde-se estar certo que o uso do
c Ph sphato de ferro solavel de Leras ,
8imilhante, urna agua mineral natural,
porm mais activo, triumphar de todos
os ene mmodos.
MEDICO
Dr. Amaro Wandcrley
Especialidades : mol stias dd crianzas
Consu torio rua Duque de Caxias
n. 74. Das 11 horas da manh 1 da
tarde. Reudancia ; rua Direita em
Afogados.
--------------------------------
< i i n ion Medica
DO
Dr. Alberto de Mendoza
Commltori. : Rua da Imperatnz 1.. 8,
l.* andar.
Consuitaa : de 1 3 3 da tarde.
1 4 i
Avisa a seus amigos e clientes, que
mudou o seu consultorio para a rua
Largado Rosario n. 0, antigo con-
sultorio do Dr. Ferr ra, onde continua
dar c nsultas das 11 1 hora da tar.e
e reside no Cajueiro n 4.
Telepho e n. 292.
Peitoral de Cambar
Oiuniao do Dr. Cruz Cordoiro
QO Peitoral de Cambar, preparado
pelo Sr. J. Alvares de Souza Soares, o
um excellente balsmico, e como tal
tenho empregado nos doentes de bron-
chites e affecces pulmonares com
grande proveito, tanto mais por ser
um expectorante suave e efficaz ; o
que afiirmo em f de meu grao. Dr.
Antonio da Cruz Cordciro. /Parahyba
do Norte
MOLESTIAS do ESTOMAGO. Viao Chassainc
4100
34500
14500
2#40'J
2W0
Algodo
Csta-se a Kg700 por 15 k los.
&lc*ol
Jar pipa de 480 litros 2154 venda.
AgnardeaCe
for pipa de 48t litros 1324 venda.
Centras
Seceos salgados na base de 12 kilos 14 ris.
nrta.
Verdes 700 rts, ootcinal.
Carnauba
Cota-se de 234 a 354000 por 15 kiios.
Mel
Por 1004000 oemloal.
Uxporiveho
Aecire. 5 de Jolio de 1805
rara o exterior
sSo hoove.
Para o interior
No lugar portaguez Temerario, pura Pe-
ja>tap, carreyaram :
R, ataia & u., I pipas com 2,650 litros de
alcool.
po vapir nacional Cometa*, para Rio
Grande do Sol, carregiram :
Loto & FiiDi, 500 saceos com 36,000 kilos de
aseucar braoco.
__ no vapor noraegaense Nlord, para Sao
loe, earreearam :
P. Pinto a C, 200 barra coai 17,600 litros
ie ageardente-
P. Lemo & C W latas com oleo vegetal.
C- de Estiva, i Lus com 64 litros de oteo de
Tierno.
No Tapor alleaiad Argectioa, para San-
ios, carrpgou 1
p. de Oliveira Maia. 22 saceos com 1,320 kilos
ie aesacar masca vado.
No oate Bom Jess, para Mico, carre-
ram : m .
0- Bastos & C, 1 cala com 2. litros de co-
Dac e 2 ditas com 24 ditos de geoebra.
P. Vianna c C, 2 caixas com 30 kilos de
nr em velas.
o hiate Teatadoora, para Natal, enrre-
C00 '
B. de Axevedo, 74 tabeas de vmhatico.
Nohiate Deoa teGole, para Mjasor, car-
Tgaram :
I. Rodrigues, 6 tu con 110 kilos de sabe,
3 tiarric- s o 180 kilos de assoear refiraio, it
cUas com 108 mro* de geoeOra e 3 l.las com
20 o|;oa de ciara.
C- Leudos & C. 6 barricas com 300 Kilos de
aisacar braaco.
Azevelo k C, U volames com 605 iilos de
(o roo
M- Vlegas & Filaos. 20 caixas com 140 Mires
de geoebra e 2 barris com 186 ditos de vioagr?.
L. Ft-rruira C, 140 caixas com 3120 kilos
de sabao.
J. de Uacedo, 10 caixas esta 90 litros de lico-
res d*f rectas.
Para Mosso'. carr> gxram:
J. Salgoeiral &.(!, 24 Derritas com 2 i6f kilo-
de aisacar reBoado e 42 diUB com 2,576 unos
de ditio braaco.
M. Wg U F Ibos. 2 oirns com 18-> lit-o-i de
vioagre 2 uas com 280 ditos de geoebra.
J. S. do Aaaral &C, 1S Dar.'is coa 268 litros
de tervrja.
L- AIDeiro & C, 5 calas com 40 litros de
cidra.
J. de Macedo. 35 caixas com viaao de cajo',
15 oras com iooo de abacaxi, 20 ditas com
cogoac de [rocas e 15 citas com Mores de troc-
las, pooaado todo ',531 litros.
Na Darcaca Parangnabi*, para Uacei,
earreearam :
F. lrmao k C, 620 caixas com 8,860 kilos
d sabo, 150 uitas com 1,950 ditos de saooaetes
e 30 nitas com 150 ditos de velas.
Na Darcaca itajafij, para Parabi:a, car-
regeu :
C. lodostrlil. 20 barricas com 1,547 kilos d
assoear refinauo.
Na barcina CoaceiSo Parabibaoa>, para
Parabiba, carregaram :
C. P:nlo ., 18 oanis com 909 litros de
vi! ho de rocta e 15 ditos cam 900 ditos de vi-
as are.
F. Rodrigues A C, 1 caixi com 96 kilos de
doce.
Nabarcaca Nazioba, para Mamaogoape,
carregamm :
. Piolo C-, 10 caixas com 100 litros de
genebra e 4 barris co n 360 ditos de vinagre.
A. H*caado & C, 5 naceos com 125 Kilos de
rio de^aigodao e 8cusas com 890 duos de tomo
PAUTA DaTlFANDEGA
VALOaaS DAS MBBCADOBJAt NACIONAB* SOJKITA8
1BBITOS DB BXPOBIACAO
Semana de i a 6 ae Julho ie 1895
Agaardeate, catbtca litro.......... 218
Dita de canoa, litro................ 400
Dita destilada oo aicool............ 410
Algodo em rsma, hing.......... 6M>
Arroi com casca, u un............. 120
Assucar brancc.iCem............. 300
Dito mascavado dem............. 146
D110 rehuado. dem................ 350
Bagas de mamona, dem........... 130
Borracha de feite mangabeira, dem. 14500
Cacao, dem...................... 900
Caf bom, dem................... 14700
Dito escoIba on restolbo, dem...... 14200
Dito moido, dem................. M400
Dito ordinario, dem............... liO
Sement de carnauba, o kilo....... 47
Sabao.kilo....................... 360
Sebo em rama, kilo .......... 666
Tataiuba madeira, kilo........... 120
TaDoas de amarello, dona......... 160*000
Cera em teias.kile................. 1460O
Dita vegetal em broto, kilo........ 2814000
Carosos on sement de algodao, dem 045
Carrapateira (sementJ............
Carnauba, dem................... 14900
Carvaoae pedra, tonelada.......... 4040U0
Dito aolmel...................... *50
Coaros seceos espichados, kilog----- 905
Ditas ditos salgados. dem......... Nao
Ditos verdes, dem............... 630
Coorinbo om...................... i'Z^
Cocos em casca, cento........... 94000
Farinba e mandloea, kito..........
Graxa Bebo, kilog................ 693
Cirurjitto dentista
Jos Hygino de Miranda, cirurgiSo
dentisW, "abri sen consultorio na rua
Nova n. 19, 1* andar.
Geoebra, litro.............. ......
JaDoraudv (foloa). dem..........
Helos de sola, valor nominal........
eVl ce lanqoe oa melaco. Iitn.......
Milno kiiogr......................
Otro de mamona oa de ricino impara
litro..........................
Pellas de cabra em cabello, valor
dw ceoto......................
(dem de caroeiro em cabello, "alor do
enie .........................
Spastjs de cauro braoro oa ua o, par
3<0
800
74500
166
130
530
2404
110*
24100
Heodlnieatoia paMleo
Mei e Jalbo ot 1895
Alfandega.
Reada geral
to da 1 a 5
dem de 6
22:SC940<2
57314084
Renda do Estado
Do da 1 a 5
dem de 6
I0:203*3I(>
3:78246* l
330.0004096
13.985*917
Somma total 343.9864023
2a saccSo da Altaodega de Pernamnaco, 6
de Jalbo de 1895.
ebefe da se:cSo
L. P. odecera.
Pelo ibesooreiro
(lecoeaeg Ido N. Coaves.
R ECEBED0RIA DO ESTADO
D i dia Ia5
dem de 6
Do dia 1 a 5
dem de 6
RECIfE DttAINAGE
16 76K4730
1:1894642
18:0554372
133*448
4
1384443
O Cognac Brazileiro
DE
A. M. VERAS
E' superior ao cognac estrangeire
porque tem o sabor da agurdente do
uvas, tendo mais a vantagem de custaa
2$500 a garrafa.
O verdadeiro cognac estrangeiro cus-
a 88000 a garrafa, pelo menos !!!
O alcool, quando puro, um alimen-
to, mas ingerido com as essencias epy-
reumaticas que o acompanham, um
veneno.
Por melhor que seja, o cognac es-
trangeiro contem essas essencias nefas-
tas ; ao passo que o Cognac Brazileiro
est privado d'ellas por um processo
chimico.
Este facto tem grande importancia
tratando-se de crianzas e pessoas de
Ucadas.
A Imprensa j deu a sua approvacao
e a Hygiene acaba de autorisar a ven-
da do Cognac Brazileiro.
^Garrafa 2$500
Duzia 2 5 $000
Na fabrica a dinheiro por este pre?o
reraette-se urna duzia de cognac para
qualquer ponto do Estado, por cami-
nho de ferro ou martimo, sem despe-
za
Pedidos de 10 duzias mais 5 O/o ai
descont.
3 cargas com oalaias a 300 r.
1 cargas c macacbeiras a 300 ra
4 cargas com cebolkiho a 300 rs
2 caritas com genmuos a 300 s.
li cargas com vurnora* a 300 rs.
carga com canoa a 308 rg.
30 cargas cow laraoias 300 rs.
2 caras con inbaine a 300
l careas com toacas a 30 rs.
4 cargas com diversas a 300 rs,
21 carga com rarlafia J0 rs.
xt cargas cem milao secco a 200 rs.
3 cargas cem fei|4o a 200 rs.
73 'linares a tuO rs.
12 Sainos a 200 rs.
lz cemp. coca otneiroe a 14800
7 comp. coa cia-i'ui a '08 ra.
8 comp. coa lreaini8' .
3i comp. com comidas a 780 rs.
74 como, com fasendas a 600 re.
i9 comp. cori!. verduras a 300 rs.
Si :omp. com lariooa a 1^0 rs.
53 comp. com tainos a 24000
Readlmeato dos dtas 1 a 4
49-'0
4300
43(10
460
3A600
46(1-'
9i< 00
46 ki
s>30u
l*"
4,4400
2*400
4C00
14t;00
2in
124WIU
4*9 c
. 44800
234800
144-00
3-^4800
1064009
3324100
1:2544200
1.5864300
Kovimento de porto
Navio eotradon no dia 6 de Jalno
Harxburgo 50 .ra?. loga' noraeriaeose Siria?
de 3.3 toneladas, eqopageai 9, comnindar te
Cbr. Jacobseo, carga varios gneros, a R.qo
& (iopperi.
NtwYjrn14 das, vapor belga Hsrelius. de
1609 loneladas. eqaipagem 48. comoiaudaote
\V. H Stapledon. carga varios gneros, a
BanOolomeo & C.
HamDurgo e ie. cia24 dias. vapor allemo
> Vrgeotina* de 2936 tooelscas. eqolpagem 41,
comuiaodaote L. soharja, carga vanos gneros
a A.. Borslelmono & C.
Hambargo e escala46 dia?, Barca alterna
Cari Bott, de 528 tonelada?., eqaipagem 23.
commandaote C. Lassow, caga varios gneros
a Tbeodoro Jnst.
Buenos Ayres eesr-ala 7 das, vapor ingles
Tbames* de 3369 toneladas, eqaipagem 142,
commandante James Brsc.er. carga varius
genero?, a Amonm & I ai:s.
Navio sabido no me*mo dia
Santos e escalaVapor belga Herelno, com*
mandante W. fl, Staplidoo, cirga varios g-
neros.
Sootoamptoo e escala=Vapor iogle Thamos
commandaote James Bader carga varios gt-
oeros.
Mercado Municipal de 8. los
O movlmento deste mercado oo dia 5 de Julho
fel o seguate -
Enlrsnm :
38 bois pesando 5,483 kilos
895 kilos de peixe a 20 rs.
13 campan, com manscosa 100 rs.
6 ditos com camaroes 100 rs.
26 i/2 colnmaas a 600 rs.
2 carga com galliohas a 500 rs.
7 cassoaes com gallinbas a 300 rs.
20 cargas com milbo verde a 300 rs.
2 carga cora amtndolm a 300
Precosdo da :
Carne verde Salos de 14 a 14200 dem. '
Ca'neiro dr 14200 a 1450tt dem.
Faricha de 8 H) a 1440'J rs. cola.
Milho de 780 a 14000 rs. a ceia.
Keuaa ce 14200 a 148C0 a caa.
navios esperado
Rio de Janeiro
Barca ame'icaaa Harret 8. Jacksoo.
De feoia
Lagar dioamarqaei Varde.
Lugar Brazileir-i Brazll.
Logar argeatton Coodeizi.
Lu;br sllemio Nato.
Lagar uornegeeose. Sylphe.
Pa.acbo ooruegoease naoc.
Paiacoo allemao Antye.
Patace bespaobol Raynuado.
fataibo ooroegoeose Eioar.
Escuiia aliema Blise.
De CarditT
Barc: n&roegueoge Gaaymeaes.
bar^a no'ueBueoseiia.
Birca no'uegaeo*e Delflssead.
Barca iogleta Atlantic.
Barca uglea Pellicana.
De Terra Nova
La.'.ir ioglex Dera wL
Lo'ar ingle Vidoaia.
Logar iogle Vidoola.
Logr iogle Ciatna.
De Hamburgo
Barca aliena Cari Bata.
Brigae 'llemo Otio Grat xa Stalberg.
Lagar allemao Sirios-
Vaporas a entrar
Mes de Julho
Mercurio, do mi a 7.
Siraesbury, da Europa, a 7.
Esoirlto Santo, do norie, a 8.
lisqoi*,do sol, a 9.
C ye, da Enrona, (0.
Magdalena, da Earona, a 10.
B-azil, do norte, a 12.
Ville de Moa evido, da Europa a 14.
Maraobao, do sol, a 15.
Crejle Prince. do sol, a 15.
Oreaos, da Europ1, a 20.
Alagoas, do norte, a 20-
ielaoa, do sol, a 29.
Vapores a sabir
Mez de Julho
Rio e esc., Espirito Siuto, 8, s 5 horas.
BoeuJ8 Ayrgs e esc., Magdalena, 10,albora.
Para e New-York, Jastln, 11, as 3 horas.
, Rio e esc. Braill, 12, as 5 horas.
241001 Mancos e esc., Maraubao, 15, as 5 hnras.
64000 Baenos Ayres e esc, Orcaoa. 15, s 5 horas.
4600 0 :nn e esc, Las Palmas, 17, i 4 horas.
16*100
14300
4600
154600
14000
1
4

I>i-. Ai-tliur Caval-
caiil
Parijcip .'US rlientes e
arriaos qrji idouuu seu consul-
lorio e reoide/icia para a ru.i >io
1! ir..i. da Viciona 11. ii 1.' ""-
iiar oii'ii' conHona a exorceros
my lere.s da >u.i pruflfSo.
Con.-ultas de 1 ? 3 horas da
tarde.
TELEPHONE N. 430
1
A
a
f
J

