Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16718

Full Text


ANNO LXXI
Terca-foiru de Jiillio de 1895
MMERO 1 I?
PBOPBISB&BB BB SI;&H6.L flS^lIE^ B ^ABiA & SflLeeS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes achantados.
Por seis ruezes adiantedos.
Por um auno adiantado
Numero avulso do mesmo da.
8000
*51000
30000
ion
SAO NOSSOS AGENrES EXCLUSIVOS DE PUBLICARES NA FRAN- PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
nc u CAE INGLATERRA Secreta ia da Mus!** seis mezes adatados. .
Os Srs Mayence Favre & C.\ residentes em Pans-18 rae de 3/ DfTattiWfc Por aro anno adiantado ....
.
La Grange Batelire
'
rectora
humero avulso de dias anteriores.
161500
33*000
91000
-200
A IZsbpreza do Diario I.
O corpo do Ilustre finado marechal
Florlano chegou esta manh aqu, sendo
logo embalsamado.
Amanh estar em exposicao na ca-
pella ardente eregida na propria resi-
dencia e na terca feira ser conduzido c
Pernambiico peilc nos MMH depositado na igreja da irmandade da
mBtJgmtmtmi em alrnzo, o ob*e- Santa Cruz dos Militares.
,uio de niandareiM abonar =-Parece que o Congrosso decre-
ewa debito* at o din 30 do tara fuera os nacionaes.
corrento. A Hmprezn agrade-J O Dr. Prulonte do Maraes, pre-
re ciCi obsequio e pede <|iiel- sidente da Repblica, mandou mani-
lo* que o nao fierem, n*So fostar a viuva o desojo do goveruo fa-.
(otuarein como desfeita a sus-.zer o enterro.
pensil o da remessa no |iri c- O exercito tomou luto por 8
:< ic Jiilbo.
joram, nao vendo no entretanto o
Corpo, porque ainda n;io estava em!
oxposi<;o.
Debellada a revolia, o qu* s*deven sua
' vonlajto-^enacissima e
momelo desmentida,
quejadaa despelo d-
O livrJ d3 condolencias, que-inigos das inslimicces republicanas; entregue
acha-se na redaegao do Paiz> ja o governo, j estando restabeleci l a paz, ao
con tom paramis de 6,030 assigiia-jtu-'^cn/fl' o n**> -iodos sabara quera ven
turas.
do descido as escadanas do poder, por entre os
applauaos de um povo inteiro, ncm ura s mo-
As reparticoes publicas acham-! Inent0 po 8,|,.nc,0 a que voluntariamente se vo-
se com bandeira em funeral, bein ot\ quebrou o eio das soas honrosas iradiccOes
COlilO muitas casas particulares o Pil^das, ero desmereceu esse grande conceitu
, _, 'que soubu fnsp rar ao paiz inteiro.
jornaes, com excepcao o a Ga/.eta da
Jai de o da Cidade do Rio.
N asa nov > phase, como que mata sejaccen-
tuou pu- Vcnlura o seu entraohado amor pela
patiia q ese gerou como um culto na sua
Telegrammas
mm pasiiwlab ro biabu
dias.
A consternaco geral e do to-
dos os ngulos do paiz acodein sen-
tidsimos telegrammas.
Rio de Janeiro, i de Julho, s
io horas 38 minutos da manh (recc-
bido na estaco a 1 hora e 20 minutos
da tarde e entregue as i horas e 5 mi-
nutos da tarde).
Temos as seguintes Lnformaces
Rio de Janeiro, 2S de Junho, s
4 horas e 10 minutos da tarde (recebido
na estaco s 11 horas e 50 minutes da
noite .
Na Cmara em resposta ao Sr. Jos exactas sobre os ltimos momentos
do marochal Floriano Peixoto :
No dia 28 do passado almocou
bom, escreveu cartas, poz dedicato-
ria em varios retratos ; e j na occa-
iso, quando escrevia ao general Men-
na Barretto, sentio-se mal e cansado,
de modo quo incumbi o Dr. Nolas-
co de terminar a carta, recommen-
dando-lhe que louvasse muito os
-% Marianno, fallou o Sr. Cupertino Cintra
i grande precisao, verberaudo a op-
posico, a qual denominou de M ara ga-
tos de Sacco l'ena, e accentuando que
a bandeira sob que se abrigava a oppo-
\sicao ao governador de Pernambuco era
um trapo branco com um tubo de ve-
neno, symbolo dos pusillanimes.
O Sr. -'os Marianno, por sua vehe-
mencia foi chamado a ordem e ameacado servicos daqelle general em defeza
At hontem a.tarde j estavam
prompias o!)() grinaldas ; e as casas Rran(J, alma Bp"rwa> qile viveu gravado no seu
de floristas nao sabem como aviar as e4pir||0 u(n a .^,,,0 as suas
encommendas que tem palavras sempre visavam o b.ra da patria e toi
O Paiz rocebeu hontem 300 te- '
legrammas do condolencias, e fa- embaldo fa esP,ril0S aoi ^flecudos proco-
milia do marochal^ tem sido enviados*rMam iMuenciar no seu animo, por mdureza
outrosem numero superior, hontem reclu es-^o.i.iu oeaaes principios de immutavci
tambem recebidos. jusiic tm que o dever seuipre firme e inaba-
Nao lia mais carro desponivel para lavel a transige nem se aonla, veja embora
o dia do enterro, que por emquanto estiorqiios a seus ps, os destrocoa do um mun-
nao est marcado.
Amanh o corpo SiJr posto em
duplo ca.xo de bano e ir para a
igrojada Santa Cruz dos Militares. ,. ,
O ministro da guerra determi- ?*We ,e' "r"""co' s5- *a*ado oV" pruVa
minou para o exercito o luto de 8 fjll^'--. <"" 'eswmonno eloqueote e perdu
dias; mas todos os corpos delibera-ravel d0 1ue duemos. D |eapera, ao acceo-
ram eleval-O a 15. jiuar-se o mal que Ibo roubou a existencia, es-
O Pfiz conserva cerradas as crevia a um seu companheiro d'armas, o gene-
portas dos seus tres pavimentos, e ral Msnna arretto, louvando os seus servigos
do inteiro
Os d-rradeiros dias. os ltimos momentos de
de er posto fora do recinto da Cmara,
tendo ouvido humilhado todos os ve-
hementes tropos dirigidos peb orador,
que terminou o seu discurso applaudi-
do pela Cmara.
Ilio de Janeiro, 28 de Junho, a &
. 2 horas c 15 minutos da tarde (rjee-
bido na estaca.) s ir horas e 50 minutos
da'noite).
Ralleccu hoje o Sr. Miguel Luuio de
Albuquerque Mello.
I'.oiidreK, 2 de Junho.
Espera-se que at 9 de Julho prximo
seja dissolvida a Cmara dos Communs.
O Sr. Henri Chaoline foi nomeado
presidente do departamento do governo
local do gabinete Salisbury.

Foram derrotados os revoluciona- actos fossem bem conhecidos.
rios-de Cuba nos combates de Hiero-1 Queixou-se sempre de dous na re-
nymo e Jaruza. Igia0 tibio-terciana ; e as 8 horas da
Uio de Janeiro, 29 de J unho as 3 noite cessou-lhe a secreco rica.
horas c 05 minutos da tarde.
A Noticia acaba de affixar um
bo-
Pouco depois cahio em profunda
coma : e sobrevieram hematemesis
letim annunciando, que o estado do ma. 'abundantes e dojecgOes sanguneas ;
rechai Floriano desesperado. Je, nao obstante, o pulso mantinha-se
Espalha-se [mesmo que elle ja falle forte em pulsares, tornando-se
t-u : orv ami ntiocor rln 9Q af.t\\t\ra(in hm
ce
entretanto, ainda nenhum despa-
cho telcgraphico chegou ao Paiz.
lo de Janeiro, 29 de Junho, s
5 horas c 50 minutos da tarde.
O marechal Floriano est agonisantc.
D 1 os telegrammas chegados, que
cirj i 1 -lbe o leito os seus amigos.
O ;r. ...co essistentc Dr'. Nolasp,
porte! r.nma desta tarde ao Paiz
diz qu 3 > rt veio ao enfermo urna crise
g:avis .. >cndo o seu estado desespe-
^ radj .
O ..-rechal Floriano est accommetti-
d deo sciirhose hepathica.
li<> de Janeiro, 29 de Junho. sa
y horas da noite.
A No.icia atlixou boletim notician-
do o pagamento do marechal Floriano
Pjixoto, tendo tido lugar o triste acon-
tecimentoas 5 horas e 2o minutos da
tarde.
Immensa multidao popular estaciona
cm frente do edificio do Paiz ; e na
u,ala de redaccao aguarda-se a confirma-
^co da funesta noticia.
ISio de Jaueiro, 3o de Junho, aos
5 minutes depois do meio dia.
Esta confirmada a morte do mare-
chal Floriano, que falleceu as 5 horas da
tarde de hontem, tendo entrada no pe-
riodo agonisanie*a 9 1[2 horas da noite
anterior e permanecido em estado co-
matoso at aextinecab. da vida a hora
mencionada.
O cadver ser embalsamado.
_ Grandes manifestaces "de condo-
lencia tem se produzido em '#odas as
classes : o pezar geral e s delj des-
toam os aspirantes, que serviram ". ex-
almirantc Saldanha da Gama, tendo-*c
dado por isso disturbios, delles resultado
lerimentos.
Rio de Janeiro, 3/ de Junho, as
5 horas e 30 minutos da tarde.
ao amanhecer de 23 accelerado, bem
como a respiraco. Foram ento
chamados pelo Dr. Nolasco os colle-
gas Manoel Silveira e Carlos Silva ;
mas, as 5 horas da tarde estando
sempre em coma deixou de existir o
enfermo, tendoMhe collocado a vela
na mo o Dr. Arthur Peixoto.
Seu ultimo desejo foi ser enterrado
em DiVtea a familia o bs amigos,
purm, nao accederam o a meia noi-
te seguio para aqu o corpo em trem
especial, 'acompanhando-o a familia
e os amigos.
O attestado de bito lavrado
poraquelles mdicos da como causa
da morte urna seleroso hepathica
hypertrophica ; e o registro do mes-
mo bito teve lugar em Diviza pelo
escrivo ad hoc juramentado An-
tonio Costa Arago, sendo testemu-
nhas oDr. Ponce de Len e o major
Bernardino Vieira Mitins.
O Corpo desembarcou na estaco
de S. Christovo as 7 horas e i5 mi-
uutos da manh do dia 30, sondo
conduzido na padiola da Estrada
mo at a casa de residencia a ra
da Emancipaco no Pedregulho, onde
s 9 horas proceden o Dr. Costa
Ferraz ao respectivo embalsameuto.
Hoje foi vestido o corpo com a
farda de marechal, tendo cihta a
espada de honra, que o povo offere-
ceu durante a revolta.
= Nada ha de comparavel s ma-
nifestares de pezar, que desde hon-,
tem se fazeio.
E? colossal a romana casa do fi
nado : os bonds nao chegam a satis-
fazer a condueco da massa popular.
Hontem mais de 30,000 pessoas all
buco, em. 10 de Junho de 18)5-
Alexandre Jos iaibota Lima.
Appendice das disposicoes a qne so .refere a
presente le.
Dat mesas eleitoraes
Art. 7." Haver una n--m elntoral par; re-
leriuii'itio appuravo dos votos dos eieDres
de cada sec.So, e demais Irahalhos el;;ttor.ies.
Art. 8." t'elo m^nos 8das antes do da alei
ao, reunidos os mpinbros do concclho munici-
pal e seus supplentes, proceler-se-ha por ,*oto
uninoininal a esculla dos eleitores que devam
constituir as mesas eleitoraes, menos os respe-
ctivos Presidentes a Secretarios.
Art. 9. Cada mesa eleitoral compor-ae-ha de
cinco membros, s-ndo tres t-leitos pela trnia
indicadn no artigo antecedente.
Art. 10. No dia da escolhs a que se refe-e o
art. 8 o Prefeito municipal noinenr ss cous
eleitores que tenham de, em caa mesa, servir
r-spectivarr.ente de presidentes e da ecretara-
rios, completando assim o numero de cinco me-
sarlos a que se refc're o art. 9 .
nico Nos caso< de recusa ou impedimen-
to dos presi lentes e secretarios notneados, o
Prefeilo provr as put)stitui(;5es, faendo, em
em po, nnvaa designacOes.
Art. 11 Logo a|s a designaco po preai
ile>)le da mesa eletoral. esie por "lucio dirig
dos ao) mesarios eleitos pelo Jonselbo, avisal-os-
ha ar'nn de que comparecam, na vegpera do
da da elelg), nos edificios anteriormente d-
signndos, para que sejain installadas as respec-
tivas mesas eleitor.es at s 2 lloras da lerda
Art 12. Si algotn ou alguns dos icesaios
deixarem de comparecr quer na vespta, quer
dita de 2 do pastado para o dia subsequen e 'nas desse gr nde livro da marmore que ha de no da da eleicad. ou solicitaren) escusa do er.-
s-m que no entretanto accusas,e a imminencra.iu'.r os seus feitos e que ha de ^1** ^Jffj^^^^^^^ojnMm
deviaa justiC'. tuara os Impedidos, comanlo que sejam eleitd-
Que a sua vida possa ser um proveitoso exera res de sec^ail
po para o futuro a mocidade eduque-se e
tem a bandeira envolta em crep
Porto Alegre, 1 de Julbo.
A partida de revoltososj que opera-
va em Ararangu foi hontem batida
pelo major Cotrim, morrndo o cau-
diiho Candido Vorissimo Borges
DIARIO DE PERNAMBUCO
Marechal Floriano Peixoto
0 telegrapho nos foi ante-hontem portador da
Infausta nova do fallecira nlo do marechal Fio
riano Peizo o, cujo r-gres*o lapi al Federa'! Historia Laucada a ultima p de Ierra so-
em pro da Kepuhlica e do H10 Grande, caria
que nao podendo terminar, encarregou dislo ao
seu medico assislente ; e ja prximo ao xtre-
m3 momento, ao_sentir a approiinia';o da vi-
sao mystenosa de alm tmulo, cercado da fa
mili.1 e dos amigos, ninda a imagem da patria
lile veto de envolla cora a sauJade dos tillios e
da esposa de quem se ia apartar, e anda teve
animo aboegac&o para recoinmen lar a esse3
toioosrc saciilicio para o engrandecimento
da inesuia pa ria que lo chara Ihe lora.
Agora a vida do grande brazileiro pertence
da Repblica e do Rio Grande.
ugmentaram os incommodos, o
presentindo que ia morrer, chamou
os amigos, recommondou ao filho
mais velho que fosse o chefe da fami-
milia e tratasso da educaco dos
irmOS, lembrando a todos 03 filhos nos annuncira o nosso correspondente all em bre o seo endaver, ab. erase para elle as pagi-
o dever que tinham de bem servir a
patria.
Teve lagrimas acariciando o filan
menor de nome Jos e a pequenina
Maria.
Aos amigos fallou a respeito de
sua vida politica ; disso que cons-
cienciosamente centava com a jus-
tica e com o conceito avoravel dos
seus concidadaos, quando os seus
*V O Congreso-eleger urna Coraraissao ,avrar 0 lermo d(.

pela somma lotal dos votos obiidos at o iiu-
raero de 10 dos cidados votados para Ucvsr
nador e Vice--Governador,
e encerramenlo no livro de
Nessa occa-
verem seus
por acha-
ccio.
g 10. Lavrado o termo de encerramenlo "no
livro de presenfia, passar-se ha apurnc&o pelo
i discutido, e vedado ^g^^Z^S'X^
na m.ema sessflo ou hada a votapo apenas annonciar 0 nuinuI0 della la*$.* ~Z
por 2 d,:,a e se for approvado dar-se-ha por con- acCurdo com 03 recolbendo as, logo
cluido o nroesso da apuracao e se enviara co-1 aps di-t urna
pia dn acta da sessao aos el,ilos, ^bera por j E(' segu'lda oe3Cru,a,ior que aesentar-se *
de
m
Presidenta do SupTior Tribunal deJuslica. .. nr..,
Art. 10. Em filo que no es iver previsto f S^? TeXSr P '" PaS3"*
e observados os preceilos eslabe-
kM. na ConstMui.o do Esta^.o vigorarto as ^r!os c^'ecrSri L a^o I-
disposicoes do Regahimento i-ederal n. 59 de zendo'em voz a|[.[ votos que toca-
31 de Dezembro de 1892. rera aos nomos nue se rori-m lndn
cnmr'ano1 ^ ^^ d"^^ '" I S rSId^t eo r.1^
Simara do. Depu.ado, do Estado de Perram- ^Tl^^^&'^i^c^^0^
Palacio do?^v"ro do%Z de Perram-|c-.eo.veren, ai.eragao por falta, nugmentooa
do fado qu- registramos, e aDenas consignando
qu: coutiouava em Ira amento o illus re en-
fermo.
A morte, pois, sobrwinda em taes conl.coe. 'TJ^t D' "^ pr*C'p0*-
>, Rlembranno as ineraoraveis palavras pro-
quando as noticias ahrmavam um es ado pa-1 !-.
... ... nunciadas por Ampare sobre o tmulo de Clia-
thologico esperancoso, u.na v.-rdadeira sorpre-1 /
. r teaubriand, nos acreditados que a sua memoria
za, um golpe vibrado e que cahe, impensado, [
g nico" Si nas mesmas condlQes falla
o presidente nomeado, os m;sanos que tivereoj
comparecido depois de esperaren plo nwnof^
meta hora, elegero dentre si o presidente da
mesa, completando esta pela forma indicada na?
presentes insi'UccG-iS.
Art. 13. N'ao sen lo impossivel installar fe a
sera urna predisposio, para o pai, que o race-
beu pasmo e consternado.
E porislo tan o mais doloroso para o cora-
Qo da patria que lbe deve lano, da repblica
'le que foi lo valente suslentacu'e na hora era
que perigarara as inslituigoes vigent s, e para
todos os seus concidadaos em cuja alma havia
um culto de admiraco para o grande brazileiro,
que-agora, como o cedro do Lbano, cabe ferido
pela mo invisivel que preside as cousas huma-
nas, obedecendo a essn lerrivel transitoriedade
que lano mais cruel quando atlinge a urna
d 'essas indivi ualidades que represen am urna
iaa e encamara um pr.ncipio.
Nao ha rauilo lempo que era columnas edi-
cioria s d'esie Diario, a proposito dt* un gran
de hornera de lellras de Portugal, diziamos que
a fa'alidade, parece, se compraz^i n'estes ulti
mos tempos em roubar aquella paiz os seus lio-
raens raais queridos pelo seu patriotismo e pelo
seu tlenlo ; pnis hoje nos parece, iofelizmen e,
poder applicar a rn-sula phrase ao Brazil que
era pequeo espago.,ilo tempo vio desapparce
rem o marechal Deodoro e Benjamn Consiar.t,
essas dous espintos luminosos que erguerara
sobre os hombros o>'grade .daticio da Repbli-
ca; Saldanha Mvinho* o veho lclador cujo
desapparecitnento d'entre os vivos, deploramos
ainda ha poucos das, e agora o grande mare-
chal Floriano, esse bomem extraordinario que
tto eminente pap I des mpenhou no sceoario
poltico do Brazil, que iao graudemente inlluio
obre os deslinos do nosso paiz.
Oque foi o mar chai Fiorian, toda sua cftr-
rira poltica que s conta por urna successao
iainlerrupta de victorias, todo o seu extraordi
nar o valor civco, snbe-o a patria inleira que o
leve como um dos seus mais dilectos e distin-
clos 1)11)09, que sempre conlGU com a intrepidez
da sua espada, com a forca do seu braco, desde
que enectou os prim-iroi passos como homem
publico.
D sde a guerra do Paraguay que se revelara
o marechal Floriano urna d'essas almas taina
das para as grandes conquistas, um d'esses es-,
prilos qu- se formara predist nados a ura d'es
ses triuraphos de que depende a vilalidade de
ura povo e muitas vezes o destn) de urna naci
naiidade.
Governo
de Per-
sa se apagara quaodo da trra forera extinclos mesa eletoral da v spera do dia marcado para
os ltimos passos do homem. a eleijao, conforma o final do art. 11, poder
. "verificar se a inslallago .'.' s lO-ori da toa*
"mmmmmmmmmmmi^mmm^m**'mmmmm nh do proprio da da eleicao.
P\RTI? OPP'I'"'! 4 f Art. 14. Da installaco oamesae leitoral s:r
r\ll I I. l/rr lulilL "i lavrada a acia pelo secretario nomeado, sendo
________________________________. lassignida por lodos os membros da mesa.
1.* Esta acta sera transcripta em livro piro-
prio lavrada a acta pelo secretario nome; do,
sendo assign&da por todos os membros da mrsa.
2." Esta acia ser transcripta tu livro pro-
prio nbert', numera.10, rubricado e encerrado
pelo Prefeito municipal.
3." Na mesma acta serao mencionados os
nomes dos mesarlos e todas as oceurrencias
que se derem por occasio da inslallac&o da
mesa
Art. 15 No caso de haver substiluico de
membros das mesas eleitoraes, depois de inslal-
ladas estas, far-se ha um addlivo a acta de que
trata o artigo antecedente.
Art. 16 Kecusand i-se algum dos msanos a
assignar a acta da inslaIMgao da raes, decla-
do Evtndo
nanabuco
L,ei 11. 03
CNGRESS LEGISLATIVO DO ESTADD
DE PERNAMBUCO, DECRETA :
Art. 1." No da 7 de Dezembro do correle
aofto se proceder pleifo de Governador e
Vice-Governador do Estado para o 2." periodo
goveroamental, devendo o 1." lindar uo da 7 de
Abril do anno vindouro.
Art. 2. A eleico se far por sulTragio popular
direcio era todo o Estado, votando os elfiore^
era cdulas distinclas contendo um f nome! rar-se-ha na mesma o motivo que tiver apresii-
cada uma : Para Governador Para Vite- lado para a escusa.
Goyernador.
Ajft. 3." Tero votos na eleigo de Governador
e Vice;(ioveriiador os cidados brazileiros alis-
tados como efeitores, ao lempo ta ultima eleico
Do processo eleitoral
Art. 17. No dia e hora, e nos edificios desig-
lisvida no Estado e os que o tiverem .-ido defl- na(los para a e|eico, reunidas as mesas ele.to-
nitiyarpente 00 ulUmo alistaraento ou reviso ioraes insiallaaas na vespera, ou no bwsido da
terminada para as eleicOes doCongressotederal da e|elco D0 caso do art. 13, comecaro os I-a-
, Art. i.' No prajQ de 30-las contados da pu ba.lhoa. eleioraea'
blics&o da pre-"ente"Tei, incumbe ao i'refelio rio
niunjcip o organisar una lis a geral, con endo
os noines de toJos os eleitores incluidos nos
alislamenios a que se refera o artigo antece-
dente, por ordem alphabetica. e mandar pub-
cal-a pela iraprensa otfcial, onde a nonver ou
O rugar onde funecionar a-roesa eleitoral sr
por qualquer forma separado do recinto desli
nado reuniao dos eleitores, mas ao a canee da
vista destes, de modo que se facilite a insp.-c-
coe iisr-alisaco dus Irabalho^.
Art. 18. A eiecSo coinecara s 10 horas da
poredjtaes affixados nos luaares raais pblicos manh e iermin.r no mesmo da.
da sede do municipio durante oilo das depois
daqelle prazo, e seguino-se aos nomes as
declaraces de fallecimenlo, mudangaou mcluso
como eleilor federal.
Art. 5:* Trnta dias antes da eleico soro
.publ-cadas as listas parciaes dos eleitores, de
todas as s-crOes eleitoraes em que for dividido
e municipio, "tambem organizados pelo Prefaito
o cora as declarados do artigo ao ecedente, de
cdesignaco do editicio em que deverem fuoc-
rionari nao poaendo conler cada seceso mais de
250 eleitores.
8 nico. A diviso das secces nfio poder
ser mala alteradas e a designac^o das respectivas
sedes o ser por motivo imperioso e decla-
rado at cincGdias antea da eleico, anounciada
a iuo ianea por meio de edital arfixado porta
do edificio que fr primeiramente Designado
reproduzido o dito ed.ul pela iraprensa onde a
bouver,
Art. 6. A organsacAo das mesas eleitoraes se
far de cooformidado cora o que fui aslabelecido
pelas Ioslrocjoes oa 11 ds Dezembro do anno
passado para a eleico do actual Longresso
Proclama-la a republ ca, eleilo vica presidente' Legislativo, art. 7 al 16.
d'essa e assumindo o poder constilosionalmen Art. 7 -O processo el.itorai 8er tambem o
... TZa 1 Jestubelcidojios arts. 17, 18, 19, 20 e 21, g& 1,
ra virtude da revoluco provocaba pelo gol A 3rrg *]% 110, 11,12, 13. 14,15,16, 17. 18,
19, 20,' 21 32, 23, 24, 25 e 26 das mesmas los
trnecoes cujas disposiies licam fazendo parle
desta le.
nico. Oito dias depois da pobJicaco
desta lei, mandar o Governador novnmenle
pnblical-a-com o appendice das disposicOes a
que refere este artigo, o que se repetir no
jornal ofiicial 15 das successivos.
Art. 8.' A apurago geral da elelyo ser fei
la pelo Congresso, 40 das depois da eleicao,
lee
pe de estado, era 23 de Noverooro de 1892, 10-J
dos sab m a maneira por que se houve na ma*
gistralura suprema do paiz de qu- s achou in
ves ido, como substi uto lega/ do marechal Deo-
doro.
A revoluco que rebentou em parte da raart-
nha, na manh do dia 6 de Selembro do anno
se-uinte e que leve Como supremo Chele o Ti-
ce-almirante Custodio da Mello, foi urna pedra
de toque que servio para evidenciar toda a sua
intransigente dedicaco pelas institoicoes repu-
blicanas sob a sua guarda, e todo o seu extraor-
dinario valor patritico que tantos applausos
provocou 00 paiz e no strangeiio.
nico.' Proceder se-hu eleigo desde que
estejam reunidos a hora preflxada tres mem-
bros dos que compem a mesa.
Art 19. O presiden e designar d'entre os
mesariuS ura para fazer a chamada dos elei.o-
res.
Arl. 0. A chamada ser feila vista de co
pia parcial da lisia dos eleitores do municipio,
relativa respectiva secgo eleitoral,-e que ti-
Ver sido fornecida pelo Prefeilo ou pelo Prn-
denle do Coocelho Municipal guando aquelle
nao a tenha fornecido.
Art. 21. Haver uma s chamada dos ele to
res, a qual far se-ha segundo a ordem em qu
seus Domes se acharem Janeados Das lisias, por
secr;>.
1. O eleitor nao ser adraitli lo a votar sera
tipreseuiar seo titulo, nao podendo, em caso
algum, exhibido este, ser-lhe recusado o vol,
comanlo que o diploma retira se ao eleitor da
seceo respectiva o o nome desta coosle da lis
la da chamada.
2 No dia da eleico, se nenhum dos m-
sanos houver ainda recebi-io a copia do alista -
ment, a eleico sa real isa-, fazendo-se a r.na-
mada por qualqu-r copia, que ser rubricada
pjlos raesarios e llscaes.
g 3.' As urnas se conservarfto fechadas a cha-
ve, emquanto durar a voiaco.
5. Antes da cnamada, as urnas serio abar-
las a mostradas ao eleilorado, para que ven i
que eslaren vaslas.
6. O eleitor, logo qu tenha depositado na
urna as cdulas manuscripias ou impressas, em
involucros dislinctos, para Governador e para
Vice-Governador, asignar o livro di preso
i?
aberto, numerado, rubricado e encerrado
elo prefeilo, e quando este nao tenha feito
sendo para "este fin convocado o mesmo con- pelo presidenta do concelho municipal
gresso extraordinariamente pelo Governador 7.* Terminada a chamada, o presidentafa:
do Estado, ou se este nao o fizer pelo Presi-
dente do Senado.
Arl. 9. A mesa que tiver de presidir a ses-
so extraordinaria da apurarlo ser composta
por rlelo entre cada um dos membros dos do
Senado a da Cmara dos Deputados.
Ivrar.um termo de encerramenlo, em seguida
assignatura do ultimo eleitor, no qual termo
ser declarado o numero dos que houverem vo
ado.
J 8.* 0 alaitor que comparecer depois de
termioadaa chamada e antes da comecar-se a
suppressSo de sohreoome ou appdlido do cida-
do votado, ainda que se relira visirelmeote a
individuo delermina.io.
II. Nao sero apuradas as cdulas :
a) qoando contiVerem nome riscado ou sub-
sdtu.o, deeluraelio contraria do rolulo oe
quando oo houver indlcaco no involucro;
b) quando se encontrar mais de uma dentro
de um s involucro, quer sejam escripias em
papis separados, quer uma d'ellas no proprio
involucro.
As cdulas e involucro a que se referem os
ns I e II d este paragrapho, devidamente ru-
bricados pela mesa, sero reraeitidos com dt
respectivas actas ao Presidente do Senado.
12. Terminada a apuracao das cdulas, o
presidente far escrever, em resumo o resultado
da eleico, designanuo-se os nomes dos cida-
dos votados e o numero de votos, em Woos
exemplarss quantos forem os mesarios e os fts-
caes, os quaes ejemplares sero rubricados
pelo mesmos mesarios e liscaes, enlregando-se
ura exemplar a cada ora.
13.* O presidente, em seguida proclamar
O resollado da elvijo pela lisia de apuracao,
procedendo a qualqaer verifleacao. se alguma
verificaco fr apreseolada por mesario, flocat
ou eleilor, e far lavrar a acia no livro proprio.
a qual ser assignada pelos mesarios, tiscaes e
eleilorea qne quizerem.
% 14 Sempre que um grupo de cinco eleito-
res, pelo menos, da seceo indicar mesa, eos
documento assignado.o imdh de qualquer elei-
tor para fiscal da eleigo, devera esle ser ad-
mittido na mesa.
s mesas oo podero recusar, sob qualquer
pretexto, os fiscaes nomeados na forma d'este
paragrap-o, al ao numero de cinco, podendo
essa nom<*aco 3er feita at a hora em que co-
tnegar o processo da apuracao.
Si exceder de cinco o numero dos indicado
para fiscaes, a raes* prerirr os que forera
apresentados por maior numero de leitores,
nao podendo nenhum eleitor fazer mais de umz
indica cao.
S 15 Na acia da eleigSo deverSo ser transert-
pios os noraes dos cidados volados, enm o nu-
mero de votos que obiiver cada un, sendo es-
crtplos estes em ordem numrica.
Ua raesraa acia constar :
a) o da da eleico e a hora em que teve co-
meyo ;
b) o numero dos eleitores que n5o tivereta
comparecido;
c) o numero da cdulas recebdas e apuradas
para cada eleico ;
d) o numero das recebdas e apuradas em se-
parado, com declarago dos motivos, os noraes
dos votados e os dos eleitores que d'ellas forem
portadores ;
e) os noraes dos mesarios que nao assignareas
a acta, deelarande-se o motivo;
f) os noraes dos cidados que assigoarem ne
livro de presenga pelos eleitores que o nao po-
derera lazer;
8) os noraes dos fiscaes :
h) todas a? oceurrencias que se derem no
processo da eleiyo.
S 16. Qualquer dos mesarios poder assig-
narsevencido na acta, dando os motivos no
caso de nao querer a raaioria da mesa asg-
nal-a, devero fazel-o os demais mesarios e os
fiscaes, que convidaro para isso os eleilorec
que quizerem.
S 17. Cada fbc.l ter o direito de tirar co
pia da acia, subscreveodo a o presidente a os
mesarios.
Kinda a eleigo e lavrada a acta, ser esta
immei'.ialamente transcripta do livro de notas
do tabellio ou oulro qualquer serventuarto de
jusnea ou esenvao ad boc nomeado pela
mesa, o qual dar ceriido a quera a pedir.
o) a Iranscrlpgo da acta por'escrivo da
hoc Ser f ila em livro especial, abarlo pelo
presidenta da mesa e rubricado por lodos os
demais msanos com antecedencia precisa.
b) a transcripgo da acia dever ser assigna-
da pelos membros da mesa, fiscaes e eleitores
presrutes que o qu zerem.
g 18. Qualquer eleitor da secgo e bem assim
os fiscaes podero offerecer protestos por es-
cripto, relativamente ao processo da eleigio,
passando-se recibo ao prcteslante.
Estts protestos sero rubricados pela mesa
que, contra-protestando ou nao, appensal-os-ha
a copia da act 1, que ser remetlida ao Presi-
dente do Senado.
S 19. A mesa (ara extrahir copias da acta
das assignaturas dos eleitores no livro pre-
senca, as quaes, depois de assignadas pelos
msanos e concertadas por tabellio ou qual-
quer servenluano de justiga ou escrivo ad
hoc, sero enviadas, registradas pelo correio,
ao Governador ao Estado e ao Presidente do
Senado
Nao sero permillidas aos mesarios discus
ses prolongadas.
21. A eleigo e apuracao nao devero ser
interromoidas sob qualquer preiexlo.
S 22- E' expressamenie prohib da a presenga
de torga publica dentro do edifieio em que se
proceder eleigo e era suas iramediagOes, sob
qualquer fundamen o, anda mesmo requisi-
go da mesa para mantera ordem-
23 Si a mesa nao aceitar os protestos de
que trata o S 18. podero esles ser lavados no
livro de notas do tabellio, dentro de 24 horas
aps a eleigo.
25 Os livros e mais papis coocernentes
eleigo deveiu ser remedidos, no .prazo de
dez das ao Prefaiio atira de sercm recolbidos
ao archivo da municipalidade.
S 25. O Prefeilo fornecer todos os livros
nece sanos para as eleiges, correndo reparti-
daraenle por coola do Estado e das municipa-
lidades as despezas que com ellea e mais apres-
tos se fizerem.
f 25. as mesas eleitoraes leem competencia
para lavrar aulo defl grante delicio contra-o
cidadao que volar, ou tentar fazel-o com titulo
que oo Ihe pertenca, a pare appreheoder o ti-
tulo suSpaito ; devendo livrar-SO sollo, indo
pendentemente de anga, o delnqueme, logv
qnejestiver lavrado o aulo, que ser remedida,
com a3 provas do crime, auiortdat'.e compe*
tenia-
I L







.





