Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16701


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Full Text
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ifllKO XLK. M1JIERC 258
JPABA A CAPITAL E MGABES OXDE SAO SB FABA PORTS.
Sot Ires raezes aditnUdo*........ mattMk
ror seis ditos idem..... -!??""
*or urn anno idem................* "J*g
<*U nuiaero avnlso..... ..... ?**2ol
........... s
mWM FEIRA 13 MS OUTUBBO DE 1873
PABADEMTBO E FOMA DA PBOVIXCIA.
Por trea news adianudos..............
For e ditos idem........\.....*!."!!
Pot m>re ditos idem ....,,........! "
Por uh anao idem........
crru
DE PEMAMBUCO
FIGUEIROA
"
0. Srs. ^^^;^S t GOng3lVeS r1"10' r T^' JaqUim ^ ^ B~ta*Wto;C ^ud. Le^B^ oo Ar.cat, ; J*. m* j Cltave, t^; Antoui, Mar^ da SiWa, no Natal;
Pere.ra d AIme,da, em Mamanguape ; Augusto Gomes da S.lva, v Parahyba ; Antonio Jose Somes, n. ViUada Penh*, Belamino dos S*** Bulcao, em Santo Antao ; Domingos Jose da Costa Braga, em flaiareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Qoyanna; Joao Antonio Macbaeo, no PilardasAlagdas, A]** 4 C, na Bahia; e Leite, Cerquinho d C. no RioJdeJmmiro.
PARTE OFFICIAL
Go
caixciro ou caixeiros no eslabelecimento ; a falta de bafcca no re-
Jistro coino atlostado da policiafocal, que a isto se devera preslai.
o qual resulle a veracidade do allegado. A exhlbicao de taes pc-
cas eomprobatorias, porem, nao exclue o direilo de veri6cae4o pr
pane da reparticao, para ratifiea-las ou impugna-lae, eonforme o
resultado da syndicancia, a qua prooeler, no interesseda fazenia.
AH. lit. A falta de simultaneidade dos document.)*, de que tra-
e 9 dJS WZv'"cl;l-'l'JerenJo dar execucao a lei n. 390, o artigo anterior, nao sendo preenchida dentro do pram do arti-
de 9 de nia.o de '^J^ tosaroamuime i go 7, dirime o direito que possa ler o pelicionario "
IU.I.I I.\lia:vn> : -jhafcilifacao legal.
verno da provincia.
bra dt^hr/'' PahCl da presi(lencia de Pernambuco, 7 de ontu-
a isencao, sera a
tos cmn'i J'r,-iiln,lnlL0it'!a S1^i?5a!lf5?lS &" *"fcM*MP | Art". I i. A isencao e resiricta ao requerido ; e a sua ampliacao
i^JS^SS^ hnJXf0^ WOft** ^i^^fo.|oueEenSaoapa1Ie do estab pimento, ,a, comprT
,t *J s* P^weflWtos da mama lei entende-se por estab ;!e-
SUITES!* ,od Sob a linna >i"",;ir o 1
S^ ., SSR*1 i,,cs,iH nadai em separado ; nao do, pa.
om comprehendidas ftfle* estabelecimentos, e por isso isentas
i.,.l T^' ** f'b,,c3s ? *m"*l< oflMBM qao piuerem a
veuua os sens prupnos produeios.
, Art-. ^H11^ isaixeirns qoaes<|uer individiios ao sei'-i-
?iV mTwJbe'f'""i0'"-'lualquer ,,ue seja a ddnumfoafikl quo to Ihes
dt! no uso ou ua legisla^io eommertiai, e o aerrtfo a que se appli-
Arl. i Xa comprelionsao ,|a regrj d
cluidos i^u.ilmcute os
nao
cas,
Hies
mente.
Art. o'Oi donos dos eitabeleeiment-M
o artigo ant'ccdenl
ou extensao a paries do estabeleeiimmto, nao comprehendidas no re-
j quenmeuto originario, podc ter lugar somente, sendo feiu a recla-
inacao no praz^j do art. "."
Art. li. Dentro do anno linanceiro a que se pronde a iencio
e retractavel o despacho quo a cbnsagrou, sompre que provada
meiite for reeonheeido vicio ou fraudo nos I'unlamentos que autori-
saramo despacho ou innovacao nas condiedes quo formarem a
ien.,ao.
Art. 13. Qua|.|uer alteracio no possoal do estabelecimento,
doranta o anno da isencao, devo jer trazida ao couhecimento da re-
painoi), com as competentes annullac5es e inscripc5es no regislr.i
do tribunal do conmorcio. A omissi) dcstas ffrmali.Jadtw, verili-
saoia- da por qualquer forma, da lugar a scr eassada a iseacao, me*mo
importancia
Traqsmittiodo a Vme. 03 docunieolus por copia
iiiclusos, determino-lhe que proceda nos terraos
da fei eonlra o professor publico do iiuirucijao
prmuria dea villa, padre Jota Procopiu Pereira.
"" Ao-juiz municipal do leriuo di Triumpho.
aande Vc. por em concurso a serveuiia dos ofll-
Jios de l. e hdwliiaes e escrivaes do eivel,
orpb* e nuis aunexos desse termo, de confor-
laidade sum 0 disposto no docrelo de 30 de Ja-
neiro de 1831. '
Ao comtuandante do corpo de
Maude Vmc. destacar em Goyanna, a
da*autoridates uolieiaer, nuis quinze
corpo 8<>b seu ^xumando.
policia.
disposigao
praxis il.i
050 do iii'lul-
. .mposto a que ella
tern ilireito, sujeita 0 coniribulute que empregar e.-to meio doloso ao
aar-sM i-j........." 'l'"3. freteoderem apro- paqamento duplicado do mosmo imposto, sendo considerado esse ae-
ImiUn-a) os sens caixeiros, por nuhiea- | creseimo coimj multa ; e para evitar allegav-ao de abuso de conllan-
;ao uassada por ftu propriD pnnho, em nue exni
consigiiadi* : a naturalidade. a idade, 0 attado e j
seuiu a sua nomea^ao ivgistrada no
0 iudtillo nao st
ressamente s:jam : C;l ua ioterferencia de procnralorcS. todos os actos para a obtencao
a cor, bcm como do mdulto peianle a reparticai serai directiinente pnticados pi-Jo
tribunal do com
prcteudeote, ou procurador seu, legalmente constitnido.
Ait. la. X,is_condii;oes do artigo 10, a ropnrticao deve dar logo
0 orJenado
Dierdo.
Art. 6
da
cimeulo.
existenci.i
ahi
eripi
dualisada em suas circuinstancias de loealiacaj
tabelecimento, numero e nomes dos eaixeiros.
Art. 7. A provado artigo antecedonte'produz-se
Art. 17, A multa nao satis'eita dentro do prazo do artigo an-
numeracao do es-
improroga-
Ait. 16. As multas co.ii.ninadas neste regulamento sao irnpo--
!tas almuiistrativamente pelo administrador do consulado ; e da
mesnii forma proeede-ae a iua cobran^a dentro de trinta diai sue-
ce-sivos, coulaJjsdi data da imposieao, que sera iutimu-J t imme-
l[ofr!n,irl,ne,',ef,M'rj,',,;o'Jiia Pi** isencao, qttal.
VmStL9i^ A^rovaT^'oh!^ SUW o'" !T?* !,erior d aiufe""' scr Pr"'110vi^ respec.iva cobranca ^U?j*ho,
pn.vinchl .lae^iHii*Va '^ .^ io extralnda conta, e enviada a tliesour.ria pro-
E,u''1! L ul ,'nYe.l<>" [: P-"- consagra io, quando daoiu-lla re vincial. *
ou caixeiros indo>i,se'-' J^^l? I**" *hr* I ser ? eaiMiro I A,'t- ,8' Est0 rogulanwnlo ten, execucao desde ja ; e como de-
u* 0 iud -iiado u ,tT inS ? "U V- "aK0*,l" *** f observadas as su is disposijoes, lica para 0 correute anno
vico do"..*- ^"ad"s ?a pM,ao' '"""estando .10 spr-,'fiuanceirude .873a I87i estendido 0 prazo do art. 7 ate 0 ultimo
meayao.
Art
",f,',a,n!'" .JrW" "a peli?a"' (*""m esla,u, "'Sfr' 1 fioroteiWde ,8" a I87i estendido 0 prazo' do art. 7- ate 0
iMfkr. I le'' 0U Wrc"'Iaei'"J'v'Juosirj- de deiembro vin-loaro; devendo os pretendentes que j;i re
i'o.a rm.pri!!.'i', i, i t, i ' ,;. ;,r, nq "enci0 devj sor doeaunia*i mi- te regotameau..
ctalmenie, cotton^ a eunbi ilia panes as eanseqaeneias da falt-i de
B2SSSJ!,1 ^^^./ojn a propri^'nomearo, com,,,-
t^ ?.|eg' raJa' 0U c,''",l^1;'a^gral da mesma ; com a c
tid.u, do tiibunaldocommercio, d'onJc conste: acontinuacao
regul
Art.
requore-
sto iios-
cer- f
do
19. Sao revogadas as disposifocs em eontrario.
Henrique Peieira de I.ncena
Ura>UNTI 0) oia 24 dk iui.ho m 1873
1." senrtio.
Oflicios :
Ao Bxni. brigadeiro commandante das ar-
mas.Deferimlo o requcriniento de M.tnoel Anto-
iJio Dias, sobre que versam as suas inlbrmacoes de
W de julho ultimo sob n. 6Gi, e de i do correute
^ob n. 680, aofririfo V. Exc a mand.ir dar baixa
Antonio
secrGo.
CMBeio :
Ao administrador
Faga Vme. saotir ao eapa
pelo Dr. provodor de cape
terdict0 imposto a algiiiu;
desta capital, em viriudo de dl-cisa 1 da- couseiho
de estido, mandado ex^cutar por aviso do miu-
. ropa deixa encarregado da gesta** d'aijuolle eonsu-
lido 0 Sr. Minoel Joaodo Amonm, vice-consul da
yg^x&^jifcxi,eriodo ***dd
Sant'Anna, precedeudo indeim.isaf.ao por partd d-i
seusenh-ir dj que for devidj a lazeuda, case te-
nba side voluiit.iri) u sea ali-tameoto.
Ao capit.io do porto. UanJu V. S. por em
liberdade, visti ter provado isencao legal, 0 reeruU
Joaquira Dias M.u tins.
Ao omni.iii laute do presidio do Fernando
.le N'oronha.-Trausn.iiiindo a V. S a iaelusa in-
Tormacta do inspector da thesouraria de bueoda,
.le 22 Jo currei.te sob n. 593 serie D, respondo ao
sea ollicio de 7 dejanhn ultimo n i96, em-pie re-
presentasobre alom(Bcieueia d- supprimentos de
dmhsiros, feitos poraquella r mento do pessoal desse presidio. IVr esta occa-
siao recommeii-lodlie quo mini-tre a e-ta prMi-
-k-ncia dados -smlieientes para
soquencta perante qualquer das ditas irmandades
piide tor lugar a enenmraondajao do corpo do
alult., Zeferiuo Itodrigues Moreira. No ease de
111se preslar a isso 0 m.jsmo capellio, cuaipre
|oe Vme. m'o communiqu.- immeamramente.
5' uecHo.
Offlcio :
Aos agenles da eompaahia de navega.-ao bra-
sileira.(".omumtiicando me 0 director do arsenal
de guerra em oJBcid de liontem dattdu sob n. i.ii
nao (er se recebido de borJo do vapor Cruzeiro
d Sul inn eucapido, vin lo da cort;i, couteudo pe-
sos e medidat do system.! metrico decimal, por
haver I- e declarado 0 immediato do mestno vapor
naotersidoa dito volume encoritr.il. na occasiao,
achar no porao d
Ao Sr. consul da republica Uruguay. -i>ckt
a.Tlcio quo na data do hontena me lirigL o *r. Aa-
tomo Valentim J1 Silva llarroca, consul da repu-
bliGa do Uruguay, li:o sciente do haver o mesmo
3r. consul incumbiJ1 a gestJo daquelle consulado
ao Sr. Manoel Joao do Anurim, consul daco.ifeJe-
racao argentiua. durante a sm ausoncia, e em
quanto 0 respectivo cbauceller, 0 Sr. Joao Pereira
do f^ag i Uragi, nao apresentar 0 exeipiatur impo
rial. Kenovo ao Sr. consul do Uruguav as segu-
raneas do minha perfeita esliim e di deracao.
'J.' ptceflo.
Ados:
0 president.1 d>. provincia, a vista do ollicio
do Dr. clu-l'e do policia, n. 1,306 deiJdocorrenle,
resolve esonerar 0 eapitao Oemiuianodo Itego Ma-
ciel do cargo de 1 supplente do subdelttgado do !
que possa ter lug.n-
oausmcatodetaessoppiMHeu,,. jU Ui) loferia, vapor dos porto, do norle, seja
OiJicios : "' aquelle encapado entregue ao mencionado di-
Ao provedor d? capellis. Transmilto a V. '|>ortaj-ia
S., para os.devido-, tins as inclusas copias do re- j of Srs aeeutea di eomnanhia ,1^ nanoa pastoral do Bam Wsp.. ***>. quo paUieou.e c'ndiSdo a c6r P
J'mn^L?,,^!"-^ Pn/a,.','Jo e,,svlta wna "i dwirictodo term j'da "'fimjo" por "n.irte7"p7es"tad'o
cumpreque \nics. provid.Mieiem pariqu.-, na vol- jura.nento.
0 prosidente da provincia, de conformid.ide
com a proposta do Dr. chefe de policia em ollicio
B. 1,306 de 23 do corrente, resolve, nomear Leo-
1I10 de Oliveira Hello para 0 cargo de sup-
mandou observar uui breve Jo Santo Padre Pij
(X, resposta do mesmo diocesano e do despacho
desta presidencia, r.-cehendo 0 dito recurso sem
.-ifeito suspensivo.-lgual ao {iromotor publico da
capital.
3.* seau'to.
Actos :
0 prestdenle da provincia, teodo em vista 0
concurso havido a 9 de julno ultimo na thesoura-
Pte por
que se espera do n >rle, e
conta d> ministerioda ina-
rinha, um escaler que para alii e remeitido pelo
inspector do arsenal desta provincia para 0 servi-
ce dos iiavios da armaJa.
EXPED1ENTE DO SECItKTARHJ.
/.- secruo.
OlHcios:
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas. -S. Exc. 0 Sr. presidents da provincia, teudo
igado do 1 district! do term) do
da. provincia, de eonforniidade
Dr. cbefe de policia em ollicio
iirias var/.s a nriii.-.., .~'a* ordenado a ^tisfa.-ao dosdois pedidos que vieram
111 uinasenoa p.ir.i a.-, vagas ue praticautes ua annexes an >pii rt 9* <\<> i-nrraiiio cih n 71a j
mesma thesouraria, da recebedoria e dajalfandega,'
.- conformanlo se cam a propost* do inspector da
iliesouraria defazenda, contida em ollicio datado
.le 9 do corrente sob 11.139 seiie D, resolve no-
mear provisoriamente para praticantei da thesou-
raria, Joaqaim Jose deOiinda Tavares, Manoel Vic-
tor Pereira Barros, Joaquim Jose de Oliveira e An-
tonio Rulino de Audrada Luna Junior; da recebe-
.loria, Antonio Francisco de Moraes e Jose Daniel
ilavalcanle de Almeida, e da aifandega Antonio da
<.Iruz Ribeiro e Matliiis Carlos de Araujo Maciel.
0 presidente da provincia, a.teudendo ao que
requereu 0 ofllcia: de descarga da aifandega, Mar-
cos Francisco de Paula Heis, e ten do em visia a
informajao do inspector da iliesouraria de lazen-
d:i que se rcfere a do iaspector da mesma alfan-
de licenca com todos os vencimentos para tralar
de sua saude na provincia, nos lermos do decreto
n 1,173 de Ode inaio de 186S, ordens de 21 do
mesmo met e anno e de 22 de martu de 1872.
Officios :
Ao inspector da thesouiuri 1 de fazenia.
Transmitto a V. S- a inclus 1 copia da iwrtana des-
ta data, relativa a aoineacao provisoria ds prali
.-antes dessa tiiesoaraiia, da recebedoria e da al-
fanJega, para seu conhecimento ejdevidos fins.
i*o inft-mo. -Maude V. S. pagar a Jose Car
iOS de Sa os venciuiKiitos do irfBeifJ conimandaule
pracas da gunrla nacioial desu^adas cm
Aguas-Bellas dnraiii.! o mez di: junho ultimo, coos-
tiates do pret e f >llia mclusas; cmifofme solicited
0 respectivo couiniaudaote mperiotj int^rino.
Ao mesmo.Xa confer mdaoe do que solici-
toti 0 commandante superior da guarda nacional
da Brejo. e a vista da folha e pivt que remeito in-
lusos, mande V. S pagar a quern se mostrar au-
lorisado os voncimentos das pracas dcsiacadas na
% ilia do Brejo durante 0 mez de junho ultim.
Ao inspect if da thesouraria provincial. Xa
v- iiiiormiilade do ipie solicit .u 0 commandante do
.- >rpo de policia em oflicio d.: 22 do corrente sob
11. Ml u m\-. V, S. .!. hi ir ., 1 t-nent! jli
ciou-ijo corpo, Jom'! Cai I >s ViUi, a qu.oiiia lie .i!>i
omo ajuda de Casto de ida u volia .to termo de
S. Bento. para oude loi iiouu-ado ielega'o de po
l.cia.
-- Ao me^ no.-Entregue V. S. a Fr. Venancio
3laria F.,- prefeito io hospicio dos mi.-sionari 1- ca-
1 uchinhos e encarregado das obras da nova igre-
Ja dc Nossa Seuliora da Penha, 0 beneHcio das
liarles das laterias que se forem extrahindo a fa-
vor, das mesmas obras, inciu-ive u da que correa
ultimamente, inde^ciideote de lianca e de
rio de emu?.

sim 0 oianda communicar a V. Exc, em resposta
ao citado offlisio.
Ao inspector do arsenal demarinha.0 Exm.
Sr. presidente da prorinsia manda declarar a V.
S. quo fieam expedidas as necessarias ordcus para
ser recebida a bordo do vapor que se espera d)
n^rte, e conduzido a rorte, o escaler de que trata
0 seu ollicio de hontem datado sob n. 667.
2.' secaio.
Oflk-ios:
Ao commandante superior do Garanbuns,
Buiqne e Born Conselho -S. Esc. 0 Sr. presidente
da-provincia man-la communicar a V. S., para seu
conhecimento e tins couveaientes, que nesia data
foi autorisada a thesouraria dc fazenda a pagar oj
vencimentos do official cominaudante e mais pra-
cas, deslacadas na villa de Aguas Bellas durante 0
mez de junho ultinu; cunforme solicitou V. S. em
seu offi.-io datado de o do correute.
Ao commandante do corpo de policia. -De
orJem de S. Exc. o S.\ presidente da provincia,
communico a V S, para seu coihecimento, que
nestadata expediram->e as necessarias ordem a
thesouraria provincial, aiim do Mr ahooada ao te-
nente do corpo sob o seo com 11.11 lo, Jose Carlos
Vital, a qoantia-de 3DJO01 conn ajuda do custo d3
ida e volta do termo de S. Bento, para oude foi ni-
mead > delegado de pohc.a ; seguudo solicitou V. S.
em sou ollicio de 22 do correute.
BXPEDIK.NTE DJUIA 23 DH iULHO DE 1873.
1.' uccHo.
Officios :
A i Exiii. brigadeiro commandante das ar-
mas. -Traustnitto a V. Exc, para seu conhejinieu-
to, copia do aviso do
d
e
u.iiii(,m} o capu.io ae cavaliaria Jose Meicmauns japresente o exequatur imperial i
Beserra da Sdva Costa, que devvra recolher se ao cargo ; assim o declaro a V. S. para
seu regimeuto, e autorisado o respecti .-o iaspector cimento.
a proper por intermedio de^t.i presid
plente de subdel
Brejo.
0 presidente
com a proposta do ue. cneie ue poL.
n. 1309 de 2i do corrente, resolve nomear o alfe-
res Boiilio Tolentino de Figueiredo Lima 2 sup-
plente do subdelegado do f distrieto do term) do
Cabo.
0 presidente da provineia, atten iendo ao que
requereu o eapitao do *)atalhao de resorva n. 8 da
guarda nacional do manicipio do Bonito, Fortu-
nato da Silva Neves, e a vista da informacio do
commandante superior rospeclivo, de 2 do corren-
te, resolve que so Ihes d<5 a guia, de que trata o
art. 45 do decreto n. 1130 de i2 de rnarco do 1833,
para o municipio de Agua Preta, oude foi re-
sidir.
Officios :
Ao Exm. presidente da relacao.-Constando me
cstar pendente des3e tribunal, ha annos.umaappel-
lacao, interposla ex-oflicio, da pena de gales, im-
posta a Manoel, escravo de Henrique Pereira de
Lucena, chamo sobro isso a 4tten>;.ao de V. Exc,
allm de quo quanto antes teuha decisao.
Ao Dr. chefe de policia. -Transmiuindo a V. S
o ollicio junto, d) sublelegado de Ponta de Pe-
dras, I he recoratnendo que proponha o que achar
conveniento; advertindo ao mesmo subdelegado que
nao pwle directatuente dirigir-se a oela presi-
dent.
Ao mesmo. -Provideucie V. S. sobre o que
ropresenta o consul inglez no offlcio junto por
copia, de 22 do corrente.
Ao mesmo. -Inda uma vez, e em observan-
ce ao aviso, do ministerio djs negocios da fazenda,
de II do corrento, louvo a V. S. e ao delegado de
1.* distrieto, bacharei Antonio Goncalves Ferreira,
e subdelegado da freguezia da Boa VisU, tenenle
lose CanJido de Moraes, pela importante diligencia
de apprehensAo de notas falsas, materiaes com que
eram fabricadas e captura dos individuos indicia-
dos no (abrico e introduccao dessas notas na circu-
utsaa
Ao mesmo -Communicandome o Sr. Anto-
nio Valentim da Silva Barroca, consul da republi-
ca Oriental do Uruguay, em offlcio de hontem da-
tado, que durante a viagern que vai fazer a Eu
ropa dejxa encarregado da gestao d'aquellu con
ministerio da guerra, de 14 isulado o Sr. Manoel Joao de Amorim, vice consul
l> corrente, dcclarandj ter sido dispensado do: da confederagao argentina, ate qne o respectivo
targo de secreUrio da iospeccao doj coroos desta chanceller, o Sr. Joao Pereira do Lago Braga,
loarnieao o eapitao de cavaliaria Jose Melchiades [apresente o exequatur imperial para servir o dito
seu conhe
JaU presidencia, para
subititoir o exouerado, um outro official de qual-
quer dos.-. ipis Mpecjaei do exereilo, ou dos b"-
laliioes sujeitos a sua iiupec^a-i o qual, devera en-
trar logo em exercicio d'aqueile cargo.
Ao Exm. brigadeiro Joao Guilherme de Brace.
Transmitto a V. Exc paraosdevidttefTeitos copia
do aviso do ministerio da guerra, de It do corren-
te, relativamente, a dispensa do eapitao Jose Mel-
chiades Bezerrada Silva Ueata do lugar de secre-
lari da inspec/Jio a carga do V. Exc. e a ujmea-
cao do official que o deve SabStituir.
Ao commandante superior do Bonito.-Man-
de V. S. darao eapitao Fortunato da Silva Neves,
do 8.* bntalhao do service de reserva da guarda
nacional desse municipio, a guia de qua trata o
art. 13 do decreto a. 1130 de 12 de marco d
1853 para o municipio do Agctt Preta, onde passa
a residir.
Ao promotor publico do Recife. Transmit-
tinlo a Vme. a copia junta da peticio, de Joaquim
Francisco de Mello Cahii Junior, e bem assim a
informaeao que sobre o conteudo da dita peticao
deuo conego vigario desta freguezia. Aotoaio Mar-
*7u\ vffl n i,j-i -,A,|"nwi,":ait10 Sr- 1ues de M'lha, Ihe recommendo que proceda de
Antoulo VatentundaalraUarnca consul da re- conformiJade com a lei contra quern for achado
publica oriental do Uruguay, eu ollicio do hontem
datado, que durante. a vlagetn quo vai fa;:er a Ea-
em culpa, seja qaal Kir o seu caracter c. poslilloi
- Ao promotor publico da comarca do Brejoi
a.* tfci/io.
Ofltcios:
Ao inspector da theaourari i de fazenda.
Nos termo* da sua iafonnacao do hontem datada
sob n. 623, mande V. S. fornecur ao presidio de
(ernando de Noroulu os objecto* constantes dos
inclusas pedidos.
Ao mesmo Em vista das informacoes anne-
xas a peticao ila J.:io Ferreira G.iirbra, sobre que
versa olftio de V. S, n. 624 serie D, do hontem
datado, recouimendo Ihe que mande releva-lo da
mnlta em quo incorreu por nio ter dado a matri-
cula no praso legal a ingonua Joanna, til ha do
mx* escrava Maria
. Ao mesin.i. -Communieo a V. S., para os de-
vidos Hn-,.|ne :i \j j0 correute assumlo o exercicio
do eargu de juiz municipal e de orphaos do termo
de Umbres o supplicante 3everiano Munteiro
bejta,
Ao mesmo.-Determine V. S.que o admi-
autrador da receboria uiaude lancajr de novo as
competenles verbas no incluso titulo de liceuga
que romelia o que me devolvera, visto como acha-
se apag.-iiio o primitive laucamento por ler-se dado
accident ilmente o derramamento de tiuta solre o
mesmo.
Ao mesmo. -Commanico a V. S, para os de-
*idi s Gn<, quo a 4 do corrente foi uomeado Ger-
nel Itibein de -Oliveira Castro promoter publico
inlerinn, por ter UUeeidu o major Raymando Bri-
gidj doe Santos; eutraodo logo em exercicio.
Ao mesmo Communico a V. S., para sen
coahecimento, que. por aviso do ministerio da
guerra, de 14 do corrente, foi dispeasadu do cargo
de secretario da inspeccao dos urpos de-sw guar-
iiiciui o capiUo de cavaliaria Jose Melchiades Be-
zerra da Silva Costa, e autorisado o respective
iaspector a propor para substitui-lo um outro offl-
*i-il, que devera i-ntrar logo em servii.-,o, tirade de
>|uali|uer dos corjMis do exeruito ou dos batalhoes
sujeilos a sua iiiSpecc>i.
Ao mosmo Conininuicando me o Sr. Anto-
mo Valentim da Silva Barroca, consul da repu
wca ori-miai do Uruguay, em offlcio de Inntem
datado, quo durante a viagein que vai fazer a liu-
ropa, deixa encarrega lo da gereucia daqueile
BOnsulado o Sr. Manoel luao do Amorim, vice-
consul da Boufuderagio argentine, ate que o res-
peciivo clianoeller, o Sr. Joao Pereira do Lago
Braga, apresente o exequatur imperial para scrvir
o dito cargo; assim o deeLro a V. S para seu
conhecimento e aiim de que faca coastar aoias-
Pfclor d.i alfandegi.
Ao inesm .. -Transmitto a V. S., para os tin-
conv.-mentM, as inclusas eon las ducumentadas da
receita e despcza do hospit.il milifcir, concerdentes
ao mez de junh'iproxi.iio fiu'-l'j, e bem assim em
duplicata o parecer da junta que examinou as
ditas cotit.is.
Ao mesmo. Mande V. S. ajusl.ir contas c
dar guia do soccorimento no alferes Ma no-1 Sim-
plicio Correa Leal, quo, senlo do 9* batalhlo de
infantaria, loi transferiio para o 16" da mesma
anna.
Ao mesm.1.S ilicitando novameute u Exm.-
brigadeiro commandante das arma^, em ollicio de
23 do c.irreiilc sob n. lit, sclarecnnentos acerca
do yas-lhame peiteuci-n:e a piiarmacia do hospital
militar, c que foi vendi Jo em hasta publica peran
le essa thesouraria; cumpre que V. S. Coin urgeu-
cia Ihe presto taes esclarecimoulos, cimo recom-
meiulei em meu offlcio do 13 desle mez, aiim de
que possa o mes.no brigadeiro, a vista dullas, sa'.is-
fazer as urgencias do govern., imperial.
w Ao inspector da thesouraria provincial.
Em resposta i/eqaisiijio do liscal da coUecloru
de Olinda, a quo allude o s^u ollicio datado de 23
do corrente sob n. 303, cabe-me dizer a V. S. quo
nao julgo necessaria a creacao do um lugar ue
cobrador para a referidi colloctoria, pjr ser o ter-
ritorio, que a comprehende, de muito pequeua ex
tensao.
Ao memio. Bemetlo a V. S. os inclusos
prets em duplicata, para que, a vista delles, mande
pagar a Joaquim Luix Vieira os venciimmtos das
praga; da guarda nacion .1 destacadas na villa de
Barreiros durante os mews de nuio e junho ulti-
mo* ; conforme solicitou o respectivo commandante
superior em seu offlcio de 12 do corrente.
Ao mesmo. Mande V. S. abonar ao alferes
do corpo de policia. Man >el R de tlarros, a quan-
ta de lOdOOO como ajuda de custo de ida e volta
a S. Loureuco da Matta, para onde si-gue destaca-
do o referidoofficial; segunio solicitou o ommati
dante do respectivo corpo.
4.' sequo.
Ac to :
0 presidente da provincia, tendo em vista a
proposta da camara municipal do Recife, feita em
offlcio de 16 do corrente sob n. 57, e na conformi-
dade do artigo da lei de 23 de outubro de 1831,
resolve approver provisorianieuto e mandar que
se execute o artigo de posttira additional, abaixo
trauscripto :
u Art. unico. Fica prohibido ter-se soltos oa
presos, nas ruas e mais lagarcs pui.licos desta a-
dade, q laesquer aves ou animaes nao especiticados
nas posturas ja eslabelecidas : pena de dez mil
reis de multa e do dobro na reiucidencia.
Officios :
Ao Exm. Sr. presidente da provincia do
Para.Annuindo ao que me requereu o soldado
do 2. batalhao de inrantaria, Felippe Nery de An-
drade, rogo a V. Exc. so sirva de tninistrar me um
documeiito comprobatorio da allegacao, que faz a
referida praca, de haver marchado voiuntariamente
para a guerra do Paraguay, na qualidade de guar-
da desigoado dessa provincia.
5." seccao.
Acto:
. 0 presidente da provincia, attendendo ao que
requereu o major Jose Joaquim Autunes, pr si e
seus socios no cootracto celebrado para o Iranjpor*
le de generos e mercadorias iiesta cidade, e tendo
em vista a informacao' do engenheiro chefe da re-
particao das obras pu'olicas, do 2i do correute sob
n. 280, resolve approvar a tabella infra, dos precos
das referidas mercadorias. O prejo do transports
das mercadorias tomadas dentro da cidade, inde-
pendente da carga e descarga, sera de dozeseis
reis por cada uma arroba ou 15 kilo.trammas.
0 preco das mercadorias recebidas nas barreiras
de entrada da cidade sera a razio de cincoenta
reis por arroba oa 13 kilogrammas. -
Offlcios:
Ao director goral interino dos indios.Ac-
cuse recebido o oflltio de V. S, de ^9 do corrente,
ao qu.il veio annexo o que em 13 do mesmo nuz
Ihe dirigira o director interino da aldeia de Ipane-
ma, respondendo a representac-ao do delegado sup-
plente do termo de Aguas Bellas, relativamente ao
facto da revisu, que- alii tivera lugar, dos indios
da referidi aldeia ; e de tudo fico inteirado.
> Ao engenheiro chefe da reparticao da> obras
pubiicas Teodo por ado desta data'approva-Jo a
tabella dos pre, santa.la pe!> major Jose
Jjaquiji Amur. npttett eu-
carregada do transporte de mercadorias nesla ci-
dade, bem como a planta da, cidade e os desenhjs
dos carros e trilhos di reterida erapreza ; assim o
commuuico a Vme. para sea conhecimento e fins
conveniences.
Portarias :
0 Sr. gerento da companhia pernambacana
mande dar pa segue para o sui'no dia 31 do corrente, por eonla
desta provincia, a um inferior e nove pracas da
corpo de policia, que vao destaear em Taearatd, e
bem assim a quatro nwilheres c as respective ba-
gagens.
Os Srs. agentes (hi companhia do navegaeao
brasileira mandem transportar a corte por conta
do m nislerio da guerra, no vapor Para, o alferes
Manoel Simplicio Conea Leal, qne, sendo do 9."
balalhao de infantaria. foi transterido pan o 16.
da mesma arm a.
EXl'LWKNTK DO SKCRKTXBIO.
2." teccdo.
Offlcio*:
Ao Dr. ciefe do policia.-O Exm. Sr. prosi-
dente da provincia manda transmittir a V. S. o
titulo junto de ikcifeacao do 2." supplente do sub-
leiegado do L> distrieto do term) di Cabo.de
eonformidaJe com a proposta de V. S., u. 1307, dj
24 do corrente.
Ao commandant!! superior dos municipios de
Baneiros o Agua Preta. Do ordem de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, communico a V. S.,
em resposta aos sens officios de 12 do correntj,
que nesta data auiorisou-=e a thesouraria provin-
cial a pagar os vencimenlos das |ira.;;is da guarda
nacional destacadas na villa de Barrciros durante
os mozes de niaio e junho ultimos.
Ao juiz de direito de Cimbre?.0 Exm. Sr.
presilente da provincia manda accusar o rece-
bimento. do offlcio de V. S., de 4 co cerate, om
quo da coula dos trabadios da 2." sessao do jury
d"i:s.se termo, e parlieipa ler res.dvilo abrir cor-
rcicao na comarca.
Ao mesmo. -0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda accusar o recebimeuto do offlcio de
V. S., de 17 do corrente, em que participa ter
ness:i data assumido o exercicio do cargo de juiz
municipal desse termo, no impedimenta do effecti-
vo, o supplente Soveriano Monteiro Leite.
Ao juiz de diseilo de Ouricary.0 Exm Sr.
presidents da provincia man la accusir o reeebi-
memo do offlcio de V. S, de 4 do corrente, em quo
participa ter nomeado promotor pulilico interino
de-sa comarca o oidadao Gomel Ribeiro de Oili-
veira tjsiro.
Ao Sr. Gomel Ribeiro de Oliveira Caslro. -
'j Exm. Sr. presidente da provincia manda ac-
cusar o rect-bitueut; do offlcio de V. S., de 4 do
corrente, em quo participa ter nessa data prestado
juramento e assumido o exercicio interino do car
go do promoter publico da comarca de Ouricury.
Ao commandante do corpo de policia.S.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda commu-
nicar, a V. S. para os devidos effeilos, que nesta
data offlciou seaitiesouraria provincial mandando
abonar a quanta de lOi, eomo ajuda ds custo de
idi e volta, ao alferes desse corpo, Mauoel Raynero
de Barros, que segue destacado para S. Lourenco
da Mutta; de conformid.ide. com u que solicitou em
seu uilic-io de hontem datado sob n. 425.
Ao capiUo Mano.-I Vicente dc Hollanda Ca-
valcanti. -0 Exm. Sr. presiJeute da provincia
nunda accusar o recebimenlo do ollicio de V. S.,
le 22 do corrente, em que participa teremsc con-
cluido os trabalhos de revisao d.i qualilicajao da
guarda nacional da parouhia dc I'oa, do qual foi
presidente, licando apuradas 1,(83 pracas no ser-
vico active e 233 no da resorva.
Exm. desembargador Loarenco Jose da Silva. San-
tiago,, a reqnerimento deste.
O subdelegado da villa de Itambe- eommuni-
cou-mo, por offlcio de 7 do corrente, que, no dia
4, naouelle distrieto, foi ferido com om lire des-
fechado de emboscada, o individuo de-nome Fran-
cisco Regado, ignorando se qucm fow o antor do
crime ; e que a tal respeito prosegnta nos termos
da lei.
Em data de 2 deste mez, commuaicou-meo de-
legado de S. Bento, que, naquelle dia fora encon-
Irado (ja em estado de pulrefaecaw^ a cadaver de
um prvto, que soffria de alienacto mental* decla-
rando os peritos que fizeram a vistorfi, tor sWo
a morle natural.
Em data de hontem. declarou-mc o subdelegado
da Boa-Vista quo remattera ao Dc juia de direito
do respectivo distrieto crimiaal-o inquerito que
fez contra Fracisco Jose SpiivollaTaulor dos leri-
mentos praticados na pessoa de Fnederico Mayo.
Fiualmento, a ordem c a tranquillidade pubiicas
n\o soffreram altera^ao.
Deus guarde a V. Exe.-lluu. o Exm. Sr. com-
mendador Ilenriquo Pereira de Lucena, dignissi-
mo presidente da provincia.0 chefe do policia,
Antonio Francisco Corr*i niTERIOR.
1IO EME JVMIItU
25 nv. SKTEMBRO DE 1873
<* I'fBII C H 0|t|l>sieitl>.
DESPACIDS DA FniiSlD*:.SCl\ UE 10 DK OCTUS1U
* dk 1873.
Abaixo assuAados c^maiercianles na villa do
Palmares. Defendo com offlcio desta data a ca-
mara municipal de A?ua-Preti.
Aona AugusCi 11. Jorge.-Sin, pages os direitos
naciouacs.
Antonio Joaquim do Barros Lima. Passe por-
taria cmeede.ido a licenca pedida cjm vencimen-
.os na forma da lei.
Bonedicto Jose de Souja. (uforme o Sr. Dr.
chefe de policia.
Brasiliano dos Sautos Miranda. Iuforme o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
. Bononio Rosa ae Lima Leal.Deferido com olli-
cio desta data a thesjuria provincial
Elias Baplista da Silva Ramos. Defendo com
ollicio desta data a thesouraria do fazenda.
Bacharei Gaspar de Vasconcellos Menezes de
Drummond. -Passe portaria concedendo a proro-
gai-ao pedida com vencimenlos na forma da lei.
Jose Augusto de Araujo. Deferido com offlcio
desta data a thesoararia provincial.
Dr. Luiz de Carvalho Paes de Andrade. Infer-
me o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Luiz Thenorio de Albuquerque Mello. Sim.
Tnereza Maria de Jesus.Como requer.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 11 de
outubro de 1873. 0 porleiro,
Siloino A. Rodrioues.
i 'uiuiiinndo das aruaas.
JUAllTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERNAMBUCO, EM 11 DE OUTUBRO DE
1873.
Ordem do dia n. 770.
0 brigadeiro commandants das annas declara a
guarnie-ao para seu conhecimento e devido effeito,
que, segundo constou de offlcio da presidencia, da-
tado de. hontem, o ministerio da guerra por aviso
de 3y de setembro proximo passado houve por
bcm man lar ijue os Corpos do exereilo e reparti-
c5cs mililares a seu cargo, que ja tiverem dado
execucao ao aviso circular de 13 de Janeiro ultimo
com respeito aos pesos e medida-s pelo systema
met ico francez e fei to ncs'.c sentido a sua escrip-
turacio a contar do 1.* de julho, continuom a fa-
zela por tal systema ; e que aqttelles corpos e re-
partieoes qne o nao puzeraii ainda em pratica
continuem pelo velho systems ate o ultimo de de-
zembro, devemlo em sua e,scripturacao do 1. de
Janeiro do anno viadoaro em dianle, nsgularem-se
pelo systema novameale adoptado.
0 mesmo brigadeiro faz cerlo, que nesta data se-
guem para a corte, no vapor Bahia, os Srs. tenente
coronel aggrcga lo Autonio de Camp js Mello e te-
nente do 8 balalhao de infantaria Pedro Ignacio
de Almeida Guedes, o primeiro por ordem do mi-
nisterio da guerra, contida em aviso de 2 de ju-
lho, aiim de ser alii inspeccionado, e o segunio a
rccolhcr-se ao seu corpo.
(Assignado.) Manoel da Cunha Wandtrley
bins.
Couforme.0 alferes, Jose Eliziarii dos Santos,
ajnlanie d; ordens interim encarregado do d>
talhe.
te^ttrtieitu da policia.
t.' secsao. Secretaria da policia de Peruambuco,
11 de outubro de 1873.
N 1718.Illm. eExni. Sr.Participo a V. Exc.1
quo, for.im recolhidis hontem a casa de detencao
os individuos seguiutes :""
A' miulu ordem,. Josd FartaJo da Rosa, J-ise
Cesarlo dos Santos, Lni/, Joa |uim e Beli^ario, es-
cravos, seateociados vindos da ctirle, com destiuo
ao presidio de Fernanda.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Lou-
reuco, escravo dj Dr. Ambrosio Machada da Cu-
nha Cavali sic.
A' io, oscravo do
Nao so delinem as politicas situaciics unicameu-
te pelo que os seus appellidos promettetn, sejam
elles embora as mais retumbantes. Sao os actos
consumados, sujeitos ao crysol da discussao, que
proporcionaia a prova de primor das ideas, e das
alias ou baixas ambiQots, dos partidos.
Quan'.o generoso e productivo movimento nao
tern, do arraiaos onde tluctuava um estandarte
raodeslo, recebido vida o propulsao e pelo eon-
trario, quanta* vezes cm regioes onde, como no
monte biblico, raios e trovoes faziam presumir
uma provi.lencia encaminhando. para a realisacao
de grandiosos destinos, tudo passa sem deixar ves-
i-?--i 1-. mas to a memoria de esteril ribombo I
E' tempo de comprchenderem, nao so um, mas
anibos, os partidos constitucionaes a necessidade,
hojc mais quo nunca iustante c imprescindivel de
viverom pela patria e para a patria. Sonoridades
e fogos fatuos, tudo e fallacia qne deprava os sen-
tidoi: arr.i-t.ini as primeiras peloouvido, deslam-
bram os scgundos pela visao, e em deliniliva nao
resta sonao perda irreparavel de precioso tempo, e
doslrocos de illpsocs.
Se existe outro nos um parlido que mais qae
oatro algam, deva rccolhcr-se peniteute ao seto da
sua consciencia, e fazcr-se a si mesmo exprobagoes
pelo maitd qae tern promettido o pelo uada que
tern reatisado, esse parlido nao pddo ser por certo
o conscrvador. Este alii se mostra arando, ovante
posto que sem ostentaciio, nos campos (injustamen-
te desestimados por tpiem os devera arrolear) do
progreiso nacional. .Quanto diversiflcam palavras
sem obras, do governor que anlepoc as obras as
palavras I
E' com offeito, nio diremos singular, mas symp-
lomatico soi^gsse parlido quern tonha dado agasa-
Iho 4 liberdaao politic.!, foragida de regioes i nd-
alias tanto se ostcnta inquietaremse de nao sabe-
mos quo imp ssiveis despotismos.
Nem ha symutoma de mais lisongeiro abono
para o que recebe em seu seio a illustre desvali-
aa, e Ihe presta services que deveram ser presta-
dos por quern, deixando do o fazer, da a opiniiio c> _
direito dc crer quo ivs nrraines da liberdade nao'
passa de va palavra a Ubetdade!
Com effeito, nem ha contesta-lo : ao passo quo
dirigo o libcralismo tolos os seus csforcos para
cslo objeciivodestruicao ou pelo menos enfra-
quecimento da autoridade; e quo o fervor mal
inspirado c ainda mais mal dirigiJo faz esquecer
aos arrottbados sacerdotos o i|uo a si mesmos de-
vem, e ate a sua propria deusa, vein esla encon-
trar adoracio convicta em aras qne o b.aixo enre-
d t'nculcava serom-iho d?fezas, mas que factos
incontrastaveis se tern encarrega lo de provar que,
essa sim, sao aras amigas.
0 parlido conservador nao 6 hostil a liberdade,
e o ministerio de 7 de aureo, ante cuja memcria a
pijsteridade ha de inclinar-se agradecida como o
presente se inclina, esse ministerio, repelimos, teqa
fevado a suprema evidencia esta verdado: que
longe de serem incompativeis, muito ao eontrario
liberdade e autoridade sXn prjncipios que se har-
monisam, que se completam como pelo consorcio
duas individualidades distinctas forraam na familia
um todo de justas proporcSes.
0 ministerio de 7 de marco I Pelo moito que
tern produzido e que esta a vista, ha de ser serapre
considerado onde quer que lampejem. nocSes de
progresso e patriotismo, como um dos gabinetes
de mais progressivas e honradas tradiccoes.
Pois o que se ha de dizcr seuJo que ahi e3t;la
produzindo gratos fructos reformas que o publico
interesse soliciiava com instancia e que a opiniao
aceitou possuida de inexprimivc-l satisfacio?
0 que pedimos aos adversaries 6 que faram jus-
tiga, e cntao llcara facil entendcrmo-nos.
A grim nao apavora senio a gladiadores de si
mesmo fracos pela consciencia da propria fra-
queza.
Quern tern condensado em leis providencias, tao
uteis como gloriosas, cada uma das quass na altu-
ra de so por si recomaaendar ao publico reconhe-
menlo uma situacao politiea, tern igualmente dado
prova de achar-se identiflcado de consciencia e de
Curacao com o difficil papol que as circumstneias
do moment) Ihe distribuiram.
Em taes condigfies so conselhos samento iaspi-
rados, so licocs de boa fe, deixarao de ser imperti-
nentcs ou importunas.
Esteja disso convencida a opposicao, e evite nao
so perdcr o seu tempo, mas tambenxcomprometter
a sua politiea moralidade.
0 direito de opiwsif-ao nao comprehende o de
immoderarioo e ainda menos o de scr injusto.
(NacaoJ.
DLARtODEPEttiNAgbUU)
RKCIFE, 12 DK OUTUBRO DE 1873.
O porto de lVruanibnco.
E', sem duvida, assompto da malor impdrtancia,
do mais sabido alcance para toJa ordem de into-
ressss de que depende o future desia provincia. o
meihoramento do porto do Recife, desde tanlas de-
zenas de annos estadado, e ate agora ainda por
fazer.
V ninguem 6 licito desfarjar as aprehensSes
que, pelo future de Pernambuco, nutrem os espi-
rilos reflectidos, quando, em face da constante e
perenne obstrucca > daqnelle porto, ostudam as
causas occasiooaes da nao. realisacao do mais or-
genie meIhorama_to dc que careco esta pro-
vincia.
Pernambuco, quer pela sua posicao geographlca,
que serve de ponto avancado entre o novo e'o ve-
Ihn continenle ; qaer pela sua supremacia indus-
trial, comaturotal o agricola sobre tantas das de-
m.ais estrellas do eseudi de armas do Brasil, tern
inquestionavel direito, nao so aquelle, mas tambom
a mai. melhoramentos, que estio a pedir
descnvolvimeuto e a pujanca faift-
productivas.
riiHM
7^