-sy, .a aME -sos-*

' Dr. Francisco Lcopoldino
E^pr-cinlidf des : Pebres, molest as de
crinn^as, sypluliticas e da pelle.
Consultas de 1 s 3 h :ias da ta de
rua do Mar^urz de oliuda n. 33, 1.
and .r.
ResidenciaKua da Santa Cruz n. 72
Telepboi,e n. 214
Chamados por escripto.
---------------?----------------
Dr. Alfredo GasparMedico Con
sultorio e residencia rua da Imperatrii
n. 71,1* andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nboras e creancas. Consultasde 8 s 10
da manh. Chamados (por escripto) a
qualqure hora, telephone n. 226
Dr. Vanes Coiiubra-------Clinica M
aico Cirurgica Consultorio, a rua Mr-
quez de Olinda 11. 64, l. andar, onde d
consultas das 12 s 2 horas da tarde.
EspecialidadesFebres, partos, moles-
tias de senhoras e enancas. Chamados
a qualquer hora na su residencia, na
rua da Soledade n. 84, esquina da rua do
Atalho ou no consultorio
Telephone D. 3b7.
:&?*
% Clinica medico-cirurgica
|| Medico, parteiro e operador
Dr. Manoel Carlos de Gouva,v
de volta de sua viagem, previne.
|aos seus c'ieates que reside qi
tem seu consultorio aberto |
%vun Baro da Victoria n. 61, 1.%
%. andar. j
C D consultas de 1 s 3 horas
da tarde. v
3 Acceita chamados a qualquer.
^hora para dentro e para fra da'
*cidade.
-
O professor Troiisseau ensina que a
essencia de terebinthina possue urna efi-
cacia superior a de todos os utros medi-
camentos no tratamento das navralgias
qualquer. que aej* a sua tde : nevralgias
intercos.aes, nevralgiaa dos membros
(sciaticai, nevralgias da cabe9a, do esto-
mago e'dos intestinos. As Perolas de
escencia de terebinthina de Clertan to
raam-se na dse de pito o at d->ze por
dia, e nunca sao melhor supportada. que
quando o doente aa toma as horas das
refeicSes. 1 (Tratado de therapeutica de
Trou'sseau e Pidoux)
Peitoral de Cambar
3:000>000
Do-se :ooo$ooo em moeda cor-
rente a'quem provar a nao authentici-
dade do seguinte attestado :
Minha mulher foi accommettida de
perigosa pneunomia, que cedeu a atu-
rado tratamento medico, continuando,
porm, depois a soffrer de urna tosse
secda de mo carcter.
Reapparecendo-lhe a pneumona,
passads tres annos, e, em condices
ainda mais graves, dei-lhe ento o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e
apenas com alguns frascos ficou radical-
mente curada. J. J do Nascimento
[ S. Jos dos Campos, S.Paulo. ]
" O AGENTE Cmpanhia de Drogase
Productos C/timicos
pora
tivo vegeta!
Formula de Angelmo Jos
dos Santos ndrade
Approvado pela Inspectora Geral de Hr-
gieoe Publica do Rio de Janeiro em 20
de Julho de 1887.
Esl; depurativo de praode efica -ia as rro-
e8ti.8ypr>ilitica? oe irr.ureza do anrue; ase m
como em todas as idoUsius das senhoras.
Tem curado radicalmente multas .pessoas ac
commeltidas da terrivel mok-s bariberi.
Kbeumaiismo syplnlliico ou goioxa, d6r cu*
lica erapcOe? de ptile, cancros, e cancros vu
areos, lores brancas, hy^tenamo. frousidSo de
oerroe, irites e uuir- utlamma^es oos 0IM04
aolRSt.as do iigauo, escronhoias, escorontos
orJrimentc de estomago, cceras, gommas, ris-
olas, empinge dos, antros, paonos e manchas
Ja pelle, booas e DonOes, sarnas, calarrnos e
.juaesquer moldstias da bexiga, entre ooiras
.iiiuuiuria. oorinas doces e sanyuoolenus
ent-mia, ;araly.sia, erysipeias, e inllammac1'"
pa>i pernas hemorrhoidas, ma, s ar.'yia
;elles, inmorcs, Devraltia.-, e i'lepoanliazs aa
aorpha. aa rrcKularidadpg da menatruacro.
Prova-se com aquel le numero de atiesta paoluados e os que existex em nosso peder
eflicaetf deste elixir oas molestias indica?!5.
Eneontra se a venda ni Botica
do Rosarlo n. 35
A'rua Barao da Victoria u. 37 se dar toda
qoa'-qoer explicato Que for precisoocerca deata
^Jepa'ado.
Catado cum ralsirtfMfde*
Modo de usar
Os adoltos tomarao qnatro coiherc d.- d
opa pe manh e "".tro noite.
As enancas di. 1 a '. annos lomarao'.nraa co
Iber pela m..nba e omra a ooiie e as de 5 a
i unos tomarao du.au colberes pela :-nanh uaas
elle
-------.
Elixir Afi-Febril Cardoso
SEQNCO A FORMULA
de
Manoel Cardoso Jnior
Approvado em 2i de Marfo de t898 pelalngpec-
toiia Geral da digoa Jonu de dyiiiene do Rio
de Janeiro.
Ete Elitir de Ctmposicao loda vegetal pre-
parado pegoudo as regras pbarmaceDlicas, aron-
eibadas pelos aotores modernos e fle recoobe-
cida c.n.ciutde scieolitica unto 00 paiz cerno
a fxirangeiro.
t.te Ehxlr o producto oao ? do grande es.
lujo A** accO s pnysiol. gicas das *aD8ta'jcl?a
como tambem paiologica, como tambem o re-
soltado das immeoias apphcacoes nos diversos
caso de febres de fundo palustre,
A apphcacaj ae Este Elixir na graode epide-
mia de Dexigas de (890 a 1891 mais orna vec
iemoD8iroa a soa tfficacia; pois oo priocipiodos
orimeiros rympiomas i tenga aborta, e un ca-
ros mais ariiantadoa a bexiga pa-sa a ser orna
lenla febril volcar apresentando pequeas lo-
mefc0"s qoe cum a co.'tioiacao do elixir desa-
Ksrecem sem todava aprese:-.tar receles e pe-
rlgo.
Oe multes attestados publicados no Diariode
Percamboco e Gaieta ca Tarde provam o qce
dlKOMM.
Nos casos de febre amarella o effelto e admi-
ra el, apresentando pbenomeoos to maravilho-
o qoe nesta cidarte do Reclfe e oo do Rio de
Jineiro pooco recalo caosa a febre amarella
nesmo estando o doen.e com vomito pretos.
saagulneonesles alamos periodos entSo ne-
cesario a applicay&o em alta dose, desprezaodo
Unella annexa.
Eite Elixir j conbecido do publico de om
grande numero de d gnoa mdicos apreseniado
para combater oa differenies incommodos todos
eea de ca-acler febril.
Por minio lempo tivemos occasiao de fazer a
.pplicacao cas feb:ss erysipellosa3 e com to
0001 resoltado qoe ficacos admirados de to al-
tta enanos.
Pela pratica chegamoa p conbecer qoe dos
ataques de feore erysipellona 00 eryaipella como
valgamente se diz ncessarlo o uso de 10 das
lo Elixir.
Nos grandes incommodos das senhoras men?-
traogSo, gravidez e nos casos de parto com fe.
Dre de om resoltado mi 1- celo e seglo em
a coa co.uposicao to si.jplesqne nSo offerece
receio de apphcaro Elixir nem mesmo em doses
eoperiores s indicadas na tabella ofra.
Pedimos aos dignissimos medico aoe deseja*
rem fazer oso deste Elixir em soa cimica nao se
sojeiiarem a nossa prescripcao, mas sim fazer a
applicaso em harmona com os casos que aese-
lirem combater, cerms de que o medicamento
a composico innocente para o organismo por
mus frgil que seja.
O P de Rog
E' o mais agradavel dos purgantes,.
o que convm melhor aa senhoras,
6
as gennoras, s
creancas e as pessoas da compleiso deli-
cado.
Haja cuidado com os productos cujo
nome pode ser causa de confuslo. O
P de Rog reconhece se mire todo.} os
medicamentos anlogos, pela approvacao
da Academia de Medicina de Pariz.
Nao se deve aceitaros vidros que nao
tiverom sobre os rtulos e endereo 1 19,
rua Jacob, Pariz.
Modo d asar
A'8 criancas at om auno 10 gotas de l em S
oras em urna colber das de sopa cheia d agua
tria.
De nm a tres annos. 15 gottas.
De 3 a 1C annos em di. ote 40 ottas etc.
tatas doses devem sempre ser appiicadas em
egua tria.
BepoNitox
Companna de Drogas a Productos Gbimicos
Recife, rua do Mrquez de Olinda n. J3.
Naciooa! Pharmacia, ru Larga do Rosarlo o.
35.
Puarmacia Oriental, rua Estrei'.a do Roao;.
o 3
Pharmacia Alfredo Ferreira. rua do Bario da
Victoria n. 14.
Puarmacia Martins, rua Duque de Caxias u.
83.
Pharmacia Ribeiro, i prac* Maciel Pinheiro n.
Pbarmacia Victorienee de Luiz Ignacio de At>
drade Lima, cidade da Victoria
Para qualquer iuformacSo ser encontrado o
autor ca rua Estreita do Rosario n. 17.
Os nostos frascos sao qtiadrados e conta go-
tas. N'um lado teem gravndoElixir anie-feuril
e no outroManoel CardduoPercaabuco, e to-
dos o: prospectos tao a8i;nados por Manoel
Cardoso Jnior, sendo Jal jos os que dSo ftrem
asaigoados.
t
\
*
'