IIEGVEI


7
IKarlo d^ fernainbuco Ter^a-feira % de ti ni lio de l3#o



L.oi 11. 1*1
0 Congrewo Legislativo do Balido de Pernamboco Decreta :
Artigo 1." G anuo financeirocomegara ein 1- de Julho e
termnala em 30 de Junto segrale :
Art 2 A despeza lo Estado de Pernamburo para o exer-
cicio de 1 de Julbo de 1895 a 30 de Juobo de 1896 oreada em
8,00.647#674ipeia fbrma especificada nos seguintea paragra-
S 1. O Governador do Estado autorisado a despender a
quanlia de 3,749:9778132 pela Secretaria da Jusliga Negocios In-
teriores e In'sttucgao Publica com os serv gos designados as se-
grales rubricas
SENADO
N.
N.
N.
N. 5
1 Subsidio dos Senadores re
Iativa-3-sesse8 de 1894 e
1890
2 Empregados da Secretaria
3. Ajudas de custo"
1. Kxpediente e asse o da ca-
sa
5. Apanharaento e publicagao
dos debates
51.0608000
49 64i'8000
1:5008000
1500S000
40 OO0S000 146:6408000
CAMAIU DOS DEPTADOS
N. ti. Subsidio doi depotados
N. 7, Empregados da Secretaria
N. 8. Ajudas de cusi
>'. 9. Expediente a asseio da ca-
sa
N. 10. Apanhamento e pubUcagao
dos debales
54O0SOOO
67:5718800
g.taoscoo
1:5008000
5o:000S000
GOVERXO DO ESTADO
181:0718600
Venciinentos do overna
dor
Primeiro eslabalacimento
Ollicial de Gabinete
Auxiliar
llluminagao do Palacio e
corpo dn guarda
N. 16 Mobilia, e decoragao e re-
puros de i'a.acio
Zelador da mobilia
Grutificaco duajudaote de
ordena
.N. 11.
X. 12.
N. 13:
N. 14.
S. 15.
N. 17-
N. 18.
21X11108000
5 0003000
6 0 i00J0
2 4008000
1:500000
100008000
2.4008000
i:09S003 53:1008000
SECRETARIA DA JOSTICA
N. 19. Vencimentos do secretario
.N. 20. Empregados da Secretaria,
inclusive o otlicial de gabi-
nete (tabella unnexa ao de-
cre'o Ue 1 de Uczembro de
1894)
21. Archivo aonexo Secreta-
ria
22. Uiffereoga de vencimentos
do Director da 3.' Directo
ra e de 3 lerceiros oftiaaes
23. Expediente e asseio da casa
N.
N.
It
X.
.V
N.
S.
X.
N.
12.0003000
132:8008000
18:4008000
6008000
6:0308000
.169:8008000
PODER" JL'DICIARIO
24. Vencimentos do Procura-
dor Geral e. dos junes do
Supenro Tribunal, teodo
cada mr, 12:0008000
25. Ajudas da cusi "aos magis-
trados. Ae accordo com o dis-
posto no art. 274 o Regla-
melo de 23 de Janeiro de
1893 e tabella annexa
26. V encmenlos dos juizes de
uireito
27. Veociraentos dos,promoto-
res pblicos, inclusive os
25 /.
23. Veucimentos dos esenvaes
e funccionarios do Superior
Tribunal de Justica
29. Expediente do Superior Tri-
bunal de Jusliga
9J:OO0SO0O
10:0008000
378:3538000
185:2008000
31:6758000
3J3OOsO0O


01:1338000
SEGUR ANCA PUBLICA
X. 30.
N. 31.
X. 32.
X. 33.
X. 31.
X. 35
X. 36.
N. 37.
X. 33
X. 39.
X.110.
X. 41

X. 42.
X. 43.
X. 41.
Vencimentos do Queslor e
dos euipi*gados da Ques-
lura
Y encmenlos do agente de
polica raaiitima, de ac-
cordo com a tabella anuexa
ao Rigulamenlo approvado
por Dacieio de 1 de eem-
Dro de 1831, inclus ve rema-
dores
De.spezus secretas a Cargo
da Qoestura
Aluguel da casa
Expdi< nte e as eio da casa
Empreados da Casa de e-
lenco
.Expediente e asseio
Korneciiiieiito d'agua
IlIuaiiU (,'o
Alimentos e curativos dos
presos pobres
Serv 15c aniliropometrlco (De-
creto de 18 da Janeiro de
1895)
Sold dos officiaes.se pracas
dos tresbalalhOes de infante-
ria c corpo de avallara, in-
clusive ; :030S300 paraajuda
de cusi dos olliciaes que se-
guirera ein diligencia para o
inlerior do Eslado, de con-
formidade com o Regula
ment de 31 de Dezembro
de 1394, apnrovado por De-
creto de igual dula
Expediente t livros, inclusi-
va 300S030 paraos das ca-
sas da urdem
Fardameuo, equipamento,
reparos de armamento, ar-
reos, remonta te cavalhada,
ferragens, mobilia, forragens
e utensilios paraos respecti-
vos quartels, inclusive
lO.OOOsOOO para transporte
f foiga
A^ua e luz para es quarteis
dos referidos batnlhoes e
corpo de cavallaria
44:0008030
I


: 1718500
&.03OS003
2 400S003
8008003
51:6058000
I:000s00
2:6108300
1:5008000
60 000S030
9:6308003


1.020 0)08033
3:0038030
300.0008003
1X3TRUCCO PUBLICA
15:0033000 l,529rri6850O
N. B
X. 46.
X. 47.
X. 48.
N. 49.
N. 50.
N.'Sl.
N. 52.
EL 53.
X. 54.
N. 35.
N. 56
N. 57.
Ir.struccao primaria, inclu-
sive 2:0008000 de vencimen-
tos do pruessor de Iflim e
francez da oidad* da Victo
na e 2038000 para aluguel
da casa e expediente da
mesraa ula
Aluguel de casa pira esco
las
Mubia e malenat escolar
Veocimen os do< professo-
res do Gymnas e dos em-
pregados
Expediente e asseio da
casa
Laboratorios
conservago e
material escolar
Vencimentos dos professo-
res da Escola Normal e dos
empregados
Expediente-e asse'o di: casa
Acquisigao de material es-
colar
Vencimentos dos emprega-
dos da Bibliotheca
Expediente e asseio da casa
Uluininagao
Acquisigao de livros e re-
vistas e eacademagao


e gabinetes,
acquisic&o de
45O.000S000
'30 0008000
20:0338003
110:6768666
0008000
20:0033000
51:7398166
1:0008030
3:0708000
12:6038000
6O3S000
1:5008000
15:0008030
ESCOLA DEENGEXilARIA
N 53. Corpo docente do 1 e 2."
anuo
N. 59. AdraimstracSo
X. 60. Installaco
X. 61. Expediente e eveatuae3
,42:5008000
11:8008000
30:0008000
3:0508000
JUNTA C0HMERCIAL
S. 62. Vencimentos dos "dmprega-
Jos da Secretaria
X- 63- Expediente,- asseio e alu-
guel da casa
16:8003000
3^001000
ESTA.TISTICA .
v 64 Vencimentos dos emprega-
' os da Commissio central
reduzidos os vencimentos
do oficial a? :600S000esup-
< priraido uin dos lugares de
auxiliar
N. 65. Expediente
N, 63.,Dspezai como recensea-
mento
18 1008000
6008000
20:0008000
"OL'TR'-S DESPEZAS
3J:oOQ000
N. 7. EleiQOas 3:0008000
H. 68. Publicafo e impressao do
expediente da Secre aria da
Justica 10:0003000
N. 69. Impressao das biograpbias
compradas pela ex-provin-
cia ao <: nio Joaquim de-Mello 5 0008000
N. 70. Conservatorio de Msica 60:0008000
% 71. Eveniuaes 5:0038000
83> 0008000
3 713:3378132
2.a O Governador do Estado autor sarfn a despender
pela Secretaria da Industria a quanlia de 2 377:0158542 com os
servidos designados na seguintes rubricas :
SECRETARIA DA INDU3TRI \.
N. 1 Vencimenlos do Screlario
.N.-2 Graliflcacio dou)fficial de ga-
binete
N: S PuWia5>s e impressSes
1* Directora :
N. 4 Empreados, expedienta e
asseio
3* Directora:
N. 5 Inspectora de Hygiene
N. 6 Desintectrio central
N. 7 Laboratorio, cnimco (con-
trnclado)
N 8 Auxiliar do chimico
N. 9 Veterinario (contractado)
12:0008000 12:0008000
1:2003000
14 OOOOOOO
1:2003000
14:0008000
N. 10
N-11
N. 12
r. iS
N. 14
N. 15
N. 16
N. 17
X 18
N 19
X. 20
N 2t
X. 22
3* Direcloria :
Obras Publicas, encriptorio
tpchnico, adminstrago e
ftaralsac&o dns obras, pes-
soal d09 cineo-distnctos, fis-
callsacao das rmprezas sub-
veneionadas ou privilegia-
das
Conservado das estradas,
ponipo, acude e canal de
Gpyanna
ConsTUTSo de estradas de
rodaRenr, prmeiro lanfo
Constrncfo de edifcios para
escolas primarias
Construcgo c reparos de
cadeias
Calcaotent e galeras de es-
coto
Ponte de Itapissama estudos
e primeiras preslaf.Cies
Pontes e pon ilhes novos
Aqudes
Paseio Publico 13 de Mao
Hluminaco da capital
Lmli.is telegraphicas
Obras da" penilenriaria em
Fernando de Noron' a
45:90C8000 45:9003000
61:8008000
6:6008000
10:0003000
3:0008000
5:OOCS003
---------------- 86:4003000
277:3953512
300 03)8000
50:0000000
100.0038000
150:0C 08000
200:0C0S000
60:0'OSOOO
150:0008000
30:OOOSOOO
1000H3S000
300:0)08000
40:0008000
40:0003000
E3C0L\ INDUSTRIAL FREf CANECA
N..23 Corp docente
N. 24 Administragao
N. 25 Instatlngao
N 26 Alimenmco e vestimenta
d cem alumnos orphos
N. 27 Custeio da usina, fazenda.
modelo e conservafSo da li-
Dha frrea
93:0008000
56:4008009
82'C008030
33:8008000
152:0008000
-------------- 2 217:5958542
. 2,377;093S542
3* O Givernador do Estado autorindo a despender pela
Secretaria da Fazenda a quanlia de 2,473:5758000 com osservigos
desigiados as seguintes rubricas:
SECRETARIA DA-FAZENDA
N. 1 Vencimenlos do;secretario 12:i)O3fi000
GABINETE DO SECRETARIO
T. 2 Ura ofQcial de gabinete (gra-
tilicaco) 12303000
N. 3 Auxiliar 2:4038030
THE30URO
X. 4 Pessoal 199,2758000
N. 5 Eicpedipnle e asseio da casa 10. Qi 108303
N. 6 Eveniuaes 5 0008030
JUIZO DOS FEITOS
N. 7. Pessoal
N. 8. Despezas judciaes
50 0003000
12:0)03030
12 0003000
3:6008000
4 f
214:2753000
62.0003003
RECE3EDORIA E ALFAXDEGA
N. 9. Pssoal
N. 10. Expediente
25C .-0333000
1C:0308003S 2JO.-O00S033
-

N. 11. Poroenlagem dos empregados
. das CoHeclorias 230:00)5000 203:0033000
COLLECTORIAS'
DIVIDAS DO ESTADO
N. 12.Juro- e araortisagao da di-
vida fundada 63?'.003?030
N: 13. Dividas de exercicios findos 450 O3OS030
PESSOAL-INACTIVO
N. 14. Aposentados, jubilados e re^
formados
403.0308003
SUBVEXCOES
1.039.0308000
400:0004000
N.

N
N.
N.
N.
N.
N.
X.
N
N.
N.
N:
N.
' N.
N.
N.
N.
ir.
15. Juro? da anolices de 7|0
garantidas Estrada de
Ferro de Tamandar
16- Eslodo e juros da 7 0i Es-
trada de Ferro do Recite
Itambe
17. Ao Collegio do Artes o Offl-
cios dirigido pelos Sale-
sranos
18. Instituto Archeologico
19. itocolhimenio de Bom Con-
seibo
20. Casa de Beneficencia em
" liezerros^escola annexa
21. Casa de Caridade am Gra-
rat
22. Recolhimento da Gloria
23. Ca ruar
24. Gasa de Caridade em Goy-
anna
25 Ca-sa'de rawdada.em Itamb
26. Casa de Beneficencia em
Triuroplio
27. Casa de Caridade de Gr-
vala de Taquaretinga
28. Recolbimealo de desvalidos
em Iguarass
29 1 Recolhimeato de Olioda
30.Tdemde Govanna
31. Socieade Aftistas Mecba
nicos c Liberaos
32. Suciedade. Propagadora da
Ba-Vi?ta
33. Servicos. de cargis entre
Trlompbo e Jatob
34. Premios aos agricultores de
cafe e cacao
83:0038000
4):003S003
10-OOS033
1:0338000
J:00j0W
5:0008000
2:0038000
2:5038000
5:0008000
-0008030
2 0008003
3:0308030
2.030S000
1:2008000
1:0008000
1:6008003
,5.033fl000
5:0038000
12:0008000
20:0008000
210:7003000
2.451:5753000
10:0038000 10 000*000
12:0038000 12:OO0S
N. 35. Restituices e ny)osrg8es
N. 36. Publicaces e impressOes
-2.473.575800
. //'' 3* A recita do Estado de Pernambuco para o exercicio
Jlc,M "'?-''e a3de Junho de 1836 orgada em......
600:01,s4que devera serarrecadala segundo o quedispOera
os paragraphos seguinles:
11:7151832 8 Imposios de exportasSo.
N. 1. 7 % sobre assucar.
N. 2. f) |, sobre alcopl, gnardenle e mel.
N. 3. 6 |0 sobe algodaoi
N. 4.. 9 f, sobre carogos de argod lo.
W 5. 9 (<, sobre bagas-de mamona.
X. 7 ^o sobre vinbos, geoebra, licores. irragxeB:eoutros
19:8008000 preparados alcoohcos. *
N. 7. 30 |0 sobre couros verdes e 25 "/. sobro seceos espir
cbados ou salgados, calculado sobre c valor da utdade segund
a pau+a semanal.
N.S --7 *f. sobre pelles e -cour nhos" de* Tanra,- atovir,
seceos, espichados, ou salgados sobre 1) valor da unidade, segun-
do a pauta.
N. 9- 6 '[ sobre milho.

X. 10. 6 |. sobre arintu de mandioca.
N. 11. 6 |o sobre sabao,
N. 12 6 | sobre coco.
X. 13. 2 |0 sobre cal, ceVa vegetal ou animal, leos vegetaes
sola e courlnlius curtidos, velas de s aanue, arroz e fumo.
N. 14. 1 '| sobre caf cacao.
N. 15 1 |. sobre calcados.
N. 16. 4 c|. sobraos femis-gneros de ppoduccao do Estado,
nao especificados nesleparagraplio.
Os gneros de poduego do Estado exportados pelo interior
para os Estados visinhot estao snjeiios~s mesmas coniribuigOes,
com excepgSo de couros verdes, que pagarao 6 "u.os seceos, espi-
chados ou salgados 5 "i, os Cdurnilios e pe les de cabra, carneiro
ele, que paga ao 4'|0, carogos de algodao e baga de mamona
5 |o e algodao 4_'|0.
O sauio e uuiros productos' d'osle Estado quaodo exportados
pera Estados onde sejam laxados inconoilucionalmenle, pagarao
metade da ia\a fixada neste paragrapbo.
2 Impostos sobre trcnsaussao de propriedade.
N. 1. 1 |. sobre herangas e. legados a berdeiros necessarios,
mesmo consistentes em usufructo.
N. 2. 15 |. sobre herangas de todos os herdairos nao neces-
sarios ab inifstato ou testamentarios, inclusive os espurios, at O
3.' grao, e 20 > d'aln em diante, inclusiva siranhos.
N. 3 15 *|i> sobre doago de qualquer especie, consstindo
mesmo em usufructo excepio as leitas em linlia ascendente ou
descendente que pagarao 1 |, e as menores da 2038000-
O 'inposio naa doaces causa morlis peder ser pago por oc
casiao c*a transferencia da propriedade doada e o das eutras sel-o-
tia na occasiao do Conrado, sob pena de multa de 2008000 paga
pelo tabelli&o que 'avrar a escnp'.ura.
X. 4. 10 |o sobre L-gados de uso frunto vitalicio a herdeiros
nao necessarios ou estranhos e 5 | quando fr temporario, co-
brados sobre o valor do bem legado.
N. 5. 8*|. sobre tran-ferencia de immoveis rsticos ou urba-
nos, pagos nos lugares em que es iverem sima tos os immoveis,
comprehenJidas :>s permutas na razio de 4"[0 sobre os valores
permutados.
N. 6. 8*[o sobre transferencias de vapores, navios barcagas,
lanchas e alvarengaa sendo as permutas 4 0,o sobre os valores
permutados.
N. 7. 15 0;o sobre transferencia de qualqaer contracto com
o Governo >lo Estado ou coacesso feita por leis no mesino Es-
tad o.
N. 8. 20o sobre contracto de arrendamento oo aforameoto de
immoveis, com ex.capg4o dos que forein celebrados com a Fa-
zeada Federal, o Estado ou o municipio, corn locatarios: calcu-
lado sobre a base da totalidade das preslages annuaes nos con.
Irados de arreodamenlo, sobra a omina das preslages, de 10
anuos nos de af iramenlo.
N- 9. 1 l|20|0 sobre transferencia de acg5;s e obrigagss de
Companhi s
N- 10. 20,o sobre dividendos dos-.ttulos das Companhias ou
Suciedades anonyma* com seda neste E-i.nlo.
N. 11. 30^) sobre o producto de qualquer leilo de movis
ou immoveis e -semoventes coin oxcepgao dos que -pagtin as la-
xas dos ns. 5 e 6 d'esle paragrapho,. pagos dentro di 48 lloras
depois da tarminagSo do leilao e feita a av<:rbago do pagamenio
no resnentivo diario de sahida.
3 Imposio de industria e prosso.
N. 1. Taxas de repariigao conforme a tabella A no mu ni-
c po do Recife; exceptuados os armazens de sociedades coope-
rativas populares, cojo capital nSo- exceda do 100 0038000, nao
havendo tomo que leirfca mais de 50 aeges.
N. 2. Taxas finas conforme a tabella B sendo as de profis-
so cob-i las na razo do met ide, fia do permetro da culada
do Recife.
N.'3. 50 0]p"sobre o valor locativo das casas de commercio,
industria e proliss&o na cidade do Recife, nae comprehendidas
as tabellas A e B.
N. 4 400,0 sobre o valor locativo das casas de commer-
cio induitria e prolisso fra da cddeido Rcife.
Os'.eatabelecimemos commerciaes ou do iniluslria sero col-
leda ios em tantos numeres das tabellas A e B quantos forem os
(, ramos de negocios que raalisarem, /podendo ser '.nbuia.oi em
todos os numeres deste paragrapho urna vez que uicidam as
dispos.gea de cada um d'elles
O depsitos "ou dependencias de eetabel-iciraentos commer-
ciaes Ou de industria esl&o cornprehendidos as laxas respecti-
vas da* tabellas A a B a os crie dependerem de estatiflecimeotos
sujei'os a imposto de'53 e 400|Q sobre o valor locativo.
"Ni 5.' 20Orei por liiroi'.e agoardenle quer pura quer traos-
u l'orina* *; ior letulhada 00 Estado.
N. 6. 3000 reis por tonelada de alvarengacu canoa de carga
ou descarga conforme araruBeacaO ou matricula.
N 7; S300 por tonelada da todos os vapores, navios mer-
cantes, e einbarcages de coberta enxul?, eslrungeira^, que des-
carpngarem no porto quer in-erno, quer externo do Recife des-
tinada a sua importancia ao custeio do iservigo da polica raart-
IfBi.
N 8. 6 0,o sobre os premios de corridas nos Prados, nao
s consideran ia como tal o que fr restituic&oda entrada.
N. O. 10 0,0 sobre a importancia total daspoules vendidas
em cada corrida nos Prados e Hyppodromos.
N. .10. 30 o sobre o capital das loteras [ederaes ou ae ou-
-- tros 'Estado-'-, cojos biihe.es forera vendidos-ueste Estado.de-
vendo csse imposto ser pago pelos respectivos concessionarios
antes de serem os bilhets expos*os venda, salvos que forera
vpndidos era virtude do contracto firmado com o Estado. Os
-planos dessaslo'efias quer federaos qu;r estaduaes, deverjio ser
depositados 00 Thesouro. com os acios ofliiaas emanados dos
podares pblicos, dos quaes resulte a sua approvagao e julgados
conforme pelo mesmo Thesouro.
Xus biRntes sera feita a deelarago de ser a lotera federal
ou es aduaJ e>nes.te caso que Eslado ella pertenea-
A fiscali8agao das loter as ser feita por empregado do The-'
souro designado pelo Secretario da Fazenda.
E' livre a venda de bilheles esfaduaes e fede-ass neste Es-
lado desde qae forem satisfeilas' as lormalidades cima exigidas
e as determinadas por leis e regulamentos que nao Ior-:u man-
festiunente coiitrarias a esta lei.
N. 11 lmilumentos das repartiges do Estado cobTadcs
segundo aMabetl-ae em vigor.
Os 10 % de novos e velhos diraitis dos empreados do
. Estado passaro ser cobrados, addicionada a sua importancia
a do sello respectivo, era doze prestag;s mensaes pagas no
prmeiro annotle nomeagSo, apiseotadona, remog&o ou accesso
e melhora de venoimantos por qualquer motivo.
4 Cusas judiciaes que serao pagas em sello de verbas,
depois d- fwtas as contas respectivas pelo Contador e as aver,
bagOes reo'bimenlo nos proprios autos e pilas reparttgas
liscaes que, escripturan lo esse imposto em livro "espe-
cial, daiiio parte quilagao em duplcala, sendo a 1.* via junta
aos autos, e ficando o Goveroador'Uo Estado auionsado ex-
pedir as mstrorgOes para raelhor pereepgao -deste imposto a
a reforma* o itegimesto de cusas.
5. Sello do Eslado, cobrado de accordo cora o Regula-
memo de 18 de Fevereiro de 1895, com as seguintes raoiUtca-
g&es : "'
Fica elevado a 3200 oselto sobre oda" connecimento d^
cargas as estages das estradas de ferro,-exceptuados os de ba-
gagem e os fretes inferiores 2S ; sohre.contas correnes, contas
de vendas commercineslde quantia supnor a 50SOO0. chiques de
qoafcjaer valor e recibos de quanlia superior a 2038000 ; a 80OO so-;
bre procuracao de proprio punho que tenha de ^roduzrr effeito
deni.-o do Esiado, perante autondade ou repa#iigo des-e; a ,8600
-.sobreubs abelerimen ode proprro puuiio em qoaesquer procura-
itOes que tennarajde- prod. zit effetto oo*stadoi:i8400 ooro- des--
pacho ou guia da* expartago, processudo nas.eslagi sriscaes su,
bordinadas ao Estado ou por este encarrgadas, medame con-
venio de arrecadar.os suvs imposto de exaorsacAot; 8 8400. tilu
lo dexpedi9Ute sobre as guiasde mercaduras vintlas de outros
Estad .is e que por este uansitem Fica elevada ao decuplo o
sello i ser pago como mulla nos casos de revalidagao.
6 Imposto nredial cobrado nos munic p os do Recife e
O inda i razo de lOO/fysobreo valor locativa das. casas, ficando
desde j revogada nessa parle a le o. 52 de 3 de Agosto de ('92,
art. 2- das disposgoes transitorias, respettada- a iseogao de
- que o traa 44 d > art. 1- da le n. 15l4i.com relag&o someote
escasas qae n&otiverem soten ou dependencia que augmente o
seu valor e isenla a sede deestabelecimantos d: caridade ou da
instruego manillas por associagOes e quando propras.
S 7- Imposto territorial cobrado sobre todas as proprieda-
des s-Has nos-municipios servidos por estradas de ferro, por na-
vegagao fiuviat effectiva 00 raargem de estradas de rodagem,
construidas, cagalas a custeia las pe 1 Ksta I 1. Teri por basa
esse imposto o valor venal da propriedade, provad por escri
ptura publiea, esenplos particulares, forinaes de partilha ou es:
timativa feita por urna commissode que laro parte o Juiz ter-
ritorial, collector e o presidente do 'oncelho Municipal ou
seu sbs iluto legal, no caso de impedimento ou ausencia esti-
mativa que ser fem era todo caso quando se,'falar de vator
constan e de domnenlos que tenham mata de cinco annos, ten-
do se em vista a reduccao da moeda e o valor aotual da proprie
dade a taxa ser de 8400 por 1 0008000 fam cont de jis do va-
lor venal.
ai O producto desse imposto ser exclusivamente destinado
conservarn das estradas, pontes e canass
b) A medida que f6r augmentado o producto deste impos-
to ser proporcionalmente reduziao o de exportago, at que
aquellp posRa de tolo ubstiluir este.
8* impostes sob terrenos baldos, nao edificados, ainda.que
mura 10?, a razo de 100 por metro quadrado as freguezias ur-
banas e 810 as suburbanas, no permetro da decima do Re-
cife.
9> 15|*| sobre a indevila relengSo das rendas.
10. Multas por infraegao.
5 11. Divida Activa.
12. RestiiuigOes e reposges e outfai quaesquer indemni'
sage*. provenientes de prooesso judicial.
la. Venda < renda dos proprios esUduaes", e dos servlgos
rusteiado pelo Estado, ficando o Gavernadoraotarisado a-reren
a tarifa do Canal de Goyanoa e a alienar) em hasta publica os lo-
tes devolutos da Colonia- Suassuna betn como os Immoveis al I i
.existentes,
14. Rauda da Usina e terrenos pertn'cerfles ESco'taJ Fre
Caneca. /
I 15.-Matricula aos eslabeleelmentos de ensino secundario e
superior! do lisiado.
' 16. Ren la das collednrias autorisa lo o (overnad-ir do
Estado a tabelecer mesas de rendas nos municipios limitro-
phes.
S 17. Contrlbuigao para o calcamenta e construcco de cae
s gundo ai leis os. 350 e 796.
2 18. Beneficios das loteras.
19. Contnbuigo federaes para eslabelecimentos subven-
cionados.
20. Contuboigao das corapanhinn e eiflirezas flsealisadas.
S 21. Ptdajjio as ponas novainenle construidas cojo custo
tenha sido superior 100 0003000.
22. Para extinegao de incendios : 108000 por astaberimen-
to cominerciil ou industrial cujo aluoel fr inferior a 8OO3OOO;
20S000 pelos de 8O0SO00 a 1:800(000 e 40S000 pelos de mais de
1:8008003 Atando o Goveroador autorisado adquerir muars
para o servicode traegao do roalertnt da l.ompanhia da Bombei-
ros, e a rever a tabella de vencimentos desta no sentido de aug-
mentis rasoavelmente.
S 23. B'ns do evento.
S 21. Saldo do exercicio anterior.
8 25. Para a Santa Casa da Misericordia do Recife : 10 'o
addjcionaes a todas as iraposiges desta lei menos a do sello.
' 5y parlo dasse addicional para a Escola Fre Caneca.'
S 23. Iup>sto de imporiago segundo o convenio.que fr ce-
lebrado pele Goveroo do Estado nos termos do art 9. da Con-
stilugo Federal.
DISPOSICOES GERAE3
Artigo l.o Immeiialamente aps a publicag5o desta lei, o
Adra nisiraclor da Kecebeloria convidar por adilaes e cartas cir-
culares s nssociaces commerciaes para que dentro do prazo
improrogav.l de 30 das fagara a distribuirlo da quota destinada
dasse respectiva.
1." Terminado o prazo cima a Racebedoriajinnunciar den-
tro de cinco diasque val proceder a distribuigo dos impostos
de repartigiio sendo ne.sse caso a quota elevada a mais 10 |.
g 2." Feita e publicada imradiat*merite a distribuigo mar-
car-se-ha o prazo da oito das para apreseniago dos recursos que
podero ser nierpostos para o Tribunal do Tnesouro que ouvir
aos rae moros das div-rsas classes se julgar conveniente.
3." Esgotado esse prazo, o Tribunal do Thesouro dentro de
15 das decidir sobre as reclainages apresentadas.
4 Findo os prazosprevistos nosfs precedentes a Rjcebe-
doria imrao liatamcnla chamar os contribuales para recolherem
as quanlias pelas quae^ (iverem sido tributadas em quotas semes-
traes, sendo pagas dentro do prazo de 8 das nos respectivos se-
mestres.
5 A Recebedoria dentro do prazo improrogavel de 39 di ,
remetter ao Thesouro a relacao dos coniribuintes em dehilos
acompantn.da dos re-spertivos certificados com as multas de 20 "o,
afim de depois de escnp'urados no Contencioso, serem no prazo
de 30 das enviados ao Procurado- dos Pellos para-iniciar inme-
diatamente as respectivas execuge-s
Art. 2." Fcam dispensados de multa e cusas os contri
buintes qus dentro do exprcieio se apresentarera voluntariamen-
te para liquidar de urna 80 vez todos os seu dbitos, provenien-
tes de impostos e rendas do Estado, at o exercicio de 1858. ex-
cactuaodo. porm, aquelleg que s o fizerem depois da arrema-
tagi e ardes da assigntura da carta de adju^iicago.
Art. 3." l''leao Governador do Estalo autorisado abrir cri-
dtos supplemenlares que forem precisos inclusive aquilles que
selornarem necessarios em virtude de reformas de repariiges e
estabelecimentos de insirucgo i'ublica autocisadas por lei.
1." Pica tambeip autorisado a abrir os crditos extraordi-
narios a f izer op'rages de crditos que julgir necessarios para
auxilios a Eslradas de Ferro e Usinas.
2 Picara approvados os crditos extraordinarios e sup-
pleniealai'8 ahertos oelo Governador s div*rsa3 rubricas do or-
gamento emprorogagao al a dala da prsenle le.
3 Picara anpruvados igualmente iodos os regulamentos
expedidos poto Governador desde 1 de-.laneiro prximo pasando
al a data da presente le, .paca a arrecadago e iscalisagao das
rendas -do Estado.
, S 4. Pica o Governador do Estado autorisado a innovar o
contracto da Jompanhia Pernambueana, ou a contradar com
quera raelhores vantagi-ns oflferewr a n>vegagao costeinr nao
devendo a subv .-ngo exceder .ie 21:0008000, podendo para esae
fim abrir o preciso crdito.
5 Fica autorisado o Governador a mandar fazer a arre-
cadago dos imposlos de exportago pela Alfandega, ou pela le-
cebedona do Estado, podendo n'este caso reorganizar a referida
Recebedona.
Art 1 O Semestre de Janeiro a Junio do correte anna
seni con si 1 erado como addiciooal ao balango do exercicio de
1894 afim de serem as respectivas opragfies dereceita e espeza
devidam"nie elassiiiea las
nuico. Pica autorisado o Governador do E-tado a expedir
as uistrucges necessanas afim de ser observadoo disposto no
presente artigo.
Art 80a Hevogam se as disposiges em contrario.
TABELLA *
1 Arronzeos.oalojas de fazendas em grosso ou a
rela'ho
2-Hem, dem de^ fjrragens,' mVolezas e ma-
chn 1S de costura
3 Iderr de vendar gneros rie estiva em grosso
4 Ideni.de bn:alliao
5 dem de Carinha de Ir go
6 Meca de assucar
.7 ideo di xarque em -rrossoe a relalho
8 dem de inaieiras de serrara, inclusive ar-
unzens de matenaes que venderera raadeiras
de censtrueco
.0 dem de magantes
10' dem ou escrlpioriss de oramisses oa coosi-
enaijes e de cemmisso ou coosignago
11 I den ou depsitos de recolher, alfandegado ou
no
12 Jdem.de inspecgo de algodao
13 dem de compra e venda de algodao conheci-
dos pela denomioagaoprensa, de algodao a
v-ipjr ou nao
14 dem ou deposilos de kerosene, alfandegado
ou tio e o de recolher ouiras materias inflam-
ma\eis
15 lde.n de drogas e pharmaGas
16 Barcos, agencias filiaos ou rtpesentantes das
racimas, casas bancanas e pessoas que des-
cootam letras
17 Companhias da seguros e agencias, compre-
hendida .qualquer pessoa que no carcter de
agenta de compannia tiaer centrado dessa
. -nalureza, exceptuadas as companhias contra-
clantes do sarvigo debombeiros
18 ''asas de vender bilhetesde loteras
19 Eraprezas anonymas ou agencias nao tribota-
das directamente m seu ramo especial de ne-
gocio
20 Enchimentos-de alcool
21 Fundiges a vapor
22 Falincasde sabo
23 dem de cerveja, limonadas, licores, genebras e
vinagre
24.dem de dislillago e res(llag5o de alcool
25 dem de. picar fumo e fazer charutos e cigar-
ros
26 Idm de cartas de jogar
27 Idtrade calgados que trabalharem com mais
23 Lnja de jotas ou relogios.oujoias e relogios
29 Tdem de chapeos-
30 dem de cltupos de sol comprehradidas as
oficinas dentro do estabelecimento
81 dem ff-casai que vender charutos, cigarros e
. fumo em grosso e a retalno )
' 32 Mera de calgados
33 Idemespeciaes de roupas fetas com ou sem
oficinas
34-Idtm de louga e vidro3 ,
35 Idfnn de cera
36 dem de livros ,e papis CDmprehendidas as
respectivas oificias de encadernagao du ira
presao dentro do esiabelecrmento
37 Idsmde pianos, msicas e instrumentos
38 Idtmde sellins e arreios
39 Mera de movis ( j
'40 Fabrica ou ioja de movis do paix
41 Pactaras
42-Rea-;ag6es
43 Ro bocado res
44 Typographia, lythjgrapbla excluidas' as com-
prebendidas no n. 36
45 Agentes de fretamento de navios
46 Holeis, -eslauranis e casas de,pasto
47. Intrnalos ou extrnales de ensino secundarlo
pa-a qualquer dos sexos, inclusive os que sao
mantidos por xorporagoes religiosas
48 invernas
49 Agentes auxiliares do conatnereiOy conhecidos
por zangOes
50 L't'spachaoles'de numero
TABELLA B
e aguardante
2450008030
90:000s000
OOiOOOsOOO
3O000.S000
30:030<000
50:003.000
35:0008030
48 003S003
4:000000
100 0)SOOO
3>:003S009
10:0003030.
18:003S000
1G OOOslOO
lo:000S000
110:0008003
40:000S030
30:0035000
35:00)8000
20 0338330
15:000000
16 0308000
15:0308000
40:0038900
25 000S030
5 030S300
5:0005003
25:0008000
25:0038000
10:0008000
40:0008030
30:003803)
).030s030
11:00)8003
DiVOsOOO
4.oolaoo3
3:0001000
5090jf03
10:0008_
3:000S01|
10:000SC
1O.OO0803G
15 OO38O0
3:000800)
10:0003 00
15:0003000
.4^OM8O00
100:0008008
8:0003030
"10:0003900
TAX-AJS IXAS
' .da Olinda
1 Fabrica de gurearbontc 4 Recife
m
3
4
5
6
7
8
l
gelo
> oijeos
rap .
psrfumirag
-'- >* valas de itearinas
carvo animal
,9 [ rolissao de den lista
10.
11
12
13
14
15
adwgado
> ( a olicilador
rfontador e avaliddr
partidor e avaliador
medico
agrimensor
12:0008000
2:5003000
2:0O0SW
6008000
5O0SO00
600SO00
i 5008000
50S000
tosooo
':, Bb OOOK
< SRt
50S000
1003000
1008000

