Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16708


This item is only available as the following downloads:


Full Text
PROPRIEDADE DE HANOEL FICUEIROA DE FARIA & FILHOS.
--------
(h Srs. Gerardo Antonio Alves <& Filhos, no Part; G0n5.nlves & I'inlo, no Maranhio ; Joaquim Jose de Oliveira d Filho, no Coara; Autmuo de Leiuvs Braga, no Aracaty ; Joio ria iniio Chaves, no Assii; Antonio Marques da Salva, no Satri; iosi Jut
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, ua i'arahvba ; Antonio Jose Gomes, na ViMa da Penha; Belannino.dos Santos Bulcao, era Santo Antao ; Domingos Jose* da Costa Braga, era Uaiareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanua ; Joao Antonio Maehaeo, no Filar das Alagoas ; Alves d C, na Da but; e Leite, Cerquinbo d C. no Rio.de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Uovrrno da proi iticiu.
OXPEDlBMre Do DIA 6 DP. AG STO UK 1873
1.' tectfia
Oillcios:
= Ao Exm. brigadeiro commandant-; das ar-
mas.Approro aresolucao que, segundo me com-
anuaice tin aa oltlcio de hoje dalado, sob n. 786,
lomoa V. Exc. de mandar me o coronel honorario
do exercito, Alexandre" de Barros c Albuquerque,
passe aservir interinamente as funccoes do com-
mandante da fortaleza do Brunt, em quanto nao
segue para u presidio de Fernando d Noronha,
visto achar-sft doente o commandanle da inosma
fortaleza, tenente-coronel Sebastian Jose Basilio
Pyrrho.
" Ao mesrao.S'rva-se V. Exc. do mandar
por era liberdade o reeruta Zefenno Joaquim de
Sant'Anna, que provou isencao legal.
Ao ntasmo.-Sirva-se V. Exc. de mandarpor
<'oi liberdade o reeruta Dellino de Freius Tavarcs,
visto ser nienor de 18 annos.
Ao mesino Approvo a nomeaoao que, se-
^uuilo me eoaunuoicou em eu offlcio de 29 de
julho uliiiiio, sob n. 768, fez V. Exc. do eapitao
-reformado Luiz Praiiciseo Te .terra para cuuantan-
dar iuterinamciUe a fortaleza do Tainaadaru em
subslituigao do 2. lenentelambem reformado Jose
Habello I'adilha, qoe falleceu.
2: sectyjii.
Actos :
0 presidento da'provincia, a visla d>> oflicio
g:, Dr cheie de policia, n. 1371, do V do oonente,
resolve exouerar do cargo de 2." supplente do sub-
delegado do districto de. Cruangy, du lermo de
Itanabe, o cidadao Vicente, de Araujo Piuheiro.
O presideute da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de policia, em offlcio
0. 1374, de 4 do correuie, resolve aomear para
iiS cargos da l. c t. supplentes do sublelegado
do districto de Cruangy, do lermo de Itambe, os
cidadaos seguinte* na ordem de sua eollocac.lo :
Virissimo Correia de Lyra o Virginio Barbosa
treire.
0 presideule da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. ctiefe Ue policia era oflicio
0. 1371, de 4 do corrente, resolve uomear para os
lugares de 2.* e 3.supplentes do subdelegado da
freguezia do Alagoa de Bailee, do lermo de Cim-
bres, os cidadaos seguiules na ordem do sua Col-
locacao : Joao de Siqueira Bezcrra Cavalcante e
Antonio de Sa Cavalcante.
0 preridente da provincia, de coaformidade
com a proposta do Dr. eheie du policia em ollieio
n. 1371, de 4 do corrente, resolve noinear para p
cargo de 3." suppleute do subdelegado do 1.* dis-
tricto do termo de Cimbres o cidadio Feiix da
Silva t'.a;.lc:;M!e.
0 presidium da provincia, a vista do oiHcio
Dr. ehefe de policia, n. 37l, de 4 do corrente,
resolve cxoiwrar do. carg> de 3 supplente do
subdelegado do l. districto do lermo de Cimbres o
cidadao Glemeale da Silva Kego.
0 presidoote da proviucia, a visla do oftl io
n. 1371, de 4 do corrente, resolve exoiitrar dos
cargos de $.' e 3." supplentes do subd<;legado da
freguezia de Alagoa do Baixo, do termo de Cim-
bres, os cidadaos Anlouio Alexandre de Vascon-
eellos e Jos6 Fraucisco da Silva Campos Junior.
0 presidente da provincia, altendundo a pro-
posta do tenenle coronel commainlanto do l.'corpo
de caval aria da itiwrda nacionji dos municipios
da Villa Bella o Klores, sobre a qual informou o
oommandante superior respectivo em ofQcio de 27
de fevereiro proximo passado, resolve uomear para
o dito ccrpo os olllciaes segu'mtes :
I.* Esqoadran.-*!. eompanhia.-Capilao, o te
uente alanoeljda Silva Pereira, teuenu-, o alferes
luaquim de al-.llo Malios, alferes, o guarda Fran-
cisco de Meilo Barbosa.
8." Es piadrao. 4.-' compiuliia. CapiUo, o te-
nente Antonio LiWo de lampns.
:. Esqnadrao. -6." conipauhia.Teneotc, o al-
feres Joao Uodngues de Uoraes Campos.
4." Esquadrio. Esladomaior. -Alferes porla-
bandoira, o sargeuto Joaquim Aveliuo do Vascon-
eetloe.
8.' eompanhia. -Alferes, o guarda Manoel de
Souza Konteiro.
0 presidente da provincia, attendendo a pro-
posta do commandanle do baUlhao n. 18 do in-
t'antaria da guarda nacional do municipio de Na-
zareth, e a vista da informa;ao do commandante
superioi respectivo em ollieio de 12 do moz pro-
ximo passado, resolve transferir para a I" compa-
nhie o alferes secretario Francisco Pirim de Souza
Sieves, >' de conformidaae com o disposto no art.
'8 da lei n. 60i de 19 de setembro de 1850, no-
niear para o dito balalbau os olllciaes seguintos :
Esladomaior. Alferes secretario, o guarda Joa-
quim Jose da Costa Itraga.
I.' eompanhia. Tenenle, o alferes do mesrao
I'Muardo Bessone de Almeida.
2a eompanhia. Tenenle, o alferes d.i mesina
lose Antonio de Arruda ; alferes, os guardas Frau-
cisco Pacheco de Albuquerque Maranhao e Adol-
plio Bessone de Almeida.
3* eompanhia. Tenenle, o aiferes aggregado
l/idoro Francisco de Siqueira.
7* conipauhia. Alferes, o guarda Manoel Esiel-
lita de Oliveira Hello.
8* campanhia.Capitlo, o lenente Antonio Clau-
dino Alves Gomes.
0 presideuie da provincia, altendendo a pro-
posta do tenenle coronel coinmau la ,ie do balalh.io
u. 32 do infanlaria Ja guarda nacional dos muni-
oipios de Villa Bella a Triumpho, sobre que infor-
mou o respectivo commandante superior, resolve
uomear para o dito batalhao os olllciaes seguin-
as:
l eompanhia.-Capilao, otenentaFrancisco Ma
noel de Magaihaes; tenenle, o alferes Joao Perei-
ra da Silva Nunes ; alferes, o gnarda Jose Bendes
dc Magaihaes Zeca
3' co.npanhia.Aiferes, o guarda Luiz Pereira
llibeiro Vianiu. .
4 eompanhia. Tenenle,oalferes A'.-xaudreJose
Nuaes.
5' eompanhia.- Tenente, o alferes l.iau Laiz de
Magaihaes.
6 Co^panliia Alferc, o g-i-irda Joa> Xavier
Kezorra.
0 presidente da provincia, a vi Ua da ofu
fioM, do commandaute do batalhao n. 13 da gnar-
da do raanlcipio o commandante sQperior respectivo em o'.Ii;io de
\t do mei proximo passad i, e a vista do parecer
da junta de jaU'l", resold transferir para > servi-
Su da icserva os tenentes J.i 1' e : i: mip.moia d i
ilo baialhio, Man.iel Jo.^e Pmto d; Souzi N.nvs
e LoopoMino Saraiva de Meil. vi-!o lere.n sido
em 1! de abril de 1870, a vaga, deixada p lino Marques' Monteiro, por Jose lij;n;s de Olivei-
ra i^oiitiulio.
Ao juiz de direito da eomarea de droarii.
Remetto a Vmc, eonforme solicilou em olllcio do
com lyrnph'i vacci
jn'gadtS incapazes do servigo a;tivj.
Offlcies:
Ao :!ni:nr..-ir'.t> .-|f .Com
u inc'usa Co,)!a Ji iiu'i:;ini;.l i J Ur. :'. 1
licia, datada de 4 do corrente sob n. 1370, respon-
do ao oolcio de '. S., do 2 de julhn ultimo; sob
n. 659, soliciUodj a soliura do guuila do 1" bata-
lhao di infantaria, Victor Alves Jo Nisciment).
Ao coinmanilaQte superior de azare',h. -
Declaro a V. S., para os devldos llus, que por por-
taria da hojc foram tranferidos paru o service da
reserva os timeot-'s da I" e3< eompanhia* do bata-
lhao n 18, dos qnaes trata o de 12 do
corrente, e nomeados par hi.) os offl
ciaes consUotcs da relae .ndo de ter
lugar a uomeaoao do g para ali'e-
i*s da 3' cctBBaahia, por ^a t reencliida,
20 de julho Undo, 3 laminas
nica.
Ao juiz municipal do termo de S. Benlo. -
Communico a Vmc, em rosp 7 de pi! ho lindo, que njst.i data reiiielto ao prosi.
denle da camara municipal dessa localidado algu-
mas laminas com lyinpha vaccinica.
3.' sccctio.
. OffJcios:
A-) inspector da thusouraria dc fazenJa.
Man le V S. e/itregar ao co nnianJanto ou imme
diato do vapor dt coaipauliia brasileira, que pri
meiro chegar d s portos do sal, 0soldo aii exi<-
tenle, pr .vauieute da arrecadacao dos direito.- da
provincia di Par.ihyha, ius mazes do juulio a ju
Iho ultimi, alim da ser recolliidi ao thesouro da
mesina provinria, c nno solicilou o respective pre
sidente em olllcio de 4 do corrente.
Ao mesmo. Tendo approvado a deliberacao
que tomou o Exm. brigadeiro commandante das
annas de man lar que o coronel honorario do oxer
cito, Alexandre de Barrose Albu jaerque, nomeado
ultimamente para commaudar o presidio de Fer-
nando de Noronha. assuma interiuamente.ein quau
to nao segue para seu destieo, o exercicio das func-
i;6es de comiinndantc da fortaleza do Brum, em
substituir.ao do teueilte coronel Sebastiao Jose Ba
riiioPyarho, ijuc se acha doenle ; assim o commu-
nico a V. S. para os Pins conveuientes
Ao mesmo. Communico a V. S., pacaos fins
convenientes, que polo Exm hrigadeiro comman-
dante das armas foi nomeado segundo, participou-
me en olllcio de 29 de julho ultimo sob n. 768, o
capilao reformado de artilharia, Luiz Fraucisco
Teixeira, para cominandar interinamenle a fortale-
za de Tamandare, em.subslituicao do 2'lenente
tambem reformado, Jose ltabella Padilha, que fal-
leceu.
Ao mesmo.Em addiiamenlo ao mcu offlcio
de 2 do corrente, recommend j a V. S. que expeca
snas drdens a inspectoria da alfandega desta capi-
tal, alim de que sejam tambem despachados litres
de direitos'lodosos objecto? conce nculos ao expe-
dienie da conipauhia Wsteru A: Brasilian Tele-
graph, nos leroios dos arts. 20e21, juntos por co-
pia, do contracto celebrado com a inesma eom-
panhia.
Ao inspector da Ihesouraria provincial.
Teudo sido nimeadis sublelegados de Ci(>oeira e
de Pedras da Fogo os alfares do corpo do policia,
Antonio Joaquim de Barros Lima e Manuel Anto-
nio Camello, manJe V. S. adiantar-lhes dous mezes
de vencimenlos, e de soldo a uma praca nue tern
da acompanhac a cada um dalles, a coutar do 1* do
corrente; e hem assim abouar ajuda de custo de
ida e volta, ao I" 40iOOO ao 2* 20^000.
4y secruo.
OlHeios :
Ao Exm. Sr. presidente da provincia da Pa-
raliyoa. Expu'iu nesta data ordens a ihesouraria
de fazenda, alim do serem enlregucs ao comman-
danle ou immediato do vapor, que prjmeiro chegar
dos portos do sul, a importancia do saldo recolhi-
do ajuella reparticao, pertencente a essa provin-
cia, e sobre o que versouoofflcio deV. Exc, do 4
do correuie, que lica assim respondido.
Ao regedor interim) do gymuasio provin-
cial.Declaro a V. S., em resposta ao seu oiicio
do 31 de julho lindo, qua o fariado das quinlas-
feiras do anno, determinado pelo art. 159 do regi-
menlo iulerno desse estab'elecimento, nao e exieu-
sivo aos empragados externos que nao s:\o profes-
sores, pelo que deverao comparecer e retirarse
as hoias marcadas para entrada esahida dos em-
pragados das reparticoes poblicas.
Ao presidentu da camara municipal da villa
de S Bento. om a remessa das tres inclnsas la-
minas, contendo lyinpha vaccinica, fica satisfeito
o pedido constante do ollieio que Vmc. dirigio-me
em 7 de julho proximo passado.
5.' secfiio.
OlEcios :
Ao presidente da eontmissao encarregada de
dar parecer sobre os apparalhos da eompanhia
Iteeife Drainage. liemetto a V. S., para os tins
convenieutes, a inclusa copia da lnl'urmacAo pre-
stada pelo gerente da compunhia Itccifa Draiuage
ao respectivo engenneiro fiscal, por occasiao de ser
ouvido por este a respeito do mao estado dos ap-
paralhos que funccionam no predio n. 3 da rua
do Imperador.
Ao engeuheiio chefe da reparticao das obras
publicas. Informe Vmc, ouvindo o empreiteiro
da estrada de ferro do Limoeiro, com o que Ihe
occorrer acerca do incluso requerimento, que me
sera davolvido, no qual os curoneis Joaquim Ca-
valeanti de Albuquerque, Joao de Sa Cavalcauti
de Albuquerque e outros pedem ao giivarno im
perial um privilegio por sessenta anncs, coma
garanlia de cinco por cento sobre o capital de seis
mil conios de rcis, para a factura da uma asirad*
de ferro que, partindo desta cidade e atravessando
pelas coinarcas de Olinda, Iguarassu, Nazareth e
Itambe, va lermiuar nas margens do rio Parahy-
ba, da provincia deste notne.
Aus agentes da eompanhia de navegacio bra-
sileira. -Expecam 'uies. suas ordens, aiim de
qua o commandante ou immediato do vapor que
se espera dos portos do sul se enearregue da con-
duceao e entrega, na ihesouraria provincial da Pa-
rahyba, da imporlancia do saido de direilos, per-
leucente a niesma provincia e recolhida na ihe-
souraria de fazenda desta.
,EXPED!ENTP. DO SECRETARIO. __
1.' secQtw.
Oilicio : w,
Ao Exm. hrigadeiro ^TOinmandante das ar-
mas. -S. Exc. o Sr. presidente da provincia, tendo
nesta data, de conformidade com a informacio de
V. Exc, da houtem datada sob a 785, concedido
ao teueule-corone! commandanle da fortaleza do
Brain, Sebastiao Jose Basilio Pyrrho, ires Inezes
de licanca, na forma da lei, para tratar de sua sii
de fora da provincia ; assim o manda cbmmuai-
car a V. Exc. pira os fins couvanientes.
2.' seefdo.
Oillcios :
Ao Dr. chefe dc policia.0 Exm. Sr. pre-i-
dente da provincia manda transraitlir a V. S. os
tiiulos juntos de uotneacao dos 1. e 2." supplentes
do subdelegado do districto de Cruangy, do,lermo
de Itambe, de conformidade com a proposta de V.
S. cm olllcio u. 1374 de 4 do corrente.
Ao mesino. -0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda trausralitir a V. S. os liluios juntos
de nomeaeao do 3." supplente do subdelegado do
i. districto d termo da Cimbres, e dos 2.* e 3.'
11 de Alagoa de Baixo, de conformidade com a
proposta de V. S. era offlcio n. 1371 da 4 do or-
route.
- Ao commandante superior de Floras. De
o:\lem de S. Exc, o Sr. presidente da provincia,
ii uismitto a V. S, para seu conbecimento e fins
cuHvcuientes, as rclafdes juntas dos olllciaes que
por porlaria de hoje foram nomeadoi para o 1."
cirpo docavallaiia a oatalha i u. 32 de infautaria
da guarda nacioual sob o seu commmdo superior,
de conformidade com as proposlas que vieram an-
nexas ao seu offlcio de 27 de fevereiro proximo
passado. '
Ao commandante do corpo de policia.S.
Exc. n Sr. presidente da provincia manda commu-
nicar a V. S. que acaba deexpedir ordem a the-
souraria provincial, no scntido de serem feilos os
abonos de qno trata o seu oflucio de 4 deste mez
sob n, 442.
3" sec&io.
Offlcio :
Ao inspector da llieeouraria provincial.De or-
dam da S. Exc. o Sr. pre-idenie da proviaci.t, pas-
so as maos de V. S., para seu conheciraeuto e
fins convenienles, copia do despacho qua aa peii-
Cito, tambem juuta por copia, de Francisco Pacilieo
do A'uaral. i ancarregado da eoBleccao e impressao
do almanack da prjvincia, deu o mesino Exm.
Sr.
&.' secao
Oillcios:
Ao promoter publieo interino da comarca do
Bio Fornaoso. S. Exc o Sr. prasi Junta da provin-
cia manda accusar recebido o ollieio do V. S., de
3 J de julho ultimo, eommunicaado haver nomea-
do, em virtuJe de ordem do mesmi Exm. Sr, de
3 daqualle maz, o cidadao Manoel do Arauio Bar-
bosa para substituir era sau legiiuno impediinento
o eo lector ilc-sa comarca nos trahalbos da junta
emancipalora ; do que licou inteirado.
Ao estacionaiio do telegrapho eleclrico des-
ta capital a Maceio. S. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda accusar recebido o oflicio de V.
S., da 4 do corrente, coramunicaudo haver muda
do, por couveniencia do service, a estaeao lalegra-
p -ica para o pavimeulo terrea do edilieio sito a
rua Duque de Caxias, a. 6, ficaudo roservado o em
que entrada para deposito de materiaes neoessarios
a conservacao da respectiva liuha.
Aos Srs. Antonio Luia de Oliveira Azevedo
& C, agentes de eompanhia bahiana da navega-
ca) a vapor nesta praca. S. Exc. o Sr. presideute
da provincia manda accusar recebido o offlcio do
Vv. Ss., de hontem dalado, no qual parlicii am que
o vapor Penedo, da eompanhia bahiana, chegado
hontem da Bahia com escala pelos portos de Ser-
gipe e Alagoas, regressara hoje as 5 boras da
tarde.
kXSflHSMffi do sia 7 o~ ag isro de 187J.
1.' secrdo.
Aclo : *
O presidente da provincia, attendeudo ao que
requereu o tenentecoronel commandant.: da for-
taleza do Brum, Sebastiao Jose Basilij Pyrrlio, e
tendo em vista o termo da inspeceao annexe a in-
formaQao do brigadeiro commandante das armas
datada de 5 do corrente, sob u. 78o, resolve conce
der-lhe 3 mezes de licenca, com veociinentos na
forma da lei, pa-a traUr de sua saude fora da pro-
vincia.
Olllcio:
-Ao Exm. brigadeiro commaudaole das armas.
-Vande V. Exc. pOr em liberdade, visto ter sido
julgado incapaz do servico militar, oomo se ve* do
termo de inspaccao annexo ao seu offlcio de 6 do
corrente sob n. 788, o recruta Aquilino Pere'ra da
Co9ta.
2.' secrdo.
Actos :
0 presidente da provincia, a vista do offlcio
do Dr. chefe de policia, n.l,3- resolve exonorar do cargo de subdelegado do 2'
districto do termo de Seriuhaam, nor se haver
mudado, o cidadao Domin'gos Taoodoro flaguoua,
e do 3' supplente do dito subdelegado Jose Pereira
da Rocha.
0 presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe da policia cm offl-
cio u.'1,381 de o do corrente, resolve noinear sub-
delegado do 2" districto do termo de Serinhaem o
actual 1 supplente, Joao Accioli Wander'ey, e para
os do 1 e 3 supplentes do mesmo snbdeiegado os
cidadaos seguintes, na ordain da sua collocarao :
Jose Joaquim da Cunha Xemencs, Caetano Fernan-
das da Hollanda e Souza.
Ofllcios :
Ao Dr. chefe de polieia. -InteiradO de quan-
to V. S. me participa em seu oilicio n. 1,37* de 5'
do corrente, quanto a diligencia feila em Bui-.iuc
para a caplura de criminosos, lenho a dizer-1 c
que louvou o delegado do dito termo co inspector
a que dilo offlcio allude, pelos bons seivigos que
prestaram uessa occasiao, recommendando ao 1
quo nao cesse de perseguir os ditos criminosos, de
inodo a serem elles capturados e punides.
Ao commandante superior de Santo Antao.
Expeca V. S. suas or lens, afim de que seja dissol-
vido o deslacamento da guarda nacional existenle
em Santo Antao, logo que alii se apresente o de
policia, que o deve substituir.
Ao juiz municipal supplente de Buiquc.
Informe Vmc, com urgencia, sobre o fa:to da que
trata o delegado desse termo no offlcio junto por
copia, com relacio a fuga do criminoso Jose de
Magaihaes de Souza Porto.
Ao commandante do corpode p-licia. Man-
de Vmc. destacar em SantoJWlSH 12 praca3 do
corpo sob seu commando, inclusive o inferior que
as deve commaudar, as quaes licarao a disposi;ao
das respectivas antori lades policiaes.
Ao mesmo. -Pode Vmc. engajar, sendo ido-
neo, no corpo sob seu commando o paisano Flo-
riano Francisco dos Sanlos, de que trata o seu offl-
cio de n. 448, de G do corrente.
Ao mesmo. Pode Vmc excluir do corpo
sob o seu commando o soldado Manoel Francisco
dos Santos, de quein trata o seu olllcio n. 446. de
5 do correute, visto ter sido julgado incapaz de
continurr no servico.
4.' secQao.
Acto :
0 presidente da provincia, resolve nomeap Fran-
cisco Honorio Bezerra de Menezes para o lugar
de cobrador da reeebedoria nos arrabaldes desta
cidade, por nao ter Autonio Ios6 Mauricio acceita-
do esse lugar.
Ofllcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Communico a V. 8., para ssu conhecimento e fins
cenvenientes, que por acto)desta data nomeei Fran-
cisco Honorio Bezerra do Menezes para o lugar
de cobrad-ar da reeebedoria de renda* internas, por
nao ter Antonio Jose Mauricio acceitado esse lu-
gar.
Ao mesino.Nesta data deliberei dissolver a
seccao do rece'nscamento. annexa a secretar a des-
ta presldencia ; ficando encarregado do* trabalhos
restanles o official da mesma secga bacharel Cel-
so Tertuliano Fernandas Quintella ; o que commu-
nico a V. S. para os fins convenientes.
Ao mesmo.Insto pela informacao exigida
era meu offlcio de 12 de julho ultimo, sobre o
teireno aforado ao visconde de Suassuna, sito
ao lado da estrada do Porabal com a frente para
a de Olinda, junto a ponte pequena de Sanio
Araaro, e que con Una com 03 sitios do'Araca e
Cortume.
Ao inspector da thesouraria provinoiaL
Inteirado do que expoz em seu offlcio do l" do
corrente, sobre a recusa do Dr. Manoel Figueir Ja
de Fs'ria em acceitar as condl55es por V. S. or-
ganisadas para o contracto da impressSo e pu-
blieacao dos trabalhos das reparticoes provin-
ciaes, menos os da secretaria desta presidencia,
auUriso o a rcalisar o referido contracto cona_o
uusmo Dr., mediante as clausulas juntas, quo sao
as que vieram annexas ao sea citado offlcio, com
a pequena modificagao feila na primeira e undeci-
ina das ditas coudicoes. Juntos acbara V. S. todos
os papeis que acompanharam -o seu meneionado
offlcio que fica aasim respondido.
Ao mesrao.-Communico a V. S., para os de-
vtdos 9ns, uue nesta data mandei dassolver o des-
iacaraento da guarda nacional existente em Santo
Antio, logo que alii chegar n de policia, que o
deve subtituir.
.* #cc*>.
Officio'l:
- A' Junta da. eniancipac,ao de escravos do
linuoicipij Uosta. capitaL-AUeadeado ao iiue re-
qoarmi Felix Lins Cavalcaole, no iuelu^o rcquc-
riiaento, e tendo em vista o que Vmc. wdormou
ena oflacio dc hontem datado, aaUariso essa junta
a Keeber as declar.ic/ies do supplica'it, arwtexas
a Ma peti^ao e relativas aos escravos que-possue.
E como possa acontecer que haja aiada pjssuido-
res de ascravos quo. por quaes |uor circuraslan-
cias, nie tenhant apresentailo suas declara;Srt<
dealro do prazo fixado no regulameuto n. SI33
de 13- de uovenahro Ur anno passado, llca esse
praa prorogado por um mez ; o qua Vine fara
constar aos habi'anles deste municipio.
Portawia .
0 Srs. agentes da eompanhia do navegaclo
brasileira maudera dar passagem do proa para a
Bahia no priraeiro vapor qua seguir para os por-
tos do sul, por conta do miuist'-rio da marinha,
a um criado do official de lazen la Jo>e Francisco
da Ceiedo.
KXFEDiE.NrE DO SKCBETAniO
1.' seccuo.
QMn:
Ao brigadeiro commandante das armas.
De ordem daS. Exc. o Sr. presidente da provin
eia, deelaro a V Exc, em resposta ao seu oflicio
de 6 do corrente sub n. 789, que nasu data se
mandoii satisfazar o pedido do commandanle do
deiaosito de recrutas, o qual veio aunexo ao sau
citado oflkio.
Ao commandanle da divisao naval do 2*
districto. 0 Exm. Sr. presideute rda provincia
acaba de expedir ordem a agancia la' eompanhia
de navegaeao brasileira, para tar lugar no pri-
meira Vapor a passagem a qua alluie V. S. no of
ficio desta data sub n. 245; o qua communico
a V S., de ordeoi do raasmo Exm. Sr.
3." seepw.
Officibs :
Ao Dr. chefe do pol;cia. Do ordain de ;.
Exc. o Sr. presidente da provincia. transmitto a
V. S. os tiiulos jtiutos de nomea.ao do subdele-
gado do 2- districto da Serinliaem, e do l" e 3*
supplentes d> mesrao subdelegado, de conformi-
dade com a proposta de V. S-, de 5 do corrente
em olllcio sob n. 1381.
Ao mesmo. 0 Exm. Sr. presideute da pro-
vincia manda accusar o recebimento do ollieio de
V. S, dr) 6 do corrente, em que participa ter sido
capttarado o criminoso Jesuino Bezerra da Mene-
zes Batalha pelo subdelegado do 1 districto da
Victoria, a quem V. S. lotivara por essa deligcucia.
OKSPAC.HOS D\ I'fiESIDBNCI \ DE 18 OK 0UrU3IU)
dk 1873.
Coronal Agostiuho Pereira da Silva Cavalcante.
-Sa*.
Flora Clara Peres. ludeferido.
Giddiao TheraistoclesCabral de Vaseoncellos,
I'as'se pnrtaria na forma requarida
Isabel Haiu'ia das Virgeus. ludeferido.
Joao Vieira de Mello -Keinellido ao Sr Dr. che-
fe di polieia para deferir ao supplicante, como for
dttjusli'.-a.
Uaeharel Joao Francisco da >ilva Braga.Passe
portam concedeudo a licenca requerida.
Joao fazenda a ordem d > tuesouro para ser paga ao
supplicante a pensao que raclama.
Joaquim Pereira da Silva.-Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Dr. Luiz de Carvaltm Paes de AndradeEnca-
niinlie-sc.
Manoel Augusto da Foncaca e Silva.Nao tern
lugar o quo reaper, em vista da informacao.
Pereira -ianna& C. Deforido com oflicio desta
data a thesouraria provincial.
Secretaria da presidencia de Pcrnambuco, 20 de
outubro le 1873.
0 porteiro,
Silvino A. Hodriguts.
lli'.ytirliv.iii* da jtuliciaa.
!.* 20 de outubro de 1873.
N 1769.lllm. e Exm. Sr.Participa a V. Exc.
que, foram' recolhidos ii casa de doteiicfio os indi-
viduos seguintas :
No dia 18 do corrente, a ordem do subdelegado
de Santo Antonio, Galdino, eseravo de Antonio
Machado Pereiia Vianna JunAr, a minha dispo-
sigao.
A' ordem do do 2- districto de S. Jose, Carolina
Francisca do Espirito Santo, por olfansas a moral
pablica.
A'ordem do, da Capunga, Antonio, eseravo de
Antonio AnnesJacome, a disposicao do subdele-
gado do Recife.
No dia 19, a minha ordem, Januaria, escrava do
capitao Dclgado, por andar fugida.
A" ordem do subdelegado do Recife, Manoel Pe-
reira da Silva, por crime de ferimentos graves.
Segundo communicouiue o Dr. juiz municipal
de Sauto Antao, em offlcio "de 17 do corrente, no
dia anterior, foi capturado e recolhidoa respectiva
cadeia pelo subdelegado do districto d'aquella ci-
dade o celebre erimm .so Carlos Jose do Vercosa ;
pronunciado alii pelo assassmalo de Jose Lourenco
Pereirajde Luceoa, praticado em dias do anno de
1866.
Por offlcio datado do 18, communicou-me o sub-
delegado do Recife que, no dia antecedente, Anlo-
uio Maria de Carvtlho, na occasiao em que descia
da draga, qua se acha em frame ao becco da
Lingueta, cahio ao mar, sendo inuteis os esforcos
erapregados para salva-lo, vindo a apparecer o seu
cadaver no dia seguinte ; e que a tal respeito
procedera nos terraos da lei.
- Em data de hontem communicou-me ainda o
mesrao subdelegado que, as 4 horas da tarde do
meamo dia, no becco da Lama d'aquella freguezia,
Manoel Pereira da Silva ferio mortahnenle com
uma facada a Weneeslao de Britlo Monteiro, que
o delinquent foi preso e reeolhido a casa do de-
tencao, e que sobre este facto procedia na forma
da lei.
0 Dr. delegado de Jaboatao declarou mo, em
offlcio de hoje que remettera ao Dr. jaiz de direi-
to du 6.* districto criminal o ioqueribi policial a
que procedeu coaitra Joao Baptista, Vicenta Fer-
reira Curado, Guilherme Francisco do Kosarao,
Aoacleto, Francisco Ferreira e Francisca Maria
de Jesus, por crime de furlo de cavallos.
Finalineule, a ordem e a iranquilbdade publicas
nao sohi-eram alteracao.
Dens guarda a V. Exclllm. e Exm. Sr. com
mendador Henrique Pereira de Luceoa, dignissi
mo presidente da provincia.-0 chefe de policia,
Antonio Francisco Corrtia de Arauja.
(10), falleceu vicMnw de antigos padecimenlos o
Dr Jacintlio Pereira do Rego, conceituado advo-
gado uos auditorkis deMa cidade.
Mw?) ainda j loiarwado pela seieneia, quenelle
encontrara um esforrado- eultor ; com a illustraeao
relativa a intelligcocia nao vulgar, que o distin-
gia ; o seu pas-amento tao prematuro a protunda-
iiieule contrisfador.
Membro sincere e decidido do nartido liberal,
sob cujo dominio administrou a provincia do Araa-
zonas, deixou em suas lileiras um claro sinistro e
doloroso.
A' sua iuconsclavel viuva e aos sens Olhinhos,
tao cedo envolvidos por crepss mortuarios, os nos-
sos sinceros pesames.
.ll.atadiani'o publ-ieu. Procedeu-se hon-
tem, ao meio dia, perante a presidencia da pro
vincia, a ab-rtara das propostas para a construc-
c*o do matadouro publieo a eslabetecimsialo de Io-
gr.nlouros. Coneorrcrana os Sr>.:
Ur. Paulo Jose de Oliveira e Jovino Bandeira.
Antonio Carlos Far eira da Silva.
Augusto Cesar Fernandes Eiras e Evaristo Ju
liano de Sa.
iVdiaaiiaasta'a^fto &w eorreio.Comecou
honiem o coneurso para provimento de pratican-
las do correio, sen.lo cxaminadores os Drs. Eze-
quiel Franco de Sa, Manoel Pereira de Moraes Pa-
nheiro, e major Salvador Henrique de Albuquer-
que.
Sao conenrrentes os Srs. : lose Carneiro Maciel
da Silva, Viiwnte Nunes da Sorr:i Filho, JoAo Bap-
Mb da Silva Kragoso, Alfredo Emilio Faleao,
Americo Wauderley lacqnes, Jos6 Maria Monteiro
Possoa, M.-uioel Alvos Vilella, Alfiedo Lindolpho
dos Reis Campello, e Antonio Paregrino de Men-
doDQa.
H.Milem deram os concurreotes as provas es-
criptas, deveudo hoje dar as oraes.
Vapor uauea'icano. Passou hontem para
o sul um vapor americaiao.
lai'iililaiii' alw Direito.Defendeu hon-
tem theses para obter o grao de iloutor em dtreito
o Sr. bacharel Eliseu da Souza Marlins, que foi
approvado.
Acha so aberta, r.a respectiva secrclaria", a
insciipeao par.i os exames de linguas, devendo os
que se pretenderem inscrevar faze-Io por meio do
requerimento.
Ikiialaeii-o.0 vapor Ipojuea irouxe para
'CBNAMBUCft
,i ...._....... ,
REVISTA DIARIA.
Gnarda nacional.Por pbrtaria.da pre-
sidencia da provincia, de 18 do corrente, foi dis-
ponsai.o o lapso de tempo para poder tirar paten-
te, a seu pedido, o tenente Jose Pedro de Castro,
aggregado ao 7 batalhao da reserva do municipio
de Olinda.
Jury.Presentes 42 Srs. juizes de facto, foi
sorleado o eouselho da sentenc e entrou em jul-
gaineulo Isidro Elesbao da Silva, pron anciado no
art. 205 do eodigo criminal.
Tave pi r advogado o Dr. Luiz E Rodrigaes
Vianna e sendo pelo conselho julgada pcrempta a
causa, foi elle abiolvido e condemnada, a munlci-
palidade nag custas
russanjcnlo-Ka noitc,rjo tjomioga ultimo
Soaras Leite & C 2:100i00)
Antonio A. de Souza Aguiar A C 2:029$h00
Caldas & C 2:000*000
Goiiauraeai Irm.io & C l:90050iJ0
I.. Antonio Siqaeira 1:639*000
lose Luiz Gonc-ilves ferreira & C. 1:000*000
Braga Gomes & C. 1:' 00*00 I
Silva & Alves 566*000
lose Guilherme & 0. 398*000
Antonio Gomes da Cunha & C. 3'JOT00i>
Bernardo Jose Pereira & Irmao 3Q5*000
0 vapor Para levou para .
Bahia- 5:235*070
Rio de Janeiro 8:885*370
Club Dramatical Academieo. Esla
socielade da 0 seu terceiro e ultimo espeetacnlo
deste anno no theatre do Santo Antonio, hoje 21
de outubro, subindo a scena o drama em um pro
logo e tres actos, do Dr. Luiz Accioli Pereira
Franco -Magdalenae a comediaGuerra aos
Nunes.
Amor ao Estanlo.Hoje 21, hayera sessio
do cnselh > director desta sociodade, .is 12 horas
do ilia, no lugar do costume.
Institiito Ilastorico c Pkilosophieo
Pernaaailaiacano. -No sabbado (!8 do cor-
rente) realism se, como foi anuunciado, a sess.ao
magna de encerramento desta sociodade, no salao
da Astociarao dos Arlislas Mocbanicos e Liberaes,
a rua da Impcratriz n. 17.
A's oi'.o iaora, presentas algumas seuhoras e
grande numero de convidados, o Sr. presidente
abrio a sessao, depais de pronunciar um conciso,
mas eloquenta disenrso.
Ao presidente suceedeu o orador do Instiluto, e a
este os das sociedades -Congressa Litterario, Club
dos Bachareis em Direito, Ass)cia.;ao dos Guarda
Livros, Club Popular, Novo Parthenon c Auxilia-
dora da Inslruccao Secundaria.
Tumaram ainda pane nesta festa Litteraria os
Srs Frederico Borges, Rosa e Silva, A. Cyrne, Pe-
ino Guedes, Araujo Maciel, Altino de Araujo, Cam-
pos Carvalho e Eugenio Fontes.
Os Srs. Pelino Guedes e Altino de Araujo reci-
taram duas Hildas poasias.
A festa estave animadissima e esplendida, conao
sdem ser todas as feslas da mocidadc ; em todos
os semblantes transparecia a alegria e a satisfa-
i;ao. A casa achava-sa elegantemente decorada, e
duas bandas de musica tocavam variadas e esco-
Ihidas pecas, sendo uma por occasiao da recep;ao
dos convidados, e a oulra quando osoradoa-es aea-
bavam de fallar.
Como era de esperar, brilhantes foram os dis
cursos que entao *se proferiram, e a ordem que
reinon na sociedade foi a melhor que se podia
desejar ; foi ernlim uma festa digna da mocidade
estudiosa.
Finalmente, dapois da todos os oradores terem
cmcluido, o Sr. presidente agradeceu a Associa-
cao dos Artistas Mecbanicos e Liberaes o ter ou-
lorgado a sua casa para se celebrar a sessao de
encerramento do Instituto, e a todas as senhoras,
comraissdes de sociedades e raais pesoas, o terem
vindo abrilhaniar com as suas presencas a esta
festa da intelligencia, que foi mais um louro co-
Ihico pelos mooes do Instituto na trabalhosa, po
rein gloriosa empreza que sobre seus hombros to
maram.
Capturat. Pela subdelegacia de Santo An-
tao foi captnra io e reeolhido a respectiva cadeia
o celebre criminoso Carlos Jose de Vercosa, alii
pronunciado pelo assassinato de Jose Lourenco
Pereira de Lucena, praticado em dias do anno de
1850.
Aitcntailo,-A's quatro boras da tarde de
domingo ultimo (19) Mancel Pereira da Silva ferio
mortahnenle com uma facada a Weneeslao de
Brito Monteiro, no becco da Lama, la freguezia de
S. Frei Pedro Goncalves. 0 delinquente foi preso
eac' a-se rec Ihido a casa de detencao.
Imiuerito.Pelo delegado d3 Jaboatao ja foi
remeltido ao Dr. jniz de direito do 6.* districto
criminal o que se eKecluon contra Joio Baptista,
Vicente Ferreira Curado, Guilherme Francisco do
Rosaaio, Anachto Fransisco Ferreira e Francisca
Maria de Jesus, por crime de furto de cavallos.
Can a polieia Moradores de Santo Araa-
ro das Salinas pedem providencias contra a per-
mauencia, naquelle povoado, de um Sr. Re Do, que
dizem aqu lies queixosos, ser tao facanhoso uue os
atomorisa ao panto de niio terem animo de pro-
nunciar o seu noraae proprio. .
Certo, a policia ira ao novo Cabelleira.
Postillao.Acaba de sahir a luz o n. 1 des
la jornal caricalo. Agradecemos a remessa.
Mnvia artista. Enviam-nos o seguinte :
Chegou ba pouco da Etiropa e acha-se esta-
beleoilo nesta cidade, o Sr. Augusto Elesbao, ua-
bil pintor.
eE'nm excellente artista, e digno de toda con-
siloracSo, ipgnndo nos Informam pessoas concel-
luadas.
a 0 Sr. Ele=bao encarrega-se de pmtnras de
casns. faehadas de esiaholeciruentos, e principaj-
mente de trabalhos de imilariio de madeira, peara
marmore, etc., r>o qoe tem fnito especial estudo. As
pessois nue precisarem dos sens services podem
procura to a casa de, sua residencia rua de S.
Francisco n. 30.
. !\ivio en^ontrado -Participa o Sr. ca-
pilao do brigue iaglez Palestine, procedente do-
Rio da Janeiro, que commumcou aMe-hontem de-
fronte desta barra com o patacho mgtez Sappho
em viagem do Rio de Janeiro para* os Eftudos
Unidos.
, Arrematacocs provlnclaesc -Peran-
ic a junta da thesouraria provincial' vao a praca
quinlaJ'eira (23) : o foroecimento de alimentacac
e dietas aos prases pobres da casa de detencao :
a venda do sitio dos Reinedios, em 3i750* ; e os
reparos da ponte da Jun>|ueira, orcados em; .
5:7205.
S;nt; Casa de MtserieoraflnaAato-
risada pela presidencia da provincia, e de confor-
midade coin o 9* do art. $2 do seu comprorais-
so, a junta admraislrativa da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife, r>-cebe propostas para a venda
da fazenda, pertencente ao patrimonio decaridade.
dennminada Carnauba, sita no lermo de rlores,
com terrenos para criar a plantar, e com algam
gado caval lar, lanigero c vaccum.
Hospital Pedro II. -O inovimento deste
esialaeleeimento, de 13 ao dia 19 de outubro de
1873 foi o seguinte : existiam 362, eatraram
65. sahiram 23, fallecerara 21, existera 383, sendo :
236 liomens e 147 mulheres.
Advertencia. ,
Foram visiladas as enfarmarias nestes dias : as
7 1(3. 7 l|3, 8, 8, 8, pelo Dr. Beitrao ; as %
|2, 10 l|4, H 1(2, 9 1(4, 2, pelo Dr. Samaento ;
as 9, 8 lii, 9 l|2, 9, 9, pelo Dr. Malaquias ; as
7 1)3, 7 1|3, 8, 8, 8, 8, 8, pelo Dr. Aadrade
Lima.
Falleeidos.
Manoel Ponciano ; tnberculose pulraonar.
Jose Joaquim de Sant'Anna ; variolas ooafluentes.
vanoel Gavino ; febre amarella.
Lourenco dos Santos ; variolas confluentcs:
llonorata Maria do Hosarlo ; tubereulosa pul-
monar.
Victorino ; variolas conlluentes.
Miguel Francisco da Costa ; variolas heraorrha-
gicas.
Co-ma ; tuberculoe pulmonar.
Maria Felippa Candida ; cachexia paludosav
Pompeii Cavalcante de Albuquerque ; variolas eon-
fluentes.
Jose Xavier ; variolas confluentes.
Ri berto da Sil>a ; hyoertrophia cardiaca.
(liiilherme Villela da Costa Tavares ; febre ama-
rella.
Francisco de Paula Motta ; variolas coofluwites.
Bernar la ; variolas confluentes.
Senhorinha Maria da Conceicao ; tuberculose pul-
monar.
Cosma Maria da Soledade : febre typhoide.
Wancelino Antonio de Carvalho ; variolas con-
fluentes.
Isabel Francisca ; variolas confluentes.
Mano-I Francisco de Souza ; hepatite interticial.
Joao Francisco de Mattes ; tuberculose pulraonar.
Hospital pnrtujtuez de benefleen
cist Movimenios das enfermarias desde o dia it
a 18 de outubro de 1873
Ficaram existindo 39
Entraram 13
Sahiram 7
Falleceram 5
Ficam cm tratamento 40
Esta de semana o Sr. mordomo Francisco Jose
Gomes. a.
Loteria. A que se acha a venda e a 70." a
beuelicio da malriz dos Alogados, a qual corre
hoje.'
Casa de deteneao.Movimento do dia
19 de outubro de 1873 :
Existiam presos 328, entraram ,2, salaio 1, exis-
tem 329.
A saber :
Nacionaes 235, mulheres 11, esirangeiros 39,
escravos 41, esosavas 3.Total 329.
Alimeutados a custa dos cofres publicos 266.
Movimeato daenfermaria do dia 19 de ouUibro
de 1873 :
Tiveram baixa :
Manoel Agoslinho Pereira da Silva, vaccina.
Antonio Pedro da Cunha, vaccina.
Tevrj alia :
Thomaz Antonio de Gouvea.
Passageiros Vindos de Granja e escalas no
vapor Ip 'juca :
Joaquim Teixeira Leit", Francisco de Paula
Souza Leao, Anacleto Pereira Macalhaes, lano de
Souza Encarnacao, Trajano Theodomiro de Mou-
ra, Francisco Antonio do Mcnte, Rufino Gomes de
Mattos, Henrique Jose de Mcura, D. Maria Martins
Ferreira, D. Josepha C. Fernandes, D. Maria Fer-
nandes Moura, Jose da Silva Neves, D. Neporau-
cena G. de Miranda e 1 eseravo, Ricardo Pereira
de San:'Anna, Francisco Ferreira de Miranda, Mi-
guel Joaquim Lobo, Luiz da Fonseca S. Sobrinho
e I eseravo, Francisco A. Xiffoni e 2 firhos, Joa-
oaira Antonio de Figueiredo, Jo to L. Teixeira Rola,
Jose Odorico da C. Ferreira e crialo, Cassiano M.
da Costa Ferreira, Antouio Olintho Barbalho, Ma-
noel Nunes B., Manoel de Medeiros S, Costa, Joa-
quim Theotonio Barbalho, Dr. Hornaogenes Joa-
quim Barbosa -Tinoco, Henrique Barroca Junior.
Jose Conrado de S. Nunes, Urbano J. de Loyola
Barata e I eseravo, Antonio da Silva Lobo, Joao
Elias de Figueiredo Junior, 2 pracas e 2 escravoa
a entregar.
Sagidos para os portos do sul no vapor na-
cional Para:
Manoel Barbosa Calheiros, Dr. Thome A. de
Moura Duarle Pereira, Manoel Francisca de Olivei
ra Casaqninho, Francisco G. Torres. Thomaz Go-
I hart, Sanino 0. Ludgero de Brito, Jsse Tavares
Cordeiro, teoente-coronel Vicente Alves Aguiar,
Julian Bauqure, Jose Joaquim, Lobao, Jose Fari..
de Oliveira, Francisco Peciao Pedro, aprendiz do
marinha Joio Martins Mascarenhas, Joao Antonio,
Joao Baptista de Souza, Jose- Dias, Martins don
Santos Bastos e 35 escravos a entregar.
Sahidos para o Aracaty no hiale nacional.
Deos te Guarde:
Melino Amancio de Lima, sua senhora e 1 Alton-,
menor.
Cemiterlo publieo. -Obituario do dia Uh
Io corrente :
Vicencia Maria da Conceij-ao, branca, Peroam
buco, t5 annos, casada, Boa-Vista ; bexigas.
Marcoiina, parda, Pernambuco, 8 dias, Boa-Vis-
ta ; cspasmo.
Francisca, branca, Pernambueo, 9 mezes, & Jo
se; variolas.
Antonio, pardo, Pernambuco, 2 annos, Santa
Antouio ; variolas.
IziJro, espravo, pardo, Piauhy, 50 annos, soltea-
ro, Boa-Vi-sty; hepatite.
Maria r'elippa Candida, parda, Pernambuco, 6X>
annos, Boa-Vista ; caxixia.
Miguel Francisco da Costa, pardo, Ceara, %J an-
nos, Boa-Vista ; variolas.
Maria, parda, Pernambuco, 10 mezes, Boa.-Vis -
ta ; bexigas.
Francises Mendes de Barros, parda, Pernambu-
co, 45 annos, viuva, S Jose ; variolas.
Pedro Al -xandrino dos Anjos, preto, Pernam-
buco, 25 annos, cas|do, Santo Antonio dyarrhea-
Co3ma, parda, Pernambuco, 8 annos, BaVista ;
tubcrculos pulmonares.
Manoel, preto, Peruambux), 28 dias, Boa-Visla ;
espasmo.
Maria da ConceicSo de Jesus, parda, Pernambu-
co, 12 annos, viuva, Recife ; caxixia.
Maria Liberata de Paula, branoa, Pernambuco,
12 annos, solteira, Boa-Vista ; tubercuios pulm)-
naros. '
Bellarmii \ Coacetpfr, preta, Pera.
r