L


1
"WMi

Diario de Pernambnco Domingo H de tfnlho de i*?5
Coqueluche
Cu -as do Peitoral de Cambar
Declaro que enancas de minha casa
que se achavam atacadas de coquelu-
che ficaram em poucos das restabele- [
cidascom o uso do PEITORAL DE
CAMBAR/i de Souza Soares.
Amrica Salvatori.
JSocio da firma Manoel Joaquim M mro &C, do Rio de Janeiro.]
--------------m
Cura de tosse asthuialica
com o Peitoral dej
Cdinbsr I
Pessa da familia do Sr. Jos Car-1
neiro da Silva Reg, da Bahia, que sof-
fria de urna incommoda tosse asthma- |
tica, que resistir a cinco annos de tra-
tamento, curou-se com o Peitoral de
Cambar, de Souza Soares.
O AGENTE Companhia de Drogas
c Productos CAimicos.
ELXIR U. AlOHATO
Rhunsauma : oirei-o, completamente
g c-n o Kllxir M M rato preparado
por D. C*rl i.
8. Paulo.
M.theiB *l'sr< da Cnuha.
Depciii^; on Pinn ibuco: Companhi
ae Drogue, ru M -<( z de Oliada 24
11
Porto. 28 de Abril de 1886.
Illma. Srs. S; t'.e B< v .e.
por muit->s veZTf logo desde que f..i
conbt-cidoa prep-racSj do 3iott e Bwone,
oleo da fi<-du de bacalhao, com bypo-
phoapbtoa cuja compo 95' ar.tisff>s evi-
deoterotnte a mdicaves torrases, teobo-a
acnselfado Cs erdadeiro proveito e
enancas e inda a adultos ; porem con-
sidere- dig' de tuda a atteocSo e lSj
besito em iffirmar que a reputo om doj
mejores mecieameotos alimentos, com
particul ridade para cricncas, ele.
Aijostiiho ntooio ds Souto,
Desapropriacao das catas
ao becco do Pociaho
O Dr. Preieito do municiopio do Reoife
pelo presente euovida aos proprietanos
das oasiobas da travasaa do P .o n o qu
tem es es. impares a apreaent em seus
titulo? de domioio, sfim de conveocioua-
rem o prego de dssnp o riagSo dor atili
dadi pablici, por ter-m ellas de ser de-
m lf as p&r.i perfhameoto da ru i do Dr
Tobas Barrete
Secretaria da Pr*feitu-a Municipal do
Recite, ti de Ju ho de 179).
O sacretario.
Joaquioa Jos Ferreira da Roch >.
Revisao de afericak)
F*s-se publico que < a pesos blancss
e medidas, dos est b-'ccimentos situado
na tr^eursia de Santo Antonio deverao
sor tiaii.os a repartido de aferi^Ses para
revisSo, durante o correte me<5 de Julbo
e va respectivos comuserc.nte8 que os r.3o
mandare ra no praso indicado pagarf.o alto,
do imposto a mu a da le.
Secretaria da Preleitura Municipal do
Recite 1 de Julbo de 1895.
O secretario.
Joaqun) Jos Ferreira da Rucha.
8 3.* S''n* iiqui.iaia > sera avallado to^ooi Talas as laote'oas publicas ser&o sempre
mnenal us Eir.prosa uae nao o ver nao luclui-.'mauicia em p rfeito es'ado de asseio e ue pia-
do aa avahacao de 1889 (ella por aquella arbi-ltur e nauera-as com alarismo8 de metal pi-
no, nara o ttm de ser ludonuisaia a m^sma om-
Linte
Porto.
da Esoola Meico-Cirurgica po
KD1TAES
0 y r cieno ao Mu iplo do Re formdsde cc-tn o art. 4o da L'i n. 99 de 40 de
-loobo do orrenie aono fax publico qoe orgat.i
son a seguiote lleta des cidaaaos qoe lem de vi-
tar na Heigao de Governafl.r e Vice-Goveroador
no da 7 de Ozembro de 1895.
Pr< tuezM de Saoic AQteoio
orrolpbo Pinto e Alaeioa.
Itotiao Martins de Miran.ia.
Huberto de Oliveira Goima s.
Koulio Jur de Oliveira e Suva,
itjfino S. Galo de Miracaa.
Hodolpbo de Albuqce qne.
romaricu EotictiiniaDo Licerds.
RacolpbO Goo(alve8 CCavee.
R oolpbj Florentino Carreiro Monteiro.
Itdoli bo Honorio Serpa Brandao.
Romo Pniiom9DO Veras.
Roqoe M-Ubiades da Silva.
avmoodo Pereira Magaibaes.
Kouolpbo Alexabdrioo Cioeca.
Ravuoodo falbioo Ra Robe tu FraDCi^co Furtado.
R geno Pava Machado.
Rauelplaou da Cunba Amaral.
Hodrieo da Silva Reo
iijilr gi Jai lobo Ti-oono.
Raymuodo de Almeida Sampaio.
Raytnondo Mara Moreira.
Raymoado Naoaio d'Almeida.
ftaymuodo Ferreira de Suuia.
RemiRio Isidro Edoardo Mael.
Roaaj Rodrigues Cnaves.
Rica do Scares de Preias.
Roaolpbo Sodr da Multa.
Rodrigo Aibmo de Mello.
Samuel Woiff.
Saiogilaoo Lopes de Barros.
Secnadioo Jos Jy aby.
Sebaetiau Mana aa Silva Ucotiobo.
Samoel Paulo de Siquei'a.
Seba.-tio tropea Galmaries.
Samoel P-reira Pinto.
Serautn V -mino da Trasladt(So.
Severlao Maooel do Nisdmento.
S.lostiano Francisco de Paula Dornellas.
Saauoo ah s Cimello Pinto.
Severe Francisco Fe-reir.
Silvioo da silva Salles.
Saltador Goocalves Braga.
SeDastiSo Jos Gomes Peona.
Serapio do Reg Barros.
Sabino Antonio da Lu.
Samoel Montei.-o da Paisao.
Seve-ino bandeira Barros.
Silvestre H.beiro de Alooqaerqae.
Serabm Jof dos Aojos.
SebastiSo Pereira Pioio.
Silviao Soares Martins Pereira.
Sdvenao Jos dos Aojos e Santo.
Severino Fracisco de Mello.
Toomaz Juaquim de Camino..
Tbeodoro da Costa.
TaeopDilo de Paula.
Toomaz de Ajumo Perlado.
Toeotooio Jos Flix dos Sant03.
Tueoionio Carlos de Almeida.
Taomaz Sgismando de almeida Barros.
Tci z de Aqomo Venancio.
TiDurcio Valeriano Guilberme de Aasls.
Toomaz Manobo.
Tbeodomiro Cesar Ouarte Ribeiro.
Tbemistucles de Oliveira.
Tneoocro Jote de BastOB Mello.
Talespiiuro de Paula Augusto.
Targino Cesar UoopO.
Torqcato Carneiro Leao.
Teodo-o Benser Fbo.
Toomaz Caoiuario Pires Ferreira.
Tootuai Teueira Battut.
Tbeoiomo ls de Soaza.
Toeopbila Joaquina aos aojos Santos.
Toumax Aoloaio Ferreira Barretto.
Tertuliano da Moita Ve-ga Pessca.
Teneo:e-crooel Toomai Perreira de Carvalho.
UroiDo Carlos de Lexos.
urbano de S Pereira Saldauba.
Vicente ae Souzs Figueira.
Vueoie Ferreira oa Conba.
Victorino Jos dos Santos.
Vrente Ferreira Santiago.
Viu riuo Macano a Meira.
Viaoutc Fiaacisco de Souza Raogel.
Dr. Viceote Ferrer de B. Wanaerley Araojo.
Vi.eote Borges de Castro.
Victur-auo des Res Pereira.
Y.cenle Ferreira da Paixao.
Viceoie Ferreira da Cusa.
Vinato Silva.
Veuanc.o Hemelerio Lobo Labatol.
Viviano Rudrigues dos Pasaos,
Paare Valeriano de AHeiuia Crrela.
Victoiioo Fo-eDtino de Figueiredo Lima.
Virgilio Fran i-co pereira da Silva.
Vke;.te Rsmus Pereira aa Silva.
Vicente '.laudioo Alves.
Valeotim do Valle L-jbo.
Victoriano Marques de Amonto.
Victorino Ferreira Guima?ae8.
WtQceslj Francisco d'Araujo.
Vicente Feraanaea da Costa Lima.
Venancio da Bilva Floree.
Vctor Nune Rioiro.
Valeriano Braalio Francisco Neves.
Vicente de Fanal Maciel.
Victoriano de Aragao Ebla.
Viceate. Crrela de AraUjO Lima.
Vicente Lapes B-aga.
Virgilio Joe da MO'la.
Virgilio de Moraes Bezerra.
Zacbarias Nones Gcetbo Rodrigues.
Zosino Constantino Rcdriguee.
Zefenno Goccalvea Agr,
/eferino da Costa Vleme.
Zacbanae Jos do Reg.
(Salino.).
Edital
llliiiuinacito elctrica da c-
daile do Kcce
A Secratan. da loaostna ao Kniao de Per-
o^"-noco, faz publico qoe de aeccr-io >om a Le
n. 73 '-e 18 ne Maio dj ro-reni anoo re.ceber
a' u dia 20 iie Seiembro prximo propjsiae-
para o ee.rvico ce illuinlnacao elctrica aa cida-
iro c Do.-1', i.-.- a frlebraco do contrai to
que oos t- roi(,s Q'aquelia le se buuver de la-
vrar.
Art. 1 A coocurreocia versa-a.
jj I." Sjbre o p'a-o do cnvnrgio du'ant" o
quai o conces'ionario >e:, exclu lo quaiquer
co'H-n'reote, o monopolio nesse servigi.
2 S3be aa conaicO-s a qoe se propoe o
couc 8-conarlo, aps a teraiioacao Jo praso do
P'lVll-tlO.
3." S bre o ay^teme de assentameo'o. caoa-
iiocao disiribu ,oo e regulamentagio aa iliumi
oaco.
i Sobre n inteoaidade mnima da illcmina-
(au, al.ura do calgaioei t em quaiquer ponto
centro Jo permetro que btatur a rea do pri-
vilegio.
5 Sobre o preco ds unidade 4e las elctri-
ca, dirc cinaiiarr,e:.'e par., a illoroinn(o publi-
ca, quer das ras p'acas t qoer dos editicion
piir.ii o-, e para a particular e domiciliaria.
6. Sobre os abat melos feitos nesse p eco
qooiio se tratar da Hlommaiao as cagas de
car).ldes s escola', palacio do goveroo, quar-
teis a mal', repartiera publicas qoer esujoaes,
tcnnicipaes ou fed r.es.
7.' Sobre a reduocSo 'o preco segundo o
nuoiero de bcr* ce illumiua(,ao em caaa ooule,
e secundo aunmeniar o cuosotuo.
8.* Serea imensidade media dilu na*
"ouies, que devero servidas por lamp das
ooic inferiores a I.OO velas.
0 Sobre a divirao tu nao das cidades em
mjc o-ee indepeBdeoies ou nao.
| 10." Soore o nraso para comecar os traba-
Ibm.
H Sobra o praso pars le-ttlDagao de* <
irt.alr!Os, ero f ao servgo total para ditin t
v.i lo-tailago e lonccionHuuen.u da nlumiuc^>
em toda rea do privilegio, romo separadamen-
te para os diverso* bairros da cidade. de modo
a ser a par-e ceolri-l iliummaia i luzelectriio
no mar oreve praso qoe poesivel (dr.
An. Ia. Cada preposta deve-4 cer acomp;-
nbada do certificado qoe atieste ler o proporen
le deposliade no Ttie-our do Estado, como
uauc&o para aasigoaturs do cuntrauto, a impar
tancia de 3:000 (qume cont de res) em di-
nbei'o ou em apulios da civida pooli. a.
Art. 3. Jalgada a coocorreoc a se restituir
o deposito es propooenles p-pjudicados, deven
do a caocSo .lo proronente preferiao ter eleva-
da a 30:000* por ccasiao da assiDatura do
contracto, a qoai oaj pbdeser aemorada mais
- e qoinze dias apas o jolgameoto da coocurrea-
cta, sendo aquella quaalia f'estioads a aramia
das aullas que bouverem de ser imaoctas para
g-l exei-uco Co meemo contracto.
Si Esta caucao Oaal permanecer no The
ooro do Bstado a 6 a expiracao do praso de
privilegio.
S 1" O've-a fer inlegralis-da, d^alro de olio
das, loda a ves que lo- esfalcada por maltas
impostas peio fiscal do go infracta) de quaiquer das clausulas cont ac-
tuar s.
Art. V O coutraclauto fica sejelto as se-
guales molas.
b) Peras total da rancio si deatro de tres me-
zes cootad, s da asstgoa.ia-a u contracto oio
boaver iniciado o servic *" iBSlalIsgao.
b) Molas de 2C0 a .OOJ* dorante o prtvile-
sio, pela iofrac(ao de quaiquer ilausola coolrac-
lual ou dispoiQao do regolameoto Que com au-
dieucla do conceesicBano te de ser elaborada
pelo eBgeobeiro fiscal para boa execuclo do
mesmo tontracto.
c) Purda ae metade do preco da luz corres-
pondente a cada foco qoe for encontrado eu(-.-
qoecido ou apreseotando treqoeotes e insom-
modas ini-rm '.teoras.
dj Perda de deas te os desse prego quaado
loco apreaest.r frequentes eclipses.
e) Perda total desse prego qnaodo o fsco eati-
ver SDtgado durante mais de m-tade c-a noute.
') Quinio o numero de fucos as condigOes
da let.raesubir a |3 do total de foco?, ac
crescer a multa de 1:000*, e a de 5:000* quan-
ao robir a mais de roeude.
g) Quodo ene facto se reprodaza mais de
trima vezes no anuo o goveruo uudera r3scin-
nr o conracto si Bao p a tordo de q-e possam resaltar vaotagens para
0 servlco.
b) Caducidade do c ntracto si por colpa do
couiraciante Mear a caade as escoras doas ooi-
tes consecutivas oa nao.
Art. 5. Para boa scalisacSo do contracta o
goveroo maulera junto compaubia um eoge-
oneiro Bacal, om ajudante e o numero de guar-
das de lliominec9o que lr julgado necessao
mas que caj exceder de seis, para o que deve-
r o cout-actaniH exxrar aunualmente com a
qoaotia de 20.0, Ojo O para o Toesooro do Esta-
do, destiaaua a pagamento desse pescoal.
nico. Alem lesea quaotia anoualmeote
reaiisada pelo concessiooano, dever este forne-
cer sua costa e de urna vez por todas para o
esrnptorio de ris al sacio o ioatrumeoios que
forem necessarlos veriBcafiio das cndtgOes de
urna boa llumioacio, nio exuedendo todava
essa despeza a tOiOOO*.
A-'. 6 Dentro do praso mximo de um aono,
a comar da data da aesignatora do contracto de-
vora estar funeciooando em toda a sua plenitoae
a tilnojioacio elctrica nos bairros do Recite, S.
A .lomo, S. Jose Ba Vista.
Art 7.* O praso mximo para te'mloacao de
todos os trabamos s-ra de doua anoos.
Art. 8. Ser* de tres mezes o praso mximo
para inioiacao do ervigo, contado esse praso da
acsigtii tnra do contracto.
Art. 9.* Dentro oesse praxo dever o conces-
sionarlo preferido sob pena de caducidade e
pera da caujo entrar par o Tbeaouro do Es-
lado com a importancia ae 994.917*528 ao cam-
bio do aia, seguoso a avallacao do arbitro des-
empatador. como valor da a.tual eupreza de
i!iumtoi>co a gax e noa termo da clausula 13
do contracto celebrado emre o goveroo da aa-
tiga provincia de Pernambnco e Fielaen Bro-
tbers, em26 de Abril de 1856.
p-esa Ja muo laocia reape-.i'vs, qoe igoalmeme
teio de realisar os uuvs con e-sicnarios, om
auno aps a nata essa seguaia avaliacio.
4. Para esa.-* dio logo que fd- asslgoado 0
novo contracto o Goern numeara os seos arbl
tros para que procedan avahai;O do maierlal
aceres :ido.
Art 10. En todo os pap^mertos devidus por
in-ierjjiii8a<,ao do Eftaiio i EmireiH uG.veroo
u-iara co o tuelbor Ibe oaric r .io diraito, quj
loe earaou.io pi la clausula 13 Jo cu contrae
to,de reali.-ar di'os p*Kamenu>* em prestaies
at.nuaes secando a* l\>iC'S do cofre astadnal,
lu'o de 6 /. e a qaau.la que restar a' a extin.-
gao da divina.
Ari. 11. Puueodo a actual euprisi d^ uni
nacaoa ua ccocoirer ap-esentanilo proposU no<
teios do presante edital, tica ttitendiuo que a
nrwiVreotita f ibe cabera nns lermus do art. 1*
g 5 e 6" a ca. L'i n. 1 9JI.
1 U novo rontratio 16 pod ri ssr lavrirfo
coa: Fi-ldeo B" b- rs cotuo uinovoac do de
2S de Abril COes i.i e ju-nio ao -y^tema i illom nagao e.
suas conseqeei cas ectuiicas orno prioxipai-
iLente depois de exprBs^a declar.icao dos ruts-
mos Fieiuen Brothers de acceinren a ioiiovacao
'orno liquijuuo defliit ivaicenie todas as qu*s
toes existentes eut'e eses etDprfsaMos e o Gj
verno do Ertartf, nesobruado estn do pagamen-
to da iuiiem'..8ovio da cit. clausula 13" do con-
t acto de 2.; de Abril Je 1856 e ssrn m.is dlrel-
to da emu esa reclamaeso de quaiquer paga-
menio p r pane do Kfiado. aaivi todava a divi-
da do gaz consomio'o na iuuaiio.ic.ao pablica e
ja es-r pturada.
2* O conissionario, Fl'lden B-otners oo
outro., puderao emureiar o gaz carbn m pw-a
iliumincio os suburbios da cida uo Rjcf-,
teiifio igualmente privilegio p.ra esse tito, no
qual po erio emprega- r uoatrrial actaalmeute
em servico, feitos a juizo do engenneiro fiscal os
deviaos raparos concenos e surn-ll uices bem
coirio consirucges nosae que fortn p eiisae.
Ari. 12. 0 concessiooanos gozarao igaai-
meoteoo privilegio de fornecer oo permetro da
cidade torga im liz pa-a o ervi;o das indus-
iras quj quiz 'rem emprear : a-a esse B
taz corbmico on a ele-incila-te, licando obn.
gados acoose-var du ante odia a pressao do
gaz e mais requit-tf s oecessarios a ahuienlagii.
e moiore--, ao foreecitneo'o de Lb ratono, e
aos demais mistures a qie poaer servir aquelie
gaz.
Art. 13* 0 goveruo foroacer tos proponen,
tes e ao coa' essionario as plantas que possue
organisar as demais plantas, trahilbos grapbi.
.os e dados tetbnic. s qu- forem precisos a con.
lecgio fias sua (.repostas.
Art. 14' A illommgao elctrica dever ser.
vir aos b.irro* oo Re<-ile a' a fctalesa do Brum
a ponte d Llmoeiru, S.nto Amonio todo, s.
Jos(l-e2- distincios) at a ooite de Afoga
dts Baa.Vlscaa con,egar n< ra da AU'ora to.
das devendo ab'arger iodos os poatos desse
oairro servido acioalme.'ite pele gi>i carbo-
oiro.
S I- Todos os lemais pomos tora dessa are*
prrsenteiuente nluo;ioa''os a gaz peflero con.
tinuar a s?r illomm-dos na mesma forma ou a
lez elctrica segundo mais cuovier aos prjpo.
Bent-s for aecurdado coro o goveroo.
2 N>8 suburbios o cverno riflera conce.
fler prizos o.atotes para termiaagi aos trabj-
ibos desiiadosa levar.Ibes a llotuiz
ou a loz eiec rica, ludo anda secundo o qoe
mais convieracs propooenes e for igualmente
accordado com ogove'DO.
deltmitagSo da
to no vidrus.
15' Para a llumioacio publica, correr por
coata do roatractiote o foruecimemo e o asseo-
tamento dos eombu&l re<, cmprebendeudo o ra-
mal, a colomua oo aaodella e laoteroa, a bem
assim a co..se-v*g e af seio desses orgaos e a
operagao de axeuder e apsear, se.andoccD
QoraMo. que sera fizado p<-l eogeubeiro fiscal
de a -i-o'do com o coa>pnu.eoto us ooites.
16.* t'ara a illumioagio particolar lera o cn-
ir.canie o privilegio exc u ivo para o forneci-
tneoio, assiotamento e rnparscii do ramal at o
aeHiior, correndo as despezas por coma ao
co is. rniiio-, salvo as le assentamento, fume i-
meoto do ramal e sua censervagao, na exteusao
o dez primeiros meir.is cOIkub do encana,
cuento g-ral, de onde devi partir o raaial pan.
o coiisu ni -or, liarle esia que ser, a cusa du
coniractante.
0 eogenbeiro flscal Alara, de accorao com o
cooiractante, a tabellu dos p-egus para essas
obras por coala dos consumidores, deveodo eata
tabella ser revista de 3 eai 3 aanos.
18. N-obum medidor puaera ser asseota o
oa reaosentaao sem qao pnme'ro t-*iiba si-Jo of-
(ereci.io pela inspectora do giz. fc's;a affencao
f''uitj.
22 cnosumo de gaz se.- paeo por mex
vencido, ffectuanio-ie esse pagamento al o
oitnuo dia otil do mez sewoint-. N< falta de
paeamenio por pare rto Eilado. ve.nceii o deb
to ju'P8 i r- zin de 6 uo pnmeiro auoo, 8 .
no s guodo, 10 no terceiro de demora, e as-
siin eeguiameutc. Na parlicalar, o cootractao-
>a lera o direuo e co-ta' a commuuicugao nu
g^z e i restae tcel-i qoando a divida Ibe fo-
uak-a com <>r Comjeteutts jorce, a razio de 6 0
ao auno. Na (alta de paga>euio por parte do
luqiiilir.o responde o prepneurio du pre'iio.
23* Os medidores feru do systema met ico.
cr.uiinuand.--e, porcn, a usar us que existir, m
sseotea na data ueste coutracio. em quanto et-
tne em em botn estado oo poierem ser repara-
dos, u consumidor I vre de comprar o medi-
dor a quem qoizer, inclusive ao contra tme
que oesie objecio exercera sua icidosma etn
nvre coocnrrenuia c&m o mercado ; ni> poderi.
pnrtn. o me nor ser ue um calibre superior ao
0 numero de Dicus de gaz qoe b,u<.er nu prediu,
nem ser a^sentiio ou retirado por outrem, que
rjio o c otra otan le.
24." A caoalisago a partir do medidor e oa
prai;a cooa o jpgundo abatimento de 10
0(0 sobre o val r estimativo da 5:0005
por 4:0O0S. para pagamento da execuco
que more Jos Josquim de Souza Mot a,
concessionario do Banco Popular deste Es
tado, contra D. Alexandrina Figueira de
Oliveira.
nao havendo lanzador que cubra o
preco do valor estimativo com o segundo
abatimenta. a orrematacio se far pelo
e de fundo 11 metros e 70
i porta e janella de frente, 2
maior lance que for offerecido, sem que
em hypothese alguma seja permittida ae-
cao de nullidade por lesao da quaiquer
especie, na forma do art. 24 do Regula-
mento de 23 da Janeiro de 188G.
E para que chegue ao conhecimento
de todos, mandei passar o presente edi-
tal, que ser publicado pela imprensa e
afiliado no lugar do costume.
Dado e passado nesta cidade de Olinda,
aos 5 de Julbo de 1895.
Eu Joao Trujodomiro da Costa Montei-
ro, t|-*.riv3o o subscrevi.
oaquim Elysto Maia e Silva.
ti ecebedoria do Esta
do de Pernambuco
EDICALN. 1
O adcnio'Btradur Faz pub ico qne, tendo
de procedar-se a jolieuta dos diversos im
postos estadodes relativos ao ezercicio em
v.gor de 1895 a 1896 oonataate da Ta-
bellu K auoexa a Iti do org^mento c. 121
da 28 de Jucho ultimo, a AseociacjSo
Uommerci-i Benfica te, Sociedade Com-
merct-1 Bem rl -nte dos Mercieirua, So-
ciedade Agroola, Associayao de Artistas
Afechaoicos e Ltb'.Taej e tod&s as que.
nesta cidade, tiverem existencia jurdica,
cabe a deatribuicSo das respecivas quo>
tas: e devendo setnelhante s-rvic;-), nos
termos da disiosijao pecubear, ser faita
da
1 Es-a importancia destinada nos lermos
jLi 1-901 de 4 de Junbodel887ao pagameo-
toa que tsi sujeito e Estado por torga daqoella
