Diario de Pernambuco

aomprar-pHfl 1us yiCsson*, pf ijjri:. la stf
escrava, quo $<;ja perila cozinheiro, pa-
gando-se a. quantia acima : a tratar no pa-
teo do Hospital n. 28, 1." e 2.* ai-
dares.
Ainda se precisa de uma ama estrava ou
inrra para cozinhar c ensaho.ir. para ir para Casa
Forte : a traiar na rua da 1'cnlia n. 23.
AMA
Precisa-se de uma ama que saiba
engommar ou cozinbar: na rua Nova
n. 7, loja.
Ama de% leite.
Precisa-se de uroa ama de leite, na rua do Ro-
sario larga n. 82, segundo andar. _________
M Precisa-se de uma
ama livre on escrava
que cozinhe muitobem, pa-
ra uma pequena familia, pa-
ga-se generosamente : a tra-
tar na rua do Bom Jesus,
armazem n. 40.
A TYia Precisa-se de uma ama de boa con-
" <*ucta, para engommar ; a rua do Brura
B. 8ft,
AMA
Precisa-se de uma ama par* com-
prar e cozinhar em casa de pouca
familia, na rua de Pedro AtTonso,
catr'ora rua da Praia, n. 3.
AMA
rrecisa-se de uma ama para la-
var e cozinhar em casa de pequena
familia : *a rua do Gapibaribe na-
n)ero tO.
A^f A Precfca-se de uma ama livre ou es-
,, ^rava para todo o servico de uma fa-
milia de-duas pessoas : Apipucos, rua Nova 2
A-WWI^; Qaem preeisar *e boas amas para
_**T7~ todo o sen-ico, dii'ija-se ao peo da
matriz de Saiito Aclonio n. 6, (jue promptamente
sera servido.
Na rua da U-
niao n. 47 pre-
cisa-se de uia livre ou es*
crava.
' MOPINA
Est-d encouracado !! !
Rog:i-se ao Htm. Sr. Igoaclo Yicira de MriUi
McriHu na elitaik de Naiaroih desta provinria, c
iavf>! Jo vjr ;a ha,jUe ,j0 faxhr u. M, ow-
-In:r anu.-llo nep^-io quo S. S. so cDiiipruineUru i
realis.tr, pela lercelra chamada desie jomal, em
tins de dezembro de 1871, e depots para Janeiro,
passou a Tevereiro e abril de 1872, e nada camprio;
e por este motivo & de novo chamado para dito
nm, pois S. S. e deve lombrar que este negocio e
1e mah de nito annos, e qutndo o Sr. seu nlho si
achava nesU i-idade.
I CONSULTORIO I
1 MEDICO-CIRURGICO *
w do m
Dr. J. M. Carl*
0 Rua do Marquez de Olinda n. 28, pri-
meiro andar.
Consnlta das 9 horas as 11 da manha.
Chamados a qualquer hora.
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Atria Precisa-se uma ama para .
-clJJlrt' rua da-Praia n. 29, para casa de
pazes softeiros.
cozinhar :
ra-
AMA PfeeSwe de uma ama livre para
a-*"^*- andar com meninos : na rua Direita
n. 26, 1* andar.
0 INEXTIKGUIVEL
PERFUME
Precisa-se de uma ama jara cozinhar e com-
prar : na rua do Livramento n.'l.
Prscisa-ie de uma ama para o servipo de
casaae pouca familia : no larfo de S. Pedro, ta-
veraa n. 1, se dtra quem quer.
AMA
Sofedade n. 29.
Precisa se de uma ama forra
ou escrava, para comprar, cozi-
Dbare engonimar : na rna da
Precisa-se alngaruma ama livre ou escrava,
.que saiba cozinbar e engommar com perfeicao,
para casa de duas pessoas : .a tratar na rua do
Padre Hforiano n. 69 1 andar.
Ama
Precisa-se de uma ama : na rua da
Aurora n. 5, andar terreo.
celHire
Florid*
am
DE
Ul'RRAY A LA1HAI.
bn-.a pura distillac^io das mais raras flo-
res dos tropioos. Content, para assim ui-
zer, quasi o oidr odorifero dasflores do
tropico da America, e sua fraganeia 4 quasi
inexbausta ainda mesmo por contkiuada
evaporacSo e diffusao. N'este respeito 4
incomparavel a qualquer outro perfume
qne ha de venda para :
DESMAIOS, ATAQLES KERVOSOS, DOB
BE CABECA, DEBILIDADE E
HYSTEBICOS.
E um certo e ligeiro allivio. Com o bore
ton, tem conservado sua influencia ,par8
cima de vinte e cinco annos sobre todos os
perfumes, nas Indias Occidentaes, CiAa,
Mexico, America Central, e do Sul e nos
com toda a confianga o recoramendamos
como um artigo, pelo -seu aroma muito de-
licado, riqueza de odorepermanencia, nio
pode ser igualado. Tambem faz remover
da peile:
ASPEBEZAS, ExMPOLAS^
QUEIMADURAS DO SOL,
SARDAS E BORBiJLHAS.
Sendo reduzida com agua, se torna uma
-excellente mistura para banhar a peile,
dando um aroseado e cdr clara a complei-
qio nablada, sendo applicada depois de
barbear, evita a irritagao que geralmente
occorre, assim como tambem garganteando-
se, o cheiro do oigairo desapparece, e me-
^Ihora a condi^ae dos dentes e geogivas.
Cwno ha muitas imitates, as quaes n5o
possuetB nenhumas d'estas proprjedades,
deve-se tomar cuidado e contar s<5mente o
o famoso perfume e cosmetico do swl da
America, -eham da:
4l A FLORIDA
DE
Ml Hit VI A 1AYM1Y.
6e acaa a* veu la em todos odroguistasj
perfamarias da moda.
Saipiespaw todas ascidades e
villas de fortngal.
Cailho & Nogueira, saccamf sobre o
banco commercial de Vianna, e suas agen-
oiae n todas as Cldadcs e villns gal, qnalquer quantia a" .vista ou a-prazo e
par todos os paquetes; A rua do Apollo
n- 20.
; Consul Us
W. tarde. 9
mt. Gratis aos pobres.
^ Residencia a rua Nova n. 1, segnndo 5
andar, onde da consnttas das as 9 da Wt
ML manha e das 3 as 8 da tarde. gf
S Chatnados a qualquer hora.
PENHORES
Na travessa da raa
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
n'horcs deouro,pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
MEURQN&G.
'M. VISAM
kos oompradores do bem conhecido e acreiitado rapd
AREA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois qne os ha de rap6 de ontra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma c6r, cujo desenhe se p6de
confandir com o d'aqnelles.
Os apreciadores que qnizerem do verdadeiro AREA
PRETA, devem para nao serem enganados ver qne
os botes tragam o nome de MEURON & C, 8 a desig-
napao de AREA PRETA.
MEURON & C.
Casa do cSmpo.
OfTerece *e, a quern quizer fazer os concertos
aewssarios, o arrendament) por alguns annos de
praca, da eacellente easa sita na Porta d'Agua,
qne foi do Hnado Dr. Joaquim Pires Carneiro
Menteiro, passando-se escriptnra para-maior se-
gu-anca. A locahdade 6 muito saluhre, e a casa
iruiito fresca, tem magnifies banho de agna d8-
e em frente, e e murto commoda, visto qne o
trem para defronte : quera pretender pode dirr-
?H--se ao 8r. Francisco Carneiro Monteiro, en>
Apipucos ao-Sr. Francisco Ignacio Pmto. rua da
1om Jesus, ou ao Sr. Cannan, rua do Commer
Aom. 40.
FCNDICAO DO BOWMAN
RUA DO BRUH N. S2
<(Passando o chafariz)
PEDEM AOS senbores de engenho e ontros jgricoltores, e empregadorei de m
'caismo o favor de uma visits a sen estahelecimentu, p:ra verem o novo aortimeoto
ompleta qoe ani tem.; sendo todo seperior em qoalidade e foriidao; o que com a ins
iecciope*solpode-fle verificar.
ESPEQAL TENgA AO NUMERO E LUGAR DE SUA FONDigAO
'/nnnrflq A rnilnc e\*acrna dos mais moierns systemas eem ta
v apuws o I UUttft U ttg Utt manhos convenientes para as diversas
rr-camstaucias do& aeahorei proprietarios e para descarogar algodio.
506B(la8 llfl Pantia de lod0S 8 lamanhos> as;melDores qoe aqoi
Sodas dentadss para aDhD'e''agDa e vapor-
Taizas de ferro fundido, batido e de cobre.
[ Alambiqnes e fnndos de alambiqnes.
Waohinismos
Bombas
onsitllorii) medico rirnrsieo
DO ^
Dr. Ferreira.
a
&
- iscrava igida
Coatiaua a e^tar fugida, desde o dia 12 de
setwnoro ^proximo passado, a escrava de noae
iBStloa, natural de Rio Grande do N'orte, com os
signaes seguintes : attura regular, bem preta
bem pareckla, bocea e nariz regulares, olhos vi-
vos, tem olhar um pouco espa'itado, faila baixo-e
quando pronunci i as palavras moslra a dentadu
ra que e boa.6s um pouco curtos
e apaibetados, aparia o cabelio ao meio da cabe-
ca.faiescrava.de Manoel 6oares Pinheiro com
esubeleeunento na praca da Independencia do
poder de quern tambem se aussntou em tempo
e foi pegadaem Bebenbe lavando roupa, intiiula-
va-se forra; presentem^nte suppoe-se que anda
por algum dos arrabaldes desia cidade, ou -uue
esteja feilo ama a tittrlo de forra, ein alguma ca-^a
ou flna aaente algem illicitamente a tenha em ecu
poder, eontra queoi se promette proceder com
todo o rigor da lei. Pede-se, porlanto, a todas a?
.autondade policiaes e capitaes de eampo a aD
prehensa.) de dita esarava e leva-la a seu enhor
na Capunga, rua das PernambucanES n. 12 ou
Recife, arco da Concei^ao, loja de oarives.'que
sera generosamente recompensado.
Xa rna do Barao da VietRria n. 36 precisa-se
fallar ao Sr. Aieario Andre Curcino de Arauio Pe-
reira. a negocio de ?ou interesse.
Hotel Gniao,praa do Conde
d'Eun.32.
Bate estanelarimento continua a fornera- come-
d'-jrins com atflflia e prompndao, tanto para fora
como para dentro do mesmo estabeleeimento, ten-
do todos os dias papa, e nos sabbados mao de
vacca, re elie-se qualquer encommenda por me-
nos d que em ontra qualquer parte. 0 mesmo
estabWecimento t gar, ^ndo liastantes frescos. Q proprietary es-
pera d > j-espeitave! publico a concurrencia e pro-
tecrao 4 -e ao mesmo tempo pede aos seus fregue-
zesque*e acham atrasados ha mais de anno, a
vircm qstnto antes-saldar suas eonlas.
Engommadeiras
Precisa-se de engommadeiras : oa tiatsraria
tranceza, rea da frnperatriz n. 35.
:para mandioca e algodao,j
para serrar mideira.
Precisa-se
de um moco que tenlia bastante pratica de servir
a mesa em hotois a traiar no lmtel de Bordeaux.
Francisco Guedes de Arauio faz puulico que
vendo o seu nome incluido na hsta dos devedores
da massa fallida de Amorim, Fragoso Santos 4 C
declara a quem iitferessar, que nada deve a referi-
da massa, por quaato em .tempo entrou com a
oarte que )he-tocava como socio commanditario*
Quanto a auanlia de que 6 eoncessionario, 6 e
responsavelfl signatano do respectivo contra to so-
cial, como tenTdeilarado em diversos julgados o
meretissimo tribunal do eommercio. E para que
nmguem se illuda, faz a presente declaracao
Recife, 1." de outubro de 1873,
VERDADEIRO
RACAHOUT dos ARABES
de DELANGRENIER, de Paris.
. Cnra todu as Molestlu do Estomago e dos
tmtetUno; reatafcelce os Convalescentes, for-
tlflca as crtaneaa t aa pessoas delicadas doentes
de Anemia, Cklarose, etc., e por suas proprle-
dadea estnmachicas e am preservativo con-
tra a Febre amarella, Typhoid,- on
outras. etc. [CauMa contra ufaltMca-
*) JDepoaltoa naa pliarmaclaaacredlU-
\ dos do Brazil.
De cAsamentos.
De baptisados.
De bailes.
De solrees-
De almocofi.
Me lanches.
De bicknieks.
De eelas.
De liitlu de Imlo
Se euearrega a confeitaria do Campos.
E alem disso
A confeitaria do Campos
Esta" sempre provida
De tudo quanto e preciso para
Uma boa mesa.
Rua do Imperador n. 24.
Pede-se aos Srs. coronel Joaquim Cavalcan-
te de Albuqaeraue senhor do engenho Paulista,
Dr. Luiz Lopes Caslello-Branco e Vicente Bacel
lar, o obzequio de apparecerem na rua do Duque
de Caxiaa p. 44, a cegocio qn Oiado
->'o hotel da Apipucos precisa se de um criado
para traiiaihar bo m>>smo, prefurindo-se um que
ja tenha pratiaa.
Precisa-se de uma engommadeira, uma cozi
nheira n dm eriido para compra? : na rq3 do
Hospicio n. 4a
Boa casa para a festa.
Aluga-se uma excellente casa no Monteiro, tra-
vessa do Xisto, a qual se acha em muito bom es-
tado de hmpeza : a traiar na rua Primeiro de
Mango, antiga is Crospo n. A, loja de Gurgel
do Amaral & C. e.
4Juga-.se o 2* andar do sobrado sito a rua
de Loraas Valentinas n. m, com os commodos se-
guintes : 2 salas grandes e bastantes frescas, 3
quartos tambem grandes, eozinha fora, quintal
com portao para a rua de Hortas e cacimba com
boa agua para iavar : quem pretender dirijase a
praeinha da Independencia os. 19 e 21, loja de
cnapeos, que achara com quem tratar. A contento
dos compradoros vende-se uma peca importante,
uma escrava de i7a 18 anos dc idade, de muito
bomu figura, sadia, muito robusta e sem vicin
algum : quem pretender dirijase a estrada de
Joao de Barros. sitio n. 21, que achara^oni quem
tratar, das 6 as 9 horas da manha, ou das 4 as 6
da tarde.
MANGEL ENEDLNO REGO VA-'"
LBNCA
medico, a rua da Camboa do Carmo
21, 1 andar.
GRANDLOS AI.TIMONIAES
DO
dr. PAPILLAUD
Nova medicacio contra as molestias do cora-
cio, OUANULOS ANTIMONIAES rEBRUCI-
nosos contra anemia, chlorote, amenor-
rtiea, necralgia, nervosa t moltstiat escro-
phulosas.
ORANUCOS ANTIMONIAES FERRUCI-
nosos com bigmuth, contra as moltsliai
nervtosas, dat vias diReslivas.
Pharmacia t. MOUSHIKR em Saujon, (Cha-
rente-Infeneure), Francis.
'i.S'Uil0 em Pernambuco : A. REGORD
flAURER, pbarmaceotico.

Alaga se a casa da ma Bella n. 41 : a pro-
curar na rua do TmperaJor n. 44, piiarmacia.
Ja llillllltlll U(5 rdllS f*r* ft"*"*" erienfo, e pe.ua. d.
Constructor e afinador de pia-
no...
Ex-aftnador das antigas e afamadas casas
Pleyel e Hertz
e antigo Hi rector das oflieinss da casa'
Affonso Bloudel.
33Ruldo Jrni. raaor33
Tem a honra de declarar ao respeitar.-l publico
desta cidade que tem alierto sna casa de concer-
tos e ahnacSes de pianos, qual.mer que seja o es-
tado do mstrumento ; (i rua do Imperacjor rj. 33,
as MAIS de FAMILIA
.f "Z. comU*er franeia daa crlaneu. dewnrolTor
mUl 1* ,", 'I'0""' "a "ecl">cnto, os prlnclrac
.. ..iri."' S A0, .L4CBE.
hrn! A A, *"f'T "WOIE, -OHEA,, etc., mem-
6r... da Academla de medicina de Franca.reeeltam, com
omellior rcsnltado, o verdadeiro BacaaoiJT dos ABAEEA
at BEi.aBEiiiE. rua Rlohellea, J,em Paris Este
agradavel alimento nnicamente composlo de sabstancias
verelaes as mais nntriliTas e reconstlmlntea, esualha-.e
ra acnomla Intelra; e por anas propriedade. an.lep-
tica, melbora a composlcio do leite dos Senhoras qne
ama.i.ei. am arlra aa forcaa langaldM do estomco.
["""'" """ /MficacS.) Depwito. nas
Pharmacia, acredlladaa do Br.sil
Poderjdo' todos
ser movidos a mift
por agaa, vapor,
de patente, garantidas........ Jon ammaes.
Todas as macthinas e pe5*a8 d6qne 8e C08lnma preciMr-
iFaz qualquer concerto de machiaismo'a Pre? mni resomido.
tFormaS dO 6X3*0 ,an,*an,e,DOre,eni3i9l>3ratasexi9teDte8 no mer-
jJSnftniMTTTflTliiftJg, In conrbe-ae de manip vir qaaiqaer machinismo i vob-
u.wa.u.wuuc*a ta,ae dog ^iieDteg> jei>r3rjdo-lb*8 a vantagem de faierem
loaf eomprw por iMerioedio de pisoa eotendida, e imt preatar aoxilio.
Azb&ob ameriCOTcs e iMtrDmen,M f*t-
RUA DO BflUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUNDICAO DE FERRO
A' rea do Barao do Trhimpho (raa doBrflnt) ns. .00a Wt
CARDOSO IRMAO
RECEBEBAM de Inglaterra co.mpleto sortimento de ferragens e rwchuias para en-
genhtjs, as mais modernas e roelhor ol>ra que tem vindo ao raercado.
V apores do for^a de 4, 6, 8 e W cavallos.
OaiCieiraS $e sobresalente para vapores,
MoendaS mteiras e rneias aaoend.ts, obra como aunca aqoi veio.
laixas ifundldaS e batidas, do melhores fabricantes.
KodaS d agua com cubajede em4 Xortes e bem acabadas.
Rodag dentadaS de todoe os tam. Relogios e apitos para vaporeg.
BoiJlbaS de ferro. derepucho.
Arad0S de diversas qualidades.
FormaS para aSSUCar grandes 6 P<5quenas.
C0nC6rt0S concerta.m com promptidao qualquer obra ou ma chin;, parao qoe teem:'
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessv^al.
EnCOmmendaS mana,am vir Pr encommenda da Europa, qu alquer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavt^ casa de Londres
e com um dog melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-e de .mandar assentar
ditasmachinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 10\0 a 104
______PU NDICAO DE CARDOSO & IRMAO.
m
f/
Antigo gabmete de seu pai, rua larga Wb
do Rosario n. 20. ji,
Cura de hydrocelles sem injec^ao ^^;
com punccao capillar. ,/s^
Abe'rtura de abcessos e extraccao de ^B
derramamento ser'osos, pelo a>pirador ,/
de Potain. i

H
Joaquim Jose Gonqalves
Beltrao Raa do Conimerclo n. 5, .. andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
*o Minho, em Braga, e sobre os SnfoiotM
xgares de PortugaF:
Amarante.
Arco de Val de Yez.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilha.
Faro.
Guards.
GuimarSes.
Lamego.
LisbOa.
Mirandella.
ttODcao.
Poute de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do'Coitello.
Villa do Conde. .
Villa Nova de Famalicao
Villa Nova do PortimSo.
Villa Real.
Vizeu.
Yalenca.
Figueira.
Aveiro.
Agueda.
Caminba.
Evora.
Oliveira de Azemeis..
Penafiel.
Regda.

Papef a 3^000
a resma, o v.erdadeiro panel dV imh/,
I ca viado, proprio para curares !i2 fmar.
^s Srs. fogPueleiros,^"arCa'Sosdmn,^ mi*, Para
.; no armazem de Jose DomKf d,?,bleres:
Sdva, a rua da M^dre de ffiX ?o A rm *
O verdadeiro fumo do Rio
Novo.
Ga:
^HiilJPAi^^em deVm Madre ^
Capellas iiiorluanas.
Carrosde luxo.
E inqueslionavel que a eocheira da rna do Bom
Jesus n. 15, de Joaquim Paes Pereira da Silva, 6 a
que tem as melhores berlindas, calecas, meias ca-
lecas e victorias de luxo, proprias para qualquer
noivado, visitas de etiqueta, bailes e actos da aca-
demia, sendo os mesmos ajaezado? de exceFlentes
parelhas de animaes, arreios luxuosos e bofeeiros
com fardamentos do ultimo gosto, para o que se
Capellas para finado
Na rua estreita do Rosario n. 33 tem ricas ca^i
pellas para donzellas, anjos e defantos, com fltas'
e letreiros, proprios de lembranca de minha mai, |
pai, esposo, esposa, filho, Olha, ir.7i8s, irmSos, av6 f
f *n ?A tu por mui bara, Preco de 3*' 4*. 3* e'
H^ooo. Na mesma casa tem lindos bocauets de
cravos e rosas para formatnra dos senhores aca-
demicos, com fitas bordadas a onro ; a eoc.im
Para fortlflcar aa cria%cat e pessoas de
petto on estomago dibit, on affllctaa de cklo-
roit on anemia, o mellior e mais agradavel al-
muoo e o Bacabool doa Arabea 4e Delaa-
iT>lr. rna Richelieu, 2, Peris. (Dttatm.
fiat dat imitafHet). *
Depo-lio em todu a. prlndpua pharmadu
do Brazil,
FUr->A ELFC MtDICAL
1HVENCA0 PIHVIUi-AB* PAR* 16 ANNOS
^JTV^'HFRNIAC do9doiitore.*AIK
radical das HtKNIAS Ua^imMmtinM-wm
44, rue de I A;bre-Bec, Pabw, Val aocompan.
nada da uu-.a noticia.
Depoalwein Pernambuco.CtXBORBuKABaQZA pb,
^r ..?*,. p?bi";o, a vir DOr ri rne8mo 'scienllfi-1mendi deye e faiertres dias a
ear.se da verdade do que deixamos dito, certo* de se tamb?m bouquets para noivoV de erara K? !
que nao encontrarao pomada, e sim realidada c'raes. V ae cravos na,u-
commodos precos
r!,'>appareceu da casa de sen fenhor o escravo
Mhrerjo, cabra aca, idade de 22 annos, solteiro,
em officio, natural de Goyauna, foi alii escravo
Parahvh,rt0r,i?111 morad,or. iue agora se acba na
caraiijtja olbos grandes e amorte;-idos, nariz
Rl^Heif ato',boeca rPgular' cabel,os carapinhos
wmellios, altura regular, i-eeco do corpo, maos
o pfis grandHg, fatla mauna, foi visto ba dias na
f ote : qilera apprehender dirija-se a rna
Nova p. 8, qne se gratifipra bem.
- Antonio Pinto Gonfalve* Mi 4 Portugal tra-
tar de sua sande. p
Sitio no Arrai.il.
.Aluga-se um sitio no Arraial, distante da esta
cao da Casa Amarella um minnto, na estrada que
segue para Casa-Forte, com os commodos segnin-
; [ps : daas salas, cinco quartos, eozinha fora, ter-
; rajo, cacimba com boa agua de beber e bomba:
. a cbave pode ser procurada na venda da Casa
I Amarella : a tratar na mesma.
Aluga-se uma excellente casa na povoacao
de Duarte Coelho, em Olinda, com bons commo-
dos para familia; a tratar com Jorge Tasso. rua
do Amorim, n. 37. _______
Aluga-se a metade de uma casa que tem
mnito commodo para nina pequena familia: quem
pretender dirija-se a raa do Caldeireiro n. 3i,
das 3 boras em diante.
Para t...iiU|ON c catacumbaa no
ia de flnados.
Porto & Bastos, com loja de cal-
39, acabam de receber da Eurooa
novo sortimento de capellas S?!
tuanas de lindissimos desenhos
com as seguintes inscripC6es"as
cue em outra ffi^jK? W &
A Men Pai.
A Minha Mai.
A Meu Esposo. ~
A Minha Espcsa
A Meu Filho.
A Minha Filha.
Uma lagrima.
Amisade.
Saudades.
pba(;a da independencia n. 39.
Atten^ao
Manoel Martins Soares ^visa ao regpeiUvel nu-
bhco desta cidade o fora delta tro de igual nome, d'ora em dfau* ae assitnari
por Manoel Martins Soares das neves
"ccife, 7 de outubro de f873.
nestes proximos dias duas boas
Dunga, rua da Ventura, com commo-
aos para familia, as quaes foram concertadas e es-
tao se pintando : a tratar na rua Dnqno de Cv
xias n Vt.
, Aluga-se
casas na Ca
I A p.u.cssora pub.'ica 4nna Monteiro de Lima
Rego Valenca, achando se habHiuda para ensinax
Trancez e niano, offer^ce-se aos pah de suas alum-
nas para Ihes ensmar estas materlas depois das
horas de trabalho de sua aula.
BaH



Uianc
Sektafefra 14 ode Gmtubto de lt&
i
AO ARMAZEM
DO
VAPOR FRANCES
KUA DO BAltAO DA VICTORIA
N. 7Outr'ora NovaN. 7
Calcado
iramcez.
Para faouiem.
BOTINAS de bezerro, cordavao, peHica, laslre e
de duraque i'om biqueira, dos melhores
fabricaotes.
SAPATOi S do be/crro, de cordavao e de case-
mi ra.
SAPATOS de lastre com salto.
SAPATORS atamaacados com sola de pao, pro-
prios para l.anhos, sitios e jardins.
SAPATOi do tapete, chariot, castor e de tranca
francezes e portuguczes.
Pra senhora.
fiOTINAS pretas, brancas o de cores difTerentes,
lisas, ent'eitadas c bordadas.
SAP.iTLNHOS de pli;mtasia com salto, brancos,
pretos e de cores diffenmtes, bordados.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e dc cores differentes,
lisas, onfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS dc divcrsas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes '
Para meninos.
BOTIX iS dc bezerro, lustre e de cordavao.
ABOTIXaDOS e sapatoes de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATO- do tranca francezes e portuguezes.
Botas de moutaria.
Lotas a Napoleao e a Guilherme, perneiras
meias perneJras para homen e raeias perneiras
para meninos.
No armazem do vapor francer, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balam.a, de braco, de gucrni'.'Gcs,
sofas, jardineiras, mezas, c-.mversadeiras e costu
rviras, ludo isto motto bom por serem fortes e
levi -. e mais proprios oioveia para saleias e ga
bmetes d. ceepuos.
No armaiom do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria a. 7, outr'ora Nova.
PIANOS.
Aeabam de cbegar Biuito boas pianos fortes e
de elegantes modelos dos mais notaveis'e bem
conhi'ci i s fabric-antes ; eoino sejant : Alphonse
Bldoiicl, Henry Hers u Heyel Wnlll" A C.: no
vapor franci z, a rua do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova a. 7. a pftjeos muito commodos.
Perfumarias.
Aluga se uma uxooUVnte casa naltoa Via
gem : a tratar na rua da Ventura n. 31, Ca-
punga. __________________________
Luiz e Kayimmdo.
Continuant auzenles os mulatos, Luiz, desde o
dia 9 de agosto do corrente anno, cojo melhor
signal e ter o dedo pollegar da mao esquerda cor-
tado quasi ao meio, de urn lalho descacando um
edeo, e Kaymundo era 29 tambem de agosto, na-
tural do seriao, que represanta 2i annos mais ou
menos de cOr alaranjada, cabellos estlrados, fa-
zendo voltas quando estao grande-, cabeca r*don-
da, pescoco grosso, pis seccos e canellas fjnas e
quando falla apressado ou com medo como que
quer gaguejar.
Este mulato ja fez uma fuga, e foi prezo na
cidade d'Areia ha mais de anno, e agora foi visto
no Recife para as bandas da Boa-Vista, e S. Gon-
calo ; assim como o mulato Luiz, que tern mai
e um irmao moradores no Recife, cujo irmao foi
liberto por occasiao da guerra do Paraguay.
Pede-se as autoridades policiaes a appreheasao
de ditos escravos, e a qualquer pessoa, a quera
alem do agradecimento. se pagara generosamen-
te: no Recife a rua do Bom Jesus n. 30, ou no en-
genho Megao, na fregueziade Tejucnpapo.
Ainga-se
Finos extraetos, banhas. oleos, opiata o pos den-
trifice, agua -le Dor de laranja, agua de toilete,
dwina, n rida, lavaude, pos de arroz, sabonetes,
cosneiicos, mnitos artigos lelicados em perfuina-
ria para ; ?entss com frascos de extractos, cai-
xin!i.i> sortidas e garrafas de differentes tama-
Bftosd'agi'.a 1; cologne, tudo de primeira quali-
dadit dos bom couhecidos fabricantes Piver e Cou-
ira j.
No armazem do vapor fraacez, a rua do Barao
da Viet. i?, outr'ora Nova n. 7.
Ouinquilharias.
\rtigoa ;! difSTcrcntes gosto** e
rj'wxntiteinm.
! nv.ilos para salas e gabinetee>
^equ.' .a senhoras e para meuinas.
.!' is-, in, I i ill- Ksc< cia e de camur^a.
is'iura ornada com musica.
-i i|UadrinU(is para rctratos.
,ii \i lro de augmentar retratos.
, ohras fle oaro bom do lei garantido.
II .: -.; de plaque inuito bonitas para relo-

ii .iii..;": i biitdes de putihos de pla-
ifi
Rolsiniias c cofres de seda, de velludo e de cou-
rj- i; DM cTnvs.
Xo otjectos de phantazia para cima demesa
: toileito.
1'iii.i. ez do cores, .le prata dourado, de a^o e
iie UiUruua. _
Oculos do aco lino e de lodas as guarnii.'i3es.
Beogaias de loxo, cauna, com casloes de mar-
na.
dengnhas liversas tm grands sortimento para
honiens b meninos.
Chicotinhos de baleia e de muitas qualidades
diver
Esporas d-' tarracha para saltos de botas.
Ponteius de espama para charulos c cigarros
Ponies ile (artaruga para desembaraoar e para
barba.
Ditos de marfim muito linos, para Kmpar ca-
beoa.
Escova para roopa, cabellos, unhas epara den-
ies.
Carteirinhas de medreperola para din eiro.
Heias [i:*a homeoa e para meninos. _
Grav;;.-... brancas e de seda preta para homens
e meniii >s.
Cam, ainhas de mola para eh mar criados.
Josos da pi'iria, de daina, de bagatellas, de do-
mino e o'.i'is muitos dilTerentis joguinhos alle-
mSes e francezes.
Mala, L"l as e sswws, de viagem de mar e ca-
minhos le ferro.
Argolinhas de marfim para as eriancas morde-
rern, bom pan os doiites.
Bercos de vimes para eatbalar eriancas.
Ceetmlias de vimes pars braco de meniuas.
Caninhos do quatro roda>, para passeios de
eriancas.
Vettesiauas transparent* para portas e janellas
Revui boras transparentes para candieiros de
Estereoscopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lantercas magicas oots ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros .'.vnlsos para eosmorama.
Globes de papel de res para iliuminayoes de
testas.
Ualess aereostalicos de papel de seda mui facil
de soJbir.
Maclii.as de varios syslemas para cafe.
Espana'lo: s de paiha e de pennas
TesOnrinhas e canivetes liuos.
Tapetes com vidriihos para mangas e lante-nas.
Timeiros de lou^a hranca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
quadras.
Qo*dros ja promptos com paysagens e phanta-
zia.
Estampas avulsas de-santos, paysagens e phan-
tazia s.
Objectos de magicas para divertimentos em fa-
milia.
Bealeios panueaoj de veio ccm lindas peyas.
Reali-i is : ;.rmonicos ou accordions de todos os
amaaoos, e outros muitos artigos de quinquilha-
ria3 difflcei* de mencionar-se. No armazem do
vapor frafteex, rua do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
MeJiddS de 40 a 100 metres, pes e palmos para
inedir tarrenoe.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que sc pode desejar de todos
os brinquedos Cabricados em differentes paries
da Europ;'. para entretenim"nto das eriancas todo
a preios mais resumidos que e possivel: no ar-
mazem do vapor fraocez, rua do Baric da Vic-
oria, outr'ora rua Nova n. 7.
C;'siiiilias para custura
Grande sorfimoto de. bonitos modelos chegados
ao arrnHMMii to vaiwr fraocez, (ua do Ba-ao da
Victoria (outr'ora Nova) n 7.
Oleados
baratos.
o primeiro andar do sobrado da rua Duque de
Caxias n. 41, proprio para escriptorio ou rapaz
solteiro : a Iratar no mesmo, loja. _____
CRIADO
Precisa se de um criado para todo o servico em
casa de pequena familia, e que seja de afhaucada
conducta : a tratar na rua da Cadeia n. 35.
Cozinheiro.
Precisase de um cozinheiro : na rua da Impe-
ralris n. 37, andar._____________________
Aluga-se o 2- andar a rua da Imperatriz n.
i: a tratar no cafe imperatriz.
Casa.
Aluga- e o primeiro andar da casa n. 61 da
rua do Apollo : a tratar na rua da Cadeia n. 3,
no Recife.
Joaquira Jose Gonalves
Beltrao & Filhos
Teem para veidet no seu escriptorio a rua do
Gommercio n. 8, o seguintc :
AGUARDENT1': de cajii: eaixa de. 12 garrafas.
de laranja, idem idem,
ARCOS de pao para barril.
CAL de Lisboa, recentemente chegada.
CHAPEOS de sol, para homem e senhora, cabo'
dc marfim e 6sso.
FEIXES de ferro, para porta.
FIO de algodao da Bahia, da fabrica do eonunen-
meutlador Pedrozo.
LINHA de roriz.
OBRAS de paKieta.
PANNO de algodao da Bahia,. da fabrica do com
mendador Pedrozo.
RETROZ de todas as qualidades, das fabricas de
Peres e Eduardo Militao.
ROLHAS proprias para botica.
SALSAPARRILHA do Para.
VELA5 de cera de todos os tamanhos.
VINHO engarrafado do Porto, caixas de 12 gar-
rafas.
dito Moscatel do Douro. idem idem.
dito Setubal, caixas de 1 e 2 duzias.
c da Italia engarrafado, eaixas de 6 gar-
rafas,
< de Collares superior, em ancoretas. -
c de eajd, caixas de 12 gar alas,
c Malvasia do Douro, caixas com 12 far-
rafas.
Carcavellos, idem idem.______________
Chapcos para senhoras.
Amaral Nabuco or C. receberam um corapleto
sortimento de chapeos de palha de Italia, seda
e volludo, pretos para luto. e de cores enfeitados
com bonitas flores e fita : vendem no Bazar Vic-
toria, a rua do Barao da Victoria n. 2, antiga rua
Nova.
Mudanca.
O abaixo assignado participa aos sens credores,
freguezes e devedores que mudou seu estabsle-
bimento de sclins, da rua do Marquez de Oliii-
da para a rua do Vigario n. 11.
Marcos de Almeida Lima.
pffereee-se uma mulher de idade para casa
de honifin solteiro : quern quizer dirijase" a rua
da Penha n. 13.
Atten^ao.
Acha se aberlo das 7 as 9 1|2 horas da noke, na
rua d i Marquez do Ilerval, junto a ponte da Boa-
Vista, uni barracao decenlemente ornado e com
musica, ten.lo lugares sufllcientes para familias,
apresenlui lo traballios de quadros allegoricos com
moviinenlos, camaleao clectrico, vistas de cidades,
varias flguras, etc., etc. A entrada e de SfJO rs.,
dando direito a uma sorte a toda e qualquer pes-
soa que visitar este e=tabelesimcnto. SerSo apre-
sentados todas as noiles 30 quadros, e mudados
de dous cm dous dias, havendo intervallos de cin-
co minutos de uma representacao a outra, termi-
nando as !' horas.
Pedido.
O abaixo assignado, successor de Pino A Mar-
tiniano, roga instantemente aos seus devedores,
que se achaiii atrazados, tenham a bondade de
vir saldar suas contas
J. V. M. Pinto.
KRtt3=. jri
y"!MD*
KOi
UIDiCAO
Fiiihlicao da Aurora
Grande sortimento de:
Moendas de todas as qualida-
des e tamanhos.
Tachas lundidas e batidas,
idem.
Rodas dentadas e angulares,
idem idem.
Machinismo, idem.
Varandas, gradeamentos pa-
ra jardim, etc, etc.
Tudo sevende por precos
muito em conta para aca-
bar.
N.B.
G. Starr &C, em liquida-
cao, na fundicao da Aurora,
em Santo Amaro.
Oleado bonites e mujto ijar&tos, para eUna de
eza : no armazem do vapor franeez, rua do Ba-
sao da Vii (oria outi''ora iVoya p. 7.
VenSft-se um escravinho de 10 annos de
idade : a tratar ria rua do Padre Nobrega, na-
neroSO.
PAMfli
DE
Algodao da Bahia
Ha para vender das seguintes fabricas :
S. Salvador.
Concei<;ao.
Valenea.
Modelo.
No escriptorio de Luiz Duprat, rua do Commer-
cio n. 31, 1" ndar.
Taverna.
Vende-se. uma taverna na villa do Cabo, no pa:
teo da feira n. 81 : quern a- pretender dirija-se a
mesma, oua rua larga do Rosario n. 50.________
Cambraias ,
Victoria fina a 2**'0 c 3000 a peca com toque:
E' pechincha : na rua do Queimado n. 43, em
frente da pracinha, loja de Guerra k Fernandes.
Silva Barroca & Filhos teem para vender em
seu armazem, a rua do Marquez do Olinda n. 4 o
seguinte :
Foi ha de Flandres.
Estanho em verguinhas.
Machinas para descarogar algodao.
Cerveja escosse/.a branca e prata.
Fillele para bandeira.
Vidros para vidraca, 1* qualidade.
Guinchos para icar.
Las e sedas.
Cambraias bordadas e outras fazendas, vendem-
se baratissimo, a dinheiro : a rua do Bar3o da
Victoria n 9, antiga rua Nova._______________
Trastes.
Von c-se mobilias de jacaranda e mais pecas
avulsas, todas bem construidas e por preco mais
eommodo do que em outra qualguer parte na
rua estreita do Rosario n. 28. _____
Vende-se uma taverna, sita na Barro, praea
do Capim : a.tratar naa mesm,______________^
Banhosem Olind^.
Camisas e calcas de fazenda de bea qualidade.
proprias para os banhos em Olinda : na raja dos
areos a rfia Primeiro de Marco (irtoliga do Q"6spQ)
a. 20 A, de Gurgel do Amaral C.
'
Asunicas verdadeiras
Bichas hamburguezas qne vem a e3temereado:
na rua do Marquez de uliada n. ">l.
COMO SAO LINDOS!!
Os leques todos de madrepereta,. brancos e de
cores e que trazem o distieoUNIAO em lettras
tambem de madreperola em alto relevo, lor-
nando-se por isto apropriados para noivas, a NO-
VA ESPERANCA a rua Daque de Caxias-n. 68
(antiga do Queimado) e quera os tem.
Sdo de tartaruga
Os brincos, broches, meios aderecos, craze*
cora^oes e cassoletas, escolha das Exmas. (amantes do cnjqnc) vende-se
na Nova Esperanca, a rua. Duque de Caxias
B- 63.
Aos meninos
A Nova Esperanca a rua Duque- de Caxias n
63, acaba de roceber um lindo sortimento de bo-
necas de muitas qualidades, vindo entre ellas a?
engracadas bonecas de borracha, assim tambem
uma pequena quantidade de bonecas- pretas que
se tornam apreciadas pela sua novWade.
Ebem util
A Nova Esperanca a rua Duque do Caxias n
63, recebeu verdadeiro cimento inglcz. prppara
cao para concertar porcelanae bem util.
Vestido perdid
Muitas vezes um vestido torua-se inteirament*
feio, somente por estar mal enfeitado : aNova Es
peranca a rua Duque de Caxias n. 63, removt
este mal; porque csia bem provida dos melhores
galSes e franjas de todas as cores, onde pode e3
colher-se a vontade sobresahindo entre estas. as
modernas franjas mesaicas, que pela sua varieda-
de de cores, flea bem em quasi todas as fazendas.
A ella antes que se acahem.
Cabellos brancos s6 tem quern
quer
A Nova Esperanca a rua Duque de Caxias n.
63, acaba de receber a verdadeira tintura de Des-
nous para tingir os cabellos, o que se- consegue
(empregando-a) com muita facilidade, e por este
motivo, cabellos brancos so tem quem quer.
Estao na moda
On cinturdes de couro. proprios para senhoi *s,
que recebeu a Nova Esperanca a rua Duque de
Caxias n. 63, estao, sim, senhora, estao na nioda I
Se quereis ter ou preparar um ramalhete de
cheirosos cravos brancos para o vo3so casamento
ou para outro lim apropriado, e necessario lr a
Nova Esperanca a rua Duque de Caxias n. 63,
que alii encontrareis os melhores ports bouquets
que se pode desejar.
Bolas de borracha
Vendem-se de todos os tamanhos a rua Duque
de Caxias n. 63, na Nova Esperanca._________
Rua do Grespo.
Conliuiia
venucr !*;ra
apiirar iruiio.
Brins de linho de <:ores (pechinca) a?.5|02601
vara.
Fustao branco para roupa de meninos a rOa
o covado.
Lazinhas escocezas a 210 e 280 rs. o cj-vado.
Alpacas com Ultras a 500 rs. covado.
Brins pardos e de cores a 100, 110 o 500 rs. o
covado.
Brin lona brancva 1^600 a vara.
Cambraias pretas para luto a 210 rs. o covado.
Crctone de listras a 140 rs. o covado.
Chitas roxas a 20o e 210 rs. o covado.
Gro-denaple proto de cordao a 2*400 o covado.
Cobertas de chita adamascada a 35500.
loir-has brancas e de cdres a 3*500 e 4*.
Len?6es de bramante a 24.
Ditos de algodiio a 1*100.
Toalhas alcochoajas a 6* a duzia.
Lengos de cassa com barra alia duzia.
Ditos de dita abainbados a 2*.
Ditos do esguiao ahianhados a 3i300.
Cambraia lisa a 3* e 43500.
Dita Victoria fina a 3*800.
Atoalhado a ii a vara.
Cortes de ca^emira fina a hi.
Fustoes de cores a \& o corte,
Challes de merino liso a 2jS.
Ditos de dito ertampado a 45, 45500 e 3C00.
Alaodao do bstrM antericanij (com toque) a 320
rs. o~covado.
Camisas inglezis a 385 a duzia e 3*500 uma.
E=guiao fino a Ik "a vara.
Brim prelo trancado a 2* a vara.
Bramante de algodao a UCOO a vara.
Dito de linho a 2*500 a vara.
Cambraia de linho de, coras a 360 rs. o covado.
Atgodao T a 'i3 a peca.
Madapoloes baratos.
Cassa-la
Chegouesta fazenda. sendo lindos padrfles, e
vende-se pelo diminuto pre?o de 200 rs. o cova
do ; somente na rua do Crespo n. 20, loja de Gui
Iherme A C.
S6 na rua do Crespo n. 20.
Liojn de
Guilherme & C.
Yende-se
nra excellente cavallo novo proprio para cabriolet
e sella, por preco ranito em conta : a tratar e vet
na rua do Brum n. 76.
Vende-se
um vapor de forca dc cinco cavallo3, novo, proprio
para qualquer mister, com bronzes de sobresa-
lentes, por preco eommodo : pa.ra ver, no arma-
zem do Barao do Livrarpeuto, e tratar a rua do
Torres n. 32, 2 andar.
Vende-se piassava, boa e muHa enj eoMa,: na
rj^do Apolfe n. i7.
I
Nenhuma machina
Singer 6 legitima se
nao levar esta marca
Gameire Viama. fixa no braco da ma-
BAZAR i
Rua do Kara;) da Victoria n. 22.
DE
tem che-1 china.
este grande estabelecimento tem cne-j
gado um bom sortimento de machinas para j
costura, de todos-osautores mais acredita-j
dos ultimamentena Europa, cujas machinas'
slo garantidas por um anno, e tendo um
porfeito artista para ensinar as raesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerla-las pelo tempo tambem d'um !
anno sem despendio algum do compvador. \
Seste estabelecimento t.imbem ha purlsenijas
para as raesmas raathinas e se suppre qual-
quer peja que sejs neeessario. Estas-mar
ehioas trabalham com toda a perfeiVao- de!.
um e dous pospontos, frauze e bonle twda-'
qtratquer costura por fina que sejn, sens
pregos saV) da seguinte fjualidaile : p.ui tra*-
balfaar a mao de 303H)0O, 405000, io-50fJ#
e 3OJM)0O, para traballMw com o pt> sao dev
805JOOO, 903>000, 108S00, ll"500O,.;
I209WM)O, 130^000, 1505JOOO, 200-roOO e
25OJS00O, emquanto aos aotorcs n5o ha al-;
teracao depress, e os compraiiores po visitar este estabelecimento,. que muito de--:
verao gostar pela variedade de ol>jectos que.j
ha sempre pasa vender, como sejain : cadflaVi
ras para viagem, malas para- viagem, cadei-v
ras para salas, ditas de balam}0, ditas para \
criaaga (alias), ditas para eseolas, costurei-
ras riquissimnsy para senhora, despensaveis
para criaogas, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem e eriancas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
qucuos, appnrelhos de metal para chd, fa-
queiros com cebo de metal e de marfim,
ditosavulsos, colheres de metal fini,condiei-
ros para sala, jnrros, guarda-comidas de
aran>e, tampas para cobrir protos, esteiras j
para forrar salas,lavatorios cotnpletos, ditos,
simples, objectos para toilette, e outros mui- j
tos artigos que muito devemagradar a todos j
quo visitarem este grande estabelecimento
que so acha aberto desde as 6 horas da ma-
nh8 ate as 9 haras da noute a
Rua do Barao da Victoria n.
__________221__________
Nao ha mais cabellos
Para evitar falcifi-
ca^oes netemrBe bem
todos osdetaihee da
marca.
AS MACHINAS PARA COSTURA
DE
SEVGEB
NAO
M.4IS DE 11 ^l!LII\0 TEH-SE
?
\F.\wmi
Porque r
Sao as melhores
Sao as mais baratas
Sao de dous pospontos
Sao mais simples c rapidas
Sax> duradflros e operfeigoadas
Sao util em uma casa.
Faz melhor costura com metade dalinha que gastam
as outras e fornecem um meio de
YIDA
Para aquelles que tea! de sustcnf ar-se

t
*
MBBUBU JAPONEZA.
So e unicaapprovada pelas academias de
sctencias, reronhecida superior a toda que
tem appareciJo ate hoje. Deposito princi-
pal & rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
quez de Oliada, n.51, 1. andar, e em
todas as boticas e cas6 de cabellei-
reiro.
De hrca do d .us a seis cavallos : a venda no
armazem de Joaquim Lopes Machado A C, tf-a
vessa do Corpo Santo n. 2b'._____________^^
Vende-se
potassa nova p meias barriquinhas a 320 rs. o
kilo : na travessa da Madre de Deosn t4.
Vende-se uma mei-agua no becco dos Mas-
eates n. 4, outr'ora becco das Miud'mhas, ehao
proprio: a tratar na rua da Santa Cruz n. 1, a
qualquer bora do dia.
VendeT^e u metade do 6ebrado de dous an-
dares e sota^i na rua de Pedro ASonso, outr'ora
rua da Praia n. 3o : a iratar na mesraa rua, ar-
mazem a S6 A. E' vaniajo-a a eompra por scr
am imiortaute pn-dio, bem eonstmido e do gran-
da renojinento pel'.s seus exeellentes commodes.
Vende-se a armacao da loja de calcades da
rua da Imperatriz n. t9, conhecida por Bota de
Ouro, com o traspasse da ebave : a tratar na mes-
ma rua n. 7.
Veude-se, ou aluga-se uma das melhores casas
4 Boa-Vtagenj, com um peqaeno sitio para pasto
de vaceas, c torreno fresco para planiacSo de ca-
pim : a tratar na rua do Imperador n. 83, 1.. an-
dar.
Querem agradar 4 yaya ?
Querem agradar a esposa?
Querem agradar a iillia?
COMPREM UM\
MACHINA DE SINGEK
Nenhuma casa estd completa sem uma
MACHINA DE SINGER
Sum caixa SOJOOO. Com caixaJOOCOOO
UNICA AGENUA
EM
FEB.M1NC0
A CASA AMERICANA
45 RUA DO IMPERADOR 45



R^ \ #n

Labyrinlhos, bicos, rejidas.
No escriptorio de Gomes de Maltos, Irmaos, a rua da Cadeia
de Recife n. 40, 1. andar, e o unico deposito do que ha do
melhor, e bem acabado, que vem a este mercado, da cidade do
Aracaty no Ceard, quem os comparam com os feitos aqui na
terra, facilmente reconh:cerd a immeusa differenga, que vai
deuns para outros, tanto em pre^o como em qualidade.
Lindissimas toalhas de labyrinlho.
Fronhas de diversos tamanhos.
Lengos de todos os pretos.
Bicos e rendas em profuzao.

A vista desengana
mailapol.ao francez a 685000 a peca
Tem a loja d'America madapolao francez, e
bom, e .vende por este preco para acabar; na rua
do Cabuya n.tO. loja d'America._____________
Qa^ado estrangeiro.
Aproxinta se o mez de dezembro, tempo em
qne o Parts na Amari&a, a rua Duque de Caxias n
59,1" andar,less de daf o seu balanco, por este
motivo, o^oropnatacios dasts estabeleeimenlo es-
tao resoltidw a vendeieai sous calgados pelo cu-
to, aflra de Brtnorarem o trabalho ; assim pois os
apreciadares dp bom, e com especialidade o sexo
amavel, para qneu.o Paris va America, consorva
com a dvida deenncia) o seu gabinele reserva-
do, para a escolha de cal^ado, aproveltem e v-
nham muflirem-se do que precisarem
1
La>inha, fazendaTae JJOOO por 400 rs. o cova-
do, sendo da largu^do alpacas, padrues bonitos ;
aao-?e amoalras a rua do Creapo n, 20, loja de
Gujjjjerme & Q.
TASSO IRMAOS IC
Em seus armazens & rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por pregos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descaro^ar algodio.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barril.
Phosphoros de c6ra.
Sagii em garrafSes.
Sevadinha em garrafSes.
Lentilbas em garrafoes.
Rliura da aJmaica.
Vinho do Perto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, dito.
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira. .
Poles com linguas e dobradas lnglexas.
Liceres finos sortidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de touoinho inglez.
Barris com repolho em salmoura.
J. 0. C. Doyle.
Tem para ve i 11 :
Cognac de Hennessy, superior e verdadeiro.
Vinho Xeres das melhores qualidades.
JBBitters de Angostura.
Cbip^toem lattas de 10 libras.
Tedaa'as prpaac8es chi micas do Or. Ayer : no
armazem da Pta do Goannereio n, ,
Yende-se
trastes de jacaranda e amarello com pontous.,
em perfeito estado, e tambem um meio apparelU
de louca para jantar e um dito de porcelaoa, fino,
branco, paa almoco. Vende se por ter o dono de
se retirar para Europa : na rua da Imperatriz
n. 54 A. _________________
Potassa da Russia em meios
barris a 500 rs. o Mo
Desembarcada ha poucos dias veude-se no
escriptorio de Oliveira Filhos & C, largo do Corpo
Santo n. 19.
VENDE-SE
pe de sapoti. abacate, parreira, romeira, pinbeira,
laranjreira crave, roseiras de varias qualidades, e
outras flores : na rua do Visconde de Goyaona n.
101, outr'ora Mondego.
Por baratos nreeos- para
12, li,16, 20,23,30 e 35 s
Machinas
is-para descarooar algodao, da
serras.
Cunha $ Manta
3-Rim Marques de
VENDE-?!
barris com came de vacea e de porto, salgad:,
para inantimenlos do navioa: no armajKm de Ta-
ednaaaai & C. a rua da Aaio.rift.n. 3?.
~ -r Vende-se um eoffe de ferro : n> HW *'
Apollo n. t*.

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A

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*
Diario Je Jr-eraambueo Sexta feira 1ft de Outnhj ue --Wi
r-1
"7
m HOWE
ft'TOS
SOARES LEITE, IRMAOS
UNIGOS AGENTES
' A'
Rua do Barao da Victoria n. 28
A 25|:000 e 45#000.
Nalojade Soares Leite Irrnaos, a rua do Barao da
Victorian. 28.
pcllica com poqueno toque,
para collele, grande sorti-
Luvas de
a 200 rs.
Abotoaduras
mento a 120 rs.
Caixa ile linha Lamparinas a gaz, dando uma luz muito
boa, a 1#000.
Duzia de pegis de cordSo imperial, a
240 rs.
. I Caixa de botScs de osso para calca, a
is maiB simples, as mais baratas e as melhorGs do mundo! 20rs.- ,
Paris, em 1867, foi concedido .^^ decarreteIS de linha, 200 jardas, a
a medalha do ouro e a condecora-
Na exposi^So de
Elias Howe Junior, a meuaina do ouro e a
ao da LegiSo de Honra, por serem as macbinas mais per.
feitas do roundo.
A medalha de ouro, conferida i
Estadbs-Unidos por ser o inventor
tura.
E. Ilowe Junior, nos
da machina de cos-
A medalha de ouro na eiposicSo de Londres acreditam
estas machinas.
A 90S000
Idem idem CO jardas, a 240 rs.
Mac.o de fita chineza, a 800 rs.
Caixa de linha com 40 novellos, a 500 rs.
Meios aderec,os oora camafeu, a 500 rs.
Garrafa detinta roxa extra-fina a 1JJ0O0
Potes com dita ingleza, preta, a 100 e
100 rs.
Caixa de pennas Perry, muito boas, a
15000.
Idem idem, a 400 rs.
Caixa de envcloppes tarjados, a 500 rs.
Idem idem forrados, a 700 rs.
Caixa de papel amisade, beira dourada, i
a 800 rs.
cabc branco, 2 B., a
pautado",
L'spelhos de moldura dourada, de todos
os tamanhos e prec,os.
?5FtfMARtAS E MIl'DEZAS.
Frasco com oleo Onza verdadeiro, a
15000.
Idem com tujico de Kemp, verdadeiro, a
15000.
Garrafa de agua florida verdadoira a 15200
Garrafa d'agua japoneza, a 15000.
Uem idem divina, a 15000.
Idem idem Magdalena fuoviiade) a
15200. '
Caixa de p6s para dentes, a 200 rs.
Idem idem de p6s chinez, muito bom, a
500 rs. e 15000.
Pote com opiata de Rieger, Itimel e Gros-
nel, 15C00.
Duzia de sabonetes de amendoa, a
35G00.
Duzia de sabonetes deanjinbo transparen-
tes, a 25200.
Idem idem com flflres, a 15500.
Sabonetes Glycerino transparentes, a
15000.
SSCaixa com sabonetes, formato de fructas,
a 15000 e12500.
Cosmeticos, graudes e pcquenos, a 100 e
800 rs
Cabe-nos o devcr de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-! l?T 'f? ,V,cm lisa- a 600 rs-
trk, estabeleceu nesta cidade & rua do Barao da Victoria n. 28, urn deposito e agencia! kjjooO aini'res
*wal, para em Pernambuco c mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-1 Dp,ma ,
* do Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeiclo de seu trabalho,' 8oo pspe
napregando nma agulha mais curta com a mesma qualidade de|inha que qualquer outra,
pela introducc5o dos mais aperfeigoados apparelhos, estamos actualmente habilitadcs a !
Terecer ao exame publico as melhorcs machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as segwrUes: IvS^^TJFS lrnsm carac' &SStS HP^!%^T^
Primeira.0 publico sabe que elias sao duradouras, para isto prova incontestavel, a1 Idem idemlisas, a 200 rs
Jircumstaiicia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
< mao.
Scgunda.Contem o material preciso ptrareparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor friccao etitre as diversas pcgas, e menos rapido estrago
*o que nas outras.
Agua florida,, dc Guislain,
para fazer os cabellos pre-
tos.
A aguia braaca, 4 rua Dunne de Caxias n. SO,
acaba de receber nova remessa da apreciavel agua
florida para fazer os cabellos pretos. O bom re-
sultado colhido por queni tem feito use desaa
inoffeosiva preparacao a tern altamcnte eeneeitua-
do, e por isso apenas se faz lembrar a quern no-
vamente deila precise e.queira se aproveitar de
sii utilidadc. Tn'iibein veto agua de tonasio e
oleo florido para o mcsmo mo, e tio acreaitados
eorao aquella.
Voltas e brincos de g*rossos
aljofares de cores.
A aguia branca, a rna do Duque dj Caxias n.
SO, recebeu novas e bonitas vohas e brincos de
grossoa .- Ijofares de cores, e corao sempre conti-
nua a vende-las por preco commodo.
Novos diademas dourados e
com pedras.
A aguia branca, a rua do Duque de Caxias n.
50, recebeu novo sortimento de. bonitos diade-
mas dourados e com pedras, tanlo para meninas
coino para senhoras.
Colteecoes de traslados ou
normas para escrever-se.
A aguia branca, a rua Duque de Caxias n. 50,)
recebeu novas cullecQoes ou normas pAfftM erian-
cas aprenderem a escrever por si mesrub, hoje Uo
usadas nas aulas e collegios; e como sempre ven-
ders por preco commodo.
Meias cruasfi nas para meni-
nas esenhoras
A loja d'aguia branca, a rua Duque de Caxias .,
n/ 50, receben novo soriimento daqueilas tao pro- ,JU'm;i.racs-
Afmazem do fiiino
Rua da Marine de Deus n. jo A.
Jose DoiBmgtJes do Carmo e l|va pai-ticipa aos
sens froguczes e amigea que no wu annazem a
rua da Mad re de Deus a. 10 A, so a rua urn com-
plelo sortimento de fumoem fardos de i-awato |.
1" e 3.' sortes, dos melhorcs rabrirauies da 2ahia,
e bem assim a flor de todos os fonios de corfa
em rolos, pacotes, latas granies e : c-:;uo-i.r s, tam-
bem dos mni acreditados fabricar.ic? Torres 4
Araujo, Lizaur, Adolpho Schmdi i C. Lizaor
Schmidt & C, Veigas i Araujo, Trindade 4 Ave-
lar, Teixeira Pinto & Portella (gmmMo pelos
mesmos) e de ootros ainde nao eraht^-idM pelo
publico Uesta capital. O annuncian'f 'I cJara que
lodo fumo que for vendido em sua : :. uai pelo
seu justo valor, e que quando garaniir ? respecli-
va qualidade, sera slnoero, mui |,J.rticu1armejMa
com as pessoas que poueo entendam da matoria ;
pois para bem servir a todos, tern ..nuimciuia
* lnga pralica de Hi annos derte enoiuiereio.
Hosperidina
Verdadeiro biter he.^peridina, superior e ^e-
ditado : a venda no annazem de Taw Irmaos 4
C, rua do Amorim r.. 2"
Rua do Cabuga n. 11 A.
Vende-se nm escravo mdeo proprio para eng-
nho ou padaria, por preco muito eii. eunu.
Frasco com agua do colagne, a 200, 320,
a 45000 500 rs. o 1^(000.
Exlractos muito finos dos nvlhorcsau-
Idem tdemliso, a 35800, 3^800 e 55000. tores.
Coques modernos, a 35000. i Lindas e elegantes caixinhas com perfuma-
o que se nao consegn^-
lado,
mais
fjaarla.Formam o ponto como ce f6ra feito k mao.
Quinta.Permitte que se examine 0 trabalho de ambos os fios,
*j outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de nm i outro
togo em soguida, sem moditicar-so a tensao da linha, cozem a fazenda
Setima.O compressdr e levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
?e agnlha ao comecar nova costura.
Oitaya.Muitas companhias de machinas de costara, tern tido epocas de grandeza e
*;cadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
nudanr:as radicaesparapoderem substituir : entretauto a companhia das machinas de Howe
doptando a opiniao de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
3gmentado o seu fabrico, e hoje nae attende a prorura, posto que faca 600 machinas
>r .^ia.
r,da machina acompanhalivretos com instrucc^es em portuguez.
Quodros corn santos e estampas separa-
Leques de osso e sandalo, a 25000, 45 das.
e 65000. Entremeios e babados transparentes e ta-
hita de veiludo de to.las as ceres e lar*u- pados.
rflS/,- Uma grande tabolcta proprta para qual-
Microscopios com 12 vistas.fa 03000. quer loja.
Frasco com oleo para machina a 400 rs.
Rua do Barao da Victoria n. 28
\ 90^)000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMAOS
N. 4Rua do CabugaN. 4
JOSEPH liiiAUSE & C.
DE
ra
A'
do Barao da Victoria n. 2 8.
BAZAR DA RUA DIREITA
is N. 51.
Es-le eitabelecimonto sempre solicito em olTerecor a concurrencia do respcitavel pu-
*lico urn complrto sortimento de miudezas, cahjado francez, chapcos e quinquilharias a
mt*tyH os maii razoaveis possiveis, para o que recebo quasi todos os seus artigos de pro-
-.ia encommf.nda da Kuropa e America, vom iar oublicidade dc alguns artigos por cirjos
rroQOfi bem se podo avaliaros preyos de outros maitos que se tornaria enfadonho pu-
iiear.
-MIUDEZAS. MIUDEZAS.
'.a para bordar, da rnclhor qualidade, 1 Brir.eos dito de dito por 25300.
itort por ojP500. BolOes de setim pretos e decdres,
Agulhas francezas, fundo dourado, a eai- rs- ,e 15000 a duzia.
f.inha com 4 papeis a GO rs., 240 -o. rranjas brancas de seda de todas as lar-
Voltas de lita de volludo com lindos co- uras' a I?>000 e H>i00 o metro,
agaos Qngiudo madreperola, a 500 rs. Dltas (ie coros Pretas a 800 rs. e 15000 o
Voltas para o pescoco, fingindo camafeu,
a 800
COSIES DE MATT0S & IRMAO
Avjsani ao respcitavel publico desta cidade que o sortimento de joias, de sobido
lor, que existia om seu estabelccimenlo, esld completamcnte reforgado com o mais ele
gante sortimento de novas joias.-que receberam directamente pelo ultimo vapor da Eu-
ropa, constando ello do mais variado sortimento de aderecos d Boulevard, uulseiias dc
ultimo gosto com pedras preciosas e sem elias, brincos d'argola', agraffes para relogio dt
senhoras.lelicados aderecos para meninas, meios aderecos de camafeu lindissimos, volta?
de nogordios para senhoras, corrcntes inglezas de ouro e de platina, variada quantidadf
.ie Outoes para punhos e peito, com einblernas magonicos, de onix, tecido de ouro, can a-
eu, otc, brilhantes monstros do rarissimas agoas, em anneis, rozetas, pulseiras, alfue-
tes e botoes, e outros muitos ohjectos de ouro do mclhores fabricautes de Paris, que s<-
venderao com grande reduceao de precos, por serem elles recebidos directamente de seu*
commitlenles.
Os proprietarios do acreditado MUZEU DE JOIAS, tendo seu estabelccimenlo abert..
ate H boras c!u noute, convidam as familias que se quizerem prover de lindas inias,
virem escolin-.-Us a vontade. para o quees'l9 em exDosicao nos mostradoros.
curadas meias cruas para senhora, vindo igual-
mente para menina.", e continda a vende-las por
prefos comiuodoa.
V6os ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branea, a rua do Uuque de Ca-
xias n. 50, recebeu bonitos veos ou manlinbat
pretas de seda com (lores, e outras a imilacJo de
croche, e vende-as pelos baratns precos de 3jt,
iJ e 6f000. A fazenda e boa- o esta em perfeito
estado, pelo que continua a ter prompta exlrac-
cao **-.
Perfeita novidade.
(rramjfcs com borboletas, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da agnia branca, a rua do Dnque de
Caxias n. 50, recebeu sovos grampns com bor-
boletas, bezouros e gafanhotos, o quo de certo e
perfeita novid-de. A quantidade e pepuena, e
por isso em breve se acabara.
Novas gollinhas ornadascom
pelucia ou arminho
A loja d'agola branca 4 ma Duque de Caxias
50, recebeu uma peqeena quantidade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho de la e seda, en-
neitadas com arminho, obras esias de muito gosto
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, a rua do Duque
Caxias n. 50, receben novamente bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas de aco, e coino.sempre conti-
nua a vendc-los por precos razoaveis
Caixinhas com p6s dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca a rua do Dn-
que de Caxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Agaia Branca, a rua Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu novo sortimento de luvas de
pellica, pretas e de outras cores.
Cunba (ratios cC.
Rua tin MttdiT de Dr; n. 34.
^'endem vinlios do Porto de todis ,:& (jnalidades,
garaniindo-os, e a precis co'mn odo> :
Barris de qninto e decimos para ps^to das bem
con' ccidfts marcas Meneres e Chai.'i'-o.
Dilosde quinto finosKeneres, c;im,r.o, Cosu
Decimos enrapados, superior qualidade. '
Caixas de uma duria, de ttla a quatMade, ate
aos afamados-Gravatinha Azul-ia 4 e 1810.
Sacam
vista.
sobio o Porto ou Lisboa, a pzaio e a
i'iiliissa
da Russia, nova, em
Tambem vendem potassa
barris pequenos.
para m k n
fi
.;,,;
85
SAUDADES.
Amaral, Nabuco & C. acabam de receber um
variado fortimento de capellas funebres com as
HfOtatap inscripvdes:
A nun pai.
A minha mai.
A meu esposo.
A mlnha esposa.
A mtu filho.
A minha filha.
Saudades.
Ami2ade.
Lembranca.
Vende-se no bazar Victoria, rua do Barao da
Victoria n. 2.
DO
cerapanhadas com 1 par de brincos seme-
biiiite, tudo por 25500.
Linha branca de 200 jardas em carriteis,
pnpria para costura de machina, a 800 rs.
duzia.
Dito do dita de Alexandre, numeracao a
g< sto do freguez, a l#10O a duzia.
Diademas dourados do 15500 a 35000.
Ditos de tartaruga com (lores a 25000.
Ditos com borboletas a 15500.
Brincos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaquet de 500 rs. a 25000.
Ditos dourados, duzia de pares, a 15500
23000.
Voltas de aljofares com brincos, a 25500.
Ditas de ditos com coracSos a 15OO0L
Ditas de ditos de contas com cassoletas, a
*00 rs.
Rosetas de plaqu<5t a 15 e 15500 o par.
Gxavatas de seda para senhoras de 15200
O500O.
Parures com 2 la^os para cabeca e peito
t 39 e 45000.
Entremeios e babadinhosbordadosde 360
re. a 25400 a peja.
baldes de seda brancos e de cores, de
15500 a 25500 a peja.
Ditos de algodSo e seda, de 15 a 15400
* peca.
Ditos de algodUo, a 100 e 500 rs. a peca.
Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
pp;a.
Leques de marfim a 55 e 85000.
Ditos de sandalo a 45500.
Ditos de madeira imitando, a 25000.
Ditos de papollflesa 15800.
Coques para senhora, a 35, 35500 e 45-
Aderecos fingindo coral, compondo-se de
lfincte e brincos por 25000.
Dito dito pretos por 25500.
Difos de plaquet, compondo-se de alfinete
e brinco, sendo de muito gosto, por 55000.
metro.
Galdes pretos de seda, de muito gosto de
800 rs. a 15000 o metro.
CALCADO FRANCEZ.
Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
45500 o par.
Ditas ditas do duraque, gaspeadas, canno
alto, a 55000.
Ditas pretas enfoitadas, ultima moda, a
65000.
Ditas dita de cores, canno alto.enfeitadas.
a 55500,
Ditas para" meninos, pretas e de cores, a
35 e 45000.
Completo sortimento de cal$ado de case-
mira, Charl6t, tapete e tranca, mais barato
\0 /b do que em outra qualquer parte.
CHAPEQS.
Ricos chapeos de palha d'ltalia, para se-
nhora, a 115000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 165000.
Completo sortimento de chapeosinhos para
meninas e senhoras, de 25800 a 55000.
Chapeos de sol de seda, inglezes, cabo de
marfim a 165000.
Ditos dito de merind, cabo de metal mui-
to bonito a 55500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 65000.
Ditns dito cabo de marfim a 95000.
DIVERSOS ARTIGOS.
Granadine para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a 650 o co-
vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 15860
e 25000 cada um.
Ditos para soft, a 35 e 45000.
Toalhas de linho para rosto, a 15300 cada
nma.
Ditas de algodSo alcoxeados, a 640 rs.
Cohas de crochet para caraa de casal, a
65000.
BAZAR NACIONAL
Rua da Imperatriz n. 72
DE
Lon-renco Pereira JlendesGuimaraes
Toalhas de labyrintho
Na loja do F'awo, rua Primeiro de Marco n. 7
A.vende so ricas tealhas de labyrintho, proprlas
ara baptisados e cammento?.
Bramante de 4 larguras a
11600 a vara
Vende-se bramante de qnatro largaras mnito
6am para l*n$tesc na rua do Cabuga n. 10, loja
da America.
Cafe da to.i
Vende-se cafe do Ceari de qualidade, em
tcos : no armazem de Canha & ifann. ma io
Marqaez de Olinda n. 23.
Mohilias
Cadeiras de guarnicao muito baraUs.
>.> Kua M,irqHez de Olinda -11
CUNRA & MANTA. '
Aproveitem
Ainda resum algumas pecas de su3rlor fazen-
da preta de la com oequenas palraas e salpicos de
cores, semlo algumas com bar>*8, e uma fazenda
recommendavel pela qualidade, pela largara e
por serem seus padroes os mais proenrades 'na
Europa; estao sendo vendidas pelo diminnto pre-
5 ae 300 rs. o covado : na rua Duque de Caxias
4- 8, loja de Bastos IrmSos.
Declara a seus freguezes que tem resolvido vender
saber .-
CmTAS A 160 E 200 RS. 0 COVADO.
Vende-sc chitas francezas largas com to-
que de avaria, a 100 e 200 o covado. Di-
tas limpas a 240, 280 e 320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS A.320 RS.
Vende-se cassas trnncezas a 320 e 360 rs..
o covado.
LASINHAS A 200 RS.
Vendo-se lasinhas de cores para vestidos,
a 200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
640 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 15600.
Vende-se cobertas de chitas de ceres, a
15600 6 25000. Ditas de pelio a t5SO0.
Colxas de cores a 15200, 2550O e 45500.
CHALES DE LA A 80t> RS.
Vende-se chales
rs. e 15000.
Ditos de merino1 a 25, 35, 45 e 55000.
CAMERAIA BRANCA A 35000.
Vende-se pecas de cambraia branca trans-
parentes e.tapada, a 35, 35500, 45, 45500,
55 e 65000.
' SAIAS BRANCAS A 25000.
Vende-se satas brancas e de cores, pana
senhoras, a 25000 e 25500.
BONETS A -SOPHS.
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapeos de palha, pellb e
massa, a 25, 25500, 35000 e 45000.
MADAPOLAO A 35000.
Vende-se pecas de madapolao enfestado a
35000. Ditos inglezes para os precos de
45, 45500, 55,65000 e 75000.
ALGODAO A 35500.
Vende-se pecas de algodfio, a 35500, 45,
e 55000.
BRAMANTE A 15600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lenc,ol, a 15600, 25 e 25500 o
metro.
GRANDE LIQUIDAgAO DE SABONETES 280 RS.
Vende-se uma grande porjjo de sabone-
tes inglezes, a 100 rs. Ditoa francezes com
cheiro a 320 e ft00 rs.
Agua de colonia, a 200, 330 e 600 re. Q
frasco para liquidar, e outros extraetos
muito barato.
o mais barato que for possivel,
CORTES DE BRIM DE CORES A 15500.
Vende-se cortes de brim de cores par.
calca, a 15500 e 22000
BOTINAS A 35000.
Vende-se botinas para senhoras, a 35000
35500, a elias antes que so acabem.
ROliPA FEITA NACIONAL.
Vende-se camisas brancas, a 15600, it
25500, 35000 e 45000.
Calcasde casemiras de cores, a 55, 68 -
75000.
Palit6ts de casemira, a 45, 65 e 85000.
Seroulas a 1^ e 15600.
BRIM DE CORES A 440 RS.
Vende-se brim de todas as cores a 44*
rs. o covado.
LENCOS BRANCOS A 25000 A DUZIA.
Vende-se a duzia de len^os brancos, *
dels de quadros a 800 25000. Ditos com barrasde cores a 3500*
Brtos de linho a 5W00.
TOALHAS A 800 RS.
V&nde-se toalhas para rosto, s 800 rs. .
15000.
GR'AVATAS DE SEDA PRETA A 500 Rfc
Vende-se gravatas de sada preta, a SO'
rs. cada uma.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se efcrta para coberta, a 280 e-
rs. o corado.
BONETS PARA MENINOS A 15500.
Vcnde-se bonetes, para meninos, a 1550$
ESPAB.TTLHOS PARA SENHORA A 3&5M
Vende-se espartilbos para senhora,
35500.
DE
Fazendas Unas
Bazar Victoria.
Amaral, Nabuco & C. receberam complete sor-
timento de bengallas de canna, ptnpras |.ira des-
canco de vi-lhos, de rheumaticos, etr., < te.. e ou-
tras de phantasia, complete Mtrlimento da fibaMM
de sol, bengallas, umbellas. etc.. p;.ra seubufa e
para homein, com cabo de marfim cum flgnras de
metal, lisos, etc. etc. Estes uleis e e^pccbr ar-
tigos vendese na rua do Barao da Victoria
a IjfOOa libra
ro andar.
Rape Rocha
na rua do Yigano n. 7. primei-
\1fi0&jf&4jj&mm&m>&
jXi"
NA
Rua l. de Marco u. 7 A.
Botinas para senhoras.
A 3a00 E 44000
Las cscovozas a Sfttf.
E' pechincha.
-Na rua do Crespo n. 10.
A 800 RS. 0 COVADOt
Vende-se granadines com listras.de seda
para vestidos de senhora, a 800 rs. e 1500(
o covado.
COLCHAS nE CROCHET A G5000.
Vende-se ricas colchas de crochet para c
mas a 65000.
PANNOS DE CROCHET A 15500.
Venderse pannos de crochet para cadeiraa
a 1*9500 e 25000.
CASSAS PARA CORTINADOS.
Vende-se pecas de cassas para cortinadoa
com 20 varas, a 1050O0 e 125000, e ootra>
muitas fazendas em liquida^So.
DE
Cordeiro Simoes. E' esta casa, sem duvida, uma das que hoje,
pode com primazia apresentar aos seus freguezes
um vanadissimo sortimento de fazendas Tinas pa-
ra grande toilette; assim como, {ara o uso ordi-
nary de todas as classes, e ponfrecos vanlajo-
sos para os compradorcs, do cujas fazem um pe-
queno resumo.
Mandam fazendas as casas dos pretendentes,
para o que tem o pessoal nccessario e dao amos-
tras mediante penhor.
Cortes de seda de lindas cores.
Ditos de gorgurao de cores.
Grosdenaple de todas as cores.
Gorgurao branco e preto.
Selim Macau preto e de cores.
Grosdenaples ide.m idem.
Veludo preto. -
Granadine, seda preta e com lisiras de cores, lin-
dissimas, padroes e fazenda da ultima moda.
Popelinas de lindos padroes.
Fil6 de seda branco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Manias brasileiras.
Coichas de feda para noivos.
Cortes de cambraia branca com lindos bordados.
Capellas e manloi para noivas.
Riquissimo sortimento de las com listras de seda.
Caaibraias do cores.
Ditas maripozas, brancas e de cores.
Nansuck de lindos padioes.
Baptista de padffies mui delicados.
I'ercalinas de quadros pretos e brancos, de lis-
tras, etc.
Brins de linho do cOres, proprios para vestidos.
com barra e listras.
Pnstao de lindas cores.
Casaquinhoe de la e de todas as cores, para se-
nhoras.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas idem idem.
Vestuaries para meninos.
Ditos para baptisados.
Cbapeospara ditos.
Toalhas o guardanapos adamascados de linho de
cores para mesa.
Colchas de la.
Cortinados bordados.
Camisas. bordadas para homein.
Meias de cores para homens e meninos.
Completo sortimento de chapeos de sol para ho-
mens e senhoras, com cabo de marfim.
Merino de cores para vestidos.
Dito preto.
Atoalhado de linho e algodSo para toalhas.
Atealhado pardo.
Drius de linho branco, prelo e de cores.
Setim de lindas cores e com listras
Chales de merino de cores e pietos.
Ditos de casemira.
Ditos' de seda preta e-'de edees. '
Dito de louquim.
Camisas de linho.
Ditas Me chira.
'Dltas de flanella.
Ceroatas de brim e algodao.
^Damasco de la de cc*is.
jfanfm. de crochet para cadeiri, 3ofa e consollos.
Corchas de dito.
Tarlatana de todas as1 cores.
Espartilhos lisos e bordades.
Foulard* de seda.
Casacos a trirot.
Ricos cortes de vestidos de linha para senhora,
de diversas rflrea, com os corapetentfls eofei-
tes, ufthaa moda.
Casemiras pirias e de edres, chitas, jnadapoldes,
cambraias, pannn lino prelo e azul, collannhos.
punhos, gravatas luvas de pellica, ditas'de So
de Escocia, brancas e de dores. tapebs de todos
os tamanhos, bolsas de viagem, etc etc.
Na loja do Passo, rua Primeiro de Marca n. 7
A, antiga do Crespo.
Xarope d'agriao do T*ar4
Antigoe conceituado medicamento pan
cura das molestias dos orgiosi'-piratorios,
como a phtysica, bronchites, asthriia, etc.,
applicado ainda com optimos resultados no
escorbuto.
do Bic Janeiro
mazem n. 16.
Caf^
vende-se a rua de Vigario, ar-
Attengao
Vende-se a laverna da rua Imperial n. 12, com
poueos fundos, propria para qualquer pnncipian-
te, por ser a armacao e suas perteocai, baralis-
simo ; o motivo da venda e por ter de uiirar-so
seu dono coma familia para o malto a tratar de
sua saiide e nao poder apreciar a grajiJe concor-
renciaque ha nesta rua em tempo de safr;-: a tra-
tar na mesma.
GRANDE
Pechincha
Excellentes gorguroes de la e seda, de iitui l>o-
nitos e novos padroes, fazenda bastan'e lai^a e de
muito boa qualidade, so se encootra na rua Du-
que de Caxias n. 88, loja de Bastos Irmao, pelo
modico preco de 610 rs. o covado.
Cafe deJava.
Chegou nova remessa desse cafe asm ignnlpan
a confeitaria do Campos As pessois nue estavam
acosiumadas a saboriar do tal cat.' podem agora
Ir compra-lo a rna do Imperador n 24
CONFEITARIA DO CAMl'OS
Os verdadeiros
Vinhos de Bourgogne
das marcas
Cbambertin
Pommard
Virits
Volnay
Beanne
Monthelie
Dito Bordeaux em quartollas.
\'ende-se por karti prc^a
PARA LIQUIDAgAO DE CONTAS
NA
Rna l^argca n. 3*.
Botic%.
Portland, desembarcado uo din 4 do cor-
rente, ninguem tem cimento de Portland
mais novo nem de melhor qualidade: a
venda no armazem da bola amsrtllu, trav*-
sa da rua do Imperador.


8
0rio de PeraaiiibucO Sexte feiia 10 de Outubro de 1673.
VAMEDADE

M.vthala*:la
BELLEUOPUONTE E A CHIMERA
( Conclusdo )
0 heroe partio sob a guarda dos deuses
protectores da innocencia, e chcgou- feliz-
mento d Lycia, sobre as margens do rio
Xanto. Jobates o recebeu com luuita ale-
gria, e, confornje o costume d'aquelle tem-
po, fez celnbrar festas durante nove dias,
para agradecer aos deuses da chegada do
joveu principe. No decimo dia, leu as
cartas de I'roDto, e, nao querendo ser elle
mesmo o matador de Belleroplionte, en-
viou-o a combater uin monstro espantoso
que desolava o paiz e quo se cnamava
Chimera.
Este monstro era de raga immortal, e ti-
nha a cabega de leao, corpo de cabra e a
eauda de drag&o. Sua guela vomitava tur-
bilhOes de chammas e de fumo. 0 herde
o fez porecer a golpes de ftcxas. Minerva
levou-lbe o cavallo Pegaso, que olio mon-
tou para essa expidigao.
Dc'Kiis da destruigdo da Chimera e de
outros combatcs, dos quaes Belleroplionte
sahio vencedor, Jobates, convencido da sua
ionacencia, deu-lne em casaincnto sua lillia
Philonoe c o declarou successur do seu
ihrou A rainha Sthenobea, ven Jo todos
os sous crimes inuteis, e ndo podondo jd-
mais supportar sua vergonha, envenenou-se.
Depo'.s da morte de Bellerophonte, os poelas
o collocaram entre os astros. Quizeram
igualmente conservar a rnemoria'da Chimera,
compuzeram-lhe uma genealogia ; disseram
3uo era filha de Typhon e de Echidno. A
oscripgSo quo della fizeram era inteira-
inente allegorica.
Achava se na T.ycia muitas montanhas co-
bertas de espessos mattos ; os ledes e outros
auimacs ferozes faziam n'ellas seus covis.
Belleroplionte foi encarregado por Jobates
de tornar estes bosques menos perigosos,
dando caca aos animaes selvageus; conse-
guio destruil-os, e publicou-se quo elle
havia vencido a Chimera. 0 nome deste
animal fabuloso veio a ser geral para todos
os raoustros creados pela imaginagdo.
Os'poetas accrescentaram quo a Chimera
vomitava chammas ; esta imagem Ihes
servia para pintar Yulc&o collocado sobre
uma das montanhas.
Urn proverbio chamava cartas de Belle-
rophonte dquellas que contiuham alguma
cousa contra quern as levava.
No segundo volume do Thesouro On-
lannico, acha-se uma medalha sobre a qual
ve-se Belleroplionte no meio dos ares, mon-
tado em Pegaso, o prestos a descarregar o
golpe mortal na Chimera. Esta medalha
foi seal duvida d iraitag&o da sua fabula, e
nao segundo a sua historia; porquauto
udo serve para provar quo Pegaso era um
navio e nao um cavallo.
que diz : Inm-nrds a teus pais ; e que ndo Variagoes da humauidade oe progresso
tem urn artigo em que diga : araaras 6 tra- do seculo.
baiho. Endo ba duvida que progredittos.
Ensina-se-lhe que Martha, irmd de Laza- E como para andar com rapidez
ro, foi censurada por Jesus ChrisU\ porque sario caminhar ligeiro, abandonem
occupava-so do traballioda casa, emquanto ragao, muito pesado na realidade, pant o
que Maria era mais amada, porque passava carregarmos na carreira vertiginosa em que
o tempo na sublime occupacdo de ungir-lhe andamos.
os pes com balsamo e enxuga-los com os ca- Cheguemos ao fim, que pouco impor-
bellos tam os mcios para o alcancar.
Ensina-se-lhes que e preciso guardar Sao estes os pormenores quo em um
castidade, fugir do homem, quo e cor- seculo como o nosso tem a mesma impor-
ruptor. tancia que uma vela accesa ao meio dia,
Kiisiui-se-lhes quo ella deve desconGar de ou que uma gotta de agua na imtneosidade
todos os seus araigos, e ate dos proprios da um diluvio.
pais ; que so o seu confessor tem o direito Arranquemos os entraves que nos traz
deouvir a confissdode suasfaltas. o coragao, porque elles nos impedemo
E a isto chamam educagdo religiosa. progresso da idea no atrevimento do seu
Quanto a educagdo profana, ensina-se-lhe vdo.
mai a lor e a escrever, e um pouco a de- E assim como aquellas palavras sdo o ra-
senhar, para ella po-ler ler o seu manual de ciocinio, es'tas representam a logica, e cons-
missa, escrever bilhotes ao seu confessor, e tituida deste modo uma nova philosophic,
copiar a lapis a imagem dos santos que philosophia pratica, nunca sonhada por
mais se prestam a modelos de pintores. Aristoteles, laucerao-nos nos horizontes, pois
Nadamaisse lhe onsioa, porque e inu- que, se na verdado nao sdo tdo puros, tem
til. a grande vantagem de serem mais largos.
No fim de oito ou dez annos sahe a mo- E o que tanto a humanidade como as
ga do collegio ou convotito sabendo todas sociedades, tanto associedades co oobo-
essas cousas, e por tanto capaz para ser mem buscam no prosente, sao os resultados
uma beata. favoraveis e ndo os effeilos de uma moral
F.ntao, se nao obstante a sua especial inatncavel. '%
educagae, OS pais toimam em querer apre-, Nossos av6s, om sua cegueira, pissuiam-
senta-la na sociedado, aproxima-la do ho- se do remorso intiino da consciencia.
mem, faze-la mai de familia, ella aceita hy-' Nossos pais, um pouco mais adiantados,
pocritamente] o sacrificio, e torna-se uma. mas ainda ignorantes, preoccupavam-se
indigna esposa e uma .terrivel mai, para' com o quo diria a sociedado.
mais tardeentao voltar ao caminho quo a' Nos, porem, com a nossa illitslragdo, e
sua educagdo lhe mostra : tornar-se beata. vendo as cousas pela luz do progresso, en-
Se, porem, os pais sdo condescendentes e tendemos que e melhor escarneoer tudo
deixam a em toda a sua liberdade, ella tor-;aquillo, e, estendendo a vista pelos campos
na-se desde 1 go beata. Este ultimo. casoi do desojo, correr a alcanca-lo, derrubando
6 mais raro, porque o mundo, o diabo e a' tudo quanto nos offerece obstaculo na pas-
came consp ram contra a obra da sua edu-; sagem.
cacAo ; e somente, como diz Voltaire, quan-
\h beatas
Eu chamo beatas a essas mulheres quo,
sempro vestidas de preto, tomando rape e
usando de oculos, passam osdias nas igrejas
a ouvir missas, cantar ladainhas, e a donnir
ao som rouquenho da voz do padre que
explica o cvangcluo do dia.
As beatas sao entes excepcionaes.
tem idadenemsexo, amigos nem famili
o que parccc mais admiravel, nao
religilo nem virtudos.
Nao tem idade, porque e impossivei co-
nhocer-se etitre. duas idades muito differea-
tes qaal seja a mais volha. Cada uma e o
typo da irm?ivJcide, e typo horreiulo. A
feaidade assemelha as mais mocas a*s ve-
lhas, porquo ella e a velhico prematura.
Nao tem sexo, porque ellas sao ind.fferen-
tes tanto ao homem como a" mulher ; o seu
coracfto, cheio do amor Jiviuo, n&> tem lu-
gar para uma paivaj mundana, esse amor
divino c um prctexto para nSo amir nin-
guem no mundo.
Nao tem amigos, porque o rosto da hu-
manidade Ihes parecovil, cond?mnado, ir-
remodiavelmcnte perdido, corrupto, de
modo que s6 Ihes pode inspirar compai-
xac.
A forga do fugirem do mundo, ellas tor-
uara-se intrataveis, grosseiras, at^ quando
querom afagar.
Nem ao menos sao amigas entre si, por
que tem ciumes da predilecgao que a santa
de sua commum dovogSo possa ter pelos
outros.
NSotera familia, porque seria profaiiaro
seu coraQSo, o sacrario de Deus, guardar
ue'.le outra affeigao. 0 amor da esposa, a
ternura de mai Ihes sao estranhos, so sen-
timentos quo a natureza teima em quorer
dar-lhes, mas que a sua boa educacto pode
suffocar.
N4o tem religiao. Pontuaes na frcquen-
ciadas praticas religiosas, nao vao.alem
disso. Quando muito, podem ser idolatras.
A imagem da santa de sua devoc,ao occupa o
seu pensamento ; a ella sfio offorecidos os
Padre Nossos e Ave Marias que passam pelo
fio do rosario. Faltar a uma missa, seria
o mais negro dos peccados mortaes, por
que assim disse o seu confessor, que e tam-
bem algumas vezes o seu cynico araante.
NSo tem virtudes, porque julgam que as
rezas as dispensam de te-las.
Era vez de darem uma esmola, rezam
uma Salve Rainha. E se acaso praticam
um acto decaridade, esemprede modo que
deixa ver quanto isso 4 f6ra de seus habi-
tos, e que s6 o fazem por oslentagao.
As beatas sdo finalmenle inuteis e perni-
ciosas : inuteis, porque passam a vida na
mais completa ociosidade, alimentando-se
da gragade Deus ; perniciosas, porque nos
intervallos de suas pias occupaQoes cuidam
muito da casa alheia ; espiam, indagam do
que por Id vai, para instruirem os seus
confessores. Todas ;as beatas sao raaldi-
zentes.Jintrigantes, e com taes dotes intro-
duzem-se no seio das familias eahilevam
a discordia. E' o sou modo de propa-
ganda. .
C ma beaU 6 mais pengosa do que um
jesuita, porque sabe melhor Bngir, enganar.
As beatas, porem, ainda que sejam entes
excepcionaes, nSo trazem ao nascer inchna-
0o decidida para essa santa profissao ; ao
caotrario, a benta faz-se ]K>r uma educagao
. rigcrosa, toda propria. 0 mai esUi em que
essa educagao lioje e geral.
Ear uma menina ordinariamepte aos
sete annos para um collegio de religiosas ou
para um convoato. Dekle o primeiro dia
submettem-ua i uma invariavel pratica de
actos religiosos, do cerumonias absurdas,
bestialisadoras. Dar-se-ha a decorar o ca-
thecisrao, no qual se 13 que ba no ceo um
Deus que creou tudo que existo, que^dou a
Movses uma lei, que diz logo no artigo pri-
meiro : amardi ao teu Deus sobre todas
at cousas, e ffeaente no srtigo quarto 4
do ella tem perdido a belleza, amocidade e
as aspiracdes, e que faz-se beata.
Vos pais de familia, que comprehendeis a
gravidado da responsabilidade que tendes
pelo futuro de vossos filhos, convencei-vos
de que v6s mesmos devsis encarregar-vos
de sua c.lucacao.
Eusinai-lhes quo nao ha amor mais su-
blime do que o amor reciproco dos pais e
dos filhos.
Que o amor do trabalho e a principal vir-
tudc.
Quo ellas sao naturaes companbeiras do
homem.
Que o homem e quom as completa
Que a verdadeira felicidade s6 se encon-
tra no seio da familia.
Que a camara da esposa e* um verdadei-
ro templo, e o berco do filho o mais santo
altar.
Que junto delle e que elles devera ajoo-
lhar e orar.
Esejulgaosa religiao necessaria, dizei-
Ihes que se lembrem que no ceo ha um
Deus, e nada mais.
So assim formareis boas filhas e virtuosas
esposas e mais.
Malar o bicho.
Be um antigo manuscripto hespanhol
transcreveram os seguintes pormenores re-
fftitvos a origem deste dito vulgar :
Em principios do seculo XVIII, manifes-
tou-se na Hespanha uma devastadora mo-
lestia, classificada de mysleriosa pelos mais
celebres medicos, por nao Ihes ser possivel
conhecer as causas quo a occasionavam, e
quo os impossibilitava do combate la, por
cuja razao a docnga tomava aterradoras
proporgoes.
D. Gustavo Garcia, antigo o abalisado
medico, que havia muito tempo abando-
nara a prolissao, nao pode permanecer im-
passivel & vista dos infructiferos esforgos dos
collegas, o deixando suas commodidades,
quiz como por despedida, reunlr os seus
conhecimentos aos dos companheiros, pro-
cedendo minuciosamente a um rigoroso
exame nos corpos das victimas da mysle-
riosa doenga.
Depois de varias experiencias e de mi-
nuciosas analyses em diversos corpos, em-
pregando quanto a sciencia tinha de mais
proficuo, conseguio descobrir nos intestinos
de um cadaver um pequeno verme com
vida.
0 bicho era a causa, restava porem achar-
se ucn meio conveniente de mata-lo, e para
isso 1). Gustavo o langou en differentes li-
quidos, dos quaes sahia parecendo cada vez
conservar mais vitalidade.
Como ultimo recurso submergio-o em
uma pouca de aguardente, vendo com esta
feliz ide"a coroados seus esforgos, pois queo
bich1) morreu instantaneamente.
Depois de tamanha descoberta, facilirao
foi cxtinguir-so a horrivel molestia, con-
gratulando-se D. Gustavo Garcia pelo excel-
lente resultado de sous trabalhos. Desde
essa epoca nao esperarara que a doenga os
accommettesse, porque enfermos e saos,
habituaram-se a tomar, ao levantar da ca-
ma, uma pequena d6se de aguatdente, para
matar o bicho.
0 que ha de verdadeiro em toda essa
lenga-lenga, nao sei; o que porem posso
garantir e que hojo nao so em Hespanha,
senao em todas as paries do mundo, se
mata o bicho. Uns matam-no de raanha,
outros a hora de comer, muitos de noite, e
alguns desgracados a todas as horas do dia
e da noite, ate succumbirem as matadelas
de bicho.
Ao menos raorrem alegres.
(Da Luz)
Se isto nao e muito santo e muito moral,
ao menus e commodo e divertido.
Assim, pode fazer-se carreira depress*-.
Que importa deixar um amigo na mise-
ria.se o uegocio traz comsigo a riqueza ?
Que importa deixar o credulo amante com
illusorias esperangas, sahidas do labios em
horas de prazer leviano ?
Que importa deixar a virgem innocentc
derramando lagrimas de sangue, volt.mdo
do seu extasis de amor, e tneontrando des-
vanecidos os perf-unes de sua pureza, que
entregara com a fe do coragao, depositan-
do-os nos bragos de um seductor infame ?
Quo importa.n as proraessas, a fe, o de-
ver e a lealdade ? Sao tudo palavras vas
de que nem restam o echo.
Antes era a fd que nos guiava os passos,
Hoje n&o exisle fe, porque se escondeu nos
escuros recantos da desconlianga e da falsi-
dade.
E estes sao os sentimentos que agora jke-
dominam em todos os actos.
Aquelh que foi mais destro no engano,
deixando atras os companheiros, e quem
canta a victoria.
Nessa victoria ganham-se dous galardoes,
a saber ; os resultados so .uctores e a pres-
teza com que se orna a fronte do vencedor.
Antes, a lealdade tinha o nome de irai-
cdo ; hoje da-se-lho o de csperteza.
Do que nao resta duvida, 6* de que quem
fez esta substituigSo do palavras era esperto
em alto grdo. -
Se bem se observar, ha de reparar-se que
todos blasonam de uma lealdade a toda a
prova, o que mostra ser a lealdade precisa
para capt r a confianga, e que se toroa ne-
cessario fmgi-la para obler-se aquilloquo se
deseja
Mas isto e uma das aberragoes da huma-
nidade, e um absurdo, e, nio obstante, ha
outros peiores
Vemos a cada momento a diligencia que
As amaveis e tcrnas prendas de sua alma
eederam insensirelmente o posto a* uma ri-
dicula exigencia e d uma dureza. tanto mais
penosa, quanto & miudo a mesma Theouia
nio apercebia o effeito que o seu ratio ge-
nio proiuzia sobre o espirito de quantos a
ceroavam.Oltidava um criado algum re-
ca doque a donzella Ibo havia encarregado?
fazia-lhe as mais humilhanles exprobragoes.
Tardava outro um momento om acudir
ao toque da campainha ? era um delicto
imperdoavel, quo Iho attrabia sompre mil
reprehensoes, inclusive a amuaga do ser cx-
pulso da, casa.A criada passava um so ilho
Jo espartilho do Theouia f esta, toda ver-
melha de c.olera, e baton Jj o po, cxciama-
va com uma voz desabrida e esgamgada :
Estds atacan.lo ds avessas; sois de uma
oaabotice, do uma iaopcial... Pentoavam
na, Theouia achava que seu; cabellos n3o
estaram ben anncIjJos, quo lhe cahiam so
bre os olhos, que a incommodava e apura-
ra sua paciencia.Provavam-lhe um vosti-
do? ia lhobofr>r o snineiile; nao tiuti.t gra-
ga o I tiliu, a guarnigao era uma couta gros-
seira, as mangas nSo wtavam progalas
convoiiiontemeiite, <3 mil outfus defeitos se-
melhantes...Um criado a Sorvia d mesa ?
nunca lhe dava os pratos d tempo ;. e pre
ciso semprc, dizia ella, pedir Je beber mui-
tas vezes antes de logra lo; ora davam-lhe
muita agaa, ora domasiado vinho. Tola-
via seus reparos eram maiores, qir;mJo-lhe
traziam cal^ado novo ; os saputos eram mui-
to curios, muito compridos, imntir Iwrgos,
muitos estrortos ; faziain-lln.' o po horroroso,
e nunca eram da cor que havia encom dado. Emfim, tudo parevia coucorrer pwra
a contrariar e impacientar, e, & excepgiVr do
seu pai, ningiwm poJia uproxunar-se-
Ihc sem soffrer a aspereza do seu cara\>
ter.
Tantos caprictu e despotisnv)s falig;ivtnir
i til ponto os criados d i casa-, q,ue ;i inaior
parle it queixou formalmeu'to a M. de Saint
Victor, eresolveu ifeixar seu servigo, por
mais pozar que sentisse em abandonnr a tdo
b>ro iiiau. Este, que- no- ultimo- do seu co-
iragdo se doia da conducta da tillvi, poeu
oje DftQ queria attrahi-Ui d-ilogura senao por
noeioik uma traga que havia- muito tem-
po pt^ojncta-lo. aconseiltou1 a- esta boa genlo
quo- ikk> ddsse a monor attuugAo aS> repro-
hensdes e grilories da jpveu despota ; ro1-
coflftmuiidou Ihes particubu-menle que a tulo
respondesse com um sorrwo, e jdmais oho-
decesse ds suas-or-leui, qoando olla as desse
com desabriinento.
Este plauo oi seguido a- risca. Chamiva
The-nt* alguem com a sun costuma la as-
pereaa-t ninguera lhe respoudia.fazia uma
pergucita, ou. mandava cuivv sua h.ibitual-
arrogancia ? todos a escarnocie.Oi so atlasla-
v.mencolheiido- os hombrore a deixavam-
em ura- assombro, quo so era- comparawl- d-
sua (solera. Tbeonia queixou-so disto aiaar-
gameute a seu pai, porsua lida- do quo seriam-
despedidos ila casa. os temerarios quo ba-
viamtousado faltar-lhe ao-respeito d tal
ponto;. porem -M*. de Saint-Victor disse lhe
coift toda a calmuv- propria de- am pai carii
nhoso-o do um wiimo obsorvador : QueU
xas-te com razao,. minha Theouia ; parece
que-todos o> nossos criados- hao furmado-a-
resolugdo do nao-obedueer-te-; masnflo-serdi
isto- mais uma falla- tuu do-que delles T T
hei v4sto inaltrata-losfre'iuontemente, e al)Ur
sar dO'Seu servigp-e paciencia. Tua velha
aia, ella mesmu ndo esldi isenta do teu. ri-
gor ; padoce menos que os outros; porque
te assisti" em tuu- infancto o torn por li o
cwinho do uma mai. Nao-esquogas, minha
filha, quo o inuis seguro. mein de sermos
bem servidos consiste em fuzer quo aryiellos
que a necessiJaile obrigou. a ser criados,
sintam. prazer em cumprir os. scui deveros.
Voudar-te uma prova disto-, eu aqui sou o
A' noite, voltando do espdrtaculo, Theo-
nia dobrou cuidadosameote seu cbale, guar-
dou as luvas e o c ha poo. A criada grave
apresentou-se para a desapertar, tirar-lhe o^,
vostido e pOr-lue os papelotes, como er# Qjy,
costumotaier todas as uoites: Nao nejes-
sito de vos, lhe diz Theouia bruscamente ;
ha de criar necossidades de maior trabalho, amo, e tenho direito para mandar primeiro
q,ue tu, porem. jdmais odei a coimecer a
para nos ndo vermos privados dessas com-
modidades, antes desnocessarias.
Vejam-se os figurinos de modas :
Vestido para occasido do levantar da
ma.
Vestido para de manha.
Vestido para de tarde.
Vestido para casa.
Vestido para passeio.
Vestido para visitas.
Vestido para soiroe.
Vestido para baile.
Vestido para banho.
Vestido para a igreja.
Em presenga desta lista, diga-se se esta
creagao de variedadesnao 6* um trabalho de
crear novas nocessidades, para sentir depois
a necessidade de novos trabalhos.
No tempo dos patriarchal da an%uidade
havia mais cuidado na conservagao dos
dava
i a
aiguin dos raeus criadoe-; por isso tolos
ielles me sac tao devotados, quanto parecem
iiudifferoutospara comtigo.
Dizondo isto, M. de-Saint-Viet >rpux com.
iforga e repatidas voi.es o cordao da cam
'painhado seu quarto t ao mesmotempo, de
differentes pontos c quasi junlos, acodem.
todos os criados da easa. Quo aconteceu
ao senhor ? entrandodiz o guarJa roupa.-
OseohoresUincommodado? lhe perguntoa
o seu lacaio.Pegou fogod casa doseuhor ?
grita bruscamente-o cocheiro.Acontoceria
alguma desgraga 1 tniuha quen la menina ?
interroga a velha aia, acudin la. todo tre-
raula.
Bem to havia, ou dito, toruou M. de Saint
Victor d sua Qlha.... Nio, meus bons
amigos, accrescentou olhaudo-os commovi-
do, nada me aconteceu : quiz aponas pro-
var ovoso zelo d Theonia, quo entende
em outra
A lealdade.
Lealdade I
Eis uma palavra que raras vezes
contra desassombrada d frente dos
seen-
nego-
cios.
A lealdade e um artigo de luxo,
Anda muito alta nos nossos tempos.
E tdo alta que se n8o pode alcangar.
E' uma de tantas palavras que no diccio-
nario da lingua esti escripta com tinta ne-
gra, como significando o luto do passado,
daquillo que nio exbte.
Neste tempo de reformas, tambem o dic-
cionario devia reformar-se.
Existera nelle muitas palavras inuteis.
E" uma riqueza imaginaria da Rngua.
Representam o nosso valor do papel
moeda de um banco fallido
Servcm para indicagdo do que foram e
n8o para representar o que sfio.
S3)uma "gloria do passado, mas uma
iniitili.lade no presentc
Tic-lac de um relogio que Vai marcT
outra hora.
nao resta tempo para pensar
cousa.
Este seculo e o das conveniencias I
E todos devemos convir na inconvenien-
cia de tudo quanto nao e conveniente.
E como da lealdade ndo resullam luoros,
supprimio-se a lealdade como artigo de
luxo.
E vendo-se assim desprezada, d forga.de
humilhagoes, a lealdade transformou-se em
um c5o.
E e s6 no cdo que a vemos symboli-
sada.
Trezentos annos antes de Jesus-Christo,
Diogenes, o philosopho, accendeu uma lan-
terna, e abandonando o seu tonel, sahio
pelas ruas de Syracusa em procura de um
homem,
Se Diogenes vivesse no seculo XIX, nao
se daria ao trabalho de abandonar o seu
tonel para procurer esse substantivo acom-
panhado do adjectivo leal.
Do mesmo modo, ndo sendo Diogenes
philosopho, mas conhecendo a altura a que
chegamos, evitamos o trabalho de continuar
a escrever sobre a lealdade, pela convicgdo
que temos de que e um trabalho inutil.
Guaberto Escalera.
adornos raoraes, o por isso se nao ..,.
Unta importancia ds exlerioridades, de que que ndo so P6de obter do v6s o menor ser-
aaiora nos occupamos, de tal modo que nos vlco* ..
Cada um dos criados, flel as ordens do M.
de Saint-Victor, que Ihes foz entao um sig-
nal de intelligenciaK se retiroude 119vo sor-
rindo-se e erguendo o bombto. Thejnia,
mais furiosa quo nunca, doclarou d seu pai
qoe havia rosolvido. nao dirigir-lhes a pala-
vra, e escusar-sa de seus cuidados.
Sirva-sedtUcs quem quoira 1 gritou
asperamente: nao, ndo quero que um s6
criado, nem ainda minha velha aia, ponha
0 pd no meu quarto.
-r E' o meio do ndo seres jdmais inter-
rompida oas tuas occupagoes, respondeu lhe
seu pai.
Eu mesma farei tudo ; estenderei a
caraa, me vesiirei, e arranjarei 0 meu apo-
sento.
Entdo estards segura de que tudo se
fard d tua vontade, accrescentou M. de
Saint-Victor.
Pege mesmo, continuou Theonia, que
ninguem me sirva na mesa; e para isto cl-
locarei junto d mim uma das masas de
acajii que estdo na sala de jantar, 0 na qual
encontrarei tudo quanto necessitar". -
Approvo teu piano, minha filha, e
prometto ordonar que"tudo se faga d medi-
da dos teus desejos.
Que prazer terei de provar a todos es-
ses criados que nos podemos passar sem
elles, e que nos poderiamos escusar-nos de
Kga los, de mante los, de accumula-los de
neficios, que as mais das vozes ndo fazem
sendo ingratosl
Desejo ardentemente, minha Theonia,
que Ihes dos esta ligdo I
A' datar daquelle dia, a nossa ioven m-
considerada servio-se d si mesma de bebida
ao jantar, deu se os pratos e cortou 0 pdo,
olhan I > inaliciosamentepara os criados, que
pareciam surprozos de.taograudo mudan-
ga... E'corto quO quebWtt uma garrad
de crystal, um prato do porcellanj c derra-
mou uma porgdo de vinho tinto sobre a
toalha ; porem seu pai disse lhe com a cos-
iomadadogura: E'preciso pagar a apren-
[diztgem, e acostumar-se a tudo, u
OS PAPELOTES.
M. de Saimt-Victor, antigo corrector de
cambios, depois de se tornar pai de uma
familia assds numerosa, tinha por unico
amparo da sua velbice a mais raoga das cin-
co filhas, que a morte havia respeitado, 0 na
qual elle reunia toda a sualternura. Theo-
nia, era este 0 nome da donzella, entrava
apenas na adolescencia; prirada de sua
mdi havia muiti tempo, e confnda ao cui-
dado de uma antiga e rospeitavel aia, quo a
tinha visto nascer, havia contrahido o mdo
habito de fazer tudo ao seu capricho, e ndo
seguir sendo 0 quo a sua imagina^do viva
e inexperieute lhe dictava; para direr tudo
ella maudava em casa de s#u pal, jomo se,,
fdra a unioa senhpra,
comproi um espartilho que so ataca par
diaute, eu mesma disporei tudo quanto per-
tence ao meu adorno, e me poroi os pape-
lotes. Sim, sonhora, podois rir e secudir a
cabega, eu ma poroi o> papelotes...
Alinal a velha aia, que a havia criado,
veio pedir-lho a chave do sen aposenlo para
ari-anjar sua cacna, segundo. o costume.
Theonia a recusou, apozardas repetidas ius-
tancias que esta digoa e excellerrte mulher
lhe fez. n
0 que mais particularmeiitc acabou de
assombrar ds possoas emprega-las iia casa,
e ao proprio M. de Saiut-Victor, foi ver, na
manha soguiute, donzella esfregar seu
quarto, varrer, espaiiar, fazeracama, e pdr
tulo em urdom. E' ver lade quo havia qoe-
brado um espelho gra-nlo do toucador, ras-
ga)o um cobertur de itHissuliiia bordada, e
derramado o azoilo da bmpariua sobre uma
pollrona de pekim azul celeste ; pore n sou
pai liie repetia, com a sua> txmlado ordiua-
ria : u E' preciso pagar a- aprendizagem
acostumar-se a tulo.
Tneortia quiz tambem ascender seu fogo.
Muuida de um isqueiro, que a velha lhe ha-
via compraJo, ella cousegsio- infiammar
muitas achue- que havia amintoado- iia.cha
miuo... E' eerto quo quoimou- um- poooo
os dedos, quo fcrio-se contra osferros e con-
tra o marmore, e que a grande quantiitaie
do lunha que havia posto ua chainine estevc
em risco uo incendiara casa; porem-, ou-
tran lo M. de Saiot-Victor, deu-se pressi em
apagar ofogo, rejetiudosempro com calmo :
. E' proviso acosS|ui)ar-se a tudo.
Algumas tioras-depris, Theouia desceu1 ao-
saiao, on lo so aohavam reuuidas nuifeis-pes-
sous cqnridadas paca jantar, nao se- podia
d'.-i*ar de notar a ilesorde:n quo reina>Vt- no
seu vestuari-). Seu vestido, posto de fwves;
for;Kiva sobre os hwmbros as mais ri Ikmlas
pregas. 0 novo espartilho, atacado por
-liaute-, porem provaveimente demasindo
aportalo-por baixo, subia- tdo alto, que ap!
nas se- percebia o Imdo-pescogo de Theonia*
0 lofti^o, posto do kido-, oecultava inteiwi-
mento um-dos seus bombros, emquanto cjuo
0 out-oeslava intuiramento adescoberto. A.A
cinturavoomposta com-muita-graga pela froB*
te, basta por dotraz o>poior effeito itnagiua*
vol. Pbrem 0 que mais impressionava dr|
pessoas acostumadas a- ver odolicado pen-
teado de-Theonia, ecam- seus cabellos, quo
po-tos por ella mos-na.em-papelotes, nao se-|
annelavam-do mo lo algum ; cahiam amas-
sados sobro 0 rosto, cobriam seus olhos fei-
ticeirosr e lho davatiuuma phjrsionomi^ tdo
extraordinaria, quo todos comegaram a es-
talar de-riso, e perguntaram causa de tdo
repentinamudangai M. de SattU-Victor com-
municou a todis os granJes pianos di joven
reform;dorav c aparentouque os approvava
e applaudia.
EntrotantOi Theonia se achava profunda-
meuta) offendida do riso -ironico e geral que
o serf novo vestuaria -havia excitado. 0 que
mais a havia tocado, era ouvtr dizer quo
os seus cabellos, unidos,. chatos e coll dos
sobre a.fronte, prejudicavam a delicadeza do
suas feigoes. Cousente-so do boa vontade
em parecer-se monos elegant-* no vestuario :
porem passar por feia,.quandu see bmita,
e um in arty rio cruel; era superior ds forgas
de T'teonia. Ella formou.o piano de pdr
de nvo d'si mesmo os papelotes ; e, para
que os seus bellos cabellos Itouros podessem
anncfar e format innumeros caehos a ingle-
za, na mesma noite^achandu-se si no seu^
quaalo, ella os passa e ropassa. Comquau-
to queimasse a ponta de uma orelha e rece-
besse uma quaimadura inaior no rosto,
coratu-io ella so consolou,. cobno a eabeta
com.um bairete do dormir, e adorraeceu.
com a-doce esperanga de parecer, uo dia
seguinte, rncihor peuteada que nunca, ode
provar deste- mo Jo quo alia podia dispensar
todo 0 mundo.
Ao despartar, que setproza nao foi a>sua
ide ver que, tirando o seu barreto de dc-iamr,
quasi todos os. papelotes cahiam a sous-pes
com. a mocha de cabelins que cada um.dol-
les continha 1 Ella passa troraeudo a. mao
pela cabega, corro a ver-se no espelho, e
reconhece entdo, ainda que lardo, que o-fer-
ro, de que nao costumava a fazer uso, esta-
va maiaqueuto do.que suppunha,o qpe todo
0 seu cabello seachava queimado. Ira gri-
to de-desesperose Uie escapa neste memento e
attralie ao seu quarto todos os. criados da
cas;, quo, d excepgdo da velha aja, se dis-
punham a inorrer de riso; porem aslagri-
raasde Thetxiia, que corriaraem abundan-
ttia, oscoeliveram. M. de Saint-Victor
acudio logo, igualmente atemorisado com 0
grito quo acabava de ouvir^ 0 menos discro-
to que os seus ciiados, logo, que soubeo que
c .usou a sentimenlo dc sua ulna, nao pdde
conter o riso d vista desta cabega inexpo-
riente meia tosquiada, o-cujo cabello, char
muscado aqui e acolaK controstava tdo siiv
gulannootecom a boruta physionomia a que
ainda na vespera servia do mais belloor-
nato.
Foi nccessario rapar toda a caheca de
Theonia. Durante mais de seis mezes ella
se vio obrigada a trazer uma cabelleira,
que, ainda que irmanasse perfeitaraecto com
a cor dos seus cabellos, estava longe de
adaptar-se d sua physionomia. Ella conhe-
ceu entdo que e impossivel viver na socie-
dado sem o auxilio dos que a oampoe. C*>n-
fessou todas as faltas quo havia commettido
contra as pessoas emprogadas no sorvigo de
seu pai, rogou-lhes que as olvidassem, e se
tornou tdo doce e indulgeote, como injusta
e melindrosa havia sido antes. Todos reas-
sumiram junto dclla o servigo costumado,
e cada um delles, encoutrando no acolhi-
mento que lhe fazia Theonia a reeompensa
de seu zelo e diligencia, tornarara-se mais
solicitos em executar as suas ordens e adivi-
nhar os sous menores dosejos.
Duranto este tempo renasceram os for-
mosos cabellos queimados. e a cabelleira
foi suppriraida. Theonia tornou se tanto
mais linda, quanto um ar de dogura e de
continua satisfagdo davam novo realce ds
suas gragas naturaes; s6mente a queima-
dura do rosto feifa pelo maldito ferro havia
deixado umi.leve cicatriz, cujo signal fi-
cou indelevel : e serapre que Theonia se
mirava no espelho, este memoravel vesti-
gio parecia dizer-lho : v, 0 querer fazer
tudo, e superior as na^as forges ; e, quom
que sejamos., uecjSsitaraos uns dos ou-
tros.
"Da. Antosio Mxnoel dos Reis.
genitor, Jupiter diridio 0 imperio do mun -
do pelos seus irrados : deu a Neptuno os
mares, os infernos a Plutdo, reservando
ra si o ceo, o Empyrio, o Ether e o
ympo.
Liaafuerra tremenda veio logo inquieta-
lo : os terriveis Hlhos repudiados de Satur-
no fizeram escalade aos ceos v "os deuses,
aterrorisados, fugiram para o Egyplo, ate
que Hercules, ou Bacctki, segundo alguns
mythologistas, metamorphuseado em leao,
poz em fuga os coin ba teu tea.
Veocidos os- gigantes, foi um dos- mais
famosos, Encdado, sepultado sob 0 Etm :
dizem os poetas que os lerremtotos eram
produzidos pelo gigante quando mudava de
pxigao|
Ileconquistando a imperio do mundo,
Jupier applicou-se d fotmagao do bomem.
Quiz Prometheu iraita-lc? do limo da terra
fez algumas estatuas e ammou-as'coitf o
raios Migrados que subtralno ao carro do
sol. Jwpiter, irritado, mainJou, por Vulea-
no, eocaJeva-lo ao Caucaso, onde um abu-
tre recebeu ordein do espicagar^he 0 figado,
ijuesoropro-Kreia incessanteraenCe Prome-
Iheufoi salro-aftwrfpor Horcule*, quematou
o-abutre.
Os-outros dbuse* virara com pzar que
Jupiter queria elle so arrogar-so e diroito
de lormar honvensv De accordo* entre si
forrasH-am- eiitao> unw mulher, que recebeu
de cada um deUes- ura dom partteolar :
Pallas-deu-lho a s*bedbrra, Veuus a betteza,
Apollo os- conhecimento* muzicaes, Mfereu-
ri > a eloqiiencia, a* Grafts eiifuitaram*-Jb0
0 pescogwoom umeullhr deouro. A essa
beldade, diqual foi posto- 0 nome de Pao-
dora, que-jignifica ctrm/posto dos 'dons detb~
dot, dou Jupiter uma- boceta fechada 9
mandou-a eutregar Prometheu. Este>
desconfiadov nao quiz- recober a meusageira*
nem o inimo- que trazta ,- mu seu irmfto
jEpimetheu, leuco pela-formosura de Pan-
ilora, acolheu-a com carinho; fe la sua espo-
sa eabrio 0 fatal prosente. Lugo uraa nuvem
de nnles e de crimes envofveu'.i- terra iulei-
ra ;- "Epimetheu pressa-se s-fechar a boceta
mas no fundo desta surge a Esperanga, que
busoa> com suas azasafugenlaros- males.
Os poetas dao o-senhor do* d&uses como
tendo- contrahido vnrias nugeias-. Foram
osposas-suas : 1* Ano, sua itma-j de quem
tfive Hebe e Vulcanu; 2?, ThemiSi-de quem
teve as-Horas 0 as Earcas ; S^feroneav quo
foi mdi ite Venus ; V, Maia qae deu d luz
Mercurio; 5*. Elecl>i que dead* lu Dar-
dano-, 6*V Taygete, mdi do Laaederrewiio ;
p*j Eurynoma, de (fuen teve as-Gragas ;
8*j Mnemosyne, ma das Musae-,;^ Ce-
res, que fe*lo pai de Proserpina ;:10\. Ve-
bus, que d*u dluz oimor.
Cunta-se ainda grande numero- de formo-
Bas mortae^-que este fabaloso deue-'ibertino
^eilazio, ora pela violooeia, ora pla aetu-
oia, ou. oaf traasforraagoes estraagao*es.
'^Vs-principaes- sdo : la#. filha dfr rio-deus
'lhachus, daqaal teve Epapho; Siebe-, G-
'ha de Phoronsue neta-de Iuachue.-.a- qual
tornou-se mai do primeiro Argos ; Semde.
dequem tew Baccho;.: Eur pa, filha do
;tei Agenor, a qual rap>>u sob a fcrma de
_im touro, c-que coiuauiio a Creta* onde
1 fa -la dar d lax Minos, Sarpendon eRbada-
raintho ; Egina, de quem- teve Eaque ;: Au-
Viope, quo deta-lheZetbus-e Ampbibn^ Le-
lla, esposa de Tyndareu.que seduzio sob
a.torma de um cysne, a da qual teve Pol-
io\e Helleha; Cailistaqoafoi mdi -te-AriMis;
'Ukmae, q:e elle seduzio entrando transfor-
roado ora chuva dousoa torro ifc bron-
e em que ella estava gcisioneir.i,. a-a- qual
foi mai tie Perseu ;. Etara de qaem- teve
[Ticya ; Alenaene, que seduzio sob^ aa fei-
goes do roi .tophitridc-,. e a qual twnou-o
pai do Hercules;: Hybris, que deuA-laz a
Pan ; e muttas-outras-que seria longo- enu-
inerar.
Hbuveram- entretaato algumcs- bellas,
perseguidas por Jupiter, que souberam
sempre esquivar-se aos sous ardis-: tal foi
Astoria, irrad.de latent, seduzidb.por Ju-
piter, que tornou-a mai do Apollo eDiana.
Poriplias,. rei de Athenas, meeeceu que
lhe tributas:Mn era vida honcas. divinas.
Jupiter, itnitado,. ia fulmin.vlo, quando a
supplicas do Apollo* metamorphoseou-o em
agma, que- tornou-so 0 animal, seu favo-
rito.
A nyinpha cabra Amalthea,. que ama-
mentara Jupiter, foi collocada entre as
constelltigpes. As outras nymphas que o
trataram, ha sua infancia tiyaram era re-
eompensa- um dos chifres. de Amalthea,.
que proiluzia quanto ellas. deseja vain : fo:
cha mado. cornucopia.
Jupiter era o omnipotente deus dos gre-
gos e romaiios, que davaro-lhe immeasL-
dade& do nomes e qualificagoes rospei-
tosas.
Qjl'E TAL !Um erabaixador ncgre foi-
adraittido d presenga. de um go-rnado&
acistocrata ; na sala s6 fdra de -^roposiU>
deixada a cadtira n que este se asseo-
tava.
Quando 0 embaixador aproxiaiou-se'lhe.
o governad r, sera levantar-sev perguatou-
Ihe:
Entdo seu amo e muito, poderoso ?
0 negro mandou quo se acocorassem
dous escravos que vinham am sua eomitiva,
assontou so sobre elles ; vecolheu-se por
momentos^ e respondeu depois com gravi-
dado :
Ylea amo tem uma inflnidade de ser-
vos como tu, cincoeuta, como o rei teu aaso-
e um como 0 homem que te falla.
Ditas estas palavras, levantou-so e. sa*
hio.
Entrotanto os escr,\vos ndo quizeram; dei-
xar a sala da audienoia ; 0 govornador man-
dou dizer ao chefe da embaixada que os
mandasse buscar; este entdo rospandeu-
Ihe:
. Esses escaavos sabem que nao costu-
mo levar coraigo os assentos de que me sir-
vo. Elles ficam para adornar a sala do
Sr. governador.
SALVA-VIDAS.-Em Southampton foi
langaio ao mar ura navio salva-rldas, ino-
vido i, vapor, da forga de 8'^ cavallos. Cba-
ma-se Pennelti, e seu eapitdo 0 St. Hans
Busk. Destina-se a cruzar no canal, para
dar auxilio a qualquer navio em pe-
rigo.
EMPRESTIMO. Dizem os jomaes in-
glezes que so firmou um contrato em Cons-
tantinopla, entre 0 ministro da fazenda do
imperio oltoraauo, de uma parte ; e da u-
tra um representante do credita movel fran-
ceze uma casa bancaria de Constantinopla.
0 emprestirao e de quinze railhoes de
libras esterlinas, ao juro de 6 por cento.
Jl PITER
Depois de ter expelUlo Saturno, seu f>ro-lTYP.
UO DlARlO-RUA DVQC'E Pa UAaUK
-





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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16699

Full Text
AMO XLIX. MMEM 253
IP ABA A CAPITAL B MJCABE8 OSDB SAB SB PABA
i'4res metes adiantadog......?^^^^^Wp^^^^^^. .
I1 Mis ditos idem......... *.......
For am anno idem................ .
Catla numero avuijo..................
000
1S9000
149000
no
8CXTA FEIHA 10 DE OLTliBBO DE 1873
B FOBA DAPBOVISCIA.
Tor tret mezes adiantados.................
Por aeis ditos idem......,............
For Dove ditos idem..................
For am anno idem.............."....
.> or.
DIARIO DE
PROPRIEDAW DE HANOEL FICUEIHOA DE FARIA & FILHOS.

0 Srs. Gorardo Antonio Alvesd Filhos, no Par*; Goncalvea d Pinto, .no Maranhao; Joaqoim Jose de Oliveira dFilho, oo Cearij i^tnnin> de Lea** Braga, no Aracaty ; Joio aria Julio Chaves, uo Assd; Antonio Marques da Silva, no Natal; Joes Just
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos6 Gomes, na Villa da ftrfia; Belarmino dos Santos Bulcio, em Santo Antio ; Domingos Jose da Costa Braga, em Jfaxaretfai
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanua ; Joao Antonio Macheeo, no Pilardas AlafjLs; Alves d C., na Bahia ; e Leita, Cerquinho d C. no Rio,de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
' .^._
(verino 1h proviuclu.
Xfm:-:>TK l>0 DIA H 07. JULHO DE 1873.
/.* seccnu.
Offldos : v
Ao Exm. brigadeiro oomm md.mte das annas.
Pendendo a fornecimento de vasilhame precise a
pharraacia do hospital miliiar de oeliberacao du
uiraislerio da guerra, que so pode sir tomada em
vista dos esclareeimentas que para satisfacao do
aviso de 2S de junho ultimo exige eii offleio de 8
do cot rente, e que me deverio ser rcmettidos
com a possivol brevi-lade, nao pode ter lugar o
tornecimeoto por ora de taes objectos, comu solici-
ts o brigadeiro dlrect no ofllcio annexo ao de V. Exc, de 19 do correute,
~"li n. 731, que Ik a a*sim respondido.
A') nusmo. -Em cumprimenlo ao arisj do
do miniiterio da guerra, de IS do corrente, sir/ase
V. Exc de expedir suas ordens para que ao !
sargento do 9' batalhao de infantaria Erato Anto-
nio de Souza seja passado titulo de divida do pre-
mio de 300XWHJ, em vista d >s papeis juntos, que
jbb serao devolvidos, e d conformidade coin a in-
ibrmaeao da r particao fiscal daquelle ministerio,
de 14 de junho ulumo sob n oil, devenlo ao
inesmo titulo acotupanliar a certidai de assenta-
uiento da supradita praca.
Ao niesmo. Deferindo o requorimcntod.0 sol-t^';^
dado iavalido do extincto 5i* cor|K> de voluntario
da pairia Joao Joaquim de Albuquerque, autoriso
V. Exc, uos termos da sua infonnacao de Id do
correute sob n. 726, a permittir quo va elle espe-
rar na villa de Iguara-sti a deeis.i i do governs
imperial acarci dj sua baixa ou reforma, com a
condicao pire u, de Ueraorar-se ali por tempo de
tres mazes e de assistir as revistas de mostra nesla
capital.
Ao cipitao do corpo. Para dar cumpriinen-
lo ao disposto no aviso do ministerio dos negocios
da fazenda, de II do corrente. que trans.dilto por
copia, 4rva-*e v". Exe. do informar a esta prosi-
deacia u que constar n'essa capitania sobre a in i
teria de que trata o inesm) aviso.
- Ao director do arsenal de guerra,-Mande
Vine receber nesse arsenal os objectos que se
achavam a cargo do deposito de recrutas e foram
dados em consumo, eegundo consta do teroio jun-
to por copi podendo Vine, tazer a despeza com
a respeclivaconducciio, vi>to nio tor o mesmodopo-
silo caixa de e.conomias licit;u>.
Ao magma. -Mande Vine, a vista do cmlio
cimento junt i, reciber a bordo do vapor Cruzeiro
dj Sul, e conferva-lost nessj arsenal, ale que ps-
_ onoapado conUiudo tuna balanca, pesos e raedidas
do systema m:tri:o para o presidio de Fernando
de Noronha, bom como iguai numero de volumes
.tin os mesmos objectos, para a provincis do Rio
Grande io Norte.
Ao eagenheiw das obras militares. Estando
;iuto:'isado p-.'io aviso do ministerio da guerra, de
4 do correute, a despeia del:29U010, coosunte
do orgameato annexo ao seu ofllsio do 16 de no-
vemoro do anno proximo passado, cam a caiadu-
ra, pintura e concertos indispcns;ivpi< pan eKaa,
na fortaleza do Drum, recommendo a Vmc. que
manda proceder a esse servico.
Ao mesmxTenlo o Exm. Sr. minislro da
guerra por aviso de 4 do corrente a autonsado exc-
cucAo do* reparos, obras, caiadura e pintura do
quartM das Cinco Pon'as, na importancia de....
i'.8i7$980 segundo o nrcamento que eiO annexo ao
sea olHcio de 2 de jalho da anno pissado, cumpre
qae Vmc. mande proceder a esse servico.
2.' serciio.
Actos :
0 pre-idente da provincia, altendendo a pro-
p ista do major commandante interino do 9 bata-
lhao de infantaria da guarda nacional do muniei
pio do 0!i;ida, e tealu cm vista a infonnacao do
respective omm.mdante superior em olllcio de 12
do correntt, resolve, de conformidade com o art.
48 da ki n. (>0i de 19 de setembro de IS30,
Dnmear para o dito batalhao os ollbiaes segnin-
tes:
5." companliia. Capiiao, o lenenlo da 6* Joa-
quim Rabello Pessoa de Britto ; alferes, os 2" sar-
trentoa Marcolino Lopes Cata> e Joaquim Pinto da
da 3' Jose
8'
Caaba Sjuto Maior.
0.* companhia.Tcnente, o alferes
Mareolina da Pjaseca Manguiuho.
7." companhia. Altercs, o S* sirgento da
l-'ranciscj Antonio da Na'.ividade Salaanha.
8.' companhia. -Tenanie, o alferes da 3' Fran-
cisco Camella Pessoa Gavalcante.
0 presidente da privincia, altendendo ao que
rcquereu Daniel Sarmento de Gusmao Guabiraba,
cabo de esguadra do corpo de policia, resolve con-
ceder-lhe jO dias de licenca com os vuncimentos a
3ne tiver direito, para i a villa de S. Bento tratar
t, negocios particulares.
CTicios :
Ao Dr. chefe de policia.Remetio a V. S co-
pi:i dos offlrios ns. 39 e 40 de 2d e 21 do corren-
te. cm qiu o engenheiro Gscal da companhia dos
trilkos urbanos do Recife a Oiinda e Beberibe da
parle do accideule, que Itouve na mesma estrada
na noite de 19; allm de que V. S. provide.icie co
mo for de direito.
Ao juir de direito das executes.De confor-
midade com o que suliciu o Exm. brigadeiro com-
in.i'idanle da-i annas em ofllcio de 19 do corrente
sob n. 727, mande V. S. retirar para a casa dedelen-
<;V> o calcota civil Joao Felix Correa da Cunha, qne
ye acha ao servico da fachina uo Forte do Buraco,
fazeado-o substituir no mesmo servi;o por outro,
quo teaha robustez e cuja senteiiQa seja de pou-
cos annos de prisao.
3.u secqao.
Ac-Ms :
0 presidente da provincia resolve nomear o
promoter publico ia comarca d< Cabo, bacharel
Andre de Siqueira Civalcante, fiscal da culleclo-
ria provincial do resjiectivo mtinlcipio.
0 presidente da provincia resolve nomear o
juomotor publico da comarca de Goianna, bacha-
rei Bonorio Ful de Sigmaringa Vaz Curado, tlscal
da collecloria provincial do respeclivo munici-
pio.
0 presidente da prdvincia resolve nornoar o
promotor publico da comarca de Pao d'Alho, ba-
charel Antonio Dominguos Pinto Junior, fiscal da
coiiectoria pruviocial do respeclivo municipio.
0 presidente da provincia, attendeudo ao
que requereu o adre Albino de Carvalho Lessa,
capellao dos aprendizes menores do arsenal de
vu^rra, e a informa.-io da contadoria a que allude
o offleio do iuS|clor da thesouraria de fazenda,
ft. 572 serie D, resolve abrir sob ua responsabi-
liilado o credito de 1064 a verba -Eventuaes, do
lmnisterio da gutrra para occorrer ao pagatnento
Ad gratiBcacio a quo tem direito o rcferido ca-
pelbo, nlalira a> mez de jnnho ultimo.
Oflifios :
Ao inspector da thesouraria de fizenda. -
Communiw a V. :>., para os devidos fins, one a 19
do correole eatrv u o bacharel Francisco ue Paula
Cavakante Lacerca de Almeida, promolor publico
da eputtrca dc I? larassu, no gozo da licen^a que
I eonceJidi por pntarU de 6 do mez pro-
ximo passado.
Ao mesmo. Ao tenente Basilio Jose de Bar
ros, que tem de seguir para a provincia do Cea-
ra a reunir-se ao 1-V batalhlo da infantaria, para
o qual foi traasforido do 2* da mesma arma,
mande V. S. aju.ttar contas e passar gaia de soc
crrimeato.
Ao mesmo. Transmitto \ V. 8., para os de-
vidos effoitos as iuclusas contas documeuladas da
receita e 4espeza d i enfermaria do presidio de
Fernando de Noronha, relalivas aos mezes d'abril,
maio ( junho altimos. e bem as-mi por duplicata
i parecer da junta de inspeccio incumbida do
exame das diUs contas.
Ao mesmo. Reraetto a V. S., para os devi-
das fins as iuclusas ordens do mmisterio.da gUerra,
de II e 12 do corronto, e a- ordeus do dia lm-
pressas em duplicata ns. 947 o 948, expedidas
pela reparticao do ajudaute general.
Ao mesmo. Communico a V. S., para os
devidos fins, quo a 30 do mez proximo passado
reas-umio o bacharel Jose Francisco de Gojs Ga-
valcante o exercicio do cargo de juiz municipal e
do orphiios do termo de ttuoito.
Aojmesmo.Communico a V.S. quo a i deste
mez aasumio o bacharel Joaquim da Costa Ribeiro
M.ichad-i o exercicio;do cargo de juiz de direito da
comarca da Boa-Vista.
Ao mesmo.Traawiitlo a V. S. por eopia a
portariadesta data, pela responsabilidade o credito de 106* a verbaEveu-
tuaes, -do ministerio da guerra, para occorrer
ao pajjaraonto da gratificacno currespondente ao
mez de junho ultimo, a que tent direito o capellao
dos aprendizes menores do arsenal de.'guerra, pa-
dre Albino de Carvalhe Lessa.
Ao mesmo. Remetto a V. S. os tres inclusos
decretos de nomeaeio de Jost- Felippe Nery da
iva, Antonio Viceute da CisU e Jose Paulo de
s para exercerem os lugares na recebedo-
ria e alfandega desta provincia, aitm de que so-
jam entregues aos mesuios. depuis de pagos os
direitos devidos.
Ao mesmo. Declaran lo-me o Exm. Sr. mi-
uistro da guerra, no aviso de 4 do corrente junto
por oopia, haver solicitado do da fazenda a expe-
dicao drf ordens, pira que por conti do 14 -
Obras militares do corrente exercicio, seia con;
cedida a essa thesourar.a o credito de 37:327Ji9o
para as obras consumes da labella annexa ao
citado aviso, recommendo ne-ta data ao eng'e-
nheiro qne proce la a exeeucao das di as obras
com excep.ao da do quarlel para .a companhia
tie cavallaria, por depener da eseullia de lugar
para su c nstrucgao ; o que commuuico a V. S.
uara os tins coitvenieutes.
Ao mesmo. Mande V. ?. entregar ao chefe
de divisaoJeronymo Fraucisej Gonclvesou a quern
se uiostrar autiirisado, a quantia de 2:000i para
irticorrer as despezas extraordiuarias que tem do
ser feitas pelas corvetas Piiraense e Vital d'Oli-
ceira, na commissio de sondagem para assenta-
nento do cabo eleclrico trausailautico submarine;
conf inne solicit ou o mesmo chefe em seu offleio
datado de hoje sob n. 230.
Ao mesmo.Transmitto a V. S., para os de-
vidos tins.'a palente imperial de reforma do uoro-
nel Goriolano Vellozo da Silve ra, e a de nomea-
cao do tenente coronei Belmiro da Silveira Lias,
jommandante do batalhao n. 25 di municipio da
Bseada..
Ao mesmo.Com.nunic i a V. S., pra os de-
vidos tins, que a 2 do correutj assumio o juiz
municipal do termo da Boa-Vista, bacharel Fran-
cisco Accioly Santiago Lins, o exercicio do res-
pectivo cargo. .
Ao inspector da thesouraria provincial.
informe V. S. com urgencia quaes as di .idas do
arsenal de guerra, que, sondd reclamadas, ainda
nao foram pagas por falta de verbajalim ; de que
esta presidencia solicite ao Exm. mmistro da
guerra credtlo para pagamento das mesinas.
4' skquo.
Aeto:
0 presidente da provincia, altendendo ao
que requereu Henedina Floresla dos Santo* Cor-
oefro e Jesuina Alexandrina de Carvalho Pedrosa,
pnfessoras de instruccao priraaria, esta da eadeira
da povoacao de Daarte Dias, da freguezia da Glo-
ria de Goita, e aquella da de S. Jose de Ipojuca,
e tendo cm vista a informacao do director geral
interino da iastruerao publica de 3 do corrente,
resolve, nos term is da lei n 2i>2de2l de julho
de 1848, consentir que ella< permotem as suas
! cadeiras.
Olflcios :
Ao director geral interino da insiruicao pu-
blica.Accuse recebido o ofllcio de V. S., dehen-
tem datado, e fico inteirado de haver silo appro-
vado pel) conselho, director, para ser admittido
nas aulas publicas, de conformidade com a deli-
bara<;:io do mesmo conselho' tomada a 29 de outu-
bro de 1868 e approvada por esla presidencia
por olllcio de 6 do fevereiro de 1869, a obra inti-
tulada -Resumo ie Hisloria Biblica, mandada pu-
blicar pelo illustre. bispo do Para D. Antonio de
Macei'1 Costa.
Ao juiz de paz mais volado da freguezia
do Bonilo.-Em resposta ao offleio d9 Vmc, de 7
do corrente, tenho a dizer-lhe que, nos termos do
art. 11 das instruc.oes baixadas com o aviso n.
168 de 28 de juuln de 1849, considera-se con-
clu'da a qualificacao deste anno para por ella
ser feita a eleleao de vireadores e juizes de paz
dessa parochia, que deve ter lugar no dia 23 do
mez vindoure, vislo como nio ha recorrentes das
deliberacoes da respectiva junta para o conse-
lho municipal de recurso, como declara Vmc. no
seu illudido ofllcio.
Ao !. juiz de paz da freguezia do Limoeiro
Nao tendo Vmc. presidido parte da primeira
reuniao e a segunda da junta de qualifieacao des-
sa parochia, nao lite compete satistazer as formali-
dades de que se resente a respectiva copia devol
vida por esta presidencia para tal fim, porquanto
nao se trata da presidencia da junta, que esta en
cerrada e que Vmc. podia assuinir na qualidade
de juiz de paz mais votalo, logo que se apresen-
tasse, e sira da legalidade de copia que foi expedi-
dida pelo seu immediate, e outros que presidiram
a mesma junta a quera compete dar cumprimento
as ordens desta presidencia, contidas no uieu offleio
de 21 de junho findo, que Vmc. devera e:ilre-
gar-lhe.
Ao juiz de paz presidente da junta de quali-
fieacao da freguezia do Limoeiro.Era resposta
ao seu offleio de 14 do orreate, tenno a diz r-lhe
3ue compete a Vmc. dar cumprimento as ordens
esta presidencia, salisfazendo as fermalidades que
faltaram na copia de qualifloacao dessa parochia
devolvida para tal fun, porquanto foi Vine, o pre-
sidente da junta que a concluio. Nesla data ofllcio
ao !. juiz de pu, recoramendando Ihe que the
remetta a opia da qualifieacao e o offleio devol-
vido.
I'ortaria :
A' camara municipal do Bom Cousclnc
Para satisfazer o disposlo no aviso do mini>teriu
dos negocios da agricultura, commercio e obras
publicas de 11 do corrente, relativ*mente a cons-
truccao de um ramal de bilela estreita, que par-
Undo do Poeo do Coelho, por oude devera seguir a
estrada de ferro do Recife a S. Francisco, va ter
minarem Papaoafa, passando porPalmeira de Ga
r.iununs e Pv.o Comprido, atravessando o Riacho
Serco, proximo do Brejao e do rio Parahyba,
presle a camara municipal da villa do Bmi Con-
selho as informacoes que entender convenientes,
alim de que possa o governo imperial resolver so-
bre a vantagem de mandar proceder desde ja aos
esludos do mesmo ramal.Mutatix mutandis a
camara municii al de Garanhuns.
a* tecfio.
Olflcios :
Ao engenheiro Joao Martins da Silva Couti-
nhoPara satisfazer o disposto oo aviso do mi-
nisterio dos negocios da agricultura, commercio e
obras publicas, de 11 do corrente, relativamente a

constratcao de am ramal de bitola eslreita, que,
partindo do Poco do Coeliio, por onde devera se-
guir a estrada de ferro do Recife ao S. Francisco,
va terminal- em Papacaca, passando por Pahueira
de Garanhuns e Poco Comorido, atravessando o
Riacho Secco, proximo do Brejao e do Rio Para-
hyba, presle Vmc. as informacoes que oulemlor
convenientes, Mini de que possa o goverao
rial resolver sobro a vaalagem de nsli
der desde ja aos estudos do aims mflML
A1 oommissao encarreni* d* examinar os
apparolho- da compauhia Recife Drainage.-He-
meito a Vines, para tonurem aa devida cousidera-
cao copias da peti^o do negociaate Antonio
Duarle Vianm e de infnnnava i que em data de 11
do corrente sob u 279 prestou o engenheiro chefe
da reparti'.-ao das obras publicas, acerca do tras-
bordamento d'agua, provenicnte do arrombamento
do cano -de cbambo no appareibo da rotupaakia
Becife Dtfainsge, assentado no estabelocimento do
mesmo uegociaute. sito a ua do Bario da Victo-
ria n. 22.
Portarias :
Os Srs. agentes da compauhia de navegacao
brasileira mandem transportar por conta do mi-
nisterio da guerra no vapor Para, para a Bahia, o
alferes Heracio da Rocha e Silva, que foi classiG-
cado no 18.* batalhao de infantaria, e para a curte
o tenente Melanio dos Reis Pereira do Lago, que
vai servir no 20. batal ao, e- bem assim o soldado
'oao Pereira da Fonscca, que segue a reunir-se
ao 5.* batalhao de artilharia, para o qual obt.-ve
transfereucia.
Os Srs. agentes da companhia de uavegacao
brasileira mandem dar passagem para o Ceara
por conta do ministerio da guerra, no vapor Cm-
zeiro do Sul, ao tenente Basilio Jose de liarros, que,
seudo do 2.* batalhao de infaniaria, foi transferidi.
para o 15." da mesma arma.
EXPEDIBNTE DO SBCHETARIO
/.' secqao.
Offlcios :
Ao brigadeiro commandante das annas. S.
Exc. o Sr. presidente da provincia, tendo dado as
providencias precisas para o embarque dos teuen-
tes Melanio dos Reis Pereira do Lago e Basilio
Jose de Barros, do alferes Horac.o da Rocha e Sil-
va e do soldado Joao Pereira da Fonseca ; assim
o manda declarar a V. Exc, em resposta aos seus
olflcios de hontem datados sob ns. 734 e 733.
Ao mesmo.S Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. Exc, em resposte ao
seu ofllcio de 10 do corrente sob n. 728, que o
director do arsenal de guerra foi aulorisado a re-
colher no mesmo os objectos dados em consumo
pelo deposito de recrutas, e bem assim a far a
despoza necessaria com o transporte de ditos ob-
jectos.
Ao mesmo.S Exc o Sr. presidente da pro-
vincia, tendo providenciado no seotido de ser
substituido por ontro, nas coudicoes exigidas no
olllcio de V. Exc, de 19 do corrente sob n. 727, o
sentenciado que se acha ao servico da fachina do
forte do Burico ; assim o manda communicar a
V. Exc. em resposta ao seu ciiado jflki".
2." secgao.
Offlcios:
Ao Dr. chefe de policia.0 Exm. Sr. presi-
dente da provincia nunda transmittir a V. S. os ti-
tnl.w juntos da nMnes.tao do t* e 3'supplentes do-
delegado do termo de S. Bento, do 1'supplente do
subdelcgado do 1 distnclo do dito termo e do 1*
supplente do de Canhotmho, tambem do mesmo
termo de S. Bento, e finalmente o de 1' supphnte
do subdelegado do I' districto do termo do Brejo.'
Ao commandante superior de Oliuda.-O
Exm Sr. presidente da provincia manda declarar
a V. S. que, por portaria desta data, e de confor-
midade com a proposta que veio annexa ao seu
ofllcio de 12 do coren'.e, foram nomeados para o
9J batalhao de infantaria da guarda ntcional sob
seu commando superior os ollciaes consumes da
relacao junta.
Ao commandante superior de Santo Antao. -
0 Exm. Sr. presidente da provincia inanda decla-
rar a V. S., para os devidos lias, quo nesta data
se envia para a thesouraria de fazenda a patenle
do tonente-coronel commandante do batalhao n.
2d da guarda nacional da Escada, Belmiro da Sil-
veira Lins, afim de serem pagos os direitos de-
vidos.
Ao juiz de direito da Boa-Vista.-0 Exm.
Sr. presidente da provincia manda accusar o re-
cebimento do offleio de V. S., de 23 do mez proxi-
mo passado, em quo participa ter convocado para
23 de julho correnle a t" sec.ao do jury do jermo
da Boa-Vista.
Ao bacharel Francisco Accioli Santiago Lins.
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda ac-
cusar o recdbimento do ofllcio de V. S., de -6 do
corrente, em que participa ter a 2 deste mez ro-
assnmido o exercicio do cargo de juiz municipal e
de orphaos do tcr.no de Boa-Vista.
Ao bacharel Joe Francisco de Goes Cavalcao-
le.0 Exm. Sr. presidente da provincia manda
accusar o recebimento do offleio de V. S., de 20 do
mez proximo passado, parlicipando ter nessa data
assumido o exercico do cargo de juiz muuicipal e
de orphlos do termo do Bomto.
Ao bacharel Joio da Costa Ribeiro Machado
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda de-
clarar a V. S. que flcou inteirado pelo seu ofllcio
de 2 do .corrente de haver nessa data assumido o
exercicio do cargo de juiz de direito da comarca
de Boa-Vista.
Ao bacharel Francisco de Panla Cavalcante
Lacerda de Almeida.-0 Exm. Sr. presidente da
provincia inadfla accusar o recebimento do offleio
de V. S., de 19 d > corrente, em que participa ter
entrado no goso da licenca que Die foi concedida a
6 do mez proximo passado.
Ao -coronei Goriolano Vellosi da Silveira. -
Por esta secretaria se participa ao Sr. coronei Co-
riolano Velloso da Silveira que nesta dota se envia
para a thesouraria de fatenda, afim de serem pa
gos os direitos devidos, a patenle imperial, qne o
reforma em o dito posto.
5."- teccao.
Offlcios :
Ao engenheiro fiscal da companhia de trilhos
urbanos do Recife a Oiinda e Bel*ribs. 0 Exm.
Sr. presidente da provincia manda accusar a re-
eepc*o dos offlcios de V. S., ns. 39 e 40 de 20 e 21
do corrente, nos quaes retoe o accidente que se
deu na noute de 19, do qual result jo a niorte de
um homem do cor preta, de nome Antonio Ferrei-
ra, qne dormia sobre os trilhos ; e commanicarlhe
ao inesmo tempo que nesta data remetteu copias
dos mesmos ao Dr. chefe de policia para proceder
como for de direito.
Aos agentes da companhia de navegacao
brasileira.De ordom de S. Exc o Sr. presideute
da provincia, podom Vs. Ss. laser seguir a'lia-
nha as 5 horas da tarde para os port os do nor-
te o vapor Cruzeiro in Sul, ehegado do Rio de Ja-
neiro e escalas.
Moreira do Mendouca. Sim, pa-
nacionaos.
Soarcs de Almeida.Sim.
Mariano. Informe o Sr. inspector
its thetouraria provincial.
Jst Albino dos Santo?. Requeira ao governo
do Livramenio. Informe o Sr. director
das ohras publicas.
Emilia Fortunata 4e Gusmao Lobo. Informe
o Sr. fyvedor Ja Santa Casa de Misericordia.
Frzncisco Antonio da Silva. Informe o Sr
Pr ihajr de policia.
PHmciiea de Panli Lima de Sauta Anna. In-
form* o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Fraucelino Hermenegildo de Souza. Sim.
Joaifutm da Silva Rarbosa. Entregue-se me-
diante recibo e nao havendo inconvenienle.
Jose da Silva Alves. Informe o Sr. Inspector
da thesouraria de fazenda.
Jose Goucalres Ferreira Castro. Dirija se a
llifsooraria provincial.
Josapnina Maria do Espirito Santo. Dirija-sc
ao Sr. inspector do arsenal de mariuha.
Joaquina Maria da Concwcao. Junto cerlidao
de idade do menor de que trata.
Joaquim Francisco de Arruda. Passe portaria
concedendo a licenca pedida.
Jose Vietorino de Paiva. Deferiilo coin ofll-
cio desta data a camara municipal da villa de Pal-
mares.
Mafia Amelia de Aguiar. Informe o Sr. di-
rector do arsenal da guerra.
Conego Simao de Azevedo Campos, r- Informe o
Sr. inspector da thesouraria de f izen la.
Tliere.-a Maria de Jesus. Iudeferido.
- 8
Claudino Jose dos Ssntos.Sim.
Francisco Sergio Fltregcio da Cunha. Iudefe-
rido a vista da inforuuean. -
Genoveva Lanrentim de Andrade. Deferido
com ofllcio desta data a ihesouraria de fazenda.
Joanna Maria do Naseiinonto. Sim.
Coronei Jo.-e Maria ndofonso Jacome da Veiga
Pessoa c Vtello.Forneca-se.
0 mesmo. Idem.
Joanna Damascena Olympia Baptista.Informe
o Sr. Dr chefe de policia.
Jose Ignacio d'Avila. Informe o Sr. inspector
da thesouraria de tazeuda.
Capitao Lniz Francisco Teixeira. Forneca-se.
Mauoel Vicente Gomos VidLRemcttido ao Sr.
commandante do presidio le Fernando de Noro-
nha, para satisfazer q que pde o sunplicante.
MaDoel Januario de Arruda.Deferido com of-
ficlo desta data a thesouraria de fazenda.
Pedro Ivo de Holland* Chacon.Deferido com
ofllcio d-udata a thesiurarii provincial.
Secretaria da presidencia de Peruambuw, 9 de
outubro de 1873.
0 porteiro,
Stlvino A. Rodrigue*.
Coimutanilo dtss nrmun.
JUAKTEU GESUUL DO COMM.V>00 0\S ARMAS
DE rER.\AMDUC0, EH 9 DE OUTCBRO DB
1873.
Ordem do dia n. 769.
O brigadfiro commandante das armas faz pu-
blico para conhecimpn'o da giarnieai que nesta
data se apresenUram. vindos hon'.ein da corte, os
Srs. capitaes Raymundo Hemigie de Mollo do 9
hatalliao deinfantariae aggregado Manoel Joariumi
Machado addido ao deposito de recrotas, ojqual em
virtude de portaria do ministerio da guerra de 23
de setembro ultinn, vem aguardar nesta provin-
cia a decisao dc sua reforma.
Assignado.) Minoel da Cunha Wandaiey
Lint.
Conform;.0 alferes, Jose EUzhri> dos Santos,
aj.iiinte de ordeus interin) eucarregado dj de-
talhe.
Rcpurtif Ao da policia.
!." sRC^ao. Secretaria da policia dc Pcrnambuco,
9 de outubro de 1873.
N 1738 Iltrn. eExm. SrParticipo a V. Exc
lue, foram recolhidos hontem a casa de detencao
os individuos seguintes :
A' ordein do snbdelegado do Recife, Pedro Ale-
xandre Ferreira, a requisicSo do capilao do porlo,
Maria da Concei.ao, por disturbios.
A" ordem do do 2." district"} de S. Jose, Mareo-
lina Ballarmina de Oiinda, por disturbios; Angelo
Cusiodio de Abreu c Jos6 Bernardo de Oliveira,
por espancameulo.
Segundo comraunicou-me o delegado d Agua-
Preta, em ofllcio de 6 do correnle, no dia 3, no
engenho Solidao do districto da Pregnica, daquel-
le termo, suicidou-so, par meio de estranguhmen-
to,.um escravo do capitao Ernesto Miliano da Sil-
veira Lessa, proprietario do d to engenho, sendo
a isso levado por haver sido castigado. Sobre este
facto procedeu-se nos termos da lei.
Finalraeole, a ordem e a trauquillidade publicas
nio soffrcrara alteracao.
Deus guarde a V. Exc-Illm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, dignissi
mo presidente da provincia.0 chefe de policia,
Antonio Francisco Correia de Araujo.
DlARTODEPERNvMBTJUO
1873.
DKSPACROS DA PRESIOCIA DB 6 DB OUTUBRO
DB 1873.
Antonio Francisco Martins de Miranda.Nesta
data solicito credito d) governo Imperial para o
pagamento qie trata o supplicant*.
Bernardina da Costa Paula Moraes. Idem.
Carlo*' Magno da Silva. -Forneca-se.
Christovao da Rocha Cunha Souto-Maior. la-
forme o Sr. inspector da thesouraria provincial.
Fielden Brothers. Deferido com offleio desta
data a thesouraria de fazeada.
Francisco da Rocha Passos Lins.Informe o Sr.
commandante superior da guarda nacional do
municipio do Bonito.
RECIFE. 10 DE OUTUBRO DE
M"f>ticlas da lluropn.
Chorea hontem as 10 horas do dia o vapor fran-
cez Mcndoza, da linha de Bordeos, trazendo datas
de Lisboa ate 23 de setembro. Dos jornaes e car-
tas recebidos, colhemos o seguinte:
FBANCA.
Uma nota da ageneia Havas desmonte a noticia
dada por quasi todos os jornaes francezes de que
0 governo francez estava resolvido a propor n'uma
das primeiras reuniSes da assemblea nacional a
proroga^ao dos poderes do mareehal Mac-Mahnn,
e affiance quo o conselho de ministros ainda se nao
occupou de semelhante assumpto.
E', porem, certo quo esta soluc5o vai ganhando i
cada uia maiores adhesdes na imprensa conserva
dora ; embora para uns ella siguifique a consoli-
dacao de um regimen de forma republican!, e o
termo pro visor io, ao passo que outros nio querem
ver neste expedieute senio a manutencao do statu
quo.
0 gabinete de 24 de maio, presidido pelo duque
de Broglie, nao tem na assemblea maioria mais
forte que a que tinham os altimos gabineles orga-
nisados pelo Sr. Thiers, mas tem no paiz menores
sympathiis.
As ironias e os ataques dos proprios quo os aju-
daram a subir ao podw devem fazer-lhc ver que
nio sr ensaiaram muito para o fazer baquear, no
momenta em que se Ihes tome am estorvo, ou um
instrument inutil.
EsU perspectiva tra-lo de certo modo perplexo,
pois sao visiveis as suas flaetuacoes, e bem pode
ser jue a taboa de altacao a que se agarre nos
uliitnos apuros, nao seja senao uma fragil cspe-
ranca destinada a lesapparecer com elle.
Falla-se em uma pastoral do arcebispo rte
Paris, qne ja foi causa de explicates na ultima
sessao da comimssao permanente da assemble! na-
cional.
Esla pastoral, sob pretexto de fallar de assumptos
religiosos, nio e mais que uma violenta philippina
1 contra a unidade italiana. e am appello directo a
Europa, Dart, fazer cessar o escandalo da occupa
1 cio de Roma.
Diz qne se a Italia, se os reis da Ear >pa, nao
responderem a este appello, e nao cancellarem o
a attentado contumm-ido no centra da catkolicida-
de, serao casiigados. Deus servir-se-ha dos
uialvados para sj fazer justi^-a a si mesmo.
Esta linguagem causou, como era natural, im-
pressao inaitissimo desfavorav.il.
Na coramissao permanente da assemblea nacio-
nal, foi o governo inlerpellado sobre a pastoral do
arcebispo de Paris, na parte que ella tiuha de in
juriosa e provocadora para o rei da Italia.
Itespondeu o duque de Broglie, recordando que
o goverao por ados diplomatics* officiaes, tinha
mostrado a sua intencio de viver cm paz com a
Italia e com o resto da Europa.
Sera repudiar explicitamenle a linguagem de
Mr. Guibert, declarou que uma pastoral deste pre-
lado nao podia, de modo algum empenhar a res
poosabilidade do goveruu.
A opiniao publica na Italia, vio na linguagern
do arcebispo de Paris uma vurdadcira declarayao
de guerra, feita a unidade italiana, cm nome ie
um parlido que de dia para dia cresce em auda-
cia ua Franca, e ale o gabinete do Qu rinai julgou
dever ordenar a apprehensao dos jornaes que a
reproduziram t por conter amea^as de dostruico
a contra a actual ordem do cousas na Italia. *
0 Fredemblast, jorn il allemao, interprctc da po-
lilica de principe de Bismark, apresenta a viagem
de Victor Manoel com o dm espresso de uma tri-
plice allianca eutre o imperio da Allemanha, a Ita-
lia e a Austria.
Noticias de Bcrlim dizem que entre os gabine-
les de Berlim e o de Copenhaguc ha negociacoes
para um accordo relalivo ;i exeeucao do arl. 9 do
traiado de Praga, sendo a base d.-stas negociacdes
por uma parle, a restituicao do Sleswig oriental a
corOa da Dinamarca ; por outro, a enirada desla
potencia na coliigacao que o prinripo de Bismark
prepara com todo o afan.
Este duplo tbema, e acompanhado de variantes,
mais ou mmios aJmissiveis, mas todss ellas con-
vergem para o mesmo ponto, isto 6, a indiear os
esforcos em que se empenha a infaligavcl habili-
dadc do chanceller allemao para organisar uma
vasla colligaeAo de vigilancia em face da naca
franceza.
0 Wolk-frennd dc Vienna, organ do prclado
catholico, Mr. Rauscher, que apezar de catholico
e dc prelude nao e ultramontano, o receia para a
sua patria a repercussao d is tcnlativas que sc fa-
zi-m era Franca. faMando da viagem de \ ictor Ma-
noel, diz o seguinte :
i Foi a dosgracada polilica de Broglie, foi a pro
a jeciada rest.iuracao da rcaleza Icgituna, foi, mais
que tudu, a ruidosa ingereucia dos interesses ca-
a tholic;s na polilica, foi a ostentacao que se fez
t de urn accordo com o vaticano, que impozeram
a a Prussia e a Italia uma solidaricdade de inte-
t resses c dc algum modo as obrigararn a esla al-
i lianca c a uma fralernidade dc armas. u
BGL'ilCA-
Ha grande animaeSo em Anvers em consequen-
cia da elei.;aodos dons represenlantes da camara
belga, na qual o parlido liberal resolvera lutar
com cnergia para facr passir os sens canli-
datos.
Ha ainda outros motives dc prooccupacao em
Anvers, cm consequencia da inaugurarUo dos esla
bale-imenlM mariiimos do Flessingue.'
A cren.ao dos eslabelecimentos maritime de
Flessingue, e a conversao desta pequena praca for-
te, e insigniflcanle porto milit.ir em um porlo mer-
canie 6 am aeaeioeimeftta da magna importancia,
nao so para a Hollanda, mas tambem por diversas
razoes para a Helgica.
Anvurs receia (|tie a portagem di Escalia
oriental, e a CGriStraccAo d) caminh) de ferro que
liga a ilii i de Walche'ren ao resto da Hoi! mda e a
Allemanha, faijam de Flessingue o pmlo de parli-
la de uma grande viaferrea a que os idvos esta-
belecitneiitos maritim is podem dar uma conside-
ravel importancia commercial.
Esta ameac.i de uma concurreacia seria, traz,
jiois, preoecupada a cidade de Anvers, que ainda
nao tem uma linha ferrea que a ligue d-.ivctamente
com a Allemanha,
ITALIA.
0 rei Victor Manoel gauio de seus estados no
dia 16 de setembro,acompanhado pelo presidente
do conselho de ministros o Sr. Minghelti, e pelo
miustro dos negocios ostrangeiros; len:iona de-
morar-se uns quinze dias em Vienna c em Ber-
lim.
No dia 30 de setembro, por occasiao doanniver
sario.natalicio da imperatriz augusta, o rei da Ita-
lia acompanhara provavelmente o imperador da
Allamanha a Bade; e d'ahi entrara pela Suissa na
Italia.
0 principe herdeiro Humbert] licou encarrega-
do de prover aos negocios correntes, sem o titulo
de regente, nem de vice-rei.
0 conselho municipal de Turim deliberou trans-
fer^ para o dia 4 de novembro a iuauguracl) do
monumento ai conde deCavour, tendo atiencao nao
so ao estado sanitario da peninsula, e a ausencia
de toda a aristocracia que se acha do carapo ; mas
tambem a viagem da corte e da familia real.
A imprensa liberal da Italia occupa-se do li-
vro do general La Marmora, puhlicado no mesmo
dia da conlinnacao official da partida de {Victor
Manoel para a Austria o Allemanha.
Por causa desta comcidencia as suas apreciv
cdes sao feitas com a maior circumspeccao..
0 Diritto nao ve naquella publieacao senao uma
apologia pessoal; e diz que se o general nao
livesse tido esta inlencao, teria recuad) perantejo
perigo de revelar desconfiancas entre as duas na-
c3e3 que e.n 1856 tinham seutido a necessidade em
eoncordarem n'umi politica commum.
0 honrado general, dizo Diritto, faz sahirdo es-
qnecimonto factos que se passaram em outras cir-
cumstancias, que nao sao analogas as actuaes, e
a que os aconteciraontos ja derara uma resposta
concludenle. 0 general conta nos as hesitacoes
do governo prussiano, antes do tratado de allianca
e expoc os tub tntehdid t quo deviam dar a esse
Iratado um alcauce inteiramente differente. Pu-
blicando grande numero de despacbos, de memo-
rias, de notas que parecem ser deslinada3 a forne-
cer os fundamentas para um acto de accusacao
contra a Prussia, parece ter por fim desviar a Ita-
lia de uma nova allianca que as actuaes circums
tancias politicas tornam necessaria.
SUISSA.
A coramissao de conselho uacional suisso encar-
regada da redaccao deflnitiva do projecto de revi-
sao que vai ser apresentado a assemblea nacional,
desempenha com aclividade a sua missao.
0 tiouvellittc de Bale, da a enumeracio das dis-
posir^Ucs que foram approvadas na ultima sessao, o
que eram das mais controversas.
0 anigo relative aos bancos re!vindica para o
podei federal a legislacao sobre os bancos deemis-
sao. A coramissao rejeitou a proposta do Sr. Kai-
ser, a favor do um banco federal.
Os artigos relatives aos cultos contcem tambem
materia nova.
E' abolida a jurisdiccao ecclesiastica ; as func-
cdes ecclesiaslicas nao subordinadas a prova de
uma instruccao scientilica seria; a creacao de dio-
ceses deve ser approvada pelo poder federal; e
flnalmente a nunciatura da Santa Se, e supprimi-
da na Suissa.
HOLLANSA.
A imprensa hollandesa classifica o future gabi-
nete de conservador ullrammtano.
0 seu chefe Van-Lynden apesar de ser protes-
tante, ainda ha pouco se proclamou a si mesmo
de homem de estado chritOo, Os outros cavalhei-
'ros que se nomeara como tendo mais probabilida-
des de formarem parte do gabinete, dous sao ca-
tholicos, e os resumes pertencem a extrema di-
reita.
Alxuus jornaes classilicam a nova administiacao
de governo de combate.
Um telegramma da Haya aununcia em termos
formaes que o Sr. Van Lyndon nao cousegnio for-
mar novo gabinete e que renaaciou ao mandato
que havia recebido do rei.
A sua i in potencia deve ser atlribuida a reeosa
de muilos homens politicos, sobro o coneurso daw
quaes, elle tinha julgado poder con tar, e que pro-
vavelmente rceuaram ante a fraqueza do parlido
conservador, e a necessidade quo leria o gabineto
para viver, de coniar com o coneurso ou dos ante-
revolucionarios, ou dos liberaes moderados.
Como a sessao se devia abrir no meado Je se-
tt mbro e era prociso que nessa epuea hcavesse
governo, era provavel que a coroa, que ja linha
entrado em negociacdes com o Sr. Frausen Vande
Putte, minislro das colonias, chamara novamente
e que este estadista tcntara um esfurco supremo
para reconstituir uma administracao liberal sobre
novas bases.
Indicam se duas solncoes : ou o Sr. Van de-
Pntie procura formar um gabinete de fosao, coa-
vidando a tamar parte na admiuistracao alguus
consorvadores moderados ; oa procurari eomple-
tar o gabinete com membros do partido liberal ;
esta ultima e a quo tem mais visos de probabi-
lidade.
Falla-se no general Weiler para minislro da
guerra, e nm professor de direito da Amsterdam
para a pasta da justira.
0 rei abstem-se de abrir pessoalracnte a sessao
legislati"a, dia razao do estado de incerteza e da
crise em que so acha o governo do paiz.
0 minislro do interior foi eucarregado dc Ier
a mcnsagein da coma.
0 London and China express publica sobre a
queslao de Atebiu um inleressaute artigo, que diz
ter sido comnmnicadn polo emhaixador deAtchina
ao sultao de Consiautiuopla, e que contem porme-
nores ineditos, e de grande intercssc, que o go-'
verno Holland z sempre se tem rocu.-ado a es-
clarecer :
Depois de passar em revista tudo o qur tem sido
tentado pelos hollandezes para se apoderarem do
Alchm, publica as condicoes impostas peloSr.
Nieuwenhniien em abril ultimo, antes da declara-
cao de guerra, e eram as seguintes :
1." occupacao do paiz, pelas forcas hollande-
zas.
2.* cessacao de todas as relacoes enlre o sultao
do Atchin e as potencias estrangeiras, e especial-
mente a porta ottomana ;
3.* abolicao completa da escravatura e da pira-
taria ; ,
4." substiluicao da bandeira ottomana pela ban-
deira dos paues baixos.
?." Oi atchmezos seriam considerados sabditos
hollandezes:
0 sultao de Aichin pedio Ires mezes para res-
ponder a esle ultimitum, mas foi-lhe coqoedida
uma bora.
0 sultao d'Atchin respoudeu coin uma recusl
abivluta, ajuntando que os atchinezes defenderiam
ate a ultima gota do seu sangue a sua indepen-
dencia ; que renunciar a snzerania da Porta, seria
renuneiar a sua religiao, pois o sultao de Constan-
tinople A n ehef do i"d.inii"io.
Apenas foi transmillida esla resposta, os hollan-
dezes declararam guerra, e abriram o bombardea-
mento contra a cidade de Atchin
Como os dous fortes que dominam a cntrada do
porto nao rcspondessem ao fogo inimigo, desera-
barcaram dous destacameutos, cada um de 200
homens ; iinmediatamenle os atchinezes llzeram
uma soriida e cortaram-llics toda a coramunica-
cao com os navioj.
0 prinieiro destacamento foi comp'.elamente des-
iruido. _
No dia seguinte desembarcarain dous mil ho-
mens de infantaria e 500 de cavallaria, sob a pro-
tec, io do fogo dos navios hollandezes.
lie ainbos os lados se combateu com igual bra
vura; as ties horas da tarde os hollandezes tive-
ram de retirar, c ganhar em desordem os seus na-
vios, deixando o campo de batalha juncado de ca-
davere:, de foridos, e de armas abandonadas. As
perdas dos Acthiucz:s foram de mil mortos e ou-
tros tantos feridos.
Os hollandezes reelamararu os seus morlos e
feridos, o que lhes foi logo concedido, com a con-
dicao que os feridos que se restabelecessem nunca
mais pigariani em armas contra o; atchnis; quan-
ta as armas deixadas no campo de batalha e qae
os hollandezes tambem reclamaram, os atchinezes
estavam dispostos a entrega-las com tanto que os
hollandezes se compromettessem por escripto a nao
renovar o ataque contra o Atchin.
Os offljiaes responderam que os 6eus chefes es-
tavam feridos e nio estavam em estado de escre-
ver, mas deram a sna palacra de honra que o
ataque nao seriarenovado, e assim receberam as
armas.
A esla generosidade responderam os hollandezes
com um segundo bombardeamento, e com o blo-
queio de todos os portos.
0 jornal official de Java desmente a noticia,
espalhada pela agenda Reuter, de que o governo
liollandez soliciiasse os bons offlcios do sultao de
Constantinppla para servir de inlermediario junta
ao sultao do Atchin.
DINAMARCA.
0 rei da Dinamarca viaja neste momenta pela
Allemanha. Visilou ulltraamente a cidade de Bonn
onde fez seus estudos aniversitarios em 1839. S.
M. foi depois visitar o castello de Rumpeoheim,
no gram ducado de Hesse.
INGLATEBRA.
as bodas da Qlha do czar Alexandre com o prin-
cipe Alfredo de Inglaterra, devem-se realisar nos
ultiin is dias do ontomno.
Para esse tempo sio esperadjs em S. Petersbur-
go a rainha Victoria e os imperadores d'Aus-
tria.
0 Times, reterindo se aos preparativos quasi
gigantescos feitas pelo ministerio da guerra para
esmag^ar ua cesta da Guine, o exercito meio selva-
gcra aos Ashantees, dirige-sc ao bom senso da na-
cTvo ingleza para Ihe fazer comprahender que tem
todo o irrtoresse em moderar o ardor bellico da of-
ficialidait, que em lugar de pensar simplesmente
em defender os eslabalecimenlos inglezes, s6 pen-
sa em renovar a expedicao da Abyssinia, e levar
o ferro e o fogo ate a miseravel capital dos seas
inimigos.
0 TimM demonstra que o resultado desta cam-
panha sera corapletamente o contrario daquelle
que ao principio se propunha.
A Inglaterra nao tem intencio alguma de ajun-
tar ao seu vasto imperio um territorio sem valor,
inhospito, e onde os seus soldados seriam continua-
menlo desiraados pelos.calores intoleraveis e pelas
exhalacoes mephiticas.
A Inglaterra vai infructiferamente tentar con-
tra a capital dos Ashantees uma facanha, cujos
resujudos nao sao duvidosos, mas qne Ihe vai cos-
tar caro tanto em dinheiro como em vidas, sem
tirar ouu a vantigeui que a gloriola de ter quei-
mado miseraveis cabanas, e de ter tornado'de uma
populacao temivol, qae teria todo o interesse em
se conciliar, um inimigo irreconciliavel.
Os pormenores qae nos trazera os jornaes sobre
os embarques de tropas, de monicdes, de projaetis
e de armas, e permittido receiar qae o goverao
nio escatari os conselhos interessados do sabre, e
que em lugar de se limitar a repellir pela forca
os ataques do inimigo sobre Elmina, c octroi pos-
tos do litoral, se nao deixe arrasiar a uma looge
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1 / Hia^fefcfaf jj Pettiambuco SeWfeira 10 dc Outubro de 1873.
expedbao cnstosa e inteimnente cm fl^i^sfcl)
C iai >1 intercssaaJt^lnierciaiM da Ingtaierra.
As <,onMss3a|^Jr'. de Gladstone fez'entre-
ver aos nio cflB IS31 aa lla'!- '^J ^' cn-'n '
oonsegjlra n d^^HPres, mas nao poderam eon-
j nrar em todas vka W-'tiiscrif goes eleitoracs a im-
popularidade qua adquirio o governo, > de que o
partido liberal paga aj^ajtos. -^
X lima eleigao 'U'jjiP^'WP tor tagar em Ren-
frew, na Esoossia.j^'xin'^fc.ni conservador qn*
i toSjMfjais sensivel para os
liln-rae*'"'tiuha-ii as eleigiies
iuiiioa jor aqiteHe co!legi>
1,1,
foi eieito, c a ehe
roocidos, qnanto
...Tins desde,inu|
eleitoral.
Os lileraes eati
our extemio qiro
omqtmito e
arrastam sj^pago
tea da poptiliflpo, inif

hrea miiorou me
m aar ft. ten programma.
".res ge eonservam unfdis
il"-os elemenios flueUuin
wew de uma maltha muila
rapida im teada das roformas.
Sob este ponio de list* a-sltnaciu do gabinete
tag l en- das niais delicadas.
I*ara *3 sustentar duvenn flesarmar os irlande-
** ''W|*nn da**"* tab-inosas que jwabam
agora mearno de dead* nas tamtra&siution com
tatter o g ive no n,t< proximal elcicdcs, se die nao
wehmr o cinspjruey 1>,'U.
Porotrtro I ado, tdns its taniativas qne prneura
(*mr nesto sentidn, tocm como na secularisarao do
-cnino, sao exploradas contra elle, eom um ardor
ostremo por tados os crapes da opiniao conscrva-
dsra.
hUMIMHA.
Os jirnafs aliemies 'leetrwrt-se aelualmente do
Jtagamcitio j.i rnVtfiiadi da' r intribui./io de gucr-
rn imposta a l-'rusr-L, mostrandn-so raais jaatoa io
|iie eerias follta* Irancezas para com a governo,
que preparxi e (aelitou o roseate da Franca.
O governo repGblii'.iiio do Sr. Thiers foi quem
Ml Ion a divida eoatrahida polo impeiio.
() jivernn do ran diuadj do Bade, cuja po-
nulacao ft, cm gran.le parti; catholiea, sempre tem
lido desavi"ir.-i cmi us sens liispus ; e especial-
mente com o arcebispo de Prihonrg.
A nova eraaada e;npr laiHsno so tem Nio reviver estas quesiu;s.
|*ara he por termo o governo Ue Bde, cooio
aflrma a Gnztta de Spener, tem inten;ao de intm-
Madr rM gran-ducado as leis ecclesiaatieaa da
t'russia.
AfBrma-^c qne na abertara do parlamento, vai
l>t'i apn'sci tar wta propaala.
AISTItO HUSGR1A.
A Baznta le Vienna acaba de publicar o deere-
tciini;vcrial quo ordena a dissolaeao do antigo rei-
wrath .vusiriaco e a convocacao J.is eleitores pa-
ra a 'asrelha de novos deputados.
As n-iv.is h'ico.'s devem-se etfeeloar immedia
Umente o fuluro reiehsratb bade reunir-se a i
le novrtiiiln-o.
Bin eonsa fuenela dual ha grande agitacao na
Aas'.na. e tad > Eafl erar quo Ja Iota sera das anil
momoc.
i niRKtro do interior o Sr. L-mmb ciianvm a
".in til a maior parte do* govarnadorei do provm-
da, iffim 'le se oceupar com eilcs da campanlia
eteiforal; diz-se qae tenciona araidir a ostas con-
fttrenci.ts 0 piesid'.-nie digibmjte o principi da
Andrxssy.
I'm d is priineinw projectoa de lei quo sera apre-
<.';i!adi ao futur > reiclisraili, 6 a piolle quo esla-
bdeM (Mq i c i-ifei-e'n-, !,> rejristro civil deveni
*er ciinliala afincimarios s-.-cularcs ;' iivh esta
refirma eueontrara na soa realiMfao DuuterosAS
tiJf Ml-iado! i|-io ate ig iia M to n 'o;>p)to a soa
r.-i! jjirto da* |iri"ineii: ala^trdweaO esta tiio pniVo
a Iia at ida, qae ser.i iinprissivel encairo^ar seawl
Mime ;ni>ai as miriicipali-Jados ; para re.iiediai
;uu: :!. i.:-. leria-se^ncarcefaf esta ira-
''i i a ranasionari'ia e^wefae.', quo seriaui 9co-
p* no ff ,|3 coo); cRSuK iJj^^^'V!r_'!i,c;'^
hi
Ihi 11; pn'.ri'reiieia entre os offiejatB retirma-
I : masapiVii- ikxo re-ul!irii d'aqui necessa
rMiwente um aof !-em.i eonsidcravci de ilespeza.
HM4neufeata basUntt granth para um orcxaeoto
j:i- sc acha Uin subre-arregado, eoai o la Aa--
u
i ma corrcsporjdencia de \\ stli, rolalivamenle ao
n.vipaet) bungaro croata quo foi -elaborado
p.-!a- deiiit.irf, -s ngnirolas da diela h.inyara, e
; ifl foi adiptad > por grande inaioria pela die'.a de
Agram, diz qne a atiilude conciliadara do governo
hiingaro produzio os sens fraetos
Os nn-ionaes modecadea afastam-se, tanto cm
J'estb, como em Agra:n, ikn radieaes ir eenncilia-
vi-is ; in is an mesiiM tempo que os espiritos joee-
^liii e asopinidea nacion.ics se aproximam, os ra
,! -1(.< entrcga n-so .is agitates que podem fazer
aiiiri ir a ofcra ila iteeoneiliaejio geral.
NHfoni'ms niilita-es reeeatemente incorpara-
d .i !i nrjria, estabeleccram os.adicaes o eeatru
da fiu.i aativida la.
Bstas provincias que gpzam pela primeira vei
das liberdades coiisiiturinnacR, estao ainda sob a
ii8,ire-s.io do Joiiiink) militar.
<*s radicaes eslabafaeoram e:n Pancsova e em Ti
iri uMrmOte.is [ipiilires Coin o Dm tie fazercin
ad ','''':' ramma liostil .i Hungria,
Apezar da prahibifao da< aatoridades locacs,
estw reunid'.s tiveran lugar nos aias que esta-
marcad is.
r!i a- tad i ;! src:n ksvar o governo a meios
en jj; s ,i repr -ssa i, para alienar lodas assym-
Batatas : mis n g ivejiw nao cahio no lapo ; des-
x : eelcbrar as rriiniiies qne haviam sidi probi-
Midas, sew fazcf in! rvip a forca ; mas reserva-se
metter em processo us instigadores uesta infrac
5l das i I-*, para m fazer eppoElunamonte res-
, inder pelo sen attenlalo.
NOVA ZKt.ANDIA.
Ti:m !i ividi recenteniento grandes innndacoes
cm vario* pmtos da X- va Zelandia.
A cidadc de West-port licou submergi la, sendo
destrnidas mats ii" vintc etisas.
Fi-aran sent abrigp algunias centenas de pes-
S833. As per J4s -ii avalia las em 373 mil francos.
A inunilacao do rio Clntha causon grandes
prejuizos nas ruina*.
Xo distrirto ile Wairoa Septentrional as inun-
Jag.j tamhem reran: causa de bastantes estragos.
TlTijl'IA.
Mi', tin telogramma de Constantinopla que o
prteidente do conselho de estado Iv'amil-pa.-lii
leu a -ri dcHjissSo por motives de saude. 4ulga
?0,aeser.a substitOMo por Midhat pacha.
RSSPASBA.
Acerea k-te pa,!z csereve noaso correspondente
de Lisboa :
X'uni dos proximos dias hoavc em Madrid,
umiai,) irtaute eonselho de miuiuros. Foi drsr.U-
tida arnplamento aqnestao de gaerra, Tcsolvendo-
M qi: ii gen sral Morionos, marchasse sem demora
pan o n irte, com o dm de dar imoulso as npe-
rae5e.
feichs, l.alrion o v-anrc.icra.
. Us padres nas pr*vinuias de Rurgis, Yajado-
lid, Sarja^ e Legovia, alisuram mancofcos para ;u
Tilciras earhstas. '
Tolosa esta ameicada de scr atacada
nariistas. ^*-
Almeria fortidca-se com eaer
Disse-lho na minlia ultima ,
do um' dcscarrilaamento na*iaha
ria, dando se aignaa feiimeal so mortes. A
mats bem iufurmado dir.M ; Sahiodo Victorii
e.imboio composto do 17 carruigena e, 2 m,
nas. Ao chegar proxiwi da panto de Vianna de
Vega a ettraordinaria vel cidade oeeasionou o si-
n:stro, sendo a violeaeia do ehoqne tal quo algu-
mas carruagefts metteram-se dentro das outras.
Outras foram eomptetamente destruidas, escapan-
dn, apenas, q-latr.i. Foi grande o numero de vie
timas, sendo algurnas pos-oas notaveis. flouvc
inuitus feridus e c,ontii era pangoatiesiwo o ouvir os bradui '|a f""ft?a,
parentes dos passageiros que tinham alii embarca*
do e que esperavam encontrar entre os contasos
e mortiis que reeoliiiam, as suas mais intimas re-
lacoes. .-u o4
Foi repcllido o ataque de 3.00J earlistas con-
tra Pamplona. Maisonnave altirmiu nas cdWs
que os insnrgentes do Cartagena serao castigados
eomn insnrgentes MrMstaa.
t Xa proviniia de Cadiz tecm-se dado algaaus
desordeHS entre o povo, o a guarda civil. Tudo
devido a irregulariuaJes eommettiJas pela? adtb-
ridales. Teem sid > 'apturados os cabeeaB do
motim.
t s earlistas solTreram uma grande derrota
em Marquina, perto de T.lo*a. O grosso das
gnerrilhas earlistas commandada pelo proprio D.
Curios, foi ataeado p r Santa Pan, Loma com
1!>,0 eas de artilharia.
t A situaean dos insnrgentes em Cartagena niio
tem melhorado. O general Campos volton ao
aeampameito da Pahna, eonl'erencioa com o gene-
ral LalceJo, visitou algurnas povuacoes das visi-
nhancas, mandando que a trena avaneaese a aper
tar o cerco, tendo a maior vigilancia para quo os
sitiados nilo tomen vivercs nas lucalidades. Deste
modo, so por mar podem elles abastecer-se. 0 que
pareco eerto e que os insurgentes vendo a impos-
sibilidade de sustentar a luta em bias coadipees,
negociaram a entrega da praca. Tem havido ap-
prehensdes que tal resultado sera devido as aegfl-
eiaeoes entaboladas entre Caslellar e os deputados
intransigentes. Nao me pareec provavel.
O ministro das fiaan;a3 propoe a consolidacao
da divida Hdetoanft*.
Xas cortes fo: approvada a proposta da sus-
pen :5o das sessSea aid 2 do Janeiro. A proposta
de nio delibor.tr foi repeiliJa por 100 votos contra
31. Foi apre-entada uma outra proposta pedindo
mm as cortes susoendam as sessoes ainda antes
de ser disoattda a oaastituraao. Xio foi admit-
tida.
Xo dia 20 do corroate foi a ultima ses-ao.
Koi v.itada e approvada a organisac,ao da mi-
lieia otirigatmia.
Mo Sr." Garcia, nivo ministro do Hespanha
em l.is.'via, tecni silo : imnunieados a imprensa
os tel-'granimas olli :iaes. Alii vao os ultimos :
Do minisiro de e>tndo ao ministro de He-pa
nln em Msln'ia :
_ As cortes constitniaws suspenderam as ses-
soes, abiind.i se de novo em 2 de Janeiro. O ge-
nor 11 I'avia entron com as tropas do seu comman-
1 n Malaga e diixon alii troa forte guarnii-ao.
r.'iiiaiidn a mais tamjrtm ordKui. As eami'ras
reii'ivaram por uma graa-le ciaioria ires vice pre-
sideiitos da diroita adeptos a politica do govorno.
t Vem na Gazrta a promulgaeao da lei restabe-
leoendo a riger dadiseiplina e os deeHrfk suspen-
dendo as garantias iiidiviihrie; ; p^Uo em vigor
a Im de ord-m publics de abril de 1870 ; snppri-
mm Io a permisstn de porte d'armas, ohrigando
tn I is os cidftdooi qi.o se autentarem a ninnirem-
-e dc um documento qae Hies sera dado gralnita-
mente pefoi aleniies j proalWodo aos jorriaas a
publieacin de nortiiaa da gsnra quo nao sejam
i flii-iaes, ineiiamentos a Kvosta e nntir-ia le mo- i-
memo de tropas, sob pefla de adtreriencin a pri-
uiei-a vez, de M'O a .1,901 pesetas .i sefnMa e
suspejisao ;i terceira. Pnflii-a uma extensa wen
lar 4i ministro do interior.
ponri'OAL.
Aclia se eonclakla o acoorJo linanciro en-
ire o g-.iverno e os baDOOS i) na z, mediante as se-
gnin.'es eondieoes :
A emissao das insjcrjogoes ft feiti ai nroco de
*3 !i /. com o juro do l semestro de !87i, mas 0
sen imp rte 6 pago era prestacdes quo se ostenddRl
ate 31 do mar;.' proximo futum ; a aottciaacaa
de pagameato d'estas ft p.-nniiti la na razao do G
/. ao anno, e o juro do 1. semostre de I87i, ft
descoatado na prestac-io dc to de fevereiro proxi-
- fuiuro. Accresce aiiiia qno os eseriptos do
oucoii.io-s (fue't das', us jurnaes fazem
ni^iM) dti Sr. A il Serpa (mini-lrn das"!
pela siiksiTifirsi.Tnntiuiiai para- a cons
MOSS4 divi la ilnaupnio., algunias dem i
eontrario irm apparecido em foitias
co n ge nao [ossem repro;
Jo
. g Wp Wl
nara ttaaaW mHlcvo
^ufiscrSaa^m>nal
r. j jM
'?".:
> ml nuiiedos que'
oajMrurilii ilus bain
imyyaalM^a^sfjfca
* zendas vin.las
est.i infee-
nierea lorias
aubscrip
ranti la
id em
e rr^JrOovlbw^wewlii
" pratffi tf" Iii\1li1.
no-
caaaMiliaaiBjiii da divida llnetuaute'
gaintcs lennos :
I t attaT JWini
5ao dos tilulos n
a'.ft a piant,a de
pagamonto iu vencimento de juru de
initial pages aos semes:
de julho de 187i.
< 2< Foiani tornados peiaa taiHMs e eapitalistas
do Porto e bancos da provineia do Uinho 7,000
contos, a saber : OtaaBaanH {itJMI avlfl
Banco Commercial 950 contos nominaes
Unfia .-> aVotrlA ; al%ail aa
> Allianca 050 ,
Nova <>>mpanliia Ulili- 1.
. dad'e Publica g3TJ
Banco Mercantst 7M>
> I'ortugucz 000
Uo Portrt
do Minho
Commercial de
Braga -o!ai.,130i-
Ban;d de Guimaraes 300
de Yiaana M)
m uavio algiuu.
f
recei
Xo
eerca
maior
cano.
aqui.
Mnto
5|ferroIa "vapor, porq
" viaeao acc'elarada uao
1 os. ^_^__
aoj^B coaapa-
:>oparaiido 0
on nma rosolucao
rios dc Lis'n'ia 0 Por;
elles bareos. Com)
do cholera mirlms,
stino oara Lisboa seri<'mi).Vrca,las e
ipps. Deste mod) es'.ao as, m.rcadonas livres
das grandes despezas a que tinham de sujeilar-se,
por causados regulamentos sauitarios. '
os de fi
!:m am
Killing
aniiii a
, noia-so-
de reis, i
dada. a
erio daskbAs I^BatW
concessk^deB :ceJeraias.
quae^ao dH|y-teM aineri-
aaatdreatuo nurtea se vto
tudo isto grande movi-
*tWUfW*Mlo MTaiafs CMbatjpsi
isem eat as raiiiificac'3
podem prosperar em
grunas as mtfdas maos do amigo sibiv aaaT i^w h
11a
um tn-
conirnrcao do tao cruciante
oca par.i
as
febre/,_
Deve resnltar de
da
mull anuaJaa
asjaaia
r'ai sobcu laiTo. imponQntc. a mauifosdaeio de
amisade tributa la ao nosso illustre amigo em tao
dolordsa occasjjp por aquelles quo se presam de
0 conbeccr
Falleeendp sua esp^sa aa'Tdla da Esc:ub, Onde
achava ultimameatc, foi 0 cadaw traaaooru-
1^ persoi I do pela via feraca de S. Francisco a esudb das
Unco Hontas, on le o recebeaJo grande nomero
joiuando se alii a outro gropo do amigos. de gruoJ
nan mono* impaiiante, que kavia panido da mi
do Imperador para la o eapei-;>rem.
Maiiifestajfcs de tal ordem exphcam da manei-,
ra mais solemne os snbidos meroeimcntos pessoaes
que caracterisan 0 nosso illustre amigo.
. A elle pois, e aquelles qae com elle choram tao
lrreparavel pet-da, os nosses mais euslosos pe.a-
ha
ouve
arr.
qae
/- ad
tliesouro, ou titulos represeniatww da divida fin-
cluanto in'.er.in, ~5-> n- woi los c imo dmheiro eife;-
tiw, f.izendo-se-lli',' 0 descoato pel.i tempo
[altar para 0 vencimento, na razao de o <
anno.
D'este resaavo das eondie&s. resuiia :
Qi" a importanei.ulaspresta-'des a pagar,
com relacao a liWiOOJ uoiainaN ft UiTiO
Que 0 desennto das prcetac<585 a prazo,
calculado no_di,i -21 de setembro, sc'
cleva a reis
.all/
UM'H
a.| .
----------1
7,000
< Os bancos c capiulistas de Lisboa toonm ou
tros 7,060 contos nas mesinaa eondieoes.
4.* Aos sub eriptores dos 14,000 con 05 ft eon-
cedida tma eonimlssao de 1/2 porcanto sobre 0
nominal em metal on 190 contos.
S. Os papamontos das insciipcoes serao fei-
tos em prestai-fles si.iulo o ultimo era martp de
1874.
6. Os bancos alftm duet eomprametterain-se
a fazer um supprimeuto de 1,200 contos no dia
to do corrente, ou 0 qae fosse preciso para pagar
as lelras do Ihesonro, quo se fassetn ven:endo,
enjos portadores se negassem a reforasa. E-te
einpresiiino stra representado por bilbetes do
'li"sonro a 4 mezea de prazo, veaaaado 0 juro c
iMinmissao de 0 t/2 por cento aoanno.
7." No caso da operacao nao se effectuar, 0
governo ter.i de pagaf es bilbetes no se 1 venci-
mento em dinheiri', do eontrario entregara ins
cripcocs ao mesmo typo de 43,2).
I" esto snbstancialmenl) 0 accordo, do qae ji
etA consnmada a ultima parte, ParticulwinenteJ
obrigou-se 0 Sr. uiinitn da fazenla a fazer
descer ojnro da divida iuetuaate a 5 1/2 e a 5
pur cento ate outubro, em pie a subscripcao sera
aberta ao publica para os reslantes 24,000 COYUon.
Se clla exceder essa eiffa. sara 0 excedente tirado
pro rata da stib^eripeao dos 14,000 contos.
Assevora se t unbent que o Sr. ministro se
compromcttera a fazer subir a cota;io das ins-
eripeiies ; n'islo porftm provft-se alguina dim-
euldado.
A divida do estado que 6 actnalmento de
16,090 contos, H-a por esta-opera.ao elevada a
38,' 00, e calcnlando sobre aquelia cifra 0 juro de
G 1/2 por cento (actualnonte o maximo) sua im-
portancia era do 1,010 cone**, e fica elevada a
1,140 eputpa.
R so a comwlaiie dos bancos for paga tarn-
hem en inseripjfies, ojba taontaram (a 43,25) a
it.1) contos fporqne o governo se oariga a pagar
todas as despezr-s: de impteasos, anniincios; es-
tampilhas, eie. etc) icoreseerao mais 13:350*000
ao encargo annual quo neara sendo do 1,133:3004
e a dilferenca a mais 113:3306000 por anno,
Ora seiid.i a divida lluctuante do ld,080 con-
tos segue-se quo 0 juro da consolidacao exaedera
a 7,50 por cenio.
So a rnntoeer os bancos terem de hear com a
tutaliilade dos 14,000 contos, seu praeo de compra
sera pur cMa forma de 48,899 :
1." Cus'o 43,250
Perda ds nro jlc 4 10/0 1,000
1* rub obtxaaanafia/.)
uuamento do comboyo
M*Bjatj#yfcMrrcs Vedras. Os ini-
migos do proaresso palpavet e visto por todos,
estaon-empre em eampo pap, contrariar os meHio-
ramentos matenaes de verdaJeira importancia.
lunlo a uma povoa t .ram eullocadas grandes pedras na linba, do qua
rMafffoBoJaaaBeaiTilhainento de algurnas car-
ruagens, e ferimento de alguns passageiros. E" a
pnmi'ira cata-irophe quo Ihe succode. A iuvirensa
ciamou c 0 governo deu as suas ordens para que
a autondades proceaVssem *-jiwa devassa com
aa a actividade e dtligeneia.
Casou em inglaterra 0 cocdo de Lencastre,
enviado ettraordmario de S. M. o rei de Portu-
gal e sobrinbo do marechal d) exeroito deste
parz, daque de Saldanha, com a viuva do tenen-
te general-do ex^rcitoJJingiez, conde de Cardigan,
condossaje Cardigao.lillu dofallccido Mr. Speneer.
O nuivo *imiao do caole da Lousan, lidalgo por-
tuguez. As eeremoniaa nupoiaes lizeram por sua
graadeza fallar o (tt-.he, a Times, e outroa perio-
aicos mglezes.
Tem continuado a iralialhar a junta consulli-
va de sadde de Lisboa ; afim de quo esta-cidade
osteja prewenida contra a invasao da epidemia
quo aeiualraente esta aaormentondo os' priacipaes
portos uiarkiraos, em cmtaeto directo com o nos
so porto. Muitas medidas liygieuieas sao aconse-
aaadas, mas emquanto liouver agua' com tanta
^arcimonia, ficarao no papel r,s iKHW'Conselhos.
Foi nomeado-goveriwdor do distrieio de Sa
falla 0 Sr Germano Augusto da Silva, capitao te-
nento da armada real purlugueza.
Comecou a funccioaar no dia 20 do corrente
o cal)o sub-marino, entre Lisboa e a Madeira.
Como. dissc n'unia das miohas uliima- oafraa-
pondoaeias, 0 primciro despacho qua se passou
T01 0 mensagem de cumprunento a S. M. el-rei 0
Sr. D. Lithe.
Os paqaetes da linba do Pacilico pas^am a
tecar como ponto Je escara, na illia da Madeira.
Palleceu.o gciHTal Antonio Augusto de Sou
?a Pimentel. Foi hantem 0 funeral. Compare-
ceraiir representantes do toda a luqirensa, ponpae
um lilh.i do vateote militor ft um dos coliabora-
dores do Mario de .\oticias.
Wb anno economico liodo vieram pelo cami-
ho de ferro de leste do Hespanha para Lisboa
23,040:4G9 killogrammas de cereaes em transito
no valor de 1,218; 190*'00 (fortes) e seguiiam
para 0 estrangeiro
Nestes ultimos mazes torn sido tao extratrJi-
nario o movimento dos cereaes em trausiD por
aquelia lin a, que os armazens da couipanb.a es
tao sempre chcios, apeur da pouca demora quo
nelles torn. Csta so.-naiia estau mais de einoout;
mil saccos de trigo hespanhol nos barracoes d.
estacao prinaipal da Imlia de iesU (e.n L;-boa).
II1PS.
Feivo Ctart^l l Pi*ue-----9
sr. gerente desta emprcza convida as pessoas pos
suidoras de bilbetes de passagem, ainda existentes
cm cu-culacao, com a assigoatura de H. H. Swift
ass. treasr -, a irem troca-tos pordinheiro no res-
pectivo escnptorio a rua do Bara-j do Triumpho,
tod.os os dias uteis das dez boras da maaha as 3
aa tarde, eertos de que serao reputados sem valor
para quatoner offeito a partir io 1- de Janeiro do
anno vindouro, nos tennos do aviso do ministeno
aa i.zenda de t> de auosto ultimo e da porlaria da
presidency da pr.ivincia de 6 do eorreule mez
i3*s:it;.to Hlstorfea e PhllosimhU-u,
Hciuiiml)iM.ano. Mo doniingo heuvc sessio
ZJ "r9-i1'a soci,'lla'le. prosidida pelo Sr. Ban-
ueira. ue Metlo.
Lida, entra om discussao e ft sem debate appro-
vada a aeta da sossao anterior.
O Sr. t secretario apresenta a casaas segnmtes
ollertas: dous numeros do Munieipio e um da
Amenta Illiutrada.
Entrando-se na l parte da ordem do dia, coa-
lmu.y.ao da discussao da these sobre a relieiao de
estado : ram os Srs. Aranjo Macicl(2 vezes) Mei-
ra Ii) Coanbra (2) e Borgea, sendo eucorrada a
discassao.
JVenoiiiinados do
Our1c.1l .|,i, (Uiiioiaitt ao n.*tswrt-p^nlfla dis-
faiieiada piaiaduT 153a ingfcr. fc.
Four of Veli-r Hr.iit. da hitar.-ro dc*2l0 to-ieladas
iripolada por dez lioiuoas, c^HaVGeorge' Craib*
vjnha com 22 dias de viagem, carregada de ear-
vao de pedw diujprto deja^^iui com destin) a
i'atrass. Ilouve perda total.
t De 1 o apita 1 os^K) oi^H do naufragio o
denso nevociro em que li'-ou envolvidoi Feliz-
roente salvou-sa t da a tripolafao no escalcr de
bordo. 11
Ltt-ri:i. -A |:iese aciia agenda ft a (>..' a
baneii .los orpliaoa e orphas, a qual
se extratiiia amaahi.
f.eilao -Hoje efTeetua 0 agente Marrins, aa
11 boras do dia, o N'iUo de moveis no primciro
andar do sobraito n. 43 da rua estreita do Ro-
sario.
Ciisa rle detencsio.-Moviraento do dia
8 de outubro de 1873 :
Existiam presos 333, entraram 0, sabkaca 7,
^x-istem 3W.
A saber :
Xacionaes 2i0, mnlheres 9, eslrangeir.4 39.
escravos 42, escravas 3.Total 333.
Alimcntados a custa dbs cofres putdiVu? ?!i7.
MoviiBe.ito da eafermaria do dia 8 Je outubro
ue 1873 : '
Teve baixa :
llalbiiu Pereira da Silva, rluumatismo.
riverain alta :
Pedro Antonio C.
Jose Amauiio da Silva.
Manoel Jeronymo da Silva
por
REVISTA DIARIA.
laelc^ado
Sua com'nis-ao
4i.2oil
l,:ifii)
Liqnido 42,890
Aos particnlsres llcirao elias por 44,23, por-
que nao ter.io a dednoesa da commissao.
'< Na ae'.uabilaJe valem as
Inscripvoes internas 45,330
Aliati.nento de 3 mezes de juros 750
e as
Externas
Menos o juro vencide em 30 de setembro
:,ii)
0 subscripior
0 eonselln iratou, tambem de Cartagena, re-
solveaJ 1 sc que ft urgente 0 mandar-se ao general
Martinez Campos to los 03 rcforcos e recursos que
die te.ii^x^iJo. Traiou so tambem das'deaJ&soes
do general Hidalgo de governador militar de Ma-
drid, e do general Socias, director da guarda civil.
Para este ultimo cargo ji esta indigitaJo 0 gene.
ral Gevalios.
Vai se reorgapjsar a exereito do norte.
0 general XouviLasdis^c, n'uma das ultimas
sessdes, que se 0 govrno queria ser tao rigoroso
com os soldados q ic falteas a disciplina, tambem
nao devia passar sem castigar os generaes que ali-
ment?m a indssciplina do eiercito.
As cortes approvara/u os artigos I* e 2. do
project) hjiio re~tabele:e a peca de morte.
Esta decidida a nomeacaa de Concha para ge-
neral cm chefe do exereito do norte. fra em ou-
tubro com grandes reiorcos. 0 exereito divide-se
eua d'ju; grandes carpus, como ji disse ncs'e mes-
mo lugar.
Os esforos feitis p 1-Cistellar para quo Fi-
jiueras re.ressc a -Vadrid, fo-am esroados do me-
tliorrcHultado; pnis 0 ex-ministro ebegou a cida-
de no dia 16 Jo correaje.
Saliio da capital ci destiao a Portugal, 0 ge-
neral HfJalgo, ja exonerado.
a Foi preso o coronel da guarda civil de Madrid,
D. losft de la fglrsia, inditfaflo como conspirador.
a Viu wduatrjal fraucez affereceu aogoyerno do
Madrid 100,090 cspingardat Remington, a 4" fran-
cos, e L.-0/100 Carabioas a 2C francos; e um in-
dustrial hespanhol poz a sua djposifao todo opan
00 de que precisassu para 0 exereito.
a Em Madrid grassam muitas molcstias, que
tem augTaenta Io a mortalidadc.
Falleeeu 0 distinclo pinlor hespanhol Rosales
O seu fuuoraJ, teve um diak'bCto acompanhamento.
Foi autor Joreleb-e quadro -Morte de Hucrecia-r,
que pedxvu s.ja enviaJo para um museu nacional;
para 0 qae 0 governo vai fazer vantajosis prooos-
fas a viu'a.
a 0 ministro da justiea envioa uau circular aos
presi ttyhunaes superiores para quo a
tevem ao coiiliaciaieato das respect,!vas corpora-
joes, n,i c4u.1l uiz que espera (,,u,c, no. angustiosos
atra/essa a Hsspaiiha, os tribunaes
-: clevarao a altura da sua missao, cui-
.;; ; due a lei saja bem iaterprelada' 0 recta-
fflema aea^applicada.
afl fe^ dft u^, d0 iIa Site aqS^aP W "u
Q:ie 0 preco liquid} pars
6 (1 i 13230
, Ou4l, 23 /o com 0 juro do l. seme-lro de
18/1 pago cm 13 .le fevereiro, antecipaeao ihi-
conslilue vantagem.
Os possuidores do cscrlotos do Utesoofa emit-
tidos antes de 10 do actual mez, dia em que teve
lugir a reddce.io do ir.ro d'estes titulos aoij /,
colhem ainJa a vanlag-n da differen-a d'este para
0 juro quo tiverem recebido.
I'eunidas 'todas estas vaotagens, e sem querer
exagerar calculos, poda-sa francamente dizer, que
os siib-cnptores do actual emprastimo fazen em-
prego dos sous capital's a 7 '..
Osescriptos do tliesouro po veacem aetuai-
> ,!* % c dentro em breve 0 juro d'elles sera re
duzido a 3 /
Os_bancos e os outcoa esiabolrcimeutos de cre-
dito nao abonam pelos sens depositos juro supe-
rior a 2 ou 3 %.
Beeorrend0 a numerosa lisla de fandos es-
trangeiros nas diversas pra;as monetarias da Eu-
ropa, nao vemos um umco exemplo do empreao'
mais vantajoso com igual seguran;a.
As vantagens que temos eaumerali para 0
subscnpt'>r"do emprosiimo nacional, e qaa ferem aaetaalidade, serao seasivelmentn augmen-
no futuro pelo melhoramento que as nossas
tadas
liuancas v.io experimentir com a realisaeao d*.-s-
ta nperacao.
Xosso correspandente nos oscreve 0 seguin-
te em 23 dc setembro :
0 Jomal da Xoite dando em supplement) ao
seu numero de b mtrm a transeripgao des'.e arti-
go quo acompanha de largas e sensatas obser-
jraeeee, sobre 0 estado de tranqudlidade do paiz
junta Jbe estas palavras :
? E' natural que 0 paiz, prospero como esta, e
dedicado como 6 ao empenbo de progredir e me-
Ihorar-*e, auxilie vigoros lmcnle esta oper.acao, e
mostre que a-i patriotism) do governo, dos parti-
dos, dos bancos e dos banqueiros aaciaoaea, cor-
respondea energia e .: niianc.i detodos ospor-
tuguezes. j) *^
Todas as dema^ Colhas periodicas, sem exr
cepcao de --Or politica em; irecein as vantagens da
operacao. Seria fastjdiosjO encher esta minha '-.ar-
ia de traaseripcoes Je artigos vasados nos mesmos
raoldes.
14,600
4,87o
730
Liqnido 42,120
Por tanto, f-itas as contas os mesmos bancos
nao tirarae proveito maior directo, do que se
comprassem taes fundos em Londrcs, e pagasiem
commissao de compra, etc.
0 correspondento do Comwercio do. Porto, na
sua carta Je 20 lo eorreute, c^iegada hoje no n.
220 do dito jornal, diz quo a magnitude desta ope-
racao in lica quanto torn influido a abnndancia de
capitacs impoitados I) Hrasil, pus ft fora de dnvi-
da que, principal 0 quasi exclusivamente se deve
aquelle facto 0 deseuvolvimeoio material do paiz
nestes ultimos teaipos.
E justo tambem qae se diga, accrcsccnta 0
mesnio correspondento, que a paz 0 socego era que
ternos vivido, bastante concorre para inspirar con-
lianca aos homens de dinheiro, e que 0 estado em
que se acha a Hespanha, mais saliente torna a
dilferenca entre os dous paizes vizinhos e abonada
cordura e'bom jaizi -do nosso povo, com 0 que
elle maito' tern ganho no bom conceito das ontras
nacoep da Europe.
Sustcnta, e hem, que ft ntn erro flnanceiro nao
se ter estabelecido a amoro'sarao dos titulos aemit-
tir.
4 cumpanhia dos caminhos de ferro portngue-
zas tenciona-estabelecer um abatimenti de 50 por
cento para os transportes dos productos qoete-
nham de ser enviados a Madrid para a exposieao
nacional de agricaltura que brevemente alii se
effectuara.
Falla se na proxima reforma do vice-almi-
rante Antonio Ricardo Graca e do contra-almrrante
Jose Allemae Cysneiroa de Faria.
Xo dia 26 ha grande exercicio de sirantacro
de batalha nas alturas de Saeavem exeeutado pela
!brigada de intruccao e manobra, commandada
pelo gaUeral Tallayaa quem e-enearregada a reso-
1110.10 do probiema qua no exercicio se.>devera re-
solver.
0 facto e bonrosj para 0 paia, mas 0 futuro
aira todavia se ao eonwnercio e a industria sera-
etie tao vantajoso como se figura 3r na actualidade
para 0 bosso tbesoaro. Os que defendem as pre-
conisadas vantagens da operacao dizem queate<
agora 0 tliesouro eapiava peio juro elevado t-jdas
os capitaes e que elle pcopriij era 0 mais terrivel,
compeUdor na procura dos meios neeessanos para
desenvoiver com proveiio a actividade particular
da qual ihe deviam provir os molhows e raais
solidos interesses. A neeessidade obngava-o, di-
zem os defeusores da opera.jiio, a malar a gullmha
que Ihe havia de pdr.QS ovoj d'ouro.
a tflectivamente o eslo 0 maior cmpreslimo
que se tem feito em Porttigal, 0 0 unieo abert>
dentro do paiz.
_Anassa divida Jluctuaate c:ncmj. era g.-aude
e nao vio longe os tgmpos em q:j.; Java a cadi!
governo oecaaiao dc prufohgaa'a aftgustia e de
fundadjs receios. Foi eitiacta, ha poucos mezes,
a forjajae combinaQoes, que niudando a-naiura-
za do encargo, nv> 11 pg lau desde 1 igo liber-
tar d elle. Tudo dependia do chegarmos a oqui-l
p'arar no orcamento a rdcei'a con a despeza,. istoi
0, a ter 0 orcamento das nao-oes rt-gularmento ad-,1]
miuistradas, nas qua-is se nao toleia defiaitordi-
nario que nao seja iogo coborto c i ex-
pressamente /ota
Xo dia2i flgscera r. B por -into, per nrft acto {
leve lugar.no dia 13 Jo corrente a pagamento-
da terceira prestu.ao das obrigaeoes dos caminhos
de ferro do Minho ft pouro.
a Ja foram experimentados devidamente os ear-
ns de ferro das mas de Lisboa.
As experiences deram os ma,is satisfactorios
resultado?. Km breve nao sao abertos a cireula-i
cao publica.
A impreosa do Lisboa tem sido eonvidada para
todas estas experiencias. 0 povo em massa accla-
mou 0 melhorameuto. Os acaeiros da praca em-
bir-ram com elle.
Subio a cea-ca de 376:OO0/,O0O 0 valor daexr
portacao efleJtuada pela barra do Lisboa, no mez
de agosto proximo. Hado.
Vai ser croado 0 sexto auuo'de curso na fa-
culdade de- medicina dc Portugal. Sera consti-
taido por uma cadeira de philosophia de-medicina.
Vao ser reformados os corpes de pobcia civil
de Lisboa e Porto. No rainistario do reiao; taai
oaiba-se aeiivamente uesta re^mi, tao iastan^
temente reclamada-.pr-la qpiaiao |)ubltc \ ao tendo em Lisboa grande prosptridade as
sociejades coopprativas de-consmno Quaat'o mais
se eslabelecoreui, mais evitarao os pobres de oa-
t.ir oas garras aJuncas dauuraque vai cam-
peando_ cada vez. raai* descarada.
o Vao tendo grande adiantameato as obra* da
canabsacao, do ri. Alviella, que deve trazer as
aguas daquojle iiapoeiaute uiaaawial aAi^Aaj
Efttasobras fazem-se pec conta da eompanbiadas
aguas de Lisboa. As expropriacoes a que torn de-
morado uma obra tie importable e da tanto kite-
resse.
Ha dias desabou (sea)-fazer- victiiaa) o Mwyi
littccai-io. Por portaria da
presideueia da provmcia, de 8 do corrente, foi exo-
nerado, a sen pedido, 0 bacbarel Aristharco Ca
valcaftte de Albuquerque, de deleyado litterario
do districto da cidade da Victoria, 0 foi uoineado
pata o substituir o bacbarel Francisco Corrfta de
Quciroz Barros.
Hntspiciu le alieiiudos. Mais ami do-
nativo para esie estabelecimttato :
Illm. e Banal Sr. commo.adador prosiJonte da
provineia.Pernambucu, 22 de setembro de 1873.
Junto achara V. Exc. a quantia de eota mil reis
para eo djuvat.ao da obra por V. Exc. emprehc.i-
dela a bom dos alieiiados. Sinto profundamonle
nao conoorrer com a maior quantia como deseja
va, mas sim como me ft possivel. Subscrevo me
com alta consideracao e respeito. Dc V. Exc. mui-
to altento venerador e obrigado Fetippe Bemcio
A tees Ferreira. 0
Gabinete da presiil-neia de Pernambuo, em
8 de outubro de 1873. Illm. Sr. Fciippe Beaicio
Alves Ferreira. -Accuso recebida a carta de V. S
de 22 de setembro findo, e remettcndi a quantia
de ceni mil reis para as obras do asylo de alien*
dos. Agradecendo a V. S. esla olferta, 0 louvo
pela prova dossentimenios do patriotisnio e caii-
dade que ella revela. De V. S. inuito allenlu ve
nerador e criado Henrique Pereira de l.ucena.
Interdieydes.-Em data de aiite-bonte.a S.
Exc. Revma. o Sr. D. \ ital, a vista de terem as
irraaiidadcs abaixo declaradas, recusado cxpuUur
de seu gremio alguns membros que mio querem
abjtu-ar d(tinaconari.a,sociedadejfi nijiitas vezes
comlemnadi pela igreja de Jesiu Christo ;-ape-
zar de suas patemaes adiiw:-stw:des resolveu ful-
mina-las com a pena de interdict i
Alftm das de mais quo 0 public) ja couhece,
aciiamse pois tambem inlerdicias as seguintes ir-
mandades, confrarias, capeHas e igrejas : ordem
terceira d 1 Cariao 0 sua eapella ; Conddcao dos
Militares 0 sua eapella ; tooceipao da Cmgrega-
c3o 0 sua capel a ; Santa Cecilia da igreja do
Livrasaento e esta tambem; Santa Casa da Misa-
ricordia; Sanlissiiua TrindaJe ; S. Josft de RJba-
Mar, tea, Bom Partoe AlRictos, com a igreja do S.
Jo-6 do Riba-Mar ondn sao ereclas; Sacramento,
Almas, Passes e Ho.-ario, erectas na matriz de S
Fr. Pedro Goncalves; Santa Mai dos Homens e
Bom Jesus das Portas, erectas na igreja da Madre
de Deus, e tambem esta igreja.
Escaparam as igrejas do Tergo, dos Martyi ios,
daa Cbagas, da Estaucia, do Itosario do Santo An-
tonio e da Boa-Vista e Je S. Pedro; as capollas
de S. Benedicto, do Bom Jesus da Cruz c do Bom
Conselho.
Este acto de S Exc. Revma, viiUo depois da
publicaciio do aviso do ministerio. do.iinperio, que
0 maudou respon-abilisarft indi-cutivtl : aguar-
demos os acontecimentos.
Santa Casa lie Uiserinordia.Sendo
lida, em sessao da junta, de liontem, a sentenga
de interdiclo latn;ada pelo Exin. o Rvm. Sr. hispo
diocesano subre a irmandade da Sauta Casa de afi-
sericordia do Recife, tendo oa Srs. provedor interino
Dr. Farias Neve* e mordomo Torres Baadeira do-
clarado nao poderein tomar parte oa discussao re-
lativa'asemelhante assumpto, assumio a presi-
dencia da junta 0 Sr. Dr. Jorge Dornellas.
Depois-de orarem os Srs. Theodoro Sil,va e Ger
vasio Campello, deliberou a juuta dirigir ao Rvm.
conego vigario da fregu^zia, de Santo Autoniu 0
seguinte omcio:
Illm. e Rvm. Sr. A iunta da Santa Casa do
Misericardii, a quem foi presente 0 ollicio de V.
Rvma., datado de hoje, aasim como a copia da
uma communicaefiofeitaa V. Rvma, pela Exm. e
Rvm. Sr. bispo diocesano, sob 0 titulo de seotengi
de inlardjicto, debberon mie fosse- devolvida dita
copia a V. Rvma., alim da Ihe dar 0 destino-quo
iulgar mais conveuiente, visto nao poder archiva-
la na secretaria desta irmandade, por ser contra-
ria as leis do Brasil e ao compromisso pelo qual
ella se roge. o ^
Passaiue.nto.-Ao cabo de mezes curtidos
nas agonias lacerantes de mortifera enfermjdadc,
saccumbk) e foi hontem, a trde, dada a sepultura,
no eemUeria. publico, D. Izabet Pontoal Pinto Ban-
deira.e Accioli de Vascoacellos, presadissima ee-
posa do nosso sincere aaiigo, cuijega dedicado e
Passageiros. V
francez fh'endoza \
Luigi IHuigitore, CoJaup-Giovaai, iierre It.olier,
padre Scluua, Antonifl Joaquim da Sij'va, Joaqnim
L'.iiz Vieua, Albino, Fraacbico Dias Seabra.
Sahidos do nosso porto ncsse vapor :
Joaquim da Foncecn Barbosa, Antonio. Maswel
II. Bittenouf t, Amelia AugusU de Miranda*
Cemiterio puhUco.- Obituano do dia 8
Jo eorreute :
JosepUa Maria da Conceiglo, branca, ienor.i-se
a naturabJade. 21 aunos, caaada, Saato Aatvaio ;
variolas. t
Maria, parda, Peruamlmco, 7 dias, S. Jaefl ; W.-
tano dos resoeianasridos.
Anna Jo.ii|uina da Conceicao, parda, Peraain-
buco, 8i amios, viuva, S. Jose ; bexigas.
Cordobna, branca, l'eniauibuco, G bjczw, Gra-
ta ; bronchi le capilar.
Arao, cscravi), pre to, Pernambuco, "25 aunos,
solteiro, Boa-Vi.-ta; fobre typbica.
Josft, brauco, I'oniambuco, 4 boras, At^Mdoa:
ao nascrr.
Uiimh A JUIMAIIBIA.
Tribunal do comiucrclv.
ACTA DA SESSAO ADMLVISTRATIVA DE 2DE
OUTUBRO UE 1873.
PRKSIDEXCIA DO EXM. Si!. COXSELHEtno AS5E130
rnajicistx) peretti.
A's 10 horas da mantia, presentes os Srs. de-
putatfos secretario Olinto Bastos e Lopes JfecM*,
c os Srs. siijiplentos Sa Lei tao e Alvcs Gnerra,
5. Exc. 0 Sr. eonselheiro presidente declarou :ibet-
la a scssito.
Foi lida e approvada a acta da precede*!*
sessao.
kxpediente.
Jornaes officiaes de ns. 218 a 220.Para o ar-
chivo.
Assignouse e foi expedida a carta mpratoria
passada a favor do coin nerciaato Anlomo J, .iquuli
do Vasconcell.is.
l)istribuiram-se os seguintes livros :
Dlario e copiadur de Antonio da Silva Ramos.
DESPACHOS.
Rcquerimcntos :
Do corretor Jeorge Pattcbelt. pedindo e.c:ncrn-
5I0 do lugar que occupa dc corretor desta nraca.
-Sellada, volte.
Do Jo-io Francisci) Paredcs Porto, para dar-se
as 9 boras e 131 baixa na proenragao c carta de ordens one concc-
banqueiros Fish, 0 Hatch,, deu a Jose Thomaz da Silva. Como requer.
Do mesmo Paredes, no raesmo sentido ijaanlo
a procuraglo quo deu a Felix Pereira de Silva.
D'-ferido.
De Joaquim Je Sonza Miranda Conto, para cct-
tilicar-se Ihe estar on nao registrada a DOmeacao
de seu caixeiro Ernesto de Lima Couto. Certifi-
que-se a que constar.
De Pinto da Silva & Cascao, tambern terti
da nomeaeao de Alfred) Fiuza de Oliveira. -P.:
se certidjo do quo constar.
De Josft de Souza Xunes Braga, ignalmcntc cor-
prnca para a da
A' requerhnento do Sr. Rosa 0 Silva, ft adiada a
2- p.-.rtc da ordem do dia.
Procedendo se a eteicao da directorial qae tem
de-reger a suiiedade-no anno vindouro, licou ella
as (reeleito); I' vicepresidente, F. Borges ; 2 dib)
Moreira Alves; secretario. Rosa e Silva ; 2 di-
to, A. Cirne; orador, Meira (reeleito); adjmi'.o
Isaias de Mello ; tbesoureiro, Coimbra. Commissao
de relaeeai, Bandeira, Meira e Borges ; commis-
-ai de synlicancia, Moreira Alves, Borges, e Rosa
e Silva; commissao de contas, Meira,Isaias e Far-
nandes.
Socledade Pliilotiinia. Dew- lunar
sessao extraordinary hoje as B horas e mbia da
tarde.
Vaeiina 0 Sr. Dr. Vclloso, a raa do Barao
da Viclona h. io. presta-se a vaccinar, gratut)-
mey.e, a todas as |iessoas que forem ao seu coa
snltorio medico.
Para < snl do imperio Com 3 recebi-
dos em nosso po.-lolevouo vapor Mendoza 422 pas-
sageiris.
Dinheiro. -0 vapor franceza Mendoza trou-
xe 37* para Carneiro & Nogueira
Esse vapor lovou de uossa pm
Bahia I3:202i'^0,
Va;tr Para. Segundo telegramma do
Para, sab 0 d'atn 0 vapor brasileiro Para, na tarde
de 7 1I0 corrente, com (lestino ao MHO porto,
pelas escalas.
Mtrttclas cinnntereiaes Telegramma
di m. F. \oule, do Londres, em 22 de setembro
as 2 horas e maia da tarde, diz que 0 algodao re-
gnlar do Pernanbuco em ser cota-se a 9 d., 0 da
Parallel. 1 a 8 0/8, e 0 de Maceio a 9 1/i, eatao ;
e me 0 assucar fica sem alteraeio.
Estarios-Unidos. Foram recebiddS em
Lisboa os seajainleo telegrammas :
I.ondrcs, 19 de setembro,
miiiolos da tarde. Os ban
de New-York, suspenderam os pagamoalos. Suc-
cumb,ram mats quatorzo casas. Ha corrida ao
banco retirando valores. Immensa agitacao na
bolsa.
Lon lies, 19 de setombro. as 12 horas da tar-
de. Os banqueiros Jay Cooke, dc .New-York,
s'.ispendoram os sous pagamentos. Este aconleci-
meuto cans hi itiquielacao a respeito de outras
casas interessadas nas emprezas de caminhos dp
ferro.
L..:i 1,-e-, 22 de setembro, a 1 bora e 13 mi-
ii'!t-- da tarde. 0 governo americano rcsolvou i tidao da immea^o de sea caixeiro Antonio coarts
evlmprar bonds de uma importancia illimitada da Cunha Nobro. -Ceitiliquc-se.
0 mercade | Dl- Josft Duarte Coutinho, no mesmo sentido,
lo 0 caixeiro Joao Apolinario flibeiro Conlinl.p.
Certilique-se.
De Josft liernardfno Alves, idem da aonieaca-.
de Joao Francisco de Mondonca.Passc-se a cprti-
dao do quo constar.
Ue Francisco Jose Guedes de Lacerda, pedindo
S'ja rcg/strada a nomeacao de seu caixeiro Josft
Diaa dp Xaseiinento lfcgjstre-sn a nomeaeao jun-
ta pelo siuiplicanti", qqe 111:0 provou a alfegada na-
cionalidade de seu caixeiro.
para trr.n pidlisar a ense financeira.
de Londres eswi tranquillo.
Boodra, a as 2 boras e meia da tarde. Pr.
e?;i- n panico. Espora-se quo J. Cook i.\ C. aSc
su-.ieu lam. 0
< K.-asil e Portugal. 0 govern.) francez
praaibio qnaesquer tnamfestaeoes, no dia 4 de so
tembro, anniversario da quela do imperio; porftm
OS i:avi is auc rados em Toulon, ao romper a au-
rora, derail tolas uma salva.
ludagada a causa desta vi .Iaeao das ordens r<-
cebi las, os maiinhe.ros respoo leram que nao sau- De Gaerra & Femande?, requeremlo 0 recstro
am a queda do imperio, mas sim .. anniversa- do documeut) que juntam.-Como pedem os tisp-
plfcantes, que uao provaram ser brasil ir..
dizen, 0 ciixeiro n<>meado.
aaaamaalD do D. Peiro II imperador do
;'io lo
Brasil.
Tlicsituraria gcral.-Peranlo a respec-
tive junta iri a praca no dia 28 do corrente, 0
barrae 0 site em Santo Amaro das Salinas, que
servio Je quartel da cavaihna. tomando-se para
base da arremaUgao 0 preco do 3:000300D por
qpantO foi avaiiado.
Clult dos haciiarcis em direito. -
Amanluf lido corrente J havera sessao, a rua
Primeira de Marco n. 18 as 2 horas da tarde.
Cmuara de'faboatao.-Eis 0 resulta-
do da apnragao geral dos votoi para vereadores
da camara municipal da nova villa do Jaboatao :
Barao de Morenos.
Dr. Manoel da Rego Barros de Souza Leao.
TenenUi-coronel Josft rbouiaz Pires Machado Por-
lella.
Major Manool de Souza Leao.
All'eres Ignacio Francisco Cabral CanUnil.
Capitao Antonio do Sa e Albuquerqae.
Major Josft Francisco de Souza Leao.
Supplentes:
Tenente Eduardo Carneiro Leao.
Capitao Josft Francisco do R-go Barros.
Gapilao Josft Pereira dos Santos Alvarenga.
Tenente Josft Fernandes Monteiro.
Dr. Amaro Joaquim Fonceca e Albuquerque
I'eueiite Josft Joaquim Pereira dos Santos.
Joaquim Pedro doRego Barreto.
Suicidio Em 3 do corrente suicidou-sc por
estrangdiamonto, no engenhn Soiidao, do districto
da Preguica do termo de Agua Prela, e proprie-
dade do capitao Ernesto Miliano da Silveira Lessa.
um e-cravo lo mesmo capitao. 0 desgragado foi
a isso levado em consequencia de castigos que
havia recebido.
Rio Grande do Morte.-Com o prazo d.-
noventa dias, a coatar de 23 de setembro ultimo,
recebe a presidency da provineia do Rio Grande
do Xarte propostas para a navega.ao por lanchas
a vapor para 0 tran*porte de cargas e passagei-
ros no rio Mossoro, e para a construocao do uma
estrada de rodagam do porto da llha a cidade do
mesmo nome, mediante pnvilegio por trinta annos.
Faciildade de Medicina da Bahia.
Recebemos um exemplar das theses apresenta-
das a essa corporagao pelo nosso distiucto com-
provmciano 0 Sr. Antoaio Joaquim de Barros So-
brinho, para serem por elle sustentadas publica-
mcnle em novembro proximo, afim de poder obter
0 grao de doutor em medicina Versam eilas so-
bre os seguintes pontos :
Seegao medica. Qual ft 0 melbor tratamento
da angina diphterica ? Cholera asiatica.
Secjao eirurgica. Tetanos thrauuialieos e seu
tratamento.
Seegao accessoria.Ozena, sua natureza e pro-
priedades.
Hyppoeratis aphorismi sobre a angina.
Agradeeemos a offerta, e-fazemos votos ptlo
bom resultado do certamen.
Vreliivo Eeonomieo.Acaba de ebaaar
esforgado corapanheirq de traballw* nesse, muitalda Bab.aas cadernetas 8-e 9- desla imoortante
vez, amargurado e sempre pesadisaimo iidar de. publicacao, '
De Josft Maria Gomes e Silva, tambem registro
do doeumento que junta.Seja registrada a no-
mea.ao apresentada pel.) supplicante, que disse,
mas nao provou ser brasileiro o seu caixeiro.
De Antonio Joaquim do Novaes, subraetteiido ,1
r. gistro a nomeaeao de seu ciixeiro Josft Joaquim
Rodrigues da Silva.Xa forma requerida.
De Manoel Francis 0 dr.s Chagas, trazenJo a re-
ajstro a fnclusa nomeaeao de seu caixeiro Mauoel
Baptista do F^spirito Santo.Seja registrada a no-
nit-agao junta pelo snpplicante, que nao provou ser
brasileiro. como declara, 0 caixeiro nomeado.
Da Joao de Oliveira Leite e Souza, oflerece::do a
registro a nomeaeao que deu a Joao Baplisia do
Espirito Santo, e pedindo baixa no de Rodrigo da
Silva Campos.Como requer, nao havendo porftm-
0 snpplicante provado ser brasileiro 0 caixefro
Joao iiaptista, uomealo era subslituicao de Ro-
drigo.
De Pinto da Silva & Cascao, sujeitando a ragis-
Iro a nomeaeao de Antonio Josft do Souto.Crao
pedem 03 supplicantes, que nao provaram ser bra-
sileiro, como allegam, 0 caixeiro nomeado.
De E. Ifidel, para registrar-se a nomea.ao de
Bernardo Lino da Rocha e dar-se baixa na de
Thome Josft Marques. Como requer 0 suppii.an-
te, que nao provou ser brasileiro, como allega, 0
caixeiro Rocha.
De Anna Maria da Couceicac. tambem zjgistit)
da nomeagao de seu caixeiro Tiburcio Victor de
Mello Santos.Xa forma pedida.
De Joaquim Jorgo de Souza, satisfazendo 0 des-
pacho do tribunal de 23 do mez ultimo, proferido
sobre a' peticao que pedio registro de seu- distfa-
to.Vista ao Sr. desembargador fiscal.
COM 0 PARRCEO FISCAL.
Poticoes :
De Joao Josft da Cunha Lages, carta do biate
Flor do Jardim. Deferido, provaudo ser br?i-
leiro.
De Antonio Valenlim da Silva Barroca,,registro
do Mntrato da firma Pernambuco, Barroca & C.
Xa forma requerida, attenlo 0 parener do Sr. des-
embargador fiscal.
Autos de rehabibtacao de Josft Maria Palareira.
Voltem os.autos com vista ao Sr. desembarga-
dor fiscal.
Sammario exofflcio contra D. Vieeaeia Espino-
la de xeudonca, armadora do hiate Mala FomT.
Vista ao Sr. desembargador fiscal.
Ao meiodia S. Exc. 0 Sr. conseheiro presiden-
te encerrou a sessao, nao havendo mais o que ds-
pachar.

PARTE POLITICA
qijc passapefequintadoFerragairo, aoPoeo^dii
Bispo, para condttccao das aguas do rio Aivialiai
Esta viNda para Portugal mujta dyaamitd
(polvora para miiias) 0 que prova 0 graade daaeai
yolviinanto que tem tidjeatre nos aesle* uuSm
tempos. Oi maiores cawegamaot.?s ran de Hunl
bargo.
A companhia de vapores da Llgne Pminsu-
imprensa, o Dr. Antonio_-Wilruvio Pinto Bandeira
Accaoli 4a, Va#9>aelles,
Casado em terceiras. nupcias, ft 0 terceiro e tre-
'meado golpe que a.morte fundo leva ao oora
cao em extreme sensivel do nosso amigo, que aos
frnctos orphaaadosdorprimeiromatrwiuniobuscou
sempre) mas baseava om balde I conchegos da
seios exaberantes de pureza e ;unor ; affagos da
Xio fuHda estima qup os uao deixassein seatir a
perda dasmaternae* uaricias-
Mao laoioogaojara tins a rua-daamargura I.
Todos temos a nossa cruz; CyxafcUi ft qua
opuoas.
t For-qaa,lia,d.aa e de um modo sempre novo, estranho, psta, a
maior das viilgaridfldes -,,- morte ?
. trazendo a continua.iio da llistoria dos
Papas e da E-cistencia de Deus. .
Vapor Peuedo <:hegou hontem da Ba-
hia e esealas. Nada dizem os jornaes que me-
recti mepgao.
Vapores do PaeiUuo. Umos no Bra-
sil :
, A acreditada Pacific Steam Navigation Com-
;xt*jk,acaba de-pneataraoi nosso paiz um service
relevantissimo, qua o ooiunercio Ihe Iia de agra-
decer e rocompensar. Os paquetes da cirreira do
Brasil, ordinarios ou extraordiuarios, passam a
fnzer eaca.a pela Hla da Madeira, comegando esta
carraira com-a- vapor Puno que d'aqui dove par-
tir a, 3d ^Jaufrafjio.Lemos nesse jornal:
Tres milhasaonorle (Jo cabo deS. Vicente nan-
PARTIDO i OY*l ll\ AIMUI
RECIFE, 10 DE OtjTUBRO DE 18^.
O liospicio dos dondos.
For.a-iios a gente da Provineia a voltar sobre a
questao de desapropriacaa por necaa&idadaouaili-
lidade publica, que fora agUada p8la mesma Pro-
v.ncia, no mtuito de embaragar a tundacaodo ho6-
picio de alienados.
Poslo que Obs'criptorde artigo publi
de 3 do corrente nao leuha rauita see
com 0 dos artig.s anteriormente pubiicados aaJwe
0 mesmo assumpto, todavia nota-se eta sau- cs-
cripto uma. cerla homugeteidada de teiim*tse
de mrtdade e firme proposito de, oora o rro, re-
sisiir a verdade.
Nota ss tambem iw artigo algum elogio/eas
ca prop 1a, que sera antes tornado por falla de sen-
30 do quo pnr vitaperio.
aaai

^


jStdo-ide IkijaoiiatfQ ,-> Sexta, fe&a 1ft & Ojtftafto. it* i^fi.
V


' ii irt il iriw ~
jj"lw para
afw as prcpciasjpauK:
A ariraJra if Pr'tina^ ral de Pernambuco, i e terr. sido ma nobre do
qnn.a0S *9erH,tort* da*oliraoa aLugndo do Diaria,
e Iocs &(igura 1 A /Yonnria nao e urn orgao do
losoltos e mjurias, nao 6 uma arma ofl'ensiva e de
aggressao a to io i> transe. Orgai de opposioao,
ee tent sido ate hojo um mciode legitima cemu-
ra aos actos illagaes das autoridaues tem sido
tambem um ensino publico, um meio de educaail)
constitufiioaal e uma fonte do boa doutrina e de
bam exemplo para o jornalisrno pohiico.a
Ora, para o.s quo fora da luta estao vendo que
ajnissao dos nao tem ido alem da defensive, que 03 defensores
dopartido eortservador tem so limitado simples-
mente a repellr com energia e dignidade 6s in-
sojtos e calumnias que Mm siJo atirados ao illus-
trado e Itonrado pcrnambucano qua adminisira es-
ta.provincia, e conviccao nossa,as palavras da
Provuiaajio echos do dor e de remorso por tan-
toe fatsos quo 110 dlrectorio se lem levanlado ao it-,
lustre adfnniislrador da provincia.
Vi5-se, pois, <|ue a mesma Provincia em momen-
ta* luciloa confessa 0 seu erro e 0 seu peccado,
e flromelte pro':edor para com a opiniao publica
com mais respeito e decciicia.
Uo inesuio 6 uuia gloria que teinos conquistado
ante 0 juizo do publico.
Resianos este console ao menos.
Kntret into saiba tambem 0 publico que, apezar
de sc DM strar contricta e arrependida a Provincia
pelas diatribes que tem escripto contra a adminis-
tracao do JJjjm. Sr. Dr. Lucena no mesmo nurae-.
ro em querem 0 ado do contriccao, ainda se Id
om sn <^Wi( i osia bellu e moralwadora inven-
ca*j(naranao dizermos caiumaia):
Grece em palacio.Informam-nos que liaal-
xuns dias os escriptores da columna alugada do
Dirtrio, ombinados, exigiram do Sr. Lucena aug-
nwBto de vaotagen-?, sob pena de deix^ram as pen-
naa e abaudoaareui a oOicina.
c Q Sr. Lucena eedeu a exigcncia e dies con-
tiaaam em seu scrvieo.
< Que bora patrio!
Eniap nao e isto tao beuito t !
Na quer isto dizer que 0 orgao da opposicao,
se tem sido ale hoje um meio de legilima censura
aos actoj illegaes das autoridades, tem sido tam-
bem am ensido publico, um meio de ediicacao
constitutional e uma fonte de boa dsutrina e de
boot exemplo para 0 jornaliimo politico 1
Tinliamos, pois, razao qunndo acima dissemos
quo a Provincia torn lucidos intervallos.
Mas a que respon leu a chronica da Provincia !
O publico, porem, ficara mais uma vez conhe-
cendo qual 6 0 bom exemplo quo a Provincia da
ao jornalisrno politico!"
Dens nao ha de permitlir quo este bom exemplo
passe aos demais jornaes.
Discntamos, porem, a quoslao de de-apropria-
<;ao. com a qual ainda esta cminaranhado 0 escnp-
tor dos dous priineiros artigG*, e cremos que 0 es-
criptor a qucm respondentos tambem 0 ficara.
Iremos, poi<, nrovando a falsidade desarrazoada
d&Preincta parte por parto.
Se 03 primeiios artigos sobre a matoria estao
oheios As defeitos provenientes do iguorancia, este
ultimo a quo n ivlVrimos osla tao choio de con-
fusao que basta uma simples deseriminarao para
desconcertar c paten tear a ma fe do articu'lista.
O primciro pont-i da argumentaciio da Provin-
cia 0 0 sagittate : que a desapropnajao do torre-
no ou sitinpara a fandacjto de uma casa pia ou
de soccorro publico, setn ser autorisada por lei
provincial, e-uma manifesta illi galidade.
Destas palavras dednzem-se duas consequon-
rias : 1 que a Provincia confunde a vertficacao
da dosapropriacao do terreno nu sitio para fanda-
eSo de nma casa pia ou do soccorro publico com
a veri&cacao da utilidade da creac io on fundacao
dessa casa; 2" que suppde que a utilidade da fun-
datio de um hippie.0 de alienados ainda nao esta
verificada.
Para faianr.os c ilar-se 0 arliculista, nada mais
adiaataremos do que analyse da lei que uassamos
a apresentar, com apnlioacAo ao caso sujeito, posto
qae no caso a dosagrepriapio fosse feita amigavel-
iner.tc, como ja tivntpes oceasiao de dizer.
Sc a desapropriacao em questao nao tivcsse sido
leita amigavelmente, a lei a que se apcga 0 arti-
cnlista nao so opporia a ella.
Esludemos a ici primeiraicente sob 0 ponto de
vista da letra.
Diz a lei :
c Art. I." A desapropriaeao por utilidade pro-
vincia! tera Ingar no* casos seguintes :
g t.' Eiilicacao e instiiuicao do igrejas, de
caan de soccoiros publicos, de prisao,.de correc-
;ao e do instruccao.
Se ha, poTtanto, utilidade na edilicacao e institui-
eaa de um MtapeioeinH de caridade, lem lugar
a.5i'sapropria';ao, como ex-fircssamente nos diz a
letra da propria lei.
No capitulo \' art. 3 da MMM lei le-?e :
A verificacao da utilidade nos casos do art. 1
P so eompete a assembiea provincial.
Ora. no art. iS os casos de quo nos falla 0
legisiador sao : eJifieaciio e instituieio de igre-
jas, de ''.-.-a. s 1 -conns publicos, de prisao.de
tott&tfio e tie instrnccao ; ergo a verificacao de
qua trata 0 capitulo 2." art. 3 nao 6 da desapro-
priai;.io, mas sim da ediflcac:o e instituirao das
easas de soccorros publicos
M.i, se pelo art. :t* vemos quo a verificacao da
utilidade nos easi do art. 1* jj 1 so compote a
assembl^a provincial, o se os casos do art. 1* 1*
sao : ediflcacao e iisritoicao do casas do soccor-
ros publicos, e evidente por demais que d da com-
peteiicia da asscmblea provincial, nao a verificacao
oa utilidade da desapropriaeao, como cavilosamen-
teonti'ndo c sastenta a Provincia, mas a verifica-
cao dn utilila le da eiilicacao e instituirao das ea-
sadb soccorros.
Nao resia duvida, portanto, p^lo que diz respei-
to a teira da lei, que nada tem a assembled com a
desapropriagao de quabjuer terreno para-fundar-
s>5 nma casa de caridade, cuja utilidade e neces-
sidade estah provadas.
Estudemos, poruin, a lei nnauto ao seu espi-
rito.
Pan estadar-se 0 conhecer-se 0 espirito de uma
dispoicad e mister buscar 0 que tevc em vista 0
legisiador.
Quo vistas teve 0 legisiador com a lei provincial
de 1 de maio do 185-4 .'
Acaso 0 que qniz 0 legisiador foi garantir o di-
roito de propriedade dos particulares ?
Para nos e incontestavel que nao foi esse 0 fim
do legisiador, como mais logo provaremos.
Bntretante entende 0 nrticulista da Provincia,
que 8 csse 0 fim da lei, e por isso exprimio-se nc-s
tes Urmos :
Primeiramente. poaca importa saber a custa
d" nuem e leita a casa de soccorro publico, se a
custa da provincia ou se dos particulares ; por-
quanto 0 quo a lei quiz foi garantir a proprieda
do individual, c por isso determinou, nao so os ca
sos precisos para a desapropriacao, como tambem
a pessoa competenie para verificar a utilidade, e
co'nsequentemente determmar a desapropriacao.
Ora, usurpando 0 presidente da provincia
uma attribuicao da assemblea provincial, nao des-
Iroe uma garantia da propriedade individual !
< l'or. ventura 0 juizo sujeito a discussao, de
um cerpo delibcrante e numeroso como 0 e a as-
semblea prorinciil, nao sera uma melhor garantia
da propriedade individual, quando se trata de ar--|
ranca-Ia ao seu dono, mesmo por utilidade publi-
ca, do que 0 juizo singular de um homem que
p<5de esiudar os assumptos so a luz de suas pai-
atfes e interesses nio coiitrariaclos ?
' A que vinlia, perguntamos ao artiealista da Pro-
vincia, uma I i com esse fim, quando a constitui-
cao no art. 179 % 82 garante o direito de proprie-
dade individual, e as leis de 9 de seiembro de
1826 e de 18 de jnllto de 1845 marcam 0 modo
portjue o cidadAo deve bavw a indemnisacao,
sempre que 0 bem publico legalmente verificado
exijir o uso e emprogo do sua propriedade ?
*T manifesto, pois, que 0 Um da lei nao 6 me-
lhor parantir a propriedade individual, nao so por-
que a propriedade individual esta suflhientemente
garantida pela constituicao e pelas leis concern jh-
tes, utas ainda porqae, se esse fosse .0 seu fim, 0
legisiador ficarja na mais absurda posicao, pots
coneedeu no art. 4 o que procurou evitar no art.
ajfrfV, MBiradie desde qae-dqu wajtfs p pretidtnte da provincia para f.uei- (M
Mb Itavta neptdo no art. 3*. "* "
Si a lei no art. 3., dando a assemblea provincial
a faculdade de verificar a cdifieacao e instituieio
de igrejas e de casas de soccorros, teve em vista
evitar quo 0 cidadao fosse privado de sua pro-
priedade pete jniro singular de um homem, que
pode estudar os assumptos so a luz da suas pai-
x5es- 0 interesses, como disse a Provincii, nao
devia coasentir no art. 4. que 0 prcsidenteflelo
sen juizo singular desaproprie para abenura,
alargamento e concertos de estradas, porque isto
e 0 simul esse et nan esse.
Ve-9e, pois, que a lei nao teve em vistas a pro-
priedade individual, e que por tanfb e falso 0 fim
qae a Provincia lite atlribue, naoJendo por isso
mesmo a assemblea 0 que ver com a desapropria-
cao.
Vejainos, porem, 0 que preteudeu 0 legisiador
com a lei era qoeslto.
0 legislator 0 que quiz foi que a assemblea vo-
rifieasse a utilidade da fundacao do edificio de ca-
ridade, cujas despezas lem de correr por conta
dos cofres da provincia.
Entendeu 0 legisiador que, sendo a edilicacao de
igrejas, de casas do soccorros publicos^obras im-
1 orlantes, e que devem consutnir crande sorama
de dinheiro, e sendo a assemblea provincial quem
autorisa e subvention*-, essas obras, fosse ella
tambem a competenie para verificar a utilidade
da edilicacao dessas obras.
A assemblea so oljuc faz e verificar si e um bem
a fundacao de uma casa de caridade e autorisar
as despezas, e nada mais.
A desaprooria.uao nao c da compeiencia da as-
sembled, e cousa secundaria, que compete a quem
tem de executar a lei da assemblea.
assemblea manda comruir, da os meios para
edilicacao, depoisde verificada autilidade da obra.
0 piano, pordm, da exeencao, 0 terreno para
construccao, as casts que tonham de ser removi-
das deste terreno, a utilidade da dosa,iropriacao,
emflm, sao cousas aue serifc feitas por outra pes-
soa, que nao a assemblea.
A assemblea autorisa a creacao do estaboleei-
roento e garante osanteresses da provincia coutra
a edilicacao e instituicao de obras inuteis, c nada
mais.
Esta doutrina 6 a que esta na lei; e 0 nrticu-
lista nao uos pode contestar.
Ora, 0 que fica exposto pode obstar a desapro-
priacao de um terreno para fundar-se am hospital
de doudos, quando nio resta mais duvila sobre
sua utilidade c necessidade ?
Vejamos bem isto no artigo segujnte.
BrttiM K',rta8uez Recife-varios generos para 0
' trW."*0 ^finceicio, para despachar.
Ibrea nrfeloftal--*- /a/<-x*xjae jajtepachado
para1 terra.
linporiaciio.
Portos da Europa, vapor franiti7- Miltdotd, con-
sigoado a Harismaady & Labille, m.amfestou :
Artiges de Pjris-1 caixa a D. M. Martins, 1 a
Anraral Nabueo & C, 1 a Iiyra It Wanna, Dito
phaimaceutica 1 dita ao Dr.-A. S. Leal. Agua mi-
neral 2 caixisa E.Turpio. Dito de bilhar 1 dita I
aos consigriatarios. Araostras -1 caixa a Cramer
Prey & C ,1 a M. Gregorio & C.
Cliapeos 6 caixas a J. Chrirtiani & C^ I a If Ra-
mos & Machado, 4 a M. Gregorio & C, 4 a 1'hipps
B. & &, 6 a fiunba & C, 2 a C. & Mania, 2 a Vaz
Junior 4 C, 8 a Burle & C. Dito do. sol I caixa
a Mme. Fajqaa. Cal^ado 2 caixas a, Aparal &
Hotta, 2,a Lyra & Vfanna, I a Si L. ft. Cuiuihra, 2
aL. >iqueira, I a Paretae'V. & C, t a Christiaui &
C. Camisa 1 caixa a L >pes Machado, 1 a Amaral
i Motu. Chocolate 1 caixa a Alves & C a a F.
de Pauja Ramos. .Conservas 1 caixa a E. Turpin,
3 a F. do Paula Ramos. ConfdifAo 1 caixa a
Antonio F.C^rvalho. Culilarias 1 caixa a M.
Maestrali.
Dmgai I caixa a Forrcira Maia i C, I a Alves
BarflkSsa, 1 a Caors.
Espelhos 1 caixa a D. M. Martins.
Fumo 1 caixa a A Nabueo & C. Fita 2 caixas
a Lindea & C. Fructa 1 caixa a Paula. Ramos.
Flores 1 caixa a s. Castro in Almeida.
Gravata I caixa a Moahard A C. Grampos 2
ditas a Farias 4 Irmao.
Inslrumanlos cirurgicos 1 caixa ao Dr Viauna.
Joias 1 caixa a Hyvcrnat.
Lwros I caixa a De Lailhacar, l.aobispo. Licor
2 caixas a E. Turpin.
Manteiga 200 barris aos consignatarioe, Mer-
cadorias diversas 3-volumes a S. Castro 4 Almei-
da, 3 a Vaz 4 Leal, 3 a Monhard & C, 1 a J. No-
gue ra Souza, 1 a De Lailhacar, 1 a Auguslo Porto,
3 a finto da Silva & Cascio, 2 a Carneiro 4 N'o-
gue'ra, 2 a irma Chaucouche, 2 a irma Viala.
Mo.siar.ia 2 caixas a Paula Ramos. Massa 16 cai-
xas ao mes'iio.
BaeooijAires c nonoa IqSrniedjoj-Vaflor traa-
eei,Vendo3a, comraaadaule llnigoa, cawa nar-
tftda aue trouxe dosporlia d^E^a ^ P
*(o de Janaro Patacho br-sileifo Graca, capitao
Fernaudes caraa assucar e. ouiwa generos.
new-iork Patadjo inglez ftiUum, copilao Fol-
ker, carga aasucar. '^
Obseroafdo.
Swaendau do lamarae para 0 Rio Grande A ,lorte 0 patacho inglez Mary Block, capitao Sa-
muel P, em I astro.
Io Olho d'Agoa, eeW **r1f de 8 pal-
n do frente, 0 fundo ate a estritU di Roiada,
^4 p81uena casa ^ uiPa' avatatto por'
Obras militares.
EUITAES.
nmueACDEs k pedipo,
Agua de Florida de Hurra v IV
Atravez do toda America Hespanhola, desde 0
norte do Mexico ate 0 estreito de Magaliiaes, esto
perfume 6 lido 0 considerado como a agua aroma-
tica a mais fina e delicada. As senhoritas hes-
panh ilas, nao so delta fazem uso como 0 inais
dolicioso perfume, ; mas sim tambem nabilualmen-
te 0 usam n'uma forma de dilui.ao como um ex-
eellente meio para alvejar e coiuervar os denies e
dar um suave e agradavel gosto ao paladar. Ser-
vindo de modesta 0 agradavel advortencia, recom-
mendamos aos senhores, que a mesma usada de-
baixo desta mesma forma, e bavendo salpicado
seu facto, isto.depois de haverem gozado as deli-
ciosas fnmacas d'ura bello charuto de Havana, os
torna apresentaveis na presenca 0 sociedaJe do
bello sexo. Aquelles do sex> barbudo e que torn
uma pelle delieada, achario com 0 tnaior prazer,
que esta agua e uma verdadeira luxiria usada de
pois de haverem feito a barba, pots, quo ella faz
dissipar toda a ardoncia do costo.
ft;
SEGDROS
M4KITIH0!
caixas a M. Martins, I a Rurle
CONTRA E0 FOGO
A companhia Indemnisadora, estabelecida
nesta praga, toma seguros maritimos sobrf
navios e seus carregarnentos e contra fogo
em edificios, mercadorias c mobilias: na
rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
companhia" allianca
seguros maritimos e terreb-
tres estabelecida na Bahis
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL i,000:0005000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro i
i>co maritimo em navio de vela e vaporei
para dentro e f6ra do imperio, assi.n eomc
coutra fogo sobre predios, generos e fa
rondas.
Agente : Joaquim Jose Conceives Beltrao.
rua do Commercio ii.*5, l'andar.
Seguro contra-fogo
THE LIVERPOOL 4 LONDON & GLOI-
INSURANCE COMPANY
Agent as
SAUNDERS BROTHERS* C.
11Corpo Santo11
Perfumana
&C.
Queijo 19 caixas a-Reltrao it Filtoa, 43 a Maga-
Ihaes A Irmao. 3 a C. Martins ft C, 6 a Alves &
C.ll a Corga, 2 a Turpin, 4 a Keller & C.
Sardinha 1U0 caixas a M. Faria. Sanguesuga 1
caixa a ordem.
Tecidos 2 caixas a Mendes Aievedo & C, C a
Monhard 4 C, f a Cramer Frey & C., 9 a Mes-
quita it Cardoto, 2 a Pinto da Silva ft Caseao, 3 a
Burle 4 C.
Vinho 100 caixas a Tasso Irmao & C, 5a ditas
e 18 barris aps consignatarios. t diu a Cramer
Frey & C, 6 a Gregorio ft 0., 8 a E. Turpin, 1 a
Paula Ramos. Viiro 3 caixas a F. M da
Silva.
Greenock, lugre inglez. Sadolna, consigna-
do a ALF. de Oliveira ft C, manifestou :
Carvao i.'iO Uneladas ao; consignatarios.
Por ordem do Illm. Sr. commendador Dr.
Pedro dp Atbyde Lobo Moscoki, inspeclor de sad-
de publica, convida-se, em vlrtudo da autorisaeao
concedida pelo Exm. Sr. presidente da provincia,
ein.3 do corrente, a todas as pejsoas que quizerem
exerccr o Iugr de vaccinador gratuito nas fre-
guezias do interior da provincia a apresentarera se
n'esta repartic.lo afim de obtor o respeclivo titulo.
As psisoas que sajulgarpui lubjliudas e quize-,
rem nrrttar esse servh;i a humf.nidade., deverSo
reqiterer a esta repariieao, doeumeisando a sua
pelicao- coni. attestado da camara municipal, do
Jut* de direito on outra qualquer autoridade do
lugar onde residirem, provando a sua idoneldade
para o dito cargo
Iuspee;ao de satide publica, em i de outubro de
0 esrrevente,
Jo*i liiuirdo de Souza Laniiin.
Capital,
r'undo
NORTHERN.
de reserva.
20,000:0005001
8,000:0005001
Agntes,
Mills Latham & C.
Rt'A DA CRUZ N. 38.
Rio Grande do Sul, pntaoho brasileiro Franco-
I'm, coosignado a Amorim Irmao 4 C, manifes-
tou :
Scvio 1,469 kilos.
Xarque 18^,988 kilos aos consignatarios.
Bahia, vapor nacional Penedo, consignado a Oli-
veiri Azevedo, manifestou :
Chaiu:o 3 caixas a D. A. Matheus. Couros 2i
a F. Goncalves Torres.
HKPACRQS DE EXPOW1.VCA0 NO DIA 8 DE
OUTUBRO DE 187J.
Pm>a os- portos do exterior.
No vapor inglez Linda, para Liverpool, car-
regaram : M. M. Monteiro 182 saccas com 13,946
kilos de algodao ; & Broihew ft, C. 3i0 ditas com
24,371 dilos-de dito, e 1,100 saceo3 com 8..500
duos de assucar mascavado.
No navio inglez Dora, para o C nal, carre
garam : S. Brothers & C. 1,100 saccos com 82,500
kilos de assucar mascavado.
No vapor trancez Rio Grande, para Bor-
deaux, carregou : M. D. Hodr-igues 2 barricas com
to abacacbis.
Na barca ingleza Monarch, para Liverpool,
carregaram : Simpson 4 C. 364 saccas com
28,159 i|2 kilos de algodau, e 62 ditas com 4,862
ditos de dito.
Para os -portos di interior.
Para o Rio de Janeiro, no navio naciona
Graqa, carregaram : B. Oliveira ft C. 6,000 cocos
(fraetaj,
Para o Para, no vapor nacional Gruzeiro dn
Sul, canegaram M Bruno 250|i barricas com
7,888 Ij2 kilos de assucar refinado : P. Vianna ft
C. 24 ditas com 1,824 1|2 ditos de dito branco.
Para o Mnranhao, T. Christiansen 13 ditas com
1,834 1|2 dit< Para Mossoro, na barcaca Rainha dos Anjos,
carregou : A. S. dos Santos Moraes 20 cascos com
960 iitros de aguardente.
Para o Assd, na barcaca Tres Irmas, car-
regaram : M M. de Oliveira 2 pipas com 960 Ii-
tros de aguardente. Para Macao, J. F. Moreira 3
barricas cod 193 kilo* de assucar branco.
Para o Natal, na barcaca Dous Amigot, car-
regaram : Fernandes & Irmao 10 saecos com 750
kilos de assucar branco.
, Para Mamanguape, na barcaca Maria Isabel,
carregaram : Fernandes ft I rmao 2 barricas com
120 kilos do assucar branco.
oordem do!Um. Sr. Dr. direitor geral
iatarjiip foco pjHJlHci para co.hecimento
do professor dc primeiras lettras da cadeira
da povoac*) de Viecncia, Henrique Clorin-
do Taylor, a portarid aljaixo puultcada.
pela qual foi-lhe marcado o prazo de quinze
dias, na forma declarada na mesma porta-
ria, afim de responder a accusagao que
lhe e feita por ter aliandonado sun ca-
deira coutinuando fora do eieroicio da
mesma sem liceaga.
Secretiiria da instruoQQe publica de Per-
nambucb, 8 do outubro de 1873.
0 secretario.
Aureliano A. P. de Carvalho.
Portaria a que se refere o edital acima.
Copia.Directoria Geral da instruc5.ii)
publica, Pertiambueo, 29 de setembro de
1-8T3.0 director geral interiuo da iostruc;
gao publica, tondo erh vista a delibcracao
do conselho director que, em sessao de 18
do corrente, julgou [>rocoientc n accusa-
5S0 contra 0 professor publico de instruc-
cao primaria da cadeira da povoagaj de
Vicoucia, Uonriquo Clorindo Taylor, como
incurso no art. 97 u. 2, da let n. 309 de
14 de maio de 1855, continuando f6ra do
exercicio do communicou o deregado litterario cm
officio de 25 do jitnho do corrente' anno,
resolve, nos tcrmos do arL 105 du citada
lei, ouvir 0 referido professor, que deverd
apresentar sua defesa no prazo de 15 dias,
a contar da data em que for publicada no
jomal official a presente portaria, visto
ignorar-se a residencia do mesmo professor,
que nao esta 11a sede de sua escola.0 di-
rector geral interim)-Dr. Jo;io Jose Pinto
Junior. -Conforme. 0 secretario Aure-
liano Augiisto Pereira de Carvalho.
Sccc,&>.) 2.aSeuretaria da presiJencia de
Pernnmbuco, em 8 de outubro de 1873.
Por esta secretaria so faz publico para co-
nhecimento do quem iitteressar possa, que
d serventia vitalicia do oilicio de solicitador
de capollas c residiuos se apiesentaram os
soguintos pretendenli'S :
Antonio Joaquim Pereira de Oliveira.
Domiogos Jose Marques.
Francisco de Paula Carneirj Le.io.
Hermenelgido Eluardo do
teiro.
Vicente Ltotnio da Costa Campello.
0secretario interiuo
Adolpho Lamenha Lins.
Tem de ser contratadas, com quem por menos
Hzer, as obras precisas no Hospital militar calcu-
ladas em l:349>tlP, e os concertos do quartel das
tiacoa Pontiis, or^ados em 3904OS0, os da casa
junto a secretario, e em 128/810 os da casa, em
que estao os apparelhos da companhia Drainage:
qoemsequizer encarregar. apreseote suas pro-
Ppeta^ a 10 do corrente ao meio dia, na reparti
cao das obras pullicas, ondo encontrarao desde
ja os respectivos orcamentos.
Pernambuco, a dc otitabro de 1873.
O engenheiro,
Cnryssolito F. de Castro Cbave*
Relnado das inulhtres
No intervatlo do prologo ao prlmeiro aclo, 0 it,
Simoes representara nma linda
Soena
mw< mmiw}%
Monte-PIo Portuguez em
Pernambuco.
De ordem d? directoria dcUa sociedade convi
dp a todos os Sra. soeios a rciinirem-se em ses-
sao a assemblea geral, domingo 12 do corrente
pelas 11 horas do dia, nos slides do gabinete
Portuguez de Leitura para tratarem do exposto
00 5 i. art. H dos estatutos.
Seeretaria da directoria do Monte-Pio Portu-
guez cm Pernambn*T>, 6 de outubro de 1873.
Borftes Costa,
1. aecrotari).
Companlim ferro Carrll de I Per-
nnmbuco (outr'ora Pernambuco
Street Railway).
Convido a todos os 'possaidores de bilhetes de
passagem nos carros desta companhia, ainda exis-
tontts era circulacao com a assignatura de-H.
H, Swift, Asst Treasr, -a iraze-los ao troco por di
nheiro no eseriptorio da companhia a rua do
Brum, era totlos os dias uteis, das 10 horas da ma-
nna as 3 da larde, ate 31 de dezembro proximo
vmdouro ; prevenindo, oalro sim, que os ditos bi
Ihetesserao reputados sem mais valor para qual
quer elfeito, a pariir do I." de Janeiro de 1874 em
diante, nos termos do aviso do ministerio da fa-
zenda de 6 de agoslo proximo passado e da por-
taria da presidencia desta provincia do fi de ou-
tubro corrente.
Recife, cm 7 de outubro de 1873.
0 gerenlc,
Gustavo Adolplio Scktmlit.-
Para o Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir com muita broidado e pallia-
bole Rosita, por teralguma caiva tratoda e para
a que lhe falta trata ^se coj os eronsigBatirift-
loaquioj jos6 Goncalves Beltrao & Fjflio ;" a ma
df Commercio n. \ .
CO.MPANHIA pTkNAMBUCAMA
-1'uvcgacilo eostefraa vnper.
RiOFOaUOSO ETA4SD*Rh.
O vapor Paratfmi,
coMoaiHiaiiiu Pedro, e-
gnira para os porfw
acima no dia IS do cor-
rente, as 9" boras da nou>
te. Recebe carga, encom-
mendas, passagoiros e di-
nlieiro a frete : eseriptorio no Forte do Mallor
n. 12.
Para o Maranhao e Para.
Pretende seguir com inuiia b'evidado 0 faiHa-
b'ote nacional Joven Arthur, para0re.-MUTr-.tym
que lhe falta, trata-se com os sous cuiisigi.M.irios
Antnoio Luiz Alve3 Azevedo A C, rna d.- Bonr
esns n. 87.
ADMIN1STRACAO DOS CORREIOS UB PERNAM-
BUCO 10 DE OUTUBRO DE 1873.
Malas pelo vapor Penedo di companhia
Babiana.
A correspondencia quo tem do sor expedida
boje (10) pelo vapor acima mencionado para a
Mania, com escala pela Estancia, Aracajd, Penedo
e Maceio, sera recebida pela maneira seguinte :
Macos de jornaes, impressos de qualquer nata-
reza, e cartas a registrar, ate 2 horas da tarde,
cartes ordinarias ate 3 horas, e estas ate 3 1(2,
pagando porte dupio.
0 administrador interiuo,
Vicente Ferreira da Porciuncula.
Rego
Mon-
Kendimento do
Ideal do dia 9
I.APATAZ1A DA ALFANDBGA
dia 1 a 8
.\o dia 1 a 8
volumes sahidos
Pnmeiraporlano dra 9
segiinda porla .
rt.rceira porta .
riapiebe Conceicao
6:4284780
1:242/258
7:671*038
13,269
112
136
G31
620
1,499
3
Ora, quando se interpreta uma lei. deve-se fazer
do modo que 0 legisiador nao venhi a soffrer a
pecaa de abaurdo e incoherenie.
Siformos, considerando como verdtdeiro 0 qua
ensraa e artecuHsta da Provincia, eombinar a dis-
postman do art 2.', que da i as.sembJe?. provincial
a verifiea.aeda utiliiade da wj.ficacao e institui-
5^e igrajas, de e*i^ 3e soccorros publieos etc.,
com a, dMfume*r; <\,, m. 4.' da mesma lei que da
^ae >T'Ost-.'ente da provincia a verilicacao da utili-
?**^ ae abertura, iriargamento e concertos de es-
tradas etc., ve-sc que essas dtias disposieSes se
repellem e se destroe m rectprocamente, pprqae, si
o legwUdorjH)art. 3 p'ocurtu garantir 0 direito
da iKvprtedMe, nao oonsentindo que 0 cidadao
aejai-privada de saa propriedade nas casos do art.
!. S *, senao depois da assemblea pronuqeiar
0 acu juizo, no art. k. relaxou, 0 qae prohlpio no
COMPANHIA
Phenix Pernambu'cana.
Toma riscos maritimos em mercadorias,
fretes, dinbeiro a risco e fmalmente dc qual-
quer natureza, em vapores, navios a" vela ou
barcacas, a premios muito modicos.
RUA DO COMMERCIO K. 3i.
PRACA DO RECIFE 9 DE OUTUBRO.
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDiS.
Cotaodes ofSlciaes.
Cambiosobre Londres a 90 d,v. 26 d. nor 1*000,
do banco, ken tem e hoje-.
DRo-sobre dito a 90 dp/. 26 1(16, 26 1|8 e 26 li4,
hontem.
Cambio -sobre Paris a 3 djv. 368 rs. por franco,
do banco, hoje.
Camnio sobre Hamburgo a 90 d|v. 457 rs. por
B. M., hontera.
i.eal Seve
Pelo prrsidente.
A. P. de Lemos
Pelo secretario.
SERVICO MARITIMO
Aivarengus descarrcgadas no trapiche
j alfandega no dia 8 .
OiUi ditas no dia 9 ... .
N'avus atracadosno trap, da alfandega
\lv.rengas ........
No trapiche Conceicao '. .'. .
18
19
HECkBifDORIA HE RENDAS 1NTERNAS GE
RAES DE PERNAMBUCO
rtendaiento do dia 1 a 8 11:903*878
'demdodia9. 2:107*496
Secretaria da presidencia do Rio Grande do
Norte, 23 de setembro de 1873.
Por esta secretaria se faz publico que no prazo
de 90 dias, a contar desta data, 0 Exm. Sr. presi-
dente da provincia, recebe propostas em cartas fe-
chadas para contratar, de coaformidade com a lei
provincial n 680 de 6 de agosto ultimo, com quem
mellioios vanlagens olTerecer, a navegnfao por
lanchas a vapor, para o transporle do carga* c
passageiros uo rio Mossoro, e a construccao de
uma eslrada de rolagem do porto dalllia a cidade
do mosmi iiome, mediante as conHccojs constan-
tes da citada lei, 0 abaixo transcriptas:
Art. 1." Ficao presidente da provincia autorisa-
do a contratar com Joso Paulino da Castro Medci-
ros ou com quoin melhoros vautagens offarecer, a
navegacao por lanchas a vpor, pafa 0 Iransporte
do cargas e passageiros no 1 io Mossaro, 0 uma es-
lrada de rodagcin do porto da llli.i ale a cidade
do mesmo nome, mediante as seguintes bases :
1." Coneessfio de privilegio por trinta annos.
% 2." Obrigacao de fazer 0 contratante os melbo-
ramentos 0 cones no mencionado rio. indispen-
saveis a sua navegacao.
I 3. 0 contratante daia comeco ao servico da
navegarao dentro do prazo de 3 annos, a contar
da data da cole'.>raeao do coulrato.
Art. 2." Fica igualmonte 0 presidtnlo da pro-
viucia autorisado a impdr ao conlratante as con
djuSes que julgar necessarias para a realisaoao da
amprcza, assiui como as multas convenientes.
0 secretario, Francisco Lncio de Castro.
Conforme. 0 secretario, Francisco Lucio de
Castro.
IITRQ
Santo Antonio
GREUIO DRAMATICO.
Sexta-feira 10 do corrente.
BENEFICIO
cm fnvor das obraS do hospital
tie Santa Thci-cza.
Depois que a orchestra, dirigida pelo socio Co-
las, tiver executado uma das snas lindas ouver-
verturas^ 3ubira a scena o muito applaudido -dra-
ma em o actos, intitnlado :
PaciBe Steam ikvt^ili h Company
I,in!a |HMizcnal
__ 0 PAQUETE
espera-se da Europa ate o dia 12 do outubro
e depois da demora do costume seguira para o snl
do imperio, Rio da Praia e eosta do Pacilico, paia
onde recebora passageiros, e dinheiro a frete.
OS AGOTES
Wilson Riiwc & C.
14RUA DO COMMERCIO14
Para o Aracaty
segue uestes poucos dias u bem couhecido biate
D. Luiza, que ja tem patio do carregamcutu : a
tratar com Gomes de Maltos Irmaos, a rua do Ca-
deia n. 40, 1" andar.
A
M
I
Terminara o espectaculo coin a graciosa come-
dia era 1 acto:
Bolsae cacliimbo.
Dep is
xanga.
do epectaculos havera trem ate
Principiara as 8 horas.
Ca
ra
r
SANTO ANTONIO,
14:01l*o74
CO.NSULADO
ddopiuonto do dia 1 a 3
irtem do dia 9 .
PROVINCIAL
A-Fl.NDAECrA
l*ndimento do dia 1 a 8 .
Iihm do dia 9 .
310:1144441
34:2954670
344:410*111
14:8964270
1:745*838
16.642*108
iWHTQ W WRT8
Descarregam hoj 10 de outubro de 1873
Barca ingleza Hermione machinismo ja des-
nachado para o eaes do Apollo.
JNtacbo portuguez Michuelense lageamento
para o trapiche Conceijao, para des-v
pa char.
Patacho atlema'o Brillant taboado para p
trapiche Concei^io, para despachar, e
carvao de pedra ja despacliado para o
cass de Apollo
Barea portugueza Josephina II vmhos paca
deposito pes trapiches Cuoha e Barbosa.
Barca ingleaa Lavinia -baealhao Ja desMehadji
nara o 2* nnnln.
parao 2* ponto.
Patacho bespanhol-Wo bacalb^o ja de,pa.|u,!^ ^ ^
Navios entrados no dia 9.
Bahia e portos idtermedios -8 dias, sendo do ulti-
mo porto 12 horas, vapor nacional Penedo, de
579 toneladas, commandaute Francisco Pereira,
equipage-n 23, carga varios-generos; a A.L. do
Oliveira Atevede & C.
Bordeaux o portos intermedios 16 dias, vapor
francez Mmtosa, de 1,594 toneladas, comman-
dante Benigne, equipagem 97, carga- virios ge-
neros ; a Harismendy, Labille &(T
Greenok-48 dias, lugar inglei 'jodotrie, dc 198
toneladas, e-apiUlo T. DavVf equipagem 7, carga
carvao ; a A. F. de %t^n-h C..
Bahia-7 dias, br'gae hespantaS Saltador, ds 241
toneladas cap^ao Orta, uqaipagem 12, em las-
TO ; a ordem.
Rio GYande do ^,ui J8 d?as. palScho nacional
Francolin, ^ j3q tonetadas. cSpTBb Henrique
tv2nftiro- de Almeida, equipagem 13, car**
{*??. arrohas de cafhe ; a Amorim Irmao
Navios sahidos no mesmo dia
*orto8 do norte -Vapor nacional Cruzeiro ao $ul,
command ante l. teneni'e (J. Waddington, carga
Santa Casa de Misencordia
do Recife.
Pela se retaria da santa casa fa^-se sciente a
quom interessar, que no dia 14 do corrente, pelas
9 horas da manha, no salao da casa dos expostos,
o Illm. Sr. thesoureiro fara pagamento das men-
salMades vencidas ate 30 de setembro proximo
fmdo, as amas qua se apresentarera conduzindo
ascrsngas que lnes foram eonfiadas.
Secretaria da santa casa de misericordia de
Recife, 6 do outubro de 1873.
O escrivio,
________________Pedro Rodrigucs de Souza.
Arremalatfto
Jaizo de orphaos de Olinda.
V4o em praca no dia 23 do corrente met de
ontubro, pela 1 bora da tarde, depois da audien-
cia do estylo, na sala da camara inonicipal,, uroa-
casa torroa d? pedra e cal, sita a rua do Ampato,
com quintal murado, cozinha fora. estribaria, ea
ckaos pioprios, avaliada por 900* ; dons terrenes..
i)a rua de S. Joao, com duas {rentes de *.as da
pedra e cal, arruinadas, com am nedaco de nmro,
em -chaos proprio--, avaliados por 200* ; nma. casa
na rua de S. Francisco, hoje em comoleta r-uina,
com um terreno ao lado do norte, tendo caoimba,
avafhida por 300*, enjos bens sao pertencentas ao
ptimeiro casal do capitao Jaito Goncalves Rodri-
Saes Franga, e vA, em prap'.i para pagaajeMO de
jversos credoTes.
O escrivno,
Het.millo Chagas.
Coin o eoncurso do ilistincto actor
Sabbado 11 de outubro.
.v.s s ijtt horas,
ILTnil -REfUSraTitlO
do applaudido drama em 5 aotos.de Pinheiro Gha-
gas :
PACIFIC STEAM
PANY
Liiaha <|ninztaal
0 PAQLETK
GAUONNE
espera se dos portos do sal ate o dia 10 dc ontu-
bro, e depots da demora do costume, segmra para
Liverpool, via Lisboa, para oude recebera passa
geiros, encommendas e cargn a frete.
08 AGESTLS
Wilson Rone A C.
14RUA DO COMMEIUllO-14
Morgadiiilia k ValBwv
Terminara o espectaculo com o entreaclo, or's
do de rausica :
Amor londriiio.
dese nponhado pela actriz Olympia e o arttsta
Simoes.
0 administrad-r d' reeebedoria de rendas
idte'fhas geraes faz publVeo que 6 este mez de ou-
tubro o ultimo era qu? tem de ser pago seminal
ta o.imposto sobre induiMrias e ptoflssSes, telatiYo
40 i somestre do exercicio de 1573-74, e com a
iautta de 6 0]0 depois do referido .'met.
, Becebedoria de Pf .rnambiwo, 3. de outubro de
1873.
MmeeJ. Camefco da Soata laawda
Am 8 1|* koras em ponto.
Espt'darnlo variado
As pragas do coronel.
Amor Londrino.
Guerra aos Nimes.
Uma experiencia. -
theItro
Mum ML4M4T ICO
EMPREZA
Domingo 12 de outubro.
A*B *i Out tfkrde.
Brilhante espectaculo
am que toma partaoidkunoto actoi- portuguez
Stales
grande phantazia burlesca em 1 prologo e
da
actos
No dia 10 de, eorrente mea vai 4 praea, mida
a addiencia do IVr. Jtiit deprphSos, na sala resnec-
tiva, o sitio na estradade Agua-Fria, em Bebenbe,|
i mm mum
oup
ttESSAGERIES* HABIT1HESS.
RIO GRANDE
No dia 10 do corrente nv;z esjiera-se dos poi -
,/Sdosulo vapor francez Rio Grande, commati-
dante Delabane, o qual depots da demora do costu-
me, seguira para Bordeds, teeando em Dakar (Go-
ree) e Lisboa.
Para condicoes, Bretes e pa OS AGE5TES
Ilarismcndj & I.uljcyl 1
llua ilo Commercio n. 9-.
COMPANHIA PERNAMBUCAHA
,DE
\iivegnctto cosieira a vapor.
MAMANGUAPE.
0 vapor Coruripe, com-
mandante Silva, seguira para
oporto acima no dia 11 do
corrente, as S boras da tarde.
Recebe carga, encommen-
das, passagens e dinheiro a
ff-3te ate as i boras da tarde do dia da sahida :
eseriptorio no Forte do Matto? n. 12.
COMPATIUIA- PERNAMBL'CANA
DE
linvr^atrtTo coMtriraa vapor.
MACEI6, PENEDO E ARACAJU".
0 vapor Giquid, com-
inandante Martins,
seguira para os por-
tos acima no dia 1>>
do corrente, as b
horas da tarde.
Recebe carga ate 0 dia 13 do corrente, encom-
mendas ale o dia 14, passageiros e dinheiro a fre-
te ate as 2 horas da lartle do dia da sahida .
eseriptorio bo Forte Ho Maltos a. 12._________
COMPANHIA PLK.NAMBL'CANA
DE
iVavegacito eosieiraa vnptrr.
.'AftAUYgA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARAGx
TY, CKAKA, MAJXBAHU', ACARACU" EGU.UiA.
0 vapor Pirapamu.
commandante Felippe.
seguira para os por
tos acima no dia 15
do corrente, as 5 ho
ras da tarde.
Recebe carga ate 0 dia 13 do corrente, encom-
mendas ate 0 dia 14, passagens e dinhoin) a frete
ate as 2 boras da tarde do dia da safeida : es-
eriptorio no Fort* de Mat tos a. i-
Bahia.
0 hiate Garibaldi segue em poucos dias para o>
porto aoima : para carga trata-se com Tasso Ir-
maos 4 C. a rua do Amorim n.'37.
LEILOES.
ura excellente terreno 00m 130 palmos do
frente e 500 de fundo, em cbao prnprio,
com alguns arvoretios, 110 lujjar de Be-
bexibe de Baixo, com a frente para a rua
dos Clerigos, oqual se acha livre des-
baracaJu do todo e qualquer onus.
Hoje
as It horas
^i#-^
llfBftll


Diaria de Pernamouco Sesta t eira 10 de Outuoro do 187*.
4
.-*
.*,
* O agente Pin.io Borges aeha-so autorisado a
vender em leilao o lerrcno acima declarado ; no
seu eaeriplorio, ii rua do Bern Jesas n. 33, primei-
ro andar.
Os pretendentes podem desde ja examinar o re-
ferido terreno.
LEILAO
DE
Hoje
No primeiro audar do sobrado da rua es-
treits do Rosario n. 43.
Send*:
Uma mobilia de jacaranda com lampos de pedra,
1 dita de (aia para escriptorio, 1 dita preia, 1
guarda-vestidos de armario, I c-nna franceza
de amarcllo, I important mesa elastica de 6 ta
boas. 2 aparadores de amarello, 6 cadeiras de
jacaranda, 12 cadeiras de fala, uma mesa de
jacaranda para jogo, 1 par de cadeiras de bra-
cos, i candieiro a gai, 1 berco de ferro, diver-
se* chicotes para carro, e outro3 muitos objec-
tos do quo de uma familia que se retirou desta
provincia.
0 agente Martins fara leilao dos moveis acima
por ordem de uma familia que se retirou desta
provincia, e que forum transportados para o pri-
meiro andar do sobrado n. 43, da rua estreita do
Rosario.
A's II boras do dia acima.
II
* 8 p-S
ill**
3.8 S g
= "5" o o
ES S

DE
20 fardos com fumo, sortidos.
Hoje
As 10 horas da manha.
0 prepesto do agente Pestana fara Icilio, por
onta e risco de quern pertencer, de 20 fardos
com fumo, aunidos, vindos da Bahia pelo ultimo
vapor, quiata-feira 10 do correnie, as 41 horas da
manha, as armazem da companhia.
a. a.
1 ifIfiff
a. r 2 o _
1 &? Serf-
is-*"* ?*
JN = -3.
N = d s s
C g- C I 9 O
o-Q-t2oSs5
S J.re 3 2 5 3 =
Is-rsi-o-s-
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Sg 8 S 2
S.CL2.2
O ffi 7i CD i

i
0
Major M areeliit*
D. AHina Poppe da Si: va Lopea, Jose Poppe da
Silva Lopes, Henrique Poppe da SiWa Lqrtes, Mar-
celino Jose da Silva Lopes, viuva e firoo* -do ma-
jor Marcelino Jose Lopes, partwtpam aoi amigos
do seu ppesado marido e pai, que Toi Deus servido
leva- lc da vida presente, e q*e deve seu enterro hoje, 10 de ontubre, pelas mntro ho
ras da urde, sahindo da matrii da Boa-Vtsta, para
cojo aewnpanhamento pedem a presence dos nies-1
mos amigos do seu flnado marido e-p*, pedindo [
desde ja descmlpa de qnaJqinr-falta qae se possa
dar ns conviies, devido aoestado-iiaMr em qe
e aobam.
0MPANH14 DOS TRILfiOS IRBANOS DO RECIFE \ OLINDA E BEBERp
Do dia 15 de outubro em diante a partida dos trens sera regulada pela
tabella seguinte:
ESTATES
Armelina de ( aesia rarnei-
ro da Cinma Aipanha
G in>r Peiro- Ernesto Kiiy[ues da Silva e
Arttouio Juvencio UoJngues liii SiK a pedom a ?eus
parentes e amigos o candc-so obsequio de assisti-
rem algumas missas que manfiam oelebrar na
ordem terceira do Carmq, as 1 bwas da manha de
11 do correntp, setimo dia do.passa'mertfo de sua
mui presada irma ^rmelina de Cassia Carneiro da
Cmtha Arirtha, na capital da Parahyba; pelo que
se confessam desde ja Teconhecidos^__^______
^^AUjga^t^^Timein^riidar do sobrado da
rua do Amorira n. 91, proprio para escriptorio e
terceiro andar do mesino .predio, com sotao e
bona commodos para famHia. Tambem se alu-
g o 3: andar do sobrado da mesma rua 52, com
commodos para familia, e o sobrado de um andai
4o i>ecco Largo n. 3 : a'tenter na rua 4e Domin-
gos Jose Martins antiga Senzalla VeJha n. 2,
lave ma.
tavema da rua da
um ou
Sabbado i
DA
Santa Cruz n. 17, em
mais lotos.
1 do correnle.
0 agente Martins, competentemente autorisado,
fara Jeiloo da armacao, generos e mais pertencas
daiaverna da rua da Sarlta Cruz n. 17, em um
ou mais lotes a vontade dos compradores.
A's I 1 horas do dia acima
na mesma taverna.
LEILAO
31 caixas com cera em velas marca B
TERCA-FEIRA li DO CORRENTE
As 11 horas da in.-iiiha
0 preposto do agenle Pestana fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, de 31 caixas
marca Bde ns. 4, 6, 7 e 8, com 1,330 libras de
cera em velas.
Terca-fcira 1-1 do corrente.
ASH HORAS DA MANIL*.
No armazem do Anncs defronte da alfandega.
S3"
li
ill
loucas e outros arti-
moveis, *vv
gos
do IKt'wtisiii'an.te Francais
na Pasugem da Mngdalcna.
Quinta-feira 16 do corrente
as 11 1(2 hums da manha.
A sillier :
Um billiar com perteeeas, mesas elasticas, di
tas para jogos, ditas de louro, ditas de pinho, di-
tas de ferrc, aparadore?, marquezas, con;olos, 'a
vatorios cm pedra, raoides, cadeiras, escrivani-
nhas de mogno, prensa para copiar, raixa para
gelo, relogio de parede, cadeiras de faia a Lniz
XV, dilas ordinarias, guarda comida, moinhos,
1 jogo de bagatella, bandejas, copos, garrafas.
servico para jantar, dito para almogo, trem de co-
zinha, banheiros, lalheres, colheres, garrafas com
vinho Bordeaux, dilas com cognac e outros nini-
tos artigos.
Q agenle Pinho Borges, autorisado, vendera em
leilao os objecios supracitados.
A's 11 horas em ponto havera um bond na res-
pectiva eslajao para conduiir os concurrentes ao
ieilao.,
B 'TO
SI I
P 2.
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1?
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C
V5
CO
si
O Extracto Composto de
.I l.ilL. '"
AVISOS DVERSOS
Precisa-se alugar um sobradinho de um
andar, que tenha pelo menos 2 salas, 3 ou
i quartos,* enzinha fora, se liver sotao me-
Ihorsera, tambem serve um 2. andar com
sotfio, e com os mesmos commodos, ou mui-
tos, com tan to que seja no bairro de Santo
4ntonio ou mesmoem algumas das ruas de
S. Jose. A pessoa que precisa nao duvida pa-
gar algumas bemfeitorias que tiver, nao sen-
do muito cara, ou fazcr algum concerto pe-
queno e asseio. Queen pois tiver e quizer
alugar, deixe carta fechada no 1." andar
desta typographic, em mao do adnunistra-
dor, com as iniciaes W. fi.f o qual tambem
.poderd dizer quem e o pretendeiite.
(lozinlicira
Precisa-se de uma cozinheira que seja escrava,
para cozinhareengomnuu* em-casa de pequena
familia : a iratar na rua da Imperatriz n. 13, l
andar.
Escravo fugido
Aftanasio, caboclo, idade 13 annos, corpo for-
nido, bem parecido, cabellos crespos, falla um
lanto gago, muito esperto e eoohecedor do Beci-
fe, para onde di versa s vezes se tern auzentado,
lendo deata furtado 3^00} em cobre que estava
sobre uma me-a. Esta fugido desde' o dia 6 do
correnie, de casa do seu senlior no engenho Sa-
pucaia de Beherlbe, onde se reeompensara a
quem o pegar.
[Perdeu-se
no dia 7 do correnle, da rua da Matriz para o
Iheatro Santo- Antonio, um broclie de our fili-
grana : quem p achar leve a referida rua, casa
n 25, que se gratiGcara generosamente.
, 4u t'oiBinercio
A viuva de Thomaz Fernandes da Cnnha avisa
ao publico e cspecialmenle ao commercio que o
3r. Antonio Bibeiro Seabra deixou de eer cai
xeiro em seu estabelecimento a rua do Marquez
de Olinda n. 4i, desde a data de hoje.
Beeife, 9 de outubro de 1873
^_______Viuva de Thomaz Fernandes da Cunba.
JE' para aproveitar
J burros, projwie; para cabriolet: quem 09 preten
der dirija-si; a rua do Barao do Triumpho n. Ifci.
a tratar com o Sr lldefonso Jericho, das 6 horas
da manha as 6 da tarde, u as mesmas horas na
rua do Thome de Snza n. 3, 2 andar, com o Sr
- Moreira Jo5o, e das 7 por diante na rua estreita
do Hos rin n. 27, 1* andar, com os mesmos llde-
fonso ou Moreira.___________________________
_ ^,V'"a-se o arrnitzpui de recollier na tua do
" Bnrgoj nbli : a lra,ar "' rurt da fr*'a n- 20>
armazem.
ALSAPARRILHA
Do Dr. Ayer
0 PURIFICADOR DO SRNGUE
Para curar ejtas mole.stias que pnyvem de vieio < n t'm-
purema do 8anffU0,e dm J3erofula.
MOLESTIAS CUTANEAS, CALLOS, MANCHAS,
IRRUPCOES, ETC.
Rheumatlsmo e Gotta, Dores e
Affeccoes dos Osbob, Mai dos Ol-
tios, DeblUdade ou fraqueza greral.
Dyspepsia, Incommodo do Figado,
Uma falta greral de saude e uma1
dlspoBlcao facU ao BOStimento, stm foliar de
i-arios outros ineommsidos, algum* peguenct, outros serios,
bSo on resultados e consequencias que mais tarde ou mais
cedo oecorrem.
AS MOLESTIAS de que padeee o aexo feminine, tam-
bem, quasi sempre sao devidas a mesma causa.
O unieo tratametito efflcaz a union
inaneira segura de readquirir a saude e
de restabelecer o corpo, 6 mediante o
emprego fiel e constanto de um Purl'
ficMdor Alterante<-omo a
SALSAPARRJLHA AYER.
ecienoia medica apreeenta este reme-
dio ao povo como o taelhor e o mais
seguro que ella oonbeco para o !im
desejado.
Alem da raizda Salsaparrilha ella 6 composta das prin-
cipaes substanrias medicimaes que aexperiencia tern demos*
trado serem as melhores que fornece a nature ta e que a
arte tern descoberio para extirpar do saugue e dos humores,
essos views e corrupf6es que sao acermen de tanta molestia.
Logo que a Salsaparrilha Ateb haja penetrado no
system*, comepa entlo a obra de restabeleclmento.
K3o 6 n'um momento nem em um dia
^ue a molestia desapparece.
Pouco a pouco, degrao sobre degrao,
o sangue vas readquirindo sua pureza, o
mal rae cedendo e a saude, o vigor a
robustez, apparecem!
Medicos de aita reputacSo concordam
no valor e utUldade d'este inestimavel remedlo.
Todos os dias apparecem novas provas da suas virtudos.
Todos os dias augmenta o consumo.
O povo todo, intelligente e observador v4 n'elle am meio
fidedigno de 3ivrar-.se das saas principaes doeneas e de
reetaurar sua eande e por consegulnto tornar mais alegre
sua existencia e mais duradoura a sua vida.
f'um Sspecijlco contra grande parie d* essas doeneas
ehrotiicas, Jtheutnatistno, moleetias cutanean, etc.,
que too causadas pela Infecftio venerea, ou antiga ou her-
dada-
S
s
A maior part* das molestias
chronicas, e mesino das outras de
que soffra o povo, se originem
n'um eetado doentio e morbido
dosasgue.
Logo que este alimtnto da vida
nio estirer puro e ou que se
achar carregado com a inteccSo da syphilis (talrac M de
annos passados), a molestia ha de appareoer sob uma ou
outra forma e apresentando dUEerentee symtomu.
PREPAOiDO POB
Dr. J C. ATEB & CA- I>>weU, Slaas.,
Betados Unidoa,
CMmioo* Bi-ucHcot Analytic.
. Cozinheira
. Pn-cisa-se de uma cozinheira forra ou escrava
na rua Primeiro de Marp n, 20 A, loja.
BABY TUMPERS
Velocipedes and Hand -Carts
For Boy's.
Elastic Steel matresses.
Tee King Refrigerator.
Perfuraagators.
Machinas para descaro^ar
algodao de 12 at6 30 ser-
ras.
NA
CASA. AMERICANA
46 Rua do Imperador 45
1LN1HI
o 2. andar do sobrado da rua direita n. 82, com
commodos para grande familia, a tratar no arma-
zem n. 25 da travessa do Corpo Santo.
Aluga-se
a loja do sobrado da rua Direjta n. 82, propria
para qualquer negocio : a tratar no armazem n.
23 da travessa do Corpo Santo.
Rua da Aurora (partida)............
do I'irt-s.....................
do I'rinfiye..................
Julio de itjrres...............
Rua da Hora......................
Encrruzilhada.....................
Bel6m...........................
Cam po Grande...................
Teixeira Lopes...................
Duarte Coelho...................
Varadouro........................
Pateo do Carmo (chegada).........
DIAS I I IIS E SAfTIFICADOS
MANNA
Attenc,ao.
Pede-se encarecidamente ao Sr. Vicente empre-
zario do Gymnasio Dramatico, que leve a scena no
domingo 12 as 5 horas da tarde o drama inlitulado
Ramha Crynoline ou reinado das mulheres com
a comedia a Lavadeira e o Estudante.__________
Aluga-se uma casa no Poco da Panella, sita
a rua Real n. 16, com bastantes commodos : a
tratar na rua do Marquez de Olinda n. 56, outr'o-
ra rua da Cad-Ma, escriptorio de Leal & Innao.
rwini mi in
m
Casa
Alcga se uma boa casa no caes de Capibaribe,
com agua, gaz e muitos commodos : a tratar na
rua da Cruz dn Recife n. 42.
ATRNGaO.
Um portuguez casado e com um filho menor,
pr.-cisa arrumar se, efferecendose o marido para
tratar de horla e jardiro, e a senhora para cuidar
em meninos ou arranjo de casa : quem preci?a-lcs
deixe carta fechada nesta typographia com as
iniciaes J. P. C.
Precisa-se de
da Aurora n. 59.
nm bom cozinheiro : na rua
lM
AO PUBLICO
Quern mais commedo < ITeroce ?
Incontestavelmente a loja de calcadoS]estrangei-
) que mais comrnodo offerece em gcral, com espe-
cialidade ao hello sexe, e o PARIS NA AMERICA
a rua Duque de Caxias n. 59, primeiro andar (at
tiga do Qucimado) e a razao ? a razao e simples
um cavalheiro (amante do chiqucj por certo se
in;oramoda qnando, para comprar um par de bo
tinas, vfi-sc forcado a experimenta-la sobre um
pequeno e nueroso pedaco de lapete (systema ma-
carronico) nao podendo nesta forma conhecer se
a botina (he fica boa, pois, nao tern espaco para
experimenta-la, ao menos que nao a estrague dan-
do apenas'um passo, que chegaralogo ao immun-
do ladrilho ; o que nao acentece no Pan* na
America, onde pode se passear a vontade e desta
forma conhecer-se se fica bom o cah.ado : para o
bello sexo, cntao 6 quasi impossivel, que uuia se-
nhora (do bom torn) qneira sujeitar-se a experi-
mentar calgado ao lado de um balcao, onde en-
tra quem quer, ainda mesmo para comprar : o
Paris na America nao resente-se desta falta ; tem
nm bem preparado gabinete reservado, para a=
Exmas. que alii poderao estar em perfeito comrno-
do para a escolha do calcado.
Nao terminam ahi as vantagens ou commodos
do Par is na America a rua Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, consiste tarr.bem no bom sor-
[imento de botinas para homens, dos melhores e
mais afamados tabricantes da Europa, como Me
lies, Suser, Polak, etc., etc., e grande variedade de
chinellos e sapalos, assim tambem um lindo sor
timento de botinas para senhora, e sapatinhos de
muitas qualidades i,ue poderao salisfazer a eseo
lha da mais eapichosa senhora (do horn gosto)
pelo que fica expendido, esta claro que a loja de
calcaao estrangeiro, que mais vantagens offerece,
eo Paris na America, rua Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, antiga rua do Queimado
CimsHllono medico |
j
m
Dr. Mui'illo.
RtJA DA CRUZ N. 86, 2.. ANDAR.
Reeem-chegado da Ewepa, onde fre
quentou os hospitaes de Paris e Londres
Sode ser procurado a qualquer hora do
la ou da mute para objeeto de sna pro- fiJ
fissao. r)
Consuhae do meio dia as duas horas f\
da tarde. *
Gratis aos pobres. Gk
E$pecialidodes.=yLo\esl\aa da pelle, de 9
criani;a e de mulher. \g
fy Emprega no tratamento das molestias Q
Q de sua especialidade as duchas fria$ e nj
n banhos a vapor, para os quaes trouxe fi
1^ os apparelhos mais modernamente em- q
m pregados na Europa. m
w Tambem applica com grande proveito fl-
^g. no tratamento da molestias do utero a s.
d electricidade, pelo procesao do Dr. Tre- JT
V pier. Cura por um processo inteiramente y
O novo as blenncrrhagias e sobre tudo a O
tj (goita miliur) dispensando as injeccoes. O
Boa casa para alngar-se
A' rua do Coronel Suasaana (antiga Augusta.
n. 169, raoderna, portio para a rua das Carrocas)
e commodos para familia : a tratar com Marceli-
no Jos6 Lopes a rua do Mondego, sitio do portao
n. 63, ou no sitio do Arraial junto ao ponto Man-
gabeira._______________________________
AIUga- uma casa na Capunga coin nm pe-
queno sitio, dentro do sitio do r. Dubourcq, rndo
a casa cemmodos para grange familia : a Tatar
no mesmo sitio com o S[. Manoel Ignacio de
puza.
5.30 6.30 7.30
5.33 6.33 7.33
5.38 6.35 7.33
5.38 6.38 7 38
5.42 6.42 7,42
5.45 6.45 7.45
8.50 6.50 7.50
5.55 6.55 7.55
5.58 6.5ti 7.58
6. 2 7. J 8. 2
6.10 7.10 8.10
8.30
8.39
8.35
8.38
8.42
8.45
8.47
8.50
8.55
8.58
9. 2
9.10
9.30
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9.35
9.38
9.42
9.45
9.50
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9.58
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12.
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2.50 3.5U
2.55 3.55
2.58 3.58
3. 2 4. 2
3.10 4.CO
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6.55
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8. X
8.10
8.30
8.33
8 33
8.38
8.42
8.45
8.50
8.55
8.58
9. 2
9.10
9.30
9.33
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9.38.
9.42
9.45
9.50
9.55
9.58
10. 2
10.10
ESTACOES
Pateo do^Carmo (partida.)...........
Va-adouro........................
Duarte Coelho.....................
Teixeiia Lopes., .i..............
Campo Grande...................
Belem.........-...................
Enc ruzil hada................,.....
Rua da Hora.....................>
Joao de Barros....................
Rua do Principe...................
do Pires-----."................
da Aurora (chegada)..........
MANHA
5.3H
5.34
5.37
5.42
5.47
5.50
5.84
5.57
6.
6. 3
6.20 7.20
6.30 7.30
6.34 7.34
6.37 7.37
8.42 7.42
7 48
6.47 7.47
6.50 7.50
6.54 7.84
6.87 7.57
7. 8.
7. 3 8. 3
8.20
8 30
8.34
8.37
8.42
8.47
8.50
8.34
8.57
9.
9. 3
9.20
9.30
9.34
9.37
9.42
9.47
9.50
9.54
9.57
10.
10. 3
TARDE
12.
12. 4
12. 7
12.12
12.17
12.20
12.24
12.27
12.30
12.33
2.30
2.34
2.34
2.42
2.47
2.50
2.54
2.57
3.
3. 3
3.25
3.30
3.34
3.34
3.42
3.47
3.50
3.54
3.57
4.
4 3
4.25
4.30
434
4.34
4.42
4.47
4.50
4.54
4.57
5.
5. 3
5.25
5.30
5.34
5.34
5.42
5.48
3.47
5.50
5.54
5.87
6.
6. 3
6.25
6.30
6.34
6.34
6.42
6.47
6.80
6.84
6.57
7.
7. 3
7.25
7.30
7.34
7.34
7.42
7.47
7.50
7.54
7.57
8.
8. 3
8.25
8.30
8t34
8.34
8.42
8.47
8.50
8.54
8.57
9.
9. 3
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9.30
9.34
9.34
9.42
9.47
9.50
9.54
9.57
10.
10. 3

ESTACOES
Encruzilbada (partida)....
Estrada Nova............
Agua Fria..............
Fundao...............
Porto da Madeira......
Beberibe (cregada).......
ESTACOES
Beberibe (partida)............
Porto da Madeira...............
Fundao.........................
Agua Fria.......................
Estrada Nova.....................
Fncruzilhada (chegada............
RAMAL DE BEBERIBE
DIAS I TI.IS E S Y>[TIFit AOOS
MANHA
5.48 6.48 7.48 8.48
5.51 6.51 7 51 8.51
5.f4 6.54 7.54 8.54
5.57 6.57 7.57 8.57
6. 7. 8. 9.
6. 5 7. 5 8. 5 9. 5
MANHA
6.30 7.30 8.30 9.30
6.34 7.34 8.34 9.34
6.37 7.37 8.37 9 37
6.40 7.40 8.40 9.40
6.43 7.43 8.43 9.43
6.46 7.46 8.46 9.46
TARDE
12.18
3.1
12
2.48
2.51
2.54
2.57
3.
3. 5
?.48 4.48 5.48
3.51 4.51 5.5l|
3.54 4.54 5.54i
3.57 4.57 5.57
4. 5. 6.
4. 5 5. 5 6. 5
6.48
6.51
6.54
6.57
7.
7. 5
7.48
7.51
7.54
7.57
8.
8.5
8.48
8.51
8.54
8.57
9.
9. 5
TARDE
1.
1.23
3.3" 4 30
3.34 4.3!
3.37 4.37
3.40 4.40
3.43 4.43
3.46 4.46
5.30
5.34
5.37
5.40
5.43
5.46
6.30 7.30
6.34 7.34
6.37 7 37
6.40 7.40
6.43 7.43
6.46 7.46 1
8 30
8.34
8.37
8.40
8.43
8.46
9.30
9.34
9.37
9.40
9.43
9.46
Escriptorio da companhia dos trilbos urbanos do Recife a Olinda o Beberibe, 4 le outubro de 1373.
0 gerente.Launntino Jose de Miranda.
A quem interessar i
Pereira da Silva & Guimaries, proprietaries da
loja do Pavao, previnem pelo presente a seus ire-.
guezes desta praca, quese acham com seus debitos
atrasados, que se nao saldarem os mesmos ateo |
dia 30 de outubro do corrente anno, tratarao de
cobrar judicialmente, nao tendo contemplacao com
ninguem.
Recife, 24 de setembro de 1873.
Sj DROGARIA HOMEOPATHICA }D
DA mm
Escravo fugido.
Desappareceu de casa do abaixo assignado, no
dia 23 do corrente, o escravo pardo, de nome
iVajano, de estatura regular e bastante palido,
lis solTre de frialdade : quem o apprehender le-
ve-o a rua do Vigario n. 21, que sera reeompon-
lado.
Domingos Alves Malheus.
O relojoeiro e dourador Albino
Raplista da Rocha, de volta da
Europa, coniimia a encarregar-
se de concertar e dourar relo-
gios, bem como outros objectos ;
rogando a seus amigos e fregue-
zes o obzequio de procura-lo na
travessa da rua das Cruzes n. 14, 1." andar, por
detraz da praca da Independencia, que o encon-
trarao prompto. A garantia de seus trabalhos e
b faze-los por precos modicos ; assim como tam-
oem vende relogios.
41 -- Rua do Imperador -- 4.
Os proprietaries deste estabelecimento, no intuito de the conservarem os cre-
ditos do primeiro neste genero, continuam a esmerar-se na preparacao escrupulosa
de seus medicamentos, podendo garantir ao respeitavel pufJlico desta cidade e in-
terior que sao rigorosamente obervadas todas as regras pharmacologjcas. Outro
sim, que com o mesmo dm acha-se a tesla do estabelecimento, tendo a seu cargo a
inspeccao de suas preparacSes e direcgao do consultorio, o acredit&do medico ho-
meopatha Dr Jesuino Augu;to dos Santos Mello.
Tern todos os medicamentos especiaes para bexigas e os considerados pre-
servatives : assim tambem, < s medicamentos da sua drogaria em todas as dym-
nanisacoes conhecidas e mais usadas.
Carteiras homeopaticas de 12 a 120 medicamentos em tinturas ou globulos e
a excellente obra do Dr. Mure Medico do Povo em 3." edicto.


Rua do Visconde de Albuquerque n.
11, outr'ora rua da matriz da Boa-Vista
n. 11.
Chamados : a qualquer hora.
Consultas : Aos pobres gratis, das 2 as
4 horas da tarde.
R'Consiillnrio iiiwlie^-cirnrgico SJ j
DE
S A. B. da Silva Maia.
i
!
Garanhuns. I
Na ma do Barao da Victoria n. 36, precisa-se 1
allar aos Srs. Pedro d Rego Chaves Peixoto e j
096 Paes da Silva, a negocio de particular inte-1
*sse._________________________________J
i'ede-se ao muito digno empreiario dos
theatres Santo Antonio e Gymnasio se digne le- '
var a scena as comedias outr'ora tao frenetica-
mente applaudidas, e intituiadas- 0 velho perse-
guido 0 tenente casamenteiro e a ratoeira de
amores.____________________________________
Ilha de S. Miguel
Vende-se na antiga rua Direita, hoje Marsilio
II
Chocolate homeopatbieo d'Epps.
Eocerado de arnica.
Pos homeopathicos, para denies.
Jerico, para rheumatismo.
Matamala ou Jaboly, para tosse.
Espirito de Hahneman ou de campho-
ra.
Plumeria, para mordeduras de cobras.
Sarracenea, para bexigas ( ou preser-
Vacoina, para bexigas ( vativo.
China cruzeiro, pat a febres intermi-
tentes.
Schynus, para angina.
Calendula, para queimaduras.
Tarantula, para paralysias.
Carnaiiba para syphilis
Consultorio lionieopathico
DO
DR. SANTOS MELLO.
Consultas das 11 horas da manha a 1 da tarde.
Cactus Grandiflora,^ pan pneumonias
ou molestias do coraeao.
i
CASA DA F0M11.
AOS 5:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
la
is

CASA DO OURO
Aos 5:OOOrOOO
Bilhetes garantidos
j Una do llardo da Victoria (outr'ora Nova)
i- rua Primeiro de Marco (oulr ora ruadc\ n 63, e casa do costume.
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado tendo vendido nos sens fe-
lizes bilhetes, ires quartos n. 2646 com 800*,
um meio n. 1267 com 300*, dous meios n. 2589
com lOOAOfO e outras sortes de 1 loteria que se acabou de extrahir (68'), con vida
aos possuidores a virsro receber na conformi-
dade do costume sem desconto algum.
Acham-se avenda os felizes bilhetes garantidos
n. 63, e casa
0 abaixo assignado acaba de vender nos seus
nuito felizes bilhetes a sorte de 5:000*000 em
dous meios de n. 1501, e quatro quartos de n.
1615 com a sorte de 100*000 ; alem de outras
sortes menores de 40*000 e 20*600 da loteria que
seacahou de extrahir (6B*;; e convida aos pos-
suidores a virem receber, que promptamente serao
pagos na forma do costume.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
e tambem ha um grande depesito de farinha de ,
todas as qualidades; assim como tambem se faz bado, 11 do correnie mez.
bolo todos os dias, ao modello da mesma Ilha, e se
fazendo as encommendas na ^espera do dia.
Calxero
No hotel de Apipucos precisa-se de um menino
para caixeiro, preferinio-se um que tenha pra-
tica.
mi
<4*a
;.,'.'
:. i
DEHISTA DE PARIS
19- RUA NOVA19
J. M. Leroux, cirur-
giao-dentista, succes-
sor de F. Gautier, es-
pera continuar a-me-
recer a confianga dos
clientes da casa, edo
respeitavel publico em
geral.

*

**-
i*-
*.
a -
If
'-
Pergunta-se
ao Sr. fiscal da freguezia de S. Frei Pedro Gon-
talves, se o armazem de molhados n. 10 da Pra;a
do Commercio, nao esta comprehesdido na lei pu-
blicada no Dwriff de 20 de selemiro proximo
paseado", on se o meamo tem privilegio f*ata estar
aberto nos domingos at6 as 9 horas da noire.
Re-ponda para seiencia d
Um que nao sabe. ____
DiasCn. 99, moendas para fazer faring de milho, to parte das loterias ^e"c) ^'5?. vel publico para vir ao seu estabelecimento com-
de orphaos e orphas (69'), que se extrahiranosan- prar os mujt0 felizeg bilhetes.que nao deixarao de
[ tirar qualquer i remio, como proVa pelos mesmos
annuncios.
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
-antidos da II' parte da loteria a beneficio do
co'legio dos orphaos, que se extrarsira bo ha 11
do corrente mez.
Prefos
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*500
De lOO&OOO para cliuu.
Inteiro 5*500
Meio 2*750
Quarto 1*375
Recife, 24 de setembro de 1873.
Joan Joaqum da Costa Leite.
PRECOS
Bilhete inteiro 6*000
Meiobilhete 3*000
Quarto 1*500
EM PORgXODE 100000PARA cima.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*730
Quarto 1*375
Manoel Martins Fiuza.
Precisa-se alugar uma escrava fiel e diligen-
te para vender mindezas na rua ; na rua dn Im-
juirdor n. 16, armazem.
Escravo fugido.
100^000 de gratiiicacao
Desappareceu de novo, de bordo da barca bra-
sileira S. Jose, o escravo Joaquim, preto de na-
cio, o qual anda bem vestido e calcado, deixan-
do crescer os cabellos a modo de meia cabelleira.
Esse escravo pertenceu ao fallecido Dr. Olym
pio Marcellino da Silva, que o havia comprado na
nroviucia de Minas fern S. Joao d'EI rei ou Oure-
Preto), e com elle seguio para o Rio de Janeiro e
d'alli para esta provincia, donde foi para Maceio,
tendo o vendido alii a Justino Epaminondas Ne-
ves, a quem o compraram os abaixo essignados.
Sabe cozinhar, occupagao a que estava dedicado,
e coHhece se peh falla que e afneano.
Offerece-se a gratificacao acima a, quem o ap-
Aluga-se uma escrava para o servico inter-
no de casa de familia ; asim como, um escravo
de 14 annos, para servico de criado on hotel : ua
rua do Imperador n. 50.____________
Scio i
Com quanto quebrou, Sr. BentoT SoJdei-me com-
cento e tantns II.. E depnis ? 0 padre esta ahi
coin quem o inglez nao pode._________________
,., 0 Barf.n de Bemftra avi a quem interessar
prehender e roga-se a todas as autoridades a sua PO**. 4>" nio attendee a recibo algumi que Ihe
diga respeito, nao sendo pasado por sen tiiho Jose
de Oliveira Castro, ou por Ant nio Jeaquim Brito
de Oliveira ou Adolpho Henrique Amando Cha-
ves. Ninguem alem iia{s esta autorisado a fir-
mar documenlo algum, que Importe exonerarlo a
quem fni nassHdo, ou obrigacao de qualquer na-
ti>reza >ne seja' ao anjmnciante.._____
captura.
Recife, 6 de outuiro de 1873.
Jose da Silva Loyo & Filho.
C4SA.
Aluga-se o primeiro e segundo andares da casa
n. 3 da travessa da Lingueia : a tratar na rua
Primeiro de Marc.o, antiga do Crespo. na loja do
Passo junto ao arco de Santo Anlw.u _____
Aluga e uma escrava que sabe hem cozi-
nha\c e engommar : a tratar na rua do Cre*po,
lojs Io Passo, junto ao arco de Santo Antonio.
ATTFMCAO
Vende-: i sui eaixas de (urro de amarell-> para
casa, de arcadaa, obra muito bem acabada : a
ver e tratar na rua do General Seara (antiga do
Jasroira) n. 39.


wm
A*


i '-'-
Diario de Peimmbueo SextA feira 10 de Outubro de 1873.
\
{
i

NDRTIMENTO
M K D IGI N k
Preparado put
Lanman & Keind
f>ra uiiiaca
tjf Jk j^ toda a qualiiiadf
^ ^ de doenyas, quer
seja na garganta,
peilo ou boles.
Kxpressaraente
escoln id o dos me-
Ihoresfigadosdos
quaes se extrahe
o oleo no banco
da Terra Nova
purificadocbimi-
kcalmente, e suas
lyaluaveispropri-
'edades conserva-
das cam todo o
cnidado,emtodo
o frasco se garan-
teperfeitamen-
te puro.
Este oleo tern
sido sabmettido
aamexamemui-
to severo, pelo
chimico de mais
talento, do go-
verno bespanhol
em Cuba e foi
pronunciado por
elle a confer
MAIOR POR^AO D'lODINA
do qne examinado
IODINO t UM PODER SALVADOR.
Em todo o oleo defigado de baoalbao, e na-
queRe no qual wmtem a maior jwrcao desta
invaruavel propriedade, 6 o ubmo meio para
curar todas as doencas de
GARGANTA., PEITO, ROFES, FIGADt,
Pbtysica, bronchistes, asthma, catharrho,
tosse, resfriamentos, etc.
Uns poueos frascos da carnes no muito
magro que-seja, clarea a vista, e d4 vigor
a todo o corpo. N'enhum ou'tro arligo co-
nbecido na medicina ou-sciencia, da" tanto
nutimento aosystema e incommodaado quasi!
nada o estomago.
As peseoas cuja orgaoisacSo tens sido dcs-*
truida peias atTecodes das '
ESCROFULAS OU RHEUMATISMO
e todas quellas, cujedigestao se acha cons
pletamante desarranjada, devem tomar
ooleo defigado de bacalha9
he
LANMAK CV KEMP
Se^que descjam yer-se Hwes eisentes^e
enfermidades.
Acha-se a* venda em todas as botieas e
drogarias. H. Forsler & C, agentes.
Precisa-se de uma ama escrava para cozi-
nhar e ensahoar :. na rrta da Penha n. :{.
AUeucao
2OSO00.
Prec*i-so mn ama ;,