Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16707


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Full Text
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Mi
Ai\i\0 XL1X. ALHERC Hi
4
l*AHA A CAPITAL E I.CGABB9 OfVH STl MB PICA PORT15.
**or tres mezes adiantadc s................ < i*O00
For sets ditos idem................. t'.SWOO
For urn auno idem..... ,.......... !.000
0d. Bummi avo!so.................. a^q
SEGINDA FElltA 20 DE OlTlBUO HE 1873
PABA UE\THO K FOUA A PttOTIVCIA,
Por trea meaes diM|^ ^......... tffl*
For seis ditos ktafl ... B|........ 1S9M
Por DOTe dite* k ......1H ........ 9OPM0
Por urn aimo i ....... i-........ ITtOOO


PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FAfUA FILHOS.
Of Srs. Gerardo Antonio Alves d Filhos, no Pari; Gon^alves & Pinto, no Maraubao; loaquim Joad de OUvwra d Mho, no Ceari; Antonio do Leium Braga, no Araeaty ; Joao aria Jniio Cbaves, no Assd; Antonio Marques da Silta, no Satal; ioti Jtft
Pereira d'Almekia, em Mamaoguape ; Augusto Gomes da Silva, aa Parahyba ; Antonio Jose Gomes, m VilJa da Penha; Belarmino don Sautos Bukao, em Santo Antao ; Domingos Jose da Costa Braga, em .Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna ; Joao Antonio Machaeo, no Filar das Alagoas; Alves d C, na Bahia ; e Leite, Cerquinho d C. no Rio ,de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
-
\
i

(oveniii l provincia.
ExR-:ulENTE DO MA 4 UK AliOSTO UK 1873.
. -"11 1.' seccau.
Acto:
0 presidente da provinna, temlo em vista o
-*;mo de exame annexo por copia ao offlcio do
uVspeetor do arsenal do inarinha, datado do 2 do
corrente sob a. 680, do qual consia haverein fwe
Bernardino Pen'ira de Brilto Junior e Isaiah Ber-
nardo do Oliveira prosladn HHM na coniormi.
dade do art 3." do regulamento qne b.tix"ii en hi
0 decreto-o. 1324 du 5 de feveroiro do 1854, e sido
approvados para 3." nnchinisUs do harcas a va-
por, determine que pela secretaria da presiden-
eia se passe aos exaniinados a* eompeteDtea cartel
rto habilitacab, conforme dispoe o artigo X da?
instru.^oes maodndas observar pelo decreto n.
i600 de 2 de juuho do I860.
Offleios:
Ao inspector do arsenal lie rnarinha. Pad*
V. S., corno soheita em seu oflicio de 24 do jullio
ultimo sob n. 063, prosegur nas obras, inlerrom
pidas pelos motives UMlllllIM de sen cilado olli
eio, da reedificacau da Casa qne ncsso arsenal
*ervia de quanel dosaprendizes artitiee? avulscs,
uao devendo porem a desptza com a sua cunclti-
saoexceder de 8:8.'i2iiOI, quo reiiuida a ipjantia
de S954600 ja com ellas des|iendida prefaz a de
'.>:4i8i06D, autirisada para aquello Inn por men
antece-sor em oflicio de 18 de uorerabro do anno
proximo lindo.
Ao consul do S. M. Briunica Accuse a
i -cepciio do ofli.'io quo com a data do ti de juiiio
proximo flndo dirigb me o Sr. Boutinck W.
Itoylu, consul d do"contra a iudulgencia e franquezas coucedidas
ua casa de de(enc.to aos marujos de sua Macau,
que a ella >rm recolhidos a rctpiisi^'ao dessc con-
sulado por laltas graves commetlidas a bordo dot
seus navii)). Em resposia cahe-me dizer ao Sr.
consul que o administrador d'aquelle estabeleci-
mento pode dar aos pre-os oulro trat.imenlo quo
nao seja o delerminado pelo respeciivo rugula-
meato ; e a>sim, uiii* estando elles incoiumunica-
veis ou por ca?l!go em pri.-ao rigorosa. uao esl'io
inlsibidos de cornprai que qoizercui para ma
alimentafao e uso, nma vez que uao sejamobjeclos
prohibidos. Com este inulivo renuvo ao 5r. cou-
Mil as segurau^as de minba perfeita esiima e cou-
iJeratao.
Actos :
0 presideute da provincia, atteudeudo ao
*iue Ihe rei|uerou o alferes Joaj Carlo.- do Sou/.a
Santiago, do Latalbao n. 23 de iul'anlaria da yuar-
da nacional do municipio de Santo Anifw. e a
vista '> >|HM ii : in..:i o respcctivo coiuiiiaudaute
resolve nomea lo para preenchera vaga de alferes
iue existe na 4 iujmi>auhia do batalliao n. 24 do
0 presidents da provincia, de conformidade
.' .i a proposta do Dr. chefe de policia, n. i3ti-j de
1 do correnle, resolve numear para o cargo de
^lelegado do lermo de Goyanna o tenente do corpo
de policia Man k;I Agripiao de Moraes.
O presidente da provincia, a visja do ollicio
do Dr. chefe de policia, u. 1305 de 2 do cor.ente,
resolve coineder a Leodegario Correia de Oii
velra Andrade a exoiiericao que pedio do cargo
de dcle?ado do tenno de Goyauna.
0 presidente da provincia, a vista do oflicio
do Dr. ctiefe d.- polioia.n 13b"> Je 2 do corrente.ro-
solve exonerar o teneule do corpo de policia Ala-
ooel Agripio de Morals do cargo de delegado do
utujo de Papaeaca.
0 presidente pa provincia, de confurinidade
com a propjsla do Dr. chefe de policia em ollicio
n. 1364 de 2 do correnle, resolve suppnmir o dis-
iricto de subdelegacia de Harice, do lenii) de
itatube, flcaado o seu lerritorio I'erlencendo ao
1.' districlo do d i to tenno..
OfBcios:
Ao juizde direito da I.* vara. Prmle V. S.
-as iaiorma<;des r|ue Ihe forain pedidas, quanta ao
j'ecorso de gra;a inierposto pelo senlonciado Josd
Fraacfeco Carneiro Uotiteiro.
Ao commaudante do corpo de policia. Expe-
..a Vmc, as suas ordeus, aliui de que sejam substi-
("lidaspor outras as pwcas qi.o se achim desta-
<-adas em Gauielleii a, cuinprehondido o cabo que
as commauda.
Ao mesmo.Pode Vmc. engajar no corpo
-ob seu commando os paisanes Olympic Lopes da
Silva Gomes e Thomaz Gomes dos Santos Monta-
ulia, dos quaes tralam os seus otllcios n. 438, e*
H\0 de 1 e 2 do correnle.
3' tecQao.
Acto :
0 presideute da provincia, attendend> a ju-
forraacao do Exm. brigadeiro commaudante das
irmas na peii.-ao do almoxarife do hospital mili-
tar e a do inspector da Ihosooraria de fazenda, da-
i.ida de 2 de agoslo sob n. 737 serie D, resolve
abrir sob sua re>ponsabilidade o credilo de. .
oW5*860 a verba corp.i de saiide e hospilaes do
r.iiuisleriu da guerr<>, aaui de occorrer ao paga-
tuuuto de lavageiu e concerto de roupa, do enter-
ratuento de soldados e de outras despezas miu-
das, feitas no mesmo hospital e re'ativas aos mezes
de abril e maio ultimoj.
Oilicios:
Ao inspector da ihesouraiia dc fazenda.A'
vista do attestado em duplicaia que reinello inclu-
so, maudti V. S. pagar ao soldado da companhla
de cavallaria Jose v ieii a de Hello a gratilica.ao
^ue Ihe compete pela apprebeusao do deserior da
iiiesojo compauhia Francisco Ferreira Borges, se-
^'undo solicilou o Exiu. brigadeiro commandante
das annas em seu alllcio dalado de 2 do coi rente
i^eo n. 77!.
Ao mesino. Communico a V. S., para os de-
vidos tins, que uesU data inande destacar em Pes
queira do lormn e comarca de Cimbrea, 1 alferes
e 8 pracas da .raarda nacional para a mauutenrao
<1a ordem puidica.
Ao mesmu. -Communico a V, S., para us.de-
vidos 6us, que oor porbiria de luje f ji nomeado o
eidadao Igoaciu Kibeiro Leile adjuuto do promo-
tor publico d3 Floros, no tenno desse noine.
Ao mesmu.Tendo nesta data, nos termos
da sua informacao de 30 de julli i uUimo sob n.
mari-iha a proseguir ua exffcucao das ubras da le-
edificacao da casa que serve de quanel d is apren-
dizes artifices avulsos, nao devendo, porem, a des
riza com a conclusau das ditas obras exceder de
8S2446I, que reunida a quanlia de 5!)54GlK) ja
despendida com ellas prefaz a da 9:4483061, au-
torisada por meu aoJeOMKor em eflicio do 18 de
aovembro do anno passado ; assim o eoinmuncico
a V. S. para sea eoubeciinento e direc^ao.
Ao nie'in ., iwt-iiiit!o a \'. S. per e.i|iia.
fMra sou coibiccuuiMitu e diHida e.vtuUjao, a por-
taria desta data peli qual resolvi abrir sob- rainha
respoasaljilidade o creJilu le 5063361 a verba
corpo de sadde e luspitaes dj miuislerio da
Kuerra. pira occorrer ao pagameotu, ja adiantad*
pelo almoxarife do hospital militar, da lavaoeai e
concerto de roupa, do enterramento dos soldados
de outras despezas rriiudus relaliva" aos mezes
de abril e maio ultimos ; conforme solicitou o
Exm. bri gadeiro commandante das annas em seu
oBcio dalado de 2i de jullio ultimo sob n. 746.
Ao mesmo. Atieodeudo a sua iafonnacao
datada df 31 de Jolho findo sob n 700 serie O, e
49 flijfos w no uecreto de 30 de Janeiro deste aaau.
autoriso o inspector da alfandega a encarregar do
servii;o Am confereneias de algous otDciacs de des-
carga sob a immedi.iU inspeccao dos conferentes,
conforme golicila o mesmo inspector e.n ollicio
que devolvo, dirigido a V. S. em data de 28 de ju-
Iho Undo.
Ao taapector da thesouraria provincial.Al-
ten leiido ao que lequTeu o agente fiscal dos ge-
neros agricolas e.a Penxdo, ua provincia das Ala-
goas, Augasto Paler Cesar, maude V. S. dar-lha
mais 25* como augmneto da ajuda de cuslo ja ar-
bitraia por ihU presideneia.
S.' ucaitk
OfOcio :
Ao eugenheirn chefe da reparticao das obras
publicas. H>'coiu,'ii('u lo a Vine. (|uo expec* sua-
ordens ao engenheiro do districlo que compreben-
de a villa de Serinhaera, aflin de qno sein iierifa
de tempo sigt ate a piella villa, onde devera medir
o terreno e orcar a obra de uma casa para cscola
de inslruc;ao priinaria, que o Dr. Gaspar de Vas-
conc.dlos Menezes de Drummond e ontros cldadaus
pretendem construir.
Portarias :
Os Srs. agentes da compauhia de navegacao
brasileira inaudem dar passageui de I" classe por
conla do uiinisterio da inarinha, no vapor que se
espera do norle, ao official de fazenda Jose Fran-
c sco da Conceicao, e de 2J ao liel Carlos Augusto
de Oli vira Bastos, ambus coin destine a Bahia
Os rs. agenles da compau ia de n-ivvjiacao
brasileira mandein transportar a curie por conla
do uiinisterio da rnarinha, a ro do vapurque se es-
pera do norte, o official de fazenda Candulo X.i-
vier Mai ins, que segue a disposicao do quartel ge
neral da rnarinha.
Os Srs. agentes da companhia de navegacio
brasileira ilem suas ordens para que -cjam recebi-
dos a bordo do vapor que se espera do norte, e
tiMii-p-.riados a corte por conla do ministerio da
rnarinha. os imperials marmheiro*, Jos6 Francises
de Carvalho, Antonio Feruandes de Araujo e Jose
ntonio de Smza, os quaes seguctn a disposicao
do quartel general de rnarinha.
EXPEDIENTS DO SEI'.UKl"AttlO.
1.' secc-ao.
Odi-oos :
Ao commandante da divisao naval do 2" dis-
triclo. S. Kxc. o Sr. presidente da proviucia, leu-
do providenciado no senlido de serein transporta-
das no vapor que so espera do nnrle os ofneiaes
de fazenda Candido Xavier Marins e Jos6 Francis-
co da Conceicao e o Bel Carlos Augusto de Olivei-
ra Bastos, o primeiru para a corte e os dous ullimos.
para Bahia, e bem assim os imperiaes niarinheiros
Jose Francisco de Carvalho, Antonio Feruandes do
Araujo e Jose Antonio de Souza, os quaes tambera
se destinam a corte ; assim o man la communicar
a V. Exc, em resposia aos sous ofiicios datados de
de 2 do correnle sob na, 235 a 238.
Ao inspector do arsenal de inarinha. S.
Exc. o Sr. presidente da provincia. leudo nesta
data determinado que se passe carias de habilita-
cao para 3" machinists de barcos a vapor a Jose
Bernardino Pereira dc Bnlo Junior c Esaias Ber-
nardo de Oliveira ; assim o nnnda communicar a
V. S., em resposta ao seu oflicio de 2 do correnle
sob n. 680.
2.* sec^So.
Offleios :
Ao Dr. chefe de policia.O Exiu. Sr. presi-
dente da provincia manda declarar. a V. S. que
por portana de hoje, e de couforraidado com* a-
propusta de V. S. em oflicio n. 1,364, de 8 do cor-
route, foi supprimido o distiicto de subdelegacia
dc Carice.do lermo de Itambe, bcaudo o seu terri
torio pertoncendo ao 1" districlo do dito lermo.
Ao mesmo.O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda traii-initlir a V. S. o lilulo junto de
noineacao do teueiilo Manuel Aprigio dc Moraes pa-
ra o cargo de delegado do tenno de Goyanna, de
conformidadc com a .proposta de V. S. em ollicio n.
1,365, de 2 do correnle.
Ao commandante superior da guarda nacio-
ual de Santo Antao e EscaJa.0 Exm. Sr. presi-
dente da provincia manda declarar a V. S, para
os devidos lins, que por porlaria de hoje foi no
meado para preencher a- vaga de alferes da 4'
compauhia do baialhao n. 24 de infanlaria do mu-
nicipio da Escada, a que se achava aggregado, o
alferes Joao Carlos Jdo Souza Santiago, de quern
irala o seu ollicio de 28 do mez proximo pas-
sado.
5' secQuo.
Oilicios:
Ao engenheiro chefe da rc-parlieao das obras
publicas. S. Exc. o Sr. presidetle da provincia
manda declarar a V. S. que nesta data acaba de
autonsar o inspector da t* senlido de ser feito por ella u pagatnento das des-
pezas a cargo dessa reparti;ao, ale que eutre em
exercicio o respeciivo thesoureiro ; conforme soli-
citou em seu oflicio sob n. 287.
Ao engenheiro fiscal da estradt de ferro do
Recife a Oliuda e Beberibe. -S. Exc. o Sr. presi-
dente, da provincia manda accusar recebido o ofli-
cio de V. S., de 31 de julho ultimo, sobre as oc-
currences havidas nessa estrada de ferro depois
de sua-ultima communicacao.
Aoj Srs. Wilson Rowe A C.-Sirvam-se Vines,
roandar dar uma passagem de re a bordo do va-
por Cuzco. esperado da Europa, ate o Rio de Ja-
neiro, ao capilao da armada imperial, Carlos Bal-
thazar da Silveira ; correedo por conla do minis
lerio dos negocios da rnarinha a despeza do trans-
port e, que sera paga no tjiesouro nacional.
BXPBDIBNTE DJ DIA 5 DE AG05T0 DE 1873.
/.* secrao.
Oilicios
ao Exm brigadeiro commandante das armas.
Transmitto a V. Exc, para os lins convieates,
as iuclu-as alicracoes occorridas no mez de julho ul-
timo com o lenente do 9' baialhao dc infantaria,
Franci vindoinlerinamente o lug.ir de ajudanle de-urdens~
Aa presideneia da proviucia do Rm Grande do Norte.
- Ao mesmo. -Sirva-se V. Exc. de maudar por
em liberdade o recrata Jose Sercrino da Silva, vis-
lo ter provado ser viuvo e ter dous filhos me
notes.
Ao mesmo. -Dou sohjcio ao seu oflicio de
uoutem datado sob n. 772, declarando;lhe que o
recruta Manoel Francisco da Silva, cuja soltura
delerminei em olBcio de 2 do corrente, e o mesm i
que coin o nome de Manoel b'raociseo de Lyra Ih s
foi renietlido pelo Dr. chefe do policia uo dia 18 de
julho ultimo.
Ao in-pector do arsenal de inarinha.Tendo
retalvido que o menor da compaohi3 de aprendi-
zes niarinheiros, Clemenlino Pachicu Teixeira de
Olive.ra, seja Iransrendo para u:na das vagas cxis-
teutes na de edu^-andos do ar-enal de gueira, ex-
peea V. S. suas ordens nesle senlido, f.izcndoo
apresenlarao director d'a juelle istabelefimento.
Ao director do arsenal de Riierra O ins-
pector do amenal de inarinha mandara apresentar
a V. S. o menor ClenMntiao Pachoco Teixeira do
Oliveira, ttl.ii de que o faja alblar na vaga exls-
teute na compaohia d; educandos desse ar-
senal.
- Ao conselho de cempras do arsenal de ina-
rinua. -Autoriso o conselho de compras de mat i
nha a promo ver o fornecimeuto dus objectos do
material da armada, mencioaalos om sen oflicio
de 28 de julho ultimo, os quaes sio precisos para
proviinentu do respeciivo almoxarifado.
2' secfdc
Aetna:
O presidente da provincia, atteudando ao que
requereu o lenenlo quartel mestre do corpo d. S
de cavallaria da guarda nacional do municipio dtf
Brejo, Manoel Joaquim Alves dos Sautos, e a vista
da guia langada na respectiva paten to, resolve
que seja o mesino tenente aggregado A I' com na
ulna avul-ta da cavallaria do municipio de Olio-
da.
O presidente da provincia, alien lendo ao que
requereu alferes da 8- companhia do 1* baialhao
de infantaria de guarda nacional do municipio do
Recife, Lydio Mariano de Albuquerque., o ao quo
inf'Tin.'U o cominandaitle superior resp'ctivo. em
oflicio n. 655 de 93 lo met proximo passado re
solve que se the de a guia, de one trata ai t. 45
do decreto n 1130 de 12 de marc-i de I853, para
0 de Goyanna, oade passou a residir.
O presidente da provincia, altendendoa pro
posta do commandante inlenno d > Lalalhiio n. 9
de infantaria da guarda nacional do municipio de
Olinda, quo veie annexo ao ollicio do commandan-
te superior respeciivo, de 2 do correnle, resolve no-
mear, de confonnidade com o dispo-to no art 48
da lei n. 602 de 19 de srtenibro de 1850. o 1* sar-
cento Join .lo-.'' da Silveira para alferes da 4' com-
panhia do baialhao a que p.irlenc*.
O presidente da pwvincia, a visla. do ofUeio"
do Dr. c efe do policia, n 1344 de 3C. do mez pro-
xim i passado, re-olve declarar scm effeUo a porla-
ria de 29 de maio ultimo, qno ex >neroii o alferes
Lau-i.'uiu Felix de Oliveira Luna do cargo de ilelo-
gad> do tenno de Floresla, e noinuju piradito
cargo o capita j Fernando Paei&oo de Aguiar Mon-
larroyos
O presidente da provincia, de confonnidade
coin o disposto no art. 1 % 7 ia lei n. 2013 do 30
de sctembro de 1871, resolve nomear o cidadao
lgnacio Ribeiro Leite para o cargo de promotnr
publico da comarca de Flo-res' no tenno de ignat
nome.
Offleios :
Ao Dr. chefe de policia. -Com a inelusa co-
pia da informacao, ministrada pelo Ram. brigadeiro
commandante das annas era oflicio de honiem
datado sob n. 783, rcsnoii lo ao de V. S., julho proximo findo, acompanhado de copia do que
1 lie dirigira o sulidelegado da freguezia da Boa-
Vista, rclativamente aos actos oriminosos pratiuados
pelas pracas do deposits e invalid is ua Soledado,
suas immediacies.
Ao commandante superior do ReeMe. Mande
V. S. dar ao alferes Lydio Mariano de Albuqusrquo,
do 1 baialhao de infantaria da guarda nacioual
deste municipio, a guia de quo trata o art. 45 do
decreto n. 1130 de 12 de man-ode 1859 para o
de Goyanna, onde passou a residir.
An commandante superior d > Itrejo e Cim-
bres. Mande V. S. destacar em Pesqueira inais 8
pracas da guarda nacional sob o seu commando
superior ao man do de I alferes.
Ao juiz de direilo de Buique. Em resposia
ao ollicio de Vine, de 28 do mez -troximo passado,
lenho a louval-o e ao tcnonle Joao Fires Ferreira
pelas niligencias feitas para a caplura de erioii-
nusos, esperando que coniinuara a esfor^ir se pa-
ra capturar laes crimincsos.
Ao promoter publico da comarca do Buique,
ManOel Turiano dos-Rei? Carapello. Em rosposla
ao ollicio djj Vmc de 14 de julho Undo, teuho a di-
zer-lne qCf- '. visU da informacao do presideale
da camara desse municipio, foi regular a reouiao
da ine.ona camara em sessao d'aquella data, por
quaulo a convocaciio foi foil* do acordo coin a ei,
e so ha incompalibilidade em servir oiiJmitam-mi)
na inesma sessii) dous cunh;id>s, no* tennes do
art. 23 da lei do I de outobro de 1828, expflcada
pelos avisos de 6 do novembro de 1833 c 18 de
tnared de 1861; o que uao verilicou-se, vislu :omo
a referida sessio nao foi presidida pelo vereadur
mais votado, quee cunhado de um doi outros vo-
readores.
Ao commandamc da corpo do policia. PuJe
Vmc. engajar, seodo idoneos, no corpo sob o scu
commando os paizanxs Fraoeisc j Lniz Cabral e
Manoel Antouio dos Sanlos, dus quaes trata o seu
officio n. 444, de hoje dalado
Ao mesmo. Expeca Vmc. as suas ordens,
alim de que o deslacamenlj do corpo sub o seu
commando, que se aeha em Pesquera, siga para
Alagoa de Baixo, onde llcari adisposiriu das res-
peclivas autoridades policia'-s.
3* tecriio.
Acto :
O presidente di provincia resolve coneeder
tres mezes de lieenoa com o respeciivo ordenadn,
para tratar dc sua saude, ao 3 esci ipturano da
recebedoria de rendas internas A. Oscar de Oli-
veira Vianna, a vista do atlestado medico que ex-
hibii i, e da informacao do inspect >r da thesoura-
ria de fazenda, datada de 2 do corrente sob u:
134.
Oilicios:
Ao inspector da-lliesouraria de fazenda. -
Tendo em vista a informacao junta em duplicaia
que transmitto, inande V. S pagar aos empreza
rios da illutuinacao a gaz desta cidade a quanlia
dc 29J700 reis, imporlancia do gaz consumido
durante o trimestre dc abrH a juaho proximo findo
no quartel da companhla de operarios inilitares
do arsenal de guerra ; conforme solicitou o di-
rector inlerino daquelle arsenal em seu ollicio de
honiem sob n. 460.
Ao mesmo. -Em solucio a duvida contida
em seu oflicio do 31 de julho ultimo sob u-. 7u8
serie D, lenho a dizer-lhe quo os negoctantes S
Power J-hnston i (1 nao maodaram vir da Eu-
ropa por conla propria a machina de fazer para
fusos, porem em virtude de encomiueudaa olias
feita pelo inspector do arsenal dc raarinoa, cum
destino a respecliva ollicina de machinas ; pelo
que, considerando V. S. o dito objeclo como tendo
sido i.nportado por conla do Estado, sirva-se de
dar suas ordeus ao iuspeclir daquella reparlicao
para que cousinla no seu despacho livre de di-
reilos, conforme ja deiermmti em ollciu de 7 de
jullio proximo Undo.
Ao mesmo. Mande V. S. retevar a Joio
Guedes Aicoforado da mulia em que inconeu
por nao haver declarado deutro do prazo legal
a venda dos escravos Antonio, Marcelino, Eslevao
e Cosine, e sobreos quaos versou a sua informacao
de 2 do corrente sob n. 796 serie D, a qual veiu
annexo o requcrimento que Ihe devolve d-j refe-
rido Joio Guedes.
- Ao mesmo. -Tendo de sahir breveineatc a
corveta Vital de Oliveira para conlinuar os tra-
balhos da comimssiio de sonlagera desie porio
ale o d) Rio de Janeiro, tevando a seQ bordo pane
da couiiuiisao cabo eiectricto submanuu, ao commandaale da
mesm.i corveta maude V. S. ealregar sob minha
responsabilidade c a vista da couimunicacau que
trausiuitto por copia, doJ<|uartel general da rna-
rinha a quaulia do 12:000/ para occorrer as des
Siezas uxtraurdiuarias daquella commissau; cou
trine solicitou o chefe da divis,ij naval do 2
districlo em seu offieiu de honiem datado.
Ao mesmo.-lufonue V. S coiu urgencia,
de hoje ale au>auha, qual a reuda dos imuoatos
no ultunu exBrcicu, arrecadada nas ca.uaras de
But Vista, O.iricnry o Cabrob6
Ao mesmu. Communico a V. S., para os
Ons couvcnicitcs, que em data do 2 corrente lo
nomeado pelo Exm. bispo di-icesauo o Kvd. Joao
lgnacio de Albuguerque vigario cacommendado
para a freguezia dePajeu' dn Flores.
-- Ao inspector da thesouraria provincial. -
AnciuiuJo ao que solicitou o command hie do
corpo de policia em officio de hoje sob a. 443,
autoriso Y. S. a maodar abouar uiu met de von
cimantus a 15 prajas daquelle corpo, que vao atig*
mentar o destacament) da cilalo do Goyanna,
assi.n comu a 6 que tainbem vao augmeaUc o
da cidade de Caruaru', tudt a cuutar do 1* do
corrente.
Ao mesmo.Remetto a V. S., para ^er Ic
vrado o co.n|tetente lermo, a copia do act) desia
presideneia que undiflca o euntraotu celeirado
com o Barao da Soledade cm 13 de julho de 1871,
para a eoosiruccao da eslrada de lerro do Recife
a Liuweiru.
Ae biesmo Em vista da relagao e pret
juntos em duplicaia que in.; i-iMiiotleu u eommau-
Janie superior inlerino do munijiuiu do Bouilo
com ofHciu ile 3 do corrente, mande V. 4. pagar
a Mauitel R idrigue-t da Silva -Nery "a quanlia de
49J/J28. pcuvemeule dos Veiicimeiilos de uma es-
colti da guarda nacional que daquella villa wi,
coiidmiado presoj de jusiicwi para esta capital.
- Ao iiKsmo. Infonuo V S. cum urgencia,
dc hoje ate aaiaahaa, einquauto imporlou a reuda
de iiapostos das cumarcas de Boa-Vista, Ouricary
e Caoroho, arrecadada no uliimo exercieio.
4." seccu).
Ao Exm. e Rvm. bispo dioce*aao. Accuse
rjcebjpVo o ollicio de V. Exc. Ruu., de 2 do cor-
icnte,.,* lieu iuloiralo de haver sido numeado
napaeiB data o Rviu. Joao lgnacio de Albuquer-
que Jwano eucommendado para a freguezia de
PajtqHe Flores.
-^kn Dr director geral inlerino di iusiruee/m
publitg.-Eiu resposia ao ollicio dc V. S., de 2|
do corrente, teuii.i a dizer-lhe que auloriso-o a
lemettir o recurso inierposto da decisao do on
seHwdjpireclor pelo profess.ir de iuslruc^ao pri-
inaria.da freguezia da Bia-Vista, Sunplicio da
CruzMbeim, ao.baeiiarel Alvaio Uchoa Cavalcaule,
que presidio a sessao do julgamenlo du mesino
*-*"*|Mf aUm de satiafazer o despacho laueado
no relfhdu recorso.
Ao pro-presidente da camara municipal do
iuiqjgO.E ii resposia ao seu oflicio de 16 de
jullirTfiua., teuho a dizer-lho que foi regular a
convieacao feita por Vine, para a sessao dessa
camara, que tevc.lugar a 14 desle mez, merecendo
" approvacao desta pre>idoucia o seu prucedi-
menlo.
PoTtaria :
A'eaoiara uiuaicipal daciJaleda Victuria.
Reinello a camara municipal da cidade da Vic-
toria a pelican de Luiz Jose da Silva Cavalcanti,
que se refcre o seu oflicio do 24 de julho Undo.
5.' sdcquo.
m
Dc.l'e.
prc-idente da provincia resolve n > n.ar
o DrWedro de Ath.iyde Lob Moseoso pajra inspec-
ciouar^> engeuheiro ajudante da repariicio das
ubras publica-', Mauoel L Mtreucu' dc Mattes, que
requureu seis uu'fes dc liceu;a pw o.-uf soireiilo
de diabelis.
Odlcios :
Ao Dr. Pedro dc Aihayde L ibu Moscoso.
Tendo por acto desta data nomeado V. S para ins-
peccioaar o eugeniieiro ajudante da reparii.ao das
obras publicas, Manotl Loureuco de Hallos, que
requereu 6 mezes do liceuca per estar solTrendo
ha mais de u:n anno de Jrabelis, assim udeclaro a
V. S..para seu conliecimenio e tin* coiivenienles.
Ao piesidenle da juula de e.iiiucipaeao do
muniVipio de Tac.iratii. Appi**vando a resolucio
que toutou Vine. Je inarcar o dia I) d> corrente
para a reuuiao da juula cia>silloadora dos escra-
vos, a qual, pelos mouvos allogadu.. em sen oilicio
de 19 Je julho ultimo, nau pode ler lugar nos
dias aiileii irmenl! d'Si^n a los por Vine, lenho a
diz'er-lhc que deve quanto autesolflciar ao promo-
tor da com irc.i para naatear foma o luiislitua,
caso nau pbssA compareccr.
EXI'EDIBKTi; DU SEialLT\1!UI
1.' sccgno.
QUkiO :
Ao director dj arsenal de guerra. -Cominu-
nice a V. S. para of devidos eil'eilos, e de ordem
de S. Exc. o Sr. presidente d i provincia, que nes
la data i.di.riuu se :i thesouraria de fazenda no
m:i In de ser salisfeita a conta du am c durante o iriuidsiro de abril a jun.io tiudu, no quar-
tel da eojopaaltia du operarios milrtares desie ar-
senal, cunformo solicitou V. S em seu o!li;;o de
honiem dalado sob n. 460
*** secQiio.
Offleios :
Ao Dr. chefe de policia.O E-iin. Sr. presi
d -nil.- da provincia manda declarar a V. S. que
ne.-It data seexpc.lio ordem ao co.uuian laal: su
perior da gmrda nocioual do municipio do Brejo
e Cimbrcs para destacar em Pesquetn mais 1 al-
feres e 8 pracas da guarda nacional, seguindo para
Alagoa de Baixo, a disposicao das autoridades po-
liciaes respeetivas, o de policia, que se acha ua-
quella localidade.
Ao mesmo.0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia mania declarar a V. S*. para os de.idus
lies, que por porlaria do hoje foi declarado de
nenhuiu effeito a du 29 de maio proximo pa lo, quo oxoiierou do cargo de deb-gado do lermo
de FloresU c alferes Lturia 10 Felix de Oliveira
Mello, dffTonforuudade com o olihio de V. S. a.
1,314 de 31) do mez proximo passado
Ao commandante superior di Olinda.-O
Exm. Sr. presidente da proviucia, in m I a declatar
V. S., que por portaria de hoje foi mandado
aggregara eoinpauhia avulsa de cavallaria do mu
uicipio de Olinda u teuenie anartel meslre do cor
pu n. 2 da dita anna do Brejo Manoel Jua^uim
\lves dos Sanlos.
Ao mesmo. -0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, manda declarar a V. S., para os devidos
dus, que por portaria de hoje foi nomeado alferes
da 4' compauhia do 9 batalliio de infantaria da
guarda nacional desse inuuicipio o sargento Joao
lose da Silveira.
Ao commandante superiur inlerino du muni-
Hpiu do Buniio. 0 Exm. Sr. pre-ilente da pnm i-
cia manda declarar a V. S. que uesla data acaba
de oxpedir a convenieule ordem a thesouraria pro-
vincial no senlido de serem pages a Manoel Kodri-
gues da Silva Nery, os veaciiasalus da esculta da
guarda nacional, de que trata o seu oflicio de 3
desie mez.
Ao juiz do direito de Floras.0 Exm. Sr.
presidente da provincia manda decJarar a' V. S.,
para os devidos fins, que por p >rtafle de hoje foi
nomeado o cidadao lgnacio Ribeuo Leile, por V. S.
indicado para servir de adjuncio d > pro.uotur pu-
blico de Flores, no' tenno deste nome.
- Ao coin:iandautJ do corpo de policia.-0
Exm, Sr. presidente da provincia mania commu-
nicar a V. S. que acaba do auiorisar a thesoura.
ria provincial no senlido de serem feitos os ab. nos
de que trata o seu oUcio de hoje sob n. 445.
5' sccpio.
Oflicio :
Ao gerente daconipan'oa peruainbucana. -De
ordem de S. Exc. o Sr. pre.-ideaie di provincia
mande V S. dar passagem por conta d > inujisto-
ri.i da juslici, a prou. do i." vapor q.ic s o presidio de Fernando do Xoroilba, a Uer.'ulana
Maria da Cooeeicau e E>lcvao, niullier e liliio de
Bernardino Jose Vatricio, o qual vai alii cumnrir
sedtenca.
- Ao mesmo. De ordem de 3. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia tuaado V. S. dar passagem
por conta. d i m.uisloi io da juslica. a proa do i.
vapor que soguir para o presidiu de Fernando de
Noreaba, a Fraacisca Eulalia da Silva Chavcs, Jo-
se Miguel da Silva Chavcs, Vaieuliaa, lgnacio e
Cifhariaa, muliiji, liliio, escravo e cria do Jose
Ferreira da SUva CUaves, u ia val alii cumprir
santenca.
OKSPACJJOS DA PaSSIDSNClA DE 17 DE OlTUBttO
db 1873.
Adriaao da Siiva Faria De se.
Amsrico de Sa e Albuquerque. A* vista da in-
formacao da Sr. inspector da Ihesouraiia de fa-
'.I'iida, nego proviinneule ao recurso inierposto pelo
supplicanle.
Jose Francisco de Paula. Satisfaca os roquesitos
lejtaaa.
Cap.lio Jt com oflicio desLi data a thesouraria de fasenda.
Joao Pereira de Araujo Cardoso e W. J. Lindsey.
Passe portaria com as restrircues de que Irata
o engenheiro chefe da reparticao das obras publ'
cas em sua inf Tinacao
lasd servulo de Berja Buarque.-Como reqner.
Joao da Cunlia Suaits Guimaraos. Deferido
com officio dirigido nesta data au engenheiro chefe
da reparticaa dus ubras publicas.
Tenente-coMiiei Joapiiin Cavatcanle de Albu-
querque Hello.--Fomecase.
0 mesmo. Idem.
Bacharel Maiuel dc Siqucira Cavalcanie.Eu-
caminhe- ie.
Secrelaria da |ire.-ideir.-aa dc Pernambuco, 18 de
outubro de 1873.
0 porteiro,
Stluino A. IMrignti
C'oiumauilii superior.
QUAIITEL DO COMMANDO* SUPEIUOK INTEIUSO DA
GUARDA NAC10.N.VI. DO MU.tlCJPIO DO RECIFE,
17 DE OUTUBRO DE 1873.
Gnkiu do dia 131.
Para que tenha a devida exe. u.ao pubiice o re-
sultadu da in-pec^'ao de s.iiiile, a que se procedeu
nesta data, tia secretaria desio com.naudo supe-
rior.
i baialhao de arPI'iaria.
Capitiio Jj.io Paulini Marques, iu:apaz do ser-
vi&> active. .
Capitlo Io.io Luiz Marques Junior, incapaz do ser-
vicn activo.
Capiiao Mauoel de Souza Cirdeiro Simojs, Ju-
nior incapaz do service aclivu.
1" baialhao de iiii'aiitaria
Capilao Joaquini de Sa Leiliu, iucapaz do servi-
ce activo.
2 bal illiao de infantaria.
Tenento Joiquim Nicolao Ferreira, incapaz do
survico activo.
8 batalliao de infanlaria.
Capilao Joao Francisco Ilj.nelerie Porltlla, inca-
paz do service aclivo
' Alferes Mauoel Jjsj Daulas Junior, incapaz do
service aclivo.
Rodolpho Joho Basal a de Almeida,
Coronet commandante superior inlerino.
Ili*j.i'li;...i tin pulicia.
t.' teec^ao. Secretaria da policia de Peraambucu,
18 de outubro de 1873.
X 1766.lllm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que, feram reculhidis hontem a cua de detencao
os iudivlduos seguiutes :
A' minha ordem, Antonio, es;ravo de Jose da
Cola Bispo, c Muio.'l, escravo de Man>)el Pereira
da Sil.-a Lins, per andarem Tuptflos.
A' ordem do Dr. juiz do direilo das execucoes,
Manoel Aureliann Cavalcante e Henrique Cardoso
da Cruz, como senieneiados.
A' ordem du sob Iclegado de Santo Antonio, Vij-
ler, escravo do Barib tie Nazareth ; Goncalo e
Antmia, escravos de Antonio Francisco Pereira
da Lyra; ll;rcnlan>. Joao e Francisco, escravos
do Ahlbnfo Ma halo Pereira Vianna Junior, a re-
qaerimeiito dos respociivos seahoces.
Por offleios de II do corrente, ominuiicu-me
o delegado Jo B toi Comellw qne, no dia 9 Ibram
recolhidjs a resjecii-a cadeia Vicente Ferreira da
Silva o lola Brasilia.) dos Santos, preso em fla-
grante, pur eiira; de fnrtu de cavallo;; e que, na
relerila data de II, resollu*ra-sa a pri-ao Floren-
tin i Bezerra Lrfto, pronuueiadj alii, c-im) incurso
uas peoas do art. 2tiu du codigo criminal, aUm de
(rat ir de sua defeza.
Na mesuia data, declarou-mo o delegado de
Goyanna que, reinit!i!ra au respeciivo Dr. juiz
municipal o iaqoerlto policial que fez contra Seve-
cino Francisco Carneiro, por enma de ferimentes
(eves'.
Em offleios du 14 deste mez, communicou me
o sub lelegad > d i villa de Itambo qoa pelas sete
horas da manha do dia anterior, naquelle distric-
lo, Manoel de til lerio com um lire a Antonio Jo-
se Maciel da ttouha; que procedeu ao competenle
inqueritu e o ivm-ttera aj Dr. juiz municipal do
term).
Que no dia 9 remetteu an mesino Dr juiz mu-
nicipal, o in piento policial a que procedure, sobre
o facto dos ferimentes praticados na pessoa de
Francisco Rasgade ; deixando de fazer o inquuri-
to sobre n assa-sinalo do major Henriquj de No-
ronha Fanas, por haver o referido juiz tornado
ceuheciinento do facto.
Fiualmenle, a ordem c a tranquillidade publicas
uao soffieram alteracao.
D ;us guarde a V. Exc. lllm. e Exm. Sr. com-
nieudader Henrique Pereira de Lucena, dignissi-
mo presidente da proviucia.0 .chefe de policia,
Antonio Francisco Corn-in de Araujo.
INTERIOR.
I'arnhvha.
DISCUUS'S CnONL'NCIADOS POH oeCASI.lO DA RBCEPgAO
DO EXM. Sa. COXSKI-IIKIil )mOOO VKLHO CAVA|.CA.N-
TK OE ALBUQUSUOl'E.
a Exm. Sr. couselheiro Diego Velhe Cavalcante
de Albujuerque. -Coubeme a houra de dingir
neste memento a palavra a V. Exc, em nome dus
cemmercianlesdesla praca, a cuja classe me orgulho
tainbem de perteuccr.
Aqui reuaidos, fonnando uma so familia, vimos
para curaprimeutar V. Exc. e sua Exma. consorte
pela foliz chegada a terra natal, e ao mesino tempo
felicita-lo cumo verdadeiro athlela do progresso,
que se It in esfor^ade por dotaresla provincia coin
o caminho de ferro do Cunde d'Eu, concedidopor
decreto do governo imperial a V. Exc. e a mais
dous'dislinctos cavalheiros.
0 tempo e o direilo vencerao afinal, e a.pro-
vincia em breve altingira, ?cra duvida, alto grao
de civilisac^e e prosptridade.
E'. pois, com muilo prazer, que os commercian-
tes desta pra^a demonstram grand j alegria s
congratulam com V. Exc. pelo successo I'cliz com
que ha de ser coroada essa gigautea empreza, da
qual torn sido V. Exc. um activo e forte defeasor.
Nem senqire a melhor id6a pode dispor de meios
para rcalisar seus resultados ; e muitos proje<-tos
bem concebidos teem morridu no bergo por nao
lerenr rwebido benevolo inlluxo dos supremos po-
dercs. Felizajeulo a Parahvba, em virtude da lei
geral do garantla !Obte aminhos de fcrre ulti*
mamenie sanccion ula, cscapara, com cerieza, des-
ses axiomas terriveis e esterilisa lores, e muito
breve ha de alcancar lie util e proveilosa con
qoista; que, levantando sua renda annual fara
alim de iunu.ncras vanL.ge.is, augmentar as fer-
tunas particulares.
Ropreseniando, pois, a comraercio com a mdus-
iria e agrieultura os interesses maleriaes da pro-
vin -ia, uiu podiain os cem.uurciantds de.-U praca
pcrmanecer indiffcrenles a fenegada de V. Exc. a
este abencoado selo, e por >;so veom om oorpora-
c*o patentear o seu jubilo o sincera gratidao por
ler V. Exc. com acrisoiade palriolismo consuls-
tanciado a .idea do dito caminho de ferro, que, sera
ceiitesiacio, libertara o cummercio e agrieultura
desta mesma provincia do estado de airazo a de-
cadencia pronuueiada, que V. Exe. vem obser-
var.
E por motives Uo Justus e nobres, os commer-
ciantcs desta mesma praca assas reconbecidos a
V. Exc. por tao grandioso euipenho, padasn per-
missaa para com todo o enthusiasmo sauda-io e
acnnpaiiha lo ate a casa qne, se ac a dcslinada
para sua resideucia ; olferecendo uesU occasido
com tola a espuntaueidade de curacio os sens
services a V*. Exc. c a sua Exma. consorte. Pa-
hyha, 10 de outubro de ls73.Anlonh it Souza
Carcilko. u
lllm. e Exm. Sr. consellieiro.=Em nome dos-
artisias, a cuja classe perlencemos, vimos aqui rcu
mdus apresentar respeiiosamsnle a V. Exc. as nos-
sas sincera* homenagens c felicilaeoes pela pros-
pera chegada de V Exc. e de sua virtuosa coa-
norte.
A Parahyba, Exm. ?r., se desvauece, vendo re-
eolhidn ao scu seio um dos seus representaates
mais distinctos pela posira >, inlelhgeacia e patriw-
tismii, come o demoustra este regosije publico o
esta testa popular, proinovida espontaneamento
pelo corpo commercial desta praca.
E nos, pobres artistas, que ocooheceinos em V,
Exc. esse representante digno, nao so por seu ele-
vado merito, mas lambem pelo uobre einpenhoqne
lem inostrado no interesse de realisar a mais vic-
lal e palpiiante ncccssidade de sua terra natal,
nftopodiamos deixar de a*sociar-no* ao commercio
ua inanifrsiaeao desse jubilo, qne traosparece no
scmblaute de todus que ceream e saiidam a V.
Exc.
A lei geral que acaba de ser prcmulgada ga-
ranlindo vias-ferreas as provincias que se acharem
nas condicues de realisar o lucro liquido de 4 i*
consolidou a uniao dos brasileiros cm um so pea-
sameule de familia, e Irouxe aos parahybanos um
lien -lire inlluxo de felicidade.
Agora, Exm. Sr., ja nao e Ifclto duvidar da rea
IjsacAo do caminho de ferro Cunde d'Eu, de caja
empreza & v. Exc. uw dos mais esforcados con-
cessiouarios; porque eslamcs intiiuameulc cou
vencides que uenbuma outra provincia podera ot-
fcrecer relativamente maioics lucres, que a Pa-
rahyba, desde que realisar-se a idea generosa con-
siguada na beneflca lei do estado.
Desde ja auieveinos qne a agrieultura, a indus-
trial, o commercio, as artes e offleios, assim como
lodes os elemenios da riqueza publica e particular
tomario mais amplo desenvolvimento (azendo des-
pontar brevemenle no horisonte da Parahyba uma
nova era de progresso e civilisaciio.
Eis, Exm. Sr, o sonho dourade que alimenla ba
muilo Tempo a no-sa imaginacao, mas quo se des-
vauece au despontar d eada dia no meio da iner-
cia e pobreza em que "ivemas. '
Mas a i meio de lao risonhas esperancas um pen-
sameu o nos assalta, e c que em um paz novo
cumn o nosso, uma provincia rica como a Parahy-
ba nem setnpre e eslutiada e apreciada pelos altos
poderes pu licos I E, portanlo, Exm. Sr., aio
bastam as vantagens quo offereceinos sobre outras
provincias ; sim, nao basiam a ubordade do nosso
solo, a riqueza da nosa lavoura, a superiondadu
dos nossos proJuctos agricolas para que s>jain sa-
lisfeitas as nossas aspiracoes e realisada a via-
forrea, sobre a qual o vapor, esse gingautesco
agente mecanico o devcra aproximar as dislancias
e facilitar os transports dos nossos rices productos.
Quanta] vezes aquelles que mais merecem,
viicni se obrigados a recuar diante de iremondos
obstaculos para expiar cum lagrimas inergas a fa-
llid'idede Proiuclheu 1 !
E nes quasi que cstairios neste caso, amesquf
nliados por uma fatahdade quo lem cnlorpecide a
ma/ca regular da provincia.
Perdue V. Exc. a humilde classe dos arlislas,
se ella e a menus competente para uma manifes-
la.ai laesolemne ua projeflca du iniciador da'idea
que almejamos ver de prmnpto realisada. Nao
somos homsiis de letlras e nem de fortuna, somos
Ignorantes artlstas, cujas appreheusoes toWezja
nao leuliam hujo o menor fundamenlo ; mais creia
que somos interperles fleis das emo^ocs em que
se anha estremocida esta populacao, apezar dos
dusgostos que pesam sobre a classe de artes e of-
ficius que lenios a honra de represenlar.
Assim, pois, vimos incorporados render homo -
nagem a V. Exc. |>elo muilo que ja lem feito como
prumolor esforcado da empreza do caminho de fer-
ro-Cou Je d'Eu,e ao mesmo lempo pedir a V.
Exc. que nao descance sobre os seus ja colhidos
louros, emquanto nao vir realisada essa gigautea
empreza, que deve servir de principal ponto do
apoio a provincia em sua futura prosperidade.
A visila de V. Exc. a esta provincia e de nmi
subilu alcance c produzira por cerlo resultados al-
tamenle proiicuos.
Nao e uma homenageui meulida a que manifes-
tamos a V. Exc. neslas toscas palavras, 6 antes a
expressao singela de- uma conviceau profunda quo
revelamos a V. Exc. que vela solicito pelo bem es-
ter de seus patneios, e sabe comprehender as suas
mais vilaes uecessidades.
Sim; V. Exc. vem hoje conhocer de perto .as
nossas chagas, attender os nossos reclaiuos, ex-
plorar os uossos recursos e proiuover o progresso
da provincia, visto como ja cunhecc de perto a
amenidade do seu clima, a.pujan;a do seu solo, a
fertilidade de suas zmas agricolas, o vi^o desua.
pasmosa vegetacao, a corrente dos seus rios, a ri-
queza de sua espleudida nalureza e linaluienio-
todus os ibesouros que Dcus com profusao nos
prudigalisuu-
0 fazer bem, Exm Sr.. nao e someirie lancar
semenle no cauiinho das boas accoes, e lambem am
meio ue perpeluar os triuiimhos de uma boa vi la.
Avanle, pois, e a historia ua Parahvba reacrvara a
V. Ex., como filho beneuierito, uma das suas mais
di-tiuctas pagmas. Prosiga V. Exc. na graddiosa
obra que lem era mira, que em breves tempos te-
reuies o gosto de ver a nessa terra sjbresaiur era
imporlancia a par das graudes provincias que pre-
dominant iieste vaslo cunliuente do impeno ame-
ricano, a frente do movimenlo eivilisader.
Digne-se, pois, V. Exc. acolber benigno os pu-
ros seiiii.n.uios que acabamos de nuuifo-Ur,
bem assim os sinceres voles que a claise dos ar-
tisbts ren le hoje ao Todo Poderoso pela feliz che-
gada de V. Exc. n esta sua nroviucia natal Para-
hyba, 10 le outubro de i873. Vicntte Gomes Jar-
dim, orador. Manoel do Nascimento Itcxa. Jute
dos P^ssos de Carvalho Seni-r. Trajano G met da
Costa. -Joio Pereii-a de Oliveira Feitosa. Wcardo
Antoni' Luiz d Rocha. Francisco J si dot Passou
S iu. Bernardo Xavier Correi. Joao Feruandes d S' thi Mellu.Manuel Gn> cs de Leuit. Joio /)-
cisc do Nascimento. Aatunio Coelho de Helta.
Josi Lucio dr Vaseoncdlos. Duntel Rufino Co-
queijo.
DISCUllSOS I'ttOKU.XCIADOS I'MOt BAS COM-
ntssoiis ue .negucian r.:s e uus i:\ixsiaos, NO ACT )
DE CUUPRlMENTAll AO o\.\I. SR. CoXaKLlIElUO DI
VKLHO.
c iilui. c Exm. Sr. No meio do mais vivo en-
liusiasui i o povi desta capital .-e couvruce da rea-
lisada > do caminho de ferro Grade d'Eu, de coja
empreza d V. Exc. um dos dignos eoncessionanos,
palcnlearulo pela alegrh que transluz em todos os
seiublautes haverem-sedissipado os receios deque
se achava possuido pela caducidalo do prazo que
fdra conce lido om 15 de dezembro de 187.1 para a-
organUacao dessa ciupreza que muitas vaula
uus promelte o imruensos lucres vira o.U a a'i-
l.i'.i'.
-

MVTILrDO

**>.


JM*^_
i.
u ..

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otl M\ Oilrt'il )u
l/MjjptfMibu
-~ ^guilds
foira
Sal
to e-te i|uo love In;
riti, reanima ram-so
parJidas as esperatu
tea e m*fe S'ada a(p!
0 corp) legHa'ivo
trada de fern do- cada provincia
palmonte pel:; viuda J< V
lusto o, pois, o fiili
ve be.a pros! mi o eng
vlueia, cujo commerc
ra doliiha-se. a olhaj
eompeteules se eomm
estaoo, qae felizment
J?nn parta da pouil.
-tppelli'V.1 dc coimiB
' arostp i
uono to lo ja tinharh
itruc.al da viaTfer*-
pela garaatia- que
concoler a.unu es-
jm) o prineL
1 semelaailtO
tomar a'
3' demineiaeao.
Com a chfKada das dignos engonheiros Manual Us g.iv.irk As u4> Vidyliuu tori Ijjjfcaijii ii'iii !___
Umhadai hidtWWuTglSk* T\(W
ajMteftfwi totiauk'ftiliaiu t
yBr.tir.W4y:.Ni,..vvil M.,ri. Fra
3.'
ceilo, 0 oi u csiado'
kitomatros da es-
Lia-
i de
i ea.'**...|
que se
e cujo
fim etavestfjur c^Prine^ ,,,,,, linm(MU;W nu
teriaes e ralolloeluacs la pr:>via<-.,a, eompar il!i;ia-
do desse enthusiasm, <. uxiiltml) do prazer, re
sulven raaAfc\WiiJ erti eoivnis larsa com V. Ex a. e (elicit ih nor sin prospcra
viayeRMk }Mi*o-fyU* aeontocinwnto.
' A commissiao, portanto, llel interprcle dos senli
tnentos dos seus eonsoeios, vo:n trazer ao conhe-
cimenio de V. |}xc a sua deliber.K.ao, curaprindo
assim com s;iaim ) ?ra adio o tea mandato.
Parahyba, em lido outubro de 187:1. lllm. c
Exm. Sr. coaselheiro Diogo -Vcllio Cavaleante* de
Albuquerque. An'onio Dial Pint: rolator.
a Parahyba do Norla, 12 de o!ilubro de 1873. -
lllm. e Rxni. Sr. cansclhciro Di cant&dorAlb'ijncrnu-i:fi' stimHinmont.) p uido
Jo mais excessive, acanhamenlo e tiniida coragem
quooucn pedir urn unmento de attencio a.V.
Esc, e aos laois senhores aue se aeham presenles,
para mauifestar ftm <*mim-jnt), u na i lei suhlima
queweste dia mais q ie nunca iia vibradj em mi-
nlia mente. ainda bafejada pel as hrisas que ame-
nisama nossa mocidade, fielos alii.ires i|uu aineui-
-an a aurora da iiasaa exisienria ; mas o cnthu
siasino i|ue se expaade em ineu oiracao nao per-
mine qoe en perma.i.'ga silem-ioso quatil) se so-
leiuoisa urn celebre aesMeeiaKoto, am grandioso
passo i|B a aossa pr iviticia est:i easaiaodo para
eatan aa s. n ii di nrogresi-j o da civilisaeio.
Sifltiine baldo, Exin. Sr., dos elcmeatos impres-
cindtveis |ra a consecucao do men iuleuto, e qui-
zeradispor Je lima palavia taj grande, como o
pensaihiiilo uobre c el^vadj que me inspira ; to-
davia, eomquanto eu nao possua es.es predica los.
i-umquaato elta sirva de luzes que laurca a Iror.te
do sabio a do talentoso, e nao tenha sequer urn re;
flexo, que extingiu a minba igaoraueia, tu serei
.contente se as minba; palavris ,i > 1 tj n trala/.ir
o que me dicta o earag.lo, que ai na expansa > do mais viv.i resoub ciintin o, e.i se-
rei salisfeit-j so pnder salisfazer aos desejns dos
in ib-S e-.ll;-jias il.i elas-e eaixeiral, os quaes pa/.e
ram a men carge a larefa, alias para raim bem
dinii:il, Ie vir eiim,>riineiilar a V. Exc. e bein ast
situ felieitar pria sua boa viada a osia ridade:
{lelo quo Ml; enu voi'.ladeiro e impartial .ijire.:ii-
>1 r das acyiws m,-iitjr as veoln, pjr parlo delles-
render a V Ex. o meu voto da main grata, da
mai.s-disii :< in-jaor espi-
rito- politico, .pio mo ni) permiueiu ainla os meus
verdes auaos, euji therinom.'tro maiea prescnte
mente poiic* mais de ires bistros, querj. lamU ::n
demoastrar qtie a naoio- co n siit'eri 11 Ie e exalta
fjao esta pruvmoia .pie V. Exc. tai in.-.lytameiile re-
l):es;nta o quo Ueus se apruuve de oar nils per
ninho.
Eu q!iiz"i-;i, Exm. -r., patentear o nassiiv:
ri'i.'i'iaieut >. cjiiio meaibro da cl isse eaixeiral, que
In lign imHiiie aq u repreaeaio, omo paraqybano
de coraQio u:n wriia desd's grautles .^forjns era
pral 3> i'n-olviumni > desla iiruvineia, c,:n re-
tacaa a vadtajosa e.npreza do ciaiinho de fer-
to Conle d'Eu, ila qual e^, Exe. urn do*
urincipaes con^essionarios, e que no meu um-
brM namopfoio e meio mait seguro o pro-
flemi ib' e.ev-ar esia peovuicia a e.itiiegoria qae
bo 6 COQd.gna. do lira-la desle inaiasno que
a ctns>:iu!, | ni I'-ii-ll i in ituiiiu (irest.rs a per
4er 9 uHub > re los > I > s m p >lli 11 brilirmiisin > :
eu qai/'.era itfseiw.iUor *0a niat.-na com a nare-
za (ir eisi, in as absleubo-mo tin 'aze-l >, quando
. > o jnb'&'j praz.T ii'io lucid ^sariigos de pairi-
eios iti'ssis, os quio-. coai a luei lez do suas an-
roaspenai^ da i plei a exp m.-ao a es!e as-niiiiito
lenboos dados AU(H'ieuU< para lazer uina e\|)o
si ao que ineri'.-.i u eoLS-ioucioso criteria de V.
Ess.
A aitaacfto em que V. Exc. se aeha, a sympa-
ilii i e gran li > que nos ha p?nhorado, inspiram-me
cmilicai. Mas quil o niitivo ? S-ra, piavenlu
ra, para gosar de-las fesias quo sigmiicam apeuas
urn --i,n,i!es testeuiunho do nossj coutaatairteDto ?
Sera, por aeaso. jiara grangear ma graude norae.
com-. V. Etc. ja tein ne-la povineia, e e.n toda a
pane oa-le so couaecewoi as suu ae.oas, osea pa-
tri i-ism i' Na>, ccrlamante nao; assim coma
taoi'i mi estau b 'in onvieto quo neiiliuma destas
caus as .i!'iiiiv.;u V. Exe. para te pronuneiar era
bviir d eu^ran leciuieufo dasua lerra uatal, aiai
fii ~."!i Livnla 0 ilesejo t|tio ti'in de.-er util ao ^eu
niii'io. an sou barij), mo?traudo p >r mais uina vez
sor i:n i'i.1 ulao distiueto, n:n paraliybani de inde-
levi-l in." noria, ela quo com V. Exe. tfiiios con-
Irabldo uirii di.rida ta> avuliada, quant) 6o re-
Conbecimciitn, seieraos luitio cuuil ires ailivos que
no wu no d :* Andes ensai un 0 voo |i. ra lilar o sol.
alia In qiii* |ii.s;aiiios ser grains a V. Exe. one
lio palpiv I inter.-sse temligaio ao Hofescimehto
da aossa provincia ; pois taes p iovas emb (ra hu
mildos, como se.r.m.. s.1o doruinentos aiithonticjs
,! i natri us no do V. P.xt., e no dizer de um in>-
c i iptelligento, sfio ocnos do presentedm busca das
souqrai vibra'.otjs Jas harpas do fuluro.
Aeeeilo, piiis, Exm. Sr., cstas pobres phrases
qi lacaparatn do bico da nnnlia mil aparada
penaa n'u i momento de extase e enthu'iami i que
me g Tiniuaraui estea festins amig *, era que re-
latain k o iioss.) patriolismo, como um te?ten unlio
pobre, ma.-! slncery, da conslderagi) e estmja que
a classe ca'XelraJ ousa cunsagrar a V. Exe. Ella*
sai liljjas !; inn acanhttla uil'dligencia, cujas
teclas .am la n.ao pu Ie dissipar a luz do estuuo da
sjiea.u i, s";a G >r<;< seal or.'aliio e sera perfumes,
colbidas nn jarlim das lettras, em minhas lucubra-
c5es nas p rafas !i iris da repouso, eoneedidas a
um in-fito Raise in i, a quern foi lilaasubida Inn-
ra de reppi'lehtar a sua classe, mas que coin Mdcr
i fervor do seu i*nrara.i, deseaneando nas 11 irnli-
regacais di nos-o auspicioso poivir, espera ainda
ver esta cidade, eon>tiluindj o empormj do eom-
mercio, a vida, a anirnacau de lodas as classe* da
uossa soeiedade.
Tvnho a houra de enmprimentar a V. Exc. en
satisfies i i mihha rarcfa, e hem assim dirfgir as
ajssas falit!itac$3s,pela sna boa vinla a sna pro
vinci.1 natal, onle velo fecal- nr se ao seio de sua
urniha, e di'Si'j i de ilo o men coragao iue Ihe
sorriam a mas splendent !3 auroras aos dias de
s'i i cxisteneia e n companhi.i Ic sua Exma cpn-
sorfe, a qneui humildo e rtspeitcso tributu as mi
nlias .sa'rrtneoes.
De V. Exc. attcacioso respeilador c-obrigado.
Manoet P^checj lliim, relatbr.
(Do Jtrnal da Parahyba).
Qi cos-.
Indus na e^ra la Ml
{%fanares' e L'.ia
iJe Palmares, dep-ais i|W4iverem
Li oxplocacao pel) meaos "
trada do qae sio cessio^r, '
y-u l.v>,,i indieando as faas, por oade tern
de pass^^, m^m,s trilhes.
" *'. fleiesta-taneessio.ilcpwiJento da appro-
.a'.-ao da assembloa legislava provincial
Soeida ti-uiM-ao Publlea. -A 16 do correnle reu-
uio-sj o eon-elho superior desta soeiedade, com a
presenea lie nn* de sc-B9 meinbws.
Appr'wadas as a Has #*)& 0 'conselno a tamar
cnniecimento d) oxpclien'ta que foi apreseulado
pelo presidente, o Sr. Dr. Mauocl Vorlella....
0 convitc da soeiedade Amor ao estudo para a
festa do sua inslallaoao, ^nf WmAtSF ragfr a'W
do me/, proximo liudo, e que iicou prajudicado
por ter side recebido p is'.eriormonte a dita fe.-ta.
Outro do Instiluto Historico e Philosopbico para
a festa do oncerramento de sous trabalhos a 18 do
corrente, as 7 boras, na casa da soeiedade dos Ar-
tistas Mecbanieos e Liberaes. 0 conselho designa
os Srs. Dr. Jose Soares de Azevedo, coa*go
Lino e professor Pessoa para representarem a so-
eiedade
Um offlcio do Sr. Dr. Estclita Pessoa, dando as
razoes pelas quaes nao foi possivet ainda eloger na
freguezia da Escada o respective conselho paro-
chial, resolvenlo o e msoliio sob prop i.-ia do Sr.
Dr. Piuto Junior angmentar o nnmero dos membros
Jesse e do outros cmsel os para o dito lim, a 7,
compondo-se a da Escada do seguinles senhores :
Drs. Cactano Estelbta Cavalcante Pessoa, Sergio
Diniz.de Moura Mattes, coronet Marcionillo daSil-
vnira Lins, coroncl Franciseo de Barros e Silva,
teoento coronel Manoel Gonealves I'ereira Lima,
major Antonio dos Santos Pontual, vigario Simao
le Azevedo Campos.
Na mesma conformidade para a do Gabo os Srs.:
Dr. Andre Cavalcan'.o do Albuqueriae, Dr. Lutz
Kelippe d" Soafii Leao, tmente coroncl Jose de
vioraes Gomes- Ferreira, barao de C.ampo Ale-
gre, Dr. Aielini AntiQio do Luna Ereire. Dr. Joa-
quim Gonzaga BacoHar, Jo-e Eloy de Paiva.
Um ofBcio do eooseiho piroehi.aMo Pneo, pro-
pondo o beoemerito. Pinleran.lo o Sr. Viceuto de Moraes
Hell > que na ultima sessao da a>se nblea geral,
pelo Sr. !)r. Carnciro M onteiro fiira fe.ta ess a pro-
posta, em no me do oonseltlo superior, se respon-
dera aa dit) consclbi que, emboia seja digna de
considerai;;!) essa proposta. nao podia eHa ser
aprescntada seuao em adminiculo da feita pelo
eonselb) superior na I." asse nblea getat
Por proposta do Sr. Dr. Man >el Portella resol-
veu o conselho feliciiar em nmie da iociedade us
Srs. barao da Palmares e mi|or Presciliauo Accia
ii Lias pilasescutas qae bio fundado
Por proposta d Sr. icmte M II i fn approvado
socio corresp m I'.'iite o professor do Uio de Jane;
ro Antonio EsievaVIa ("o-ta e Gunha, sendo jnUi
liea la a proposta por service feitos a soeiedade
a insiruecan p-l) mesuii prife-sor.
Fi:iil,n?nl'r-'sdvu o coii-uolii p;dir aos para-
cbiaes a i.sta dos soci is uffedivos da ro>p3e!iva
paroebia e inform.ae.ia some os trabalhos e htiti
tiii oi's existi-ntes.
Fu-uldaile lie Direitn. Defcndeu na
sexta-feira theses, para ol,tero graodo dnitir cm
direiio. o Sr. bacharel lose de Oliveira Campos, o
qua' nlo foi julgado habil.tad.
Il.ije dove defender theses o Sr. bacharel
Eliseu de Souza Martins
A (lef.'.za de theses do Sr. bacharel Jaao Viei-
ra de Araaio foi transferila p.arao dia 2i do tvr-
reato.
Vajorcs espcradov.Hoje o Ipojaci. .Varaeq e esealaa ; no dia ii, o frana'z Henri IV,
da Enr qia e urn brasileiro, do Rio de Janeine
ese.il.'.s; a 2\, o inglez Gnzeo, de Calbao e e-ca-
ias ; e a i<5, o i-aglez Vatp.iraizn, da Europ.a.
Tir e feriinentu. Pelas 7 horas da ma-
nhad; do 13 currente, Manoel de Ml brio com um
lirn a Antonio J )se Maeiel da Hocha, na villa do
Itamlie.
IVuva II irmania. Havera hoje sessao
extraordinaria nesta soeiedade para tratar-se de
negmaos urgentes, no lugar do costume e as 6 'i
boras d i i.ardo.
I'i-sti vidade rcli^iasa. Xa igreja da
Corpo Sinto l*ve lioniem lugar a fes a do Senftor
Bern Jesus dos Passes, a qual, como a de S. Mi-
guel que alii hquve, ha dias, effectuou se sera a
prescnea de padres, em virtu Ie de haver a respec
tiva iruiand ule comparecilo de opa.
Saerameiito do Recife. Em mesa de
raoniao geral debberou honlera a irraandade do
SS. SSj da freguezia de S. Fr. Pedro Gonealves, e
por unaniinldale. nurater a ;iiitegridade do com-
proniisso que a rege, c resolvendo mais : l., que
o sacristao so fuuecionara de opa: 2., que se
manten'ia o ordenado do organista: 3n, que a
missa conventual compareca a irraandade rcv.'sti-
re.-pee.uvo vigirio; bem como, quo do inesm) mo-
do acompan e o Sacramento aos enforni s, apre
s.mland)--e na eapolla d) areo da oucei;ao, para
up. le foi Iran-f.-rida era virtude das ordens episco-
pies.
Ci'icket. A paalida jogada no sabbPdo en-
tro os passageiros do vap ir EAhen o os racmbros
.1 s clnbs aqui existeutes, foi vencida por e.-te?.
Vapor Ipoju*;i. Chegou hontem do Aca-
ricii e escalas nada adiantando as ootieias que
recebertHH pel) P(Kia.
Mipital Pcilro II. Neste estabeleeimen-
to. a cargo da junta admraistraliva da Santa LVa
de Miscricordia, celebrou se hontem a festa do
padroeiro, S. Podro de Alcantara, ofllciaudo os
flvms p idros lazaristas e alguus religi isos franeis
canos. Durante o dia fui o estabe'ecimento visi-
tado por muitas pessoas.
Criifeii'udo Sal. -Este vapor, da compa-
nbia brasileiru, Sahio sabbado do Para com desti-
ne au sul do imperio.
Pratica^cmda barra.Em virtude do
resulialo do i-xame a que responleu sabbado, foi
nomeado 2' pratico la barra do Pernarabuco u
Sr. Luiz.inse uidrigne.s-Pinbeiro.
Caaiar;a de Oliada. -A sessao i< tri-
bunal do jury dessa comarca, convocada para
: oj-, deixa de ter lugar, por nao havcrem pro-
ce.-sos preparaJ is.
Slataaonra pablieo.-Ilaje ao meio dia
proeeder se-ha a ab riura das propostas para
Tenlre livre nao devia sec
fllhos livres nao eoiilein
ondi';5o huniilhanlo
CJr%HlJ'l| yiMWln Mgdot neahaot remaifeHDld
ll'ia.'nfn i>Olll i o.AnliArl" lnn wl.f.vi>n....ni.. It..k. .. ... .!--
leiiipl.as-
BS
1
assom com
pa is o
com F
i |Hi
Pe
ugusta
com Miria Ac-
orn Flavii Ale*
IBHW>
REVISTA DIARIA.
Guari'la oaeional. Por portaria di pre-
ei.l racia d i praymcia; de 17 do corrente, maodou
.-e d.ii- guia.da passa^em para o raunicipio da ca-
.;til I is \ aiferes lost Servulo de Borja
( iiap.anhia do i. batalbao deiu-
;'auiria 'V. muneupio do llrtci/e.
AwiuiMdadc polM-i.tl -Por pnlaria da
prosi leu aa la provincia, do 17 do currente, foi no-
iiieadu Manoel Francisco de Oliveira Ainorini, 3.
suppleflle do subdoli'gado do dinricto de S. IJum-
dii-K i" Oa fregu-zia de Quipapi.
Tarm ouaieipal on turmo de Bezerros sao : Joaiuim
I'm! ilea i \aviiT fie L.ina, Jolo Braz do Vascon
ceiios a Jotiino Udxerra do Vaseoncellos.
Vi.i ferrea d Bebada iru. Eu 17 do
rronw (ni expedido pda pre-ideacia da provincia
u seguutt' I-'.U) :
Aiieadmdn ao que requereram Jaao Poreira
de Aiaujo Cardoso e W. J Lindsey, eessiouarios
dacsiraJi le UebJi i, e, t-udo em
!) Bngeuheiro chefe da re-
: '.) de nbr) ul -
i lis i.al da es-
icise i le l-a do
nseder Ihes peraiis-
iriib i- da ivfen.li e-rali iia
!) a ligar a estaca.i do Una a
[ mi do oju truir na vili.a'
lUosul.as
I ir At .-trada do
con (ruecan do mitadouro o eslabeteeimento de
log^adouros publicos
DccLsao eleitoral.S. Exc. o Sr. com
raendador presidente da provincia acaba du cxpe
dir a segntnte circular :
4." seceao.Palacio da presideneia d3 Pcr-
nambueo, 16 de outubro de i873. Doclaro a ca
mara municipal da villa de S. Bento, que, nao se
acband) ainda reeonhecidos pelo poder compe-
tente os eleitores da paroebia ipie constitue esse
inuiiieipio, nao podem elles lomar parte na pro i
ma ebugao de depulauos provinciaes, ncm exercer
acto alguin eleitoral, era vista do dispost) no art.
121 d.t bude 19 do agosto do 1816, e aviso n. 5.7
de ii de novembro de 1861. Henrique Verei.ru de
Lucena.
a Mutatis mutaitdis a camara municipal da ci-
dudo do Uio Form.iso. quant > aos eleitures da pa
roebia de Una, e as das villas do Cabo, Garanbuas
panic "ii 1 is ol
:iei), sob i) n.
tr.nla le ferro d i R
am
.1 ;
da t
a
u
drjmO', ,1-jiiioii
^Ate os ci- tuni le. rissealar os
^^pr a C>lAf4o do Una a de IV! uares,
ib) liu) por ser muito forte, e *.-ja
iterro ou cxcava'.M i, sera o tra-
a a larstura do leito da eslrada.
ijerao aseiitados na esirada do
e Flores.
Pruelaiuas. Foram lidos na matriz d'e
Santo snionio no dia 19 do oarreule, us se-
guinles :
1* denuneiacao.
Bacharel Jose Aives I, m eom Francises Her-
inelraJa da Silva Fragoso.
Fraucisco de Assis Albuquerque da Silva Bra-
sil, coin Luisa Augusta Galva.).
Jac ib Loiz da Losta, com Maria Annunciada da
Silva Pacheco.
Tueodiiro Jose do Souza, com Egidia da- Coa-
ceii;ao Npges.
ljouedieto lal R iinana, com Maria Donatila
de Freitas Xngueira.
Beeaarol Olyrapi Euzbiode Arroxeilas Galvao,
com D. Elvira do Patmcinio SaraivaGdvao
Francisco Solano de Jesus, cam Leopolaran Ma-
ria Oa Conceii,'ao.
Mmoe! vnionio de Figueiredo, com Ceeilia So-
ve Pontual Jos Santas,
2* denanciacao.
Elias Jose do Araujo, coin Conslan^a Maria da
Ciiiceica o.
Laun-niino Marinbo Fale.ao, Mm Maria Cleajen>
tin t do Carvillio.
Cliarles lieoler, ni-n Pirmiaa Maria de"Lallis
Peix..to.
'' \;i'. iu. i >$tfB. com M.raoela Mo-
i
J \& J.iaquim Martins da C ", com Maria do
Esmrito Sao to Alv-i I'unentel.
Evanslo Feireira das Gbagas, com Francisca
Percira Beiges.
Joajaim di Ciisua Moreira, com Anna Cla-
njteatiua do Burba Cavalcami.
viyiuQrq.L",
I^HlM.-" *
JoSo Vicur Laurentinu, com Reparata
ury. i< .^ar"
mo Ispcia^PJilvi 4a^pr,
II i de Gouveia.
Can'IdoiPu#)ir
Pisrrntia da Silvo.
JUuii Fnucisco de M
cioM 'orrica^Ht. ^S
Jo-e FracaKp Bio I\*ngel
xairlrina do^Byde. T
Ju-*l<) Ariafti," corn Anna loajuina Hodrignes^
I.interia. -A que se acna a venda e a 70.* a
"icnelUio d matriz de Afogados. a qual corre no
lia VlM a FV *+*% lafimiail
rasa de detea^ao.Movimooto do dia
17 (Wtratubro del87Tf** am*^.
Uxisiiam uresos 3 S3, eatraraia 10, sahiram i,
cxtstem 339.
A s.-iber : if* ^0
N'aeionaes 237, mulheres 10, e-trangeiros \%
escravos 46, escravas 4.Total 339.
Alimentados a custa dos cofres publicos 265.
MovimeaU) daontoriaaria do dia 17 de outubro
le 1873 :
Teve baixa