*v
LW*


m
- ->_
>"Wtefde Pernambuco Ter^i feira 21 de Outubro de 1873.
bnco, ftl aanv. viuwi, S, fort dyari Itea.
K-nitia Amelia do Almeida o Silva, branca, I*-r-
as:n!>iic<), 27 annuvopsada Sanlq A i:onio ; can-
tin.
Maria, parda, P*n#aibuco, 12 annos, Boa- Vis-
la ; bexigas.
I'edro Antonl-*ettoso da Silvelra, branco, Per-
nambuco, 4 ann >s c meio, S. Pedro Martvr ; be-
xigas.
Clai.dina Maria J Omeatao, parda, Pcrnain-
Jjuco, 40 annos sedtcin. S. Jm; ; variolas.
Manoel, prrdo, BfmiIuco, o annos, S. Jo*'- ;
twvigas.
Joaquim, escrafa, nrcto, r*waambiico,35 auuos,
solteiro Ho i-Vista-jg exigas.
Jrts.*, escrayo, parikt, Pernambuco, 50 anrus,
s -Iteiro ; tiydiopericjirdio.
Zulmira, bnuiu, Peniambuen,
Vista ; bexigS*.
anuos, Boa-
Joaquinvpard Pernambuee, 7 dias, Boa-Vista ;
i-oiivulsocs.
Otilia Libcralin.t do Oliveira Sonza, branca, Per-
nambu--), 23 annos, s.-lteira, liia-Vista ; bexi-
ga*.
FrancNeo, brano, pernambuco, i annos, Boa
Yi*!a ; bexifas.
Umpanulo jue na-cjju morto, branco, Pcrnam-
toiJco, Gr.ir i.
!>'onhorifiha Maria da Oaeeicao, parda, Per-
nambuco, 38 anno?, solteira, Boa-Vista, hospital
Peiro 1- ; tuber-nios puhnonares.
Bcrnarda, preta, Africa, 70 annos. solleira. Boa-
Vista, hospital Pedro II ; bcxigas, '
Maria, parda, JVrnamoueo, 8 me/es, S, Jos.' ;
tosse eonvulsa
Galuiuuie \illelade Castro T.ivares, 9 anujs,
soltctjro, Hoa-Yista ; tebre amarella.
Henrique dfl Silva, branco, Portugal, 30 annos,
aoWKO, Becife ; taigas.
Manne!, branco. Pernambuco, 8 dias, S. Jo-.; :
aajptatu
Francisco de Paula M Mia, pardo, Pernambuco,
32 anuos. viuvo. Boa-Vista variolas court uen-
Cvpctana Maria Candida, bratca, Pernambuco,
2i anuos, viuva, S. Jose ; variolas.
- 18 -
Qosma Sfsinia 'la S-jledade, prou, Pernambuco,
38 annos, toljgfra, Boa-Vela, Hospital Pedro II;
faara tyutioi;tc.
M iiia. branca, I'crnambuco, 7 dias, Boa-Vi.-ti;
eonvulsnes.
Oerahl.i Marii Francnca do Girmo, parda, Per-
nambuco, 7** anaos, solteira, Boa-Vista; hepatite
ceroaa.
Justina, cscrava, prela, ignora-so '!! annos, sol-
i ira, Santo Antonio ; variolas.
David, escravo, pardo, Pornanibiieo, 30 annos,
solteiro, Graca ; phlvsica pulmonar.
Joaipijw. UHTea Lima Wanderley Innior, bran-
cd, Pernambuco, 23 aim..-, sclleiro,' S. Pedro Mar-
tyr ; variola.
. Mauocl, par.l >, Pernambuco, 8 annos, Recife;
hexigaa.
Alfreifi, pardo, Pernambuco, 7 rinses, B a-Vis-
ta ; espasmj.
-"19 -
1 &i Fran "is-'o Jo Man is, pardo, IVmamhuc >.
34 annos, gtdtciro, Bus* Vista, hospital Pedro U;
toiiereufa pulnionar.
Man.itl nraociMU dnSmna, panlo, Parabyba,
5') annos, solteiro, Boa-Vista, hospital Pedco U ;
hepatite iaterticial.
-i.,iicelio Antonio de Carvaino, preto, Alagoa-,
31) annos, solteirc, Boa-Vista, hospital Pedro II;
variolas eonflaeoteg.
Jjsepha, parda, Perriambuej, 2 anno-, Santo An-
!o:ii. ; vario a.
Antuuio, i ardo, Pccnatobnc, :? toeiet, H>a-Vis-
;a : cmivul-ires
>! um"I, pardo, Bern-imbuco, I mez, Doa-ViKa ;
'.'. -igas.
Isabel, parda, Bern am !aro, '0 metea, Boa-Vis-
ta; liexigak
Maria da ijncoji-rn. parda, Pornambuco. 2-j an
: i:. s.ilt"iri lti'.1-\ista : hoxigas.
Ilaand do r'oncoca Stizano, brancc, Peniambu-
<.'., Li annos, soltei^t, Santo Antonio-; variolas.
r-Yair. i-co, branco. Pernambuco, 2 annos, Boa-
Vista ; bexigas.
Miiia, Iii'inca. Pernambuco, il mezes, Boa-
I bta ; bexigos.
Finnino, branco, I'ernambaco, :t (|2 annos, Boa
Vista; bexiga&
lose Pamira ivrom'.es, branco, Portugal, il
-oinos, eaaaite, BoarMi>J i ; liyperirophia.
Ivli.ardi, branco. Pernambuco, 3 diaf, Boa-
Visu; diarrhea.
J i-e de Campos Uibeiro, pardo, ')} annos, soltei-
ro. Boa-Vista; hydropisia.
Joanna, o.scrava, parda, Pernambuco 21 annos
solti'ira, S. Joso; hypoemia intertropical.
.' ibel Francisca, prcta, Pernambnm, 70 annos,
vjivn, Boa,-Vista. hospital Pedro If; variolas.
I) iiaingos ll.-un->s da Silva, preto, IVrnanibnc,
K annos, solteiro. Boa-V'ista ; nhtysica.
Beitedicto, parda, Parnambrjco, 8 mezes, Santo
AaiOQio ; variolas.
Maria, .--criva. prota, Pernambnco, 2: annos,
s :' lira, "> la-Vista : bexigas.
Maria, bra oca, Pernambuco, IS mezes, Santo
Am mi i: rennoa.
Laura, hraneaj IVrnambaco, 2 annos, Boa-Vis-
ta : b'.'X it is.
ilitOMW JL3!C!AES4.
TRI3tIM.\Ia DA RBIjACIO.
.-,,!') DE is DE OUTUBRO DE*187:I.
raasut^iCiA do exm. sa. coxseubkhi cactaro
SA.NTIA0O.
Scrretario Dr. Virgilio Coellic.
A"s 10 horas da manba, presentes os Srs. des-
imbart{adores 6oaren<;o Santiago, Almeida Alliu-
iiueriioo, Doria, prucaraoor da corda, Domingues
bilva, RegueirS Costa, Araujo Jorge e Neiva.
abrio-s a setsao.
JLTGAUENT03.
Beoarsos crimes.
Do Recife. I'eorrente o juizo, reeorrldo Jos6
Dativo dos Passus Baetos. Juizes os Srs. A isem-
bargadoi-'s Ljurdajj Sanj'ago, Araujo Jorge, Re-
gueira Co ta Almeida Albuquerque Dcram
provimento.
Do Bomto.- Reoorrente o juizo, rceiiTid) Di-
niugosJose Alexandre. Joizesos Srs. deseinbarga-
Joros Almeida Albaqnenjue, Araujo Jorge, Re-
gueira Cnsta e Loareneo Santiago.-Jinprocedente.
Do Recife. -Beeorretite o juizo, recorrido Juiio
Joaquim Jose de Sant'Anaa. Juizes os Srs. desem-
bargadores Douiingujs silva, Almeida Albuquer-
que, Lourenco Santiago e Regucira Costa.Im-
procedente.
Aggravos de peticao.
Airgravanle; Ur. Anlero de Medeiros Fnrtado e
outro. luizes oa Srs. des.ombargadorcs Regueira
Costa, Almeida Albuquerque, Domingues Silva.
3Sao toraaram conheeimento.
Aggravante Antonio Alves de Carvilho Veras.
Juizes os Srs. desembargadores Neiva, Lourenco
Santiago e Regueira Costa.Deram provimento,
por eulenJer ser a pena de scquesiro e nao de
prisio.
Appellaeoes crimes.
Da Imperatriz. AppeBante Miguel Martins dos
.Santos, appell.ulo Vicente Correa da Silva.Nullo
o prucesso.
Do Pilar. Appellanle l-'elippe Jo Moura P.ulim,
appcllada a jusii.;a. A uovo jury.
Ba Ma.Ire d-e Deos.Appellants o juizo, appella
da GooelinaTCaUmina de Sena.A novo jury.
Da Vitioria.Appellanle o juizo, appollado An-
onio do Silva Campus.A novo jury.
De G.u.uilioiis. Ap?ellante o promnter, appel-
1'idro Juso Frnncisco. Improcedente.
Do Natal. Aapellatiio O'.'taviano Vitira do Bs-
.tirito SauUk, appellada a j istiga. A nova jury.
Do Sobrai. Appellanle J do Swa/.i Castro,
appellada a jutlija.A novo jury.
Da l'.ii.ili\ija. Appellanle o juizo, ajpellados
JoVo Teixeira d.i Co-la e outro.A novo jury.
Do l'.r..o Cah-o. ppeiiau!'; Manoel Baut da
Silva, appelladi a justica.-Conlirmadaa sojgtenga
con awhitapjut
Do Pilar. Appellanle Jose Francisco* dos San-
tos, anpellada a j:i; hrvi.A novo jury.
De S. Matheus.AppoUnnte Antonio Valeriano
de Alencar. appellada ajustiea. Nnilocproeesso.
li I Uoyaona Appellanle o juizo, appellado Se-
'i in i Cones d.i Junlia.A novo jury.
Do Mo.a Per^sira.Appellanle Luiz Jose Vietra,
appollado Joru Lma Viorr*. -Iraproceden.e.
De^Barreir s. Appellanle o juizo, appeliado
Manuel di K-pin'to Santo Snnbola. A novo jury.
De S Katheua:Appell ,izo, appeliado
iTo jury.
I> Vppollante \'ateae Gome
!) ia
Martin* *.uh-, .^,
ma Spbrinbo. Irnptocodente
Ap|
Do Rf-oifi*.Aupi'llanie a irmaudado di CoDgre-
gaca.<, lUfellad lino Lopes da '
am as e.mbprgos.
Appellanle PeJr) Victor B'lelreau, appollado o
pi't to Jose, por sen curad T.-ConQnuaJa a en-*isessao.
tchca. o lida
Appellanle Joaiuim 5iiv..ua( Pessoa de
Cavalcanli, appcllauo.lose Bomingues Main
ceberam os cmhargns.
Appellanle Tristao Francisco Torres, appcliada
D. Senhorinha Cermana do Espirito Santo. Des-
prczados os erabargos.
Appellante Antonio, par sea curador, appeliado,
J>aquim Jose de Oliveira Tawos. -Oinfirmon-se'
a plena alforria.
Oo Alagoa Grande Appellanle Avelino Carlos
de Mello, appeliado Antonio Ignaeio da Silva. -f
Conllrmada a sentenca.
D'Agua Preta Appellante Jose Caelano de Oli-
veira, appeliado Sebastifu Alves da Silva. -Rece-
Ijcram os emhargos.
Do Acaracu.Appellanle Xarciso Marques dc
Azevedo, appeliado Vicente Ferreira da Ponte
Silva. Connrmada a sentenca
Do Bonito. -Appellante Vicente Ferreira Padi-
lba Talnmbi, appejlado Sezinando Sergio dos San-
tos.Nullo todo o processj.
De S. Joao. -Appallante padre Paulino Villar
dos Santo- Barbosa, appellados I.ilia, MaiU e ou-
tros.Desprezaram os emhargos.
PAS3AGENS.
Do Sr. desembargador LonrenQo Santiago ao
Sr desembargador Almeida Albuquerque-
Do juizo de direita do Recife. Appellante o jui-
zo, appeliado Jose Henriques de Azevedo.
Do Bonito. -Appellanle Manoel Magdalene da
Co-la, appellada a justica.
Dc Souza. -Appellante Franeisca Maria da Con-
seicao, por sen curador, appellada a justica.
Do Campina,Appellante o promoter, appeliado
Manoel Soares da Silva Sambola e ontros
Do Serido.Appellante o juizo, appeliado Ma-
noel Antonio Francisco das Ciiagas.
Do Bonito. AppeHante o juizo. appeliado Be-
nedict Pinto de Carvalho.
De Aquiraz. Appellante o juizo, appeliado An-
tonio Fernandes Monteiro.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. detembargagador Doria :
Do Becife.Appellante Mathias Lop"s da Costa
Maia, appeliado Jose Maria de C.stro.
Ao Sr. desembargador Domingues Silva :
De Caruarii Appellante o juizo, appeliado Ma-
noel Antonio do Barros.
Uo Sr. desembargador Doria ao Sr. descmbar
gador Domingues Silva :
Do juizo municipal do Cabo. Appellante Fran-
cisco Bercnguer Cesar de Andrade, appeliado Can-
dido Jose" Barbosa Romanzeira.
De Camaragibe.Appellante Antonio Alves do
Rego, appeliado Bacellar & Irmaos.
De Jaguaribe-merim. Appellante major Joa-
quim Sulpicio Paes'Botao, appellados Otilio" Pacs
Boiao e oulros.
Do Sr. desembargador Domingues Silva ao Sr.
desembargador Rcfraeira Costa ;
Bo Pilar. -Appellanle o juizo, appeliado Manoel
Francisco das Clwgas. -
Do juizo de direito do Recife. Appellante Fran-
cisco Carneiro Monteiro, appellados herdeiros de
loSo da Silva Farias.
Do jury do Hecife. Appellante o Exm. desem-
bargador pre-identc do jury, appeliado Paolo To-
lentino Negramonte.
Do Sr. desooibargador Regueira Costa ao Sr
lesembargador Araujo Jorge:
Do Recite.-Appellante Ben to AuguMo da Silva,
appellada D. Maria RirarJa de Souza Rego ; ap-
pellanle Mathias Lopes da Costa Maia ; appellante
Vicente Ferreira da SiUa, appeliado Antonio Qui-
rino de Souza.
Do Sr. desembargador Araujo Jorge ao Sr. des-
embargador Neira .
Do jury de Caruani. -Appellante o juizo, appe!-
ado J"se Alves de Coato.
Do Sr. desembargador Neiva ao Sr. desembar-
gador Lourenco Santiago :
Do Recife. Appellante Joaquim Salvador Pes-
soa de Siqueira Cavalcanli, appeliado Salvador de
Siqueira Cayalcanti.
Djligencia crime.
An Sr. desemharftador promotor da juslica :
Da Parahyba.Appellante o promotor, appelia-
do Antonio Marlins Marques ; appellante o juizo,
appeliado Doniingos Vilella da Silva.
De Pelrolina.Appella ate o juizo, appeliado
Eugenio Rodrigues de Souza.
Do Recife.Appellante Manoel Francisco da
Penha, appellada ajiHtica.
Assignou-se dia para julgamento dos feitos
seguintes:
Appellaeoes crimes.
Do Saboeiro.Appellante Antonio Valeriano de
Alencar, appellada a justica.
Do Recife.Appellants Francisco Jose Marlins
Junior, appeliado M'ancisco Comes de Luna So-
brinho.
Do Pilar. -Appellante Jose Francisco dos San-
tos, appellada a 'justica.
Appellaeoes civets.
Do Recife.Appellanle o preto Antonio, por
seu curador, appel'ado Joaquim lose" de Oliveira :
appellanteo curador da parda Maria, appelladi
Francisco Boaventura da Luz Loureiro : appellan-
le Antonio Bernardo Valenle, appeliado Joaquim
Peres Nanes.
approvali a acta da

