Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16704

Full Text
-*
ANNO XLIX. MJME80 258
;

A CAPITAL E LVGABES Of E SAO PACIA P
for tree mezes adiantados.......f ,....... tlfjai
For seu ditoi idem.................. lflMM
ttu u anno idem........ ........ *
Cad* aumero to!so.................
ami
QUINTA FE1RA 46 DE OLTIBRO DE 1873
PABA BEVTBO FdBA A FBOTISTCIA.
for tree mazes adiantados......
for ow dues idem............#....
for am ano idem...................

PROPRIEDADE DE MANOEL FiGUEIROA DE FARIA & FILHOS.
at Sri. Gerardo Autouio Alves* Filhos, do Para; Goncalves 4 Pinto, no Maranhao j Joaquim Jose de Olireira A f^iQ, uo Cart; Aatonio de Lea** Braga, no Aracatj ; Joao aria Julio Chares, no Assd; Antonio Marques
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, aa Parahyba ; Antonio Josd (torn.*, aa liHa dl Itoha; BeJarmino dos Santos Bulcao, em Santo Antao ; Domingos Jose da Costa Braga, em
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaco, no Klar das A%oa; Alves A C., na Bahia ; e Leite, Cerquinho d C. no Rio jde Janeiro.
da Siira, no Hatal;
Nazareth;
**4*m
PARTE OFnCIAL
Governo da, provincia.
Seccao 3.'Palaeio da presidencia do Porn;.mbueo, em 7 de ou-
tubro da 1873.
0 presidente da provincia, querendo dar execucao aos 3 43 e
44 do art. 15 da lei u. 1,113 de 17 de junho deste anno. resolve boi-
xar o seguinte
iu:(.n.viii:\ro :
Art I Os joalheiros ou qnaesquer pessoas que niascatean-ni
nesta cidade on fora della em loda a provincia. com fazendas, mill-
dezas, qumquilharias e untros quaesquer objoeios, nao pudcrao exer-
cer esse eommercio sem previa hahilitacao.
^rl- ** A habilitaeiio consistini na licenca da camara munici-
pal do municipio em qne se quizar mascalsaf, sendo solicitada em
simples requerimeuto, juutaudose o conheciraenio de quilacao do
imposto provincial, sobre qQe versa a habiluacao.
Art. 3.- A licenca sera concedida por despacho ao dito requc-
riioeuto, declaraudo se nelle o exercieio em que sera valida, que deve-
ra ser o uiuuicipal.
Art. 4.' .Nao serao obrigados a exhibicao do conheeimenlo de
que trata o art. 2" : 1." As boceteiras que, segundo o 6' ao art. 30
da lei d. orcamento municipal, n.n sao comprehendidas na classc
dos ma-cates. 2." Os negotiants que nas feiras do lugar de seu
ealabelecunento expuzeroui por si generos a venda, pertoucentes ao
mesmo estabelecimento. 3- Os que veuderem neneios mauufaclu-
rados na provincia, coiuo rendas, bicos, obras decroclie, de labv-
riutbo, de la, etc.
Art. 5. 0 exercieio de commereio menciona>lo no art. 1, sem
a babiliuoao exigida neste regulamento, eonstitue o mascate em
ilagraute coutraveueao, e eomo de/iauJadur da reuda do iiuposto
que devia pagar.
Art. 6. Nas coudicoes do arti.uo ar.terior, sao apprehenJidas as
mercaJonas ou joias, deposii.:iJas por quiuze dias e levadas aOnal a
praea, si tcrminar esle prazo sem ter Iugar o coniido no art. 7;
para pagamento do imposto subtrahido e da multa. aqaivaleme a
metade do mesmo imposto.
Art. 7.* Dada a appreli8nsao, lavra-se o competenie terrao, eta
que serao dererminados os objectos apprehenJidos em suas cir-
cumstancias caracteristicas, como declarafAo do depositario, a cuja
guarda llcam.
Art. 8. A praca ou arreroatacao dos objectos apprehrndidos
node ser prcveoida com restituicao dos objectos, logo que, antes d*
lindo o prazo, seja satisfeito o imposto e a multa.
Art. 9 0 rcmanesceute da arrematacao das mercadoriaa ou
joias appreliendidas, e que nilo forom remidas nos termos do artigo
precedente, dednzidas a imposicao e a multa, ontrega-se ao iadivi-
duo a que foreiu apprehendidos ties objectos.
Art. 10. As autoridades policiaes e muoicipies de quaesquc-r
localiiades da provincia, bem como os agonies da faxenda provin-
cial nesta cidade e nas rollectorias, devem oxfgfr dos niascatos e joa-
Ineiros a exbibicao da lieenca a qual deverio para isto Inzer com-
^igo; c na falta desta, cumpre'lhus proceder a apprehensao nos ter-
mos do art. G', a qual cone no municipie desta capital perante o
con^ulado provincia e ncs demais da provincia perante os respecti -
vos colloctores.
Art. II. Sempre que for requisitadojoelos agentes da fazenda. a
autoridade poiicial prestara o seu coucurso e apoio no interesso da
liscalisar.uio e observancia do prescripto nestc regulamento.
Art. 11 Neste intuito, o administrador do consulado commettc-
ra no municipio do Kecife a is lanftidores, c os Ascaes das colleclo-
rias nos do interior da provincia aos cobradoris, a averignacao dos
infractores deste regulamouto, para que tenba lugar a imposiijao das
peuas a que esta sujeiDs.
Art. 13. 0 terrao de que trata o art 7 sera asaignado pelo ad-
ministrador do consulado provincial ou pelo tlscal da colledoria on-
de se veriliear a apprelunsao, sendo tambem pelo depositario e pelo
dono dos objectos apprehendiJos; e quando este se recuse, far-se-lia
disto iMOUjid no mesmo lermo.
Art. IV. Ficam revogadas aJ disposicoes em contrario.
Henrique Pereira de Lucenu.
KKPEDIENTK DO DIA 30 UK Jl.LIIO DP. 1873.
/.* seef'lo.
Ofloos:
Ao couselho de compras do arsenal de guer-
*. Promova o conselbo de compras do arsenal
de guorra o iornociineutu dos objectos constants
do podido Junto, os quaes sao preeisos para pro-
vinienU do respectivo almoxarifado.
; Ian de assistir ao processo quo contra ellc se csla
: inslaurando p 8.' secriio.
' Oiiicios :
Ao inspector da thesourar.a do fazeuda.
Transmitto a V. 8. a indusa conta document ida,
truir uma estrada de ferro desta cidade a viila de
Linueiro, com uiu ram.il para a cidade de Jlaza-
retti, passandi a estrada principal pelo povoado d
S. Lourengo da Malta e villa do I'j-i d Alhi.
Art. 2.* Na villa doP.i) d'Alho aestrada paasara
pela esquoida do rio, tevenl i dosviar-se 'la ostra
aflm do qua maude pagar a Mauoel Anlonio Tei-! di do governo, antes de cliegir a poute do 8. Joao.
xcira. coniorme solicitouo engenheiro enoarroga-1 Art. 3. Todas as aitoracoes qj-i se fuecew uos
Ao eagenbeiro da obras md.iares -De con do das obras mililares era officio de lionlcm sob n, esludos ja apre^ntados e'approvados sorio ub
formidade com que solieita o brigadeiro eoui-
mandante d.u annas em uttcku do 3 e 33 do cor-
rente, sob ns. 678 e 7i'J. maude Vine, collocar um
t>ieo de gaz no quarto do quartel d i BospieiA, em
>mo se acha o apparellio d i companbia < Recife
Lh-ainage.
Ao consul da Frau;a.Tendo o governo im-
perial, segundo const i de aviso do ministerio dos
iiegoctos estrangeiros, de 16 do commie, resolvilo
t>rorogar porseis Inezes, quo liudarao em 20 >!e
ievereiro de 187V, o praso lixado para a duracao
da convcni.'io cousular ijue o Urasil euiebrou coin
a Franca am 10 de de/.urnbro de 1860, apresso-me
:m a-^sim o 'imoaniear ao >r. Esiienne Dunux,
consul da Franca para os tins convenieiites. Com
este raotivo renovo ao inesmo Sr. cinsul as segu-
rancas de minlia perfeita estima e distincta consi-
tleratao.lguae.aos Srs., Dr. Claudino de Araujo
(iuiraaraes. cjnsul do Portug.il: Uarao da Soleda
de, vi':e-consui da Italia, D.Juan
4, a quantia de M9V#W0, por quanto foratn con-
tractadas a caiadura e pintura do hospital militar,
segundo lutonsacao desta presidencia.
Ao mesmo. Tendo autorisado o conselbo
de compras do arsenal do guerra a promover o
foruecimento dos objectos constantes do pedido
jauto por copia, necessaries para provimento do
respectivo almoxarifado, assim o coramunico a V.
5. para os llns couvenientes.
-o mesmo. -Anuuindu ao que solicitm o
engenheiro eocarreg.ido das obras mililares em
otlieio de 28 da corrente sob n. 2, autoi iso V. S.,
a m.indar pagar c Oscar Destibeaux a quantia de
JlOjOUO constante da inclu-a conta documentada
da obra da lalrina do xadruz do quartel do depo-
sito de recrutas e que com o mesmo Oscar foi
eoattactada, em virtude do aut.irisacaj desta pre
sidencia
Ao mesmo.Maade V. S. pagar a Thoniaz
Antonio Maciel Monteiro Junior, a vista da conta
meilido< a approvacao do governo, antes de su i
execu^ai, tndo do acjrdo com oar'. ').' do con-
tract o sous $. que coulinuam em vigor, salvo a
ultima parte a j 5." do cilado artigo,
Arl. V.* 0 OMiir.icUirte dovera subnilter a aa-
provacio do gover.io as planLis d pontos que U-
verom mais de 10 metres de va >.
Art 3." Os d.- -lives I m^'itu liuio- da liuiia, nas
dislancias inferiores % 309 inotros, poderao attin
gir a 3 por cento.
Art. 6.'0 art. 3." do contract ia alieraio eai
13 de julln de 1871, lie a subsUtuido pelo sogumte:
As locom jIivas serao de pe*> superior a #) fii
neladas metricas, lerio 3 ou 4 etxos e sera* Uos
modelos in lis aperfoicoa los.
Os carros de passageiros e nwrcilorias sarao de
Ait. 22. Para deirrraiua-se o eusto de cada ki
lometro to tera em vista o cuslo dos kilometros
construidos na seccao.
Art. 23. A garauiia d i jura* e coiwedida por
secfiu de eslraU*. e a eiupio/.a so (era direito ao
seu pagameuo depois de aberta a seccao ao transi-
11 pabiico.
Art. 2V Si na execocao d i obras as detpezas
forem inaiores do quo as "do maximo flxado para
caua kiloraetro, o governo so aproveitara desta
reduc^jao para lixa-.io da garauiia esttpnla la, e si
excederem, eorrera o excosso por conla da cra-
preza
Art. to. O governo tera o direito de fiscal is.ir a
execucao de.-te conlracto o regulamenios rospecti-
'w. a exetmcao das obras do loda a linha e seu
raiual, e bem assim loda a esoriptura.Jo e do-
cuments concernentes a rcceila e despeza da es-
trada .
Art. 2b. A* despeza* da lisealisaijio correra-i
por conla da eslraJa, para o quo ella concorrera
aniiualmeiiii- com a quantia do 4:8 Oi, que fara
reixtlber a thesourana provincial por trimestre
aiiantado.
Art. 27. Em um regulamouto especial sera desig-
ns do o modo de veribcar-se a dospeza da cons-
truccao, do custeio e a receita reaiisada, hem co
nw as epocas e forma do pagamento do juro ga-
ranlido.
Art. 28. Logo que o rendimento liquido da es-
trada exceder a 7 por cenlo o oxeesso sora desti-
nado ao pagamento do que for devido a provincia
pela garauiia que houver p.igo
Art. 29- Km qualquer tempo |>odera a empreza
reiiunci*. a garantia de juros, estando quite com
a provincia, e oe.-te-cisu o pagamento da fijcalisa-
cio sei i :i estipulado nii modificacoes de 13 do
lullw, e c:*>arao as obrigaeoos qne sii> imoo.-i.u
em razao d i garauiia, mo no's o que for relative a
amortisaeao.
Art. 30. No case do resgale, de quo falla o art.
33 do crfiitracto, do prog.) em que for elle arbilra-
do, se dedu'.ira o fun to de amorlisacao que entao
houver.
Art. 31. Find) o prazo da coucussao, so ja esti-
ver amortisado o capital da empreza, passarao
para a provincia sem indemnisa-.-ao alguma todas
as obras, > material tlxo e rodanto e bem assim os
terreaos occapados pela arapreza.
Art. 32. Suasistem todas as disposi^oos do con-
l.aclu e das nudificayoos de 13 de jullio do 1871,
que niio loram expressamjnto alteradas
itodi/kafoe* 4*pen Wa legUlalwi pt-oeincial.
Art. 1.* 0 onntractauto lica aut >risado a esten-
der a liuita prkx-aital desde a villa do Limoeiro ate
a villa do Brejo da Midre de Dous.
Art. 2." fjete caao o tein;iode duracao do pri-
\ ilegio flea elevado a !> > annos.
Art. 3." Fica igualmcate autorisado o contrac-
t.iiiio a construir um ram.il que, oartindo do tronco
principal. s< dirija a villa do Bam Jardim.
Art. 4.* Para esle ramal lica concedida a in s
construccao e inoletb que methtr conveaua ao?.' "u garantia de juris kdoraetrieos, oncedida para
paizes quenles ; os primoiros s#rao de 3 classes. I a estradd principal e ramal de Nazareth.
AiL 7." 0 oauiero de locomoUva* uio sera *n-
ferior a 10.
0 art 8.* lica alterado pajo seguinte mod*.
A estrada e seu ramal serao acompa'ohadas de
vii;e-consul da Italia, D.Juan tusson, vicij-
coasul da Hjspanba; Rodolpho Woydnnn, con- docamontada que ml foi reuapttida pgio engenhel-
sul da Suissa; com relacio as couveneJies celobra< ro encarregado das obras mXtares com oftlcio de
das com aqueiles paizes. 28 do corrente sob n. 3, a quantia de 2803000 em uma linha tolegrapiuoa euModa s~ua~ e%uao, a
2.' seccao. que nnportou a obra da c*erta da casa da mu- qual devera ealar prumota pira fuuuciofir n i *aj
Actos: siea do quartel da Soledade. em que cada seccao for aberta ao tr*A*). A li-.
Ojiresidente da provincia, attondeudo a qie Ao mesmo.Conformando-me com sua infor- nha sera franqueada ao publieo mediaule o preco
.> cidadao nomeado por pnrtana de 2 de maio ul- m.icao de 28 do corrente sob n. 308, relativatnen- estipulado em tabella apurovada pelo governo que
para o cargo do 3 supolente do pus mum- te ao mcluso requerimento do Ur. Manoel de Fi- tera o direito de ulilisar-se dos posies telegraphicos
tuu >
p;.l do term i de I'auellas, chama-se ilanoel de gueiroa Faria, contraclante da publicacao dos tra-
>jouza Silva Serodio, e n:io Jose da Silva Souza Se- balhos e ..nnaes da assemblea provincial e do ex-
rodio, resolve, que seja rcctificado o engano, | pedionlo da secretaria do g)verno, autoriso V. S.
4icaulo nesta parte alternda a dita portaria j a mandar pagar a quantia do 10:30030)0. sendo
0 presidente da provincia, auendendo a quo ohrig;ido a reforcar a lianea aoaado tiver de pres-
cidadao foao Cordeiro d^s Santos, uome. !o por tar a que e exigida pelo respocbra conlracto. -
portaria de 19 de ma/vde 1872 para o lugar de j Ao inspector da thosouraria provincialJ'.o-
:t* supplente d) juii municipal do termo de Cirua-' commendo a V. S. qu*, a vista da rela.ao .e conta
rn, acha-se n^neado para o termo de I'auellas. o' juntas que mo foram remettidas pelo Dr. ehefe de
por este motivo uao pode exercero dito cargo n'a- polieia com olllcio de hontem sob n. 1,378, man-
quelle termo, re-olve noinoar para o substituir o !do pagar a Manoel Pessoa de Sjqueira Cam-
alferes Mauoel Thome Alves do Coiito, o qual de- j pos a quantia de 405000, provouieute do suslento
ijera tirar titulo e prestar jurameulo no prazo da
lei.
0 presidenle da provincia, attondendo a quo
o cidadao CUuliuo Jose de Mello. nomeado por
portaria de 2 do maio ultimo 2' supplente do juiz
municipal do termo de Panolias, nao acceitou a dita
nomeac*o, resolve nomear para o substituir o ci-
dadao Joao Joaquim Hibeiro Campos, o qual deve-
ra tirar titulo e prestar jurameulo no prazo da
lei.
0 presidente da provincia. de eon'ormidade
cMn a proposta do Dr. chefe de polieia em ofliiio
n. 1232 de 15 deste mez, resolve nomear o capilao
Joaquim de Hollanda Cavalcanto de Albuquerque 1"
supplente do delegado do termo de Santo Antao, c
jiara o de 2* supplente do mesmo delegado, que era
esercido por aquelle, Virgolino Jose de Almeida.
0 presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de polieia em oOkio
ii. 1336, de 29 do corrente, resolve nomear o Dr.
Francisco M .noel Wanderley Luis para o cargo
le delegado do distneto de Gameloira, e para os
de l, 2e 3- supplontes do mesmo deiegado os ci-
dadaos seguinlts naordem da collocacao : Manoel
Games de Barros e Silva, Autouio Joaquim da
Fonseca Carvalho e Martinho Rolrigues da Silva.
0 presidente da provincia, a vista do ofllcio
do Dr. chefe le polieia, n. 1313 de 23 do corrente,
resolve exonerar dos cargos de I' o i' supplentes
u.. delegado do termo de Salgueiro os cidadaos
Antonio Rufiuo de Araujo e Antonio Sampaio Fil-
gueiras.
. 0 presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de polieia om o!D)io
n. 1313 de 23 d) corTente, resolve nomear para os
cargos de 1* e 2' supplenles do delegaiu do lermo
da Salgueir i os cidadaos scguintcs na ordem do
sua olloea.-i j : Jose Mathias D.tntas, Angolo Gj
mes de Sa.
0 presidente da provincia, a vista do ofllcio
Jo Dr. chefe de polieia, n. 1313 qe 23 do corrente,
resolve exonerar dos cargos do 1*, 2* e 3" sup-
plentes do subJeiogado da freguazia da Salgueiro
o cidadaus Joajuim Manoel de Sampaio, Jose Joa
(|tiim Leite de Souza e .'ose Ma'.bous Djuta<, visto
nao terem prestado juramento.
0 presidente da provincia, de acordo com a
proposta do Dr. chefe de polieia em ofllcio n 1,313
de 23 do corrente, resolve nomear para os cargo
de l; e 3' supplenles do subJelegado da frecrue
zia de Salgueiro os cidad.ios seguintes na ordom
de sua collecacao ; Francisco Barbosada Cru,
Aatonio Pereira da Silva, Josa Monteiro Leal.
Ofllcios :
Ao juiz de dir-it) do Caruaru. Traasmitto
a Vmc. para seu conhecimeuto c Hn- convenieuies
as porianas desta data, juntas p >r copia, no ncando
supplentes do juiz municipal Jo termo do Caruaru
e Panellas, bem como copia da que altera a do 2
de mafi ultimo, na parte rclaliva aa n im i do no-
mead > par.; > cjki d-i '!' suppwsnfc Jojui/. ni.uii-
cipal do 2* dos referidos termos.
Ao juiz de direito da counrca do Born Con-
selbo. -Expeca Vmc. sua3 ordens no sentido da
ser enviada ao juiz de direito da I* vara civel des-
ta capital a guia do sentedciado Francisco de Sal-
les das Virgem, que sem ella ic acba na casa do
delengao.
Ao commandante do cofj)o do polieia.Ex-
peca Vmc. suas ordens, paaa quo se apresentem
nacasa de delengao, logo que este receber, uma
eicolta de 3 pracas e um inferior desse corpo,
.ifini deconduzir, com seguranca, ate o termo de
I'apacaca o preso Joajnim Ferreira da Silva, etide
dos presos pobrfc da cadeia d>> termo de Flores, a
contar de 31 de Janeiro a 10 de inarco deste anno.
Ao mesmo.Providencie V. S. no sentido
de ser pago a Anlonio Augusto Maciel, proprieta-
ry da casa que serve de cadeia no termo de Dar-
reiroj, a quantia de 103000, constante da conla
junta quo para esse dm mo 'oi remettida pelo Dr.
chefe de polieia com o.'fleio de hontem sob n.
1,335.
Ao mesmo. Ao capilao lostfi Firmo Pereira
do Lago mande V. S. pagar. a vista da rolaeao e
conta juntas, a quantia de 933000. em que impor-
tou o susleuto dos presos pobrcs da cadeia do
termo de Ouricury durante o mez de junho ulti-
mo, conforme sulieitou 0 Dr. chefe de polieia em
ollicio de 28 do corrente sob n 1,323.
Ao mesmo. Mande V. S por em hasta pu-
blic* a obra dos reparos de que precisa a ponte
sobre o rio Goyanna, orcada em 3:126 30o0 e sobre
o que versou a sua informacao de i-i ao corrente
sob 11. 309, que lica assim respondido.
Ao mesmo. Em vista do certificado anne-
xo ao incluso rejuerimento, mande V. S. pagar
a Manoel Tbomaz de Albuquerque Maranhao a
preslacao de responsabilidade 11a importancia do
3163108, por ter fsito eatrega da barreira de S.
Joao, como se ve do mesmo certilicado.
Ao mesmo. Expeca V. S. suas ordens no
sentido de ser paga ao uegociantc Francisco Pe-
reira Cainello, a visudas iuclusas relacoese con-
ta conforme solicitou 0 Dr. chefe de polieia em oui-
cio de 2) do correnio sob p. 1,33V a quantia de
I823V00, despoadida darante os mer.es de maio e
junho ultiinos com o suslento dos presos pobres
da ca leia do termo do Bouito.
4.' teccao.
Acto.:
-- 0 presidenle da provincia, attendeado aoquo
ponderou 0 director gerai iiiterino da instraccAo
publica cm olDcio de 2i do corrente sob u. 2iV,
resolve, de conformidade c )m 0 artigo 9 da lei n.
369, de 14 de maio de 1833, nomear 0 bacharol
Manoel Pereira de Moraes Piaheiro para subsli-
para collocar um ou mais lbs eiectricos, assentar
os respeclivos apparelbos e ter macbioas e lele-
graphistas nos escriptorios telegra hioos da em-
preza. Subsistem os U 2." e 3 do art. 8.'
' Art. 8." Os precos do iransporte de passageiros
0 mercadorias de (|ualmer espoeie sario determi-
nad-js e u uma taru'a organisada pola companuia,
de acordo coin 0 gjverno ; deveudj a dita tarifa
ser elevada ate dar um juro do 7 por cento para
0 capital da empreza, que nao exeedera de 7 mil
contos.
Art. 9 A tarifa tera a base eslaboieeida no art.
2 do conlracto e na modificacio feila a 13 de ju-
Iho de 1871.
Art. 10 0 I.* do art. 9. fica assim m ididcado :
Podera 0 governo rover as tarifa- para reduzi
las logo que 0 lucro liquido do capital da 7 mil
contos exceder de 11 por cento ao anno, sendo 1
por conto destinado a amortisacao do capital. Sub-
sisto 0 disposto nos | 2 e 3 do arl. 9*.
Art. II. Logo que 0 rendimento liquido da es-
trada exceder de 11 por cenlo ao anno, um terco
do excesso sera tambem considerado fundo de
amortisacao ; outro perleucera a empreza e a ou-
tro revertera em beoelicio da provincia, ainda mes-
mo depois de paga a garantia e juros desta.
Art. 12. 0 fundo de amortisagio sera converti-
do em apolices da divida publica ou em accoos da
companbia, que serao dapositadas na thesourana
provincial.
Art. 13. Nos pontos onde os trabaliios da es-
trada de ferro tiverem por dm alier.tr 0 nivel
da estrada de rodagem, quer em aterros, quer
em excavaeao, 0 contractante sera obrigado a ni-
velar toda a estrada e prove-la das obras neces-
sarias ao prompto esjoamento das aguas pluviaes
e outras.
Art. li. Nos lug ires em qua a estrada cruzar
qualquer via navegavel serao as obras d'arlocons-
truidas do modo que nao olTereeiain cnbaraco al-
gum a navegacio.
0 art. 17 do conlracto fica substitaido pelo se-
guinte :
Nos lugares de passagem a nivel havera guar-
das ou vigias, e si a estrada couiportar service
noeturuo, 0 contractante sera obrigado a construir
casas para esses guardas; nos pmtos j| >nde hou-
ver concurrencia collocara caocella u barreira, e
bem assim Ihe eorrera ainda a obrigacio de pro
ver a estrada de todos os sigoaes adoptados nas li-
niias ferreas.
Art. 13. 0 art. 21 fica subslituido pelo seguinte:
A estrada ate a villa do Limoeiro sera dividida em
cinco secedes, sendo quatro na via principal e uma
no ramal, que pederao ser aberlas ao trafego de-
tuir 0 Dr. Francisco de Paula Baptista, raembro do pois de recebidas as Obras palo fiscal do governo,
conselbo director da iaslrue<;a6 publica, nos seus e uma voz que a empreza possua 0 tre:n rodante
impedi.nenlos. indispensavel para osse trafego.
OiHcios: Art. 16. A linha forrea sora de via singela, ma3
Ao reged >r interino do gymoasio provincial, tera os desvios e linhas auxiliares qua forem ua-
Remelto a Vine, as copias injlusas das contas eessarios para 0 movimenio e mauobra dos irens.
pagas pela thesourana provincial, dos objectos vin- ,AfL 17. A largura total do leilo da eslrada nos
dos da Europa para esse estabelecimento, e qne terrenes em boas eondicoes do soiijez nao excede-
foram submettidas com seu offi-no de 17 de junho ra de 4"- a 4," 2o.
'i"1'0- Art. 18. A via ferreanioimpedira 0 livre transi-
Portaria : to pelos cauunhos actuaes ou outros que se abri-
A camara municipal da cidade de Nazareth, ram para commodidade poblica, nem a empreu
-Commuaico a camara muoicipal da cidade de tera 0 direilo a qualquer taxa p3la passagem nos
Nazareth, para os lins couvenientes, que nesta data pontos do interseccao.
Art. 19. Tres mezes depois da coucluida cada
seccao 0 contractante apresentara uma planta nas
escalas monciouadas no art. 3 do conlracto, com
tantos perfls transversansquantos forem necessa-
ries, segundo a uatureza do terreuo, bem como
um orcameuto delalhado dos nnviraentos de
terra.
Art. 20. Dantro dos prime.ros tres metes depois
de enlregne loda a linha ao trafego devera a em-
preza remottor ao governo os pianos completes e
uma memoria descriptiva da eslrada, conforme a
execucao.
Art. 21. Fica concedida a empreza uma garantia
de juros de 7 por cento sobre 0 capilal qu* for ef-
doflrj a peiicio do Alfredo E nilio Calumby, conce-
dendo qao a'ora boiica ues.-a cidade, visto ter elle
sat-.sfeito a condicao com que Hie foi dada polo
govcr jo 1 n uria! licenca para tat fim.
5. secfto.
Aelo :
0 presidente da provincia, attendendo ao quo
reqnereu 0 barao da Soledade, concessionario da
estrada de ferro do Recife ao Limoeiro, e tcado
om vista 0 dispo-to no 2.* do artigo 31 da lei n.
1,113 deT7 de junho desle anno, resolve modifi-
car 0 contract) celebrado coin 0 masim barao em
13 de julho do 1871, para a construccao da mes-
ma estrada an ferro, mediante as seguintes Con-
di coes:
Artigo 1 0 contractante, por si ou por meio de
uua companhi.i que incorporara, obriga se a cons-
Art, u." Dous annos dopois de conclniia a linha
ate 0 Limoeiro itevera u eontiaetan! aprcsenlar,
nao so os -esludos do ramal de Bom Jar Jim, como
< *& protongamoB'-o ale 0 povo.ldo denominado
Clieos -,-e dous annos depois de apresenlados es-
le* estnrtos apreseiitara os estudos do resto do pro-
longamento ale o Brejo da Madre de Oeus.
Art. fi.' Qoatro annos depois de concluida a es-
trada ao Limoeiro 0 ramal de Nazareth devera 0
cootrataate comec.tr as obras do ramal de Bom
Jardim e do prolougamanto ate Cuoos, e conclui-
las em iizual prazo.
Art. 7." Quatro annos depois de concluidas estas
obras 0 contractante dara comedo ao restinte do
prolongame'tto de Chens ao Brajo da Madre de
Deus, e emoo annos depois de coiiieca lai devera
COll'Mui-las.
Art. 8. Alem do quo prescrave 0 at. 3* do con-
lracto, ralativameule as plantas e orcamonlos, 0
contr iciaiiiu apresentara plantas do ramal de Bom
Jardim e do prolongamanlo, com lanlos perfls
transversaes quantos sejam sufucienles para se
ajuizar do movimento de terra na escala de um
para quinhenlos, plantas t detalhes das obras d'arte,
coin orcameuto e memoria ju-titicativa.
Art. 9." As mint is estipuladas n > conlracto se-
rao applicaveis no case de nao serein comecadas c
concluidas as obras nos prazos acima ditos.
Art. 10. N to sendo comecadas as obras, alem da
multa, caducara a concessio, e 0 contractante per-
dora louos os esludos, pelos quues ntnhuma in-
demnisaijao podera reciainar.
Art. 11. Si a empreza renunciar a garantia de
juros concedida pars a eslrada do Recite ao Li-
moeiro e ramal de Nazareth, Ihe serao garantidos
no prolongamenlo lanlos kilometros quantos os quo
se comprehendem enlre 0 Recife e Limoeiro.
Art. 12. Em tudo mais e apphcavel 0 disposto
no conlracto de 16 de jullio dp 1870 e nas modili-
cacoos ora feitas, bem como nas que 0 foram em
13 de julho, menus a garantia de juros, que so po-
dera ser concedida ao prolongamenlo do Limoeiro
ao Brejo, no case do artigo anlecedentc.
Oiiicios :
7- A > juiz de direito substitute da vara de or-
pluios da capilal. Ministre Vine., aiim de ser ro
mettida a Ibesouraria de fazenda, uma no la pela
qual se possa conhecer 0 tamanho, numero de
folhas e a natureza dos riscos, que devem ter os
livros para 0 expediente de que trata 0 seu ofll-
cio de 17 de junho ultimo.
Ao eugenbeirocfiefe da rcparti.;ao das obras
publieas. De Vmc. parecer sobre as duas propos-
tas, que me serao devolvidas, para a construccao
da estrada de ferro de.Goyanna a Timbauba.
Ao mesmo. Tendo nesta data autorisado 0
inspector da thosouraria provincial a mandar po~r
em hasta publica a subra dos reparos, de que
preei.-a a ponte sobre o rio Goyanaa, orcada em
5:1263, e sobre que versou 0 seu olllcio de 21
de maio ultimo sob n. 121; assim 0 communico
a Vmc. para sou conheciuiento e fins coaveni-
entes.
Portaria:
0 Sr. gerente da companbia pornauibucana
mantle dar passagem ate a capita! do Ccara, por
conta do ministerio da guerra, a bordo do vapor
Ipoiuca, ao tenente Basilio Jose de Barros, que
vai reunir-se ao 15 batalhao de infantaria a que
perioswe.
LXI'EDIKNTH DO SKCrtKlAlUO.
1.' UCC'ltt.
OIBcios :
Ao brigadeiro commandanle das arraas.
Sua Exc. e St. presidenle da provincia raanda
declarar a V. Exc, em resposu ao sen ofllcio
dosta data, que fi am expedidas as necessarias
ordens para ser transporudo ao Ceara no vapor
Ipojnca 0 tenente Basilio Jose do Barros.
Ao mesmo. -Sua Exc. 0 Sr. presidenle da
provincia, tendo nesta data iudefendo 0 reque.iv
menu em que 0 recrnta Anlonio Martins do Nas
cuueuto ou Sacramento pedia ser pos: > em liber-
Jade ; assim 0 manda comraunicar a V. Exc. para
os liiis conveuieu es.
2/ SWfOO.
Ofllcios :
Ao Dr. chefe de polieia.0 Exm. Sr. presi-
dente da provincia manda declarar a V. S. que
ticou inteirado, por seu ofllcio n. 13:7 de 28 do
corrente, de ter o alferes Felix Antonio de Aloin-
tar a assumido eiu 13 deste mez 0 exercieio do
cargo de delegado do lermo do Panellas.
tido do que trata 0 seu officio n. 1331 de 29 do
c jrrente.
Ao mesmo.De ordom do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, transmitto a V. S. os titnlos
juntos do nomeacao dos 1* e i> suoplentes do de-
legado do termo do Salgueiro. e dos 1*, 2 e 3*
do subdelegado da freguezia do dito nome, do
conformidade com a proposta de V. S. em ofllcio
n. 1313 de 23 do corrente.
Ao mesmo. Do or Jem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, transmitto a V. S. os titulos
juntos de nomeacao dos I.* e 2." supplentes do
delegado do termo de Santo Antao, de acordo
com a proposta de V. S. em ofllcio n. 1232, de
15 deste mez.
Ao mesmo. -0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda transmitiir a V. S. os titulos juntos
de nomeacao do delegado e supplontes do distric
to de Gameleira, do conformidade com 0 seu ofll-
cio n. t336, de 29 do corrente.
Ao mesmo. 0 Exm. Sr. presidente raanda
declarar a V. SJ que nesta data acaba do expe-
dir as conrenieules ordens a thesouraria provin-
cial, no sentido dc serein pagas as despezas, de
que iratain os seus oiBc-ios de 23 e 29 deste mez,
sob ns. 1323, 1331 1333, e 1338.
Aojuiz de direito da l. vara civel de Re-
cife. -0 Exm. Sr. presidente da provincia manda
declarar a V. S. que foram nesta data expedi-
das as couvenientes ordens, no sentido de que
tratam os seus oiiicios de 26 e 27 do corrente.
Ao juiz do direito de Villa-Bella. De or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia, trans-
mitto a V. S. 0 exemplar junto do regulamento de
10 de agosto de 1818 para a arrecadacko de bens
de evenlo ; ficando assim satisfeito 0 seu ofllcio da
12 do corrente.
An juiz municipal de Itainbe. Devolve a V.
S., de ordem do Exm. Sr. presidenle da provin-
cia, 0 oflicio incluso, alim de qne seja assignado.
Ao major Franceliuo Gomes de Arruda.
0 Exm. Sr. presidenle da provincia raanda ac-
cusar 0 recebimenlo do olllcio de V. S. de 15 do
mez proximo passado, em que parlicipa ter nessa
data concluido os respeclivos trabalhos 0 conse-
lbo de revista da qualilicacao da guarda nacional
da parochia de Quipapa, do qual fei V. S. pre-
sidente.
^ Ao cidadao Ciauiino Gomes da Cnuha.0
Exm. Sr. presidente da pro/incra manda declarar
a V. S. que ficou enlendido por seu oflicio de 30
do mez proximo passado de haver nessa data
prestado juramento do cargo de 2.* supplente do
juiz municipal do termo do Triumpho.No raos-
1111 sentido ao 3. supplentu Eleuterio Lopes da
C)sta, accusando o recebimeuto do seu ofllcio de
17 de junho ultimo.
Ao cidadio Jose Maria dc Araujo.0 Exm.
Sr. presilente da provincia manda accusar 0 re-
reeebimento do officio de V. S., de 14 do corren-
te, em qua parlicipa ter nessa data, cnlrado no
exercieio do cargo de promoter publieo da co-
m.irca do Bonite.
4.* seccao.
Ollicio :
Ao director coral da instruccao publica.
Commuaico. iV. S., do ordom do Elnx. &r. pre-
sidente djyu^jueia, que por portaria desta data
foi nomea?^ Jfecharel Manoel Pereira de Mo-
raes Piuheiro para substituir 0 Dr. Francisco de
Paula Baptista, merabro do onselho director, nos
seus impedimontos.
mendador Henrique Pereira de Laceoa, diguissi
mo presidente da provincia.O chofe de policu,
Anlonio Francisco Correia de Armijo.
MNABfflUSa
REVISTA DIARIA.
fectivamente empregado em cada seccio, uma veil Ao mesmo. O Exm. Sr. presidente da pro
que 0 kilometre,comprehenifidas todas as lespezas,[vincia manda declarar a V. S. qua nesta data
nio exceda da quantia do 3j:00J3- I forum expedidas as coaveoioates urdtas ao sea
OliSl'ACIIOS DA PnBSIUKNClA OH 13 OK ul' until i
UK 1873.
Antonio Victor de Sa Barrelo. Inforrae o Sr.
eugeuheiro chtfe da reparticao das obtas publi-
eas, com urgencia.
Antonio da Costa e Sa.Certifique-sc, nao ha-
vendo inconveniente.
Francisco Joaquim Padilha.Passe poriaria na
forma reimeriia.
Guilhermina Basilissa d'Oliveira e Silva.Eutre-
gue-se, inediante recibo.
Conego Joao Jose da Costa Ribeiro. Deferido
com ofllcio desta data a ibesouraria provincial.
Julio Cesar Mariuho.Passe poriaria couceden-
do a liconca pedida.
Jose de Mello Albuquerque Montenegro.Sim.
Jose Ignacio Avila.Informe o Sr. engenheiro
chefe da reparticao das obras publieas.
Joao Anlonio de Sant'Anna.De-se.
Jose Antonio da Silva Lemos. Passe portaria
na forma requerida.
Bacharel Pergentino Saraiva de Araujo Galv&o.
Indefendo.
Pedro Nolasco dos Santos.Informe o Sr. ins-
pector do arsenal de marinha.
- 14 -
Anlonio Correa Maia.De-se.
Bernardo Falcao de Souza. Em.juantu nio for
especialisada a fianca a quo allude o supplicante,
nao tern lugar o que reqner.
Benedicto Jos6 de Souza. Seja posto em liber-
dade.
Ireneo Pereira de Lueena. -Requeira o suppli
canto ao Dr. chefe de polieia.
Isabol Salustiana da Fonceca. Inforrae o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Joao Pereira Lagos. Como requer-
Joao Ferreira Pinto Guimaraes. Ao Sr. prove-
dor da Santa Casa de Misencordia, para informal-.
Jacintho Celestiuo da Silva Pereira. Informe o
Sr. Dr. chefe de polie>j.
Maria Amelia de Aguiar. Deferido com ofllcio
desta data ao director do trsenal de guerra.
Bacharel Manoel de Siqueira CavaTcanle. In-
forme o Sr. inspector da saiide publica.
0 mesmo.De-se
Manoel Francisco Teixeira. Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Pereira Vianna & C Informe o Sr. Dr. chefe
de polieia si os presos e pracas de quo trata a
portaria junta pertencem a esta provincia.
Secretaria da presidencia do Pernambuco, 13 do
outubro do 1873.
0 porteiro,
Silvino A. Rodrigues.
ilcft/urlicilo lu polieia.
t.1 seccao. Secretaria da pobcia da Pernambuco,
15 de outubro de 1873.
N 17V6.illm. eExm. Sr.Participo a V. Exc.
que, foram recolbidos hontem a casa de delencao
os individuos seguintes :
A' minba ordem, Pedro, deserter da companhia
de menores do arsenal de marinha, Henty Seolc,
Haius Peuhery e John Engleu, desertores da escu
na ingieza Cites of Gener.
A' ordom do subdelegado de Santo Antonio, Da-
iniao, escravo dc Mauoel Antonio Goncalves, a re-
querimento deste.
A' ordem do segundo districto de S. Jose, Flora
Maria da Conceicao por dislurbios.
A ordem do da Capuoga, Jose, escravo de Jose
Ignacio d'Avila, por uso de annas defeza e anlar
foras de hora.
A' ordem do dos Afegados, Emilia no Jose da
Penha, por crime de ferimentos graves.
Por ofllcio desta data, communicoume o subde-
legado de Santo Amaro das Sallinas que, pelas
boras da larde de hontem, na estrada de Luiz do
Rego, da juelle districto, Joao Luiz da Costa, tra-
*ulo-se de razdes com Manoel Joaquim Bezarra
e Ignacio Jose da Silva, ferio a esles aa cabsca,
eon-eguindo evadir-se ; e quo sebre esto faclo
procedia-se nos termos da lei.
Finalmente, a*erdem e a tranquiUidade publieas
nao soifieram alteracae.
1 Deus guarde a V- Exc. -Win. e Exui. Si. com
Promotoresi pui>liros. Per portaria da
presidencia da provincia, de 14 do correase, foram
removidos o bacharel Manoel Mendes Bastes Junior,
promoter publieo da comarca de Bom Couselho
para igual cargo na de Villa-Bella, e desta para
aquella o bacharel Kiel Yieira de Torres Gran-
geiro.
Ant presidencia da provincia, de IV do corrente, foi
nomeado Francisco Jose Bezerra, 1 supplente do
subdelegado de districto de Nossa Senhora das
Dores da povoacao do termo de Cimbres
Hospieio de alien ados Mais um do-
native para esso estabelecimento.
illra. e Exm. Sr. commendador Henrique Pe-
reira de Lueena.-15 de setembro de 1873.Ac-
cuso a hourosa recepcao da carta de V. Exc. em
que solieita o meu fraco concurso para a obra do
hospieio dos alienados nesta cidade. Accedendo a
tao carilativo e nobre appello, ten ho a nonra de
reraetter a quantia dc lOOsOOO, quo peco a V. Exc.
a haja de aceitar como fraco auxiliag porem sin-
cora expressao dos meus sentimentos a numanita-
ria empreza que V. Exc. teve a feliz leinbranca de
etnprehender. Tenho a honra de ser de V. Exc^
amige attento, venerador e criado lost Francuco
Accioli Lins.
< Gabincte da presidencia de Pernambuco, 14 de
outubro de 1873. lllm. Sr. Jose Francisco Ac-
cioli Lins. Accusando a recepcao da carta de
V. S., de 15 de setembro lindo, agradeoo-lhe
a quantia de 10J3000, que acompanhou para obra
do asylo de alienados e o louvo por esle acto qne
reveia os seus sentimentos de patriotismo e de ca-
ridade. De V. S. muilo attento, venerador e cria-
do, Henrique Pereira de Lueena.
Ordem 3.' do Carme. Nao tonoo batido
sacerdotos que se quizessem encarrcgar de toraar
parte na festa de Sanla Thereza, matriarcha da
vcneravel ordem terceira do Canno do Recife, por
causa da sentenca de interdicto laucada pelo Exm.
e Rvm. Sr. bispo diocesano, a mesa' regedora ex-
poz hontem, desdu 9 horas da manha ale 10 da
noite, a igreja, consistorio, hospital e demais de-
pendencias, fazendo tocar alternadamenie as ban-
das de musica do corpo de polieia c do 1 batalhao
do infantaria da guarda nacional.
A igreja e todos os demais compartimentos acha-
vam se eleganteraente ornados, o muilo bem illu-
minaJos durante a noite.
A concurrencia foi exlraordinaria, sebretudo de
certa bora da larde em diaolo.
Nova deeisao episcopal. S. Exc.
Rvma. acaba de ordenar aos Rvmos. vigarios do
Recife, de Santo Anlonio, de S. Jose e da Boa-Vis-
la, segundo nos infermam, que, sempre que tive-
rem de fuuecionar n'algum daquelles actos religio -
sos, que eram assisttdos pelas irmandades do Sa.-
cramenlo ou das Almas, hoje interdictas nessa*
parucbias. caso se apresentem raembros dessar
corpora'.-oes com opas. vao celebrar ditos actos'
u'outra qualquer igreja, preferindo a capella da
Conceicao da ponte Sete de Setembro, no Recife,
a igreja do Rosario dos homeus pretos, em Santo
Antonio, a igreja da Penha, cm S. Jose, e a igreja
do recdlhimento da Gloria, na Boa-Vista.
Deseobertas inedieinacs.-A inspec-
ea) de saiide publica desta provincia, por portaria
de 9 do corrente coacedeu ao bacharel Manoel de
Siqueira Cavalcanto, licenca para exp6r a venda
dous medicamentos por elle descobertos e aos quaes
deuomina regulador da menstruuedo e preserva-
tico da erysipeln.
Taes remedios acham-se ja reputados como es-
pecifices, o primriro contra a amenorrbea, sup-
pressao dos lochios, htJterismo e seftrimentos de-
vidos a essas afleccdes ; o segundo contra a ery-
sipela, com repetidos successes de cuia radical.
Louvaraos o esforco de Sr. Dr. Siqueira, e qne
seus medicamentos possam acrediur-se de mode
que um dia Ihe seja dado encontrar a recompensa
de que ja se faz digno.
Faeuldade de direito. -Encerraram-se
hontem os trabalhos lectivos do corrente anno.
Sal vas.Por ser hontem dia de Santa The-
reza. nome de S. M a Iinperalriz, esliverara em-
bandeirados os navios de guerra e cstacoes publi-
eas, dando a fortaleza do Brum a salva do estylo
a 1 hora da larde.
Estrada dc ferro do Recife a S.
Francisco.-Esta via de communicacao, no
Kroximo findo mez de setembro :
endeu 40:741*220
Despendeu 32:715*263
Dando de saldo em prol da ga-
rantia de juros 8:025*932
A relacio entre a despeza e a receita 6 de
80,30 por cento.
No mesmo periodo tranzitaram na linha ii.iti*
e meio passageiros ; e foram transporladas 59,781
kilogrammos de bagagens, 2:317,929 kilogrammes
de mercadorias, e 417 animaes.
Nas mercadorias esiao incluidas : 473 saccas de
algodao pesando 37,220 kilogrammos, e 747 saccas
de assucar pesando 59,709 kilogrammos.
l'ropustas. -Em 18 do corrente liuda o pra-
zo dado para apresentacao de propostas a cons-
truccao d > raatadouro e logradouro, ultimameala
projectados para esta provincia: que o nao es-
quecara os que a pretenderem
Couflicto Pelas 6 horas da larde de 14 do
corrente Joao Luiz da Costa, travando so de razdes
com Manoel Joaquim Bezerra e Ignacio Jose da
Silva, na estrada de Luiz de Rego, districto de
Santo Amaro das Salinas, onde se eoconlraram,
passaram da palavra aaccao, resnltando sabir este
ultimo ferido na cabeca pelo primeiro, que so
eradio apos.
Auxiliadora da iostruecao secua
daria. -Esta sociedade fara hoje sessae ordina-
ria pelas 9 horas da manha, afim de trataf-se da
assumpto mnito importante. %ajaw
Limpeza prejudicial. -Tal 6 ttffue so
precede nas ruas da cidade, varrtdas, eotijio sao,
em alto dia quando o calor abafa, e a transpiraea..
so desenvolve Na freguezia de S. Fr. Pedro Gon-
calves, principalmenie, a mais coneorrida, por ser
a mais commercial e cujas tuas sao, em sua
maior parte, estreftas, a limpeza publica, do, modo
porquo e feita, lorna-se um verdadeiro tfljpiurao-
J.) dos que transitam, incommode e prajnizo dos
eslabelecimenios que nao teem o qua oppor a in-
vasao da poeira que Hies damninca at merca-
dorias.
Sao as boras do relento e nao as do sol, que se
cestuma fazer este service. Que a lembranfa sir-
va de alguma cousa.
Casa de jogro.-Moradores da travessa do
Monteiro queixa.u-se de uma que ahi ha, onde a
gente que nulla se reune procodo do mode mais
ollensivo a traoquilidade e moralidade da visi-
nhanca : qne a polieia lance suas vistas sobre
isto
.Miviiouai-lo. -Acha-se missionando na Es
cada 6 bem conhecido frei Caetfmo com -e piedo-
so ialente do recoastruir a respeciira matriz, que
esla cm ruinas.. EacnnlranJo da parte dos lia-
bitanlos a melber disposicaa em acempaana-lo a
tao IouvafOis-fioii?,de esuerar due sua oassogeui






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IKHI M OfHJi J<> Mi Ol Midi i*ty|#c Pernambueo Qomta feira 16 dc Outubro de 187KS*)3i, 1/ >/.//
l>er alii, flqati assignalala com ana
tori.v
S:>riiMl:t.lM|l<-rarhi r Vnxiliurio
ra clu lltNtel|fi^'t Sc*!und!ariit' Po-
dem-nos a publfllfl rflo segemte :
Segunda-fe\HPpijtevc lugar no the.iiro dc
S. Antonio a wftfcf Bfcpnn da insiallacao desja
sociedade. 0 theatro estava todo embandctrado e
i&vWitfmVlklWb %*#*' &++*b<] twrt-w aTka^v" conn urn JT^CTfro^iT.e^rrirrT-Tdepoiuien'.'i il.ij u.r.v.
rieamente illuminado,
raarciaes, sendo
na cntrada do esi
pecas de a a du 9* balalh"
quando acali.iva:
As 7 horas d
aberU a sessao. quentrssimo dwuHT U
hymmi da indepi > denr.
audas do inustca
deaeK-Mscollocada
tKava escolhidas
";,Vi ilistunilhiN,
ntiTi' r do-edified>
radorcs.,
pn--i.l- ".'le doclsrou
:.ndo inn hv .a, mas -I -
i-ando ntv<.i oceasiio <>
: segllin St' Orndc r da
sociedsOe qiSajptr sua vex t.inibem recftmi um
brilhante disrOfso, > ndo eniluisiasticamfnte ap-
plaudido.
FallaFMD os oradores da* sociedades Con-
gresso Litterario, Novo Paritteimn. Club Littcra-
rio, Amor ao Estudo, Institute Histoiieo c Philo-
jefiaieu, Mwle Ho Ssnfo Amnro e a Imperial so- procedcr dc outre- inodo.
iic<,
Porqiio rss -t quo sao sempre prompt u em m
jyocai n*c.\tlnplft estraneYo, n"in ioiiii'm rfa i(,t-
e Italia ? ....
Admiramos sobre mo Jo quo a Verdade, que
d> \cra dontriM.-if o poo. c mlirna 11 na cron
d que s-.'in aa*v> e djftcil adquirin is o res
l'i-leeerni >s a B' scja tan hem ana voz
dc' oina iriedafK que
rada reHeciid.tiiiL'i!
v nisla, i:i][ilil|:_
pela Sua na: :
as crcr.ViS, qu-r politi
'
posieioniata, tainbem ha
i- politico*, mi'i.'m 1m
iiqOS, ha eatraugciraa, ; e
content li mieni d<- todas
e quer r -ligiosas.
Se ha na saaconaaia 0|
yovernisU : s ha li ,,,i -
hoinens >i le nao sio pol
i, maag'tido sen, ^udo aiirados n.'-ia luta
qua pavi'rc mate propria deqem qr,.T fa?er op-
posicao, que de nma corporarai que, conioparto,
pUb'na ante o governo |los, sa'is direJto.s o inie-
resses. ,{
l*e4o eontrario, esia no iterese da ina/onaria
c-icdade dos Artisla* Medianicos e Liberaes, del-
xando de companver as <"ommi des 1.BS0 lirasili'ira. D. lar e (Sreniw Dramafiro, aperor de serem no-
moadas.
a tjraram depois os Srs viip-preMer>te, 1 e
S' seeretario*, notaitdo^e visivel contentamento
no semblante d'aquofles que so dignaraui ahri-
luantar esta fesla.
n Coube a pataTra no Sr. se Krncslo dc- Mo-
raes Sarmento, quo iraiun i tis Ibis a que se pro-
punha a sociedado. apruilci'^-i aos Collegas terciR
aceiu lo a sua sttMmie idea e eoadjuvatjao que
Hies liaviam |)TESUdo para que livesse lagar aqnel-
! eyjiuuJido acto. Orarain m.ais os seguinles se-
nhiircs socios ; lose liulihazar Pcivira Diegoes,
(Iregono Uagoo Burges da Fonecsa, n > t ni-
lifiu nviitoapplaadidos.
Subio ai Mm os Sr>. Dr. Fontes Telios, qm?
fatlm inni eloijucjUe.neniu pur espaco de men
liora, e o Sr. IfMOitilm A!vrs Pachoco. que recitou
uma ImJa poesia 'Fallou aiuda o Sr. Or. Lniz
de Mhiu-zus VascsBcellos deUruirunond, rfnealem
! mostraiJ a neee^sidade que ha via e:n hoso paiz
meute sobre fi4e assnrupto, concluio o seu diseur-
M pedind) a todas as nt^soias que Bos iionvarain,
que con!ri!)!iiss'-m com aqi!ill;> que I es dtctfl Bfl
s'lis pi.'iosis coracacs para a UberJade de nin^>
eriancinha, qae ncssa occasia > I ties foi afrCten-
i a !a. uao tea do sido po.-sivel ro icili-ar no hu-
inanitaria idee.
- Fallou lin tlmente o Sr Dr. lose Lomerino de
Mesezes Vaseoncelkis M. de [irumiuond, send; fe-
liritado por t-idos os iwnvidados.
A festa e-lcve esplendida, digna mesmt d>-
uiocos ir.teKigentes, de qneni depemlem o luluro i
da patiia, winando a moHtor ordem possi\el. A
sociedade apri veila i o'casiao para a^raieccr ao
8r. v'icraM Ctintes dc'lliveira a maneira cavalliei-
re-ea e Mtcn#ln ponpie poiton-se para c m
i'l(a. a hem assiin a todas as senhorM) commis
sues dns sooii'-dailos e OKMspessoa*, que w digna-
fain ahrilUa-itar a esta festa Hlttrana.
' NtasoB parai'.ns a essss nioQO', desejan-lo que
fl .ia idea nao scja a.Hiilada pew vento da des-
cWnca.
l.-jts'i'ii*. A que se aeiia a vend.i 6 a 70." a
beneficio da matriz do Afogados. a qua! corre no
dia 21.
Ohm ie Mlmie&o.MofknoBlo do dia
)Vde oa'ubro de I87:t:
f?xiatiain prewn .121. entraram 9, siihiram 8,
fVdlicen !, existein :):8.
A saber "
Nacionaos JM, mnlheres 11, estranu'eiros 12.
es -ravos :>7, esoravas i.Total MH.
Alimontados a custa dos cofres poWieos 203.
Movimeato ila onlerni.iria do dia II de ontubro
)' 1873 :
Tew alia :
i i>id no Candido de Aranjo Harhoz>.
Fallereu :
Pwini Afexandrino dos Anjo-.
E*;SK:^reins. Sabidos para o Aracaju no
vrqur G-'i/aid :
J. Careia, Manoel Vital, Francisco B. Cotta,
Moioin? IPimos A. Pereira, Antonio S. Leitio, M.
Jiiaqnim II I'lVicira. Vicente U. MollO, Manoel G.
VhncKk l.ojtf, Francisco R.de Almeida e I cnado,
J.se S It- ria Huarqne.
Sahidos para a Granja no vapor RrMUhMU :
Dr F.lins F. A Albuquerque e 1 criado, Manoel
(abino, .lose A. Oliveira, II. Leger, A. Betem
M-iil<-'. Manuel R. Oliveira. VerUde f. It. Ifcirros,
.'I,:. IV Nascimento, Carlos Pinto de .Lemos. F.
De l.i i:ian;'o. Joaqnim M. Marinli.a e I liiho, Lull
M. Aiani i. B i.-u'enuira, J lietaiio da Silva GlMTOB)
i la.'in i !'. S.i:z.. i. A. I!. Cliaves, Pedro S. Mace-
.!> Filho. Kranklin J. A. I'oppi, I. J. Mendes da Ko-
sp. sua irnta e criados, Augnslo de Cattro Pa^iecls,
MM niai e 2 iriiiiis, Dr. J. Porlella e I filho, Bay-
miindi C. M. (I veira, eoronel Zeferino t. Peres
d.i Malta, J >ao lt,i|i'ista Hagalkies, J Antonio Ne-
f iinuceno e I filha. J-, Joaqnim A. Guim.ir.aes, Ma-
noel I). Ferrcira, Antonio A. Goes, Antonio Tibar-
cio, Ciandiana Maria da t'^mceicao, tcnentR-eoronel
J. C>rr(5a dos Santos, padre Francisco Pe'essa da
Camara, Antonia B. de Figaeireio e I lllha, J. Joa-
q iin 1'aiva e Jose G. R. Albuquerque.
Oraiti-rie pulilico. Obitunrio do dia li
do corrente :
Victoriano, pardo, Pcrnnmbueo, 38 annw, sjltei-
ro, Boa Vista, hospital Pedro II; variola.
Honorata Maria do Rosario, parda, Pernamhuco.
25 annos, solteira, Boa-Vista : taberetrioa pulmo-
nares.
Zeferino. Rodrigues, braneo, Portugal, 1(5 annos,
soltciro, Boa-Vista; tubercnlos pulmonares.
Lonreneo, nranco, Pernambueo, 2 mezes, S. Jose ;
espastne.'
Jose Joaqnim de Santa Anna, pardo, Pernambn-
co, 23 annos, casado, Boa-Vista ; bexigas con-
tiuentes.
Torqnato, escravo, preto, Pernambueo, annos,
Boa-Vista; bexigas.
Manoel Gavinbo,''braneo, Portugal, IV aimos,
Boa-Vista, hospital Pedro I!: tebre amarella.
Lourcnco Jo.-6 dos Santos, pardo, Pernambueo,
28 annos, casado, Boa-Vista, hospital Pedro H;
bexigas.
Ofympio Symphronio Daraes, braneo, Pernam-
bueo, 37 anaos, solteiro, Recife ; angina do peito.
Manoel,
diarrhea.
pardo, Pernambueo. 1*5 dias, ft J..-.;:
THESOURARU 'DE FAZE.NDA
13 de outubro.
Foram remeUidos ao Sr. thesoureiro para *a-
rem pagos.
Oflicios :
Da presidencia, maadando pagar aos empreza-
nos da illuminaeao pnbtica .\ quantia de......
iCi*40O.
Do comrnandante do forte do Bttraco, com a
eonta do fornecimento d'agua ao mesmo forte no
mez proximopassado, na importancia de......
38*400.
Do director do arena! de gaem, com as con-
las das despezas miudas do mez -de setembro na
importancia de 3IO#W.
Hequerimentos:
De Rurino Manoel da Cruz Cousseiro.
De Adolpho Genti!.
De Thomaz Lins Soriano.
De Manoel Jose Soares de Avellar.
Oe Francisco de P.iula Correia de .Vraujo
Do deiembargador Rernardo Machado da >ste
Doria.
.Seeretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambueo, 13 de outubro de *873. ^^
(} seereterio da jnnta,
Aeaihto Rodrigves Cardeto.
Ensinar que o governo recua e nadaiaz, e mis-
siio a que so entrcgam tambem os proprtn inimi-
gos dos maccna. jiorquc e conveniisnie a sua causa
espalhnr ipie o pov.rno nnda fara e que o bispo
Bada foll'reia, para coin esU descicn.a afastar e
tovnar imlifferi'iitcs os espint >s tiiiioralos. que se
acham empenbados naluta.
A maconnria, pois, dove ler um proceler mni
dilTerente do que tern 08 Sl'us ininngos.
E' mister ver e estudar a ip.iestao no tenvno do
d reito constituid'' {juir constitute ) e nao no ter-
reno de direitu eonsiitti'mte I jure coitsfitttenda ).
Osque aggrtlem o govern^ devem le:nbrar-se
de queo paiz tem Icis <' Inhnnal, CTWitrregaTlh ds
fazer os in'ractor;s as enmprirem, e qne conforme
ii liniti cowstrraido, o governo so nfto esiiwsse
empenhado cm solver a qucstao, neni jnafs urn
passo darin alem do aviso de 12 de junh". porqaa
c im o avis, Rmlbd'se a tniss.io d i po Jer cxectrivq
para eoaic.ar.a do pojer jodiciario.
Dcpois do aviso de 12 de Junto*, em face d'i
nosso direito cuustituido. a pu'ocao do infiactor
jltri'.Micao quo pertence ao pod^i-jud^'ario.
Com > pois se pretende accosar o governs r*
Como qnererse que o governo ftdnpte medidas
anoripaes, qnando e agora que comeca a func.ein-
naro poder judijiano f
0 governo nao poue appiicir medi la o'ctraordi-
Oarias, porqae ainda nao se esgonramas medida-
legaes.
sirva nos de exemplo a Aliemauli.i. ondo Bis-
mark tem rcsistido aosataques da curia, sem loJa-
via se afaslar do direito constituido e de-prezar os
recursos da lei.
Se nos temos leis que tnnndani processar os
delinquenles ; se qo* lemos tribuaaes. ante os
quaea os infracfores dcrem compa,rerer para res-
pouder e reccber a derida puni.ao, para qne ha
vcinos de estar a ensinar quo se deve deseonftHr
da forca e energia do governo, qnando ainda nao
foram expcrimeiitadas as medians legjfe* '
Ni Allemanba a lutae idenoca, .mas ainda nao
so Ptnpregaram medidas QxtraleRaeV.
0 quo tem, poiem, fe.to o governo da Aliema
Oha '?
Torn rnui'lali processar os bispos de#obei!ie'0
te;: Ill's tem impostb.irralta: ainda uao lancou
infw de outros meios para rooter os ceclesiasticos
Uisobedientes.
Sntretanto, ene'pre norar qoe na Allemanh i o
governo tem urn campo vasto para reagir, por-
que la o poder ecclesiastico n.lo esla tao cercalo
de pievilrgio ceno ci.
() nosso gonerno ro sea proceder tem dado so-
bejas proVas de pairiotismo. energia e prndcn>-
cia..
Com o aviso de 12 de junho elle revel m se dis-
posto a nao d.ypojar so do -pie Ihe e conferido pe-
la Const;tuicio ; e coin o aviso de i't de setembn,
respeitando as altrrouicSes dos ontros p ideres^ en-
tregoti ao poder jnJicinrio n delin [uente.
Tanto basfa para crermos que o govern desag-
gmvara os direitos da naeao injustamente concol
ca los
Quern conheeer o aleance do aviso de 24 de se-
teinliro, confessara esta verdade.
Se o governo fosse nnte-patriolhro comose pre
tende ensinar, elle nadamais faria, dcpois que bsf-
xon o aviso de 12 de junho, porquc o bispo delin-
quindo eahe debaixo da aecao dos tribunaes, e o
poder executivo nada tem com ist.
So, pois, o governo foi o primeiro a chamar a
attencio do poder judiciario para o procedimento
do bispo, antes que este poder viesse eumprir o
seu dever, e fiira de duvida qne o governo esta pa
disposicao cnergica de couter os excesses do epis-
copado.
Devcmos nos lembrar qne quando daqoi seguio
o reeurso da irrnandade do SaiTajP*yla matriz
de Santo Antonio, os amigoi do pj^iyrraYam qne
o governo deitaria uma pedra eiri cima.
Entreranto, tal nao sneeedeu : o governo deu
provimento ao re'jurso, o dcpois do qo9 veio 0
aviso de 12 de junho.
Passaram entao esses espirilos |rtidarios a gri-
tar quo tudo fienria no aviso, porqae encerradas
as camans o governo lanearia a questao ao e
quecimento.
Tal, porem, nao succedeu : o gnverno baixa a
aviso de i\ de setembro reconimeudindo ao su-
premo tribunal dejustica que instanreao bispo des
obediente o processo na forma da lei.
E apezar de tudo isto, dizem ainda os espirilos
politico? qne o governo reena !
Querem. porem, que o governo erija como dou-
. i i( unto t I'las
1 r,i'i<, t'e'eti jkqoo eunnsrni d
HrjMIB^Wiiny cfri an.nbur >, com i
- :HeMr>t~ i&Mi&tktei'r.yvh, i.-W i
wpwijIiiiiB aafejo. e nao ler abatido a
da em frcntc ao palacio da presidencia,
m raarcba
en copTin:
da provi
lenaa o q
seram c
uja.ciisailo. e que qu
t;jnbeia {^vkti'iia.
lo a-is oili
b;ni nao'Cbulparecer
n.iia abiam neio vir
cr liio po* term, com
las ao menor sopro.
Diz ainda o .-.r. da columna do Diario que live
o uTojo de pro '-tar contra acompetencia do su-
perior para ordenar ajniuba prisao, e lazer sub-
inelter-me a *un>eIho, i1 verdade quo no conselho
protestri contra a eompetencia (k autoiidade quo
India ordenado a ujinlia uia^ao a couuiho Ue iu-
vcstiga;ao, li-lo, nao com o arr jo, que e pjoprin
do Sr. da columna do Diario, mas baseado para
ito na disposicao do regulamento de 22 de deteiu-
bro de 1613 19 que diz presos nao podtm so-
ts cornneit arm ordem do oocerno niio estando em
e.reicitoi. Ex&pliMm se os crimes commetti-
,lo< em flngrnntt. >) aviso do ministerio da gner-
ra de 0 de junho de 183) qoe diz Os presidentes
das proctneitts nao poiem trdentraos pommtn-
dflHles das (irmn$ que faram responder em cause-
Ht) de gurrra os mffitarn ijnnnilo delinqn rein,
uem tffo potteo nomrw tdes conselhos, no co que
' Ikes parent peiuiu'tido dar conta ao g vemo impe-
rial para prorid'tiriar opp rtimmente.
0 viso do iniii'sK-rio da guerra tie 20-de junho
de 1835, diz aindaperson debaixi de h mentgeni
ziio os o/peiaes qnando commettem crimes de natu-
resa ntlo tU'OS.feraM por tanto cstas rtrsposifdes
de lei, qne julgo nao estarem revogadas, que me
aniotisnraih u proiestar, e por t<*r sido preso em
Oma fortaleza ; seal que ao menos estivesse eon-
vcricido dc haver commellido a gum ciiine, este
de natureza alroz.embora diga o Sr. dV-eofeniiia
do Diario, que a res|)osta do conselho foi a prova
mai- esmagadora. poe asim ser, mas repito onSo
basejda no depoimento dis nove testemun:ias qne
m'ile deposeram.
Resnltando me, porem, culpabilidade no coose-
iho de investigaeio, porqne nao ftii logo frfMiet-
lido a ronselh ? de gnerra, como claramente deter-
mina a lei, li titulo 3.* do A. B. A dita autorMnde, se re
sut'qu nropunci'i e o accusaih niio se aeha preso,
in i /'It* imme.hatainente lvcilhelo a H'isito, e pro
eedet ii nmneacao d> conselho de ijnerra. pitlili-
c.indo-a em ordem do dia, se jalgar concentente,
e cinmiinicaiida a piupidoria a data da proimncii
on r-'uleni-a do mnsellio d incestigarao, para ficar
i':ih> a meio soldo c nforme us leis tigenles, efc.
Diz ainda a Sr. da columna do Diario que os
mill!ares saoos proprios a reprovarem o meu ir-
regular c culposo proeedimenlo, isto 6 irrisono
o digno ilesse* escrevinhadores.
Porqae nAo declarou quaes sao estes militare;,
salvo se sao aquelles que militam no in-sulto e
na calumnia.
Nao era preciso que o Sr. da columna do Dia-
rh dissesse ipiaes os deveres a qne esta sujeita a
classe militar, porquanto nenbuin dos sens mem-
bros os desconlice, e por min' a vez lli'o declaro
para ficar sabendo qne prestef am juramento de
derrarrrar a ramh.-t ultima gotta de sangue em de-
fezi da patria, do sebcrano e das insliiuicdes ju-
radas, e assim o tetiho feito corn toda lealdado em
irinta annos que sirvo ao paiz, e nao sei se o Sr.
trina corrente no Brasil, paiz regido pelo systema
representntivo, a velha legislacao, desprezando-se
assim as nossas leis patrias que mandam jujeitar os
delinquenles aos proccs-os.
Tenba, porem, o povo conflan^a no governo do
paiz. qne, com a energia que n.lo exclue a pru
dencia, ha de restabelec.er a nossa paz e iranqnil-
lidade, mantendo as nossas leis e fazendo os infrac-
tores respeitarem-n'as.
Nao devcm comerar por onde os outros aca-
bam.
Se temos rccurso na lei useims delle.e so, quan-
do virmos que este e inefflcaz, deveremos pedir
os extraordinarios.
'UBUCACOES A PEOIDO
PARTE PQLITICA
P.IlRTIDO t OVfr;K\ VWOIl
EOF^, 16 DE OUTLBRO DE 187^
^tverii* ua gvestite r-li-
ps esyiritos politieoe ambic*3os sao ponpam
'isforfes wa desviar o enrso natural da* cousas
na qnaBtlp que se agita no paiz.
As qoosHles aJtanwnte sooiaes sao aspbyxiadas
oconvwtMas era arma patilica de a#grsito e
ataqaes : e, se. njio fora a indole e confliai^a re-
ciproea cntre o povo y o govern*, est3rtamos bwi
mai qnanto a nossa paz domesiica
N5o ha convenienm social, nao Ha consider
'^o superior que afaste o espmt<> parHdario tie-to
vefta rotht* em (jue vire
Taes sao as corisideracves quo no3 oecprrerara
ao ooYireipirhar *e que o governo nada faz qoMi-
to a qoesuo religlosa.
E' incrirel qne em oma questSo qne aflheta a
lottos, qoe hHeresuft it grepos e troyanos, o gpl-
rito partiddTio exptot-a' prer* tinr todos os
proveas, qow irrKfldV>, qr>^*iiiHm* qnw >
* t(>iient-eoi- e o Diario tic Pernambueo.
Em um dos nrwneros d'este Diario declare! qne
nada tinha com o que diziam os jornaes politieos
sobre os faetos que motivaram a minha prisao,
mas nao obstante contimia o Sr. da columna do
Diario, que se diz do partido conservador, em
nome deste, que por certo nao querera tomar a
paternidade. a ^e oecnpar com o meu humilde
uoine, algumas vezes de uma maneira pouco 3t-
tenciosa, o que forea-me a romper o sileneio que
pretendia guardar ate final decisao do governo im-
perial, snpportando com toda a resigna^io a pri-
3o rigorosa de msis de om mez, come sC fora um
alto criminoso, o que nao leva em conta o St. da
columna do Diario para desabridamente insnltar-
me e provoear, nSo' cessando sempre de calum-
nia r-me.
Melhor fora qne me fizes-e fuzilar para plena
satisfaeSo de paix3es vis e peqnenmas.
Sou bem conhecido nest* proviscia onde9irvo
desde a mais teara idade e sob administracnes de
uma immensidade de presidentes, desde 1848, o
entre os quaes talvez as maiores sumidades do
paiz. sempre deiles fui honrado com provas de
apreeo e eoosideracao nos differentes cargos que
exerei, bem como -dos mais disttnclos gener,aes sob
cujas ordens tenho servido, nio s6 napaz -oftmo na
guerra. Ja mais desles mereci os epithetos de v.l-
lico, toberbo refraciario da iisciphna, arnjado, de
qne u*a para comigo o Sr. da columna do Oturio,
que eonfunde gabordma<.ao e diccipliua militar
com o se.rvilismo, leiando sua impudencin a di-
zer do alto da imprensa qo o militar nao e ci-
dadao !! I
Ainda, mforme-se oSf. d columna do Diario
do Exm. Sr. Dr. Luecna, e delle saberi que ja
mais faltei a S. Esc. e^m as consideracoes e res-
poito devidos nao ^6 a sua pessoa, como ao elevado
cargo que oecupa ; a quo vem pois o Sr. da no-
tomna do Diario dizer que sou am soldado aiti-
vo, soberbo e refraciario, que doideaba os dewres
meticdrosos do sea cargo 1 Parventura ja faMei
com .esses deveres em qualquer tempo ? O meu
passado nao sera um formal desmentido a essa
falsidaie, a essa ma fe^com qua- s apwwiam- os
faetos* Poi#'d"Bfr rrwotMto para oyro perdi-
to* ease pasaado? Tire o 8r da colamna do
Diario a, macara com qne se disferca para ferir-
nie-osuba.a uma disessao seria de homem quo
se preza 4 tleiie-se tie invenodee, vewa c'wn a lei
eonveaeer-m do dehcto, que acredilo se conven-
eeri d* etttr em Tro.
Tambem avanea o fir. da colamna do Diario a
dizer que o conselho de investigai-ao a qoe res-
Cdi reeonbeeM nor ttnanimidade a exis!en:ia
todos os faetos que me foram arguidos; a nao
**tor-itto m tais;iif)f^o do tal WBbor, pod* *er
a aquelles qne nao P{,|l>l*|MMPiEe
bojeada da despeza pel* taxada sepu
pelas pessoas que nlMOtJau pobres. -
as taes disposicoes H)Ms*ftt comum empr^teiro. 3B^,a"cxecnc,:io
. commum conce jem o produclo da laxa do dftWrro. Niio seudo,
po*em, esta laxa sufllciente para cobrir todos as
vico, M. Ex^tfifj^iuai ness^4a|^^4'
nte dnriilKiiaMnicI I s(
..eio do flr ao I im emerto
uioli. .me era impe--ivel s i:neute
nos reldlosl el iro o service aotworio, pens;
abastadas dovriaiu neccssatij
arrisc
efTeito
rio, qne
des prejuizos
setWIco
Oal
essa. que iae deixavade nr inui
precaria Jtaqucllettnipo, veio com
grandes tmtpenfttffcs ao empresa-
"a no servico fa'cnltntivj us gran
ue Hie causavaa execuQao do
que se sujeitou.
por M. Frochot, eotresaalo
para absorver os liquidos; e os desiufectantcs
-luando a inotestia for das qne faz exhalar man
cheiro, pa_ a pulrefaccao ostiver ailiantada. -
0 caixao iuamovivel e bem fechado parcceia
talvez uma exigencia demasiada, tal puriim nao ha.
O caixJo bem fechado evita a exhalacio, evita
o movimenlo que se da ao cadaver para tirar
iellee mete-Io na fepullora; -evita que- as pes
soas que pepun neUe liquem com as nuos soj.is
Je peeonhaon dc Mqraidos podres, e qne em certos
casos pod^jrtr prodoxir grandes incouvenieates,
como scja a Iraiisraissao de ntolestias como a be-
xiga e uulras reputaoas conlagiosas. Alem disso
escusa de voltar o caixao com os liquiios e gazes
BMfcof KTMkai^ur. l^a. outubro
'aUch
prddurio oj melhorcs resuTtados e a populacao dc
Paris teeea o maiores elogios so presideuto da
ttuiU|ipalidaA> qjye tot qiialifieado de sabio e per-
Appareceu drpois o decreto de 23 de niaio de
1805, que poneo-alterou o qne estava admittido
ate eutao, fazendo ajienas modifica^tijs de pouta
importancia, como fosse o nmnero do carrcgadb-
res, u# passaram a ser quatro, alem do guia,
etc.
Duas condicijes cssenciacs se content na legis-
l.ieao que sj lia ad iptilo para regular os culer-
ramentos e o mod j de os fazer : 1 o respeite de-
vido aos mortos ; 2 .i preven&p de males que po-
rt m originar-se 3* vhros da exhah;Io do3 eada
veres, ou dos liquidos que deiles correm.
Comprehends->e facilmcnte quan'o 6 desagra-
davel o"cheiro que exhalam os cadaveresou os li-
quidos qua deHes sahom e qnanto algumas pes-
soas ropuguam em chegir-se a elles, repugnan-
cia que as vezes e effeito da organisaiao d cada
um, sem que rsso se possa attribuir a nojo ou ma
vontade.
A putrefaceio com effeito e a causa dj desen-
volvimertto desse cheiro que nasce da decompo-i-
(jao dos solid is e dos liqaidos, a qual e mais ou
menos rapida, scgundo certas circumstancias, qub
mnila gente nao ignora.
Ha mohsstfa por exemplo, que parecem trazcr
o aniiuillamento da vida, ou o prbv:ipio da pu-
trefaccao nostercidos antes que o ihlividno tenha
expirado, o qne faz com que durante a vida, nao
so as materias fecaes tenhnm o fedor de cousa p6
dre,coin o halito, a transpira;ao e todo o indivi-
duo cheire mai : as. lebres de mao caracter todas
ellas trazem estes srgnaes : os cadavcres dos iudi-
vidnos que succumbem a ellas apodrecem
rapidameut.', e porconseguinte devem ser ciUerra-
des o mais depressa possivel, pois que o principio
la putrefaccao e sem duvida o caracteristico .la
morte real.
Us corpos des bexignentos, dc quo temos infe-
izn-mte ne actualidadesuitos exemplos, fedem in-
supportavelmento mnitos dias antes da morte ; e
3otno os prejuizos antigos sejam muito difllccis de
desarrajgar em lugar de se collocarein aa pe deiles
vasos com dissolucaode acido phenico ou chlorure
de^calcium, ou outra qualquer substancia, que ata-
cando os gazes originados da putrefaccao os de-
componham e redazam-nos a corpos incrtcs sobre
a economia animal, queima-se bosta de boi sccca,
farinha de mandioca oa perfumes que masca-
rando o cheiro noeivo do miasmas, faz com que
se procure Jmeuos evita los.
Ora, d'abi se vi5 quanto e inconveniente que seis
in lividuos estejam durante muito tempo em con-
tact j com um cadaver, ou cm principle, eu em
adiautada putrefacvio, principalmente quando e
abala-Jo tfe vez em quando com o passo desordo-
da columna do Diario podera dizer outro Unto; nado dos que o carregam e a irregularidade do
movimento, que se the imprinte quando se o col-
para augmetitar as porapas fane- prAcii.a.'ntes da putrefaccao, os quaes nio sovil
palhando pelas runs e iafecdonando aalmos
piH-ra, c. mo vcnrconlinuar seus maos elTeilOS nu
edificio onde elle d guardado.
Quando se irata de providencias que tem pjr
fim dituiauir ou nullificar as causas destruidoras
da saude, nao e licito despresar aquellas que pa-
recam mesmo -em importaneia nem signilicacap,
qnanto mais essas de que nos lemos occupado
ainda que perfuhctoriameute.
Precauvoes de oulro genero nao devem ser es-
quecidas e sao as jue eutendem com a casa cm
que se fundar o eslabeleciuieuto dos carros o todo
o mais material indispensavel para uma empreza
de til genero.
Os carros, findoo transporte diario, devem ser
lavados com todo o cuidado, ajunlaudo-sc acido
phenico ou chlorureto de calcium a agua da la-
vagem ; os pannos quando estejam sujos dos li-
quidos derramados dos cadaveres, devem ser ex-
ponos ao v-iuto, ao sol, ou nusmoa accio do uma
e.iUif.1, bem es:uvados t lavados com liquidos
dcsinfeclantes, e quando o cadaver cstiver exha-
lando Diiu cheiro deve-se por no caixJo um pou-
co ds earvao vegetal em po, ou de p de serra
com sulfato do 2inco que tira o mao cheiro e ved
o dcrramamenlo dos liquidos e gazes.
Uutras precaucoes poderiam ser lembradas,
mas ellas nao cscaparao ao zelo, inlelligenc'a e pa-
tri di'smo do inui digna aduiiuistrador da pro-
vi ncia.
Em outro artigo tratarcmos dos depositos dos
cadavcres nas igrejas e de seus incouveuieutes
para os vivas.

ainda assim nao abdiqnei a minha diguidade para
ser servil e capacho dc qaem qner que seja.
Wji pela ling'.iagem de que usa o f. da colum-
na do Diarfo qne e uma poiencia, ou pelo menos
disso se incolea, c que mesmo per sua influencia
pode me cnasegnir do governo imperial a minha
re rojao desta provincia; isto nSo inliuiida, nem
me abala, pode di do B'/rrio, e Ine garanlo que, em qualquer partc,
on Jo a soite me colloque, saberei nianter illesa a
digninade da far la qne carrego sobre os hombros,
cuj;s dragonas foram ganhas com muila honra,
e aiivia nit feram mareadas pelo baixeza e ser-
vilismo.
Fortaleza do Brum, 14 de outubro de 1873.
0 teneute.coron-l, A. A. de frias Vtllar.
fuae-
O conaruto do carros
lrcs.
Parece que sempre quo se procura. fazer um
contrato do qual resulta a entrega de inn genero
de commercio ou indnsiria a um s6 indtviduO ou
a um certo namero de individnos qne se reniiem
em sociedade para tratarem de interesses routuos,
parece haver aguuia cousa dc desagradavel e de
ulTensivo ao bem da inaior parte da sociedade.
E esse contrato com um so individuo ou socie-
dade a que se tem dalo o nome de monopolio, e
contra o que tanto clamant aquelles que por sys-
tema ou por intima convitcao se arvoram cm de-
fensores dos direitos do povo e pelos quaes que-
brain lanjas, nao se lembrando que nao e raro
que certos contratos desses nSo podem deixar d*
ser essencialmente benignos a gran.de parte da
sociedade, a essa parte a que chamam povo, a es-
sa parte exactamente, que nao sendo seus recur-
sos ou haveres senio snfflcientes para as suas
mais urgentes necessidades, vS-se em critica po-
sicSo, quando Ihe sobrevem algnm contratempo
on suceesso inesperado, a que elles nao podem re-
mediar, senao privandose de algum pequeno ob-
jecto, que a custa de grandes privajoea adquiri-
ra:n, on recorrendo a caridade dos qne possoem
alga ma cousa, que as vezes fatigados de repelidos
pedjdos. sc recusam a um que alias nab e menos
justo.
Eis ahi por conseguinte o pobre a mendigar de
porta em porta aqniHo que por meio da concessao
de um monopolio elle obtem sem trabalho e sem
sujeitar-se a repulsa as vezes ale am pouco des-
abrida daqnefle que faz questao-de dar uma es
mola, como Christo reeomtnendou, para d'ahi a
um instante fazer ostentaeao de seu orgulho com
uma avnltada somma da qnal nenhum proveito
nasce para os seus semelhaates.
Trata-se actualmente de fazw nm contrato, do
qual resulta um monopolio e nao tardara que ap-
pare ;ara os paes do povo a gritar contra o mono-
;ioh'o'porque offende o dirertos do povo, a liberda-
de de industria, de commercio, qoe sio garao-
tiios pela eonsutuicao : mas e preciso ver com a
preeisa carma se esse contrato e na verdade um
mai para o povo, isto e, para a ctasse desvalida e
pobre, on se' para essa e urn benelicio qae a poem
a coherto de certas aSliejdes qne a acabntn^am
no. momento em qne eHa preeisa de coBsohtcae e
Soecorro.
Parece que 0 uma uovidade am contrato de
eerviro fanerario, oa alguma inveaeao que mere-
r^a uma patente oa brevet : sem qafe fosse preciso
recerrer aos palze* estrangeiros, podemos affiaa-
car que nao longe 'de monopolio andou o contrato
qae a camara municipal fez anteriormente com
aquelles qne primeiroestabetecemmos carros fane-
bres, e qae se sujeitaram a condiclo de pagar um
drzimo a camara pela cindaccS^ dos qae mais fa-
vorecidos da fortnna podeftsem paga-hi, para con-
duzfr gratuitameate aqneBes-qno o nao podessem
fazer.
' Ma< para qne se nao pense qae o contrato do
servico fanerario e alguma cousa nova tie pre-
judicial, como alguem ba de infallrvelraente julga-
jo, somos Ityado a dtxer alguma cousa a seii ree-
peito, afim de quesenie possa W doviaas sobre
sua utibdadee se coateaiJHa qoe alo tem muita
mzio ao sea peesar.
0 servico fanerario foi contratado em Pr*B.;a
pouco 'depois da roeotaeio- de *.
Foi no anas IX (1802J da repubiica, que foi pa
blicado o decreto qae eetabelecia as eerinMalas
funebre?, as quaes se sab uma daa primcirae ne-
cessidades da civllisecao, aio o sa> menos uma
dus maiores coaveaierjcias da t ygiena publiea.
Entio eram 09 corpos- ooaJbaJaoa a mie or> so-
bre os horobro*, e o# carrejadares largavam-os
muitas vezes as portas das-uwaas, oa eram leva
dos aos-cemiterio9 em earroete qne carregavam
cinco ou seis feretros de aiba wea.
Deixando de parte as vaatageas qoe se- adopta-
ram para os. eaterwnf tap, de que depois Iraj*-
i-emos, vaatps dizep per ora qae'esfa m poz am
lermo a praticas que tao offemrivas- eram do res-
peilo que se deve aos restos mortaes de nossos
scroelhanjes, tao recoramendadp pelas leis eano-
n'ca*.
J*iram dde entlj DrobiWdos os eolorros a
0 corpos fbrMh^ iraasaortaitoB cad* am em sea
carroHradopor dcus cavaNos,
bm vigia Irea eir*egaaresj
Aos mdfsen'es se Stn ntaa mortattm e boi eai-
kft>: o medo de e*erV^met#ft* Wdefeiara*) com-
nffl a o*^ e fora*4ftr-+' |^aea a ttW da
loca sobro uina cadeira para descancar. Como
systema admittido entre nos de .se collojarem os
cadaveres em caixSes, cujo fundo 6 compo.-to de
tiras de taboas, e alem disso de se tirar 0 corpo
para metle-lo na eatacumba, ou outra qualquer
qualidade de sepultara, percebe-so facihaeate que
todos esses incoavenientes turnam se muito mais
graves, e por conseguinte mais dignos de serem
tornados em considerac^o pelas autoridades admi-
nistrativas, uma vez que sob a jurisdiccao deltas
esta a mnuicipalidode e a satide publiea.
Um outro incon-eni nte nao menos digno de
censure observa-se entre nos e que parece, que
deve ser quanto antes abolido, e vem a ser 0 en-
terramento muitas horas depois do fallecimento e
0 depostto do3 cadaveres nas igrejas.
Nao temos medicos veriheadcres da morte
como ha em muitos outros paizes, onde 0 servico
me'dico e retribuido conv> outro qualquer, seja pe-
I's partirulares scja pelo giverno : aqui ha di-
nheiro todas as despeza*, ainda mesmo aquellas
que nao sao de necessidade alguma ; qnando se
irata de medicos, nao ha dinheiro : e essa moles-
tia que e epidemiea e contagiosa ataca 0 go vent 1
de uma forma tal que nao ha remedio se nao que-
rerem 0 servico medico gratuitamente : querem
de grara os corpos de delicto e exames de sanida-
de, as aulopsias e as trabalhosissimas indagac5es
dos enveneoameatos : querem os attostados me-
dicos sobre os lallecimentos : ontret&nto para
essas coosas nunca ha dinheiro.
Mas como iamos dizendo, nao lemos medicos
veriftcadores como em oatros paizes: mas como
a antoridade policial nao coosente no enterro sem
um attestado a respeito do fallecimento, 0 medico
quer qneira. quer nao ha de da-lo para se ver
livre de uma importnnacao do dono do cadaver on
de quem se iocumbe de Ihe dar a scpultupa e ahi
esta o governo servido de graca : portanto como 0
medico da 0 attestado podia dizer nelle se convi-
nba ou nao, dar sepultura promptamente ao ca-
daver porque nao e isso difflcil todas as vezes qne
0 medico ou trata de doente desde 0 principio ou
o observa durante os seas ultimo* dias oa mo-
menta*.
Para os casos de mortes repentinas, ou de doen-
cas que nao tenham sido observadas por medicos
durante algunu dias, 6 qae se faz indispensavel a
demora dos enterrameutos par- vinle e qnatro
boras, oa para melhor dizer pelo tempo necessario
para se dest nvolver a putrefaccao.
Assim apreseatando-se o attestado do medico com
a declaracao de que nio corria 0 risco de morte
appa rente e que o cadaver poderia ser logo dado
a sepaltura, podia a autoritfede policial mandar
coedtui-lo para 0 eemiterio, evitando a demora
delle era casa durante muitas horas c as vezes
dous dias e mais como tem acoatecido.
Fiearia limitado 0 numero dos depositos nas
igrejas somente aquelles cadaveres, a quem hou-
vesse de fazerem-se poropas funebres, ou qne por
por molestias repentinas on nio observadas de-
vesse ser retardado o sea enterramento
Ja se deixa ver que um contrato para 0 servico
fanerario pode ser, como esta patente que 0 tern
side, de grande utilidade para as classes menos
abastadas da sociedade a quem se fornece gratui-
tamente um enterro decente, e prompt sem vei-
xame nem importunacao, e menos com as affliedes
arovenientes, de andar de porta em porta a pedir
esmulas ; ou de coBecar 0 cada,'or, como ainda
na pouco tempo ibservava-se nesta cidade, na
calcada, era casa ou no mereado com um pratinho
ao pe da eabeca, alim de qoe se obtivesse esmo-
las com qne pagar os htdispensaveis benesses dos
mioistros da reals santa das religioes, para poder
ser sepultado.
Se no contrato se prescrevereut uutras regras
que tenham de corrigir 0 mau costume dese
levarem os cadavares em caixSes para depois mu-
ds-Ins no eemiterio ; e se a cargo do empreiteim
ficar 0 fornecinteato da mortalha 'e dos desinfec-
tanles, indispensaveis ao caso de certas molestias
on de adtantada putrefaccao, teremos ganho muito,
principajmente em favor dos pobres, 0 a popula-
cao desta oidade honrara 0 uobre administradur
da prtivineia com o titalo de sabio e pereeverante,
com que fet honrado M. Froebot ehefe da muni-
cipalidade em Paris.
tree Ionia gralidao mereceu 0 chefe da muni-
cipalidade em Paris fazendo um contrato pelo qual
ficou livre ao emaresarioBobeepor 0 nreco que Ihe
coaviesse aos sens forneciraentos, come se pode-
ri agradecer ao nosso administrador fazendo um
contrato do qnal resuha uma grande renda a um
dos mais importantcs estabelecimentos de caridade
do nosso aa ft, alem da vantagem aos partieu'ares
Ue se limrtar os preeoe do servico e determmar-se
suas qualidades^
; Vedos-nos saaeraos quanto e difflcil rnontar uma
empreza em grande ppnto para qae possa satis/a-
zer a maior parte das exigencias publicas. Se se
aggrava um pouco a posicao do rico, torna-se me-
nos penivel a do pobre, e aqnelle com uma pe-
kroeaa despeza veAe Krre da hnportunacao deste.
Por otHrb lado a saado publiea ganha'ra muito
com a3 eoBdipdes des ealerrantentod, que n*o de-
vem ser olvidadas no contrato: I.* eondneeao em
Alerta rapaziada!
Hoje faz benerleio 0 nosso Camara com um es
pectaeulo dos melhores que a empreza tem levado
este anno.
- Consta-n03 quo 0 distincto actor Shades irabalha
hoje pela ultima vez; em vista de tudo isto e da
sympathia que nos BBMtce 0 Donzello Philomeno.
e preciso darmos Ihe a prova de nossa amisade,
conconendo ao espectaculo.
A lii 11 us caixeiros.
Furjja^ioFurtalecimento.
E' alcan.;adj mediante 0 uso das pilnlas assuca-
radas de Bristol, estes dous processos sao insepa-
ravelmente reduzidos a um so e 0 mesmo ja nao
se pode dizer de nenhum outro cathartico exis-
tmte. Por esta rnesma razao ellas sao imlnbita-
velmente 0 remedio alternativo 0 mais ellk-az e
precioso que jamais foi receilado para as curas da
poralysia, fraqneza nervosa. Estas enfermidades
acham-se geralmente mais ou menos iigadas, quer
ja como elleitosou causas com umaceita cendi-
cao morbosa do eslomago, do iigado ou des intes-
linos. Sobre esses orgaos as pilulas operam de
uma maneira direeta e com uma tal prompUdao e
forca Ciirativa, que verdadeiramente faz admirar,
emtmanto que por outro lado, ellas dao vigor a lo-
do 0 systema. A salsa parrilha de Bristol, seudo
do tidos os agetites 0 mais notavel para a reno-
vatjao da viulidade do sangue, torna-se portanto
em taes casos indispensavel. As pilulas vao den-
tro-ale vidrinhos e por issa a sua boa couservacao
e daradoura em todos os climes.
S:tfsapui'i'ilha de Rrlstul.
Per certo espaco de tempo brilharam a sombra
de desesperados e meudazes embu-les, numerosas
salsaparrilhas de uma fraudulenla natureza, po-
rem, a sua exislencia findou logo que so apresen-
tou no mundo este grande especilieo. Pelo espa-
co de trinta e cinco anaos consecutivos tem mar-
chado sobre os roslos naufragados dos compelido-
res eutbusteiros, cuja existencia tem sido Concor-
de com os seus in;omparaveis triumphos. Tem
seguido os rastos da molestia d'onde quer e em
qualquer forma que se achasse, e sua carreira tem
sido marcada com as curas a3 mais admiraveis,
quo tanto lustre e fama tem dado arte de curar.
As escrofulas, as affeccoes do figaao, as febres in-
lermitlontes M'emilteiites, a dyspepsia, a neuvral-
gia, e todas as enferinidodes ulceiosas e caneero-
sa, cedem ante suas maravilhosas propriedades,
com a mesma certeza com que 0 effeito segue a
causa
Eu abaixo assigoado. altesto que tendo soffrido
por muito tempo de uma ten ivel enfermidade si-
pbililica, uzei da-Salsaparrilha de Bristol, -ten-
do ticado radicaJmente curado depois do uso de
alguns Irascos.
/atotas, 9 de jnlho de 1873.
Joiio Pinto de Miranda.
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bareac.as, a promios muito modicos.
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Barcafr;mcea->/it'JiV***vJis generos- pa-
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trapiclie"Cohretc:\o, parauespaclur.
Patacho hespanhol Pedrttd-bacsihk) ji desna-
c',adaj(pr o IrjJffiHMBfceieao.
I'atacno V iiiTiif If ^f "WBl para ai-
fandega.
Itarca iiifleza Linnut aA ja ilespairhaA'
para o panto.
(Jrigue poituguex-i(W/a Fnjuttomsc viuhos paw
depisiio nos nrapichdflHroosa e Cuuba.
"njlltifmsr
dies- Hr
)ESPA(JH0S DB EXPORT-u^tf NO UIA 14 OE
ournmo de" is?3.
Para os poring ao tatthcr.
No navio inglez Dora, para o C nal, ear-
re tiara m : S. Brothers & C. l.tOO saceos com
75,000 kilos de assuear mascavado.
Na barca ingleza Herimone, para Liverpool,
carre^aram : S. urolhers 4- C. 4,0 easees eew
90,000 kilos de assuear mascavado.
No navio hespanhol Maristany, para Barcel-
ona, carreearam : J. S. L.iyo & Filho 99 saccas
com 7,110 kilos do algodao ; A. Lovo 94 dita* com
0,922 ditos de dito.
Na sumaca hespanhola Guadlupe, para Bar-
celona, carregaram : \l. I. da Motta 8 saccas com
626 kilos de algodao : B. Oliveira & C. 73 Was
com 5,179 l|2 ditos de dito.
Par* os porlos do interior.
Para Granja. no vapor brasileiro Piraptaia,
carregaram : A. F: de Karros 10 harness com-
1,6'JO kilos do assBcar bianco, e 1 ] ipa com 4S<>
litros deaguardeole! Para o Oara, M. A. Scoua
i iiarricas coin 26" kilns de acsucar hranco ; f tholomeu i C. t barril com 80 litres de alcoeL
Para o Acaracii, L. J. da Gama I barril coin 50
litros de agnaruente ; Manoel N. P. 2 ditos com
l'J-2 ditos de dila. Para Macao, C. J. Pereira A Ir-
mao 1 volume com 19 litros de aguardcnlo.
Para Aracatv, na bare ca V. Luiza, carre-
gou : i. de S. Jorge t volume com 14 abacacbis.
Para Mr.manguape, na bareaca Flor cit .a-
)/'. carres'ata ii -. J. K. Marinho t DViricas eoru
128 kilos de a-sucar braneo : I. B. de Garvalbo '
ditas cum :J60 ditos de dito.
Para Maeahiba, na bareaca Mae/melto, rar-
regou : M. J. Rodrigues 4 barrieas com 2W kilo*
de assuear braneo.
Para o Natal, na bareaca Trrs limits, tar-
regaram : J. M. Rarros Filhos & C. 2 barrieas r <:.
127 kilos de assuear reflnado.
laAPATAZLA DA ALFANDEGA
iendimento-Uo dia 1 a i 10:2-2'i|7il
Ideal do dia 13..... 478i(*
VOLUMES SAHIDOS
No J;a 1 a ii.
Pnmeira porta no dia 15.
Segunda porta .
Tbrceira porta .
Quarla porta .
lidpiche Conceicao .
Ktr7#8*119
IS, '-'-
iii
403
"it
893
SERVigO MARITIMO
Ahareagtis deacarregadaa no trapiche
j. alfandoga no dia li. .
Ditas ditas no dia 15. .
N'a\ os alracados no trap, da allandega
vlvrengas.........
Vo trapiche Conceicao.....
sr.
iff
HECfc;i3sii)ORIA DE RENDAS LNTERNAS tiS-
RAES DE PERNAMBUCO
rteniiuiento do dia 1 a li. 22:3ifcl*Jbi
'demdodialo...... i:!9a<7!
26:592*079
CO.NSULADO PR0V1NUAL
dtnpiucato do dia 1 a 14
lrt<;ni do dia 15. .
23:3i6*tiiW
2:376*816
27:693*'^*
^~*
WOVIMENTO M PQRT&
Mavios sahidos ho dia 15.
(iranja e escalasVapor brasileiro Pirapa-
ma, comrnandante Felippe F. Fevcirx,
carga differentes generos.
Aracaju e por ititermediosVapor brasi.'e..-
ro Giquid, commaudante Joaquim iom:
Martins, carga varios generos.
Observafdo.
Naohouvoenlrada.
EDITAES.
108*000
108*000
108a00I>
300/000
120WW
90*000
240*000
192*000
frcbados dejaaawira one_Bao eerram os' liquid|Os|
ou aio saiam os gazesx, 9* aiaortalha Buffliiei. _
para qafr o eadaver nio vi an, eom, nio ja se tem
wfsto; 4, a eolloea?w tw ea!xa>v de nm port*o 6V
AFLNDAEflA
.teadiinenio da dia in 14. .
Idera do dli Ifi .
io9:6JW/660
30-.828M33
490:487*815
Consulado provincial
Para sciencia dos contribuintes do imposto da
decima urbana e os efteitos legaes, em segnida
publicam-se as alteracoes veriflcadas no laj3ca-
mento do mesmo impos'to no corrente anno finac-
ceiro de 1873 a 1874, ficando aberto o prazo as
reclamaQdes, es inleressados na forma da lei e regulamtmto*
respectivos.
Alteracoes feitas no lancamento da decima nr-
bana da freguezia dos Afogados no exercicjo de
de 1873 a 1874, pelo langador Izidoro Theodulo
de Mattos Perreira.
Rua dos Pocos.
N. 21. Pedro Antonio Sibaldo, uma
casa terrea arrendada por
X. 23. Antonia Maria Wanderley,
uma dita por
N. 29. Manoel Jose de A raujo,e Fran-
cisGO Luiz dos Santos, uma dita por
N. 29 A. Os mesmos, uma dita por
N. 33. Joanna Evangelista dos Pra-
zercs Dantas, uma dita por
Largo dos Remedios.
X. 3i B Manoel Jose da Costa Ca-
bral, uma meia agua dividida
em duas por 60* cada uma, por
N. 44 C. Pedro Josd Marinho, uma
casa tarrea por
N. 48 A. Paulino Rodrigues de Oli-
veira, nma dita por
N. 48 B. 0 mesmo, uma dita por
N. 27 C. Jose Ferreira Campos, uma
dila nor
N. 27 D. 0 mesmo, uma dita ppr
N. 27 E. 0 mesmo, urua dita por
X. 27 F. 0 mesmo, uma dita por
X. 27 G. 0 mesmo, uma dita por
N. 27 H. 0 mesmo, uma dita por
Bemflca.
N. 2. Viuva de Manoel Dias Feman-
tles, uma casa terrea por
S 4. Francisco Coelho BrandSo, uma
dita por
N. 10. Jose Joao de Amorim, nma
dita por
H. 12. 0 mesmo, um sobrado ava-
liado por
N. 1. Dr. Erminio Cezar CoutiBho, e.
outros, um sobrado com quarto ao
lado que serve de talho por
N. 3. Viuva de Paulo Pereira StmSes,
uma casa terrrea por
N. 5. A mesma e outro, um sobrado
por
N. 9 A. Joao Iguacio de Medeiros
Rpgo, um dito por
N. 31. Manoel Ignacio d" A villa, uma
loja nor
N. 41. Diogo Jose da Costa, um so-
brado por
Travessa do3 Remedios.
>'. 4 L. Joaquim Candido Perretra,
uma, casa terrea por
N. 4. M- 0 mesmo, uma dita por
N. 4 A. 0 mesmo, uma dita por
N. 4 B. Francisco A vita de Men-
dunca, nma dita por
N. i C. 0 mesmo, oma dita por
N. i R. 0 mesmo,- uma dila por
N. 4 E. 0 mesmo, ama dha dot
N. 4 F. 0 mesmo, umi dita Dot
N. 4 H. Sabiao Josede.Vffl.e'^uOU
dita ppr
N. 4 I. 0 mesmo nma dfta, por
V J. 0 mesmo, unra dna por
MOWN)
300*J)0O
l;10Q*,0OO
:2O0*O
82P*W
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N.
ftOft'^BliMUtflMMlllteninuatfltarikv no >
\i -co da Traves?a do- Remedies.
J: *. Aifttfro de Sa o Altntyuerdfe,
Jimt eatt terra por
Estrada Real da Torre
N. 2i A. Jsse, am* ca terrea par
&&. U- ( piesmo, uma dita por
,4 Oft* MM life por '
?t IC Cuureiujj Jose dePreitas, uma
Bom Goslo.
3i I. Ioa dka por
N. 3. 0 m
N. 5. 0 meunojj alaa'dlia p...
N. 7. ft incsno,mandtu-'P.'
%s a. O me;mo, uma dua dor
IL 4* niesnio, uma ilita por
Estrada Nora.
?i.2. Vtuva u Uerdeiios de Juse Joa-
jttiui de Olireira, unu casa lenea
,#or
X. $ A. Matliiaa Uuniz Tavares, uma
liiljOOO
485000
isiooo
730W
7:2,5000
815000
%i>0.0
965000
965000
liOjOOO
120*000
outubro a dezenibr
Venda do sitio das reined
Obras dos reparos da ponte do
qiieira por
~~T
vindouru.
3:7S6iX)
Jun-
o:7205960
Keoretana da lliesouraria provincial do Pernum
buco, 13 de outubro de 1873.
0 official-maior
II A. Ferreira.
4Mi
K. i Ii.
[ Bornarikna
de Brito Maia.
2C15O00
1505000
BECMMCIB
E
4 hum (Ida por
. J C. A mesma, uma dita por
X. 46. Bernardo Ta"ares Coutinho.
trma dita por
N.%8. 0 nif-sno, ama dita por
N. 58. Dento Jose dos Prazercs, uma
dka por
N. J8-.A. Jdstino, uma dita por
X. 69. Vinva de Joao Antonio Vil-
ia-Secva, uma dita por
X-76. Anna Francisca da Foncoca
Kmcnr.a, nma dita nor
If. 84. Jnnuario Marqnes da Cruz,
luua dita por
ff. 80. 0 mesnro, uma dita por
X. 86 A. 0 mesmo, lima dita por
*f. 9i A. Maria Rosa Gonjalves, nma
dita por
N. 96 I. Maria do Carmo, uma dita
por
N. 96 D. Fioriana Lopes Alheiro, uma
dita por
N. 96 K. Manoel Vicente Ferreira
de Mcndonca, uma dita por
H. 96 L. Luiz Jose Antunio de Mello,
oma d'la por
N. 104. Herdeiros de Joao Baptlsla
Mariuh), nma dita por
X. 10* A. Os mesraos, nma dita por
EL 110 B. Francisco Monteiro Bor-
ges, uma dita por
X. 1 L Enedino (ioncalves Ferreira
da Lux nma dita por
X. I I. fcael da Costa Amorim, uma
dita por
H. 1 J. 0 mesmo, uma dita por
X. IK. O mesmo, uma dita por
X. I H. Jose Emiliano Morcira da
Slra, uma dita por
K. 5 A. Jose Bernardino do Frci-
ia% uma dila por
N.33. Wgtiel Tyrqualo Teiseira Lima
utua dita por
N. 35. Anna Rosa, uma dila por
.V 35 A. Jose Emiliano, uma dita
por
X. 37. Moreira & C., uma d'ta por
X. 39. Tiburtino Jb;e Teixi-ira, ilma
dila por
X. 41. Luiz Francisco de'Carvalho
1'aes de Anjrale, uma dita por
N. 43. 0 mesmo, uma dita por
X i3 A. Luiz Francisco, de Carvallio
Pacs de Andrade, uma dita por
N. 45. Henriqnc Manoel do Nasei-
mento, uma dita p r
Cordeiro.
X. 23. Francisco Antonio das Cha-
gas, urn telheiro que serve de o!a-
r; i em obra
X. 2 A. Francisco Marlins Raposo,
uma dita por
Estrada para o Bongv.
Fer-
12O?000
9650000
965000
150*000
1685000
96*000
192*000
2405000
72*000
725000
72*(00
72*000
8**000
1923C00
60*000
84/J0O0
965000
96*000
72J0O0
725000
725000
725000
72*000
INSTITOTO ARCrTEOLOGICO
CfiWOPE ______
Hiiveri sessao ordiharia qirinta-feira, 16
docorrcnto outubro, pelas 11 horas da ma
nha.
ORDEM DO D1A.
1." Paxeceres o mais tnabalhos soes.
2." Palestra litteraria.
Sewetaria do Instituto, 13 de outubro de
1873.
J. SOARES D'AZEVEDO,
Secretario perpetuo.
mek) {! sala dito
diu por 16* j I
8*;
CUJOS
deMii
Con
ar de lanter

pagamfnlo de nm)
e S. Uento com o Di
*.ff*!M
MAj
U1JJIC1C3
.Commando superior.
De ordem do film. Sr. coronel c
superior intcrino, oonvfdo aos sending
pracas da giurda nacional que
pecfio de saude, a comparecerem
ria pelas 11 horas da manha do dia
to mez.
Secretaria do commando superior da guards i
nacional do Recife, 14 de outubro de 1873.
0 secretario geral inlerino
Jose Marcelino Alves a FonsccA.
^ ----------
rp
Tibaidi S3gue em poueos dias para o
: para carga irata se com Tasso Ir-
a rua do Amorim n. 37.
LEILOES.
Tribunal do ca
LEILAO
OfTerc
lendo basta
tratar na e
mero 4.
pjmmm
nmum
Soeiedade BeneficenJc LMs^Bra-
240*000
240*000
96*000
120*000
144*000
A direclotia desla seciedade, liel ao cumpri-
mento de sem deveres no deseoi.enho do raaa-
daio que lhes foi conferido pelos sous coasocios,
tern enlendido que a base fundamental do credilo
social e beneiiciar a lodos aqueiles que nas con
formidades dos eslalulos tern dircito, satisfaaende
ella este compromisso de honra julga-se com di-
reita de exigir daquelles socios que se acbam a
dever quer as raensalidades fuer bilhetes de be-
neficios obtidos em djversas emprezas, que se dig-
nem entrar para o cofro social com as quantias
correspondentes a sens debilos, afim de nio so a
directoria poder desassombradamente abrir os co-
fres dajfeticflcencia a seusl'rmSos; assim como dar
conclusao as oSras due actnalmente se acham fa-
zendo na sede social. U irmao director, coavicto
do espirito hmnanitario de sens consocios, po-
lls que fagam com que os seus propostos sejam
iniciados, para cnjo fi n a directoria torn aberla
a casa de suas sesssos todas as quinlas-feiras de
7 as 9 horas da noite e domingos de 11 as 3 ho-
ras da tarue, na rua do Imperader n. 3.
Secretaria da Sociedade Beneficente Luso Bra
sileira, 14 de outubro de 1873. ^
0 1. secretario da directoria.
________________Bento de Souza Mira.
Sauta Casa de Misencordia
do Recife.
Por esta secretask^M p na dsfl
infra, foi admittido a i I^BBe uacicn.i1
Flor do Jartlim, do pofte de ISO toaeladas, pro-
priedade de Joao Jose" da Cunha Lagc*.
Secretaria do tribunal do eommercio de Per-
nambaco, 13 dooatabro "8e 1873.
0 otBeiaJ-miior interino,
____________Innocencio Antnnga de F. Torreg,
Oonsulado prof mcial
Na forma do art.,18 d regillamentq/ae 7 de
ontnbro correhte, sao coovidaaos a virpm retirar
as suas peticocs, para eosfonnp-las
genciasdo mcsmo"rtfulamento, aquell
rante esta .repari*tj5a Atetem nequeriJ
c3o do imposto sobre seat estalelecim
facto de serem os mesmos excjusivam
dos por eaixeiros naciooaes, nkanno
corrente de 1873 a 71.
Mesa do consulado provincial, 15
de 1873.
ADtBfc Qsrnent) Machido Rios
Administrador.
as exi-
qhe pe-
a isen-'
tos pel
te scrvi-
naicciro
Reslauranl
luras chinczas,
Trangais
no
8^ Hoje
V* 11 I,* horas.
0 agente Pmho Borgcs fara Uitao de nos ricos
OJjaaros ehtneMs, oa occasiao de elfcetuar o lei-
o de moveu do mesmo Restaurant Francai-.
Aviso
0 bond que ha
levara nm signi '
as H horas da
t|lSaraii do ntia do C.tainho-BovJ, hoje rila
do CondftdaBpa-Visla a. 120,na tuca fM 14 do
correnMjJMU fldando a7amilia almo'a/a, 9 horas,
pouco iMI^iu^meH*, ehtrando pei) laite da casa
em urn qoarioj 4m Snilivid/io de .cOr parda; baito,
barba rapada ejwi-o, irarjava paMot prrfo lio
descali.o, foi visto por um enerava da casa, ia na
sahida, e Ihcjisrjuniara o que queris, limitpu-se
em responaer qne pivcu'rava o fcitor. qnando'mais]
tW8re da pela faha de um relogio Birisso com
Mlxa dc otto, com uma cadeia de eabcHo castt-
nlio escuro, encastoada em ouro, lendo a firma
C M. 0. e junto uma caroleta, lendo de um ladp
pedra azul clarj). e jle oulro a firma A. F. p., e
dentro da meina ikus relrtHi* : 4ede*so acjUem
for offerecjdo iiu souheraesies obipwo; nrnnfle-i0s
alguc
rTl_
Wnia cgracertare
Urn rmedio
zfr os Sr9. concurrentcs
e partini da eJUfao

*
I'raacais
Magdale*a
Pela aeretaria da santa casa fa!-se sciente a
quem interessar, que ao dia 14 do corrente, pelas
9 horas da manha, no saBo da casa dos expostos,
o Illm. Sr. thesoureiro fara paganiento das men-
salidades vertcidas ate 30 de setembro proximo
findo, as amas que se apresentarem conduzindo
ascrisne. que lhes foram confiadas.
Secretaria da santa casa de misericordia de
li&SnmH Recife> 6 de outubro de 1873.
0 escrivso.
_______ Pedro Rodrigues de Seaza.
SANTO AN10M0.
Emmv&A
Quinta-feira 16 d^coitehte.
Beaaficio do artifta
Joaquim Infante da tamari.
importanto espectaclilo !
Coni o eoacurso do clislinctu aelor
144*000
120*000
120*000
120*000
108*000
*
36*000
X. 'i A. I^nacio do Nascunento
reira da Liiz, uma dita por 6 '*000
X. 12. Dr. Galdino Ferreira, uma
di:a por 2005000
1.' seccao do consulado provincial, li de oatu-
hro de 1873.
0 chefe,
. O adminisirad.T da recebedoria de rendas
internas geraes faz publico que e cste mez de ou-
tubro o ultimo em qua lem de ser pago sem mul-
ta o imposto sobre industrias e profissfies, rclativo
ao 1 seraestre do exercicio dc 1873-74, e com a
raulta de 6 0|0 depois do referido me ..
Recebedoria de Pernambuco, 3 de ontubfo de
1873.
Manoel Carneiro de Sonza Lacerda.
Santa Casa da Misericordia
do Recife.
A junta administrativa da Santa Casa de Mite-
ricordia do Recife, :ompetentemente autorisada
pela presidencia, em data de 3 de setembro do
anno proximo findo, e de conformidade com o qtie
dispoe o 9. art. 52 do sen com romisso. per-
muta nor apohces da divida publica a fazenda de
criar g'ados quo possae o palrimonio dos esta-
belecimentos de caridade a seu cargo denomina
Antonio W.irntii Pinto B e A. de Vasconcello$\fa -Carnaoba sita no termo de Flores desta
o Dr. Sebasiiao do Rego Barros de Lacorda, juiz
de direito especial do eommercio, nesta cidade
do Recife de Pernambuco. pir S. M. I, etc., etc
Faco saber aos credores dos commerciantes ma-
trteulados llastos & Siiva, cstab lecidos nesta cida-
de, intpefrantes do moratoria ao meretissimo tri-
bunal do cominorcio, que polo -^resente edital sao
chamados jiara comparecerem peranto este juizo,
na sala das audienciaa, as 11 horas do dia 31 do
corrente m-sz de outubro, afun de observar-se, o
dar-se inteiro cumprimento ao disposto do arligo
900 do codigo commercial, de cjnformidado com
as disposicoes dos arfgos 842, 8*4 a 847 do mes-
mo eeiigo, certos os ditos credores de quo nio
serlo admiltidos pnr procurador. sem que este
exhiba procuragio especial, a qnal nil podera ser
conferida a devedor dos impetrantes, nao p dendo
oTitfosIm um s6 indivlduo representar por dous
diversos crodores, e que sefa havido o credor que
nao- eo:iip jreccr, como adherente as resolucoes,
que tomar a maioria de votos dos credores que,
comparecerem ; sendo necessario para conce^sio
qUe nella conVcoiia ajnaiprTa dos credores em nu-
mero, e que fepreseate dous lerQos da totalidade
ilas diviJas doi creJilos sujeites ao effeltos da
mosma moratona.
t E para que chegue ao conhecimonto de todos
mantlei passar o piesente que sera publicado oela
itupreasa e adi^aiio nos lugares do c.stume.
.(It'dade d Recife 14 ds outubro de 1873.
L'u. Manoel Maria Rolrigues do Nascimcnlo, es-
eriviio, o sabserevi.
Sebistitio d) Qegi) Bnros de Lacerda
v omarca de Palmares
luizo da provciloi'ia
r Alexandre Bernardino de Figueiredo Reis e
Iva, jaiz uluhicnSal e da pfovedoria, supplente
exercicio do termo de Agua-f'reta e comarca
4e Palmares, provincia de Pemambaco, em vir-
'lude da lei etc.
Fa;b saber pclo presentc edital que nos termos
ito art. 1 do decreto n. 1695 de 15 de setembro de
195!', dentro do prazo do 30 dias, contados da pa-
bteaqSodeste edital, reeebera esto juizo p opostas
em c irta fechada para a arrematacao por venda
dos escravos : Pedro, erioulo, solteiro, de 32 an-
xdM de idade, agricultor, avallado por 800*800;
ftfcBtino, erioulo, de 19 anoos de idade, solteinn
agticidlor, avaliado por 1:2005, os quaes perten-
ceaj ao espolio do poriuguez Manoel Josd Vianna,
e vao a praca a requerimento do rospectivo tes-
tamcateiro, e aeham-se nesta villa, a rua da Roa-
Visia n. 2, oade poderao ser examinados pelos
pretondentes.
Jj. para que chegue ao conhecimonto de lodos,
adei j>assar o presente, quo ser* afllxado e pu-
ula pela impreasa.
'Castodio Floro da Siiva Fragoso, escrivao o
. i'i.
_ Jla de Palmares, 6 de outubro de 1873.^/>-
zadire BermrdiM de Figuetredo Reis e Silca.
K.I It u I ii 99.
'P#a ImpeclHfia da alfandega se (\r. prblico nhe
a-fl Boris 3a rtianh* do dia 16 do corrente re ha
de2*f*nUat, livre B dIMtos, a ptiHi dcita re-
. uin fugao de ferro fundld >, com algumas
deteriorates, a alindn p-T ilOl, trado no
J3fte<:o Olans, e aoandonado aos direitos nor
Wilson Rowe A.C. ,
'Vfa'iBjja "8* rVnaltibnr*, 13 Je-olUubro -

TEtlftaT
6 ias)>eetr
Mft A. de G. Reis.
u.
inspect3ria da alfandega
'" Horas.a.1 jflanhl do dja 17, se'ha de
Bz publico
provincia, com terrenos para criar e plantar, e
com algum gado cavallar e vaceum.
Rccbe para isto pronostas nesta secrelaria ate
o dia 10 de dezembro do corrente anno.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 10 de outubro de 1873.
0 escrivao,
______________Pedro Rodrigues de Souza.
COMPANHil
DOS
TRILHOS URBAKOS
bo
Recife a Olinda.
E Beherik.
De ordem do presiden-
te d'assemble'a geral dos
accionistas da compa-
nbiaacima, faz-se scien-
te aos senhores accionis-
tas, que no dia 20 do
corrente pelas 4 horas da tardo, e no lugar
de costume, deve funccionar a assembled
geral cm continua?aodostrabalbosdn sessao
extraordinaria adiada, dos quaes fez parte a
leitura do parecer da comrnissao nomcada
para o exame das contas da directopia, eX-
bibidas com o relatorio da sessfio oi-linaria
do mez de abril proximo preterito.
Recife, 10 de outubro de 18?3.
0 secretario.
Luiz Lopes Castello Branco.
Juizo deorphaos
No dia 17 do corrente, sexta-felra, conliuuara,
por ordem do Exm. Sr. desembargador juiz de or-
phios, a pra^a dos bens perfenccntes ao espolio
do finado commendador Manoel Luiz Viraes ; de-
vepdo nessa occasiao ser vendidp o sobradop
um andar, sito a rua da LTniao n. 23, em que re-
sidia o mesmo cofllmenctador, e que foi avaliado
eiS 20:' 00* ; e Bern assim, os ftioveis e prata que
na primeira praca'nao foram vendfdos. A pra^a
anounciada tera lugar depois da respectiva aa-
diancia e no mesrtio sonrado aclttia indicado, onde
deverao achar-se presentes os pretendenfes, e
dapoi- de mefo dia.
Subira a scena pe]
drama em 3 actos e '
t
primeira vez
qnadros :
o magnifico
ir offerecidp ou "soyher deslqs obiccto- prond
leva lo9%#iBesmo%iwe, on no Recite, arm
na rua dUKrnz n. 6, quo sort gralificado.
rmazem
Ha nma escr.iva n.ira atdgar-se
oMn:iM.
na rua da

ALIGA=SE
o segundo andar 'o sobrado na rua Dirx'iU n. 82,
com commodos para gratidc familia : a tratar no
armazem n. 25 da travessa do Corpo Sanlo
en-
Aluga-se
a Ixja do sobrado da rua Direita n 82, |rpria
pira qualqucr Lepocio : a tratar no armazem n.
25 da travessa do Corpo Santo.
tla mdnha.
r:
perteiMjS, mesas efcsticas,
W^m> ditM depinho, di-
, marquezas, concolos, 'a
, ides, cadeiras, escrivani-
fsa flkra coplar, caixa para
JfjryKdeiras ^e faia a Luiz
S.'jkdarda comida, moinhos,
jas, copoa, garrafas,
_ ra jantar, dito^lte almoco, tTem de co-
banheirosgtalfccfCT-, .oolherea, garrafas com
vinho Bordeau.x,U-^nVeogaac e outros mm-
le PinhAgjpifc^iuorisado, vendera em
'jectoslffpFa itaBos.
ras eg poutirhavera um bond na res-
pectiva estafio IIBBMkir osconenrrentes ao
loilao.
Em Olinda
MIA I01M
POBi Mil.
Em segnida, e a pealdo a orchfestra esiecutara o
galope de bravura, coBipnsicao *0 dislintto hiaes-
tro Colas :
Os jesultas k trote
Terminara o espectaculo com a comedia
Izidorio o va^ueiro
ondc lome pela brritima vez parfa o arlista Siinaal
Principiara is 8 1|2 horas.
0 benefleiado espera tod a a proteccio do res-
peitsvel publico pernambucano, a quem desde ii
agradece. Igualmente aproveita a oeasiao para
agradecer ao seu collega Simoes a maneira ob-
zequiosa com que se pfelou' paha mais abrilhah
tar este espectacnlo. "
N. B. Em um dos intervallos, o benefleiado
ira aos camarotes agradecer.
*!$US- MARIT5M0S,
PACIFIC STEAM
PANY
I.inha quinzenal
0 PAQUETE
espera se dos portos do ml ate o dia 24 do corren-
te, e depois da demora do costume, seguira para
Liverpool, S. Vicente e Usboa, para onde recebe-
ra passageiros, encommendas e carga a frete.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
14RUA DO COMMERC1014
------^tiel ileaDei
H
Vei
0 agente Martins
alielhas portusuezas,
Vgrdadeiro.
turinu
VI AN \L
um b^irril torn mel de
comb urn b.i turino
DE
um candelabra de pr.ita do Porto
Scxta-iciYa id do correute.
por intkkvi:n(;.\o do ack.nte mnto
So segundo andar do sobrado da rua do Bom
Jbsus ii. .., por occasiao do leilao de moveis, lou-
ca e cryslnes.
Leilao
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Hlma. junta administrativa da santa casa da
Mlkericordia do Recife, manda fazty publico qrle
na sala, de suas sessSes, no. dia 16 do outubro
palas 3 horas da tarda. tem de ser arrematadas a
qoem mais vantagens onerecer, pelo tempo de uai
a ir-'s annos, as rendas dos predios am seguiaa
declarados.
EStABELECIHENTOS DE CARIDADE
- Becco do Abreb;
Ssprado de 4 aadares n. 1 480*006
I ^.Rua &i lloeda.
Becco das Btti?. J
^dbftdo n. is...... mm
L^-, ^-_RjaaJa.Cru.. ^^
pafta dc-La repar- Os prelendeateslajFeAf^Vrsv4irjfno acl ^a
ff Bei aldfifti de algodiD e-lampado, arrematacao ft gffij Anjfcloi KfepareCerem
uqaido real 41 kilos, ^ompetairtttE poinpanhadsfqp^eipjctrvfc\pdjlC devendo
' aos -fMNl^fUraadJI bagar alep^ da fendaj o premTo aa quaniia em
Cll\
Cili) a vapor
Jjinki menstzl entre o
Havre Llsboa, Pernambuco, ITJb.Ae
Janeiro, (Santos, Mtmrnte na to!
la) Montevideo, HOeiUi. \jrt-n,
(com baldea^ao para ohosario)
Cnininnndante 'Capelle
erado at6 R do corrente. e seguira depois
a ^reCfsa p&f& os portos do sul acima
s, entrando dentro do.porto, quer na vin-
nropa, rfltt na votfa.
!m 'acnmmolWSs1
.^^P^^^^\^3
OB, eWrBIG?IATJrtWfe
AUGUfR>F. D'OLim* 4 C.
42lua do CodWrercioEntwda pela f*
dp^Torre*
DE
!, ioiiQa, crystaes e prata
A SABER:
Um piano forte e novo, l cadeira e musicas, 1
mobilia de jacaranda, 1 dila de anwello. cadeiras
de"balanco, quadros, jarros, tapetos, venezianas,
escarradeiras, casiicaes e manga>, frascos, figu-
ras, candieiros a gaz, 1 cosraorama, redomas com
ilores artificial e 1 lustre de 2 b-acos.
Uma cama franccza, corlioadcs, I commoda e
2 ca bides.
Uma mesa elastica, 2 guardas-Iouca, 12 cadei-
ras, 1 sofa, I inca para cha e jantar, copos, c-alices,
garrafas, coiopoteiras, garfos e facas, ijiiarlinliei-
ra, flandres, irem de cozinha e muitos outros
objectos de casa de familia. *C
Um fanneiro de prata do Porto, salvas, colheres,
paliteiros e outros objectos de pratt.
SKXTA-FEIRA 17 DO CORREiYTE
No segundo andar do sobrado da rua do
Born Jesus u. 15
Joaquim Paz Pereira da Kilva, tendo de fazcr
nma viagem a Europa, levara a leilao por iater-
vencao do agente Pinlo, os moveis e mais objec-
tos acima mencionados, exi.-tentes em casa de sua
residencia, a rua do Rom Jesus n. IS.
O leilao DriuoiDiara as 10
Da-sc uma casa tcrrea na rua ic Mailiias Fer-
reira, perto do banlto, a quem qulrer fazcr os con-
certos nrecisos para nella morar por um cerlo
tempo que se cnuven.-ionar,' sem pagar alugiicl
algum : traia-sc com o seu probrietaiio na ruaJ
puqne de Caxias (oirtr'ora do Qitciinado) n 2fi.
1- andar._____________
M4DH0RTI4.
AOS 5:000^-000.
BILHETES GARAXTIDOS.
1' rua Primeiro de Marco (oulr'ora rua dc
Crcspo) n. 23 e casas do costume.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
la 2" narto das lotcrias a beneiicio da matriz de
Afogadas (70'), que se extrahirana terca-feira, 21
do cerrente mez.
prei;os
Bilhete inleiro 6*000
Meio bllhcle 3i000
Quarto laSOO
EM PORQiO DE 1003000 PARA CISU.
Bilhete inteiro 55o!X)
llolo biihcto zITJO
Qua/to 1*373
Minori Martins Fw~a.
Faz-se ncgocio com a da rua de Vidal de Ne
greiros n. 147, ou se adinitle um socio com algum
capital para tomar ronta, por ter de retlrnr-se
para f6rada provin-ia n enrarregadu da mesma
padaria : a tratar no d.to csMMnataenia a qual-
quer hora ou na rua do Vignrio n. 33, lavcrna."
Prrcisa-se
lave ma de li a
mero 94.
OTMiravtr-aara. pa rms,
Dm tonico fatuHb-jAi Wttlnap,..
So as mapreciaveis waalidades medi.**
que se podett*' encOhtW>, ofesando-se das
PllHlaM \r*ettt** 4le Bristol
tfthambdidnn que ifW^rodtz ddres nem
BoMcas. MI
Em purgwte
lraquece. .
I'm lax'arito que n
'Formam uma das muilas virludes am
possuem a s
Filula* ve^etaea dfe Bristol.
Um medicameuto suave e favofUvd p.-,ra
o bello seio. tf>
Lm correctivo sfguro (tag desai radios dj
^ystemn.
L'm remedio completo oSeguro para as it
rogularidades. ,
Sao os effeitos sem fulta, resuhautiis dt
uso e emprego das
Pllrtlas vegetaes d Brtstal.
Lima compleicao clara, alva e transparent*,
Uina pelle macia o ttellcada e um
Halito doce c agradavel.
Sao os resultados certos e inlalliveis, de-
pots do se
haver tornado algumas doses destu
melhor dos
Remedios as
Pilulas \egetacs dc Ri-istwl.
Em todos os casosde molestias d'uma ua
tureza escrofulosa, ulcerosa ou sypbilitica,
ou quando a massa do sadgue" se baja tor-
nado turva ou viciada-peto uso d ferro
mercurio, ou por outra qualqucr substancir
mineral a
Salsaparrilha <1c Brttbtot.
derera ser usada de coujuncto com as pilu
las, e assim obrando-se, em restricta con
ormidade com as direcgoes iuscriptas n
envolto; os doentes podem tear certos que.
uma Tez usada cotijuactamente uma com a
outra, nenhumo enfermidade ou molesOa,
"por mais severa ou arraigada quo se ache,
tiao poderd resistir ao combinado poder se
".rotorio e sauitario destes dous
do nm caixeirb com pratica de
16 annos : na rua Imperial nu-
ll Extraclo tomposto ue
IIS 31! MIOS.
Arnbas estas medicinas acbam-sc d venda
cm todas as principacs bbtiyas e
lojas do drogas.
Acha-se a venda em todas-as boticas.
H. Forster &.C.
______________AOElITES.______________
fern sido apresenlada ai) puMeo
Durante o espaco
DE
4 0 ANNOS.
DE
RBISTOL
priuoipmra
h2
'
rm^i

DE
'Mcaispt com bogias do I.isboa mar
KfcS-PtlM If DO CO
ASH HORAS. EM PONTO.
0 prcposto do agente Pestana fara JJeill
conta e risco de ijuem perlenw>r, de 3\
enrh' fiogws dc Usboa, marca B s. 4,'
ohm l.oaO libra* com cera.
91XTA-FEIRA 17 DO ^.iiREiME.
A's llflbras da manha
No armazem do Annes, defronte d'alfanRga.
LEIJLAO
1 mobilia de iacarandd coftflJlltnTOS do j
1 mesa elttsUca de 30 palrnos, 1 t<
Nr^nuda-ffirH SO Con
As MB>r9 *i Hl**i8.
J^pmostowl^nite Pestanft fara leil
*fuiajHtsooA-4||Sn perteacer, dos irasl
jdra,
llette
btros
niaH- ti, atUNoas m 7lff>IO, ftfrttm
g**2JK*2r^.a *M#*iBB'Otria#K
rflw* WB| ^^MMt'tB'nrHmo' VaWif ffai-^
eezF'i/todii liahie, entradD em 22 de. seteftWW'1
Mhn
"lit

le oufobb
'oraeciawwo
|que fo(s^rp>^redlo qne cpntiver 'astabeleci-
Tmqgtft eojanK|aX]fesimjxiroo o serviVo da lim-
- iBplf lmo
mmm da slhfe 'da mtserlftordia db m<
cflfe, ar desetftiffiro */
0 escrirfc
PeWto ttodrignti gj> Sou
"tregueziaK de X. sjD
depois da audiej^H
ate
- Pelo iuiio de paz
iiafado cdrrsi
arreraatar em
12 cadeira*
__ por wJTr B^
par do consolo8 de amarello por
ALSAPARRILHA
Do Dr. Ayer
0 PMFICADOti DO 8ANQUE'
Para curar euat moleiHat gue provem de vieio cm im-
purena do Sangut, e da Etcrofula.
MOLESTIAS CUTANEAS. CALLOS. MANCHAS,
IRRUPqOES. ETC.
Rheumatlamo e Qotta, Dores e
Affeccoea dos Ossos, Mai do* Ol-
hos, Debilldado ou fraquern serai,
Dyspepsia, Incommodo do Pigado,
Uma falta Bra da saude e uma
dispoBloao f&cU ao Boffrlmonto, $em foliar dt
rariot outros incommodoi, algutnt ptquetwt, outros terioi,
slo fn rasoltados e conaequenciaa que nukU l*rde ou mail
cedo oocorrem.
AS MOLESTIAS de quo padaco o ttxo femlnino, t&m-
bem, quasi umpre ato devidas 1 mesma causa.
O unieo txatamento eflcaz a nnica
maneira segura de readquirir a saude e
de restabeleeer o corpo, e mediante o
emprego flel e conatante de um 1'uri-
fieador Alterante como a
SALSAPARRILHA AYER.
[A sclencia medica apresenta este reme-
dio ao povo como o melhor e o mais
seguro que ella couheco psxa o fim
desejadp.
Aim da rail da Salsaparrilha ella t compotta dot pritt- I
cipati lubttanciat medici--
trado eerem at melhorct
arte tem
eot
IiOgO^BC a BllSAPJBRII.BA
systema, comeea entio a obra de restabeleclmeuto.
Mio t n'ura momento nem em um dia
d a ssejBsMadesapparece.
Pourx, a jx,uco, dograo soure degrao,
o ssskgue Tas readqbirindo ana pureea, o
raid *ke eederido e a saude, o TigOr ft
robustet, appareeem!
CUHA OS CASOS MAIS DtSESPERADOS I
A SAFSAPARRIf.HA DE BRISTOL puri-
fica a massa do sangw*, expelte para fdra
todas as materias e fezes vicinsas o imptiras,
regula todas as secre^oes, di vitalidade e
energia a todos os orgaos o di faf<;a e vi-
gor ao systema afnn de poder rrtdlbor resis-
tir a todos os ataques da enfermidade. E'
pois este um nimedio constitutional. Kile
nunca distroe afim do poder curar ; pordm
constantcmente assisle a natureza. Portanto
em todas as doencas conslitucionues e em to-
das as molestias locaes dependenle d'um es-
tadovicioso eimperfeito do systema em ge-
ral, achar-se-ha que a Salsaparrilha de
Bristol e um remedio seguro e efllcassissi-
mo, possuindo inestimaveis e incontostawis
virtudes.
As curas milagrosas de
CscrorulaS)
Ulceras,
Chacas autiaas,
F.NFERMrDADES SYPfflU'WOS
ERYSIPELAS,
RIIKUMATISMO,
NEYRAIGIAS,
ESCOBBETO,
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangcado e dado o alto reuome i
Salsaparrilha de Bristol
por tolas as partes do universo, sao tdo so-
monte devidas &
L'NICA I.EGITISA E ORIGHti
AT baja pe^tradoao AOM.' I
rastabelecimento. AEH ri^3.
NA PHAfiWIAOA CEIVITIAL
lie depois da
do imperio,
bnde rocebe
Marfrete.
. \ICai\
-'f para 6 sol Mfc^^eoa^^^^TlalaiapotO a Joaffjo*
iifico, para pjrm- Nsaali i a ?tettia^Bdt* Hi.lWTa*-
* e dmhei- ^rgalyiiMait^v^nfynifciifclUgiaaw^MB, u+*
joW'iiDEflTEB '**3 -
Medicos de alta re^ataclo concordani
ralor e ufflldade d'este inestimavel remedio.
Todos os dias apparecem novas proras da sua* virtudos.
Todos os dias augmeata o oonsutno.
O poTo todo, iaselligente obserrador re n'ella an meio
fdedigno de flvrar-se das suas principaes doenfas e de
resuurye*'4fc%^cmsegumt6 tehArmals alegro
suae^lsteiiemsasaCklTtMmnaNA-Tta. aa.itClflvl
Fvm E,pedfico contra grande -0*** r'ttMi'esMw.
ckronleat, BhcumatUmo, moleiMeu 0ttmme*m,lk.,
too cautadat pela Infeccao ventrta, oh a%ti(f ou ktr-
99

9 .
vessntvi TSviwif v sa^sM^fraei
up
aH
1
1
E PS
19-HUA NOVA4V'
J. M. Leroux, ciiur- :S,
giao dentiata, socees-
S- sor'de F. Gram^ter^ e- i
pera contiatiar ame-
recera coBfiaii^a dos
clientes da a,sa, &dft
respeitavel ptlb^j^ \
geral.
vmfm
] ContimW i
some Trajano, o qnal
da, Beberibe, e -":-----inlr hi rliTn on \jjm\i
su, intitulando-se do C
guintes: falta dfc ^eft!
amarello por solfrer da _
e um pouco fanhoso : tgaraer at
liciaea e- ao* oapities
*to Bajoraw.
.diS a*rnt i
sera gratiflcado.
Alves Matheus.

LlH*
Zl
j



.
*


Diirio doPeraamouoo Quinta feira 16 de Outuoro de 18id.
PROTECTOM DAS FAMILIAS
ASSOCIACAO BRASILEIRA
SEfiUROMUTIO SOBRE 4\IDA
Aiitorisada [tordccrclodo gavtrM imperial n> lde junhode ISfi'i
GEREMTE, 0 BUNCO RURAL E HYPOTHECS BO RIO DE J&HEIRQ
. 121 RUA DA QUITNADA N. 121
COMMISSAO FISCAL.Membros effectivos.Os contribuintes : presidcnte, visconde de
Toeantins, presidente da Praca do Commerclo : veador Dr. Jose Macha-
do Coelho d Castro, presidente do anco do Brasil ; secretary, desem-
bargador Isidro Borges Monteiro ; barao de Mesquita e comraondador
Bonvenlura Goncalves Roque.
INSPECTOR GERAL.- -Jose Justiniano Rodrigues.
ESTADO EM 15 DE JULHO DE 1873.
Capital realisado........ ft.43-t:419-r4
Capital em apolices de S /. ..: r,
0 objeclo desla associacao e a creaeao de capitaes e a de rendas per raeio de contributes
feitas de uma vez ou em preslacoes annuaes. (Art. is do Keg.) Estas duas operacoes podem faz*r-se
simultanea ou separadamente.
0 miniino da contribncao u.nica e SO* e da annual 10 J. (Art. S.)
As contribnicdes slo convertidas nnicamente em apolices da divida publica national de 6 0/0,
nas quaes tambem se convertera os seus jaros. (Art. 6.")
Os contratos do seguros da especie indicada convcm especialmente :
A quern quer dotar uma filha, ou fundar urn patrimonio ou urn principio de estabelecimento
a urn fillio, alii hade on outro individuo qualquer a quem se queira beneliciar.
A quem quer 1'ormar utn peculio paia livrar do recrutamenlo alguem que a essa lei venha
a ctar[sujeito.
A quem quer crear para o futuro urn capital, ou uma reoda. temendo que a do que goza,
quando vigoroso, na* chegue quando a vclhice ou a enfermidade nao Ihe permittir aiquiri-la.
Qualquer dos tins apontados pode sor conseguido, ainda pelas. possoas menos protegidas pela
fortuna ; porque basta para isso consignar anaualmente uma -quantia em relacao aos meios pecunia-
rios de que dispoem.
Os contratos podem fazer-se debaixo das seguintos oondieSas, cuja escolha depende do urn
que o contribuinte tiver em vista, entrando na associacao, da sua siluaeiio pccuniaria c a da do benefi-
ciado, e do gran de bencfieio quo quer constituir :
I,' condiciio Com nseo dePERDA or capital e Lucnos, isto e, com a condicao de nada re-
ceber o beDellciado, se o segurado faileccr dentro doayazo dy contrato.
is condi
ciado, na epoca da liquidacao, os Incros correspondentes ao tempo por que o seu contrato vigorar ;
isto e, ate inorrer o segurado, pcrdendo todo o capital entrado.
3.* condicao.Com risco de perpa djs lucros apenas ; isto etcom a condicao de que, mor-
rendo o segurado, o beneficiado s6 recebera, na epoca da liquidacao, o valor das entradas effec-
tuadas.
O 8 anno social (I"do 8'quinquennio) comecou no |* de Janeiro do 187-J.
Nodecarso do anno podem raz.-r-se contratos a contar do seu principio, pagando os contri-
buintes sobre a sua enlrada 1 0/0 por mcz doeorrido. (A t. 13).
As pessoa s qnc qui/erem inscrcverse na associacao sao convidadas a dingir-se ao Banco
Rural e Hypothecario, onde se Ihes darS o regulamento da mesma e todas as explicates de que ca-
reeerem. c iC.
Os scguiiUC3 oxcmplos, tirados da liquidacao do 3 quinqu3nio, eiTectuaua no anno do 1&/-J,
ilrmonstraDi o grande lucre que esta liquidacao obtevo.
0 graife purilicador 4o saope
SALSA PARRILHA'HE BRISTOL
Precisa-se contratar nma pessoa com at ha-
blftacdes precisas para occupar o logar de cen-
ser de urn collegio nesta cidade : quem se achar
pois nestas eircomstancias, queira deixnr sen
nwrie e moradia na loja n. 60 a rua do Barao da-
Victoria, para s*r procurado. '
CONTRIBUINTES
da
1DXDE DOS 8E-
ilUAOOS
Srs.:
Antonio Correa da Costa Ma-
chado...............
^Ainselheiro Jo>e Marliniano dc
Alencar.............
Joiio Carlos liackheusor.
Dr. Joaquim Baptista de Souza
Castelloes................
Commendad'T Joao Baptista
Fonceca.................
Antonio Jose Marques de Abreu
Junior......................
Jose Joaquim de Magalhaes.....
Jo3o Alvares de Azevedo Maeedo
Sobrinho..................
Peliclano Jose Henriqaes........
Or. Bpiphanlo Candida fle Souza
Pitanga.....................
) tenenle Pedro Hyppi lito Duarte
Loureneo Cavalcann de Albu-
querque..................:
Commendador Jos'- Pereira Soa-
res........................
*Jondessa de Baependy..........
Oommendadur Luiz Antonio da
Silva Guimaraes............
t'aulino Alfonso Pereira Xunes..
Barfio de Vassouns............
Dr. Antonio Maria do Oliveira
Bulhdes....................
Barao de Tres Rios...........
Desenibargador Jose Caetano de
Andrade I'into...........
1 i'i: ;, l anno.
1 a 2 annos
i a 3
I dia a i
1 dia a I <>
10 a 41
1 dia a I
CONTRIBLTCAO
LNICA
>0j500o
i-.oodsooo
1:000*000
4
it
1:000*000
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ANNUAL
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28 a 29 a
32 a 33
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5005000
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1:000*000
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2:500*000
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2:000*000
l:000*00
2:000*00
10:000*000
l:00<)*000
6:OOl*0OO
I
PROmXTO
EM
APOLICES
PORCEN-
TAGEM
H3A0C9
7933436
1:M67*380
2:079*196
831*809
1:770*700
422*514
1:605*698
1:551*068
1:607*792
3:750*328
860*141
9:092*160
1:481*016
2:980*444
1:488*008
3:415*514
o
126,01
58,68
86,73
107,91
66,36
77,07
111,25
60,56
55.10
25,20
19,56
17,34
21,58
22,12
15,41
22,25
20,19
18,37
60,77! 20.26
50,01; 16,67
14:889*715
1:746*640
10;l 16*077
72,16
51,53
48,10
' 49,02
48,80
70,77
48,89
74,66
68,60
Casa.
Ainga-se a loja da casa n. 01 da ma do
to : a tratar na rua da Cadeia n. 3.
Apni-
CASA
Alugvco a cisa n. 32 da rua da* Pernamlm-
cana. ni CapuAga ; a chate zsta no acoagnc jun-
to, para ver.
~ CASA DO OUKO
Aos &:000$000
Bilhetes garantidos
Ihia do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e casa do costume.
0 abaixo assignado acaba de vender nog seur
oiuito felizes bilhetes a sorte de .'>:000*00 en.
^uatro quartos de n. 135, a sorte de 800*000 cm
dous quartos den. 1333,a sorte de 300* embilhete
inteiro de n. 1405, e quatro quartos de n. 1906
com a sorte de 100* ; alem de outras sortes me-
norcs de 40*000 e t0*C00 da loteria que se acabou
de extrahir (69') e convida aos possuidores a
virem receber, que promptamente serin pagos na
forma do costume.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiu
vel publico para vir ao sen estabelecimento com
prar os mnito felizes bilhetes,que nao deixarlo d(
tirar qqalquer | remio, como prova pelos mesnx j
annuncios.
fe Acham-se a venda os mnito felizes bilhetes ga-
"antidos da 2' parte da loteria a beneflcio da
matriz dos Afogados, que se extrahira no dia 21
do corrente mez.
Preees
Inteiro 8*000
Meio 3*000
Qur.rto 1 *500
De IOOSiOOO pura clmu.
Inteiro 5*800
Meio 2*750
Quarto 1*375
Recife, 1! de outubro de 1873.
Joao Joaquim da Costa Leite.
J. Dhibant de Paris
CeiMtrnetar e a Baa Jar ae pia-
nes.
Es-nfinador dos antigas e afamadas casas
Pleyel o Hertz
e antigo director das oflicmas da casa
AffntiSM Blonde I.
33Rua do Imperador33
Tern a honra de rleclarar ao respeitaTfl poblieo
desla cidade. que tern aherto sum eas i de cencw
tos ft atinacr>es de piana-1, qnaiquer qne seJs ***
tad<> dojnrtriimentu : a rua do Itnperadur n. 33.
- Casa do cAmpe,
OfTerece se, a qnem quizer fazer os concertos
oecessarios, o arrendamento por algnne annos d
graca, da exoellente casa sita na Porta d'Agna,
qne foi do flnado Dr. Joaquim Pires Carneiro
Monteiro, passando-se escriptura para maior se-
gu anca. A loralnlade e muito salubre, e a casa
mnito fcesea, lein inagniGco banho de agua <6-
ce em frente, e e muito commoda, visto qoe o
| trem para detronte : quem pretender pode dirt-
gir-se ao Sr. Francisco Carneiro Monteiro, em
Apipocos ao Sr. Francisco Ignacio Pinto, rua do
torn Jesus, ou ao Sr. Cannan, rua do Commer-
:io n. 40.
COZINHEIHO
Precisa-se de urn bom cozinheiro
Imperatriz n: 37, primeiro andar.
na rua da
Casas para alugar para afes-
ta ou por anno
Um sobrado no Poco da Panella, na rua doli
n. 5, coin 4 salas, 5 quartos, saleta, cozinha f6ra
e quintal murado
Uma boa casa terrea nova, com cocheira, estri-
baria, pequcno sitio, a margem do rio n. 35, da-
raesma rua.
Uma casa pequena, porem com bons commodus,
na travessa da C-ruz das Alinas ao pe da csa ver-
melha n. 2. t'odas a tratar com o commendador
Tafso.
Aluga-se o armazera de recolher na ma do
Burgos n. II : a tratar na rua da Praia n. 90,
a tratar com Jose Feliciano Nazareth.
Casa no Hilihiro.
Alnga-se por festa, on por anno, uma caja com
bastantes commodos para uma familia regular,
com sitio bastante arborisa(Jo, com agua de be-
ber : na estrada do Monteiro, perto da estacao do
Caldereiro : a tratar na mesma, ou na rua Nova
n, 7.
0 Sr. Anteuio Luiz da Costa, que
ciante em Olinda, na rua de S. Hento n. 45, 6
cham ndo a mesma cidade,a rua do Commereio n.
24, a negocio que S. S. bem sabe.
O abaixo assignado laz sciente ao publico e.
.g0" I com espeeialMade ao rcspeitarel corpodocom-
24,03
17,18
16,03
16,34
16,27
23,59
16,30
21,89
22,87
Cora radicalmente os rasos mais tnveterados de sjpdilis, escrophulas, rheumatis-
tto chronico e to-las as enfermidades que teem a sua origera naimpureza do sangue e
dos hu mores. ,
Como garantw contra as I'alsificag.Ses, cada garraia deve vir acompanhada oe uma
tin gravada cm a$o, na qua! apparece a assignatura dos Srs. Faler & Dunca, sucesso-
res, agentes geeaes no Rio de Janeiro.
Deposilo H, Forster & C. a venda nos estaboiecimentos dos Srs. Antonio Alves
Barboza, Maurer De r:\sanienlos. r
De bapiisailos.
De bailes.
De soirees
De almncos.
Me lanches.
De hiehnieks.
De reins.
Deludo de ttido
Se enearrega a confeit, ria do Campos,
Ealcm disso
A confeitaria do Campos
Esta* sempre provida
De tudo quanto c preciso p9ra
Uma boa mesa.
Rua do Imperador n. 24.
mercio, qne neta da'a comprou ao 8r. Antonio
Joaquim Lopes de Carvalho a sua tav.vna sita a.
rua Direita dos Afogados n, 78, livre e desemba-
racada do qualqaer onus : por isso se alguem sa
julgar credor dirija-se, a rua de Motocolombo n.
24, no prazo de 3 dias, os quaes flndos, nao se at-
tendera a reclamai;ao. A/Ogados, 13 de outubro
de 1873.
Francisco Ignacio de Jesus Mendonca.
- No trapiche tiantas aluga-se escravos, dan-
do-se50* por mez, comida e casa, por tempo de-
terminado.
drogarias de Pernambuco.
m
Advcrteucia
Na apreciaeSo da porcentagem annual attende-se a que o tempo dc emprego de 5 annuidades
Torresnonde exacumento a 3 annos do em, rego da somma dellas; assira, o lucro dos1 contratos dc
annuidades deve ser contado sobre 3 annos, e por isso a porcentagem annual e a mdicaada na tabella
Cumpre observar que os quinhdes qne passaram desta liquidacao de 1873 para a seguinte
foram augmentadjs com 5 0/0, por ser este o agio que as apolices tinbam no principio do segundo
semestre de 1873. '. .
Os agentes nao tem autorisaeiio para receber dinheiros por conta da associacao-
etao sfimente ordens ou saques pagaveis ao Sr. thesoureiro do Banco Rural e Hypothc,
<-ano, cujo recibo e o unico documento quo obriga a associacao.
J. J. Rodrigues, inspector geral.
5(T aRua do Marquez de Olinda 56 a
(outr'ora rna da Cadeia)
LOJA DE MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido como principal e recommen-
dado pelos grandes depositos e bons sortimentos com que sempre prima em ter das
eaelbores, mais acreditadas e verdadeiras machina* americanas para algo-
4aa, desde 10 a 60 serraa, e havendo em todos os tamanhos divcrsidades de systc-
mas e melboramentos para perfeito e rapido descarocamento ; tornam-se dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Sre. agricultores; os quaes, alem dislo, encontrario
Tarobem mais :
^ Samuel Power Johns-
ton & 0.
|Rui do Apollo M e 40
Fazem .'cif nte aos seus freguezes qae leeni
madado o ?>>a daposito de nachloxs a va-
por, rootndas e lax as d mu'to ^orcditada
fabriea do LowMoor para rua rio Apollo n.
38 e 40. oncle COOJiSmra a ler 0 ojesmo sor-
n memo do costnme. ,
Fazem scienie larabem qre tssm feito n:n
jrranjo com a fundiQio gerai, pelo que po-
dem ofJerecer s ;iara asseaiar qu&lqner
macbinisrao e mwmo garaoti lo.
Appar^lho para fanricar assocar, do systema.
WESTON CBNTREFtJGAL
DniCOt agentes em Pemambu<-o a fuocicao geral.
Paia iratar em *en escripiorio t rua do Apollo n. 38 40.
Os proprietarios da tundicao geral farom
icIMtes a,)S senhores de engenho e mais
pessoas, que teem estabelecido uma iundi-
cao de ferro e brouie a rua do Brum, jun-
to a e>iacSo dos bonds, onde aproniarao i^
qaalqaer obra de encommenda com perfei- Qj
cao e prpmoiidio.
Os mesmos rogam as pessoas qne qaei-
r.ira utilisar se da seus servicos de deixa-
reai as eacoonciendas em casa dos Srs. Sa-
muel Power Johnston & C a rua do Apol-
lo n. 38 e 40, onde acharao pessoa habili-
tada com quem possaco entendr-s.
9
i
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mWrnm
2SS
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VERDADEIRO ELIXIR DO DR GUILLlE
TONICO ANII-FLEIMOSO E AMT1-BILI0S0
PREPARADO POR PAUL GAGE, PHARMACEUTICO
TJnico proprietario
A tctto d EUalr Oailll* i InleirammU beneilu.
Como purinliva no dcbillu como os outros rcmedioi
desU qualidade, porem tonlBca t rfrca no mesmo
tempo : aoiilia o corrig* todaa is itcrecoes; da forca
am dlveraos org|os: nlo eilgo ama dleu seven, palo
cootrarlo e preoiso lomar uma boa refeicSo a tardt
quando so user dolla; pode tor administrado com
egual oiilo na mais lenra Idado como na mais adlan-
lada velnice sem nanea eansar accldenlo qualquer.
Na doso d*nma colherada pequena denlro d'um
pouco do agua assucarada, seja anles aeja depois da co-
mida, esitmula o appelllo, aviva laa funccOes digesllvas,
subaliuea loan a |iMa<), o laramua e bobidaa amar-
gas que se cosluma lomar.
rua d Grenelle Saint-Germain, 9, em Parw.
Un folhoto que d um rerdadeiro Iralado do modicina
usual o domesMca se dt de graca com cada garrafa
do ELIXIR. Ella indlca as dooncas aonde o Kl.lXIR
e uiil o o modo de user della.
As possoas que quizoron coosoltar esto folbelo
anios do osarem deste BLIX1R, podem dlrigir seu
podldo franco ao S. Paul Gage, am Porto o na
prorlocta ou nos polios eslrangeiros, am casa dos
depositaries; esta fomclo Ibes ser* enlregue de
graca ol immodlatomeiie.
Desde cincoents annos t reputacSo do Bliztr OulUI*
espolhoa-M no mundo lntorlo polos sorvicos que
qne cada dia olio presta aos medicos 0 aos enfermos en
cases craves 00 at
casos graves on desenganados.
B&o rapida.
Opel
veis de doenfM e tempo perdido, po
as curas
) Elixir Guillic vende-se cm todas as nnncipaes pharrnacias oa
Ptrnamtmco : A. RKGORD; BABTHOLOMKO K Ca.
harmacias das Americas, nomeadamente
Apurados vapores locomoteis, deforca
de 2'/ e 3'/i cava}los com todos pertan^as
precisos para trabalbarem 4 machinas para
fllgodao, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzeae ladei-
ra.
Carros de mao para atterros.
Tinas di madeiras.
Baldes 'fe dira.
Ditos de fafre estanhado.
Ditos com valvula para lavatorios.
Ditos do. madeira para compras. '
Apparelbos parajardins.
tiuards-comidas.
Taamfa* para cobrir pratos.
Tarracfcis para fazer i f"?os d
Wit* dilK ditM dc taadeiras
Trerapira cozinna.
Ternos de bandeijas Unas.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padarias.
Pertencas atulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para mi-
Ibo e cafe.
Debulhadores para i!ilho.
Azaite de spermacete p.va machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cannos de ferro esTialtados.
Ditos de dito estanhado.
bito= dechti..Mk>.
-. > Je fcari "..
Folles para fertairtt.
Approvado
pela Academia
da
Modicina
db Paris.
Autorisado
pela
circular especial
do
MlNISTRO.
FERRO QUEVENNE
Cura chlorous, tmruit, Smo hranco, cinsico e dobilidado geral, periaa, irre|ulari rtruacao ;ej das senkwae casadas ou das momaat dekeis Pela miideia da dose que se pode ea-
preitar, pela efBcacia da ma accJo, FERRO QUEYENNE avantaja-se t&nfiu as cans prepa-
s racoes ferrojmeas. Bouchardat, protestor da k'acnldada de Paris (Anawrio de tat*, p. 1M).
Para eroitar as falsificn(6es numerotas, eiif ir a marca de fabriea aciata iadieada, a firma
Quevetme, bmm a* Emilio Genevoix, deawllario geral, *m Paris, U, rna dee Beaax-Arta.
0 Finao Qhvsmic Aeaaa ,. L.--B;-----------. > aiadidaa. t/W
Teada a -Y T -IP cr.-rirr| ^> m |rtg#m, 5 ,
ea tnaeaa de Jmadtda para doear). a^.
Dapwilo em Pei-wamonco, A. BKGOBD, aas pbarmacia> acreditadas. _______
Acabam de cheoar pelo vapor ametieano
de Havana dons subdues hettanhoea, am delies
e prefenvel proflssiooalfl agrkmltor, au-
tr e machiaau e tambem mestre da aaraov: m
aasaons qne se qiiicw nfcliaar de seus services, *>
clirigir-se ao contuladk) de Hespanha que m
ndesfl'acham .
Alup-a* mi vaado-aa, tnialro ou a retalho
xccllemu terrano silo a estrada de Luiz da-
em Santo Amaro, com f 00 taimoa da frtn-
00 da fundo, no cal axlsa nma graaxta
da oata: aaa-sa a na da Aaron a.
mi*.
ejnminado?.
Enfim muitos outros artifos, que sdavwta e p'eate 9^mimo*sit*k*f *ft Sfea* ?^ vialpa,i ttfeqaitra BrSi-
'Wb'wCo'
Saqucspara todas ascidades e
villas dc Portugal.
Carvalho d Nogueira, saccam'sobre o
banco commercial de Vienna, e suas agen-
cies em todas as cidades a villas de Portu-
gal, qualquer quantia a* vista ou a-prazo e
por todvs os paquetes; a ma do Apollo
n. ao._______________________,
Avisa-se aos tniuen*s dri ninhos salgatlos,
qoe ainda se aeaa por al'ifrar uma l bem perto
db banho. eon hoaa eommoditiades, em boa ioci-
lidade, d'onde ae avista o mar, o banho e a esta-
bjo, an Olinda: a tratar na raa do
1
(8*
I
MEDIC0-GIRURGIC0 g
DO <&.
Dr. J. II. Curio
Rua do Marquez de Olinda n. 25, prl- 0
meiro andar.
Consnlta das 9 horas as 11 da manha. J
Chamados a qualquer hora. ^
e* ^-0 sens m
ffiTiOiisullorio njedico-cinirglco g
'^ de %
% A. B. da Silva Maia. g
ft\ llua do Visconde de Albuquerque n. M\
31, 11, outr'ora rua da matriz da Boa-Vista m
Q n. n. a
rJ Chamados : a qualquer hora.
Ql Consultas : Aos pobres gratis, das 2 as
Q 4 horas da tarde.
**-$&$&#-&**&
Consultorio homeopa- 0
* thico g
0 Do Or. Santos Hfello %k
il-------Rua do Imperador-------'1 *K
_, Consnltas todos os dias das It a I da 3*
^ tarde. &
Gratis aos pobres. ' Residencia a rua Nova n. 7, segundo CS
%Jt andar, ende da consultas das 6 as 'J da
manha e das 3 as 5 da tarde. yH
Chamados a qualquer hora.
0vCWO aX>Q^ iQOSXS5Q
% Consultorio medico A
4 Dr. Mnrilla. '
RUA DA CRUZ tN. 26, 2.. ANDAR. Jf
Recem-chegado da Eurepa, onde fre- U
quentou os hospitaes de Paris e Londres Q
Sode ser procurado a qualquer hora do O
ia ou da neute para objecto de sua pro-
fissao.
Consultas do meio dia as duas horas
da tarde.
Gratis aos pobres.
Esjwcia/i(i crianca e de mulher.
EmpTega no trataroento das molestias
de sua especialidade as duckas frias e
ftanAos a vapor, para os quaes trouxe
os apparelhos mais modernamente em-
prcgados na Europa.
Tambem applica com grande proveito
no tratamento das molestias do utero a m.
electriddade, pelo proeesso do Dr. Tre- W
pier. Cura per nm proeesso inteiramente M
novo as blennorrhagias e sobre tudo a m
I (gotta roiliur) dispensando as injeccdes. Tj
Aluga-se uma casa para grande familia, siU
a rvu nova de Santa Rita ; assim como um bom
armarem na mesma rua
trapiche JDantas.
Aft PUBLICO
Quern mais coHimiido iHerecc ?
lncontestavelmentc a loja de calcadoigestrangei-
ro qne mais conimodo offerece em geral, com espo-
cialidade ao bello sexe,e o PARIS NA AMERICA
a rua Duque de Caxias n. 39, primeiro andar (an-
liga do Queimaio) e a razao ? a razao 6 simples :
nm cavalheiro (amante do chique) por certo se
in:ommoda quando, para comprar um par de bo-
tinas, vg-se forcado a experiraenta-la sobre um
pequeno c pueroso pedaco dc tapete (systema ma-
carronico) nao podendo desta forma conheeer se
a botina Ihe fica b6a, pois, nao tem espa?o para
expcrimenta-la, ao menos que nao a estrague dan-
do apenas um passo, que chegaralogo ao imraun-
do ladrilho ; o que nao acontece no Paris na
America, onde pode ?e passcar a vontado e desta
forma conhecer-se se fica bom o calrado : para o
bello sexo, entao e quasi impessivel, que uma se-
nhora (do bom torn) queira sujeitar-se a experi-
mentar cal^ado ao lado de um balcao, onde en-
tra quem quer, ainda mesmo para comprar : o
Paris na America nao resente-se desta falta ; tem
nm bom prcparado gabinete resen'ado, para as
Bunas, quo alii poderao estar em perfeilo commo-
do para a escolha do calcado.
Nao terminam ahi as vantagens ou commodos
do Paris na America a rua Duque de Caxias n.
o9, primeiro andar, consiste tambem no bom sor-
timento de botinas para homens, dbs melhores e
mais afarrrados tabricantcs da Europa, como Me-
lies, Stuer, Polak, rtc, etc., e grande variedade da
chinellos e sapalos, assim tanAwn um Undo sor-
limento de botinas yara senhora, e sapatinhos de
muitas qualidades que poderao satisfazer a esco-
lha da mais capichosa senhora (do bom gosto) ;
pelo quo fica expendido, fsta claro que a loja da
calcado estrangeiro, que mais vantagens offerece,
boParisna America, rna Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, antiga rua do Queimado
A espada nacional.
0 Lima da loja de ciigueiro da rua do Cabu-
ga n. i B, tem um completo sortimento de per-
tencas para a classe militar como sejam : bonds,
barretinas, talabartes csyadas, dragonas, char-
lateiras, bandas, abotuaduras de ledas qualida-
des, galao de ouro e prata de todas as largnras
e todas as mais pertencas para guarda nacional,
primcira linha e armada ; assim como, franjas
de ouro de todas as larguras e enfeites para bor-
dados, canutilhos, etc. etc.. Tambem se enearre-
ga de qualquer fardamento e obras de cabellos
por menos 20 pbr cento do que em oulra qual-
quer parte. Garante-sc-limpeza c promptilao : a
rua do Cabuga n. 1 B.
m
Augusto Trajano de Hollanda Chacon, ^
0 Dr. em medicma pela facnldade do Rio jaft
de Janeiro, chegado ha pouco da Europa, 2aj
oude nos melhores hospitaes dedicou-se J
aos estudos dc sna prollssao, e com es- I
p?cialidade as operates e as molestias WL
dos olhos, tem o seu escriptorio na casa 5
de sua residencia a rua Du |ue de Caxias W.
2 andar. ML
0

Medico
MOFINA
Esta encouraqado II!
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira da. Velio
escrivao na cidade de Nazareth desta provincla, o
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 38, a coa-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira ci im^rla t1 mrual, en
SW de de. ue ir}71, it*"- p-" ianeiro,
passor' afevereir ; ^bril'' .,- -aud tuiuprio,
per este motlvo e de novo chamado par* dito
dm, poh S. S. se deve lembw qne este negoeio e
da mail da sMo aono., e quajwto o Sr, sen flbo a
aejwia.awtt cidade.
^antiga das Cruzes) n. 9,
Consultas das 7 as 9 horas da manha. 3
jav Gratis aos pobres. K
Escravo fugido.
Ausenton-se do engenho Jagnaribe os escra-
vos seguintes : ...
Manoel, crioulo, alto, secco, com falta de dous
dentes na frente, rosto comprido, cabellos ca-
rapinhos, olhos vivos, nariz grosso, bocca regular,
sendo o beico superior mais grosso, e orelhas pe-
quena s ; iVascen em Bezerros, d'onde vcio para
o engenho Raiz. da freguezia da Escada, foi alii
escravo do Barao de Amaragy, sendo que perten-
cen era Bezerros a Antonio Marlinho dos Santos.
Mariano, preto, com idade de 20 annos, sem
barba, rosto oval, nariz grosso, bocca pequena,
olhos regulares, testa estreita, tem os pes gran-
des e grossos, bera como as juntas dos mesmoov
e alguuias marco^ do feridas nas pernas e Clbo da
Moxoto'e foi-escravo de Antonio Alves, inorador
no lugar Agreste.
Pede-se a quem o apprehender deo levar a rua
Nova h. 8 qne sera generosamente re^ompiMaila>
- Perdea se nana letra da quantia de cera aO
reis, aceita pelo Sr. Manoel Martins Madeira, a
a tratar por cima do I vencer-se em feverelro de 74: a pessoa qaa
achou, e queira leva-la a rua da S. Migna aa
Afogados, em ca*a do Sr. Joaquim Cleraena doa
Santos, qoe sera reeompedsado. Oatro sun, pf-
vine se que ningoea faca negocio com a
letra, sob peoa de perdertm.___________
j DesencamaeWU se de bordo do vapor
um bahd de eearo com o rotub segniote
dilho Prmanvbuco; qnem o liver a
nor eagano, leve-o a raa do Imperador a. n
andar. IA
$
Garanhuns.
N na do Barla da Votoria> Uttftli+m
ILEGfVEL

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aaaLoa.
"W !"

iaajfjavau
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1
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MM
_
>Jtno de Feraambueo Quinta feira 16 de Outubro de 1873.
DROflAHIA HMEQEUfflCA
41 Ru* 4 liii|iera(inr If
(M proprietaries desto stat>elecimento, no intaite de Kv iMnscrvnrem o* cre-
ditor de-primeiro nene genero, continuant a esraonrw na prrparacao cserupulasa
do seiis tnedieamentos, podendo garantir ao resppilavel pnUi.-o desta cidadc e in-
teri-ir que sao rigorosantente obfervadas todas as regras plmrmacologicas. Ouiro
stm, que com o me?roo Urn aena-?e a testa do estabeWtdnrnto, tendo a seu cargn 4
in?per>;ao do suas preiiaratyfes e diroccAo do consultorio, u arediioiki medico ho-
meopaths Dr. Jesuino Augusto dosjoam-'s Me lie.
Tem todos us mcdicamenbis Vsporjacs para Lcxigai n os considerados pre-
servaiivos: assini tambem, os iiiedicauienlos da sua drogaria em todas as dym-
naniaaedes conhecidas e mais usadas.
Carteiras homeopaticas de 12 a 126 medicamentos em tiotoras ou globulos 0
a exc ellente obra do Dr. More Medico do Povo em 3.' edicto.
m
Chocolate homeopathico d'Epps.
Encerado de arnica.
Pos homeopalhicos, para dentes.
Jerico, para rheumalismo.
Matamala on Jaboly, para tosse.
Espirito de Hahneman on de campho-
ra.
Plumeria, para mordeduras de cobras.
Sarracenea, para bexigas (ou preser-
Vaccina, para bexigas ( valivo.
China cruzeiro, paia febres interroi-
tenles.
Schynns, para angina.
Calendula, para queimaauras.
Tarantula, para paralysias.
Carnanba para syphilis
Consultorio homeopathico
DO
DR. SANTOS MELLO.
Gonsultas das 11 horas da manha a 1 da tarde.
Cactus Grandiflora, para pneumonias
ou molestias do coracao.
OLEO
DE FI6AD0 DE BACALHAU
IODO-FERREO
COM QUINA
E CASCA DE LARANJA AMARA
Ho DOBtor DCCOUX, 13, galerit d'Orleans {Pace Real), Parit.
Em medicamenlo i facil de lomar, gem resaibo, e de cheiro agradarel. Pela sua composieSo,
potsns todas as qoalidades que Ibe perraellem substitoir com vantagem todaa serie de medicamen'toj,
como pilu/ar ferrugmostu, vinko de quina, aieo de figado de baealhau, xarope de eatea at
laranja amara, empregados para eombater a anemia, a chlorate, as affeccSes do petto, a bronchitt,
08 catarrhot, a tinea, a diathese estrumosa, escrophulosa, etc, etc
Per boIito do sea emprego facil, da sua accan maltiplice e eegara, da economia para 01 doentes,
os medicos prescreTem n o por preferencia a qualquer ouiro medicamenlo similar.
Deposit* Escravo fugido
Athanasio, caboclo, idade i3 annos, corpo for-
tiido, bem parecido, cabellos crcspos, falia -urn
unto gago, muito esperto e conhecedor do Reci-
fe, para omto diversas vezes se tem auzentado,
tendo desta furtado 34000 em cobre que estava
sobre uma mesa. Esta fugido desde o dia ti do
Na rna das Flores n. 7, e estreita do Rusr;o n
corrente, de casa do seu senhor no engenho Sa- 38, loja, ha uma pessoa que se encarrega de armar
pucaia de Beberibe,
quern o pegar.
onde se recompensara a
Precisa-se de uma ama escrava para cozi-
nhar e ensaboar : na rua da \iiiila esla fugida
a escrava Matildes desde 17 de marco do corrente
anno, de 32 anuos de idade, preta crioula, estatu-
ra regular, ebeia do corpo, peraas finas, tem uns
caracos no roslo que parece espinhas, falta de
dentes na 'rente da parte 4o cima, falla mnito
mansa que as -vezes desafia (M)aipaixao, boa <:ozi-
nheira e engommadeira, & filba do Para, foicom-
orada a sogra do Sr. commeadador Lucena, 6
muito conheeidft por terestado alugada em casa
tumules e calacumbas no cemlterio publico para
o dia 2 de novembro, commemoracao dos fieis de
funtos.
Estabeleoimento de carros
funebres, rua do Impera -
dor ns. 9ell.
Agra C&C
Seieniificani ao publico que para o seu acredi-
tado estabelcciniento receberam da Europa um
complete sertimpulo de objectos funebres ; e ten-
do angmentado \ grande e variado numero de
carros que pcssiu* mais dous novos, preparados
com^axo, sendo um para anjo e outro para adul-
to, fonvidamao publico em:gecal a visitar-o mes-
daMaaoel!ade.iaspeetor, no Monte.ro, ettliinutu- m^ ^tabeleeim^to, alim de desenganar-e da
la-se de forrae Monteiro, Caxanga, Magdalena e aqui n< Recife :, Rceb'eram tambem um complete sortimento de
pede-se encare^ulamente a todas as autondades : capeiia9 pr0prias uara tumules, as quaesvendem
pohciaes e capttaes de campo a su appreheo, por menos pre?0 do que m out'ra Ualauer
assim como se ftede a quern tentra amas que vc- parIl '
rillque nessas que dizera ser f*rras. pois coesU Os" proprietarins deste estabelecimento, tendo
esta/ ella de ama quenao sahe arua, que segra- recebido do respeitavel publico e de seus amigs
nticara com a qnantia de 100* a^uem a lew a exhuberantes provas de consideracao e conlianca,
seu senhor, na rua do Livramenton. 1, a Antonio espcram que es mesmos coutinuariio a ntilwar-se
de Paiva Ferreira; e protesta-se haver os dias do de S9UJ servicos. para o qne os encuitrarao nromp-
servijo de toda e qualquer peesoa qae a tenha ,os a bem cerviMos, tantono que for de luxo como
do bom, meJio. e minimo, tudo com limpeza e
perfeicao, sendo o* pre siveis, certos de qne saja qual for a qoaotia de
que possam dispOr, nfio deixarito de ser servidos
com promptidao e asseio.
occulta em sua ear.i
na forma da lei.
PENHOfiES
Na travessa da rua
dasCruzies n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores deouro,pra-
ta e brilhaiates, seja
qua! for a quantia.
Na .mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
JttOGARIi HOMEOPAFHICi
DA
Viuvado Dr. Sabmo 0. Lud-
eJ
5sl
o -a o cr.
-C 2 aw -3
i; = I, s
i"3 5 ? 2.3 s.
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'S 2.o 3 S. 3 y
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_ O C o V. O 2 E
3 K 1 S 2
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S o.-2i'B- 2 35 3 H
j-iS. 3 3 5i?lf*
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gero Pinho.
o 2 a- t
8 I
a c =r -
g
HIH
43 Rua Bmiio da Victoria 4S
Continua esta anuga casa a ftr sempre a venda
os melhores medicamentos homeopalhicos em glo-
bulos e tinturas, tanto em carteiras como em cai-
xas, de diversos tamanhos, petoe seguintes precos
fixos :
Em global?? Em tintorae
t earteira ou caixa de 12
3 .
2. =

_ O" a e>
_=|R g s 3
?0 = 0.-3|
i5 1 i-h sa 9
5 8
a
9
t=3
.S
2. o
medicamentos
1 diu dita de *i ditos
< diu dita de 30 ditos
1 dita dita de 36 ditos
1 dita dita de 48 ditos
1 dita dita de 60 ditos
4 diu diu de 120 dito
Tuboa avnlsos de qual-
quer medKamento
Vidros avdaos idem
Opodeldoc de Rhu. de
matismo.
10/
1S4
30i
344
504
500 rs.
14000
Bryoni e
124
244
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Illli-f
o 8 S S{ 3
o
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S5?3
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o o w p a i
ATTENQAO
Precisa-se alugar um sobradinho de um
para.rbec andar, que tenha pelo menos 2 salas, 3 ou
4 quartos, e cozinha fora, se tiver sotao me-
Thexoaro aaie*patbico an Vad, lbor sera, tambem serve um 2. andar com
mccaa d* Momeopatha, pelo Dr. S- sotao, e com os mesmos commodos, ou mui-
lh *iL* Plh0' ** **^ ,ccres*eDtada e nw" to*, epintante que seja no bairro de Santo
Peqaeaa grata hameopatbieo, cooten- **f ka mesmoem algumas das mas de
do at toSffca neeaasarias para o emprege S.Jose. A pessoa que precisa nSoduvida pa-
dos pijaicipaes rrmcdkn hmneopathicos gar algumas bemfeitoria* que tiver, no sen-
*^r wnr*f^.*^*ra******** **s tfefca"** do muito cara, ou fazer algum concerto pe-
erysiiKta, ele. a alogar, doixe cartt feebala ia i.' andr
n^merlmfho, hygiene a irataaieato deSta'typographra, cm mio do adroinwtra-
mim^m ^-t***m*m**'?*nm- ':t -. dor, com as iniciae* W.'#., oflal tambem
poderi dialer quem 4 o pretendento.
Alfencao
{'rrci>,f-j'' <|n i'tn;i ^ins pr < '>ii/inliir
cHiinrir pra Ju;is |->s i.i.-i, incffiii|Io-s
cM.i.-iva.- ja perita giinaV-st; quantia acima : a tratar no pa-
teo do Hospital n. 88, 1/ e ." an-
ditres.
I" HffA Precisa se de nma ama que vaiba
M(lf|/% cngommar ou coxinhar: na rua Nova
Ama de leite.
Precisa-se dc uma ama de leite, na rua do Ro-
?ario larga n. 22, segnndo andar._____________
Precisa-se de uma ama pnk~U-
var e cozinhar em casa de penjoeaa
familia : na rua do Gapibaribe nu-
mero 40.
ill'
4mi Quem precisar de boas amas para
-* "*"" todo o servico, di.1ja-se ao pateo da
nialriz de Santo Antonio n. 6, qne promptamente
tera servido.
AMA
Precisa-se de uma ama para
cozinhar : na praca do Corpo
Santo n. 17, 3.* andar.
Precisa se de nma que cozinbe
e engomme para duas pessoas :
a tratar na rua estreiu do Ro-
san'o n. 27, t. andar. ____
AMA
Precisa-se de uma ama para cozinhar e fa-
zer o service da casa, dando-se preferencia a es-
crava : na rna Duque de Caxias n. IS, segundo
andar.
Precisa-se de nma eozinneira para
11 casa de familia : a tratar na roa do Vi-
i\jll
gario n. 7, armaiem.
Attencao.
20^000.
Precisa-se de duas amas, sendo uma para
comprar o cozinhar, e outra para engom-
m.ir para casa de uma familia de duas pes-
soas, preferindo-se escrava, paga-se a quan"
tia acima: a tratar na travessa do Vigario
Tenorio n. 1, das 9 boras da manha ate as
3 horas da tarde, escriptorio.
Precisa-e de uma ama de meia idade para
ca-ii de homem solteiro : na rua da Penha nu-
mero 33.
A "%T, A Precisa-se de nma ama para cozl
"-"** nhar em casa de bomem solteiro: na
rua da Praia n. 29.
Ama de leite
?recisa-se do uma ama de leite : na rua DireiU
n. 3, 1" andar.
A1119 ^a roa ^a ^f'a n- presa-se de
^\ lild ama ama ,je affiancjda conducta, para
andar com uma menina
A tyi t Precisa-se de uma ama : na rua do
^\ma R0sario da Boa-VisU n. 6.
Precisa-se de nma an.a para o servico de ca-
sa de-pouea familia: na Capunga a rua dae Criou
las n. 23.
Pede-se ao muito digno empie2ario dos
thf-atros Santo Antonio Gjmnasio se digne le-
var a-scena as comedias outr'ora tao frenetica
inente applaudidas, e intituladas- 0 velho perse
guido0 tenente casamenteiro e a raleeira de
amores.
So dia 9 do corrente desappareeeu do en
genho Refresco, freguezia da Escada, o raulato
Caetano, cujos signaes sSo os seguintes : idade de
40 annos, alto, grosso, -rosto redondo, cabello ca-
rapinho e avermelhado, muito barbado, traz a
barba e bigode cortados a tcsoura, o!hos grandes,
castanhos e iroperceptivelmente vefgos, dentes
curtose limados, pes e maos poifeitos. "E' casado
cornmulher livrp, da o/ial tem muitos filhos; 6 a
teroeira vez que sc ausenta em procura de alfor-
ria. dizendo, ora que ja e forro, oi a que esta ti-
rando dinheiro para libertar se ; servia de feitor
no engenho : quem o apprehendtr pdde condnsi-
lo ao -mesmo engenho, ou nesta cidade a rua da
Aurora n. 13.
BABY JUMPERS
Velocipedes and Hand Carts
For Boy's.
Elastic Steel matresses.
Ice King Refrigerator.
Perfuinagators.
Machinas para descaro^ar
algodao de 12 ate 30 ser-
ras.
CASA AMERICANA
45 Rim do Imperador 45
Quem tiver achado um maco de papel, cons-
tante de recibos de decimas.de alugneis de casas e
umis cartas de ilanca, e qnerendo entregar, pode
dirigir-se a rua da Crui n. 49, que sera reconi-
pensa do._______
0 teneote Lauriano J. Pimenta e
os alferes Felix B. M. Telles e
Amancio A. de Oliveira, convidam
seus amigos para assistirem a mis-
sa do setimo dia, pelo repoaso
eterno de seu companneiro o alfe-
res do J. batalbao de infanuria
Augaato Fortunato da C. CampeHo, que tera lu-
gar ho dia 18 na inatrii do S. Jos<; as 7 Ii4 bo-
ras da manha.
Offerece-so um homem parferiado de ho-
tel ou eaea dc familia : a tiatar na rua da Im-
pera triz n. 56.
Aluga-se uma casa e sitio com muitos ar-
voredos com fructos, no Chacon, f eguezia do
P650 da PaaeUa : a tratar na rua da Cruz em
casa de Monteiro, Grignrio & C, ou'm Sant'An-
na, na mesma fregnezia com D. Militina dos San-
tos Jorge.
Alugam-se as lojas das casas da rna da fm
jeratru o. 49 : a traUr na rua do Imperador n.
77. !. andar.
Para casa de pequend familia, preci-
sa-se de uma rapariga bracca ou de cdr que
saiba de costura e engommados e para fazer
companhia i dona da casa quer aqui oa
provincia, quer para fdra', nestas circums-
tances, trata-se na rua da Iinperatriz n.
10 I,' andar.
ATTENCAO.
Pede-se ao Sr. Dr. ehefe de polieia que lance as
vistas sobre a sala de danca do largo do Carmo,
qut foncciona sem licenca da polieia, com grande
absnrdo.
Oi vismbos incommolados.
DE 10 PALMOS
E D'AHl PARA BAIXO
Hasotiseiros muito honitoa e aapotciroi am gran
de quantidade e preco commodo.
Alem destaa, a* planUs de omato e de fructo se-
guinles:
9 Dr. Bnnirio Contiaho mudon 0
sea eotHBlwrio pan I* aadar da
casa n. 83 tiMam* Mar".i. ie Oliu*
da. onde atinaa no ex^rci.i de sna
proAaae.
"" 3. .!
('ixeiro
Precis?-e le nm meni com pr-tica d aai
Ibados, p... .dade da < ordP'-ado : a :-----..j : "--.u u. ':'>.
Alnga-sa a easa grande ao Monteiro, a mar
can do ria, com mutt'* commodos, qainttl mnra
*j, kanhetro dPUnte bO paltnos. e fresca tra-j
-w oon M-scarenhas, do ntlo |unto.
Ahacate
Alecrim
Aritii'um a p6
Canulla
Corai.do da India
Carolina do principo
Fiffiwira
rt-u! 'vant
"~' -pao
.v.-ia-araaca
iae* aH
Jaralia
Jaboticaha
Laranja cravo
Li mdar Persia
4e ombigo
Lisiio franeez
Oily cord
Pahnetra imperial
P'rrcira
*rfi.
>-0%'AJf.,.*- i
'lUiL
MBUBON SC.
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap6
AREA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois qne os ha de rap6 de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma c6r, cujo desenhc se p6de
conftmdir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro AREA
PRETA, devem para nao serem engauados ver quo
os botes tragam o nom8 de MEFROIf ft 0., e a desig-
naqao de AREA PRETA.
MEUKON&C.
FUNDICAO DO BOWMAN
RHA DO BRUM N. $2
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS senbores de engenho e octros agricnltores, e eaipregadorcs de m
ninismo 0 favor de oma visita a seu estsbelecimeoto, para verem 0 uovo tortimeDto
ompleto qoe ahi tem; sendo todo soperior em qnalidade e fortidao ; 0 que com a ins
Mccao pessoal pode-se veriflcar. .
ESPEOAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDIQAO
7ann7Afi a rn apurvo V lUUOB U dgun manbos convenientes para as diversas
arcomstancias dos lenhores proprietaries e p-ra descarocar slgodao.
Moeudas de canna. !! o*^ as;meihores qo* &
Sodas' dentadas para 3"nimae8: agM e vapor-
Taixas de ferro ftmdido, batido e de cobre.
Alambiques o fundos de alambiques.
Sfachisismos
Rombas
M @. $ : (5 # 9
9
m
m
Cdiisullr.rio medico c irnrgico
DO &\
Ferreira. ^
larga W
injecelo
Dr.
para mandioca'e alpodao.j
e nara eerrar madeira.
Podecdo'todos
ser movidos a m5o
por agaa, vapor,
de oatente, garaniidas........ |oa animaes.
Todas as machinas e pe<;as de qae 8e C0lama precisar-
Fas qualquer concerto de macbidismo' 3^ >*-
FnrmAft HP fptVVCi tem as m*;ilore8 e mis hznu? existentes no mer-
WT>/>aTTimO'nrlafi Incumbe-se de mandar vir qnalqner machinismo a von-
JJUUtfiuiUOUUdiS, ,ade dos clfentos, lembrando-lhes a vantagem de fazerem
iuac compras por intermedio de pessoa eotecdida, e qoe em qualquer neccssidade pdde
hea prestar auxilio.
&rados americanos e iD8trDmDl08 *&ricola9-
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUNDICIO DE FERRO
A' ma do Barao do Trinmpho (rna do Bruin) ns. 100 a 104
CARDOSO & IRMAO
RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento gonhos, as mais modernas e mclhor obra que tem vindo ao mercado.
VapOreS de forca de 4, 6, 8 e 10 cavallos.
OaiQGiraS do sobresalente para vapores.
MoeilClaS mteirflS e meias moendas, obra como .unca aqai veio.
laixas tundldaS e batidas, dos melhores fabricantes.
tiOQaS Q agua com cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
KOdaS dentaaaS de todos os tamanbos e qualidades.
RelOgioS e apitOS para vapores.
rJODlDaS ,Je ferro, de repucbo.
AradOS de diversas qualidades.
FormaS para aSSUCar grandes e {hjquenas.
CoilCCrtOS concertam com promptidio qualquer obra ou machine, parao que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EiDCOmmendaS man^am v'r Por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se. correspondein com uma respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
RuadoBarao ao Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO A IRMAO.
Antigo gabmele de seu pai, rua
do Rosario n. 20.
Cura de liydrocdlus sera
@k com pnnccao capillar.
_ Aberlura de abcessos e extraccao de
iX> derramainento serosos, pelo a-pirador *%.
de Potaiu. Vg?
^@@@#@;#
Joaquhn Jose Goncalves
Beltrao & Filho.
Rua do Coimuercio n. S, 1.* andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
'\ Minho, em Braga, e sobre u6 s^gi'intf?
gares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Beja. ,
Chaves.
Coimbra.
Covilha.
Faro.
Guarda.
- Guimaraes.
Lamego.
Lisb6a.
Mirandella.
MoncSo.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpossos. .
Viarina do'Cditeilo.
Villa do Conde.
Villa Nova de FamalicSo
Villa Nova do PortimSo
Villa Real.
Vizeu.
Valence.
Figueira.
Aveiro. *
Agueda.
Caminha.
Evora.
Oliveira deAzemeis.
Penafiel.
Rcg6a.

Papel de liiilio viado

a 3^000
a resma, o verdadeiro panel de linuo grosso msr
ca viado, proprie para cigarros de polieia, para
os Srs. fogueteiros, e para outros muiios mistered'
so no armazem de Jos6 Domingues do Carmo e
Silva, a rua da Madre de Deus n. 10 A.
O verdadeiro fumo do Rio
Novo.
No armazem de Jose Doniingnes do Carmo e
Silva, a rua da Madre de Deus n. 10 A, armazem
de fumo.
.
Ga;
-*;
Carros de luxo.
i'B' inquestionavel que a cocheira da rua do Bom
Jesus n. 15, de Joaquim Paes Pereira da Silva, e a
que tem aa.melhores berlindas, calecas, meias ca-
le^is e victorias de luxo, proprias para qualquer
noivado, visrtas de etiqueta, bailes e ados da aca-
demia, sendo os mesmos ajaezados de excellentes
parelkas de animaes, arreios luxuosos e boleeiros
com fardanentos do ultimo gostn, para o que se
convida ao publico a vir por i mesmo scientifi-
car-se da verdade do que delxamos dito, certos de
qiie nao eneontrarto pofliada, e aim rwlidade e
comtnodos precos. \
t i-------
Capellas para finado
Na rna estreita do Rosario n. 35 tem rieas ca-
pellas para donzellas, anjos e defuntos, com b'tas
e letreiros, proprios de iembranca de minba mai,
pai, esposo, esposa, filho, filha, irmas, irmaos, avo
e avo, tudo por mui barato preco de 34,44, 5f e
8^000. Na mesma casa tem iindos bouquets de
cravos erosas para formatura dos senhores aca-
demicos. com fitas bordadas a ouro ; a encom
mendi deve se fazer tres dias antes; e preparam-
se tambem bouquets para noivos, de cravos natu-
rae?.
OesappaiecM da casa de seu senhor o escravo
Silyenp, c*bra c*, i de H annos, solteiro,
em dfleio, .natural de Goyanna, foi alii escravo
_?' 5?**'' '*** ****&* *JB af^ra se acha n*
>ba, olhos grandcJ anwrtecidos, nariz
enato. beAaV nfcr^ cabeltos carapinho>
ifn|wntwp ******
aeescra-
. Sitio do Arraial.
Alaga-se um sitio no Arraial, distant da esla
gao'da Casa Araarella um miinto, na estrada que
segue aara Casa-Forte, com es commodos seguin-
tes : doss salas, einco quartos, cozinha fora, ter-
race, raciroba com boa ago* ie bober e aomba:
a cbave pode ser procurada na venda da Casa
Amareila : a tratar na mesma.
de D vois a 5*800 a lata no armazem de Jose" Do-
mingues do Carmo e Silva, a rua da Madre de
Dens n. 10 A, armazem de fumo.
Capellas imirtuarias.
Para tumulos c catacumbasi no
dia de flnados.
Porto & Bastos, com loja de cal-
cado a Praja da Independencia n.
39, acabam de receber da Europa
novo sortimento de capellas mor-
tuarias de lindissimos desenbos,
com as seguintes inscripc5es, as
quaes vendem por menos preco -^
que em ontra qualquer parte
A Men Pai.
A Mmha Mai.
A Meu Esposo.
A Minba Esposa.
A Meu Filho.
A Minha Filha.
Uma lagrima.
Amisade.
Saudades.
PBA^A DA INDEPENDENCE W. 39.
- Aluga-se nestes proximos dias duas lnas
casas na Capunga, rua da Ventura, com commo-
dos para familia, as quaes foram concerfadas n es-
tie se pintando : a tratar na rua Deque de Ca-
xias n. 41.
mito d% corpo. maos da ttteC^Hio, em Hi
foi vislo ha dias na Mean
- Aluga-se uma excellente easa aa no^^ao
a, com bons couioio-
com Jorge Tasso, rtu
- nm on dous escravos tr a-
para um sine : nafua do
Na rua do Barao da Vietoria n. 38 precisa-se
fallar ao Sr vigario Andre Curdno de Annie Pe-
reira, a negocio de sen intaraiac._____________
Aluga-se uma escrava para o lerviee inter-
no de +*<>% de familia ; ajsim como, um escnvo
d: 14 *" pft'-i Tvioo de oriaxL o;- hotel:' ta
rua do 50! ^____^
Aiuga-se a loja com am grande armatem, do
sobrado n. 40, aito a rna Direita, eon propar-
c5? para nm grande estaaeieciaenio por ouere-
cernMMttt wmamdos : quec prajandir dirtta so
ao larfo, aobrado n. 15.
IlinliEl
^ :.
wmm
^mi^^ammmm
fJiBBMMMi


r



e
.fciittol Casa
Uufpffi'. "innaaoa
com >&$. i.vi e muitc
ruadaO-iu d.i Heeife
-
n. 42
npibaribe,
trilar na
CASAS.
CAS1
tec o primeiro e segundo andar?; da casa
travessa da Liagucta : a tratir na run
de Marco, antiga do Crespo, r.a loja do
lo ao arco dc Santo Antonio
A quern intcrcssar
Pucira da Silva tSr Guimaraes, proprietaries da
oja dio Pavao, previnem polo pre^ento a seus fro-
guez's destn pia.a, quese acharn coni sous debito*
alrns.'.dos. ;i" mi > saldarein os nvsmosatda
dia .'! de outobro do correnie anno, tratarlo de
cobrar judii-ialmentc, nao tendo contcmplacao com
Hinpuem.
Rocif., a't do setembro de 1873
Boa casa para a festa.
Aluga-se urna excellentc casa no Monteiro, tra-
vessa do Xi.-t", a qaal so acha cm muito bom es-
Udo doiimpeza : a tratar na rua Primeiro de
Marco, antisa .io Crespo n. V. A, loja do Gnrrel
do Aniar.il & C.
*Vugvse o i" andar do sobrado sito a rua
de Lumas V', lentinas n. 86, com os commodos so-
guintes : 2 salas grandes e bastantes frescas, 3
quart;; lambem grander, coziulta fora, quintal
com pfirrai para a rua de Hortas e cacimba com
boa afuu para lavar : quern pretender d:rija-se a
pracmha da Indepeudencia n*. 19 e 21, loja de
chape is, que achara com quern tratar. A contento
dos to npradoros vende-se uma peca importante,
urn? csiimva do 17 a 18 anHos de idado, de muito
boniia flgura, sadia, muito robusta e sem vicio
algum :, quern pretender dirija-se a estrada de
Joao da Barras. itio n. 21. quo achar.i com quern
tratar, das 0" as 9 boras da inauha, ou das 4 as 6
da tarde.
Alugam-so duas grandes casas na
<>4o do Alouieiro, s quaes Um uptiino* coju-
modos e acliam-se em estado dc asseio : a
tratar ria rua 1. de Marco, loja n. 18.
Procisa-se de um hummi que faca todo ser-
vico de casa deuma familia compost a de tres pes-
soas : na rua cb Imperador n. 23, 1* andar.
Cobre e latao.
Compra-secobre, latao e chumbo velho :
no armazem da bola araarella travessa da
rua dc Imperador.
Compra-se uma escrava crioula ou africana,
que saiba cozinhar o ordmario de uma casa : a
tratar na rua do Alecrim n. 20.
Tanque de ferro
0 gorcnte da compaohia da estrada de ferro de
Olinda compra urn taaque que tenha capaeidade
para 4 a 8 pipas d'agua.
V^NDAS.
ypiMCAo
Joaquim Jose re*ctlTO8
DA
m
MANOEL EKEDINO RfiGO VA-
LE.VCA
nwdico, a rua da Cauiboa do Carmo
21, 1 andar.
Pedido.
0 abaixo aasigoado, successor de Pin o & Mar
liniaEO, |oga instanteaieale a seus devedores
quo so arham atrazados, tenhain a bondado de
vir sajJar saas contas
______ J. V. M. Pinto.
Prccisase
nbeira r cm
llospicio n. it).
do uma ongommadeira,
criado para compra; ;
uma cota
na rua do
I
liigido.
100.5000 (lo gratificaoiXo
OBsapVtarocou de n ivo, de borJo da baraa bra-
sileira 6. Jose, a esuraro Joaq.iim, preto do na-
>ao, o qual an la bom wstido e eal.-ada, deixau-
doerescer os-cabollus a mod) do meia cabolloira.
ESo eseravo pertenceu ao fallecido Dr. Oiym
pio Varcellwd da Silva, que o ha via comprado na
provincu d:t Minas (cm S. Joao d'RI rei ou Ouro-
Weto), ctim elle scguio para o llio de Janeiro e
a at., para csta pcosiaeia, dondo foi para Maceio,
tendoo vendldd alii a Justino Kpaminondss Ne-
^es, i compra rain os abaixo essignados.
haoo r, occopacao a quo estava dedicado,
e eon o se peh fata rjae 6 afneano.
'!' m ;| gratiiicacio seima a quern o ap-
'. a roga-se a tudas as autoridados a sua
G do oiitu'.ro de 1873
_____Jose da Silva l.oyo & Filho.
rk so tuna cvelHito casa~na"Boa Via-
iratar na uia d;> Ventura a. 21, Ca-
H
.
I)
da
inga-se
andar do sobrado da rua l>uque de
'i. proprio para eseriptorio ou rapaz
Iratar no iiiik'ii-i, loja.
Mudauca.
Fmidifao da Aurora
Grandesortimento de:
Moendas de todas as qualida-
des e tamanhos.
Tachas fundidas e batidas,
idem.
Rodas dentadas e angulares,
idem idem.
Machinismo, idem.
Varandas, gradeamentos pa-
ra jardim, etc, etc.
Tudo sevende por pre^os
muito em conta para aca-
bar.
N. B.
G. Starr AC, em liquida-
gao, na rundicao da Aurora,
em Santo Amaro.
DE
Algodao da Bahia
Ha para vender das seguintea fabricas :
S. Salvador.
(lonceieao-.
Valcnca.
.Modc'lo.
No escriptorio de Luiz Duprafr run do Gomnver;
cio n. 3i, l- andar.
Trastes.
Teem pact vcadfl^nvacn escriptorio
'voimuelTo nm o seguinte
AGUAMWTE df cajiifjpixa de 12 garfi
da laranja, idem idem,
ARCOi 4e pan para barril.
CAL if Lisboa, rocentooi'aBte chegtda.
'^HAPBOS de sol, para sbmem e seohora, tibo '
dc nurfin) eflaso.
FEIJBBde Terro, para port a.
F10 de algodao da Dahia, da fabrira do eoatnei-;
raendador Pcdroio
LINHA de roriz.
OBRAS de palheta.
PAiNNO de algodao da Bahia, da fabrica
mendador Pedrozo.
RETROZ de i .Ja* as qualidades, das fabricas de
Peres e Eduardo Militao.
ROLHAS proprias para botica.
3AL8APARRILHA do Para.
VELAS de cera de todos os tamanhos.
VINHO engarrafado do Porto, caixas de
rafas.
c dRo Hoscate do Douro, idem idem.
< drto Setubal, caixas de 1 e 2 duzias.
da Italia engarrafado, caixas de 6 gar-
rafas,
< de Collarcs superior, em ancoretas
de eajii, caixas de 12 ganabs.
Malvasia do Douro, caixas com 12 gr-
rafas.
t Carcavellos, idem idem._______
Chapeos para scnlioras.
Amaral Nabuco & C. recebaram urn compJeto
sortimento de chapeos de palha de Italia, seda
e volludo, pretos para Into, e de cores enfeitados
com bom'tas flores e flla : vendem no Bazar Vic-
toria, a rua do Barao da Victoria n. 2, antiga rua
Nova._________________________
Asunicas verdadeiras
Bichas hamhurgaezas one vem a este marcado:
na rua do Marquez de olinda a. 51.
cWsMTIdosI
BAZAP* OlVi
Rua do Mh) k Victoria. 22.
DE
Carneiro Viamia.
V
Nenhuma machina
Singer e legitima se
nao levar esta marca
braco da ma-
Os leques todos de madrepereia,. brancos e de
c6re3 e que trazem o disticoUNIAO em lettras
tambem de madroperola cm alto relevo, tor-
nando-se por isto apropriados para noiras, a NO-
VA ESPERANQA a rua Duque de Caxias n. 63
(antiga do Queimado) e quern os tern.
Sao de tartaruga
Os briocos, broches, meios aderecos, cruze
coracdes e cassoietas, que estao oxpostas a boa
escolha das Exmas. (amantes do chiqae) rende-se
na Nova Esperanca, a rua Duque de Caxra?
a- 63.
Aos menmos
A Nova Egperanca a rua Duque de Caxias n
63, aeaba de receber uoflindo sortimenCb de bo-
necas de muitas qualidades, vindo entreellas as
engracadas bonecas- de borracha, assim tambem
uma pequena quantrdade de bonecas pretas quf
se tornam apreciadas pcla sua novidade.
Mbem util
Duque de Casias n
aento inglez, prepara
cao para eoncertar porerjlaua* bem util.
Vestido ferdido
Muitas veaes um vestidb toroa-se inteiramenu
feio, somentB por estar malenfeltado : a Nova Es
peranca a rua- Duque de Caxias n. 63, removt
este mal; porque esta bem provida dos mel'iore-
galSes e franjas dc todas as- cores> onde pode es-
co!her-se 4 vontade sobresablndo entre estas af"
raodernas franjas mesaicasr que pebi sna varieds-
de de cores, flea bem em qaasi todas as fazeudas-.
A ella antes que se aeabem.
CabeUos brancos s6 tern quem-
irtieipa aos sous credores,
rpie BHidou seu estab?le-
i. da rua do Marquez deOJin-
- I d.i Vigario n. li.
Marcos do Almeida Lima.
0 rclojoeiro e dourador Albino
-':. da Rociia, do volta da
Europa, cootinua a encarngar-
se do eoncertar e dourar relo-
gios, bem comooutros objectos ;
rogando a seus aniigos e fregue-
/es o obzoquio de pmcnra-lo na
ia das Crazes n. 14, 1* andar, por
I
travels da
detraz da praca da Independeocia, quo o encon-
trarlo prompto. A garaatia de sous trabalhos e
b fa7-los y.>r prepas modicos ;. assim cuuio tam-
em oven !o relogios. ,
Sassa
: dc Rlbeiro fflmr
racs tV L
c -isignado, administrador da niassa
1 i Guimaraos & C, previne a t;uem
-;;i! i|,iq nao lei) ti) fido I'O-'laniadas
krr.i, r.cuilas pjf Luiz da Franca
ilas por Joaqiiim Jose da Silva fan-
...iii'.ii-o. as qnaos (brain encoutra-
r.'o da referida massa, vio ser reeo-
c 'fre do dcpoMto na lec.'Le.ioria do
N'-iitro ua cdrte, visto nao ter appa-
i u dai me.-iins e nao ser eucuutra-
, iiiformafTiO pode >': dada nefo abaixo
a ihJ.j n.i sou escriptorio a rua Primeiro de
llarfo u. 10.
I'au J- i.i:*:.n. li solemliro Jo 1873.
Dr. loan I'aptisla Peroira.
f,
P
S
b
(
Caixeivo
Precisa ^.' do ism caixeiro qae tenha pralica dc
tavern i is quo do llador a sua couducta : na rua
do Gervasio Piies n. 31.
Venhnm.
Bernard > fioncajves dos > anlos, negociante oin
Jaboatn, un-.vino a seas ilevedpros para virem
safflar sens rtcbrtos ate o f;m lo corrcnte aiez ou
da contrario sorao chan.ados a.juizo.
Bernardo Goncalvos dos.Santos.
Excellente annazein para
akigar
rsa rua da Cadeia do Recife n 25, altiga sc
igualracnte o 1 andar e sotao da mesmo predio,
com granJrs aecoinmodafoes : para ioformacfles e
ajuste, podem dirigir-se ao inve/)tarianlo on tutor
dos orphans do finado Mannei Antonio Vkira, a
rua d i Trapieha li. 8, ou do Hospicio n. 3S
honten das 3 horas em diante, da rua Nova a de
Santo Amaro. rua da Roda,.S. Francisco, ponte da
Boa-Vista, caes do Capibaribe, rua Volr-a, rua do
Sebo, uma raixinha de velludo, contondo duas
ra^etas dc bril'iante : quem as quizer rcstituir di-
rfja-u a rua da Soledade n. 41, qae sera genero-
samente gratilteado^_______________________
Von'e-se mobilias de jacarandae mais pegas
avulsas, todas bem construidas e por prec.o mais
commodo do que em outra qualgner parte : na
rua eslteita do Rosario n. 28.
Agnas Alcaliita-Gazosas das Pe-
dras Safeadas.
Villa Roueiv de Aguiar.
BICARBONATADAS-SOWCAS
AMklysca do Dr. dose .folio Rodri-
Kcs, lente da eseola Polyte-
-!iaic-:i de l-is3!wi.
Esta exeellente agua usada cora vantagem ncs
padecimentos das via digestifs, uriaastas, do
estomago etc., etc.
Vende-se
NA
E*Etan'iuafe e ils-oAtpia
DA
Rua larga do Kcsario n. Ci,
Vende-se uma raoi-agna no beeco dos Mas-
cates n. \, ontr'ora beeeft das ttiudinkas, chao
proprio : a tratar na rua da Saaia, Cru^i n. 1, a
qualquer bora do dia.
Xarope d'agriao do Para
Antigoe conc^tuado medioaraento para
cura lias molesti&3 dos organs respiratorios,
como a phtysica, bronchites> astbma, etc.,
applica est'Orbulo.
A Nova Esperanca a rua
63, recebeu verdadeiro cimenlo inglez,
Ilha de S. Miguel
Vaade-se na aatiga rua IWreita, hoje Marsilte-
Dias n. 99, moeadas para fazer farini.a dc milho,
c tambem ha um grande depesite- de farinha dB
toiias as qualidades; assin* como.lambem se faz
1k.|-i) todos os liias, ao modello da mesma Ilha, e sa
laaendo as enwmmendas na 'ospera do dia.
Vende-se
a armacan da taverna n. 60, ska no pateo da paz
nos Afogados t a iratar na mesma.___________
Lazinhas com listras de se-
da a 1$ o covado.
Para qualquer estabeleci-
mento
Aluga-so a loja do sobrado n. 48 da rna das
Trincheiras qwe Rca defougc da rua cstroita do
Rosario : trata-se no i^mar do sobrado n. 26
da rua Doqoe de Ca|in. !^
Alnga-fl dus pMM na rua Oas Stores : a
tratar ua. rua da Ualaa-p. 5g.________________
Massa fullida *tf ALMrmto fhurttetn
leil >
I.' a unieo dividend.) de W t\% qfi.
9$0 coo.Ttdados os eredras da massa tall Ida de
Aatonio Bapti.ita Delbon a recolherem o dtoi-
itftfadbfe?,
_tro Pinto.
\ loja d'.Vmerica tern
E' fazenda especial e de muito gosto paia ves-
tidos de senhoras; dao-se amostras. na rua do
Cabuga n, 10, loja (PAmerica. .....w
Vende se scis pipas de muito bow mel dc
furo, bem aoondicionado, prompto a efflbarcar :
na rua Nova do Santa Rita (ribeira do Peixe
u. 19.
Vendose o acieditado deposito de padwia a
rua de Santo Amaro n. 6 : a tratar no mesmo..
Bronze velho e ferro
Na estacao da estrada de ferro do Olinda ha al-
gum ferro e bronze a venda.
Calcado francez

Borzegums de bezPrro para homem a TJ006:
na praja da Independencia n. 39, loja de Porto A
Baslos.
Incyclopedia moderna
ot
IH
rJiccionario das seieocia*, lettmj, artes,
dustrias, agrieultura o coramerci*
3D ^DlU!t!CS.
A' vtsnda por "pre^ o mais commodo pos
sivel, ua livraria A.ailemica
Luvas Augu?to Porto ncedeu pete
rieos' vestidos de blond para noivas,
de nellioa brancas, pretae e dr cores,,
ras e bomens, setim c6r de cai"
de vestidos. bournaus e cajcu de
ftaacez
;f
quer
A Nova Esperanca a rua Duque d Caxias n
63, acaba de receber a rerdadeira tintora de Des-
nous para tingir os cabellos, o que se consegue
(empretrando-a) com muita facilWadev e por este
mobvo, cabellos brancos s6 tem^qaero fner.
EsMo na m&da
Os cinturoes de eouro, propnes-para> senhoi*j,-l
Se recebeu a Nova Esperanca-a rua Duque de
xias n. 63, es*ie> sim, senhora, estSoaa moda I
Se quereis Xrv os preparar um rataaihele de
oheirosos craves brancos para evosso caeamento
ou para outro I" m apropriado, 6 neceeeario Ir a>
Nova Esperanra a rua Duque- de Caxias n. 63,
qne alii encontrareio os me'.hore* vorts bovauelt-^
que se pode desejar.
Bof&frde boiraeka
Vendem-se de toctos os tamashes a raa Duqiw^i.
da <3axias n. 63, na Nova Esperanca.
X
Run h Crespo.
(IfvilinrtB a vendor b.ara
|Hirar Hiiirro.
Brins de- lia! ie cores (podlfnca) as-5|02t&l
wara.
Fustao branca>ara roupa de-meinos a rOa
a covado.
Lazrahas es-^scczas a 240 e 280 rs. o coodOi
Alpacas com- listras a 300 rs. covado.
Brms pardon e de Cores a 43, 440 e 500 rs. o
covado.
Brln lona b^anci a tj600a^vara.
Cambraias pretas para luto a440 rs. o covado.
fretone dalislras a 440 rs..o covado.
Chilas rosas a 200 e 240 *. o covado.
Oro;denaple preto de cordao a 2J400 o covado.
(2obrrtas de chiia adam'ascada a 3SSO0.
Co'Whas braneas e dc cftr#s a 355O0 e it.
Len;6es de bramitnte a 2*.
Ditos dc-algodao a 15400s
Toalhas alcooboaJas a a duzia.
Leiicos de cassa com barra al{a iluiia.
Ditos (!o (lita nhninhados a tl.
Ditos do esgcioo abinnhados a 3*300.
Cambnaip lisa a 3 o ii-'iiM).
Dita Victoria "na a 3860.
Atoalaado a 2a a Tata.
CorlM de easenflra Una a St.
FtiMBes do'cfirrn a 1 Jna wrte,
ChaHes de iberino'liee a *H-
Ditos de dito esiaiapado a it, 4J500 e 5|0..
AJffiodao de listras amoricano feom toque) a 32ft
rs. o~covado.
Ilimisas inplozisa 38< a.dnaa e 3350Oma.
Esguiao uno a fa a vara.
Brim preto traa^ado a 1l a vara.
liramante de algonao a {2GH> a vara.
Dito de liubo a 24500 a vara.
l-ambraia. de linho dc cur-d* a 360 rs. a covado.
Algodao T a o* a peca.
MadapolSes baraKis.
(Siegou esta fazenda. sendo Hades padrdes, e
veiHle-se peto duninwln prfco de 260 rs. o cova"-
do ; soa>ene na rua do (Jrespo n. Iota de Gui-
lherwe 4 C.
S6 na rua do Crespo n. 20.
I.oja de
Guilherme & C.
^A' este graade estabelecimento
gado um'bom sortimento de maobinas para '
oostura, de todos os aatorcs mais acredita- j
dos uttimaraentena Europa, cujas machinas'
sio garantidas por om aouo, & tendo um
parfeito arlista- para eneinar as mesmas, em 1
qualquer parte desta cidade, como bem as- j
sim concerla-las pelo tempo tambem d'um
anno sem despendio algum do comprador.
Neste estabelecimento tjmbem lia p.-rtengas
para as mesmas machinas e se suppre (].aal-
quer pe^a que seja necessario. Estas- ma-
chinas traibalham com toda a perfoigSff do
um e dous pospontos, frauzc ff horde toda i
qualquer cosiura por fina qos seja, seus
precos sao da seguintequalidade : pa: i tra-1
balhar a mao de 3O5JO00, 403080, >i500O,;
e 505J000, para trabalhar com o pp i>io de
80^000, 9090O0, 1005JOOO, ,110^000,
120JJO00, 130000, 1509000, ^0^000 e
250?J000, emquanto aos autoros r;eo ha al-
teragSo de precos, eos compradorrrs-poderao
visitar esto estabelfecimento, que mito de-
verao gostar pela variedade de obJMft&a que
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
ra para viagem, maias.para yiagetn, oadei-
ras-para salas, ditas-de belan crian^a (altas), dita¶ escolas, ccsturei-
ras riquissimas, para-sen-bora, despeRsayeis
para- crian^as, detodas-asquulidades, camas
de ferro para homem ecrianras, capaohos,
espe&es dourados par- sala, grandes e pe-
quonos, apparelhos de metal para cha\ fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
dito&OTtttsos, colheres ib metal fino, condiei-
ros-paPB sala, jarros, goarda-comidas de
aramer tampas para cohrir pratos, esteiras
para ferrar salas, lavatorios completes, ditos
simplesv objectos para toilette, e outros mu*-
tos arttgos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabeleciraento
que se acha aberto desde as 6 horas da- ma-
tt hfi ate^ ae 9 horas da no ate i
Rua &> Barao da Victoria k
22.__________
Nstha mai^ eabellos
jfixa no
tern che- \ china.
Para evitar Faldfi-
ca^oes notem-se bfcw
todos osdetalhe.c da
larca.
AS MACHINAS PARA COSIURA..
DK

NAO TEM RIVAL
Niis m: n mn\o Ttn-sK wm
i
Porque?
Sao as melhores
Sao as mais haratas
Sao de dous posponlos
Sao mais simples e rapidas
Sao duraddras e aperftigoadai
Sao util om urns oasa.

MACHINA
Faz melhor cosiura com metdde da linha que gastam
as outras e fornecem um meio de
VIDA
Para aqoclles qne Icm dc siistenlar-se
DE
mmm umii
S6 e unica approvada pelas academias-de
seiencias, recouhecida superior a toda que
tern apparecido ate hoje. Deposito princi-
pal A rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
quez de Olinda, n. 51, It.0 andar, e em
todas as bcticas e casos de cabeilei-
T6iro._________________________________
Querem agradar a yaya ?
Querem agradar a esposa?
Querem agradar a iilha?
COMPRKM L'MA
MACHINA DE SINGER
Nenhuma casa estd completa sem uma
MACHINA DE SINGER
Seai caixa 80^000. Com caixa*90$000
UNICA AGENL1A
EM
IJO liVU.?IUIUJWi
De-fbrpi dedousasais cavallos : a> venda no
armazem de Joaquim Lopes Maehado. it G., tr-a
vessa do f^orpo Santo n. 25. ______
Vende-se
poJassa aova em meias-barriqainhas a 320 rs. o
(do.:: aa travessa da Mad re de beosn. 14.
A CASA AMERICANA
RUA DO IMPERADO'ft 46

yhJk>
Veude-se, ou alugtt-se uma da&. mothores casa?
a. Boa-Viagem. eoia am poqueno silio para pasto
do vaecas, e terreoo fresco paaa plantaeflo de ca-
piia : a tratar na rua do Imperador n. 83, 1.. an-
dar.
Calcado
Aproxima se o mez
estrangeiro.
de dezemaro, tempo cm
to Paris na America, a ma Duque de Caxias n
, 1 andar, em dd dar o seu bahnco, por este
motrvu, os proprierarios deste estabelecimento ps-
taoTesolvidos a venderem sens eal^.dos pelo cus-
to, affm de nrtnorarem o trabalho ; assim pois os
apreeiadorns do bom, e com espeeiatidade o sexo.
amavel, para quem o Paris wa America, conserve
com a ilc-vida decencia} o seu gabinete reserva
do, para a cscofha de caTQado, aproveitem e ve-
nham manirem-se do que prorisarem.
Labyrinlhos, bicos, reudas.
No escriptorio de Gomes de Msttos, Irm3os, d rua da Cadi
do Recife n. 40, 1. andar, e o unico deposito do qne ha iu
melhor, ebem acabado, que vem a este mercado, da cidadedo
Aracaty no Ceara, quem os comparam com os feitos aqui na
terra, facilmente recoubjeora' a immensa different, que wi
de uns para outros, tanto em pre<;o com em qualidade.
Lindissimas loalhas de labyrintho.
Fronbas de diversos tamanhos.
Len^os do todos os precos.
Biooa e rendas empoofuzao.


TASSOIRMAOS & G.
Lajinhas, ftsenda de IfOOO porioO rs, o >. ova-
do, setldo da lafjnra de aFpTicas, rradrors bonitos ;
tiio-se amnstrat a rna do Crespo n, 20, loja de
Guilherme It C-
Banhoaem Oiisdav
Camisas e caleas de fazerida (Ie boa qualidade,
proprias para os banjjos em Otini^ : na loja
- a-rua Prrmeirode MJrroi (mfiga do !re:
A, de Gurgel do A'maraT & C.
dc
spo>
WnJHIpor de foreardeSinco
ara ooahjuer mister, conHHhfts e seiresa-
tw, per pre?o comnwdo : para ver, no arma-
aem ao Barao ao I.ivrameuta, e tratar 4 rua do
Torres n. 31; 2* andar. -04 1 '''
A U>}a dc Vtma reetbaa tt|alWbas
seda de Hudisahjioa
iV*
Grande novidade.
S opara o 43
Vieram no,.ultimo vaaat, baptistas fiats com
btrras, gostos chinezes, .polo diminuto profo de
60 rs. o covado : a rua do Queimado-n,-43.
3= com Ifitras assatmadas, uiliiuojosto
o covado : &u o 42 a
B.
ultimo gosto a
rua a*o Queimado
a-se amosd
%imm
ITende-se
19,
roa.
B(^i#i8icao^^L.
r preaft roodo a- armacao d
rua Jk'W^tratriz
-*****> *
Yende-se
Em seus armazens i rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. VI,.
torn para vender por prec.os coaniodo*
Tijolos en car na dos sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulieo.
Machinas de descarocar al^odio.
Machinas de padaria.
Potassa da lrossfa em bscrfll.
Phosphoros de cfira.
Sagil em garrafSes.
Sevadinba em garrafoas.
Lentiibas en garrafdes.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Porto \elao eugarralado.
Vinho do Porto superior, io.
Vrabo de Bordeans, dito.
Vmho de Sehewy.
Vinho da Madeira. jm i
Poles com lioguas e dobradas iugleua.
XlCeres linos sortidos.
. Cognac Gaulhier Preres.
batas de toucrnho inglez.
Barris com repolho em. salraoura.
I % \ fio|lc.
.Tan para veid :
Cognac de Hennesey, wpeilor e verdadeiro.
Viaao Xeres das melhores qualidades.
Biturs de Angostura
Whisky.
tBJSI&SS^^e|lHitcJ^r., Afar : aoj
arinazfim da rfia do Gpunercio u.
trastes de jacaranda e amareilo com aaueo pe>,
em perfeito estado, e tambem um meio appareli .
de louca para jarrtar e um dito de porcelana, fino
branco, para almOco. Vende se por ter o dono dc
se retirar para Europa : na rua-da Imperatn
n.g> A.____________________________^
Potassa da Russia em meios
barns a 500 rs.o hito
DJsemharcada na poncos dlas ; veude-se rii
escriptorio de Oliveira Filhos & G, largo do Corp"
Santo n. 19.
Machinas
. -
For baratos preepe para dascancat ligodm-,
12, 14, 16, 20,23,30 e 33 ser ras.
Cunha Manta,
93-Raa Marquez dtfua.,, r
vmtiaS
mmvs-
'Harris com carae de tacca e de porto,
I para mantiraentos dc navios : no armaaerfl
'rrnao? A G. a rua do *iihimJtf
pan
a u

SilvaBarrocaAFil
,ara*
mm"
ae FlandjBMc ;c\.' i^kniB .^00
Teugalnaaet. c*m h r ? [
naajawi daecawpa jligndja
ija escossoxa Rtaac* af*l*.
para bandeira. .A :- ^.
para vklng, !, W^ i**> M.
mm
\
lUGlVEL
"^


. .
T1 WP
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m
i
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r
'afcahrf Jo PbEA&cd^ qmafc ^4*
HOWE
SOARES LEITE, IRIAOS
UHIGOS iGENTES
Una lit llarao da Victoria. 28
MCfflNAS PARA COSfURA
A


25#00Q'e 45*000.
POSPONTWF
Nalojade Soares Leitelrma&s, aruadoBarao da
Victoria n. 28.
pellica coui pequeno toque,
is mais simples, as wiais baratas e as melhores do mundo!
Na eiposif;5o de Paris, em 1867, foi concedido a
Elias Howe Junior, a medalha de ouro e a condecora-
C8o da Legiao de Honra, por serem as macbinas mais per.
feitas do muado.
de ootoes de osso para calca, a
A medalha de ouro, conforida a E. Howe Junior, nos
Estados- linidos por ser o inventor da machina de
tura.
cos-
A medalha de ouro na eiposicao de Londres acreditam
estas machinas.
A 90S000
Luvas de
a 200 rs.
Abotoaduras para collate, grande sorti-
mento a 120 rs.
Caixa do linha de marca, a.-200 rs.
Lamparinas a gaz, ilando uma luz muito
bca, a 1JP000.
Duzia de pecas de cocdao imperial, a
240 rs.
Caixa
200 rs.
Duzia de carreteis de linha, 200 jardas, a
000 rs. '
Idem idem 60 jardas, a 240 rs.
Maco de fita chiueza, a 800 rs.
Caixa de linha com *0 novellas, a 500 rs.
Meios adere?os com camafeu, a &0O rs.
(iarrafa detinta roxa extra-fina a iaooo
Potes com dita ingleza, preta, a 100 e
1G0 rs.
Csixa de pennas Perry, mui to*
1J?000.
Idem idem, a 400 rs.
Caixa de enveloppes larjados, a 500 r.
Idem idem forrados, a 700 rs.
vmmutr.
de tados
Espelhos demoldura dourada,
os tamanhos e precos.
PERJWARIAS E -MIlDf.ZAS.
Frascocom oleo Oraa vertladeiro, a
13*000. -.notymi tw okaoinaq <
Idem com tojico do Kemp, verdadeiro a
1(000. '?frfit'ilL
Agua,. flanda, de Guislain,
para&zeros cabellos pre-
tos.
A aguia branca," a ru,a Duque de Caxias ir. 50,
acafea de receber nova remessa da apreeiavel agua
Iflfida para fazer os cabellos pretos. 0 bom re-
sultado colliido por quern lein feito uso dessa
laoCfen8iva prepararao a lemaltamente conceitua-
do, e por isso apenas se faz lembrar a quem no-
vamente deiia precise e qucira se aproveitar de
sua utilidada. Tambem veio agua de topasio e
oiea florido para o niesino nso, e Uo acredilados
como aquella.
boas, a
GarrafadeaguafloridavordadeJra ai|00
Garrafa d'agua japoneza, a 13>00O.
Idem idem divina, a 1JJ000.
Mem idem Magdalona fnovidadel a
19200. "
Caixa de p6s para denies, a 200 rs.
Idem idem de- pos chinea, muito bom. a
500 re. elJWOO.
Poto com opiata de Rieger, Rimel e Gros-
i.el, 1U'..00.
Duzia de sabonetes de amendoa, a
3(600. Jtkj fc fc
Dusia de sabonejes de anjinbo traBspares-
tea, a 2200.
Idem idem com Acres, a 1(500.
Sabonetos Glyeerino transparent*, a
1(000.
Vokas e brincos de grossos
aljofares de c6res.
A aguia branca; a rua do Duque dj Caxias n.
50, recebeu novas e bonitas voltas e brincos de
grocsos I jo-fares de c6res, e como sempre conti-
nna a vende-las por preco commodo.
Novos diademas dourados e
com pedras.
A aguia branca, a rua do Duque de Caxias n.
50, recebeu novo sortimento de bonitos diade-
mas dourados e com pedras, lanto para meuinas
como para senhoras.
Colleccoes de traslados ou
Carabraias
_dWf onffas'hMft *, vecdem-
se baratiss.mo, a dinbeiro : a rua do Ba.iTto
A iciona n 9, antiga rua Kova.
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das raaclunas de Howe de Nova-
(vft, estabeleoeu nesta cidade a rua do Barao da Victoria n. 28, urn deposito e agenda
rai, para em Pernambuco e mais provinciasse venderem as afamadas machinas de cos-
**(& Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeicao de seu trahalho
^pfegando uma agulha mais curta com a mesma qualidadede linha que qualqucr outra!
peia introduccao dos mais aperfei-;oados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
flerecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguintes:
Primeira.0 publico sabeque ellassSo duradouras, para isto prova incontestavel, a
-ircamstancia de nunca terem apparecido no mercado machii:as d Howe
mao.
em segun-
Segunda.Contem o material preciso para repararqualquer desarranjo.
lerceira.Ha nellas menor friccSo enlre as diversas pecas, e menos rapido estrago' ra
o que nas outras. 8
Quarta.Formam o ponto como se fdra feito i m3o.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consegn.-
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o So de urn i outro lado,
soguida, sent modiiicar-se a tensao da linha, cozem a fazenda
i Caixa de papel amisade, beira dourada, ffiCaixa com sabonetes. formate da frootas,
m ":, -, ,. !a 1(000 c IfSOO.
I SS *-&, ZZ,, b., ^SS^tBr8n,,0S ,'c""*'"os'" ff'
gL d. P.pei p.ula,,,. l.MET:,3rd"^'iiw'sj'
e,, '-, ,. i ExUactos muito linos dos i:ilhoresau-
Idemidomhso, a25800, 39800o 5(000. tores.
Coques modernos, a 3(000.
lmzias de pe^as de
branca, a 400 rs.
Idem idem lisas, a 200 rs.
Leques deosso e sandalo,
e 6(000.
normas para escrever-se.
A aguia branca, a rua Duque de Caxias n. 50,
recebeu novas ccueceoes ou normas para as crian-
cas aprenderem a escrevor por si rne-mo, huje Uo
usadas nas aulas e collegios; e como sempre ven-
de-as por preco commodo.
Meias cruas finas para meni-
nas e senhoras
A loja. d'aguia branca, a rua Duque de Caxias
n. 50, recebeu novo sortimento daquellas lao pro-
curadas meias rrnas para senhaira, vindo ignal-
menle para memnas, e eontinua a vende-las por
precos cominodos.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, a rua do Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu bonitos veos ou mantinhas
a imitacao dc
Armazeni do fifme-H
Rua da JIadre de Deus n. 10 i
Jos6 Domingoes do Carmo e Silva narfMfa j,
nia da Uadrc de Dcus n. 10 A, se acha um
pleto sortimento de fumoem fardos de i.aMnie
z. e J.' sortes, dos melhores fabricante- da ''a
e bem atsim a Hor de todos os fumos de ~( cm rnlos, pacotes, laias gran-Je. e i-paiifini* t
bem dos mui acreditaiiis fchricaules '1-rrW'J
Araujo. L.zaur Adoluho Schmdi. -V C., Luanr
Sebmidt 4 C, Vcigas 4 Arauio, Tri,-!,,!,' 4 Ave-
lar, Teixeira Pinto 4 Portella (gaiam,1) ,:lo8
mesmosje de ootros atnde nao nml^klas pete
publico desta capital. Oannuncianto- dwlan -tm
todo rumo que for vendido em sua caa t-ora nd*
sen justo valnr, e que quand., garni; I ir a rt^nSi-
va quahdade, seta slncero, mui iiaiiindariuiaita
com as pessoas qoo pouco enten lam da wtt-rii
pots para bem servir a todos, tem o annnodMto
*_"nga pratica de IS annos deste c.uurci,
Rua do Cabuga n. 1] ~AT
Vende-sc urn cscravo mfl?o proprio para enge-
nho ou padana, por preco muiio ,m cmia:
Rape Rocha
a UCOOa libra : na rua do Viganr. n. 7. prime*-
ro audar. e m -

a
K
nas, propnas para presentes, dos autores(frocn*> ^ jende-as pelos baratos pre>;os de 35,
.mans e elegantes cnixmhas com ptrfuma- pretas de seda com ilora, e outras
tranjas de caracel nas, proprias para prcsentos, dos a
:E. Codrav, Riegw, GeW Freres.eto.
Qu8drbs com saotes e cstampas separa-
a 2(000, 4( das. V
t Enlromeios e babados iransparentes e ta-
irtade velhido de todas as cores e largu- pados.
s,',;__ i L'ma grandc talSoleta Proprt3 para qual-
icroscopios com 12 vistasja 6(000. quer loja. l H
Frasco com oleo para machina a 400 rs.
i logo
em
mais
Setima.0 compressdr e levantado com a maiorfacilidad*, quando se tem de mudar
agulha ao comejar nova costura.
Oitaya.Muitas companhias de machinas de costura, tem -Ido epocas de grandeza e
^A.lTl*' a Machuias \''ot* populares, sSo hoje quasi desr r.hecidas, outras soffreram
f 5^ra(,,caes.ParaP iJpptaiMfc a opimlo de ELas Howe, mestre em artes mechanicas, tem constanteraente
I"?"? ^ 6 je "Se 8Uende Procura' Psto %ne faSa 600 macbinas
CwJ* m.^ehina acompanha livretos com instruccdes em portuguez.
4 9te000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMAOS
A'
do Barao da Victoria n. 2 8.
Rua do Barao da Victoria n. 28
N. 4Rua do CabugaK 4
JOSEPH .KHAUSE &
C.
DE
va-
BAZAR DA RUA DIREITA
HOJE
em ^ MARC1LI0 OIAS N. 51.
SfLSJf? razoaveispossiveis, para o que recebe quasi todos os seuiartigos de pro-
Kia encommonda da Europa e America, vem dar oublictdade de alcuns artieos nor cuios
^s bem so podeavaUar os precos de outros mu.tus quosetornaria enSdoSo pJ
MIUDEZA9. | MUDEZAS.
1.4 para bordar, da meihor qualidade, 1 Brincos dito de dito por 2(500.
ibra por 5(50(0. i Botfies de setim pretos e de cores, a 800
Agulhas fraaceias, fundo dowadQ, a cai- r8 e .1(000 a duzia.
nha com 4 papeis a OQ rs., 240 -s> | Franjas brancas de seda de todas as lar-
Voltas de fiut d. veilado com luidos co- 8"",*s. a 1(000 e 1(400 o metro.
a^oes ftiB.gjfldo qjadxeperola, a 500 r*. I Ditas de cores e pretas a 800 rs. e 1(000 o
Voltas para, opescojo, fingindo camafeu, metro.
COMES DE MATT0S & IKMAO
Avisamao respcitavel publico desta cidade'queo sortimento de joias, do subido
Srumonind^n estab?lecime'1'0. e,s1^ eompletam^tQ refor.jado *om a mais ele
S r J0IM, ^e NCfllwa,n dira!lM1,e,lt,i pelo ultimo ,apo. da Eu
ropa, constando elle do mais vanado sortimento daataeoes-a ^ulevard li'lseiras dt
!SS?.f ^^ **"** ellas, brings J^K llg^^rSS
disshnos, voltas
da quantidad*
feu ,nc i*Weiis.0iaoncos,1d (,. * t^ohni;^ 1 moustrosde ranssunas agoas, em aoeis, rezta. -outeiras, aUk e-
comtiUenS 8 ^ ^^ ** prWS' p0r serenB <** r^ides *r3!^ & Xiti
Os proprfetarios do acreditado MUM DE 40JA8. tando*m *tabe4e,*uto abart,.
urem escolbe-las i vontade, para o ^ue.^'i! em eiJosi.;ao noVmostrado
it e 6j000. A fazenda e boa o esta em perfeito
estado, pelo que continria a ter prompta exirac-
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
nhotos douredos e coloridos.
. A loja da aguia Lranca, a rua do Duque de
Qaxias n. 30, recebeu aovos grampos com bor-
boletas, bezouro; e gafanhotos, o qne de certo 6
perfeita novid de. A qnanudade e pepuena, e
por isso em breve se acabara.
Novas gollinhasornadascom
pelucia ou arminho
A loja d'aguia brauca a rua Duque de Caxias
iiU, recebeu uma pequeta quantidade de boui-
s e novas goKiuhas, trabalho de la e seda, en-
neitadas com arminho, obras estas de muito gosto
e inteiramenle novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, a rua do Duque
Caxias n. SO, recebeu novameirte bonitos gram-
pos, briucos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas de aco, e corao.sempre eonti-
nua a vende-los por precis razoaveis
Caixinhas com p6s dourados
e prateados, para cabellos.
Vende.-se na loja da Aguia Branca a rua do Dn-
que de Caxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Aguia Branca, a rua Duque de Ca-
xias bl SO, recebeu novo sortimento de luvaa de
pellica, pretas e de outras cores._____________
PARA DIA DE FlSli"
)res.
corapanbadas com 1 pax de brincos seme-
ctnte, tudo por 2(500.
Linha branca de 200 jardas em carriteis,
propria para costura de aiachina, a 8A0 rs.
* iuzia.
ifc> da dita. de ileiandre, muaeraQao a
gtto do freguw, 9 MOO a duzja.
Diademas dourados de 1(500 a 3(000.
Ditos de tartarug* com (lores a 2(000.
Ditos ogra; bqrbolotas a K500.
Brincos. encarnados % par por 500 rs.
Ditos. da plaquot de 500 rs. a 2(000.
Ditos doiiradas, duzia de pares, a 1(500
' 2(000.
Voltas de-aJioferes com brincos, a 2(500.
pitas de ditos coon coraroes a 1(000.
v Ditas- de ditos da conta* com cassoletes, a
800 rs.
Rosetas da plaque a 1( e 1(500 0 par.
Gravatns de sod* para senhoras de 1(200
2(000.
farorea comi 2 laws aara cabeoa e peito
We 4(000.
Kntremeios e babadlahos bordados de 360
rs. a2(400apeca.
(aloes de seda broncos e de cores, de
KSOOaat&OO&pegk
Ditos de algodiio e seda, de 1( a 1(400
Ditos de algodii^, a 100 e 500 rs. a pefa.
Traneinhas- de cows, a 100 e-560-n. a
pega.
Leques de marfim a JK e 8(000.
Dites de sandalo a 4(500.
Ditos de madeira hnitando, a 2(006.
Ditos de papeUoes a HJ800.
Coques para seqhora, a. 3^, 3(600 e 4*.
Mere$os flnginda, corat compondb se de
tlrinete e briocoa por 2PQ0O:
Dito dito pretos; pw'J^JOp.
Dhos de pfaquilt, comppndb-se dealfinete
e bnnco, sendb de mnito gostp, por 5(000.
Galoes pretos de seda, de muito gosto de
800 rs. a 1(000 0 metro.
CALCADO FRANCES
RoUnas pretas,gaspeadas, para senhora, a
4(500 0 par.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
alto, a 5(000.
Ditas pretas enfaitadas, ultima moda, a
6(000.
Ditas dita de cores, canno alto, enfeitadas.
a 5(560,
Ditas para raeninos, pretas e de cores, a
3 e 4(000.
Completo sortimento de cal$ado de oase-
miM, Chariot, tapete e tranga, mais barato
i % do que.em outra. qualquer parte.
CHAPEOS.
; Ricos chapels de palha d'ltalia, para se-
nhora, a 11(000.
Ditos ditos paDaa escura, da ultima moda.
a 10(000. ^
Completo sortimento de ehapeosinhos para
meninas e senhoras, de 2(800 a 5(000.
Chapeos de sol de sdda,. inglezes, cabo-de
marfim a 16(000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to btmito a 5(500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 6(000.
Ditas dito cabo de marfim a 9(000.
DIVERSOS ARTIGOS.
Granadioe para, vestidos, fazenda da ulti-
ma mo4a,cota listras de seda, a 65.0 0 co-
?ado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 1(800
e 2(000 cada um. '
Ditos para sofa, a 3( e 4(000.
Toalhas de linho para rosto, a 1(300 cada
DRaa de algedi* rfcoxeados, a 64* rs.
Coins de crochet para cama de easal, a
etooo-.
BAZAR
DO
NACIONAL
Rua da Imperatriz m. 12
Lik ? .
oureftfo Percira Mendes Guimaraes
Declara aseus freguezes que tam motviAtvender ftWlwto qua for posmei'.
saber
CHITAS A 160 E 200 AS. G COyAUO.
Vende-sc chitaa feancezas Iargas com tor-
que de avaria, a 160 e 200 o covado. Di-
tas Iimpas a 240, 280 e 320 rs. o covado.
C.4SSAS FRANCEZAS A 320 RS.
Vende-sc cassas francezas a 320 e 300 rs.
o covado.
LASLN4US A 200 R&
Vendo-se lasinhas de cores, para vestidoss
a 200, 360, 400 e SOOrrs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400 500
6i0 e 800 rs. o covado.
CGBERTAS DE CHITAS A I960*.
Vende-se cobentas de chitas de ceres a
1(600' e 2(000. Ditas de pello-a, KM06\
Cohcas de cores a l(200v 2*500 p kMUta
GHALES- DE Ik A m**^^'
Vende-se chales de 1ft de quadrot a- 80S
rs. e 1*000.
Ditos de merino a 2jk 3(. 4 S.&BQUQ
SADDADBS.
Amara), Nabuco & C. acabam de receber um
?ariado. soriimeato de capellas funebres com as
segoiaies iiwsripcue.-:
A meu paj.
A minha mai.
A meu esposo.
A minba esposa.
A meufilbo.
A minha oiha.
Saudades.
Amizade.
Lembranca.
Veade-se no bazar Victoria, rua do Barao da
YiclQria.n.2,
Ca&
doBic
masea n.
Janeiro : vende-se a rua de Vigario, ar-
16.
COWTES M BRI^DECOfiB&A H9M.
^nde-se cortea de britn de cores par
calca, a 1(500 e 2(000.
BOJpMttJlMfe
Vende-se botinas para senhoras, a 3(000
3(500, a ellas antes quo se aeebea*.
ROUPA FEITA NACWJAL.
Vende-se camisas brancas, a 1(600, la
2(500, 3(000 e 4(000.
Calr^asde casemifas de cores,
VMM
Palitojs de casemira-, a4(, 69
Seitos a H e HOO.
BRIM DE CORES A 440 RS.
Vende-se brim de todos as core** a-a*
rs. o covado.
LENCOS BRANCOS A 2(000 A DU^k.
J^adfe-se adteae de lencea branch, .
WOW. itosecm barras de cores a 3(00 (
il Ditos de linho a 5(000.
TOAtlA A 800 RS.
J^ toalhas para rosto, a 800 rs. .
I>..ua u^um, .,, 6WWO, 4*, 4N0#.
69 e (>(000. r '
-8(00a
Os verdadeiros
Vinhos de Bouxgogne

.HMttlMS
^ouraa^MMiiQio mfu> br.uas.
CDNHA JiHANTA-

B'azar Yi^prla.
mWJial,^'4.t rwehafara CQmptetQ sor-
tu^nlo de bengalbw de caana. proprias para- des-
paaco de vemos, de rheumalicoj, etc., etc.', e ou-
Phantosia, completo sortimento de chapeos.
da wl, beofftllas, umbeilas, etc., para seakom e
p^?i em' coa cabo mWlitD com flgnras de
S2r* "^' e,c- etc- ^IP9 atei* especiaes ar
"goavwe-ae na rua de Barao da Victoria n. 2.
a, It tojtvo, raa Primeira de Marco n.
"&;>*$"* ,w*a3 ^labyn^rXpriar
ara baptisados e casamentos. '
SAIAS BMNAS A K000.
I Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 2(000 e 2(600
B6*ffiTS'A'M*R6i
Ven mens, a 500 rs. Chapeos de palba^peltoe
massa, a 9K W00, 1(000 eP4OQoV '
MADAPOLAO A 3(WS.
rende-se.pecas.de. madapofeo en{estad0 s
SP-sLa;?^ m9h*. P*1*8 oi precos de,
*. *800, 5(, 6(000 e.7(000. **
AtGWia A 3(IS0S.
Veftde-se pec^s de ahjodSo, a 3(500, 4(;
Vende-se bramante com 10 palmos larTO.BAlJp^a tWQfi,.aa.6.2|Be
hmSmi fdOnSAQ^B DR-SABONBMS WO RS.
Cheiro 320 e 500 b^
Agua de colonia, a%00, 320 e 500 rs. o
GftAVAlAS M&m Bfia^SAi A 50K %*
feaisa grf mAe* daaaa^oreta, *
re, cada uma.
CHITAS PARACOBMBMi A280.R&
ld>ae chitaa^a.ookarta, a2Sfe<
res o oovada,
JWB HM* MWltm A l(Mfe
Vendee bonetea para aMnioos, *
pSPARTILHOS PARA SENBMbb A
^0-* eapaPtiftes par*, senkw^
3JPJ00.
marcts
Chambertw
Pommard-
Virife ,
Vol.nay
Raasne
i Monthelie
Dilp Bordeaux em quartollas..
VenlHe por bar(o re$*
PARA LIQUIDACAO DE CONTAS
do Rosaiio n. 94.
Boiiea*
DE
Fazendas fmas
Riia i.dc ffiq^B. 7 A.
DE
Cordeiro ISimoes & C.
E' csta casa, scm duvida, uma das ,-jne hoie.
pode eom nrimaiia ;'presenlar aos wus rrccoeiai
um vanadisMmo sortimento de fazendas (inas n*.
rag/aude loiletie; assim camo, para e nsaardi-
nano de todas as classes, e pur pi em, vantaio-
sos para ns compradores, de coins fazem um oe-
queno resuiro.
Mandam fazendas as easas in pivtendeniea
pani o jue tem o pes.-oal necessario n dao anos-'
trWmediante penhor.
Curies de seda de Hildas cures.
Ditos de gfTgurao de cores.
Grosdeuaple de todas as cores.
Gorgurao branco e preto
Setim Macau preto e de cores.
Grosdenaplcs idem idem.
Veludo preto.
GraBadine. seda preta e eom listras de cares i.u-
dissimas padroes e fazenda da ultima mod*.
I'opelmas de iindos padroes.
Filo de seda bianco e preto.'
Ricas basquinas de seda.
Manias brasileiras.
Coicbas de seda para noivos.
Cortes de cambraia Lranca com liiidos boidadofc
Capellas c mantos para n ivas.
FJiqnissimo sortimento de las com listras de seda.
(.ambraias de cures.
Ditas maripozas, brancas e do cures.
Nansuck de lmdcs padiues.
Baptista de padrdes mui dchcados.
Per;alinas de quadros pretos e braooos! de lis-
tras, etc.
Brins de iinho do ceres, proprios pata vestidoa.
com barra e lisiras.
FustSo de lindas cores.
Casaqninhos de ia e de todas as cores, para se-
nhoras.
Saias bordadas para, senhoras.
Camisas idem idem
Vestuarios para meninos.
Ditos para baptisados.
Chapeos para ditos.
Toalhas o gnardanapos adamascados de linho m
cores para iues;i.
Colchas de I .
Cortinadtis li^rdados.
Camisas bordadas para h&mcin.
Meias de cores para homens e meniOOT,
Completo sortimento de chapeos de s.l para ho-
mens e senhoras, com cabo de martini.
Merind de cores para vestidos.
Dito preto. -,
Atoalhado de liuho e algodao para toal'ias.
Atoalliado pardo.
Brins de linho branco, preto e de Cores.
Selim de lindas cores e cum listras
Chales de merino de cores e pi etas.
Ditos de casemira.
Ditos de seda preta e de cures.
Dito de touquim.
Camisas de linho.
Ditas de chita.
Ditas de flauella.
Ceroulas de brim e algodao.
Damasco de la de cores.
Pannos de crochet para cadeira. sofa e ccnsolios.
Colchas dc dito.
Tarlatana dc tudas as cores.
Esparlilhos lisos e bordados.
Foulard' de seda.
Casacos a tricot.
Ritos cortes de vestidos de linb) pira senhora,
de di.ersas ciires, com os competenles eoiaU
tes, ultima muda.
Casemiras pretas e de cores, chitas, ma.lMoioes
cambraias, panno fino preto e azul, ciillarinboa;
punhos, gravates, Juvas de pellica, altai de fio
dfi Escocia, braacasede A*ires, ttptfcs ', todos
os tamanhos, bofcas de viagem, etc etc
Na loja do Passo, rua Primeito de Marco a, 7
A, anliga do Grespo.
Atteneao.
Venda-ae a cocheira para um prinoipisrite. com
iu. cavjiios, 2 carros, e com oa cnrn|iu!utes a*,
reios : a tratar na rua Direita n 50.
- **^
Cfluba IrmaoseC.
da Hadre deDeas 84k
Vendeat vtahos de Porto de Aoto* m qqalidadea,
f arantindo-os, e a precos commodos i
Barru de qqinto e decimos para pastp das bem
conhecidas mareas Meneres e Chami to.
DHps- da quipto fltjosMeoares, Chamico, Costt
C^ajnato.
apcauadas, supewof (jualjdade.
a* de.qnu diia, de toda a quahdade, ate
aos aauiados-Gravatinha Azul-1834 e 1810.
, Vendo-se a casa terrea sita a rua du Itosario
da Boa-Vista n. 45 : a tratar na rua du Yisconde
de Albuquerque n. 131.
E-SE
a bem afregnezada taverna sita a rua de Marc
Dias (outr'ora rua Direita) n. 74 : a tratar ua
ou na.padajia n. 69..
VEKDE-SE ^
uma casa terrea acabada de pouco kmqio, com 2
qaaMos-0. i saias, cozinha f^ra e qututai : a Ira-
Ur na rua. do Rangel n. 48.
Veade-se
:
'oqetf!
mmm
ArRs:cr*^jvADe.
V.eniterse^rana.dineA. cA%ljir^,ds aMa
parrvesbdof de senhora, a 800 rs. e !(Wf
u covado.
COLCHAS DECROC* A WMf,
I Ye^d^hWr^li^3do. crochetnaja c
mas a 6(000.
PANNOS DE CROCHET A UWOO.
SSJT"g?y <^WOCWt, para, cadeires
CPIvUNADeS.
de cajaasMra-GOrtiqadw
Sacam sobre o Porto ou Lisboa, a pzaao e a
vista.
Mass*
Tambem veodwn potassa da Itaatia, nova, ea
barris pequenos.
umaeasa ua .villa, de Barreiros, na rua do Com.
mercio, porpreco modlco : a traur com Tassa
Irmaos CaM deJava.
Cbegoii.nova rMaesaa desse cafe sem I'pMc/.nar*.
a confeitaria do Campos As pessoas. que estavam
acostumadas a saboriar do tal-cafe pooem agora
ir cempra-lo ana do hnperador n. M
CONFE1TABIA DO CAMPOS






m
Mobihas baratas
No armazem de Joaquim Lopes. Machado $ G:
i Den sorthnento eV mebtlia da VJaooa,
ha am ___
Iraneas a pretaa,
ae e vaqaam a pretos oaaa-
Ajaruta rerdatieira.
Contimia a vaia na travessa da rua daj Cxp-
as a. 4, e rua do Vigario ttenorio a. JO, a BOO rs-
mSCo^*' ^* *xla^sPcom20varas a iOWOO'el^O
muiio narato. fmmtas fazendas em liquida^ao.
:
I n
Vende-se
am excellente eavallo novo proprio para cabrioiat
e sella, por praga aauito em conta : a tratar e ver
na rua do Bruiu n. 76.
~
v.
POrtrand, desemfcarcado- no die fc dfr coi^
rente, ninguem tem cimeuto de Pertran*
mais novo nera de melbor qualidade: a
Venda no armazem da bc4a amareda, travea-
sa da rua,do Imperador.
Vendf-se uma excoHenie wsa conairuidiTa
modern* com frame de atulej.-, e am gr-mde' si-
tie r am- gnade sitio eom, uma ca>a; tuau
.maniem.aa ailaad* real ea Jab-Mtau, o tanda
o satio bjas proporedes neat, ediae*$aa: a tratac
m Jabnaiio com Bsraiardo Goucajvea.dos 5mS,
on na rua de Marcilio Dies n. iT
I
J


8
-

YAREDADE
Cart a Mm aaorto
STUART MILL
bridge e de Dablin reformarara os seas es- As coasas derem pissar por todos osery-
latulos e tiaerara de aagmentar os cursos e soes, paraserera beni deparadas.
multiplicar os ^xaraespor causa do grand a Urn ecooorajbta cleve trabtlhar para a
numero de senhoras que pecebem alii seus prosperidade de todo*.
Diaiio de Pemambuco Quinta teira lt> de Ootubro de 1873.
diplomas
Queres moreccr as honras de uma epopda?
Respeita vel mestre.
Nem os pombos viajantes, nem aquelle
vagon de Gambettj, de que fez o sou navio
do espago, nom as theorias do Flamraarion
e d'Amedea Guillemin quo vivem a com-
moner attentados contra a iutogridade do
sol e la lua, in? convencem de que ha
uma immortali dale para'a alma, porque
Bichner jd nos convemeu da immortali-
dade ou ctoruidade da materia.
A philosophia christi, a religiao, os ostu-
dos da Th*oodicea, 05 catbecismos sOmente
conseguiram presuadir-me de que sao uns
systomas, uroas ar.aas de partido, umas
nnlidades enlro os sabios, quer sejam
profanos, quer sagrados.
Hujo tonbo certcza, prova material da
immortalidadc por causa da vossa verba
testamentaria.
Li, rneu illustre professor, no Diario de
ffoticios, d'esta cidade, do dia 15 de se-
terabro de 1872, 0 seguinto:
0 Sr, Stuart Mill, celebrc economista
iUj'x;, falUcido em Avinhao, 3:000 mil
d leyou primeira vniversidadade que
conferir 0 primeiro diploma as mulheres.
Quando'eu lia os compendios deccono-
mia politica e consultava os autores sempre
notei om tudo quanto escreveste uma ten-
dencia para honrar a mulber, embora em
questoes de alta transcendoncia philosophi-
ca e oconomica me convoncesse de que, sen-
do as vo-sas obras consultadas, nao deixas-
te 0 mundo sem 0 peccado de teres sido par-
tidario daquelles erros que refutavas !
Nao foste 0 unico.
0 que eu admiro e 0 economista ter aqucl-
la lastim avel fraqueza do politico.
. Dizia que sempre vos conheci com ten-
dencias benevolas para com 0 sexo feme-
nino,
Nao tiveste coragem de arcar, em vida,
contra >s preconceitos do nosso tempo, c
deixasto, sob a impunidade de quem gaso-
metrou-se, uma satira, urn ridiculo, uma
meaca pendente sobre os povos pyrronicos,
caturras.
Visto a China privar a mulber ate do di-
rcitode levar 0 seu cora^ao aondo quizesse,
pois a lillia do celeste imperio nunca s'ae
para onde deseja e sae para aonde a con-
duzem, porque, logo que nasceu, lhe des-
locaram os artelhos, e comprimiram lhe os
pes.
Estudastes 0 Oriente e visle que alii a cas-
ta mata a raja, e que a mulher ainda se
couserva 11a sua immobilidade e servidao de
affeclos como na charneca 0 apodrecido
lodo.
Corapungiu-te 0 teu sensivel coracSo ver
queo homem tudo avassalla e ainda sendo
poi ellas dominados, as illudem trahindo e
d'ellas se servem para instrumento de igno-
minia t
Ndo conseguio a nova idade apagar, do
codigo barbaro das epocas da criminosa cs-
cravidio, os artigos de infamante ex-
cepcao em que as collocaram os seus algo-
zes.
Compadeces-te?
Meu amigo.I.dnessa fulgurosa estancia
ondo oio terds de dcssjrtsr sobre 0 valor
nem sobre a trica, onde a estatistica e a
sciencia que S. Pedro nao estuda, porque
eu to supponho no ceo, e la" nao ha crimes,
nem a vend a do mercadorias. e sdmente
umas subtis corretagens de almas condem
nadas a pagar 0 que devem aqui porque eu
creio na theologia dogmatica, Id onde hoje
vives receberd muito tarde esta manha im-
pertinente.
Se os ventos, esses selvagens espioes das
espheras sorprenderem este contiabando,
peco-te charo mestre, que os convoques pa-
ra uma daquellas habe'is e copiosas lig6os,
com que provaste que a luz, a electricidade
0 calorico sao phenomenos moveis, embora,
permitti, vos recorde que as leis sSo moveis ;
e repeti aquella vossa opiniSo a" respeito dos
agontes da riqueza sem dar importancia a"
esses idiotas que se limitam a galopar nas
nuvens e a fazer berreiros quando as crean-
nas dormem.
Nio te enthusiasmes d ponto de repetir
aquelles absurdos d proposito do consumo
e produccSo.
Suppondo que a minha car'.a possa ir a
tua celestial academia, consente que eu de-
clare que muito me desgostou a tua ultima
vontade.
Tres mil libras d primeira universidi-
de que confer ir 0 primeiro diploma as
mulheres I
Nem no senlido logico, nem literal, i.em
ar.nado de todas as hermeneuticas poderei
en tender.
Foste um homem instruido, escreveste al-
guns livros, tivesto algumas honras, eras
um exquisitinbo, sempre demasiado de as
sombrac,oes e estericos, nao tomavas pouco
tabaco e a respeito de alcool nenhum ad-
versario se lembrou de te calumniar ; tnas
partiste para tao \< nge ignorando cousas
que eu, habitanto de outro mundo, bicho,
adventicio, raras vezes das cidades, n3o ig-
nore
IHze-me Stuart. Que peusamento sinis-
tro, que fome de uma ben^ao feminina te
dessecava as paredes do estomogo ?
Tu nunca amaste ?
Um rapto, ao menos, nSo commetteste?
Nunca envenenaste tres mulheres n'uma
s6 noite T
Nao frequentaste 0 Wapping f
Nao andaste de jaleco, torcal de gaze
azul e pennacho em espectaculo pelo Hyde
Park?
Nunca tivesto uma namorada que rece-
besse a tua economic a conlissao por inter-
lue lio de um clown ?
Has do me respouder porque foi que dei-
xaste a" premio a gloria do teu nome.
, A' republica dos Estad Unidos, a mui-
to tempo se antecipou a tua phdantro-
pia.
Ha senhoras nes Estados Unidos formadas
em medicina. 11*
Em 1870, a Sra. Mergan, de Loudres,
sustentou com iovejavel taleoto, na univer-
sid.ide J.i Zurich, purante um auditorio de
ma is de quatrocentas possoas, sua these de
doutor.ao tnesmo tempo em que duas ame-
ncaniS, Patruem e Elisabeth Garret, toma-
ram griios na faculdade de medicina de
Paris. t
, la ako lias os aonaes de medicina, os
crimes cu as causas celebres'.' Ou lias fo-
lhetins c romances, leitura quo tern forma-
do'tantos homens bauaes e frivolos que fa-
> rr''a de eruditos?
Na'o siibias que as universidide. de Cam-
Eu nSo quero que pese sobre Ma memo- Revoga aqnella dispoaicfc)
ria a fatal accusacao de qoe te prewleces- A terra c ama gargMtaabetja que *ewwt amtea^.u/^aJ t l!
te de morrer para zombar dos jofiahs tudo.
ta.s. As sciencias, as Vattras, as artes sao or-
Tu estavas doudo ou n*o deixasto tal le- namentos que ella tolera, mas oio es
gado I Diplomas ? tiflrt.
"Pois em Nora York nio existe um advo- MaMvigo. mais foijao, mais arroz, mais
gado distincto na pessoa de Arabella Mans- cafe", legames e legumes, eis do que se pre-
feld ? cisa.
Em MassachussetU esta" Amelia Bobbs,' A HUeratun> o theatro, a pintura, a es-
que deve ser parenta do philosopho do mes- culptura, todas as manifflStacdes do pensa-
mo appellido. I mento vao perdeaoo sua importancia.
Ate ha senhoras formadas quo occuparam Ficara' a tua sofencia porque ella tem
cargos popularose occupam, por exemplo, uma parte de contaWlidade.
Julia Ward-Houwe e Sthephens oativeram Demos batalha conha a cabeja a favor da
votos para juizas de paz com granda maio- barriga.
ria. Quantas vezes, nos tempos da tua moci-
Tu 6s inglez, turco, americano ? Onde dade, eoudemnaste aqoeMa sentenceDeus
lii.a Avinhao, que escolhesle para turnulo ? meus venter est? I
Nunca foste a New York ? Pois, meu amigo, traballia para que to-
Rccordo-me de ter lido que era Franca dos n6s, os pobres, chegueitaos dquelle co-
ha senhoras que sio bachareis cm direito; bi^ado iustante da opulenta ociosidade do
em lettras, em outras sciencias. I nco. '
Um teu collega, um homem que tambem Retira do teu teste.monto as Ures mil ;
tem escripto sobre economia politica, com nio propagues a insti uc$ae
mais criterio do quo 0 fizeste, aquelle nosso
conhecido Laboulaye, fundou uma socieda-
de para a propaga^.lo e a instruojao das
mulheres.
Em Franca, a lei de 21 de junho de 1865 sacrificadas aos mais
creou um curso de ensino superior e recebe-
ram diplomas mademoiselles Carolina Ri-
bert, Eugenia Bayetti, Gabriella Boivart e
Luiza Rosscl.
Peco-te que mo respondas : estavas dou-
do ou foi um epigramma contra ossas aca-
demies e contra a civilisacflo e instruccio
das mulheres, cuja illustracao aos teus olhos
de homem serio e profundo pensador =^nflo
passa de uma monstruosa decadencia ?
Meu amigo. Hojc nio se pole ser tolj
nem esperto impunemente.
Alguns pintores imaginosos nos mostram
Atila com uma bola a"s costas ; e uma allu-
sao; assim como Anliocho tem um grande
latego ; e outra.
Atila e 0 bobo ; Antiocho e 0 carrasco.
Lembrando-te que se deve entrcgar as
sciencias &s mulheres, pois e como com-
prehendo 0 teu pensamento, quizeste por
um gracejo delicado nos convencer de que
jd nao ha razAo para dirigirmos 0 .Ttundo?
Queres acabar, cxtinguir 0 antagonismo
enlro os dous sexos ?
Desce ; vom tu.
Para se conseguir as grandes reformas 6"
preciso as grandes coragens, as grandes
^conviccdes, os grandes exemplos.
Quem diria que eras telbudo ?
Eu' sei que entre os animaes doraesticos
e 0 homem ha, com effeito, uma mysterio-
sa affinidade que tanto mais me acabrunha,
quanto mais observo.
Entre a terra e 0 homem, ao contrario,
e tu sabos, parece quenio ha, naturalmen-
te, senao uma hostilidade cheia de resisten-
cia.
Qual foi 0 teu animal predilecto 7
Porque nao legaste ao burro, ao escravo
do Brasd, aos gallegos essa opulenta es-
mola ?
Alem de tudo e ambigua a lua testa-
mentaria.
Dizes U : deixo 3 mil libras d univer-
sidade que conferir diplomas ds mulheres ?
Diplomas de que ?
Quando eu em S. Paulo estudava scien-
cia em que tanto te distinguistc, recebi um
diploma de uma mysteriosa sociedade em 0
qual se dizia 0 seguinte :
Eu soberano Baccho, te euvio muito
saudar. Attendendo ds qualidades e in-
telligencia quo concorrem na tua pessoa,
hei por bem nomear-te valido do "meu con-
selho.
Assignado, Sileno.
Guardei 0 diploma.
Qual nao foi 0 meu espanto quando eu
soubeque 0 director da academia, alguns
lentes, 0 presidente da provincia tinham si-
do considerados dignos socios?
Pilheria academica, actos de folgaza e
sempre fecunda vida de estudante.
Mas os nossos diplomas 0 que recom-
mendam ?
Stuart Mill. Quando aqui nesta ci-
dade chegou a noticia de teres tuudado de
residencia, uma sincera homenagem te pres-
tou Valentina de Lucena (M. de C.)
Vamos, 8inigo 1 Para que sao aquelles
diplomas. Desculpa 0 cquivoco. Para que
sao 3 mil libras de diplomas? E' uma sa-
tyra contra a nossa ignorancia ou das mu-
lheres ?
Antes de assignares aquella pequice, nio
calculaste, como economista, d que cifra
monta a populacao do mundo ?
Tirando um por cento dentre os ignoran-
tes, quantos mil pedacos de diplomas sao
necessarios para a distribuicdo ?
Viste cd na terra muitos objectos sem es-
tarem classificados, muitas cousas sem os
devidos nomes, e para completar a deficien-
cia ndo dizes se os taes diplomas, porque tu
os compraste, devem sor distribuidos ds mu-
lheres que voltarem das uni versidades ainda
mais ignorantes, ou aquellas que se instrui-
rem
-Porque nao deixaste aquella inaquia co-
mo incehtivods emprezas de igOas-'sujas,
ou ds companhias de esgoto ? NSo lestc ii
na tua quinta e invejavel gabinete a nott-ta
de terem um ou dous inimigos d'incendio
depositado um conto de Jreis nas mlos de
uma autoridade raihtar como recompen-
sa de quem denunciasse pelo menos um
petroleiro ? :';''',"*
Tu trabalhaste pela prosperidade da pro-
priedade; pelo direito, pela juati^a, pelas
ide"as do jUsto e do util. Mauda um tele-
gramma propondo 6 mil libras & quem in-
cendiar 0 Limoeiro ; outras tantas d quem
disser quem 6" 0 autor de um pamphleto ou
folheto que contem reyelajoes sobre pianos
de iberismo, deshudando indoles satanicas
e corajoes traidores.
Manda 2 milhoes de libras para serem
distribuidos pelos proletorios da tua primi-
tiva pat ria.
Bate os communistas ; escreve muitos li-
vros e manda publica-los aqui, porque te-
rds outras recompensas.
Escreve muito ; mas, sempre e principal-
mente sobre as riquezas naturaes, maxima
nesta epoca em que 0 carv&o de pedrpro-
metle desapparecer, e surgir por
Aqui," em toda a irte, e beeva mc dirds
se ahi tambem, de qualquer lada que vol-
vamos os olhos, achamos o calculo substi-
tuiudo o enthusiasmo, e as grands ideas
hediondos, aos mais
torpes interesses
Tera-se sustentado que uma das causas de
miseria e a insufficiencia das forpai da pro-
Quem e o melbor politico ?
Responde.
lisboa, 1873.
POvoj^
CONGRESSO ORETARlO. -U-* 0 se-
toda
duCgao.
Colbert inventa o systema protestor, e a
Franca deu assurapto para os romances
Pobres de Paris!
A lei da attracgao rege o mundo, a da
populacSo rege a humanidade; e a do egois-
mo? Responde, tu, 6 grande visiona-
rio.
Para que miis diplomas ?
Tu sabos que toda a riqueza n3o 6 capi-
tal, mas todo o capital e riqueza.
As qualidades phisicas, intellvctuaes, e
moraes sdo riquezas, embora sejam causas
ou instrumentos de as adquinr
Imaginaste centenares de mulheres dos-
grajadas, esfaimadas, e para lhes retnediar
quizeste eleva-las ; pois com o seu diploma
poderao chegar a serem independentes ?
Enteo estabelece a seguinte clausula ; faze
0 seguinto codicillo; Eu, Stuart Mill,
quero que todas as mulheres que provarem
aptiddo para os estudos, recebacn por um
mez uma pensao para se mauterom.
Se outra foi a tua intencio, consente que
eu digaes asno.
Queres um conselho 1
Subscreve mil accedes do cabo sub-mari-
nho e compra inscripgoes. Ld ndo ha co-
ta^Oes 7
Edifica uma cidade para os insurgentes e
intransigentes, porque esses nao tem cd no
mundo quem lhes dS gazalhado.
0 povo americano fez cousas mais diffi-
ceis.
Um economista por forca sabe geogra-
phia.
Lembras-te do que foi Chicago, a terra
paludosa ?
Hoje e uma cidade de 300,000 habitan-
tes; lembrei-me desta por causx 4 coin-
cidencia da cifra, e por uma associacdo de
ideas.
Muito breve terei noticia de que os teus
parentes oppozeram embargos. Seencon
trares na Praca do Commercio Id do teu
novo paiz aquelle Siraio de que falla a his-
toria ecclesiastica faze-lhe uma consulta.
Quando elle cd esteve nio foi reputado
grande advogado ; mas foi um rabula te-
mido:
Reuse algumas celebridades dentre as mu-
lheres, e para ser mais solemne procura al-
gumas que mandaram assassinar os maridos
e furar os olhos aos ulhos para que ellas
succedessem ao throno e faze-lhes propostas,
para teres uma opiniao segura de que
Id mesmo a tua generosidade serd comba-
tida I
Nio leste aquelle romance de Octavio
Feuillet, Conde de Cainori?
Se quizeres, eu t'o emprestarei,
0 homem ndo deve ser generoso, nio
deve chorar, nem rir sempre I
Tu, querido mestre, peccas pelo primeiro
pTai. ^o -- >
Escreve-me.
, N3o esquegas de que ha telegrapho.
P. S. Nio esquegas 0 numero de tua
casa. Quero mandar-te livros.
Dize-me (se poderes), se ahi e" possivel
negociar em pequena escala, e ficar isento
do servico militar.
Outra cousa, e e essencial.
Ha exercito permanente 1
Ha igreja oflicial ?
Ha caiqueja*
Ha entrugistas ? | t%._,. .
Ha pataco falso ?
Os coxichos tera proeura uo mercado ?
Nota que ndo e da moeda de prata que eu
falloe da are, o passaro I
Ha navegacao directa para os| plane-
tas?
As estradas de ferro por que systema sdo
feitas ? o .!
Falla de tudo. >a
App^iwo.Se poderes procura Herschell
e perguntadhe quando cessard 0 eterno si-
lencio do espaco. .oom%' <
Eu quero prestar bons servi^os d histo-
ria.
Preciso saber se Napoleiolll vive bam 0
companhia d'abjuns daquelles iodividuos,
qua foram deportados em 48 por crimes p >-
liticos. De 4,316 alguns devem andar por
essas tuas assemblers. '-
Preciso saber se Sterpherson, o iaveator
dos caminbos de ferro, project* novas des-
cobertas, um uOto systema qae congrasse a
calumnia com a sua victima, 0 invejoso com
0 seu tormento.
Consta-me que Gregorio VII mora com
Napolefto I ?
0 que faz ahi o conde de Cavour ? Elle
nio escreve a Victor Manuel?
Em que se occupa 0 marquez de Pom-
bal?
0 Lopez do Paraguay e" aai banquei-
ro ?
S. Pedro jd anda d cavallo ?
Quanto custa um ovo ?
0 cardeal Spada, d quem Cesar Borgia en
Notieiam9 ha pouco que devia verifi-
car-se em Yienna uma conferenoia iutorna-
cional.eom o fun de fixar as bases do um
systema monoterio uniforme para todas as
nacOos. Esta conferenciajd teve lugar e eis
os pontos sobre os quaes os membros pre-
sen tos accordaram : 0 ouro foi designado
como 0 unico padr;u das moeJ cionaes.
Dever-so.ha, pois, aioptar uma unida-
do monctaria em ouro commum a todas as
nacdes, isto e, uma pe^a de um titulo e de
um peso conforme ao systema metrico, sem
Iraccoes, equivaleute aproxiu aJameute d
moeda franceza de 2'6 francos ao titulo de
725 K,'-n ; d moe.b allema da 20 m.ircus
de 7I ,3I/*79 ; / libra sterliua ingleza de
732,2 > ; a moeda americana do 5 dollars
de 752,31 centigrammas de ouro fino.
Para facilitar as transacco,!s, poder-se-
ha pOr tambem em circularao uma outra
moeda de ouro, equivalonte a 5 francos,
pouco mais menos, a 2 florins de Austria,
a 4 marcos da Ailemanha, a i shillings da
Inglaterra, a 1 dollar americano, a 1 1/2
rublo de ouro, russo, a 1 duro hespanhol,
a 19000 portuguozes, a 2 1/2 florins dos
Paiaes-Baixos.
Haverd alem disso moe.las divisiveis de
prata e cobre. 0 titulo .pezo e o deverao ser
expresses em numeros inteirosde grammas
e decigrammas. >
DEVORADOR DE CVRNE HUMVNA.
Um periodieo de medicina refere que no
hospital de Fermo, perlencente aos auligos
estados poutificios, acha-se um doente epi
leptico, de uns 42 annos de idadu, o qual,
depsts de tor experimentado verdaleiros
ataq:ios dc furor, foi acommettido de um
deseji violento de carn humana. Um dia
arrancou de uma dentada a maxilla de um
menino. Tendo fugilo do hospital foi d
sua casa, encontrou uma meuiua de 2 an-
nos que cstava dormindo e dcvorou-lhe os
rausculos, o peito e parte das pernas, do que
resultou morrer a infeliz crian^a. 0 terri
vel epileptico fugio perseguido por sua es-
posa, porem no caminho encontrou uma
mulher que levava comsigo um menino de
5 annos, tendo a desventurada mai de sus-
tentar uma renhida luta para 0 livrar dos
seus deutes. 0 dosgra vado para a cadeiaedepois transportaram-o
para 0 hospital dos doudos.
STEEPLE-CHASE.Segunda-fcira foi o
centesimo anniversario di fundagao das
corridas no continents europeu.
Em Spa. alem de grandes festas e ban-
quetes, celebrando este acontecimento t3o
importante para 0 apuramonto da ratja ca-
vallar, houve exposiijao de (lores, fructas,
legumes e cogumellos. As corridas c
saltos tiveram lugar no magnilico hyppo-
drome de Sar.
QUEIMADOS DEPOIS DE MORTOS.
Diz a France, que acaba de se organisar em
Zurich uma sociedade, cujo fim e os seus
sociosobrigarem-se em vida a nao seremen-
terrados depois de mortos, mas simqueima-
dos ; esta idea tem encontrado numerosas
adhesdes, sendo abertamentc apoiada pela
Gazela de Andelfingrn.'
Este periodieo observa que 0 systema de
enterramento, al6m do cxigir nas proximi-
dades das cidades, cemiterios que empre-
gam gran les extensdes de terreuos preciosos,
compromette a saude dos vivos, deixaudo
ainda de ser respeitados os mortos, cujas
ossadas sao mais tarde deseuterradas e dis-
persis. Ao contrario as cinzas dos mortos,
conservadas n'uma'urna, seriam para os pa-
rentes uma recorday.ao mais duradoura sem
inconvenlente para a pessoa.
CURIOSA COINCIDENCIA.Um jornal
inglez, 0 Evening Standai t, suscita uma
coincidencia muito curiosa ; no raomento
em que a Franc* acabava de pagar a Aile-
manha, tambem a Inglaterra se desembara-
;ava da America.
a As duas indemnisa^oes diz 0 Evening
Standard, foram pagas; as duas nacoes
victorioses, uma pelas aimas, a outra pela
astucia, receberam o seu dinheiro ate ao
ultimo real; e a Inglaterra e a Franca estao
ahnat ivres de toda a divida estrangeira.
E' de todo 0 interesse mostrar que aquelles
pagamentos effectuados, um por uma nagau
que nio podia mais, outro por uma nacao
que jd nio queria combater, se completa-
ram no mesmo dia.
EXPEDICAa CONTRA OS ASUANTEES.
Um telegramma de Londres refereque
0 general Walkeley partio no'.'dia 11 do se-
tembro para 0 cabo Coast-Castle, onde vai
dirigir a expedicio contra a capital dos
Ashantees. Faiem-se grandes preparativos
em Inglaterra, segundo se dia, para asse-
gurar o bom successo d'esta empreza Im-
mensas quantidades de municOes e provi-
soes, been como uma grande porc,a> de flos
telegraphicos acabam de ser embarcados em
Wolwick a bordo do vapor Warree, que
esU prestes a partir. Os Ashantees sio um
povo negro, que habha um territorio que
se estende pela costa da Guine, ao none do
estabelecimenlj inglez de Coast-Castle. A
cipilal contra a qual a Inglaterra dirige
n'este .maawnto a expedicio, caama-se
Cownatn. E' uma cidade de 12:000 a
15:000 habitantes aproximadamente, regu
larmente edificada ao norte e a uma graude
distancia doaato Coast-Castle.
'. .
0 CRIME DE LONDRES.Ainda nio se
p&jd^saber quem foi a desgra^ada mulber
cujo "corpo, desfeito em pedacos, appare-
ceu no Tamisa< Ao principio julgou-e que
era a viuva Goyley, porem, esta acaba de
apparecer em Londres, de regresso de uma
viagem de recreio que foi fazer d Escossia.
Conliniia, pois, occulto 0 crime no mais
denso mysterio. 0 governo inglez acaba
de offececer um premio do 200 libras ster-
linas a pessoa que lhe denunciar 0 princi-
criminoso. Os cumpUces que o de-
meiie uesapuaiuuei, o'e.jr" w"u ~-----------r* r .n
parte mjneraes assombrosos, oir'o. magnete, venenou em uma ceia com cogOmellos,
pal
rem a conhecer serdo perdoados."_
*m*~
ARTES.
prata e muito pctroleo.
Retira aquelle cohro.
Devias ter dcjxn lb tndo a tua cidade na-
tal. Sio viste o exc;ci!o do duque de
,
Brunswick'
0 teu legadd nao sepreste atrtcas.
ainda e devasso
tj que faz I). Miguel?
0 general Pdvoas ainda 6 absotutfsta?
Ignez de CastrO ainda e raifiha ?
E' verdade que Tem i terra uma etnbai-
xada?
Vatarttrba?Sadai du(rinn m-
deraas para a preservaeaa do
cholera aaorbits.
I .'
Volta a ser questdo de actujlidale, e mo-
mentosa como sempre, a do cholera-morbus
consideradi nos porigos de que cerca toda
a populacao do velho mundo, a uof astra-
gos que jd opera, se bem que em limiuda
escala, n'uma area -de va-tissima eitensio.
Por isso govern os 0 corpora goes scieutiQuas
se dio novamente o encargo de plaaear e
bOr por obra iuvestigacOes do maior vullo,
haven lo mais particularmente por alvo 0
conhcimeenlt da natureza da dwenga, e as
leis da sua dilTusiu, que c como so indicara-
mosa base dc todas as melidas proven-
tivns.
Digamos como prova do reconhecimento
desle palpilante iuteressi>, que a Inglaterra,
sempre das primeiras em questoes de saiide
publica, torn desde annos um exercicio uma
commissao composta do distinclos medicos
militares, que ilepois de haver estudadu em
Ailemanha os methodos do obcerracio a
respeito dos germens do cholera, passcu ao
proprio ber<;o da doenca, nas margeos do
Ganges, para ahi proseguir na sua invesli-
gucio; nao sun lo assim para o governo in-
glez sufficiente vantigun os espleudidos e
aturados Irabalhos olliciosos de uumerosos
campcoos da sciencia, como 0 tem provado
as reunidiis anuuaes, c ainda agora a ulti-
mo, da British nodical association.
Por outro 1 ado veraos a Ailemanha igua-
lanio, se nao exc^dendo- esta ordem de
pesquizas scieutifieas do caractor particular,
co:n estudos de admiravel alcancc c inteira
novidade, servindo-lhes mssta occasiio de cu-
pula uma inslituicao olCcial, cicada por ini-
cialiva do governo de Bedim, e ora quo cada
um dos estados d'Allemanba do u,orte con-
corre com um membro, todos de nome co-
nhecido e rcspoitado na sciencia p >r estudos
cspeciaes sobre as doencas chamadas zyrao-
ttcas.
Etnum, para citar mais um exemplo, ve-
mos tambem a Franca, por iiitcrreiiciodo seu
mais respeitavol instiiuto medico (a academia
de medicina), dando largas a discussoes im-
portanles sobre a geiiese e propagagao da
torrivel molestia, oacudindo com inuita elu-
cidacdo proveitosa ds questoes mais liga-
das com o prompto e proveiloso trata-
mento.
N6s, como nagao de ordem secundaria,
esUmos condemnados a fazer pouco sobre
este objecto, e por desfortuna nossa, menos
do que deviamos. A minguada instituirao
que tinhamos, para olhar pelos valiosissi-
mos interesses da sau.Ie publica, desappare-
ccu ha pouco tempo, para ser substituida
por quasi nada, sem que nos servisse 0 exem-
plo de paizes tao pcquenos como 0 gran-du-
cado de Baden, um dos que pouco antes ti-
nha organisado a medicina administrativa,
ou do estado, como lhe chamam, por um
modo.que 6 maravilha do previsao e de pre
vencao 1
Vale como tristo compensacdo, que n3o
so' a um unico ramo dc servico sanitario al-
caucaram estas rajadas dosorganisadoras de
governantes pouco competentes, e que em
objecto de saude civil e militar temos hoje
effectuado 0 grande derrocamento que p6 le
talvezprecoler aerecrao de edificio miis
aperfeicoado.
Em semelhantes circumstancias, e como-
niente que cada qual suppra em seu benefi-
cio 0 que e supprivel com a falta de insti-
tuicoes mais accommodadas a vigiar pelo
bem estar e pela salvaguarda das coramu-
nidades; regra que, embora sujeita ua pra-
tica a grandes desconcertos e embaracos, 6
ainda capaz de pr9duzir uma somma de
bens em muito avantajada a carencia de pro-
videncias, ou aquella possibilidadc que so
costumadesignar com o nome do fata-
lismo.
0 incentivo', pois, que temos para appa-
recer hoje nestas columnas, e o dizer algu-
ma cousa do que a toda a gente coovem si-
ber, para se premuoir no caso possivel, mas
nao esperado, d'uma extensao da actual epi-
demia ate este confim do occidente ; jd que
temos uma junta de saude apenas consulti-
va, organ isada meramente para responder
ds pcrguntas que lhe fizerem, inulilisandj
alii competencias recouhecidas. e depois de-
leg idos de saude que actuam sab a direcgdo
do autoridades leigas, 0 completamente dfes-
providas dos indispensaveis couhecimentos
da medicina administrativa, considorada
como sciencia de medicos, c de primeira im-
portancia para 0 bom governo, na ordem
das nacoes que n8o a modelaram exclusiva-
mente pela da Franca.
Em primeiro lugar 6 preciso estabelecer
claramentu, como fundamento do que se
chama prophylaxia, (equivaleute de preser-
vacao), que 0 verdadeiro cholera-morbus,
aqullle que origina as epidemias, tem a sua
razao de ser na existencia de um germen es-
pecial, como todas as doencas inficiosas.
Cada semente dd 0 seu producto proprio ;
ninguem esp'.ra que semeando certa especie,
lhe nasca outra differente. Acontece nas
doencas zymoUcas como nas plantas e nos
animaes. De maneira que a origem espon
tanea do cholera-morbus, e uma preoccupa-
Cao hoje julgada, 0 que passou __ ao dominio
da historia. 0 cano mnis defeituoso na sua
construccio, a estruraeria mais infecta, a
rua mais immunda, a casa de maioros de-
flciencias nio dard nunca origem ao chole-
ra-morbus asiatjeo, do mesmo ruodo que 0
trato de tcrreno mais favorecido em condi-
Coes productorasjdmaispoderd crearrfenouo
sem previa sementeira, accidental n deter-
mjnada, uma .especie qualquer vegetal.
As investigacoes scientificas neste ponto
teem avancado muito durante os ultimos an-
nos.
A cultivae.30 artificial dos germens do cho-
lera-morbus e um facto incontrovorso para
observadorcs de graude autoridade. N5o cabe
nos limites de poucas paginas quanto a scien-
cia tem registrado era semelhante particu-
lar. Mas no meio das difficalda-ies de taes
pesquizas, leitas sobre especies vegetaes, s_6
aprociaveis a favor dos instrumentos mais
poderosos do que se serve a microscopia,
muito ha que deixa ainda margem a valiosas
duvidai. t '
Para 0 caso', e deixando de dado a coosi-
deracio do que e-puramento. assumpto de
medicos e para medicos, e bastante, repeti-
mo-lo, a nocio de que o cholora-marbus
tem 0 sen inicio n'um principle virulento
creado pela natureza, do mesmo modo que
creou 0 dos strychnos e de outros centena
res de especies vegetaes, sem que seja dado
duvidaf da sua existeneia, nom attingir pe-
las mais subtis consideracdes philosophicas
os Gns ultimos de semelhantes crea-]
C6ea.
A sciencia maderua. digamo-4o ainda,
torn 1 pretencaO "do fazer a respeito i*o ye-
neno do cholera-morbus, do da. syphilis, do
da oscirlatina,'do das i'ebrei liitej.inittuntes,
etc.. (muiKunaiaSdoiqu:* a pajsica coa^egue
hjoancar em relacAo a luz u A elortngila*)."
EUa qnerisiiy?;' ^P*#>
lodos os piKiaaiareii d'uma abaervacio com
cooaplota, a principio paoaWavei de certas
doencas inaciosas, assumpto da perenne di-
vagacAO dos medicos no decorrer de seculos.
Mas se osta conquista nio estd coraplc-
U, e iorcoso reconocer-lhe 0 acerto com
quo tem procodido, e aoafowar qae estio
dados mui valiosos passospara um trium-
pho scientiQco, como 0 poJe permit
tir o alcance proporcionalmeuto pe
queno da fintellig-noia e do poder bu
ma no.
Dando do barato que sejam immeritorias
todas as iuvestigacoes modernas, todo essc
phrenesi de expenencia e de obsorvacio,
que eiiche de assombro os espiritos menos
dispostos on meaos submiss>i is grandes
lucubrates scieuliticas; ainla que voltasse-
ino> agora, o que fOra impossivel, ds velhas
uspecularOes, em que desaiiuaram OS pri
meiros observadores da graude epideinia
que devastou a Europa ; forc/wo era em \-
do o caso reconliecer a exi tenci 1 do prin-
cipio, suppouhauios iiuponderavel, que
actua constaiitemente d'um determiuado
modo, ligau Vj d sua obra um caracter sem-
pre idenlico, uo meio das gradacoes de of-
I'eito, pira mais ou para menus.
Ai do que duvidasse da existencia da etec-
tricida le no gabinete do physico, so porque
nao poJe sub.neter o principio della i su.i
iuvestigacao ocular! 0 couveucimento
uao era dilficil dar-lh'o.
Mas a onviccao da existencia do germen
do cholera raorbus nao esta hoje na depen-
dence exclusiva da aceitai;ao gi.-r.il das in-
vestigates destos ultimos annos, da desco
berta da cryptogamia com os Seus cartcte-
res do especie, de germinac/io, de diHusiVj,
etc. As observacoes recentes, couGrmanio
vistas porspicazes d'uma epoca quasi 4W-
rospondente d dos primeiros estragos do
cholera-morbus na Europa, ratificam jxir
modo nio menos direct.) a idea fundamen-
tal, quo 6 hoje o principio, a razio e 0 jiui
de todas as providencias que podemos op
por d devastarau do terrivel iuimigo.
Com effeito, 0 geriuen do cholera-mai
bus, so porque e germen, preule-se, aolta-
so, dosloca-se, transporta-se, nctiva-se ou
enfraquftce, e mesmo se extingue occi-sio-
nalmente, como toJos os vei Jadeiros ger-
mens de natureza vegetal, ou mesluo do
reiuo animal.
A clucidacao n'este ponto vein de gran-
de copia de faclos, registrados devidameole
com o cunho da maior authentiuidade. Nao
e a sua enumeracao, nem a rela^ao cir-
cumstsneiada d'clles para escripla desta na-
tureza. Basta citar alguns c^sos.
Na India, gracas as observacoes dos me-
dicos inglezes, pur inuit.is vezes se tem re-
conhecido a diffusao do germen pela abor-
tura de sepulturas oude existiam os restos
de cadaveres de pessoas fallecidas de chole-
ra-morbus. ou de roupas guardadas, .mas
ainda sujas de matcrias ovacuadas par fibo-
lericos ; pela remocao de estrumeiras On Jo
tiuham sidodeitadas dessas mesmas mat -
rias, etc. ; isto algumas vezes depois de
mazes-ou annos, com a circumstancia da
doenca nao grassar entao na "localidade, e
de serem primeiro affectados os que se en-
con travam em presencado que era germeu
preso, e depois poslo em liberdade no am -
bieute que os cercava.
A deslocagao c o trausporte nem dos iu-
numeraveis factos colbidos por toda a me
dicinaestrauha, precisam para que seja uma
verdade incoutestavel. Nap hu nenhum
rcais frisau'e do que 0 occorrido 11a ultima
occasiao em que o cholera-morbus grassou
em Elvas. Umaseuhora sabe dastu cidade,
depois de ter assistido a molestia ate os ulti-
mos momoQtos d'um seu parente : dirige-
se para 0 Porto, 6 accommettida da doen-
ca pouco depois ; em seguida 0 sao as pes-
soasquc com ella tiveram relacau mais ou
menos immediata; a autoridade intervem
para cxtinguir 0 (6co ; sequestra os affecta-
dos, e toda a disseminacao e evilada.
Emfim, paTa activar ou. enfraquecer a
accdo, ou melbor diremos, o desenvolvi-
ineu'o do germeu, sao eflicazes muitas cau-
sas, e n'isto tambem a obsorvacio torn dado
bastante a conhecer, quando o terreno estd,
para que assim nos exprimaraos, preoara-
do, umas vezes em bem, outras vezes em
iiial, E' a historia repetida ate d sacie-
d*de das preferencias do cholera-morbus
por passoas collocadas em mas circumstau
cias do que em hygiene se chamacircum-
fusa, ou de tudo que nos cerca, oque es-
treita o contacto, o que prepara a atmos-
pbera impure, o quo a iuquina do princi-
pio morbido por maneiras mui diversas.
Eis ahi uma parte da doutrina, a pri-
meira e essencial, sobre que assenta toda a
outra nio menos importante a que temos
de referir-nos.
A medicina, quaesquer que sejam as fei-
COes que tome, nao contesta, ou nao pOde
hoje contestar quenao ba cholera-morbus
sem transmissao previa, proveniante de pes-
soa affectada ou de objecto inquinado, pro-
xima ou rooiotament3 d pessoa com as
condicoes do receptividade precisas. E as-
sim 0 estudo das vias porque essa transmis-
sao se pddc effectual', das circumstancias
que favorecem a aci.au do germeu e todo o
cathecismo hygienico de que cada qual se
deve munir; para afastar na parte que Le
respeita, e na que respeita aos outros, toda
a immitieu.cia do gengo naj occasiao de
epidemia cholericaf
A evidencia queaceitamos hoje'a respeito
do germen do cholera-morbus, consideraii-
do-o a unica razao essencial do desenvi.lv 1 -
mento epidemico, conduz a indagar, como
primeira questao no iuteresSe da prophyla-
x a, onde c que ease pruicipio reside, Como
se inultiplica e quaes OS modus ordu.anos
de sua disseminacio.
Tambem a sciencia nao tem chegado nes-
te particular, 6 certo, a conolusoe& sempre
de igual valor, nem ba coaseguido ainda
elevar-se d considecacao justa ou irrecusavel
do todos 06 pormenores em que deve assen-
tar uma preservacao completa, mas no que
a observacfto e a bem dirigida experiencia
teem accumulado, ha muita cousa de bas-
tante efficacia.de applicacio facil, capaz de
tirar ds ep domias ae cholera -raorbus 0 seu
caracter de vasta destruicdo, ou de as redu-
zir ds proporcoes minguadas com que as te-
mos visto moderaameuto.euicentros de po-
pulacSo bem rssguardados pelas rigorous
providencias d'uma boa medicina adminis-
trativa ; de modo que a molfisaa- parece
ser outra nos seus estragos, quaajlo os coin-
paramos aos quo protbzio na ^poca em '
que ella passou pela prlm'eira vez a Europa,
siirpreliendeivlo os. medicos 0 u, populaces
uo meio d'um e^(|Bilfme.ito da
Bua indole edos pa>#*Pw*tfeferenteii 4
sua. tfanyaMssao. {Continum--se-ht^.
"TYIV DO WAWO- RUA DUyiE C : AilA.
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