clausula e nos termos do art. 1 T dessa lei, e
poriana do Goveroo do Estado oe 7 de Ouiubro
oe 1890 e respectivoe coosldenndoe.
2. Reallsado do Tnesouro do Estado pelo
coucezsionaiio o deposito daquella importancia,
cabera ao Goveroo do Estado liquidar com Fiel-
deo Brothers o extincto contracto e o pagamen-
to a eates devido coma iodemn.sasio, tudo nos
termos da citada clao6ula 13' e mate dect Oes
cima lniicadas,
que oesse ebjecio enerce.-a ra udoslria livre-
m^n'e.
26o Oj coobomidnres bao responsaveis pelo
uaiiacoeoto du gaz ntralo em tuas casas e re'
gi-trale pelos mendores, embo-a pe perca per
d. f-i o nu toio estado de .-eu-. aoparelbos de lf
luminaci) ou oa canalisagio alm do medidor*
26* Tanto o contractanie romo o consumidor,
eempre que sosieare o que o medidor lem
deixado de bem luocionar, terio o direlto de
recUmarda inspectora um exame no medUor,
CO"eolO a de.p-za por cuu a Jaquella dasduas
partes que reclamar o elame. Se para o exa-
me for necessar.o a retirada do medUor, om
ool o sea provisuriameote ioftallado por coma
da parle reclamante, se por aceor'o eot'e ellas
nao se asseo.ar em avallar o ooo>umo oo inte-
rina pelo numero da bicos. O medidor, sendo
urna p-oonedade do consumiior, se do exa-ne
Coi he-er-se a necessidade de ena subsiituigio
e nova despeza correr por conla uo coxsu
toidor.
27* O consumiior jamis podor imped r ao
contractanie o ingreaso at o medidor, lauto
,ai. rigorosa di?ilmilacao da para a leltora da marcacio como para eotreter o
.'a S il-umioaua o concesionario ass'gu,. %1JJ fZ^lTcono e usum.dor
um exemplar da plan a da
rea esiari rigurosamente
ra cem o cuotracio
iidade onde essa
marcada.
nico. Ni casi de iMumacio mixta a rea
de urna e a ue eutro fy mt-ote marcadas nesia planta a untas ditTe.
rentes.
Art. 1G- Nc caso de illuminac,a> mixta, ha.
vendo ue ser eai arta do privilegio e a electrictdade em outra
parte, os p-oponeotes deverio apreentar alm
dos poBics sobre qoe versa a concurrencia para
illuminssio elctrica, anlogos detal&es tecboi.
eos mntatls tnutandis para e servigo a gaz, co.
mo lyp.i de blce iDcioBi-Je os mai* modernos do
fj^tema Auer, sujeitaBd .se aa clausulas do
editfl ia peteliora iuui ipal de 28 de 189J, adiaste iraosenpus.
A '. 17. O contracto seii geral para tosa rea
do oiooicipio do R-( i'e, sujeila a dcima urba.
ta ou que ue toiuru esuver sujeita a essa de.
cima.
A't. 18- Pa'a todos os elleitos do confa-to
serio nicos competemos oa tri.ooaea do Esta.
jo de Pe'uamfcuco.
Art. 19 O governo do Ei'ado se obnga a
conceder iseogio de imposta esladoaes e mu.
meipaes para o material, combastivel, obra,
eic.caoendo ae coacessiooano solicitar s qui.
ser -jo goven-o da (Julio iseogio de direitos le.
deraef.
CLAUSULAS A QUS SE REFERE O ART. 16
Da quaodsde do gaz
1. O gaz ser carbnico, extrabido do carvio
de peda cu ootras snostaocius qoe o possam
dar otsccndigOesem que elle exigido pelo
presente cotractj.
r. Aotes oe ser laBgado na rete de caaall-
sajie, u gaz Scri expurgado de lo 1 s as ma-
materia no ivas tanto a saude publica corro a
ba conservago dus encauame.ntos e appaie-
Iboe.
3. A luz do gaz teri o poder llomioante de
der. veiias de e.-perm- cele das que queima sete
grammas e oiteoia ce tigrammas porjora.cor-
respoDdeoie ao 120* taglezes.
4. E-se poder illomnante sera verifleado
em pbotomelro aberto qoeimando o gas oa
mesoio o:co qoe od. llutunagic publica em
c da occatiao.
5." As experieoclaa pbotometricas para veri-
ti: acao do poder iluminante, leraj feuas todas
as noiiei entre 6 e 10 boras e oe eeus resolta-
dos consignados pelo inspector da imminagao
em livro especial e eob sua guarda. De uez
em dez dias se addicionarao esses resudados
para se coobecer o poder illuminaote medio da
decada, incurrendo o contractante em multa,
c mo aba'XO se e-tame, sempre que a media da
dcada, !6r inferior velas, aesim comu, sem-
pre que a rxeua de cada nolle, tomada isolada-
meote, fdr inferier a Dove e oito decimos de
vel.
6-* A rressio do gaz em quaiquer ponto dos
eucacamemo* pblicos jamis ser maior de
20 mili rnet'0-, uem meoor de 4 millimctros.
TITULJ 3
Oa fabrica, suas dependencias, caoalisagio e
lao eroas publicas
10. O costractante produziri o taz em urna ou
mais (al)-t :us, comanlo que jmala possa invo-
car a onidaae da lanrica para isentar-se de fo'-
oecer gaz oude Ibe IAr reclamado, tanto peo
munl Ipio como pelos particulares, dentro do
permetro da (llom cacio poblica actual ea rea
a accrescfctar, qoe s-ra marcada bi planta qoe
elle feve asslguar pjr occasiiu da asslgoatura
do contracto.
U. O cootraclaote mantera sennre a sua fa-
brica oa fabrica?, gasmetros e offi mas em es-
tado de at eoder a todas as oecessidades do ser-
vico da illumioagio publica ou pirtmar, teri
as bateras do torno qoe forem precisas, de
son a b de eserva; empregar os appartlbos mata mo-
dernos para a apuragao do gaz, cjutinua 100
porem, someote com os actuaes e.i.quamo elles
ba-ta:em e satislizerem as necessidades do eer-
v i; i da dislnboigao ; mas os gazometros qae
rauotar l a da fabrica serio ligados a esta pu:
um cooduct)' virgem, de sorte que, nem mes-
mo dorante o da a regularidade de emisso
possa ser perturbada pela operagio do eocb-
ment) desses gasmetros ; ter lodos os ma
apparehos precisos para a re olandade do ser-
vigo ; mantera sempre a lele ne canalisagio
pnolica e denv>g6es at i porta dos consumi-
dores, em uceo stalo e com os dimetros cor
respendeutes as consumo-
As actuaes laoternas propilarxeole ditas se-
rio, dentro do prazo de tres anuos, contados da
dala >Ja ssigoatura do contracto, substituidas
pelo coolrac aute por ouuas do typo actual oa
cid ti- de Pars, iio laoternas com icTos
curvos reflexo a na porte superior.
As novas lanternas que ee asieolarem, serio
ogo deate typo.
siu (espectivamente rtspooaaveis peraole ou tri-
buoaes pe'a fraude que innoJuzre o so me-
duur caoendo i parte tesada accionar a cotra
prr ie-fl.8 e dsmnos.
2 0 ounsumidor nao poder oeu permittir
adaptar ao ujfii ...r appa-e'iio de natnr-za al-
guma eos o carcter flxo e qoalqoer apparelbo
desse gene o so ser adaptado i caoalisagio
depois oe pstalo medidor.
TITULO 5.
Do contracto
31. Dorante o praso do coalraclo prefelto mu-
nicipal nem o Estado podero conceder aem per-
uii.ir qua ootroi asseotem na va publica tobos
na.-a cooducglo de gaz de llumioacio, por aerees
oo sob-erraoeis pa-a traospone de electncl >ade
com oplicagio a illuaiinago puoiiea on partlcn-
lar. neto torvos, Boaocoeaba para iranaperte de
qjatquer forga qoe possa ser applicada a illom-
i.ago publica ou particular, aemro da retenda
are, salvo aecurdo amigavel com o contra-
ctantV.
33 Dorante o praso do cooiracto, o con-
trae ante devera ler sempre em seus dep-
sitos oo no pjrt. desta capital o carvio pre-
ciso pora o foroecimeuto de gaz de ao trimestre
e oem asstm om aprotisi-oamento de tubo ta-a
o de. eovolimento e sebstituigio oa rede ge.
ral pualica pravavel un um trimestre. Com an
tecedencla de seis mezes o engenheiro tiscal b-
xari f ssas quanttdades a vigorar em cada exer-
acio.
35. Para lodos os eff-itos do prsenle cuntr*
co tado de Feroamboco.
TITULJ 6
Da luspeegio
37 Todaa as obras qoe o cootractante bouvej
de fazer, qoer em augmeoto da caoalisagio pu-
blica, qoer na sua lao ica e dependencias serio
tscalisad-.s pelo in-pe tor, para qu- seiam fal-
tas rom a oecessana seguranga o pruprledade.
38.* Cabe, outro sim, ao mspecior decidir
qo>es qocst-i que se su^cmre eotre a em
prea e os particulares, quanio ao forc ornelo
de gaz e cootas de cooenmo, fijando livie as
pa-!e-< recodas pa-a os iribunaes.
39. No principio de cada trimestre o cont-s-
ntame remetiera ao inspector orna lista do pes-
oal de accendedores com as suas respectivas
resideoclas e designago des respectivos distri
dos em qoe foocclooarem.
Q alquer alteragio n'esti list- deve ser imine-
dalamente commuoicada ao inspector.
Rcc.fc 26 de Jonh de 1895.
A. Urbano P. Montenegro,
D.recor gerai interino.
Edital o. i
RECEBEDOaiA DO ESTADO
O administrador da Reoebedoria do
Estada faz acierta sos Srs. coneessiooarios
de loteras de outros GatadeM, oujos bilhe-
tea aeiiin expoatoa a venda oeste, qu
nao poderlo exp6r os mesmos hilhetea i
as quaes sobre o amimpto, ueverSi obser-
var as InatrucySes de 27 de Julho de
1893, sob pena de ser feita destriboigSo
pela repartigSo com o aeceasimo de l1} ./
conforme o d OisposigSbi Gsraea da Lei n. 121 cima
citado-
Ea 1 de Julbo de 1893.
O administrador,
Affjnso de A'buquerqao Mello Jnior.
O Dr. Diomedaa Gonyalvoa da a.i
juiz substituto na juriadicgSo pa oia'
dea Feitos da F.z.q: desta Eatado
da Pernambuco on virtnda da lei etc.
Fac;o saber aos que o presente virem
que em praa publica do dia 8 de Julbo
mO corente aono ae ha de arremata! a
quem mais der.
O sobrado de 3 andares c. 3, sito a roa
Imperial, fregosla de S. Jos, mediodo
de frente 6 metros e 60 centmetros e de
tundo 0 metros e 20 centmetros, tendo
o pavimento terreo 3 portas de frente,
sendo 1 da eac-ada, em salfio e quintal
murado, o pnmeiro andar 3 janellas de
trente com varaada de ferro, 2 sallas, 5
quartos, cosioha l.-a, o segundo snlar 3
jane'las de trente, eom varandss de ferro,
2 Sfclaa, 4 quartos, coainha fra e o toi-
oeiro andar 3 jauallaa de frente, 2 salas,
3 quartoa, aotSo em salSo e cosioha jo
mesmo, avahado em 20.0001000, para pa
g-injeoto do que deve a Faaenda do Esta-
do Liora Marques catr'ora Sebaetiao Mar-
quea do^Naacimeoto.
O predio d. 127 de pedra e c>l, a to a
roa Viacnnde de Albuquerque, freguesia
da Boa*Vista, medmdo de frente 8 metros
e 33 centmetros e ae fundo 10 metros e>
20 centimetros, 4 janellas te trente, 2 por
tas, 3 janellas no oitao, 4 salas, 4 quar-
tos, cosinha fra e sotao com 2 BalSas. si-
tio murado, 2 quartos para criados, ca-
cimba e viveiro, a valia io por 8.000(000,
para pagamento do que deve a mesma
Fsaenda Maooel dos Santos Nunes de Oli-
vara.
O predio n. 73 de pedra a cal, sito a
ra da Aurora na Boa V.agem, freguaaia
de Afogados, medindo ds frente 7 metros
e 60 eeotime r .a e de fiedo 9 metros e 80
centimetros, 2 jaotl! sel porta de frente,
3 janellas em cada oitao, 2 salas, 6 quar-
tos, cosinha tora, 1 saleta, 4 quartos, 1
dependencia, eocbera, banheiro, galliohei-
ro, muitas fruteires e cumtil murado, cora
porcao de farro, avallado por 4.OO0SOO0,
para pagamento da que deve a meama Fa
senda Feliciana de Araojo.
O predio d. 17, de pedra e cal. sito a
ra do Capitio Antonio de L'ma, fragoe-
zia da Boa-Vista, mediado de trente 7
metroB e 50 oentimtros e de fundo 14
metros e 10 centimetros. porta e janeila
de freute, 1 porta no oitSo, 2 sala?, 2
quartos, cosinl.a for* e quintal murado,
oom pottao aolado avallado em2.0C05GOO
para pagamento do que deve a mesma Fa-
aenda Antonio filho de Marcellino Panera-
ci Pereira dos Stntos.
C predio n. 15 de pedra e ca', ito a roa
da Concedan, fregaeaia da Boa Vista, me-
dindo de freute 4 metros e 70 centimetros
e de faodo 14 metros e fiO ceattaietroa,
porta e janeila da frente, 2 salas, 3 quar
venda sem que teoh.m previamente reco- P ^ ^J^ ^ e quntal ^^ \^
20 liado em 2.0005G00, para pagamento do
que deve a mesma Facenda Jos Francisco
Ihido a esta rspertic^o a importancia
imposto a que estao obrigacoa pelo n.
8 3 art. 3* da lei n- 121 do ornamento
em vigor, que 3 [ sobre o capital das
loteras federaea oa ^de outros Estados,
cojos bilhetea forem vendidos neate.
1.a SecySo da Beceberia de Bendaa do
Estado de Pernambuco em 1 deJu iho de
1895.
O administrador,
AffiJieo de albuquerque Mlleo Jnior.
" EDITAL ^~
O Dr. Joaquim Elysio Maia e Silva, juiz
de direao interino do commercio do
municipio de Olinda, em virtude da
lei, etc.
Faz saber aos que o presente edital vi-
rem ou delle noticia tiverem, que se ha
de arrematar em praca publica deste jui-
zo, depois da respectiva audiencia, co dia
17 do coirente, as 10 horas da manba,
os bens seguintes.'
As casas terreas ns. 14 e 16 sita a ra
do Corenel Joaquim Cavalcante, outr'ora
do Sol, e hoje Bario de Caiar, edificadas
em solo proprio, com frente ao Nascante
e fundo ao roente, com seus respectivos
quintaos, e divide a de n. 16 com a casa
ae Joaquim Monteiro da Cruz, e a de n.
14 com a casa de Carlos Antonio de
Araujo
da Paula e outros.
O predio o. 33 de pedra e cal, sito a
roado Coronal Lamenha, freguesia da Boa
Vista, mediodo de fre te 4 metros e 33
ceotimetros e da fundo 9 metros e to cen-
tmetros, porta e janeila ce frente, 2 avia
2 quartos, cusicha fora, cacimba e quintal
murado, avuliado em l..jJ0;JOJ, para pa-
gamento do que deve a mesaa Faaeoda
Mara Querr Goocalves Lima on filhoc
deMaria Guerra GonQalves Lima.
O predio n. 21 de pedra e cal sito a ra
da FandicBo freguesia da Boa*Vista, me-
dindo de trente 4 metros e 35 centimetros
e de fundo 9 metros e 65 centimetros,
porta e janeila de frente, 2 salas, 2 quar-
tos, cosinha fra, cacimba e quintal mura-
do, avaliado em 1.5OO0COO
O predio n. 23 de pedra e cal, sito a
mesma ra da FundicSc, medindo de fren-
te 4 metros e 50 centmetros e de fundo 12
metros e 50 centimetros, porta e janeila de
fre te, 2 salas, 2 quartos, cosioha fora,
quintal murado, tambero, avaliado em
1.5004000, ambas para pagamento de que
deve a Faaenda Jos Rsymnado da Nativi-
dade Stldanba.
O predio n. 2 de pedra e cal, sito a Tra-
vesa de JoSo de Barros, fregneiia da Boa
ceotimetros
oentimetros
aalas, \ quartos, oosiubn fora e quintal
em abe.-to, avahado em 6005000, para pa-
gamento do que deve a mesma Fasecda
Tiburcio Firmino du Silva Tavares.
O predio r. 4 de pedr.i e eal, sito a roa
do S icego, fi egaesia da Boa-Vista, me-
uindo de frente 4 metros e 40 centimetros
e de fundo 13 merce e 60 centimetros,
porta e janeila de frente, salas, 2 quartos,
cosinha fora e quintal murado avahado por
5O0J00O, pagamento do que deve a Fa-
aenda do Estado Luiz Moreira da Silva.
O predio n. 8, sito na Estrada da Via
Frrea d Limoeiro, fregoesia do Pujo,
medindo de frecte 4 metros e 80 centi-
metros e de fnudo 11 metros, 50 centme-
tros, porta e 2 janellas de frente, porta e
2 janellas no oitSc, 2 salas, 2 quartos, co-
sioha fora e quinta! cercado e pirtSode
"ladeira ua Ir ante e divers*s arvores fruct-
feras, avaliado em 5G,'U')0, para paga-
mento d que deve a mesma Fazenda,
Thereza Lima de Figoeiredo.
O predio o. 6 de pedra e oal, sito a
pria de S.-.nta Rita, freguesia de S. Jos,
teodo 3 portas de trente, 1 quarto lf m
1-drilho e os oitSes ea estado de ruinas,
avali-do om 20 OJO, pars pagamento d)
une davoa meama Fasenda Maooel Pereira
Lemof.
O predio n. 26, sito a Postrada do (i-
qm a JaboatSo. no Barro, fregnesia de
Afogados, medindo de frente 9 metros e
2..i centimetros e de fundo 11 metros, 2
portas e 2 janellas de frente, 2 aulas, 3
quortoa, cacimba interna e quiotal em
ubertc, avaliado em 60OCO.
O predio n. 28, mediodo] de frente 3
metros e 90 centmetro i e de faodo 11 me-
tros, p.rta e jan :lia de trente, 2 salas, 1
quarto e cosinha, avaliada em 505003, e
a posse do terreuo onde sao edificadas as
referidas casas, medindo de frente 300
p-tlmos e de tundo 00, av&liado em
200^000, tudo para pgateento do que
dt,ve a mesma Faaenda Jos Vie:ra de
Lime.
O terreno onde foi edificada a casan.
8, oo Chacn, fregus-.--, do Pojo, medindo
de frente 9 metros e 70 centimetros e de
fundo 53 met-ose 90 centmetros e 1 ca-
cimba, avaliada em 200 jLOO, para paga-
mento do que deve a meama Fazenda, Si-
verio presentemente Silvino.
O predio n. 2, na Estrada do Aeside'
regaezia do Pogo, medindo de frente 5
metros e 75 centmetros e de f indo 9 me-
tras e 75 centimetros, porta e 2 janellas
de frente, 2 salas, 2 quartos, cosinha tora
e quintal cercado, avaliado em 15t5nOO,
para pagamento do que deve a mesma Fa-
s -oda Jos Luis de Paula, outr'ora Manoel
Martina Beitii.
O predio n. 5, sito a Ejirada do Acu le,
freguezia do Pogo, medindo de frente i
cuatros e 60 centmetros e de fundo 8 ma-
r b e 30 centmetros, porta e janelli de
frente, 2 salas, l quarto, cacimba interna
e> quintal em aberto, avahado em 100(5003.
O predio n. 55 na mesma Estrada do
Aguda, medindo de frente 4 metros e 10
centmetros e de fundo 5 metros e 20 cen-
tmetros, porta e janeila de frente, 2 salas,
1 quarto, cosinha fora e quintal em aber-
to, avaliada em80fOOO, ambas para paga-
mento do que deve a mesma Fasenda Ma-
noel Severino de Mello.
O predio n. 1, sito a Travessa do Acode,
freguesia do Poco, medindo de frente 3
metros e 15 ceotimetros e de tundo 12
metros e 30 centimetros, 2 portas de fren-
te, 3 salas, avahada em 100^000 para
pagamento do que deve a mesma Fasenda
Maooal Severtoo de Mello, out'ora Sabina
Mara da Conceicfto.
O predio B. 18, a moda Chalet sito a
Vi Frrea de Limoeiro, freguesia do
Poce, medindo de frente 4 metros a 30
centimetros e de fundo 8 metros e 40
centimetros, porta e janeila de frente, 1
janeila no oitao, 2 sales, 2 quartos, cos-
una interna e quintal cerc-do com portSo
aa frente, avallada em 70J030 para paga-
meato do que deve a mesma Faaenda Ma-
noel Joaquim da Rocha.
O terreno onde foi ed.fijado o predio n.
15, a Estrada do Rozariuho, freguesia da
Grac>a, mediedo de frente 5 metros e de
fuede 13 metros e 70 centimetros, ava-
hado em 70$OCO pata pagamento do que
deve a mesma Fasenda Marcellina Ang-
lica C. de Agciiar.
A mein agua n. ID, sita na ra do
Brum, freguesia ja Varsea, medindo de
trente 8 metros e 30 centmetros e de
tundo 5 metros e 80 centimetros, 2 ja-
nellas e 1 porta de frente, 2 salas, em es-
tado de ruinas, avaliada em 50f000, para
pagamento do qua deve a mesma Fasenda
Pedro Francia jo de Paula B<*L.t.sta.
O predio n. 1, sito a Estrada do Agode
freguesia do Pogo, mediado de f.-eate 3
metros e 70 ceotimetros e de tundo 6 me-
tros e 80 ceotimetros, porta e janeila de
frente 2 salas, 1 quarto, cosinha interna
em estado de ruinas e quintal em aberto,
avaliado em 30500 \ para pagamento do
que deve s mesma Fasenda Manoel Chris-
pioiaoo de Arroda.
O predio n. 20, sito a Estrada da Via
Frrea de Limoeiro, freguezia do..., me-
dindo de frente 4 metros e 50 centime-
tros e de fundo 10 metros e 1O centime-
tros, 2 janellas de frente, porta e janeila
no oitao, 2 sals, 2 quartos, cosinha in-
terna,- quintal em aberto, avaliado em
100OOO, para pagamento do que deve a
mesma Fxsenda Tiburcio Jos Rodri-
gues.
E para que chegue ao conhecimento
de todos mandei pissar o presente editat
qoe ser publicado pela imprensa e atu-
sado nos lugares do cestuna?.
Dado e passido neata cidade do Reofe
Capital do E.-tado de Pernambuco aos 21
de Jucho de 1895.
Eu Jos Luiz da Costa Rocha, esorivCo
o subscrevi.
Diomedes Qoiicalves da Silva.
. 7
' 3~
Ditas casas vio em terceira e ultima Vists, medindo de frente 4
O Dr. Jo2o Alvares Pereira de Lyra,
jniz de direito do civel da cidada do
Rec.fe, Estado de Peroambuoo, etc
Fago saoer ac que o presente editai
virem e delle noticia tiverem, que, cor-
rendo por esta mea jeizo, certorio de e -
crivSo qoe este escreve, ans autos de in-
ventario dos bens que ficaram por f.lle-
cimento de Theodolino Augusto do Reg e
de ana mu'i er D Adelaida Eadozia Lins
do Rago, me foi dirigida a petiejb do
metros e 60' theor segninte :