i^dente ]
nisTiunincoES.
Bccurso de fallencia.
AoSr. desembargador Almeida Albuquerque :
Da Becife. Itecorrente u juizo especial, recor-
rido Antonio Ignaeio BrandSo.
Recursos crimes.
Ao Sr. desembargador Regueira Costa :
Do juizo de direito do Recife. Recorrcnle Ba-
ziliano H.da Cunha Cavalcanti de Albuqneriue
recorrido 'osS da Costa Bispo.
Ao Sr. desembargador Neiva :
Do Bnique.Recorreule o juizo, recorrido Lou--
renco Bezerra Mmteiro Cavalcanti.
Appellaeoes crimes.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Do Pao d Alho. -At pellante Jose de Souza Leal,
appellada a justica.
Do Saboeiro. -Appellante o juizo, appellada Jo-
se do Nasciruento Holy.
De Horn Conselho. -Appellante o juizo, appel-
iado Jose Soares dc Mello.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
De Nazareth. Appellante o juizo, appeliado Ma-
noel Paulo da Silva.
De Flores.Appellante o juizo, appeliado Pedro
Francisco da Silva.
Do Bonito. -Appellan'e Manoel Chaves Camilio
de Lima, appellada a juslica.
Ao Sr. desembargador Domingues Silva :
De MamanguapeT -Appellanle Marcolino Anto-
nio de Oliveira, appellada a juslica.
Da Imperatriz Appellante e juizo, appeliado
Juliio lose" dos Santos
De Camaragibe.Appellante o juizo, appellados
Claudino Jose Tenorio e oulros.
Ao -r. desembargador Regueira Costa :
Da Im.ieratriz.A pellante o juizo, appeliado
Joao Marinho da Silva o outro.
Do Brejo.Appellante o juizo, anpellados Fran-
cisco Jose da Fonceca e oulros.
De Mamanguape. Appellantes Joao Alves de
Brito e ontros.
Ao Sr. desembargador Neiva :
De Goyanna.Appellante Justine Jose doa San-
tos, appellada a juslica.
Do Traipti. Appellante o juizo, appeliado Apri-
gio Rodrigues de Albuquerque.
De Quixeramobim. Appellante o juizo, appel-
iado Joao Soares de Mello.
Appellaeoes civeis.
Ao Sr. desembargador Doria :
DeCimlnes.Appellante Jose Ferreira de Mel-
lo, appellad Jose Martins Lcit.to.
Ao Sr. desembargador Domingues Silva :
Do RecifeAppellanle a companhia de liilhos
urbanns, appeliado Dr. Cosine de Si Pereira.
Ao Sr. desembargador Begueira Costa :
Da Granja. Appellanle D. Leonor Maria de
Olinla, apoellado Mauoel Jose do Carmo.
Ao Si"-, desembargador Neiva :
De.Afagoas. Appellante afazenda, appeliado o
baraode Anadia.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Do Recife. -Appellante Antonio Duarte Carnei-
ro Vianna, appeliado Joao Raptn-ta Gomes Pereira.
Ao Sr. desembargador Al'iicjda Albuquerque :
D.i Recife. Appellanle Jose Dias Guimaraes,
appeliado Joao Ferreira de Almeida GuimarSes.
Ao Sr. desembargador Doria :
Do" Reeife.Appellante Jose Joaquim Pereira,
appeliado Antonio de Souza Rego.
AoSr. desembargador Domingues Silva :
Do Recife.-Appellaute a hzenla, appeHatfo
viseonde do Walm nil.
Encerrou-sc a sci-iio a 1 hora e nieia.
i:o KXTR.
Pedro Joi5 Pinto, c^onnr.ini-
.iaajrtoslar cm eMKicio das funerues de soil car-
go. 0 tribunal licoe inieirado.
OITlcio do gerente do English Bank of Rio de Ja-
neiro0 tribunal, composto des M-s. supplentes
Sa LeitAo, Alre* (Tnerra e 8. Exc. o Sr. conselhoi
ro presidenie, resolveu que fossem eonvidados os
Srs. supplentes Henoino Kgydio de figieirodo e
Joao Ignaeio de Medeirou Rego, para com os mem-
bros presontos deliberan na pagxima aessio de
20 do corrente sobre a maieria deste offlcio e do
requerimento do Dr. Francisco de Paula TVona e
uovo requerimento de Baatos 4 Silva.
Foram a rubrica os seguinles livros :
Diario > Severino Irmao & C, aopiador de
Bauregaa*& C. +-^^
DESPACHOS.
Beqaerimeatos : a./^#Il.n 11
De Elyscu Marlins, pedindo que certiflaue-se :-
L, se o conlrato da lirma Ba-tos & Silva esta re
gutrado ; 2., quaes sai os socios e com quo ca-
pital cada um enlrou para a sociedade ; e X*, se
a lirma esla laatrieulada on se os socios indivi-
dualmcnte.Como requrr.
De Antonio Luiz Teixeira Eiias, solicilando bai-
xa em a nomeacao de seu ex-calxeiro Arthur Es-
lanislao da Costa.Como pedo.
De Antonio Teixeira Peixotj, para dar-se-lhe
ccrlidio do ttaeor de sua noweacao de caixeiw da
casa commercial de Antonio Jos6 Silva do Brasil.
Des -Ibe.
Do bacbarel Julio Augusto da Cunha Guimaraes,
oflicial-maior da secretaria desle tribunal, para
dar-se o competente destino a portaria junta, pel'*
qua! Ibe foram csneedides mais 30 dias de licenca.
Na forma pedida.
Do corretor Antonio Leonardo Rodrigae3, apre-
sentando o conbecimenio do seu impostu relative
ao primeiro semeslre do exercicio de 1873 a 7i.
Depois de registrado o conheeimento janto, seja
entregue ao supplicante.
De Francisco Jose SiJveira, cofretor geral, mos
trando haver pago o iruposto do sen offleio relati-
vo ao primeiro semeslre. Seja entregue ao sup-
plicante o conheeimento junto, depois 4o regis-
trado.
De Francisco de Paula Penna, procurator do
barao de Matiezinhos, credor de Bastos & Silva,
pedindo dispeasa da commlssao de cxaminaro
bal.mco com quo aqueiles commerciante* instrui-
ram a peticio era que impetraram raoratoria.
Adiado.
De Adriano, Castro & C, para que Qquc sem
cflVito a nuP.ieicao de seu caixeiro Joao Ignaeio
Avila Junior.Sim.
Be Joaquim Dias dos Santos, requereado'qne jonto a sua jieticao que ioipetrou ser nonteado
aguMa de leloes, o attostado incluso. Junte-se.
De Bastos & Silva, impelrantes do moratoria,
fiara que a convocacao de seus credores seja feita
por um prazo oua :a" meaor de G i dias, vistn graa-
dc parte delles ser resideate na Ruropa. Adiado
De Jorge Alfredo Bradley c John Richard Sta-
than, trazendo a rcgistro a inclusa procuracao.
Seja registrada.
De Jos.i Goncalves da Silva Brito, idem de dito.
Deforido.
De Souza, Castro & Almeida, submettendo a re-
gistro a nnmeacap de seus caixeiros Augusto Car-
los do Miranda Henriques e Jose Augusto de Sou-
za.Na forma requenda.
De Justine Jose da Costa, para mandar-se regis-
trar a nomeacao de seas caixeiros Joao da Costa
Pessoa, Raphael Fernandes de Almeida e Manoel
Wanderley.Registrese a nomeacao junta.
De Souza & Guimaraes. para que se faca regis-
trar a nomeacao de eaixeiro qae concedeu a Jnao
Goncalves de Oliveira Junior e Fernando Magalh >es
da Silva. Proceda-se ao registro nedido.
De Miguel Archanjo Fraterno, requerendo seja
registrada a nomeacao de seu caixeiro Manoel
Marcolino da Puz.Effectne-se o registro oedido.
De urebaao Luiz Alves, sujeilaado a regislro
o nomeacao de seu caixeiro Joao Luiz Alves. -De-
ferido.
De Antonio da Cruz Ribeiro, para procedcr-se
ao regisiro da nomeacao de Francisco de Salles
Albuquerque, Ascendmo Lins de Albuquerque e
Joao Raphael Dornellas de Moraes.'- Sim.
De Paula A: Mafra, offerecendo a registro a no-
meacS"! de caixeiro que deram a Jaao Dnmingues
da Silva Ponies Guimaraes e Zosimo Conslanle Ro-
drigues. Como re pierem.
De Emilio Pereira de Ahreu. no mesmo smtido,
sendo os caixeiros Guilhermino Goncalves de Fa-
rias e Francisco Goncalves Guimaraes.Regu-
tre se.
De Joaquim Jose Gonealvos liebrao & C. rdem,
chamandose o caixeiro Leonel de Lacerdi Ma-
chado.-rComn pedem.
De Antonio Felix Pereira Junior, idem, sepdo o
nnmeado caixeiro Antonio Emelalimpio Ramos. -
Seja registrada a nomean^o junta.
De Domingos Ramos Araujo Pereira e Manoel
Cesar Bezerra, registro do seu distrato. -Declarem
o capital com que rclirou-se o socio quo deixou a
sociedade que existia entre os ,upplicantes.
De Severino Saraira de Andrade e Siraao da
Cunha Saraiva, registro do seu distrato. Vista
ao Sr. desembargador fiscal.
De Clementc Jo=e de Mendon*a, Amerieo Nlines
Cirdeiro e Joaquim Manoel Madureira, registro do
seu conlrato. Vista ao Sr. desembargador
fiscal.
De Joaquim Jorge de Souza e Manoel Jorge de
Sonza, registro do seu distrato. Registrese o
distrato junto, na forma do decreto n. 4.394.
Summario ex-ollleio contra D Vicencia Espin-
dolade Mendonca, armadora do hiat'e Mala-fome.
Seja convidado o Sr. desembargador fiscal para
a proxima sessiio, alim de ter lugar o julgamento
do prcsente summario.
Ao meio dia, nio havendo mais o que despachar,
o o cadaver di Francisco tfftTimr For- l?i|-n. Jijfc
catacumba da irman lade**? ^b1?:%i jMfro de A Ih
!Teroo, apczardi coiuamnicac/io ao pro-
f, de que nao ha via ca^^HELalguma va-
(efcrida irmandade, o qitcflSti lugar a die
slrador ouvir algumas MJelveniencias da
paric das pessoas que conduziMfeaqueile cadaver,
que foi inhumalo cm calacumba desta camara,
a quem remetlia a quanlia de 481J00 e qualro
;o dnas seni WEfRMMWao procurator
para ser suppn !.i o-la fflSe dwa para serem rec-
tiflcadas.A camar.! mfndpu rasponder que se-
riam dadas as provideuf asnec^ieHias; sendo ea-
trofBes ao'nocurador, q;: so aohava na sesaio,
nao so as wias. como a quautia acima referida.
Duas iafcrniiQoes do engeniieiro da camara a
peticao da eonfraria de S. Benedicio, erecta no
convento do Santo Antonio, pedindo permissao
para fazer a* novas calaeurnbas, para as quaes
teve a lteeneoi na rua frooteira as outras que ja
tem feito, e nao no muro, como havia requeri-
do, e a dajunloadrninislfotR-adoMosfilal Portu-
Stm. de Benelkeneia, pedindo licenca para man-
ar deroolir os tapimentos dos fuados dos predios
da rua do Comiaercio as. 13 e 13 e levanta-los de
novo, fazendo em cada predio uma porta no an-
dar terreo e Ires janollas no primeiro andar. -A
camara indeferio a pnmeira e deferio a segunda,
mandando assignar lermo de obrigaoao.
OfBcio do procurader da camara, dizendo que
foi por brdem do presidenie da eamara que foram
fornecidos livros aos cobradores, do iraposto e que
quanto aos fiadores dos cobradores, eorria pela
secretaria a fiam;a.Mandou se que o secretario
informasse.
Outro do mesmo procurador, communicando
que Antonio da Costa e Sa, declarou coder o tor-
reno da rua da Assumpcio pela quanlia de 450/L
A' comrnissaa de editioacao.
Outro do fiecai de S. Jose, sobre o cortico que
Manoel Cypriano Ferreira Rabello esta fazendo na
rua Imperial, pelo que multou em 6* ao dilo
Rabello, e em 30* ao mestrc da obra Joao Guiltier-
me Dias. A camara mamtou ao advogado para
Jo Cnnha Spsrc.t
Ihayd:' L'.'bo Mo.-
'UBUCACOES k PEIttOfi
GHim-u-am. -Dr.^a-o4, f0v#n jul^a
s eiu sy!
reqaerer o que fosse de direito.
o da Boa-Vista, sobre os concertos con-
S. Exc.
e Sr. conselheiro presidenie encerrou a
IUIAR1 MUNICIPAL.
BESSAO EX.TRAORDINARIA EM 8 DE OUTU-
BRO DE 1873.
PilESIDEXCIA DO SR. THROUJllO SII.VA.
Ao meio dia, prosmtes os Srs. vereadores Theo-
dora Sdva, que presid'o a sessa>. Neves, Souza
Leao, Cunha Guimaraes, Dr. Moscozo e Leyo Ju-
nior, foi aberta a sessao, lida e approvada a acta
da antecedente.
Eslando sobre a mesa os livros das actas das
ilei oes procedidas no dia 31 de agosto proximo
lindo, nas freguezias de Muribeca e Jaboatao para
vereadores da nova villa deste ultimo nome, pas-
sou a camara a prbcedcr. de conformidade com o
art IBB da lei n. 387 de 10 de agosto de 1846, a
apnracio geral e coiicluida esla, mandou lavrar a
ipspectiva acta ; o que feito passou a leiiura do
seguinte
EXPEDIENTK :
Olficie do Exm. presidenie da provincia, de 34do
corrente, de^larando que sera tornado na devida
considera^So o que solicitou esta camara em oli-
io de 34 do pa.ssado, com relai.ao a maneira por
que a companhia -Recife Drainage exeeuta o
seu trabalbo de limpoza pubiica.A commissao li
cou iateirada.
Outro do mesmo Exm. presidente, exigindo que
a camara informe qual o pre<;o da avaliacao dos
impostos de que tratou esta camara em offlcio do
i do correnie, qual o da arrematacao que findou
o se o arreraatante apresebtou .flador idoneo.
Mandou se dar a pedida iDformaijae.
Outro do secretario da naeatna presidencia, re-
meiteiiflo eopii do acto pelo, qual foi approvado
provisoriameate o projecto de poslura addicional
olTerecido por esta camara em olDcio do 1 do
corrente, que manda p6r desdo ja eui execucao os
arts. S49 e t30 das po-torasapprovadas pela let n.
i,l2J de 26 de junho do corrente anno.Mandou-
se fazer publico pelos jornaes e dar copia aos lis
caes para a devida execucao.
Olllcio do Dr. director das obras publicaa, pedin-
do para se conceder licenca a co pan iaRecife
Drainage para abrir uma porta no becco do N'o-
ronha, que se preste ao servico da valvtrla qne
alii tem a companhia para a lavagem do enrana-
mento. -A camara informou a presidencia dizendo
que nenhuma duv.da tem em conceder a licenca,
uma vez quo a porta seja aberta do lado do becco
e a custa da referida companhia-.
Foram mandados informar a camara os oflicios
dos juizes de paz das freguezias de Santo Antonio
e Poco da Pano'la, da directoria da associa.ao com-
mercial agricjila, dingidos ao Exm. presidente da
provincia, hem assfm am i peticaa de diver nt"?, conductores e eorresoondentes de assu-
ear nesta eida i". A camara mandou dar as pre-
Tribuanl de eouimereiti. crsas informagoes, ofTerecendo a rcspeito do con-
DA SESSAO ADMINISTRATE DE 16 DL teu.lo do Usoejacao Commercial -e da pe
tieao dos n 'iri-iantes de a-su>-ar. depdis de onvii
a-respeciiva <:ornmisa,.um projecto de prstura
OUTUBRO DE |73.
-BJfCIA 00 EXM. Si. CoNSELHEIBO AN5ELM0
tUmOSGO PBHETT1.
A's 10 horaa da manha, presentes os Srs. de-
putados secretario Olinto Bastos, Lopes Machado
e supplentes Sa Leitao a Alves Guerra, S. Exc. j desta cidade, trazendo ao eonhecimefifo da'cama-
o Sr. conselhoiro presidente declarou aberfa a'ra o.facto do pro.ffnra'tor ter rJadff guia para ser
vi r
a-respec:iva (;ornrais4u,.u'm projecto de pestura
para ser provisoriameate approvado pelo Exm.
presidente da provincia.
Offlcio da administrador do cemiterio pubheo
Oulro d
tra a^ posturas que o Dr. Joaquim Antonio Carnei-
ro da Cunha Miranda esta fazendo em umas casas
a rna da" Altraecao. -Ao advogado.
Outro do fiscal dos Afogados, inlormando a pe-
ticao do Antonio Jose Ferreira Lima, pedindo li-
cenca para fabricar fogos artiflciaes na estr^da da
Victoria. Concedeu-se.
Belacoes d >s multas impostas pelos flscaes de
S. Frel Pedro Gmcalves e Boa-Vista de i: a 8 do
corrente ; o primeiro na importaucia de lot e o
segundo na de 631. -Ao archivo.
a commissao de pottcia deu parecer sobre a
quaotia de 86i600, despendida pelo procurador
com varias questSes da camara. -Fo( ipprovado
c mandou-se dar a devida resalva.
A mesma commissao leu seu parecer soliro a
prctencao do escrivao GuHherme Augusto d'Athay-
de, pedindo rcnovacao do conlrato com a cama-
ra fterda de custas. -Foi approvado o parecer e
em vista delle indefenda 3 peticao.
0 Sr. vereador Dr. Moscozo requereu e foi ap-
provado para que o engeniieiro da camara infor-
masse :
!., juaatas vezes tem ido ver a obra do merca-
do pubtien depois da sua informacao de 9 do mez
de setembro;
2, se torn sido cumprida cam exactidio a con-
dicao20* do contrato,ose foi elleque dispensou a
mao de oleo bera quente;
3-, se todoo ferro tem sido bem raspado e pin-
tado ;
4., se era mais convemente que as pecas fossem
pintadas-antes de serein unidas umas as outras,
ou se depois ;
ii, emquanto avalia o importe da mao de obra,
alias mao de oleo bem quente, que esta estipula-
da na condicao 20.*;
6.*, se e exaclo o que dizem os perilos que a
primeira mao de linla e a mais custosa e traba-
limsa e por conseguinte mais cara que as outras;
7 se nao era necessario essc raspamento e mao
de oleo bem quente, para que o comprehendeu
no orcamento.
0 mesmo Sr. vereador apresentou a seguinte in-
dica.ao, que, sendo lida e votada, foi roprovada,
votando contra os Srs. vereadores Loyo Junior,
Neves, Souza Leao e Cunha Guimaraes.
A medida proveniente do art. 187 das posturas
que u!timamentc foram manJadas pOr e a execu-
cao e attentatoria da liberdade do cidadao e da
liberdade do commercio.
Protegendo apenas pequenas conveniencias, que
alias esiao sob a salvaguarda da pohcia.traz graves
vexames a grande maioria da populacao, que nem
sempre pode prevenir-se a tempos e a horas dos
generos de primeira necessidade que sao indis-
pensaveis oara sua economia domestica.
Nao soiw'nte nos domingos e dias santificados
que os amantes das bebidas espirituosas entregam
se a esse praier, do meio dia para larde, elles o
fazem de manha e nos oulros dias da semana.
Nao sendo possivel evitar os excesses desse
vicio, faz-se um grande damno as families, princi-
pal men te as men-is abastadas,, privando-as de um
lecurso, que em muitas circuaistancias lhes trara
algum couforto
Portanto, em quanto se n3o consegue pelos
meios legaes a reforma desse artigo, que e muito
vexatorio para a popalacao pacilica e que nao se
eat ega a escessos de bebidas, propoo que se
ordene aos flscaes que suspendam a execucao
delle.
A commissao de peticoes apresentou o seguinte
parecer sobre o requerimonto de diversos nego-
cianies desta praca, rerlamando contra o dispos-
to no art. 173 das posturas apptovadas pela lei
provincial n. 1,129 de 26 de junho do corrente
anno:
Tendo o Exm. Sr. presidente mandado a esta
camara para informar um requerimento assigna-
do por varios commerciantes desta ptaca, recla-
mando contra o art. 173 das novas posturas e:n
que se estabelece o peso de 40 arrobas para cada
carro, carroca ou oufo qualquer vehiculo de
cihduc^ao de generos puxados por um boi, e
sendo o ritado requerimento enviado a commissao
de peticoes para,emiltir seu parecer, vem ella
hojo cumprir esse dever, sujeitanlo-o a juizo mais
esclarecido.
Considera a commisslo justas e atlendiveis as
razoes que motivaram a rcclama;ao dos signata-
rios da represenla^ao.
E na vcrdade, o peso marcado nas posturas 6
por demais pequeno para um animal como o boi,
que cam bom trato pode sem vexame supportar e
duplo do peso estabelecido.
Pensa a commissao que, fixando-se e peso de
80 arrobas, maximo, para cada carro, carroca ou
qualquer vehiculo de conduccao de generos pu-
xados por um boi, e o de 33 para o vehiculo puxa-
do por um cavallo, nao >e sobrecarrega o animal
com peso superior as suas forcas.
Nestas cir mmstancias a commissao pede per-
missio para offoreeer a apreciacap e a approva-
c3o da camara os dous artigos seguintes ae pos-
lura addicional:
Art. I." Fica marcado o peso de 80 arrobas, o
maximo, ou o de 16 saccos de assucar para cada
carro de quatro rOdas, ea roca ou qualquer vehi-
culo de conduccao de generos puxados per um
boi, e o de 35 on o de 7 saccos para o carro pu-
xado por um cavallo.
Art. 2." Ficam em vigor as multas e prohibi-
c5es impostas no art. 175, e revogadas as mais
disposicpes nelle contidas.
Paco da camara municipal do Recife, 8 de outu-
bro de 1873. Jose da Silva Loyo Junior. Jose
Pedro das Neves. -Foi auprovado e remetteu-seo1
projecto da postura ao Exm. presidente da provin-
cia para sua approvacao e execucao provisoria.
Foram ao respectivo fiscal para informar as
peticSes de Jose Gomes de Freilas e de Marques
.& C ; foram indeferidas as da confraria de .
Benedicto, de Elias Jose Jeronyrao, Joaquim Mar-
ccliao de Carvalho e-Joao Prancisco Pacs Barreto ;
foram deferidas as de Antonio Francisco de Miran-
da, da junta administrative da Santa Casa de Mi-
sencordia, .Antonio Felix Pereira Junior, Antonio
Ferreira de Oliveira, Bemvenuto Buarquc & C,
Benigno Ramos Cabral, Costa 5i Irmao, Francisco
Jose Regalo Braga, Francisco Joaquim da Costa
Fialho, Francisco Machado Pedrosa, Francisco
Jos4 da Silva, Feliciano Jose Gomes, Geraldo Hen .
nque de Mira, Heitor & Sampaio, Joaqui u Jose
da Fonceca, D. Joaquina Francisca do Re^o, Joa-
quim Theodoro das Mercys, Joaqnim Pioto de Ma-
galhaes, Jose Francisco de Sa Lfitao. Jose Pereira
Rjposo (2), Joaquim Paes Pereira da Silva, Joao
Theodoro Gome3, Joao Thome de Jesus, J ,se Gon
calves Ferreira Castro, Jose Francisco Marinho,
Joaquim Srtarve da Rocha, Luiz Jose da Costa
Amorim, Miguel Bernardo- Quinleir Josd, Lau-
rentino de Azevelo, Manoel Domingues Rlbi:o,
Mafls & C. e Fr.incisco'de'
Nada mais h mve, e o Sr presideu" ievn!ov
sessao as 3 horas da tar.de.
Eu, Pedro de Albuquerque Autran, secretario;
a escrevi.
W nnel .Joaquim do Rego e Alhuqueraw, presi-
dente. Josi d- SUva Lnyo Junior. Jose' Pedro
das Ifetes.Jheodoro Machado Freire Pereira 4a
QuestAo do art. 339 ! proces.io criiuinal.
Ouantos votes sao necessarios no jury para re-
cpnliecimento do facto crioalnoso e ter lugar a pe-
na correspondente t
Oito votes on ioas tercos pelo mcooe, deduzidos
dos seis pares do conselho de sentenca; porque
sem dous lercps afJBrmativos nio ha crime punivel
no tribunal to jury; tal e o qHe estatue o art. 332
do Cod. do Free. Grim, que o s 1 do art. 29 da
nova reforma jjudiciaria mandou vigorar sem res-
h-iccao alguma.
II
yuantos votes sao necessarios para imposi.aj
da pena do morte no mesmo tribunal 1
Nao so unanimidade sobre o facto principal, se
nao tambem sobre cada uma das aggravantes, por
ser ponto de doutrina consagrado no art. 338 do
Reg. n. 120 de 31 de Janeiro de 1842 e Av. de 14
de fevereiro de 1831.
Ill
Quantes votos sao necessarios em maioria para a
iraposicao da pena immediatauiente menor de que
trata o mesmo art. 332 do dito codigo ?
Mais de oito, e menos de doze votos afJJrmativos
do facto criminoso.
IV m
En qae caso tem lugar a pena immediatainente
menor?
No aso s6menle de pena de morte, quer a maio-
ria verse simultaneameute sobre o facto e as ag
gravantes, quer sobre eada uma destas hypo-
theses.
V
E porque so tem lugar por maioria a pena im-
mediatameutemenor a de morte, e nao em qual-
quer caso de pena temporariai
- A razao e simples : e porque no crime de ho-
micidio ha 6 graos de penalidades, 3 no art. 192 e
3 no 193; isto e, 2 miniums, 2 medios e 2 maxi-
mos, em cujo grande espaco folga a pena na desci-
da por maioria sem catiir cm absurdo ; e a res-
peito dos oulros crimes so ha tres graos que, na
applieacio da pena trara, cemo caasequencia na-
tural, um duplo e horrendo absurdo E como
assim ?
No primeiro caso ha duas possibilidades legisla-
tivas que antipathisam toda a idea dc absurdo na
descida da pena por maioria; no segundo porem, ba
somente uma em 3 graos, tao esteril que, so dara ao
minimo, quando nada liver nem receber do maxi-
mo, tornaudu-sj por este raodo impossivel a impo-
siflo da pena no maximo c minimo, quando a de-
cisao do jury exigir. Expliquemo nos.
Sapponha-sc que o jury por maioria (fallo dos
casos geraes) reconhece o facto e as aggravantes
unicamente; segundo o direito a pena se impoe
no maximo, mas sendo por maioria e imposta no
medio:
Supponhase que o jury com o facto reconheceu
umas e outras circumstancias, ou nao reconheceu
nenhuma deltas, que faz subir ou descer a penali--
dade ; segundo o direito a pena e imposta no me-
dio, mas sendo por maioria se impoe no mi-
nimo:
Supponhase llnalmente, quo o jury com o facto
so reconbece atlenuantes; segundo o direito a pe-
na 6 imposta no minimo, mas endo por maioria,
d'onde a pena immediatamente que se dove im-
por? Uma de duas; ouseabsolve ou se con-
demna; so se absolve, viola-se a lei, que manda
condemnar a pena immediatamente menor, e se se
condemna, viola-se a lei impondo-se ama pena ar-
bitraria que nio esta designada, contra o que dis-
p5e expressamenle o art. 33 do Cod. Cnm. Ainda
mais.
A unanimidade a lei so exige para imposir^ao de
pena capital, e a respcito de pena temporaria val
tanto quanto a maioria e os dous tercos: ora, se
a unanimidade para imposiyao de penas leinpora-
rias o seu valor juridico e igual aos dous tercos e
a maioria, scgue-se logicameute que em tQdo caso
havendo maioria se deve impor a pena immediata-
mente menor, e por consequencla neste caso nao
ha hypothese em que a pena temporaria se impo-
nha no gr.io maximo. do mesmo mode no medio,
e no minimo por acrao propria da h)i. E' o caso
em que a pena se torna rdbvivel e cbega ao gra
vissimo absurdo de nunca corresponder ao elfeito
natural do respectivo grao.
Ora, uma theoria desta ordem, que sem esforco
derrama tao graves absurdos a ponlo de tornar a
lei complice no erro, so pode servir para provar
a loda luz que, a patarra maioria dc que trata o
art. 312 do cilado Cod. do Proc. so se refere aos
casos de pena de morte: porque vindo contemda
nesta excep^io, nao pods'participar de outra na-
tureza, como passamos a demonstrar.
Supponha se porem que, a palavra miioria so
tem relacao com a pena de morte, como pensainos,
para faze-la descer- unicameute a gales perpetua, e
nenhuma absolutamen'e com as penas tempora-
rias; qae inconvenient: trara a theoria das penas,
que em sua appheacao deve affastar toda a idea
absurda ?
Figuremos a nosea doutrina pir este lalo, em
contraposi^ao a outra que abandonamos ao domi-
nio dos absurdos, e sobre ella as seguintes quos-
toes: '
I
0 jury reconhece por unanimidade unicamente
o facto e as aggravantes:
0 jury reconhece por maioria o facto e por una-
nimidade as aggras'ante3 e vice-versa :
III
0 jury reconheee por maioria o facto e as ag-
gravantes :
IV
0 jury reconhece par dous tercos o facto, e por
unanimidado ou maioria as aggravantes, e vice-
versa :
V
0 jury reconhece unicamente por dons tercos o
facto e as aggravantes : prejudieado o concurso
das allenuanles por pertencer ao regimen ordinario
de direito.
Eis o que pode aconteeer relalivamente a todos
os casos extraordinarios do cilado art. 192 que,
alias fleam reduzidos as cinco questdos qne acaba-
mos de figurar, e que se resolvem ; a 1*pena de
morte. a 2*, 3* e 4* gales perpetua ; e a 5* llcan-
do fora das palavras unanimidade e maioria
que a lei requer para a pena de morte, e a imme-
diatamente menor, nao podendo subir a penalida-
de aos graos superiores, p->r osta necessidade per-
de a sua mabr severidade, e desce para o mini-
mo do art. 192; porquanto versando duvida sol ire
o grao e nio sobre a necessidade da pena, i razao
de equidade que desca, so por mais e<|uidade nao
descer para o medio do art. 193. Tal e a resolucao
que nos parece mais coniucente aos prineipios da
sciencia, no caso do jury reconhecer somente 0
facto e as aggravantes por dous tercos.
Esta doutrina podera trazer iniquidade; mas,
poe livre dos perigos de toda interpretacao ab-
surda, da esperan;a de impunidade, e da infeliz
idea de mais de 6 votos e menos de 8, que o dito
ait. 332 so reconbtce.aptrc 12 votos e dous tercos.
E o que mais e? #
E' que dizem alguns daquella falsa theoria que a
maiona 6 do metode e mais um ; mas isto 6 sobre
mo Jo impertinente : porquanto desdc qne o predi-
to art 332 estabelece a necessidade de dous tercos,
para reconhecimenlo dos crimes em geral, riscou
das lers penaes o systema de metade e mais um, e
por consequencia a pocsibihdade de erapatc nesta
queslao adoplado no art. 66 da lei de 3 de desem-
bro de i8il, e outras disposigSes que ja nao vigu-
ram em virtudedo dito 1" do cilado art. 29 da
nova reforma judiciaria.
Fo games em d-ixar pateDte os graves absurdos
daquella falsa tHeoria, que espinha os costumes
das maionas de rwssa organisa^ao polilica no to-
cante as solidas segurancas das garaulias liberaes;
e ainla mais folgamos em provocar para que sa
nos mostre um so absurdo no que sustentamis ;
pois 6 eerto que no coneurso de diversas opinioes
prevalece a regra que, a menos absurda e a mais
verdadeira, luando por outro meio se nao pode
chegara cvideacia.
Nem de outro modo podera marchar com segu-
ranca o interprele escrupuloso em maieria grave,
na indagacao da verdade juridica, mais ou menos
remota do seniido da lei; e nem de outro modo
se oodera jusiilicar can vaulogcm caiiaz de con-
vencer, a necessidade da derogacao do dito art
66. e r.'stabelecimento do 333 do referido Cod
do Proc.
Derr.gar uma lei e re lididn iiara dixar amhas em maiorcs vicios e
Jam feito consummada inepcia, qn^
;r 'i Icgisiador; ao coatrario
presume-se como verdade am*, ba uma eonsa no-
va a fazt-r, e niuj uoccsaidade a superar, que tor-
uara insubsist -n' -a e l-rogida era razao do tem
on ou qualquer oulra de mais utiiidade pu-
biica. "
Ora, se esta cousa nova ou necessidade juridi-
^tranes par doos iler-
'tade e mais
re ton no.
ama vez que fora de ;aJa e a
Witabelecida nio sao Mtspnrii?;
Na ordem das piuraiidad o anmero superior e
o mais livre: o por quj tratando-so de melhorir a
bberdade individual, nao se havia msihorar os jal-
ganseBtos, damto-ae aos costuous do paiz um $6
typo e uma so pbysionoaaia ? Mean outro e o pen-
samento da norissima reforma j**j|ciana, nascendo
( vigorando em coaimum eon a do element*
rend, o sobre modo enriquecida* do taotaa ga-
raaHas e dispasicfles Imeraes. A ofiniao que com-
batemos e ate desfavorecida destas razoes, que af-
firmam e niio contradizem o caraetcr do novo e
dtstmcio legislador brasileiro do M71; e assim "OS-
tamos convencidos de que e verdade juridica :
1.* Que sem oito votos on dons tercos, nao ha
no jury crime possivel :
2. Que o 1" do art. 29 da nova ref rma juii-
cianaabolio o systema do metade e mais um, e a
possibilidade de empale sobre o facto principal
consagrado no art. 66 da lei de 3 de aeteMferodt-
1841:
3.* Que a palavra maioria refere se unicamen-
te aos crimes cujo maximo da pena for morte na-
tural, e aos ontros so por absurdo :
4." Que sendo liberal o espirito e lettra da lei
derogatoria, nio coraporta interpetracio contraria
a sna natureza^na lei restabelecida :
5." Que a opiniao contraria e vic:osa e insubs s-
lente por cahir em graves absurdos na theoria
das penas, como fica evident* Sem embargo
acalamos com admiracio a opiniao que comba'Se-
mes.
Recife, 20 d-i outubro de 1873.
Joao da Silveira Borges Tuvou
HroneliileN, perdn da \me..
A mndan^a de ares naa cura o bronchites on
perda da voz, porem, o oleo puro medicinal dfe Fi-
gadode Bacalbao, de Lanman & Kemp, o curara.
0 Rvd. Iluber Rapelye, de Milwaukee, presente-
mente cm Buenos-Ayres, para onde foi com a tis-
peranga de que o ar tropico o curaria d'uma dor
de garganla chronica dc que padecia ja havia m> i
tos annos, escreve o segmnte : -t A mudanca niio
me produzio bem algum, porem, aqui me aprovf i-
tei do uso do oleo de flgado de bacalbao, de Lan-
man & Kemp, e depois de o tomar pelo espaco tie
dous mezes, posso assegurar-vos que me achoros-
Ihor, ininha voz e lio clara e forte como d'antes e
tenho toda a (6, que me dei de curar perfeiiamente,
Gracas a Provideucia, devo sem duvida este re-
snllado a excellente preparacai de Lanman &.
Kemp. Outros oleos de ligados de bacalhao, po
derio ser euicazes, porem, consla-me que este o fc
na realidide, e isto cm summo grao e por isso o-
recommendo como lal.n 0 Reo N. W. SirnmonJ,
de S. Luiz, e o Reo John Handford Jones, de Ran-
ger, publicaram recentemente (sem para isso serem
sulicitados) seus tesiemunhos relalivamente to
mesmo particular.
Evite-se, pois, o mais possivel os oleos ord'na-
rios de ligados de bacalhao, porque sao fulsilicn-
dos e pa a nada serveui.
A^aiis Florida de Hurray -
IL an man.
A verdadeira prova da genuiiade e pureza de
qualquer um perfume extrahido das flores consisle
pa sua duraioura cxistencia quando exposto a ha-
fluencia do ar.
0 aroma derivado de oleos chimicos desvanece
em breve e deixa ap6s de si um cheiro por ceno
mui poucoagradavel, porem, aquclle que e aMdo
medlante a dcstillacao de frcscas e odonferas flo-
res, se apura e aperfeicoj pelo contacto do ar, e
por conseguinte a sua duraeio e de raaior espajo
de tempo.
Eis por isso que a agua Florida de Murray 0
Lanman, formando uma conccnlrada prodnccao
das mais raras flores -'o sul, apanhadas durante o
zenith da sua florescencia e maior fragrancia, nae-
so possue a fresquidio d'ura ramalhete, mas tam-
bem e indesttuctivel e inextingpivel, a nio ser a
excepcSo do lavagem do lencp anteriormente hu-
medecida.
_______.
Declaro quo achando-s's umaminha fllha docu-
le de uma bronchites chronica, sera que tivesse
cedido ao emp ego de nenhura dos medicamentos
empregados para tal enfermidade, ficou radical-
mento curada com 0 emprego do peitorul de ana-
cahuita. Porto Alecre, 27 dei junho de 187".-
Franciseo dc Paula Soares.
?m
Segiiro
THE LIVERPOOL
conlr^logo
& LONDON & GLu
INSURANCE COMPANY
Ag;entes
SAU.NDERS BROTHERS* C.
11Corpo SantoII
Capital
r'unclo
.NORTHERN.
20,000:00(0Ut'
8,000:000?DOf
Agtatos,
Mills Latham & C
RUA HA CRUZ N. 38.
de reserva.
SEGUROS-
IIARITIMOS
CONTRA-0 FOGO
A companhia lndemnisadopa, eslabelecnli>
nesta praga, toma seguros maritimos sobrt-
navios e seus carregamentos e contra fogc
em edificios, inercadorias e mobilias: n?t
rua do Vigario n. 4, pavitnento terreo.
COMPANHIA" ALLUfityL
seguros maritimos e ten-eb-
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:0003000.
Toma seguro de mercadorias e dinhek
oco maritimo em navio de vela e vaport
para dentro e f6ra do imperio, assim como
contra fogo sobre predios, generos e l>
rondas.
Agente : Joaquim Jos^ Goncalves Belim-,
-ua do Commercio n. 5, 1* aDdar.
COMPANHIA
Phenix Pernambucana.
' Toma riseos maritimos em mereadorids,
(retes, diubeiro a risco efiuahnente de qual-
juer natureza, em vapores, navios i vela'oo
barcacas, a premios muito modicos.
RUA DO COMMERCIO N. 34-
APLNDAEGA
^endimenio (to d' i a 18. .
Idem do dia 20. ...
590:9454856*
27:791*710
618-.7384W5
Descarregam hoje 21 de outubro
Vapor national Ipojucageneros nacionaes para
o irapiche da companhia pernambucana.
Vapor inglez -Fire Queen mercaaorias para al-
landega.
Barca franceza Anne Marie -varios generos pa-
ra o traplchc Coneeicao, para ilespachar.
Barca americana Casco -varios geuerns para o
irapiche ConceicAo, para despiicliac.
Brigue poi tuguezBella Figueirenst vinho para
deposilo no irapiche I'.uuha.
Patactio allemao- M via carvao ja despac
para o caoa dp Apollo.
Importa^ttA.
Granja. v.. ional fyo/uca, manifestos: *
.#
I
V
-Zl
IAI
JO



I
'