C\A.\ anw ifftfl & jftjflin para o qccaso ths tcnv
r
posaVixa. se 6 p**"W uiais e mais .-loreotipada
n*s annae* do pQjJijUnJaiicia-; riijaen da s-jiva
I ii mill inni H|lC#i a sita valiozissima coa-
peracdo para o rMfidaciraento da patria.
Por isso i9sistilW)5Tnrqac cider ann) que passa
augment a, por assim dizer, a inteasidade dodiroi-
lo quo Ihe .assiste en JjjfHint sobaMritj.atlensio,
dos podere? do ostad^H* paVO qa ntoixa na com
ciuncia pnbliea uns fHo rassabios do amor pro
l>rio satisfeito polo na8M> de .que ja pyza, graea
aos sense somenia aos sous paucos vccnrsos,c
argia<.
Que ha nece sidatf* aalpiiaativorgoneia reconhc-
ida, do mellioramerHeam questil), fora ale loneti-
nega-lo, nriu itojow quo al^u-m Haja qne a
into se atrova S*s.a}no essa necessidade, que
ssa urgoniSa #<> vat^je fin n to de.t-e lamnr qtc
sacrillqac o *'uturor7nto esses de "momenta,
itnbem cremos qu>, om Via fe, nin-stiem eontes-
larii, a menus a,ue saAaaham obliteraJo os senti-
menlos patridfcvos, qua sao os unicos quo devem
guiar.a&nirrio em quastoos qneaitcciam gmvissi-
uios tutoresses Ja nap*o.
EsUs-reftflcxoeiaecudiram-nosa memo no ler-
mos am ailigo edi-irial da i'rocincii, iw n. US
oNasc jenul, iio TiS so a lira a conta do governo
actual ar.M;i'-i>;\!iilid.ile da n'u axecueiod) mo-
th ornmen to do potto do Recife, co no s; essa q'tes-
l*o fos*ccausa de hi>ntem e nit viesse insolvida
desde lantns eta* Imigos annos.
Punrue mil eitreUn, perguitta a Provincial no
arliga.aUudido, iiuccderti qae ao pisae 7"" owum-
cid o ministerh um prosprrn estmh /*rt'mc*rs,
qii ime(' oi encnrnfn do tkeiouro. cw>
t'lntus aespezns improdwlicu, n-UTqaereMo /*-
Mr tto.-i/ae st ei'mij i en fa ores B MCindhM
racfiw ) cheij'i-n os recur sos do estitio para
sr- oj comaker um I it inethowmer.to f
Deixa ido do parto a assereao, nio provaila, do
van 1u' tantas desptzis iMfr>i>lctiwis ; e, ainda,
aiiaml mando a inloria e falaciosa afflrmiHPW de
f&bij'iHUtilo fin f-io p!irasc ijiu' apenas c nicm u:n d u [ugares oo-
iiiuas do inystic.is'iio npposiwonifta ; ikio e dilli '.il
salisf^er a intern^M(*io da Pnciiicia.
De d dj porto do Hecif): ou tonwnio o governs a =i a
ultra, e cxecathtldoa com m rccur.-os do lliesouro
01 por iii'i > de urn eai .-rc-iiiir. t. sob autorisae*o d i
avspinblci geral ; m conlracando-a com alguein.
nusliaiilo eert'is favores regalia-, que eertaineote
li.Tao do pozar6obre o comraereio.
Em qualijuer dai bvuothwes, o que e certo >t
meuntniverso iM|io;r"i7, se. mister quo am piano
s.;ja de abte-mao eonfecuwado'pira csse meiho-
lMajento, oijue, salvagu irJindo ell lodJi o- iuais
c'.iaros intoresses da provincia, aeaatele o*n .fulu-
ti, sein prejudicar os eapitaes empregaloi o.i
Ora, iiergunuremo- a Provincii : eKisto esso
>abo-sc giratmeoio qie io, e quo, com rela-
.;iia> ml ,.)Miient) It portjdo Hecile, applica-
se perfoilimea'.c a ee'erm ;>lirase d: t mitts cabs-
. :i< r/ina.'i; .< -illnit; s. .
l-M'f-iti: itiR in -'i-ns w os IwmttM di scien
ria t\ ie sei tern occupado com o nudii tramento eoi
>;ue*li ; mas, iimuneros s.w tambem us projec-
i is urg.misados para esse inclliorameiU). tod is
. ir.TgtaSp, mai* "i inenos, na forma e no fawdo.
): ;h|-.Mlit.iieu)iS, ain la : mmeii do |
ciirtradaj opinioe*, quand. s; d.gUluu o= mais
.. f .r-aJas mestres ) i seimcia da construe}*) ile
p m U m'aritimos ; <\ lieito qaeror quoo governo,
i i < pier quo die seja, arvorandu-ao em oraculo,
-tr 'ii-incie ) supremo ft it lx f
<- ,)a eptoadl las na materia divargeni ob mod i
i| a^reciar i'~-e- piano-, se nma opimao sagura
in. ha com rrl.ca. ai m>Jo de obviar a< eausaa
ii Uvtoras ih njistrar^ao do (WrtO, se os pro
in -ire- iti^en >. a quern 8 governo ja eon-
VjIIiu nah ai-gnrim polo fuiuro; coino pio-
II niciar-se >: givenio ne ..,.,>-! vi 11. t: .; devo tor as man lonestas
11 11 ortias ?
A grandiosi lade do proprio objeCto, o a masni-
: i:l Jos intcivres M1'1' ,,|!l' l"v' exiaein quo. antes de -er resdvila pola governo,
-.'ji a 'piesiao ben dlneidada e deiinMivamaMe
lulvida nefa seiencia, polos operarios da idea, uni-
c, eompetdirtes para sMasraa*daom o luturo,
nivservanJo o porto di Recife de male- n van-
tura maiores do quo < >\\v> actualmente o ailli-
^ 'IM.
Poi, sem duvila, n->r tor esquccido eslas consi
rl ra-ooi de maioc aleanoe ; foi, ?em duvida, por
:t iVdigeiieiab > verdadeiro poijt > objeclivo do
inHlioramento, mie a PiwAieM fe;. pesar sobre o
lj .vM-na > silench que disse (er-se feito em lor-
bo la queflfc.
!-:, onlo as provas da cxi:t.".icia do sileucio I
l'ravi.u-o, por ventura. a Provincia,
fitter com o lint de ajuMnaar intcrcsso!
f^ssavei*, cent so deprcjinnda Ja- linlias aci:
Tealo a iJJa a:iiilo e;t\c>, coin ji dis>effl *,
infioff- Tcira Lima.
ni pa'riitieo gib'mete.cl .]: in ir.-i, ipiiz elie exe-
Ctttar e mellioramonwi ; mis, aiipareccud) lesl l'