\
>*-
Al

*


r

IEiario de Pernamhnco g>oiingo H rio efnllio de ISOo
lilis. Sr. r. jo de direito do civel.
Di Cussy Juvnal do Bego, herdeiro e in-
ventar iacte d bena deisados por ten r-
mSo e iua cachada D. Adeltide Ecdosia
Lina doR?go, cajo inventario sb procsde
por etie j'-iao, ecriv2o Feliciseimo, que
exist ido uuaentes, eni lugar no sabido,
o htrdoiro D Gailheizn na Amelia Car-
ceiro Lir, casada coni Tboir Correia da
Artojo, T>. Atine Los de Moura Maga-
IhSes, casada com o Dr. JoSo Joi de
Moura MsgalhAes, D, Maria Adeiaide
Lina Brito, casada com o capitSo de linba
Jote Xavier de Figueiredo Brito e D.
Francisca Carolina Cam-jiro Lina solteira,
quer justificar a anserc a no dia e hora
que V. S. designar, afina de julgada a
amencia serem ditos terdeiros citados
por editaes para assistirem ao inventario,
peca de revelia ; -public.odo-Be por trinta
das e affixHiido se co jugar do costme
na irma da lei.
Pede a V. S. delerimento = E. R. M.
Rtcife, 22 de Maio de 1895. O advo-
gado ViaaDa.
Estava coada nma ectampha de 300
res, regularmente inutilisada.
E cada mais te contiena em a peticJo
cima transcripta e celia dei o despacho
do thecr sogoiote :
Designa o eeCrivSo: Recife, 21 do Maio
de 1895. Pereira de Lyra.
E mais se nao continha em o mea es
pacho aupra, em virtude do qual o res-
pectivo escrivSo designou o dia 29 do
mesmo mez e anro as 11 bcras na manhS
para justificar o allegado.
E tendo o justificante porseu sdvogado,
produzido aaaa testemunhsa, que depiz -
ram coGveuientemento a cercado allegado
era sus peticSo cima transcripta, e fa-
aedo o respectivo escrivSo sellar e pre-
parar 08 antB, foram me alies conclusos
e nelles profer a senteoca do theor se
guete.
Julgo por sectecca jost'ficada a p.aseccis
dos jualincadca.
Passe-se os ediiaes reqa ridos. Custas.
Recife, 31 de Maio de 895. Jo2o
Alvares Pereira ie Lyra.
E nada mais se contiena cu a miaba
senteGja ac na transcripta, e em sea citr;
priesento, o respectivo escrivo, pasin o
presente edita!, pelo theor do qsal cbamo,
cito e bei por Dnnadoa a D. Omitiera ina
Amalia Carneiro Lina, cacada om Thon
Correia da Araujo, t D. Auca Lias de
Moara Magalbles, casada com o Dr. JoSo
Jos de Moura Magalhcs, e D. Maria
Adeiaide Lina Brito, casada com o capi-
tSo Jos Xavier de Figueiredo Brito, e a
D. Fraccitci Carolina Carneiro Lins, para
co praao do 30 das, assistirem aos termos
do inventario dos beos deixados pos fa;-
lecimeuto de Thood( linde AcguBto do Reg
e de Ba malhsr D. Aielaide Eadoxia
Lies do Reg, sob pena de revelia.
E para que chegue ao conhecimeoto de
tecos mandei passar o presente edital.
que seri publicado pela imprensa e ani-
sado no logar do costume.
Dado e pasBado cesta cidade do Recife.
aos 5 de Junho de :895.
Fa Fecissimo de Aeevedo Meilo, ea-
erivZo e escrevi.
JoSo Alvares Pereira de Lyra.
SANTA ISABEL
i mam mwm hiuui
G. Modena
Propriedade de R. F. Lotti e L. Cerutte
dirigida pelo Sr. R. p. LOTIl
Da qual fazem parte os eminentes artistas
SRA- VITTOKXNA OHECCH SBRAFFM
Acha-se aberla urna assignatura para 12
recitas nicas, sob os seguintes precos :
Camarotes de Ia e 2" ordena..... 251000
ordens.
Camarote de 4a ordem
Camarotes de 3" ordem...,
Caderas de Ia crdem.....,
Cadeiraa de 21 orjem......
Platea____......
251000
155COO
1OJ000
5S00O
4GO:>
20OCO
DECLRAQOES
Societa Italiana
Beneflcenza Tte necsco Crisp"
Soao ovitatt i soci di qoesta societa a voiersi
riooire doman! 6 corr: mese, alie ore 12 meri-
diana, nel qnartnre della societa stessa.
Pernamboco, 6 t-uglio 1895.
II. Segretarlo
lloerio Vardelli.
Sociedade
DOS
Artistas Mchameos e Li-
beraes
De ordem o Sr. director, convido aos Srs.
socios para se renoirem em aseembla geral do
du 9 do carrete, as 6 i/i horas da tarde, para
Iratar-se de assumptos sociaes.
Sfcdo essa a segunda couvosacSo, trabalhara
com o numero qne comparecer.
Secretaria da Sociedade dos Artistas Mechani-
cos e LiDeraes de Pernambuco, 6 de Jolho de
1895.O i- secretario,
Gaepar Antonio dos Reis.
Associa^o Coicmercial Be-
neficente dos Meicieiros
A Directora desta Asroeiacao fas sciente a
todos os socios e collegas de ciasse qne, teoo
s:do eieitas a- comm!t-.-6us abaixo, em renniio
extraordinaria do da 3, vao ellas dar principio
sa collecta^ para fazerem a difizac do imposto
de classe, e para ser feits nma distnboi{o com
tela jostica ; torna-se preciso qne lodos es
Srs. mercieiros prestem lodos os eaclarecimen-
ic; mtncionadaa commissOes.
Fregaezia o Recife
Jeaquim An'rmo Cbnslovo, presiieate.
Maccel Goocalves Siella.
Jos Pestaa dos Santos.
Fregoezia de Samo Antonio
Joaqoim /.ntonio Cbnstovao, presidente.
A:.tomo Joaqnim da Costa.
llacoel S.dos Samos da Kigieira.
Fre^u^zia do Boa-V:sta
loi Alves (.e Frritas, p eeideote.
Jc- Gaedes C^roeiro ae Helio.
Francisco oa Nativldade Saldanba.
Frtgoezia de S. io.
Jos Lopes Ferre.ra Maia, presidente.
Jo6 MirtiDs de Almeida.
Id Jjaqaim Gomes Ferreira.
Freguez:a de Abogados
Mancel da Coona Braodao, presidente.
Jos Custodio Looreiro.
Antonio Lopes de Souza Braea.
Fregoesia oa Graca
Antonia Alvee P.cneco, pre.dente.
SVrrloo Martinp.
Acgosio Dnarte Leal.
Fregcezia do Pego
Lico de Abreo Ce-qoer?, presidente.
MaQcel Pedrcza dos Santos
Manuel Gongalvp8 Nugaeira.
Fregoezia da Varze
ActoDio Gomes ae Mecdunca, presidente.
Jo'c Carita Ferreira da Silta.
Jc.qom Ernesto da Gama. _____
Ob Sra. assignantes ferio o DESCONT DE DEZ POR CENTO.
Repertorio :
Maria Antonietta Maria Ftuarda Ginditta e Olfarre Meaza'ina
I Napoletani del 1790 RabsgaaTosaDoraFra FruSalllivanFernan-
da Teodora A dreina CleopntraBebe* Dloniaia Don Cesare di Baian
KoanMoglie di Claodio Padrone delle FerriereOtheloAmletcFalat<.ff Gin-
lieta e RomeaMiserabihCont de MonteeriatoTeresa RaqaimOreatroSal
ebreo erranteRoccamboli Monte civilc SnicidioRevincita Suor TeresaSao-
natrice d'arpeBolla di sapon<=Manto io caj>paneGralielmo Ratchiff Bataglia di
ToioBa Caporale Simec Daa orfanee Galilea Galilei Signora dalle camelie
Guerra in tempo in paceGiosa *1 guarda costeMaratNcn Niniche d'amore
Trionfo demorePartita a schacchi, etc., etc.
ESTRA14JDE JLHO
O Sr. Arantes se achara no thsatro das 9 da manhS s 2 da tarde.
WMMO
PERNAMBUGANO
3.-
4.
5.
t.
7.-
Aviso
SocU-dade Btn't<"te dos Empre-
K.'tUii da IXrsda de Ferro do Be
cire & Vanea e Dona lraaAo*
De oraem ao Sr. presiaeote, coaiaojico a to-
dos ob dignos socios desta sociedaoe qae no
oxingo 7 do corrate, ss ti 1/5 horaa oa ma-
nta, em coa sede, eSectuar-se-ba a eessao de
aisembla geral para eleger a nova directora
Cce tem de foncclonar dorante o anoo social de
95 i 6. Ootrosim, o mesmo Sr. presideate, cba
ma attecf So dos Sra. bocios para o qne preceitaa
o i i- u Af i. 43 dos 008808 es a u:os.
Sede da sociedade. 4 de Jolho de 1895.
F arcisfo de Panla
1- tecrelario.
8/
9/
Projecto de inscripQo
ara a 1.a corrida que se realisar no
domingo 14 de Julho de 1895
PAREO-Ferro Carril2.500 metroaAoimaea de puro angae, filiaclo
conhecida. Premios : 2.000)5000 ao primeiro, 400OOO ao Begondo e
20OOCO ao terceiro.
P.' REOCoadelarla Cruzeiro 2.600 metrosHandoap Animaes de
PemambaaoPremioa : l.OOOiJOOOao primeiro, 200)}l00 ao segando e
1OO0OOW ao terceire.
Art. 5- Banqueiro.
FMO-Malur 54 kiloa, Feniane 52 kiloa, Trinmpho e Aventnreiro 50 kilca,
cada um, PlatSo, Tado e Biamaik 43 kiloa cada om, Ida 42 kilos e
ob demaia 40 kilos cada um.
PAREOCoadelarla Xerunda 1-200 metros Animaes de Pernammbu-
co. Premios : 300(5000, ao primeiro, 60S0OO ao segundo e 30^000
ao' terceiro.
Art. 5 Banqaeiro, Feniano, Trinmpho, Malor e Aventnreiro.
PAREOCondclaria Arrayal ~ 950 metroa--Animaes de Pernamboco
Premios : 250iJOC0 ao primeiro, 50$000 ao aegando e 25|}CO0 ao ter-
ceire.
Af. 5oOa do pareo da Condellaria Neranda e maia Camors, Biamarck, Pln-
tSo, Tudo Ida, Farioso, Palhayo, Piramon, Hyrondelli, Beija Flor,
Fnmaca 2.a e Pyrilampe.
PAREO-CoBdelarla Bella Vista-1-100 metros Animafli de Pernam
bucoPremios 3C0rJ0C0 ae primeiro, 60)5000 ao segnnee e 3Oi5OC0 o
terceiro.
Art. 5.'Ob do pareo da Coudelaria Arrayal e maia Manrity, Turco 2.', Ma-
laio, Mscete, Patebonly Sana-Sooci e Conqaistador.
PAREO- Condclaria Vaclona 1000 metroaAoimaea de Persamboce,
Premios : 2509000 ao primeire, 50(5030 ao segando e 255000 ae ter-
ceiro.
Art. 5."Oa do parao Condelaria Bella Viata e mais Dublim, Bethory, Talicier.
Cingo, Ga'lioleto, Timoneiro, Tenor 2-, Garimpeirr, Vingador, Baralho,
Dictador, Ally-Stoper e Talispher.
PAREOCoudelaria Hoarlscina1.050 metroa. Animaes de Pernam-
boco. Premios : 250000 ao primeiro, 01000 ao segundo e 250000
ao terceiro.
Art. 5.*Os do pareo Condelaria Nacional e maia Phariaeu, Borlim, Lucifer,
Petropohs 2-, Gallet, Maestro, Bausa, Ybo, Piano, Tiberio, Teimeso
e Malango.
PAREOCoadelarla Perdlgio 850 metroaAnimaes de Pernambuco-
Premios 2500000 ao primeiro, 500000 ao aegando e 250003 ao ter-
ceiro1
Art. 5.*Oa do pateo Condelaria Moariscana e mais Mendigo, Pirata, Tapy 2 ,
Caja Forado, Viganca, Divertido, Gatuno, Chinbate, Enireb, Monro,
Ni lo, Prussia o e Saragossa.
PARErjConsolacio 700 metroa. Animaea de PernainLnco que nSo
tdaham gacho premies nes prados do Recife, cortando oa nSo victo-
ria, premios : 2000000 ao primeiro, 40jfCOO ao segando e 200000
ao terceiro.
Art. 5.'Banqaeiro.
Oa pareoa Condelaria Cruzeiro e Ferro Carril s'aerSo considerados rea-
liaadoa ae forem inscriptos pelo menos 5 animaes de 3 preprietarios differentea e os
c-mais 4 animaea de 3 pr prietarioa differentea.
PreviDe-s aos Srs. proprietarios que nao serao
admiciveis obferva^oes as propostad.
Nenhom pareo co..tari victoria.
A inacrpefio encerrar-ae-ha ter^a-feira 9 do correnta a 6 lj2 horas
da tarde na Secretaria do Prado, roa da mperatris n. 26, 1.' andar.
Secretaria do Prado Pernambncano, 4 de Julho de 1895.
Servindo de Secretario.
C de Abreu.
DsrbjClubde Per-
nambuco
Ko se tendo reU"ido namero sufficienle de
accloni8taH em aeteibi' eral, 'onvutad para
os dUs 31 de Marco t 10 .i Aonl i.roxlmo pas-
sads para assis i:em a I itera oo realorio, pa-
recer fiscal e cooia da neo soci 1 findo em 31
de Dfzembro ae 1694, ae de novo coovma'os
os S's accitn'.s ai para i> dia 13 no crreme, as
i aoras da tarde, ca ?i.-e de.-ta empresa, a roa
Doqoe te Casias n. 50 1 andar, certo de ooe
rjocier fnnt':ionsr c m q al^oer oomero de
socios, nos fimos do 3- Art 15 do e.\ d.
16i de 1890. K .
Por esia occasiSo se proceder a elescao da
direcloria e comoiasao tiV'al.
Secretaria de Julho ae 1393.
O secretario
A- J. R'idr Ru* de Soma.
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
BUa DO VIGA.KIO N. 1, 1. AMMJI
Directorea
Bario de Souza Le&o
Thomaz Comber.
Julio iJuBar la*; Barretto.
Emprestimo nacional
de 1895
Pereira Carneiro & C. scienilBcam aos Srs.
^obscriptores do empresiimo cima qne ao'on-
eados pelo Banco da Repblica do Brazil, paea-
rao em cea escrlptorio S rea do Comaccio n.
6.1- andar, dol-deJolbo prozimo viodouro
em dlaote, os joros das apnliees qne Bobecreve-
ram por san Intermedio, correepond^ntes ao se
mestre a vencer ce em 30 do crreme, na razao
de z:4G00 por cada orna apollce.
Recife, 15 de Jocho de 1895.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
A lllma. joma administrativa, em sessSo do
dia 9 do correte, recebe piopostss em cartas
[ectidae para o deseotnlbo do terreno ato ao
becco do Abren, em qae se icbava edificado o
predio o. 2, Beodo entregue tal eervlco a qoem
mais barato o Hzer. dtvendo o contratante dar
fiador Idneo qne se obrisce a acabar o mesmo
servlco, sob peoa de pagar nina malta.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 4 de Jolno de 1895.
O escrivSo
Jo Honorio B. de Meneiea.
23 IMPSSIAL I3U.'X:S IWLN
IDCIZJ
DE LONDRES
Estabelecida em 1803
capital 1,oo,ooo
(Rs 24,000;000000)
SBGUHA EDIFICIOS E MERCADURAS
CONTRA O FOGO
7AIXAS BA I XAS
PBOUPTO PAGAMENTO DE PREJUIZO
Sena descont
Agentes
BflOWftS C.
DE
Trilhos Urbanos do Recife a
Oiinda e Beberibe
Do da 1- a 10 de Julbo, das 11 a I hora da
tarde, paga-se no escriptoio ne-ta companbia
joros de soas tebeoiorts e accOea prefereaciaes.
Ando > ste prazo ? te-a lugar ditos pagamentos
nos da-- ce abbad.i-.
Recife, 1 de luobo 189o.
Bbnto gnlh'if-s
Gerente.
Compaohia Fabrica ae Vi.
dro de Pernambuco
SSo convidados o? Srs. accianistis desta com
panbia para no da 22 no correte mez, ao mel
'Ha, se reon r m no feu escriptoMo a 'O da
in'ori, eoi asseab^a geral, para os Ooa dos
ArU. 14 e 15 1- di Iti das sociedades a.o-
UVD388.
"Recife, 6 de iu^ho de 1S95.
O director secretario
Amonio Minerv'po de M. So*na Filho.
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.000
eceita animal:
De premios contra fogo ~ 626.0000
De premios sobre vidas 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwell William &.C
Braz, Silva de C
Sociedade em oommandita por ao^Sss
Sao convidados os Srs. aesoclados faze-
fm a 2,* entrada de so capital a razao de
10 */o, n.3 ef cnp:orio da Sociedade roa do Corc-
imiLio o. 13, 1 and ir, deotro do praze de 30
dia* con a 'os boje.
Recife, 28 de Jonoo de 1893.
Braz, Silva & C.
Qoiupanhia do Bebe-
ribe
Aviso oecesario
Teodo c^e oovo cbpgado so coebecimento da
gereDCia deeta CGmranbia qoe individuos miioe-
ir:oso8 teem adoptado o syitema de irem em
casas partlcnlares, inntul?ndo se eopreeado da
companbia, com o tim do rever.oroeiras e bj-
dremetros, Impondo molta3 e esigindo lo;;o o
pagamente das masmas multas e de concertos
qoe dizem ser necesa ioi previne-se pea pre-
sente qoe a excepcao dos empreados eccarre-
gados de tomar o coesomo go em ootros casos
previsto noregolamento, a compachia manda
empregado8 em Cfas pariiiulares qoande ha
reclamac3o, e ,-iTxp-e munidos de autorisacao
escrlptj ; e a?aim pede-se qoe ep arecendu ero
qoalqner c.s^ai.om deoseB individuo.-, seja
urt'm e rem-tiido aotcidine competente, dan-
do-se aviso ae.-ta corxpanhia.
Recife, 28 de Jcrgo de 1895.
Graciar.o C. da C. Marll's
Direclor gerente interino.
Guamil PnlQcaiia h Na-
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maeo, Mtmor, Ara-
caty e Cear
O paquete Jaboato
Commandante Alfredo GuimarSea

