Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:16694


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Full Text
.:'
VAIla A CAPITAL B MGARKS OSDE SAO 8E PASA POBVB,
dvmtidos .,............... 61000
. ........... tr
\*ot urn a ino idam......... if:
XMa UU.O3F0 av^bo............! PABA DBS TB0 B FOBA DA PBOVKSCIA.
Por tret mezes idianlados. ;..............
Por seis ditos idem. ;.............
Por note ditos idem ;..... .....
Por am anno idem......> .....,'...
1M0
101*50
inwoo
PROPRIEDADE DE MANOEL FICUEIR0A DE FARIA A FILH0S.
!


i
fle Srs. Gorardo Antonio Alves & Filhos, no Para; Gongalves & Pinto, no Maraahao ; Joaquim Jose de Oliveira & Filho, no Gear*; Antonio de Leim* Braga, no Aracat7 ; Joao aria Jniio Chares, no Asaii; Antonio Marque* da Siiva, no Satd; Josi ia$t
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jose Gomes, na Villa d* Penha; Belarmino dos Santos Bulcao, em Santo Aotio ; Domingos Jose da Costa Braga, emUazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Jofio Antonio Machaeo, no Pilar das^lagoas; Alves d C, na Bahia; e Leite, Cerquinho d C. no BJo,de Janeiro.
-\
PABTE OmCIAL
<* iM-iio da provincia.
BU>KDIE.NTK Do III* 12 DK HUM DK 1873.
1.' necttw.
Offlcios :
Ao Exm. bf ig-4 Juiru rnnwnnilnite das armas.
fomauJo out consideragao n ijne expuz '. Exc.
<-:n seu offldo d > 3 do omwm, sob n. 672, aoer-
ea da mi I >ealt-i.i qaartel desse cumman In das armas, autoriso nesta
data o inspector da thesouraria do fuienli a con-
tractar o arroudiiiueuio, mediante o aluguel an-
nual di! r.8oN>*00O,da MM sit;i a rua d.; Iliachue-
lo, (wr.enr.enle Vtwti Ferreira da Cisia, mud
indiea \. Ex.; no eilado ollieio, aiim do ser para
ella Iransferido mesmo >|uar'.ol: devcndo a quan-
tin de 300*000, exceJenio da de l:50JA000,
por qit) esta al igada a que ora s presla a BMe
mister, corror 4 conla de V. Exc, ale .pie u guver-
no irapsrial, a cujo conliedinent i sul>m-it> o as-
siimpte, resulv.i a respeilo.-0 que dedaiu a V
Exc. para ^eu conhedniento.
An mesmo. -Cmstando de offldo do com-
mandante do presidio de Fernando de Niiouha
lerem sido d'ali remeltid is no vapor Giquiu 840
pares de sapaio-, manufaciurados na respeetiva
offieina ; assiin o communioo a V. S. para seu eo-
abeciii;ento.
Aoconselln de c.jnipi'M do in-trlnlia. Ap
provo o conlr.ie-i que. sagiinilu o termi junto p >r
copia ao sen olH-io do 10 do morion!..', ceiebrou o
conseltii) de coinpras de ui.tr inha eoi scssio de 5
daite inez, com Antonio I'raoeUco de Paula do
Rosarifl, para lavaKem de ivupa da re-peiniva en-
lerfnaria e dos apreudiz s artilices por lo.npo de
u.i'i anro, a lind.tr cm juiibo de 187k
2.* secpio.
Act" :
0 Bfosidenu d i provincia, d.i ennforiaiiiado
eoai a proposta uo Dr. cliefrt de p ni.-ia. n 1,418,
dit 11 do oirrente, re*.lve nomear oalii-res do cor-
p.i d.^ policia, Jo to Pftnctao da Silva Castro, sub-
BWe/al.i do | distrifto do tormo de SaiMo Antao,
que esla vago.
0 president d.i proviucia. a vista do ollbiu
do Dr. cliofe de p dicia, u. 1,318, de II do corron-
re.-olve exonerar do cargi de delegalo do ter-
, do S. Bent'i o alferes do iJOTpO de polieia, Jo.io
hcisco da Silva Castro.
Oflkios :
\f> D.. cliefe de potioia, -Siria-seVS.de
inl'i>noar emn urjjencia o que owMlar ne.-s.i re-
parlicao a cerca do recrula lloveriaiio Paulino di
Oliveira.
Ao mesmo. -Transmitto a V. S., para seu co-
iihecimrnio e aiim do providenciar coin no easo
oouber, :opia do olfieio do comiinndanle do preudi >
de Fernando de Noronlia, rererenteacorrentiiia de
dome Flora, nun lada por ell:! retirar daquelle pre-
sidio, e apreseiilar ne.sa rop.nlig.o.
A'i com nan laute superior do Brejo. Devol-
WJ a V S. a petii-a i junta do alferes secrelano do
b.tlalnao 37 da infantari i u i guarda nacioual do
municipio Jo Citnbres, Francisco t^ordeiro de Cir-
vaUkB Lt.-iie, aQindfl quo seja observado o disposto
no art. 11 do decrelo .'i.'i'.i; de 8 de iullio de
18io.
- Ao comoian lante do eoTpo de policia. Podo
Vmc. deiligar do corpo sob a sou coinmaado a
praca Uinoel Francisco d is Santos, da que trata
o seu ofBcio n. 398, de 10 coneuie, visto ter sido
j ulgado ncapaz do servieo.
vo mnstno.Podo Vmc. enjrajar, sendo idi-
iv o. no corpo sot) oseu commindo u paizano 8a-
lustiano J.i-e do Nassi.nenio, de que troia o seu
OlScio u. 401, do 11 dii coneuie.
An mcsmi -l'de Vine, eliiniuar d) orp.i
sob o sea com nando, e fazer apresentar ao gene-
ral commandant*) das armas para o servico do|
exercin, a praca do nonw Joaquim Norborto da
Trindado. do que trata o seu ollieio n. 40z, de il
do corrento.
3.-' tecc&o.
OfBeios:
A.i inspector da tbesoarana dc utzeada. A'
vista dos inclosos pruts era dapficata, mande V.
s. pagar a Fraociseo Peroira de Carvalno a'despe-
sa feita Join os d^sertores e rocrntas nelles men-
i-ionadis, remetthlos pelo deloirado do term) do
Jtonito, exceptum Jo a ipie foi feita coin n recruta
Antonio Luiz do Almeida e com deserter Tlieotonio
Pereira da Paixao; o primeiro por ter provado
isea^ao legal e le sido posto em lib-jrdade, e o
leguudo por nao constara sua remessa ; tudo con-
lorme o olBcio do Dr. chefe de policia, dalado de
11 do corrente, sob n. 1,417.
Ao mesmo. Kecommendo a V. S que com a
uKixim i urgencia informe a e>ia presidciicla si ea-
hio em comnisso o terreno aforado ai visconde de
Suassuua, site ao lado da Estrada do Pombal, com
finite p/.ra a estrada de Olinda, juuto a ponte pe-
quena d/Santo Araaro, e quo confinacom o sitio
do Ara^a e Corti.mo.
Ao mesmo. Coneordando com o parecer do
Di. procurador fi>cal dossa reparticSo, e sobra quo
*ersou a sua iuformaca.) de II do corrente, sob n.
482 serie D, mande V. S. relevar da multa que
loi imposta a Manoel Jer haver m prazo It gal averbado a venda de sua es-
crava de noine Magdahnia, como se ve do reque-
rimento que Hie devolvo.
Ao mesmo -Maude V. S. relevar da multa
em que incorreu >) padro Jose Vicente (luedes
Parties, por nSo ter n i praso legal dado a matri-
eila o iii.'.,uuo Pedro, filho de sua escrava de
noun; Sevora. ade que trata a sua ini'ormacao de
II do corrente, sob n. 490 serie I), cobrinlo o re-
H l^rimeslo que Hie devolvo do referido petieio
uario.
Ao mesmo.-^Teii'l") approva o contracto,
-unto d) termi que opp.irtunainente, Hie sera
enviado celebrado pelo conselho de compras d-; man-
nha com Antonio Francisco de Paula da Uozario,
para lavagem de rousa da respoctwa enfermaria e
dos aprendizes artifices polo tempo do urn ana >, a
Itidar oni junlio de 1874 ; assim o commanico a
>. S. para os tins convenientes.
Ao mesmo. Antoriso V. S. a cntractar com
.1 iaquim Lopes Machado, procurador de \icente
Ferreira da Costa, o arrendamento, mediante o alu-
gael annual ^e 1:600*00:) da casa a este perlen-
(.eute, sita a rua de Itiachuelo, aiim de ser para
ellatransfcrida a teerelaria do command.) das annas
devendo a quauaade 3004, excedeuteda de 1:500*
yor que st alugada a que ora se presta a ease
mister, corror a conla do brigadeiro conwnan-
dant* das armas, ale que o goveruo imperial, a cu-
jo conheciraento sujeita o assumpto resolva resolva
di-fiuitivamonio a respeito.
Ao mesmo.-Commuuico a V. S. para os fins
convenientes que no vapor Giquid vieram do pre-
si lio de Fernando de Nuronba 8*0 pares de sa
patos aii fabricados, os quaes foraiu m radados re
c Ahoc-> ammtal d'1 ciwvra.
Ao uio.Miij.Maude V. S. relevar da muita
era que iacorreu Francisco do Barros e Albuquer-
que Lint:, por nau ter no prazo -legal averbadj a
compra ile eu etixavo de nome Albino, e solire que
iaformoci V, S. wo olBcio do 11 do corrente, n.
481 serie D, cob.indo a petocao que devolvo do
mesmo lequerenire,
Ao metmu.Mande V. S. relevar o major Jo-
sa Thoir u Fires Machado Porteila da mtJta em
que incc rreii, por nao dado a matricula deutro do
praso legal o in|;enao Casimiro, GlUo de ma es-
crava Lbaaia, e aebre que versou a sua infor-
macao sob n. 48(5, serie D, cobrindo a peticxo quo
lue devjlYu do laesuw requiifeuw.
Ao inspector da thesouraria provincial. -Man-
de v. S. pagar a quem so acnar autorisado a
quanli i de 60*, correspondente a seis mezes de
aluguel, vencido em junlio ultimo, da casa qoe
serve de quartet ao destacam^nto do dislricto do
Peres, conforme solicitou o Dr. chefe de policia
em seu oTicio sob n. 1,216.
Ao ineemo. -Na conformidade da iuforma
db do Dr. chefo de (wlicia, sob n. 1,919, acerca
da p.tieao de Joao Bezerra de Vasconeellos,diri-
gida a esta prasidencia, mande V. S. pagar a
quern se inostrar aut-irisad) a quantia corres-
pondente ao nluguel da casa que serve de quarlel
na povoaclj de Gravata, desdu 1 de junho de
1872 ale o ultimo de abril do corrente anno.
Ai mesmo. Conformandorae com a sua
informagao sob u. 28J na iuclnsa peticao de Tho-
maz Jose da Silva Gusmao, arrernaUnte da ponte
sabre rio Pirapama, mande V. s. pagarlhe a
pres.a.yio detiaitiva da dita obra, tendo em atten-
tao a inform u;ao da contadoria a respeito, e pelo
-aldo que exis!c do empresiimo contrahido com
o banco do Brasil.
- Ao mesmo.Mande V. S. pagar a Antmio
Domingues de Almeida Pocas a quantia de 19*930,
eouslanto da conta junta em duplicata, em que
impirtou n fornecimento de luz c agua feito ao
|uartel do destacaniento do term) de Santo An-
tao no mez de'junho ultimo, segundo solicitoa-me
0 dr. chefe do policia em olllcio datado de hon
tern, sob -n. 1215.
- Ao mesmo.A' vista dos prets que inclnsos
remett), relativos as pracas dos batalhoes da gu.tr-
da nacional in 9 e tO, desticadas na cidade de
OlinJa e villa do Iguarassii n > mez de iuhIio ul-
timo, nn.ide V. S. pagar a quem se mostrar au-
torisailo a quantia constante dos mesmos preis
na conformidade do ollieio do carnmandunto su-
perior rospeetivo.
- A"> mesmo. Annuind<> ao que requereu
Alesaadrina de Lima e Albuqnerquu, professora
aposentada. e usando da autorisaca concedida
a esta presideucia pela lei do or^amento vigente
no 11. 3' art 24, resolvi abonar a supplicante
as faltas correspondontes, a mandar que se Ihs
paguem os respactivos bonorsrios. nos termos da
dtada lei; o uue couiinuiiico a V. S. paraos de-
vidos effeitos.
A") me-ni).Transmitto a V. S. a rela.-io e
conla* juntas, aiim de que, a vista dellas, mande
pagar ao lornecedor da casa de detencao a qnan>
tia do 4:186*889, em que impoftouo forneci-
modt i do s us ten to e dietas aos presos pobres da-
quelle estabeleciniento, relativns ao mez de junho
ultimo, conforme solicitou o Dr. cliefe de policia
em sou olllcio sob n. 1213
Ao mesmo. -Attendcudo ao que requereu o
Dr. Augusto Carneiro Monleiro da S Iva Santos,
profos-or da 1' eadeira de inatliemalicas e regedor
interim do gymnasio, mande V. S pagar-lhe in-
tegralmente os vanchnaatos de regedor c a gra-
tiiicaolo de professor da reforida eadeira de
da qu.il e proprietario ; nito :ssistindo ao sup-
plier qie direito a pereeppao do ordenado de
sua eadeira, visto como na podo pelo mesmo, co-
fre receber dous ordenados.
Ao mesmo.Ao foruecedor Joaquim Ferreira
da Costa e Silva, ou ao seu procurador, mande
V. S. pagar, a vista da relacao e conta juali, quo
mo rem-itteu o Dr. chefe de policia com olBcio de
hontem sb n. 1212, a qaanlia de 164^110 em
quo importou a despeza, feita nos mezes de abril
maio ultimo com o sustcnto dos presos pobres
da cadeia do termo de Bezerros.
4* UCQOO.
Actos :
. 0 presidente da provincia, atton.leiiilo ao
quo requereu Maria. Florentina do Assis Carva-
lno, professora publica do primeiras Ultras de
Sant'i Amaru las Salinas, e tendo em vista a in-
formacao do director geral iuterin) da instruccao
publica, do 23 de junho Undo, resolve prorogar
por mais dous mezes, com o ordenado que por lei
the competir, a licen^a que iiliimamento fora
concedida a mesma professora.
0 presidente da provincia, attendendo ao que
requereu Felippo Floripes de Faria Mello, pro-
fessor da eadeira da povoa.ao Ollio d'Agua dos
Brados, resolve prorogar-lbo por dous mezes o
prazo que Hie foi marcaio para entrar no exor-
cicio da mesma eadeira.
OiBcio :
Ao provedor da Santa Casa dc Misericor-
dia.Communico a V. S. para os lias convenien
tes que nesla data defiro a peticao de Felisberlo
Ferreira de Oliveira, do que trata a sua informa-
cao de hjiiiem datada, permittin lo quo Ibe seja
entregue para servico de sua casa a educanda do
collegio das orphas, Maria da Paixao, assignando
ellc termo de tutella, como exige o juU de di-
reito substitulo de orphans desta capital bo pare-
cer que acompanhoti a sua alludida informario.
2.' $cqoo.
OUlcios:
Ao Dr. chefo de policia. De ordeui do Exm.
Sr. presidente da provincia, communico*a V. S.,
para seu conhecimento, que por olllcio desta data
urdeuou-se a thesmraria de fazenda, que pagas-
se a Francisco Pereira Camello, a despeza feita
com recrutase disertores remetlidos pelo dolegado
do termo do Bonito, exceptuando a que for feita
com o recruta Antonio Luiz de Almeida, e com o
deserter Theolonio Ferreira da Paixao, 0 primeiro
por ter provado isencao legal e o segundo por nao
constar a sua remessa.
Ao mesmo. S. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda declarar a V. S. que nesta data
acaba de txpedir ordem a thesouraria provincial,
no seutido de ser paga ao fornecedor Joaquim Fer-
reira da Costa c *ilva, ou a seu procurador, a
despeza de que trata o seu ofucio de hontem sob
n. 1,212.
Ao mesmo. S. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda declarar a V. S., para seu co-
nlieciiiieuto e fins convenient/s, que por offlcio
desta data mandou a thesouraria provincial pagar
ao fornecedor da casa de detengao a quantia cons-
tante das contas que vieram annexas ao ollieio de
V. S sob n. 1,2 3, relativa a despeza com o sus-
tento e dietas dos presos pobres daquelle estabe-
lecimento, conforme solicitou V. S. em o mencio-
nado ofilcio.
Ao mesmo. S. Exc. o Sr. presideute da
provincia manda declarar a V. S., em resposta ao
seu olllcio datado de hontem sob n. 1,215, que
nesla data expedio as necessarias ordens para ser
paga a Antonio Domingues de Almeida Pogas, a
quantia de 19*950 em que importou o forneci-
mento d'agua e luz, feito ao deslacamento do ter-
mo de Sauto Antao, no mez de junho.
An mesmo. Communico a V. S., de ordem
de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, que por
oilleio desta data, exprdio-se ordem a thesouraria
provincial no sentido de ser oftectuado o pagaoien-
to que solicita em seu ofBcio sob n. 1,216.
Ao mesmo. De ordem de S. Exc. o Sr.
presidents da provincia, transmitto a V. S. o litu-
1 > juuto do nomeagao do subdelegado do 1" distric-
lo do lermo de S. Antao, de conformidade com a
proposta de V. S. em olBcio n. 1,218, de hontem
datado.
Ao commaudante superior de Olinda e Igua-
rassti. De ordem de S. Exc. o Sr. presidente
da provincia, declaro a V. S., para seu conheci-
mento, que por ofBcio desta data forain remetli-
dos a thesouraria provincial os preis que vieram
auuexos ao seu ofilcio data Jo de 5 do corrente, e
ordenou-se o pagamento da quaniia de qua elle
trata.
Ao coramaadante superior do municjnio do'
BuniiQ. S. Exc. o Sr. presidente da provincia
manda declarar a V. S., para os devidos fins, que
por ofBcio d*stadata antorisou-*e a thesouraria
de fazenda a pagar a Joao Jose de Carvalno a
importancia dos vencimentos das pragas da guar-
da nacional, destacadas nessa villa durante o moi
Je julho Undo, segundo solicitou V. S. om seu of-
ilcio datado de 2 do corrente.
Ao juiz de direito do Buique. 0 Exm. Sr.
presidente da provincia manda declarar a V. S.,
que por portaria de hontem foi nomeado o bacha-
rel Geroncio de Arruda FalcSo, promoter publico
dessa comarca, Mean Jo sem elTeilo a de 1 do ciir-
rente que nomeou o bacharel Galdino Eudoxio de
Brilo para dito cargo.
Ao bacharel Geroncio de Arruda Faleao.
Por esta secretana so communica ao Sr. bacharel
Geroncio de Arruda Faleao, que por portaria de
hontem foi S. S. nomeado promotor publico da
comarca do Buiqne.
5" secrdo-
Offlcios :
Ao Exm. barao da Soledade. 0 Exm. Sr.
presidente da provincia manda accusar fecebido
o ofilcio de V. Exc. desta data, cm que participa
haver dada comeco hontem aos trabalhos da es-
trada de lerro do Recife ao Limoeiro, principiaudo
o assentamenlo dos triihos na primeira secgao en-
tre o undecimJ e o duodecimo kilometre da estra-
da de Pao d'Alho.
EXPEDIKNTE DO D1A 14 DE JULHO DE 1873.
1.' secfao.
Aclo :
0 presidente da provincia resolve exonera a
seu pedido Clomedio de Paula Carneiro do Ingar
do 2 pharoleiro do pharol da barra do porto desta
capital.
OlUnios :
Ao Exm. brigadeiro commanJante das armas.
Expeca V. Exc. as suas ordens, aiim de que se
apreseute ao Dr. juiz de direito da 2' vara civel
uma praga de cavallaria para eatregar aos diver-
sos subdelegados do municipio desta capital os offl-
cios do convocagao da proxima sessao do jury
Ao mesmo.-Sir vase V. Eic. de provided-
ciar acerca do que represent:! o adminislradir da
casa de detengao uo olB :io constante da copia juu
ta, dirigido aq Dr. chefe de policia.
Ao capital di port"). -Tendo communicado o
inspector da saiide do porto que as alvarengas em
servi.o da carga e descarga dos navios nao con-
seryam o estado de aceio necessario para nao
prejodicar a saiide do porto, recommendo a X. S.
que por sua parle emprcgue os tueios ao seu al
cance para obrigir os seus cuuductercs a tra/.c-tas
limpas.
Ao commaudante do presidio de Fernando de
Xorqnha.Inteirado de quauto V. S relata cm seu
ollieio de 20 de junho undo, com referenda a fu-
ga, felizmente malograla. de alguns sentenciados
em numero de dez, teiiln a Jizer em resposta que,
dependendo do governo imperial as providencias
por V. S. lembradas, nesta data submetto a apre-
ciagao do Exm. Sr. mimstro da guerra a materia
do seu citado offldo.
Ao director do arsenal da guerra.Ficam
approvados os contractos, quo, segundo o term > an-
nexo ao seu ofBcio de 17 de junho ultimo, delibe-
rouessa directoiia com differontes indi\iduas para
o fornecimento de viveres a respeetiva compannia
de menores no trimcstie de julho a setembro d.-ste
anno.
Ao mesmo. Mande Vmc. salisfazer o inciuso
pedido, que faz o comuiandante do 9" batalliao de
mfantaria, de duas espadas para castigo, om subs-
tituigao do outras que forain recolhidas a e-se ar-
senal.
2.' sec$ao.
AcIjs :
0 presidente da provincia, de conformidade
com o disposto no art 1 7 da loi n. 2d33 do 20
dc setembro de 1871, resolve nomear o cidadao
Lydio Mariano do Albuquerque adjuncto do pro-
motor publico da comarca do Goyanna, uo termo
de igual nome.
0 presidente da provincia, de acordo com
a propo^a do Dr. chefe de policia n. 1223, de 11
do correnle, resolve, por conveniencia do servico
publico, crear dous dislrictos de subdelegado em
cala uma das freguezias do termo deBezcrros.coiii
os Unites scguintes : Na freguezia de Bezerros, o
1 districto omprehendera todo o territorio do la-
do do norte da freguezia ate a scrra do Avros; o
2 que se deuomiuaia Camurim, todo o resUute da
freguezia do lado do sul. Na freguezia de Grava-
ta : o 1" coiuprehendera a povoagao de Gravata e
todo o territorio a margera direita do lado do sul
do rio Ipojuca; o 2, que se denominara Rua Nova,
abrangera o territorio da mencionada freguezia do
lado do none da margem esquerJa do referido
rio.
0 presidente da provincia, attendendo ao. que
requereu o bacbarel Antonio Paulino Cavalcanti
de Albuquerque, juiz municipal e de orphfns "do
termo de Caruaru, resolve concederlhe 20 dias de
licenga, com ordenado na forma da lei, para tratar
de sua saude.
Offlcios:
Ao juiz de direito da i* vara.No vapor che-
gado de Fernando de Noronha devem ter vindo os
sontenciados coustantes da relagao junta, os quaes
forain remettidos para esta capital pelo comman-
dante daquelle presidio, a serem apresentado- ao
Dr. chefe de policia, por terem cmnprido as res-
pectivas sentsneas, constantes das guias que inclu-
tas ihe envio.
Ao mesmo.Transmitto a V. S. os quinze in-
clusos autos de vistoria e identidade de pessoas de
sentenciados, que em diversas datas falleceram uo
presidio de Fernando de Noronha, segundo com-
munica o respective commandante em offldo n.
298, de 8 do corrente.
3." secrdo.
Acios :
0 presidente da provjucia resolve nomear,
para collect or provincial do munidpio do Brcio
da Madrede Deuso tenente Antonio Magalhaes da
Silva Porto ; flcando sem effeito a nomeagao do
cidadao Firmino de Oliveira Mello para igual
cargo.
0 presidente da provincia resolve nomear
para cobrador da collectoria provincial i muni-
cipio do Brejo da Madre de Deus o cidadao Regi-
uo Cordeiro Falca >.
0 presidente da provincia resolve nome ir
para fiscal da collectoria provincial do municipio
de Palmares o bacharel Ernesto ViMra de Mello.
Offlcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Tendo nesta data approvado os contractos que,
segundo o termo constante da copia junta, ceie-
brou a directoria do arsenal de guerra com difTe-
rentes pessoas para o fornecimento de viveiesa
respeetiva compauhia de educandos no trimcsire
de julho a setembro deste anno ; assim o com-
munico aV. S. para os Bns coovenieutes.
Ao mesmo.A' vista dosincluses prets, man
de V. S. pagar a Houorio Gonealves Lima a quan-
ta dc 87^780. desp-ndida com seis racrutas, re-
metlidos pelo delegad > do leniu da Boa-Vista por
intermedio do de Tacaialu, que lainbem despen-
deu com o sostento dos mesmo?; conforme requi-
sitou o Dr. chefe de polida em seu offlcio datado
de 12 do corrente sob n. 1230.
Ao masmo.Commun'00 a, V- S. paraos.de-
vidos Bus que por portaria de hbje foi nnmvado
LyJio Mariano de Albuquerque adjunio do pro-
moter publico da comarca de Goyanna,
Ao mesmo. -Tendo nesta data antorisa
director das obras publicas geraes aeontractar
co iT Domingos Bruno cs resparo* das ramp
ru da Aaryra e caes Uo Apollo, mediante'o abate
de qnatro por cento soSre o respectivo orgamento
de'4:343*866; assim o commuuico a V. S. para
seu conhecimento e fins couveuientes.
Ai mesmo. Communico a V. S. para os de-
vidM fins que pelo eonselheiro presidente da re-
iafie foi nomeado o Dr. Bernardo Machado da
Costa Doria procurador interino da conia, sobera-
nia a fazenda nacional, por ter pedido exeneragao
o desembargador Francisco D. da Silva.
Ao mesmo.Communico a V. S. para os de-
vidos tins que a 5 do corrente reassiiiuio o bacha-
rul Augusto Egidio do Castro Jesus o exercicio do
cargo dc juiz municipal e de orpluos do termo de
Seraihaeui.
-* Ao mesmo. -Transmitto a V. S. o incluso
pretem duplicata, aiim deque, a vista delle, mande
pagar a quem se mostrar autorisado a quantia de
17*000 despendida com a remessa do recruta Joa-
quim Mendes dos Santos, vindo do termo de Sal-
guoire, conforme soiicium o Dr. chefe de policia
em sen ollieio sob n. t226.
Ao mesmo. Tendo por portaria desta data
concedido ademi-sao que pedio Clomedio d.^ Paula
Carneiro do lugar de *. pharoleiro do pharol da
barra do porio desia capital; assim o communico
a V. S. para os fins couvenienles.
Ao mesmo.-Kecommendo a V. S. que, a vis-
ta do pret incloso em duplicata, mando payar a
quem se mostrar autorisado a quantia de....
48 i960, despendida com os recrutas Pedro Alves
da Csta e Pedro Luiz da Silva, remetlidos pelo de-
legado do lermo de Tacaratii; na conformidade do
offlcio .lo Dr. chefe do policia sob n. 1230.
Ao mesmo. -Attendendo ao que requereu
Anaoletti Jose de Mattes, tendo em vista as inter-
macoes escriptas no verso da petigao que devolvo,
e a que se reftre o offlcio de V. S, de II do cor-
rente sob u. 489 serie D, recommendo a V. S. que
mande releval-o da multa que Ihe foi i.oposta, por
nao t>r dado a matricula no praso da lei ao lo-
genio Felippe, fllho de sua tscrava Quilerio.
Ao mesmo. Mando V. S. pagar a.) tenente
Juariel-mesire do corpo de policia Antonio Jose
a Souza e Silva, teifdo em vista os inelusos prets
em duplicate, que transmitto, a quantia despen-
dida com os recrutas e deserton-s remettidos pelo
deligado do termo de Onricury, exceptuando a
que se refore ao recru'a PaJro Jose Rodriguos,
que foi suite por ter provado isenpgao legal; con-
forme solicitou o Dr. chefo de policia em seu of-
licio .datado de 12 do corrente, sob n. 1227.
to mesmo.Aunuiudo ao que solicitou o
rfe de policia em offlcio datado de 12 do
corrente, sob n. 1231, mande V. S,a vista do pret
nil duplicata que iucluso remelto, a quantia de
22*6-H> em que importou a despeza feita com o
deserter do exercito Theolonio Pereira Xavier, ro-
metlido pote deiegado do termo de Floras.
Ao inspector da thesouraria proviuci.il.
Traiismiiio a V. S. a relacao e conla juntas relati
vas as despezas feilas no mez de junho ultimo com
o sustenio dos presos pobres da cadeia do tcrraO
do Brejo, para que mande pagar ao Dr. Joaquim
Ferreira Chaves a importancia de 704080 cons-
tante das mesmas contas*, seguudo solicitou o Dr.
cliel'e de policia em seu offlcio dalado do t2 do
corrente, sob n. 1229.
. Ao niosiiio. Na conformidade do offlcio do
Dr. cliefe de policia sob n. 121*. ea vista da rela-
gao e conta inclusas, mande V. S. p'gar a Andre
Avelino do Espirito Santo a quantia de 87^400,
que fora despendida com o sustcnto dos presos po-
bre; da cadeia do term) do Cabo.
Ao mesmo.Reinetto a V. S. a relagao inclu
sa, para que mande pagar ao sscretafw do gym-
nasio provincial, bacbarel Antonio de Assump-
gao Cabral, a quantia de 1:530*00J, em que iui-
poria a mensalidade dos alumnos pensionistas da
provincii, relalivas; ao .ereeiro trimeslre de julho
a setembro do corrente anno, segundo solicitou o
Dr. regedor interina.
Ao mesino.=Transmitlo a V. S. o incluso
pret em duplicata que me remetteu o commaudan-
te superior do municipio do Limoeiro com offlcio
de 3 de juiho ultimo, aiim de quo mande p igar a
Jose Maria Ferreira da Cunha os vencimentos da
guard.i nacional, destacada na Villa do Bom Jardim,
convenientes ao mez de maio dcsle anno.
4' seeciio. .
Acto :
0 presidente da provincia, attendendo ao que
requereu Anna Eiisa Pereira Dutra, professora de
inslruegte primaria da povoagao do Tamandare,
e ten lo era vista a inforinaeao do director geral
iolerino da instruc.ao publica, de 8 do corrente,
resolve prorogar por mais dous mezes com meta-
de do ordenado a licenga que obteve a mesma pro-
fessora.
Offlcios :
Ao Exm. Sr. presidente da provincia das A-
lagoas. Rogo a V. Exc se digne expedir as suas
ordens, aiim de que teaham passagem no vapor da
companiiia pernambucana, de Penedo ate Piranhas
dous cabos c oito pracas do corpo de policia que
vao destacar em Granilo e Ouricury, e bem assim
cinco mulheres que acompanham a dita forgi, e a
respeetiva bagagem.
A i mesmo. Rogo a V.Exc. se digne expedir as
suas ordens.atim de que sejam transportados no va-
por da compauhia p-rnambucana, de Penelo a Pira-
nhas dous inferiore* e dezoilo pragis do corpo de
policia, sete mulheres e a bagagem respeetiva; indo
a dita forca levar soldo e destacar em varias loca-
lidades.
Ao juiz do paz da freguezia de S. Bento.
Informe Vmc. sobre o conteudo do offlcio junto
por copia, do presidente da camara municipal des-
sa villa.
Portarias :
A' illustrissiTia camara municipal do Recife
Transmitto a illustrissima camara municipal do
Recife o offlcio junto por copia, do inspector da
saiide do porto, aflm de que essa illustnssima ca-
mara organise ama posters para ser provisoria-
mente approvada por esta presidencia no sentido
do alktdid.) offlcio.
A' camara municipal da cidade do Rio-For-
huso. Segundo onsta de aviso do ministerio do
imperio, do I- do corrente.foram julgadas nullas as
duas eleigoes de eleitores da parochia de S. Gon-
galo de Una, e approvada a da de S. Jose do Rio-
Formoso ; o que communica a camara municipal
respeetiva, recoramendando Ihe quo expega as con-
venientes ordens no sentido de proeeder-se a n >va
eleigan na primeira das referidas parocbias em d i
de agosto vindouro. Outrosim declaro a mesma
camara que designo a segunJa dominga de setem-
bro proximo futuro, para ter lngar a reuniao das
juntas de qualificagio de votaote* daqoellas duas
parocbias, guardadas de formalidades da lei de 19
de agosto de 1846 e mais disposigdes em vi-
vigor.
A' camara municipal da villa de Serinhaem.
Em resposta aa ofilcio da camara municipal da
villa de Serinhaem, de 4 do correnle, tenho a dizer
que agradego as felicitates per ella dirigidas a es-
ta presidencia, pelas provideucias tomadas.com re
tagao os acontedmentos de 14 e 16 de maio ul-
timo.
5.' secgSo.
Acto: ;
0 presideute da provinda, attendendo ao qnc
requeren o gerente da comprahia Ferro Garril de
Pernambuc'i, resolve dedarxr, em additamento a
porugAda 9 do corrente, que na* ruas e ponies
ohddjHnver espago a empreza de transporie de
mercsdorias, di qual sao contractantes o major Be-
larmino dp Rego Barros a oalros, deve estabelecer
as snas linhas ao lado das d'aqnella compauhia, so
podeado passar por entre os trilhis da mesma
HuaaJo nao haurer desvio ; e nesta c&so devera a
reforida empreza previaraentc indemnisar-lhe o
matenal que aproveitar, mediante acordo.
Offlcios:
Ao engmheiro chefe da roparllcto das obras
publicas.-Tendo, por acto desta data e cm addita-
inento a minha portaria de 9 do corrente, declara-
do que a empreza de transporie de mercadorias,
da qual e conlractante o mai r Belarmino do Rego
Barros a outros, deve estabelecer nas ruas e pon-
ies onde houver espago as suas Imhas ao lado dos
da companhia J*Vrro Carril dc Peinambuc>, so po-
dendo passar por entre os triihos desta quando nao
houver desvio, e mediame indemnisacao previa do
material que aproveiiar, "segundo acordo das par-
tes ; assim o declaro a Vmc para seu conhecimen-
to e fins convenientes.-Mutatis mutandis ao ge-
reule da companhia Ferro Carril de I'ernam-
buco.
Ao mesmo. Proponha Vmc. com urgeucia
as baz.es para o contracio da estrada dc ferro pro-
jectada de Goyanna a Timbaiiba.
Ao engenheiro das obras geraes. Tendo o
governo imperial, segundo communicou-me o Exm.
ministro do imperio em aviso de 7 do mez proximo
Undo, destinado o terreno, fronleiro ao do projec-
tado passeio publico, para conslruir-so o edihdo
que deve servir para Kaculdade de Direito, e que
tal dm foi indicado pela commissao de que Vmc.
faz parte, recommendo-lhe que demur pie e mega
o mesmo terreno; organisando o orgamento da
despeza a fazer-se com o aterro preciso e calcu-
lando-o prego por que p6de elle ser obtldo.
Ao mesmo.Inteirado de quanto cxpoe Vmc.
em seu offlcio de 10 de correnle sob n. 40, autori-
so-o a contractar com Domingos Bruno os reparos
das ram pa; da rua da Aurora e caes do Apollo,
mediante o aba'.e por elle offerecido de quatro por
cento sobre o respectivo oroamento.
Portarias :
O Sr. gerente da companhia pernambucana
de p.wsagem ate Penedo a bordo do vapor qne se-
guir para o sul a dous cabos e oito praga- do cor-
po de policia que vao destacar em Grauito e Ou-
ricury ; dando igualmente passagem a cinco mu-
lheres de algumas das pragas e transporie as res-
peclivas b.tgagen<.
0 Sr. gerente da companhia pernambucana
manda dar passagem ate Pened > a dou inferiores
e dezoilo pragas do coroo de policia, que vao levar
soldo e destacar em varias localidades e bem as-
sim a sete mulheres e as respectivas bagagens.
EXPKDIE.NTE DO SECRETABIO
1.' secrdo.
Offlcios :
Ao Dr. chefe de policia. -S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, tendo por despacho desla
data concedido ao recruta Jose Ignacia Pereira o
,razo de 10 dias para provar isengao le/al, assim
o manda declarar a V. S., aiim de que sobr'esteja
no embanjue do mesmo recruta.
Ao inspector do arsenal de marinlia. S.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda decla-
rar a V. Exc, em resposta ao seu offlcio de 12 do
corrente sob n. 704, que autorisou o fornecimento
das duas espadas para casiigos, pedidas pelo 2.
uatalhio de idfantaria.
2.' secrdo.
Offlcios :
Ao Exm. presidente do tribunal da relacao. 0
Exm. Sr. presidente da provincia man la accusar o
reeebimento do offlcio de V.,S., de 12 do corrente,
em que participa ter nomeado o desembargador
Bernardo Machado da Co;ta Doria para interina
inente exercer o cargo do procurador da coroa,
snberania e fazenda nacional, pi r ter sido exone-
rado, a sen pedido, o desembargador Francisco
Domingues da Silva
Ao Dr. chefe de policia. Sua Exc. o Sr. pre-
sideiite da provincia manda declarar a V. S., cm
resposta ao seu. ofBcio datado de 12 do corrente,
sob n. 1227, que nesta data expedio as necessarias
ordens a thesouraria de fazenda, aiim de ser paga
a quantia despendida com a remessa dos recrutas
e desirtores vindos de Ouricury, excepluando a
que se refere ao recruta Pedro Jose Rodrigues, por
ter provado isencao legal e sido (osto em liber-
dade. .
Ao mesmo. -De ordem de S. Exc. 0 Sr. pre-
sidente da provincia, levo ao conhecimento de
V. S. quo nesla data remeiteu-se a thesouraria de
fazenda o pret relati vo a despeza feita com a re-
messa de urn recruta, vindo do termo de Salguei-
ro, e mnndou-se pagar a quantia constante do
mesmo; conforme solicitou V. S. em seu offlcio da-
lado de 14 do correnle, sob n. 1226.
Ao mesmo.-^0 Exm. Sr. presideute da pro-
vincia manda transmittir a V. S., para os devidos
fius, a copia da portaria desla data, quo crea 2 dis-
tricts de subdelogados nm cada uma das fregue-
zias que corapoem o terrao de Bezerros; de con-
formidade com a proposta de V. S. em offldo n.
1223, de 11 do correnle.
Ao mesmo. -S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. que por offlcio
desta data forain expedidas as necessarias ordens
a thesouraria de fazenda, ne sentido do seu offlcio
datado de 12 do corrente, sob n. 1233.
Ao mesmo. S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. que, por offlcio
desta data, expedio ordens a thesouraria provincial,
para que seja paga ao Dr. Joaquim Ferreira Cha
ves a quantia de 70*080, em que importou o sus-
tento dos presos pobres da cadeia de Brejo; con-
forme solicitou V. S. em seu offlcio tlatado de 12
do corrente, sob n. 1229.
Ao mesmo. De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, communico a V. S., para os
devidos Bns, que nesta data offlciou se a thesou-
raria provincial, para que seja satisfeito o paga-
mento da despeza feita com o sustcnto dos presos
pobres do termo do Cabo ; seguudo solicitou V. S.
em seu olBcio sob n. 1228.
Ao mesmo. -De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, communico a V. S. que
nesta data se mandou pagar a quem se mostrasse
autorisado a quantia de 48*960, desdendida com
dous recrutas remetlidos pelo deiegado do termo
de Tacaratii ; segundo solicitou V. S. em seu offl-
cio datado de 12 do correnle, sob n. 1230.
Ao mesmo. S. Exc. o Sr. presideute da
provincia manda commnnicar a V. S., para os de-
vidos effeitos, que por offlcio desta data ieu a
thesouraria de fazenda as necessarias ordens, no
sentido da ser satisfeita a requisi<;io feita em offl-
cio de V. S., datado de 12 do corrente sab n. 1231.
Ao mesmo. -S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. qne nesta data
acaba de expedir ordem a thesouraria de fazenda,
no sentido de ser pago ao tenente quartel-mesire
do corpo de policia, Antonio Jose de Souza e Silva,
a despeza de que trata o seu offlcio de 12 do cor-
rente, s b n. 1232.
Ao juiz de direito da 2.* vara ci/el.O Exm
Sr. presidente da provincia manda declarar aV. S.
que fleam expedidas as ordens precisas, no sentido
do que trata o seu offlcio de 12 do corrente.
Ao juiz de direito de Goyanna-0 Exm. Sr.
presidente da provinda manda declarar a V S.,
em resposta ao seu offlcio de 7 do corrente, que por
portaria ds boje, foi nomeado adinnto do promo-
ter publico d'essa comarca o cidadao Lydio Ma-
riano de Albuquerque, por V. S. proposto.
Ao bacharel Augusto Egidio cle Castro Jesus.
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda ac-
cusar o recebimento do offldo de V. S., datado de
C do corrente, em que participa ter nessa date
reassnmido o exercicio do cargo de juiz mnaidpal
e de orphans do termo de Sorinhaem.
Ao coronel Jose Luis de Caldas fain. 0
Exm. Sr. presidente da provincia manda accusar
o recebimeuto do offlcio de V. S., da 2 do corrente,
m quo participa ter nessa data assumido o com-
mando superior do municipio do Rio Fonnoso,
como chefe do eslado-maior, no impedimento do
respectivo commandante superior.
Ao coronel Ernesto Joaqnim da Silva Freire.
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda ac-
cusar o recebimento do offlcio de V. S, de 3 do
corrente, em que participa ter entrado no goso da
licenca que le foi concedida para tratar de sens
negocios na provincia da Parahyba, passando ao
teuente-coronel Paulino Velloso Freire o comman-
do superior da guarda nacional do municipio de
llambe.
Ao commandante do corpo de policia.-O
Exm. Sr. presidente da provinMa manda declarar
a V. 3., para os devidos fins, que ficam expedida*
as convenientes ordens no sentido do que tralam
os seus offlcios ns. 4(>7 e 4"8, de 12 do correnle.
3." seeciio.
Offlcio :
Ao inspector da thesouraria provincial.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda com-
municar a V. S.. que por portaria desta data no-
meou para collector do municipio do Brejo o te-
nente Antonio Magalhaes da Silva Porto, e para
cobrador da mencionada collectoria o cidadao Re-
gino Cordeiro Faleao; licando sem effeito a nomea-
gao para igual cargo, do cidadao Ftrmiao de Oli-
veira Mello.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DK 2 DE OUTCBRO
DK 1873.
Adriana Felicia Maciel. Apresenlo-se a suppli-
cante a novo concurso, querendo.
Francisco Pereira de Araujo. -Sim, com recifco.
Franceiino Augusto de Hollanda Chacon.Re-
queira pelos canaes compelentes.
Francisca Maria das Dores. -Informe o Sr. pro-
vedor da Santa Casa de Misericordia.
F,'.''i|uiel Bruno da Silva.Deferido com offlcio
desta data dirigido ao Sr. inspector da thesou-
raria do fazenda.
Joao Eduardo Pereira Borges.Nao lem lugar,
em vista da informagao.
Jose Francisco da' Silva. -Deferido com offlcio
desta data, dirigido ao Sr. inspector da thesenra-
ria de fazenda.
Jose Leao Cardoso. -Dirija-sc ao Sr. director do
arsenal de guerra.
Joaquim Bento Freire de Araujo. Concedo oito
dias.
Joao Viclorino de Paiva.-Infonre o Sr. enge-
itheiro chefe da repartigao das obras publicas.
Maria Augusta da Silveira.Passe portaria con-
cedendo dous mezes do prorogagao.
Pedro Reginaldo Teixeira. -Passe portaria con-
cedendo a licenga pedida, na forma da lei, para tra-
tar de sua saude.
Pedro Jose da Silva. -Deferido com offlcio desta
data dirigido ao Sr. inspector da thesouraria da
fazenda.
Secrelaria da presidencia de Pcrnambuco, 3 de
outubroie 1873. fjportoiro,
Silcino A. Rodrigues.
Blo|*artii;ilo da |olicia.
* secgao. Secrelaria da policia de Pernambucc,
3 de outubro de 1873.
N. 1719.Illm. e Exm. Sr.Pariicipo a V. Exc.
que, das conimunicafSei recebidas hoje, consta
que f.' ram ree ilhidos iunie.ii a casa de detengao os
individuos seguintes :
A' minha ordem, Jose, escravo de Francisco de
Paula Baptista, a requerimenlo deste ; Joao Bap-
tista de Si pieira e Jeronymo Jose dos Prazeres,
vindos do Limoeiro como criminosos ; Antonio
Caetano c Cosine Rodrigues Pessoa, vindos de San-
lo Antao, o primeiro proiiunciado uo termo de Pao
d'Alho como incurso nas penas do art. 205 do co-
digo criminal, e o segundo como criminoso de
tentativa de morto no termo do Rio Formoso.
Finalmente, a ordem e tranquillidade publicas
nao soffieram alteragiio.
0 que tudo'comraunico a V. Exc, como me
cunipre.
Deus gtiarde a V. Exc. Illm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, dignissi -
mo presidente da proviucia.0 chefe dc policia,
Antonio Francisct Correa de Araujo.
DIAKLODEPEaJNAMBDOO
RECIFE, 4 DE OUTUBRO DE 1873.
NoticiMS la Bahia.
Hontem as 3 boras da tarie fundeou no lama-
frao o vapor inglez Cotopaxi, trazendo jornaes da
B'bia de 30 dc setembro e I.* do corrente, dos
quaes colhemos o segmnte :
No vapor Smith America foram remettidas
para New-York 47 grammas de diamantes brutes
e 46 de carbonato.
' Chegaram no vapor Valeria de Sinimbu, pro-
cedeutes dc Caravellas, o capitao da escuna fran-
ceza S Anne, sua mulher e mais o pilote e
dous marinheiros da escuna hollandeza Kben
Hayer, que naufragaram perto d'aquella cidade.
No mez de setembro arrecadaram:
Alfandega 726:854*914
Mesaderenda 119:930*002
Recebedoria 44:067*529
Lemos no Jomal:
Como fora noticiado, teve lugar no domingo
ultimo a coilocagao do relrato da dislincta bahia-
na D. Anna Nery, no gabinete da camara munici-
pal,
Corapareceram ao acto, feito com grande so-
leinaidade, as principaos autoridades civis, railita-
res e ecclesiasticas da provincia, algumas senho-
ras da nossa sociedade, voluntaries da palria, as
cummissoes do Monte Pio-da Bahia, Libertdora
Sete de Setembro, Institute Academico, Fraterni-
dade Sergipana, Monte-Pio dos Artifices, e Giemio
Litterano.
a Aberta a sessao, o vereador||r~- Frederico Lis-
boa expoz qual o lim da sessao,' aproveitando a
occasiao para rememorar os valinsbs servlgos da
Sra. D. Anna Nery, prestados durante a guerra
do Paraguay.
a Em seguida os oradores das diversas commis-
socs leram discursos analogos, obtendo em ultimo
lugir a palavra o Sr. Dr. Nery, que em nome de
sua illustre mai agradeceu aquella prova tao sig-
niBzativa de apreco que Hie tribulavam.
Encerrando-so a sessao, -foi collocado o relra-
to no lugar que Ihe tinha sido destinado, e que
acbava-se convenientemente decorado.
t Finda essa cereraonia, os Srs. presidentes da
municipalidade, da provincia e vereador eommen
dador Araujo levantaram diversos vivas, que fo-
ram enthusiasticamente correspondidos.
As bamlas do mnsica do corpo de policia e
do 18 de linlia tocaram durante o acto.
c No domingo teve lugar em casa do Dr. Fran-
cisco de Macedo Costa uma reuniao de pessoas
gradas das diversas classes da nossa sociedade,
aiim de tratar-se da creagao de lima associacao,
des'inada a defender e zelar os inleresses catbolt-
cos nesta provincia.
Exposto pelo Dr. Francisco de Macedo C
o objecto da reuniao, foi convidado o Dr. Fran-
cisco Jose da Silva e Almeida para presMa-la, e
por este foram designados para exercerem aa
funcgoes de sec elario. os Drs. Frederiee Marinho
de Araujo e clauderairo Augusto de Moraes Cal-
< Em seguida elegeu se uma fomieno com-
post a dos Srs. Drs. Francisco < lo Gesta,
SebisUao Pinto do Carva. Mariano



de
tbro do 1873.

'*
de Aim njo, liMVHl*Jdft
aaxfliares os Rv
liana Flo*
para organ isar
marcado o pros
p ra a discussSi
lantns Peretra,
iifif.iid jo, as l! hora* Go dia,
project).
Itcnnia'-so ante-
jtocianles vetnle folbae alguns tiapi
tinuasso a in speeds
bases do conveti-ior
Entre pssocios presents* o insrriploj conta-,
ram-se 77. __
EnrHS) a mmoria dos ne- |
nmpradores de Ittmo oin
has, e racolveram quo cob- i
(> refcllo genero com is j
. la oh 29 de janho do
18*7 * e G. I.iporte.
Em seguida procoderam a eleif/io da oommu-.
sao, de que trati o referide convenio, e for am clci
tos o* Srs. :
Presidente.--G. SchswJt.
1* secretario.Joaqnim Josi- da Foneeca.
2 dilo.M; nool Jose TVixer.i Junior.
Adjuritos. Joaqufcn Pereira de Carvalha eFr.
Arekeiiou.
< Le-sc no R-yt>Hernlr do 97 de suteuihro :
No doming-) 21 do andante vein a nolicia qup
navia fallecido o proprietario do cngenho Pedru de
Aawt7w\a duas legaas d'esla ciiade, JoseR ymun-
do de Carvailm, e loghapos essa natteia a de qne
<*nhasido enveuiRido. 0 finado era maior do 60
anno* e eaado om segundas ntipcias com uma ra-
pariga de 20 antios. sohrinha da nrimeira mulher,
o a quern elle iavia criado, e corn qucm casara
para heneiiciar.
No sahbado o deleu'i lo 1 suppJeuto em cxer-
cicio, eapilab Jo.c do Aranjo Castro, dirigio-se a
casaoudeestava o cadaver, acniapannado de urn
escrivSo, e dos L)rs. Barro.* Rittoncourt e Toon-
iihi, procodeu a exam-* o autopsia, resulUndo co-
nhcceri'm os meiicos quo lumver.i enveneuamenti
oorasBblimado eorrossivo, mas nao podoodo ser
^unpleu a analyse das viscera* per f.dta de eertos
vasos necesaarios, for am reiaetUdas ao Dr. chef;
de policia para a exauie feiio a a acaiemia de mc-
djcina, os liquid is J.) e.t imago, parte do liga lo,
lias rins, etc.
c O deles ado m.vchou na tavde do salibado com
uaia (orca do poticia para o engenUo, trazcndo a
sogra do linado, a n ullior e sen cscravos c d<-
versos ohji'-t-is de uzo d-i d onie, para solire elles
proecdi!r-se a e-ame, e faxor-se o laqoeriW :i la
ifflliflmfii pni ma' Figura eaire os object is ap-
orelien-li kn mua giiT.tf.i. que, lei-lo il-> c-wn c:n
Tcaedio tpplicsdo pelo l)r_ Sarros Bittenc mil ai
dMtte, Ocrlaroii a viuva que linha clieuado a
parrafi absitaV a-qtie o docnte se -nieixara quo
desde ,\ priioeira dos; -jti-? torn m Hid (Uera ma I.
Suuiiuado i's-e rein dio ptsla pU.r.n iceutico que
.i pri'u.iiMii, i-1 i:itrou d-s mai-. alem do pres-
crjplo p'^l ;u.; ii :>, su'tlimaL> cjrrotsivo, pelo
que deixon !o r a garrafa para a capitil, por
fornm p-istis incoininunicaveis a viuva D.
Alciaa Hoso, an:-it I). Salustiana Maria diSouza
oa eserava c nialwfra La-liri-ra.
< Xi in -::-iu dt.t procelen-se an^ interrogato
li.is o com afijblencla do Dr promotor, c-inli
uou-se trflbalbando ato d'.irnm-; a n-)i'-! ; o:n
rffjifrijI-i-T" Jolles c do algutns lestc.nuoliK-1
ijao ja L'oram :"ridis. ficarain a viuva etna miii
pnwn nor'irdetn d) juiz jnnnicipal, crija prisan
!.ii requititadi pelo doiegado, o deu-se-lbea a
iota de culpa.
') eatnbia rogulava ubre Loodres 2'i :5|S
a SC
HiOVISTA DLUUA.
Telegaeiu mlliiar. Por portaria da
j.-resi.l':i ia da provinc4a.de i d enTente, f i ex-
naerado, a sea nefi'l i,Joao I'.nti li-nioira Accio-
liiio Va coik'o:'s d:! ainnai'Dse do (telogado do
"irurgi.i'i mor l> (:-: :-i nesta [.rivineii. e foi
id ii:ud" prr.i 0 sub t' i:r -) i' saiyento do it- ha-
uHiJij dj inf.tn'aria as liuiia, Miguel tioacalves da
tj^sta Uascar-'oh is.
Srrao l;iiKne.No sabbado (H d->
.orent--) dove f.'r lugar, n palajefc do largo de
S. l'eJr.i, um st't J i dmsint" ih'li pir divers s
afllciae* ifa guarJa naet'on.il do manicipiod) He-
rife.
A dirr?;"n d'-I' dilrertimen'.o polo as E.\ni.
Sras; que :C apresentelii ves'.idas de branco is com
a Bator simplieiJalu nas toilettes.
TlP"J.ii'; Kandi Antoniti. -Subirahoje.
iceoa d- sse Ili'-'t; i n::i:i das mais-'smeradascom-
posjefes dramalicas-So Pinlcbo Cbagas, ioUtula-
daA innr.j i.l:a!i.::.lo Yalfln:
Pio'.eiio (.'-1.12:1s ? 0 11 ne do autor e a me-
lhor recainmendafiio qoo poJe ter 0 drama.
Vaeeina.-0 Or. Jose de Miranda Curio vac-
--.inani nia Duque do lixias n. S7primcirc andar
i pbar-nai-ia americaaa d 1 fiaeio dia a uma hora
da lard).
Ac!u:i! > de tod a convenieoiHa quo a.froea
rem aqu-'li-'s que linJa ni'i dispdtm de t.io pro-
ditfi-Hii prw srvativ).
#a;^a:toL-i: (Sa tbesonraria rte lit-
s iLfornta
dep*.
N. B. .Os Tunccionan-'s qae.deixarfim de t
ber neste dia, so padep*o fate-lo uo oittvo dia
ntil em It a ate,
Socieilaile provisoria Philotimia.
Sio aonvidados m Srs. umm para wnpare||
cerem amanha .as (1 horasda maoha, afim dtjj
clegerem a futura adminisiracao. ^
I.olcria. A que se acba a vends e a ti'.i. a
Jwaoffcio do coilegio dos orpbios e orphiaa, a qujaff
so cstrakira no dia II.
Casa de detouf adlMovimento do dia
2 de outubro de 1873 :
Existiam presos 33", entraram 5, sahirarn 8,
existent 331.
A saber *. 2 *
Xieionaes 21G, mulheres 7, estrangeiros 40,
escravos 38, escravas i.Total 33i.
Aiimentados a custa dos eofres publieos 367.
Movimeato da enferrnaria do dia 2 de outahro
ie 1873;
Tiverambaixa :
Lourene/) Jose de Freitas; febre.
Antonio Jose Correia, idem.
Roberta, escravo de D. Maria do Souza Leio, bron-
rhite.
Tore alta :
Fabricio Jose Ferreira.
Cemiterlo publicn. Obituario do dia 2
Jo corrento :
Francisco, branco, Pernambuco, 8 mezes, Santo
Antonio ; entente.
Francisco, i ardo, Pernambuco, 8 mezes, Santo
Antonio ; ignora-se a molestia.
FiJebs, escravo, pret-i, Africa, 40 annos, soltei-
ro, Boa Vista ; bexigas.
Francisce, escravo, preto,;Pernaaibuco, 20annos,
solti'iio, Boa-Vista; bexi^as.
iltROxNlt'A JUI>IIARI*.
Tribunal da cfi-mnercio.
SEjSAO JUDICIARIA EM 2 DE OUTUBRO
DE 1873.
P11ESIDB.NCIA DO EXM. SR. CONSELHF.ItlO A.NSELMi
Kn.VNCIsCO PERKTTI.
Secrelario inlcrino, 0 official Torres.
Ao meio dia, so aclianJo reunidos os Srs. des-
embargadores Silva Guimaraes. Reis e Silva e
Aecioli, depotados 0 sapplonb os Srs. Olinto
liasms, Lopes Maehado, Sa Leilao e Guerra, S.
Ess, 0 Sr. conselbeiro presideato abrio a
sossao.
Foi lida e appnmda a acta da precedente
sossao.
ACC0UDAOS.
Foram assigitados dopoisdo liJis os que hayiam
-i!i pmleridos, em sesaio de 22, nos seguinles
lei tos ;
App?llanto Javme Eneas Gomes da Silva. appel-
l.-idos Jeronymo Uelsuc e D. Ursula Cordoliua da
Uocha Almeida ; appeJJanto Ant uuo Jose do Olt-
veira, appi-iladus Braja Guiiks ii C-; embargant.'s
Joao de Azevedo Ramos e sua mtilber, ejaBargauo
Antoui0 Gon.alves Ferreira Cascao.
JULllAMlvNT.I.
Relator 0 Sr. de^uiuliarg:idor Silva Guinuries,
revisur o Sr. desembaigador Reis e Silva.Apyel-
lante ewbargapto Manuel Dias d Santos, auoella-
do ombargado Francisco Xavier I'ei eiri de llrito. -
Juues sorteados os Srs. deputados Lopos Maciiado
e supplenle Guerra. Foram recebidos os em-
bargos.
Em c->useqnencia doadiaraento proposto por uui
dm dons juizfs commereiantes, n.io se venlicoa 0
julgani-tnlo do foily eiilre paries :
AfpeJIaMe J-iaodo Oiiveua Leite e Souza, appd-
ladu Antonio Jose da Silv^ Maia.
Deivo'i de ser proposto 0 feito que se segue, em
raaao merci-inte, em cujo poder se aeha a,Jiado :
Appellantes Henrique Leiden & C por.sea socio
0 prineipal gerente Henrique Qaanz, appellado
iloori ;:ie lvril:S.
PASSACK M.
Do Sr. dosombargador Reis c Silva ao Sr. ilos-
eialtargador Accioii. Appellants embarganle J-;ao
1 i-e tie Carvaiho Morass, appellados lfiao EniiftS
Comes la -ilva, Jeronymo Delsue e D. Ursula Cor-
doliua da Ruclia Almeida.
DISTUIBUigAO.
0 Exm. Sr. conselbeiro presidenlc fez jL.se-
guinte distribui^ao :
Ao Sr. desembargador Silva Guimaracs.Ap-
pellaule Gabriel Antonio de Castro Quintaes appel-
lado 11 \)r. Nabor Carneiro Bazerra Cavalcauti.
Ao Sr. desembargador Accioii. .lppellanto
Joaqohn Jose de Alvitn, appellados 0 Dr. Loureu^u
Accioii Wandcrley Caunavarro e sua lillin.
0 Sr. desembargador Silva Gaimaraes, como
subftituto legal do niesmo Exm. Sr. eouseilicir 1
liresidente, dislrjbuio ao Sr. desembargador Reis 0
Silva 0 feito entre partes :
Appellante 0 birao de llemilca, appellados jero-
nymo Delsue, D. Ursula Gordotiaa da Roclia Al-
meida e'Jaymo Eneas Gomes da Silva.
EneerroU'SC a sessao a I hora da tarde
RELATORIO
q3? o pre a Oliuiia tspresciata etsa seffo la Assoanlvlea geral ilos
AOiMrisftas da respeetiva coiupaitbia em SO de aha-il dc
r. unvoms/Bj.-Venho oCcnpar a vossa attenQao com a leitnra do relatorio que, na qua-
Mdade co prcsideiito da director.ia da eslrada do ferro d.i Recife a Oliuda, sou obrigado a apresou-
i^r-vos. -erei breve c claro na exporicao d-is factas, de. mode a ofientar-vos nas dehberacoes
wue pervontora tenhaos de Dinar, tOtre os MOBSsea da emprezi.
Seme faltam sullicieneia e tempo para entrar cm uma ordem elevada e detalhada de con-
sifleracoes aeerca da wriados assumplos da administra.ai a cargj da directoria, sobram-me, pos-
m assegura-lo coin fraa-iueza, e sem recoio de incorrer na peeaa de iinmudesto, sinceridado na
eip'isi'-io dos fad is e bons des.-jos do rotrisuir eon a mais iiifatig.iv.-l dedicanao aos interosses
-da eofdpaahia, a honrosa eonlmnra juo em mini tendes sempro deposits lo.
f;irva isto de eseasa as laouaas do present" traballio, as quaes 0 vusso criterio suppnra.
DIRECTORIA.
0 pe.-soal da directoria e 0 mesmo com cxcepeAo do Sr. Franciscj Ferreira Borges, 0 qual
jen-lo partido pari a Europa, sem dar c .nliecimento disso a directoria, foi substiluido pelo accio-
nista Sr. Luiz Jose Pinto da Costa, em data de !) de novembro do anno Undo.
p,esoix'i;oes.
Para mai r claveza exporeias resetavfSes tomadas pela directoria, segundo a ordem
das datas. .
Tendo-se offorecj-lo 0 ajudanto de engeabeiro Sr. Massy para prestar a companhia os ser-
vi^os de stia pro'isfn, auraiito am anao com vdiiciraentos meiisaesdo 3-JOiOOO, resolveu a direc-
toria, a 17 de outubro, aceitar 0 >eu ot'erecnnentu pelo rcferido tempo, concedendo-lhe 230*000
Na mesmn data accordoa eni receber do ex-snperintenden-.e Sr. Andre de Abrtu Porto a
qoantia de 1:3835*61 por saldo de ajnsto de contas, tendo servido do base para este a-v-ordo a
^oantia arbitra la pel is peri tos, na qnosUo que a companhia movia ao mesmo ex-supenn-
leBdentij. ....
Esta resoli.cao fid tomada em virtude de autonsacao vossa.
A-falta de docuuientos rcguiarcs, que assegurassem em juizo a veracidade da nossa conta,
e a possibili-lado de se alongar demasiadamente 0 pleitomovido contra aquelle ex-siipeiiatenden-
te, deram lugar ao m mcionalu accordo, no qaal veio a companhia a perder 3:829*2/0,
A ode novembro orlenou a direeDria ao engenhciro" Massy que levantassea planta e li-
xesse 0 orcamento da e-starao terminal do Beberibe, e que procedesse aos reparos precisos na
pante dos Arrombados, na'da estrada nova de Beberibe, e no pontelhao do Joao de Barros.
A 30 do mesmo inez responsabilisou 0 rcferido engenheiro pelo prejuizo causado em uma
-Iwmba na estacao de Beberibe, prejuizo Glho de uma falui de prevencao, tanto mais quando fora
He adveriidi era tempo pel) cabo do servi'jo. .
A 9 de 4e*nhn aulorisou 0 Sr. gerente interino a entrar c:n ajuste com 0 Rvrn. Br. D.
abbade do convento de S. Bento, em OlinJa, sobio a construccio do muro do duo convent.),
4errubado para 0 servijo da companhia, segundo a escrlptura de aforarnento celebrado enlre a
companhia e 0 convento. Teoho como certo quo nao havera duvida na realisa^fio desse ajuste ;
por-iuanto d \ par'.e do Sr. D. abbade ha, segundo me consta, as melhores disposi(;oe3 de tenmoa-
Jo amigavelRKnte. ,
l'araivufMiir 0 Sr. gerente. e em virtmle de solicitaQao delle, lui encarrogado em ii.ua
de 7 de dezern&re, . tis-:aiisar a arr-scadaeSo da renda da companhia e cstabelecer a sua regu-
Jaridade ..., .
A 17 1e dflremliro eontratoa-se com a companhia de Santa Tbareza, por um anno, 0 furne-
c'uHato I'agua para alimantaeSo das locomolivas pelo preco dc6:OiOO0.
Creoa-se 0 lugar de confeccionador.da esUlistica dos passageiros. Resolveu-se quo os em-
pn^os que vagas3iu, fosse m preeucliidos por eonductorcs, creandose ama quarta classe destes
para a^ressoas qne fossem almittidas de entio por diante. -
Detei iiiinou ao 1* secretario qne exigisse do guardalirros 0 balanco do almoxanfado, 0
floal deveria ser aircsentado ate 0 ultimo dn dezembro. Esse trabalbo ainda nao foi organisado-
e convent quo o 'ja sempre com 0 maximo eserupolo e pontualidade.
Riscommeadnu que todos os mappas do morimentu do aervigo mensal fossem rubricados
pelo gertmte ; int^izment^, porem, esta medida na) tern sidoexeeutada. E' obvio a vantagem
aueresultade sua execocao.
A t8 de jaroiro determiaou a conslrnccao de uto telheiro para deposito de carv.io.
Pareeeodo meexigao os ordenados dos condu>tores, propuz a directoria 0 seu augmenlo.
ropoeUa que nao teve realisacao, porque houve empale aa votacio. Isto, pori?m, no mo deraove
daopiniaoquenatro a semelhante respeito ; isto 6, que^de necessidade e dejnslica que se con-
oeda. a essa ordem do empregados, augmento cm sous veneimentos.
A 25 1I0 me?mo inez determiaou qua 0 gerente apresenlasse meosalnunte uma noW-dps
^Wecto* eo'uprado* eom a dnclaraijio deseosdestinos.
A 3 de fevei-elro resolveu que se (rouxesse ao conheeiaeato da assomblea geral a proppsta
apre^entaJa pelo $r.-direetor Santos Porto, a 15 de ni3fo do anno findo, 0 concebida nos seguin-
les termoii l^^^^^l Hil^^l^^l^HB
de rets ;t*r-*i8 i dez ron'os fle rei>;, por 1 iaeo anoos.
^aesee eins^ruida a primeira, as pr.ssageos ser.to de prmeira clasae, ,e, para 0
a aondacao quanto W. possivel. v-
m a compn de qnkHea-^fies foiia *M*. Alfonso de Albuquerque Moilo pa-
razao de 40 por cento de abate ; Pe3aM P1*?'1' comprou-se a Jose:
Kii, uma aici) qie possai;.. E*U\ meSB deti lagar a qua, 00 dia immediate
o nietrao doutor veBdoso ifoid nuaiero de acgoes coin 0 abate de
president i
|iie imturos iiiieresS
tar, furtcm se ao dever si'cH
trabalhes a cargo do pessoal admioistrativo da empreta. Este
xa bem vcr a medida do interesse com qne entre nos se cj
ssao
1 conta
ridado djfeompail
aTvar aos denials euipre
DOf
&*oe
*Tiffni
jvem ser
iados
dn:il.-s \jmMKS
per aqpellejnMiios
ioariamenle silo post
aiBlreseensoresdoprocwIiaBcnt-) alln
efectivamente roelanana-ijioder
s do deerato que poz em OJHBcao a lei
pelo ]aa|erial importado. .fcsa red
l-resiJente
p'slatiTO, a restftaifSo
jui isenuvri 3 eompa-
i:iijk> ainda nao tevo
-olveu feel,
dos direitos que fora
nhia do pagamentol
solucap.
licftou e obuflfr) Ixm, Sr. p^HSalB da proviada consentimentw para se effectuar
alguns cuMertis nas eScmas do arsen A de marinha.
Teodo 0 Sr. director Santos Porto pedido uma remuaawfao pecuniaria pelos servicos quo.
pre? toot na qualidadu de g -rente interiato, foi a directoria de paaecer quo r mesmp senlmr recla-
luasse da asserubica geral essa rerunaaracuo ; visto como, na jaulidade da director que era, nae
[todia pelos estatutos ser considerado empregado da companhia ; sendo certo de que a titulo de
ifratiUcae-io p:ireceu.* da por Ine parecer jusM. 1
A lOfle m^rcjonrdenoB ae ttiesoureire qne ajastasse contas ton* os bBhetetros no fun de
cada nw.*, abiigando-os a entrar com as quantias eorrespondentes aos tiilhetes vendidos e cons-
tantes dos mappas mensaes. _
v E?iGDMMErtDAS.
P.ecebemos as solipas encotnmendadas, segundo vos cemmuhiquei no relatorio passado.
Deslas, I.OOachegaram por 2*080 cada uma, postas ao eaes, e l,Q0Oa 2*700, nao conlando com
os direito's de 3 por cento de expediente, sendo aquellas iguaes as que se empregam aa estrada
de ferro do S. Franeisao.ieslas rnoito snpariores. fissa differenca de precos e intoiramecte
compensada pela duracjio das solipas recebidaaksegundo ifflrmaro pessoas entendidas.
R.'cebeinos Unibem as demais encommondas coostanles do reterido relatorio.
O carviio chegounos com uma differenrS de 5*ud0 por tonelada, para menos dos precos
daoccasiao. Etlamos a cspera de ncva remessa.
Tendo 0 governo decidido contra a companhia a qucstao hjvantada pela inspectoria da al-
i.mdega" desta provincia, sobre o pagamento 4u direito- dos biUietes vindos pelo vapor inglez
lUnjne, autorisou a directoria ao S ihesouieiro a reclaiuar a restituicao dos direitos pagos,
abandonando os referidos Lilhttes.
Fe/.-se encominendas do rodas maossas p.ira os wagons, as quaes a oxporiencia tern mos-
trado serem de grando di*rar>io. A oompanaav dos Apipucos substitaio todas as antigas rodas
pelas iiiodernas, intiluladjis aiiimicanas. as quaes torn lido grande aceilaeao na Europa.
ACCIONISTAS.
0 numero de accionisias que era do 19i, baixau a 190, figurando neste numcro a compa-
nhia com it aceoes. .1
TRANSFERENQAS.
Durante 0 co:rente setnestre foraai transferidas *3 acc,oes a 23, 30 e W) por cento de
abate.
GERENCIA.
Esteve exercendo interinamentoeste ca go, accumulando-o com 0 lugor de thesoureiro, 0
Sr. Jose Fortunatodos Santos I'uto.ale il de dezembro, epoca em que foi nomeado cm substi-
taieiio deste, 0 secretario, 0 Sr. Laurentino Jose de Miranda.
ENGENHEIRO FISCAL.
Em virtu.le da ianovacio do cootrato eniro a presideacia da provincia e a companhia, em
II de outubro ultimo, foi nmiicadoa 23 do referido rnez.engenheiro fiscal 0 Sr. Dr. Felippe de
Figueiroa Faria, ncbendo a directoria a respectiva communiaacao am 5 de novembro. 0 mes-
mo -r. engenheiro fiscal fez diversas exigeneias no sentido de melhorar as condiroes do trans-
p jrte 0 accommodai^ui dos passageiros.
E cacao das estacoes iotermediarias, e constriic^ao do cercas ou abertura de vailados cm toda a ex-
lonsio da |liaaa que nao for assenle sobre a via publica. Exigioas plaotas das estacoes da rua
da Aurora e d.; Beberibe, sendo satisfeito quanto.a primeira e nio assim quanto a seguuda, por
quo na-i estava 1- mfisccionada.
Dispondo a lei provincial n..... de qne a estacao central da empreza fosse i;o bairro de
Santo Antonio, 0 Sr. engenheiro lis.-al intimou a companhia a suspensio da obra daeslagao quo
se acba co:i>iiuiiido na rua da Au ora, e tambem 0 prolongamentodos triibosquc cstavam sendo
assetitados na prop:ieda.lc comprada em Beboribe para estacao terminal, por uao ter havido ap-
provaoio da respectiva pianta.
A lei provincial u... deste anno, autorisando 0 presidente da provincia, de accordo
ccm a companhia, a designar o local apropriado para a edificacio da estacao central nesta ct-
dade, deixa-n.'s a cspeiauca de-que nosso trabalbo iuiciado na rua da Aurora, uao ficara des-
aproveilado.
Ouanto a saspenaSd do prolongamento d'M trilhos cm Beberibe, reclamamos ao Sr. enge-
nheiro liseal, lazondo-lbe sealir a necessidade quo tmhaa companhia de provet d'agua as loco-
laohvas-uaqneiie lugar, visto quo na Encruzilhada a agua e insuQlciente, e muitas vezeS, por
sua e-cassez, caasaaa 0 retanhuuoiito na partida dos trens.
Tanto iinanto lem sido possiwl, attentcs os recarsos da :ompanhia, vio sendo satisfcttas
as jus'.as reclamacoes do Sr. engenheiro fiscal.
OBRAS NOVAS.
Constrniram so qnatro carrots grandes para lastro, deu-so principi0 a constrnc<;ao do mais
duas, coneluio-.-e uma pan Iiagagom e resenstrub-se um carro de 31 classe para servir de tran-
porte da carga.
Dense principio a estaca) da rua da Aurora, mas nao pode cssa obra proseguir em vir-
tu Ic da or.iem prohibuiva do Sr. engenheiro fiscal, como ja vos declarei.
Na csta-Xiode OUnda foz--e um retelhamento completo, snbslituirnuso asbicas e colloca-
raro-se eaaoa para a saliida das agu-is pluviaes ; aie.ll disto, asseatou-se um pottao de ferro, pre-
pararam.se dotn saldo* para passageiros de 1' e 21 classe, substituio se a Miuuiintean do kerozene
i-'.o aai la illumina.-l) publica e onoan-lu-ja agua para alimentajao das locomotivas.
Coaslrufo-se um telaeiro para deposiw do carviio.
TREM RODANTE.
A companhia possuo seus locoaivtivas, das quaes cinco em seTVJeo e uma em concerto;
vint* 0 qnatro wagous de 1* claste, sendo 16 em born estado, 2 em concerto 0 6 para serem con-
rta-Jjs, um dos quaes deve pass.ir para a 3a classe ; 19 do 3" classe, 8 em bom estado, 1 para
serem armados, 2 em concert-) e 3 para serem concertados, alem de 1 quo passuu para a carga c
oatru que, pur >e achar c-mipletamente iautilisado, ajenas podera fornecer algumas pecas e rer-
ragoas. Uma canoga de carga, i carrocas novas-para lastro, 2 eTn eonstrucgao e 3 quasi mutilisa-
das. valea-J.) apraaa astoveitax ddlas as ferragens c tun trolley.
_ ACCIDENTES. .
Em 22 do Janeiro houve, no lugar denominado curva doFundaoentre a estacao dC5to
nome e a priiaeira Udeira a cliegar se ao Porto da Madeira/urn encontro entre o trem de passagei-
ros quo Mibia para Beber.be as 8 boras 0 20 minuutos da mauh:i, 0 0 trem d) lastro que descia,
chocando-se as duas loc-jmotivas; resultando desse choque, somento, sahirem contusos 0 mac 11-
nista e fjguista do trem de lastro. A lo:omotiva d-ste trem, ficou um poucocstragada, avaliando-
se 0 prejuizo cm 1:000*.
0 causalor desse encontro foi o machinista do trem de lastro quo, tendo oruem para so,
conservar no dusvio do Porto da Ma leiia ate que passasse 0 trem de passageiros, nio acumpno
seb 0 pretexto frivol de vir almoQar com a familia na Encruzilhada, aonde mornva.
A' vista disto foi iuimediatauu'iite demitti.lo.
Esteve pre.-eute 0 Sr. engenheiro fiscal, qne proceleu as indagagfles predsa*. .
Em 0 1* de fevereiro, a locomativa que tirava 0 trem de passageiros, que hayia sabido as
7 boras da larde da estacao da Aurora, atrentrar na da EncruzilbaJa, entre a agalba wrdesno
de Beberibe e a d> do Olinda, desoaearrillioo e atravessando-so sobre os trilhos, veio a calur so-
bre a agoihado pri-n-siro dos-'i>, 0, em sua uuedu arromessou 0 wagon contiguo, de_2' classe, so-
bre uma cerca, sahindo feridos dous passageiros desse wagon 0 algun* contusos. ustiveram pre-
asotos ao levantameule da locomoiiva 0 gerente e engenbeiro fiscal.
Das iadagi-;oes e exames procedidos pelo engenbeiro fiscal, concluio-so quo a causa do
desencarrilhameoto d;\ia ter siJo tillia de um espirito malfazejo ; porquanto aao havia defeito
nas rodas da toconutiva 110m nos t illns.
Em dias Jo unrgo foi osmagado 0 pardo Mignel Porciuncula, aa cun-a do Campo Graadc,
pela locomoiiva qua tirava o trem das 8 e meia boras da noite, de Olinda para 0 Recife.
Da3 avcriguacoes feitas pelas autoridales eoropoteates, se reconheceu a nenbuma culpabi-
lidade do machiuisli, attribuindo-so 0 fact) a achar-se 0 mesmo Porciuncula em estado deem-
briaguez.
Diversoi outros dcssncarrilhamentos tem-se dado entre a Encruzilhada e 0 pateo do Car-
rao, os quaes tiveram por origam 0 mao estado da conservacao a que a incuria e desmazolo; do
engenheiro Massy deixou Dear reduzida a linha.
ESTADO DAS LINHAS.
A linha d) Recife a EncruzilhaJa esta soffrivelme ite conservada e alastrada ; porem a da
Eucruzilhada aa patoo do Garmo, esta em mao estado principilmente nos Ingares de Belem, Cam-
bo'Heuri-ue Beatmari, 0 qual por sua actividade, conhocimentos prbfessiosiacs e boa vontade.
tern grandeinente melhorado a linha, de modo a fazer desapparecer todos os receios pela segu-
tanca dos passageiros e trem rcdante.
A linha de Beberibe aeha--se quasi toda alastrada e tern sido levautada em alguns pontos
e tebaixada em ontros. ..... .... ,.
fem-so melhorad) muito divcrsos cdrles das ladeiras, dimmaio-se a curva do ultimo cOrte
de Beberibe 0 em toda a exlensao da estrada nova ; no Fun iao, entre as dnas ladeiras, alarg.v
ram-sc osaterros a razau de30 eentimelros a um metro. &)llocou-so uma bomba e um de-
nosito uara agua no terreao comprado pela companhia para estacSo termioal de Bebenbe.
P V QUESTOES JUDICIAES. .
Terminou amigavelmento a queslao raovida pela companhia sontra 0 ex-supermtendento
Andre de Abreu Porto, como acima fica reforido.
A questio movida pelo Sr. Lucio pode-se dizer finda, por qnanto temos concordado em
teniiina-la amigavelmento por meio de desistencia, perdenJo cada um as despczas que rez.e cor-
roudo por conta de ambos as que estiio a fazer-se.
Subsisteni no mesmo pe as questoes movidas pelo Sr. Dourado e pela companhia do gaz,
nas ijuaes e a nossa empreza re, so tteva quo tonha tido ate hoje senteniras favoraveis.
RECEITA.
Durante 0 semestre que acaba de findar (do 1 de oatubro a 31 de marjo) renden a estra-
da ( annexos a. 2 e mappa n 1J a quantia de 121:625*000, sendo iuiportancia de bilhetes vendi-
dos 98:166*.DO, assignaturas 17:6124003, expresso3 53i*000 0 carga 5:312*500, renda que
cotnparada com .1 do semestro correspondenie de 71 a 72. da um saldo a favor daquelle, aa venda
de bilhetes de 7:160*450, na de assignaturas 4:3io*016, na do expressos 179*000 e na de carga
1:807*900. total 13338*336, sendo ainda de notar que, na do semestre passado se devera abater
a quantia de 6:313*930, imuortancia dos bilhetes resgatados, ao passo que no semestre presente
dever-se-ba apenas abater a quantia de 602*300, de resgate de bilhetes.
Pelo mappa a. Irse ve" qaea renda vai augmentando progrossivameate.
As (cures que reinaram em Beberibe nos mezes de Janeiro a marco do anno proximo pas-
saUo, fazendo algumas victimas, produziram tal panico nos apreciadores daquelle bello arra-
balde, que os afugentou d'alli durante 0 verao, Uiminuindo dest'arte 0 nuraero aos qua Iransila-
rani na linha ; a ausencia desse flagello duraoto este ultimo verao, aoimara, naturalmente, a
coacurroncia no seguinte.
Tendo eu sido eucarregado da fis:alisa(jao da renda e de regularisa-la, tomei as providen-
cias jesajnt1* :
lusisti e consegui do ao/o qne os passageiros na estacao do Recife aio podesseoi enlrar
para os trens sem se acharem munidos dos seus bilhetes, medida esta que trouxe em resultado
a lacilidade da cobranga e diminuicao do pessoal.
Estabekci aiada a estatislica do movimento dos passageiros, determinaado que, cada coa-
dactor, tome nota do numero de passageiros do Recife a Encruzilhada, d'ahi a Olinda e]a Bebe-
tibo oa vice-ver^a, inscrevendo 0 numero de passageiros em am boletim, que dtve ser eatre-
gue .10 cDcarregado da estatistica., 0 qual depois Je verificar a exactidao entre 0 numero ias^rip-
to 0 ospeda?os numerado3 dos bdheles, dever^ formar um mappa diario, do qaal conste 0 au-
merd do passageiros por cada viagem, a bora da partida, chegada e 0 nuntcro do conductor.
Para cimprimeato desta. inpuida foram dispensados osohefes dos teens do recebiraeato dos bi-
lhetes nos tnesmos trens,. cabepJo.Ihe a iiscalisarjao e organisado de bqletins semelhantes aos dos
c in luctores, com a difference de serem, os daquelles, cornprehensivos fle todos 03 wagons de
seus respeetivos trens ; devendo .ditos boieiins ser eatregues ao escriptorlo para serem conferi-
dis com os lau.cauwates feitos aos mappa. do que acabi de fallar e dos quaes so deve extrahir
monsalmeale 0 uumero tqfal.dos nassageirja.
Do conjun.to dostas mediaas, resuuou'a.deajissao de alguas couductores ,0 a sahida vo-
luataria'de ontros.
Estas medida* tempar fiin estabelocsr a,ba. ^rrecadagao da tepda da companhia, e por
ella so conhecer ao futdro 0 aamero maior ouinenor de j>assageiros que transitem na linha.
CARGA,
A carga conJuzida pelos trens d| companhia cooslitae antes uma ycrba de despeza do
quede receita.
Anteriormento4Wl*de,verincac>j, lica.varsena Ignorancia de qu4,ea tossern os object03
,oalBzido3 pa esiraaa,!eae agora e que, cool muito Jrabalho, node qnanisar uma estatislica.
Par clla.sV*Stnappsiis,J. 6,,-7,a 8) iwoAait-acao do Recife expedio durante o semeatro ulti-
mo ;tG7,3274ti|fe 4ljjagem i87.3iU kUjMfcaseaeros, para a Epcru
o.erai;pes iatiiincjiarias ;?0oaibros, 3"
3Q5(, ft7 UiQltos: de ffltoda para laccm tzWaa
da#9nerps, do Beboribe para 0 Recife e Oiiii
95 eixamtjis, 8-|aboa
^& lauispebsaval iima racrui5Icao
jerfipas, 35tracos.3 copi eiiqeoioi Bla ayueirosde qal,'{0,iqO telalis.
Re. 0 kilos
is de bagagem, 4,140 Jtilos de geaeros.
telbas.
tfe sua rabelta, fazendo baixar os ttos mate-"
!iva em
despeza de c.
ver
ptrq
log dd esc
nacbjfsias
e gn-
pOquc
eomoes-
as o-llei-
obvas e do5
escriptorio,
fog
Devci
pela quaiftia de 20 1
DBS1'
N'ereisdos annexes, f.onecidos p^lo unarda livi
_ fego, as quits.niqapresentani aipa de.crinin
chauiar a mini todos os docamentorquo comprovam a
do 0 coahocimeato quo tenho do emprece dos objei
mancira segaqto:' Cuaser'
D97, nao se aeharulo incluidoTj oonsnmodS
ate entao nio tinba eu ainda estabelecido a estatislica do
labeleci no dia 6 de fevereiro do corrente a'ano. V'.
Tremrodante : despeodeu-so com a conservacao e cousumo, cooaottreisj
a im.'ortancia de I7:03!)*6W. NesU rerba acham-so fechjidas as despezas fei'
nas de carptaas, nachinaa, plniura, inateriaes de 1waatrvae.11 e consumo da
wagons.
Empregados : 0 mappa n. 9 apresenta a des]>exa feita co* os empregad
engenbeiro fiscal 0 d^ compaahia, advogado, ehefe do trafego, cooductores, in
Has e breqtifstas, na importaneie Ae 17:522*147.
Estacdes : 0 mappa n. 10 apreseota as despezas feitas com 0 pessoal e material, sendo e*-
te dividido em duas classes, em uma das quaes e elle especiticado, couhecido 0 seu desa'no pelos ti-
talos do despeza n'outra aao especilicado, porquo i-s documeutos aao desigaam em quo estajSo
nem corno fbram consumidos.
No mesmo mappa ha-uespeaa pessoal eatalerial-ctwsmnida pela-vertia' earaa somnid
todas essas despezas de estacoes e carga a quantia dd 12:3d15029.
Sobre a importancia da despeza corresponden te a carga, fico as mesmas reflexoes qne-
acima fiz, qnando tratei do consumo das locomotives, isto e, que e* iirrpossiyel cimbecer-se qu;m-
to se desaendeu crm a locomoiiva de carga.
Despezas diversas : mappa n. 10 A; debaix0 deste titulo estao incluidas aquellas, tujo*
destiuos nao poderam ser classiiicados, aa nao autoiisadas, como ja k de dezpor cento di lendu
bruta para as quebras da caixa do thesoureiro ; direitos pagos a alfandega, gratificacao a empre-
gados, despeaas judteiaes, resgaWde bilhetes, come podeieis ver cada uma especiiicada no reto-
rido mappa produzindo todas ellas a importandia do 7:04-5*7121.
Da exposicao que vosacabo de fazer se coaliece que todas as dsspezas do cusleiocoroprr--
headeado a cooservacio da linha permaueale, cousjrva.ao do trem rodante e sen consumo (iv>
quo e possivel) empregados de estae.10, materiaes nrlias consnmidos, s^a'lAseffnflefrpreg;.-.
dos do escriptorio, advogados, engenheiros, chefe do trafego, JeonaXoBes,' Wncbinistas, figu>tas,
e brequisiiis: despezas classtficadas e nao aulorisadas. direitos, gratificacoes, despezas judieiaes e
resgate de bilhetes, importarara aa quantia de 65:6(85180 ; nao obslante, ainda se acham inclui-
das as parcel las despendidas com os reparos do 5 wagoes e pinlura, 1.7U*00J, pages ao &r.iati
Porto e 1:040*, para approvacio dos estatutos.
DEB1T0.
A companhia deve, de encommendas feitas na Europa, vindas 0 por vir, de earvao eooipra-'
do ao Barao do Livainentoe a outros a quantia de 51:149*067, pouco muis oa menos alias, tein
em seus deposito-, solipas, trilhos, wagdes e diversos outros sobres:ilentes na iuiportancia 'i-
36:000*000, d'onde se ve uue 0 debito real fica reduzido a 15:149*067 ponco mais ou menes.
Debitos pagos : pagou-se neste semestre a quantia do 50:H2*<50, importancia esta re-
8ultante dos diversos dtbiios da companhia, pagos durante o semestre de outubro a marco .
correate anno.
DEP05ITOS.
Imporlou em 820*0!K) a quantia que se retinm por pertencer a diversos empregados, qn*
sendo demetlidos a podido ou pela companhia, receberam-na como saldo de ittafl ftaffsa?.
Acquisi.;oes : monlaram em 2:384i800, correspondeules a 16 accOes transleridJ* a compa-
nhia coin 0 abate de qaarcnta p.)r cento euai h-rreno na estrada nova "de lieberibe, para .1 esia-
gao deste nome, com 100 palmos de frcnte e iOOpalmos do fundo, inclusive as despezas da feserij -
turae direitos de u ansmissao. -
OBRAS NOVAS.
As obras novasimportaram em .1:088*135, mappa n 11,sendo distribuidas pela maneiro se-
guinte : estacao da rua da Aurora 2:037iOI0; telheiro para deposito de earvao e outros ni.ileri;e
43u 00 ; estai^u de Olinda 1:122*665 ; carrocas, qnatro construidas e duas em constrncc**
1:336*160 ; eonstruceao do um portao na estrada de Joao de Barros no siliodo Sr. Braga 140*.
construcgao esta a que a companhia se tinba obrigado.
2*ao sendo possivel prolongar por mais tempo os vossos sarrificios, e liaven-lo urg-uto n*-
cessidado de se inieiar, eomplelar-se e aperi'eioiar-se as obras e servicos a cargo da 0 pr
resolveu a dtreatoMa pedir 0 elTeclivamente pedio a assemble.! provincial, garanlia de juros a ri-
zio de sete por cento para 0 capJUl de 700:0005000, isto 6, para os 500:0 lOiUOO de-peodid.
200:000i0!4U a despender com os leferidos servicos, como vercis do memorial junto.
A conlianca que nos inspira o patriotism.) da iliostrada asseniblea provincial, deixa-nos a
esporanca ds que 0 nosso reclamo nan sera desattendid).
Tendo rcijrido tao circumstanciadamente como m foi possivel todos OS negoclos owlsr*
neates a WjSsb empreza, nao mo levareis a mai que antes de fMcharJeste trabalbo, eu f.ioa ainda
algumas considerajoos em ordem a inostrarvos cm tra^os geraes 0 aspeeto da compadhia a
cbamar a vossa attencao para uma medida que me parece de val >r, coto relacao a bda admini*-
tracao e a economia que devemos observar em todos os actos da nossa vi-la social.
A companhia nas eircumstancias em que se acha, nada tern a tenier no fnturo, Maa
vez que haja boa voutade e tuuestidade em sua admiuistracao. E' preciso qne cada um de nos
por si e todos em geral nos compenetremos dos deveres rigoroso* que reciprocamente c^rahi-
inos, e da rM'cessiJa-ie indtclinavel em que estamos de desempenhar honrada 0 escrupulO!*aTK-
to os compromissos a quo nos sujeitamos para com 0 governo e 0 pnblio. No desempenho we
tao imperiesas obriga.oes convem que cada un se mostre zeloso c nunca esquivo. A itrfil
renca na vida individual e ama falta, na social e um crime. Cadaju .11 :-61e, por eiTeito de ab-n-
doao, deixar qne os seas interesses cm ram ao acaso, mas, nao assim pelo qne diz rcspeito a in-
tercsses alheios que Ihe foram c-jtifi.tdos, ou que estao sob a sua guarda.
Isto quer dizer que nos interesses allteios, alias da companhia, e preciso que nenhtim
cionista se esquivo de prestar 03 seus ser/icos todas as vezes qne elles forem necessarios, pr
Cediajcuto divcrso, da lugar a justas censuras alem da respoasabilidado moral quo delle rt-
sulta.
Pelo laJo Dqancci 0, a companhia da easaachas e iisongeiras esperaojas.
Dos mappas apresentados deveis ter observado, que a reada cresco regularmente, e
a despeza dimiuue, lilo ob.stante us altos precos a que tern chegado 0 earvao, rj ferro, e a mao
d'.hra no estrangeiro ; convmdo nolar que a despeza descera muitj quanJo todas as obras Ml)-
verem compleUs, de modo que 0 material da companhia seja convenicntemente prol^gido
tra as sobtrac-c^cs e as inteuipcries das estaeoes, ei|Ue nao se veja for^ada a pagar alugueis (to
casas c de fazer uma dispeadio.-a couservacao, como actualmen'e.
Julgo de alcance economic que autoriscis t directoria a reorganisar as funccScs do a!m-
xarifado estabetecendo um melhor systcma de escripturaciio em orden, a que toaoo material
coinpanhia comprado no paiz oa no estrangeiro seja lancado a debito 0 credito, a propor^ao que
liver entraJa 0 sahida.
Re.sla-me pedir.-vos desculpa das faltas que por ventura encontrardes nesta affposicSo, e a*-
segurar-vos que me encantrareis sempre disposto a ministrar-vos qnalqner esrlarecimcnlo d?
qqe possaes carecer.
Recife, 30 da abril de 1873.
0 presidente da dirrrtoria,
Dr. F.slevao Cavilcante de Mluiiutrqne.
parte: pqlitica
PARTIDO COli^ERVAUOR
RECIFE, 4 DE OUTUBRO DE 187:1.
0 OJ0-1NVL DO BEflm 1 B A t PBOVINCIA.
0 Jornal do Recife teve para com nosco a at-
tencao de respnn-ler aos reparos que tizemo3 au
sen artlgo sobre a Provincia.
Nao peasavamos quo .:onsi:.!uindo-se 0 censor
mor dos outros jornars, arguindo os, com dares?,
de excessivos 0 qualitirando os da opposicao de
impudcnles e pert iiolhsimos; se exhibis>o tao
descomedido e inconvenieote.
Ainda desta vez livemos em relacao ao Jornn!
do Recife uma illtisio ; acreditavamos qne ha-
via de sua parte sinccridnde; mas qual: mostrou-
se simplesmente um frei Thomaz, que entende que
todos devem fazer 0 que ello diz, e nao o que faz I
que 0 copserva, contra elle conspire oslensivamtnt-
e procure acumular dilDculdades em sou ca,
miaho.
Nao admittimos qne provaleca a opiniao do tor-
not do Recife, nao aceitaraos a lei da vibora qa
inorde 0 seio qne a aquece. Aitente bem para as
suas theorias, e cstude-lhes os inconveuienle? *
maos efieitos.
0 cmregado publico nao solire eonstrangin.i ntt-
em sua liberdade pela facto de acatar e rcspeittr
0 governo.
Se 0 emprego Ihe e necessario, exorca-o de mc-do
conveaienle, se 0 pode dispeosar, renunci-o, oa
nao se queixc da repressao a que de lugar 0 des-
rcgramento do seu proceder em relacao ao g-
verno.
A' theoria do Jornal do Recife oppomos 0 proee-
der do Sr deao Faria, que apenas acabou de a>-
signar o manifesto dc guerra contra a admiaistra-
gio da provincia, foi explicar-se e solicitor a sna
demissao ; nao quiz couservar a tunica de Nessus.
0 Sr. deao, pois, n.io c da escola do Jorna! do
Quer, ao que parece, para si o privilegio da au-
dacia da linguagem, c se se mostra irri'ada com ,
a exaltacao das pngnas jornalisticas, nao e que a flag.'fe aSp eaienda qae.Q MSpregadojnMico tea
reprove, e que a deseja so para si.
"Se assim nao fosse, nao nos retribuiria a mode-
racao com epitetos imprudentes e grosseiros. 0
comedimento com quo 0 temos tratado nao podia
autorisar 0 azedumo qne nos destinoa.
Mas 0 desculparemos ; somos razoaveis, e niio
desconhecemos que d calos. 0 que nao admittimos e que 0 Jonvd MB
Recife finja persnadir-se do que 0 governo actual
perdeua forea moral por cana dos artigos do Mi 1/-
mento, das arguicoes da opposicSo do parlamento,
1I0 archico do sr. Mello Moraes, 0 da quest':o reli-
giosa.
Quo imporlam os artigos do Movimento t Nao
exprimem sinSo o despeito de um asprrante a de-
putado que 0 governo nao quiz auxiliar.
E te 0 Monmento era folha a=sal,iriad.i, como
diz ojornil to Recife ( e nao nos, qne 0 contesta-
mos ) os a'somos do despeito de nma penna mer-
cenaria nao e" consa em quo seriamente se falle.
Qnanto ao Sr. Mello Moraes e 0 seu archivo,;
nao desdoura ao governo, antes 0 destingue a re-
cusa da compra ; se ha desar e deshonra em tal
negceio, eakem toda de chnpa sobre 0 ex-dc-
putado.
A {questao religiosa envoi ve a:-umptos muito
![raves e meliadrosos, aos quaes deve 0 governo
igar 0 maximo criterio e prudencia.
Nao haja assodamento, deixemos as cousas ?e
gnfrem 0 seu curso natural c soguro ; 0 governo
fara 0 seu dever, e se niO'tnra na aitura d3 si
luacao; n;io anlecipemos juizos.
Nao vemos, pois, em quanto allegou 0 Jornldo
Recife fundameuto algum a sua asaeveracSo de
que 0 governo nao tern forca moral.
Repetir concertos de adversaries, invo:ar a ca-
lumnia, conjerturar sem base, 6 exhibir provas
contra a forca moral do governo ?
Admitte 0 Jomal do Recife a possibilidado dc se
organisar um governo, que viva e se sustente sem
crear desaffectos e detractores 1
Mas 0 Jornal do Recife podia dispensar 0 juizo
dos adversarius do actual governo, bastava extcr-
nar 0 seu. Seria uma allegafSo de melhor exito.
0 Jornal do Recife, cajo proprietariio e emprega-
do publica de confian.a, atirado assim com desa-'
brimento e violencia contra 6 governo, deixa ver
jne suppOe ter diante de si dm governo fraco, e
aao toierante.
Entretanto, feito este reparo, cumpre declarar'
que il3o estamos mais, e certo, nas epocas de
reacoao, em que .era regracada governo, cada
pessoal.
No regimen em que vivemos, a consciencia do
cidadao aao deve ser posta em coaccao ; a sna li-
berdade de pensar deve ser plena.
Mas convem que as consas andem em termos 0
goverpo que tolera 0 adversaria, em sen emprego,]
quo o5o lira 0 pao aos pais fle Tamllia, ^iao perde
por isto 0 dircito quo tem ao'aeatamento e respet-
to doa seus subordinados : daiptro modo teria-
mos um funccionalismo anarchijado e nm governo
sem forga moral
N5o se impede, nem se deve impedir. quo 0 em-
pregado publico tenb'a opinions conhecidas, que as'
aefenda cuui c- sau voto, e com o seu contingeato :
0 que nao 6 licilo nem deve ser loterado d qne
tiWBfdsiWto Bgi to ao'goiMPP
0 direito de aggredir e injariar 0 governo, e este
nao tem 0 direito dc demitti-lo I
Passamos agora do Jornal do Recife para a Pro-
vincia.
0 grande saccesso de tornar-sc diaria, proroctlt;
nao ter sido sem proveito. A sua liogoagem maia
comeJida e indicio de que arrepiou carreira do
cliarco das diatribes e impadencinf que tanto a
candalisaram os castes ouridos do Jornal i>i Re-
cife.
Fazemos gosto em que a Provincia nio ae arre-
penda.
Se ccdeu as palmatoadas do frei Thomaz da
impren:\'i, damos a estesos nossos emboras.
Isto poslo, limitamo-nos a appellar da sealeu^a
da Provincia em favor do Sr. Buarquo de Maeedo
e cootra 0 astuto Ulysses.
Contesta a Provincia que 0 fiscal da eslrcda de
S. Francisco nao exvrcc emprego de conGanra. E
que euteade por emprego de coafiinca ?
0 funccionario quo tem de confereociar com o
presidente da provincia sobre misteres, as vczes
da mais alta iuiportancia, que entra nos segrcik-s
de conimunicigoes lelegrapbicas c transporter da
diligencias de grande monta, exerce sem duvida
|io.-ir.io dc conflanga.
Mas nao percamos tempo com este assumplo. O
empregado publico, quetaeja de pura confian.a
qu governo.
i'ortanto consinta-se que traascrevamos astas pa-
lavras da Provincia, em referencia ao Sr. Buar-
qne :
f Deve despir a tunica (de Xetsas) aquehv a
quem ella tolhe os movimentos e perturaa a vista.
Aqucilcs a quem ella aao tira a coragem das
conviccoes nem a dignidadedo proceder, eates nao
p ecisam -Jespi la.
Nio sabemos se estes trechos leera tisia ao pei -
fido Siyao ; 0 que nos- pareee qne eoastltneto
um epigrama ao Sr. Buarqtte de Maeedo.
Acaso a malignidado da Provincia iria ao panto
do ver 0 Sr. Buarque de Maeedo ao lado do tniuto .
Ulysses fazendo uma sorts na corda bamba t
Ora, se 0 Sr. Buarque de Maeedo nio esta com
os movimentos lolhidis e conserva intacta a cora-
gem do sen proceder, faltou nos com a verdade.-toa
papel menos nobre em declarar qne nao esereva
para a Ref- rma nem para a Pnvincia, e qoe
moderado por indole e mcapaz de eflender t nrjn-
riar pessoa algama
Mostrou-so assim, ao inverso do qoo dSz a rro-
vincia, um liberal que nao qaiz ser resptmsawl
pelo que ella publica. Desta responsaWlilade exi-
mio-se ate na felicltacao da redaccao da Pnwfnoa
ao senador Pompen : den parte de aVna*,* Wt-
primio seu sympatbico nome do uumero das t49fk~
lores.
Si, porem, 0 Sr. Bnnrqoe .6 dc forte tMftrt,
para que ?e disfarpa *
Esta posicjto nao 6 digna nett propria de on*
cavalheiro que tem a coragem ftpea procedtr.
Pedimos a P; eaa
pratoslimpos, tir
eSta. -> ".-"'.'*
Qjeremos jog.
mesa.
Nao importa qqe-^s^am 'rtjMB'lolaii 8a iaw

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**%<.n":i jernalistiea, pois ay;
esperart. nloj>rscur?'^ $*
. jftliaFeTaBies de'-'pori.i-la >""
raeltiniMitiJs aobres e genetosos.
aosn^^oJinrtid.hi naj tem s\% livres
auras da sutarem ao nol-r:\> tnaa
heWcadas IdAts, ou auto-; Truss
OOKi p >ase da
s o direiti d-
hjrn P
R ahi etaa depraradio Qftawr.tticai J^flrfoSflS
*hi estiJ ip ,-.
E' ens oicampejdwilJe os pastures in fcbinho do
ifcennor derWam desvia -lo ; ahi 4onde suas pa
u\ras dej|Rievantar-se lao rloTanfes como c\<.
nonosas, aWloToias, maxima com e*ty povo tai
doeH g Uo^creijrte.
'ao^fv^ eisas depravacoes s6 nos niaran-, so
nberaes. Todoo povo brasileiro de qualqusr
i-**.., tide on assoeiaeao, esta iniciado nestas pratics.s
aos principios da moral e do pio
Qiftffcj de P3njfttebtic6

e.iafitar
eiaeiaiaeut,, a urni qne.e i fonte^ex"d^vat*is
-gSb^revjIu;n eim Ui .llvl oxiraordiM
SEW If '* lmi1j 'U1'1 ? ^'"a^ d0
paler, 6 cl iro que nao nos rosia oulro legitimo
rei.mvt gaa nip asja a canqiti.-,La pacific sineora
ilMsio o qac iu) podemas prescindir.
Ifc^masj^red^ir cjiino os cal'egas />/-o-
lie do Brasil a pra e a mais escalva-
Ui teaajtras, do baUo prOJurarwnios, c mo o
arse, a agitaclb^jiacjilca, u/m emuita vi-
4M3ttMente traduzi la pela roto do cidadaq, nada
*i5''.l?u eStabeleaUo da sotin ; pcrsistcnte para
aa hUBrifaJlii pabJieas. *.w.
tft faliar verdade, noe outras naa p ideraas bem
oWiprehenJpr o aleaueu dessa agUunCi) can e
ma> ncaifie'oiprSrtn^'ahot pretcridom subs-
Hur pala manifestacio da vout lie naeional pa-
raat^as uruas aleitoraes.
J5n;etivaninatoMo protenderao oj eollegas da
rnirmctu, qua o pavo, reunidu am eamicios, re-
sot ra-ut>re js desUrtoj da s.,ciu la de; a p,iis ipial-
qm-.r a&ua5io>$e qao tern cjiih principal ialuiit
c nmea, gui.ir a o;>iuiia para iit. uruas eleiloraes,
tera da convcrtor-se em amrchia c dcsirdcoi.
Siu, drtsdo qua coademoaes a exbtencia das
arna'5 eleiioraes, naa se pode saber o que siiraiii-
cani as vossas palavras :
InstiganJo e auxilianda a agilaQij paifiaa
AFroeincia continuara a sua larafa.
Semeitaaiite linguageui.vem' sampn: envoivida
em soiabi-as mysleriosas, dosda qua coiejanii^ as
expra.-i.ias das reJaetaras da Pvotinc.la applica-
das a> fiussa, iHstiiuifSes e aj gjvaroo d'j paiz
De feito os redactoros confessam rffae o segno-
do i-am.ida (ira-lhcs quasi todas as esperan^as,
couliituaiida a impjr-Ihei o si cot non vobis por
6em das aulieos.
Ora. ho vo5. quaixaes ia> amarguradamenta do
segnuda it.nulo, a porqua naa lauis distiDCCaq de
liberae-i on de dmrarvadiras, dosda que n.ii te-
mo> liJa solu-;ao de contimudade do mesuio rti-
naa-iepir conseinenaia os anfieis, de quo vos
(ine.^aes'e q-.ioTajeis pailicfpantes das males pu-
blic is da patria, sao iguaiwento vosaos carreligio
nari'is.oi qu;jes, coma Saturno, vos meamos idrs
davar.iti'i i.
Ja (\)f ir.o; fle ami va.< lemoi tido occasiao de
'reciar c'cominaaiar as praposico .is, que vao fa-
menlr calrinlo da panna dos escriptircs da
Provitvi'i. ciitraas quaes notarelmente jecorda-
remosijia-iiinte .-
i A a\2:'.,): ia pQssotl, sopbisma da urn (erro
defflinljlia feito da ropresantaQSa nainnal tuna
burlap. 90s costiunes poliiicis um ursemedo do
bairi) fmfrerio.
Pala vproximaftao das duas proposi .aes acima
edc inuariicras aurras qne tem amiltido os re-
da<-l >r.'w/nrl-i vC ,c bcra claramwle que
as qucevas prafunda-, q-w irrompem constante-
Dieste da se l- labios, sao e-wlusi'va-nenle contra o
syst-nn quo uos rege, a qua os masmos redacto-
res AraomiriMn d < inoaarali i p issaai.
F. datt'artaquo os redaeltires da I'lovinciamo
eess-w I!.; rasa msabilisar ao imp iranta mud a
ekosswcisi nH-lo a'ltadtNM) e da iafarcdito era
que taai elio.-iajJii'io ^eraaU' a opiniaa d paiz,
mat;. :s cogas, u.',o qitsrom ver, o qaaas
aurdj.; naa ij lcreju ouvtr.o qie para todas a pa-
tan-
E'tliguoda ser apreijaio, n trecho scgawte da
arifc^o au I in la da fr.nnueian. i in, n.jstas termos :
Resi:t-iia>, pois, o auicoioearso da. agita^ao
tiaciliiM,- py-'-ii Bioa e ma'io vha, quanta ( vivo e
Vivumimi ilecpjto de pros;ripcaa ^r que ja
vai lomattr! i paca u*s os '-..racteres indoteveia. da
insi*ri|i;aa da iiuj-rqa do Ifen/a. $
Eis apii r.meros libc;. ,;viiicii cnten-
fern a pojfcica do paiz c o n>o ia p u-.pia preta.ndam
galjrar act pcMterfcar mejo ciwim dacroto, qua apa-
gue ". sabre as ias aabae s os iulluxa* da opi-
niao pubflc i, qua os taai jusiaiaanle candamnado
ao #stracW:u.i, a-q;e par saa vez. ins quoram al-
ias rotar. 'rtr* '**m'
Causa realnvmta eompaixao es-sa supplicacons
Utite, ii i-i ir.ida da araeai}a aj saprauia aganta do
poder, para que sa digne de estender a mio aos
conda.aaa iis doiBferno da Daalo.
Para os libera s da Prooinaa devem o^ partidos
subii-" a : ilav. ou dalle sorera apeados pala
simples v 11! tie d diefe do osiad v; e |iara con-
firmarem fy pmigow cpiniio declaram, desdi
ago. quo sao Hies resta nnif outra cecurso que
nao seja a agitacSo pacifita, porquo a urna no
Brasil a a mais e.-calvac'a da- mentiras.
IVrs-npos. distal la, por nma voz, o meio uni-
eo legitmo, qua nos gavernot. repiesentativos dao
entrada a ,- cd idiios para os ,a:-aadas cargos pu-
blicos da rcpiescntafio nncjonal, nenlmma outra
valvula da falvu.a". cum clle.to, e licita eneontrar
que uii seja a omnipotencia do p der, que inde-
peade d vol.) d is cdadio.'.
Os Jiberaes da Proeipcia sentera, com effeita,
que a ^itriiao pobliaa os tem abandonado; qne
ell.'s tem perdido toda coaflanca, dasde epoeaa im-
methoilaas ; fatto de fallariojas promes$as,'o povo
tem visto, nma a uma ilhididas tedas as suas es-
peranra-5, esta arredio o descrentq, c nern mais se
inspira nesses tribun >, quo o torn cmduzido, em
todo tempo, por syrtei e ..hralhos ; ao ouvir bal-
buciar o BOfne-deum liliai.,1 da Vroeiuch. iilumi-
namfse Ifte.bs labio? dte u n r:s> de mafa e zombe-
ria; tad i tem sua e^pljeajclo para o povo menos
urn liberal, a nao ser pin e Btfe am barrigudo.
A'esta aciwa sitnacao perdarsm eases liberaes
os eitiavilos daJibardade e clamam pelo poder,
para q;ie este os.^mpare em seu pablieo descon-
eeito.
Uma v.'.i almndoriada a urna, fonla da toda for-
03, de tod) p^der con-liliieional, ou o dispmismo
on a revakieao ; nao lia para onJe correr; 6 pois
preferive! o despotismo, a OBj sombra se qucram
abrigar ns liberaes StWovincia.
Em I ir d'' ao!iqiii*tareni as syni;>a'.hi.\s da
opiniiovJUau? i iltam !o imjerador, para
que este, asoalaa l.i o p>J reccao pu'.ilia i daestadoje pjrque nlo o tarn
elles con epui I \ exelahiam: < Morrefepobs os pros-
cKptbS Mo sepundii imperio. v
contranas
culto.
Has a tribuna sagrada, a imprensa que ae diz
reJigiosa, osUo sobre este poutj siieuciosas, (a
oxcepcao a dos capucbiubos, e alguma outra borj
rara). A tribuna aagrada esta profanada pelt
que-tao tada politiea, sob a inspiracao e a pala-
vra da crdein do jesnitiarno, onde apenas se litiga
..om nome do ceu pelo poder e dominaaao da es-
aVdo.
'hi se vomitam imprecacoes e fingidas laraen-
s, nao contra a depravacaa dos costumes, mas
gem. os principios que emauam do proprio Svan-
contHndo para libertar us horaens e os povoi;
porqudNhoraens que professam eae& principios ;
nbores eSvjyocritas, elles que preteodem ser se-
tem dominv^am a presapovoa quern aiuda |
dade. ^e lie, sao iniraigos do sua liber-
A nncao,; ,,
rosamente p'~ /iAde, a caridade, a palavra amo-
nestes toinpo-i;isiv3, fugiram da tribuna sagrada
ainda mais o p\que todo o iutuito e depravar
seiros supliismas>)ela ioentir.i, pelos mais gros-
mina-loscegamenito iray pola intriga, para do-
robanbo de orelhas^a, nao conduaalo como um
como nma manada dXapriwco, mas arrasta-lo
rito satanico, ao abysmo'iosNloraados do espj;
A tribuna sagrada nesrav*s.
como nunca tivemos, se rOcranos calamit sas
ganpa, o exterminio. Os que a o mais inspirados do espirita satanim parecem
Evangelho de Jesu? Christo. Ettes nKlp que do
causa do ceo um zelo tao pharisaica, qun pela
que so litigara pelo inferno, se nelle>oarece
porqua so titigam pelo imperlo da |terrWm,
rnando sobre o povo em obeaiencia pnssiva. N^lo
A venladeira palavra sagrada a que se inspv,
nas sautas vcrdadas do cbristianismo, nos sent!
menlos de amor e caridade de Jesus Christo, a que
sabe, com lanta severidade e prudencia quanUi
piedade. castigar os costumes e depravacAes so
eiaes; a palavra que ,n.io pergunta qual'e ajpi
do estado, para ensinar os pa vos a obedece4a,
[torque foio o p;der vein de Dttts. esta palavr.
eata banida da tribuna sajjrada, porque esta sopi
tada na garganta da parte do clero que crd na
verdades cftristaas, na divindade de Chr^ia.
Esta parte do clero esta abalida ao mais iufama
da todos os despatismas, aquolle que e exoraido
ert nome da igreja,como om servico de Dau-; por-
que a infernal compantiia de velhacos trallaantfts
por todos os generos da ciladas e engano.-, daiqint
o governs da igraji, e, armada da ex-inform itu
conscientia, tem cam a mais impavida insidencia e
despejc todo o clero debaixo dos nes.
A imprensa jasuitica so ereligiosa para essa
multidao da gen!.' sFmples, que em sua piedosa.
crenca, nem par um instaate admitte quo uma or-
dem de minislros de Chri.-ta, que invaca o seu nome
com (anto ardor, passa ser uma ordem bypocrita,
quo invoque a Ciinsto para depravar asuadou-
Irina, que use de seu nome como instruineiito do
poder que queretn reeonquistar sobre a torta.
Esta imprensa fazendo ostandarte do altar e do
llirono, iiuiudo assim tao saarilegarnenie o que
Jesus Uhristo se.arau, proclama abertamenta o
despotismo, faz votos, ecombate com cynica im-
pavidez peia restauracao das dinastias dispoticas
aos thrones de que foram banidos palas povos que
mais os uio pederam soffrer.
E a credulidade dosto povo e tio grande quo o
cega para nao vor estas eoosas ; para nao ver que
nait podem ser cinseros defensores da doutrina
reiigiosa, quo fez dos homens irmaos, os hypocri-
tas, que confundmda o sagrado com o prafano,
asseiitarn na restauracao do poder dos sanguina-
rios seuaores o triumpho da igreja !
Nao pode a bomem conloular sa cam a doutri-
na ehrisla que apanas aprendara na infaucia. Os
dasejos e a cabica nial cabidos o assa'.tam a todo o
momenta. E' preciso que a palavra sagrada, pie-
d jsa e caridosa, como ClirUiu a onsinou, que as
praticas religiosas em sua pureza, livre de toda a
nbstraccSo e snperstiaao, retampore a alma cons-
taotcinante para que exeitando sentimentos contra-
rios a todas as peniieiosas tenlacoes, as possa ven-
eer.
Assim se faz um povo nioralisado, e da moral
evangelica; mas assim sa faz um povo de homens
iadependentea e livres.
Mas assim nao quer o jasuitismo algum povo :
o quer apenas crente, e crei.tc nos seus diclames,
sou escravo. l'ar isto so. Ihe servo o p ivo depra-
vado nos costumes e nas praticas religiosas.
Por isto a tribuna sagrada nestas tempos des-
graradas pela maior das calamnidades, -a perlur-
bacao que Ilia traz o govern) de nossa igreja,
por islo a tribuna sagrada oa 6 silenciosa* ou so
vibra a relumbanta palavra do bypocrita jesui'.is-
ra vomttando em nome de Deu's odios e impre-
cacoes contra o liberalismo e o maconismo.
Toda a doutrina moral banida do pulpito, toda
a depravacao era costumes nas praticas relisia
sas, toda a suparsticao tarn o camp i livre e aberto,
podera correr e desenv.ilver-se com lolo o desen-
freio.
S6 assim a Uniao achara batidos os caminhos
para propagar o govcrno despotico dos reis absb-
lutos, sob a immediata obediencia do rei papa, e
esto sob a domina^o da companhia de tnercado-
res que lomaram o nome de Christo para inslru-
^mento de seus latrociaios, com oqual abrem os
coracdes piedosa- e obrigam as vontades, como os
ladroes de outra ordem, com a gazii:i. abrem as
portas para roubar o% tbesouros.
Ilecife, 38 de setembro da 1873.
Affonso d'Albuquerque Mello.
oimp'
^^a jtencros
para
contra
tm__
wHSSWJIWPfeltrao.
rua do Commercio n. 5, t* andar.
SEGUROS
NARITINOS
Vp Kuropa com
trouxo dos "portos du sul.
.Vavio sahitio nd mesmo dia.
ParnhybaBarea portngueza S.
cauitdo
tro.
Julio M. do Souza,
Miguel,
em las-
por i
Al/andega
187a
--------
Fd
0 inspector,
bio A. de C.
Keif
ED1TAE1
CONTRA E0 FOGOr
A companhia Indemnisadora, estabebcfdn
i9t*-praca, toma seguros maritBngi,Jobre
navios e sens carregamenlos o corHr fogo
em cdificios, mercadorias e OiObQ^-' "*
rua do Vtgario n. 4, pavimento torreo.
------
Sc^w coolra?f
INSURAIifiE COHP
v^ S^DERS-BHOTHBHS & C
IICorpo pkWl '* \*l
NORTHERN.
ijrpftal. .... 20,O0fl:O9!JOO
^iiaSa. de rwervn. 8,OOt):(M>D5W)C
AgSDiesV-
^ Mills Latham 4' C.
R01 DA CRUZ N. $ft ^
iSO/000
500*000

eosMPANHli;
m
enix Pernambaoana.
frotes,.d"j*cosinaritirnos em meraaAuriis,
querr^atuWfO'8 r'sc0 efinaltttpoie de'qual-
baroa^as, aX,'*'11 vapores, navii a vela oi;
.....-RUA T'^s muito modiads.
v MMERCIOJf. 39r
PKACA DO lav
rJK 3 DE 0175ITBR0.
xs3 1/2ho73.
CutacSos
Algodaoda Alagoas i'
Algodaode Pernambuco 1
kilos.
assucar bruto regular
hontem.
Cambio sobre Londres a ,
banco 2Gd. nor iiOOO, hooiiia\,[l'
Ditosobre dim a 90 d[v. 20 ii8, e 4o ban\ ac
. por U, hpje. >^ a-
Saquesobre o Uiode Janeiro* djv. ao par, ff
L.eal Save
Pelo prrsidonla.
Antonio Leonardo Badrigues.
Ps!o seoretario.
TARDR.
Iciaos.
ii200 por to kilos.
8*500 per la
- "w lo kilos,
d.v.V
>c i.i. ay,
Consulado provincial
Para sciencia dos contributes do imposto da
decima urbana e os efL-ito? l^gaes, em seguida
publicam-su as alteranoes veriflcadas po langa-
menta do mesmo imposto no corrente anno finan-
ceiro de 1873 a 1874, ficandj alerto o prazo as
reclamacoes, qua par vantura possam ter a faier
os mtereasados na forma da lei e regultfmentos
respectivos.
Alteracoes verififuLtf pel) \fKilor'mao I'elrt de
Jesujda Matta^ #Jlrt.*ie* df decima ur-
bana da freguazia de S. Antonio,que te n do ser-
virparao exercicio de*S73a 1874.
Travessa de.S. Pedro.
1*. i. i'aaoel Jo*e,Lepes fiuimarjiea,
uma casa lerroa dividida ciaduas
arrendiada por
Largo dc S. Pedro.
X. ii. Antonio Jose iloreira e outra,
umartHa^no?
N. 3. Jose Cordeira do Bag) Pontes,
um sobrado da Bin andar e loja,
arrehdado tudo por "
N. II. i^erdeiros di> Manool Joaqulm
Peroir{ ntna oasa terre* arrenda-
da por
Aaa da Vira-;5o.
X. 23. Viuva da Andre Geneves
do C.ibo, uma ca-a tcrrea ar-
rendadafcp*
X 33. I'.enunl> AhesPwlnjio,uou
dita por
X. 37. Manoel Ferreira Antunes Vrt
laga, uiua dita por
Trav-etsasda Nftraeao.
X. 12. Pedro Ratis BdrgeV, nma
casa lenea arreadada por
^g| Lombas' Valedtinas.
STX Juse da, Si)a ^tntqs, uma,casa
terraa arrendada p'>r igg
N. 6. Bernardino lose da Silva, uma
dita por
N. 16. Jose da Fonceca e Silva, uma
dita par
X. 2%. Antonio da Azewio Villa-
rouco, uica.dtta por
Goronel Suassuna.
N. 14. Rita Joanna de Cassia Hoi rei -
ra, de um sobrado de um an-
ED1TAB al 75.
Pela inspectoria da alfandega se f.tz pubbco que
nao tando sido arreniatada par falUi de concur-
rencia a mcrcadoria abaiT) declaracla, annanciada
Dor edital u. 68, se transfcre a inesma veoda para
as 11 boras da manbi da di. 3 de outubro vin-
d^uro, a pom desta reparlicau.
Trapicbe Rarttbza,
aJ^ B-Uma pipa abalida pesando liquiJo
real 60 kilos, avaliados par 8^680, vinda de Lis-
boa no navio inglez Ariel, consignada a Saunders
lirothere & C.
,uAifanl^c8a dc Pernambuco, 30 de setembro de
1873.0 inspector. Fabio A. de Carvalbo Red.
1)60*000
300J600
2i0i00O
300*0^0
336*000
id
180*000
42OJO0O
SiO^WOO
360*000
380*000
A camara UKinicipaJ desta cidade, polo pre-
zentd convidaaos'thtnos de turnulos existentes no
cemiterio pablieo a mandaretn auanto antes Jim-
pa-los e reparalos, como se faz necessario a cod-
servacio, aformoseainvnto e decencia da mesntrr
camiterio, de niodo a estarem protnptos ate o din
31 do correatc mez.
"Pa^o da camara
luro de1 f873.
Mauoel Joaquim do Rego e Albuquerque,
"i* Presideute.
Pedro de Albuquerque Autran,
Secretario.
mupieipal da Recife, 3 de ou-
Edital n. 78.
Pela iospectoria da alfaadega se faz publico
quoachaadOse as mercadorias contidas nos volu-
mes abaixo raencionados, no caso da serem arre-
matadas para coiiiumo, ios termos do cap: 6' do
tit. 3 da regulamanto de i9 de se:embro de i860,
os sens dooos ou consignalarios deverao despa-
cha-las no prazo de 78 dias, sob pena da, Undo
este, -serem vendidas por sua conta, sem que Ihes
flque competlnde allegar contra os effeitos desta
venia :
Msj^aVALa 770-1 barrica viuda na haTca
mgleza, Etiee, entrada em 22 de outnbro de"1870.
Idem JM sem numero 1 caixa ignc-ra-fe
Seni marca e sem numeroI bahii (dam.
Alfandega de lernambuco, 3 de otilnbro de
1873.
Poriugueza de M^^^^H emprenda
no commercWlHIl #em^
bu
Pofo presente sjp ionmeula <
nhores associadm a fertiirein-*
mlogo !i do corrente, as 3 \\1 boras <*a tarda. i
ta secretaria, a rua do Imperador n. 35, | a
para, constituidos em aateinUea goral extrati
ria, se proceder a elei^fo de duns niembros i
complelara eommisfSo de name dc eontas.
Recife, 2 de outnbro de #873.
0 secretario,
Salvador Jose Ferreira tiuinuraai
Irremalacio
Juizo de direito e. de arpl.ais da cosoara de
Olioda
Vai em praca pnblira de coaformidaie %.<
decreto n. IJP* de i.1 dt novembfo de I8O0. o es-
cravo de nome Ignacio, com 30 sttw* dv
solteiro, natural desta nrovincia, e cum o i
ae talhador, pertencente a.. cazal de Aa Gtm
calves RodriguesJ'-i.iaja, avaliado par f euja praca tem id^^..- m dia 4 de utnlir -Trmiusa
ra uma bora da farde na -ala das audieaciaa *
jufeo, pelo que reieaera esie iatzo propastt eft
carfa fechada.
0 osrrivaVi.
Hej^HoJ^as.
0 inspector,
Fabio A. d Carvalho
Reis
N:
dar c I"ja arrendada por
y"- .Antonio Joaipiim Vaz de Ui-
nnua, .,m ouiiradft ila. dnn
tendimento do dia
[Join do dia 3 .
AFLXDAEGA
1 a 2
91:623^903
73:474*490
165:108*39:!
*fii8'.!M.eo

PEBIDS.
A 1'itiasEo.
Ill
Com sttbefa raiao escolhen o ultramonlanismo,
o Jesuitism t o Brasil |Kira bou refngio, em caso que
nao passii f.izcr-sa senli -:r do inunda n) da*fecba d
Iota que trava contra o liberalismo ; com sobeja
razao e-calheu esta provincia para base de suas
Operagnes. Nao =ei quo haja em parle alguma um
povo lao eronie catholico como esta ; do tao
boa fe coma o desta provincia.
flfabwa as pratkas. rejigii.sas .so tenboni depra-
o^efa|jr^iMps*i(i),lo culto naa haja a de-
vocao, a unraff qae'saaiifloii on panlcaai al
mas, nom por isto estj povo deixa de ser meos
cronts, nem do menos boa fe Ao couirario, essa
depravacia n;is praticas rol^iojas, prejuaicaqdo
ao sentiifwnlo e a moral, sem dennnuir a crepca
e a fe, torua o povo mais suaersticisso, e portapto
mais capaz do receber tudo quanto em nome do
Deus e de Jesus Christo qs pans rniriistros, versa
deiros oa Oilsos pMpheta?, n<) desempedho de
sua raissao ou fora della, Ib'o rn-inem.
Abj existor a depravagao nas praticas religiosas,
a dwsyurqo doipstuuias. Qne oizem dellas os
clefTuM na. tribuna sagrada, quo diz dellas a sua
imprensa ultrauiontana *
adit*
Saa Kissao ctoda politic, encoberla com mal
fiagido interasse pefa salvaciio das almas. Seu
coinbate 6 contra a major-aria a contra o libera-
lismo, doj quaes areligiai) niuca recebera offensa
que motivassci om tal daseni'reia, ata quanlo sa
lovanloo esla luta ; nem n.asno depois da atacaldos
am a angonana e o liberabstno,
assim aio tea) dado motivo bastante
para I ,:enlo-e da sua misao'.
o lim de domi-
i Cor-
^ment
dade invo mca teat no
HI(>ri'cu-se-me o cabello !
Dizia o cacique Indio ao ver que a sua longa e
camprida madeixa de cabelio sa ta:nara branca.
Havia uma razao philosophica nasto symptoma de
deaadencia por elle descoubecida. E' quando a
circulagao do saugue na capa membranea da ca-
bega sa entorpece, que o cabello secca e este en-
torpecimento da circulac'io pode-se impedir mos-
mo na velbiee mediante" a appiicacao da um esti-
mulante proprio.
0 Ibaico Oriental, que tao geralmenie tem sido
introduzido nos paizes tropicos com tao felizes re-
s'ultados, sustem a accao vital na cuticula e ao
mesmo tempo assimila com o nulrimento natural
do cabello o angmenla milagrasamente o poder
prcductivo das raizes.
se-
DescarFegam hojs 4 de outubro de 1873
Barca francera -Santo Andre-(atracado) merca-
dorias para alfandega.
Patacho ailemao BrMant (atac|do) varios
generos para alfandega.
Bnguo portuguez -Recife-varios generos para o
trapicbe Conceicao, para despacbar.
Patacno ailemao Maria Sophiavarios generos
para o trapicbe Conceicao, para despa-
cbar.
^tacho portuguez JMVcAtKfcnseIageajnen:o para
o trapicbe Conceicao, para despacbar.
Barca poriugueza Josepliiiia II varios ge-
neros para o trapicbe Conceicao, para
despacbar.
Briguoinglez Dora bacilhao ja despaehado
para o trapiche Conceicao.
Sumaca bespanhola Talia -bacalbao ja despa-
cliado para o trapiche Conceicao.
Patacho inglez -Pride of the Channil bacalbao
ja despachado para o trapiche Conceicao.
Barca ingleza *- Hermione carvao ja desjiacba-
do.para o caes. do Apollo.
Iiti|>*irlncao.
Rio Grande do Sul, escuna portugueza Favorila,
consignada a Francisco Jase da Costa Araujo, ma-
nifestou :
Couros4".
Sebo em rama 1,416 kilos.
Xarque 91,131 kilos ao consignalario..
Pr acaso experimentais os
guintes symptonias ?
Tondes tosse violenta ? Sentis dares nos pol-
mSes ? ExDectorais phlegms ou mucosidades ?
Km iucommodam e debililam os suores noctur-
nos ? Tendes a gargania inllammada ? Estai" rou-
co ? Sentis oppressao no pel to ? Se por acaso,
ou dado o caso que adoeeais de tolas ou de qual-
quer uma das eiifennidades. mencionadas, acbar-
vos-heis na urgenlissima necessidade de empregar
um remedio efflcaz e ssguro tal qual seja o Pei-
toral de Anaahuila. Nao deixeis passar uma bo-
ra sem que facais uma prompta appljcacao deste
apreeiavel e prodigioso remedio. Os males e sof-
frimeatas, para logo serao alliviados, e por 6m
acabareis por restabelecer completamente vossa
saude e com ella vossa alegria e praaer. Sua
historia e umaserie continuada de prodigioaas cu-
ras aade triumphos sem fim. Enconlra-te'heis a
venda em todas as prineipaes boticas da cidade e
do campo.
1 lufelizes vlotiinas do roeuma<
tismb.
Porque sofTreis tantas dores, e porque m
taes inutilmcnte vosso diuheiro em me.iica-
mentos incapazes do vos curar ?
Vossa niolestia n3o tem outra origem se-
nao no sangue viciado.
Purificai o sangue com a Salsaparrilha
Ayer. 8a vos tomardes este remedio com
regularidade e constancia, fieareis curados.
Experimental.
eoMMEim

G0MPAfBl> ALLIANCA
suguros maritimos e terrefi-
tres eatabelecida na Bahis
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,000:0008M)00.
Xoma seguro de mercadorias e dinheiro <
IESPACH08 DE EXPGRTACAO KO DIA 2 DE
UUTUBBO DE 1873.
Para os portos do exterior.
No vaporinglez Student, para Liverpool, ear-
regaram : S. Brothers 4 C. iufi saccas com 8,400
kilos de algodao ; M. M. Mouteiro 100 ditas com
8,852 ditos de-dilo.
No palar-ho inglez Ventura, nara New-vork,
carregaram : H. Forster A C. 3,500 saccos" eom
262,500 kilos de assucar mascavado.
Xu navio ingteaSWfi-para o Canal, ear
regaram : S. Brothers & C. 700 saccos com 52,500
kilos de assucar mascavado.
Xo brqzue portuguez UniSs, para o Porto,
carregaram : Rocha lama Guimaraes 32 saccas
com 2,374 kilos de algodao ; M. da S. Maia 4 C.
22 couras espichados com 154 ditos.
Para os portos do interior.
Para o Rio Grande do Sul, na escuna nacio-
ival Amelia* carregou : J. B. Mireira 8 pi|ias com
3,810 litros de agua*dente e 2 barris com 192 dilos
de dito.
ciAPATAZIA DA ALFANDEGA
tteaaimento"*. dia 1 a
Ide/ii do dia 3 .
i:778$208
888.5835
2:687*0i3
VOLUMES SAH1DOS
Xo dia 2 ......
Pnmaira porta no dia 3 .
Segunda porta.....
rbrceira porta ....
rrapiche Coneeicao .
SERVICO MAR1T1MO
\l\xrensjas descarrecadas no trapiche-
a alfandega no dia 2 .
DiUs ditas no dia 3 .
N'a\ i )s alracados no trap, da alfandega
AlvreEgas....... .
So trapiche Conceicao.....
2,371
1'i
359
2,026
4,96i
8
10
KECk'fiiSDOftiA DE REXDAS- LNTERNAS GE
RAES DE PERNAMBUCO
fteniuieuto do dia 1 a 2 .' 2.061*953
Idem do dia 3...... 414*788
2.476*741
COXSULADO PROVIXCIAL
Ranpii^ento do dia 1 a 2 5:740*566
idem do dia 3...... 619*683
ft:360*249
Navios entrados no dia 3et oiUubro.
Rio Graade do Sul$3 dias, oscuna portu- te^SS 4 C. Cinco caixas vindas da Ljiboa
, gueza Pavorita, dc 95 tongladas, cttpil^o ??St r '"8^/*,WA'to> contendsamga,. mu
I'austino Antonio dos Reis, ca-ga a.afli,
arrobas de caroe ; a Fraocisco J. da Cos-
ta Araujo.
BaUia3 dias, vapor inglez Cotopaxi* da. "to^l'^L. ^ <*m ,Aam
l tnnQLA ^mnAm fi,L *%. J ?> Vma dita ilejj Idem,
2,583 toneladas,
equipagem 116,
sobrado de dous
andares e loja, ,,r
X. 42. Herdairos de Ja;io Man^l de
Qiveira Miranda, uma casa terft*
P\r
N- It Francisco Ignacio Tiuoco de
Sotta, um sobrado de um andar
Jlo> por
X 6i \o.-a S!arRnsi'L'pe3) Dinacasa
terraa por
7i. Viu.ya da Francisco Autoniq
dftvioUza] unrx (tin por
N( 9. li.'4Jeirs de Mffia Cordoii0
Xavier ^ u,jtu, um sobrado du
vd'5.us audfkvs a loja, tudo por
XizJ. Josa Erancisco Fernandes,
fUni dito da urn andar-e loja por
Santa Theresa.
XIj. Theolouio Felix de Mel.o, uma
5112. Irmandoda da S. Andre da
Conceicao-dos Mdiiares, nma data
nor
4 '28. .Manoel Eieuterio do lego
Rnrros, uma dita por
3i>. Jorge Jacome Tasso, uma dila
or
30. Antonio Jose Mureira e outra,
|ma dita por
N42. Antonio Far-raira Braga, urna
ta por
N.II. Francisco Jose Coelho Leal,
ia dita por
X{k Tiava de Luiz Rezerra Man-
iro l'adilb), uma casa terrea por
i. Joanna .Maria Nuh'cs, uma dita
or
8 8. Francisco Manuel da Silva Ta-
ares, um sobrada da um andar e
>ja por
Travessa de Decco da Falcao.
XS. Joilo Joaquim da Costa Leite,
ma casa terrea por
Travessa do Poucinbo.
X.|0. Venancia Eugenia de Paula
ktdrigues, uma casa terrea por
N.14. Manuel Ferreira Antpnes
fillai-a, nma dita por
L16. Ilcrdeiros do Josepiia Cordeiro
, uma dita por
I.'30. Ignacio Franeisco da Concei-
ao I'alricio, uma dila por
36. Ana.nio Ignacio Ferreira Cos-
lio, tuna dila por
N"50. E iuna- dita por .
Una Vinte e Quatra de Waio.
X.6. Ludgeria Francisco de Assis,
juia casa terrea par
N 14. JaseFernandasLima, uma dita
por
i 20. Antonio CJimaco Moreira Tem-
poral, uma dila par
16. Custodia Antonio Soares, uma
por
Joaquim Raptista Xaguc.ra,
ua dila por i <.
S./2't O inesnw, uma dita por
:i.-2B. Sebastiao Jose Gomes I'enna,
ima dita por
Travessa da Concordia.
X. 11. Anna Tberen da Costa. Pe-
I/cira, uma casa terraa por
X, 17 a 27. Thamaz de Carvaino Soa-
res Brandao, uns caixBes para
casas com.um uma mei'agofeden-
tro e tres teleiros, avaliado tudo por
Rua da Palm.1.
NJ42. Antonio Jose Ferreira Reti-
na lor, uma casa terr;a par
Xj28. Jjaaqojm Antonio Pereira,
mo, ima dita por
N. 32. 0 mesmo, uma dila por
NI34. Ejins Baptista da SUva, uma
lita por
36. Franeisca Thereza-BUiencourt,
lima dita por
48. Antonio Pinto de Barros,
ima dita por
54. 0 mesmo, uma dita pat-
es. Antoak) Climaco Uoreiia.
Jjeniporal; uma dita par
N 32. Joanna Victarina da Bnlo
jCtuUia a outros. uma, d:ta por
/oaqabfi 'rdippe' da Co^la,
uma H "83. Domingo? Jose da Costa Amo-
Jrim, uma dita par
X 57. Erancisco -Antonio
800*000
572*000
216*000
700*000
216*000.
420*000
1:060*000
338*000
192*000
300*0)0
4O0*OJO
300*000
3605000
300*000
300*000
. iu.
(1
rua
iima dita
X. 30; O
-.264*000
240*000
360,3000
210*000
li4*000
120*000
264*000
360i030
360^000
300*000
144*000
300*000
300*000
300*000
42f>ji000
420*000
216*000
360*030
30OJ000
l!l*00i)
264*000
2i0i000
303*000
600*000
192*000
180*000
193*000
360*000
500*000
360*000
300*000
3Oi*0OO
Alvcs
' Masearenbas, uma dita por
X. 71. Dr. ChristuvaVXavier Lopes,
uma dita par
N. 61. O mesmo, uwa dila por
X. 65. O mesmo, snaa dita por
N. 71. Antonio Climaco Mcreira
Tempornli-um sobrado em obros
e duas lojas por
I "ceacaa da consulada provincial, 1 do outubro
da 1873.
O chefe,
^tVoaio Witrutio Pinto B. e A. de Vasoncellos.
456*000
436*60:)
420*000
38431)00
i;,lUal u. 9 8. '
Pela inspecloritu da alfaqlega so faz publico que
s 11 boras da manba do dia 6 do-corrente se
hap de arrematar liviea do dircitos, a porta desta
reparticfc, as marcadorias abaixo mencionadas,
amiunm6apor-eliitiaIJoi<6J i|ue flehcaram de ser
despaebadas dtnlro do psaio mareado.
Trapiclia Conccieao.
Ailisadas, sem valor.
Idem dtaa*anto L. Sais ditas idem idem idem.
Idem J P S. Quiaza dilas vapor toor^
luguei kjdaflor, oontendo ceboJas, uxarladas, ava-
commandant'e Gordon, r(
carga varios geueros at
contend^
is inutilisadas, seat valor^..
&m A,lLfc Quinze s?,s<3 i.dein. ideat, cojlten
O cidadao Francisco da Silva Rego, juiz de paz
mais votado da fregueiia de Santo Antonio, pre-
sident interino, do collegio eleitoral do Reci-
fe, do primeiro districto eleitoral, em virtude
da lei, etc. etc.
Faco saber que pela camara municipal me foi
remaitido o oflicio do theor seguinte :
Secretiiria da camara municipal da cidade do
Recife, 16 dejulho dc 1873 Illm. Sr.Devendo-
sa proceder a eleieao dos membros da assenbtea
legislativa provincial, que tem de fonccionar no
biennio de 1874 a 1875; ni dia 9 de novembro
proximo vindouro, segundo me fui cummonicado
pelo Exm. presidante da provincia a esta camai'a,
em olliaio de 28 do junho findo, cuispre que V.
S. convoque os respeclivos eleitores para o dia
indicado, tendo em cousideracao o que dispo: o
art. 2." do decreto n 2,633-do \. de setembro de
1860
Deus guarde a V. S. Illm. Sr. juiz de I'az
mais vuudo da Freguezia de Santo Antonio.Ma-
noel Joaquim do Rego Albuquerque, presidente.
Pedro de ilbuquarqua Autran, secretario.
Em cumprimento do referido oflicio, convido
aos Srs. eleitores. nao s6 desta freguezia de San-
to Antonio como as das de, S. Frei Padro Gon-
alves, S Jose, Boa-Vista, Afogados, Varzaa, San-
to Amira da Jaboatao. Muribeca, Poco da Panella,
Ns S. da Graca e S LourencqdaMitla, afim deque
t-id is comparegam na igreja' mairiz da-fi eguezia do
Santo Antonio no dia 9 de novembro proximo
vindouro pelas 9 boras da manba, para que se
praceda a organisacao de mesa e mais actM re-
Iativos a eleieao de 9 membros para depulados
que este districto dave dar para represtmta-lo a
assemblea provincial conf>,rme- determiuam as
lei8 em vigor.
E para que cbogae ao c-mhecimento de todos
mandei fazer o presente edital, que vai par mira
assignado e sera afflxado nos lugares mais nubli-
cos desta freguezia e pubheado pela imprensa.
Freguezia de Santo Antonio 2 de outubro de
1873.
Francisco da Silva Rego.
SfifieiMf Liso-tftsiMni
De ordem do Sr. preaideate do conselhu n\nt,,U
sociedade Luso-brasileira, ronvida-se a Imtti
membros do mesmo coo:eHio scum ^
sala das sessoes desta toeiedade, c r, ah
corrente, as 11 boras do dta
Secretaria do conselbo fiscal. :.- oulobro de
1873. _
O I* serreiario,
_______^^______Theopbilo-Alves da N'lva.
Pela Ibesouraria proviaeial se
que foram iransferidas pan o dia 0
mez as seguinfes-arrematajoe?:
Fornecimento dos presos pobres -da easa de de-
tengaono trimestrede outubro a dezembro.
Venda do si tio dos Remedio.* por 3:73>>*CU0.
Secretaria o> theseuraria provincial dt
Pernambuco, 3-de otttuln-o de 1873.
0 ollicial-maior,
Miguel Affonso-Ferreira.
fax pobtieo
du correote
^-^.-V^na.ra-munlcipal d^|Cid.idade. tendo
conformidade com o art. 105 da lei de 19 de agos-
to de 1846, a apura^ao gcral dos votos para verea-
dores da nova villa de Jaboatao ; assim o faz pu-
blico pararonhecimento de riuem Interessar possa.
Pnco da camara municipal do Recife, 1 de ou-
tubro de 1873.
Manoel Joaquim do Rego e Albuquerque,
presldenle
Pedro de Albuquerque Autran,
secretario.
O Illm. Sr. Dr. inspector da thesooraria dc
fazenda desta provincia faz publico para conhe-
r.imento de quern interessar que, de conformi-
dade com os avisos do minislerio da guerra de
30 e 31 da junho ultimo, e olTlcios da presiden-
cia ns. 116 e 121 de 12 e 16 do corrente moz,
acha-sc mareado o dia 27 de setembro vindouro,
pelas 2 horas da tarde, para, em sossao -da junta
desta mesma tbesouraria, ter logar por meio de
contrato a arrematacao das obras que se tem de
fazer nos ed ficios da fortaleza do Buraco desta
cidade, e quarlel de 1* linha, e bem assim a pin-
tura externa do pharoleto da mesma fortalaza,
dando se preferencia a queni maiarcs vantagens
oflerecer aos interes-as da fazenda nacional.
As pessoas, portanto, que desejarem propor-se
referida arrematacao, poderao comparecer a
qualquor dia, nesia secralaria, duraute as horas
do expediente, afim da 1 lies serem presentes os
ercamentos e plantas das ineacionadas obras, e
a|>fesenlar as suas proposlas em carlas fecbadas
devidamente selladas e declarando a reside ecuio
noinos dos sens liadores.
Secretaria da tbesouraria de lazenda do Rio
Grande do Xorte, 22 de agosto de 1873.
Servindo de secretario
lose 'Fhe -philn Burboza.
Irmaiidade de N. & do Bom
Farto.
Tendo odespaebc-do Illm. Sr. Dr. jaii de rapeHas
e rcsiduos, mareado o dia 5, dontiogo proximo,
para oleic^o da mesa regedora, convido a todos o
irmaos para ao meio dfa acharem-se presentes no
consistono da igreja de S. Jose da Riba mar, oode
e erecta a mesma irmandade. Recife, 3 do oa-
lubro de 1873
Bernardo Luiz Ferreira,
______________________I'rcsidente._________
Commando das annas.
O Sr. alferes honorano do exercito Joao GnaJ-
berto Correia, 6 cnamado polo presente ao quartel
general para objecto Que Ilia diz respeRo.
Secretaria do commando das armas do'Pernam-
buco, 3 de outubro de 1873.
Francisco Camello Pessoa de Laccrda,
Tensnte-coronol secretario.
Correio geral
Helagao dos objeclcs regislrados exittenles
na administraQd dos correios cksla pro-
vincia, para as jmsoas abaixo decla-
radas :
Antonio Fernandes M. (), Augusto Leopold)'
liaposo da Camara, Autoiiia do Camp is Mello.
Ant mio Ferreira Ramos SubriuHn^Mippe da Cos-
ta Daurado, Firniina T. da Camara Santiago, Ge-
raldo Correia iJnia, Guilherme Vieira da Cunha,
Henriqueia Geraldes das Merces, llanorio Augusto
Ribeiro, Joaquim Cinlra da Lima. Joao Gervaaio
de Queiroga, Jose Gomes Monte um, J-se. Ignacio
Ribeiro Roma, Jose da Seixas, Jase da SiWa Gui-
maraes, Maria Avelina M nteifi:, Manoel A. de
Albuquerque Malhado, Paulina Augu-lo -Ferreira,
Silvino Jeronymo da Silva.
Adininistraeao do correia de l'arnarabuco, 4* 4e
lido da Barros
Enearregado da regislr.
SANTO ANTONIO.
t&

ac-
Sabbado 4 de outubro.
do imporlante dram* original portuguez em 3
tos, do distincta escriptor :
MANOEL FlNHClllO CIIAGAS
Morgadinlia dc Valfloi*.
aisli'i3ui^ko.
Sauta casa da misericordia
do Recife.
Pela secretaria da santa casa da misericordia do
Recife sao convidados os parentes das educandas
dp collegio das orpbas era seguida declaradas, as
quaes ja completaram a sua educacao, para que
requeiram ao Exm. presidente da provincia a sua
entrega, em vista do que resolveu a junta adrai-
nistrativa, de conformidade com o que dispoe o
3* art. 48 do rcspectivoregulaioento.
Candida das Chagas Coellio e Dionizia das Cha-
gas Coelho, filhas de "Vital das Chagas Cqelho.
Maria Emilia.
Ignacia Ribeiro, filha de Leandro Josd Ribeiro.
Jlarla Magdalena de Mello, filha de Jose Tava-
res de Mello.
Valeriana dos Santos, filha de Vicente Ferreira
dos Santos.
Felippa.
Thcreza d03 Santos Torres, filha de Jose dos San-
tos Toes.
Sophia Maria da Conceicao, exposta.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 27 de unho de 1873.
O escriviio
Pedro Rodrigues de Sown.
Luiz Fernandes, pintor
Leonardo Fernandes, lavradar
Pedro Paulo do Faria Azera-
do, capitao mor da milicias
Rodrigo de Faria Azercdo, ca-
capitao de cavallaria
Frei Jeao Ignacio, frada dami-
nicano
Bernardo Doraingucs, poetas-
tro
lose Felix, boticario ,
Diogo Barradas, escudeiae
1. camponez
2. dito
3. dito
4.' dito
D. Leoonor Continha j
D. Theresa Coutinho
Mariquiohas
I.* eamponeza
2." dita
Um rapazito
Sr. Eduardo
Sr. Baliia.
Sr Jqlio.
Sr. Sanlas.
Sr. Camara.
Sr. Rmilian.
Sr. Florindo.
Sr. Siiva.
Sr. P. Augusto.
Sr. Antonio.
Sr. Meneaes.
Sr. Procopio.
D. Manoela.
I). Olympia A
D. Emilia.
D. Olympia V.
IX Jo'sephinn.
Sr. Augusto.
Camponezes e cnados de Vajlflor.
A scena passa-se na Beiraf nos fins do Ee
passado
Priuciplara as 8 1[2.

ttji 4
Afericke.
O abaixo assignado arrematante de afericao dos
pesos e medidas dasle municipio, paiticipa aos se-
nbores negociantes dos estabelpcimen!as sujoitos
a este imposto, que do 1.* da eosrenle em dianle
principiou a afericao para o a ana finance iro mu-
nicipal de 1873 a 1874 a rua estreita do Rosario.
n. 31, das 9 horas da manba as 3 da tarde nos
dias uteis e que os seus etnpregados continuan* a
ser os rnesmos dos anoos aoteeedenles, os quaes
sao: SebaaSiiio Persira Piato, Felippe Santiago de
Torres Gaiindo Joaquim Kandido Ferreira daLuz.
Recife, 1. de oatabiade 1873.
Miguel d s Santos Costa Junior._______
de
O administradw da recebedoria
Internas tferaej faz pnblieo que e esla
tubro o uttimaem que tem de ser iijf
ta o imposto 3nbre- indu^trias e profl
ao 1* semvtre d& exercicio de 187:
multa de.t:O|0 dtepois do referido mat.
llece^aferia de Pernambuco, 3 de outubro de
Manoel Cameiro do Soija Lacerda.
\m
rendas
de ou-
mul-
lativo
com a
4TIC0
EMPREZsiHflCESTE.
Espectaetilos a tarde
XOS
Domingos e dias santificados
A empreza' Vicente determinou dar neste thea-
tre- uma s6ria de espeeiaculos, destinados a classe
cosimercial, contando para esse lira cam o va-
lioso concuiso da rapazeada caixeiral. O pnmei
to espectaealo tera lugar no
,,lrah Imrlu
As 5 f |3 horas om poisto.
coin a representacTu da jocosa op
em 1 prologo e 2 act s :
H RA1NHA
Reiaado das
es
Terminara as 8 hr
No sabbado ser5
avulaos com todas I
lacule.
iitu a
j







DjittJQ ae Ewnambu< Sabbado 4 Je Outubso de 13/4-
*
no barillio, eonvom qae bo
naipc.
siibu sg'sjo do m'^nKJ
A Pn>vi*eia mud >u a:) condiofies da sua vida
joraalistira, lomando lugar distincto na imprensa
qnotidiani, sem mndan\a de sua {( politi:a e
sempre subordinada ao sou awigo programma.
Nio podenios deixar de felieii.ar, por mssa par-
te, aos Musli-ados coll^gas por ussa nova p -asm de
sua Tida jonalisliea, pois que (temos o direito de
espwar/, nio procurarao do ca opioii) e antes de jnettimentos nobres e gencrosos.
Folgaimsde rejonheor, qne ttJJ paizes livre*,
comj o ni'isj, os partidos n;n lorn se nio dous
meios regulares do subirem ao polar: -as urnas
eaagitacao punficadas ideas, ou antes c niais
exaetameate a urna que 6 a (onle exclusiva de to-
do o poier id systeraa representativo que nos
E alii esta a depravacio nas praticas religiosas,
alii estio bos costumes.
E' esle e campo donde os'pasiores da rebanho do
Senbor deveram desvia lo ; ahi 6 onde suas pa-
lavras deveram levantar-se tao vibrantcs coino ca-
rinhosas, araorosas, maxime com este povo tao
dor.il e tao create.
Nao se ve" essas depravacoes so dos macoas, so
nos liberaes. Todo o povo brasileiro de qualqusr
partido ou associacao, esla iniciado uestas praticas
contrarias aos principios da moral e do pio
cullo..
Has a tribuna sagrada, a imprensa que se cliz
religiosa, estio sobre esle ponto silenciosas, va
excepcao a dos capuchinhos, e alguma outra bera
rara i. A tribuna sagrada esla profanada poll
que-tao toda politica, sob a inspira cao o a pala-
vra d: crdein do jesuitismo, onde apenas se litiga
em nome do ceu pelo poder e dominacSo do es-
lado.
D'hi se vomitam imprecactfes e flngidas lamen
ia, se a revjlaj'io, omo uai ratio cxlraordina-
Tte twrigosodevfrsef-baniJ* para a asceocao do; tacoes, nao contra a depravacao dos costumes, mas
poder, 6 clxro que nao nos rest a onlro legitimo
reearso da ypini'i i por meio das urnas eleitoraes.
isto e quo ni) podemos prcseindir
Se podocessomos acreclitar como os cjllegas pro-
Tinrian >s que no Brasil a uma A a mais oscalva-
dadas ineotiras, de baldc procnrariauios, orao o
Hnio recurst, a agiliea) pn--tlie:*, vita emuita vi-
ta, a quj si! querem elles socconer ; pois qae, por
nuis vig.irosa e energica que seja semelhante agi-
tifao. se nao por ulla ^acamiahada no sentido do
ser f olmente traduzila pelo voto do cidadao, nada
teremos estabele'jUo de solia-i e persislente para
as l*i;rdadej publieas.
A fallar verdade, noe outros nao podemos bem
mpreliender o aleaape dessa agila^ai viva e
nnil-1 viva q'ie os prooin^ianoi pretendem subs-
liluir pela nianifeitarao da voutade nacional pe-
rante as urnas eieitoraes.
Ellectivam.'nte nio protenderlo os coHegas da
Propmru, qn;; n pove, reunido em comicios, re-
soLra sobrd o? destinos da sociedade; e pois qual-
quer agita(;to, so nao tern como principal intuii*
c Diiico, guiar a opiniaopara as. urnas eieitoraes,
ler.i de converter-se em amrehia c desordem.
Sim, nVsde que condomnaes a existencia das
urnas elei'.oraes, nao se pode saber o que signift-
eam as vossas palavras : ;
Instigando e auxiliando a agitaQa) pa^iflca
a Pmviucia continuara a sua larefa.
Semelhante linguagem vein sempro envolvida
em Bomuras inysteriosas, desde quo coiejainos as
(kpressues dus redactores da Provincia applica-
da> as nossas instiiuirtfes e ao govemo da paiz
De feito os redactores confessam -quo o segun-
do roinndo tira-lhes quasi todas as ejperancas,
ontinuando a impor-lhos o si vos non vobis por
bem dos aillicos.
Ora. si: vos queixaes ta > amarguradamente do
tegando reinado, e porque nao (aseis distmccao de
liberae* on de conrervidores, desde que nao'te-
mo> lido solu>;ao do continuidado do inesuio rei-
naiiepor cousejuencia os aulicis, do que vos
qaeinaos e que faseis parlicipaatis dos males pu-
nicos da patna, sio igualmento TOStda correligio
nari is.oi qoaes, coino Saturno, vos mesmos ides
di'vcr UirUt.
Ja q>r mats do ami ve/. lemos tido oecasiao de
apreci.ir e ooininoatar as prJpaslgSss, que vao fa-
dlmenii' cahindo da penna dos eseriptores da
Piwrinci'i, onlro as quaes notavelmenl-j recorda-
remos a segointe :
A nwaixa ia pessoat, sopbisma de um lerco
do seiulo hi feito da reoresentaqao national nini
burta p. dos costumes nolilicos um arremcdo do
baiiw imperh.
Pela ipproximacio das duas proposi^oes acima
e de innumeras outras quo tem emiltido os re-
dactores da P-ovincia ve-fe bom claranioate que
a> qucixas profunda, qae irrompem eonstante-
mcnle do sou < labibs, siio exclusiva neute contra o
sysloiiu quo nos roge, e quo os inesinos redacto-
res d'jn"i.iinam do t monarch^ pessoal.
E' desl'arle qtte os redactores da ProbineiavSo
cessam de responsabilisar ao imperanta conn a
cama Oceipi it4 do a'aW*o o do dosorcdito em
que le;n c.lles eahido peranto a epiniao d i paiz,
mais quo, quaes cegos, nnu qusrein ver, c quaes
snrdos nao quorem ouvir o que para todos ii pa-
tent?.
E~ lligno do ser aprefiftvlb o ifecho seguinte do
artigo tie r.nl i cia Provincia n. H1), nestes terraos :
* flesta-uo-, pois, o unico recQrso da agitacao
pacifi -,\, pi i-n vita e muiio vim, quanto o vtto e
vituisim'} o docreto do prossrfpsb *^ que ja
val (omaa'l) paia tfiis os caracleres indelevers da
iiHc.rip.aj do inferno doD.inle.
Eis aqai caino os liberaes dr. Provincia enton-
dera apil: ;>-a d;- paiz c o mo Jo p*qne pretendem
galgar ao poder por meio do um decreto, qae' apa-
gue d : S"' :'."is Buas oaboC.S 05 iuluxos da opi-
niao pubiii"i, que os lent justa.nonte condomaado
ao oitiaoir a), a qao por sa voz, ids querem el-
les votar.
Cau-a re ilmonte comp lixao essa sapplica cons
tanle, D isl ,n la da ameaca ao saprem) agenie do
poder, para que se digne do estender a mlo aos
condemnad is do inferno de Dante.
Para os liberaes da Provincia devem 05 parliJos
subire.u ao poder, ou dollo scrcm apeados pela
simples v.Kitiilo d> cbefe do es(ai}o; e para con-
Jirmirem tao perigosa opiniao doclaiam, desde
logo, qae nao Hies icsl^ mais oalro recurso que
nao seja a agitafao pacifica, por.jue a urna no
Brasil e a mais escalvada das monliras.
Proscriptos, dest"arle, por nma vez, 0 meio uai-
co lagitmo, quo nos governos rcpresentativos dao
enlrada a is ctdacraos para os grandes cargos pu-
blicos da ie,iresenta:ao nacional, iicnbiima outra
vaivula de falvajaO, com elleilo, c lieito encontrar
que nao seja a oinnipotencia do p der, que inde-
pended) voto dot eidaoaos.
Os liberaes da Provincia sentem, corn effeito,
que a jpiniao publica os tem abandonado; que
oIIjs tem perdido toda confianoa, desde epocas im-
raemorlaes ; fa I to de fallaciosas promessas, 0 povo
tem vist i, uma a uma illadidas todas as suas es-
perartca^. esta arredio e descrente, e nem mais se
inspira nesses tribunes, que 0 tem conduzido, em
todo tempo, por syrtes e alirclbos ; ao ouvir bal-
baciar 0 noincdeum liberal di Vrovmcia. illumi-
nam-?e Ihe, os lab:o? do um riso de mofa e zomba-
ria : Mi!0 tem *aa ekplicaeio para o povo menos
um lilw.ra!. a aid ser qae e ells um barrigudo.
Nesta ptenosa situaeao perderam esses liberaes
os estimidos ila liberilade e clamam pelo poder,
para quo este os ampare em sen publico descon-
reito.
Uma vv. alnndonada a nraa, fonto de toda for-
;a, de to li poder constitncional, ou 0 dispotismo
ou a revoIuSo ; nao ha para onde correr; e pois
preferive! 0 despolisino, a caja sombra se querem
abrigar os liberaes da Provincia.
Em lugar do coaqaistarem as sympathias da
opiniao, i.meacam c in?ulta;n 0 imperador, para
que esto, ns;alan I > 0 poder, lhe? entregue a di-
reccSopublica do esta Jo ;c pirque nao 0 tem
eiles con jguiJo, cxclamanr: Morrcromos os pros-
criptos el 1 segindo imperio.
PUB^iOAeOI
is
f5
A Utniao.
Ill
Com sobeja razao escolheu 0 ultramontanismo,
ojesuitisuio Brasil para sen rcfugio.-em caso que
nao possa f.\zer-sc senher do m.inlo no desfecho d 1
luta que trava contra 0 liberalisoio; com sobeja
razao cs:olheuesta provincia pira base de suas
operacocs. SLo sei que haja em parte alguma um
Eovo tao crento e cathollco como esto ; do tao
oa fc como c desta provincia.
Emuon. as pratlcai religiosas se tenham depra-
vado, emtora no exercieio ao culto nao fcaja a de-
vocao, a aacii que sanlifica 0:1 parifica as al-
ibis, ncri por isto este povo deixa de ser menos
crento, neni de menos boa fe. Ao tdntrario, e deprav i-a.i nas praticas religiosas, prejudicando
ao seatimonto e a moral, sem deminuir a crenfa
e a fe, toroa g povo mats supersuciaso, e portanto
mais capiz do receber tnflo quanto em nome de
Bens e d'l Jesus Christo os seas ministros, verda
deirGS ou falsos prophetas, no desempenho de
sua raissi) ou fora dclla, lh'o ensinem.
Ahi ex.iste a depravagao nas praticag religiosas,
a depravacao dos costurne3. Qae dizero dellas os
derigos na tribuna sagrada, qae drz dellas a gqa
impreapa ul^ramonlana ?
IS'ada.
Sua missao e toda politic*, encoberta com mai
fingito iiHwef-ie pela salvacao ds almas. Seu
comtatc e contra a macor-aria e contra 0 libera-
lismo, dps quai a religiac nuuca ricbira offansa
que laotitasso um ttl dosenfrei", at6 quando i
Iftvantou esla loia; nem r.csrao depois de atacados
*at mm ** "*pao, a raiconaria a 0 liberalismo,
aisiai provocsdos, nJo tem dad) motivo bastaiye
para fazer 0 clero, esquecendo-so de sua missao.
l4Jentar essa luta furioia, com 0 Gm de domT.
^^B sociedade civil, em none do pacifico Cor-
1 nome dc ceu, dos quws tao opposta-
coente anSfe:itam estes novos cruzados, os MS-
timentos qae dade invo mca seas nome?.
'contra os principios que emanam do proprioEvan-
gelbo vindo para libertar 03 homens e os povo j ;
contra os homens que professam esses principios ;
porque os hypocritas, olles que pretendem ser se-
nhores e disputam a presa povoa quem ain da
tem dominio sobre elle, sao inimigos de sua liber-
dade.
A uucio, a piedade, a caridade, a palavra arao-
rosamente persuasiva, fugiram da tribuna sagrada
nestes tempos, eai que todo 0 intuito e depravar
aioda mais o povo pela mentin, pelos mais gros-
seiros sophismas, pela ira, pela iniriga, para do
imiia-los cegamenle, para, nao conduzi-lo como am
rebanho de ovelhas ao apri-co, mas arrasla-lo
como uma manada de porco3 tornados do espi-
rilo satanico, ao abysmo das trevas.
A tribuna sagrada nestes tempos calamit sos
como nunca tivemos, se respira 0 odio, a vin-
ganca, 0 extcrmiaio. Os que a occupam parecem
mais iaspirados do espirito satanico do que do
Evangelho de Jesn? Christo. Elles mostram pela
causa do ceo am zejo tao pharisaico, qne parece
que sd liligam pelo inferno, se nelle crAssem,
porque so litigafli pelo imperio da |terra, pelo
mando sobre 0 povo em obeaiencia passiva.
A verdadeira palavra sagrada a que se inspira
nas sanlas verdades do christianismo, n is senti-
mentos de amor e caridade de Jesus Christo, a que
sabe, com tanta severidade e prudencia quanla
piedade. casligar os costumes e depravacoes so-
ciaes; a palavra que ,n:io pergunta qual e a lei
do estado, para ensinar os povos a obedece-la,
porque todo 0 p 'der vem de Daas. esta palavra
esta banida da tribuna sagrada, porque esta sopi-
tada na garganta da parte do clero que crd nas
verdades cliristaas, na divindade de Christo.
Esta pane do clero esta abatida ao mais infame
d3 todos os despotisraos, aquelle que e cxercido
en. nome da igreja,como em servi^o de Deus; por-
que a infernal companhia do velhacos traficantes
por todos os generos de ciladas e engano3, domina
0 governs da igrej 1, e, armada do ex inform ita
conscientia, ton com a mais impavida insoleacia e
despejc todo 0 clero debaixo dos pes.
A imprensa jesuitica so e religiosa para essa
multidao de gento simples, que em sua piedosa
crenca, nem por u n instants admilte que uma or-
dem de minislros de Christo, queinvoca 0 seu nome
com tanto ardor, p issa ser uma ordem bypocrila,
que invoque a Christo para depravar a sua dou-
trina, que use de seu nome como instrumento do
poder que querem reconquistar sobre a terra.
Esta imprensa fazendo estandarle do altar e do
throne, uniudo assim tao sa^rilogamenie 0 qae
Jesus Christo se.-arou, proclama abertamenle 0
despotismo, faz votos, e combale com cynica im-
pavidez poia restauracao das dinastias dispoticas
aos thronos de quo fo'ram banidos'pelos povos que
mais os nao poderam soffrer.
E a credalidade deste povo e tio grande que 0
ccga para nao \6r eslas coasas ; para nao ver que
nio podem ser cinseros defensores da doutrina
religiosa, que fez dos homens irmio.% os hypocri-
tas, que confundindo 0 sagrado com 0 profano,
asseatam na restauracao do poder dos sangaina-
rios senhoreso triumpho da igreja !
Nao pode 0 homem contentarso com a doutri-
na chrisla que apenas aprendera na infancia. Os
desejos e a cobica mal cabidos 0 assa'.tam a todo 0
memento. E' preciso qae a palavra sagrada, pie-
dosa e caridosa, como Christo a cnsinou, que as
praticas religiosas em sua pureza, livre de toda a
MttracfSo e superstijao, retempere a alma eons-
tantemonte para que exeitando sentimentos contra-
rios a todas as pemiciosas tentacSes, as possa ven-
eer.
Assim se faz um povo moralisado, c da moral
evangelica; mas assiin se faz um povo de homens
independentes e livrcs.
Mas assim nio quer 0 jesuitismo algum povo :
0 quer apenas cronte, e creute nos seus dictames,
seu escravo. Por isto so Ibo senra 0 povo depra-
vatlo nos costumes e nas praticas religiosa?.
Por isto a tribuna sagrada nesles tempos des-
gragados pela maior das calamnidades, a pcrlur
bacao que Ihe traz 0 govern 1 de nossa igreja,
por isto a tribuna sagrada oa e silenciosa ou so
vibra a retumbantc palavra do hypocrite jesuilis-
m vomitando em nome de Deiis odios eimpre-
eaedes contra 0 libcralismo e 0 maconismo.
Toda a doutrina moral banida do pulpilo, toda
a depravagao eai costumes nas praticas roligio
sas, toda a supcrUieao tem 0 camp 1 livre e aberto,
podem correr e desenvolver-se com toio 0 desen-
freio.
So assim a Uniiio achara batidos os caminhos
para propagar 0 governo despotico dos reis abso-
lutos, sob a imme'diata obediencia do rei papa, c
esto sob a domina;ao da companhia do mercado-
res que tomaram 0 nome do Christo para instru-
Imento de seus lalrocinios, com 0 qual abrem os
coracoes picdosos e obrigam as vontades, como os
ladroes de outra ordem, com a gaziia. abrem as
portas para roubar os thesouros.
Recife, 28 de setembru de 1873.
Affonso d'A Ibuquerque Hello.
.tlorreu-se-me ocabcllo !
Dizia 0 cacique Indio ao ver que a sua longa e
comprida madeixa de cabello 3e tornara branca.
Havfa uma razao nhilosophica neste sympto'ma de
decadencia por elle dosconhecida. E' quando a
circalacao do sangue na capa mombranca da ca-
beca se entorpece, quo 0 cabello secca e este en-
torpecimento da circula^ao pode-se impedir mes-
mo na velhice raediantc a applicacao do um csti-
mulante proprio.
0 Tonico Oriental, que tao geralmenie tem sido
introduzido nos paizes tropicos com tao fclizes re-
sultados, sustem a acc,3o Vital na cuticula e ao
raesmo tempo assimila com 0 nutrimento natural
do cabello e augmenta milagrosamente 0 poder
prcduclivo das raizes.
Por acaso experimentafs os se-
guintes symptomas ?
Tondes tosse vio'enta ? Senlis dores nos pul-
moes ? Expectorais phlegma ou mucosidados ?
Vos iuoommodam e debilitam os suores noctur-
nos t Tendes a garganta inflammada t Estai* rou-
co 1 Sontis oppressao no peito ? Se por acaso,
ou dado 0 caso que adoecais de tolas ou de qual-
quer uma das enfermidades mencionadas, achar-
vos-heis na urgentissima necessidade de empregar
urn remedio efflcaz e seg_uro tal qual seja oP-
toral de Anacihuita. Nao doixeis passar uma ho-
ra sera que facais uma prompla applicacao deste
apreeiavel e prodigioso remedio. Os males 0 sof-
frimentos, para logo serao alliviados, e por Gm
acabarcis por restabelecor completamente vossa
saude e com ella vossa alegria e prazer. Sua
hist iria e nma serie continuada de prodigiosas cu-
ras e do triumphos sem fira. Encontra-lo-beis a
venda cm todas as principaes boticas da cidade e
do campo.
lurolizes victinias do rheunia-
tismo.
Porque soffreis tantas dores, e porque m
taes inutilmente vosso dinheiro em medica-
oaentos incapazes de vos curar ?
Vossa molestia nao torn outra origem se-
n3o no sangue viciado.
PuriQcai 0 sanguo com a Salsaparrilha
Ayer. So v6s tomaries esle remedio com
regularidade e constancia, flcareis curados.
Experimental.
i-.co-maritime em nayio de vela 0 vapotg^
para iientro e fdra do imperio, assim eomo
contra fogo sobre. predios, generos e fa
rondas.
Agentc : Joaquim Jose Gon^alves Beltrio,
rua do Commercio n. 5, 1* andar.
SEGDROS
IIIRITDIOS

Wilsoi & C. Segtiio par|
to da Kuropa com a mesma
trouxe'dos portos do sul.
Vfltu'o scrhidonp mttmodia.
ParahybaBarca portugueza S. .Miguel,
capitao Julio M. de Souza, cm las-
tro.
Alfandega
187a
. CONTRA E0 FOGO
A companhia Indemnisadora, estabetacida
nesta. pra^a, toma seguros maritimos sobre
navies e-seus carregamentos e cdbtra fogo
em edificios, mercadorias e moWlias: na
rua do Yigario n. 4, pavimento terreo.
Segttro contra-fogo.
TBE UVfiRPOOL & LONB0'ft OlW
INSURANCE COMPANY
SAtiNBERS BROTHERS & C.
{t-^-Corpo Santo11
Capital,
^undo
NORTHERN.
.... ^0;OdOVOW)?>000
de reserva. 8,000:0009000
Ag'ffltes,
Mills Latham & C.
RUA DA CRUZ N. 88.
EDITAES.
COilPANHIA i
Phenix Pemambucana.
Toma riscos maritimos em mercadorias,
fretes, dinheiro a risco e finahnente de qual-
quer natureza, em vapores, navios d vela ov
barca^as, a premios muitomodicos.
RUA 1)0 COMMERCIO N. 34.
PIUCA DO RECIFE 3 DE OUTUBRO.
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDB.
Cotaccs offlciaes.
Algodao-de Alagoas 1' sorte 8^200 por lo kilos.
Algodaode Pernambuco 1* sorte 8*500 por 15
kilos.
as9iicar bruto regular 1*900 por 15 kilos,
hontem.
Cambio sobre Londres a 90 djv. 26 l[l, do
baDCo 26 d. por KOOJ, hontem.
Dito-sobre dim a 90 djv. 26 i|8, e do banco 26 d.
por it, hoje.
Saquesobre 0 Rio de Janeiro 8 d[v. ao par, hoje.
Leal Seve
t'elo prrsidente.
Antonio Leonardo Rodrigues.
Pelo secretario.
AFLNDAEUA
tendimento do dia 1 a 2 .
libra do dia 3 > .
91:623*903
73:i7U4W)
463:168*39:!
Descarregara hoja 4de outubro de 1873
Barca franceza Santo A ndrei- (atracado) merca-
dorias para alfandega.
Patacho ailemao Brillant (atracado) varios
generos para alfandega.
Bngue portaguez Recife -varios generos para 0
trapiche ConceicSo, para despachar.
Patacuo ailemao -Maria Sophiavarios generos
para 0 trapiche Conceijao, para despa-
char.
Placho porlugaez Michaetensehgeamea'.o para
0 trapiche ConceicaO, para despachar.
Barca porluguoza Josephina II varios ge-
neros para 0 trapiche Conceicao, para
despachar.
Brigno inglez Dora bacalhao ja despashado
para 0 trapiche Conscicao.
Sumaca hespanhola Talia -bacalhao ja despa-
chado para e trapiche Conceicao.
Patacho inglez -Pride of the Channil bacalhao
ja despachado para 0 trapiche Conceipao.
Barca ingleza Hermione carvao ja despacha-
do para 0 caes do Apollo.
Iiii|>ortatio.
Rio Grande do Sul, escuna portugueza Favorita,
consignada a Francisco Jose da Cosla Araujo, ma-
nifestou :
Couros43.
Sebo em rama 1,116 kilos.
Xarque 91,131 kilos ao consignatario.
2 DE
>ESPA':HOS DE EXPOUTACAO NO DIA
OUTUBRO DE 1873.
Para os portos do exterior.
No vapor inglez Student, para Liverpool, car-
regaram : S. Brothers & C. 1U6 saccas com 8,400
kilos de algodao; M. M. Monteiro 100 dites com
8,822 ditos de difo.
No patacho inglez Ventura, para New-york,
carregaram : II. Forster A C. 3,500 saccos com
262,500 kilos de assucar mascavado,
No navio inglezSWto-para 0 Canal, car-
regaram : S. Brothers & C. 700 saccos com B2,SM
kilos de assucar mascavado.
No brigue portuguez Uniao, para 0 Porto,
carrcgaram : Rocha Lima Guimaraes 32 saccas
com 2,374 kilo3 de algodao ; M. da S. Maia 4 C.
22 couros espichados com 154 ditos.
Para os portos do interior.
Para 0 Rio Grande do Sul, na escuna nacio-
nal Amelia, carrcgou : J. B. nl ireira 8 pipas com
3,840 litros de aguardeute e 2 barris com 192 dilos
de dito.
CAPATAZIA DA ALFANDEGA
Rendimento Au
Ide.Ai do dia 3
dia 1 a 2
1:7785208
888^835
2:6G7^0',3
Consulado provincial
Para sojncia dos contribuintes do imposto da
decima nfbana e os effeitos lgaes, em seguida
publicara-se as alteracfics veritleadas no lan^a-
mento do inesmo imposto no conente anno fina'n-
ceiro de 1873 a 1874, Bcando aberto 0 prazo as
reclama?5es, que pur ventura possam ter a fater
es interessados na fdrma da tei e regulamentos1
respectivos.
AlteracSes verifjeadas pflo lan^; 1 lor/iao Pedro de
Jesusda Malta, ie iafccainoaiJ da decima ur-
bana da freguezia do 5. Antonio,que tem de scr-
vir pa.rao exercieio de 1873 a 1871.
Travess* de S. Pedro.
IS'. 1. Manael Jose Lcpes Guimaraes,
utna caaa lerroa dividida emduas
arreadada por
Largo deS. Pedro.
N. li. Antoaio Jose Moreira c outre,
uma aia por
N. 3. Jose Cordeiro do Itego Pontes,
um sobrado do um andar e loja,
arrerldado tudo por
N. II. Herdeiros de Manoel Joaquim
Perofra, uma easa terrea arrenda-
da par
Hua da Viracao.
N. 23. Viuva de Andre Goncalves
d 0 reudada por
N 33. Bernardo Alves Pinbeiro, nma
dila por
N. 37. Maooel Ferreira Autunes Yil
laca, nmadila por
Travessa da Viracao.
N. 12. Vedro Ratis Borges, .uma
casa '.errea arrendada por
^B Lambas Valentlnas.
N. 4. Jose da SiWa Santos, uma casa
terrea irrendada por Q|
N. 6. Bernardino Jose da Silva, uma
dita por
N. 1G. W da Fonceca e Silva, uma
' dila por
N. 24. Antosio de Azevedo Villa-
rouco, uim dila por
CoroHel Suassuna.
N. 14. Rita Joanna de Cassia Eerrei-
ra, de um lobrado de Um an-
dar c loja atrendado por
N. 16. Antonio Joaquim Vaz de Mi-
' randa, um soDrado de dous
andares e loja por
N. 42. Herdeiros de Joao Manoel de
Oliveira Miranda, uma casa terrea
por
N. 52. Francisco Ignacio Tiftoco do
Souza, um sobrido de um andar
e loja por
N. 6i Jose Martins Lopes, uma casa
terrea por
N. 7i. Viuva de Francisco Antonio
de Souza, uma dita por
N. 9. Herdeiros de Maria Cordeiro
Xavier do Brilo, am sobrado de
dous andares e- loja, tudo por
N. 23. Jose Francisco Fernandes,
um dito de um andar e loja por
Santa Thoreza.
N. 6. Theotonio Felix de Meito, uma
casa terrea arreudada por
N. 12. Irmaodade de S. Andre da
ConceicaO des MilHares, uma dita
por
N. 28. Hanoel Eleuterio do F.ego
Barros, nma dila por
N. 30. Jorge Jacome Tasso, uma dita
por
N. 3G. Antonio Jose Moreira e outrr-,
uma dita p ir
N. 42. Antonio Ferreira Braga, uma
dita por
N. 11. Francisco Jose Coelho Leal,
uma dita por
Travessa do Labati.
2. Viuva dc Luiz Bezerra Mon-
480i000
500/000
660/090
300*000
240/000
300/080
336/000
180/000
420/000
54O30O0
360/000
300/000
800/000
972/000
216/000
700/000
216/000
420/000
1:060/030
33Q/000
192/000
300/000
400/000
300/000
360JOO0
300/000
300/000
pesando liqafdo real 310 kilo?, ayaliados
Pemamb^eo, 1 de oalubro '-Je
0 inspector,
Fabio A. de C. Reis
teiro Padiliu, uma casa terrea por
N. 4'. Joanna Maria Nones; uma dita
por
N. 8. Francisco Manoel da Silva Ta-
varos, um sobrado do um andar e
1 ija por
Travessa do Beceo do Falcao.
N. 8. "Joao Joaquim da Costa Leite,
uma casa terrea por
Travessa do Poucinho.
N. 10. Venancia Eugenia de Paula
Rodrigues, uma casa terrea por
N. 14. Manoel Ferreira Anlunes
Vfllaca, uma dila por
N. 16. Herdeiros de Josepha Cordeiro
Lima, uma dita por
N. 31 Ignacio Francisco da Concei-
cao Patricio, nma dila por
N. 36. Air.onio Ignacio Ferreira Coe-
lho, uma dita por
X. 56. Kstevao Rodrigues Kntes,
uma dita por .
Rua Vinte e Quatro do Maio.
N. 6. Lndgeno 'I-rancisco de Assis,
uma casa terrea par
N 14. JoseFornaniesLima, uma dita
por
X. 20
264/000
240/000
3605000
210/000
li4/000
120/000
2G4/00O
360;0C0
3605000
300/000
144/000
300/000
300/000
3C0/000
VOLUMES SAHIDOS
No dia 2 ......
Primeira ports no dia 3 .
Segunda porta.....
Fbrceira porta .
Tiapiche ConceicJo .
4,984
SERVICO MARITIMO
^lvareneas descarrcgadas no trapiche
d alfandega no dia 2 .
OiUs ditas no dia 3......
N'au js atracados no trap, da alfandega
Alv*rengas........
So trapiche Conceicao.....
10
GE
RECEf!iDORIA DE RENDAS 1XTERNAS
RAES DE PERNAMBUCO
rtend uiento do dia 1 a 2 2.061/953
Idem do dia 3...... 414/788
2:478/74
!5
______eo_
COMPANHIA ALLIANCA
seguros maritimos e terreii-
tres estabelecida na Bahis
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,000:000*000.
Xoraa seguro de mercadorias e dinheiro ?
COXSULADO PROVINCIAL
Ranpii-ento do dia 1 a 2 5:740/566
mom do dia 3...... 619/683
6:360/249
Anlonio'Climaco Moreira Tem-
poral, uma dita por
X. 16. CuStodio Antonio Soares, uma
dila por
N. 22. Joaquim Baplista Nogueira,
uma dita por
X. 24. 0 mesmo, uma dita por
X. 23 Sebastiao Jbso Gomes Penna,
uma dita por
Travessa da Concordia.
X. 11. Anna Tiiereza da Costa Po-
reira, uma casa terroa por
Xs. 17 a 27. Thomaz dc Carvaiuo Soa-
res Brandao, uns caixoes para
casas com um uma mei'aguaden-
tro e trestcleiros, avaliado tudo por
Rua da Palma.
X. 21. Antonio Jose Ferreira lWi-
nador, uma casa tcrrja por
X. 28. Joaqqim Antonio Pereira,!
uma dita por
X. 30. O mesmo, nma dita por
X. 32. 0 mesmo, uma dila por
X. 34. Elias Bapti3ta da Silva, nma
dita por
X. 36. Francisca Tltereza Bitlencourt,
uma dita Dor
X. 48. Antouio Pinto de Barros,
uma dita por
X. 54. 0 mesmo, nma dita por
N. OS. Antoaio Climaco Moreira
Temporal, uma dita nor
N. Jl. Jjanna Victorina de Brito
Cunha e outros, tfma dita por
X. 40. Joaquim Felippc da Costa,
uma iliu por
N. 53. Domingos Jose da Costa Amo-
rim, uma dila par
X. 57. Francisco Antonio Alves
Mascarenhas, uma dita por
X. 71. Dr. Christdvao'Xavier Lopes,
uma dita por
X. 63. 0 mesmo, uma dita pnr
N. 65. 0 mesmo, uma dita por
S. 71. Antonio Climaco Moreira
Temporal, um sobrado em obras
e duas lojas por
l. seccao do consulad\> provincial, 1 de outubro
de 1873.
O chofo,
Antonio Witruvio PiHto B. a A. de VosconceUos.
4201000
420/000
2165000
360/000
300/000
192/000
264/000
240/000
300/000
600/003
192/000
180/000
103/000
360/000
500/000
360/000
360*000
SOiSOOO
486/000
456100)
420/000
384/000
EDITAL N. 75.
Pela inspectoria da alfandega se tat publico que
nao tendo sido arrematada por falia de concur-
renciia mercadoria abaiX) declaraJa, annunciada
por edital n. 68, se transfers a mesma venda para
as II horasda manna do di 3 de outubro vin-
djuro, 4 porta desta repartJcao.
Trapiche Barboza.
MarcaS B-Uma pipa abatida pesando liqui lo
real 60 kilos, avaliados por 8/680, vinda de Lis-
boa no navio inglez Ariel, consignada a Saunders
Brothers 4 C.
Alfandega de Pernambuco, 30 de setembro de
1873.Q inspector. Fabio A. de Ccrvalho Reis.
A caraara municipal desta cidade, pelo pre-
zente convida aos- donos de lumoios existenles no
cemiterio publico a inandarem auanto antes lim-
pa-los e repara-los, como se faz nec.essario a con-
servac>), aformoseam-mto e decencia do mesmo
cemiterio, de raodo a estarem promptos ate o dia
31 do corrente mez.
Paco'da camara municipal do Recife, 3 deou-
turo de 1873.
Manoel Joaquim do Rego e Albuquerque,
f*M|"/ Presidente.
Pedro de Albuquerque Autran,
Secretario.
Edital n. 78.
Pela inspectoria da alfandega se faz publico
qne achandose as mercadorias contidas nos volu-
mes abaixo mencionados, no caso tie serem arre-
maladas para consume, os termos do cap. 6' do
tit. 3 do regulamenlo de 19 de selembro de (860,
os sens donos ou consignatarios deverao despa-
cha-las no prazo de 78 dias, sob pena de, Ondo
este, serem vcadidas por sua conta, sem que lhes
fique compelindo allegar contra os efTeitos desta
venia :
MareaV&Ln 770-1 barrica vinda na barca
ingleza Elite, entrada em 22 de outubro de 1870.
Idem JM sem numcro 1 caixa iguora-sc
Sem marca e sem nnmero1 bahii idom.
Alfandega de lernambuco, 3 do outubro de
1873.
0 inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis
0 cidadao Francisco da Silva Rego, juiz de paz
mais votado da freguezia de Santo Antonio, pre-
sidente interiuo, do collegio eleitoral do Reci-
fe, do primeiro districto eleitoral, em virtude
da lei, etc. etc.
Faco saber que pela camara municipal me foi
rcinetiido o oflicio do tbeor seguinte :
Secrelaria da camara municipal da cidade do
Recife, 16 dejulho dc 1873Illm. Sr.Deveudo-
se proceder a eleicao dos membros da assemblea
legislativa provincial, que tem de fanccionar no
biennio de 1874 a 1875, no dia 9 de novembro
proximo vindouro, segundo m? foi comraunicalo
pelo Exm. presidente da provincia a esla camara,
em oflicio do 28 de jnnlio flndo, cumpre que V.
S. convoque os respectivos eleitores para o dia
indicado, tendo em considerajao o que dispo) o
art. 2." do decreto n 2,633 do i. de setembro de
1860
Deus guarde a V. S. Illm. Sr. juiz de I'az
mais votado da Freguezia de Santo Antonio.Ma-
noel Joaquim do Rego Albuquerque, presidente.
Pedro de ilbnqnerque Autran, secretario.
Em cumprimento do referido oflicio, convido
aos Srs. eleitores nao so desta freguezia de San-
to Antonio como as das de S. Frei P>;dro Gon-
i.alvcs, S Jose, Boa-Vista, Afogados, Varzea, San-
to Amaro do Jaboalao, Muribeca, Poco da Panella,
N. S. da Graca eS Lourenco da Matt i, afim do que
t id is compare jam na igreja matriz d a fieguczia de
Santo Antonio no dia 9 de novembro proximo
vindouro pelas 9 boras da manha, para que se
proceda a organisacao de mesa e mais actos re-
latives a eleicao de 9 membros para deputados
que este distrieto deve dar para representa-lo a
assemblea provincial eonLnne deiermiuam as
leis em vigor.
E para que chegue ao c-mhecimento de todos
mandei fazar o presente edital, que vai pir mim
assignado e sera alBxado nos lugares mais publi-
cos desla freguezia e pnbheado pela imprensa.
Freguezia de Santo Antonio 2 de outubro de
1873.
_____________Francisco da Silva Rego._______
A camara municipal desta cidadade, tendo
designado o dia 8 do corrente para proceder dc
conlormidade com o art. 105 da lei do 19 de agos-
to de 1846, a apuracao geral dos votos para verea-
dorcs da nova villa de Jaboatao ; assim o faz pu-
blico para conhecimento de quern lnteressar possa.
Paco da camara municipal do Recife, 1 do ou-
tubro de 1873.
Manoel Joaquim do Rego c Albuquerque,
presidente
Pedro de Albuquerque Autran,
secretario.
Vt, m
*-**
0 Illm. Sr. Dr. inspector da tbesouraria de
fazenda desta provincia faz publico para conhe-
cimento de quem in'.oressar qne, do conformi-
dade com os avisos dn ministerio da guerra de
3) e 31 de junho ultimo, e ofllcios da presiden-
cia ns. 116 e 121 de 12 e 16 do corrente mez,
achase marcado o dia 27 de setembro vindouro,
pelas 2 boras da tarde, para, em sassiD da junta
desta mesma tbesouraria, ter lugar por meio de
contrato a arremalacao das obras qne se tem de
fazer nos ed ficios da fortaleza do Buraco desla
cidade, e quartel de 1* linha, e bem assim a pin-
tura externa do pharoleto da mesma fortalaza,
dando ofTercccr aos interessos da fazenda nacional.
As pessoas, portanto, que desejarem propor-se
referida arrcmatacao, poderao comparecer a
qual pier dia, nesia sccretaria", duraute as hora:
do cxpedicnte, afim de lhes serem presentes os
ercamentes c plantas das mencionadas obras, e
apresentar as suas propostas em cartas fechadas
devidamente selladas e declarando a residj ccnio
nomes dos seus fiadore3.
Secrelaria da thesouraria de fazenda do Rio
Grande do Norte, 22 dc agosto de 1873.
Servindo de secretario
Jose The-pliilo Burb'za.
Santa casa da misericordia
do Recife.
Pela secrelaria da sanla casa da misericordia do
Recife sao convidados os parentes das educandas
do collegio das orphas em seguida declaradas, as
qnaes ja completaram a sua educacao, para que
requeiram ao Exm. presidente da provincia a sua
entrega, em vista'do que resolveu a junta admi-
nistrativa, de conformidade com o que disp5e o
3' art. 48 do rcspectivo regulaoicnto.
Candida das Chagas Coelho e Dionizia das Cha-
gas Coelho, filhas de Vital das Chagas Coelho.
Maria Emilia.
lgnacla Rilieiro, filha de Leandro Jose Ribeiro.
Maria Magdalena do Mello, filha de Jos6 Tava-
res de Mello.
Valeriana dos Santos, filha de Vicente Ferreira
dos Santos.
Felippa.
Thereza dos Santos Torres, Glha de Jos6 dos San-
tos Toes.
Sophia Maria da Conceicao, exposta.
Secrelaria da sarita casa da misericordia do Re-
cife, 27 de unno de 1873.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.
Aferitfo.
jrnai..
Porlugueza de
no commei
buco.
Pelo presenle
nhores associados a reunirem-se no proxinL
mlngo 5 do correnle, as 3 1|2 lioras da tarde,
ta secrelaria, a rua do Imperador n. 35, l~i
para, constitnidos em aasemblea geral extrac
ria, se proceder a eleicao de dous inembres
compleiar a commissao de exame de contas.
Recife, 2 de outubro do 1873.
0 secretario,
Salvador Jocse Ferreira Guimariw.
.Vrrcmaiacao
Juizo de direito e de orphaos da comarea de
Olinda.
Vi em praca publica de conformidade own 9
decreto n. 1,695 de 15 de norambro de 1865, o ec-
cravo de nome Ignacio, com 30 .minus do
solleiro, natural desta provincia, e com o i
de talhador, perlencenta ao !? cazal de Joao
calves Rodrigues Franca, avaliado por 1:000/000.
caja praca tera lugar ue dia 4 de outubro viodM-
ro a uma hora da tarde na sala das aidieneiss jo
juizo, pelo quo reccbera este juizo proposta Mi
carta fechada.
0 escrivao,
_________________________Hermillu Cuagas.
Sociedade Luso-lirasiWrr
De ordem do Sr. presidente do conselbo fiscal iU
sociedade Lusobrasileira, conviua-se a todo* os
membros do mesmo coniclho a eomparecere.rTia
sala das sessoes desta sociedade, domingo 5 do
corrente, as 11 horas do dia
Secretaria do conselho fiscal, 1 de outubro de
1873.
0 I* secrclario, .
_________________Theopbilo Alves da ?ilva.
Pela thesouraria provincial se fa* publico
que foram transferiJas part o dia 9 do correnle
mez as scguintes arremalacocs:
Fornecimento dos nresos pobres da easa de de
tencao no u imestre de outubro a dcwinbro.
Venda do silio dos Rcmedios por 3:75 '/000.
Secretaria do thesouraria provincial de
Pernambuco, 3 de outubro do 1873.
0 olficial-maior,
Miguel Affonso Ferreim.
Irmandade de N. S. do Bom
Parto.
Tendo o despacho do Illm. Sr. Dr. juiz de capeUas
residuos, marcado o dia 5, domingo proximo,
para olciyilo da mesa rcgedora, convido a todos os
irmaos para ao meio dia acharein-se presentes no
consistono da igreja de S. Jose de Riba mar, opde
e erecta a mesma irmandade. Recife, 3 de ou-
tubro de 1873.
Bernardo Luiz Ferreira,
Presidente.
Commando das armas.
0 Sr. alferes honorano do exercito Joao Gual-
berto Correia, e cnamado polo presente ao quartel
general para objecto quo Ihe diz respeilo.
Secretaria do commando das armas de Pernam-
buco, 3 de outubro de 1873.
Francisco Camello Pessoa de Lacerda,
Tenentc-coronel secretario.*
Correio geral
Itelar-.uo dos objectos regislrados cxislenles
na administrate dos correios desta pro-
vincia, para as pessoas abaixo decla-
radas :
Antonio Fernandes M. ('), Augus.to Leopoldo
Raposo da Camara, Autoni) do Campos Mello,
Antonio Ferreira Ramos Sobrinbo, Felippo da Cos-
ta Dourado, Firmino T. da Camara Santiago, Ge-
ra'do Correia L.im'a, Goilhermo Vicira da Cunba,
Henriqueta Geraldes das Mercos, Honorio Angasto
Ribeiro, Joaquim Cinlra do Lima, Joao Garvasio
de Queiroga, Josfi Gomes Mon!cir >, lose' Ignacio
Ribeiro Roma, Jose de Seixas, Jose da Silva Gui-
maraes, Maria Avelina M mteire, Manoel A. de
Albuquerque Malhado, Paulino Augusto Ferreira,
Silvino Jeronymo da Silva.
Administracao do corroio de Pernambuco, 1* de
outubro de 1873.
Jose Candido de Barros
Encarregado do regislro.
SANTO ANTONIO.
Sabbado 4 de outubro.
1.'' reprftsesitacSo
do importante drama original portuguez em 5 ac-
tos, do distinclo escriptnr :
MANOEL PINHEIRO CHAGAS
loi'gadinSia dc Valllor.
Distri;ivs*
Luiz Fernandes, pintor Sr. Eduardo
Leonardo Fernandes, lavrador Sr. liabia.
Pedro Paulo de Faria Azerc-
d >, capitao mor do milicias
Rodrigo de FaTia Azcredo, ca-
capitao de cavallaria
Frci Joao Ignacio, frado domi-
nicano
Bernardo Domingues, poetas-
tro
lose Felix, bolicario
Diogo Barradas, escudciro
1. camponez
2. dito
3. dito
4. dito
D. Leoonor Continho
D. Thereza Coutinho
Mariquiuhas
I." camponcza
2.' dila
Um rapazito
Camponezes e cnados de Valllor.
A scena passa-se na-Beira nos fins do scculo
passado
Pnncipiara as 8 irz.
. THEATRO
Sr Julio.
Sc. Santos.
Sr. Camara.
Sr. Emiliano.
Sr. Florindo-
Sr. Silva.
Sr. P. Augusto.
Sr. Antonio.
Sr. Mcnezes.
Sr. Procopio.
D. Mauocla.
D. Olympia A
D. Emilia.
D. Olympia V.
D. Josephina.
Sr. Auguslo.
MOViMENTC Bt> PARTE
"Ratios entrados no din A de outubro.
Rio Grande do Sul93 dias, escuna poriu.
gaeza Favorita, do 95 toneladas, capitao
Faustino Antapio dos Reis, c-ga 3,20i
arrobas de came ; a. Frf<$ftCQ da C ta Arsojo.
Bahia3 dias, vapor inglez Cotopaxi, de
9,583 toneladas, oommandante Gordon,
equipagem U6, carga vario? generos a
iBH^BH
Edital u. 7.
Pela inspector** da alfandega se faz publico que
as 11 boras da manha do lia 6 do correnle se
ftiao de arretswar liyros de direitos, a porta desta
repaiftc-iey as mercadorias; abaisn mencionadas,
annuivcudas por edital n.eG, que deixaram de ser
liespaclr.ihs d-nfro do prazo marcado.
Trapiche Conceicao.
Marca S S & C Cmco raixas vindas de Lisboa
tnvapi'r inglez ArblfrhW, coweaao ma^a mn-
t"iltsada.s, sem valor.
Idem diamante L Scis ditas Idem htgtfi idem.
Idem J P S. Ouinze ditas idem.'viO vapor por-
tuguez Lidador, cOntendo cobras, aY3riaaas,.aTa-
liadas por 20/000.
Idem J P S. Uma ai(a idem idem, coatendo
macis inutilisada-; ^ ,ai0r.
Idem ALP, ^tfinxe saccos idem idem, eontea- \

P abaixo assignado arrematante de aferiQao dos
pesos emedidis deste municipio, participa aos se-
nhores negociantes dos estaoelecimen! is sujeitos
a este imposto, que do 1." do correnle em diante
principtou a afericao para o anno finaneeiw mu-
nicipal de 1873 a 1874 a rna estreita do Rosario
n. 31, das 9 horas da manha as 3 da tarde nos
dias uteis e que os sens empregadps continuam a
ser os mesmos dos anaos anteeedentcs, o qnaes
sao : Sebastiao Pe*i*a Pinto, Fe\ippe Santiago de
Torre3 Galindo e Joaquim Candida Ferreira daLuz.
Recife, !. de onlnbro do WT1%
Miguel in Santos. C;osta junior.
EMPREZArVICENTE.
Especlaculos k tarde
KOS
Domingos e dias santificados
A empreza Vicente determinou dar neste thca-
tro uma serie de ospeotaculos, destmados a ctasse
commercial, conlando para esse lim com ova-
hoso concurso da rapazeada caixeiral. U primei-
ro espectaculo tera lugar no
0 admlnistrader
ru
recebedoria de rendas
tnternas geraes. R8 publico que e este mez de ou-
tubro o ultimo 6m que lem do ser pago sem mul-
ta o imposto sobre industrias e. pronssoes, relatiyo
ao V iei&stredo cxer^o 4 1873-74, e (m a
malta de 6 O|0 deo^,3 do referido roes.
Recebedoria ai Pernambuco, 3 de outubro Ue
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
DOMINGO
.% 5 ii horas cm ponto.
com a renresentacao da jocosa operela burlesca
em 1 prologo e 2 aet a
H .......
lUMIIIk CR1N0LIME..
OU 0
Reinado das mulheres
Terminara as 8 horas.
No sabbado serao dktribuidos
avuUos com todas as minuciosidados
lacule,


Dt'ario de Pernambuou Sabbado 4 de Outubro de 1873.

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i.
I
i.
I

H 4 Precisa-se de uma
ns3boar : na rtw
ama
fin
escrava para cozi-
I'r. .
VtlcuViu)
mm.
Miquei-
l ftt Cavulruiite.
^ A viuva, genros" e fitoos^Je Jose
Camello P. de Siqaora Cavalcante
eonvidam aos feus parent;* e ami-1
gos para fazerem a earidade de ns-
sistir aos tiltimos suffra,;ios qu
pela alma de seu sempre bor;nl'
mart* tgm e pai mandam celebiar na igreja dc
b. Francisco, a 4 do corrente, sabhado, as 7 i/J
boras da manha; por cnjo acto earidoso
profundamente gratos.
serao
Carolina de Azevedo Carva-
lho Siqueira Varejao.
O bacharel Joaqaim Jos6 de Carvalho Siqueira
Varej5o, Maria Victoria de Azevedo Carvalho Va-
rejao, Martiniano de Azevedo Carvalho Siqueira
Varejao Clementina de Azevedo Carvalho Siquei-
ra Varnjio. Francisco de Azevedo Carvalho Si-
queira Varejao, Antonio de Azevedo Carvalho Si-
queira Varejio, Leopoldina de Azevedo Carvalho
biqueira Varejio, Joaquim de Azevedo Carvalho
Siqueira Varejao, Anna Maria do Carmo Caval-
cante Varejao, Luciano de Sigueira Varejao Fil-
guelra, Jos* de Siqueira Varejao Filgueira, Fran-
cisco Cavalcante Varejao. Joaquim Cavalcante Va-
rejao, Antonia Annunciada Cavalcante Varejao,
pai, mae, filhos, nora e netos, agradecem cordial-
mente a lodas aquellas pessoas que se dignaram
acompanhar os restos mortaes de sua sempre lem-
brada filha, irma, lia e cunhada Carolina de Aze-
vedo Carvalho Siqueira Varejio, e de nove convi-
dam para assistir as missas e memento que terao
lugar no dia 6 do corrente, segunda feira, pelas 8
horas da manha na igreja do Livramento. pelo
que desde ja se confessam eternamente gratos.
Approveitam a occasiao para agradecerem tarn-
bem aos irmaos pmfessores de musica que de boa
vontade se prestaram a njuda-los nos ultimos suf-
frages que se celebraram a mesma finada.
HkMnJBMIBBV WOTMMM
Joaqaim Francisco Ios Santos
Maia.
Umbelma Maria do Espirito San-
to Maia, viuva; Veriato Centeio
Lopes, genra ; e as filhas do finado
Joaquim Francisco dos Santos Maia
agradecem cordialmente as pessoas
que caridosamente acompanharam
sens restos mortaes ao cemiterio, c sao penhoro-
dos a dedicacao dos amigos do roesmo, por terera
conduzido seu cadaver a mao ; e nio menos a ir-
mandade da SS. 'IT. por ter acompannado e con-
corrido com a maior parte dispendiosa de seu
prestito ; e assim aos religiosos dos couventos de
S. Francisco e Carmo pelo seu concurso : denovo
eonvidam aos mesmos senhores, aos mais parentes
e amigos para assistirem as missas que mandam
resar pelo repouso de sua alma no convento de S.
Francisco as 7 horas da manha do dia 6 do cor-
rente.
Desde ja agradecem o concurso dos mesmos.
MMRpMMMNP "41
0 bacharel Mdnoel Francisco de
Barros Rego agradece cordialmen-
te a seus amigos o servico piedoso
que Ihe prestaram, assisting os
ul'imos suffn-gios de sua presada
irma Margarida, e os convida para
S3gunda-fe'ra 6 do corrente assisti-
rem na capelia do cemiterio publico a misssa,
que manda resar as 7 horas da manha.
.. .t- anmP" *c iu0m'i'i!
0 commendador Joio Goncalves
da Silva, nao podendo dirigir-se a
todos os seus parentes e amigos in-
dividualmente', pelo presente convi-
da-os a ouvirem as missas, que no
dia 7 do corrente, terca feira, pelas
7 horas da manha, manda resar na
igreja matriz da Boa Vista por alma de sua finada
e sempre lembrada esposa D. Thereza Julia Fires
Ferreira.

iiiM mm pai-i r...,/..,li..i' c
Cotiipi.n |iaiM ti i > p'.^s -a>, j i :\ i. : 1} $e
escravs, quo seja perita co/itihpfre, pa-
gando-se teo do Hospital n. 2S, |. o 2.' an-
dares.
Ainda so J'recisa de uma ama escrava ou
Pirra para cozinhar e cnsatunr. para ir para Casa
Forte : a tralar na rua da IVnha u. 23.
AMA Precisa-se de uma ama livre ou es-
^xilLJx cravfc- para cozinhar : na fabrica a
vapor de eigarros,. antiga rua do Quartel dc Poli-
eia n. 21. ________________________
Precisa-se de uma ama que saiba
engommar ou cozinhar: na rua Nova
n 7, loja. _________
AMA
Ama
Prechase de uma ama livre ou
crava : na rua do Hospicio n. 49.
es-
*ra Precisa-se de uma que cuzinhe e com-
JA.lli.di pre na rua do Crespo n. 20.______
km
Precisa-se de uma ama para co-
zinhar : na rua do Rosario larga n.
22, segnndo andar.
Ama de leite.
- Uma familia allemi procura uma ama de leite
para entrar immediatamente, paga-se bem: a tra-
tar na rua do Imperador n. 79, segnndo andar.
Ama de leite.
Precisa-se de uma ama de leite, na rua do Ro-
sario larga n. 22, segundo andar._____________
Precisa-se de uma ama que saiba cozinhar,
e preferese uma mulher ja de idade : na travessa
do arsenal de guerra n.lL
Precisa-se de uma ama para o
servico interno de uma easa de pe-
quena familia : na rua Duque de
Gaxtasn. 43, andar. ^^^^
Preeisa-se de uma
ilNA. ama livi^eou escrava
que cozinhe muito bem, pa-
ra uma pequena familia. pa-
ga-se generosamente : a^-
tar na rua do Bom Jesus,
armazem n. 40.
Atten^ao
Precisa-se de uma ama op-
tima cozmheira, paga-se bem:
a tratar na rua do Bom Jesus,
armazem u. 40.
C/VSA.
Aluga-se o primeiro e segundo andares da casa
n. 3 da travessa da Lingueta : a tratar na rua
Primeiro de Marco, antiga do Crespo, na loja do
Passo junto ao arco de Santo Antonio_________
Progress!) da provincia
A melhor machina de riscar papel, vinda ate
hoje para o Brasil. acha-se nesta cidade, montada
na encademacio brasileira, a rua Duque de Ca-
xias n. 21, onde pauta-sa e riscase papel em to-
dos os sentidos, bem coino Ii\tos em branco de
repartifoes ou commercio, mappas, manifestos,
pontos ou folhas de emprogados, duspachos, contas
cerrentes e de venda, tudo com a perfeicao e pres-
teza que o freguez desojar. Bern montado como
esta este estabelecimento, pode encarregarse de
qualquer encardenacao, mesmo de luxo, para o
que doura-se sobre panno, papel, couro, velludo,
seda e ptrgarainho : a rua Duque de Caxias nu
mero 21.
Garanhuns.
Na rua
fallar aos
Jose Paes
tease.'
do Barao da Victoria n. 36, precisa-se
Srs. Pedro do Rego Chaves Peixoto e
daSilva, a negocio de particular inte-
Um moco habilitado che-
gado ultimamente de fora,
iullando eescrevendo divef-
sas linguas, offerece seus ser-
viqos aquemdellesprecisar:
para informa^oes narua do
Imperador n. 28^____
Saquespara lodas ascidades
villas de Portugal.
Carvalho & Nogueira, saccam sobre o
banco commercial de Vianna, e suas agen-
das em todas as cidades e villas de Portu-
gal, qualquer quantia a vista ou a prazo e
por todos os paquetes; a rua do Apollo
20.
MOFINA
Es(& encouracado !
rtoga-se at. Illm. Sr. Ignario Vieira de Melio
JffrnaVna clda.lc de Nazareth (io 'avor de vira rua Duque dc Oixias t;. *fi. a coo-
lair a (Uu-lle uogocio que S. S. se comprouiettea a
realisar, pela terceira charnada deste jornal, em
ilns de dezembro de 1871, e depots para Janeiro
*
i
I
iat*^- *-. uuuuuiu ut/ t i>assou a fevereiro e abril ao 1872, e nada enmprio;
ti por este motivo e de novo chamado para dilc
!im, pois S. S. se deve lemhrar que este negocio (
de mats d? oiV." amios, e quando o Sr. seu tllho s^
..-hava nesta cidade.
i
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manha e das 3 as 5 da tarde. )(S
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PENHORES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qualfora quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
3SB89
Casa do campo.
Offerece se, a quern quizer fazer os concertos
necessarios, o arrendamento por algnns annos de
graca, da excellente casa sita na Porta d'Agua,
que foi do finado Dr. Joaquim Pires Carneiro
Monteiro, passando-se escriptura para maior se-
gu anca. A locahdade e muito salubre, e a casa
muito fresca, tern magnifies banho de agua do-
ce em frente, e 6 muito commoda, visto que o
trem para defronte : quera pretender pode diri-
gir-se ao Sr. Francisco Carneiro Monteiro, em
Apipucos ao Sr. Francisco Ignacio Pinto, rua do
iom Jesus, ou ao Sr. Cannan, rua do Commer-
,io ri 40.
11.
Quern precisar de um criado escravo, o qual
tern pratica de cozinlia, dirija-se a rua do Barao
da Victoria n. 61._________________________
Hotel d'AUianqa
Hcje sera franqueado ao publico e-se hotel, a
rua do Commercio n. II, o qual estar.i aberto das
6 da manha as 10 da noite. _______
Pede-se ao Sr. academico do d" anno Anto-
nio Pereira Castro, que tenha a bondade de appa-
recer no hotel do Monteiro a negocio dc ;eu par-
ticular interesse.
Na rua do Barao da Victoria n. 30 precisa-se
fallar ao Sr. vigario Andre Curcino de Araujo Pe-
reira, a negocio de seu interesse.
Ainda esta fugido o escravo Manoel, preto
de 22 annos de idade, tern um braco cortado,
cravo3 nos p6s, nSo tem barba e bebe aguardente:
quern o pegar leve-o a rua de S. Jorge, antiga Pi-
lar n. 74._______________________________
0 advogado Deodoro Ulpyano Coelho Catanho
mudou stu escriptorio para a rua das Cruzes, so-
brado n. 9, 1" andar.
uma grande casa com sotao ecirculada de ja-
nellas, denlro.de muro,com portao de ferro e boas
accommodaijoes para grande familia, bastante
fresca, sita no fim da rua da Aurora ao entrar Ida
rua da Lembranca do Gomes, obrigando-se o pro-
prietary a encaa'ar agua potavel para dentro, se
assim convier : a tratar com ignacio Barroso na
rua do Capibaribe n. 34.___________________
Casa no Monteiro p&ra se
alugar.
Aluga-se uma casa na estrada que vai para o
Monteiro, defronte do sitio do Sr. Carneiro, tem
agua do encanamento, muito fresca, e comraodos
para familia ; tambem aluga-se umas mei-aguas
no mesmo lugar : tratase oom Vicente Alves Ma-
chado, rua aova de Santa Rita n. 31, serraria a
vapor.________________________ '
Aluga-se duas escravas que cozinham e fa-
zem o mais servijo de casa : na rua de S. Jorge
n. 74.
Precisa-se de um caixeiro no pate doo Tcre
n.63._________________________________
EstTiiva fngiiia
Continua a estar fugida, desde o dia 12 de
setembro proximo passado, a escrava de nome
Justina, natural de Rio Grande do Norte, com os
signaes seguintes : altura regular, bem preta,
bem parecida, bocca e nariz regulares, olhos vi-
vos, tem olhar um pouco espantado, falla baixo e
quando pronuncu as palavras mostra a dentadu-
ra que 6 boa e bem alva, os p6s um pouco curtos
e apalhetados, aparia o cabello ao meio da cabe-
ca, foi escrava dc Manoel Soares Pinheiro, com
estabelecimento na praca da Independencis, do
poder de quem tambem se ausentou "Bm tempo,
e foi pegada em Bebenbe lavando roupa, intitula-
va-se forra; presentemente suppoe-se que anda
por algum dos arrabaldes desta cidade, ou que
esteja feito ama a titulo de forra, em alguma casa,
du Una mente algem illicitamente a tenha em sen
poder, contra quem se promelle proceder Com
todo o rigor da lei. Pede-se, portanto, a todas as
autoridades policiaes e capitaes de campo, a ap
prehensao de dita escrava e leva-la a seu senhor
na Capunga, rua das Pernambucanes n. 12, ou
Recife, arco da Conceicao, loja de ourives, que
sera generosamente recompensado.
Hotel Uniao,pra^a do Conde
d'Eu n. 32.
Este estabelecimento continiia a fornecer come-
dorias com asseio e promptidao, tanto para fora
como para dentro do mesmo estabelecimento, ten-
do todos os dias papa, e nos sabbados mao de
vacca, ro ebe-se qualquer encommenda por me-
nos do que em eutra qualquer parte. 0 mesmo
estabelecimento tem excellentes quartos para alu-
gar, sendo bastantes frescos. 0 proprietario es-
pera do respeitavel publico a concurrencia e pf o-
teccao ; e ao mesmo tempo pede aos seus fregue-
zes que se acham atrasados ha mais de anno, a
virem quanto antes saldar suas contas.________
Pedimos ao Srs. administradores do correio
de Pernarubueo e de outras provincias, que lance
s.uas vistas de compaixao e justiea sobre os cor-
reios dc mala as costas.que impossibilitam os nego-
ciantes do centro e mascales vendeiem miudezas,
sujeitos a grandes direitos provinciaes e geraes,
afericao e mais despezas; e os correios vendem
por menos due todos nor nao pagarem direitos.
Ainda no dia 22 do rae'. de setembro proximo fin-
do, na feira de Ambuzeiro, um fez a feira, e o
publico testeraunhou este acto de escandalb, sendo
elles empregados do governo.
Um mascate de flandres as costas.
CASA DO OURO
Aos 5:000:000
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria {outr'ora Nova)
n. 63, e casa do costume.
0 abaixo aesignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 8:000ii'00 em
dous meios de u. 1601, e matro quartos den.
1615 com a sorte de 1083000 ; alem de outras
sorted menores^e 40*000 e 20*000 da loteriaque
seacabou de extrahir (BS'j; e convida aos poa
spidores a virem receber, que promptamente serao
pajros na forma do costume.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vir ao seu estabelecimento com
prar os muito felizes bilhetes,que nio deixarao de
tirar quaiqner (reraio, como prova pelos mesmos
annnncios.
Acbam-se a \'enda os muito felues bilheteR ga-
'aritidofl da II' oarte da lohria a beneficio do
coMegio dos orphios, que se extrahira no lia II
do corrente mez.
Pre*?**
InteJro 6,1000
Meio J^SWO
Quarto lj>5t/0
14999000 pArn cia.
i>e
Inteiro
Quarto
Recife, 21 do setembr) de 1871
Joao Joequtm 4n Costa l*ite.
1J375
Desappareceu da casa de seu senhor o escravo
Silverio, cahra aca, idade de 22 annos, solteiro,
sem offlcio, natural de Goyanna, foi alii escravo
do Dr. Aster, alii morador, que agora se acha na
Parabyba, olhos grandes e amortecidos, nar i
grosso e chato, bocca regular, cabellos carapinho*
e vsrmelhos, altura regular, secco do corpo, maos
e pes grander, falla- raansa, foi visto ha dias na
Casa Forte : quem o apprebender dirija-se a rua
Nova n. 8, que se gratificara bem.
M
MEURON & C.
al m^ s j*l mm
aos comprador es do bem conhecido e acreditado rapd
AREA PEETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap6 de ontra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma c6r, cujo desenbe se pdde
confdudir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro AREA
PRETA. devem para nao serem enganados ver que
os botes tragam o nome de MEXTRON & C, e a desig-
napao de AREA PRETA.
MEURON &
Podendo'todos
ser movidos'a mao
por agua, vapor,
| ou animae?.
e pe^as de que se costnma precisar.
3 escravos.
Fugiram do engenho S. Caetano, no dia 29 de
setembro proximo passado, os 3 escravos feguin-
te: Custodio, cabra, de 22 annos de idade, altura
regular, cheio do corpo, olhos um pouco papudos,
cahellos carapinhos, pouca barba e denies perfei-
tos, tem um talho no largato do braco direito, dous
signaes nas cadeiras do mesmo lado e scccas as
duas unhas grandes dos ps. Joao, negro, alto e
secco do corpo, sem barba e dentes da frente pd-
dres, 6 pouco gago. Benedicto, cor muito preta,
baixo e cheio do corpo, sem barba, e bons dentes,
tendo ao '.ado do queixo direito signal visivel de
um talho. Tanto um como outro sao de pouca
idade. Ha noticias de que elles tomaram o cami-
nho desta cidade, pelo que roga-se as autoridades
policiaes e capitaes de campo, a sua captura e en-
trega delles no referido engenho, freguezia de San
to Antio, ou na rua do Apollo n. 3 J, escriptorio de
Jose da Silva Alves & C, pelo que se recompen-
sara.
Aluga-se nestes proximos dias duas boas
casas na Cauunga, rua da Ventura, com commo-
dos para familia, as quaes foram concertadas e es-
tie se pintando : a tratar na rua Duque de Ca-
xias n. 44.
Francisco Guedes do Araujo faz publico que
vendu o seu nome ioclnido na lista dos devedores
da massa fallida de Amorim, Fragoso, Santos A Q.
declara a quem interessar, que nada deve 4 referi-
da massa, por quanto em tempo entrou com a
parte que Ihe tocava como socio commanditarirl
Quanto a quantia de qne 6 concessionary, so e
responsavel o signatano do r;spectivo contrato so-
cial, como tem declarado em diversos julgados o
meretissimo tnimnai do commercio. E para qtie
ninguem soilluda, faz a preseote declaracao.
Iteeife, !. de outubro de 1873.
Cezinheira
Pre:isa-s de uma cozinheira, forro bu escravs.:
flarua Primeiro de Marco n 20 A. loja.________
Ao commercio.
Roga-se ao* credorw de Beirao ^ C. para qua
apresentera no prazo ffe 8 dias, aq armaiem da
roa (1 is n. 22, suas oontas, arlrC d
depois de coa^ridas, prpcedef-se ao rateio.
Na rua das Crozes n. 18, loja de carapina,
vende-se uma escada de 20 degraos, de amarello,
bem feita, assim como dous grades mentos de lou-
ro com mais de SO pes, feitos para guarnecer um
sotio interno, mas qne pi de ter outra applieacao.
Na mesma ca-a se dira quem preeisa de um fei
tor que entenda de jardim.
1 Fazemos sciente ao respeitavel publico e es-
pecialmeute ao corpo commercial que desde o dia
20 do corrente, temos concluido nossas transac-
cocs commerciaes com o Sr. Peuro Lopes de Men-
aonga, negocianle e residente na cidade do Mara-
nhao, e tendo llcado uma lettra por nos aceita,
no poder do mesmw- Sr. I'edre Lopes', da quantia de
tres contos setecentos e vinte e oitomil rs, ecomo
pedindo nosso aeeite elle nos disso que nao exis
tia mais lettras em seu poder, aoode disse pe-
rante os Srs. Dr. Jose Anionio de C. Cyro, D. Ri-
beiro Pessoa, E^mael Gomes do Prado, Manoel
P. Flores, e mais pessoas do lugar ; a vista dis9o,
iente para que dita latra esteja sem
effeito.
Ara.agy, 36 de setembro de 1873.
___ Jesc Lopes de Mendonca Junior AC.
Caixeiro.
OfTcrece-se um caixeiro com muita pratica.de
tavrrna e da fl conducta : i, tratar na
rua Nova n. M.
FUNDICAO DO BOWMAN
RUA DO BUM N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS senhores de eDgenho e outros agricoltores, e empregadores de m
ninismo o favor de oma visila a seu estabelecimeDto, para verem o novo sortinjento
ompleta qoe ahi lem; seudo lodo soperior em qoalidade e (ortidao; o qne com a ins
>acc3o resell pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENgAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
y .j.fl Afairna dos mais moJernos systemaseem ta-
VapOiOo P rOUaS U gu manhos convenientes para as divcras
ircnmstancias dos senhores proprietarios e para descarocar algodao.
Ittoendas de canna Lm! 'anb08 ":ffie'bores "6 J,oi
Sodas dentadas p *". "*.
Taixas de ferro fundido, batido a de eobre.
Alambiqnes e fundos de alambiques.
Saebinismos r^/^0''
"OIllDaS ,je patente, garanlidas........
Todas as machinas
Faz qualquer concerto de machiai8tno'a prew mai re8am,df-
Formas de ferro f0? melborM e mai8 bmlas exi8lente8 ao ffler'
^AAwmonrt'oc Incombe-se de mandar vir qoalquer machinismo 4 von-
&nC0mul6UuaD* tade dos clientes, lembrando-lhes a vantagem de fazerem
uas compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qoalqaer necessidade pode
Qei prestar aoxilio.
irados americanos e iMtrQmenl0 8rico,a8-
RUA DO BRUM- N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUNDICIO DE FERRO
A' roa do Barao do Trinmpho (roa do Brim) ns. 100 a 104
CARDOSO IIRMAO
RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para on-
genhos, as mais modernas e melhor obra que tem vindo ao mercado.
VapOreS de forca de 4, 6,8 e 10 cavallos.
CaldeiraS de sobresalente para vapores.
MoendaS inteiraS e meias moendas, obra como ,iunca aqai veto.
TaixaS fundidaS e batidas, dos raelhores fabricates.
RodaS d'agUa com cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
RodaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
Rel0gi0S e apitOS para vapores.
BombaS de ferro, derepucho.
AraQOS de diversas qualidades.
FormaS para aSSUCar grandes e pcquenas.
Ponpprtn5 concertam com promptidao qualquer obra ou macbin*, para o que teem
vuutcl WB sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
Rn^nTnmATi^JiQ mandam vir por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
uuwuiiucuuao para Q que se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Bruin)-ns. 100 alQ4
______FUNDICAO DE CARDOSO A IRMAO._____
Carros de luxo.
E' inquestionavel que a eocheira da rua do Bom
Jesus n. 13, de Joaquim Paes Pereira da Silva, e a
que tem as melhores berlindas, calecas, meias. ca-
lecas e victorias de luxo, proprias para qualquer
noivado, visitas de etiqueta, bailes e actos da aca-
deoiia, sendo os mesmos ajaezados de excellentes
parelhas de animaes, arreios luxnosos e boleeiros
com fardamentos do ultimo gosto, para o que se
convida ao publico a vir por si mpsmo.scientifi-
car-se da verdade do que d.'ixamos dtto, certos de
que nao encontrarao pomada, e sin realidadc e
coramodos pregos. _______^^_____^
Caixeiro
Preciaa se de um caixeiro portuguez de 12 a 14
annos, com alguma pratica de niolhados e qoe de
fiador de sua conducta a tratar na rua Imperial
n. 81. -
Aliigi-sc
o armazt-ra n. 18 da rua do Capibaribe : a traiar
na casa n. 18 da.mesma rua._______________
'. Na rua Larga do Rosario a. il, leja de eal-
cado, precisa-se de uma ama que saiba comprar
e cozinhar.
Aluga e una excellente casa na povoacao
de Duarte Coelho, em Olinoa, coin bon- cummo-
dos pan familia; a tratar com Jorge Tasso, rua
do AmcTrim, b. 37.
ft Go
iltorio medico drnrffic#
Dr. Ferreira. ^
* Antigo gabinetc de seu pai, rua larga *
jg do Rosario n. 20.
>^y Cura de hydrocellcs sem inject;ao
'i&i' corn Puncc5o capillar.
's^f.' Abertura de abcessos e extracijSo de
derramamento serosos, pelo aspirador
de Potain.
Joaquim Jos6 Gon^alves
Beltrao.
Bua do Commercio n. S, f.* andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
*) Minho, em Braga, e sobre (.s s^fuintes
gares de Portugal:
Amarante.
Arco do Val de Vez.
Bareellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilha.
Faro.
C.uarda.
Guimaraes.
Lamiigo.
I.isbda.
Mirandella.
Monijao.
Ponte de Lima.
Torto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna do;Citeilo.
Villa do Cornfe.
Villa Nova de Famalkao
Villa Nova do Foi-limao
Villa Real.
Vizeu.
Valenga.


Figueira.
Papel de I111I10 viado
a 3^000
a resma, o verdadeiro papel de linho grosso mar-
ca viado, proprio para eigarros de policia, para
os Srs. fogueteiros, e. para outros muitos misteres:
so no armazem de Jose Domingues do Carmo 3
Silva, a "rua da Madre de Deus n. 10 A.
0 verdadeiro fumo do Rio
Sitios para alugar
Alugam-se dous sitios perto da estacao da Casa
Amarella, ladeira dos Mudos, com commodos
para grandes famil>as, com muitos arvoredos, boa
agua de beber.Je banhos ; a tratar na rua Primeiro
de Marco n. 16, 1' andar.___________________
0 maia-iiores,
(PAIN-KILLER)
Remove toda e qualquer especie de dor !
E um curativo prompto e admiravel para
feridas, machucadellas e queimaduras I
Acaba com as dores de cabeja, dores dos den-
ies, nevralgias, e o rheiunatismo agudo !
E' um especifico seguro contra diarrhea, colica,
caimbra e cholera I
E' de grande utilidade nas tosses, mai de gar-
gania, sezoes, febres, resfriados e mnitas outras
enfermidades.
0 MATA-DORES, ou Pain Killer, tem a seu
favor duas g'andes vantagehs, acima dos mais
remedios :
1." Cura e allina rapida e seguramente.
2.0 0 seu preco esta ao alcance de todos, CJ
1^200 por vidro.
Poucas na verdade sSo as dores e enfermida-
des que nao podem ser
SEMPRE ALLIVIADAS
com o emurego prompto do Mata-dores>.
Depois de ter visto seus extraordinanos effeitos
em nos mesmos, em nossos amigos e em milhares
de differences pessoas, o pronunciamos.
0 maraviihoso remedio I
0 grande salva vidas da sciencia
A riqueza do pobre.
A prcciosa descoberta do sculo XIX.
Com effeito, os amigos nunca imaginaram que
sena possivel descobrir tao excellente remedio :
Nao tardara muito o dia em que em todas as
habitacSes do Brasil achar-seha o Mata-dores, e
o uovo entao dira, agora sim, nao temos medo;
as molestias que ate aqui nos ateraorUavam e nos
perseguiam, agora nao nos inquietam mais as an-
tigas dores c soffrimentos, porque nos deram um
remedio e este remedio 6 o Mata-Dores de Perrv
Davis.
J. 0 C. Doyle, a rua do Commercio. Unieo agea-
te em Pernambuco.
No armazem de Jose" Domingues do
Silva, a rua da Madre de Deus n. 10 A,
de fumo.
Carmo u
armazem
Chamamos a attengao do Sr. subdelegado dos
Afcgados, sobre uma sucia de campinas, que quo-
tidianamente se aglomeram junto a ponte daqnella
freguezia. com o fim de veaderem quanta porca-
ria de fressuras trazem da matanca, insultando a
mor parte das pessoas que nor alii transitam, es-
JN OVO. pecialmente aquellas que infelizmente Ihe s&o des-
afectas Ha poucos dias, uma pessoa que tran-
quilamente nor alii passava, soffren uma forte
pancada na cabeca, dada eom umpao que um dos
taes ferozes atirava na estrada, e como moderada-
Z^^ mente reprovasse tal procedimento, foi grosseir.i-
mente aggredida com palavras injuriosas, c
dos com facas em pnnho. Cremos que fart
'- pUro0dt[dofnoCOcrDrdeTm."
Ga
mingues do Carrno e Silva, a rua da Madre de
Deus a. 10 A, artnazem de fumo.
Boa casa para a festa.
I Aluga-se uma excellente casa no Monteiro, tra-
vessa Xisto, a qual se acha em muito bom es-
tado de limpeza : a tratar na rua Primeiro de
karcp. antiga n. S) A, loja de Gurgel
do Auaral Si C
civi i?ada, tanto mais sendo istd um completo
abusa, visto que pelas actnaes leis em vigor nao
podem os mesmos vender taes objeetos na rua, e
como tambem saiurem da matanca, cod
truoieutos de sua profissao
Um offe: ____
""- Preeisa se alugar uma a
eng mu.-r em casa de P^^^^^^^H bllar
troa Duaue de Caxias a. 97, loja da Terdade.
f-------~~-
lUBir
is
MB






tie chafitriz
urn como
5. Pedro n. >"?, loja.
*J Si' Joao es-
m b.inho d'agua
era osa ; i alugar a pessoa
dons : i traiar ua
Alagi sc uma excellent casa.
gew : tratar ni rua aa Ven'.ara
Pyga
oa Boa Via
n. 21. Ca-
Araa e moleque
asc do uma atna que saiba eozinhar e
cwnprar, Dara casa de fimilii de daas pessoas, e
na motapuo de (2 a IV annos para mandados,
pspa se Ik in agraiando : a traiar na rua da Poa-
Je*eloa n.
Nesta tvpogrjiphia se dira quern precisa com-
prffrgualni portas de louro ou amarello, que te-
nham 4 1|2 palrr.os da largura e 10 de comDri-
mnto. *
rastes.
a s
Sonjpc e e vonde-ae trastes novos
e a-sados : bo armazem da rua do Im-
rer.tdur n. 48.
^E
H
Compra-se
IHrcioi a 53000 a arroba : na ru.-vlarga do Ro
rio n. 14, f;d)rica to cigarros.
E grande pechincha
SXcellentcs gorgoroes de la e seda de mui bo-
oin o u..v..- padroes, fazenda baslante larga e de
cuuilo boa q>i.ilidade, so se encontra na rua Du-
que do Caxia* n. 8& loja de Bastos Irmaos, pelo
niotfieo prero dc 640 rs. o eovado.
.
tab Irmaos eC.
Bua dn Marirc de Deos u. 34.
Vendem viulios do Porto de todas as qualidades,
.cjrurinflxK e a precos comitodos :
Barns d qumto e deeimos para pasto das bem
-on ectd p ma cae Menercs c Chamico.
BROS de qmnlo l'nosMc-ncres, Chamico, Costa
liUMBaracs.
Decim> eccapados, superior qualidade.
Caix->- deuna duzia, do to ja a qualidade, ate
aos afatiudos Grarajiuha Azul -1834 c 1810.
IMS
Sac.uu
'
Porto ou
Lisboa, a pzazo e a

S6 na rua do do Crespo n.
20, loja de G-uilherme &
C. 6 que se podera vender
as iazendas abaixo, pelos
precos seguint&s:
Lasinhae eseoeeras a 24d-o eovado %
Ditas de listras padroes novos a 280 o eovado
Dilas com listras de seda % 400 rs. o eovado
Alpacas com listras a 300 rs o eovado
Merin6 asselinado para roapas a 310 rg. o eo-
vado.
Cbapeos de. sol de seda com cabo dc osso a 8/
Algodao de listras americano com pequeno de-
feito a 320 rs. o eovado.
Brins pardos e de cdres a 400 e 440 rs. o eovado
Brim branco lona a 1*600 a vara*
Cambraia preta com listras e flores brancas
proprias para luto, a 240 rs o eovado.
Dita< finas de cdres a 280 rs. o eovado.
Cretonc para camisas e vestidos a 440 rs. o eo-
vado.
Chitas roxas e do cores a 200 e 24 rs. o eo-
vado.
Grosdenaples preto da cordao a 2*400 o eovado.
Colchas adamascadas a 3*300 e 4*.
Ditas de croche a 5*.
Cobertas de chita adamascada a 3*500.
Cobertores de la escnros a 2*.
Lencoes de bramante a 2*.
Ditos de algodao a 1*400.
Toalhas alcochoadas a 6* a duzia.
Lencos de cassa com barrasa 1* duzia.
Ditos ditos de abainhado* a 2* a duzia.
Ditos de esguiao a 3*500 a duzia.
Cambraia lisa a 3* e 4*500 a peoa.
Dita Victoria fina a 3*800.
Cortes de casemira fina a 5*.
Atoalnado a 2* a vara.
Camisas inglezas forradas, com peito de liuho,
pelo diminuto preco de 38*000 a duzia e 3*500
cada uma.
So na loja de Guilherme 4 C, a rna do Cros-
po n. 20.
Fustoes de cores.
Cortes de fustao de cores para calcas a 1*000:
so na rua do Crespo n.- 20, loja de Guilherme A
C.
Toalhas de labyrintho
Na loja do Passo, rua Primeiro de Marco n. 7
A, vende-se ricas toalhas de labyrintho, proprias
ara baptisados e casamentos.
Nobilias
Cadeiras de guamiQao muito baralas.
2,1 -Rna Mwquez de Olfnda -23
CUNHA A MANTA.
Tambem vcndeai potassa
barris peqeenos.
assa
da Russia,
nova, em

ende
se
tres casas de talpa, toda; novu e bem Eonstrai-
das n:i estrada da Emberibeira, iiroprias para ;>1-
gum priocipiaWe, po: ter am rancho muito an-
Uao eba-lauks afreguezado, perto da ostajao da
BoaTYiagem : <:. i quizer eompra-ras appareea
ra m-,-.,. e?trada.j a tratar com Antonio Joa-
quun Pereira.
Ve;ide-3e tres casas de taipa, no lugar de
igna-Fria, terreno proprio, tendo mais um quar-
j entre cllas, proprio para negocio : quem pre
tender dirija-se ao Caminlio novo a. 62.
ROLHAS proprias para botica.
SALSAPAHR1LIIA do Para.
VELA3 de cera do todos os taraanhos.
VINHO igarrafado do Porto, caixas de IJ-^ar-
dito Moscatel do Donro, idem idem. ,
dHo Setubal, caixas 4e 1 e 2 duziasX
da Italia engarrafado, eaixas de t gar-
rafas,
de Collares superior, em aacoretas.
f de eajii, caixas de 12 garia&g.
t Malvasia do Douro, caixas xom 12 gar-
raCas.
t Carcavellos, idem idem.
Chapeos para senhoras.
Amaral Nabura & C. reeeberam um coiuieto
sortimento de chapSos de palha de Italia| seda
e volludo, preies para Into, e de cores enffitados
com ionitas flores e fita : vendem no Baz# Vic-
toria, a rua do Barao da Victoria a. 2, amitat rua
Nova.
Asunicas verdadeiras
Bichas hamburguezas qne vem a este meeado:
na raa do Marquez de ulinda n. 51.
Bankos em Olinda.(;
Camisas e calcas de fazenda de boa qu
proprias para os banlios em Olinda : na I
arcos a rua Primeiro de Marc i (autiga do
n. 20 A, de Gurgel do Amaral & C.
COMO S\0 LIMIOS %
SE
a casa da rua da Paz n. 13, propria para estabcle-
cimento de carros : a traiar na rua de S. Goncalo
nurnero 8
Batistas,
'0 rs. o eovado, rna do Qucimado
iproveitem
' re* .ro flgHmas ( em- d-s superior fazt-H-
i' mi Deqacnas palmaa e salpfees de
alj mas com bar as, 6 uma fazenda
qJ:aoI pela qnalidade, pela largura, e
i i ir* as mau prjcaradM na
Jo veil li i;.s p,Jo diminuto pre-
r.-. o i...' na rua nuque de Caxias
liastrs Irmaos.
Boui aegoeio
taverna da i na Cruz a. 17,
excelk-nle amiaca bom local por scr
lejunlj du miTcado publico, tern
' bom qaii til, (cm poucos fandos ; o
v d la >c dira ao compralor, e garante-
sC a : >sa : :i tratar ni mesma.
om barra a 4
n. 43.
E' barato !
Baptistns Unas com lindas b;
?a.. ultima inoda, pelo diminuto
o eovado,
amostras.
I ija dc Gii'Tra &
rras eosto a chine-
preco de 400 rs.
Fernandes, dao-se
UIDICAO
DA
Ven io-so a armacao
tua de Marcilie Dias r. 45 :
envoi Lis.ula da loja da
a tratar na m nma.
11\T< '1
A
Lyra & Viirooa vendem para acabar, por raeta-
de do pfeco, oe segoiates ealcados: bo'inas de
pellicr. talao a Luiz XV", para senhora, a 7*000 ;
ditas t! va : !a as. 20 a 23, pir;i menjno a 3* ;
focos 'I dita ido.n idet i a 2*00 i; ditos de cores,
ordiu: idem 500 reis; sapatos de casemira
sera '<' Efujil i t tair.aaho a 2*000-
!%'. 8 raa tltt H:\vi\o da Victoria n. H>
k\

SAUBADES.
Amaral, ?>';! ;ico 4 C. acabam de receber um
vari:: I nt i de dlpellas fuuebres eona as
rip ;i5es :
pat.
A iu;.n a mi .
A men espu.-.
A iulnh3 c.;; cisa.
A mi u fillio.
A ntinha f'.llia.
S'audades.
Amljado,
nbranca.
Vi : no bazar Vieto.i.i, rna do Barao da
n. 2.
Bazar Victoria.
iaral, Nabuco i C. raceberam completo sor-
limeiiii li agallas & canna, proprias para des
ean:o de vulho?, do rheumaticos, etc., etc., e ou-
iras'de plian'i-.a, eflmjileto sortimento de cbapeos
de sol, beagallas, urnbfllas, etc. para senhora e
para homeni, com cab de ir.nrlim corn lljjuras de
metal, ii*os, etc. etc. listes u'.cis e especiaes ar-
ligosvoadc; na rua c'o Barao da Victoria n. 2.
Veiide-si: uma casa em um dos melhores
lugares lia S luJaile, na BM-vista, com 30 palmos
de frenti: e 8 i do fundo, com 4 quartos, 2 salas,
coziiiha fora com 1 quarto ao lido, esla travejada
e tcm 2 jan- II > n> oitiio, piou.pta para se fazrr
um grandrt" sotio ou andar, em rarao da mesma
ser il I brados : tern u n terreno ao lado
com um pe.picao jardim, assim com) urr grande
quintal, e no q'lal se p^lem rdificar duas casas,
pelo naesmo deit*r para outra rua ; tambem so
vende i eno com G4 palmos de frente e 160
de fundo ; a iratar na mesma a rua da Conquista
n. 2>. 'in um port5o de ferro.
Vende-se as oliras seguintes, no armazem de
Irastc ipencdor n. 18 : 1 glubo terres-
trp e geographico por Brue, 1
diccionario gengraphico apr Bouillet, 1 Liais, es-
Eaco ce'.e 'airnIBfa bacharelado, 1 Die
lut G
lha
IBic
dos homeu;
Southey, I
sin, !l
a 1
men"
latins, (
phia da Pr
pos d
1 Tito
I Es!
Prop,
todo '
Dr. C. Marques, 1
Bescherelle, 1 Die.
i do Brasil par R.
".a (Wissea, i Cou-
Arithmcli-
1 cirna
ngua?
Fiindicdo da Aurora
Grande sortimento de:
Moendas de todas as qualida-
des e tamanhos.
Tachas fundidas e batidas,
idem.
Rodas dentadas e angulares,
idem idem.
Machinismo, idem.
Varandas, gradeamentos pa-
ra jardim, etc, etc.
Tudo se vende por precos
Os leques todos de madrepereka,. brancas e de
cores e que trazem o disticoUNIAO em lettra^
tambem de madreperola em afto relevo, tor-
aando-se ppr isto apropriados para noivas, a -NO-
VA ESPERANCA a rua Luque de Caxias n. 63
(antiga do Queiraado) e quem os tern.
8$o de tartaruga
Os brincos, broehes, meios aderecos, cruzes.
eoracdes e cassoletas, que estlio xpostas a boa
eseolha da? Exmas. (amantes do caique) vende-se
na Neva Esperanfa, a rua Duque de Caxia'
n. 63.
Aos meninos
A Nova Esperanca- a- rua Duquo de' Caxias n.
63, acaba de reeeber um lindo sortimento de bo-
necas de muitas qualidades, vindo entre ellas as
eagracadas bonecas de borracha, assira tambem
uma pequena quantidade de bonecas pnetas quf
se tornam apreciadas pela sua novidade.
Ebem util
A Nova Esperanra a rua Duque de Caxias n
63, recebeu verdadeiro cimento inglez. prepara
cao-para conccrtar porcelana6 bem uttfc
Vestido- per dido
Muitas vezes um vestid* torna-se inleiramenu
feio, somente por estar mal enfeitado : a Nova Es
peranca a rua Duque de Caxias n; 63, remov*
este mal; porque esta bem provida des meHfore;
galdes e franjas de todas as cores, onde pode es-
colher-se a vontade sobresahlndo entre estas as
modernas franjas mosaicas, que pela sua varteda-
de de c&res, flea bem em quasi todas as farendas.
A ella antes que se acabem.
Cabellos bruncos so tern qwefn\
quer
A Nova Esperanca a rua Dwjius de Caxias b
63, acaba de receber a verdadeira tintura de Des-
uous para tingir os cabellos-, o que le eonsegue
(empreeando-a) com moita faeilidade, e par esle
motivo, cabellos brancos sd tem quem qner.
Estao vm tnoda
.
Os cinturoes de couro, proprios para senhc-t -*,
qne recebeu a Nova Esperanca a" rua Doque de
Caxias b. 63, estao, sim, senhora, estao na nioda I
Se qaereis ter ou jireparar um ramaihete de
cheirosoa cravos branco*- para o vosso casameuto
ou para outro Um apropriado, e necessario lr a
Nova Esperanca a rua Duque de Caxias n. 63,
qye'alli encontrareis os me!bore que se pode desejar.
Boias'de borracha
Vendem-se de todos 03 tamar.;..-,s a rua^ Duque
de Caxias n..Ji& na Nova E*|eranca.
muito
em conta
bar.
para aca-
N.B.
G. Starr &C, em liquida-
cao, na fundiqao da Aurora,
em Santo Amaro.
Em bom local.
Vende-se uma taverna bem afreguezada para a
terra e propria para principiante por ter poucos
fundos; tendo na mesma casa moradia para gran-
de familia, e um fSrno para quem quizer fazer
bdlos em grande 011 pequena escala : na rua do
Viseoode de Peloras n. 19, outr'ora Aragao, a
tratar na mesma.
[' Botinas para senhoras.
A 3*500 E 4*000
Liis escocezas a 280.
E' pechincha.
Na rua do Crespo n. 10,
Rua do Crespo.
Minua \\ wmler harato
jKiiil
mm im\{i.
mm immi
Rna do Barao da Yicleria n. 22.
.Caraeiro Viauna, I
gAT este grande estabelecimento tem che-
gado um bom sortimento de machinas para
costora, de todos os autores mais acredita*
doS ultimamerrtena Europa, cujas machinas
sfto garantidas porumanno, e tendo u to
perfeito artista pare ensinaras-mesinas, cm
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim coneerta-?as pelo tempo tambem d'um
anno sem despendk) algum do comprador.
Neste estabelecimeffto tambem ha pertencas
part as mesrrtes machinas c se snppre ijiial-
quer pe^fl qde.seja necessario. Kstas ma-
chinas trabalham com toda a porii i^i> dn!
nmedous pospontos, franzc o" bonl? torla '
quaJquer costura pat ftna que sfja, seusl
precoss3o da seguinteqaalidolc : p.-i ra-
batbar a mao de 300O0, 402000, ; '300
e 5dJK>00, para trabalhar com o pe iuo de
80^)00, 905000, 100^000, tH;:l)0Or
120*000, 130?JOOO, 1505000, 200-!00ee
2303>OO0, oinquanto aos autores nAn lia at-
tera^io de precos, eosconpradoros^O'Ji
visitar este estabelecimento, quo mu-ito de-
verao guslar jx'ln vnriedade de dbjectos que-
ha sempre para vender, como sejaui: cadei-
ras para-viagom, malas pa'rd viagem, cadei-
ras^>8ra salas, ditas de balanjo, ditas para
crianca (ahas), ditas para e3colas, costurei-
ras riquissimas, para senhora,,despensaveis
para criangas, de todas as qualidades, camas
de ferre para homem e crianeas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
quenos, apparelhos de mltal para cha", fa-
queiros com eabo de melal e de marfim,
ditos avulsos, c'olheres de metal fin >,condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
arame, tarnpas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objeetos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aberto desde as 6 horas da ma-
nlia ate as 9 horas da noutca*
Rua do Barao da Victoria n.
__________2^__________
Na@ ha mais cabellos
Nenhuma machina
Singer e legitima se^m
nao levar esta marea
fixa no bra^o da ma-
china.
Para evitar falcifi-
cacoes notem-se bem
dos os detain^ da
marca.
AS MACHINAS PARA COSTURA
DE
SINGER
NAO TEM RIVAL
HUB DE II 7ILHA0- TEI-SE \fflM- "
Porque?
._^ Sao as melhores
S3o as mais baratas
S8o de dous paspontos
Sao mais simples e rapidas
S3o duradoras e aperfeigoadas
Sao util era uma casa.
Xarope d'agriao do Para
Antigo e conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgSos respiuatorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
apphcado ainda com optimos resultalos no
escorbuto.
Caf
do Ric Janeiro : vende-se A rua de Vigario, ar-
mazem n. 16.
Rua do Cabuga n. 11 A.
Vende-se um escravo m&co proprio para enge-
nho ou padaria, por prego muito cm conta.
. Casas em Olinda.
Vende-se duas casas terreas, senlo uma na
rua do Amparo n 77 e unja na rua do Jogo da
Bula n. 35, solo proprio : trafe-se no Recife, rua
do Cordoniz n. 9.
B.-ins de linho .ltt cores (pediir.ea) a 1*280 a
vara.
. Fustuo. brancu ?ara roupa de maaiws a 600 r?.
o eovado.
Lazinhas escc;:c/.as a 240 e 2^0-p<. o eovado.
Alpacas com listras a SQO.rs. eovado.
Brins pardos- e de core.J a' 40%i4')0 c oOO fft'B
eovado.
Brin lona baaopj a.,1^60d(a,vara| -, f\inU
Cambraias pretas para luto a'Sio rs. o covj^b.
Cretone de listras a 440 is. p umo,
Chitas roxas a 20) c 2'0 rs. o eovado. J'
Groidenajjle pcetq, dc mrin a 2ji0fi o co.vdd.
Cobertas de chita adamasooda a :!4'i00.
Colchas brar,(.;w c de edses a -'!jpQ9, e, 4*i!l
Lcn -oes de biiamante a 2j. r nm,< L
Ditos de aljjv $9 a IfUfc PoKin /
Toalhas alcoi!:i:.1as a 65 a duzia.
Lencos de tflffn com banra a lia.toBa<-,,a
Ditos de dita abatnba*)s ft 25.
Dilos do esguiao :itinhados a 3*v# ,H
Cambrai? lisa a 3 e S*m.
Dita Victoria fuia a 3^800.
Atoalhado a 2i a vara.
Cortes de t^iseiam fina a Hi.
Fustdwdo cores a \& o corto,
Challes de nseriuo liso a | fe
Ditos de dito ealamDado a 4JL 45a 0 e S3090.
Al^dao de listras amerieaau {eoai tocjuA u JiO
rs. 0 eovado,
Camisa* iaglazts a 385 a duzia e 34300 uma.
Esguiao uni a il a vara.
Brim preto Tfangadft a2.i n vara.'
Bramante de aljrodSo a 156W a vara.
Dito de ttnho ft **S00 a vara.
(.'nmbraia de linfto de e8r3! a
Algodao Ta 5.3 a p'C-
Madapol5es baratos.
So na rua do Crespo n. 20.
liofa dc
Guilherme < C.
nmm.
Soe unica approvada pelas academies de
sciencias, rcconhwidn super! .r a toda que
tern appamcvSo ate hoje. Deposito princi-
pal d rua-da Cadeia do Reoifr, hoje Mar-
quez de Olinda, n. 51, l* ar,dar, e em
todas aa botieas e casas' de cabollei--
r6iro.
BPAS BE HAIBDRGO
As laais recentes c melhores.
Vendem-se aa pharmncia edrogariadeBar-
tholomoa & Cl, rua Larf?a dnsario o Ru. 3L.
SEC.RbUO ECONOJUIA E CELKIUDABE.
Obtem-se conv o uso
DA
INJECGAO SHOST
Unica, hygienica, radical e infallivol na gu-
ra das gonorheas, flores- brancas e flaios de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
offereco como garantiadesalutaresresultados
a continuada applicncao que sempre com a
maior vantagom se torn feito della bos hos-
pitaas. do Paris.
Union deposito pecao Brasil, Bartholomeu
tS-C, rua Larga da rtosario n. 3i.
.1 1
Faz rnelhor costura com metctde da Unha que gastam
as outros efornecemummeio de
VIDA
Para aqncDes que \m de susteiUar-se
i
Querem agradar a yaya ?
Querem agradar aesposa?
Querem agradar a filha?
BRRM

wni
laeco,
Cor-
estas

Lyi.i 4 Vianna vendem para acabar, por me-
tade do Ott'ai, os seguintes caleades :
de peliica de talao e laco a Laiz XV,
Ira senhora a 7, ditos de vaqueta de. 40 e
25 park meninos a 3*, focos de dita fd*i Mem
.a
m en>tra sem salto qnalquer tamwtbo a if.
W rs. a covadp.
Setineta para vestidos a 600
rs. o eovado.
. Recabcu & loja d-i Amf rica s*tiaeta iranca com
duas larsruras, lataoda muito propria para vesti-
dos e easaquiuhos do jenhora, e tambem para
roupas do menino* : na raa do Cabuga n. 10,
loja ix America.
MACHINA DE SINGES
Nenhuma casa esta complela sem uma
MACHINA DE SINGER
Sem caisa SU$0<)0. Com caixa*il05000
UNICA AQENUA
PESIMMBIO
A CASA AMERICANA
45 RUA DO IMPERADOfi 45
ff turn \r /'>,
Aib
Labvrinllios, bicos, renilas.
No escriptorio de Gomes de Maltos, IrmSos, a rua da Cadein
do Recife n. 40, 1. andar, e o unico deposito do que ha du
melhor, o bem acabado, que vem a este mercado.da cidadedo
Aracaly no Ceara-, quem os comparam com os feitos aqui na
terra, facilmente reconhecerd a inimcnsa difference, que vai
de uns para outros, tanto cm preco como em qualidade.
I.indissimas toalhas de labyrintho.
Fronhas de diversos tamanhos.
Lencos, de todos os precos.
Bicos e rendas em profuzao.

De forca de djas a seis; cavallos : a venda ao
armazem de Joaquim Lopes Macliado & C, tr-a
.vesaa do Corpa S^ato n. 2d.
-
------

Yende-se
nm excellente eataOd novo proprio para cabriolet
sella, |r pre^o muito em conta : a tratar e ver
na rua do Bruni n. 76.
Vende-se
um vapor de forca do rinco cavallos, novo, proprio
para qual^oer irrister, com bronzes de sobresa.
lentes, c por preco commodo : para ve^, rioarmat
zero do Barao do Livramonto, e tratar ajuadd
Torres n.3>, 8 m&. ]
Veade-se 0 terreno n. 33 da rna Wri!Pay^an-
du, raurado, eom sanwttfa. para rto'QiiMbarlbei
a tratar ua mesma raa, tatwna 4a esmisa q
hwpialiK)rw|net, ^^
A vista desengana
madapolao francez a G^OOO a pec.a
Tem a loja (TAoMrifa madapolSo francez, i
bom, e vende por este pre$o para acabar; na ru*
Go Cabusa n. tO. lo.ia d'America-
Abilip
Tcrceiro livro
o preco 2J500
fua reduzido a 2$000
IdVRAItlA FRANCEZA.
TASSO IRMAOS k C.
Em seus armazens a* rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrillio.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Uorlland.
Cimento Hydraulico.
Machinas de descaro^ar alfodao.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barril.
Pliosplioros de cera.
Sagti em garrafBes.
Sevadinha em garrafdes.
Lentilhas em garrafoes.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Porto \elho engarrafado.
Vinho 8o Porto superior, dtio.
Vinho de Bordeaax, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Poles com linguas e dobradas ingiora*.
Lkares finos sortidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de toucinlio inglez.
Barris com repolho em salmonra.
Vende-se
trastes de jacaranda e amarello com pouco u-..
' em perfeito estado, e tambem um meio apparell.,
\ tie lonfa para jantar eum dito de porcelana, flno,
I branco, para almoco. Vende se por ter o doao de
se retirar para Europa : na rua da Imperatriz
1 n. 54 A.
Potassa dajfcupsva em meios
barris a 500 rs. o Mo
Desembarcada ha poucos dias: veude-se no
escriptorio de Oliveira Filhoe & 12, largi doCorpo
Sanjo n. 19.
pos desapoti. abacte, parreira, roraeira, pinheira.
larangeir.i crvo, roseira.s oe varias qualidades, e
outras flores : na rua do Visconde de Goyanna n.
101, outr'ora Mondego.
Carro
Bramante de 4 larguras a
1#6'00 a vai
Vende se brafnanle de quatro
bom para I en joes' na rua d
da America.
Vende-so~u'ma'2a?Y
aada em terreno proprio, n
oento : a tratar na rua do
^Hps mnito
o, loja
ediO-
ana-
americano.
Vende-se um carro americano de 4 rodas e 4
assentoa, e nm bonito cavallo, tanto para carro
como para sela ; o carro esta em bom estado ;
quem quizer comprar enjenda-se con) o vigario de
Santo Antonio do Recife.
Machinas
,^lW,IKe^ase^rW^
Cunha ^ ^ianta
93-Bua Mai"
Inez
4f
aiQO0a libra
ro aaflar.
Rape Rocha
n*rua (fc Vigario p. 7
nrj*iei
V^i^E-SE*
barns, com ca->1ie ^ vawa ^p^^ { ..
para mant.^entos de DAyiai i-uo^tnMltS^n.
o IrmSos ^ C. ama do AmorM*.ar^
^232^
-/eade-Hin.cotre fraaciM #r, i_fpitn .,,-;
So : a^trauu-mawaJeSwt^^?.
I
Hi

i


I
I
'

t;
I
Diario ue Ferm
tSabbado 4 d 4lutnb de 1OT6.
.11
COSTU
mil
:A DE HOWE
Naloja de Soares Leite Irn$Os, arua do Barao da
Victorian. 28.i
Ag!
y-......
!a
pott? l'pcqdono toque,
para collate, graivlc sorti-
SOARES LHTE, IRMAOS
UNIGOS RENTES
Roa do Barao da Victoria n. 28
Luvas i!e'
200 rs. ds fa:
Abotoaduras
mento a ,'20 rs.
Caiia de linha tfe marea, a 200 rs. Fresco pom
Lamparinas a gaz, tlainto iima luz muilo'HJOOO.
Mem com tuaico de Kemp, verdadeiro, a
de cor.lao imperial, a! 19000.
elhos de moidura donrada, tfe tddos
nanhos o preeos.
PSMOARIAS E AilUDEZAS.
oleo Onza verdadeiro, a
:boa, a IJ5000.
Duzia de pecas
210 rs.
Caiia ue botoes de osso para calca, a
200 rs.
Duzia de carreteis do liuha, 200 iarJas, a
600 rs.
Idem idem 60 jardas, a 240 rs.
Maco de fita chiueza, a 800 rs.
Gaixade linha com iO novellas, a 500 rs.
Meios aderepos com caaaafeu, a 500 rs.
Garrafa detinta roxa extra-fina a 13000
Potes com dita ingleza, preta, a 100 e
\b mais simples, as mais baratas e as melhores do mundol
Na exposjeSo de Paris, em 1867, foi concedido a
Elias Howe Junior, a medalha de ouro e a condecora-
c3o da LegiSo de Ilonra, por serem as macbinas mais per. 160 rs.
feitas do mundo. Caixa de penoas Perry, muilo boas,
i 1JJ000.
A medalba de ouro, conferida a E. Howe Junior, nos Idem idem, a 400 rs.
Estados-Unidos por ser o inventor da macbina de cos-
tura.
A medalha de ouro na exposi^ao de Londres acreditam
estas machinas.
A 908000
Caixa de enveloppes tarjados, a 500 rs.
Idem idem forrados, a 700 rs.
Caixa de papel amisade, beira dourada,
a 800 is.
Idem idem idem lisa, a 600 rs.
Duzia de talberes cabc bronco, 2 B., a
5-9000
Resma do papcl pautado, a
e 55800.
Garrafa de aguaflorida'verdadeira a 1JS2O0
Garrafa d'agua japoneza, a 15000.
Idem idem divina, a 15000.
Mem idem Magdalena (noviiade) a
15200.
Caixa de p6s para dentes, a 200 rs.
Idem idem de p'os chinez, muilo bom, a
500 rs. e 15000.
Pole com opiata de Rieger, Rimel e Gros-
nel, 15C00.
Duzia de sabonetes de amendoa, a
35600.
Duzia de sabonetes de aniinho transpa ren-
tes, a 25200.
Idem idem com (lores, a T5500.
Sabonetes Glycerino trsnsparentes. a
15000.
gJCaixa com sabonetes, formato de fructas,
a 15000 e 1550O.
Cosmeticos, graiides e pequenos, a 100 e
800 rs
Frasco comaguade colagne, a 200, 320,
45000 500 rs. e 1#)00.
Extraclos muilo finos dos nvlhoresau-
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-1 Idem idem liso, a25800, 35800 e 53000.'' tores".'
**, estaboloceu nesta cidade a rua do Barao da Victoria n. 28, urn deposito e agenda Coques modernos, a 3?000. Lindas e elegantes cmnliascom nerfuma-
5ft? oVT'S^ Duzias r p?8gando uma agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra I ,.,m id(,m i;L 9na j n .}' \ '
!*??**?.^.P****IM*3rZ^rt*3Ll hlutadosa; J^es^oSoV Z&o, a 25000, 45 <**" **-+ **"*"
tferecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
.As vantagensdestas machinas sao as shinnies:
Priraeira.0 publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
arcurnstancia de nunca terein apparecido no meicado machinas d Howe em segun-
* mao.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
.Terceira.Ha nellas inenor friccao entrc as diversas pecas, e menos rapido estraeo
*o que nas outras.
Quarta.Formam o ponto como se fdra feito a mSo.
e 65000.
Fita de velludo de todas as cores e lar$u- pados.
ras". Uma grande taboleta propria para qual-
Alicroscopios com 12 vistas.fa 65000. quer loja.
in,'
para fazer os oabelloe pre-'
tos.
A aguia branca, i ru Duqne Je Caxias n. 50,
aeaba de receber nova- remessa da apreciavel agua
flarida para faicr os cabellos prelos. O bom re-
snltado coftinlo por quern tern feito uso dessa
inoffenBiva preparacao a tem altaniente cenceitua-
Jo, e ior iaso apeas se faz lembrar a quern no-
vamente Uella precise e queira se aproveitar de
sia utilidade. Tambem veio agua de topasio e
oieo florido para o inesrao oso, e tao acrcditados
como aquella.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de cores.
A aguia branea, a -rua do Duque dj Caxias n.
50, recebeu Bovas e bonilas volfcis e brincos de
grosso >.|jofares de cdres, o como sempre conti-
nua a vende-las por preco commcido.
Novos diademas dourados e
com pedras.
A aguia branca, a roa do Duque de Caxias n.
30, recebeu novo sortimento de bonitos diade-
mas doHrados e com pedras, tanto para menioas
como para senhoras.
Cotlecc,6es de traslados ou
normas para escrever-se.
A agnia branca, a rua Duque de Caxias n. 50,
recebea novas colleccoes ou normas para as crian-
cas aprenderem a escrever por si inesmo, hoje tao
usadas nas aulas o collegios; e como sempre ven-
de-as por preco commodo.
Meias cruas finas para meni-
nas e senhoras
A loja d'agnia branca, a rua Dnque de Caxias
n. SO, recebeu novo sortimento da^uellas tao pro-
curadas meias cruas para senhora, vindo igual-
mente para lutniuas, e continiia a vende-las pur
precos commodns
Veos ou mantinhas pretas.
A toja da aguia branca, a rua do Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu bonitos veos ou mantinha>
pretas de scda com Bores, e outras a imitacSo de
croche, e vende as pclos baratos precos de 3a,
nmm- mu
rjitremeiosc babados transpa rentes e ta- |,cr,och, ^end.e f p,'L0SA btaralos P^os de 3*'
(ios *< e 6JO0O. A fazetida e boa e esta em perfeito
Ouinta.-Permitte que se examine o irabalho de ambos os fios, o que se nao consegu ^^^Z^^^t"nmet ?"' f^5' ^achin'f de.m,to 3RW? FqSB
outras. 4 "=c6Uj_ para cos-tura, transpareutes para janellas. e um complcto e vanado sortimento de miude-! por isso em breve se aclbara.
o-*_ n________.. zas. one se torna lonsro mnnrinnsr XT____. ii" i
m outras.
^ Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um k outro lado,
4 ,ogo em seguida, sera modilicar-so a tensao da linha, cozem a fazenda mais
tua.
Setima.0 compressor e" levantado com a m'aior facilidade, quando se tem de mudar
Oitaya.Jluitas companhias de machinas de coslura, tem tido (5pocas de grandeza e
eecadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffrerara
pudangas radicaes parapoderem pubstiluir : entretanto a companhia das machinas de Howe
.doptando a opiniao de Elias Howe, raestre em artes mechanicas, tem constantemente''
'.ugrjentado o seu fabneo, e hoje nae attende a procura, posto que faga 600 machinas
Bonecas de cera, idem borracha e bolas de todos os tamanhos,
ohjectos de porcellana, gaiollas de arame, molduras para quadros,'
candieiros agnz.
machinas de mao
estado, pclo que continiia a ter prompta 'extrac
cao
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, Twzouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, a rua do Deque de
Caxias n. 50, recebeu sovos grampos com bor-
boletas, bezouros e gafauliotos, o que de certo e
perfeita novid de. A quantidade e pepuena, e
------ -TV
r-"l% fflachina acompanha livretos com instruccoes em portuiruez.
~ '^000 A 90d000
lachma acompai
A 9d
SOARES LEITE, IRMAOS
zas, que se torna longo mencionar.
4Raa do CabugaN. 4
JOSEPH KRAUSE & C.
DE
va
do Barao da Victoria n. 2 8.
BARTHOLOMEU et C"
Pharmaceuticos premiados em diversas exposicoes
ELIXIR SEDATIVO PEITORAL
ANTI-ASTHMATICO
E8PECIALIDA0E
GOMES DE HATT0S & IRILlO
Avisam ao rcspeitavel puhlico desta cidade que o sortimento de joi.-is, de subido
lor, que existia em seu estabel6cimento, estd completamente reforcn.io com o mais ele-
gante sortimento de novas joias, que rcceberam directamerrto -pelo* ultimo vapor da Eu
ropa, ennstando die do mais vnnaJo soVlimfento do aderejos a Boulevard, pulseiras dt
; ultimo gosto com pedras preciosas*c sem dlas, brincos d'argola, ngraifes para relogic dt
senhoras, deltcados aderegos para meninas, meios aderecos ,je camafeu lindissimos, volta<
j de nogordios para senhoras, correntes inglezas de ouro e de platirra, variada quantidade
de botoes para punhos e poito, com emblercas maronicos, de onix, tecidq de ouro, can.a-
teu, etc., brilhantes monstros dc rarissrmas.agoas, em anneis, rozetas, pulseiras, alfue
tes e botoes, e jutros muitos ohjectos de ouro de melhores fabricates de Paris, que <*
: vendcra-o com grande re.liicrao de precos, por serem dies recebidos directamente de seu>
j cornmittentes.
j Os proprielarios dr. acroditado MUZEU DK JOrAS, lendo seu esubdecimemo abort..
I ate 8 horas da noate, convirfam as familias que se quizerem prover de lindas joias, f
i viroro escolbn-l.-is i vontadc. para o ou.je.*'2 3^m esposicao nos m .stradorcs.
BOC6, iil.nrroncf.nico, t, rn, dc Calla;lloc. A Parit, vales roprietari*.
2fV JLat? uen- da Asttma- tosse> cvnmlsa, defluxo catarrhaes, e todas as molestias dos pulmoes.
que tem feito importantes enras, e que 4 hoje o unico acceito pelos melhores Medicos.
DEPOSITO GKRAL, 34, rua Larga do Rosario, PERNAMBUCO,
BE
DE FIGADOS FRESCOS DE BACALIIAO
Tisica, affec96es escrofulosas, to36e chronica, rheumatismos, fraqneza
I'.os membros, eotha, debilidedo gral (cngorda e fortalecc), docc e facil
de tomar. Jlen^ao honrosa.
Exigir a marca dc fabrica abaixo iadicada encobrindo a eapsnta de i
caiia frasco de forma triangular.
Deposito em Penuunbvco, A. BEGOHD, e nas prmcipaes pharmaoiaB.
Novas gollinhasornadascom
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca a rua Duqne de Caxias
- 50, recefceu uma peqnena quantidade de boni-
s e novas gullinhas, trabalho de la e seda, en-
neitadas com arminho, ohras estas de muito gosto
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, a rua do Duque -
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas de aj, e eomo.sempre conti-
niia a vendc-loa por pregos razoaveis
Caixiuhas com p6s dourados
e prateados, para cabellos.
Veade-se na loja da Aguia Branca a rua do Dn-
que de Caxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras c6res.
A loja da Aguia Branca, a rua Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu novo sortimento de luvas de
pellica, pretas e de outras cores.
Ca^ado oatraugeiro.
Aproxima se o mez de deiembro, tempo em
jue o Boris na America, a rua Duque de Caxias n
S9, L" andar, tem ds dar o seu balancd, por este
motivo, Its proprielarios deste estabelecimento es-
'ao resolvidos a vcndereai sens calgdos pelo cus-
to, atim de minorarem o trabalho ; assim pois os
apreciadores do bom, e com especialidade o sexo
amavel, para qnem o Paris ua America, conferva
com a devida deceneia) o seu gabinete reserva-
do, para a escolha -de calgado, aproveitem e ve-
nhain munirem-se do que procisarem.
Hesperidiua
Verdadeiro biter hesperidina, superior e *cre-
dilado : a venda no arniazem de Taso trmaos. &
C, rua do Amorim r.. Z".
Vende-se uma prelc de quarenla e tantos
annos, sera h::bilidades : na rua do Barao da Vic-
toria n. 49.
RUA PRIMEIROOt AW:QS. 7 A
E" esta casa, sem dovida, uma das que h. 4- pofc
com primazia apresentar aos seus fr-gnezes
variadissimo sortimento de tazt-nda* fluas pats
grande toilette,s$im como para o uso ordioan* 4m
todas as classes e por precos vai. ijoscs p*r os
cqmpradores.
Os donoa deste importinte estabelecimoote ton.-
vidam ao respeitavel publico e particulaimeaM
aos sous freguezes a darem um passeio por an*
estabelecimento, a aOm do verifican ni a verac4?
de de seus annunrios, e com vantaf rn supr*ire-
sedosartigos que 1 ties forem mister, dcAw
fazem um pequenc resumo.
ilandam fazendas as casas dos preteadeMM,
para o que tem o pc.soal necessario e dao aaoa-
tras median te pen hor.
SBDAS
Cortes de seda de lidas cures, grosdenajaea 4
todas as cores.
Gorgurao branco e preto.
Setim Macao preto e de cores.
Velludo preto.
Grosdenaples pretas e de cores.
Granadinede seda preta e com listras e ilraas ds
cores, lindissimos padroes e fazuuda de uia
moda.
Filo de seda tiranc e preto.
Ricas basquinas de seda.
Colxas de stda para noivos.
Manias brasileiras.
Cortes de cambraias branca com linJos botdata.
Capeilas e manias para noivas.
Poupelinas de lindos padrfics.
Bcqaissimo sortimento de las com li. tras de seda
Cambraias de cores, ditas maiiposas brancas e da
cores.
Nansuck do lindos padrOes.
Baptistas de padroes mui delicados.
Percalinas de quadros prelos e brancos.
lirins de linho do cores proprios p;:ra vestidoa.
FustSes de lindas cures.
Cusaquinhos de las de cores para senhen.s.
Saias bordadas para senhoras.
Vestnarhis para meninos.
Ditos para baptisad;s.
Chapeos para ditos.
Toalhas de canibraia do h'nho mti lindos U -
dados.
Frouhas bordadas.
Colxas de la.
Cortinados bordados.
Camisas bordsdas para homens.
Meias de cores para homens e meninos.
Chapeos com casiao de martini para homens.
Ditos para senhoras.
Merino de cores para vestidos.
J)itos pretos.
Casemiras, chitas, madapoloes, canibraia> etc. eta.
na loja do Passo rua Primeiro de Margo n. 7 A,
atiga do Crespo.
DE
Cordciro Siiuffes CJ.
Arniazem do fuino
Rua da Madre de Deus n. 10 A.
Jose Domingues do Carmo e Silva pariicij-.a Ma
seus freguezes o amigos quo no sen annazeca a
rua da Madre de Deus n. 10 A, se ;..'l!a inn cozk-
pleto sortimento de ftinioem ferdof de patente I.*,
2." e 3.' sortes, dos melhores fahrirantes da ?ahia,
e bem assim a Ilor de todos os futiios te c em rolos, pacotes, latas grandes e pequenas, tacs-
bem dos mui acrcditados fibricantes Torres &
Araujo, Lizaur, Adolpho Schn.dt 4 C, Lizaox
Schmidt & C, VCigas 4 Araujo, Trindai'e k ve-
lar, Teixeira Pinto 4 Portella. (a.n^niiclo- |>e>
mesraos) e de outros ainde nao oonbeciilm jvio
publicodesu capital. OannuneiaiU^ d.claia -|t;a
todo fumo que for vendido em sun casa Bora ;'.'.)
seu justo valor, e que quando gnn-mir ;: i
va qualidade, sera siHcero, moi'partinihniiii'nja
com as pessoas que pouco enteniam da m; pois para bem servir a todos,- tem u annunriMto
a '"oua pralica de 15 annos destu iMimni'reio.
J. 0. C; Dovle. ~~
Tem fara veim:
Cognac de Hermessy, superior e verdadeh .
\inho Xeres das melhores qua'idades.
Bitters de Angostura.
Whisky.
Cha preto em lattas de 10 libras.
Todas as prepara^Ses chiraleas do Dr. Ayer: no
armazem da rua do Commercio n 38.
Attengao.'
Vende-se uma parle de uma casa do sitio na
travessa do Caldereiro n. 3, na nrgoezta do P650
da Panella, que foi do linad > Doimngos Jose Mar-
ques, pela quantia .de 1:0946000: a tiatar na
rua do Imperador n. 7-j, das 9 as i da tarde, e
tambem te vende a parte do ouifo herdeiro pela
mesma quantia ; amnas as partcs e.-tao lirres e
desembaracadas de qualguer ouns.
Vende-se a taverna da ma do Rinchuelon.
48 : a tratar na mesma.
DOS PREMIOS DA
6.
PABTE DAS LOTERUS CONCED.DAS P0R LE. PROVNCUL Mo, a >U%I> DA EEMSL CAPELLA DA ESTANCA, UW. EU 3 DE OCTUttO DE ,873.
NS. PREMS. NS. PREMS. NS.
5
8
9
11
18
20
23
88
30
40
53
53
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68
78
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81
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86
03
100
1
4
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29
44
36
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198
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8
Diario de Pernambuco Sabl
r II tt>tS\
;

ASSEMBLE* GRAL
SENADO
QiieMtiE reli^ioaa.
Entra em disaussdo o rtqucrimeuto do
Sr. Zucarias pedindo copia da consults do
conse ho do estado plono, quo so refere ao
aviso do 12 de junho ultimo, relalivo ao in-
terdicto da irmandade do Santissimo Sacra-
mento da matnz de Santo Antoui>, do Re-
cife.
QSR. MARQUEZ DE S. VICENTE: 0
requenmento do que setrala, limita-so a pe-
dir alguns esclarccimentos. Eu ndo preten-
dla tomar parte em tao simplos disoussao,
ndo tena luesmo duvida em votar a favor
delle.
Seu illustrado autor, porem, tevo a habi-
liilade do demover-me desfa louvavel intui-
gao, ede chamar-med tribuna, quando nao
desejo gastar o tempo dd senado sem ne-
cessida lo ou sem utilida le.
Tratando de fundamentar sou pedido, en-
tendeu o nobre senador quo devia tomar
por base urn opusculo, que eu havia ulti-
mamente publicado. Confosso que an prin-
cipio nao pude descobrir que relacdo havia
cutre uma e outra cousa, foi s6 no corror do
seu discurso', que comprehendi qual a rela-
gdo ; era a depuragao de algumas inexacti-
does ou erros, que suppunha por mim com-
mettidos no dito iuiprosso.
Eu deixaria passar suas assercoes sem pe-
dir a palavra, so nao fosse uma dedas, o ora
quo eu me roostravaatrazadona doutrina ta-
tholico. Ora, como isto importa algum
descredilo a um catholico, vejo-me na ne-
cessidado ou devor de domonstrar, por uma
justa represalia, que S. Exc. ou nao enton-
deu o que escrevi, ou, entao, quo o atraza-
do nao sou cu, sim ello ; e se nao veja-
raos.
0 illustrado senador leu o seguinte perio
do do referido opusculo. As nagoes u o
seu po ler soberano, indispensavel para a
ordem efolicidadosoci.il, foram creal.s
por Dous muitOS seculos antes quo a reli-
ef giao catholica fosse revelada.
Depois ile lor, disseque havia erro, por
quo a religiao christd existia desde a eterni -
dado, e tinha sido revelada a Adao, asstm
como depois aos patriarchas e propbetas, e
portanto, rnuitos seculos antes da formagao
das nagoes e dos seu5 governos.
0 nobre senador, como eu jd disse, ou
nao-me entoudeu, ou sahio da questao, c
quiz refutar o que escrevi com uma propo-
sigdo, quo ndo p6do contraria-la ; analyse-
mos por paries as suas ideas, e veremos as
consequeiicias.
So S. Exc. quer roferir-so a mente eter-
i."
Como o oobre senador que eu Se tratai-seraoM ftv apresentasse alguma autoridade que contra- uma lei nova, ainda nessa hypotheSe t* di-
riasse a sua opiniao, eu epresentarei mais r;a que era esseMial matter a dispose* da
de uma, e afinal n toxto do Evangelho, attual^n toda a sua plenitude e que o con-
0 proprio Bossuet, qae se me nfitfenga'- trarioseria nociVo o opposto a sabedona, e
no, foi citadoporS. Ex., em sua obra intitu-.d provisdo politica, ao bem social,
lada ElevafdesdDms (tO'seraana, elevagdo Ainda quando ndo fosse o importante
6*) diz que antes da vinda de ChristoDeus principio duetts cavendi, que por si so dde-
preparaoa o grande mysterio (da encar- cisivo o poremptorio, bastaria a simples fi-
nagdo) que o comafaca de algum modo, dolidade a soberania da nagdo, de que sou
que faria ve-lo como uma especie de apren- mombro, para dirigir a miuha convicgdo, c
dizagem ecomoum ensaio. tanto mais qiie ossa soberania tambem e
Jd antes (9' semana, elevagdo 7a) notan- creatura do Dous.
do a difference enlre a publicagao da lei do. 0 illustrado senador sabe perfeitamente o
Sinai, e a da evangelica, diz : quo d soberania, sabe que dentro do territo-
No Monto Sinai, (Deus). ndo fallou se- n'.orio de uma nagdo ella d opoder supremo
nao uma so lingua, e a um so povo : na o mais alto, o que esta acima.de tudo ; sabe
publicagao evangelica, que devia reunir que 6" exclusivo, que nao tolera qualquer
em um todos os povo,-do universe na fe de outro competidor que deveser mantido em
Jesus Christo, e no coiihecimento de Deus; toda a sua independent, integridade, eex-
em um so discurso so entenliam todas as tensao, sen) rival, sem contestagao, e menus
linguas. limitagdo alguma. Todos OS actos tempo-
Ve-se, pois, do quo fica citado, que nao raes pendom do seu imperio, ella pode fa-
havia *<'' J*ni sniunnnriu rlo cat />nii/.i> liavia revelayao integral e que o caracter de zer concossoes, mas ninguem sobre a
catholicidade so foi dado & lei evangelica por torn direito do impor-lhe restricijdes.
J*sus Christo, medianto sous apostolos ins- Ora, desde que qualquer outro podor,
pirados pelo Espirito Santo, para em um s6 desde que qualquer lgreja jhe nnpuzesse,
discurso screm comprehendidos por todas imitates, coutrariasse o seu imperio, e pre-
as nagoos. valecesse dominante, e visto, e evidente que
0 abhado fioirlisa em sua excellente obra nio seria mais soberania, nao seria mais po-
mtitulmlaDefoza dos nismo, depois de dizer que a revelacao dependents, subordiuado a outro supe-
evangelica foi quern nos ensiuou que Deus rior.
eunidadeem sua essencia, e Irindade nas A consequencia seria que o poder nacio-
pnsoas, que le sua essencia participam, ac- tial, nao seria mais verdadeiramente sobe-
creseenta o seguinte : I rano, que haveria outro superior a elle.
Esta vordade do nossa fe e taoolevada,' 0 Su. Mexdks de Almeida : -Ha outro
ddetal raodo incomprehensivel.que a razao igual.
humananao poderia subir ate ella, neraj 0 Si\. Maiiquez de S. Vicente:Nao ha
mosmo suppo-la, so i ao nos fosse revelada. j outro igual no temporal, que e o de que tra-
Esle dogma e essencialme jte um mysterio tamos.
da fe christa no sentilo que foi so Jesus Mo p6de haver culto pubbco, mamfesta-
Chnslo, que o revlou explicitamente e im- cao publica do sentiment.) de piedade sem
povT a crenca a todos us seus discipulos. que elle se realize no temporal, sem que
Antes delle os patriarchas e os propbetas actue sobre a ordem publica ; ora, se dentro
nao tinham deste mysterio,se nao um co-|do territorio nacional uma igreja, ou qual-
nhecimcnto/'iH/'cu/are do'alguma sorto se-j quer outra autoridade poder actuar sobre o
creto, que nto haoiam manifeatado por temporal, sobre ello influir...
via do ensino. Esta verdade fundamental( 0 Sr. Zacauias :Isso nao ha.
do christianismo nunca foi no povo Hebrew 0 Sr. Marquez de S. Vicente:Se ha
um arligo de fe, permanoceu como quo sel- alguem que tenha o direito de dizer que as
lada nas escripturas. Sua plena manifes- ;SUas leis politicas, o> actos de sua soberania
tacdo estava resorvada para a epoca em que ; sobre o temporal nao teem valor, sao nul-
o filho unico deDeus appartcesM no mun- lbs, herjticos, e que; portanto, nao se lues
do sob a forma humana, e em que o Espiri- .deve obodioncia, restard duvida, nao sera
to Santo communicasseseus dous em toda a evidente, quo alguem ha, que se sobreponha
jibundancia. No alto do Monte Sinai, ao a soberania nacional?
fulgordos relampagos, ao ruido do trovao,
Deus nao rovolou se nao a sua unidade.
S. I'aulo aos colossenses, cat).
Negar, pois, a instituipAo do beneplacitor
ou entender que com viola^Jo, das respne-
l* v. 26'tivas lois podem os ministros do culto exe-
.. t____n ..__ ........, is, l*i. -.i. .-inA.ic appIoci 'ivlli'.aN
coutirma isto mesmo, quando diz : Annun-; cutar ex'ernamente disposigoes ecclesiasticas,
. .. ... __._________j.j .. I _... ,l.> ...ilt.-> inililicn ainda r.nn-
cio-vos o mysterio, quo esteve escondido po
e S. hxc. quer reierir-so a mouie eier- j------------- ,
i intuicao divina, entao nao ha duvida ^ seculos e geracoes 0 que Jfra (ox dos
IreliJocatkolicu existo desde a eterni- coberto aos sous santos myser m quo
na,
que a religiao _.
dade, e existe rev lada iiniversatmente, [>or
que para a intuiQao divina nao ha datas, nao
ba passa lo, nem fuluro, nao ha senao pre-
sente, senao um dia eterno; sabemos bem
que para Deus nao prevalece o tempo, nem
o espaco, que sao apenas creaturas suas ;
tufim que nao ha successao de ideas, on-
de conhecimeutoe adqueridos de novo, nem
olviuados, nao ha distaucias : ello ve tudo
o ve simultaneameute.
Concluiremos entao que na inluigio divi-
na a religiao e a rclacao universal de que ou
tratci, existe, sem duvida, desde a eternida-
de ; mas ainda nesso scntido haveria erro
na opiniao do illustrado seuadorr, quando
diz quo isso precedeu as nacdes, porque em
tal Lyp .these as nacoes.o seus governos exis-
tein tambem desde a eteruida le na visao do
Deus.
Essa, porem, nSo e a nossa questao, ella
e da data da religiao o revelacio catholica
no mundo em que existimos, da religiao que
professamos, qual e, e deque tratam as
nossas leis. Estaria, pois, t'6ra da questao
ou em erro.
Se reforindo se ao uosso mundo entende
que a data della e de sua revelacao deve
ser contada desde Adao, e posteriormoute
dos patriarchas e propbetas, S. Exc. ainda
estari f6ra da questao, esem entrar noster-
mos della nao poderomos entenJer-nos.
Nao ha duvida que, quando Adao e Eva
tiver.'.m a dasgraca de violar o preceito de
seu Crcador, este, depois de ter-lhes intima-
do ojusto castigo que mereciam, dou-lhes
em sua misericordia, c desde logo, a espe-
ranca c a consola-jao, de que da posteridade
de Eva nascoria a sua salvacao, o seu Re-
demptor.
E' sabido, porem, que alein dessapromes-
sa, desse prenuncio, dessa especie de reve-
lacao purament* implicita e incompleta, tu-
do o mais deixou de ser raanifestado.
Ora, para attribuir-se um erro a outrem,
e precise reconhecor bem a questao, e par-
tir de principios tirmes e exactos, alias ocen-
sor laborara" no erro.
0 que e religiao ? o que e revelagao de
- religiao catholica ? Religiao e o complexo
das rela-joes do homem para com o seu Ci ea-
dor, relacjOes de amor, ou antes de piodade,
dole nos dogmas ou mysteriosda divindado,
de obediencia a seus preceitos de esperan-
ca e de adoragao.
Ora, alguem dird que Deus revelou a
Adao o todo dessas rela<;6es ? Certamente
nio. i -,.
0 que e revelagao da religiao catholica
ou universal? Sera essa particular e impli-
cita feita a Adao t Certamente tambem nao,
e como, pois, o illustre senador se julga au-
torisado a deduzir a conclusao que quiz fir-
mar?
0 que digo a respeito de Adao, airei,
com pouca differemja, a respeito dos patriar-
. xhas, dos propbetas e do proprio Moyses.
Deus foi mais explicito com elles, mas ndo
Ihes revelou alguns dos altos mysterios, nem
os sacrameotos da lei da gra-ja, e menos o
lodo da religiio evangelica ; nota-se mesmo
que a revelacao, em parte, era feita antes
por emblemas e Qguras, do que por um mo-
do explicito e claro, o que estava reservado
para o devido tempo ; nem t&o pouco Ihes
incumbio de ir manifestar e ensinar as na-
<-Oes.
E' tao evacto isto, que n6s vemos como
que prevalecer, a par de algumas verdades
reveladas.a religiao natural ate Moyses, de-
pois deste a da lei escripta ate Jeshs Christo,
esdde. USo em diante a lei da gra-ga em
seu tod e uaiversalmente.
Antes da vihda de Jesus Chrbto, a pro-
pria parte revelada uxplicila ou implicita-
mente estava, pois, como quo em deposito,
no coracic dos homens juntos ; era como
oue o clariio encerraclo em eHreito espaijo,
que dovia esclarecer o mundo inteiro na
epoca assi-ijnalada.
Se Jesus Christo nao tiv.isse vindo ao
!-hia amda pnvado da
io. Otodo della
aiaoes'ava- rwwfado, oem liavia revelagao
Catholica dv.
absconditum fuit a saxulis, el generationi-
bus, nunc autem manifestuin est sanctis
ejus.
Ora, so a propria baso fundamental da
realizar actos do culto publico, ainda con-
tra a vontade da soberania, e n3o so desau-
tora-la, mas alem disso couferir a" taes mi-
uistros o poder temporal, a jurisdic^ao ex-
terna civil e superior I
Se se limitassem a entender que os ca-
tholicos, nao obstante a falta do beneplacito
religiio ainda nio estava revelada, como jul- em sua consciencia om seu culto inter-
6a-la manifestada no seu todo ?
Se estas autoridades nao bastam, teremos
a do proprio Evangelho :Ide, pois, ins-
trui todas as naf;oes, baptisaudo-as em no-
mo do Padre, do Filho e do Espirito Santo.
110, mesmo em seu culto domestico, po-
dem obedecer e observar os mandamen-
tos ecclesiasticos, eu nada liria ; mas do
quo tratamos nao e disso, e sim do cul-
to publico, da vida oxterna na sociedade,
Filii, et SpUilus Saudi.
vare omnia qaocunque- mandavi vobis. S.
Math. cap. 28 v. 10 e 20.
Ora, se e 0 proprio Evangplho quern diz
que ja exlstiam asnacoes, o que aoaapuato-
loseradala a missao do ir baptisa-las, sa- soburaniu nacional.
1 .... i._ -..____- n 0.. ........> n
te, ainda quando tivessemos de reve-la e de
cou^tituir novo direito. E votaria assim,
porque a questa-% em sua ultima analyse re-
solve-se na scguintc ntanter ouabdicar a
era men to novo, e de ir instcui-las ou reve-
.ar 0 que ainda nab estava reverado, de ir
ensinar-lbes 0 que ainda nro sabiam, como
poderd 0 nobre senador sustentar a sua asser-
eao, quo ao tempo da revelacao catholica
ainda nao existiam nac,Oes? de quern, pois,
e 0 erro ?
Nao ha duvida, que algumas verdades da
religiao e alguns de seus mysterios. ja esta-
vam antes mais ou meuos revelados, mas 0
todo della nSo ; nem essa religiao ou reve-
lacao jdmais tove; repetirei, o caracter de
eatholica, quern I bo dou a cathohcidade,
quern creou a igreja catholica foram Jesus
Christo e os seus apostolos, et eriti-i mihi
seites usque ad ultimum terra foram elles
os que patentearam, que completaram a re-
velacao e 0 todo do sua doutrina em todo 0
mundo, para que a seu tempo triumpho
universalmente, e em sua unidadc.
Do que religiao tratei em meu opusculo ?
Certamente foi da que 0 mencionada cm nos-
sa lei constitucional, da que e do estado, da
religiao catholica apostolica romana, como e
entao que se diz que, ao tempo da revelacao
do todo d >s seus dogmas, dos seus mysterios e
da sua doutrina pelos apostolos no seio de
todas as gentesou povos, ainda nao havia ua-
Qdes ? Para quo confundir a parte com 0
todo ca revelacao particular, e implicita
com a universal, e explicita, ampla, paten-
te ? Para que deixar 0 que tern relaoio com
0 estado, com a questao vertentee irremon-
tar-sa ao que nao vem ao caso ? So pelo
gosto de inculcar |erro ? Assim serd difficil,
se nao impossivel, entender-uos. Concluo,
pois, como desde 0 principio annunciei, e 6"
que 0 illustrado senador ou nao comprehen-
deu 0 periodoqueleu, ou, alias, eelle e nao
eu quern erro, quern esta atrazado na dou-
trina catholica. 0 argumento, pois, que de-
duzi, que, quando as nacoes adoptaram a
religiao catholica nao perderam de direito,
nem de facto, parte alguma do seu poder,
e logicO, e procedente.
Tenho tornado tempo ao senado e com
uma questao theologica ou religiose, mas jd
agora tocarei, ainda que rapidamente sobre
outros dous topicos do discurso do nobre
senador dcerca do beneplacito a da penali-
dade pela infraccao das respectivas leis.
0_Sr. Mendes de Almeida:Ningnen*
quer isso.
0 Sr. Marqlez de S. Vicente :Embo-
ra ninguem queira, serd esse jj resultado,
alids cumpre nao dar execuflo publica a
actos nao autorisados: aceitar um principio
e negar suas consequencias logicas, necessa-
rias, nao sei 0 que seja: cumpre obedecer a
lei do estado.
0 Sr. .Menus de Almeida : Quando nao
for contraria d lei de Deus.
0 Sr. Marque? de S. Vicente :0 beue-
placito nao e contra a lei de Deus ; ninguem
pretende oppor-se a ella; nio coufundamos
as cousas.
Passarei a expor 0 porque entendo que 0
beneplacito e necessario, n3o s6 em materia
disciplinar, como dogmatica e de moral ou
de doutrina ;, e repaoduzindo algumas ideas,
accrescentarei outras novas. *
E' necessario em geueralidade porque so-
bre 0 regimen exterior do estado, pa *ida
publica, ninguem tem 0 direito, a n5o ser
delegado pela soberania, de estabelecer nor-
mas, leis que devam ser obedecidas,; sem
conhecimento della, e mesmo sem 0 seu con-
sentimento. De duas uma, ella ou ndo go-
verna soberauaraente 0 temporal, ou gover-
na ; e noste caso nada se deve reafizar sem
que previamente saiba e concorde. i
0 Sr. Mends de Almeida :Se nao sabe
e porque nao quer.
0 Sr. nUtQOEZ de S. Vicente :NSo e
s6 saber, 0 poder soberano ndo e um sim-
ples particular ; 6 demais consentir, ainda
mesmo que se trate de actos dogmaticos, ou
de doutrina.
Sem duvida que 0 estado deve ser cbnse-
quente, e por isso desde que aceitou um
culto, e muito mais quando o adoptou, se-
ria contraditorio se ndo concedesse 0 bene-
placito ds competentes defiuicOes dogmati-
cas, ou aos actos doutrinaes. Dahi, porem,
nao se pode deduzir a consequencia de que
as respectivas bullas, breves independam do
necessario exame e autorisac/ies.emborapara
fins especiaes. ,
Alem do reconbecimento da autbentici-
dade, e do exame se aos pontos dogmati-
cos accrescem ou ndo outi-os de mera disci-
ue pii imiatvou uoj wr"""" ciplina, ainda ha que ver. Tem o direito,
S. Exc., apesar de sua illustragdo e cora- depois de reconhecer 0 que se estabelece, de
gem, foiassaz diplomatico ou reservado ;||0ihar para as circumstancias sociaes, e ver
n3o quiz considerar a questao de frentee:Se a publicacAo e execu^ao piSJe ter logar
resolve-la por mi do positivo e claro, no que ,jesde logo, ou se 6 de mister algum adia-
faria valioso servico interpondo sua opinido raento, e mesmo algumas'modidas preparaj
luminosa. torias era relacjio d ordera e seguranca, pu-
Parece-mequeselimitou a dizer que en-, blica; 0 poder politico tem obrigacio de
tendia que 0 beneplacito ndo era necessario prever tudo. Tem ainda 0 dever de exa-
en materia dogmatica oude doutrina, e sO minar quaes as consequencias deddftdag
sim quando muito, era materia de disci- pelo raciocinio, e 0 eomo eilas affocla*i os
lm'a j direitos da soberania, e oe interesses da or-
Pols bem, eu direi que S. Exc. estd f6ra dem social. Se assim penso a respeitpl d>
da esohera que exploramos, que a questao taes materias, 0 que direi acerca das mate-
^KiJtrZ^X^^Z OSR. Mendes de Almeida -Foi 0 que I. e e^scrd a verdade porque estd escnp-
[desenrolvimento. o impor- lexemplo
taote, tern sido tao estudada por altos .talon- obedeci
tos'em todos os estados civilisados, quo 0 sa-
ber accumulado n 1 em tdo estroitos
limites.
0 Sa. Visconde T -Soiiza Franco :
0 opusculo de V. Eve. e magnifico, e muito,
bem escripto.
0 Sr. Zacarias :Eu 0 acho possima-
meute escripto.
OSr. Mendks de Almeida :-0 quo ahi
ha sdo trevas sobre a questao.
0 Sr. Marquez de S. Vicente :Pois
bom, vejo que ha diversidades de gos-
tos.
Voltomos ao assuinpto principal. EJ ma-
teria do disuiplina, que nao e dogmatica,
que ndo importa d fe, que udo e ossencial d
religiao, que r.do e mutavol, e de que ora
se trata, qual serd o direito no estado acerca
do beneplacito ?
Em quanto hoover accordo, que e scm-
pre p ira desojar, tulo ird perfeitamente
bem ; no caso, porem, de conflicto ? Vo-
jamos qual serd a verdade.
Deus deu o poder temporal, nao ao sa-
cerdoiio, sim d soberania das nai;ocs ; for-
mulou sua religiao por modo compalivel com
ella ; quem dirige a ordem e responds pela
seguranca publica 0 a soberania politica e
nao 0 sacerdocio; em qucstoes do po ler
temporal ella nao reconhece sobre a terra
outro jniz sendo sui propria razao illustra-
da ; quern dd proteecdo aos ministros do
culto e ella, e ndo estes ao estado ; quem,
pois, ten o direito, quem em tal caso dove
prevaleeer? Tireio os nobres sena lo-
res a consequencia cm espirito da ver-
dade.
So pelo contrario fosse 0 sacer.iocio quem
devesse prevaleeer a titulo de lilterdado do
calto, teriamos necessariamente do dar-lho
uma libe.rdade sem limites, que seria in >m
pati vfel com os grandes interesses publicos ;
Valeria 0 mesmo que reconhecer-lho 0 po-
der temporal, e o que e mais, Valeria auto-
risa-lo a dirigir a vida governamental e po-
litipa da sociedade So um governo igno-
rante p<)deria consentir nisso. Em verdade
o que sediria de uma nacao, em cujo ter-
ritorio os ministros do culto se constituissem
juizes da validado ou nullidades das leis na-
cionaes. e tivessem a liberdade de dizer que
ndo Ihes prestavam, nem prestariam obe
diencia, que sdo horeticas, e assim excitas-
sem os outros subditos a revoltar-se contra
ellas?
Como e, pois, que se inculca que, nao
consentindo nisso, queremos escravisar a
igreja catholica, que queremos quo no Bra-
sil ella ndo tenha liberdade ?
0 Sr. Zacarias :Oh I certamente.
0 SR. Mendes de Almeida : Quorem-lho
augmentar os ferros.
0 Sr. Marquez deS. Vicente:Ninguem
quer escravisa-la, queremos nianter na so-
berania brasdeira o poler que Deus Hie
deu ; nossas leis ddo d igreja plena e ample
liberdade mesmo em materia disciplinar,
impoedho como unico limito a legitima obe-
diencia ao beneplacito, 0 as decisoes do jui-
zo da corda. Eis os dous grilhoes....
0 Sr. Mendes de Almeida:Euor-
raes.
OSr. Marquez de S. Vicente :Ins-
tituiijdes que duram por muitos secu-
los... .
0 Sr. Mendes de Almeida : Muitos se-
culos ndo.
0 Sr. Marquez deS. Vicente :------sem
que se considerassem grilhdes.
O Sr. Mendes de Almeida : As viciunas
sempre recta iTaram.
0 Sr. Marquez de S. Vicente :E eis
que agora como de improviso so apparelaa
uma reacgao ndo de fe, mas discipli-
ne, ndo retigiosi.sim de poder temporal ro-
ma no 1
0 Sa. Mendes de Almeida :E raar,o-
nica.
0 Sr. Marquez de S. Vicente:Sem no-
cessidade, reaccfto que tem perturbado a
tfanquillidade das nagoes, e que nao sei
porque escolbe 0 Brasil por theatro mui-
to especial... serd animasvilisl...
Arguo-se que queremos espintualisar de
mais a igreja, ou por outra, tirar-lhe a li-
berdade no culto externo ; e uina injustice.
Embora a igreja espiritual seja a grande obra
de Deus, quem desconhece a necnssidade e
conveniencia do culto publico ? 0 que cum-
pre e nao maleriulisar a igreja do Deus, e
ser fiel ao evangelho, e servir n Deus e s6 a
Deus, e ser fiel a seus preceitos sublimes, e
ndo ambicionar 0 poder temporal...
OSr. Mendes de Almeida:0 que que-
remos e que os dous poderes marchem li-
gados.
0 Sr. Marquez de S. Vicente : -Eu tam-
bem desejo isso.
0 Sr. Mendes de Almeida :V. Exc.
quer s6 a preponierancia do poder tempo-
ral. .
0 Sr. Marquez de S. Vicente :Pois, eu
ndo citei 0 propheta Zacarias ?
0 Sr. Visconde do Rio Branco (presi
dente do conselno) -.Quer que se charae 0
grande Zacarias.
0 Sr. Marquez de S. Vicente :Mas
nossa questao agora e a seguinte: Quan-
do 0 accordo nio fdr possivel, quem deverd
prevaleeer ? A lei disciplinar, ou a lei po-
btica ? _
0 *Sr. Mendes de Almeida :V. Exc.
citou 0 ; ite et docet omnes gentes.
OSr. Visconde de Souza Franco :lde,
ensinai a governar, tomai contas dos go-
vernos?
0 Sr. Marquez deS. Vicente :Se tudo
quetivesse rela^do com a religiao, ainda que
accidentalmente, pertencesse ao sacerdoeio a
ponto de dar-lhe 0 poder temporal, entao
0 todo deste seria propriedade sua, 0 ile et
docet refere-se ao essencial da religiao, d lei
de Deus, e ndo ds leis secundarias dos mi-
nistros do culto. Ainda quando tratasse-
mos de materia de fe, S. Exc. sabe melbor
do que eu, que 0 preceito divino ndo auto-
risaria a desobediencia, a perturbagao da or-
dem pubbca, seria 0 caso de sacttdir 0 p6
dos sapatos, e retirar-se.
Ndo appliquemos as obras dos homens as
condicoes, que pertencem so ao que e de
Deus, alias haverd perigo de profanacao, de
herezia. .
Sr. presidente, tenho sido diffuso por cau-
sa dos apurtes ; concluirei, pouderando,
que quanto ao temporal, quanto d discipli
f minha v.-z direi cumpre qier dique.
, e ndo atis homens que
querem 0 poder temporal albeio.
Passar A ao ultimo topico a que refwi-
me.
0 outro ponto em que 0 nobre senador
tocou, f"i sobre a sanccao penal que rwul-
te da infr(fl|do das leisque exigom, ou re-
gulam o benaplacito. S. F.xc. a este res-
peito tambem ndo quiz ser m-iito explici-
to, de suas palavras apenas comprehenli
quo enlendia quo as tomporalidade.s nao es-
tavam mais om vigor, que ndo ora applica-
vol 0 art. 7 da constitujyao, isto e, a des-
uaturalisagao-; e passando por alto sobre os
arts. 86 e 9b" do codigo criminal, parece
que concluio que nao via outra penabilida-
ii a nao ser di desobolieiii.ii, nos termos
lo decreto de 19 do fovereiro do 1838.
Pois-bem : sem que nada modifique, do
que expuz no meu opusculo, tambem nao
serei muito explicito ; e uma questao peu-
donte, e 0 tribunal coitipotiiiite tem muita
illuslrarao para aprccia-la exactamente.
( Apoiados.)
I.i-nitar-me bei somonto a oppor algu-
mas objeceoLis ao pensar do nobre senador.
indicar o porque me paroce dclieieute, im-
completo.
Em primoiro lugar nolarei que esso do-
creto nao 6lei, e apenas uui ado do poler
executivo, e que, por tauto, nao p6do croar,
nem rvogar penabilidade alguma, quando
eila subsista por lei. Quanio nao exista
outra pena le.gilima, elle dovord ter appli-
cagao ; mas quando houver ? Ficaromos,"
par tauto, na mesma duvida : nao basta di-
zer udo ha outra penabilidado applicavel, e
preciso demonsirar isso concludentomente.
Obsorvarei, emsegun.lo lugar, a quo ha-
ver outra pena legitima, tal opinido seria
seria juridiea, sim ina Imissivel. 0 mmis
tro do culto que violasso as leis regula lo-
ras do beneplacito incorreri 1 por ventura
em um pombilidade maior, mas porque
cominotto.so um no|dolicto. naoobedocen-
do 0 acto dojuizJrcordaque mandassere-
tilicar o abuso. ucaria isonto >la maior sauc-
gao e sujeito somento a meilor 1 Seria isso
para acoroe. >ar, ou premier 05 delictos 1
Ainda quo haja pena prevista, o juizo po-
litico da coroa, em vez do opinar, que so
afiecte desde logo 0 assumpto ao tribuna,
criminal, pode limilar-so a dar provi
monto ao recurso para quo no |caso da de
vida obediencia fique 0 acto nculralisado,
o dolictoe penalidade sem andamonio ulte-
rior ; em face, porem, do opiniao do nobre
senador na hypdhoso ligurada, nao podoria
ter lugar tao precedenle e util expo-
diente.
Ua ainda,uma outra consideragao, e para
ella pei}0 a .ittengao do governo, e e que a
lei quo regula 0 beneplacito e a rospoctiva
penalidade, nao so refere unioamenle aos
ministros do culto e sim tambem ds pessoas
leigas, que por abuso podem dar execucao
Mellq: 0 prode
comp Roma.
0 Sr. Marquez de S. Vicente:Sera
para a opinido d&jibbre senador, mas ndo
para0 meu paiz; para ellendoha promulga-
cdo obrigatorb, senao quando feita coinpe-
tentemento.no territorio de sua soberania.
Antes'de ser roraano, sou brasiletro.
0 Sr. Mendes de Almeida :E eu antes
de brasileiro, sou catholico.
0 Sr.. Marquez de S. Vicente :Pode-
mos serbons catbolicos sem-ser habita
do Roma sem ter 0 iiom de adivinhar, a igre-
ja ndo estd so em Roma, ndo eonfundamos
as cousas. Nao eonfundamos tambem a

publica a bullas ou actos ecclesiasticos ndo
autorisados, o quo pela theicia do nobro se-
nador ficariam litres da propria pena de
desobediencia, porisso que contra seu pro-
cedor uao haveria recurso ao juizo da coroa.
Sa a pena 6 laiposla nao ao facto e sim so-
monte d nao observance do provimenio,
como entao puuir 1 Teriamos uma disposi-
gd) constitucional desprezivet, quo podorii
ser i Supponha-se que 0 director de uma aca-
demia, ou do outro estabelecimento publi-
co, que 0 provedor da Santa Casa de Mise-
ricordin, alids muito zeloso n > wio*j
desSe cargo, vondo uma bulla pbblicada
por um bispo eo seu mania nento dccla
rando excommungados os magons, enten-
desse rpie nao devia recebo-los alii.. .
0 Sit. Zacarias -.Isso nao. *..
0 Sr. Marqusz de S. Vicente : Perdoe-
mo V. Exc. quo diga, que isso e possivel
o quo seria mesmo logico, conforme a oxal-
tacao das iddas religiosas, iu6rnieute se a
oxoommuniido fosse maior.
See licito a u 11 bispo por motivo de
consciencia publicar ollicialmonte bullas,
executa-las 0 mandar que os catholicos enm
pram-nas, so na phrase delle a lei do estado
nao ha norte para a_intelliger.cn.
me rOleve.

A questSo
difeid
tuen
e 0 OS.'.'Marquez M&'ftoing '* n^*"- **Mm deu tambem 0jus'cavendi i
is iniao" 6 de opuasulo certamento ndo;pecca poi falta do pos ate mesmo 4 obngagdo religmsa^ob^
"So TPconsli- cS. ^claro <\to\jfa quo,,
e por ser muito laconico;' devia ter I
maior
toridade temporal,deu, sim, a soberania das
ervar a uisuuu^auev inwcuu v.-. -
sacerdoeio dereria *t opriraeiro a dar esse
iiada vale, deslo" que em sou entender e
heretica esira preferivcl a lei ilinimiiiada
dtoina ; porque admirar que um outro ca-
tholico pensassc sdinelhantomente, ou an-
tes quo obedecesse religiosamonto ao prela-
do ? Para que se promulgou a bulla, ndo
foi para ser obodecida e cumprida pelos ca-
tholicos t
Ndo e so o bispo quo tem consciencia e
escrupulos, p6de haver ideas ainda mais
exaltadas. Demais a lei deve ser igual, 0
que por ventura e licito a um deve ser n
outrj e muito mais quando este e sub-
dito.
Quando 0 governo perguutasse porque
nao recebeis esses desgragados ? Respon-
deria porque sao magons, estao excommuu-
gados, e eu como catholico devo evita-los,
devo cumprir o raandado do prelado, devo
servir a Dejis, e ndo aos homens, e caso
e materia de consciencia.
0 que faria 0 governo ? Que pena impo-
ria para ser obedecido no caso de tal abu-
so ? Nenhuma, porque pela theoria, que
combate, ndo ha penelidade applicavel, e
nem mesmo a de desobediencia ao provi-
mento de recurso interposto d corda; por
que, ndo sendo 0 provedor juiz ecclesiastico,
udo haveria tal recurso. Seria, pois, 0
governo obrigado a .pedir medidas ao poder
legislativo, e vigorosas, ou a tomar as que
julgasse indispensaveis, sujeitando-se a um
bill de iudemuidade, ou emfim a ver-se des-
autoriado, 0 que tado mostraria ou uma
grande improvidencia da lei; ou um absur-
do : ora, eu ndo posso aceitar uma theoria,
uma interpretagdo cerebrina, aue d6 eua ul-
tima analyse qualquer desses dous resulta-
dos. Ndo : certamente temos lei, e pena-
lidade applicavel mesmo aos ieigos, como
teem alguns estados da Europa : lei sem
sancgao seria contradicgao.
Sem que responda ao que acabo de ex-
pdr, raass6 para a tenuar 0 proceder eccle-
siatico, e a informagao da lei, continiia-se
a allegar que qualquer particular tun 0 di-
reito de dar publicidade ds bullas pela im-
prensa.
0 Sr. Mendes de Almeida :Eu entendo
que tem.
0 Sr. FigueirA de Mello : -A imprensa
e litre.
OSr Marquez de S. Vicente : Bern,
verpmos isso depois, 0 qbo pego primeira-
mehte aos nobres senadores e, que me di-
gam se 0 particular tem 0 direito de com-
pellir os catholicos d execugdo ?
0 Sn. Mendes de Almeida :Desde que
se publica a lei eecleiiastica. ella obngi.
0 Sr. Marquez de S. Vickste: Em-
bora a publicagdo ndo seja feita pela auto-
ridade competente?
OSr. Mend; t:Por qual-IT
simples publicidade coin a publicagao ou
promulgagdo official, aquella poJe ser ate
iprocrypba, esta outra c authentica, e com-
petente, e udo e s6 pela imprensa que se
opera, ha outros meios e modos.
Se fosse so pela imprensa nada mais facil
d lei ordiuaria do quo prohibir esse -noio
quo farilili o abus > ate dos parlkulares ; o
direito quo a coustituigdo garanto aos cida-
daos d de communicar os scan pensamentos
por palavras o escriptos, 0 de publica-los1
pela imprensa ; e nao do sor pregooiros do
bullas sem beneplacito : ndo c.oufunda-mos,
repetirei ainda, cousas divcrsas.
Sr. pro-i lento, a materia 6 ampla e eu
ja ia sendo novamento diffuso, sem lem-
brar-moqueo ilustradoautordo requerimen-
to inlicou me quo ha aiuda outro assump-
to a discntir : concluiroi, pois, com a se-
guinte obs/rvagao, quo ollerego aos Srs.
sena lores, que peus.im divorsainente.
A,questao e muito 0 muito importante, nao
convem pois, quo homens politicoS que po-
dem estar no g verno em qualquer dia,
animem, e menos quo sustentem iddas que
certamente ndo manterdo nosse posto, pois
que sem duvida saborao *ir liois aos direi-
tos o grandes kUereases do sua patria. Cer-
tamente ndo aceitardo a gerencia dos altos
deslinos della para despoja-la do suas prero
gativas. para traui-las; e eulao sontirdo inui
to, so forem accusados de incoherentes, ou
da inconsistcntos em assumptos de tal mag-
nitude. ( Muito^om, muito bem.)
0 SR. VISCONDE DE SOUZA FRANCO :
As ultimas palavras do nobre senador
pela Bahia, que acaba de rar, cada -vez
mais me convenco.n da soriedado dos mo-
tivos quo 0 decidiram a apreseiit.r-0 reque-
rtmeuto quo discul'unos, 0 necossidade do
additamento que vou lembrar,
Disse o nobre senador quo e muito se-
ii monto quo po le a publicagao da discus-
sao em conselho do estado pleno sobre os
recursos intorpostos contra os actos do bis-
po de Oliuda e do bispo do Para. Eu enten-
do que estd conhecida a opiniao do conse-
lho de estado pleno, pois e a qae so revelou
no aviso de 12 de junho ; opiniao da maio-
ria quo e a que prevalece, e ndo a da mi-
noria. No conselho de estado pleno, como
em todos us.corpos collectives, as minorias
sujeitam-so ds maiorias, 0 seu volo d repu-
tado como so nao oxistira, desde. ^he nio
se l'az obra por elle ; e se d ranitb diminu-
ta a miuoria, ainda menos costumi ser at-
tend ida.
Enlretanto o nobre senador quer saber
a opiniao individual de cala um dos mem-
bros presentes a sessao pleua do conselho
de estado c nao se dd por satisfeito com o
couheci.nento quo torn da opiniao collecti-
ve ; quer saber c pole quo tudo se publi-
que, para que S. Exc. e ti>Ja-Jaacio >
ji-.ilui.
Ndo estr.iiiiio o poiido do nobre senador :
acho o justoe volfl em favor do sou reque-
rimento. A publicidade e uma das princi-
paes sarantias do governo representative.
A nagao soberana dove saber tudo, ou lo-
go ou em tempo opportuno. Deve siber
quaes os conselhos quo os conselhoiros de
estado Udo ao mouarcha ou ao seu go-
verno.
Devo tambem saber como sustontam os
seus diroitos e interesses os seus represen-
tantes, vitalicibs ou tomporarios. E' este
o ponto que me obrigou a tomar a palavra:
a necossidade do serom tambem publicados
os discursos do nobre senador. Desde al-
guns annos 0 nobre senador nao publica
sous discursos, e nas duas sessoos deste an-
110, em quo se torn tratado de materias mui-
to iraportantes, ainda uenhum discurso do
nobre senador foi publicada depois do re-
visto e corrigido por S. Exc, de sorteapo-
dersaber-se pelo DiariO da casa o que o
nobre senador pensa e o que sustenta' no
senado.
N'osostylos do senado sao em favor da pu-
blicagao dos discursos f para isso despende
elleavultadasquantias co 11 0 litario do Rio
de Janeiro, que d 0 jornal official da casa,
e com a collecgdo dos discursos era annaes
para conbecimonto do publico, que d nosso
juiz. E se 0 nobre senador quer a publica-
gdo do que se passou no conselho de esta-
do pleno, sabondo c havendo dito em seus
discursos 0 que alii se discutio e como.. ..
0 Sr. Zacarias : Referi-me d memoria
Continuar-se-ha
VARIEDaDE
0 ENSINO
DA TACHYGRAPHIA
AUSTRIA.
NA
Conclusao *.;_
Este grande esforgo e outros mais sdo obra
de joveus escolaresaustriacos.que escrevem
com uma rapidez de 90, 120 e ate 150
palavras por miuuto. De,m?is, os signaes
sdo mui clsros e visiveis.o que nao $pe-
quena vantagem, por ser de extrema im-
portancia na tachygrapbia a forma calligra-
phica da escripta.
Durante 0 ultimo anno escolar formaram-
se deste modo em 91 gymnasios: 2,014
alumnos de tachygraphia ; e.n 17 gym-
nasios praticos ( lteal-Gymnasien): 484;
em 31 escolas praticas ( Real-Schulen ) :
1,322; total em 132 escolas medias 3,860.
Quanto ao algarismo total dos alumnos a
quem a tachygraphia foi ensinada, durante
0 ultimo exercicio, na Austria-Hongria,
foram 7,255; na Baviera 2,618 ; na Saio-
nia 892; na Prussia, 341 ; na Italia 320.
Mas a theoria nada 6 para a pratica ; em
muitas adrainistagoes, chancellarias, secre-
taries e escriptorios commerciaes adoptou-se
a tachygraphia, e a Austria ndo lastima os
sacrificios que fez em favor deste ensino.
( Juurnel Officiel. 'r
x
DO DIAIUO -RDA' DUftUE DE CAXlA^


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