irondU
logo ecom seria e^orgia a divergeacia-do opiaiao
dos enteudido3 a oerca do piano a exeoatar-se, a
pruJeacia c unja bem ealcndida sabudoria aeon
sellianan o ajSaniento da obrattc iros tein
pos, ate quo. an piano obiivwiaaeprefereitcia cniwt flues do
os rauitos exitleutes, c fosso Ul quo *o-onerasit
> conimisrcie de I'ernambuco, ueiH sacnlicasse
natro>6igiricaiivos o' inipOTUBtes interes-es de
iXert***u. i
l'ois urn tal facto nwrece eoBsnra! l'ois n:u> 0
wile antes credor do loavores do qite.merocedor de
siitrmas.
Tat pfoceJiento do governo, aara no*, que va
mwas cousas a olhos m\<, sem o pris'nta da pii:
xAo poKtica, revella alto criteria, bom pensada
inleircta e esforeado pjtriatistso ni geslio dj|b)J-
blicos ncgocios. J1 Jff
Wravincta, porem, vendo as cousas iriadas das
cjres que a dispersio da Itu prodiu no prlsmadir
narxao politica, lavrou lima coasura par aquillo
mesmo qae, n'outras circumsianeias, estamos cer
t-, applaudiria com calor.
F^i isso urn dos maitos effeitos da nia optica po-
liUca, effeito quo felizmeate nao so- estendo a mui
;os espiritos, ma- qno eonvein nao fiquo sein o
corrective necii&sa" io,
Nao, fi pio certa a Provincia, de qae n^o aoha-
ra aleptos csse sen mjdo de veV com rclacio ao
melhoramento do parfo do Recife ; e couvi-ncase
do que ao gabinete 7 de nurc/j sobram pa.riutisrn
o intelligencia para solver opportuna o vatrtajosa
meiite tan melindrosi questao.
0 mellioramento do p irio da Recife ha de fatw-
s'e, estamis cerios: mas eouvem que so se;a r;a
lisa 1 o quanlo a sciencia tiver dilo a ultima paia-
vra sobre olle.
Antes disso e arri?car muito para ganhar talvez
na ;a; dsaenftcar maiores interesses (to fntaro a
alguo* interesses .do in tmento, respcitaveis aim,
uns, nij capazes de moieiecer tao enorme sacn-
lieio.
E' preciso sibcr esporar o tempo da colhciU pa-
ra recolher a fciia sememe ; e no saber osperar vai
uaia grande virlule quo a Provinci* dove pra-
ticar. .",
I'ara a Previufii* 6 tanto m.ns racd osercer essa
virtu lo, quaKtJ, ludo indui acrer quo breveoiente
se realisari o melbo'rame ito em questio
Sf^pfins iIa Crux, com
l|a|2Nnventel.
...JocAm Cuagas, com
IVr-ira .rftfTW v
io;t y.ma itw rkni Moreira, com Anua
menliiia de Borba Cavalcanii.
nunci,
de
com Reparau Cllrida
uacio da*i*ra Junior, cam Mafia Pe-
desffliibargador 1legucira"n)Jt
ante Dr..Anlero M. dfth tad),
desembirgadn-! Arauj'
ante (Jregorio Tnamafurgo Si Leitaa.
desembargador Neiva :
giavaute Antonio AlvosiMH rTeras.
AppeHacoes crimes."
jbargadorAloieida Albuquerque :
- Appflpnte o juizo, appellado
stops de (puza.
i lor Uoiningues Sila :
isc. AppeUaMas Uoraingos da
outro, apii^kda a pi-tica.
Ao-Sr. dupmhargador li : icira Costa :
bo Dui^HJ-Appellaate u jjizo, appellado
mingos V^Hk da Silva. -
lOnoerraatae a sessao a 1 liora.
antes do
Pelo menos e nbala ins essa d.Ve csperanca,
qae se firraa nos honrosos procelentos do gabinete
Rio-Branco, ja tao abeio de servicos ao paiz.
REVISTA DIARIA.
Qaaania naciunalI'or portarias da pre
sidencia da provincia, de i() do corrente.
Poram n tmeados para o 2S batalliao de inian-
tariado municipio ilo (iirau'aus : lencnto quir-
tel mostre, o alferes Martinlio Avelinodc Albfiqaer
sargonto Tolen
o
li.jvuu-i', |**^i >vnnii*t, .. ..",-------- -- ( i ,ii:i'iuauif j t":Uar qiiebra-l i coot a sua p.ilavra oscnpta r piead(H os soguiates cilal.i's:
Nao, nao o provon : dou-o com existente ; no ^jgifei Q)Mea Fiiho : para Pafmn
enfaato que as provas emeootrario sao patemes, e ,iao"Connell Jersey; para Garnet
ail lorn imponantns c magestosas. _
Aiax do in Jo foroa e qnedigamos que nao loi a
Praclmcia quo n teve a ventura de, eai prioieiro
lagar, crguer a voz no debate sotee omvlliiri-
inout) do part) Ao: s da Pr,icimii, muitos ou-
tfits caianne* da laiiiron-a s- tinlian piMiiun.ia-
o s il'.re o assiimalo, e f.n nossas colleceoes eti-
NBtrara a Ph)nin--.ii a arova plena do quo aliii-
nanos.
N-;-s,i< di-cu-s>Vs da imprensa soman'.e duas
i-1 lsas lleiram pr.ivadis: a neces MNttedo meibbramenn. E aqui, com.) eiiire os
ho-nens leennicos. lavrou sumpre o desacorJ) na
motto pralico do revolver a qucsta >
Tambem a illusirc assemble:) ilo Poroambaco
i.i aais eiqusceo esa melliorameuto, e cm yarias
V'pi.-.as clainooBBOr el'e, ji reclainaudo da iribuoa
vari03 de sens merabroa as aiienijoes dos poderes
S-'eraos, ja endere.ando a corporac.io aos inesmos
poderes diversas repiesentavoos sobro tal ubje :l'
. Ainda este anno ref.etio se o facto ; c, do en
v,!i; com oatras reclamacoos. la chamou a illus-
tre assfonbiea as vistas do governo central o da as
seinlilea geral para o referito i leliioram nta, fa-
/..'.iido lh.es sentir a, nunca alias eontestada, ne-
<:essiJade e nrgencia Jesse mais quo todos graa
dioso demculo do uregresso para I'crnamtiuco.
No proprio soio da reprosontaeao nacional miu
vox se fez ouvir, Cite ana I, ::i>i-lindona idea desso
melhora ueoto ; 8 esaa w, b.isiauto antorisadi,
nao se perdeu sob as abobodas do palacio da ca-
mara lemporaria.
Nan, nao so pardi n, neffl sc pecdera a voz
d) distinct-) c illustrado pernanibucano Dr. Fran-
Cisco Leopoldino d ; (Jus na) l^obo, cujqs esforcos,
eojaa energias bao do eaeoutrar sompre acollii-
oteflto nos espiritos culiivados, que sc retemperam
no amor patrio.
Ainda mais : o Ejtm. Sr. commendador Henri-
que Pereira de Lucena, digno adminisirador da
nroviiicia, no meio dos tantos c tao afanosos tra
balhos que o preoccupam, nao se tern doscurado
do melhoramento do porto, e S. Exc. tern manti-
do, a tal respeito, uma activissima e instructi'a
corrcsponJencia com o governo goral, eorrespon-
deucia de que, sem duvida, muito pode vir em be-
leCcio da provincia, coaliadt aos sens inteligea-
tea cuidados. ^
Se, pois, a imprensa, a assemulea, e os gover
nos, geral e provincial, se oceapam constantemei
te com esse objecto, onde o sileucio, de que trata
a Prcvincia f
Se honve, se ha esse siloncio, isto e, se se qucr
faze-lo sahir do facto do nao estar reali-ado o me-
lhoramento ; neste caso convem ser-se coherente,
e respon;abilisar a todos os govern s transacios
pela demora havida ca solucao do problema.
Porque razao te ha de.e.-cusar dessa responsa-
biiidade as passadas administracoes, e faze la pezar
sobre os hombros do ga! iaoto de 7 de inarco,
porqne 1
Di-lo a Provincia: porque contmo no sea s<
lira pernambacano, e ja co-itoa dous!
Ainda assim, e ohvio que a censura r.brangera
os passadas gabinctcs, sem exelu>ao dos das situ a
<;oes liberaes, visto c >mo alguns ministros destiis
tambem Iruiram a hoara alias bera werecida
e devida a importaucia de IVrnambucn, de re-
presenia la no governo.
Sim, a censura deve abranger as situaeoes libe-
raen, rrao sri porque, oulrora, coiuo agora, tive-
ram asseato no eonselho 0> ministro var'os jwr-
nambuc3n i unbem o priucipalmoDtd"fw>r
qne, oalr'ora, eomo hoje, eram rfconbecidase pru-
dan^^^^^^HBade e urgeucia do
Mm
< Ha aov
na
Peru
prob
MM*)*-'
<1
iu
nao i
Ha afar, nessas peuc:
jastica.
lue, ha eer<
govern* Imperial fazer
do liecife ; mas e
vesse sido inflaii!
interessepabiico, i
ainda a Pracincia, esle-
do mcUnraiueiilo di pvto ie
sscntou : Segumlo tolas as
il c-iuxH o pro
A4jB^N cnn'r-itt;
eomo
alou : Su
S:l
I
__I
quo ; alferes da -2' cnmpanlua,
lino TiO reira do Azevedo Uello.
!' i rtwfcferido p?ra a 1' cornpaohut do 27' pa-
talli in lo mur.idpio do 15 iiu I- insulin), o alferes da
1 so oaauliia do I3 esquadrao de cavaJlaria des-
se municipio, Luii Thenorio do Albuquerque Mello
**aul&M&e de Dii'eiti). Nos dias 17.
20 e 22 d) corrente devem haver neste estabefo-
citnoato defezade these- pelos Srs. bachareis Jose
le Oliv.'ira Campos, Eliseu de Souza Martins e
Jo to Vieira ite Aranj", par.) obterem o grao de
d inter eoi direit-i.
If lean em nla.- Achando se interdictas
iodas as irinandades erectas na matriz de S. Pr.
I'elro G mcalves, e tendo uma ddlas, adtrs Almas
do fazer honlem a festa d) pa Iroeiro S. Miguel,
ea;>ra de esporar, grande affluencia de pOTO
liouve ii&a de ver se resolveria o conflido que,
lore.sirnesste, se basis do dar entre aquella ir-
mand.l le, cousciii de. seus direitos, o o clero olfi-
eiantc, que se di/. oonscio do sens perms.
Don m eJfcctivamente o couflicto, tendo porem
a mais faci! solucao.
A iri'.iandade apresenlou-sc revestida <\) suas
Insigriias, e os adres, que t'mham de celebrar na
reiiraram-se; effectuandose a festa coma
orchestra o com a oraoao iniima dos lleis.
Honve alii o quer que fosse de doloroso e de
imprudente ao mesmo tempo; a propmcao quo os
ministros do altar o aban I m:.iain,obseivase que
o povo maisdellese aproxnna. *
I'ara onde iremos Vallia-nos ao menos que,
bem ou oial comprehendida, a^rni e a m>ssa
bussol).
-VacelnaxdorisBJ gmfmmL -Foram no-
-Para Beboribe,
ires, Antonio Xla-
ileir.i.Adolpha As-
tolplude Albuquerque Lins; aos opacs foram eo-
vialos pelo Sr. inspector da sadde publu.-a tub is
do paz vaeeinicn.
Em tine flaa t Communicam-nos que os
moradores da rn'a de Barreto te Menezes, dingm-
d> urn abaix) assigoado ao Exm. Sr. presidente
da provincia,alim de rmrS. B\: mandasse clovad
o calcameato em ;i;ni i eqoena oarte diquelia rua
oiiJe se junta-n agfiaSimtridsl quo exhalam iml
cheiro iasttpportaveT S. Ec. o Sr. prosi leute, so-
licito sempre em attendsr a todo o pedido justo,
a hem do publico, dferio* i/t coiitineiUi o reque-
rimenlo ; masitehoje apenas mandiram eonduz.ir
duas oa- ires oarrocas do pednis, quo so teem
servido de atropeVo ao public w
\\) admiltimos o sophisma ; cqajibalemolo :
quo as ordens do S. Exe sejam eudjpnaas e satis-
leita a necessidade publica.
Tiro. Foi ferido com urn, dado de emboscada
em Itaiubi'-. a i do corrente, o individuo de noun
Francis :o Hegado; nao foi conheeido o aufor.
Cnitaver. -EmS. Il-nto f i eucoiitrado no
dia 2 do currents mez, eja en cstailo da deeomp)
sio.ii, o do urn preto que alii exislia, soffreudo d'
alienacao menial. Os pentes que 9 examinaram,
deelararam tor o mesmo preto succumbido a morle
natural.
ttazeta ,iii'iliea. 0 n. :1B dastc jornal
contem :
Gazeta Jurhhea : I.* A instiluicao de uma so-
ciedade do palrocmio, em favor dos sahidos das
pri-oes por cumprimento da pena, e uma urgente
necessiJade, que dor-repp m le as devadas exigen
eias da religiao e do estado. 2. Tal institaicao
deve ser promovida e gozar dos maiores favares,
deixando-se, quauto for possivel, ii iniciativa pri -
vala e notaveimenie as socicdades fundadas pelos
parliealares, a'missao de assegurar-lhe a existen
eta c do desonvolver-ihe os progrcssos. 3.* A
aceao do palrociuio dove ser preparada, durante
o_ pena, pelos cuidados dis com nissoes do vigi
liacia.
JurisdiccM cioil : l. E' solemtiidade substan
i-ial as escripturas a doclaraQJo de ter sido lida
ante as testemunhas e partes. .2.* A conferencia
entre dous escrivacs 6 precisa para authenticar o
Paslado d'rinanimeuto. 3." Justo titultfe boa fe
para a pjcscripcaa-1* Podc a Santa Casa deMi
sericsruia appellar pelo beneflea dc rcstituicSo
2." Iustitui^ao de morgado nao vale; e os bens
passam aos herdeiros do tcstador, embora pile te-
nlia disposlo alteraativaraente de taes bens.
Jurisdiqao commercial: A." Sendo nullo, de
pleno diieiio, o conlrato de risco maritimo em que
o proprio corrctor ligura eomo pai te, nuilo 6 sea-
endos>o e o scguro que sobre elle versa. 2." Se
o gestor de negocios pode segurar em nome de
lerceiro, nao pode intentar a respectiva accao sem
procnr.irao do segurado. 3 Prescripeae da ac-
cao de seguro nao sc interrompo pela reolamaoao
extra-judicial. i Para validade do contrato de
empresiimo a risco manlimo, e preciso o registro
no tribunal do commercio.1." Responsabilidade
dos socios enmmanditarios que tomam parte na
gestao da sociedade. 2* E'incurial pedir-seso-
incpte a rescisio da sentenja e nio dos accordiios
que a confirmaram, deixando de exhibir os docu-
meutos cm quo se nrmaram. 3." Nao procede a
ae..a i rcscisoria fundada na ma apresiacao das
provas. N.io valo, eomo hypolheca, o respectivo
contrato, celehrado eat paiz' estrangeiro, sobre im-
mnveis situados no imperio. 2.- Eutretaoto o cre-
dor que, llrmado em tal contrato, obtem seuunca
passada em julgado, lica nabilitado, eomo chiro-
graphario, para concorrer cm raleio na execu-
cao mow da por oatrem contra o deveior corn-
mum-
Pruclatuas Foram lidos pa raatriz de
Santo -inzoaio no dia U do oorreiUc, os se-
g.auUes
1)0)21'
ouveia.
OMQcifjA CHOI I -
Maa-xdde LimtRgufliredo, comBeimira Car
neiro de Aquino.
-Ennlio da TiiirUda Pitito,-com-ABteaia -Marga-
ridaXavier dc Maws, jar.rw^r^ajaj m
Joao Kavier (flBT^kCoamAdM HaVli.1 li smlwa
Ferreira. Ma_ ..
Antohicr Francisco derr*6s, com Dibiana Phi-
lomena da Triudgde. -
Alferes Lydio Gomds Porto, com Julia Flora de
Oliveiia Porto. k ^..u ^ z.^
Esperidi.ro' Fabiano, com Maria Annanciada *de
Mello. M
B'l-atcsto dc.letras.-0 cscrrvao dor pro-
tfetos Jose Mariaiino, e?ta do semana, cartorio
onde foi a secretaria do policia, sala dol*lo da
But rt.
I^otcrla. A quo se acna a venda e a 70.* a
boneflcio da matriz dc Afogados, a qaal corrc ae
dia 21 ,
Leilaa.-TIoje, as 10 boras, el{clda o agen e
Pioto o Icilao de qrogas. conforme esta anminciado
para o sou escriptorlo, -;i raado' BiM Jean* a. 4 -Casa I ilejieai.novuiiea'o 'do dia
10 de outubro de 1873:
Existiam prews oVi, entraram'7, sahiram o,
ixisiem 3i2.
A saber : n
Nacionaes 2ii, mulheres 10, e-rangeiros 39,
escravos 4o, escravas i.Total 342.
\limentados a cu^ta dos cofres pablicos 271.
Movi neato da enfermaria do dia 10 de outubro
le r873 :
Tiveram baixa:
Fraacisco do Soflra Ferr.u, gaJtritc.
Joio de Oliveira e Silva, febre.
Teve alta :
Liberate Sotres da Silva
Passa.src.irns.-Sahidos para a Bahia e por-
tos iritonneilios, no vapor nacional Peneio :
Adolpliu Brorker, Luiz Pngito, Frederico Pier,
Pedro Gatuliuo, -Antonio A. Soares, !->' Mafia G.
I'creira ,e sua seulmra, J^ II. tlonnoley esua se
nhora e 2 filhos, Manod M. Pinto, Adalberto Au-
gust!) Pinto, Macirio Fernandcs da Silva, Joaquim
lo-o de Amrtrirn, Banoel Jose G. Pereira, Ventura
Fernandes da Costa, andido Josii Cardoso.
Cemiterio iu-ni<'i>. ObituariO do dia 10
Jo' correato :
Manoel, par lo, Pernamlrico, 7 dias, Rocife ;
hronfhite captlar.
Joao Vicente More'ra, par*), Pernambuco, 30
annos, casajo, Doa-VNta.casa de detenrjao; bo-
xigas
Praiicisca, parda, Peruambuco, 3 annos, S.Jose .
bexigas.
Uuilulino, pr.-t), Pernambuco, 4 dias, S. Jose ;
entente.
Manod Teixdra Bacdlar, branco, Pernambnco,
18 annos, solteim, Santo ftntwlo; oujestao ce-
rebral.
Maria, brane.i, Pernanihtin >, 2 c moio Jannos,
Afogados; brondiite
iiarcelmo J i
annos, c isad-\ I'o.-'i; felire peraieidra:
Maria 1,,'iiacia Pinheiro de-Hello, paMa, Pornam-
hue i, 3 : anno', soltdro, BovVisla, Iiospiial Pedro
11 ; variola.
Joai FrauMsci da Siva, par I), i'ennaVnco. 50
annos, silteira, Uoa-Visti, qospital Pedro II; va-
riola.
Gjaeili, Rilrigiies de Aim-ida, pard), Pernam
*uco, 35 annos, silteiro, Be:i"'e ; tub -roulos
monares.
ri'M-K a
C.iM
Do-
ari unmifiPAL.
Maria dc Lallis
B^ei com Se
a a Rodrigues.
i Manoola Mo
HRKOiMe.iJi;DU;!ABIjL
SE-SaO DE II DE rjUTOBR0 DE 1873.
'RKSl.'BNCIA DO EXM. SH. COXSELIIBJKO. CAETAN 1
SANTIAGO.
Ft-crctario Dr. Virgilio Coelhu.
A' 10 bora* da man'u, prosentes os Srs. des-
iaibargadores Almeida Arbuquerq-ie, Doria, pro-
curauor da coroa^Dumingues Silva, Araujo Jor-
ge c Neiva, fillan lo c.mi causa -os Srs descmr
barga lores Loaren;0 Santiago e! Regueira Costa,
e im.-arecendo tambem os juries do direito O nn-
tino Miranda o Tlnmaz Henriqaes, abrio-so a
sessao. .
jrjLOAMEJrros.
Habeas corpus.
Pacientes Luiz Antonio do Nascimento e oulro.
Coneederafn soltnra.
Paciente A'Blpni) Pereira Real. Concederam a
or lorn para a sessao do i\ do corrente.
Dcnunoia do promot r publico da eonufca do
Ipu contra o Or jaiz do direito da mesma comar-
ca_Lc icatlio de AnJralo Pessoa. Reblor o Sr.
ieseuibargador Arnnjo Jorge. Sorteados as Srs.
desembarga'dorcs Neiva, Almeida Albaquerqne c
ojuizdo direito Thomaz Heariqncs. Jo1av)U-se
improceJente a dehuncfa.
TASSAfiENS.
Da Sr. desemhargader Neiva aorfr. desembar-
gador Loarcnpv'Sairtiago :
De Porto Cal\*o.-Apoellantc Joao Biplista Le-
mos, appellado Luiz Aiitoaio GoaftSlVes Becco.
Ao Sr desembargador r>omingues Silva :
Do Recife. Emb.wg.-mte Anloniode Souza Braz,
embargaJ > Jose Alvts Barbosa.
Do Sr. desemoargador Araujo Jorge ao Sr. des
embargador Neiva :
Do Recife -Appellanle Benedict), pop sea ca-
rador, apjiellado Manoel de Souza Tavarcs
Do Sr. desembargador Domingues Silva ao Sr.
deserribargadpr Begueira Costa :
Da Escada.Appellanle D. Illuminata Melania
dos Santos, appcllados herdeiros de .Jose R*jdri-
g ics de Senna Santos.
fo Sr. desembargador Almeida Albuquerqae- ao^
Sr. de-cmbargagador Doria:
De Camaragibe. -Appellante Antonio Alves^
Rego, appellado Bacellar & [rm.io.
D) Recife. -Appellante Maria, por seu cura;
appellado Francisco Boaveniura da Luz Lourelrb*
Ao 5r. doscmbirgador Domingues Silva :
Do Saboeiro.-Appellante o juizo, appellado An-
tonio Ferreira Lima.
Do Buiqae.Appellante Valerio Gomes deSoai-"
za, appellada a jnstica.
Diligencia civel.
Ao Sr. desembargador procurador da coroa :
Do Recifj.-Appellantes herdeiros de Manoel
Luiz da Volga, appellada a fazenda nacional.
Assignon-?c dia para, julgamcnto dos feftos
soguintos:
AppeHacoes civets.
Do Recite- Appellante Pedro ViclorBouletreau,
appellado Jose, por seu curador ; appellante Joao
Antonio Go.-nes Gulmaraes, appollados Aatonio da
Cunha Soares Gaimaraes e outro.
D'Agua Preta. Appellante Jose Caetano do
01iveira, appellado Setjastiio Alves da SiUa.
AppallaoOes crimes.
De Goyanna.-Appellante o juizo, appellado SB-
verino Gomes da Cunha.
De Alagoas. -Appellanle Felippe de Moura Ro-
lim, appellada a justica.
BISTRIBUItOES.
AppeHacoes civejs.
Ao Sr. desembargador Neiva :
Do Camaragibt.Appellanle Manoel da Corta
Lima, appellados os admmistrapores da massa de
Marques e Barros.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
J)a Bscada.-Appellante Joao Carlos Cavalcaaii
de Albuquerque, appellado Mariiniano de Barros
Brancc.
Recursos cruaes. '
Ao Sr. (kscjnbargador Lourenco Santiago :
Do Recife. -Reeorrente o juizo, tecorri'Ja 4os.e
Dativo do') Passos Basto3.
Ao Sr. deaeaobargador Regueira Oj.sia :
Do Recife.Recorrente o juizo, recorrido Luiz
Alves do Souza.
Ao Sr. desembargador Araujo Jorge :
De Paul > Alfonso. T-Recorreate o jmizo, recorri-
do Antonio abnpol Mendca.
Ao Sr. d9Sjauargador Neiva :
Do Recife'."-Reeorreaia'iae4 Dativo dos Passos
Bastos, recorrido o juizo.
liaaa.
Ao Sr. desembar. 2_
Aggravaute Anloai
Ao Sr. desembargador Dominfan Silva :
Aggravanie o curador de ai
SSSAO..^rUAQRDLNAiUA E,d.l.DE OUrU-
BRODE487.I.
PJlBUWRKCtA DO B800 E ALBJOERQlJR.
Ao meio dia, prosentes os Srs. presidente Rego c
Albuquerque, e vereadores Neves, Theodoro Sil-
va, fcayo Junior,. Or. Mosiozo Cunha Guimaraes,
f >i aberia a sessao, lida c approvada a acta da
anteeedente.
0 Sr. vercador N'evos, usando da palavra pela
ordem, leu uma pctic;ao do Rvd. Francisco Luiz.de
Carvalho pedindo exoneracjro do lugar do capel-
iao do cemiterio publico dasta cidade e requerou
que se loavasse ao exonerado pda maneira satis-
factoria porque so houve no desempenho das suas
funccSes do c ipollao, para cujo lugar propoz ao
Rvd. Hoiculano Alves de Urito.
A cantara oacedo.u a oxoueracao pelida. man-
dou faaer as. cominaoicai;oes necossarias, louvan-
do o exonerado u;la maneira por quo desempe-
nliou o referido Tigar e adiou para a sessao vin
Joura a nomaai;a) do .quo o deve subsUltur em
dila capellania.
Passou-se depois.a leitura do seguinte
EXl'tDIEiNTE :
Urn olBcio do Exm. presidente, de 2i do pa-sado,
autorisando a eamara a desapropnar e terren i da
rua da Assump;ao, pertenceute a Antonio da Got-
ta e Sa.-Expolio so orden ao procaralor para
entrar cm ajusto earn o referid) Si, visto ser ex-
Cessivo o preen por Cite iindidj de "JOJ^OOJ.
Offleio. do vereador Bellarmino do Re^o Barr,:s,
communicand) a eamara que por tor de fazer
uma viagem a corle, doixa do eompirecer as ses-
soes. -Inteirada.
Oatro do secretario da mesa paroc'iial de Jaboa-
tao e do jujz do paz de Muribeoa, remelteudo o<
livros das aotas las eleieoes alii procedidas para
vereadores da eamara da n iva vjlla de Jaboatao.
A eamara marcoa o dia 8 do corrente para ter
lugar a apur.n;ao, fazendo-se i~io publico por edi-
taes.
Oilicio do jaiz do paz da freguezia d.ijJiJoa-Vista,
manlado peln Exin. presidente da provincia a
eamara para inf nanar sobre o sea conteddo. -
Man lou-se salisfazer.
Oatro do liscal da freguezia de S. Frei Pedro
Gmcalves do R.-cife. iiiforuuudo a pctic.io da Ma-
noel Jo>a G mcalves. Bragi, jiedindo "Cento para
levantar nos fund*s di easa terrei n. 68, staa
ma do Bara-) do Triuaipho, umi labrica de sabao.
-Remelteu-se a oomoiissao da clilicagio.
Oatro do liscal de S. L turen;0 da Matla, remet-
teado o mappa dos cnterramenios feilos na ju-lla
freguezia no mez da seiembro ultimo. Mandoa se
archivar.
Outro do da frognezia de S. Frei Pedro Gou-
calvee do Recife, romeitondo a relag-io das multas
imposlas de 23 a 30 do mez liulo, ua importance
de 3G3O0. -inteirada.
Quatro termos do iaXraicao ommetlida pel) Dr.
Joaquim Antonio Carneiro da Cunha Miraala, re-
metlidos pelo iiso.il da iloa-Vista, ua iiaportaocia
cads umdo 30JO0J.- Rcmclleram-so ao procu-
rador.
Dous tennis remettidd* p-lo fiscal de Nossa So-
nhora da Graga, na iinpoitauaa de 30j003 cala
um, p.r infraccao uO'.nineUid* par D. ldaliaa Caro-
lina da Silva Monieiri e Luiz do Franei Moreira da
C.irvalho.T'Foraiii rouieUiJis ao procuiaibr.
Relagao das multas imposlas pelo fiscal daquel-
la freguezia, do 21 a 30 lo passaxlo, na imporlancia
de* liiCOJ-Inleirada.
0 Sr. vereador Dr. Mosco-o raqucreu, e fn ap-
provado, para que Ihe fossa forneci la uma rela-
caa minuciosa de ti las as rendas da eamara,
com as precisas cspecilica^oes, e rosumo do quan-
lo montou cada uma deltas nosdoas ullimos aunos
de 1871 e 1872.
Tambem (ofam approvados os segumles reque-
rimentos feilos pelo Sr. vereador Neves :
1," para que se liie informasse quoin autorisou
ao ex-aehnutor Auiouio Bprges Galsao Ucboa, a
coUrar oulros iaiposlos, lem do da 300 rs. por
cada paviaieulo ou ao-lar do cisa dontro da ci la-
de o qaal'Oieu liador^ ... ,
2." para ipis sejam admittilos do dia to aleo
allimo do corrente mais .dous serventes para .a
limpeza do cemiterio publico que devera #char-se
prompto para o dia da I'mados, bem com) autori
sacao para mandas c.Mar o la.lo cxterno da capel-
la, das ,duas casas a piuur os partoes, a qae a
eamara c.nvido os do:\aj dos inmsoleos a manda-
roai piutare prepararlos mesmos, para o referi
do dia de Gnados.
Foi apresentado o scguiulo projecto de postura,
que foi approvado e rameltido ao Exm. presiden-
te, para us devidos lins :
Ficam desde ja em execueao os ails. 223 e 230
das posturas m.miciptes approvadis pela lei pro-
vincial a. 1,129 do 2d de junho do corrente anno,
sendo conserva Jos os escravos actualmeatc eia-
pregados pelos arrematautes dos lalins ale findar
se o conical*, uma yez quo os &rreinatautes pro
vem ser de sua.prbpriedado esses escravos.
Foi autorisado ao procuradjr da eamara a sa-
car para o Rio de Janeiro em favor do Banco do
Rrasil a qtiantia de I2:00)JHKX>, juros o araorli-
sacao da de i0.):003|000 pedidos por empresiimo
aquella banco. ..
Foram ramettidas, a commissao do policia uma
proposta para kiosques, de Manoel do Nascimento
a Silva, e a de pelivoes, ade diversas negocuntes,
conductores e correspoudentcs do assucar desta
cidade. dirigida ao Exm. presidente da provincia a
por esta a eamara para informar. .
Pedio-se ae Exm. presidente approvaeao da ar-
rematacao que fe/. Manoel Domingues da Silva,
pelo preco de 3:72i ou do iuiposlo do 120 rs. por
cada aarga. de far.nha a legumes.
As pelicoes de Joaquim Henrique de Oliveira e
Manoel do Nasctmenlo e Silva, foram despachadas,
mandando-te quo esses individuos apreseatassem
suas propostas ; a de Joao Baptista da Silva Du-
la, que roquoresse ao Exm. presidente da pro
Foram ao engenheir., para informar as de Ma-
noel Anselmo i Correia de Figueirodo o da confra-
ria de S. Beuediclo ; ao rospectivo fiscal para o
mesmo Gm, a de Antonio Jose Ferreira Lmia ; foi
indeferida a de Bernardo Jose da Silva ; e deferi-
das as do Antonio Tavares Calaaho, Antonio I ran-
eisco Marlins de Miranda. D. Arcelina Xavier Car-
neiro Campello, Alberto B.Gheny, Antonio Ferrei
ra Ramos, confraria da ordem 3a de S. Francisco,
Claudino Jose Lopes, Cbristovao Amynthas Dantas,
Costa ^ Irmao, D. CaQdida Maria da ConceiQao,
Elias Jose Jeronymo, Elias Baptista da Silva, Este-
vao Jose da Molta, Francisco Ferreira Baltar, Jo-
vino Epiphanio da Cunha, Jose Maria Pereira da
Rocha, D.Josepba ioairuina Pereira Ramos, Jose
da Si va Santos, Jose dos Santos Medeiros, Herme-
negildo Severiano Goncalves, Joaquim dos Santos
Condes, Joao Alvarcs Castdlo Brand), Luiz Ma-
noel Ferreira Guimaraes, Luiz Ferreira do Almei-
da, Manoel Olavo do Rego Albuquerque, Manoel da
Silva Moreira, Manoel da Cunha Brandao, Manoe
de Almeida Lima Sohrmho, Oliveira & Irmao, Ro
drigo Lauriano da Costa, Rufino Carlos Ferreira,
Salustiano Augusta Pimenta de Souza Peres. Tra-
iano Patrieio da Costa e Vicenle Jose da Silva.
Nada mais houve, e o Sr presidente levautou a
sessao as 3 X hofas da larde.
Eu, Pedro de Albuquerque Autran, secretario,
a escrevi.
tTheodora Machado Freire Pereira da Silea, pro-
presidente. -Jose di Siloa Loyo Junior.-Jose Pe-
dro das Neces.Jeronymo de Souza Ltao.- Joao
4a Cunha Soares Guimaraes Dr. Pedro de
Athayde Lobo Uoscoso.
1MB
-..ojj^ijjustf iyniiiiin.li
PASTE POLITICA
PABIIBO \SEBVADOn
RECIFE, li DE OUTUBRO DE 1873
A falla do encerramento das camaras deu moti-
/o a dous artigos pablicadas na Provincia, onde 'a
paixao partidaria revelou-se ainda uma voz de mo
do injustiileavel.
I Ainda que nao tsparassamos justiga de nossos
inlransigontes adversaries, lodavia era de suppor,
que a cxomplo de lantos oulros orgaos da imprensa
opposicionisla, nao se" collocasse a Provincia em
uma attitude excepHional.
Censurando tudo, nada achando proveitoso, os-
iWaciado queia ferir ao; proprio<
irnij{,,, :-.qvraj..a:.iutes do sea partida, q ie mais do
SHjaikara n o gabini-u aaxiliando-o
ile RONlIaiica.
Nuaci^^H ajjreiahdad1, enms) a dos nos-
sas adversWo*V 'f9llB|-js pola iuvej i o pela pai-
xao nao reconheeem um sarvijo se quer, entre in-
aaraeros qae teat prestado o gabineta de 7 de
marco.
Esqaecen\lo notavcis niedidas voladas pelo par-
lamento, naodnvidou qualilicar deesteril e lasti-
dioso o longo e liboiioso periodo legislative, quo
acaba de findar.
Em seu odio alira-se sobre a pessoa inviolavel
do Imperador, re vi vend) um i ijiie-tao ja disculida
e julgaia aquestao do podor pessoal quo tem sido
sempre levantadi por insofrcgas ambiooes, por
despeilos nio conllJos.
Em nossa historia politica, ontretanto, nao ha
exemplo de um periodo legislative tao f^cundo, e
a falla do Ihrono com qne Sua Mageslado o Impe-
rador encenou o parlamenla e o documento que
ha de atlestar as gcragoas yindouras do quanlo
nas Do feile, com o grande,principle da libcrdade do
ventre, eomo meio mais efflcaz do extinguir a es-
cravidao no Rrasil. o patriotico mimsterio de 7 de
mar^o poz ter mo a fatal politica da esteriPdade, dc
frivolo expediente.'e dos adiamenlos indeleridos.
Quando a grande idea deixou de ser nma chime-
ra, e converteu-so eialei d) paiz,jase travava uma
outra luta nio menos notavi 1
Era o projecto da nova lei da reforma julioia-
ria, que veio garantir o cidadao em sua libcrdade.
ampliando o graude recurso do habeas corpus,
substituindo o rigor da prisao prsvenliva pela ban-
ca provisoria, scparando a policia da judicatura e
tantas oatras niedidas de alcancf.
Com este? honro-os tilulos o miuislorio da 7 de
maroa apre*enlouse ao novo parlamento reunido
aos ultimas dias do anno de 1872.
Aqnellas duasgrandes e importanles leis voladas
na passada legislfitura, nao fonm bistantes para
esgotarem as forcas do patriotico gabinete que, for-
te pela merecidainfl.iencia de quo se santio a'usi-
liado no novo parlamento, proenron resolver to
das as mais importanles refanow, imprimio em
todos os ramos da actividade social e politica uma
iinnulsao tao vigornsa quanlo feennda.
Foi neste periodo legislattvn, quo acaba de lin-
dar, que o paiz vio rcalisar-se a idea de tribnnaes
lo segun la iastancia em quasi todas as provincia*,
facililando-se assim a boa administrate dft jusli/a,
toman Jo-a accassl vel a todos; novas iucoinpatibi-
lidades preservando o magistrado do contaclo im
mediate da politica, c aaalmenlc a garanlia do jul-
gamcnto, em scgonda iastancia, por juizes togados
pola cxtincc.io d.is tribunaes do commercio, eomo
iribanaes judiciaries
Foi durante este peri ad) legislativo quo o paiz
vio o cidadio iiborlado das scveridadee odinsas do
velho regimen da guarla nacional, e porcssa saliia
provideocia milbares le bra/os rtstilnidos alavou-
ra, a indiistria, no commercio.
Foi nesto perjoii qne n lavoura de nma impor-
tante lona do imperio foi alten.li la com as claas i
las de um n jv > a !Conto c mi 0 Banco do Rrasil, li-
bertando-a dos enoargos do uma grande divida qae
estwa a inspirar os mais serins cuidados.
Foi neste period) que se voton a garantia de ju-
ros as cstradas de forro qua se projocUm nas pro
vinciaes, providencia cssa dc tal ordem que seria
bastante para immorta'isar seus aulores.
Foi nesse periodo quo varias classes de funccio-
narios pablicos ft)a:n c.mvenienieaientc-dolados de
meiisque garauiom sea fotnro.
Foi neste periodo que so volou a construecao de
uma via ferpu no Rio Grande do Sal, onde os inte-
resses commerciaes foram perfeitamento combina
dos com as da Jerez i national; esta medida M
ta) applau lida rjoe moreeea da opposiOAo liberal
da camari lemporaria o apoio mais docedido, a
mais de uma vez ouvio-se a implacaveis opposicio-
nis'as palavras em anon i das paras in.tcnc.jes da
politica ministerial.
Foi ainla nesto periodo qoo, eomo o indioa a
falla do tlirop.o, autorisi a-se a revisao da tarifa das
alfandcgas, eoneedea se favores a marinha mer-
cante. legisto-u se sobre o mellioramanto do meio
circul-.nie e oatras importantes providencias que
serao certamente do grande influencia nos desiinos
ecodnmicos do paw.
Assim o historiad r im, dos esses factos el i pi ales para honra do parla-
mento actual, qne bem torn merecido da pa-
llia.
Mis nio ha 1.- sqajpeer tambem que o gabine-
te da 7 de ncivo so,-jU% mauler o cnvlito publico
com lirmeza inabalavel; que nesse tempo peosoo
se em todos os granJcs >\>:nmottimo,ntos, a explo-
racao do geuio industrial ton ui luJas as forinas,
eiapreheojM se as mais airovidas eiaaraaas, desde
q,caininho do ferro ale o cabo iransaUanlko.
Nao se ha de rs | ie.'or ta-.nbem que a inrlruccAo
toraoa-se uma vcrdadeira preoccupadlo publica ;
quo data dessa i'-.i ica n concarso poderoso da ini-
ciativa individual; quo orgam'saramje associa-
rd'.*, eonstroiram-se odificios para cscolas em
grande numero ile provlncias e na carte, o oulros
inelhorainenlos quo delxario palenle ozeloe dili-
gencia dos governanles.
Finalmeate, o ttisioriador rlira : a administraeio
publica do uiinisler;o -ie 7 dc marco foi um perio-
do active, fecunJo a patriotico.
muito depols do mm hoito, cot. gr.we
fommO'k) |>ra as ftnilias e-pao| t'xlos eat
geral, prii)etj.ilinenlo [>ara at;quo -n retiraBJi
aos arra'.i.iKlos, (|iio as eacs so^lpp-'ts liuiasua laadwgoJa so |)oeVr*Vi>gitsalrif',
esperando desde ja boa acquiescencta da pr-
te t*seus ogcade-
cirncfttus.
Villit do (>i:-auUo, 1. le weteui-
bro do 1893.
Hapouos dias ehof-oa a c-l\ villa, vinlo Jade
Ouncurv finJo servo Jcilig-llo) o hacharel Ma-
noel Rolim do Aleacar, uoma lo ultimamento para
exercer o lugar do jaiz municipal d'aquclle lermo,
e apenas cbegado manifesUu bem ^leprcs-a,
aquelles sentimenios qua Ihe tarn grangeado a pa-
tents da looeo divertido. E com elTeito parece
inacra.litavel que a um b.vharel de tal quilate se
confira tao importantes attrtboicoes, eomo verao
os leit-ires do quo passamos a expiir:
Ao chegar a asta (Wa, onde nao e elle empre-
gado c nem lein attriboialo algum.i, foi seu pri-
meiro cuidado requisi'.ar urn soldado do destara
mento de policia pan maada-lo ao Pombal, na
"provincia da P.irabyba. a cretexto de diligencia, e
corao o dilegado Sima.) bquvesse rcpellido
tao exlravaganta quanta inc.abida requisi?ao,
o bacharel Rolim prorompeu em gritos e in-
jurias- contra as aotoridades dete lermo, dizen-
do rpio vinha aqui brigar com todas elias, e dar
uniformidade ao foro do Granilo, pis que &>mo
bacharel cm direito Ihe corria o dever de flscali-
sar a administracao da justica Finalmenle, do-
pois de alguns dias de verJadeira peregrinacao,
retirou-se daqui para o seu Ouricury (tbeatro de
suas facanha0) e fazemos voios para qae aqui nfto
volte miis tao exotica personagem, que nada poz
em pratica em favor da causa que apatrocinava.
No Ouricury, elle torn Teito epocas. S"gundo
estamos informados ia rompeu com todas as auto-
toridades daquella villa quo o nao querem tomir
eomo accessor, a accusa ate de inactivo e negli -
gente ao honrado capilao Andrade, dclegado d'a-
quelle tormo, quando estao patentes os relevantes
servicos prestados por essa aaloridade, que traz
aterrados os-verdadeiros criminosos. Para os lei-
tores fazerem uma idea do qae e o bacharel Ko-
lim em sua essencia, basta dizermos que segundo
carta que temos a vista a qae nos foi remeitida
por um amigo do Ouricury, quando a cornela do
destacamenlo toca alvorada o predito Rolim salie
para a cal ada dacasa onde nabita e falla-----
:alla___Talla___ate sceear a goela, dizenlo que
6 am homem allamonle illustrado, altamente ia-
telhgente e a'tamente applieador da lei : depois
solta iafinilas gargalliadas cm altitu'e de verladei
ro idiotismo: ha ires semanas, |wuco mais ou
menos tem elle embirrado com as gallinhas e des-
compoe com insolencia aos donos das mesmas
portrazeremnas sollas dentra da villa, no que
(diz elle) vao de encontro a ref rma juJiciaria 1 11
Ali tem elle p3rentcs e pres^igiosa familia, que se
compenetranlo deseu estado, o aturam com re-
signacao o paciencia. Nas audiencias, o nossa
Rolim tem pintado a mnnta, grila eomo um in-
demoniado, e por causa de tai procedimento quasi
que se acha interdicto aquell foro.
I^evando os factos oxpostos ao conbeeimento do
publico, niio temos em vista offender directamen-
te ao bacharel Rolim, mas sim aponta lo eomo in-
capaz de exercer, por ora a' menos, actos da vi
dapobli'a, emqnanto nao sc corngir de seus des-
varios.
Pedido justo.
Os e6poctadores do tbeatro Saoto Antouio
pedem resptHtosaraeDta ao mui digno Sr.
emprezario, se digne determinar quo os seus
espectaculos comecern ^s 7 1/2 horas da
noite, ou is 8 quando 05 dramas ou corao
dias forem curtos, (eomo succede no Rio de
Janeiro e se v6 dorfseusjornaes) afim denau
caabarem tio tarde, eomo costuma, sendo
sempre depois da 11 1/2 horas e alguns
A tiuiilo.
V.
Abatidn o thrano de rei do iffjkrio da Qirufo.,
come pqderam no tempo presenie teiusr a cm-
preza, tao ardua, de reergue-lo os ullraniuntanos,
embora com a milicia jesuitlaa, tao formidaTtl
quanio valhaca, a sua frenie I
A delioi'.ao do dogma .da infahTjiFhiade C^i o
meio no momenta creado para o caso presentido-
da quoJa, universalmente applaudida por todos
os poves do mais odioso de todos os throoos.
Nao fora ainda dellnido este dognWjCoraoDO-
deria di/er o papa para ser crido e orjedeetdd^ijor
todos os lieis, que nao obedecem a taes e tai-ateis,
porqui'sao c>ntrarias a igreja 1 eomo podena
coudemnar taes ou taes instituioiies, coin o sea
analhema, para nao ser desobedecidu sem escrn-
pul i do consciencia, se nao tivera sido detinidrj.
infallivel fr
Assim hrmado na sua iiifaliliilidnla, cfte des-
obedeco e manJa a sous delega-.los que oV'Sobe-
decam as lois, as consiituicSes na parte em (jfto
diz" serein couirarias a igreja, esino w*-jbI-
gadas a o ademnadas jior elle ; e ainda mesmet
aquelbs que os bispos e-mlirmados- por eHe, jn-
rarani. ;
N.io repiigiia.'iiorem, tao acremeate aliuinilfad*-
christa uKiadai'o vigir* de Chrisio desoboldferr"
as leis di am estado ?
Nao ; dizbm a Unilo e os sous. Pj)iF|iic-eslas
lois, ~o beneplacito, si) contraries a igreja, eor>
taes por elia conJeinnados, e, n6s, dc.w)t)e.lecoo-
do-os, nao fa/emos mais do quo im'rt'ir <> apos-
tolo que propagava a religiaido crucilicado eotfrn
avontale das autoridales constiiuidas, f.ialaod'.t
a pua defoza neste principio :
u Devenvos antes obedecer a Dous do rjoo ao
b omens
Quem diz nos, porem, que o papa e sens Jelo-
aados ebedecem a Deus qitando colkleinnam a lor
ile um cstalo e a dcsibedecem t
A sua infalibilidade.
Mas o papa, seja embora infalivtl, so- 6 e, nas
cousas espiriluaes, que dizem respeito ao reiw)
So ecu, e nfw no que diz respeito ao gvcnn
civil, ao reino da terra, repellido de si tantas
vezca por Cbrislo.
Para isle, porem, tem uma sabrda a L'nibj\
com (odes os seus. 0 papa coma infalivi 1, nar
toca in que c do reino da lrra, di-em elias.
Nao f.i, poem, 1st) ainda de[inilo com u:u
dogma ; nc.n Deus fconseniira quo a sej ; uu
oon-c-alira quo so daliua com ) dogma, quo i> papa
hnnea se ingero nos negocios civis.
Nao e de- liojo que o papa 6 iufalivel, rtizeru
todos, ain la mesmo os qua se oppee a essa in*
falibilidade ; se e e, foi sempre; o dogma nio
croeu assa infalibilidade, delinio-a apenas.
Send) assim. sendo o papa sem are infaiivel,
eomo agpra, corao.e que .tantas e tantissimas vo-
z-s se intreai'-iieu nos negocios temporaes t
Qae imp riam as n< gativas da UiiIud a tal rea-
peito, contra os factos do papalo qus tod is a*
dias se liie apontam "a que elia nao porj-: negar .'
A defeza da UniSo neste terren > e, pois, iafrmv
dada, por so lirmir ii'uni allegacai falsa.
N.io podem, pois, o papa c es bispos coodem-
narcm alga ma lei de algum esta lo ptrque si* op-
ponlia a igreja, pela razao de sua infalibilioade.
Nx i Iho serve por isso de apoio a imitano d"
apostolo qae Jcsubedecia aos honuiupara "be-
decor a Dous, porque nen sempre b papa s1 li-
mita ao desempenho de sua missao no exercioio
dos poleres que para tal Ihe foram da I os pur
Deu--, e mais ainda porque o apostoJO, tomt imaa
Chrisio nao desoheikceu a lei, porem soiumUc a<-
II0.MK.N-.
S6 eoapeio. > jesuiiismo acharia nesta passa-
gem apoio para as suas iavaseos. a apostolos
ipenso que S. I'aulo) nio delcndeu-sadiiendo qn
desobedecia as leis, para obodcer a l)eu=, nem
a podcriaii) dizcr o^sautos varoesNsoojanheiros
d >s E^engc'.icos trabalhos do Josus Cnristo. os
qua preseneiniam a liumildade de suas palavra*
e actos. a liumildade com quocMttaajaoaC'tni
bomeio pela bumanidade-rcmida c filerdade par
sua c'fleslial deutrina. ..
Deaobedecera lei de Cesar, doestado, paraiervir
a Deus, obedece-lo, so dizem a Unido, os ultramon-
tanos, liypocritas, os calumniadores ate de Jesns
Clirist), es rcprobes quo so revnllam contra a ilou-
Iriaa que voio.iibertar oshomensCos povos do todo
o capliveiro ; porque ellcs querem nos reduzir
ao antigo pagaauuno, para serein nossos sonhores,
dou s de nossas fauiibas, de nossos bens, para
darain expansao com illimitada liberdadc a salL=-
facao de todos os seus apelites, e viogancas a *oa
lascivia.
0 apostolo nuaca dJsobedecea a lei, eomo nao
a desobedeceu Christo.
Eslo nao veio reformar a lei ( dos Indens) veio
cootinua-la nem a romana em que na.) loeou.
Pregou a sua moral, cojas fonles ja estavaru ao
decalago veio encinar a sua pratica, aaatigar9
costumes, dizer eomo siio os homens todos irmaot!,
e so sarwa 03 qua exercem carjos, cojiio elle
Cbrislo veio servir.
N'cm a lei romana, nem a hebraica conlinlkt al-
gnuia dispo.-irao probibitiva da propaganda tie
Jesus -Chrisio ; nem sntre os gemios por onde pie-
gavam os apostolos, depois da morle de On.-ui.
algumalei neste scutido foi nunca invo;ada quan-
do os accusaram de pngarem a Evaagelbo.
Jesus Cbrislo da, em toda a sua missao eyan-
gelica, o mais alto, santo exemplo de seu ro:peit>a
obediencia as leis do cslado, aos podei'es eoosti-
tuidos.
Islo e too verJade que os inimigos dc sua deu-
trina, os seus inimigos, piocuravam corn empenbi>
nas sua; palavras e aclos algum motivo com que
o accusassem, e nao encontravam. Armavam ifac
ciladas, do que nunca tiraram partido, e nest
scntido Ihe pcrgunlaram um dia diante do pavo te
sc devia pagar o tributo a Cesar.
Mas Jesus Chrisio pregava a sua moral 4>ara
ser seguida, e, enlao, os povos que chegasscin a
pratica dellas, se conslituissem eomo Ihe apn.<
sem, co no lem succedido; reformassem aomo et>
tendessemas suas iustituicoes.mas uunca eosinou,
nem inviaaou a desobeliencia a lei do estado.
Elle nao trouxe corao um preceito eai resposla
aquella pergunta, que se devia pagar a uiboto a
Cesar.
< Mostrui-mc uma moeda, foi a sua resposu. ><
E quaudo Ilia mostraram, perguutoa ;
De quern 6 esla effigie ?
E' de Cesar, Ihe tornaram.
Pois dai a Cesar o que e ue Cesar, e a Deus
o que < dc Deus. > conclaio Jesus.
Nao tnanJeu dar alguma cousa a Cesar se nao
o que era seu pela lei do estado.
Fora o povo judeu um povo exlranhoao impe-
rio romano ; era enlao um povo conqaislado e
oprimiJaedevastado peiorapina de Roma, a Roma
paga, flagello do mundo, lyranna do povo escolhid-.>
de Deus ; unico que conhecia e adoravao'Deus
vcrdadeiro, o Deus unico.
E' por isto que Ihe perguntaram se o povo e
Dens devia pagar o tribnloao soberano pagao que
o conquistara.
Quando Christo pois pcrguntou:
* De quem e esta efllgie ? era lugar de mari-
dar pagar o tributo, santiQcando a conquista, f i
o mesmo que perguntar : Qual e a lei do cs-
lado ? b
Pois obedeceia, ou seja boa-oa ma, e^ibdeeci
a Deus praticando a moral que vos ensino.
Nao foi so este o exemplo frisanto par ontie
Jesus moslroa a sua obediencia a lei do estadn.
Como ja disse armavam-lhe ciladas para o a<
sarem como cedicioso. Entre os.Judeus era a rau-
lheradultera apedrcjada ; e uma tal foi aprescn-
tada a Jesus e (ho disseram pooco mais ou me-
no3 :
a Mestre, esta mother e adultera ; deve s.-r
apedrcjada ? .
Ora, nao sc coadnnava com as doatrinas de
Jesus uma lal pena dos rigores de tempos pas-
sados. Eperavam pois qne Jesus dissesse : nao.
Mas elle nunca pregou a desooedieneia a lei: con-
lirmorf a sua doalrina sem mandar desobedecer a
lei, dizendo em r<*sposta a pergunta t
i 0 que se julgar sem peccado 8re-l*e a pri-
meira pedra.
Mais que tado isto e o Taclo monslruoeo da ws-
cravidao. priocipio luodamental do vagnismo,
frucio do peccado original, base das antigas cons-
titoicoes, que dividkim as aoeiadadM am seohoes
de todos os graes 0 escravos de todas as ordens.
Aoeontrarioladaadoutrina evangekca bawa-
sc no principio deslructivo daqueila.
Vos todos sois inaaos e 0 #rjaoa* luiWa-
menul do Evangelho ; e, como sua consequeocia
este outro:
0 que oxerce o cargo nao e servido, mas esta
e o que serve aos oulros.
V
)
-I
'