Rcyal InsuraDce Gompany
de Liverpool
CAPITAL 200:000
Fundoa accumulados L 80:080.
AGENTE
POLHMANN & C-
II fe P8GI
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Phenix Pernaaaabu-
cana
RA DO COMMERC10
SEGURO CONTRA FOGO
A.'Cl-.doSup.-. Arch.6. do
Uq.-.
ASG.'.eBESP.-. L.-.CAP .
Serredlo e amor da oraem
R-KOl'- le ttrab.%
Reatabelecito o* os a Aog". Off.-., (axae
preciso, para os eff. tos leaaes, receber coodigca
e solemoemeote a III-'. Comon.*. do Pod.*.
l.".
E, para iso designado o dia 7 do conecte,
sera celebrada eesao magna s 10 bcraa da
maoba, nn Texpi. da Renem. *. L. Cap. -.
Coeiliaclo, aovall.-. do Caboga, qne ool-o
ceden Kraciosamen'e para o lodicado tim
Sao, pois, cooTidadxa a AAog.*. LLoj.-. do
Ord.'. e os seas diKOOs OObr.-.J bem como os
deste Aog. Qaad.- e os avalaos qne esttve-
rcm no sobo ue aeoa direiios.
Stcretana, 1 de Jalno de 189.
O secret.-. anj.-.
A. M. C Olivei.a.
Banco Emissor de Fernam-
buco
S2o convidados os possoidores de apollces do
empreatimo feno por esta banco ao Estado e cas
letras bypotcecana3 emitt.das pelo mesmo ban-
co, a virem receber os jo os do semestre flodo.
O coopoos aer&o destacados oo acto do pa
ca' eoto.
Recife, 28 de Jnnbo de 1895.
O director
Jesmno Alves Fernandes.
Emprestimo Nacional de
1895
O Banco de Pernamboco avisa ars Srs. sob
scrlpioies do emprestimo cima qoe, antorisado
pelo Baoco Nacional Brazileiro, pagar em seo
etc-lptono, roa do Coiiroercio n. 40. de Io de
Julbo prximo viodooo, em diante, os joros
naa apollces qoe rabocrevera-o por sen inter-
medio, correspondentes ao semesire. a vencer-se
em 30 do correte, na razao de 28*000 por cada
om, .plice. Recife20deJoDhode<895,
Sociedade
onte Po Bom Saccesso
3. csnvocijSo
De ordem do nosso irmao director, convido a
lodos os S-s. ?.F8JCiados a compa*eceretn em
aesembla eeral extrao-dioari oo douingo 7 do
crreme, pelas 10 horas da maoba, em costa
tede a nrac Bario de Lu-eoa o. 86 (antlga do
Paraizo) 'afim de dar comego ac trabalbos da
oova lei qne bos tem de reger. A as geral effeetcar-ae-ha com o namero de socios
qoe c mparecer.
Secreta-ia da Sociedade Monte Pi Bom Ser
cesso, 5 de Jalno de 1895.
0 secretario
Joao d Silva Saraiva.
Companhia do Bebe-
ribe
Previne-ss acs Sra. coDcessIcnarlos de peonas
d'agoa. qne nos termos da nova disposicao do
Art. S6 do regolamenio de peonas d'agoa e em
vista da cerlidao da janta dos correctores qae
declara ler sido de 9 3<8 por UOOO o cambio
medio sobre a orac de Loodres. nos trtnta das
decorrldcs de 23 de Maio a 2* de Joooo do ca-
rente dio, o prego d'agoa s casas pelas pen-
se d'agoa sera oa razao de 65 300 para a taxa
mioima e de 4ii rs. por metro cubico de exce-
dente do prximo mez de Julbo.
Recife, 28 de Junbo de 1895.
O paquete
Clyde
Esperado dos Dorios da Eo-
ropa ate o da lO do correo?
ro seeoiodo depois da aamora
oecessana oara
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
N. B.Previne-ee aos Srs. recebedores de
mercadorias, qne a Companhia lala Real ingle-
Ga, coniractoD com aGeuoat Stram Mavegatioc
pompan^om eervicoda vaoores semanaes qoe
cartindo de Bordeaux, Cognac, Cbarente, devem
cDegar a Sontbampton a teirpo de DaMearem sb
sargas destinadas America do Sal para os va-
dores desta companhia.
Esta companhia acceita por precos rasoaveis
para Valparaso al Abril, passsageiros com este
destino por va de Roenos-Avres e entrada (ton
Andes.
Tambem aceita passagelros para New-York
a Sootbampton, por especial arraojo feiio com
a Companhia Allemaod Llovd, podendo demora-
rem-3e na Ecropa casi o desrjarem.
SeduccSo Boa presos das pasaagena
Ida Ida e volta
A Lisboa i* classe 20 t 20
A' Sonthampton 1* classe 28 82
Camarotes reservados para es pa3saglros de
Pernamboco.
Para carga, passagens, encommendas e di-
nbetro a frete, trata-secom os
AGENTES
A morir Irmo & C.
S. 3Rna do Bom JesmN. 3
Llojd Brazileiro
0 VAPOR
Espirito Santo
Commandante Flcrindo Das
E'esperado doa
portos donarte oo
dia 9 do corrate,
ie seguir para na
portos ae eul de-
pois da demora do costme.
O VAPOR
Oiinda
E' esperado do
sol at o dia II
do correte, se-
goindo para os
portoa do aorte
oo mesmo du.
O vapor
Brazil
Commandante A. F. da Silva
E' esperado dos portos oo
norte do dia 18 do correte,
8egniodo para os portos do
sol do mesmo dia.
As encommeodas serao recebidas at 1 hrae
la tarde do dia da sabida, oo trapiebe Barbosa
Caes da Companhia Peraarebocara o. i.
Aos Srs, carregadores pedimos a saa atteocao
p?ra a clausula 10* dos coobeetmeotos qae a
segada im
No caso de baver algoma reclamacao coDtra a
compaodia per avanas oa perdas, deve ser felta
por escripto ao ageote respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depoia de fioali-
aada.
Nao precedeodo esta formaudade, a compa
obla tica ieenta de toda a t spoosabllidade.
As pas8i>eeos gao tiradas no mesmo escripto-
Mo, at s 2 i/2 horas da tarde do da da sabida
do vapor.
Attencao
As passagens pagas a bordo custam
mais 15*>/b>.
Para carga, paseageoi, eacommendas e valo-
res trata-secom os
AGENTES
Pereira Carneiro & G.
6BUA DO COMMERCIO-6
1* andar
Norddeutscher Lloyd
O vapor
Strassburg
E' esperado da Europa atete
da V de Julbo, e segalr da
pois da demora neceas arla par
#?- ir
Bahia. Rio de Janeiro e
Santos
Para passagens, carga, trele, etc., trata-ae
com o
AGENTE
V. Neesen
Cei do Ramos n. 4
Segoe no dia 11 do cor-
rente s 4 horas oa tarde.
Recebe carga, encommec^ss, passagens e di
nheiro a frete at s 11 oras da manba do ca
29.
Cbama-se a attenco dos Srs. carreeadores
para a claosula 10 doj cocbecimentos qoe a
seguistf:
iNo caso de baver slgoma reclamagao con-
tra a Companhia, por avaria oo pe-da, deve ser
teita por escrinto ao agente respectivo co porto
de descarga, deotro de tres das desoa de floa-
ijada :
NSo p'ecedendo esta formalidade, a Compa-
ohia ca isenta de toda a responsabilidaae. *
E3CRIPT3RIO
Ao Cae da Comoanhia Pernambucana
n. 12
Companhia Pernamkncana de Ha-
vegafo
Fernando de Noronhae Roc-
cas
PAQUETE
Capbaribe
COMMANDANTE l.'TF.NEME VERIS5IMO
COSTA
Segre no da S do cor-
reme 4 horas ca tarde.
Recebe carga.^encominendas, passagens e di-
obeiro a frete, at s II Doras da manb do du
da partida.
Chama se a attencao dos Srs. carregadore9
para a clausula 10.a dos coobecimentoj que a
segointe :
No caso de baver algoma recia t a^So cootra a
Coropaobia, por avaria ou derda, deve ser felta
por escripto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro ae tres das depols de hoali-
sada.
NSo precedeodo e.-ta formalidade. a Compa-
obia'flca iseola de toda a respo^sabihdade *
ESCRIPTORIO
Ao caes da Oc ipanhia Pernambucana
n. 12
GHA&GEII3S ItEUIS
Companhia Fraaceza
DE
Xavrg*co a Tapor
Linha regalar entre o Havre, Lisboa,
Pernambcco, Hacei, Bahia, Rio de
Janeiro e Santos.
O VAPOR
Ville de Montevideo
Commandante Lonis
E' esperado da
Eti-opa al o dia
14 do crreme,
e seguir depois
'da oecessaria de-
mora para
Macei, Bahia, Rio de Ja-
neiro e Santos
Roga-ee aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta liona, qoeiram apresentar do-
ro de 6 das, a contar do da descarga das al-
vareogas qoalqner reclamacao concernente a vo-
lumee qoe por ventora ter.ham segoido para oa
portes do sal. a jm de ge poderem dar a tempo
as!provideoc:as necessana.
Expirado o reteriao przo acompala a5o sa
SDODsabilisa por extravos
Recebe carca: tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Roa do Commercio 9
Austrian Lloyds Steam Na-
vigation Gompany
O VAPOR AUSTRACO
Castore
Bahia, Rio de Janeiro e San-
tos
Para carga, passageos, eocommeodae] a di-
nbeiro a frete, trata-se com
OS AGENTES
Henry Forster & C.
Rna do O>mnieroio n. 8
1- andar
Companhia Pernambucana de
PORTOS DO SDL
Macei, Penedo e Aracaj
0 paquete Beberibe
Commandante 1* tenente Fabio Rio
Se;ue no da 13 do cor-
rete as a hoas da tarde-
Recebe carga, eocommeodas, passageos e di-
nheiro frete al as 11 horas da manba do dia
da partida.
Cbama-se a attengao dos Srs. carregadores
para a clausula 10a dos oonheclmentos qne a
eegolnte :
No caso de baver aljrnma reclamacao con-
ra a Companhia, por avaria oo perdt, deve ser
feita por escripto ro agente respectivo oo porto
da descarga, deotro de tres diae detola de fina-
lieada.
Nao precedendo esta formalidade i Compa-
nhia Oca iseota de toda a reeponsabilidade. >
ESCRIPTORIO
No Cea da Companhia Pernambacana
o. 12

.
i ,i -
I



e

E' esperado de
Trieste at o dia
5 de Julho, ae*
goiDdo depois da
Ddispeoiavel de-
mora para os por- V-
tos da


i
.,
y
1 **-*
* ,.-^* <* **
Diario de Pernambnoo -= Domingo ? de filil o de 1S95
Prnce Line of Steamers
James Kuott, Newcastle-
cu-Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Esladds-loideseofirazil
E' esperado dos porlus do sal
al o dia 16 de Julho e salr
^epoia da demora neceesaria
para o
Para e New-York
O vapor inglez
Crele Priace
Tem ptimas ac3<>madac8es para pasta
geiroa o Iluminado luz elctrica.
Para cargas e nassageos trafi se com os
Consignatarios
Johnston Pater e Comp.
Ra do Commercio n. 15
LELOES
Seguada-f-ira. 8, deve ter logar 0 leilo
das faieauaa avir.a'as e camisas ae flanella.
Terga-fei'a, y, partir as 11 hora o bood
da lisOa da Mje"alna qoe drt passatrem gra-
tis aos coocurreotes ao KilSo de mrv-'i', porcel-
lana, crystaes. objectos de crystile, electro-
pate e brome'.
j-,p c.ivaii i > I veri, rnj cria.
Agesie Pinto
Leilao
Da caixa marca VM&C, c. 50, descarregada
do vapor allemao Arrazor as., com avaria 'agca.
io mar, contendo cbales de aigcao de difieren-
tes qaalidades.
Se<;uiHa-feira, 8 do correte
A'S 11 HORAS
RA LO BOM JESS NUMERO 45
un toailauacio
Diferentes pi-jaa ue paooo para capotes, ava-
riaias.
Cacnemiras pretas e de core?, reptaros e oo-
tras (ihi'h
Cerneas ae llacella e tpeles em p'cas, forro
de sala.
LEILAO
De boa" movis,fino crys-
taes de cores, objecto de
cryatoffle, de ele :tro-plate
e bronze, porcelanas, can-
dieiros gaz tapetes orrode
sala, quadrosemuiloscutros
objectos de aparado gosto.
Um cavallo andador ea-
rcios e urna vacca tourina.
Bancos de jardim, amer
ricanos.
Terca-feira 9 do corrente
Na casa da roa Vnconde de Gcyanoa c. 58
(Oatr'or -na do Culoveiio)
CONSTANDO DE:
Um onna forte e oovo, de D.nti. 1 estne
para mosteas, 1 mooilia de pnartma, ( mesa de
ceDtro, 2 ditas de caoto, 2 lindos qaadros, a
lindo ttiager pa-a tt-teas, 1 oivao, i Icstre .
caz. 1 tapete eranae, forro desala, 2 jarro* para
fljiea-'
Doas lindos espi'lbcs, grandes e doorados,2
a'mofadaa, 1 lindo porta-cnau. p, 1 tt ager oe
porcelana e 1 seraphiua franceta.
Gabioee
Urna mobilia aoatriara, cadeiras de balance,
cait-ras avulsas de joqco branco e de ogteira,
quadrese peorenies a gax.
Gab nete de estado
Urna liad? ecreta-ia, (obra prima) i estante
graude e en>iiraada para livros, 1 reloglo de
parede, 1 despertador, 1 mesa de trabaino e 6
cadeirs de pbaGtazia.
Sala de jantar
Urna meaa elstica, 1 guarda louca, 1 guarda
prata. 1 holo aparador noufirt, 2 aparadores
cem a-maro e lampos de pedra, 24 cadciras de
junco branco, i reh g o, i filtro especial de 3
velas, & cadpiras DalaoQo, 2 par meninos,
objectos de cyUUle e elec ro-piate, cryitaes e
vidroe e i apparelbo de porcelana para lanlar. 2
qcadres grandes'
Primeiroqoarto
Urna cama de ferro com lastro de rame, den-
rada ecom madripe-ola, 1 commoda grande es-
pecial, obra nunca vista, I espera..', 1 lavatorio,
1 toilette, i berco com redas, 1 linda goaro;cao
para toilette.
Segundo qnarto
Urna cama franceza de Jacaranda, 1 dita de
megoo. marquezOes. commod?s, 1 uacbtoa de
costura, 1 mesa para macboa e 6 cadeiras de
onro.
Camas de ferro para meninos cacos de cum
Eo e registro i gaz.
Sa'a de jaotar
Objtctoa de crysuflle
Um apparelbo para jaotar e para cbi. salvas,
bandeja?, pona liccres, galheteirss, pona gre-
gae, anneis para cortinados, contra de ileij,
orna de eleciro-plate, 1 apparelbo para cea,
trinchantes, talberes, coiberes e mallos oatros
anigos.
Doos qaadros grandes a oleo, 2 mesas com
pedras, candieiros gas, i aparador grande.
Grystaes
Garrafas, copo, callees, compoteiras e fruc-
teiras de coree, ceotrodema as e diversos objec-
tos oe vidro.
Terc.a-fe.ra, 9 do co/rente
O Or. Jos Joaqoim Rodrigues Saldaoba Jo-
Dior, teado de faxer urna viacem Capital Pede-
ral, faz leilao por intervengan do agente Piolo
do movis e mais OPjectos cima meoci< nados,
existentes na casa em qne residi i ra Viscoo-
de de Goyaona a. 58, cmtr'ora roa do Cotovelo.
O referido leiio principiar as 10 1/2 boras
em ponto, por erem coitos os lotes.
Bdondes as 10 boras. paseagem gratis.
A cara ja esta alocada.
AVISOS DIVERSOS
Vndese purtao de ferro de 6 a 10 palmos
de largara, grade para cima de moro, terrado,
jardim, bocea de 'orno, traquetp, ferrolbo de se-
goranca, pedajes de grade, grade para ponte,
orquilba para parrelral, bandeira de ferro para
Soria, carrinbos de mi ; no largo do forte da
iaco Ponas, tenda da ferretro n. 4.____
"Z. Vendt-se orna casa m Ponte dos Carva-
Ibos, de taipa, Com om grande quintal contendo
12 ps de coqueiros, laraogeiras. Umelras, froc-
U9"0, taaaneiras e Deueirae, todo bem cons-
truida e Iroctiferas : qjem pretender dirlja-se i
ra de S. Migael n. 55, Afosados.
fio beceo dos Ferrelres n. 6, ore clsa sede
orna coslnbeira^_______________________
C Precisa-3e de om coixeiro de ta 14 an-
nos, com patica de molbhdoe, ciando flado- de
sua condocta : a tratar nal roa Marques do Her
vil o. 165. |
Preclsa-se de om bom copeiro e de orna
ama rara andar com ama crlanca ; o tratar ca
roa da Cadeia o, 35.
f
D. Tnetesa Aiexnunoa de OUveira Madel,
seos tubos e sobritbos convidara todos os p-
renles e amigos para astisitrem as missas qo*
mandam rezar por alma ce seo prezado manoo
pai e lio, JcSo Goncalves dos Santos, pelas 7
1/2 horas do da 8 do c-rrente mex, na igreja de
N. S. da Soledad- da frtgcena da Bou Vista,
30* de sea passamento.

Joaquina Arftaur doa Santos
Constanza Viai.n.i uue S-iiioh h seus hlbos,
Alvaro Ar>bor des Santos e soa molber, Jaliao
Barocsa a>- Soria e sua maiber, Aoiooio Jos
Viaona, agradecem a toles os paren'es e amigos
que Ee dignaran de acompanhar os restos mor-
taes de sea prelado esneso, pai, irmo e cuoba-
do Joaqoim Arthor nos Sa tos, e de novo cen-
vidam-os a assistircm M m s-as que serao ce'e
fradts por alma do cuescoo tinado, segonda feira
8 lo correte, as 8 bnrss da rnanb, na matriz
da Boa Vista, pelo qoe desda ja se confessam
aumniameate gritos
Joaquim 4r(hur do Sanios
Joaqnim t)'s qos Sanios, Aotoau Al-
bina Ccelho des Santos, seos filbos, eem-os, e-
ras e netcs tauseotes). coovidam acs seus pareo-
es e amigos para assistirem a., musas qoe por
alma de eea estimado tilho, ira 5o, cumiado e
to Joaqoim Agrior d >s Siotos, mandara resar
spgutida-f ira, 8 do corretim. as 8 boras da ma
nba na matrs da Ioa-Vi-t-, coofessaodo se
eternaoipn" 9e'itt"-i(ior.
anoel Kacharlaa don Sanios
Acolar
S.-iiido da
t^naa David dP Novaes Aeoia', soas
filhas, Joaqoim Silvestre Teixeira sna
motner e fllron, Joo Feltoto de Ollvei
ra Barros e seos fllhcs. Te-a-a de
Agniar e Rosalina Prreira Leite agr-
decem a todos aquelles qoe acompsnbaram at
a ultima morada os restos mortaes de seo iodi
tosoe praoteado fiho, irruSo, ennbado, Ho, eo-
brir.no e primo. Maooel Zacharias dos Santos
Agoiar, e de novo coovldaui a todos os pareles
e amigos para assi-tirem as missas e cremento
que mandam rezar no da 9 do corrente, s 8
boras da maona, na matrix de Afogados, pplo
seo descanse eierno.
f
Auna, da Cunta uimaraes
30- oa
tfarja da Caoba Doaiiogaes e sea tilho Eduar-
do Carlos Maller coovidam a todoa os sius pa-
reles e amigos e aos da fallecida ca assisti-
rrm a missa do 30- da de sna idolatrada lrmS
Aona da Con' a GDimaraes, q e tera logar se-
vaoda feira 8 to crreme, as 7 1/2 boras do da,
oa igrea do D vino Einirito Sarro do Kec.fe,
pelo qoe desde i se coofessam agradecidos.
f
Anna J. Cordclro fcalvo
Francisco Jjte Jayme Gaivo, su molher e
tiitios co vidam a feos pareles e amigos pata
assistirem a missa qoe mandam rezar aa Igreja
da Soledade do da 8 do correte, as 8 boras da
maobS. por atma de soa presada irm, caoba-
da p Ha Anna J. Cordeiro Galvao. fallecida no
dia 30 do mez passado, era l Ibes bcaiaj agradecidos.
t
D. ttuilhermfna Mara doa PaaaOM
Manuel i ee SimOea cu lo agradece a todcB as
ressoas que se dignaram aoompaobar o enurro,
Gcaodo grato i coBfraria de n. S. do Livrmen-
to ; de novo ai convii para assistirem a missa
do 7 dia, na fgreja da mesmaconfraria, no di:
8 do corrente, s 7 boras da manhs, pelo qaa
agradece por mala este acto de religiao e can-
dado.
i i
doiio Ci lulo Peasoa
Evaristo Gomes Pessoa e seo Qibos, aln'a
com u coraba i iraapassado pela miis acerba dOr
pelo prematoro pasamento de sea inditrgo e
pranteada tildo e ir, &o. Jc&o Calalo Pessoa,
vem pelo presente convidar a seas prente' e
amigos pa.-a assistirem a missas qoe pilo re-
pooso eteno n> sua alma mandam cetebrur no
cjnvento de S. Frani'so, no da 10 do corrente.
ds 7 boras da mabba. 30- da de sen ff liecimen-
to. e p'iaaual secoifessam agradecidos.
t
Coroael bastio Antonio Accioly
Lids *Vuderley
O bacbarel Benjamn Caraciolo, em suff aeio
d'alma do s>u sempre lembrado aa>igo e pt-
zado compadre coroael Sebasliao a. A Lir Waoderley manda celebrar ama missa no da 16
do correte, 30- do seu o-gmimenio, 8 boba-
da mar.O, oa cidade dePesqaeira, municipio < t
Cimb-e. i
. Varzea
Aluga-se urna boa casa terrea com
com modos para grande famila e tom
grande siiio, em frente a estaco, a tratar
na ra Duque da Cazias n. 101, loja.
Boaraoenda eroda
d'agua
Qoem precisar far moito boa acooisi5o de
oma expeliente moeoda em perfeilo estado, corr
carretas de ac, broazes, parafosos, todo com
pelo para ssseotar em madeira, teodo 40 polle-
gadas por 26, e assim ama roda d'agaa com 18
palmos de dimetro e 7 de largua (systema
Leandro) teodo tambem om gigante ae ferro
com 8 pollegadas de grossora com 4 rodetes
qoe fdiem tange: a moenda em altara seperior
t roda. VeodP-se o qoe esta cima mencionado
oa orina Cabeca de Negro, eslagao de Frecbei
ras. onde em qaalqaer da se poderA ver para
aie- negocio-
Cosinheira
Precisa-se ; oa roa Marques do Her val n 10
Ao Sr. Dr. juiz de orphaos
Procure saber da Sr*. D. Davioa qoe de tino
dea a heranca qoe tem em Por agai, oelxsda
por seo sog'o, pa de seu finad.) mando ? Tamo
o advogado como o pro s:>cr da mesen nao
Igco-am desea bericca.
LAUDE PARA TODOS.
PILULAS H0LL0WAY
As Pilulas puricao o Sangue, corrgem todas as desordsms do
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecen* a saude das constitucoes delicadas, e sao d'um valor incrivel para tocas as enfermidades pecniiarea
ao sexo eminino em todas as edades. Para os meninos assim come tambem para v, pescos de idade avangada
a sua efticacia e incontestr.vel.
Eisu meduinas s&o preparadas smente no Estalielecimen.o do Profisnor Hcllowav,
?8, KEVr 0XF0SD STBEET (antes 533, Oxford Street), LONDRES,
vendemse em todas as pharmacias do universo.
' O compradores sao conv dados respeitosamcr.te a examinar os rtulos de cada caixa e Pote se nao teem a direoQao,
533. Oxford Stree*. sao CalsicaOoes.
-..-^->. -
MOLESTIAS NERVOSAS
CURA OBR,T^l
KAiROPE HENRY MURE
Bom xito V'
EpUei
Hyste
Molcxtit
e do
Diabet
Dm Folbe
EN
irilieado por 15 annos do experiencias nos Hospitaes de Pars
PELA CURA UK
sia-Hysteria
Vitorea
ro-Epilcpsia
.h do Cerebro
Espinhaeo
e attHUcarado
Convulsoes, Vertigens
Crinen nervosa
Enxaqiiee.au, Tonteiraa
Con'jfstiies cerebrae
Inaomnia
Sperinatorrlia
o amito Importante i dirigid! grat::itimDt: i (oalqaer pessoa vi pedir
RY MURE n PONT-SAINT-ESPRIT (Fuign).
VB.MIl.-bK M TUIJAJI AA t'JU.MJi'alia llAit^lAClAa A LIU^AlUAJ
L.T.PIVERjm PARS
Novo O L E Extra-Fino
A.O
GASA PINBT, MARCASSIN, FUNDADA EM 1852, PARIZ
EXPLOTACAO GERAL do CAUTCHC
POR MEIO DE NO VOS PROCESSOS APERFEICOADOS
Especialidado em Instrumentos de Medicina e Chlrurgia
Tubos bicos de mamadeiras colcnSes saceos para gaz
fundas almofadss injectadores orinoes pessarios, etc.
r
| pro
V. 0. A grtnf* vogt do* owi
producto* que lemprt v$> iv
mvttndo t$do dedo lugr i
liItlesfOti. eoHttm txlglr a
H04it$ marctt ESI. *'J.
]
ESPECIALIDADE em BEXIGAS de BORRACHA
PARA FUMADORES
Enviao-se os Catlogos franco.
E. PUJALET, Suc-
34, roa TurbIBo. PARIZ
Fabrica : Acx Lilas, pkrto dk Pariz.
e-^
^90aV>OOt>^
A SAIS G01ECM
NO
Mundo enteiro
PARA CJRAR
setn nenhunt o afro medicamento e ectn tentar accidentes
FARIS 7, Boulovard Denain, 7 PRIS
Depsitos em l'miamliitra .- FRaN" M. da SILVA & C", r. nos princlpaes Pharmaolt.
&99**%&*mwim*-*iQi
Para ler a Verdaceira Ag-ua de
I
VICHY
(FRANCA)
Ewigir o mamt > Font) tobrt o LHrer*
B MfV CaptUa.
|CLE8Tllia~<%^^
jpRAMDE-GRILLE.-^M
IHOPITAL Erto*
j Ter o cuidado da dn'gnar a Font.
Bepo'jitoi en gnumtt0 *0t. LABILLE; MARa k
(Elixir Digestivo
de PEPSINA
de 8RIMAULT A C", Pharm.ceticos en PARS.
Deliciosa preparacao leudo a propriedade de
npprr, no homem, a fal a de sueco gstrico,
elemento indispeu.-avel da digeito.CuraoneriU:
Ms digestoes;
Nauseas e Ala;
Gastites e Gastralgias;
Enzaqueca;
Vmitos;
Diarrhea;
Caimbras d'Estomago;
Embaragos gstricos;
Molestias do ligado.
Combate os vomito-.; das mulheres
pejadas, e tonifica o; velhos e os con-
valescentes. -
Em PARS, 8, Rae Vivjenne
LV c NA* Principis Phawmacia'/
??????????????????
.FALTA OE FORCAS
Anemia, Chloro&im, Debilidatte
txtenuaeo
CURA RPIDA B CERTA PELO
yjPEPTONATO de FERRO ROBU
NICO FERRUGINOSO
[Reconhec/do assimilavel e preferido
pelos melhores mdicos do mundo.
Desconfur-se das felslica(Oes e imiUcOes.
, POR ATACADO:
113, Rae Grenier-S--Lazare, em PARS
^SOep-Jiifoi em toii n principies Ptitrmsciu.
??????????????????
ASTHMA-OPFRESSAO
Os Cigarros Indianos de GRIMAULT
e C'1 constituem a preparacao a mais
efficaz que se conhce para comba-
ter a asthma, a oppresio, as suffoca-
coes, a tosse nervosa, os catarrhos e a
infomma.
Cada cigarro leva a firma ds GRIMAULT & O
DEPOSITO EM PARS, 9, RA VIVIENHE
e as principaes piarmacias.
Vende-se barato
Urna boa mobilla de jacaraods.
Urna dila oita ee janeo.
Doas metas elsticas con 3 e 6 laboas.
Om toilet e.
(Jm lavatorio.
Urna commoda d jacaranc i.
A' tratar oa ra Doqoe de Cazias o. 101.
Plvora
De todas ao quali ades
em barra e em latinhas ven-
de-se no ef criptcTo do Per-
nambuco Powder Factory.
Ra do Commerco n. 6.
Xarcpe Phenicado de Vial
Destre os microbios ou germens das
molestias de peito e constite um medi-
camento infallivel contra as Tosses,
Catarrhos, Bronchites, Grippe, Rou-
quidao et Influenza.
8, rae VWenne i as princlpaes rUannada
w QUININA oePELLETIER^
O DOS TRES SELLOS
Eadoptada par todos os mdicos, em con-
sequenca da sua reconhecida purera e
da sua eficacia contra as Knxa-
quecas, as Ne-vralgrias, as
Febres intcnmitteiites e as se-
zcS) a (;<>iia, os Rheumatis-
mosi as Sudores nocturnus;
cada capsula, do tomapho d'uma S \
ervilha, impressa com o nome ubiubsI
de.............................. ^^/
Obro mais rpidamente que as pilulas ou
grageas, e Iom3o-se com mais fcil idade
que as obreias. E' o tnico mais poderoso
que se conhece. ma capsula somente
representa um graude copo de vinho de
quina. ______
Deposito em PARS, 8, rae Vlrenne
sW E AS PRINCIPAES PIIAHMACIAS M
(ul Brancae Vir-
jsreni de lama-
ribe
A Companhia Explp-
radora de Producios Cal-
careos, sendo a unc
exploradora de cal Bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade, e
que os veradeiros pro-
ductos se enc ntram em
seu arii azem do caes do
Apollo n. 73.
FEEIDAS
#
HAMAMELIS
DE BRISTOL
AVELEIRA MGICA)
UNGENTO EXTRACTO
ESPECIFICO PARA O
RHEUMATISMQ
E HEMORRHOIDAS
INCHAQES
ir.
M
^
Ama
Precisa-se de tima ama para costohar d roa
Vlscoode de Pelotas, amiga Ar;g3o n. 27.
Carne verde a 700 re. o kilo
Vendeos os abaixo assigoarios, carne de pri
metra qrjaiidade, nos talbrts da roa Marqrjrz do
H'-rval f. 17 e 2. e Gamboa do Carino n i.
Este prpQo aoffrer aiie.-acSo par mais on
para meov.8, sempre ce accotdo com os prejot
do gado 0'" fei'a-.
Recite, i8delaiode 1895.
_______________Fioia Lima & C
Semente8 de Hortalizas
CUegadas boje
completo eomrxeaio
Roa estrella do Rosario n.9
Pocaa Mendes 4 C.
Vpop se oma ersode casa, lendo 5 janeUss
de {inte. 1 grande fo'So tendo 2janel!aste
cada laio, radeameno e porlao de ferro na
frentp, iaoel'as em iodos os ladnp, doos grande?!
qoin-ae morados, agua wn' ifla, alta em Sao-
to Anaro, roa Lemorao(a do Gomes o. 4. atrail
da fabrica de vidro
SillllIlIllIlIlIIflIlflflIsC
e
LUZ
DIAMANTE,!
LONGMAN & MARTNEZ,
NEW YORK.
Livre de Exploso. Fumaca a Mo Cheiro
A venda em tod rm armazems de seceos e mo
'Tuiumioiiuini
i
a


Precif a se de oma ama de leite ;
de JcSo de Barros n. 18.
Preclsa-se de om bom copeiro, de om co
sinbeiro e de oma ama para andar com oma
crianca : a tratar oa roa da Cidea o. 35.
Barbeiro
Precisa-se de rm na roa da Crui n 1.
Fabrica de arelo
4gnas e limonadas gasosas de
tod.s as qoalidades
Soda water, gioger, ale, HmSo, laraoja,
carsQo, abacaxit, granadina, grosellas
racboisas, baunilha, hortelS pimenta eto
etc.
12A=CAES DO CAPIBARIBE 1A
V^ende-se
Urna mobilia d- jaciirand e orea po'caode
cuca de porcelana, na roa da Palma d. 67.
28
iCHABLE
200i(JUU oentes
CURADOS DE
mpigens, Borbuhas
Vrp- Ulceras
PBLO
IHIMIU
m
U.

-7~
)