AigoJae 130 sjuajfAJ > Carte to.
Ciro.i88g. li|io pMi
Cinetfl, 4 a Gomes de Mattos & IrmSai. Coari-
akeo de eabra St'toollm a ordem. CarOe 0 gara-
jaos a Alteiro Oii ,wa ft C. Caw 100 saccos a
Uarisraaidy $ Labile, 15 a Gonjalves Beltrio it
PHbo.
Gomma 13 saccos a Carvalho lioraes, la a
Atheiro Oliveira 4 C, 53 a ordem, 3 a. David &
Fernandas.
Maoteiga 4.*/2 barris a Gobcakes Bellrao &
Fimo.
Sola 15R0 nieioi a Moraes 4 Irmaoj, 614 a Go-
mes de Mattos A Irmaos.
Rio Grande do SuLyp"atac'.io nacional Helena,
consigaaJo a ordem, manifest! u :
flarricis vazias It 0.
Caibros de m?ngue 1200.
Milho 200 sacos.
TeJIias dc barro 400, tudo a ordem.
ffSSPACHOS DE EXPOIITACAO .NO EHA 18 DE
OUTUBRO DE' 1873.
Para os portos do exterior.
Na barca ingleza Hernuone, para Liverpool,
<;ar retrain : S. Brothers A C. 4,000 saccos com
100,000 kilos de assucar ma-cavado.
No navio inglez Regulator, para o Oinal, car-
regaram : S. I'rothers & G. 4,100 sacsos com
307,000 kilos do assucar inaseavado.
Na barca ingleza Lavima, para o Canal, car-
r..-giram: S. Brothers 4 C. 4,100 saccos com
.707,000 kilos d'e assucar ma^cavado.
Na bare*, ingloza Monarch, para Liverpool,
oarregaram : a. Neesen A C 10 lardos cam 1,772
kilos de ;dgoda.
Na barca ingleza Beil-.i, para Liverpool, car-
rcgiram: G. Neesen 4 C. tio fardos cum 9,983
kilos de algodao.
No jaatacho francez S. Andre, para Liverpool,
varrefaram : (. Neesen & C 120 saccas com
-2,169 kilos de algodao.
No navio hespanhol Maristany, para Barcel-
ona, carr^garain : A. Loyo 16 saccas com 1,114
kilos de algodao; A. Bastos 99 ditas com 7,611
ditos de dito.
Para os portos do interior.
Para o Rio de Janeiro, no vapor brasileiro
Para, carregou : A. C. da Silva. 4 caixas com 200
abacachis.
Para o Para, no palliabotb brasitciro Jovem
Arthur, carregaram : Moreira Irmaos 30:i barrieas
frm 21,993 kiles du assucar brancj.
OAPATA7JA DA ALFANDEGA
rteodimento do dia I a 13. 12:^(11376
.'d/u do dia SO..... 332*733
tnuta por apohcos da divida publica a fazenda de
triar g'ados quo possue o patrimonio dos esta-
eelecimentos de caridade a seu cargo denomina-
da TCara*n*a nw m termo de Flores desta
provincia, com terrenos para criar e plantar, -e
com alcum gado cavaNar e vaecum.
Recebo para isto propostas nesta secretaria ate
o dia 10 de desembro do corrente anno.
Secretaria da santa casa da misericordla do Re-
cife, 10 de qntubro de 1873.
0 escrivao,
______________Pedro Rodrigues de Souza.
0 administradar da recebedoria de rendas
interaas geraes faz publico quo e osle mez de ou-
lubro o ultimo era qae tem do ser pago sem mul-
U o imposto sobre industrias e proflssdes, relativo
ao 1" semestre de exercicio de 1873-74, e com a
rnulta.de 6 0|0 depois do referido me.
Recebedoria de Pernambuco, 3 de oatubro de
1873.
Manuel Carneiro de Souza Lacerda.
so lu la -A.
VOLUMES SAIIIDOS
13:074*309
23,871
Pnmetra port* no dia 20.
Seganda porta .
Twccira porta .
Qaarta porta .
flupiehe Concoi<,ao .
SKRV1CO MARITIME
alMMui Jescarrogadas no trapiche
t atfaadona do dia 1 a 18
:>i:jj ditas no dia 20. .
Na\i Alv/engas ........
N^ trapiche flofceal^ie .....
31
47
602
323
1,283
U
39
RtiChriifi)ORIA DE ItENDAS 1NTSR.NAS GE
R\ES DE PERNAJIBITGO
ftatd^ento *t dia 1 a IS 37:290i033
f-n dodia 20 7:^72*230
Consulado provincial
Na forma do art. 18 do regulamento de 7 de
outubro corrente, sao coavidados a virein retirar
as suas peticoes, para confonna-las com as exi-
gencias do mesmo regulamento, auuelles que pe-
rante esta rc.parli^ao tiverem requerido a isen-
vao do imposto sobre aeus estabelecimentqs pelo
facto de serem os naesmos exclusivamente servi-
dos por caixeims oacionaes, no anno financeiro
corrente de 1873 a 74.
Mesa do consulado provincial. 13 de outubro
de 1873.
Autenio Carneiro Machado Rios
Adrainistrador.
Pela subdelegaeia do 1* distrirto dos Afoga-
dos se declara que se acha legalmente depositado
um cavallo pequeno de cor pedrez, que andava
vagando por este districto : quem pois se julgar
com direito a elle se apreseirte neste jnizo, mani-
do de seus documentor, dtm'ro do praso de 20
dias, a contar da d..ta do preseute, quo Hie sera
entregue.
Afogados, 17 de outubro de 1873.
0 subdelegado
Joao Chriso.-lono de Albuquerque.
A Ihesouraria do faz-nda tem de conlratar o
fornecimento de papel, pL-nna*, tiuta, envelops.
livros t mais artigos do expediento que Hie fcu-em
nece sario* durante o semestre de Janeiro a junho
proximo futuro, cuja lista se acha na secretaria da
mesma t esouraria para ser vista por qot'in pre-
tender tomar o mesmo fornecimento. 0 f.irnece-
dor prestara fianga a> mult.is on que iocorrer, e
devera ser pessoa conhecida e estabelecida nesta
cidade. Recehem-se do dia 1* de dezembro do
corrente anno a 13 do mesmo proposfis em carta
fechada para o dito fornecimento, as quaes serao
aberlas no referido dia 13, perante os pretenden-
tes e em sessao da junta da mesma thesouraria.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pernam-
buco, em 17 de outubro de 1873.
0 secretario da junta
____________Jcznino Rodrigues Cardoso._____
"COMPaKHIA
RECIFE DRAIWGE
Constando a esU companhia (jue alguiis indivi-
duos andam em seu nome eobrando raultas pelas
casas, a titulo de starem os apjiarclhos mal tra-
lados, fasse publico quo a companhia nunca
mandou cobrar muitas, e nem eilas the pertcneem,
e sim ao governo, e por isso previne-se ao publi-
co que n ula pague a esses falsos agentes.
Recife, 13 de outubro de 1873.
0 gerente,
John Bloiint.
dos 03 irmaos a se reunirem no c^BtlWio des
ta igreja, y'"i'^!i" 2 do cofrent4 as 6 norat
da tarde paraSGifeesa gral se toigar eonheci-
mentn da sentffl t ioiei-dier^ao laacada sobre
ssla veneravel Iflplade.
Igreja ua WPP Ho Deus, SO de outubro de
1873.
TBEVTItO
SANTO ANTONIO,
Quarta-feira 22 de outubro
Recita extraordinaria.
Em benelicio de
Aruor Representar-se-ha o muito applandido drama em
cinco actos e seis quadros:
MARIA JOANNA
e o gracioso dneto :
0 estudante e a lavadeira.
Principiara as 8 1[2 boras.
4isos- mmrnm
4 OH1VWIIIA
DE
\AUi\(;lO BUAS1LEIRA.
Portos do norte.
0 vapor nacional Parana, esperado dos portos
do sul ate 23 do corrente, seguira para os do nor-
te depois da demora do costume.
Nao engaja mais carga.
Para encommendas. valores e passageiros, di-
rijam-se ao escriptorio da agencia, rria do Viga-
rio n. 7.
Pereira Vianna A C.
Agentes. _____
diMi'Rg mm.
Companhia Franjcia do laiega-
Cdi) a vapor
Linha mensal entre o
Havre, Lisbon. Pernambuco, Rio ilc
Janeiro, (Santos, somente na vol-
ta I Montevideo, Bucnos-Ajres,
(com baldcarau para oRosarlo)
STEAMER
ComiiKkiulaiite Citoellc
E'fisperado ate 22 do corrente, e spguira depois
da domoia precisa para os portns do sul acima
iadicados, entrando dntr do porlo, quer na viu-
da da Europa, quer na volia.
Relativamcnte a fretes, enc.immeiidas. passagei-
ros, para os quses tem excellent** acommodai;oes
por pre^os reduzjdos : trata-se cam
OS CO.NSIGNATAMOS
AUGU5TO F. DDUVEHU 4 C.
42Rua ilo Gomniercui-^Entrada pela rua
d Torres.
. algodr*-
tas e caSemira
Quii bro
A's 10 l|2horas em ponto.
Por intervencao do agente Pinto, em sou es-
criptorio amado Bon Jesus n. 43.
Leilao
Prodios
DE
em Olinda
Bahi
la.
0 hiate Garibaldi segue em poncos dias para o
porto acima .para carga trata-se com Tasso Ir-
maos k C. a rua do Amerim n. 37.
Maranhao e Pard
Pretende seguir com muita brcvidade palha
bole Joven Arthur, tem p.irte de scucirregamen
to a bordo : para o resto qne Ihe alta trata-se
com os seus con^gnalarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C, rua do Bom Jesus n. 57.
Para
44:862 i303
HTft
minn n m
N'tvias entrados no dia 10.
. nya esoate8 dias, vapor nacional Ipojnca,
do 360 teneladas, commandante Mourn, oquipa-
5em 30, carga dilTercntes generis ; a compa-
nhia peraaotbacatu.
Iricsl;76 dias, e-enna hollandcza Nicola Maria,
de 203 loneladas, c-pitao B. K. Deeker, equipa-
^era 7. carga 2,2'.* barricas com farinha do
trigo ; a Jo nsl in Paler i; C.
N'H'ios suhidu* no mesnto dia.
Ar.icatyHiate naciooal Deus te Guarde. outr'ora
D. Luiza. capita) Pessoa. carga varies generos.
Mossote -Briguesueco Oiiii.s-, eapitao C \. Lead,
ora lastro.
Nation entrados no dia 20.
Montevideo24 dias, barca ingleza Clarovaie, de
2j'i tonelnlas, eapitao Jones, equipagem 10, em
U-tro ; a ordem. Seguio para West Indies.
Montevideo -19 dias, barca iogkoa R sario, de
S29 toneladas, eapitao Pellelier, e|uipa?em 12,
<-io lastrn, a ordem. Seguio para West ludi.s.
tlFi!i;video20 dias, Darca mgleza Glinadon, de
i^i toueiadas, capital Roberts, equinagein 8,
>h lastro, a-ordem. Seguio para o Rio Grande
do Norte.
.'.ueiias-Ayres27 dias. nalaeho americano Car-
rie Bertha, de 187 toaeladas, caaiUo Masteis,
- iHipafera 9, e:n lastro : a ordem. Seguio para
VX',-*i luJios.
.r.ade d > Norte 3 dias, patacho nacional
Mrte**, de 130 tooela lJ, eapitao Nev.'j, equi-
^agum 8, carga v.irios geueros ; ao uesnii ca-
pUa.
.: -A\i-'< |vlo Uii 1.' J.uieiro 49 dias, sendo
do uium i porto 21, barca i'ulezi Palestine, de
id6 toaeladas, capita. J rg H. Poll, equipagein
IS. oia lastro; a urdeiw. Seguio pnra West
.Vein i sahid-t ma mesmo dia.
*.-Hiate n.vionai Jc* Arthur, e.nitii Joa-
fl-aim Mariano de S.uua, carga rarios geueros.
l^aculdaile tie ilireito
De ordem do Exin. Sr. director faco publico que
a contar da presente data ate o dia 10 de novem-
bro proximo esta aberta nesta secretaria a insrrip-
cao para os exames de linguas, do conformidade
com o aviso imperial de 27 dc sc:euibro io anno
proximo findo.
0 que se pretender inscrever devera faze-lo por
.meio de requerimento ao Exm. Sr. director, de
clarando nao so a maleria em que so tem de ins-
crever, como tambem aqnelta oa aquellas em que
ja tivcr sido approvado, a iiliacao e naturalidade, e
exhibira attest-ido do director do collegio ou pro-
fessor que o houver ensinado, certiflcando a sua
habilila;5), e se a lettra do requeriraenio n a3Sig-
n.itura sao do proprio punho dj examinando.
Secretaria da faculdade de direito do Recite, 20
de outubro de KJ73.
0 secretario
_____________lose Honorio II. de Menezes.
SANTA CASA DA M1SER1CORDIA DO~
RECIFE.
A Hlina. junta administrativa da santa casa da
Visericordia do Recife, manda fazer publico que
aa sala de suas sessoes, no dia 2! de ouiuiiro
pelas I horas da tarde, tem dc ser arreraatadas a
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
a r s anuos, as rendas dos prodios em seguida
declaradns.
ESTABELECI dENTOS DE CARIDADE
Becco do Abreu;
Ssbrado de 4 andares n. 1 480^000
Rua da Viracao.
Casa terrea n. 7.......3124000
PATRIMONIO DOS OUPIIAOS.
Rua da Sen;aja-velha.
t^sii terrea n: i 209^006
Becco das loias.
Sobrado n. 18...... UU000
Rua da Cruz.
Sobrado n. 14.......1:000*000
Os pretendentes dever'^i apresentar no acto da
irrematacao as suas fiaocas, oa comparecerem
ico.i.panhados dos lespectivos liadores, devendo
pagar alein da renda, o premio da quantia cm
que for segoro o predkt jw cortiver estabeleci-
meoto commercial, assim eotno o scrrico da lim-
peza e precps dos apparettios.
Secretana da santa casa da miserirordia tto Re-
cife, 2 de setembro de t873.
0 eserirao
Pedro Bo4rignes ie Souzm.
i enm
*
pate presetfe etital qoe
iecr-. l93 A* 15 *e sctraan ie
*: 2 aa
i omarea de Palmares
IuIm da nrovetlorin
O lc. .Vlesaadre Beratrdi> d> Rgaeirod-j Reb e
S&vo, ana awawqnl a 4a nrov -Airia, soppkaas
* exa aria da tenna 0> Amu Pirr* e oomarca
*p Palnures. proTiaeta de IVaaaaahttto, em vir-
tadaAalri etc.
Fat* iaaat
*j art. t *
, 4>MTa *> ar. 4> dns. cootaaVts 4a pa
aacn,M4fSte eJrt U, retehera este jean p apoHas
-s earta (aeaaia para a arr< anuru
4s ** *? ktaaV, africaftar. aakaato par
,2.\ crioaK 4s 1 aaaas 4e
^nrahrdr, aaata4e par UMi. os ajaaes aertca-
^ M capvKa *> aanaSM Maaaei toe V
- *> a praca a rcpiuianati 4a iwp*vj tes-
witatrifi. acaaaa-sx ae-ta vSa, a raa 4a ftoa-
>,ta a. % oaaV pilarin ser hmmiIm prtos
>reatadeaaes.
C paraq-tecbcfM aw craaVraawaVj 4e aalas,
ana4r passar a presaaae, aae sera a4fatad e pa
Una< peta iaapr*-*
Co CsstodM Ploro
-ral
rm 4e Mantes, 6 de iitfaln 4e 1*73. -Ak
r***re Bermardim- aV fimwvre4t fkit e Silt*.
4a Sa Frapwa, efcifio o
SECLJUOMEl
i Pela (besaurena provincial se fax paaieo
4a bnm Iransferiias para e dia 23*do -corrente
a guiates arremal icoes .
Pf-raeriaterito dos presos pobres da casa
*.? dsteajio nj trimestre eoTTrote de
caaahro adezemhra proib vndoaro.
vada do sitio dos remedios por 3."."iOtOOO
ira por 5:720*000
eoraUna da thesooraria provincial dc Pernam-
**, 13 de outnbroU 1873.
O oifcad
I. A. Perreha.
riaUita Casa da Hisericordia
do Recife.
^HW* *4i4r;4iva dp SanU Casa do Hue
r*. M JJawia, ippWaBteawjie aal|)ri5ada
va prejd'inayL aa data de 2 de st-leiiilwo do
** p>i>Mp;o' fiada. 0 art. 52 ib sea per-J'
Monte pio portaguez em
Fernambuoo
Nao se leada teaaalo aaaaero legal das seoho-
res soens pan a pnaaiaa eooaoca^n. de boto
rnTido a a>l"S part daaaapp it do comala, as
II horas da dia, aanade ojar em sessao de asero-
alea serai liawra cjakeeaaeato da expasla aa J !
art. n das estatates cartes de qor a sessao se ce-
da sarws fee coaaparecer.
i eatectera 4a mtnie p> portanez
del873.
BarfcsGsla
I* seeretati>-
COMPANHIA
DOS
TRILH0S URBAjNOS
o
Recife a Olinda.
Efefcrik.
lie ordem do presides-
le d'assemblea geral dos
caoaiMas da eompa-
nhia acina, faz-se scant-
le aos senbores aectonis-
tas. que nao tendo reu-
aido^e boje nnmem la1 de accionssUs,
atim de poderf fuccionar dita asaemUen
em eontinuagio das Uabalhos da sessao ex-
traordinaria adiala em 23 do sotembro
deste anno, teri lugar a Sc-asSo no ilia 28 do
corrente mez as 4 boras da tarJa HO lagar
do otistume; certos dc que fciecianard com
qnalquer iiumero, noatermos do art. II dos
estaMaas.
llacifc, 20 de outubro de 1873.
O socretariw.
Luiz Lope* Casietla-Bmnm.
VcjperavelTfhiaudade do J*d-
Real companhia de paquetec
inglezes a vapor.
Ate o dia 27 do corrente espera-se da Europa
o vapor inglez Douro, commandante Thwaites,
o qual depois da demora do costume, seguira para
Buenos-Ayres, locando nos portos da Bahia, Rio
de Janeiro e Montevideo.
No dia 29 do corrente espera-se dos portos do
sul o vapor inglez &eyii,'comiuandante P. Reek>,
o qual depois da demora do costume, seguira
para Southampton, tocando nos portos de S, Vi-
cente e Ltsboa. ^
Para fretes, passagens, etc, trata-se na agencia,
rua do Commercio n. 40.
COMPANHU PERNAMBUGAJIA.
DE
\avcScilo coNfeirtm vapor.
MAUANOUAPE.
O vapor Corunpe, com
mandante Santos, seguira pan
o p irto" acima no dia 28 dc
corrente, as 5 horas da tarde
Reeebe carga, encommen-
das, passagens e dinheiro a
freta ate as 2 horas da tarrte do dia da sahida :
escriptorio no Porte do Maltos n. 12.________
COMPANHIA PERNAMBLCANA
m
NavegacSo costeira st vapor.
I-T.UNANIM) DE !fOIIONHA.
O vapor Gujnid, com-
mandante Martins, segui-
ra para o porto aernia
no dia 4 de novembrn
ae aieio dia.
Reeebe carga, encom-
mendas, passageiros e di-
nheiro a frete ate as 10 lwras do dia da sahida :
escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUC4NA
DE
Xavegacia oorteira a vapor.
AC.F.lO, E9CALAS E PENEDO.
0 Vapor Ma ml nli a,
commandante Julio,
seguira para os por-
tos acima no dia 30
do corrente, as 5
horas da tarde.
Recefce carga ate o dia 29 do corrente. encom-
raend'.. aU o dia 30, passageiros c dinheiro a fre-
te ate as 2 horas da tarde do dia da sahida :
escriptorio no Porte to Mattos n. 12.
CDMPAJiMiA
lavegaeia
ARAUVaA, RATAL,
TV, OSAKA,
Reeebe carga
ale o dia 30. pas
leans da tarde
uiemu ao Pnr* -d Usaas a.
HftNAMUJGAiMA
DE
eeatciraa vupi.r.
macao, uossoro', aracf.
hl''e acakacu'.
O vapor Ifojmea,
eommaaaaate Maura,
seguira para os por-
tos aaaea n> dia 30
do corraate, as 3 ho
ra- da tarde.
29 do carreate, encotn
e amaeirn a frete
dia 4a nbtda :
Para o referido porto pretende seguir com pou-
ca demora o brigue portuguez Recife por ter a
maior parte do carregainento traudo : para o
resto que Ihe falta trata-se com os consignatarios
Joaqoim Jos6 frmjalrcs Beltr.io i Filho, a rua do
Commercio n. 5.
LEIIOK,
LEILAO
DA
confeitarin e casa de paslo sita a rua do Ca-
jti n. 40.
Hoje
ds 11 horas em ponto.
O prf-poslo do agente Pestaoa fara leilao. por
mandado do Illm. Sr. Dr. juiz e>pecial do commer-
cio, e por conta e risen de quem pertencer, da
confeitaria e casa de pasto sita a rua do Caju n.
4t>, pertencente o dito estabelecimento a Jose Gon-
calves Nofeueira ; o leilao lera lugar no mesmo
estabelecimento, terca-feira 21 do corrente, as 11
horas em ponto.
Sendo:
Um aobrado na rua de S. Bento n. 16, em bom
estado de conservacao, com accommodates para
grande famiiia, quiuial murado com porlao para
a rua de S Pedro Novo, ediflcado em terreno pre-
prio.
Uma casa terrea na rua da Bica do? Quatro
Canlos n. 5, com 2 salas, 2 quartos, cozinha fora
e terreno proprio (reodo 12* mensaes.
SEXTA-FLIRA 24 DO CORRENTE
O agente Martins fara leilao dos predios acima,
os quaes se tornam recommendaveis por flea em
proximns dos banhos salgados
Os pretendentes podem procurar a ehavc do
sobrado para examinal >, em mao do Illm. Sr. Dr.
Drummond,
O leilao tera lugar no armazem da rua do 1m-
perador n. 48, as 11 bora* do dia acima.
'',!
FfR'lPrOSf, CLftTB E TfflGUCIRO
irtCCHF.VRIMt
LEILAO
20 bnrris
csiado e27 di-
DE
com cevadinha em mao
tos eom potassa.
SEXTA-FEIRA 24 DO CORRENTE
A'S 11 HORAS DA MA.NHA
O preposto do agente Pinto fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, de 2" barris com
cevadinha em mao estado e 27 ditos com potassa,
com assistencia do Sr consul americano, sexia-
feira 24 du corrente, as 11 horas da manha no
armazem do Annes confronte a alfad>ga.
'/<- i' t,l(h, fit II mi do
J. yrtlji-H* rCwiiiHCiimVl
-' Ma UuthoKca.
*!' ~~
'>i4rr dove ospuaromia
I 11iii!.!- Iial.-n
on.'U.'iilis tlierapenti-
nienne-l n^utiu oloniioagnidi-
-' i ci mi l.oiii;ir **"'
1 5TKI
'r i'l-r! i .i i.re
. -I i] nll'il l'.jt
;.:ic.itban r<-rructe-
- lie i'leo
dig-&tio e nil*
r.i"< i |i'is'i> du iniir.1
Ti''! is as ("!!!. ill o pre-
ferru^iiio-
sas. Cm vein mo hidiM os caMisun quo
#-pniriv l-:i ii r.-ri'ii : T:icit fHtlriiiiiar,
Brniu-?itlt'B. Et.ichlitNi-.io. K*-rr.ri.U,
ICius-: ri|. t-iiin !'} innOin.ii !>>-
I>ri:>":i. <' Frnqiit'zn Or n iililuico.
okposito :m I'mi s: P! .ii in. GHSVRIER ,jj
SI, I'uuimiiij 'UiiilmKrv*.
\i mOaina pliaiiDini i ncluio -i' 11 N'i mio
tK ICi imr i'o Coi:\. i'\i;oW(Mti ure lara-
icTie! tunicas. Os -i.-iniilii^ i!.- 1; -.
I Comivi>l'.s i'iidI.-i '> iJiirrlii'ii-. lyxcil-
i kki mi; fiicn ir" iccin'i I
( iilrixl^ ligndn ( ;>uc.itbl
\i *n liflvs-i-' !iii!:i- ;i> 'MVtfkie
| !n:u. (' '(' : /.:! di|
moveis, louga e crystaes
CONSTANDO DE :
Uma mobilia dejacaranda a Luia \f, com um
sofa, 1 jardineira, 2 consoles. 2'cadeiras flde bra
cos o 12 do guarnicao, 2 cadeiras de -halanco, 4
jarros wra flores, 2 espelhos dour.idos. 2 cscar-
radeiras, 2 tapetes, I candieiro a gaz
Umacama frauceza de jacaranda, 1 to>lett com
espelho, 1 berjo, 1 lavatorio.
Uma iBObili't de ainarello com tampos de pedra
marm-ire, com 1 sofa, 1 jardineira, consoles, 2
^aueiras de braces, 12 ditas do goarniQio, mezas,
louga, Vidros, garrafas de finos crystaes e outros
accessories de casa de famiiia.
SEXTA FEIRA 2i DO CORRENTE.
No 2 andar do sobrado da Pi aca do conde
d*Eu n, 5.
0 agenle Pinto, aatorieado por umt famiiia
que mudoo de resideneia, levara a leilao os mo-
veis e mais objeclos acima mencionados, existcn-
tes no 2' andar do sobrado da Pra-\i do conde
d'Eu n. .'J.
0 leilao principiara as 10 1|2 hora.
AGUA DIVINA
E.COUDRAY
DITTA AGUA DE SAL
Preconlud* pus o toneador, come cmmMW
couUntcaiente h bellia cSr tt, BMUili, ftmtt'
Tftodo d* peate e do cholcrm morbo.
ADTERTFNCIA IMF01TAHTK
Umat imilnci'ies e faltifiracOet IriadiWBtM,
is mais vezes damioaas i unit, xdudat pU
In ma Uo ju-lamenle adquiriaa pela Ague di-
vina, obrigao-me a recommeidar aot i millH
dores de recoobecer unicamente came legitimu
as garrafas no gargalo daa auaea acba-te UM
pequenna faxa coo a mioha
Irma e marca de f.ibrica.
4a*&
PARIS, 13, re d'Eashlea.
Eaeontr-e am casa da todot 01 prlnrtpm Parfamlitaa,
Phanaaccatlcos a Csbellarairos it '
Leilao
DE
;e
QCARTA-FEIRV 22 IW) CORRENTE.
^s i 1 horas da manha.
A saber:
Chitas, sddas brancas e de cores, poil de chc-
vre, lasin'ias psra vesiiilos, cambraia, esgniao,
caseroira preta, fl:6 de cores, tnaeas brancas e
de cores, i.uha para bordar, guarnicao para ca-
misas, retroz preto o de cores, chapeos de massa
copas alias e baixas, pecas de borrasha, penas de
aco, uma raaehina para copiar com perten^as, e
outros uiuitos artigos.
O agente Pinho rtorges no seu escriptorio a rua
do B<>m iesus u. 53 I" andar.
finite t i:jftPtan1(4 li'ilao
DE
moveis, loip e viilros
OUARTA-FEIRA 22 DO CORRENTE
iis 81 liora eui ponto.
0 preposto do agenle Pestana fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, de diversos
moveis, lotica e vidros, pertenceiites a ex-socieda-
de Terpsichore, sita a rua do Trapiche u. i'i, tnUos
os objectos estarao patenti-s a vista dos Srs. c*m-
praderes, afiancando a bom estado dos ditos mo-
veis; quarta-fcira 22 do corrente, as II horas cm
ponto.
Leilao
fiflnc mni ufRATmi com
PUT
0 PAOCETE
i daa pertaa da sal aai a #a 2* tmrtm-
te. e depots da deaaara do cantone, aagoaa para
Urerpooi, S. Yiseale e Liaboa, para taate racebe-
ra passaseiro*, eaoaeatu e ear*a a frete.
OS AJaElIEa
Uit k 08 GKfMERCIO14
Pacific Slea*] \i\\z

fihor Bora J#us da^ TO*
^aSj erecta im
Madra afeDeo*
Xanesa administr^Sv* ^roMa Cointtai1"! ft to
OPAQC!
aa y

gT*~3f ~\
aatodH
DA
tavorna sita a rua de Marcilio Dias, antiga
run Dircita n. 74.
OEINTA-FEIRA 23 DO CORUENTE
As 10 horas da maulia
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de que n pertencer, da taveraa sita
a rua de Xarcilio Dias antiga rua Direita n. 74,
da arma.-ao. generos c mais oleneifios cxisten es
na meaooa taverna, os raaes sera j vemlidos em I
oa mais totes a vootade d -s compradores. Ga-
rantc-se a posse da casa, cojas ct aves se acham
deseobaracadas de qoalsjuer onus uainla feira
S3 do commte, as 10 horas da manha.
LEILAO
DE
e forte ptaeo deora do* mtrtttores
t, o anal padeta tar deaaa ja exami-
ocraptario da ag ale Piato. raa do
Bom Jecos a. 43, aide *e acha (obra priaaa.)
OnTTA-FEIRA 23 nOCORRETTE
as 11 horas.
ESPLENDIDO
ije
Moveis, loucas floas. crystaes, dm rico faqueiro
de prata (lei) um apparelho para almoco de
electro-plale, joias de oum e brilhante, ama
rica cruz com 8 brilhante grandes, uma dita
com 8 brilhantes grandes e 140 perolas Anas,
caixa de prata para rape, aderecos com pedras
preciosas, brineos, p ilsciras com camafim e
mais obj.'ctiis de gusto.
Um piano novo com pouco uso. do um dosjme-
lhoros fabricantes, uma liutra mobilia dc mogno
compondo-se de 18 cadeiras de guarnicao, 2 ditas
de bracos, 1 sofa, 2 consoles coin tamp'o de pedra,
uma rica costti ciri, 1 toile.t do jacaranda com
pedra, 1 apparador de mogno com pedra, 2 ditos
pequenos, 2 consoles, 2 marquezas, 1 jardineira,
2 camas francezas, uma rica secretaria de jaca-
randa com gavetoes, uma dita de amarelle, uma
commoda de mogno, uma meia dita de amarello,
uma mesa elasiica para .'W talberes, uma secre-
taria de mogno, caliidos, quartinheiras, ielogio, 24
Codeiras diversas, I guarda vestido, 1 guarda-
roupa, 3 quadros grandes com vidros ovaes, 3
espelhos gr.indos e'peque ios, loucas para jantar
e almoco, jarros linos, (iguras, quadros, escarra-
deiras, garrafas de crystaes, lanternas, casti^aes
dc prata, um naliteiro de dita, 1 salva, compoiei-
ras Unas, carriohos para crianeas, bercos, uma
estanle envidracada, garrafas com vinho. ditas
com eerveja, trein de cozinha, e outros niuitos ob-
jectos qne dcixa de mencionar para uaose tornar
enfadonho.
TERCA-FEIRA 28 DO CORRENTE.
A's 10 Ij2 horas
4) agente Piuho Bi.rges autorisado pelo Sr. Joa-
quim St. Marinho, o qual se aclu auseulc, fara
.leilao dos moveis e mais artigos que acima men-
cionamos, e qne serao irausp rtados para o 1 an-
dar da rua do Bom Jesus, outr'ora Cruz n. 30.
ESTABELECIMENTO THERMAL.*
(Franc,, UMirtcaeau- da aiImti
rairsitaaat ae eito fcti
AMuauTaacXo i PARIZ, t>, MOiaviaa UotmLxmt.
ESTA5A0 008 BAHHOt.
NoeitabeleciTnenio de Vichy, um dot memo-
ret da Europa, achur-te-ha ISunhot e Embroca-
cBeidetoda a tortepora acuradas doeneat dm
eatoataaj*, do 04, da kexlsa, arelaa,
atafeeCU rfea rmltulmm,
OU K'raa IM rlnaa, ale.
CaDa Dia,D>aosU ra Maioari 1* or Sinmiwi
Tcatro a Conccrtas aa OaUno. MaaUa no farajaa.
Salio da leltnra. Sallo r<-Mr4a para aa Scckoraa.
SaiOt* de locos. roiiveracao s bilbar
Toms os csBisaos o ftsoa tttaa a ncai.
Ocpoaiio ai>7aiic, TlMtT f"-.-. SttatS.
.. ...
AVISOS O^KSOS
\lnga-se
a casa grande no Menteiro, a margem do rio, com
muitos comniudos, quintal inurado, banheiro dis-
tante 50 palmos, e fresca : trata-se com Hsca-
renhas ;no sitio jnnto
i Mouiiohi
Joao Pereira Motilioho e sua ma
Iber Idal.na de Sooza Monlinho,
mandam na terca-feira 21 do cor-
rente, pelas 7 horas di manha na
igreja da Madre de Dens, eele-
brar uma missa >r alma de D.
Othilia Uberalina de Oliveira Sou-
za, setimo dia de sea faBeeimento, e rogam as pes-
soa* de so* ataMsada, hem como a famiiia e pa-
rente* da tallecida para assistirern a este acto d*
rehgiio e ea idaae, pelo fas sa coafeasam imym
ja agraderidos. ____________________^
Aaaaa-se a easa doa Onfkm, aMreate dr>
aoapital Pedro If, eom ffmrnm tmmmmdm mmn,
faraifia : a trafar an faa aV theatvi ob
Tisto a m.
A ttencao
O Barao de Bumfl.-a rwtiil ; i ivIm muita*
vezes repetido no Ju. mil ./. Dim* it ie
Pernnnbnea, deque nao ..n.-n ni.i a rcifco al
gum qoe Ihe diza re*peila, nan >eadn pasado por
seu filh i lose de Olirem lustre on ior Antonio
Joaqmni Rriio ds 0!iv.-ira on d' Ipho Henrique
Amaudo Chave, uuicos empregados de sua casa
commercial. Ifragnem, a!e:n dc tes, e?ta autori-
sado a firm ir docum *nto alburn tne iinporte eio-
ner .ij aqui'in fur passed '. ou olirigai-ao de qtial-
quer naturezaquc >ej.i, m anaaactaaie_________
Atfeilcao
ioo*a*vo
tjialiiica-se COM esta quanl^ a qtleni agarrar a
mulata escraya, Balbina, baixa, i^eia do eorpo,
eabellos cachiados e ml >>, quo lendo sido-ha tem-
po coriado, piv-,nt(Miii,nW> n'irin-'. li'm iima pe-
quena c'calri?. imii n:n i das .diraaeeth- >: oiilia
em uma das mans d i dedn pela pane do dentro,
ijiie priva do abn-la pc fcitantonle. e ja aodou
lagida em Goyanna. Itamaraca, Ignarassu ; sendo
uaaaiatta com um sotdadodo .', f.-i prcsaaaal-
deia da fortaleza das Cinco I'ontas : quoin j,(-
gar leve-a ao Caminlio novo, em easa d i Sr. Joa-
3nun Luiz Goocalvcs Penna, on a rua do Viscondo
e Goyanna n. 89. -
Casa para alugar,
Aluga-sc a casa n. 12C> da rua Imperial : a
tratar na mesma.
fiigido
3001000 degratifica^ao
AUMjntou-se desde o dia 11 d.-r.i.'i > is 1872 >
pruto dc nome Alfredc, reprwsaat.i icr de 3it a (#
annos dc idade, < p.-rfi-it < enzinheiro, alia bastaate.
e bem magro, pouca bertra, oihos graade, e muito
ladino. eon'-U qne tem pai ii i pnaeatw do Sr. Lull)
dc Centra, em S. Lmircnro da Malta. Este pr-(o
foi c.izinheiro dos negocianb-s Adriano 4 Caetre *
Sr. Jos6 Joiqnim Gon.alvr; l(,)ia, a jalga-se
qne esteja alugado em aipum hotel ea ea cnlar nesta ridade. como f rro : pede-se a Indss
as antoridades e rawtaes de c.naao, aae o aV-wr -
brin loo traaarn a rua l)v\a- & Casiaa a. 9l.*m
e> mindezas do rival -im sgaad*v v*m sesae mjn, .
tilacados coos a imantia actmav
Acougne,
AtmiM ii Irne ciwiSwetin e ahaaja ai Ir
aynwgaa m paten dh Puraia*: a nraear m ma ?
Creaao, Wadb Pbese-, taaaa a asc 4j 9aa*> Ja-
Escravo
Crpo, UrJA
toni"
mams Jese mv v^Ttv
QaotaMa
ooiiao, aaaa aaaaul, jar awe e
iraz da igreja asatrfxe pnte derieL
Quinta-feira 23 do corrente
AaM BPJUa BA *JJUL>
Por iia4er,*aicto do igpitfl faata.
Km mm t .t/ajHiie. raa de fcm Jaaas a. kX
terrea da saa da
aiptorio a ran.
LEILAO
ti MHlfajasii!
Predsa-se (to ivo cradt*: nawado :apihari
be n. WJ ***** '-
Catalan.
rVeekany da um nHa'-t WllW fw WafW l-tni HtW t^fal a%* m^t99 "* *^|RMI*
res. prelVTinto i *>
negocio: a tratar i. 17,
feja.


imi 9ym



Durio, de Pernambuco Ten?* feiA .21 de Outuoro de I87.
HORTI1ENT0
M E1) I Cl N A
Preparado por
Lanman & Kemd
para ihisiaca
toda a qualidadt
de docneas, quer
scja na garganta,
peito ou bofes.
Kxpressamente
eseolhidodosme-
Ihoresligadosdos
quaes so extrahe
o oleo no banco
da Terra Nova
purificadochimi-
calmentc, e suas
valuaveispropri-
edades conserva-
das cem todo o
cuidado, cmtodo
o frasco se garan-
teperfeitamen-
tc puro.
Este oleo tem
sido submettido
aumexamemui-
to severo, j>elo
cbiinico de mais
lalento, do go-
verno hespanhol
em T.uba e foi
pronunciado pof
elle a conter
MAIOR PORCAO D'lODINA
do que outro qualquer oleo, que elle tem
exammado
IODINO E U.M rObER SALVADOR.
Em todo o oleo de figaoo de bacnlhio, e na-
quelie no qual contem a maior pjrg&o desta
invaluavel propriodade, e o unico meio para
eurar todas as duennas de
GARGANTA, PEITO,BOFES, FIGADO,
Phtysica, bronchistcs, asthma, catharrho,
tosse, rcsfriamenlos, etc.
Uns poucos frascos da carnes ao muito
raagro que scja, clarea a vista, c da vigor
a todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, du tanto
nutimcnto ao system a e inrummodamlo quasi
nada o estomago.
Aspessoas cuja organisacdo tem sido dcs-
Iruida pelas afleceOVs das
ESCROFULAS OE RHEUMATISMO
e todas squellas, cuja digesUo se acha com-
pletainonte desarranjada^ devcm tomar
OOTEO DEFIGADO I>K BACALHiO
DE
1 ANMAN & KEMP
Se eque desejam ver-se livres eiseutasde
eofermidades.
Acha-se a venda em todas as boticas e
Jrogarias. H. Porsler iV i'... agcntes.
0 BJEXTIMGUIVEL
PERFUME

Florida
: !S:i
DE
MVRR.4V : tMUkUSt,
i'ma pura distillacSo das mais raras Q-
: _s dos tropicos. Contemn, para assim ui-
zer, quasi o odor odoriforo das (lores ao
tropico da America, esua fragancia e quasi
uiexhausta ainda mesmo por continaada
-. raporacSo o diffusSo. N'este respeito e
i icomparayel a qualquer outro perfume
qne ha du villa para :
UESMAIGS, ATAQUES NERVOSOS, DOB
RE CABECA, DEBILIDADE E
nVSTElUCOS. '
E um certo e Ligeiro ailivio. Com o bom
.m, tem conservado sua infiuencia para
cima de vinte e cinco annos sobre todos os
^ei-fumcs, aas Indies Occidentaes, Cuba,
.dexico, America Central, e do Sal e n6s
ixun toda a con6an i-omo urn artigo, pelo seu aroma muito de-
licado, riqueza de odor c permanencia, nao
pode ser iguando. Tnmborii faz remover
da pclle :
ASPEREZAS, EMPOLiS,
QUEIMABURAS DO SOL,
SARDAS E BORBLLHAS.
Sendo reduzida coin agua, se torna um*
excellente mislura para banbar a pelle,
Jando um aroseado e c6r clara a complei-
barbear, cvita a irritacao quo gcralmenu
occorre, assim como tamhem garganteando-
se, o cheiro do cigarro desapparece, e me-
Ihora a condic&e dos denies e gengivas.
Como ha muitas iinitaeGcs, as quaes nao
possuem nenbnmas d'estas propriedades,
deve-sc tomar cuidado o contar sumente o
o famoso perfume ; cosmetico do sul da
America, cham da:
.it I! A FLORID\
*iu:
III RBAl A I V\HA\.
Sj acha 4 venda em todos odroguistasj
ptrl'umarias da moda.
Franriseo de I'mho Borges Scbrinho deixoti
de ser caixein do Francisco Gomes Sobrinho, desde o dia it do correote.
Aluga-se uma easa pan grands familia, sita
a rua nova de Santa Rita ; assim como um bom
armazem na mesma rua : a tratar por cima do
trapiche Dantas.
Acabam de cheg.ir pelo vapor americano
de Havana dons subdit a hespanboes, nnn dellea
e prefenvel profiVionale agricnltor, e on-
tro e jnachinisi.i e lamLieni me?lre do aatacar: as
pessoas que se quizer Dtdifar de sens servino?, po-
dem dirigir-se ao consukdo de Ilcspanha que sc
dira onde se acharn
Aluga-se ou vendo-se, inteiro on a rctalho
um excellence terreno sito a aslrada de Laic do
Rego em Santa \m,iro, cum 'i(J0 palmos de fren-
te a 600 de mnoo, no qnal exi-te uma grande
planta de caphn : Iratase a rua da Aurora n.
113, venda
LIOUIDACAO DE FAZENDAS
NA '
Rua da Imperatiiz n. 60
Veude fazendas para liquidar. por baratissimo prococomo
abaixo se ve:
Pereira da StJva & C-uimarAes tendo cm ser um grande depozito de fazendas,
tem resolvido fazer uma liquidacSio das mesmas com grande abatimento nos pregos,
com o unico fim di apurar dinheir para o que convidam nSo s6 i s seus numer.si s
freguezes, como o respoitavel publico, a vir surtir so de muitis fazendas, bo>s ebaratas
no seu estabeleciment^denommado oPavao a rua da Imperatriz n. 60.
CAMBRAIAS A 4*, 4-^500, 5??, G 7#.
0 Pavao vendo um magnilico sortimento
das mais finas cambraias brancas transpa-
rentes, tendo 10 jardas cada pe;a, pelo ba-
rato preco do 4?o00, 5$, 639, tondo tam-
bem das mais finas que custumam vir ao
mcrcado, assim como um grande sortimento
de ditas tapadas e victorias que vende de 19
ate 8?, sendo fazenda que valle muito mais
dinheiro.
COM SAEPICOS DE CORKS A 5.
O Pavao recebeu um elegante sortimento
de cambraias brancas com bonitos salpiqui
nl*os miudinhos de cores, tendo 10 jardas
cada corte de vestido o vendo pelo bnrato
prcco de .')?, por ser pechincha, ditas com
salpicos todo bfancosendo fazenda (ini$sima
a 70500 c diUsa 55000.
VESTIDOS V I SO DA COUTK 129
0 Pavao vende um bonito sortimento do
corles de vestidos a uso da corte, trazendo
cada corte todos os enfeites necessaries como
sejam : babadinhos, entre-meios, rendas,
requefifes, e vende pe!obarat9 preco do 12-?
cada um, assim como, di os a 2 de julho
com todos os enfeites a 10$, cortes de cam-
braias brancas ahertas, com lisiras e Ian res
a (i-~, dims finissimos a fc'--, ditos de cam-
braia branca com listras de cores, para aca-
bar 39300, e* pecbincba.
. CORTES BORDADOS A 203 E 355J.
0 Pavao vende riros cortes ile cambraias
brancas delicadamente bordados, polo ba-
rato preco de 205 e 353.
< info* a ^$>
0 Pavao recebeu um elegante sortimento
dos mais m demos cintos de setim para se-
idioras, com delicados Ucosdo mesmo se-
tim e vende polo barato preco de t;:? cada
um, assim como um grande sortimento dos
mais modemos espartilhos, que vende de -i'-
ate 69.
CASSAS FRINCEZAS
a 300 rs, o covado
0 Pavao recebeu um grande sortimento
de cassas francezas com delicados padroes c
cores lixas, que vende pelo barato preco de
;ioo rs, o covado, organdy
t.elo
francez muito fino a 39000, apenas prccisa
1, '/* metro para um lencol.
CHALKS BARATOS
a 29, 29500, 49.
0 Pavao vende chales a emitacao de me-
rino a 29, ditos de merino lisos cores a 29300, ditos de merin6estampados,
muito finosa 49, 'ditos finissimos com lis-
tras deseda a (59300, ditos muito fiuos de
crepom a 109 e 129.
Algoilito cnfcHtado a 1 e I--JSO.
0 Pavao veude algodao eufestado com 8"
palmos delargura, proprio- para lencoes
sendo do mais encorpado que tem vindo ao
mercado, liso a 19 a vara c trancadoa.....
19280.
ATOALHADO A 19600, 29, 59.
0 1'avao vende atoalhado trancado com 8
palmos de laigura a 19300 e 15(>00, dito
adamascado a 29, dito de linho adamasca-
do a 39 8 .>"\
SEDA PARA VESTIDOS
a 19000 o 2D.
.0 Pavao vende um bonito sortimento de
sedas com lislrinhas proprias para vesti-
dos de meninasede sflobora a 19000 o co-
vado, ditas lavradinbasa 29, os padroes sao
muito bomtoso vendc-se por este preco para
acabar.
EKotinnw a 5^000
0 Pavao tem um completo4 sortimento de
botinas muito bem enfeitadas para senhoras
e vende pelo barato preco Je 59, artigo que
em ouira qualquer parte custa ti9e"9.
LENCOS BR ANTOS
a 29000.
0 Pavao vende lencos brancos ab inhs-
dos, tanto parahomens como pnrasenhor-s,
a 29e 295' 0 a cambraia do linho t mbem abainbados a
39500, !?, 59, d tos francezes escuros, para
rape a (>-^, lu/ia.
CAMISAS PARA BOMEM.
0 Pawio vende ricas camisas com peito
ile linho bord dns, proprias p ra noivo a
I0#e 129 cadd uma, ditas de linho sen se-
rem borl das 49, '.9500 e 59, ditas com
a -29, 29500 c
branco e lis- j poito de algodao muito finas ..
ado e de qnadnnhos a 640 rs. a vara li-' 39, ditas decbita ftna miudinha a 29, 29500,
iissimo bki branco liso e de salpicos, e tarla-. e 39,1 ssira como grande sortimento de ce-
jroulas francezas tanto de linho comodeal-
Igodao de 19600 ate 39, gr nde sortimento
j de mci s cru s inglezas de '19 ate" 89000 a
duzia
FAZENDAS PARA LUTO.
0 Pavao tem um grande sortimento dc
fazendas pret s para Into como sejam : c?s-
s s, has, ou lazinhas lisas que vende a 400
j e 300 reis 0 covado, bombazinasde l-?600
I ate 29 0 covado, cantao a 19 e 19200,
grenadine lisa com listras, cassas e cbitas
tolas pretas com listras e salpicos, ;lpcas
todas pretas 0 lavradas de branco, merinos 0
outras muitas I'azend s apropri das, que sc
veude por menos do que em outra qu Iquor
parte.
KADAPOLOESENPESTADOS
a 39000.
0 PavSo vende pecasde ma.lapolao enfes-
ito
lito
tanas de todas as cores.
BORNOUS \ 129.
0 Piivuo vende um bonito sortimento dos
mais modernosbornoos combonitas listras e
vende pelo barato precede 129 cada um,
assim como um elegante sortimento dos mais
bonitos chales de merino ecom listras deseda.
UZINHAS A 320
0 Pav5o vende bonitas Ifizinhas lisas,
sendo verde e cur de lyrio, pe 0 barato preco
de 320 reis 0 covado, assim como delicadas
lazinhas d<' qoadrinhos a 280 reis, e pe-
cbincba.
0 Pavao vende um elegante sortimento
das mais bonitas grenadines ou gazes de
seda para vestidos. tendo de todas as cores
v -M^i^S-afc**"
56 aRua do Marquez de Olinda 5G a
(outr'ora rua LOJA DE MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz conbecido como principal e recommen
*ado pelos grandes depositos e bons sortimentos com quo sempre prima em ter daj
mclhores, mais acreditadas e verdadeiras niachinas americanaa para algo-
dao, desde 10 A 60 serras, e havendo em todos os tamanhos diversidades de syste-
nas e melhoramentos para perfeito e rapido descaroeamento : tornam-se dignas de
jerem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alem disto, encontrarSo
tarn bem mais :
Apurados vapores locomoveis, d.e forca
de 2'/j e 3*/s cavallos com todos pertencas
_precisos para trabalharem 4 machinas para
"ilgodSo, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e ladei-
ra.
Carros de mao para atterros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro cstanhado.
Ditos com valvula para lavatorios.
DitOS de madeira para conipras.
Apparelhos para jardins.
(luards-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Trees para cozinba.
Kmlim muitos outros artigos, que sdavista e nest*
ixaminados.
Ternos de bandeijas finas.
Corrcntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padarias.
1'ertencas avnlsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinbos de diversos fabricantes para mi-
lho e cafe.
Debulhadores para milho.
Azaitc do spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas*.
Cofres de ferro patente.
Cannos de ferro esmaltados.
Ditos de dito est.inhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Polios 1 ara ferreiros.
stabeleomoderSoentp sfi (n
0 grande iiiirilicador do saugue
SALSA PARRILHA DI BRISTOL
e vende pelo barato preco de 640 ivisoco- .
vadoegranadine preta com listras de seda ^docon; lljard-sa 3, dito a 39500, di
a 19800. j com 20 jardas a 59, 59500 e 69000, di
com 24 jardas de59 atcS" e 109, sendo os
mais finos que tem vindo ao more do.
CORTES DE LA JAPONEZA A 209.
0 Pavao vende os mais tnodernos cortes
dela japoneza com delicadas palmase listras
dc seda, p"lo barato prero de 209, assim
como finissimas lazinhas lustrosas'deuma so
cor a 500 n'-is o covado.
LAZINHAS A :;i0 0 COVADO.
0 Pavao veude bonitas lazinhas transpa-
rentescom palminhasa 360 reis 0 covado,
ditas ditas indianas com lindos dezenhos,
tanto em listras como em quadrosa 280 rs.
o covado, e grande sortimento de alpacas e
lazinhas de 10U a 800 reis.
CHITAS DE CORKS
a 20O, 2 id, 280 e 320 rs.
0 I'avao vende um grande sortimento de
bonitas cbitas tanto claras como escuras e
vende de 200 ate 32'irs., assim como ditas'cortes decasemira para calgas, com bonitos
com lisiras aolado muito finas a 360e400 gostos, claros e escuros a 59, ditos de 69
rs., finissimas percales miudinhas com lin- 79, 89, ate 109, superior.- casemiras fran-
dos dezenhos a 36*0 0 400 reis, garantindo cezase inglezas, para covado, do :!*>30() ate
serem todas de cores lixas. 0$, pannos protose dec ;res dos mais bara-
tos e mais linos que tem vindo ao mere do,
-U.il.lll \s A 29, 29500, 39, '"*. por pregos muito razoiveis.
(J I'avao vende bonitas cobertas de chita 1
com ramagem grauda, pelos baratos precos,
forradas a 59, ditas defustao branco e de cor j
com barras a 19 e 59, ditas
eama de noi
d
c
FusttKew Calces .le brim de cores de 29&( 0 ate 09.
0 Pavao vendefustoes brancos e de cores, Ditas dc casemira ascura a 39500.
sendo as mais bonitas cores que tem vindo ao Palitots da mesun fazen J1 a 49500.
.llgotliioziiiEio a 4TOOO.
0 I'avao vende necas de algodfiozinho
muito encorpado a 19, dito a 58 e 6-7.
TAPETES
0 Paviio veudetapetes grandes para sofa*,
sendo para qualm eadeiras a 259000, ditos
mais pequenos de 79 ate* 129, assim corno
pannos de croi he proprios para encosto de
eadeiras t nto de balaneo como de guarni-
ijao e para sofa, que vende por precos em
conta.
CORTES DECASEMIRA A59.
O Pavao vende um wande s>rtimento de
le croche para
jama de noun a 69, ditas muito ricas a 169, sortimento de roupas feitasp;,ta 1
litas de damasco a emitacao de seda a 109 vende por preco muito em conta,
' 119. jam :
IKntipa IVita
0 Pavao, lem constantemente um grande
homein, que
como se-
Na rua Jas Flores d. 7, e e.treita do Rosirio n
38, loja, tu uma pesoa que *e pncarrejfa rte armar
tumulos e ratacumba? do ewnWerto pabUeo para
o dia 2 do novembro, cOBifliemoracie dos fleis de-
J'unto9. .
Parahyba
0 Sr. Alberto Severinn He^bcniJ, m rador na
cidade du Parahyba, quanta vir ou niandar na tra-
MM da rua do Qutimado n. 3, ne.-ta cidade, afim
de tratar de negocio que 0 mtf ipo seabor nao ig-
nore.
mercado, tanto para roupa lie cnancas como
para vestidos e roupas de homem. e vende
pelo barato prc<;od 560 ate" 19, 0'Covado J
BKAMANTES
a 1.-600, 2^2' 0 e 29500.
U PavSo vende bramantes de algodao com
10 palmos de largura para lengoes, pelo ba-
rato preco de I9fi< 0, riito de liuho com a 59000
mesma largura a 29, 29200 e 29500, dito Ditos de dita preta de 49 ate 79.
Calcns de brini p rdo de 2 ate 5^.
Dit s de casemir-' de cOrde 7,-J ate 12^.
Dit>s de casemira preta do 79 te 14$.
Palitots de panno preto do 49 ate 12#.
Praques de pann preto lino de 209 ate
359000.
Calc s brancas de linho de 49 >to*79.
Colletcs de casemira de cor de 39000 ate
Ceroulasfrncezas de linho e algodao, para todos os precos e qualidades, assim
como grande sortimento precos muit''r-zoaveis.
- 0 Film. Sr. Dr. Leopoldo Cesar Duquc Estra-
da, formado na Scademia de Pernambuco em 1873,
lllbo do Dim. Sr. Joaquim Leopoldo de FigMiredo,
e chamado a loja de Amaral, Nabuco A C, rua
Nova n. 2, a negocio qne nao ignora.
Aluga f uma boa casa prnpria para pasnar
a fosta, na poyflajao do Montciro, /na da Ponte d.
H ; a tratar na rna Pnqtie de Ca Attencao
Alugam-seduas boaa ca^as na Capunga, rna da
Venture, com eommodos nara familia, as qnae*
c5o frescas e eatao caiadas e ^intada* r a tratar
na rna Dnnue q> Caxla? n. 44.
I IlKilVE
r j7si'--
Cura radicalmeute os casos mais inveterados de sypdilis. escrophulas. rheumatis-
mo cbronico e todas as enfermidades que teem a sua origem i<;> impnnza do sanguee
dos humores. ?
Como garaniia contra as falsilicacoes, cada garrafa dove vir acompanbada de uma
lira gravada em aco, na qual appareco a assigiwtur.1 >-. rs. Paler di Duuca^ sucesso-
res, agentes geeaes no Hio de Janeiro. &--.;-_.
Deposito 11, Forsler & C. & venda nos eitabejecimenl du Srs* Anb nio Lives
Barboza, Maurer & C. Bartholomeu AC. Ferrcira Maia &C, eem todas as boticas 1
ilrogarias de Pernambuco.
BARTHOLOMEU et Cu
Pharmaceuticos preaiiados em diversas exposipoes
ELIXIR SEDATIVO PEITORAL
ANTI-ASTHMATICO
Casa do campo.
Offerece je, a qnem qnizer fater os concertos
necessaries, 0 arrendamento por algans annos dn
gra?a, da excellenle casa sita na Porta d'Agua,
que foi do flnado Dr. Joaquim Pires Carneim
Monteirn, pasando-se escriptnra para maior se-
gu anca. A locabdade < muito salubre, e a casa
muito frcsca, tem magnilico banho de agna do-
re em frenle, c e htuilo commoda, visto que 0
irem para defronti: : nurm pretender pode diri-
?ir-se ao Sr. Kran-.isco Carmire Monteiro, era
.\|ii|iucos ao Sr. Krarfri-eo l^naeio Pinto, rua do
Join Jcsttft, (ih ao Sr. Cannan, ma do Commer-
:io n. 40.
ESPECIALIDADE
Novo trataniento da Attitma, tosse, convulsa. defluxo catarrhaet, e todas at mokstias dos putmots,
quo tern feito hnportantea curas, e que & hoje 0 unice acceito pelos melbores Medicos.
DEPOSITO QEBAL, 34, rua Larga do Rosario, PERNAMBUCO.
Casas para aliigar para a fes-
ta ou por anno
I'm sohrado no Poco da Panella, na rna doRi
n. 5, com i salas, 5 quartos, saleta, coiinha fora
e quintal murado
("ma boi casa lerrea nova, com cocheira, estri-
baria, pequeno sitio, a margem do rio n. 35, da
mfMna rua.
Uma r;i>u poqnena, porem com bons commodes,
na iravassa da Croi das Almas ao pe da casa ver-
melha n. 2. 1'odas a tratar com 0 commendadot
Ta-so.
Wwm
Qnem mais cusuBtfdo pflbrecc ?
incontcstav.lni"nle a loja de calQadojJestrangei-
ro qne mais rommodo offerece em geral, com espe-
cialidade ao hello rexa, 6 o F'.aRIS XA AMERICA
a rua Duque de Caxias n. 59, primeiro andar (au-
tiga do Qucimado) e a razao ? a razao e simples .
um cavalheiro (amante do chiquej por certo se
incommoda qnando, para comprar um par de bo-
tinas, vtf-.se forcado a experimcnta-la sobre um
pequeno c pueroso pedant de lapete (systema ma-
earronico) nao pndendo desta forma conheeer se
a botina Ihe fica boa, pois, nao tern esparo para
experimenta-la, ao menos que nSo a eslrague a'an-
do apenas um passo, que cliegara logo ao immun-
do ladrilho ; 0 que nao acontece no hail no
America, onde pode se passear a vontade e desta
fi'irma conhecer-se se lira bom 0 eakado : para 0
hello Sfflto, enlao e quasi irepi ssivel, qne DOia se-
nhorn (do hmn torn) qiifira snjpiiai-se a experi-
meniar ealcado ao (ado de um balcao, < nde en-
tra qnem quer, ainda mesmo para eomprar : 0
Paris nq America nao resente-se desta falta ; tem
nm hem preparado gabinete reservado, para as
Exmas. que alii poderao estar era perfeito comtno-
l' para a eseolba do ealcado.
jfio t'Tininaui a' i as vantacens on commodes
do Paris na America a rua Duque dc Caxias 11
39, primeiro andar, ronsisle tan hem no bom sor-
timento de botinas para homens, dos melbores e
mais afamados tabrirantes da'Enropa, como Me
lirs, Snser, Polak, ete., !., e grande variedade dp
ehinellos e sapatos, assim tanibcm um liad) sor-
tfmento do botinas para senhora, e sapatinhos de
muitas qualidades ,ue poderao satisfazer a eseo-
lba da mais capichosa senbora (do bom gostoj ;
pelo que lira expendido, esti claro qne a loja de
ealcado eslrangeiro, qne mais vantagens offerece,
*o Pori* nn Atneric-i, rua Duque de Caxias n.
"!9, primeiro andar, antig i rua do Queimado
- <
" 8b? -7
li
-,*
ecu CO
Angusto Trajano de liollanda Chacon, ^
kj. Dr em m 'die na pela Eaculdade & Itio j&,
,- de .laeeim. rlo-gndn !i?. ponco da Raropa, ^
nos mediures ho>pitaes dedicou-se ^
?- ans estmlos ile Mia prolissio, e com e3- 'fi?
^ pocialidade as operagdes e as molostias A
g. dos olhos, tPin o s'u' escriplorio na cas:i *Jp
w de sua resideneia a rua Du tue de Caxias *.
^ (antiga das Crazes) n. 9, 2 andar. MC
Consultas das 7 kn '.< boras da manba ^f.
& Gratis aos pobres. %$.
Escravo fugido.
Aiisentou-se do cngenho Jagnaribe 0$ escra-
vos reguintes :
Manuel, criou|o, alto, eeceo, cim falta de dons
denies na frenle, rosto remprido, cabellos ca-
rapinbos, olhos Tiros, nariz grosso, bocca rpgular.
sendo 0 beico superior mais grosso, e orelhas pe-
quenas ; Jfascen em Bezerros, d'onde vein para
0 engenhe Raiz. da freguezia da Escada, foi ah>
escravo do Baraa de Amaragy, sendo que perten-
eeu em Bezerros .1 Antonio M.irtinho dos Santos.
Mariano, preto, com idado de 20 annos, sem
harha, rosio oval, nariz grosso, borca pequera.
olhi s regulares, testa estreita, tem os pes gran-
des e grosses, hem como as juntas dos mesmos.
e algumas mareoj do feridas nas pernas 6 filbo de
Moxoto e foi escravo de Antonio Alves, morador
no lugar Agreste.
Pede se a quern 0 apprehender deo levar a rua
Nova n. 8 que sera generosamente recompen^n^'.
G,
arannuns.
Na rua do Barao da Victoria n. 36, precisa-se
allar aos Srs. Pedro d-> Rego Chaves Peixolo e
ose Paes daSilva, a negocio de particular inio-
esse.
Continoa a estar fugido o escravo pard?, de
nome Trajano, 0 qnal ronsla ier andado por Olin-
da, Beberihe, e oltimamente foi %i-to em Iguaras-
sii. intitulando-se de forro, e tem os signaes sh-
guinies : falta de denies, pouea barba. hastanto
amarello pr>r soffrer de frialdade, falla descancado
0 um p 1100 fanhoto : nga-se as auloridades po-
liciaes e aos capitaes de cunpo a apprehensao de
d;t 1 escravo, e 0 favor de o li-varem ao ahaixo as-
signado, a rna do Vieario n. 21. 1 andar, que
sera gratiflcado.
Domingos Alves M,aliens.
Para casa de pequena familia, preci-
sa-fe ile uma rapariga brar.ca ou de cOr que
saiba de costura e engommados e para fazer
companhia d dona da csa quer aqui na
provincia, quer para fdra, npstas circums-
tancias, trata-se na rua da Imperatriz n.
10 1, andar.
Vinila esla lngida
aesernva Hatildes desde 17 de marco do eorraote
anno, de 32 annos de idade, pre'.a crioula, eslatu-
ra regular, cheia do orpo, pernas fina=, tem un?
cari;os n > ro>to que parece espiiihas, falta de
denies na frenle da parte de cima, falla muito
mansa que as vezes desafla compaixio. boa cozi-
nheira e engonunadeira, e hlha do Para, fei com-
orada a s gra do Sf. commendador Luceua, e
muito conhecida por lerestadi alugada em casa
da Manoella do Inspector, no Monteiro, ella intitu-
la-se de forr* e lem sido vista no PofO da Panella,
Uonteiro, Caxanga, Magdalena e aqui no Recife :
pede-se encaree damente a todas as anloridades
policiacs e capitaes de canpo a su< apprehensao.
assim como se pede a qnem tenba amas qne v-
riiique nessas que dizem ser forras. pois consta
siac ella de ama que nao sahe ^ rua, que se gra-
lilicara coin a qnantia de I0'l3 a quern a levar a
de Paiva Ferreira ; e protesta-se haver os dias de
rervico de toda e qualquer pessoa que a tenha
occulta em sua casa, na forma da lei.
Saqoos para Mas ascidades e
villas de Portugal.
Carvalbo & Nogueira, saccam sobre
banco commercial de Vianna, e suas agen-
das em todas as cidades e villas de Portu-
gal, qualquer quatltia a" vista ou a prazo e
per tones os paquetes; A rua do Apollo
11. 20.
Na rua do Barao da Victoria n. 36 precisa-se
faltar ao Sr vigario Andre Curcino de Araujo Po-
reira, a negocio de seu interesse.
No trapiche liantas aluga-se escravos, dan-
do-se 50* por mez, comida e casa, por tempo de-
term inado.
Precisa-se de um homem para trabalhar em
um sitio no Giquia, e que lambem enteoda de car-
roca : a tratar cam 0 Sr. Jose* Maria, na loja de
lonca a rua Nova 0. 49. ou no mesmo sitio a faV
lar com 0 feitor.
m




Diario de Pernambuoo Terca feira 21 de Outubro de 1873.
*
'
*
DedaracSo.
Francisco Mnniz Farta*') derlara pelt* proson-
le aantnd que tend* fahwido I). Josepha Clara
da SiKa. e -I'inh sua mulher H-nriquela Maria
de A teredo a sja runhada !). Ag|Hla Joaquiua
do Aarvedn, hftrdciras do hem d*)ix:ido pela tnt-.--
aia Caliecida D. Josepha Olar.i da Sijva, *ua am
vora clcclarar pel' present-, q'to ^fVvm imdera
ili-'|l6r Oil rADH'il.'U' r111;| |.)it ifliwinfl| o
uicsno auuuueiaulc s-ja ouvidu atl ivspjitu.
Francisco Muniz Furtadi.
508 de graliiicafao.
Fugio do engenho Ararilia de Baiio, na Ire-
guezia do tiabo, no dia 1 do corrente mez, o es-
eravo Estevao. com os signacs Seguintes Made
de 40 anno?, pouro mais ou menos, altnra regu-
lar, marcas de bexigas no rosto, tic'3 gvussos c
com marcas de bichos, e parece sourer calor de
flgado. Qnem o apprehender, levo-o ao referido
engenho, ao sea senbor Joao Luiz Goncalves Per-
reira, ou ao Recife, raa da Hadre de Deus n. 36,
1.* andar.
Precisa-se de urn caixeiro coin praiica de
molhados para a cidade da Escada, de idade de
H a 13 annos : a tratar no paleo do Terco n. i'i.
0 abaixo assignado faz publico a quem in-
teressar possa que nao autorfsou a ninguem pa-
ra cofarar alagueis ou contrahir qualquer divida,
o que infelizmente se tern dado a eerca de um
mez a esta nartc e mesmo exturquindo quanlias
pelos arrabaldes desta praca, para o que se serve
do nome de pessoas respeitaveis, como tado tem
sabido o mesmo abaixo assignado, o que muito e
muilo se recommend a.
m______________Manocl Pereira Lemos.________
MOFINA
Esta encouracado !! !
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Hello
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a rna Dnque de Caxias il 36, a con-
clnir aqnelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada desie jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou a fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo 6 de novo chamado para dito
flra, pois S. S. se deve lembrar que esle negocio e
de mais de eito annos, e quando o Sr. seu fllho s*
achava nesta cidade.
Aluga-se- o armazem de recolhcr na ma do
Burgo<- n. U : a tralar na rna da Praia n. 20,
a tratar com Jose Feliciano Nazareth.
Prccisa-se de um caixeiro com pratica de
taverna de lit a 16 annos : na rua Imperial nu-
mero 94.
> > &&*$ #> &
jjaaji A professora publica Anna Monteiro xx
l5W de Lima Rego Valenca, habilitada pa-
ra ensinar francez e piano, oflerece-se
CT aos pais de suas alumnas pan lhes *3?
Js ensinar estas materias depois das ho- xj
_" ras de trabalho de sua aula. yP
#& $ & $>'$>#$$
O Sr. Antonio Luiz da Costa, que foi nego-
ciante em Olinda, na rua de S. Bento n. 15, e
cham ndo a mesna cidade.a rua do Commeroio n.
21, a negocio que S. S. bem sabe.
Consiillorio medico &
DO Q
Dr. Wu. ill...
RUA DA CRUZ N. 26, 2.. ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, wide fre-
quentou os hospitaes de Paris e Londres
pode ser procurado a qualquer hora do
dia ou da neute para objecto de sua pro- Q
fissao. 1*1
Consnllas do meio dia as duas horas Wt
da tarde. jft
Gratis aos pobres. W
Especiu lid idesyiolesli'a* da pelle, de 5f
crianca e de mulher. O
Emprega no tratamento das molestias Q
de *ua especialidade as duckas frias e &
banhos a vapor, para os quaes tronxe O
os apparelhos mais modernamente em- /\
pregados na Europa. m
Tambem applica com grande proveito M
fa, no tratamento das molestias do utero a s.
electricidade, pelo processo do Dr. Tre- x
0 pier. Cura por um processo inteiramente Q
\f novo as blennorrhagias e sobre tudo a Cl
rv(golla militar) dispensando as injeccdes. ,*
I CQNSULTORIO
S HEUIGO-GIKURGICO *
* do m
^ Dr. J. Iff. Curio ^
A Rua do Marquez de Olinda n. S3, pri- <(H
meiro andar.
W Consul ta das 9 horas as 11 da manhS. W
^ Chamad ## -00^0 *****
Ao commercio
Os abaixo assign*dos, fazem sciente ao r%speiiavel
eorpo do eommeroio que tem contratado com o
Sr. Joaquim Martins de Almeida a eonipra de sua
taverna, sita a rna das Pernambucanas n. 38 ( Ca-
punga) por isso se alguem se jnlgar com direito
a mesma, apresente-se ne?tes tres dias. findos os
quaes nao se attendera a reclamacao alguma.
Recife, 20 de outubro de 1873.
Borges & Bastos.
AO ARMAZEM
VAPOR FRANCEZ
-RUA DO B\RAO DA VICTORIA
bf. 7Oufrora NovaN. 7
'fialpidi)
mx
Prefisa-se de nim aina que saiba
r-neomniar ou cozinhar: na rn.1 Nova
n. 7, In a. I
l'i ecisa- .1 var o cozinhar etn c.i-.i de jifiincoa
1 fan-.il:* : na rua <\ Csplbarilie nil
iiii-rn 40.
Ainii.s
matriz ili-
sent M-ivido.
pai.'
J:.
A
APrecisa-se di> uma ama para
cozinhar : na praca do Corpo
Sanlo n. 17, 3." andar.
Traucez.
i ozinheira
No hotel de Apipuos precisa se de uma cozi-
nheira, livre ou escrava.
Cozinheiro.
No hotel de Apipucos precisase de um cozinhei-
ro, livre ou escravo.
0 relojoeiro e dourador Albiuo
Raptista da Rocha, de volta da
Europa. contimia a encarregar-
se de oncertar e dourar relo-
gios, bem como outros obiectos
rogando a seus ami.jos e fregue-
zes o onzequio de procura-lo na
travussa da rua das Cruzes n. tl, 1. andar, por
dctraz da praca da Independencia, que o encon-
trarao |)rompto. A garantia de seus trabalhos e
e faze-los por precos modicos ; assfm como tam-
bm oven.le rdogios.
Venhani.
Ber&ardo Goncalves dos Santos, negociante em
Jaboatin, prwine a seus devedore* para virem
saldar seus ilebitos ate o lim tlo eorrente mez ou
da contrario serao cbamados a juizo.
Bernardo Goncalves dos Santos.
Preri-a-se de uma eozinhelra para
casa de familia : a tralar na raa do Vi
sarin n. 7. annazi'in. L:
Ama
Pedido.
0 abaixo assignado, successor de Pino & Mar-
iiniano, roga instantemente aos seus devedores,
que se aeham atrazados, tenbam a bondade de
vir salcar suas contas
J. V. M. Pinto.
rVeci?a-se de um ajudante para < ozinha e um
eriado para tode aerviQO de hotel : a rua Nova
B. Si, |. andar.
Hospital Pedro II
Com o producto do beneficio dado no theatro
Santo Antonio pela soetedadu acadeuiica Club dra-
matieo, na aoute do 1.* de sitembro ultimo, vai
eome.ar na presenle semana ueste hospital a obra
do jardim para o que foi dado o meiai beneficio.
Alaga-se o gabiaete da easa do pateo do
Paraica n. i, com eommodos nai*a duas pestoas :
a tratar na mesma.
Para homem.
BOTINAS de beaerro, cordavio, peHica, lustre e
de duraque com biqueira, dos melhores
fabricantes.
SAPATOES de be.erro, de cordavao e de case-
mira.
SaPATOS de lustre com salto.
SAPATOES atamancados com sola de nao, pro-
prios para banhos, sitios e jardins.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca
francezes e portuguezes.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cdres differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos c de cores differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
PaVa meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavSo.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portuguezes.
Botas de montaria.
Lotas a Napoleiio e a Guilherme, perneiras
meias perneiras para homen-, e meias perneiras
para meninos.
No armazem do vapor france7, a rua do BarSo
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de gucrnir5es,
sofas, jardineiras, niezas, conversadeiras e costu-
reiras, tudo isto muito bom por serem fortes e
lev<>3. e os mais proprios moveis para saletas e ga
bineles de recreios.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria n, 7, outr'ora Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelos, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wolff & C.: no
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito eommodos.
Perfumarias.
- Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
cosneticos, mnitos artigos delicados em perfuma-
ria para presentes com frascos de extractos, cai-
xinhas sortidas e garrafas de differentes tama-
nhos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecides fabricantes Piver e Cou-
dray.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victori?, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos tie differentes gostos e
phantazias.
Espelhos dourados para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvin, de fio de Escocia e de camurc,a.
Caixinlias de costura ornada com musica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixintias com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bum do lei garantido.
Correntes de plaque muito bonitas para relo-
gios.
Brincos a imitacao e botoes de punhos de pla-
que
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de cou-
rinho de cOres.
Novos objectos de phanlazia para cima de mesa
e toilette.
Pincinez de cores, de prata dourado, de aco e
de tartaruga.
Oculos de ajo flno e de todas as guarnicoes.
Bengalas de luxo, canna, com cnst?es de mar-
fi.n.
.tengal/as diversas em grande sortimento para
homens e meninos.
Chicotinhos de baleia e de muitas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
I'onteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desenibaraear e- para
barba.
Ditos de marfira muito fines, para limpar ca-
beca.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
ies.
Carteirinhas de mcdreperola para din^eiro.
Meias para homens e para meninos.
Gravatas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Campainhas de mola para clrmar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
mino e outros muitos differentes jogninhos alle-
mSes o francezes.
Malas, bnli.as e sccos de via gem de mar e ca-
minhos de ferro.
Argolinhas de marfim para as criancas morde-
rem, bom para os denies.
Bercos de vimes para embalar crianca?.
Ce^tinhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro roda?, para passeios de
criancas.
Venezianas transparentes para portas e janellas
Reverberos transparentes para randieiros de
gaz.
Estereoscopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas magicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de c5res para illuminates de
festas.
Haloes aereostaticos de papel de seda mui facil
de subir.
Machinas de varios systemas para cafe.
Espanadores de pallia e de pennas
Tesourinhas e canivetes finos.
Tapete3 com vidrilhos para nungas e lanternas.
Tinteiros de low;a branca, modelo bonito e bom.
Tiras de moldnras douradas e pretas para
qua'lros.
Quadros ja promptos com paysagens e phanta-
zia.
Estampas avnlsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de magicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequenos de veio com lindas pecas.
Realejos nannonicos ou accordions de todos os
amanhos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difficeis de mencionar-se. No armazem do
vapor francez, rua do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Medidas de 40 a 100 metros, pes e palmos para
raedir terrenos.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todos
os brinquedos fabricados cm differentes panes
da Europa para entretenimento das criancas tudo
a pre -os mais resumidos que e possivel: no ar-
mazem do vapor francez, rua do Barao da Vie-
oria, outr'ora rua Nova n. 7.
Geslinbas para coslnra
Grande sortimento de bonitoc modelos chegados
ao armazem do vapor francez, ? do Ba-ao da
Victoria (outr'ora Nova) n 7.
AttenQao.
20^000.
Precisa-se de duas amas, sendo uma para
cotnprar e cozinhar, e-outra para engom-
mar para casa de uma familia de duas pes-
soas, prefprindcpse escrava, paga-se a quart
tia acima : a tratar na travessa do Vigario
Tenorio n. 1, das 9 boras da manna ate" as
3 horas da larde, escriptorio.____________
Ama de leite
Precisase do uma ama de leite : nerua D reita
n 3, i" andar______________________
A mn ^rua da Alegria n. 40, precisa-se de
JXlllHi uma araa je afflancada conducta, para
andar com uma menina._____________________
Precisa-se de nma ama para o servico de ca-
sa de pouca familia: na Capunga a rua das Criou-
las n. 23.
Ama
a Preeisa-se de uma livre ou escrava :
JYlIldi na rua ,]a Conceic,ao n 4S.___________
Precisa se de uma que cozinhe e
compre : na rua do Crespu n. 10.
Precisa-se de uma ama que saiba cozinhar
e engommar : na rua do Livramento d 32, pre-
fere-se escrava. _________
i i| i Na rua do Senhor Bom lesus n. 9,
\ Il \ 2' andar, precisa-se de uma ama
l\I'm.r\. para comprar e cozinhar, e uma ou-
tra para engommar.___________________

Attencao.
Vonimst abacachis de Goyanna, doces e gran-
de*, a \yn^9 commodo : no eaes do lilamos.
No dia 9 do correnle desappareceu do en-
genho Refresco, freguezia da Escada, o mulato
Caetano, cujos signacs sao os seguintes : idade de
40 annos, alto, grosso, roslo redondo, cabello ca
rapinho e avermelhado. muito barbado, traz a
barba e bigode cortadus a tesoura, olhos grandes,
castanhos e imperceptivclmente vesgos, denies
curios e iimados, pes e mans pcrfeitos. E' casado
com mulher livre, da qual tem mnitos filhos ; e a
terceira vez que se ausenta tm procura de a I for-
rta, dizendo, ora que ja e forro, oia que esta ti-
rando dinhein para libertar se ; scrvia de foitor
no engenho : quem o apprehendtr pode conduii-
lo ao mesmo engenho, ou nesta cidade a rua da
Aurora n. 13.______________________________
BABY JUMPERS
Velocipedes and Hand Carts
For Boy's.
Elastic Steel matresses.
Ice King Refrigerator.
Perfumagators.
Machinas para descaroqar
algodao de 12 ate 30 ser-
ras.
NA
CASA AMERIGAiNA
46 Rua do Imperador 45
Quem tiver achado um mapo de papel, cons-
tante de recibos de decimas,de alugueis de casas e
umas carlas de flanca, e qnereudo entregar, pode
dirigir-se a rua da'Crut n. 49, que sent recom-
pensado.
OITerece-se um homem para criado de ho-
tel ou casa de familia : a tiatar na rua da Im-
peratriz n. ;>6.
Ama de leite.
Precisa-se de uma ama de leite : na rua do
Bruin n. 63.
Precisase de uma ama forra ou escrava,
para engommar : na rua Duque de Caxias n. 22.
> s S c 2
!' S
3 | 2 -I
ij s
li
i-c 2
a 2 5
g i *<
u,o cm
3 -a 5 o a
Oleados
baratos.
Oleado bonites e muito baratos, para cima de
meza : no armazem do vapor francez, ma do Ba-
rao da Victoria outr'ora Nova u. 7.
Alaga se nma excelionte casa na .Boa-Via
pern : a tratar na rua da Ventura n. if. Ca-
ge nga.
:V"'r.
Precisa-se alugar u^n sobradinho do um
andar, que tenha pelo menos 2 salas, 3 ou
4 quartos, e cozinha l'6ra, se tiver sotao me-
lhor sera, tambem serve um 2." andar com
sotao, e com os mesraos commodo?, ou mui-
tos, comtanto que seja no bairro de Santo
Antonio ou mesmo em algumas das runs de
S. Jose. A pessoa que precisa nao duvida pa-
gar algumas bemfeitoriasqne tiver, nao sen-
do muito cara, ou fazer algum concerto pe-
qneno e asscio. Quem.p-'is tiver e quizer
alugar, deixe carta fechada no 1.' andar
desta tvpograpbia, em mao do adroinistra-
dor, corn as iniciaes W. G., o qual tambem
podera" dizer quem e o pretendente.
Aluga-se uma optima casa mobiliada, pant fa
milia peqnena, perto dos banhos salgados, com
agua e ga< encanado : na awncia americana, rua
do Imperador n. 45.
Precisa-se de uma ama forra ou escrava,
que saiba lavar, engommar o ooaprar para easa
de uma familis eslraugeira comywift de tres peS'
soaa : a tratar nj rua do Viscdflda da Goyannp n
157, fabrica de rape.
MEHRQN & 0.
AVIAI1
aos compradores do bem conhecido e acreiit^do rap*
AREA PRETA, que reparem nos botesf e meios botas,
pois que os ha de rap6 de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma c6r, cujo desenhc se pode
confandir com o d'aqnelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro AREA
PRETA, devem para nao serem enganados ver qnu
os botes tragam o nome de MEURON & C, 8 a desig-
napao de AREA PRETA,
MEUIWMN & C.

PUNDIQAO DO BOWMANIISMfSf^-.
RUA DO BRUffl I. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS seDbores de eDgenho e ootros agricoltores, e empregadjrc* de m
uinismo o favor de oma visita a sen estetielecimento, pjra verem o iiovo sortimtDto
<>mplet) qne abi tem; sendo tudo superior em qoalidade e forlidSo; o que com a ins
ecclo peseoal pode-se verificar.
ESCECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
tTfiYinrA4 A rndflft A'atrna dos mais moiernos systemas eem ta
VaporO^* V lUUttD U ngUO, manhos convenientes para as diversas
ircomstancias doa senbores proprietarioa e para descaroc^r algodSo.
aioendas de canna &2! 08taffianhos' as^elhores ^
B,odas dentadas para 8DhDae8'agua e vapor-
Taixas de ferro fnndido, batido e ds cobre.
Mambiqnes 9 fundos d6 alambiques.
&achinismos
Bombas
l>0 4 I
Dr. E'Vrrvira.
Antigo gabinete de seu pai, rua larga '!*
do ll.)-ari.i n. in.
Cura Je b;,dr.c,: injrerao ^Jr
com I'unrr.lu capHat
Aberttir'a de MMM t rxtr.-.c-So de ***
dcrramamento scrosos. p.>!.. a-pirad-r
de Potain.
"->
para mandioca e algodao,J
e parafcrrarrmdeira.
- PMelsa-se de um caixeiro com baslanle pra-
tica de taverna, qne d4 flador a sua conduct* :
na ra Doqae de Caxias n. M.
Podendo todoa
ser u:0"idus a mao
por agoa, vapor,
de patente, gsr?niidas........ ^onanimaes.
Todas as machinas e pe?as dc qne 8e eo8toma prccisar-
Faz qualquer concerto de machi,5i8mo'a p"* mni re8omido-
PnrwiflR Ha &WCl lim a? memore8 e m?'s baratas existentes no rti'T-
i?nAnTYlTriATlrfflQ Incumbe-se de maodar vir qualquer macbinismo a von-
"u0UIIlUlOIlua.o jH(je d0j< clientes, lembrando-!hes a vaaiagem de fazerem
us compras por intermedio de pessoa eutendida, e qoe etn qualquer oeccssidade p6do
bet prestar auxilio.
Iradcs americanos e < >*^>-
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUNDICIO .DE FERRO
A' roa do Barao do Trinmpho (raa doBrnm) ns. 100a .04
CARDOSO IRMAO
RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de fcrragens e machinas para en-
genhos, as mais modernas e tnelhorobra que tem vindo ao mercSdo.
VapOreS defor^a de 4, 6, 8e 10 cavallos.
LalO-GiraS de sohresalcnte para vapores.
SlOGDClaS mtGirP S e meias moendas, obra como .tunca aqni veio.
laixaS IUnQiaaS e batidas, dos melhores fabricantes.
riOQaS (1 aglia com cubajede erro, fortes e bem acabadas.
tiOQaS QGDtaQaS de todos os tamanhos e qualidades.
Rel0gi0S e apitOS para vapores.
JjOmDaS de ferro, de repucho. .
AJaQOS de diversas qualidades.
FormaS para aSSUCar grandes e p ;quenas.
ConeertOS concertam com promptidao qualquer obra ou macbint, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
RnPOmmPTldas mandam vir por encommendada Europa, qualquer machinismo,
uuvAiiiiiucuuais para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARD OSO & IRMAO.______
Capellas para finado
Na rua estreita do Rosario n 33 tem ricas ca-
pellas para donzeilas, anjos e defantos, com flUs
e letreiros, proprios de lembranca de minha mai,
pai, esposo, csposa, filho, filha, irmas, irmios, avu
e tvd, tudo por mui baraln preco de 3f, if., Sf e!
Na mesma casa tem lindos bouquets de ?
Carros de luxo.
K' inquestionavel que a cocheira da rua do Bom
Jesus n. 15, de Joaquitn r'aes Pereira da Silva, e a
qne tem as melhores berlindas, calecas, meias ca-
lecas e victorias de loxo, proprias para qualquer
noivado, visitas de etiqueta, bailes e actos da aca-
demia, sendo os mesmos ajaezado? de excellentes 8^000.
parelhas de animaei, arreios luxnoso? e bnleeiros J cravos e rosas para formalura dos senhores aca-
com fardamentos do ultimo gosto, para o qne se demicos.com Bias bordadas a ouro ; a encom
convida ao publico a vir por si mesmo scientifi-} mendi deve se faier Ires dias antes ; e preparam-
car-se da verdade do que deixamos dito, certos de' se tambem bouquets para noivos, de cravos nalu-
qnc. nan encontrarao pomada, e sim realidadc c raes.__________________________
comm-odos precos. Aluga-se uma excellntc casa na povoacao
------nr "--------------------s-----i^^z I de Duarte Coelho, em Olinoa, com bons commo-
,!aff^^iss -ftssStt.*Wtar comJor?e Tasso,rua
no de casa de familia ,
de 14 annos, para senioo de criado ou betel
rua do Imperador n. 50.
ua
I Precisa-?; alugar um ou dous escravos tra-
balhadores de enxada, para um silio : na rua do
Vigarie n. 3, armazem.
9
9
Joaquim Jose Goncal
Beltriio < Filho.'
Rua do Counuerclo I.* aidur
Sacca por todos os paqu?tt~; \ Minho, em Braga, e sobre > vi
"gares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Barcfllos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilha.
Faro.
(uarda.
Huimar3es.
Lamego.
Lisbda.
Mirandella.
MoncSo.
Ponte de link.
Porto.
Tavira.
V'alpassos.
Vianna do.CJteUo.
Villa do GmmJb.
Villa Nova de Famalicii
Villa Nova do Torlimfio
Villa Real.
Vizeu.
Valeocjt.
Figueira.
Aveiro.
Agueda.
Qiminha.
Evura.
Oliveira de Azemeis.
Pcnafiel.
Reg6a.
Capellas tnorluarias
Para tcinmlos c catacumbax ua
Porto & Bastos, com loja de ca'
gado a Praca da Independencia a.
39, acabam de receber da Europe
novo sortimento de capeilas nr-
tuarias de Iindissimos desenbos
com as seguintes inseripcoes. a*
quacs vendem por menos pr>;
que cm ontra qualquer parte.
A Meu Pai.
A Minha Mai.
A Men Esposo.
A Minha Espcsa.
A Meu Filho.
A Minha Filha.
Uma lagrima.
Amfsade.
Saudades.
PRA^A DA IXDEPEXDEiNCIA N. 39.
- Aluga-so nestes proximos dias duas mas
casa? na Capunga, rua da Ventura, com eommo-
dos para familia, as quaes forana concertadas e ee-
rie se pintando : a tratar na rua Duquc de-Ca-
xias n. 44.
PENHORES
*
Na travessa da rua
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
:.'Nv:
Precisase de nm feitor para tralar de um pe-
Para banhos de. mar.
Amaral, Nabuco d CM recwherara de'Pa-
ri interossantos costumes Jo ultimo goito,.
para homens e senhwas que destijarem to-^ 1|Oeao sitie: no hotel de Apipucos
roar banhos salgados, alorn da solidez da
fazewda part resistir a agua salgada, a.ele-
gancia dos trios nadat deina a 4tm-
jar.
jSajo
H
| a casa tcrrea na Una dos Ratos n. 6i, coma
- Precisa sede dous caixeiros para tomar con- freDte Para a.estrato do Hoapieio, com batanle
ta de duas taverna,.as quaes_i4o bem localisadas, wmmedo rara famdia : a tralar na rna do MaT-
e tambem se da aociedaae entrando com alguns Que' de Olmda n. 4,_____________-_
fundos e dando coahecimento do sua conducta : a i Precisa-se de uma ama escrava nan cos-'
tratar na rua da Santa Croz n. 8. | nhar e caiaboar : na raa da Peufca a. T
+

uPHBIHBVBHil^Bl
VH^BiHB
^


_..____ .I-.... J-
oiaric de Peiiiambuoo -h Tefqa feira 21 de Ouiabio tie lt?3.
Aluga-se 4^)rimeiRi c segundo andare8d.i casa
n. 3 la travisss-i da Lmguela : a tratar na rua
Primciro de \larg<>, antiga do Crespo, aa loja do
Passo j:iiii-i an ami dc Santo Antonio
A quern intcressar
Pereira d i S Ivu & Galmarae*, propri Urios da
oj.t do PavSn. urevitiein'pelo pnveote a seus fre
guetes testa pra.a, quesc wham com sous Jebitos
atrasad**, pi- -. na>) salilarem os mesmosate >
dia 31 <|j>juuoro do correnio anno, tratarao de
cobrar judicialmente, nao tendo <:ontomplai;iio com
ningnem.
etfr, 2i Boa casa para a festa.
Aluga-se nma excellente casa no Monteiro, tra-
yessa dn X 11, a q lal se acha em rnnito bom es-
lade de lit(i >,'z.i : a tratar na rua Primciro de
liarco. ami,u .lo Ciespo n. 0 A, loja de Gurgel
do A.-a ,ral .& C.
Precisa so do uma engommadeira, unia cozi-
nl.-ira .: u.i! eriado para compras ; na rua do
Dospieio n. 10.
L'sitavo fugido.
lOO^tiOO de gratificacao^
De-^i'iMiv ron d; novo, de bor.lo da bares bra-
sileira S. Jose, u e>cravo Joaquim, preto de na-
eao, o gaal tma bora vestido e calcade, deixan-
d erescer us cabellos a modo de raeia cabolleira.
Esse e*eravo pertenceu an fallecido Dr. Olym
pio '....,..... .:.. Silva, que o havia eomrradona
provincia dr Minas (em S. Joao d'BI rei ouOuro-
Pj^te), e Pint el!e seguio para o Rio de Janeiro e
d'aili para i-ta pmvincia, d mde foi para Maceid,
tfciiju o vei lido alii a Justino F.paminomLis Ne-
ves, a i|ne.M > compraram o< aliaixn essijfnados.
Sabs ft'tlnhai', mipaeao a ijue estava dedicado,
e coahe e ne pel1 'alia que e afneano.
OfT-r Te-s- a yratiiicaeao acima a quern o ap-
prebenier o n-ja-se a todas as autoridades a sua
Ci'umr.,.
Recife, 6 di:on!ir.ro de 1873
Ju.e da Silva Loyo & Filho.
Para passar a festa
Aluga-s- a casa lerrea na rua do S Bento, em
Oiinda. n. 17. pi'in sntea e bastantes cwn.nodos
para familia. e quintal tnnrado. perto d banhos
salgados : a iratarna rua da Imperatriz n. 79.
COMPRAS
Cobre e latao.
Compra-se cobre, latao e chumbo velho :
no ermnzem da bola araarella travossa da
rua iic Lifipcrador.
0 mpra- h u na sserava criouta n afi-icana,
quo saiba siizmhar o ordmario de nma casa : a
tr:.'.ar in rna !:> Mecrim n. SO.
Coiapra so duas venczianas novas ou
com alguin uso, e qua eslej&tn eoa b >m es-
ta.lo : aa raft do Baran da Victoria n. 5.
7
: i
_ Vendavsa a tiverna do pateo da ribeira de
S J i ^i bom afrogoazaaa para terra a nuto,
i. i" rund'S, propria para algum princi-
i la venda sd ilir.i a uuom pre
teli -!a : a tratir
de ;za n. X
pre
na mesma, on na rua Thome
LIQUIDAC.AO
Fundicao da Aurora
Grandesortimento de:
Moendas de todas as qualida-
des e tamanhos.
Tachas fundidas e batidas,
idem.
Rodas dentadas e angulares,
idem idem.
Machinismo, idem.
Varandas, gradeamentos pa-
rajardim, etc, etc.
Tudo sevende por preqos
muito em conta para aca-
bar.
N. B.
G. Starr AC, em liquida-
qao, na fuudicao da Aurora,
em Santo Amaro.
DK
Algodao da Baliia
Ha para vender das scguintes fabricas :
S. Salvador.
Conceijao.
Valen'a.
M Hie ,.
No escripi i^ u de Lniz Duprat, rua do Corarner
cio n. 31, l- aadar.
Xarope d'agriao do Para
Antigo e couceituado medicamentb para
eura das molestias dos orgfios respiratorios,
eoino a pbtysica, broncbites, asthma, etc.,
applieado ainda corn optimos resultados no
osoorbnto.
1 ai \a.
I ama laixa -w cobre, peqaena : no ar-
im da bola amarella, na traves a da rua d.i
: l|l r.
(jl'Alis.
do Barao da Victoria
n. 22.
(. ncerlo k mchinas.
0 prwpriotario do 15a ar Universal de ncvoavisa
309 s;tt- fregoeza?, qua contiflUa a nianilar con-
certar jaaehiiias de coslnra, en lidaa era seu es-
tabftlecimento, e por pe*9 >a rauito babililada pa-
ra osto lim, i; ii'' i-,)nfinii:dale com os anuuncios
Eeilni '"! ete jornal.
E bam .>-! ii vende lodoa as perten^as para as
:i- -nail,ni.15 por rominodo prec/i para os
seus fregpetos
E tainbem prnviae a to.Ios os sens fregiiezes
B>ie 0 St. Alfi '!'-> I.uiz Dura* \ C,deixou-de ser
seu e-npregadii uesde o dia l'i do corrente mez
lie-i>:. IT 'le iiutubro de 1873.
>'. 7.! Hi > il i llarii d Victoria N 22_
Rua do Brum n. 76
Vende-se :'!":.) puro da superior qualid.adc,
rio para coberta'' de easas, medindo 11 palmw
HOpridu e \ dc largo, por preqo raw ew
efiiita.
Para acabar
Vendc-sc nma pircao de casies de pombos, sen-
di> a maior narie de caca torandes) P'ir prero mo-
')' a iratar na rua do Vigarln n. 26, on rua do
! "... do Triuoiplio (.iniiga do Itrnm) n. 22.
Inwlopedia moderna
ou
rJicci-inario das sciencias, lettras, artes, in-
dustriaa, agricultura e commcrcio
50 Yolu-es.
A' vonda por prcco o mais commodo pos-
sivel, na livraria Academica
RUA DO IMPERADOR.
CAFE DO RIO.
Tern para vender J. S. Carnoiro da Cn-
nha, en sen escriptorio & rua do tncanta-
mento n. 5, 1. audar.
A loja do Passo recehen riquissimos cortes de
tarlatana prateados, proprios para bailes, fachas
de seda de lindisaimos gostos, e diversos artigos
proprios para senhora : na rua Primciro de Mar-
co (antiga do Crespo) n, 7 A.
Lazinhas com listras de se-
da a 1$ o covado.
A loja (".'America tern
E' fazenda especial e de muito gosto para ves-
tidos de senhoras ; dao-se amostras. na raa do
Cabuga n, 10, loja d'America.
INGEIUIU!!
Para attender aos nurnero-
sos pedidos estd resolvido a
vcndiT suas afamadas macbi-
nas de costura
A
DE
FAZENDAS,
Rua do Queimado n. 4B, e
pechineha.
Lazinlias ile foies a 280 rs. n covado.
Ditas de barege de quailrinlios a 280 rs. o co-
v.'.lo.
Dil is r i bonitaa li-irns dc sedc a 11,
i.-.-, de veslidos a escoeeza, com Id covados
a7A0*>.
Bap!is!as do barra a 300 rs. o ccvado.
Naosur tranrado de cores, propria para vesli-
a 240 rs o'covado
Lbupos shninli'adiB de linho a 33^500.
Toafta" !rra'ii3es para rosto a 500 rs.
Br.aravilo In 1 farjnlras, praprio para lera;6es a
l.*6"f; i' ra. e maims ofttras 'azendas por me-
aos de seu vai .'-a run de Qaefnudo n. M, cm frente da pra-
etsbai
Pai-a senhoras.
phap^k tie sol a -.
Cbanc>s de S.I de lindas ''ores e cabo (mpri-
do, 61-irai ni')da e'hi Paris, proprios para as
Exmas. :r. <. ap:cciaJoras dos banhos era Oiinda,
e mesm pii'a piJSSte'iiB nos arrahatdes da cidade,
pelp f>ni".'ti--i" Cpreco de ii 00 cada um ; 6 pe-
rbiociin : :6 nti Ufa'do Pas-o. a rita Primciro de
Mar.'o n. 7 A, antiga do Crespo
Para meriiuas.
CbipV.is .ft s.l a -ijOOO ; <5 pechineha : so na
loja do Pas -. a r,ia I'riineiro de Marco a. 7 A,

no Chacon, junto ao silio
lRfHnb)ia(>rqu*e Mello, com iil.O pal-
e 138 de frente, eom ba.-lanlesfruc
n|oWI : & tratar no iitrgu da ri-
d F<
oios d
A visla deseugana.
Madagptto.frarfCe* a 6^0aj3
him *
a ^en.
Afaarica madapoJao (men, e
r-ete ff-'eo #* *oabar na rua
rrfjt.rJa
m
CASA AMERICANA
i') Rua do LiijM'i'iMJar \\\
ATTEN?A0.
UMA MOB1LIA.
Vende-se uma mohdia de amarello em perfeito
estado a Luiz XV : const ndo de um sofa, uma
jardineiaa, um par de consolos, i2 cadciras de
guarmcTo, duas da braijo e duas de balanco ;
quein quizer fazer negocio, dirija-se a rua Direila
n. 3 1* andar, quo achara com quem (ratar..
Fiado!
Rua do Barao n. Victoaia
n. 22.
O proprietario do estabelecimento Bazar Uni-
versal tendo de transferir o mesmo para outro
lugar e U.ndo grande deposito de Machinas de
cuslura de todos os aulores, resolvcu vender a
PRAZO, mediante a convengao que so pudor fa-
zer com aa pretendentes : a rua do BarSo Ja Vic-
toria n. it._______________________
E' barato.
Baptistas a 400 rs. o covado.
Boas las a 440 rs. o covado.
Alpacas de cores a 800 rs. o covato.
Camh'raWs bordadas linas a 23000 0 corle.
Popelinas a 11400 a covado.
Selas a 2*300 o covado.
Chales de luiqm'm a 23j.
Basquinas de gros a 20j|
Colxas de ttism a 2*
A' rua do Barao da Victoria n. 9, antiga
NoVa.
f'ia
E" barato.
Camisas inglczas de 60$ a 13$ a diutfj.
Cullannhos do linho a a dnzia.
Cbapeos pretos Onos a i&0.
Ditos de casior brancos e protos 9$.
Bftos de nn-rinda 3*:
Cortes de easemira flea a 7*.
Dilis de dita a 3$.
Joaquim Jose Gon^alves
Beltrao & Filhos
Teem para voider no sou ecriptono a rta do
Commercla n. 9, a scguinte :
AGUARDEJfTE de eaju : eaixa de 12 garrafcl
de laran;a, idem idem,
ARCOS de pao iiara barril.
CAL de Lisboa, recentemeale chegada.
CHAPlSOS do sol, para homera e senhora, tabo
de niarfim e 6sso.
FEIXES de ferro, para parta.
FIO daalgodao da Bahia, mendador" Pedrozo.
LIXHA de roriz.
OBRAS de palheta.
PANNO de algodao da Bahia, da fabrica do eom
mendador Pedrozo.
RETROZ de todas as qualidades, das fabricas de
Peres e Eduardo Militao.
BOLHAS proprias para botica. .
SALSAPARRILHA do Para.
VELA5 de cera de todos os tamanhos.
VI.NHO engarrafado do Porto, caixas de 12 gar-
raas.
f dito Moscate do Douro, idem idem,
t dHo Setubal, caixas da 1 e 2 duzias.
c da Italia engarrafado, caixas de 6 gar-
rafas,
t de Collares superior, em ancoretas.
c de eaju, caixas de 12 gar.afas.
f Malvasia do Douro, caixas com 12 gar-
nfas.
Carcavellos, idem idem.
Chapeos para senhoras.
Amaral Nabuco tt C. receberam um eompleto
sortimento de chapeos de pallia de Italia, seda
e volludo, pretos para luto. e de cores enfeitadbs
com bonitas flores e fita : vendem no Bazar Vic-
toria, a rua do Barao da Victoria n. 2, antiga rua
Nova. %
Asunicas verdadeiras
Bichas hamburguezas qne vein a estemcrcado:
na rua doJUarquez do oiinda a. St.
C0.M0 SAO LIMIOS!!
Os leques todos de madreperola,. brancos e de
cores e que trazem o disticc UNIAO em lettras
tambem de madrepprola em alto relevo, tor-
nando-se por isto apropriados para noivas, a NO
VA ESPERANCA a rua huque de Caxias n. 63
(antiga do Queimado) e quem os tem.
Sao de tartaruga
Os brincos, broches, meios aderecos, crazet
coracSes e cassoletas, que estao oxpostas a b6
escollia das Exmas. (amantes do chique) vende-se
na Nova Bsperanca, a rua Duque de Caxias
n- 63.
Aos meninos
A Nova Esperanca a rua Duquo de Caxias n
63, acaba de receber um lindo sortimento de bo-
neoas de muitas qualidades, vfndo entre ellas a.-
engracadas bonecas de borracba, assim tambem
uma pequena quantidade de bonecas pretas que
se tornam apreciadas pela sua novidade.
Ebem vtiil
A Nova Esperanca a rua Duquo dc Caxias n
63, recebeu verdadeiro cimenlo inglez, pre para
caopara concertar porcelanae bem ulil.
Vestido perdido
Muitas vezes um vestido torna-se inteiramenu
feio, somente por estar roal enfeitado : a Nova Es
peranpa a rua Buque de Caxias n. 63, removi
este mal ; porque esta bem provida dos melhore:
galoes e franjas de todas as cores, onde pdde es
colher-se a vontade sobresahlndo entro estas as
modernas franjas mesaicas, qne pela sua varieda
de de cores, flea bem em quasi todas as fazendas
A efla anles que se acabem.
CabeUos brancos s6 tem quem
quer
A Nova Esperanca a rna Duque de Caxias n
63, acaba de receber a verdadeira tintura do Des-
nous para tingir os cabellos, o que se consegue
(emprecando-a) com muita facilidade, e por este
motivo, cabellos brancos s6 tem quem qaer.
Estao na moda
Os cinturoes de couro, proprios para senboi -j,
Sne recebeu a Nova Esperanca a rua Duque de
axias n. 63, estao, sim, senhora, estao na moda I
Se quereis ter ou preparar um ramalhete de
cheirosos cravos brancos para o vosso casamento
ou para ontro lim apropriado, e nccessario ir a
Nova Esperanca a rua Duque de Caxias n. 63,
que alii encontrareis os melhores ports bov^nel/
que se pdde desejar.
Bolas de borracha
Vendem-se de todos os tamanhos a rua Duque
de Caxias n. 63, na Nova Esperanca.
Vende-se
nm vapor de forca de rinro cavallos, novo, proprio
para qaalquer raisCcr, ceni bronzes de sobresa-
lentes, por pwco commodot para ver, no arraa-
!em do Bario do Livrament^ e tratar a rua do
Wri
ToTres n. 32, 2 anuar.
Grande bazar de pren^as
79 Rua da luaprratriz #
Alem da inportante. galena de vistas apticaa da
que dispoe o respeitavei i>oMeo, hewra tambeiB-
todas as noites novus qttadrot mecanicos, com
vistas iransparentes e Mm kolersssantes movimen-
tos nt-lo elTeilo !e duas machinas; cada bilhete,
d'aOiuiwin (300 rs.) da peruifi?a->a uma agrada-'
vel prenda que por suite sahir, havedo muitas
dc st>i4i> W, e a< nh^oeres-fjttasi o tmjjorte
do 'admlsao ; asshn, torna-ye, nm agradavel w
Irotertmerrto com pouro on'. nermtrco dispenriio-
Havera miisita no sabbado, domrogo c ?egnn*a
f9>ra.
20
Rna: do Crespo.
r niiiiih a vemkT barato para
apnrar rauife.
Brins de linho de cores (peeiiincha) a 1#800 a
vara.
Fustio branco para ronpa-da: meninos a 300 rs.
o covado.
Lazinbas eseoeeaas a 2W e 280 rs: o covado.
Alpacas com listras a 300 rs. covado.
Brins pardos e de cores a 400, UO e iiOO rs. o
covado.
Brin lona-brano a t000ai \-ara.
Cambraias pretas para luto a 240 rs. o covado. J
Cretone de lisiras a 440 is. o covado.
Chilas roxas a 200 e 240 rs. o covado.
Gro;denapte preto de cordao a 2$400 o cevado.
Cobertas de chila adamascada a 3$c00.
Colchas braucas c do cores a 33300 o 4*.
I.encdBs de hramante a 2*.
Ditos de algodaa a. UifU
Toalhr.s alcochtralas a f5$ a duzia.
LenQos do cassa cew baw* a- l$-a- dozia.
Ditos de dita abamamdos a 2$.
Ditos doesguaati a 3i30O.
Cambrai? lisa a 3.5 e 43300.
Dita Vftforia flaa a 3i800.
Aloaihado a 2fi a vara,
Cortes de easemira Una a 5$.
Fustoesda c6rrrs al|o corte,
Cballes de merino liso a 2J.
Ditos do dito estampado a 'tt, 483(0 e 3$tlfJ0.
Esgniao fino a 2 a vara.
Brim pTto tranradn a 2 J a vara.
Bramaatc le alg'oaao a 11600 a vara.
Dito de lluto a 2>30O a vara.
. Cambrala de linho de eOra; a -760 rs, o covado.
AlgodBo T aS4 a peca.
MadapofCes baralos.
Metins
Proprio para ves tidos, o que ha de mais gosto.
adr5es inteiramento iiovos, pelo dbninuto prec.o
do 400 rs. o covado : na rua ao Crespo n. 20, loja
do Guilhermc A C.
Cassa-B
Cbegonesla faaeada. sondv tiwhw padr vende-se pelo d minutb pre^e de KB rs. qcova-
do ; somente na rua do Crespo n. 20, loja de Gui-
Iherrhe 4 C
S6na paa.do^ro^) n,
l.ojn do
Guilherme $ C
BAZAR li
Rua do Para:> da Victoria n. 22.
DE
(Carneii*o Vianna.
'jA' este grande estabelecimento tem cho-
gado um bom sortimento de machinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ultimamentena Europa, cujas machinas
sao garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
anno sem despendio algum do comprador.
Neste estabelecimento t mbom ha pcrtengas
pra as mesmas machinas e se suppre rjnal-
quer perja qae sejanecessario. Kstas ma-
chinas trabalham com toda a perfcicao de
um e dous pospontos, franze e borrls toda
qualquer costura por fina que seia, seus
precos s5o da seguinto qualidade : pra tra-
balhar a mio de 3OU000, 405000, ..J5J000
e 50JJ000, para trabalhar com o pi- ;So de
803)000, 908000, 1008000, UupOOO,
I20SJO0O, 1305JI800, 1503JOOO, 200Ci)00 e
25039000, emquanto aos autores nao ha al-
teracflo de promos, eos compradores poderio
visitar este estabelecimento, quo muito de-
verao gostar pela varie ha sempre para vender, como sejain : cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
ras para solas, ditas de balango, ilitas para
crianca (alias), ditas para escolas, costurei-
ras riqnissimas, para senhora, despensaveis
para criancas, de todas as qualidadrs, camas
do ferro para homem e criamjas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
qucnos, apparelhos de metal para ch, fa-
queiros coin cabo de metal e de marfim,
ditos avulsos, colheres de metal Gn>, condiei-
ros para sala, jarros, goarda-comidas de
arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios eompletos, ditos
simples; dbjectos para toilette, e outros rrroi-
tos artigos que muito devem8gradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
qae se acha aberto de>de as 6 horas da ma-
nna ate as 9 horas da noutc a
Rua do Barao da Victoria
Nenhuma machina
Singer 6 legitima se
nao levar esta marca
fixa no braco da ma-
china.
Para evitar falcifl-
ca^oes notm*se bem
todos os (tetaihep da
mai'ca.
^
a.
22.
Nao ha mais cabellos
T1NTURAR1A JAPONEZA. .
S6e unicanpprovada pelas acadmias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido ate hoje. Deposito princi-
pal & rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
quez de Oiinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
VENDE-SE
AS MACHINAS PARA CO
DE
SINGE
MQ TEM RIVAL
MAIS DE 11 TM\0 TEti-SE WMM


Porque?
Sao as melhores
Sao as mais baratas
SSo de dous pnspontos
S3o mais simples e rapidas -
Sao duradOras e aperfcicoada*
SSo util em uma casa.
lAfHM
Faz melhor costura com'rnetade dalinka que gastam
as outros e fomecem um mew de
YIDA
Para aqnelles ip tern dc suslentar-se
DE
Querem agradar a yaya ?
Querem agradar a esposa?
Querem agradar a liiha?
DE
Nenhuma casa estd completa sem uma
MACHINA DE SINGER
Sem cairn 805000. Com cnixa^0??600
VNICA AOENUA
EM
rnv
alIJ? Ii
de d.iUs a seis cavallos : a venda no
armazemde Joaquim Lopes Macbado & C, tr-a
vessa do CorpoSanto n. 23.
estrangeiro.
Calcado
Aproxima se o mez de dezembro, tempo era
qe o Paris na Amm--iM, a rua Duque do Caxias n
Sf, 1 andar, tm d^ dar o seu balanco. por este
motivo, os proprietaries flesfe estabelecimento cs-
lao resolvidos a vcndere'Ji sens cal^.dos pelo cus-
(o^aflm de minoracem o trabalho ; assim pois os
apreeiadores do bom, e com especialidade o sexo
jtmavel, para qneia-e Paris ua America, conserva
com a devida doeencia) o seu gabincte reserva-
do, para a escolha-de calgado, apriveilera e ve-
nbam muoirem-se do que preeisarem.________
A CASA AMERICANA
45 RUA DO IMPERADOR 45
Labyrinlhos, bicos, reodas.
No escriptorio de Gomes de Mattos, Irmaos, a rua da Cadeia.
do Recife n. 40, i. andar, e o unico deposito do que ha de
melhor, e bem acabado, que vem a este mercado, d cidade do
Aracaty no Ceara", quem os comparam com os fekps. aqui ua
terra, facilmente reconhjcera" a inimensa differen^a, que vai
de uns para outros, tanto em preco como em qualidadc.

Grande novidade.
S opara o l'.t
Vieram no ultimo vapor, baptistas unas com
brras, gostos chinezes, pete diminuto preco de
500 rs. o covado : a rua do Queimado n. 43.
Las com li>tra assetinadas, ultimo gosto a
rl#000 o covado : s* o 43 a rua do Queimado
DSo-so amostras.
LuvjLs de pellica.
Augnsto Porto recedou pelo paqueto ftancez
ricos veslidos de blond para uoivas, ireseas luvas
da pellica braneas, preias e de cores, para senho-
ras e bomens, setim cor de cafe; para enfeites
de veslidos. beuraaus e capas de IS para senho-
ras e muitas outros .artigos que vende por barato
preco : na rua do Duque de Caxias n. 1. <
VENDE-SE
uma- easa bem oonstraida de ferro e madeira,
situada em Sant'Anna, perto da esta;ao da estra-
da de ferro ; traiase com os Srs. Shaw, Hawkes
Aj C, rua do Bom Jesus n. I.
I.indissimas toalhas de labyrintho.
Fronhas de di versos tamanhos.
I.encos do todos os pregos.
Bicos e rendas em profuzao.
DTDJDADe
Sondas de Benique.
S|p et^s as Hieyofes sondas para a dilatacin
d preihr^i im> sapela.facilidale ua appiteafao,
coup, tavfifym uJp poem ^mnnjado que pralni
at docnte, tendo a vantagem dc maa loqga dura
040. gneofljram sei venda na pharmacia a.me-
ripana, rua Diiqge'"de Ca.xia.s n, 'tf.
TASSO IRMAOS & C.
Em seus armazens a rua do Amorira
n. 37 e c&es do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descarogar alfodio.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barril.
Phosphoros de ceYa.
SagiX em garrafoes.
Sevadinha em garrafoes.
Leatii has em garrafoes.
rthum da aJmalca.
Vinho do Perto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, diio.
Vinho de Bordeaux, dito.
Ymho de Seberry.
Vinho da Madeira.
Poles com lipguas e dobradas ingleias.
Ueyres finos sortiilos.
Coguac Gaulhier Freres.
Latas de toucinho inglez.
Barris com repolho em salmoura.
J. 0. C. Dovle.
Yende-se
trastes dc jacaranda e amarello cow ^outo us,
em perfeito estado. e laiubcjn um niciu appareli*
de louca para janlar e urn dito de porcelana, fina.
; branco, para almoco. Vende se por ter 0 dono d
s retirar para Europa : na rua da ImperalrU
I n. Si A.
Potassa da Russia em meios
barris a 500 rs. o Jcito
Desemharcada ha poncos dias : vende-se n<
' escriptorio de Ollveira Pilhos 4 C, largo do Corp*.
' Santo n. 19/ *
Machinas
Por baratos precos para descaracai algoduo. *
18, 14, 16, iO.fe, SM) e 33 serras.
Cunha ^p M^nta
'jlt-ltiia MaHWM de
\
VENDE-SE
V
Tem para ve i d : '
Cognac de Hennessy, saperior e verdadeiro.
Vinho Xere* das mefhares qualidades.
Bitters de Angostura.
WljiaJtf.
Ctia preto em lattas de_ 10 libras.
a bant afref^wht \;wm 8it^ja/4M*wl4 Meias fabormi MiHo m seila, tunica ewe-' iA1TSmi'r?i' ***'
'- Diu, oulr'ofa tyem*. U >. a wto na mm- Uio rwura ^rysipela da* oen*s: a venJa aa loja a"mWem "a do Commemo .n. w.
a, ou na padaria n. 69. ja)* Galo V^gilanto a ru do Crwpo. n. 7. I
Qwfi& erysipela
Bas pour vnriec
barris com p^rne de vacea c de porto, atga4
| para mantirm-aios de navies : bo armaierc de Ta-
. o Irajo* AC- a rua do Amurifli n. 37._____
I Silva Ilarroca & Fiihaa learn para ca4 t *m
J seu a loazem, a rua do Marqaoz in QiinA"
' segniote :
Foila de Fiandatt. .
Esiaabo em verguinbas.
Maebiaas para desearocar algodao.
Cerveja escosseut branca e preta.
Fillelo para b..udeira
Vidros para vidraca, 1' foaftdafy
Guinches j.ara icar.
i
Ill^H
i




!
i
V
Texqth feira 2"! de OnfelSro d Ifc?
or*>.
DE HOWE
fflfflfflAS PARA C6SI0KI
A 25$0G0 e 45#00Q.
OOUS POSPONTOS
Nalojade Soares LeiteIrmiog, &raa do Barao da
Victoria n* 28.
SOARES LEIl'E, IRMAOS
UNIOOS ACENTES
A'
Rua do Barao da Vkloria n. 28
pellica com pequeao toqne,
para collotc, grange sorti-
Lavas dc
!ft 200 re.
Abotoaduras
mento a 120 vs.
Caixa de linha de marca, a 200 rs.
Larnparinas a gaz, dando uma luz muito
boa, a 1JW00.
Duzia de pecas de cwdao imperial., a
240 rs.
j Caixa da botdes de osso para calca, a
i* maifl simples, as roais baratas e as melhores do mundo!! *J ".-
Na exposicao de Paris, em 1867, foi concedido *\6(%a '
Elias Howe Junior, a medalha de ouro e a condecora-
cSo da Legiao de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida
Estados-Unidos por ser 0 inventor
tura.
a E. Howe Junior, nos
da macbina de
cos-
dila ingleza, preta, a 100 e
maito boas, a
A medalha de ouro na exposicao de Londres acreditara
estas machinas.
A 908000
Cabe-nos 0 dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Jtova-
Potes com
1G0 rs.
Caixa de pcnnas Perry,
1*000.
Idem-idem, a.400 rs.
Caixa de enveloppes tarjados, a 500 rs.
Idem idem forrados, a 700 rs.
Caixa do papel amisade, beira dourada,
a 800 rs
Idem idem idem lisa, a 600 rs.
iork estaheleceu nesta cidade a rua do Barao "dVvTcToria" n7?87~uVdenosito 7 agenda' xJ^* de Ulhores cabc branco' B' a
a Par8 Cm Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-'
f de Howe. Estas machinas s5o justamente apreciadas pela perfeicao de seu trabalho,
?apregando uraa agulha mais curta-com a mesma qualidade delinhaque qualquer outra,
pela ntfroduccao dos mais aperfeigoados apparelhos, estamos actualmente hahilitados a
nerecer no exame publico as melhores machinas do mundo.
As vaniagens desias machinas sdo as seguinies:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontcstavel, a
*rcumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
mio.
Segunda.Content 0 material preciso parareparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor friccao entre as diversas pecas, e menos rapido estrago
m qua nas outras.
Quarta.Formam 0 ponto como se fdra feito & m3o.
Ouinta.Permitte que se examine 0 trabalho de ambos os fios, 0 one se nao consejra -
9esta,Fazem ponto miudo em casemira, atravessando 0 flo de urn a outro lado,
# logo em seguida, sem modilicar-se a tensao da linha. cozem a fazenda mais
Setim*.0 compressor 6 levantado com a maior facilidadi, quando se tern de mudar
" agttraa ao eomecar nova coslura.
Oitava.Maitas companhins de machinas de costura, tem tfdo epocas de grandeia e
*mtdmnn. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desco: hecidas, outras soffreram
iflcdan^as radicaes parapoderem substituir : ontretanto a companhia das machinas do Howe
doptondo- a opiniao de Elias Howe, mestre em artes mcchanicas, tem constantemente
ogaaentado 0 seu fabrieo, e hoje nao attende a procura, posto que faga 600 machinas
Bsjielhos da aohtora dourada, de todos
os.taraarrltofre pcecos.
PEOEl'MARIAS E MIUDEZAS.
Fpweoeom oleo Ora* verdadeiro, a
i#0#O.
Idem cajn toaico da-Kemp, verdadeiro, a
190 90.
Sarrafede aguaflaridavardadeira i$800
Gtrrafa d'agua japoneza, a l$00O.
Idem idem dfaina, a 19600.
Iv*em idem Magrtolena (novidada)! a
l#MO.
Idem idem 60 jardas, a 240 rs. Caixa de pos-para dentes, a 200 re.
Maco de Eta chineza, a 800 rs. Idem idem de pas chine*, muito- bom j a
Csixa de linha com 40 novellas, a 600 rs. 50O re. e W)0.
Meios aderecos com camafeu, a 500 rs. Pote earn optata de Rieger, Rimal e Gros-
barrafa detmta roxa oxtra-fina a 19000, eel,. 199601
Duzia de saboneles de ameaxJoft, a
mm.
Imzia de sabonetes deanjinho transparen-
tes, a 29200.
Idem idem com fldres, a 19500.
Sabonetes Glyeerino- transparentes, a
19000.
JJCaixa com 9bonetes, formato de fruetas,
a 19000 e-19500'.
Cosmeticos, graudese pequenos, a 100 e
800-rs
Frasco comaguade colagne, a 200, 320,
Resma de papel pautado, a 49000 500 rs. e l^OOO.
e 59800. 1 xtraeto5 muito flnos dos n>lhOresau-
Idem idemliso, a 29800, 39800 e 59000. tores.
Coques modernos, a 3J?000. |- Lindas e elegantes caixinhas eomperfuma-
liuzias do pegas de trangas de caracol Has-, pronrias para preseutes, dos aatores
branca, a 400 rs. E. HnrtMv B<,, Ln, ***
fdem idem lisas, a 200"rs.
Agua ^>ri^, de Guislain,
para fe,zet os. cabellos pre-
r tos.
A aguia branca, a. ma Duqne de Caxias n. 50,
acaba de receber nova remessa da 'apreciavef agua
Oorida para faser os cabellos pretos. 0 bom re-
tulUdo colhido por quern tem feito uso dessa
inoffensiva preparagao a tem altamente conccitua-
do, e por isso apenas se faz lembrar a quern no-
vamente deila precijc e queira se aproveitar de
sia utiliaade. Taoibem veia afua de topatio e
oleo florido pan 0 mesmo uso, e Uo acreditados
oomo aquella.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de c6res.
A aguia branca, a rua. do Duque d j Caxias n.
50, recebeu novas e bonitas voltas e brincos de
grossos *l]ofares de cdres, e como sempre conti-
nna a \"ende-las por preco commodo.
I^ovos diademas dourados e
com pedras.
1!
A aguia branca, a rua do Dunne de Caxias n.
60, reoebeu novo sortimento de bonitos diade-
Quddros
sandalo, a 2JJ000, 49 das.
E. Codray, Rfeger, Gelid Prerea;ett;.
coin santos e cstampas separa-
Entrcmeios e babados transparentes e ta-
propria para qual-
Leques dobsso e
e 69000.
Fita de velludo de tod'as as cores e largu-' pados.
ras-. L'ma grande taboleta
Microscopios com 12 vistas.fa 69000. quer loja.
Frasco com oleo para machina a 400 rs.
Rua do Barao da Victoria n. 28
mas dourados e com pedras, tanto para nienina*
como para senhoras.
Collecqoes de traslados ou
normas para escrever-se.
A aguia branca. a rua Duque de Caxias n. 50,
recebeu. novas colleccCes ou normas para as crian-
cas aprenderem a escrever por si mesmo, hoje Uo
usadas nas aulas e collegios; e como sempre ven*
de-as por preco commodo.
Meia& cruas finas para meni-
nas e senhoras
A loja d'agnia branca, a rua Duque de Caxias
n. 30, recebeu novo sortimento daquellas tao pro-
curadas meias cruas para senhora, vindo ignal-
mente para meninas, e continila a vende-las por
pregos commodes.
Veos ou mantinlias pretas.
A loja da aguia branca, a rua do Duque de Ca-
xias- n. 50, recebeu bonilos v6os ou mantinlia>
pretai de seda com ilorcs, e outras a imitacao de
croche, e rende as pelos baratos pre..-os de 3J,
i{ e 6/000. A fazenda e boa o esta em perFeite
.eslAdor pelo que coatimia a ter prompta extrac-
cao
Perfeita novidade.
gafa-
r-------------- .....' -------
Las c sedas.
Cambraias fcorda*is e ootraj fezpn-i s, Ttntta-
Armazem do funio
Rua da Medre de Deus n. 10 A.
Jose Domingues do CarmoaSilva i-ari-HMaw
seus rreguezes e amigos que no se:; urmawai
rua da Madrc de Dcus n. 10 A, sc :.<) a urn ccm-
olelo sortimento de funiu em fardos or tatwte ?.
*. e 3.' sortes, dos melhores fabricai.'c< it,. *'ahia!
e bem assim a Dor de todos os mn de frta
em rolos, pacotes, latas graades e ;lkkt.-s, tan-
bem dos mui acreditados fcbricarte* bn *
Araujo Lizaur, Adoluho Schmdi i C. j lumi
Schmidt 4 C, Veigas 4 Aranjo, Tri. da;!e a An-
lar, Teixeira Pinto 4 Portella (uarbuufa pefos
mesmos) e de outros ainde nao ftadivriao* m|o
pubheo desta capiul. Oannuaciatui- (.rbraaJe
todo fumo que for vendido era soa raw M.r^iwlo
seu justo vnlor, e quo qnando gan.,itii a rouH-
va quahdade, sera siucro, mui j. <*xe
com as pessoas qne pooco entend.Mn >i,. uutn-rm :
pois para bem servir a todo, tem .. xoeunoM
=^>nga pratlca de 15 anno* deste t.-muwrn,.
Rua do Cabuga n. 1 A.
Vendc-sc um escravo mfico propri.i m ce-
nho ou padaria, por preco ninito em enM*. ^^

C?rla -?achrna acompanha livretos com mstruccfies em portuguez.
k 9fe000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMAOS
A*
do Barao da Victoria n. 28.
JOSEPH MHAUSE & ,
BAZAR DA RUADIREITA
HOJE
BIAS N. 51.
Safe e-tabelecimento sernpro solicito om otrerecer a concurrencia do respeitavei pu-
:|CO urn compirfo sortimento do miudezas, calrjado francez, chapeos e quinquilharias a
-*5M os mais razoaveis possiveis, para o que recebe quasi todos os seus artigos de pro-
/2a encommonda da Curopa e America, vem dar publioidade dealguns artigos por cujos
prajos be:n se pode avaliar os procos de outros miiitus quo se tornaria enfadonho pu-
MIUDEZAS. | MIUDEZAS.
U para bordar, da rnelhor qualidade, 1 Brincos dito de dito por 29500.
bra por 5J500. I Botdes de setim pretos e de cdres,
Agulhas francezas, fun Jo dourado, a cai- rs- e 19000 a duzia.
dnha com 4 papeis a 60 rs., 24rt -$. Franjas brancas de seda de todas as lar-
Voltiis de Gta de velludo com lindos co- gras a 19000 e lJJiOO o metro.
va
BH
GOMES DE MTTGS & IREiO
Avisam ao respeitavei publico desta' cidade queo sortimento do ioias, de sobido
ior, que existia em seu estabelecimento, esta completwnentc neforoado com o mais ele
gante sortimento de novas joias, que receberam directamente pelaukiav' vapor da Eu
ropa, constando elle do mais variado sortimento de aderecos a Boulevard, pulseiras dt
ultimo gosto com pedras preciosas e sem ellas, brincos d'argela, agraffes para relogio dt
ennora, dehcadus aderecos para meninas, meios aderecos- deeamafeu liiidissimos, voltaf
oe nogordios para senhoras, correntes inglezas de ouro e de platina, variada quantidad*
ae uoioes para punhos e peito, com.embleoans maaonicos, deonix, teoidodaouro, cana-
eu, etc., bnlbantes monstros de rarissimas agoas, em anneis, roxotas, pulseiras, alfiia
tes e botoes, e outros mu.tos objectos de ouro de inalhoree fabricaates de Paris, que se
venderao com grande redoccao de preens, por serem elles recebklos directamente de seu
committentes.
Os proprietaries do acreditado MUZEU DE JOIAS, tendo seu estabelecimento aberl,.
ate a iioras da noute, convidam as familias que se quizerera prover de Hildas ioias,
virem escolbe-las a vontade, para o que es'lt era exposiaao. nos mostradores.
Grampos com borboletas, bezouros e
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, a rua do Duque de
Caxias n. 50, recebeu novos grampos com bor-
boletas,.bezouros e gafanhotos, o que de ceito e
perfeita novid.de. A qnantidad e pepuena, e
por isso em. breve se acabara.
Novas gollinhasoniadascom
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca a re a Duque de Caxias
50, recebeu uma pequena quantidade de boni-
g e novas goliinbas, trabalho de la e seda, eu-
neitadas com arminho, obras estas de muito gosto
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozctas
dourados.
A loja da aguia branca, a rua do Duque
CaxiaS n. SO. reoebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas de ajo, e como.sempre conti-
nua a vende-los por pretos razoaveis
Oaixinlias com p6s dourados
e pratcados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca a rua do Dn-
que d"e Caxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras c6res.
A loja da Aguia Branca, a rua Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu novo sortimento de luvas de
pellica, pretas e de outras cores._____________
Rape Rocha
a lJfOOa libra : na rua do Vigano n
ro andar.
pnraei-

llJL
DE
Fazendas Unas
m
l.dc Marco n. 7 A.
DE
pr^tciidentai,
e dao ^tbor-
PARA DIA DE F1MD8S
DO
ajJes iingitido madreperola, a 500 rs.
Voltas para opescoco, fingindo camafeu,
nompanhadas com 1 par do brincos seme-
nante, tudo por 2^500.
Linha branca de 200 jardas em carriteis,
r-ropria para costura de machina, a 800 rs.
> duzia.
Dito de dita de Alexandre, numeracao a
csto do freguor, a 1^100 a duzia.
iiiademas dourados de 19500 a 39000.
Ditos de tartaruga com Qores a 29000.
Ditoi. com borboletas a 19500.
Briujos encarnados 1 parporoOOra.
'tos- de plaquet de 500 rs. a 29000.
Ditos dourados, duzia de pares, a 19500
e 28000.
Voltas de iljofares com brineos, a 29500.
Ditas de ditos cam coracoes a ^19000.
Ditas da ditos de eontas eom cassoletas, a
800 rs.
Rosetas de plaquet a 19 e 19300 a par.
Grarratas de seda para senhoras de 19200
i J000.
?arures com 2 la^os para cabeca e peito
39 e 49000.
ErrtreTneias e babadinhosbordados de 360
:s. a 2W)0 a peca.
tvalOes de seda brancos e de cores, de
i?500a 29300 a peca.
Ditos de a'godflo e seda, de 19 a 19400
peca:
Ditos de algofto, a 100 e 500 rs. a peca.
Trancirihas de cores, a 100 e 580 rs. a
ppea.
Eeqaos 3e marfim a 59 e 89000.
Dites de sandalo a 49500.
Ditos de madeira imitando, a'290'80.
Ditos de papellSes a 19800.
>]U<;s para senhora, a 39, 39500 e 4$.
AJiirocosfinginlo coral, compondo-se de
t lir.ete e brincos por 29000.
Dito dito pretos por 29500.
Ditos de plaquet, compondo-se dealfinete
- bnnco, senJo de muito gosto, por 59000.
Ditas de cores e pretas a 800 rs. e 19000 o
metro.
Galoes pretos de seda, de muito gosto de
800 rs. a 1JJ00O o metro.
CALQADO FRANCEZ.
Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
45500 o;, Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
alto, a 59000.
Ditas pretas enfoitadas, ultima moda, a
69000.
Ditas dita de cores, canno alto, enfeitadas,
a 59500,
Ditas para raeninos, pretas e de cores, a
39 e 49000.
Completo sortimento de calcado de case-
mira, Charldt, tapete e tranga, mais barato
\0 /o do que em outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Ricos chapeos de palha d'ltalia, para se-
nhora, a 119000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 168000.
Completo sortimento de ehapeojiuhos para
meninas e senhoras, de 29800 a 58000.
Chapeos de sol de seda, inglezes, cabo de
marfim a 168000.
Ditos dito de merin6, cabo de metal mui-
to bonito a 58500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 68000.
Ditas dito cabo de marfim a 98000.
DIVERSOS ARTIGOS.
Granadine para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a 650 o co-
vado.
Pannos de crocbit para cadeiras, a 18800
e 29000 cada um.
Ditos para sofa", a 39 e 49000.
Toalhas de linho para rosto, a 19300 cada
uma.
Ditas de algodio alcoxeados, a 040 rs.
Coltas de crochet para cama de casal, a
68000.,
BAZAR NACIONAL
Rua da Imperatriz n. 72
DE
Loureiifo Peieira MendesGuiiiiaraes
, SAUDADES.
Amara!, Nabnco & C. acabam de receber um
variado sortimento de capellas ftinebres cam as
seguintes inscripcoes:
A meu pai-
A minha mai.
A meu esposo.
A mlnhi esposa.
> A mtu filho.
A minha fillia.
Saudades.
Amiiaoa.
Lembranja.
Vende-se no bazar Victoria, rna qo Barao da
Victoria n. 2.
Declara a seus ireguezes que tem resolvido vender
saber:
o mais barato que for possivel,
CfllTAS Av0 E 200 RS. 0 COVADO. I CORTES DE BRIM DE CORES A 19500
.,JX C^C- !i"n que de avana, a 160 e 200 o covado. Di- calca, a 19500 e 25000

las hmpas a 240, 280 e 320 rs. o covado.
CASSAS FRANCKZAS A 320 RS.
Vende-se cassas francezas a 320 e 360 rs.
o covado.
LASLNHAS A 200 RS.
Vendo-se lasinhas de cores para vestidos,
a 200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 50O,
640 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 19600.
Vende-se cobertas de chitas de ceres, a
18600 e 28000. Ditas de pello a 19400.
Colxas de cores a 19200, 2950O e 49500.
CHALES DE LA A 800 RS.
Vende-se chales de la de quadfos a 800
rs. e 1900O.
Ditos de merin6 a 28; 39, 48 e 58000.
CAMBRAIA BRANCA A 39000.
Vende-se pecas de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 39, 39900, 49, 49500',
58 e 69000. '
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 28000 e 28500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
BOTmASA88000.
Vende-se botinas para senhoras, a 8900c
38500, a ellas antes qne se acabem.
ROUPA FE1TA NACIONAL.
Vende-se camisas brancas, a 18600, U
28500, 38000 e 48000.
Calfcasde casemiras de cores, a 58, 69
78000.
Palit6ts de casemira, a 48, 68 e 88000
Seroulas ai#e 19600.
BBIM DE CORES A 440 RS.
Vende-sp brim da todas as cores U
rs. o covado.
LENCOS BRANCOS A 29000 A DCZU.
Vende-se a duzia de lenoos brancos, .
28000. Ditos com barras de cores a 3800 r
Ditos de linho a 58000.
TOALHAS A 800 RS.
Vende-se toalhas para rosto, a 800 r.
19000.
GRAVAT^S- BE' Sfc&Ai PRKTA A 500 R*
Vende-se gra#atas de soda preta, a-W
rs. cade nra;
CHPftlS PAIt*CrBERTA A 280 RS.
Vende-se chfta para eoberta, a^e^
F rs. a cevwdo.
Caf^
do Ric Janeiro : vende-se a rua de Vigario, ar-
mazem n. 16.
Os verdadeiros
Vinhos de Bourgogne
das marcas
Cbambertm-
Pommard
Viiita
Volnay
fiaanne
Monlhehe
Iito Rordeaux em quartollas.
Vende-se por barata preco
PARA LIQLIDAgiO DE CONTAS
NA
IIua I.aigu do Rosario u. 34.
Botica.
Cordeiro JSimoes & C.
E' esta casa, sem duvida, uma d;is :|ue hoje,
pode mm pmnazia apreseniar aos sens fKRaaS
um variadtiximo sonimento de facendw iinaa pa-
ra prande loiletie; assim como, para o us j ordt-
nario de todas as classes, c por pr fi.s vamalb-
sos para os compradore?, de cnjas f;tr. ,m um pe-
queno resumo.
Wandam fazendas as casaj do-
para o que tem o pes.-oa! necessario
Iras mediante penhor.
Cortes de sedh de Hofiat cOres.
Ditos de gorgnrao de cores.
Grosdenaple de todas as cores.
Gorgnrao branco e preto
Setim Macau preto e de cores.
Grosdenaplcs idem idem.
Veludo preto.
Granadine, eeda preta e com li?tra.-. de cures lin-
dissimas padrCes e fazt-nda da uliii. i moda.
Fopelinas de lindos padroe*.
Fil6 de seda franco e preto.
Hicas basquinas de seda.
Manias brasileiras.
Cokhas de seda para noivoB.
Cortes de cambraia branca com liflflOS b.irJados.
Capellas e manlos pirn n ivas.
Riquissimo sortimento de las eom listras de seda.
Cambraias de cores
Ditas marip'izas, brancas e de core,-.
Nansuck de lindos padroos.
Baplista de pa-lroes mni delicados.
Pef.-alinas de quadros pretos" e brancos, de lis-
tras, etc.
Brius de linho de cires, proprios para vc.-tides
com barra e listras.
Fustao de iindas cdres.
Casaquinbos de la e de todas a? cores, nara se-
nhoras.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas idem idem
Vestuarios para meninos.
Ditos para baplisados.
Chapeos para dilos.
Toa[has o guardanapos a^amaseados de linlto de
rores para mesa.
(jjlchas de h.
Oirtinados bordados.
Camisas bordadas para honwin.
Meias de cures para homens e meninos.
Completo sortimento de chapeos dt sol para ho-
mens e senhoras, com cabo de martin .
Merin6 de cdres para vestidos.
Dito preto.
Atoalhado de linho e algodao para toalhas.
Atoalhado parda.
Brins de linho branco, preto e dc cores
Setim de Iindas cfires c cum listras
Chales de merino de cores e pietos.
D'tos de casemira.
Ditos de seda preta c de cores.
Dito de touqnim.
Camisas de linho.
Ditas de chita.
Ditas de flanella.
.Ceroulas de brim e algodao.
Damasco de la de cdres.
Pannos de crochet para cadcira. s. i e consollos.
Colch.13 dc dito.
Tarlalana de todas as cores.
Esparulhos lisos e bordados.
Foulard' de seda.
Ca-acos a tricot.
Ricos cortes de vestidos de linh> para s.nh'.ra,
de di ersas .cores, com os compokrik.- eufei-
tcs, ultima moda.
Casemiras pretas e de cores, chitas. madapoldes,
cambraias, panno fino preto e ami. collarinhoe,
Sunhos. gravatas, luvas de pellica, ditas d flo
B.Esccia, brancas e de ddres, tapd d; todos
os tamanhos, bolsas de viagem, etc etc.
Na loja do Passo, rna Primeiro de Marco n.
A, anliga do Crespo.
Vende-se
uma easa na villa de Barrelros, na bun do Com-
mercio, por preco modico : a tra: r com lasso
Irmaos & C.
Mubilias
'^leiriis da fiia-nicJo muitc' naratas
lu*na?z 4c ORada -2:
CUNHA A MAN
M
Bazar Victoria.
Amaral, Nabuco & C. receberam compielo sor-
timento de bengallas de canna. proprias para des-
can<;o de v^lhos, de rhcumaticos, etc., etc., e ou-
tras de phantasia, completo sortimento de chapeos
as. nmbellas. etc.. para senhora e
cum cabo d.t marfim com flsnras de
E>tes uleis e especiaes ar-
tigos vende-se na rua do Barao da Victoria n. 2.
Verdadeiro titc:- hesperidina, superior e .ere
oitaijo: i vends Eoarmaree d "
C, rua do Ainorim c. 27.
alcado francez
B:irzegoins dc beterro para homem a 7^000:
fasso imrSos d na praja da Indopendencia n. -39, lofa de Porte 4
' uastos.
fflass3, a 226, 23J50O, SJJOOO e 4$fOM.
MADAPOLAO A 3^000.
Vende-se pecas de madapolSo enfestado a
3#000. Ditos inglezes para os prccos de
i*, 4j?500, S9, CflOOe e 7JfOOO.
. ALGODAO A 3$>00.
Vende-se. pecas de algodao, a 3#500. 4#,
e oVOOO.
BRAMANTE A IJJtiOO.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lengol, a 15600, 2 e 2$S00 o
metro.
Vendr-se uma grande poroSo de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes cm
cheiiro a 320 e 500 rs.
Agua deeolonia, a 200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros ^xtractos
.muito barato.

BOffETS fARA MENfNOS A ?500.
rnens, a 500 rs. Chapeos de palha, nelto e Voncte-se Konetes para mefrmos, a i50v
PSPARTILHOS PARA SENIORA A S^BW
Vende-se. espartilhps para senhdrt; -
SSO0.
R.41VABIiWS
A 800 RS. 0 COVADO.
Vende-se grartadines coti listras dc- sfidt
para vestidos dd senhora, a. 800 rs. e IjWOt
o. eovado.
COLCHA> DE CR0CH1- T A 68000.
Vende-sericascolchas.de crochet para c*
mas a 6$00<>.
PANNOS DE CROCHET A lj5500.
Vende-sepanaosde crochet para cadeiras
a 14500 e 2?KJ00.
CASSAS IfARA CORTlNADOi
Vende-se jeeag de cassas p; ,doi
com20varas, a I0000o 125000, e outrn
muitas fazendas em liquidac8<3.
Mobihas baratas
No armazem de Jeaquim Lopes Maehado it C.
ha um bom s >rtimeuin de mobilias de Vienna,
brancas. pretas, que se vendem a precos com-
jaodoa. _______________________
Em bom local
\tonde-se uma taverna bem afreguezada para a
terra, a propria para princif ianle pr ter pouco<
fundos, tendo na mesma casa moradia para gran
de familia, e um forno para quern quizer fazer
bolos em grande ou p'queua escala : na rua do
Visconde de Pelotas n. 19 (outr'ora do Aragao) :
\lratar na mesma.
A maconaria desmascarada
ou
CoOeccao de artiiros
DO
Echo de Roma,
Analysando
A eirouiar do cap.-. Pr.-. Federacao de '2t de
setembro de 1871. E a praocn -. do Ir.'. Gomes
Freire ao Ir.v Otto ; assim como a deste cava-
Iheiro R.:. -J-.-. Ven.-. ao redactor do E<-ho de
H-ma, datada de Coiinhra aos 16 de dezembro
do iBaawn swno, or- u\ intro-
ducAc ta por n i Echo de
Homa ..- Jo J
Vende se na livraria Economica ao pe do arco de
Santo Antonio.
Portland, desemharcado do dia 4"a\o cor-
rente, ninguem tem cimento dc Portland
mais novo nem de melhor qualidade : a
venda no armazem da hola amjrclh, traves-
sa da rua do Imperador.
- Vende-se uma excellent casa conslruida~a
moderna, com frente de aznle^i, c um gr;.nde si-
tio e um grande sitio com uma casa; tudo
na rnargem da eslrada real em Jalxiaiao o tenrJo
o sitio b >as pioporcSes para editkaeao : a traUu
em Jaboatao com Bernardo G..-.C;.!.. : Z*uw6
ou na ruu do Marcilio Dias n. 1*
Formas para assucar
Vende se em casa dos importadores Shaw.
Hawkes & C, rua de Bom Jesus n. 4.
Agnas Aleufiffo-fiazosss das P^
(Iras Salgadus.
Villa Roucade Agfuiar.
' BICARBONATADAS-S' blfUS
Analvsos do Dr. .lase Julio Rodri-
gues, lente da escola Pulyte-
chnlca de Lisboa.
Esta excellente agna usada com vantanem nos
padecimentos das vias digestivas, uriTar.a*, do
estomago etc., etc.
Vende-se
NA
Pharmacia dr*jraria
DA B .
________Rua larga do Rosario n 34,_______
Salsa parrilha
muito nova e barata : vende-se na rua targa d
Rosario n. 3i.
Banhos em Olinda.
Camisas e raleas de fazenda de boa ;:r.!idide
proprias para os banlios em Olind--1': oa loja do
arcos a rua Primeiro de Marc (luiiga do Cre
n. 20 A, de Gurgel do Amaral & C.
I iuBlffl. I

^^ni't^F""1 ^w


8
Diario de Pernambueo Tertja ieira 21 de Outubre dc 1672.

ASSEBBLEA GE3AL
DJSGURSO PKUI iAWbO NA SDSSAO DE 12 DE
AGOSTO ULTiHO PEL0S6. DEPUTADO PELA
PKOVl.NT.I.V D PARANA, CO.NSEI.HEIRO MA-
NOEL KUANCliCOCORREA, ACERC.A da mis-
sao doue:. bartuolomi: mitiie,
envudo extb vokoixyrio e ministro ple
N'IPOTENClAllio l).V Kti'LBLICV ARGENTINA
ES missao especial
^( Continuacdo )
Que em relacdo ao Paraguay, fieis aos
nossos compromissos o ao modo por que
tinhamos eotendidu e ctlmpri lo o tratado
do alliaiii;a, tanto na guerra coma na paz,
ndo tinhamos qucrido imitar o exemplo do
Brasil, indo pi ocurar cm Assumpcao uma
solucao, antes do no* enlendermos com os
nossos nlliados, e que, sd no caso de que
isso ndo fosse possivel, iriamos tratar coin
o Paraguay, o que poderiamos fazer talvez
com mais vautagem o geuerosidadc do que
o tilth* fuito o Brasil ; ticaudo assim em paz
e amisade com toJos os uossjs viziulios,
ainda quand.t o Brasil ndo se oiUendesse'
comnosco, e nos negasse o auxilio o a ga-
rantia, que nos devia em virtude do tratado
de allianca, pelo facto de ndo o:cuparse
da qoeslao de i'undo por uma mera questao
de forma que, como o tinlia dit>, careeia
Ate dc antecedentes, nao naseia loi;icamente
da natureza do assumpto e ale careeia de
caraeteros graves que podossum obstar a
solucdo de tao serios negocios, em que o
presente e o fuluro de varias nagues se
achavam compromettidos.
Que suppondo sompre possivel o caso
do nao julgar mail governo dever aceeder
ao desojo in initestado pelo do Brasil na
questdo do forma suscitada, niio obstante
minha opiniao do que nan baveria ino mve-
nionte em satisfazel-o, ainda quaudo fosse
como inara susceptibiliilado, deviamws ver,
desle jd, ate ondo poderia levar-nos tal
questao. Que se isso sueeedessc e o gover-
no do Brasil hisistisse na questao de forma
como condicao sine qua nan para occupar-
se da questao de fundo, ver-me-hia eu entao
foroado a lovar para o terreno official a
questao de forma, fazendo constar ollici.'l-
monto tudo quauto se tinha passado confi-
dential mente desde minha chegada ao Rio
dc Janeiro, e que, se o governo do Brasil
continua-se a insistir, eu me vcria no caso
de dar por terrniuada minha missao, e, re-
tiran lo-me em paz, ficariamosem liberdade
p8ra proceder segundo nos conviesse, fi-
"can do o tratado de allianca r6to do facto
quanto aos deveres tlo Brasd para comnosco,
c esto com a responsabilidade perante o
mundo de parecor ndo ter querido entender-
sc com o meu governo.
Quo provavelmente, entao tratariamos
corn o Paraguay, fieis sempre aos compro-
tnissos do tratado de alliance e aos proto-
collosde Buenos-Ay res, e que, aiuda quau-
do niio ajustassemos desde logo as questoes
do fundo quo hoje estavam pendentes com o
Brasil, haviam do appareccr no terreno do
direito international, pois que, como nacao
soberana, como Kmitrophes do Paraguay e
do Brasil, como signatarios do tratado de
allianca e dos protocollos que o commciilam
e completam, nao poiliamos prescindir d'el-
las om presence da imperiosa neei ssidade e
da mutna conveniencia, e que entao a
questao de forma, que hoje se soscita, uao
scria obstaculo para tratar-sc dellas, posto
que is.o tori.i lugar em tal eventualidade
sem as reciprocaS vautagens, sem a tran-
quillidado e os grandes resultados que hoje
alcancaria tuna iutelligeneia cordial, previ-
dente no seulido da politica inluruacional,
e benevola no seutido da boa amizide entre
estes paizes.
0 Sr. ministro Curreia, visivelmeuto
imi)ressionado, disse que me tinha ouvido
com a profaiida attencao, que a importan-
cia do jssump'.o inorocia ; porem sua res-
posta pouco ptecisa e sem encaloamento
logico, provou-me que vacilava urn tanto
na resolucao de levar a questao do forma
ate suas ultimas consequencias.
Disse-me em resposta o Sr. Correia,
que ossa questao de forma tinha sido ini-
ciada desde as primeiras couferencias e que,
so ndo f6ra entao formulada, era porque
SO o podia scr d vista do theor da resposta
do governo argentine, que aguardavamos.
Que em presenca da ultima resposta ar-
Keulina (que cstava suspensa) a questao do
forma Unha surgido o havia sido formu-
lada.
lnterrompi ao Sr. ministro, p8ra ob-
sarvar-lhe quo, posto dissessemos a cada
momenloquestao de forma,ellu na rea-
lidade nem tinha propriamente surgido,
nem tinha sido formulada de nenhuma ma-
ueira, nem mesmo confulencialmente, exis
lindo unicamento urn desejo manifestado por
inodo amigavel pelo governo do Brasil, o
qual nos outros podiamos fazer constar ou
nao, dosde que, tendo-se salvado a liber-
dade do accio e a espontaneidade de meu
governo, ficava a forma e o alcaace a seu
arbitrio, no que conveio o Sr. ministro, di-
zondo qje, com effeito, h5o tinha sido for-
mulada, o que simplificava mais o inci-
dente.
0 Sr. ministro continuou, insistindo
sobro varios lopicos que tinham sido assump-
to de nossas auteriores couferencias, sem
abrir nenhum horizonte novo, e sem figurar
rrsolulamente o caso de interrupt das ne-
gociacojs por causa da insistencia na ques-
tao de forma, limitaudo-se a dizer-me em
conclusao, collocando-se hypotheticamente
em tal extremidade, que, se tal succedesse,
a responsabilidade nao seria do Brasil, e
que o mundo faria justiea em todo caso A
sua lea .lade e seu bom procedimonto.
Uepliquei ao Sr. ministro qae nSo se
.cquivocasse, que o Brasil assumiria a res-
ponsabilidade moral perante o mundo ; por
que, sem pflr em duvida a lealdade de suas
iutenco-js, todos acreditartam ver um pre-
texto no que e'.le via uma razfio para nfio
r -solver quastoes do ioteresse vital para to
dos, mmto mais desde que, tratando-se de
uma nota em que se faz referenda ao que
eu pudesse dizer, se impossibilitasse por esle
modo xodo o occordo, quando ainda nao
fallei, o que provaria que de nossa parle
tinha estado a boa vontade e o sincero
desejo de entendermo-nos, esgotando todos
meios para o conseguir.
.< Que estepiralello seria tanto mais nota-
Vei, cousideranJo-sequea questac de forma
que se faz na-ieer. do urra nota que nada
diz p, pelo C[ue elU deixii de dizer, se acha
em contrap< si; o ajuste do:; ;ratados do A5Sum|>Qao pelo
Brasil saparjidcniente,^e n particiyagSo dos
altiauos e com darano directo d'olles ; con-
tendo, alem dislo estipulaijpes coutrarias aos
nrotocollos d"e BueDos-Ayres, tats como a
occapacSo iodefinida do Paraguay por forces
brasilciras, sendo esta uma das questoes a
que me tinha referido antes, e qua teriamos
de tratar depois, no terreuo do direito in-
ternacional : o que tudo poria mais em evi-
doncia a respectiva posicao. Que nJo so
sob esta face havia considerado a questao,
como debaixo do duplo ponto de vista do
dever o da conveniencia do Brasil.
Que o dever nascia dos compromissos
internacioiiaes. Quo a conveniencia era
commum, ponimque nSo intere>sava menos
ao Brasil do quo a n6s aproveitar osta ul-
tima opportunidade, quo se apresentava,
para rogularisarmos nossa situacao interna-
eional, pois do contrario, sentindo muito
quo pudessemos ajustar nossas questoes
com tedos os nossos vizinhos, menos o
Brasil, Ihe repetia quo me retiraria levando
o deixanlo a paz ; Bean Id, porem, ao Brasil
a responsabilidade da falta de um accordo
que a previsao politic e os mutuos inte-
resses aconsclham.
Como vori V. Exc, tudo isto foi dito na
previsao de que o governo argentino insistia
em sua anterior resolucSo (a que todavia nio
dei seguimonto) de nao acoeder ao desejo
manifestado pelo do Brasil de redigir a nota
de que se trata no sentido indicaio.
So assim Wr, estou habilitado desde ji
para resolver cste incidente com mais van-
tagem, podendo fazer pressfio moral antes
de chegar a uma extremidade. Se V. Exc,
tendo em conta as consideracoes expostas
cm minha anterior confidencial, se prestar
a fazer o additamento d nota, fica seu al-
cance limitado a uma amigavelmente manifestaila, que se satisfaz
espontaneamente, desde que nao depende
dc previo accordo, nem eu aceitarei mais
discussao sobrc os sous termos. Em todo ;
o caso tudo isto servira" para fazel-os com-
prehender que conhecomos hem a situacSo,
que sabemos o que queremos e para onde
vamos, e que podemos .ajustar nossas ques-!
tOes extcriores e salvar nossa paz com o
Brasil, como desejamos, o sem o Brasil, j
deixando-lhe a responsabilidade.
Deus guarde a V. Esc Bartholome
Wire.
Q meu pensamonto, referido n'esta con-
fidencial, ha de ser mais claramente conhe-
cido pelo que escrevi.
Quanto ajulgar o illustre plenipotenciario'
argentino que era de pouca importancia a
questao de forma, nao e para ad*nirar;
mas a camara comprehende que, para o
Brasil, nSo era ossa questao de tao pouca
monta, como so afigurava a S. Exc. (Apoia-
dos.)
Nao duvido que me tivessc mostrado im-
prossionado com as palavrasdo Sr. general;
mas, convem notar, na propria confidencial
16-se que eu respendfira que a questao de
forma tinha sido iniciada desde as primei-
ras conferenoias.
Sobrc esta conferencia escrevi o que a
camara vai ouvir.
Bisse ao Sr. general que, completando
se entao um mez depois queeu recebera a
nota do Sr. Tejedor de 15de julho, e quo
expuzera a S. Exc. os motivos por que essa
nota nos havia desagradavelmente impressio-
nado, licando S. Exc. do escrever no dia se-
guinte a seu governo no sentido de se Ihe
fazer a mo liQcacao, que me parecia neces-
saria, n3o devia causar estranheza a S. Exc,
o desejareu saber, depois desse prazo, qual
a resolucao do seu governo.
llespoudeu que, sem embargo de nao
ter ainda decorrido tempo para causar re-
paro, pois que a resposta do governo im-
perial a nota argentina foi dada com inter-
vallo de 60 dias, dir-mc hia que a questao
conservava-so pendente como no primeiro
dia, nSo podendo elle ainda transmittir-me
a final deliberai;ao do sou governo.
Observoi que a primeira reflexao de V.
Exc. envolvia uma confusao que eu mel
apressava em desfazer: nao se tratava da
resposta do governo argentino ao do Brasil. I
Se assim fosse, eu notaria a derriora, n3o so1
porque, como jd o governo brasileiro o dis-
sera cm nota, nao ha prazos fataes para a
correspondencia entro os governos, como
porque reconhecia a necessidade dc hem
pezar a gravidade da materia e a de attender
aos outros assumptos que diariamente appa-
recem A consideracdo do governo.
Tratava-se de resolver dcerca de uma
questao que a nota de 15 dc julho fez sur-
gir, de um ponto determinado, o que e
muito differente, sobretudo attendendo-se a
quo essa nota ficou em minhas maos pela
circumstancia de estar S. Exc. aqui, e poder
ainda empregar-se o meio conciliatorio que
haviamos empregado. Como, pore'm, S.
Exc. me declarava que ainda nao estava
habilitado para dizer-me a final decisao de
seu governo, e que deviamos considerar
pendente a questao, esperariamos ainda,
pois que nao queremos a prf cipitacao, tanto
que s6 depois de um mez de silencio eu o
havia convidado para a presente conferencia,
tendo-me alids dito S. Exc que no dia 27
do julho escrevoria a seu governo, e que no
principio deste mez poderia estar aqui a
resposta.
A resposta veio com effeito, disse-me
S Exc, e jd que a occasiao seofferecia,
acrescentaria mais algumaa palavras para
as quaes chamava minha especial atteneao,
se bem que n3o fossem propriamente da
conferencia. O tempo tern sido despendido
em correspondencia entre S. Exc. e seu go- J
vemo, que enoontra difficuldades no caso,
como__S. Exc me havia logo prevenido que
podia acontecer. Considerando que a ques-
tao de forma n3o f6ra enunciada nem dedu-
zia-se logicamente da natureza das cousas,
e agora apparecia com a forca de obstar d
discussfio da questao de fundo, podia ver-se'
no embaraco creado um pretexto para n3o'
tratar desta ultima, ficando ao governo bra-'
sileiro a responsabilidade moral perante o
mundo de deixar indecisas as questoes, inu-
tilisanlo os esforcos empregados em sentido
contrario pelo governo argentino, e obrigan-
do-o a tratar sous negocios com o Paraguay,
a Bolivia e o Chile.
Com este, ou .os arranjaria amigavel-
mente, ou os adiaria, deixando que os inte-
resses materiaes liguem mais e mais os dous
Estados. Com a Bolivia tratariam com seu
represontante, que estd era Buenos-Ayres,
homem distincto, animado dos melhores
desejos, e que jd Ihe havia escripto dizendo
que o discurso moderado de S. Exc no
senado argentino Ihe dera esperanca de sa-
tisfactory accordo. Com o Paraguay en-
tender-se-hiam com a Sr. Loizaga. Mas que
nao o descjavam fazer sem primeiro tratar
com o Brasil, o qual, quanto mais pederoso
so reputa a. tanto mais devia nao promover
difliculdades. S6 depois do pordida a es-
peranca de enti-ndor-sc com o inperio, tra-
tari-; o-governo argentino pela forma hrn-
cada. Nesse caso S. txc tinha.de dar por
finda a sua missdo, trazendo ent3o a publico
tudo que tern occorrido em nossas conforen-
eias, ficando a allianca rota tie facto, as ru-
lacoes dos dous governos no. pe qae d'ahi
resultaria, embora nio coil prejuizo da
paz.
Disse-lbe que o havia escutado com a
maior attencio, como devia, e que no caso
figurado por S. Exc. cabia everiguar a qual
dos governos tocava a responsabilidade dos
factos assignalados. Comecava eu por notar
que o governo argentino apegava-se d cir-
cumstancia de nao ter sido formulada a
questdo de forma em a nota de 20 de junho,
mas que sobre isto jd havia eu observado
que se nos lizesse culpa de termos deixado
hvre o caminho para o governo argentino
sahir-se bem da difliculdade que credra com
a nota de 27 de abril. Ndo apresentamos
positiva-nente a questdo de forma, mas pon-
derando que em a nota de 27 de abril havia
observacdes que podiam parecer offensas
intenciouaes ao amor proprio e d dignidale
do Brasil. deixamos ver claramente que nao
eramos insensiveis ao que se lia nessa nota,
que no Brasil, na propria republics Argen-
tina e nos paizes estrangeiros se considerava
offensivo, e ficou patento que o governo
argentino devia dissipar essa impressao se
nao fora seu intento o que se Ibe podia
attribute
Inclinando-se ao sentimento manifes
tado pelo presidente da republica em sua
mensagem e ao que parecera dictar a missao
conliada a S Exc, o governo imperial nao
fechou o camiqho para solucdo satisfactory.
Mas d vista da difliculdade em raodiiicar a
nota de 15 de julho, concebida em termos
que puiiham inteiranente de lado as nossas
respostas dc junho, mo lilicu<;uu que a S.
Exc parecia se podia fazer, e ainda nesse
sentido entrotiuha correspo idencia corn o
seu governo; d vista dessa difliculdade,
com quo nao deviamos contar, eu era for-
cado a crer que a impressdo que recebera
ao ler a dita nota, e logo communicara a
S. Exc, impressao compartilhada por metis
collegas logo que della tiveram conbecimeu-
to, nao era precipitada nem a expressao de
uma susceptibilitlade quo, ainla quando
como tal considorada, uao julgava que
devesse ser desattendida.
a Pelo contrario, a reluctancia em acce-
der d modificacao esperada, e quo me de
terraindra a conservarem meu poder a nota
de 15 de julho, vinha revelar com que fun-
daraento ITgavamos importancia d questao
de forma, justamente a que motivan a
paralysacdo da questao de fundo.
f A observacdo de S. Exc de que o pro-
cedimento do governo brasileiro podia ser
visto no mundo como um pretexto para
adiar as questoes de fundo, eu respoadia
quo ella ficava sem forga desde que se con-
siderava que esse procedimento nao provi-
nha de um juizo pre*vio, de uma resolutjao
preestabelecida do mesmo governo. Foi
uma consequencia logica, imperiosa, da
nota de 15 de julho. Nao podendo o go-
verno brasileiro saber em que termos, de
que modo, contestaria o governo argentino
as notas de 20 e 21 de junho, como de an-
temao estabeleceria sobre essa resposta um
juizo, ou assentaria uma resolucao 1 Foi a
nota de 15 de julho que trouxe a diflicul-
dade, fortalecida pela hesitacao em nao re-
movel-a; nao foi o governo brasileiro quo
a croou. Reconheceu -a, sim, e assignalou-a;
e os factos posteriores o vdo ainda mais
justificanlo. A responsabilidade das con-
sequencias teem de pezar, no juizo do mun
do, sobre quern praticou o acto: sobre o
governo argentino e n8o sobre o brasileiro.
Quanto a tratar a republica Argentina
com a Bolivia e com o Chile, ndo tinha
nada que observar.
Quanto d missao do Sr. Loizaga eu ndo
podia deixar de notar que achava difliculda-
de em concilial-a com a de S.Exc Sendo
identico o assumpto, uma devia pirar em-
quanto a outra trabalhasse. 0 governo da
republica Argentina pode tratar com o do
Paraguay, como fez o do Brasil.
E quanto a faze-lo s6 depois de nao
poder entander-se com o Brasil, questao e
esta que se prende d principal, e a circums-
tancia de tratar posteriormente, pennitte
sempre allegar que so o faz forcadamenle ;
mas em substancia o direito de que usard a
republica Argentina e o que usou o Bra-
sil.
Mas concluindo e precisando as ideas,
eu ficava certo de que ndo devia considerar
ainda como recebida a nota de 15 de julho
para o ulterior procedimento do governo im-
perial, e devia espcrar mais um pouco a no-
ticia da decisao do governo argentino. Em
quinze dias, disse-me S. Exc, transmittirei
essa decisao.
Os obstaculos do governo argentino, a
que fez referenda o Sr. general Mitre, estao
expostos em a confidencial do ministro das
relacoes exteriores, dirigida ao mesmo Sr.
general em 10 de agosto, a qual e assim
concebida:
Confidencial.Ministerio de relacoes
exteriores.Buenos-Ayres, 10 de agosto de
1872.
t A' S. Exc. o Sr. general D. Bartholome
Mitre.
Sr. ministro.No dia .9 do corrente
recebi as duas communicates confiden-
ciaes de V. Exc, datadas de 26 e 31 de ju-
lho.
a Depois de varios oflicios de V. Exc. an-
nunciando o resultado satisfactory de suas
conferencias particulars com o presidente
do conselho e com o ministro dos negocios
estrangeiros, o governo argentino ndo es-
fj-ava pela questao de f6rma que obriga V.
xc. pedir intencdes.
a Recorrendo aos antecedentes nao se en-
contra pendente essa questdo de f6rma de go-
verns a governo, d qual, segundo o ultimo
oflicio de 26, alludio o Sr. ministro dos ue-
goeios estrangeiros do imperio. Ella nio
se acha formulada, nem sequer indicada em
as notas brasileiras de que se accusou o re-
cebimento, Ndo o foi tao pouco, pelo me-
nos de modo serio, em nenhuma das con-
ferencias de que V. Exc. deu-me conheci-
mento.
a Em oflicio confidencial de 17 de julho
V. Exc. referio-se a ella, como uma das dif-
ficuldades apresentadas pelo presidunto do
conselho. Pordm, simplesmente com o ca-
racter a de confidencias e queixas que de-
viam ficar entre ambos e tendo V. Exc.
respondido a que a prolongacao da discus-
sao por notas era o que se havia procu-
rado evitar com a missdo especial ndo
disse que o presidentedo conselho houvesse
insistido.
a Nesse mesmo oflicio refere V. Exc. ou
'tra conferencia que teve com o ministro dos
negocios estrangeiros, declarando quoperce-
bera entao que a primeira difliculdade assig-
nalada pelo presidente do conselho < tinha
por fira obttjr que em nossa resposta se dease
uma especie de sati
nota. V. VdM
melhante pretoni,
' quo isso era prooJWr
res, tornando ao terreno
Jn&donte da
|cm.nte se-
i> ministro
qoatre hett-
das difDculdados,
WKIt '(- I
de que felizmente iamos sahindo, e que so
fosse levado a elle diria o que ndo queria,
nem tinham ainda ouvi lo sem accresceu-
tar que o ministro imistisse em sua preten-
gdo ; longo disso ; na primeira conforencia
do dia 9, antes da recepgdo official, o mesmo
Sr. ministro perguutoti a V. Eve se estava
autonsado para responder d nota ou fazer
alguma proprosta, dizendo V. Exc. em res-
posta que a sua opinido era que a ultima
nota seria provavelmente a sua. pois que a
resposta do governo argentino seria referir-
so aoque V. Exc fizess.1 ou dissusse -V.
Exc. aecrescentou : que feliz.nenle aquestao
das notas o das pretend i las offonsas, ou sa-
tisfaco-js reciprocas, a que podiam dar lugar,
ja estava ter.ninada, sendo-lbe todavia agra-
davel pode dizer que em suas iilstruccoes so
previa o caso de onxergar o Brasil alguma
offonsi om nossa ultima nota sem que
estas palavras suscilassom tambem a qmstao
de forma, item impedissem a recepcao em
seu caracter diplomalico, que V. Ex. annun-
ciou ao tenniuar. a conleroucia.
A questao, pois, tie forma apresentada
como apparece uos ultimos oflicios de V.
Exc, devia sjorpronder o governo argentino,
que n3o pode aceitar a solucao quenelles
se indica, por mais que desejo abundar em
sentimentos amigaveis. Essa solucao estaria
em contradiccdo com as instrucco?s dadas a
V. Exc, que dizem categoricamente : se
com o mesmo firn de obter ou facilitar o re-
sultado da nogociacao for necessario tlar por
ndo pa.- -a las as ultimas notas, fica igual-
mente autorisado o sr. ministro para faze-lo,
comtanto quo a declaraedo comprehenla as
notas brasileiras a que ellas re-pondem, o
quo a act importe somenle a mulua reso-
lucao tie afasta-las com espirito amigavel,
para I'tcilitar a nagooiacdo, tendo presente
que a primeira publicacao destes docu-
mentor foi iniciada pelo governo brasi-
leiro.
Essa solucao estaria, ale n disso, om
contradiccdo ndo so con os atnece lentus des-
se negocio, como acaba de ver-se, mas tam-
bem como proprio pe li lo de V. Exc. cous-
taate de seu oflicio de 7 de julho, e respos-
tas dadas por este ministerio em 15, 19 e
25 de julho.
Na do 15 disse-se a V. Exc que se ti
nha concordado na resposta confor.no a de-
sejava V. Exc, liuiitaudo-a a uma accusa-
$do de recebi men to.
Na de 19 o abaixo assignado disse tex-
tualraente : que, esta ndo todas as palavras
de V. Exc. eonformes com a lettra e espirito
de suas iustruecoes, ubtiveram a completa
approvacdo do governo argentino, entenden
do-se sempre que qualquer satisfacao ou
declaracdo, tendente a tlar por uao troca-
das as notas passadas, deveria ser reoi-
proca.
Na de 25 o abaixo assignado expnmio-
se assim a attitude assumida por V. Ex nessas con-
ferencias. Nao adraittindo o governo argen-
tino que em sua uo<.a de il de abril houves-
se offendido o governo brasileiro com a
franca defesa dos direitos da allianca, qual-
quer satisfacao s6mente da sua parte seria
inaceitavel. Tal e o texto expresso das ins
truceoes, e tal foi tambem sempre o terreno
em que BM collocamos uas diversas c mver-
sacoes que Uvcmos antes da partida de V.
Exc Alem disso jd Jevo ter ch^gado as
mdos tlo V. Exc. a resposta ds ultimas notas
brasileiras, de accordo em tudo com este
proposito, e com o de deixar d essa legagao
a mais ampla liberdade no debate.
Passaudo agora destes antecedentes ao
fundo da questao, a pretentjao do ministro
brasileiro nao parece rrais fundada. A so-
lucao quo V. Exc. offereceu e a unica que
concdiaria a dignidale dos dous governos e
dos respectivos povos, porque ella permit-
tiria, na resposta que se desse, corresponder
aos sentimentos amigaveis que V. Exc ma-
uifestasse om none do governo argentino,
precodenlo accordo dcerca dos termos de
uma e outra nota; emquauto que o addita
ment-j, que o ministro brasileiro indicou se
fizesse d acctisagdo do recobimento, ficaria
sem resposta, e, portanto, como~satisfacao
exclusiva do governo argentina* que certa-
mente ndo se recusaria a isso se se conside-
rasse culpado, mas que repelle decidamen-
te porque julga, como V. Exc, que as re-
crimina^oos iniciada> pelo govcruo brasi
leiro foram reciprocas. Se a nota argenti-
na mencionou Ituzaingo, a nota brasileira
recorda Caceros. Se a nota argentina pdz
en duvida os direitos territoriaes do Brasil,
a nota brasileira declarou razoavel a recusa
do Paraguay em reconhecer os limites ar-
gentinos fixados no tratado do 1." do maio.
E se todavia alguma differonca se podesse
achar nas palavras, quanto maior nao se
encontraria nos factos praticados pelo Bra
sil ? Nao foi uma effensa tratar separada-
mente? Ndo o foi tambem prescindir das
estipulacdes de Buenos-Ayres paracontinuar
aoccupacao militar ? Naoexiste olla na re-
cusa do entregar a ilha do Atajo?
Acroditan to'sempre queo meio propos-
to por V. Exc, e- aceitavel e deve ser aceito,
o governo argentino n3o oppoe difliculdade
a que V. Exc. dissipe, pela forma que Ihe
pareca mais conveniente, as duvidas dcerca
de conceitos a que allude a nota brasileira,
que, segundo ella, pareciam conter intencdo
offensive, sob a base, porem, do alludido
previo accordo. 0 governo argentioo nu-
tre sincero desojo de manter boas relacoes
com o imperio, continuando na paz a obra
que juntos emprehenderam duraute a guer
ra do Paraguay.
Poderd tambem V. Exc se fdr necessa-
rio, ler ao ministro dos negocios estrangei-
ros do imperio os trechos deste despacho que
julgar convenieutes.Deus guarde a V. Exc.
- C. Tejedor.
Sr. presidente, eu nao devia talvez deixar
sem algumas observacoes as que o Sr. Te-
jedor fez na confi lencial que em 10 de agos-
to dirigio ao plenipotenciario argentino ;
mas o tempo que me resta ndo e" do sobra
para completer o Gm para o qual pedi a pa-
lavra ; e deixo que o Sr. general Mitre, em
suaresposta ao ministro da republica, escrip-
ta com a uabilidade que todos Ihe reconhe
mo>, diga que a politica brasileira estava
longe de chocar o mehndre do seu patrio-
tismo; o que bem tnostra a justiea
quo por parte do Brasil se defendia. (Apoia-
dos.j
Quando, nesta sua resposta, o Sr. gene-
ral trata do movel de nossas accoes,.equivo-
cou-se, chegando ate a fallar om md fo I
Nos queriamos siucera e resolutamente
que ndo pairasse na opiniio pnblica deste
e de outros paizes a duvida sobro se havia-
mos sido intencionalmonte offendidos. Logo
que esta duvida sedosipou, e nada era mais
facil. tanloquo nenlioma objec^do a isso op-
puuha o Sr general Mitre, untramos com a
mesma boa fe" na solucto das questoes de
fundo, como os factos posteriores se encarre-
garamiledemonstraV. (Apoiados).
A camaru tleve estar anci sa |wr ouvir
a resposta do general Mitre ao ministro das
relacoes exteriores, e vou sitisfazer a sua
anciedade.
Confideneial.-=Legacdo Argentina no
Brasil.Rio de Janeiro, 19 de agosto de
1872.
Sr. ministro. Tive hontem a honra
de receber a confidencial de V. Exc, datada
do 10 do corrente, em resposta ds minhas
do 28 e 31 do julho, rolalivas d questdo de
fdrma, que obstava a que se entrasse nt
negociacdo ilas questoes de funlo que mo-
tivaram a minha missao especial junto deste
governo.
Antes de proceder no sentido que me
indica a referida confidencial de V. Exc,
devo submetter-lho algumas coiuidera^des
sobre o assumpto, e pedir a V. Exc novas o
prccisas instruccoes para o caso prova/el e
nao provistonaalludida confidencial, da rup-
tura de toda a uegociagdo antes do ser iui-
ciada, eventualidade que n3o deve encontrar
a missdo aigentina sem uma resolucao fixa
que, om todo o caso, possa impudir oste in-
fausto successo.
Conseguintemente, jnlguei conveniente
ndo alterar o estado actual de cousas, man-
lendo-me em silencio para com este governo,
emquauto chega a nova resposta de V. Exc,
que calculo nao poderd demorar-se quinze
dias, contalos desta data, podendo, entre-
tant), fazer uma viagem a Petropolis, a qual
me e aconselhada pelo meu medico, em at-
tencdo ao estado de minha saude. Proce-
denlo assim obro no sentido das minhas
instruccoes, que me autorisam a osco'her
a opportunidade das ncgociacocs, e tambem
a nao inicia las, se assim eu o julgasse pru-
dente. Consideranlo, por outra parte, que
sOmeuto por quinze dias deixaria de entabo-
lar a questao de forma, da qual deveria oc-
cupar-me agora, e que no firn tlelles poderia
encontrar-me em presenpado uma situacdo
que exigisse as novas e pmcisas instruc^Oes,
que por esta pego, e quo me s3o tao indis-
pensaveis p ira fazer pressao, como para sa-
ber o que davo fazer ; espero qua a minha
conducts nesta circumstancia merecerd a
approvacdo do superior governo.
Pass indo a occupar-me da nota confi-
dencial de V. Exc. de 10 tie agosto a que
respondo, permiltir-rae hi manifestar-lhe
que a questao de fdrma a que allude, com-
quanto o tenha s>rprenlido, suppondo uma
boa disposigdo que na realidade uao existia
sendo ate certo ponto, n3o devia achar a V.
Exc. inteiramente desprevenido, d vista dos
antecedentes geraes da situatjdo e dos ante-
cedentes particulars que communiquei a
V. Exc. nos meus oflicios antorioros.
Desde a primeira conferencia com o
ministro dos negocios estrangeiros do impe-
rio, no dia 9 de julho (cinco dias antes da
minha recepcao), esta questao se desenhou,
porem de uma fdrma tao vagaque, nao dan-
do-lhe maior importancia, nao a consignci
na minha confi lencial desta data, csperando
estar de posse de melhores dados para fa-
ze lo. Na primeira conferencia que tive
com o Sr. Paranhos, presidente do conselho
de ministros, no dia I2.de julho (vespera
da minha recepcao e da qual dei conta na
minha confidencial de 15} jd esta questao
appareceu formulada, nao como uma quei-
xa, porem como Una difliculdade que era
conveniente remover.
Na conferencia particular que tive com
o Sr. ministro dos negocios estrangeiros a
14 de julho, dia subsequente ao da minha
recepcao, tive occasiao de con veneer-me,
como t. manifestei na sobredita confidencial
delo julho, que o objecto ds difliculdade,
apontada pelo Sr. Paranhos, era procurar
uma espejie Ic ratificacao indirocta a res-
peito do incidente das notas, e so a rebati
vigorosa nente, como V. Exc.se hade lem-
brar, foi porqua comprehendi perfeitamen-
te que era necessario afasta la como um
obstaculo para a negociacdo de que eu es-
tava emarregado.
Comj estas eram meras conferencias de
exploracao, a discussao nao se fixava sobre
pontos determinados, guardando cada um
a sua opiniao, sem compromette-la alem
do que era estrictamente necessario, fican-
do sdmento definido um ponto : que era
esperar a resposta que desse o governo
argentino a ultima nota do Brasil antes do
abrir a nogociacao sobre a questao penden-
te, cabendo aqui accrescentar, o quo antes
uao disse por nao ser de importancia, que
em todas estas conferencias os ministros
brasileiros implicitamente se reservaram o
direito de proceder -conforme o theor da
resposta do nosso governo- o que (escuso
dizer), devia esperar-se da prudencia com
que se dirigem ejtes negocios.
a A nota, conteudo a resposta de V. Exc.
de 15 de julho, chegou aqui apenas no dia
26, corn a circumstancia de ser endereca-
da directameute ao governo brasileiro, en-
viando-me V. Exc. copia della ; por isso
nao pude explorar previamente o effeito que
ella produzio, nem procurar remover confi-
dencialmenfe qualquer difliculdade a que
pudesse dar lugar. 0 que, porem, e certo
e que, em presence daquella nota formu-
lou se claramente a questao de fdrma, pri-
meiramente confidencial e amigavelmente
por parte do ministro dos negocios'estran-
geiros na seguuda visita que me fez no dia
26, e por nltimo na conferencia para que
fui convidado no dia 31 de julho, da qual
confi lencialmente dei conta no meu oflicio
da mesma data, em que submetti ao conhe-
cimento do superior governo o que parti-
cularmante tinhamos convencionado, e pe
di a esse respeito novas instrucgdes, por ndo
estar o caso previsto nas que me servem
de guia ; e sobretudo porque ieste passo
dependia serem ou ndo iniciadas as nego-
ciatjoes.
Na resposta confidencial que, com da-
ta do 10 de agosto, V. Exc. deu aos meus
ofTiGios conftdenciaes de 26 e 31 de julho,
disse-me que o governo argentino ndo po-
iia aceitar a questao sob a fdrma apresen-
tada pelo Sr". ministro dos negocios estran-
geiros do imperio, isto-e, como quertdo de
mera fdrma para torminar o debate de go
vemo a governo, autes de tratar-se do ob-
jecto da minha missdo, nem aceitar, por
consequencia, o meio amigavel confiden-
cialmente proposto por elle, q;ie consistia
din aocre-centar-:se a devlaracao do recebi-
mento das" notas aigunas palnvr.as que, ira-
portando um acto espontjr.eo, restabelecos-
se a coidialidado das relacoes alteradas pe-
lo incidente das notas trocadas ; admittin-
do tolnvia o alvttre proposto por -mim,
nao aceito por este governo, de dissipar
as duvidas relativas a conceitos, a que allu-
de a. ultima nota brasileira, os quaes pare*
ciam, no entender da mesma nota, envol-
ver intencdo offensiva sob a base de accor-
do previo relativamente aos termos das no-
tas que com tal motivo se trocassem o
quo equivalia | que esta legacdo fizes-
se, en nonie do governo argentino, aiuda
mais do quo aquillo queo governo brasilei-
ro solicitava do nosso, que era a addic&o
de uma simples phrase do cortezia e de boa
amizade.
Quando propuz esse meio foi para eco-
nomisar o tempo que eu deplorava se per-
desse tdo esterilmente ; porem ndo havendo
sido aceito na primeira conferencia particu-
lar, o tendo sido indirectamente repellido
de uma mineira quasi official na s^gunda
que sobre este assumpto tive com o minis-
tro dos negocios estrangeiros, ndo pdde oc-
cultar-se a V. Exc. que 6 provavel que sc-
ja formalmento 'repellida se eu o prupuzer,
e que entao mallograda a previa negocia-
cdo sobre a questdo de fdrma, que ticard
pendente, terei necessariamente de provo-
car a discussdo sobre a questdo de fundo,
sendo possivel que cbeguemos a um rom-
pimen o antes ainda de miciar negociacdo
alguma,'se persistirem aqui nos seus pro-
positos explicitamcnle declarados.
Se o governo argentino se tivesso ser-
vido accrescentar & nota as palavras quo
julgasse conveniente, ainda qixando ellas
uao salislizessem totalmente as aspiracdes
deste governo, minha posicdo pres*ntomen-
te seria mais vantajosa para faze-la aceitar
na forma em que viesse, porquanto, liini-
taiido-me a entrega-la, sem previa consul-
ta, darja por satisfeitos os seus desejos e
desde logo pediria uma conferencia formal,
para co necar a iratar dos objectos de mi-
nha missdo, fazendo isso por meio de uma
nota official, em que eu recapitulasse bre-
vemente tudo quanto se teni passado confi-
dencialmcnto fazen io mencaa do ultimo
incidente sobre a questdo de fdrma, se jul-
gasse conveniente, j e entao, ou cbegaria-
mos immediatauiente a occupar-nos da ques-
tdo de fundo, ou, se o governo brasileiro
se negasse a isso, ficaria manifesta a sua
md vontade, ovidenciando-se que a nego-
ciacdo ndo ia adiante por culpa do mesmo
governo.
No estado, porem, em quo se acham
as cousas, bem comprehenderd V. Exc. que
a minha missao, dillicil em si, e tambem
pela lalsa posicdo que eu assumiria sobre
um assumpto em que comprometti uma
opiniao antecipada, complicando-me com
uma questdo dc fdrma que talvez possa tor*
Bar imposiivel todo o ace .rdo, viria servir
assim aos propositos da politica actual do
gabinete brasileiro, o qual desejaria deixar
as cousas no statu quo, procrastinando in-
definiilamente a quastdo de fdrma, e des-
culpando-se perante nds, perante nacionaes
e estrangeiros, com- esta questdo de mera
fdrma, ficando elle senhor da situacdo, e
nds sem allianca verdadeira sem ajustes
com o Paraguay, e sem accordo com os
alliados.
<( Quando disse ao ministro dos negocios
estrangeiros do imperio, conforme expuz
na minha confidencial de* 31 do julho,
que, deixando completa liberdade a
meu governo no assumpto, era minha
opinido particular que ndo baveria in-
conveniente em acceder ao desejo ami-
gavel do governo brasileiro, acreditei que
ndo ia alem do espirito e da letra das mi-
nhas instruccoes, que me aatorisa-
sam a dar por nd > passadas as notas
trocadas, o que ( ainda sob base du
reciprocidado ) importava a mutua eli-
minacao ou as reciprocas explicates so-
bro alguns pontos dessas notas. Por isso
ponsei que uma simples phrase amigavel,
pedida conlidencial xando o sou alcance e a sua fdrmi d espon-
taneidade do governo argentino, era muito
menos do que o que eu estava autorisado a
fazer, c quando, ao deixar franca a liberda
de do accao ao meu governo para imprimir
no acto o sello da espontaneidade, me li-
mitava, nao obstante, a manifestar simples-
mente minha opiniao particular, para ti-
rar-lhe todo o caracter de imposic&o, u3o
me persuadi que o governo podesse, nem
mesmo indirectamente, dosapprovar o meu
procedimento
Hoje, collocado no caso de sustentar
cfiicialmente o contrario do que macifestei
confidencial e particularmente, a attitude
do governo argentino tem um duplo alcan-
ce, e uma negativa official a um desejo
manifestado confiden ^ialmente pelo gover-
no brasileiro, e uma desapprovacao perante '
este da opiniao por mim antecipada.
a Esta consideracdo, que de passage in
aponto, ndo influiria absolutamente no meu
animo, se considorasse que a negociacdo
teria da adiantar-se por este cam nho ; po-
rem, pensando o contrario, e por motivos
que considero concludeutes, e do meu de-
ver submeter a V. Exc. algumas conside-
ratjoes que espero se servird levar ao co
nheciraento de S. Exc. o Sr. presidente da
Bepublica, para que sejam devidaraente pe-
sadas, antes de tomar-se uma resolucdo de-
fioitiva.
A questdo de fdrma, que coraeco-u por
insinuates e acabou poa ser claramente
formulada. prova pouca disposicdo da par-
te do governo do Brasil para entrar na
questao de fundo, porque d claro que, se do
sua parte houvesse boa vontade, isso nao,
teria sido um obstaculo para entrar em ne-
gotiates.
a verdaded que ndo interessa ao Bra
sil, ou pelo menos creio que nio Ihe inte-
ressa, liquidar as questoes pendentes sobr-
a allianga, e que procurard e aproveitaird:
todo o incidente que se Ihe apresenta para
frustrar a negociacdo, e quanto mais remo-
ta estiver a questdo de fundo, tanto melhor
ficardo preenchidas as suas vistas.
A questao de forma, que se prorooveu,
satisfaz em parte a este proposito ; d^o era
parte, porque peuso que tambem eoncorre
o desejo de satvar-se perante a opiniio pu-
bliv.a brasileira da accusa?ao de frouxidSo-
que se Ihe faz por haver respondido a nos-
a nota nos termos em que o fw.
0 movel desta conducta estd pa-
tenta
Desde que o Brasil conseguio, pelos tra-
tatlos ojustados separadamente com o Para-
guay, o que procurava pela allianca, ainda
mais acredita que o nossso coocurso Ihe d
inutil e dd menos apre?o d nossa garantia
Inleressado o Brasil na paz que assegu-
re a cxecuedu de seus tratados com o Para-
guay, ndo deseja a guerra; e ndo a temen-
d da nossa parte, estd tranquillo por esse
Mo. .
(C TYP. UO DlABJO RUA UUQUE DK GAJLUS
.

^i^^^^HB
I
W^ku


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EQCJY6IX8_VHBC0U INGEST_TIME 2014-05-28T01:45:34Z PACKAGE AA00011611_16708
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES