Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16705

Full Text
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9AWL&. A CAPITAL E MGABE8 OfDE S*0 PAOA
For tres mazes adimtados................
Jot sets ditos idem..................
For am anno idem..................
Cudt namero avulso................
MARIO
iaooo
14*000
440
SEXTA FEiM 17 DE OITIBUO DE 1873
m
i
PABA WEVTBO B F6BA DA FBOVISCIA.
For tres meses adiantados................
For seis ditos idem..................
For ooTe ditos idem.................
Per am anno idem............... .
mu
PROPRIEDADE DE MANOEL FICUBROA DE FARIA FILHOS.
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, as. Parahyba ; Antonio Joed Gomes, na Villa da Ftaaba; Belarmino Antonio Ferrcira de Aguiar, em Goyanna; Joao Autowo Aacbaoo, no friar das Alagdec; Alves dC,M Mria; e Leite, Cerqoinho d C. m> Rio ,'de Janeiro.
PAETE OFFICIAL
*J>veriio lu provincia.
KKPEWEN TE 00 DI* 31 UK JULHO DE 1873.
1.' seer So.
Offlcios :
An Exin. brigadeiro coranundanto das armas.
Transuiilto a V. Exc. o otflcio junto por copia,
do subdelegado da freguezia da Boa-Vista desta
cidade, relalivamente ao piocedimeulo eriminoso
de alguus soldados do deposito e especialmcnte
iavalidos. aum de que providencie em ordem a
qae se nao reproduzara us factos que fazem objec-
ts da reclamacio d'aqoella auturidade.
Ao engenlieiro das obras mililares. Auto-
riso Vnic. a'c>>nlractar com Domingos Francisco
Wuraes os concertos, caudura a pintura da f.rta-
leza do Brum pela quantia de 1:173*6)0, e bom
assim com Tliomaz de Carvalho Soares Braudao
Sobrinho os reparos do quarlel das Cinco Pontas
pela de 2:850,4000, visto serem eues d'eotre os
proponenles a semelhantes obras os que melhores
vantagecs ofterecein a fazeuda, segunlo se vii
das propostas que inclusas duvulvo, e vierara an-
oexas ao seu o.'lieio do30dojuliiu ultimo sob
a. 3, que assim flea respondido.
Ao inesmo. -Apreseuto Vmc. o orcamento
lelbeiros, e bem assim com a coliocacau do uma
JVjmba do meihor syslema ua cacimba que Ua uo
adro d'aquelle editieio, couforme se propoe uo
incluso termo de conferencia, que me sera devol-
vido com os demais papeis que o acotnpanha-
DUO.
2.' seccao.
Aclos :
0 presidente da proviucia, de conformidade
i Ml a proposta do Dr. chefo de policia em ofDcio
n. 1321 de 26 do corrente, resolve uomear o alie-
ns do corpo de policia, Antonio Joaquim de Bar-
ros Lima, subdelegado do termo de Bouito.
0 presidente da provincia, do couformidade
com a proposta do Or. chefe de policia em offlcio
u. 1337 de 29 do corrente, resolve fazer as se-
guintes alteraco.s nos limites dos l.*, 2. e 3." dis-
trict do term.) da &>cada. Ao 1." districto pas-
sarSo a pertencer todo o sitio Atalaia e os enge-
ntxos Maugueira, Maracuja, Amisade e Prazeres,
que portenciam a i., e a este passarao a perteii
cer os engenhos Recreio, Mussu, llefresco, Fre
obeiras, Cabeca de Negro, Contendas, Bisque e
At ipibu, que eram do 3."
0 presidiite da provincia, de aeordo com
a proposta do Dr. chefe de policia em ollicio u.
4317 de 11'inteni datado, resolve no-near para o
lugar de 3." suppleate do subdelegado da fregue
/.:a da Boa-Vista, desta cidade, o capitau Ernesto
Vieira Araujo.
0 pri"ili:nte da provincia, a vista do ofllcio
do Dr. cnefe de policia, n. 1320 de 26 deste mez,
resolve exonerar do cargo de subdelegado do dis-
tricto de Ponta de Pedras Felix Jose Cesar de Vas-
concellos.
0 presideote da provincia, de couformidade
<\.-m a proposta do Dr. chefe do policia em ofllcio
u. 1320 da 2C d) corrente, resolve noinear o alfe-
res do corpo; de policia, Manoel Antonio Camello,
subdelegado do districto de Ponta de Pedras de
Goyanna.
0 presidente da provincia, de conformulade
coui a proposta do commandante do batalli.io a.
41 da gui.rda nacioaal domuni<:ipiodeSeriahaem,
que veio aiinexa ao offlcio do respectivo com-
mandaute superior, de 24 de uiaio proximo pas-
sado, resolve uomear para o dito batalliao os ofli-
ciaes seguiates :
4.* companhia. Capitao, o tenente da mesma,
Manoel Vicente Vieira.
3." dita -Capitao, o tenente da 6.', Pauliuu Fer-
reira de Araujo.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia. Itespondendo ao
offlcio de V. &., n. 1333 de 29 deste mez, tenlio
a dizer-lhe que upportunameule sera alteiidido o
pedido que lez o delegado do Limoeiro de mais
atguraas pracas e reforco do destaoamento d'alli.
Ao inesmo. Devendo a importancia dos
aiugueis da cm, que uo termo de Ingazeira
serve de cadeia o quartel, ser paga metade pela
Uiesouraria geral e metade pela provincial, faz-se
preciso que V. S. expeca suas ordens no seutido
da serem extraliiJas duas contas ; sendo uma em
d-aplicata para aquella e outra para esta, alim
de poder ter lugar o respectivo pagamento, con-
t'ormo solicitou V. S. em seu offl;io de 28 do ca-
dente n. 1328.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal do municipio do Recife. Expeca V. S. suas
ordens, alim de que seja dispeusado do servi$o
activo da gua da nacional o guarda da 8.' com-
innhia do l...batal nio de infantaria, Francelino
Bodrigues de Moura, visto haver provado a isen-
cao de que trata o 3.' do art. 14 da lei n. 602
de 19 de setembro de 1830 e mais disposicoos
oai vigor, como inforraa V. S. em seu otflcio do
2 do corrente sob n. 220.
Ao mesmo.Tendo ja seguido para a corte
o recruta Joao Pereira fie Lima, a quo allude o
vommandante do 2.* batalbao de infantaria uo
offlcio annexo ao de V. S., de 23 de corrente sob
n. 654, nada ha que resolver a respeito da apltura
do mesmo, como solicita o referido commandante.
Circolar:
Aos juizes. de direito afora os da capital.
Em observancia ao aviso doliniuisterio da justiea,
de Vt deste mez, recommendo a Vine, que, serapre
quo for possiv|, attenda as requisicoes de dis
ponsa feitas pelos respectivos chefes, qnanlu aos
t-^crivaes oas collectorias sorteados para servireiu
nissessSw do jury, visto resultar grave prejuizo
do scrvico publico com a falta de taes emprega-
dos.
3.* secrao.
Aclos :
0 presidente da provineia, attendendo ao que
r^quereu o engenheiro Paulo lose de Oliveirn, e
lendo em vista a informacao da tbesouraria de fa-
zeuda, sob n. 6H9 *e responsabilidaile e not termos do decreto de 1" de
fevereiro de 1815*0 eredrto de 138*387 a verba
eventuaes do minuterjo da agricultura, no exer-
-irio em liquidacao de 1872 a 1873, para occor-
rer ao pagamento da quinla parte dos vencimen-
u>s a que tern direito o mencionalo engenheiro,
por ter, na qualidade de ajudante interino do en-
{xnheiro fiscal da estrada de ferro do Recife a S.
l-'rancisco, sub-tituido o engenheiro fiscal em seu
impedimenta de 24 de marco a 30 de abril do
onente auno.
0 presidente da provincia resolve noinear o
promotor publico da coinarca do Rio Formoso
Lacharcl Manoel Joaquim Ferreira Esteves Junior,
para fiscal da collecloria provincial do referido
municipio.
O presidvntfl '!a provincia.
attnndandn a in
iurraa-.-ao da rucebadorta a que s; retere u o.H do inspector da thesouraria de fazeuda, sob a. 691
serie D, resolve noinear provisoriameute para o
lugar de praticante da rocebedoria, creado pelo
docreto n. 5,323 de 30 de junbo Undo, Epiphanio
de Luna Preire.
0 |>residonto da proviucia resolve uomear
para cobrador da recebedoria das rendas iniernas
Alfredo Leal Feireira, llcaudo sem olTjito a no-
meacao para ig-aal cargo de Antonio Leonardo de
Menezes Amorim.
Offlcios :
Ao inspector da thesouracia de fazeuda.
A' vista da uiljrmacao da contadjria a que alli-
de o sen offlcio datado de hojitem sob n. 68i sene
D, mandc V. S. pagar. ao enfermeiro la marl-
nha Antonio Francisco da Costa Pernambucj a
quantia de 13060, em que importou a despeza
feila com o aprindiz marjnheiro Beuto Fortunato
de Gusmao, realisada a exigencia consume na
mencionada informacao.
Ao mesmo. -Mande V. S. pagar a Moreira &
Braga os vencimentos das pracas da guarda na-
cional deslacadas na villa de Pesqueira desdo o
dia 23 de abril do corrente anno, constante* dos
prets em duplicata que remetto inclusos con'orme
solicitou o commandante superior dos muuicipios
do Brejo e Cimbres.
Ao inesmo. Transmilto a V. S. a inclusa
conta em duplicata quo me foi remettida pelo bri-
gadeiro commandante das annas eom offlcio do
hontem sob n. 772, alim de que manJe pagar ao
caixa da -companhia dc Beberine a quantia de
144 j800 proveniente d'agua consumida uo -huspi-
tal militar no semestre de Janeiro a junbo deste
anno, segundo indica a mencionada conta.
Ao inesmo.Devolvendo a V. S. todos os pa-
peis que viuram annexes a sua informacao de 22
de Janeiro deste auno sob n. 823 serie B, relativa-
mento ao aforamonlo pedido ptlo barao da Sole-
dade, na qualidade de concessiooario da estrada
de ferro do Recife a Limoeiro, do terreno de ma-
rinha actual mente devoluto, coinprebendi Jo eulro
a Cruz do Patrao e a linia divisoria Jos terrenes
conccdidosja compaubia Recife Drainage eao barao
do Livramento, para a eonstruccao de uma doca :
autoriso V. S, de couformidade coin o aviso do
ministerio da guerra, de II de marco ultimo junto
por copia a nandar passar ao supplicaute o com-
petente litulo de aforamento, observando-so stric-
laawnte tudo quanto prescreve o mencionado
aviso.
Ao mesmo Comraunico a V. S para os
devidos effeitos que, na cenformidade da iuforma-
ea-i da rocebedoria a que se refere o seu offlcio
sob n 691 serie D, resolvi nomear provisoriamm-
te paiao lugar de praticante da recebederia, crea-
do pelo decreto n. 5,323 de juuho ultimo, Epipha-
nio de Luna Freir*.
Ao mesmo. Tran para seu conhecimenlo e devida execute, a por-
tana desta data, pela qual resolvi abrir sob mi-
nha responsahilidade o credito de 1>8*387 a ver-
baEventuaesdo ministerio de agricultura, alim
de occorrer ao pagamento da quinla parte dos
vencimentos a que tern direito o engenheiro Pau-
lo Jose de Olireira, por ter, na qualidade de aju-
dante interino do engenheiro fiscaj da estrada de
ferro do- Itacife a S Francisco, subsliiuido o eu-
genheiro fiscal no seu impedimenta dc 24 de mar-
co a 30 do abril do corrente anno.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Providencie V. S. no sentido de serem remettidos
ao regedor interino do gymuasio provincial, ton-
forme wlicitou em offlcio de 29 do corrente os do-
cuments comprobatofios das despezas feitas na-
quelle estabelecimento em Janeiro dest; auno, bem
como a nota da louca e utensilus que o auno pas-
sado pagou essa reparticao por adiantamento teit i
ao mesmo gymnasio.
Ao mesmo. Em vista do incluso recibo
mande V. S. pagar ao tenente Antonio G. Bandeira
ou a seu procurador, conforme solicitou o Dr. che-
fe de policia em offlcio de hontem sob n. 1.345, a
quantia de 120*000, em quejmportaram os aiu-
gueis das casas que no termo de Itambe servem
de cadeia e ijuartel a contar do 1* de julho do an
no passado a 30 de juuho deste.
Ao mesmo. -Attendendo ao que expoz a me-
sa regedora da irmandade de Nossa Senhora da
C mceicao, erecta na igreja da Congregacao, no in-
cluso requerimento a que allude sua informacao
de 2 do corrente sob n. 276, autoriso V. S. a man-
dar entregar ao thesoureiro da mesma irmanda-
de, Joaquim Lopes da Costa Maia, mediante fian/a,
a importancia do beneticjo. da loterja exlrahida a
favor das obras da referida igreja-
Ao mesmo. Attendendo ao que requereram
Fielden Brothers, mande V. S. pagar-Ihes a
quantia 7:673*90J, em que iraportou o forneci-
mento.do g.-tz para a illutniuacao publica desta ci-
dade durante o mez de junbo proximo Undo, na
couformidade da conta em duplicata que inclusa
transmitto.
Ao mesmo. Remetto a V. S. as" contas in-
clusa* da companhia de Beberibe, relativas a agua
fornecida a sccretana desta presidencia e a re-
particAo das obras publicas durante os mezes de
Janeiro a junho ultimo, para que mande V. S. pa-
gat a importancia das mesmas ao caixa da men-
cionada companhia Corbiniano de Aqnino Fon-
seca.
4.' secrao.
Ac to :
0 presidente da proviucia, tendo em vista a
proposta da lllma camara municipal do Recife,
feila em offlcio de 23 do corrente sob n. 64, e na
conformidade do art. 2" da lei lie 25 de outubro de
1831, resolve approvar provisoriamente e mandar
que se executemos artigos de posturas addicionaes
abaixo transcnpios :
Art. 1. Ninguera pode deitar na rua cisco, ob-
jector sem serventia nem cousa alguma quo.
seja contrari,>ao aceio e limpeza das ruas.
Art. 2. Os proprietaries ou moradores.'em cujas
portas ou frentes for encontrado qualquer objecto
d'essa qualidade, serao multados cm 10J0901 no
dobro na reincidencia.
Art. 3.* Ficam designados o alagado do norte do
gymnasio provincial, o la Jo sul da casa de deten-
cao e a Praga de Pedro 1 no Recife, perto do caes,
para nelles serem lancados o cisco, ca ica e
quaesquer outros objectos sem serventia, seja qual
for a sua natureza, a excep^o de inaterias fecaes,
que continuarao a ser lancados uos lagares desig-
nados uas posiuras. Os infractores serao multados
em 30*000 e no dobro na reincidencia, e obrigados
a remover os objectos a sua custa ou a pagar a
despesa que se lizer com sua remocao.
Art. 4." Fica prohibido o pregamento de carlazes,
annuncios, avisos ou outro qualquer papel, seja
i|ual for Shu assumpto ou qualidade, em paredeou
esquina. Os inj/actores serao multados em 10*000
e no dobro na reincidencia, e obrigado a indemni-
sar o da nno que causarem, a!em de serem obriga-
dos a despregar os papeis ou pagar a despesa que
com isso se lizer.
Offlcio:
Ao presidente da camara municipal da villa
de Ouricury. Remetto a camara municipal da
villa de Ouricury, conforme solicitou ein offlcio de
9 de abril nltimo, uma copia das posturas decreta-
das pela lei n. 591, de 9 do tnaio de 1864, sob pro-
p jsta da mesma camara.
5' secgao.
Offlcios:
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas.-Pretendendo dar exetucao ao art. 6*
| da lei provincial u. 1101 de 28 de maio ultimo, que
autorisou esta presidencia a contractar a cons
trnccao de urn matadouro e a acquisifto de terre-
n is para lograJouros onde possam ser recolhidas
as rezes destinadas ao consumo publico, recom-
mendo a Vmc. que, tendo em vista os modelos de
iguaes edificios dos parzes mais adianutdos, orga-
nise quanto antes a planta segundo'a qual devera
ser feita aquplla obra..
Ao engeaheiro fiscal da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco. Attendeud i a i que re-
quereu o capitao Jose Caetaoo de Albuquerque, e
tendo em vista a saa-informaeio de hontem data-
da, autoriso Vmc. a concederlhe ?ermissao para
c mstruir a estacao, de que trata o aviso do minis-
terio da agricui'.ura, couimercio e obras pnblicas,
de 19 do maio ultimo, no lugar deuomiuado Pan
Stcco, e n3o no povoado Pontesinha, que Hie flea
proximo.
KXPEDIENTF. DO SKCBTTAItR)
i.* seccSo.
Offlcio :
Ao Exin. briifaleiro eominamLmte daj ar-
mas. S. Exc. o Sr. presidente da prornieia inan-
da communicar a V. Exc. que nesta dat.i aciba de
expedir ordom a thesouraria defazenda no sentido
de ser paga a despeza de que trata o seuofB;ie de
hontem, sob n. 772.
2.* tecmo.
Offlcios : 1
Ao Dr. chefo de policia. O Exm. Sr. nrestdeu-
to da provincia nvuiJa transinitttr a V. S. os tita-
los juntos ili nomeacio do subdelegado do distric-l
to de Ponta de Pedras, do termo de Goyanna, de
conformidade com a proposta de V. S. em efflcio
ii. 13il) do 26 deste mez.
Ao mesmo.-0 Exm. Sr. pre vincia raanda transmittir a V. S. o titulo junto de
nomeacio do subdelegado do districto de Capoei-
ras do termo do Bonito. de conformidade com o
seu offlcio n. 1321, de 26 do corrente.
Ao mesuii -O Exm. Sr. presidente Ja pro-
vincia in.in 11 transmittir a V. 3. copia da porlaria
de hoje, qu altera os limite* dos districtos de sub-
delegado do termo da Bseada, de conformidade
com a proposta do V. S. em offlcio n. 1377 da 29
do corrente.
Ao mesmo. -S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia rnanda declnrar a V. S que nesta data an-
tori sou a thesonraria provincial uo sentido de ser
paga ao teneiile Autonio Generozo Bandeira, on a
seu procuracor, a despeza de que trata o seu offl-
cio de hontem, sob u. 1345.
Ao mesmo. -De ordem do Exn.Sr. presiden
te da provincia, transmitto a V. S. os titulos juntos
ie uomea.-ao'do subdelegado do districto de Gur-
jahu, e do 31 supplenle d) da freguezia da Boa-
Vista deste termo, de conformidade coin a prop s-
ta de V. S. em offlcio de hontem datado.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal do municipio de Serinhaem. -0 Exm. Sr. pre
sidente da provincia mania participar a V. S., para
os devidos fins, que por porlaria de hoje foram
nomeados os tenentes, Manoel Vicente Vieira e
Paulino Ferreira de Aranjo para capilaes, o da
4" companhia e o 2 da 5', de couformidade com
a proposta de V. S., de 24 de in no proximo pas-
sado.
Ao comminlante superior dos muuicipios do
Brejo e Cimbres. De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provineia, communico a V. S para os
tins conveaieiites, qne nesta data autorisou-se a
Ihesouraria de fazenda a pagar a Moreira & Braga
os vencimenlos das prac.s da guarda nacional, des-
tacadas na villa de resqueiro desde 23 de abril a
23 de.maio, conforme solicitou V. S. em seu offlcio
datado de 16 do junno tindo.
Ao presideute e membros do cons.ilho de re-
vista da.giarJa nacional do Cabo.0 Exm. Sr.
presidente da provincia manda accusar o recebi-
mento do offlcio de Vv. Ss, de 24 deste mez, em
que participant ter n'essa data se concluido o
conselho do copsellu de revista Ja guarda nacional
do municipio do Cabo, do qual fizeram parte
Vv. Ss.
3.' seccao.
Offlcios :
Ao inspector da thesouraria provincial. -De
ordem de S. Exc. o Sr. .presidente da provincia,
communico a V. S. para os devidos fins, qne
por porlaria de 22 do corrente foram nomeados
os proraotores publicos das comarcas dePao d'A-
Iho, de Goy nna e do Cabo, bachareis Antont-
Domingos Pinto Junior, H morio Fiel de Sigmarin-
ga Vaz Curado e Andre de Siqueira Cavalcante,
liscaes das collectorias provincials dos rospcciivos
muuicipios
Ao mesmo. Do ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, co.rmunieo a V. S p ira os
devidos fins, que p>r porlaria desta data resolvou
nomear o promotor public) da comarca do Rio
Formoso, bacharel Manoel Ferreira Estevei, fiscal
da collecloria provincial d) respectivo munici-
pio.
4.' secrao. ,
Offlcios :
Ao regodor interino do gymnasio provincial.
Do ordem de S. Exc. o Sr presidente d-i pro-
vincia, communico a V. S. que nesta data se ex-
pedio ordem a thesouraria provincial, no sentido
de Ihe serem remettidos os documentos comproba-
torios das despezas feitas uesse gymnasio em Ja-
neiro do corrente anno, bem como a nota da lou-
ca e utensjlios que no anno passado pagou aquel-
la reparticao por adiantamento feitoaesse estabe-
lecimento ; tudo de conformidade com o'que solici-
tou V. S. ens offlcio de 29 deste mez.
Porlaria :
A' lllma. camara municipal do Recife.S.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda reiaet-
ter a lllma. camara municipal do Recife a inclusa
copia do acto, 1e hoje datado, pelo qual foi ap-
provado provisoriamente o projecto de posturas
addicionaes que veio annexo ao offlcio da mesma
camara, de 23 do corrente sob n. 64.'
5' seccao.
Offlcio :
Ao engenheiro das obras publicas geraes.
0 Exm. Sr. presidente da provincia, manda comma-
nicar a V. S. que tiveram o conveniente destino as
tarifas dos precos elementares e compostos, que
acompan aram o seu offlcio de 29 do corrente sob
n. IS.
GXl'GDIE.NTE DO DIA 1* DE AUOSTO DE 187.1.
. 1' seccao.
Offlcis :
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas.Sirva-se V. Exc.de mandar por era liber-
dade o recruta Francisco dos Santos Silva, q ie
provou com sua baixa ser ex-praca do 1 balalhao
de infantaria do exercito.
a.-seccao.
Actos:
0 presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do tenente-coronel do bataihao
de artilharia da guarda nacional deste municipio,
e em vista do que informou o respectivo comman-
dante superior em offlcio n. 661, de 30 do mez
proximo passad), resolve nomear, de conformida-
de eom o disposto no art. 48 da lei n. 632, de 19
do setembro de 1830, para o posto de 2* tenente
da 4* companhia o guarda do 1 esquadrao de
cavallaria, Jose Domingues do Carmo e Silva.
0 presidente da provincia, attendendo a pro-
fiosta do tenente coronel commandante do 3* bata-
hao da reserra da guarda nacional do municipio
do Recife, sobre a qual informou o commandante
superior respectivo era offlcio n. 660, de 30 do
mez proximo passado, resolve -nomear para o dito
bataihao os offlciaes seguintes :
1* companhia.Tenente o alferes da 5* Eduardo
Candido de Oliveira.
5' companhia. Capitao o tenente da 1"Joa-
quim Leocadio Viegas, ajfercso guarda Luiz Fran-
cisco Vieira de Luna.
0 presidente da provincia, attendendo a pro-
posta do commandante interino do batalbao n. 23
de infantaria da guarda nacional do municipio de
Santo Anlao, sobre a qual informou o respectivo
commandante superior em offlcio de 17 de junho
proximo passado, resolve nomear para o dito bata
lhao os offlciaes seguintes :
1" companhia.Alferes o guarda Joaquim Pedro
do Rego Cavalcante.
2' companhia. -Teaente o alferes Herculano de
Ba-ros Lima.
3' companhia. Alferes o guarda Anlao Borges
! Alves e o sargento Virgolino J jse de Almeida.
companhia. -Tenenie o aJfereylosc Francis-
[4e Ctrvalho, alferes o yuarda Manoel
illanda Cavalcante e swttento Lande-
Sena.
liua. Capilio o tenanle Joa|iiim Mau-
ley, alferes o guarda Domieio Pessoa
I Canha.
.Capitao o Wmente Joao-Aaloaio
i Cavalcante, lenaote o alferes- .Manuel
rAssuiupcio Junior.
o
io
s*r
'
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)in?
7* r^banbial Tenente o alferes Jo*e Cetniiaoo
e.rrade Ainwida.
8' eows^aW.Capitao o tMoente Alotoodre
b &mei. alferes us gardas Jose TeriuliamrCa-
Icaiite e Miguel Correia de Quetruz Barros.
O.nnwdeute da provincia, attendendo aoqaw
rbqtieMt o alferes da 4* eoiujuohia do 9* batalbao
de infantaria da gaarda naciooal do municipio de
IMiihla, Kmilie Olustiho do Moraes, e |a vista da
ioforinacao du rcsuctivo commandante superior
om oasMl Je 29 du mez proximo qassado, resolve
ijne se he lie a guia de que trata o art. 45 do de-
creto it. 1,130. de 12 de marco dc 1853, pira o
isuui%|todo Recife, onde tern lixadi sua residen-
ola.
Ofresidente da proviucia,a visti da propos
tt d aeSKnandanto do bataihao n. 23 dc infanta
ria dftjpajrda nacional do municipio de Saatu An-
lAr, e isfennac.io do commandaule superior res-
pr3livu,ttsolvt3 privar do posto de alferes da 3*
cimpatttea do dito balalhao a Manoel An tunes
Correia de Queiroz Barros, visto nao ter no prazo
Idgal seaiaitailo sua paicnte.
U* presidente da prevlocia, attendendo ao que
r*t(ueret Apoliiurio G mies da Silva, alferes no-
ma Io Bjara o balalhao n. 3i da guarda nacional
dp inunMjiMo o> Tac.aratii, resolve coneeder-llie
dispense V lapso de tempo, alim de qu possa ti-
rir a raajjMhv.t pateute ; o que devera rater no
prazo d* dias.
Offlcis* :
: Aa fan. presidente do tribunal da relacio.
Digae-as V. Esc. infonuar que decisao tee a
arpeliaca> interposta nelo major Antonio Feitosa
d Mi'iloe outros. nojprocesso qu Ibes foi instau-
rido pat eriuie de moeda falsa.
Ao Ur. chefe de policia. Nesta data deler-
irtiuo ao oomn>i>sari<> vsccinador provincial qne
rimetta a V. S. alguns tubos de pus vaccioico,
cam destioao termo de Nazareth, como foi soli
cijudo eta seu offlcio de hontem datado.
| Ao command wite superior de Oliuda.Mau-
de Vv S. dar ao alfcre* do 9- batalliao de infanta-
r deste Miiaicipio, Emiglio Celeslino de Moraes,
alguia dc que trata o art. 45 do decreto n. 1,130,
d 12 de nun;, de 1833.
Ao oiuraaniiaiHe superii)r de Serinhaem.
I idaro a V. S., em resposta ao seu offlciojde 26
d mez proximo pa.-sado sob n. 2, que fica desig-
da a tereeira domiuga deste uiez para a reuuiao
d c ii unio piii.
Ao juiz de pax (2-) do districto da freguezia
4 Limoeiro. -Declaro a Vine, om re>postaao seu
o icto du 26 de junbo ultimo, que, a vista do cx-
p *to nr dito o Bciii, e iotormou o juiz de direito
iperino, no dia 21 dome/, proximo passado, deve
tresenvao da subdelejzaria exercer igualraente a
serVenlia do desse jutzo, considerando se exonera-
do o quo fora nomeado para servir separada-
uiente
Ao commandante do corpo do iwlicia. -Man
de Virtc. snbnrelter a mspoccao da junta, composta
dos medic ja dj corpo sobo seu commando, a pra-
ca do ine-in i corpo. Xose Urbane de Freitas, do
qual trata o seu offlcio u. 343, de 17 do mez pro-
ximo passado, a ver si nao podc mais preslarse
ao service.
3.' seccao.
Offlcios:
--- Ao LnnpCiiloi- da thesouraria de fazenda.
Transmitto a V. S., para os devidos lins, os decre-
tos juntos de 14 e 18 do mez proximo passado,
que rerao'cm o juiz de direito Paulo Martins de
Almeida de Itapemirim para a comarca do Rio
Formosa, e desta comarca para a da Victoria o
juiz de direito Marcos Correia da Camara Tama-
rindo, e o de nomeacao do b .charel Jose de Car-
valho Cesar para juiz municipal e de orpbaos de
Cabrobo.
Ao rnesino. Tend) nesta data, de conformi-
dade com a tabella annexe ao aviso do ministerio
da guerra e ordem do thesour*. n. 12<, de 9 de
julho proximo undo, autorisado o engenheiro das
obras mililares a contractar com Domingos Fran-
cisco D. os concertos, caiadura e pintura da forta-
leza do Brura pela quantia de 1:173/1650 e com
Tliomaz de Carvalho Soares Brandao Sobrinho os
reparos do quartel das Cinco Pontas pela de. .
2:830*000 ; assim o communico a V. S. para os
devidos effeitos.
Ao mesmo.-Autorisando-me o Exm. minis-
tro d< fazenda, por aviso de 21 de julho ultimo, a
eonceder 3 mezes de licenca, depois de ouvir o
inspector da|alfandega, ao conterente da mesma,
Joaquim Aurelio Wauderley, para tratar de sua
sailde onde Ihe couvier, faz-se precisj que V. S.
declare se ha algum inconveniente a semelhante
respeito.
Ao mesmo.Conforraando-rae com a sua in-
farmacao, datada dc 25 de julho sob n. 642 serie
D, na petijao de Thoraaz de Carvalho Soares
Brandao Sobrinho, arrcmatante da constrnccao de
nm paiol de polvora, uundado fazer pe'.o ministe-
rio da fazenda, strva-se V. S. de pdr novamente a
praga a referida obra ; ficando sem elfeilo o con-
tracto celebrado com o supplicanle, visto corns foi
desijtuad* um novo lugar e nao pode ser aceita a
conJicao de augmentar o valor do orcamento com
mais quinze por cento, o quo importava exceder o
credito fixado por aquelle ministerio.
Ao racsmo.Recommendo a V. S. que, a
vista da inclusa coma era duplicata qne me remet-
teu o inspector do arsenal de marinhi com offlcio
de 31 de julho ultimo sob n. 675, mande pagar a
quantia de 9i3*, proveniente da canilisacao de
gaz nos adificios para onde deve ser transferida a
enfermaria de marinha, segunlo foi autorisado por
esta pre.-idencia.
Ao mesmo.\a conformidade do que soli-
citou o inspector do arsenal de marinha em seu of-
flcio datado do 29 ds juJho flu lo, e a vista das con-
tas em duplicata que transmitto inewsas, mande
V. S pagar aos erap oit-siros da ilium aicao a gaz
desta cidade a quantia de 4641400 era que impor-
tou no trlmestre ultimo de abril e junho a despeza
com a illuminacAo a gaz daquelle arsenal e da easa
de inspecQao do mesmo.
Ao mesmo. Reeonsiderando o despaeho exa-
rado no incluso requerimento do bacharel Joao An-
tunes Carneiro Wanderley, a que allade sui infor-
macao de 24 de jnlh'J ultimo sob u. 633 serie D,
por ter verificado qne exereera elle, se^ndo cons-
ta dos documentos annexussomesin') requerimen-
to, o cargo de promoter publico da comarca da
Boa-Vista, sendo qae taes documenios supprem a
falta do litulo, visto como entre elles figuram o of
flcio de sua designacao para exereer aquelle cargo
e a certidao do termo de jararaeato qne presiou,
bem como o alteslado de exereiekj, autoriso V. S.
a mandar liquidsr e p.igar a diviia provoniente
dos vencimentos que competem ao snpplicante ua
forma do decreto n. 4644 de 4 de dezeinbro de
1870 e instruovoes de 3t de Janeiro de 1871.
Ao Kftesrao.Remetto a V. S. para os fins
convenieotes as tres inclusas ordens do thesouro
naciooal, de ns. 132 a 134 datadas de 22 e 13 de
julho Undo.
Ao mesmo.Por porlaria de hontem datada,
resolvi nomear para cobrador da recebedoria das
rendas internas Alfredo Leal Ferreira, Ucando sem
offeito a nomoaca > para- igui! cargo de Antonio
Leonardo Menezos Amorim-; o que communico a
V. S. para os fins corn-entente*.
Ao-mesmo, -Transmitto a V. S. a fblba e prets
ju itos em-dnplieala que me reraeRau o brigadeiro
coinmandanle das arraas, eom offlcio- de hoje sob
n. 774, aflm- de qae mande- pagar os- vencimentos
dos oflltitds, pracas e ealeeftts- etnprsgailos no de-
posito de reerufas, sendo os dos- offlciaes e ca I ec-
us relalivos- ao mez de julho* ultimo e ee das pra-
fas a 2' quiuena d.) mesmo am
Ao inspector di thesouraria- proWmm).Em
respouao seuiocio datado dfc- hontem sob n.
313, relative a cobranca dos impostos- da- comarca
de Floret, recomnmido a V. S- 'me os inandc por
em nova praca per um anno, vist* como niio ha
conveniencia na creacio de uma e$lac*o Bse.il
naquella local id a**.
Ao mesmo.Maude V. S. pagst* ao-bacrnvrel
Jose Baptista Gyiirwa, em vista it- documeato
one remetto, a qoontia de 24*000' relativa ao
alugoel da c.isa que serve de quartel'no desU
eamento da vHIa do Bonito. a contar Ss- i5-de aoril
a-15 de julho tindo.
Ao mesmo. Conforme solicitou o director dtts
obras publicas om offidto de hoje datado, oontinoe
V. S. a mandar effectuar os p.igamentos ihs de~--
pe*is feitas com as obras a cargo daqujflB-re'Mr-
licao ate qne e novo theseoreiro entre em exerci-
cio, fnd-t de urge ale neeessidade que amanlia se
realise o pagamento das lerias da 2' quinzena do
mez de julho proximo passado.
Ao mesmo. Reraetta a V. S. o re luerimeu
to do Barao do Livramento-e o'eortilicado annexe
do director das obras publicas, para que meude
pagar a quena mostrar-se autorisado, a quantia de
6:52M73 imimrtaneia do calijamento feito pelo
meneiooado mrpreiteiro.
AO mesm i.A' vista oe incluso cortificado
que reiRutlo com o requerimiento do louente-coro-
nel Manoel Francisco de Souza Leao, contractante
da estrada de rodagem de Goyanna a Pedras de
Fogo, mande V. S. pagar-llie "a 4' prestacao do *>
lanco da dita estrada.
4' seccao.
Offlcios :
Ao inspector di sande publica. C>ra a in-
clusa copia da informa;;i i ministrada pelv capitao
do porto reso-jndo ao offlcio d-2J de julho ulti-
mo sob n. 58, em que V. S. representa contra o
abuso de se deixar communicar com a terra os
navios an*>s- de serein desembaracados por essa
reparticao.
Ao c-nnmissario vaccinador provincial. Re-
metu Vine, an Dr. chefe de policia, com-destino
ao termo de-Natarelh, al guns tubes de pus vac-
cioico.
BWEDIBNTE DO SBCnKTARHJ.
Bees gnarde a V. Exe.illrre irErm: Sr. emW-
roenriWor Heuriqae-fereira de&ucena, digniSst-
mo presidente da pftttneia. 6 ehefe de policia*
A itivttio Francisco C'amla de'ArtMfb:
PERNAMBUCft
REVISTA IAIA.
1.' seccao.
Offlcios :
Ao inspector do arsenal de marinha. -S. Exu.
o Sr. presidente da provincia manda communicar
a V. S., para os fins convenieutes, que nesta data
offlciou a thesouraria de. fazeada mand&ndo pngar
o fornecimento'do gaz, consumido nesse arsenal e
na casa de iospeccao do mesmo, conforme solici-
tou V. S. em seu offlcio datado de 21 de julho
Undo.
Ao mesmo.-0 Exm. Sr. presidente da pro
vineia manda declarer .. V. -S. que nesta data aca-
ba de autorisar a thesouraria de fazsniLi a pagar
a despeza de que trata o seu oUcio de 31 de julho
ultimo, sob n. 675.
2'.' secrao.
Offlcios:
Ao commandante superior do- Recife. 0
Exm. Sr. presidente manda declarer a V. S... para
os devidos lins, que por nortaria de hoje. foram- no-
meados para o 3- bataihao de reserva da guarda
nacioual deste mucicipio os ulftciaes consumes
da relacio junta, de conformidade com a< proposta
que vei'o annexa ao seu offlcio n. C60 de 30 do me'
proximo passado. Ao mesmo mutatis mutandis;
quanto ao 2.* tenente nomeado pare o I.*-bataihao
de artilharia, Jose Domingues do Carmo e-Sirra^
Ao commandante superior de Santo Antao.
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda trans-
mittir a V. S., p ra os devidss fins, a relacio junta
dos offlciaes, que por porlaria desta data foram
nomeados para o ba'.arhao n. 23 de infantaria da
guarda nacional do municipio de Santo Anlao, de
conformidade com a proposta que veio informada
por V. S. em offlcio de 17 de junho proximo pas-
sado.-
5' seccao.
Offlcio :
Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco.-S. Exc. o Sr. presidente
da provincia raanda aceusar recebido o offlcio de
V. S., de hontem datado, communicaodo ter se-
guido para a Inglaterra o Sr. G. f>. Mann, super-
intendents dessa estrada de ferro, em cujo lugar,
como representante da co.T.panbia, dieixou o Sr.
H. Spencer.
dbspachos da paksidjencia de 15 de octubro
dp. 1873.
Antonio Cardoso de Queiroz Fonseca. -Inform-
o Sr. inspector da thesouraria provincial, submote
tendo o supplicaute a inspeccao de saiide, desig-
nando os Drs. Pereira do Carmo e Moscoso.
Antonio Ferreira de Araujo.-Morme o Sr. Br.
chefe de policia.
Bacbarel Carlos Augusto Vaa de Oliveira.-Co-
mo requer.
Francisco Ferreira Martin? Babexro Requeira
o supplicaate ao governo imperial.
Ignacio Luiz de Brito Taborda.Prove o suppli-
canle si ao tempo da collocacao d;s apparelhqs
era o seu oredlo occupado|por uma so fami-
Ua.
Jacintho Celestino da Silva Pereira.Seja posto
em liberdade.
Jose Maria Monteiro Pessoa.Reiueira o sup-
plicanle ao governo imperial.
Manoel Jose dos Anjos. Seja posto em liber-
dade. ..
Manoel Coelho Guimaraes.Aguarde o suppli-
caute o competente credito.
Manoel Augusto da Fonseca.lnforme o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Manoel Alves de Liraa.-Bequeira pelos canaes
competenies.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 16. de
outubro de 1873.
0 porleiro,
S*U>i*0 A. Rodrignet.
IfcepartiotKo da policies.
!.* seocao Secretaria da policia de Pernambuco.
16 de outubro de 1873.
N 1751 lllm. e Kxm. Sr.Participo a V. Exo.
que, foram reoolhidos hontem a casa de detencao
os individuos seguintes ;
A' minha ordem, Felippe, escravo de Joaquim
Co&ho Lette, por andar fngido.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, An-
tonio, escravo de Francisco Xavier de Andradc, a
requerimento deste.
A* ordem dj do 2" districto de S. Jose, -Jose, es-
cravo do Valdevino Ribeiro da Silva, a requerimen-
to deste.
0 subdelegado dos Afogados declarou me, em
offlcio desta data, que remelteu ao Dr. juiz de di
reito d j respectivo districto criminal o inqunrito no-
Icial que mera contra Emihano Jos6 da Penlia,
autor dos ferimentos de Henri jue Jose Cavalcante
e Antonio Joaquim Rabello Bastos.
Finalmentc, a ordem e a tranquillidade publicas
nio soBreram. alteracao,
Prttuaosbr publico;Por porlaria-da are-
sidencia da pwjviocia, de 15 do corrente, fotrsroo
vido o promelor publico bacharel Manoel Jose*
Mende.s Bastos-Junior, da comarca do Bom-Con-
selho para a de Unique.
Iivisuo jisssteisirfa. Por porlaria da
presidencia da provincia, de 15* do corrente, bi
dividido o termo- de Bezerros em ires districto!
judiciarios, comprebendendo: o ft o terri'orio do
I.* districto de sntfdetegacia ; ol.?o do 2.* dito, e
o 3." o da freguezia de lira vat a.
Termo dc stkrr-eir***-.Por pertaria da
presidencia da proviucia, de IS do con-nte, foram
nomeados 1.*, 2.* e 3L> supplentes do-juiz munici-
pal do termo de Barrairos: Joaqufm Pantaleao
Xavier de Senna, Joe-* Braz de Vaseoooellos e Iri-
u-'ii Bezerra de Vasconeellos.
Guarda naciual. Por porlaria da pre-
sidencia da provincia, de 15 do corrente. foram
nomeados para o 3." bataihao de in'aataria, do
-municipio do Recife: 1." companhia, at feres o
guarda Manoel Duarte Vieira; 2.a dila, capitao a
tenente Aiolpho Pereira-Moutinho, alferes o guar-
da Joaquim Francisco ib Storaes ; 7." df^, tenen-
te o alfere- AIT mso Augueto de Brito Taberda. at-
fems os guardas Innocemsio Jose de Miranda e
Frederico Ferreira Meudes-Guimaraes;-3.** dita,
alferes o guarda Francisco Igaacio Pinto.
Jurv do Recife.Tendo se reunida hon-
tem somente 19 juizes de facto, driixou de ser ins-
tallada a 5.* sessao judiciaria da comarca do Re-
cife, sendo sorteados mais os seguintes :
Freguezia de S. Fret Pifdr'o Goncatvt*.
Dr. Malaquias Antonio Gonrjalves.
Antonio Itulino de Andrade Luna.
Freguezia de Santo Antonio.
Manoel Cavalcante de Albuquerque Mcllo.
Jose Elias de Oliveira.
Dr. Adriao Luiz Pereira da SHva.
Dr. Francisco Gomes Parents.
Dr. Miguel de Figueiroa Faria.
Or. Oiympio Marques da Sih x-
Miguel Jose da Motta.
Dr. Ernesto de Aquino Fonceea.
Manoel Marlins Fiuza.
Dr. Ignacio Joaquim de Souza-Leao.
Francisco de Oliveira Mello e Sflva.
Luiz Pereira de Faria.
Fiegu-izi-i de Si Jote.
Rulino Antonio de Mello.
Manoel do Amparo Caju.
hreguezia da Bbm^Visla.
Dr. Luiz Lopes Caste)lo-Braaeo.
Jose Euzebio Alves da Silva.
Thome Joaquim do Rego Barros.
Dr. AnUnio Manoel de Medeims Furtado.
Antouio Carlos de Piubo Borges.
Antonio Luiz do Amaral e Silva.
Antonio Jose Duarte.
Dr. Caetano Xavier Pereira de Brito.
Freguezia do- Poco.
Jose Affonso do Rego Barros.
Galdino dos Santos Nunes de Oliveira.
Freguezia dm Afogados
Francisco Marcelino do Amaral.
Joaquim Francisco do Espirito Santo.
Jose Elesbiio Borges Uchua.
Simla Casa dc SsMscricerdia.- S-.
Exe. o Sr. commendador presidente da provincia,
altendendo a que muito tern croscido o nnmero de-
d enles rccolhidos ao hospital Pedro II, era con-
seiiuencia das molestia reinanles nesta cidade e
seus suburbios, espccialmeate a variola, e a defi-
ciencia dos cofres do patrimonio de caridade para
supportar semelhante acccescimo, acaba do man-
dar entregar a junta da Santa Casa de Misericor-
dia do Recife a quantia de 5:000*000 para ser
applicada ao preparj dc novas enfermarias e
melhoramento das actuaes.
A junta, om sessao de hontem, approvou um
veto de agradecimento a S. Exc. por esse esponta-
neo auxilio, e deu as providencias que no caso
cabem.
Viasem de recceio.-Chegou hontem ao
nosso porto, procedente de Queenstown, por Bil-
bao. Madrid, Canarias, e S. Vicente, trazendo II
dias deste porto, o yacht a vapor inglez Eolhen,
de propriedade d) Sr. J. Ashbury, distinct > subdi-
11 de S. M. a rainha de Inglaterra.
A seu bordo achara-se o honorable W. Stanho-
pe, o Dr. Cole, o teaente da marinha ing'cza Pipper
e o lord Nerville,. os quaes acorapanham o Sr.
Ashbury n'uraa viagem de recreio pelos portos
acima mencionados e mais pelos da Babia,
Rio de Janeiro, Santos, Montevideo, Buenos-Ay-
res, Cabo da_ B6a Esperanca, Piatal, Santa Hele-
na e Ascencao.
0 yacht e um navio de elegante constraceao e
acha se preparado com toda3 as commodidades,
tendo uma goarmrao de 31 pessoas.
0 Sr. Ashbury e o proprieterio do yaeht Cam -
bria, que ha.dous annos veocen na corrida da na-
vios semelaantes entre a Inglaterra e os- Estados-
Unilos.
Logo que-o yacht fundeou dentro do porto, os
seus passageiros vieram para terra e tem percor-
rido os pontos mais interessantes dos arrabaldes.
Constacnos que devem seguir a seu destino na
segnnda-feira.
Oleket Informam-nos que sabbado (araa-
nha) talvez se realise, na campion de S*nte Ama-
ro, uma partida de-cric'tt, jogada entre os passa-
geises do Eotken e os membios do. crJcktclult
Peraambuco. '
srire fjueenv-Hontem. a. tarde fundeou no
lamarao este vapor da linha de uiverpool. Nao
eommunicuU com a terra. .
Gonstruceao do matadouro. E
amanha que termina o prazo pars, recebimento de
propostas para o contrato da eonstruccao do novo
matadouro, no lugar Peixinho, e ostabelecimenio
do logradouro, no lugar Rio Doce, em vista da an-
torisacao da assemWea provincial na sua ultima
scssio.
Inspeccao de sautle. -Hoje as It boras
do dia deve have: inspeccao medica para os offl-
ciaes e pracas da guarda nacional, do municipio
do Recife, na rua Duque de Caxias u. 18, primei-
ro andar.
Gonsutado provincial.-A esta repar-
ticao sao chamadas a ircm cooformar suas peti-
c6es com as disposicoes do regulamenlo de 7 ao
corrente, aquellas pessoas que requereram isencao
de impostos par* seus estabelecimentos por so te-
rem caixeiros brasileiros.
Instituto archeologfleo e sreoarra-
pliico pernambiicano. -Reunio-se hontem
esia soctedade, sob a presidencia do Exm. conse-
lheiro monsenhor Muniz Tavares e com assislencia
dos Srs. Drs. Paula Sales, Affonso do Albuquer-
que, Jose Avelino, Baptista Regueira e os Srs. co-
ronel Leal, Augusto Cezar, Torres Bandeira, conego
Lin\ majores Codeceira, Salvador Henrique e w-
rurgiao Ferreira de Almeida. ^ _
E' lida e approval.! a acta da antecedepte:
0 Sr. 2* secreUrio declare que o Sr. secretano
perpetuo, por. doeate, na> comparecia a presente
sessao, o que Ihe pedira -Iteesso eonstar ao instila-
to. -Intejrado.
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ta par.i iwsistir, na
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>se.'i!' anno.
Sp iL-k-s a cqm-
tafia daasegnint
pel
0 mesrao ST.
expcdientec
Urn aSdo dc
concellos do Dr.
a sua oleieao
rado.
Outro ii -) i(XHII^ii\ili?.l ira
Seeundaria, cnnvilanlo o institute
saa iostallaeao.
Piir ter chog?.do
o institute, reproian,
Outrod.) Institul
nambucano, con v.
iuitj de 18 do co:
ramento da seus
0 Sr. president
pirocererii naquel
0 mesmo
offerlas
Varies nutnWos
r.-nsocio Dr. Figueirda.
Alguns irame-oJ da Prooitcia, Liberal, Serta-
tiejo, Mosaoroense, Correio do Assa, Junta! do Ira-
cuty; pelas respectivas rcdaccdes.
"4im aiioiHplar d--f#la*n---pro<>eiitadt est
anno a assetuhlea geral, polo Exm. ministro da
agricollura, eommercio e obras publicas, erase-
ibeiro Jose Fernandas da Costa Pereira Junior,
olfertafe polo mesmo Exm. Sr.
Estase:lerl.n silo reeebidas com agrado e man-
dam-ve archivar.
0 Sr. coronel Leal, obtendo a palavra, precede
a Iqititra de urn e-ctipto soh o titulo Brevenotir.ia
da ilk* dd Fernando i^iliimo.
i) Sr. presidpnlo agradecelhe, sondb ai|ii lie
aeiMior cumprimentartu pelos so-ios presenles.
O Sr. Dr. Bapista Regueira prosegue oa leitura
Je sua obra -Diceimario biegraphicj pmiumbu-
c mo, ten 11 as hiugraphias do Sr. Dr. Aprigio Jus-
>,;;.ui'i il.i Silva Guimarae-, l-Y. Leaudro do Si
TTSmento, 15. Manoel do Monte Rodrigues de
Araujo e I). Iti'i Joanna !e Sotua.
O Sr. ir lirige ao Sr. Dr. Baptista Re-
^ueira alanmasp.'.Tavras .11 louvor o em sognida
seiihor cumprimentado pelos socios pre-
MMICg, /
Entra em'jlistussiio e e approvalo urn parpcer
dTirftniq[i-,ssao tie ndminissio de socios e cm so-
nijfcji g p;,.i!, ?.)ej0 correspondent o Sr. Jose Do-
... qgncs lo Carmo o Silva.
lui/.o sn!ns(:tu!:i dos folios e3a fa-
zfenda.Assumij hontem o exercicio de-:
gn o :{" -'upplonte Dr. Atfalpho Siqtieira Cital-
rante.
Vawinnilor gra Sr Prederfeo Cli.ives Junior arha-se prornpto a
sepAr .i 'iiieo)- i) qtreira procnJ'ar para ti.l fin em
i de sun re-id"H-ia u";ifnie!:c povpado, pela ma-
nha das ii as S {ft horas, a tarde, das \ em
diante.
Ci;>.">Uai (!s ':iBJterJv>. -Aeannra mil-
n'cipal 'I) RacifiS nonvi'i, em es-a-. de l"i du cor-
r,. ,i...-,.., ,..,., .i;.-n anHevm. lavoncio W-ris.simo
ditS Atlji'5.
Siva Afnndu. -Peh) oHnrld vap^r a:n-rii'.'>.-
niveioo.n.36 L-j run! illustrado \oeo SI undo,
.[; ;i i''liei em M:w-York, com b qual tcrmi-
> ?_vi)hiine.
Tra c^se as gravnras: A primeira carta de
.veior, a caeada d java'i. Hnth, a collocai;ao do
ii :i cabi sabaiaiia'i'i", o bi?po de Peruimbuco, a
''.:, oslatua de G icilie, e o ultlinj !l ihonstauf-
fetii
\< p3oa3 (|u> I i*>jar;m assij.nr esto mteres--
;:'..- ; a d dev'im dingir-e, ijairre ant"s ,-i livra
ii fog Sr.s. t-\\ liacar & C.., ;i rni Prtmetro de
\l.ir.i), n. 9.
Qoyafiina. Escrevo desta cidad;onosso
rrespon.denl3 cm data de 18 dacorrenW:
t Desta vet Dfto t mb > nntidlas de grande ipte-
resse para dar-lhe ; entretanto, eomo eompro n
11 a commaniejr-lbe oque It iuvesse por n j11i,
passo a satisfazer es-^? eompromisio, aindi in -,n i
ii a cer! ira ii qnao quo l!u noticio em nada
| 6!i' interessar.
-. i) favor fcito pelo honrado prestdentd da pro-
i o Exm. Sr. Dr. Lucena a esla Cidade, re-
II uii |an vaccinio, cuja falta era aqni fastl-
ijui Im.^iifc,semso poJerem pfeserrar do
au.pi.! di ii irrml varmh que alarmenta os ha-
i-.i'.i.i! .- .-i m.i ridade, viram a cada mom'-nto easa
alerrad'ira peste entrar Hies por casa.
Os Sr-. \),--. Caiiha Hello e Ludovico Corrfia
eularam vaccina em diversos presos da ca-
deia, oa \e a pesl comeeara a dcsenvolver-se, como
tmiHiiniqoei.
1 ttras pessoas tern fido vaeclnadas.
Vejain is assim se melhora o nosso esttdo sa-
liit.ii ,>.
' ja Ibe communiquei vai meliiorand-i a
romre liiii draioalica do Sr. Jos' de Lima Pe-
nante.
H >'it''in foi a scena o drama em 3 ados intitu-
lalo .1 ci'iiz oa o talisman de minha miii, e a
ilia em I a Jo 0 diabo utraz da porta.
'Si i drama conio na da comedia
foram i i: hnmtealgansdos arlistas que n lies
l iiaram paile.
< 0 Sr. Penaole ataeon-im hontem no jornal
qu aqui se pubbea sob o titulo Gazrta de Goyan-
n. com uma linguagcm doK'omedida e impropria
rai-sma de quern St prea, fazendo publicar urn
artigo fin resposta a apreciaeao quo Hz de sua
iMiii;ai]lii.i na missiva qne Ihe'remetti logo depots
jM tew lngar o sou primeiro espectaculn.
i A Hbcrdade do opiniao sempre se respeitou,
portanto oslav;, no meu direito quando emilti o
raofl juizo sobra a saa companhia, tendo visto o
desempenho do drama que foi a seena n'aquelle
jirimeiro espectajulo.
< Que esse desempenho nJo agradou geralmeo-
to nao rasta a msnor duvida, e isto foi justamen-
te o qiie eu di9se.
Ordinariamcnte os arlistas ante urn publico
estranho, e em lliealros onde nun-a trahalharam,
mostram tirna tal differenja que quem os nao co-
nnece naop6do dcixar deemittir opinilo sobre
eliet muito desvantajosa.
Assim aconteceu com a companhia do Sr. Pe-
nante : a julgar se do merito de sous arlistas pela
estreia qu^ fizeram, ou'tro juizo, de certo, se nao
podia Eater.
Entrelaato o Sr Penanle foi urn peuco preci-
pitado; pjrque, antes de ter respondido a Oolfcia
da missiva em quo tratei de seu primeiro espec
taculo, ja havia eu com a de 3 do corrente, modi-
ficado a mmha opiniao com relaeao a alguns ar-
listas.
Ha de convencer-se do que foi injuslo.
Al6a presente data tern sid matriculados na
respacliva collectoria duzentos filhos livres de mu-
Iheres escravas.
a Hoje leve legar em frente da igreja de Nossai
Senhora do Rosario desta cidade, um leilao de
prendas offeree .das para auxilio das obras da
raesma igreja.
0 Dr. juiz municipal deste termo acaba de
remeller ao Dr. promotor publjco o inquerilo po-
licial proced do pela snbdelegacia desta cidade,
contra Jose Francisco Rodrigues dos Santos, que
diz ser morador na ejlrada nova do Caxanga, por
crime de farta de cavallos.
0 crirainoso e ejnhecido por Piano, e consta-
me que 6 um do? ladrdes de cavallos de raais no-
meada por aquellas paragens.
Antes de ler ninar. vou pela presente dirigir
urn pedido ao digno administrator do correio
desta provincia, oedido que tem por fim o augmen-
to do uumero do correios mensaes, attendendo a
aecessidade que resulla das grandes transac^oes
qce ha entre o commcrcin d'aqai eodacilade
do Recife. Seria esla medida tanto mais acerta-
Ja quanto necessaria tambem a croa^So de um
carteiro parao orreio d'aqui; pois quo as vezes
iutamos com grandes dilfleuldades para obtermos
artas e joroaes.
0 regularaeiito dos correios autorisa acrea-
cao deste lugar lias cidades, euja populae/w c su-
perior a do 5,000 almas. '
Tendo,.p9is,sla cidade.poimlaeao muito su-
perior aqnella marcadape.lo regulamenlo, parece-
rre que, sem du\ida, nao estara fora da lei a crea-
<;ao de um carteiro uo correio.
0 digno adninistrador a quem fago este pe-
.dc i873 : .
Tiveram baixa
Gdoardo Vieira
n
Yidat, scrMr
iveram alta
Bcrnatdo Vieira da Silva.
Frandsco Antonio da Siva.
a.Iur*ttlAJlA^i,an, h-.nn-m:aHreoi padres temt
' clentosticos, oshsnU-80 superior ao* \
ss ; surge oalra
inopporiuna o brad
m sjparar
leira 17 de Outubro dc 1873.
Xacionaes 2i i, mulheres 10, ""*.""r'Tftlfc lift ifflTI'
escravos 4(, escravas 1.Total 3f7. qu
Alimenlatlos a casta'diV corres \>nttlioCH -^fjii. s'cio
Movimeato daenfermaria. d^ dui l da-oulubro hi

* ""-.**
c awn,ijrnajpastes, quo se dobatem, seinseca7
larisar o ostado o a politica.D
Jque Ihe lembro que o con
|lgou proeedentos os
"Japoimentos de teste,
"oSr. tcnoate coronB
quo nao era proeiso ir ai
AMO^r ,lLl^,e^#^*:*'4ioi*adee de honra.
Js\ IF lyienlos eslados nao so se inspirava desses sen-
-tinusntos e costumes, "corno era a sua espressao
ou eiles della.
N'ao podiam
a accusac.io,
quo diz ter
0 sous olu-
m.
illONWA UWWitBU
Tribaunl do commerci<,,
\i;TA DA SBSSAO ADM1NISTRATIVA de
OUTOBBO UE 1873. -5.,
ESIDK.NCIA BO EXM. SR. OOMtaLBOM ANSF.LM.
KIlAMaSC I IT.BKTT1.
A's 10 horas da manba, presentC3;os Sra. de-
outados secretario CBintofltisios el/>p* MiWlndo,
m lace
laojues i
riain i|
pos so vi
civil eiBrWjdo, a o;.;>.jsi!3to 'jUebra
conrfiuwRcomnwUsJBrviso de 27
Nera o governo, nem a camara poderiam pres-
mil main dq
^Esperemos, portanlo, pela dsaMo do governo w-
bre esse conselho.
verno 6 sem du
*t In, e d
iiiiiar,
esta de
eta as lei
seiu olllciii
determinarai
acao.
nas prov
atlribuici
guarra,
atlender
os presi
c os Sxs. supplemes Sa ieitao e Alvos .Guerre ww^kMUf.. euniaa oo delinquopxw.
tendo tambem comparecido os Srs. supplentes
Egydio de F'igueiredo e Medeiros Rego, que com
os dous outros supplentes em exercicio tern de des-
pachar os papeis relativos a moratoria impetrada
por Bastos 4 Silva, S. Ex'c. o Sr. coruelhoiro pre-
sidente d8clarou aberta a sessao.
Foi lida e approvada a acta da precedente
sessao.
EXPEDIg.VTE.
Jorpaes olDciaes de ns. 2'21 a 22-1 Para o ar-
chivo.
DESPACHOS.
Iloquerimenlos :
De Baslos & Silva, conimerciantes matricula-
dos o estabelecidos ne>la cidade, pedindo uma
moratf ria por um, dous e tres aanos. Auloado
pelo oQicial Joao Te'.esphoro da Silva Fragoso, de-
-ignado para escrivao dosle process! ; o tribunal
nomeia os ereJoros Francisco de Paula Torres e
English i!auk, afim de yariUicareoi a exactidio do
balanQo.apresenlado, a vista dos papqs e livro< 1 >-
impetrantes dos term os do art. 8:i'J do codigo com
mercial, e maada quo se especi a ordem de que
tra la o roferido artigo ao Dr. juiz de diroilo espe-
cial do coiumercio, para proceder .as Uiligen w
de que fax mencao o artigo a quo so allude.
De Joao Jose de Carvalho Moraes, pedindo
trausferencia dos livros Diario o Copiador, que?er-
viram a firma de Paes de Hello & CSim, quan-
lo ao Diario que deter* ser t*azido a secretaria
pura as necessarias declaragoes, cumprindo quo
o supplicante faca constar se o Copiador a quo se
refere for i rubricado, para tambem serf ir a lirma
de que o mesmo supplicante fez paite.
De Francisco de Paula Lima, para certifioar-se-
ihe se em outubro de 1871 fora registrada a no-
meaciode seu caixeiro, qual o seu nome ese exis-
le alguma nota em conlrario.Como lequer.
De Jose Maria Freiie Gaineiro, lambem para
cerii!icar-se-!he estaroM ni> rejisirada a uomea-
cti'i de seu caixeiro Hermino Theoloro dos Santos.
Sim.
De [noocencio Garcia C'oavos, ignalmento Berth
lio da nome.u;ai. Je seu caixeiro de igual nouie
a seesie & biasiieiro. D.'--sc-i:. i acertidao do que
constar.
De'Juse Luiz lioncalvcs Penaa, ainda cerlidioda
noniea.aud.i seu caixeiro, qual o seu nemo ese
exists nota em eontrario. Na forma pedida.
t)e Tlioaiaz de A juino FoBseea & C, successc-
res, agenles daci.mpauhia ludenmisadora, para
maudar-se decUrar no respective livro, que o de-
posito em garantia, feito pela mesoia companhia
em easa do Augusto Freden'co de Oliveira A G,
fora transferido parao Banco Comuicriial de Per-
nambuco Vista ao Sr. desembargador Dscal.
De IJ.jstos (\ Silva, para juutar-se ao seu reque-
' imenlo, que pedia moratoria, as inclusas relac/>es.
- Junto so.
Seryio de secretario ad hoc neste despacho o Sr.
Sa Leilao, que o assignou com os Srs. Alves Guer-
ra, Egydirt do F-igueiredoe Jledci res-Rego.
De lonocencio Garcia Chaves, (razenJo arogis-
[in a nomeacio'de seu caixeiro do mesmo nome.
-Registre-se a nomeaoao junta polo supplicante
que provou ser brasileiro o caixeiro nomeado.
De Muraes& Brito, registro da nomeaea) do >n-
tonio Jose da Silva e Souza e Joaqnim Torquato
de Sooza, e baixa na de Joao Francisco dos San-
tos.Na forma requerida.
De Silva & Irmao, submettendo a registro a no-
iiicacao de seu caixeiro Narciso Jose da (!osta e
Silva. Seja registrada a nomeacao aprosentada
pelo supplicanie, que nao provou a allegada nacio-
nalidade de seu caixeiro.
De Francisco Ribciro Piuio Guiinaraes, offerc
cendo a registro a nomeacao de sens caixeiros. -
Proceda-se ao registro da nomeacao aprosentada
pelo supplicante que disse sem prova lo serem
brasileiros os caixeiros nomeados.
De Ferreira Lima Irmiios & C., requorendo seja
registrada a nomeacao do sens c-iixeircs Ildofon.-o
Rodrigues de Freiias Pinheiro n losi Joaqnim de
Sant'Anna. Como requerem os supplicantes, que
todavia nao provaram qae sao brasileiros- como
dizem os caixeiros nomeado'.
De Jose Luiz Goncalves Penna, sujeitando a re-
gistro a nomeacao junta de Manoel "Francisco de
Athayde. Proceda-se ao registro pedido Delo sup-
plicante qoe nAo provou a allegada iiacionali-
dade de seu caixeiro.
Do Manoel Jose de Sa e Araujo, para proceder-
se ao registro da nomeacao de seus caixeiros Jose
Antonio Borges Uchoa e Manfredo Jeqnilinhonha
do Miranda.-Registre-se a nomeacao junta pelo
supplicante, que allegou sem provar serem cida-
daos os caixeiros nomeados.
Do Manoel dos Santos Villaca, igualmente para
que se mande registrar a nomeacao junta da Fran-
cisco Rogerio dos Santos o Silva.Como pede o
supplicante que nao provon com documento al-
guin ser brasileiro, como diz, o' caixeiro nomeado.
De Manoel da Co-ta Campos, solicitando o re-
gistro da nomeacao, quo aprcsenta, de Antonio Be-
zerra de Menezes.-Sim, i\ao tendo, porem, o sup-
plicante provado ser brasileiro como declara o
caixeiro nomeado.
De Geraldo Iienriuuede Mira, apresentando afim
de rogistrar-se, a nomeacao que dcu a Praxedes
ClauJio de Miranda.Deferido, nao tendo o sup-
plicante provado ser brasileiro como allega o
caixeiro nomeado.
De Jeronymo da Costa Lima, para mandar se
inscrever como seus caixeiros Anionio Fornandes
Gomes Padilha, Americo de Revoredo Freire, Luiz
de Franca Froire e Vicente de Hollanda Chacon.
Registre-se.
De Joao Evanzelista de Sa, Justino Manoel de
Sa Ramos, Joaquim dos Santos Lima e Joao da
Silva Pimentel, registro de seu distralo. Regis-.
Irese o distrato na forma do decreto n. 4,39%.
Ao meio dia nio havendo mais o quo despachar
S. Exc. e Sr. conselheiro presidente encerrou a
a sossSo.
arantias
nrio as vi
'mmm
qae,
- taes,
!iem ao minislro da
esla dependent
) Je invesligafao. E'
PARTE POLITICA
e a
dido, zelos i da provinoia, certainento attenlera ao (|ue espo-
nho e prom >vera a satisfacao do mesmo pedido.
lllasti > eana. A' respectiva agenda, na rua do Com-
mercio n. 18,1 andar, acabam de chegar os ns. 33
e 3i dssle apreciado jornal hespanhol.
Nesses ns. veen as gravuras: relrato: de D.
Carlos de Bourbon, pretendente ao throno de Iles-
panha, e dc D. itmb Ignacio Rodrigues de Aiia~.
capitao geral de Cadiz : diversas vistas de factos
da actnai fiuerra da Hespanlia, da e.sp.iclo de
Viunaua d'An'Jrii, e da ladia; alem de ottiras.
Recommeadamos mais uma vez esse jornal aos
nossos b ituios.
Loteriav.A qno'se acha avendada 70.' a
beneftcio dc. matriz dc Afbgados, a qual orre no
dia U.
Casa die d.eteoeao.MoviTiento do dia
IS de outubro de 1873:
Esiitiam prescs 328, entraram >, sahiram 6,
PARTIDO COIERVADOR
RECIFE, 17 DE OUTUBRO DE 1873
Oaviso de 97 tie setemhro
opposicao.
Este aclo do governo qoe devera antes ser ccn-
siderado pela opposicao, como um doeumento da
prudencia e energia com que em /acj da lei pre-
tende elle solver a crise retigiosa, porqaeora atra-
vessamos, bem ao eontrario, foi causa de publica-
coes pouco reflectidns, como fossem os artigos de
fundo do Jornal d9 Recife e Provincia.
E em snas consideracoes, nao perde-a opposicao
((i com a Provincia) o habito inveterada de langar
a eonta do partido coniervador erros, que perten-
cem a gente da liberdade.
Devia, porem, a opposicao (ainda 6 com a Pro-
vincia) ter revelado em suas conslderacdes, quo
esta luta, se vem dos jesaitas, dove/no la nos aos
Srs. liberaes, queqnaatlo la.poder ru^eberam os
jesuitas aos abraens e aos beijos.
Dovia, porem, a opposicao ter revelado quo se
os bispos tem a exinformata conscuntia para
reagir, devemo-la nos aos Nabuoos e aos f'lguei-
redos,
Vd. pois, o paiz que essa prepotencia de que se
acham revestidos os bispos, Hies foi dada pela pro-
pfia opposicao, que hoje quer fazer o partido con-
servalorresponsavel pelos erros da fmada Ugj.
E essa opposicao, esquecida domal que nes.le-
gou.vai ern sens aprwubos e fogosidades ao pont'i
de psdir a punicao do twpo in factor com a in-
(fraccao de leis positivas e termmanles.
Ainda bem.
' Em quanto o governo vem dizer aopaiz,de umaj
maueira eloquente e energica, com criterio, res-
peilo e dev.itameuio a lei, que chamara-os Wans-
gressores da lei a. cunpnwnento orada a voz opposjeionista inopporiuna : rgoverno
covarde I governo impolente, porquonao infrin-
gisii lei paraponlroinfractor I
Nao convem, itufi. ;prjMr'?q^ jpfr^.r^ "Qop
nemos reos do sjemn cnRiefl' mr: ^m tm.
Estude-se com ealmi e reiiexao o aviso de 27
de seteiftSro, t ver-eo-hn qae no lerreno lei,
nao pode o gabinete 7 do mirco antes de erppregar
a moJida do aviso, silver por outro mod'"a- ques-
tao rehgiosa.
A constituW5o piliti.i no artigo 402, frrtjtmar-
ca enlro as aitribuicoos do poder executivo, a se-
guinie : Bsaedir .is doePolas, iusini.:;0^s e ra-
golamontos a tequados a boa execupo das leis.
A'irmaadado d^ Saatissimo Saemmeitp da ma:
triz de Santo Antonio desta cidade, com o. eeu re-
curso deu lugar a qae o governo baixasso o aviso
de 12 de jnnho.
O poder executivo, pjis, nao foi surdo as qoei-
xas dos otTendidos, apesar de dizer-se qiie elle
nada faria. Obi-pi nio respeitou a dowzite do
governo; infringio manifests o publicameote a lei,
rebellaudo-se contra os poderes do estado; tornui
se deliuquenle.
ICin um pai/. como o nosaoj onde ha independen-
ce effecliva e real entre os podores polliicos ; on-
de ha lei que garante a cada um desses-^oderes o
livre exercicio de suas fmcrdes, e maniteslo que
depois de delinquir o bispo, o poder executivo de-
via "ntrega-lo ao- iiit.unaes, para assim ser man-
tido o priacioii cinervalir dos direitos dos ci-
dadao*.
Se dclinqoind i Mtp o poder executivo cha-
masso a si a hi-uldadj de puai-lo, seria digno dc
ignal punicao. -^
See, pois, sabido quo o ,pa ler jr.dieiario eo
nnico com|ietente para punir os delinqnentes, o
infraclor, qaalqnor qtte elle seja, nai po la e nem
dove ser sentence lo por outro poder ; porque a
co:nlitiiii;ao no art. 179 11 dispo.> : Ninguem
sera se.itoncia.Jo senad pela autornlade compaten-
te, |,or virlude de lei anterior, e na forma por ella
prescripla.
Punir o poder executivo o infrac'or. importava
destrnir a in/adir a independencia e attribuicao
do no ler jadi'iario, quando a constituicao no
12 do mesmo artigo ainda nos diz: Sera mantida
a independencia do p3der judicial -
Com so va", d aviso de 27 de se|embro alen do
ser uma prova da ;ohfi inca e respelto qae os po-
deies da.na'/ao so tributam roeiprocamente, 6 am
aclo indispeusavel edenecessidade, mudadaaface
da questao religiosa, como o esta pivsenlemente.
Gritam, porem, os opposicionistas p')rt|tia o go-
verno dUte ao parlamento que nao procisava de
pedir-lbe msios para rrsolver a questao, porqua
os tinha na lei.
O |ne podia, dar a f amara ao executivo, que
podesse solver k crise ?
0 ijue podia dar a camara ao exeeut'vo, que
podesse solver a crize ?
Dar ao executivo a faculdade ampla de punir os
bispos delinquentes 1
Mas isto seria golpear a constituicSo.
0 governo commetteria uma inopciase o pedisse
e a camara iucompetente veria com o seu acto
declarar o parz em verdadeiro estado Cunslitu-
inte.
Vclo hem os.
Eia nosso pacto politico acha-se escripto na art.
10 : Os poderos politieosreconhecidos pela cons-
titnic.io do imperio do Brasil sao puatro : o poder
legislative, o poder moderador, o prider executivo
e o poder judicial, n
Cada um desses poderes tem saa missao na di-
reccao do estado.
Pelo art. lol do mesmo codigo compete ao ju-
dicial punir 09 criminosos.
Conforme, pois, dispoe o art. 178, vd-se que d
constitaciunal o que diz respeito aos limites e attn-
bui.ries dos poderes politicos etc.
So e constitucional como nao se nos contesla, d
evidente que em face do art. 476 da constituicSo, a
camara nada podia fazer, nada podia adiantarmais
do que autorisar medidas que o poder executivo
ja as tem na lei, e cujo emprego sd tcra lugar rn-
extremvm, isto d quando os recursos da lei nao
bastarem.
A opposicao, ainda faz ingenuamente a segnin-
te pergnnta : e sa o supremo tribunal de justica
Lem vista de qualqaer molivo absolvel-o, o que
fara entso o governo gerai, a posicjo que deve
tomnr ?
A duvida versa sobre o que e falso : o supre-
mo tribunal de jastica sabera eumprir o seu de-
ver-e o crime pui lico, o delinquentc notorio que
despresa desdenhosamente as leis da nagao nao
escapara a ac^ao da justica.
0 supremo tribunal de justica sera patnotieo,
mantendose na altara que a nac4o espera.
Qnando, porem, por infelicidade a-sim nSo o fi-
zesse ainda nas leis tem o governo o recurso :
empregaiia meios extraordioarios.
Ahi tcmos d art. 179 XXXV da constituicae
que da ao aoverno o pod^r de despensar algnmas
das formalidades que garantem a liberdade indi-
vidual.
Ei3 ahi, pois, o governo tendo meios na lei para
reagircontra o episcopado, meios, de queo gover-
no nao deve lancar mfto em quanto livermos espe-
ranca de que os poderes saberao manter se em
sua attribuicao, com satisfafSo para a nacao.
Mas diz outra voz opposlcionista ( d com o
Jornal do Recife) tudo isso d cataplasma, nao
resolve a questao : tvenha a separa$ao da igreja
do estado com todo o sea cortejo.
A medida pedida- d improficna e anti-pattiotica
nesta quadra actual.
Se nos vemos os bispos pertubarern a'pazea
tranquillidade do nossa patria, estando elles $u-
bordinados ao poder civil, tendo este o direito de
lhes tomal contas, o qne nao veriamos se nao hou-
vesse essa paz e harmonia entre a igreja e o es-
tado 1
Se o bispo tendo um poder a quem deve obedi-
encia no exercicio de snaS funceDes a vanca na
rasio-de vinte, se nilo o tivesse o que faria?
Pedir separacao da igreja do estado, nas cir-
cumstancia pcrque passamos, d caso para repe-
tir-so o que disse um oscriptor ultra liberal, apre-
ciando o pedido do pequeno partido liberal na Bel-
gica cunservadora em 1859 para estabelecer-se o
ensino obrigatorio, a semelhanca da Allemanha.
Propoz a Belgica conservadora' no estado actual
das cousas o ensino obrigatorio, proporja trans-
fusao do sangue de um touro no corpo de um
homera. A operaQio raatara o doente ou fiicara
sem effetiio.
e na
ia decisai
o conselho de guerra, e nao
iso n*a sophisinar a lei.
ra" coucluir, convem de
Wnel qne os artigos desta parte Jo Mario nao'
m eicriploi-pof-wH-iadividuo, sao maitasoseeu*
da^res. ^^ jjw ^ ^
V\aae4pijfcousidero nos altivojj arro-
iado?
Par-lhe-hemos a voritade, mas
seus artigos, nao dd attestado do acerlo com que,
por tal forma, foi.qualiftcado.
cua'pre que, em
'JucccssiTo piflitlca.
A Provincia cuida que com^a insistencia das
HWitguinhaa que viveaiosmuar, conseguira algum
proveiio. Os factos Ibeprovaiao que peruc o seu
tempo.
Phantasie successores e o quo inais quizer, as
bixas nao pegam. Como tdm la o seu papelao,
uma especie do red de pdo, sobre o qual estao aco-
coradas todas as rds da oligarchia, cuidam ver
papelao em toda a parte I
Se o seu chefe'e iacapaz de lino c perspicacia,
uao so da.o_mesmo com m> partido conservador.
Se por ea houvessom nuvens pesadas, que
ameacassem aguaceiro,' nao era' preciso quo o
gfito dealerta viesse do acampamenlo inimigo, o
piloto o aperceberia em tempo.
Mas, socegue a Praviuaao seu espirilo iaquielo
pela sorie dos conservadores; o nosso lirmamento
esta chiro e limpido como o dc um bom dia d
verao e o piloto esla irauyuilb.
0 asirologp de la fara melhor em obsexvar o coo
da Provincia, e esta que se aguardo da nuvem
negra que so levanla, cuide .dos populates que,
fona d confessar, representain a iwherencia e
dignade politicas.
Cuidajo com elles liber'.icida.s; o deixem vela-
jar o barco alheio.
HL!eA0^ES I PEHI9C
Sliit-aus-Avres, 9 lo setembro
*le IS3S.
Illin. Sr.Ainda uma vez apresentando-me can-
didato a de^utado provincial pelo 3." disirkto elei-
toral, o nao sendo possivel dirigir-me passoalmeu-
(e a V. S, porque estou ausente dessa provincia
em servico do paiz, vou por meio desta solicitar-
Ihe o espeeial obseqnio de prestar-me o sou bonro-
so voto e tambem a sna vatiosa proteccao era prol
de minha candidatara, oertificando a V. S., aldm
do men rcoonhecimenio, quo procuraroi tornar-me
ainda digno d um e de outro.
As minhas ideas politicas sao as mesmas que
sempre tenho professado, s os poncos servi.os que
desvaneeo-me em apresentar a coosideracio de
V. S., sao os qae prestei ao partido conservador
durante qnatro annos na imprensa dessa pro-
vincia, e, conforme diz-me a consciencia, haver
sempre cumprido fielmente o honroso niaodato
que em duas legislaturas consecativas me foi con-
tiado por esse district!).
Aproveito a occasiiio para offereeer a V. S. os
meus dlminutos prestimos, asseguranlo ser com
toda a estima e consideracao. -De V. S. attendo.
yeneradir e amigo obrigado,
Henrique Mamedt Lins de Almeidi.
O Sr. tenente coronel Prias
Villar
N'unea entrou em nossos cal?ulos aggravar a si-
tuacao do Sr. Frias Villar. Se temos por raais de
uma vez, nos occupado da sua prisao e apreciaio
o ino'.ivo que a occasionou, temos a isto sido obri-
gados pelas repeiidas cavilla^oes e injuslas ceni-
ras da Provincia, feilas ao Exm. Sr. comraendador
Pereira de Lucena.
Bern sabemos que essa gaieta, nao nor. interesse
pelo Sr. Fias Villar, e desejo de ser-lhe ulil, mas
pern lenaz proposito de ser iajusta para com S.
Exc, d qae tento tem tornado ajieito a sua" prisao.
Esta circurastancia, pordm, nao nos devora em-
haracar do conlestar as inexactidoes e pessimas
theor.as que lem poslo era circulagao; o desde
que nos collocou a Proviwu oa obrigacao de re
futar os seus dizeres, d claro quo nao podiamos.
dispensar-nos de discutir o facto qae motivon o
procedimonto da administracao.
Entretanto nao temos mallratado o Sr. tenente
coronel Frias, nem procurado tornar raais diflicil
a sua posiean. Cbama-lo de altivo, soberbo, re-
fracturio a disciplina, arrojado, nao constitue of-
fensa, pode, quando muito, ser, uma apreciacao
ma, que temos feito dos factos.
Qiieixa-se, pois, de nos sem razao plaasivel.
H* factos, tal qoal como aos consta, o foram pro
vados no conse'IUi.de investigacio, autorisam sem
duvida a aprcciaoao que dellos temos feito, e trar
zem romo collorarios os qualificativos de qne ae
moslra raaguado.
Nao quaremos agora abrir discuss^o com ,o Sr.
.teneni* coronel sobre a procedenela doimoti'voa
fcm quanto o bispo, preso pelas leis qae regu-1 da sua prisao; nao queremos aagmentar-1 hes" as
os meios d
ioz, nao s
Seus desejc
/%. Biiiao.
VI.
Se Christo veio ensinar uma doutriaa cujos
principios se continham no decalogo, era ella to-
davia nova para os costumes de todos os povos,
para as leis e lostituicoes do imperio romano a
do todos os deraais povos.
Elle veio fazer pois, uma verdadeira revidueSo
nos costumes, que, operada, gaflharia as leis e a3
instituicoes sociaes.
Nao pdJe ser indifferente a Dens a felicidade
ou a desgraca dos povos na sa vida social ; pois,
se Elle creou a humanidade para a sua gloria, pa-
ra ter os eleitos e escolhidos era participacao de
sua elerna felicidade no cdo, nao lhe podem agra
dar as iujusticas e iniquidades dos boraeps ;
mas nao seria o homem da natureza com quo foi crea
do, se a liberdade nao fosse um dos attributes de
sua alma, como no-la da o estudo psycologieo, em
resultado de sua intelligencia e de todas as suas ou-
tras faculdades.
Se Deus viesse por todos 03 seculos con-
duzir o homem pela mao em seu regimen social,
como, na infancia da sociedade se dora com o-po-
vo de Israel, nunca o homem seria apto para o uso
daquelle attributo que constitue a sua maior gran-
deza, a sua digniuaJea librdade.
Consiste a liberdade na faculdade do homem de
obrar a seu arbilrio dentro da esphera limitada
pela dos direitos alheio3. E nao tivera o homem
em sociedade a faculdade do regular por meio de
preceitos combinados d'onde resultam a harmonia
social, a ordem, nao seria a sua inte'ligencia dotada
dessa luz que, discorrendo com os dalos da ex-
periencia, lhe deu conhecimento do bem e do ma-
do seu direito e do alheio, da lei natural,nao se-
ria em uma palavra dotado da razao, da faculdaj
de de pensar.
Se o homem, portanto, d livre, como d, nao po>
dia Deus quere-lo em sociedade sujeilo por todos
os seculos, na madureza da ra.ao dos povos, ao
regimen de sua tulella.
Se D.ius em summa, deu ao homem a luz da
razao para elle reger-se, e em sociedade, e a so-
ciedade, deu-llie assim a lei seu regimen ; e por-
tanto depois de assim ter creado o homem com
essa lei, a luz da razao, nao se pode mais intro-
metier na accao de seu regimen social.
Mas esta luz suflkienie para guiar o homem no
regimen social, para lhe fazer conhecer o seu e n
alheio, o justo e o injuslo, nao e sufllcienlc, nem
de que a razao individual e social pdde
sao sufflcientes para conter o homem em
desejos e paixoes desordenados ; ella nos da
0 conhecimento da Deus, aa alma, de suas forcas
a aptidoes de suas leis; mas nao nos pode dar
fclicidade o conhecimento de que fomos ereado3
para uma sem fim.
Se a razao ?ocial fallecem os meios suCBcientes
Sara conter por si so o homera denlro da esphera
os direitos que ella lhe sabe assignalar, se so com
os meios a seu alcance seria nulla a harmonia
entre os homens, a ordem social, a pratica da li-
berdade '; so a revelaeao, so o preceito revellado
com a sua sanccao, a revelaeao da vida fatura para
qua fora o homem creado, podia supprir os meios
que faltam a razSo, para combinados com os
due estio ao alcance delta, babilitar a sociedade
Iconsecucio de seus fins, a harmonia entre os
homens, a ordem racial, a liberdade individual, a
elerna felicidade, a que o homem aspira por ins-
tincto.
Por isto decahido o homom pelo peccado origioal
da per/co,bunianacom quo fora creado, cguiou
Deus pela mao no unico povo quo no meio da
idolatria e prevaricacSo paga de todos os povos, coln-
servava a idea pura da divindade ; guiou-o pea-
mao na fraqueza de sua razao, abatida da perfoi-
Cfio com que fora creada, pela queda do primeiro
homem.
Este povo, pordm, veio a coataminar-se no vi-
do e no erro com os povos pagaos, em cujas pro-
ximas relacdcs elle vivia, a poato d6 adoptar seus
costumes e instituicoes.
A lei do povo escolhido, no regimen social, ja
nio era a mesma dictada por Deus polo orgao
dos juizes de Israel; nem mesmo o rei quejpara imi-
lar os outros povos, elle pedira a Samuel, era mais
o seu rai. Governava o a autoridode de Roma,
due lhe dicta va a lei ; o legado do Cezar e os seus
jpizes. Da lei de Mouses so* restaya em vigor a
parte religiosa.
Os proprios costumes se haviam pravaricado.
Julgou chegado o semwr dos ceos e da terra
0'tempo de eumprir a sua promessa, de enviar o
seu Christo, o seu Filho, elle mesmo.
Vinha remir.do p ccado os homens, abrir-Ihes
} porta do cdo ; desla morada de paz e de gloria
de feliciuade e amor. Nao podia, pois, ser o Deus
da guerra, Iracundo, armado de-raios.
Era o Deus da paz, do amor caridoso, de sacri-
ficio paternal, de fraternal sentimento.
0 odio, a viiiganca, a guerra, a escravidao, eram
a vida d^-'todos os povos, .a vida social o privada,
radicado no orgulho e na vaidade aniversaes, lo
Ham cabir os costumes, sem cahirem as
as fcis, TUo' podiam esias cahir sem se'rofjrmarom
aquelles.
Jesus, Deus da paz, da amor caridoso, enviado
seio do povo-eteolnidojob o imperio da lei ho-
laua da Routt paga, virift dar coinlwte a lei do
estado *
i>eria levantar oe dio de todas as paries, aceader
a guerra entre todos os povos.
UemittidO' de si havia Deus a mtella do povo
jndeu desaaguc o deixara eabir sob o jugo roma-
3 no ; na i eligiao de Israel, portni, nao lavia tocado
o soberanu^de Roma, repito.
Eriviando seu Christo entre o povo escolhido
mas aos do todas as gentes para reniir do pec-
T^ado a humanWade, pelo sea saerfflcio, e regene-
rando-o pela sua doutrina moral, nao tinba Ella
Sje" ingerir-se no governo, no regimen social
a alganrdessc3 novae, naa leis que os regiam,
,Tpor mais que fossem opposlas a sua doutrina mo-
ral; pots atdjlo antcoem qae tivera tutetla demit-
lira-a de si, julgando em sua sabedoria infraila ser
chegado o tempo dc entrarem os povos no gozo de
siia mais alta liberdade, governando-se por si,
gniadds pela razao natural, illuminada pela sua
doulrina moral qne lhes trazia.
A mesma lei de Moysds e os coneeitos dos pro-
fetas, na parte que, como ja vimos, foi respeitada
pelo soberaho de Roma, a religiosa, esta mesma
lei e cUnceitos nao foram ata.;ados pelo Mussias ;
pois, so nao erro, EUo mesmo o disse, ou ao raenos
e crenca da igreja, Jrsus Chrislo nao veio rcfor-
mar, porem sim continuar a lei.
E' ir ludo isto que, como vimos doifactos, dos
exemplos citadosnoartig) precedente, Jesus Chris-
to sempre respeitou, sempre obedeceu a lei do
estado
E como de oulro raodo viria o Humilde e Paci-
lico Cordeiro de Deus reunir a humanidade, cor-
regjr, emendar os costumas, ensinar os homens a
se amarem todos, e se araarem como irmaos,a
amarem ate aos proprios inimigos, se viera Jesus
em caracter de um vulgar scdicioso, levantando-se
contra as leis dos estados, condemnando-as, ana-
thmatisando os que as seguissem ou cumprissem,
quaudo c escripto nas sagradas lelras quo todo o
poder vem de Deus?
Isto so fieou para os Vic taes e Pio IX, que nao
sabem cas'.igar oS ostumas, ensinar a moral, con-
verter os desregrados, chamar ao aprisco as ove-
lhas degarradas por .meio da palavra ungida de
amor e caridade ; que nao sabem falfar a cada ho-
mem iallaudo a todos com inteiraabstracclo do es-
tado, como Jesus Christo fallou ; que nao sabem
locar os coracles, abrandar os sentimentos, induiir
os povo? a pratica da moral christa, o que apaga
Inecessariamente na legislagao ou pelas reformas
esponianeas ou pelo desuso, os preceitos ou facul-
dades que por ventura autorisam on apadrinham
as praticas offensivas da religiio e da mesma
moral.
Aquillo so licou para Pio IX, para sua mili-
cia jesaiiica e todos os ultraraontanos, quo desem-
bainham a espada e ferem de morte aquelles que
exercem a faculdade da lei, os quo fior obrigacao
a p rat i cam !
Desobcdecer, levantar-se contra, proclaraar a
desobediancia, mandar a seus subordinados que
desobedetam a lei do estado I.... E inanoando em
nome do Deus, em imitacao dos apostolos que
desubodeceram aos homens, mas nunca as leis, e
trazer a pcrturbacao, a discordia, a desordem ao
scio da sociedade, esta pervtrsao tno contraria as
vtstas de Deus, a missao de seu Christo.
Qae lem a igreja com a lei do estado por mais
perversa e immoral que ella seja, so nio res-
peila-la e Obedece-la no que por ventura lhe toca
ou lho diz respeito ?
Censegue por ventura ella o seu fim para que
foi fundada, aracando-a ? Cjnsegue o odio e a
desceriKa.. Mas d esto o IIm dos hypocritas, re.-
falsad trina de amor e do paz ; produz congregar os la-
droe3 e os tolas, do que o mando esta cheio, para
aquelles domiaarora.o mando, abaterem os povos e
rebaixarem o homens, nao so pela espada como
Mahomet, mas .ainda .pela fogueira, como os" hypo-
critas chrhtaos, elle3 mesmos.
N;io foi o estado creado' para a igreja nem a
igreja a feita parao estado, mais sim para os
homons, pela lei dauatureza humana espootanea-
niente constituidos em sociedade, para aquelles
que yolun'.ariameate seflliarem na sociedade
christa, submelterem-se a sea governo.
Segundo a lei da natureza humana a sociedade
civil se constitue naturalmenie, espontanearaente;
e o estado vem a ser o seu modo de organisacao,
sabiio ainda naturalmenie da razao social.
0 estado uao tem so o direito, tem o encargo,
ou antes sem o direito porquo tem o encargo de
j-eger a sociedade pelos meios que lhe parecem
adapudosa conseccao do um social.
Por este encargo d e nio pode deixar de ser so-
berano para dictar todas as nans que lhe parece-
cerom conducentes aquelles Cms, dentro do3 quaes
se devem conter 03 actos individuaes, os de cada
11lembro da sociedade.
Sao estes principios contidos na racao, na natu-
reza humana pelo proprio Deus que a creou.
A religiao d um sentimento intimo da conscien-
cia do individuo, e a sua manifestacao em seus
diversos modos, deve-se reslringir, como todas as
manifesta;oes individuaes, deniro dos limites
prescriptos pelas leis porque se regent os estados.
A sociedade religiosa d para o estado, camo outra
qualquer sociedade que se constitua em seu seio
para o bem que deltas esperam os individuos quo
a compSe. Por tanto os seus actos exteriores, os
seus regimentos, os seus decraos, so podem ir atd
ao pontoem que ao estado parece que o nao of
fendem, para nao ser peiturbado no exercicio de
sua soberania, para poder livroinente desempenhar
o encargo era que lhe d dado.
Se a lei do estado naod bastante livre para deixar
a sociedade religiosa ou a cada urn de seus membra*
a manifestacao deseus sentimentos ou as suas pra
ticas exteriores no grao que lhes parece necessario
a sua vida, nao tem nem por isto esta sociedade
nem algum de seus membros o direito de infringi-
rem e?sa lei, que nio podem ser dous sjheranos
era uma sociedade civil, e tantas quantas f, rein as
sociedades que se formarem em seu seio.
Se a lei assim d injusta, d tyrannica, s6 cabe a
menoria por ella desle modo opprimida, convencer
a maioria da nejessidade de sua refonna, por meio
de uma propaganda ainda contida na lei.
0 grdsseiro sophisma de que, como o corpo d
subordlnado ao espirito, assim deve ser o estado
sabordinado a igreja, d uma miseravel trica das
muitas com que o jesuitismo procura embair aos
slmpliccs; como todas ellas, so prova a sua hy-
pocrisia e ma fd.
Se a religiSo d um facto poramente de conscien-
cia, qae meios tem do sabordinar o estado quando
este se rebelle f Se sao tantas as religioes, a qual
dellas cabe o direito de subordinar o ostado ?
A christ.t, dizeis vds. A crer-se isto entre nos,
porque a maioria d christa, em outra parte onde
se crd tanto, se nSo mais no budismo, como entre
nds no christianismo, porque alii nao deve o estado
ser subordinado a igreja f
E se alii, como em qualquer oulr parte de diffe-
rente crenca religiosa, seguir-se o vosso principio,
o estado Tor subordlnado a igreja, como levareis ao
universo a propagacio da fd evangelica ? Nao ac-
cenderao alii a3 fogueiras contra os da fd christa,
como vos as accendestes contra todo o mundo, sob
pretextos rcligiosos quando tivestes submeitidos os
estados catholicos?
0 homem por natureza d espirito e corpo ; mas
como assim nasce, nao nasce tambem religioso. E'
a esse espirito com que nasce, quo d subordinado
o seu corpo, como toda a natureza com mais ra-
zao ao espirito de Deus que a creou.
Quem vos disse, porem, hypocritas sophistas,
Sue a igreja, o menos esla ou aquella d o espirito
o estado ?
0 espirito do estado d a summa da razao social,
formada pelas iddas de todos os generos que cons-
tituem as creojas de um povo. E este espirito, de
facto, dirige o corpo chamado estado.
0 fim do estado d manter a vida em harmonia
dos individuos que lhe pertencem, a ordem da
sociedade que rege.
0 fim da igreja d arrebatar a salanaz as almas
dos homens, depois que ellas nao pertencem mais
ao estado, para leva-las ao ceu A igreja atem-se
somente com o espirito, preparando as alraas para
o ceu, pelos moios porque as pdle moralisar.
0 estado occupa-se dos actos exteriores, no quan-
to ellas podem perturbar a ordera social.
Por i tra qualquer sociedade estaute em seu seio, Jtolos
os seus actos externos, como os de qualquer iudi-
viduo ou corporacao, todos sao subordinados ao
estado, que tem o encargo, ofim da ordem social;
todos os actos dessas unidades, collectives ou indi-
vidnaes, devem se conter dentro da esphera deli-
nida pela lei do estado.
E' por isto que quaudo apprauve a Deus demit-
tir-se da tutella do povo esColhi lo, quaudo assen-
tou de, cumprindo a sua promessa, remir a hu-
manidade do primeiro peccado, chamando a ao"
ines, comopo-
e Elle mesmo
a missao foi
a VERDADE
tedos os vossos,
de Christo e
eeram as leis,
dem, levantae-
tra os poderes
is e os simple-
apoio da inver-
' do estado a
coohecimento dt!llt, DlaMlhflb, nao operon um
em ligura e eeva prsw manas.
E Chrislo, f%aBdo'aswnmrli, fundando a
igreja da Dous, UMpaHo^^gmit^inem, emlwra
enviado, Clhoae Deus, respeitou as leis do estado.
os poderes constituidos. Nunca as infringio. nao
baten.j
o
A.
vos hypoerita
companhia do saltea
dos apostolos que n
sois sediciosos, em
vos contra as leis _
cowtituidos, congjpegaea us
ce em nome dc eatbolecisino
sao social qua prociamacs.
vos. Chamaes os fieis em cuja alma infiltraes vos-
so espirito sataaico, da infame companhia a que
infainemente tomou o nome de Jesus, para snjei
tar-lhe o corpo do estado.
Infame sim, como o mnair>^ n-n.,.rr. ^1^;
transcreveado alguns dos preceitos da moral des-
ses hypocritas extrahidos de suas obras e divnl-
gados entra nos pelo livro de presente publicado.
entitntado Fabio Rustico, qae mais Inr vtto tra-
zer respeito da mais hediondo de todas as so-
eiedades quo ?e tem visto sobre a (ace da terra
Recife-outubro de 1873.
Alfonso de Albuquerque Mello.
Senhores redactores.Na quadra Mllittiva qae
atravessamos, quando a peste de bexigas, a mais
hedionda d todas as pestes, asiola de modo cruel
aos moradores da rua Imperial, prioeipalmente
aos menos favorecidos da fort.una, no meio fla. qua-
si geral indifferenca que se nola, nao posso center
os sentimentos dc admlrapk), que me aaHam em
presenca da altitude desinleressada, que tem torna-
do o Sr. Clau-iino Jose tie Stqneira, aendinflo aos
pobres e a Ddos que necessitam de seas cuidados
e desvellos.
Acaitand) caridosamente o tratamento de qaa-
renta e tres pessoas, r.ao se descuidnu om so ins-
tante de nenimma dellas, applieando remedios de
sua rarleh-a nameopathiea a aos, auxiliando a cm-
tros com dietas e'visttando a todos incessante-
mente.
ParcCe qne a Providencia, concenlrando em too
trisle conjunctura a maior cdragem e actividadfe
t*nt Tim so homem, quiz com isso compensar a in-
differenca e a incrcia dos mais em prerenoa das
lagrimas da pobreza afflieia.
Dessas quarenta e tres pessfias entregues aos
seus cuidados apenas tns falleceram, e as quaren-
ta ijue escaparam de lao terrivel llagello bun di-
zem o sen nome, nao cessam de lestemunhar o sen
reconhcciuient.i por aquelle qtre restituio o mari-
do a esposa, o pai aos (linos e o cidadao a pa-
tria
0 Sr. Claudino Jose de Siqneira, empregalo no
commercio, sacrificott muitas vezes com admhirel
abnegariio os seus interesses particulares a sOTte
dos que nao podiam compensa-los, senao com pa-
lavras de rcconhecimento.
Na dprca actual em que mais so olha para as
transaccoes lucrativas e para as vaidades Bar*
compensas maftas vezes immerecidas, do qne a ca-
ridade e outras virtudes Christies para o proee-
dimento daquelle digno cidadio nao deve ser des-
conhecido para servir do consolo aos que pensa.>
que nao ha mais o que esperar dos homens neste
mundo.
Por minha parto n3o posso deixar de faier pu-
blico o muito que lhe devo.
0 Sr. Claudino arrehatoa minha querida filha
Adelaide das garras da morto para deposita-la cm
meus bra;os e nos de sua mai, e fazer-n'o-Ia es-
trcitar ao coracao com insaciavol prazer.
Muito lhe devo por isso. Elle, porem, nao quiz
ficar ahi, quo era o mais que se poderia fazer a
um pai exlremoso, foi aldm, sal vou ainda da mor-
te a mais tres pessoas de minha familia, uma me-
nina que faz companhia a minha mulher, um cai-
xeiro do men pequeno estabelecimento e uma es-
cravinha de 12 annos.
Se a modestia do Sr. Claudino Josd de Siqneira.
lao granda como o seu coracao, tem de incommo-
dar-so com esta sragetla manifestacao de apreco,
descalpt^-mo quo o rcconhecimento do nm pai nao
lem limites.
E' do alto da imprensa e peranto o publico qae
me ouve, que devo dirigir-lhe estas poucas pala-
vras, quo a gralidao me faz arrancar do pelto. E'
deste lugar qae devo proferir seu. uomc, esperanea
e consolacao dos pobres e afflictos daqaella rua,
providencia da providencia nesta crise cruel qoe
atravessamos todos, s6s e desajudados.
Recife. 16 de outubro de 1873.
Valdivino Ribeiro da Silva.
Agua floriila de Murray c I-au-
nian.
Com quasi toda certeza pode se por em davnia
se -a as mil e uma variaveis flares que adorna-
vam e derramavam tao delicioso perfume sob o
verdescenle jardim do Paraiso : espalua-.un.
uma fragrancia mais pura e delicada na atmos-
phera, do que aquella que -ce dilTunde e encbe o
gabinete de vestir, ou Boudoir, no qual se baja
aberto um trasco desta odurifera e deleitavel agua
do cheiro. Comparada com o passageiro e volatil
cheiro dessas essencias ordinarias, o seu mimpr
so e delicioso aroma pode-se chamar inextiagaivel,
inapagavel, emquanto que por outro lado d a ver-
dadeira quinta essencia era seu genera, que d'nraa
raaneira a mais ;iva, nos faz agradavelroente re-
cordar, trazendo-nos a mente o deleitav-l e ge-
nuino perfume das aromaticas e florescentes flo-
res; n*uma palavra n'ella existe e floresce a belle-
za e o encantameoto. 0 volume do delicado aro-
ma espargido de algumas gotas derramadas sob o
lenco, d verdadciraraenta maravilhoso e deleita-
vel ; e como um agradayel meio de restabelecer
desmaios, vertigons e doresde c;.beca, assim como
servintfo de odoriferoadornoa pessda e ao paladar,
quando usada em diluicao como um enxagoamento
do bocca ou cosmetico, ella por certo nao tem seu
igual entre todas as mais aguas cheirosa* impor-
tadas.
de flga-
Lanmnn
Olco pnro niedlciaal
do de baealfaao, de
t Kemp.
Ninguem pdde dizer quando um phtysico lem
chegado a tal extremo que nao pode ser cura-
do com o o!eo da figado de bicalbao. Ettr
sempre produz allivio. Ainda mesmo aquelles ja
desenganados viverao muito mais tempoe com
menos dorescom o oleo do que sem elle. Com
auaoto existam innumeraveis artigos espuriosos.
o mesmo nome, comtudo pode-se alcanc,ar o
legilimo, elle merece a confianca que nelle se de-
pnsiia, quer neste paiz qner no estrangeiro.
Existem duas qualidadas delle, branco e negro,
pordm nennum defies contam uma gota d'oUtra
cousa que nao seja o fluido vivificador e curalivo
extrahido dos figados frescos e saos da melhor
escolha de peixe. 0 sea effeita para alliviar e
curar a tosse a mais obstinada, d vordadeiramenle
pasmoso. Os suores nocturnos cessam geralmenle,
depois de se haver tornado algumas garrafas dalle.
0 doento adquire carnea e forcas, gramas ao seu
benetico iofluxo. Estes resulUidos sao uniformed
e seguros. As pessoas que solTrem de afleccues
puimnnarcs oa do figado acharao n'ella um auxi-
liar seguro o um remedio poderoso e ellicaz.
Illms. Srs. Lanraan & Kemp. Eu, abaixo as-
signado, deciaro que tenho einpregado com bon*
resultado as pilulas assucaradas de Bristol espe-
ciaimenta como tonico-purgativas e anli-biliosas
nas afTeccoes do figado e outras visceras debaixo
do ventre ; e por isso as recommendo como excel-
lente remedio nos casos acima indicados. Porto
Alegre, 26 de juaho de 1^73.Dr. Siqueira C-
tinho.
mtmmm.
Seguro conlra-fogo
THE LIVERPOOL & LONDON & GLOI
INSURANCE COMPANY
A^entvN
SAUNDERS BROTHERS* C.
11Corpo Santo11 -
NORTHERN.
Capital. .... 2O,00O:000JW*
^undo d? reserva. 8,000:OQOJ>
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Mills Latham & C.
RUA OA CRUZ N.


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att afc ft^tofciwo ^^ikit^wfe ^m<*w^j&otiuii
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COftTRA 0 FOGO
npaiihin Imlemnisadora.-estabelecidfl
nasta pia^s) toma scguros maritimos sobre
tH,"Mf '.^'""wregamontos e contra fogo
m edificios, mercadorias e mobilios: na
HUi^ ^i^af| CQMPANHIA-ALLIANQA
sttf^uiEos raaritkiios e terra-
--Are3 estabelecida na Bahi&
cm 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:0009000.-
-ma sefjuro de morcadorias e dinheiro.f
*kjo marititno em navio de vela e vaporei
para dentro e.fiSra do imperio, assim come
contra fog s6br predios, generos e fa
rundas.
A Rente : Joaquim Jose" Gongalviss BeltrSo.
ru do Gommurcio n. 5, 1* andar.
COMPAiNHIA
Phenix Pernambucana.
Toma riscos maritimos em raercadorits,
{rettts, Hinlioiro a risco e linalmente de qunl-
quer Mhfteza, em vapores, ntivios a vela ou
b.ireac.as, a prcmios muito modicos.
RUA DO COMMERCIO X. 34.
UC4 DO RECIFE !6 DE OUTUBRO.
DK 1873.
AS 3 1/2 IIOUAS DA TAROB.
Uotucwe* afsiciit.es.
Algodaodo 1" sorte 8*700 por 18 kilos.
Cain iiio-sobre Londrcs a 90 djv. 26 d. por 14800,
honteni
QAstotito do Ictras 10 0|0 ao anno, hontem.
into -oe dilas, lengo prazo, 9' |0 ao anno, hoje.
Cwnbio sobre o R o do Janeiro a 8 d|v. ao par,
hoje.
rtaoourcq
Presidente.
Leal ieve
Secretario.
na salt das audiencias,iid horas do dia 31 do
aureate mez do oulubro, afiui de observar se, e
dar-se inteiro eumprhneuto ao disposto no ariijui
900 do codigo commercial, de conrormidado com
as disposicfies dos artigos 842, 8il e 8*7 do me*-
mo codigo, certos os ditus, credores de qua 4 Jo
admillidos pot procarador sem qae^^T
exbiba proeuracio especial, a q aa'l nao podera ser
:oifcrida a devedor do's impatrantas, uao p danrio
outro.-im urn so individuo representar par dons
diyersos ercd jres, e que sera havido 0 credor que
nao comparecer, como adherenle as resoiUc5es,
que totnar a maioria- de volos do3 credores que,
ccgiparecerem; sendo neeeesarfo para conee3.o
quo nella conveoba a maioria dos credores em nu-
mero, e que repre dasdiviias dos creditos sujeitas ao^ effeitos da
mo*ina moratona.
E para que chegue ao conbecimento de todo?
niandei passar o presente que sera publieado pela
iiaprensa e allixado n>n lugares do costume.
O lade do itecife 1* de outubro de 1873.
En, Manoel Maria Rodrigues do Xaseimento, es-
crivio, 0 subscrevi.
SebastiSo do B't/o Bnirn de l.arerda
RccpIio para isto \
o dia 10 de dezembr
MfecreUria da sant.i
8es que receben a
neiou espectaeulos
se obrigada a es-
Santa
Misenca
do Recife.
A3
tfcaio il" d'*. 1 a" Vi. .
itbiE do dia ill. .
490:487*815
31:049*745
521:537*j'j()
omarea de Palmares
Juizo dn pruvednria
0 Dr. Alexandre Bernaraimi de Figueiredo Reis a
Silva,.miz municipal e da provedoria, snpplento
em exe cicio do termo de Agua Preta e comarc;.
de Palmares, provincia de Pernambnco, em vir-
tude da lei etc.
Paco satier pelo presente edital que nos termos
do art. 1 do decreto n. 1695 de i5 de setemb'ro de
i860, dentro do prazo de 30 dia\ contados da pu-
blicacaod.ste edital, recebera este juizo p opostas
em carta fechada para a anvmatacao por* venda
dos escravos: Pedro, crioulo,. solteiro, de 3* an-
nos de i.lade, agriculfor, ava!i;ido por 80')*00 ;
faustmo, crioulo, de 19 annoj de idade, solteiro.
agncultor, avaliado por 1:200*. os qnaes nerten-
Ct-m ao espolio do porjuguez Mauoel Jose Vianna,
e vao a-praca a reqoeriinentD do i*9pe.-tivc les-
Umenteir.), u acham-s'* ne-ta villa, a rua da Boa-
Vista 11. 2, onde poderao ser oxaminados pelos
preteodeotes.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
mandei passar o pr.sento.'quo sera allixado e pu-
tili ado pela impren.-a.
En Cuslbdlo Fioro da. Sil/a Fragoso, escrivao 0
escrevi.
Villa de Palmares, 6 de outubro de i8~:i.-Ale-
xandre Bernardino de Figueiredo lies Silva.
Pela se retaria da sanla casa fa--se sriente 1
quem interessar, que no dia 14 do cdmnte, pelas
9 horas da nianha, no salao da casa dos exp
0 Illm. Sr. thesourein fara pagamento das men-
salidades vencidas ate 30 de setembro proximo
findo, ,as amas que se apreseniarem conduzindo
as critneas que lhes foram confiadas.
Secrelaria da santa casa de misericordia de
Recife, 6 de outubro de 1873.
0 escrivSo,
m__________Pedro Rodrigues de Souza.
mo mmm
0 adminislradur da recebedoria de renda*
internas geras faz publico que & esie mez de ou-
tubro 0 ultimo em que tcm de ser pago sem mul-
ta 0 impcisto sobre industrias e pronssoes, relalivo-
ao i semeslre do excrcicio de 1873-74,. e com a
mulia de 6 0|0 depois do referido raes.
Recebedoria de Peroambuco, 3 de outubro de
1873.
__________Manoel Carnciro dc>Souza Lacerda.
COMPANHfA
DOS
TRILHOS UBBAUOS
DO
Recife 4 Olinda
fehribei
De ordam do presiden-
te d'assemblea geral dos
accionisuis da com pa-
nhia aciitia, faz-Be stien-
te aos seabores accionis-
tas, qnei no d& 30 do
horas da tatde. o no lugar
a assemble;!
EMPREZA
Espeetaculos a larde.
Bomfeg^ 19 de outubro.
a do
Bom Jesus d. IS
Pereiri J|a Silva, tendo de fazsr
m
^^^i* TM^r^WVf^ amw*
agem a Europaf fivara- aledao por inter-
do agente HiuCo. os moveis o. mais objec-
:ia meaciooadus, exi.-ioates em casa de soa
icia, a rua do Bom Jesus n. 13.
if&'q prifioipiurd as 10 Ij2
horss.
LEILAO
Deisa.i-egam hnjn 17 de outubro
Bare franreza -Anne Marie varios generos pa-
ra o irapichc Conceicao, para despachar
Pataono alemao Hbrta mercadorias para al
fandega.
BavCi arnericana Gaseo varios generos para o
trapicho Coneeicao, para despachar.
BKgm portttgnez Bella Plgtmnnse -vinho* para
depjsito nos trapiches llarbosa e Cunha.
Patacho igiifez Nemu f.irinha de trigo ja des-
pacbada para o caes do Apollo.
.
liiipui'tactio.
Kiu Grande do Sul, Ingre"portugucz Lima, con-
sigflado a !. do Itcgo Lima, manifestoa :
Famo c-i i folha 150 fardos. Graxa em bexiga
2,908 kilos. Xarque 192,455 kilos ao consigna-
tario.
Eilital it. .-?.*.
Pela inspoctoria da alf indega se faz publico
que, as 11 boras da nianha do dia >7, se ha de
arrematar. livre de direitos, a porln desta repar-
licao, li pecas de niorim de algodao e^lampado,
pezando liquido real 44 kilos, completauiente
avanadas, ibandonadas aos direitos, por Linden
Weydinan & C, aviliados em 71*720, que fazlam
parte do conteUdo da caixa marca BB C triangu-
lo. numoro 121, vinda do Havre no vapor iran-
cez Ville de Bahie, entradj em 22 do setembro '.
proximo flndo.
Alfandega de Pernambueo, 14 de outubro de
1873.
0 inspector,
Fabio A. de C. Meis.
OEffSUaiOS DE EXPORT Vi:aO NO DIA 15 DE-
OUTUllBO DE'1873. '
Pira os porlns do exterior.
Na barca inglaza Zmgra, para Hamburgo,
caitegaram : It. Schmmettau & C. 294 saccas com
I9-.254 1(2 kilos de a.'godao.
JVa sumaea bespaatola Guadhtpe, para Bar-
trellona carregaram : B. Oliveira & G. 101 saccas
com ',547 kites de algodao.
No patacho braweiro Aivps, para o Rio da
Praia, carregtfn : M. G. A. Silva 4,000 cocos
((mm).
Parti os porlos do interior.
Para Arac.aty. na bare fa D. Luiza, carre-
garam : J. iiruuo 60 barricas com 2,903 l|2 kilos
d assacar reiinado ; G. do Maltos [ratios 20 pipas
com 9,600 titros de aguardente, e 10 barricas com
577 kilos de assucar branci
Para Mamanguape, na barcafa Espadarte,
carregou : J. I>. da Gunha Lages 5 barricas com
339 1|2 kilos de assucar reiinado
Para tfamaagnauil, na barca^a Iditlina, car*
regou : I. J. de Girvalho i barrica com 60 kilos
de assucar branco.
Para Villa da I'enlia, na barcaca VniSo, car-
N0OB : M. J. Rodrigues I barrica com 60 kilos de
assucar branco.
u.vPATAZIA DA ALFANDEGA
ftaadimento Hu dia I a 13 10:703*119
Ideal do dia 16 874*365
Edital n. 84
Pela inspectoria da alfandega se faz publico que
as 11 horas da ruanha do 20 do corrente-se ha de
arreinaiir. livre de direitos, a port a dosta repar-
ticao, 72 chapSos de pallia de arrftz firaples, ava-
riados, que faziam parte do conteiido da caixa
marca CFP&C. n. 1032, vinda de Liverpool no va-
por inglez Student, entralo em 22 de setembro
passado, avaliados por 104*160, eabandonado aos
direitos por Cramer Frey & G.
Alfandega de Pernanibuco, 16 de oatubro de
1873.
0 inspector
_________________Fabio a. deHarvallw Hea.
Edital n. 85.
Pela inspectoria a i alfandega se faz publico que
nao tendo sido arrematado urn f.igao do ferro fun-
did i, com algumas pecas deteriorada?, a aliado
por 30*. vindo no brigue sueco 01 ms, o abando-
nado aos direitos por Wilson Rowe C annun-
ciado a leilao por edital n. 82, se transfere a nies-
ma .frremata^ao para as H horas da manha-do
dia 20 do corrente.
Airandega de Pernambueo, 16 do outaaro de
-1873.
0 inspector
Fabio A.deC. fait.
iiUURACOEL
li:577*i8i
afcxlia 1 a IS.
VOLUMES SAlllDOS
21,217
Pnm'.'ira poria no dia 16
Segiinda po'ria .
Twevira pcrla .
Quarta pwta .
ftupiche Gonceiglo .
SERV1CO MARITIME
Ai\*r*r.,(;i.i lescafTogadss no trapiehe
* alfandega no dia 15. .
LHU Nsmjs atracadoD no trap, da alfandega
Aiv-rengas ........
No trapiehe Cc-nceicao.....
32
33
718
282
293
22,593
27
29
RKCB KAES DE PEItNAMBUro
nd. .tento do dia I a 13. 26:592*079
(Mat Jo dia 16..... 1:769*614
28:361*693
CONSULADO PROVINCIAL
KJOftiUentO do dia 1 a 15. 27:693*442
ileiolodialS...... 1:644*529
29:337*971
MOViMEMTcV W P08TO
Pela tliesourana provincial so faz publico
que foram transferidas para o dia 23 do corrente
as seguintes arrematacoes:
Fornecime.ito dos preso? pobres da casa
de-detengao no trimes'tre corrente do
outubro a dezembro proximo vindouro.
Venda do sitio dos remedies por 3:750*000
Obras dos reparos da ponte do Jun-
queira por 3:7205000
Secretana da llie.-onraria provincial do Pernam-
bueo, 13 de oulubro de 1873.
0 olBcial-maior
_________________________M A. Forreiia.
Soxta-feira 24 do corrente, find a a-'audien"-
cia do Exm. Sr. desembargador juiz dejorphaos e
ausentes, vao a praea para serein arreiiiatados a
quem mais der, com abatiinento da quiu.a pane,
os bens seguintes :
A parte que o casal possuia no engenho Rega-
lia, por 3:2d0*0i0.
Urn terreno sito a rua do Visconde de Albu-
querque, por 115*200.
Urn dito no alinliamento da rua da Aurora, com
100 palmos de frente, e fuudos a(6 a rua de Luiz
do Rego, por 200*.
Urn dito em alinliamento da rua da Aurora,
com 200 palnns de frente, por 400*.
Um dito em alinhame'nto da rua da Aurora, com
200 palmos de frente e fuados ate a ru? de Luiz
do Rego, por 416*".
Um dito em alinhamento da rua da Aurora,
com 150 palmos de frente e fundos ate a rua de
Luiz do Rego, por 360*000.
Um dito era Santo Amaro das Salinas, com 100
palmos de ttente, ua campioa quo prende ao si-
tio do casal, inventariado por 200*.
Um dito cm Santo Amaro das Salinas com 100
palmos de frente, a eomecar da campina, o qual
prende ao sitio do casal, inventariado por 200*.
Ditos bens vao a praca a reqaerimento do. te-
nente-coronel Antonio Vieira da Cunha, testa-
raenteiro o inventarianie dos hens que ficaram
por faliccirnento do major Manoel do Nascimento
da Costa Morcira e f-ua mulher p. Antonia Viei-
ra daCunha^__________________
Sociedade Benelicenle LHSii-Bra-
corrente pelas 4
do costume, deve fauccionan
geral om conlinuar;5odostrabalhosda sessao
extraordinaria adiada, dos qfiacs fat parte a
Ititura do parecer da commjssuo aonleada
para o exame das contas dd directf>rtat, ex- ^
bibidas com o relatOrto da sessao ordinaria '
do mez de abril proximo praterito.
Recife, 10 de outubro de 1873.
0 secnetario. .
Luiz Lopet CattelloiBrand).
Juizo deorpbaos
No dia 17 do corrente, saxta-leira, cohtiBOara.
por ordam do Exm. Sr. desenibargador juiz de or-
phaos, a praca dos bens nerteocpntes ao espolio
dn flnado commendador Manoel Luiz Viiaes; dc-
vendo nessa occasiao ser vendUo o 3brado de
um andar, sito a rua da Uniao ia 2", erti qile re-
sidia o mesmo commendador, e quo foi avaliado
em 20:100* ; e bem assim,,os raiiveis e prata que
na primeira. praca nao foram veididos. A praga
annunciada tera lugar depois di rcspeaiiv* au-
diencia e no mesmo sobrado aciifia indicado; onde
deverao achar-se presentes os \ prelendentes, e
depei de meio dia.
da fre^ijezia dej N. S. da
(4 fit
AM I
DE
ilia de j^icaranda com tampos de pedro,
_iesa elastica de 30 palmos, 1 toillette
jacarfldaooa p#dra, e muitosoutros4
istcs avulsfls para liqm'dncao-.
* nda-feira SO do eorrenle
As 11 horas da nianha.
, iposto doagejite Pestana fara leilJo, por
caB^lnscode quem pertencer, dos trastes aci-
m* BMncionados.
siiJNDA-ri:rRA 20 do corrente
as H horas era panto
AO.CORRfcR DOMARTELLO
Noarmazem a rua eslreita do Rosaiio n. 28.
LEILAO
DA .
confcitaria e casa de pasto sila ii rua do Ca-
jii n. 40.
f erca-Teira SI do corrente.
as 11 horas em ponto.
0 prepopfo do ageme Pestana fnra leilao, por
mandado do Illm. Sr.J)r. juiz especial do commnr
cio, e por conta e ri confeilana e casa de pasto site a rua do Cajrt n
Furlaram do sitio do Caniinhb-now, hoji
at Condc da Boa-Vista n. 120, na terra feira
corrente mez, quanrfb aflMIK almo.a.-a, 9
pouco mais on memo, enirafldo
em um quarto, um imliWdu'u de cor pan
barba rapada de novo, trapva paletot pri
descaleo, foi vi=to pur um esrravo da, cs,
sanida, v Ihe pergunlara o i[uc qneria,
em res^onder que procurava o feitor. quand
larde sfl da pea falta de unvrelogio suis<
caixa de oun. rr.m u:na radeii "de cabelfc
nho. esc tiro, euc.i--li.adjj em qur-'. lejldi
M. 0. ejiuiio nma cacokta. tend>
pedra aznl clam, e de oulro a firma
deulm da ine-^iiia dons retiat* : pede-se a
forollerecit'o cm >otilier desu-s objechis pie
eleva-losao inesmj silio, oa. no Recife,
na rua da Cruz n. 6, quo. sera gratiucado.
Ha uma escrava para alugar-sc : ai?r
Gloria n. 146.
ALCGA-SI
o segundo aiidar :o sobrado na rua Diieil.i
ami comroodos para grandc familia : a i
armazein n. 25 aa Jrayessa do Corpo Snu:6
Alu.i>a-se
PaSflC SM flUON COM
. M
Liuha ]iiinA4-iiul
0- r*9UETE
Pelo jaizo de paz
Graga, no dia 23 do corrente, de'pjois da audiencia,
se ha de arrematar em hasta publica os moveis
seguintes : 12 cadeiras de amaeello, assento de
palha, avaliadas por 48*; 1 sofa di'o dito 20* ; 1
par de consolos de amarello por 16* ; 1 mesa de
meio de saU dito por 10* ; 2 cadeiras de balance
dif) por 16* ; I candelab o com tres tnangas por
8* ; 1 par de lanternas pea da casqninho por 5* ;
cujos bens foram penhorados a Jo<6 Antoaw Alves
da Miranda Guimaraes. por execucao de Jose da
Conceic&o de Oliveira Figueiredo.
Commando superior.
De ordeai do Illm. Sr. coroncl commandante
superior interino, convido aos senhores offl'ciacs e
pracas da guarda nacional que requereram ins-
peccao dc saude, a comparecerem nesta secrela-
ria pelas 11 horas da manha do dia 17 do corren-
te mez.
Secretaria do commando superior da guarda
nacional do Recife, 14 de outubro de 1>73.
, 0 secretario geral interino
Jose Marcelino Alvcs da Fonseca.
espera se dos port->s do sul ate o dia 24 do corren-
te, e depois da deraora do costume, seguira para
Liverpool, S. Viaenle e I.isboa, para onde recebe-
rapassagetros, encoinmendas e carga a frele.
OS ACIE.S'TES
Vt'iteon Rone A C.
WRUA DO COMMERiaO14
a loja do subrado da rua Direita o 82,
p ra qualquer Legocio : a tratar no arma
25 da travessa do Corpo Santo.
Em Olinda
t Da-se uma casa t.irea na rua de Mathias Fer-
'40. pertencente o dit.i eslabWerimento a JoeGon- re"''1' per'" do ba"1'0' a f|UtHl 'l"izi'r fazer os'con-
ilao tera Ineiir nnmpmn ('c'rl"s P^'cisos para.nella morax por um c?rlo
Calves Nofeueira ; n leilao tera luitar no mesmo
estabelcciuienl^ terca-feira 21 do corrente, as 11
horas em panto.
LEHAO
DE
um maguifico e forte piano de um dos melbores
fabricantes, o qual podera ser desde ja exami-
nado no escriptorio do ag nte Pinto, rua do
Rom Jesus n. 43, onde se acha (obn prima.)
QUlxMA-FElUA 23 DO CORRENTE
as 11 horas.
im
AVISOS Di-SS0S
(Nave^a-
tonpihia Franroza dc
Cui) a Tapor
Linlia memed entre o
Havre, Lisbon, Pernambueo, Rio de
Janeiro, (Santos, somente na vol-
t: ) Montevideo, BuenosAyres,
(eom l>al!eacHo para oRosario).
Club de Innceiros carnava
lesco.
Sao convidados os socios a comparecerem no dia
18 do corrente, na rua da Impcratnz n. 8, 2 an-
ilar, para tratar-se dc negocios importantes.
OOTereco-seaim homem p:iracriado de hotel
ou casa de familia : a tratar na rua estreita do
liosario n. 40.
sileira.
Navio?, enlrados no dia 10.
Hio Grande lo Sul 24 dias, lugre portaguez Li-
mn, de 263 toneladas, capitio Ignaclo Ferreir.i
Ketto, eqnipagem 9, carga 14,066 arrobas de
carne, a J^ao do Rego Lima.
S. Vicente11 dias, vapor inglez Eolhen, de 122
tOTeladas, capitao R. Rood, cquipagem 21. em
Jtttro, a ordem.
Navins sahidos no dia 16.
Ho* do Sal Rarca portugu:za Jotephina, capitio
ioio Marti is dos Santos, em lastro.
New torkbrigue inglez Dora, capitao G. De-
b*ix, carga. assacar.
Observofdo.
Fadeo ao i'amarao o vapor inglez Fire Queen.
preOMfente *s portos da Europa, entra hoje-as
9 boifas da tarJe.
a'l'n i i _________g?
E^ITMU.
0 Jk3 Sobastiaoilj Rego Barros de Liceria, juiz
da aireito especial do commercio, nesti cidade
Ps^o saber aos eredbres dos eoraniHreiantes ma-
triaotaios Radios & Si:a, estab-leeidos nosta cida.
de,,imf;etuUi> dc moratona ao meretissimo tri-
buual do commorci'i, que pelo presente edital sad
cbamados para comparecerem perante este jaizo,
A diroctoria desta sociedado, tiel ao cumpri-
mento de seus deveres no desem :enho do man-
date que lhes foi conferido pelos seus consocios.
tem enlendido que a base fundamental do credito
social e heneficiar a todos aquelles que nas con-
forniidades dos estatatos tem dircito, satisfazendo
ella este. compromisso de bonra julga-se com di-
reita de exigir daquellcs socios qtie se acham a
dever quer as mensalidades quer bilhetes de be-
neficios obtidos em diversas emprezas, que se dig-
nem entrar para o cofra social com as quantias
correspondcHtes a seus debitos, afim de nao so a
Jirectoria poder desassoinbradamente abrir os co-
fres da bene.'icencia a seus irmaos; assim como dar
conclusao as obras que actualmente se acham fa-
zendo na sede social. 0 irmjo director, coavicto
do espirito humanitario de sens consocios, p6-
de que fagam com qtie os seus pmpostos sejam
inidados," para enjo li a a directoria tem aberta
a casa de suas scssees todas as quintts-feiras de
7 as 9 horas da noite e domingos de 11 as 3 ho-
ras da tarde, na rua do Imperador n. 3.
Secrelaria da Sociedade Beneficente Luso Bra-
sileira, 14 de outubro de 1873.
- 0 1.? secretario da directoria.
Bemo de Sonza Mira.
Consulado provincial
Na forma do art. 18 do regulamento de 7 de
outubro corrente, sao couvidados a virem retirar
as suas peticoes, para confonna-las com as exi-
Jgenciasdo mesmo regulamento, aquelles quo pe-
rante esta reparticjio-tiverem rcquerido a isen-
';ao do imposto sobre seus estabelecimentos pelo
facto de serem os mesmos exclusivamente servi-
dos por caixeiros nacionaes, no anno financeiro
corrente de 1873a 74.
Mesa do consulado provincial, 15 de outubro
de 1873.
Antonio Carneiro Machado Rios
___________________Administrador.
iNSI'ECEAO DO ARSENAL DE
MARINHA.
Fa -se publico que nesta data foram vistoriados
os vapores Pirapama, Parahyba, Cururtpe, Cama-
ragibe e Imperador, sendo os tres primeiros da
companhia pernambucana do navegaeSo costeira,
e os dous tiltim is da companhia vigijante de re-
boque; a cojimissao e de parecer que os referi-
dos vapores podem continuar no servico em que
se erapregam.
Inspeccao do arsenal de marinha dc Pernam-
bueo, 15 de outubro de 1B73:
FriHciee* Mmnano Slepple- da-Silva,
Intpcetbf.
Cominantlante Cisnelle
E' esperado ale 22 do corrente, e seguira depois
ua demoia precisa para os portos do sul acima
indicades, entrando dentro do porto, quer ua vin-
da da Europa, quer na volta.-
Relativamente a fretes, enommendas, passagei-
ros, para os qnaes tem cxcellentes acommoda';6es
por prccos reduzidos : trala-se.com
OS CONSIONATARIOS
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA & C.
42Rua do CommercioEntrada pela rua
do Torres.
MOTH
SANTO ANTONIO.
i'ai'iiii' .Sleaiii i\'avigaHoH Cuispao}
Unha qiiinzenal
0 PAQUETE
\\laPi\R\lSO
3spera se da Europa ate o dia 26 do corrente,
s depois da demora do costume seguira para o sul
do imperio, Rio da Prata e costa do Pacifico, para
mde rccebera passageiros, encoipmendas e dinhei-
ro a frcte.
OS AGF.MES
Wilson Howe A C.
14BUA DO COMMERCIO14
Pretentie segoir coitimuita brewidade o palha-
boteVoWn ^w*r, tem pnrte de sen. carreijSmen-
to a boFda.: pan* o resto que Ihe falta trita-se
com os seus consignalarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevadb A G., rn do Bom Jes^a n.;lj.
Para passar a festa
. Aluga-se a casa terroa na rua de S Bento, em
Olinda, n. 17, com sotea e bastantes commodos
para familia, e quintal murado, perte dos baahos
salgados : a tratar na rua da Imperatriz n. 7!).
Attengao
100$000
Giatilica-se com esta quantij a quem agarrar a
mulata escrava, Balbina, baixa, cbeia do corpo,
cabellos cachiados e ralos, que tendo sido ha tem-
po cortado, preseiitemente amarra, tera uma pe-
quena C'catriz em uma das sobrancelhas e outra
em uma das miios do dedo pela parte de dentro,
que priva de r.bn-la pe feitamente, e ja andou
fugida em Goyanna, Itamaraca, Iguarassii; sendo
amasiada com um soldado do 2, foi presa na al-
deia da fortaleza das Cinco Pontas : quem a pe-
gar leve-a ao Caininhonovo, em casa do Sr. Joa-
quim Luiz GoncaKvs Penna, ou a rua do Viscoude
de Govanna n. 89.
tempo que se ennvenriouur, sem pagar aluguel
Klgum : traia-se ci in o seu ijrjprietano na rua
Iiuque de Caxias ( 1 audar.
AOS 5:000^000.
BILnETES GAMNTOftB.
1' ma Primriro dc ifargo (outr'ora rua do
Crespo) 7i. 25 e casas do costwmt.
Acham-se a venda os felizcs l.iihetes gar*]dos
la 2* parte das loterias a beneJicio da iaSmi de
Afogados (70*), que se cxtiahirana terca-feira 21
do corrente nicz.
PRECOS
Bilhete inteiro 0*000
Meio bilbete 3*000
Quarto 1*300
EM POHQAODE lOOCOOOl'AHA CIMfr."
Klbete inteiro 30666
Meio bilhete 2jTf30
Qnarlo 1*375
Manoel Martins rtlty
Faz-so negocio coin a da i ui da Ne-
greiros n. 147, ou so admit!" hid secio coai ajgum
capital para lomar onta, por ter de retirar-se
para fora da provin -ia o encarrecd-> da mesma
padaria : a Iratai no dito ostubclreimento a qual-
quer bora on na rua do Vig.irio n. 33, tavcrna.
Prciisa-se de um caixeiro com pratka de
laverna de 12 a l(i annos : na rua Imperial: nu-
mero 9ft,
- Aioga-se o l. e 2." andar.'Tda easalla- rua
do Imperador n. 50, com lions com nodos.
O Extracto tomyosto ue
a casa tcrrea na Una dos Itatos
frente para a.estrada do Hospicio,
cornmodo para familia
quez do Olinda u. 4.
ii OS, com a
com ba:lante
a tratar na rua do Mar-
ia.
Sabbado 18 de-outobra
A ** Cf9 horns era |*nt o.
B.-1 rcjireMnM*iiili>
do drama em 5 actos e 6 qoadros :
Santa Casa da Misericordia
do Recife.
A junta admiaUlrativa da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife, '.ompetentemente autorisada
pela pre>idencia, em data de 3 de setembro do
anno proximo findo, e de conformidade com o que
dispde o 9. art. 52 do seu cum romi=so. per-
iiaU (ior apolices da. divida publica a fazenda dc
criar gados quo possuo e pairimonio dos esta.-
beleciojentos de caridade a seu cargo denomina-
da Carmuba siu im termo de Floras desta
p.jvincia, com terrenos para erlar e plantar, e
eom algum gado cavaHar e vaccnm,
POBRE MAI.
Terntinara o espectaculo ocm-acomedia em 1
aclo :
os mm m mi
Os p#eim for.
0 hiiite Garibaldi segue em poueos dias para o
i orto acima : pwa carga tratase com Tasso Ir-
maos & C. a rua do Amorim n. 37.
mm
Litiais,
liK
iim cfiiKfelelyM d* pr^ta' do Porto
POR KiTERVE^AO J)0> MCMTE PINTO
No segdudo andar do sohrada da rua dxfc Bom
Josu* ii. .., por oecasiao do leil*o de moveis loti-
fa e crystoes.
Attencao.
A' rua do Livrameuto n. 1 precisa-se fallar com
osSrs. loscBotelho Pinto de Mesquila e Joao Fe
lizardo dc Amorim, a negocio que nio lhes e es-
tranl'O. _____
0 tenente Latiriano J. Pimenla c
os alferes Felix B. M. Telles e
Amancio A. de Oliveira, convidam
sens amigos para assistirem a niis-
sa do selimo dia, pelo rcpouso
eterno de seu companheiro n alfe-
res do 2. batalhao de infantr.ria
Augusto Fortunate da C. Campello, que tera lu-
gar no dia 18 na matrii do S. Jose as 7 1|4 ho
ras da manha.
Joao Pereira Montinho c sua mu-
lher Idalina do Sotaa Montinho,
mandam na terca-feira 21 rio fur-
rente, pelas 7 horas da manha na
igreja da Madre de Deus, cele-
brar uma missa por alma de D.
Othilia Liberalina de Oliveira Sim-
la, selimo dia de seu faliucimenlo, c rogam as p. s-
soas de sua amisade, bem como a familia e pa-
rentdsda fallecida para assistirem a e?le rate de
religiao e ca-idaae, pelo que se Cjnfessam desde
ja agradecidos._____________"________________
Amelia Tertuliana Santa
Rosa.
_ Manuel Marlins de Amorim con
vida a seus amigos, e narontes 1a
fallecida Amelia Tertuliana Sant.i
Rosa para ouvirem uma missa que
pelo sea eterno descanco manda
resar na igreja da Pcnha, no an*
niversario de seu falleciinenlo, fflb-
bodo_ 18 do corrente, as 7 horas da manha. por
cujo*favor desde iase confessa rccmhccido.

.V's 8 1| horas,
Terceira e ultima representtcao do drama
MARIA JOANNA
terminando com a comedia
Irmaos das almas.
niente ahora indicada.nps pedidos. Lsts> eite fn
31 ca:\as;(}<)aa-feog**8 tfe Lisbea niaroKB
SKXlA-fKlftA- V9 W t'.OivftOTE
A'S 11 HORAS ttt PONTO.
0 preposlo do agaate Pesbui* fiwra teiiaBi por
coma e-mieo. def qafem^ purteueeTs, com hngitiK d- LtstWs, marea B'ns: 4, 6^J o 8,
" Hoj^
A's i ia.iwKiUTi
Xc armazem dv :e.r;-oute d'alfaudega..
Leilao
Em attencao aos pedidos que Iho tem sido fei-
tis, empreza uVclara qne nao. e conveniente
antecipar a bora habitual dos espectaculo* por-
que, aiuda depois dassa hora, i que uma grande
carle dos esfvectadores- coneorre ao flfcaire, ma-
xime aquelles que perleneem a ctasse eomtner-
cial, para os qnaes ser*sWnmnmeMe mconve^ ras, tofa, louca par* cha e iantar, copo, caltees.
DB
iK>vis-, ioiK';i. rrvstaes e- pratH
A SABER:
I'm piano forte e novo. 1 eadcira e musieas, I
mobilia de jacaeaHda. 1 ilita de amarello, cadeiras
de balance, quadro>. jarres, tapete*, veneziaaas,
escarradoiras, casli^aes e niangas, frascos, ligu-
ras, candieiros a gai, 1 cosmorama, reduaas com
flores artificiaes e I lustre do 2 b'acos.
Uma cama francexa* cortinados, 1 oonjmoda e
2'ca.feides. *
Wma mesa el-stica, fnardas-lonea, 15 cadei-
tprrafas, Qompoteiraa, garfps e facas, qoariinhei-
Ao commercio
0 abaixo assigundo faz publico que ieiirmi-se
do arm?zem Baliza da rua do Livram'-nto n, :i8,
no dia 30 de junlio proximo passado, doLXAudo de
ser empregado dos Srs. Almeida Lopes C. com
quem ajustou suas contas, recebendo da referi-
da firma o saldo de sus servir-os; ficanrto des
ta forma isempto de qualquer fesponsabilidalo
que se Ihe pos&a atiribuir coin relacao aos nego-
cios da meMiia casa, duradte o tempo quo |nr-
maneceo nella.
Recife. 16 de outubro de 1873.
Jose Ferrcira Lopes.
^ft. A professora publica Anna Monteiro
y "de Lima Rego Valenca, habilitadn pa
ra ensinar franccz e piano, oflerece-se
;- aos pais de suas alnmoas para lhes
ensinar estas materias rWpoM das ho-
ras de Irabalho de sua aula.



CR1AD0
Precisase de um criado qua seja .ceia-
do, o de oonducta afflamjada ; pagu-.-o bem : na
rua da tlniao n. 17.____________;
Aluga-se a casa grande uo Menteiro, a mar-
gem-do no, com muilos commodos, quintal mrra-
do, bantieiro dNtinto 50 palmos, e fresca : tra-
tose com Sl'scarenhas, no sitio junta
ALSAPARRILHA
Do Dr. Ayer
0 PURIFICADOR DO SANGUE
Para eurar eitoi mcleitiat qua provem de vlcio ou itn-
purcta do Sangue, e da Escrofula.
MOLEST/AS CUTANEAS, CALLOS, MANCHAS,
IRRUPCOES, ETC.
Rheumatismo e Gotta, Dores e
Affeccoes doe Ossos, Mai dos Ol-
bos, Debilidade ou fraqueza geral,
Dyspepsia, Incommodo do Fleado, i
Uma falta geral de saude e uma'
fllspoaicao facll ao sotTrlmento, tem fallar de
varios outroe incommodoM, alguma pequenos, outrot terics.
b&o os resultadoe e consequeucias que ruau tarde ou mais
cedo occorrem.
AS MOLESTTAS de quo padeco o texo /ewUnino, tua-
beni, quasi sempre sao deridas 4 mesma causa.
O unico tratamento efficaz a uni.-a
manelra segura^a readquirir a aaudu o
de restabelecer o oorpo, t mediante o
emprcgo fiel o constanto danmfun-
fleador Alterante como a
SALSAPARRILHA AYER.
A sciencia medlca apresenta este remii-
dio ao poro como o melhor e o mais
seguro que ella conhece para o flin
dosejado.
AUm da raiz da Saltaparrilha ella ( eompotla doe prtm-
cipaes lubttancia* mediclnaet que a experiencia tem demoa-
trado serem as melhores que fbrnece a nasvrexa e que a
arte tem descobtrto para exlirpar do saiigue e dos humores,
essos views e corrupebts que sao apermen de tantamolettstt.
Logo que a Sauaparbilha Ayib baja penetradoto
systems, comeoa entao a obra de reatabelecimento.
KSo 6 n'um momento nem em um dia
qne a molestia desapparoce.
Poueo a pouco, degrao sobre degrao,
o sangue ras readquirindo sua pureza, o
mal Tao ccdendo e a saude, o vigor a
robustez, appareeem!
Medicos de alia reputa{5o concordam
no valor e utilidade d'oste inesumavel remedlo.
Todos os dias appareeem novas proves da suaa virtudof.
Todos os dias augmenta o consmno.
O poro todo, inteUlgente o obsorvador T n'eUe um meio
Cdedig-no de lirrar-ae das suas principles doeneas e de
restaurar sua saude e por conseguinto tornar mais alegre
sua existencia e mais duradoura a sua vida.
E* um Especifico contra grande parte chronlcas, Rheumatismo, molestias eutaneas, etc ,
que sao eausadas pela Iufeccio venerea, ou antiga ou ker-
dada.
M si
9$
A malor parte das molestixi
clironicaj, e mesmo das outras dn
que soffra o povo, se origineui
n'um estado doentio e morbido
do sangue.
Logo que este alimento da vide*
nBo estiver puro e ou que so
achar carregado com a Infeoelo da syphilis (talvez ja do
annos passados), a molestia ha de apparecer sob uma ou
outra forma e apresentando differentee symtomas.
PBXPARADO FOB
I>r. J. C. ATEB A CA.. Iiowell, Maaa.,
Estados TJxiidos,
. VMmiwt Prorticoi e Jjialyticot,
M^J
<
i


----- *


Diirio dePemamouco Sexta feira 17 de Outuoro de ).S4.
D.\ -
41 Run do linperador 41
D.s proprietaries deste estabelecimenm, no inluito do Ihe eonservarem os cro-
ditos de primeiiu neste gt-nero, euntinaam a csmerar-se na preparaeao escrupulosa
ihi mui loedicaroenlos, podendo Rarantir ao rcspeit.ivel publico desta cidade e in-
terior'<|ue sae riforusamente obrervadas todas as regras pharmacologies. Outro
sim, que com o niesmo fim ncfa-se a testa do estabelncimento, tendo a sen cargo a
inspeccao tie soas preparaooes o direccfto do consnllorio, o acrediudo medico ho-
tneopatha Dr. Jesnino Augmto dosJSantos Meilo.
Tcm todos os rnedicamentos especiaes para bexigas e os considerados pro-
servativos : assim tarobero, es medicamentos da sua drogaria em todas as dym-
naoisaccies conhecidas e rnais usadas.
Carteiras bomeopaticas de 12 a 120 medicamentos em linturas on globoJos e
a excel ente obra do Dr. Mure Medico do Povo em 3." edic&o.
ffl DROGARIA HOMEOPATHICA i3
ffi
D
8
Chocolate homeopathico d'Epps.
Encerado de arnica.
Pos homeopathicos, para dentes.
Jcric6, para rheumatismo.
Matamata ou Jaboty, para tosse.
Espirito de Hahneman ou dc eampbo-
Plomeria, para mnrdodnras de cobras.
S.irra enta, para bexigas ( ou preser-
Vaccina, para bexigas ( vativo.
China cruzeiro, paia febres interim-
tentes
Schynns, para angina.
Calendula, para queimaduras.
Tarantula, para paralysias.
Carnauba para syphilis
Consnllorio kineopalhico
DO
DR. SANTOS MELLO.
Consultas das 11 horas da manhaa 1 da tarde.
Cactus Grandifiora,_ p.ira pneumonias
ou molestias do coraeao.
FABRICAeLAB0RATORI0,33,CITE DES FLEURS.BAT1GN0LLES-PARIS
VINH0BORDEAUXQUINADQBCHEVRIER

De nma riqueta incomparavel em principios artivos, tonico. fortificante; emprega-se nas febres rebeldes, na
cenyalescencias tardias, nas diarrheas cbronicas e cm lodos os ia.-os d'atonia.
VINHO
EGHEVRIER
Possno as mimas propricdades do que o anterior, mas emprepa-so com preferencia para as mnlberes, u
criancas e as pessoas cujo eslomngo c dcbilitado.
Que reune os dous agent?s mais poderosos da llierapcutica, soborano na clilorose, na anemia, leucorrhea,
pjsmenorrbea, nos meninos durante sen crcscimcnto o nas don/.ellas no momento da puberdade.
VINHO, PEPSIN A e DIASTA^CHEVRiER
O digestivo mais horoico que se conhece, tavorcce a assimilacao e rcstabelecc instantaneainente as funccoet
do apparalo digestivo.
VINHOaoPHOSPHATOoeCALdICHEVRIER
Na lisica pulmonar, fecha as cbagas do pulmao attacado, cura as alporcas, o raquilismo restabelece a saude
das pessoas exbaustas pelas vigilias e pelos execssos. Notaveis successos obtidos nos bospitaes.
VINHO DEPURATIVO DO K CALVO; SQBRINHO E
OrSClPULO DO CELEBRE PROFESSOR RICORD
EspcciQco indispensavel para assegurar a cura radical dc todas n- mnle-tins svphiliticas anliguas ou rccentes.
Deposito cm Pernambuco, A. REGORD.
I

- ;&aft*-

56 aRua do Marquez de Olinda- 56 a
(onfi*?oua rua i!u Cudcia)
uOJA DE MACHINAS
Sondo oste nntigo estabelccimenlo assaz conhecido como principal e recommen-
Jado polos gr.mdes depositos e bons sortimentos com quo sempre prima em ter das
melhores, rnais aoreditadas e verdadeiras inaehinaN americaiias para algo-
4So, dos lo 10 d GO errap, e havendo cm todos os tamanhos diversidades de syste-
nas e melhoramcnlns para perfcilo e rapido descarocamento ; tornam-se dignas dr-
serem vistas e spreciadas pelos Srs. agricullores; os qaaes, alem disto, encontraran
tambem mais :
Apurados vxpores locomoveis, de forga
de 2*/j e S'/j cavallus com todos perten^as
precisos para (.rahalharem i machinas para
algodao, ou para outro qualquer mister.
'MaHiiiwis para lavar roupa.
Aradns airirricanos para varzea e ladei-
ra.
Garros de mao para atterros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditosde ferro estantiado.
Ditos com vahula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos parajardins.
Guards-comidas.
Tamptts para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafozos de ferro.
Dita dita di'.os de madeiras.
Trens para cozinha.
F.mfim muitos outros artigos, que sdavista e neste ostabeleamoder?.* eotp
xaminados. .
Ternos de bandeyaa finas.
Correnles para arrastar madeira.
Cylindros americanos pa>-a padarias.
PertenQas avulsos para macbinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para mi-
lho e cafe.
Debulhadores para milho.
Azaite de spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
t'annos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos dechumbo.
Ditos de borracha.
Poiles para feFreJTos.
on

Vuida csla fiigida
aescrava Matilties desde 17 de mar^o do corrcnte
, anno, de ? ra regular, cheia do corpo, pernas Unas, tern uns
carccos no rosto i|ue parece espmhas, falta de
denies na fKtfl :1a parte decima^falla mnito
mansa quo as man desafia compaixao, hoa cozi-
nheira e rnpomin.ideira, e filha do Para, foi com-
orada a s;gra do Sr. conmiendador Luccna, e
muko conhecida porter estado alugada em casa
daManoella'duiisp-ietor, no Monteiro, ella intitu-
la-sede forrao lem sido vista no I'oco da Panella,
Monteiro, Caxarga, Magdaiena e aqui no Recif.-.:
pede-se eoeare; damente a todas aa antoridades
pnliciaes e capitfies de can pa a $ua apprcliensao,
assim como so p;de a qnem tenha amas gnc v,-
rifique nessa.a (|.ne dizcrn ser forras, pois censta
estac ella de ami rjnenib alie a rua, quo se g*a
tificara com a quahtia Be 10 ii a quern a levar a
seu senhor, na r ia do Livramcnto h. 1, a Antonio
de Paiva Ferreir.i; e pr fftsta-sa haver oeWas de
ierv'ujH de t occnlta cm ana caa, m Bftjcnia to lei.
. A'a rua do Barai da Victoria n. 36 precisa ,;e
fallar ao Sr vigai-jo Andre Curcino de-Aranjo Po-
reira, a Dejjocio Ji> seu Jnlares
Estabelecimento de carros
funebres, rua do Impera
dor ns. 9e 11.
ScientiGcam ao publico que para o seu acredi
tado estaticlecimento receberam da Europa um
complete sertimento de objectos funebres ; e ten-
do aug'mentado ao grande c variado numero dc
carros que p com luxo, sendo um para anjo e outro para adul-
to, convidam ao publico em geral a visitar o mes-
on cslabe'ecimento, aOm do desenganar-se' da
verxlade.
Receberam tambem um completo sortimento de
capellaa proprias para tumules, as quaesvendem
I p r racoofl preCo do que cm otnra qualquer
' pa rte. ,
Os proprietnrioi' deste clabelectmento, tendo
rccebid'i do resp<*it iveL publico e de sens amig.,B
iberantea provaa do eoaaiferaclo e confianca,
esperam que m nie-mos contiunarao a utilisar-se
m-< services, para o que o eoci'iitrarao promp-
Jos a bem servi (o?, tantono qne for de laso como
do bom, meJio e minimo, tn to com limpeza e
Pj*ri"eiv;to, .endo os precis os mais commodos pos-
siveis, cortoa de que wu qnal for a quaotia de
que Pv-ssam dtspoi, nao deixarao de ser servidos
com promptidao e asseio.
0 grande puriicador do sangue
SALSA PARRILHA DE BRISTOL
Casa.
Aluga-se a loja da casa n. 61 da rua do Apol-
lo : a tratar na rua da Cadeia n. 3.
CASA
Aluga-se a casa n. 35 da rua das Pernambn-
cana, na Capunga ; a chave tsta no acpugue jun-
to, para ver.
Cura radicalmente os casoa mais tnveterados do sypdilis, escrophulas, rlieumatis-
mo chronico e todas as enfermidades que teem a sua origem na impureza do sangue e
dos bumorcs.
Como garanfo contra as falsificaQoes, cada garrafa devo vir acortipanhada de uma
tira gravnda om ago, na qnal apparece a assignatura dos Srs. Faler & Dunca, sucesso-
res, agentes geeaes no Rio de Janeiro.
Deptfsito II, Porster A C. a" venda nos ostabe|erimentos dos Srs. Ant nio Vlves
Barlioza, M.tur.r & C., Bai lliolomeu & C. Ferreira iMaia AC, e em todas as boticas e
drogarias de Pernambneo.
%M Smnuel Powr Job
ton &0.
-In:,
Pa
!o
Vi.ollo ;.. :>3 e 40
01
\f fill11II (]

Os proprfetartos da fnnJioao peral !r --r.
- i______ J-_____- v-.jrl

-. i iaaiiorea de eogasbu e mail "
nil seas frugueees qa teeml ; .-"'.i -, }< tra estabelecido uui." ...
: p isit. de icc i > V; -| '.' ''' I '*'* a rua d" Broi .
i .. mofod*- t-''^:;- 1 :o"i:i -.cri ;Mor para rja A|i.nPCii.j r obra de aucomoieaia com i ,'- .
i..t'-. tinuaii i l-er < mestniisbr- ^:'!ao. f.va.
. m no 1 c.-i.j.ii';. Os aiesnaa n>(;am a pessoas que -
v.- s
' 'istiii umbem o-'n teem a
1 r-JDrtif^ii i: i;ip 00-
ii .- i .- war* i* n' ir qi
mo t mwnrr" snr mil lo.
-
rira ntilisar s^ de seua servicos ae deixa- ,'-S^i
;.' i h- ee< las fro '".'."a dos Srs. 5a- )^3
Piwe; J.ihu-.i-n C a rua do A pol-
io a. 38 e 40, u:: aobarao pe^ia hai i!i-
tada c !: i" :in ,)u-..aic- entandar-s*. : '.&
Aooareiho t^ara fabricar ussocar, (to svsteaaa. .. 3
WFSTON RKNTHRPUGAL f*
( -.- .!ffnies 003 PrnmaranQro ;i foodijiu tierai.
VERDADEIRO ELIXIR DO DR GUILUE
TONICO ANTI-FLEIMOSO E ANT1-BILI0S0
PREPARADO PORPAUL GAGE, PHARMACEDTICO
TJnico proprietario, rua de Grenelle Saint-Gernai*. 9, em Parit.
A scfao de Elixir GalUM i intelramenle benelica.
Como purgativo no debiliia como OS oulros remedios
desta qaalldade, porem tnnlflca refresca no mesmo
lempo t auiilla a corrigo lodas as aecrecCes; da forja
os diversos orgSos: nio eiige uma dieia severs, pelo
contrario e preclso lomar uma boa refei^.lo a larde
quando se usar delle; pode ser adminbirado com
egual exilo na mais lenra idade como na mais adian-
tada velhice sem nunca causar arcidenle qualquer.
Na dose d'uma colherada pequena deniro d'um
pouco de agua assucarada, seja antes seja depois da co-
mida, esiimula o appetite, aviva las funrcOes digestives,
substilue a tosna (abtinthe), o wtrmoutk e bebidas amar-
gas que M cosluma lomar.
Un folheto que d am rerdadeiro tratado de medicine
usual e domestica se da de grace com cada garrafa
de ELIXIR. Bile indica as doencas aonde o ELIXIR
e utit e o modo de user delle.
As pessoes que quizeren consultar esie folheto
antes de usarem deste ELIXIR, podem dirigir seu
pedido franco ao S. Paul Case, em Paris e na
pruvlncla ou nos paizes estrangeiros, em casa dos
depositaries; ette folheto Ihes seri enlregue de
graca et immedialameotc.
Uesde cincoenta annos a repulacdo do Elixir Oulllld
espalbou-ee no mundo inlerlo pelos servicos que
que cada dia elle presta aos medicos e aos enfermos en
casos graves ou desenganados.
E sobretudo util A classe operaria, a quem elle poupa gastos considera-
veis de doencas e tempo perdido. pols com o ELIXIR GUILLIE, as curas
sao rapidas.
O Elixir Guillie vende-se em todas as principaes pharmacias das Americas, nomeadamente
no Pernambuco : A. REGORD; BARTHOLOMEO E C.
Appro v a do
pela Ac'ademia
de
Hedicina
de Paris.
Autorisado
pela
circular especial
do
MlNISTRO.
FERRO QUEVENNE
,^?!i55?:L j'8_i,.'.??^,?ia' flux? brano, cansaco e debilidade geral. perdas, irregularidade na men-
i Pela roiudei
itruacao seja das senhoras casadas ou das meniuas debeis.-
deta da dose que se pode era-
pregar.pela efficaciade raa accJo, o FERRO QUEVENNE ayanuja-se sobre lodas as outras prepa-
%ris (Annuario de 189, p. 146).
\brica acima indicada, a flrma
, deposltario geral, em Paris, t*, roa des Beaux-Art9.
7?T rg-THTir-------^s ,0 mdidM- vw
"' ^ MO grageas. 5
180 grageas. S
racoes ferrugineas. Bouchardat, professor da Kaculdade de
Par* eyitar as falsificafOts numerosas, exigir a marca de fabrica acima indicada,
Queverme, e o nome de f mtYi'o Genevoix, deuosii
0 Ferro Quevenne
Tende se
em frascos de (medida para dosar).
Deposito em Pernamburu, A- REGORD. e nas pharmacies acreditadta.
Acabam de chegar pelo vapor americano
de. Havana dous snbditos bespanlioes, ntndelles
e prefenvel prclissicinale aiiricnllor. e hu-
tro 6 marliiniRta e lambem nte>tre tie aaitncar: as
pessoas tpie se quizer utJi!>ar de sens tefvicoK, po-
dem dirigir-*e ao .coosulado do Hespanlia quo se
dira onde se aitiiam
Alnpn-se um excllente terrvno sito a jtrada de Unit do
Rego em Santo Araaro, com 100 palmoa de fr6o-
te a (00 de fundo, an q:i.il axlHe uma ffrande
plan'.i de capim : itM-ae ;i rua da Aurora n.
113, fenda.
Negncia se uma eveencio com bypotlieca no
dngeiihn Hoarica do termofje Ipojtica': a enteu
aer-se co'n e- St. Seyejian: Si Siqowa Caral-
eanie
Saqmis para todas ascidades e
villas de Portugal.
Carvalho & Nugueira. saccam sobre- o
banco coiTiinerci.il tle.Vinnna, esUasagflD-
rins ni to'las as ciiiadfes villas de Porta-
g;il. qrjalqunr qii.uitia a rista ou .t prazo e
per lu'IwMi paquetrts: & rua do Apollo
n. 20. _______________ _
A visa se aos iDdueotes d<* Uaohns valgado*,
qne ninda se ac.ha por aluear uuia casa born pcrio
do banriii, com boas comro-ididadt-s, em boa i"C
lulade, d'. dn Cstato, em Oliqda : a tratar na ma do
AIJuben.6.p.
CASADOOUKO.
\nn 5:0002!<000
Bilhctes garantidos
i n. OS, e casa do coxlittne.
0 abaixo assignado auaba de vender nos seu;.
maito felizes bilhetes a sorte de 5:000*000 em
luatro quartos de n. 135, a sorte de 8004000 em
dous quartos don. I333.a sorte de 300* em bilhete
inteiro de n. Ii05, e qualro quartos de n. 1906
com a sorte de tOOs ; alem dc outras sortes nie-
uores do 10*000 e 20*C00da loteria que se acabou
de extrahir (Wi ; e cenvida aos possuidores a
virem receber, que prompt amen te sera > pagos na
fbrma do costume.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiu
vel publico para vir ao seu estabelecimento com
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixarao dc
tirar qualquer i remio, como prova pelos mesmc J
annuncios.
t.;Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
"antidos da 2' parte da loteria a benericio da
matriz dos Afogados, que se extrahira no dia 21
do corrente mez.
Prccod
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*500
De fOOQOOO para elma.
Inteiro 5*500
Meio 2*750
Quarto 1*375
Recife, 11 de outubro de 1873.
Joac Joaqmm da Costa Leite.
COZLNHEIHO
Precisa-fc de um bom cozinheiro : na rua da
Imperatriz n. 37, primeiro andar.
Casa do canpo.
OITerece se, a qnem qufeer faier oa eoMntM
aecessarios, o arrendamento por alguns annos da
gra?a, da excellente casa sita na Porta d'Agua,
que foi do flnado Dr. Jcaquim Pires Carneiro
Monteiro, passando-s ga anca. A locahdade ( muito saltibre, e a casa
muito fresca, tern niagnitico bauho de agua di-
ce em front?, c t: ntuito commoda, vino quo o>
trem para dofronte : gir-se ao Sr. Francisco Carneiro Slonieiro, am
Apipiicos ao Sr. Praiirisco Ignacio Pinto, rua aVi
lom Jesns, ou ao Sr. Canuan, rna do Coasmtf-
:io n. 40. : .
0 Sr. Antonio Luiz da Costa, que foi nego-
ciante em Olinda, na rua de S. Bento n. 45, e
cham-ndo a mesiia cidade.a rna do Commerpio n.
24, a negocio que S. S. bem sabe.
De cAsamcntos.
De baptlsadlos.
De bailes.
De soirees-
De almocos.
Me lanehes.
De bieUnieks.
De ceias.
De (udo de imio
Se cnearroga a confeitiria do Campos.
E alem disso
A confeitaria do Campos
Estd sempre provida
De tudo qaanto e preciso para
L'ma hoa mesa.
Rua do linperador n. 24.
1 CQNSULTDRIO I
2 MEDICO-CIRDRGICO 1
^ DO 0
m Dr. J. IE. Curio ^
jtt Rna do Mar'qnez de Olinda n. 2>", pri- ttf
meiro andar.
iS Consnlta das 9 horas as 11 da manhs. PK
& Chamad.is a qualquer hnra. i@
fi*C{?nsiiltoM loeico-clnirgico \
9 he 'K
% k. B. da Silva Maia. ^
jis i'.ua do Visconde de Albuquerque n. ^
11, outr'ora rua da matriz da Ba-Vfsta S
S n. II.
y* Chamados : a qualquer bora. Jr
rj Consultas : Aos pobres gratis, das 2 as Ut
ti 1 horas da tarde. fa
^ Consultorio homeopa- 0
9k thico S
0 Do Dr. Santos Nello &,
M-------Rua do linperador-------11 i
_^ Consultas todos os dias das 11 a 1 da 2
tarde. f&
jA Gratis aos pobres. >?
S Residencia a rua Nova n. 7, Pegando -^i*
andar. onde da consultas das 6 as 9 da fjr.
% nianha e das 3 as > da tarde. Wt
SR Chamados a qualquer hora. X
% Consultorio medico %
fi DG % m
'J Dr. Hurillo. w
V RUA DA CRUZ N. 26, 2- ANDAR. 5f
tj Recem-chegado da Eurega, onde fre- \g
P) quentou os hospitacs de Paris e Londres (m
jfj pode ser procuradq a qualquer hora do Q
Q| dia ou da noute para objecto de sua pro- O
m fissao. Q
ff\ Consultas*do meio dia .is duas horas f\
M\ da tarde. It.
jg. Gratis aos pobres. 's
jf, Rspecialid'ides.=Mo]c^ii.s da pelle, de V
w crlanca e de mulher. Q
ft Emprega no tratamento das molcstias Q
} de sua espccialidsde as duchas frias e ft
Q banhos a vapor, para os quaes trouxe rj
F\ os apparelhos mais modernamente em- Q
pregados na Ruropa. 'm
'W\ Tambem applica com grande proveito ^
Aluga-se uma casa para grande familia, sita
a ran nova de Santa Rita ; assim como um bom
armazem na mesma rua : a tratar per cima do
trapiche Dantas.
MOFINA
Esta encoura^ado III
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello
escrivao na cidade de Nazareth desla provincia, o
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con-
cluir aqaelle negocio que S. S. se compromet'eu a
reaJisar, pela terceira charriada deste jornal, em
tins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passon a fevereiro e ahril de 1872, e nada cumprio;
e por este tnotivo e de novo chaniado para flito
1m, pois S. S. se'deve lembrar que este negocie e
le rnais de oito annos, e uu udo < Rr, swl tilho se
ichava nesta e.id"f!e
CWxei o
Precisa-sc do um menino com pratica de mo-
lhados, para a cidade da E-eada, garanU-se bora
ordenado : a tratar na ma Direita n. 35.
Precisa-se de uma ami. escrava par? cozi-
nhar ensaboaJr : na rua da Penha o. 23.
Casas para alugar para a fes-
ta ou por anno
Um sobrado no Poco da Panella, na rna do*
n. 5, coin 4 salas. 5 quartos, saleta, coiinoa ftr
e quintal murado
Uma boa rasa terrea nova, com cocheira, esth-
baria, pequeno sitio, a uiargem do rio n. 35, da
mesma rua.
. Uma casa pequena, porem com bons commodes,
na travessa da Cruz das Almas .ao pe da casa ver-
inelha n. 2. I'odns a tratar com o commendadnr
Tasso.____________________________________
Casa no Monteiro.
Aluga-se por festa, on por anno, uma casa com
baatanies commodos para uma familia regular,
com sitio bastante arborisado, com agna de be-
ber : na estrada do Monteiro, perto da estacao do
Caldereiro : a tratar na mesma, on na rua Nova
AO PUBLICO
Oiu'ii! iiiiiis coinniddo ciTerece ?
Inconteslavelmente a loja de calgdoj$estrangt.t-
ro que mais commodo offerece em geral, coin espe-
cialidade ao hello sexe, 'e o PARIS NA AMERICA
a rua Duque de Caxias n. 59, primeiro andar (at
tiga do Queimado) e a razao ? a mao 6 simples .
um cavalheiro (amante do rAigtif^'piir certo se
in oninioda quando, para couiprar tun par de bo-
tinas, ve-se forcado a experimcnta-la sobre um
pequeno e nueroso pedaco dc tapete (systema ma-
carronicol nao podendo desta forma conheeer se
a botina Ihe fica boa, pois, nao tem espa>;o para
experimenta-la, ao menos que nSo a estrague dan-
do apenas um passo, tjue chegaralogo ao imman-
do lad'ilho ; o que nao acontece no Paris na
America, onde pode se passear a vontade e desla
forma eonhecer-se se fica bom o calcado : para o
bello sexo, entao e quasi impessivel, que uuia se-
nhora (do bom torn) queira sujeitar-se a experi-
mentar calcado ao lado de um baleao, ondo en-
ira quem quer, ainda mesmo para comprar : o
Paris na America nao resente-se desta falta ; tem
nm bem preparado gabinete reservado, para as
Extnas. que alii poderao estar em perfeito commo-
do para a escolha do calcado.
Nao terminam aii as vantagens ou commodos
do Paris na America a rua Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, consiste tambem no bom sor-
timento de botinas para homens, dos melhores e
maisafamados tabricantcs da Europa, como Me-
lies, Suser, Polak, etc., etc., e grande variedade de
chinellos e sapatos, assim tambem um lindo sor-
timento de botinas para senhora, e sapatinhos de
muitas quahdades i|ue poderao satisfazer a esco-
lha da mais capichosa senhora (do bom gosto) ;
pelo que lica expendido, esta claro que a loja do
calcado eslrangeiro, que mais vantagens offerece,
eo Paris na America, rua Duque de Caxias d.
59. primeiro andar, anttsa rua do Queimado
A espada nacional.
0 Lima da loja de ciigu?iro da rua do Cabu-
ga n. 1 B, tem um completo sortimento de per-
teneas para a classe militar como sejam : nonets,
barrettnas, lalabartes espadas, dragonas, char-
lateiras, bandas, abotuaduras de todas qualida-
des, galao de ouro e p'rata de todas as larguras
e lodas as mais1 pertencas para guarda nacional,
primetra linha e armada ; assim como, franjas
de euro dc todas as larguras e enfeites para bor-
dados, canutilhos, etc. etc. Tambem se encarre-
ga de qualquer fardamento e obras de cabellos
por menos 20 por cento do que em oulra qual-
quer parle. Garante-s.i limpeza c promptidSo : a
rua do Cabnga n. 1 B.
6
m
ICO
@
*

5 AogOSlo Trajano de Ilollanda Chacon, -
#9 Dr. em medicma pela faculdade do Rio fft
mm de Janeiro, chegado ha pouco da Europa, jgC
y onde nos melhores hospitaes dedicou-se *?}
??* aos estndos de sna pronssio, e Tim es- w
p-^cialfdade as nperacSns e ,-i molestiaa jM
!j dos olhos, tem o t ii escriplork) na casa j
'iv ffi (aniiga das Cruzes) n. 9, 2 andar. ^f>
ConsnJtasdaa 7 as 9 horas da nianha ,^L
4< Grails aos pobres. j^f
Escravo fugido.
AusenIou-?e do engenho Jaguarjbe os escr-
vos seguintes :
Manoel, crioulo, alto, secco, com falta de dous
dentes na (rente, rosto comprido, cabellos ca-
rapinhos, olhos vivos, nariz grosso, bocea regular,
sendo 0 beico superior mais grosso, e orelhaa pe-
quenas ; Nasceu em Bezerros, d'onde veio para
o engenho Raiz. da fregtiezia da Escada, foi al:i
escravo do RaraS de Amaragy, sendo que perten-
ceu em Bezerros a Antonio Martinho dos Santos.
Mariano, prelo, com idade de 20 annos, sem
barba, ro>to oval, nariz grosso, bocca pequena,
olhos regulares, testa estrcita, tem os piis gran-
des e grossos, hem como as juntas dos mesmos,
e algumas marco? do feridas nas pernas ti lilbo do
Moxoto e foi escravo do Antonio Alves, morador
no lugar Agreste. ,
Pede se a quem o apprehender deo levar a rua
Nova n. 8 que sera generosamente recompensad".
IS Desencair.inliou se de bnrdo do vapor Bahia
um bahti de courO com o rotola seguinte Gor-
dilho Pernambuco; quem o tiver condnzido
por cngano, leve-o a rua do linperador n. 77, i.'
andar.
Garanhuns.
Na rua do Barao da Victoria n. 36, precisa-se
allar aos Srs. Pedro dn Rego Chaves Peixoto e
ose Paes da Silva, a negocio de particular inte-
ssse.
I DECTISTA M PAWS -k
19- RUA NOVA! 9
J. M. Leroux, cirur-
:: giao dentista, succes-
* sor de F. Gautier, es-
g pera continuar a me- g
recer a confianca dos |$
clientes da casa, edo ||
respeitavel publico em
geral.
.u^t
+
i

'
f*|rt:I
Coiitinua a estar fngido o escravo pardo.de
nome Trajano, o qual consta ter andado por Olin-
da, Beberibe, e ultimamente foi ^isto em (guaras-
sii, intitulanrto-se de forro, e tem os signaes se-
guintes : falta de dentes, pouca barba, bastante
amarello por suffrer de frialdade, falla descancado
e nm p nco fanhoso : roga-se as autoridades po-
liciaes e~aos capitaes de. campo A apprehensao de
dito escravo, e o favor de o levarem ao abaixo as-
signado, a rua do Vigario n. 21, V andar, que
sera gratilicado.
Domingns Alves Malheus.
Para casa de pr-quend familia, preci-
sa-se le uma rapariga brar.ca ou do rdr que
saiba dc crsstura e engoinmados p yara fuzer
companhia 6, dona da c-sa qu-jr aqui na
provincia, quer para f6ra, nestas circums-
tincias, trnbs-f" na run da ImperatriE n.
10 1," andar.
>
.
'?
i


i
_Il
1 w -f .

:-'-


Xario de Pemambueo Sezta feint. 17 de Outubro de 1875.
;

=
NORTI1ENT0
M R D [V; I N A
Preparado poi
lanmarnfc klemd
para i'.iUica
(oda a qualidadt
de doencas, quer
seja na garganta,
peito ou bofes.
Expressamente
escolhidodosme-
Ihoresfigadosdos
quaes se extra he
o oleo no banco
da Terra Nora
pu rificado chimi-
|Calmente, o suas
Ivaluaveispropri-
"edades conserva-
das cem todo o
caidade, em todo
o frasco se garan-
teperfeitamen-
te puro.
Este oleo tem
sido subrnettidO
a urn exame mui-
to severoi, pelo
chimico de mais
talento, do go-
verno hespanhol
em Cuba e foi
pronunciado pof
elle a conter
MAIOR PORCAO D'lODINA
d que outro qualquer oleo, que elle tem
examinado
IODINO E UMPODFR SALVADOR.
Lm todo o oleo de figado de bacalhio, e na-
quelleno qual contem a maior pjr^ao dest*
invaluavel propriedade, e" o unico meio para
curar todas as d<.*encas de
GARGANTA, i*EITO, BOFES, F1GAD0,
Phtysica, bron-histes, asthma, catharrho,
tosse, resfriamentos, etc.
Uns poucos frascos da carnes ao muito
magro que seja, clarea a vista, e da1 vigor
a todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, di tanto
mitimento aosystcma e incommodando quasi
Dada o estomago.
As pessoas cuja org.misacSo tem si Jo dcs-
truida pelas afleocdes das
ESCR0PULAS 0lT RHEUMATISMO
e todas aquellas, cuja digestfo se acha com-
pletamente desarranjada, devem tomar
OOLEO DE FIGADO DEBACALHAO
DE
LANMAN (ft KEMP
Se ioH desejam ver-se livres eisentasde
enfermidades.
Acha-se a vcnda em todas as boticas e
Jrogariss. II. Forster & C, agentes.
0 INEXTIKGUIVEL
PERFUME
4 cclebrc agua Florida
BE
HIRRU ft I, %\ll i\.
Etna pura dUtillacao das mais raras fl^-
r^s dos tropicos. Contem, para assim oi-
/er, quasi o oddr odorifero das (lores ao
tropico da America, e sua fragancia e quasi
inoxhausta ainda mesmo por continuada
e/aporacSo e diffusfio. N'este respeito e
i icomparavel a qualquer outro perfume
qne ha de venda para : -
DESMAIOS, ATAQUES NERVOSOS, DOR
DE CABECA, DEBILIDADE E
RYSTERICOS.
t. um certo e ligeiro allivio. Com o bore
>n, tem conservado sua influencia para
cima de vinte e cinco annos sobre todos os
perfumes, nas Indias Occidentaes, Guba,
ldexico, America Central, e do Sul e u6s
com toda a confianca o recommeiTdamos
como um artigo, pelo sou aroma muito de-
licado, riqueza de odor e permancncia, nao
pode ser igualado. Tambem faz remover
da pelle:
ASPERKZAS, EMPOLAS,
QUEIMADliRAS DO SOL,
SARD AS E BORBULHAS.
Sendo reduzida com agua, se torna uma
excellente mistura para banhar a pelle,
dando um aroseado e cor clara a complei-
$ao nublada, seudo applicada depois de
barbear, evita a irritaQao que geralmente
occorre, assim como tambem garganteandor
e, o cheiro do cigarro desapparece, e me-
lbora a condi^ao dos dentes e gengivas.
Como ha muitas imitates, as quaes nao
possuem nenhumas d'estas propriedades,
deve-sc tomar cuidado e contar somente o
o famoso perfume j cosmetico do sul da
America, cham da:
AGl A FLORIDA
DE
1IIRRAV rt [,l\lll\.
Sj acha 6. venda em todos odroguistasj
pt rfumarias da moda.
Procisa-Sij &i um meniuo de 10 a 12 anno?,
com algnma praiica de tayerna a. iralar nos
Af igad-is, rua do Motocolombo n. 24.
GIVereoe se um homem para feitor de sitio,
tendo liastante pratica de ^lanlafao e jardim : a
tratar na entrada do hospiial portugaez, sitio nu-
raero 4.
' Aluga-se o armazem do recolher na ma do
Burgof b. 11 a tralar na rui da Praia n. 20,
a tratar com Jose Feliciano Nazareth.
DROGABJA. HOMEOPATHICA
DA
yiuvado Dr. Sabino 0. Lud-
gero Pinho.
4S Rum do llarao tin Victoria *a
Contuiua esta antiga casa a ler sempre a venda
os melhores medieamenln* bonie*>pathicos em glo-
bulos e tintur.is, tanto cm carteiivis como nm cai-
xag, d3 diversos tooftohoo, peloc Anguintes pregos
lixos :
Em glohulos Em tintura*
1 carteira ou raixi.de 12
mediV"ameritos 10 g i%l
1 diU dita de 25 dilo Vis 2U
1 dita dita de 30 ditos 20* 284
I dita d la de 36 ditos 244 32S
1 dita dim de 48 ditos 301 401
1 ditiditt de 60 ditos 34* 1**1
1 dita dita de 120 ditos SO* *
Tubos iivulsoii oVi qual-
qupr med*ii-amuto 300 rs. Kt
Vidros ;ivulso5 Mem 1*000 U
Opo-lcldoc de Unas, de Bryoni t para rhi
jp^tismo.
;
AO ARMAZEM
BO
VAPOR FRANCES
RUA DO BARAO DA VICTORIA
M. 7 Outr'ora NovaN. 7
Calfiwlrt
Para liomem.
B0TI.NAS de bererro, cordavao, peHica, lustre e
de duraque com biqueira, dos melbores
fabricantes.
SAPATOES de be2erro, de cordavao e de case-
mira.
SaPATQS de lustre com salto.
SAPATOES aumancados com sola de pio, pro-
prios para banhos, sitios e jardins.
SAPATOS de upete, chariot, castor e de tranca
francezes e portuguezes.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores dilTerentes, bordados.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores difTerentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qoalidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para mcninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
qoalidades.
SAPATOS de tranca franrezes e pbrtugoexes.
Botas de montaria.
! tas a Napoleao e a Guilherme, perm-iras
moias perneiras para homens e meias perneiras
para meninos.
No anmzeni do vapnr (ranee*, ii rna do Barto
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de gu< rni'.oes,
sofas, janlineiras, mezas, onversadeiras .: costt-
reiras, tudo isto muito bom por serem fortes e
lev*3, e is mais proprios moveis para sale'as ega
binpte? de recreios.
No armazem do vapor franee**, a rua do Barao
da Victoria n. 7, outr'ora Nova.
PI
9lL
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes inodelos, dos mais notaveis e bero
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphpnse
Bldonel, Henry Hers < Pleyel Wollf C.: no
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumarias.
Fiaos extraclos, banhas, oleos, opiata e pos den-
trifice, agua de fior de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
cosmeticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ria para presentes com frascos de extractos, cai-
xinoas sortidas e garrafas de differentes tamn-
nhos d'agua de cologne, tudo de primeira quali
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
dray.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victori?, ou!r'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de -lifici-cisies gostos c
plinntazias.
Espelhos dorrados para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvin, de lio de Eseocia e de camurca.
Caixinhas de costura ornada eom musica.
Albuus e qaadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos. ,
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Corrcntes de plaque muito bonhas para relo-
(008.
RrinCQS a imitaeao e botSos de ptinhos de pla-
que
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de cou-
rinho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
e toilette.
Pincinez de cores, de prata dourado, de aeo e
de tartaruga.
Oculos de aeo lino e de todas a? guarnicoes.
Bengalas de luxo, canna, com caitoes de mar-
fiji.
)engalias diversas tni grande sortiniento para
homens e meninos.
Chicotinhos de baleia c de muitas qoalidades
diversas.
Rsporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espunia para charutos e eigarros.
Pentes de tartaruga para desembaraear e para
barba.
Ditos de marfira muito linos, para limpar ca-
beca.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
tes.
Carteirinhas de medreperola para din eiro.
Meias para homers o para meninos.
Gravatas brancas e de scda preta para homens
e meninos.
Campainhas de mola para ch mar criados.
Jogos da gloria, de Jama, de bagatellas, de do-
mino c outros muitos differentes jogninhos, alle-
m5es e francezes.
Malas, boli-as e sccos de viagem de mar e ca-
minhos de ferro.
Argolinhas de marfim para as criancas morde-
rem, bom para os dentes.
Bcrcos de vimes para embalar criancas.
Ce;tinhas de vimes para brajo de meninas.
Carrinhos de quatro roda, para passeios de
criancas.
Venezianas transpareutes para portas e janellas
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz. .
Estereoseopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas magicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para illuminates de
festas.
Baloes aereostaticos de papel de seda mui faci)
de subir.
Machinas de varios systemas para cafe.
Espanadores de palha e depennas
Tcsourinhas e eanivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lante-*nas.
Trntefros de Iouca hranca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
qaa'lros. .
Quadros ja promptos com paysagens e phanta-
zia.
Estampas avulsas de santos, paysagens e pliari-
tazias.
Objectos de magicas para divertimentos em fa-
milia.
Rcalejos pequenos de veio com lindas pecas.
Realejos narmonicos ou accordions de todos os
amanhos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difJQceis de mencionar-se. No armazem do
vapor francez, rua do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Medidas de 40 a 100 metros, pes e palmos para
medir terrenos.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todos
os brinqnedos fabricados em, differentes partes
da Europa para entretenimento das crianeas tudo
a pre os mais resomidos que. c possivel*: no ar-
mazem do vapor francez, rna do Barao da Vic-
oria, outr'ora rua Nova n. 7.
. Cestinhas $m coslura
Grande sortimento de honitos modelds chegados
ao armazem do vapor franeez, Qoa do Ba-ao da
Victoi ia (outr'ora Nova) n. 7.
AMA
Prccisa-se de nma ama qne siiba
(ngommarou cortnbar: narua Nova
n, 7. lo a.
Ama de leitc.
Prprisa-se :U: nma ama A- leito, na rua do Ro-
S.,;i'i l.ll;J.'l II SS. S-'i-Mltlll" .'lilllM*. #
y "' l*i*w*isa-r do nnif :!ia para la
V var i: I'nzinli.n etn ea-a de pequtMia
,V tan.ilia : na rua du Cauibaribe uu*
i**- uwroia
Am9fi Quern prceisar de boas anus para
^vuiah todo 0 servijo, di.-ija-fe ao pateo da
matriz de Santo Antonio n. 6, qne promptamente
sera >ervido. _________^_^^___
~. i|| 7~ Precisase de uma ama para
X \l X ^'*inhar : na puca do Corpo
i~\ I'm. t\ Santo n. 17, 3. andar.______
Ami* Precisa-se de uma cozinneira para
V-llttl ,.as.a jg famjija : a u-atgr na roa do Vi-
gario n. 7, armazem. 2
AttenQao.
20^000.
Precisa-se de duas amas, sendo uma para
comprar o cozinbar, e outra para engora-
mar para casa de uma familia de duas pes-
soas, preferindo-se escrava, paga-se a quan -
tia acima : a tratar na travessa do Vigario
Tcnorio n. 1, das 9 boras da manha ate" as
3 horas da larde, escriptorio. '
Precisa-se de nma ama de meia idade para
casa de homem solteiro : na rna da Penha nu-
mere 33.
"A \f A Precisa-se de oroa ama para cozi
J\JJM.2\. nnar ctn Mga je homem solteiro: na
rua da Praia n. 29.
Aoja- de leite
Precisa-se do nma ama de leite : na rna Direita
n. 3, l- andar.
Ami) Na rna da Alegria n. 40, precisa-se de
J3.iilcli nma amj je afflancada conducta, para
andar com uma menina.
ArviQ Precisa-se de uma ama : na rua do
J\.U.ld> Rosario da Boa-Vista n. 6.
Precisa-se de nma an.a para o servieo de ca-
sa de pouca familia: na Capunga a rna das Crioo-
las n 23.
.1
Precisa-se de uma ama para co-
zinbar e engommar em casa de
uma familia de duas pessoas : a
tratar na rua de S. Joao n. 6t.
"Pede-se ao muito digno cmpiezario dos
theatres Santo Antonio e G-Tmnasiose digne le-
var a scena as eomedias outr'ora tao frenetica-
rnente applaudidas, e intituladas- 0 vellio perse-
giudo 0 tenente casamenteiro e a ratoeira de
a mores.
Oleados
baratos.
Oleado bonite3 e tnuito baratos, para cima de
meza : no armazem Ho vap*T francez, rua do Ba-
rao da Victoria oirtr'ora Nova n. 7.
Prer,isa-se ue nma ama, preferin't'.-se escra-
ya : na jna do Commercio u 40, 3 andar.
No dia 9 do corrente desappareceu do en-
gr-nlio Refresco, freguezia da Escada, o mulato
Caetano, cujos signaes sao os seguintes : idade de
40 annos, alto, grossn, rosto redondo, rabello ca
rapinho c avermelhado, muito barbado, traz a
barba e bigode corlados a tesoura, olhos grandes,
caslanhos e "imperceptivelmente vesgos, dentes
curtos e limados, pes c maos perfeitos. E' casado
com mulhor livre, da qual tem muitos filhos; e a
tereeira vez que se ausenta em procura de alfor-
ria, dizendo, ora queiaeforro, oia que esta ti-
rando dinheiro para libertar se ; servia de feitor
no engenho : quern o apprehend* r podo conduai-
lo ao mesmo engenho, ou nesta cidade a rua da
Aurora n. 13.________________________________
BABY JUMPERS
Velocipedes and Hand Carts
For Boy's.
Elastic Steel matresses.
Ice King Refrigerator.
Perfumagators.
Macliinas para descaro^ar
algodao de 12 ate 30 serr
ras.
NA
CASA AMERICANA
46 Una do Imperador 45
Quern liver aehado um raaco de papel, cons-
tan te de recibos de deeimi=,dc alugueis de casas e
umas eartas de* Panca, e querendo entregar, pode
dirigir-se a rua da Cm: n. 49, q_ae sera recom-
pensado.
Offerece-se um homem para criado de ho-
tel ou casa de familia : a tiatar na rua da Ira-
peratriz n. S6.
Aluga-se uma casa e sitio com muitos ar-
voredos com fructos, no Cbacon, f eguezia do
Poco da Panella : a tratar na rua da Cruz em
casa de Monteiro, Grigorio & C, ou em Sant'An-
na, na mesma freguezia com D. Militina dos San-
tos Jorge.
Alugam-se as lojas das casas da rna da Im-
peratriz n. 49 : a tratjr na rua do Imperador n.
77. I. andar.

MEDRON & C.
aos oompradores do bem conhecido e acreiitado rap6
AREA PEETA, que reparem nos botes e msios botes,
pois que os ha de rapd de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma c6r, cujo desenhc se pbde
confandir com o d'aqnelles.
Os apreciadores qne quizerem do verdadeiro AREA
PRETA, devem para nao serem enganados ver que
!"
os botes tragam o nome de
napao de AREA PRETA.
N & C, e a desig-
MEUIION
i^i
FUNDICAO DO BOWMAN
RUA DO BRUffl N. S2
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS 8enbore8 de engenho e ontros agricnltores, e empregadorce de ml
ainismo o favor de nma visita aseo estabelecimento, para verem o iiovo Bortineptol
ompletj qoe abitem; sendo todo soperior em qoalidade e (ortidao; o qoe com a ins
)ccio pessial porte-se verificar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NU.MERO E LliGAR DE SUA FUNDIGAO
Jonn^oa o i*aHqo tfl'ao-iia ^os ma's moiernos systemas eem ta
apureS O rOUab U agua manbos convenientes para as diversas
.ircrtmstancia1? dos senbores proprietaries e p^ra descarofar algodao.
Hffoendas de canna S^ os tamanbos' as:melbores qQa *q!il
aodas dentadas para 3Diroae8'afioa e vapor-
Taixas ie ferro fundido, batido e do cobre.
Alambiques a fundos ds alambiquas.
WaArtinicTiine para mandiocae algodao,I Podendo todos
i! 5iL111a?1SII1U& e paraserrar madeira. fser moridos a mao
-iOIHOa.3 de patente, gsrantida3........ |ooanimaes.
r-odaa as machinas p^^qneMeosion.preei..r.
Faz qualquer concerto de macbi;|Sffi0'a preco mai re9DDlid0-
5-fM.CTiAd At\ -f--\*fl*r\ tf-m as melbores e mats baratas existentes no m^r-
!!*^n1,rTlYMariflTifil 'feffibe-se d9 mandar vir qnalqnflr machinismo i von-
^'"vwlllXlltSliUcta. tgje dnS clientes, lembrando-lhes a .vantagem de fezerem
aas-compras por intermodio de pessoa enieadida, e qne em qualquer necessidade p6de
i&t prestar auxilio,.
feaAna orviAi*!n^.Tir.e e inftroroentos agricolas.
@ Q <& B @ #
CoDsullcrio medico cirtrfiee^
(B) DO nSV
Dr. Fcrrcira. ^*
8
Antigo gabinete de seu pai. rua larga
do Ro-ario n. 20.
Cura de hydrocelles sen) injeccao
com punccao capillar.
Abcrtur'a dc abcessos e extraccio de ^*
derramamento scrosos, pelo apirador i,
dc Potain. '$>;
^0



os americm> s
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFA
V.
IZ
Precisa-se alugar um sobradmho de um
andar, quo tenha pelo menos 2 salas, 3 ou
i quartos, e cozinba l'6ra, se tiver sotSo me-
llior sl-ra, tambein servo um 2. anilar com
sotao, e com os mesnios commodos, ou mui-
tos, comtanto quo Seja no bairro de Santo
Aiitouio ou mesmo em algumas das runs de
S. .in-i;. A p^ss'.a que precisu nao g;ir alguras beinf.-itoriasque tiver, nao sen-
do maito earn, ou fazer algum concerto pe-
qiinno e aseio. Quem p-is tiver e quizer
alugar, doise carta fe'ebada no' t. andar
desta typograpiiia, em n*o do administra-
lor, own as injctee; W. G., o qua! tambem
pcderA d'izpr quem e o pretendente.
FUNDICAO DE FEBRO
5
4' roa do Barao do Trinntpho (rua doRrmii) ns. 100a Wi
CARDOSO A IRMAO
para
en-
RECEBF.RAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas
genhos, as mais modernas e melhorobra que tem vindo ao mercado.
VapOreS de forca de 4, 6, 8 e M cavallos.
OalQGiraS de sobresalente para vapores.
jMOCndaS intGiraS e meias moendas, obra como .mnca aqai veio.
LaiXaS lUnuluaS e batidas, dos melhores fabricantes.
tvOQaS Q agua com cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
EvOdaS dGntadaS de todos os tamanbos e qualidades.
Rel0gi0S eUpitOS para vapores.
-DOniDaS, de ferro, de repucbo. '
AradOS de diversas qualidades.
Formas para assucar grandes e poquenas.
Concertos concertara com promptidSo qualquer obra on machine, parao que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS mancIam ylT Por encomraenda da, Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
e com um dos meUiores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
iitas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO & I R M A O._________
*-
Carros de luxo. \ Capellas para finado
E' inquesiionavel quo a coeheira da rua do Bom Na rua estreitt do Rosario n. 33 tem ricas ca-
Jesus n. 15, de Joaquim Paes Pereira da Silva, e a pejlas para donzellas, anjos e defuntos, com fitas
qne tem as melhores berlindas, calecas, meias ca- e Ictreiros, proprios de lembranca de minha mai,
lecas e victorias de luxo, proprias para qualquer pai, esposo, esposa, filbo, Glha, irmSs, irmaos, avd
noiyado, visita* de etiqueta, bailes e actos da aca- e vo, tudo por mui barato pre^o de 31, \l, 5 e
deniia, sendo os mesmos ajaezados de excellentes 8400c1. -Na mesma casa tem lindos bouquets de
parclhas de animacs, arreios luxuosos e bnleeiros cravos e rosas para formatura dos senhores aca-
com fardamentos do ultimo gmtto, para o cnie se demicos.com fitas bordadas a ouro ; a encom
fnnvids ao publico a vir pw si nvsmo fciii-ntifi- mends deve 86 fazer tres dias antes ; e preparam-
car-sc ria verdade do quo dfhcaOKM dilo, certos dc ?e tambem bouquets para noivos, de cravos nata-
Lqne nao encootrario pomada, o si;n rcBlidade e raes.______________________.
corvmoilos precos. j ^~i 7 Z
Silio no irraial.
Aluga-se um sitio no^Arraial, distante da esta
cao da Casa Amarella um mintfto, na estrada que
segue para Casa-Forte, com os commodos seguin-
tes : duas salas, cinco quartos, cozinha fora, ter-
rago, eacimbsrcom boa agua ie beber e bomba:
a chave pode ser procurada na venda da Casa
Amarella : a tratar na mesma.
- Aluga se ana excellente casa na povoacao
de Duarto Coelho, em Olinaa, com bon< commo-
doa para familia; a tratar com Jorge Tasso, rua
do Amorim, u. 37.__________________________
Pracisa-se alugar um ou dons escravos tra-
balhaoores de enxada, para nm sitio : na rua do!
Vigario n. 3, armazem. '
Aluga-so uma escrava para o servf<*o inter-
no dc casa de familia ; a.sim cor.ij, cm cscravo
de It annos, para ?ervi*-o de criado ou hotel : na
rua do Imperador n. 50.
.1 :
Joaquim Jose Goncalvcs
Beltrao <& Filho.'
Riia Ho Comnifrcia n. 5, I.' andar
Sacca por todos os pnquetes sobre o banco
^o Jlinho, em Braga, e sohre us s^fr garos de Portugal:
Amaranto.
Arco de Val de V-z.
Baroeilos.
Boja.
Chaves.
Coimbr Covilha.
Faro.
< Guarda.
Guimaraes.
Lamcgo.
Lisb6a.
Uirandella.
Mongao.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do Citollo.
Villa do Conde.
Villa Nova dc Famalicao ^
Villa Nova do Portimao
Villa Real.
Vizeu. .
Valencia.
Figueira.
Avciro.
Agueda.
Caminha.
Evofj.
Oliveira de Azeineis.
PenaGel.
Rcgfla.
Capellas mnliiarias.
Para tuiunlos c catacexubas u Porto & Bastos, com loja de cal-
cado a Prara da Independencia n.
39, arabam de receber da Europa
novo sortimento de capellas mur-
tuarias de lindissimos desenbos,
eom as seguintes inscripcoe?, as
quaes vendem por menos prcro do
que em outra qualquer pane.
A Men Pai.
A Minha Mai.
A Hen Esposo.
A Minha Esposa.
A Men Filho.
A Minha Filha.
Uma lagrima.
Amisade.
Saudades.
PKA^'A DA INDEPENDENCIA' N. 39.
Alnga-se nestes proximos dias duas hoas-
casas na Capunga, rua da Ventura, com commo-
dos para familia, as quaes foram concertadas e es-
lao se pintando : a tratar na rua Duque de Ca-
xias n. 44.
PENHOfiES
Na travessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma- casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Para banhos k mar.
Amaral, Nabuco A C, rcctberam de Pa-
ri- ioUtressantes costumes do ultimo go.Uo,
para homens e senhoras que Jesojarem to-
mar banhos salgados, alem da soliilez da
fuzenda para resistir a agua salgada, a ele-
ganpia dos tr.jos riada deija a dese-
jar.
0 Dr. Ermirio Continbo nradou o
seu -con^ultorio par- o andar da
casa n. 53 a rua do Marquez de Olin-
da. onde contiiiua n exercieio de sua
pre fissao.
- ixm>ultas ilo i hora as 3.
^3-
imtmm*~*>

i.
__i
a
Xk.




,
J&Sfid &sdiflto$tidtfc -v-i.-anld^fBDrtE 17 deudnutatf d&.UitfL

Ao L
-frun*o andar*da (
ii J u ;.,,.., da i PrWieiKkd-M irc.i, alitiga do Oespo, na loj;
nin arco de Pantu Antonio
l Aluga-se a ii rado n. 40, siu> a i
';oes para urn gravdo feijfe
eer mnrtos com mo dos :
ao largo, sobrado n. !'>
A quern iirteressar
Pereiijj ill .{ilva & Guimarae-3, proprietaries da
oja do Pav;V.. previnem tuio presente a seus fre-
giMXf* Vir-t.i i>ra;a. one so i ham com seus debitos
atrasndips, .|n-so misaldarem es mesmos at6o
dia 3 i.d ui-.tubra dj r-orrente anno, tratarao de
netite, nao tun b einteni[ilaeao com
niagmwi.
fecife. -2i Bo; i casa para a festa.
Ahifra < uma exccllente ea--a no Monteiro, tra-
veafa J X -' a q9al se acha em muito bom ev
tado de Ii!,; ;,( : a tratar na rua Priroeiro de
arg(>attj!iSs do Crespo u. ;; A, loja de Gurgel
do Animal A C.
AKOEL
#
Hue
.
IXO REGO VA-
LERIA
a rua da Camboa do Canno
andar.
Cobre e latao.
Com pra-se cobre, latao e chumb vetho :
no nrmazem da bola "amarella travessa da
rua dc Imperador. ^^ _--
Canpra-se uma escrava cridula on africana,
quo saiba cozinhar o ordiuario de uma casa a
Ta'ar na rua do Aleerim n. 30.
|#@
m
Pedido.
ftabaii > .ignado, successor de Pin o Mar-
tiniBQGj :;. iiistatitenipnte aos seus devedores,
que se a'-nnm airazadus, tenham a bondade de
vir saldar las comas.
_______________________J. V. M. Pinto.
Preci&t-.se
nheir.i r. tin
Bospicio u. 40
(o uma ungommadcira,
eriado para compras ;
Ulna COSi-
na rua do
Eseravo fugiik
1004000 de gratificacao
Dwappareeea do nova, de borJo da barca bra-
sileva S: J'*'. o eacravo Joaquim, preto de na-
cao, o ifbal auda bem veslido e calcado, deixan-
do cresser us c.thellos a modo de meia cabellcira.
Base feeravu pertenceu ao fallceido Dr. Oiym
pio varr :iii:i, |a Silva, que o havia eouprado na
proviiicw d,< Mmas fern S. Joao dEI r.ri ou Ouro-
ilelo), a com .lie seguio para o Rio de Janeiro e
ual.i para L-ia provincia, donde foi para Maceid,
tendo o venJ.do alii a Justino Epamiuondjs Ne-
ves, ejmpraram os abaixo essignados.
babe cminl i.-, occupacao a que estava dedicado,
e cogae se ph falla ipie e afneauo.
OITr-.v so a gratilicaeao acima a qliem o ap-
preaen ler e roga-se a todas as autorid.ides a sua
capfQra.
Recife, C Ju ootuSro de 1873
_____________Jose da Silva Loyo & Filho.
Ai ,'.:.: ntna excellcnte casa- oaBoa Via-
gem : a iratar na rua da Ventura n. 21, Ga-
ponga. _^^____
0 reiojit-iro e douralor Albino
nnptiia da Rocha, de volta da
Eurepa, continua a eoearregar-
se de concertar e dourar reio-
gins, hem coino outros ubjectos ;
rogando a sous amigos e fregue-
7.es o obzejnio de promira-lo na
travesa da rua d.is Cru/.es n. 14, Is mdar, nor
detr:i7: Jd i'-.:.;.i da Indt-pendencia, quo o eucon-
trarao proM|to. A garantia de seus trabaihos e
b Eaze-lM p.* Brecos modicos; assim ciirao tam-
'i !c r tfngioi
C \Mn (k Riiieiro (isiii-
> ab iso consignalo, administradur da massa
tiibeiro Goimaiies A C, previne a quern
. : !....--;.: qao nao lendo sido reelaoiadas
lc lerra, aceitas por Luiz da Franca
.! s por Joaqiiiai Jose da Silva Sao-
inbuco, as quaes foram eocontra-
ri da referida massa, vao ser reco-
c-ifre do deposito na recebedoria do
.' utrn na corte, vislo nao icr appa-
ia inefiuaa e nao ser encontra-
i
Qn l]>i iuformncao pode ser dada pelo abaixo
i. 5u oseriptorio a rua Prinuiro de
. :'. 2!i seteinbro de 1873.
Dr. Joao I'aptisla Pereira.
Tanque de ferro
0 gerente da companbia da estrada de ferro de
Olinda corapra umtanqne que tenba capacidade
para 4 a 8 pipas d'agua.
Compra-se duas venezianas novas ou
com alguro uso, p quo'estejamem bom es-
tado : na rua do Barao da Victoria n. 5.
m
Joaquim Jmb
UODIDlCiO
Tei-m para vcjd
gto in i ne
AGUAJDEME d
< d
APCOS de pao para b
CAL 4e Lisboa, re.cen!
CHAPEOS de sol, panfiymem e'senhbr;
de mariiu ftso.
FEIXES de ferro, para port a.
FIO de algodao da Rahflna fabrica do
motKlador PonTozo.
LINHA 4e roriz.
OBRAS de pal-.eta. '
PANKO de algodao da Bahia, da fabrica
mendador Pedrozo.
RBrBOZ de todas as qualidades, das fabridas de
Peres e Eduardo Militao. -
ROLHAS proprias para botica.
SALSAPARRILIIA do Para.-
vELAS de cera de todos os tamanhos.
VINHO engarrafado do Porto, caixas de Ifjgar-
. dito Moscate do Douro, idem idem. I
dito Setubal, caixas de 1 e 2 duziasJKj
da Italia engarrafado, caixas de 8 gar-
rafas,
de Gollares superior, em aacorelas
de cajrj, caixas de 12 garrafas.
Malvasta do Douro, caixas com 12 gar-
rafas.
Carcavellos, idem idem.
i
aixeiro
Pi ; :'. se de urn caixeiro que tenba pratica de
:averni a que dd Bador a" sua eonducta : na rua
do Gervasio pires n. 31.
Ycnliam.
Bernardo Gmicaives dos ^aotos, negocianle em
aboatai, pr^vine a seus dovedores para virem
r ->.- J bitos ale o fim do corrente inez oa
da eon'.rario serao chamados a juizo.
Bernardo Gou(;alves dos Santos.
Exceliente armazem ]>ara
alusrar
o
Na raa da Cadeia do Recife n 23, alu.ua se
igu.itmeute o 2 andar e solao djmesmo predio,
con srajaJes aceommodacdes : para informafdes e
a|ui nodetn ilirigir se ao invealariante ou tutor
do : do linado Manoel Antonio Vieira, a
rr ii :Sw u. 8, on ;l > Hospicio n. S2
}
3"1ioras em diante. da rua Nova a de
: .rft, i : i la I! nla, S. Francisco, ponte da
..' rlo (iaptbarlbe, rua Vel a, rua do
i i ''aixmlia lt^ velludo. con'eiido duas
; :n.ie : (|U"!ii as quizer resliluirdi-
Is Soled.idi n. ii, qna sera gonero-
.;r Kcwltf_______________________^^
Para ;i!ralquer cstabeleoi-
merito
Ali;.: a loja do sobrado n. \8 da rua das
Prin pie flea defroite da rna cstreita do
Rosario : tra'a se no I" andar do sobrado n. 2G
da rua Duque de Gaxias._____________________
Aluga-sc duas casas na rua das Flpres : a
iratar na rua da UnBo n. 55.__________________
Hassa rallida de Antonio Knptistn
DflEmn.
1/ e ani.-o dividend-) de 2G i|2 n|ft.
Sac. c 'iividadjs os oredores da massa fallida de
Autonio Baptnta Delbon a recebercm o div-i
dendo unico de 26 ti20|i*.
Mamaognape, 1 de outubro dc 1873.
Os administradorcv
Jose Pereira de Castro Pinto.
Pdreo Lopes Mentlonca
Aldfenm-SK duas grander ciisasna [nivoa-
cie do Mioiu'iro, as ijuafs te;n optunoscom-
modos c a .ii ."in-so oin itstado de asseio : a-
trator na rua i." de Marco, loja n. 18.
I'n ri-a-S'! de um lnwuem que fa^a todo ser-
viep de casa ile uma faniilu composta de tres pes-
soas : na rua d' (nae/ad<)r ii. 23, 1 andar.
Fiindicao da Aurora
Grande sortimento de:
Moendas de todas as qualida-
des e tamanhos.
Tachas fundidas e batidas,
idem.
Rodas dentadas eangnlares,
idem idem.
Machinismo, idem.
Yarandas, gradeamentos pa-
ra jardim, etc, etc.
Tudo sevende por precos
muito em conta para aca-
bar.
N. B.
G. Starr &C, em liquida-
cao, na fuudicao da Aurorar
em Santo Amaro.
DE
Algodao da Bahia
Ha para vender das seguintes fabrieas :
S. Salvador.
Conceirao.
Valenca.
UodAlo.
No escriplorio de Luiz Dnprat, roa do Commer-
cio n. 34, 1" andar.
Xarope d'agriao do Para
Antigo e conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgaos respiratorios,
como.a pbtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com optiraos resultados no
iscorbuto.
Iiicyclopedia moderna
ou
Biccionario das sciencias,.lettras, artes, in
dustrias, agricultura e commercio
30 Yotaes.
A' venda por preco o mais commodo pos-
sivel, na livraria Aeademica
RUA DO IMPERADOR.
- Vende se uma casa nova na rua do Carmo,
com a fret" de azulejo, e mais cinco em outras
ruas, t .'das em Olinda, para pagamento de uma
liypotlie-a : a iratar na rua de S. Bento com o Dr.
Calda? I.ins.
Chapeos para senhoras.
Amaral Nabuco & C receberam um "conjpleto
sortimento de cjiapeos de palba de Italia, seda
e volludo, pretos para luto. e de cores enfehados
com bonitas (lores e flta : veadem no Bazat Vic-
toria, a rua do Bar3o da \'lctoria n. 2, antiga rua
Nova.
As unicas verdadeiras:
Diclias hamburguezas que vein a este mercado:
na rua do Marqaez de ulinda n. 51.
DO RIO,
Tem para vender J. S. Carneiro da Cu-
nha, em seu cscriptorio a rua do tncanta-
mento n. 5, 1. andar.
ERDE-SE
a bem afreguezada taverna sita na rua de Marci-
iio Dias, outr'ora Direila n. 74 : a Iratar na mes-
nia, ou na padaria n. 69.
A maconaria desmascarada
ou
Collecr^ao dc arti^-os
DO
de Roma,
Na rua Jas Woresi n. 7, e eStreita do ho.i.-io n
38. loia, lia uma pessoa tumuW b cataewnbas no cemiteriq publico para
o dia 2 de nofismbro, eommemoracio dos fieis de-
funtos.
Escravo fugido
Atbana-io. (abulo, idade 13 anno:, corpo for-
nido, bem par.i-ilo, cabeUos crapes fri"a um
lanlo gag. m nto eperlo e i-onheeeior do Reci-
fe,'para on-lo i)i\er-i- vcz^? se lefri auzentado,
tendo desta fnriado "^000 em cobre quo esUNb
son>e uma nv<::a, Eia fugido de-de o dia 6 do
corrente, de e.'-a d >r no engenbo Sa^-
pueah de beheribe, oiile se reccinpensara a
quera o ppgar.
- No trapiche'.isnuw aluga-se eseravos, dan-
do-se50,J por mez; comida o casa, poi? tempo de-
tefmifl
Echo
Analysando
A circular do cap.-. Pr.\ Federacao de 22 de
setembro de 1871. E a pranch-. do lr.-. Gomes
Freire ao Ir.\ Olio ; assim como a deste cava-
Ihelro R.-. f.-. Ven.-. ao redactor do E-ho de
lh-mo, datada de Coimbra aos 16 de dezembro
do mesmo anno, precedido de uroa caita-intro-
deeio e nnnotada por um redactor do Echo de
Roma. Um volume de 280 paginas. Preco 1J550O.
Vende se na livraria Economica ao pe do arco d*
Santo Antonio.__________________________^_
Em bom local
Vende-se uma taverna bem afreguez3dn para a
terra, e propria para principianie par ter poueos
fundos, tendo'na mesma casa moradia para gran-
de familia, e um forno para quem quizer fazer
bolos era grande ou pequena escala : na rna do
Visconde de Pellotas n. 19 (outr'ora do Aragao):
i tralar na mesma._______________________^_
Salsa parrilha
muilo nova e barata : vende-se na rua larga do
Rfcario n. 34.
COMO S\0 LIINDOS!!
Os leques todos de madreperola, brancos e de
cores e que trazem o disticoUNIAO -em lettras
tambem de madreperola em alto relevo, tor-
nando-se por isto apropriados para noivas, a NO
VA ESPERANCA a rua Duque de Caxias- B. 63
(antiga do Queimado) e quem os tem.
Sao de tartaruga
Os brincos, broches, meios aderecos, crusei.
coracoes e eassoletas, qae estao: oxpottas i bo*
escolha das Exmas. (amantes do chique) vende-se
na Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias
n. 63.
Aos m&nmos
A Nova Esperanca a rua Duque de Caxias n
63, aeaba de recfeber um b'ndo sortimento de bo-
necas de muitas qualidades, vindo eotre ellas as
eagracadas bonecas de borracha, assim tambem
uma pequena quantldade de bonecas pretas que
se tornam apreciadas pela sua novidnde.
Ebem viil
A Nova Esperanca a rua Duque de Gaxias n
63, recebeu verdadeiro cimento inglez. prepara
5S0 para concertar porcelana6 bem ul.
Vestido perdtdo
Muitas vezes um vestido torna-se interramentt
feio, somente por estar mal enfeitado : a Nova Es
peranra a rua Ouque de Caxias n. 63, reiuovi
este mal; porque esta bem provida dos meHiore;
galoes e franjas de todas as cores, onde pode es-
colher-se a vontade sobresahtndo cntre estas as
modernas franjas mesaicas, qae pela sua varieda-
de de cores, flea bem em quasi todas as fazendas.
A ella antes que se acabem.
OabeUos bruncos s6 tem qu&rr^
quer
A Nova Espersnca a rua Djqne de Caxias n.
63, acaba de receber a rerdadeira tintnra de Des-
dous para tingir os cabellos, 0 que se consegue
(empregando-a) com muita facitidade, e por este
motivo, cabellos brancos so tem quem qaer.
Es$ao na moda
On cinturoes de eouro, prepries para seaho as,
qae recebeu a Nova Esperanca a rua Deque de
Caxias n. 63, ostao, sim, senhora, estao na moda I
Se quereis ter ou prepara* mm ramalhete de
cheirosos cravos- brancos para- o vosso casameato
ou para outro fim apropriado, 6 necessario ir a
Nova Esperanca a rua Duque de Caxias n. 63,
que alii encontrareis os me&ores ports iwquets
que se pode desejar.
Bokis de.borracha
Vendem-se de todos os tamaB03 a rua Duquf;
ds Caxias n. 63, na Nova Esperanca.
Rna do Bwfift k \Miihi n. 22. .
Singer .6 legitima se -
DB
Carneiro Vkuma.
nao levar esta marcai
fixa no braco da ma-
VENDE-SE
uma casa bem construida de ferro e madeira,
sitnada em Sant'Anna, porto da estacao da estra-
da de ferro : trata-se com es Srs. Shaw, Hawkes
& C, rua do Bom Jesus n. 4.
Formas para assucar
Vende-se em ca%a dos importadores. Sbaw,
IIawk?s i3e C., rua do Bom Jesas n. 4.
DfiLlDADE
Sondas dcr Beniquc.
Sao estas as melliores sondas para a dilatacio
da urethra, nao so pela facilidalo na applica^ao,
come tambem peio pouco incommodo que produz
ao dbente, tendo a vantagem de- uma longa dura-
cao. Encontram se ii venda na pharmacia arae-
ric; i, ruDuqn# de Caxias n. 57.
Banhos em OlindaT"
Camisas e calcas de fazenda de boa qoaltdade,
proprias para os bftnbe-s em Oiind* : na Ma dos
arco.- a -rua Pnmoiro de Mace:-' (auliga do Gnmoii
n. 20 A, de Gurgel do Amar?' 4 G.
Rim d Qtesflk.
(inlimia a \mkv hnra
apurar imiKo.
Brins tie linho de eees (pechinca).a?-3S0260l
vara.
Fustiio branco para-roopa demeuiuM a rOa
o covado.
Lazinlias cscocezas- a 2i0 e 280 rs. o covado.
Alpacas com li*jras-a 300 rs. covado.
Brins pardos e de sores a 400; ^0 e 500 rs.. i
covado.
Brin lona brano a 1J600 a vara.
Caaibraias pretas. para luto a 2i0 rs. o covado..
Ctvtone de listras. a 140 rs. o eovado.
Chllas roxas a 200 e 240 rs. o covado.
Gro:denaple preto de cordao a 2*400 o covado.
Robertas de ckita aJamascadisa 3*;':(X).
Coichas braoaos e de c6res a 3^500 e ij,
Leneoes de bramante a 2*.
Ditos de algodao a 14i Toalbas alcocboaias a Gi a"dnzia.
Lencos de.eassa com barna a If a iLiia.
Ditos de drta abainhados a 2*.
Ditos do esguiao abianhado's a 3i Cambrai," us* a 33 e 4&300.
Dita Victoria (ina a 3<800.
Aloalliadoa 2i a vara.
Cortes de casemira fina- a Hi.
Fnstdesde c^rrs-a IS'o corto,
Clialies de merino iiso a 24.
Ditos de dito estampado a 4J1, &A3CB e 54C00.
Algodao de listras aiaericano (com toque) a 320
rs. o'covado.
Camisas ing'ezw a 38* u dozta e 3*300 uma.
E Brim preto traneadn a 2j a vara.
Bramante de algooao a l!660a vara.
Dito de linbo a 2*300 a vara.
Cambrai*- de tiatio de cure*-a 360 rs o coraiJo,
Algodao T a 5ji a peca.
Madapol5es baratos.
Cassava
Cbegouesta fzend.t. sendo lindns padrdes, e
vende-se pelo diminuto pr?co de 200rs. o cova-
do ; somente na rua do Crespo n. 2ft, loja de Gui-
lherme 4 C.
S6 na rua do Crespa n. 20.
LiOja de
Guilherme & C.
Yende-se
um vapor de forca de cinee eavallds, novo, proprio
nara_ qualquer raister, com bronzes de sobresa-
lentes, por pre?o commoda: para ver, no arma-
zem do Barao do LivrameHo, e tratar a rua do
Torres d. 32, 2 anoar.
g.i' este grande estabelecimento tens chc- china.
gado um bom sortimento de machines para
costura, de-todes os autores mats aeredita-
dos ultimarnentena Europa, cujas machinas
sJo garantidflS por um anno, e tendo uin
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
qualquer parte desta cida^e, como bem as-
sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
anno sem despcmlio ajgum do comprador.
Neste estabelecimento t mbom ha pertenr^as
para as mesmas machinas e so suppre qual-
quer pe?a que seja-necessario. Lstas taa-
chioas trabalham com toda a pcrfeieao de
um e dous pospontes-, frauze- e horde toda
qualquer costura por Una ijjse.sija, seus-
precos silo da seguintcqualid.i'Jc : p.-r.i tra-
balhar amao de 30^900, 405W>0, j^OOO
e 50JJ00O, para trabalbar com o-p6 >aq de
80JWOO, 90000, 100JJOOO, UO^OOO,
1203JOOO, 10000, 1 SOJ000,200^100 e
2503)000, emquanto aos autores n5o ha al-
teracao de-proco*. coscompradorHspoderao
visitar este estabelecimento, quo muito de-&
verao gostar pela variedaua de objactos quej;
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
raspara viagem, malas pare viagem, cadei-i
ras para aalas-, ditas de bolan^o, dkas para
crianca (altas),.ditas para escolas, costurei-
rns-nquissimas', para senhora, despensayeis
para crian'cas-r de to de ferro para homem e crtane8s, capaehos,
espelhos douradoS para sala, grandesepe-
quenos^ apparel hos de metal para cha> fa-
queiros com eabo de-metal e de ioarflm,
ditc*aviilsos, colheres-de metaJ-fino.vendtei-
ros para sala^ ja*rosv guanla-comtdaa de
aranae, tampas para eobrir prates, esieiras
para forrar salae-, lavatorios completos, ditos
simples, objocto& para toilette, e outros nui--J
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
qae se acha aberto de-de as 6 horas da ma-
nha ate as 9 boras-da iieutee"
Rua do Barao da Victoria n.
__________22. ________
-Nao ha mais cabellos
kaaeos.
TINTOKUli JUPfliZl
See unicaapprovada pelas acad'imias de
sciencias, retonhem'da superior a toda que
term apparecido ate hoje. Deposito princi-
pal 4. rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
ques de Olimla, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiifc.
Para evitar iilcinV
acoes noteft-se bem
todos os detalhes da
marca.
AS MACHINAS PARA COSTURA
DE

NAO TEM RIVAL
MAIS BE 11TMILRS0 TEM-Sf VENMOfl
Porque ?
SSo as melhores
Sao as mais baratas
Sao de dous pospontos
Sao mais simples e rapidas
Sao duraddras e aperki^oadai
Sao util cm uma casa.
mm
L
Faz melhor costura com metade da linha que gastam
as outras e fornecem um meio de
VIDA
Para aquelles qne lem de snstenlar-se
DE



1 A loja do Passo recebeu riquissimos cortes de
De forca de- a>us a scis cavallos : a venda no
armaeni de Joaquim Lopes Machado & C, tr-a
vessa do f.orpo Santo n. 2o.
Querem agradar h yaya ?
Querem agradar a esposa?
Querem agradar a iilha?
COMPREJI DMA
MACHINA DE SINGER
ISM M
Nenhuma casa estd completa serri uma
MACHINA DE SINGER
Sem caixa 80C000. Com caixa!90s?000
UNICA AQENLIA
EM
mmmm
A CASA AMERICANA
45 RUA DO IMPERADOR ft
.'
M
Yende-se
jotassa nova cm meia- barriquinhas a 320 rs. c.
iio: na travessa da Madre dc Deosn. 14.
Veude-se,. ou aluga-?e uma. das melhores casas
a Boa-Viagem, com um pe<(peno sitio para pas to
de raccas, e terreno fresco para planlacao da ca-
im : a tratar na rua do nnperador n. 83, 1.. an-
ar.
Calcado estrangeiro.
ApTosima se o mez de dezembro, tempo em
Sue oParis na-AtneriM, a rua Duque do Caxias n
9f Is andar, tem ii dar o seu balanco, por este
aotivo, os proprieta/ios deste estabelecimento es-
tao resolvidos a venderesi sens calfidos pelo cuj-
to, aflin de minorarem o trabalho ; assim pois os
apreciadorcs do bom, e com espeeiaKdade o sexo
amavel, para quern o Paris ua America, conscrva
com a devida decencia) o seu gabinete reserva-
do, para a escolha de calcado, aproveitem e ve-
aham munirem-se do quo procisarem. _______
Labyrinlhos, bicos, reirfas.
No escriptorio de Gomes de Mettos, Irmaos, i rua da Cadein
do Recife n. 40, 1. andar, e o unico deposito do que ha de
melhor, e bem acabado, que vem a este mercado, da cidadedo
Aracaty no CeartS, quem os comparam com os feitos aqui na
terra, facilmente reconh^cerd a immensa differenca, que rai
de uns para outros', tanto em pre^o como em qualidade.
Lindissimas tbalbas de'labyrintho.
Fronhas de diversos tamanhos.
f.encos do todos os precos.
Bicos e rendas em profuzSo.
TASSO IRMAOS td
Yende-se
Vende-se uma moleca preta de idade 14 a*
nos, recolhida, de bonita Ogura, com principio de
babilidade, um preto do meia idade, acostumado
a service de sitio e um mulato cozinheiro, de ida-
de 24. anno* j nas rua de Hortas n. HO.
Grande novidade.
S op:tt>a o 43
Vieram no ultimo vapor, baptistas (inas com
birras, gostos chinozua, pelo diminuto prec-o de
800 rs. o covado : a rua do Queimado n. 43.
Las com li'tras .is^etinndi-, ultimo gosto a
14000 o covado : so o 43 a rua do Queimado
Dio-se amostras.
Boa acquisicao.
Vende-se por preco commodo a armacao da
loja n. 19, da rua da Imoeratriz e carante-se o
alngue! da-mesma : a tratar na loja n. 17 do me*-
ma rua.____________________________________
Ltwas de pclKcir.
Augasto Porto rocelen pelo paqoete francez
rleos ve9tidos de blond para "noivas, frescas luvas
de pellica brancas. pretas e de cores, para senho
tarlatana prateados, proprios para. baitos> faflhaslras e homens, setlm cor da cafe para enfeltes
Em seus arnmens a rua do Amorim
n. 37 e c&es do Apollo n. 47,
teca para vender por precos coramodos
Tijolos ODearnados sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descaro^ar algodao,
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barril.
Phosphoros de cera.
Sago, em garrafoes..
Sevadinha em garrafoes.
Lentilhas em garrafoes.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Perto \elho engarrafado.
Vinho do Porto superior, dim.
Vinho de Bordeaux, dHo.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Poles com linguas e dobradaa inglezas.
Licores Cnos sortidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de toueinho inglez.
Barris com repolho em ealmoura.
I 0. C. Deyle,
Tem para ve i r" : "
Cognac de Hennessy, superior e verdadeiro.
Vinho Xeres das melliores qualidades.
Bitters de Angostura. -
Whisky.
Chi preto em lattas de 10 libras.
Todas as preparaciSes chimicas do Dr. Ayer : no
trastes dejacaranda e amarello com pouc-o u:..
j em perfeito estado, e tambem um meio apparel! .>
de louca para jantar e um dito de porcelana, flno.
I branco, para almoco. Vende se por ter o dono de
se retirar para Europa : na roa da Imperatri7
' n. 54 A.
Potassa da Russia em meios
barris a oOO rs. o Mo
Desembarcada ha poueos dias : vende-se no
escriptorio de Oliveira Filhos-A C, largo do Corpn
Santo n. 19.
Machiiiiis
Por baratos precos para descarocai ilgodao. an
12, 14, 16-, 20, m 30 e 35 serraf.
Cunha $ JSianta
S3-Run Mnrquea de

VENDE-SE
desedade lindisaimos gostos, e diversos arligos davestidos. bournaus o capas da la para senho- f^^V dta^mmmio m M
^noprfos para senhora : na rua Prtraeiro de Mar- j W e muitas outros artigos quo vende por barato 1 "m*Mm qa ra* w W)BHnerLl0 n*
{d (antiga do Crespo) n, 7 A.
, ra e iiiuuas uuirus ai iijjus ijuo venue pur uaraiui
l^rco ; na raa do Dtaque de Caxias n. 53, r
barris com carne de vacca e de porto, salg.'it..
! para.mantimentos de navios : no armazem de Tie
'o Irmao? & C. a rua do Amorim n. 37.
SHva Barroca & Filhos teem para vend r '
sen a mazem, a rui do Marquez do Glii"*'
seguinUB :
Folaa de Flandres.
Estarto em verguiBlias.
Machinas para descarocar algodio.
Cervaja escosseta oranca e prUL
Fillet* para-bmieina.
Vidros para- vidraeay f qualidade. i
Guinchos para icar.

-+
t "^
X







l
DiarioJeHtemambuco -Seate ftiia l?^$tftBl*rc*' DE HOWE
MS P0SP010S
SOARES LEITE, IRMAOS
UNIKOS AGENTES
Rua do too da Victoria n. 28
A 25$
SOUS _..__._____
Na lojade Soares Leitelirmaos, a rua So Barao da
Victoria n.?&
pallica cam pequeno toque,
para collete, grande sorti-
Luvas de
a 200 re.
Abotoaduras
mento a J ?0 rs.
Gaixa de linha de marca, a 300'rs.
I Lamparinas a gdz, dando umt luzttiuito
boa, a 1JP000.
Duzia de pecas de cordao imperial, a
240 rs.
osso para calca, a
m j Caixa de ootoe* de
is mais simples, as ma,ia baratas e as melhores do nmndo! 200 rs-
Na exposicSo de Paris, em 1867, foi concedido a'eoJ"** dec8rretoii'de liafa. 20* jardas, a
Elias Howe Junior, a medalha de ouro e a condecora-
cao da Legiao de Honrarpor serem as macbinas mais per.
foitas do naundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Junior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de
tura.
A medalha de ouro na exposicio de Londres acreditam
estas machines.
A 90S000
Idem idem 60 jardas, a,240 rs.
Maco de fita chiaeza, a 800 rs.
Gaixa de Unha com 40 novellos, a 500 rs.
Meios aderecos com camafeu, a 500 rs.
(iarrafa de.tinta roxa extra-fina a 1JM)00
Poles com dita ingleza, preta, a 100 o
cos- 100 rs.
Caixa de pennas Perry, muito boas, a
i&OOO.
Idem idem, a 400 rs.
Caixa de enveloppes tarjados, a 500 rs.
Idem idem forrados, a 700 rs.
Caixa de papel amisade, beira dourada,
a 800 rs.
fiapelbos de molduaa dourada, de -todos
os.tamanhos e precos.
PEtlFLMARlAS E MILDEZAS.
Fraecocom oleo Onza verdadeiro, a
l6dfl.
Idem comtouico de Kemp, verdadeiro, a
19066.
^MWfadagiiafloridaTerdadeira a 1JS260
umafa d'agua japaneza, a 19000.
ideaaidem/divina, a 19000.
'Mem vlom Magdalene (novidadel a
Caixa de p6s para dentes, a 200 rs.
Idem idem de p6s chinez, muito bom a
500 rs. e 19000.
fl*e ceiri-opiata do Hieger, Himel e Gros-
Bbl, 19C00.
Daiaa -de sabonetes do amendoe,: a
3$600.
Duria desabooetesdeBniinho transperen-
tes, a 9200.
Idem -idem com fldres, a IC500.
Sabonetas Giycerino transparentes, a
19060. F
fiCaixa com stbonetes, formato de fructas,
a iJ&OOe e 1^500.
Goameticos, graiidos n
800 rs
pequenos, a 100 e
Cabe-nos o dever de annuneiar que a companhia das machinas de Howe de Nova-1 JW 'f i'lcm lisfl> 6Q n
wrk, estabeleceu nesta cidade a rua do Barao da Victoria n. 28, um deposito e agenda I .J^T 2 '
val, para em Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas macbinas de cos- j d"L *faieo eom-agua de cotogne, n 200, 320,
Bra de Howe. Estas machinas sio justamente apreciadas pela perfeigao de seu trabalho, I sS,a de P*Pel Paulad> 49000 500 rs. e l^OOO.
.rupregando uma agulka mais curta com a mesma qualidade c!e linha que qualquer outra! I iaL' -- ^t Extractos mnito finos dos m- Ihoree au-
?-'*- Idem idem nso, a 23800,. 39800 e 59000. tores.
peia introduce^ dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos aclualmente habilitados a
tracer ao exame publico as melhores machinas do mundou
-4s vantogem destas mackinas sdo as seguinies:
Pnraeira.0 publico sabe que ellas s5o duradouras, para isto prova incontestavel, a
;?rcnmstancia de nunca terera apparecido no mercado machinas d Howe em spsrun-
** mao.
Segnnda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor friecao entre as diversas pecas, e menos rapido estraco
H> que nas outras.
Quarta.Formam o ponto como se fdra feito & mao.
Qumta.Pennine que se examine o trabalho de ambos os fios, o one so nao consmi;
taj outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em caseraira, atravessando o Co de am i outro
logo em seguida, sem modihcar-so a tensao da linha, cozem a fazenda
ina.
Coques modernos, a 39000.
Duzias: de peijas- de trancas
branca, a 400 rs.
klem idem Hsas, a 200 rs.
Loques de Osso e sandalo,
e 69000.
de
! Lindas e elegantes caixinhas com perfuma-
caracol rias, proprias para presentos, tios aulores
I E. Cadray, Riegur, Gelle Freres.etc.
com santos e estampas separa-
CKiadros
a 29000, 49. das.
lado,
mais
Setima.0 compressdr 6 levantado com a maior facilida qu'ando se tem de mudar
>e agulha ao comecar nova costura.
Oitaya.--Muitas companhias de machinas de costura, tem !: lo ^pocas de grandeza e
*ecadencia. Machinas outr'ora populares, s5o hoje quasi desc liecidas, outras soffreram
nflancas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
-ioptando a opimlo de Elias Howe, raestre em artes mcchanicas, tem constantemente
tagmentado o seu fabnco, e hoje nao attende a procura, posto que faca 600 machinas
H?da machina acompanha livretos com instruccSes em portuguez.
\ 90^000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMAOS
A'
do Barao da Victoria n. 2 8.
.... Kntremeios e babados transparentes e ta-
hta de velludo de todas as cores e largu- pados.
r,is-. .n I lma ffra"de taboleta propna para qual-
Microscopios com 12 vistas,a 69000. quer loja. v t r >*
Frasco com oleo para machina a 400 rs.
Rua do Barao da Victoria n. 28
-i______
_____
......
i
Agha ilorida, de Guislak,
- ptoffeeros cabellospre-
tog.
A.a^uia branca, a rua Doque de Caxias d. SO,
caba de ree*bar nova reaiessa da apreciavel agua
florkb para fazcros cabelloa pretos. 0 horn re-
soludo colhiJo por quern tem feito uso dessa
inoffensiva prepararao a torn aliamente conceitua-
do, e por isso apenas se faz lembrar a <\n.em no-
vamente Mel!a precise e queira se apmveitar de
m utilidade. Tambem veio agua de tupasio e
4ieo florido para o mesiuo n*o, 8 tio aereditados
como aquella.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de cores.
A aguia branea, a rua do Duque dj Caxias n.
50, recebeu novas e bonitas voltas e brincos de
grossos sljofares de cdres, e como sempre conti-
nna a vende-las per prego commodo.
Novos diademas dourados e
com pedras.
A aguia branca, a rua do Duque de Caxias n.
50, roeebeu novo soriimenlo da bonitos diade-
mas dourados e com pedras, taato para meninas
como para senhoras.
Colleccoes de traslados ou
normas para escrever-se.
A aguia branca, a rua Duque de Caxias n. 80,
Tecebcu novas collccc.3cs-ou normas para as crian-
?as aprenderem a escrevcr por si mesmo, hoje tio
usadas nas aulas e collegios; e como seropre ven-
de-as por pre^o commodo.
Meias cruas finas para meni-
nas e senhoras
A ioja d'aguia branca, a rua Duque de Caxias
n. 50, recebeu novo sorlimento daquellas tao pro-
rnrada' meias cruas para senhora, vindo igual-
menlc para meninas, e continiia a vende-las por
precos eominodos.
V6os on mantmhas pretas.
A loja da aguia branca, a rua do Duque de Ca-
xts n. 50, recebeu bonitos veos ou mantinbas I
pretas de seda com flores, e outras a imitacao de
eroche, e vendo-as pelos baratos precos de 34.
'ti e 6^000. A fazenda d boa e esta em perfeiio
estado, pulo que continiia a ter prompta exlrac-
tfi's
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
* **iMsfirt? a fluihfl
i|ri!l|ff|r|
Ms-rtlhs.
Victoria n
AfmazernltTfaL
Rua da iMadre de Deus n. 10 A.
Josd Domingnes do Carmo e Silva panifipj.aos
sens freguezes e aroigos qae i ^ j
rua da Madrc de Deus n. 10 ,\ ,.0B.
pleto sortimento de fumoem fa .,PJ,it j .
%' c J.- sortes, dos melhores fabn.-anle- d:, ^ihia!
e hem assmi a flor de (odos os fnnios de enrda
em rojos, pacoies, lata- i;Tanles.-e pequ-- s, uai-
bem dos nmi acreditados fibfieanles iCrnw '4
Araujo, Lizaur, Adulpho Scamdt 4 (" Lwaur
Schmidt & C, Veigas & Araujg Trindad," i a^-
lar, Teixeira Piato 4 Portelfa (garau;.: peios
mesmos) e de outros ainde nfo contw( lew nelo
pubheo desu capital. O annnnciante d. q\m* uue
lodo fumo ^',
seu
va
com as pessoas (jue pouco entendam da h*
u-a bem servir a todos, lem o aiimevaot
a i
r>nga praliea de la annos deste comm. !.,<*.
Rua do Cabuga n. 11 A.
n-io-se um escravo mflco proprio pjtra enge-
padaria, por preco muito em eoiii.i
Vende-se
nho ou
a IJCOOa libra :
ro aidar.
Rap6 Rocha
na rua do Vigarro n. 7. priaiei-
DK
Fazendas fmas
MA
Rua i;tt !SdT0ir. 7 A.
DK
^
IOSj
E
4Rua do Oabiig^-N. 4
PH laRAfTSE *
'
c.
DE
.
COMES DE MATTOS & 1HMA0
Avisam ao respeitavel publico desta cidade que o sortimento de joias, de subido va
ior, que enstia em seu estabelecimento, esla completamente reforead6 com o mais ele
gante sortimento de novas joias, que receberam directamente pelo ulUmo vapor dau-
ando elle do mais variado sortimento do aderecos a Boulevard, pulseiras dc
BAZAR
DA EUADIEEITA
HOJE
M .MARCILIO QtAS N. Si.
Sm estabelecimento sempre sulicito em ollerecer a concurrencia do respeitavel pu-
*Iico um completo sortimento do miudezas, calcado francez, chapeos e quinquilharias a
K-egos os raaii razoaveis possiveis, para o que recebe quasi todos os seus artigos de pro-
-.-ia encommfcnda, da Europa e America, vcm dar oublicidado dealguns artigos por cuios
rroQos bam so pode avabar os precos de outros muitus que se tornaria enfadonbo pu-
MIUDEZAS. i MIUDEZAS.
1.5 para bordar, da mellior qualidade, 1 Brincos dito de dito por 2#500.
ibra por 55500. i Botfles de setim pretos e de cdres, a 800
Agulhas francezas, fundo dourado, a cai- r3< e 13000 a duzia.
dnha com 4 papeis a 60 rs., 240 rs. Franjas brancas de seda de todas as lar-
Voltas de fita do velludo com lindos co-. S^I&S> a 1^000 e 13?i00 o metro,
acdes fingindo maareperola, a 500 rs. Ditas de cores e pretas a 800 rs. e 15J000 o
Voltas para o pescoco, fingindo camafeu, metro
S'phn.'A./1!,"!65 moo.s.tros^ rarissimas agoas, em anneis, rozetas, pulseiras, alfire-
IpnfwS I mU,ll0S bjfctos d0 ouro de '"elhores fabricantes de Paris, que se
comm tt t gra redac^ de Pre?s> Pr serem elles recebidos directamente de
set.*
ate S?n?P Z ^editado MUZEU DE JOIAS, tendo^ep estabelecimento aberto
,m,3h0hTto.convuJamasfamUiasquosequizcremproYer de lindas joias,
.irom escolbe-laa a vontade, para o que es'D em exposicao nos raostradores.
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, a rua do Duque de
Caxias n. 50, recebeu sovos grampos com bor-
bnletas, bezouros e gafanhotos, o quo de certo e
perfeita novid.de. A quanUdade e pepuena, e
por isso em breve se acabara.
Novas gollinhas ornadascom
pelucia ou arrainho
A loja d'aguia branca a rua Duque de Caxias
- i/0, recebeu uma petjuena quantidade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho de la e seda, en-
ncitadas com arminho, obras estas de muito gosto
e inteiramente novas.
Grarnpos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, a rua do Duque
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-
pos, briacos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas de afo, e como.sempre. conti-
nue a vende-los por precos raioaveis
Caixinhas com p6s dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca a rua do Dn-
que da Caxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Aguia Branca, a rua Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu novo sortimento de luvaa de
pellica, pretas e de outras cores. ____
Cordeiro Simoes & 0.
E'esta casa, som duvida, uma das v.'-Miov,
pode com primatia apresentar aos sens fiouutits
um variadissimo sortimento de larendas ftnaa pa-
ra grande toiltUe; assim-como, para i> uso rdi-
nario de todas as classes, e por precis .anlaio-
sos para ns cempradorcs, de ctrjas fazem um pe-
queno resumo.
Mandam fazendas
as corc=, para se-
PAM DIA Dl FIMD9S
DO
corapanbadas com 1 par de brincos seme-
oante, tudo por 2J>500.
Linba branca de 200 jardas em earriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
duzia.
Dito de dita de Alexandre, numeracao a
gosto do freguez, a 10100 a duzia.
Diademas dourados de 1500 a 3JK100.
Ditos de tartaruga com frores a 2?000.
Ditos com borboletas a 19500.
Brincos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaquet de 500 rs. a 2#000.
Ditos dourados, duzia de pares, a 1#500
t 30000.
Voltas de aljofares com brincos, a 2&500.
Ditas de ditos com coracoes a 1$000.
Ditas de ditos de contas com cassoletas, a
*00 rs.
Rosetas de plaquet a 10 e 1J6500 o par.
Gravatas de seda para senhoras de. 10200
i 20000.
Parures com 2 lacos para cabeca e peito
30 e 40000.
Entremoios e babadinhos bordados de 360
rs. a 20400 a peca.
ttaldes de seda brancos e de cores, de
'3500 a 20500 a peca.
Ditos de algodao e seda, de 10 a 10400
peca,
Ditos de algodSo, a 100 e 500 rs. a peca.
Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
?eca.
Leques de marfim a 50 e 80000.
Ditos de sandalo a 40500.
Ditos de madeira imitando, a 20000.
Ditos de papelldes a 10800.
Coques para senhora, a 30, 30500 e 40.
Aderecos fingindo coral, compondo-se de
tlfinete e brincos por 20000.
Dito dito pretos por 20500.
Ditos de plaquet, compondo-se dealfinete
e brinco, sendo de muito gosto, por 50000.
Galdeg pretos de seda, de muito*gosto de
800 rs. a 10000 o metro.
CALCADO FRANCEZ.
Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
40500 o par.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas. canno
alto, a 50000.
Ditas pretas enfaitadas, ultima moda. a
60000. .
Ditas dita de cores, canno alto, enfeitadas
a 50500,
Ditas para meninos, pretas e de cdres, a
30 e 40000. ~
Completo sortimento de calcado de case-
mira, Charldt, tapete e tran^a, mais barato
HAZAR NACIONAL
Rua da Imperatriz n. 72
Loureoco Percira IHendcsGuimaraes
SAUDADES.
Amaral, Nabnco 4 C. aeabam de receber um
variado sortimento de capellas funebres com as
seguintes inscripQoes:
A meu pai.
A minha mai.
A meu. esposo.
A mlnhi esposa.
A meu filbo.
A minha filha.
Saudades.
Amizade.
Lembranca.
Vende-se no bazar Victoria, rua do Barao da
Victoria n. 2.
\0 /0 do que em outra qualquer parte;
CHAPEOS.
Ricos chapeos de palha d'ltalia, para se-
nhora, a 110000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 160000.
Completo sortimento de chapeosinhos para
meninas e senhoras, de 20800 a 50000.
Chapeos de sol de seda, inglezes, cabo de
marfim a 1G0OOO.
Ditos dito de merind, cabo de metal mui-
to bonito a 50500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 60000.
Ditas dito cabo de marfim a 90000.
DIVERSOS ARTIGOS.
Granadine para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a 650 b co-
vado.
Pannos de crochel para cadeiras, a 10800
e 20000 cada um.
Ditos para sofa, a 30 e 40000.
Toalhas de linho para rosto, a 10300 cada
uma.
Ditas de algodao alcoxeados, a 640 rs.
Colxas de crochet para cama de casal, a
60000.
Declara a seus freguezes que tern resolvido vender
saber:
wiSA-.8 2 RS- ? C0VAD- i CORTES DE BRIMDECORESA 10500.
Vende-sc ch.tas francezas iargqs com to- Vende-se cortes de brim
que de avana, a 160 e 200 o covado. Di- calca, a 10500 e 2*000
tas limpas a 240, 280 e 320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
Mebilias
Cadeiras de guamicao muito baratas
z3-RuaU;ir<|iiezde01inda23
CUNHA & MANTA.
Hesperidina
tado'1%re0QK,S^^^aperi0-r e
C, rua do Amorim e. '"
* .vend* no armMem de Tasso Irmlos $
Bazar Victoria.
Amaral, Nabnco k C. receberam completo sor-
timento de bengallas de canna. proprias para des-
canco de velhos, de rheumaticos, etc., etc, e on-
tras de phantasia, completo sortimento de chapeos
de sol. bengallas, nmbellas, etc., para senhora e
para homem, com cabo de marfim com figuras de
metal, lisos, etc. etc. Estcs utei3 e especiaes ar-
tigos vende-se na rua do Barao da Victoria n. 2.
Ualcado francez
Borzegoms de bezerro para -homem a 7^000:
ba t r*Sa ,ndePendencia n- 39, loja de Porto &
Vende-se cassas francezas a 320 e 360 rs.
o covado.
LASINHAS A 200 RS.
Vendo-se lasinhas de cores para vestidos,
a 200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
640 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 13600.
Vende-se cobertas de obitas de oeres, a
10600 e 20000. Ditas de pello a 10*00.
Colxas de cores a 10200; 20500 e 40500.
CHALES DE LA A 800 RS.
Vende-se chales de la de cmad-ros a 800
rs. e 10000.
Ditos de merine a 20, 80, 40 60000.
. CAMBRAJA BRANCA A 30000
Vende-se pecas de eambraia branea trans*
parontes e tapada, a 30, 30SOO..A0, 40500,
50 e 6)0000.
SAL4S BRANCAS A 20000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 20000 e 20500.
BONETS A iiOO RS.
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapeos de palba, pello e
massa, a 20, 20500, 30000 e 4(0000.
MADAPOLAO A 30000.
Vende-se pecas de madapolSo enfestado a
30000. Ditos inglezes para os precos de
40, 40500, 50, 60000 e 700*0.
ALGODAO A 30800.
Vende-se pecas e 30000.
BRAMANTE A 40600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lencol, a .10600, 20 e 20300 0
metro.
GRANDE LIQUIDACAODE SABONETES 180 RS.
Vende-se uma grande porcio de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes com
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua decolonia, a 200, 320 e SOOrs.o
frasco para liquidar, e ontros extractos
muito barato.
o mais barato que for possivel.
de cores par
BOTINAS A 30000.
Vende-e botinas para senhoras, a 30000
30500, a ellas antes qne se aeabem.
ROUPA FEITA NAGIONAL.
Vende-se camisas braneas, a 10600, 8i
20500, 30000 e 40000.
Gal^as de casemiras de cores, a 50, 60
70000.
Palit6ts de casemira, a 40, 60 e 80000
Seroulas a 10 e 10600.
HUM BE CORES A 440 RS.
Vende-se brim de todas as oores a 44*
rs. oovado.
LENCOS BRANCOS A 20000 A DUZIA.
Vende^e a duzia de lencos brancos, <
20000. Ditos com barras de cores a 8000 <
Ditos de linho a 60000.
TOALHAS A 800 R8.
Veode-ae toalhas para rosto, a 800 n. .
10000.
GRAVAms DE SE6A PRETA A 500 RS
Vende-se graratas de seda preta, a 50<
re. cada wna.
GHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita para coberta, a 280 e S*
rs. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 10600.
Vcnde-ae bonetes para meninos, a 1050ft
BSPARTILHOS PARA SENHORA A 80600
Vetide^e eepartilhos para aenhora,
30500.
Caf^
do Ric Janeiro : vende-se a rua de Vigario, ar-
mazem n. 16.
i -
Os verdadeiros
VinhoB de Bourgogne
das marcas
Chambertin
Pommard
Vicits
Volnav
Beanne
Monthelie
Dito Bordeaux em quartollas.
Vcnde-se por barato pwfo
PARA LIQLIDACAO DE CONTAS
Rim Lurgti, do Rosario u. 34.
Botica.
ns easas dos pn-.-i domes,
para o que tem o pt'.s^oal necessario e d;u nws-
tras -mediante penliur.
Cortes de seda de lindas cures.
Ditos de gnrgnrao de cores.
Grosdenaple dd todas as cores.
Gorgurio Iranco e preto.
Selim .Macau preto e de cures.
Grosdenaples idem idem.
Veludo prelo.
Granadine, *eda preta e com ll-iras do dflres lin-
dissunas padiues e fazmda da ultima ul-oa.
Popclinas de lindos padnies.
Kilo de seda bianco e preto.
Ricas basqmnas >!! seda.
Manias brasileiras.
Coichas de cda para noives.
Cones de eambraia branca com lindos bordadoj.
Capellas e mantos para n ivas.
Riquissimo sortimento de las com listras de seda.
Cambraias de, cores.
Ditas maripozas, branras e de Cures.
Nansuck de lindos pauioes.
Baptisla de pa'.rues mai delicados.
I'er-alinas de qm.dros pretus c brancos, de lis-
tras, etc.
Brins de Bnho dc cues, prcprios para vestiJosf
com barra e listras.
Fuslao de lindas riires.
Casaquinhos de it e de toda
nlioras.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas idem idem
Vestnarios para meninos.
Ditos para baptisadus.
Cliaiieos para dilos.
Toalhas o guardanapos at'amascados de linho de
rores para mesa.
Coichas de U.
Oiriinados bordados.
Camisas bordadas para homem.
Meias de cores para homens e meninos.
Completo sortimento de chapeos de soi para ho-
mens e senhoras, com cabo de marfim.
Merino de cOres para ves'.ido.-.
Dito prelo.
Atoalhado de linho e algodao para loaiuas.
Atoalhado pardo.
Brins de linho branco, preto e de cores.
Setim de lindas c6res c cum listras
Chales de merino de cores c ptelos.
Ditos de casemira.
Ditos de seda preta e de cures.
Dito de touquim.
Camisas de linho.
Ditas de chita. .
Ditas de ilanella.
Ceroulas de brim e algodao.
Damasco de la de cores.
Pannos de crochet para cadeira, sofa t ^nsollos.
Colcha3 de dito.
Tarlatana de todas as cures.
Esparlilhus lisos o bordados.
Foulard' de seda.
Ca-acos a tricot.
Riuos cortes de vestidos de linho para senhora,
de di ersas cores, com os compelratys enfei-
tes, ultima moda.
Casemiras prelas e de cores, chitas, ma JapoISes,
cambraias, panno fino preto e azul, collannhos,
punhos, gravatas, luvas de pellica. dims de Bo
de Escocia, brancas e de dores, tapelM Uo todos
os tamanhos, bolsas de viagem, etc. etc.
Na loja do Passo, rua Primeiro de Man;o n. 7
A, amiga do Crespo.
Vende-se
uma easa na villa de Barreiros, na rua do Com-
mercio, por prego modico : a tratar r,.>m Ta??i
Irniaos & C.
Cimlia Irniaos eC.
Rna da Hadre de Deos n. 34.
Vendem vinhos do Porto de todas as qualidadee,
garanlindo-os, e a precos comm odos:
Barri3 de quinto e decimos para pasto das bem
conhecidas marcas-Meneres e Chamico.
Ditos de qninto linosMeneres, Chamico, Costa
Guimaraes.
Deoimos encapados, superior qualidade.
, de toda a qui "
aos aiamadosGravatinba Azul18j4
Cai.xas de uma duzia, de toda
ualidade, ate
e 18i0.
a
io> aiaoit hKAi'
A 800HS.t> COVADO.
Vende-se granadines com listras de seda
para yestidos de senhora, a 800 rs.e 1900(
o covado.
COLCHAS DE CROCHET A 6000.
Vende-se ricas coichas de crochet para ca
mas a 6000.
PANNOS DE CROCHET A 1&500.
Vende-se pannos de crocWt para cadeiras
a 1^560 e 2JW00. ,
CASSAS PARA CORTINADOS.
Vende-se pe^as de cassas para cortinados;
om 20 varas, a 105J00O e 42*000, e outraj
muitas fazendas emliquidacao.
Sacam
vista.
sobre o Porto ou Llsboa, a pzazo e a
Potassa
da Russia, nova, en
Tamtera vendem potassa
barris peqoenos.
Portland, desembarcado no dia i do cor-
rente, ninguem tem-cimento de Portland
mais novo nem de melhor qualidade: a
venda no armazem da bola amarella, traves-
sa da rua do Iraperador.
Vende-se uma eieellenle casa c>nstruiiii~a
moderna, com frente de azulejo, e um trando si-
tio e um grande sitio com uma casa ; tudo
na margem da cstrada real em Jaboatao tendo
o sitio boas proporgoes para ediflcacao : a tram
em Jaboatao com Bernardo Goncalvc. '^ Zau'wa,
ou na rua de Marcilio Dias n. 16.
Araruta verdadeir'a.
Continda a venda na travessa da ma das Cm-
res n. 4, e rua do Vigario Tenorio n. 26, a 500 rs.
a libra.
Mobihas baratas
No armazem de Joaquim Lopes Machado 4 C.
ha um bom sortimento de mftbiliaa de Vienna,
brancas e pretas, qae se vendem a precos oom-
rnodos.
Tends-se o acredrtado deposito de padaria a
roa de Santo Amaro n. 6 : a iralar no mesmo.
Lazinhas com listras de se-
da a Ii^ o covado.
A loja d'Ameriea tem
E' fazenda especial e de muito gosto para ves-
tidos de aMteras; dao-se amostras. na rua do
Cabuga n, ttf; loja d'America.
Aguas AkaiB-Ca dras Salgadas.
Villa Rouca de A^uiar.
BICARBONATADAS S<~ DIC S
Analyses do Dr. .Ios- Julio Rodri-
Knes, lente da escola Folyte- .
chniea de Ivisboa.
Esta excelloute agua usada com va.itaaera nos
padeeimenlos das vias di^estivas, orioanas, do
eslomagb etc., etc.
Yende-se
NA
Pharmacia e fro^o>*ia
DA
Rua larga do Rosario n 34.

Bronze velho e ferro


*
<
Na estacao da estrada de ferro de GuadaJ: 11
gum ferro e bronze a venda.
r um

_*.


Diario de Pernam


SCEtTCIAS E ABTES.
Variajariis**?** di d*utrl nm ate
deraam para n presort ae*.e> da
ehafora rbw.
(Conclusdo.)
Urn dos factos mail proveitosos em de-
duccdes uteis para a prophylaxia, 6 o da
existencia do germen do cholera-morbus
nas do} B^B* materias vomitadas pelos
choRfHlBp canal digcstivo parece ser,
c o e con i para muitos imrestiga res, oomt strode recepgao, do multi-
plicagfto e <^^B> do voneno cholerico ; lu-
> raouos, op-.-ra miis pru.np-
tauiente, onde se deseovolvo, irradiando
d'ahi os sous efleltos do contarninagao ge-
ral ; e d'node pnrte o principio que vai con-
tiuuar a iofeccJo om outros iadividuos. ;
As provis deste enunciado sdo tao numo-
rosas e de tal raaneira vorificadas, que e
hojo irrecusavel, o do maximo valor, quanto
dello se deduz, isto e, ndo menos talvez do
que a mctadc de todas as precauc&es ne-
cessarias para Ovitar a dissemtnagdo do
cholera-morbus.
Digamos, sem a pretongao de fazer mais
do quo um simples resumo : -sobre as ma-
terius evacuadas pelos choloricos teem recahi-
do as adrairaveis e luminosas investigag6es
dos esperimuntadorcs, dcerca do germen
do cii lera-morbus. u ponto de dotormina-
rcm ospeci'3 e habitos da cryptogamia quo
o reprosonla ; com essa mesma ptanta se
torn chegado a desenvolver o quadrosymp-
tomalico do cholera-morous em animaes ;
' o mesmo tern a evacuates cholericas em individuos da es-
pecio humana ; alguns acampamenlos na
India ingleza, oqJo as dejecgdes de chole-
ricos tinham sido deixadas a descoberlo, por
fcrgss quo mudaram de posicao, causaram
a^ orupgdo do cholera-morbus, passados
mezes, eni tropa isenta de doenga que foi
acampar ni mesma localidade ; a mistura
das alludidas matorias com as aguas do fon-
tes, ile rios, do tanques, etc., tern sido em
muitos casos, bem averiguados, a origem do
desenvolvimento do cholera-morbus em pas-
son?, que dessas aguas so serviram como be-
bid i; por vezes, em cortos pontos de de-
terminados bairros, s6 os iniividuos assim
infeccionados foram exclusivamente accom-
metti los doquadro symptoma'ico da doen-
ga ; uma porgdo d'agua tirada d'uma fonte
viciada, e doude tinha partido a infecgdo
para grando numero de pessoas, foi depois
lcvadi para grande distancia, a pedid > do
indivi luo,. que dessa agua costunava fazer
uso, e alii deu origom ao desenvolvimento
da doenca, etc.
Em todos os variadissimos caso.., do que
aponis apontamos a conclusdo, tern Qcado
evi lente que a humidade e polo menos
favoravelseodo essencial, para o desenvolvi-
mento do gormen cholerico ; effoito que pare-
ce ser auxiliado algum.is vozes pola presenga
de materias animaes ou vegetaesem decom-
posigao. A invasao do cholera-morbus em
certas pov.agdes tem coincidido com o ap-
parecimento de grandes nevoeiros, ou de
forte humidade atmospherica. Um dos in-
vestigadores mais celebres do Allemanha
costuma cultivar a planta do cholera-mor-
bus sobre rodas de limdo pddre. Estas
con ligdes aproximam-se muito das que se
realisam no interior do tubo intestinal.
Tambcm em casos resultantes da remogao
de estrumeir ts, oudc tinham sido deitados
os exoretos de cholericos, os ataques se mos-
traram quasi fulminantes, etc.
Um corollario de rnuitas observngdes, e
que dd ate certo ponto confirmagao as vis-
tas quo acabam de ser expressadas, c que o
germen do cholera-morbus torn periodos
em qnesc conserva inactivo, ou pelo me-
nos d'uma actividado muito limitada.
Dous dos mais celebres investigadores alle-
BlSes, d'accordo com a opinido jd antes
delles emittida, concluiram de numerosas
experiencias, que as materias das evacua-
goes cholericas ndo produzem a infecgdo
immediatamente depois da sua regeicdo,
mas sim passado algum tempo, ouna occa-
siao da maior actividade gcrminativa.
Desta limitacao do elfeito inlicioso foi que
veio durante mui'.o tempo o maximo argu
mento contra o chamado contagio do cho-
lera-morbus, se bem que os casos affirma-
tives sempre fallaram do maneira a poder
suftentar o juizo hoje formado por todos
os medicos sobre a possibilidale da trans-
missiio da doenga, e a facilidade mesme
com que o facto se da" a favor de rnuitas
circumstancias da ordem das que ficam
apontadas. Em todo o caso & preciso re-
conhecer, que entre as doengas transtDissi-
veis algumas o s3o mais do que o cholera-
morbus.
Com o breve esclarecimento que vem da-
do, organisa-so uma prose7ac5o de valioso
exito e.Ti relajSo ds circumstancias mais
communs. Tudo que possa evitar a intro-
ducQfto da gormen do cholera-morbus nas
vias digestivas; e decididamente favoravel
d prophylaxia. Mas sabe se quo a parte
principal, c mo vehiculo do principio in.
ficioso, e desempenhada pela agua.
Um dos primoiros investigadores allemaes
assentou que o germen cholerico, do mes-
mo modo que o da febre typhoide, tem
de passar pelo sub-solo aquoso, para produ-
zir os sous eff-.>itos da disseminacao da
doenga. Mas obserra-se-lhe que a bordo
dos navios ndo ha tal sub-solo, castumando
ahi ser a diQusao sempre prorapta ou em
larga escala. E os casos de infoccdo direc-
ta estio de tal modo evidenciados hoje,
que a vecdadeira prophylaxia ndo pdde dei-
xar de atteuder a destruigdo ou neutralise
Qio dos germ,ens cholericos, desde que elles
visivolmente se desprendem dos individuos
accommeltidos.
Ora a agua pdde ser inquinada por va-
riadissimos mo dos, nao faceis de enume-
iar completaraente. Os canos de despejo
com roturas, que deixam passar as raate-
rias alii recebidas para o sdlo donde nascem
aguas, ou poronde passam sem completa
vedacao de tubos as que se empregam co
mo bebida, teem dado o maior numero de
factos authenticos da disseminacao da doen-
ca pela agua. As cisternas e os pocos em
proximidade dos canos de despejos, sdo
sempre supoitos, ou mais do que isso, em
tempo de opidemia cholerica. Por maioria
de razdo o e qualquer rio, cuja agua cos-
tuma ser aproveitada para bebida, porque
a lavagem das roupas ou os despejos a in-
quinam facilmonte. A roupa de u .1 unico
cholerico inquinou em Inglaterra a agua
d'um p^queno rio e deu origem a muitos
casos de cholera-morbus desenvokidos d
grandes distancia. Na India lreconhecem
os modicos inglezes, que a principal causa
das grandos epidemias entre os indigem- <
o costume do Uvarem as roupas do-i chole-l
risos em lagos ou tanques, para as aprovei-
tarem, servindo-se depois da agua para os
usos co nmuns. 0 cal uilo que se fez a res-
peito da multiplicacdo do germen em con-
tacto com agua, dd um resultado que pare-
ce maravilhoso.
Para assegurar a pureza da agua, oio ha
infelizmcnte nenhum moio garautido. 0
conhecimento da sua origem e dos pontes
quo torn pcrcorrido, deixa estaboleccr uma
presumpedo mais ou menos aceitavel. Por
outro lado, a fervura, a filtracdo e o ompre-
go dos dosinfectantes, nao podem sefgaran-
tia sufficiente, ainda que em rnuitas cir-
cumstancias se Uies tem attribuido muita
efficacia. A falta de meio mais seguro, a
combinacdo da fervura ou da filtracdo da
agua com o uso do fluido deConly, (a so-
lucuo fraca de permanganato de potassa,
deitada ds gotas para decompdr as substan-
cias organicas om suspensacdo ua agua,) re-
presonta o oxpediento de maior aproveita-
mento.
As aguas ndo sao inquinadas somento na
sua origem ou nos sitios por onde passam;
podem sel-o tambcm no interior das habita- j
goes, nos depositos era que se consorvera
para um, ou mesmo no moraento de ser
ingeridas, recebendo da mao que as tenha
tocado, ou da mucosa da propria bocca o
germen da docnga alii deposto accidental-
monte.
Leva-nos isto naturalmente a dizer que o'
germen cholerico e capaz de ser arrastado
pela atmosphera, desde o lugar onde tenha.
sido depositado ate grande distancia, e in-'
troduzido depois nos pulm6es a favor do,
acto respiratorio, ou posto em contacto com
a polio do mosmo modo que o 6 corn a mu-
cosa da bocca. Mas a demonstragao d'este
caso como origom da molestia nao e ainda
completa, o mais se pode presuraira activi-
dade d'estas paries ^>ara o desprondimento
do germen da molestia, do que para a sua
recepgdo o ulterior desenvolvimento. Na
Russia e frequonto dorreter o gelo, para J
obter agua do bebida ; o algumas vezes tem
sido evidenciado que: o germen morbido
po.le sor transmittido pela ingestdo do li-
quido, comquanto ndo tivesse sido ate entdo
efficaz nas condigdes em que se achava A^
presenga do germen inactivo em certas loca-"
lidades", ate que se deram as condigdes
mais favoraveis para actuar, parece tor sido
assim comprovada em relagdo a varias loca-
li Jades.
Por tudo que fica dito se ve que o ponto
culminante da questdo hygienica consiste
em conseguir que as fontes d'onde se des-
pronde o germen cholerico sejam quanto
possivel estancadas. E como a mais abun-
dant ou a principal estd nas materias eva-
cuadas pelos cholericos, para ahi cenvem
fazor convergir todas as vistas preventivas.
Assim, as materias excretadas, e todas as
que sao rejeitadas pelos cholericos, princi-
palmente as dos vomitos, devem ser desde
logo desenfectadas pelo sulphate de ferro,
pelo acido phenico e seus preparados, pelo
alcatrdo de hulha, etc., e langadas em lugar
que nao tenha relacdes faceis com o interior
das habitagOos, procedendo-se em seguida
a nova desinfocgdo dos vasos que hajam
servido d recepgao das mesmas materias;
as roupas sujas devem sor immediatamento
retiradas, para as mergulhar bom em agua
com o chlorureto de cal em dissolggdo ; as
materias dorramadas nos sobrados serdo do
mesmo modo levantadas, e os pavimentos
limpos com a agua chlorurada ou pheni-
cada ; as mao? das pessoas que tenham to-
cado as dosposigdes dos doeutos, precisam
ser objecto dos mesmos cuidados, e nao me-
nos quaesquor objectos ou utensilios que te-
uliam ficadosujos.
Da efficacia de todas estas precaugoes ha
hoje comprovagao sulficiente com a pratica
adoptada em differentes partes. Eutretanto,
como e de suppor, a extensao do beneficio
deve ser sempre calculada polo rigor das
providencias usadas. Tal e tambem a de-
monstragao da necossidade d'uma instruc-
gdo especial diffundida por toda a gente,
que a colloque nas circumstanci?s de oppor
a hygiene conveniente a cada caso capaz de
censtruir um novo centro de diffusao da
doenga.
Por este lado tambem especialmente se
recommenda a adopg5o da pratica, hoje se-
guida especialmente em Inglaterra todas as
vezes que a populagdo estd a bragos com
uma epidemia, em particular de cholera-
morbus : e a inspecgdo de casa em casa,
fcita por medicos autorisados, que acudam
a todos com a direcguo hygienica, o,ue acon-
selhcm ou promovam a remogdo de todas
as causas da diffusao da doenga, e ainda as
que o sdo de geral insalubridade, porque
se ndo originam a doenga, tornam-se com
tudo mais valiosas entdo, aggravando ou
facditando o desenvolvimento epidemico.
0 cholera-morbus poucas vezes apparece
subitamente em larga escala e com grando
violencia, excepto a bordo dos navios. Ha
mais commummente uma iuvasdo com seus
precursores. E o mesmo que acontece com
a epidemia considerada noseu todo, succede
frequentemente com a maieria dos casos.
Quer dizer, a molestia tem tambcm o seu
periodo, a que chamam preraontorio, e
que por via de regra, sendo conveniente-
mente tratado, acaba sem ulterior desenvol-
vimento. Para conseguir este beneficio ne-
nhum outro recurso vale o da inspecgdo de
casa em casa, como acaba de ser dita.
Citaremos um unico exemplo, d'entre
muitos : 0 cholera-morbus que por vozes
sob a forma epidemica tinha sido fatalissi-
ino para a populagdo de Glasgow, dcclara-se
novamente n esta cidade. Organisa-se a
visita domiciliaria, de casa em casa ; todas
as habitagoes sao visitadas uma ou duas
vezes ao dia; os defoitos hygienicos tor-
nam-se objecto do grando attengdo, e onde
quer que se encontra a diarrhea premoni-
toria, distribue-se aos doentes uma ou duas
doses d'uma mistura' anti-cholerica. No
fim da epidemia tinham sido attendidos'
1,400 casos de diarrhea, entre os quaes so'
bouve um obito.
Esta ordem de cuidados vai adiante da
doenga, e transfer ma, como se ve, a epide-
mia, dando-lhe um caracter muito menos
grave. Mas onde o cholera-morbus tenha
conseguido affectar a sua gravidade ordinaria,'
3ue dd em resultado a morte de 50 por 100
os atacados, nenhum recurso pde mais
depressa termo d diffusao da doenga de que
um certo isolamento dos doentes, sujeitando
o seu tratamonto aos cuidados que enfra-j
Suecem ou mesmo extinguem a possibilidade
a transmissao.
Sob este ponto de vista, recommendam-se |
as conslrucgOes ligeiras, proparadas de mo-1
meuto em silins apropHados: ta' sdo as
barracos de madeira, e as ton Jus, Os ve-
Itios hospitaes s5o os primeiros a ser condem-
nados, e depois os edilicios particulares,
Sexta teira 17 de
0^
do 1672.
arejamento
sem as condigoes
e boa ventilagdo.
Chamou-so jd ao cH^Bcaorbats uma
doenga ^-ptebea, pela preferencia qne ella
mostra na escolha dassuas victiaoas. 0 con-
tacto, as rolagOos mais estreitas entre os
membros das familias pobres, a atrooapbara
viciada que se respira n'um espago breve, e
que facilita" a transmissdo corn gran Je nu-
mero do defeitos hygienicos de que taes
habitagoes se cercam, constituem a razdo
da reconhecida preferencia. Essas mesmas
circumstancias podem aggravara importan-
cia morbida de cada caso. Mais o mais
cuidadoso ua sua hygiene ndo estard nunca
isento de que a doenga Ihe entre em casa,
por qualquer dos raodos "porque o germen
pode ser transportado.
Assim a emigragdo, logo no comego da
epidemia, antes do perigo d'uma dissemina-
gdo grande, 4 cousa para ser lembrada e
promovi la. Pelo menos, ha sompra uma
diminuigao de oabulo para a eptdoraia, e
uma molbora de condigOes para os que
ficam.
Resta-nos dizer que entre os cuidados
que a maneira do cousiderar a diffusao do
cholera-morbus torna necessarios, figuram
ainda os que so reforera S inhumagao das
victiraas da doonga. A infecgio pelos ca-
daveres ndo tem nunca a facilidade que se
recouhece hojo, quando se trata das rela-
gdes entre as pessoas sds e os acommetlidos.
D'ahi vom talvez haver ainda quam a ne-
gue. Mas o perigo estd em harmonia com
o que fica jd expressado,na maior activi-
dade que o germen da doenga parece ter,
quando baja decorrido algum tempo depois
da sua ovacuagdo. Por isso se torna acei-
tavel a pratica estabelecida por differentes
partes, do envolver os cadaveres em serra-
dura phenicida, desde que o obito tenha
sido convenientemente verificado.
Concluamos com uma consideragdo mais.
A vulgarisagdo dos perigos que se corre na
presenga d'uma epidemia de cholera, e"
sempre uma providencia util de que cada
qual estd muuido. 0 ospinto tranquillisa-se
com a iJ'-'u do que temos mais alguma
cousa a fazer do que cruzar os bragos em
presenga da gravidade das circumstancias.
Ndo aceitamos o systerna de esconder tudo
do publico, e iuclusivamente a extensdo
que as epidemias teem. E' sempre menor
o receio da realidade do que o das creagoes
da phantasia, n'esses casos muito disposta
a imaginar perigos maioros do que real-
mente ex is tem. Eis ahi a razdo porque nao
exitamos em escrever para o publico a
parte que lhe con. em saber, no caso possi
vel, repeti.mos, mas ate agora ndo esperado,
d'uma invasdo da epidemia cholerica.
DR. J. A. MARQUES.
[Jornal do Commercio-de Lisboa.)
ASSEMBLE! GERAL
DISCUKSO PROFKRIDO NA SESSAO DE 13 DE
AGOSTO ULTIMO PELO SR. DE PUT A DO PELA
PROVINCIA DO PARANA, CONSELHEIRO MA-
NOEL FRANCISCO CORREA, ACERCA DA M1S-
S.VO DO GENERAL D. BARTHOLOME MITRE,
ENVIADO EXTRAORDINARIO E MINISTRO PLE-
NIPOTENCIARIO DA REPCBLICA ARGENTINA
EM MISSAO ESPECIAL.
0 SR. CORREIA (Attengdo) :Sr. presi-
dente, emquanto me coube a honra de exer-
cor o cargo de ministro dos negocios eitran-
geiros tive sempre o maior cuidado em dar
ao parlamento pleno conhecimento de tudo
quanto curria sob a minha direcgia.
Nos relatorios que apresentei inclni tudo
que podia ser de interesse para as camaras e
para o paiz. Nfio era, porem, possivel tra^
zer ao conhecimento publico os assumptos
que tive de tratar oonfidoncialmente com o
honrado plenipotenciario da republica Ar-
gentina, o Sr. general Mitre, durante a sua
missdo nesta cdrte.
Mas depois que as confidencias dirigidas
pelo plenipotenciario argentino ao seu go-
verno foram integralmente publicadas no re-
latorio do ministro das relagoes extoriores da
republica, jd ndo haveria razio para que eu
deixasse, por minha parte, de dar informa-
goes d camara dcerca de tdo importante ob-
jecto.
Ainda assim, Sr. presidente, nao duvida-
rei privar-me da palavra, que V. Exc. me
concedeu, se qualquer dos membros desta
casa, um so, entender que ndo me corre a
obrigagdo, que julgo eumprir neste memen-
to. (Pausa.'j
Como nenhum dos meus honrados colle-
gas julga inconveniente o procedimento que
estou tendo, vou ler d camara as confiden-
cias do il Ins trade Sr. general Mitre, e ao
mesmo tempo as notas particulares que, so-
bre as conferencias que com S. Exc. tive,
c-screvia immediataraente depois que ellas se
realisavam ; porque, assim como o nobre
general tinha necossidade de dar conheci-
mento ao seu governo do que se passava,
corna-me o dever de dar a meus collegas
conhecimento de todas as occurrencias, e ndo
devia confiar extremamente na memoria.
Assim com mais seguranca podia eu re-
ferir os actbs nas conferencias ministe-
riaes.
Esses escriptos foram coordenados neste
livro (mostrando) pelo digne conselheiro di-
rector geral interino da secretaria de estado
dos negocios estrangeiros.
Se ndo foram antes publicados, ndo foi
por quo eu receiasse o juizo publico acerca
do procedimento do ministro, a quem na-
quella solemne occasido estavam conQados
graves interesses ; mas pela razdo que jd
expuz,' a qual ndo tem agora procedencia,
como me parecia, e vejo confirmado por to-
dos os dignos membros desta casa.
Lerei as confidencias do ministro argen-
tino, e depois as notas constantes deste li-
vro.
Pouparei quanto possivel commentarios ;
seria fatigar muito a attengao da camara,
que tem de ouvir uma louga leitura. Para
que os nobres deputados formem seu juizo,
basta, em geral, confrontar as confidenciaes
com aquellas notas.
Se em algum ponto notar-se qualquer di-
vergencia, a I ids ex plica vel, a camara for-
mard o juizo que for mais acertado, d
vista de todos documentos que tem de apre-
ciar.
Quando o illustre plenipotenciario refere
se ds suas palavras, de certo que lhe deve-
raos inteiro credito ; na parte em que ex-
poe as minbas observagoes, a camara, com
o auxilio das notas particulares que escrevi,
comprehendeid mais claramenteo men pen-
samento.
0 illustre Sr. general Mitre ch^gou a esta
cdrte no dia 6 de julho de 1872, e no dia
8 escreveu-me pedmdo uma conferencia, q
so verificou no dia 9.
Delia o Sr. general deu conhecimento a
seu governo na confidencial, cuja traduccdo
passo a ler.
Confidencial tegagio argentina no
Brasil.Rio de Janeiro, 9 de julho de
187S.
A S."Exc. o Sr. ministro de relacdes ex-
teriores da repmblica Argentina.
Teuho a honra de levar ao conheci-
mento ,de V. Exc.-que, como lhe preveni na
minha anterior confidencial, dirigi me ao
Sr. twiaiatro dos negocios estrangeiros do
imperio, anaancian lo por nota verbal mi-
nha chegad* a esta cdrte, e peiiudo uma
conferencia para sauda lo particularmonte,
com o fim de conhecor as disposigOcs om que
se achava este governo. 0 Sr. ministro
rospondeu-me immediatamonte, convidan-
do-me para hoje, is 11 boras, no ministe-
rio dos negocios estrangeiros.
A conferoncia teve lugar d bora indica-
da, e o> Sr. ministro recebeu-me mui ami-
gavebnotitc; e havendo-lhe dito que tinha
prazor em tornar a visita-lo, posto que era
divers > c.i,-acter o com outros ftus, repli-
cou-iue: infelizmouto ndo tdo bom como
da outra vez. >
i A i-t j respondi: que do mesmo
modo quanto a mim, o talvez sob rae-
Ihores auspicios quanto ao mou paiz c go-
verno, de cuja opinido e politico acreditava
ser geouino representante ao aceitar uma
missdo de paz eamizaie no senli lo da uniao
e dos grandes interesses de ambos os pai-
zes. Disse-me que, a julgar por certos
factos, ndo parecia que assim fosse. Hes-
pondi-lhe que os facto* provkvam eloqueu-
temente que a boa pobtica do paz e a mis a
de tinha raizes ua voutade liacional, por-
quanto n^m os homens nem os governos
teriam podido realisar e manter uma po-
litica contra as resistencias qUe, com razao
ou sem ella, aqui se suppunha existir
contra a allianga e o Brasil, e que o facto de
ser eu enviado para representar a politica
que sempre ha via susteutado, contando com
a confianga do meu governo e a opinido do
meu paiz, que ma havia oucarregado
da solugdo das questoes pendeutes que nos
agitavam, provava quo essa politica tinha
vida e predominava nos coiisellios e nos
senti ueutos.
0 Sr. ministro fallou-rae eutao na pu-
blicaguo das notas, dizondo-me que tinha
visto, em uma annotagdo foita pela Nagdo
d circular brasileira ao corpo diplomatics,
que era elle accusado deter sido o primeiro
a publicar as notas, facto que negou, expli-
cando-o do seguinte modo : que ate entao
a discussdo ndo tinha aenmonia; que,
tendo Ihe communicado o Sr* Magalhdes o
pensamento do governo argentino de coh-
servar ainda em reser\a os documentos, jd
lhe havia mandado dizer que essa reserva
tinha seus limites por causa da abertura do
parlamento, ndo so porque tinha por dever
dar-lhe contas, como porque, toraando as
camaras a iniciativa no negocio, por meio de
interpellagd'*, poderia isso dar em rtsul-
tado a publicidade com mais in onvemen-
tes, levando talvez o governo brasileiro mais
longe do uue destgasse. Que a ultima nota
do Sr. Tejedor chegou precisamente no mo-
mento da crise parlamentar, sobre a qual
exprimio-se com diffusao, entrando 8 gumas consideragoes do politica intcrna que
a nossa intimidade utons casido. Fallou-me em seguida. repetindo
algumas generalidades, sobro o direito de
tratar em separado, o que ndo importava
S[uebra da allianga, desde que podessomos
azer o mesmo ; que o Brazil nada havia
estipulado em coutrario ao nosso direito ;
estudando, entretanto, muito suas palavras
sobre.este ponto, pareceu-me, com o conhe-
cimento que tenho das pessoas, que eram
echo das opinioes quo hoje professa o Sr.
Paranhos, quanto a cousiderar a allianga li-
mitada aos fins da guerra, veudo uuicamen-
te nos ajustes definitivos os raeios de por-
Ihe termo de uma torma qualquer, como se
havia posto fim d propria guerra.
Miuha resposta foi dirigida tanto ao meu
interlocutor, como ao personagem que me
parecia fallar pela bocca do Sr. Correa.
Disse-lhe que nSo vinha fazer o processo
dos actos nem das opinioes de quem quer
que fosse ; que profossava opinioes diame-
tralmonte oppostas, como elle sabia, ndo em
vista de argumentos que podlam escurecer
momentau^'amento o textoclaro dos com-
promissos internacionaes, mas em presenga
do-scntido recto e genuino dos tratados de
allianga e protocollos complemenlares que
deviam ser, em todo o tempo, o potato de
partida, assim como suas consequencias lo-
gicas deviam ser o nosso ponto objectivo ;
que, portanto, miuhas convicgoes tinham
sido inspiradas nessas fontes, afim, ndo de
discutir, porem de fazer politica, tendo em
vista os factos postenores que se deram ;
que o governo argentino ndo pretendia an-
nulla-los, mas harmonisa-los corn o piano
gerai da allianga, quanto ao seus resultados
definitivos.
Que nesse espirito pratico eelevado ti-
nha sido concebido o piano da minha mis-
sdo, e que o proprio ministro de relagoes
exteriores da republica Argentina declaraia
francamente em conselho, qoe a discussdo
S>r meio de notas de goveruo a governo ndo
zia mais do que complicar a questdo,
e que por isso era eu nomeado c tinha acei-
tado.
Que, d minha chegada, soube da res-
posta deste governo, sobre a qual deixei de
emittir meu juizo, dizendo -lhe, entretanto,
que ella liquidava a conta das notas, como
a imprensa de ambos os paizes havia liqui-
dado a sua. Que, portanto, era tempo de
trasladar a discussdo para os actos diploma-
tics, afim de produzir resultados que acla-
rassem a situagao e pacificassem osespiritos,
restabelecendo as cordiaes relagoes ; e sem
admittir a hypothese de uma guerra entre
dous povos que haviam combatido durante
cinco annos pela paz destes paizes, e tinham
seus mortos enterrados em santa fraterni-
dade, accrescentei que considerava a idea de
guerra como uma immoralidade que nos
cobriria de opprobrio perante o rrundo,
degradando-nos como nagoes civilisa-
das.
Esta mesma perturbagdo accidental em
que nos achavamos era um verdadeiro es-
candalo que ndo devia projongar-se por
mais tempo, procurando-se de commum
accordo uma solugdo igualmente decorosa
e conveniente para ambos.
a O Sr. ministro, que ate entdo manifes-
tara c> i ta resorva, ou antes certa irresolugdo
por pisai em um terreno que ndo conheeia,
quiz explora-lo, dizondo-me que, so eu es-
tava autorisado para responder d nota ou
para propflr alguma cousa, nos poieriamos
entender. _
fci Entdo declarei-lhe que a minha opi-
nido era que ultima nota seria proravelmente
a" sua, e que/segundo o que me mani-
festara o meu governo, a resposta a olla
seria referir-se ao que ou fizeaae ou dissesse
e nesse sentido havia eu oscripto confiden-
cial men to para Buenos-Ayres, quando aqui
tive conhecimento da sobredita nota. Que,
portanto, me considerava habilitado a ser
recebido e occupar-me desde logo com o
objecto de minha missdo especial.
u A resposta do Sr. ministro foi mais ex-
pansiva do quo as anteriores, entrando em
algumas explicagdes sobro o alcance da sua
ultima nota, dizendo quo, por-sua parte, se
tinha limilado ao cstrictamente". neccssario,
evilando tocar ua ingrata recordagao do Itu-
zaingo que, com justo motivo, excitara a
animosidade do Brasil, fazendo algumas al-
lusdes a conccitos que poderiam parecer
offensivos.
a A minha resposta foi franca e ao mes-
mo tempo satisfactoria, dizendo-lhe que, re-
conhecendo precisamente esta iuteugdo por
parte do ga bine to do Brasil, meu governo
havia encarado esta questao como um as-
sumpto que devoria s-?r tratado tranquilla-
mente entre homens de estado; que a ques-
tdo das notas e das preteudidas offeusas, ou
salisfagdes reciprocas a que pudessem dar
.lugar, jd estava felizmentc lerminada e
quo me era agradavel poder dizer-lhe que
nas minbas instrucgoes so previa o caso do
enxergaro Brasil alguma offensacm nosa ul-
tima nota, autorisando-me ellas a declarar
que a intengao do governo argentino nunca
tinha sido offender o povo nem o governo
brasileiro, declaragdo que eu nao teria es-
crupulo em fazer por escripto. Que a re-
ferenda a Ituzaingo no tinha sequer
uma intengao offensiva, e quo, assim como
S. Exc. me havia' declarado, elle m'o
havia dito antes, que a de Caseros ti-
vcra por unico objecto ennobreccr mais
nossa allianga, a recordagao de quo al-
gum dia tivessemos estado em guerra por
questoes que, eram uma triste heranga de
nossas metropoles, nao teve neiu podia ter
outro fun senao significar que essa guerra
ndo nos pdde iinpedir de realizar allianga e
actos politicos generosos de que a Republica
Argentina jamais se esqueceria, e que espe-
rava, como era previsto nas instrucgoes, que
seria cssa a politica constante do presente e
do futuro.
Considerando-me sufficientemente com-
penetrado das disposigoes em que se acha
esto governo, dei por lerminada a conferen-
cia, dizendo-lhe que brevemente passaria
nota pedindo ser recebido no meu caracter
(liplomaticu, o annuncioi-lho que o faria no
dia seguinte.
0 Sr. ministro disso-me que, se lh'a
enviasse hoje, amanha mesmo a levaria d
presenga do imperador, e me rosponderia
immeiliatamente, perguntando-me se pro-
nunciaria algum discurso por occasido da
recepgao, ao qual respondi que enviaria co-
pia delle, como e do estylo.
Hoje mesmo passei a nota indicada e
espcro poder, pelo proximo correio, dar
conta a V. Exc. da minha recepgao.
A opinido publica deste paiz estd tran-
quilla, assim como a sua imprensa ; todos
anhelam um accordoaraigavel entre os dous
paizes, o que confirma, cada vez mais, a
idea que emitti na minha anterior de que o
governo do Brasil tambem o deseja, segun-
Uo se deduz da conferencia de que acabo de
dar conhecimento a V. Exc.
Deus guarde a V. Exc. Bartolomi
Mitre.
Eis. o que escrevi sobre esta conferencia
de 9 de julho :
" 0 Sr. general disse-me que se apre-
sentava em uma missdo de paz, e cheio da
melhor vontade de arraujar diplomatica-
meiite, no pe da mais perfeita amisadc, as
questoes entre os dous governos : que, se
as notas do Sr. Tejedor ndo tivessem sido
respondidas, elle estava autorisado para de-
clarar ao goven.o imperial officialmeute que
ndo devia ver a menor offeusa nessas notas;
que nao havia a menor intengao de faze-la ;
que devemos considerar a questdo, por meio
de notas, teVminada, dando por feito o que
se achava feito, aceitando tudo como esta,
desde o tratado de allianga ate aos de As-
sumpgao, e a ultima discussdo,procurau-
do em conferencia solugdo pratica para as
questoes, de modo que a amisado entre os
dous estados se renove em bem ndo s6 pre-
sente, senao do futuro, pois que seria um
opprobrio que duas nagoes, que juntas se
cobriram de tanta gloria, agora fossem gla-
diar uma contra outra.
Que elle tem as mais' amplas faculda-
des ; quo, pode dizer, representa a opinido
unanime do seu paiz, do governo, do povo:
todos querem a paz e a harmonia. Seu
embarque coogregou todo o povo; S. Exc.
so disse : e este o exercito de paz com que
quero pelejar.
Observando-lbe eu que antes de tudo
careciamos de resposta ds ultimas notas, dis-
se que ella seria no sentido de dar por fin-
da a discussdo de goveruo a governo, e de
passarem os negocios para o seu represen-
tante no Rio de Janeiro. Mas e preciso,
ponderei eu, que essa resposta attenue a
impressdo desagradavel causada pela corres-
pdndencia anterior.
. Ficou de mandar-me a nota, pedindo
dia e hora para seu recebimento, o copia
de seu discurso, que serd o mais pacifico e
amigavel.
Disse lhe do meu lado, ao receber seus
cumprimentos, que comegaram mui bem
nossas relagoes particulares, que eu muito
apreciava, e sontia que se dessem 'os moti-
vos sabidos para ndo comegarem da mesma
forma as relagoes pdideas.
Observou elle que faria o possivel para
quo nfto houvosse separagio entre umas e
outras.
Disse-lhe mais que na) so podia deixar
de responder, como se respondeu, d nota
do Sr. Tejedor ; mas que tendo o congresso
argentino intervido na questdo, as camaras
brasileiras, se estivessem reunidas, appro-
vando como, em maioria ao menos, appro-
vavam a politica externa, discutiriam tam-
bem a questdo ; e as cousas podiam ir mui-
to adiante.
Que por isso fez bem a Nation em nao
applaudir o congresso ; rnas que, attenden-
do a tudo isso e d linguagem da imprensa
eu era agradavelmente' sorprendido com a
noticia de que o governo e povo se uniara
em torno de sua missdo para indicar seu
pendor a favor da paz e da amisade do
Brasil.
a Disse-lhe que a nota havia offendido a
susceptibilidade popular, fazendo referenda
a Ituzaingo, d qual, como vio, de proposi-
to a nota brasileira ndo deu resposta al-
guma.
ke desse, no sentido unico em que po-
derh ser, podia apparecer alguma manifes-
tacfto, que ndosc-rir> favomvel aofim da sua
missdo.
Respondeu que, se oio aativesse a no-
ta respondida, mesmo sobre Ituzaingo daria
explicagdes convenientes.
Accrescentei qoe ndo via motivo suffi-
ciente para a celeuma que se levantou na
republica Argentina a proposilo do que oc-
correu em Assumpcdo, posigio que o Sr*
Quintana tornou forgada.
A republica Argentina podia fazer o que
o Brasil fez, negociando do mesmo modo
com o Paraguay.
Fallei ainda em quo ndo pedia deixar de
publicar os documeotos no relatorio, Jsabi-
da como era a existencia do protesto e da
reclamagdo argentina ; aproveitando a occa-
sido para dar resposta a uma observagdg
da Nation, que tornava o governo brasi-
leiro responsavel pela discussdo publica.
Como a camara ve, os pontos priocipaes
da conferencia sdo referidos do-modo seme-
lhante, sendo somento para sentir que o
Sr. general Mitre nao tivesse dado a im-
portancia que o governo imperial dava d
necessidade de altenuar o governo argenti-
no, em sua resposta, a desagradavel im-
pressao que nos havia causado a nota de
27 de abril.
Mas o illustre plenipotenciario, em outra
contideneial, exprirae-se de modo que jus-
tifica as palavras quo sobre este ponto es-
crivi.
Nesta sua confidencial, como em outras,
o Sr. general, dando prova da linura que
Ihe reconbego, penetra em minhas inten-
goos ; mas alem do risco de erro que lia
sempre quo se pretendu devassar o segredo
da consciencia, devo obscrvar que muita
vez parece vacillagdo, timidez, irresolugdo,
o que e procedimento imposto pelo dever
nas circumstancias em que se acha um alto
funccionario, conscio da grande responsabi
lidade que sobre elle pesa, e cujos actos
vdo reflcctir sobre sua patria, que s6 deve
ser arrastada aos dolorosos sacrilicios que
a guerra impoe em conjunctures extremes,
quando de outra forma ndo podem ser re-
salvados seus direitos e sua honra. (Apoia-
dos).
Fago cs:a observagao para de uma vez
dizer o que me cumpre acerca dos pontos
em que* o illustre plenipotenciario argenti-
no trata de minhas intengoes.
Em uma das confidenciaes S. Exc. diz
quo mostrei-me impressiouado com suas
reflexdes, a que oppuz u.na contestagao
pouco precisa, e sem encadeameuto logico.
Nao me cabe avaliar a procedencia desta
observagao. Notarei sdmente que o Sr.
general, referindo uma conferencia com o
Sr. presidente do conselho, amestrado di-
plomata, tambem diz que S. Ex:, ficara
impressiouado com a nianifestagao que elle
fizera em ternios cathegoricos, e ndo se ha-
via animado a insistir em um ponto de
que se occupara, e em declarar que eraessa
a ultima palavra do governo imperial.
Na sua confidencial o Sr. geueral diz que,
em certo ponto, elle vio em minhas pala-
vras o echo das do Sr. presidente do con-
selho.
S. Exc. ndo se enganou ; mas se quizesse
exprimir-se com mais exactiddo deveria dizer
que nellas vio o echo, ndo deste ou daquel-
le ministro, mas de todo o gabiuete, pois
que eu repetia a opinido uniforme de todos
os miuistros. (Apoiados.)
0 Sr. Candido Torres :Ndo era o
echo, mas-o orgdo do ministerio.
0 Sr. Correa :Refere tambem S. Exc.
que eu fiz, nessa conferencia, observagoes
dcerca da politica intcrna, autorisadas por
nossas relagoes, que contindo a manter com
toda a satisfagdo. Assim foi, embora eu nao
as escrevesse, por ser isso ocioso eon escrip-
to destinado a ser lido a meus collegas. 0
mesmo nao se dava cm rolagao ao plenipo-
tenciario argentino. A camara sabe que
nao rams vezes as occurrencias da politica
interna inflnem nos acontecimentos diplo-
maticos. (Apoiados}.
N3o me occupo, Sr. presidente, senao
com as confidenciaes que entendem com
occurrencias que^se deram entre o minis-
tro dos negocios estrangeiros e o plenipo-
tenciario argentino, por isso deltas sdmente
dou conhecimento d camara.
A que se segue esde 17 de julho, nestes
termos :
Confidencial.Legagdo Argentina no
Brasil.Rio de Janeiro, 17 de julho do
1^71.
A S. Exc. o Sr. ministro de relagoes
exteriores da Republica Argentina.
Tenho a honra de levar ao conheci-
mento de V. Exc. que, no dia 2 do cor-
rente, vespera da minha recepgdo, fiz. uma
visita particular ao Sr. visconde do Rio-
Branco, presidente do conselho de ministros,
correspondendo assim a saudagdo particular
que me dirigio'd minha chegada.
Nossa conversagao se prolongou por
duas horas e meia, sendo o assumpto della
as questdes pendentes entre ambos os paizes,
em torn animado, porom amigavel e con-
fidencial.
Sr. visconde do Rio-Branco disse-
me que o Sr. min:stro dos negocios es-
trangeiros havia dado conta detalhada a S.
M. o Imperador da conferencia que tive-
mos (a qual jd communiquei a V. Exc. ),
achando-se presentes os miuistros do iinpe-
rio. Que estava hoje compenetrado do es-
pirito amigavel do governo argentino, e
que yia.na minha escolha uma prova disso;
que no interesse, porem, do exito dos accor-
dos, devia assignalar algumas difficuWades,
tazer algumas confidencias e apresentar-me
queixas que deviam fiear entre ambos.
As difficuldades quo assignalou o Sr.
Rio-Branco, podem reduzir-se as seguintes :
1, a necossidade ou conveniencia de
uma resposta por parts do governo argentino
d ultima nota brasileira, para restabelecerde
todo a boa harmonia ;2, a participagdo
que a Bolivia podia e devia ter como ribei-
rinho nos ajus es sobre a navegagdo com-
mum do alto Paraguay ;3', as questoes
de limites com a Bolivia, resalvadas petas
notas reversaes : -4% a falta de representa-
gdo do Estado Oriental na questao que se
ventilava.
Com este motivo entrou oSr. visconde
do Rio-Branco em vari-is pormeoores e cou-
fidencias interessantes, que ndo consigno
aqui, porque, havendo-me dito que fica-
vam .entre nos, jnlgo dever emitti-las, ndo
sendo por outre lado essenciaes ds questdes
pendentes.
Conliauar-se-ha.
TVP. DO DIARIO.- RUA Dl'QVJE DJi CAXU
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