.'
;

t
I


*
**
V*"
#-#^ ^p v ** ^*
Diario d<* Pernambwco Terqa-feira fe de Jullio de ISgjS
> i engcnheiro civil ou mecbanico
. caixeiro despachaule
> ajudanlo de despachante
agente de leilOes
, escrivao de qualqner juizo ou tribunal
, > corrector de unmero
, > tabelliao
, guarda livros
interpretes
, directores, agentes ou regente de
companhias ou sociedades ano-
nymas. quaodo remunerados e
agentes ou consignatarios de
vapores
36 Por ioalheiro que mascatear no Estado quer
tenha ou nao esiabelcciraento-
27 Por deposito de carvao de pedra para vender
era grosso
23 Por enxeiro viajante ___________^^
1
.1
. I
22
2:$
21
25
1003090
603000
30S0OO
2508000
50S000
2O0S000
1005000
50S000
503000
300S000
500S000
3:0098000
SOOSOO")
O Por billjar, pagando somente 808000 cada um
que exceder a ualdade 1508000
30 Por casa de penhores 1:00OSCO0
Cmara dos Deputados do Estado de Psmambu-
co, 28 de Junho de 1895.
Jos Marcellino da-Rosa e Silva,
Presidente.
Celso Florentino Henriques de Sotua,
i." Secretario.
Affonso de Barros Cavalcanli d'Alfuquerque,
2." Secretario.
Palacio do Governo do Estado do Pernambuco
era 28 do Junho de 1893.
Alexandre Jos Barbosa Lima.
directora geral do thesouro
Despacho do da 28 de Junh, de 89S
Antonra do Carmo Ferreira-Certihque-se.
Jos tornes Ferreira Maia-Como requer.
Lauriano Pereira da Sil\a-A' secgao uo tran-
lencioso para f:uer as notas e devolver.
Joo Antonio da Costa Moreira, Nicolau Jo>
Ferreira Ao Sr. Dr. administrador da R-jcc-
bedorie. .
Bacharel Geroncio Das de ArruJa. taitao-
D'ga o Sr. Procurador Fiscal.
Antonio Pinto da Silva & C. Antonio dos
Sumos Villaga, Companhia do Lim --iro, r. v.
Boulureau. Francisco :orreia dos Santos, Mo-
reira da Silva & C, e Manol Martius da Paixo.
Infprme'o Sr. Dr. ub-Director da tonubi-
' Flix Cipriano da Silva Teixeira-Junte o do-
cumento que prove a isengo de dcimas-
O protocolisla,
Francisco MdUino Ferrrara.
DESPACHOS DA SECRETARIA DA Jl'STICA,
. >CIOS INTERIORES E INSTRUC-
CAO PUBLICA DO ESTADO DE PER-
NAMBUCO DO DA 27 DE JUNHO DE
1895.
Avelmo Francisca do Figueiredo, sentencia
do pediudo periao -Iudeterido, vista da in-
prestada peo r. Juiz de Direito do
municipio Je Lifloeiro.
Bellarmino Marques da silva, alferes do 3.'
Bala' i.'i> le Infantera Bstadoall .deferido, a
vista .la informasao Jo commradaue
Joo Dainasoano Paes de Andraiie ex-sargen-
tO (lo xlincto Corpo Policial, requerendo apo-
senladoria.Remettido iJaoUMadca do Es-
tado a quera o peticionario se aprosiularu aura
de ser inspeccionado.
Vicente Vrreira de Paula, ex-cabo do 1--
Batalho de Infantera Estadodl, pedindo paga-
mento de .eudraentos.--Defer.do, com ollicio
desta data jo r. Secretario da cazenua.
EM ADITAMENTO AOS DESPACHOS DO
DA 26 DE JUNHO
Martirio Jos de Jesu, professor jubilado.
Juramento exhibido pelo peticionaro nao sa-
tisaz a exigencia do meu despacuo de U de
Abril ull.ino.
Bacharel Bellarmino Cesar Gccdiro. juiz de
direilo do :nunicipio de Iogazeira, requerendo
remorara para o de lacaralu.-Aitenatdo. por
decreto desta dala
Joao Itulino dos Santos, sentenciado, pedin-
do perdi. -Indeferido.
ViCen e Ferreira de Lima, ex.praga do 1.
bataltiao de infatitena es adual, pedindo paga
nu-uto de vencimentos.-Informe o comuiuu-
dante do 1- baialbao de iefaiiteria esladual.
Leopoldina Feliciana do >ascimeato, profes-
sora publica, podindo para ser considerada em
disptiibihlade.Passe se poriana consideran-1
do a supplicante era uisponibilidade.
Elias 1 ordeiro Cintra, porleiro desta Secretar
na, requebrado ura anuo de licenga para trall-
ele sua saude.Sira.
0 porteiro interino,
Hermenegildo de Siqueira-
-------------------?-1--------------
- SECRETARIA DA INDUSTRIA2.a DI-
RECTORA
Inspectora Geral de Hygiene
Expediente do dia 28 de Junho
Ernesto K -.uihack &, C, pedindo para mandar
analvsar e conceder licenca para expor venda
es preparados Panopepiona Pepseocia e Cal
saya La Rilla Ao Dr. Director do Laboratorio
para proceder a analyse.
Mezquita \ C, peamdo prorogagSo de prazo.
Informe o r. Conitnissario do 4 Dislricto.
Foratn considerados em condices higinicas
para serem habitados :
Pelo Dr. Comrassario do 2. Districto o predio
n. 74 da ra de S. Jos.
Pelo Dr. Comrassario do 5.*Districto o predio
D, 113 da ra Velba.
Pelo Ur. commissariodol.'Districlo.o predio
n. 18 Ja ra das Creoulas.
1 de Julbo
Mesquita ^ C, pedinio prorogacao de prazo.
Em vista da informarlo indefendo entregese
os documentos media ,te recibo.
Pelo Dr. Commissano do 4." Distiieto foram
multados em cera mil ris (100S003; os Srs.
Mesquita ^ C. proprietarios da reliuaya.i cita no
Caminbo Novo n. .20, por infraegao 00 regula-
melo rigente.
Pelo mesrao Dr. Comrassario foram intimados
os mesmos Srs. para no prazo de 30 das dareui
cumpnmen'.o a intimagao, que Ihes foi lena era
30 de Abril do correte anuo ; licaodo os mes
mos Srs. sujeitos as penalidades da le na falta
de cumpnmento d esta iniunafo.
Pelo mejmo Dr. Commissano foram conside
rados em condices hygienicas para serem bab
lados, os predios ns. 19 da ra da i.OQCeico ;
O, da travesa 7 de tiumbro e 90 da ra da
Gloria.
Secretaria da Inspectora Geral de Hygiene
do Estado de Pernambuco era 1 de Jumo de
1895.
Apollinario A. Meira Henriques,
Secretario.
SECRETARIA
DE ESTADO DOS NEGOCIOS Jeao feroauae) -s cumnuseej mcumbias d
r. iKniyqTRT* |CoIojImI.
l ajtoo^iL. 1. 4an- Violeiita incendio destralo em Santiago a
Despacho do da SSdeJunhodeiM 1 Photog-?i.ha Sp-nc r, a relojoa-Mc Mller, a pa-
O bacharel Jo5o Zefermo Pires de Lyra, pro- Ew /CrrelVria c'a,,,, e 0 armariobo
pnetai 10 do Engenho Central 13 de Maio sito a Ga|n0rD1j
no municipio de Palmares, pedindo o auxilio : DlTeraa8 c'asa de sete conloa de ris em apolices da divina ,Cn0Jla, fl 0lra8 BCarain mu.a avadadas pelo
publica o desenolvirnento do referido engeoho. \ ,., pela a8(Ja dogervlca oe ,.XiiQtcao.
Os ptejuizas verificad b elevi-a se a 600 mil
Pedio-se ofonnaco a Secretaria da Fazenda.
O porteiro,
Arduas Mafra.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
Du REC1FE, EM 23 DE JUNHO DE
1895.
Manoel D. Ramos, Manoel C. Peres.Aver-
bese.
Henrique de S Leitao.D:-se abaixa, pagan-
do o que estiver deveudo.
Joauna M de Pinho.A Prefeitura va fazer
os reparos precisos.
Joo A. L. Cavalcante.-Sim, repoado o leito
da ra.
Joao G. de S.Deferido, pagos 03 impostos
at 1* semestre de 94.
Sergio K. da Silva.-Iudeferido a vita da in-
I formago.
Joo I. de M. Reg).-Deferido.
Lorapanhia de Fia{So e Tecidos.Iadeferido.
A peiigo da supplicante carece de funda-
men'o.
Francisco G. do Amaral.-Defeiido, repondo
o leito da ra.
Jos F. do Amparo, Francisco I. dos Santos.
Averbe-se.
Jos A. Ja Costa.Deferido, repondo o leito
da ra.
Secretaria da Prefeitura Municipal do Itecife,
88 de Juubo de 1895.
O porteiro,
Xuno Alves da Fotiseca.
EXTERIOR
resul-
>ndrram a 33. W6.000, naveodo um exceaso de! .,...'."
).993.O00 8j>rea8 de 1893. CoiO enirada ex- | u"' JJJJJJ"
Questura Policial
SeCQao 2.N. 140-Secretaria da Questura
Policial do Estado de Peraambuco, em 23 de
Junhc de 1895.
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mello Filho,
mu digno Secretario da Jutija e Negocios In-
teriores.
Participo-vos que foram honlem recolhidos i.
Casa de Detengao os seguiates individuos:
A' orejera do Dr. delegado do Io districto da
capital, Joo Aulunio Ferreira, para averigua-
; olciaes.
A ordem do subdelegado do Peres, Verissi
mo r.aymuodo dos Santos, por disturbios.
Comruunicou-me o subdelegado de 3o d3-
triclo da freguezia da Graga, que no dia 23 do
correnle, s 7 horas da noute, no logar denomi-
nado Beln) duquelle distncto, na occasiao em
i,. menores Hypulito Manoel Pereira e Jo5o
Brai!e.ro de Souza, davam tiros cora urna ron-
queara, aconteceu um dos tiros alcangar o me-
j:Jos Beato Mooleiro da Fonseca Jnior,
1 .all se achava, produzindo-lhe um fenmen-
1 grave.
Aquella autoridade tomou conhecimento do
1 .procede as necessanas diligencias, alim
( ceriear se foi ou nao casual.
fcaude e l-'ratemidade.
. OQuestor,
Jos Felppe Sery da if3 t tlho.
-----------------^---------------
EECEBEDORlA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despachos do dia 28 de Jrniho de 1805
Frederico .* C, Joo Francisco Gomes de Ar-
ruda, David F. Porto Bartar e Joao Barboza de
Mello. Informe a 1.* secgo.
Carlos Monteiro.A 1.* secgao para os devidos
fins.
'Moreira k C.-Deferido.
Iilumioato Soares da Fonseca.Sim, exibiDdo
o conhecimento de quitago relativamente ao 1."
semestre do exercicio correte.
1 de Julho
Tbom Rodrigues da Cuaha e Jorge Fech.
Informe a 1.' secgao.
Antonio Guedes Valente, Nicolao Jos Fer-
reira e Joao Antonio da Costa Moreira.A 1.
scelo para os devidos fias.
Andr da Silva Dutra.Informe a l. secgio.
O porteiro,
Custodio B. da Suva Gnimarcs,
AMERICA DO SL
cb.U
O geveno occopa-se uiuito das reformas mi-
liiarts, devaodo o co-gressa nestee das come-
gar a uiscD?so ,o pojecto apreaeotalo po
isioisiro da guerr, reorganisaado a guarda ca-
ciooal.
A maioria das cmaras favoravel ao projec*
lo spie-eutado pelo miois ro.
= A propceta de orgameato para o prximo
exero.cioja foi concluas.
As recatas pr vistas aitiogem 'a 85 miiaoes
de piastras e as despeas 78 m.ioe, resonando
asstm ora saldo de 7 rauooes.
Cl'C rt-iagaj a situii,o naoceira e commer-
cui da n*pubitoi ua? faina inJigeaa escre/eu as
seguintes notas:
< Da reduca.) da moeda a um so typa
As entrada* o-dioanas recebidas em 1J9 ac
c
9
trautinana uo mesmo amo oDieve-s a aomraa
de 4.53 000 pagos, poiu;io da venda das sa-
litreras d..-unajj pela lei a augmentar o (ando
de coaver&aj.
As ^sp^i s eff^ctuadas em 1834, chegaram a
78.482,000 pes.s.
Para apreciar o saldo que corresponde ao ex-
exercicio ta uceiro peste ana i. aee levar-ee
em coota o exeeHO ue 10.000,000 que paesoo
do auno de 1893 jont > com seuiradas^ 1894,
quallad que forqiam. um total de 94.0WOJ
pcFSOS.
De=te algansio tem de redozir-se pnmeiro a
Oare de direi.o. d* altaodega desuuada ao Iu-
do e conversio que aUancua a pesos 4 951,000
e mals o valor das despezad equivalentes a.....
78.482 000 di -o-'- aue resana para esie aiuo
o s.iao de 10.608,000.
Para,tsse auno coutava-33 cjm e.-se ea do e
com urna entrada que segonio calcu'oi pro-
deiea negara a 77 384 000 soauanJO ambas
as purcellas-eai 87.7oz UUU pe-os.
O commercio luie-naciooal da Rpuaca ac-
Cnaeu em 1893 a 140.48',9Si pesos do valor
ae 38 peoiqsea cada ara, typo adoptada para
operagOes e d;dos eslai:stiCos das nostas altan
dPKd9.
N-s a -oima corresponde a tmportigao a-----
C8.i5 874 pesis e a exporlaga a 7i.245.lli.
no monmeto comiaertul de 1894 eses al
ganamos se tepraeoiam pe- ujo wm de.....
126.524 036 pesos, aos quaes s 54.488.717 pe-
a.B pertencem a importigaa e 70.040,720 a ex-
porta;ao.
D iii se > qui 03 artigo) estraogeir03 mt'O-
aun ios no pau leva ama diminuigao de 20 por
ce-u e a exportagio dos producios do Galle
m i.t -e-ee cora pequea differeoga.
O rijesso oa exportagio soare a impo t-gio.
4u-*,ca 17.556,804 penas, qoaulia que Cdfro*-
puu ib a 37.064.a54 ^esos da u.03da lugal.
.-v (jrjJOjgaj uo sai.i-e, a mais importante
dos arti a de exportagao do Chile, que ebegoa
o 181(3 a 20.635 tfil qainiaes bespaonOes.
Eevo.-3e a 23.635,z83 qniniaes en 1894. es-
pera se .jueesie aono caegue a 25.O0J.,i0.
ouu aa sem aifficu dad a coave.-sae, ope-
ragao appla dida por WJa a morensa, ieodo se
i. tffej oad i a troca de 12 milhOes de bllheies.
U Ttoa esiava autonsado a sacar m le-
tras suo-e L nd*ei al 100.003 lloras pa a o
:ruco dos D.iueies flseaes eta ooro.
__O gov-ri) pfdio aa coagtesso a nanuagio
do Sr. Saoe >a- ano para ministro honorario ua
Hcspaoba e dj S-. Autonio praio para u.io'stro
.a Itd.a e Aiiejianna. O Sr. Belban Mittei
val como m hisi o para a tolivia.
A repeito do tratido cbllaao-boliviao
alia-se que aelle ,'oram estipaiadi assegu,a-
fies casalas:
A i ivia ce te a> Chin a loas occapiia por
e ia :,ac.ac, era vi tute do pacto de iregaa, uo
se aitoio excepgao aigaraa da regiao qns a
Bovu racoaoeocu como Argaotiua no tratado
com o Ltule.
Esta te :e provisariam^ne i Boitva um oo'to
no Pacih-' p*r.o aa Camerooes, cessao que le.-a
carcter o liullivo se o Chile nao consignar
eccorpor-g ao seu ter.torio o de Tacea e
A-t:a, nado que, <-e estas propnelos torna-
r;m-se chilenas depois, a Bol.via tera am por-
to no PiCitco, no lerr.toru dellas.
Este tratado esta sendo estudado e diz-se que
venCdJO o caso de uao terera sido respeili
js os direiKM reco mecidos pelo tratado de 11-
aites oa Bol va com a Ar^aum, ena jnlgiria
que osgoern-.sdassas naiOes io gnardaram
as devioaa ccnsideragOes. Neste saudo abr-
se bia a discasssao para serem repeitados tolas
0idirelt8. .
O soverno val eoxias ao coogres'o, arim de
ser Merendado, esse traalo, saOendo-se em
Sautia.o qae a imprensa boliviana comean a
campa .hi em lavor da rejeigao do mesmo trata-
O directorio a federagao operara do Coi-
la reooio se a 14 para oceupar-*e da qoestao
CUDepos de animada dlscostfio, os membros qoe
compoem a cotnm ssio decidlram provocar por
tolos os mei'os po Biveu a renoiao euinron
i-e-eo americano aflu de pedir a Hespaobo
para recobacer a independencia de Cuba; e
urna circular neta seatido foi enviada a iodos
,* Boveroos da America do Sal e do Norte.
S- ao tarabem mandados a esses paizes emis-
Uanos para apoar a caosi dos eeparaiistas.
O 8aco do Caile acaba de ser transformado
en banco do Estado : e os denials da praga de
Valoaraiao resalveram retirar o creditc aos es-
i-.uiadores de cambios.
9\Z a esqoadra nacioaal ancora preseateieote
no porto de Meiliores, lalo partido pira a KM
pesos.
Noticias de Guayaquil dizem er o general
Veiutemlia adherido a revoluto, sendo apre-
sejtado caodidato a presldedcia da Repuolica o
Sr. Daro Mona, e lendo mandado o governo
OKiar o leiegrapba, de modo jue nao e trans-
miiudo despa.bo aigum sem a previa censara
offitlafl
Tamuem ebeea nothia da Bolivia. declarando
que a aomiot.->ir3go da R^puidica l-a i.-ans-
mutua para Oruzo.
Repblica Argentina
O secado ap^revoo Ja oomeagao Co Dr. Dorio
para uiuislro oa Bolivia, e a ao Sr. Laara Ca-
orai para eucorregado de iiejocios no Para-
guay.
Accentoa-se cada vez mais 11 boato de qoe o
r. Garca Meron, ministro 00 Rio ue Jaueiro,
ser transferido pa-a Roma, atim de.8ubsiioir
o Or. del Viso, fol.e 100 ; e decliaa-ee que pa.a
.uccedel'O na leg^gao Argentina, uo Urazii sera
ooueado o Sr. Henrique Moreno, actualmente
miuisiro >m Muoteviao, aptanjo-si qua o Dr.
Miguel C-J2, e.x-jiuisiro dos Jligocioa Esira i-
geiros, sera ea7iado a' Par a ".copar a aga
deixala pela demistao do Dr. faz.
A Caraa'a aos D^utadis lleve comegar na
poxiraa ses.o a dlscassao do projecto do
servigo oDr g-torio submeilido a a-a approva-
Desde j 1 Je essegnrar-se que este projecto
se a adopado pelas daas Cam.iiJ.
A ujesma Cmara, sobre pedic o do governo,
vo: u :a se.-:o de 19 um granee augmento dos
crditos militares concedidos ail miuisircs da
gaerra e marrana para a compr:. de armamento.
A maioria das doas Cmaras ratificara certa-
mente esta re.olugac
O Ministro da Gaerra, curanel Balsa, deci-
di prolougar por dous mezes raiis osexerciclos
da guarda naciooal, qne devuin ter termnalo
era Juihu proxime
O Mmi-to Balza referi j ac Presidente Or'
i;u tsia medida, o qoal approvoa-a, segundo
se oiz.
Certos Jornaes, tendo publicado artigos
assigoados por omciaes de aoarinba relativos i
compra ue nevos cruzadores, laclo secreto at
boje, o Presifieute da RepuD ica, S UrlDu.U
ceoeurou severamente os ditos o!a ae .
Es.a f.itude ao Sr. Uribur loi eSocii va me-
te approvada pel> ministros ( estado-geaerai
da Mariubi.
Touavia, dizia-se resolvida a compra de dous
blindados de typo.udtquado i d. f.-sa das cosas
do Atlntico con ora desiocameoto de 3.500 10
neladas; e mesrao o governo ja re:eocu p'g-
posus poa compra de dous transpones de 2 a
3.000 toceladas.
Con.iunam a correr boatos polticos mui-
pto principal das ceiversag6?3 roo-
tn.ua a ser o di quesuo de limites entre A-
gentina e Chile.
A iraprensa, se:n dutra gao 13 partido', o:
opa-se mano cora os boaioi flisnceiros alar-
mantes, qae c-rtis p-'-sois faz-m ci.-cuiar e pe
dem ao governo que tome medidas oecessa-ids
para impedir es.as mauooras de bolsa. )Ue pre-
j-jdi an o crdito do paz o estraoeiro.
E por ultimo teiegrammas reteDidos de Mao-
dozi aaaegora.do que ora 'destacamento de tro
pas coile ias, composta de cerca de 200 hoooeos
acaoava de oceupar o territorio coaoe nda al 1-
ooiraente a R-.-puon.-a Argrnana. pela Solivia,
tal noticia veo.caaiar lorie impressao.
Espera-se coa auciedade 1 cainrmigao deaie
lacio.
no entretaoto, ama caria do presdanle da
Bolivia a resueno desse iratado foi oe n acomi-
da eui auas Swaf6afl lando \i pariuo para
es-a Repblica a cou.miasa* de nmties.
U Temp>, oe Buenos Atrcs, uoticioa que
eslava feto am iratado de amanea offeosiaa e
deleasiva ent-e as Repoolicaa de Coile e Oneo*
tal. ao pas:0 qa era lal noticii eonsiderada ve-
ridcada pelas ueraar* toloas.
U na nova revoluao rebentoa a 1S na pro-
vi 1 u de Santiago del Estero.
O.i insurrectos atacaraiB: de sorpresa o quir
le de polica eo palacio do o roo, apode-
raodo-ae olles com pequeni remsUncu, .sendo
(-10 o goveraador pnsioaeiro otrigadoa renun-
cia: pelos reo.ocioaarioi, queurgauzaram u u
governo provigonc.
Na occas.ao ao ataque foram mort a qualrc
oomeasl feriaos diversos.
E P r e provavel que o governo nacional nter-
v pba.
. Tclegrammas posteriores aniioaclam, qoe a
revolagao domina todo a provincia, ieodo o go-
veruo provisoria tomado p.sie uo dia 19 do po
le-, sem aennom incidente, prestando igual-
mente a larde os novos ministros, Osvaldo Sar-
miea e Felppe Gimnez, o juramento do estylo,
e siando preparada ama mamhsiagaa popular
a -a domingo prximo, alira de celsDrar a vic-
toria da revoiagao.
Coosla tambem que o goveno Lagar depon
de assigoar a r-nuncia, a qoe foi compellido, foi
posto em liberdade, mas ? vigis do po: asentes
da revologc.
A' noiicia do acontecimento o mioistros, sob
a presideacia do Sr. Uribar, reaairam-se em
cooseibo para te opar-se dellt. porem oenbo.
ma re-olocao detiniuva I01 anda adoptada, ao
pasjo que os amigos do Sr. Lagar intimam o
governo a intervir para eoilocai-o no sea posto.
% Caegoa a Baenos-Ayr.'s C Dr. Fernaodo
Aoaott. ministro braziteiro; e noite de 17 se-
cuto para Mooievir). donde nigressara depois
de poucoa das de estad* ai 1, sem du.ida a
aarvigo.
O pro:eso por calumiia Intentado pela
Legagio do Branl contra o Peni Joornal da
capital oceupa multo a a.tengao da colonia bra-
xite:ro.
O Sr. CothereiU, dlrecio,* repoDavel deste
perioJico, recu;a-se agora a recuubece: a com-
petencia do encarroado dos -.'gocios do Bra-
zii qne sobst'tae i atera -i rea le o Dr. Abbott,
.z- n 10 em am ar.igo qoe esse iQci>regaio nao
cria pessoa jarioica para cliaaal-o aos tri-
bunaes.
Falla se em Rasnos-Ayre desde algoos
das, na instal.agao de ama usina abi ou oos
arredoras, para a fa >-i caga o de lodo o material
ueces8 Un syadiciio de ranies banqueiros euro-
pos esi em formagao para explorar e^la ira
portante mlus'.ria, assegjraodo-se q-.e o over-
uo apoij esta idea.
T muera dliernesta.se orgatsanio um sin-
dicato para compra ue lodo o- assocar de proj
d.ccio nacional, alira de lazar prego que cos-
venna.
Dele>sado da Capital O Sr. Dr. Se-
crealo oa Jasliga, teoau em lonsiderago os
relevant-s servigos prestados a cansa puolica
pelo Tenente Bi.'tbclomea Sopliocles Wallace
Metra de Vasconcellos, offlcial ia Secretarla da
Qoepiura e actuai subdelegado do t.- destrlcto
da Bi Vista, serv:gos quera is se Balienta-
ram pela rara pericia com qoe procedeo para
descobrlr e* capturar o celebre crimino o
autor (?o qaartejameoto da menor Mara lea*
qaim, resolveo, por acto de bcotem, designar
0 mesno fanectonano para, em commlesao,
exrc*r a delegan ^p po ciado- *.* yist-ich)
unta cap tal pid rnbstitargaD dn nciual. qae fot
' nomea 10 professor de lin^ua^ da E-cola lodos
trial Fre ane.a.
Esse acto do D Secretario da Ju-lig-i, digno
dos unieras appiau^os diante o tino policial re*
vealo pelo 8r. Te i. ole Meira 00 raso de que
ge trata, expume o eala'nao com que n Goveroo
esladual d;siingoio tao digno auxiliar da polirla-
Nohsos paraot-iM i. 1 romeado.
Exonerufo, nonieafo e remo-
Vsio-1' r po tana de 28 uo cc.r- le do Sr. Dr.
Secretario de Ju^tiga, Nagccras Inte-icres e los-
troeguo Publica .-xonerou 8 pedido o bacharel
Jo o Pacifico Ferreira dos Santos do ca'go de
promotor publico do municipio ue Giranhucs.
por ier sido nomeado lepttido' da E-cola Fre
C-neca e, notr.eoo para Eabst'iail-o, o bacharel
Jos Unicio c Albuqa rque Xavier Ja ilor, qae
levera a.sumir o ejercicio no prasn de 15 dus
Por dicrera da mesrj.a da'a 00 Exm. Sr. H-.
(jj'e ca io- do E lado fu r- rao.ido o joiz de di
eito de lagaxeira para )?oal no u,uoicipio de
Tacarat. com o prasu de 40 ias para a- uaii-
0 ex-nir.io.
Congrainia<*i*s. :cc3ulado da Repu-
b'i-a uo Pci em i-er uamnaco.'28 le -o rao oe
1895.Exm. .S:.=Ape8.-uto a V. Bxc. as mi*
uuas CODgratO'acOxa 1 et > naivamen o ue V Ex .
e fle Ui re: p. iubiiissi.ua Tiraiiia do e-oveireua'
menio oe qu- fo- .m ttcti uas.
Reitero a V. Bxc. o* p ole-loi de mioha M'
bi.u estima e conaideraga.. 1 Ira. e Ex'l. Sr.
D-. Alexan irp Jof Bar ^.sa Li o* -M. D. G.-
vernado- do Estado O ClDSOI, A. G. de Miran.
da Leal
Honroso.=0 Sr. D Secret.ro da Jus:i-
ga, era s.-o uorae e no do 3r. G'vernaoor do
Esta.io, a-aba de dirigir ao Or. Qoes.or Poli-
cial o seguidle ofli.iu, que mono honra ao
foOCClDoaiio de que nelle se trta:
Secreta-i 1 da Jus iga, N'gocios interiores e
In< u &3 Plili.a rt- Es'ato Percauoocol
1." de Ansi8 de 1895-Sr. D-. Qiestor Polica'
Iiiteriu =Teada em constderagi- o asaignilauo
serv o qa-- ft cau-a da Jostiga Pool ci acaba de
prestar o cfciai da Secretan a vosso cargo e
actual sj'i'VIeca :o do 1.. districto da Broa
Vi?'-', cidado B rinolnmen S^phocles Wail.ce
C-. iroo Meira de Vasconcellos, COBaeitoiodo,
peio< eup esforgos e rara pericia pcli'i<;, oes-
cubrir o autor do brbaro as-^si'inito di mfe
liz raerrar Man J^aqiina, epffeciu-ar bo^it-'m 6
larite a captura de to Celt-brp criminoso; re*
commendo-vos q ?e, em coxa do governo do
E tad!, elogiis joelie digno funcciona-io por
tao iraporla'iie du gencia, as-*pgorando-!fie oo
es Reas servigos ser&o tomados na devlda coi-
sider;gSo.
E'-me tambem grato, por e-ta o"oasiSo, loo*
var*c8 pelo tino rom que procederes, loco l-
bralo o-ra tal diligencia a quem to bem soobe
ccrres,itnJer a vos-.-^ po->pr-a>iva. Saaie e Fra-
tr.cade/.('.'o de Mello Filho.
Horroroso erime A:ha-*n oreso e rp-
colhido a Casa dj Detengao o autor do horroroso
srlme de uraa mulner horrivelmeote mutilada
qne to profunda impresso causn n'esta cida-
de nela hediondez qoe o revfstioe requiote de
incontestavel perversldade que os destroces da
desbragada victima, reveiavaai existir da parle
de sea u or.
Chama se o criminoso Agaello de AsBompgao,
estahelecldo com loja e olficinas e calcados
ra da Imperatriz n. 15, pavimento terreo.
Agella om individuo baixo. pardo, cabe los
carapiobos, olhos preras. cansando o coujnncto
de saa pbysionomia orea Impress&o aolipatb>ea.
A sua priso foi effectoada ante-bontem, is 7
horas.da noite, pelo Sr. sobd^legado da Bi-
Vista, o tenente Barlhoramea Meira, auxiliado
pelo acaaemico Artbur .Freir, empregado da
Qiestor& Policial.
Na recasiao de effeelear-se a prit, Agoello
resisto tenazmente, armado de ama pisla ee
dois canos, de que nao ponda asar devldo a in-
tervangao do cabo AogoBlo de Sania Tavares qoe
de'armoa-o.
tfd -'amento de ser conduiido para a prieto,
escol'ado p ir praeas 4o corpo municipal, grande
nomero de populares indignados teotaram arran-
car o criuino-o das roaos da polica alim de ll-
qoidal o, o que esta nao conseotio, ga*antlndo-o
conira a colera do< mesmoc populares.
Racolnido a prlsao foi o criminoso lmmediaia-
meote submettido a lot r-egatorro qae p'olon-
goo-se ai fs 2 horas da madrugada. N'eise
raierroKatorio Agnello fez ampias declaragOes,
sem graod resistencia; affeciaido sempre de-
sesperago e como que rrependimentodocrlme.
Esse lnierroga'.i rio foi fio pe? S'. sobdele-
gado da Boa-Vists, em preseoga de entras aota-
ridades, e em virluda das deciaraiOes feitas no
mesmo, foi p-e^a era segoila ama su amasia da
uome Ma ia de tal, para ave'ignagOes poiiciaes,
assim como a meeor Mirgarida de til, tilba
daquela.
Pdl. mesmo Interrogatorio sabe-as qae a !cM-
ma cbamiva-se Maria Joaqaiua, orpba, semi-
brpnca, baix.., sorda, 16 anuos de nade ponco
mais oa menos.
O crmiuosu coofessoa ter a vtc'-lma morrido
em w rale ue orna queda qae cera de urna-
cama equ? em vis a dissa. temeado elle ser
pertegoido, resolveo esquartejal-a, o qne effc-
luoo, laogaado-a ao rio Capibaribe da ponte da
vta-ferrea de Caxanga, declarando qae a cabe-
ga da victima tangir em separado tambem ao
no n'oma bolga de palba. das qae sao Ubncadss
na Casa de Detengao. E' upposigSn geral, po-
rm, que e criminoso hoovesse entenado a ca-
Dega da victima em am dos qaartos do predio
em qae resilla, o qoe se trata- de verificar.
Morava a victima a principio em casa do Sr.
Hilariao Mai;\ esiabslacido com loja de miude-
aas na roa da l.nperairn, e d'.hi passoa a morar
oa .oa Aagosia d'onue foi attrabida pelo crimi-
noso qoe nona o intento d seduxil-a e em coja
casa ji se acbava algn das antea do monstruo-
so enme.
Houiem as autoridades competentes proaego-
ram na interragatono e oatrss avengaasOss
am de meihor esclarecer o fas o.
Duraate o di? de bontem foi grande a agita-
gao popular, estacionando muio povo nao s nts
circamvisiooaogas da Detengao co o as mas
Bario da Victoria, Praga da Concordia, Impera-
triz, especialmente era frente da casa do crimi-
noso.
Entrada de 1". Central de i'ernam
buco-=i3CreVerara>ao o segoiole,: -
lilms. Srs. Reda tore* do Diario de Pernam-
buco. Pedimos encarecidamente a oteivengao
d'eaia illastrada reua g-., no sentido de serem
restaDelecidos 03 treos da E. de Ferro C. da
Pernambuco, de 9 bofas e 20 niatos, da m rana
(Jaboalio) e 4 Horas da urde (rlectfe).
us moradores des soberbio*, oa maioria, em-
p-pgi ios poblicoa e commercues, sao muitis'
simos prejudica Jos com a suppressao d'eses
treos, ans os unios qu* chegam a lempo, quer
para o inicio dos trabadlos quolidiannos, qner.
pa-1 o regresso aoa lares.
Convictos de que n nnsso pedido sera a'.tend-
do, assiKnimo-oos V. V. S. S. Moralores de T.-
gipi e Jaboato.
Crlanca encontrada.Peio Sr. Sub-
delegado ao 1." Dutricto da Graga, fot encontra-
da no dia 27 do correte oa estagio do Eatroo-
emento,um menor de edr parda dizendo cha-
mar -s Laiz.
Qaem tiver direito a dieta crlsnga.pode proco-
rcl-a em mSo o'aqoella auctoridad .
Operarios em grveEm ama no-
ticia que sob esta epigrapoe .o poblicada no
Diario uitlito. temos a rectificar qae nSo sao os
operarios da Drayaage qae se acuito em give,
e sim o pessoal da cooservagao.
Urna rjomml88ao a'este pessoal elo novamen*
le ao nosso ecriptorio commaolcar-nos qae
contiooavao em grve, visto que aioda nao
foram^attendidos pelo gerente da comoanbla.
Tribunal do Jury do Reelfe-Fonc-
cionoa bootem este tribooal sob a presidencia do
Dr. Joe Jul.ao Regoeira Pinto de Sonta, jais de
di.ruo sobstitoto reciproco do 3 diaincio cri-
minal.
Foi sofctneitido a jnlgameoto o reo Jos Henri-
que Cardim, pronunciado como incorao as pe-
nas do ai. 304 nico do Cdigo Penl, por ha-
ver no "da 16 de Fevereiro de 1891, a roa Prio-
ceia Isabel, Iregoezia da Boa Vista, praticado
com ama tica de pona, f^rlmeoto de naiu-ezi
grave na.pessa de Daciano A. da Porciuacuia
Ferreira.
Fes a accosagao oDr. Victoriano Regueira Pin-
to de Scosa, 3. promotor publico.
Prodoiio a defeza o Dr. Loii Emygdio Rodri
gas Vanos, advogado dos presos pobres.
Em conformidade com as deciees do coneelho
de seoteoga, o presidente do tnbuoal condemnou
o to a pena de 2 annos e 6 mezea de prlsSo cel
lalar, gr&o medio do dito art. 304 aniso.
-O pat'eno do r?o aBOeUevi ta decisaj paia o
Superior Tribunal ce Jnnica:
O co '.-eiiio de senleoca aoicpoz-se dos jurados
8PgomtP8: '
Dr. SebaalitofeVasooiicello 6aivat>. w
J .1 0 L'Iim Pelxob
Fraueis-.-o As->s A^buauerque Maracbo.. ..
Joaqun. R. Beta.
Jos H-nrqiie Goiops Vieira.
Mannp Pereira da S-lva Via na Jnior. -.
Cundid.) Jos de Ges Teles.
Pe'tiando M'falhaea da Silva.
M-ini el Corre a Miciel da Silva.
Hj r-iolei>o* reo Luis de Frangs.
CJmo e Dever-Algans mrgos drsia ci
daor loo >arara no tabeado urna sociedade boiaa-
nita'ia -.)) o 'itaio cima, coja rraoiao (oi presi-
dida p lo Sr. E.ias Bastos.
Fui nomeada a comm'ssio para a confec.;o
do-i esiatuto--, comnosti do' Sra, Marcellino dos
Santos, reatur, 0 0f ssor Jo5o de Dpbs eLe \ 1 no de Paula, meuibrns-xbudo desigaao o 10
m ngo p-uxirao para a saa primiira sessao or-
en ra.
Clun Cnrnavalesco Mixto das l'.n
xadas E ie C.n neo posee io saoaoo ,. uua
oire.turia com lima ^---o m^gna, zead^-sp < ovir o 1 reg lente, o orador ofli' al Sr.
''os ue C-lecino e 08 S -. _oo da Cruz e Alfredo
Vui-uum.
D^nms t ve logaran solrs dan3ante, (|ae
fci al teU madrugad i, acbando-se prese 1M
feraod""narnprn de asa ciidos.
Airandeg" Necsi rrpartigSo pag;.m-se
noje as i.'h'.i abaixo declralas, comegeodoo
paa'OWan as IO boras da manh e terminando
as 2 (i.- Ms da tarde :
Jastiga ledeal.
Sanie do p?rto.
Aposentado*.
'paiaataa.
Ofi-iaH 'formado.
ilesas de exanies -P.epar. ci, Geral dos
TVir-gr-i ros.
Re, 27 de Junho da 1895.
jGovernador. Reclf
C mmnnl o-vos por decreto o. 2032 !e 26 cir.
rente mez foi aotori-^da i-rgsnisagao mesas e< -
mes p eparaio-o: esados, sr quaes comegao
fanccioa.-r de 31 de Julbo vlndonro-Minalro
Intei'ior.
Brzil -E'se sarartuoso paquete da Com pi-
orna .1-3 M". c-.r -m nosso porto raiana, procedente dus da
Eur pi.
h" oe grande veloeldade e de optimaB acccai-
mrda 6e o^ra Dassageiros.
Muestro.tari i GomesSomov i fr-
maoos que o ra .>-s. o Caito* Gomes adiou a coa
visita esta capital para a po;a da le j pora ia
d.> compannia Smsone.
A' in-tarci de amigos, c grande artista dve
a.ha--3e a tu linele em Ma.acs. de onoe re-
gressa para o Estado do Pa i, atim ie encir-
regj--aH da org.iiiisigao no nov.j (JonserViturio
Moslcl que oaquelle Estado vae ser ere;.di
pelo govereo do memo Estado
Theatro Santa Isabel Segu.do te
gramma enviado a 1 a> ct.na dos Ibeatroa,
deve ciega.- ao proxi no paqaete naciooal a
compaobia dramtica de ope-etas qne sob a di
receo do Sr. Moreira de Vasiuocelles tevu a
melbor aceitacao no theatro S. Joao da B^b a.
.....Como erimeira dama vem a conbeeida ai- x
Luna Leonardo, que tambem ama exc-llente
pianista.
u repe-torio da corapaobia compde-se das pe-
gasO Poreqaito, (teoorso Vivo, Dous S-Btia
tos, Joaaoa Mercal. Morgadioba de Val F a-,
Gaarany e out-as moitis.
Vem tambera faaeudo parte do elenco o le;io
Abos.
O .Diario de Ntidas d'-queile-. Estado
tratando do deiempeono da MorgaJinha> aaeitn
ce ex, rime :
Representen se a S rgadinba de Val F.o*>,
bem laogado orama do eonbecido escriprar Pi
uheiro C0ag O deserapenho e-leve bom ; a Sra, Leonar jo
deo-nes ama boa aJlorgadioba.
0 Sr. Vascno ellos, no difficil e fatigante
papel de Laiz Feroandes>. deu ao mesmo 1.
deiempeoho bom, satisfas^ono, como fez lti-
mamente no de aprlOCDd Carniol;, :ia D.llla,
Silva, Tito Lino, At-vedc, Anonra, Dut a
Jaba Gobert e Lucia Fernandas desempenba-
ram-.e tambem a contento.
Todos os artistas foram applaodidos, es pe*
clmente os Srs. Silv Vascon elio-, Dutr,
L. Leonardo e Lucia.
Termioado o drama, 8Fgato-3e ama tarie mq
cert.ute, cffectua ;a pela S a Lu'xa Leonardo
que execotoa ao piano a appundida Pasquioa
da, eodo-lbe dispensadas manas palmas.
o tenor Abos, em seguida, execuioa con o
corpo de coros a valsa da Gran Via*, que an-
da noDiem mereceu o b 8.
A companbia irabaibara no Si.ta I abel al a
ebegada da compaobia Modeua que vera f-ze
*Biagoem virtude -*o contracto de 15 ue Fe*
fretro-do corren'eanoo-
O.bra da Adoraco Nocturna-To^a
logar iioj- ao meio aia, oa matru ua Boa Vmta,
a bassIo mensat-da-ta o ora.
-Revista Moderna HeceDemos o 0. 8,
aono 11 desta Rev.sta, que aq. te publica, 3 o
seo summano o segainte :
A capacidade jurdica da malher l.uis Gomss.i
As polooexas de Chopim. Sacudes Faoee-a. -
Na Alnom de Alda, F. A. Pereira da Cosa Fr
loe.-Rimas em arie, A varo d'Alba.De Per-
nambuco a Sergipe, O ympio Galvo D.s lunr
ue-, P. Baarottt, v Murae la Coutesse de G. ..
Barn G. J. d'Herpeat.As artes em Peroanam
orco, F. A. Pereira da C ata.Novas 1 jau-ti la-
(Kaolino Por ellaoa) Dr. Pi es de A'melda.Os
amores de Pedro I fexcerpto), Egas FafeRe-
vista das Revistas, Te tras.Parts Cearenees,
Migoel Theopbilo.A Hevista Mo lerna e a lm'
prensa.Aui-oucjos. .
Casamento civilO escrivao 003 casa-
mantos que (oncciona dos districlos do Recife
Santo Antonio, Sao Jos e Afogados allixou na,
repartigao' do registro dos casamentos -ua
de- Imperador n. 75 1-' andar, edital de procla-
mas de casamento dos seguintes contraben-
tes:
2." Publcagdo
Jovino -Olyniho Sadlrra de Carvarho, sol tet-
ro, natural d Estado do Rio Grande Jo Norte,
coramerciaute, residente na freguezia da Boa-
Vista, com D. Amelia 'Amalia Pereira de Al-
meida, viuva, natural deste Estado e residente
na- treguexia de S, Jos
Manoel Sebastian de Oliveira, artista, com D.
Tbe'reza Maria -de Lima, solteiros, naturies
deste Estado e residentes na freguezia do S.
Jos.
i. Puiivcaco
Marianno Emiliano da Costa Hamos, artista
natural de Alagas, residente na freguezia do
Recife, com D. Antonia Leopoldina Pessoa de
Vasconcellos, natural deste Estado residentes
na freguezia da Boa-Vista, solteiros.
Esorivao de casamentos da Boa-Vista Gra-
ca, Poco e Yarzea affixou na repartigao do re-
gistro a ra do Imperador n. 41,1 andar edi-
taes de proclamas dos seguintes contrabenl(3 :
1.' Publicagao
Antonio Jos Gomes da Silva, com D. Espe-
ranga Damiana da Silva Teixeira, solteiros,
residentes na freguezia da Roa-Vista.
2.*Publicago
Estevao Joaquina Ferreira, com D. Maria do
Carmo do Espirito San o, solteiros, residentes
na freguezia da Boa Vista.
JoSo Deodato Lino, cora D. Zulmira Maria
Freir, solteiros residentes na freguezia da Boa-
Vista.
Cemlterio publicoObtnario do dia 25
do correte.
Tbereza Mara da Cmara Botelbo, Pernambu-
co, 46 annos, casada, Recife.
Joio Martiolano Waoderlev, Fernambaco, 42
annos, casado, S. Jo .'.
Maria da Silva, Pernambuco, 34 anuos, soltei-
ro, Boa Vista.
Leobinio Mooteiro Francisco, Pernambuco, 21
annos. casado, S. Jos.
Capitolios Mana dos Aojos, Pernambuco, 38
annos, Boa Vista.
Etjlvina do Carmo Coelbo, Pernambuco, 7 rae
tes, Boa Vista.
Mana Joaoni, Pernambuco. boras, Boa Vista.
Joanna, Peraambuco, minutos, Graga.
Sevetina, Pernmbu o, 3 boras. S. Jos*.
Ana Maria da Co;Cigo. Parabyba, 32 anuos
solteira. Boa Vis a.
Llco, Peroamba;o, 1 anoo, Boa Vista.
- Dia 28 -
Fr.nciaco Ferreira dos Santos, Pernambuco,
61 ai nos, solteiro, Boa Vista.
Lu, Pernambuco, 10 das, S. Jos.
.Manoel Jorge da Mofa, 3 a as, S. Jos,
Pern; mbaco, 20 an-
Tneophi'a Gjmea.de Oliveira Lima, Pernam-
buco, 24 annos, casada. Boa V sta.
Manuel Alves dos Santos, Babia, 45 aonos.
soiteiro, Graga.
Emilio Fabiarjo da Costa, Pernaaboco, 8 ac.
ugp, afegfcdos.
Igoe Mana da Conceig5o. Pernambuco, 23
ao'-os, solteira, Boa Visla.
Samuel Ad3o da Cosa, Afrka. 80 anoos sol
teiro, Boa Vista.
Malthue Mana da CoDcaigSo, Pernambao, 80
annos, viuva, Boa Vista.
Amonio Hilado de Laceraa, Pernambuco, 30
annos, soiteiro, Bca Vista.
Da 27
Mana da Penba, Pernambuco, 35 aonos. soi-
teiro. Graga.
Joaquina Ja~ob G'afe, Ric Grande do Norte, 21
annos, soiteiro, Boa Vi:-ts.
Francisco Lonnoinho Oa Silva. Percamboco,
-35 anoo*. sul.eiro, Boa Vsta. t
Fans, W.lbes Roses, Noruega, 45 annos, casa-
do, Uo- Vi-ta.
Jji.qaim Mrelra da Costa, Pernambtco, 26
annos, casado. Boa Vista
Fianwaoj Jote ao Mocts, Pernamnucc, 28 aa-
iio-, soiteiro, Afoga os,
Loareriga aria de Jesu?, Pe-nambuce. 67 an-
iio eolteira. S. Jo.
Mana Joanna da Grace-gao, Pernambuco, O
anuos, viuva, a, Jone.
Mana Josepb* da Cooceigo, Pernambuco, '
m t.-- S. Jo e.
Jj=epua Man Loreata Lujroaic, Pdrniabado,
50 -lias, S; J .
Joao Caraozo da Silva, Pe.-nambnco, 40 anno3
soiteiro. Boa V.sia.
Jos Gomes Vieira, Peruamboco, 23 aaoos,
aol'elrj, Boa Vista.
M.na, Pemamhoco, boras. Boa Vista.
Jos Marcelino R.btiro, Pernambuco, 3 dias,
S. iof.
Antonia-, Alagoap, 18 mezes, S. J:s.
Da 28
AlvarrLmt de Frenas. Pernambuco, : annos,
cai>Hjc, Afogados.
Qauea Pmladeloha e Soaza, Pernambuco
54 anuos, viava Afogados.
Silvmo Carioso d Silva, Pernambuco, 50 an
no, soiteiro, Samo Aoiunra.
Jo i'ernambu'o, i roez, Boa V sta.
Luz de Alcan'ara Erhardl Jnior,8 mezes Boa
Vis a.
Bita Francelina da Coat-
tro*, solteira, Graga.
P..rcila Mara ia Silva, Pernambuco, 13 au-
no, ^olteira Saato Antooio.
C n iiu Fcriuuato Ribeiro Soares, Peracmbn-
co, 20 senos, snlieiro, Boa Vista.
Lu.z Alves Baroosa, Pernambuco, 4 das Boa
Vala.
Jos4, Pernambaco, 1 dia. S. Jos.
Victalmo, Peruaubuco, 16 mexes S oto Aato-
nio.
Caria Franc:s:a, Pernambuco, 60 annos, sol-
leira, Hoa V.sta.
J.iaquim P'ancico da Silva, P.-rnambaco, 2i
anio", a Laurioia Ma-ia da Cjacsigaa Peroambu:o:7j
annos, vinva. Boa Vista.
U o feto do sexo-aiascalico, Pernambnco, Boa
VUia.
Ura feto te ten masculino, Pernambuco, Boa
Visa. r
Dia 29 -4
Antonio Jos Ferreira Liraa, Portugal, 51
nos. casado, Reri'e.
Sevenna Rosa de Lina, Pernambuco, 70
o solteira, S. Jos.
Zouo, Pernambuco, 9 metesi-Boa Villa.
Manoel Peruamboco, bo*as, Boa Vis'a.
D n f;te femtafoo, Peramtorj^o. Recif-.
aOodso Domingos da Sli-a Peroamboco,
metes.'Boa Vista.
Lu- inda Mara da Conceig", Pernambnco, 17
an- ..a vlova, B >a Vista.
RoieBda Mana na Coacelgo, Peraambuco, 52
nuus, solteira. Boa ViS'.a
Julia Calda* da Rocha, Pernambaco, 3 annos,
soi'ein, Boa Vista.
Antonia Mana da ConceigSo, Pernambnco, 42
jo-.os, solte-r -, Graga.
Mariana Fausta de Sant'Aona, Pernambuco, 45
annos, casada, Graga.
cotnmisso de Melhoramento do
urto do Recife-Recife, 30 de Junho de
1895.
Bolet rn Meteorolgico
Horas. Term centi- Barmetro Tenso do Bumie
faO) :
7 763,-lS
761,-43
750,-81
760,-46
. Temperatura mnima 23,"00
desabrigados ao meio dia.
Temperatura mxima 28,25 Ennegrecido
60.-OPrateado 43,-2
< Evaporago em 24 horas ao sol 2*5 a som-
bra 1-.8
Cbuva 26,-2.
, Direcgio do vento : N de mea aoute at 0
horae 44 minslos da manir; N\V al 1 hora a
36 rni'-iutos ; W at 5 boras ; NW ale 9 horas ;
SSE at-^ boras e 32 miamos; ^E a' 'W horas
e 16 minutos; E at 1 bora e 16 minutos da tar-
de ESE al 1 hora 34 minutos ; SE at 2 ho-
ras e 32 minutos; ENE at 2 horas e 50 mna-
los 1 SE ate. rae i a noite.
Velocidade media do vento 1,-10 por se-
gundo.- ji
ebulosidade media 0,94.
Boletira do Porto
Pra-mar ou Das Horas Altura
baixa-mar
B. M. 30 de Jnnho 10 h. 45 m. da m. 2,- 00
p. d 4 ti. 55 m. L Q,m7Q
Cauta de Detenc&o Movimento dos
presos da Casa de Detengao do Recife, Estado
de Pernambuco, em 30 de Juaho de 1895 t
an-
an-
l-
grado
6 m. 23,-tt
9 . 24,'6
12 26,'8
3 t. 27/0
6 . 26',3
vapor dado
18.58 8
19,81 85
20 '.18 80
20,82 78
20,79 82
Tbermometros
Existiam
Entraram-
Saturara
Exi3tem .
A saber:
Naclonae.
Mulheres .
Estraneiioe
Mullier. .
Total.....
Arragoadoi. .
Bons ......
Doenles.....
Loncos......
Loucas......
474
5
2
Irr
443
8
26
0
477
430
401
22
6
1
430
Total.......
Movimento da enfermera :
rs'o bouve:
Passageiros-Cuegados da Europa no va-
por ualiauo "Las Palmas :
Francisca Altieri, Giovannt Launa, Ferdinan-
do Casclani, Joa Lionello, Guiseppe Altadano,
Severo Altadano, Sicola Bevitaqna e Braze A.
Bevilaqoa, Pasquale Canavale, Giovanni Canda,
Nicola Cantisaoo e Domecuco Cantisaoo, Djme-
nico Ciancone, Angelo Celano, Adamo Cimar-
della.Niccla Cacafdella, Pasquale Chiapetta e
Francisco Cbiapetta. Angelo Ferraro, S'.tiOO
Fabbiano, Goiseppe Fortuna e 1 Bino, Paulo
Germano e 1 fltbo, Vincenio Gioia. COiaeppe Jan-
nine, Pasquale L nzilotti e 1 fllbo, Bomen co,
Doraenico Longo, Antcnio Mctta, Marco Mercono.
Gaetano Miiolmo, Antero Maiheo, ana seonora <
2 filbos, Pasqa-li o FijUastro, Eiydio Paladioo,
Paolo Petillo e 1 Blbo, Francisco Pista, Colom-
aa Patcasat e 2 Albos, Francisco Paolo Pelillo,
Antooio Rjberti, Laigi Sola, Goiseppe Vfrbnauo,
Vincenso Pataro, Benedicto Longo, Gniieppe
Cosensa.
Chsgadcs da Europa no vapor osleiMI:
AMhor Klein, Percy Rad, Luis Crrela oe
B-Hto, W.Hiam Gildmeisler, Tbomas Jobsoo,
Sansn A. Fvans e Margireth Evans John Cur-
ran Joao B. Silva sJotta, Manoel Silva Mottav
Mina Meoaes, Joaqaim Gardoio, Manee! Perer,
J^o Jos Monieiro, Camiilo Hinriqae8> Jos Pe-
reira Cardoxo.
Sibidos para o sul no mesmo vapor :
Josquim Ferreira, F. ndistuh, Eog nioCar-
dozo Avre?, sn Eenhora e 2 filbos, Alvaro Pinto
Alves, soa mal e 2 Irma?, Dr. Jos Codo y de
Vasconcellos, Jos Harmmo Pentnsl, JoSo Car-
dlo Valenga, lovannl Saosone e snasenhora,
con8e:heiro Jo8o A'lredo Crrela de Olivtira, i
netto e 1 criado, Albertina Sonto e 2 Albas.
"

11EEVEL
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Diario de Pernambnco Ter^a-feira % de Jnllio de 13D5

JURISPRUDENCIA
HxiiniiiN questSes sobre a hypotheea
Appella^o commercial 11. 1174
Embargantes Ernesto &, Leopoldo
Embargadas D. Senhorinha Mara Ferreira e outra
(Continuafo do n. 145)
0 ULTIMO ACCORDAO
flBlKMQtiS 4 PEDID
De Jaboatao Aggravaute o C>ronei Cicero
iRr-tf ie Suata Leao, agtrjva'lo u jui 0. !
A ) juIz Calila la re. :
Da decjfeAiKmvaules Os Syadlto da mas- j 1 1 o i-
8a f.nida dHjoa/R-oair &. C. aggravados Joao Apuracao da elcicao do *. dis-
Obedecendo ao plano, que tracei em meu artigo de hontem. paaso a transcrever o ACCORDAO, que em data de 31
do prximo passado mez de Maio DESPBESOU OS EMBARGOS OPPUSTOS PELOS MEUS CON^TITNTE ERNESTO
4 LEOPOLDO ^O ACCORDAO DE 30 DE NOVEMBRO DE 1894, cujos fundamentos e dispositivo, contrarios aos mes-
mo meus constituintes, analysei ras allegafdcs, que j foram publicadas neste Diario.
O publico, para bem se compenetrar da usteza de toda, as palavras que hDtem escrevi, nao se esqueca de fazer o
necessario confronto ent-e o 3.- e ultimo Accordao e os dous outros qua o precedern).
Foi exactamente para facilitar esse confronto que assentei de publicar o ultimo Accordao conjunctamemte com os dous
que lhe sao anteriores, collocando-os em columnas paralellas e designando-os pelos ns. I, II e III, segundo a ordem chron-
logica em que foram proferidos. .
I^ual confronto deve tambem ser fsito entre os tres mencionados Accorlsos e a senten^a do Juiz de l." instancia,
cuja integra transcrevi tambem em meu artigo de hontem, menos na parte que resum as allegayojs dos litigantes e que ne-
Bhuma importancia tem para ocaso.
E' um preparo na a um interessante Catada de anatoma jurdica comparada, para o qual convido tanto a sciencia
dor competentes, cono o simples bom senso dos que nao o sao.
Rtheiro & C.
Aojaiz Alueida:
Do RecaleAgravan'e D. R malina de T-irre*
B nlei'a. kgg-ava-io Joa Frannsco B.ll'-u ;uu" .
Ao Jim Canos Vas :
Di H cifrAggravantea Jos Loureiro e ou-
tro*, "agrvalo o juno.
Ao juii J>ioCuije :
Dj K aleAggravante Antonio Jos da Cos
a, agravados ves de B lio & .
a 11 jnii J >j i C'T o :
!) J irioaiaoAggravao'e, o co-onel N mena*
no Ha'bj'&da Silva, aggravado o jqizj.
Appellac,es civeis :
Au JUIZ Alfflri a .
D- unOfcaAppean'e Too naz de Carva-
Iho Soares Brama", appe Udo o Cura ior eral.
Ao jmt Cario ?* :
[) 0 luda Anpe ante Merandoiitia de M -
r.en Aiooque-qie Marmin&o, apitllaoo Tjlano
de Qjei ot Barro Lra'.
*pp-l aco i-ominercial :
Dj H'C feAppeilante a Campinhia de P'O-
ductig Calcreos, appellado tiernard R> 0- S.
h'i -- 00 se a SeSsao a 2 :i i 'is il- larne.
Eis 03 t es AccotdS s :
I
Augusto Cesar da Cunta, Escrivao das Ap-
petla^cs do Supremo Tribunal de Justica do
ilado dr Pernambuco, etc., ele.
Cerlico que revendo o autos ae appellacao
tomraercial do juiz respectivo desla cldade
delles constara os Accordaos do teor seguinte :
" Accordao de folhas 120 v. Accordso em Tri-
" bunal que vistos e relatados os autos dao
" provnnento para reforraarem, como reformara,
* a sentenca appellada, visto como os Appel
" la'es Ernesto & Leopoldo, sendo credores hy-
- poiecartos, TEEM 0 D1RE1T0 DE SEQELA
u SOBRE OS IMMOVIS que nao podiam ser
- andidos para pagamento de divida de tercelos
( nem tem valor al;;uiu 6 argu-
mento de que a hypotheea era so-
bre os predios ns. I3e 139, por-
- - passada eui julgado, reconliecendo
- qus os predios iioham a numeracao 157 e
- 130 e nao aquella, como por engaito se de-
clarou, e que nem partenciam ao dtvedor; e
- assim julgando condeinaam as appelladas as
- cus'af. Recife, 4 de Selumbro de 1804. Gal-
vio vencido : votei Dar que se negasse pro-
vnneiiio appella^So nao $ pelos fundamen-
' tos di tmlMp, como tambem porque f^Uindo
FeUx Gomes Coimbra cons'tderam-se vencidas
todas as suas dividas, arl. 831 do Cod. do
- Commercio e ar. 23 do Decr. 917 de 21 de
Oaicbro de 18A e neste caso os administra
dores da massa iC-ra poderes para vender os
bens de qualquer especie ea leilSo publico,
arl. 802 do cit. cod. e art. 60 do Decr.
- Os credores hypothecaros e penhoraticts ficam
smente ijm dtret'fo de serem payos preferencias
- mente pdo producto dos bens, art. 8S( do mesmo
Cod. e art. Ton. .'ido referido Decr. Neatas
condigoes vendida legalmente a casa, EXTIN
- CTA A HYPOTHECA PELA FALLENCIA.
' nenhum ireito resta ao credor hypothecario
sobre ella e s< o sen direlo de preferencia con-
tra a massa que nao alten lea. Disto segue-se
segHe-se anda que nao bouve aullidade da
venda por ter sido feita em leilSo e que ae-
II
" Accordao em Tribunal qu, vistos e relata-
" dos estes autos, receben! os embargo* de fo-
" Ihas 133, A'fTENTA A PROCEDENCIA DAS
NOVAS ALLEOACOEs DAS EMBARGAN-
" TES fundadas nos arts. 862 e 885 do Cod.
" do Commercio para reformaren) o Accor
' dao embargado e negarem a appella(&o io
' terpasta da senleng de folhas 83, que con
' lir.-nam ; porquanto mostram os au'os que u
li predio fui vendido s embargantes em leilao
' publico, auloriaJo pelo Juu da fallencia de
" Frlix Gomes Coimbra e feita com as solemni-
" dales legaes, na conformidade Jo citado art.
" 832, e, tiestas condices, embora eslresse elle
" hypAhecido pelo fallido aos embargados, pasin
" lcre para o dominio e posse das embargantes,
' Coaso. da l.e\s,art. 1296, 1.a, fi:ando quelles
' o direlo ds exerrerem seu privilegio sobre o pro
" duelo dessi venda, como dispe O art. 836 do
" i.'od. citado.
" \:n> obsta a circumstancia] de
" liaver sido impugnada n'aquellc
" .lu/i a validadle da hypotheea,
" o que dea causa d questo que se discuti ejul-
" gou a acido ordinaria, pois a venda deva,
" apezar dlsso Fctuar-se por forc* da le, a
' qual neste caso garante o direito do credor hy-
" pothecaro com a providencia estabelrada no art.
' 888 do Cod.
"Nao podm, portmto, OS EMBARGADOS
"VENCEDORES A FINAL NESTA QUESTO
" p:uhorar executivamente em poder das em-
1 bargantes, para se pagarcm pelo producto
" de urna nova arreraago, o mesmo prudio j
' arrematado para es-e pagamento; POR.M
" FICA-LHB3 SALVO O MEIO LEGAL PARA
" H\VEREM DE QUEM FOR O RESPOXSA-
" VELOPRKCO PAGODA ARREMATA^AO
" JA" FEITA. Assim julgando con lemnara os
embargados as cu*Us. Recife, 33 de No
' vembro de 1891.Francisco Luiz, Presidente
1 i
" GalvaoCosU Ribeiro. E mais se uo conti-
* nha em dito Accordao, segundo-se a declara-
" co de teor segainte: Teixeira de Si, venci-
" do : A iJHulacio ea frinde da venda das ca-
nuum alcance tem para a deciso "sai hypothecadis manifesta ; ellas foram
* da cansa o saberse se a casa Iiy-
pothecada tinha esta ou aquella
nuraeraco. Costa Ribeiro : Votei pela
reforma da sentenya. parque as embargantes
- appelladas sao as adqirentes* do immovel
riypolhecado contra as quaes pode correr a
* execucSo e no terceiros no sentido em que
pretenden: figurar; PORQUE UMA VEZ
" QDE PASSOU em julgado a sentenra
proferida em ultima instancia m
* acqao de nullidade movida contra os embargados
' appellantes a que refere-se o documenta a folhas
' 11, declarando valida a hypotheea
'* ttm embargo do engao havido na numeracao do
- predio, s por mel da competente
accao rescisoria poderiam ellas
niilliliaj os ('lcitos dessa en
tenca.Teixeira de S. E mais se nao
- contmha em dito Acconi5o aqu bem e fiel-
mente copiado do seu proprlG original, ao
- qual me reporto e dou f ; depois do que se
' via o ACCORDAO do teor seguinte : Accordao
a lolhas 151.
" vendidas em leilSo contra a disposigo do
" art. 3 lettra d do Dec. o. 917 de 21 de Outu-
" bro de 1890, que s se refere a mercadorias
" e gneros de fcil deterioracao.e arrematadas
" pelas irmas do depositario da massa sendo para
" elle mesmo, por intermedio deltas. Probata causa
" potest simulatio probari conjecturis el presum-
" ptionbut eliam levloribus. Repert. verb simula
" cao, nota. Dipois, fonemas casas vendidas legal-
" mente; NEM POR ISSO, PERDERAMOS AP-
" PELLANTESOSEU JUS REAL HYPOTHE-
" CARIOPARA EXECUTAL-0 SOBRE OS BENS
" HYPOTHECADOS, UMA VEZ QUE OS AD-
" QUIRENTES DELLES NAO OS REMIRAM 30
" dias, depois da transmissSo, art 217 do Reg.
" Hypothecario. E mais se nSo contioha em
" dito Accordo aqui bem e fielmente copiado
" do seu proprio original, ao qual me reporto,
" depois do que se va o Accordao de folhas
" cento e oitanta e seis, o qual da forma e
" teor seguinte :
III
Accordao em Trihunal que vistos e rea
lados estes autos iiesprisain o< embargos;
porquanto a escriplura de foihat base da uceo,
designa pelos nUMtTM 137 e 39 as duas cisat
hypothec idas ; TEN uO HAVI DO P 0 R E M.
lKRO NESl'A PARTE, como juignu o Accor-
dao iraitscripio a f Ibaa decidindo ser ouira
a numeracao dos pn.-iios jobre que versa o
contracto a haver se escrip.o por engaito taes
nmeros, E' -.LARO NAO TER VALOR NEN-
HUM A INSCRIPCaO CERTIFICADA PELA
. NOT* DO RE'ilS'iRO A FUS. QUE SE RE-
FERE A MESVIA E-^CRIPTURA. li FU.OL'
. CE NENHUM BFFEITO KS3A INSCRIPCAO,
porque o niei > ila ilar a CoOliecer a silun^o
do- iinmoveis Mvnoili ;ca los. ccndi(o india
pensavel de sua iriilivMluai.fi>, e, iraianlo-ge d
prellos urbanos, a m liracn inn^e e do numero qu* n ella tem ; E A OM1S
SAO DESSE REQUISITO APORTA NE ES
SABIAMENTE NULLIDADE, que a M'di a
terceiro o direito J invocaram as embargadas em si-us artigoa a
folln", H'-g. Hvniiihi'rio de 18i5 aris. 237
de 18 K), arts.'212 a 214 com r-ilerancia ao
nico As inscripta s brt o predio n i7 al a data do su-
praclado Accordao, que reconheceu aquella erro
e julgou provado por urna vistura que os iui-
foram esse e o de niimuju 139, nicos qm* pos-
suia o elevador hvpoifiecani'i : E SE O QUE
KOI ASSIM JUL'iADO IMi'ORTA O HEuO^HE
IviliNTO DA HYPOTHE' A SOBRE ESTES
DOIS IMMOVEIS ENTRE AS PARTES CON
TRAOTA-TES. NOlVIt-ORTA O MESMO OM
UELACAO A TKR E1R0S, POR ISSO que
" a Itl'scripgao lOes pO'lia dar a recpnliecer
" a sua existencia: PORTAM"0 NAO RASTA-
" Va \ DEC1SAO DO JA' MENJIONADO
" aCCORDaO, sendo iniir uma nova inscrip
"" gao que s comecarla a ter elfei'.o 'le sua da-
" ta em dlanie ; o que se nu fez ; n-;m pod -
" na, quando seo liiesse, p'eju ncar a arr^.Tta-
" tacan j concluida ani>0( ames N.VQ TEN
dOHaVIDO, POIS, INS RIPgO, nao, poda
" tambem haver cancella nenio, ou s ella era
" nuila, nenhum etTiMt produza, como disse
,; Por lu'lo isso e lainbem por n'< se achar
'- provada a smuTii,'n) allegada, condemiiaiu
' os embargantes as cusas.
'Recie, 31 de Maio de 1893 Francisco
'" Luiz, Presiden e Galv&o : ioi tambem des-
,: presando os embargos pelos fundamento* de mea
i'ofo a fls. 29 o, e do Accordao de fathis 151 v
- A venda dos bens do lallilo, venladeira ex-
pinpriacao forcada, como a feita em exe-
' -uco de senteoi'.i, o qn claramente se dedu
da dos artigos 883 e s-i i do Cod. do um
" inercio a ensin Vidar, (Jurso de Direlo
1 Commercial 8362. no pode daixar de pro
.. duzir os mesmo ert'eilos desla, desde que o
" prejo foi consignado em juizo e recebido pelo
" deposilario da massa, como se musir dos
autos, sendo sem iniport-.ncia o argumento de
que. em uma funccionou o porteiro dosau lito
" nos e n outra o agenle de leilao, porque este
" as vendas judiciaes 6 revestido da f dos of
" ficiaas publi os, e podem nag fallencias veji-
" der toda a especie da bous movis ou mtiii
' fis, ex vi do arl. 832 do mesmo Cod.
Se as fallencias o processo de arremata-
cao mais expedito que o das arrematad-Oes
j ordinaria, pouco importa, com i diz o ci a m
t Vidari, porque assim o requer a natureza' da
erara. Sendo assim mn a por vgse motivo
liar a desapparecido o direiio de sequella s >-
bre o immovel, e nem a r.lta de canceliamen-
o, se houvesse registro lem, forga de rjviver
um direilo ex incto, mxime no cao de arre-
Hiaiacuo solemne em que a venda se faz em
oome da le e .1 qual declara livro o objec o
vendido de qualquer ntius podendo muite
bem o arrematante oppdr. quando accionado
as xcepcoes de qu* talla Lafayetle, Dir. das
. coasas 217, e Ferreira Dias em seu ccramen-
tario o an. novecentos e trinta e nove do od.
Civ. Porluguez mesmo pira se nao dar o ab
surdode consagrar-se aexpohago do compra-
dor, como um direlo, na librase incisiva d'este
< escripior.
E mais se nao continha em ditos Accordos
aqu bem e fielmente copiados do seu proprio
original. Recife, 19 de Junho de 1893. Eu
senvao, o escrevi e assisno. Em 76 de ver-
dade. Recife, 19 de Junho de 1S93. .-i.i unto
c Cesar da Cunta .
Necife, 27 de Junho de tt5.
Dr. Jote Vicente Meiru de Vasconcellos.
P. S Reproduzo a segu nte passagem do ar-
tigo de hontem para que fique escoimada do
erro cem que foi publicada :
Seria all'mar a desborra dos magistrados
que vo conhecer d'essej embargos, suppor
desde j que elles hao de cerrar os ouvidos a
YOZ do dev?r e f char os olhos ev dencla de
um direito, ijue toma proporges adamastoricas
para nao deixarque dobrem o cabo tormn orio
da moralidade as atrevidas caravelas que se
empenham na conquista das Indias da probida-
de dos juizes.
Dr. J. V. Miira de Vasconcellos.
CERCWGA fIDICIRlA
Mapeilor Tribunal de Justica
SESSaO ORDINARIA EM 28 DE JUNHO
DE 1895
?KB8IDHSCIA DO 8B. DB. FRANCISCO LIZ
Secretario Dr. Virgilio C'oelho
A's boraB do costme, presentes os Srt., joix98
em nunero legal e o sut.s itoto Dr. procarador
geral do Estado, foi aoerta a sesro, nepois
ae (ida e app'ovada a acta da antecedent.
Di3t*ibuldos e passados os foitos, aeram*e
os aegointea
JCLGAUSNTOS
Recurso crime :
Dr- p^oellaaReco.-reoteo juizo, recurldo Hj-
3jno Jja^ de Bjrros.Negou-se provineo.o.
soaoiut emente.
Recargos maalcipae* :
De Ti'iit-a a recurrente o promotor pi blico.
recurr io oCo'jer lu Municipal. Relator o jais
Costa RibiiroAliado.
De Boa VutiBecorrente o promotor publico,
recorrido o Cou eiho Manicipal le-p-civo- He-
la'oro miz Callas Batate. ueu-se pro\tmmto,
eooira o o'o do )' z Almeida.
, Appellacoea crime: v
Do RecifeAppellaule Miooel Emvgdio de
Almeida, appellada a jur.ica. Re ator c juta
Salvo.Negou-se proviioeaio. ananixi m:nr.
Dj K_- jieApi elUnie Jos (Jarcia de A,amo.
Cootirjiou-se. a aeuteoca, contra o voto djs Jir
es Alrr eid e Galvao.
AppeilacO'-s civea :
De PalmaresAppelhote Alf edo Firma de
Ohvejra, onea'o Fraoclsro de Oliveira Gui-
ma-a-p". li-la'or o jais Galvao. Revisores o-
juizes Cota Rtoelro e Caldaa liarret i.-CjiiJ--
moa -e a aeuteoga, unnimemente.
Da Ba rerosAppellaate Bi'an rJe Giada-
hy, appeliado Adoip io Lias WaoJerley. Relator
otaiGilvao. K viso-es os juiaeg Carlos Va e
Almeida.=Deipresaram-33 os emoargos, ana-
oimemente.
Da Recife=\ppellante o D-. Pedro de Atbsy
de Loso Moscjso, ip Hala a Companhla U--
HnaiTOu'a A'encareira. Kelatir o ;uiz Joao Car-
los. Revisores os juizes Gilvo e Cildas Brrelo
DBpresiram os em la'goi unaumeote.
PA88AQKN8
0o juiz Gilfio ao juiz Costa Ribeiro:
AppellagOes crimes :
Dj ReciteAppellaule o promotor prjbiho,
appellado Jos A'es de Onveia.
D' Nazi'eib Aopeliaote Francisco Perelra
de atjraes, sppflUdu 0 J09.
()- Jaooa ioAppellaule o p-nrn?tor publico
appell do Severaoo Martios de P.irros.
H-- OnodiAnpellanta o pr-taioior pao i :o
appellad) Mmofl da 6ama e Silva.
Appellaco civel .
c GiyaiioaAppellaole o juizo, appellado
M-niei Amelia Tai/.re- de Goavea.
Dj |iiiz Costa Ribeiro ao juiz Cuidas Barre-
ta :
Appellacoea civeis:
if>e..a-i i jUUti. JLtau: o jua U.lo- Yaz. 0o ttil>-Appau*ui9 Z x.nuo KlajMJM do
Morae^, appuiuo Kauoei dos sau.oj otzerra
Leile.
Dj RecifeAppel'inte A Campanbia de El-
(rada de Ferro do li-i-i.'e a:i Lraoero, appellado
o D". Joao Aii; is o do H-.: > Ha ro.
i ju i Caldas Brrelo ao juiz A>meida :
Appellac6e8 civeis :
O holu Cii.seinoApp'llante Cosme More'ra
MartiQj, acpeliado Jos Gjmes de Lemos M>-
Clel.
U- Olloda Appellan-e Ernesto Arc-li'u de
Barros Pranco appellada a Compaunia de Trr
inos Uroanjs do Recife a 0 inda e BeDeribe.
Dj jais Airneid* ao jatzC i-;os Vaa:
Appellac io civel:
Appellaule Maooel Feliz D aa de A-auj.i,
D. Joaquina Frauciaca aa lia-
Do juiz Carlas Vaz ao juiz Jjo Carlos;
Reru-du crime :
Do RecifeAppellaole Lall Js Guogalves,
aunedada a juauga.
E iib<-iijs iufrigea D-Palmees Eunargatite D. Rosarla Perel-
ra de aUgaloaes Bastos, embarcado Jo Vic-
! ti io ie Palva. tutor daa ueoorea ihas de Ar
tomo Carlos Soares de Avalar.
DISTBIBD :c5b8
^Recnrso crime:
Ao juiz Costa Ribeiro :
Da Gjyaoia H.CirrenK o iuiaa, re:orrido
Do ur (os F a ir. 4 o de li -ra.-e.
Aggravoa de petigao:
Ao juiz Galvao:
Do Recife- Agravante dauoel Antooio Perei'
ra de Azevedo, apgravado Ja; n n j P.cDeco Pon-
les.
Ao juiz Cosa Ribeiro ;
trelo
EfleclUOU-se nte-hontem a apareci di. elei-
Qo, quo na viga do Consellieiro Antonio Gon-
Qalves Ferr ra, leve lugar 30 de Maio pas-
sado.
Constituida a Junta Apur.vlora sob a presi
dencia do Vice-Presidente do Concelho Muni-
cipal de Palmares, fle du 4 districlo, por ter
se retirado o Presidente do mesmo Concelho,
quem nao'poda convir a somma verdad iira e
legllima dos volis obtidos pelos diversos can-
didatos, desde que o recommeodado do Pa tilo
Autonomista insigoilicunle volae&o obteve em
lodosos Municipios, comecaraiq os irabalhos da
apuragn, que elTectunu se na melnor orde n.
Foi o atgmnta, o resultado linai, aumuiadaa
todas as actas ; nula niesmo as proles ad is na
rma du le : Dr. Herculano lian letra de Mello
quatro mil duzentoa e oit-nta e nove (4 239 :
Dr. Antonio -le Siqueru i aru-iro da Cun a
mil seisi-entos e quarenia e tres (l 013; : Dr.
______________________________________Bernardo Jos da tatuara cont e viute e o.to
Racngby eiiglish .4matetsrs (l~3.
A cu o iia ingleza ni satinada pa,a SPORT
II0 i DO prado aa r-iai la a Corrida que .11
uunciava deamxuo es lneieze?.
Ksi lesla que levoo aqoelie prada una con
i urreocia ouuaer es de a-oooras e cavainetros | pleno de 33 de Maio que ma s uma ve.-, weio
Dr. Herculano Ban letra de M-.tlo, a queo feli-
citamos pela es! on losa vic ona colhica no
nacin'es e oaqueila colonia, consumi nm
agrsdavel diverii uen'o ; e io i>s que all *a a li i
vij, tlvei) uocastao de pis-a- Iiura- n-in apra
li V-I8.
As carreirss fj-a-D bem dopo'adai, panindo
vnre'orrgoa aniuji-acoja forjas desenvoivi-
3i-8 d-viiiameo e uao poliaui deixar dH te: ao
im ii iur lograraj o* que ,.ru,e rj to:avam <
uela.
Derby Club de Pernambuco
No tjjjiogj u liiua el!e;iuoa esS) po a
Ihes parecer mais convenier te e necessario aos
seus conhecidus flns.
Seja o mez de Junho, o mez das mnlheres e
das OSTRAS, o mez de sangue, no subi enten-
der dos Richepins d'.A Provincia, dos Tro-
pmnoas da setualidade !...
Seja a atropina um toxico originario dos cius-
taceo?, dos guayam?, fomente daquelles que
serviram, para a leniatlva do envenenamento de
uma familia inteira!...
Sejam os symptoraas manif, stados em quasi
todas as pessoas da familia do Sr. Dr. Uarboza
Lima, com espicia'idade as illuslrea senhoras
atacadas do mal, aquellos que resultara de ex-
cessos alcoolcos, de uma bebedeira, como j o
disse um orgo de putilicidade !!:...
S.'ja o enveneDameuto um hbil recurso pol-
tico, para prolongar a vida governamental do
Sr. Dr. Barbosa Lima, uma mvenc&o ca repre-
,-alia ao lutuoso aconterinjeuto do dia 4 de
Harto do crreme anno !. -
b.' preciso, reamente, confundir n (listeza,
resul inte da improQcuidade do me o enipre-
gado, com o liso da atropina era cru-raceos no
mez ... ou ou da 21 de Junho! ..
Ka quera pense tambem que no da da As-
cenco do Senhor, que denumii.am vulgar-
mente da hora as moscas, como que per
encanto, desapparec:m da Ierra e occutiiu-se
era regies ignotas.-..
Porque, 21 de Junho de cada anno, a airo
pina no podei ionocular se no organismo dos
crustceos?...' *
Seos envenena lores assim pensam, ju^to
Se,ui g-aode con.o'ren ;t i, 'e totiva nata rjrrecer il0 j)r. Carneiro da Cunha un diploma
\'1SA9S!T'XS!!\ 5.180 -....lies/ "Ullo. resudado da.fals.flca.ao e. da f,aua,;,que,
realizou um apurado de o./J'OiOOO -ig. vaoao! por occ.isiao do pleito foram praiicadas pelo
orovar a pujanca e correc^-flo do Partido Repu-
blicano Federal no 4." distrlcto de nossi Estado.
C insla-nos, que o 'residente do Conced'.,
quem cima nos referimos, secundado pelo r.
gnacio A marico de Mirand ex-conselneiro
municipal, que em Novembro de !)3 odie ou ao|Que "ao ltl,,s SaiaiBM ao enconlro; cou.balendo
Concelho Municipal dtzondo, que nao mais .anueHas iheorias medicas e, at raemo, nli-
fazia parte da mesma corpor.igo por ter adhe- giosas.....
rulo ao manif .-sto revolucionario, que n'aquella > E' bem poss.vel Que esteja os em erre, mis
epo'ha, pobiicou o Dr. Jos Mari inno. pre- nog quer parecer que a grey assassina e'iicatu;-
lende fazer outra apur.ici, lalvez com o lira de nha mal a sua defeza. ..
Antes a lagrima de crocodilo, com a conis-
^salame das aposta-* em eu u_o idieoto e-rai.
Ai carrrirai liverara o t>eiuinie reao' d
I. Pa'po800 u'etru-'p'-mio 25"OC0
V acedo Nilo eoj 59", lock y eo, do o
ki'o*. codo a poule, cjj i." IS-jIJO e em 2....
7*i03.
Indio em 2 7^200.
. Par^-ludO o.errspremio 30'0 0.
Veucedo' Palnagj eu> 78", }0< k y Peo- ai -
xaudrjno, 30 k los, daudj pole UJ 1." 9 100
e eio 2.a 6i 00
H r.m jrhe em i- e 4900.
3 Pareol .201 meirosp-mto 300*00).
Venr-ador Mascoite em 91 t/r, jo k-y P-iro
A'-xa d oo, SO kilos, daodj a ponte em i.*.
Wt 50 J e edi i.' 11 00.
Uno-io eu 2.* 4." P'rea_i60rf uietro8 bandeap ? emlo. .
500tOJO.
Vei,cei-r Fentioo eu I2V*. ;j k-y P'Hd
Q .eir ,r, 51 kilos, daolo a paule em (.* 19J0
c -ni i- 7*l0ii.
Halo- eoj 7iUI.
5.' Pa eaI 000 rae rosn e nto 30 !*000
Ven-flor C.rimpiro B o 73". jWfl-i"3-
o 80 kdd*, daudoapooe aa i." .I*!00 e
em 2," 5X700
Baih.rj em 2 5*600.
0.' Pareo1.8 0 rae r0g B odcar re co-----
300*000.
V-icedor Ma en 142" jo k y M""il
50 kilos, dando a Koule em l.e 125:00 e em 2
7*8 i0.
M-.a-1'y i m 2 104200
". Pareo800 meir.- rerr 0 S50**V"0
Vene dor G>tuno era 81" jockey Dollort i
31 k o' Jaldo paule em 1." 6*80j o eji 2
5*5uO.
Pau e em 2. 5*800
grupo autonomista, e a-ora lamentavel nenie parljdo jnlPro
reeditados, si realisar se o plano de que Jamos
n iticia.
1S" para eniir, que os adversario* no se re
siynein derrota, que inuito legtimamente Ihcg
foi infligida pelo trioso eleitora'do do 4.' dis-
tricto.
so do fado criminoso, attribunido o aos desia-
r-osde alguin lou o, sem a solidanedade de um
Assnssinos !
J esp rayamos que as bisias fras, os mons-
tros de iniquidad, levassetn para a galhoa
atirassem ao melejo o nefanda crime de 21 do
cor-ente mez.
0 criminoso procura desviar sempre a alten-
cio da jusnet publica do ponto laminoso, da-
quelle que conduz verdade ; arrastandea por
tovios carauhos dando Iheg falsa direcgi, para
desvare conseguir qu: triuraplte a impuni-
dade I...
Nos n&o ac.unpanharemos os envenenadores,
quelles que pregaram sera pre a viogaii(a par-
ticular A. DOS AJiliiOS, como umdirt-ito.no P"a quem n5o osent-nlun, demonsfram que
modo de preciar questo to momenlosa, e que nao pode liaver criminoso sem crime.
lano lem irapressionado a parta selecta de nossa a imprensa oppos.cion.s.a. a solidaria com
sociedade. No terreno que, muito calculada- os envenenadores, porque a dmsa todos por
um, e um por tolos ,veio dizer que nao ha
Acreditamos que o meio de defeza seria mais
accettavel, produzlria melhur resullalo.
Os envenenadores do attenderam, sem duvida,
parA o parecer riimado, por tres medico3 conde-
cido', de grande ineriio gcienlifico, um delles
lente caihedratico de medicina legal na Facul -
dade de Direito desla cidade.
E" muito natual que no livesse escapado
aos envenenadores aquelle corpo de delicio,
mas tambera muito lgico que elles o com ba-
lara, dizendo que os raed cor signatarios da-
quella importante peca sao escravos da dicta-
dura e venderam a consciencia, p ir boa gor-
rjta, ao Kero da Praca da Repblica.
E' um argumento de defeaa...
Era regra.os advogados, quando nn polcm
obter uma abtolvig&o para os seus constuuin-
t-s, por ura outro meio qualquer, mais decente
e censentaneo cora a boa razio, gocorrem-se
ao corpo de delicio, fallando quai serapre
mente, nos querem amalar, quein elles. sos,
com plena hberdade de dizerein ludo quanto
fi8MMEBr.J0
fol^a CiuincrcUl <* Peraaa-
bueo
KtAi/iu otmoiacs junta oas corubtohks
frmcm t Heci,e, V e*lht> ir. ;MS
A i-fies da Coiouan-Hn e tfeOenDe do valor de
100*00 ao p'rcu d- 5-">J& 0.
N' Bol-a venierau-i: :
67 A \to da Cjjan-una de Beberib-,
% O itreaianme
Aataaio Marqae* da Amarlm.
O gecrlrio
Miuuel t. do .silva Pi lo.
CJaaablo
O i Banco abrlram c>jj a laxa de 9 7|8 Obre
Loudres 90 I a- d-odo em seuica 10 a de
mis 10 1,8 reiraoind.-se os toTiadorea.
Ai iraugacr;6.8 oeste mercado 'orara Umita-
la- .
E i pap> 1 particular e banreioc pastado boe-
ve-oui n eolrega
Cotnccs de enero
i-ara o agricultor
Aseucar
3ranco,idcn.idem. .
Suu.euog, i lem, dem
Viascavado. dem, dem. .
i ruto melado dem, dem .
Rtame, dem dem
3*800 a e*20 3*300 a 34500
2*300 a 2*500
2*2 X a 2*40-'
1*000 a 2*0i 0
Algotio
Nao cooatou negocli.
A. Iraniis* C, 2) pina< cora 10,770 li;.oi de
'c>ol.
t \ Braa, 20 cbixg com 80J litro le ol o
J. G. de Aojorln, 10) latas com 2000 I iros
de olee dencioo
P.ra Rio de J-ntro c-rre-nr.m :
E. '.. B-liai* Irmao. 130 raccoi com 9 00U
kilos de *sso-ar hran o.
li Slva, 000 o u- l-oola.
C. F. f.fCo. 85 nace) cm 5,100 k'lo* de
aagocar orauco e li dttus ou 7J tos .-e di o
jjaac Vauo.
no v p-r rtaclinzt Caroeta, para R o
G *B-iM do Sal, caveg.ram : '
s. Guima-a s ot C, 3 pipas com 1,611 litros
Para Ra de Janeiro erreeoo :
M S. Mala. 60 "mas c -n U.OOj li'ros com e t5 it s con 7 W0 di'oa de agurdente
M de Sauza Frao;a. 13 600 cnapeas ae car
nauoa.
a.end'aeaiu publieo*
Hez ae Junho de 1893
Alfandega
' Rnila eeral :
Dj dia t 49:ol3*;;3
H'-n i do Estado :
Do dia 1 7I60
Total
49:i60*793
ftleool
V pipa da 480 litros 215* venda.
AfuardeaaCe
Por pipa de 480 litros 132* venda.
earoa>
eccos salgados na base de 12 kilos i* ris.
teada.
Verdea 700 rls, aolnal
Carnauba
Cola-ge de S3* a 35*000 por 15 klios.
el
Por OoO oomlBal.
feisporaaeo
fteclle, 28 de Joobo de 181*5
rara o enerior
na vapor lORlez Explore*, para Liver
oocl, carreaaram :
B. Wiluami deaigodao.
Ho vapor inglez Mjrcbaat, para Liver
pool, carreerara :
J lio C, 2,750 saceos com 192 SO J kilos de
carolos de algadao.
fio vapor iaRlez C. Prioce, para Naw-
Yo'k,- carregarara :
J. Pat-r &. C, 650 saceos com 48,750 kilos de
abocar mascavado.
R. BrjtQers 2 009 pjl.es de cab*a e 720 ditas
da carneiro.
- Mo lugar portdguez Temerariot, p-na A'-
tigas, carreearam :
A ira j: k u, 15 pipas cora 7.056 Itroe de
agurdente.
Para o lolarlor
N) lugar portoeaez tTemeraria- para Rio
GraoJe do Sol. carreaaram :
A. I-maoa C. 39 pipas com 18,778 litros de
aguardeale e 5 ditta com 2 508 de aicool.
__ No vapor nacional liapoau-, para Rio Grao
de do Sul, ca-reuaram :
E. M. de Maraes, 1000 co'os fracta.
C. F. Ca.cao, 20 pipis toa tt,4U0 llros de
aganrdoolo-
Para Porto Aleire, carregaram :
M. S. Mata. 100 saceos com 7,500 kilos dej dio G.da Silva, carga sal.
agac&f u.uaco.
2' sacvSj da Alfandega de PernamDico, 28
de Jauno de 1825
O che'e d seccSo
L. F. oodecera.
' Pe intaoareiro
!lemeoe>-il'lu M. CQaves.
R ECEBED9RIA DO ESTADO
Do dia 1 2:060*078
RE:irR DrtAlSAGE
Do da 1
JCoTlmento do porto
Nivi-'S enl anos uo ala 29
SanMft e e'C 9 -las T.pcr alleaSo 'atagoaia, de
I97 toneladas, cuui jjau 'ante J. H dten, eqoi
pa^em 51, carca (-eneros a Bo-gielrasa e C.
S-linas oo mesmo da
Hambogt e escalaTapor alleraSo Pa:agooi?,
comoiOdante J. Hoiun, ca ga eene-os.
pa.j_apor inglez Cario Pr nej, comuianda:-
t-i C. Dobln. crga genero*.
Rio de Jioei-o a ejcalavupor ioglcz Wirscbel,
comiuaudanle J. Byne. carga gneros.
Navios entradla no da*30
Valp"-alo e escala20 das, vapor inlei Iherla
de 2938 toneladas, comuaandjnie H Bmun,
equipagem 102, carga i;eieros a Wngoa S,u
e *:.
Para e e-cab12 dias, vapor raonil Planeta
de 887 tanelada, camraa'fia >e Maiioei Jos
de Asevero, equinanem 55, cirga gneros a
Pereira Ciroriro & C
Navii'8 gaidos no tre'rna dia
Liverpool e esvao-r inglez Iberia, commin-
danle H, Br, w carga genero*.
Sants e escalaaoor mglez lodiao P iace,
Rom-nahdan q 0. Le, carga gene-os.
Porto A'ezre e escalavapor nacional ItapoaD,
cpatnandanle J. Pal, carga geo"0 .
Navios entrado no dia 1 de June
Terra Nava34 dias, logar ingl*z Dar, de 200
tonelada, caDitao R. Me ca-ga B.ca.nau. a Bia kLcro .
Bania-=J das, v^pjr noroegnenae Ninrd, d. 478
toneladas, coarta tdaute N Lovold,equipagera
11,Carga gen-* o-, a ordetn.
Sabidos uo mesmo dia
Rio de Janeiro e escala-vapor nacios! Planeta.
commaadante Maooel Jos de Az9vedc, car^a
gneros.
Uo iievidobarca Ingleza Mary Uac M.sier, ca
pi So J. Pnllipy, era lastro.
M-cidpaUcho nacional Norma cap'tao Aolo-
outro meio de chegar no conhecirnento da ver-
Mereado inn<-ip-i de Jos
o morimenio deste mercado oo da 30 de Janbo
(ol o segalntt -
Bnir-'am :
43 hois pesiado 7,3 i kilos
10 kilos do pe'Xfi *> rs. *200
3 comparl com marisco.-a 10U -. 1 '" )
2 utos com camarina |00 ra. t2W
26 i/2 columnas a 600 rs. liiiri'W
4 carga cora gallinhas a 5O0 rs. 2*000
7 cassoaes com galliunag a 300 rs. 2*< 0
2 cargas com railho vrue a 300 rs. 600
4 carga com ameodoim a 300 *300
1 cargas coa) macacoeiras a 300 rs *300
1 cargas com ceooliobo a 300 rs *3 3 carga cora canna a 300 rs. *90J
1 carga com bataus a 300 rs. .3 0
9 cargas com genmung a 300 s. 2*7n0
2 cargag com laraojaa a 3CVJ re. *60O
1 carga com Lauanas a 300 rs. *30u
2 cargas com di veris a 300 rs, *6'0
cargas com loucas 30 ra. *300
6 carga com Janana a 3D0 rs. 1*2)0
|u cargas com mildo secco a 200 rs. 2/000
. 8 cargas com fei|u> a 200 rs. la600
>s lugares a 200 ra. 17*60)
2 Suiuoa a 200 rs. 4l00
12 como, com auineirog a 1*000 12*000
7 corap. com aci2l'uta'UO rs. 6*800
8 comp. coa fresaura^ a *. s. 4*8J0
34 comp. com comidas a 70o rs. 23*800
74 comp. coil fazendas a 600 rs. 403
49 comp. cora wrddras a 300 rs, 14*70.
P comp. com farinda a 400 rs. 38*400
54 comp. r,om talbos z 2*000 l08*ouu
Re dlmenlo dos dias 1 a 29
RiradimeLto de Junho de .4
298*9)0
9 054#0,0
9.35'*9)0
&.327*800
Dillertng para n ais 1.02*i00
Precos do ala :
Carne verde de 2)0 a 1*000 rs. o kilo.
Sotos de i* a l*20 dem.
Ca-neiro de 1*200 a 1*500 dem.
Faricba de 700 a 1*4)0 rs. a cala.
Hilbo a 1*000 rs. a cnia.
Feiiao ce 1*400 a 2*000 a cuta.
Savias esperad*:*
II,v de Janeiro
Birca ame'icana Harret S. Jackscn.
Bra portogueza Veuluroza.
Me i elota.
Logar dinamanjaei Varde.
Lugar Brzi!eir lirazll.
Lugar arfceailao Condem.
Lugar a.le,i,So Semma.
Li L'igar uoroegueose Sylphe.
!-'a a :io oorueguense Hanr.
Patacho ailemao Atnye.
PataosUi bespanbol Ray^nodo.
ia a'-bo Dorueguense Einar.
ts :u.ia alema li.-e.
De Cardiff
ci ra Dorueueose Ida.
Barca no'0fga*ofe Delfisseud.
Barca, irgTeza AtliUlic. .
Uarca maleza Pellicana.
Vaporen a entrar
Mes de Ju'ho
488*. do gnl, a 2.
c^rzil. da Eiropa, a 2.
Kqoateur, do sal. 2
.i|.,':. 00 .'ti!. A 5.
StrasStaury., da Eorpr, a 7.
los.in, a norte, a 7.
Egpirito S ui'.o do orrte.
Brast, do oorle, a 12.
'
Vapore- a afelr
t Mez de Julho
Pnroando e Ruceas, J >rioa!j, 2, s 4 lloras.
Baenos Ayres e es-., BraziU, 2, s 12 doras.
Dor. eux a esc, Equnen 2, g3 horas.
Ma ise eac, Oliod.. 5 as 12 horas.
Rio e esc, Bap'rto Siuto*. 5, ao 5 horas.
Para e S-.w-Yj k /utln, U, as 3 doras.
1

r*-

-
aaBB



-**"i- f
Diario de Pernambnco Tcr^a-fcira 2 de Fullio de 1&&5

dille, do que nomeiando mdicos alheios as lu-
las polticas do Estado, para *s invesligages
BcientiScai.
Coaiprchendemos perfeitaraente a malignida-
de, que encerra aquelle ialuiar conselho.
s Srs. Drs. Constancio Pontual, Joo Rangel
e Rodolpho Galvao nao sao polticos activos e
idlraasigentes. Caracteres altivos e indepen-
dentes, nao sacriflcam a honra, a consciencia no
bilcao das conveniencias part daras.
O fado do envenenaraento s foi conhecido
em Palacio em ho a adianlada d nou'.e, e nao
seria razoavel que fossetn chamados, alm da-
quel es tres Civalheiro* que bcnJosamente
preslamni-se a comparecer na mesma occasio,
Ostros muitos ra-'dicos; indo procurarse,
dedo, al^uro que fosse desaffecto do Sr. Dr.
Barbosa Lima; porque alheios inlfiraraenle s
lutas polticas do Estado, s os ha fra do mes-
oo Estado e nao cnegariarn lempo aqueila
ternv I nou'e.
Os eiiveiiaaores "c.u um rae'o de defeca, usado
no ffl-o judiciario e qua certamente, lero de
eupregar, como prveiioo, para diminuir a in-
dknacao popular, diant da barbaridade sem
nome, que acabara de pralicar, tenan io malar
un* familia inteira. inclusive um grupo de se
ntioras i' de cranlas, para quc.n toda cmside-
rago seria p roca.
E'preciso nt-uiral star a desgranada impressao,
que caosou no espirito publico o brbaro enve-
nenan] nlo.
i) criina :!ii est no profiri semblante das
vuiiims c lamhein nas sobras ilos guayamiHj
attopinaJos, entregues ao exime ctiiuiic>.
S' priiici|jio correnle em direito, que 0 crimi-
noso deve ser aquello quMu o criine .1 prove la;
e, i >rtanto, trate-te logo de dcmonstnr que a
trcpina e ufi frtuto di estac&o na vid-i dos
rn<.w e na: na opinio do POETA Kiclie
pin,ostras e guijains sao palavras synoni
mas -
Tanbem encontramos um proiissional que,
jior una illuso ptica, veriflcou em urna senho-
ra frisca rirpeifiio de uV/f ininenlu.'....
O p. 1 'r qne o Sr. Jos Marianno, segundo
atfirmao Jornal <\n Remfe le buje p-oslestoa
a copar cip^o de s.u partido 110 ei Yaaenu-
menio... _
Logo, econhee que e e e rt.u.jcontra a opi-
ni o ipsJlichepins d'A Provincia
Mas o Sr. Mart'.ns Jnior, que ino fORJO-
SO. pon de declarar no s.u discurso de 18
do corren'- mes que o Dr Jos Mari a era O
TYPO LA HONRA E O EXEMPL0 DO CIVIS-
MO, dir auanh, p;.r destru r o ino ensilo
daquelle prttesto, que o veneno foi inlroduzdo
pelo Deus B.CChu 1..
Ora, se dita!...
E, talvex, o-roprio Sr. Jos Marlanno lenha
reconlieci lo oprime para dtzer que ouppUude,
como nico meo de salvar Pernambuco da anar-
chia :...
Porque nao olera dito?!...
Cornelia
Dr. Felippc de Figneirda
Os Religiosos do Convenio de N'ossa Senbcra
do ('armo do Recife, ten lo de celebrar urna
missa de requem cantada por alma do seu
irmaoconfrade DR FELIPPE DE FIGUEIROA
no dia 3 do correnle no convento de Nossa
Senhora do (armo pelas 8 horas, convidam a
familia e amibos do tinado a assistirem a este
pledoso ac'o, pelo que se confessam gratos.
\--~
o ao publico
lo commcrcio
Joaquim de Paula Gomes tendo
vendido ao Sr. Julio Jos de Oliveira
o seu hotel denominado Boa Idea sito
a ra das Larangeiras ns, 8 e 10 livre
e desembarazado de qualquer onus,
pede a qualquer passoa que se julgar
seu crector a prestaren] suas contas
dentro do prazo de .'>" dias em dito
hotel, alim de seren pagas.
Peitoral de Cambar
Opiniao do Dr. Cruz Cordeiro
O Peitoral de Cambar, preparado
pelo Sr. J. Alvares de Souza Soares, o
um excedente balsmico, e como tal
tenho empregado nos dotntes de bron-
chites e affecces pulmonares com
grande proveito, tanto inais por ser
um expectorante suave e efficaz ; o
que affirmo em f de meu grao. Dr.
Autonio da Cruz Cordeiri. /Parahyba
do Norte
Modo de praticar ua obra
de caridade econoiuisaiid
diiiheiro.
Os proprietan'03 ranea c ue emprsgam
trabal hadares em terrenos pantanosos, e
principalmente em arrozaes, sao obriga-
dos a pagar jornaes muito mais elevados
em vista do pergo a
( N-r.huroa proposta sera a:el ponen e a r> -.,. 11 e recio que pro e baver dea
I sitado na Toepoururla a importancia e 500"
0 P'Ooooenie qne 1 ver proao-ti esroinma e
re recasar a assigoar o termo do centrado, per-
der o ireito a caoc&o ai mi pxiglda
As infurmacOes dos t-abalbos de qae trata o
pr-'sen'e en tal, acbem se oesta repirticio a
fl'SpOicao dos prouotentes, qae coieru ext-
miu&las das 10 a- 4 boraa da tarde-
Este ser pobiicaao rea impreosa e affir.ado
1 0.' port.ig da Hala de ao-Uern |,.s e ruatriie r
ooe mais os (befes de disticto jolgarem con
veill. rile.
A dars(io do cot.tracta seta at 16 de No-
7emb-n de (895.
Recifrt 28 de Jnnho de 1985.
Antonio U bao Pes.-a Mooteneg ro
director geral interino
4PC po ... s, qne deverao -*x\ to* por lampadiS, lbog desliaa(l08 a |eW.||,M a ilioroinacao a aaz
P"' p" "i"!0' 000 velas. ou t |0I elec.rica, iodo ai oda seeaoao o qae
.* 9.uScb'ea fllVIao on nao dIS Cldadej em ma< rnnaierana nrnnonen >a a fni- imlailu
Affaedega
Edital
De ordem do Illa;. Sr, D.*. inspector desta
rep.irlicao e ter.do hvir.o engao oc dital po
bacilo era das de Marj) e Abril ult'mos cem
referencia a stoacao 10 terreno requerido po-
vigo
_ o do
cirial da ca^an. 181 da roa ileota e Nove,
(auterlor irnperinl) uesta cldade, ,-inl r:n e al-
ienen a mesma Jjaona em seu reaoerlmeo*
.lo (iiis flrn entre a Estrada Pod.am raduzr ess* augmento de dea-ja s,3 FraocUco 0 ri0 Capibar.ee conform- o
peza e salvar a vida a muitu desses ndi-len^enheiro agrimensor dos terrenos de manrib*
vidus de um modo muito simples: en-le nac,, nae^i por orcasio de proceder a respec-
-.....>- v K....s.. que eit&o expostos
esses trahalharlore! pm aranbar teora a Joa,,nil M*n" da Co0CelCi'O Olu-im,
esaes irnoainaaores em ajannar ieore* que ee terreuo dSo rica em cootmuaca
tercas e malignas, assim mismo nao iin-
pedequao paludismo faca bastantes vi-
ctimas todos os anuos.
Ao publico
Tendo lirio loje, em telegrarnma de
^7 do expiraUt para o Diario de Per-
nambuco, a noticia de que o Sr, Dr.
Jos Marianno, fallando na Cmara
Federal, dirigi-se a inim insulluosa-
menle, nao liqei admirado d'isso at-
tent o carcter assaz conliccido do
mesmo Senhor, se^iprc maldizente d'a-
qaelles, que nao fae obdecem, nem o
aconipanham em sias pretencoes pol-
ticas.
Aguardo, [)0im; a chegada de jor-
i 'i"-. rnie Iragam > discurso, a que
cima me refiro, para dar ao mesmo ir.
,: resposla, na altun do insulto que
possa ler-me dirigid, cerlo de que
nada llic icarci devendo, e assim serio
saldas as nossas contas,
Recife, 29 deJunhode 1895.
Barao de Xazareth.
-----------------*1---------
Seguind^ temporariam*nte para o Sul
e Do i-vendo tempo Je despedir-me
pessoalmente de cada umie meus amigos
i) fago pelo presente offereceno ^lI meus
limitados servidos.
Recife, 27 de Junho de'l95.
A varo P.Mto A Ivs.
Ao coniin iv'iii
Sal M i|i 8 nos bii'. s, 8 ci da
firma Marques c Souza, em liqa'dafSo,
I ndo o an une publicada pelo socio
Jul 5o BarUoaa de Souza vem declarar ao
mesosoSr. ao respeitavel c >rpa c>m-
mercal, que nlo usou enmusaida-
quella firma, como se ns nua em nego-
cios de seu particular interssj.
Ou:ro tanto, talvez nao dig*m outros.
Afirma est em li^uida^&o, fel zmente,
a terminar, eo qu se tem feito de
acco do com disposies leg es, e nao por
voutade, caprich ou ignorancia a com-
prometter oiroi os de quemqner que s^ja.
Recife, 1 de Julho de 1895.
Pharmacia Ferreira
rr:9* Slaciel Pinhe'ror- 19
uAU UA HUa L>j AKal A 1
Nes a phirai .a fjiam drrp%eosj dorante o
u>/. de JuOQO 903 rece tas as seguales mrd.-
os:
0 -. A'fredo Gaspar
0 ArooDio M.r^U-s
r. Vi- -a da CuUua
Dr Kan iseo Luuooldiao
Dr. Jjiqulu) Luoreiro
tregando-lbes ao mesmo tempo com a pa-
ga urnas tantas c Parolas de quinina do
Dr. Clertan que tomadas logo que ap-
parecem os pnmeiros symp.omas de fe-
bre, a cjrtariam e curariam rpida e se
guiametite, actuando tambem como pre-
servativo para o futuro, listas parolas,
preparadas pela casa L. Frre, A. Cham-
pigny eC, saccessore, ly, ra Ja ob,
era Pariz, vendem-se em todas as phar-
macias.
tu a medican, reai oppo.-tis ai af.iraoieo'o do ref'ido terreo
atiin de qoe veanao reqnerer o que lor a bem
ie seos oireitjs, 00 praso de trinta das qae Ibeo
Sea marcado.
Teroeira SeccSo d> Al'ande^a de Pernambo
co, 14 de Jonti,) de 1895
Servindo de rhefe
Sebaso Muniz llazilio Pyrrho.
Peitoral de Caubar
*:oo-rtoi:>
Do-se :ooo$ooo em moeda cor-
rente a 'quem provar a n3 j authentici-
dade' do seguinte attestado :
.. Minha mulher foi accommettida de
perigosa pneunomia, que cedeu a atu-
rado tratamento medico, continuando,
porm, depois a soffrer de urna tosse
secca de mo carcter.
Reapparecendo-lhe a pneumona,
passados tres annos, e, em condicoes
ainda mais graves, dei-lht- ento o Pei-
toral de Cambar, de Sot.za Soares, e
apenas com alguns frascos ficou radical-
mente curada. /. J do Nascimeno
[S. Jos dos Campos, S.Paulo. ] *
O AGENTE Cmpanhia de Drogase
Vroductos C/t micos
Attrnqao
Em tempo declaro que' Bisijna'ura
prest-ids. por roim na represate^So qoe
rss a ooron 1 Sever.ano ao govorno, com
relf- a urna Usina que preteirfe levan-
tar do erPer ho Pao Singue, rfiro-me a->
enget!':!' Vriea Grande, on"le toa o ese-
nbor rr. qusrta p rte, sobre o ralor que
deu se eete p<.r ciiipSo do inventario
que preced* se pelo U llscneo'') do pn -
prietsri F> 1 ppe R ymundo Lia, que
deesa-case com o Po S?-Dgu. i) mea en-
genh" o>, i^ne n5o cotfi jaom Pao
Sacgne, nada tem com et4 ; o lecUr.',
qae nao cnsinto que p'T ente oa,e qual-
quer litiba, o qae me 8' ria pr-judii'.
Kr. .ho Peiei-.inha, 23 da Janho ca
189J.
Fi l;pf6 B ioio Alves Ferrara.
\ letrada le Ferro do Kecife
ao Sao Francisco
Jos Cavalcante da Costa Varejo, te: di 10H
ciU'i e.\oi.eracao do cargj de on-'e da Ke c>-
de (Jas. ii-ai i,eio p'eifDie azrade. e- "-o s 1$.
Weil- II ni, Jtlio ne Meito Frauk Cemi-o-',
a^ na'- rng delicadas e auocio^p, que du%;i-
li Hiiin s semp'e di-p^n-a-am me.
A e^ler. e'.erod rjii^So. I
Approveito a op,"or uoidade p^ra ros rteae
px ci>iloKai envia'erL-n 001 sandrai ad-u c
aos demais, ai tutos e operarios, mu apertfcje
u o.
Palu-a'es, 15 de Junho de 1893.
0'. L'pes Pessi.a
l)r. B.ros Caro, i o
Dr. Juo Paulo
Dr. Alriao
Or. Tooaiaz de Cavalbo
0r. J ao.Marques
r. Coelhu Le>>e
Or. Em i ju Cootiobo
D-. ftibeiro oe Bri.to
Or. PlU0|a
D*. Berardo
D tupi sta de Carvalho
0-. H .' o- S b 111 vj
Dr. M no. I Fai ao
Dr. ^e.lro Pon'U'I
Dr. C. P.n u, I
Or. nastos de Uliveira
Or. Se>e
D'. Na 1 Coimbra
D'. Mmi el Ci'lmi
r. u.davio de Fr^as
Dr. Oa-nei-o da Cunba
r. Arinur C valcmi
r. Ameno ie Mcoionga
r. Frt'ta- Guma -s
O *. AidIu O vaici-iie
D". Cofia Gomes
-. Alvares tiaimara-s
Dr. i Peretra
Or. ario
D lema. I Gouve a
D'. Kuviu Brederodes
Dr. Sil Oes Barbota
11- Hp 1-ia K acoso
Dr. Pereira da Siha
U-. Meoetes.
D J fio R.ineel
Dr. Montenegro
D-. Silvs Ferreira
Dr. Firmo Xa'ir
Dr. A freao Costa
76
ti
51
6
C<
i" I Muitas vezes, as dores de estomago
*. seguidas da vmitos pertuibam a aleara
38|dM mulheres mocas que vio ser maes e
34 tiram Ibes toda a energa o Vinho de
jjj Peptoaa de Cbapoteaut qua as alimenta
e as conforta, tem igualmeite a proprie-
dade da combater todas essas desordena
i
2.
17
17
17
M
14
4
13
2
II

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4
4
4
4
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i
2
1
003
digestivas.
f* a ral en
AO
ILLUSTRE AMIGO MANUEL DE OLIVEIRA
EM O DIA DE SEU FELIZ ANIVERSA-
RIO NATALICIO.
Fago votos ao Creador, para que a
tua existencia realce de merecimentos
e que seja sempre fiada d'ouro e seda.
.'Julho de 1895.
Julio Soares de Azevedo.
A einulsao Mcutt e um reineillo
providencial para as criaucas ra
ehltieaa e esurophulosas
Industria .\acioaal
c O Sr. Antonio Martiniano Veras,
pharmaceutico, actualmente em Pernam-
buco, mimeseou-nos com urna garrafa do
Cognac Brazileiro, preparado com todo o
esmero 5or aquelle laborioso cavalheiro-
O Cognac Brazilciro possua sabor ex
callente sendo igual aos melhores simila-
res eEtrangairos
O preparado do Sr. Veras ob eve a
maior acceita^ao no Recife, onde a im-
prensa noticiando este n .vo producto na-
ciunal externa os mais lisongeiros coacei-
to s.
Agradecemos a fiaeza do offerecimen
to.
Do Federalista, n. 10 do MaranbSo.
r-|^C Garrafa ^."iO
li^W Duzia 25|>00UV
Na fab ica a dinlieirt pot este preso
remet e-se urna duzia do cognac paro
qualquer ponto do Estado, por caminbo
de ferro u martimo, sem despeza.
Pedidos de l' duzias mais b 0/q de
descont.
J consta que o cognac estrangeiro est
sendo vendtio roais barato- Ha de che-
gar ao ponto da nao ser procurado. Tal
a concurrencia do
A laryngite e o Peitoral
de Cambar
Rio de Janeiro, Diemb'o 12,1887. O Sr. Dr. Telasco Lopes de Gomene
K, $P !SUl qce tenU, sor> "dico e-opre; ido mnita vete? a sij Baiu^.o .:e Scok! uma Passoa de sua familia que desde
e sem 1 re com vao:8Keai ; sob e udo 1 as criari- mezes soffria de uma laryngite com ac-
ca^ rat tnicas e escropbnlosai e me pafw.wt.ab cessos de tosse, restabeleceu-se com o
r^m^srjtt v^ ^^^ cambar> ******
a caseloar nos casos de fraqaeza garal, snjmisT Soares.
es;*c(.tiu'as, e'.<*. 1 O AGENTE Companhia de Droga
Dr. Beotc de Camino S091-. \#roditctos Chimicos.
Coquclucfie
Curas do Peitoral I Cambar
Declaro que criancas de minha casa
que se achavam atacadas de coquelu-
che ficaram em poucos dias restabele-
cidascom o uso do PEITORAL DE
CAMBAR/i, de Souza Soares.
Amrica Salvatori.
[Socio da firma Manoei Joaquim M rnrv &C, do Rio de Janeiro.]
MOLESTIAS DO ESTOMAGO, c finta Chassainc
Cura de tosse aslhmatica
com o Peitoral de
Cambar
Pessa da familia do Sr. Jos Car-
neiro da Silva Reg, da ahia, que sof-
fria de uma incommoda tosse asthma-
tica, que resistir a cinco annos de tra-
tamento, curou-se com o Veitoral de
Cambar, de Souza Soares.
O AGENTE Compai.hia de Drogas
e Productos Chimicos.
tDITAEi
Secretaria da ladus
tria
Tcrcera directora
S jboiuoic&oae maueiras at puntes
Edital :
*lo DreFeote fago pusllca qoe no da 5 de
jalr.o prximo so meio ai, serio receidas nes-
ta secrttaia prtposias pa-a .-nis'.itu\'So ae to
d i-as ne qoe preci.arem as ponte* do Estad.
no>> V, e 5' .lietricios
as preoostas deem sjr (oaenientemectP
selladas ecocer en irrmos rltro:
1. 0 peco ielo qoal se p'ci Ornos licitaBie-
a i-uiLic-.-eiu caoa uma d uiadeira de un e> qualuladeR adoptarla' ne-t,.
directora, incluiodu desiocaga) das que teeai
de itr EUDSll Ulnas.
Afr.etro crrente de-corra Sos ;
B frejo de r.da pilastra e pre;us de rese-
las oo 10 ermeiiiarias t
C P.eco do meti crente ie varos e contra
vasas.
D Prco d" mecro qoadradD de lastro (eos-
Ino) oe 0,(1,(8X0 20.
LP.-tfo yo meiro cnoico 0,a3U de seccao a e l metros ue cumpriceod
le.
Fdem dem dus raesmss sregSes de mais
de tO uietris de comprimeoto.
Gdem le contra vigas cbapuses e mos de
'o ca-
liDito de xadre?.
IJilo de emeoda He pgteir i4 6 metros de
coiuprimeoto .. ',tX0 23 a 0 OXO.aO.
J-reja oe i, te.eiu de o .l|0 3 at 8 meiros
de coi primelo.
Vi Dito de 0110 de roas dt U tret.o.
I, Ijitu e meirc ue luntarioa de 0,12,0,12 e
,'2,0 i3.
t Os loc-es de soas resider daa;
3- P.ovas oe idoneidaoe proQssiuoal para 01-
ritirem e execoiarem ne ir-t: bos,
HiVc-nuo ouas ou m-.is propastas em ieualda.
ie de conai-Oes, scr4 prefe ido o contar eaie
qoe melbores provas ie Mouudade ilferecer.
Nao serao aceitan m> propoilas que se reteail-
rcm d.s sttuir, e. Lilas :
1' A que nao roreii orcanisadas da accordo
com o preeeoe ednal ;
1- As que se Daie,arem snb-e precos ne pro
posta de o.tros cortarreoves ;
3- Ai queforem -madas pir pefsois qae -
vcrern j de'Xido oe camn contracics cle-
brades com entnela repa-ll(aoae Ooras ?c-
niic.is ;
i As oe co'icnrreoies qae nSo ctTerecam as
Kaninlki e qaahitades t-x'g d is no ptesenit-
-dital.
Cada proposta versar sobre as obra? de ca^a
DOb di 8 .lisiricus a coutraciai e deve traier
no involucro a aeclar.go daquella a qoe se rc-
lerir.
Edital
PAGAMENTO DE DECIMA URBANA
0 Dr. Prcfeilo do municipio do Re-
cife, em observancia ao dispsto no art.
45 do regnlamento da decimair-
bana, mandado observar pelo art.
3 das disposicoes geraes d lei
municipal n. 1, de 21 de Fevereiro de
181)3manda fazer publico aos con-
tribuirles d'este imposto, que ainda nao
pagarao o i.- semestre do corrente
anno, qne os trinta (30) dias uteis con-
cedidos ([ara o seu recebimenlo sem
multa lerminarao (sem prorogaejioj no
dia 11 de Julho prximo vindouro.
Secretaria da Prcfeitura Municipal do
Recife em 28 de Junho de 1895.
0 Secretario
Joaquim Jos Ferreira da Rocha
Secretaria da Indus-
tria
3.a Directora
PAS3EIO PUBLICO 13 DE MAIO
i: ii i tal
P*ra oo heeimeoto dos ioteressadoi
fac> publico qae oo dia 15 de Jdho ao
meio dia recebem-se neita Direotoria pro
postas p-ra as seguidles obras do Passeio
Pablici 1? de Maio constando : do uterro
nec issano, cerc de muro com gradil de
ferro de muro para sustentagao de trras e
alicoree para recebar ladrilho de lage- de
Lsboa.
ioco portos de f rro collocados ; Pon-
te e com pirta p-ra os regatos.
As propostas devem ser conveniente-
mente selladas, entregues em cartas fe-
chad8 e oootereai em termos claros:
1.* O prego pelo qual se pnpo" m o
licute a exeoutar as obras.
2.* Endereco de sus residencia.
3.* Piova de doneidade precisa para
dinuire.m e execiitArem as obras.
Ha vendo daas oa mi is proposUi em
igaaidttde de condignos, ser preferrdo o
cji c irrente que melhores proras de ido-
aeidade off recer.
NSo serSo aeceitts as propostas qns sa
rejentir-m ds segu'ntes taitas :
l' As qae ezceierem os pregis d >
mercado.
2' As qoe nSo forem orgacisadas de
accor-o oom o presenta edital.
3a As que ae bate.rom em pregos de
octros concurrentes.
4a As que firem firmarlas por possoas
qae j tiverem dcixaslo de c imprir con-
tractos oo promessas de cojtrctos es e-
brados com a extincta Repartigaa das
Obras Publicas.
5* Aa que nSo offereoeren sa g*raa
tisa e qaaldsdes exigidas no p-os3f,t<
edital,
Nenhuma proposta ser acemita sem que
o proponeLte Bprosento recib) que provs
hcer depositado at a vespera na Tne-
Bouraria, a qaania de ria 1.5C0$00 t
perder o direito de restituigSo se, sci-|
ib'du saa propoeta, recusar-se o proponen
ta h K8signr o coatra'to respectivo.
As pl-ntas das obras de que tratt o
preieate sdital acbam-se neata repartigSo
a diaposigSo dos proponentes qoe poderlo
exi-mioal-as das 10 as 4 hors da trde.
Recife 27 de J.ioho de 1895-
A. Urbano P. Montenegro,
Jirector geral interino.
Edital
IIIiiminadlo elcctrlcia da c-
dado do Recife
A Secrataru da Inaastr.a oo lstalo de Per-
o" iii.,.-i). <*z poblico que de accirJo o n a Le
o. 7J Oe 18 oe Maio do ccrente anno recfDer
at o da 20 de Setombro prximo propista&
para o xervigo de illuruinaco elecuica ha cida-
ue do Recife, nas coadices seiiuiatis que ser-
virao ee bata para a eelebracjko to contralto
que nos t-roios 'aqaelia le se tiouver de la-
vrar.
Art. i" A coocurrencia vprga'a.
1." Sobre o praso 09 privilegio d'ante o
qu.ii o conces-'ioua io ie-, exclu lo qualquer
Coa trreute, o motiopolio desse s<-rng).
2 Sji.e ss cond.cO-s a qoe se propOe o
coi.itsiionjria, aps a tcrannago do praso do
privilegio.
3. S bre o syiiema de nssentameoc, cana-
liuacao distriOaigao e regulamentag^o da illumi
oacao.
4. Sobre a iotpnai Jate mnima da illamina-
cao, a altara do calgameLt-, em qoalqner ponto
reo.io dOfPenmeiro qae HoiUr a rea do pri-
vilegio.
8." Sobie o pngo da nldad --"e I ai eledri-
ca, discriaiioadaaieu'e para aiilamiaago puoli-
cs, qu&r das ras, pragas t?, qoer dos edificios
pomo o-1, e para a particular e domiciliaria.
6. Sobre os abat memos feitos nesse p-eco
qn-nto se tratir da llaminagao as casas de
cauuadrs as escola*, palacio do governn, quar-
teis c mate repart'go -s publicas qoer esiaioaes,
rennictpaes oo federes.
7.* Sobre a n doccao no prego segando o
n.i.ut-ro de boras de llomlnago em cada noote,
t segando .ogmentsr o consumo.
S 8.' So.:ea inifnsidade media da lux nas
secioreK indepeodrotes oo Do.
fO.Soore o nraso para comegar os traba-
Ib. H.
11. Sobre o praso para te-mloac&o dei-es
iraoaltios, dch e do servigo total para dititi.ti-
va ost'iiiagao e faoccloaaojeaio aa nlamioagiUi
em todo rea do privilegio, como reparadamen-
te para os diversos bairros da cidade, de moco
a ser a par e ceotral iltuminada a luz elctrica
no mais oreve praso que possivel fr.
Art. i'. Cada preposta dever .-e" acoum-
nbada do certificado qse atieste te' u propot.sa
le depositado oo Tnesouro do Eitado, como
caug&o para asignaiar- do contracto, a impor-
tancia de 16:000 (quiote coritos de r.is) em di-
oDei'O on em puiicts da tivida poDlica.
An. 3. Jalga.ia a coocorreoca se resiitolr
o deposito no propooeotes p-ejodxados, devt-n-
do a caog3o oo pro^onente preferido te- ele"a-
da a 3U:l'00 pj- occasiao da a^i-natuia do
contracto, a goal r. > pode, ser demorada mus
de qmoze das aps o julgamento da coacarrea-
ca, seudo aquella qaautia destinada a garanta
.las multas que bouve.rem de ser impostas p.ra
li-i exe-ugo io mesmo contrete.
1." Esta eaogn anal permacecer no Trie-
sooro do Esl&do a a expiragao do praso do
pr.Mi-gio.
2 Dever ser lotegralis di, dentro de olio
dus, loda a vez que for desfalcada por mullas
impostas peto bacal do go ibf-ac^i de qaafquer das c'ausulas cont ac-
tuaos.
Art. V 0 coa: alante Bcasejcito as e-
gu ules mutias.
i) Perda total da caago si deat-o de tree roe-
zea coniai s da assignaiu a uu'-.t oiciado o servig' 'i instaligo.
t) Mal as de 2i 0 a 1 00!* .orante o orivile-
gio, pela ufracgao de quaiqaer (Uasala coot ic-
loal on disposigao do regulaaiento que com au-
dieucia do concessiuDario tea de ser elabora a
pelo eogeobeiro tscal para bia execugao lo
roesmo c) Puroa de metade do prego da luz corres-
pondente a cada loco qoe fer euro .irado eofri-
qoecilo oo apr.a?ntauuo (reqoeutes e iocom-
modas int rm tteocias.
i) Pe-ia ue uuos le gos desse prego qaan:c
foco apreBeut.r frtquenles eclipses.
e) Perda total desse pn gu qoaado o foco es:i-
ver anigado duraota xais de metade da ooote.
l)Qj.n'o o numero de focos nas coodiges
da letiraesubir a t|3 do lotal de focos, c
C-escera a multa de 1 .OOoa, e a di 5:000* quau-
d > sobir a mais de metade.
g) Qu.ndo e-se facto se reprodoia mais de
triuia veles no anco o giverno podera rjscin-
dir o contracto si Bao p.efenr cnegar a aovo
a-cordo de que po3sam resultar vaniagens pira
o serv.go.
b) Cadoc.idade do cmt-acto si por colpa do
con.Mtante Hcar a ci lade as escoras duas as-
tes consecuiivas oo nao.
Art. 5.' Para ri tiscslisacSo do contrete' o
goveron roa t-a jaolo compinb.a om e.i. .-
iideiro Useal, om .jud-nt" e o namtro de guar-
das de ulumioagSo que T6r julgado necessa io
roa* qo lS ex -eder de seis, p^ra o qoe debe-
r o coot acanip eiirtr aunualmente com a
qaaolia de 20.00*0 para o Toesooro do Ei;.-
do. destinada a pagamento desee pescOal.
nico. Alero lessa quan'-ia annoalmetite
reaiieada pelo concessionar.o, aevera este forne-
cer sua costa e de ama vez por totas para o
e-<-.ripior o .ie tis -al sagao o> iostrnmeoto* qoe
forem necessanns a veriflcagao das csnd'gOes de
ama bOa illumioago, naj eXisdeoJo todaria
es-a despeza a (0:000*.
A't. 6 Dentro do paso mximo de um anuo,
a coo.ar da data da asignatura do cootractp de
vera estar foticcioaando em toda a saa pleoitme
a illu.uii.agao elctrica nos bairros do Recife, S.
Aaiomo, S. J is e Boa vista.
Art 7.' u pra.-o mximo para temlaagaode
toous v trrtti.mo- 8-tra de doos sooos.
Art. 8. Seri oe tres meses o praso maiimo
para iniciagao do servigo, contado esas p.aao da
assignatnra do contracto.
An. 9." Dentro ues^a prazo devera o conces-
sioaario preferido s^b pena de caiucidade t
perda da caago entrar para oTnesonro do lis-
iado com a importancia de 934:917*528 ao cam-
bio do ola. segundo a avaliagao do a.uitro empaiador como valor da actual eopreza de
iliomlnsg.) a gs* e nos termo da.UusuhtJ
do coot.acio celeoraiio emre o goveroo aa na-
nga p ovioea ^e Pemamboco e Fietoeo Bro-
tbe-s. em26 de Aoril de 1856.
1." E*-a importaocia e deslin-da nos teios
da L m 1 901 Je 4 de J.iobo de 1887 ao paga.n.-a
to a qae >s.a aojeiio e Estado o-r forga daquella
clausula e nos termos do art. Io % 7* Je**a le, e
pona-ia do Goveroo do Estado de 7 de Ou uoru
de 4890 e repectivos consi1erQd>.
2." Reallsado oo Taesooro do Estado pelo
coLicessiooario o deposito daquella mpcrtauda,
caera ao Goveroo do Estado liquidar com Fiel-
den Botbers o exl ncio contracto e o pagamua
to s estes devido como iaderaaisagaoj tudo nos
termos da citada clausula 13" e mais' decuie
cima indicadas,
II.* Nasas liqaidag) sera avallado to^DO
miterial da Empresa qoe nao tiver nao inclui-
do oa avaliagao de 1889 feta por uqoelle arbi-
tro, para o Un de ser nde anisada a m-sma (ui-
pre?a da impo t'ancia respe.ttva, qae igoaimeate
terio de realissr os aovos coa eisicuariog, am
auno aps a data aessa segn la avaliagao.
4. Para esse flm logo que tor assfgaado o
novo contracto o Goveroo nomeara os cas eibi
tros para que procedan avaliagao do maie-ial
aceres-idu.
Art 10. En tolo os pagamentos devida* p r
iniemmssgo do E-lado a Bmprdia o G.v-ruo
uiara co o melbor IDe partc-r ao diraiio, |as
Ine ..ranino pela claa ala 13 do cu. coui.a :
to.de .eilisar dios pai.atiientos em prestages
annaaea sexuado a- furgjs do cofre estadual,
jaro de 6 /. e a qoaatia que restar a a extinc-
gao da divioa.
A't. 11. Pdenlo a actoal enpresi de i!u ni
oigaoa gas coacoirer aposentando proposta nos
tersos do presente edital, tica eniea.iido qoe
orefereocia s be CaberS nos termos do art 1.
5o e 6' da cu. bii o. t 931.
% 1.a O oova contracto t podr s-r lavndo
'om Fieldeo B h-;ra cemo iooovago do de
SO de Abnlde i836. fetas as devidas modiCca-
o-"i i.ii.-o lu.i.i.i ao systema e illom nagio e
soas coosequecias ecnalcas como priaolpal-
roente depois de expressa declaragao dos mes-
mos Fielaeo llrct i-ra de accetureai a ianovagao
como i.qctd.io detlnuivamente todas as qtes
.oes existentes entre esses empresarios e o G
verno do E*tdc, oesobrlgado este do pagamen-
to da iniemoisato da cil. clausula 13" do con-
acio de 2j de Aorn de 1856 e sem mais di -el-
lo da t-mp-esa recUmacao de qaalqaer paga-
mento p.r parle do Ksado, salv> todavis a divi
da do gaz consumido na illumioagao publica
ja es. r pmrade.
| t O coneessiooario, Flilden B-.itirs oo
OuiroJ, poderao empregar o gaz carbn co parB
illamiago dos saburDios da cidaie do Rtc.f',
tendo igoalmeote privilegio pira esse Din, no
qual po erdo empregar r maleriai ailaaliuule
em se.*vi(,o, toaos a )uizo do engenneiro lisca os
deviios reoans, cenceos o suu-ti oiges tem
como consirocges novas que forem p eiisa:'.
CeArt. 12. Os concessionanos gozaro ig mentedo privilegio de fortejer no permetro da
cidade foga ma-iz para o servigo das odua.
trias que quizerem empregar taraesseQ.jo
gaz gados a conservar durante Odia a presso do
gaz e, inais r^quisiics necessarios a alitcentagu
de motere-, ap (uraecimento de labiratoru, e
mais convier aos proponen ei e for igoalmeote
accordado com o goveroo.
Car'. 15' Para mais rigorosa delimtagSo da
a ea a ser illuuiinada o coocetisionario assigna-
ra com o contracto am exemplar da plan a da
ndade oode essa rea estar rigorosamente
marcada.
g un;c >. No caso de iMamiago mixta a rea
de ama e a de cairo ty mente marcadas nessa planta a untas dille,
feniej.
An. 16 So caso de illomioag) mixta, ba.
vendo se ser esse eervlgo feito a gsz em Dirte
rea do privilegio e a electricidade em ootra
parle, es p'opouentes deverao aireseoiar alm
dos pon, s sobre que versa a concurrencia para
lluiDioag) elect-ica, an.logos detalDts .ecbni.
eos moiaus mutandis para o servigo a gaz, co.
roo typj de bico locasive os mai modernos do
sjs.eoi. Aoer, ujeiand'.se as clausulas do
eaitei 'la pefeitora a.ui.icipal de 28 de Agosto
'. 1891, adianle transcriptas.
A-'. 17. O contracto ser do uiooicip.o du Recife, sujeila a dcima orba.
na on que .ie futuro es.iver sujeita a essa de.
cima.
A't. (8- Para todos os effeilos do contato
g-ro ouicoscompeteaei os Iri-Oaaes duEita.
do de Peroaraboco.
Art. 19- O govemo do Erado se obriga a
conceder isengSo de imposta esladoaes e rati.
nicipaes para o material, oombastivel, obra-,
e>c.,caoeudo ao coj mssionaro solicitar se qui.
zer do gover. o da Uoio iseogo de ireitos fe.
aeraes.
CLAUSULAS A QUS SE REFERE 0 ART. G
Da qcanlidade do gaz
aos demais mistares a q.e poder servir aqut.lie
gaf.
Art. 13* 0 goveroo forojeera aos proponen,
les e ao con e.-unario as plantas que pas.ioe
oa ci ade e seus suborbios, ebeudo a -quelies
organizar as demais plantas, trahallios graj.rii.
eos e dados tecnoics qua forem precisos a can.
fecgSO das suas prcposlas.
Art. 14' A tllaminEglo elctrica dever sr.
vir aos bairo uo Rscife a' a fortaleza ao Brum
e a ponte do Ltmoeiro, Santo Aoiooio lodo, s.
Jos(l"e2- d.attricto8) al a ooute de Afuga.
dos, Boa. Vista a coctiejar n ra da Ao-O'a to.
das deveodo ab-atiger tedis os pollos desse
bairro servido actoalmeite p lo gaz caroc
nicq. .
t- Todos os demais pomos lora cessa sre
preectemente illootioados a gaz pederSo coo.
tinuar a sar illom.nados da mesma forma ou a
luz elctrica e.guodo mais convier os prjpo.
ne'.ttfs for aca-rdado com o goveroo.
S 2- Nas 8nbarbios o goverao poder ronce.
de'rpr-zos mslorespara termiaaga dos trabi-
1.a 0 gaz ser carbnico, exlrabido do carvo
de ped a cb ontras soostaocias que o possam
dar os ccnigesem qae elle exiguo pelo
presente cuutraco.
2. Antes ce ser langado na fle de caQali-
s-'co, o gaz ser expurgado de tol s as ma-
maieriae nocivas ti.o o a aaude pubusa coxo a
boa conservago dos eoca.iame.uios e appaie-
Idus.
3.* A loz oo gaz ter o poder illomioante d.
de/, vellaa de e^uerin.cete das qoe queiuia beta
gramioas e oiieuta ce ugrammas po Ibora,cor*
respoQdeote ao 120* ngletea,
4." E'e poder illom'u.iate 9r verifleado
em pbotometro aberlo qaeimando o gaz na-
ua s.i o meo i ,e od. llucioagSc publica em
c d> oc.odau.
5 As experiencias pbotomeincas para veri-
ricagaj jo poder illuminaate, seraa feuas ludas
as Outo eutre 6 e 10 oras e os seus resalla-
dos conaignados pelo inspector da MOnmacao
em livro especial e eoo sua guarda. De dez
em aez das a uddiciunarao enses resul.ados
para ae cinbscer o poder niominanie meno na
decada, lucarreodo O Cun.raciai.te tm mu.a,
caroo aoaixo se esiame,sempre iju- a uiaia oa
decada, f,- inieritr a velas, as8.m como, sem*
pre que a nona de caoa noi'e, lomada -olaia-
menie, mferio: a nove e oito d.c.mos de
vela.
6.' A resso do gaz en qaalqaer ponto dos
ejdoaroeuiot pun.eos jamis er EiMor ae
20 mllimeiioi, ucjj menor de 4 miliim-.iroj-
TllULj 3
Da fabrica, soas dependencias, canallssgSo e
lao eruas publicas
10. O coDlractaote proiuzrS o k'di em ama oa
m*.a fabricas, comanlo que jamis possa ovo*
car a uoidade da faorica pata Iseular-se de (or-
uecer gaz onde loe lr redamado, tacto pe o
.iiu.il Ipio como pelas pa ticulares, neutro uo
permetro da illom taco pubt.ca actoal ea arta
a aucresuruiar, qoe s-.ra marcada ai plaa qoe
e.le c'eve assigaar par uacasio da asaignatu.a
oo cootracio.
11. O cootraciaate mantera senore a saa fa*
onca oa fabricas, g.zumetroae offi:inas em es-
lauo de at eoder a lonas as uecessidades do ser*
v.go da illumioagao publice oo particular ; ter
as oaierus uo lomo qae forem precisas, de
surie a li.ver sempre orna asteria, pelo meaos,
de eserva ; em pregara os apparelQos mais mo-
dernos para a apuragao do gaz, caaiioua .ao.
pu-em, somenie com os aciaaes exquanio enes
oa.-ta.-in e saiisfize em as aecessidaues do S6r-
ij) da dislriboigo ; mas os gazomelros qne
inmutar l a da faorica eero ligados a esta pa.-
um euu JU'.t j- virgero, de sorte que, uem mes-
mo daraue o a.a a regularidade de emissio
possa ser perturbada pela operagao do eocbr
meuto dea.-es gazomelros : lera ludes os roais
apparei .os precisos para a re olandade do se."
>;go ; maulera serop-e a rede ue ca: aus-gao
..liOlica e denvages at .i porta dos consumi-
dores, em ocio es.a lo e com os dimetros cor-
respondentes as cuasaroo.
As a.tuaes iaoieroas p-oDiiaxejIe ditas se-
rio, uentro do prazs ae tres anuos, contados da
data da iS'gnatora do contracto, stibst>aidas
pelo contrae aute por oatras do typo actoal da
cidade de Parid, i-lo e, lantsmas cum dros
ourvjs e rt llexo oa porte sapenor.
As novas Unteroas que se asseatarem eero
logo deste typo-
Todas as laoiemas publicas sero sempre
mauidas em p rfeiio es'ado ie asseio e >ie pin-
tora e oamefaias com algarismos de metal pre-
io nos vidrus.
lo Para a iJuninago pabiica, correr por
coala do coatractaote u tor..ecimeuto e o assea-
umeato dos comoaet res, cimpreneadeado o ra-
mal, a jolomoa oo a anaeiu e lanteroa, e bem
aasiai a conservago e at-seio dsases orgos e a
operagao de ajeeuder e apagar, s-'.un jo om
aorano, qoe sera tinado pelo eag-nnei.-o flscol
ue a no-.10 com o com primelo uas ooiles.
16." r'ara a illaminagj particular le.-a o cco-
iraotaate o privilegio ese u ivo para o fomeci-
oaeaio, asseuiameuio e rrpa-agij do ramal al o
a.edidor, carreado as despezas por conia Jo
co aso nuo-, salvo as de asseaiameoto, foroecl-
meato do ramal e sua ccaservago, aa exteasao
jo dez primeiros metros coniauos do encana
ifleuto gera!, de onde deve parir o ra ojal para
o consumidor, parte esia qoe sera a cusa do
co.iiraciaute.
O engenneiro fiscal Qxar, de accordo com o
coairactaote, a tabella dos preges para essas
ooras por coala dos cinsomidores, deveodo esta
labelo ser revista de 3 em 3 araos.
18." Neaonm meJidur puder ser assenta o
ou reasseotaio sem que p-me.ro touba silo o-
ferecido pela inspectora do gaz. Essa aVigao
g'- Uita.
22 O enneamo de gas se.- pago por naez
venc io, ell'eciu.iu Jc-se esse pagamemo at o
oltimo dia all do mez s-goini-, .N.f.w.a de
pagamento por pane do E'tadj. vencer o debi-
to juros a nzo de 6 0. uo primeiro anoc, 8 .
no segundo, 10 oo lerceiro de dsreora, e as-
-im seguidameulc. Na particaUr, o Coulraciac-
ie lera o direito ae co.ta' a c firsuticagio uo
gaz e s restae ece!-a quaaoo u u.v ua me for
paga com os cam>eleaies jn--. s. a razao c>e .
ao anno. Na falla de pag iuqoiio respoade o prcpneiario do predio.
23. 03 medidores sero do sy-tema mtrico,
couiiouaadi-ie, porm, a usar os que existirtm
asseotes oa dala desle coutr.c o en) quau o e- -
tive em em oo.n estado ou poa-.rem ser repara-
dos, u coa^nmidor l.vre d* comprar o medi-
dor a quem qoizer, inclusive ao mhm tme,
que nesie cbjecu. exe.*c-;r soa iidastria em
nvre coucurreucia com o mercado ; oa poder.
porm. o me tdor ser ae am calibre superior ao
oamero de bicos de gas qae Daaver no oredlo,
aem ser asseotido oo retralo por outrem, qae
oao o c lutractanto.
24. A caaasagao a partir do medidor e oa
appareltios da illumioagao carrero por coota dos
coasamidores (salvo da iltominaga publica) c.
poiem ser vejdidoa e a.eaies par quem coc-
vler ao coosom.dor, inclusive o Cofactante,
que nesse cDj>:Cio exercera sea iodostria livre-
menie.
25 0* consamidores t>5o responsaveis pelo
pagameoto do gaz entrado em soas cisas e re-
gistrado pelos medidores, erabo-a se perca p^r
d. -uo nu mao estado de seas aona'eoca de i.*
lumi .aca ou oa caaalisago alm Co medidor*
26 Tanto o cantracUnte como o Consumidor,
sempre qae eos^eitare a qu? o medidor teai
deixado de bem luaecionar, tero o direito de
reclamar da iospect.na om exame ou medidor.
cj-'ea Jo a de. p^za pur con a daqaella das duas
partes que reclamar o eiame. Se para o exa-
me fo-ne:e a oatro sea provisoriamente laet^llado por coata
da parte reclamante, se por sccor :o eot-e elUs
nao se ag'entar em avaliar o coa-amo ao lntt-
rim pelo numero de bicos. 0 medidor, sendo
ama p-opriedade do coosaxlidr, ge do exame



1
MUTILMNl
*> '.l


6
liaro de Pernamhuco Terqa-feira % no oEiilho de *gf&
recoohecer-se a necessldade de eoa 8ubs:itolao.
a nofa despea correr por corita do consu-
midor.
17. 0 consumidor jamis podora impedir ao
coiractaote o mgresso at o medidor, tanto
para a leUora da marcac&o como para eolreter o
nivel d'agoa nesee apparelbo.
38* Tanto o cuutractante como o c.nsamldJ
ao respectivamente rtsponsaveis perante os trtr
'jops pea fraude que introiuzreu no me
unqcaDendo pane legada accionar a eaira
per i t'das e damnos.
2& O oonsumidor n8o podar uen permiuira
adaptar jao med sor apparelbo de naturexa al
suma ca o carcter flxo e qoalquer apparelho
desse ene.o so aeri adaptado canulisafiao
depoisae dse>10 c-3*d'-dor.
v :, TITULO 8.'
Do contracto
31 Dorante o praso do contracto preieltomu-
nicioal cerno Estaoo podero conceder nem per-
SiurqS* uniros asseotem na va publica tubos
na-a ronduccao de gas de illumtnasao. por aerees
S-.VSne7s pa-a transporte de e'ecirici.ade
com applicafiio a .lluaiQ^So poD.ica ou particu-
aVTnem lobos. fiQsocoeabo para traasporU.de
W !-fi!? Sr^dVrKa
da data do presento, convida para essa
iooottbancia legal aa refundas aseociaccas
aa quaes sobra o anumpto. ..tver i obser-
var aa InstroccSes de 27 de Julbo de
1893, aob pena de aer feita de atribu ya o
pela repartieSo c va o accessimo de 10 /
conforme o diip sto oo Ia do art. I das
Oispositirjei Goraea da Lsi n. 121 cima
citado*
Em 1 de Julbo do 1895.
O admioietrsdor,
Affnao de A'buqaerque Mello Jujior.
com o contra-
cacao publica oa particular,
rea. Balvo accordo amigavel
Cl33 Durante o praso do contacto, o cob-
irac ante devera ler sempre etn seos depo-
Bitos oo no psrt desta capital o carvSo p a-
c o para S louecimeuto de gas deum trimestre
e nem assim. uu aprousiuuaineoto de ta^os 1*.-
o ce.eniolrimenio e aebsimiicao ct rede gu
ral mollea p.-ovavel *m um trimestre. t^oaa.a"
Statnc. de seis mezee o .ngenhauolbsl b-
xar essas quantidades a vigorar tm cada exer
"S> Para todos es effdtoa do presente contra
sao un-.cos competentes os trlDDuaea do Es-
^doel,trCamb0TITULO 6.o
Da uspecgao
3; Todas zt obras que o coctractante bouvej
de tasar, qoer em augmento da canalisajao pu-
blica, qer na sua turica e dependencias serio
fisulisada pelo nupe.tor, para qua seiam fel-
fas rom a necesaria seguranca e jTpticdade.
38- Cabe, outro sim, ao inspector decid-r
asa qutai? que ee sus-iure entre a em
mesa e os particui.res, quanlo ao forc,e:imeoto
de gaz e cootas de consumo, fijando Iivje t
partes recudas para es tribunaes.
39c So pnacipio de cada trimestre o contra-
ante remetiera ao inspector urna lista do pe;-
al de aca-niedores com as suas respectivas
residencias e esignasao dos respectivos dutti
ctos em que fuucciooarem.
Qoaqwr aiteracio utata list* deve ser mme-
diataxente communicada ao lospector.
R*c;fe 26 de Juobo de 189o.
A. Urbaao P. Montenegro,
Director geral interino.
Alfandega de Pemambuco
jEdital u. 5
Praso de 30 dias
Fe'ta inspectora aa Alfauuega se faz publico
aue co da 9 ao mes viudooo serao veudidas,
em basta puolic, as it tora, a porta desta re-
narfcao, as mercadonas abaixo aescripias, que
nac io.am despacnadasno praso da le por seas
dones cu consignatario!, ; os quaes, altas, bea
ma-cudo o praeo ae 30 oas, a coular desta data.
para as rtu.arem, soopena ce, reaiisida a ven-
da, cao se attender mala a reclamtsao alBu-
ma.
Armazem n. 5
Letreiro Joles Kagaj. Urna caixasem numero,
vinda ao H.vre no vapor fraoc-t Bntretivo,
descarregaoo em 2 de Abril de 1893, conteodo
9 kilos de cariuchos vasios de papelao, para a--
mas de fogo, e 19 kilos ae ebumbo de muis&o
pa-c c,ci, consignada a Jolto Pagey. _
A D C Urna Darnca d. 83. vindo deLi-
.dlctor e 26 do ui-
P-
137i.
i ferro
BECLARACOES
Risco Martimo
O capitSo L. Andessem do patacho
noruoguense, Gunror ltimamente
ontrado neste porto com avarias vin-
do de Ramalho com um carregamon-
to de sementes de linharja com desti-
no Falmouth a recober ordens, pre-
cisa emprestar a quantia de lO.OOOi?
mais ou menos a risco martimo so-
bre o casco do dito navio, seu frete,
e a dita carga para occorrer as des-
pezas feitas neste porto cora o con-
cert etc.
OHortas em cartas feichadas sero
recebidas no Vice-Consulado da Sue-
cia e Noruega, at ao meio dia da
prxima quinta-feira, 4 de Julho do
corrento armo-
Recife. 27 de Junho de 1895.
SEGUROS MARTIMOS
FOGO
Gompanhia Phenix I'eruamb-
eana
RA DOCOVMEHCIO
SEGURO CONTRA FOGO
Sociedade Refmaria e
Destillaco Pernam-
Ducana.
Tendo-se procedido o sortdio ptra res
gate de 40 debentures des;a sociedede,
cujos nmeros sorteados vo abaixo decla-
rados, convido os possnidores das mes-
mas virem resgatal-as do ..." de Julho
prximo em diante as quaes depois desta
data nao correrSo mais juios
Outrosim, convido os den:ais possuido-
res de debentures virem receber os ju-
ro* das mesmas contar tambera dacuello
data em diante no seu escriptorio ra
da Commercio n. 34.
t|uar(o sorteio da Letras
Hypo.lheearia
Priineira serie nnmeros premiados
14627
8409
8357
6094
1589
2:000^000) 3832
1:000^000 4229
500^000 9176
500^000 7379
^00^000 10943
200^000
200^000
200^000
200^000
200^000
44
60
69
70
76
191
196
197
260
289
290
340
348
359
360
366
368
370
371
372
407
428
429
43
433
441
442
460
466
487
499
512
528
547
560
580
585
592
638
639
Recife, 28 de Junho de 1895.
J. G. Pinto,
Presidente.
Mar-a
ve'oool no vapor mRifz
to mes e armo, cootenao W kilos de cimento
em c, ignorando-se a consignacSo.
Marea A P S &C. Urna cala n. de.g.al
ocedeacia no vapor Daltoo em IdeJolbu
UO dito anoo 19 aiamanies em cabos para cortar
vidros, cpnstgnada a Antonio Piolo da !
* Let elro Hrowos e C. Urna caix n
dem, dem, :ooteodo 6 kilos de obras (
fqnd.do e i diica de obra de cobre nao classifi-
cadas e um monometro para marcar a pressao
o vapor, coosignaoo a Brcws e L.
Marca ft C Uma caixa D. S6U, de iga I
Docedencia oo npor Actor., em SoeAtosto
?c oito anoo conlendo2 k los ae cartoenosde
coDre, -arios, para armas de fogo, consignada a
Ferreira Goim.rSes e G.
Marca diamante W em erra BS no centro e
B ao lado. Urna barrica n. 15 e eres canas ns.
16 a 18, dem, dem, cooiendo 520 kilos de un-
tas preparadas a oleo para pintora de casa, eon-
alcnadat a o-dem. .
Marca diamaote Roo esntro e Pem bmo.
L'ma csixa a. 117, dem, dem, contenao 1B ki-
los de amianto em loibas e coosigoaaa* Res e
Ssn ob
Marca diamante DFe G no centro. Urna caix-
e 116 ueigoal procedencia ro 'apor filiter-
lm 21 de Settmbrodo dito auno, cociendo rom
os aonunoioa em tolbas de Flandres, consigoal
3Letr'iro JA e C. Urna grade n. 831, ideoi no
por .Scbolar, em 17 de NoVemnro d,o dito
anne coniendo obras nio classiocas de ferro ba-
tido, e!tannadc< '-Mignaas a ciotbo de Ae-
*eLetretr F6 t da* barrica o. 1, dem no
vaocr iogle *K/eiteci, om 1 de Dezembro do
dito auno, connlo 34 kilos de contiexoes oe
er'O, consignada a A- P. da Silvo e C-
Leireiro AfS e G. Doos pesos de trro de 5
kiios de cada om. dem, oo vapor Eoclia, em
moal data.consienados a A. P. da Silva e C.
Letreiro DS. Um pacoie sem nomere, vindo
deN'tW-York no vapor tOogeo em 14 de De-
lemoro d6 1893, cootendo 4 knos de envelopes
impressos, consignada a Anorade Lepes e C-
Marca APS e G. Urna calxa n. 955, de Livera
pool nu vapor Editor em 15 de Deaemaro de
c893 contendo 8 kilos de vidro n. 1 oe cor par-
aDdieiros, coosisnada a A. P. da Silva e C.
Karca Jr"M. Urna caira n.' 1, dem, dem
Contendo conleudo arreios para carros, de om eo
animal com goarnic.o de metal ordio ario, con
signada a ordero.
Marca M e S Urna barrica n. 9o7, da mesma
D-ocedencia no vapor Explore. em 13 de Ja-
neiro de 189., conieodo 236 kiros de correte
ce ferro, consignada a Mir-oda e Souu.
Marca R e C em cima e HCH em oaix. Dnas
barricas ns. 2P3 e 264, de Liverpool no vapor
Mefbant eu. 25 no dito mes e anoo, eootondo
768 kilos de dobradijas de ferro, consignadas a
ares R% em cima e HCH. Do.e ditas m
267 a 277 e 280. dem, i^em. conieodo 2380 k>
los de enxadas de ferro, configoada a Res e
"larca qoadrado com B do centro. Dnas cai-
xas ns. 1 e 2, aem. dem, contendo
de Bonm eslampado, consigo&do
e C
Letreiro APSeC. Urna csixa n. 773 A,
dem, dem, cootendo 10 kilos de obras de fer-
ro consignada a Antonio Pinto da Silva e G.
!l'andega de Femambuco, 6 de Jtno ce
1695.
O Inspector,
Alenandre de Souia fereira do Carmo.
Recebedoria do Esta-
do de Fernambuco
EDITAL N. 1
O admio:strador faz publico qoe, tendo
de proceder-e a oollecta dos diversos im-
postjs estadoaea relativos ao ezercioio em
vigor a 1895 a 1896 constante' da Ta-
bella A autexa a lei do orjamento c. 121
de 28 de Junho ultimo, a AasoeieSo
Conomercpl Benefioejte, Sociedade Com-
mercial Benefijante dos Merieiroe, So-
oiedade Agrcola, AssociacSo de Artistas
Mechanicos a Liberaes a todas aa que,
cesta cidade, tiverem existenei juridioa,
cabe a deslhbuiclo das respectivas quo
tas: e devendo semelhante aerviso, nos
termos da disposicSo pecolicar, ser feita
dantro da 30 diaa improrogaveis contados
DE
Trhcs Uiban's d Recife a
Oiinda e Beberibe
Dd dia 1- de iulbo em dianle o horario dos
traua qoe pa.-tirem da eslafiSo do Carmo sera o
segcinte :
Man'5
. 5 e 10, 6 e 25, 7 e 25, e 55, 9 e 25, 10 l/ e
12 eras.
T^rde
S e 20. 3 e 25, 4 e 25, 5 e 25, 6 e 25, 7 e 23, 8
e 5, 9 e 25.
Recife 27 de Junuo de 1895.
rrito IvcalhSes
Gerente.______
Braz, Silva k C
Socieda^ em commendita por acyBss
Sao convidados os Srs. associados a faze-
rptn a 2.' en rada de seo capital a raiao de
20 'la, n i e-Tipiorio da Sociedade roa do Com-
mi-rcio n. 13,1 andar, dectro do praie de 30
4iaa cnniaioa de boje.
Recife, 28 de Junno de 1895.
Braz, Silva A C.
Associaco Commercial
Beneficente dos Mer-
cieiros.
A Directora desta Asso-
ciaco convida a todos o
seus associados e collegas de
classe para urna reunio ex-
traordinaria, que se reali--
sar na quarta feira pr-
xima da 3 ao meio dia, na
sua sede a ra Barao da
Victoria n. 60, 1. andar,
auca de se tratar de inte-
reses Tjrgentissimos em be
neficio de sua classe, poden-
do a todos o seu compare-
mento.
Recife, 1 de Julho de
1895.
Joaquim f'hristovo,
Director.
Polibyo Oliveira Pinto,
V secretario.
COMPANfflA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TEBRESTSES
BU* DO VIO&BIO N. 1, 1. ANDA.B
Directores
Bario de Souza Le&o
Thomar Comber.
Julio Cesar Taea Barretto.
...
Primcira serie sortiarias ns
Banco popular
OitavO divir.e.1''fi
Pelo presente convido os Srs. accionistas a
virem1 recetow o oitavo dividendo' relativo ao
acinSI sugerir ne Jurero a Ju: lio do corrate
anno, a'raio le 10 0/q ao am.o
Hecfev27 de JuuOo ule 1891.
joaquim Ju.-. de Aoiorim
Direclor secr'taio.interino.
Assciaco
Comrcercal Agrcola de '
Prhambuco
Di ordem do Sr. presioeotp, eo convidados
os Srs. socios de-'tt aBsdcitao serisoirem
extraordioariam^ole oa secunda /ira de.'ntno,
s 10 lloras da ma' ha, 'aUm de n.'linerarem so-
Ore negocio Oigen'e, ti aceerdo cuto resola--
gao da ultima assemola geral qot teve lagar no
edtlcio da Asocircao Cotninrcial Beneficente.
Recife, 27 rfe Junno'de 4893.
O ^ecretl^lo
Lovo Ntt>-____________
Emprestiino nacional
de 18Q5
Pereira Carnei-o & C.:scien'iOcam aos Srs.
snbscriplores to emp'estioo cima qoe au'on-
eado peto Banco da RepoDlicadc Hrazil, pava-
rao em leu eecnptono;* rea do Como e-cio n-
6 1- andar, do 1- de Jplo. prcximo vnflcoro
em djaote. os jnro^ das apnlicis que eobscreve-
ram por Seo iritermecllo. correspoDdntes ao se-
mestre a vencer te em 30 do corrtnte, na ratao
de 2J0OO por cada ama apolire.
Recife, 15 de Jutiho de 1895.
.Emprestimo Nacional de
1895
O Banco de Pemambuco avisa acs Srs- sub-
scrlpiO'es do emp*estimo sc.Us que, autorleado
pelo Banco Nacional Braztleiro,, pagara em seu
efclptorlo, roa do Coi-merclo b, 40, de Io de
Jolbo proxim1) vindou.ro, em daolp, s juros
das apollces une fubs'crevewn porten inter-
medio, correspondente* ao serws're, a vencer-se
em 30 d correte, oa rsio de 25|5000 por cada
ama apolice.
Recife, 20 dt Juobo de J895.
90 1903
397 2182
(O 2209
765 2332
89G 2421
9.J0 2512
979 2638
106t 2844
1094 2879
1157 3052
1497 3126
1661 3241
1788 3346
1794 3483
1831 3527
3528
3610
3689
3841
4269
-4360
4412
-4421
.4433
4501
4522
4887
5456
55 7
5657
5743
5889
5914
6139
6158
6411
6 447
6530
6541
6559
6612
6713
7032
7050
7114
7316
7354
7502
7535
7587
7665
7849
8053
8063
8069
8343
8519
854 5
8618
8754
8813
8908
9067
9191
9220
9538
.9593
9947
9967
10022
10109
10157
10221
10264
10316
10451
10597
10626
10628
10704
10792
10931
10959
11050
11118
11129
11152
11169
11394
11456
11579
11631
11754
11797
11805
11934
11989
12045
12106
12219
12490
12528
12548
12578
12580
12680
12730
12751
12767
12891
12902
13131
13172
13174
13298
13403
13414
13501
13637
13682
13743
138:>7
13979
1 4050
1-4055
14144
14437
14810
149-48
Secunda serie sortiadas 165> 166, 377, 434,
.'
540 1169
Con-panhia Ro). H. Slomans Line
VAPOR
Niord
E' esperado de Mootevi-
d>o oeste* pooc dia8, 86-
Oiado depoii fara
Santos e Paranagu
Para carpa, passagens, eoconxnendas e valores
trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneirai t
Ra do Commercio n. 6
.andar
Ufes*
ifailail is
O paquete
Thames
Commandante Jamte Br-nder
rm esperarfo do sol no
fcj dia 6:0 cerrente, ssgoin-
r^do oepols da flecca to*
vSaispentvel para

Lisboa, Vigo e Southampton

Letras Sortiadas preiniadas
i.
2.
3>
nao apresentadas
Sorteio n. 5937200*0001229.
Sorteio n. 1226, 6580, 0582, 6585, 12385 12684.
Sorteio n. 763,2919, 12113.
1 paquete
lena
Esperado dos cortos da Eu-
rooa ate o dia O do corren-
ro segoiodo depois da uemora
oecessana oara
Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
^. B.Previae-ee aoa Srs. recehedores'de
nei-sadoriae, que a Comnanhia lala Real ingle-/
Ca, contraciOD com aGenoat St> am Navegation
pjmpanTem St-r-icoda vaoo^es &>emanaes qoe
camodo de Bordfaax, Cpgoac, Lbarente, deven
ebegar a Sootbampion a lempo tie DaK'earem aS
sargas destinadas America do Sal pan os va
dures desia compaobia.
Esta cjcapaobia accea per preces rascave
para Valparaso at AQrli, pa^ssageiros com este
destino por ila de Buenos-A^res o entrada dos
Andes.
Tamben aceita passsgelros para New-Trirk
s Sooioasnpon, por e2?eclal arraojo feito om
a oopanbia Allemand Llovd, pouendo dembra-
rem-se na Europa cas i o desejarem.
Reducto nes presos ons patsa^en*
Ida Ida volta
A Lisboa 1* classe 20 <20
A'Sbut&ton 1'ciassiT & 2 5
Cacarotesruservadospara tK.^auaiwros de
Peruamijuco. /
Recife, 28 de Junho de 1895.

ajoqu cjiximcrui do rteciie minda fjzer
oobllco, na fO^ma doA't S9 n. 5 do decreto o.
596 de 19 de Jolbo de 1890. qie em sessao1 de
20 d Jonbo altiaio. nomeoa o cidatJooleo
odo do Reg Villa-, para corretor geral desta
praja. conforme requerera, teodo-se-ibe passa-
do a respectiva cana patete, visto .veT pres-
tado a Baoga /gal.
Scrttiria da jauta commercial do Recife, 1
de Jolbo de 1895.'
, O secretario
Joaquim Tbeotonio S. n'Aveilar.
Sesnros Contra te
Royal Insurance' Gompany
de Liverpool
CAPITAL 200:000
Fundos accunmlados L 80:080.
AGENTE-
P0LHMANN & G-
163 k los
a Browns
COMPAPiHIA
Centro Commercial
Sao cuavidados os Srs. acciuoist's desta com-
pam.ia para fazerem a quinta entrada e seo
capital, na razfio de 10 0/0. oo Banco de Pernam-
boco. dentro do prazo de 30 di.s, crnladosde
boje,
Macei! 6 de Jur.bc de 1895.
Oa directores
Tiborcio Alves de Carvalbo.
Boaventara Amorim.
i-edio de Almelda.
Conipanhia Pcrnambucana de
Xavcgaco
Convido aos eenbores possoidores das obri-
gaes prefereociaes desta Cimpashia, cojos
noo.eros vo aOaisa Eenoionados, e qoe foram
sorteados para rescate a vrem receber do dia
de Jolbo em dian e o importe das mesm 8 bem
como os jaros decorriaosde Janeiro a Jonho
deste aano,c-rtts de qu- depois dessa data ellas
oao eocerao mais juos;
Outro sim ; convido os senhores possoidores
das demi8 ib*iga(oea a virem receber os res-
pectivos juros, vencidos em dito lempo.
NUMERO DAS OBRIGACES SORTEADAS
llt, 289, V8, 456. 615, '70 783, 803, 881
(.114. 1 133, 1175, 1.24, 1412. 1.481. 1.184
1.550 1.608 1.673 1.9U, 2.082,2 097. 2196,
i 207, 2.745 2.638. 2 945,2 992, 3.082.3.146
3.463. 3222, 3.239, 3.530, 3661. 3.683, 39 8
3.991 4.041,4 201 4 242 4414 4.479, 4.75,
4 787, 4.801. 4320, 4.955, 4.961, 5082, B08G,
o 087, 5 272, 5 287 5.3J8 8 468. 5522, 5 551
5 7<'5, i- 841, 5.994, 6 018, 6194, 6 195, 6 2S6,
6.277,6.352 6 494,0 635, 6.937, 6 973,7.069
7.101, 7139.
Escriptorio no Reeife, 27 de Jodo de 1895.
Sebasio Lopes Guimarei,
Director ger<-ole oteflao.
Kecebedoria do Fsta-
do de Pernsmbuco
O administrador fas publico a qoem Interersar
po sa qoe dealro de-triota das uteis i rr prora-
gaveisi contados do dia 1.- de Julbo do creme
anoo, ser arrecadado o imposto abaixo decl-
ralo, relativo ao 1- semestre do exerclcio em
vigor Ee 1895
Receoepona do Estado de Poroamboco, 28 de
Jonbo de 1895.
O admioi4trador
Affonso de Albuqoerque M. Jnior.
MITSS
DE LONDRES
Estabelecida em 1803;
Capital f,,eO
|Rs *4,000;000*000)
SEGURA BDIFICIOS B MEBCADOBIAS
CONTRA 0 FOGO
7 A IXAS BAI XAS
PBOMPTO PASAMENTO DH PBBJDTZO '
Sem descont .
Agentes '
BROWNS C.
COUPANHTA
DK SEGUROS CONTRA FOGO
\i>UVHVAV\
De Londres e AJberdeen
Posiclo financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados
eceita annual:
De premios contra fago
De premios sobre vidas
De juros
Agente em Pemambuco,
Boxwell William &C
3.780.000
3.000.000
626.0000
208.000
155.000
Compaiihia do Bebe-
ribe
Aviso oeresae rio
Tendo de novo ebegado eo coebecimento da
gerencia desta compaobia qoe individuos indos-
riosos teem adoptado o tvstema de irem em
cusas particulares, iotitulaodo se empregado da
compaobia, com o Qm de rever orneiras e bj-
drometros, ImpoDdo mollas c exigirlo logo o
pagamento das mesaras multas e de coocertos
que diiem ser recesa lo previne-se pe o pre-
seote que a excep^o dos empregsdos encarre-
gados de tomar o consumo o em outros casos
previsto do regolarneato, a coiipashla s-maeda
euipregidos em casas panicularss quando ba
reelama(30, e --oapre maoidjs eecript-i ; e asaim- pede-se que a(K>recendn em
qu'iquer Casa alcum desses individuos, seja
preso e remt-tiido aotoridarie competente, dan-
do-se aviso ae-ta companbia.
Recife, 28 oe Juego oe 1895.
Graciliiioo c. da C. Marlbs
Direclor gerente interino.
Compaobia
DE
Trilhos Urbanos do Recife a
Olioda e Beberibe
Tin Bia 1- a 10 de Jc/Qo, das 11 a 1 tora da
arde, paga-se no escriptorio cesta compaobia
jurjs de suas debentures e atcoes. prefereucjiaes.
anuo sie praio s te-a lugar ditcs pagamentos
oos dia.- ceabbados.
Recite, 1 de Jonbo 1895. -
Benio M?ga baeB
(jeren.e.
Pemambuco Powder
Factory
5- dividendo
Os senhores acci:nist>s aeeta cumpannJa S)
contldadoa a receber no esenp ono i ra de
Uommf rcio D. 6, o 5' dividendo na razao de 10
1/2 0/o ao auno, oa sejam 7/000 por acefto inte-
gral sada, e 5/250 por actao nao integralieadas
das 10 Doras da rr.anb s 2 da Urde.
. tufe, 22 de Jonbo de 1895.
A. J. Barbosa Vianoa
SecreUro.
~"~Hlll>- \ortti British & ei
cantil e Insurance
Capital obficripto 3,000,000 0* 0*
Finidos accimiulados<9,4S2y462, I8d 5*
BBCB7TA' ANNOAL'
De premios contra .
Fog i 1.495.41* 10* 9
De premios sobre
dirida 992.379 6* l4
f 2.488.196. 12* lld
N; B.A reparticao de fundos aecu-
mulados sobre seguros contra fogo, nao
se responsabilisa pelas trasacces fei
tas ipela de seguro sobre yidas.
Wilson. Sons & C.
----------1---------------------------- i ; i ---------------
Recife Drainage
Companj, Limited
E.-u compaobia precisa de pedreiron ebumba-
dnres e serventes. Para infjrmacao trnta-se as
officiuas em Cinco Pintas, de 10 as 2 boraa do
Recite, 28 de Junbo de 1895.
J. F. Mackiotosb
Gareote.
VereraTei
Irmandade das Almas
da matriz doCorpo
Santo
De ordem da mesa regedora, pelo preste
annnncio, convido aos irmSos desta veneravel
irmandade a comparecerem em noeso consisto-
ri) qaarla-feira 3 de Jaibo, as 6 boras da Urde.
afim de discutirem e approvarem o nsvo edm-
promisso, segundo fti autorisado por 6ua Exc.
Revma. a reforma do m smo-
Consictono da veoerave irmandade das Al-
mas da matriz do Corpo Santo, 9 de Juobo de
1895^_____________________________________
Banco Emissor de Pemam-
buco
SSo convidados os poseotdores de apolices do
emprestimo elto por este banco ao Estado e i.as
letras bypoitecanas eaitt.das pelo mesmo ban-
co, a virem receber os ja os do semestre fiado.
Os ccopons serao destacados no acto do pa
ganeBto.
Recife, 28 de Jonbo de 1895.
O director
Jeso'no Alvea Ferqaodes.
IPiSi 00 W
Pede-se aos Senho-
res consummidoreis
*ue queiram fazer
jualqner communica-
(jo ou reclama^o, se-
ja esta feita no escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
5 5,onde tambem ser-
cebera qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio da Sil-
va Oliyeira, Hermillo
Francisco Rodrigue1
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
4 ^ ? i'*v> >'*0*F* ?W OVP'
UC3 1U t IXi x v,*u. VAv^tO
rao ser passados em
tal a o carimbado e fir
niado pelo gerente
em'-o que nao tero
valor algnm.
C* T
Samuel Jones.
Gerente.
Para carga, passagens, eocommendss e
nbeiro a rete, trata-se com os
AGENTES
Ataiorimlrmo* k
H. 3Ra o om Jaata-^K. 3
di-
LINHA MENS
Paquete
Bresil
Commandante Miaier
E' esperado da
Epropa alt o dia
de Jolbo de5,
teguiudo depois
* demora neces-
eana para a
Baha, Ri de Janeiro Mon-
tevideo e Buntis Ayres
toei
,1

Aqg.
Resp.-. Loj-'- Ciap.-.
degredo e Amor diiordem
Terdo-te restabeleclao os trabalbos desta
Aog.- off.'.. comecaram a co-rer as contn-
ouicOss do mes de Abril ultimo em tiunte.
E, oao sendo licito excluir se os amigos
OObr. que moito boos serviges poderao pres
tar, convido-os ao comprimenio do Art 199 do
Re*.-, ger.-.
SecreUrla, 28 de Jonbo de. 1895
O secret.-- adj.*.
A. H. C Oliveira.

Prince Line of Steamers a
James Kuott, Newcast'e-
ou-Tyne
LINHA REGULAR ENTRE CS
Estadi/s-tn dos e o ftrazl
E' esperado dos portas do sol
at odia is de Julho e saUiri
depois da demora necessaru
para o
Para e New-York
0 vapor inglez
Crele Prince
Tem ptimas aosomodayKea para passa-
geiros e illumir^do- loa elctrica.
Para cargas u rassaeens trata se oam os
Consigoatarios
Johnston Pater e oomp
Ra do Commercio n, 15
Este paquete lde grande velocidade e
tem ptimas accommodajOss para pas-
sageiros.
Paquete Bquateur
Commandante Lartigce
E' esperado do
sol at o dia H de
Jaltiode 1895, se-
goindo depois da
aemora necesa-
ria Bara Bo'daox com escala por
Dakar e Lisboa
Prevme-se anda aoSrs. recebedoras de mer-
aaaonaa que eo se anndera a reclamac&es por
Jalas, que orem rfeonhecida* na occasiSo d
descarga dos volumei; e que dentro dettbo'
ras a contar do da of descarga das alvarengas-
deverao fazer qualquer reclamacao concernen-
te aivolumes que itrveEtura leiiliam seguido
para os portos do m, afim de serem dadas a
tampo aa providencias nec:;r-"*as.
.- Roga-se aos Srs.fpassa^ Je se apresenU-
em na vespera da ebegado uo vapor para toma
rem as suas passapoe.
Para carga, pastagens, encommendas e dinbel.
rj a frele tratar ce
OS AGENTES
H. Purle & C.
' 42-.RUA DO TORRE3-42
T L. andar :
Hamburg Suedamerikanis-
che Dan pfscbiffahrts-Ge
sellscliaft.
O VAPOR
Argentina
-
. i
E'.esoerado da Europa
al o dia 3 de Jolito i
eesci/a deptMs ca deaiora
Geiessana p:ra
Ri de Janeiro e Santos
Para pamgeus, carga, frete e etc., trata'-sr I
com os-
Consignataroa
Brstelmaun & C;
18Ra do Commercio18
1' andar
Boo!TLiBe of Steamers "'
E' esperado dos
portos do corte
ateo da t de Ju-
lho e 83hira de-
pois da demora
pa para o
Para e New-York
O vapor inglez
Justin
I MIT1LAB0
'v.w.ai
cargan e passagens trata-se cm
CONSIGNATARIOS
lomsto.
os
Pater & C.
Commercio a. 15



t


*

Diario de Pernambaco -* xerqa-feira % de Jalho de 133K
Norddeutscher Lloyd
O vapor
Strassburg
E' esperado da Enropa al
d>a de Jolbo, e esotra de-
poi8 da demora necessana para
a
t
Baha. Rio de Janeiro e
Santos
Antonio Francisco Ramos
Vicente Fernandas convidara os fi-m qae qnei
rafn asaisiir almarcas Oii88 no da 4 de Jolbo,
30* dia do falle, rajlo da Antoni Franc sci.
Ra o- na igreja de S. Fraadsco, a 8 horas s
manba.
Pana
com o
passagens, carga, frete, etc., trata-se
AGENTE
V- Neesen
Caes do Ramea a. 4
LEILOES
Agente tliveira
Leilo
Quarta-feira, 3 do corrente
Roa de Horma n. 12
A'S 11 HORAS
De movis, e.'peiboa e vidros
Urna Importante mooilia de Jacaranda, cem-
pleta. i espelbo oval, 6 qaad'os, '* etagers. 2
cadeiraa de taUnco, 1 jaroineira, 6 cortioaooa.
4 jarros, i tapete, 2 c^paciioa, 1 eacarradeiras. 1
cama iranceza, i rcarqBesao, i toilette -antigo
com cotEmoJa, 1 caica Je ferro, I guarda looga,
2 aparadores, 1 espelbo. i relcgio grande e 1
mesa elstica.________________________________
Agente Peslana
Leilo
Dos gneros existentes na tawna eita a roa
Gervasio Pire* o 31
Quarta-ei'a 3 do conente
*S !1 EC3-S EM P-.'HTO
Nomesmo estabelf cimento
O agente PesUna vtuder oo d:a e boraacirca
mencionado, por mandado eaesMeocia dn Exro.
Sr. Dr. juixaoocmercio, os gneros existentes
oa mes 03a lavema.________________________
Agente Pestaa
Leilo
Dp uo.a casa ter-ea fie pedra e cal, ita a roa
Fre Henrique n. 18, freoetia de 8. Jos, ava-
llada pela qoaotia de 6ft000.
Quiuta-feira, 4 do correte
A'S 11 HORAS EM PONTO
2Vo ermazem a travessa do Corpo Santo
n. 27
O afete Pestaa vei,d-r por mandado e as-
sisienua do Exm. Sr. Dr. jala da provedorla
orna ra=a terrea com pona e janella, 2 qoartop,
i sala fci.-ostnfia rom i reqcenoqaiota', no lia e
ora a u-a mei.'iooado.
t
Alferes Manoel Jullao Baratista
Amoro Lor Baptista e ana molber, Glboe r
gento Marcelino Jos BaptUta, Aotonio Luis
BaptUta Jnior, Candida Jefas Bap'Ma Julia
Jorepbioa BaptUta, 8ebastiao V de M. lio lerdo
recebido a infaoata noticia do pass; mea'o da
sea presado litio, irmao e cunta 'o alfares Ida-
noel Joliao BaptUta tallecido oo Cearr, mao-
dam retar i Usas pelo eea descanso elern ) na
egreja da Santa Cruz, quarta-feira 3 de Juina as
8 horas da maoh, convidara os pareles e
amigos e companbeiros de arm; s do finado,
coofessaodo-'e desde ja agradecido.

f
Ca los Pinto de Le moa
Placala ;aco".na de lch.u e st-us timos mu-
lo agradecer aos patentes e amigos qne assis-
tiram as jois-as do elimo da oo psssameuto di
sea sernpre chorado e nunca esqnecido esi o o
pai. Carlos Piolo de Lemo9, e de novo rogare
aos meamos pa-aassistirem as do trigsimo dl;\
qae pelo seo eteroc descanto mandara rezar 0
matrix da Boa Vis'a, as 8 horas da mann de
fessaro agradecidos.
AUDE PARA TODOS.
Pl LULAS HOLLOWAY
I
As Pilulas puri cao o Sangue, corrigem todas as desord.ems do
Estomago e dos Intestinos.
FortaJecem a saude das constltusoes delicadas, e fio d'um valor incrivel para toas as enfennidarles pecnlarea
ao seso ieminmo em todas as edades. Para os meninos assim come tambem para is pesaoas de idatle avangada
a sua efficacia e incontestaveL
Eum meaicias Oo preparadas smenU no Eabelecimen.o do Profa.ur Hollowat.
78, NEW OXFORD STEEET (antea 633, Oxford Street), LONDRES,
E vendemse em todas as pharmacias do universo.
tm O oompradorec-sfto onvidados respeitosamente a examinar os rtulos de cada caixa e Pote se nao teem a direcoao,
533. Oxford Street, sao falsicacoes.
Candido Fortunato Bibeiro
Soares
Francisco Blbei-o Suares e sua tiialhsr MHa
da G'oria Franc Stares e seu* filhos auze: tei-
Antonio Bibeiro Soares e Daniel Ora.edes Bibei-
ro Soares, e prexent-s Julio Ri eiro Soares. Leo-
nor Ma-ia Bibeiro Suares e Julieta Mria Ritiei
ro Soares, moito agradecem a Iones qae accm
panbaiam o enterro e feos indi o-o Gibo e ir
mi Cernido Fononato Bibti*o Soares, a soa
ultima mo'alae convidado a lodaj es n- pa
sentes amigos e do rio- do cara assimir as mis
ras do 7 da qae terao logar no da 4 de Jolhn
oa igreja oe noesa seobora da Penan, ,'s 6 1/2
horas da maoba, pelo qoe bb ctif^nsarn g-airg.
!!*
Cura certa em S das sen octro medicamenf
PARS 7, Boulevard Denain, 7 1*A.BIS
Oerjositos sm toda* as princioaes Fbaniaci>gB e Tireimxiv
sadiONiud *op
\nvSUVW OP oquA o aseq jod uisi ONNVHOf OHNIA
OIHdSOHdOdAH MUYO ^p OIDVEIXS
oa aovaniaao ""* ^^ ooNvua oxnu
snsiNVS op vz3naod asoaoiHO
s;iya3d viuno oa vzauni.VN
VtOd oaVNIQHHV OWbINVOUO O HIXlXIXSNOOaH
rVPaT
o APIOLAJORETeHOMOLLE
regulariza
a MENSTRUACO
Anin i o Jos Ferr ira Lima
A sociedade Becreauva 22 de Juibu euitign^l
de reconbecirxeQioa leu socio boco>ario Antonio
J. 84 Fereira Lima, convida a seos parames i
afeigos para ; sjisi'tni as m>-sas que por roa
alma se tem ce rezar na rcatr z do Corpo Santo.
s Horas da manba. 4o dia 4 do crreme, 7.*
d-a i e sea flleeiB9ento.
daawaaaBaWiVK
AVISOS DIVERSOS
o Dco los Ferrriris n. 6, precisa tede
cma cosinleira. _
Arreoia se urna Jacar o'AgiaFna para iofurmac.6e8 na Ta-
mannelra, faverna do Arco-veroe.
Vende -S' 2 a 3 k-i oxetros trlibos da age
ry-'-Tc Decoivi le, poBt03. bitdlla SO centme-
tros, dormeaie (lavados, Me. ele., em perfeo
estado da cooevacao; com material rodante,
coosposto oe tn;e cr es para carrega* canna,
'o Jos de f-rrr, endo 3 co a hreacks. .Ha igual-
mente diversesl-:svios ccmi>letos para direiia e
esqnerda : infero; goea a i;i u Apollo b. ai,
i- indar, eecripjrio. ___________^^
""~ VENDE Sa- casa- lerreas ns. 190 e 192
a roa lmienal, airata'r, a ia Deque ce C>xia
n. 7, loj?, rerrien o,ecsai oOOO^___________
Precifa-se de o,ia ann para cosiobar para
pouca familia : D3 na Velha n. ICO.
Ama
Preci-are de un, ama que eosinbe e faga
compras; a tratar noierceiro andar desta ivpu-
grapbia.
Ciaiet
Vende-se urna ca?a ie taina em Santo Amaro
das Salinas, Itgaf denecinado BarracSo n. 2-E(
com 2 qnar'o?, 2sals coeinha, lugar moito
fresco, pMto do bend efreote para liaba frrea
de Limoeiro : a tratar omesmo lagar ea nssta
typoeranbia a qoalqaer bora
Metioa
Precisa-fe de urna rxeica- braoca on de (r,
de 12 auoos para cia, tara andar com criao-
gas ; t>a roa 'mperial n. 0, ( andar.
Cos.nhe.ra OLcosinheiro
Precisa-fe para casa de eqaena familia ; na
ra Imperial o. 19, 2* anda.
----------------------------_-----------------------------
i/rala
Precisa-se de urxa criada para arranjos de
casa e linar com criangas: a ma Imperial n.
19, i- andar._____________________________
Manoel Jos Maxtins
Ex-caixeiro, de Pogas alenda $ C.. tem urna
encotnm'ida, a rea de S. Jore, uomero que
nao ignora. _____'
tyendfr'Se
Vende se urna grande casa, todo 5 janellaa
de frente, i grande eoio tena 2 janellas de
cada lado, gradeamen'.o e porio de ferro na
frente, janellas em iodos os ladedoos grandes
quin'.aes murados, agua encaad sita em San-
to Amaro, roa Lemnranga do Goo>g o. i. atraz
Oa fabiica d viro ; a tratar aua Brtto de
S. Boja n. 24. _____________
Criado ou copero
Precisa ce ce om; na roa de Pay.odo' nume-
ro. 19.
.----------------------------------;;-------------------------------------------------
51O

Alaga- te ota grande sitio cota terrn.es I par.
planuge*, teoao grande cocheira ipeguena
casa, proprio para erroceiros, estbulbu de
Taccas, coudeltna, t a estrada de Jcao de Barros a 'na de Srnandes
Vi"ira : a tratar oesea ra n. 29.
Fabrica de geU.
Aguas limonada; gasossi k
tcd.s 3 qnalidades
Seda water, ginger, ale, limSo, Iaacja,
tnrcoo, abacazU, granadina, grolas
franboiaaa, bauniLh, hortelS-pimenU ato
etc.
12A=-CAES DO .CPIPARIBE
Tijolos
u
Fabricados aa fabrica (de Garaargibe, dso-
penoP qmlidade, 'ende-ae t.e esenpto I da
Compaobialadastrlal Peiraiabocana. i ruda
Commercio n. 6. I
Vende-se
L'ma machina de costura p e divprsarju-.
uaj:&_a#u CVacp, dn Cri.uJ**P.|l y
Joaquina Jacob i.rariv
Fraticiscci Jusica Couba Samp.o, Joaquim J.
da CBOQa Sara: ,1o. Manol J. da Cuaba Saopa:o
e Eugeoia Enana urL-U- ;>g-adi cen cordialmen*
u> a todos que se dleoaram acompaotar ao ce-
merio publico ott reares mortaes d'j swu Bimca
"^quecido irmao.compadre e amigo. Joaquim J.
G.-flV\ e de novooDvidam r-.-a aesistir^imia-
a que man am rezar pelas ,8 horas do dja, ns
igreja da Santa Craz, no dia 2 de Jrjiho. s-iiio
dnsu fai.ecimantoe desde ] se confessam
agradecidoa.
Caixas de msica
Importantes modellos novos.
Secretarias proprias para presentes.
Becebeu a Relojoaria Davfd ra do
Cabngn. 14desde I50i5000a 400SOOO.
Grande sor timen to
En^enho S. Manoel
Vende-se o enenno S. Macoel, eo no rucnl-
cipio de Paliares, moeole e correte, com obras
regulares e em t>om eetedo, t d u kilumei-o-
da esisgao de l'.ia, com capacidade pa-a 2,500
pes, com a sai. a creada e animaes de servigo :
a tratar com o Dr. Barreto Sampsio, ra da
Saudade n. 25, de 9 II horrs da manba.
fMEDALHA DE HONRA
0 OLEO CHEVRIER
dealnlectado celo AlcatrS 3,
tnico e 6irt*m/co. 0 Qu$ muito
augment ai proprtedtdts orto.
0 OLEO de FIGADO
DE B4CJU0 EERRUGINOSO
a nica oioV3tu oe perm|s
tdmwiitrsr -o Perro se/n po-
duzr Priaao de Veatre, ntm
iDCOOUDOdO.
I MPOSITO pril IB PARS
U , DIPLOMA DE HONRA]
BRANCO.LOIRO
E FERRUGINOSO^
tSffVRB
^>^>ceutico de S %V^
r^r^"'
KICEITADO POU TODAB AB
Colcnrldadcs I-cdic&s |
DA rHANCA t DAIL'ROPA
BU
MOLESTIAS DO PEITO,
AFFECgESES;OFULOSAS
CHtOROSIS,
ANEMIA, OEBILIDADE,
TSICA pulmonar,
BRONCHITES, RACHITISMO
Vinho de Coca
, LICENCUDC SiPBIA INSPECTORA. DE HYGIKNE DO IMPERIO DO BRAZIL.

'9a
^3 FOFi
.-zHuwose
1 sistiAo
0
iirvi'.us Jo mundo,:*
; anua sen. occasiuivir:
t i-' M .:'.' A'CJ Cr. IkXi-QO- J
...t '< \.oi tjccttuia-
nfail / fiti ;ts e Falsificares'. *
_Ui|lrilMWft PnriG,40a iS.Ruet Laxare
L Ul T'jI/jL-> Ai PIU-AOUB
Vende-se
Dous cavallos inteiro", tendo um castanbo e
ooUo rododo, teDao ambo) estrada baixa mui'o
f anca, e serf'ndo para sella e carro ; a tratar
ra de.S G rcalo n. 29
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o excellente preparado de Manoe.
Oardoso Jnior.
As cartas que lbe tem sido dirigida
pelos jornaes de maior circula^ao, attea-
tam a efficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil
va&c C., ra do Mrquez de Olinda
n. 23,
PV. ana acia Martina, ra Duque de
ax ias n. 88.
Pharmacia Oriental, ra Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, & roa do
3 5o da Victoria 11.. 14.
Fliarrnacia Virgilio Lopee,rua Larg
do Rosarjo n. 31________________________
Plvora
De todas as quali'ades
em barns e em latinhas ven-
de-se no e.criptorio do Per-
nambuco Fowder Factory.
Ra do Commercio n. 6

Sitio
I
Aluca-se oo tende-se razcavel ta Afrgados
no travessa do Molocolcmo o. 4, oqu- tica
mii.iu jerto eos boods e das dous es rada^ de
ferro, tedo logo junto excellente banbo sclza-
do, multas fruceiras dando fructo, inelnsjve 37
ti de coqeiros. coro casa pa a f*mili ; a tra-
tar na raa de Santa Tberesa o. 28.
---------------------------------------------------;---------------1--------
4o ?ommercio
Francisco de Pa>. !aP-g Co declara que ne:.<
data acba-se em negocio cem o Bea estabeleci-
m-ntn, na villa de Ipcjoca, cdrocSr. Pelix de-
Barros Pimentel ; qt>em se jalgar sea credor
qneira apreseotar soas contas no praso de tres
di-.s. a contar deste ; na travesa da Madre de
Deua n. 21.
Caiseiro
PrcHn-r de on na ros do Apollo n.
Si.
: Caixeiro
Pr.-ci--a.se de am para um bilbar; a tratar na
ra Uoque de Casias 91. ___
Vende-se
'Urna rrobilia de ]on-o, encost da palba-e ns
piane em bom esta lo e mats ob)ectr d esjn de
familia : t trataro roa '
das 2 toras da tarde
Xarope e Enasta.
oeSEIVAoe pinheird martimo
r- LAtJASSE, n_njact|tft ;a Bordcaux
Approvadjs pela Junta de Hygiene do lio-dc-Jaaeiro,
Popular ha 30 annos, o nico
preparado com a verdadeira
Seiva de Pintieiro, extrahida
pelo vapor d'agua, logo depois
de cortada a arvore. Cura os
defluxos rebeldes, a tosse,
as grippes, catarrhos, bron-
chites, molestias da gar-
ganta e rouquides.
Em PARS, II. Ru Vivienoe,
nai prloeipaei Pbarmaciaa.
&*
_7
W
^
r LAIT ANTPH'JQUE
O LETTE ANTE PITELIGO
puro ou misturado oor- agua, diBpa
SARDAS, TEZ CRESTADA
UTNTAS-RUBRAS, BORBULHAS
ROSTO SARABULHFNTO -
" E FARINCEO
RUGA 3
e & ._ __
J
-Qs
orva
'tur
Molestias das Creancas
WM CE RAMO I0DAD0
de GRimAULT e C
Approtado pela Juta de Hygiene do Rio-de-Janeiro
Mais activo que o xarope anti-
scorbutico, excita o appetite,
resolve o engorgitamento das
glndulas, com:ate a palli
dez, torna firme: as carnes,
cura os mos humores e as
crostas de leite das ere angas,
c as diversas erupcoes da pelle.
Esta combina3p vc{;etal, essencial-
mente depurativa, i melhor tolej-
rada que os iodureos de potassio
e de ferro.
Em PAJRIS, 8, na Vivieaaa. >
Cal Bfiraucae Vsr-
g:eni de lag'aa-
ribe
A Companbia Explp*
radora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de cal &ran
28
1CHABLE
GITRATO DE FEHRB
CHABLE
1300,000 Curativos fie G oDorrlMa
Fluxos braceos
Perdas serninaes
Debilidadeto0rg5ot
'El TQDlS AS PBARIA-
Pobreza do Sangwe
PH0SPHT0~DE FERRO
de LERAS
Douor em Sciencias.
Approvado pela Junta de Hygiene
do Rio-de-Janeiro.
anemia, as cores paludas, as
dores 'estomago, a menstruac.ao
dilicil, as flores brancas, curao-se
rpidamente cortt o ferro soluvel e
com os phospbatos, que se achao reunidos
no Phosphoxl de ferro de Leras, muito
recommendado tambem as cranlas palu-
das, delicadas, sem appetite, e as meni-
nas que se desenvolvpm difficHmeate.
A
Deposito en todas as Pharmacias
ca e
virgem.
avisa os
consumidores q;ie nao
tem suecursaes nein
agencias, n'esta cido.de, fe
que os Viirdadeiros pfo-
decios se encuntrain'^iii
seu aFiiMazem do caes ido
jApollo n. 73.

??????????????????
FALTA de FORCAS
Anemia, VMoraeia, febilidtitie
1-J-tPtllUlfiiu
CUaA RAPIDX E CKRTA PBtO "
PEPTONATQ di FERRO ROBU
NICO FERRUGINOSO
| Reconhecido asiim/ave/ e preferido
pelos melhores medico do mundo.
Desconfiar-fie das faUtiicacdes e kniU^Oes.
POU ATACADO:
113, Ru Greniar-S'-Lazare. n PARS
iDeeoifpe am ot/ai n principtei Phirmicitt.
??????????????????
Boa moenda e roda
d'agua
ti

Regulador da Mari ni. a
Concerta-se relogiba de algibeir, pe
dulas de torre diaigre a ebrononjetireede
marinha, caixa do n.asica, fc.pprel> '? '^^-iVeijWfjtf'Do* dwcofn rWea -eJcart < para
elctricos,. oculoe> biirocuiog, ocolo' morar, a um bomemparao pervicad^ ^mpo,i
'ffarrti^'S ns.-fnM borjs noflprofls. pela aton-
Qceaj prfdaa- Iw mo.to boa ac cf8lr*5o)de
HWH fiT ll-;n|e roo-rdn eru i> rf>>i(o e'aiJ. cor_
"rrptas dq ao, tye/em, fcr, fus -a, t> doicom'-
oleo p-a asentar erjj m"i-;;, tt'if,i 40 jpoll--.
enrifS-pcr 56, eaasim un a nev* .-laidos iw {m^r) .leoda. Iriin, f.fin em ASWai te >-.A ferro
nm 8 pol!'a'i3 e rosor.- ,ccm i rqdete'8
que f,iem aogf- a rnoenca tro 1 dada'. V*" i -5sv rroef i-ia -.'irro ogciK'ibnnriO'
tloa Cabecit de S^ero, t& -hs. nrrJa i ni quH.ijurr da it i.Bi;e.-^ ven para
iZP'D6_0C10.
. *, ---------------~.-------
Bichas de -fambi^rgo
Vende-se ero grandes e pequea*
gorcos applica-se ventosas sectas e
sarjadas ; na. rya das La.rangeiras a. 14
'Plferitas^em l azareth do
Cabo
A? -e'fdts ati**siHt*nrtesr3>aoi f-B ttafdm-
r)rftr-no 05 Icirf-noa de a"^rintia n.ai* >\y 300
b/^ci-s.; Proppr(;ioaaTge CODfiucsaojB qoepl qui-
r ver,
: .. .1 i i i 1 1
2#00l>po_ da
SemeDtes de Hortalizas
Cbesndas nt-jo
' i, pelo po'ti eoto
Raa eFtrpjta *o Roaano n.9 -
Pog.iA afeorits 4 C.
lili i
NEM M0DIFICAQA0 DE C0STUMES

es
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Loj a da fazendas
Vende-se uia luja de faxeodas tm boa ras
bem afregoetada, t o motivo da ven"a 6 falta da
saJe do p'i prieiario at-atir oa roa Dnqne
de Caxir s o. 69.
Caixeiro
Precia-se de ma caixeiro com pratica de bal*
cao. eflorece se bom ordeDado : a tratar a praca
Maciel Picbelro n. ii, _______^^^
Ama
Preciaa-ae de tima ama para C09lnbar i ros
Visconde de Pelotas, aotiga Arrgao d. 87.
Carne verde a 700 r?. o kilo
Vender os abaiso asignados, carne de pr-
melra quali^ate, nos tainos da roa Mrquez do
Herval s. 37 e 2, e Gamboa do Carreo n i.
Este prreo eeffrera alterac&o par mais on
i para menos, sernpre e accotdo com os presos
T do gado n?R (e-a.-.
Recife, 18deMaiodB 1895.
Pinza Lima & C
?!
B i
a i
2
Ama
ESPRCIFIC03 DE
Caixeiro

alcance, .joias e'.'todo o cnialqtir okie'.
Precia-se de orna para cosiobar, na roa larga
; do Rosario d. 9 i* anda'.___________________
aiCJ^a vOmmmkt
Precisa-se de urna axa para casa de familia,
Eufronio Marques de" noli anda roa do Vigario n. 8, armaiem.
Salsa, earoba e manac -Cura to-
das as molestias da pell. rheumatismos agudos \
ou chrooicos. todos as tScfs deorigemsy-' P-ecisa-se de om menino de il a 13 annos de
phililica, escrfulas, ulceras, bobas, daithros idade cum oo sem pratna de mercearia e que d
mpgens. COrJheclmenio eoa conducta, na roa da Con-
t'iiulas de veiarnioa -Combaera as'ccrdia 73.
pnsOes do ventre, aa ench'iquecas e sao lesura-1
tivas e reguladoras. | _____________________________________
Elixir de tmberiblna-Restabtleee os ~
d\-spepicos, facilita as digestes e promove a i
deNcagao. j
Vinho de annaz ferrasinoso e
quinado -l'ara os chlorj-aneraicos, debela
poenjya itertrnpieal, reojjnstitue os hydropi- j
eos, benbericos e/convalc-scentes. j
Xarope de flor de ameira e mu
tamba Muito recommendado na bronchite,!
na heraoptise e as los es agudas ou chronicas.^ '
0* influenza e asthma.
Xarorte de m ulung; e flores de I
larangreiras entra inaomnias, aeTrose
cardiaca, histerismos, clicas hepticas, tesses
nervosas, aslhma, coqueluche e convulsOes das
crianzas.
Vinho de earo, peptona e lacto
phosphato de cal, quinado Contra o i
racnitismo das criancas, desenvolvendo-asw rea-!
ai mando o organismo; faz recuperar as forjas!
perdidas por-molestias prolongadas e anemia. \
Estes e outros preparados do Ilustre ohimico'
coutinuam a ser fabricados somente no neo afa-
mado Laboratorio ra Visconde do Rio Blan-
co, n. 12. Capital Federal.
Cuidado com as imitaces
Vendem-rse as Hharmacias t Drogaras de3te
Estado e no Deposito geral ao Largo da Compa-
nhia Pernambucana n. 6, 1. andar, Escriptorio
de Jos Mnsumbo-
^Sll8!tSg|f||gA.lHl|[ir
~
3
LUZ
;:

CATAHRR9
TOSSE ANTitA
TSICA
Esta remedio,
granlos, nao ta
sabor wtHtW
aa mdu n_aau_u#
te f*3Mua*cu: t- dtoaaau i ISSMKWI
i r-a _ijF a
LOS&Bftrl El KRTINE2,
J NEVV YORK.
i Livro de Exp!osdo Fmnaca .-MoCheto
A A venda em to .s os
ai
. arrnazems de seceos e roo
^Miijiuiniimn'i______
EMLLSA VERMFUGA
Formula Ja e preparada por
Jos Marques Ferreira
HvRMaCETICO
:;:::::; ?:: escola n mmm i mimi u mil
APPROVADA PELA INSPECTORA DE r.YGIENE
Esta EmuJso faz expellir completamente em poucas heras os verme? intes-
tmaes, condecidos -vulgarmente com o nsme de lombrigas. Tem vantagem sobre
os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a da nao ser preciso purgan-
tes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pel.s crean?a3
sem repugnancia. Em sua compdsi^o nao entram substancias mineraes que de
mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colberes das de sopa. Criancas eolberes das de cha. Ddve ser
tomada pela manh bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou mesmo com
agua adorada.
Preco 1/2 vidro 15000
'1 28000

Duzia de 1/2 c
ele
DEPOSITO GERAL
19Praqa. Maciel' Pinheiro19
10S000
20)5000
Pharmacia Ferreira
PERNAMBUCO



|p


oa

.1
asa de commisses e eBre-
senta;es
____POSIGA
XDaA*X*>^Jr_jiO0"O3 3S
X3SS3@3NrX-_e0S
de innmeras fabcs de todos os paizes ia: Europa e
k dus^inericas, Loia especie de jnercadona?, de
nachiaas e de materia prima.
Deporto do afanado REOL cdlIU.. orn^hpr' des
iaectante conhecido.
ito djl ibiiu conQfoil QD0OTINA*




a i




$
Diario de Pernamlmco Ter^a-feira $ de Jullio de 1895
Chegaram!!
Bonecas com mollas
a 1^000 a duza.
LojadaPeroia
Itua da Impera-
tris u. $3
Domingos Fernandes.
Vecde-se
Doaa vacca toarlo', parilt, e oma'nnviv
Brenne, por p.pgo orroodo ; n4 >na de Lolz di
Reg D. E*, em S^nto Amaro da Saln*.
Copeira
Prec9-- de orna fopeira ;
Csxiai n. 86, I andar.
na roa Dcq e de
Al u ga-se ou vende-se
CASA Pf QUE; A
roa d DiQOf D.3 ; a iratar 03 roa de Ssots
Tneresa d. 38.________________________________
A. Francisca Ramos
Se algeem se juina creJor dj fallecido venna
p> emende com Visete Pernandcs pateo da
Paraizo o. <5._____________________
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GRANDE
HOTEL COMMEICI AL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este mporteute estabekcimento, sob a direccSo de sea hb' proprietario MA-
NUEL GA RCIA, a auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser a
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura e
pintura i "terna, j pela promptidio e aceie do servijo culinario aduaneiro, j tam-
bem pela posijao hygienica do'seu edificio.
Depois de innmeras transforma?5es por que tem pasado este Hotel, consegmo
afinal o seu incancavel proprietario offerecer boje urna hospedagem que deve serj
preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de Ia e 2a clases relativamente distribuidas debaixo da melbor
ordena e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser repisados jantares e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes. v
APEPJTSS
POR SE MANGER. SalpicSes, ostras, lagostins, salchicha!, etc peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do eerto, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ABKQA
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermout
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos & a se boiro, odos recabi -
dos directamente dos mais acreditados comraittentes da Europa.
.Alm do que destinado ao commura do Hotel, tcm sempre grande deposito de
bebidas de sua importacilo, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos, que vende as melhores cond9oes do marcado e presos sem competencia.
GRANDE HOTEL COMMABCEA
Pili 1 m\
E' A DESCOBERTA DO
ELIXIR M- MBATO
PROPAGADO POR
B GARLOS '
Elle cura toda a typhifis.
Elle cura o rheum tismo.
Elle cura a astbma.
Elle cura cancros.
Elle cura a morpha!
IVocurar: ELIXIR M'JRATO, pro
pagado por
33 CELOS
DEPOSITO EM PEUXiVMBtCO
a mmn de d bas e peisdoctos micos
Ra Mrquez de Oliuda 24
fc AGRADAVE. t
< z Q UJ til H 2 J < Se recommenda conio o melhor remedio da sua classe a TI o H TI o > m m z o o O >
4| EMULSO ^
UNAN e.kemp COMPDSTA DOS MAIS ESCOLHIDOS INGREDIENTES combinados scientificamente e a todos os respeitos a melhor preparacao de OLEO DE FIGADO DE BACALHAO COM HYPOPHOSPHITOS
M DIGESTIVO *
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GRANDE
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u" a b o
si
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ca Ci
Ra L* de Margo--19
Este acreditado estabelecimento continua a
vender porprecos sem competidor os
artigos abaixo mencionados
Constando de
MadapolSo psra noivad a 4(55C0 e 5000 a peca-
Dito americano a 8f000 e 10|$0C0.
Dito flanees pra o>mii, punboa e col arinbos 13)500 \
Ur. ton es clarua a 320 o covado.
Ditos oscuros mnito argos a 400 o covado.
Etamioea arieadadoa a 500 o covado. <
Bramante |U ltit<5*s 4 lerfi""s 2 000 o wetro.
Atoalbado braceo e lavrado para mesa a 20500 e 3){000 o metro.
Cachemira com 2 larguras para ve&ti'idos de 20500 por 10200 o oovado.
Casemira preta de agonal para roupa de homem a 2f000 o covado.
Oachemirsi de litio I Mna du eea a 10200 o cavado.
Grande tr.rtimento de btni os padr5<" a 10000 o covado.
L ndoa chamalotea comhi onetia a ^00 o ovado.
Heia de IS para snnho ra a 405000 a duza.
Ditaa'de algodao para sechora a 120COO a doiia.
Ditsa de c r para homem a 120cOO a dui>a.
Dita croaa com fio i sda pora homem a 120000 a daaia.
Setinetk de todas as corea a 600 o c>vdo.
Seda bratc I vradas para etidta de coiva a 20500 o covado.
Cortinado de crochet e cambraia bordado par cama e janella a 100000 o par.
Capel! c,m veo psra noiva a 1O0OCO e 120OCOuma.
Eepartilboa de cour^ga a 6000o, e 80000 um.
Moequiteiros amerc*soa 15(5000 um.
CsmisB para hornero dormir 6$000 orna.
Ditas para st-nhora idem a 60000 umi.
Fino corteBde caeemira inglesa psra c> 80000 e 100000 uin.
CBmiaaa de roalha de 12 pir homem e senhora a 630C0 urna.
Veataarioa de Jncey pera memnoa a 150000 om.
Coberta da cretona para c-ma de c--aal a 50000 um.
CasiLeta para rm p. de hornees e creanca a 500 o covtd .
Brim biaoco n. 6 a 20500 a vara.
Dito p-eto a 108CO a vj-rs.
Sobretudo cjm urna e duas vistaB, cobertores, cclx s, ceroula, :nantilba, todo p)r
prec< sem competencia;
S*
o na
S.0JA DO PI1V0
(4ntiga do Crespo)
83
a imi m m&
POR
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimentole primeira ordem.
Casa monta da com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni-
C08 da cidade do Recite.
A commodacoes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeicSe*, a mai r e maia arej da nesta capital.
A cosinha a< bate a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francs
recentemente chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especializas na
culinaria
O proprietario d'este agrande e luxuoso sstabelecimento tendo certeza
de que com os elementos que cima offere-ae acha-se habilitado a satisfazer aos
mai difficeis dos appetiies e bota-o ao despor do publico offerecendo-9e para pre-
parar banquetes, jantares etc., dentro ou fra do mesmo c estabelecimento.,
VSI DlflBSSS IllilAS
PKECOS KAS0AVE1S
PROPRIEDADE DE
N. GRUNBERG
XiROPK D RiUTER N. 2
O MELHOR
PURISCADO
PARA 0
% 1 \ UE
Como remedio a Esta cao talmoea, poriBcador do oko'\ rtlgosnvo
aaparipnie nenhum oulfo appellidado depr:atio ovtalsaparrilta pe appro
xima Sfqnfr so X r pe de Heoter d. 2. Combina quairo granaes proprieaa-
dpg m om e remeolo, ppraodo a om lempu tobre oj orgaos digrbiivi.s, o
aaniiue, o i ins, >- c loirstioos.
AM"loaiamenlP n-nul>ra e expulsa pelo? eaoaes intesunaPB, rlnj e
poros da pclie, os yrmeos nocivos, que Boetnan no san^u.-. Da <, e na
DEPOSITARIOS D3STSS PODUCrO-i A OoropDhia de Drogaa e Prouotos
Chim:i'oRon Marques de Olwd n. 24._______________________
PEQUEAS FILULAS DE REUT12R
F-tfiiZ en'orp'ci.io cora-f BwMlt*HMDW coa. estas pubias. Ella*
s&o nm rntenlo pu-^Uvo livre oe pnko para o m.u>eu m-.s fraco. tao Deto PIRA
romo Di.8t-')leiClvo cara o cortero mal* lo-', nao coosnpain depots; pela q
accao iteial aerad a lo-os oue omoi. Sao as pilla -un a.ie .. pro- WMMMmm
duccao ro-i.ra dos Es'ado--Unidos. ao as tb-ncr.f e mais facis a lomar. BliWAWU
Qnarema em 'a 'a lri"n. .________________.
juana &a:tis:
WM.1AV
XVIII
O PRIXCII'ADO DE NAGATO
(Continuacao)
Por fim chegou cidade de Hagui, si-
tuada no mar do Japao, e transpoz a
magnifica porta da autiga fortaleza dos
principes de Nagato.
O pai de Yvakoura veio recebel-a, sau-
daudo-a amigavelmente.
;? Bemvinda seja a princeza de Na-
gato 1
Tinba sessenta annos o velho; ms
era um homem iorte, bem constituido,
em cujos tracoa nobre Fatkoura des-
cobria pontos da 8Bmelhan9a com o prin-
cipe.
Abdtera em favor de seu filho maia
velho, e oceupava se, agora, da educagao
do mais mogo, urna crianca de treze
annos, que nesse momento achava-se em
pe a seu lado.
Ainda urna vez Fatkoura foi obrigada a
sorrir.
Occultou a bocea com a manga do ves-
tido, pudicamenta e afectuosamente, como
coatume entre as japonezas, e ajoelhon-
se diante do velho principe.
Este recebeu-a paternalmente, inatal-
lou-a nos aposentos de honra, deu-lho fes-
tas, organisou cacadas, mostrou-lhe seus
dominios, banqueteou-a esplndidamente.
Fatkoura esperimentava urna estranha
sensato naquelle meio onde tudo lhe fal
lava de seu noivo.
Vio a cmara onde elle nascra, as te
teias de quando elle era cr;anca, roupi-
nhas que guardavam a lembrauja de urna
forma ja graciosa.
Contaram-lhe mil historias encantado-
ras dessa iufancia adorada, as actes he-
roicas do adolescente, do rapaz, ossucces-
soa litterarios, a nobreza de sua tilma,
sua bondade, sua dedicagao.
O velbo era inesgotavel : o amor do
pai torturava e acceo lia o amor doloroao
da mulher.
Depois veio-lhe urna especie de resigna-
cao.
A' forga de occnltar e seu amor, ella o
sepultou no fundo de si propria ; tratou
de eaquecer que nao era amada ; achou
nm consolo na forca do sentimento que
ezperimentava.
___ Eu amo, pensava ; bastante ; con-
tantar-me-hei de o ver, de o ouvir, de tra-
zer o seu nome ; terei paciencia ; o tempo
talvez incumba-ae de o transformar ; elle
talvez se apiede da minha longa reaigna-
cao, talvez se letnbre de quanto he soffri-
do .. seu cora&o ficara enternecido e me
amar ; acabarei feliz, perto delle, e mi-
de seus filho...
Nesse momento euviram-se ruidos de
guerra.
Urna iuquietacfto apoderme de tedo ;
a vida do ausente ostava em perigo.
Onde etar elle agora ? perguntou
Fatkoura.
Juro como et no poato mais pen -
goso replicou o velhe.
E disia isso com orgalho, cheio de cen
viega*; mas a sua voz tremia e as lagri*
mas saltavam-lhe dos olho.
aa|
Chegaram noticia.
Os principes de Figo e de Toza amea-
gavam Osaka e a provincia de Nagato.
O pai de Yvakouia moveu o exerc to,
mandando tropas frmteira.
Tamo um alliado, o principe de
Aki, dizia elle ; com certeza nao nos ata-
carao. Para que'
Enganava se.
Os soldados que elle havia mandado
ainda nao tinham chegado aos limites e
j o principe de Toza desembarcava as
costas do mar interior.
Cheio de inquietagio, o principe man-
dou emissarios ao Se. de Aki, seu visi-
nho. Este declarou cue era neutro.
Traidor 1 Infame exclamou o ve-
lho Nagato ao saber da reaposta. Pois
bem, nos nos defenderemos s, sem espe-
ranga de triumpho, verdade, mas com
a certeza de nao apagamos o brilho de
njssa gloria antiga.
Nao pode occultar o seu desgosto a
Fatkoura.
Permita o co, diese elle, que meu
filho coneerve-se perto do siogoun. Ataca-
do por tres potencias, nao poderemos
vencer ; se elle aqui estivesse, morreria,
aem que ninguem o vingese.
Entraram cavalleiros no castello.
O velho empallidecau.
Elles traziam as insignias de Nagato
sobre os escudes.
Trazei noticias de meu filho ? per-
guntou com a voz mu segura.
lliust.-e senhor, o principe de Nagato
est bom, disse um samourai. Acba-se
presentemente nos limites do reino, oceu-
pado em concentrar o exercito ao redor
delle. Vai marchar contra o principe de
Figo.
Aki (rabio; mea filho j o saber ?
Sabe. O principe atravesiou a pro-
vincia desae infame, suppondc-a amiga
SABAO CURATIVO DE EUTEIi
Tomoree, cravo. pelle er.nelua, >f>pt-ra e o.eosa impi-dnooo tnra'io
oor 0 maiF grande de Kflos N aformo^adoren na relie, o Sanio CcrU'vo de
Renier. Prodoi a p.l'e tormr, b-anca t clra *. mus b-anaas; aPOiu'a
menle po'O. felIcadMDente medicinado, exi-emamenie incomparave! .orno
aanao p-r a pulla bem .oto do toncador, ao bao^o e do qnarto da8 enanca*.
calTELA- NSo trenoioo sem ana c-DVOUorlo ler a marca re-
piatra>
MEfilCINiL
PARA
TOIl.iriB
TRIOFERO DE RARRT
Urna prepnacao el-Kanie, ^xtreujau.enle peMomaaa, rmove todas a
mpurea^ do crneo, per.er.auvo bmM BM| 2r^l2!?!.S
abeilo creer- erpe", brarto e fo.o o. Ii.M'ltel oara cu'ar Br-go.,
doencas da P-I,e. Rlannolas t morclo, e co-a rpida ente as corla iu-ai, qael
*">^'> Zia) BPm r3da fragCrteramarcaree,8tr.da.
sua bravura, dispersou os assaltantes,
mas perdeu a metade das bagagaas.
Quaes b5o as ordens que elle man-
___ Eil-as, senhor : o principe de Maga-
to pede que mandes maior numero pos
sivel de tropas ao encontr do principe de
Toza, que avanca para Chozan ; que re-
dobres es defensores da fortaleza; que
accumules viveres e que te feches nella j
pede ainda que me des o commando
das tropas que devem marchar contra
Toza.
As nrdens do principe forana campadas
immediatamente.
Succediam-se os acontecimento. Vie-
ram outros mensageiroa.
Nagato offerecra combate ao norte do
reino, em Souvo ; o Sr. de Souvo, vas-
sallo do principe de Aki, tinha favoreci-
do o desembarque dos soldados de ^F.go,
mas Yvakoura dastrogara-OB no mar inte-
rior. .
Muitos naufragaran^ os outros fugiram
para os navios.
Nesse interim o pequeo exercito do
Sr. de Souva atacava o principe pela
rectaguarda, tratando-o de o isolar da pro-
vincia de Nagato ; mas essa exercito tinha
sido completamente derrotado e o princi-
pe voltra ao seu reino.
Agora Figo protegido por novas forcas
reapparecia as costas de Nagato.
Yvakoura preparava-se para um novo
ataque. -
Ma, mquanto o principe le Nagato
triumphava ao norte de seus dominios, o
principe de Toza invadia-os pelo ul.
A provincia de Nagato, ponto extremo
da ilha de Niphon,
PARA O
CABELLO E a
PliLLE
limitada ao sueste
cadeia de montanhas que a separa dos
principados de Souva o de Aki.
O principe de Toza tinba viudo da ilha
Sikof pelo canal de Bounge e atravessra
directamente o mar interior at Chozan ;
quera transpor a provincia em sua lar-
gura e marchar sobre Hagui, a capital
situada do outro lado, s margeos do mar
do Japao.
Toza encontrou as tropas forjadas r-
pidamente e enviadas pelo velbo senhor
de Nagato ; mas esaas tropas, mal aguer-
ridas cederam ante o exercito bum disci-
plinado do invasor; bateram em retirad
para Hagui. %
Preparou-se um cerco.
O castello-forte erguia-e a alguma dis-
tanc a da cidade n'uma eminencia ro-
deada de um foseo : do alto das suas tor-
res viam-se o mar e os camp a.
O exercito de Toza cobrio logo a pla-
nicie.
O velho observava-o do alto da forta-
leza.
Minha filha, dizia elle a Fatkoura,
porque nao ficaate em Kioto ?
Meu pai. responda a noiva de Na-
gato, estar aqui, no castalio de meu espo
so, no momento, em que elle corre perigo
meu de ver e minha satisfagao.
De resto ella pouco so incommodav
comsigo : desapparecra toda a sua col
ra, restava-lhe o amor, s o amor, e el
tremia pela vida do seu bem amado ; a
gustias dolorosas terturam-na. Os me
sageiros nao a tranquihaavam.
Ma o castalio foi bloqueado e acab
ram-se os mensageiroa.
A cidade oppoz viva resistencia;
quinto dia, porm, estava em poder
60 o ? s
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pelo mar interior, separado de cceano P- inim.go; comeSoa ento o cerc do a
fico palas has Sicol e do Kion-Siou, ao teUo-forU.
occidente pelo estreito Coreano, ao norte O proprio principada Toza q
vinciadesse infame, suppondo- amiga, occidente pelo estreito coreano, m, ur. -/ri~"
mas foi traigoeiramente afeado. Gr.gaa pelo mar do Japao, e, ao .tiente, por unsag.a o. loldadoi.
-
Sementespe hortalizas por-
/u piezas
Ccnte flir.
Dita ni'(,.
D la repr Dita ra; t-'J
Dita troo^bl
Ra bete.
lJbO.
Alfiee.
Ceooras.
Cbico-ia.
Salea.
Albo.
Vende-pea roa (^Constrfiram um longo tablado da ma-
deira coierto de placas de ferro, depoia
erguerai-no sobra altissimos postes, for-
mando ima especie de alpendre. Trou-
xeram nto trra, pedras, troncos e os
langaram n*agua. As flechas que Ibes
eram ^aparadas resvalavam sobre o ta-
blado/ Rolavam do alto da eminencia
grande peJagos de rocha, blocos enor-
me ira arrazar esse abrigo perigoso a
maiofparte cahia no fosso
Poico a pouco o abysmo foi-se entu-
lhan).
Cisaram os projectis do alto das mu-
ral bis.
O soldados tentaram urna sabida ; des-
o caminho que rodeava a collina
o urna fita, e approximaram-se do
o.
'ara ganhar o sitio onde e inimigo
jalhava, era preciso deixar o caminho,
_ibreado por urna dupla ordem de cy-
estos, e marchar sobre a herra escorre-
fadia que tapetava a collina.
Os soldados quizeram atirar, mas n5o
lodiam, porque estavam ml collocados,
mquanto que erara alvo dos adversa-
rias. O feridos rolavam e cahiam nc
foso.
Por fim recuaram.
Os assaltantes acabaram traaquilla-
mente a sua obra i f zeram urna calcada
muito larga, eommunicando com o p da
collina, obre a qual o exercito p6de
passar.
Deu-sa o assalto.
"'O castalio resisti heroicamente. O
sitiados defendais se at morte as pa-
redes derrocadas.
Comegon a inTaaio.
ce
M
(CoMtiKa.)
Typ. da Diario, ru DaQ,uo de Oaxiao, 43
'

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