m
*'**~
Diario de Fernaimbueo Domingo de falli de 1895
Regulador da Marinea
Concerta-se relegio de algibeira, pn-
dulas de torre do igra] chronometros de
n:arinha, caixa do icusica, apparelhu
elctricos, oculos, binculos, oculoasbo
alcance, joias e tudu e qualquer objecto
tendente a arte mechantca.
Wfio Larga do Rosario 9
Sementes de hortalizas por-
tgnezas
Cw i)r.
Di'a m:>ca.
Da repcoho.
(Hu mirtf'g .
Dita t-on< huii.
Habanete.
it*r>04.
Alfafp.
Cmswm.
Cbno'la.
Skte*.
in.i
Vecde-fP o* roa rto R ngl n. 53.
Caixeiro
Prtci-a sp de am menino ra's r."ixe{ro. qot-
'eona ..ratica de moldados (a rttalb<> qoh da
fi idcr .-h toa condecid, na loa estrena ao Ruga
no o. 18.
Chegaram!!
Bonecas cum mollas
a lcWOOa duza.
LojadaPerola
Rua da Impera-
Iris ii* 79
Domingos Fernandez.
Bichas de naniburgo
Vcnde-se em grandes e pequea
porces applica-se ventosas seccas e
sarjadas ; na rua das Larangeiras n. 14
C'csinheiro
De ora rento nr-cisa ee i roa do Comroercio
V i'O P V"n- 19.
Caixeiro
Prerija-se d um para om bilDar; a tratar is
ro Deque de Canas 0. 91.
\
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do oexcellente preparado de Manoe
Crdoso Jnior.
As cartas que lbe ten: sido dirigida
pelos jornaes de maior circulacao, attee
tam a efficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Majoel da Sil-
va & C., rua do Mrquez de Olind*
n. 23,
P/ armada Martins, rua Duque de
as ias n. 88.
Pbarmacia Oriental, & rua Estreita co
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferr ira, rua a o
3.; ao da Victoria n. 14.
I harmacia Virgilio Lopes,rua Larg*
do Rostrjo n. 31_________________
Madeiras de coostruccao e
n iteiiaes para edificaba)
a Compachia Exploradora ie Pro u-ios Cal-
rtrao* 'ende em teu armazem lo caes do Apel-
lo o. 73 :
Maderas par rrpst' orcao.
Cal branca ce jagM'ioe.
Gal preta.
Cal iniii ro para aeucar.
; Tijollcs de 1 adr.in e cumroors.
: T.jrlli a ref actafirs
yedras necan'arii p-r acleir. 'te______
Avio aocomm^rcio
Maooel Garca, proprietario do erande Horel
Cororoerciai, giio a roa Larga do Ro3>no t-. 29,
31 e 33, avisa ao come ercio qoe desde benita
3 no correte mu deixio ne ser eo crrpreeado
o Sr. Joe Cecilio de Fre.tip, por laola nao >
resporsabiliga por qoalquer trausac^ao que o
nie>mo Sr. nceira lazer- em ?d dome.
Recife, 4 de Joibo de 1895.
Man.^i Gs'M.
BOFO!
I.* de Marco AS
Este acreditado estabeleciment centinua a
vender porprecos sem competidor os
artigos abaixo mencionados
fonsbado de
BfTadapolJo pf.ra do van a 405(0 e 55000 a pe;a*
Dito americano a 8$000 e 10(50(0.
Dito flanees para cuma", puchos e col arinb'. b ISiJOO''.
Cretones ult-rua a 320 o aovarlo.
Ditos escorce omito argos a 403 o orado.
E^amins sneidbdot a 500 o o-adu. ------
Rrazrarte jara lerc,ta 4 Urpo"* 2 000 o metro.
Atoalbado braceo e lavrdo para mesa a 2)5500 o 30C0 o metro.
Cachemiras com 2 larguras pfra veati'idoB de 25500 por 1 Case mira preta de agonal p.ra roupa de homem a 2|0X) o covado.
Cachemiras de la com 1 t'r-a do sea a Ji$20 o covado
Grkode tfrMroento da benitos padro-a a 1^000 o cavado.
L ndos chami-loteg Ci'dhi en-ti aitOo c vado.
Maia de IS para secho ras a 405000 a dusia.
Ditas de t>lg< can para secbora a 12C00 a flozis.
DitbS de c r para bomem a 12&IQO a ub>b.
Di'.ag cruaa om nos ia s da p>'ra bomem a 12^000 a dusie.
Seticetts de ti'di-s tt Cures a 6C0 o C"vdo.
Sedas irnc-a l> vrsdas pura restidos de roiva a 23500 o covad".
Cor.ir 1,110 de en che', e rambraia b' rdados para cama e jnnella a 10^000 o par.
Capellaa c m veo para noivas a ]0OCO e 12<)0G ama.
Epartilboa de coir Mojquneiros smerciaoaa 1530CO uro.
Camisas para bomem dormir a M000 uisa.
Ditas pira sHcboro :dem a 65000 um>.
Finos cortes a casemira ingleaa pira c*'9 a 8000 e 10)5000 oro.
Camisas de rr ai ha de 12 pir<. homem e senbora a 630(0 utra.
Veituarios de Ji-rc^y para men'nos a 15)5000 om.
Cobertsg de crefone pr c-ma de c sal a 5;!C0 urna.
Casiteraa p^ra ro p. de homeos e cranlas a 500 o covtdo.
Brim ba,.CJ n. 6 a 2)$500 a vara.
Dito p-eto a l(58CO a v. rn.
Sobrctudos com urna e doas vistas, Cobertores, c.'x s, ceroulas, mar.tilhae, ttdo p:r
prec<* eem competencia.
So
na
LOJA
POVG
EMULSAO DE SCOTT
DE OLEO DE FSCADO DE BACALKAO
Com Hypopliosphitos de Cal e Soda.
Approvmda pela Junta Central de Myfiene Publica e autorisadn pelo enverno de Brazll,
Os mais afamados mdicos do mundo receitam constante-
.nente esta preparado. Leia-sc o seguinte testemunho :
O abaixo assignado, Doutor cm Med
cia pela Facuidade Medica da Babia,
Estados Unidos do Brazil, Delegado di*
Hygiene d'esta Cidadc, ele. Attesto sot
f de meu grao, que tenho tirado os mel-
hores resultados na minha clnica civil,
com o emprego do vosso preparado de-
nominado Emulso de Scott" nos escro-
pbulosos, tuberculosos, rachiticos e em
todas as enfermidades que deixam em sua
terminaco um depauperamento das for-
jas. Alem do bom resultado em scu em-
prego, alem d'isso, fcilmente suppor-
tado pelas criancas as mais rebeldes
medica<,o. Poderao fazer d'este o uso
que lhes convier. De V. V. S. S.
Dr. Antonio Muniz Ferreira,
Sao PAULO, lirazil. Motca.
A Emulsio Scott c urna preparacao d'Oleo de Figado
de Bacalhao. de una apparencia agradavel e fcil a to-
mar. Nao tem o gosto repugnante do oleo puro e simples,
e ao contrario d'este de fcil digestao e assimilacao. Os
hypophosphitos, cujas qualidades tnicas influcm tanto
sobre.es ervos, ossos e cerebro, e que entram n'esta
prepararjo, augmentam as virtudes j reconhecidas, do
oleo de ligado de Bacalhao.
Nos casos de Thisica, Escrophulas, Anemia,
Chlorose, Rachitismo, Affecces da Gar-
ganta e Pulmes, a medicina nao encontrou ainda
nada que iguale Emulsao Scott.
Vende-se em todas as pharmaclas.Scott & Bowne, Crmicos, New York.
O T)r. Muniz Ferreira,
GlUlNDE
Tijolcs
Fabricados na latinea 'de Csmargibe, der-
penor qnlidai'e, >-nde-se 1* escriptono na
Compioh aladn^triirl Peraa0cana.
Commerclo o. 6.
roa ra
FOLSETIM
3
a bm m m
PCR
jBiis &at::s
(ntiga ro imp)
M CIMA i S1RL\1
GRANDE
HOTEL COMMERCIAL
Rua Larga do Rosario ns. 29,31 e33
Este importante estabekcimento, sob a direccao do seu hbil proprietario MA-
N0EL GA RCIA, n auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser^a
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de eua architectura c
pintura i "terna, j pela promptidao e aceie do servigo culinario aduaneiro, j tam-
bero, pela posijo bygienica do seu edicio.
Depois de ir numeras transformacGes por que tem pausado este Hotel, conleguio
afinal o seu incancavel proprietario orferecer hoje urna hospedagem que deve ser
preferida pelos Ilustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas.debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
MliLSO VEHMIrm
I formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
HvRMacETI o
titulas! :::-'. escola ss ::::::::: a : P2ASMa::a :: m\i
AFI'liUVAi'A PELA INSPECTORA DE ..YGIENE
Esta Etnni"Pio faz expellir completamente eio poucas h1 rasos verme*
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podera ser realisados jantares e itinaes, conb-cidos vulgarmente em o norae dd U>mbrig-af. Tem vantagem
Eua 15 de Novembro 29
Estabelecimentode primeira ordem.
Casa moutadacom luxo e commodidade n'um dos pontos mais bygieni-
C08 da cidade do Recife.
A commodacoes magnificas, todas com janellas para a rua.
Esplendida sala de refeicSe*, a mai r e mais arej-da nesta capital.
A cosinha acha-ie a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francez
recentemente chegado da Europa e outro brasileiro, ambos especializas na
culinaria
O proprietario d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
de que com os elementos que cima offerese acha-se habilitado a satisfazer aos
mais difficeis dos appetiies e bota-e ao despor do publico offerecendo-se para pre-
parar banquetes, jantares etc., dentro ou forado mesmo c estabelecimento.
FULA SE 0 I.YEMDS IDIOMAS
PREC0S KAS0AVE1S
PRPRIEDADE DE
N. GRUNBERG
Atteneao
\l Boa Viscoade de nluioRi IS
(ntiga do Rangel)
O propietario dest-t novo estabeleci"
men'." chama a *ttenc3o de seas nume-
rosas freguzes e das Exmas familias para
o explendido sor timento de finissimos
Bramantes de puro 1 nho Bretanhas, Es-
guioes, grandes 8toalbados e guardana-
pos, toalhas p ra rosto tudo adamascado
e de puro linho, lencos de cambra a de
linho fin8simo ; boa rccasiSo para 03
Srs. noivos adqu'riram um fino e bello
enx'ival em roupas de 1 nbo por precos
que impossivel ser tbtelos em mtra qua!-
que- casa.
Nesta casa -lem de um bom sorti-
mento de f zendas finae, S:a sempre gran-
de deposito de camisas, ceroulas, puuhos,
collariiihos e camisas para meninos de
t das as idades.
k&h
Preciaa-?e de urna que aiba coeictar, para
Csa le pfqi.eoa familia, oa Cupooga, iraia-se
n< roa np H ras n. t7.
Ama
Precisase de orne am qoe coair.be e faca
compras ; Kraptats.
Precisa-sp de urna axa para casa de familia,
rua do Vicario 0. 8, artcazem.
Ama
PrPCiso-oe de om que alba c>fphar 8 mais
ferv:co8 de cesa ce ppqu-na fau. 1 a ; a t'!ar
os ru do H;-Dfpi D. '.'i. lvela
.---------------------
Ama
P'pci s-ae dp orna para cosinbar, oa roa larg
do Rosarlo d. 9, 1* arda-.
Amas
Precisa-fe de r'uaR ama, orna pra cc'cbar
e ootra ;i;.-a rala, a t aur i rua Bar&o da Victo*
ra c. 65, 2- aodir.
Ama**
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
l?EK*fI0S
POUR SE MANGER. SalpicSes, ostras, lagostins, aalchichas, etc peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do sertao, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermout
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a. a se boiro, odos recebi -
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commuin do Hotel, tem aampre grande deposito de
bebidas de sua importacao, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finitsimos, que vende as melhores cond5oeB do marcado e precossein competencia.
GRANDE HOTEL C0MMRC1LA
ammmmmmmmmmmmmmmmmmmm "
foram acampar n'umi eminencia, em vista Tinha nos braos um grosso mlho de
do inimigo. .palha de arroz.
Est se p eparando o ataque, dizia-j Os homensque o seguiam levavam axas
.-w.-^
Vl\
UMA SEPULTURA
(ContiDuagao)
Fatknura approximou-se da janella e
Eu nao p dia comecar ero quanto
nao acbasse o que procarava, disse Yok-
Mour>'.
Como aasim ? perguntou o siogoun,
cheio de inquietacao.
Por sua vez desconfiava do bom juizo
do general ; mas a pbysionomia do guer-
reiro estava calma.
Disseram-me, com effeito, tornou
Fid-Y. ri, que andas agora noite e dia
como um insensato.
J achi o que pr. carava, disse o
gaera!.
O siogoun baixoj a cabeca.
Decididamente est doido, pensou.
Mas Y k-Moura raspondeu ao seu ptn-
samento.
Espera o. dia de amanbl para rae jul-
gares, disse elle, e nao te inquiates, a-
nhor, se oUTres barulho esta noite.
Afaatou-ae dep is de ter dito estas pa-,
lavras e f -i dar ordena aos toldados.
se em Osaka.
O povo invadia as collinas, as torrea do
pagode, todos os lugares elevado?.
O proprio FidYori subi, com alguns
cortez&os, para o ultimo andar da grande
torre dos Pdixes de Ouro, ao centro da
fortaleza.
Via-se d'abi o acampamento dos solda-
dos de Aroufza com oito mil horneo.-,
mais ou menos, e longe, e deiunc ado por
brilbos de armas e couracas, o inimigo
acampado porto de um bosque.
Do lado do mar, na babia, a frota de
guerra acabava de apparelhar-se : mais
perto as ras da cidade, cortadas de ca-
naes, estavam cheiaa de urna multidao
curiosa.
Tinbam sido suspens s os trabalhos :
toda a gents eeperava.
As tropas nao se moviam.
Fid-Yori estava caneado de olhW}
surda inquietacao apoderava-se delle.
Mandou chamar Yuk Moura.
Nao se encontra o general, foi a res-
posta ; seu exercitD est em armas,
prompto a sabir ao primeiro signal ; mas
at agora s dous mil bomena deixaram a
fortaleza.
Por fim, tarde, moveu-se o inimigo.
Avancou do lado da cidade.
Immediatamente os soldados colloca-
dos na collina por Yi.k-Moura desceran).
Cemecou Combate. O inimig > era
superior em namero. No primeiro mo-
mento repellio a gente do siogoun.
Porque Aroufza nao se move ? dizia
o siogoun. Alguma trajcao ? Nao te com-
prebende so
de lenha.
O general afastou vivamente os corte-
zaos e mesmo o siogoun, tez urna grande
fogueira e tocou fogo.
A cbamma ergueu-se l"go, clara e bri-
Ihante, Iluminando a torre e mpedindo
de ver a planicie que o crepsculo occul-
tava.
Yok-Moura, debrucado na balaustrada,
abrigava os olhos com as maos, procu-
rando ver ; distingui urna oscillacao no
exereito de Aroufza.
Bem, diste elle.
E tornou a descer rpidamente, sem
responder a numerosas perguntas que se
lhe foziam.
Fo: se postar a alguma distancia do
ponto em que devia terminar o subterr-
neo, que estava concluido ; tinha-sc dei-
xado apenas urna etreita espessura de
trra que devia ser aborta no momento
decisivo.
Ao cahir da tarde o general prestou ou-
vide a um rumer de passos : o inimigo
estava no subterrneo.
Foi entilo que elle accendeu a fogueira
na torro.
A este signal Aroufza devia mover-se e
atacar o inimigo pela outra extremidade
do subterrneo.
Veto a noite.
Yok-Moura e seua soldados etperavam
em silencio.
Por fim ouriram-se leves pancadas cau-
telosas.
O general e tens homens, immoveis na
sombra, oscutavara.
A trra cahia aot. padacos, e no fim a
alguns instantes percebia-se a respi^So
intes-
sobre
os demais medicamentos empregalos para i> meara tiro, a de no ser preciso purgan-
tes depois de seu uso e ser agrdavel ao paladar, podendo ser usada pe s creancas
sem repugnancia. Em sua cntnposico nao entram substancias minerae3 que de
mandem de cuidado ou piejudiquem ao org-nismo.
Modo de asar
Adultos colheres das de s >pa. Criaucas colberes das de cha. Deve ser
tomada pela manha bem cedo, pura ou misturada cora, caf, leite, ou inestno com
agua adocada.
Preco 1/2 vidro
1
Duzia de 1/2 1
t 1 c
DEPOSITO GERAL
19Praqv Maciel Pinheiro19
Prp.-ja-se '-ua da Concordia o. >0, oa para
PDeommar e ou"a para aodar com criascas e
servic domesico-.
Cosicbelra ;
Rancp| n 23.
Ama
precina-se de urna na rua d
Criado
Precisa-se de om qoe 601601*3 do eervigo de
es: : n roa doHo>p Aluga-se
A casa e -i 10 du Lar^o do Uooteiro o. ii,
jodio a 8'^-c'i11 ; "A Carbol do Uarmo n 16.
Emp egado
Qaem prpeifar ne am emp'pe-do pa'a pseri
p u a\ 00 par o commerdo, deixe tana Desia
iyporapbia c- m aa m:ciaefA. R
Pico
Verd^-se om novo com capa, caieira e
lernas, roa Imperial o. 13, luja
5ltlO
Alaga e O! graod sillo core ierran: pan
plaoirce*. teooo grande cj.ber e reiceua
cae, proprio para car'Oi eiros, p-labulbu de
Vaccas, CLOdo.laria, nio freo'es e pnno'S para
a estrada d J Ai at Ba roa ra de Feroandes
Vieira : a tratar 1 es*a roa n. 29.
1TJ0O
2S00O
10S0O0
205000
Pharmacia Ferreira
P ERNA M BUCO
mais intensa que a escurido. Sahio
acompanbado por outro.
Nao se bolia.
Avtnjaram com precaucao, olhando
para os lados ; atraz dos primeiros vi-
nhara outros.
De repente, porm, a gente de Yok-
Moura cabio sobre ellea, no meio de gri-
tos ferozes.
Estamos trahidos I bradaram o in-
vasores aos companheiros. Ninguem se
adiante !
Sim, trahidores, fostes descobertos,
disse o general, e cavastes a propria se-
pultura.
Todos os que haviam eahido do aubter-
raneo foram massacrados. O grito dos
moribundos enchia o palaeio.
Corriam luzes. O proprio Fid-Yori
veio, entre duas filas de servidores tra-
zendo archotes.
Aqui est o que eu procurava, senhor,
disse-lhe o general, moatrando a abertura.
Concordaa agora que eu nao devia deixar
a fortaleza ?
O siogoun ficou mudo de sorpreza.
Ninguem sahir vivo d'abi bradou
o general.
Mas elles fogem pela outra extreuii
dado, lombrou Fid-Yori.
FCasta sorprehendido com a iramc-
hilidade de Aroufza na planicie ; espe-
ra va que a melhor parte do exereito
inimigo entrasse para fechar a porta so-
bre elles.
Don mil bornena aabirara da cidade e 80rg0 plataforma.
Oaviam-te paaaos natlarosos e precipi- dos qut trabalhavam.
tados na torra ; de repente Yok-Moura | Um homem deixou ver sea torso fra
da abertura, dettacaado-ae n'uma toaabra
, Neste cato ettia perdido, disse o
siogoun. Perda-me, bravo guerreiro, ter
em um instante duvidado de ti ; a culpa
tua, que me nao prevenate.
Senhor. dase o general, os eapiSet
andam em toda parte, na fora'eza. no
palacio, am raeus aposentos... Battava
urna palavra e nada fariamos. Ao menor
ruido voava o bolle pastarinho.
Nao sabia mais ninguem do subterr-
neo.
Elles pensam fugir pelo outro lado,
dizia Yok-Moura ; mas estao engaa-
dos.
Com effeito, d'ahi a pouce ouviram-se
gritos de afflicao.
Fid-Yori estremeceu de horror.
Cortados mormurou elle.
A situacao era com effeito horrivel;
nesse estreito corredor, onda mal se espi-
rava, a soldadesca, perdida de medo, es-
inagava-e na escurido ; investiudo
procura de luz, de alguma cousa que lhe
parecesse brilbante nessa noite siuistra.
E, urna vez fra do subterrneo, ca-
hia na ponta das espadas, no meio de
gritos.
Ouviam-se estas palavras confusamente :
Perdi I Nos nos rendemos.
Abri 1 Deixai-nos sahir.
N3o, disse Yok Moura : nada de
piedade para traidores tomo vos. Repito :
cavastes a propria sepultura.
Attengao
Veodf-se o 8< bado de z sudares p solio ia-
leroe, lilswio a rua da Heda o. 47, e a cafa
lerrea D. 102 00 i-arro. esi'aoa oe Jaboa'ia oi-
ticada pm om lerrpoo de 9 1 almo de frenie e
689 de fondo, pa te moradu, com ro 'Se de fe-rp,
a >ra Alicante de albuque qoe, a roa t* ae Margo o.
18 I- andar.
Caixas de msica
Importantes modal los novos.
Secretarias propriaa para presentes.
Becebeu a Relojoaria D^id rua do
Cabugn. 14 deade I5000a 4001000,
Grande sOitiniento
chucavam se com as couracas, moiriam
na escurido intensa de urna sepultura.
Por fra tratava-se de debastar a en-
trada, mas tudo era intil.
Que eduaa horrivel, a guerra excla-
mou Fid-Yori, retirando-se comino-
vido.
Pouco a pouco os gritos foram dimi-
nuindo e de repente cahio o silencio.
Acabou-se. dase Yok-Moura, estao
todos mortoe. Reata fechar a sepultura.
Cinco mil homens tinham morrido no
subterrneo.
OS MENSAGEIROS \
I
Hiya8 era pessoa avanjra cm cin-
ceenta mil horneas a algumas leguas de
Soumiotai.
T;nha vindo pelo ma<*, passando 1 >r:.-e
da costa, afim de nao ser visto pelos sol-
dados de Mass-Nori, acampados no litto-
O general manda va buscar trra e pe- ral da provincia de Iss.
dras para fechar a abertura.
Nio facas isto, disse Fid-Yori pal-
lido de emoca; esses gritos dem-me no
coracBo ; elles rendem-se, coitados; faca-
mol-os prisioneiros, bastante.
As tuaa ordena sarao cnmpridaa,
disse Yok Uoura. OU, accrescenteu,
voltando-ae para os prisioneiros, estis
perdoados, podis su'bir.
Os gritos redo oraram.
Todos os planos de defeza postos em
execnco pelos generaes de Fid-Yori,
Hiyas conheceu logo e tratou de illudir
todas as prevUoea de seus adversarios.
Deixou-os cercar a ilha de Nipn, e, to-
mando o mar, veio desembarcar entre
Osaka e Kioto.
Quiz chegar o mais depreasa pnsairel
para effectuar o cerco de Osaka, cuja to-
mada poria fim guerra.
Mesmo doente, veio at ahi, ao coraefio
da luta, aoffrendo horriveis abalos de
Sahir era impossivel. A med nha avs- ervos.
lanche tinha esmagado rauitos homens,
cojos cadveres entulbavam a abertura,
formando urna muralha compacta e im- na fortaleza.
penotravel.
Todos deviam morrar; o solo estrema-
cia ; esmagavam-se uns aos outros, mor-
diam-te, fariam-sa com os sabrs, ma-
Elle que imaginara abrir um subter-
rneo debaixo da cidade, para penetrar
{Contina,]
Typ. do Diario, roa Duque de Gaxis*, 42
v.


-f".



Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EDX9KZ9CA_6UZO4L INGEST_TIME 2014-05-27T23:12:25Z PACKAGE AA00011611_16723
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES