Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16698


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Full Text
AAiAO XLI.\. MIMERO 232
t.i J. < <
FAUX A CAPITAL E MftABLS OIPE KAO SB PA6A POI
fc* tres mazes adiantados .... .......;
Pop seis diios idem.............
Pop um anno aien.....
Oda numei'o tvalso ......
?#000
14IW0
ISO
ftUNTA FEIRA 9 DE OLTLBRO DE 1873
PA1A BIWTIO FOR A WA
Por tret mezea adiantados..........
Pop sets ditos idem..........; t
Pop noTe ditos idem V..........
Por am anno idem........
?ihcia.
&
S7900*
PROPRIEDADE DE HAHOEL FICUEIROA DE FARIA A FILHOS.
BUCO.

V.
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t
:-
<
I
v
0. 6P,. Wdo ^^^ l Waives d Pinto, no Maranhao; ioaauim iose de 0U,*Pa FOho. no Ce^ 1** de WBraga, no Aracat, ioa* ri. ^iio Cha. no Aasa; Antonio Maraa* d. ^ no*aUl, *rf N-
Pepe.r. d A.me.d.. em Matnanguape ; Augusto Gomes da Silva. Papanjb, Antonio Jose Gomea, n. Villa da>ha; BeUnnino do. Santos Bulcao, em Santo Ant*o Domingos Jose da Costa Brag, em Naxarad!
AntomoFepreu-ade Aguiar,em Goyanna ; Joao Antonio Machaeo.noPilardasAlajte; Aha. d C., na Bahia; e Leite, Cepquinho d C. no Rio;deJaneiro.
PARTE OFFICIAL
liuisterl* do iui|icrio.
Rio de Janeiro, eni 27 de setembro do 1873.
liim. e Exm. Sr.- Dw papeis juntos vera V. Exc.
que o Rev.bi

de Olinda reeuso i cumprir a de-
cisao que deu provimento ao recurso a cord*, in-
trpisto pt,la confraria di Santissuua Sacramento
da matriz de Santo Antonio d i Recife, da injusta
-euleuca de interdiceno contra ella profdnda, pel >
unico m-jtivu de screm mac ras algous de seus
raembros. E para mais osteuiar a sua recusa,
tralou do iucilar os vigirios a dosubedecore.n por
sua vezao governo imperial, aterrnndo os coma
s ispensao ex inform ita anv.ien'ia, de qae fora
logo victima am qae apeuas se havia m istrado he-
sitanta
Nestes e em outros fact os, cada qual mais tain;-
rario, tera o Rev. bispo manifestado o linn; pro-
posito de ir de eucontro as left d i estado. por si e
pelo clero de sua diocese, desconheeenlo assim a
c ompetencia do poder temporal em pottos ha mui-
lo admittidos e obscrvados p-las navies eatliolieas,
e expressament" consagrados ua legislacao pa-
tria.
As irmandades, embora nossain ser considers-
das instituicoes, cujo llm principal r- materia eccle-
siastica, torn ao mesmo tempo inloilos lemporaes,
constituent eutid ides juriiicas su ceptiveis dodi
reito e obrigacoeM|ne as col!o.;am em rclacto di-
recta com a.s autoridatles civis, a qu:n p-estam
coutas da sua adtainistracao, e consejaeutemente
ue sua missao.
Dahi
nao for contido o Rev. fiispo, incorrea elle na
sanccao las let* penaes e deve-responder peranle
o supremo tribunal de justiea.
L S. II. n Imperador, onformandose com o pa-
recer da mnoria do conselho de estado plono, ha
por bum ordenar que V. Ex'c. promova a accusacao
do Rev bispojde Olinda I). Fr. i'iui Maria Gon-
'.alvesdeOiiveira, corao e de direito e reclamam
'.s-inleresses do esUdo. 0 que ha por muilo re-
comnMndado ao esclarecido 7.eb de V. Exc.
Deus guarde a V. Exc.-Jao Alfredo CorrSa de
Oheewa. -Sr. procurador da c.)rda, fazenda e so-
berauia nacioual.
Por cartas imperiaes de 3 do correnle fjram
iiomeados cavalleiros da ordem da Rosa os cida-
daos francezes Ad. Benion e Adolphe de la Corne
vem quo os sem compromisos dependem
da sancclo do poder temporal o da approva.-ao do
erelpsiastico, adjnirinlo por esse fact) uni natu-
Kn iQJuustraaavelinente mrxUr, ten Jo, p irtanto,
forca obrigatoria, assim no foro inlemo, como ex-
terno, emjuanto nao foremalteradosou revoaalos
pelos mesmos tramites legitiin is poroue foram
constituidos.
lintretanto julgou o Rev. MsM de Oiiuda, qua, de
su propnaeexclusivaautoridale,podia,exnbnip-
to, inandar expellirdis irmandades algu,ns do sous
mombros por m nivos alias cstranliosaos ditos com
proinissiis, e lancar interdicto* geral, p*ssoal c lo
;al sobreiola acorporacio. jostergmd> assim o
direito natural e ecclesiastico, abslraliinJo das leis
du proce.-sj, prelerind) a cita;ao pjssoal, vjppri-
miado a d.ifeza, que tern suas assusas, forindo do
um so golpe a inno.mvs e culpados, e, Qnahneat;,
iulerro.iipendj -a-. ftiet?)es do cuitoa ptntode tor-
uar-se este quasi paralysado na rebgiosa capital
ds I'druambuco, porquanto raras I'li.im as irm in
dados quod.-ixaram de lioar sob o peso emrmeda
iuterdiecao.
Mo foi com offeito seal niuila razlo que Sani
Agostiulu, advertinlo a u.n joven bispoda Africa,
por haver fulmiaid) com penis espuituaes a
uni faniiia inteira, se exprimio di seguiote
modo:
So vos, escrevia o bisp) auciao, tendes alguma
i uIdou algu;ua autoridad-. que prove que poJem
-<5o.it jusli;a ser excoin nmgados os litbos polo puc-
e 11 i do pai,a mullier pelo do iniriJo, o escravo
pelo do senlior, suoplio v .s m'o eommuuiqueis
-tiuanto a mim nunca ou$ei faze-lo, ain la quando
inais vivamente impressionado pelos cii:uesalrozes
commetlidos contra a igreja. M is, se o So^b r
vosrevela queissj se pole fazer jmtamente, eu
nao desprezarei a vossa mocidaJe nem a vossa
p >uca experieaciii no episcopado. Posto qae de
idale avan^di e ha tantos ainns bisp>, deboa
von'.ale aprenderia de am joveu c iliega a inanei-
rapor que poderiatnos jastificar-nos diautede Deus
o d-.s huinens, de h.ivir pnnilo com snpplicio
(spiritual a innoceutes por causa do crime de ou-
treni.
Ora, o Riv. bi^po de OiinJa excedeu a|u;ile
rijjor, porque nao fulmiinu so a u.na fa nilia, mas
a. irmandade; inteiras, antes do serem os seas raem-
bros ouvidos e conveucidos regnlarmenie.
for u n direito quasi inaiom >rial, u,madi em
diversos asseutos legislativos, esustjnlado polo do-
cielo n. 1,911 de S3 ,1c man?)do 13)7, e permitii
do recurso a coroj ncs casos dc usarpaeao de ju-
nsdiccao e poder temporal, por quaesqner cousu-
ras contra einpn.gaJos civis eoi razio de sou olli
copper notoiiu vwleaci-i no oxercicio da juris-
dieclo e poder espiritual, po.-torgandj-se o direito
nituial ou os canooes recebidis. Tal t a legisla-
C to d > paiz, que ainda nlo tiollt sido dostoatada
por nenhura prelado ^rasileiro.
D: accordo com ella foi interposto o recurso a
coroa por ama das irmandades inlerdictas. Sem
duvida o procedimen'.o d) Rev. bispo cr.i niauifes-
taraoute exorbiUqte e tuuinltaario: nada menos
impor'.ava do que assustar einquietar as conscien-
cias, de surpresa, com inteiro abaudono das re-
gras do prudeacia e cariJade tec/nuienlabs pela
ipreja, e sem respeitar, obuio Hie cumpria, o li^ame
dospreceitos civis, quo do cert) oongam ate em
coo3cieucia.
Nestas circumstanctas o govern.i imperial nao
pilia deixar de vtr emsK'corro dos ci.ladaos of
foadidos, osando de um direito de s.ib-rauia con
i: i u na violeucia nuuitesli e clamjrosa. Dou,
p,> t.iuto proviinento ao recurso e oiioi >u, nos
t -rin '3 mai. aUedciosiij, anuullar os PiTjitus da in-
l.-rdiccao por aviso de 12 de junho.
Sem-mais reOeotir, e em vez de obclecer a de-
clsao imperial, o Rov. bispo de Olinda nao somen
t! u^ga a legiariia compoleucii do poder civil, co-
ino reincide nos ados qialiliead s di abu-ivos e
violentos ; e em lioguagem insuela, impropria do
sea'aicraaa ministerio, intima ao govern) imperial
a sua formal desobedieneja, ju!gauJo-a mui justi-
iie,ada pjr um novi'ssimo breve poutillcio, que pro-
v.iCara por inform;icdes suas, o manlou logo pu-
Mic.'.r sem dependoncia, ou antes com desprezo do
ounpetente beneplacito.
E, todavia, e uesse mesmo breve qae resumbra
o dosagrado do SS. Padre quauto ao luido aspero
e viulento coin que o Rev. bispo procedeu, appli-
candj ao qm conslicravd uuhistii chronica rente
Por despacho do 28 de setembro foram no-
meados:
Ofliciaes da ordem da Rosa o Dr. Jose Antonio
M Mendonca, chefe de policia da provincja da
larahyba, em attencao aos relevantes sorvtcos
prestaios ao estado, e Francis:o Muniz de Souaa,
pelos que tern prestado a instrucciio publica, e
concorrendo para melhoramoutos do raunicipio da
corle.
Cavalleiros dt mesma ordim, o Dr. Eugenio
Marco lino de Guimaraes Rebello, em attencao aos
relevantes servigos que torn prestado to estad), e
o cidadao franoez Adolpho Andre Datix, pelos que
prestou a instruceao publioa.
Pregalor da imperial capella, frei Caetano do
Santa Rita Serejo, provincial do couveuto de Nos-
sa Senhora do Carmo do M iranhao.
Goncederarn-se:
0 foro de fidalgo cavalleiro da casa imperial ao
major reformado da guarda nacional da proviucia
de Peraambuco, Bernardo Ferreira de Burros
Campello.
As honras de conego da imperial capella ao pa-
dre Thomaz de M-*raes Rego, vigario collado da
Treguezia de Nossa Senbora das Uores da Thcre-
zina, diocese do Marauhao.
Foi indeferido n requerimento de Felix de Can-
talice da Silva Lobo.
Pelo decreto n. 2,121 de 17 de setembro foi
mandado admitlir a fazor cxame das materias do
I.' antio da f.iculJade de direito do Recife, o es-
ludaute Vicente de Farias Gurjao Sobri tho.
Em 2i de setembro remetteu-se ao presi-
dente da provincia do Piauby o projeclo de lei
relative a creavao da provincia de S. Francisco,
afim de informar com a seu-'parocer sobre a con-
vemencia de annexarse a n.va provincia a co
ma ca de Paranaguii e indicar os limites mais
proprios e naturaes, ouvindo a tal respeito as ca-
ntaras dos municipios comprehendidos no lerrito-
rio da referida comarca. e outrosim, transmittir
um quadro demonstrativo/das readas gerae's, pro-
vinciaes c munieipaes arreoadadas na tuelle lerri-
lorio
Pediram-se iguaes iuformaeoes aos presidentes
das provincial de Minas Geraes, Bahia e Peraam-
buco, devoudo ouvir as cam.ir is dos municipios
qao teem de ser oompreheudidos no territorio da
nova provincia.
de decisao do jury do termo de Alcobaca, na mes-
ma provincia, por crime de homicidio.
Os reos Jose Pereira de Moara Rein e Francisco
Pereira Salgado da pena do 3 mezes de prisio e
ntulta correspondente a raetade do tempo, impost*
pelo juiz municipal do termo de S. Luiz, na pro-
vincia de S. Paulo, por crime de injurias ver-
baes.
Nao foram agraeiados os segaintes reos :
Albino Alves da Sirva, condemnado era 29 do se
terabro de 1870 a pena de ti annos de prisao
simples, em virtadc de decisio do jury do termo
de Mage, na provincia do Rio de Janeiro, por cri-
me de homicidio coinmeltido a It de de outubro
de 1869.
Lucio, Cabinda, condemnado em 30 de abril de
1806 a pena de gales perpetuaj, em vjrtude de
decisao do jury do termo de Valenga na mesma
provincia, por crime de homicidio commeltido a
ti de Janeiro do dito anno.
Mauricio Bernardo, condemnado em 23 de marco
de 18JJ2 a pena de gales pcrpetuas. em virtude
de decisao do jury da capital da provincia das
AlagOas, por crime de homicidio commettido em
29 de outubro de I8i5.
Joao Miguel Celestiuo, ex-praca do 2.c batalhao
de artilharia a pe, condemnado a 10 annos de pri-
sao pelo crime de i." desercao em tempo de guer-
ra.-Manuel de Sacramento, ex-praca do 10* ba-
talhao de infaoterta, coniomoado a pena de gales
perpetuas em que fora coinmulada a de morte,
que Ihe havia sido. imposta, por ler ferido a um
esu superior.-
Pelos decretos ns. 5419, 5i20, 5417 e Bit8,
do 24 de setembro : foi reunido ao termo de
Santa Cruz o de Villa-Bella de Morrinhos, na pro-
viucia de Goyaz ; foi desannexado do termo da S.
Joao d'EI-rei o de S. Jose d'EI-rei, em Minas-Ge-
raes, e creado neste um lugar de juiz municipal e
de orpbaos ; foi flxado o ordeuado annual dos
promotores publicos' das comarcas do Rio Tocan-
tins, Santa Cruz e tloxim, era Goyaz ; e foram do-
claradas de 1." entrancia as comarcas do Rio To-
cantins, Santa Cruz e Coxim, creadas em Goyaz.
Era 24 de setembro sol.icitou se do ministeri i
da fnzenda que seja habilitada a thesouraria de
Peraambuco com a quantia de 4:0H)iO00 paraoc-
correr as despezas com os concertos do que neces-
sita a casa em quo funcciona o tribunal da re
lacao.
Em 23 :
Roquisitou-se do presidente da relaeao de Psr-
nambuco informacao sobre o estado da appellacao
interposta por Manuel de Souza Cavalcante e ou-
iros da sentenca que ejntra elles proi'erio o juiz
gusto llogueira da G.ima, Cyrillo Pinto Pereira de
Azevedo e Jose Barbosa Pereira Espiudola.
Pratkaate desta ultima thesouraria, Francisco
do Linp Escobar.
' Expediente de 25 de ago.-t >.
A -firectoria geralda contabilidade se comna-
nica pan os devid&s effeitos, que Sua Magesttde o
Imperador, confonnaniio se com o pan-cer abaixo
"aiiscripti, da seccao de fazenda do conselho do
estado, houve por bem dar provimenlo ao recurso
de D. Adelaide Ramos Machalo, viuva do |. es-
enpturario do thesouro, Jose Joaquim Machado.
ii 'r" "* sec?ao dos nogocios da fazenda dj
conselho de estado recebeu ordem de V. M Impe-
rial para consultar com sou p i-ecer sobre o recur-
so interfettto pr D. Adelaide Ramos Machado, viu-
va do !. escriptorario do thesouro nacional Jose
Joaquim Machado, contra o despacho do Exm. mi-
nistro da fazenda e presideate do mesmo thesooro.
O coRselheiro do estado relatur, visconle de
^t1* i anco' P'na Pe'a seguinte formi :
ii *'" ^''ripturario Jose J aquim Machado
falleeido e sido ^epnltido no dia 7 de abril proxi-
mo passado, re'quereu sua viuva os vencimentos
deridos ate o dia 6 incluido o augraonto flxado
pelo decreto n. 3,215 de 5 do m.'suio me. o anno ;
e, feita a confa, veriticou se importar o orJenado
d- sms dias em 33"J33 e o aagnento em...
Io3*6oo\iMai i8C>988.
A decisao, norein fi contrarit, dene-ando o pa-
gamento de augmento, dc conformidade com o se-
guinle parecer da directoria geral da contabiliJale.
0 decreto do 3 do corrente n. 3,215 loi publi-
cado a 9 do mesmo mez, e no Gnal do art. l., se
disp5o que os .vos voucimeutos so aproveitam
aos einpregadiw qie continuarem noservict, e
ni) senlo exceptuadu o caso de mortc, parece me
quo a su,plicante so tera direito ao ordenado quo
percebia sou marido pela sMerior tabella ale a
vespera do sou fallecimonto. Podendo. porera, nao
ser fund tin o men joao, em face do citado d ere
to, submenu a i|oestao a decisa i do S. Exc. o Sr.
ministro da fazonJa, attenta a qualidado da sup-
plica nte.
l>ire.*ria coral da contabilid ido. 21 de abri
de 18T3.-fi Deste imleferiment') d-> Exm. ministro da fazen
da, com data de 22 de abril do ann corrente, e
que rec >rrea a petieionaria para V. M. Imperial
em conselho de eatado. e tal recurso e admissivel,
na forma do art. 46 do reg llauienlo n. til de 5 do
fevereiro de I8V2, e art. 3J do docrelo n. 2,343 de
29 de Janeiro de 185'.!.
orcainento respeetivo e o balanco geral do impe-
no do exercicio anterior.
d:ot excesstcameaU lieroicos, e por isso mesmo no-
ci vos. Lm sua alta sabedoria o Soberano Poutiti
co roconbeceu a juillo do que uao cogilara o bispo
de Olinda, isto e, q ie antes dos iheios rigorosos se
deve usar dos braados e suasorios.
Ainda que o placet nao tivesse a mesma razao
j utiQcativa do direito do padroado, que tem eri-
g;m canonica, ainJa quo os irapcrantes catholic is
iiio fossein os prolectores tutos da igreja, os via-
giJfircs diw'Tanoues, como dizem as sagradas pa-
gin.is, baslaria que o placet fosse u'ma garantia de
Oidem pnblica, para que ao Rov. bispo nao fosse
l.cito conspirar abertameute contra elle pelo modo
I>)i" qae o esta pratfeando.
Em lodo caso o placet no imperio, assim como
em todos os paizes catholicos respeitados pela San-
ta So, e inquestionavolinente um direito magesta-
tico, e ao mesmo liwipo uma eondi;ao de harmo-
nia eutre os dons poderes civil e ecclesiastico, os
q.-a-.-, emb ra distinct-os nos sens ministorios, nlo
S.w, nwn p .K:.a stir :itag oticos ; deve.;. i Juurifi-
caf-se no pensamntn do bem comaium sera se
c inlundirera, e auniliar-so sem pcrderein a respec
iiva autoaomia.
EsqufCcudo-se < Rav. bispo do sou? deveres de
subdito, tem resist do, e eontiaua a rcsisiir as legi-
tknas determioa^is do goveruo iuperial; e como
#relado tem procodi Io com rigor eieessho para
C'Mtt as ovelhas do s in reb..
tdvezajM iSSfi'' ir na inten-
m v i'im con-1 Qae amea-
l Pwl or '' cri4i s^
3." seccao.-Ministerio dos negocios do imperio.
-Rio de Janeiro, em 27 de setembrp do 1873. -
Para cumprimonto da dispoaicao do n. 3 do
unico do art. 2." da lei n. 2,318 de 2a do agosto
do corrento anno, pela qual foi o governo autori-
sado para fazer a acquisicao de um novo mata-
doLiro no municipio da cOrto, para onde cm tem-
po breve se remova o actual, como tanlo imporla
ao melhoraraento saoitano da cidade do Rio de
Janeiro, determina S. M. o Imperador que a lllma.
camara municipal cham; concurreutes, na forma
do art. 47 da lei do 1. de outubro de 1828, para
construceao diquello estabelecimento, marcando o
prazo de tres mezes para aprescnlacao das pro-
postas, plaata e piano das obras, lixada sua con-
clusao.
Nas propostas se dove attendor :
A's coadicoes hygienicas, de sorie que os torre-
nos era que se hmver de fazer a conslruceao se-
jant seceos e arejados, alim de evitar odeserivol-
vimeuto do miasmas prejudiciaes a saiide publica,
e tenhara pastagens e mauanciaes proximos, on-
de o gado descance e se possa sustentar por al-
guns dias.
A' localidade, que deve offorecer facil e promp-
to transporte, e ser provida abundantemenle d'a-
gua, com a qual Se manten'.iam grandes depositos
para limpeza e porfeicto dos trabalhos, e asseio do
esiabolecimento.
A' melhor forma de construccao neste genero,
e aos processos mais adiantados para a execucao
do servico.
Ao IImite do credito da lei, o qual e do.......
2,000:0004 para todas as despezas.
Quauto a localidade, convent ter era vista o pa-
recer dado pela comruissao eacarrejada de exa-
inmaroslugares apropriados para a construccao
do novn raatadouro, e quo se acha anucxo ao re-
latono apresentado por este ministerio a assem
blea geral era 21 de dezembro de 1872.
Findo o dito prazo, a lllma. camara com o sea
parecer, e as informacoes que julgar necessarias
sobre as propostas recebidas, as enviara ao go-
verno para final resolucao. Joao Alfredo Correa
de Oliveira.
Ministerio du ji
0 !. eseripturario Machado, tenJo falleeido de
de direito da comarca de Atalaia.na proviucia das oo.s do dia 5 de abril doate anuo, em que fora as
Alagoas, pelo crime de arrombamento decadeia e signado o augmento de*vencimentos. em quo esla
de tomada de presos.
Devolveu-se ao presideute da provincia do Piau-
hy o requoriroonto em quo Pedro de Barros Pea-
soa pede a serventia vitalia dos oOicios da label-
Mao do publico, judicial e notas e de escrivao do
tfivel, crime e mais annexos do termo do Bom Je-
sus da Gorgueia, afim de que raande abrir novo
concurso para os ditos oflteios e observe o dispusio
no art. I. 1. a 4. do decreto n. 4G6S de 3 do
Janeiro da 1871.
Accusou-se o recebimento dos ofBcios do presi-
dente da provincia do Mamnltio, de 20 de agosto
proximo findo e do i e 5 do corrente mez acerca
do barbaro assassinato da infeliz Maria da Concei-
cao, praticado pelo desembargador Jose Candido
Pontes Visgueiro, com o auxilio de seu famalo
Guilhermino e de outros individuos ; e declarou
augment
va comprebenlido, tinha direito adquirido a csse
augmeiito. A duposicio respectiva do decreto e
a seguiatc: Os novos vencimentos serao conta-
dos e atkinados desde a data do referido decreto n.
2,103. aos ;empregados que coutiuuirora no S"9r-
vivo, ii
A cian ulf rdstrictiva quo coatiuuarem no sor
vieodie'asntf'faria, continuando no-servlco do
qual um facto independente de sua vontade, a
m irte, o veio afastar. Nil parecd quo o decreto
se refira a esse facto ; e seria augmentar a afflicao
ao aftlicto privar tambem do ordunado e gratilica-
rao vencidoavhiva ja prirada deseu charo es-
posa
Ao faesmo conselheiro de estado relalor, parece,
pois, que o recurso pode e deve tor provinnnto,
mandando pagar-se a recorrente o augment), na
seque osdocumeatosque acompauharam ospn- 6rmi da coma feita pela respectiva contadoria
If inislorio da agpicaikura.
Por decreto n. 5,392 de 10 do corrente, foi coh-
oedida autorisaeao do contrato proposto por Fran-
cisco Parentes para a fuudacao de um estabeleci-
mento rural na provincia do Piauhy, coraprehen-
diado as fazen las naeionaes denommadas Guari-
has, Serrinha, Mattos, Aigodois c 01 ho d'Agua,
perteneentes ao dcpartamenlo de Nazareth.
0 contratante obrigouse a observar, outre ou-
tras as segaintes clausulas :
Fundara. a margem do rio Parnahyba, na pro-
vincia do Piauhy um estabolecimento de agricul-
tiira pratica. emprogando como trabalhadores os
libertos da oacao, existeir.es ua fazenda do estado,
que forem aptos para o trabalho e uao estivorem
empregados por onta do govern >; podendo tam-
bem conlratar na provincia ou fora della traba
Ibadores que nao sejam libertos da nacao, se o
numero destes fjr insuulcicut? ou nio forem aptos
para o servico.
Elucara p'hysica, -niral e religiosamente os li-
bertos das ditas tazondas, quo forem raenores, e os
illiios das [Uterus nascidos depois da promulgacao
da lei de 28 da setomoro do 1871, nao podendo,
mas, os monoros ser separados da companhia de
suas irfaes sem ontrar para o estabelecimento a
quo se refere a c.radicao primeira. antes da com-
pletarem eiaco auaos do idade, salvo es orphaos
de pai e mii.
Provera, oalrosim, .i eJaeaeao moral e roligiosa
aos adultos.
Prestara o.s necessarios soccorros o alimento e
vestuario e habitacao aos libertos das ditas fazen-
das que forem invalidos c qituercm se as>lar no
estabelecimento, snjeitos ao regulamento c policia
do mesrao.
Estabelecera 'avouas dd algodao, de canna do
assucar, de cereaes e quaesqaer oulras que forem
proprias do cliraa e do solo ; fabricas de qneijos e
de sabfu; xarqueadas e cortumc em que se em-
preguera os processos mais aperfeicoados e com
pativeis com os rocursos do estabelecimento.
Construiia prelio do resideucia, casa dc oragao,
enformari.i, aula, cemlterio, ediflcios com propor-
coes para as fabricas e corlume para depositos, pa-
ra engenho de assucar c suas dependeneias, para
prensa e desearoeo do algodao o para quarlel das
praeas encarresadas da policia do estabelocimentu,
fa endas do gado, devoudo tambem preparar um
campo para cstudos agronomicos.
Construir curraes cercalos o estabulos apropria-
dos para o melboramento e aperfeijoamento das
racasdegado; forma ra acudes o prado?, artili-
ficiaes e fara app.icaclo do systema de cruzamen-
to ou-do de seleecao segundo a especie do gado, os
resullados dc um ou de oulro systema.
ao rrazo das araortisafSes hypjthecarias, por to
fix ado era 12 annos.
Has relacdes com o governo, solicitando estas
com o discernimonlo quo a tem sempre distin-
guide.
II. Se a repartieao hypothscaria se apresenta em
estado prosper.), nao c menos lisongeiro o que offe-
red" a caixa commercial. As operaedes continnam
a ser desenvolvidas e utilisadas de modo vantajo-
so ao coramorcio e ao banco, 0 total das opera-
coos bancarias foi:
Em 1871........ 193,183:03 JJ960
Em 1872........ 219,882.714*402
Em 1873........ 281,140:812*327
0 progresso e patents, nao obstante a reduce**
da emissio das notas do banco do 1871 a 1873. E'
digno de ser mencionado que as lettras commer-
ciaes inferiores a 30:0 HI, qao no anno passado
importaram em 27,920:020*081, elevarara-se na
actual anuo bancario a 37,186 496*075.
A epoca da conjentracao de sommas enorraes
nas rnaos do alguns poucos devedords esta defini-
tivamente passada.
A media do valor das lettras convnerciaes foi de
4:915*678; a dos prazos, de 73 dias; a taxa du
juros para as lettras commerciacs, hypothecarias
e caucionadas, de 7,02 /
Os lucros totaes do banco importaram durante o
anno em 3,s,tl-561*333 sendo, porem, os lucros It-
quidos de 4,631:663*079, deduzidas todas as despe-
zas de administracao e juros das quautias recebidas
a premio por lettras c em conta corrente. Desta
somraa foi distribuido o dividendo de 8 / nos dois
seraestres na importancja de 2,64'):000* e passou
para fun do de rescrva fWlsaldo resttnte de......
1,991:363*079. A gradual extinecao da grando-
copia do titulos em liquidacao, oriundos' da crise
de 1861, du mais exac'amcrite reconhecidos nessa
epoca, permitte espenr a desnecossidado mais ou
menos proxima do uma eonsignacao tlo elevada
de capital para preencher e fortalecer anuualmen
to os fundos die reserva.
Ill Os titulos em liquidacio iraportavara :
Em 1871-Carteira Commercial.. 7,897:29Si.04
Hypothocaria.
Por docretos do 27 de setembro :
a ju<*tit- \.
Jtembro : /
Foi removido o juiz de direito Antonio Felix de
Kitlhoos Jardira, da comarca do Rio Parana para
a de Sauta-Crut, ambas de l. entrancia, na pro-
vracia de Goyaz, par assim o haver pedido.
Foram nomeados juizes de direito :
0 bacharel Fernando Candido de Alviar, da co-
marca do Rio Tocautins, na provincia de Goyaz.
0 bacharel Antonio Ferraz da Motta Pedreira,
da comarca do Scrido.na provincia do Rio-Grande
do A'orle.
0 bachirel Carlos Francisco Soarcs de Brito
Junior, da comarca de S. Rayraundo Nonato, na
provincia do Piauhy.
0 bacharel Raymundo Meudes de Carvalho, da
comarca do Riachao, na provincia do Maranhao.
Foram nomeados juizes municipaese de orphaos:
0 bacharel Antonio Coutinho ao Souta, dos ter-
mos reunidos de Bslraonte e Cannavieiras, na pro-
vincia da Bahia.
0 bacharel Candido Xavier Rabello do termo da
Barra de S. Joao, na provincia do Rio de Janeiro.
0 bacharel Lv cargo de Albuquerque Nascimcn-
to, do termo da Encruzilhada, na provincia de
S. Pedro do R;o-Grande do Sul.
Foi reconduzido o bacharel Francisco Julio da
veiga, no lujar de Juiz municipal c de orphaos do
termo da Carapauaa, na provincia de Minas-Ge-
raes.
Foi nomeado a pedido :
Manoel Veridiaao Piubo, capitao .quartel-raesire
do commando superior da guarda nacional do mu-
nicipio do Penedo, da provincia das Alagdas, no
po:.to de ma;or.
Foram perdoados :
0 reo Raytnoado Soares dt Soaza do reslo da
pena de 14 annos de prisSo, imposta em virtude
de decisio do jury do termo do Brejo, na proviu-
cia do Maranhao, por crime de homicidio.
0 reo -Juse Patricio de Saul'Anna do reslo da
pena de 12 annos de prisio com trabalho, imposta
em virtude de decisao do jury do termo de Jagua-
ripe, na provincia da Bahia, por crime de horal-l
cidjo.
0 reo Manoel Gomes de Mello da pena de 12
sjanos de, prisSo cooi tt-abalho, Imposta. em vinade
meiros dos ditos offleios, foram logo enviados ao
supremo tribunal de justiea, por cuja ordem se
acha recolhido ao quartel do corpo nulitar de po-
licia da cOrte o mesmo desembargador, quo aqui
cbegou ultiniamente, assim como, que o governo
imperial inteirado do t)do o occ-irrido, aguarda o
resultado do processo, que ja lave comeco .no
juizo criminal competento contra os complices da-
quelle desembargador e mauda louvar o chefe de
policia pelo zelo e actividade com qus-procedeu.
Arbitrou-se cm 500*000 a ajuda de custo para
transporte e primeiro estabelecimento do bacharel
Joaquim Theophilo Agra di Silva, nomeado juiz
municipal e de orphaos do termo de Quixeramo-
birn, no Ceara.
Augmentou so com 200*000 mais a ajuda de cus-
to arbitrada ao bacharel Oclavio Alfonso de Mello,
juiz rauuicipal dos terraos de Aquiraz d Casca-
vel.
Era 26 :
Augmentou se com 300* a ajuda de custo ar-
bitrada ao juiz de direito da comarca da Parnahy-
ba, no Piaahy, bacharel Luiz de Albuquerque
Martins Pereira.
Marcouse o prazo de tres mezes ao juiz de di-
reito Epipbanio de Bittencpurt para eulrar em
exercicio na comarca do S. Jose dos Matoos, na
provincia do Maranhio.
- Em 27 : .
Itecommendouse aos presidentes das provincias
das Alagoas, Ceara, Amazonas, Para, Piauhy, Para-
na, Santa Catharina e Peraambuco, que reraetlam,
como lhes foi determinado era aviso de 8 de agos-
to ultimo, o mappa da forca da guarda nacional
destacada.
Arbitrou-se e n 300* a ajuda de custo para
trausporte e primeiro estabelecimento do bacha-
rel Carlos Antonio Rodrigues dos Santos, juiz mu
nicipal e de orphaos do termo de Batataes, em S.
Paulo.
Concedeu-se licen.a por dous mezes com orde
nado ao juiz de direito da capital da provin-
cia da Baliia, conselheiro Luit Antonio Pereira
Franco.
Ministerio dos negocios, da justiea Rio de Ja-
neiro, 24 de setembro de 1873. -Illra e Exm. Sr.
-Foi presente a S. M. o Imperador o jfuoio de
V. Exc, de 26 de julho ultimo, sob n. 28, com o
qne Ibe dirigira o juiz de direito da comarca da
capital dessa provincia, acerca da questao de in
compatibilidade entre 6 cargo de supplente do
juiz muoicipal e o do juiz de paz, E o mesmo au-
gusto senhor manda declarar a V. Exc. quo sao
actualmente incorapativeis os referidos cargos,
corao entende aquelle magistrado, ja porque o juiz
de paz tem de servir um aaoo durante o quatrien-
nio, e o impediment por mats de seis mezes e
motive para a perda do cargo de suppleute dd
juiz municipal, na conformidade do an. &.1 1.
do decreto n. 4,821 de 22 de novombro de 1871,
ja porqne taes sunplentes, devendo prestar aos
respectivos juizes, depois da lei da nova reforraa
judiciaria, cooperacao constante em raateria cri-
minal, licarara impossibilitados de servir o cargo
de juiz de paz, cujo exercicio foi sempre conside-
rado incompativel com o de supplente de juiz mu-
nicipal. Deus guarde a V. Exc. -Manoel A Uonio
Dwirte de Azevedo-Sr. presidente da provincia
do Matto-Grosso.
Ministerio da fazenda.
Por decretos de 29 de setembro :
Foi concedida ao bacharel Jose Mauricio Fer-
nandes Pereira de Barros a exoneracao que podio
do lugar de inspector da alfandega do Rio de Ja-
neiro.
Foi nomeado para o referida lugar o oonsalueiro
Beuvenuto Augusto de Magalhaes Taques.
Por titulos da mesma data ferara nomeados :
1* eseripturario da Ihesouraria daPiauhv; i>io-
medes Basilid de Castro Romea '*
3.dito da de Peraambuco o Draticaote Joaqnioi
Jose de Olinda Tavarja. ^H
l.~ djiqi Sspirito Saato, Christjaao A,u-
do tlios iiiro.
0 conselheiro de estado, marquez de S. Vicente
concorda, acrescenUndo a seguiule absarvaeaO;
E' obvio que o finado marido da supplicanto ti-
nha direito a i augmento a contar desdo 8 do feve-
rriro, assim como tinham todos os outros empro-
gailos, servio ate o 1 do abril, assim como esses
outros; ora, todos perceberam o augmento pelo
ser vim desses dias ; eotao porque die nao perce-
bera r N.io pode, e verdade, servir por mais seis
dias em consequencia de grave eufermi Jade, do
que falleceu ; mas c tambem obvio que ja tinha
direito aos vencimentos quo foram relrogradados
a 8 do dito mez. A esse respeito o decreto n.
5,213, nao fez mais do que deterrainar o quantum.
A conclasao parece, pois, patento.
A clausula,- quo continuarem no servico, cerla-
mente nao abrange os posteriormenternort'S, que,
sem datiia desejarijm continuar, abrange so os
que, podendo faze-lo, nao o fazen), e porventura
requeiram aposentadorias.
Vossa Magestade Imperial resolvera o que for
mais justo.
Sala das conferencias, em 7 de julho de 1873.
Viscondede Siuza FrancoMarquez de S. Vicente.
Como parece. Paco, em 20 do agosto de 1873.
Com a rubrica de Sua Magestade o Imperador.
Visconde do Rio-Bianco.
- 27
A alfandega do Rio de Janeiro se comraunica
que, tendo sido presente ao tribunal do thesouro o
recurso interposto por Francisco Jose Jacintho
Correia da decisao da dila alfandega, que o rele-
vou da multa de 1 e meio por cento, para impor-
Ihe a de direitos dobrados pela difference encon-
trada en uma caixa, contendo bolinas, viuda do
Bordeaux no vapor Mendoza; e o referido tri-
bunal :
Considerando que a vista da declaracao vaga,
tjti a nota conlinna, de ignorar-se o restante,
verifica-so o caso previslo pelo art. 545, 2 do
regulamento de 19 de setembro de 1860, em que
cabe a multa de 1 e meio por cento;
Coasiderando quo, redigida, como estava, a se-
gunda aJdicao da mesma nota, e obvio que a con-
ferencia, dando a couhocer o conteddo do volume
ou volumes, havia necossariamente de demonstrar
um acerescjmo que nio e mais do que o resulta-
do da omiisio passivel da multa de 1 e meio por
canto, conforme declarou a ordem n. 112 de 8 de
marco de 1863;
Considerando. finalmente, que nao pederia ser
applicavel a especie vertente a multa de direitos
em dobro, sem que ttcasse nulliGcada a de 1 e
meio por cento, visto que e inevitavel a verilica-
cao de dilferenca para mais, todas as vexes que as
notas contiverera deelaraeoes seroelhantes ;
Resolveu dar provimenlo ao recurso, e relevar
o Tecorrente da multa de direitos dobrados, visto
e-tar ella somente sojeito a do I e meio por cento.
30
Circular n. 32 as thesourarias, ordenando :
1.* Que tiupreguem toda a diligencia ao seu al-
canco e os recursos de que poderem lancar tnao,
para que o balanco definitivo e o orcamonto de
cada thesouraria sejam impreterivelraente recebi-
dos no thesouro at6 ao nm do mez de outubro
de todos os annos, e bem assim para que haja tam-
bem a raaior paalaalidade na remossa dos balanc is
meusaes.
2." Quo a deraonstrav-ao oxigiia pela circular do
18 de dezamhro de 1872 seja remeltida ao thesou-
ro ate o dia 31 do marco de cada anno, e indique
em eoluraaas distinctas a receita arrecadada no
primeiro semestre do exercicio corrente e a que
perlence os mezes de Janeiro e feveroiro seguintes,
on, pelo menos, ao primeiro destes d >us mezes,
para quo esse trabalho nao veaha chogar ao tne-
souro depois de iinpresso o relalorio, qne se dis-
tribue no dia 8 de main.
3." Que empregqem o maior coidado na rigoro-
sa observancia dos modelos e ordens em vigor a
respeito dos trabalhos acima meacioaados, aQm
de que na classifloacao e forma do balanco defini-
tivo, mesmo no que concerns a natareza dos ven-
oimentos do pesapai, se tenha sempre em vista o
Repartieao da policia.
t." seccao. Secretaria da policia de Peraambuco
8 de outubro de 1873.
N. 173-1liim. e Exm. Sr.-^-Participo a V. Exc.
jue, foram recolhidis a casa de uetencioos indi-
viduos segaintes :
A' minha ordem, Bcnedicta, escrava de Virgilio
Jose da Motta; a ie]uerimento deste.
A' ordem do subJelcgado de Santo Antonio,
Claudino, escravo de Jose Henrique de Sallcs A-
breu, a requerimein.o deste.
A' ordem do do primeiro districto de S. Jose,
Luiz, escravo de Felix Gimos Coioibra, por offea-
sas a moral publica.
Finalmente, a ordem e a Iran millidade publicas
nio soffreram alteracTio.
Deus guarde a V. ExcMm. e Exm. Sr. com-
mendader Houriquo Pereira do Lucoa.i, digoissi-
mo presideute da provincia. -0 chore de policia,
Antonio Francisco Correia de Aiaujo.
8,614:093*110
Total........ 16,511:390*014
Em 1872Carteira Commercial.. 5,699:308*811
| Hypothocaria. 5,825:147*831
Total....... 11,524:556*612
Em
1S73Caiteira Commercial..
Hypothocaria.
3,98 i. 080*957
3,146:218*188
mfERIOR,
RIO 152'; JANEIRO
28 DE SETEMBRO Dii 1873.
0 relatorio da commissao de exarae e contas do
Banco do Brasil, que tem de ser apresentado na
sessio de 30 do corrente 6 do toor seguinte :
Srs. accionistas.A commissao de contas, no-
meada cm vossa ultima reuniao, vem apresentar-
vos o resultado do seu trabalho, depois de haver
examinad > .as operacoos effectuadas no anno ban-
cario do 1 de julho do 187ia3) de junho de
1873.
0 estado geral do Ban-o d) Brasil contraua a
aprosentar-so sob o aspeclo regular e prospero,
notado desdo certo tempo. Nao tanlo ao pessoal
das administrates passadis cabem as censuras
pela situacao em que se achou o banco, como a sua
ma organisacao interna e as praticas comraerciaes
que entao geralmentoprevaleciam nesta praca.
A observancia dos saos principios tem sido raan-
tida, e se nao liver a virtude, que infelizmente ain-
da nao coabe ;i preyislo huraana, de evitar as
crises e catastrophes commercials, podera entre-
tanto moderar os effeitos das perturbaeoes econo-
micas, inevitavejs em tod.i a parte, e mais para se
receiarem n'uin paiz em que o trabalho deve pas-
sarflor uma transformacao radical.
L Foi traduzida em lei, como sabeis, a proposta
que dirigistes ao governo sobre os emprestimos
liypothecarios, tendo por base, da vossa parte, o
juro de 6 % e a aruortisacio de 5 % aos devedo-
res desta classe e do governo, o ospacamento da
araortisacao das notas emittidas pelo banco por
mais de 14 annos, na razao Je 2 ', /, ao anno
sobre a somma em circulacao em 1866.
Qualquer quo seja a opiniao a formar-se sobre
uma medida legal que designe uma taxa fixa de
juro para operacSes a longo prazo, 6 innegavel
que a lavoura tera de auferir vantagens cooside-
raveis, irapossiveis de se concederem sem favores
do estado. Alem da quantia actualmente empre-
gada em hypothecas na somma de 18,257:471*606,
o banco tera de fazer novos emprestimos ate com-
pletar a somma de 25,000:000*, para o quo e am-
pliada a area de suas operacoes.
Desde a oreacio da repartieao hypothecaria tem
sido realisadas hypothecas no valor de........
29,692:155* 185. Comparado este algarismo com o
da somma das hypothecas exislentes, reconhece-
sa a araortisacao de 11,431:683*579, verificada nas
hypothecas ale hoje feitas. Convera notar, porem,
que as priraeiras hypothecas nao podiam deixar
de ser mui lentamenle amorusadas. Provinham
na maxima parte de conversoes de titulos exislen-
tes no banco anteriorraento ao anno de 1834, of-
ferocendo, pel s raotivos conhecidos, pouca so-
lider.
No estado preseute o movimento da caixa hypo-
thecaria ha de ser mais apreciavel, e pennitlira
a celeb racao do novos con trains, esteoddiido-se
assim o bsnelicio da lei a maior naraerc de deve-
dores que alias, podem crescer em mais larga e-
cala, se forem creadas e aceitas lettras hypothe-
carias,
Hoje qae tantas circurastancias influem para
abater o valor venal das propriedades agricofas e
de suraina iraporiancia a medida legislativa, cujo
eft'eito nuis geral e immediato 0 sustentar e ele
var esse valor pela possibilida.de uao so para os
compradores corao para os actuaes proprietarios,
de oblerera emprestimos a juro raodico a lepla
araortisac-io.
So em um ponto a resoluc^ ,ettia,iva eao^-"
a autonsacao que d^s^a admlojstr^'-
Total........ 7,129:299*145
A somma reprosentadi por e.-tos titulos deve se
considerar quasi totalraente perdida.
Eutretaato diz o ultimo relatorio do Sr. presi-
deute do banco : Podemos banir todo o receio
de que o prejuizo, mesmo total nestes titulos vc-
nha a corapromelter o capital do banco. Os lu-
cros provenientos da alca dos titulos da divida pu-
blica, que possue, o os seus fundos de reserva,
offerecem garantias sobejas para tranquillisar os
animus mais liraoratos..... A administracao do
baneff ve aproximar-se a epoca em que tera de
dar por terminada a liquidacao da cnorme som-
ma de titulos quo represeutaram um capital es-
Iragado em oatras eras pela dis>ipaeao das forcas
productivas, tilha do abuso do credito.
Duranteo ultimo anuo bancario foi levada a coa-
ta de prejuizos a importancia dc 4,298:331*212 que
soramadaa das prejuizos verillcados desde 1864
ate 30 de iunho de 1872, na quantia do.........
11:508:626-3832, elevase a 18,805:838*014. Este
algarismo demonslra a um tempo qual o estado da
carteira do banco em seguida a crise de 1864 e
qual sua solidez actual, depois de reparada3 per-
das lao graves.
IV. No ultimo balanco os fundos publicos pos-
suidos pelo banco clcvam-se a 22,259:934*780,
segundo o valor de sua acquisicao.
Durante o anno bancario foram vendidas 1,800-
a polices geracs do valor nominal do conto de reis,
e 1,000 apolices do emprestirao nacional de 1868.
Destas ultimas, 737 haviam sido compradas sis
mezes antes em 31 de outubrc de 1872 Assim,
em relacao ao balanco anterior, o numero dessas
apolices soffreu apenas a reduccao effectiva de
26*000.
No anno bancario de 1871 a 1872 haviam sido
vendidos fundos publicos no valor de 1,722:505*.
A administracao do banco nao so tern recusadoa
converter os fundos publicos que possue em ti-
tulos commerciaes propriamente ditos, sempre
que se apresenta a necessidadei
A somma elevada de numerario que o baoco
tem inacli a em seus cofres, a qual tem excedido
por varias vezes de 4,000:000*, ao passo que a
taxa do desconlo de9ce a 7 por cento, 6 por cento
e a menos, segundo o estado da praca prova eviden-
temenle que a existencia de tao crescido'numero
de apolices da divida publica nao provera de am
delibcrado afastaraento dos negocios e dos receios
imaginarios, raas e impOsta pelas condicoes econo-
micas da praga. Outros bancos com capitaos mui-
to menos importantes vem-se obrigados a possair
funlos publicos em escala proporcionalraente tao-'
consideravel.
V. A caixa filial de S. Paulo contraua a ser di-
rigida pelos seus antigos directores com o mesmo
zelo. i
A arapliacio da area dos emprestimos hypothe-
carios a toda a provincia de S. Paulo, concedida
pela nova lei, ofterecera campo conveniente para,
estas operacoes e perraittira o emprego de maior
capital na prospera provincia de S. Paulo. Desta
modo se eviiara tambem o facto anorraal que of-
ferees a caixa filial dessa provincia de conservar
inactiva om seus cofres uma somma consideravel
de numerario.
Pareccu a commissao quo todos es empregados
do banco cumprem bem bs seas deveres. A re-
gularidade de um dos ramos das operacoes, os
emprestimos hypothecarios, basea-se em graude
parte na justa avaliacao das propriedades e da
condi(.ao e direccao das trabalhos agricolas, e que
tudo depende da aptidao e inlegridade dos perito*
do banco. Seu procedimento tem sido sempre ir-
reprehonsivel. A escripturacio 6 feita em dia e-
cora todos os requisitos necessaiios. Nao so esta
repartieao, corao a da thesouraria e da emissao,
sao conveoientemente dirigidas.
Esta reconhecido que o edificioem que funcciona.
banco nio offerece a necessaria capacidade : a es-
paco para os empregados, e para a geroocia e di-
rectoria e acanhado o mesmo deficiente.
A commissao conclue este relatorio propondo-
tos a approvacao das contas do anno bancario do
1872 a 1873.
Rio de Janeiro, 20 de setembro de 1873. F.
Beli&ario Soares de Siuza,Jose Maria do Ama-
I'al.Militao Maximo de Souza Junior.Aniann
Aloes Ferreira.Albino Jose de Castro e Silva.
29
Poram eleitos em sessao de aote-hontem para
seevireui na sociedade Commemorativa da Iode-
pendencia do imperio, durante o anno it
1873 a 1874 es Srs. : alferei Araerico Rodrigues
Gamboa, presidente; Dr. Jose Thomaz de Aquino
vice-presidente ; Dr. Carlos de Arani *
ves, l".secfetario.; Beaadlo^ ;
dito, eJrjio Lui*-'- .^JH8*"*-
tenio a-- ABtoaio Bueoo;f
i?nw ; -J wsu, thesoureiro ; Dr. An-
~j#MO Pedroso, Antonio Brum de Oliveira,
r-*^-*^r*WBlH?SSS3KSrS





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&tftl Hi UM)1 lu id
*,
Francisco Jose Martins Filho, hinocencw^ilMWfJIlWyw.tl'yfc^ft* r*ejii #* *
Maeiel, Joaquim.Diyiie Tedes Junior, Joaquim
Jose da Silva GiflftWes Junior, Pedro Leandro
Lambert, QuirinoHJflMfo Vie ra e Sevcro da Sit:
va Quaresma, coaMM|*.
No Monitor Cumfika de S3, cncontramos os
neguintes rwrmenWeir Sabre o as*assinaw de D.
Anna Joaquina Carneiro Pimenta, de quo ja demos
ba dias resumiJa no"
Ao amanhecci'
nossa populacao so
inorte da Sra. D.
menta, septuagnia
1111 stia chacara a
peita de que fives
diJBido curenle fn a
dtdBlpni a noticia '
a JMflina Carnal*
naj dc nmaerosa
l'l
familia,
pm"Jo canal, liavcnio us-
lo victims 0'' urn assassi-
iiato, a visia dos si^aaea qua sa cncontraraoi em
seu cadaver.
Esta susajjA torniai- so pin hrisie realnlarte
m face do cxaitte a aritopsia a que se procedeii,
e das indagac5es feitas pete Sr. delejiado de poli-
cia Thome Jose Fcrreira Tinoco, que desde logo
sc apres-nlou na casa da finad.
von-se desde
chado CoeMho de Castro com 208 votos.
I'ara membro do eonsolh Ft>i otoi'o o Sr. Dr.
Uoinem do Mello oaf* 206 votos, obtendo 4. v.tos
o Sr. Dr. Tavares Bastos e t votos u i. Uarao de
M'esquita.
0 Sr. Emilio Jnao Gondolo,- estabeleeido com
reliduaria a rua da CandeUria, em sjjflal de *-.
tisfajio nor ter sido remuoeradona exp Pfcio niiw
versai de Vienna com a medalha de memo da
1." class* por nra engenfcoso relogij-^a exp^i.
concedeu lionlem rarta de liberdade adfrato Joae*
Benguefla, seu escravo.
0 at asiado fazendeiro das Cachoeiras ae Ma-
caco, Francisco de Assis Furtado do Mandonea,
uli'imaraenie tallecido, deixau livres, sem eandielo
ulguma, cerea de 70 escravas que possaia.
onde conser-
. as 6 boras da manha ate as 7 da
noite inteirogando as pessoas da casa, conseguiudo
cm loovaveis esforcos e dfligencia descobnr a
verdade. Foram peritos no exame do cadaver e
autopsia os Sr. Drs. Julio de Miranda e Lacerda
Filho, quo voriicuiam ser a marie resullaute do
aspbvxia o esir.mguiacao.
Dos inierregaterios resulu o seguinte :
As escrava* Leiicia, Queruhina, Cecilia e Vir-
ginia tin am eombinado assassinar sna sen'mra
ua noile de 10 para 20. Estas escravas dormi-
am todas as aojtes presas no soldo da casa, a pri-
nieira em uma crrrente ligada a tirna mao de
prumo por urn cad 'ado, c as outras trcs em ontra
rairrente, lamSem ligadas por um :adeaJo a outra
mao do prumo. .
Leiicia, nos dias-18 e 10. tinlwsido casligami
com palmatoria e chicote, e eafurccida .:.mtra sna
sen^ora, achanao-se em uma sala de engomra?.
dos nei to dacojinha, iulluio .sobre as outraS c
.ombinoti com ellas sobre o piano da excenrao do
assasjinato de sna senbora, isto 6, de anertar
i io a tffg inta o o nari/. quando esta estive-se
tlormindo.
Uma outra e-crava de nimo Hortencn, que
fiostiimaia dormir na sala ein que dormiaali-
tuda, era a encarregeda do prenJer as outras.
(laaudo HoMencia foi ao sotao proder as compa-
nUeiras, na Rrma do costume, L'ilicia fecnoa em
fatso a raleado de sna correale, c o mesmo fez
Oierubina con o cadeado da corrente que a pren-
dia com Cecilia e Virginia, cnlregando ambas as
haves a Hortencia.
Assirn que esta descea do sola\ as presas
desimibarni.-aram se, da correnle, descendo Leiicia.
Cecilia e Querubina, que so occuliarara em uma
alcova, ou3e so a.-lia um oratorio e que lem port
para a sala em que dormia a fioada c oalra poita
para a esca la do soUo.
deixou so near no sotio. Hjrtencia, tindo Iran
a jo as outras p irtas, tanil-cm traiioou a dd sotao
sem perceber quo -c achavani as tres no quarto
Jo oratorio.
Log i que a sjnhora e Hortencia adormeca-
ram, Leiicia e as outras sahir.im do s-.-u cscon-
driio e dirigiiam-se a cam:i oude dormia a se-
nhviri, na sala do jantar. Ponlo Leticia umi
mao ua garganta e ouiru^nfi nariz da*enhora
pira a sufhear, esta acordou, gritou e fez eslorjoj
para livrar se da uppressao.
u Eutai Uealia apcrtou nnis o nmz, cantiUU
an*) Leticia xapertar a gargaula da senhora e
scaorando Querubma nos brae s. Ludireitaram
depoia o cor jo da senhora, cobriram o com o
Vn 1 c cololia da cami, collocando-o em posicao
natm-al de quern dormia, c para disfarcarera aa
MMlVHi |KWltti'te* W D5rfl |iv! WhM '1"
r,-!cil::i. l.neM'.im |iolvillio aolire oJas.
Oi gritos da victimi despcrtaratu
tifi .ra do nor.v; Anna, quo tambem
s,!i), e ijue e.v.roi a hater ti> soal o e a c.amar
'i-iiteiKda para vor o quo linba a Jetthora. Hor
teaciaj poreoi, tendo o somnu mu'.to pesado, jao
dowertou logo. Na-ie le.npo Leticia, Cecilia -i Que-
-.ibiiu proouraram c encontraram a chavo do
ott.-e subiram para die. Dospertando por bm
It .riencia. onvindo os batid s no soalho. foi ver a
senhora, que ain.la enconlroa arqueijando, q ven-
d. aberta a poita ilo sotiio. trancoua, e foi cha-
wj seas senhorcs mocot, que dormiam no pa
riraento terreo.
0 tenente-coronel Pimenta, mho da victima,
foi logo cm soceorra de sua mai, mas chegou
tardc.
t Aa amanhecor Leticia mandm por uma es-
ri-.-.a de nomeGuiomai buscaras ebaves dofl ca-
dudos, trancou -estes e mandod polas no inosni)
logar, aiim do, seudo encontradas presas. arreda
ivm de si as sospeitas do delicto. Cecilia e Leti-
cia e.irlaram as unbas com o ii.n tambem d: nao
se Ih-^s altribuir os vestigies deixados ni roslo da
enhora.
Das inJagacTies feiias se. r.ouhecc que somente
as q iairo escravas, isto 6, Leticia, Cecilia, Que-
robina e Virginia cram as que sabiani dj assas-
sioata. defetaado a ultima lie tomar pane nslle.
Deelararam as delinquentes quo mataram a
senhora por esta as maltratar com paneadas e c in-
cerva-laa prcsas.
Sob a preidcncia do Sr. Francisco Basilio da
Holla installou se aatc-taontem a sociedade F.man-
cipad'jij Vintee Dilo de Setembro, aehando-:>e pre-
HT.te numeroao concuro de senboras e cava-
ibeiros.
For etsa occasiao f- i hbertada a parda Ernes-
tina, de 9 annoa do idade.
l.'de outubro
Lc-se no Municipio, <1>. Vassouras, de 28 ;
Faleceiiiin repentinamenie o padre Albino
de Bnto Arracs, cx-vigario da freguezia do Paty
estacao do Desengano.
Appareceu morto perto da eslacao de Vassou-
ras Francisco Correa de Castro, procedendi-se
logo a corpo de delicto.
Tendo sido raordidade cobra uma menma ae
idade de 7 aanos, lillia de Antonio Correa de
Aranjo, expirou no meio dcgn.uJes sollrimentos.
Os fabrieantes do Solingen na Prussia Rlicnana,
(dfereceram a S. M. o Imperador, como testemu-
uh do apreco e alu considera^ao que votam a
sua augusta pessaa, uma espada por elles primo-
rosameate feita, a qual, se nao tern grande valor
intrinseco, considerada. debaixo do pontode vista
artisiicoe a obra mais peifeila quo tem sido exc-
.:utada nessa cidade, eelebre pela perfeicao com
nella se fabrics m as annas brancas de
DlARLO"DEYEa\;\illiUUU
e.
0 Dihim de Ditti diz o segi-nte :
X* nnuragdd.f -Ai dia 9, denote (
chaqu:Jioueia,a.iiede 8, Pitain
d.is pur aljiuis VPOOies, junto a cslrai
da OiicbMcli doifrcalaveres; um eri
mw bespaalwl de*ono Je Bclverdu,
de um orienttl, cu)o noine ignoramos
, Amtiaa, e^^ans cavd"
Itado', foram martH por
j Le se na corn's
Hbda d I
cadn no Bto^mdins'
u Ha to da Serra abaixii. oo-ld municipio, umai
a. 4
Ih, pela par-
a este se nao
andava
prorincipTJ|#*f
rceveram para a-gttreua aOest
so-
dormia in
RECIFE, 9 DE OUTCB110 DE 1873.
V.ilic'in* Amanhecen hontem em nosso porto o vapor
brasileiro Cruzeiro do Sal, trazendo dalas : de
Goyai 23 do agos'.o, do Rio da Praia 2-L do Rio
Grande do Stil 20, de Minas-Geraes 21, de S. Pau-
lo 28 de setembro, do Rio de Janeiro 1", da Baliia
5 c das Alagoas 7 do coi rente.
Alem do qde dam* sob as rubricas Porte O/fi
rial o Interior, eoconlramoi nos joruaes o (|ue sc
segue:
GOYAZ.
0 reverendo prelado.seguira no dia 20 em visita
pastoral aos pre-idios do Juruiiensen e Leopol
Etna.
I ni.) DA I'P.ATA. yi
0 presidenle da_Rei>ablica Argentina reefisan
sanccionar a lei que manda' transfenr a capital
para o Rosario no dia primeiro de Janeiro do (874.
Na mensagem dirigida ao coagresso, o presidents
allega nao darante duas presidencias tem aquelle
lyojcct) sido apresentado nas cama'as, semobter
a sancfao do poder oxecutivo, e sem que no con
grosso tcHha havllo a maiona COflSAiWclonal sudl
cionte para converte lo e.u lo'.
Pelo cuiiirario, a maioria vai sompre diminuindo,
nao oblendo o pnijccto desta vcz mais de dous vo-
tos na ea-nara e quatro no seuado.
MI.NAS-GKRAKS.
Diz o Monitor Sul Miaeiro A bro :
a Escrcvemnis da freguezia da Cachoeira (ter-
mo de Lavras) que a variola ja tem feilo alii mais
d.!.10 victimas. Nao menus tri-to noticia temos
receoiSa de ontros pontos vhinhfH, e par desgraca
nao temus ncsta cidade uma so lamina do pds vac-
ciuicd
nro GRjtRBE do sot.
A deputa^ao rio-jtrapdense havia siio recebi-
da, no Rio-Grande, com grande demonstracao de
aprecj por sens co-religionarios p diticos.
. 'A presidencia dr. provincla inanlou comple-
lar, com terras aero utas na serra dos Taipes, a
area de 8 legnag quadra las, compradas por Jacob
Rheingaate, oor coniralo de 30 de dezetnbro do
183G.
A planta da estacao do camirihn de ferro d;
S. f.popoldo, na capitai; foi sujeita ao exame da re-
p.irrj:;.ao de obra publicas.
Foi nomeado oagrimensor Alfredo A.de Aze-
vedo para medir 30 prazos ciloniaes, em Santa
Maria da Soledade.
EsiTeveram do PJtssO Fuado ao Rio Gran-
dense :
A unlca fonte real da reeeita para os habitan-
tes d> inunie.ipb 6 a pelra aaatha, que so extraho
iji grande escala, principalineote no Campo do
Mew. ., ,
Felizmenle sSoabunlantissimas as jazidas d;;
-. ocdra mui precio-a, nao so no citado Oampo do
M.'io c nas im.i.olii'.oes do U'.iiucarahy, mas tarn
bein em tolo o municipio do Pasao Fun lo.
E" til ossa ri ineaa cipio cjmo.am a ie&k&t-to cm latga c-caU
exploracao, e erelo que ncste anno descera granle
c
gosto, e Joaquim
n<0# ^fc"la,
Sc^Rf a
que
gnerra.
Sobrc uma das faces da fulba da espada acha-
se gravada uma epoca memoravel para a historia
do Brasil: U do setembro de 1871, data da lei
tiobre o element* scrvil.
Aexecucio daanoa recommeuda-se sobretudo
pela gosto e estylo nobre do punbo, pelo bem aca-
riado dos adornos, pela fineza dos dourados, e
tinlmente pela arte com a qual foi cxecutado o
trabalho da gravaeao.
A lamina e feita de ar.o de Damasco de priraei-
ra qaalidade, a bainha do prata fina e o dourado c
o mais rico possivel, sem alterar a perfeicao do
trabalho do abridor; mas nao ': ainda isso que da
a espada o sea -verdadeiro valor, e a mao d'obra
quea tornadigna de exprimir o alto apreco- em
que aquellesAbricantes t.'m o acfo do 28 de se-
tembro.
Gdesenuo foi rgani-..do pelo dislincto enge-
nUek-o brasileira Galdino Piinaniel, que se aeba na
Kurapa estdado.
A espada foi apresentada a S. M. o ImperaJor
pelo major Dr. Francisco Carlos da Lu/., ao dia 28
do correate, 2. anniversario da proinulgacao da
mencioaada lei.
Teve hontem lugar a reuniao da asseinblea geral
dos aceionistas do Banco do Brasii, acbantfo-se
preseDtes 81 accionislaa representando 19,200 ac-
* Occapan a cadeira da presideaeia o Sr. Dr. Jose
Machado Coellw de Castro, servnido de secretarios
os Srs. coaselbeiro Baymundo Ferreira de Araujo
Lima e Henrique Ireneu do Souza.
^6toemdieussaooreiatorio do eonselho di-
rector e o parecer da commissao de contas, foram
apBTovadbn tem haver discussao.
Sod proposta do aceionista o Sr. Dr. F. fieiisario
Soaaee de Souza, unanimeraente approvada pela
assemWea geral, lieou o eonseiho director autori-
sado a innovar o aeeoreki celebrado com o gover-
no imperial era 11 de outubro de 1866, c aceitar
a lei A, 2,4( de 17 de setembro Undo, em todas
ass
irtes.
i-sa ao spile iotl'entre ts membros do.
i !: i'ontam,iguil.antiguldade, reeahio a'
I'Sr'/Or". M>rioet Marques de SS,
juida', 6 Sf. pretfdeate convidou os Srs.
i presenlSs a procederem' a eleieo de
i da membro do couselho' director, em
ao aorteadP.
ado se a chamada recolberamse 67 se-
: para a eleijio do presidente e W para a do
maobfo. do eooselho.
A apuracao dea o seguinto resultado :
piantidaJe de onyze pedra agatha para omer.alo
de Porto-Alegre,' Ha poucos dias pagou-se por
uma daasas pedras, que nao chegava as peso ile
00 libras, nesta villa, nada menos ile lOOi, e o Sr.
Felippo Dreher cnmn_rou no Campo do Meio uma
outra pedra de cerca de quatro arrobas de peso
por 200^000.
Ambas, as pedras faram achadas uo mato cas-
lelhano, onde, segundo consta, ha grandes jazidas
de qualidade muito superior as do Campo do Meio
e do Butucaraby.
Estas pedras sSo de uma verdadeira riqueza
para o nosso municipio, e tornar-sehao, a par da
hervamate, o seu principal ramo de exuortacao,
0 qoe nos falla a jui e a emigra;ao, quo, abando-
aando, as fraldaa da serra, venha estabelecer-se no
plateau da mesma.
Com o auxilio desses pontoneiros da civilisa-
eJo, que com ferro e fogo penetram no sertao e o
iijii-formam em ricas lavouras, prosperafia t'iim
da Serra extraordinariamente. No Campo do Haw
ja ha uma especie de colonia alloma, assas consi-
deravel. sendo quasi todos vindos do Mundo Novo,
mas applicam-se nnis a extraccao de pedra aga-
tha d'i (jue ;i lavoura.
Aflirmam-mo que no Goyoero ha tambem
abunlantes jazilas de opiimas pedras, e para alii
comecam a dirigir-?e os explorad res.
Os peril >s i|ue no Rio Grande proeederam a
exame em uma cedula falsa de 500i, cuja appre-
hensao ja noticiamos, deelararam : a nota e da 1"
serie, 4" cstampa, e cm geral mais acanhada da
que as verdadeiras ; o trabalho e todo aspcro, no-
undo sel he muita imperfeicao ; o banco do een
tro, assim como a tarja, sao muito menoros do que
as verdadeiras ; o algarismo 500, em letra verde
e, alem de menor, muito mais carregado ; os qua-
tro algarjsmos 500, em letra verde, quo ornain os
quatro flancos da n->ta, sao menores do que os das
verdadeiras; na Drimeira ligura da vinheta do
ccnlro, nita-se que o bracp esquerdo que segura
a cornucopia e mais fino e mais teso do que nas
verdadeiras ; na mesma vinheta e no lado direito
da mesma ligura, nota-so que o b.inquinho, sobre
que descanca o cortico, esta muito confuso.o que
nao se da nas verdadeiras; o algarismo 500, quo
em letra* microscopieas csi;i escripto no mesmo
ban luintio, e incompreliensivel, ao passo que nas
verdadeiras e mais cU ro ; finalnientc, na vinheta
do lado esquerdo nota-se no peito da ligura dous
pontos negros, que nao tern nas verdadeiras.
Um ex-empregado de uma companhia de fi-
gures de cera, que estivera no Rio-Grande, rapla-
ra alii uma mo;a, apezar dos csforcos da policia,
ainda nao havia sido encontrado.
Na mesma cidade o duiio do hotel Camponez,
de nome Lino Pinheiro da Silva, que ferira com
um lira de revolver um tal Eusebio Rogerio da
Trindade, Mra proso na noite seguinte na occas ao
em que embarcava.
Em Pelotas o cabelleireiro Manoel Madureira
e tres companheiros, que foram pescar na barra
de S. Soncalo, nao haviam voltado dias depois,
pelo que suppunha-se que tinham perocido.
A Atnlaia do Sul relata o seguinte facto oc-
corrido na Banda Oriental:
i Na povoac/io dos Trinta e Tres, no departa-
mento do Cerro-Largo, dense um grande conflicto
cntre-um grupo de sessenta e tantas pes3oas do
Sovo e o commissark) do policia, na noite do dia
de setembro. Referirain-noso facto do raodo se-
guinte : ~ v
E' escrivao publico naquella povoaca'.D. Ur-
rutia, contra o qual existem alii profundas quel-
xas e desgostos. E por isse percorreu naqnella
povoacao um abaixo assignado pedindo ao governo
aidemissao desse empregado; Os dous padres qoe
alii existem e o commissario de polieia oppuze-
ram-se a que esse abaixo assignado circulasse, o
que indispoz uma fmrte do povo contra elles.
Na noite do dia 2 do co-rente, um grupo do
sessenta e tantas pessoas, mais ou menos, sahio pe-
las ruas da povoaijao dando vivas e morras, e pas-
sando bem em freute a ca9a da polieia, o eommiS'
sario sabio com dez bomens de policia, fez parar
o grupo, e aJli travou-se de palavras e explicacoes
com o tenente aleaide e mais pessoas do grupo, re-
sultaudo virero a vias de facto, eahindo o alcaide
morto e sahindo 10 ou H fendos de ambos os la-
dos coutendores. 0 grnp^ do povo engrossDU.-.a
policia fortificou-se, e tendo mandado aviso ao che-
fe politico no Cerro Largo, o povo fortillcou-se tam-
bem a esoera delle.
No dia 3 do corrente o c'-.efe politico, receben-
do a participacao do acontecimento, ordenou que
todas as policias do departamento seguissem para
a povoajao dps TrinU e Tres, e elle tambem para
la seglio com uma escoita de 30 pracas. ,
' Nao saberaos ainda qaal o resultado final ao
icpnfjieto, per^m e provavel que o Sr. Alexandre
Bresque actual chefe politico do deparUmerito, te-
uha couseguido tudo cam a saa presenca.
0 mesmo jornal noticia o seguinte :
No (Ha 10 seguio desfa cidade uma escoita
para o Passo de Centuriio, do rio Jaguarao^ por
ctric-
espe-
,eie de duelo,JKr l":isa d^:n3
Passanijj*aq 1'*1 H^^fci,
ta d) um Estev.iu do t^Byg
vira uma pare a da sua propn
'alc-ada.
Eatevao uao Ihe respondeu
Mecuim diaparou sobre elle
ao qual responds Es'.awio
Das armas de fogo passaram ambos, ja fendos,
a arma branca c esfaquearam se a gosri.
Ambos licaram- DMrlidiWie^nidnp*g^jJm o
tal Mecuim, ao pa*o queTSstdli-D ^ a expwar.
Hontem for feiio o respecjivq auto de corpo de
de,ic n n i ^
Nolicia_o Jrnal do Conunerc* de Pelotas. -
En uns casebres sitnados no Caminho do
porto, fuudosda easa onde foi a velaria da Pal-
ma, moravam ha tempos o viviam juntos a ne-
gra livre MiqU'-lina e o negro Eugenio, que ra
iroravo do linado ooimnendador Alexandre da Cu-
iiIki. ambos de avaucada idade.
Estes pol.res e inoffensivos velhos foram, na
noite de sabbado para domingp, cruelmCute assas-
sinad>is.
Pelos rastos de sanguo qua se notavam e a
eollocacao dos dous caoaveres, di-tante um do
ontro, depreheiido-se que foram elles barbaramen-
le arrastadoa, e nessa occasiao rautilados.
Appareceu lamliem fora do lugar uma das
taboas quejserTem de parade do refendo casebre,
por onle deveriam pen-.-trar o malvado oa mal-
vadas pa-a cousumuiar o neTando atlantado, com
o lim de rouhar ; pois quo t ulas as gavetas, ar-
marios velhos e caixas foram encontrddoS reme-
chidos
A negra Miquelina, segundo calculo, .fora a pn-
moira victim i immolada na -propria cama, atten-
to debar se ella va-Ti-la apeuas cofti.a camisa
t Quanta ao negro Eugenio, conforme calcii-
lo tunbein, foi assassinado no camtdno da venda
do Sr Jose Garcia Moatanha, onde esUfpra, isto
quando se rccnlheia ao easebre.
t 0 dign> subdolegado de polcia, o digno Sr.
capilao Man-iel Luiz da Cunha, apenas teve seien-
cia do fatal acontecimento, dirigio se aquelle lu-
gar, fez procedera auto de corpo da delicto. man
dou dar sepuliura aos cadaveres, e. alem de ou-
tras proWdoncias, conlecpu as sjnlican:ias pre-
cisas, no seutido da cjiihecer e fazer orender o
autor ou autores do duplo crime.
Nuticias de Jaguar.ao dizem ter sido alii so-
lemnisado o dia 7 de setembro com uma rogata
preparada pala comuiandanto da cauhoneira lln-
riqtu Martina, a que assistio quatj Dda a po-
pulaf-ao de JaguarSo, tocaii-lo duranle o diverti-
mento a musiea do o." regimento. .
Da noite houve espcclaculo dado pela compa-
nhia dram.'itica que alii se acha
Papa sor mais bem commemorado esto gran-
diose dia, reabrio-se nos dias 6, 7 c 8 a casa de
Ueuclicencia S. Josft.
Perteaco esta casa a artistas, 6 modesta e sim-
ples, pois que nao c apatrocinada por maiores ea-
pitaes.
Esta easa foi fundala para prest,ar ps maiores
servieos que for passivel a sens associados e des-
vallidas, existindo ja collocados algnns leitos c
ou'ros moveis, e eomplatamente preparada para
0 grandjoso e humanitario Bm a qua 6 desti-
Bada.
A lUpaV.sa fronte do quaitel do 3." batalliao
a cssaldo infaotkria cstn-u durante as noiles dos dias b,
7 e 8 Jo corrtnie brilhantomente illuminada.
a. PAULO.
Na estrada do ferro Ituana derase a li pcrta
da fazaada do Montescrrate um descarrilhamento
id trem de passageiros. Apezar da locomotiva
cahir em uma pequena descida, nom o mais leve
fenmento houvera a lamentar, inlerrompendo se
apenas por algum tempo a viagein, cnn)uanto se
tsperava uma locomotiva de Jundiaby, que con-
duzira os passageiros ao seu deslino.
A pante da companhia Morgyana, sobre o rio
Jagnary, fora eouimtoda com o Sr. Jorge Harrat
por 30:8004000.
0 seminario da Gloria, da capital, que conta
mais da >0) eJucandas, fora invadido pela epide-
mia das bexigas. Tendo ja sido victimas da terri-
vi I molestia 11 das ditas educandas, que se acha-
.am em tratamento, haviam sido as outras remo-
vi las para umi ebacara. Apezar desta providen
cia mais oil) wgreasaram ao saminario por acha-
rem-ee atacadas do mesmo mal.
O commendador Joaquim Fejnandes Coutinho
otferecora 2: alienados.
Cominunicarr.m do Rio-CIaro que no dia 13 fora
encou'raia em meia agua da casa na maehina da
fazenda Angelica, o cadaver de Otto Scheer, sub-
dito prussiano, que, apezar de estar com a sua
roupa domingueira completamente abotoadi, li-
nba no peito esquerdo uma facada quo Ihe olTen-
dt!ra o pulmao.
Levado o corpo para aquella cidade, proceddra-
se a corpo do delicto, pelo qual se veriGcara que a
morle nao fora casual. Em segnida a um impor-
tante depoimenlo que se tomara o delegado de poli-
cia mandara prender o individuo Pedro Langer
contra quern na vehomentes indidos, senao cer-
tcza, de ter sido o autor do assassinate.
Ld-se no Correio Pauihtano de 24 :
na cidade Ali
de polieia da
"iste
it ao Dr. delegate 1$0Mm ter fal-
eacrava de Jose I'crmaftejt jda Silva e
in cousequencn de cSMMMM|fato e of-
ravos, ordooou a cxhun^S>r7B cadaver.
peritos o Dr. Carlos Waldfl^o cidadao Re*
niigio Antonio de Cerqueira Leite ; com effeito,
' daver
piitando
II lo 0 CO
gaa que
otos par
strumento
barriga .us
&s-por g
ngue.
inos, na
na
Na
as tripas e
tura da go
.sangueno}
como da b
Cnncl
vesprodu.
taMKopul
rira vi
^t Na cilade
finalme
da Limeira
***** mtkm********* t* **-
nhoes 3 ; di quacs sahiram com gaaeros do paiz
518, c-imos mesmos^com qaa entraraa 7*, em
laatro IfO, sen do IS de gucm.
Na barca norueguense Jernbyarf, vier%m de
Autuerpia 200 coiouos para Gominandatuba.
t A galeralngteza Emily Aiigtute, cuja tripola-
cao se revolton e poz a ferros o capilao e um pi-
tinha sahidr (faste pettwwSi da
,e e.
feli
o escravo
Beiito de Lacerda, asjassiriara a cacetadas dous
'1M> de ngfiqpt Tjj^doj^p Lino, aquelle de
^1 m de 8Wi^,WTOfOTo^lia seguinte apre
seulara-se a auteridade esenjassara p crime de-
clarando quo a isso TOra levado por desespero
da captivtiro, e porque paasapdo perte dos ditos
menores, estes o charaaram do Canhambola.
010 QB JANEIRO. I
Eis ai notlcias corhmerciaes da ultima data :
0 meroaio
ordW&de Sr. julz mainaiaal, para atlTreceber o*
pardoa Franlaia a Zeferlno, e o rilemao Henri
os dous priiaeiro:asa>uB< do desventurado de FrankHii ParlriTia, e o ultimo complies neste Wi
ExcIllm. Sr. Dr. /oaquira Jose" do Amaral, moi-
u mcrca^o de cambio apresenlou pouca ac-
lividade nesta quizna, semqne, cemtudo, as taxas
oxperimentassem alterafiies seasiveis. A' ultima
Jhora de ante-honlem os .buncos retiraram se mo-
racntaneairiente do merado a taxa.de 26d. sohre
Londres : hoje. porein, conriBuaram a dar saques
aquella laxa. 0 p.ipel da praca uegociou s-e a
26 l|8, iC, 3(16 o 26 l|i d. Sobre Franga passa-
ram-sc pequenas sommas a 361 e 365 rets por
franco.
t Os soberanos, eujp mavimente foi muito limi-
tado, conservarain-se em. baiia progressiva do
precos. que apresentaram as seguiulos oscillajoas:
94380, 94370 e 9*360, a dinhciro-
t Asapolices gera;s de 6 Ojm, uue no coraevo
da quinjeuaa estavatn frouxas, foram gradual-
mente animando-se ate fecharem lirmes a 1:0504
c 1:0544 cada uma a .diaheiro.
t Houve algum movimento no rrereado de ae-
gScs, mas os pre<;os, em geral, conservaraiU'Se cal-
mos e sem alteracao sensivel. As do Banco da
Brasil obtiveram 2i54 a dinbeiro e 2514 para o
ultimo dia de transferencia" deste seraestre.
Contiuua a Iviver nesta quinzena abundaucia
de numeraria, regulando as taxas dos descontos
de 6 a 8 0|0.
c Publicamos cm seguida o movimento das ge-
neras que mais jnteresso offereeem a h aiercados
do norte, no demurs.) da quinzena (inda.
Aguardente, -0 mercado conservou-so sera
aReracaoa804 para a cachaca e do 904 a-9"id
para a cauna, eMiforme a qualidade. A existen-
ce oreapur 2,'i36 pipas.
a Algollo. Nada se fez durantea quinzeua
finda. A existencia cm primeiras maos contini'.a
a r de 1,00 J fardos com segundas de 4,000
dilos.
Assucar.-O movimento do mercado, no.de-
curo da quinzeai, foi pouco acuvo, limitando-se"
as vendas aalguns lotos para consumo. Para
embarque apenas cousla a venda de ce^ca de
l,10f>saccos mascavose mascavinbos de Campos
com destino-ao Rio da Prata, o de pequtmas mar-
cas para Porto Alegre. 0 assucar mascavo e hu-
mido, ainda que offerecido per precos exlrama-
mcnle baixos, e de venda muito diincil e morosa.
Sommam as venlas effectuadas no periodo aeiraa :
400taceoa do Pernambuco, 1,800 do Miceio, 8,000
de Campos.
Calculamos hoje a existeneia em 1,800 saccos (
de Pernambuco, 200 de Maceid, 638 caixas e 2,078 j
saccos da Daliia e Cotinguiba, inclusive as catgas
do Douro a Lopes <& Silva e em 30,000 saccos dc
CampOS : i .;- a
Continuamus a cotar par 10 kilogrammas :
Pernambuco:
Branco de2'sorte 34300 a 34400
Dilodc3'dita 24900 a 3*l*j0
Dita de 4" dita 24300 a 24*00
Somenos 2410J a 2i200
, Cate. Nada se fez para 03 portos do norte.
0 mercado, gracas as noticias recebidas dts mer-
cados consumidore?, fecha extremamenle flrme.
(i Came seccaA existencia de 16,900 ar-
robas do Rio Grande, eujos prejos regulam a 34
e de 181,100 do Rio da Prata, que se vendem a
14*00 e 34800 por arroba.
< Gordura.Regulam os seguintes precos : -
Sebo coado da Rio Grande 34000 a 61000
Sebo coado 44800 a 54000
Graxa do Rio Grande 44600 a 4480
Graxa do potro 44000 a 44400
Nao ha gordura do Rio da Prata. A existencia
da do Rio Grande 6 do 89,000 arrobas.
Fretes.Foram fretados e devcm saliir bre
vcmente : Para Bahiao Lisbpa a ordem : a es-
cuna ingteza Glimpse, cafe a assucar a 47 s. 6 d
t Para Pernambuco a ordem o Canal a ordem :
brigae inglez Slagshaiv, assucar, a 35 s., ambos
coin 5 OiO do eapa : .....
Cotainos boje : C.nal 35 a 37 s. 6 d. Medi-
terraneo 35 a 37 s. 6 d ; Eslados-Unidos, Norte
25 a30s.; Sul 35 a40 s.
t Ha muitos navios no porto, ao passo que sao
escassas as cargas para elles.
-- A alfandega reudeu de I a 30 de setembro
3,306:7404852.
Sahiram para Pernambuco : a 28, barca
portugueza Gratidao ; a 29, bngac inglez Pales-
tine.
BAHIA.
Lemos no Jornal:
0 Dr. juiz de. direito da camarcade Caetite re
roelteu ao governo da previncia, dez moedas de
prata de 24000, uma de 14000,9 uma de ouro,
todas falsas, as quaes foram apprehendidas a um
capitao Cavalcaute, que as estava passando n'a-
quelle termo para onde havia recentemente che-
gado. Infelizmente nao node ser preso.
A marinhagam da galera ingleza Emily Au-
quste, que na raanha de 30 de setembro fundeau
na bahia, alem da meia travessa.revoltou-se e poz
a ferros o capitao e ura piloto.
0 consul de S. M. Britaniea, logo que teve no-
ticia, ofOciou ao Dr. chefe de policia pedindo pro
videncias, e este requisitouas da presidencia, que
expedlo as necessarias orden3 ao caefe da estacab
naval para prestar ao commandante da companhia
de urbanos, capitao Braga iocumbido da diligen-
cia, as pra^as na-acs que fossem necessarias para
effectua-la.
c Com efftite as 6 horas da tarde desle mesmo
dia apresentou-se a bordo da galera aquelle offi-
cial com um interprete e dez praeas, quo foram
em um escaler do encouracado Heroal.
t A intimacao foi feita a urn piloto, e em segui-
da foram entr'egueso capitao eo piloto algemados,
os qnaes foram apreeentados ao Sr. codsuI inglez,
qne trata de sjndicar d'esse facto eriminoso para
serem devidamente punidos os ametinadores.
Hontem ao meio dia fez o elovador hydraulico
da Empresa de Transportes Urbanos, da rua da
Alfandega a praca de Palacio a saa 1.* experience
com um camarim somente, porque as guias do
e^tro ainda nao eslao assentadas at6 ao topo da
torre. : .
. 0 que fez a experiencia esta preparado com
todas as correntes, contrapesos e tararaellas de
salvacJo com que ha de funccionar em servico
publreo.
, Subio e descpu bem, fazendi a ascencao em
urn minute, e a descida em igual tempo.,
0 gerente Sr. Antonio de Lacerda, o enge-
nbeiro Sr. Roberto Hollowed, os mestres das di-
versas offkinas ila empreza, muitos socios delta e
rande nunero de pessoas subiram e desceram
iversas vezes.
0 numero maximo de passageiros que cada
camarim node transportare de 20.
c Falta aperfeicpar o interior da torre, com o
reboco e alguns reraates das obras no tepo d e![a,
na ponle que liga a praca de Palacio e na estacao
a, rua da Alfandega pelo que tal vcz nao possa
abtes do rnez de dezembro ser franqueada ao pu-
biiCo aquella Mnha de communicacao entre a ci-
dade alta e baiix'a.
< Ja ha mais de oito dias todos os trabalha-
dpres daquella obra sobem e descem continoa-
mente para o. seu trabalho *elooiacbjBisBi| En-
Uetanto as "4 horas da t.irde, estlndo na ^fraca o
tjabalpador dp caqto, Liberate da Silva, por im?
prudencia collocou-se sobre a partp superior do
camarim, e na occasiao em que este chegava ao
^luvel da praca, qberendo elle saltar, ao deitar a
frna oara fora, foi esta cpmprimida e teve tam;
m u* ftrirnao*! lia cabeca ; foi medica'dfo na
armacia.Borg* tpths*a>i|lacio-
,. Ife I.' eatdWro dT 187^^.30 de setembro
^Strangeiros 7 navioS j 8jjM6 toneladae
la gent* de cautw*;- thOJ9:#ri>W AtUpa*^, eod5 j ingTean 347,
oa publica desta dda-' bbllandezes 8, allemles 89. norjwgqenses 1 J, sue-
" cos H,dia4mar^ui*a,daWriaefl.austro-hun.
garo l, italiaoos 7, portugueze.J8, bfasileiroa 12
ra Calcuta, arribou nor aquelle motivo. a
Ante-hoMm (I.*) ehegNM irirta e oito pes-
as do termo da Good*, qua aa destinam a colo
a Commandataba, onde esperam melliorar d'
rte. 0 goverao mandou-oa afcommoaar no pa-
inento tcrraado Paco da MaBicipalWade, e vai
oporcionar Ibes os m'eios daHwnperte.
c Tendo o Or- chefe de policfci uoMcia deque
viam apparedida em circnlaoM moadaj de zina)
metal seni'dkanie, dos, vafcres 14000, 100 o
rs., tratou de fazer as pesquizas necessarias, e
/zjae/ue desoobrio a- foria male cram prepara-
Hontem <2*o Dr. deh'gado do l. districlo.
acompanhado do escrivao Oiyinpio Jose de Mene-
zes e do alferes da companhia de urbanos, Jose
Placido de Guimaraes Cova, dirigio-se as 3 horas
da tarde a casa do portuguez Estevio Pereira do
Souza Cunha, a rua do Juliao, e procedendo a
minuciosa busea, encontrou o dita Esievio no
trabalho do vasaiaente do metal em um -molde cam
cstampa do valor de 14000, quo foi appreheudido
juiilaineale. oorn mais ires moedas do mesma
valoK doz de 100 rs. o uma de 200 rs.
a 0 Dr. delegado mandou-o recoLher a prisao.e
prosegue nas mais diligencias para instauracao
da processo.
No dia 30 falleceu o eidadio Hygino Luiz da
Bastes, estabelecido com loja de fazeudas. >
c Ante-honlem 11.) as 7 1,2 horas da noite foi
preso pelo cidadao Antonio Alves Guimaraes Ju-
nior e eatrcgua aos urbanos, que o apreseiitaram
ao subdelegado da Peuha, o pardo Matliias Alves
das Santos, qne feiio com duas punhaladas deuiro
da capella do Rosario do Itapagipe, por occasiao
da festa do mez de Maria, ao tenente bonurario do
oxercito Claudiano;Baptisu Lead.
a Foram despachados para Paris 539 kilogram-
mas de amethistas brutas.
t Seguiram hontem ua vapor S. Francisco para
a colonia Moniz em Coinmaudaluba o conselheiro
Bernardo Augusto Nascentos de Azambuja, direc-
tor geral da scoretarja de estado dos negocios da
agricultura, seu scaretario e empregjdo da score
taria do governo Joiio Antonio do Goes Tourinho.
0 Sr. const Iheiro Azambuja consta que veio em
commissao inspeccionax a col n a.
Seguiram para Commandaluba os 2J4 colo-
aa*, ullim uuente chogados da Aatuerpia bare
Jembyard.
0 da escuna fraaeeai Set. Anne St. Brieux, o
da escuna hollandeza ELernka-Eztr, de que ja
demos noticia, tiveram logar este no dia 8 de se-
lembro nas pontas deLessueste ao mar da Lurra da
cidade de Garavelias, c aquelle uo dia 20 nas pe
tlya. Na
a :
rdaoa da re-
Jo>6 Ignaci\>
]agoer. Jui-
revisore*
It em mesa foi
Sr*. coase-
e barlo
vencidos no ac-
5:0004
8004
5004
2004
1004
404
204
104
dras qoe licam fronleiras a barra da mesma cida-
de. A escusa EicenkaEzer vinha do Rio Grande
do sul para a Bahia. A escuua Ste Anne trazia
colonos,
Hontem (t2) andoa u rodaa 4J loteria a benufi-
cio da matrix do Pilar, cujos premios maiores sa-
hiram nos nuraeros seguintes :
1427 ...........
70*...........
23S5..........
1776 ...........
s 1877, 305* e 645......
a 61, 2406, 2099, 22JO, 2165 e 755 .
.789,2116, 311-8, 2116.1861, 3008
1951.1471, 1473 5 117 ..... -
23S3, 263, 1362, 1075, 871, 2342
2300, 2852,2dl7, 1944,2607, 2407,2141,
2118, 20 6, 19, 102.", 3361, 3166 e 1604'
9 No mez de soi'iubra arrecailaram :
Alfandega 726:8544914
Recebedoria 44:0674529
Reudas provin.iaes 119:9504000
Correio 4:600i985
0 cambio reguiava sobre Londres 25 7/8 a
26 1/8 d.
Nada occorr
ALAO0A3.
mi digno demen^aa.
- No dia 20, as 8 haras da noite, ,.-------------
baia, sobre o Dr. juiz municipal Antonio Bcnto de prata de 24000, uma de 14000, e uma c
Souza e Castro, foi dbparado um tiro a queima- -
roupa.
0 tiro empregoase no craneo da victuna,
que foi conduzido a bracps para a casa de sua re-
sidencia. *. s
o ODr. Antonio Bento, depois de alguns mo-
mentos pode declarar que o tiro lh tlnha sido
disparado por Antonio Joaquim do Prado, conhe-
cido por Ubaluba, que o acompanhara desde o bi:
lhar ate a travessa que da rua de Baixo vai ter a
rua Alegre, lugar do deiicto.
A autor idade local nrocedeu as diligencias
necessarias. Os peritos do corpo de delicto decla-1
rarara graves os ierimentos. Supp5e-se que Uba-
luba' seja apenas mandatario do crime cemmet-
tido.
O Dr. chefe do policia expedio tolas as pro-
videncias qua e caso exigia, fazendo segair forca
sufflciente para as diligencias quo se tornarein
precisas.
0 Diorio de S. Paw/o acjrescenta :
Eis o oUlcio do delagado 1 supplente em exer-
cicio ao chefe de policia:
Tem este por fim levar ao cftahecimento do
V. Exc. a lamenlavel tentativa de homicidio no
Dr. Antonio Bento -de Souza e Castro. A's 8 bo-
ras da noite do dia 20 do correnle mez, o Dr. An-
tonio Bento de Souza e Castro ae-chegar a traves
sa da rua de Baixo, por onde wnha, vai ter a rua
Alegre em que reside, recebeu- na cabejuJim tiro
a queima-roupa, com que cahio por mpmentoi de-
sasisado. Toruafldo a si logo e acudlndo imme-
diatamenlc pessoas que estavara proxima* disse-
Ihe : Foi o Ubatuba; prondam elld, que me veio
teguindo aesde o bilbar e eemigb. de cerU altura
para ea, conversando ate aqui onde deu-me o
tiro.
o Sendo immediaiameate preso Antonio Joaquim
do Prado, eenhecido por Ubatuba, no auto de
pergunjas quo Ihe fiz negou ter sido-a autor do
crime; do inqnento, porem,' a qoe estoa prooe-
denda'esla evidente ter sido eilao autor do crime.
A municao, que era churabo frap e grosso, empre-
gousc a'cima da fonle esquerda e foi sahir quasi
no alw da cabeca, indo-seempregar uma" parte na
batente dajanefl.i da casa de Rodrigo Soares do
Amara', fleando a aba do ahapeo -de peito, oro
qua esUva -o Dr.; $ -a'coba unida a aba toda
estragada eehamuscadaj e do lado oppoda a par-
te superior, t'ada esburaeada. Combinanda isto
perfidiaineuta com o qlie dieia o effendido imme-
dialamente depois do tiro antes de ver o chapeo,^
qne Ubaluba se abaixara quando Ihe den o tire
dizendrj quo estava com o dedo quebradb por uma
topada.
EMa-na conscienoia de todos, qhe Ubaluba nao
perpatron o delicto por si; qne foi um capanga
assalariado : eo offendidj indigita como mandan-
tas o Revd. padre Jdaa Mariano do Prado, o Dr.
Olympio da Paixao e Albino Jose Barbosa. Cotf-
tca este ultimo ja existe algum indiclo. Parece-
hje de snmma importancia a vinda de V. Exc. a
esta cidade, allm de que com melhor direccao se
possa descobrir qiiem os verdadeirbs mandantes
dp crime, sendo, porem, em todo o caso indispen
wvel'riro deBtacdrifefiW *
vima qua actnalmenie a_(bffct
REVISTA DIARIA.
Miiiistcrfo do imperio. Em 27 da
setem'.To recommendau se ao presidente da pfo-
vincia de Pernambuco loda a brevidade possivel
naacquisicai do iei rent) escalhldo-para a construc-
cao do cdilicio destinaJo a faculdade de direito,
segundo a delerminapao do aviso da 7 dc junho
ultimo Requisiton se do cngenheiro Biltcncourt
da Silva a remesla do plana do referido edifl-
cio.
yaestao rcligios:*. Spb a rubrica Por-
te Official pablicamas tt^a o aviso do ministerio
do imperio sobre o processa ue responsabilidade
do Exm e Rs-m. Sr. D Vital, bispo do Pernambu
co. Recommendamos a sna leitura aos nossos as-
signantes.
Inspcctoria tie saudc do porto.
Por partaria da presidencia da proviucia, do 7 do
corrente, foi nomeado Firmiano Jose Rodrigues Fer-
reira para exercer iDterioamente o lugar de guar-
da da reparticio da saule do porto.
Postara municipal. Por partaria da
presidencia da provincia, de 8 do corrente, sob
proposta da camara municipal do Recife, foi appro
vado o seguinte artigo de postura :
Ficam, desde ja, em execujlo os arts. 229 e
230 das posluras municipaes, approvadas pela lei
n. 1,129 de 26 de junho da corrente anno, sendo
conservados os essravos actualmente empregados
pelos arrematantes dos talhos ate findar-se o con-
trato, uma vez que os arrematantes provem ser
de sua propriedade esses escravos.
Froeessodos vcreadores da cor
te. No dia 30 de setembro desceu do tribunal
da relacao para ler cumprimenla o seguinte ac-
coidao/proferido em recarso no piocesso dos ve-
readores da Illm. caro3ra municipal:
Accordao em relacao, etc. Que espostos os
presentes autos de rccurso crime e discutida a ma-
leria delles nas suas rclajoes com os preceitos cri-
minaes stridis juris, negando provimento ao re-
curso de fl. 139 do promoter publico, quanto_a
la parta do despacho de fl. 90 verso a ft. 109, dao
no entanto provimento ao interposto a fl. 110 da
1' parte do mesmo despacho para reforma-lo e
despronunciar caaio desproounciam os recorridos
vereadores da Illm. camara municipal desta corte.
Porquanto, jiendo conlroversas a duvidosas,
admittind < pareceres divergetftes, as d sposicoes
do= arts. 47 e 66 da lei do de outubro de 1/28,
organica das camaras municipaes, e por isso de-
pendente de interpreta.ria autneutica, a verdadei-
ra intelligencia delles para firmar cerla e invaria-
vel a competencia dos poderes publicos, sobre con-
cessoes de privilegios para as emprezas de assen-
lamentos de carris de ferro em sua maior ou me-
nor escala nas provincias e cidades dos municipios
e isto tante mais quanto taes emprezas de recen-
ta data, eslndos especiaes e legislacao peculiar,
vieram ja achar a existencia que conferia as cama-
ras municipaes atiribui'/oes concernentes a obras
publicas, dd nalnrezjs diversas e construc?5es
quaesquer em beneficio commnm nos respectivos
municipios. ,
E, se crendo confnsa a legislacao e nao estando
bem descriminada a competencia que, sendo de
direito publico, somente o legislador podera fir-
mar para eslabeleter regras ao poder judiciario,
taio se pode, pois, no vago da legislacao ter os re-
correntes de fl. 110 como crimincsos por opiniOes
e prihcip!o3 que.mesmo que erroneos fossem, cons-
lituem crime, para ter lugar jontra elles procedi-
mento criminal. .
c Portahlo, dando provimento ao recurso de fl.
HO.jnlgam improceaenteoptoces_so, e despronnn-
ciando os recorrentes ditos yereadores, condemuam
a municipalidade nas custas.
Rio, 26 de setembro de 1873 Figueira de
Mello, presidente. Almeida. Pereira Montei
ro. Assis Mascarenhat, vehcido quanto a des-
pronuncia dos vereadores.
Associacao brasileira de Accllma-
cao. Na sessio de 25 de setembro. foi lida e
fipou adiada para, a proxima sessio. uma propos-
ta do Sr. Dr. Silva COurTnho para que a associagao
de acclimacao:
1", t^ate desde jade, pedir seraehtes da sypho-
nia elastica para serem cullivadas em seiis jardins
distribuindo-se depois as mudas ;
i 2" de a maior publlcida'de'a idfia mostrando as
Lvanlagens dj cultura. ;
inl'erceda com o governo para que seja isen-
to dos direitos de ex^brtacaP por eerto tempo o
produelp da cultura ;
4* represente ao g
9n<3t* do snoremo' tffcuA!l*d^jSetica, de 27 dr
e.,r.,.>.i.^. A&, *.ms..iiu>irQ Siarfe* da Silva man-
don juiitir ao pi li-vmbar-
gador Poutes Vfigtreiro ftS'iiHrr.ins (lfligenci.is fei-
tas pelo. chafe ii*t|MiaWi MManMa sobre o as-
sassinate dc Marl* .'da CawwlaSot' a eojas pe^a,
transmiUidas pelo presidente da provincia ao to-
verno imperial, foram por esif caviadas ao tri
bunaC* ,d~
Suprt'ino tribunal de i.
scssao de 27 de setembro fhi julj
Hevista civel a. 8,37*. -+( DejJ
licio de Pernam*a-o.) -Recor
de Mendonc^, rooefrido, Alexan
zes, relBtor.'o Sr. eonselhelfo "
Sunoes da Silva e Leao.
Relatr.do o feilo a deliatida a i
apgatLi a rovisla, oqjtra as voti
Iheiro* Mariani, PlntwChiahnrrr*,
do Montserrat, qne assigniram
cordao.
Administracao dos correios. Por
po tarias da direcloria geral dos correios, na cor-
Ks do 30 dosetembnr, foram treadaa duas' txnai
agendas nesta provincia, uma em Canhotinho e
outra na Pedra ; e foi nomeado agente naquella o
Sr. Maimei Clemente da Cosla Santos.
0 Direito*. Aeaba de chegar o n. G o*esU
importante revista de legislacao, dotitnua e juris-
prudeneia.
Rio Grande do rVorte. A presidency
dessa provincia salisfazendo ao pedido da direclo-
ria g'-ral de estalistica, em offlcin dc 9 de setem-
bro-, eavten o quadro dos districtos de parexis-
tentes na mesma provincia. ^
Desso qiiadru vise que as 2T j>arochi.*dapio-
vincia sao divididaB e:d 45 jalgattos depBi..
0 mesmo Sr. presidente ramllau, coin ofikia uV
1" do corrente, o quadro da reeeita e ue-p.-za e da
divida aetiva p passiva da proVmcfn, no arma R-
uan a'iro da 187 a 1872.
Reeeita or;ada, 210:6954000, arrecadr.da......
304:5094114.
DpsD"za oi\ada, 328:622*068, effecUiada, ....
314:0105842.
Defidt 9:5094728.
A dilferen;a da reeeita arrecadada para a m*ea-
da foi dc S!i:81iSH4, e a despeza clle-iuada para
a orgala foi de 14:6114-2') para menos.-
A divida aetiva cobra vel e de 4:9674011, e a
passiva inscripta 8874318.
Loteria do Rio de Janeiro.- Resu-
me dos pro nios da loteria n. 475.' qua sc e^tava-
extrahi'iJo no dia l. "da corrente ata a hara cm
qne sahio o vapor Cruzeiro do Sal.
N. I4i!l-2l.0.'0<(!00
- N. 3307 -10:0004000
N, 1286 4:000*1103
N !,4l- LOOJ4000
N. 477-2(04
X. 1185 20J4
N. 3393 20 '4
K. IB 0-2004
N. 4109-1004
N. 989-1004
N. 37 100*
N. 1433 -1004
N. 3997-100*
N. 2149-1004
N. 3710-1004
N. 1226-100*
N. 2D42-1014.
Tbeatro Santo Autonie.Repetc boje
a companhia Viccmle'o magnifica drama Moiijadi-
nha ile Valflor, que tanto tem agradado ao nos<>
publico.
A bella compasicao de Pinheiro, Cliagas tem
sido bem iriteraretada pel >s artistas do Santo An-
tonio, sobresahindo a actriz ilanoela Lucei.
A cnnuanliia Vicente e digna desta capital.
Pode-se ir aa tbeatro dramatico.
No especlaculo de hoje, alem da Morgadinh-i lr
Valflor, o festejado acWr porluguez Simoes, cxhi-
bira um trabalho de sua esoecialidade.
Pagailoria da Hiesourarla de fa-
zenda Pagam se hoje as seguintes folhas :
Hospital miliiar e todos os demais funccionario?
que recebem por meio de recibos avnlsos, e tam-
bem os que deixaram de receber nos dias que !hs
foram marcados.
Bcnencio.-A sociedade Gremio Dramatics
leva amanhS a sceia no iheairo Sante Antonio o
drama- Escrwi Andrea, applicando o sen pro-
duclo em beneficio das obras do hospital de Santa
Therezi. E" digna de loavor a accio dessa socie-
dade Bad so por demonstrar quo se iotentaa
pelos estabelecimentos, onde se distribue a cari-
dade, como pela esponlaueidade da mesma Mfld ;
6 justo. pois, que o publico a elle concorrer.do ter-
ne o mais possivel efficaz (ao generoso esforjo.
A Infancia.Sob esta denominarao corht-
C3U-5C a publicar, no Rio dc Janeiro, no l. de se-
tembro, um jornal quinzemd, orgSo da instrof^i"
e educaQao primaria, sendo seu lim Iratar de tud>
quanto possa interessar a instrucijio e edueaclo la
infancia Recebemos o agradecemos os dous pTi-
meiros numeros.
Uinliciro.0 vapor Cruzeiro do Saf trouxe
7504 para o Sr. commendador Antonio Goro**
Netto.
Jornal das Familias. Para u rf-
pectivas agendas nesta cidade, livrarias das rua-
Primeiro de Marijo o do Barao da Victoria, aca|
bam de chegar exemplares do n. 10 do apreciaves
Jornal das Familias, correspondcute ao corrente
mez.
Traz este numero : yem uma nem outra, ro-
mance pnr J. J.; Mizeria, legenda. por C Deuhn ;
Quern desdenha, romance, por Machado de Assis ;
Economia demestica, por Paulina Philadelphia ;
descripcao de modas e de trabalhos de agnlha.
Acompanhani o numero : um fignrino de nw-
das, calorido ; quatro estampas de bordados, de
moldes, de tapecaria e de vestaarios e a pe;a de
musica Aspiracao.
Loteria. A quo se acha a venda S a 69, a.
benellcio do collegio dos orphtios e orphaa, a qual
se cxtrahira no dia 11.
Casa de detencao.Movimento do d. i
7 de outubro de 1873 :
Existiam presos- 337, entraram 3, saniram ,
existem 333.
A saber :
Nacionaes 240, mulheres 7, estrangeiros 40,
escravos 44, escravas 4.Total 335.
Alimcntados a custa dos cofres publicos 2C8.
Passageiros.- Vindos dos portos do fui do
imperio no vapor Cruzeiro do Sul :
Constantino Lopes Guimaraes, Raymundo Rem:-
gio de Mello, Luiza Marinho da Costa Ayres, 2 fi-
lhos e 5 escravos, Franaisco Marinho de Albu-
querque Mello, Alfonso Marinho Cavalcante, Ml- .
noel Joaquim Machado, Margarida Ursnlina $*
Silva, Luiz Carlos Brandao, Dr. Paolo Martins de
Almeida e 2 escravos, Jose Correa dos Santas,
Felippe Jos6 da Exaltacao Maniva, Francisco d
Smza Maia, Jase C.Madeira de Mattes, Pedro
Francelino GuimarSes Filho e 1 esztito, Jcsc
Francisco Pereira da Costa, Anna Maria do Na
mento, Manoel Vidal, Jose Maria Garcia, Jos6 Li-
banio Monteiro, Manoel Alves de Aguiar, Vicente
B. Montenegro, Ame'ia Bezerra Xavier, Antonio P.
H. Loureiro, Jcremias Abranches, Jose Franr
Soares, J. B. dos Santos Azevedo, Aristides Caf-
neiro Arco-Flecha, Manoel Gomes de d^pe^a
Leite, Guarino M. de Aquino, Raymundo Luiz do*
Santos Gouveia, Tiburcic Alves de Carralno, An-
tonio Joaquim de Farias, Manoel Francisco gava-
quinho, Jose Thomaz dos Santos, Carmo Jose de
Casiro, Clemente Jose Ferreira Janior, Antonio
Matte, Francisco A. da Silva, Miguel Joaquim Pin;
to, Frederico Pierre, I'edro Bertolino, 3 praeas da
armada, 1 cadetc, 6 praeas e 10 sentenciado, 3
imperiaes marinheiros e 1 deserter da armada, 2
escravos a entregar.
Seguem para o norte :
Ernesto Diniz Street^ Belmiro Coelho Pereira,
Maiincio G. Alves Pereira, Dr. Josd Mariano Ri-
beiro, Jose dos Santos Carrega, Franciseo Ma^e-
do de Carvalho, Jose Alves Vieira e I lilho.
Cemiterlo publleo. Obituarfo do dia :
Jo corrente :
Hermenegildo, pardo, Pernambuco, 5 rocz-<
Boa-Vista ; bexigas. ,
Galdino, pardo, Pernambuco, 4 maze*, 5. JO* ;
convutdes. _, _-
Joao Jose dos Santos, pardo, Peroamtap, J*
aouos, solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro It ; fce-
rysipela. _
Hemeterio, preto, Pernambuco, W raezes, S.
Jose; pato entente.
Jnvencio, escravo preto, ighora-se a natorau-
dade, 18 annos, solteiro, Santo Antonio; exantbe-
Joaquim, escravo, preto, Pernarabaco, 90 arm**,
solteiro, Boa-Vista ; hydropericardio.,
Mariano Paz Brandao, branco,^ 'SS1*'^!^1"

I
.1141 iiiuu. i a* wiuiiuou, -;.ij, l
turalidade, 30 annos, casado, S.
heMadoef,'pardo, Pernambuco, WmeUte, Baa-Vi
ta ; bexigas.
Francises da Concelcao,
turalidade, 26 annos, sol
governo' cofltra' o abuso que
commelie a asseinblea do I'ara impoudo direito de xi^^^
^Bteo sbbre a borracha que ja paga' o de ex- Anna', branca, Fern
^Pr^ceS Ponies Visguelro. Nal^Manoel AmaroPavio, branco, Pernanibwo,W
fSSAt
Sdftnds, Boa-V18;
I
i
mK

^m


;
HLWtfw* cfe'JFeH4riiw
Qbmfe feira WW Qtitim &T& U.
IW,
NEW LONDON 4teaESs:B\NK LOTTED.
Capnal da Banco........... 1.000.000
.abscripte.......... 900.no>
- Jf0................ 450.003
ruado da resorva eotra do-
preeiaeaa do eipital...... e 40/100
AH.fCO DA CAIXA FJUAC KM PKBNAMBUCO EV 30 DK
SETEMBIO DE 1873.
Actico.
Letras doscoutadas......... 'I,2i8.982i300
Creditos diversos, ositros ban-
eo e eaixas filiaes....... 4>90.'956*06a"
ffl moeda corrente......... 713:01**110
jfa........
P'i. Heposilos:
i Eacaatneor-
eule...... 473:091 i'Xid
Fuios v-e por
viso. 713^091330
i,8.)*:'JGO*D30
. JaSTC *!dm-JaraTm s
queixas c publicaedes terrfvei3 feitas contra o juiz
mup^w^a!, o qual raandado^uvir sobra elias, res/
ponden de mod o incc'mveniente, o dcpbll appare^eu
em palaeio ptvJindo/aHara S. Exaioaioceasia) ino-
portuoa." Nao pBde 8r recen'id i; na audiencia pu-
blica. ondo sria cuviJo, nlo se apreseolou.
Se tinha taforaaacdes a d.ir sobre o citado dos
negocitKr escripto o fez ;
e coino quor a Provincia qua na> haja silencio
sobre o quo se ignora *
Qne provincifnosI
Ha via
tttilit/r
PEDID6.
tfd&tos diversos, oulros ban-
eos e cabins liliaes........
Linn a pagar.............
Ils.
l,18j): 701*280
1,458:239*250
8:000*000
2,652:960*330
S. S. A 0.
fernaojBuco, 2 de oatubro de 1873.
Jmnes Daivy,
Actg Acct.
PARIS FOEITKA
inTIHO CONSERVADOR
RflBfFE, 9 BE OITIBRO DE 1873.
Jiio -e debaldeque temos dito quo a Procincia
nao recua anle os meios qae Ihc offerece a imagi-
naeao para obitar as iniciativas quo parteui do
asm. Sr. Dr. Henrique Pereira de Lucena ; e
uesle intuit), vai creando facDs e passanJo>os ao
publico, coino so fossem verdadeiros.
Tern, porem. aquelle j >mal sdopJado o svstema
dticomta, supponJo lalvez quo o consta salvar.i os
seus redactores da responsabilidade em que incor-
rem perante o publico pelas narraeoes de factos
que nao passam de inven.-oes.
;Rste proeedimein) da 'Provincia nos rccorda o
que vulgarmento por alii se diz :' que dapois do
apparecimento do nerooso nao liouve rnais su-
jeitj lacivil a grosseiro.
Igualinoute depois quo adopt ou a "Provincia o
vstema de dar notieia pelo consta, em suacAra-
met, nao se uscreve-am xnais mentiras.
Mas a Provincia julga-se com o direit > de attri-
fauir suas bistorias ao ouoir tbzei; a opinao publi-
ca por sua vez tern tambem o quern a PiO'nncia ouvio essai f.ibulas quo jscreve
>b a forma de consta.
"Fiqu*, pois, sabendo a Pr-mineia quo a sua le-
viandade lia Je leva la a sepultura ; e se filer evi
tar uma mo te prematura, tome juizo S tenlia
mats enterio e escrupulo para nao trazer ao co-
nliecriiento da opiniao publica fact is da natureza
do quo sabio em sua Chnnica de 4 do corrente
debaixo d>.iitalo-./n/a di Santa Casa.
IVao bastnva a Procincia a trica e ehicana que
s seus redactores teem posto em movimsnto com
o am de inuBlisar as vistas da presidencia em re-
laQao a luudaf.io do b tspieia de alienados ; era
A* mister as mexactidoes.para complctar a obra
dos amigos do Sr. de Villa Vienna.
Ei-los, pois, a espalhar u'rue ft or be ora que o
presilente fez desaprppriap.3es illegaes, ora que
*9ta estragando o patrimonio dos orphaos, oomo
so houvesse desperdicio em dar o \y\o ao nece6si-
mo, ora quo a Santa Casa opina i\ne so deve fun-
dar o asylo na Torre,-e ora finalmenie quo a
banta tasa dou urn tehee no presidonte.
E depois do tudo isso, dizom os Srs. quo rabis-
cam a Procincia :
Quern assim falknao poJe, como sepretende,
Mr hostil a uma boa idea.
Boa maneira de facilitar a execneao das ideas
grandiosas I
Peiisavamos que ser amigo de uma boa idea era
tacilitar directa ou iiulireclamente a suaxecu-
Co ; mas- d'agora em diante fiearemas sabendo
amigo da id6a.
Illui. e R-a Sr. Frei Caetano de'Messina So-
brmbo, miseionario canuchiubo.Dontinados do
maior jubilo vfeem os abaixo assignados, resideo-!
tes uesta povoafcao e em suas cercauias, signifiirj
a V. Rvma. o *?u humillc e sincero r'ecdnbeci''
men to pelo zelo incansavel, actividade cxemplir e
estorgos admiraveis, emprogados por V. Hvma.
na reparacSo das variadas e importantes ooras da
igreia do NossalSenhora de Nazareth, eroiti neti
povoacao, as quaes acham-se terminadas, e^aquol-
la igreja em eado de poder prestar-se aos actos
b saenficios da" religilo do Martyr do Golgdtha.
Quando outr'ota, Rvm. Sr., entrava-se naquella
igreja, o espiritj religioso demorava^e ^bsorto
e contristado na apreciagao das ruinas que infe-
lizmenie alii rekumbraTam, as qaaes podiam ser
talvez Iraduzidfcs quasi como urn pratesto as re-
lajoes existeutas entre a crcataea e o r4read0r.no
conimercio belllmente denominado -Relifiao, pcla
qual Deas se fez conhetsido dos homens, e estes
reverentemente 0 glorilieam, porque aisim deter-
mma a voz da fconsciencia cathoRca, 0 sentimento
intuno d'almavhrista, e 0 desejo ardente e infi-
nito do cora^io verdadeirnmente religioso.
om assombro c admiragao geral v(?-se agora
a igreja despojada das ruina?, e, em lugar Vestas,
uma simples e-elegante capella-mor, um oemite-
no, doos importantcs altares Iateraes, uma crnz
tova e de pedra ao cimo da fachada exterior, la
]61gaYa-_
------- resolvido aniquil.^r 0 brilhante palo ^
ffwiww #. ww *fs tow* ** Xa
riic.di Fsao do triumpbo, prepara coi-
venientemente 0 fogo. fogo forte e terrivel, e era
seguida toma em um apropriado instrnmento 0
brilante e mergulua-o na chamma viva e devora-
dora. 1'agsado algum tempo, o brilhante parecla
haver desapparecido. Enlao 0 artista relira do
fogo 0 inslrumenio, com que 0 segurava, e ei-lo.a
brilhar. Contendo e impato'da ftiva, que quasi
0 qneria Buffocar, 0 artista entranha denovo'o
br'I haute Das chammas; desla vez suppunha elle
irjemissivelmente gauha a batalha. Era passada
uma hora>de relogio, tempo absolutaraenle necej-
sario para 0 fogo destruidor -aniquilar a
pedra. Entao 0 artista, tremulo, retira das cham-
mas o inflrumento, com que nellas cullojara e
brilhante. Nem que um raio 0 tivesse fulminado.
file cahira induimado com a velveidade do re-
lajBoago E' que c tenaz artista aoreUrw do fogo
0 Instrumento, vira 0 brilhante a luzir com umbri-
Iho ate entao desconhecido e como que a iardc-
gar-.'he raios de liu celeste.
0 abalo'violenlissimo de unfa desillusao lerpivel
pareeia haver morto 0 artista. Mas elle niio mor-
reu. Depois de algum tempo recobrou 03 sonlidos;
psrem era! victima de um dosarranjo mental, es-
tava maniaeo. Esua mania consis'.eem soprar de,
vez em quando 0 brilhante, qne nuuca deixa de
luzir.
0 artista e 0 liberal Sr. Villa-Bella; 0 bri-
lhante e a verdade da bella administracao e
da illibada rcputaJao do Bxm. Sr. Dr.' Ltteeaa,'
presidante desta provincia ; a primeira pedra, a
chapa do ferro, a bigornia e 0 instrumento -sao a
Provincia ; a segunda pedra, 0 martello 0 e ftgo
s;ioa injuria, a calumnia, 0 insulto e a menllrc.
E 0 sopro, ia me esquecendo. de dizer. e a repro-
vacao tencada .sobre os actos da. actual adminis-
^ao.
E para que dizer tudo ? E' bom dekar ao lei-
tor alguma rousa q.ue pensar.
Recife, 8 de outubro de 1873.
BUrtu. > L
[iianifes-
consignala-
nos.
Turra-Nov.i,"patacJio hospatihol Ptirito,
cpnsignado a B.1 tar Olivein. & t, -mani-
itislou ;
Bacalliau 2,45) barricas aos consiaa-
tarios. 8
>ES1A<;<10S DE EXPOrtTACAO iNO DIA 7 DE
OLTUBRO 1)ti 1873.
Para of&rtos do exterior.
,.<,i7 ,mac$ francM AHdr*. Pa Liverpool,
earregara,.. G. Neesea & C. 1^1 fard>s com
m*A -0.3 de a,Sodao, e 63 saccas com 4,439
aiios ae flito.
pa-los e repara-loj, eoajo se faz .necessjirlo a cfn-
ervacio, aformoseanvnto e deeencia do mesnio
cemiteno, de mode a estorem proraplos at^ 0 dia
JI do corrente mez.
Pagodaca*ara tn|nfrtnallo Recife,. 3 deoti-
Manoer Joaquim do Rego 0 Albuquei qae,
^ Presidonte.
Pedro de AHmquerqae Antran,
Secretario
0 adminntrad
inientas tknm faz:
tubro 0 nlrimo am
driiho geral e todo cimentado, varanda -de ferro .., ,. .------ __
no cOro e nas tn'bunas, duas pias de pedra e ou- *"iiiios*pnla pnransjaynss
iros memoranenios itftehlos o externos ; e para
complement aeflas, resaltam a pintura e dou-
rado de dez imagens de erandes vultos, as quaes
acltavam-sc em peiTetto tfbandono, senao mesmo
desprezo !
Sem cmbarga, porem, de avultado3 "capitaes,
reclamadis pela realisacao de taes obras, conse-
guio V. Rvma om alguns donativos pecuniarios.
secundados pelos valiosos services pessoaes gra
toitos dos fieis, dispensar aquellos capitaes.
E de que meies usastes, Rvm Sr., para attra-
hir o povo a uma causa tao justn, consistente na
rf...!".^0.??3 obJ'a?. ^*,as 1a!tes mostrou eTle
1*01- oatros tcrmos : flar esmolas aoj pobrcs e
uma obra dc caridade, nao dar esmolas aos pobres
i' uma obra de caridado, ponpie com i no\ ensi-
fiani os mag'ster da Provm-i* Djus fez distine-
cao entre caridade e cariJade.
E o qae responder a esses gracejos da Pro-
i >ncia ? -
Sa o publico vc todos os dias nas columnas da
Procincia boatos preparados aflm do desacreditar
os loavaveis c generosos esforcos do honrado e
distmclo-admmistrador, como, pois, nao devere-
nios tomar os sens redactores como hosiis a fun-
uaijao da casa dos dondos ?
P6de porventura alguem duvidar do espirito
bostil (To Sr. de Villa Vicosa aos gran les commet-
t;mentos quo so preiende realisar, quando elle anda
a^ poita- em porla a pedir aos seus amigos quo
nao deixem morrer a Provincia. poruue e iireciso
nzer toda a guerra a presidencia ?
Pois bem ; no intuito de mover esta guerra que,
no dizer dos magistraes 6 caridade, a Procincia
mvanta e narra o seguiute, que passamos a pubh-
ar Sem accre.-ciino on diminuicAo :
a Inrormam nos que tendo o Sr. Dr. Lucena
o.hoiadj a Santa Casa que prelendia remover o
coliegto dos orpha s para i'imenteiras, o Sr. pro-
vedor Tv-spondeu-lhe, sern haver traduzido liel-
roente o pensamento da junta, (|uo aceitava e ap
plaudia a medida de S. Exc. Na nllima sessao,
porem, tot a questao decidida contra as vistas do
br. Lucena, o que nao foi uiais do que a confir-
majao da resolucao ja tomada. E' mais um echec
que soffre o Sr. presidente >
Compare o publico osla historia da Procincia
com o que dc real se passou.
0 uonrado-admiiiislrador officiou a Santa Casa
perguntando com que salJo poderia contar a pre-
sidencia para as ohras da escola agricola que em
ttmenteiras devcra ser fundada para 03 orphaos.
Vlespondea a Santa Casa, pondo a disposicao do
presidente dous contos de reis para concerto e
rae!hor.iment03 dos-edificios quo existem naquella
Jocaiidade. '
Mais tarde olOcioa ponderando quo para ser
realisada a idea e applicadas as rendas do patri-
tii-imo, era neeessaria a reforma do re-pectivo re-
gulamento, o que S. Exc. ja cuidava de fazer.
bis alii o quo occorreu e e inteiramente o con-
trario do que diz a Provincia.
E e por esta forma que a gente da Provincia
resta concurso a realisacao de ideas tendentes ao
eem estar e soccorro, de infehzes como ?ao os
loacos I
Eatretanto vera o publico do cxposto o que ha
de verdade sobro o que se passou na Santa Casa,
e a Procincia nos dira onde esta o echec qne sof-
frea o digno e distincto presidente.
Nao e elle qu-im tem de refonaar o regulamon-
to dos estabelecimentos djs orphaos ?
E se a Santa Casa se negasso a auxiliar a obra
5iprj- nd,da p"'a Pres'dencia, nao teria respon
dido dizendo que contasse com um saldo de dous
contos de reis $
Mas aesde qne a Santa Casa poe a disposiclo da
presidencia dous comas dc reis, como admittir-se
.pie a questao foi decidida contra as vistas do Exm.
or. or. Lucena ?
S. Exc pergunta a Santa casa com que quan-
ta poderia contar por parte da mesma Santa Casa
para creacao da es-ola agricola em P.mentei-
ras.; a Santa Casa responde que com dous contos
le ncis; diz que lies seriam entregues depois que
a niBsma presMencia reformasse o regnlamento ;
logo, concluem *s redactores da Provincia,
Exm. St Dr. Lucena soffreu um echec.
Ea consequeucia e meana de qnem tem as
lot ethos fnrados : c furaios pelo sera -proprki
-arrehgionario !
S- Exc. o Sr. Dr. Henrique Pereira de Lnoena
sollrena um echec se a junta da Santa Ctta ffcje
cpn^osu dos reilictores da Provincia, porque en-
tao Jena desbaacada o idea nobre, generosa e ha-
maaitana, para ftir hnpulso to rancor e ao odia
qne o grace Sr. barao commendador de Villa Vi-
..wsa ewsagra ao illasirado e ttiontoso pernambu-
canp oExm. Sr. Dr. Pereira de Lucena, '
Ckmo ainda nlo temos mcTuda na Santa Casa a
redtcedo da iyfc!f6, as consas correrao reau-
/ir*ente, descancon lilm.Sr. de MUa-Vicosa..
louvavel abnegarao ? Rosponda a vossa palavra \
tao proveitosamente empregada nas pratieas ou
missoes celebraflas durante quasi um mez da es-
taaa do V. Rvma. neste povoaio.
Nao foi debalde, como melhor sabeis, qite Jesus
Clinslo disse aos sens apostolos : Me pregir o
eoangeiko e ensinar at povo -euntes ergo, docet
omnes gmtes A historia, essa depositaria dos
seculos, alu esta para mostiar quo os missionaries
S. Paulo, no Areopago Athenieesc, Santo Irineo
nas margens do Rheno, S. Agostinlio na Gra-Bre-
tanha, conseguiram com a forca da palavra fazer
com que a estrella do christianismo, a principio
tao cambiante e algumas vezes quasi obscorecidn
pelos vapores da revolucao daquella epoca, se
toruasse um foco de vivissima luz, rajas raios
derramaram-so por muito3 pontos do universo.
A igreja quo aeaba de ter por vos reconslruida,
9ue surgio por assim dizer do seio das ruinas,
e o altestado authentico dos benelicos e salu'a-
res effeitos das missoc-s e da lembranca do vosso
nome, que, ja gravados nas paginas das nossas
memonas, passarao aos vindouros, os quaes o re-
pitirao com respeito eacatainento ; e o hrado de
gratidio qae de eada um do n6s resalta reper-
culua na poMcridade.
Aceeite, pois, V. Rvma, estas singelas linlias,
como interprets do sentimento dc que nos acha-
mos possnidos, cuja intensidado sera despertada
pela igreja, que acaba de ser aberta a devocJo
publica, acs mystenos da nossa unica, santa e
sublime religiao.
Povoacao do Nazareth do;Cabo, 3 de outubro
CandidoV. da Si I va Frei re, juizde eapellas.
Franciscp Bennger Cesar de Menezes, professor.
Alexandrmo Adri io Muniz.
Emidio Theodorico Berardo F-iina.
Manoel Rodrigues Lamenha I.ins.
Guilhermino Elias de Barro?.
Luiz de Franga Souza.
Joaquim Gomes Ferreira.
Miguel Sebastiao da Silva Mir*.
Major Joao Jose Gomes.
Antonio Gomes de Oliveira.
Antonio Elias do Barros.
Miguel Ribeiro da Silva.
Jo3e Fellciano Portclla.
Antonio da Silva Barreto.
Loiirino Francisco Cace.
Matheus Caetano Gomes.
Jos6 Bresbiterio da Assumpr-So.
Feliciano de Salle.* da Costa Martins.
Manoel Quintino Ribeiro da Silva.
Candido Jose Barboza Larangeira.
Antonio Maciel do Rego Barros.
Carlos Martins do lego Barros.
Antonio Manoel do Rego Barros Filh'o.
Heleodorio Jose Barboza do Souza.
Emiliano Bernardo Lins.
Andre Saturnino Lages.
Manoel Francisco do Rego.
Jose Antonio de Sant'Anna.
Sildino dos Santos Lages. .
Luiz de Franca da Silva.
Bento da Costa Martins.
Joaqaira Bento da Costa.
Marcos Evangelista Moraes.
Antonio Jose da Silva Castro.
Lourenco Luiz Cesar Menezes, professor.
Juviuiano Augusto Correa.
^ ^ran<
ties e pe<|iieuas tambem.
A tomperntura da superficio da cabeca
tem muito que ver com a aJounJuiuia e for-
mosura da cabelladura qtie a cob re. Se a
TrarsSplra^ao do craneo se chega uma vez a"
interromger a sahida parn as materias des-
pedidas s\ sterna se cerra parcialmanleJ
e as consequencias inevitaveis recahem
sobre o 'cabello. Torna-se secco, arido,
perdesua c6r e cahe. Para imtpedir tao
grande ma I, de~se ten a cuticula e 'as
das filbras com -o'Tohico Orien-
jr.i^patac,l,,0'i?g,ez f**',o. ""a New-york,
S^wam: ," R>rster 4 C. 800 turns -eoni
ww Kilos de assnear mascavado,
Pura os. portos do interior.
_."!. ar,a Maranhao, no vapor nacional Gruzei-
* *> but, oariegaram : B. Oliveira 4 C. 31 bar-
ricas oom 2,567 teilos.de assnear brnnco.
Para o Rio de Janeiro, no navio nacional
S^fujSrTePr*B: J' & L<^'0-* Fill' 24 sa3COS
com ,18,000. kJlos oo asrarar braoco.
Para Macao, aa barcaca Itainha dos Anias,
SM*? i Pinl0' Bl"-besa 4 C 4 barricas com
329 kilo; deassucar brancp.
Para TVitahyba; 'na barcaca S. Benedicts,
a?Sia:J A-^ Albuqaerqac 12 mi-cos com
ytWkrlosdeassacar br.inco, o 3 dims com 3
aitoj de rJito m.iscava9o,
t.APATAZlA DA ALPA^DBGA
fteadimento W. ma 1 a
Ideaj do dia 8
o:99066
438i3li
6:4284780
raizes
Lai.
Tbm a viiludefJe piuduzii' uma nmhrts
livre nos vasos secretocios superficiaes, o
habilita aos bulbos a secrelar -substancias
sas pira a fonnaQao das ftbras do cabello.
0 Tmirco Oriental consiste irrteirameBte de
-ingredientes vegetaes, c rrnparte um rjbo
-brilbo, vigor especial ao cabelfo, jpois nao
"ha nem existe outra prepara^ao que lhe
possa faier frento6'9em iguai.
u VOLUMES SAHIDOS
So aia l a 7......
Primeira poru no'dia 8 ". .
segunda porta.....
Tbrceira porta ..... .
fi-ipiche Conceicao ". .
SERV1CO MA1UT1MO
iUarunr.is doscarregadns no iruoiche
alfamlasa ofo dia 7 .
f>it.s ditas no flia*8 v W i
Va\usalracadono trap, da albndeea
Alv-rengas ........
Vo trapmhe Conceicao .....
2,350
1,031
3lo
703
662
o,00i
0 Dr. Luiz Ferryir.il |Maci.;I Pinheiro, j
. substituto do jni/o especial do comrnercio
nesta cidade do lctife, ia^ital da provin-
cia de Per*amsnieo, par San Magestade o
lmperador, qQe Deus guarae, etc.
lja;o saber aos que o presente edital virem e
oaiie notieia tivcrem, quo no dia 9 de outubro do
corrente anno se ha dearreraatar por vend a a
quern mais der em praca publica deste juizo de-
pois da respectiva audieacia o segninte : Uma
armacao, fiteno c meza para cortar fumo, e ca-
lungas eobjectos existentes na fabrica de cbaruttw
e cigarros no pateo do Tcrco n. 2i, avaliado tudo
por SOOiOOO, a qual foi penhorada por execucac
de Antonio Pereira Villela & C, contra Joaquim
Hibeiro de Albuquerque.
E nao havendo lan;ador que cnbra o preco da
a,Tfvp *'-a arrniata5ao sera feita pela prfco da
adjudicacdo na forma da lei.
E para qua cftgue ao conhetimento de todos
manae. pas.r o'presante,'bfi *ra publicado pela
imprensa e afBx.?do nos lagaros do costume
Cidade do 1\ecire dc Pernambueo, 21 de eters-
bro de 1873.
Ea Manoel Maria Rodrigues do Nascimjnto es-
envioosubecrevi. '
Recife 24 de setembra de 1873.
' Lurt Ferrrira Maciel Pinheiro.
* 0***
assssanltm-
de ser nago mmb1-
4MUSftsStSr
multa de *^ ':]\U~tittStMMl}^-Tj "" *
**be(loria de Pernambueo, 3 de ouasw* dr
73.
Manoel Carneiro
ta o imposto sobre i

Obras
Edital n. 79.
17
1
18
HECEBiSDORIA Ofi 'HBWJAS JNtER.NAS OE
RAES DE. PERNA'MBITCO
rtend ,/iento do dia 1 a1? ... 9:0624052
'dam do dia 8 i..... 2:2il#226
Totlas as dilacOes on doioras
smo peri go*us.
Quando a enfermidade ataca os orgaos da
respira^ao, a sua marcha progressiva, e ter-
rivel e rapida, eo-doente nuo deve perder
uma s6 bora em lancar mao ^oPeitoi-al de
Anacaliuita, quando a tosse, as suffocaroes,.
o catarrho, ea diiliculdade do respirar an-
nunciam quo a enfemidade come^ou desenvolver-se eacontaminar asdulicadas
membranas e tectdos cellulares dos orgaos
da respiracao. Uma s6 d6se lomada em
tempo evitard muitas dores e sofTrimentos.-
Porem por mais formidaveis quo sejam os
symptomas, por mais orraigada o inveterada
que se ache a molestia, nem por isso deveis
ilesesperar. Os casos reputados como incu-
raveis pelos medicos os mais experimenta-
dos "c experientes, saoalliviados e curados
diarianente, mediante o uso deste admira-
vel e maravilhoso Jjalsamo pulmonar. Nao
deixeis, pois, de acudir a elle immediat.i-
mente que se apresente a aproximagao da
enfermidade, porquanto existe "um periodo
nas affeccoes pulmonares, cm quo e preciso
infclizmente perder se toda a esperani^i.
Nao arisqneis pois vossa vida por meio
de mal cabidas dilacoes "e inuteis derso-
ras.
11:903^878
CONSULADO PROVINCIAL
3snpiu*nto do dia I a 7 11 -407*820
wra do dia 8...... 3i88i4o0
14:896^270
h
mimnn m p&m
u
Ntvios entraiha no dia 8.
Rio de Janeiro e portos intermedios 7 dias, va-
por nacional Cruzeiro do Sal, tie-1,H1 tonela-
ndas, commandante o !. tenente Guilherme
Waddmgton, cquipagem 62, carga varios gene-
ros ; a Pereira Vianna & C.
Bahia7 dias, patachp allemao Amalia, de 130
toaeladas, capitao H. Kegler, equipagem 6, car-
ga 10,352 arrobas de carne ; a Manoel da Silva
Maia & C.
Terra Nova -43 dias, patacho hespanhol Pe-trito,
ae 141 toneladas, capitao Gaspar Abril, equipa-
gem H, carga 2,450 barricas com bacalhao ; a
ordem.
Obscrvagdo.
Nao houve sahidas.
EDitAES.
tmmmm.
WT-j ha W\ frvcincia Hnge-sn pecocapaJa
'HtCiQ ehuuravel o tu> H he ter respondido as
nnuilas ioesaetiiSea fp'tern roticiado I
O que se ha de illHrsobre Bom Jardim ?
Tudo quanto eaigia providencias da administra-
C^o foi attendida, e nada mais oa que providenciar,
O brilhante o o artista.
Erra n'maofflcina de joalhelro. Um artiste bem
collocado c bastantemente affeito ao genero de
servigo, a quo se entregava, por ser dotado de ran
gemo caprichoso e tornado de vclleidades, bem
como poi ser sumamenie irascivel, encheu-se de
ardente desejo fie esmigalhar oji esboroar um bel-
lissimo brilhante, que o importunava com seu ad-
miravel brilho na tibolcla onde se achava collo-
cado. E tal era o seu frenesi que protestava em
um momento dado levar a effeito o que sna alma
tinha sede de fazer.
Assim tomou em suas mags o brilhante e' depois
deharc lo collocado 30brc uma pedra com outra
procuron parti-lo, batendo sobre elle.
Mas foi em vao que o fez, porque o brilhante a
cada golpe, que sofTna, saliava do lugar em que se
aehava, indo cahir em outro escorreito e inalte-
Mais irado ainda c como que insultado, pega
entao o artista o brilhante e tfageita sobre uma
chapa de ferro, especie de bigornia, e com um
martello commun comeca a vibrar sobre elle vio-
lentas pancadas, sorrindo satanicamente com a
esperanca de ve-lo em pouco reduzido a po. Bab
dado esforta.......muiias pancadas so vibraram e a
cada uma deUas se deslocava sempre o brilhante
cada vez mais bello e scintillantc. E o brilhantft
nao desapparecia seqner; e que acceitava a luta.
Depois disso, irritadissimo e no auge do desa-
ponta Bento, de3se desapontameato gerado do
choque do orgulho com a impotencia, o artista,
que jurava consummar o seu designio, nao attri-
buindo a si o nao have-lo feilo ainda e sim a infi-
cana do-, meio? empregados, agarra bruscamente
o brilhante, sopralhe o halito venenoso, que de si
exhalava, como que para matar-lhe o briiho, e
suppondo havel-o conseguido pela confusSo, em
que estava e quo nlio o deixava tudoreparar, pos-
toii de novo o brilhante sobre uma bigornia, que
havia na casa, e pegando de um immenso raalho,
que ergueti para descarregar sobre iua innocente
victima, vio qne ella o aeslumbrava com sens la-
mmosos lampejos.
,/ pewra*.qae, estuUo artista jalgara ter perdido
todo o bnlho, logo apd3 o soprp, que lho cansara
nm embaciaraento moraentan'eo, fecobrara toda
a sua luz, sem que isso fosse-notado por elle. No
auge de sua farm, descarega o artista o thalho Com
todas as suas forca? e o faz repetidas vezes, sera
que o brilhante deixe de continuar inteiro e es-
plendoroso.
0 artista desfallece......tal era a vielencia de sua
malfaseja paixio qee subia do ponto na impoten-
cia de se ver satisfeiu. Dacorridos alguns minu-
tos volta.elle a 9i com o olhar desvairado e abocca
espamante. -Jio olnar pareeia ler-se o contenla-
monto dslirantfc que gera a salisfacao de um ar-
dente desejo ; na espnma da bocca pareda e3pe-
mar->e o aflte-gosto de uma volapia. quo sa es-
pera fruir a larga.
No animo do artista havia brilhado uma id4a,
PRACA DO RECIFE 8 DE OUTUBRO.
DE 1873.
XS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
CotacSes offlciae.
Algodao-de 1'" sorte 8^700 por 15 kilos, hontcm
e hoje.
Algodio do Rio Grande do Norte 9$ 100 por
15 kSlas posto a bordo a frete de 1I|I6
d. e 5 0(0 de premio, hont'em.
Cambiosobre Londres a 90 djv. 26 d. nor liOOD,
do banco, hontem.
Saquc siobre o Rio de Janeiro 15 d^v. 3i4 OiO
de desconto, hbntem.
Danotircq
Presidente.
Leal Seve
Secretano.
7 ^r or,lom &* Illrn- Sr. commendador Dr.
Pedro de Atliydc L6bo Mo?coso, inspector.de sad-
de publica, convida-so, em virtudo da autoriaaoao
concedida pelo Exm. Sr. presidente da provincia,
em 3 do corrente, a todas as pessoas que qnizerom
exercer o lngr de vaccinador gratnito nas fre-
guezias do interior da provincia a apresentarem-se
n'esta reparticSo afim de obter o respeclivo titulo.
As possoas que sejulgarem habih'tadas e quize-
rem prestar esse scrvico ;i humznidadc, devcrao
requerer a esta reparJigao, documentando a sua
peticao com attestado da cainara municipal; do
fm dedireilo ou outra qual(|uer autoridade do
lugar.cn !c residirem, provando a sna idoneidade
para o dito cargo
Inspee<-lo dc saiide pobliea, em 4 de outubro de
1873.
0 escrevente,
___ Jose EJwirdo de Sonza Landim.
AFLNDAEGA
Aendimento do dia 1 a 7 285:719^583
idem do dia 8 .. 24:394i858
310:lli/.4H
Descarregara hoje 9 de outubro de 1873
Vapor nacional P^nsrfb(esperado) generos na-
cionaes para o trapiche Conce'cao.
Barea ingleza ffrmi(me-machinismo e earvao
ja despachados para o caes do Apollo.
LUgar inglez Sednell J-me vinhos en caixas
para alfandega.
Barca franceza-Santo Andri(a'tracada) mcrca-
dorias para alfandega.
Bngue portuguez fteci/i; -varios generos para o
trapiche Conceicao, para Jespachar.
Barca portugueza Josephina II vinho para
deposito no trapiche Cunha.
Patacho allemao Briltant taboado para o
trapiche Conceicao, para despachar.
< tacho portugnez -Michaelense lagedo para o
o trapiche ConceicSo, para despachar.
Iniport-nrilo.
Portos do Sul, vapor nacional Cruzeiro
do Sul, consignndo a Pereira Vianna d
C, mauifestou :
Azeite 5 barris aos consignatarios.
Cafe 20 saccos a J. Rodrigues Mcndes,
25 a Lima Bairao, 11 a Carneiro da Cu-
nha. Cigarros 35 b&rris a D. A. Matheus.
Charutos 1 caixa a Martins & Cunha.
Fumo 30 pacotes, 80 latas e 7 caixas a
Beltrao & Filhos, 128 pacotes, 30 laUs e1
30/2 ditas a Jose" W. Palmeira, 20 latas a
D. A. Matheus, 40 rolos aos consigna't;-
rios, 5 caixas Bourgard <& C, 4 encapados
J. D. do Carmo e Silva, 10 a B. Reis.
Instruments de engenharia 2 caixas a
Huilherme Campbell.
Porcelana 1 caixa a J. M. de Preitas, papei
lcaixa a Carmo e Silva.
Rape" 8 caira aos consignatarios.
Cardiff, lugre inglez SedwellJane, ccsig-
nado a Wilson RoWedcC, maoifestou r
Cirvlo 32'2 toneladas aos coesifrwta
rios.
Vioho 94 caixas a ordem.

Bahia, patacho allemao Atnalie, coosif-
Wordem do lllin. Sr. Or. director geral
interino faco publico para co:hecimento
do professor de primciras Icttras da cadeira
da povoacao de Vicencia, Henrique Clorin-
do Taylor, a portaria abaixo pubheada.
pela qual foi-Iho marcadoo prazo de quinze
dias, na l'drma declarada na mesma porta-
ria, afim de responder a nccusa^ao que
lho e feita por ter abandonado sua ca-
deira continuando fora do exercicio da
mesma sem liconca.
Secretaria da instruccao publica de Per-
nambueo, 8 de outubro de 1873.
0 secretario.
Aureliano A. P. de Carvalho.
Portaria a que se refere o edital acima.
Copia.Directoria Geral da instruccao
publica, Pernambueo, 29 de setembro de
1873.0 director geral interino da instruc-
cao publica, tendo ecn vista a deliberarao
do conselho director que, em sessao de 18
do corrente, julgou procedente a accusa-
CSo contra o professor publicp de instruc-
cao primaria da cadeira da povoacao de
Vicencia, Henrique Clorindo Taylor, como
iUgftgfrno art. 97 n. 2, da lei"n..369 de
J^^^U>' dc 1855, cohlihuando fora do
exjerclcio de sua cadeira sem licenca, segun-
do* cemmunicou o delegado litterario era
officio do 25- de junho do corrente anno,
resolve, nos termos do art. 105 da citada
lei, ouvir o referido professor, qne deverd
apresentar sua defesa no.prazo-de 15 dias,
a contar da data em que for pnblicada no
jornal official a presente portaria, visto
ignorar-se a residencia do mesmo yrofessor,
que nao estd na sddede sua escola.6 di-.
rector geral interino-Dr. Joao Jose Pinto;
Junior. ConforrAe.6 secretarioAure-
liano A ugusto Pereira de Carvalho.
Secc3o 2.*-Seeretaria da presidencia do
Pernambueo, em 8 do outubro de 1873.
Por esta secretaria se faz publico para c'o-
nhecimento de quem itrteressar possa, ^ue
a serventia vitalicia do officio de solicitador
de capdlas e residiuos se apresentararh os
seguintes pretenderttes:
Antonio Joaquim Pereira de Oliveira.
Domingos Jose" Marques.
Francisco de Paula Carneirj Leao.
Hermenelgido fxloardo do- Rego Mon-
teiro.
Vicentfl I.icinio da Costa Campello.
0 secretario interino
Altpipii6 Lamenha Lins.
_Pela;iDspectoria da alfandbga se faz publico qne
nao se tendo elfecluade a arrematarao das mei-
cadoriasjibaLxa declaradas, annunciada pelos edi-
taes ns. 7o, /6 e 77, por falta de concurrencia, se
transfere a mesma arromatacao para as 11 horas
aa manha de 10-do co-rente, a porta desta re ar-
licao. ^
Armazem n. 2.
MarcaJC S. Sem numero. 3 barricas vindas
do I orio na barca portugueza Seetut, descarre-
gadas em 24 de lulho do 1871 e consignadas a
Thome Jose dos Santos Calado, contendo ferradu-
ras para ammaes, pesando liquido legal 496 kilos
avaliados por 1634168.
Idem J A A 4 C. N. 1.096. 1 caixa vin la de
Liverpool no vapor inglez Jurist, descarregada em
14 de revereiro de (871 e ensiguada a J. A de
Araujo 4 O, contendo 12cliapeos enfeitados para
senhoras e memnas, 12 bonets de la nao especili-
cados e 3o duzias ou 420 leques de sandalo, ordi-
naries, avaliada por 1:764*000.
Idem A. Sem numero. 1 dila vinda do Por-
to na barca portugueza Social, descarrccada em
17 de abril de 1872 e consignada a ordem, con-
tendo 10 pares de bolinas de couro dc mais de
0,-22, avaliada por 43/000.
' Idem C frmaos. Sem numrjo. 1 dita vinda
do Porto na brigue portuguez Triumpho, descar-
regala em 21 de junho de 1872 e consignada a
Cunha & Irmao, itontendo 2 kilos de folhetos em
orochura, avaliada por 2*000.
Idem 0 M. Sem numero. 1 dita idem idem, em
2 idem a Jose Joaquim da Costa Maia, contendo 4
peqnenas latas, sem valor.
Idem J C L. Ns. 5 a 10. 6 ditas vindas do Porto
no bngue portuguez Unitlo, desearregadas pm 8
dejulho de 1872 e consiguadas a J M C Lima
contendo fignras para jardim, de po de pedra'
P^ando liquido legal 617 kilos, avaliadas por
idem diaminte B S R. Sem nnmero. 1 lala va-
zia, vinda de Liverpool no vapor inglez Student,
descarregada em 9 do julho de 1872 e consigna-
da a companhia dc triJhos urbanos do Reciie a
Caxanga, sem valor.
Idem J M B. Sem numero. 1 caixa idem no vs.-
por inglez Gladiator, descarregada em 11 de ou-
tubro do 1872 o consignada a J. M. de Barros
Filho 4 C, roupa sem valor.
Idem APS. Sem nnmero. 1 dita vinda dc
Lisb6a no brigue portuguez Ovarense, descarre-
gada em 9 de de novemliro ic 1872 e consignada
a Antonio dos Sautos Pinto, contendo livros em
brochura, pozando 32 kilos, avaliada por 48/000
Idem MA NT A. Ns. 116 a 121. 6 ditas vin-
das de Liverpool no vapor inglez Jurist, desear-
regadas em 24 de dezembro de 1872 e consigna-
das a ordem, conteudo 400 latas de gomma de
araruta avariada, avaliadas por 60*000
Idem diamante R no centra e nos lados L P.
N. 42. 1 caixa ignora-se, contendo 45 kilos, peso
liquido real, de pregos de ferro. avaliada por
Idem diamante S B. N. 20. I dita idem, conten-
do obras de lerro fun'dido simples, peso liquido
real 98 kilos, avaliada por 16*268.
Idem Mendes Azevedo 4. C. Sem numero. 1 pa-
cote vindo de Liverpool no vapor inglez Gassendi,
descarregado em t8 de outubro de 1872 e con?ig-
nado a Mendes Azevedo & C, contendo 38 kilos
de encerado de alsodao, avaliado por 44*303.
Idem Q. Ns. 1 a 4. 4 saccos vindos de Liver-
poal no vapor inglez Gassendi, entrado em 18 de
outubro de 1872 e eonsignados a Thomaz de Aqui-
no Fonceca 4 C. Suceessores, contendo favas ali-
menticias, ja estragadas, avaliados por 20*000.
Idem C P P.p N 1. 1 barrica idem no vapor in-
glez Student, descarregada em 12 de julho de
1872, ignora-se a consignacao, contendo 35 kilos
de carbonato de soda avalida por 108*000.
Sem marca e sem numero. 1 fardo ignora-se,
com 20 kilos de foi has medicinaes, nSo especifi-
cadas, avaliado por 20*000
Marca J R F. 1 caixa vinda do Porto na barca
portugueza Social, desjarregada em 17 dfl abril
de 1872 c conigaada a H. de Castro Scares, con-
tendo fructas inytilisadas, sem valor.
Trapiche ConreicSo
Idem S S & C. Sem numero. 2-caixas vindas dc
Lisboa no vapor inglez Arbitrator, contendo ma-
cAes inutilisadas, sem valor.
Idem diamante L. 6 ditas idem idem.
Idem A L P. 15 saccos idem no vapor portu-
guez Lidador, contendo albas, pesando liquido
real 310 kilos, avaliados por 51*460.
Trapiche Barbcsa
Idem S B. 1 pipa abatida pesando liquido real
60 kilos, avaliada por 8,680, vinda de Lisboa no
navio inglez Anil consignada a Saunders Brothers
4 C.
Alfandega dc Pernambueo, 7 de outubro dc
1873.
0 inspector,
Fabio A. de C. Reis ,
Tem de ser conrratai
flzer, as obras preeisw mi
ladas em l:349|05>, e os roncertds do
Uncos Pontas, orcados em jBOiOfift, os
junto a secreUria, e em J28|til0 os 4a,
que estao os apptrelhos 'ATcompanM?!
quem se quizer eocarrear. aunmme
postas, a 10 do correate ao roeio dfa, ,
cao das obras publicas. onie eneoMnrlo^ML-
ja os respectivos orcaraeatos.
Pernambueo, 6 de outubro de 1873.
O engenhelro,
>_________ Chryfsolito F. de Castro Chares
Pela thesouraria provincial se faz pubttcu
que fti tran?ferida para o dia 9 de outubro pron-
mo vmdouro a arrematac<"io do reuaros da mmte
da Juuqueiia, orcada em 5:720*.
Secretaria da thesouraria prMMaidc Pernaa-
buco, 26 de setembro de 187
0 Oflleial-maiur,
____________Miguel Alfonsa Perrtira.
No ilia 10 do eorrontc mez vai a i>ra.-a find*
a audiencia do Or. juiz dc orphaas/hu >..la' mpe-
denominado Glho d'Agna, cm aM;. ,|, m} ,..'
mos de frenle, e fundo aM a estradn di Boiia.
olam e pequena casa de taipa, av.,irad. por

Monte-i'io Portuguez em
Pernarabudo.
Do ordem da directoria daita sociedade convi-
do a todos os Srs. socios a reuntm-se cm ses-
pelas 11 horas do dia, nos saloes do ubnet*
lortuguez- do Leitu.-A.para tratarem do ekposto
no g l. art. 24 dos estatatos.
Secretaria da directoria do Monte-Pio H
guez em Pernambueo, 6 de ontubro de 1873.
Borgos Costo,
.________________________1.* secretario.
Companhia ferro CJarril eui ,
naiulmco (outrora Pernambueo
Street Railway).
Convido a todos os 'possuidorcs de bilheles d>
passagem nos carros desta companhia, ainda eiis-
tentts em circulacao coma assignatura de -H
H, swift, Asst Treasr, -a trazc-los ao trocopordi
nheiro no cscriptorie da companhia a rrta do
Brum, em todos os dias uleis, das 10 horas aa ma
nha as 3 da tarde, ate 31 de dezembro proxinv.
vmdouro ^ prevemndo, ontro sim, que os dilos bi-
ihetes serao reputados sem mais valor para anal-
quer effeito, a partir do t. dejaeeirod.i 1874 em
diante, nos termos do aviso do mitfisterio da fa-
zenda de 6 de agosto proximo passada e da por-
taria da presidencia desta provincia de 6 de ou-
tubro corrente.
Recife, em 7 de outubro de 1873.
Ogerente. .
_________:_______Custavo Adotpho ScMmdit.
- No dia 12 do correute, pelas 9 horas fla Ilia"
nha, no consistorio da Igreja de N. S. do Rosa-
no de Olinda, porante a me pectiva, se arrendara a quem mais der, as ca-
sas do patrimonio da mesma igreja ; sendo nas .
ruas d) Bom Successo Boa H6ra,Bom- Fim a Am
p3 ro.
Os prctendentes devcrao compareccr habilita-
dos com os sdus .fiadores.
Olinda, 5 de outubro de 1873.
0 escrivau da irmandade,
_________Jse Antonio do Nascimento.
1RSPEGRAO DO ARSENAL i)E
MA1U.M1A.
Faz-se pub!io que foi viston'ado o vapor 6iMid
da companhia pernambucana de navega^ao cos-
teira, e a commissao julgou o em cstado' de n.i-
vegar.
Inspeccao do arsenal dc marinha de Pernam-
bueo, 8 de setembro de 1873.
Francisco Romano Steppie da Silva
_________________Inspector.
ADMIXI-TRACAO DOS CORRBIOS DE PERNAM-
BUCO 9 DE OUTUBRO DE 1873. '
Malas pelo vapor Cruzei'o do Sul da companhia
brasilcira.
A cocresnondencia que tem de ser expedida
noje (9) pelo vapor aeima mencionado para o*
portos do none, scni recebida pela maneira st^
guinte :
Maeos de jornaes, impre^sos de qualquer natu-
reza e cartas a registrar, ate 2 horas da lard.-
cartas ordinarias ate as 3 horas, e estas ate 3 Ii2
pagando porte duplo. '
0 admmistrador interino
Vicente Ferreira da Porciuncula.
TH1
SANTO ANTONIO.
BEOUHACOES.
Quiiita-feira 9,
-Is 8 1|3 horns cm ponto.
2,a recila em que toma parte car-
Jisl.t Siaioes.
3.'1 i-i-nr-seiita-rto
do applaudido drama em 5 actos :*
Santa Casa de Misencordia
do Recife.
Pela se retaria da santa casa fa?-se sciente a
quem interessar, gue no dia 14 do corrente, pelas
9 horas da manha, no salao da casa dos expostos,
o Illm. Sr. thesoureiro fara pagamento das men-
salidades vencidas ate 30 de setembro proximo
liudo, as anus qae se apresentarem conduzindo
as crisn^as que Ihes foram confiadas.
Secretaria da santa casa de misericordia do
Recife, 6 de outubro de 1873.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Norgaiiinha k Valflor,
0 papel da protogonista 6 desempenhado D^Ia
actriz
Manuela Lucci.
Terminara o espectaculo com
Uma scena comica
desempenhada pelo actor
Simoes.
i^
A camara. mwtci i dastaeidtde, pelo pre-
zento convida aoa dodos da tamnlos extstentea jm>
cemit^rjo pablico. a mandawott qnanto antes fipj-j
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE. -
A Illma. junta administrativa da santa casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
oa sala de suas sessdes, no dia 9 de outubro,
pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas ^
quem mais vantagens onerecer, pelo tempo de um
a tr s annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE
Recco do Abreu;
Ssbrado de 4 andares n. 1 '. 480*000
Rua da Moeda.
Casa terrea n 47.......460/000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Semrala-velha.
Casa terrea n. 16....... 209/OOfl
Becco das Boias.
Sobrado n. 18......421*000
Rua da Cruz.
Sobrado n. li ..... 1:000*000
Os prete'ridentes de'verao apresentar no acto da
arrematacao as snas flahcas, on comparecerera
acompanhados dos respectivos iiadores, devendo
napr alem da ronda, o premio da quantia em
guro o predio qua contlver estabcleci-
o commercial, asshn como o servigo da lim-
peza e preob34o8 apparemoi.
Secratairia da santa casa da niiserieoraia do Re-
oi^l la se^erobr-o de 1R73.
0 escrivao
rftrJMrtjw< de Sousa,
GREMIO DRAMATICO.
Sexta-feira 10 do corrente.
BENEFICIO
cm Tavor das obras do hospital
de Santa Theresa.
Depois que a orchestra, dirigida pelo socio Co-
las, tiver execqtado uma das suas lindas onver-
verturas subira a scena o muito applaudido dra-
ma cm S actos, iptitulado :
A
,1
Terminari o espectaculo com a gractosa come-
dia em 1 ado:
Bolsae eaehimbo.
Dep.is do espectaculbs havcra trera ate Ca-
xanga.
. Principiar
avisos wm
Parn o Rio-Grande do Sul.
Pretendo sefuir com. muita brcviJade e palha-
bote Itosita, por ter alguma carga tratada e para
a qua lhe falta Uata-se com os coisign'a'tariea

ILEBiTO |
. .1 .- ., "




I
Santo Antonio
I
I

di I



Durip Beitrio (Si Filho : a rua

mail
. B. _________'
COMPANHIA FEliflAMBtCA^A
DE
*favgacao costc ira a vapor.
RIO FORMOSO ETJ,MANDAR.
0 vapor Parahyba,
eomiiandante Pedro, se-
guira para os porto*
acima no dia 13 do eor-
rente, m 9 horas na nou-
te. Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e di-
cscriptorio no Forte do Maltos
iiheiro a frete :
a. 11
Para o Maranhao e Fara.
Pretende seguir com mutta brevidade o palha-
bote oacional Jovm Arthur: para o festo da carga
(joe Ihe falls, tratase com oh seas consignatarios
Antooio Lair Alves AzevecoA C, rua do Bom
esaa n. 57.
Tiendas ate o dia 14, passagens e dinheiro a frete
ate as t horas da tarde do dia da sahida : es>
criptorio no Porte do Mattos n. II ____
Bahi
la.
O hiate GafibMldi ssgue em poacos dias para o
porto acima : para carga trata-se com Tasso lr-
maos 4 C. a rna do Amorim n. 37. ___"
LEILOES.
Leilao
DE
20 barris com cevadinhn em (riao estada,
raarca P C I
Hoje
A'S ii HORAS EM PONTO.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
centa e risco de qaem pertencer, de 70 barris
com cevadinha em mao estado, vindos de New-
York no navio Goodale, quinta-feira 9 do corren-
te, as 10 horas em ponto.
No armazem do Annes, defronte d'alfandega.
ATTENQAO
Precisa-so olugnr um sobraiKnho do um
andar, quc tenha pelo menos 2 salas, 3 ou
4 quartos, e cozinha fdra, se tiver sotHo rfte-
Ihorsera, tarobem serve um i." andar con)
sotao, e com os mesmos cotnmodo?, oo mui-
tos, couitanlo quo seja no barrro do .Santo
Antonio ou mesmoem algumas-das ruas"do
S. Jo*;. A pes^ia que precisa uao duvidn pa-
gar itlgumas iKMiiiVitoi-iiisque tiver, nao sen-
do niuito ca'ra, ou tazer algum concerto pc-
qaeno e asseio. Quem pois tiver e quuer
alugar, deixo carta fecbada no l. andar
desta typograpbia, em mao do admirwstra-
dor, corn as iniciaes W. G., o qual tambem
podera dizer quem e o pretendente.
Pacific Steam Navigation Conipanj
I.inliit qiiliuzenal
OPAQUETE
espera-se, da Europa ateo dia 12 de outubro'
e depois da demora do costume seguira para o sal
do imperio, Rio da Praia e costa do Pacifico, para
oede rceebera passageiros, e dinheiro a frete.
os agi:nti:s
Wilson Rowe & C.
141\UA DO COMMERCIO14
Para o Aracaty
*egoe nestes poucos dias o bem conhecido hiate
D. Lttiza, que ji tern parte do earregameiitu : a
tratar com Gomes de Mattos'Irmaos, a rua da Ca-
d#ii n. 40, andar. _______
LEILAO
PACIFIC STE&M KAVIGATION COM
PANY
Linha quinzenai
0 PAQUETE
GARONNE
espera-se dos porlos do sol ate odia 10 de outu-
firo, e depois da demora do costume, seguira para
l.ivcipo )l, via Lisboa, para onde recebera passa-
ged eg, encommendas e carga a frete.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
14RUA DO COMMERCIO14
DAS
MESSAGERIES MRIT1MES.
At6 o dia 8 do corrcnte mez e-pera-se da Eu-
ropa o vapor francez Mendoza, o qual depois di
demora do costume seguira para Buenos-Ayres.
iocando na Rabin, Rio He Janeiro e Montevideo.
RIO GRANDE
No dia 10 do eorrente mez espera-se dos pol-
ios do sul o vapor francez Rio Grande, comnian
dante Delabnne, o qual depois da demora do costu
ine, seguira para Bordeos, tocando em Dakar (Go-
iee) e Lisboa.
Para condicoos. fretes e passagens, trata-?e co'"1
OS AGENTES
arismeady & Lafcayl I
Iua ilo Commercio n. 9.


i

UE
25 barris com manteiga iugleza muito no-
va, o 2" ditos com potassa
Hoj<
is 10 horas em ponto.
0 preposto do agente Pestana fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, de 25 barris com
manteiga ingleza e 27 ditos com potassa, propna
para engenho ou lypographia, quiuta- feira 9 do
eorrente, as 10 horas em ponto.
No armazem do Annes defronte da alfandega.
raoveis, louca cvidros
QuintaVfeira 9 do eorrente
AS 11 HORAS DA MASHA
Na casa n. 37, rua das Crazes, segundo
andar.
Um piano do melhor fabricante, 1 rica mobilia
de jacaranda u Luiz XV, constando de I sofa, 2
congolos com tampo de peJra, 12 cadeiras de
uarnicao, 1 rica secretaria de jacaranda, apara-
eres de mogno e de amarello, commodas, mesas,
espelhos, quadros, 1 mobilia de mogno. constando
de 1 sofa, 2 coneolos com tampo de pedra, jardi-
neira, 2 cadeiras* de bracos, 2 ditas de descanpo,
ditas avulsas, servi^o para jantar, compoteiras,
cobertas.de vidro para queijos, garrafas, trem
par" cozinha, e outros artigos cpie deixo de men-
cionar para nao se lornar enfadonho.
O agente l'in^o Borges aulhorisado por uraa fa-
milia que se retirou para fora desta proviacia, le-
vara os objeclos acima declarados a leilao.______
LEILAO
DA
taverna sita na travessa do Livramento n. 28, per-
tencente a firma commercial de Pereira & Ir-
mao.
Hoje
As 12 horas da manha
0 preposto do agente Pestana, C'mpetentemen-
te autorisado fara leilao da taverua acima, por
atacado ou a retallio a vontade dos cmnpradores,
podendo dosde ja ser examinado o competent^ ba-
lanco, o qual se aeha em mao do referido pre-
posto. _________
AVISOS DVERSOS
Preeisa-se alogar uma escrava flel e diligen-
te para vender miudezas na rua : na rua doihn-
pen-dor n. 16, armaaem.
Aluga-re nma escrava que sabe bem aozi-
nhar e engommar : a tratar na rna do Crespo,
k)ja do Passo, Junto ao arco de Santo Antonio.
0 Barao de Bemflca avisa a quem interawar
possa, que nao attended a recibo algum que lhe
diga respcito, nao sendo passado por sea filho ,/ese
de Oliveira Castro, oa por Antrmo Joaquim Brito
de Oliveira ou Adolpho Henrique Amando Cha-
ves. Ninguem alem destes esta autorisado a fir-
mar docamento algam, que importe exoneracao a
quem foi passado, ou obrigacao de qualquer, na-
tureza que seja ao annunciante.
Precisase de uma engommadeira, uma cozi
nheira e um criado para compras : na'-raa. do
Hospieio n. 40.________'
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
rua do Amorim n. 21, proprro para escrintorjo e
o terceiro andar do' mesmo predio, com sotao e
bons commodos para familia. Tambem se alu-
gs o 3. andar do sobrado da mesraa rna 52, com
commodos para familia, e o sobrado de um andar
do becco Largo n. 3 : a tratar na rua de Demin-
gos Jose Martins antiga Senzalla Velha B. 2,
taverna. ___
BABY SIMPERS
Velocipedes and Hand Carts
For Boy's.
Elastic Steel matresses.
See King Refrigerator.
Perfumagators.
Machinas para descaroc,ar
algodao de 12 at6 14 ser-
C0MPANUI4D0S TULHOS URB4N0S DO RECIFE \ OLIKM E BEBERIBE
Do dia 15 de outubro em diante a partida dos trens sera n la pela
tabella seguinte:
ESTACdKS
Rna da Anrora fpartMa) .,..... .
no I'ires.....'..............
* do Principe...............
Joao de Barros...................
Rna da Hora....................
Encrrozilhada...................
Beletn.........................
Campo Grande..................
Teixcira Lopes.......>...,.....
Duarte Coelho .*?..............
Varadouro,.....................
Pateo do Carmo (chegada).......
BIAS IJTEIS E SA\'TIFICADOS
MA.MIA
5.30 6.30 7.no 8.30 9.30
5.33 6.33 7.33 8. t:( 9.33
5.35 6.35 7.3." 8.33 9.35
5.38 6.38 7 38 8.38 9.38
5.42 6.41 7.42 8.42 9.42
6.45 6.45 7.45 8.15 8.47 9.W
5.5i) 6.51] 7.50 8.?.0 9.50
5.55 6.55 7.65 8.53 O.M
5..8 6.5S 7.58 8.'58 9.58
6. 1 7. 2 8. 2 9. 2 10. 2
6.10 7.10 8.10 9.10 10.10
ESTATES
LEILAO
DE
630 chapeos do Chile
Quiuta-feira 9 ile outubro
A'S II HORAS DA MAHBtf.
Por iutervon(;ao do agente Pinto.
Em sen escriptorio, rna do Bom Jesus n. 43.
.\v*-r. T.-..-..*
DE
PAZENDAS
A V A It I A I) A S
01 IM'A-I'KIRA 9 DO COURENTE
as 10 1|2 horas.
Por intervene/to e no escriptorio do agente Pin
to, a rua do Bom Jesus n. 43.
ras.
NA
CASA AMERICANA,
45 Rua do Imperador 45
til HI
o 2. andar do sobrado da rua direita n. 82, com
commodos para grande familia. a tratar no arma-
zem n. 23 da travessa do Corpo Santo. ____
Pateo do;Carmo (partida.)...
Va-adouro................
Duarte Coelho.............
Teixeiia Lopes.. .........
Campo Grande...........
Belem....................
Encr uzilhada..............
Rna da Hora..............
Joao de Barros.. w.......,
Rua do Principe..........,
do Pires.............
< da Aurora (chegada)..
......
*
MANHA
5.3i
5.34
5.37
5.42
5.47
5.50
5.54
5.57
6.
6. 3
6.20
6.30
6.34
6.37
6.42
6.47
6.50
6.54
6.57
7.
7. 3
7.20
7.30
7.34
7.37
7.42
7 45
7.47
7.50
7.54
7.57
8.
8. 3
8.20
8 30
8.34
8.37|
8.42
8.4
8.50
8.54
8.57
9.
9. 3
9.20
9.30
9.34
9.37
9.42
9.47
9.50
9.54
9.57
10.
JO. 3
TiRDE
12.
ft!
*Z2
l/. 4a
2.*' 3.30 4.30 S.3A
2 33 1.33 4.31 5.33
2.35 3.:i.-) 4.35 5.38
2.38 3.38 4.38 5.38
2.41 3.42 4.42 5.42
2.45 3.45 3.47 4.45 5.45
2.30 3.30 4.50 5.50
2.55 3.55 4.S5 5.55
2.58 3.58 4.58 8 58
3. 2 4. 2 3.2 6. Z
3.10 4.10 5.10 6.10
6.30
6.3.!
8.3?
6.38
6.42
6.45
6.50
6.55
6.58
7. 2
7.10
7.3
7. :i:t
7.35
7 38
7.42
7.45
7 501
7.5S
7 58
8. 2
8.10
8.30
8.33
8 35
8.38
8.42
8.45
8.50
8.55
8.58
9. 2
9.10
9.30
9.33
9.35
9.38
9.41
9.4S
9-.80
9.58
9>.58
10. i
10.10
TARDE
12. 2.30:
12. 4 2.34
12. 7 2.34
13.12 2.42
12.17 2.47
12.20 2.50
12.24 2.54
12.27 2.57
12.30 3.
12.33 3.. 3
3.25
3.30
3.34
3.34
3.42
3.47
3.50
3.54
3.57
4.
4 3
4.25
4.30
4-34
4.34
4.43
4.47
4.50
4.54
4.57
5.
5. 3
5.25
5.30
5.34
5.34
5.41
5.45
5.47
5.50
3.54
5.57
6.
6. 3
6.25
6.30
6.34
6.34
6.42
6.-47
6.50
6.54
6.57
7.
7. 3
7.25
7.30
7.34
7.34
7.42
7.47
7.50
7.54
7.57
8.
8. :!
8.25
8.30
8.34
8.34
8.42
8.47
8 50
8.54
8.M
9.
. 3
925
9.30
9.34
9.34
9.42
9.47
9.50
9.54
9.5-7
10
10. 3
ESTAC5ES
Eneruzilhada (partida).............
Estrada Nova....................
Agua Fria.......................
Fundao.........................
Porto da Madeira................
Beberibe (C egada)................
RAMAL DE BEBERJBE
DIAS UTEIS E S VXTI1 II A DOS
MANHA
5.48 6.48 7.48 8.48
5.51 6.81 7 51 8.51
5.H 6.54 7.54 8.54
5.57 6.57 7.57 8.57
6. 7. 8. 9.
6. 5 7. 5 8. 5 9. 5
ESTATES
Beberibe (partida).............
Porto da Madeira..............
Fundao ......................
Agna Fria....................
Estrada Nova..................
Eneruzilhada (chegada.........
MANHA
6.30
6.34
6.37
6.40
6.43
6.46
7.30
7.34
7.37
7.40
7.43
7.46
8.30
8.34
8.37
8.40
8.43
8.46
9.30
9.34
9 37
9.40
9.43
9.46
TARDE
12.18 2.48 3.48 4.48
x - 2.31 3.51 4.51
2.54 3.54 4-54
i?3 2.57 3.57 4.57
i =- 3. 4. 5.
12 3 3. 5 4. 5 5. 5
5.48
5.51]
5.541
5.57
6.
6. 5
6.48 7.48 8.48
6.51 7.51 8.31
0.34 7.54 8.54
6.57 7.57 8.57
7. 8. 9.
7. 5 8. 5 9. 5
TARDE
1.
c ii
1.25
3.3'
3.34
3.37
3.40
3.43
3.46
4 30
4.34
4.37
4.40
4.43
446
3.3C 6.30
5.34 6.34
5.37 6.37
5.40 6.40
5.43 6.43
5.46 ti.46
7.30
7.34
7 37
7.40
7.43
7.46
8 30
8.34
8.37
8.40
8.43
8.46
9.30
9.34
9.37
9.40
9.43
9.46.

Escriptorio da companhia dos trilhos urbanos do Recife a Olinda o Beberibe, 4 de outubro de 4,373.
0 gerente.Laurenlino Josi de Miranda.

DE
NAVEGACAO BAHIANA
UgiTADA
Maceio, Penedo, Aracaju
e Bnliia.
E' esperado dos portos acima ate o dia 10 de
outubro o vapor Penedo, o qual seguira no dia se-
guinte ao de sua chegida para os mesmos.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
cheiro a frete ate o dia de sua saliida : a tratar
Zota os agentes Antonio Luiz de Oliveira Azeve-
do & C, rua do Bom Jesus n. 57._____________
COMPANHIA PERNAMBICANA
DE
NayegaciEo cesteira a vapor.
OOYANNA.
0 vapor Parrhyba,
commandante Pedro,
seguira para o porto
acima no dia 7 do
eorrente, as 9 horas
da noute.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete : escriptorio no Forte do Mattos
n. 12.
COMPANHIA PERNAMBICANA
DE
llavegneiln co^ti-Jra a vapor.
MAMANGBAPE.
O vapor Corunpe, com-
mandante Silva, seguira pan.
o porto acima no dia II dc
eorrente, as 5 horas da tarde
Recebe carga, encommen-
das, passagens e dinheiro a
frete ate as 2 horas da tarde do dia da sahida :
escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
LEIIAO
COMPANHIA l'EKNAMBlCANA
DE
IVavcgacito cocteira a vapor.
macehJ, penedo e aracaju".
0 vapor Giquid, eom-
mandante Martins,
seguira para os por-
tos acima no dia 15
do eorrente, as ?
horas da tarde.
Recebe csrga ale odia 13 do eorrente, encom-
jnendas ale o &\& 14, passageiros e dinheiro a fre-
te ate as 2 boras da tarde do dia da sahida :
escriptorio ni "orte fto Mattos n. 12.
COMPAMHA PERNA.MBUCANA
DE
lavegft#o cooteira a vapur.
ARAHYBA, \ATAL, MACAO, MOSSOHO', ARACs
TT, CEABi, MANDAIIl'', ACARACtl' E GRAMA.
' i vapor Pirapnma.
'iwm'tiandante Felippe,
ira para os por-
iiai no dia 18
rdo correuti
ra.- da tarde.
Ilecebe carga a 11 tjo eorrente, <
DE
um excellente terreno com 150 palmos de
frente e 500 de fundo, em chao prnprio,
com alguns arvoreiios, no lugnr de Be-
besibe de Baixo, com a frcnto para a rua
dos Clerigos, o.qual so acha livre des-
baragado dc todo e qualquer onus.
SEXTA-FKIRA 10 DO CORBENTE
as 11 Iioras
0 ageote -Pinlio Borges. acha-se autrrisado a
vender em leilao o terreno acima declarado ; no
sen escriptorio, a rua do Bom Jesus n. 33, primei-
ro andar.
Os pretendentes podem desde ja examinar o re-
ferido terreno.
LEILAO
DE
SEXTA-FEIRA 10 DO CORRENTE
No primeiro andar do sobrado da rua es-
treita do Rosnrio n. 43.
Sendo:
Uma mobilia de jacaranda com 'ampos de pedra,
1 dita de faia para escriptorio, 1 dita preta, 1
guarda-vetidos de armario, 1 cama franceza
de amarello, t importanle mesa elaslica de 6 ta-
boas. 2 aparadores de amarello, 6 cadeiras de
jacaranda, 12 eadeiras de fala, uma mesa de
jacaranda para jogo, 1 par de cadeiras de bra-
cos, I eandieiro a gaz, 1 bereo de ferro, diver-
sos cUicotes para carro, e outros muitos objec-
tos do uro de uma familia que se retirou desta
provincia.
O.agente Martins fara leilao dos moveis acima
por ordem de uma familia que se retirou desta
provincia, e que foram transportados para o pri-
meiro andar do sobrado n. 43, da rua estreita do
Rosario.
A's 11 horas do dia acima.
DE
-20 fardos com fumo, sortidns.
SEXTA-FEIRA 10 DO wRRENTE.
As 10 horas da manna.
O preposto do agente Pestana fara leilJo, por
conta e risco do quem pertencer, de 20 fardos
eom fumo, suriidos, vindos da .Bahia pelo ultimo
vapor, qulnta-feira 10 do eorrente, as II horas da
manh.l, no armazem da companhia.
AlUgit-SC
a lnja do sobrado da rua Direjta n. 8J, propria
para qualquer negocio : a tratar no armazem n.
25 da travessa do Corpo Sanlo.
Pergunta-se
ao Sr. fiscal da freguezi t de S. Frei Pedro Gon-
lalves, se o armazem de molhados n. 10 da Pra^a
do Commercio, nao esia enmprebendido na lei pu-
blicada no Diario de 20 de setembn proximo
passado, ou so o mesmo tern privilegin para estar
aberto nos domingos ate as 9 horas da noite.
Re;ponda para sciencia de
Um que nao sake.
Attencao.
Pe.le-se encarecidamente ao Sr. -Vicente empre-
zario do Gymnasio Dramatico, que leve a seena no
domingo 12 as 5 horas da tarde o drama intitulado
Rainha Crynoline ou reinado das mulheies com
a eomertia a Lavadeira o o Estndante.
Aloga-se uraa casa no Poco da. Panella, sita
a rua Real n. 16, com bastantes commodos : a
tratar na rua do Marquez de Olinda n. 56, outr'o-
ra rua da Oadeia, eseriptitrio de Leal 4 IrpiSo.
Aluga-se nma excellent-.! escrava para todo
o servico : na rua da Gloria n. 146.
Armelina de (>ssia (Jarnei-
ro da Cunna Aranha
0 nr-jor Pe'ro Ernesto Rolrigues da Silva e
Antonio Juvencio Rodngnes da Silva pedem a seus
parentes e amigos o carid' so obsequio de assisti-
rem algumas missas que mandam celebrar^ na
ordem tereeira do Carmo, as 7 horas da ma-ha de
11 do eorrente, setitno dia do passamento de sua
mui presada irtna Armelina de Cassia Carneiro da
Cunha Annha, na capital da Parahyba ; pelo que
se confessam desde ja reconhecidos.
Justina Maria da Conoeicao Ferreira e seus II
Ihos, penetrados Ja mais pungente dor pelo pas-
samento prematuro de seu prezado marido B pai,
agradeeem summamente a todos os seus paren-
tes e amigos que se prestarsm a acompanhar ao
cemiterio publico o cadaver de Francisco Ma-
ximo Ferreira ; e de novo roga-lhes o caridoso
obzequio de assisljrem a missa do setimo dia,
que tera lugar is 7 horas da manhS do dia 10 do
eorrente na mMriz da Boa Vista.
Afogados
Nos abaixo assignados declaramos ao mentor
das direccoes da festa de N. S. da Conceicao, que
se celebra na matriz de N. S. da Paz da treguezia
de Afogadcs, que no dia 14 do eorrente mez sera
s.iciado seu pedido, com a purilicaeao da eleicAo
da festa acima mencionada, porque 6 o que neces-
sita o exigente. Tao somente pedimos eneareci-
damente ao exigente que declare sen nome. aflm
de quando sahirmos em coinmissao irmos em sua
casa perdir-lhe sua esmola,
Afogados, 9 de outubro de 1873.
Thesoureiro
Antonio Camello de Miranda.
Proea radons
Manoel Jose de Magalhiies Soares. '
Antonio Gomes Machado da Hera.
Aluga-se uma casa na Capunga coin urn pe-
queno sitio, dentro do sitio do >r. Dubourcq, fendo
a casa commodos para grange familia : a tratar
no mesmo sitio com o Sr. Manoel Ignacio. de
Souza.
(?
taverna da rua da
nm eu
Shh*'o i
DA
Santa Cruz n. 17, em
raois lotos.
I 0 agente Mart.us, coropetenlement.3 autorisado,
fara leiUo da armacao, g-eneros e mais perten^as
da taverna da ma da Sanla Cruz n. 17, em. um
ou mais lotes a vontade dos roJPpradores.
A'a I 1 horas tie* Uia 0 pa mesma taverna.
A quem interessar
Pereira fla Silva & GuimarSes, proprietaries da
loja do Pavao, previnem pelo presente a seus fre-
guezes desta praea, qtie se aeham com sens debitos
atrasados, que se nao saldarem os mesmos_at6o
dia 30 dp outubro do correnle anno, tratarao de
cobrar judicialmenle, nao tendo contemplacao com
ninguem.
Recife, 24 de setembro de 1873. _______ j
DROGARIA HOMEOPATHICA
DA
Escravo fugido.
Desapi^areceu de casa do abaixo assignado, no
Jia 23 do eorrente, o escravo pardo, de nome
i'rajano, de estalura regular e bastante palido,
pois snffre de frialdade : quem o apprehender le-
ve-o a rua do Vigario n. 21, que sera recompen-
wdo.
Domingos Alves Matheus:____
0 relojoeiro e dourador Albino
Raptisia da Rocha, de volla da
Europa, continua a encarregar-
se de concertar e dourar relo-
gios, bem como outros objectos ;
rogando a seus amigos e fregue-
zes o obzequio de procura-Io na
travessa da rua das Crazes n. 14, 1." andar, por
detraz da praca da Independencia, que o encon-
irarao prompto. A garantia de seus trabalhos e
b faze-los por precos modicos ; assim como tam-
oem vende relogios.
\\ -- Rua do Imperador 41
Os proprietaries deste estabelecimento, no intuito de Ihe conservarem os cre-
d'tos de primeiro neste genoro, continaam a esmerar-se na prepara;ao escrupnlosa
de seus medicamentos, podendo garantir ao rSspeitavel publico desta cidade e in-
terior que sao rigorosamente ob;ervadas todas as regras pharmacologicas. Outro
sim, que com o mesmo fim acha-se a testa do estabelecimento, tendo a. seu cargo a
inspeecao de snas preparaeSes e direcc*o do consnltorio, o acrediudo medico ho-
meopatha Dr Jesnino Augusto dos Santos Hello.
Tern todos os medicamentos especial para bexigas e os considerados pre-
serva.tivos: assim tambem, rs medicamentos da sua drogaria em todas as dym-
nanisacoes conhecidas e mais usadas.
' Carteiras homeopaticas de 12 a 120 medicamentos em tinturas oa globuios e
a excellente obra do Dr. Muro Medico lo Povo em 3." edi?Ao.
.. i'rerisa-sede uma senhora de boa conducta,
f em familia, preferindo-se de idade, para compa--
nhia de uma familia eomposta de duas pessoas,
gratificando-se mensalmente com a quantia que se
convencionar: a tratar no pateo do Terco n. 68.
Aluga-se para passar a festa uma casa com
sitio de muitos arvoredos e muito freaca entre as
estacao do Monteiro e Caldereiro e perto do rio;
para mais informac5es na rua do Corre a Roda
na Casa-Forte.
Plumeria, para mordeduras de cobras.
Sarracenea, para bexigas ( r>n proser-
Vaecina, para bexigas ( vativo.
China cruzeiro, paia feorrs intermi-
I'tentes.
Schynus, para angina.
Calendula, para queimaduras.
Tarantula, para paralysias.
Carnaiila.
Jr
Chocolate humeopalhico d'Epps.
Encerado d< arnica.
Pos homeopathieos, para dentes.
Jeriro, para rhenmatismo.
Matamata -on Jabotv. para t^sso.
Espirito de Hahnuman ou de campho-
ra.
Cactus Grandiflora, p ra pneumonias
ou molestias do cora.ao.
Ciiiisiiltorio hoii.Copalhico
no
Casa
Aluga se uma boa casa no caes de Capibaribe,
com agua, gaz e muitos commodos : a tritar na
raa da Crux do Recife n. 42.
Boa casa para alugar-se
A' rua do Coronel Suassuna (antiga Augusta,
n. 169, moderna, portao para a rua das Carrocas)
e commodos para familia : a tratar com Marceli-
no Jos^Lope* 'a rua do Mondego, sitio do portao
n. 63, cu no sitio do Arraial junto ao ponto Man-
gabeira.
/Consultorio mcdico-cirnrgico ft
ri DE ^5
2 A. B. da Silva Maia. g
ff\ Raa do Visconde de Albuquerque n. m
d It, outr'ora rua da matriz da Boa-Vista Jf,
2 u. ii. d
& Chamados : a qualquer hora. &
rU\ Consultas : Aos pobres gratis, das 2 as fw
K 4 horas da tarde. fl
Garanhuns.
Na rua do Barao da Victoria n. 36, precisa-se
allar aos Srs. Pedro da Bego Chayes Peixoto e
ose Paes da Silva, a negocio de particular inte-
^sse._____________________________________
Pede-se ao muito digno emprezario dos
theatros Santo Antonio e Gymnasio se digne le-
var a scena as coraedias outr'ora tao frenetica-
mente applaudidas, e intituladas0 velho perse-
guido 0 tenente casamenteiro e a ratoeira de
arnore^._________________________________-
ATTENCAO
Vende-se sois caixas de forro de amarello para
casa, de arcadas, obra muito bem acabada : a
ver e tratar na rua do General Seara (antiga .do
Jasmim) n. 39._______________________
Cozinheira
Precisa-se de uraa cozinheira forra ou escrava ;
na rua Primeiro de Marcp n. 20 A, loja._________
DR. SANTOS MELLO.
Consultas das 11 horas da manhaa 1 da tarde.
f.B7S5
Aluga-se uma escrava para o servico interno
de casa de familia, assim como outro escravo tie
14 annos para servico de criado oU hotel : na rua
do Imperador n. CO.
Cassa-la
Chegou esta fazenda. sendo lindos padrSes, e
vende-se pelo diminuto preco de 200 rs. o cova-
do ; somente na rua do Crespo n. 29, loja de Gui-
lherme AC. ,
IT
Um portuguez casado e eom nm filho menor,
precisa arrumar se, pfferecendo se o marido para
tratar de horta e iardiot, a senhora para'cuidar
em meninos on arranjode Casa: quem precisa les
deixe carta f-chada nesta typographia coi:
inicij.es J. P. C
Ilha de S. Miguel
Vende-se na antiga rna Direita, hoje Marsilio
Dias n. 99, moendas para fazer far ni.a de milho,
e tambem ha um grande deposito de farinha de
todas as quali lades; assim como tambem se faz
bo/o todos os dias, ao modello da mesma Ilha, e se
fazesdo as encommendas na espera do dia.
~~ Gaixcf)
No hotel da Apipueos precisa-se de um menino
para caixeiro, jreferinlo'se -um quo tenha pra-
tica.
AOS
BILHETES GARAOTIDOS.
1* rua Primeiro de Margo (outr'ora rua dc
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado tendo vendido nos sens fe
llzes bilhetes, tres quartos n. 2646 eom 800i.
um meio n. 1267 com 300*, dous meios n. 2589
com 100*0f0 e outras sortes de 40* e 20* da
loteria que se aeabou de extrahir (68"), convida
aos possuidores a viram receber na conformi-
dade do costume sem deseonto algum.
Aeham-se a venda os felizes bilhetes garantido?
da 11" parte das loterias a beneficio do collcgio
de orphaos e orphas (69'), que se extrahiranosab-
bado, 11 do eorrente mez.
PRECOS
Bilhete inteiro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
EM PORCAODE lOOJJOOOPARACWA.
Bilhete inteiro 3*300' .
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
3/1 noel Martins Fiuza
Escravo fugido.
100#000 de gratificacao
Desappareceu de novo, de bordo da barca bra-
sileira S. Jos,1, o escravo Joaquim, preto de na-
cao, o qual anda bem vestido e calpado, deixan-
do crescer os cabellos a modo de meia cabelleira.
, Esse escravo pertenceu ao fallecido Dr. Olym
pio Marcellino da Silva, que o havia comprado na
provincia de Minas (em S. Joao d'EI rei ou Ouro-
Preto), p com elle seguio para o Rio de Janeiro e
d'alli para e?:a provincia, donde foi para Maceio,
tendo o vendido alii a Justino Epaminondas Ne-
ves, a quem o compraram os abaixo essignados.
Sabe tozinhar, ocenpa^ao a que estava dedicado,
e conheee se peh falla que e afneano.
OlTerece-se a gratilicacao acima a quem o ap-
prehender e roga-se a todas as autoridades a sua
captnra.
"Recife, 6 de ontu';ro de 1873.
Jose da Silva Loyo & Filho.
l-iw an
ii,gu mm
CASA DO OURQ
Aos 5:000^000
Bilhetes garantidos
fiua do Barao da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63, e casa do costume.
0 abaixo assignado acaba de vender nos seus
nuito felizes bilhetes a sorte de 3:0o0*n00 era
ious meios de n. 1501, e piatro quartos de n.
1615 com a sorte de 100*000 ; alem de outras
sortes menores de 40*000 e 20*fe'00 da loteria que
se aeabou de extrahir (6^*i ; e convida ao9 pos-
suidores a virem receber, que promptamente serao
pagos na forma do costume.
0 mesmo abaixo assignado convida ao rgspeita-
vel publico para vir ao seu estabelecimento com-
prar os muito felizes bilheles.que nao deixarao de
Urar qualquer i remio, como prova pelos mesmos
annuncios.
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
-antidos da 11' parte da lobria a beneficio do
co legio dos orphaos, que se extrahira w> Ha (1
do eorrente mez.
Pre90s
Inteiro 63000
Meio 3*000
Quarto 1*300
De flO^OO para elma.
Inteiro 5*500
Meio 2*750
Quarto 1*375
Recife, 24 de setembro de 1873.
Joan Joaqum da Costa Leite.
Precisa-se de
da Aurora n. 59.
u/n pom cozinheiro : n* rua
_ ;iui
Alnga-se 0 primeiro e segundo andares da casa
n. 3 la travessa da tinguoia : a tratar na rna
Primeiro de Marr^o, antiga do Crespo, na loja do
Passo jnnto ao arco de Santo Ani.nno ________
Olfcrece-se nma ama para andar com criaa-
a tratar na raa Je S. M^uel. erp Ai?Eados
junto a professora.
NENHUMA
MA8SA PEITORAL
tna tdqnlrldo nm fam melhor meredd* d* \v
Mawa tie Nafe de delanu*knii-:>. ,
Funda-sc a sua nrrmeada universal:
1 N id* podrro. cUcacIa conir* m cUrrhos, o
ctlirrho epldemlco, u lirlUfOo do plto,d fwgsnts e
dot bronchlot; tfflcacli prord por SO medlcoi dot ho-
pi tie* dc Parii^
1 N appi-ovrao do Hfmbroa da Aodrmla de Me-
dldn, oa oj"e lein lhe reconheddo nma aa*fk>rt-
1ailelDconreata.eliohretodaiaBinaaaMdaTne.iiiaaortc;
3* Naa analyses dos ch jinleoa da Facul1.de de Pa-
ris, os qoaes raiem const.r iiuc essa maaaa nld eoDtcm
oadanemsaeade.oplo,taeeon)omorphlnaoii cod'ina.
Tire ti" > ilialne aotnenllcoa s reoomsneiidlo
I At O a Maaaa de Jlart 1 condanea doe medicos,
Hrolos que nnnca offerecea pasta peltoral nemlinaa, qoer
anllga.qner noTa. *
Depoalto. ma Blear'lea, M, P. ala.
dpaea pharmacias do Brnxil.


Aluga -H uma rscrava para o servico inter-
no de casa de familia ; a-sim como, am escravo
de 14 annos, para service de eriado ou hotel: na
lo Imperador n. 50,
\
staaaa


3iano de fernambuco Quinta feira 9 ue Outubro de t873.
*
K
%
<*
btiuis ntrosuins
PILULAS
VHKWBS
11RISTOL
lin bfes sadios e saos
" tkpa digestao vigorosa,
.'tJm excellente appetite,
sio alguo* dos benelieios que se podem de-
rivar,;fuitido-se ura uso regular da
Pilulas vckcIhcs tie Bristol.
Uma curacerta e efficaz doaintestinos,
I'm remedio admiravel pafa os riiis,
'^n toiiico poderoso para oestomago,
Sio as inapreciaveis qualidades medicas
que se podem encontrar, usando-se das
Pilwlas vpgelafs d Bristol.
Umamedicina que nao produz ddres nem
colicas.
Um purgante que n9o debilita nem en-
fraquece.
Um laxante que nao causa a menor
nausea.
Formam uma das rauitas virtudes que
possuem a s .
Plluta* vegctao* dc Bristol.
Um medicamento suave e favomel para
o bello sexo.
Um correctivo seguro dos desarranjos do
sy sterna.
Um remedio complete e seguro para as h
regularidades.
Sao os effeitos sem fulta, resultantes dc
uso e emprego das
Pilulas vegeta*i de Bristol.
I'ma compleicSo clara, alva e transparent*;,
Uma pelle macia e delicada e um
Halito doce e agradavel.
Sio os resuUados certos e infallivew, de-
pois de se
haver tornado algumas ddses deste
melhor dos
Remedies as
Pilulas vegetams de Bristol.
Em todos os casos de molestias d'uma na
tureza escrofulosa, ulcerosa ou sypbilitica ,
ou quando a massa do sangrre se haja tor
nado turva ou viciada pelo uso de ferro
merctrrio, ou por atra qualquer substanck
mineral a
Salsaparriiha de Bristol.
devoTa" ser usada de conjuocto com as pilu
las, e assim obrando-se, em restricta-con
formidade com as direcoSes ioscriptas m
envolto; os doentes podem ficar certos que.
uma vez usada conjunctamente uma -com i
outra, nenhuma enformidade ou molestia,
por mais sevra ou arraigada que se ache,
080 podera" resistir ao combinado poder se
<;retorio e sanitario destes dous
CRIMES, EHCOVPMUIEIS
REMEUIOS.
Ambas estas medicinas acham-se & venda
em todas as principal's boticas e
lojas de drogas.
Acha-se a venda em todas as boticas.
H. Forster & C.
AGENTES.
Tern sido aprescntada ao publice
Durante 0 espaqo
BE
4 0 A N N 0 S.
S\l.SiYP\lUULHA
DE
KBISTOL
Precisa-se de uma ama .escrava pan enzi-
bar e ensaboar
da Penha n. 23.
Vttenrao
I'n-L-is.-i-M) "T ii:ii inn |>r;i ciiiuiitfiar o
cmnprar jiara escrava, que seja perita cozinhwo, pa-
gaodo-sea qu.miia acima : a tratar no pa-
teo do lfcipiial n. 28, l.'o.J.' an-
dares.________. ______
Ainda se precisa u> uma ama ewrev*. ou
forra para cozinhar e en*.itmar. para ir para Casa
Forte : a tratar na ma da tVnha n. 83.________
Precisa-se de uma ama que saiba
Agoramar ou cozinhar: itt raa Nova
k<7, loja.
AMA________________
A mo Precisa-se de uma que cuzinbe e com-
-AlMdi pre : na rua d0 Crespo a. 20.________
Ama de leite.
Precisa-se de uma ama de leite, na rua do Ro-
sario larga n. 22, segundo andar._____________
M Precisa-se de uma
ama livreou escrava
que cozinhe muito bem, pa-
ra uma pequena familia, pa-
ga-se generosamente : a tra-
tar na rua do Bom Jesus,
armazem n. 40.
Ama
n. 80.
Precisa se de uma ama de boa con-
ducta, para engommar : a rua do Drum
AMA
Precisa-se de uma ama para com-
prar e cozinhar em casa de pouca
familia, na rua de Pedro AITonso,
oulr'ora rua da Praia, n. 3.
AMA
Precisa-se de uma ama para la-
var e cocinhar em casa de pequena
familia : na raa do Capibaribe nu-
mero 40.
Prectsa-se le ua ama litre ou es
crava para todoN o servico de uma fa-
mflia de duas pessoas : Apipacos, rua Nova n. 2
AMA
Precisa-s de uma ama para ^tratar de um
raoco solteiro : na rua das Trini-heiras u. I, loja
de ourives.
A mo a "Quern preoisar de boas amas para
AUlds to^o 0 servico, di.-ija-se ao pateo da
matriz de Santo Antonio n. 6, que promptamente
sera servide.
Na rua da U-
niao n. 47 pre-
cisa-se de uma livre ou es-
crava.
Ama
AMA
Precisa-se uma ama para cozinbar :
a rua da Praia n. 29, para casa de ra-
pazes sblteiros.________________________________
Precisa-se de uma ama livre para
andar com meninos : na rua Direita
n. 26, 1 andar. _____________ .
Precisa-se de uma ama para cozinhar e com-
prar : na rua do Livramento n. 1.____________
Precisa-ie de uma ama para o-servico de
casa de pouca familia : no largo de S. Pedro, ta-
verna n. 1, se dira quern quer._______________
Precisa-se alugaruma ama livre ou escraya,
que saiba cozinhar e engommar com perfeicao,
para casa de duas pessoas : a tratar na rua do
Padre Flerieno n. 69 t andar.
-CURA OS CASOS MAM DESESPERADOS
A SAFSAPARRILHA DE BRISTOL pu-
fica a massa do sangue, expelle para f6ra
todas as maierias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as secrecoes, di vitalidade e
energia a todos os orgaos e da" forca e vi-
gor ao systeraa afiin de poder melhor resis-
tir a todos os ataques da enfermidade. E'
pois este um remedio con.Uitucimal. Elle
nunca distroe afim do poder curax; por^rn
constantemente assiste a nalureza. Port'anto
em todas as doencas constitweiomres em to-
ias as molestias locaes dependents d'um es-
tadovicioso e imperfeito do syttema em ge-
ral, aehar-se-ha que a Sai.saparrjxha de
Bristol e um remedio seguro e eflioassissi-
rao, possuinlo inestimaveis e incontestaveis
virtudes.
As curas milagrosas de
JEscrofi|las,
Uleeras,
Chagas imti^nx,
ENFERMI DA D ES SYPH ILI'i /CAS
ERYSIPELAS,
RHEUMATISMO,
MEVRALf.IAS,
ESCORBLTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tew grangeado e dado o alto reuome i
Salsaparrilha de Bristol
por todas as partes do universo, sao tao so-
mente devidas d
1N1CA LEGITIMA e ORIGINAL
Solsaparrilha de Bristol
H. forster A C.
. AGF.NTF.S.
NA PHARMACIA CENTRAL
in Hi!
De cAsaincntos.
De baptisailos.
De bailcs.
De soirees-
De almofos.
He lancles.
De blcknicks.
De eelas.
De tado de ttido
Se enearrega a ronfeiWria Jo Campos.
E alero disso .
A confeitaria do Campos
Esta sempre provirla
De tudo quanto e preciso para
Uma boa mesa.
Run, do Imperador n. 24.
I'edi. roQ'.l Joaquim Cavalcan-
te de Aih >hor do engenho Paolista,
Dr. Lnfz Lopes fHmn-lfranco e Vicnte Bai-el
lar, o nbzajuio de appareiserem na rua do Daqoe
de Caxias n. 44, a negocio que lbes interessa.
Amft Precisa-se de uma ama : na rua da
Allloi Aurora p. 5, andar terreo.__________
Saques para todas ascidades e
Tillas dc Portugal.
Carvalbo it Noguwra, oaccam [ sobre O
banco commercial de Vianna, c-suas agen-
das em todas as cidades e villas de Portu-
gal, qualquer quantia a vista ou a prazo e
per todos os paquetes; a rua do Apollo
n. 20.
MOffNA
Esta enconiraqado !! !
Roftve ai> Him. Rr.'lfuacirt Vieira de Mell"
:'.-v-rivSo na cidade do Nwarcih >lesla provinria, <<
f.-.vjr de ir a rua Daque *; 'axi?s r, :i, a *
:!uir .: |u'l!e ocf ock) que rcali.-ar, pela tcrceira chamada deste jornal, em
6ns de dezembro de 1871. e depois para Janeiro,
passou a fevereiro e abril de 1871, e oada cunfMO;
e por este motivo i de novo chamado ara *ito
Srri, pois S. S. se dove lembrar que este negocio i
de mas de eito armos, e ([uando o Sr. sen rtlho v
achava nesu cidade.
CONSULTDRIO *
MEDIC0-CIRURGIC0
DO
Dr. J. M. Carlo
Rua doMarquei de Olindai, J5, pri-
meiro andar.
Consul ta das 9 boras as 11 da manh*. t
Chamados a qualquer bora.
g Consultorio homeopa-
S thico r
%k Do Dr. Santos Hello XX.
il------Rua do Imperador------41 tt
~ Consultas todos os dias das 11 a I da X
W tarde.
wl Gratis aos pobres.
S Residencia a rua Nova n. 7, segundo
9 andar, onde da cousultas das 6 as 9 da
^ manba e das 3 as 5 da tarde.
3* Chamados a qualquer hora.
0
V00900 00000 00}
PENHORES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
eompra-se os mes-
mos metaesepedras.
Casa do cimpo.
Offerece *e, a quern quizer fazer' os concertos
aecessarios, o arrendamento por alguns annos de
praqa, da excellente casa sita na Porta d'Agua,
que foi do floado Dr. Joaquim Pires Carneiro
Jdonteiro, passando-se escriptura para maior se-
gu' an^a. A locahdade e muito salubre, e a casa
muito fresca, tern magnified banho de agua dd-
ce em frente, e e muito commoda, visto que o
trem para defronte : quern pretender pode diri-
gir-se ao *r. Francisco Carneiro Monteiro, era
Apipucos ao Sr. Pranci Jom Jesus, ou ao Sr. Camun, rua do Ccmmer-
,io n. 40.
Escrava
fiigida
Continaa a e>tar fugida, desde o dia 12 de
set^mbro proximo paseadb, a escrava de nome
Justina, natural da Rio Grande do Norte, com'os
signaes seguintes : altura regular, torn preta,
bem parecida, bocca e nariz regulares, olhos vi-
vos. tem Qliar um pouco espantado, Taila baixoe
quando proouncii as palavxas mostra a dentadu
ra que e boa e bem alva, os pes um pouco enrtos
e apalhetados, aparia o cabello ao meio da cabe-
ca, foi escrava de Ma nod Soares Pinheiro, com
estabeleeimento na praca da Independencia, do
poder de quem tambem se ausentou em tempo,
e foi pegada-em Bebenbe lavando roupa, intimla-
va-se forra; presentemcute Fuppoe-se qne anda
por algum dos arrabaldes desia cidade,.ou que
esteja feito ama a timlo de fowa, em alguma casa,
ou flna'mente algem illicitamenie a tenha-em seu
poder, contra quem se proTietto proceder com
todo o rigor da lei. Pede-se, portanto, a todas as
auteridades policiaes e capitaes de campo.aap
prenensao de dita.eserava e leva-la a seu serrhor
na Capunga, rua das Pernambucanes n. 12, ou
Recife, arco da Conceicao, loja de ourives, que
sera generosamente recompensado.
Na rna do Barao da Victoria n. 36 precisa-se
fal'ar ao Sr. vigario Andre Curcino do Araujo Pe*
rcira, a negocio de seu interesse.
Francisco Gnedes de Araujo faz puMieo que
vendo o sen nome incluido na lista dos devedores
da massa fallida de Amorim, Frag"?o, Santos A C.
declara a quem Interessar, que nada dere a refari-
da massa, por quanto em .tempo eotrou com a
parte que Ihe tocava coma socio commanditario*
Quanto a guantia de que e concessiooario, so e
responsavei o signatario do.r.;spectivo eonirnto so-
cial, como 4em.declarado em diversos jnlgados o
meretissimo tribunal do eommercio. E para que
niaguem se iUuda, faz a prcsrnte declara^ao.
Recife, l. de outubro de 1873.
Hotel UniaOj praca do'Conde
d'Eu n. 32.
Este estabeleeimento continiia a fornecer come
dorias com asscio e promptidao, tanlo para fora
como para dentro do mesmo estabeleeimento, ten-
do to.los os dias papa, e nos sabbados mao de
vacca, re ebe-se qualquer encommenda por me-
nos do que em outra qualquer parte. O mesmo
estabeleeimento tem escellentes quartos para alu-
gar, sendo bastantes frescos. 0 proprietario es-
pera do.respeitavel public a concurreneia e pro-
teccao ; e ao mesmo tempo pede aos seus fregue-
zes que se acham atrasados ha mais de anno, a
virem qiiantoantessaldar^uas contas.
3
escravos.
Ao uiililico
G abaixo assignado lendo mudado seu estabe-
leeimento de calcado, conhecido por Beta de Ouro,
da rua da Jmperatriz n. 19, para a mesma rua
n. 7 ; vem por este meio proven ir eeus mirae-
roso freguezes que a*aba de montar o novo es-
tabeleeimento nas melliores condi^oes"de bem sa-
tisfazer o rejpeitavel publico, tendo um grande e
variado ortimeato de calcado nacional e estran-
gei'o, por preeos muito razoaveis.
J. P. Pontes.
Boa casa para a festa.
Aluga-se uma excellente casa no Monteiro, tra-
vessa do Xisto, a qual seacha em muito bom es-
tado de limpeza : a tratar na rua Primeiro de
kargo, antiga Ho ."respo n. > A, loja de Gurgel
do Amaral & C. .
iluga-fe o 2 andar do sobrado sito a rua
de Lomas Valentinas n. 86, com os commodos se-
guintes : i salas grandes e bastantes fresca*, 3
quartos tanihem grandes, cozinha f6ra, quintal
com poriao para a rua de Hortas-e cacanba com
boa agua para lavar : quem pretender dirija-se a
praeinha da Independencia na. 19 e 21, loja de
chapeos, quo achara com quem tratar. A cootento
dos compradoros vende se uma pe^a importante,
unu escrava de 17a 18 anaos de idade, de muito
bonita figura, sadia, muito robusta e sem vieio
algum : quem pretender dirija-se a estrada de
Joao de Barros. sitio n. 21, que achara com quem
tratar, das 6 as 9 hora* da manha, ou das 4 as 6
da tarde.
2*. MANOEL ENKDINO REGO VA- i
, mejir-o. .i nia da lambda do Carmo ^
Z? 2i, I
9
iga-se a casa da rua I'ella n. 41 : a pro-
oraf narua do FmperaJor n, 44, pfiarmacia.
Fugiram do engenho S. Caetano, no dia-2.9 de
setembro proximo passado, os 3 escraves feguin-
te: Custodio,cabra, de 22 annos de idade, altura
regular, cheio do corpo, olhos um pouco papudos,
cabellos carapinhos, pnuca bei ba e denies perfei-
tos, tem um talhono largato do braco direito, dous
sjgnaes nas cadeiras do mesmo lado e seceas as
duas nnhas grandes dos pes. Joao, negro, alto e
secco do corpo, sem barba e dentes da freate po-
dres,.e pouco gago. Benedicto, cor muito preta,
baixoe cheio docorpo, sem barba, e bons dentes,
tendo ao !ado do queixo direito signal visivel de
um talho. Tanta ura como onlro sao de pouca
idaie. Jfa noticias de que elles tomaram o cami
nho desta cidade, pelo ^ue roga-se as autoridades
[ioln-iac.se capitaes decampo, a sua captura e cri"
trega delles no referido engenho, fregueziade^au
to Antdo, ou na rua do Apollo n. 3J, escriptcrlo de
Jose da Sfkra Alves & C, pelo que e recompen-
sara.
Desapparecea Silverio, cabra aea, idade de 22.annos, solteiro,
sem officio, natural de Goyanna, foi alii escravo
do Dr. Astor, alii morador, que agora se acna na
Parahyia, olhos grandes e amortecidos, nariz
grosso e chato, bocca tegular, cabellos carapinho*
e vermetlios, altura regular, secco do corpo, rnaos
e pes grandeS, falla mansa, foi visto ha dias na
Casa Forte : quem o apprehender dirija-se a raa
Nova n. 8, qne se gratifieara bem.
J. Dhibaul de Paris
Constructor o aflnadcr de pia-
nos.
ICs-afinador das antigas e afamailns casas
Pleyel e Hertz
e antigo director das olTteinss da casa
AITonso Blonde!.
33Rua do Imperador33
Tem a honra de declarar ao respeitavel publico
desta cidade, que tem aberto sua casi de concer-
tos e afinacoes de pianos, qualquer que seja o es-
tado do instrumento : a rua do imperador n. 33.
Ali'ga-se a rnetade de uma casa que tem
muito commodo para ucaa pequena familia : qnem
pretender diria-se a rua do Caldeireiro n. 34,
das 3 boras em diante.
Ciiixeiro.
Precisa-se tie um caixeiro com pratiea de taver-
na, preferindo-se portuguez: na rua do Rangel
numem 3.
"EDgpnimadeiras
Pr i> eng'imma leiras : na tiatraria
francela, rqa da 1 mperatriz n. 5-1._____________
(mi)
No hotel tie Aoipucos precis* so de um r'riado
para trabMhar no .7eJ0i0, prefer!ndQ-e-um qua
ja tenha pratiea.

-
MEURON&C.
AV1SAM
aos comprador es do bem conhecido e acrelitado rapd
AREA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois qne os ha de rap6 de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma c6r, cujo desenhc se pdde
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro AREA
PRETA, devem para nao serem enganados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a design
napao de AREA PRETA.
MEURON ft C.
FUNDICAO DO BOWMAN
RUA DO DRUM N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS senborea de engenho e onlros agricoltores, eempregadores de m
ninismo o favor de omi visits a sea eetatelecimenlo, p>ra verem o novo sortimento
-ompleto qoe abi tem; sendo lodo superior em qnalidade e fortidSo; o qne com a ins
cc3o cesBoal pode-se veriflcar. ^ m
ESPEQAL ATTENQAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA TUNDigAO
?onA*oa A Ar1ao rl'QfJTid ^os n3a's modern08 *ystemas eem ta-
VSpores e rOuaS ll agua maobos convenientes para as diversas
.ircomstancias doa senhorei proprietarios e p; ra descarocar algodSo.
Moendas de canna SSS?09 tamanh09* as:melbore8 qoe aqni
Rodas dentadas para animae8'agna 6 vapor'
Taixas de ferro fandido, batido e de cobre,
Mambiques e fundos de alambiques.
Wanriiniomnci para mandiocae algodao.l Podecdo todos
UaLlllItlSItlvo e para ferrar madeira. Fser movidos a m5o
OOfflUaa de pateote, garantidas........ lonanimaes.
todaS aS maChinaS Wdeqae6co*lanpri..r.
Faz qualquer concerto damachidismo-a^0 m\^m<,.
Jflpitma Ho An*V*n tem as melbores e mais baralas exi3tentes no mer-
^nA'tmmanriao Incumbe-se de maadar vir qualquer machinismo a von^
vUCOllimOiluaS. t3(je jos ciente3, lembrando-lbes vantagem de fazerem
oas compraspor intermedio de pessoa entecdida, e qoe em qnalqner necessidade pode
jet prestar auxilio.
Arsdoa americanos e iD6tr^en'8 ^icoIas-
RUA DO BRUM N. 52
PASSAINDO O CHAFARIZ
Cdnsullcrio medico cirurgico
s^
!>
DO
Ferrclra.
larga
r\,
Antigo gabinete de seu pai, rua
do Roario n. 20.
Cura de hydrocclles sera injec^ao
com puncoao capillnr.
Abertura de abcessos e extra cc5b do
derramamento serosos, pelo afpirador
de Potain.
FUNDICAO DE FERRO
4' rua do Barao do Triunipho (rna do Bruin) ns. 100 a 101
CAEDOSO 4 IMAO
RECEBER.4M de Inglaterr.i completo sortimento de ferragens e machinas para en-
geuhos, as mais naodemas e melhor obra que tem vindo ao mercado.
V^apOreS d forca de 4, 6, 8 e 10 cavnllo^.
LalQGiraS de sobresalente para vapores.
jlOCndaS mtOirSS e meias moendas, obra como .mnca aqui veio.
TaixaS fundidaS e batidas, dos melhores fabricates.
tvOdaS Q. aglia Cora cubaje de erro, fortes e bem acabadss.
LvOdaS dGntadaS de todos os tamanhos e qualidades.
Rel0gi0S e apitOS para vapores.
OOmbaS de ferro, de repucho.
AradOS de diversas qualidades.
FormaS para aSSUCar grandes e pquenas.
Con^^rtoS c0ncertam com P^1*^30 clua'cluer 0Dra oumacbiiw, parao que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessOal.
EnCOmmendaS mana*ara vir Por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondent com uma respeitavel casa do Londres
e com ura dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triunipho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE C ARDOSO (tJRMAO.________
Joaquim Jos6 Gongalves
Beltrao & Filho.
Rna do Commereio n. 5, 1.* andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
*> Minho, em Braga, e sobre os sojuinte
"gares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Barcellos.
Bcja.
Chaves.
Coimbra.
CovilhS.
Faro,
fiuarda.
Guimaraes.
I.am^go.
Lisboa.
Mirandella.
MonQiio.
Ponte de Lima.
Porto."
Tavira.
Valpassos.
Vianna do CittIlo.
Villa do Conde.
Villa Nova dc Fanialicao
Villa Nova do Portimao
Villa Real.
Vizeu.
Valenga.
Figueira.
Aveiro.
Agueda.
Caminha.
Evor?..
Oliveira do Azerceisv
Penafiel.
Regoa.
Papel de iitiho viado
a 3^000
a resma, o verdadeiro papel de linho grosso mar-
ca viado, proprio para cigarros^de policia, para
os Srs. fogueteiro*, e para outros muitos misteres:
so no armazem do Jose Domingues do Carmo e
Silva, a rua da Mdrc de Deus n. 10 A.
O verdadeiro fumo do Rio
Novo.
No armazem de Jose" Domingues do Carmo e
Silva, a rua da Madre de Deus n. 10 A, arroazeni
de fumo.

Ga;
de D vois a ."800 a lata no armazem de Jos4 Do-
mingues do Carmo e Silva, a rna da Madre de
Deus n. 10 A, armazem de fumo.
Scio!
S r.Rento sua escripta esta certa ? Vererao?.

Carros de luxo.
E' inquestionavel que a eocheira da rua do Bum
Jesus n. 15, de JoaqUim Paes Pereira da Silva, e a
que tem as melhores berlindas, calecas, meias ca
Iega9 e victorias de luxo, proprias para qualquer
noivado, visitas de etiqueta, bailes e aetos da aea-
demla, sendo os mesmos ajaezados de excellents
parelhas de animaes, arreios luxuosos e boieeiros
com fajdamentoj %do ultimo gosto, para o que se
convida ao publico a vir por si nipsmo scuntifl-
Capellas para finado
Na rua t'streita do Rosario n. 35 tem rieas ca-
pellas para donzellas, anjos e defuntos, com litas
e letreiros, proprios de lemhranea de minha mai,
paf, esposo, esposa, filbo, filha, irmas, irmaos, avo
e vo, tudo por mui barato preco de 3 j, 4, 5| e
8*000. Na mesma casa tem lindos bouquets de
cravos e rosas para formatura dos senhores aca-
demicos, com litas bordadas a ouro ; a encom
mends deve se fazer tres dias antes ; e preparam
car-se da ve'rdade do que deisamos Uito, certos de se tambem bouquets para noivos, de cravos natu-
que nao encontrarao pomad.i, e sin rcalidade e raes._______^_______^^__________________
commodos pregos. v
Propylamina. CJIUU 1.0
I'oico remedio contra o rheumatismo omaisi Aluga-se um fitio no Arraial, dislante da e9ta
jgiido : unico depesito 'na pharmacia Americana, cao da Casa Araan-lla um minulo, na estrada que
de Fen'eira Maia & C, a rua Cuque de t^axias segue para Qasa-Furtc, com os commodos seguin-
n. -J"!. t tes : daas salas, cin:o quartos, cozinha fdra, tor-
Capclias inorfnarias.
Para tumuloN e caiaennabas no
ilia tie finatlos.
Porto .& Bastos, com loja de cal-
Sado a Praca da Independencia n.
9, acabam de receber da Europa
novo sortimento de capel'.as mor-
tuarias de lindissimos desenbes,
com as seguintes inscripe,3es, as
quaes vendepa por raenos preca d>>
que em outra qualquer parte.
A Men Pai.
A Minha Mai.
A Meu Esposo.
A Minha Espcsa.
A Meu Filho.
A Minha Filha.
Uma lagrima.
Anrfsade.
Saudades.
PKAQA DA ISDEPIiNDENCU N. .79.
Vaccina,
rago, eacimba com boa agua le beber e bomba:
a chave pode ser procurada na venda da Casa
Chega,da pelo uliimo vapor da Europa, muito'Amarella': a tratar na mesma. <
nov.i, n,i p'armacia Americana, do Ftrreifa Maia I *--------------------=^rv-r=-------------------------
&. (1, a rua D'tque de Caxias n. 57. I "edlOO.

Manoel Martins Soares avisa ao respeitavel pu-
blico desta cejade e fora della que por haver ou-
tro de igual nome, d'ora em diante se assignara
pur Maajvl*'!! tins Soares das i>eves.
Ilerrfa, 7 de outohru de 1873.
-Antonio Pinto Gon;alres,vai a Portugal tra'j pedimos ao Sr. Vicente, erBproenrio tlo t!
tar de sua saudo. ___________.____________._ j0 Dramatice, qua Jeve a scena, doinin-1 Aloga se .iu.-tej proximos dias duas boas
Aluga le uma ejcellente casa na povoacao~'o*'i2 de outqbro o drama do dia 5 que casas na Canunga, rua da \'entura, com commo-
de Doarte Coelho, em Oliaoa, com boo coruiuo- A Rainha ou o reinado das muli- .ra familia, as quaes foram concertadas ees-
res. e pintanJo : a tratar na rua Duque de Ca-
dos para familia; a tratar com Jorge tasso, rua T<
io Amorim, b. 37. '"
Haitos apreciaJores.
n. 44.


*!---- '
MM
^^p



MMj




to&omAmiULiU* 'iQumMetta 9 i*fc
VAPOR FRANCEZ
UA DO BARA0 DA VICTORIA
N. 7Outr'ora NovaN. 7
Calcado
francez.
Para homem.
BOTINAS de bezerro, cordavao, peHica, lustre e
tie duraque com biqueira, dos meihores
. fabricautes.
SAPATO^S de be.erro, de coidavao o de case-
mira.
SaFATOS de lustre com sallo.
8APATOES aiamancados com sola de pao, pro-
prios para banhos, srtios e jardras.
8APATO? de tapete, chariot, castor e de tranca
francezes e porluguezes.
Para senUora.
BOTINAS -pretas, branoas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAP.iTI.VHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados.
5APAT0S de tapete, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas < de cores differentes,
lisa*, enfeitadas e bordadas.
ABOTIN'ADOS de diverse qualidades.
SAPATOS de tranca porluguezes.
Para meninos.
BOTIX'S de bezerro, lustre o de cordavao.
ABOTIXADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portoguezes.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, perneiras
meias perneiras para homen', e meias perneiras
para-meninos.
Ko armazem do vapor franco-, a rua do Barao
da Victoria u. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras da balanco, de braco, de guerni'.-oes,
sofas, jardineiras, mezas, cmversadeiras e costu-
reiras, tudo isto muilo bom por serem fortes e
leves. e mais proprios tnoveis para talelas e ga
binetes de m-reios.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7, outr'ora Nova.
PIANOS.
Acaoara de Chegaf muilo bons pianos fortes e
de elogaoU-s modelo', dos mais not.iveis e bem
CODhe.cidftS fabricantcs ; com) sejam : Alphonse
BMcmel, Henry Hers e Pteyel Wolff ; no
vapor frjjncz, a rua do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova u. 7, a precos inuito eommodos.
Perfumarias.
Finos exiractos, banhas oleos, opiata e pos den-
triOce, agon tie ilor de Liranja, agua de toilete,
divina. florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
cos nnii-os, nmitos ariigos delicados em perfuma-
ria para m.:sent;s com frascoe de extractos, cai-
x:nii is sorlMas e garrafas de differentes tama-
nhos d'agua do cologne, tudo do primeira quali-
dade &<** hem eonbeeidos fabricanies Pivcr e Cou-
dr;i .
Bfo armazem do vapor francez, a rua do Barao
da A iei rlf, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
%(rt?g9 de (iifle-reiites gostos e
phazitn&iaai.
- d njradi s para salas e gabinetes.
Le p para senhoras o para meninas.
l.U' lie Joaviii, il li.>-']' Escocia o de camurya.
'" > '1'' cosiura ornada com musica.
AH qaadrinlips i>ara relr.itos.
Caixiu as com vidra de augmeatar relratos.
I)iv< i-w ol r.:s de ouro bom do lei garantido.
: lie |i!.i.jtnr" niuiti bonitas para relo-

. ''' imiUcao e boides do punhos de pla-
q e
lofe'i cofres de scda, de velludo e de cou-
rinho l ecjres.
N; jeetos do phautazia para cima demesa
I- toil .
Piii.-inez do cOres, do prata duurado, de aco e
ile lartaraea.
& '- (>.i aco fino c de todas as guarnieoes.
Bengalas do luxo, cann.i, com castoes de mar-
Cm.
Bengal i Jiversas cm grande sortimento
homen; e meninos.
ChiCvx ii'is de baleia e de muitas qualidades
divi r-"';.
Es.ioras ^e tarraeiu para saltos de botas.
Ponteira.'i :!s espoma para eharulos e cigarros.
Pentes de lartaraga para descmbangar o para
barba.
Ditos do marfim inuito Qnos, para luopas ea-
IXf.t.
Escovas | ara roupa, eabellos, unlias epara den-
te=.
Carteiriahas de medreperola para din eiro.
Meias para homers e para meninos.
Gravaius brancas e de seJa pre la para homens
e meninos.
C*H,ainhas de mola para ch mar criados.
Joqos.;t ijoria, de damn, de b.igatellas, de do-
mino e ciutniq muitos difftren'.rs joguiuhos alle-
nSes c frariewes.
Mala*, bolj as e s.ccos de viagein de mar e ca-
niinhos ftp ferro.
Arxounhas de marlim para as criancas morde-
rem, bo:r |nra os denies.
Bercos de vimes para emhalar criancas.
Ces'tiiilias de vimes pira braco de meninas.
Carri-.'ios de quatro rodas, para passeios de
criancas.
Venezianas iraqsparentes para poitasejanellas
%>,...hems transparentes para candieiros de-
gaz.
Estereoscopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas magicas com ricas vistas de cores cm
vidros.
Vidros avnbos para cosmbrama.
Globos de^apel do cures para illuminacocs de
festas.
Balnes aereostaticos de papel de seda mm facil
de subir.
Machinas de varios systems! para cafe.
Espaiiadona de palha e ie pennas
Tesoarinhas e ganivetes linos.
Tapetes t.im 'idrilhos para mangas e lanternas.
Tinleiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de inomuras douradas e protas paTa
quadros.
Quadras j:: promptos com paysagens e phanta-
zia.
Estampas avclsas de santos, paysagens e phan-
tazi.x
Objectos de magicas para divertimentos em fa-
mi li a.
Realejos-pequenos dc veil com lindas pecas.
RealejoS i r.rmonicos ou accordions de todos os
manhos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias diulceis de mencionar se. No armazem do
vapor francez, rua do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Medidas u'e 40 a 100 metros, pes e palmos para
medir terrenos.
Brinquedos para meninos.
A maiof variedade que se pode desejar de todos
, os brinquedos fabricados em differentes paries
da Eurippa para entretenimento das criancas tudo
a presos mais losumidos que e possivel: no ar-
mazem do vppor francez, rua do Barao. da Vic-
oria, outr'ora rua Nova n. 7.
(icsiinbasjMiRi n-siura
Grande ortimonto de honitos moJelos chegados
ao arrn'i7*in do f^por francez, {na do Ba-ao da
Ttctoria (ootr'am Jiora) n. 7.
Oleados
batatos.
Olcado bonhn e BMtita-fciUttos, para eima de
taeza : no aruaacm ilo taper frimcez, rua do Ba-
rao. da Victoria oMfdn Nora n. 7.
r*t plra eofeiahar e com-
ija-se a rua daSandadefi
Alugi se uma e>;
gem : a tratar n
punga.
------rr-
i.!l(.ittn
Baa Via-
21, Ca-
Jo
n^al
(10.
Contlnuam anrentei osrSnlatdB, Luiz, detde o
dia 9 de agrwlo do ccrrente anno, enjo rnelbor
signal e ter o dedo pollegar da mJo eiquerda cor-
tedo quasi ao meio, de um talho deacacando nm
eooo, e Raymundo em 2S ttmbem de agosto, na-
tural do sertiio, que represeota 24 annos mais ou
menos de e6r alaranjada, eabellos estirados, fa-
zendo volus qoaado estao grandes, cabecja rdon-
da, pescoco grosso, p6s seccos e canellas flnas e
quando falla apressado ou com medo como que
quer gaguejar.
Bste mulato ja fez uma foga, e foi prezo na
cidade d'Areia ha mais de anno, agora foi visto
no Recife para as bandas da Boa-Vista, e S. Gon-
calo ; assim como o mulato Luiz, quo tern mai
e nm irmao moradores no Recife, eojo irmao foi
liberto por occasiao da guerra do Paraguay.
Pede-se as autoridades policiaes a apprenensao
de ditos escravos, e a qualqoer pessoa, a qnem
alem do agradecimento. se pjgara generoaamen-
ter no Becife a rua do Bom Jesus n. 30, on no en-
genho Megao, na fregueziade Tejucnpapo. .
AG
4lga-se
o primeiro andar do sobrado da rua Duque de
Caxias d, 44, proprio para eseriptorio ou rapaz
solteiro : a tratar no mesmo, Joja.
CRIADO
Precisa-se de nm criado para todo o servico em
casa de pequena familia, e que seja de afflancada
conddcta : a tratar na rua da Gadeia n. 35.
Precisa-se de um cozinheiro
ratriz n. 37, f andar.
Cozinheiro.
na rua da Impe-
Aluga-se o 2 andar a rua da Imperalriz n.
: a tratar ho cafe imperalriz.__________. ^
THEATRO
lift
lie
Sr. Vicente, digno emprezaricr
do
Pede-se ao
theatro Santo Antonio, para Tevar a scena o dra-
ma Trahalho e llonra r- ontrando nelle o sim-
patbico actor Simoes, por quern ja tiTemos o pra
zer de apreciar seu trabalho no Santa Isabel em
1863, este obzequio Ihe pedem muitos dos seus
constantes
__________ Espectadores.
sen eseriptorio kyVU do
~; o seguinte :
eaixa de 12 gafrafas.
1 idem idem,
ARGOS de pao para Sill.
CAL de Lisbda, recetlamente chegada.
CHAPEOS de sol, para h6mera e senhora, ubo
dc niartii# e osso.
FEIXES de ferro, par* porta.
F10 do algodaoda H;0iia^da fabrica do eouHaen-
aawidfldor :Hilrozo.
LINHA de roriz.
OBRAS de palheta.
PAN NO de algodao da Bahia, da fabrica com
mendador Pedrozo.
RETROZ de toJas as qualidades, das fabrieas de
Peres e Eduardo Militao.
WLHAS proprias para botica. 1. '
ILSAPARR1LHA do Para.
VELAS de cera de todos os tamanhos.
VINHO engarrafado do Porto, caixas deiHgar-
rafas. ft
dito Moscatel do Douro, idem idem.
dito Setubal, caixas de 1 e 2 duzias.
da Italia engarrafado, caixas de- 6 iar-
tafas,
de Collares superior, em ancoretaa.
a de- oajii, caixas'de 12 gar tabs.
a Malvasia do Douro, caixas com \t gar-
rafas.
^arcavfettos, idem fdem.
Chapeos para senhoras.
Amaral Nabuco A C. reoeberam nm aiili I
sortimento do chapios de palha de Italia, seda
e^vollndo, pretos para Into, ode cares onfeitados
Asanicas verdadeiras
Bichas hamburguezas qne vem a estenweado-
na raa'do'Marquez do ulinda n.8l.
Casa.
Aluga- e o primeiro andar da casa n. 61 da
rua do Apollo : a tratar na rua da Cadeia n. 3,
no Recife.
Mudanga.
O abaixo assigoado participa aos seus credores,
freguezes e devedores que mudou sea estabele-
bimento de selins, da rua do Marquez de Olin-
da para a rua do Vigario n. li.
._____________Marcos de Almeida Lima.
Offercee-se uma mulher do iJade para casa
de homem solteiro : quern quizer dirija se a rua
da Penha n. 13.
rijri]
DBDACAO
para
Fimrficao da Aurora
Grande sortimento de:
Moendas de todas as qualida-
des e tamanhos.
Tachas fundidas e batidas,
idem.
Rodas dentadas e angulares,
idem idem.
Machinismo, idem.
Varandas, gradeamentos pa-
ra jardim, etc, etc.
Tudo sevende por precos
muito em conta para aca-
bar.
N. B.
G. Starr &ft, em liquida-
^ao, na fundicao da Aurora,
em Santo Amaro.
Banhos em Olinda.
Camlsas e-rtlcas dc fazehda de boa qnalidade,
proprias para os banhos em Olinda : na.loja des'
arcos a ma Primeiro de Marg i (autiga db'Swpo)
n. 20 A, de Gurgel do Amaral 4 G.
COMO SiO LINDOS!!
Os leques todos de madreperola, brancos e de
cores e que trazem o dislicoUNIAO -em lettras
tambem de madreperola em alto relero, tor-
nando-se pordsto aproprlados para-noiraa, a NO
VA ESPERANC.A a rua Wnque de Caxias n. 63
(antiga do Queimada) e quern os tern.
Sao de tartaruga
Os brinoos, bwiches/ raeios. ideregos, cruzes,
coracoes e cassoletas, -que estao oxpostas a boo
escolha das Extnas. (amantes doschique) vende-se
na Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias
n- 63.
Aos memnos
A Nova Esperanca a ma Duque de Caxias n
63, aeaba de reeeber um liudo sortimento de bo-
neoas de muitas qualidades, vindo entre ellas a^
engracadas bonecas de borracha, assim tambem
uma pequena quantidade de boneeas pretas que
se tornam apreciadas pela sua novidade.
Ebem utti
A Nova Esperanca a rua Duque de Caxias n
63, recebeu vcrdadeiro cimenio ioglez, prepara '
gaopara concertar porcelanae bem mil.
Vestido perdido
Muitas vezes um vestido torna-so inteirament*
feio, somente por estar mal enfeitadt>: a Nova Es
peranca a rua Duque de Caxias lx 63, remove
este mal; porque esta bem provida dos melhore:
galdes e fraHjas de todas as cores, onde pode es
colher-se a vemtade sobresahlndo entre estas as
modernas franjas mosaicas, que pela sna varieda-
de de cores, flea bem em quasi todas as fazendas.
A ella antes que se acabem.
GabeUos bruncos sd tem quern
quer
A Nova Esperanca a rua Duque de Caxias n.
63, acaba de reeeber a verdadeira tintura do Des-
nous para tingir os eabellos, o que se consegtie
(empreeando-a) com muita facilidade, e por este
motivo, eabellos brancos s6 tem quern quer.
Estao na moda
Os cinturoes de couro, proprios para senhoi^s,
qne recebea a Nova Esperanca a rua Duque de
Caxias n. 63, estao, sim, senhora, estao na moda I
Se quereis ter ou preparar um ramalhete de
cheirosos cravos brancos para o vosso casameoto
ou para outro lim apropriado, 6 Decessario lr a
Nova Esperanca a ma Duque de Caxias n. 63,
que alii encontrareis os meihores ports *>ovquel$
que se pdde desejar.
Bolas de borracha
Vendem-se de todos es tamanhos a rua Duque
de Caxias n. 6-3, na Nova Esperanca.
MLkn llttllbiU Singer 6 legitima se
a.ikr.BttiOfdaliotorian.tt.1 T
nao levar esta marca.
BE
(SmWe'ViMlin. fixa no braco da
ma-
^ttidS^fldt"viaf1?,nnI1 ^ "*ic-U&A' este grande estabeleciracnto tem ctaHchina.
No^. aMlf8 roa 0I um bom sortimento.de machinas para |
costura, de tDdoaoe autores mais aeredita- [
Para evitar feieffi-
cagoes notemse town
i
todos osdetaJbe? -orJa
marca.
dos altinnHnentena Europa, cujas machinas
Ho garantidas por nm anno, e tendo wn !
lrfeito artista para ensinar as mesmas, em!
qoakjaer parte rJ6ta cidade, como bem as-j
sim concerta-las pelo tempo tambem d'o'
anno sem despendio algotn do comprador, j
Neete estabelecimeuto tambem ha pu'rtencas
para asjnelmas>raael)ina ose suppre qual-
quer petja ajiio sejanecesaario. Fstas ma-
chinas trabalham com toda a perfcicao de
una e do pospontos, frauze e bonla toda
qualquer eostura por fina quo svja, seus
E!^ossodasegninteqaalidmk!: para tra-
Ihar a m*o de-3O!J000, 40^000, i3fO0O
e 509000, para trabalhar com o pe sdo de
80JJ000, 9OO080, 10000ar UCdOQO,
1205JOOO, 13O000, 150000> 200COOO e
2509000, emquanto aos autores nao ha al-
teragao de preos, eos comprailowa poderao
visitar este estabelecimento, que s>uilo do-
rerao gostar pete variedade de objpdoa que
iha sempre para vender, como sejai's: cadei-
ras para viagemr malas para viagetn, cadei-
ras para salas, dttas do balance, -ditas para
crianga (altas), ditas para escolas, eosturei-
ras riquissrmas, .para senhora, despensaveis
para criancas, do todas as qualidades, camas
de.ferro para homem e criancas, capachos,
espelhos dourados-para sala, grandes e pe-
qaenos, apparelhos- qneiros coin caho de metal e de marfim,
ditos avulsos, coihercs de metal fino, condiei;
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
turner; tarupas para- cobrir pratos, eateiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para torlette, e outros mui-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabeleciraento
que seacha abertode>de as 6 horas da-ma-
nh5- atd as 9 horas da noute a
Rua do Barao da Victoria n.
__________22.__________
l\ao ha mais eabellos
bratwos.
TINTURAWA JAPDNEZA. .
S6e unicaapprovada pclas aoademias-de
scieacias, recoiihecida superior a toda que
tem apparecitlo ate boje. Deposito princi-
pal & rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
quei do Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas do cabeliei-
rejro.
AS MACHINAS PARA COSIURA
DE
;

NAO
MAIS DE
TEM
TEM-SE
Porque?
Sao as meihores
Sao as mais baratas
Sab de dous pospontos
Sao mais -simples e rapidas
Sao doradOras a aperfei{eadas
. SJo uiil em uma casa;
111

Rua do Cabuga n. 11 A.
Vendn-se um escravo nifico proprio para enge-
niio' ou padaria, por preco muito em conta.
Vende-se a armacao da loja de calcados da
rua da Imperalriz n. 19, conhecida por BoU de
Ouro, com o traspasse da chave : a tralar na mes-
ma rua n. 7.
PJkNXO
DE
Algoiiao (la llaliia
Ha para vender das seguintes fabrieas :
S. Salvador.
Conceii;ao.
Valem.a.
Modelo. .
No eseriptorio de Luiz Duprat, rua do Commer-
cio n. 3i, 1 andar.
Taverna.
Faz melhor eostura com metttde daiinha que gastam
as ouiras e forneeem um meio de
I
BICHAS DE HAMBURGO
As mais recentes e raelhores.
Vendem-se na phaFmacia e drogaria de Bar-
tholomeu & C, rua Larga dosario o R&. 34.
Vende-so uma taverna na villa do ("abo, no pa-
teo da feira n. Hi : quem a pretender dirija-se a
mesma, eu a rua larga do Rosario n. 50.
Alojra-ae uma
pnr : quem precisar
n.'tt.
Vende-se piassava,
rua do Apollo n. 27.
I'iassava.
boa e murto em conta: na
PI1I1M
Lazinhas, fazenda de I 000 por 400 rs. o c ova-
do, sendo da largura de alpacas, padr5es bonitos ;
dao-se amostras a rua do Crespo n. 20, loja de
Guilherme & C.
Cambraias
Victoria fina a 2J-SG0 e 31000 a peca com toque.
E' pechincha : na rua do Quemiado n. 43, em
frente da praeinha, loja de Guerra & Fernandes.
J.O. C.Doyle.
Tem para ve ) < (i:
Cognac de Hennessy, superior e verdadeiro.
Viuho Xeres das meihores qualidades.
Bitters de Angostura.
Whisky. "
Cha preto em lattas de 10 libras.
Tedas as preparacdes chiraicas do Dr. Ayer : no
armazem da rua do Commercio n. 38.
Calcado estrangeiro.
Aproxima se o mez de dezembro, tempo em
.me o Paris na America, a rua Duqne de Caxias tf
69, 1 andar. tem de dar o seu balanco, dor. este
motivo, os proprietaries deste espbelecimento es-
tlo resolvidos a venderem sens eilcados pelo cus-
to, aflm de minorarem o trabalho ; jssim pois os
a[rreci4dores do bom, e com especfalidau'e o sexo,
arntrvel, para qnem o Paris ua AnteHca, conserva-
corh a devida decencia) o seu gablnete feserva;
psra a escdraa de calcado, JpMUtt
montrent-se do que precisarem.
Rua do Crespo.
Contiiiila a vender hara
ajmrar muito.
Brins de liuho de cores (peebmea) as.5l0260t
vara.
Pustao branco para roupa de meninos a rOa
o covado.
Lazinhas escocezas a 240 e ;280 rs. o covado.
Alpacas com Iistras a 500 rs. covado.
Brins pardos e de cdres a 400, 440 e 500 rs. o
covado.
Brin lona brano a 14600 a vara.
Cambraias pretas para lato a 240 rs. o covado.
Cretone de listras a 440 rs. o covado.
Chitas roxas a 200 e 240 rs. o covado.
Crn-cicnaplc preto de cordao a'2^400 o covado.
Cobertas de chita adamascada a 3500.
Colchas brancas e de eGres a 3{300 e 4i.
Len;6es de bramante a 2*.
Ditos de'algndAo-a 18400.
Toalhas alcochoalas a Hi a duzta.
Lencos de cassa com barra a If a duzia.
Ditos de dita abainhados a ii.
Ditos do esguiao ahianliados a 3*500.
Cambrai? lisa a 3^ e 45*iO0.
DiU Victoria Ana a'3/800.
Atoalhado a 3S a vara.
Cortes de casemira fina a 5/.
Fustoes de cures a \$ o corte,
Challes de merino liso a 2.
Ditos de dito estampado a 45, 445(0 e 5JC00.
Algodao de listras americano (com toque) a 320
rs. o~covado.
Camisas inglezas a 38i a duzia e 3*500 uma.
Esguiao fino a it a vara.
Brim preto trancado a 2S a vara.
Bramante de algodao a 15600 a vara.
Dito de linho a 2*500 a vara.
Cambraia de linho de cSras a 360 rs. o covado.
Algodao T a '5$ a peca.
Madapoloes baratos.
So na rua do Crespo n. 20.
Guilherme & C.
SEGWEDO ECONONIA E CELKRIDABE.
Obtem-se com o uso
DA"
INJECQAO SHOST
Unica, hygieniea, radical einfallival na cu-
re das gonorheas, flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
offerece como garantiadesalutaresresultados
a continuada appltcac,ao que sempre com a
maior vantagem se tem feito della nos hos-
pitaes de Paris.
Unico deposito-para oBrasil, Bartholomeu
& C, rua Larga do Rosario n. 34.
Para aquelles qtieleiii de snsNUMe
DE
Querem agradar a yaya ?
Querem agradar a esposa?
Querem agradar a iilba?
COMPREM UMA
(ACHINA DE u
Nenhuma casa esta completa
MACHINA DE SINGER
Sem caixa 80*000. Com cnixaj90^000
UNICA AGENLTA
EM
li i if nun
sem uma
A
45 RUA DO IMPERADGR 4U
De forca de d.ius a seis cavallos : a venda no
armazem de Joaquim Lopes Machado & C, tr-a
vessa do Corpo Santo n. 25.
Labyriiillios. bicos, rendas.
No eseriptorio de Gomes do Mattos, Irmiios, a rua da Cadeia
do Recife u. 40, 1. andar, eo unico deposito do que ha db
melhor, e bem acabado, que vem a este mercado, da cidade do
Aracaty no Ceara", quem os comparam com os feitos aqui na
terra, facilmente reconh;ceraa inimensa differenca, que vai
de uns para outros, tanto em preco como em qualidade.
Lindissimas toalhas de labyrinlho.
Frouhas de diversos tamanhos.
Lencos de todos os precos.
Bicos e rendas em profuzao.

Vende-se
potassa nova em meias barrlquinbas a 320 rs. o
kilo : na iravessa da Madre de Deosn. 14.
Vende-se uma mei-agua no beoco dos Mas-
eates n. 4, outr'ora becco das Miudinhas, chao
proprio : a tratar na ma da Santa Cruz n. 1, a
qualquer hora do dia.
Vende-se
nm excellente cavallo novo pToprio para cabriolet
e sella, por preco muito era conta : a tratar e ver
na rua do Dram n. 76.
Vende-se
nm vapor de forca de cinco cavallos, novo, proprio
Siara qualqoer mister, com bronzes de sobresa-
entes,'? por preco commode: para ver, no arma-
zem do Barao do Lhrratnento, e tratar A rua do
Torres H.-8J, indar. .
Vende-se e -terrene n. 36 da roa de -
Ju, mOTffl^Wua wrvgWlarpara D'rlo't5tpma_
rrttat SkttMma :"fua, tstertia da esrfuina 'fib
cJpitar-pWfcfHz.
- Vende-se a metade do sebrado de dous an-
dares e sotSo na ma de Pedro ABonso, outr'ora
rua da Praia n. 35 : a tratar na mesma rua, ar-
mazem n 26 A. E' vantajo'a a compra por ser
am importante predio, bem construido e de gran-
de rendimento pelos seus excellentes commodes.
Veude-se, ou ahiga-se uma das meihores casas
a Boa-Viagem, com um pequeno sitio para pasto
de vaccas, e terreno fresco para plantacao de ca-
pim : a tralar na rua do Imperador n. 83, I..-an-
TASSOIRMAOS k C.
Em seus armazens a rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descarocar algodao.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia era barril.
Phosphoros de eera.
Sagu. em garrafoes.
Sevadinha em garrafdes.
Lentilhas em garrafSes.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Perto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, dito.
Vinho de* Bordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Poles com linguas e dobradas inglezas.
Licores finos sortidos.
Cognac Ganlhier Freres.
Latas de toucinho inglez.
Barris com repolho em salmonra.
A vista desengana
madapoISo francez a RD000 a pe$a
Tem a loja d'America madapolao francez, 6
bom, e vende por este preco para acabar; na rua
do Cabuea n. 10. loia d'America.
"Vende-se njoa teverna, sita na Barro, praja
j^'CBpta: airatamainema.
rua (do
Queimado
Vende-se
trastes de jacaranda e amarello com pouco us.-,
em perfeito estado, e tambem um meio apparel!.j
de louca para jantar e um dito de porcelana, fino,
branco, para almoco. Vende se per ter o dono de
se retirar para Europa : na roa da Imperatriz
n. 54 A.
Potassa da Russia em meios
barris a 500 rs. o Mto
Desembarcada ha poucos dias : veude-se no
eseriptorio de CMiveira Filhos & C, largo do Corpo
Santo n. 19.
VENDE-SE
pes desapoti. abacate, parreira, romeira, pinheira.
larangeira cravo, roseiras de varias qualidades, e
ontras flores : na rua do Visconde de^oyanna n.
101, outr'ora Mondego.
-
-
JIadiinas
Por baratos precos para descarocar algodao, de
12,14, 16, 20,23, 30 e 35 seriw.
Cunha $ Manta
3-Itiia Marquez de
om barra a 400 rs. o cofado,
n.43.
E' barato I I
Baptistas Bnas com lindas barras gostb a ckiaa-, -
za, ultima moda, pelo diminuto preo de W rs.: a "??'?' ?a ?"" B
o covado, loja de Guerra & Fernandas,daa-st. '-I**"* ifth Wrre >te terro: na
amoatras. i Apoflo n. 14.
VENDE-FE
barns com carne de vecca a A porto, salgtdt>
para mantimentos de navios : no armazem de Tas-
rua
fc
1
llEfilVEl
^
i


-
I
1
Diari
todfafertrir^iMMftk
P0SPQHTOS
Na lojadc Scares Loite^Irraaos, a rua, da Ba*ao da,
Victoria bv2&
SOARES LEIIE, IRMAOS
UNICOS AGENTES
A'
Rua do Barao da Victoria n. 28
la maiB simples,, as jnais baratas e as melhores do mundol
Na eiposicao de Paris, em 1867, foi concedido a
Elias Howe Junior, a medalha de ouro e a condecora-
cSo da Legiao de Honra, por serem as machinas mais per-
feitas do mundo.
A medalha dc ouro, conferida a E. Howe Junior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na eiposicio de Londres acreditam
estas machinas.
Luvas de pellica com pequano. toque,
a 200 rs.
Abotoaduras para collete, grand*, sorti-
mfcnto a 120 rs.
Caixa dc linha de marca, a 200 rs.
Lamparinas a gai, dando uma lua muito
boa, a ijpoOO.
Ouzia depots de corJao. imperial, a
240 rs.
Caixa de botdcs da osso par a cal$a,j a
200 rs..
Duzia de carreteis de lioha, 200 jardas, a
600 rs.
Idem idem 60 jardas, a 240 rs. .
Mm;i! de Pita chnibza, a 800rs.
Caixa de linha com 40 novellos, a 500 rs.
Meios aderecos.com camafeu, a 500 rs.
Garrafa detinta roxa cxtra-fina.a 15000 nel, 10 00.
Espelfaos de molduw donrada, de todos
ostam annos e pre^os^,
PSRPUMftRM* E. M1CDEZA9.
Frascocow, oleo Oriza. verdadeiro, a
Idem com toaico da. .Kemp, verdadeiro, a
laooo.
Garrafa de agua floridaverdadeira a 19200
Garrafa d'agua japoneza, a 19000.
Idem idem dijvjna,, a 19000.
Idem idm Magdaleua (noviJade) a
19200.
Caixa de pos para denies, a 200 rs.
Idem idem de pos chinez, muito bom, a
500 rs. e 19000.
Pote coimopiaUlde Rwger, Rimel e Gros-
dita ingleza, preta, a 100 c
muito boas, a
908000
Potes com
160 rs.
Caixa de penuas Perry,
19000.
Idem idem, a 400 rs.
Caixa de enveloppes tarjados, a 500 rs.
Idem idem forrados, a 700 rs.
Caixa de papel amisadt:,
a 800 rs
Duzia de sabonetes de amendoa, a
39600.
Duzia de sabonetes de aniinho transparen-
tes, a 29200.
Idem idem com flOres, a 19500.
Sabonetes Glycerine transpa rentes, a
j 19000.
baira dourada,ig^Caixa com sabonetes, formato defructas,
!a 19000e 19909.
Cabo-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
lork, estabeleceu nesta cidadu a rua do Barao da Victoria n. 28, um deposito e agencia
t-ral, para em Pernambuco o mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
.oa de.Hewe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeicio de seu trabalho,
trnpregando uma agulha mais curta com a mcsma qualidadede linha que qualquer outra,
pela introduce^ dos mais aperfeicoados apparejhos, estamos actualmente habilitados a
?fferecer aoexame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas macHnas sao as seguintes:
Primeira.0 publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
drcumstancia de nunca te'rem apparccido no mercado machines d Howe em segun-
< mao.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Tcreeira.11a nellas menor friccao entre as diversas pecas,
*o que nas outras.
Quarta.-^-Forraam o ponto como se fiira feito a mao.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se n8o consegu^
tat outras. .
Sexta.Fazem ponto miudo em caseraira, atravessando o fio de um i outro lado,
* logo em seguida, sera modilicar-se a tensao da linha, cozem a fazenda mais
tna.
Setima.0 compressor 6" levantado com a.maior facilidade, quando se tem de mudar
te agulha ao comecar nova costura.
Oitwa.Muitas companhias de machinas de costura, tem tido epocas de grandeza e
iccadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
audancas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
(doptando a opiniao de< Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constanteraente
'ugnentado o sou fabrico, e hoje na altende a procura, posto que faca 600 machinas
>or dia.
fjvja machina acompanha livretos com instrucQ-fle's em portugnez
Idem idem idem lisa, a 600 rs. Cosmeticos.graudes e pequenos, a 100 e
Duzia dc talheres cabc branco, 2 ,B., a 800 rsi
de papel pautado, a 49O00
59000
Resma
e 59800.
Mem ideraliso, a 2JJ800, 39800 e 59060.
Coques inodernos, a 33000.
Duzins de pecas de traumas de caracol
branca, a 500 rs.
Idem idem lisas, a 200 rs.
Leques de osso e sandalo, a 29000, 49
Frasco com agua de eolagne, a 200, 310,
300 vs. e 1|000l
Extractos muito fino6 dos m- lhores au-
to'res.
Lindas e elegantes caixiuhas'coin perfuma-
rias, propriaspara presentas, dos autores
E. Codray, Rieger, Gelle. Kreres.elc.
Qaadros com santos e cstampns separa-
das.
Entfemeios e babados transparentes e ta-
e69000.
Fita de velludo de todas as cores e-larju- pados.
e mends rapido estrago | ras. I!mn grande taboleta propria'paTa qual-
-*1icroscopios com 12 tistasjfa 69000. quer loja.
Frasco com oleo para machina a 400 rs.
Rua do Barao da Vieloria it. 28
cmna acomnanna livretos com
V96^000 A 90*000
SOARES LEITE, IRMAOS
A".
do Barao da Victoria n. 2 8.
BAZAR DA RUA DIREITA
HOJE
M&RCILIO DIAS N. 51. ,
Este estabelecimento sempre solicito em offerecer a concurrence do respeitavel pu-
hco um compfeto sortimento de miudezas, calr^ado francez, chapeos e quinquilharias a
n-e^oi os maii razoaveis possiveis, para o que rccebe quasi todos os scus artigos de pro-
.-ia encommouda da Europa e America, vem dar oublicidade dealguns artigos por cujos
&ra.;os bem so pode avaliar os precos de outros rauitos quc"se tornaria enfadonho pu-
olicar.
MIUDEZAS.
LS paVa bordar, da melhor qualidade, 1,
ibra por 55500. I
Agulhas francezas, fundo.dourado, a cai-
unha com 4 papeis a 60 rs., 240 rs.
Voltas de Ala de yelludo com lindos co-
Voltas para o nescojo, fingindo camafeu,
'.orapanhadas com 1 par de brincos seme-
uante, tiido por 29500.
Linha branca de 200 jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
duzia.
Dito de dita de Alexandre, nnmeracSo a
gosto do freguez, a 1#100 a duzia.
Diademas dourados de 19500 a 39000.
Ditbs de tartaruga com flores a 29000.
Ditos com borboletas a 19500.
Brincos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaquet de 500 rs. a 29000.
Ditos dourados, duzia de pares, a 19500
t 29000.
Voltas de aljofares com brincos, a 29500.
Ditas de ditos com cora^Qes a 19000.
Ditas de ditos de contas com cassoletas, a
800 rs.
Rosetas de plaquet a 19 e 19500 o par.
Gravatas de soda para senhdras de 19200
a 29000.
farures com 2 lacos para cabeca e peito
s 39 e 49000.
Entremeios e babadinhos bordados de 360
rs. a 29400 a peca.
ttaldes de seda brancos e de cores, de
19500 a 29500 a pega.
Ditos de algodSo e seda, de 19 a 19400
peca.
Ditos de algodao, a 100 e 500 rs. a pega.
Trancinhas de coees, a 100 e 500 rs. a
pega.
Leques de marfim a 59 e,89000.
Dites de sandalo a 49500.
Ditos de madeira imitando, a 29000.
Ditos de papellSesa 19800.
Coques para senhora, a 39, 39500 e 49.
Aderecos fingindo coral, compondo-s'e de
tlfinete e brincos por 29000.
Dito dito. pretos por 29500.
Ditos de plaquct; compon(lo:se de alfinete
e brincb, sendo de muito gostq, por 59000.
Toalhas de labyrintho
Na l(qa.do Pa^so.raa Prirneiro de Maroon. 7
A,vande'-se ricas toilhas it labyrintho, propnas
ara bapfeadoa e casarheritis.______
Bramahte de 4 larguras a
1^300 a vara
Vende se braraante de qiialro larguras mnito
bom parjJfBfoes' na rua do Cabuga o. 10, loja
MIUDEZAS.
Brincos dito de dito por 29500.
Botoes dc setim pretos e de cflres, a 800
rs. e 19000 a duzia.
Franjas brancas de seda de todas as lar-
guras, a 19000 e 19400 o metro.
Ditas de cores e prctas a 800 rs. e 19000 o
metro.
Galdes pretos de seda, de muito gosto de
00 rs. a 19000 o metro.
CALCADO FRANCEZ.
Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
49500 o par.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
alto, a 59000.
Dttas pretas enfoitadas, ultima moda, a
69000.
Ditas dita de cotos, canno alto.enfeitadas,
a 59500,
Ditas para meninos, pretas e de c6res, a
39 e 49000.
Completo sortimento de calcado de case-
mira, Chariot, tapete e tranca, mais barato

N. 4Rua do Cabuga
IOSEPH ERAUSE
DE
va
GOMES DE MATTOS & IRlttAO
Avisam ao respeitavel publico desta cidado queo sortimento de joias, de subid
lor, que existia em seu estabclecimento, esl4 completamente reforcado com o mais-ele
ganle sortimento dc novas joias, que receberam directament pelo ultimo vapor da En
ropa, constando clle do mais variado sortimento de aderecos & Boulevard, pulseiras d(
ultimo gosto com pedras preciosas c sem ellas, brincos d'argola, agraffes para relogic d*
senhoras, delicados aderecos para meninas, meios aderecos xle'camafeu lindissimos, voltas
de nogordios para senhoras, correntes inglezas de ouro e de platina, variada quantidbd
de bot6es~para punhos e peito, com eirrbltrnns ma^onicos, de oni*, tecido de-ouro, caaa-
1l"j. etc., brilhantes monstros de rarissimas agoas, em anncis, rozetas, pulseiras, alfire-
tes e botoes, e outros muitos otijectos de ouro de melhores fabricantes de Paris, que st
vendcrao com grande roducc.ao de preros, par serem elles reebidosdirectomentede set!"
cornmittentes.
Os proprietarios doacreditado Mt'ZEU DE JOIAS,' tendo seu eslabeiecimento' aberti-
ate8 hdras da uoute, convidam as familias'que se quizerem prorer de lindas joias, *
vircm scolbn-lns a Vontade, para o que e?'f em exposHjao nos mostradores.-
4g parofawf os cabelios'piie-
tos.
i A apuia branca, a rna Uuqne d"e Caxias n. 50,
acaba de recebac now remesea da apreeiavel agua
'lorida para fitter os cabellos pretos. 0 bom re-
sultado colhido por quern tem feito use dessa
inoffenma prepara<;So a temallatnente conceitua-
do,e por isso apenas se laz-lenbrar a quem no-
-rmimVTii'T'i precise e quetra se aproveitar de
sui utilidade. Tauibem veio agua de topasio e
oieo florido para o mesmo mo, e Uo acredilados
eomo aquella.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de cores.
A agnia branca, a jua do Dnqne dj Caxias n.
SO,; recebea novni e bonius volla* e brincos de
grosser fljotares da cores," e como sempre cooti-
nua a venUe-las por prego comniodo.
Novos diademas dourados e
com pedras.
A agnia branca, a rua do Duque de Caxias n.
50, rccebt'.u novo sortimento do bonilos diade-
mas dourados e com pedras, tanto para meninas
como para senhoras.
Coliectjoes de traslados on
normas para escrever-se.
A aguia branca, a ran Dnqne de Caxias n. 50,
receben nevae coUeccoes ou normas para as crian-
cas aprenderem a escrever por si mesmo, hoje tao
usadas nas aulas e collegios; e como sempre ven-
de-as por preco commodo.
Meias craas finas para meni-
nas e senhoras
A loja d'aguia branca, a rua Duque de Caxias
n. 60, recebeu novo sorlimeoto daquellas tao pro-
coradaa meias cruas para senhora, vindo igual-
menie para inenina*, e contimia a vende-las por
pregos commodos.
t eo8 ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, a rna do Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu benitos veos ou mantinhas
pretas de seda com Cores, e outras a imitacao de
eroche, e vende-as pelos baratos precos de Zl,
4# e 6JOOO. A fazenda 6 boa e esta em perteito
estado, pelo que contiuiia a ter prompta extrac-
c3o
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros e gala-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da agnia branca, a rna do Daque de
Caxias n. 50, recebeu novog grampos com bor-
boletas, bezouros e gafanhotos, o quo de certo i
perfeita novid de. A quantidade 6 pepuena, e
por isso em breve se acabara.
Novas gollinhas ornadascom
pelucia on arminho
A loja d'aguia branca a rc.a Dafjue de Caxias
50, recebeu uma peqnena quantidade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho de la e seda, en-
neitadas com arminho, obras estas de muito gosto
e inteiramente novas.
Grampos,^ brincos e rozetas
dourados.
A loja da agnia branca, a rua do Duque
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas de aco, e como.sempre conti-
nue a vende-los por precos razoaveis
Caixinhas com p6s dourados
e prateados, para cabellos.
Veude-se na loja da Aguia Branca a rua do Dn-
Ee de Caxias n. 50.
uvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Aguia Branca, a rua Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu novo sortimento de luvas de
pellica, pretas e de outras cores.

AlTIMHf IH fa ftlilll)
Rua da Mad re de Deus n". 10 A.
Jos6 Doraingues do Canno e Sil* participa aoa
e amigos qne no seu aroiazera a
rna d le Deus n. 10 A, se acha um com-
> de fnmoem fardos de i.aienta i.%
J.1 e 8. sartei", dos melhores fabrirwites .la ?shla,
e bem asslm a Obr ,de todos os Cunios de corda
em rolos, pacotes, latas granges e pequen\ ian>
Bem dos mut acreditados fcbrlcantes Tones k
Aranjo, Lizaur, Adolpho Schmdt & (.., Lizaur
Schmidt A C, VeigsgA Aranjo, -Ttindade i ;.v-
lar, Teixeira Pinto A Portella (garantido peloa
mesraos) e de outros ainde nao cnihccidos pelo
publico desta capital. O annnncianle d eel ara qua
lodo fumo qne for vendido em sua pelo
seu justo valor, e que quando garantir a respe. va qualidade, sera sincero, mui paiticiilarmeota
com as pessoas queponco entendam da niat.ria ;
pois para bem servir a todos, tem o aiuiuiiciante
-fc>Bga pratica de 13 annos deste coinmercio.
Hesperidina
DO
BAZAR NACIONAL
Rua da Iinperatfiz'n. 72
DE
Lourenco Pcrcira Hendcstiuimaraes
Verdadeiro biter hesperidina, superior o ^cre-
ditado : a venda no armazem de Tara inpios &
C, rua do Amoria r.. Z".
Vende-se uma prefc de quarcnta e Urntos
annos, sem habilidades : na rua do Barao d,. Vie-,
ton a n. i'J.__________________,
Gunha Iruiaos e C.
Rna i!u lladre de Dcos n. 34.
Vendem vinhos do Porto dc todas as qunlidudes;
garantindo-os, e a precos coinn odos : '
Barria de quinto e decimos para pasta das bem
com ccidss marcas Meneres e Cham
- Ditos de quinto linosieneres, Cliamiro, Costa
liuimarifs.
Decimos encapados, superior qua'idade.
Caixas dc uma duzia, de toda a qualidade, ate
aos afainados^ Oravatinha Azul-18'.4 e 18'.0.
Mwm
Sacam sobre o Porto ou Lisbon, a pzazo e a
vista.
firfassa
Tanibem vendem potassa da Bussia, nova,.em
barris peipicnos.
Ira du be mm
SAUDADEB.
Amaral, Nabuco & C. acabam de ro'ebcr um
variado sortimento de capellas funebrus com as
seguintes inscripcoes:
A meu pai.
A minha mai.
A men esposo.
A minha esposa.
A intu filho. .
A minha filha.
Saudades.
Amizade.
Lembranca.
Vende-se no bazar Victoria, rna do Barao da
Victoria n. 2. '
Bazar Victoria.
Amaral, Nabuco & C. receberam completo sor--
timento de bengallas de canna, proprias para des-
canro de velhos, dc rheumaticos, etc., etc., e ou-
tras de pbanlasia, completo sortimeutu de rhapeoa
de sol, bengallas, umbellas, etc.. para senfi; para homem, com cabo de marfim com (Iguras de-
metal, lisos, etc. etc. Estes ulejs e especiacs ar-
tigos vende-se na rua do Barao da Vietonaji^i.
Rape Rocha
a 18r00a libra : na rua do Vigario n. 7. primei-
ro andar.
jO % *o que em outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Ricos cbape"os de palha d'ltalia, para se-
nhora, a HJOOO.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 169000.
i Completo sortimento de chapeosinhos para
meninas e senhoras, de 2JW00 a 5$000.
Chapeos de sol de s&da, inglezes, cabo de
marfim a 16#000.
tiitos dito de merin6, cabo de metal mui-
to bonito a 55J500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 67000.
Ditas dito cabo de marfim a 95000.
DIVERSOS ARTIGOS.
Granadine para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a 650 o cr>
vado.
Pannos de crocWt para cjtdeiras, a 1I&800
e 2$000 cada um.
Ditos para so, a 3J0'e 41^000.
Toalhas de linho para rosto, a 19300 cada
uma.
Ditas de algodSo alcoxeados, i 640" rs.
Colxas de crochet para cama de casal, a
6*000.
CaK do Ceara
Veode-se i^ife do Cara de 1" qualidade, em
satcos : ao armazem de Cuuha A Mania, rua do
Marquez de Olinda n. 23. ,
Mobilias
Cadeiras dte guarnijSo mnft'o baratas.
23 Rna Marqoez de Olinda -23
CUNHA A MANTA.
Aproveitein
Ainda restam algumas pecas de superior fazen-
da pretade la com D^quenas palmas e salpicos de
lo algnmas com baras, e" ami fazenda
recommendavet pela qualidade, pela largura, e
por fetrropa; estap sendo vendidas pelo diminuto pre-
eo de 500 rs. o covado : narua Duque de Caxias
a. 88, loja de Bastos Irmaos.
Deelara a seus freguezes que tem resolvido vender o mais barato que for pessivel,
saber:
CfllTAS A 160 E 200 RS. 0 COVADO.
Vende-sc chitas francezas largas com to-
que de avaria, a 160 e 200 o covado. Di-
tas limpas a 240, 280 e 320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
Vende-se cassas francezas a 320 e 360 rs.
o covado.
LASINHAS A 200 RS.
Vendo-se lSsinbas de cores para vestidos,
a 200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A400RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
640 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 1^600.
Vende-se cobertas de chitas de ceres, a
10600 e 20000. Ditas de pello a 10400.
Colxas de cores a 10200, 205*00 e 4$0O.
CHALES DE LA A 800 RS.
Vende-se, chales
rs. e 10000.
Ditos de merip6 a 20, 30, 40 e 50000.
CAMRRAIA BRANCA A 30000.
Vende-se pe$as de cambraia branca Irans-
parentes e tapada, a 30, 30500, 40, 40500,
50 e 60000.
SAIAS BRANCAS A 20000. ;
Vende-se saias brancas e de cqres, para
senhoras, a 20000.6 20500.
BONETS A 500' RS1. ?
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapeos de palha, pello e
.massa, a 20, 20500, 80000 e 40000.
MADAPOLAO A 30000.
Vende-se pecas de madapoiao enfeatado at
30000. Ditos inglezes para os prfe^os de
|;4, 40500, 50, 60000 e 70000.
ALGODAO A 30500.
Vende-se pecas de algodao, a 30500, 40,
e #0000.
BRAMANTE A. 10600.
' Vende-se bramante com '10 palffioa de-
largura para lencol, a 10000, 20 e 20500 o
metro.
GRANDE LIQUID ACAO DE SABONETES 180 RS.
Vende-se uma grande porelo de sabone-
tes inglezes, a 200 rs-. DHos franoiees com
cheirb a -320-e 500 rs.
CORTES 'DE'-BKI'MDE CORES A 10500.
. Vende-se- cortes' de brim de cores par.
calca, a 10600 e 2*000.
BOTINAS A 30000.
Vende-se botinas para soahoras, a 3000b
80500, a ellas antes que se acabem.
BlOUPA FEITA NAC^OKAt.
Vende-se cairfisas braneas, a 10600,
20500, 3000*0 e 40000.
Calebs de casemiras de cores, a 50, 69
70000.
Palitots de casemira, a 40, 60 e 80000.
Seroulas a ljj e 10600.
BRlttDECORESA 440 RS.
Vende-se brim de todas as cores t hi*
rs. o covado.
LENgOS BRANCOS A 20000 A DUZIA.
Vende-se' a duzia de lencos brancos, i
de Ik de quadroa a 800 20000. Dftos com barras de cores a 3000'
Ditbs' de linho a 50OW. s
tbAL'fiXS A 800 RS.
Vahde-se'tba'lbas par* rosto, a 800 r. .
GftAVATAg; D*^EDl' r*ETA A500R5
Vende-se gravatas 'd&seUa'pfeft, a 60*
rs. cada'uma.
CHITAS P,AftA COBEB.TA- A 280 RS.
Vende-se chita para coberta, a 280 6 !
' BONETS* PARA' MENTnOS A 10500.
Vende-se bonetes para naenkiios, a 105O
ESPARTiLflos Para seShora a 30500
Vende-se espartflhos para senhorar
80500,
GLUNfU'HffES
AWORBvO'GOVfllOai.-
Vende-se gratwdiww con* listras de sOdK
para vestidos de senhora, a 800 rs. e 10OO<
o-eovadV.
COIAS 0 CHOCWfr A 60000.
Vende-seriea6Golchasde crochet para c
mas a O0OOO.
PANNOS DE CROCHET A 10500.
Vende-se pannosde crochet para cadeirat
a 1^1500 20000.
CASSAS PARAPH
DE
Fazendas finas
NA
Rua l. (le Marco n. 7 A.
DE
Cordeiro Simoes & C.
E esta casa, sem duvida, uma das que hoje,
^ode com primazia apresentar aos seus fregnezes
um variadissimo sortimenlo de fazendas flnas pa-
ra grande toilette; assim como, para o uso ordi-
iano de todas as classes, e por precos vantajo-
sos para os cempradores, de cujas fazem um pe-
queno resumo.
Maud am fazendas as casas dos pretendentes,
para o que tem o pessoal necessario e dao amos-
tras mediante penhor.
Cortes de seda de lindas cores.
Ditos de gorgurao de cores.
Orosdenaple do todas as cores.
Gorgurlo branco e preto.
Setim Macao preto e de cores.
Grosdenaples idem idem.
Veludo preto.
Granadine, eda preta e com listras de cdres, lin-
dissima", padroes e fazenda da ultima moda.
Popelinas de lindos padrdes.
Filo de seda branco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Mantas brasileiras.
Coicbas de seda para noivos.
Cortes-de ca"mbraia branca com lindos bordados.
Caipellas e mantos para noivas.
RiquisSimo sortimento de las com listras de seda.
Lamttraiae de cores.
Ditas marinozas, braticas e de cores.
Nansuck de lindos padrdes.
BSptista de padrfles mui delicados.
Percalinas de quadros pretos e brancos, de lis-
w, tras, etc.
prins de iiriho de cores, prbprios para vestidos.
com barra-e listras.
Fuseo de lindas cflras.
Casaquinhos de la e de todas as cdres, para se-
nboraf,
paias bor'dadas para senhoras.
'damls'as idem 'idom.
.Vestowios para Tneninot.
litos para baptisados.
fiapeos para ditos.
oalhai" o guardanapos adamascados de llnno de
e'ote's para'mesa.
lidlchas de H.
gortinados bordao.
Jarfiisns^.bordadas para homem.
fteias d~e cores para homens e meninos.
3fitttfe'tb sortimetrt6 de chapeos de sol para no-
um* Won, com cabo demarflro.
Merino de cores par* veMidof.
Atdalhado de liiftio e algodao para toalhas.
Atealbado pitrno.
Bfihs'de lirtho tJC0, rJrem e de cores.
Setim do hadas core6 e com listras
Chales de merino de cores e pietos.
Ditos 3e casemira.
DfWS oVs-eaa preta e de c&rW.
Gacaisas de liaho.
jtae de ebiu,
ijtas de fjanella.
lirouWs' to Drltrl a afttotlld.
wfifa'jvo ^v Ht'oe ewas
[Wanes'^earoehet para c*4eira, tofa e eonsoilos.
ClhM. de dHo.
Tarlaianade todas as cfi'res.
EspartTOos Wsos e.boMst*.
Fonlatd' Reseda.
ICasacos a tricot. f. ..
iRfcoe erMs da vestidos 4e Unb3 para sentora,
I dedlTersas cdres, cam os coApetenlft nrtei-
.easetfrtras prefcs e 8e edre, ctatte, madapoWes,
cambraias, panno fino preto e ami, aoUannboa,
^^^^toavaus, luvas de pellica, oil
Botinas para senhoras.
A 3*500 E 44000
Ims cscocezas a 8^0.
E' pechinchp
Na rua do Crespo n. 10.
|-iptMUtt*i^
Xarope d'agriao do Para
Antigoe conceituado medicam nto p 'a
cura das molestias dos orgSos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com optimos resultados no
escorbuto.
do Ric Janeiro
mazem n. 16.
Caf6
vende-se a rua dc Vigario, ar-
AttenQao
Vende-se a taverna da rua Imperial n. 42, com
poueos fundos, propria para qualquer prmipian-
te, per ser a armaeao e suas perlenc-.i.s baratis-
simo ; o morivo da venda 6 por ter ue relirar-se
seu dono com a familia para o malto a liatar de
sna saride e nao poder apreciar a grande eoncur-
rencia que ha nesta rua em tempo de-safm; % rra-
tar na mesma.
GRAND!
Pechincha
Excellentes gorgurdes de lie seda, d.' nui bo-
nitos e novos padrdes, fazenda bastante Urna e.jd
muito boa qualidade, so se encoatra na rua Du-
que de Caxias n. 88, loja de Bastos Irmao, pelo
modico preco de 640 rs. o covado.
,,serdi
e
Cbegou nova ftmess* desse cafe sem ffic7para
a confeltaria do Campos As pessoas que esUvam
aeostnmadas a saboriar dotal cafii podem agora
ir compralo a. rna do Imperador n. 2't
CONFE1TARIA DO CAMPOS
Os vnMhns .
Vinhos de Bourgogne
marcas
Chambertin
Pommard
Virile
Volnay
Beadne
Monthelie
Dito Bordeaux em quartollas.
PARA LTOXitDACAO DE OOTAS
NA
Itua L,arga do R(Nirio n. 34.
Botica.
muito barato. I muitas fazendas em liquidate A, antiga do Creapo.

no dia 4 do cor-
eale, ninguem tem eimento da:
Portland, desembarcado
rente, ninguem tem eim<
mais novo nem de melhor, qualitJac
venda no armazem da be
sa da rua do Imperador.
1
*






rfi-i K II


fatabro-de 1S72.
JDBISEftDflEJtGiA.
-
..


Doutrina.
Escravos entre bens do evcnto.
I
Na collecg,ao de leis, m-iis disposigo*s
do anno de 18"?*; encontra-se o av. n. 318
do l'> de sf.'iembro, sustontando ainda a
horrivel ide"a de rebaixar o honem a pon-
to de o equiparar ds couiai achadis d
vento 1
E isto quando tanto so falla em aeabar a
escraviddo, em extinguir a escravatura, e
quando impera a lei aurea, que foi proraul-
gadaem 28 dosetembro Tad inesperado anachnmismo, tao farrea
iniqm lade excitou-me a vontade, que tinha,
de expor humildei reflexoes, nascidas de
ininha admiragdo, de no seculo XIX, no
seculd cbamado das luzos, vcr suslentada
tdo vergonhosa doutrina I
N > corpo das velfias Ordona^o^s ndo ha
disposiclo, que comprehenda os escravos
nos bens do vento (hoje do evento], como
nos mostra a leitura e c mibinagdo da Ord.
Liv. %\ Tit. 26 17, o Tit. 32 com a Ord.
Liv. 3* Tit. H :
E o mesmo se pole dizer do repertorio
das Ordenagoes, tanto no que ivf<;re sobre
bens vagos, como sobre bostas achadas do
vento, e cousas acbadas do vonlo.
E tratando a Ord. Liv. 5. Tit. 62 in pr.,
e nos 1* e 2* de escravos fugi los, ndo
os leva i tal classificagao, ndo os manda
arroeaJar, e arromatar, o que alids determi-
ne em relacio ds bestas e gado no 7", em
que manda guardar a Ord. do Liv 3 Tit.
94.
Na legislagdp posterior ds Ords. enson-
tram-se .as Provisoes de 26 do rnargo e de 3
de abril de 1720 (Systema dos Regiifientos,
Vol. 3', pag. 176*e 177), que mandim
arrecadar pelo juizo da provedoria os es-
cravos, d quo so nao saiba senbor
Mas apezar do rigor, apezar das ideas do-
minaotu* em tal epoca, nunca se deterrai-
nou cousa alguma senao para individuos
rcconbecidamente escravos, i?to e, para os
que dizeado-se escravos nao podiam dizer
quern eram sous senhores, o que ndo era
possivel ter como livres atteniendo a" re-
cente chegada da Costa d'Africa ; era isto
uma triste consequencia da dura necessida-
de de sua iinportagao. Actualmente naose
pode dar esto caso, porque, por mais bru-
to quo seja o individuo, pode dizer, se e
escravo, e a quern pertencc ; o entao devc
prevalecer a regra gi;ral em favor da liber-
dade. E com razao, pois todo homem 6
reputado Iivre pelos principios de direito na-
tora!, quo foram adoptalos eseguidos pelo
nosso direito posilivo, como domonstram as
Ords. do Liv. 4, Tit. 11 4 ; Tit. 42
Tit. 61, 1"; oAlv. de 30 de julho de
1609 ; a lei do 1 de abril de 1680 ; a lei
do 6 de junbo de 1755, 9" etc.
A escravidao nunca se presume, e por
isso urn individuo, que por seu estado, e
circumstancias possa despertar suspcitas, e
attrabir as vistas d is autoridades, ndo pode,
ndo deve ser considerado escravo, salvo se
o confi'ssa, ou se se prova cm forma devi-
da ; f"ra dislo e livro :
Sc eonfessa, ou so prova-se, que e escra-
vo, va rcmettido a seu senhor, quo 6 res-
ponsavel pelas despezas, que se tonbam
foito.
E nem pole escapar, que ba pcrigos a
prcvenir, c que e do todo interesse cvitar
abiisos .ecscandalos. Pega-se um indivi-
duo de cor prc*a, ou parda, quo se des-
confia ser escravo, mas que e surdo-mudo,
ou idiota de classotal, quo o faga equiparar
a um bruto ; nao sabo lor, e nem escrever ;
ndo snbe explicar-se por qualquer modo se-
goro c certo ; e levado por bom do evento,
e arrematado 1
Quern pode asseverar que 6 escravo ?
Deve pelo contrario ser tido como livre,
e 0 pr cedimento das auto; i Jades devc sor
em relagao a cste estado.
Quando desembargador na Relagao do
Pernambuco intervim em um procojso, que
fez conbecido o escandalo occorrido com o
preto Manocl, cisado, carpiua, e morador
na cidado do Recife. Foi elle ngarrado co-
mo escravo cm uma villa d > interior, e ape-
zar de dizer que era liberto, apezar de sus-
tentar que tinha carta de liberdade, foi arre-
matado como bem do evento.
E o mais espantosoe, que os interessados
diziam que era Manoel escravo dos fra Jos
de S. Bento, e em vez ue o mandarem a
seus inculcados senhores, procederam d sua
arrematagao...!
A figura do preto, e o seu officio excita-
vam cobica. -
Felijmeute a Relagao de Pernambuco,
por Accordao de 5 de abril de 1859, decidio
a favor da liberdade de Mano?l, quo fOra
infeliz no juizo do Rio Formoso.
Mas como reparar os prejuizos, os tor-
ment s, as surras quesoffreu elle?"
Vejam-se a este espelho... 1
Julgo.que vem muito a proposito o exem-
plo do queoccorreu, quando cxercia o lu-
gar de juiz de direito na capital da provincia
do Maranhao.
Estando em correi^io, foi-me apresenta-
do um processo da provedoria, baseado em
officio do presidente da provincia sob n. 13
de 22 de dezembro de 1847, no qual or-
denava S. Exc. ao juiz municipal da segun-
da vara da capital, que cumprisse o captulo
5*doRegul. de9de maio de 1842 paraJ
com quatro individuoso cafre Henrique ;
o crioulo Jose ; o pardo Yenancio; eoca-
brafulix, que'naviam sido encontrados
eatroos IndiosMatteirus, eapprehendi-
dos em 1846, nSo sabendo uma s6 palavra
da lingua portugueza, nao se podendo co-
lher informacoes d seu respeito, havendo
-openas indkios de terem sido ainda infantes
arrebatados pelos selvagens. Foram repu-
tados escravos, e como taes bens do eveuto.
Mandei sobrestar o andamento de seme-
Ibante processo ; officiei immediatamente ao
presidente da provincia (era 14 dejunhode
185), fazerido ver que seguudo as regras
do direito, aquelles quatro homeos nSo s6
n?"o podiam ser reputados escravos, como
deviam ser tidos como livres. 0 presidente
deu de tudo conhecimenlo ao governo im-
perial, e este declarou, que deviam elles
ser repotados livres, e mandou-os empre-
gar no servico do registro do porto.
E para su promulgar o Regul. de 9 de
maio de 1842 na parte quo abrange os es-
cravos nos bens do evento, e tor isto a ne-
cessaria for^a e execute, estaria o govorno
imperial competentemente autorisado?
0 art. 17 da lei n.243 de 30 dehovem-
bro de 1841, s6 falla em bens de defunlos
e ausentes.
Sogundo mn fraco modo de Jttflh|
sio eslas materias de naturoza bem d ana,
o quemo parece saliente t par da legislacio
respectiva. Dos bens vag* fallam as Ords.
do Liv. 2r, Tit. 26 17 e Tit. 31, e Ord.i
Liv. 3, Tit. 94. Bos*ens de defuntos
ausentes fallam as Ords. do Liv, 1*. TK. 62
38 ; Tit 88 e Tit. 90 ; c depois o Re-
gimentode 10 de dezembro de 1613, etc.
A arrecadagSo dos bens vagos era polo
juiz da fazen la ; a dos defuntos e ausentes
pela provedoria, ejuizo dos orphans.
JVao ultrapassaria o governo as raiasda
autorisacao ?
Atrevo-me a dizer, que assim parece.
m
Ninguom contestara quo e geral a anti-
pathia, o horror em ver, nos tempos que
correm, e com as ideas dominantes, con
templar um homem como bem do evento,
compara-1* as bcslas, e cousas achadas do
vento...I m
E tambem nSo 6" para desprezar a consi-
deracao, que o Estado com as taes arrctna-
tacoes vem a lucrar umas bagatellas ; e que
ainda quando- muito, e muito ganhasse,
nada valia attendendo-se ao aviltamento
lan^ado na e>p9cie, a qin pertencemos.
E se moroce reparo, repuguancia o Reg.
de 9 de maio de 1842, e o de 15 dc junbo
de 1859, o mal cresce com o Dec. n. 1,896
de 14 de fevcreiro de 1857, que e" referen-
dado por um ministro que professa princi-
pios liberaes, e cuja illustraoao e" reconhe-
cida.
0 que, porem, mais e mais espanta e,
quo com o imperio da jd citada lei aure*,
no s6 nao ficasse extincto o damnado ab-
surdo, como apparecesse o Av. de 10 de
setembro de 1872, que e referendado por
um ministro, que professa ideas conserva-
Ajras, e cija illustra^ao e* tambem reco-
nhecida.
Se aquella lei no seu art. 6 declara liber-
to os escravos das herancas vagas, e os
escravos abandonados por seus senhoros,
como continuar o mal, que foi, semduvi
da, sempre incompativel com os principios
de liberdade e civilisacdo, e muito mais de
1871 para ca\..l?
Falla-se tanto, tanto sc grita e i liberda-
de, em progresso, e um homem pede ainda
sor cousa achada do vento...I
0 Dec. de 14 do fovereiro de 1857, no
seu art. 4, manda !er o escravo comoab n-
douado ; consequentemente deve ser cum-
prido o disposto n art. 6 da lei de 1871 ;
acabe-se o vexatorio escandalo.
E nem pode escapar o argumento tirado
do 3" do referido art. 6 da lei. Se os
escravos das herancas vagas, a" que em
maior ou menor lapso do tempo tem dn
apparecer hurdeiro, dono, o qual nenhum
facto praticou para Hie cahir a sancc,ao aqui
eslabelecida.com os seus prejuizos, mais
forca se da" para applicar o bencficio da lei
aurea aos escravos, que Sendo encontrados,
mesmo incursos en fuga, sSo recolhidos a"s
casas de detencdo, e cuj elles nao se i.nportam ; porque so se impor-
tant, se os reclamam, nao ha mais bens do
evento ; tomam o seu escravo, a sua pro-
pricdade.
Estas mal alinhadas rcflexoos sirvam para
que, os quo tem voto autorisado, corrijam
minhas faltas c erros, o fa^am cousa me-
Ihor; e para que os poderos do estado to-
mem as madidas nccessarias, e sem delon-
gas, afnn de nao ser mais nosso paiz exposto
=
Etta prol>ihkM rar
nfto pro Juno 4MPH
traproducHH i e-fa Hto do oaro
augnr.enlou "I^^^^I^H ^Bmio neces-
scos provenieotes da
infraccio desta fobibicio. Ao mesmoJ
a" scenas ta > dogradantes.
Rio de Janeiro, 16 de sclembro de 1873
D. F. Balthazar da Silveira.
(Do Direito)
VARIEDADE
ECONOMIA NAQONAL.
AS RECENTES EXPERIESCIAS FINAXC.EIRA'S,
INDUSrillAES E C0MMERG1AES DOS ESTADOS-
LS1DOS.
f(" Com effeito e este o principit distinctivo
que como instrumento das trocas, o destaca
da inoeda metallica, cujo prei;o decorre in-
trinsecamente da propria substancia de que
6 confecciouado, emquanto que a circulagao
meramente fiduciaria chega a desvirtuar-se
de maneira que nao resarce mais a impor-
tancia da materia prima c das -despezas
de fabrico.
Vio-se, pois, o agio a favor do ouro, ele-
var-se por movimentos rapidos e subtaneos,
de 2 1/2 0/0 a 20 0/0 ; depois de 60 0/0, e
em seguida a 100 0/0. Houve momento
ate em que se ergueu a 2S5 0/0 ; o que
quer dizer que para seobterem 100 dollars
em metal, era preciso eutregar 385 dollars
em papel; ficando neste theor o valor do
padrao monetario reduzido de cerca de tres
quartas partes. Sdo hoje em dia notorias
as perturbacoes economicas que infallivel-
mento havia de acarretar tfio enorme depre-
cia^ao do meio circulante; porquanto m's
ou menos todos os povos civilisados teem
infelizmonte jd a triste experiencia de iguaes
successos.
Nao era possivel que tdo somente os Es-
tados-L'nidos fossem que em taes circums-
tancias se eximissem ds mesmas calamidades.
Comejou primeiro que tudo a desapparecer
a moeda divisionaria; porquanto as frac-
coes do dollars em prata adquiriram valor
superior a unidade do dollars em papel.
Procurou-se supprir esta deficiencia do me-
lhor modo,possivel por meio de estampilhas
e sellos postaes, at^ que o governo resol-
veu-se a emittir fracgdes monetarias do dol-
lar em cedulas. Depois, i proporcio qae
o agio so elevava, o pre^o nominal aos
salarios e de todos os productos e subsis-
tencia subio de igual passe, comprenhen-
dendo-so neste movimantode alta, como e
escusado dizer, todos os services de que ne-
cessitava o governo delangarmao.
Montou, pois, nesta quadra o total das
expensas publicas a uma somraa fabulosa ;
quanto mais para fazerface ds exigencias do
orcamento eram augmentadas as emissdes,
mais se pronunciava a depreciac&o e crescia
de novo a despeza. Entretanto, nem o go-
verno, nem os particulars se resolviam a
acreditar que este resultado era devido aos
effeitos do excesso de papel-moeda. Como
na e"poca memoravel dos pague-se da
revolucSo franceza, eram accusados os ne-
gociantes de cambio de fazer por especula-
5do subir o nremio do ouro, e encarecer o
preco das subsistencias.
Se nao se recorreu como. no tempo da
convencSo, ao estabeiecimento do um mixi-
mum, legfjl para determinar a- medida das
rela^des entre o metal o o pajiel; comtudo
o g'lvenu) incitando u;n:'. r^oUi,.o analoga
di liiosniu asseinblea, prcdjibio a veoJ? do
ouic.
tempo 'persistia so sempre em aflBrmar qae
o papel-moeda em circUlaQio nao era ex-
cessivo. Aoreditava-se antes see qu incoa-
venientes que se manifestavam, eram devi-
dosd insuflicieucia do mesmo instrument)).
Urgia, era opiniao commum, multiplicar as
emissdes. afim de, como se dizia, fazer
fluctuar as inscripedes dos smprestimos do
governo.
Pjopalava-se que havia insufBciencia de
numerario circulante, e que esteattingindo d
maior somma, subiriam as cotacoes da divi-
da publica, composta entao de titulos a 6
/, qne corriam i>essa quadra com a deno-
minara> free-twenties. Felizmente este
aberrant'' couceito, achoa quern o contras-
se, dizendo frisantemente a este respeito um
escriptor da epoca : Os titulos do cro-
dito pubiico fluctuant, e* isso f6ra do du-
vida ; porem, ao mesmo modo que tudo
tambem Quctua nas immodiacdes de uma
ei la le submersa por effeito de violenta
ihundac&o. Assim neste caso onJeiarj
boiando confusomente homens, mulberes,
criancas, rezes e utensis domesticos inter-
meiados. revoltos e surprezos pela forca
das aguas.
Lffectivamente os titulos publicos cujos
juros eram pagos em papel, fluctuaram de
tal arte que na Europa ficara -reduzido o
seu curso d quota de 35 a 40 "/.; de sor-
te que son lo o seu juro de 6 7. elevou-se
de facto a cerca de 29 "/<> Nem era isto
para causar adinira^So. porquanto o gover-
no amoricano. obedecendo d doutrina em
voga, podia facil ncnte de um dia para ou-
tro elevar arbitr riamente a emissdo cons-
tante entao de 1,200 milbdes de dollars,
ndo so ao duplo e ao triplo, como ao decu-
pulo ; tacto d -. que ja Hie tinha dado exem-
plo a convencdo franceza, possuida das
mesmas ideas. Em taes circumstan
cias, os titulos do thesouro pode-
riam ter siJo veudidos meramenle ao peso,
como papel do embrulho.
Afortunadamente o governo dos E>tados
Unidos arripiou carreira em tempo ; posto
que nao sem custoeafanosaneute. Os par-
tidarios da multiplicaodo iudotinida do papel
moeda nao cessavam um instante as suas
exhortagdes, procurando fazer trasbordar
sobre o paiz as presumidas dadivosas ondas
de um supposto Pactolo. Era tal oseu des-
|>vanecimento, que attingiram ao desvario de
apreciar como mais um predicado em prol
do papel-moeda o facto de nfio ter elle cur-
so em paizes estrangeiros. Esta qualidade,
segundo com jactancia proferiam, permitth
aos Estados-Unidos conservarem tdo somen-
te para siproprios esta riqueza.
0 singular autor desta idea 6 um mombro
do congresso, M. Kelley, cujo nome mere
ce sem duvida ser recordado, e que em ple-
oo parlamento nao duvidou arriscar esta
doutrina, vanglorioso sem duvida de ter
feito tao extraordinario descoberta. Convem,
porem, additar, a bem da justica, queo seu
enthusiasmo a este respeito esteve longe de
se communicar a todos os seus collegas. M.
Garfield, representante do Ohio, chamando
a si a questfio, incumbio-se de reduzir ds
suas verdadeiras proporgdes este contrasenso
economico, perante o qua! M. kelley se col
locava em posigao extactica.
E' a primeira vez, disse M. Garfield,
que ouco exprimir como resultado de eru-
dila doutrina financeira, um facto que ndo
manifesta senao o excesso do descredito a que
tem chegado a nossa circulagdo fiduciaria.
0 nosso papel-moeda, pela sua desvirtuacao,
tendo deixado de ser aceitavel nas nacoes
estrangeiras, e" com a maior estranhe-
za que vejo encarar este triste aconteci
mento como um caso afortunado. E' isto,
evidentemente um erro manifesto; e para
demonstra-lo basta advertir gue muitos ou-
tros arligos possuimos, que, do mesmo modo,
nao sao exportaveis; sendo isso, porem, de-
vid i ao seu deterioramento e md qualidade.
Taes s?o : a farinha de trigo avariada, os
cereaes atacados peloi vermes, a manteiga
rancosa, as fazendas mofadas, os ovos cho-
cos, e em geral toda* as mercadorias dam-
nificadas. Nunca ninguetn se lembrou de
encarar como uma boncao da Providencia,
a abundancia e a affluencia de generos nes-
te estado.
E seguramente o bom sonso e o criierio
que resumbram destas palavras ndo podiam
detxar de produzir effeito ; mas, segundo-e
dado colligir, eramentdo nos Estados-Uni-
dos mais abundantes os Kelleys do que os
Garfields ; e se os mesmos ndo"".conseguiram
multiplicar esta moeda avariada e inexporta-
vel na proporgdo que desejavam, comtudo
eleyaram-n'a a um grdo de profusao suffi-
ciehte para perturbar todas as transaccoes,
minar as mais solidas .fortunas, triplicar e
quadruplicar o preco de todos os objectos
sem execptuar o da moeda propriamente dita,
elevando mais e mais de dia em dia o cam-
bio a que era licito obter os capitaes neces
sarios para a prosecucdo da guerra e manu-.
tengao da integridade nacional.
Paramos hoje aqui. Proximamente acom
psnharemos Mr. Wells no estudo e analyse
das outras experiencias de que trala no seu
trabalho, e quo, como veremos, .ndo foram
muito mais infelizes do que esta de que aca-
bamos de nos occupar. Qomtudo, ndo se
perca de vista que se cogita de outras tantas
experiencias, cujos pbenomenos succulentos
sdo da mais alta imporlancia para a econo
mia nacional, e de que se podem lira- as
mais proveit jsas licoes, pelo menos evitando
por meio deltas, em casos analogos um Ion-
go e doloroso tirocinio.
{Do'Journal des Debats.)
berdade
rmr m
ta entre a
{common
peitadas.
HJoepara admi-.de cJuc uito
| excepcional con- tualmento, tende a desappare
a senso commum. desprezo da opiiiido. E' o caHiyio
dlas as menos res- 0 collegio sem duviua teA grandes e
gravissimos inconveniuntes. Lancar nolle,
0 que, porem, 6 irealmeote digno e res- por exemplo, criancas do tenra idade, i fa
peitavel e essa magnifica -liberdade civil e zer justameute o contrario daquillo que tao
individual, q alguma jdmais al- inslantutnente aeabamos de pedir. E'arrui-
cancou, e pela qual o cidaddo inglez se nar-lbes a saude e.a energia pela vida se-
julgajustamente livre e inviolavcl nos actos dentaria, sem ar, melrificada, dessas casas
da sua vida privada, no sejo da sua faint- deeducac&o; 6 mais ainda -. fazer -lhes con -
lia, no santaario das suas in'.i;nas affeigdos, trabir habitus du desaceio e desordem, que
que elles designam por esta palavra seria : so uma disposigao uaturalmente forte pode-
at home. rd veneer.
Chattam exprimio este direito sagrado Proparar caracteros com principios prati-
cm uma phrase eloquento : Os ventos cos e saudav^is e uma obra especialmente
e as chuvas podem penetrar pelo tecto e delicada e honesta quo d famila compete,
paredes esburaca Jas da casa do ci la laj in- e que por ella.se execuiard facilmente.
glez, mas o rei nao o p6Je, ndo ousa fa- Mas em uma idade maior, no comego da
ze lo. adoloscencia, quando os meninos em geral
Entre toJas as causes que teuham en- encotam os seus estudos secundarios, com o
gen Jrado esta feliz situagao, creada mais pe- moral bem fortificado pelo regimen touico
lo esforco e disposigdo natural do caracter de uma sa educarau, o collegio turn uma
nacional, do que pelas prescripgoos legaos, significagio social.
uma sobre todas so nos apresenta evidente No meio do sua familia e amigos, retra-
e paipavel a educagdo. | hido mais ou meuos pelas conveniencias das
Como todos sabem, a elucagao iugleza relagoes sociaes, o joven nao p6de alar-se ds
funda^se na max ma do Locke. Quanto altas concepgdes humanitarias, nao pode
mais cede trat ires a creanga com homens,' despir-se do papel que representa na sccna
tanto mais depressa ella o serd. I mundaua, para encarar de frente e Ae ani-
E' pois m liberdade, quanto possivel, j mo desprevenido as grandes questOes abs-
concedida ds creangas inglezas, que iremos tractas e scienlificas, que occupam o nosso
achar uma das causas dessa iniepondedcia seculo.
efirmeza Jo caracter, que o muudo apre- 0 collegio faz isto ; alarga, por assim di-
cia, ainda que ds vezes aidicularisa :zer, o circulo das affeigoos, de restrictas
Com este methodo alcanga-se dous gran-[quo cram a familia e parentes, fa-las ele-
SOBRE A EDLCACAD.
Edccar a infancia, e preparar homens, e
escrever de ante-mao as paginas da vindou-
ra bistoria ; pois que com muita propabili-
dade se poderd aflirmar qual seja o bo-
mem de amanhi, pelo que 6 a crianga de
hoje.
No espirito infantil as ideas se enraizam
facilmente, os habitos tomam vulto, os cos-
tumes se aflirmam. E' por isso que de-
vemps cuidar da infancia, se qutzermos
olhar com alguma seguranga para o fti-
turo.
'Assim o faz uma das nagoos de hoje,
que mais que todas^ attrahe a attengdo do
mundo. policUdoa Inglaterra.
Distingue-se por um caracter activo, pra-
tico, indepenieiile e eserupulosamentehon-
rado. Com uma constituigao mcerta, espa-
Ihada em rau olleccfies, antiquisji-
ma, e par is' la de privileges e
tincgoos feudaes, goza ella de uma >d^H
vel liberdade politica e de uma perfeita li
des desideratuns de uma boa educagdo : o
descnvolvinento e expansdo das tenlencias
nativas e originaes, e o'sentir-se a crianga
responsavel tnaisou menos pelos seus ados,
a unica condigdo lugica do obrar em um
agente moral. l
Desde a infancia se costuma o iugleza con
sidcrar-se homem, a contar coimigo, a fa-
zer tu lo por si, e a tudo esperar de si s6-
mente. fiahi a aclividado immeusa, a pa-
ciencia soffredora e resignada uo trabalho,
a altivez inJ6mita, a personalidade moral
lava-la d altura vertiginosa do Manfred de
Byron, o' representante da raga ni mundo
litterario.
Nao se diga que isto e um itnpossivel,
pois a primeira resposta seria o facto in-
contestavel que ahi fb;a acima ; alem disso.
ndo exigi.nos uma liberdade completa, por
isso que a razao, que deve regula la, tam-
bem ainda o nao estd ; mas ,o quo absolu-
tamente profligamos e o contrarjo, que se
acha en pratica e doutrina cntro DOS.
Manietar a crianga Com uma vigilaucia
oxcessiva, atrOphia-la em um mol lo unifor-
me e ridiculo de comportamento, que o
mais depressa possivel doixa-se de lado, ne-
gar-lhe no moral o que se concede no phy-
sico, isto 6, o desenvolvimentu natural e
espontuneo da sua intelligenciae um cri-
me tdo verdadeiro, como a pratica chineza
de encurtaros p^s.
Assim como a natureza physica, a m ral
tem suas leis e direttos, que nao podem
imbecilmente ser violados e contrariados
pelos homens. Querer quo a variedade in-
fin ta das constiluig6es e dos caracteres so
a lapte d um a n irma do ha seculos prepa-
rada, reduzir o homem a um sapato que
se mettc- na fdrma, seria uma insensatez n-
dicula, so ndo fosse um crime odioso.
E 6 esta a pretengdo da nossa sociedado.
Entre nos os mclborcs pais, aquelles que
servem de exemplo como educadorcs, sao
os que batem sous filhos. embotaudo assim
nelles a dignidade pessoal, que d.evo sem-
pre sur-lhes presente ; sao os que nunca os
oerdem de vista, ou que obrigados a afasta-
los, collocam-os sob a inspecgao de amigos
offieiosos, que os atordoam, que os incom-
modam, que os aborrecem, tornan-Jo as-
sim atordoante, incommoda e aborrecida a
autoridade paterna, que deve ser tao seria-
mente amavel.
Longe, do n6s o vedarmos a interferen-
cia dos conselhos-do pai nos actos da vida
do filho ; mas isso se faz simplosmcnle, co-
mo entre amigos, puis que o pai 6 um ami-
go, o maior delles, porque tem por si a so-
licitude carinhosa, a suporioridade moral
de uma vida honesta, a experiencia trabalho-
sade uma idade avangada. Acabemos, po-
rem, com osse vergontiuso costume de fazer
dos pais o tutu dos brincos da infancia, o
carrasco das alegrias da adolescencia
E vejamos os resultados desta elausura
da mocidade.
Hemens acostumados por tao longo tem-
po d uma tutella de todos os dias, do todos
as horas, quando deixados a si mesmos na-
da resolvem corn facilidade, nada executam
com presteza. Sem o mot d'ordre pateroo
atrapalham-se, vacillam, e decidem-se al-
flm fazendo .uma asneira.
-E ndo podia deixar de sor assim. Elles
nunca se acharam em frente de uma difli-
culdade, que tivesse de ser vencida so por
si ; nunca tomaram uma resolugao com fir-
meza, sem que a censura-da familia ndo a
modificasse ; nunca (e 6 o principal) tive-
ram a responsabilidade dos seus actos.
Homens assim prcparados o quo farao
na vida pubiica ? Ndo tem actividade, nao
tem iniciativa, ndo sabem usar da liberda-
de, que se lbes concede hoje e que se lhes
negava hontem 1 Bom ; em primeiro lugar
ndo se entregardo A profissoes trabalhosas,
mas proficuas ; farse-hdo empregados publi-
cos, e assim passardo uma vida paludal de
estagnagdo e servilismo.
Em segundo lugar, a menor e mais ira-
prescindivel nesessidade publica ou parti-
cular, uma ponte, uma estrada, reclama^d
a attengdo e bragos do governo, o novo
tutor.. Naturalmente o brasileiro, sahindo
das vistas do pai, cai na inspecgdo do go-
verno. 0 brasileiro e um menor eterno !
Uma tal nagdo e uma nagdo de pedmtes.
Ahi-tendes o germen do servilismo, da cor-
rupgdo e da immoralidade.
Deixemes, pois, a crianga entreabrir-se,
comt> a planta, aos frescores dessa manna
var-se d patria o d humauidade, abrangen-
do em um amploxo fraternal toda a vasta
divei-si lade bumaua, a pouto de poder ex-
cl'inar com o poeta :
Nihil, humanum a me atienum pulo!
E*e neste magnifno sentimento cosmo-
polita que se funda a civilisagao moderna.
As grandes democracias autigas tinham os
sobs gymnasios, seus jogos, as suas pragas,
onde se da vain estes rendes-vous brilhaules
dos habitantes de uma cidade ou dos povos
de uma raga. A civilisagdo actual, mais
vasta e sympathies ndo podendo reunir em
um s6 pouto territorial as nagoos eos povos,
serve-se da seiencia, que por meio da im-
prensa estabelece essas correntes ideaes do
pensamento molerno.
. 0 collegio, isolando o jo von, pela sahida
da vida acanhada do torrdo natal, colloca
a sua movel intelligencia em estado de con-
flada e ardeutemeutc langar-se no fluxo ver-
tiginoso ma's fecuudo das novas ideas, livre
o desembaragada dis prcconceitos, qne na-
turalmente aquelle meto Hie suggere.
Em resumo :' queremos quo se de d in-
faucia moral natural, clara e precisa, fun-
dada na natureza e della doduzida ; e que
se Ihe deixe sem obices e peas a intelligencia
desabrochar sa e aberta ds ideas, como a
rosa ao orvalho da mauha.
OS CAES PERANTE A HISTORIA.
Quantas legeudas ndo -tem inspirado a
dedicagdo e fidelidade dos caes 1 Quautas
poesias, odes, souetos e madrigaeSi
Falla-se nesse animal e logo occorre ao
espirito o qualificati.vo -fiel ; le-se uma
histocia cm quo elle entra e jd se prove o
desenlace.
A primeira impressao que produz e sem-
pre de sympathia; os grandes poetas torn
(he dedicado mil poesias, um escriptor in-
glez offereoea a um cdo as suas obras, outro
deixou ao seu a immensa fortuna quo ajun-
tara, sabo Dous com que sacrifices.
Essa crenga popular que considera o
cdo um ainigo, tem o seu apoio em mil
factos bistoricos, e os testemunhos dos his-
toriadoros ndo nos mostra unicamente os
caes influindo sobre a febcidade de uma
familia, mas sobre o futuro de um povo,
ndo s6 guardando a casa e o rebanho, mas
exercendo uma acgao real no desenvolvi-
mento das iiistiluigoos, htteratura e ar-
tes.
Fechemos os ouvidos ao naturalista quo
nos vem dizer que o cao e um animal mam-
mifero, carniceiro, c ouganus a bisto-
ria.
Na formagao das lendas ua infancia dos
povos, o cao rcpresenta a bondado e a fide-
lidade.
No Egyplo temos Anubis, que se repre-
seutava com uma cabega de cao ; na Persia
Itemos Spacca.
Spacca e uma palavra persa, que quer
dizer cadella, e, ou fosse o nome da mu-
lher do pastor Mitridates, ou um termo ge-
nenco com que se desiguavam as mulberes
publicas, correspondeute d Lupa dos lati-
nos, quo servio para designar a ama de Ro-
mulo, o certo e que a tradigao persa apode-
rou-so do noinee nos apresenta Cyro ama-
mentado por una cadella.
A semelbanga dessa legeuda coin a do
Latium dd campo para vastos estudos histo-
ricos e philologicos, que seria inopportuno
fazer aqui : basta apontar o facto para
mostrar como entra o cao na formagao da
htteratura popular.
Na Grocia ha o cao do infatigavel cagador
Orion, citado na lliada, ha na Odyssei o
cao do velho criado. Eurneu, o pri-
meiro ente que reconhece Ulysses, quan-
do esse volta a Ithaca, ap6s viuto annos do
ausencia.
0 dragdo do jardim das Hesperides, que
Hercules mata, e sem duvida um cdo a que
a imagiuacdodo povo deu outra qualilicagao,
anrpliando o facto.
0 mesmo se nota no mytho do Cerbero
guardan lo a entrada dos infernos.
Entre os apologos ompregados pelo Chris-
to d maneira dos Orientaes, achamos o fiel
do mendigo. que o acoropanha sempre e re-
parte com elle o que lhe dao.
Essas e outras tradigoes dos povos antigos
e as lendas modernas eStdo accordes em apre-
sentar no cdo o symbolo da fidelidade.
Que contradicgdo immensa com o povo
que sempre designou com a palavra cao o
homem sem sentimeotos, desprezivel; que
feliz; ndo emmurchecamos nossis boqui- contradicgdo qnando o nome do animal que
nhas vermelbas o riso argentino, que des-
pedem em cascatas alegremente sonoras ;
consintamos que goze em toda a plenitude
dos abracos amoroso.- e vivificantes de um
bello sol radiante e saudavel.
Ellas, pela unica fdrga de sua natureza
intelligente, cedo observam os factos e as
cousas pelo lado simples, pratico e positive,
porque naturalmente se apresentam; ndo
sobrecarregueis a sua nascente razao com
os preceitos esdruxulos de uma moral me-
tsphysicamente illogica e injustas porque
e esse o meio mais facil de conseguir que
svmbolisa a fidelidade e a origem da cana-
Iha e outros vocabulos que trazem a mesma
idea!
E ndo se julgue que e moderna essa ac-
cepgao do vocabulo. Na Biblia, Goliath
pergunta a David:
Pens s que eu sou um cao e vens a
mimcom um pedago de pdo?
Na Grecia cyon era o epitheto maisinju-
rioso e e a raiz da palavra que exprime hoje
o ultimo grdo de degradagdo moral cy-
nico.
Na Frang i, no reiijado de Luiz XI, Jodo
cllas a nao tenbani de espetie alguma ; aca- de Nivelle, tendo commettido un crime e
bai com essa educagdo bastarda, que temlfugido para evitar a punigdo da lei,
foi tratado de cdo, e dah! vcio o prover-
por fructos mirrados a uuiformidade e a
rotiua, semsaboronas inimigas do pro-
ecesso.
"Mas isto ndo basta. Ha uma instituigio
bio
C'est le ehian Jew de Nivelle
Qui s'etifuit qnap.d on 1'appeUe,
I legislBlo polaca o calumnia-
cido era obrigado a collocar-s
de gatinhas e ladrar tres vezes.
De modo que o symbolo da fidelidade 6
tambem o symbolo da cobardia e da degra-
dagdo I
E' ainda n'esse ultimo sootido qife o pro-
pheta diz a Ichab : *
Morrerds na vinfaa que roubaste ao
pobre e os caes 1 amber do o teu sangue.
Euripides, o grande poeta grego raorreu
diUcerado pO a quem satyjisira vivamente.
0 sexo fngil torn vingaocas- ferozes con-
tra quem ndo se curva aos seus pes- pelo
menos com o pretexto do poeta franaei :
Tombe aux pied* de $t sexe auquel tu
dois ta mere.
Mas nao pdra ahi a motlificagio do sym-
bolo ; ha ainda uma accepgdn historica.
Havia em Quebec uma casa que tinha
por emblema na frente um cao com um
osso e esta inscripgdo :
Je Svis Vn Chien Qui R.mge Lo [los).,
En le roiigeant je prend< raon repos.
Vn temps viendra, qui n'est pas venv,
- a Qve je mordray qvi m'avra mordv.
Dizia a lenda popular que essa inscripgdo
f6ra nlli mandada gravar por uma viuva,
cujo marido fdra assassinado e lenibrava
aos filhos a vinganga que deviam tomar
contra o assassino.
Ns guerras da independencia do Canada,
o emblema conservado nas lojas magonicas
ora o Labarum dos filhos da liberdade.
0 cdo symbolisava pois a vinganga.
Os factos apontados mostram a sua iufluen-
cia na formagdo das lendas e na htteratura,
e ao seu valor na symbolica das artes e do
direito.
Mas ndo e unicamente por tsa face que
se apresenta o cdo na historia, e mais directa
a sua influencia sobre as sciencias e artes.
Lycurgo, o legislador, querendo mostrar
aos Lacodemonios o poder da educagdo,
apresentou-lhes dous cdos tiradus do, mesmo
leito e criados differentemente, um nos
mattos cagando, e outro em casa; soltou
entao uma lebre e o primeiro perseguio-a,
ao passo que o segundo nenhum caso fez."
Este facto e o principio, jd citado; da le-
gislagdo polaca, mostram a gua influenci*
na administragdo.
Nas sciencias naturaes encontramos di-
versos termos applicados por metaphora a
outros animaes e ds plantas, como cynoglos-
sos [ lingua do cdo ) que designa algumas
plantas da familia das Antirrinheas. Cant-
cttla Fome canina (Polyphagia) e outros. "
A historia litteraria nos apresenta no
tempo da decadencia da litteFatur.i, quando
se escroviam in-folios sobre a interpretagdo
de um texto on sobre o modo de pronunciar-
se uma palavra, duas obras inspiradas pelos
cdes : uma intitulada Amphilheatrum Sa-
pientiae Socraiica, por Hanau, impressa
em 1518, em Francfort, traz a defeza dos
cdes e de outros animaes.
A segunda e um poema Canun cum
catlis certamen, por H. Harder, em versos
hexametros, comegando todas as palavras
pela lettra C.
Os poetas o tem tornado para assumpto de
muitas composigoes, mais ou menos delica-
das, conhocidas por todos.
E' bem conbecida a poesia de Malherbe
A la chienne de ma sosurcujo titulo, em
consequencia de desavengas posteriores, foi
assim modificado : A ma chienne de
swur. Nas colleiras das cadellinhas das
damas distinctas pelo espirito ou nobreza,
de quanlos madrigaes ndo foi tbema If Slia
fidelidade, a sua bondado 1 Cita-se, entre
outras, esta quadra':
Je ne puis donner de largesse
A celui qui me trouvera,
Qu'il me rapporte & ma maltresse
o Pour recompense il la verra.
Para os fabulistaso caracter do cao e" ndo
somente a fidelidade, mas tambem a pru-
dencia c a fineza.
Nas sciencias medicas o cdo teve grande
imporlancia, pois, no tempo em que as
orengas religiosas prohibiam como uma .
profanagdo o estudo da auatomia nos ca-
daveres bumanos, era ella estudada no dos
animaes, e entre esses os domesticos deviam
occupar o primeiro lugar.
- Sobre elle deve tambem recahir e tem
recahido a attengdo dos pathologistas, e.n
consequencia dessa molestia peculiar da
especie que se chama hydrophobia, de que
nem sempre estdo isentos outros animaes e
o proprio homem. ,
Na pbilosophia representou um impor-
tantissimo papel a escola cynica, cuja ety-
raologia jd apontdmos.
Posteriormente a isso, occupou muito a
attengdo dos sabios a grave questdo de sa-
ber se os aniniaos tinham intelligencia, e os
factos que mais forga davam a essa assergdo
eram tirados dos costumes e vida do cdo e -
do castor.
Ainda hoje os cdes da Terra-Nova tiram
os viajantes dos gelos de S. Bernardo, e sdo
os companheiros de caridade e sacrificios
dos monges do con vento que alii existe.
Eis como entra o cdo na formagdo das
lendas e no symbolismo; eis sua influencia
=> artes, sciencias e lettras.
Agora o reverso da-medalha:
Na bistoria da devassiddo, um dos capi-
tulos mais negros, a serie de episodios mais
degradantes, refere-se a certos caesinbos a
que se da o nome de A'in^ Charles.
Siuto ter de parar aqui : KiagrCharles
ndo devia ser a ultima palavra da historia
dos cdes.
M.vtht>luSiu
BELLEROPHOME E A CHIMERA
Bellerophonte, segundo Horaero, era
filho de Glauco, rei de Corintho, e neto de
Sisypho.
Chamou-se a principio Hipponous; mas,
tendo morlo Alcimeno, seu irmdo, oualgum
outro pcrsonagem de Coriutho, qjie se cha-
mava Beller, deu-se-lhe o appolhdo de
Bellerophonte, isto i, homicida do Beller.
Tendo ido refugiar-se em ftrgos, foi alii
recebido por Prosto, rei d { mas
Sthenobea ou Authea, mulbar i uao
podenlo fazer Bellerophonte sac
nura que tinha por elle, accu!
de seu esposo de a tor querido seduzir.
Proato quiz logo fazel-o- monef, n
peitanlo os direitos da hospitalid
enviou d Lycia com cartas, dirigidas
tes, pai de Stbenobtk, rogando
fazer matar.
{CoiUinaar-sc-ha^',
TVP. PO D1AIU0 -BUa. WIQUE DE CAXUS
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