Jose Antonio dos Santos, ophlalmia.
Teve alia :
Vital, escravo do bariio de Muribeca.
t- XLTsrcss-zTKr-ja
il
PARTE POLITICA
Iwcas que sao, c.im
Provincia '.
ivel seria para esses $t$
no statu quo a eseravidSo, coralanlo
s que
conservar,
que seme
a alei
w
arguraentai;J
Tel da agrieu
jjfA liberlaQa
mente os Srs
descoberto, tao iHjifeiia.nenle limpa, pt/ifica e or
ganisa este* orgaos- com nwi ir-pre.-ieza o seguran-
.ca do que uxaclaineiilo as pilul.as ass^caradus de
Bristol. A autoridade em que fundam
contestavel asse'rcio, consislo em am graude n
de testemuobos ; os quaes, rmalqner urn jiinsta
do paiz prouunciaria eoncludeutes : por exemplo :
rd Warn
Depois
annos d'
aqueca, d
'raar 1 4GA#4f^as(os t-8*.
Neilo Cam. -.' aiTWa Wl-.alfS a lin%aB
rulsknaaifa *7* Apiiar.
Cantaria 10 pedwUi|||>lirjfr Maal A ft
la a J. C Bastos. Dm"

nte puie.n
loucada, au
qui-rem
e
PARFIOO CO\SIIVADOR
RECfl'E, 18 DE OUTUMO DE 1873
E' proprio da volha politiea Bio admittir ver-
dade alguma completa, nio querer rcsnltado al-
gura decisivo I
A propiasi-jao aciraa e appticada pelos redactores
da Provincia aos actos da politica conserva'lora.
Bern sabiamos n6s que os pessimistas da Pro-
vincia nada eneontram do qne diz re-peilo as re-
formas qne havera.is realisado, que Ihes merega
I..uvore homenagem, pois quo um tal sentimento
de generosidale seria a conderflnacao expressae
viva dD seu pissado dominio.
Um publicist! u navel que cscrev n grandes e
importantes trabdbos, tintia como superior ricto
ria contra os zoil?s e invojosos de saa supor*>r re
putaeio essa phrase bem exprcssa e syntbetica :
farei melhor com qne sabia anniquilar os mes-
ii i< r.oilos, sens contraries.
Uma tal exaressiio torna-la tao popular applica
no-la nos outros, nas actuaes circinnsrancias, aos
;i n*)j odienlos a-J?ersnrt03.
E' c mi elfeiM um fceHo e to nmo lo expwliente
esso do censurar o< grandes feitos pohticos deuraa
situacao eppon loll) > para e simplesinente um pro-
ijran.na de reform is, quo. ou nao e conhecido do
paiz pi:las variadas eoilradicoei porque tein pas-
sad i n> sei i do proprio parri lo, au nao. trm si Jo
apreriu'lo e diseuii 1) ante a publica consciem-ia
do paiz, pelos vultos mais proeminentes quo se
reputam can) os apostolos e guias raas devotados
do mesmo parti I >.
Os factos elfeetivamente demonstram que tos
outros, nao so nunea tentastes seiias e importan-
tes refor.nas, conn que nonhuma haveis realisado
das innumera-s, que, quando v>s aprtu alargies ou
rostringis con a maiir sera coreminii desta
vida.
Diz is que o vosso progrmiaii quor reformas.
I que eou-idi-ra urKontes em bein do paiz ; entre
tanto ja lari'.astes e Iia no p hki tempo, o veo do
esqueeimento sobre a9 seguintes palavras, que
convem reeurdar a vossa enganadora o inliel me
Lnioria :
E." preciso, desde ja, abolir o juramento para
as func.oes civis e pobticas.
Z era um future muilo proximo decretoseo
casamento civil.
Eis o stala quo da nossa bandcira.
A nossa divisa pois 6 tola de progrosso, em-
bora a expressio pareca excluilo
Aubaes poueo, v6s conservadores.
Pois para nos -e muilo -c com isM nos conten-
'nios... por agora.
0 vosso progra uina, quo abi flea desenhado pe-
la vossa propria inao e ura programui i raurcho e
piico para eilcbordes a bojade reformas .
Se agora quer. is coinparar, om boa fe este vos-
so pamaoso e fecuudo prograrama ie reformas,
temos quo, qual pier Jos iinportantissimos actos do
pairiotieo 7 de m rco e sudi-.-aeute e de mais para
deslumbrar todas as vossas aspirates politicas. '
Vos andaes a inuito desuorteados com as victo
rias .'splendid as que lean obtidO o parti 11 con ser-
va I or alargando vas'.os horisontcs para ao.futuro do
nosso paiz.
0 vassii egoism a ficou esmagado diante dos ge-
nerosos commetlimentos emprebjiididos com fe ro-
busta e civica abaegafio, e que vos llzeram recuar
para a retaguarda da poliiica nobre e vigorosa
que bavemos realisado.
0 quo p..rein mais admiramas 6 a oragem, di-
rein s inesmo a audacia como qua so alrevem es:es
pr icii.ciiaos a coiejar os factos consuuimados
pelo partido conservador com t progremina Je
suas faturas reformas; ou pur outra a realidade
com as p.-omessas illu orias quandi nos Ihes op-
pomos : res. win verba, elles prelondem illudir os
parvos co n palavras e nao (ados.
i A poliiica cou-ervadora, dizen elles, tentou as
reformas e nao conseguio. Nada fez de complete,
neuhum resulta lo decisivo apr-fientoa
0 que os factos demonstram esla patenlo.
t 0 elemento servil primeira e autiga aspiraqtio
liberal, soffreu modilicaeao, mas Iicou em meio
caminho.
Ora, eis ahi uma grande iojaslira senao uma
granle iugratidao.
A lei do venire livre, que vos dizeis ser uma
anliga asp racao liberal, nunca, ja mais patsou. pa-
ra rod outros de uma antiga aspiraciio ; e quern
vos manietou eniao os pulsos para transformardes
em realidade essa pur i abstracao de vossa poli-
tica ?
Omtentai-vos entao de viver dessas recordaQoes,
ou antes dessas iilu.-oes que vos servirao entio co-
mo hoje para embalardos a creduJidada d'aqulles
que a.-re lit ivaai em VoSSO liberalsma
S9 tenlo realisado e:'s* ungna reform* so-
cial, irazeis ralada. de inveja a vossa alma por-
qua amiros conspicuos obreiros tradusem lei.
A vqssa politica a esse respeito corao a rcspeito
de tndo esta deliniiivamenie julgada diante do
paiz.
A immensa revolucao moral, quo agiiouoespi-
rito brasileiro, por occasiao do ser votada essa.
lei soberana Je regeneracao social eeboou por to-
da parte com a mais viva claridade dentro efera
do paiz t-irl todos os generoeos eoracoes.
a Quando no meu paiz verte-.-e osangue de ir-
mais pela mauuniissao dos desgracados captives,
disia o niinistro americano, aqui no Brasil derra-
mam-se flares', no seio da represeutacao nacional
por essa in.agna vb-toria dajJiumanidade. a
Po s ben, esse acto que ^rovocoa os aplauso3
c admlracfio ate o estrangeiro, 6 hoje assaulptO
de etiusura da prtc dos redactores da Provincia.
0 mais exlraordinario porern e que, qnandise
tratou do levar a effeito esse grande traba'b'),
^qiiHiles mesmos qne hoje o desdenham foram,
os proprios a < pporem as mais deeiditlas resisten-
cias ivara a sua realisacio.
Para eltes, com eileito, o rrue impnrtava na oera
a Biagnitadi' do a to em si, Tnas a glorHa, qne ha-
v.a ile r fl>"'ir soDre os seus excutores ; e eutao
era mister, a r..do li'an.se, tjrnaf a idea odiosa e
desn irais.i-'a.
IV lo o t abalho afanoso da p.irte dos pretensos
liberaes foi um profictij e fnglorio, qne a revolu
cao moral unba vingado para honra dos llbcrta
dores de 7 de nian;o.
Felizmente para n6s outros ahi exlsiem adver-
sario^ leaes e conscienciosos, cbeius de honra e
patriotismo uue tiveram a graYlde coregera de,
declarar entro os applausos de seus tiniiprb-
vineimns : qw on direetnres (bt partido-liberal
se m'Ktraram pygmens diante do Q'verno na
queit'lo do elemento servil
Nao podeuios detxar do render bomenagem ao
talentoso e mdependente pernambucano que nao
rpcusou iributar-nos lao completa justicn.
Tai intuitiva e, eom pffelto, a rawgn-anhnidade
li'ssa reforma, que ja e bcito po la em duvti)*';
enlre"!ant. os lilieraes da Prdw'inin entPmletn, que
niolhir for.a, quo tal renarmfl nS) ouvosse sid>
reali-ada, e que o venire co'ntinnasse a ier esrra-
vo. e nno d'a.ites pe'as razdes pliilo-tip lefts'rjoe'
exilirin cm -ua.philantropica saueduria, a -aber :
pir que a abgha ;a au f.-onte do1 ffas-
ci lo I'oiiiana so e eon-
dicao humilhante das' sedk^HH f) prind-
piu d i igUold.ade des ippareW "faca.
a () ie por uiiiro lado a | ^^Biualdiz a
innovirio que Ihe trai %a| He seu a subtti-
lincai do bra.o eseravo. *
' De modo que para o liberaes da. Prooiacia a
crian^
da agriculiura ; entretanto n.
dadeiros retrogrados, emperrados aos velhos priu-
cipjps da^bscuraiitjgmo ^ias que tcimam, tcdavia,
ratneBte"aB viuessem Ss razoes nesscs
proBiiuiBBBi, coja argumenttcio era tal materia
causa nos ate tristeza e desgosto, oao se poderia
jaraais tenlar, era proximo future, a raanumissao
[i'eral dos captivos, que noa restarera pela razao
sempre maispoderosa^rfa mortt inevitavel dn
agriculiura.
Essa razao cavilosa foi. entao como agora, a que
Ihes servio de trisle escudo para esgrlmirem cxm-
ira a'gene osa causa do progresso o da humamda
de
A venlade, porem e que so uo Brasil se en
contram liberaes que se oppoBfc)m a llberdade,
allegando que com esta delinha e nome a agricul
tnra 1
A cons tan ci a e a coragera des-:es boraens, que
so por escarneo ao bom -seasa so denominam de
libeiaes e o que mais sdmira e espauta.
Nos desejamo3 fazer aautopsia do final Jesse ar-
tigo da Provincia a. 149 para mostrarinos bem
.-.videatdinente a elaeuorosa tujustiea que resulta
da organisaeao, qua bos faiera esses Srs. prooin
ci Ate hoje, com effeito, o seu programraa para o
aiz, nao tern passado de palavras Ocas e indeli-
nidas.
Pretencoes, aspiraeoes, illosoes.
Nada de factos, nada de realidade. Verb*, non
res. .
BM LB FICAM 1
Foi sempre a divisa da Provincia -a meutira e
a contradifao.
Misera divisa para.o orgjto de um partido I
'Au, tal e a verdade. A Provincia so torn si-
vido de inverter os factos e de contra iizor-se. cmn
sigoMiesraa. Por uma especie de maldila fatali
da Je coube ihe, assim amaueaa do rei phrygio*
mas era sentido inverso, o o de falsear tudo
pi ii/ loca.
A verlade mais clara e incontostavel no domi-
iii i da Pnvincia logo se convene em meutira ; a
accaa raais loovavel por ella apretiada torna-se
im iiediata.n.-itte repnvada ., Jig.ua de censora
em Tea-de inerecedora Je applauso que era. Fa-
tal sina.
Por outro lado o orgao liberal so ostenta antes
como orgao ua mconsciencia e da incoherencia do
quo como organ da liberdade, essa cousa sublime
us sens redactores apeuas eoniieeem de nome
essa divimlaid angusta, a quern elles so sabem
render o culto do xai aparato e do palavrorio f(V
fo, mas a quern nao adoram em esoiri u e verdade.
A Provincia de cerio ignora o programma du
partido, !H'jd liz re,iresi)nUi-, o ignora raesraa o
valor disso que-se chama pr-'gramraa.
Para esse orgao de meia duzia de liguras a esta
capital, fazor opposigao politica e gritar de.-com-
passadaraeule couira tudo quauto uao vein dos
sens, e dardejar a menlira, a calumiiia, o insulto,
cointanlo que se sonhe com a realisacao do Qin
que se tern em vista ist > e, a ilrsmoralisaeao e
eiil'raqueciinento dos eontiarios. Para e e ainda defender os inlere'ses do parti lo, de que
se mculca echo, o erigir em priucipio politico in
do quanto de mimento pole favordcer-lho b- cal-
culos e pianos de ambigao, sera ihe importar que
o que agora defends e sustenta e o quo hontem
combateu e protltgou.
Para excraplo ahi temos a questao religiosa.
Que ligura tristis.ima tern feito a foliia liberal
nessa queslao I Quanto avancar e recuar, quan-
to gritar e cal.ar tem-se em lao curto espaco de
tempo presenciado da parte da Provincia em um
assnrapto em qua a cohcreneia devia ser nor ella
tomada, ainda que por excepcio, um* o ao
serio I
Ora grita-se contra o bispa, aconselba-se ao po-
vo que nao abandone o seu pasto, do qual devora
repellir os assaltos do Jesuitism o do ullramon-
fanisino, dois noines de uma so cousa,mas tudo
ist) emquanto se snppde que governa se deci-
dira pelobispo. Ora bradase dintra o goveroo,
exhorta-se ao povo que deixe tudo por QonU do
mesmo. goveruo e do bispo, e quo se abslenha de
tomar a minima parte na conleuda travada >ntre
esses dous campe<5es,-entre os qua3S tudo devera
acabar sem sua intervencao, sem seu auxilio, sem
sous applausos.
De uma vez pugna-se e susteula-se como medi-
da iudispensavel para cura radical dos males, que
nos afuigem pela queslao religiosa, a reforma das
nossas leis, a raudanga de nossos costumes, a
subsiituicio da actual por uma nova ordem de
c-u-as inigna De outra vez diz se e prodaraa se que nada sede-
ve innovar, que so nos convem o statu quo, jiara
que nao diga o jesuita que fugiuios alterrados dian
te delle e que nao nos aeham .s coin coragera de
fenr a balalha no solo, em que.occuparaos.
Quern pole, pois, entender a Provincia ? E la
que se aeha agora, depois de haver quebradojan-
cas pelo st'Uu quo, a a&mnar o goveruo do inep-
to e de imprevidente por nao haver solicitado da
patiauieuto providencias e meiidas para solver a
actual questao religiosa, flaado-se somente nos
recursos de que disp5e, pelas leis actoaes e que
achpti sufBcientes para coinpor as on las do epis-
copado brasileiro.
Santo Deus I quanta desaso I Qua perturbacao,
quo confusao!
E assim mesmo esla agora a Provincia a trove
jar para fazer crer que so os liberaes e nao os
conserzadoros estao no caso de levar a actual
questao religiosa, que tanto tern prendid i e ou
tinoa a premier a publica aiteiv.-ao, a um deseBla
ce cabal e satisfaclorio I Parece isso e e com cer-
teza irrisorio. Os provincianos perderam de todo
a cabepa.
Pensam esses crocodilos liberaes que as snvs
lagrimas ainda podem enternecer o euganar f -
Coijtodos.________________
puzerara
parte
va rei
doSr.
pitalas restili
bra nte ra
jne^lsasaflPBaWs dores bilfoasjJ> eabajE
esses Srs.
Vi
Ks suas
me a sauJe.eo iioioda vida,
os fui alomntada de cons-
reuie-
ate o
m
'UBUOACOES A PEDIDQ
Srs. redactores do Oiario de Pernambuco.
Alguem malignamente tem feito espalhar quo
ou eu autbrdbum artigo assignado0 ec-arti
Iheiro, qae no periodico o Liberal, foi ha dias
publicado com referenda a prisao do Sr. ten^ntc
coronel Fr-as Villar, e para omfandir o vil iuiri-
gaate, declaro nao ter tido parte em tal artigo,
nem em outro nnalqoer a respeito.
Nas lutas qne lenho tido, nunca occulted o
raou nome ; e e systema meu nao tomar pe|a
iaiprensa a defeza dos outros, quando nunca en
corttrei quern fcraiasse as minnas.
S m amigo do tenentecoronel Frias Villar, sinto
sincernmenle o qne eHe tem soffrido, mas e certo
que nada ten ho escripto para a iinprensa.
Mo se supponha que faeo esla declaraeao por
cobardia, mas sim, para que nao se continue
especular com o mea humilde nome.
Recife, 18 do outubro de 1873.
Deeio de Aquino Fonceca.
TraiisiWiiiii o systemn.
Uma das maiores maravilbas da sciencra medica
e a rapidez com que a salsaparrilha de Bristol
restiMCas (areas perdldas aos doentes. So a ex-
perienciap'xle permittir aos enfermo- o realisar.-m
os sens effeitos nos casos de debilidade geral.
Pouco importa o estado de prostra;ao physica a
que o doente so vej i reduzido, pois a salsaparrilha
eos tem snggeridoa injec;ao de sangue puro nas
7eias dos enfermos, portm este poderoso retau
rativo conTerte cada uma gota de sangue no corpo
do doente em um lonico efflnaz, capaz de prestai
noTas foTcas aos niusculos, ans nervos, ao estoma-
ftreatodoo maciunismo animal. Que nehiima
pessoa por mais'lraea e debii qup seja perca a es-
peranca de vivi-r ate uma idade tnui avan.ada,
po^qne nesli pnpracao existe nm priocipio vital
oe 'rWtabefc'ce as f rcas dos mais debeis, eoinj
por encSntu.
I2nxnt|iipca, lieinicrnnla, dares
bili^siiis e uervoa*< da cubi^a.
. Todos estes males provem dos desarranjos do
dio foi capaz de mo flar o menor allivio7 -~ ,
" 8 "* "Leram
mbem. melhora-
^ral da min a
saudo. > Gomo ellas se acuem u^m Us em vidri-
nhos, ellas conservam se l^variavcis em todos os
climas. Em todos os casos provenientes de impu-
reza do saugue, a salsaparrilha de Bristol, devera
ser-tomada, cotjuntamente can as pilulas.
Attesto que em 1861 aehanda-me sotTrendo de
um rheumatismo gotozo com inllamr.iaciio nas per-
aasi tendo tornado difarsos remedios, aao podendo
obterj allivio por nenhum outro tratamento, e
achar-me ha seta mezes solfrendo d'e>{a eotermi-
dada, por conselho de um amigo resolvi tomar a
salsaparrilha de Bristol, e logo ua primeira dose
que tomei, ie allivio tal qne ja nao senti mais
fortes ddes qae me aeabruaharam, e coniinn.ando
a asar d'ella, era pouco tempo achei mo completa-
in uite curado. Seudo este facto eoulieciJo n'esta
cidade por muitas pessoas, nao duvido em con-
signa-lo aqni, esperaodo qne possa ser de utilida le
estegranae medicamento para aqueilesque pade-
cerem do mesmo modo. Porto Afaore, 18 de junlio
de 1873 Gaspar Antonio Fernanda dos Heis.
COMMEMiO.
Seguro eonlra-fogo
tHE LIVF.KPOOL & LONDON & GLO
WSURANCE COMPANY
SAUNDERS BR0TUE11S A C.
11Corpo Santo11
NORTHERN.
Capitai..... 3D,0O0:00O00i
r'undo de reserva. 8,000:000200i
Agantes,
jfttfs LaUmm&e.
RUA DA CRUZ iN. 38.

MAMTIMOS
CONTRA E0 FOGO.
Acompanhia InileranisaiJora, estabelecidw
fiesta pro$a, toraa segaros maritimos sobrt-
tiavios e seus carregamentos e crtutra fogi-
am cdifioios, morcadorias e mobilias: n
rua do" Vigario n. 4, paviimuito terreo.
segaros
C0MPANH1A ALLlANQi
maritimos e terr6b-
tres estabelecida na Bahifc
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,O0O:0OO3W)0O.
Toma seguro de mercadorias e ditiheiro <
nco marititno em navio de vela e vaporei
para dentro e f6ra do imperio, assim coinu
contra fogo sobre predios, generos e fa
romlas.
Agento : Joaquim Jos<5 (loncalves Beltrao
"ua do Commercio n. 5, l'andar.
GOMPANHIA
Phenix Pernanibucana.
Toma riscos maritimos em mercadoriis.
fretes, dinheiro a risco e finalinrnte de qual-
juer natureza, em vapores, navios k velaou
harcaijas, a premios muito modicos.
HL'A DO COMMERCIO N. 3i.
PRACA DO REC1FB t8 DE OUTUBRO.
DE 1873.
AS 8 Mi HORA3 DA TAROE.
Cotactes olUciaes.
Algodao da Parahba 1" sorte 9J100 por 13
kilos postq, a bordo a frete de 9i 16 d. e
S OiO.
DaDourcq
Presidente.
Leal teve
ieeretario.
AFL.NDAEGA
teadimento do dia I a 17. .
Idem do dia 18.....
5oi: 7364287
39:209^369
390:943*836
Doce sereo I eaixa
caixa a Joao da Silva Ramos, I a Abre
M. (Mlva Fal
Figoa tirades
Franco daiunha,*
lino Rodrigue* Meadea.
nio G. Viiira Gui
t a HartBolofrreu
A. .^U, i a I-ft
t caixa a 1 *
Broaaer-
Descarregam hoje 20 de outubro
Hiate nacional Deos te Gumgeneros nacionaes
para o trapiche do Barao do Livramento
Vapor inglez Fire Queen mercadorias para al-
fandega.
Patacno alletnao M-riamercadorias para ai
faadega.
Barca atnericanaCasoo varios geueros para o
traoiche ConceiQ^o, para despaohar.
Barca franceza -Anne Marie -varios gsneros pa-
ra o trapiche Con-'eicio, para despaehar
Brigue poituguezBella Figueirense -vlnbo para
deposito no trapiche Cunha.
ALTF.RACAO NA IWl'TA DOS PBECjOS DOS GKXEIIOS
sCJErros a DinfilTos de KXPortTAgJo, na'semana
OB 20 A 23 DK OUTUBRO DR 1873.
Algodaoem rauia ou la 336 r3. o kilo.
Courosde boi seccos salgados 579 rs. o kilo.
GarvSo de pedra estrangeiro, tonellada metrica
284-jOO.
Carojod3 algodao 20 rs. o kilo. *
Alfandega do Pernarabuco, 18 de outubro de
1873
0 1 cunferente -F. das Chagas Galvao.
0 1 conferentc J. Kibciro da Cunha.
Approvo.Alfandega 18 de outubro do 1873.
u inspector da alfandega
Fifr/o Alexandrino de Carvalho Reis.
Import iio.
Liverpool por Lislioa, vapor inglfz Fire Queen
coOsignado a Mills Latham S (1 manifestou :
Lisbo.a.
Alfazema 3 saccos a It ibello k C. Aipisto 30
oarricasa I'lascO arbosa.loO aRabellodt C Agua
ingb'za 2 caixas a S. Ramos, dita mineral 2ditas a
Silva Farias. Amendoas 3 golpelhas a Jose F. Li-
ma. IS a Ueltrao & Fdh). Azeile doec 30 barris
a Jlcquita Cardoso, 5 a T. de Aquino Fonceca
St successors. Artefartos 1 raixa a Lehman fro
res, t dita a Gomes de Mattos A Irmio.-.
Batatas 30 maias caixas a L.. S. GniinarJes. 30
na^ias ditas a .1 e F. Lima, 3i mei.is dilas a Lea>
Rudia, 30 mi'ias ditas a IVreira Vianna A C, 30
meias dilas a Pri-co Barbosi, 33 inWas ditas a F.
la Cruz. 50 meias ditas a Lmia & Sih'a, 100 meias
dilas a S. Guimaraes.
Cebolas 23 caixas a L. Silva Gniiiwraea, ' C R'nirip -- den les, 2 a J ma, 17 a
ef41arbo>a, '8 a F. Cnu, 37 a Li *-
3. Guimaraes, 50 a Anlonio Corga, SO a Cardoso
* Martins. ChouriQas3 barris a J. Rod urn*
Mendes, J'> HituSv 90 mews dil"a Pint' 4 Mo-
reir, 1 i nii-i.s dito." a A. A' Monteiro, {{0 a Silva
Guimaraes. Cuus^'rva 8" caixas a IVreira Vianna,
& C, 9 ditas a Lima & Silva. Carw S caixas a
rtftetro. #
Fio,S*
t CbBstaB-
a Anto-
inhiusat?,
Ira, lt.l
as de frer
arrica a 5.
I a Jos*
Cofla Mo-
.eello|
-aI barneas a Abreu
TrrvroS I caixa a An runes _
N. de Souza, 2 a De Lailhacar,
reira.
Massas 100 caixas a Pinto Guimaraes, 3 a F. da
Cruz. Marmell.i 2 caixas a Franco da Can ha.
SftTCnrio i 1KXU a J. G6nt!i!*es Ferrfr*^ I t'\31
T. Baslos. Mac;! 2 caixas a J. C. Basto, L. Moav
teiro.
Xozes 2 barricas a Lima & SiN-a. ^> ^
Obras de wrguinha, 2 fardos a J. A. SlaTraJo.
Objectos diversos 1 volume a Pinto GuimaritJ-1
TeixHra Efias.
l'assas 3 fardos a Franco da Cunha i7a Lima Jt
Silva. 23 a Anlonio Corga, '7 a L. Silva Guiroa-
raos, 25 a Cosia Amorim & C. Papeliao i fardos
Jose .\. de SHa.
Tuueinho (>U barris a L. oa Silva Uvas 20 eaisas a Hubellu & C.
Viuho 18 plpas e 7 qnintos a ><.nzn Baito4 A
C, 2 quartos a Dnvb. Vinajre 3 plpas e 2ft rmin-
tos a Gonealves Bdtrao ai l-'ilhw.
Liverpool.
Arroz 50 saceos a Liina<&..Silwn, 50 a'Tasso- B--
mio & C, 25 a Gonealves Beltrio & Filho. Ar-
flgns de eseriptono 1 caixa a Pereira CarBeirt>&
C, 1 a Samuel 1'. Ji h^li.n, 1 a Alcolorado Vteira
4 C, 1 a banco inglez. Dito de botica 1 vulome a
ordem, 9 a A. Canrs. Amo.-tras I volume a Basto
Ollveirft & tL i6 a Sundry, 1 a Parente Vjsma
Biscoutos 3 caixas a Simpson A C, 4 a ordem, *
all. Ramos, 4 a Anlonio Carvalho Bnrras de
ferro 3 a Theodoro Christiansen; 1 a Lopes Uaeha-
ii> Harrilha Jo bi rris a Feroamtes da Costa, fio-
tocs 2 caixas a Otto Bohres dt C, la Monhdri}
Meitler & i.. 1 a Souza Castro & Almeida.
Cervpja 60 barricas a Silva Farias & C, SO ft
Feraandesda ikwta. 40 a D, P. VM & C, 60 a
Cardo>o & Marlins, 60 a Lebrei Reis,l.>a Swrpson
& C. Clia 7 caixas a Lelre A Reis, 3 a Antonio
F. de Carvalho, 2 a Leao Hocha, 5 a J. J. Aives A
C.,5 a ordem, 9 a Costa Amorim & C, 16 a Th.
de Aquino Fonceca & Saccessore-,2|2 a Pliippn Bro-
ther Jj C. Gmservas 50 caixas a Lima A >ilva, t
a Otto Brobres A li 2 a ordem. Calejido i rains
a Farias & C, 3 a Lyra & Vianna, t nr.teto, l
a L. A. Siqueira, 1 a Basto Oliveira is. C. Cwtib-
ria I caixa a Smiat, Si & ("., la .UmeiCa &
Vianna, 8 a Sainnel P. Johaetou, 2 a M. hhard &
C.,iaVaa^ Leal. Chapeos 2 caixa* a tHlo
Pobres & C; 4 a Monteiro Gregorirrta valho & Guimaraes 3 a Cramer Frev & C. 1 a
Monteiru & Silva, 1 a Cunha\5i. 'W 1 Mennard
Meitler 4 ., 2 a lor.o CnrisUani A C, 1 a Rudri-
gues InuioiSi Guimaraes, i a Vz- ^ LeaL 6 a
Gonealves Irmio, laD P.'Wild & C, duo a>
Sol, 1 caixa a Cramer Frey &C.,i a Mmitciro,*tre-
goriOaSi C, 2 a driano Casiro & C. i nlire 50
euiibttes, 2i lencbese 2n taml>res a Samuel P.
Johnston. Cannos de chumbo 0 vulumes a roaa*
pan ia Drainage, dito de forro 400 a mesma com-
pauhia. Champagne 40 caixas a J. F. H. Ramoa.
Columnas de ferro 21 a Bartar Oliveira & C. Ca-
bos de tmho 41 volnmes a Caelano C. da Costa
Moreira. Cartas de jogar 3 caixas a I). T. Bas-
tes. Ctiales 5 raxas a Cramer Frey & C
Dim;:as 3 caixas a F. M. Silva.
Ksiopa27 fardos a Henry Forsler A C,l6-
AlcofumdD Vieira & C, 25 a ordem, 25 a E. A.
Bilrle 4 C, 7 a Simpson & C.
Fcrragem 16 volumes a Pa re nte Vianna Sc C., '&
a Simpson A C, 5 a Moreira Halliday, 4' a J. Ra-
mo A Machado, 1 a Tasso Irmao A C, i ao torao
do Livramento, 3 a Sa Lniiao 4 Oiimhra. 1 a Sdn-
za r Sa A.- C, 1 a Almeida & Vianna, 5 a SatnOel
Pouwer luhnsbtn, 3 a Shaw Hwakes 4 C., 3 a
ijoncalves Beltrao 4 Filho, 2 a Farias & Irmao, 3
a Oita Bohr.-s 4 C, 1 a D. T Bastos, t a Rndn-
gu.-s Irmao 4 Goimaraes, I a Cardoso 4 Irmao, J
a ordem, 2 a Bastos Oliveira 4 C.. 3 a D. P. WiW
4 V.. Ferro bruto 30 volumes a Samuel P. Johns-
ton. Fita 2 caixas a Otto Bohres C, 1 a Pa-
rente Vianna 4 C, I a J. Christian! 4 C. Fio da
algodao II fardos a Parente Vianna 4 *., 4 a-
M-mhard Mettler 4 C. Fumo I caixa a Webster.
l'annlia de milho 5 caixas a Costa Amorim St C-
Fructas 5 caixas a ordem.
Licor 1 caixa a l>. NN ild 4 C. Louea 17 gigos
a Keller A C, 50 ditos a ordem, 4 ditos a Joio
Ramos Machado. Lona 3 fardos a AdariHoa
Howier A- C. Linha 3 caixas a Sainnel Power
J.'O-ton. La 2 ditas a S. Casiro & Alm-ida, 2 a
Farias 4 Irmao.
Manteica 7 caixas a Jn<6 M. d-i Rosa 4 Filho*,
5 ditos a Rabe Schamelteau A C, 6 ditas- a Corrca
Braga, 8 barris aos eonsignalarlM, 20 a Thendor
Christiansen. Ill barns 0 7 caixa> a M.agalbaes &
IrmSos, 18 caixas a Antonio F. de Carvalho, 25
barris a Thomaz de Aquino Fonceca A 3u:resso-
rR, 25 ditos a Cardoso A Martins, 100 ditos a 3auB-
d.-rs B olhes 4 C, 50 a Costa Am.aim 4 C, 25
dit s a ordem. 20 ditos a Lima 4"SHva, 20 raiaas
a Gonealves Beltrio A C, 20 ditas a Braga 4 Sob,
! 1 ditas a Tasso Irmao & C. Marmore i caixas a
Rocha 4 C. Medicamentos 3 caixas 4 ordem.
Mercadorias diversas 1 volume a Keller 4 -, #
a Parente Vianna AC,6 ao barao do Livramento,
30 barris a Lima & Silva, I volume a J. Silva, 3 a
Samuel P. J hnston, 3 I aos consignatanos. Ma-
chinas de costura 2 caixas a Soiwa n Silva A C.
Mustarda I caixa a ordem. MaHUfaeiuras 3 vola-
mes a D P. Wild & C. I a Parente Vianna 4 C
Oleo 3 caixas a ordem. Objectos de estrada de
ferro 8 volumes a compauhia de S. Francisco, *
aos Tri hos Urbanos, dito de gaz 4 volumes a
Simpson 4 C Oleado 3 caixas a Jobiiston Pater A
A., 3 a Keller A C.
Perfumarias 1 caixa a Amaral Xabneo A C, a
Sa Leitao A "Coimbra, 1 a Vaz Junior & C. Pre-
sumes i caixa a Simpson A C, 2 a ordem. PapM
1 caixa a Otto Bohers A C. ProvisSes t catxa* a
ordem Panno para veHas 4 fardos a M..reira
Hallidav. Pesos 112 volumes a ^h:.w Hawtres
AC
Qneijo 10 caixas a Theodoro Christiansen, 43
ditas a Gonealves Beltrao A Filho. Quinine 1
caixa ao Dr. Ju3b da Silva Ramos.
Renda I raixa a Souza e Sa& .
Sanguesugas I eaixa a C. da'Silva. Saccw
vasios 18 fardos a Simpson 4 C, H> a Phifip"
Brothers 4 C. 10 aos onsignatarios, 20 a ordem,
3 a Saunders Brothers A C.
Tapete 1 caixa a Mesquita A Cardoso, I a
Adriano Castro 4 C. T alhas I eaixa a Adria-
no Ca 2 a Rodrigues Irmao A Guimaraes. Tecidos diversos
4 volumes a 0. Doyle, 5 a Carnciro Nigneira, 96
a Keller & C, 34 a Mmhar Metfler AC, '5 a
Silva Rarroca & C, 52 a Luiz A. d Si pieira, 11%
a Johnston Pater C, 33 a U Gonealves JWrP
ra 4 C, 130 aos consignaWrios, 13 a Okell'Btin-
dos A C, 7 a Pinto da Silva A Casein, 49 a rhirfe1-
A C, 40a ordem, 49 a Adriano C.-tro & \, t a
"apoiila 4 C, 68 a Phipps Brothers 4 C, 37 ft
Saunders B'.nb-rs 4 C.. 49 a B Souza A Guima-
raes, 57 a Mesquita A Cardoso, 29 a RatM Scha-
melteau 4 C 36 a Gonealves A Irmao, 20 a Mtft-
teiro Greaorin A C. 19 a Braga AS n. 7 >-!)'Fer-
rpira A Matht-u-, 2 a l'er>liAo Olivwra & C, 1 a
Gon.alvps IMtrao A Fhln, 1-6 a Simpson At-, *
a Farias & Irmao, I a OUo Bohers, 5 a IV. If.
Wiat, 75a Al'-.rorado Vielra4 C., 2 a I). P.-VTiM
4 C. 232 a Cramer Frey 4 C. Tijoio* 30 caixas
a J. F. R Rams. TouehVio 8 barris .a Braga &
Son. Tnila 1 eaixa a Sa Leitao A C .inibra.
Vidros 3 caixas a Amorim Irmao 4 C.
Zinco 14 volumes an bario do LiaraHientrt
Macao, hiate nacional Dens te '0m>>, eott-
sfgnado a Bartholomeu L-rarenc. m.mfe-tou:
Algoda. lOsa.vas a Gmcalves Ferrelra, lOav
M. Sdva Pirate*, a a Cunha A C.
Cera 30 kil"s a ordem.
Gemma *6 saccas a Moraes 4 Irmiio.
Sal 470 alqueires a ordem.
iBSPACHOS pe EXPORTACAO NO DIA 17 DK
OUTUBRO D^I87(.
Para ot pmtns do exterior.
Na '.: ""' h 1 /.a Monnr'ck, para Liverpool,
"'ii : R. ,ii..'.. ellauA 0. S^6 saccaacuaft-
No r.avio he-panlud tiJUicL para Rareeloaa,
carrngaram.- K. Ohvora A C.-2 2 saccas maa
10,025 kilo- de i1u *\o
No barca ingleza Lavima. para a Capal, ear-
regaram: S B-otners a. C. / 0)0 saccys coot
75,00'J"kilos do'sssuca'rhiascavado.' ,
MUTIIADO
!




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o Canal
ryraiWpHIM WP *
# de astuc.ir m.
"P t*rw.
-JliWliWift iro VartV*br-
'iJjiW?*!!'.. *! fctmreiru 3 baifleas com 48"aba-
^ParViftiSfrVingiia,*, na barnaca Probidide,
'fi*t*ga*am to. Gimes 4 C. 'I brnea com bM
UMH a^rftrr l.ranro.
fU -para Micefi), na harcaca Manguabti, cirri
kiffifl r'fernande^ & Irmfio I eah;a com 40 kilos
oAPATAZIA da alfamjkga
imento ao Cia 1 a 17 12:01488
***"***..... W:i
l J>
fc*'l a 17.
....
Vt1A!Ji& SAWING
___
li:5lU576

I
ttraiauimpmla ao Jii 18
$* porta -
Twwiira (mrta .
CMttfirli .
6EIIVIC0 MA KIT! Mr.
aJwreag;*-descarrejad.-is oe trapich<>
< aifandcga d) "fa 1 a 17. .
**^4fti*nodta 18 ...
Asxfs-airacadw* no (rap. da alfanriega
,AUm*aig** ......
a*o ratcbe fk.nceieSo.....
, 2a,">78
106
57
175
935
30
33
-

*Gii.iMiruWA BK RRNDAS INTERNAS GR
RARA DK PKHNaMBUOO
ftarf.uteato do dta I a 17. 31:311:12".
iodtz 18 ...... a:9.i8#J30
37:29O>03-:>

. CONSULADO PROVINCIAL
lia I a 17
32:2VU331
6 632 IU1
3i863. 773
Ov TMENTO DA PRAQA DO COMMEUCW DO RE-
CIFE NX SKJUNA DE 13 A 18 DE 01" 11.11.10 DE
1873.
Cnnibifis.
fiolire Londres -a 9) il/v, 23 Al nor 11003 do
l*aco.
Desronios.
ggftanto de lelras -10 "/() ao armo.
*;< de longo prazo -9 0/0.
&rffM*f.
S-jtiM o Rio de Jinein.-S d/v ao par.
Vend < de grtisros.
Alf o4no df Peruambueo l" sorle 8*700 e
Sfno.
Dsn da Paralivha -1* s-jrte 9JI00 posto a bor-
* fr-te d 9.16 e f> O/O.
Couros salgados o secc is -879 e por kilogjam-
Ml
Entridis do OMtfimr f dxi'.ipdii ate o meio
dia de 18.'
Asarar -8.188 saecos.
Algoaao J.82i saccas.
ir* New-Yoik -10,300 saecos de assuear.
arranatacao para as 11 boras da manhS do
rrente.
i pjjjafnambuco, 16 de oulubro de
m^ector
Fdbio A.^sC. Ri'ii.
monU do mes
ceiro de
reclai
e* iai
respeeli
A Hera/
Uusroi
na da
187
Peh thesourana protHM so fax pubico
que forai'n transferidas para odia i-i.dj corrente
as seguintes arrematacdes:
Forneciue .to dos presoi pnbre*da easa
ielwi^ad n> trime-tre corrente de
ouiftDTtfaflflieinbro proximo vindduro.
Vend* do <>iUo dos remedius por 3:730i000
Obras dos reparos da ponte do Jun-
queira por 5:720*000
^ecretana da thejouraria provincial de Peraam-
buco, 13 de oulubro de 1873.
0 oibcial-wnaiijr
____________ M A. Ferreira.
So.xta feira 2i do coixento, flnda a audien-
cia do Exm. Sr. deembargador juiz de orphaos e
ausentes, vao a praca para serum arreiuatailos a
quern mais der, com aluiiiiwoto d* qcin.a |:arto,^
os bens >eguinle.s:
A pane que o easel posstria-ne en|enh>FMfa-
lia, pwr o:*rf)J0. -
(Thi frrrem fcit* a'*ri*'%'i5oiwe-de'-^lba-
qnerque, por 115*200.
Urn diti bo alinnamento da rat da Aurora, com
100 mIibos de freute, e fundos ate a rua de Luiz
do riego, por 2003.
LTin dito om almhanreato d3 rua da Aurora,
com 200 palm ? d- frenl, por 400i.
Uui ditem almhaaiento da rua da Aurora, com
200 (lalmns do freuld e fundos ate a ruj do Luiz
do Rego, pdr 446*.
Um dito em alinhamento da rua da- Aurora,
com 150 paluws de freute e fundos ate a ma de1
Luiz do Ref >i por 360*06.
U.n diii em Sauto Amam da Salinas, com 100
palmos de frente, ua canipina r|ii,> prende ao si-
tio do casal, inveutariado por 200 i.
Um dito em Santo Amaro das Salina* com 100
palmos de frente, a comecar da oami>ina, o qual
(ircndc ao situ, do ca>al, inventana.lo por 2.10*.
Ditos bea? vao a praQa a requerimenio d-> to-
nentecorcncl Antonio Vieira da Cuolia, testa-
memviro e inventariante dos bens quo liraram
por faliirimen'o do inajir Mauoel do Nascimento
da Costa Moreira e sua mulher D. Antonia Viei
Td da Cuoha.
Antonio Alcanura,
iiTiea arrimdada
POT
mBmento,
uma
N 13.
N. 21. Blf#* do
dita por
N. 23. 0 enesmo, umadita por
N. 25. 0 oii'smo, uma'dita por
N. 33. f>me?rao, uma dita por
N. 31 0 mo>mo, umadita por
N 37. 0 mesmo, uma dita por
N. 43. Manoel da Silva Santos, um
sobrado de 1 aodar por
N. 47. Mnoel da Silva Lopes, uma
caa terrea por
N. o'. 0 mesmo, um sobrado de 1
andar por
N. 53 B, Joaqiiim dWAlmeida Goqies,
uma caa lefrea por
N. i>3- C. 0 inesmo, uma dita por
$'. 63. Jose Maria das Cbagas, uma
afcs&
L_i..-
MWffl
M
Pfavhs enlradis no dia, 18.
^-:\-9dias, hhte nacional Den te Guarde, do
I5S tonaladas, capitio Man iai P. Jaies. eqaipa
^esi 7, carga sal e algtiao; a Barlholomou
Co'ireniv).
.' o & '. Janeiro 13 dias, barctinglezaF/i/'ia Scud,
de 318 toneladas, capitao W. Poik, eq.iipagem
II, em hstro ; a ordft'n.
lVavios sikidos no mesmo dia.
Aracaty Pataeln allomao Fried, Oapiii} J.Menke
? lastro.
io'Gran 13 So NonaPat icho Maria e Sophie, ca-
pit-i i Pdldbans8, em lastro.
'Hi Tlwma* Hnghos, em uxtro.
F in *-. do s;it Yapir bftiileiro P-rd, comman-
- EDITMt.


Sv
I
(i Dr.] Sobasliaodo Rego Rarros de Lacorda, juiz
'' lireilo especial do commercio, D'ista cidade
do Recife do IVniambuco. p >r S. M. I, clc, etc
Faj'j saber aosoredores dos commerciantes ma-
Vtieo'ados Bistos .*c Silva, estab lecidos nesta cida-
i* isiptrantos d mor.it'iria ao merotissimo tri-
.baaal do commerci<. que pelo presente edital sao
amad'W para eomparecerem perante cste jaizo,
iia fa! i das audientfas, as 11 boras do dia 31 do
i-orren-te mez de oulubro, afim d< observar se, e
lur-se ioteiro cunipiimento ao disposto no artigo
tW do codigo commercial, de einformidade com
aidisjiosic.oes d's art:go* 812, 8'ti e 8V7 do mes-
mo colig'i, -cert'.ts os ditos credores deque n:io
s^rao ailmittidos per procurador, sem que este
exfciia procurac'io especial, a qual nio podera ser
catterrda a devedir d>s impetrantes nio p dendo
r dou*
Hv?rsos rred)res, e que sera bavido o credor que
ni-) compareeer, como adberente as resjluenes,
;ie I'.iiar a mai->ria de volos dos credores qae,
ceni^areccreui; sondo neces?ario para conjeisan
, laera, eque repre-ente dons terc>)s da totalidade
',is dividas dos crediios sujeites acb cfTeitos da
ro^m;i moratona
IT Jfara que cuegue ao conheclmonto de todos
a&asd passar o piesente que sera publicado oela
impreniA e adlxado dos lugares do c stume.
4;iJale\do Recife li de outubro de 1873.
V>i, Han,iel Maria Rodngues do Nascimento, es
Sebfyti~i) do Rego B irros de Lacerda
i omarca de Palmares
JuiKo da proveiloria
O Ur. Alexandre Bernardino de Figneiredo Reis e
ilva, juiz municipal e da provedoria, snpplenle
:i exe eiciu do termo do Agua-Pre'a e comarca
Palmarei, provincia de Pernambaco, em vir-
iude da Fajo saber pelo presente edital que no3 lermos
4o art. 1* do decrelo n. 1693 de 15 do setemhro do
iWi, dentro do praz > do 30 lias, contados da pu-
-fettca^jdestB-edilil, reccbera esto juixo p eporas
ewearta fechada para a arrematacao por venda
dss-escxavas : Peiko, enoulo, solteiro, de:i2anj
m<4e idade, agricnllor, avaliado por 800/WflO ; I
Fatistat, crionlo, di! t'J annos do idade, solteiro, I
'.rieub r, avaliado por 1:280J. os quacs perten-
*>jm ia espolio do ponuguez Manoel J isrj Vianna,
(tofeeutfjro, e acham-sK ne-u villa, a raa da* Boa-
V*JS> >ti.. 2, ondo |i9.l8r*j ser examrtiailos peij-
ipnetaMeotes.
E< para que chegue ao eomV.rimento dfl todos,
MMdei passar o pr-seate, que sew ulflxado e pu-
*!i'di> pela impron-a.
W Cust >dio Kloro da Srlva Fragoso, efcrtvao o
revi
WHk dir Palmares, 6 de oulubro de 1873. -Ale-
unttire fterawdino de WigueireJo Reis e SHva.
Santa Casa da Misericordia
do Recife.
A junta administrate da Santa Casa de Mise
ricordia do Recife, ompelenteineate autorisada
pcia pie.-idencia, cm data de 3 de seteinbro do
anno proximo find >, e d* conformidade com o que
dispfio o 9.* art. 52 do no com romi-so. per-
'i.'ii. por apobces da divida publica a fazenda de
criar gados quo possue o patnmonio dos esla
iielecimentos de caridade a sea cargi' dioiomina-
da Cannuba sita uo term j de Fi ires de-ta
provincia, com terrenos para criar c plantar, e
com algum gadj c ivMI,.r e vaccum
Rer be para isto propostas uesta secretaria at^
o dia 10 de dezembm do corrente anno
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 10 dc- outubro de1873.
0 escrivao,
Pedro Rodrignes de Souza.
0 adrainistradir da recebed'>ria de renda*
intcrnas geraes faz pubbco que 6 este mez do ou-
tubro o ultimo em qu? tem do ser pago sem mill-
ta o imuosto sobre imlu-trias o profissoes. relative
ao 1- semeslre do exercicio de 1873-74, e coin a
multa de 6 0|0 deiiois do rei'erido me*.
Recebedoria de Pernambuco, 3 de outubro de
1873.
Manoel Carneiro de Souza Lacenla.
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Recife a Olinda.
E Rchcribe.
MOM

f
Edital n. 84
RAa tupectoria d*alfandega se faz pahticn que
i II hiras da manha de 21) do corrente se ha do
arrewattr, livrodedireitos, a porta desta repan-
cijlo, 7i chap*>s de pallia de arroz simples, avn>
Tfcpi*, fine fsttiam part-j do ccnteddi da caixa
Kca I.FPA1'., n. 1052, virnla de L>vwpool no va-
'.ingl-jc SSuHent. eniralo em 12 de setemhro
lo, avaiiados por 10t*l69, eabaadonado ai*
ft* por txamcr Prey A; C.
AKamhifi 71
0 inspector
- _______ Afco A. deCafc.dho Reis.
E(ttaiL 85.
ffiti'K'a o a:f.-ind"gasc faz nublico qii^
myfrl >Mfi arremutado um fugto.ife ferro fun-
tiftlj. .ctnul^iiiiit- nijcaS (ljWioca?a<, a aliaJo
Sir W.WWdolli iMWct> rW-fa e abandor
Tjndo a leila) por edital n. 82, se tranvfwS'a-ifK^
De onlem do presiilen-
te d'assembloa gcral dos
awionhtas da com pa
iihia acima, faz-sesrinn-
to aus senhons accinnis-
tas, que no dia 20 d"
corrente pelas 4 horas da tarde. e do lugnr
do costume, dee funccionar a assembles
gerol em continnagaodustrabalbosdascssao
extraordinaria adiada, dos quaes faz parle a
leitura do parecer da commissao nomeada
para o exame das contas da directoria, ex-
lubiiias com o reUtorio da sessao ordinsria
do mez de abril proximo preterite
Recife, 10 de outubro de 1873.
0 secrulario.
Luiz Loves Caslello llranco.
I,,rtcn!il De orlemdo Exm. Sr. director raco publiro que
por debberacio da congrega^.io, tomada em se*sao
de 15 do correnti, fui Jransferida adefesa de the-
ses do barh.irei Jo.io Vieira de Araujopara o d:a
21 do corrente, as 10 boras la manha, devendo
por isso o mesmo bacbarel comparecer nesta se-
cretaria no dia 21, as 8 horas da manha, para
tirar o onto de diseerta^an.
Secretaria da faculdade de direito do Recite, 17
de outubro de 1873.
0 secrelario
_____________lose IIouorio B. do Menezes.
. Pelo jaizo de paz da fre^uezia de W. S. da
Graca, no dia 23 do corrente, depois da audiencia,
se ha dc arrematar em hasta publica os moveis
seguintes : 12 cadeiras de amarelh, assenlo d
pallia, avaliadas por 48*; I sofa dito dilo 20* ; 1
par do consolos de amarello por 16* ; 1 mesa de
meio de sal., dito por ID* ; 2 cideiras de balance
dito por 16* ; I candelab o com tres mangas por
8* ; 1 par de laaternas pes da casquinno por 5* ;
cujos bens foram nenhorados a Jo de Miranda GuiOMries, por execacSo d Jos6 da
Conceigao de Oliveira Figueiredo.
Cottlado provincial
Nl>forma'dd aru 18 doregdlamento de 7 de
oiitutro corrente, sao couvidados a virem retiran
as .-aas petigoes, para coiif'n*ma-las com as e*i<
genflias'do mesmo regulrimento, aquelle#qae pe-
rant esU.. rcparti^Ao tiverem reouerulo a isn>
l-ao db imposto sobfo sens estabelecimentos pelo
facbAde serem os mesmo* e;clusivamenie servi-
dos Jtor caixeiros nacionses, no anno financeiro
corrftile de 1873 a 71.
MaVa do consuladd pftvineial, 15 de outubro
de 1173.
Anttaie Carneiro Machado Rios
Admitt tstrador
*Pela subWegaeia do l* di^tricto dos Afojia-
dos se dectara qae se aelia legalmente dep.sitado
umo|vallo pequpno de cor pedrez, que andva
vagagtlo por cstu Uistriclo : quern pnis se jolpar
com direito a el!-1 se aprcsente neste juizo, muni-
do drfscus docuidentos. dtmiro do pfaso de 20
dias, a contar da d.ta do presente, que Ihe sera
ealMpH
Afogados, 17 ue outubro'tJc 1873.
0 sabdelegafdo
_____________Joat^CtirisosbMne de Albuquerque.
A Ihesonraria de fazmifct temdSeontratJ^ o
fornecimento de papel,'>penna, -tinla, enveliKMis,
livros t mais artigos dif expfditnte^qoe'Wiforeti
nftec sarios durante o semesrt"e*d#jaB" proximo futuro. cuja lista s^flelia-lrt^cr^rawdS
oiertia t e90Hrari**pa: a ser vista por quern pre-.
lender trnnnpo mesmo fornecimento. 0 R Oor pVe-lari flanca as mult.irern que ib^rrer, e
d#rc ser pessoa conhecida e cstab'deeida ne-ta
ci*. Recebem-se do dia 1" del deiwnihro do
cqyeBte-aiwa i3 duTO'snm prop> ftjeHiilff frr-o dtWPMeciioAirK-a* qus seri
alerlas no refori.io dialj, peftaittt) os pCPWde'i-
[A e em sessa da jnntatt-i mesrrr*-rH<*rrt>tfaria.
S-crelaria (te ihesonrjMa de'fazenda ds IVrnan-
blco, tin i7 do ontubr 360*000
300*000
300*000
30 *000
360*000
360*000
360*000
762*030
336*000
456*000
144*0*0
144*000
168*0 JO
264*900
19S*0rtO
144IOOO
210*001
-T^dHaL^,
innarlo Donrad >,
de A. Gar;ia, Joaquim Fancisco de Arrad,)>oa-
quim Ces^io da Rosa, Jo5o Rerreija Pint-) Goima-
ries, |)|pad>|C Bravo dt C, foao (ItdoTrMo Pinto,
va, NlpBHtf Si
Administracao do correlo de Pernambuco,
outubro de 1873. **
tc aJI l0rtu a(-inia liara carga trata-se com Tasso
maos k C. a rua do Jmorim n. 37.
I
.i^K
^. M1$fa&
l\l
Para seietjcu dos c-*trib Mn'es do iraposto da
e os effeitoi Pwa.-'s, em segn-.la
'publirim.se a- alterajBes Wnficj^ns no lanci-
oel Di
iMdividi
dad is por
N. 83. Jose Luiz dc Aievedo Maia,
uma dita por
N. 87. Manoel Martins PIfes, uma
dita por
N. 89. Manoel Dias.-da Silva Santos,
uma dita por
X. 95. Lourenco Mai tins das Neves
c Manoel Jose ilartins, uma dita
por
N. 107. Franasco Lop da Silva,
uma dita por
N. 117. Fiib.is de Carlo. Ernesto de
Me-quita Fa lean, uma dita por
S. 121. Anionio Luiz Peceira Basto,
um i dita por
X. I :<>. J.iao de Medeiros Raposo,
uma dita por
N. 153 A. Joao Adriano de Mello
Dutra, uma dita por
X. 133. Dr. Antonio Joaquim de
M irae- e Silva, um sobrado de 2
andares c loja por
X. 161. loajuim Antonio da Silva
Liuhor, uma diUi pur
X. 179. Aprigio Jo^e da Silva, uma
dita por
N. 189. Jose Marques Vianna, uma
dita por
X. 193. 0 mesmo, uma dita por
N. si I, FrancNco Marques da Silva
c Anionio Moreira dos Reis, uma
dita por
X. 213. Francisco da Silva Rego, uma
dita por
X. 253 11. Marceliuo da Silva, uma
dita cm obras com uma meia
ajjoa no fuudo, dividida em duas,
arrendadas por '
X. 271 A. Iosepha Thomazia de San-
ta 'tosa, nma dita por
X. 279. Jose Dias dos Santos, uma
dita avaliada por
Travessa do Freitas.
X 2. Miguel Ribeiro pavao, uma
dita com sotao por
X. 4. 0 mesmo, uma dita por
X. 6. 1 mesmo, uma dita por
X. 2d. Fran-isco RibeiroPavAo, uma
dita avaliada por
X. 32. 0 mesmii, uma dita por
X. 34 (i mesmo, uma dita por
V. 42 0 mesmo, uma dita por
N. 44. 0 mesmo, uma dita por
X. a Candida Alberto Sodre da Mot-
ta. uma dita por
Travessa do Raposo.
X. 3. Vicente de Paula de Oliveira
Villas Itoas, uma dita p >r
X. 13 Joao de Medeiros Raposo, uma
dita por
N. 15. O mesmo, uma dita por
X. 17. 0 mesmo, uma dita por
N. 19. 0 mesmo uma dila por
X. 27. Ji>ao de Medeiros Raposo, uma
dila por
X. 29. 0 mesmo, u:na dila por
X. 31. O mesmo, uma dila por
N. 67. 0 mesmo, uma dila jior
N. 69. O mesmo,-uma di'a por
N. 71. O mesmo, omadiia por
N. 75. 0 mesmo. nina dita por
Travessa do Reis.
X. 12. Antonio Moreira Reis, uma
dita nor
X. 14. 0 mesmo, uma dita por
Rece.o do Cvpriano.
X. 2. Manoel Cvpriano Teneira Ra-
bello, uma dita por
X 6. 0 mesmo, uma dila por
X. 8. O mesmo, uma uila por
X. 10. 0 mesmo. uma dita por
X. 1. 0 mosm uma dita por
X. 3. O mesmo, uma dita por
X. 5. 0 mesmo, uma dita por
Becco da Matrix de S. Jose.
X. 8. Bernardo Jose da Rocha, uma
dita por
N. 1. 0 mesmo, uma dita por
Trovcssa do Lima.
X. 3. Manoel Percira Magalbaes, uma
dita par
N. 7. 0 mesmo, uma dita por
Travessa do Gomes
N. 4. Antonio Moreira Reis, uma di-
ta por
Travessa das Formosa?.
X. 8. Joan Carneiro Rodrigues Cam-
pello, 1 dita por
Rua do Luiz de Mendonc.a.
X. 4. Manoe! da Silva Santos, uma
di'.a por
X. 12. Barbara Francisca do Rego.
uma dita por
N. 28. Maria Magdalena da Concei
cao, nma dila por
N. 36 Francisco Gomes Ferreira de
Sa Leitao, um purlin que da en-
trada para 6 meias aguaS, por
N. 40. Manoel Antonio da Silva Mo-
reira, uma dita de madeira, divi-
dida em 3, tudo por
Rua da Via Kerrea.
N. 20. Jos6 Ignacio Ferreira Rabello,
uma dita por
Calnanga.
K. 80. Manoel CyprianoFeneira Ra-
bello, uma dila por
X. 22. O mesmo. uma dila por
X. 24. Mitunio Moreira Porto, uma
dita por
X. 50. Franeueo Joso de Abreu, trma
dita por
X. 52. 0 mesmo, nma dita por
N. Mi Jose Francisco de Paula, uma,.
dita por
N. 60. O mesmo. nma dila por
N. 66. Vidva e hordeiros do Manoel
Luiz Goncalves, uma dita que ser-
ve de salgadeira, avalia4a-por
Rua da Victoria.
N. 2. Manoel do Carmo Ribeiro, uma
dita por
TV. 4. 0 mesmo, uma dita por
N. 6. 0"mesmo, uma dita ppr
-1.* seecao do consulado provincial,
hro de 1873.
t... 0 chefe, ,
Antonio Wilrurio Pialo B"e A.' 'de Tascnnceilot.

300*000
240*000
432*000
288*090
300*0 '0
380*0 JO
792*000
300S03O
300* 00
108*0o0
264i(K0
192*000
120*00^
204*000
72*000
1445000
12050W
120JO00
120*0 0
144*000
14i*0
144*1106
96*000
96*000
120*000
163*000
144*000
1G8*000
144IOOO
1*0*000
240*000
2'i0i000
2t**oao
98*01.10
965000
96sGn^J
144*000
48*000
72*000
9b*000
96*1100
96*000
96*0'0
84^000
84*000
84*'100
1201000
120*000
264?0)J0
240/000
144*000
120*000
216*000
120*000
264*000
576*000
2I6;000
168* 00'
EHPREZA-YICENTE.
Segunda^feira 20 do corrente
OaA.MDECOXCEHTG
VocmI e iustrnmeotal
EM"BEXEF1CI0
Do 4-lnrrnr-tfstn brni1oiro
ANTONIO MARTINS VIANNA.
Projjrnniiiia.
1.* parle.
*- fjuvertura bicada.pela orebeMra.
2.* Grande'e difflcllima Dharitasia do clariiieta da
opora Somnamlmla'fiellmi) por Cavaliui, c exe-
cmada polo beneddacW.
3 Aria do 2 acto da opera Os Martyres (Do-
nizetti) pelo insigne tenor Sabino V. Romao do Lu-
na Freire.
4.* Caprieuo para fliuta sol ire a op^ra Efnani,
por Unr.ri,i| i, execatndo' pir andidn Filho.
o. O Sr. Santos Silva,. distincto hurit mo porln-
guez, cantara uma linda cavatina do seu reperto
no, e sera acomuauhada no piano pelo in-igne
maestro Julio Poppe.
6.' O muito sympathies maestro Julio Poppe
executara no piano,}a pedido do boiwfieiado, o inui
liodo galope de sua coinposicao Viva a pan-
ders.
7 Granle e linlo duetn de flauta e clarinet'
executado plo' iti-ignes artistas Cornelio e Fran-
eebno.
2.* parle.
t.' Onvertnra pela orohesira.
2." Phantasia a capricho por Cavabni, executa-
da na rlariacta, pelo bcnellciado.
3. Cavatina de t.-nor, 3." acto da opera -Iduo
Poscari pelo nmstro Verdi, cantada pelo in-
sigie tenor Sabino. '
4." O Sr. Candido Filho t-icara em sua sonora
flauta.a linda phantasia sobre motives da opera
Lucrecia Borgia, por Driccialdi.
. O Santos Silva cantara um outro pedaco de
seu repi^Kurio, o qual sera acompanhado pelo
maestro Poppe ao piano.
6. O Sr. Luiz Gonzaga de Lima se fara ouvir,
locaado uma oatra phantasia de ophicleide, com-
posi^ao di imuortal e sempre lemiirado Pedro
Xolascn Bapti-ta.
7." Termiiiara o concerto com u-n lindo diver-
timento clarinelislico, pel) insigue clariueiista
Francelino Libanio Tenorio.
Principiara as 8 1|2 boras.
E' este o divctiuiento que o beneiiciado tem a
honra de offerece.r ao respei'avel publioo pernam-
bucauo dii quern espjra todo acolhimento.
A9roveita a occasiao para agradecer a todos
os Srs. cavalheiros que so digoarani acejfar billio-
tes em sen benefieio, e aos seas irmaos d'arte
pelo ohzeqoio que aeaba do rereUer, como bem,
o in-igne maestro Jose Cielho Barbo^a, em diri-
gir a orchestra, e ao Sr. maestri Jolio Poppe em
acompaiihar lodis os cantos ao piano.
O- intervallos serio preencbidos por uma San-
da de musica.
M
jComjiuBbia Fraaceza dc Myek*
Cfliavajror
Linhammsal entre o
Havre, Lisbon, Pernambuco, Rtode
Janeiro, (Santos, somente na vol
ta ) Montevideo, BuenoaAjres,
(com baltlcncao para oRosario)
STEAMER
mm 4GALHAU
^ ,^^/'
'Li
Ciimininilintf C-apellc
E' esperado ate 22 H > cormnte, e seguira depois
dadeno,a precisa para os portos do sul aeima
indicadus, enlrando deutr,. do porto, quer ua vm
da da Eurnpa, q'jer na volta.
Rclativamento a fretes, onc.immendas, passagei-
ros, para os quaes tem exc.ell-ntes acommodanoes
por prepos reduzidos : trata-se com
OS COSSIG.NATARIOS
AUGC^TO F. D'OLI -EIRA & C.
42Rua da CouundrcioBnlrada pela rua
d i Torres.
- >
Santo Antonio
A cidade de Jerusalem.
0 Dr. Kalle.y que, por diversas vazes visiton a
terra de Paltstina. tem a honra de participar aos
seus amigos c ao illustrado public) de Pernambuco,
que sendo-lh- generosamenle franqueado pelo
Illin. Sr. Vicente Pontcs de Oliveira o u;o do
rnencionado theatro, tenciona ofTirecer alii nma
descrHicao do presente cstado de Jerusalem, e
inlorniacdfls intcressantes das de>cobortas re&;n-
tes cntre as suas ruinas, em presenja de um de-
senho da cidade, com escala gran le, tirado de
photographias: na segiinia-feira 20 de outubro,
a principiar pelas8 boras da noite.
Eutrad; franca, por bilhetes, que se encontra-
rio na liVraria fran^eza e no theatro Santo An-
toniti*
Pacific Steam ^nvL^iSi.m Ceuipao)
liinliu <|itzeunl
O PAOUF.TE
VWiPlkAxVlSO
ispera-se da Euopa ate" o dia 26 do corrente.
e depois da demora do costume seguira para o sul
jo imperio, Rio da Praia e eosta do Pacifico, parr.
mde rocebera passageiros, encommendas e dinhei-
ro a frete.
OS AGLNTLS
- Wilson ttnwc A C.
14RUA DO COMMKRi'10li
LE1L0ES
LAO
F>j'i;iinila-rcira
.1
72*0()O
72*i 00
96*000
96^000
.72*1=00
72*000
72* 00
380*000
24*00b.
2i-*(lO0
240500;'>
14 de out u-
0Ulf.AMk-
Co#t|nlo* esfe .-ornpailix |u*a%is id
Jiios hrn.fni erti "sen m me cobranilo muTias
easas, a niulo de ertaroni*s apjiarelhos m
taji/s,'|a mando'u c.dirar inultas, o ni-m ellas llie pertei
c^iiii if .giiifltiio, p. p4r isSftdrjUDa^se ao
co one niilajaiyie.ajj'SS^HB awfctes.
e* bntOoVi/
;o uiie ruila.
erai
Correio g
rail as : ...
Adidpho H' nrique Alivjgnicr, Berntvh *" '
S'le Barros Campello (i), Cosrap Jnsd,- ;
lla>*". 1e ntm dos Santus Irj^ju. *" '
DXA
Quarta-feira 22 de outubro
Hocita cxlraordi'nuria. '
Em b'-nefieio de
inter tie llollnnlln CnvnlcAnte.
Represcntar-se ha o muito applaudido drama em
cinco actos c seis quadros:
MARIA JOANNA
e o gracioso daeto:
O estudante e a lavadeira.
Principiara as 8 Ifi horas.
"ftVISOS MsHITSMOSr
DE
1 mobilia de jacarandd com tampos de perlra,
1 mesa elastica de 30 palmos, l'toillctio
de jacarandi com pedra, e muitosoutrus
trastes avolsof para liquidnQao.
SO lo oi*rcutc
As 11 horas da (nanha.
O preposto do agente Pestana fara leilAo, por
conia e risco'de quern pcrlencer, dos trastts aei-
ma mencionados.
Hoje
as It heras em nonto
AO CORR R DO MARTGLI.O
Xo armazem a ma estreita do Rosaiio n. 28.
LEILACT
PA
confeitaria e casa delpasto sita & rua do Ca-
j6 n. 40.
Tcrca-fiP *41 lo corrente.
ds 11 horas cm pouto.
O preposto do agente Pestana fara leilSo, por
mandado do Illin. Sr. Dr. juiz especial do coiminr-
cio, e por conla e ricco dc quern pertencer, da
confeitaria e casa de pasto sita a rua do Cajd n
id, purteucentc o di'u csiabelecimeulp a Jose Gon-
calves Xogueira ; o leilao lera lucrjr no mesmo
eslabeleeimento, terca-feira 21 do coi rente, as II
boras em ponlo._________________
Grande c i npurlanie leiliiu
DE
moveis, loipeviilros
yUARTA-Fi:iRA 22 DO CORRENTE
ns 11 laora em ponto.
O preposto do agente Pestaua fai-a leilao por
conia e risco dc quern perteneer, de divcrsos
moveis, louca e yidros, perteneenles a ex-socieda-
de Terpsichore, sita ;i rua do Trapioha n. 15, todos
os objeetos estarao pateates a vista dos Srs. c*m-
pradores, afiancando o bom cstado dos ditos mo-
veis ; quarla-fcira 22 do corrente, as 11 horas em
ponto.
fERFTGrPsn, CU10 F TRI6||
WKf aEVIItKHr.-f
smtji-'f.- eHonhieATlskordaoraem.flttr
ifi hf .i at//-,/
l, o Jf1.! M.Uwrcias l.al-.i-'ico* rrite .limla aus-
I' pientfio a* i:is priiTii-irtfaHwSi(tJmnrfieiiti-
.1 mes um t-rnpo rfu oMlM)oag:raila-
ffi O '- ','.-!:,. r: w -cniMWM^Ia*sua
[ flnsi:-,i ii! i .ifi>'::in'l t i :,r. Si -1 rli'n i: !\ I ('> lie 11 H1 ''hail. KilO
'.? jji |i!K'-;;.- Ii.l:;s rr p:i>f;irtl;lili'S i!(J Oleo
I riii. 0 !e ,'a-il dig-slaw c lltUMp
e.i-'-i |iri*"odd verrtre. ,
ToH.is :ii c.l.'liriif,-wlcs mMftfts (-pre-
reroiiii.- niiiris loi-paracTiPs l.'/ru'^in*-
sas. (rnovciu mi lo-lo* us rasos em que
si'rini'H-.'n 11 i"itiyi : Thitca ptatmtntar,
ISrwicJii! i> rt:-< I) 'im', t'.>rr<>!"'iiht,
niri .n. 1^- l;:. EM>iuhmMmu, Bi
lri*!i, *"oinlcri-MpinM ilemorlrVliis .>
Frnqui-/.-: d* riitihtili.iriiu.
dkposito iii pins: Pli im.iCflEVSlltlR
21. F.iub'iurg '.ontinin e.
Na nii'sma pliarnia> ia n'cliltb sc n
e la.me. On I'ur.j, I'xccllentcs- i>n
clW't Ipnieas. Ds prennlos dr I) -wtuth
cnmi>oMns conirn- ii T'lifi-. Ivsi-n-
'
I
AGUAfD!ViHV
E.GOUDRA
niTTA^ApUA.DE SAUDE;
Preconis:i conauotniicntc < bcllia ctrM d> BocMtfe, t pMMI
vftndo da pcsie e do'ctioler* roorbo.
ADTERTENCU llPOITiltTt
L'mas iniihici'ies e blsifirncArs tmduUntitS,
is mai- vczc- 'danmosas a sau'de, eidudas pela
fnina lao juiunicule adquirida pela Agaa di
?ina, obngao-me a recimtMBdir an eotiMmi-
dures de reconbecer tinicaroenle como Ipgitanas
as garrafas no ^arjjalo das uaej acha-su uma
{equeuna faxa con a minoa
rma e man-.i de fabrics.
a*&
PARIS, IS, rae d'EDtMi.
Encontri-.e em cau de todoi O! pri aclpaea Ferfamllb
Phiirui.iceatlcoa e CaUclWeiro* de ft nielwa.
(Kiiiue i, ipmteueui- uo ueri
RIEDtOE 00 EST100 FR.HCEl
AKlNIl : PA BIZ. }, ROCLBTAID MoimtSTU.
ESTAQA0 DOS BASH08.
No estabetccitntnto de Vichy, tan dot tnelho-
res da Europa, arhar-te-ha Uanhos e Emhroca-
fOet de tod'i a sorte para a cm a rtus dneneas do
entomago, dn Hgnde), da brilaia, arcleM,
dlb>->i Koh>, eonerrfiim rolculoaaa,
ou Kiln" naa ourln elc.
Cada dia,dudeU db Maioati It di Sapt.ho:
Teatro e Concertos no Casino. alaaiea no Psrqme.
S'a do leitura. Salio rewerrado para as Sechorai.
Ruloea de Ingoa. conrer^acin e hilha**t
T000S $ CUmiNHOS 0_FtRR0 LVAM A VlCHT.
Deposito em Ptrnambuco, TlSSET I
DOENQAS SECRETAS
Gh. albert
CUBA RADICAL, PRMPTA E SEUUbA PKLO
TIXHO n SALSAPAaRlLll : Imnigijca,!
alporcae, Dorbulbas, alceraa, tiooi de
j aangne, debilidade, tamorea.
B0L0S A2HEN108 : Conimentaa recentej
on antigos; flures brancas, crtree pallidaa-
| Pant, It, r. MontorgnelL Folheto gr a tit-
Depclto em Pernambuco, A. RECORD.
MASSA pbitobal i XAR0PE
de NAF6 de DELANGRENIER
Paris, 26, rue Ridelica.
M Medicos dos HospiUcB de I'mrU conitiratn
aui ftnperlorldade aobrc todos osmaiippituni- e
f *uu poderosa tfficacia nas loikff), etthmas.
Erlppc, cqwluche \Lotte convuha), lull-nil
11)39.10 4ob broncblOk, irritn$$cs do peito t I
da Qiirguntn, etc. (CauUla contra at falsifiCQ-
efrri Depositor nu pLarnmeias acredltftdas mo
Brazil.
J^eilao
STEAtt NJUnttTKHI COM
PANY
l.inhu quluzettul
O-1M0UETK
ispera 'se dos porCistltf'tul'ivitl o dfa 25 lo corren-
te, e de;iois da demora do enstome, segntrS para
l.ivirpool, S. Vifa'irtric I.isboa, pan onde recebe-f
ra passa j*iros. encrtmmeniias e ca*ga a frote.
OS AGENTES
:i6i'.
i
P
Para o referwlo porri
6a d*mora o brisi
nttiof. pj
resto;
iCo]
a
^retonde seguir com poa
orluguez Recife por ter
tritado : para o.
insignatarioe
io, a rua
DA
taverna sita a rua de Marcilio Uias, anltga
rua Dircita n. 71.
yULMA-FEIUA 23 DO CORRENTE
As 10 horas da manha
O preposto do agente Pe-tana fara leBio, ppr
conla e risco de quern pertencer, da taverna sita
a rua de Marcilio Dias, antiga rua Direila n. 74,
da armacio, generos o man utencilios existen es
na mesma taverna, os -yam serai vendidos em 1
ou mais lotes a vonlade d -s compradores. Oa-
rante-se a posse da casa, cujas ciaves se acham
desembara.-adas de qualtjuer onu, quintafeira
23 do corrente, as 10 boras da manha.
LEILAO
AlUga-i-e a c.i.i On- i,.'rni. i~: bnxpitjl Pedro M, com "plirros ci.miii'td '< para
gran !n familia : a tratar ua rua do ho-ario da
Bra-Vista n on.
ATTEXCAO.
Na rjia estreita do Rosario n. :tj', pfWtsase de
um molequo para alngar, de iJade de 12 a ti
anuos.
DE
um magnifico e forte piano de nm dos melhores
fabricantes, o qual poder.i ser desde ja exami-
nado no escriplorio do sg nle Pinto, rua do
Horn Jesus n. VI, ouie se acha (ohra prkna.)
0UINTA-FE1RA 23 DO CORRKNTi:
______ds 11 horas.______
avisos Dt^sos
Doraingos Francisco Duraes e
seus irmaos convidam aos seus ami-
go< para aslWVm as mi~sas que
mandani celehrar no ennvento do
Carmo, as 7 e 1/2 Imras da manlia
de seguuda feira 20 do corrente,
7> dia do passamentn de sen t>resa-
do irmao Olympio Symplir nio Duraes.
j --*>'. _
Joao Pereira Mouiinho e sua mu-
lher Idabna de Snuea Meutlnlm,
joaDdam na tei(;a-fcira 21 do cor-
rente, pelas 7 horas da manliA na
igreja da Madre de Deus, eelc-
brnr oir.a mis-a por alma de D.
Olbilia I.iboralina de Oliveira SouV
ii, setimo dia de sea fallecimento, e rogani a< pi s-
soas de'sua amisade, bem como a familia o pa*-
rente? da fallecida para assislirem a este aclo de
religiao e ca'idaae, pelo que se confessam dosde
ja agtaileridos.
riUva e !il is do f.'illeri.l.i ur.
Seba>ffilo Anionio Arcioli eonvi-
dam acs paentcs e amigos de sen
fiuath Brand) aassistirem ;, mis-
a qfr^ nclo repouso de sua aloin
iiimuiam ceh-hrar iia-i^n*.i de N.
S iloGaiino, terra feira 81 do cor-
.* *
e Para
idaH o paHia renlnijrtaa. 7- boras; pete qjur^ftaaSo^iiu dastfe
-cu c.irr-.\ }?cM'.-s,
kiwm
o segundo andar -o sobcado na rua DirelUi n. 8J,
com eommodos pnr.i grandi' familia : a iratar no
armazem n. 25 da travessa do Corpo Runio
Aluga-se
a loja di) sobrado da rua Direila n 82, pr-pria-
p..ra qualquer i^gocio : a irtlar no armazem u.
2o da travessa do Corpo Santo.
Em Olijid.'i
Da-se uma casa lerrea na rua dc Malhias Fer-
reira, perto do banbo, a quern quizcr fazcr os ron-
rorlos precisos paia nella morar pop um wo
tempo que se couvenciooar, sem pagar alugirel
algnm : trata-se cum o sea proprlctariu ;u'i rua
Dtique de Caxias (oulr'ora do Qtieiniado) n. 26,
1 audar.
Atten^ao
U Uarao do Betn'ica Ficlifi'a o sen awinn niuilas
v.'.'i'j repetido no Jornal d> H-eife e Dinrio -ir
Perniimbuco, de que iiao alien lera a reeibo al
gum que Hie di.'a re-peito, ua> set) lo pasa-lo pir
seu lilho Jnfe do (Hivwra i.astro oator Antonio
Joaquim lirito de Oliveira on -.djlnbo Uemiqu-
Amando Graves, unicos enqirvga iw dvsuacasi
commercial. Ninjnicm, aiem ttestw, e-ta autori-
sadu a (irmir docum-nto algum foe blip >rui exu
nerarao aquem fir passail on obrTl'-n.-ao de qnsl-
quer natureza que sep, ao anmiu&tUo .
Aluga-se uma optima casa mobii
milia pequena, perto do. banhos,
ga encanado : ua agenda ameficaJM.
perador n. 45.
10^*000
Giatifica-se emu e-ta Q:ixatafcnwnii-?,:-airar .,
mnlaia eserava, Italbina. ba>xa, f'r.i dii e >: .
cabeiles eaelnad is i- ral'S, que K'ud-i si V> hi '
in) cor'adi., presfintemeutis auwin, t<-.ni utm
quena c.'catri;. em now di
em uma las iiiaos d i
quo pri-a de abn-la pe ) ja anlii
fugida cm Goyanmi. Ham
auiasiaiia com ii* sohlaii dii ?, i lal-
deia da fortalexa%s* Cirvn l\oi a
gar Irve-a ao Csfl|^^^H-m S-. ].,
quim Luiz fliwtviftvirrtpMreu a run do Vise
de Ginarna n. 8a.
Preci-ase de ivo li .mem oat
tamsitio boGI-fOia, e qotaiiiln.
trica : a Iratar co.n o Sr I a
loui;a a rua N.iva o. 49, ou no
lar com o felloe "
CSffiiri
I
.. JW


r
>


PI LUX AS
VEGETAES
BRISTOL
^ Tins betes sadios e saos
lima digestao vigorosa,
I'm cxcellenle appetite,
sao alguns dos henelieios quo sc podcm de-
rirar, fazendoseura uso regular Pilula* vegetaen de Bristol.
(Jma cura certa o efficaz dos intestinos,
Um remedio adrairavel para os rins,
I Um toniropoderoso para oestomago,
Sfto as inapreciaveis qualidades medicas
qne se podem encontrar, usando-se das
Pilulas vegetaes de Bristol.
Uma mediciua que nao produz ddres nem
colicas.
Um purgantc quo nao debilita nem en-
fraquece.
Um laxanlc que nao causa a rnenor
nausea.
Formam uma das muitas virtudes que
possuem a s
Pilulas vegctnes do Bristol.
Um rnedicameuto suave e favoravcl para
o bcllo scto.
Um correctivo seguro uos" desarrarijos d\)
systems.
Um remedio complete e seguro para as ii
rogularidades.
Sao os ciFeitos sem falta, rcsultantes dc
usde emprego das
Pilulas vcget u\s do Bristol.
L;ma compleii-ao clara, alva e transparent*,
lima uelie raacia e delicada c um
11a ito doce e agradavcl.
Sao os resultados certoseinfalliveis, de-
pois do se
haver tornado algumas doses desk
roolhor dos
Remedios as
Pilulas vegetaes de Bristol.
Em todos os casos de molestias d'uma na
tureza escrofulosa, ulccrosa ou syphilitica,
ou quando a massa do sangue sc haja tor-
nado turva ou viciada pelo uso de ferro
Imercurio, ou por outra qualqucr substancii
mineral a
Salsuparrillia dc Bristol.
ievera ser ustidn de conjuncto com as pilu
Aw, oassiin ohr.mdii-?!', em restricta con
'brmidade coin as dircccoes inscriptas in
anvolto; os doentes po.lein Mar cirtos que
uma ve.z usada conjunctamentc uma com'i
outra, nr-ntiiiiiin onfermidade ou molestia,
por mais severs ou arraigado que se ache,
nao podcrd resistir ao cumbinado poder se
'rolorio e sanitario destes dous
=
Dhdo de FenaamDuoo Sqguofla, {eiia 20 d.,Cfttqoisp fyjffis.

11.1.
DE FAZENDAS
NA

Riia da Imperatriz n. 60
Am
0
Vende fazendas para liquidator baratissimopre^fXHno
abaixose ve: U.
Fereira da Siiva feGuimraes teodo em ser umgrande depozite de fazendas,
tern resolyido fazer uma liquidacao das mesmas com grande obatimento nos presets,
com o uiuco fim di jpurar dinheir para o que convidam nao s6 freguezes, como o rospeitavel puhliro, a vir surtir so de muitis fazendas, bo s e baretas
no sou estabeleciraent i denominado oPavfio a rua da Imperatriz n. 60.
H).
El
Ambis estos medicinas acham-se & renda
em todas as principles boticas e
lojas ile drogas.
Acha-se a venda em todas as boticas.
IT. Forster & C.
________________AF.ENTKS.________________
f cm sido apreseiitada ao public*!
Durante o espa^o
PE
V 0 A N N 0 S.
S\V.S\PA1ULUUI\
RMSTOL
CAMBRAIAS A 49, 49500, 5&, 69 79.
0 Pavao veude um magnifico sortimento
das mais finas cambraias brancas transpa-
rentes, tendo 10 jardas cada peca, pelo ba-
rato proQO do 49, 49500, 59, (id, teudo lam-
bem das mais finas que custumam vjr ao
mercado, assi'n como um grande sortimento
de ditas tapadas e victorias que vende de 49
ate 89, sendo t'azenda que vallo muito mais
dinbeiro.
COM SALPICOS DE CORES A 39.
0 Pavao recebeu um elegante sortimento
de cambraias brancas com bonitos salpiqui
nbos miudinbos de cores, tendo 10 jardas
cada corte dc vestido e vendo pelo barato
preco de a?, por ser pecliincha, ditas com
salpicos lodo brancosendo fazonda liuissima
a 7-^300 e ditas a 3-5000.
VESTIDOS A USO DA CORTK tic
0 Favfto vende umbonito sortimento de
cortes do vestidos a uso da eorte, trazondo
cada corte todos os cnfeiles necessarioscomo
scjam : babadinhos, entre-meios, rendas,
requefifes.c vende pelo barato preco de 12-3
cada urn, 5S5im como, di os a 2 de julho
com todos osenfeitesa 109, cortes de cam-
braias brancas abertas. coin listras e lav. res
a ."Vditos finissimos a 89, ditos de cam-
braia branca coin listras de cores, para aca-
bar 39500, 6 pechrncba.
CORTES B01l[).U)0> A 109 E :159.
() l'avao vende ricos cortes dc camoniiaa
brancas delieadaraonte bordados, i>elo bi-
rato preco de 200 e ;i5?.
dittos a -?
0 Pavao recebeu um eh-gante sortimento
dos mais m demos cintos de setim para se-
nboras, com delicados la^ till) e vende pelo feaaato preco de 03 cada
um, assim como um grande sortimento dos
mais m'odernos espartilbos, quo vendo dc 39
ate 69.
C.4SSAS FflAJIGSZAS
a :00 rs, oeovado
0 Pavao recebeu um grande sortimento
de cassas francezas com delicados padrdese
cores lixas, que vende pelo barato preco de
300 rs, o coyado, organdy branco 0 lis-
tado de quadrinbos a GiO" rs. a vara li-
nissimo lilo branco liso e de salpicos, o tarla-
tanas de todas as con.-s.
R0RN01S A 129.
O Pavao vende um bonito sortimento dos
mais modernosboroous combonitas listras e
ven.ic pelo barato preco de 123 cad,
as&im como um el
francez muito fino a 39000, apenas precisa
1, '/* metro para um lencel.
CHALES BRATOS
a 29, 29500, 49.
O Pavao vende chales a emitacSo de'nae-
riu6 a 29, ditos de merino lisos de toga's as
cores a 29500, ditos de merino estampados,
muito fines a 49, 'ditos finissimos com hs-
tras deseda a 69500, ditos muito fiuos de
crepoma 109 e 129.
ifinia iciu u.iidiu prero ue li^ ca.la um A n. i
assim como um elegante sortimento d s mais', T 2 E** "T"*
booitoach^lesde^rMdecomtorasST c t Pret.stera Into como sejam :
...mnsneseu.-i. S!Sj ias> 0I1 lizmlwg |,sas que vende a
CERA OS CASOS MAIS DESESPERtDOS 1
A SAFSAPARR1LUA DC BRISTOL puri-
fies a massa do sangue, expelle para f6ra
todas as materias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as secrecoes, d& vitalidade e
encrgia a todos os orgAos o dd fonja e vi-
gor ao systerna afim de poder melbor resis-
tir a todos os ataques da enfermidado. E'
pois este um remedio constitutional. Kile
ounca distroe afim de poder curar ; porem
oonstantemente assitte a natureza. Portanto
em todas as doenc/is ronslilucioniies e em to-
>las as mfil&stitis locoes dependents d'um es-
tadAvicioso e imperfeilo dbsystemaemge-
ral, achar-sc-ba que a Salsaparrilha de
Bristol 6 um remedio seguro e eflicassissi-
mo, possuindo inetim.nv'is e incontostaveis
virtudes.
As curas ndilagrosjis de
BscroFulas,
UlcrritN,
Chains antigas^ '
ENFERlflOADES SYFHILF* ?C4S
EEYB1PEUS,
RIll'UMATISMO,
NEVRALG1AS,
ESCORBL'TO,
EfTC., ETC., ETC.,
que torn grangeado e lado o alto reaomo 6
Salsaparfiilia de Bristol
por todas as partes do uni verso, sao tao so-
meoto devidas a
csica lbgitima e orioinai.
Solsaporrilha de Bristol
ii. bnler k C.
iOENTES.
>A PHAR>L\CIA CENTRA!^
Francisco do I'inho Borges SobrinKo deixou
de ser caixoiri tlij Francisco G^mes de Olivcira
Sohrjnho, desde o ilia It da correnic.
Alaga-se tuna casa (ara grande familia, sila
a rur. nova de Santa Rita ; assnn como um bom
urmarem na ras-nw rua : a tratar por cima do
irapiche Danta--.
LAZINSAS A 320
0 Pavao vende bonitas lazinhas
lisas,
Carasiadiaes a BJ.O
0 Pavao vende um elegante sortimento
das mais bonitas granadines ou gazes' do
seda para vestidos, tendo de todas as cores
e vende pelo barato preco de 640 reis o co-
vado e pranadine preta com listras de seda
a 13800.
CORTES DE M JAPONEZA A 209.
0 Pavao vende os mais inodernos cortes
de la japoneza com delicadas palmaso listras
de seda, pelo barato preco de 29, assim
como finissimas lazinhas lustrosas dc uma so
cor a 500 reis o covado.
I.AZIMIAS A 300 0 COVADO.
0 Pavao vendo bonitas lazinhas transpa-
rentes com palminhasa 360 reis o covado.
Algodfto onfostado a 13 c J3*SO.
0 Pavao veude algodao eufestado com 8
palmoa de largura, proprio para loiiQcies
sendo do mats encorpado que tern vindo ao
mercado, liso a 19 a vara o trancadoa......
I--2S0. "
ATOAUIADO A 19600, 29, 33.
0 Pavao vende atoalbado trancado com 8
palmos de largura a 1320 13600, dito
adamascado a 23, dito de linho adamasca-
do a ii* e 59.
SEDA PARA VESTIDOS
a 19600 e 29.
0 Pavao vende tim bonito sortimeuto-de
sedas com lisliinhas proprias para vesti-
dos de meninasede ssubora a 19600 o co-
vado, ditas lavradinh.is a 29, os pad roes sao
muito bonitose vende-se por este preco para
acabar.
ESittiiifts a 5>000
0 Pavao tern um completo^ sortimento de
botinas muito be ;i enfeitadas para senhoras
e vende pelo barato preijo Je 39, artigo que
emoulrti qiidquer parte custa t9e79.
LENC0S BRANCOS
a 2300.'.
0 Pivio vende lenyos brancos abdnha-
dos, tanto p:ra homeus como para senhorss,
a 23 e 23300 a duzia, ditos de esguiao e
camJ)raia do linho t mbem absinhados a
33500, 43, 39, d tos francezes escuros, para
rape a (*>3,;: duzia.
GAMffiAS PARA HOMEM.
O Pavao vende ricas camisas com peito
de linho bord das, proprias para noivo a
10de 123 cad. uma, ditas de linho son se-
rein borl das 49, 49300 e 39, ditas com
peito de algodao muito finas a 29, 29500 e
39, ditas fleciiita fina miudinb.! a 23, 23500,
e 33, rssiru como grande sortimento de ce-
roulas francez is tiuito de linho como de al-
godao do 13600 ate 33, gr nde sortimento
de mei.s cru-snriglezas de 43 atd 89000 a
(luzia
FAKENDite PARA IXTO.
PavSo tern um grande sortimento de
cas-
que venue a 400
o -54)0 reis o covado, bombazinas de 19600
ate 29 o covado, cantSo a 19 e 19200,
grenadine lisa com listras. cassas e cbitas
-cas
e
propri das, que so
veude por meuos do quo em outra qu lqner
parte.
MADAP0LOES ENFE STADOS
a 39000
0 Pavao vende pegasdemadapolao enfes-
tado com 12 jard s a 33, com 20 jardas a 39, 59500 e 69000, dito
com 24 jardas de59 ate 83 e 103, sendo os
mais linos que tem vindo ao merc.do.
AB^otlaojLiiilio a -f 3000.
0 Pavao vt-ii'h pecas de algodaozinho
muito encorpado a $9, dito a 59 e 69.
TAPETES
O Pavfto vi-ii ietapetes grandes para^ofd,
/sendo para qualro cadeiras a 239000, ditos
pjtas ditas indiasas com lmdos dezenl.os, maispequenos de73 ate 123, assim como
tanto em listras como em quadrosa 280 rs. pilnos do creche proprios para encosto de
o coywlo, o gran >o sortimcntodealpaca.se cadeiras tnto de baJanco como de gu.ir.ii-
lanobasde 40W a 80() rdis. ^o e para soft, que vendo por preijos em
CH1TAS DE CORES i00"*8'
a20, 24i., 28(e 320 rs.
O Pavao vende um grande sortimento de
bonitas chitas tanto claras. como escuras o
CODECS m CASEMIftA A 39. -
O Pavao \en vende de2;'0 atd-32 rs., assim como ditas cortes decasemira para calcas, com bonitos
com listras aolado muito finas a 360 e 400 gostos, claros e escuros a r>9, ditos do 63,
rs., finissimas percales miudinhas com lm- 79, 83. ate 103, superiores caserniras fran-
dos de/.enhos a 300 e 400 reis, garantindo cez-se inglezas, para covado, de 39500 ate
serem to las de Cures fixas.
COBERTA8 A 29, 29500, 39, 49.
0 Pavfto vende bonitas cobertas do chita
com ramagemgrauda, pelos baratos precos
do 23, 2930 ', 39e 49, ditas encarnadas
forradas a 59, ditas defustao branco e de cor
com barras a 49 e 53, ditas decrochd para
6^, paunos protos ede c ires do's mais bara-
tos o mais linos quo tem vindo ao mere do,
por pre'eos muito razo veis.
Itonpa leita
O Pavao, tem consUmtementc um grande
cama de noivo a 69, ditas muito ricas a 169, sortimento de roupas feitaspara homem, que
ditas de damasco a emitacao deseda a 109 vende por preco muito oin conta, como se-
e 119. jam :
Acabara do clu-gar pelo vapor americaao
de Havana dous ralidilos hesnanboot, um dellcs
To e machinista e Uiraoem m*str pessoas |ue sc qu zer utlivar de seus servijos, po-
Jem dirigr-se ao pWBulado de llespanha que se
Jira onde se acham
AJuga;se ou vendo se, intuiro u a nlaino
um excfllfiite terreno ?i!0 a e>irada de I.uiz do
Rego em Santo \ium, com 100 palmos do [ren-
te a 600 de fundo, nn qnal existo uma grande
planta de eipira : bata-se a rua da Aurora n.
113, venaa
*w k *
Na rua das Floros n. 7, e eureifa do Rosir;o n
38, loja, ba uiua jis=ja que se eniarcega de armar
tunwloi e c.uctinl,s no cemiMrio publico para
o Ha 2 de nwmfcro, corompmoracao do* 09b.de-
l'lWtOS.
Fustdes
O Pavao vendefustoes brancos ede cores,
sendo as mais bonitas cores que tem vindo ao
mercado, tanto para ronpa de crianc;scomo
para vestidos e roupas de homem, e vendo
pelo barato preco da 560 ate 1, o covado.
BRAMANTES
a 19600, 252'Oe 29500.
O Pavao vende brnmantes de algodao com
t0 palmos de largura para lencoes, pelo ba-
rato preco de 196 0, oito do liuho com a 59000
mesma largura a 29, 29200 e 29500, dito Ditos de dit* preta de 49ate 79.
Calcas de brim de cores de 295 0 atd 69.
Ditas do casemira escura a 39500.
Palitots da mesm fazond- a 49500.
Calcas de brim p rdo de 2a ate 50.
Dit s de casernir- de cdr de 14 ate 12$
Bit-s do casemira preta de 79 uS 14^.
Palitots de panno preto de 49 at6 123.
Fraques de pann preto Boo de 209 ate
359000.
Calg s brancas de linho de 4 ate 79.
Colletes de casemira de cor de 39000 ate"
Ceroulasfnncezas de linho e algodao, para todos os prec >s e qualidades
grande sortnneiit > !e meias cru s, camisas, c lennhos, quo tudu se ver
como
precos inuit! r.zoaveis.
- O Him. Sr. Dr. Leopoldo Cear Duqao Estra-
da, formado na academia de Penumburo em 1873,
filbo d<> Dim. Sr. Joaqoim Leupoido de Fiaueiredo,
6 cdaniado a luja de Ainaral, Nabuco A C.f rua
Nova n 8, a n> gnePi que nan ignnra.
assim
vende por
Aluga-.sa aim bua cana propri* para puaar
a festa, na pqyoacao do HoDlriro. rna da Poule a.
II : a tratar a roa Dnque dCaxia* n. 71.
^
Alien^ao
Alugam seduas boas easaa na Capunga. rna da
Venter*, com com undua para fan-lia, a.qnae
afto freiras e e*tao eaiadas e ptocidaa : a tratar
na rua Doqne de Caaias a. 44.
56 aRua do Marquez de Olinda 5G a
(outr'ora rua LOJA DE MACHINAS
Sendo este antigo estabclecimento assaz conbecido como principal e recommen
lado pelos grandes depositos e bons sorlimentos com que sempre pVima em ter da*
rnelhores, mais acreditadas e verdadeiras machines amerlcauas para al-o-
dlo. rfesde 10 i 60 sorras, e havendo em todos os tamanhos diversidades de syste-
nas e meinoramentos para perfeito e rapido descaroeamento ; tornam-se dignas de
;erem vistas e apreCiadas pelos Srs. agncultores; os quaes, alem disto, encontrarao
tambem mats :
Apurados vapores locomoveis, deforca
ie 2'/ e 3'/i cavallos com todos pertencas
precisos para trabalharem 4 machinas para
ilgodao, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e
ladei-
fa.
Carros de m3o para atterros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanbado.
Ditos com valvula para lavatories.
Ditos de madeira para compras.
Apparclhos parajardins.
r.nards-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Tornos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cvlindros americanos para padarias.
Pertencas avulsos para machinas.
Salitrc refinado.
Breu superior.
Moinhos de divcrsos fabricantes para mi-
lho e cafe.
Debulhadores para milho.
Azoite fle spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas dc Japy.
Ditas amciicanas.
Cofrcs de ferro patente.
Cannes do ferro esmaltados.
Ditos de dito estanbado.
Ditos de cbumbo.
Dilos de borracha.
Folles para forreiros.
Trens para cozinba.
Emfim muitos outros artigos, que s6avista e neste e=tnboleomoderaoentp 0i
^xaminados.
i on


Samuel Power Johns-
ton & 0.
Vjio'lo 38 e 40
m
ttt
i!!ri! *os ieii' fregoeffsq teetfl
rnudaifo o "fu < ;< -.: ((< uiai:tiin-4- a va-
por, run- nd<;> e uxas d enni-y aer rjfo fabnea de LowMnor pars rda o'o Apolio n.
r'.ijy 3S < 40, unde <*.oonnuaui a tu o msmd sbr-
?,-? iimenio do cor'.anie.
Pazem sciauw tambem q>-e leecn feitf am
,-W arr3D' -\i^ iem offar^ar-M ^^.ra as*entar qualqner
[i:aehllmo ". wino garmti lo.
Os proprietaries da fnndicao gcral farem
acieotes r, > -' ?? d eujenho mais '^**
pfssoai, 'y. tabe1eefdo oma lundi-
cao de frrro e hroi^ia a rua do Brnro, jun-
to a ertafso hohati, bni aprnntarlo f:j}
(faalqoer ohra d* sccem.roetffy m petfeK
jao a pron tex
0s m^-ii'' ropur, as pessVijc ijn* qoej- H
run cilie^f i dc "eos -tv cos An deixa- J^O
rem a? en- "~> : ii- m rasa dos Srs. Sa-
mae! Power J lo n. 38 .- bariopessoa Jiahili-
t.i.l "i com ;' met. Isrs*'.
Appsrelho para fabricar assofar, do systema. 535
&
I 'v>
WRSTOX CENTREPII..AL
Unieos ageaies em PemamoQCO a tundicao geral.
P^ra irater ftn su eseplptorto 3 raa do Aprd'o ;. '-^ ^ ;
Rua Or. proprietarios deste estabclecimento, no intuito do ihe canservarem os cre-
duos do primeiro neste genero, contnmam a esmerar-so na preparacao escrupulosa
de sens medicamentos, podendo garantir ao respeitavel publico desta cidade e in-
terior qoe sao rijmrosamento ob'ervadas todas as regras iiharmacologic.ns Oulro
sun, que coin o mesmo lim acra-se a lesia do cstabelccimento, tendo a seu cargo a
inspeccao do suns preparacoes e dirccgao do consultorio, o aci'editado medico ho-
meopatha Dr Jesuino Augu>to do? Santos Mello.
Tem todos os medicamentos especiacs para besigas o os considerados pre-
servatives : assim tambem, os medicamentos da swa drogaria em todas as dvm-
nanisagocs conhecidas e mais usadas.
Carteii-as homeopaticas de 12 a 120 medicamemos em tinturas ou clobu'os c
a excellent obra do Dr. Mure Medico do Povo em 3." odicSo.
Casa do cawpo.
Offerecc e, a qnem qnizor fazer ot eon*ertoii
nacessarkw, o arremlamenlo par algaaa annos do
graca, da exeeUepte eaaa site na Portt d'Afn*,
que foi do flnado Dr. Joaquira Pires Garaeiro
Monteiro, passando-wi pscriplara paFa maior at-
gu anca. A leralidadu e muito muito fr.-sca, torn m:.piiiitw banho de afoa do-
ce em frenle, c c muito cuiuinoda, vbto qtie o
irem para defront..- : qucm pretender poda diri-
air-?fl a.) Sr. Francisco Carneiro Monteiro,. em
Apipncos ao Sr. Franri-'co lynacio Pinto,' rna do
torn lesaa, ou ao Sr. CaMan, ana do Coaaajcr-
"> n. 40. _
Giisas para alugar parai a fes-
. ta ou por anno
I'm sobrado no Poco da Panetl.i, na rna doiti
n. com V salas. 5 quarios. saleta, ooiioha fcra
e quintal murado
Uma lion rasa terrea nova, com cochelra, tri-
bana, peqnono sitio, a margtm do rio n. 35, da
me.'ina rna. '
Tma eaaa pequena, porem com boas coaMBoies,
na kavessa da Cruz das Alma* ao pe da eaaa ver
mt'lha n. 2. I'odas a Iratar com o commendador
Tasso.
AO I'llll.llv
Oikmii nulls eoLwdo < flcreee ?
lncontc^tavclmcnie a loja de calcado|gestragei-
ro qne mais comraodo oflerece em geral/com espe-
cialidade ao bcllo sex, 6 o PaHIS NA AMERICA
a rua Dnque de Caxias n. 59, primeiro andar (an-
tiga do Queimado) e a rkzao? a razao e simples :
um cavalheiro (amante do chiqiuj por eerto se
iniommoda quando, para rompiar um par de br>
Unas, ve-se forcado a experimontala sobre urn
pequeno e pueroso pedaco do tapete (sysfema ma-
carronico) nao podendo desta forma eonheeer s
a botina Itie fica biJa, pois, nao tem cspaco para
experimenla-la, ao menos que nao a estrague dan-
do apenas um passo, que cliegaralogo ao immuD-
do ladrilho ; o que nao acontece no Pan's *a
America, onde podese passear a vontade e desta
forma conhecer-se se lica bom o ralcado : para o
bello 8>'XO, entao e quasi impcssivel.'que uiua se-
nhora (do liom torn) queira sujcilar-se a expert-
menlar calcado ao lado de um bakiio, onde en-
tra quern qoi-r, ainda mesmo para comprar : o
Paris na America nao resente-se desta falla ; torn
nm bem preuarado cabinete resen-ado, para as
Exmas. qne alii poderao estar em perfeito commo-
00 para a Stcdtfca do calcado.
nao terminam a i as vantapens on commodes
do Paris na America a rua Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, eonsistc tambem no bom sor-
timento de botinas para homens, dos rnelhores e
mais afamados tabricantes da Europa, romo Me-
lirs, Suser, i'olak, etc., etc., e grande variedade de
chinellos e sapatoa, a^sim lambein nm lindo sor-
linrento de botinas para senhora, e sapatinhos de
muitas qualidades ue poderao satisfazer a esco-
Iha da mais capichosa senhora (do bom gosto) ;
pelo que fica expeudido, i-sta claro qne a loja de
calcado estrangi'ii-p. i|ue mais vantagens offerecc,
eo Porif na Anexico, rua Duque de Caxias n.
i9, primeiro andar, aoliga rua do Queimado
I Medico *
3^ Augusto Trajano de HoManda Chacon, **
S& Dr em ni! die na prla faeuldade do Rio ISt
/m de Janeiro, ftiedaflo ha pnnco da F.uropa, jbj,
onde nos nieilio.-i's ho-pilaes dedicuu-so '
Qr aos estudos de sua prolissao, e com cs- SR
tt pci;didade as operacdes e as molestias A
^ dos olhos, tem o gs-n esrriptorio na casa X
Jr de sua'resideneia a rua Do iue de Caxias W
0 (antiga das Cruzes) n. 9, 2 andar. A
^ Consnuas das 7 as 9 horas da manhii -^
Wi Gratis aos pobns. jQt.
00^00 **&**0ft
Escravo fugido.
Ausenton-e do cngenho Jaguaribe oi escra-
vos seguintes :
Manoel, crioolo, alto, secco, com falta de dou
denies na frente, rosto romprido, cabelles ca-
rapinhos, olhos vivo*, nariz prosso, bucra regular,
sendo o beico superior mais groSlo, e orellus pe-
quenas ; >Va.-cea em Bezerros, d'onde veio para
o engenha Ha'tz. da frcgoezia da Escada, foi alii
escravo do Barao dc Amaragy, sendo que p:rten-
ceu em Bezerros a Antonio Martinho dos Santo*.
Mariano, pnto, com idade de 20 annos, sem
barba, rosto oval, nariz grosso, bocca pequena,
olhos regulares, testa estreita, tem os pes gran-
des e grosses', bem como as juntas dos mesaios,
e algumas marco: de feridas n.is pernas e filbo de
Moxoio e f"i escravo do Antonio Alves, morador
no lugar Agreste.
Pede se a quern o apprehender deo levar a rua
Nova n. 8 qne sera generosamente recompensado.
Plumeria, para mordeduras de cobras.
S.irracenea, para bexigas ( ou preser-
Vaccina, para bexigas ( vativo.
China cruzeiro, paia febres intcrmi-
tentes.
Schynns, para angina.
Calendula, para queimaduras.
Taranlula, para paralysias.
Carnaiiba para syphilis
Chocolate homeopatliico d'Epps.
Encerado de arnica.
Pos homeopalhicas, para denies.
Jericii, para rhenraatismo.
Matamata ou Jaboty, para Iran.
Espirito dj Hahnem in ou de campho-
ra.
liiiiisuliorjo haflte^paikien
Cactus Grandhlora, para pneumonia*
ou molestias do cora v i.
DO
DR. SANTOS MELLO.
Consultas das 11 horas da manhaa 1 da tarde.
I
MSECER ?0RVEl
DO
SOSSiLHO se S10M
DS FBAKCA
VEdlGATORIOYPAPEL
deALBESPEYRES
RECOUHAROiOM
HA 50 ANNOS
PELOS
Mlditm di sail uihJi
VESICATORIO D'ASBESPEYRES. a^RosegnmeregnlM.-Indiapen^-
D /TdiIIc,h^>,q"<: Pmetica n compo. Cada folha de papcl leva o nome de Alhcapeyre*.
""tL L) ALBESPEYRES. A maiscommoda das preparncOes para entreter
is veBicotarioa som olor nem sabor. Muito aceio.
A) ANNOS IJIaMlllT^Mn^F.ilinj approvadas
. DK IIT'laaVll rVll If'l ." pelilud.mudell.dicii.
exlMtmil a-iMinv a. jt-v i'iTin\iifm ^ RarU
KXTRACTO DO RELATORIO approvado pcla unanimidade das membros da Academia.
AS AI'KI I.1S (il.llIXOSAS DE R.tQI'IX F.XUl I.FTI-SI: COM FACIMniBE.
m;niipma srnsaqao uesagbadavel causah no f.stomago; n!o dans obiqem a kbuc-
tacoes, como farem mais on menos as utras preparncoes da copaiba e ate as Cansulag
pelnhr.osns. *^
AS SUA EFFICACIA XOA TEM AI'HFSI \ I \no EXCETCAO ALGUMA.
A Academia as expenmontou cm ICO docntes e obteve 100 rnran. Na maior parte do caiot
bastaram dous frascoa.
Paris, 78. Faubtmrg Saint-Denis. Deposito em Pernamheeo, A REGORD.
BARTHOLOMEU et C"
jPharmace mi cos premiados em diversas exposicoes
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ANTI-ASTHMATIGO
ESPECIALIDADE.fa|ra

Novo traunteuio da Asthma, tout, oemvulsa. iejluxo catarrhaet, tsdms as molestias dos puimots
qae tea feito tmperunujg cura*, e que e hoje o oaice acceito peioa netborae Medicoa.
DEPOSITO OERAX., ma lorja do Rotorio, PBRJf AUBOCO.
Desencaininhou >o de hordo do vapor Bahia
um hand do couro com o rotulj scguinte -- Gor-
dilho tVrnanihuco; quern o liver ronduzido
por engano, leve-o a rua do tmperador n. 77, !.
andar.
Garanhuns.'
Na rna do Barao da Victoria n. 36, preeia-se
allar aos Srs. Pedro dn Rcgo Chaves Peixclo e
os6 Paes daSilva, a negocio do particular inte-
*wse.
Continoa a estar fogido o escravo pardo, de
nome Trajano, o qrial consia icr andado por Olin-
da, Beberibe, e ultimaoicnte Foi isto em Iguaraa-
sii, intitulando-sc do Torre, e tem os signaes se-
pninias : falta de dentes, ponca bnrba, bastante
amarello por soffrcr de frialdade, falla descancado
o nm p.'uco fnnhoso : roga-se as autoridades pry-
liciacs c aos capities de campo a apprehensao.'ile
dito escravo, e o favor de o levarem ao abaixjtfas-
fignado, a rua do Vigario n. 21, 1 andap, que
sera gratiflcado. /
Domingos Alves Maifnens.
i -..- i j* i
Para casa de pcqueiiti I'iiinilia, preci-
sa-sc de uma rapariga brar.ca oul de cdr que
satba compendia d dona da c sa qaier aqui ua
provincia, qucr para f6ra, nerstas circuras-
tancias, trata-se na rua da Imperatriz n.
10 1," andar. '
.iiiila esla fiigida
a escrava Ma tildes desde 17 de marco do correole
anno, de 32 annos de idade, preta ^riouia, estain-
ra regular, eheia d>> curpo, pernas finas, torn nns
carw.'os no rosto que p.irece espinhas, falla de
dentes na frente da parte de cima, falla mnilo
mansa que as vezes desafia compaixao, boa,or-'
nheira e eugomuiadeira, e fllha do Para, foi eom
orada a s igra do Sr. commendador Lneena, %
muito conhecida por ter estad > alugada cm casa
da Mannella do inspector, no Monteiro, ella inlitu-
la-se de forra e tern sido vista no Poco da Panella,
Monteiro, Caxanga, Hagdalena e aqui no Recife :
pede-se encare; damenle a todas as autoridades
policiaes o capit.'n-sde canpo a s"uQ apprehensao,
assim enno se pede a quern lenha amas que ve-
rifique nesas que diz>-m ser forras. pois consia
estar ella de ama que nao sahe a rua, quo se gra-
tifieara com a qiiaotia de 10 '& a quern a levar a
*ea senlior, na rua do Livramento n. I, a Antonio
de Paiva Ferreira; e protestase haver os dias de
service de toda e qual |U<-r pessoa q,ie a lenha
occulta cm sua casa, na forma da lei.
Saqncs para todas ascidad$ e
villas de Portugal.
Carvalho & Nugueira, saccam sobre o
banco comiiiercial do Vianna, e suas agen-
eiasem todas as cidades e villas de Porta-
gal, qualquer quuutia a vista ou a proao e
j.ur toou os paquetes: i rua do Apollo
n. 20.
Na rua do Bara,. da Victoria a. 36 precisa se
fallar ao Sr vigario Andre Curcino de Araajo rV
reira, a negocio- de sen interesse.
- Hotrapicbe OaataTatafa-ae eacraw, daa-
do-se 50* por mez, eomida eaaa,- per tempo 4a-
tenninado, i
<
S
'
I
i


,
V
io tie Pernambnw Segttnda feira 20 de Outubro de 1873.

Declaration -,
Francisco Mnniz ParUio d. jwlr pr.seq.
Je .inminci i, i|iie icndo f.ficri lo I Car;;
da Siha, o send i sua mullier Neiuiqutta Maria
do Aiovedoo sua ennhada 0. Ayiji u Juiqnin.i
do 4MBHi<>, berdeir i\.i,| |,,la
|d.i D. Jus-'ph i Silva, sna :ivt>.
arir pelo present*, <|io niiiKuem-pMdrra
on-ralar qual iffrr veuria, se>n .pie o
SMiuuciautc wjaouvido a lal rc-p-jito.
Francisco Muniz Furtado.
AO; ARMAZEM
AMA
M
Preeisa-s 8e nma aina qne salba
nn^omiimr ou cozinhar: na ma Nora
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________
oisa-*e de Bin* ama |>ara la
nr u rozmli.'ir em ra-a ile p.ipiena
a do C.pibanb-; no
l-HT*
A mas
SOS de gratilcafao.
Pugio do enirenho Arariba do Baixo, na Tie-
guezia do Ubo, ho dia 1 do corranio mez. o es-
eravo Estavao.- com signaos Segninles iJade
oe %o anoos, pouco mais ou tenos, flltura regu-
lar, niarcas de bexigas uo rosto, pes grosses c
?,raa!s de bichos' e Pareee 8o(rrer calor de
nfaao. gaera o apprehender, levo-o ao referido
engenno, ao sen senhor Joao Luiz Goncalves Per-
reira, on no Reeife, rna da Madre de Dens n. 36,
!.. andar.
tf.
Precisa se de urn eaixeiro com pratica de
molbados para a cidade da Escada, de idade de
H a 18 annos : a tratar no pateo do Terco n. 23.
0 abaixo assignado faz pnblico a quem in-
teressar possa que nao autorisou a ninguem pa-
ra cobrar alugneis ou conlrahir qualquer divida,
o qae infclizmente se tem dado a cerca de um
mez a esu parle e raesmo exiurquindo quantias
pelos arrabalies desta praca, para o que se serve
do pome de pessoas respeitaveis, como tudo tem
sabido o mesmo abaixo assignado, o que muito e
mnito se recommenda.
Manoel Pcrcira Lemos.
MOFINA
Esta encouraeado !! !
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con-
cimr aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada desle jornal, em
tins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passon a fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo e de novo chamado para dito
Dm, pois s. S. se deve lembrar que este negocio e
ae mais de oito annos, e quando o Sr. seu filho se
aehava nesta cidade.
Precisa-se de um menino de 10 a .12 anuo,
com alguma pratica de taverna : a tratar nos
Afogados, rua do Motocolombo n. ii
VAPOR FRAKCEZ
IUTA DO II \RAO DA VICTORIA
7.Outr'ora NovaN.
fialcado
iraiicez.
(Juciii |'ii'i-i*ir It ii In-in ama* par::
twl'i MivM di.-ija-M- a-i |atii. da
niB'riz de Sitnio Auioaiu n. 6, que prmiiptanu-uti:
wa fervid.i.
para
Corpn
Alf Precisa-se de uma ama |
||| \ cozinhar : na praca lo 0
____-I'-I- fl Santo n. 17, 3. andar.
I \ TYia Serfca-5 de nma cozfnheira para
"" casa de t'amilia : a tratar na rna do Vi
r.irio n. 7, armazem. Q
- Alnga se o armazem de recolher na rua do
Burgv n. 11 : a tratar na rua da Praia n. 20
a tratar com Jose Feliciano Nazareth.
Faz-se negocio com a da rua de Vidal de Ne-
greiros n. 147, ou se admitte um socio com algum
capital para tomar .-onta, por ter de retirar-*e
para fdra da provincia o encarrcgad.i da mesma
padana : a tratar no dito estabelecimento a qual-
quer noca ou na roa do Vigario n. 33, laverna.
Prccisa-se
taverna de 11 a
mero 94.
de um caixeiro com pratica de
16 annos : na rua Imperial nn-

A
A profnssora poblica Anna Monteiro **
de Luna llego Valence, habihuda pa- *3
ra ensinar francez e piano, offerece-se -a
aos pais de suas alumnas para Ihes *&
ensmar estas materias depois das ho- a^
ytt/ ras de trabalho de sua aoial
, CKIADO
Precisa-se de um criado que seja ooperro aceia-
rn', a. n ??nducta, araangada ; paga-e bem : na
rua da Uniao n. 17.
Excellente armazem para"
alugar
. ->a rua da Cadeia do Recife n. 23, aluea se
igoalinenie o 2- andar e soldo do mesmo JBff
com granles at-com.nodar.5es : para hiformacoese
aju?te, podem dingir so ao inveatariante ou'tutor
dos orphaos do linado Manoel Antonio Vieira ;i
rua d. Trapiche n.8, ou do Hospicio n. 32
Para iioiuem.
BOTINAS de bezerro, cordavao, perlica, lustre e
de duraque com biqueira, dos melhores
fabricrantes.
SAPATOES de be mira.
SaPATOS de lustre com salto.
SAPATOES atamancados com sola de pap, pro-
prios para banhos, sitios c jardins.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de"tranca
francezes e portugnczes.
Para Monitor a.
BOTINAS pretas, brancas e de cdres differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca.
Para menlnas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavio.
ABOTINADOS e sapatSes de bezerro, de diversas
Sualidades.
a tranca francezes o portuguezes.
Botas de montaria.
F-otas a Napoleao e a Guilherme, perneiras
meias perneiras para homen-, e meias perneiras
para raeninos.
No armazem dp vapor francc, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
Mobil ia de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco,-de guernicOes,
sofas, jardinciras, mezas, cnversadeiras e costu-
reiras, tudo isto muito bom por serem fortes e
lev(<3, e os mais proprios moveis para saletas e ga
binetes de recreios.
No armazem do vapor fiance/, a rua do Barao
da Victoria1 n. 7, outr'ora Nmra.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelos, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sojam : Alphonse
Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wolli & C.; no
vapor francez, a rua do Harao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Attencao.
20^000. ;
Precisa-se (In duas amas.-senilo uma para
cotnprar o cozinhar, e outra para engom-
mar para casa de uma familia de duas pes-
soas, (ireferindo-se escrava, paga-se a quan
tia acima: a tralar na trave^sa do Tigario
Tenorio n. 1, das 9 boras da manna ate* as
3 horas da tarde, escriptorio.
i
Ama de leite
Precisa-se do uma ama de leite : nsrua D reita
h. 3, 1 andar.
Anio Na rua da Alegria n. 40, precisa-se de
uma ama de amancada conducta, para
andar com uma menina.
Precisa-se de nma an.a para o servico de ca-
sa de pouca familia: na Capunga a rua das Criou-
las n. 2o.
AMA
Precisa-se de uma ama para co-
zinhar e engon.mar em casa de
uma familia de duas pessoas : a
tratar na rua de S. Joao n. 61.
Imfl Precisa se de uma livre ou escrava
. naruada Gonceicao n 45.
Para qualquer estabeleci-.
mento
Aluga-se a loja do sobrado n. 48 da rua das
Tnnchetras, que Pica defronte da rua estreita do
Kosano : trata-sii no 1 andar do sobrado n. 26
da rua Duque de Caxias.
Casa.
Aloga-se a loja da casa n. 61 da rna do Apol-
lo : a tratar na rua da Cadeia n. 3.
Aluga-se a easa
cana, na Capunga ;
to, para ver.
CASA
n. 32 da rua das Pernambu-
a chave zsta no acougne jnn-
0 Sr. Antonio Luiz da Costa, que foi nego-
oiante em Olinda, na rua de S. Bento n. 45, 6
cham ndo a mesna cidade.a rna do Commercio n.
2i, a negocio qne S. S. bem sabe.
Consullorio medico %
no
Ur. Murillo.
f?UA DA CRUZ N. 26, 2.. ANDAR.
Reb\em-chfigado da .Enrepa, onde fre-
quentd^ os hospiues de Paris o Londres
pode ser procurado a qualquer hora do
dia ou da fissao. i
Consultas d'p meio dia as duas horas
da tarde.
Gratis aos pbbres.
EspeeialiddeS.^Moiesli^ da pelle, de M
criauca e de mullier.
1
i
Bmprega no tratamento das molestias
de sua espe^ialidnde as duchas frias e
banhos a taper,, para os quaes trouxe
os apparelhos mais modernarnente em-
pregados na Enrepa.
Tambem applica com grande proveilo
no traiamento nas molestias do utero a
electricidade, pelo processo do Dr. Trc-
pier. Cura por um processo inteiramente
novo as blennorrhagias o sohre tudo a
I
5
j (gotta militar) dispensando as injecc5es.
0
ft
*
1LTBRI0
MEDICO-CIIiLKGICO
DO
Dr. J. H. Curia
Rua do Marqnez de Olinda n. 25, pri-
meiro andar.
Consulta das 9 horas as 11 da man ha.
Chamadus a qualquer hora.
*
*
9
**-*$$*0 00#.0
Ao coinmercio
Os abaixo assign^dos, fazem sciente ao respcitavel
corp'> do aunmeroin que lem cuntralado com o
Sr. Jo:, juim Marvins de Alin.ida a cnipra de sua
taverna, sita a rtn d!s Wemauibucanai n. 38 ( Ca-
ptinga) p-ir isso se alguHm so jnlgar com direito
a mesma, apresente-se net's tres dias. lindos os
quaes nao se aitcnJera a n-cla" acan alguma
Recife, 20 do utuliro Jh I87:i:.
_____ Borges A Rantos.
Perfumarias.
Finos extractos. banhas, oleos, opiata e pos den-
trilice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divma, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
cos aeticos, mnitos artigos dclicados em perfuma-
ria para uresentis com I'rascus de extractos, cai-
xinhas sorlidas e garrafas de differentes tamn-
nhos d'agua de cologne, tudo de primeira qnali
dade dos bem conhecidos fabricantes Pivcr e Cou-
dray.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victori?, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos tic differentes gostos e
pliantazias.
Espelhos dourados para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvin, de fio de Escocia e de camnrca.
Caixinlias de costura ornada com musica.
Albumi e quadrinbos para retratos.
Caixin' as com vidro de augmentar retratos.
Diversas ohras de onro bom de lei earantido.
Correntes do plaque muito bonitas para relo-
ii"->-
Hrincos a imitacao e botoes de punhos de pla-
que,
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de cou-
rinho de cores.
Noyos objectos de phanUzia para cima de mes3
e toilette.
Pincinez de cores, de prata dourado, de aco e
de tartaruga.
Oculos de aco Bno e de todas as guarnicoes.
Bengalas de luxo, 'canna, com castoes d'e mar-
fiji.
.lengal/as diversas em grande. sortimento para
homens e nieuinos.
Chicotinhos de baleia e de muitas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
I'onteiras de espuma para charutos c cigarros.
Pentes de tartaruga para desembaracar e para
Daroa.-
Ditos de marfim muito linos, para limpar ca-
bera.
Escovas para roupa, cabcllos, unhas e para den-
tes.
Carteifinhas de medreperola para din'-eiro. '
Meias para homens e para meuinos.
Gravatas brancas e de scda preta para homens
8 meninos.
Campainhas de mola para ch-mar erisdos.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
mino e outros mnitos differentps jngniohos alle-
maes e francezes.
Malas, bol.as e saccos de viagem de mar e ca-
minhos de ferro.
Argoliuhas de marfim para as criancas morde-
rem, bom para os dentes.
Bercos de vimes para embalar criancas.
CestraHas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos do quatro roda=, para passeios de
criancas.
Veiiezianas transparentcs para nortas e janellas
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Estereoscopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas magicas com ricas vistas de cores em
vidr.is.
Vidros avulsos para cosmorama.
(llolios de papel de cores para illnminacoes de
fostas.
Baloes aereostaticos de papel de seda mui facil
de subir.
Machmas de varies systemas para eaW.
Espaoadores de pallia e de pennas
Tesourinhas e canivetes fiuos.
Tapetes com vidriihos para mangas e lante-nas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas o pretas para
qiiadms.
Quadras ja promptos com pavsagens o phanta-
n a.
Estampas avolsas de santos, pavsagens c phan-
tazias.
Objectos de magicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequenos de veio com lindas pefas.
Realejos t arimmiccs ou accordions de todos os
amanhos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difflceis de meucumar-se. No armazem do
vapor francez, rua do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n 7.
Ama Precisa-se do uma qne coziuhe e
"* com pre : ua rua do Crespo n. 20.
Precisa-se de uma ama que saiba cozinhar
e engommar : na rua do Livramento n 32, pre-
ferese escrava.
Na rua do Senhor Bom lesus n. 9,
21 andar, precisa-se de nma ama
ii para comprar e cozinhar, e uma ou-
ra para engommar.
No dia 9 do corrente desappareceu do en-
genlio Refresco, freguezia da Escada, o mulato
Caetano, cujos siguaes sao os seguintes : idade de
10 annys, alto, grosso, rosto redondo, cabello ca
rapinho e avcrmelhado, muito barlwdo, Iraz a
barbs e bigode corlados a tesoura, olhos grandes,
castanhos e imperceptivelmente vesgns, dentes
curtos c limados, pes e mans perfeitos. E' casado
com mulher livre, ua qual tem muitos filhos; 6 a
terceira vez que so an>enta em procura de alfor-
ria, dizendo, ora quo ja e forro, oia qne esta ti-
rando dinlHr para Jibt-.j tar se ; servia de feitor
no engeuho : quem o apprehends pode conauii-
lo ao in. snr> engi-nho, ou nesta cidade a rua da
Aurora n. 13.
BABY JUMPERS
Velocipedes and Hand Carts
For Boy's.
Elastic Steel matresses.
Ice King Refrigerator.
Perfumagators.
Machinas para descaroqar
algodao de 12 ate 30 ser-
ras.
NA
MEURON &
aos eompradores do bem conhecido e acreditado rapd
AREA PRETA, que reparem nos botes o,meios botes,
pois que os ha de rap6 de outra fabrica e noms diver-
so, e com papel da mesma c6r, cujo desenhc se pode
confandir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro AREA
PRETA, devem para nao serem eng-anados ver qxi
os botes tragam o noms de
napao de AREA PRETA.
C,
ver
e a d.esigv
MEURON
A .v.-

& ^
>GciariLrio
,.i. c-.^
."-
i) medico flrnrffjcii
DO
r. Ferrelr*.
*s Autigo gabmcte de seu pat. rua larga
do Rosario*4i. 20.
ira de hvdrocelles scm inipccao '.
PUNDICAO DO BOWMAN
RUA DO BRUM N. 2
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS senbores de engenho e outros zgricultores, e erupregadire? de ro
ninisimo o favor de ttaa vigita a sea eslatelecimento, para verem o Dove lortimento
>muletJ qae ahitem; seudo todo superior em qoalidade e fortioao; o que com a ins! ^ de Putain-
-ec?ao pesswl pode-se veriQcar. $$ $-"> Q f; f?> ^ j
ESt ECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
*rulD9 1UUW U tt& da> waunos cooveutemes para as diverts
ircomstancias dos seDhores proprietaries e p; ra descarocar algonao.
^lOendaS d6 CaHHa de.l0Q^8 8 tamanhos, as^meloores qoe aqci

Cura de hydrocellea sein
com puorcao ttapillar.
Aberinra de abcessos o extraceao d.
laimnto serosos, pets
a-nirad'ir
de todos
exi8tem.
para animaes^ agua e vapor.
46 Rm do Imperador 46
Quem tiver acbado um mapo do papel, cons-
lante de recibos de decimas.de alugneis op ca umas cartas de nanca, e quereudo entregar, p.ido
dingir-se a ma da Crus n. 49, que sera rccom-
pensado.
- Oircrece-se um homem para criado de ho-
tel ou casa do familia : a tiatar na rua da Im-
peratriz n. 56.
B^das dentadas
raixas ie ferro fundido, batido e d8 cobre.
ilambique3 9 fundos de alambiques.
Eachinismos
Rombas
para macdioca e algodao,]
e para fcrrsr madeira.
Podeodo todes
ser movidos a mSo
por agaa, vapor,
de pattnte, gar-alidas....... |ou animaes.
iAcA AAlEliICAM Todas as machinas e pe?asd6 qae w C06lQma precisar-
de machiuismo, a preco mui resnmido.
Alugam-se as lojas das casas.da rua da Im-
peratnz u. 49 : a tratar na rua do Imperador n.
/", i." anda-.
F I
- = o
Eg
= ii i o g-5s g.
Z. 9 a 2 < "
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2 r o _
% S- c S 3
S3 "O


as-
Medidas de 40 a 100 metros, pes e palmos para
medir terrenos.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade quo se pode desejar de todos
os brinquedos fabrie.idos em differentes partes
da Kun>pa para entreteoimento das criancas tudo
a prei os mais resumidos qae e possivel: no ar-
mazem do vapor fraucez, rua do Barao da Vic-
ona, outr ora rua Nova d. 7.
Cestinhas para costora
Feitor
PrertM-ao de um feitor pan tratar de um pe-
queno nm>:-ixlMe| ^e ApipiM.M.
'.oziuheira .
No hotel i Anipo.os precisa se de i:mu cozi-
ntwirai lirre ou eseniva. .
fJrande sortimento de bonitos modelns chegados
ao armazem do vapor train-ez, 50a do Ba-au a
Victoria (outr'ora Nova) n 7.

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3 a. = =-2
f

.-3
Precisa-se alugar um sobrailinho do um
andar, que teuha pelo menos 2 salas, 3 oti
4 quartos, e cozinha fdra, se tiver sotao me-
Iborsera, tambem serve um 2." andar com
sotao, e com os mesraos commodos, ou mui-
tos, comtanto que seja no bairro de Santo
Antonio ou mesmo em algumas das ruas do
S. Jose". A pessoa quo precisa nao duvida pa-
gar algumas bemfeitorias quo tiver, nao sen-
do muito cam, ou fazer algum concerto po-
queno e asseio. Quem p is liver e quizer
alugar, doixe rarta fechada no I. andar
desta typograpi.ia, em jnao do administra-
dor, com as iniciaes W. ft., 0 qunl tambem
podprd ili7or quem e 0 pretpndente.
Faz qualquer concerto
Form aS de f9rrO lH? SS meff!0re8 e mai3 baratas existentes no mer-
^ilCOminfiUdaS Incnibe-se de mandar vir qnalqner macbioismo a von-
v mamvaa.u.o tade dos eltentes, lembrando-lbesa vantagem def- ua compras por intermedio de pessoa entecdida, e one em qualquer uectssidade code
? prestar auxilio.
Ira dos americancs e injtrDmen,8 g"coiw.
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUNDICIO DE FERRO
4' rua do Barao do Triumpho (rua do Bruin) ns. 100 a \i)\
CARDOSO REl.EBLUAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para en-
genhos, as mais modemas e melhor'obra que tem vindo ao mercado.
V aporeS de forca de 4, 6,8 e 10 cavaltos.
I aiQeiraS de sobresalente para vapores.
iVlOendaS lllteirP S e meias moendas, obra como .tunca aqai veio.
laiXaS IlindldaS e batidas, dos melhores fabricantes. !
KOdaS d agua com cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
RodaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
Relogios e apitos para vapores.
BombaS de ferro, de repucho.
AradOS de diversas qualidades.
Formas para assucar ^andes e pcquenas.
ConcertOS concertam com promptidao qualquer obra ou machiitf/ pacao que teem
sua fabrica bem montada, com^grande e bom pessoal.
EnCOITiniendaS man<^am Pr encommtnda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Lund ras
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assuntar
litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICA ODE CARDOSO & 1RMAO.
i
Joaquini Jose Goncalves
Beltrao <& Filho.'
Rna cli> Cottkinereta r,, l. an.-Iar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
o Minbo, em Braga, e sobr>
gan* de Portugal:
os sopi'intes
Amarante.
Arco de Valxle Vez.
BariH-llos.
Beja.
Cbaves.
Coimbra.
Covilha.
Faro.
Guards.
'Uiimaraes.
I.aii.cgo.
Lisbda.
Mini.-idella.
Monpao.
Ponto de Umit.
Porto.
Tavira.
*f.Ipasos.
Vianua do C*iteUo.
Villa dp Coi.de.
Villa Nova ae Fnmnlii:
Villa Nova do Fortimno
Viila Real.
Vizou.
Valcnca.
Figueira.
Aveiro.
Agueda.
Caminba.
tvr .
Olivcira de Azoinois.
. Penaliel.
Rfgoa. ..:
Cpoilas isiiiiiuarias
Vara tuiisuloH o caincniubas uo
Porto Si Bastos, com Joia de cal-
?ado a Praca da Iudependenci i u.
39, acabam de receber da Europa
novo sortimento de capellas nwr-
tuarias de lindissimos deseubos,
cum as seguintes inscrip^oes, as
quaes vendem por roeno? preco do
que em ontra qualquer parte
A Meu Pai.
A Minha Mai.
A Meu Ksposo.
A Minlia EspvSa.
A Meu Filho.
A Minha Filha.
Uma lagrima.
Amisade.
Saudades.
____ PKAgA DA FNbEI'K.NDKNCIA N. 39.
- Aluga-fe ne casa? naCaminga, rua da Ventnra, com commo-
dris para familia, as i|uaes foram concertadas < &
lan se pintando : a iratar na rua Duque de Ca-
xi;is n. 44.

Carros de luxo.
Capellas para finado
Na rua eslreita do Rosario n
Oleado8
baratos.
Oleado bnnitns e uiuito t*arato meza : no armaeem do vapw francez, rua do Ba-
rao da Victoria outr'ora Nova n, 7.
Aloga-te o !. o andareg da ca.a da
do Imperador n. 50, com boo* eomajodos.
ma
Para passar a festa
Alnga-M a casa lerrea na rua de S Bento, em
Olinda, n.17, cm sotCa e bastanles emmodos
pira (aiuilia, e quintal murado. perto 4>s banhos
salgadx- : a tratar na rua da Iropwatrii 79
Aluga-se
a caw grande no M-mklro. a margem de rio, eom
mnfioii onmm*x, qnintal murado, fcanfcfiro dis
tante oO.^mos, m fresoa : trta- mm M -jca-
renha't, no tio jonto.
L inquestinnavel que a cocheira da rua do Bum Na rua eslreita do Rosario n 35 tem ric?s ca-
Jesus n. !S, de Joaquim Paes Pereira da Silva, 6 a pellas para donzellas, anjos e defontos, com fltas
que torn as melhores beriindas, calecas, meias ca-' e letreiros, proprios de lembranca de rninlu mai,
lecas e victorias de luio, proprias para qualquer pai, espnso, esposa, Olbo, filha, irmis, ipmaus, avo 'vV
nnivado, visitas de etiqueta, bailea e actus da aca- e v6, tudo por mui barato preco de 3*,4<, 5i c
demia, sendo os mesmos ajaezados de excfllenUs 8*000. Na mesma casa tem lindos bouquets de
parHhas de animaes, arreios luxnosos e boleeiros cravos e rosas para formatura dos senhores aca-
com fardamenlos do ultimo gojto, para o qne se deniicos, com fitas bordadas a ouro ; a enco.n
couvida ao puhlico a vir por si mesmo scithtiO-
car-se da verdade do que d.'ixamos dito, cerlos de
quo nao em-ontrarao poraada, e sim realklade e
cdmmodos prejus.
menda deve se fatertre* diaa antes ; e preparam-
se tambtm bouqueU para noivus, de cravos natu-
raes.
Aluga-se uma escrava para o servico it,
bo do casa de familia ; a^sim como, u.ii wcr
n.ter-
.. icravo
de 14 annos, para *ervico de criado ou hotel ; na
rua do Imperador n. 50.
Para banhos k mar.
Ainarnl, Nabuco 4 C., rewberam d Pa-
n- intrrcisaiues costumes do ultimo go5to,
para homeiw e senhoraa- que mar banhos Ralgados,-aWt| 4a soUdez d*
fawn la para re#istir a agua salga.1*, a tde-
gn.a-ia dos tr job nada Berxa a dese-
jar.
Alnga se U3ia excellente casa na povoacao
de Duarte Coelho, em Olin.ia, com bn< commo-
dos para familia; a tralar com Jorge Tasso, rua
do Amorim, w. 37.
Precisa-so alugar nm ou dous escravos tra-
balhaotirea de enxada, para um sitio : na rua do
Vigarie n. 3, armazem.
PEWIOBES
ATa travessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na- mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
:
Atteucao.
A' raa do Livramento n. I precisa se fallar com
os Srs. los* Botelho rtnto de Mesqnita e J.iio Fe
lizardn do Amorim, aorfocio que nao Ihos 6 es-
iranho.
lerrea
dim a
Cozinheiro.
No hotel de Apipucos precisa se de am cozinhei-
ro, livre on escravo,
a e;i-.l
fnnte para a.ettrada do Hospicio, eom bi-tante
eoinnv.d" p^ra familia : a tratar na rua do Mar-
que- de Olinda n 4,
Precisa-se de uma
ohar e cusaboav : na ma


-
- -.
J
tmmm
it
iMiWi^BW
m.



c*
^91
i>I)rImeiro ntgnfulo afidi rw da rasa
..ii *rtm-*sa da Linen-la : a tratar na ma
ti Haren, ti^, 'i.i ,",rc|.', na kria
IF'. *.
__ A quern interessar
P*"-* ** tf'lva 4 Guimarac*, prupri larios da
" *<. ivrevitv^iri pHo jmp.- nte i -us fie
aesta ra.a, quese acfaain co.n seu debit-is
S<, $ se naosal'lanui o- nn-sraas ate >
If J*U'u m> do eoiren'e anno, tralarao dc
jaliculraenle, aio tendo c>.i.t 'iiiplifio corn
11 de sctembra do 13:3
ifcdfr?Gnitofc. Segtafa ftira 24b
lataeifcc&S.
a casa
a festa.*.
.
para
*ooma excell-nte casa no Wontoiro, tra-
|a*Xi-to, a qaal seaelia em mui'o bia es.
tatipexa : a tratar na rua Prhn?iro de
faw*. -alia i ."respo n. Iv A, loja de uuriiel
*i j & c.
WANOSL ENKDIXO HEGO VA- jc>
LE.VUA X7
n '.air^>, a rua da Candida do Canne ,0,
. J!i, J! andar. 7

Podido.
W*ij*ri a-^^nari", succe sor de Pin o !t Mar
fhis&a, r<;sa imiauteni .iio aos ,-e:.-; deveJores.
s isrn.i.ii atrazados, teuhain a bondado do
rsJMar -.ias romas
J. V. M "Pinto,

de I'm.", engoiamadi'ir:
ria4o para compras
lima cuzi-
ni rua do
c
Uscravo fisgiii.
W.QJOOO d gTatificacao
tjjp* W de novo, de hori da bar. a !-
afflfw.* jj. /(, o e-oravo J ia| i a, proto de :a-
o fl-ul anJa bem vestidn e calead-i, deix ai-
<& *raseer .is calii-l!-i- i in n!, do nn-ia cabelleira.
4.-: _.*<. era vo pc.-tanc nan fall rid Dr. I): a
&* "*a&'M''i i da Silva, i|iie .1 '1 iyi comprari
l&*Ktzi 4f Muias fi-m S. Ji*i J'i-21 rei ouO u*
Mbi)t com die snguiu |i .ra o Fin aoeirn e j
*afeij)w* .-ta pr ..i.,-.-ia, il. 0-13 fa pa; 1 "-fat 10,
**>!o -vei' lulu alii 1. Jv-"i. F,ia i.i. 'unljj N -
* *!ii>-:ii .i r.impr.u.:iii "s ahaixo i-.-.-..>;oaii. -.
^6:-'' <...:-. ..ir, 'e<*apac.,o a <]w- astava d.:dica'l .
SMbc -e ^ p I I'aUa qne e ;.fr- i:nr.
gwye* t -viga-se a toda< as siiii-ridadea a raa
*--. "ifts, c de oatnbro J.- I8/:1
Jci.-e da Silva Loyo A Filrto.
At'liK se 11.1.1 exeell-nte casa na Boa Via
tfa na rua da Ventura 11. 2l, Ca-
Fiinuicao da Aurora
Grande sortimento de:
Mocndas de t des e tamanbos.
Tachas fundidas e batidas, ^g^da BahiardafabricaA
idem. meudadur Pedroio.
Rodas dentadas e angulares,
idem idem.
Machinismo, idem.
Varandas, gradeamentos pa-
ra jardim, etc, etc.
Tudo sevende por precos
muito em conta para aca-
bar.
N.B.
G. Starr &C, em liquida-
<^ao, na fundi^ao da Aurora,
em Santo A.naro.
I5
DE
tO
rtK
3*
tor-*.>& da

0 rrl'ijueiro e dnnrador Alfiino
'.' uti^ta da Fto.-ha, de Volta da
Euf>p, eofltiDua a eu-arr-gar-
se de coowcrlar e duurar reio-
i.ii>s, hem etHIM ulitl'iis nbjeili.'S ;
n>gand'j a sens aniigns e I'regue-
'- r.i'S o obze.|uio de prorura- lo na
rua dis ("ru/i's n. '4, I.' andar, por
fcfciii da prara da Indupendencia, que o encon-
jcat-to; proo>|'t>. A garanlia de si us trabalhos e
ij,&E*-J.s p >r [irefos midicos ; uatrfi corno tain-
ivl pi s.
Ycnham.
Vta-mrsd T. nealves doa antos, neg -iantc em
:, iieviue a seas devedwas pura virem
a? -sas di Litos ate 0 fun 10 Rorrente me/, ou
1.. aiio serao cliaraados a juizo.
B'Tn.irdo Gon^alves dos Santos.
..........
I ..St !*J'}^
(

I
>re e
lal
ao.
k\m\M (It ltahia
o
Ha para v- r das seguiutes fabricaa :
S. Salvidor.
Co'i;:i' 10.
Val-iia.
M -Idlo.
IV > esrripj io de Ltiiz Duprat, rua do Commer-
ae a 'i, f lar.
Xnrope d'agriau do Para
Antigo r uuceitaadn niedicamento par
ora. das jp. it-alias dos orgSos respiratorios,
<:o..-i pii'.ysica, broD'.hites, asthma, etc.,
I>! 1 -iH < IH 'Ulii
iaerdnBdia modern
ou
Bicii mario das srieneus, lettras, artes, in
duslnas, agricult 11a e commcrcio
30 vokj A' vnrla por preco n mais commodo pos-
sivel, na hvrarii Academica
RUA DOIMPKR^DOR.
CAFE DO RIO.
Tern para vender J. S. Cameiro da Cu-
nlia, em sen escriptorio k rua do tncaata-
'in.Mit 1 11. 5, 1." andur.
mwm
fee
para vaj^jo scu escriptono
.Cnrrmfercfc. 5, o seguiute :
AGUARDE.NTE de cajd : caixa de 12 garrabs
i de laraa a, idem idem, -
ARCOS de nao para barrU.
CAL de Lisb'ia, recenlemente ehegada.
CHAPEOiJ de sol, para homem e senhora, tabo
de inarlja^ 6sso.
S de fearo, p porta.
de algodapda Bahia, da fahrica do'eommen-
raeudador Wt&toio.
LFNHA de ruriz.
com
ROZ de toJa> as qnaltda'les, das falwieaj de
Peres e Ednard<< Militao.
LHAS proprias para botica.
ftaSAPARRILHA do Para.
ELAS de cera do todos os tamanhos. '
VLNHO engarrafado do Porto, caixas dMI far"
a dito Moscate do Douro, idem idem.
dito Setubal, caixas de 1 e 2 duaas.
da Italia engarrafado, caixas df far-
rafts,
de CoHaros superior, a ancoretat.
c de cajii, caixas de 12 far afes.
c Malvasia do Douro, caixas com 12 r-
rahw.
t Carcavellos, idem idem.

Chapeos para senhoras.
Amaral Nabneo & C. reeeberam am eompleto
sortimento de chapeos de palha de Ifdia, seda
e voHido,preios para Into, e dc cores mrfeitados
com bonitas flores e n^a : vendem no Bazar Vic-
toria, a rua do Barao da Vtekria n. 2, antiga rua
Nova.______________________________________
As unicas verdadeiras
Bichas hamburguezas qne vein a estelnreado:
aa na do Marquez de olinda u. JJi.
:.#f
( -nT.jsra-se r(!>n\ latdo c clvimbo vol'io :
: 1 da he! 1 amaraila tr.ivessa da
mrador.
,'::- e uina esorava eriotria on afrieana,
nliar 0 '>rdi>ia-i'i dc uina casa : a
- a do Aieerini n 20.
nCom^ra-se duas vrmzianas novas011
utn 0 -.', o quo estejamem b m es-
fflffiw- ^ rua do Barao da Vietoria n. 5.
V*N
w*
^Eeade-4e&cMJrna do nateo da ribeira de
fi. 2!, bem ifregaczada para terra e nuto,
-i-juros fund'.s, propria p.n.ialgum piinei-
4 u motivo da venda se di:a a 'joeio pre
: a tratar na mesma, ou na rua Thome
-an aaca d. ;!
laixa.
A li'ja do Passo feeehea riqui-simos cortes de
tarlatana piati'adns, pr ... is nara bailes, fachas j
de seda de t'.disaimos t1, '-. e diyersgs artigos
proprius para senhora : na rua PrimcirTj de Mar-
co (antiga do Cn-spo) n, 7 A.
Lazinhfis com listras de se-
da a ] $ 0 covado.
A Ittjaa d^HMriea tcm
E' i! la e-p'-eal e & limit, gusto para ves-
tidns ile oenltoraa; iLi -se amostras. oa rua do
Gabuga n, 10. loja d'America.
i^ {.^a*5*Hfii^S*|
I
tJe-?c uma laixa de cobre, peqaena : no.?.
iaaBK 41a hula amarella, na traves.-a da rua d >
Gralis.
11. 22.
iReeria demachims;
fSajPic^rio do Ba ar Universal denovo av'tsa
-ca> 11 -gui-z -s, qiii; coniimia a mandarc.-B-
>s do cost ;ra; ven-lians em seu e;-
Sp.*< >U), e porp', B&&4 ih. e Ai confofiuidale com os anauocios
teil"s t^ '.. :*.e^ assim v.;nle t>dos as pertimcas para as
1 as waehinas por commoJu pre^o para os
iregaeres.
*.. 4aiBiiiiii previue a to.los o sous fregnezes
6r. Alfredo Luis Unas i C deixou de ser
ejapTHg-nto ilende 0 dm 13 do corrente inez
Sarsfe, il .ie ouluhro de 1873.
S. "J Rua d) Barai da Victoria N 22
ISGER Hill!
Para attender aos numero-
sos pe lid.is csta rcsolvido a
vend'-r ?u is afamadas machi-
nas do c stura
CASA AMERICANA
\*\ Rua d) I ::ju rador 45

ATTENQAO.
UMA MOBtLtA.
Vende-se uma mobilia de amarello em perfeito
estado a Luiz XV : const ndo de urn sofa, uma
jardineiaa, urn par de eousolos, 12 cadeiras de
guarnica>>, duas da bra'jo e daas de balance ;
quern qaizer fazer aegiCki, dinja-se a rua Direita
n. 3 andar, que achara com quern tralar.____
Fiado!
aa do Brum i\. 1$
%*&*'& Tnc'o paro do superior, qualidade,
if jfitu p in cobcrla- &> ca^as.meJindo 11 palinos
it, mmptiia e I 1j largo, por preeo inui em
Para aca-bar
"eato-Se ama porcjio de ca*es de pombos, sen
fc a taaior p irt do ragaferandes) por pre'.-o mo-
Sea : a nWar na rua do Vigaiio a. 26, ou rua do
.Sana do 'I.Tiimpho (antiga -do Biura) n. 22.
AS
I
e
do Queimado n. 43,
pechin^ha.
do cores a 200 r-. o c >Tado.
ss (k iijfcpi Ue quadriulms a 20 rs. 0 0*-
mm-.- is do seilc a I/,
Ott's de st>ds a escoceia, com 13 oarad >i
aViias de.Miirra a 50'I ks. o ovado.
ie-coral, pfopria para ve*ii-
*?.* -2. '- r$ ii '). lo
|^f. .A *e Mufi-i a .'ta.300.
i r.-.
Sao
COMO SAO LIMIOS!!
Os leqnes todos de madreperola,. braiieoa e dr
cflres e que trazem o distieoU!f(AO em letlrar
tamhem de madreperola em alto relwo, lor->
nando-se por isto apropriados para noivaa, a NO
VA ESPERANQA a rua Uuque de Caxias a 6.1
(antiga do Queimado) e quciii os tern.
Sao de tartarwga.
Os brincos, hroches, mcios aderecos, eras
coracSes e eassoletas, que pstao- oxpostae a bofc
escolha das Bxmas. (amautas do cbique) vende-st
na Nora Esperanca, a rua Duque de Caxia
D 63.
Aos menmos
A Nova EsperanQa i rua Duqae de Caxias n
63, aeaba de receher nin lindo sortimeato de bo-
necas de laaitas qualidades, vindo entre ellas a.-
engracadas bonecas de borracha, assim tanibem
uma pequena quantidade de bonecas1 pretas que
se tornam aprecialas pela sua novidadb.
EbemutU
A Nova Esperanca a rua Duque de Caxias n
63, iecebeu verdadeiro cimento inglez, prepara
cao para cencertar porcelanae hem mil.
Vesttdo perdido
Muitas vezes um vestido torna-se inteiramenw
feio, somentepor estar ma! enfeitado : a Nora Es
peran.a a rua tmque de Caxias n. 63, remon
este mal ; porqne esta bem provida dos melhore:
galSes e franjas de todas as cores, onde pode es
colher-se a vontadc sobresahtndo entre estas a^
modernas franjas mesaicas, que pela sua varieda-
de de cores, flea bem em quasi todas a* fazdudas
A ella antes qne seacabem.
Cdbellos bruncos sd tern quern
quer
A Nova EspeTanca a rua Ouque de Caxias n.
63, acalia de receber a rerdadeira tin'tura de Des-
nous para tiugir os cabellos, o que se consegue
(empreeandoia)-com muita facilidade, e por este
motivo, cabsRos brancos so tern quem qaar.
Estao mi moda
Ob cinturoes de conro, proprios para senhoi a,
Sne receben a Nova Esperanca a rua Duque de
axias n. 63, estao, sim. senhora, estao na moda I
Se qnereis ter ou preparar um rao>alhete de
cheirosos craros brancos para o rosso casamento
ou para outro flm aproiiriado, e necessario ir a
Nova Esperanca a rua Duque de Caxias n. 63,
qne alii encoetrareis os melnores ports buvquelt
que se pode desejar.
Bolas de borracha
Vendem-se de todos' os tareaniios a rua Duque
de Caxias a 63, n a Nora Esperwca-
Vende-se
um vapor de ferca de rlneo cavallos, novo, proprio
oara -qu*l lentea; pot^reijo camatotD 5-para ve^-, no arma-
zem do 8arlB do lArfttn^tay' e tratar a rua do
Torres n. 32, 2 aadar.
to do Bard!) da Victoria n. 22.
OT
Cameiro Vianna.
Nenhuma machina
Singer 6 legitima se
nao levar esta marca
fixa no braeo da ma-
*JA' este granle' estabpfecimento tem che- China.
gado-.om bom sortimento de m'achinas para
costura, de todos os itntores. mais acredita-
dos uklmariu'iiteii.'i Kuropa, cujas machinas
sio garantidas pir um anno, e tendo um "
perfeito artrita- para ensirrar as mestnas, em
qiiaaqner- parte desta eidmle, como bem as-
sim concerta-las plo tempo tambem d'um
anno sem despendio algom do compfador.
Neste estabetecimento't inbem ha pert-ngas
para'as mesmas macbinns e se suppre qnal-
quer pe^a q.oe seja necessario. tstae ma-
chinas trabalham com to um e dous pospontos, frauzc e b>rde tcxla
qualquftr etMtura |or fina que svp, sens!
precos saoda'segointe qualidade : p**a tra-j
balbar a mao'de 3055000, 40-3008, .ov>0ti
e 509000, para trabalhar coin 0 p^ >*ao' da!
80JP0U0, 909000, 1003)000, 1103000-J
1209000, 13C9O0O, 1509000, 2009000' a
25(WJK)00, emqtianto aos auto res nz<> ha al-t
teracAo de precos- eos compradores poderao|
visitar este estabeleeimerito, que mmto de-|
verao gostar pi .-la- varievlade de objecio? quo'
ha sempre para voider, como sejain : codei- :
ras para riagem, malas para \iagem, cadei-?
rns pura sa'.as, ditas de balancu, ditas para i
crianca (altas), ditas para escolas, costurei-
ras riquissimas, para senhora, despensareis
Ufara criatiijos, do todas ks qualidades, camas
do ferro para homotneeriancas, capachos,
espelhos dourudi>s para sala, grandes e pe-
qnenos, apparefrwe^de metal para cha\ fa-
ojneiros com cabo de metal e de marfirn,
di*osavulsos, colheres-de metal fin^>, condiei*
ros para sala, jarro6', guarda-comidas de
arame, tauipas para cobrir pratos, esteiras-
para forrar sala's, lavatorios complctos, ditos-
simples, objectos para-toitotte, e outros mul-
tos artigos qua muito devemagradar a todos
quo visitarem este gronde estbelecimento
qae se acha aberto de^de as 6 boras da ma
nhii ate as 9 boras da- noutc &
Rua do Barao _________2J_________
Nao ha mais cabellos
Para eviiar faloiui-
-
jcacoes notem-se \tofo
[O
todos os detalhel? da
marca.
nil
brancos.
tintiummji. mmi
S6e un#caapprovada pelas acadfmias de
seiencius, reconhecida- superior a toda que
tem apparccido ate hoje. Deposito princi-
pal i rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
que* de Olinda, n. 51, i. andar, e em
tadas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
Rua do Barao n. Victoaia
n. 22.
O proprietario do eslabelecimeoto Bazar Uni-
versal tendo de trans'erir 0 mesmo para outro
lugar e t. ndo grande deposito de M?chiuas de
eustura de todos os autores, resolveu ven ler a
PitAZO, mcdianle a convencao que se puder fa
ret com cs preteadentes : a rua do BarSo da Vie-
loria n. 21_________________________________
E' barato.
Bapti=Us a 400 r?. 0 covado.
Boas las a 410 rs. 0 covado.
Alpacas de cores a 80U rs. 0 covado.
Caihhraias bordadas finas a 2'*i'l00 o Ctrl*
PupHinas a 1*100 o covado.
Selas a 2^3"0 0 coradn.
Chains de louaaim a %>i.
Bas,|uinas de gr5s a 2\)1
Coma dc fusiau a 2i
A' rua do Barao da Victoria n antiga
Nora.
ru*
F
Camisas inglezas de 60.$ a Vi a dtnte.
C^llarinlios de lioi'.o a Kg a duiia.
r.ha;ie Ditas de castor braueos e preios 9f.
Dilos de mTiuoa -M.
Curl* 'ie casemira fina a 7rf.
Ditos ill' dila a 35.
Rua do Crespo.
MMh a lender barafo para
apnrarinmlo
BrWw de lintso de cores (pectfincha) a 10OO'
vara.
Pust-ao branco para ronpa oe meninos a 56rs.
0 oovado.
Lianhas eacocezHs a.yiOe1 280TS'. o.eovade.-'
Alpacas com li-tras a 500 rs. cpvado.
; Brma pardos c de5res a 400, 440 e 500-ts. e
covado. ^^
Braadona brano a !^6\Wa vara.
Cambraias pretas para ItMo a 240 xs. o;covad#i
Crr-toue de li-tras a MOn rs. 0 covado.
Chitas roxas a 200 e 240 rs. 0 covado.
Gro-deoar Cobrrtas de .cliiu adaoaaseada a 3 J'^Ou*
Colchas branwa* e de eore*f a 34300- e 4* .
l.en.oes de-bramanlpa 24,
Ditos de alg>laoi a i,i VJft.
Toalha? aleotnialas a os Ji duzia.
Leu^os de eaxsa com uarra 1^ a duzia,
Ditos de dita ab^kiahadns a 2j.
Ditos do esg.ii:'u> a iiaOO;
Catnbraj? lisa a 3* e. lifyO..
Dita Vlctorja fia a 3,800.
Atoathado a 24 a vaaa,
Cortes de caswi^ira. naa 3. Hi. ,
Fustges Ae ofires a la'^o orte,
Chalks de mtxino lis Ditos de dite esiampsio a 4*, 4fl5Q0 e 5*CO0.
E-guiao fiQ".- a 2* a yara.
Brim.prebi trangado a 24 a vara.
Brairiante de algo.^fan' a, li60;a var.a.
f)it,o de KrAo a iJ&W a vara.
Cambrato de Imhn de ,cor*} a 380 rs.p covado.,
AlgodaoTa 3*-a_pe^i.
MadapolSes bara!.is.
Metins
mm LOGomniSw
De-forca de d us a seis cavallos: a venda-no
arrrmtem'de Joaijuim Lopes Macliado A C, tr-a
vessa do Horp > Wnto n. 23^_______^______
estrangeiro.
Grande bazar de preudas
j 7 i: nt A lew da inp-.rUnte galera ae nta# opticw M
qne dispoe o respeitavcl pubKo, hav-arajaathfiig
todas as n ite- ooros | inecanioos, Ct*m
vistas Iransparoutesec'.'tn ni"ivsaiites movimer!-
I.i fc-ffoiin ie 'I ioas, cadavbuhfte
oWo (:i vel prwda qo.- por *(e s^J ., ,M>HWinhmaar de s'alldo ak-r, e a.- iiict.-.i e qWfl einMKrt*1
d'admi ^ao ; a-- irafrrtarw Mr
ir.',enumanto com |*J|f*: **} njviaiuai dnpt Ca!c,arib
Aproxima sc 0 mez de dezembro, tempo- em
aue 0 Paris na Avwuxh a rua Duque de Caxias n
39,1 andar, tem d.< dar 0 scu balance por este
motivo, os pwprietarios- deste estabelecimeBto.es-
tao resolvidos a renderaai sens cale dos peta ous-
to>aflra de rajnorarem 0 tra'oalho ; assim pois os
apreciadores do-born, e com especialidade 0 sex.i
aanrel, para ruiam 0 Paris ita America, ccaserva
eom a devidn deeeneia) 0 seu gabinete reserva-
do; para a escoMia de calcado, aproveitem e re-
nham rnnnireai*e do que precis-arent ________
Grande novidadc
S opara o 43
Vieram no ultimo vapor, baptistas Qnas com
barras, gosUis chinezL>s, pela diminuto. preco de
500 rs. 0 oovado : a rua do Queimado n. 43.
Las com li -li as assctinada.'., ultimo gosto a
14OOO 0 cotarlo-: s6 ,0 i3 a rua do .Queimado
Dao-se ajaosiras.
Augusto Porto recoleu pela pa qne to fiancez
ricos vestidos de blond para oiva, frcscas luvas
de pelliaa brancas, pi etas e de ceres, para senho-
ras ehomens, setdn cor de ca/6 para enfeites
de vestidos. boarnaus c capas de la para senho-
ra* e raukas outros artigos quo- vende por barato
progo : na rua do Duqae de Ca-ias a. 8'.
VENDE-SE
AS MACHINAS PARA COSIDRA
DE
SINGER
NAO TEM RIVAL
mus de 117mm\ TEM-nK ve\wbo
Porque?
S5t> as melhores
Sao as mais baratas
Sao de dous pospontos
Sao mais simples e rapidas
Sao duradOras e aperftir;oadas,
SaO util em uma casa.
HUM 11
Taz melhor cosiura com metade da linha que gasfam
as outrase fornecemutnmeio de
YIDA
Paraaqnellesqnoteai de sBsteular-se
f

Querem agradar a yaya ?
Querem agradar a esposa?
Querem agradar a i.lha?
GOMPREM 'UMA
MACHINA DE SfflfflB
WI0rV
Nenhuma casa csta completer sen, uma
MACHINA m SINGER
Sem caixa 805J000. Com caixaj09000
UtfICA AGENL7A
EM

A CASA AMERICANA
45 RUA 1)0 IMPERADOfi 45

!
SaJSaSfili
tabvrinlhos, bicos, rendas,
No esoriptorio de Gomes de Mattos, Irm5os, a rua da Cadtrfa
do Recife n. 40, 1. andar, 6 o unico deposito do que ba db
melhor, e bem acabado, que vem a este mercado, da cidadedo
Aracaty no Ceara, quem os comparam com os feibis aqui na
terra, facilmente reconh'eeraa immeasa differene.a, que
de uns para outros, tanto em preco como em qualidade.
Lindissimas toalbas de labyrinth".
Frotihas de diversos tamanhos.
Lencos de todos os precos.
Bicos e rendas em profuzio.

I
padriies ipteiramento novos, pelo diminuto preco
dc 4u rs. a covado : na rua do Crejp.c- n. 20, loja
de Uuilherme & C.
Cassia
Chefwi-esu fetfodaj sez^o limit's padroel,
vende-se pelo diminuto pracOf,-dt|0O'a,::o aoYar.
do ; somente aa rua do Crespo n. 20, loja de Gui-
llferme a XL
S6ua;ruifid^jKjIiespo n. SO.
I.OJM llO
Giiiiiharc^vCaVC.
Proprio para ve;Jidos>o,oauo ba de mais gosiok iuma casa bem eonslruiaa de ferro e madeira,
' siluada em oarU'Aona, perm da estacao da estra-
ida dulerra : trala-.-e coin os Sis. Shaw, Hawkes
KC. riw do Bi -mm
ttondas de I
Sao estas as melnores so'ndas para a dilaac_5o
tdauwaVwt nSniiso pela facilaiaIe Da applie
.irnilMti Irmfr-T't"*" -r-----in.'omtv>do:q ie ptnawj
ts,aead vantagom do-uMa l-n?a dura--i,
ra music.i iio -
If^rra.'1
Hfauaaf
V)
WIHa% KMNttt rua deMatei
1 n.ijhu.0 aiMHnan. yaxiratriiyi'.wwa wiph mmut naraerwum- mamim^mmummmwfi^mm^^> "VT" rmazem da
tu.flgu p mw&- |ift*i% witf**8)U*gm. *C. *ttttav naiiw^idio ectwkteaj(|(ikdaiiiyt: i veatoaa ltaa 1 ^
|ma, ou na padaria n. w.
TASSO IRMAOS & C
Em sous armazens & rua do Amorim
n. 37 e caps do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodea
Tijolos encarnados sextavos para ladrilb*.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydranlioc.
Machinas de descarocar algodao.
Maehinas de padaria.
Potassa da Russia em barril.
PhospUoros de cfira.
Sagu em garraloes.
Sevadinha em garrafoes. '
Lentil has era garrafoes,
Rhum da aJmaica.
Vinhe do Perto velho engarrafado.
Vinho do Porto superiur, dim.
Vinhy de Bordeaux, dito.
Vinho de Soaerry.
Vinho da Madeira.
Pqtes com linguas.e dobradaa iagtazaa.
Licores finas sorlldos.
Cognac Gaulhier Fiieres.
Latas de toucioho inglez.
Barris com repojho era salmonra.
Yende-s
trastes de jacaraada e amarelff com pou*.e o>.,
em perfeito estado, e tamhem urn luaja jpparcfl
'de louca para jnntarenm dito de\pon!eTana)fine
1 branco, para almoco Vende se por ter 0 dono ds
-se retirar para Europa : na rua da Imperatri.
n. 5i A.
Potassa da Russia
barris a 500 rs. o
Desemharcada- ha poucos diae : veude-se-*
escriptono de Oliveira Filhos & C, largo do Corpii
Sboto n. 19.
Machinas
I
Por baratos precos para desearocat algodao, i
12, 14, 16, 20,o, :>0 e 35 serras.
Ctariba J -Mania
VEiNDE-^E
J. 0. C. yk
barris com came de tarta e de porto, al
.! para in intimentos de navfos : no armatem 9
o Irinat? HC a r'uad*' Awpnm u. J7.
------,r\ -.r------'r'rJ'.f ''-**. ..'.44
cao. EtawnWam.se'a vemki na
jrlcana, rua Duque de Caxias
Contii e
Maitli>ayBMltoii t
Tem para ve l r" :
iharmacia ame-t Cognac de Hennessy,. superior e verdadeiro.
Vinho Xeres das.maiaares qualidades.
rs de Angostura,
Ay
._ preto emrlattas. de 10 lilaras,
Todas as prenaracdes chimicas do Dr. Aver no fc
mazem da rua do Gomuiercio n. 35.
Silva Baaroca ,4 Fithos teem para vend
sea-a-Btftfein, a rtta do ^arwez de-Otlnit-
segiiinte :
Follw de FlandresiV
Estaaho em veriru'nhas.
Ma**M.t*s trdt*roc4ft: timdm.
Cercah -e-e.-.s(^ hrnsk ffMUut -. v
"FiHfWpnn bandeira '
Vidros'iiirrj*. vilraisw ir'HUlidnde.
Guiflj! ;r-
do Galo Vijtlame a rua do Gawpo n.

m
I
I1EGIVEL

i.
-=L


Diario de Pernambuco -Heguftda-tWra 20 de Otttohro de IbVo.
. i
COSTURA DE HOWE
MCHINAS PARA COSilM
A 25#000 e 45#000.
Nalojade Soares Leite Iwnaos, & rua do Barao da
Victoria n. 28.
SOARES LEITE, IRMAOS
UNICOS AGENTES
A.'
Rua do Barao da Victoria n. 28
\s mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na eiposicSo de Paris, em 1867, foi concedido a
Elias Howe Junior, a medalha de ouro e a condecora-
gao da Legiao de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do raundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Junior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da mackina de cos-',
tura.
A medalha de ouro na exposicao de Londres acreditam
estas machinas.
Luvas de pellica com pequeno Joque,
a 200 rs.
Abotoaduras para ^cliete, graude sorti-
mento a 120 rs.
Caixa de linha de marca, a 200 rs.
Lamparinas a gaz, dando.uma luz muilo
boa, a 19000.
Duzia de pecas de cordao imperial, a
240 rs.
Caixa de botocs de os*o para cahja, a
200 rs.
Duzia de carrel-is de linka, 200 jaidas, a
600 rs.
Idem idem 60 jardas, a 240 re.
Maco de fita chiueza, a 800 rs.
Caixa de linha com 40 novellos, a 500 rs.
Meios aderecos com camat'eu, a 500 rs.
Garrafa detinta roxa extra-fina a 13000 nel, 1C00.
Espelhos de moldura dourada, de lodos
os tamanhos e prccos.
PERFUMARIASE MIUDEZAS.
Frasco com oleo Onza verdadeiro, a
19000.
Idem com tonico do Kemp, verdadeiro, a
19000.
Garrafa de agua florida verdadeira a 19200
Garrafa d'agua japoneza, a, 19000.
Idem idem divina, a 19000.
Idem idem Magdalena (noviiade) a
19200.
Caixa de p6s para dentes, a 200 re.
Idem idem de p6s chinez, muito bom,, a
500 re. e 19000.
Pote com opiata do Rieger, Uirael e Gros-
90$000
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
tork, estabeleceu nesta cidade a rua do Barao da Victoria n. 28, um deposito e agencia
aaral, para era Pernambuco e mais provincias se venderom as afamadas machinas de cos-,
wi* de Howe. Estas machinas sao justamento apreciadas pela perfei^ao de seu trabalho,!
?apregando uma agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra, j
pela introduccSo dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habiiitados a
fferecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguintes:
Primeira.0 publico sabo que elias sao duradouras, para isto prova incontestavel, a |
drcuinstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
mao.
Segunda.Contera o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor frierao entre as diversas peps, e menos rapido estrago
to que nas outras.
Quarta.Forraam o ponto como se fiira feito & m3o.
^uinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o quo so no consegu^-
v*s outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o flo de um & outro lado,
t logo era seguida, sem moditicar-so a lento da linha, cozem a fazenda mais
Idi*
Setima.O compressor & levantado com mai-Wacilida i-1, qnando se tern de mudar
** agulha ao comecar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tem tido epocas de grandeza e
'ecadencia. Machinas outr'ora populares, sSo hoje quasi deso:i hecidas, outras soffreram
nad-mcasradicaesparapoderem snbstituir : entretantoa companhia das machinas de Howe
doptando a opiniao de Elias Howe, mestre em artes mcchanicas, tem constantemente
.tgmentado o seu fabrico, e hoje naw attende a procura, posto que faoa COO machinas
or dia.
Cada machine acompanha livretos com instruccoes *>m portugnez.
4 96*000 A 90*000
SOARES LEITE, IRMAOS
A'
do Barao da Victoria n. 28.
Potes com dita ingleza, preta, a 100 e
1C0 rs.
Caixa de peuuas Perry, muito boas, a
19000.
Idem idem, a 400 rs.
Caixa de enveloppes tarjados, a 500 rs.
Idem idem forrados, a 700 rs.
Caixa de papel amisade, beira dourada,
a 800 rs
Idom idem idem lisa, a COO re.
Duzia de sabonetes de amendoa,
39600.
Duzia de sabonetes de anjinho transpa ren-
tes, a 29200.
Idem idem com (16res, a 19500.
Sabonetes Glycerine trausparentes, a
19000.
fgCaixa com sabonetes, formato de fructas,
a 19000 o 1500.
Cosmeticos, graudes e pequenos, a 100 e
BAZAR DA RUA DIREITA
HOJli
SIARCILIG DiAS N. 51.
Fvte estabelecimeuto sempre sulicito era oiferwer a coucurrencia do respeitavel pu-
*'.ifiQ um compk'to sortimeoto de miadezas, oab;ad> frannez, chapeos e quinquilharias o
>r*Qdt os mats razoaveis possivcis, para o que reeobfl quasi todos os seusartigos de pro-
?.*ia encommouda da Europa c America, vem dar publiuidade dealguns artigos por cujos
rr-ves bem so pode avaliar os precos de outros cuuiUiB que se toruaria enfadonho pu-
ilicar.
MIUDEZAS. MIUDEZAS.
I a para hordar, da uielhor qualidade, 1 Brincos dito de dito por 29500.
bra por j3500. Botoes de setira protos e da cores, a 800
AgaMus fraucezas, fundo dnurado, a cai- o 19000 a duzia.
unha com 4 papoisa 60 rs., 240 -.. Franjas brancas de seda de todas as lar-
Voltas de fita de vallodu com lindos 08- gu.8' a 19000 e 19400 o metro.
*;.'jes lingiudo mjureperola, a 500 rs.
Voltas para o pescoco, finginJo camafeu,
iApanhadas coin 1 par de brincos seme-
Qinte, tudopor 29500.
Linha oranua do 200 jardas em carriteis,
i-ropna para costura de machina, a 800 rs.
i duzia.
Dito de dita de Alexandre, numerac.5o a
- sto do freguez, a IjJIOO a duzia.
Diademas dourados de 19500 a 39000.
Oitos do tartaruga com (lores a 23000.169000.
Ditas de cores e pretas a 800 rs. e 19000 o
metro.
Galdes pretos de seda, de muito gosto de
800 rs. a 1BOO0 o metro.
CALCADO FKANCEZ.
Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
49500 opar.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
alto, a 5.T0O0.
Ditas pretas enfoitadas, ultima moda, a
Duzia de taiheres cabc branco, 2 B., a 800 rs
59000 i Frasco comagua do colagno, a 200, 320,
Resma do papel pautado, a 49000 500 rs. e l$u00.
e 59800. j txtracios muito linos dos nulboresau-
Idem idemliso, a 29800, 39800 e 59000. tores.
Coques modernos, a 39000. I Lindas e elegantes caixinhas com perfuma-
Duzias ile pecas de tramas de caracol rias, proprias para preseotes, dos autores
branca, a 400 rs. i E. Codray, RiefCAr, tielle Freres, etc.
Idem idem lisas, a 200 rs. Quadros com santos e estampas separa-
Leques de osso o sandalo, a 29000, 49 daa.
e 69000. Entromeios e babados transparentes e ta-
Fita de velludodo tolas as cores elargu- pados.
ras. Uma gronde taboleta propria para qual-
Microscopius com 12 vistas,la 69000. quer loja.
Frasco com oleo para machina a 400 rs.
Rua do Barao da Victoria n. 28.
Will D
X. 4:Rua do Cabug4N.
JOSEPH KRAUSkEiV C.
di;
GOMES DE MATTOS & IRMAO
Avisam ao respeitavol publico desta cidade queo sortimcnto de joias, de subido va
lor, que existia em seu estabelecimentn, esla eompletamcnte ref.TQado com o mais ele
gante sortirnento do novas joias, quo n-ceberom directamentp pelo ultimo vapor da Eu
ropa, constando elle do mais variado sorli-uento de adercgos a Boulevard, pulseiras d(
ultimo gosto com pedras pre<:iosas e sem ellaa, brincos d'argola, agraffes para relogio At
senhoras, dUoadoS ideaefU pra meninas, meios aderngos de camafeu lindissimos, voltaf
de nogordios para senhoras, correntes inglezas de ouro e de platina, variada quantidad*
de bottes para punhos e peito, com einldauias macpnicos, de onix, tecido de ouro, can.a-
fcu, etc., brilhantes moustros de rarissimas agas, em anneis, rozetas, pulseiras, alfiie-
tes e botoes, e outros muitos oi.jfctos de ouro de melhores fabricantcs de Paris, que s*
veaderao com graade roduc<;ao de pretos, por serem elles recebidos directamente de seu;
committentes.
Os proprietaries do acroditado MUZFL" BE JOIAS, tendo seu estabelecimento aberti-
ate 8 boras da noute, convidam as familias que se quizerem prover de lindas joias,
virem escolbe-las a voutade. para o quo estl em cxposi*;ao nos m jstradores.
Agua florida, de Guislain.
para faer os cabellos pre-
tot.
A agnia brac*, a ma Duqae de Caxias n. u0,
acaba de receber nova r< irossa da npreciavel aaua
florida para fazer os cabolljs prelos. O bom re-
sultado colhido por quem tem feito uso detwa
inoffensiva preparacao a tem altamente conceitua-
do, e por isso apenas e faz lembrar a quem no-
vamenle deila precise e qneira se aproveiUr de
s-ja utilidade. Tarabem veio agua de topasioo
oleo florido para o mesmo uo, e tio acrediudos
como aquvlla.
Ybltas e brincos de grossos
aljofares de c6res.
A aguia branca, a rna do Duque dj Caxias n.
'30, reeabeu novas e bonitas voltas e brincos de
grosso >lJofaresde cdres, e como sempre conli-
nua a vende-las per precp commodo.
Novos diademas dourados e
com pedras.
A aguia brauca, a rua do Duaue de Caxias n.
50, recebeu novo sortrninnto de bomtos diade-
mas donrados e com pedras, tanlo para memnas
corao para senhoras.
Collec'coes de traslados ou
normas para escrever-se.
A aguia branca, a rua Duque de Cams n. 50,
recebeu novas c.lletcdes ou normas para as crian-
cas apreaderem aescreverpor si me>m, hi.je Wo
usadas nas aulas e collegios; e como sempre ven-
de-as por pre.o emmodo.
Meias cruas finas para meni-
nas e senhoras
A loja d'aenia braqn, a rua Dnqoe de Caxias
n. SO, recebeu novo soritoneMo daquellas tao pro-
curadas meias cruas para Mtnbon, vindo unial-
mente para meninas, e continua a veudo-las por
preijos commodes.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da agpta bmn.-a, a rna do Uuque de Ca-
xias.n. 50, recebeu l>onittis veoa ou mantiuha>
pretas de seda c*m flonw, e outras a imitacao o>
crochi4, e v.-nde as prls baratos pre-.os de 3/..
i^ e 6/!00e. A fazenda e boa 0 esta em perieiK
esUdo, palo que continua a Mr prompta extrac-
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
ohotOS dourados e colondus.
A loja da aguia branca, a rua do D' que de
Caxias n. a", recebeu novos grampos com bor-
boletas, bezouros e gafauhotos, 0 que de certo e
perfeita novtd de. A (luanudade e pepucna, e
por isso em breve se acabara.
Novas gollinhasornadascom
pelucia ou arminho
A loja jaguia branca a re a Duque de Caxias
- 50 recflieu un:a pequtna quantidade de bom-
s e novas jtollinhas, tiabaUio de la e seda, en-
neitadas cm arminho, uhraa estas de- muito gosu-
e intPiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
donrados.
A loja da aguia branca, a rua do Duque
Caxias n. 30, recebeu nuvamente bomtos gram-
no-! brincos e roze'as dourados ; assun como
novos diademas de aco, e ct)mo.sempre conti-
ntia a vende-los por precos razoaveis
Caixinhas com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca a rua do Du-
que-da t^axias B. 50.
Luvas de pell ica pretas e de
outras c6res.
A loja da Aguia Branca, a rua D-ujue de Ca-
xias n. 60, recebeu n>.vo sortirnento de luvas a*
pellica, pretas e de outras cores.______________
fcss e scte.
Cambraias borOdas? outras fazend s. '<'
se bantissiipo, a dinbeiro : a rna ii
Victoria n 'J, antiga rua Nova.
TM da
Armazem do Iwi
Rua da Madre de Deus n. tl i.
Jos6 Domingues do Canno e Silva pufMipa' ao
sens freguezes e amigos que no seu ; m ,.-m a
rua da Madre de Deus n. 10 A, se ariia ;n. mm-
Sleto sortirnento de fumoem fardoe d ..i-i.'.- ',
.* e 3.* sortes, dos mclbores fabrieanu- iia L'jhia,
e hem assim a flor de todos os Rimes '.e crda
em rolos, pacotes, latas grandes e peqni- -.s. taic-
bem dos mui acreditadog f..bricanle- Torre* 4
Aranjo. Lizaur, Adolnho Scbmdt 4 '.*., i.iztor
Schmidt & C, Veigas A Arauio, Trim;.- .;e Ave-
lar, Teixeira Pinto A Portella (gar^otulo peloa-
rnesmos) e de outros ainde nao conl, ;...- ptM
publico desta capital. Oannunciante r!.,a<;ue
lodo fumo que for vendido em sua v t ttvi pelo
seu justo vnlor, e que quando garaw.. ;> 1 i*-r\i-
va qualidade, sera sincero, mui part'i-iiJanccnt*
com as pessoas que poueo eutendam mati ria ;
pois para bem servir a todos, tem 1 i.itunriauta
* i"nga pratiea de 15 annos deste conn run.
Rua do Cabuga n. 11 AT
Vende-se nm escravo mo^o propri" t*ra euge-
nlio on padaria, por prcco muito em r >nta
Rape Rocha
a 1- 00 a libra : iu rua do Vigario D. 7. primei-
ro andar.
DE
Fazendas finas
Rna
NA
\. do Marco n.
A.
DE
0 IftllTE
DHoj com borboletas a 13500.
Brin&tf encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de ptaquet do 500 rs. a 230000.
Ditos dourados, duzia de pares, a 13500
23000.
Voltas de aljofares com brincos, a 23500.
- Ditas de ditos com coracOes a 43000.
"> Ditas de ditos de comas com cassoletas, a
100 rs.
Hosetas de plaquet a 13 e 13500_o par.
Gravatas de seda para senhoras de 13200
23000.
arures com 2 largos para cabega e peito
' 13 e 43000.
Sntremetos e babadinhos bordados do 36o
rs. a 23-400 a peca.
tialrjes de sda brancos e de cores, de
'-?500a 23500 a peca.
Oitos de algodao e seda, de 13 a 13400
i peca.
Ditos de algodao, a 100 c 500 rs. a pec,a.
Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
;-<"}a.
Lequos de marfim a 53 o 83000.
Ditw do sandalo a 43500.
Ditos de madeira imitando, a 23000.
DHos de papeHoes a 13800.
Coques para senhora. a 33, 33500 e 43.
Ydcrocos fingindo coral, compondo-se de
c iHnele e brincos por 23000..
Dito dito pretos por 23500.
Ditos de plaquet, compondo-se dealfinete
e brinco, sendo de muito gosto, por 53J000.
Ditas dita de cores, canno alto.enfeitadas,
a 53500,
Ditas para meninos, pretas e de cores, a
33 e 49000.
Completo sortirnento de calcado de case-
mira, Chariot, tapete e tranca, mais bnrato
(0 % do que em outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Ricos cbapdos de palha d'ltalia, para se-
nhora, a 119000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 103000.
Completo sortirnento de chapeosinhos para
meninas e sr-nhoras, de 23880 a 53000.
Chapeos de sol de s6da, inglezes, cabo de
martim a 1(19000.
Ditos dito de merin6, cabo de metal mui-
to bonito a 53500.
Ditos dito de seda para senbora, cabo de
madeira, a 63000.
Ditas dito cabo de marfim a 93000.
DI VERSUS ART1GUS.
Granadine para vesttdos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a 650 o co-
vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 13800
o 29000 C8da um.
Ditos para sofa, a 33e 43000.
Toalhas de linho para rosto, a 13300 cada
ama.
Ditas de algodao alcoxeados, a 640 rs.
Colxas de crochdt para cama de casal, a
63000.
DO
BAZAR NACIONAL
Rua da Imperatriz n. 72
DE
Lonmico Pereira McndesGiiimaraes
Declara a seus freguezos que tem resolvido vender o maisbarato que for possivel,
saber :
CHITAS A 160 E '200 RS. 0 COYADO. I CORTFS DE BRIM DE CORES A 13500.
Vende-sc chiias fraucezas largas com to-; Vende-se cortes de brim de cores pan
que de avana, a 160 e 200 o rnvado. Di- calea, a 19500 e 3*000.
tas limpas a 240, 280 e 320 rs. o covado. I BOTINAS A 33000.
CASSAS FRANCKZAS A 320 Rs. Vende-se botinas para senhoras, a 3300O
Vende-se cassas francczas a 320 e 360 rs. 33500, a elias antes que so acabem.
o covado. ROUPA FE1TA NACIONAL.
LASINHAS A 200 RS. Vende-se caraisas brancas, a 13600, U
Vendo-se lasitihas de corws para vestidos, 23500, 3900O e 49000.
a 200, 300, 400 e 5u0 rs. o covado. Calcasde easemiras do cores, a 53, 63
SAUDADES.
Amaral, HHtaKo 4 C. acabam do receber um
variado raitMMBto ae eapellas funebies com as
seguintt's insenpeoes:
A meu pai.
A mmha mai.
A meu esposo.
A iTilnha esposa.
A nun !llh,>.
A minha Dlha.
Saudades.
Itniinifn
Leml.ranta.
Veode-se no bazar Victoria, rua do liarao da
Victoria n. 2.
Muhili
as
iadajras CUNnA \ MA.NTA.
Verdadeiro biter hesperidina, suenor e cre-
diiado : 4 vends no armazera de Tasso Inaida &
C, rua do Amorim t. 37.
Bazar Victoria.
Amaral, Naburo k C receheram completo sor-
timcnto rte hengallas de canna. proprias para des
cani.'O de v^lhos, de rhi'nmatieos, etc., etc., e on-
tras de pntniasia, comtdetn sortirnento de chapeos
de >\, hpneallas, uinbeilas, ef. pi.....ipSini 0
i~'i i.oiimni. mm eah.i de marfim r .> ffsoraa -le
U r'tal, hs'js, e*<". etc. F.-' /. nteii" p ciaca ar
tipi.-s v*no>..se m in do Bario da Victoria n. 1.
alqado francez
Borzppnms d>- bez<-rro para himpm a 7*000:
na pra;A da Independencia n. 39, loja de Porto A
1 bastue.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
640 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 13600.
Vende-se cobortas de chitas de ceros, a
13600 e 2C000. Ditas de polio a 13400.
Colxas de cores a 1320P,. 295u0 e 49500.
CUALES DE LA A 800 RS.
Veude-sH chales de la de quadros a 800
rs. e 19000.
Ditos de merin6 a 23, 33, 3 e 53000.
CA.MBKAIA.BRANCA A 39000.
Vende-se pecas de eauibroia branca trans-
parentes e tapada, a 33, 33500, 43, 43500,
53 e 6300n.
SAIAS HitAlsCAS A MWW.
Vende-se Betas brancas ede 'cores, para'
senhoras, a 29<>0O e 29o00.
BONETS A SOO RS.
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
mens, a 50(1 rs. Chapeos de palha, petto e
onassa, a 29, 2950<>, ocuoo e 43000.
MADAPOLAO A 39000.
Vende-se peces de madapolao erifestado' a'
39000. Ditos uiylozes para os precos de!
49, 43500, 53, 63000 e 79000".
ALGODAO A 39500.
Veude-se pe^as de algodao, a 33500, 43,'
e 590O0.
BRAMANTEA 19000. .
Vende-se bramante cofli fO palmos de
lar^ura para K-nrol, a 13600, 23 e 29500 o
metro.
li&AXDK LIQUIDAQAO DE SABONRTES J80 RS.
v^nlf. so, uma grande porcflo J" saboae*
tes inglezes, 200 rs. Ditos franue*es c ,nj.
chain 320 e 500 rs.
73OOO.
Palitots de easemira, a 43, 63 e 83000
Sereutas a l#e 13600.
BRIWDECORESA 440 RS.
Vende-se brim do todas as cores a *-*
rs. O'Ci'Vadb.
LBNCOS BRANCOS A 23000 A DUZIA.
Vende-'se a dWzia de lencos brancos,
23000. Ditos-com barras de eores a 9900
Ditos de Knho a 53000.
TOALHAS A 800 RS.
Vande-se toalhas para rosto, a 800 r.
1300&.
GRAVATAS DEV8EDA PRETA A BOO fife
Vende-se gravatas de seda-preta, a *<
rs. cada uma.
EHITAS PARA COBERTA A2B0 RS.
Vende-se chfta para coberta, a 280 e !
r. 0 covado.
BONETS PARA MENINOS A 138O0.
Vonde-se honetes para meninos, a 1350t
ESPARTILHOS PARA SENHORA A 3350*
Vende-se espaTtflhofe para senhora,
83500.
GRASADKKS
A 800 RS. 0 COVADO.
F Vende-se granadines com listras de a&la
para vestidos d; senhora, a 800 rs. e 1300<
b cOvado.
COLCHA> DE CROCHET A 69000.
Vemle-Mjricascolchasde croche'tpara ca
mas a OfOOv.
PANNOS DE CROCHET A 13500.
Vende-se papnosde croche"t para cadeira^
\ lfl'ioo.- 29000.
CASSAS PARA C0RT1NAD0S.
Cat*
do Ric Janeiro : vende-se a rua de Vigario, ar
mazsm n. 16.
Os verdadeiros
Vinhos de Bourgogne
das marcss
Chambertin
Pommard
Virjte
Volnny
Beanne
Monthelio
Dito Bordeaux em qua r loll as.
mkm |Mir har^lu pre^o
PARA UQlilDACAO DE CONTAS
NA
Rua I.ar^a do Rosario 11. 3 1.
Botica.
Mobihas baratas
No armaaem de Joa.iuim Lopes Machado & C.
ha um. bum s...rtimenio de mobilias de Vienna,
brancas e pretas, que se vendem a prevos com-
modo^___________________________________
Em bom local
Vende-se nma taverna bem afreguezada para a
terra, e propria para prineipiante pwr ter ponco<
ftindos, tendo na nifnia ca^a wrrdia para pran
d"-fttmilia, e um t*no par* quem quizer fazer
bull is em. grande 00 pi.ipiena e>i-ala : na rua do
ViscoDdfe de Pel olas n. 19 (outr'ora do Aragao) :
1 tratar na mesiiia.
Cordeiro Simoes & 0.
E' psta rasa, sem duvida, uma das ij.ie hoja,
pude rwO iiiimazia ipwwiar aos n .>;. zes
um variadir-sinio sirlimcnto t!e f;i2ci ,i; ftna* par
ra grande toilette; assun como, para <> i.. rJi-
nario de todas as classes, e por pi. .>- vantajo-
sos para os compradores, de cojas fai.Mii nm pe-
qu.-rio resumo.
Manoam fazendas as casas dos pretendei tea,
para o que tem o pesoal nece.-sario e daw amus-
tras mediante penhor.
liortes de seda de lindas cores.
Ditus de gorgurao de cores.
Crosilenaple de todas as cores.
Gergurao branco e preto
Seiim Macau preto e de cores.
(irosdiTiapli's idem idem.
Velu.'o preto.
Graixidine. eda preta e com listras de edirs.liB*
dissiuta-i padroes e fazenda da ui.ui.:i iLuda.
Pouelinaa ie lindos padroes.
Fiio de s.-d.i bianco e preto.
iti'-as baaqDims de seda.
Manias hrasileiras.
< oichas de seda para noives.
Cortes de cainbraia branca coin lindos bordados.
Capelba e nontos para n ivr;s.
hiquissinio surlimento de !a.s com Uftraa de reda.
i auibniia de cores.
liitas inarip'izas, brancas e de cores.
Nansuck de lindos padloes.
Baptista de padroes mui delicados.
I'er.-alinas de quadros pretos e brancos, de lis-
tras, etc.
Brins de linho de cflies, proprios para vestidos
cum liarra e listras.
Fnslflo de iindas cures.
Casaquinhos de la e de todas as cOics, para se-
nbnras.
Sa>as bordada^ para senhoras.
Camisas idem idem
Ve-tuanos para meninos.
Diios para bapli.-ados.
Ciapeos para ditos.
Toalhas o guardanapos adamascados do linho ile
cores para mesa.
Colcbas de h.
Gnrtinados bordados.
Camisas bordadas para homem.
Meia> de cores para bomens e meninos.
Completo surlimento de chapeos de sol para bo-
mens e seiib.ras, com cabj de marfim.
Merino de Cores para vestido.-.
I).I preto.
Atoalbado de linho e algodao para toailias.
Atoalhado pan! i.
Brins de linlm branco. preto e de cures.
Sefui de linda* cores e coin listras
Chales de merino de core; e pietos.
i' ins dt easemira.
Ditos de seda preta c de cores.
Dito de louquim.
Camisas de linho.
Ditas de chita.
Ditas de QaueUa.
Ceroulas de brim e algodao.
Damasco de la de cores.
Pannos de crochet para cadeii'.i, sofa e COBSoUos
I'oi. has de dito.
Tarlutana de todas as cores.
Espariilhi.s li.-os e bordados.
Foulard" de seda.
l^-acos a tricot.
Ri. os cortes de vestidos. de linln para senhora,
de di eras cores, com os eompeientes eufei-
tes. allima moda.
Casemiras pretas e de cores, chitas, modtpoKes.
cauibraias, panoo flno fireto e azul, coliaiiabos,
piinlius. gravatas, luvas de pellica. ditas de Bo
de Esc cia, brancas e de dores, tap t-. da tod;s
os tamanbos, bulsas de viagero, etc ete.
Na loja do Fasso, rua Prioieiro de Marea ::.
A, antiga do Cres|io.
Vende-se
uma easa na villa de Uaneiros. na nu, dc ."]om-
niercio, por prego modico : a tratar earn Tass'
Irmaos & C.
( Vende-se ic;as de cassas para cortinados
Agua ducolotiia, a 200, 320 e 500 rs. ojl
frasco para liquidar, e ouiros xtpacjosIwnp ^f> vanas, a 103000 e 123000, eoutra
muito barato. finditas fazendas em liquidacao.
A ma^onaria desmascarada
on
Coltecviio DO
Echo de Roma,
Annlysand't
A circular do cap.". Pr.-. Federacao de 22 dc
setembro.de tft7l. 'S a pram-h- do lr.\ Gomes
Freire ao Ir.-. Otto ; assim cniin. a deste cava-
Ibeiro R.v f:1. V^n.-. a<> redact r do E-lw de
Rma, .latada de Goimlra aos 16 de dewnihio
da-mesoio anno, precedi io de uma ea.ta intro-
ducao e unuoUda oi um re." .itor do Echo uc
Roma. Um Volume dp /.s,i pagina. Preeo *3a00.
Vends se na livraria Ecoaumica ao pe do arco de
Santo AnUmio. ____________
Formas para assucar
VenJe so em casa dos impoi ladores Shav
' Hawkes A C, rua do Bum Jesus n. 4.
Portland, desembarcado no dia 4 do ecr-
reute, ninguem tem cimento de Portland
mats novo nem de melbor qualidade: a.
yenda no armazem da bola amarclla, traves-
sa da rua do Imperador.
-- Vende-se uma excelknte casa cmsfrnida a
moderna, com Tren'r de azulojo, e um grande si-
lio e um grande sitio corn uma easa ; ti"lo
na margem da esir da real em Jaboatao '.^odo
o sitin b las propni\ocs para cdihcac,ao : a IraiaJ
em Jaboatao com Bernardo Goncalves dos S.nto-
ou ua rua de Marcilio Dias n. Id.
Agnas AlcjiKiie-Gazi sas rias Pe-
dras Saljjjidas.
Villa Rouca de As:uiar.
IHCAHBONATADAS-S< DIC>S
Analyses do Ur Jos* Julio Rodhri-
gues, leufe da escola Pulyie-
ehniea de l,isba.
Esla exeeUei.te agua usa.ka emn vanUcem no*
[i.vlecmifMios das vias digestivas, urinar.as, do
cslomago etc., etc.
Yeuderse
NA
Pharmacia e urogariu
DA
Rna larga do Rosario n 3*. _______
^*>ijq. na?Fill"0
-.'j'itci nova e hfta
, ne.atiu ii. (''
- ule-se na "* i ad
Banhosera 01in,d.
Camisas a ealc-'i- de fawnda de boa jii : ladt
I proprias para os banhos. em Olinda : na bHa oVs
(sreos a rua Primum de Irarg f^uUga da-iJ^spc
in. SWA, de Gura^l do Amara* 4 C.
j

1








8
Djario de Peraapbuco SeguiKU ^a 2^ fte Outjibiy dc 1672.


iiBLICA AllCESTINV
ASSEMBLE! 6E5AL
DISCURSO PHOfglUDO NX SESSAO DC 12 K
AGOSTO ULTIMO PELO S DEPUTADO ML A
PROVINCIA DO PARANA, COOSELUB1RO M.V
NOEL FRANCJSCOeORREA, ACERCA DA MIS-
SAO DO GENERAL D. BARTHOLOM* MITRE,
E3VIAD0 EXTRAORDIXARIO E MINISTRO PI.E
NIPOTKNCl.VHIO DA RE^0:
EH M1SS.VO KSPF.CIAL.
(Continuagdo. )
2", que a participagio da Bolivia
nos ajnstes do navegagao aque se re
\feri.i, nao rac pnreiia ester incluida
uas oslipulag3es.da allianga, nem noquadro
de nossas negociagoes; que em todo o caso,
porem, seria ella uina consequenoia do nos
so accordo, e nao uina dilficjldade provia
que se ti vesse de remover ;3", que as
Siretcngoes da Bolivia, que a nota do Brasil
szia chegarem ate d emhocadura do Ber-
m,ji>, nao passavam da margom septentrio-
nal do Pilcomayo, segundo so via difullie-
to rocentemente pubhcado pelo Sr. Aguir-
ro; o Sr Rio-Branco disse-me quo osso
trabalho publioara-se actualmonte na .Y-
cdo, diario ministerial officioso, a qie se
diz nao sop estranno o ministerio ; accres-
centan lo en que cm todoo caso era ques-
tuct que tinha de rosolver entre a Bolivia o
a Republica Argentina, como limitrophes,
i\ quo a falta de reprosentagdo do Esla-
do Oriental nao era obstaculo ; que, pelo
eontrario, facili'avn o aeeerdo. haven lb na
allianga precedents sohro este modo de
proccd-r, estipulando-se quo o accordo lhe
sej.i opportuuainente submetli lo, contaodo-
se com sua accitagao em sentidu pacifico e
amigavel.
No correr da cciivors.igfio tive occasido
dc diz r ao Sr. visconde do Rio Brauco
quo a minha inissao era taa seria quant)
amigavel, e que, quando proeuraVa diroc-
tanvnte os meios de chegarmos a urn ac-
cordo a respeito das pequenas dilfieul lades
que me assignalava, as quaes provavam
que nao existiom nutras de importancia.
ver-se-hia nestas difficotdades prelextos p.i-
ra pr.'longar uma situagdo que mantendo
a inqu-etagao, nos dosaore litava dentro e
fora do paiz, e que era in decoroso e ate
um escaii'lalo quo ella se prolongasse por
roais tempo do que o nocessano para nos
entendennos amigavebneute, no que con
veio o Sr. Rio-Branco, concord ando ao
terminar a conferencia, em que a situngao
devia deiinir-se quanto antes neste santido,
removunJo-se com reciproca boa vontade
qualquer dilRculdade.
No dia 14 (o subsequent'! da minha
recepcio), ao fazer ao ministro dos nego-
cios estrangeiros a visila do cslylo era sua
casa, tr-tei de verilicar o espirito de cortns
insinuagoes do Sr. Rio-Branco, e coitvon-
oi-me de quo a primeira dilfieul la do por
ello apontada tinha por fun obter quo em
nossa rcsposta so desse uma o^pocie de sa-
tisfagao ao inei lento da nota, o quo repel-
li vigorosameute, dizendo ao ministro que
era procurar ms/ a qnalre hewes, e tor-
nando ao lerreno das diffiouldades lo que
felizmente iamos sihindo, e que, se mo
levassem e elle, diria o quo nao queria
nem tinham ainda ouviio, respondcudo
ate aos opigrammas de sua ultima nota ; e,
esbogan lo a largos tra';os uma especie do
~
o St. Tejedor referia-se a uma resolucao do
j- governo argentino tomada antes-de recebar
at notes de We 21 de junho, e.a que em
sua reaposta ndo fallava senao na dafesa dos
direitosda rapublica e nos in.cresses ban en
tendidos da allian^a, sem que ella contenha
quando nao se descobre outro meio mats Que nota do goveruo argentino nio
modera lo e"Honciliador para protestar con- era uma
tra a grita de tola a imprensa argentina, c8o de
Juo accusa?a o Brasil de haver violado o nova credoMppMBalMMH^
atado de allianja* e o apresentava perante a resposta pen lente em nome #b meu go-
as nacCes como tendo tido am procediinen* terno.
to raenos digno. Quo o que de menos m eocontrava, **o 6 Pl*>rf qoo attenue a desagradavel
Era preciso pdr-se as cousas era seus e, urn; plirase maTs pu nenes sfcaWcativi ?fprfesdo %o4 nos causou a nota de 27 do
i'vilo, tennos, e ao p4 da" accjsa;ao collo- que preetichoase o oDjecto desejado, podia W^ qu' O'jssa resposta
car a defuza. oo supprir em uma nota que passisse, man-
A uilo pretender-se quo o governo im- tendo as doutrina> sustonta las pelo gorerno
peri il de via cruzar os bracos cm presenga argentino ; sustenlando simplesmante, sem
de tao graves accusacdes, desejava eu saber entrar em novas discussdes, quo o tratado
que meio mciro* in'onvonien'.o podia em- conjuncto ou si oultaneo era de direito, sem
progar do que aquelle de quo lancou uiio. por isto prescindir dos factos que com elle
Accrescontei que, na aprocia<;ao da ques- pudesaem harmoiHsar*se, formulando em
Uio dc offensa, bavia uma circumstancia.de- terraos genericos uma cousa que mo collo-
cisiva a favor do Brasil. Conhecidas no irn- casse em terreno mais pratico do que a phra-
porio e nas republicas Argentina, do Uru- se ach ira de menos para poiermos ucupir
guay e do Paraguay a circular de 3 de fa- desde logo do fundoda quest^o, sem maior
vereiroo as notas dt 21 e i2 de marco, ne- perda de tempo.
nbuma voz se levantou na imprensa ou em Que para isso havia sido acrodita lo e n
outra parte accusando-as de offonsivas ao go- missio especial e que o que eu dissesse, co
verno argentino ; mas quo, pelo eontrario, mo o declarou o governo argentino, seria
assim que foram publicadas as notas do Sr. como dito por ello o devia bastar, ef itan lo-
Tejedor de 27 de abril, fot a imprensa ar- se assim complicacies de forma, quu nos
;enlina a primeira quo as considerou taes, afastavam do fim que todos deviamos dese-
no que foi acompanhada pela brasileira e jar e desejavamos, tanto mais quanto o go-
outras verno brasileiro, om sua no'a, a unic espu-
Ainda con referencia d circular disseo cie de etigeucia, quo formulou do uma roa-
Sr. general que havia que notar que fosse neira indirecta, foi que necessitava saber
lla presente aos governos das republicas quaes eram as exigencias do goveruo argen-
quu, durante a gucrra, se mostraram tSo tino, istoe. oquo eu estava encarregado de
contrarias d allinnca ; ora isso fallar do al- declarar no espirito mai* a nigavel.
Had > en presonga do adversario. i 0 Sr. ministro disse-me quu, abundais-
Respon li quo a aprociacao era inexacta do nesse .....s no espirito, queria f.tcilitar o
nao se fazia cxprobacJo alguma ao alliado ; andamento dostrabalhqs da inissao especial,
;xplicavam-5e actos do gi)verno imperial ; deixan lo liqui la la a questSo do forma do
fazia so ouvira dofeza, oesta devia chegar a governo a governo, para entrar na de fun-
toda a parte on le chegarV a accusacao. jdo. Que o quo eu in licava era entrar ja"
So dosta havia noticia na Bolivia e no' na da fun lo. Que a disoussao directa de go-
I'erii, justoora que Id chegasse a coutesta- verno a governo foi inieiada pelo argentino,
^jao do governo imperial. iprescindiudo dos meios diplomaticos, que
Queixou so ainda o g-meral de qur se ti tem menos alcance. Que, portanto, para
vesse tratado separa lamento como Para- encerrar estadiscussao, sen mjsno leva-la
guay sem notifieaga > dirjeta ao governo ar- adiante, dan lo-sa por esgotada de parte a
geulioo, como alliado ; nao julgando quo parto, cabia ao governo argentino dizor al-
o Sr. barao de Cologipe dovesse limitar-se guma cous.i quo restabeiecesse do todo a
d declarafio que tuera na ultima confereu- cordialidade, e permittisse que nos occupas
somos dos meios do chegar a um
3-
accordo
na do Assu npcjlo
Notei que S. Exc. lig-iva demasiada im-' porfeito.
portaucia a uma formaliJa le, que alids era I Intorpollado por mim 0 Sr. ministro
escusada depoij de tao solemna declara^do,; sobro qual seria mais ou menos o theor*da
o quo nada allerava a situacao. phrase que atieudia faltar, disse-mo vaga-
Observou ainda o Sr. general que devia, mentc, talvez para nao dar dssuas p^ilavras
lermiirtr a discussd.i por notas e memoran- caracter de exigeneia, que poderia dizer-se
dos, quo com msmorandos e notas se res- pouco mais ou mouos o que eu teria dito
pondem, o que deviamos entrar no caminho do caso de que a nossa n >ta ndo houvesse
das solutes praticas; seudo quo, se nAo|sidf> respondida quanl^ cheguei.
quo,
as enconlrasseinos, nem por i*so deixaria-
:nos do continuar amigos.
Disse-Ihe qu i, para resolvermos isto,
careciamos ver as respostas do sou governo,
que S. Exc. concordou em aguardar.
Da conlidencial de 17 do julho vfe-so que
o Sr. general Mitre jd se compenetrava do j
alcance que o governo imperial ligava a
resposta argetina. no sentido da attenuar
a (lesagrailavel impressao da nota de 27 de
abril e, querendo ver se disso desistiamos
esboQou, como S. Exc. diz, uma especie de
contra memorandum, cuja substancia se co-
nhece pelo que escrevi.
A leitura que acabo de fazer devo ter
Que o governo argentino (para nao fal-
lar de nacao a nacdo [sic] havia doplora lo
ou sentia a situac&o que se creara por effei-
to das notas e a impressao mamfestada pe-
lo governo do Brasil, nao tendo David da
sua parte a intencao de offensa, inimisade
ou cousa seittelhanle ; emfim, algu na cou-
sa quesalvasse a difficuldade de forma que
cousiderava seria, mesrao antes de consultar
a seus collegas, eque dosejavi pudesse ser
regulada amigavel e confldencialmente, sem
dar d nota andamento official.
Comprehendendo que no fundo o Sr.
ministro tinha alguma razio, e vendo no
passo que dava uma prova de sua boa von-
convencido d camara de que nao havia na-Jtade, insisti, comtudo, em que aceitasse o
contra-mcmor.in linn que me parece tor lrn-
pressiom lo basbntcau Sr. ministro, lermi-
nei por declarar quo nao cstava lotige de
aceitar qualquer formula ou oxpedieote
que restabelecendo a autiga cordialidade.
facilit:>sse 0 accordo ulterior.
Conviemos, como eu ja havia convin-
do com oSr. visconde do Rio-Branco, que,
nao obstante haver annunciado coofiden-
ciJimentequal seria a resposta do governo
argentino d nota brasileira, estando pen
'dente essa resposta, devia esperar que ella
fosse recebida para psocedor-se depois offi-
cial ente.
Deus gurde a V. Exc.Batkolomeu
Mittre.
A primeira parte da confi lencial trata de
uma conferencia do nobro general com S.
Exc. o Sr. presidento do conselho, sobro a
qual nada me cabe. dizcr.
Na segunda parte trata do que comigo
leva no dia 14. Lerei o quo sobro ella es
crivi :
0 Sr: general, vindo a minha casa,
Sr. visconde do Rio-Branco, e iicara certo
de que deviamos esperar pela rcsposta do
Sr. IV. :dor para o comeQo das negociacoes;
tendo sabido polo mesmo Sr. visconde que
dc sua primeira conferencia comigo havinm
sido inteiramente informados S. M. o Im-
perador e meus collegas. A isto obsorvei
que era o meu devor faze-lo, e que neces-
sitavamos, sem duvida, esperar a resposta*
do governo argentino para vormos o quo
cumpro fazer.
Informou-me que esta resp sta seria,
como na primeira conferencia me dissera,
que passava a questao a ser tratada por sou
plenipotenciario nesta c6rte.
Pon lerei ainda que convinha tambem
attenuar a parte que se podia ter por offen-
siva em a nota de 27 de abril, e recordei
ue. na primeira conferencia, S. Exc. me
sssegurara que, se a nota ndo estivesse res-
oooaida, elle estava autorisado para decla-
rar que da parte do seu governo ndo ha-
via a menor inteucSo de offensa.
Confiamos que assim faria, mas que
agora, depois da resposta, essa attencao de-
via ser reciproca, poisque tambem o gover-
uo imperial dora motivo de queixa i o ar-
gentino.
Observei que a nossa resposta bcou,
nessa parte muitodquemda nota argentina,
que nma cousa6 responder e outra provocar.
Redarguioque podia dizer se que a provo
cacSo era nossa, deSde % pouco amigavel cir-
cular de 3 de feveteiro, onde se dizia que
o Paraguay com **zao ligava importancia
a questdo de limites do lado do Chaco;
que depois, esquecenlo-nos dengue a Re-
publica Arentina conec^ra a auxiliar a
guerra com 20,000 homens, Qzomos repa-
ro em que retirasse parte de suns forcas pa-
ra garantir a ordem interna, quando o n-
ze-a ainda a bem da allianga.
Disse-Ihe em resposta que, a meu ver,
tra em vecdade com razdo que o Paraguay
ligava importancia iquella questdo de limi
los, pois que a occupacdo da Villa Occiden-
tal era para elle uma inquietaedo permanen-
te; quo, assim so exprimiudo, o governo
imperial manifi'Stava uma opiniao, que po
dia ser qualilicada de um tanlo axpressiva,
masqi de uenhumo forma era offensive,
nem prqudicava em cousa algumi o direito
que para essa occupacdo allega Ur a repu-
blica Argentina* que na proprii circular
podia ainda menos enxerg*
la quo roceiar quanto ao descrodito que
podia Irazer-nos o contra-memurandum, se
riessa a ser e.icriplo.
Passo agora a ler a importante confiden-
cial de 27 de julho, que trata de assumpto
do grande interesso.
que ja eu lhe havia proposto, isto 6\ diri-
gir-lhe uma nota supprindo o que se encon
trava de menos, ao que me respondeu que
em sua opiniSo isso nao resolvia a difficul-
dade, entrando em outras eonsideragdes que
me convenceram de sua boa fe o espirito
Oonfidencial. Legacdo argentina no amigavel.
Brasil.Rio de Janeiro, 27 de julho de Por ultimo conviem>s particularmente
1872. nosseguintes pontos : 1 tnanter reservadaa
A* S. Exc. o Sr. ministro das relacdcs resposta de V. Exc. ni supposigao de nil
exteriores da republica Argentina | lor sido publicada em Buenos Ayres; 2* dar
Sr. ministro. Tenho a honra de le- j conhecimento ao meu governo desta confo-
var ao conhecimento de V. Exc. que, hoje I rencia confideucial, submettenlo & suade-
pela manhd, recebiuma visita particular do!cisao o meio indicado pelo Sr. ministro e a
Sr. ministro dos negocios estrangeiros, porlmoJiticacdo'proposta por mim; 3consuU
notivo de minha cufermidade, quaudo ain- tar. entretanto seus collegas a respeito da
nao havia chegado is minhas maos a nota modificaQdo por mim proposta. no intuito
de V. Exc. de 15 do corrento, accusando o
recebimento das ultimas desta governo.
de evitar novas complicacoes de mera for-
ma ; 4* ficar entretanto a nota na pasta do
A's 7 da noite recobi uma segunda vi- Sr. ministro como ndo passada, ate quo go-
sita do mesmo Sr. ministro que, para dar-1 verno argentino resolvesse o negocio ou se
me uma prova de sua boa vontade e espiri- encontrasse com mais vagar um meio digno
amigavel, sogundo m'o declarou,
to amigavel, sogunrio mo declarou, vinha
conferenciar comigo dcerca da resposta que
acabava de chegar ds suas maos e patontear-
rae isuas impressoes antes de dar-lhe segui-
mento.
e amigavel do resolver a difficuldade assig-
nalada peloSr. ministro.
Esta ndo e a formula, mas o resumo das
conclusoes a que ohegamos.
A' vista do exposto, fico a espera do que
0 Sr. ministro dos negocios ostrangei-, V. Exc. mccommunicar sobre o assumpto
ros disse-me ontao quo a resposta do gover-'sem prejuizo de insistir em quese adopte o
no argentino nao facdilava a trauslacdo da j meio por mim proposto, o qual nao vejo que
questdo para o terreno dos factos, antesajtenha multa probabiliJade de ser aceito,
complicava por deixar pendente o que se
referia d impressao que tinha causado a no-
ta argentina, cujos conceitos era'm reitera-
los e de certo modo aggravados em todase
salvo se eu.disser om nome do meu governo
mais do que ello propno diria.
Eis a razdo porquo me offered esponta-
neamente par dar conhecimento a V. Exc.
manffesta
mos, 3flaondo que essa nota cohtinha certas
observacSes qu podiam parocer offensas
inutaeienaes.aa *mor proprio t a digniJade
do Brasil, ndo podoria notar a estranh"-
za que a resposta mo uausava, pois que,
como ella estava coucebiJa, o.vi,i'uva maior
reparo quo a nota de 27 de abril. Rospnu-
dunloa ess.i nota, o governo im portal pon-
dorou quo hositava no modo do considera-
la ; e, entretanto, nenhumaexplicagdu Coo-
lirmavam-se deste modo as obsorvaooes,
contra as quaes rocla.oamos, e licava do po
tola a nota de 27 de abril.
Assim como estava, a resposta nao po
dia ser. consi leradi satis'a:toria ; e, pois,
teria u governo imperial de procodor de con-
formi ia lo com esto juizo, uo oas<) de j;i Sir
sido putdiwi la a roforida resposta, so os moos
collegas. n quern ia tuvir, ti vesse m a mas
ma impressao que ou estava mauifeslando
como uma apreciagdo individual.
iiiforoiou S. Exc. que a resposta udo
estava publicada, que elle yao a publicana,
nem o governo argentino. Que as folhas de
Buenos-Ayres deram noticia de que so tinha
respon lido, mas quo niiiguem sabia em que
teruios.
a Disse quo apreoiava esta iuformacd >,
pois quo me permittia lembrar-lbo a coiive
niencia de escreYer ao sou governo para
sobslituir por outra a nota que me dirigio,
fooiitieaiido-a como fosse conveniente no
sentido das obso-vacoes que, seguindo mi-
nha m nieira te enoarai o assumpto, eo es
t iva i'azendo como doinonstrac/io do aorei;o
a S. Exc, repruseutauteda republica Argen-
tina, e do descjo do evil ir maioros ccnlkpl*-
ca<;o>;s entre os dous esta dos. Ate saber da
resolucao do sou govoruo, eu cotiswvaria a
nota em reser/a.
Agradeceu-mc S. Exc. a attengao, mas
pomlerou que nada havia em u nota brasi-
leira do 20 le junho que lizesse crw que a
re parte aque ou me refe-ia.
Obsorvei que espwava que S. Evr. nao
me nolasse como cuipa o niio tor formtilado
a questao do modo quo parocerse exigencia,
deixando desembara5ado> o camiuho para
que o seu governo so sahis.su bom da diffi-
culdade quo elle proprio ereara. (Jue nao
era facil responder d nota do 27 de abril,
d?sde quo, por um lado, era de imperioa
necessidado resal'.ar a dignkkile do iinperio,
epor outro, Konvrnha procedtsr do modo que
ndo se provocassera manifestegoes, eslaudo o
povo tdo abatado com o irxxlo desusado por
que entendera o ministro dos negocios es-
trangeiros da republica dever dirigir-se ao
governo imperial- cm 27 de abcil.
Mostrou-se S. Exc. seusivel a este ami-
gavel procodimento, e disse mm que, partio-
do no dia sogumte um vapor para o Rio da-
Prata, ia escrever ao^ ministro- do relagOes
exteriores, daudo-lhe conta do- que entre n6s
occorrera, o maaifestaudo o seu juizo sobre
o easo; mas' que a nota parecia satisfacto-
rid quando dizia que a quest ju podia ter so-
lugdo em um ajnste amigavel. Aistoros-
pondi que ahi se trata va da questdo om si,
de que so nos podiamos occupar depois de
tormiuada satisfactoriamente a- discussao de-
governo a goverio.
Julgou dever ontao
outro alvitre que,. em seu eutender, tinha a
vantagem- de ganhar tempo, adiantar traba-
Iho e evitar talvez complicacies.
Era-o de cousiderar-te a resposta do-|
goveruo argentino como aiuda uma uova.
credencial ad hoc para dar elle as explica-
tions desejadas, quo nao julgnva contrarias
d dignida-le da republica.
Respoudi que nao me jjilgava autorisa
do para, por mim s6, resolver sobre sua
proposta, mas epie, no meu' modo de ver,
devia S. Exc. tisar suas ideas no meio por
mim indicado, pois que, nao so podendo
imputar ao governo imperial o terse trava-
do entre os dous-governos uma discusdo di-
reala, e, portanto, majs grave e solemne, e
sirti ao goveruo-argentino, que nao deu suc-
cessor ao general Paunero, e quo dispensou
o concurso da legacdo imperial en Buenos
Ayres, ondo alids tomos um representarnte da
maior categoniay devia a mis6ao de.S. Exc.
eomegar depois que estivesse co.-iveuionte-
mente encerratla a discussdo ile governo a
governo por parte do ministro de relagoes
exteriores da republica, qualquer que fosse
om cada uma das suas paries, referindo-sc, desta conferencia, declaraudo que meu go-
seccamente aos direitos da repub'ica e d al-. verno nao acharia inconvenient em accres-
ianga, sem uma phrase serjuer que corres- j centar em sua aoU algum conceilo que
pondesso ao espirito amigavel da nota bra-, preenchesse o Dm desejado, se em tempo ti-
sileira o ao sentimento quo, segundo pare e, vesse*sido provenido disso, e que provavel-
mente nao o teria tambem agora, porem que
deixava livre sua acgdo para optar ou pelo
que o go- accrescimo d nota do conceilo que se eucon-
tinha aconselhado a minha missdo espe-
cial.
Respondi ao Sr. ministro
verno brasileiro no proprio facto de rephcar trava de menos, ou pelo meio que eu havia
sem for.nular nenhuma accusagdo ou quei-Jproposto; accrescentaudo que ao m^smo
xa sobre o torn ou forma da nota argentina, tempo lhe dana minha lpiniao reservando
punha fora de questdo que ella pudesse ser Q dizer qual ella seria. Deus guarde a V.
offensiva, o que the constava ndo haver es-,Exc. Bartolome Mitre.
tado na mente do govorno argentino, nao \ Pego d camara que ndo risque de sua me-
ten lo mesmo cabimento era uma exposigao moria a coofissdo, que se Id nesta coofiden
de factos e discussao de doutrinas, era que, cial, de qua o ministro dos negocios estrao-
sustentando-se o direito proprio, ndo se of- geiros tinha alguma razdo para procederco-
fendia nem o decoro nem o direito alheio.' mo procedia ; confissao tao honrosa parao
0Sr. ministro replic u-me que o go- Brasil, como para o illustre plenipoten-
verno brasileiro, no interesse das boas re- ciario.
Iag5es compromettidas pela excitagdo publi- Accrescentou elle que estava prompto a
ca, tinha procurado ndo formular exigencia satisfazer as minhas observacoes.consideran-
alguma quo allmenUsse a opinido agitada, do a nota de 15 dc julho como nova cre-
limitando se a fazer sentrr a impressao que dencial e que enteudia que o seu governo
a nota argentina lhe tinha causado, facili- ndo acharia incooveniente em acoresceotar
tandoassima' governo argentim os meios i sua nota algum conceito que preenchesse
.le resolver espontaneamente a questdo de o (im desejado, S3 disso houvesse sido em
forma, pendente de governo a governo ; tempo prevenido, e que, provavelmeate,
insistindo em que a simples accusagdo de tambem ainda agora o ndo descobrina. O
recebimento sem correctivo algum do pas- governo imperial ndo podia aspirar a uma
sado e sem nenhnna palavra r-dativaraente mais expressive justiuoacao de seu procedi-
ao futuro que facilitas>e entrar desde logo mento. (Apniudot.)
no fun do da questdo. collocava o governo Esta conlidencial me contentana. Mas,
brasileiro em uma posigdo difli.il, como jd para nada faltar ao jurzo da camara, vou,
tinlia silo mui difflcil sua posigao quanlo como meobnguei, dar-lhe tambem conhe-
respondeu d nossa nota nos termosem que cimontodo que escrevi.
( fez trat.ndo de acompanhar a opinido Disse ao br. general que ndo reparasse
de sau paiz ati onde era prudente, porem em outra visita nunha no mesmo dia, pois
evitando cxacerba la ; procodimento que que havia recebHo e trazia comigo a res-
esperava houvesse sido apreciado e relri- pasta do Sr. Tejedor ds ultimas notas. Couo-
bu.do pelo governo arg-ntiuo. municou-, e S. Exc. qua, logo depois quo
ResDondi oo Sr. ministro que a forma en- eu edeixar, havia tamoem raoebido copta
tra homens iul- Ui&mtcs, c de boa vontade, dessa nota, quo era como me declarara, e
tinha por objecto ten ender-se qua..lo ao fun- podia permilt.r que comegassemos a tratar
do das cons-- "1ue a difr dos assu'"P^0S da sua mssdo.
firn, ^JbhM! v po- Observei quo, p^lo eontrario, ess' nota
gao quo/ret-irdava u doieoopenho da missdo que lhe
fora confiada. &e S. Exc. attenJcsse a que
considerag.ao que mececesse oseu repre-
sentanle nesta corte.
proposta diapreciagao do meus collagas, para
que 0 governo imperial doliberassc sobre
ella.
Respondi que sam duvida r> faria, mas
sem prejuizo da coiomunicagaa quo S. Exc.
me dissera ia dirigif a "sou govsrpo pelo va-
por que estava a partir para o Rio da Prata,
pois cjue a minha opinido era a que lhe aca-
bava de maftifes-'ar. Accrescentei quo a
inesperada resposta do Sr. Tejedor, era voz
de fccilitar, como alids devia, a missdo de
S Exc, representante tdo qualiflcado da
republica, nio podia deixar de cmbaraga'
la ; sendo que S. Exc. havia sido recebido
antes de vir a resposta do Sr. Tejsdor, por
se entender que ella coofirmaria o pensa-
mento que se julgava haver presidido d no-
meagdo, o que ndo aconteceu.
AfBrmou-rae S. Exc. que ia logo escre-
ver, e eu fiquei de dar tudo conhecimento
a meus collegas, a cuja apreciagdo suj^itaria
a proposta de S. Exc.
O Sr. Theodoro da Silva:-JEsIs con-
ferencia faz muita houra a V. Exc- (Apoia-
dos.)
0 Sr. Corrba -.Depois destas graves oc-
currencias, era meu dever convidar o pleni-
potenciario argentino para uma conferencia
em que lhe desse a opinido do governo
brasileiro, pois que,. ate" aquelle momeuto,
ndo estava inteirudo sendo da opinido do mi-
nistro dos negocios estrangeiros. Foi o quo
Hz, convidando-o para a de 31 de julho, da
qual deu S. Exc. conhecimento ao seu go-
verno na confideucial que passo a ler:
CouQdeiicial.Legagao Argei.tina no
Brasil.Rio de Janeiro, 31 de julho de
1872.
A S.. Exc. o Sr. ministro de relagdos
oxtciiorca da republica Argentina.
Sr. miiiistro.-Tenho a honia de levar
ao tonhocimont'o do V. Exc. qua fui convi
dado hoja polo Sr. ministro dos negocios es-
trangeiros, para uma eoTifcreircin, a qual
teve lugar ao meio-dia na respactira secreta-
ri,
S, Exc. disse que na ultima conteren-
cia, que livcgi comigo em minha casa, s5
ma havia-manitesudo sua opinido particular,
deixando quo a retlaxaj modidcasse a pri-
meira improssdo, sj isto fosse conveniente.
Que post-iriormonte tinha communicado ao
governo brasileiro a ultima resposta argen-
tina, o o alvitr' j: aim proposto, que
julgava um d I dar-rae conhe
cimento, iicialmenlp, do resultado
desse passo. Quo as mesmas imprcssdas,
que antes me manifestara, so baviam tarn-
b;m liianifostado om conselho de minUtros,
prevalocoudj a opinilo quo havia oiuii-
cia lo, pulai mesmas e outras considera-
gOes.
Que, sen dusconhacer de forma algu-
ma a alia represeutagao do ministro argen-
tino, polo eontrario roconhecendo-a e dau-
ik-lho seu verdaileiro valor (pois sem mi-
nha presenga aq ii este passo confi loncial e
amigav*! ndo podia ler lugar), o governo
brasileiro ponsava que a discu>sao de go
verno a governo devia torminar digna e tiini-
gavelrae.ite com algutnas explicagoes e pa-
lavras cordiaes, vin las directamento do go
verno argentino. Quo depois da impressao
que a nota de 27 do abril causou aqui, o
governo brasileiro se limitou a insiuuar que
ella conlmua coiiceilos quo pareciam lama
intencao de offender, alim de dar ao gover-
no argentino occasiao do dissipar toda a
duvida a este respeito, com algumas expli
cagoes frautas e amigaveis. Que a ultima
nota do nosso goveruo s6 trata va dos diroi-
lo> da republica o dos interests da allianga,
sem alludir, nem indtrectameiUu ao ponlol
que mautera pendente a questfn de forma,
o que o imped ia ate hojo do entrar., como
loiejava, na questdo de fuulo que estou en-
carregado de ajustar. Que, portanto, nossa
ultima resposta, tdo sijcca e tao Irmitada,
nao correspoihlia d signilicagao quo tiles da-
ram d minha inissao, nem aos seiitrmotrtos
quo acreditavam nutrir o gowrno argentino,
pelo quo, como mc tinha dito, a opiniao do
governo brasile ro era a raesma qua- partr-
culanneiita ine liuba manifostado em rex-a
ultima t.onferc-ncia.
Agradyci sua com muni agao, dizendo-
lhe que, em coaseqiiencia do que baviamos
concordalo parlicularmenle cm nossa ultima
coiifer-jucia, tiuha escripto- conlidencial e
reservadainoute ao meu governo, inteiraiv-
-lo-) de tudo, e resumindo os- quatro pontos
a respeito dos quaes nos acbavamos do ac
cordo Jfl que lhe ropoti lexlualm nto, como-
os foriaulei na iniirha anterior confideucial,
flcau lo elle sciento.). Insisti no ultimo pon-
lo quo dieixa complota liber.lade de acgao ao
ineu govoruo para resolver sobre-o assump-
to, aimla quan lo, accrescentei eu, en mi-
nha opiniao particular, udo haveria inconve
niente em accoder ao dotejo amigavel do go-
verno do Brasil. Nesta occasiao deplorei o
tompo quese per dia com este incidente, no
que conveio o Sr. ministro, protestande a
melhor vontade para nos occuparmos quan-
to antes da questao do fundo.
Por ultimo disser quo me coastituia no
dever de communicar coufidenciolraenle a
meu governo o taor desta- coufereitcia* como
,o fago por esta, esperando as nova6 instruc-
gdes que V. Exc. so digunr dar-me a este
' respeito.
Teidio a houra de saudur ao St. mi-
nistro com a minha mais alta oonsideragao.
Bnrlholomi Mitr~
0 Sr. general repete a declaragdo do quo,
em sua opiniao, ndo-havia incoofenieute
em acceder ao desejo amigavel do governo
do Brasil.
Passo a ler o que escrevi sobre esta con-
S. Exo. suggerir [-forencia do 31 de julho.
0 S*. general appareceu, a convite
meu, na socretaria dos negocios evlrangein
no dia 31, ao moo-dia, e, expbeando o
motivo desse con vile-, di3se lhe devia prati-
car o acto complameraar da attenga quo
entondera dever ter para coai S. Eis. no dia
26, logo depois do receber a resposta do Sr.
Tejedor, communieaulo-lhe que a rbsolugao
dogovsrno imperial era a que oh lite havia
manifostado como opiniao individual, on-
tendendo-se queo desempenho da inissao de
S. Exc. dovia eomegar depois- de terminada
a discussao dc governo a governo ; o que s6
podia tor lugar modificada a nota doSr. Te
jedorv sobre a qual jd ofiicialmento me te-
ria pronunciado, se ndo fora a. ciocumstan-
cia de eslar S. Exc. reconhecido eon seu ca-
racter publico, permittindo essa circums-
tancia ao governo impei ial user do meio
que estava empregando para a solugdo do
importante ponti que nos occupava.
dizendo-me que effectivamente escrovora a
sou governo no dia 26, a quo seniia ndo ter
trazido o despacho, no qual referia a nossa
conferencia, e o torn amigavel della, em que
ndo se havia tratado de uma exigencia. Qae
as cousas ficavam, pois, como naquella con-
ferencia ; ie ia escrever novamonlo' a seu
goveruo, daudo-lhe noticia da minha nova
communigao; que esperaya que esta ques-
taodo lorma t erminasLa safisfactona-
mente ; e quo so himenta.va o tempo que
ainda se tinha da perder pora o andamento
dos negocios. Observei que nao era disso
culpado. >'.
Nao tendo e recebido communieagio al-
guma do plenipotenciario argentino ate o
dia 25 de ag06to, dirigime a S. Exc, pe-
dindo-lhe o favor de uma conferencia, qus
realiscm-se no dia soguinte, ds 2 horas ia
tarde.
0 Sr. general Mitre deu deHa conheci-
mento ao governo argentino na confidential
de 27 do mesmo mez, cujo assumpto e dig-
no deconsideragdo.
Confidencial.Legagdo Argentina no
Brasil.Rio de Janeiro, 27 de agosto de
1872.
. a A S. Exc. o Sr. tninistra de relagoes
oxter'wre6 da Republica Argentina, Dr D.
Carlos Tejo lor.
Sr. ministro.Tenho a honra de le-
var ao conhecimento de V. Exc. que c*mvi-
dado pelo SV. ministro dos negocios ostran-
gfiiros para uma conferencia, tyve ella lu-
gar hontera, ds 2-horas da tardo, na res-
pecliva secrotaria.
0 Sr^ ministro disse-me que havia um
mez que tinhamos tido a primoira conferen-
cia a respeito do incidente da ultima not i
do governo argontino, na qual conviemos
particularmeute em cousiderar como ndo
recebida aquella nota, eque desejava saber
se podia obmmunicar-Ihe. alguma cousa
sobre o assumpto.
Tendo dim o Sr. ministro que, se a
pergunta importava um reparo pela de
mora da resposta, ndo o aceitava ; apres-
sou-sa elle em declorar-me que .le nouhuma
u'ti'cira era essa a sua.intengdo, mas sim
e unicamento saber se devia dar andamen-
to d nota suspeasa ou esperar mais algum
tompo.
a Disse-Ihe enWo quo nada.tiuha a com
municar-lba a tal resj ue, portau-
tanto, ascous jdoom
que se acharao: aw ?everno argenti-
no, cm pled^H acgao, resolves -
se delinitivam^H ^^Hzer rolati-
vameute d suacitada questao dedorma, da
Com isto teria ter-ninadoa conferencia,
so ndo julgasse conveniente aproveitar a
opportunidade para preparar o terreno no
sentido de uma negativa do goveruo argen-
tino ao pedido do do BmiL explicaudo
a opiniao que com tal JH ffcavia ante-
cipado, alim da ni-nr u0M t|a> a proceder
segun-lo as ultimas itlSHpes que race-
Desse ; fazendo sentir da passagem a gravi-
dado das consequoucias, que podiam pro-
vir da insistir o Brasil na questdo da
f6rma.
Disso en tdo ao Sr. min-slro o que quasi
textualmente vou repetir. Que jd que havia
mos tocado neste pouto, julgava dever feHar-
Ihe com toda a franqueza dando-lbe mars-al-
gumas informagoes e submeltendo-lhe algu-
.tas eonsideragdes sorias, alim de que mo
dilasse inaduram^nte sobre o assumpto.
Que jd na conferencia, a quo elle ae tiuha
referido, the immt'estei qoea difiiculdadede
forma, que havia surgido, podia levar-nos
a uma verdadeira complicagao, que o go-
verno do Brasil dizia receiar e queror evi-
tar. Que, como eu o previra, .> govorno
argentino encontrava difficuldsJe eio acce-
der ao desejo do do Brasil, porcjaanto ndo
achava a pretengao motivada pvfos- ante-
cedentes, nem cousiderava rieccssffrfa a sua
resolncao para entrarmos desde jA na neg-
cim.-do da questao de fundo. Que ogo ver-
no argentiin> enteudia que tal questao uV
f.'inua nem fora insinuada na ultima nOtu>
brasileira, nem luvia appareci lo nas di-
versas couferencias quo baviamos tido/ 9
que nao s6 care;ia de ar.tecedeutes, como
tambem, longe de uascer logicamente da i.n-
tureza das cousas, ffchava-se em contradlc-
gdo com a logica, e que insistir nella seria'
fazer o eontrario daqoillo qwe os reciprocos
interesses aconselbsvam. Qtte', por minha
parte, eonsideraudo fundadas stas razoes,
mantinba a opiniao que pFtiuLrmeuU>
havia manifestadn, sem comprrnett^r a do
mu governo, a saber, que, nuo obstante
ndo ser ijostilicada tal preiengao,- fao via
gr uide lacouvenioute em- que se-aceedesse
a ella,. aic-Ia quando nao fosse .wn pira
tranquillisar uma suscptibilidade tdo ami-
gavelmeiite manifostadar des le que deisava
ao-governo argeiiliuo a espoulaueidode do
aclo p-ilo que diz respeito d form* e ao al-
cance que podia ter.
- 0 Sr. ministro, c >m surpreza- miuii*, .
aceitou a palavra susceptibilidade, bem qjUT
hypolheticamente, o que mostrava que m
questao do forma nao era tao grave parai
elles,. e que por dotraz della se uceulta-'a a-
desoonGanga ou a pouca b.m vontade, pelo-
que julguei. conveniente dizcr-lhe mais al-
guma cousa : ti/.-llie ver que nos aohava-
mos preparados para toda a eventualidade,.
que tinhamos eslabelecido o nosso plauo>
c tornado nossa- resoktgdor.e que os aooiile-
cimentosndo nos sorprondenam em. caso
algum.
< CoBtinuando,. disse ao Sr. ministro -.
quo a ques do de f6rma, tap como sa-apre-
ientftva, parecia mostrar da parta do Bra-
sil fiUa-da boa-vontade e occupa>sa da
questao de fun lOj.quo ora (tunica swria. e
que a todos iuiwessava resolver proaipla-
mente em houra c proveiSo de ambus o-.
paizes : quo su o Brasil tiivki iwsU solugdo
um verdadeiro- interesse e puzesse de- sua
parte um poucede boa vontade, a questao
de forma ndo podia ser nunea um obstacu -
lo para chegarmos a um perfeilo acordo,
tanlo mais quanto nasidt-asgera.es, qua ha-
viaraostrocalosobre o assumpto, parecia-
mosestar de accordo.
.: tjue, portanto, so a negOAiagdo>-se de-
morosse ou se interrororesse por insistir o
governo do Brasil om u.ua si-uplos questao
de J6rma, quando era de caraeter grave,
apporeceria cfe como psoenrando ui pre-
texio, ainda quando tal niio fosse saa inten-
gdo, para pmtellara sclucao de Lnportan-
tos- negocios tki tlhanga,- quo hoje se acham.
peudentcs. Quo sein querer admtttir uma^
semelhante intengdo, acreditav*. eu que o
governo do-Brasil nac. tiuha coasiderado a
qnestdo soU-o ponto de vista desuarespou-
sabilidade moral c do sua cmwemencia.
Que por houra e dever seu deviaijcilitar.a
solugdo das questoas quo tiuhain.origiuado
os tratados negociados em sitparado por
elle em Assumpgaov o que, aldHi.de sep, de-
horns e dever, tambem era do conveaien-
cia, porque, se nao aproveitesse esta ulti-
ma opportunidade-paraassim fazer, expu-
nha sua politics, as incertezas do futuro
sem eximir-se das compligoes ias-ques-
toes de fundo que, necessauiamenUi,. teriauu
de reaovar-su no ttrreuo do direila. iuter-
nacioiiul.
Que pelo que nos dizia respaitoj
desejando a gaz, a boa aroizade u a ma
nutengao da. allianga,: estavamos rssei-
vidos a guardar estes bens e a fazer: todo o
possivel para fecunda Ins, c quo neste gro-
posito espenavamos liqpidar tudas as oussas
questoes pendenles com todos os uossos li-
mitrophes, esperando. qua as quetndiamos
com o Brazil ndo ficassem enteeguesao ocu-
so. Que com o nosso vizmho e alhado, a
Estado- Oriental, u.aiitiiihamos as mais cor-
diaos relagdos, e que, long* de turaaos ques-
tdo alguma pendente com elle, hajieaaos
sido bastmte felizes por ajuda-ln a coasoli-
dar sua paz interna, entrado do novo n*
vida conslitucional. Que com o Chile esta-
vamos tratando nossas questoes de limiUs,
que se resol-eriam promptamente ou, se,
adiariam sogundo se julgasse oppurlwjA,
sem que em caso algum se interrompejisft a
boa amisade entre ambosos paizus ligados
no passado por sicrificios communs, e no
presente polassymijalUias de origora e Djalos
interesses matoriaos, de que o telographu
trausandino era uma prova palpavet. Qua
a Bolivia nos tinha enviado um miiiistro di-
plomatic para tratar amigavelmeu^e em
Buenos Ayres do nossasr questaes as quaes n.ila tinhim que ver com asesli-
pulagdos da allianga, e quo o Sr. Reyes
Cardona tinha aceitado esta missdo no es-
pirito mais amigavel, coohecendu-as favo-
raveis disposigoes do povo e do governo
argentino para com a Bolivia, as quaes sa
encontrava mem um discursu sobre limites
quo pronuueiei uo sonado, constendo-
me que minims palavras tinham iufluido
no auimo do ministro boliviano, que autual-
meiile dovia estar componetrado da boa fe
e boa vontade do govinionrguutino.
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