I I


fiftlo do Btro&fobu&2*r Sfegtfnd* Tfeir^ l*>i^d&{j|% ifelitf3.
i
.2
de todos os
areaa**,
.TMflft ex
a esSravid.io p 0 senhorio
frl) (taseree pelo-cargo so-
Bxoree por tlireito privado
B toMaBt tor esta toda a base da doulri-
****agalia, Clsriste niio raanJou desobedecer a
m4>i 8jatio,'iioa4*cooH os cfuo poisuiam es-
*. Prelaw a sua doutrioa moral, e o povo
ajNKtorfnassea-saa lei quaado eslivesse compe-
Matsdo bastaate dessa doatrina.
Afcl Christ", Fillw d Deus, o memo Dens,
eaaauem reside a sabodcria inlinita, sabo quo as
iMUmilife: que estao cscravisaJas no corar-AO e
noa eastiiroes de uiu povo, nao se arrancaai com
tut* pala-rrs or uma ordem. A doulrina one
cala nfcura que fere direettroente, a lei nniver-
saWentesdopiada, e os Cos tames seguidos. Sao
ossbuvk e dices priooipios que locim o cora.-So
do honiom, e nv.idando os sentimentos o as prati-
ca* de nra povo, o lava aj reforms* salutare.', con-
Uajtf-jiUusu* daforga c do baYbariyno.
nttt^anastrou Jesus conn scparuva a sua igre-
J*dta a inter-onc.lo nas iwusas do estado.
Btsse ewRpceo nriucipio bun; deixou quc v lei uia
cjpm.
_.4ls o Sim vig.iiio mierra, nostes tempos de
wgido.islo pela santa duutrina, levanta a harcu-
leAciwa a descarroga sobre a mafonaria, sobro
o Uaaa^.vcilo, luslilui^jcs sa;M.ius. auuella admit-
n da peia 1^ sle a mesma ki!
Fazes romo Christo, hynocritas ullrammtands :
pr^gat contra a ma -onaria, pregai contra o bone-
paeiU ; mas romo Christo, sem olTendo-ios nem
tfnamente atacalos, pois si* insiituiodes do es-
Jizcrdes assim e de boa fe, com palavras
lraspas--adis de ainar e de caridadc, se essas vos-
"= que assim cxprimirdes sfo a verdade,
irao
ha.
em meriMdoriiS,
COM-PA
Phenix Pern
Torn* riscos maritiinos
fretes, dinbeiro a risco o finahnente do qual-
quer natureza, em vapores, navios d vota on
barcagas, a premios muito raodicos.
RSI DO COMMERCIO If. 3i.
PRACA DO RECIPE 1 1 DE OUTUBBO.
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TAKDK
Codifies ofllciae*
Aigoda^ do sertao 1" sorte 8*900 por 15 kilts.
hoatem.
- sobro o Rio do Janeiro 15 d|v. 3|4 0|0
de defconto, hoatem.
Daoourcq
President.
Leal Seve
Sscretarto.
carga differentpiiu
if hoave entrad*
hbmE_____
O Dr. Sebastido di) ilego Barros do Lacer-
da, jniz de direi^t ownwial do commer-
cio dacidade do Recife do Pernambuco,
por Sua MagesUide o Impertdor, que
I)cus guarde, etc.
Paco saber pelo presente edilat, qne dentro do
azo de 30 dias contados da data da nnhliVacao
do professor do pri
da poToa^fio de
do Taylor, a
pela qual fo*
dias, na f6r
ria, aftm jfta"
Ibe e feifir^,
dciia .ipflJiuua
mer
secrei
sjottras' (lo raJeiral
Sajuc
A.FLNDAEGA
Atindimeoto do dja 1 a 10. .
!dera do dia II ...
3ui.8l6j 168
22:918 i 600
-383:75**768'
sas ideas
effis ff:ihrao no animo do povo. e maeonaria e
litej)1a osi|tsfoi,vam...
Ma= entao nan seriei< hjpocritas : m&>. hypoed-
tasqne sois, assim n3o poda's pratiear.
A pragma igreja nao tolera, como Christo, a cs-
eraviifio fdlo convive com ella'V
Ap:..pria igreja inochega... Oh horror !
Hi->f Isega a ter c>cravos?
Entre toilosos crimes contra a justice humana,
a Dorventufa um crime tao grande ?
E a esctaviilio alii esin o a- voiSa palavra nao
jirag't a moral e a fraternidade entre os homens
pifa que, pela rnoralidad> das povo*, venna a ca-
hicesta wmstruosa institui^ao? '
Cent", porem, se e isto o qua mais vos agrala *
Reduzir tndoS os povos, trios os homens dj cada
pave a vnssos eseravos, e vosso Mm lao somento.
.Nil. caademnou Jesus Christo a riqneza ?
E' mais facil passar um camello pelo fundo de
mm aguHia, do que um rico salvar-se.
Qaem ipther segair-me despojese de snas ri-
leii o as tefarta com os pohres. Disso Je-
sus.
_E r>Jriie, venerando vigario de Christo, pon|ua
nio l.nfaes a exejmBiunhao contra os ricos? I*or
jus r'.i >raes to Jos os dia* pobrcza, todes os dias
rCbjdd grandes -presentes nurirero3 ?
Porqne Jesus dio anith?:n itisou os ricos, ape-
nas ensinnu a ainar a pobreza, mostrando o grau-
4perigj da riqaezt contra a salva;;ao d'alma :
rau|io lja:n. Mas vs BDgeaci a rupaoza, a gr.m-
dexa, a mbrcza, qnando Christo etiamoquus
aos }i \u 'iiiiios, ios pobres. A vossa ira, os vos-
sw aaa(!."inas sao so contra as leis e instituicoes
que se levnutam em vojso catpiako ;i grandezaj ao
MMftari'.
Je< Mpada a barra do tribunal do jots, (nao sei
s o I -ri.-alera ou de loda a Judea). l'on.-io Pi!a-
tna.-c{>jiz4c.;ui acaisa-lo do cedicio'so. E nao bou-
ve am facto alfegaJo contra <-ilo de dosobedle.ieia,
de op- wi'-a) alei do c-i.. 1 '
T.nt i lbsedte cstava que, coideninanilo o Pila-
tos !iv oi as maos; cedera a pivssao do povo
amoiinilo; (cm-ndo, covarde, as intngas dos
grants di Jtidea ante o Gesavj; masjqao que livcs-
seeii;ih' .i lo na vila dc. Meslre, algum faoto de
des f4cr. v ii D;i[ii.i, ni> mo lembra em que termos,
was & a .i'bia ; nao foi martyr de uma propaganda
Descarregam hoj 13 de outubro de 1873
Bngue portuguei Recife varios generos para
o trapiche Conceicao, para despachar.
Pitacho portugaez Michaelense lageamento
para o trapiche Conceicao, para des-
paebar.
Barca ingleza Hermione machinismo c car-
vao ja despachados para o caes do
Apollo.
Barca ingleza Lavinia -bacalhao fa desnachado
para 3 2ponto.
Patacho hespanlwlfedrilo bacatnio ja despa-
chado para o trapiche Conceicao.
Al.TSRACAO NA TAUTA DOS PKBCOS DOS GRSEBOS
SCTE1TOS A DIREtTOS DE EXPORTAQAO, NA SEMANA
UE 13 a 18 DEOl'TUBRO DE 1873.
Algodaoem rama ou la 526 rs. o kilo.
Assucar mascavado 117 rs. o kilo.
Carvao de pudra eslrauzeiro, tonellada metric*
28*500.
Caroeode algodio 20 rs. o kil
Alfandega de Pernambuco, H de outubro de
1873.
0 1" conferentc -Raymundo F. Barbosa.
0 2conforenteBazilio B Furlado.
Approvo. -.AJfandega 11 de oatabro de 1873.
o inspector da alfandega
Fabio Alexamlrino de Carvalho Reh.
revolt;cionaria conra a lei do estado
nao
. foi viulima
de uma iniqnulale; porque die nao co;n;nelteu
acto algora contra a loi.
Oatro lanto poder-se-ba dizer de nosso veneran-
do pastoC) Pio IX, de nossos bis,K*.
Se estes foram levados atkarra dc nossos tribu-
naessoriam convencidos de crimes coafesso cri-
mes di qu fazem alarde ostentacao, com soberbo
despreso das autoriflades constitui las des.le o im-
perador al.'1 o ultimo cidadao.
Pretendem, porem, garantir-se com ii propagan-
da quo levantara no paiz contra a verdade da jus-
tice e da lei. LevjuMam essas sociedades (|ue cba-
ma;.; >.I'J.iobcas, ereadas para sou inurum nto, seu
escnJo e ospada, contra a vevdadd dajosticae da
l.-i. Darnaian a mentira o o sopbisma einabua-
daucia por todos os Cantos da terra, para con-
veneer aon simple ;es, qii", legados do papa minis-
tros de Christo, nao devein obedienei* a lei do os-
tado, poiem despresa-la e calca-la aos pes.
Eis a'li, porem,deinon-tralo quo contrariara cm
vez .1 seguir as-HcOes do diviao meslre, do Re-
demptor do genera luunaiio, quo, em vez dessa-
ousali i e insoleneia quo ora os seus miuistros os-
teatam, so t->ve braodura e annr pa.-aos peceado-
rese Ir.ui.ililadee paciciieia para obelecer e soffrer
niia so as !eis e institnicoes as mais barbaras e con-
irariis a sua dontrina moral, como para sujeitar-
e jiai-iH:-o e cilmo ao mandado da autoridaJe
consl'tiiid.a. c a iniquidade de sua seutenca. Quan-
do o f'Hai prender, elle se oppoz a defeza quo
!he -ijuizeram fajeft: a Em'oainha a sna espada
Pedro, quo quein com ferro fere, com ferro sera
fjride. i>
IS os seus miuistros, os pastores do seu rcbanho
desta terrJ infdiz, .orgahisam sociaiades, a que
cbauaam catholica (b'a^phemos 1) para propaga-
rem e sustont irem a desobediencia a lei do estado,
para na bora azadt, (veremo-, assim o possam)
dassoiiiainliarem nao so a espada como o punhal
I'.ai ftoxiiio do areabuz na luia enearnigada que se-
ra o patadeiro da presents epntenda.
Recife, 3 de or.lubro de i873.
Affouso de Albuquerque Mello.
JESPACHOS DE EXPORTAgAO NO DIA 10 DE
OUTUBRO DE 1873.
Para os portos do exter>cr.
No vapor trancez Rio Grande, para Bor-
deaux, carregou : M. B. de Mello 1 caixa com 48
kilos de crinas.
Na barca ingleza Monarch, para Liverpool,
carregaram : G. Neesen A C. 198 fardos com
33,932 kilos de algoda-.
No navio inglez Dora, para o Canal, car-
re?aram : S. Brothers & C. 1,600 saccos com
120,0;X) kilos de assucar mascavado.
No navto inglez P. fflhe Commel, para New-
York, carregaram : H. Forstcr i C 300 saccos
com 22,500 kilos de assucar mascavado.
Para os portos d> interior.
Para Cachoeira, no hiate brasileiro Joiio
Valle. carregou : M. A. Senna 7 barricas com 4'il
kilos de assucar refinado.
Para o Bio de Janeiro, no vapor brasileiro
Dahia, carregaram : A. Quintal & C. 30 saccos
com 2,2-'0 kilos de assucar branco.
Para Macao, na harcaca TVss Irmiis, car-
regou : A. S. Sautos Moreira 2 pipas^coa 960
litros de aguardeate.
Para o Natal, na barcaea Dims Amigos, car-
regaram : A. Quintal & C. I barriea com.40 kilos
de assucar branco ; Fraga & Ricba 18 barricas
com l,4:j-b' ditos de dito. Para Miriii, Costa & C
10 ditas com 633 ditos do dito refinado.
prazo de 30 dias contados da data da publicagao
do presento, recebe esto juizo proposlas em cartas
fecbadas para arremaucao por venda a quern mais
der, sobre avaliacao dos escravos seguintes :
Antonio Quaresnn, africano, com quarenta e
oito annod de idadc poBcw mais ou meoois |wr
Romana, crionla, idads-cinooonta e cimco annas
ponco mais ou menos, solteira, doservico de cam-
po, por 500*.
Anna, preta, crioola.idada vjnto sois annos pon-
co mais ou menos, solteira, do servico de eampo,
por 800*.
Antonio PajeO, pre|o ruJa^ida^e dezeseis annos
pouco maisou menos, do'serviej de campo, por
1:100*. ^ v
Antonio Capueiro, preto, crioufo, ida'de quartor-
ze annos poffco mais on rrrcn*<, sofcelro, do servi-
v-o de eampo, por 1:100*.
Antonio Bananeira, preto, criouk, idade qua-
torze annos pouco mail ou menos, do mesme-ser
vi{, por 800*.
Jaiinlha, preta, crioula, idade de trinta annos
pouco mais on menos, solteira, do mesrrm scrviro,
a qna}te:a tern uma flitiinhaj I'orra.'de ,norre Sa-1
lustiaia^dccori pardal ciotnj umf aoflojde Idade
pouco mais ou Sisnis, por H)i t; cujos escravos
pertencuntes a Jaa^Xavier -Carneiro da Cunha e
vao a praca por ex'ecurjjto" qnft'a c?to move o ba-
rao de Nazareth ; a arremataeao sera fcita pela
forma que determina o art. i- do decretq n. 1,693
de 15 de setembro de 1860;-eujtts escravos aehs-
se sob a guarda de depositario particolar6everia-
no de Siqueira Cavallta nle.
E para que cliegue ao conhecimealo- de tod-is-
^mandni lazer o presento odttaL.qite sera aflixatW
nos lugares do costume e pob)icadi pelos jornaes.
Dado e passado nesta cidade do- Recife de Per-
nambuco, aot 8 dias do mes de outubro do 1873.
Eu, Ernesto Machado- Freire Peroira da Silva,
cscrivSu o escrevi.
Recife, 10 de outubro de 1873.
Seb-.ittiao do Reg) li.irros de Lseerda.
'(era
^JTALMftJ.TAIU,-
Precisajufi jwitraiar pai-a Jqs doentes
o dequinzelo trinlNre* oiUufco a deebro-do cSrsnte
porta-fanno, a sa^?.p ;
que
ca
da
er-
6dAid
163^681
,APATAZIA DA ALFANDEGA
lendimento ao dia 1 a 10
Idd/u do dia 11 .
:
:'
8:1024943
513*223
1:761
5030
25000
OS
MARITIMOS
CONTRA 0 FOGO
Acoiapaiibia Indemuisadtira, estabclscida.
ncst:i prar;a, totna seguros maritiinos sobre
navj-as e seus carregam-iitus e contra fogo
n elificios, mercadorias e mobilias: na
rua do Vigario n. 4, pavirnento terreo.
svguros
CaiPiH04 ALL1ANG-4
maritimos e terreb-
tres estabelecida na Bahis
era 15 de j aneiro em 18 7 0
CAPITAL 4,000:OOOC>000.
Toma seguro-de mercadorias e dinheiro /
tun tnarittmo -em navio de vela o vaporev
part 'iiilro e f6ra do imporio, assim come
oontra fiogo sobre predios, generos e fa-
rondas.
Agcnte.: Joaquim JoseGongalvesBehrao.
rua do Commercio n. 5, l'andar.
Segues caatra-fogo
THfc i.tVfiHPOOL & LONDON & GLOt
INSUR4MCE COMPANY
3AUNDKRS BU0TUEHS& C.
11Corpo SaBto--ll
NORTHERN,
Clfstai..... 20,000:0003000
SsbqJo' Agnt(is,
M:Mn-.Latham & C.
BUA ,DA CBJDZ N. 38.
8:6165166
So dia 1 a 10.
E^
VOLUMEJ SAiilJOOS
16,176
PnmeirJporta no dia 11.
Uganda porla -.
Tyceira porta .
Quarla porla .
tiapiche Concoicao
SERVICO MAiUTiMO
vl\areagas descarre'gadas r.o trapiche
j. aifandeea no dia 10. .
Jitjj ditas no dia 11. -
\'a\ijs atracados no trap, ds aifandega
Alv.rengas........
N'o trapiche Conceicao.....
217
313
29
8
221
78?
21
23
HECk'BaDORlA DE RENDAS INTEP.NAS GE
RAES DF. PEUNAMBUGD
^end.^iento do dia 1 a 10 Ik..03i722
dem do dia II.......1:634*225
10:137*947
CONSULARO PROVINCIAL
^jnpiiKatO do dia 1 a 10
irlera do dia 11.
18:204*776
1:451*347
19:636*133
MOV1MENTO 1)A PRAQA 00 COMMEUCIO DO RE-
CIFE NA SBSAN.V 1)F. 6 A 1 1 DE OUTUBRO 1)E
187^..
Gambit?
Sobre Londres -a 90 d/v, 26 e I '8, 26 e 1/4 e
26 1/16 particular.
Idem a 26 c 26 1/8 do banco.
Sobre Paris-a.3 d/v. 363 por franco do banco.
Sobre Hamburgo a 90 d/v, 457 rs. o reich-
march, do banco.
Sob-e o Rio de JAneiro-a 3 e 8 d/v, 1/2 0,0 de
premio, .do'banco.
Idem-a 15 d/v 3/i 0/0 de desceoto, parti-
cular.
Sobre a Bahta-a 8 d/v, ao par, particular.
Desoooto de letras 10-u/O ao anno.
Apo ices -de 6 0/0 da divida publica geraL, 3 0/0
do premio.
Vendi de generos.
Algodao dc Pernambuco 8*200, sem ins-
pee;ao.
Dito de dito P- sorte 8*700 c 8*800,
Dito do Rio Grande do riorte -9*100 posto a bor-
do a frete de 3/4 e 5 0/0.
Dito de G ivanna -8*450.
Dito aoMamanguape-8*, sem inspeccao.
Assucar bruto regular 1 *900.
Dito *futo-1*500.
Dito da Parahvba -1*800 poito a bordo a frete
de 27/6 e 5 0/0.
Entradat do assucar e do algodao.
Assucar 5,326 saccos.
Algodlo -2,451 saccas.
Kxporlacuto.
Para Liverpool -1,851 saccas de algodao.
Para New-York3,300 saccos- de assnear mas-
cavado.
Para o Porto 2 6 saccas de algodao, 1,715
courts, 3,030 chifres, 35 pipas de mel o 309 sac
cos de assucar mascavado.
Para o Rio da Prata-1,362 barricas de assucar
branco e 300 mascavado.
Para o Rio de Janeiro -2,700 meios de sola,
2,200 saccos de assucar branco.
Para o Riff Grande do Sul -143 barricas de as-
sucar branco.
j*
Mvmm& as pobtc
Navios entrados no dia 11,
Gasgsow-38 dias, liigar.iagiez FJom-tte, de- 339 to-
mladas,apita< C. Pavnis: equipagem 8, carga
c;n vit> ; a ordwB.
Terra-Nova- 59 diiw, pataeho inglez Luszie, de
149 toncladas, capitao I Irdmd, equipagem 8,
carga 2,000 banieas ccBfcAacalhao ; a Kelicr
& C. Seguio para
Navio sah ;>t- n i tsw*> din.
Pottos do SulVapor br*siltfs Bahi, oomman-
daute o. cafU:teiui- Luiz- Ak*o Teixeira,
123*400
Edital n. 80
Pda inspectoria da alfandega se fast poblieo qne
nao se tendo cffectuauVa arrematacio das merca-
dorias abaixo mencionadas, aununciadas por ediisl
n. 79, por falta de coneurrencia, se transfere a
mesma arremaucao para isOhoras da manna
do dia 14 do oorrente, a porta desu reparticao.
Armazem n. 2.
Marca JSG sem nunaero 3-barricas
vindas do Porto na barca porlugoeza
Social, desrariogad.is eni24 dii julho
de 71, e consignadas a Thome Jose
dos Santos Calado, coateaUferradu^
ras para aniraaes, pesando iiquido
legal 496 kilos, avaliadas por
Idem JAAAC n. 10961 caixa vinda-de
Liiverp'iol no vapor inglez. Jurist,
descarregada em 14 de fovereiro de
71, e consigoada a J. A. d Aranjo
& C, contgndo 12 chapens enfeitados
para senhora, 11 bonets de la nao
especiflcados, e 33 duzias ou 420
leques de sanJalo. ordinarios, ava
liada por
Idem Cunha Irmaisem numeroI cai-
xa vin la do Porto no lorigue porlu-.
guez Triumjiko, Uosca^egada em 21
de jun-ode 72, coit3igoda a Cu-
nha (Sj Irmao, contendo dous kilos de
folhetos em brochura,- avaliada por
Idem CM sem numero -1 dita idem iiem
em 2 idem, a Jose Joaquim da Costt
Maia,- contendo 4 pequcrras latas,
B in valor.
Iueni JCL n. 5 a 106 caiijas vinlas
do Porto no brigue portugaez fj/naog
descarregadas em 8 de jnlbo de 72,
e consignadas a J. M C Luna, con-
tendo 6 figuras para jardim, de po
de pedra, pesando 617 kilos, avaliada
por
Idem diamante BSR sem numero 1 la-
ta vasia, vinda de Liverpool no vapor
inglez Student, descarragada em 9
de julbo de 72, e consignada a com-
panhia de tiilhos nrbanos do Recife
a Caxanga, sem valor.
Idem JMB sem numero1 caixa idem
no vapor inglez Glad'ator^idescarre-
gada em 11 de outubro de*72, e con-
signada a J. M. de Bairos Filhos
& C, sem valor.
Idem diamante LRP n. 421 caixa,
ignora-se, contendo 45 kilos, peso li-
quiio real, pregos de ferro, avaliada
por
Idem Mendes Azevedo 4 C. sem nume-
ro1 pacote vindo de Liverpool no
vapor inglez Gnssende, desearrega-
do em 18 de outubro de li, e con
signado a Mendes, Azevedo C.,
contendo 38 kilos deenceiadode al-
godao, avaliado por
Idem 02 n. 104 4 saecos, vindos de
Liverpool n > vapor inglez Gaseenie,
entrado em 18 de outubro de 72, c
consignados a Thomaz do Aquino
Fonseca & C. Successores, contendo
favas aluuenticas ja estragadas, ava-
liados por
Idem CPP n. 1 -1 barriea idem no va-
por [nglez Siudmt, descarregada-cm
12 de j ii I no de 72, ignora-se a eonsig
naclo, contendo 26 kilos de cartn-
nato de soda, avaliada por
Sem marca e sem numero 1 fardo,
ignora-se, contendo 20 kilos de fo-
Ihas medicinaes, nao especificadas,
avaliado por
Idem diamante S R n. 201 caixa,
ignora-se, contendo obras do ferro
fundido, simples, pesando liquido
real 98 kilos, avaliada por
Idm JRF sem numero-1 caixa, vinda
do Porto na barca portugueza SocM,
descarregada em 17 de abrij de H;-
e consignada a H. de Castro Soars*,
coatendo fructas Jnutilisadas.
Trapiche Conceirai.
IdemSSiCocaixas, vindas de Lisboa
no vapor inglez Arbitrator, contendo
inacaes inutilisadns, sem valor.
Idem diamante L-6 dita! idem idem.
Idem ALP15 saccos, idon. n vapor
portuguez Lidudor, conteudo alhos,
pesando liquido real 310 kilos, avi".'
liados p if
rrimtyico, 8 de outubro dc 18
0 secrrMSfl
Aureliano ^Jt^V^ll^alho.
Portaria a que se riWWolt&Jl aeima.
Copia.Directorja (loral da ioslrucjao
publica, %VfffHW, 29 do setembro de
1873.OVnreor gferal interino da inslrric-
gao publica, lg^iftt*J\Jrvirl|Vki Jeliberarao
do<*OBselh director qoe^ cm sessao dj 18
dwodrreste, julgou procedentc a accusa-
gao contra o professor pifblico de instruc-
<;ao prtmaria da cadeira da prrvoag'ft') de
Vicencia, Henrique Uonmlo Tavlor, como
inswrsmoiH.-r>7 n. 2, da lci"n.-36 de
14 'le-maio de 185j, cortthjtiand) f6ra do
exerefcio de Sua cadeira S';m licence, segurl-
do^ communic^xy o dejVgfldo. -.lilterario em
oQipto-d* 23-do-junbo d,i rorronlo ohho,
resolve, nos Warns do art. 105 let, o;nir o referWo prolV-ssor, que iWwerd
apresentiirsvi^ilofesa no prazo tie 15 dias,
a contar da ,i,|v,f|.fttie ^^blieada no
jorn^l oiHiaal a> preseHtu po/taria, visto
ignorar-se a-resniaiicki-do atenao professor,
que nao esta" msede d sua escols.O di-
rector gera I interino *-I>r. Joiio. Jose* Pirrto
Junior. Cttotormc'. Yt ft-?retario -Aure-
Uum Augusta. Pertira de Caroalho.
Secciio 2.a Set-retaria da prsidciieia de
Pernamboeo, eirt 8 de ootubro do 1873,
Por esta secrets ria se iaB[uWic> fQra co-
il buctqaeHto de quein intcressar possa, que
a" serentin vitaliciado olficio de solicitador
ile capellas c residiuos se apresentnram os
segufiites pretondenti's :
Antonii),Joaquim P#reir tie 01ivira.
ItomiirgosSkM ^Ia^lies.-
Francisco de Paul* Orneir> \jtao.
Hermenelgido Edui/rdo do Uogo Mon-
teiro.
Vicente Licinio da Costa Caaipello.
Osecrotaino interino
A'iolpkn Limenhfi Linn'.
Rio Grande Uu
<
91000
44*308
'.0*000
108*000
20*000
16*28
.-ieereura da predrnn.id.,
None, 2-ds setembro de lam
Por esta- secrutaria ?e faz- publico que-no prazo
de 9'J dirts, a eoatar dcsla-data, o Exiu. 6c presi-
dtjiia da provincia. retujbe propostas em .cartas fe-
ehadas para contmar, dfl coofwinidadA com a lei
provioftaln 80 do 6 de agosto ultimo, comqnem
melhores vaaftftjtna ofepecor, a navegafao por
lanchas a vapor, para o trausporta de cargas e
passageiros no- rio Mu-tsoiv, e a construccao de
uma estrada de ro lagem do porto da Ilha a cidade
da means nome, inodianie as con ImbQos constao-
101 da citada lei, e abaixo trauscriptas I
Art. I. Ficao presideale da provincia auiorisa-
do a coolratar com Jose Paulino da-Castro Medei-
ros ou com quem melhores vaniagous olTereeer, a
navegai^io |iur lanciias a v..por. para o transporte
do cargas e passageiros no iio Uossoro, e uma es-
trada de rodagem do porto da Ilha ate a cidade
do mesino nom-!, mediante as seguintes bases :
1." Concessao dc privilegio por trinta annos.
2. Obrigacio'de faier o coutratante os melho-
ramentos e ernes no mencioaado rio, indispen-
saveis a sua%avegaoao.
3. 0 coutratante navegarao dentro do prazo'ni3'asnos, a contar
da data da ce'e^rayio do conirato.
Art. 2. Flea igoalnvnte o preside nto da pro-
vincia antnri-ado a impor ao coniratante as con
di'.-oes que julgar neeessarias para a realisarjSo da
empreza, assim como as mull is convenienles.
r O secretario, Fiancisco l.ucio tie Castro.
Conforme. 0 secretario, Francisco Lueio de
Castro.
Alelria.
Ararula.
Arroz piladp. r
Assucar relinadj.
Balatas in^fezas. *
Rolachas
Bolachas inglews.
Bananas.
Biscoutos.
Carne de vacca
Carn" se'eca.
Ca'Bo de pwrl?.^
Cha^yaon.
Ca/e moido.
Dqcc de eoiaba.
Farinha dc raandioea.
Fdijto mats'inho on preto
GaMinhas, uma.
Leaaa.,ioiaf.". >
Laranjas, um?-.
M.inteiga ingfeza.
Mantel ga franceaa.
Manneteda.
Macarrao.
Paes de 4 on fas. um.
Sal.
Tapioca,
Teucmho de LaMtt
Vinagre de LisbiV.i.
Vioho-daPowo.. ,
Ovds, um.
Todos estes generos oVrvem ser As prirmA'a qua-
lidade ; a carne verde nao deve coaSer ao peso
que- go pedir mais do qokito eaoosse*; e todos
fao moaidos e pesados pelo syslema antigo do ii-
bras e oncas, etc.
As pessoas que quizerem fornecer os objectos
aeima mencionados, aprescntem na secretaria do
mesroo hospital; no dia 16 do corrente, pelas II
11 boras da manna, suas propostas em cartas fe-
chadas e as reapeclivas amostras.
Hospital militar de Pernamboco, 10 deoatubro
de '1973.
0 esfflivao,
Acelino Pereira di Cunha.
COMPANHIA PERNA^IBLCV
RJf fobjios^ ^X^JAijAtaA,
0 vsp*/>ora/^6,
aeima no dia flMjpeor^
rente, is 9 Hornl d? nou-
e. ifccebe earga, encom-
BioiHlas, pa*a ahwro a frete : ewriptorto no Forte do Mallet
o. 12.
itasli'
COMPANHIA I'EUSBlBIJliANA''------
DB
Vi.v.^nofto cosMhHnh sapor.
MACEI6, PEKEDO ARACAJU-.
0 vapor Giquid, tain-
mandanie Martins.
seguira para os p.r
4os aeima no diu .
ao corrente, a* b
-i*fasda larie.
Reeebe carga ate 0 dia'13 do conerfie.-eiirtm-
mendas Mi 0 dia 14, passageiros e dinheiro a frc-
le ate as 2 horas da tarde do dia da sahfda
escnptorio no Forte m sfcatJMi. 12
ttj.MP.VNHLl PERNAMBLQN.1--------
DE
Nawegtvcito comUsiru.* v|w*.
^ARAHTBA, NATAL, MACAO, WMSORO-', AHSC*
TT, C-AftA, MANDAHU", ACARACU' KGISAIH;
Oy^jT flrnp,,
commandant Fiifipf.-,
seguira para os ,i.m
ms arima no dia 15
tto cdrrenu'. *?' 5 bo
ras da tarde.!
Reeebe eajrga ate 0 dia 13 do con erne, enoom-
aiesdsa ate 0 dia 14, p;is>agons e dwheiro' a frete
ate as 2 horaa da larde do dia da, saltida e*-
crip'.orio Bn Pnr! do Mattos a i.
Bahi
lk
Deordem do Hint. Sr. inspector do ihesou-
raria de fazenda, so faz publico que, em virtude
da dehberagao tomada pela presidencia da pro-
yineia, contida em oficio de 19 de agrtsto ultimo,
ira novamenle a praca, perante a junta da mes-
ma thesouria, no dia 28 do corrente para ser ar-
rematacto, pur-quern maior laugo efferecer, o bar-
racao, sito em Santo Amaro das Salinas, que ser-
vio de quartel da cavallaria, tomando-se para ba-
se da arremalacao 0 procp de ciaco cont-os de inis
porquanto for avaliado no juizo dos feitos da fa-
zenda.
Secretaria da thesouria de fazenda de Pernam-
buco, 9 de outubro da 1873.
0 secretario da junta,
Jesuino Rodngues Cardoso.
SANTO ANTONIO,
Quinta-feira 1G do corrente.
Rinelicio do artista
Joaquim Infante da Camara.
Importante espectai"")" 1
Com o cMcui's:> Subira a scepa pela primeira vez 0 raagnifico
drama em 5 actos e 6 quadros :
0 hiate GarHotfti segue em poncos dias par* 0
porto aeima : para carga trata-so com Tasso Ir-
maos & L. a rua do Araoriin a. 37.
LEllOE'
DE
duzias de tonico oriental, ditas d- bataamo haiuo-
genio, garrafas de Lerov francez, dffcrs de feiro
reduzido de Kerme, capsnks de uopabiba de
Mothers, xarope de labclonv, nuu'uentods' Hun-
ry, pilulas de Ayer, oleo de ameadoa, iaief(;5o
de Brown e muitos ontros artigo? par* pbarnia-
cia.
Hoje
as 10 horas.
Por intervengSo do agente Pinto.
Em seu cscriptorio, rua do Bom Jesus n. 43.
.- -u
Santa Casa de Misencordia
do Retrife.
Pela se retaria da santa casa. fa*-se sciente a
quem interessar, quo no dia li 4o corrente, pelas
'J horas da manha, no salSrr da easa'dos expostos,
0 Ilhn. Sr. thesoureiro fara psganiento das men-
salidades vencidas ate 30 de setembro proximo
findo, as amas que se apresenlarem conduzindo
ascrsneas que Ihes foram confiadas.
Secretaria da santa casa de misericordia de
Recife, 6 de outubro de 1871.
0 escrivao,
________________Pedro Rodrigues de Sauza.
0 adminislrad.ir da recebedoria de rendas
internas geraes faz publico que e esie mez de ou-
tubro 0 ultiiBojBal qu9 tem de ser pago sem mul-
ta 0 imposto solPR' indu ao 1 seiuestre d'i exercicio de 1873-74, e com a
multa de 6 0|0 depois do referido met.
Hecebedoria de Pernambuco, 3 de outubro de
1873.
Manoel Carneiro do Souza Lacerda.
COMPANHIA
Alfandega
1873.
51*560
de Pernambuco, II de'outubro de
0 inspector,
Fabio A. de CReis
Editaln. 81.
Pela inspectoria da alfandega se far-publico que
no dia 16 d^ corrente, as 11 boras d i manJiS, to
ha de arrematar, livres de direitos, a porta desta
repartigao, (JOpequenos volumes, conteodo diver-
sas arnostras, avabanos por 43J1654, annunciadas
para eonsumo por edital n. 98;- que. deixaram de
ser despachados dentro do praau mareado.
Alfandega do Pernambuco, 11 de outubro de
1873.
0 inspector,
Fabio A. de Carvalho Rets
Por ordem do Illm. Sr. commendador Dr.
Pedro de Athyde Lobo Moscoso, inspector de lau
de publica, convida se, em virtudo da autorisacao
concedida pelo Exm. Sr. presldenle da provincia,
em 3 do corrente, a todas as pessoas que qaizerero
exercec o lugr de yaccinador gratuito nas fre-
guezias do interior da provincia a apresenlarem-se
n'esta repartigao afira de obtor 6 respectivo titulo.
As pessoas que sejulgarem habilitadas e quize-
rem prt star esse servico a humenidade, deverao
requerer a esta repanicao, documentando a sua
pciicao com atteslado da camara moficipal, do
jaiz dodireito ou outra qualquer anioridade do
lugar onde residirem, provando a sua id,oneidkde
para o dito cargo
Inspecf-ao de saiide publics, em4 de oulul
1873.
Jose Eiunrd DOS
TUILHOS URBANOS
DO
' Recife a Oliuda.
E Beberibe.
De ordem do presiden-
te d'assemblea geral dos
nccionistas da compa-
nhiaaeima, faz-sescien-
te aos senbores accionis-
tus, que no dia 20 do
4 horas da tarde. e no lugar
a assemblea
POBRE MAI.
Em segnida, c a pedido a orchestra executara o
galope de bravura, composicao do distiacto maes-
tro Colas :
Os jesuitas a trote
Terminara o especjaculo com uma bonita
, CIIMEIMA
do repertorio do di*linclo artista ,
Siraoes.
Principiara as 8 I [2 horas.
0 beneficiado es*pera toda a prolecgSo do res-
peifvel publico pernambucano, a quem desde ja
agradece. Igualmenle aproveita a o-asiao para
agradecer ao sol collejfa Sim5es a maneira ob-
zequiosa com quffse prestou para mais abrilaan-
tar oste espectaculo.
N. B. Em um dos inlervanos, o beneficiado
ira aos camarotes agradecer.
f i iiiiLBjfamim_i,jj
4WSN MARIT^OS
LEILAO
DE
dividas
massa fallida de buarte &
Medeiros
Hoje
0 agente Martins levara novamentp a leilao, por
despaclio do Illm. Sr. Dr. juit especial do com-
mercio, das dividas aetivas da juassa fallida de
Duarte c\i Medeiros, constando de leitras e eoiitus
de livro.
No armazem da rua do Imperador n. 48 ae It
horas da rnanhD.
I.EILAO
DE
HOcaiias torn 4 8 latas cada um co.u
leite coudensndo
ao cower do martello.
TERCA-FEIRA 14 1)0 COilKENTE
As 10 boras da maubd.'
0 preposto do agente Pestana fara leilao, p#
conta e risco de qum perleneer, de HO caixas
com 48 latas cada uma com leite condensado
AO C0RR".R DO MARTELLO
Terga-feira 14 do corrente.
A's 10 horas da manha
No armazem do Annes, defronte d'alfandega.
Para xo Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir com muita brevidade e palha-
bote Rosita, por ter alguma carga tratada e para
a qne fhe falta trata-se com os consignatarie:-
Joaquim Jose Goncalvcs Beltrao & Filho : a rua
dr Commereio n. 5
corrente pelas
do co^ume, deve funccionar
geral em continuneuodostrabalhosda-sessao
extraordinaria adiada, dos quacs faz purtc a
leitura do parecer dn comrnissao nomeada
para o exame das contas da directoria, ex-
iiilHilas com o relatorio da sessao ordinaria
domez de abril proximo preterito.
Recife, 10 dc outubro de 1873.
0 secretario.
Luiz Lapis Caslello Branco.
Pela subdelegacia de Santo Amaro das Sa-
linas e chamad) o Sr. Jose Roberto, conhecido
por Cazuza Dourado, residents em Maria Fari-
tilia, coii-enhor ou irmao do senhor do engenho
Santa Crriz, aflm de provar o domioio para Ihe
ser entregue o preto Cosine DamiSn, quc diz ser
seu cscravo, e como fugido se acha recolhido a
casa de detengao desde o dia t.* do conente.
Santo Amaro das Salinas 11 de outubro de
1873.
O subdelegado,
Fiancisco Pacheco Soares.
Deordem do Illm. S*. Or. director geral
iotosino (a$o puWico, arar co .ttpcimeoto
Arreinalacai
Jaizo de orphaos deOlinda.
Vio em prafa no dia 21 d/corrente mez de
outubro, pela 1 hora da tarde, depois da audien-
cia do esiylo, na sala da camara municipal, uma
casa terrea de pedra c cal, sila a rua do Amparo,
com quintal murado; cozinba Kra, estribaria, em
chaos pxoprjos, avaliada por 900* ; dous :errenos
na rua dn S. Joao, com duas /rentes de ^asas de;
pedra e cal, arruioad ira peqago de muro,
em ehaos propri or 200* ; uma cassU
ua rua de S. Fr: m comnleta ruinft^
earn um terrpnaj > cacimba^
inda pop"
pnmeiro.casi
CIMGmS'RHm.
Coiiipanhia Frauceza de Kilvcga-
Cii1) a vapor
Linha mensal entre o
Havre, Lisbon, Peniambuco, Rio dc
Janeiro, (Santos, somente na vol
la ) Montevideo, BuenosAyres,
(com baldeaeao para o Rosario).
SfTEAIIER
Comniainlante (Japelle
E' esperado ate 22 do corrente, e seguira depois
da demora precisa para os portos do sul aeima
indicados, eoirando dentro do porto, quer na vin-
da da Europa, quer na volla.
Relativamenle a fretes, encommendas e passa-
geiros, para os quaes tern excellentes aecommo-
dacpes por pregos redniidds, trata-se com
OS C0JJSIGNATAR10S
A UGUSTO F. D'OLIVEIRA & C.
42 Rua do Commercio Entrada pela rua
do Torres.
Cfimpaithici amcrktiiw c brasiloira
de paqoetes a vapdr.
Ate o dia 15 do corrente*;esperado de New-
York por S. Tl
wmmaaa^^^
DE
31 caixas com cera em vclas marca B
TERCA-FEIRA 14 DO CORRENTL
As 14 horas da manna
0 preposto do agente Pestana fara leilao por
conta e risco de quem perlencer, do 31 caixas
marca Bde ns. 4, 6, 7 e 8, com 1,550 libras de
cera em velas.
Ter^a-feirn A do corrente.
A'SII HORAS DA MAKUJ
No armazem do Annes defronte da alfandega.
moveis, loucas e outros arti-
gos
do Restaurante I'Vancnix
na Passngcm da Mngdalcna
Quinta-feira 1 & do corrente
as 11 1(2 horas da niaiihfi.
A saber:
Um bilhar com pesteneas, mesas elasticas, di-
tas para jogos, ditas de louro, ditas de pinho, di-
tas de ferro, aparadores, rwarquezas, conpolos, a
vatorios cm pedra, cabides, eadeiras, escrivani
nhas do mogno, prensa para copiar, caixa para
pelo, relogio do par-ede, eadeiras de faia a Luiz
XV, dilas ordinarias, guarda comida, moinlio?,
1 jogo de bagatella, bandejas, co|x>s, garrafas.
servigo para jantar, dito para almogo,- trem de eo-
zinha, banheims, lalheres, colheies,.garrafas com
vinho Bordeaux, ditas coin cogaao- e outros mm-
tos arligos.
O agente Pinho Rirges, autorisado, vendera em
leilao os objectos supra itados.
A's 11 horas cm ponln havera um bead na
pectiva eslajao para conduiir os concurrent
leilao.
avisos oygBsos
Conselho fiscal do Monte Plo.
Pttrtiigucz ens Pernanibi
De ordem do Illm. Sr.
conselho fiscal convido 3
ros a reunfrem se ei
corrente mez, as 6 e
Ides do Gabinete Portu
rem. cumprimento ao!
32 dos-estatutos.

H.EEIVEL
Ohigrej
part-op
qarasV
mercio n. 4V
-
' V--,



I
no de Pemamouoo Segunda feira 13 de Outers de^87*.
casa m mm.
AOS 5:O&000.
WIHETES G4MNTID0S.
A' rua Primeiro de UorQO (outr'ora rua dt
Crtspo] n. tS-e oowu do costume..
Acham-*e a vend* o* fclwes hilhetes jiaraniidi*
da J' parks das lirteriw a-benelicio da matrix de
AfufadM (70J), qoee Bilbete itrtetro 6*000
Meio bUlMle 3*000
Quarto 1*500
KM PORQaODE 16C&000 PARA CIMA.
Bilhete imeiro 5*500
Meio bilhete 3*750
. Quarte **375
Mtmel Martins Ft*z.
Oabinete Porfeiguez de Lei-
tera.
( Direct*.ria )
annuncia-
que a bi-
blioWca do gabinele fw augmentada com as se-
guiDtes obras, chegadas recentemente da Europa:
Indiana (a), Armadeile, ffardes de Verao, Biogra-
pbia PoliUca-Lilleraria flo Visconde de Almeida
Garrett, Caru de guia de casados, Contos e Saty-
ras, Pesle (a) Negra, Dramas (osV da internatio-
nal, Noite (de) todos o gatos sao pardos, Filha
(a) do Cabinda, Mulher de Sangue, Resumo da bistoria da Philosophia,
TraUdo pratico da educacao reatema, Homera
tdealismo e senliueoto, erRosas pallidas, Primeiro
inquerito parlaraentar sobro a cmigracao portu-
gueia e Diccjoruirio Universal de educaeao e en-
sino, vol.
Gabinete Porluguez de Leitura. 11 de outubro
de 1873. .
V. Ferreira hagas Junior,
I* secretario.
PILULAS
VEGETAES
BF,
Em virlude de orden da directoria,
se para scieneia dos senbores socios.
do corrente,
Isabel de Souza Lean roga aos
parentes e amigns dc seu finado e
sempre lembrado marido Felippc
Domingos de Souza Leao, a carida-
de de assislirem as missas que por
soa alma se iiao de cclebrar na
matriz da villa do Cabj no dia 15
as 8 horas da manhi. _____
D. Jsabcl Pontual Pinto Daiidcira
Aecluli dc Yascencellos.
A. Witruvio Pinlo Uandeira e
Accicli de Vascoocellos e seus li-
lhos agradecem do fundo d'alma
aos parentes, amigos e numcroscs
cavalheiros, que -.*; dignaram de
dar-lhes teslemunho de afTeicao
com o associarem-se as suas pe-
nas no trause dolo oso do passamento de sua con-
sorte e ma* D. Isabel Pontual Pinto Bandeira e
Accioli de Vasconcellos, ja procurando suavisar-
Ihes as maguas, ja prestando-se ao cai idoso de-
ver' de aeompanhar ao cemiterio o cadaver da
mcsmo finada ; e rogam Hies a contiauacao do
obzequio na assistencia as missas, que por alma
della tem de ser celebradas no ilia li do corren-
te, pelas 7 horas da manhi, a matriz da Doa-Vis-
ta e reeolhimento da Gloria desti cidade, e na
?neJla do engenho Cabeca de Negro, da fregue-
zia da c.(|a devida esta a amisade fralernal
de seu cunhado m~ i0?e Hermiuo Pontual.
Igualmente nio podem ^,r 0 seu reconheci-
mento as expressoes) de condolence .- iti(jnccIo,
manifesladas para comsigo pelas illustrauas r*.
daccdes da Provincia e do Diario de Pernambuco;
js quaes protestam viva gratidao.
Ursula Candida de Albu-
querque Bello.
J Tio Baptisia de Aguiar Bello,
agradecendo profunda e sincera-
mente a todos os sous amigos que
acompan^aram ao ultimo jazigo os
restos moriaes de sua chara e sem-
pre lembrada esposa, cjnvida-os
para assistirem as missas do seti-
no dia, que U'-m de ser resaJas no convento de S.
Francisco, no dia 13 do correate, quana-fcira,
pelas 7 horas da manlia.
Major Marcelino Jose
lins l)fes sadios e sftiH
l!na fligestao vigorosa.
Um excellente appetite,
>a< 4lgs dos bencficios que se podem rivac, fozendo-seum uso regular das
ISIelaM vcgctacN de Rt*iM(l.
Utua -sura certa e ellioaz dos intestinos,
lim remodio adruiravel para os rii,
Um tonico poderoso para oestomago,
Sao as inapreciaveis qualidades medtcas
quo se.podem encontrar, usando-se das
PHiiIu* vegetaes de Brlstel.
Uma medicina que nao produz dores neni
colicas.
Um ipurgante que nao debilita nem eo-
fraqueee.
Um latante que nao causa a menor
nausea.
Formam uma das muitas virtudes que
possuem a s
Pilula* vegetacM dc Bristol.
Um medicameuto suave e favoravel para
o bello seio.
Um correctivo seguro dos desarranjos do
systema.
Um remedio completo e seguro para as ii
rcgularidades.
Sao 06 effeitos sem falta, resultantes dt
usO e emprego das
Pilaalas vegetaes de Bristol.
Uma compleicao clara, alvn e transparent*,
Utna pelre macia e delicada c um
Halito doce e agradavel.
SSo os resultados certoseinfalliveis, de-
pois dc se
' haver tornado algumas d6ses desU-
roclhor dos
Remedio* as
Pilulas vegetacs de Bristol.
Em todos os casosile inolostias i'uma na
tureza oscrofcilosa, ulccrosa oa sypbilitica,
ou quando a inassa do sangue se haja tor
nado turva ou viciada pelo uso de ferro
mercurio, ou por outra qualquer substancii
mineral a
Salsaparrilha de Bristol.
deveri ser usada de conjuncto com as pilu
las, e assim obrando-se, em restricta con
'ormidade com as direccoes inscriptas m
envolto; os doentes podem ricar certos que
uma vcz usada conjunctamentc uma com t
outra, nenhunia enfermidade ou molestia,
por tnais severa ou arraigada quo se ache,
nao poderd resistlr ao combinado poder se
irctorio e sanitario destes dous
iZEM
VAPOR FRANCEZ
irt'A DO B\HAO l>.\ VICMBWA
Sf. 7Outr'ora NtwaX. 7
Calcado
fRIIttEa
b'bmboi^s.
Ainbns estas medicinas acbam-se & vendu
cm todas as principacs boticas e
lojas de drogas. ^
Acha-se a vnncU em todas as boticas.
H. Forster & 0.
AGENTES.
Lopes
AUina Poppe da SilwS Lopes,
Poppe I.opes, Henrique Po.pie, Al-
fredo -Popp-.', Fiavia Poppe, Marce-
lino Juse Lopes Filho e Julia Poppe,
penetrados da mai- pungenle dor
pelo passamento de sen mai preza-
do marido pai e sogro o major Mar-
celino Jose Lopes, agradecem summamenle a to-
dos os seus parentes e amigos que se prestaram a
acoropauhar ao cemilerio publico o seu cadaver :
outro Sim rogam-lhes o caridoso obsequio de assis-
iivm as missas do setimo dia, que tera lugar as 7
1|2 boras da manlia do dia 13 do corrente, na
matriz da Boa-Vista.
D. AUina Lopes, seus Glhos e nora, agradecem
do ultimo d'alma aos Srs. J. Oaudio Dubeux, An-
tonio Lemos. Amaro Primavera, Dr. [Domingos M.
Goncalves, Vicente Baccllar, Thomaz Estima e
Antonio Emilio do Rego Cazumba, os rehvantes
servicos de cariclade (|iie prestaram nao so antes
como depois do aflliciivo ado da morle de seu
miii prezado marido, pai e sogro o major Marcel-
lino Jose Lopes ; e de novo rcnovam-lhcs a sua
eterna amuade.
BMWWWWa^BlllMBBBWWaBBWgWMWMi
Cecilia Hondo* Vianna Bilteiro
0 Dr. Raymundo Men'es Vianna, Dr. Murilio
Mendes Vianna e D. Maria Mendes Viauna pedem
a seus parentes e amigos o caridoso obsequio de
assistirem a algumas missas que mandam celebrar
na igreja do Corpo Santo, no dia li do corrente,
30. dia do passamento de sua (resada irma e cu-
nhada Cecilia Mendes Vianna Ribeiro, fallecida
na provinria do M^ranhao, pelo que Hies confes-
sam ser eUrnameote agradecidos.
Estabelecimento de carros
funebres, rua do Impera-
dor ns. 9e 11. .
Agra A C.
Scienlificam ao publico que para o seu acredi-
tado e-talielficimento recelieram da Europa um
complete sertimeiito de objectos funebres ; e ten-
do augmentado ao g.rande e variado nnmero de
carios que p com luxo, sendo um para anjo e outro para adul-
to, convidam ao publico em geral a visitor o mes-
rao estabelecimento, afim dc desenganar-se da
verdade.
Receberam tambcm um completo sortimento de
capellas proprias par* tumulas, as quaes vendem
por menos preco do que cm outra qualquer
parte.
Os proprietaries deste e-labelecimento, tendo
recebido do respeitavel publico e de seus amigos
cxhuberantes prcvas do considera<;4o e conlianca,
csperam que os inesmos continuarao a utilisar-se
de seu< servicos, para o que os encontrarao promp-
tos a bem servilos, tanlo bo que for de luxo como
do bom, medio e minimo, luJo com limpeza e
perfeicao, sendo os precos os mais commodos pos-
siveis, certos de que seja qual for a quantia de
qae possam dispor, nao'deixatao de ser servidos
com promptidao e asseio. ______________
Tern siih aprescntada aa publico
Dnrante o espaeo
DE
40 ANNO S.
DE
PISTOL
m
\ '-17^*^
r
CLRA OS CASOS MAIS DESESPERADOS I
A SAFSAPARRIEHA DE BRISTOL puri-
fica a massa do sangue, expelle para f6ra
todas as materias e fezes viciosas .e impuras,
regula todas as secrecdes, d onergia a todos os orgaos e d& forr;a e vi-
gor ao systerna afim de podor melhor resis-
tir a todos os ataques da enfermidade. E'
pois este um remedio constitutional. Elle
nunca distroe afim de poder curar ; porem
constantemente assiste a natureza. Portanto
em todas as doencas constUucioTUies e em to-
das as molestias locaes dependents d'um es-
ladovicioso e imperfeilo do systema em ge-
ral, acbar-se-ha quo a Salsapaurilha de
Bristol e um remedio seguro e efficassissi-
mo, possuindo inestitnaveis e incontestaveis
virtudes.
As curas milagrosas de
Escrofulas,
Ulceras,
, CliagasantigaSy
ENTERM1DADES SYl'HILl'^CAS
ERTSIPELAS,
RHELMATIS.MO,
NEVRALGIAS,
ESCORBLTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangeado e dado o alto re Salsaparrilha de Bristol
por tolas as partes do universo, sao tao so-
mente devidas a
UNICA LEOITIMA E ORIGINAL
Salsaparrilha de Bristol
H. Forster k C.
AGENTES.
NA PHARMACIA CENTRAL
ICO
AugustoTrajaoo de llollanda Chacon, Dr. em
medic na pcla faouldade do !io de Janeiro, clipga-
do ha (touco.la 1'iifopa, node nos melhor es bos-
pitacs dedicou-St aos eel na proflssSo, e
com esp"cialMad a operai^os e as molestiai
olhof, tem o su escriptorij na casa de sua resi-
dencia a rua D liga das Ci
n. 8, 2" andar. CoodHb ras da ma-
nlia. Gratis a ________
as ca-asn. l<>9 da rua do Coronet
Suassuna A Pe-
dro If, am' jjran
de familia
Vista n. 50.
No engenho Jacare da comarca de Nazareth,
precisa-se de um feitor, nio se repara a nacioua-
lidade, sendo bam e de boas qualidades : quern
estiver ncstas condicoes, dirija-se ao mesmo en-
genho, ou no Recife, escriptorio de Leal & Irmao,
a r ja do Marquez de Olinda n. 56, para contra-
tar-se.
Aluga-se uma casa terrea em Olinda. na la-
deira da Misericordia n. 2, um sobrado nos Qua-
tro Cantos n. 21 : a tratarna mesma.
Para escriptorio
Aluga-so nma boa sala e dous quartos do pri-
meire andar do sabrado a rua do Imperador n.
81 : a'tratar noarmazein do mesmo.
FAMIU.
Faz-?e negocio com a fla rna de VidalTJe Ne-
greiros n. 147, ou sffadmitte nm socio com algum
ca;dtal para tomar conta, por ter de retirar-se
fora da provinda n ado da m^ma
padaiia : a tratar no tlito estaL le<- >nto jual-
quer bora ou na rua do Vigai.u ... w3, taverna.
- Precisa-se de um criado para todo o sirvico
de nma casa de pouea familia : na rua da Impe-
ratrlz n. 40.
JPara homo
8011SA6 de bererro, cordavao, peHica, Instfft e
- de duraque com biqueira, dee melhore*
fabricantes.
SAPAT&ES de beerro, de cordavao e de case-.
In.
SaPATOS de.4stre com salto.
SAPATOES atamancados eom soh de pao, pm-
priosipara banhos, tios ejat-dins.
SAPATOS de lapete, chariot, castor e de traica
franoezes e portugnezes.
Para senhora.
BOTINAS pretas, braneas e de edres *fferol8,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de j)hanUsia com salto, brwicos,
pre tos e SAPATOS de lapete, ebarlot, castor e de traara.
Para menlnas.
BOTINAS pretas, .bcancas e de cores differentes.
lisa<, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS dedwersas qualidades.
SAPATOS do tranca portuguezes.
Para mcnlnos.
BOTINaS de bezer.ro, lustre e de cordavao.
ABOTINADOS e sajialoes de bezerro, de divfrsas
qualidades.
SAPATOS air tranca ftajacezes e portugnezes.
Botas de montaria.
Mas a Napoleao e a Guilherme, perneiraa
meias perneiris para horaen e meias pemeiras
para meninos. i~
No armazem do vapor trance', a rua do Bario
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeirae de balanco, de brapo, de guernicoes,
sofa*, jardineiras, mezas, conversadeiras e effstu-
reiras, tudo Mo muito bom por serem fortes e
levr .*, e i s mais proprins moveis para saletas e ga
binetes de recreios.
No armazem do vapor francez, a rua do Bario
da Victoria n. 7, outr'ora Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar mailo boas pianos fortes e
de elegantes modelos, don mais notavew e bem
conhecidos fatricantes ; como sejain : Alphonse
Bldonel, Henrj' Hers e Pteyel Wolff C..- no
vapor francez. a rua do Barao da Victoria, on-
ti'ora Nova n. 7, a preens muito commodos.
Perfumarias.
Finos extraclos, banhas, oleos, opiata e pos den-
triCce, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, fJorida, lavande, pos de arrez, sabonetes,
cosneticos, muitos artigos delicados em perfnma-
ria para uresentes eom frascos de extraclos, cai-
xinhas sortidas e garrafas de differentes tamo-
nhos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
drav.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victo-i?, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos phantazias.
Espclhos donradi'S para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvin, de fio de Escocia e de camurca
Caixinhas de costura ornada com musica.
Albuus e quadrinlios para retratos.
Caixinuas com vidro de angmentar retrato^*'' t
Diversas obras de ouro bom de lei garanlidp_.< >
Correntes de plaque muito bonitas para relo-
gios.
Brincos a imitarao e botdes de punhos de pla-
qai
Rolsinlias e cofres de seda, de velludo e de cou-
rinho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
e toilette.
Pincinez dc cores, de prata dourado, de aco e
de lartaruga.
Oculos de aco lino e de todas as guarnicoes.
Bengalas de luxo, eanna, com Castries d mar-
IjL
lengalfas diversas em grande sortimento para
homens e meninos.
Cliicolinhos de baleia e de muitas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para descmbaracar e para
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpitr ca-
beca.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
ies.
Carteirinhas de medreperola para din' eiro.
Meias para homens para nvninos.
Gravatas braneas e de seda preta para homens
e meninos.
Cam|iainhas de mola para ch mar eriadus.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
mino e ontros muitos differentes joguinhos alle-
mies e francezes.
Malas, 1-ol.as e sccos de viagem de mar e ca-
minnos de ferro.
Argolinhas de marfim para as criancas morde-
rem, bom para os denies.
Ber^os de vimes para embalar criancas.
Ceslinhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas, para passeios de
criancas.'
Venezianas transparentes para portas e janellas
Reverberos transparentes para candieiros
gaz.
Estereoscopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas magicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros, avulsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para illuminacSes de
festas.
Baloes acreostalicos de papel de seda mui facil
de suhir.
Machinas de varios systemas para cafe.
Espanadores de palba e de penuas
Tesourinlias e canivetes flnos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lante-nas.
Tinteiros de lonca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de moldiiras douradas e prrtas para
quadros.
Quadros ja promptos com paysagens e phanta-
ua.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de magicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequenos de veio com lindas pecas.
Realejos barmonicos ou accordions de todos os
amanhos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difflceis de mencionar-se. No armazem do
vapor francej, rua do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Medidas de 40 a IO0 metros, pes e pal^os para
medir terrenos.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se node desejar de todos
os brinquedos fabricados em Hfferentes partes
da Europa para entretenimento das eriajicas tudo
a pre.os mais resumidos que e possivel:' no ar-
mazem do vapor francez, rua do Barao dn Vie-
oria, outr'ora rna Nova n. 7.
Precisa-se de um rapaz que tenha as ball
rdes nncessarias para tomar conta de uma casa de
molhad") por balanco, como socio, u que tenha
algum capital : quern se julgar ncstas condiciles,
dirija-se a rua Direila n. I'M, que achara com
quemlratar>__________________________ __
Attencao
A shaixo as^ignada roga ao Sr. baeharel Manoei
Tertulunn Trav, do lermo de Bum jardim, o favor de apparecer ao
,-iftAo 4a matriz n. .6, a negocio dc particular in-
Ici esse.
Palmyra de C.irvalho.
IVecisa-^e Cuniratar nma pc.-sua com a* ha-
tiiitafftea precisas para eceupar o lugar de cen-
-s-.ir U-; pois uebtas cirenmstancias, queira deixar sen
nome moradia na loja n...., a rua do Bario da
Victoria, para ser procurado.

|
I*
ifH-
-rr-
Casa.
A'luga-se a loja da casa n. 61 da rna do Apol-
lo : a tratar na rna da Cadeia n. 3.
CASA
Aluga-se a casa
cana, aa Capunga
to, para ver.
n. 32 da rua das Pernambu-
a chave zsta no aeougue jun-
Negocia se uma execocao com bypotbeca no
fagenho Boasica do termo de Ipojuca : a enten-
ar-se com o Sr. Severian > de Siqueira Caval-
cante.
inim^'Hns
19-RUA N.0VA 0
J. M. Leroux, cirur-
giao dentista, sucees-
sor de F. Gautier, es-
pera continuar ame-
recer a confianca dos
clientes da casa, e do
respeitavel publico em

a:eral.
Escraw
\$m
fiigiila
CASA DO OURO
Aos 5:000$000
Bilhetes garantidos
rtua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 68, e casa do costume.
0 abaixo assignado acaba de vender nos sear,
nuito fetizes bilhetes a sorte de 5:000*000 em
inatro quartos de n. 135, a sorte de 800*000 em
dous quartos de n. 1333,a sorte de 300* em bilhete
inleiro de n. 1105, e qnatro quartos de n. 1906
com a sorte de 100* ; alem de outras sortes me-
uores de 40*000 e 20*600 da loteria que se acabou
de extrahir (69*>; e convida aos possuidores a
virem receber, que promptaraente serao pagos na
forma do costume.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiu
vel publico para vir ao seu estabelecimento com
prar o?' muito felizes bilheles,que nao deixarao dc
tirar qiialquer i remio, como prova pelos mesmc j
annnncios.
Acbam-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
antidos da 2* parte da loteria a beneflcio da
matriz dos Afogados, que se extra hi ra no dia 21
do cqrrente mez.
Precos
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*500
De 1OOJJOOO para data.
Inteiro 5*500
Meio 2*750
Quarto 1*375
Recife, 11 de outnbro de 1873.
Joan Joaqum da Costa f>/r>.
Continua a e.-tar fugida, desde o dia 12 de
setetnbro proximo passado, a escrava de nnme
Juslina, natural de Rio Grande do Nolle, com os
signaes seguintes : altura regular, bem preta,
bem parecida, bocca e nariz regnlares, olhos vi-
vos, tem olhar nm pouro espantado, falla baixo e
qnando pronunci i as palavras mostra a dentadu
ra que 6 boa e bem alva, os pes um pouco curios
e apalhetados, aparia o cabello ao meio da cabe-
ca, foi escrava de Manoei Soares Pinheiro, com
estabelecimento na praca da Independencia, do
poder de quern tamhem se ausentou em tempo,
e foi pegada em Bebenbe lavando roupa, intitula-
va-sc forra; presentementc supp5e-se que anda
por algum dos arrabaldes desta cidade, ou que
esteja feito ama a titulo de forra, em alguma casa,
ou flna'mente algem illicitamente a tenha em seu
poder, contra quern se promette proceder com
todo o rigor da lei. Pede-se, portanto, a todas as
autoridades policiaes e capitaes de campo, a ap
prehensao de dita escrava e leva-la a seu senhor
na Capunga, rua das Peroambucanus n. 12, on
Recife, arco da Concei^ao, loja do ourives, que
sera generosamente recnmpeiisado.
COZINHEIHO
Casa k campo.
Off'Tcre *c, 4 quern qnizer fazer oa tAwertos
necessaries, o arretidamcnto nor alguns annos de
uraca, da excellente casa sita na Porla d'agua,
quo foi do tinado Dr. JoaquMi fires Caraaro
Moniciro, rtasrando'se escriptur* fin maior O^
gu anca. A locabdade e muito HMre, e a
muito f esca, tem magniiie< banho de agua 4m-
ce em frente, < c nmito commoda, Tisto OjUt v
irem jtara d<*fn>ni jir se ao Sr. Francisco Caraeiro M ApipiuNis ao Sr. Frami-co Ignacio Pinto, rna do-
lorn Jesus, ou ao Sr. Cannrtn, rua do Comma-
io n. 40.
Hotel Uniao, praca do Conde
d'Eu n. 32.
Este estabulecimenlo continua a forneeer come-
dorias com asseio e promptidao, tanlo para fdra
como para dentro do mesmo estabelecimento, ten-
do todos os dias papa, e nos sabbados mao de
vacca, re ebe-sc qualquer encomownda por me-
nos do quo em outra qualquer parts; 0 mesmo
evfabelcrimeiito ton excellentes quartos para aru-
g.u, sendo bastantes frescos. 0 proprietario
pora do respeitavel publico a roncurrencia e pte-
teccao ; e ao mesmo tempo pede aos seus fregue-
zes que se acham atrasados ha mais de anno, a
virem quanto aides saldar snas contas.
i
ConsiiUorio medico
Precisa-se de um bom coziuheiro
Imperalriz n. 37, primeiro andar.
na rua da
0 Sr. Antenio Luiz da Costa, que foi nego-
ciante em Olinda, na rua de S. Bento n. 45, e
eham 21, a negocio que S. S. bem sabe.
\ll PUBLICO
Oiiciit mais.couifflodo tflcrecc ?
incontestavelmente a loja de cal?ado5?estingti-
ro que mais commodo offerece em geral, com espe-
cialidade ao bello rexa, e o PaRIS NA AMERICA
a rua Duque de Caxias n. o9, primeiro andar fat
liga do Queimado) e a ratio ? a razao e simples
um cavalbeiro (amanle do cloque) por certo se
in.-ommoda quando, para comprar urn par de tw
tinas, v6-sc ftireado a experimentala subre um
pequeno e pueroso pedaco de lapete (svstema ma-
carronicoj nao podendo desta forma conhecer s*
a botina (he fica boa, pois, nao torn eepaco jiara
experimenta-la, ao menos que n.io a estrague dan-
do apenas um passo, que chegaralogo ao immun-
do ladrilho ; o que nao acontece no Paris na
America, onde pode se passear a vontade e desta
forma conhecer-se se fica bom o cab.ado : para o
bello sexo, enlao e q nasi impessivel, que nma se-
nnora (do boih torn) queira sujeitar-se a experi-
mentar calcado ao lado de nm balcao, onde en
tra quf m quer, ainda mesmo para comprar : o
Paris na America nao resente-se desta falta ; tem
nm bem preparado gabinpte reservado, para a>
Exinas. que alii poderao estar em perfeito commo-
do para a cscolha do calcado.
Nao terminam aii as vantagens ou commodos
do Paris na America a rua Duque de Caxias n
39, primeiro andar, consiste lambem no bom sor-
timento de botinas para homens, dos nielhores e
mais afamados tabricantes da Europa, como Me
lies.'Suscr, Polak, etc., etc., c grande variedade de
chincllos e sapatos, assim tambem nm lindo sor-
timento de botinas para senhora, e sapatinhos de
muitas qualidades i|ue podorao salisfazer a esco-
ha da mais capicliosa senhora (do bom gosto);
pelo que fica expendido, f sta claro que a loja de
calcado estrangairo, que mais vantagens offerece,
eo Paris ta Americ 59, primeiro andar, autiga rua do Queimado
0 Extracto Composto de
DO
lr. llurillo.
RUA DA CRUZ N. 26,1. ANDAR.
iV Recem-chegado da Enrepa, onde fre-
fy quentou os hospitaes de Paris e Londres
^. pode ser procurado a qualquer hora do
O dia ou da noute para objecto de sna pro-
rJ fissao.
F\ Consultas do meio dia as dnas horas
Mi da tarde.
Gratis aos pobres.
f^penVr/irf idcs.=Molestias da pelle, de
crianea e 4e mulher.
Kmproga no tratamento das molestias
de sua especialidade as diichat frias e
banhos a vapor, para os quaes trouxe
os apparelhos mais modernamente em-
pregados na Europa.
Tambem applica com grande proveito
no tratamento das molestias do utero a
n> electricidade, pelo processo do Dr. Tre-
j< pier. Cura por um processo inteiramente
Zf novo a< blennorrhagias e sobre tudo a
V (gotta militar) dispensando asinjeccoes.
BABY JUMPERS
Velocipedes and Hand Carte
For Boy's.
Elastic Steei matresses.
Ice King Refrigerator.
Perfumaga-tors.
Machinas para descaro^ar
algodao de 12 ate 30 ser-
Cesiiiihas para coslira
Grande sortimento de honitos modelos cheg^adog
ao armazem do vapor francez, ^na do Ba-ao da
\Tctoria (outr'ora Nova) n 7.
Oleados
baratos.
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Oleado 1 e iuuiio l
meza : no ar
rao ua Victoria outf'ora .'>

n. /.
Precisa-se
taverna de IS a
oiero 94.
16
am caixoiro com pralira de
anorjs : nirna l'"f*r'al nn-
9 9
X'C^Dsultorio Hicdico-cirurgifo 9
DE r\
SilVa Maia. 9
ionde de Albuquerque n. Jf
era rua da matriz da Boa-Vista yf
nados : a qnalqner ho<*a.
sultas: Aos pobres gratis, das 2 as
rj 4 horas da tarde.
ALSAPARRILHA
Do Dr. Ayer
PURIFICADOR DO SANOUE
Para curar e$$a$ molestias que provem de virio ou im-
$>urt*a do Satxguc,* da Escrofula.
MOLESTIAS CUTANEAS, CALLOS, MANCHAS,
IRRUPCOES, ETC.
Rheumatlsmo e Gotta, Dores e
Affeccoes doe Obbos, Mai dos Ol-
l-.os, Debllldade ou fraQueza freral,
Dyspepsia, Inoommodo do Flarado,
Cms falta geral 'de saude e uma1
dlsposlcao facU ao soffrimento, tem /altar de
rariot outrot incommodos, aigumi pequenos, outron terios,
8&o os resnltadofl e cooMquencUs que mais tarde ou mais
eedo ocoorrem.
AS MOLESTIAS de que padece o texo feminino, tam-
bem, quasi sempre ?ao devidas 1 mesma causa.
O unieo tratamento efBeaz a unica
maneira segura de readquirir a saude e
de restabeleeer o corpo, t medlante o
emprego fiel e constante de um PMri-
ftcador Alterante como a
SALSAPARRILHA AYER.
[A Bciencia" medica apresenta este reme-
dio ao povo como o melhor e o mais
seguro que clla conhece para o fim
desejado.
Alem da raiz da Salsaparrilha ella t composta das prin-
eipaes su beta ncias mediclnaes que a experiencia tem demos-
trado serem as melhores que jbrnece a natureza e que a
arte tem descoberto para eztirpar do tongue dot humores,
esses vicios e corrupebes que saoagemende tantamolestvi.
Logo que a Salsaparrilha Ayer haja penetrado no
systema, eonieca entfto a obra de restabelecimento.
N5o e n'um momento nem em um dia
que a molestia desapparcce.
Pouco a ponco, degrao sobre degrao,
o sangue vas readqnirindo sua pureza, o
mai vae cedendo e a saude, o vigor a
robustez, apparecem!
Medicos de alta reputacio concordam
no valor e utilidade d'este inestimavel remedio.
Todos OS dias apparecem novas provas da suas virtudos.
Todos os dias augmeuta o consumo.
O povo todo, intelligente e obserVador ve~ n'elle um meio
fldedigno de livrar-se das suas principaes doencas e de
restaurar sua saude e por conseguinto tomar mais alegre
sua existencia e mais duradoura a sua vida.
jB' um Btpecifico contra grande parte chronicas,' lllieutnatltnto, ntolettias cutancas, etc.,
que So eautadat pela Infecsao venerea, ou antiga ou her-
dada.
09
M st
ee
A major parte das molestias
chronicas, e mesmo das outras de
qne soffra o povo, se oslgiaem
n'um ostado doentio e morbido
do sanf^ie.
Logo que este allmento da vida
nao estiver poro e ou que M
ocharearregado com a iiifsccto da syphilis (talvea Jade
annos passados), a molestia ha de apparecer sob uma ott
outxa forma e apreeentando differentes symtomas.
. tacPASADo poa
r. J. O. ATKB & Ca, LuweU, Mae*,
TCrtados Unidos,
Chimioti frwXioot c Analytic**,
9
1
ras.

NA
CASA AMERICANA
46 Rua do Imperador 45
De c.Asaiucntos.
De Hftptisadnsr.
De bailes.
De solrees-
De nlinocos.
Me lanches.
De bieknleks.
De ceias.
Dc tudo de tudo
Se enearrega a confeit.iria do Campos.
E alem flisso
A onfeitaria do Campos
Lsiii sempre provida
De tudo quanto c pruciso pnra
Uma boa mesa.
Rua do Imperador n. 24,
ryiiTfc _^T
PENHORES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, dd-se
dinheiro sobre p'e-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
7 ^ ia- ^*.%*i Cm&s .'-^.--^t
J. Dliibaul de Paris
Constructor e afinadcr de pia-
nos.
Ex-alinador das antigss e afamadas casa&
I'ieyel e Hertz
c antigo director das ollicinss da casa
AlTonso Blondel.
33Rua do Imperador33
Tem a honra de declarar ao respeitavel publico
desta cidade. que lom abcrto sua' casi de concer-
los e alinacoes de pianos, quaiiioer qua seja o p^-
lado do insintmento : a rua do Imperador n. 33.
I C0NSULT0RJO *
I MEDICO-CIULBGFCO
no
Mb Dr. J. H. Curio
fit Rua do Marquez de Olind'. n. 25, pri-
meiro andar.
W Consulta das 9 horas as If da manha. H
S Chamados a qualquer bora.
^ Consultorio homeopa- 0
thico M.
*ji
0
Do Dr. Sauto^JMcIlo W
11------ltua do liuperaTor------41 Q
das If a 1 da X-
Q lai !
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~Z ', segunil. ^
3 am' dai 6 as Ma
ft manlia e Oa rde. VS
2 Chamados a q' >ra.

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3iap te Pernambuou Segunda feira 13 it Outubro de 1873.
0NPAISHIiDOS 1KILH0STRBWOS Oft RECIFE iOLWE BEBER||)E
Do dia 15 do ontubro em diantc.a p>rti;li <^ imida pela
(ahella soguinle :
m\H L'TKLS fc SVa.it It ADOS
bstacoes
ftua da Anrora f'pariida).......
do Pirn.................
do Principe...............
Joao de Bar roe................
Rua da Mora..................
Encrruzilhada.................
Relent.......................
Campo Grande................
Teixeira Lopes...............
Daarte Coelho ...............
Varadooro,...................
Pateo do Carmo (chegada).....
ESTACOES
Pateo do;Carmo (partida.).......
Varadonro....................
Daarte Coelho.................
Teixei:a Lopes..............
Campo Grande...............
Belem........................
Encruzilhada..................
Rua da Hora..................
Jiao de Rarros..... ..........
Rua do Principe................
(i do Pirea...................
da Anrora (chegada)......
MANHA
5.30
5.33
5.33
5.38
5.42
6.45
5.5")
5.55
5.68
6. 2
6.JO
6.30
6.33
6.33
6.38
6.42
G.45
6.50
6.55
6.58
7. 2
7.101
7.30
7.33
7.33
7 38
7.44
7.45
7.50
7.55
7.58
8. 2
8.40
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8. It
8.35
8.38
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8.47
8.50
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9.10
9.30
9.33
9.35
9.38
9.42
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i 3J 3.:t3;
2.35 3-35
2 38 3.38
2.44 8.42
I. IS 3 13
3.47
2.50 3.5U
2.35 3.83
2.58 3.5S
3. 2 4. 2
3.10 4.10
'i..:o
4.33
4.35
4.38
4.42
fc.45
4.50
4.:.5
4.58
5. 2
5.10
5.3-i
5.33
5.35
5.38
5.42
5.45
5.50
5.55
5 58
6. 2
6.10
6.30
6.33
6.35
6.38
6.42
6.45
6.50
6.55
fi.58
7. 2
7.10
7.30
7.33
7.35
7 38
7.42
7.45
7.50
7.5 i
7 58
8. 2
8.10
8.30
8.33
8 35
8.38
8.42
8.45
8.50
8.55
8.58
9. 2
9.10
9.3L
9.33
9 15
9.38
9_
9.45
9.50
9.55
9.58
10. 2
10.10
MANHA
5.3
5.34
5.37
5.42
3.47
5.50
5.54
8.57
6.
6. 3
6.20
6.30
6.34
6.37
6.42
6.47
6.50
6.54
6.57
7.
7. 3
7.20
7.30
7.34
7.37
7.42
7 45
7.47
7.50
7.54
7.87
8.
8. 3
8.20
8 30
8.34
8.37
8.42
8.47
8.50
8.54
8.57
9.
9. 3
9.20
9.30
9.34
9.37
9.42
9.47
9.50
9.54
9.87
10.
10. 3
TARDE
12. 2.30
12. 4 2.34
12. 7 2.3i
12.12 2.42
12.17 2 47
12.20 2 50
12.24 2.54
12.27 2.57
12.30 3.
12.33 3. 3
3.25
3.30
3.34
3.34
3.42
3.47
3.80
3.54
3.57
4.
4 3
4.25
4.30
4.34
4.34
4.44
4.47
4.50
4.54
4.57
5.
5. 3
5.25;
5.30
5.341
5-341
5.421
5.45!
5.47J
3.50'
5.54
5.57
6.
6. 3
6.25 7.25 8.25
6.30 7.30 8.30
6.34 7.34 8.34
6.34 7.34 8.34
6.42 7.42 8.42
6.47 7.47 8.47
6.50 7.50 8 89
6.54 7.84 . 8.54
6.57 7.57 .8.57
7. 8. 9.
7. 3 8. 3 9. 3
9.23
9.30
9.34
9.34
9.42
9.47
9.50
9.54
9.57
10
10. 3
ESTACOES
Enernzilhada (partida).
Estrada Nova.........
Agua Fria...........
Fundao............
Porto da Madeira......
Beberibe (cnegada)....
ESTACOES
Beberibe (partida)...............
Porto da Madeira.............. .
Fundao........................
Agua Fria......................
Estrada Nova....................
Encruzilhada RAMAL DE BEBERIBE
IIIAK UTEIS E SAHTIFICADOS
MANHA
5.48
5.51
5..H
5.57
6.
6. 0
6.48
6.51
6.54
6.57
7.
7. 5
7.48
7 51
7.5V
7.57
8.
8. 5
8.48
8.51
8.54
8.57
9.
9 5
MANHA
6.30
6.34
6.37
.40
6.43
6.46
7.30
7.34
7.37
7.40
7.43
7.46
8.30
8.34
8.37
8 40
8.43
8.4C
9.30
9.34
9 3:
9.4"
9.43
9.46
TARDE
12.18
14
2 58
2.81
2.3't
2 57
3.
3. S
4.48
4.51
4.54
4.57
3.48,
5.51
5.54|
5.57
6.
6. 5
6.48
6.51
C.54
6.37
7.
7. 5
7.48
7.51
7.54
7.57
8.
8. 5
8.48
8.51
8.54
8.57
9.
9. 5
TARDE
1.
1.21
3.3'.
3.34
3.37
3.40
3.43
3.46
5.3C
5.34
3.37
5.40
5.43
5.46
- 6.30
6.34'
6.37!
6.40
6.43
6.46
t
7.30 8 30 9.30
7.34 8.34 9.34
7 37 8.37 9.37
7.40 8.40 9.40
7.43 8.43 9.43
7.46 8.46 9.46
jz- -' .-.^VMBi
.-. .11*--
MEURQN&G.
aos compradores do bem conhecido e acreiitado rapd
AREA PBETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap6 de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma c6r, cujo desenhc se p6de
confondir com 0 d'aqnelles.
Os apreciadores que qaizerem do verdadeiro AREA
PRETA, devem para nao serem enganados ver que
os botes tragam 0 nome de MEURON & C, e a desig*-
napao de AREA PRETA.
MEURON a c.
Escriptorio da companhia dos trilhos urbanos do Recife a Olinda e Beberibe, 4
0 geretile.Low
le outubro de 1373.
wtino Jose de Miranda.
Na rua das Flores n. .7, e estreita do Rosario n.
38, loja, ha utna pessoa que se encarrega de armar
lunmlos e cataeumbas no cemiterio publico para
o dia 2 de ooverabro, commemoracao dos fieis de-
funtos.
mi
Alu
ga-se
Precisa-se alugar um sobradinho de um
andar, que tenha pelo menos 2 salas, 3 ou
4 quartos, e cozinba f6ra, se tiver sotao me-
lhor sera, tambera serve um 2." andar com i
sotao, e com os mesraos commodos, ou mui-j
tos, comtanto que seja no bairro de Santo,
Antonio ou raesmo em algumas das ruas do
S. Jose. A pessoa que precisa nao duvida pa-
gar algumas beinfeitorias que tiver, nao sen-
do muito cara, ou fazer algum concerto pe-
queno e asseio. Quem pois tiver e quizer
alugar, deixe carta fechada no 1. andar.
desta typograpliia, em mao do administra-'
dor, com as iniciaes W. G., o qual tambera
poderi dizer quern e o pretendente.______
Cozinheira
Precisa-se de uma cozinheira qne seja escrava,
para cozinhar e engommar em casa de pequena
familia : a tratar na rua da Imperatriz n. 15, 1
andar. ________.
Nos Ouatro Cantos, na cidade de Olinda, um
sobraio de um andar e sotao, em bom I :gar pa-
ra passar a festa, e me? no para quern precisar.
de tomar banhos salgados ; o dilo sobrado tem i
commodos para familia, e tem muito boas vistas:'
e fresea : quern pretender diriia-t-e a rua do Du-
que de Caxias n. 62, outrdra Queimado.________
Precisa se do dons eaixeirul com pratica de
taverna : na rua de S. Jorge (antiga do Pillar) nu-
mero 135.__________________________________
"~ Pergunia-se ao redactor do Diarjo nambua ou a quern vio pregar o sennao d>! San-
to Antonio na se de Vixen, palo Rvm. padre A.
Henrique da Silva, natural da mesma provmcia,
se do pulpito aonde ostava o dilo Rvil. padre
preganlo, fazia tambeni com a mao ou com o de-
do os signaes niaconicos que se aeham estamjia-
dos neste mesmo Diario : isto doseja saber um
cego.
Precisa-se de uma ama escrava para cozi-
nhar e ensaboar : na rua da Penha n. 23.
Escravo fugido
Athanaio; caboclo, idade 13 annos, corpo for-
nido, bem parecido, cabellos crespos, falla um
tanto gago, muito esperto e conhecedor do Reci-
fe, para onde diversas vezes se tem auzenlado,
tendo desta furtado 3^000 em cobre que estava
sobre uma mesa. Esta fugido desde o dia 6 do
eorrente, de casa do seu senlior no engenlio Sa-
pucaia de Beberibe, onde se recompensara a
quem o pegar.______________________________
VELOUTINE
at UMA E9PECIE DE
POS de FLOR de ARR02
Especialmentepreparados com bismuth
le por conseguinte d'nraa acyao saudavel
iBobre apelle.
E' ADHERENTE e totalmente INYI-
SIVEL, dando a pelle uma frescura e
I aveludado naturaes.
Preco da Caixinha com borla 5 fr., em
|casa deCh. FAY,9,ruedelaPaix,PARiz.
Depositoem Pernambueo, A. REGORD.
AtienQao
20&000.
Precisa-se de uma ama para conzinbar e
comprar para duas pessoas, preferindo-se
escrava, que seja perita cozinbeiro, pa-
gamlo-se a quantia acima: a tratar no pa-
teo do Hospital n. .28, l..e 2." an-
darcs.
-----------------------------------------------------------
Ainda se precisa de uma ama escrava ou
forra para cozinhar e ensaboar. para ir para Casa
Forte : a tratar na rua da Penha n. 23.
Perdeu-se
no dia 7 do eorrente. da rua da Matrix para o
theatro Santo Antonio, um broche de euro fili-
grana : quem o achar leve a referida rua, casa
n 25, que se gratiflcara generosamente.________
Ao comiiiercio
A viuva de Thomaz Fernandes da Cunha avisa
ao publico e especialmenle ao commercio que o
Sr. Antonio Ribeiro Seabra deixou de ser cai-
xeiro em seu estabelecimento a rua do Marquez
de Olinda n ii, desde a data de hoje.
Recife, 9 de ontubro de 1873
Viuva de Thomaz Fernandes da Cnnha.
MOFINA
Est& encouracado !! !
Koga-se ao lllm. Sr. Ignacio Vieira de Mello
escxivaV) na eldade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a rua Uuque de (-xia8 n. 36, a con-
cluir aqoelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira ehamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro.
pasaou i forareiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo e de novo chamado para diic-
flm, pois S. 8. e deve lembrar que este negocio f
de rnaie de eilo annos, e quando o Sr. s.-n lilho a
achava upU eidade
Precisa-se
de um mofo que tenha bastante pratica de servir
a mesa em hoteie a tratar na hotel de Bordeaux.
Alnea-se nma casa no Poco da Panella, sila
a rua Real v.' 16, com bast antes tfwnmodos : a
tratar na rue flo Marquez de Olinda n. *6, outr'o-
ra rua da Oadeia, escriptorio de LeaKi IrTnao.
Ao comimercio
Joaquim Moreira de Barro* Neves, sorio liqui
dante da firma de Thomaz Fernandes da Cunha
& C, deebraao eorpo coinvmrcial, que o Sr. An
?HID
AdmtnistiMQlo l'AIUZ, tt, h ulerirt Monlmirtr*.
tRMDE-IRILU. AffectSes ly*phaticts, doenfii
Am tIm *dlgestlvat, obatrucQdea do'flgado e do bafo,
obatnic^ea rUceraea, coacre^Oea calcnlosas da bile.
HOPITH. AffecoBea da Tlaa dlgeatlraa, lncom-
Bodaa do eatomago, dlgeblio difflcil, Inappetenda,
faslralgia. dyspepsia.
CtLESTIRS. Affeeefiea doa rlna, da bexlga, arelaa,
eoncrvcOea daa oorioaa, gota, diabetes, albamlnoria.
HtUTERIH. AffecoOee doe rlae, da bexlga arelaa,
eoncrecSee dai onrlnas, gota, dlabetee, alboialnorU.
KXIGA-SE
o ROME da FORTE *k CAPSULA
Aa Fontes de Vichy, acima nometdaa, acMo-ae i
Em Ptrnambuco. TISSET, freres; BEGORO. 1
tonio Ribefrri
feriia
outuuro
- Aluga
Hurgof n. 11
armazein
rnco da n
^^Bito do as'iso leito pi hi
laJo socio, Recife, 10 de
T na ma di
? tratar na rua da Praia n. 20,
MASSA peitoral r. XAROPE
de NAFI? de DELANGRENIER
Paris, J6, roe Richelieo.
S Medicos doa Hoapltaea de ParU eoaautram
su i anpcrlorldasle aobrc todoaoemalapeiloraea
e ma paderoia tjjicacia na IOMM, atthmas,
frlppc, cnqucluch' {tout conrulia), lllflam-
macao doa broacbine, irritafici do peilo e .
da garganta, etc. (Caulela cmtra at falupca-
ft>t) Dejntilot ins pkarmaeUs acredltadae .lo
Brazil.
VINdeQUINQUINA
FEBRUGINEUXdeMOITIEe
Coisi IfiilMja g PyrophoeBhato ate
rerra. Este vinbo foi preconizado par tod* a
empreosa medical como sendo o mais poderoso
toDiro empregado para curar a Chlorosis,
Anf.HU 0 ExRAKSTa(10 BO StNCOE.
Depoiito geral em Piris, 14, roe des Lorn-
birds, Laurence!, pbarmaceulico.
Pernaib*co, A. REGOBD,' e rus princi-
ples pharmacias.
.....'ia aaju.i
SABA0.1ACTEIHA
E.COi DRAY
pkobuzirdo vn itaaabkiKo banho di leitc
Reeonherido pela genie elegante do mundo
inteirocomo superior a todos os sabfies ale agora
usarios no toucador lio delicado das Seakoras
Jiis menino- e para os banho* e a barba.
Para filar as nnmero^as imilacoes, eiga-e
a Brma e marca de fabrica do ia-
venlader com pateaie.
e&a&t**
13. ma d'Enghit^. Paris.
Achi->e em ear* dor priaeiaaM Pertomiatat,
PharmiK-eulicoa e Cabrlleirairo* das Americaa.
Precisa-se de uma ama que saiba
engommar ou eozinhar: na raa Nova
n 7, loja.
Ama de leite.
Precisa-se de uma ama de leite, na rua do Ro-
sario larga n. 22, segnndo andar.
Precisa-se de uma ama para la-
va r e rozinhar em casa de peqnena
familia : na rua do Capibaribe nu-
mero 40. '
A Vf A Precia-se de uma ama livre on es-
ri.i>J.^x Prava para todo o servico de uma fa-
milia de duas pessoas : Apipucos, rua Nova n 2
\ m T Q Quem precisar de boas amas para
iLLUoo t l(j0 o servico, di.Mja-se ao pateo da
matrix do Santo Antonio n. 6, que promptamente
sera servidx
Precisa se de uma ama para
cozinhar : na praca do Corpo
Santo n. 17, 3. andar. ______
4 M A
i n| Precisa se de uma que cozinhe
\ VI \ e enKomme Para ^aas P!so*s
FUNDICAO DO B0\fMAN!
RUA DO BRUH N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS eenbores de engenho e ontros agrienhores, e empregadore* de m
mnismo o favor de tuna yisita a seo estabelecimeotu, para verem o lovo forlimtQlo
omplet) que abi tem; sendo todo aeperior em qoalidade e (ortidao; o que com a ins
ttcclo pess >al pode-se verificar.
ESfEaAL ATTENQAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDIQAO
CTanriPAa A rnilfia d'airnft do8Lmais *o\eraos lysteOMI eem ta
apuios v IvUaD \l ftgua maobos convenientes para aa diversas
iirconutaDcias dos aechores proprietarioa e para deecarocar algodSo.
Hoendas de canna 8 tamaDh08' a9:melhorM qoe ,qni
Rodas dentadas para 3Dimae8'agDa e vapor-
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiqnes e fundos de alambiqnes,
Machinismos ^^^^i0'
SOinDaS (je pateote, garaniidas........
Todo* as machinas p^d^ co.ion. Pred.-T.
?az qualquer concerto de machidismo'a ?r** moi resDmid0-
Cnrmfltt rJA i^Aa*rrt -* as melhorea e mais baratas existentes no mer-
{?TinnmmoTii4Q iDCumbe-ae de mandar vir qaalqaer machinismo i von-
onuUIIilUoilllfclOa ta(je ,30g clientes, lembrando-lhes a vantagem de fazerem
oaa compraa por intermedio de pessoa eDtendida, e qoe em qoaiquer necessidade p6de
:ei prestar aoxilio.
irados americancs e inetrQmeR,8 8rico1"-
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
9

W'
^
Podendo todoa
iser movidos a m3o
por agaa, vapor,
oa animaes.
i
;irio n. 27, i.<
a tratar na
andar.
rua estreita do Ro-
- Precisa-se de uma ama para cozinhar e fa
zer o servico da casa, dando se preference a es
crava : na*iua Duque de Caxias n. 22, segundo
andar.
HI A
Soledade n. 29.
Precisa se do uma ama forra
ou escrava, para comprar, cozi
nhar e engommar : na rua da
Sapes para hdas as ridailes e
villas de Portugal.
Carvalbo & Kogueira, saccam' sobre o
banco commercial de Vianna, e suas agen-
cias em todas as cidades e villas de Portu-
gal, qualquer quantia i vista ou a prazo e
por todos os paquetes: a rua do Apollo
n. 20.
Garanhuns.
Na rua do Barao da Victoria n. 36, preeisa-se
allar aos Srs. Pedro do Rego Chaves Peixoto e
ose Paes da Silva, a. negocio de particular inte-
sse.________________________
Pede-se ao muito digno empreiario dos
tlfatros Santo Antonio e G>mnasio se digne le-
var a scena as comedias outr'ora tao frenetica-
mente applaudidas, e intiluladas- 0 velho perse
gu lo 0 tenente casamenteiro e a ratoeira de
amores.
Aloga se a casa da rua Bella n. il : a pro-
curar na rua do Imperaior n. 44, pbarmacia.
So dia 9 do eorrente desappareceu do en-
genho Refresco, freguezia da Escada, o mulato
Caetano, cujos signaes sao os seguintes : idade de
40 annos, alto, grosso, rosto redondo, cabello ca
rapinho e avermelhado, muito barbado, traz a
barba e bigode cortados a teaoura, olhos grandes,
Castauhos e iraperceptivelmenie vesgos, denies
curtos e limados, pes e maos porfeitos. E' casado
COO) mulher livre, da qual tem muitos filho*; e a
terceira vez que sc au>enla em procura de alfor
ria, dizendo, ora que ja 6 forro, oia qne esta ti-
rando dinbeiri paia liburtar se ; servia de feitor
no engenho : quem o apprehendtr pode condusi-
h) ao mesmo engenho, vtl net|a cidade a rua da
Aurura u. 13.
CK1ADI)
Manoel Pires i*erreira, scilteiro e marador.na
povuacai de Santo Amar isa"de
um i-riado : a tratar ccm Ai Ferreira,
a rna d.> Rarao d S. Borja r
C^ixeiro
Precisa-se de um caixeiro que le.,,,
pratica de taverna c d flavor a sab coDdu'-la
ia rna Duque de Caxias n. it
FUNDICIO DE FERRO
5
A* raa do Bar(to da Trimnplio (rna doBrnm) ns. 100a .04
CARDOSO IRMAO
RECERERAM de Inglatem completo sortimento de ferragens e machinas para en-
genhos, as mais modernas e melhor obra que tem vindo ao mercado.
VaporeS de for^a de 4, 6, 8 e 10 cavnllos.
(jaldeiraS de sobresalente para vapores.
alOGDQaS lllteirflS e meias moendas, obra como .tunca aqai veio.
TaixaS ifundldaS e batidas, dos melhores fabricantes.
KOCiaS Q agua com cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
RodaS dentadaS de todos os tamanhos e qua.idades.
Rel0gi0S e apitOS para vapores.
.DOmDaS de ferro, de repucbo.
AradOS de diversas qualidades.
Formas para assucar grandes poquenas.
OonefM'toS CO0061"**"1 com promptidao qualquer obra ou macbiiu, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
Rni^OmmPTldaR mandam vir por encommendada Europa, qualquer machinismo,
uu\A/xiiiiic7uuaio p&ra o que ^ correspondem com uma respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
titas machinas, e se responsabilisara pelo bom trabalho das mesmas.
RuadoBarao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDIfiiO DE CAR DOSO A IRMAO.______
Cnsolltiri!) medico cirurcico
DO "
Dr. Ferreira.
Antigo gabinete de seu pai, rua larga
do Rosario n. 20.
Cura de hydrocelles sem injeccao
com punccao'capillar.
Abertura de abcessos e exlrac;ao de
derramamento serosos, pelo a^pirador
de Potain.
###<,
Joaquim Jos6 Goncalves
Beltrao & Filho.
Rua do Commercio n. 4>. -' dar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
*o Minho, em Braga, c sobre cs segrint**
gores de Portugal:
Amarante.
Arco de Val dc Vez.
Rarecllos.
Reja.
Chaves.
Coimbra.
Covilhi.
Faro.
Guarda.
Cuimaraes.
l.amego.
Lisbda.
Mirandella.
Mongao.
Ponte de Litr.ft.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do C*stelIo.
Villa do Oiti.(o.
Villa Nova de Famalicao
Villa Nova do rortimao
Villa Real.
Mzeu,
Valenca.
Figueira.
Aveiro.
Agueda.
Caminha.
Ever?.
Oliveira dc Azemois.
Penafiel.
RfgOa.
Papel de linho viado

a
a^ooo
a resma, o vcrdadeiro papel de linho grosso mav
ca viado, proprio para cigarros de policia, para
os Srs. fogueteiros, e para outros muitos misleres:
sd no armazem de Jose Dimingues do Carmo e
Silva, a rua da Madre de Deus n. 10 A.
0 verdadeiro fumo do Rio
Novo.
No armazem de Jose Domingues do Carmo e
Silva, a rua da Madre de Deus n. 10 A, armazem
de fumo. *
G
az
de D vois a c800 a lata no armazem de Jose Do-
mingues do Carmo e Silva, a rua da Madre de
Deus n. 10 A, armazem de fumo.
Cap
Carros de luxo.
E' inquestionavel que a eocheira da rua do Bum
Jesus n. 15, de Joaquim Paes Pereira da Silva, e a
que tem as melhores beriindas, calecas, meias ca-
lecas e victorias de luxo, proprias para qualquer
noivado, visitas de etiqueta, bailes e aetos da aea-
demia, sendo os mesmos ajaezados de excellentes
parelhas de animaes, arreios luxuosos e boleeiros
com fardametflos do ultimo g;.sto, para o que se
convida ao publico a vir por ll mesmo scientifl-
car-se da verdade do que deixamos dito, certos de
que nao encontrarJo pom'ada, e sim rcalidade e
commodos prec Capellas para finado
Na rua estreita do Rosario n 35 tem ricas ca-
pellas para donzellas, anjos e defuntos, com litas
e letreiros, proprios de lembranca de minlia mai,
pai, esposo, esposa,1ilho, Olha, irmas, irmaos, avo
e ivo, tudo por mui barato precp de 34,4, 03 e
S^OOC'. Na mesma casa tem lindos bouquets de
cravos e rosas para formatura dos senhores aca-
demicos, com fitas bordadas a ouro ; a encom
mendj deve se fazer tres dias antes ; e preparam-
se tambcm bouquets para noivos, de cravos mm-
raes.
J
Desappareceu da casa de sen sen'ior 0 escravo
Silverio, cabra ac, idadi1 de 22 annos, solu-iro,
sem oftleio, natural do Goyanna, foi alii escravo
do Dr. Astor, alii morador, que agora se acha na
Parahyba,. nl!m grandos e araorleiilos, oariz
grosso ec; r>- earapinho>
\ teaco do 'yrpo. maos
f'* "racl .-. ( ., foi vi.-i. ..as na
sa Forie : quem 0 apprebender dirija-se a rua
Nova n. 8, que se gratiflcara bem.
Si lio no .Vrraial.
Alnga-se um sitio no Arraial, distante da esta
eao da Casa Amarella um minuto, na estrada que
*segue para Casa-Forle, com os commodos seguin-
tes : daas salas, cinco quartog, cozinha fora, ter-
raco, cacimba com boa agua Je beber e bomba:
a cbave pode ser ^rocurada na venda da Casa
Amarella : a tratar na mesma.
- Antonu Pinto G.nifalvw Tai a F'oriugal tra
1 tar de sua sande.
Aluga se uma excellente casa na povoajSo
de Dearie Coelho, em Olinaa, com bon^ commo-
dos pira familia; a tratar com Jorge Tasso, rua
do Amorim, a. 37. ______________________
- Precisa -se alugar nma escrava fie! e diligen-
te para vender miudezas na rna : na raa do Im-
peril dor a 16, annazem.
cilas morluarias.
I'ai-n tmuulo e cataciimbas na
dia de flnadas.
Porto & Bastos, com loja de cal-
;ado a E'raca da Independencia* n.
39, acabam de receber da Europa
novo sortimento de capellas mor-
luarias de lindissimos desenhos,
com as seguintes inscripedes, as
qnaes vendem nor menos preco do
que em outra quahjuer parte.
A Meu Pai.
A Minha Mai.
A Meu Esposo.
A Minha Esprsa.
A Meu Filho.
A Minha Filba.
Uma lagrima.
Aoifratte.
Saudades. .
l'.l.M;.\ DA IXDEPENDEKCIA N. 39.
-- Ahiga-se ne-ifs proximos dias duas bias
casas na Camnga, rua da Ventura, com commo-
dos para familia, as quacs foram concertadas e 68-
tao se pintanlo : a tratar na rua Duque de Ca-
xias n. 4i._________________________________
A professora publica inna Monteiro de Liui*
Rego Valeni.a, achando se habilitada para onslnr
francez e niano, oflerece-se aos pab desuas alum
nas para Hips ensinar estas uwterlas depois das
lwras de trabalho de sua aula.
Na rna do Bari) da Victoria n. 36 precisa -se
ftillar ao Sr vigario Andre Cnrcino do Araujo Pe-
reira, a r"?ocio de sen interesse.
~ Alnga-e nma escrava para.,* servico luter-
no de casa de familia ; a sim como, um escravo
de 14 annos, para service de criado on hotel : ni
rua do linperador n.'60.


?
I


Jht'io tieStmiam'tafcea; Sdp^mda>fiira- 13*. Al-g* sr uma boa ca*a,no c*es de Capibaribe,
com-agna, gaz e muitos^eooimodos : a tratar na
rua da Oiu do Recife n. 42.
Preji:-a-se de
da Aurora n. 59.
inn bom coziiibeiro : ua rua
o ^"^f d sobrado da rua direila c. 82, corn
command para grande familia, a iratar no arma-
zemn. 2" .la trave-sa do Corpo Santo.
VrNDAS.
I
Alug,i-se
a loja do snbrado da rua Dire^a u. 8, propriaJ
para qualquer uegocio : a tratar no armazem n.
25da travessa do Corpo Santo.
-------------
CASA.
Altiga-ae o primeiro e segundo andares da casa
n. 3 la travessa (La Lingueta : a tratar na rua
Primeiro do Marco, antiga do Crespo, na loja do
Passo janlo ao arco A quern interessar
Pereira da Silva & Guimaraes, proprntarios da
loja4o Pavao. previuetn pelo presente a seus fre-
gnt'zes desta praca, quese acliain com sous dcbitos
atrasados, qua sc nao saldarpm 03 mesmosateo
dia 3" de eutubro do corrcnte anno, tratarao de
cobrar judicialmente, nan tendo conlemplacao com
niognem.
Recife, 2i de setembro de 1873.
Boa casa para a festa.
luga-so uma excellente casa no Monteiro, tra-
;a flu Xisto, a qual se acha em muito bom es-
Al
vessa
tado de linpeza : a tratar na rua Primeiro de
Marco, an'i^a Co Crespo n. SO A, loja de Gnrzel
do lateral & C.
M'Jgi-se o andar do sobrado sito a tua
de Lonias Valentioa* n. 86, com or commodos se
giiinte; : 2 salas grandes e bastantes frescas, 3
quarto' Umbem granles, eozraha fora, quintal
com poria i para a rua de Hortas e cacimba com
boa ag'.i\ para lavar : quern pretender dirija-se A
prachiha d.i Iudependeucia na. 19 e 21, loja de
chape ;s, qu- achara com quern tratar. A contento
dosco'hj!-.-: 1 iros vende se uma peca importante,
nmi es -rava de 17 a 18 anaos de idade, de muito
bonita ligora, sadia, muito robwta e sem \icio
algum : quern pretender dirija-se a estrada de
Joan de Karros, sitio n. 21, que achar.i com quern
tratar, las G as 9 hnfas da mar.ha, ou das 4 as G
da lard'.;.
MAXOEL KXEDIXO REGO VA- -
LE.VCA
.i rua di Camboa do Carmo
Fsiiidirjo da Aurora
Grande sortimento de:
Moendas de todas as qualida-
des e tamanhos.
Tachas fundidas e batidas
idem.
Rodas dentadas e angulares,
idem idem.
Machinismo, idem. m
Varandas, gradeamentos pa-
ra jardim, etc, etc. \
Tudo sevende por pregos
muito em conta para aca-j
bar.
N. B.
G. Starr &C, em liquida-
gao, na fundigao da Aurora,
em Santo Amaro.
PANJtfO
DE
io a
Algodao da Bahia
Ha para vender das seguintes fabricas :
S. Salvador.
Conceicao.
Yalenea.
ModeJa
Na escriptorio de Luiz Dupral, ma do Commer-
cio n. 3i, 1" andar.
Joaqnmi
Beltrao &
escriptorto a
p seguinte :
kjxa de 12 garra|ds.
im idem.
Teem pflR veDdofcpo'
CcmmerJo n.
AGCAFVDENTE def aj# j
de la fan'
ARCOS^ de p.io para barl
CAL djf Usboa, recenteJpMe chegada.
CHAl'EOS dc sol, para Komem e sennora,
dc niarlirs e dsso.
fElmmo ferro, fcra fita
FIO de algodfo da Bahia, da fabrics do eo
meiMBddF^etffzo.
LIN'HA de roriz.
OBRAS de pal^eta.
PAKfiK) de algodao da Bahia, da fabrica do
mendador Pedrozo.
VV3Z de toda* as qualidades, das fabric;
Peres e Eduardo Mililao.
ROLH.VS proprias ()ara botica.
SALSAPARR1LHA do Para.
VELAS de cera de todos os tamanhos.
VINHO-jMtarrafado do Porto, caixas de 12
rafas.
t^r *to Moscate Ido Douro, idem idem. \
dko Setubal, caixas de 1 e 2 duzias. i
da Italia engarrafado, caixas de G gar-
ratas,
deCollares suparinr, em ancorotas. '
de eajii. caixas de 12 gar afas.
Malvasia do Douro, caixas com 12 far-
rafat..
t Carcavellos, idem idem.
Cliapeos para senhoras.
Amaral Nabnco A C. receberam um complelo
sortimenta de cliapeos de jialha de Italia, scda
e volludo, preto* para lato. e de cores enfeitados
com bonitas flores e fita : veadem no Bazar. Vic-
toria, a rua do Harao da Mctccia n. 2, antiga rua
Nova. ________________
Asunicas verdadeiras?
Bichas hamburgaezas qne venva estemermdo:
na rua do Marqaez do ulinda n. 51.
Cambraias
mc!if.\
2i, 1" andar.
m
Pcdido.
Oabaixo a tiuiano, roga ins(knten>.!i:te aos sea9 deveJores,
que so actniu atrazados, tcnha'.n a bondade do
vir saliar suas contas
________________ J. V. M. Pinto.
Pede-se aos Srs. coronel Joaquiin Cavalcan-
t do Alonqaerqae senlmr do engonho Paulista,
i>r- Lqiz l.ooes Casteno-wantio e Vicente Bacel
lar, o i-lizi: |ui.i, Aq apparecercm na rua do Dunne
oej^ .j, a negoai,, qi,e Hies intere>sa.
Prwi-a-re de uma engoinmadeiia, uma cozi-
nhelra e am cri.lo para compras ; na rua do
Hospici n '().
_*r ft'Uff-" o o primeiro andar do fubradoda
rua oo Ai':rim n. 21; proprio para escriptorio e
o tore ;: andar d>. tnesmo predio, com solan e
!l a para familia. Tanibem so alu-
I r do sobradii da mesma rua Hi, com
co.Hn ira familia, e i sobrado de um audai
I h Largo n. 3 : a trat.;r na rua de Domio-
V i 6 M.i tin- antiga Scnzalla Velba n. 2.
lavei
Victoria ftna a 235.0 c 3/000 a peca com toque.
E' pechincha : na rua do Queimado n. 43, em
(rente da pracinha. loja de Guerra & Fernandes.
Trastes.
Bscrswo fiistiili).
f00,^000 de gratifieaeao
I' ; :';*.""vii tl novo, de" bur I da liarca bra-
' '', o escravo Joaipjira, prelo de na-
0 i|:.'! anda bem vcsiido e calcad, deixao-
;': '.-cahellos a mode do meia cabetleira.
Es*e cferavo pertencenao falleeido l)r. Oiym
I'm il arcallino da Silva, q::e o havia comprado n.i
proTincia da Mwias ( m s. Joao il'EI rei ou 0:iro-
Preto), e com elle s< riio para o Rio de Janeiro c
dalli para esta provincLi, d mde to\ para Maeei6,
tendo o vendido a!!, a Justino Epaminondas Ne-
ves, a q ;: ii compraram ns abaixo essignados.
Sana >-. ::.,;. occupacio a quo es'ava dedicado,
e eoBfie :o se peh folia que e afneano.
OIT ia .-e a gratiOcacio acima a quern o ap-
prenenJer e roga-se a todaa as antoridades a sua
eaptara.
Recife, G de ouUi'.rp de 1873
______________Jose da Silva l.oyo & Filho.
Afug- se
gem : a Irata
pnnga.
Von e-se mobilias de jacaranda.e mais pecas
BTnlsas. todas bem construiJas e por preco fnais
com nod i do que em outra qualguer partc : na
rua e-I rei la do Rosario n. 28.
Apas AbiliiD-liaz isas das Pe-
dras Safeadas.
Villa Rouca de Aguiar.
BICARBONATADAS-S'lD\CAS
Analyses do ]>r. .Is' .Inlio Rottri-
gur'i, Semite da cscola Polyie-
ehaica de I.isima.
Esta excellente agua usada com vantagera ncs
padecimenlos das vias digestivas, urinanas, do
estomago etc., etc.
Vende-se
NA
DA *
____ Rua larga do I'.os.trio n. 3't._________
Vende-se o sobrado n. 17, na rua de S. Jor"
ge, ouir'ora do I'ilar, com frente de azolejo. dc
um andar e sotao, e quintal murado qne deita
para o mar : quern o pretender dirija-se a rua
da Cruz n 6, seguudo andar, que achara com
(mem iratar.
uma e*cell"iite casa na Boa Via
ua rua da Ventura n. 21, Ca-
Luiz e llavmnndo.
.
Continuam anzentea os mulatos, Luiz, desde o
dia 9 ile agosto do remote anno, cuj-> melhor
signal r Wr o dudo pollegar da m.1o esquorda i>ir-
tado qu isi ao meio, de cm taliio descacando um
cocii. e Rayronodo em 29 tambcm do aportB, na-
tural do sertiio, que rdprescnta 2i annos inais ou
menos dc or alarruijaJa, eabellos estirados, fa-
zeudo voltas jnando estao grandes eabeca r. don-
da, p' is-o, pe"i-9occos e canellas linas e
qnand f. .-. apressada ou coffl medo como que
quer gaguejai,
Estfl uv'r\ ja fez uma fUga, e foi prezo n.n
ciuadc il.:\'iia Ira maid de anno; e agora foi visto
no I'-' lara as bandas da Boa-Vista, e S. Gon-
; assuu oomo omalaMLniB, quo tern mai
e am irroao mora I m no Reeife, oiQo innao foi
liberto por i ccasiae da gurra do Paraguay.
Peae se as aatoridad is polielaes a apprcbensan
de ditis i.-cravos, c a qu.ltpier pessoa. a quern
alem.do apradeciment se pagara generosamen-
te: no ;, rra do Row Jesus n. 30, ou no en-
Rfnho Mcgao. na frogueziada Teiucnnapo.
Lazinhas com listras de se-
da a l^o covado.
A loja d'Amcrica tern
E fazenda especial e de muito gosto para ves-
tidos de sen'ioras; dao-se amostras. na rua do
Cabuga n, 10, loja dAmerica.
Vende-se uma mei-agua no becco dos Mas-
eates n. 4, rmtr'ora becco das Miudinhas, chao
proprio : a tratar na rua da Santa Cruz n. 1, a
qualquer bora do dia.
Vcnde-se duas meiaguas grandes e com bora
quintal, e que rendem 30J mensaes, na rua do
Brum, junto a csta.-ao dos bonds, das quaes pode-
se fazer um grande armazem para estabelecuneu-
tos, o;i para deposito ; e tambem seis na rua 1m-
parial, quo rendem 60 V mensaes, edificadas ha
ponpo, r em solo proprio : quem pretender dirija-
se a rua das Trincheiras n 3i, on a casa nova da
rua de Santa i.ecilia, que fara todo o negocio.
Xarope d'agriao do Para
Ad' ie conceituado medicamento para
curad;., ::inle.stias dos orgaos respiratorios,
I como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com optimos resultados no
escorbuto.
Aluga-sc
0 primeiro andar do sobrado da rua Duque do
Caxias n. 4i, prdpfm para escriptorio ou rapaz
solteiro : a Irriar no nwko, loja.
COMO Sill LIM)0S!!
Os leques todos de madreperela,. brancosi
e6res e que trazem o disticoUNIAO -em U
tambom de madreperola em alto relevo.l
nando-se por isto apropriados para noivas, a NO-
VA ESPERANQA a rua Duquo de Caxias. 63
(antiga do Queimado) e quem os tern.
Sao de tartaruga
Os brincosj broches, meios aderefos, crazes
corac5es e cassoletas, que estao-. oipgetas a boi
escolha das Exwas. (amantes do chique) vende-se
na Nova Esperanja, a rua Duquoy de Caxias
n 63.
Aos, mmmos:
A Nova Esperanca a rua Daqae de Caxias n
63, acaba de nccbet urrc-lindQ sorlinento de bo-
necas de muitas qualidades, vindo entre ellas a>
engracada3 bonecas de borracba, assim lambent
uma pequena quantidade de bonecas pretas quf
se tornam apreciadas pela sua navidade.
Ebem util
A Nova Esperanga a rua Duque de 'Caxias n
63, recebeu verdadciro cimento inglez, prepara
cio para coneertar porcelana6 bem util.
Vestido perdido
Muitas vezes um vestido torna-se inteiramentt
feio, somente por estar mal enfeitado : a Nora Es
peranca a rua Duque de Caxias n. 63, removt
este mal; porque esta bem provida dos melhore;
galoes e franjas de todas as cores, onde pode es
colher-se a vontade sobresafilndo entre estas as
raodernas franjas masaicas, que pela sHa varieda-
de de cores, Qea bem em -quasi todas as fazendas
A ella antes que se acabem.
Cabettos bruncos sd tern, quem
quer
A Nova Esperanca a ma Duque de Caxias n
63, acaba de receber a verdadeira tintura de Des-
nous para tingir os eabellos, o (empreeando-a) com muita facilidade, e por este
motivo, eabellos brancos s6 tem quem quer.
Estao na moda
On cinturoes de couro, proprios para enho. au,
one recebeu a Nova Esperanca a rua Duque de
Caxias n. 63, estao, sim, sennora,' estao na moda 1
Se quereis ter ou preparar um ramalhete de
cheirosos cravos brancos para o vosso casameuto
ou para outro fim apropriado, e necessario lr a
Nova Esperanca a rua Dui|ue de Caxias n. 63,
que alii encontrareis os melnorcs ports dovquelt
.que se pode desejar.
Bolas de borracha
Vendem-se de todos os tamanhos a rua Duque
de Caxias n. 63, na Nova Esperanca.
Rua do ;ltak da Victoria n. 22.1 .
Nenhuma maehina
Singer
legitima se
DE
.Canidro Viauna.
Qk' este grande estabeleoimonto tem cbe-
gado um bom sortimcnto.de macbinas para'
costura, de todos os autores mais acredita- j
dos ultimatoentena Europa, cujas machinas,
s5o garantidas por um anno, e tendo um .
perfeito artista para ensinar as mesmas, em |
qualquer parto desta cidadc, como bem as- j
sim concerta-las pelo tempo tambem d'um !
anno sem despendio algum do comprador.!
Neste estabelecimeuto timbem lia peitencas
para as mesmas machinas e se suppre qual-
quer peca que seja necessario. Lstas ma-
chinas trabalham com toJa a perfeiriio dc
um e dous pospontos, franzc e bonlf toda i
qualquer oatura por iinai que seja, seus
precos sio da seguinte qualidade : pa rn tra-'
balhar a mao de 3Oi50OO, 40-5000, i ;?000
e 505JOOO, para trabalhar com o pe .-^ao de !
80#000, 90JJ00O, 1005J000, 1105000,1
120JJ000, 1305*00, 150J5000, 200?000 e '
250$)000, emquanto aos autoros nao ha al-
teracSo de precos, cos compradores poderao
visitar esteestabelecimento, que muilo de-
verao gostar pela variedadc de pbjectos que
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
ras para salas, ditas do balanco, ditas para
crianca (altas), ditas para escolas, costurei-
ras riquiasimas,) para senhora, despensaveis
para criancas, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem c criancas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
qucnos, apparel bos de metal para cha, fa-
quciros coin cabode metal o de marfim,
ditos avulsos, colhenesde metal fino.condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidos de
arame, tarnjias.(part cobrir pratos, esteiras
para forrar'salaS;lavatorios eompletos, ditos
simples, ohjectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devemagradar a todos
qne visitarem este grande estabelecimento
que seacha aberto de-.de as 6 horas da ma-
nha ate as 9 horas da noute a"
Rua do Barao da Victoria n.
22.
nao levar esta marca
fixa no braco da ma-
china.
evitat falcifi-
cacoes notem-se bem
todos os detalheF da",
marca.
AS MACHIHAS PARA COSTURA
l
I
DE
NAO TEM RIVAL
MIS DE 11 "muito TENSE \EMIIOII
Porque?
Sao as melhores
SOo as mais baratas
S5o de dous pospontos^
Sao mais simples e rapidas
Sao duraddras e aperfucoadas.
Sao util cm uma casa.

Friz melhor costura com inetddedalinha que gastctm
as outras e fornecem um meio de
VIDA
Para aquelles que lesii de sustentar-se
DE
Nao ha mais eabellos
brancos.
TINTHRARIA JAPONEZA.
Sd'e unicaapprovada pelas acad",mi3s de
sciencias, rceonhecida superior a toda que
tem apparecido ate boje. Deposito princi-
pal ii rua da Cadein do Recife, boje Mar-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
Cafe deJava.
Cliopou nova remessa desse cafe sem ignal para
a confeitaria do Campos As pessoas que e.-iavan;
acostumadas a faboriar do tal cafe podern agora
ir compralo a rna do Imperador n. 2i
CONFEITAR'A DO CAMPOS
J
'm
DE
Portland, desembarcado no dia 4 do cor-
rcnte, ninguem tem cimento dc Portland
mais novo nem de .melhor qualidade : a
venda no armazem da bola nmsrella, traves-
sa da rua do Imperador.
Miidanca.
0 abxo assijjnado p.-irtidpa aos sods credorcj,
fregueies e devedores que mudou sen eslab;le
bimento de seltm da rua do Manjuez deOiin-
da para a rua do Vigari) n. Ii.
Marcos de Almeida Lima.
(]nh doCeiira
Vende-se cafe do Ceara de 1* qualidade, em
satcos : no armazem de Cunlia &l Manta, rua do
Harquez de Olinda n. 23.
0 lflojueiro c dourador Albino
Raptista daRodia, de volta da
Euro|>a, c:iniiniia a encarregar-
se de cdncertar e dourar relo-
^M, hem cmno outros object rogandi a sens amigos e fregue-
- zes o obzeqnio de procura-lo na
travessa da rua das Cru/es n. 14, l. andar, por
detraz da praca da Indcpendencia, quo o encon-
trarao promptn. A pirantia de seus trabalhos e
b timaj por precos nudicos; assim como tam-
oem vcri'lc rehtgwk
Aluga se o 2" audar a rua da Imperairi* n.
ga : tratar h i cafe iniperalriz. *
Francisco Xavier de Alhaydo scientilica a
todos qun c iin lle qniz^rcm cnlender-se, que se
acha residindo n i engenho Firmeza, propriedade
do coroiie, Francisco Antoai.i de Sarros e Silva,
na cjrnarca daEsrala, onde lem flxado o sen do-
micilio.
Compra 0, Utdo e chambovelho
no armazem i}a bbli:v,nw\\i tratessa da.
rua dr Imperador.
Na rua das Cruzes n. 18, loja de carapina,
vende-se uma escada de 20 degraos, de amarello;
e bem feita ; assim como, dous graleamentos de
louro, com mais de 50 pes, leitos para guarne-
cer um sotao interno, mas que pode ter outra
applies;.ao. Na mesma casa se dirt quem precisa
de um feitor que entenda de jardim.
Araruta verdadeira.
Conlinria a vonda natravessa da rua dag Cra-
zes n. 4, e rua do Vigario Tenorio n 26, a iiOD rs.
a libra.
. Vende-se uma taverna cm Olinda A rua do
Amparo n. 1, com poucos fundos, propria para
phocipianle, muito afreguezada, livre e desemba-
raeada, e o motivo da venda 6 porque o dono tem
de retiiarse para o mato : a tratar na meima.
Mobilias baratas
No armazem de JoAquim Lopes Macha^o & C
ha um bom sortimenlo de mouiiias de Vienna,
bnncas e pretas, que se-vendem a prooos com-
rnodos.
Vende se seis pipas de muito bom meldfr
furo, bem acendicionado, prompto a embarcar
aa rua Nova de Santa Rita' (ribeira do Peixe)
Cuuiiuiia a vender bara
apron muilo.
Rrins de linho de cores (pecbinca) as.5102601
vara.
Fustao tranco para roupa dc raeninos a rOa
o covado.
Liizinbas escocezas a 240 o 280 rs-. o Ci.vado.
Alpacas coin listras a 500 rs. covado.'
Rrins pardos c de co.-cs a 400, 440 e 300-rs. o
covado.
Brin lma trano a U600 a vara.
Cambraias pretas para luto a 240 rs. o covado.
Cr^tone de lisiras a 450 rs. o covado.'
Cliiias roxas a 20i) e 240 rs. o covado.
Gro.-denaple- preto de cordfio a 24400 o covado.
Coberlas de ehita adamascada.a 34300.
Colchas brancas o de oorcs a 3j3O0 e 43.
Len;6es de Iramante a 24.
Dilos de algo lao a tjioo.
Toalhas alcochoalas a 6i .a dmia.,
Leiifos do cassa com barra a 14 a dazfa.
Ditos de dita abainliados a 24.
Dilos do esgniao nbianhados tt 34500.
Cambrai? lisa a 35 e 4500.
Dita Victoria finai.a3480O. i
Aloalhado a 2i a,vara. .
Cortes de casemira fina a 54.
Fustoes de oini's-a l^.ocorte,
Challes de oicrjno liso a 2, i
Ditos do dito estampado a 45, 455^0 e 55000.
Aljodao de Ifsiras americano (com toque) a 320
r. o~covado.
Camisas inglezis a 38i a duzla e 3^300 uma.
ENguiao flni a 2* a vara.
Brim preto trancado a 24. a vara.
Bramanle de algoJio a UCOO a vara. i
Dito de linho a 2i500 a vara.
Canibraia de iinho de corss a 360 rs. o covado
Algodao T a 5j a peca.
Madapoloes baraios.
Cassa-lii
Chegou esta faienda, sendo liodos pad/oes, e
venderse pelo duninuto preco de 200 rs. o cova-
do.; somente na rua do Crespo n. 20, loja de Gui-
llienne & C.
86 na rua do Crespp n. 20.
Guilherme &>.
Querem agradar 4 yaya ?
Querem- agradar a esppsa?
Querem agradar a Llha?
COMPKiai UMA
MACHINA DE SINGER
rat i
Nenhuma casa estd completa sem uma
Scni caixa 80$00O. Com caixoJOO-^OOO
UNIGA AGENUA
EM
Do forca de d rus a seis cavallos : a venda no
armazom de Joaquim Lopes Machado & C, tr-a
vessa do ("orpo Sanlo n. 25.
Venderse
A CASA AMERICANA
45 RUA DO IMPERADOR 4o

polassa nova em meias barriquiahas a 320 rs. o
kflq : na Ira vessa da Madr'e de Deosn .14.
.Yende-a-c a inetade do sobrado de dous an-
dares, sxiiao na roa de Pedro Affonso, outr'ora
rua da Praia n. 35 :' a tratar na mesma rua, ar-
mazem n 26 A. E' vantajo a a compra por scr
um importante predio, bem construido c de gran-
de nendimento pelos seus excellentes commod>s.
Veude-se, ou aluga-se uma das melhores ca3as
a Boa-Viagem, com um pequeno sitio para pasto
de vaccas, e terreno fresco para plantacao de ca-
pim f a iratar na rua do Imperador n. 83, L. an-
dar.
n.
Ilha de S. Miguel
Vende-se na antiga rna Direita, "hoje-.MwsiUo
Dias n. 99, moendas para fazer far'irfj dt mill
e tambem ha um grande deposito de farrnfta
todas as-qualidades; assim como tambem seifSzi
o todoi oa dias, ao modella da mosma Ilhi, esft
do as enconimendas oa \e*pera4pdi,
Vendo-ao
nm excellente'cavallonovo proprio para cabriolet
e sella, poj preco muilo em conja : a tratar e ver
da rua do Drum n. 76.
, Vende-se
a
am. vapor de forja de fincocavallo!, novo, proprjo
para; qualquer miMer, com, bronzes dijsobresa-
lentes, o po prec^o commodo-: para ve-, no arma -
em do Barao do Livraraento, e tratar a rua do
Torros n.3i, 2-andar.
i Oalqado estrangeiro.
Aproxima se o mez de dczembro, tempo om
.jue o Part* iwi America, a rua Duque de Caxias n
59, 1. andar, tem dd dar o seu balanco, por este
motivo, os proprietaries desta estabelecimento es-
tao ncsolvidos a vendere1?) sens caljidos pelo cui-
to, afim de minorarem o'traballio ; assim pois os
apreciadores do bom, e com especialidade o sexo
imavel, para qnem o Paris va America, content.
com a devida decencia) o 3eu gabinole reserva-
do, para a escolha -de calcado, aproveitem e ve-
ntiam munirem-se do qne precisarem.
bicos, rendas.
No escriptorio de Gomes de Mattos, IrmSos, & rua da (Men
do Recife n. 40, 1. andar, e 0 unico deposito do que ha do
melhor, e bem acabado, que vcm a este mcrcado, da cidadedo
Aracaty no Ceard, quem os comparam com os feitos aqui na
terra, facilmente reconh;cerd a immeusa differenca, que vai
deuns para outros, tanto em preco como cm qualidade.
Lindissimas toalhas dc labyrinlho.
Fronhas do'diversos tamanhqj.
Lencos do todos os preyos.
Bicos e rendas em profuzao.
'

Lazinhas, fazenda de 14000 por 400 rs. o cova-
do, sendo.da largura de alpacas, padr,oes bonitos ;
dao-se amostras a rua do Crespo n. 20, loja de
Guilheroie & C-
Banhos em Olinda.
Camisas e calcas de fazenda de boa qualidade,
pr,oprias para os banhos cm Olinda : na loja dos
arcos a rua Primeiro de llaroi (autiga do Crespo 1
'*> A, de Gurgel do Amaral &. C
Qraude novidade.
S oparauH
Viiram no ultimo vapor, baptistas finas com
bwras1, gostos chinetes,- polwcKrabwIo preco de
50O:rs..o covado, ; a rua do.Qaoimado n. 43.
Las"cQtn..liitras assatiaadaji, ultlrno. gosto a
Vehde^ff-pUBsava; bf.fte-tmiiiorrr conta: n iMPO o ooVadd : so o 41 "a" rua dd Queunado
TDltV-ge amostras,
rUa1*) Apollo a J7,
TASSO IRMAOS &XL
Em seus armazens a rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tijolos encaruados sexuvos para ladrilbo.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descaro^ar algodio.
Machinas de padaria.
Potassa da Ttdssia em bariil.
l'hosphoros de cera.
Sago, em garrafoes.
Sevadinha em garrafoes.
Lentilbas em garrafoes.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Perto \elho engarrafado.
Vinho da Porto superior, diio.
Vinho d^ordett*, di*o.
Vinho de' Sohorry.
Vmho da Madeira.
Potes com liaguas e dobradas inglpat.
Licares finos sortidos.
Cognac Gaitlhjsr Freres.
Latas deloucinho inglez.
Barris eomrepolho era salrooara.
4: ft C: Duyle.
Tem p|ra ve n" c j
Cognacd^t-HeBne6sy, superiors ",$rdad<^ro.
A'inho Seres das melhores quali^^eS.
HBHters tie Angostura.
WhiskJ.
Tadas'TiSiSBSt/"
Vende-se
trastes de jacaranda e amarello eom pouto us.,
em perfeito estado, e tambem um meio apparel), j
de louca para jantar e um dito de porcelana, lino
branco, para almogo. Vende se por ter o dono di-
se relirar para Eoropa : na'rua da Ioiperatri:
n. 54 A.
Potassa da Russia em, meios
barns a 500 rs. o Mto
Dcsembarcada ha poucos dias : vende-se io
escriptorio de Oliveira Firaos & C, largo do Ccrpo
Sanlo n. 19.
\ Por baratos precos para descarorai t&gG&o, at
12, li, 16, 20, V>, 30 e 35 serras.
Gunha $ Man^
I
VENDE-SE
armazem
qhimicas do Dr. Ay* 01 X,d-roiP*'!^Sr
lmercio n: *.. Gomeho para i^ar.
t^ommercio
: Barris com came do vacea e d*pto, salgr>d:
i para'rt.intimentos de Bvios :-n< arreazem do Taj-
I o I^maoi &C a rua-do Araoiha' a 2fl. _____
1 Silva Barroca &.KHhos teetn para vender em
| sen a-mazem, a rua do Marqoea do Olind^ o. V
! *guidte :
Folhade^Flaadws.
Estanho eta vergaiahas.
Machina& para desearo^ar algoda.).
Cerveja escosseza; branca epreta.
Fillete para bandeira.
Vidros para *Mrpa, i* qnaUdadf.. r; a





_
JBB

I
r-
V


I
I
Diario Je rernambuco Segunda f'eira
Outn**ro tfe ibVi
COSTURA DE HOWE
SOARES LEI1E, IRMAOS
UNICOS AGENTES
A*
Rua do fiarao da Victoria n. 28
vh mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na exposi^ao de Paris, em 18C7, foi concedido a
Elias Ilowe Junior, a mcdalha de ouro e a condecora-
c2o da Legiao de Honra, por serem as machinas mais per
feitas do mundo.
A medalha de ouro, confcrida a E. Howe Junior, noB
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na exposic,ao de Londres acreditam
estas machinas.
90S000
Cabe-nos o deter de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
*rk, estabeleceu nesta cidade & rua do Barao da Victoria n. 28, um deposito e agencia
*ral. para em Pernambuco e mais provincinsse venderem as afamadas machinas de cos-
"'& mpregando uma agulha mais curta com a mesma qualidade de linhaque qualquer outra,
- D^la introduccao dos mais aperfcic,oados npparelhos, estamos actualmente habilitados a
ferecer ao examc publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguvntes:
Primeira.0 publico sabe que elias sao duradouras, para isto prova incontestatel, a
ircumstancia do nunca terem apparecido no mcrcado machinas d Howe em segun-
< mao.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor fricrao entre as divcrsas pecas, e menos rapido estrago
*o que nas outras.
Quarta.Formam o ponto como se fora feito a m3o.
'^uinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o quesen3oconsegn.-
s outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em caseraira, atravessando o fio de um i outro lado,
i logo em seguida, sem modiiicar-so a tensao da liiiha, cozem a fazenda mais
im.
Setima.0 compressor i levantado com a maior fac lidfdji, q lando se tern de mudar
** agulha ao comecar nova costura.
Oitata.Muitas companhias de machinas de costura, ti'm U lo epocas de grandeza e
i.-icadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi de. pniecidas, outras soffreram
ouianijas radicaes parapoderem substituir : entretanto a compauuia das machinas de Howe
doptando a opiniao de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tern cons'.antemente
tagpumtado o seu fabrico, e hoje nao attende a procura, posto que faja GOO machinas
? ir >3ia.
rda machina acompanha livretos <-om instrucr,6es em portuguez.
rV9(fo000 A 90^000
SOARES LEITE,
A'
a.
25#0O0 e *tyW0,
Nalojade Soarcs Leitelrmabs, a rua ao Barao ida
Victorian. 28.
Agua florida, do Guislain,
para iazer os cabellos pre-1
tos.
pullica com pequeno toque,
para ollot'1, granlc sorti-
Liivas de
a 200 rs.
Abotoaduris
menlo a 120 rs.
Caixa de linha do marca, a 200 rs.
Lamparinas a.gaz, da'ndo urua luz muito
boa, a 1JJ000.
Duzia de pecas de cordfio imperial, a
240 rs.
Caixa de ootdes de osso para calca, a
200 rs.
Duzia decarreteis de linha, 200 jardas, a
600 rs.
Idem idem 60 jardas, a 240 rs.
MaQO de fita chiueza, a 800 rs.
Cuxa de linha'com 40 novellos, a 500 rs.
Meios aderr$os com camafeu, a 500 rs.
Oarrafa de linta roxa extra-lina a 19000 id, 1.00.
Espelhos de moklura dourada,
os tamanhos e precos.
A aguia branca, i na Duquo de Caxias n. 0,
acaba de receber nova reraessa da apreciavei agua
florida para fazc'ros cabellos pretos. O bom re-
! sultado colhido por quern tera feito us dessa
Mfiffimln preparaeio a tem altamente ce-nceilna-
I do, e por isso apenas so faz lembrar a quem no-
; vamente detla precise e queira se aprovcitar de
de todos sua utilidade. T-vubcm vcio agua de topasio e
| oleo Qorido para o mesmo aso, e Uo acreaitados
. como aquella.
mrtsmiTAs- e mildlzas. | Voltas e briucos de grossos
^F^scocom oleo Or*, terdadeiro, aljofareS de COreS.
Mem ccmto.ico de Kemp, verdadeiro, .'^ffi^^.SS^X e^rlS
*r grossos i ljofares de efires, e como sempre conti-
uarrafa de agua florida verdadeira a 19200 no a a ende-las por precp commodo.
Grrafa tTagua.japoneza, a l^ooo. 'Novos diademas dourados e
koem idem djvina, a 19000. a
Idem idem Magdalena (noviJaie) a1 COIU pedraS.
19200. a ajrnia branca, a rua do Deque de Caxias n.
Caixa de pos para dentes, a 200 rs ** r6***611 novo wrtimento de bonitos diade-
Idem idem de pos chine*, mmto bom. a ^0 pTra'Shom Pedras-^^ Para menina8
' Po?e'c^pkta de Rieger, iiimi e dos- CoIlecQoes de traslados OU
dita ingleza, preta, a 100 e
muito boas, a
sabonetes
. '. ..
de amendoa,
norraas para eserever-se.
Duzia de sabonetes ue amendoa, a a aguia brancaf a rua Dnqne de Caxias n. 80,
Wvu. t/ recebea novas coIIccqScs ou normas pa-ra as crian-
Duzia de sabonetes de aniinho transparen-' ?as aprendercm a cscrever por si mefmo, hoje Uo
tes, a 29200 usadas nas aulas e collegios; e como sempre ten-
Idem idem com ddres, a 1*500. ,eraS-Pr prc': commdo-
Sabonetes Glycerino transparentes. a' MeiaS CmaS finaS para meni-
gJCaix'a com sabonetes,' forrnato de fructas, I Da^ e sennOraS
a 19000 c lffSfiO ; oja da8uia branca, a rua Duque de Caxias
j r___, ___ n. 50, recebeu novo sortimeoto datmcllas tao pro-
Lasmeticos.-graudes c pequenos, a 100 e curadas meias cmas para senhora, vindo igual-
800 rs mente para menina?, e tontiniia a vende-las poi
Frasco'COiangtia de colagne, a 200, 320, P*6?03 conunodos.
ooo rs. o 1,5000. Veos ou mautiuhas pretas.
Ertractos muito finos dos m- lhores au-, A loja da agtiia branea, arua doDuque de Ca-
tores. i iias n. 50, recebeu bonitos v6os ou mantinha;
Lin;las e elegantes.caixinhas com perfuma- Prelas de se*a coia nres, e outras a imitacao dt
rias, proprias uara proseutes, dos autores J^k&rt &&&^i&%l de.3.f
r*. r .,r ... ..'. \tebUOO. A fazenda e boa e esta em perieito
. (.odray, Kicger, (.elle r rere,<, etc. -estaJo, pc!o rme continoa a ter prompta extrae-
Quadros corn s-antos e estampas separa-'i'C*0 .
Perfeita novidade.
U
Barao da Victoria
Samuel Power Johns-
M m & G-
rf-TJllua do Apollo n. 38 e 40
mm ciALi
o
Os propriet.--rios da (nndicao geral fatem
Fazpoi scienta aos seas freguena que teeij
S^k mudado o seu deposito de niscbinas a ta-
j^i- por, raocBdas e taxas d* maito acreditada
.>v':i fahrica Ue Low Moor p-ira rua do Ai.-.-i'o n
3S o iO, oude eoQUonam a tr o me.-n:o sor-
UffleBM do ceftMme.
Razsai Kieste umbem qr.e wem feito sra
arraej j o3;u r. fuadicao geral, poio :,ue po-
deaj atfereeer-se para asieatsr 'jjai jaer
ambtBismo a mesmo garaoti lo.
Sciectes aos senhcrea de. engenbo e mais "f
pessoas, qne teern estabelecido uma fundi- r-$Jf
cko de iVrro e brouze a rua do Brum, jnn- C-'?
a to a etiacSo dos bonds, onde aprontarao. (St
. qaalquer obra do encommenJa com perfei- -f?"*
cao e promplkiao. ^>
Os meraea fjam as pessoas que quei- ;
r^x Btilisar .*e dn i>eus sc-rvicos de deixa- J':^;
rem as eseomoiendaa em casa dos Srs. Sa- vSJ-
rnaal Power Johnston & C. a rua do Apol- x
lo n. 33 a -'.0, onJs acharao pesaa habili-
tada Mm quem ^ossani eotendar-se.
Apparelbo para fabrii'.ar assucir, do *ystep.ia.
\VESTON CENTnEFCGAL
Uaieos agentes em Peraamtia'io a'fuodi^ao gc-ral.
Para tratar em fa escnpiorio a rna do Apollo c. 38 iO.
.JBSSSm 4MWmmmm mmmmtmi
m
m
Potes com
1G0 rs.
Caixa de pennas Perry,
19Q00.
Idem idem, a 400 rs.
Caixa do enveloppes tarjados, a 500 rs.
Idem idem forrados, a 700 rs.
Caixa de papcl amisade, beira dourada,
a 800 rs
Idem idem idem lisa, a 600 rs.
Duzia de talheres en be branco, 2 B., a
59000
Resma de papcl pautado, a 49000
e 59800.
Idem idemliso, a 23)800, 3S00e 59000.
Coques modcrnos, a JiJOOO.
Puzias ile pegns de t'anras de caracol
branca, a 40O r.
Idem idem lisas, a 200 rs.
Leques deosso e sandalo, a 2JJO00, 49 das.
Iff*!* iii fnlremeioso babados tran?parentes e ta-! Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
htadcvelludode todas as coros e largu- pados. nhotos dourados e coloridos.
I ma grandc taboleta propna para qual- a loja da aguia branca, a rua do Deque de
Caxias n. 50, receben sovos grampos com bor-
boletas, bezouros e gafanhotos, o quo de certo
! perfeita novid de. A quantidade 6 pepnena, e
; por isso em breve se acabara.
Novas gollinhasorLiadascom
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca a rua Duque de Caxias
-50, recebeu uma pequena quantidade do boni-
! s e novas gollinhas, trabalho de la e seda, -en-
| neitadas eom arminho, obras estas de muito gosto
! e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, a rua do Duque
Caxias n. SO, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos e rezelas dourados ; assim como
notes diademas de a?o, e ecmo.sempre conti-
nua a vende-los por precis razoaveis
Caixinhas com p6s dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca a rua do Dn-
que de Caxias n. 30.
Luvas de pellica pretas e de
outras c6res.
A loja da Aguia Branca, a rua Duque de Ca-
j xias n. 50, recebeu novo sortimento de luvas dt
pellica,' pretas e de outras cores.
f-^______________________.
Rap6*Rocha
; a l*i 00 a libra : na rua do Vigano n. 7. primei-
' ro audar.
Microscopios com 12 vistas.^a G9000. qner loja.
Frasco com oleo para machina a 400 rs.
Rua do Bar&o da Victoria. 28.
N. 4Rua do CabugaJK.
E
iS[ C.
DC
GOMES DE MATTOS & IRMAO
va-
Avisam ao respeitavel publico desta cidade queo sortimento de joins, dc subido
lor, que existia em seu estabelecimento, estd completamcnto refcrgtido com o mais ele
gante sortimento de novas joias, que receberam mrectamente polo ultimo vapor da I'.u-
ropa, constando elle do mais variado sortimento de aderegos a Boulevard, pulseiras dc
ultimo gosto cum pedras preciosas o sem elias, brincos d'argola, agraffes para relogic de
senhoras, delicados odere^os para meninas, meios adere^os de camafeu'Iindis?imos, voltas
de nogordios para senhoras, correntes inglezas de ouro e de platina, variada quantidade
*.,W.t ., i i i i i i i- .1 IIH'IISUUO '*^ till I3.-Illivlj UKUajy Ki'lt atill'JI.', IV*
tes o botoes, e otitros inuilos obiectos de ouro de melhores fabrics
venderao com grande reducc.ao.de precos, por serem elles recebid
Klobilias
ne bolocs para pun bos e peito, com cmblewas mavonicos, de onix, tecido de ouro, can.a-
fi:u, etc., brilhantes monstros de rarissimas agoas, em anneis, rozetas, pulseiras, alfire-
cantcs de Paris, que se
Jos directamente de seus
committentes.
Os proprietaries do. acreditado MUZEU DC JOIAS, tendo sea estabelecimento nberto
ate 8 horas da noute, convidam as familias que so quizerem prover de lindas joias, *
virem escolbft-las ,i vontade, para o que e='i; em exposigao uos mostradores.
Bazar Victoria.
Amaral, Nalmco & C. receberam complete for-!
timenlo de berigallas de canna. proprias para des-
canco de velhos, de rbeumaticos, eti*., etc., e ou-
tras de phantasia, completo sortimento de cbapeos
, de sol, bengalkw, umbellas^ etc., para senhora e
j para homem, com cabo de marfim com figuras de
; metal, liso?, etc. etc Estes uleis e espeeiaes ar-
tigos vende-se na rua do Barao da Victoria n. 2.
Toamas de labyrintho
Na loja do Passa rua Fruneiro de Marijo n. 7
I A,vende-se ricas toanhas de labyrintho, proprias
baptisados e casameutos.
Cadeiras de guarpicao muito baratas.
23 Rna Martinez i!c Olinda -23
CUXn.V a XIANTA.
f Botinas para senhoras.
A 3J300 E 440C0
Las escucezas a S80.
E' pechincha.
Xa rua do Crespo n. 10.
Hesperidina
Verdadeiro bi'.er hesperidina, superior e cre-
ditado : a venda no armazem de Tasso lrmHo &
C, rua do.Amorim r.. Z'.
ara
Las e sedas.
Cambraias bordadas e outras fazenJss, vendem-
se baratissimo, a dinheiro : a rua do Barao da
i Victoria a 9, antiga rua Nova.
Peclimcha
Ex :ellentes gorguroes de la e seda, dc mul be-
mtos e novos padroes, fta-ada basianto larva o de
muito boa qualidade, s6 se enco/itra na rua Du-
que de Caxias n. 88, loja de Iia-t .s Innao, pelo
modico preco de 6i0 rs. o eovado.
Armazem do fumo
Rua da Madre do Deus n. 10 A.
Jose' Domingues do Carmo e Silva parrlcipa aos
feus freguezes e amigos que no sen ; rua da Madre de Dcus n. 10 A, se acha um com-
pleto sortimento de fumo em fard.>> de laiente l.M,
1* e 3.' sorte.,dos melhores fatrfranres da !?nhia,
e bem assim a flor de todos os limits do enrda
em rolof, pacotcs, latas.granles e p^qoeoan, tam-
bem dos mui acrcditarios Lbruai:(.:s Torres t
Araujo, Lizaur, Adolpho Schoidf d- C, Ltafor
Schmidt & C, Veigas 4 Aranjo, Trirrf.ide A Ave-
lar, Teixeira Pinto i Portella (g.nantifto peloa
roesmos) e de ontrns ainde nao roiitA>idoa pelo
publico defta capital. 0 annunciante i! tImia que
todo fumo que for vendido era sua casa sera pelo
feu justo valor, e que quando garantir s respecti-
va qualidade, sera slncero, mui partn-nlarmente,
com as pessoas que pouco enten l.ni da matiria ;
pois para bem servir_a todos, teni uanuunciante
* if,?3ga pratica de lo annos desle r uiuiercio.
Rua do Cabugd n. 11 A.
Vendc-se nm escravo mflco prnprin i ara enge-
nho ou padaria, por preco muito em cr.nta.
Cuiilia Irmaos e C.
Run 3a llailro lo Itros u. 34.
Vcndem vinhos do i*orlo de todas :. qualldades,
garantindo-os, e a precos count odos :
Barrii de quinto e deCimos | ai'a paito das Irem
eoni ecidoS marcas- Mvneres e Cl:aniii>.
Ditos de quinto linosveneres. Gbamico, Costa
liuimaracs.
Decimos encapados, superior qualidade.
Caixa? do uuia duzia, do toda a qtialMn 5e, ate
aos afamados-Gravatinha Azul i i e !8i0.
J-a^iics
Sacam sobre o Porto ou Li:boa, a pzaro e a
vifta.
Pftiassa
Tambrm vendem potass a da Rtresia, nova, em
banis pequenos.
hu dia de mm
U*kiM.
V-^jtea. ;
SAUDADEB.
Amaral, Natuco & C. acabam de rectber um
variado rortimento de capelras ltancbr>s run as
segulntes inscrip(;8es:
A iin'U pai.
A nun! a Diai.
A meu esposo.
A n ii.'.i.i efposa.
A mtu filho.
A niinha fillia.
Saudadrs.
Amiiade.
i.erabranca.
Vende-se no bazar Victoria, rua on Ra'rftQft
Victoria n. J.
Caf6
do Bit Janeiro : vende-se a rua i ar-
maiem n. 16.
Os venladeiros
Vinhos de Bom-i^'i-ue
das mareis
Chamhcrtin
Pomroard
Virits
Volnay
Bcanno
Monthelio
Dito Bordeaux em quartollas.
Yende-se pfi'r te I v pre^u
PARA I.TQIIDACAO DE COMAS
Rua E.ar^a do Bosario n. 3-A.
Botica.
Vende so um escravinho de 10 annas Je
idade : a tratar na rua do Padre Nul rega nu-
mero 20.
H.
!
DOS PREMIOS DA II* PARTE 3AS LOTER1AS C0NCEDIDA3 POR LEI PROVINCIAL N. 330, A BENEFICIO DOS tOLLEGlOS DE ORPAOS E ORPHAS, EXTRAHIDA EM 11 DE OOTUBRO DE*1873.
-~"~r-r:
.VS. PRE.MS.
NS. PREMS.
1
8
10
1-2
-23
32
45
49
50
52
58
G2
71
76
78
79
87
115
22
28
30
35
40
41
45
47
49
52
54
96
60
64
63
66
67
68
72
.3
u
rOOOJ
6A
176
81
83
91
201
II
12
15
18
24
35
41
44
45
46
56
65
68
71
72
78
79
82
88
'88
91
92
94
98
361
9
. 12
13
34
26'
30
47
59
105
65
63
NS. Pr.EWS. NS. PREMS.
365
00
79
83
86
90
402
8
13
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Diario de Pernambueo Seguuda teira. do Outubro de 1672.
i i i. i.---------------- j.4 ..I i i
JDMSPRDDEflCU. jj
Cturet h jut-idle a.
A jtarar tia Dutorgada por nos-
so Pacto Fundamental, ao direi-
to do propriedade, ndo e ineom-
palivc! com a manumissio legal
ou bread a nos casos eslabeleci-
d s por lei.
?ia seecdo competente puhlicamos diver-
sos julgados sobre uma questao quo, por sua
magnitude o iitteressc actual, desalia a atten-
Cdo dos tribumtes,' tlos podees do estado c
dos entendi I os. Consist.' ella era saber so
a escrava violentada a prostituic&o, por seu
senbor, adquire a liberdade itpo facto.
As LL. 12 c 14 Co 1. do episcop. aud. 1..
4, resolvem a questao de roodo affirmativo, o
assim foi decidido nesta cidade em 1.* ins-
tancia, julgando-se procedente a accdo de
liberdade iatentada era favor de uma escra-
va, por aquello motivo.
Entretanto, intcrposta appellacdo para a
relacao do districto, foi reformada a senten-
ce, sob o fuudamento, alem de outros, quo
a legislacdo romana nao podia, em seme-
Ihantc materia, ter applica<;ao eutre u6s, por
contraria a constituicdo do import*, quo ga
rant-} o direito do propriedade era toda sua
plenitude.
Os aecorddos prefer idos em 2.;i instancia
foram confirmados polo supremo tribunal
de Justice, que dciu-gou a revista peJida
pelo curador da libertanda.
A' parte o rospoito que tributamos aos
arostos de tao conspicuos iribunaes, dire
mos quo elU's, na parte doutrinal, sao con
trarios a todos os priucipios de direito, do
moral, de humauidade e aos precedentes
dos mesmos trihunacs, que tao benevolos
soein mostrar-so as causas de liberdade, o
quo aliiis c rccomuiendado por mais do uma
lei e decisao do governo.
0 argumento deduzido de nossa carta
constitucional nao procedc porque provi do
inais.
0 direito do propriodade, por mais am-
plo c pleno quo so deva toncebe-lo. e o que
tem.cada urn do servir-se e dispdr de suas
cousas como bem Hie aprouvor, mas tem
offensa das leis e dos costumes.
Por mais respeitavel que seja o direito de
propriedade, ha uma cousa mais respeil*-
vel o inviolavel: e a lei, a que ella so acha
subordinada ; 6 a lei que regula stu exer-
cicio, estabeleco as penas para os abusos e
prcfixa os casos em que se extinguc esso di-
reito por omissao ou facto do propricta-
rio.
Se a propried do fosse do tal modo ga-
rantida, quo jdmais so perdesse, sem o con-
sentiraenlo espresso do senbor, o direito de
preseripedo seria incompalivel com a cons
tituigSo, e revogado por esta estaria nossa
legislacao na parte concementc, isto c, a
legislacao romana sobre a usucapiao, todos
os dias applirada por uossos iribunaes, como
subsidiaria quo e.
Serdo, por ventura, contraries a constitui-
Cdo as outras dUposirees quo estabclecetr a
manuraissao legal, nas hypotheses de ser o
escravo cbondoiwlo, por enfermo, do sabir
com o senhor para fora do imperio, de ca-
sar-so csle on amancebar-se com a escrava e
ter filuos delta, etc., etc. ?
Serd possivel que, sob pretexto da gar*fi_
tia constitucional dada ao ,i:.77ito de pro-
priedade, vejanu* ;uua a maifor possui-
da, como estra-; pi.i0 marilo, e outras
aberracoes st.melhaMlcs ?
1^ a possivel quo, sob o influxo da ciyi
..sacao, das ideas dosoculo o de nossi legis-
lacao oovissima que tondem a aJor\:ii', quan-
to-possivel, ate sua complota cxtincgao, o
jugo do captiveiro e as relates do escravo
para com o senhor, teuha cste o direito do
fuudar urn commercio torpe, reduzindo a
escrava & prostituic^e remunerada !
Surd possivel que as leis romanas sobre
tal assumpto, que cram iv ssas como subsi-
diarias ate a promuigacSo da constituicao
politica, deixassem de ter vigor dahi em
diantc, e que o nosso codigo fun laincntal,
derogando-as, iudirectamcute legitimasse
tlo Qufando trailco c supprimisse a alforria
contra a vontade do senhor nos casos esta-
tuidos pela Itgislagao anterior ?
Nao, nil vezes ndo. Nossos costumes,
uossa logisl; q3o nao sfio, ndo podem ser
mais barbaros que os costumes, que a legis-
lacao dos romanos em materia do escravi
ddo. CotejaLos e vcreis que, se deveinos
repudiar algumas de suas leis, como indig-
nas do seculo, incompativeis com as nossas,
com a boa razao, nao sao per certo aquellas
que reconhecem a persoualidade do escravo
c lhes garantem os direitos inhereates con-
tra os abusos do senhor, mas as que o ni-
velam e reduzem a condi^ao de cousa.
Dirse-ha quetemos no codigo criminal
disposigoes que punem os atteutados contra
a moral e bons costumes, que punem a
complicidado do estupro por meio de vio-
lencia ou araeacas. Mas se o direito de pro-
priedade tern a latitude que se Ihe quer dar,
se o seuhor nao p6de soffrer a peoa civil
que lhe era impos>ta pela legislacao romana,
sob pretexto do que e oHensiva de tal direi-
to e da constituicao, como poderd soffrer a
peoa criminal, a pena corporal? Seria
este o maior dos absurdos.
Ndo ha muito o governo imperial, con-
formandose com o parecer da secgdo do
conselho de estado, declarou que o escrave
condemnado d gales perpetuas, erabora fosse
perdoado, odo voltava mais ao captiveiro,
porque o direito do senhor desapparece com
A condemnacdo, e por qm assim dispunha
a legislacao romana subsidiaria do direito
patno (aviso de 30 do outubro de 1872.)
Esta decisao reconhece, pois, de modo
formal: i., que o direito romano em se-
melhante materia continiia a reger-nos, deve
ser consultado e applicado ds especies oc-
currentes uaquillo que estiver de accordo
com a razdo e com a moral; 2.". que, sera
embargo do preceito constitucional; perde-
se a propriedade servil nos casos determi-
nados por lei, como succede com qualquer
oulra propriedade.
J& fallamos da hypothese da prescripgdo,
em que o proprietario perde seu direito pelo
ndo exercicio do mesmo, durante o tempo
detrmiuado oa lei: eis a extinccdo do di-
reito de propriedade por omissdo do senhor.
Apontarernos o caso de contrabando, e po-
deriamos euumerar outros, em que tal di-
reito se extingue por facto culposo ou cri-
minoso do :nhor.
Uizer, porianto, quo a propriedade ser-
vil, odo se perde sem o cousentiraeuto ex-
presso do senhor ; quo a alforria leg I de-
cretada pelo direito romano e contraria a
nossa constituigao, e dar mais garanlias ao
direito de propriedade sobre as pessoas' do
que sobro as cousas
Br. T. 1." pag. 32) seria pat*, desejarque riosque navegain oas perigosas para^ens
se inleiitasse accdo rescisoria dos julgados de Gaily. Para esteem coostruio-ee sobre
alludidos, para que, reconsiderada a ques- uma roeha ou promontorio, quo doonina
tdo com todo o estudo que ella merece, se uma vasta extensdo de mar, uma torre q*a-
tirmasse junsprudencia mais consentanea drada ds 13 pes de alto. EsU torn* e so-
com a lsgislafio, com os costumes e com brepujada de um pedestal de 9 pes de alto,
as tendencias do espmto publico. sobre o qual assents a estatua. A altura
(Gazeta Jvriiica.} i total do monumento e, pois, de ii pes, a
partir do solo.
[as ianarchist as; nao sejam mth do
|0 da obra dos proprios
(.ITTERATDRA.
Sclenclas |iliIIosophica.
DO F.STCDO D.\
ANTHROPOLOGIA,
R1GUET.
POR cn.
O CHOLEUA.0 cholera, comquanto
em pequeni intensidade, contim'ia a penna-
necer em Londres e Paris. Nesta ultima
cidado principicw a disenvolver se no dia
6 de setembro em quo morreram umas V0
pessoas Depois disso nao augmenlou,
.. mas tambem ndo te.n diininuido. Km
Algumas sciencias existem na uoraencla- Ruao e n0 Havre decresce, porem, >em
tura dos conhccimentos huraaiios, que, in- Marselha e Lydo principiaram a darse^ os
yadidas por palavras technicas esoabrosas e prf,,,^* symptomas da epidomia.
formulas dndas, consutuoiu um piano in- r 0 choier;l, poi,. estd em quasi toda a
tnncheirado em quo poucos penetram. Europa. Na Italia dimiuue do intensilado
Alem disso os problems que tomam por em VoiK.z.tj Gmovat Roina e Mildo, iwrem,
objecto das suas investigates, consistindo augmcnlil em Padua. Era Inglaterra, Lon-
sempreem themasmaisou menosabstractos dresdi;u w primoira seraana de 2S-I falle-
as discussoes porllns suscitadas, participam cimentui Je cholera. Em Munich, capital
de todas estas difficuldailes ao mosrfto tern- da Baviorjl> contam-se umas 20 mortes dia-
po; e sdo em domasia laboriosas para pode-
rom inleressar diroctamente a qucm por
longos e arduos cstudos, nao so acha com
anteeedeneia preparad para tomarparteuo
processo de adiantamento dos sous postula-
dos.
Taes sao as mathematicas, a physica a
anatom
Acl
monio do um pequeno numoro do homens ^f0f.^'
( I I > I I I-1, i 1 I I : k t I I I I 1 .* i I 1 U A ."j. II 1 A I 1 I l\ ( 1 I A '"
nas. Na Prussia" tamlwn existe a moles-
tia. Na Austria estaciona, teudo havido
em Vienna i'3 casos na ultima semana do
agosto. Na cepital da Hungria ctusi'U
mniores estragos Existe igual.uento ua
Roiimani:. o com mais alguma violencia
em Conslantinopla. Em S. Petersburg.;
toinia e outras disciplinas semelhaiites. torn0u ;,prcsentar-se ate agora com bonig-
am-so estas sciencias engtdas om patn-;ni(Ja,le) peniin> om Varsovia cau a graudes
profundamento i-studinsos, que se incumbc
exclusivamento de as cultivar o transmittir
os sous resultados uteis ao resto da humani-
dade, empenhaudo n'estas cogitacOes toda a
for^-a do seu cngenho e vontade. Outras,
Os Esta los Uoiilos udo sdo mais felizos
uesta parto que a volha Europa. Leva;lo o
cholera a Nova-Orleans por navios proco-
dentos da Crimea, iuvalio tola a republica,
e em algu:H ostados. t io co.no Tenessoo,
porem, occorrem quo, baseadasem princi-l0 ^^ 0 Kentucky, faz grandissiraos e
pios menos complicados e adoperando um tras.os
material comparativamento singelo, apresen-
parativamento singelo, aprescn
tam-scsob um aspeetO muito diverso.
As questoes por ellas despertadas tocam-
nos mais de proximo; sendo em geral lici-
to a qualquer ho:nem culto penctrar-lhes a
proficuidade, acompanhar os progressos o
dcleitar-se com as suas acquisicdes e desco-
UM CONGRKSSO DA INTEHNA10NAL.
0 Jornal dos Debates, em uma corres-
pondentiia do Gmiebra, publica os seguihles
pormenoros do congresso quo tovo lugar
naquella cidade.
0 congresso da interuacional auarchi-
Ndo e mister, para poder aprecia- M e colloctJVJil, lerroinou ao.grito de": Vi-
las, dispdr do conhecimentos especiaes, sa
her manejar os instiumentos empregados
nos seus experiments, ou ter nprofundado
as obras escriptis sobre a materia de que so
compoe. Basta ter reflectido no eterno pro-
blema de cxistencia humana, das suas ori-
gonsedos seus destinos, para comprehen-
derem-se os arguracntos om que ellas con-
sistem e os lins a que se dirigem, aquilatar
se 9 sen passado, analysarem-se os seus
tramites e prejulgar-se o seu future
A anthropologia constiluo, por certo, uma
d'eslas sciencias, mais allralientes do que
severas, o que suggere a idea do exiranhar-
se o datar apenas de tdo pouco tempo a esta
parte; causando reparo que ndo seja ncm
mais popular o bem aceita do que c actual-
mente.
Ndo tomo por tarefa dissipar os precou
ceitcs do quo possam ter decorrido estes
etloiios, ou destruir os projuizos que contra
ella so tem lovantado. Procurarci, porem,
tornar couhecidos os notavois adiantamentos
(-"'.r. quo por ultimo se tem avantajado, bem
como os recentcs traba'.hos nos dous derra-
deiros decennios a este respeito publicados
em Franca e no exterior.
Desde 1850, cpoca em que come<;.aram a
tomar vulto na Europa os estudos anthropo-
logies ; os subsidies de erudicdo neste sen-
tido, teem se accumulado com abunlancia.
Em todos os museus eurupous o smretudo
em Paris, no museu de historia natural o
na escola pratica da faculdade de medicina,
va a anarcbia I soltado por Pindy, antigo
membro da Jommuna de Paris.
Das Ires questoes apresenta las oara
aorli.'.n do dia, e quo cram as seguhjtes :
revisao dos estatutoi geraes, greve geral e
eslatisca do trabalho, so uma se tralou na
sessao publica ; foi a primeira. Debaixo
do pouto de vista do publico, a revisao
dos estatutos da internactonal parece udo
ter importancia d primeira vista ; raas ella
e de facto muito grande, porque perraitte
queoschefespresentes exponham as suas
ideas sobro a sociedade em geral, querendo
dar-lhe para modelo a sua associae,ao par-
ticular. Nao sou eu como correspoadeute
que tiro esta couclui.au : sdo os proprios
delegados quo a formulam terminante-
mente:
Creio que jd anteriormente indiquei o
assumpto principal do debate ; tratava se de
saber so se deveria manter ou supprimir o
conselho goral da associac,ao. Notaretnos
do passagem rjue os anarchistas rovoltidos
contra o conselho geral nao tinham do ma-
nun ,i ulguma o direito do o supprimir,
nem tambem do o manter. Mas aquelles
senhoros querem absolutamentd sor, ndo
um scisma da internacional, mas a prqpria
inlernacional. Eis aqui o motivo por que
nao agitaram a questdo, muito mais real,
do estabeiocimento ou ndo estabeleciiileh-
to de um couselho geral na sua nova as-
sociacao.
Desdo o principio que so produziram
assim como no m. seu de Saint-Germain-en- juas 0p-nioe3 principaes : todos os delega
Laye, existem coadunadas neste intuito col- Jls qugrjan, supprimir o conselho
leceoes as mais copioses; tenlo alem d'isso
para promocdo destas indagacoes sido fun-
dada; diversas sociedades. Ernlim, ao mes-
mo tempo que em Pranga um curso formal
destas malerias acha-se jd desde mais tempo
funccionando no museu de historia natural,
em paizes estrungeiros, estas mesmas dou-
trinas, sendo tambem objecto de ensino,
conslituem igualmento o theraa do reuuiOes
internacionaes, em que sob o nome de con-
grosso anthropologicos, tomam parte, a
bem dos progressos desta sciencia, todos os
especialistas esparsos pelo mundo culto, e
os homens doutos que por ella se enteres-
cem.
jContinuar-se-ha).
VARIEDADE
A EXPOSICAO UNIVERSAL AMERICA-
NA. Le-si o'seguinte na France :
Os americanos principiaram a occu-
par-se da cxposigdo universal quo deve ter
lugar em 1876, celebrando com ella o
100 anniversario da sua independencia.
0 ter'reuo escolhido e" o garque Fairniouut,
na Philadelphia. Pode ver-se actualmente
na seccao americana da exposigao de Vien-
na, o piano deste terreno, de 2.7i0 acres,
situado no terreno da cidade e atravessado
pelo rio de Schykill. 0 solo ndo e perfei-
tamente piano como no Prater de Vienna;
e accidentado por collinas e pequenas emi-
nencias, sobre as quaes se project assen-
tar pavilhOes para exposicoes especiaes.
Os objectos serdo alii collocados se-
gundo a ordem do sou desenvolvimento,
isto e desde o estado om que a natureza _os
creou ated sua actual transformacdo.
Eis a ordem historica que serd segui-
da e qut formard quatro classes :
1. Producc,6es naturaes do solo co-
mo base das manufacturas, 2 productos
manufacturados; 3 meios pelos quaes so
obtiveram esse resultado ; 4" effeitos da
actividade productiva.
Sobre as bases desta classificagdo serao
organisadas dez sac^oes quo tomardo os no-
mes dos departamentos. Cada departameu-
tosard, polasua vez, dividido em dez grupos,
e cada grupo. so for necessario, em dez
classes.
Na America espera-se que todos os pai-
zes civilisados do globo serao brilhanle-
mente representados na exposiijdo de Phila-
delphia, e para este fun serdo concodidas
todas as facilidades para o transporte dos
objectos.
mas um certo numero tinha recebido man-
da to imporativodos seus committentes para
o substituir por uma organisacdo qualquer,
ernquanto que os demais se iuspiravam do
mais puro sentimento anarchico, e ndo que-
riam neuhuin orgao central, declaraudo
que, qiiando as federates regionaes care-
recessem umas das outras, so poriam entre
si em relagao.
Esta discussdo, que ndo apresentou
nenhum interesse debaixo do ponto de vis-
ta da questao econoraica, foi pelo coutrario
muito interessante bebaixo do ponto de
vista da theoria politica. Quer queiram,
quer ndo e apezar do que possam pensar
e dizer alguns observadores superficiaes,
ou querse censure ou se louve, a interna-
cional existe. E' uma potencia que esten
do as suas ramific^Ocs a todos os paizes
industriaes da Europa e da America; torn
um fim que so esforca por c mseguir, e uma
theoria que procura espalhar.
a Ora, para proceder e para fazer pro-
paganda, tinham os fundadores encontrado
o meio de constituir um orgdo central, cu-
jos poderes tinham augmentado em todoS
os anteriores congressos. Emsumma, pas-
sou-se na internacional o que se passa em
grande'escala nos paizes federativos, nos
Estados-L'nidos e na Suissa, e o que se
passousem comparaijdo irroverente, bem
entendidona igreja catholica; produzio-se
uma concentragdo dos poderes d custa da
liberdade dos grupos.
Ora, succedeu entre estes, o que tem
succedidoentre os outros; formou-se uma
especie de protestantismo, e comquanto na
essencia ndo tivesso havido luta senao para
a posse, do poder, esse protestantismo, para
encontrar a sua razdo de ser, teve de la near
mdo da orthodoxia, e fazer-se liberal,
quai.do era autoritario, Produzio-se de-
pois notavelmente uma emulacao nas ideas
liberaes, anti-autoritarias, e ernquanto os
inglezes pediam a constituigao de uma com-
missdo executive federal sem poderes, os
belgas e outros, voltados para a velha f6:-
ma federative suissa e amplianJo-a, pro-
punham que as commissdes de taes federa-
tes nacionaes, ou antes regionaespor-
que entre aquella agunte se ndo conhecem
nacoes fossem encarregados de tres servi-
ces geraesa preparac,do do congresso an-
nual ; o estabelecimento dos grupos em
greve .com os dos outros paizes, e a esta-
tistica.^o trabalho. Emfim, o ultimo gru-
po de delegados, composto de hespanhoes,
itaiianos e francezes refugiados, era anar-
chico puro. Ndo esqueceremos que foi um
destes ultimos que disse,dever a Interna-
tional servir de typo d sociedade. futura,
se sociedade se pode ehamar um conjuncto
Bfc-f um antigo membro da
^^Htacor afinal qual e o fin
que sepropunha a fraccao intornacionalista
desse governo insurgonle. Esse horaem
chama-se Oslin, foi communista outr'ora,
e tornou-se, passados alguns a'uuos, ap'osto 1
lo dc uma religido nova ; com pretenQoes
scientiiicas, quo sdo alids pouco fun-
dadas.
A anarchia, diz aquello humem, nao
e para nos um. lim, mas sim um meio.
Queromos a dissoluc,ao c-;npli't(\ da so-
cielade em que nos achamos ; quail do
tiverm-w chegado a esto termo, ostbele-
cereraos o*collectivismo, o communismj
.< e a fraternidade.
Tom se censurado muitas ozo#, o co;n
razdo, os soberan >s que para satisfazerera
a sua a'obiyai) ou a reaiisacdo das suas
ideas, jogam a sorte ile uma nai.ao inteira.
E que fazom esses protend dos amigos do
povo, >>* qu;ios para alcaii.'arem um resul-
tado lao pouco diflnido, se propoem na la
mono- do quo ani piiUr it las as socio la
iles, fructos ilo trabalho do tantas g-racoes?
Esses homens sdo ovidenlomeate perigosos.
por isso que c sompre laeil fazer aceitar po-
Ias multidoos ignoranles e iles^aeadas,
thoorias como esta: Destruir em pri-
meiro lugar, e depois e.liiicareiuos.
0 uuico homem, que naquella disi.us-
sdo, mostrou algura bom seam, foi om inglez,
Mr. Hule, o qual aoaUMMOO quo a anarchia e
ocolleclivismoeraintlous termoscontra lijto-
rios. Mas os itaiianos e os hespanhoes so
petisam na destruicao e na revoluea..
Alwial, e por alguma eircumstaiicia
qu6 Qaj pode deixar do surproheii ler, foi
a opioiao do Mr. Halo quo pievaloi-eu, o
votou-so por unanimidade quo a eommissd i
federal regional, quo fosse encarrogada
da orgahisaedo do congresso annual, polia
deseuipenhar o cargo do centralisa lor das
corroS|)ondencia para as grovos, o do co:n-
mijlo geral de'estatistica. Os anarchistas
puros aceitaram estii resolucdo por isso
que os poderes da commissao coalinuara a
ser facultativos.
Alguns delegados provocararn depois
um vivo debate sobre a composirad da
Internacional; pratcndiam coliocar a asso-
ciagdo ao abrigo da inQuencia dos homens
de lettras, e mesmo dos burguezes, nao ad-
niittiiido sendo operarios braeaes e ma-
nuaes ; c em sumrna rugeitando todos os
trabalhadores que pensom. Estes. (Kwem,
quo estavam em maioria no congresso, vo-
tararn que permaneceriam, um vez que se
sustentasso um artigo do* estatutos, no
qual se declara que todos ffire aceitarem os
principios da aasociacdo poderdo ser recebi-
dos como membros della.
No decu^so da revisao dos estatutos. dou-
se uraa complete satisfar.ao ao* aiiarchista*
em um artigo, que estabolece bho serem as
foderacoes regionaes obrigadas conformar-
se com as decisoes do congresso, sendo
quando as liverent aceitado.
a Outro artigo- refere so ovidenteraente &
Pranga, e foi inspirado pelo roccnte proces-
so de Toulouse. Diz que as federaeoes ou
secedes dos paizes onde a associacab estiver
prohibida p .derdc- fazer'-se represenlar no
congresso, com a condi<;do de prevenir com
tres mezes do antecip' r,Ho a federacyo litre
do paiz mais vizinho-, a qual procederd a um
inquerito, e serd por ello respousavel. Os
delegados de que se tvata po lerao por ex-
cepedo ser wcolbidos fora do p iiz, ou do
grupo que.representarem ; mas leiao jpenas
voto consultivo.
Uma conlissao quo escapou a Jacowski;
que e um dos promotores no grupo geno1-
vez, permittio conhecer o estado real da as-
si>cia<;do. Sustendaw-lo a idea de uma-unica
commissao, aqjollo niss<} apresentou como
argumento a economia das dospezas da cor-
respondencia, e disso qne a sua secedo ndo
tinha tida n uma occasido triuta ceutimos
para franquear uraa earta.
As outras duas questoes, dadas para a
ordem do dia, foram tratadas em uma ses-
sao particular, na qual so ndo a Imittiram
senao internacionaes. Segundo mo foi re-
ferido, a quostdo da greve geral foi adiada.
Quauto d "a estatistica do trabalho, consiste
apenas no estal>oleciraento do um quadro,
ou de um qaestiooario, com o proposito de
permittir a accao da associagdo.
0 projecto da commissao especial foi
todavia lido na sessao publica. As infor-
macoos que so dovem obter, vlassilicam so
em sete categories prinuipaes :
1 Organisacdo geral do trabalho .
2.a Relacoes ordinarias do capital e do
trabalho;
3.* Salarios, produccOes e relacoes dos
salanos e das producgoes ;
4.* Instituigoes operarias Iigadas ds
officinas (sociedades de soccorros mutuos,
caixas de reformas, etc.) ;
' 5.a Conlicoes de existencia dos opera-
rios ;
'6.a Instiluicoes operarias independeu-
tes ;
7.* Ihfluencia das machiiias.
0 congresso terminou com um meeting
publico para a exposigdo dos' priucipios ge-
raes da Internacional Foi apenas no-
tavel pelo discurso de um allomao, antigo
amigo de Carlos Maix, contra este, o por
uma resposta virulenta de um marxista go-
Per^ n outras paries
dos. Ua sobre 0
mon1 uiiaram este
tomplo i lencia ordinaria de
Apollo e dasMusas. R-iprostntaramo genio
da poesia debaixo da focma do um cavallo
alado qu odos os obstaculos; e
a font..' II ie, quo Peg.iso fez rebentnr
feriudo a terra : > n o soj pe*; designa que
as pro iucgois do genio n.io toe n jamais o
cuniio servil do trabalho, mas parecem-se
com as on las put as da una fonto abun-
dante.
II i grando discorl inci.i entre os sabios
doerca ia opini'io quo se dove ter das Gdr-
gones. Di) lore proleodo quo ellas eraiu
mulheres goerreiras, que habitavam a Lybia
junto do lago Triloni. Estiveram muitas
vezes em guerra com as Amazona., suas
vizmhav. No tempo do Perseu eram go-
vemadas por Meluza sua rainha. Esto
lieroe as combateu, e matou sua rainha ;
mas Hercules p j lo so coiiioguir destruil-as
iiiteirameiite.
Alguns miligos pin'tam as Gorgo.ies como
mulheres guerreiras dc uma grande bclieza;
a a Imir.ici i quo produzia sua vista fazia
per ler a idea do defen ler-se ; ellas aprovei-
la.am-so d'esU vantage n para atacar e
veneer seus iuimigos.
IMinio, o naturalist a, piuta-as coma itm-
Iher.'.s selvag'.Mis terribillissimas. Junto
do cabo occidental, diz ello, esta t t&Gdrga-
les, ant-'ga morada dasGorgones. Hannon,
general dos Carthaginezes, p-netrou no seu
paiz ; all ac.ou mulheres, coja carreira
iguatava & velocidade dos cav.illos, o mes-
mo ao voo d >s passaro.s. Ello coosoguio
preu ler duas, cujos corpos estavam erieados
do cabellos. Suas pelles foram postal no
tomplo de Jupiter, em Carthago, e alii li-
cara;n suspensas ate a ijestruic,ao d'efta
cidade. >
Pausauias cita um historiador cuja ex-
pesiQiu BssemelW-se aquella do Plinio.
Kile pensa quo Moiluza foi uma mulherael-
vagom, do uma forga estupen la, 0 OOO loi
vencida por Perseu.
Mr. Fouinioiit, tenlo recorrido as Iii>-
jjuas orieulaes, achou nos nomes das lre
(org uies iqoeHes do tres navios que faziaiw
o commercio sobre a costa do Africa, undo
so nchava our.r, denies ite elephantes,
poiJlos do di versos aninhies a pedras pre-
ciofS Estas nercadorias eram levadas
depois para os portas da Pbenieta. Tal e,
diz eUe a expucagao do dente-, da pouta o
do oIIjo que as Gorgoaos se pres*avam mu-
tuameirto. Aquelles navios tinham proas
quo rep-resentavam inousfros-. Perseu os
encontrnu, ct>mbateu-05 e d'elles se apode-
rou ; o em quo ello ia hamavase Pegaso,
cuja proa representava fum cavallo alado.
Este princiye, logo quo- chegou da sua ex-
pedi<;do na Grecia, com mquezas immensas,
celebrou-so oseu regress?)', o os poet.is ima-
ginaram a fabula das Gdrgoues e de
Ittoduza.
Pareee-nos> portanto, quo estas explica-
ij/tjs sao sufBe-ientos para fazer conhecer
qpanto os poetns deram la*gas d sua iiua-
ginarao, ipiindoquizeram pmtar as gruodes
ac;oes dos hcrft-sr que se inojtraram em
todo o tempo- sous protoctores e seus
auMgos.
( D* /.'<--. ,
PSRDAS GRAVES Refere um tde-
gramiii.i de New-York, quo segundo u^i-
ciasde Havana, os projuizos cansados pelo
grtnlu incendio que alii Iiouvp, trar.l as
componhias de segau o inglezas um prejuiao
Be ccacade quinlieiitoscoutosdw reis, moe-
da foete,
P;a muitas families a misi>ria mais ka-
ment;vv de tamanho sinistro. Estao sem casac
para so ahrigarem duas mil e quiiihctas-
pessoae.
Em Nova York abrira so uroa^ subscrip-
pare miiiorar aijuelles terriveis padoci-
meotosv.
ria de t
^H II
uo>
oriselho federal amtrica-
novez.
Domingo abre se o congresso dos a au-
toritaios cuja ordem do dia indica, como
ados seus rivaes, a revisdo dos estatutos e
a estatistica geral do trabalho ; mas accres-
tarara-lhe as scguintes questoes.
Organisacdo das unifies iuternacionaes
de officinas.
Organisacdo dos trabalhadores em ge-
ral, sob a base internacional;
AccJo politica dos trabalhadores orga-
nisados.
Estes assumptos podem ser muito inte-
ressantes se no congresso so encontrarem ho-
mens em estado de os tratar : e isto que se
ha de ver.
Hvlhulugia
MONUMENTO A" NELSON.Le-se n0(
Evoning Standard de 10 de setecrfbro :
Teve hontem lugar uma ceremonia em que nao existe nenhuma organisacdo.
iiUeressante em Plas Manfeir. Foi inaugu-J E' provavel que este ultimo grupo, se
rada em prosouca do um concurso distinc-;f6r logico comsigo mesmo, prop^nha de-
le uma estatua flollossal do Nelson. Medo pois a suppressao das commissoes de fede-
19 pes de allure e pusa us de 12 tonela-' rcdes regionaes elocees, e depois a das sec-
di- Esto moiiumoiit e t:i?siii:.ido a per-^oes da Internacional, mas a logioa ndo e
a roMr.l.wao dos maioresdoaeossws o queoccjpa o primeiro lugar entre aqtiel
EXPLIC.VgiO DAS FABULAS
RA niSTORIA DE
COXPREIIENDIDAS
PEHSEU
rnmn niiri^n naQn i>m inlwdo a Sent*!) I l.-tu:M- a reMr.l.w.aO .[ is maiores UOSBOisus, w que uvw apa u piu0.. .u8. ... Hv^.. ...... ,^'i^.^,
utra a "C^^toM&L Esc'r. .heroes manUm^e a servir de fanal aos na- la genio; e dove suppor-se que aquellas 1 morada dos deuses
Teudo Perseu regressado d Grecia, agra-
deceu aos deuses sua feb'z viagem, e consa-
grou a proa de seu navio, collocando a no
tomplo A pioa d'esto navio regresentava um ca-
vallo, o o navio so chamava Pegaso.; o
Olympo passa va por ser a morale dos
deuses. Os poetas eiabellezaram estas duas
circumstancias, dizendo quo Pegaso na
d*>moron m terra, e dirigio seu voo para jj
A INTERNC10-N-AL. Sob .ste epigraphe
recommenda o ckronisla de Soea-York d-
asaomblea o todos os hespanhoes amantes-
de ordem e do imperio do senso commuia,
o seguinte documento, remetlilo eo Co*tf-
rL'r des Etals L'nis.
Diz assim : j^- -
0 conselho foderaI da associacaointef-
nacioualista da America do Norlo ao conse-
lho federal da DaeS ) hospanhola.
Companheiros : Rocebomos a vossa cir-
cular data la de Alcoy em 14 tie julho c o
boletim da vossa federac'io quo com exacta
pontualidade chega ds nossas maos. Accitai
des Ie jd o nosso reconhecimanto.
A' cerca da circular ndo vemos n'ella se-
nao a indignidado o ao mosmo tempo a
vinganea de todas as calumnias que so diri-
giram d communa. Sobre vos, do mesmo
modo que sobro os sens defensores, so ac-
cumulaui os odios o as recrirTlinacoes das
classes afortunadas, cujos privileges trataes
de destruir.
Ndo facais ciso dos seus furores, e per-
severai na vossa luta hordoa.
A sociedade clerical e capitalista, cuja
agonia principiou jd em 18 de marro, rece-
bou golpes ainda mais violontosem Alcoy e
Cartagena.
Apezar de toda a sua reststencia e esfar-
Cos ella estd destiuada a perecer, e vus odo
so esta is om caminho do arremessar \ao
vento as suascinzns, senao que pelo. vosso
valor o constancie fareis seguramente flo-
rescer uma sociedade nova baseada na li-
berdade, no trabalho, najustica c na soli-
dariedade.
Em lugar dc uma sociedado onde os ca-
pitalistas, medianle um horrivel monopolio,
se apoderem de todos os des.'obrimentos da
sciencia, fazondo para isto dos operarios
umas poUres machinas, v6s dareis ao traba-
Ihador os instruments nccessarios para o
seu trabalho e por estd meio conseguireis
que se torne senhor e nao escravo.
Assim, unicamente assim", terd o produc-
er conquistaJo a sua autonomia, e sera
realmente livre e independenlo.
Para obter tao nobro lim'agitai-vos sem
medo ; desprezai todos os estultos qualiftca-
tivos quo os nossos' advetsarios nos appli-
cam.
Desprezai, sobro tulo, os intrigantes que
aspiram d popularidade para chegarem ao
poder e depois forjarem-nos novas cadeias
Perseverai na vossa obra e praticai a vossa
divisa :
Anarchia, neyacdo da toda a autoridade
porqw antori'l le q'ifr dizer espotiimo,
'.'"'. j^^^
- Os irabalh izes estao
exito.
Urtito*
W MEDICO I Havia em Mildo um
medico quo tinha a presumpedo de curar
os doudos em curto e determinado espaco
de tempo. Para isso mandava metier o
infeliz, ate os joelhos, ou ainda mais acima,
coiiforme o grdo da Joucurn, e de mais a
mais amarraUo solidamonto d uma grossa
estaca, em um charco muito fetido iiuo ti-
nha no quinal; alii deixara o sem comer
ate que desse alguns siguaes de razdo.
Um dia ievaram-lhe um doudo, que ello
mandou metter na agua Jimmuuda ate as
coixas. Depois de ter estado assim uns
quinze dias, o mentecapto, banhado em
pranto, pedioao medico que o lizesse soltar,
pois quo jd sentia-se curado.Recosou-se o G-
leno a aquioscer-lhe ds supplicas, por isso
que neniium signd dera do juizo. Mas,
tanto instou, protestou e chorou o iufeliz,
quo foi solto sob condicdo de nio arredar-
se do paleo.
Dahi n pouco entroti alii por acaso um
inlividoo montado n'um cavallo muito gor-
lo, carregado de eves mortas, e seguid > do
varios ciies de cage.
0 doudo, dotK>is de ter olhado fiaamenle
o recem -chegado, aproximoo-se eom maita
corlezia, o disse-lhe :
Senhor, depois que tiquei demente es-
(jueci co.upletameirte as denominn<;oe3 das
coostis quo rodeiam-me. Poder por tan*^,
fazer-me o obsequio do dizor-ine onome do
bicho em quo voio montado, o ^ual a sua
serveulia ?
E' uui eavallo, o serve para ir icara,
responded6 cavalleiro.
E, continuou o ikmdo, descifflpe-mc
so torno-.mo importune, o nome deste ou-
tro bicho que o senhor traa ua mdo, e- para
que serve ignal.nente ?
E' urn- gavido ; serve para apanhar
perdizes.
E to los- esses quo o veiw acompauhau-
do aos pulos 7
Sao ciies para descobrir a oaca.
Mascreki que e so esta pergunta*
ijuanto Iho r. ndo por anno a oaca, para
obtenrAo da qual traz esses preparativos
todos J
Cousa pouc*; talvez uns seirducados,
rsspondcu o catjador.
E a quanto mouta a despeaa que fae
o senhor com os cavallos, os g*ioes e os
caeliorros que sustenta para cacar f
A' ciiicoenta...
Ahl meu amigo, acudio o doodO mos-
trendo-se assustado-.fuje, fuja depressa, por
favor; o medic1 nao tarda, e, se auvi-lo,
iuaiitlu-o metier naquelle charco ate" o
quewo.
Um CARTA DE DUMAS, FILHO>. Os
jornaesalle.ndes publicarem a seguinto-car-
te, (iue traduzimos da France, dirigiilamor
Dumas', lilho ao empreiario de um kieatro
do Vwtina.
Senhor.Eston> eneantado por a Mu-
Iher tie- Claudia ter recebido em Vienna
melhor acolhimentc-doqoeem Paris. Issn
ndo quer naturalmento dizer que a sua sr-
te seja>deraasiailo bstlliante e que veaha u>
gozar Songa vida ; do eutretanto provu-ise
por essa forma qua e confianca que V. de-
pez n'ella nao foi de todo illudida.
A pern foi ioiogniada o escripta um
pouco- fc>ra dos hab los do tboatro e princi-
palmeote dos do uwuh'iUo ; toca om ques-
toes das quaes o publico nao gosta ouvir
foliar Kvremente.
-Ouiz tentear o pulso d'este publico
para saber ao certo- o quo pode supporter
cm factos de ideas.. Estou hoje esclareeido
isobre este ponto e vejo que nos basta. o re-
gimen da opereta. 0 publico quer aiorrer
alegremente o torn- rozSo. Uma vez que so
resulveu a morrer,. poueo importa qpe o
seja jscosamento.
Agradeco-ll>e, pois, senhor, aiuda.uma
ez, o trabalho _quo tow-em fazer represen-
tar esta peca, otambem de se ter querido
expor aos desgostos de uma queda-
Quauto ao futuro, tudo me leva a-crer
quo nao escreverei mais para o theatre,
apezar do Figaro annunciar esta. raanha
que estou a coucluir uma peca em 5 aclos-
pera o tboatro France*. Se eu liver ainda
alguma > ousa a dizer> nao o farer sob esta.
forma. No entratajito, se mudar de reso-
lucao (o homem, p autor sobretudo,. varie.
muitas veaes como V. o sabe) espero quo-
nos encootraremos de novo com os mesmos.
sentimentos de estima um pelo outro.
Mas, ainda uma vez, se (s meusas-
sumptos o amedronta'rem, cseia qlie uada
perderj. na minha considera^jdo,. ueav ma-
terial nem morolmente. Soti^etc A, B\i-~
inas.
coutra
npen
IHtAXES JORNALISTieAS.Ern Angou-
lemo publicam-se dous joruaes o Chareuie
o o Cliarentais.
Em polemica politica, Mr. do Ornano,
redactor do Cliarentais, julgou-se offeudido
na sua honra, e pedio satisfecao a v'r- ^al-
lemant, redactor do Charenle. Este recu-
souse a ir ao campo.
Entdo, Mr. de Ornano escreveu no seu
jornal um artigo assds frisahte contra o seu
contendor.
Passa Mr. Lalleraant a julgar-se ferido
no seu puudonor, e toma o papel do ag-
gres.or.
Mas, em lugar de pedir satisfacdo ao au-
tor do artigo, dirigo-se ao director da folha,
o qual, de mais a mais, estava auscnte ha-
via algumas somanas.
Um jornal de Paris, contando este caso,
se expressa de modo, que ede todo o ponto
c nformo com as praticas geralmente acei-
taR, unicas racionaes e logicas, como jd n6s
aqui tivemos ensejo de demonstrar.
Escrovo, pois, a Patrie :
A pretencao de querer que intervenha
um terceiro absolutamente estranho d con-
tenda, quando se tem diante de si o signa-
tario dos artigos que reiyindica mui clara-
mente a responsabilidade, i contraria a to-
das as regras.
BOA RESPOTA. Brincatase certa noito
no saldo da duqueza da Maine um jogo de
espirito, que cousistia em indicar as diffe-
rtjucas ou semelhan(;as havidas entre as pes-
soas e as cousas.
Entra Lamothe nessa occasido.
Diga-me, Sr. sabh, inquirio lho a
prineeza. quo different ha entre mim ouiiia
p;ri 11da 1
Minha senho?e, uma pen Jula faz lem-
brar as boras; Tossa Alteza fa-las esqueccir,
respond^ Eamothe promptamente.
'UO DlAWO-Ul'A Dl'UUU M ^-\^i
ILEGHfL
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